Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19662

Full Text
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AMMOLXXI
fcuinta-fira 19 de Dezcmbro de 1895
\llli:i(0 995


-

PROIPB JSB&BB BS M&0EL FIGCSIBeA BB VASIA. & FILEE6S
REDACTORES AKTOIVIO .WITRUVIO PII\'TOBAI\"I>EIRA JE ACaOU|T)E VASCONCEIXOS e MANOELJ|ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&000
Por seis mezs adiantados.
Por am anno adiantado
Numero auIso do mesmo da.
15&000
30000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DB PBUCAgOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
UsSrs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Btelire
E na Capital Federal O Syndicalo ,Intrnacional de publicidadi *

PARA OS LUGARES OI&DE SE PACA PORTE
_ ,. ,< >.- *
Por seis mezes adiantados
Por am auno adiantado
Por trimestre vencido ....
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
1200
Telegnamnias
5s:viC3?AaiiwiAafiosiiai3
Rio de Janeiro, u de Dezembrc
s 3 horas e 50 minutos da tarde (rece-
bido na estaco s 6 horas e 50 rpinutos
e entregue s 7 horas e 30 minutos da
noite.)
Est publicado o parecer da commis-
so de tarifas.
N'elle aconselba-se o augmento dos
impostos em certos gneros; (azem-se
honrosas refencias a prosperidade d'esse
Estado.
O senador Bulhoes e o deputado Cu-
pertino Cintra nao atsignaram, recusan-
do este os impostos sobre o xarque e g-
neros de primeira necessidade.
Enfermou o Dr. Prudente de Mo-
raes.
Consta que foi chamado o general
Innocencio Galvo, parecendo que sera
substituido pelo general Leite de Castro.
Na Alfandega desse Estado foi pro-
movido a 3.* escripturij Joaquim Euge-
nio Codeceira, sendo substituido no lo-
gar de i" escripturario por nomfiaco fei-
ta de Juca Filho.
Roma, 10 de Dezembro.
Os abyssinios desbarataram o exercito
italiano n'um grande combate ferido em
Ferol ?
Dos italianos apenas 300 poderam re-
?"ugiar-se em Makile, perdendo urna ba-
tera de canhes modernos, e grande co-
pia de aimamento.
Londres, 10 de Dezembro.
Nos circuios financeiros reina inquieta-
do pela persistente baixa de cambio no
Brazil-
S urna casa, durante a recente crise,
desfez-se por venda de meio milho es-
terlinoem ttulos brazileiros, cuja queda
em larga escala nao se manifestou pela
intervencao tempo do Sr. Rothscftild
que poude sustar, o movimento iniciado.
Stctiii, 10 de Dezembro.
Poude com avarias desencalhar e safar
o couracado brazileiro Aquidaban
O primeiro, concefnente v=rha de.
3-000:0908000, j volad pela Careara dos Di-
putados, para as obras e dragagens do por'o do
Recife ; o segundo, a despezas para o custeio
das estradas de fero Sul. e Central de Per*
nambuco, propondo a reduegao de 300.000:0001
eslas despegas.
Nao justa urna tal reaoluco, por contrariar
in eresses de ordem elevada, que nj sao par-
iculires ao Estado Je Pernaoibu :o, e ant-s 11
gam-sa ao deenvolvimento gem do paiz.
Poi8 a renda de todo o commerco martimo
perlence ao Thesouro Feleral e nao empre-J
gada etu proveito da admirjistrac&o dos inte*
resses locaes.
Nao aabemo?, porque, senda o Estado de Per-
nambuco uti dos mais importantes do paiz,
este muiio interessando o seu floresci ment,
quando ella co icorre para oorgarnentj nac ooal
com urna avuluda'contribuicuo, qud condem-
rado possuir um porto assaocanhado, e que
p-eclsa ser defendido contra um trabalho lento
e seguro da natureza, que lende a obstruil o, e
a diminuir a profundidaie dos canaes existen-
tes, por onde passam todis as einbircacss que
demandam o nosso porto.
Um eervico feto com a morosidade ou a lo-
sufficiemii que ce tem dado at boje, exce-
dido por esta trabalho lento de obstruegao que
se val operando pelo curso ou movimento natu-
ral tias aguas; e ento ebegar-se-ba provavel-
menie ao estado de obstruegao ou a dficulda-
des mais u menos iosuperaveis para que us ca-
naes po?sam ser transpostos pulas embarcares.
Assim os inridentes possiveis, logo que se dita,
afastar&o as embarcagOes, diminuirao necessaru-
mente o commercio maritimo, d'onde resulta a
renda com a qual Pernambuio concorre (ara o
Thesouro federal. Ao passo que o alargameoto
do porto, a transposigo destes bancos de areia
nSo dve ter receio da eocelal as, lemeiido re-
sultado negativo.
E' verdade que 08"precedents3 nao sao ani-
madores, e que quanlias j empreadas foram
inteirament-j improductivas, e apias havia ora
smulachro de servigo publico para s fazer jos
s verbas que se despoodiam visando despezas
que nSo eram feitas, ou qae o eram apenas em
cousas inteiramente inuteis, creando-se tjra ex-
traordinario pessoal reduzi lo a inaegao, torna-
do inteiramente intil.
Certimente se'os 3.000:0008. que se des-
tinan) s obras projectadas, e tao urgentemen-
te reclamada?, tivessem o destino que ja liveram
outras verbas annualmente designadas para as
obras do nosso porto, e para o Cabedello 0a Pa-
rahyba, melhor seria evitar occasiao de des-
sipar-se urna quantia aigum tanti avuluda,
prin ipalmente.na difficil >ituago finaaceira do
paiz, em que todos os malparateamentos devem
ser evitados.
Mas a derrama dos dinbeiros pblicos n is l-
timos acontecimentos em que a paz publica pe-
reclitou, se a economa nao pode ser em absolu-
to restablerila, deve encontrar tambem um
pxradeiro, derivando-se a correte das rendas
publicas que estende-se para o sul, delorminan-
do-se parte do sej refluxo para os Estados de
norte; aomeoos.no intuito de salisfazer ao seu
mais relevantes interesases ; visto como, pesan-
do elles poierosamente na blaoga da receita
geral do paiz, fazem ju3 com rae'hor direito a
urna partllha das verbas ornamentarias, anda
na hypothese de dar-se alguma dessiiacao
destas, por falta de boa direcgo, ou flscalisago
feita oos servigos em que fossem applicadas.
Assim, urna tal previso nao deve sustar urna
p-ovi lencia reclamada pelos interesses vitaos
de urna circumscripgo do paiz, que urna das
grossas veas da circulacio econmica do seu
organismo.
Nao de8Cooheceinos o proposito louvavel em
por um servigo activo e vigoroso de dr*gagem>,
acuitan 10 todas as commun caco;s do mar c m-qie tm-se collocado o senado em cercear des*
a terr, attrahiriamaior numero de embircagOes,'pezas nuleis, procurando realisar economiis
Cimj o m ii nico de salvar nos das difficultla-
des legadjs por um loor;o periodo de perturba-
DIARIO DE PERNAMBDCO
RECIFE. 12 DE DEZEMBRO DE 1395
Porto do Recife
Por telegrarama j publicado no nosso nume-
ro de ante hontem, consta que no Senado o re-
lator da cemmissao a quem cabe dar parecer
obre o orgamento que deve vigorar no son
i ndouro. pronenciou-se relativamente parte
tila diz ri'-peito aos interesses d- Pernambuco
de modo de-voravel sobre dous pontos de n
menos imp '.
a impui8ionana o Cimraercio de impartago,
que por sua vez estimula o de imporlago.
E' com o crescenie desenvolvimeoto commer*
e al ejndustrial do p: das rendas publicas, nj pelo exagero dos im-
postos, que a actual cnse econmica minorar,
al dis-ipar-se completamente, se a produegao
por rauito lempo maotver-so superior ao con
sumo.
E' jusm, portanto, que se d a Pernamboo,
para o mellioramento do seu porto, ama parte
do que elle d aonualmente ao Thesouro Fe-
deral.
A conveoiencia, porlanto, da Uoo, es" em
que os recursos precisos para um tal flm nao
sejam sonegados, antes facultados com a maior
franqueza.
Que o Coveroo Federal flsealise rgorosa*
mente as obras que Boma precisas e mande
realuar ; que tenha o maior empenho em im
pedir qualquer dissipigo ao menos da mnima
fraego da verba destinada s despezas de qui;
trata-se, nada de mais justo, nena mais na-
tural.
A economa em assumpto desta oatureza de
imprescindivel neetssidade ; aproveitar e bem
apruveitar toda a somma que (r despendida,
de modo que ella seja perfeitamene reprodu-
xda, em melhoramanios letet, desfazendo os
escolos que cngem a barra do Recife, sem
toula um grande dever da dmioistrago do
Governo Federal ; mas este do est excluido
dos meios de fazer senti- a rigorosa fiscalisa-
Cao das obras qin encetar. Por r.o scqaencia
goes p iliticas. Mas levar estas economas ao
poota de impedir a desobstrucgo de um dos
portas mais importantes da Uniao, como o do
Recife, ,certamenle,fallando no sentido ecooo-
mico, urna medida oegaiiva; porque virte limi-
tar esta" renda, o daWvblvimritj do aeff com-
mercio, tolheudo a sua natural e cresnente pro
gresso.
Saadespeza ntil, productiva, deve ser
feita, salvo em caso de falta absoluta de verba.
O sal nao deve ser esta pepiaeira onde aiflua
todo o resultado das forgas productivas do paiz.
Acharaos, portanto, pouco generosa, e menos
refleclida, a eliminaga* da verba j eoncedida
pola cmara dos diputados para a realisage
das ob as do porto do Recife.
Anda nao n s parece razoavel a reduego de
300:0008000, na verba destinada para o co-teio
das estradas de ferro sul e central de Pernam-
buco.
Porque, oa a verba concedida ra exces-
siva, neste caso mal algura pode resaltar d'uma
reduego limitada a este excesso, ou nao era ;
e entiio ditas estradas nao poderlo funecio-
nar.e d'aht resoltar om grave prejuizo ao com-
mercio, a agricultura, e portanto s rendas pu-
blicas que ficarao por este modo gravemente
affertadas.
Sao estas condigOes que devem ser bem estu-
tadada9, antes de tomar a commissao do sen .do
a resolugo de que tratamos.
Em lodo o caso a econon-ia assim effectuada,
insignificante, e precisa ser bem just ticada,
para ter logar.
PAUTE ohfltilAL
I
Ri:i. HOlllO presentado ao Concelho
Municipal lo Recife, pelo Prefeito
Dr. Aflbnwo Goncalves Ferrelra
Costa, no dia 15 de IVovembro de
I *3. em que se lindou o seu man-
dato.
(Conclusao)
Instrucco Publica
RRLATORTO APRESENTADO AO PREFEITO DO MUNICIPIO
DO RECIFE DR. AFFONSO GONgALVES FER-
REIRA COSTA PELO SUPERINTENDENTE DO
ENSIN'O. BACHAREL SEBaSTIO DE VASCONCEL
LOS GaLVO.
Musir Cidadao
Ew virtude da Lci Municipal n. 12 de Jolho de
1893, 'fui pelo vosso antecessor Dr. Jos Marcelino
Hosa e Silva, nomeado Superinlandente do Ensino
Publico Municipal, em Feverciro do corrente anno,
para servir, de accordo com a mesma lei, por um
anno. Assumi o exercicio do car cao.
A referida lei n. 12 determina que o Superin-
tendente do ensino em Janeiro de cada anno apr-
sente ao Prefeito uro relatorio circumstanciado do
progresso no ramo de servijo, com todos os esclare-
menlos que a tal respeito poder ministrar.
Dando cumprimento aquella lei, em Janeiro apre-
gentatei Prefeitura um relalorio com o desenvolv-
menio possivel, por isso que, agora mesmo superin-
tendencia nao chegaram os mappas do 2* semestre
do anno, e n'arjoella epocha devem elles estar reco
lidos, e bem assim prestados os exames dos di-
versos graos do ensino. Actualmente como
necessidade de momento, limitar-me-hei s inorma-
c5es mais impoitantes.
SERVIQO DE INSTRUCQAO PUBLICA
Montar a seccSo de Instruccao Publica, tomar
conhecimento do pessoal, quer do professorado, quer
dos encarregados da inspeccao do ensino, estudar o
que sobre a importante especialidade da nslrucfo
elementar se ha escripto, visitar por si mesmo as
aulas, para ter sciencia do modo porque fuuccio-
nam, fazer executar*uma tarefa nova ainda para o mu-
nicipio, removendo difficuldades, organisando mappas
e inslrucc5es, tudo isto, digo e ainda mais, nao cer-
tamente trabalho de que possa o superintendente dar
cabal desempenho no periodo de 8 mezes e meio.
Pouco consegu fazer, pouco vos poderei ex-
pr.
A illuslracao e benignidade vossa ah esto para
sopprir as lacunas deste trabalho, e relevar mmba
fallas.
Meu primeiro cuidado ao ser nomeado foi aue-
rer montar a seccao de instruccao publica. Nao
bavia urna sala em que estivessem a superintenden-
cia e seu archivo, onde se podessem celebrar as ses-
sOes do Conselho consultivo, nao tinha mesmo um
empregado auxiliar nesse servico para copiar o ex-
pediente, na horas respectivas, para collecionar, se-
parar dividamente os varios papis, para fazer escri-
pia de copias, para cumprir diversos misteres que o
superintendente est inhibido de fazer. Ao iniciar
esta commissao, e mesmo durante ella posso dizer,
como em caso idntico lguem o disse, achai-me sem
abrigo e sem assenlo algum.
a seceo de instruccao publica precisa j, e j,
de um armario, que preste sufficiente accomdacSo,
1 pp*
para guarda de papis, pois os existentes formam um
fce*vo*de documentos classifica|os sem methodo.
E' preciso, desde j, 'preparar *as bases regu-
lares do archivo de urna repartico, que, embora em
comecovterade tomar para o futuro odesenvolvimento
quejen, o do Estado.
Nao obstante o exposto e as difficuldades encon-
iradas, para dar conta da commissjo com que fui hon-
rado mmcrecidamente, todaa escripluraco est em
dia.
C0NSELH0 CONSULTIVO
Naos por falla de local pira fazer celebrar as
sessoes deste conselho, como pela difficuldade de
reunil-o devida ao ao grande numero de seus mem-
bros, ainda nao fez urna s sesso
Este inconveniente uliimo, porm, vos o resol-
vestes no regulamento ltimamente expedido. Entre-
tanto a classe dos professores, de accordo as instru-
ccOes que exped, elegeu seu representante ao pro-
fessor Floriano Baptisla de Olivcira e seu substituto
ao professor Francisco Marques da Trindade. E' de
grande utilidade essa instituicao; ni Ilustrado e
ex^riencia de seus membros poder achar sempre a
Superintendencia um forte auxiliar no desempenho
do sua missao.
INSPECTORES LITTERARIOS
Contem o municipio os distrctos Lilterarios se-
guales :
Reoife 1; S. Antonio 2; S. Jos 2; Boa-
Vista 3 ; Graca 2; Afogados 3; Poco 2; e Varzea2.
De accordo com a lei n. 12 de Julho de 1893
cada districto dirigido por um inspector litterano.
Toda inspeccao pouca para o regular anda-
mento das aulas. Est isto geral errticamente
reconbecido.
Para que tenha proicuidade tal inspeccao e
nao mero apparato, absolutamente necessario que
nao sej exercida por um pessoal nao simplesmente
hbil, mais convenientemente animado de verdadeiro
zelo e dedicacao. O superintendente deve visitar,
e po si mesmo inspeccionar todas as aulas; e eu o
lento fcito quanto me tem sido possivel, mas isto
intetramenle rrealisavel em um municipio extenso
como'sle, tendo o superintendente os encargos de ses
cretaria como tem,pois, sem auxiliar algum naquella
nao pode ter urna vigilancia constante sobre os escolas,
uma'assistencia, por assim dizer, permanente. Or-
dinariamente principiara os professores sua carreira
cheiade ardor e enthusiamo pela commissao que Ihe-
confiada, e com a consciencia do alcance de sua
misrio na sociedade.
Vendo-se, porem, entregues a si proprios, sen-
tindo-se longe da aeco da auctoridade superior, po-
dem insensivelmente deixar-se dominar pelo espirito
de polina e pela indolencia, a que s escapam os ca-
racteres mais felizmente dotado pela natureza.
ESCOLAS
Existem Hueselas municipaes, sendo diurnas
100 e 10 nocturnas para o sexo masculino.
Das diurnas existem 45 cadeiras pira o sexo
feminino e 55 para o masculino. A matricula total
em todas as escolas de 5962: as escolas diurnas de
5G48 e as nocturnas de 314; das do sexo mas culino
diurnas de 2889 e do feminino 2759. A frequencia
media das escolas foi de 3987. Deixaram de peften-
cer ao quadro do magisterio municipal, por terem sido
nomeados professores do Estado, .Rosa Amelia de
Castro Muniz e Augusto Jos Mauricio Vanderley.
CASA, ASSEIO, MOBILIA E MAIS UTENSILIOS DAS ESCOLAS '
Nao temos urna s aula, com excepcao 'da da ra
do Calabouco, em edificio proprio.' Quasi todos os
professores d5o aula em suas casas, que traz com-
sigo mil inconvenientes. O cofre municipal d urna
quota para o aluguel de casas ; os professores costu-
mam addcionar mais alguma cousa e arrendar urna
casa maior em que morera e facam aula. E' abuso
de difcil extirpacao pelo muito arreigamento. Alm
de oulros, traz o inconveniente da boa localisacao da
cadeira que o interesse particular de cada professor
poucas vezes nao embaraca seriamente.
0 meio nico que islo sanara era a construccao
de casas apropriadas.
Alm de casas apropriadas preciso que as
escolas tenham a mobilia necessaria e o conveniente
asseio. Em geral estao desprovidas ou mal providas ;
limita se sua mobilia a uns bancos l para os alumnos
e urna cadeira e meza para o meslre, e bom quando
isto se encontra, e em mu estado.
Algumas quasi que nao podera funecionar. Eis
ligeiramente as oceurencias de que pode actualmente
esta superintendencia vos informar.
Superintendencia do Ensino Publico Municipal
do Recife II de Novembro de 1895.
Sebastian de Vasconcellos Gulvao.
Superintendente
Finda a minha missao passo o governo s maos
de meu legitimo successor, dando conta dos actos d'e
minha administraran.
No curto decorrerde oito mezes em que superin-
tendi os negocios municipaes, diz-me a consciencia,
ter dado desempenho a meus deveres e satisfeito a
espectativa de meus concidados.
Si muito nao fiz pelo municipio, comtudo, alguma
cousa material e duradora atistala a minha passa-
gem.
Sempre obedec as prescripcoes justas da lei.
A bem do municipio rompi contra o art. 2o da lei
orcamentaria que ordena:"todas as obras municipaes
seio feitas mediante arrematadlo em hastea publica
e o prefeito nao mandar executal-as sem que e^lejao
approvailas pelo concelho as plantas e os orcamentos
apresentados pelos concurrentes ou pelo engenheiro
da municipalidade."
Nao se reunindo por um capricho poltico e
criminoso o concelha para tomar conhecimento das
obras que ia realizar, a adrr.inistraco paralysaria e a
nossa cidade (icaria privada dos melhoramenlos de
que tao incontestavelmente careca.
Estou convicto de que, assim procedendo, com-
pri um derer de cidado e de patriota.
Nao temo o juizo dos apaixonados polticos,
pois, ti ve os applausos da imprensa criteriosa e seria
e o apoio unnime dos homens de bem.
Recife 15 de Novembro de 1895.
(Assignado)
Affonso Costa.
(Conclusao)
DemenstracSo da despeza da Hunieipalidade do Recife effectuada nos mezes de I3nrc
a Outubro do corrente exercicio de 1895 pelas verbas abaixo declaradas
MARCO
ABRIL
Poria monicip*!.....
Intruro municipal ....
.."aljamen'o e saneamento
LimpeM, jardn* e etc.
Olvaadivrias raictorio
Vencerlos df predios municipaes .
ierro do alagado Fernandos Vieir.
Eventuaes doscpraiterlos
.Instituto Varcinico- a Hygiene Municipal
Jury e eleifes......
Expedienie da Prefeitura ....
Impreques c pubhcac,s do Concelho e
Piefeitura.......
Cusa decahidas e judiciaps
Vencmentos dos Juizes Districtaes .
Vencimeoio do Dr. Prefeito .
dem dos empregaios da Secretaria do
Concelho.......
Expediente da Secretaria do Concelho
Vencimentos dos empreados aposentados
'dem dos empregados internos e externos
da Prefeiiuraefro.....
usteio dos matadouros
Mera do Mercado de S. Jos
Eventuaes .... .
Limpega e reparos do Taco .
Desapropriajes......
Jures de apolices
Vencimentos do Thezoure ro e Fiel .
Verba extraordinaria rom a publieagao
da. listas dos eleitores para oleigSo de
Governador e Yice-Governador .
Veri.a extraordinaria conforme a portara
do Dr. Prefello......
9 302S5I5
22 4923180
4 406S710
7.3248270
2958000
1.0538000
1.9418000
3528410
1.7698675
38.18800
2808980
7078350
448950
2.400S000
8338333
3.4888332
1228300
747833
24 9508686
3.3518930
850S100
658800
MAIO
10 3778085
25.0388527
3.4718677
6.4338443
5598400
I
1.192S400
2239500
1 5408975
1.325850o
628960
5178850
8
2.4008000
8338333
3.8008833
182S000
9358133
25.4118107
6.4378680
5US200
3288092
87.1638301
91.7028695
II.02^8979
25 026S000
2.3518141
7 5968270
3.7508850
8
1 467S5O0
1528320
2.0698665
6058150
6358660
6748960
2008000
2 5028154
8338333
9858133
25 7968557
3.2768530
2738840
4528412
7068200
4.8248600
360S000
1.083t(333
Jl'XIIO
9 9118792
2r.013S376
5.5318620
6.1"58387
2.7658460
8
2.426S470
4198000
1.719.1000
2808'00
6898400
9588350
1.2598475
22968346'!
8338333
9858133
25.5088584
3.3668670
2398000
5748010
2288400
6.6268100
90S000
1 083S333
96.6458587
JULHO
26.8798589
25 3368516
33 232S89
6.8168473
3 1338400
9
18068000
7308900
1 9508750
538100
2878400
761S800
3108850
2 4O0SOO0
8.138333
9358133
21.8588981
3.9098420
6268000
73189:
718
49 7168825
210S000
1.0838333
1.4618800
ACOST
100.94087391183.23386S3
12.3S8S089
24 9628984
18 8698620
8 6268990
2.2278650
8
2 2178000
30S000
1.9828750
598800
8328300
250S000
2 4008000
8338333
9858133
24 5038997
4 8608498
3798500
4858400
18.45S250
1 0838333
71J853
SETEMBRO
11 5068366
26 5808000
20.1198162
6.5218700
288280
8
2.7658500
1898950
3.1508931
1 6378600
7008100
5968100
2.4008000
8338333
13 0428478
9118500
9858133
27.1138481
2 1328520
4038300
1728371
4778700
25 4508900
126.4758180
OUTUBRO
12.176#114i
25.3148.7
26.984877!
8.2208611
1 783B000
4838010
1 8128650
2 3358620
1 0O8SO0O
1.3338750
213S000
2 400SO0O!
8338333
3 475883
1828300
9858133
25 4608768
4 84580631
1.1058340)
33283141
7078200
10.0508400
147.7438228
132.297M
Contadoria 9 de Novembro de 1899.
O Contador
-


I





I
/





1
% Dtarlo de Peinambnco Quinta-feira U de Dezembro de 1895
IemnstrarAo da Recelta e despeza da Municipalidade do Recife relativa.
.-..- aos mezes de Janeiro Outubro
Janeiro
Fevereiro
Margo .
Abril .
viaio
Junho .
Juilld
\g08t0 .
Seiembro
Outubro
PF.CEITA
Saldo do exe-cicio de 1894 .
Arrecadago de diversos impostos

1 174.055S719
105.159S534 Janeiro
103 1221t>93 Fevereiro
85.7228961 ttarcc .
88.3198967 Abril .
99.8588140 Haio
213 3768578 Juobo
226.7108152 Julbo .
81.3838700 Agosto .
66.5448568 Setembro .
79 1908378 Outubro
1.323.444S390
DESPEZA.
Despendido com diversas verbas
Saldo para Novembro
154.3148746
87.1388296,
87.1688301
91.7028695
96.6458587
100.9408739
18S.233S6S3
126 475S4S0I
147.713S2281
132.2^58792
1.818.8588550.
110.5858810
1-323.4148390
Contadoria Municipal do Recife g de Novembro de 189$.
0 2.' Escripturario
Antonio Lopes CarvaVio.
0 Contador
Genuino ios da Rosa. '
Governo do Estado de Per-
nambuco
DESPACHO DO DR. GOVERNADOR DO ES-
TADO DO DA 29. DE NOVEMBRO DE
isy5.
Jos Sancho BezerraCavalcanti e Olym-
po de Souza Cirne Lima, Collector e
escriv&o da cellectona do municipio da
Escada, recorrendo da decieo do Tribu-
nal do Thesouro, que negou Ibes direito
maior porcemagcm proveniente da venda
do engenho Dromedario, d'aquelle Muni-
cipio. Mntenho a decisao do Tribunal
do Toesouro.
Despachos da secretaria da justica,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBU-
CO, DO DA 10 DE DEZEMBRO DE
ADilioClemeolrao Bezerra, tabellio publico,
escrivo do eivel, residuos e capellas do muni-
cipio de Nazarelh, pedindo prorogago do pra-
zo para assumir o exercicio do cargo.Lomo
Guilbermina Francisca de Araujo Lins, pro-
fesora publica, pedindo a gra'ificago de que
trata o arl. 12(3 do regulament da I strurgo
Publica de 18 de Janeiro de 18S8.-Remettido
ao director da 3." directora desla Secretaria
para o m indicado no art. 137, do regulamento
de 18 da Janeiro de 1888.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO DA 4
DE DEZEMBKO DE 1895
Esther R. C Millar, pedindo o theatro Santa
Isabel para dar um espectculo a 6 do corren-
te Sira, mediante a cootribuigo do estvlo.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 6 DE DEZEMBRO
Joaquim Carneiro da Silva, sentenciado, pe-
dindo perdo. Iodeferido.
Pedro Nuoes de Oliveira, sentenciado, pedin-
do perdao do resto da oena.-Indelerido.
Manoel Anastacio da Silva, sentenciado, pe-
dinde ser removido para a cadeia do municipio
de Nazareth da Malta.-Iodeferido.
Justino-Jos de Barros, sentenciado, pedin-
do providencias para que o seo recurso tepha
o dtvido andarwento.-Ioforme o Sr. Dr. juiz
de direito do numcipie de Timbaba.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 9 DE DEZEMBRO
Maria Magdaleoa da Natividade, professora
publica em disponibilidade, pedindo para que
na orgaoisago do magisterio Estadoal, seja
consideridi na mencionada cadeira.Aguarde
opportuoidade.
O PORTEIRO,
C. Moraes.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Desvaeios do dia n de Dezembro de
l*95
Companhia de Servicos Martimos de
Pernambuco, Ernesto Vaz Cerquinho,
Lonrenco Ferreira do Nasci ciento.In-
forme o Sr. Dr. Sub- Director da Coota-
bih4ade
Costa Lima & C., Delphim Lopes da
Cruz, Maria Honor a Peraira, Mara
Pressilla Villela dos Santos. Diga o
Sr. Procurador Fiscal.
Antonio Ver>8simo da Silva, Antonio
Apolinario Furtado, Arantes &, C,Fran-
cisco Rodrigues Jacmtno de Souza,Gomes
Filho & C, Luiz Affonso &t Fdh ., Joa-
quim Antonio da Costa Fer eir, Manoel
Al ves Lopes, Manoel de Azevedo Ramos,
Manoel Borges Leal, Sebastiao Jos da
Cunba & C. e Vctor Matbias Braga.
Informe o Sr. Dr. administrador da Re-
cebedoria.
O PROTOCOLLISTA,
Francisco Militino Ferreira.
Mara da Coucego Joo Antonio da Cunta
Cartella Sim de accordo como perfilameoto
legal.
Manoel Smo dos Santos. Iodeferido em
vista da informaco do coefe do servigo Tech-
nico, Flix Cypriano da Silva Ferreira.Tra-
tndose de destacamento policial dirjase a
autoridade competente.
Flix Cypriano da Silva Texeira. Sim li-
mitndose ao requerido.
Romano & CSim.
Poluceoa Garca de Miranda, I. A. Liguim.
Deferido de accordo com a informago do
ebefe do Servigo Techo ico
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recife,
11 de Dezembro de 1895.
o PORTEIRO,
Nuno Alves da Fonseca.
. *
Secretaria da Industria2'. di-
rectora
INSPECTORA GERAL DE HYGIEXE
Expediente do dia lo de Dezembro de
1*95
Be-nardno da Cosa Campos, nediodo rel-
vago da multa qu; Itie foi imposta pelo Dr.
commissario do 4 districto.Complete o sello
e volte querendo.
V.ctorino Silva & C, e Ferreira Rodrigues
& C., pediode para man lar examinar caf.
Ao Dr ajudante para examinar.
Foram considerados e;n condiges bygieoi-
cas para serem habitados:
Pelo Dr. commissario doi.* districto, o pre
dio d. 59 da ra dos Guararapes.
Pelo Dr. commissano do 3. districto, 01
predios os. 11 da ra da Ponte Velha, 9 da
ra do Leo Coreado, 53 da ra da Gloria, 1
Bda ra do Padre Inglez e 10 da ra do itia-
cboillo.
Da 11
Joaquim Ferreira de Carvalbo & C, Pereira
Carvalho & C, e Castro, Lemos & C, pedindo
para mandar examinar cafAo Dr ajudante
para xmnioar.
Pelo Dr. comtnissario do 3 districto foi io.
tmalo o proprietario do predio da ra do Ro-
sario da Boa Vista o. 29 para no prazo de 15
dia' proceder os reparos de que carece dito
predio e dar esgoto as aguas servidas e plu-
viaes; ficando o mesmo proprietario sujeito
as penalidades da le Da falta de cumprimento
da int mago.
Pelo Dr. commissaro do 3 districto, toram
considerados em condiges higinicas para se-
rem habitados 03 predios os 55 da ra da Glo-
ria, 34 da ra Vsconde le Pelotas, 86 da ra
da Ponte Velba e 99 da ra Direita.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernambuco, em 11 de Deiembro
de 1895.
Jos da Cruz Cordeiro,
SECRETARIO.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 11 DE DEZEMBRO DE
1895.
Dr. Antonio C. de Souza, Joo da Silva Vil.
laoova, Francisco Gomes da Silva, Das Loa.'
relro & C, Antonia M. de Freitas, Torquato
os d 8 Santos, Lauriana de A. Lima Barros,
' os Francisco dos PaSsos Gumaries, Joao
>mo.-Deferido. dS* 4tJT*
m
CONGRKSSQ MCIMU,
Senado
Sob a presidencia do Sr. Dr. M. Victorino, rea-
lisou-se no da 30 do pasaado a 16z* sessao.
Ltda e approvada a acta da sessao anterior, o
Sr. 1" eecrrtmo apreseoton o expedieot .
No expedienten lido um requerimeuto do Sr.
Jos Antonio de A-aujo Vascoocelloa em que
pede a incloso ua lei do orcamento da receita,
para o exercicio de 1896, aoturisagi ao poder
exeemivo para cootrattar com a Associagio
Anonjmato Brazileiro os servigos a qaa ella se
P'opde.
E' presente a commlss&o de jastiga e leeisla-
gao a petigao do ei^eotieiro civil Tito Brrelo
GaUao, em que reclama coaira o veto opposto
pelo prcleito do Districto Fe-eral a resologao
do coucelbo municipal que Ibe conceden liten,
ga para a abertura de ama avenida em sobsti-
taigao a ra Seie de Setembro.
Finda a leitnra do expediente sem debate
approv.-d ) c n- joerimenio offerecldo na eessao
anterior pelo Sr. Leite e Oilicica sobre o Banco
da Repblica.
Passa.se a ordem do dia.
AnouQCia-se a 2* discossao do orgameoto da
despez* do mioisterio da jastiga e negocios lo,
tenores pan o exercicio de (89d.
O S-. Coelbo RoiriKnes ocenpa toda a sess-
traiando de poltica geral.
A disco88ao ricoo adiada pela bora.
Desgnala a ordem do dia pira boje, levati-
lOD-ae a eessao aa i Doras da tarde.
Reaiisju.se uo da i do correte a 163*
eessio sob a presideocia 00 Sr. Dr. Manoel Vi-
ctorino.
Deoois de llda a approvada a acta da sesso
anterior passoa.se <>o expediente ; tendo antes
sadu da patavra o Sr.Coelbo Rodrigues para
fazer ama noticajao a tpico do sen oitiaio
di8carso.
No expediente foi lido nm cllino do ministe.
rio da faienda, remetiendo as loformagOea sol.
citadas pelo seriado sobre o reqoerimeno em
que 08 officiaes de descarga exttoctos da aifao.
dega d j Rio de Ja eiro, t>aulo MacDado F a icn,
Eduardo dm Santos Mesqaita e Joao Lopes Fonseca e Souz, pedem o paeameoto da dille.
reoga de veo imputo qae deixoD de ser.loe?
?bo ado 03 exercicio de (893.
Pai80o.se em seguida a ordem do dia.
Continuon a 2* discue&o da proposlgo da
cmara dos deputadns, qoe rixa a Jesp za do
ministerio do interior para o exercicio de
1896.
Usa da palavra o S Severiao Vieira, que De.
gou eompeteacia ao presidente do senado pira
retirar une idas a ama proposigo depois del la
aporada e impressa.
Protesta cooua o facto e declara qae so o se.
nado i>ie resolver ocaso.
O Sr. presidente suaien.a o sea acto e deca,
ra positivamente nao sabir do terreno qae loe
tragn o regiment e por tanto ticar de p a soa
resologi.
O S Googalves Caves ocenpa.se do eosioo
e,ri geral.
Para S. Ex:, toraa.se aotavel a facilidade qae
temos de imitar iastitoicOes e regimens deor.
dem poltica e social de povos mus adan.a'ob
do qne somos e cojas coodigoes o&o se podem
comparar com as de nosso paiz.
Em materia de eoslno este prarido tsm sido
de resoltados e en" so paiz.
Qaeremos ir alm, comparadas as coodigSes
do nosso paiz, a oossa capacidade e o grto de
nossa civilisacao desses panes, resaltando dls.
too? tractos mus deploravris.
O eosioo superior das 'acuidades de direito
esta condemnado, por falta de le qoe o teja,
teodo.se por veses aato enormes qnaotias
com commi8se8 a Europa sem proveito para o
ensino, porqoe os co missiooados e exeintores
coidim so de traasportar o qne l vn, sem
coidare n antes da adaotagJo.
Jalga erro a organisigSo exclusiva do bachare-
lado em sciencias e lettras, com preparatorios
para a matricula dos curios saperiores
Os gymnasio?, qae ministran o bachareladj
em sciencia8 e lettns, nao podem ser estabele.
cidos se oao oas capitaes dos Estados.
E' um curso je 7 anuos, prejudlcando matri.
cala de mogo* que podiam ba&itltar-jeem menos
lempo, e Jemais nao sendo piesivel a diseemi.
nagao a'aqnelle estabelecimento; o resoltado
ser qu- a as capttaes, on qn mdo mn to nos
logares mais prximos de communicago se po.
derao estabelecer esses institutos.
A classe menos favorecida da fortuna e que
a mais numerosa, ver-se ba impossibilitada de
educar os sena Albos, porque n,o poderaa man.
dal o, com 6 ou 8 amos de idade cursar om
collealo a 100 00 200 leguas de distancia.
Estada a sitaacao fioauceira dos pequeos Ea.
tado, provaodo a imoossiDiiidade d'ellescrea.
em mus de om gynoasio.
A reforma que vai ai onda das reformas im-
pratcavel pjr diversos mnoiclp'os, notaodose
eotre ootras razOes a supenondade do svstema
actual.
Lembra que o Sr. Severino Vieira mesmo tra.
tando do Pedagogioj disse qne nao de Taba.
tioga on de Bag que hj de sabir pretessores
uara vir a c.pital d< Repblica freqoeoiar as
conferencias do Pedagogium, e isto oea exten.
so do paix e difficoldade as CmmunicagOee.
Pols nem. esti difficoldade de transporte
qoe toroa impraticavel o bjcbarelado em preva
para matricoU.
Faz aioda outras cooslderagOes e conclae, es.
peraodo qca o Senado, coherente como tem sido
sempre, rejeite a emenda qoe a quasi repro.
dog.o de nm projeclo do Sr. Joao Barbalbo em
tempo apreseatado e rejenado.
O Sr. Severino V.eira defeads a reforma do
eosioo e, depois de estuJar detidamenta o caso,
ioterpella o Sr. Presidente a respelto da e .eoda
obre o Peaagogiun.
Pergonta o orador se esta emenda foi tambem
coodemnada; nao propoa asoppressSj do Peda.
ogium, propoz a transferencia ado ioistrago
do Districto Federal, porqae lsto s pode ser
feto por me ro accordo.
E aproveilaudo o eoseje respooie'o ordar a
om artio de oossa edigo de bootem.
Andam errados, diz u orador, os qoe peosam
que oesta- questdes qne se entilan ao recinto
do S'iiado, ou em qualqner ontro logar onde se
represente um loteressede ordem eral, elUs se
deixem levar por odios ou por outros seniimen.
tos des'a natnreza.
E demais, odios de quem pode ter ?
Nao conbeee, senas de neme o il astre dir,
cter do Pedagjgiam, mas as infurmagOes qae te o
deste cidado sao as melbores possiveis; est
prompto a da- testemaabo disto da tribuna do
Senado e declara pelo qae oave a seo respe o
qoe ine merece tolas as aympathias.
Mas repugna ao orador, ueste regimea, princi.
plmeme no rgimen federativo em que o go.
veroo federal se deve occopar simplesmeat^ oas
questOes de assamptos de iateresse aaciooal,
estar a castrar nm estabelecimento daquella o-,
dem. que o) tem absolutameu e alcance, nem
unlldade, nem proveito algnm nos Estados.
Debalde se 1 rocura comparar o Pedagoeiam
da Repblica Bnsileira com o iorcau o e.111.
catin* dos Estados Unidos, qur urna repara.
gao subordinada ao departamento do ministerio
do luterlor, qne recolhe ioformagOes relativas ao
eosino e apaoria esse resollado e o expele por
ledos os Estados; por assim dizer uui ceo.ro
de lluro e refluxo de todas as moaiBc-ge* e
melnorameotos do ensino nos Estados Umco-.
O Pedagogium entre nos nao tem esta ncum.
beocia.
Conta at ao orado' qoe o director tem diffi.
cuidados em se dirigir aos estaoele:imeotos da
eosino nos Estados e receber respgsti das re.
qnisicOes qae solicita.
A Revista Pedaggica* nada adianta nos Es-
tados e o masen alada meos.
Deste odo pede quelles que combatem ao
orador qae venbam declinar quaes os melbora-
meotos que ja foram mtrodnzidos depois de
existir o Pedago^inm aoerio ha peno de quatro
acnos*
Faz aioda largas coosideragOes a respeito e
manda m^sa outras emendas.
O Sr. Aluiino Affonso jastilicou a eezuiots
emenda:
Accrescente se a qnanti de iO OOOf, sendo
10:000* para tioyaz e 20:0004 para o Rio Grande
do Norte, como aaxilio aos lyceas de iastrocgao
secaadana desses Estados.
Depois de orar o Sr. Ramiro Barcelloa, a dis-
cuti ficon encerrada, adiando-se a votagSb por
falta de oumero leeal.
Continua a 3a dlscnssao da proposigao da c-
mara dos depu ados 0. 37 de 1892, que d novo
plioo a lea do orgameoto da receita e da des
pesa da repblica ;
O Sr. Leopoldo de Bulbfles justidea e manda
4 mesa a seguate emecd. additiva :
Vigorara o orgameoto anterior se ,0 em ela-
boragao D&a se prompticar at 30 Se Novea-
1ro. *
A discussao ficon adiada.
Levantou-se a sesso < i hor=s da tarde.
no da 3 teve logar a <63' sessSo, presidi-
da pelo Sr. Joao Pedro (vice presidente).
Depois da leitnra e approvaglo da acta, pas-
soo-se ao expediente, leudo antes o Sr. i* secre-
tario om officio do i* secretario d* cmara do?
depotados, comaiuaicando que se acba publi a
do sob o o. 338 o decreto relativo prorogago
do Congresso Naciooal.
O Sr. Costa Azevedo enviou mesa o segain
te reqnerimento, qae foi rejeitado :
II 'queiro que, por Intermedio da mesa, si
solicite do goveroo Ioformagdes delalhadaa sobre
o qae constar dos fallec memos dos prime)ros
lenles da armada Alvaro Augusto de Carva-
Ino e Artbur Augusto de Carvalho, no da 17 de
Maio do iddo pruxlmo fiado.
1.* Se foram execntados, como geralmente se
diz, no Estado de Santa Caibarina, por terem
tomado parte na revolta da esquadra nacional,
qne, infelizmente, enlatoo 1 natria, e teve corne-
jo em 6 de Setembro de 1893, cesta capital;
2.* Por ordem de quem foram passados pelas
armas se lsto teve logar;
3.a Copia do processo a qne deveriam ter res-
poadido, ames da execagio da pena cap,til, se
esta verificou-se, como se dts;
4.a Por nitlmo, se as vinvas desses officiaes
esto ja gozando do moote-plo e m 'io sold a
qae tdm direito, e desde quando ?
Em seguida usa da palavra o Sr. Joao Barba-
lbo que pede ao goveroo para completar a obra
de justiga das integracOes de professorea il legal-
mente demittidos.
O Sr. Pires Ferreira reqaer que, Independente
de parecer, seja dada para ordem do da da ses-
so segulute a proposigao da cmara los depa-
tados qoe abre nm crdito de 1 i.000:0.0* par*
oagamento das despezas feitas no Rio Graade do
Snl, duraate a guerra civil, e que se acba Da
mais de 15 das Da commlsso.
Depois do Sr. Moraes Barros dar as rat&es da
demora que tem tido esta proposigao, rejeitado
o reqoe-imento do Sr. Pires Ferreira.
E' a'pprovado em 2* discussao o orgameoto do
ministerio da jusnga e negocios interiorts para o
exercicio de <896.
Cootioi a 3a discussao da proposigao que d
oovo plano s leu do orgameuto da rece.ta e
despeza de repblica.
Depois de orar o Sr. Leopoldo de BolbOes, ea-
cerra-se a discussao, cando a votago adiada
por falta de numero legal.
Eocerra-se a 2.* discess&o da proposigao da
mesma cmara n. 88 de 1893, autonsando o go-
veroo a contractar por cinco anuos, com a com
p ama ca particular qae melbores vantagens
offerecer, o servigo de doas viageos measaes
ios portos de S. Francisc 1 e Maraote, no rio
Pirnabyba, ao da Totoya, no Estado do Mar-
nbo. at 2:0 ,0A por viagem.
Eacerra-se a discussao do veto opposto pelo
ex-vice-presidente fla Repblica reaoiugao co
Coogre8so Nac onal, qoe regala o processo d
ai oragio na eleigSo de presidenta e vico-presi-
dente da Repblica.
Becerra se a discussao uni a da emenda do
Secado soppres8iva do art 3." da nropos gao da
Cmara dos Deputa 10a n. 31 de 1893, que deca
ra de livre escolha do goverao, alm de outra -
que j o sao pela legislacao em vigor, as nomea-
g's para o- cargos que enumera.
SSj encerrados sem debate em 2.* JiscnsaSo
os prciectos do Seoado :
N. 26 de 1895, qoe estbales o processo a se
guir em juno para os recorvos estaOelec art. 33 da lei o-gaolca do Districto Feleral, con-
tra a; lfrac.es por autoridade man ipas
das lea que garante.a os direitos individuaos e
polticos dos municipes desta capital;
N. 61 de 1893, que autorlsa o poder execu"-
vo a dtspender a qnantia de 10:000' com a coa
st-u .-gao de um ramal de liuna teleg aphica, qu
ligue a villa da Sncraulbada cidade do Ro
Pardo, 00 Estado do R o G ande do So
Eacerra-se a 2.* dacr'so da p-oooaigo da
Cao -a dos Diputados n. 110 de 1893, ioa:e-
deodo a Candido Goedes '.bagas, confereota da
aifnn iea da Babia, nm anuo de liceoga com o
ordenado.
Bocerra-ae a 2.' diacassao do projecto do Se-
oado a. 67 de 1895, qne autor isa o goveroo 1
mandar pagar pela verbaExerciclos fiados
10 3 es rioturario da lepartigo geral dos cor-
reies Jos Francisco Rodrigues os venetmentos
qu deison de percermr de 29 de Agoito di89
a 28 de Jolbo de 1895.
lncerra-se a 2 discussao da proposigao da
Cmara dos Depolados 0. 120 de 1895, que
muiioa continuar o pagamento a D. Ma'.nildes
de Ac loiy Lias do montepo e meio sold d
s'o tiioaso lbo o alferea Sebastio Cirios de
Accioly L os.
A votaco fica adiada por falta de numero le-
gal.
Em seguida levaotoo-se a sesso.
DIS ;URS0 PRONUNCIADO N\ SF.SSA.0 DE 17
DE OUTUBRO DE 1895
O Wr. coelti Clutra (movimento de al-
enfoo)Sr. presidente, a Caara iuvo du-
rante tres longos dias o discurso do hnralo
depulado por Pernambuco, qua fazenlo a cri-
tica dos diversos servicos a cargo do Ministe-
rio do Interior, entrn em desenvolvidas coo-
sideragOes tendentes a demonstrar diversos
erros, ou antes actos eivados de pouco patrio-
tismo do honrado cidadao que dirige a pasta
dos negocios do ioterior e justiga.
Terminando sua longa apreclago S. Exc.
ccademoou com demasiada severidade a es.
coltia de "amaodar para ah ser construido
o lazareto de Pernambuco.
Devo dizer a Cmara qu* a escolha do local
para esse lazareto nao parti do honrado mi-
nistro que actualmente dirige os negocios inte-
riores....
O Sr. Jos CarlosE' exalte.
O Sr. Coelho Cintra... essa escolha foi feita
pelo seu digno antecessor, o nosso distincto
collega deputa lo pelo Rio Grande do Sul.
S. Exc. fez essa escolha baseado em docu.
meutos officiaes de alto valor emrito scen*
tfico, aos quaes nao lhe era licito negar as*
sentircento, nao s pelas autoridades incumbi-
das desses estudos, como tambem Dla verda*
de dos factos comprovalos por documentos de
ineoncusso valor.
Si demonstrar, portanlo, que o horfrado mi*
nistra da justiga, mantendo o acto dn su ante*
cessor, cu nprio o seu de ver, e pati ticamente
procurou zelar os interesses da Uoio, dolan-
do o Estado de Pernambuco de um lazareto en
condiges de poder saiisfazer as necessidades
hygiemcas, (nao apoiado do Sr. Jos Cario )
tenho cumprido u met dev-r, e mostralo Ca'
mar que nenhuma,procedencia teem as alie*
gagfjes lo orador qua rae precedeu ni tribuna,
aflirman 1o ser o ponto escolhido o pelor e nao
baver sido essa escolna feti era virude de do-
cumentos que a tanto autensassem.
O Sr. Jos CarlosCom effeito, a escolha
foi m. .
O Sr. Co lho CintraComegados os traba*
liios de escolha e exame do local, foram dife-
rentes commisses incumbidas desse servigo,
que apresentarara pareceres, sobre os quaes
deverla deliberar o goveroo. De posse desses
exames limitados aos poucos pontos examina-
dos, urgido pela necessidade de sattstazer i
reclamagOes crescentes e constantes dos minis-
tros eatrangeiros aqu acreditados, que podiam
representar contra as demoras e transtoraos
causados navegago para os portos do norte,
a quarenteoa feila na ilha Grande, resolveu se
mandar iniciar os trabalhos em Fernando de
Norooha ponto indicado pelos seus pnraeiros
couimissarios.
Apenas, porm, a eorarai'sao noraeada para
a construego desse trabalho all chegou, exa-
minando detidamente o local, e apreciando
todas iis difficullades e inconveniencias da
construego |de ura lazareto em semelhaote
paragem, (oque al entono bavia sido feto)
inforraou ao goveroo que elle nao satisfazla a
todas as condigOes das sirucgas que lhe
baviam sido expedidas pelo hnralo director
de saude dos portos.
Essas instrueges esto irapressas no relato-
rio do Sr. ministro do ioterior do aono passa-
do e lerei a V. Ekc as respostas dos diffe*
rentes quest03 contidos nossas instrueges.
Cumpre-me dizer que, sendo urna das incum-
bencias das instrueges o estudo tecOinic das
condiges que offerecessem todos os pontos da
costa de Pernambuco, que se pudessem prestar
a ura bom lazareto, a comnissao deuse ao tra-
balho como lhe cumpria, de percorrer, nao so
todas as linas que exislem uo litoral pertencen-
tes a Pernambuco, como tambera o pontal de
Cabedello, na Parahjba do Norte, o Cabo de
Santo Agostinho, no cautinenle pernambucano
e o porto de Tamandar.
Essa commiasio, composta de proflssionaes
de alto mrito scentideo, depois de haver exa-
minado cuidadosamente lodos esses pontos.con-
cluio sou pareceracouselhando ao governo a
construego do lazareto no porto de Tamaada-
r, porque satis azia a todas a3 coodiges exa-
radas as instrueges dadas pelo director da
saude dos portos, com excepgo apenas de
urna, nao ser insular.
O Sr. Gaspar Drummond -E' a principal.
O Sr. Coelho Cintra Comegare pela ilha de
Fernando de Noronh* que o honrado deputado
declarou ser um pooto t condiges de um bom lazareto ; o que esi em
perfeito desaccordo com o que informou a com-
raisao deu lugar ao governo, acertadamente,
mudar a construego que se havia inicalo ape-
nas pelo preparo do e-reno e acquisigo de
material para essa importante obra.
O Sr. Gaspar Diummond-Uma coramisso
que nao tem competencia profissiooal.
0 Sr. Coelho Cintra -A commisso tinha toda
competencia profissional, e nessa materia ba ler desapaixonadamente o relalorio que seu
digoo chefe apreseotou, para se verificar quo
correcto foi esse honrado funecionano, o coro-
nel Aguiar, para 0*0 se lhe negar competencia
technica, aai s como engeohsiro distincto.
como se lera revelado, mas anda como hygie-
nista, e a prova que o seu trabalho foi per-
feitamente acceito pela juma de saude incum-
bida desse servigo.
Vejamos o que diz a commisso a respeito
dailliade Fernando de Noronha (l .
Oa pontos que mais convtriam para a ioslal-
lago do lazareto licara '.nuito dista tes dos des-
embarques e estes se ligariam por camiohos
de dispendioso preparo...
< E' pauprrima a flora da ilha, oo existem
maltas, toda a vegeiago rasteira e na zona
que cbamam de matta- as arvores de maior vul-
to teera 10 ceotimetros de dimetro no tronco.
A fertilidade deixa muito a desojar, j pela na-
tureza do solo, desprovido de huma, ja por
estarem por demais eangadas ..
A commisso incumbida desse exame, Sr.
presidente, estudando o meio de abastecer de
agua potavel o projectado lazareto, achou-se em
freole de nova ditflculdade, porquanto oa esta-
go calmosa quasi que nao se encontra nessa
lina o menor corrego.
Alli exi8tera apenas cacimbas ou fontes que
na estago pluviosa transbordam e formam in-
significantes regueiros de proporges mnimas,
correado para o m ir.
Essa commisso examioou todas as fontes na
ilba, que Acara distantes urnas das ootras, e
uotou qua de bem p meas erara as agu veis ; .lerei Cmara o que diz a commisso a
respeito:
* As seguales fontes : Mulung, Vidal, Ca-
chorro, Caieira, Conceigo, Horta da Directora,
Salgadmbo, Biboca, Espinhago do Cavallo, Agua
Branca, Bol ir, Pona da C*saca, BuracSo, Xa-
reu, Atalaya, Sombaquixaba e Padre ; esta
a nica que d agua potavel, todas as outras
do agua deteatavel ao paladar* e que prompta-
mente talham o sabio e nao cosem legumes ;
endurece os. *
Desta fonte e da cisterna da Fortaleza dos
Remedios, onde se recolhem as aguas pluviaes,
que se abastecem a guarnigo e pessoal da
liba.
De todas as fontes ctalas s a do Mulung*
pereane e a mais abuudante quatquer que
seja a est igo, diz anda o relatorio do honrado
ebefe di coramisso:
O foroeciraento desta fonte (a do Mulung)
em 21 horas de 6000 litros e qualquer das
outras nao tem superior a 700 litros. A do Pa-
dre fornece diariamente apenas 650 litros.
Accresce, Sr. presidente, que falta a essa ilba
um porto que permuta fcil accesso em todas
1 eopebas do anno.
A ilba de Femando tem apenas na parte aor-
ta dous ancoradouros embora profundos, com-
pleta ieute desabrigados quando sopram ventos
dot quadrantes de nordeste, norte e oeste.
Sobre estes" aacoradour s diz a commisso a
cujo relatorio tenho allodido.o segrala:
Os dous nicos ancoradouros o de Santo
Antonio, e o do Cachorro* entre a Fortaleza
dos Remedios e a Granja... A easeada de San-
as
te
to Antonio* d desembarque durante todo o
anno exceptuados uos das de ressaca que se
maoifesta nesse lado da ilha des-timbro a Mar-
go. A enseada do Cachorro* stneate acces
sivel de Maio a Setembro, durante os outros
mezes sao as areias levadas deste porto para c
de Santo Antonio*, tornando-o mulo pedregoso
e mui perigoso.
Durante seis raezdS as areias sao levadas
de Santo Antonio para o Cachorro e nos
outros mezes deste para aqu^lle; este phanome-
no exigir estu lo proloogado e cuidado espe-
cial, quanio se tratar da construego da urna
pone (ou molhe), para o seguro desembarque
de passageiros e cargas.
O incoradouro de Santo Antonio e-t a dous
kilmetros da vi,la, 00 sie da administrago, e
o do Cactorro est em frente.
O honrado e digno ebefe da commisso, Sr.
pres dente, conclue seu relatorio co n as segua-
les con-"iderages sobre Fernando, dizendo (J) :
> Que n-> apres^nta esta ilha coodige* que
a et-oramendera inatallago de ura lazareto
de l. ordem pelas razes seguintes :
1. A existencia na ilha de ura presidio
composto de individuos renegados da sociedade
e sentenciados a trabalhos forjados etc.,
etc..
2o* distancia de 300 -nilbas do Recife,
centro de recursos mais prximo, trar com o
lazareto em Fernando grandes despeza, com
as commuoicages, sendo necessario manter
para esse fim um 1 linha de vapores, pois nao i
qualqu-r erabarcago que faz a favessia. e ura
rau servigo, nela f'lta de fiscalisago e de-
mora de recu sos que repeotnamente tornam-
se urgentes.
s despe/.as que o governo faz com O' nietos
de transporte 10 lazareta da ilha Grande, deixa
bem evidente o que ticou dito com reUgo a
Fernando, e entretanto, a ilha Granle dista s-1
mente 60 railb-is do Rio, oade os recursos sao
mu superiores aos do Recife.
3 A falta de maltas muito difficultaria o
custeio do lazareto, sendo necessario importar
lenha ou carvo para todos os misteres, etc.
4." A falta quasi aDsoluta de agua potavel
oo sendo a que existe, de primeira qualidade,
nao pode acorogar a construego de um laza-
reto en Fernando........................
alm de dispendiosa tal installago della nao
se colheriara as vantagens desjalas, visto se-
rem mott) frequentes os incomraodos intes-
ti -;aes causados p>rtaes aguas, conforme ve-
ri tica-se do parecer sobre Fernando, elabo-ado
pelo Dr. Jos de S uza da Silveira, etc.
5* Oa logares mais adequados iustallaco
do lazareto Acara distantes do porto do desem-
barque o que incommodaia os passageiros
com irequentes baldeaces ou longas cammha-
das*.
Sr. presidente, depois de to convincentes
provas da itnprestabilidade da ilha para o es-
tabelecimento do projectado laza-eto. conclue
esse relatorio affirmaodo que Fernando de No-
ronha nao ofierece as condiges indispensaveis
a um lazareto de 1.* ordeuj
K assim foi dado por concluido o estuio e
exara que a commisso do governo fez nessa
ilba.
Depois de feito isto, Sr. presideote. Iratou a
coramisso de ir ilba de Santo ^leixo; mas,
pelas meslas considerages que acabo de dar,
oplnou pela nao installago do lazareto nessa
ilha.
Examinou ainda as ilhas do Pina, que sao
quasi dent do porto, e tendo de ser feito o
servigo pelo aocoradoure do Recife, e por en
tre os navios; por esta razo principalmente
opinou tambera pela sua rejeigo.
Dingio-se anda liba do Itamarac, reco-
nbecendo nesta ilha condiges superiores s
de qoalquer daquelles outros pontos pira o es-
tabelecimento do lazareto; mas reconheceu
tambem a inc nveniencia dos seus dois pe-
queos portos e ainda mais ser urna ba muito
habitada e nao offerecer as conliges neces-
saras para um servigo dessi ordem. (Apoia-
do$).
Depois foi ao pontal do Cabedello, e exami-
nandoo, recooneceu as mesmas condiges e
inconveniencias que havia notado nos outros.
Anda foi, per ordem do Goveroo, ao Cabo
de Stnlo Agostinho, e pelas mesmas desvan-
tagen8 e ms condige?, difficoldades de attra
cages etc, que havia encontrado nos outros
locaes, voltoo a examinar o de Tamandar.
O Sr. Gaspar Drummond D um aparte.
OSr. Coelho Cintra -Oesde. Sr. presidente,
que o parecer da lloarada commisso foi sub-
raettido ao conhecimento e conseibo auloriaado
do Sr. director da sade dos portos, e que este
distinelo e competente fuoccionario, com elle
accordou, parece me que o Governo, baseado
emto doutas opinies, de autoridades cora
petentissimas, proceden perfeitaraente bem, es-
colbeodo esse local que lhe era indicado como
o que melhores condiges offerecia.
O Sr. Gaspar DrummoodE' um bello lo-
gar, menos para lazareto.
O Sr. Coelbo Ciotra(L): Tamandar
um pequeo povoado da costa de Peroambuco,
distante 40 milhas do Recife, e onde a costa fz
urna grande curva ou enseada que com a linha
dos recifes forma o porto de Tamanla ,
um dos melhores ancouradouros do Estado de
Pernambuco, bastante profundo para as era-
barcages de qualquer calado ; sua barra tem
cerca de 990 metros de largura, com profundi
dade de 10 a 12 metros, fundo de lodo, o an-
couradouro suficientemente vasto para o ser-
vigo do lazareto e ah se encoolra lambe n
aquella profuadidade e a mesma nalureza de
fundo...
A agua potavel abundante e pode ser ca-
nalisada dos dous ros 3rejo e Mambucabi-
nha e distante do pequeo povoado cerca de
urna legna.
O terreno plano e arenoso at grande dis-
tancia da praia, com ligeira iaclloago para o
mar, haveado diversos pogos ou cacimbas de
pequeas diraeoaes, cuja agua perfeitamente
potavel...
... E' o local que mais se presta a con-
struego do lazareto ; bastante vasto para conter
todos os edideios necessarios a um estabeleci-
mento de prlmeira ordem e arejados pelos ven-
tos que dominara oa costa, sadio, arborisado por
grandes coqueiraes a mais internamente por
taattas, e, se oo fosse o facto 4e estar situado
DO continente reunira todas as condiges pres-
criptas pela autoridade sanitaria .
El vista das condiges exaradas neste bem
elaborado relatorio, concluio, Sr. presidente, o
honrado chefe da commissopor escolher Ta-
mandar para local do novo lazareto, visto ser
o uaico ponto dos estudados pela commisso,
que rene as condiges exigidas as nstruc-
gOe' organisadas pela inspectora de sade dos
portos.
O Sr. Gaspar DrummondDe quem esse
parecer?
0 Sr. Coelho CintraE' do presidenta da
commisso noraeada para proceder escolha e
construego do lazareto de Pernambuco, o hon-
rado Sr. coronel Aguiar, engeoheiro distincto.
(Apoiados). .
O Sr. Gaspar DrummondE omciai da ar-
mada ? _
O Sr. Coelho CintraE preciso que V. Exc-
faga distiocgo eotre um official da armada e
um hydrographo; a hydrographia um ramo
de engenhana civil, e urna especialidade que
n-111 todos os officiaes de marinha conhecem
pratica e techmcamente, um importante ramo
da eogenbaria civil.
E, creio mesmo, que os antigos officiaes da
armada s a conhecem por trabal .os de gabi-
nete.
O Sr. Jos CarlosMas, nos estamos com o
Sr. Calheiros da Graga que meu conterrneo,
e que um 1 grande autoridade no assumpto.
O Sr. Coelho CintraPerdoe V. Exc, eu oo
me conformo em absoluto com esse modo de
pensar de V. Exc, lano mais quapto observo
em outros trabalhos de autoridade dema-lado
competeotes, opinio diversa ; que Mouch por
exemplo, em seus traualbos indica sondagens
de nove metros, para esss porto, fundo que
comporta calado superior aes dos grandes pa
quetes que podem entrar francamente em Ta
mandare*, porto abrigado, onde podem fondear
os proprios transaila-cos. (1)
O Sr. Gaspar Drummond -Eu ja prove aqu o
contrario, com autoridades indisculiveis; para
que V. Exc. oo traz urna autoridade ?
0 Sr. Coelbo Cintra -Porque b sta a que in-
diquei, e nao precisara trazer para aqu docu-
mentos e mappas de outras autoridades na ma-
teria.
O Sr. Gaspar DrummondMas en trouxe.
O Sr. Coelbo CintraMas, nene momento
estou expoodo a afirmativa de urna autoridade
contra outra.
O Sr. Gaspar Drummood-Nao autoridade
para cootrapor-se que eu apreseatei
O Sr. Coelbo CintraE' o que parece a V-
EiXC.
Terminando este parecer, depois de mostrar
que o facto te ser o lazareto 00 continente nao
tem o inconveniente que se lhe quer da- citan
do os casos de Lisboa, Touloo, Cherbargo e
Bordeaux,onde o servico de isolameato e
quarentenario nada deixa a desojar e que es.
to in-tallalos no continente ; a commisso des-
ses conspicuos funecionarios nao duvliu pre-
ferir o excellente porto de Tamandar, que era
o nico dos estudados que servia s condiges
desejadas.
OSr. Jos Cari ,isE V. Exc. quer compa-
rar o lazareto de Tamandar cora o do Tejo ou
Bordeaux 7
O Sr. Coelho CintraSatisfeitas assim as con-
diges exigidas as instrueges que cumpria
observar, a coramisso concluindo seu trabalho
manifeatou se fra camente pela escolha do lo-
cal onde es se construindo actualmente o la-
zareto, 00 excellente pooto escolbido, o porto
de Tamandar.
Nao havendo porto algum na costa de Per
narabuco as condiges de satis azer s presen*
pg-is feitas pelo inspector de suade dos portos,
como j disse, e sen 'o o de Tamandar o nico
que 8aiisfazia as exigencias ; e que fcilmente
pode ser solado, deliberou o governo perfeita-
mente bem, escolliendo-o e mandando alli ins-
tallar o estabelecimento quejase havia p-e-
tendido iniciar na ilha de Fernando de Noro-
oha.
Este parecer com o qual se conformaran! os
dignos clnicos a servigo do Ministerio do In-
terior, pervio de base para a lelibe 'cao do en-
verno do nonra-lo Vce-Presidente da Repbli-
ca, o digoo Mare nal Fio iano, de sudosa me-
moria (apoiados), que fez a escolha era questo
e raanoou iniciar os servigos, queja vo em
adiantado estado de construego, no porta de
Tamandar.
E' ve dade que durante esta construego o
especulativo interresse particular se julgou of*
Tendido e lera levantado grande grita condem-
naioria dea'a escolha, e tem estabelecido ques-
to de direitos e posse em terrenos de marioba
que sao de propriedade incootestavel e exclusi-
va do governo da Unio.
O Sr. Jos CarlosJ alii nao entro por que
questo'.de familia pernambucana.
O Sr. Gaspar de DrummondV. Exc. pou'e
al: nos dizer a quanlia que monta as indemni-
sages.
O Sr. Coelho CintraE' esta a queslo prin-
cipal por qae se tem levantado sirailhante gri
ta, na imprensa de meu estado e de outro3 pon-
toa, contra a escolha do lugar de Tamandar,
visto ao que parece ter havido mallogro de pre-
tenges ; porquanto tendo o governo A- langar
rao desses terreno- e examinando os ttulos
de propriedade que lhe foram aprsentelos, va-
rificou nao serem legae-, notando-se que a fa-
zenda publica eslava lezada, por estarem estes
terrenos u-urpados e muilS dellea com ttulos
clandestinos cu illega-'S, passados por indivi-
duos que se reputavam propietarios de taes
terrenos.
O Sr Gaspar DrummondO qu me coosta
que s na desapr pri ,go gastou 400 cootos.
O Sr. Coelho CiotraNao ha tal, por ora, ne-
n nina indemnisago (oi feita; se o goveroo
livesse annuido a estas pretenges, talvez nao
apparecessem reclamagOes.
E' essa a quesi&o primordial, e a verdadeira
chaga; o ioleresse priv.ido offendido desde que
se sappe garantido cora a supposta posse de
terrenos que;pertencem a Unio, e que v depre-
zados pelo governo que hoje oceupa-os levan-
ta desarrasoadas pretroges e nao pode estar
sati-feito.
O Sr. Cassiano do NasciraeotoEnto parece
que oo andel tao errado.
OSr. Coelho''.intra-V. Ex. andou perfeita-
mente bem, e eu felicito-o por ter salvaguarda-
do 09 interesses da Unio e prestado ao meu
gloriosoEstado esse assignalado servigo.
B nao podia deixar de fazer. em vista da opi-
nio das autoridades que o proprio goveroo com*
missionara para (al m.
V, pois, V. Exc Sr. presidente, que na*
nnnma responsabilidade cabe ao honrado mi-
nistro do ioterior, pela acertada escolha que
fez sea digno antecessor do local em questo.
(Apoiados.)
E em vista do que acabo de ler Cmara so-
bra as condiges de Fernando, pergonto : po*
dia o geve no despresar os conselhos dos seus
delegados e expor-se a verdadeirns aventuras,
mandando coostruir um lazareto n'aquella ilha,
scarretaado Unio urna graade despeza de
transporte difflcihmo como o de Recife Fer-
nando (300 railhas).- aggravadas mais ainda
pelas difficuldades de reparago e abastecimen.
to do projectado lazareto na ilna por sua na-
lureza impropria para estabelecimento de tal
ordem ? I
Podia o governo. depois de ter mandado es-
tudar por urna comraiss especial todos esses
pomos, que se indigitaram como proprios para
servirem installago do lazareto, desprezar o
porto de Tamaadar para preferir o de Fernan-
do, levado nicamente pela corrate daquelles
que p-jgnam pela alopgo da ilha, para terem
o lazareto em um ponto insular ?
E podia um governo patriotco.Tque zela os
interesses patrios, deixar de considerar as
despezas constantes de navegago, que forgosa-
menie haveria de se estabelecer de Pernambu*
co Fernando, por conta do Estado, com a
conservago : e outros gastos forgados, para a
maoutengo desse estabelecimento em ura lo-
cal de difflcil desembarque, em portos de dif-
ficultoso accesso como sao os d'aquella ilha l
Bem andou o governo era preferir Tamanda-
r, que tem um porto magnifico, o melhor de
toda costa do Estado de Pernambuco.
OSr. Gaspar Drummond -Quanto a i aso re-
meti V. Exc. ao Sr. Calheiros da Graga.
OSr. Coelho Cintra ...e o unieo as can.
diges exigidas elas instrucges~dadas com-
misso. Mostrando, Sr. presidente, que bem
acertados aodaram, o meu honrado amigo, ex-
ministro do interior...
O Sr. Gaspar DrummondElle .foi embol-
inado.
O Sr. Cassiano do NascimentoNao das
cousas mais facis, porque eu sou ura tao'.o
gordo.
O Sr. Coelho Cintra... e o meu illust-alo
e diaticcto conterrneo, actual ministro da
mesma pasta, en me considero feliz por por em
evidencia um acto patritico de SS. Exs que
maodaado accelerar a construego desse esta*
belecimeno em to excedente local, evitaran*
novas re lamages diplomticas, arredando as-
sim ou'.ras difficuldades a marcha do governo,
ja to oberado, de pendencias melindrosas.
/Apoiados).
Assim, tero em breve, termos as queixas
eoderagados ao oosbo governo por se obrigar
os navos que demandara portos do norte a um
lazareto, loogiquo- sobrecarreganlo as compa-
nhias ou armadores de despezas. enormes e
obrigando oa passageiros a excessos de passa*
geos.
Passarei, Sr. presidente, a apreciar um ou-
tro ponto do discurso do meu honrado collega,
deputado p lo meu districto, aitinente a adai*
nistragSo de nosso prospero e grandioso estado.
S. Exc. oceupandose do honrado ministro
do interior, disse que fura desleal para com
o Sr. Presideote da Repblica, que nao lhe
havia dito a verdade quando informara so-
bre acontecmentos, que se passa\am na Unio
era relago ordem publica.
Sr. presidente, eu acredito que a poltica ter
nha forga para cegar, e mesmo para desvair*
espiritos illustrados e dema8:ado instruid 3.
OSr. Gaspar DrummondV. Exc. pode es.
lar sendo victima disso.
O Sr. oelbo Ciotra... acredito mesmo que
possa, como S. Exc, ha pouco disse qu; o de-
sespero chegue a despertar o odio em vez do
8entimento poltico, e condazil-o pontos mul-
to alm do objetiva a que ae destinava ..
Mas, Sr. presidente, eu jamis podia acredi-
tar qoe taes seoliraeoios tivessem forga de obli-
terar a rasoe de fazer calar no espirito de bo-
rneas qoe foram honte'm amigos e que deviam
estar presos pelo nobre sen imento da gratido;
que fo'ara bootem dedicados, que tanle mere-
cern) de seus antigos correligionario-, que por
serem boje antagonistas, venbam tratal-os em
publico com tal severidade devo dizer com a
fera cruesa com'qae o nobre depuiado tratoa o
nosso digno ministro do interior, distiacio por
todos os ttulos.

1

V



i

-<-
[
]
-.
^Jb.


mmm**m0*m~"~^*

Diarlo de Pernambnco <|uf nta-eir 19 de Deiembro de 1 SOS
<

0 Sr. Gaspa- Drummond Lameotei apa-
D*0 Sr. Coelho Ciotra-S. Ex":, disse que o
honrado ministro do interior faltou verdade
ao Presidente da Repblica, por nao Ihe ter di-
to que Pernambnco estava sobre um imaginario
vulco ; que a liberdade alli esUva tolhida, qu
era urna Varsovia, que era impossivel respirar-
se n'aquelle abeogoado alo as auras da liber-
dade, porque ludo estava debaixo das guantes
de ferro do honrado overnador, que com o seu
exercito aspbyxiava aqualle generoso e patrioti:
Co povo.
S. Exc. foi injusto, para proval-o sacieda-
de basta urna simples analyse dos factos.
S passarmos urna vista retrospectiva sobre a
forja de lodos os Estados da Uuio, notaremos
o seguinie (l):
* u governo da antiga provincia de feroam-
huco t' ve sempre & sua disposigo, desde
1835 at 1889, torga muo mais numerosa do
que actualmente para policiamento de todo
ter-ilono dePernaoibuco ...
Mesmo com a forga de linba sob suas or-
dpns e em numero muitas vezas superior a
2,000 horneas do exercito, os presidentes de
provincia julgaram necessana forga, maior,
sendo de accordo com a assembla provincial,
a forga policial elevada ale o algarismo de
1.490 pracaa, numero qu o estado as condi-
goes anormaes de ditliculdades e perturba-
gOcs jamis atHnpio .. I
a forga publica actualmente fixada para o
exercicio correnta composta de tres batalhoes
de infantina, a um corpo de cavallaria ctm o
tolal de 1,391 pragas effectivas e 73 offlciajs,
como se v dos documentos ofliciaes publica-
dos. .
OSr Gaspar DrummondToda a forga es-
tadual municipal. ,
{Continua).
REVISTA DIARIA
ElevaOAo resultado j publicado
e;te Diartu temos a addiciooar o seguinie
Olinda
Resultado que (aliava :
por
Dr. Joaquim Correa
Dr Jos Marcellino
Jaboatao
Resultado que faltava :
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marceinno
N'azarelh
Resultado que faltava:
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Bonito
Resultado conhecido :
Dr. Joaquim i orra
Dr. Jos fcarcellioo
Caobotinbo
Resultado que faltava:
Dr. Joaquim Correa
Dr Jos Marcelino
Aguas Bellas
Resultado ronhecid :
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Resumo
Para Uovernador
Dr. Joaquim Correa de Araujo, re-
sultado ja publicado
Resultado accrescido
Voto.
140
140
252
5550
179
179
780
780
307
307
418
418
19.388 volos
1.933
21.364
Para Vice-Governador
Dr. Jos Marcellino da Rosa e Sil-
va, resultado j publicado
Resultado accrescido .
19.368
1.974
11.342
Autordade policial-O Sr. Dr. Secre-
tario da Joatica, de accordo com a proposta do
do Dr. Qu sior Policial inienno, oomeou por
acto de 10 do correal > Francisco Antonio Lopes,
para e cargo de 1. suppleote do delegado de
mun cipio de li.irreiros em substituiguo de
Constantino Gomes Ferreira, que foi exonerado
a pedido.
Coucelbo Municipal -Deixou de func-
cionar honiem o conce:uo municipal do Recife
por (alta de numero legal.
rresuio a reuoio o 1.- secretario coacelh i-
ro Silva Fragoso a estiveram presentes os con-
cel ciros Miguel Macedo, Maooel Thomaz, Bar-
nardo Damio, Alexandre Selva, Cota Ramos e
H'-rmino de Figueiredo.
Leu--e o seguinie expediente :
Peligao de Rufi.o Mnoel da Cruz Cousseiro,
UH'S'.re augmento de ve- amentos.a' commisso de
fazeoda e orgamenln.
Oulra de guardas fiscaes do municipio, pedin
do augmento de veucimenios.a' commisao
de fazenda a orgmento.jj|
Duas resoluiOes do concel.'io, mandadas pu
blicar pelo prcfeiio, as quaes loaaram os n-
meros de 54 e 55.
Dissolveu so a reuniao s 2 horas da tarde.
Tribunal do Jury <: Recife.
Funccionou bontem este tribunal soo a presi*
dencia do Dr. Jos JuLao R'gueira Pinlo de
S uza, juiz de direito do 1. disiriclo criminal,
occunando a tribuna da accusago o Dr. Victo-
riano Rgueira Pinto de Souza, 3 promotor
publico.
Compareceram 27 jurados.
Foi submellido a julgamento o reo Jos Ave-
lino de Souza, pronunciado orno incurro as
penas do artigo 304 nico do Cdigo Penal e
accusado de naver no dia 9 de Setembro do
corrente anno na freguezia de S. Jos, pratica-
do ferimentos de natureza grave ua pessoa de
Vjrtuoa Mara de Jess.
O conselho de sentenga compoz se dos jura-
dos :
Jos Luiz Netto de Mendonga Jnior.
Manoel Jos de Oliveira Lima.
Jos Hjgino de Oliveira.
Fririno Rapn-iel de Paiva.
Joo Pereira da Silva.
Francisco Demetrio Paes Barreto.
Alfredo Carneiro Ribeiro Coelho.
Jos Xavier Faustino Ramos Netto.
Fredenco Heonque da Silveira Tavora-
Fez a defeza o Dr. Jos Cavalcaale Ribeiro
da Silva.
Em face da deciso do conselho de santeng
o Dr. juiz de direito condemnou o reo a pena
de 8 mezes e 22 das de pn?o simples, g ao
medio do art. 303 combinado com o art. 403
do Cdigo Pen il.
Termmou o julgamento ? 2 horas da tarie.
Rbopala obovata -Existe na Colemliia
a car.-i- crdito aos naturalistas urna arvore
singular. E' a. Rhopata obovala, queic
toramente iacombustivel.
Eis como se reconbece isto.
Na Colombia costuma-se durante o tempo da
seca, langar fogo dos campos, aflm de se des-
truir tod-is nerv.-is uamoinbas que embaragarhim
o desenvolvimeoto das plantages. Esta in-
cendio peridico produz naturalmente e mais
pernicioso effeito as arvores.
Urna so faz excepgao, a Rhopah.
Pequ-na, rugosa, nao somante o fogo nao
Ihe faz mil, como a beneficia.
Gerraiaa p.uco a pouco nos logares abando-
na irs pelas outras arvores, esleudendo gra-
dualmente o campo de dominagao.
A sua resistencia devida estructura da
sua casca.
A parte externa desta, que tem mais de um
cenliinet-o de espessura, constituida .de cellu-
las e fibras moras, acta como couraga pro-
tectora com relago s partes ceutraes a vivas.
E' isto o que Ihe assegura a victoria na lucia
contra o fogo.
Sociedade Propagadora da In-
trueco PubMca-Es.a sociedade te..do
iec o a triste noticia ae baver fallecido na
Ukiital Federal o venerando eooselbeiro Dr. Ma-
noel do Nascimeoto Machado Portella, em sigaa*
de pesar, suspenden os exames que all se ealfio
procedendo.
Foi orna justa demopstrago de sentimento
manifestado por aquella digna assoclgao, da
qual o illostre morto era um aos esforgaaos fun-
dadores, e iodo Demfeltpr leudo occopado o
logar de presidente do Conselho Superior, ba-
vendo sempre prestado relevantsimos serv
jos.
O Conselho Superior designen ama commis-
ao para dar psames i Ex ua. familia daquelle
Illostre consocio e prestimoso cididae, a sssistir
as mls3s do stimo da.
Santa Cuzia da PobresAmaabft s
4 tiorai ua uiairui lebrar*se*ba ama mlssa em loovor de Santa
Lizia dos PoDrea.
Na malna da Boa-Visla a lrn andade das Al.
mas tambera manda celebrar ama mtasa s i 1/1
da maoba em loovor da mesma Santa.
JanlarTeve legar no iomirgj ultimo em
S. Lourengo da Malta, o jaetar otferncido ao Sr.
Baro de Naiareib, por diverjas influencias po
Iiiica8 da mesma localidade.
Ao cnegar o Sr. Bario foi recebldo na estagao
d'alli ior moitos dos seas anlgos e admirado-
res.
Em casa do Sr. Fortunato Plnheire teve logar
o jaotar, sendo ao dessert e-guidos embu-
siaslicos brindes ao Bxm. Sr. Governador do E<
tado, .secretarlo da Jostiga senadores Teixeira
de S, Albino Silva, Autonio Pemambuco, Re
guaira Costa, Eduardo de Oliveira e inultos ou-
tn s.
O Sr. Bario de Nizaretb visitn a villa acom-
pannado de mnitos amigos, teodo por essa occa
aio visitado os estabeleclaieotos pblicos.
Foi, como nos dizem., ama testa agradavel
qne deixon em todos as mais gratas recorda-
g s.
Lanterna mgicaVisoo-nos o a. 489
dVsse panodico, oiumo u'este aonc, e que traz
na I.* pagina o retrato do coronel Alexandre doa
Sanios Selva, chele do partido republicano fede-
ral em S. J08.
Les StruesPela acreditada loja de mo-
steas e loaircmentos dos Srs. Pralle & C., 4 roa
Baro da Victoria n. 59, fomos oasequii s com
um exemplar da brilbaote valsa para piano Les
Sirnes, urna das meiho-es composigOes do ce-
leb'e maestro Emile Waldtenfei, j basian'.e co-
onecido em todo o mundo clvilisado.
Les Sir >es comp6e-se de ama importante
introdaeco a qual segoe-se a valsa, proprlamen
te dicta, que consta de qoatro nmeros ou oro
partes liodissimas, terminando com urna bem
o-gantsada coda.
a conbecida peca mgica O cavalbeiro da
rocba vermelba a valsa Le* Sirnes tinnao
noaie de Caoco da fada e f i cantada em o
Sauta Isabel pela Sign. Ada Baldn, distincta
iciriz da Compaohia Fernandes Pime.
4oa 008808 ieito-es recommendamol-a.
Aos Srs. Pralle & C. somos gratos pela ol-
lera.
iteaeoberta do precursor presu*
mido do humemjs anturopoiogid.as ti-
veram urna grande aiettrla. Acbaram em Java
ires ossa ias pertenceodo talves ao u esmo indi
vidoo, e que podiam parecer dar o lo interme.
diario enire o comem e o ca ac.
A sociedade de aoibropologia cossagrou sua
ultima sesso ao estndo desta descoberta so-
bre una ccmmoQicago qne lbefazla o Dr. Mo
oouvner.
Gis aqu a descoberta de que se trata :
Em 189192 o Dr. Eugenio Dobiie, medico
militar noliaidex acboa, iia Java, n'am terreno
qaaleroari ao'igo, algaos restos de esqueletos
fusseis o'am oieresse inieiramsate particular.
Estes restos consistem em ama coifa cranean*
na, om deote molar e um temar inteiro.
Dobois esludoa estas pegas com o malor cui-
dade e dea deltas uma de-crlp^o multo com-
pleta, acompanhade de desenhos e de pbotogra*
vuras em ama memoria que cansn grande al-
vorjgo. Elle attnboe esses ossos a om animal
Intermediario entre os grandes macacos aotbro'
poides e o bomem, possaindo a attitude verti-
cal, e que cnama por esta razoPitnecantbro
pus erectas; e pensa mesmo que se trata do
verdadeiro precursor do bamem.
A dizer a verdade, o exame parecia deixar
crer que o fmur era o'um bomem, qnaodo a
coila craneanna e os de&tes eraui antes d'am
macaco.
Em Inglaterra os fizeram perteocer a om bo-
mem, e em Allemanba a um macaco-
Era um macaco ? Era om bomem ?
Se nao uma oem ou'.ra coasa, o do nter
mediarlo. Pela dootrioa da traneformago o
pre U'sor do bomem.
A propus to, o Dr. Manoavrier est tambero
multo pi rplru. Mas, com antecipagia respon-
de qaelles que esperam exame de um osso a
revelagao de uossa origem.
Coovm explicar, aqoi, que jamis esta ori-
gem se encontrar esuipta explcitamente so-
ore pegas anatmicas.
E' preciso interrogar minuciosamente as pe
gas, mesmo incompletas, e esperar-se-ba talvez
sempre intilmente por documento) completas
sobre o assamplo.
Far-seba assim injustiga tratar Hgeirameote
tos toi umeatos, sob pretexto de n&9 trazerem
uma demonstrago peresptoria.
' A origem ae Bossa especie por meio de evo-
legao, am destes factos qae nio se pede re*
co'istitoir ao estado visivel e tangivel. E' ama
queste, na qual estar-se-ba, talvez, sempre em
frente ae interrogagOes, obrigado a propor hj
potbeaes mais ou menos plaasiveis. Porem esta
mesmas bypctbeses nao se devem menos prezar,
d- sde goando se oppO-m 8.Ore factos cerlos, se
eaao de barmonla com nossos coobecimentos
actoaes. e nao em opposigo com algnm, se em
bm as mesmas se ligam com ama oouinna ge'
ral slidamente baseada como a dootrioa da
evologo e do transformismo.
Coliacao de graoNa dia 14 do cor-
ren e, ao mcio da, uo aalo oobre da Facoldade
bichareis desie anno.
A coiiago ser conectiva, em sesso solem-
ne, presidida pelo Sr. Dr. director da Facolda-
de, coj assi8teocia da coogreeagio.
Urna commiesSo acadmica compoala dos Srs-
Gima, Mulcher, Heliodoro Fernandes da Barros,
Alctoes Jaoseo S. L. Pereira e Tbomas de Pau-
la P. Rod'igoes oob envin, para asslstir o acta,
am delicado convite, qae agradecemos penbo*
rados-
A longevdaile da mnlher Apezar
da delicadeta ou sexo feminlno, parece estaoel6'
cido u'am modo geral qae a vida da moiber
notavelmeote malor qae a do bomem-
Um ?mencaoo, Branaetb Symonds, fiscal me
tico a'uma graoae compinbia de segaros, e ao
qaal em vista das soab faacgOes parece natural
aitnbor compeieocia especial no assamplo,
procaroa a relagao aa mortalidade por 1,00 e
por sexo nos diversos periodos da vida.
Os pormenores sao canosos.
Vamos resumil-js :
DeO a 1 anno.-Posto qae as coodlgdes da
vida sejam qaasi> as mesmas para os doos se-
xo-, a mortalidade das lomeas um ponco infe
rior a dos va Oes.
A partir dos cinco anuos*, ou menos
pjoCu mais cedo, o effalto toroa-se inverso, a
mortalidad* lemimna excede a masculina, o qoe
i autor attnbue a oifferenga dos gneros da
vida ; a rapariga brinca erior das casas, com nonecas, emquanto qoe o
-paz, se estrela j as rapazeadas.
Contlooando a cmaparago a odo talidacfe a>-
uza aonos de 3,66 para os rapazes 4,18
i as rapariga-, e dos aoze aos dezeder de
1,18 para os pnmeiros e de 1,68 para as segn-
i> ) dezese s aos tinte a relagao da 1,70
pu- i,t.00 para as mulneres e 2,21 para os no
me;s.
Aos qnarenta aaoos ba igualdade perante a
morte p.ra os doai sexos qu Ibe pagam cidi
am o .na i.-tj annaal de 11,11 por 1,000.
No periodo deceooial seguinie, de qaarenta e
3eis a cincodOta e seis, a qae se cbamoa o pe-
riodo critico das mulneres, Bandetb ymoud*
dix ser o periodo critico pa-a os humeas. Mo-*
ira effectivamente qae a morlalidade das pn-
meiras gradual, emqaaoto que a dos ultimo*
a cceleraaa, pois 8t v que a media de 3,47
para a mulner e de 6 32 para o bomem-
a partir dos cucoeoia e seis anuos at aos
sesseata, nova mudanza ; a mo taiidae das mn'
Iberes gai.oa rpidamente sobre a des homenj,
tste perudo, uiz o aator qae poderia ser cna-
mado a seu periodo critico.
Finalmente readqorrm a vaniagem a cooser-
vamn'a, e, como disemos, a sua looglvidade
mais notada.
Nao modoo desde os tempos amigos, romo
rtf-rem as t-adigoes blDlu-as. Em ama li-ta le
cea pessoas qoe ebegaram aos 130 aonos que
tot a idade de Moyse>'t bavia mais de 60 mu luc-
res.
compannia Thetys Commaoicaram-
no qae o eecripiono da Gompsobia de Seguro-
Tnetys foi modado da roa do Yigario n. 1 para
a toa do Commereto o. 14.
IncendioCon (orme promettemos bontera,
damos boje mais delalbadamente a noticia do
incendio navidu ante nootom roa Ma-quez de
Olinda, no predio em qae tem eetabeleclmeoto
de fazendas os Srs. Francisco Laaria & C.
Qs signaes de laceadlo foram dados cerca da
horas da norte e, eai poneos, momentos, **.
mn o fogo vilesela aasusiadora, no 1o andar
do predio, onde tlveri origen.
A Companhia da Bombeiros com a cosinmala
promptMao transDOrtoo-se ao local do incendi',
as8imcom)os delegados do 4* a 3 districtos
sobdelegado do Recife, piquetes do 1, V e 3*
-o'pos estadoaes e de cavallara ; e os Srs. com-
mendaior Alves da Fooseca e Caadido Fooseca,
gerente e guarda livroa da Iodemnisadora,
Artnor Aimeida, gerente da Ampnitrlte e Abel
Pinto da Phenix,
Aa fazendas acbavam-se seguradas na Pbe.
Dlx a ua Indemnisadora, e o predio na Am.
phitnte, em 30:000*000.
No aervigo deaxtincco d3 incendio, ae bonve
com grande pericia a Companbis, qae foi mallo
auxiliada pelo lene te Tocopbilo Gc>mes de OH.
velra e tres pragas ^ne r er enc^m a Igual Com.
paobia no Estado do Amazonas.
O t abaleo foi dado prompto, crea de meia
no te, pouco mais oa menos.
Os prejaizo8 cansados, qae nao sabemos a
qaaoto montana, foram consideravets ao qae nos
consta cas informacSes comidas.
O Sr. Laaria foi preso por occasio de mani.
festar-se o incendio sendo, porm, sollo poucas
doras depois de etfdctosda a ^nso.
Sabemos qoe o pavimeotj terreo, onde se
acbava o armazem em groaso de mlud-zas, nada
absoiataraeme seff eu
Telegrammas retidos -Acham-se re
tidos na estago do Telegrapbo Nacional os se-
guintes lelegrammas:
be Maragogy, para Delmiro.
Da Rio, para Azorara.
De Toerezioa, para Elvidio Mirtina.
Do Cear, para Conce gao Barretto.
DsFluresta, para Helio.
Da Toerezioa, para Francisco Freir.
Enucleago do olho diraite, reclamada por
eataracta dupla complicada com glaucoma.
Parsorraphia na palpebra superior do olho
jiiaeito, com traosplaotag&o de bordos, a reta-
mo ovalar, reclamada por triebasis.
Extracgo da eataracta do olbo direito pelo
metbodo a retalho peripherco. processo We-
eber, reclamada por eataracta senil.
Gasa de Ueteneao Morlmento dos
presos da Casa de DetengSo do Recife, Estado
de PernambHco, em 10 de Dezembro de 1895.
Existiam 395, entraram 6. sahiran 9, exis-
>em 393.
A saber: nacieuaes 351, mu h eres 14, es frn-
genos 28, mulneres 0, total 393.
Arracoados 368
Bone 352, doentes 13, bucos 0, loucas 1,
total 366.
Movimento da enfermara -Nao heove :
EXAMES ESCOLARES
Lmbas, funeconando regu'armente para Sul.
Norte e centro do Estado.
Proclamas de casamentasForam
li Jo-- na u.ai.'iz oa (reitaezia ua ba-Vi.-ta, no dia
8 de Dezembro as seguales deooocugoes:
1.a deonnciacAo
Avelioo Googalve8 Pedroxa com Francisca
Goiloermlna de Arroda.
J o Augusto Fer eir de Novaes Com Mara
Isaara de Almeida Lima.
Joo do Nascimento e Silva com Adelatde Olin-
dioa de Oliveira Braga.
Vicente Ferreira Gomes da Silva com Maria da
Paz Francisca uos Prazeres.
Ci.stne Damio de Sonsa com Jastioiana Fran-
cisca de Sonta.
Henriqe Candido de Oliveira com Elvira Ma-
galb 8.
loaqmm Wander Linden com Hermelioda
America uastello Braoco.
Jos Ignacio da Fonseca com Maria Benedicta
dus Santos.
Jos Orlando de Barros com Jalla Duarte de
rarros.
A'tnu- Marques de Amorlm com Maria A ie-
lalde Casieilo tiranco.
Preciliano da Gama com Juvencia Ferreira
Soares.
Emilio Artbur Soares Guimares com Mana
Elvira Buleo da Caoba.
2.a denunciago
Amonio Luiz da Guana com Zalmira Eulalia
de Miranda Cooto-
Juio Marqoas Micniles com Mara Luita Mar-
tina do Rio.
Hermino Domlngues da Silva com Maria Isa-
bel _de Figneiredo e Silva.
Pedro Coostantiuo de Lima com Anna de Si-
queira Lias.
...Mmoel Antonio da Silva Oliveira com Jcaqui-
Nj da 2 uo correte perante a commiss?
exaxioadora composia do inspector luterano
t-nente-coronel Hemeterio Maciel da Silva, do
professor Iiali'o Vielra e do prolessor Joviano
Jos Siinoee, leve lugar o exame dos alomos ha-
bilitados da escola municipal do sexo masca li-
no de Apipocos.
O resultado tol o seguinie :
1- grao
Alberto de Freitas, Francisco das Cbaeas Li-
ma e Antooio de Araojo e Albaqoerqoe, app'o-
vadus co distlncglo ; e Joo Ribeiro da Paz
approvado plenamente.
2- grlo
Elysio Pi dos Sanios, approvado com distinc*
gao.
No dia 2 do correte, na escola monicipal
do sexo femioino de Aplpacos, regida pela pro-
fessora Marta oa Concei^o Azevedo, teve logar
o exame das alomnaa habilitadas, sob a presi-
dencia do inspector Iliterario o teoeote-comoel
Hemeterio Maciel da Silva, e servfndo de exa-
minadores o professor Jovioiano Jos SimOes e a
professora da cadeira.
O reeditado foi o segniote :
! gro
Uaria do Carmo Saleado, approvada com dis-
tiorgo ; F'aocelina Mina do Espirito Santo e
Olivia de Freitas Brando, approvadas plena*
mente ; e Rosalioa de Freitas braodo, appro-
vada smplesmeate.
2- grao
Mara Anaunciada Boielbo, approvada com
disttocgao; e Antonia Aquilina de Mello e Ma-
na Tnereza Salgado, approvadas plenamente.
No dia 5 do corrente procederam-se aos
exames de 8 alamoaa da 2* cadeira publica mu-
nicipal do sexo femenino da fregnesla do Be i-
fe, regida pela professora Clemeoitna Elysa
Motiteiro.
O acto foi presidido pelo iospector luterano
comendador Joaquim Alves da Fooseca, e -er
viram como examinadores, o professor Benja-
mn Ernesto Pereira da Silva e a professora da
caieira.
Do julgamento aas provas resultou o se*
gotote:
1- gro
Guitbermina Jovlns Gomes, approvada com
distiocgo; e Elvira Minervioa Alves e Mana
das Dure. Oliveira, app ovalas plenamente.
2- grao
Umbelina Das do Nascimeoto, Marciooilla
Harii da Con eigo e Philomeoa Pereira de Car-
valbo, approvadas com distiocgo ; e Mioervtua
Itabet do Espirito-Santo e FraaciBCa Elvira d>
(ido o maia vantajoso resoltado para o eetabe-
leclmeoto qoe dirigem.
No da 9 do correte, oa escola mix'a mu-
nicipal da roa Vidal de Negreiros, regida pela
professora D. Igoez Lyra de Soasa, effectaoave
o exame da alnmna Celina Lyra Gomes de Sec-
ta, habilitada no 1- ero, sendo approvada com
dl8tlocco,
O acto foi presidido pelo respectlfo inspector
iliterario teoeote-coronel Alexandre dos Santos
Selva, e aeodo eximioadore? o professor Aa.
gasto Wanderley e a da cadeira.
Snb a presidensla do respectivo iospector
luterano, teoente-carooel Alexandre doa Santos
Selva, realisaranj.se oo da 10 do correte os
exames da 2.a cadeira onblica municipal da (re
i'uexia de S. Jos resida pelo professo* Jco
Ferreira Vllella de Araojo.
Foram examinadores o professor Francisco
Marques da Tnodade e o da cadeira.
Jolgadas as provas escripias e oraes, de con-
formtdade com o programma ltimamente expe-
dido pela saperinteodeocia do ensino puolico
municipal, deu o segainte resaltado :
1. grto
Eageaio Tavares Cataako, Pedro Walfrido da
Silva Ramus e Puolio Gomes Ferraz, approvadcs
com di-ti icgo.
Na escola da cldade de Itamb, regida pela
professo'a publira em dispo liblliJade Tude
Gae es de Mello, realisaram-se os exames com
as formalidades estabelecldas no regiment das
escolas publicas, sob a presidencia do delegado
lille-ario o Sr. Luiz da Veiga P.asoa Cesar, e
servindo de examinadores o professor munic -
pal o Sr. Braulio Goncalves a'Oliveira Mello e a
professora da cadeira.
O resaltado fot o segolnte :
1.* g-o
Joc Maria de Carvalbo Mello, approvado ple-
namente.
2.a grao
Emilia Cberabina isandeira da Mello, approva-
da com distiocgo.
3. ero
Maria d'Aaceng&o d'Oliveira M-llo e Mara do
Carn o de Carvalbo Mello, approvadas com dis-
tiocgo.
Procederam-se no da 10 do correte os
exame8 da escola particular da ra do Nogus'ra
(freguezia de S. Jos, regida pela professora D.
Uma proposta do Concelheiro Pantos
Almeida para que seja denominada a
Estrada Nova de Caxang Avenida
Mauricio de Nassau, em hdmenagem ao
benemrito Conde JoSo Mauricio de
Nassau, fundador da cidade de Maurca,
Capital do Brazil. Hollandez. A' Com-
m8a&o de LegislacSo.
Paasando a ord%m do dia foram appro-
vados os aeguintes pareceres :
Da CommissSo de Legislac&o sobre a
proposta do Concelheiro Santos Selva
estabelecendo ma-ricala para os vendedo-
res de peix-j, concluindo pelo seiruinte
projeCto : r
O Uoncelho Munioipal do Recife de-
ceta :
Art. 1.aNinguem poder4 exercer pro-
fissao de vendedor de peixe dentro oa
fra dos mercados do municipio, sem que
eateja matrculado na Secretaria da Pre-
fai'ura. fM
UaicoA importancia dessa matriT
cuU ser de 20$000 aonuaes.
Art. 2.Revogam-se as disposigSaa
em contrario.
Da mesma Commisso sobre o projecto
que estabeleie bases para venda de
peixe, concluindo que o referido projecto
est no caso de ser submett.do a dis.
cussao.
Da Commisso de Edificado e obras
municipaes sobre o prcj co que er um
corpo do calceteiros pra a cidade, con-
cluindo que o retando projecto est no
caso de ser submettido a discussSo tal
qual se acba redigido.
Da mesma Commisso sobre os projac-
tos que autorisam o emprestimo de mil
contos para a construeco de 500 casas
Baloioa Jacintho de Lyra Plores.
O acto foi presidido pelo ioi-pactor Iliterario >-es inadas a operarios e que eatabelece
tenente-coronel Alexandre dos Santos Selva ja concurrenc a para a aprese--tac io de
foram examinadores a professora da cadeira e o vnn nara aa mmaa L --f--<
professor Francisco Marqaes da Tnndade. i ypoS P,8ra 8S ms8ms casas, concluindo
O resultado foi o seguinie : que p.dm ser admittido8 a discssSo.
1.a grao i Foram approvados em 1. discu685o oa!
Maria Thereza de Lyra Florea e Elpilia Vifi- fceguintes projecos :
ra da Paixo, approvadas com distiocgo. r j
I!eaii8aran se, de accordo com o novo pro-' L-anom nando Pra9a do Major
gramma maoicipal, os examjs da 6.a cideira do Codeceira a Praca da Concordia na fre-
8eiofeminioodoRosarinho,frega-iiadaGraca.-gueiia de Santo Antonio e Praca do
regida oela profesBora D. Carolina Soitfo de Bar- f,. p;nt nlmo, n i a j
o" Falco. ; JJ Fiuto Uamaz n o largo da estacao da
Foram presididos pelo respectivo inspector Varzea na freguezia do mesmo nome.
Iliterario, Maooel Jos de Campos Birbosa, el 2."Estab^iecendo bases para a venda
servindo de examinadores o professor Felppe 'do peixe dentro e fra dos mercados do
da cadeira, dando o re
na Laura Cavalcanti de Albuquerque. annrovad
Jos Cano.do Martina do Rio com Mara da ^TiSSSfUSSft exames do cor-
Couceigao da bilva Looo. ag0 priaiari0 d0 co||egio santa Croz, estabeleci-
Arthor Urbano d Lapa coSm Leonor Tbeodo- rae'<> .MlrMCIo. dirigido pelos Drs. Antonio
mira Gongalves do Cabo.
Bacnare Jayme Cerqueira Lima com Albertina
de Jess Googalves.
Joaquim Leovegildo de Aadrade com Amalia
Pbilomena Lina.
Jos Pergeotioo de Azevedo Villarouco com
Luiza Damiaoa dos Reis.
Heraclio Rabello da Silva Santos com Maa
Angas.a Perora de \racjo.
cesniterio publicoObituario do dia 10
do crreme.
Felippa Ealhalia de Freitas e Silva, Parahyba,
32 aooas, casa-.ia ; Boa-Vista.
Rila Enmalla ae Jess, Pernambnco, 25 u-
aos, solteirr.; Santo Antonio.
Joo Alfredo Machado Goimares, Pernambn-
co, 36 aonos, casado ; Santo Antonio.
Jor F'anciBco, Feroambaco, S mozos; Boa-
Vista.
Manaona Francisca da Costa, Parabyba 78 ao
nos, sol te ira ; Boa-Vista.
alarla Joaquina da Silva, Pemambuco, 33 an-
oos, viuva ; s. Jos.
Heorique Jos Pedro da Graga, Pernambnco,
49 annjs, solteiro; Graga.
Joanna Baptista da Conceigo, Peroambocoj 40
annos, solieira ; S. Jos.
Lniz de Fraoga, Brazil, 30 ias; S. Jos.
I naca Mara da Conceigo, Pemambuco, 20
anona, selteira; Poa-Vista.
Lniz Lioerato Francisco de Paula, Parabyba,
50 anjo-, solteiro ; Ba-Visia.
Anna Maria Vergosa, Pemambuco, 48 annos
viuva, BOa-Vista.
Antoma Maria 'a Luz, Pernambnco, 20 annos,
solteira ; Boa-Vista.
Alexandre Barbosa de Saot'Anoa, Pernembuco,
70 aonos, solteiro ; Edi-Vtsta.
casamento civilO eacrivo dos casa-
menios que funeciona nos districtos do Recita
Saoto Antonio, Sao Jos e Afogados, afxou na
repartigo do registro dos casamentos ra
de Imperador n. 75 lv andar, edital de procla-
mas de casamentos des seguimos contraben-
tes :
2a pubcaeao
Felippe Henrique Pereira, solteiro, residente
na freguezia de Afogados, com Tbereza de Je-
sua Eleuteria Pinto, viuva, residente na fregue-
zia de S. Jos, Daturaes deste Estado.
Arthur Urbano da Lapa com Leonor Theodo
mira Gongalves do Cabo, solteiros, naturaes
deste Estado e residentes na frreguezia de S-
/.ntonio.
Alfredo Glycerio de Oliveira Lima com Hor-
tencia Gomes de Figuelredo, solteiros, naturaes
deste Estado o residentes na freguezia do Re-
cife.
commisoao de laelhoramento do
furto do Reelre -Becife, 10 de Dezembro
om j|e ^g95
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. ceni. Barmetro Tenido do Humi-
Guimar&ea e Joaquim SimOes
O acto foi presiaido pelo Dr. F.aucisco Perei-
ra da Costa, inspector luterano do distncto,
I servindo de .examinador o acadmico Elvira
Dantae.
Fot o segniote o resoltado dos exames:
3- sro
Jos Francisco Carneiro Leo, aporovado ple-
namente ; e AfJonso Firmo Lopes Ribeiro, ap-
provado com disncgo.
3- grao
Alvaro Gomes de Ma tos, Antonio Camiob* e
Eduardo E. Alcoforado, approvados com dis-
tiocgo; e Mana Domingas da Siba e Joao Ba-
ptis-a B. do Maoezes, approvados plenamente.
Aps o acto o Dr. Pereira da Costa prof-rio
aigumas palavras deaoimagaoao alumnos, loo
aa-.a ao mesmo tempo a 4jtd cago e eaforg a
,dns dlTecieraa, oae em pooco terom ] lt on-
Benicio e a professora
sodado seguate:
1.a grao
Mareta Antonia de Lana, Zilnira Martba Cr-
rela, Jnventina Francisca da Silva, Mara Amelia
da Costa Nogoetra e Jovina Francisca da Silva,
approvadas com distiocgo.
2." grao
Tnemistoeles Sido de Barros ralco, appro-
vado com distinego.
PERH1IBDC0
ACTA DA SESSAO EXTRAORDINARIA
CONCELKO MUNICIPAL DO RECIFE,
SOB A PRESIDENCIA DO CONCELHEIRO
FRANCISCO CARLOS DA SILVA FRAGO-
SO, 1/ SECRETARIO.
Aos 3 das do mez de Dezembro de
1395, presentes na sala das sesoS s a
hora marcada, os Uoncelbeiros Or. Coelho
Leite, Manoel Thomaz, Souza Brazir,
Herminio de Figueiredo, Santos Selva,
Costa Ramos, Santos Almeida, f a ses-.o, deixando de se- lida a acta da
sesso antecedente por nao ter compare-
cido o Concelheiro 2.a Secretario.
Na hora do .expedienta foram lidas:
municipio.
3.'Creando matricula para os vende-
dores de peixe.
Entrando em 2.a discussao o projecto
que auterisa o fechamento das lojas de
barbeiros e cabelleireiros aos domingos a
nos dias 13 de Alaio, 7 de Setembro e 15
de Novembro, foi encerrada a referida
d-s2us:io, deixando de ser votado por.
falta de nuaero.
Nao Lavando mais nada a tiatar, o
Sr. Presidente levantou a sessao, desig-
DO'ziando para ordem do dia a continuacSo
da de boje e mais a 1.a discuesao dos
projectoB sobre corpo de calceteiroB, e
sobre casas para operarios, a 2.a dos
approvados em 1.a e discussae de parece-
res das commissoes.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
i." Secretario servindo de Presidente
Dr. Augusto Coelho Lsite.
Servindo de 1.- Secretario.
Manual Thomaz de Souza.
Servindo de 2.* Secretanio.
G
9
12
3
6
m-ado
24,"4
26,7
28,"1
2d,3
27,3
emperatura
m.
t.
o O)
753,-48
759,-81
758,-02
758,-24
758,-84
minima 24,00.
vapnr
15,92
17,65
18,76
19,24
19,22
dad
69
68
67
68
71
Themometro
Ennegrecido
desobrgado ao meio dia.
Temperatura mxima 29,75.
58,2 -Prateado4l,4.
Evaporaga em 24 horas ao sol 4-5, som-
bra 2,-.6\
Chuva aulla.
Direcgo do vento E alternados di meia
noute at 3 b. 05 da manb ; ENE al 3 b.
42 m.; NE at 4 h. 03 m.; NNE at 5 h. 01
m ; N at 7 h. 13 m.; NNW at 8 h. 35 m.;
ENE al 1 h. 05 m. da tarde ; E com nterrup-
gOesde de ESE at 8 ti. 10 na.; ENBE e E al-
ternados at meia ooile.
Velocidade media do vento 3-81 por e*s
gundo.
Nebulosidade media 0,42.
BOLETIM DO PORTO
Dias
Horas
Altura
Pra mar ou
baixa-mar.
P M. 10 de Dezembro 10 h. 40 da m. 1,-90
B. 4h. 50 m. da t. 0-85
Oper96es cirurgrlcas -Foram practi-
cadas no Hospital Pedro II, as seguintes ope-
rages :
Felo Dr. Malaquias :
ablago de eptthelioma por exciso em U,
reclamada por epithelioma.
Posih .tomia, reclamada por phimoses inflara -
matorla.
Pelo Dr. Artbur Cavalcante :
Restaurago da uretbra, reclamada por fisto-
las provenientes de cancros venreos.
Pbimoses, reclamada por cancros veneraos.
Postnotomia caivete, reclamada por Bala-
nite.
Ampntago da perna sepurdaoo tergo supe-
rior, reclamada por fractura.
Pelo Dr. Berardo :
O Concelho Municipal do Recife
Decreta:
Art. 1." Ninguem poder exercer a profisso
de vendedor de peixe, dentro ou fra dos mercados
do municipio, sem que esteja matriculado na Se-
cretaria da Prefeitura.
nico. A importancia dessa matricula sera
de vinte mil reis annuaes.
Art. 2. Revogam-se as disposicSes em con-
trario. .
Salla das sesses do Concelho Municipal do
Recife, 5 de Dezembro de 1895.
Joaquim A ves d Fonseca,
Presidente
Francisco Carlos da Silva Fragoso,
1/ Secretario
Miguel de Abreu Macedo,
2.*' Secretario
Publique-se.
Recife, 11 de Dezembro de 1895.
BlANOR DE MEDEIROS,
Sub-Prefeio.
ECi ii.
O Concelho Municipaljdo Recife
Decreta.
Art. 1.' Fica o Prefeito Municipal do Recife,
autorisado a mandar construir um edificio para
matadouro na freguezia da Varzea, fazendo para
isto a acquisico do terreno preciso.
Art. 2.* Revogam-se as disposicSes em con-
trario.
Sala das sessoes do Concelho Municipal do Re-
cife, 5 de Dezembro de 1S'J5.
Joaquim Alves da Fonseca.
Presiden;
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
1. Secretario
Miguel de Abreu Macedo.
2.' Secretario
Publique-se.
Recife, 11 de Dezembro de 1895.
BlANOR DE MEDEIROS.
Sub-Prefeito,
PIBLIUIOES k 1'tDiO
Poltica de pemanibuco
RESPOSTA AO SR. DR. VIRGILIO DE S PEREIRA
II
Sinto profundamente que o grande jornal isla
Dr. Virgilio de S Pereira tenha desertado dos
nossos arraiaes.
Bem sei que de longe tambem se ama ; maa
parecia de raelhor eflfeto que S. S. fosse roma-
no em Roma, ou antes escrevesse sobre a poli-
tica de Pemambuco, mesmo em Pemambuco.
Aqui. o immenso Dr Pereira seria testemu
oha de vista, fallara excathedra, sem tomar
por ponto de partida a Provincia, sem oceupar-
se da pessoa do prestimoso Dr. Julio de Mello
Filho, cootra quem S. S. nunca eecreveu uma
palavra a' Cidade.....
Nao que Pemambuco fosse pequeo para con-
ter too grande here; outros maiores vivem ale-
gres a satisfetos entra nos, atirando aos jor-
naes tudo quanto querem escrever contra os
DOMINADORES DA TERRA-
E, se para vergonba et rna de certos hroes
assistimos tristes e peiarosos, do seclo em s-
culo, uns passeios apressados para fra do
Estado, bo qae a paz e a ordem periguem
entra nos ; sao receios de uma segunda rapro-
rago em concurso, de uma penbora em trastes ;
sao, finalmente, outras muitas desgragas que a
moralidade manda calar e que obrigam i mu-
danga da arta..... i
Bem se comprehende qua eu bulo em theso
tirando uma mao ebeia de moedas de ouro,
para quem das mesmas se quizer aproveitar.
Confesao a minba sympatbia pelo Dr. Perei-
ra de S. A attitude franca e decisiva de S.
S. produz-me um bem estar em todo orga-
nismo.
Ven S. S. imprensa e empuntando, luz
do dia, a espada do cavalheiro leal (a phrase
nao minha) mostrou ser um grande general,
ferindo o ioimigo d frente, cabega alevaotada,
eolio erguido.....
Deacobrindo almas tartas e crneos quadran-
gulares, o Dr. Virgilio foi inexoravel para com
elles, castigando-lfies a insolencia em phrases
enrgicas e vibrantes de patriotismo.- J
Mas quem sao os obtusos romes, gorgetela.
dos pela dictadura ?
S. S. devia dizel-o, para bonra e gloria sua.
Eu nao posso concordar com o ingenuo Dr.
Virgilio, em um dos pontos de sua quinta mis-
siva, a nica que por um simples acaso veio
ter-me s mos.
Com certeza S. S. natus non e'at nos
da mooarcbia.
Tambem nunca ouvio fallar no modo pelo
qual eram fritas as eleigCes nos bellos tempos
em que os chefes de S. S. goveroavam esta ou-
daciosa e brava trra, Nicolaos, Rosendos e
Amandos, isto bala a chicote.
Para escrever sobre materia to importante,
como seja aPoltica de Pemambucoo Dr.
Virgilio devia ter feito estados ma3 serios e
profundos.
Abrisse S. S. o livro da historia, folheasse
uma ama todas as suas paginas, examlnasse
aquellas que se oceupam dos acontecmentos
tempos
que houve tempo em que as eleigoes em Per-
nambuco nao eram feitas com a exclusao da
273 eleitores em duas secces do Recife ; mas por
um processo todo singular, no qual eram partes
dous dicta lores, talvez um poucocuinuo
MAIS DESHUMANOS DO QUE 0 SR. BARBOSA
Lima, dous dictadores, que por prologo tinham
o grito assassoo i a A' S. Jos,, dado em plena
ra do Imperador, e por epilogo o sangue de
Ferreira Esteves, o infeliz martyr de seu exa-
gerado amor pela paz. pela ordem, pela justiga,
palavras santas, que figuravam, brhantes, na
bandeira do partido conservador.
Sabe o Dr. S Virgilio qae Luiz do Reg foi
repellido i balas ; mas ignora que, se vivemos
boje em completa calmara, gozando perfeita
paz, na insuspeita phrase do Dr. Martios J-
nior, porque temos, desde Abril de 1892,
frente dos negocios deste Estado um bomem,
oo genuino sentido da palavra, uma barreira
invencivel aos desatinos e desvarios dos amigos
do Dr. S Pereira, dos novos amigos, de S S.,
aquelles que 18 de Dezembro de 1891 bem
poderiam ter cado morios em frente ao Palacio
do Governo...
Eu nao sei se o Dr. Virgilio conhece bem
aqualle periodo de nossa historia poltica !...
Pens que nao. Nao tenho leobranea de- ter,
enlo, ouvido fallar em outro S Pereira, que
nao o Ilustre facultativo, ex-senador do Coa-
gresso de Cavallnhos, oa espirituosa phrase de
am dos ntimos do novel Dr- Virgilio.
Nao sel mea caro Dr., se voltarei a as-
sumpto. Tivease eu lido suas quatto prime *
ras cartas e bem potaivel que.--. Iba
mandasse um folheto, que corre mundo que,
c
:

de 1878 1885 e loria o prazer de verificarla nao eatou em ere, denomina uNa del
*
jan
tT"



m
pw-."" ^

\

3mT8,-tral>ihode folego do um poltico
muito maiB velho e competente do que qualquer
m de dos.
Reeolverei com man vagar.
Recife, 10 de Dezembro de 1895.
Manotl Antonio da Fonseca e Oliveira.
Diario de Pernambnco Quinta-felra I % fie Dezembro de I $95

A* EXM" SRA. D.
<-> /-TT-.' ^"^
95
A.
I.
K.
R.
E.
D.
0

Jullat-ursina So
(Jr mei Pesoa
Si Parabens por completar*
hojo mais urna risonba^
Tprimavera.
lEsperanca12-12
.0. A.
L. S.
I O.
V. B.
f E. R
I. A.
R. B
A.
I
A* illustre amigo Dr. Pedro
" Crrela de Oliveira
Salve 12 de Dezembro !
Na memoria des horneas,
Sempre brilha, e dura.
Bocage
Hoje, dia do ann'versario natalicio do
vobso venerando pai, o Exm. Cunselhei-
ro Joo Alfreda Correia de Oliveira, eu
c mmetteria urna grave e imperdoavel
falta, se hontem como hoje, amanbS como
sempre, nao vos d rigi-se as rumbas aau-
dacea por tao faustosa e significativa
data, fazendo votoa a Providencia Divi-
na, para que Ella prolongue a precio6s-
sima existenci de tao egregia vario,
para ma^or gloria vcwa, dos vossos filhos
e da vosea familia.
Acceitai, pis, as minhas sinceras feli-
c'tfgoVs, Como cloquete prova do res-
peto e venerac&o que tributo a pess5a de
lo eminente brazileiro, naecido em tenas
da cidade heroica.
Salve 12 de Dezembro !
Parizio de Valladares.
A o commercio
Alfredo Horacio Gomarles e Bernardioo lio*
reir de Sonta Nevo*, senos da Arma soilal
desia praca, Saora Nev*s & C, commanicam ao
commercio qoe o ata oau dimolveram amiga-
velmeoie a referida aoctedade, reliraodo-se o
socio Btroardioo Moreira de Scoia Nevts, e
betndo o paiiivo e activa da mencionada firma
a cargo do socio Alfredo Hora io Goiacarles, ae
accoroo com o bitango procedido ne-ta dala, e
com o diairtcio registrado na Jaula Go comer
clal.
Recife, 10 de Dteos bro de 1895.
A Tedo Horacio (JoliDa-fiec
Beroardioo Moreira de Son Neves.
Francisco Pedro da (unlia
Yresbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Chrislo e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro-
r" vieta de Santa Calharina, etc.
^Altes.o que lendo usa Jo por vezes o Peiloral
Calharinense de Ranliveira XAROPE DE AN-
GI-0 COMPOSTO COM TOLU' E GUACO, pre
paracSo dos Illms. Srs pharmaceuliecs Rauli-
noHorn & Oliveira, achei que esse x^rope de
benfico e promplo eflfeilo as affecges dos or-
gaos respiratorios o que afirmo in verbo sa-
ccrtiotis
Cidade de S. Jos. 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cuaba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados do Brazil atles am a.efflcacia des e
grande medicamento.
Deposito
HJ
Drogara Braga
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultos das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Tlephocen. 292.
Protesto
Hoje, a 1 hora da trde, oa empragades
do lastro da Estrada de Ferro Sul de
Pernambuco, que suba, incendieram os
partidos de cannas do engenhoProte-
ceo, causando ao abaixo asaigoado
p'ejdizo superior a 4,000 toneladas de
cannas!
O incendio foi proposita! e o abaixo
assignado protesta haver d directora da
meama Estrada todos os prejuizos, per-
das e damnos, tanto mais quanto os seus
partidos de cannas se acham fundados
tora do permetro da Estrada de Ferro.
Quipapa, 5 de Dezembro de 1895.
Joo Bezerra Chaves.
2&e!-3S3S3S2S3:S3S!S3jS3^
k\ %
Dr. Jotto Paulo n
Especialista em partos, moles-
tias de senhoras e de creancaa
com longa pratica nos hoapitaes
dePariz e de Vienna d'Austria,
d consultas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo n. 19,
].* andar e reside Da rna de
Henrique Dias n. 2.
Teleph nesns. 190 no consul-
torio e 467 na residencia.
fi
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l*r. A Hyjrino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitas, laureado com
ama medalha de^bronze di Assistencia Pu-
blica-
Consultorio a ra 15 de Novembro
n. 32 1.* andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
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senhoras e dos org&o genitourinarios
Chamados por escripto.
Mais efficaz do que o oleo cr do v-
nho fij-a lo de bacalbau.
Vivien de gosto tao agradavel que as
criancas tomam-r.o com p azar.
O DR. TEIXEIRA DE CARVALHO
Medico, operador e parteiro, de regres-
so a esta cidade est a disposieo dos
seu clientes, no pateo do Carme 28 (an-
tiga redaccSo da Gacela da Tarde).
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syphilis, beriberi, molestias do figado.
Chamados a qualquer hora.
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Das 11 s 2 horas da tarde pagas
vista, sem excopyao de peisda alguma.
noiiEBCn
de Pernam
B(ik;;i Comnicrcial
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Keetfe, u de dezembro de i8qs
Nao boove cotac,ao.
O -residente,
Antonio Maques oe Amorim.
O secretarlo,
Manoel G. da Silva Pinto.
Cambio
Os Bateos abriram com a laxa de 9 l/i d,
sobre Londres a 90 o/, Pavendo poneos nego-
cios, de tarde o mercado tO'Gou Be menos Arme
teoda effctnado algoo* negocios a esa taxa
saixoo para a de 9 3/46 d.
Leit-ss particoiarad noave algamas lran?ac-
ces a 9 3/16 e 9 1/ 4.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Assncar
usinas, por 15 kilos. 51600 a 6**00
Crv;'3lisado. "iem dem 5*000 a 5*700
Branco, por 15 kilos 6*200 a 6**00
SomeDo?, por 15 k-ios. 3*900 a 4*000
Mascavade, po" ia kilos 2*800 a 3*00(1
Bruto, por 15 kilo,. 500 a 2*900
Retames ....... S*000 a s'200
Aigodo
Foi vendido o de 1* sort 14*300 valendo...
1*000 re. o mediano a 2*000 a ae 2* seno por
15 kilos mercado firme.
Aleool
Por pipa de 480 litros 195* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litro- 100* nemimai..'
Conros
Seceos salgados na bas' de 12 kilos}l*000 ris
venda o refugo 666 o kilo.
Verdes 600 reis, Diurno prego.
Carnauba
Cota-se de 23* a 35*000 por 15 kilos.
Mel
Por lOOfOOO nominal.
Emportaco
Pa'acbo argentino Mara Alice, entrado de
Buenos. A v'es cm 3 do correte ecoasigoaao
a Pereira Caroelro e C.
Xarqne 2,628 fardos a ordem.
New-Yoik, barca nacional Eima, entrada no
dia 1 do correte e cooslgoada a Fonseca Ir.
raoa e C.
Kerosene 15,760 cixas a ordem.
New.Yjrk, barca americana Wnite Cload. en.
Irada em 2 do correte e consignada a Fon.
*>eca IrmSosJe C.
Kerosene 20,100 ca'.xas a ordem.
Wew.Pori, barca norueguenae Dealderla. ec.
trada no dia 1 e caosigsada a Wiiaon San i
e C.
Carva3 de pdra i 051 toneladas a ordem.
>ewJfok. vapor ingle Mexican Prioce. er.
Irado DO dia 4 e consignado a J. Pater e C.
Candiiiros 17 volomes a Carlos Halllday a C.
Drogas 11 caixas a Compinbla de Drogas.
Ferrageni 4 zaixas a ioao Fonie, 11 Viaaoa
Castro eC.
O Rauliveira
E' o poitoral mais efficaz, mais barato e da
gosto mais gra labilsimo ; na Drogara Bra-
ga e em todad as pbarmaclag.
Farnfa de trleo 2 7 0 barricas a Compaobia
de PaniticacSo, 2100 a ordem.
Ke'isene 5,000 caixas a ordem.
Mercadori8 2 can a a orden-
Pa oe ferro 6 fexej a Miranda e Sania.
Pe fumarias 1 caixas a Gjimaiies Cardoso
e C.
Hrlogios 3 volme* a ordem.
Tecidoi 1 fardo a ordem.
Portos da Eur'ra, vapor francs Ematen
entrado no da 5 e consignado a 11. Borle
el
Amelias 2 caixas a D.as Ferniodes e C, 30
a Joo Silva e C-, 10 a Goales de Arajjo e F.
Ibo, 5 a Alves ae Freitas I mSo.
AD-.Dtbo 10 caixas a Sude- Kinlmann e C-
Bataa 100 caixas a Silva Gomara a e C-
Bitler 50 caixas aos mesmob.
GUapo* l caixa a Kapoaei Das e C.
Cooros 5 caixas a Fraaerico e C.
Cjuservas 35 calzas a Solzer Kauffcnatin
eC.
Coenac 625 caixas aos meemos.
Clicba 1 caixa a orden.
Licores 19 caixas a D.as Fernandos e C.
L-vros 1 caixa a ordem, 1 a B. J. ae Mello
Filoo.
Mercadorus3 ca'xas a Hamos e Geppert, 1 a
M. M. Camoello, 1 a J. F Lima. 1 a C. R-rza.
x a Poreira Caroelro < C, 2 a Gomes de Millos
Irmos, 1 a R. M. da Costa.
Papel 1 caixa a E. GoetscQel, 7 a Ramiro M.
da Costa.
l'eiies 3 caixas a Ramos e Geppert. 8 a Fre-
denco C, 1 a Braga e Sa, 1 a Gerard.
Perfumaras 1 calza a ordem, 1 a Goimaraes
Cardoso e C, 1 a CompaoQia de Drogas.
R opa 1 caixa a ordem.
Rbom 1 caixa aSjIser Kanffmann e Q,
Relogio 1 caixa a E- Goetscbel.
Rolbas 3 saecoe a ordem.
Seda l caixa a S. Andrade, 2 a Domingos
Coeibo e Soares, 1 a Moreira Azevedo e C.
Sardinbas 4 calzas a Joo -ilva e C.
Silsicba 3 cautas a ordem.
Tdcldos 1 velme a Compaobia Iadaatrial de
Cbapeos, 2 a ordem. 2 a E. L^pes, i a R. d
Carvalbo eC.,1 a Ferreira MagalbSes eC.,1 e
Francisco de Azevedo e C.
Vno 8 oarris a E. B. Cooper, 5 a F. P. Bou.
litreau. 2 a ordem. 1 a Cardoso e IrmSos, 1 a
Miooel da Conba Cobo) I caixa a Kiutbanck e
Graoer, 40 a Salxer Kaoffmaoa e C.
Vermooto 10 caixas aos mesmos.
Portos do sal, vapor nacional M.rinbo Yiscon-
de>, entrado no da 4 do correte e consi.
goado a Pedro Osorlo de Cerquiirs.
Algedo 377 saceos a ordem.
Arrcz de casca 100 saceos a Ferreira Ro ri.
gtfes e C.
Miloo 500 saceos aos mesmos, 500 a J. G. da
Costa.
. Jobos, baca ingleza Gordelia, entrada em
4 do correte e consignada a BlackDora
eC.
BacalMo 6. 40 barrica?, 5,420 metas dita?,
20 caixas e 20 meias ditas a ordem-
Por'os do sol, vapor nacional Norte eSal*, en
trado no dia 1 do correte e consignado a
Loyo e Filbcs.
Barr 1.800 a diversos,
Fomo 178 volames a Aievedo e C.
M'rcadori ib 4 caizaa a G. Pinbeiro e C.
Pipas 50 a M. Pereira.
Toneis 12 a M. L. Mala, 10 a F. Femantes e
C, 10 a f. de Oliveira Mala.
Portos do foI, vapor nacional Baan*, entrado
no dia 5 do correte e consignado a M. B.
de Macado.
Alfafa 206 fardos a M. Borges e C.
Aoiagem 14 volames a Loyo Fllbos.
Cerveja 20 caixas a Paulino de Oliveira
Mal*. i
Muid MAS
Os abaixo assignardos
previnem a quem convier
que estao muuidos de man-
lado do Exctd. Sr. Dr. iaiz 5ro
. I i das
RAULIVEIRA
TodOt os mdicos raceito o Peorat
Calharinense como o nico medicamento
contra Toases e Bronchites
IHKM. IIIIA BB4G4
Lemas no tratado de therapati:a do
feasor Trousse*u, que no trataa_eino
I o sciaticua qu< nao s3o causadas por
(JO COmmerCIO para fazerem accidente ou nao provm de mole.t.a con-
apprehender onde fjrem 8lilu,ciona1' 8e ,ohtera. .i" in^ri'^'-
L i 1<,rt/U11 mente um grande aihvio, mui frequen-
achauOS Cigarros (le OUtra temente a cura, empregando-se as Pero-
r i las de esseooia de terebentina do Dr.
fabrica com a maica contra-ciertan.
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na inoitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer ditos
cigarros venca, com todo
o rigor, ae coaformidade
com as penas decretadas
por le.
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 9* C.
FALLAM
(i.lurnal do ConataieroiO
Do Rio, de 26 de Novembro de dei89 .
Recebemos dos Srs. Goncalvea 4C,
urna garrafa de C g-ac B-azileiro, fa-
bricado em Pernambuo pelos Srs. M,
Veras & C-, Este cognac, cuja materia
prima segundo nos dizem, toda natural,
est, muito bem fabricado e tui premia-
do na exposicao Universal de 1889.
Pernambuco recebemos amostras de am n .. iri 3
Cognac Brazilero, qoo o Sr. pharma-| felOral (le LaillDara
ceu'ico a. M. Veras iabrica no estbale- jara je
cimento que hbilmente dirige.
Recommondamos esse producto da in-
dustria nacional, que alaj de ser a pre
ciavel pelo cuidado de seu fabrica, de
preco reduzdo e relativamente muito
m lhor do que
em n eso mercado.
Ai Sr. Lyra, agente da fabrica e dro-
garia agradecemos.
ama tos rebelde
Cheio da mais viva alegria e gratidSo,
venho declarar que em menos de doua
mezes minha esposa restabeleceu-se
com o uso do Peitoral de Cambar Ae>
lo e relat-vamen.e mujo,Sou2aS de uma horrivll tosse
, outro. expostos a venda sec.a acompanhada de dores no peTo!
ttndo antes, durante o espafo de dous
annos, empregado sem o menor provei-
to, um grande numero de outros reme-
dios Joaquim Atves Cavalcanti (Fir-
ma reconhecida.)
'2_0 agente Con.panhiade Drogas.
FALLE
Paiz
irreguLrda-
Jornal do Commercio
RIO DE JANEIRO
Recebe-se asignaturas e annuncios,
rua do Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente neste estado
A New York Life Insu-
rance Company
A* vista das
des ^omm ttidas pelo ex
agente Sr. Molinari Laurin,
nesse Estado, a herencia
do Sub Departamento do
Brazil da r*ew-York Life
Insurance Company resol
vea fechar o escriptorio qu-
at esta data uneciona-
va na Capital do Recife,
contiouando,eatretanto o Sr.
Otto BrupbacheiH emprega-
do do Escriptorio Central, a
ser o correspondente e iu-
formante da mesma Compa-
obia ah.
O negocios que 6e rela-
cionara com a Corapanhia
devem ser directamente tra-
tados no Rio de Janeiro,
rua do Hospicio, 31, onde
fuaccion&a supracifcada Ge-
rencia.
k. C,
Droga.- so caixas a ordem.
Fumo o0 volumes a ordem.
Liquido 40 caixas a Panino d* livet-a M a
70 a noyes M.galnaes. 80 a Lope< e A-uio, l
p ps a Neves Pearosa e C. 70 Dirns a C. Luja
e G 10 a L>pe8 Alheiro e C.
Mamas 14 fardos a ordem.
Maseas 100 caixas a Caldas e C.
PnospDoro8 100 latas a C. Lixa e C.
Tocis 35 a Amorim Feraandes e C, 66 a or.
dem.
Tecidcs 3o volumes a A. Amorim eC, 75 '
Olioto Jirdim e C, 36 a Mcnatfo e Pereira, o
a Gaerra e Fernando, 1 a Mauos Camioba e C ,
6 a Affonso M>ia e C, 5 a M Rortri^aes, i A.
Mu C. U a A. Vmira e C 7l a L. M -n f
0., 11 a N. Uaia e C 8 a A. de Bruto e C, 54
a Kr de Carvalbo e G-, 45 a A. Lopes e C. 168
a rlodripaeg Lima e C-, 27 a A. Siutos e C, 35
a Ferreira e IrmSos.
Vinoo 1 pipa a Paulo Jos 41 ves.
Kiportaeaa
Recife, 11 de Dezembro de 18J5
Para o exterior
N3 vapor Trances Corrientes, para o Hi-
vr*. crregou : -3*3
H. Compeli, 4 barr cas com abacixi*.
No vapor iosles Sicihan, para Eitados
(laidos, carregarim :
Julio & C, 500 saceos com 37.T00 kilos de
a-sucar maBca^ado.
= No patacbo nacional Almina, para o Por-
to, carresaram :
Goimaraes & Valenie, 960 sacaos com 67.600
litros de farinba de maodioca.
No logar poriaguex Mlobj*, para o Porto,
caregaram :
M. Lima & C., 200 saccas com (8,087 kilos de
algodao.
Para o interior
No vapor nacional Itatlsja, para Porta
Alegre, csrregaram :
a. Irmaos&C., 1,360 saceos com 102,000 i 1 los
de asencar brinco.
Para Pelotas, carreearam :
H. S. Loyo di C., 500 barricas cam 51,000
kilos de assncar oraoco.
No vapor nacional Santelmo, para Porto
Alegre, carregon :
*. R- Plato Guimares, 600 sjccos com 45,000
kilos de assncar branco.
No vapor .nsinaco Nagy Lago?, b ra
Santos, carregaram :
S. Goimaraes & G., 700 saceos com 42,000
kilos de assncar branco e 1003 ditos com DO.OtO
Ji'os de dito mascavado.
P. Pinto & C. 480 barris com 39 150 litros de
cgjaMeote e 10 pipas com 4,700 altos de alcool
No vapor fraocez Paraniba, para Sanios,
carregaram :
J. T. Carralro, 4 pipas com 2,388 litros de
alcool.
P- Caroelro & C-, 10 pipas com 5,400 lit'os de
alcool.
Beitraj & Irmao, 600 saceos com 36,000 kilos
de assncar braneo e 500 duoa com 30 000 ditos
de dito mascavaie.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
C. Peres & C, 1930 saceos com 60.000 kilos
de assacar branco.
A Fernaades C, 100 saceos com 6 000 kilos
da fejSo.
C. de Melborameotos, 24 pipas com 12,000
litros de alcool, 80 saceos com 4.800 kilos de
assncar branco e 664 ditos com 39,840 ditos de
dito mascavado.
Para Babia, carregaram .
S. Goimaraes & C, 5 pipas com 2,700 litros
de alcool e 20 ditas com 9,700 ditos da aguar-
dme.
= No vapor nacional
Alegre, carregaram :
A. Feraandes de C, 350 saceos com 26,250
silos de assncar branco.
No vapor nacional Norle Sol, par Rio
de Janeiro, carregaram :
O
Da mesma data
O Srs. Go.calves & U., enviaram-
nos um amorra do c-gaac Brazileiro,
(abricado no Estado de Pernambuco pelos
Srs. A. M. Veras & C.
Provamos essa bebid* preparada por
indm-riaes brazileiros e podemos garan-
tir a pureza do prcduc'o nacional, que
deixa, cativismo prte, a perder de
vista os cwgncs estrangeiros.
Recommondamos aos apreciadores de
cogaacs essa nova mar a, que p-ia ser
tncontrada na rua ao Rosario n. 82, "n
casa dos remettrntts, a q em agradece-
mos a iemessa.
Para que os Ieitores avaliem do m"-
rito cesse producto nacional, diremos
que elle foi premiad > m exposico uni-
versal de i889, em Pariz,
Jornal do Brazil
De 23 da Novembro.
Os Srs. Gonjalves &; C, mimosearm-
nos com urna garrafa do Cognac Brazi-
leiro producto nacional, obtido da materia
prima do paiz fabricado pelos Srs, A.
M. Veras & C, de Pernambuco.
O fCogoac Biazileirc nem em apre-
sentagSo, nem em aspecto, nem em gosto
6 inferior ao estrangeiro.
Asim o julgaram taubetn entendidos
na Exposigo de Pariz, ein 1889, pois
premiaram-j'o com rcencao h nrosa.
Gazeta de noticias da Baha
De 23 de M.rco de 1895.
Da acreditada fab ica d s Srs. A. M.
Veras & C ', de Pernambuco, recebemos
urna garrafa de Cognac B-az leiro que
acharaos excellente, juigando-o superior
a muitas marcas que uos vm do est--an
geiro.
Foi portador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente d s mesmos fabricantes.
Agradecemos.
Correiode Molicias da II. Iiiu
Da mesma data.
D'est* conceituada casa corambre al,
es abela la rua Duque de Caxias, em
HYG1SNE DA BAHA
(Copia)
Usandodasattribnn;oe8 que me sao con-
feridas pelo Regulamento San'tari em vi-
gor e tendo em vista os documentos pre-
sentados comprovaodo a analyse e a licen- |
CONSTIPARES ^F Peitoral Catharinense
- DE RAULIVEIRA
DBOG4RIA KIIICI
Peitoral de Cambar
Outra cura de copueliicbe
Urna filhinha do ntelligente guarda-
ca concedida pelalnspectoria Geral de Hy-]vros Sr. Barros dos Santos, accom-
giene do Estado de Pernambuc concedo j mettida de forte coqueluche, restabele-
licenca ao Piarmaceutico Antn o Mar- ceu-se promptamente com o uso do
tiniaoo Veras para ixpor a venda_ neste peitoralde Cambar, de Souz Soares.
Estado o preparado denominado Cognac I
Brazileiro de sua conleccSo. E, para'
constar passou-se o presente que, pagos!
os emolumentos e assignado, se registrar
para os devidos effeitos.
0 inspector.
(Assignado) Eduardo G. Costa.
Secretaria da Inspectora de Hygtena
(9. Bahia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Vr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 45409.
N. 2.872-Ra 58000.
(Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Babia)
O fiel
(Assignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Bahia, 12
de Julho de 1895.
(Assignado) Dr. Munz Barrct .
Garrafa" 2^500
Duzia 23^000
Faz-se descont na proporco da
importancia do pedido.
Peitoral de Cambar
Bas curas de coqueluche
Em proveito das ines de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, nao colhendo meihoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
'de Cambar, de Souza Soares, e em
1 poucos dias a molestia cedia comple-
I tamente. alaria Jos Rodrigues Baa-
cellos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
Advocado
O bacharol" Antonio Tolentino Rodri
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
*m seu escriptorio a Praca 17 n. 79, dar
10 horas da manh5as 4 da tardn.
Priso aeVentre.-Pd Laxativa d,Vichy
CjJ
cartas i ara jegar
1.620 litros
Azevedo & C, caixas
pe audo 2,2u0 Kilos.
P. ae Oliveira M ia, 3 pipas com
de alcooi.
= No vipor iojlea Era, para Saiitos, car-
regaram :
P. Caroelro & C, 110 .--acos rom 0 61 0 kilos
de assucar brauco k 40 diios com t un ditos a
ditj ma.cavado.
A- TdOorda & C, 500 saceos com 20,00k '-us
de ai>sucar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram:
P. arneiro & C, 250 saccas cu ai 18,525 kilos
de alrfjiao.
a. Taborda 4C, KiO saceos com 60,0)0
k.los de asquear branco.
= .10 v-pjr nacional S. Fran i ce, para
Cea', carrpgar-,m :
P. C. & C, 30 barricas com 2,710 kos de
assncar retinado, 10 r>:-r-ia com 900 lros de al-
cool e 5 barricas com 600kiics ae carvau aoimal
J. 3. do Ama-al & C.. 138 barr* com 4,830
litros d vi:,no de fructas e Si dos com 1,8'Ju
dina Je vinagre.
Barbosa & C., 18 barris com 00 tres de vi-
obo ie traetas.
C. Pinto & C 10 caixas com 90 litros de el*
dra e 30 ditas cora 300 d tos de geoeb-a.
P. Al ve.- & C, 5 oarncas com K4i Kilss de
as-ncar b anco e 110 ditas com 6,500 ditos de
dito reno i Jo
J. T. Carreiro, 10 barricas oro 1,128 kilo} 4t
assacar branco o 15 uitas com 900 duoa de dito
retinado.
J. SaUnelrai & C. 30 barricas com 1.5C0
kilos de assncar refinado.
M. C. B. de Mello, j barricas com 20 k'!o.
de carro aoima e 50 oilas on 3,100 altos ae
assacar reQoado
P. I-maos & C 1000 ca zas com 13.000 kilos
ae sabao.
Para A-acaty, carrejaran :
6. de Uaios Irmao, 3 caixas com 45 kilos de
cera em velas.
A. Pernanles &C, 1 ba'rica com 90 fcloj de
asaacsr refluado.
J. S. do Amard & C, 1 Clisa com 30 litros
de alcool, t pipa coji 470 ditos de vinagre, 4
barris com 160 ditos de vinbo de frnctas, 1 dito
com 40 ditjs de vinagre e 7 caixas com 210 di-
tos de cerveja.
E. Samtco & C, 2 caisis com 7J kilos de
perfumarlas.
Para Par^biba, Caneguram :
P. Valcnte & C, 25 barris com 1,050 litrjs
de vinagre.
Para M.co, carregaram :
H Vlegae ArilDos, 6 caixaE com 48 litros de
cidra e 7 ditis com 49 ditas de -eneb.-a.
Barbosa & C, 3 Da-ricas com 96 Iiiros fie cer*
reja. 6 caixas com 42 ditos de genebrae24 bar-
ra conr 800 d>t0B de viobo de (roelas.
Nibarcaca Pii^ao jo;uI, pira Maceio
carregaram :
F. Irmaos & C, 30 calsaa com 390 kilos de
aato.
Readineuios publican
Hez .e Oeaembro de 1895
Alfandega
Renda geral :
Do dia 2 a 10 632:128*043
dem de 11 106:759*319
RfEBSuOrtlA
Renda de 2 10
dem de 11
D'i ESTAD-
RS.;irR
Re l 'te 2 a 10
dem i* U
im-ii-SAUE
99 2.7659
12 941o9
112:189*218
1:277*791
*
1:277*791
llovmeuo do porto
Na?io eu'rarta no dia 10
Sont3arcptinfl>'-cala 19 lias, vapur iogl"! Ta-
mi'. de 1715 loorlad?, equipiftem 79, '-om
mandanl Custanine, carga varios gneros:
a Amjri n Irmaos & C.
Navios sabidos uo mesmo dia
C-ara e asala vapo- nacional S. F arcisco.
C raiajoanli A. Piolo; carga varios geoe-
ros.
Manus e escalaVapor nacor.al Alagflas. com
mandante F orlado Das; carga varios cent-
ros.
Sanioi e esc .laV por neiez Mex can Pnnce.
commandaote W. cuciian; carca vaios a--
eros.
Rio ae Jan -Iro e esca's-Vipur noruegoease Ba-
an. ci i,mndiu e La e'.nseu ; carga va iu
generes.
Uercailu Haiiieiwi de *. lose
0 movimeoto desta marcado jo dia de 10 Fe-
z moro foi o seguate *
Entrsram :
44 nois pesando 9 853 kilos
450 kilos da peixe a 20 re. 9*0)0
7 compan. com mariscos a 100 ra. *7('
5 ditos com camarfles ? 100 rs. 5 io
2o columnas a 600 rs. 15*600
2 cargas com galliobas a 500 rs. < i (JO
10 cassnaes com gallmbas a 300 rs. 3*0 0
1 cargas com milbo verJe a 300 rs. *00
1 carga com aroendoim a 300 *3o
3 cargas com batatas a 300 rs. *S0.)
3 carga co o macacbeiras a 30.-?. *90
1 cargas coro ecboliobo a 300 rs. 5300
7 cargas com germana a 300 is. 2*10
11 cargas ecm verdnas a 300 -s. 3*300
1 carga com cansa a 300 rs. 300
i cargas com laraojas a 300 rs. 1*8 jo
o cargas com inbame a 300 1*5."-'
2 cargas com louess a 301 rs. *' i*
4 cargas com diversas a 300 rs. l*20u
35 cargas com Tartana a 200 rs. 7*C0
a cargas com rail to secco a 200 rs. 1*090
5 cargas cm feio a 200 rs. {0C0
67 logaros a JOO rs. 13*400
11 Sainos a 200 rs. 2*?0 >
12 comp. com onineiros a 1*000 12*0 0
9 comp. com scirni u a '00 rs. 6*30.'
8 comp. com (ressnraa a 00 -. 4*80
34 comp. com comidas a 70u rs. 23*30
75 comp. com fazendas a 600 rs. 45*0 0
49 comn. cjm verduras a 300 ra- I4*7i
3 com;.'. com farioba a 400 rs, 37*200
56 com,;. com taibos a 2*000 li2*uot>
(7 Bg-"".t'} Companhia de Dogas-
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Rua da Imperatriz n. 8,
. andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
Peitoral de Cambar?
Cura de urna tnsse violenta
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido.
Carlos de Menear, major-fiscal do V regi-
ment ele cavallaria do exercito. f Fir-
ma reconhecida ]
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Xiiiies Coiiobra Clnica Mi-
meo Cirurgica Consultorio, rua Mr-
quez deOlinda n. 64, 1.' andar, onde d&
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ruada tioledade n. 84, esquinada ruando
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.
Ao publico e
panuco e aj comiicrcLO
'jhqom Ri&fKO rio N.cir//enlo t-iz l'-nte
* i ulii'Co 9 *i coiumvci'. qu o> --e t-nteode
melgo a pabiicaC/ m-erla iies^e Dia-io, re-
t vaioente a 'nm: r< de ama usa siu n hecco
!<: Quiaoo r. 3i A. e s'io ro n ootri re^oa de
i-'niii orne; e pan vit r :uds 'uir!in as-
unar-se-a d'ora em uitnte Joaqa'.m A'acieto
R iro do Nai-i vtn o.
R tile. 9 ne De.embro ne 1895.
MEDICO
Dr. tutaro Wanderlcy
Consultorio Rua do Bom Jess,
n. 24-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Rua Direita de Aof-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manba.
Recebe chamados por escripto.
w
Bndmento do dia 1 a 9
roiao, para Porto
Somma total
Renda do Sitado :
Do dia 2 a 10 125:924*594
dem de 11 27:880*446
738:887*362
153:805*040
Total 892:692**02
2.* sABcao da Alfandega de Pernam naco, 11
da Dezembro de 1805.
O.cbefe da seccSo
L. P. odecelra.
O tbeaooreiro
bni Manoel R. Valeoca
/retos do dia:
Carne verde de 200 a 1*000 ra. o
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Ca-neiro de 1*200 a 1*000 dem.
Fancba de 690 a 1*000 rs. cala.
Milbo de 600 a 1000 rs. a cata.
Feiiao ae 1*200 a 2*000 a caa.
Xavios esperados
De Hamnargo
Barca allema Nanna.
Logar logiez Rose Hlll.
Bngae illemao Olio Grat id Stalbarg.
321*500
2.8*20i
3.2Jl*70u
kllc,
D. Pcrlo
Lar poitu nez Gva.
De Liverpool
B:ca inuleaConiefia.
D.^ N.w P rt
Ba-ca ncrapgueoe Sanuaxu:l.
Barca niiOgcone Uaoglij' i
De CartilIJ
Barra noinetoeosf- Sal?,
Harca noroeguei^e ioni,
B'ca BO!oega"nte D.>cii".
larca ncrogne.Sr Aanga.
Barca noruegnetsd Woje.
O* i-eioita
L^ar lotugoei Teuurano.
i atacbo II.:'. o.i.I ts ca .
x'si nua a! u.j Rima.
Lo^ar dinama qje* L^riwi.
PuUcnu oorneUfnse Euiar.
iv.ado noruega Ronoipbo.
Vapures a entrar
Mez de Dezembro
Trija d>.- Haniborn, 12
>ozeiro oo sol, a 12.
Itapoao do (al, a tt.
Sorreaio ie N-w-Y. k, a 12.
Magdalena da Eo'opa, 12.
Sa Salv Alice do so!, 13.
Oliod, do -ui a 16.
CoriyOa da Enrona, a 16.
jcana, do sal a 16
Aaaoaiofla do sol, a 2l.e
L's Pa'm'3 do sai. a 17.
Orele Prioee ne Naw-Y.-rk, a 18.
UeJoo i> Eo'opa, a 18.
Cieole PHoc '> N w-Y rk. a 18.
Villa de Rosarlo da Europa, a 18.
MaraoGo do none, a 20.
C-.lan.a''eflew-Y 'k, a2?. g
Espirito Santo do s.r, a ,;.
Vapores a sahlr
Mez de De embro
Rn o Santo Njrte e Sala a 12 as 4 hjras.
R'O e Santos Troja a 12, as 4 horas.
Santos e esc. Pararjv.a a 12 as 4 horas.
Havre directj Cornenies a 12, as 4 no-as,
nencs-Ay.-ea e ec. Magdali>na a 12, as 12 b.
liba de Peroando ia a 12, as 4 b.
Rio e esc. S. -aivador a 12, a 5 boras.
La Pallice e esc. Qccaoa a 16. as 12 bora?.
M<: os e esc. Oiiuda a 17, ts 5 horas,
rnova e esc. Lis Palus a 17, as 4 boras.
S.atoa e esc. jOrlljlM a 18 as 4 horas,
dantos C esc. Ville le Rosario a 20 as 4 boras.
Rio e e;c. Ma-ant: a 20, as 5 horas,
io os e esc Crele Prioce a 0 as 4 horas
L'shoa e Hambt'gJ Asocioo l 2!, as 4 o.
Jacios e esc. Espirito S-oto* : 27, as 5 boras,
t:o e Santos Ratania a 28, ts 5 buras.
fltyal Insuraoce Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, Oa.
' tndoa accumulados 8.274*9 '3,19,.04.
AGENTE JE
PMaHMAWW & C
53MPANHLA. TTHYS DE SEtiURUS
martimos a terrestses
ao*. DO.AKnrwo n. 1, 1. audae
Directores;
Bario de Souza Leao
Thomai Comber. {
Julio Cesar Taca Barrito
'

'

[


IHaHo Me Peraaagl
ae umcmnro **rer
mmgKmmmmmi
KD1TAES
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Edital
De ordom do cr. Dr. Director Ger*!,
e em virtade de autonsacSi do Sr. Dr
Secretario di Fasend, con* i lo os pos
said res das apoiiee emitlidas em favor
da usina cQuerra a virem reagatal ai,
dentro do praio improrogavel de 30 das,
fieando certos de que dtus apolioea nSo
veooerSo jaros, a coatar desta data.
Secretaria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, em 30 da Novembro
1895.
O chafe,
Marianno A. de Medeir. 8.
Alfandega de
nambuco
E4tel
'er-

Per esta Repartilo se faa publico que
descirregaram do vapor allemSo Asean-
cion eutr*do em 25 de NovemWro lindo,
1 caixa demarc R &c 'J o. 2223 cmn
indicio de fa!t, ama di a de marca M&O
contra marca O, n. 103, 1 dita de marca
MAL, l dita de m .re i J J S n. 125 todas
3com indicios externos de falta, pelo que
intima-te aoa doooa cu consignatarios
desses volamos para no praao de 8 das
requeres) o que for bem de sana direitos.
Pr nambuco 9 de Diaerabro de 1895.
O chefe,
Manoel AUes da Silva.
EDITAL
De ordem do Sr. cipitlo de Fragata
Jos P-jreira Guimarles, capitSo do Porto
deste astado faco publico, a quem inte-
ress-r possa, que em virtade do dispasto
do Aviso CircaUr do Ministerio da Ma-
rinha de 7 de Margo ultimo sob n. 424.
contrata-Si, nesta repartilo voluntarios
pira os carpos de Murinheiras Nscionaea
e de lnianteria d Marinba ; es qutes gu-
iarlo di:s vautagens que Ibes alo conferi-
das p-ia lei de fixaclo de forjas e decre-
to de 15 de Desabro de 1894.
So serSo accetis voluntarios, aquelles
caj .8 ida-fes nao sejam menores de 16 nem
maiores de 25 annos.
Aob que forem julgados aptos para o
aervico da Armada, gotario ^das seguintes
vantagena :
Abono mental de mais metade do sold
que ora percobem os M-trioheiros Naci-
naes ou t. Ichdos, devendo o praso do en-
gajamefit'i ser pelo menos de 3 annos.
s vcluntsrioB perceberSo em quanto
es'i vereca ne ti quelidade de pravas, urna
gratifcelo diaria de 125 reii.
Abon i de urna gtaific*5o mensa! cor
roBpondente n metade do sold de aaa
ciasse, as pragas do corpo de Marnheiros
Nacin es que completarem o tempo legal
de oervr;o e coatinuarem a servir tea
engaj .meatos.
As pragas que, fiado o sea tempo de
aoTviQo coQ'iauTem as fileiras com ou
sem engajatnento, perceberSo mais urna
gratificaclo diaria de 250 reis.
Capitana do Porto do Estado de Per-
nambuco, 16 de Setembro de 1895.
U secretario interino,
Fjppe Morillo Ferreira.
Alfandegale Pernambuco
O Conselno, para fornecimento de viveres dos
Corp:s e Hospital Militar desla goarnlcSo, forra-
gem e ferrageos a cavalnaia, receoe propostas
no uta 12 de Detemb o proxmo viodonro pels
11 bar *. acriba, no quartel do commaodo da
mesma uuarn cao. onde fuoccionar para contra-
cta' os seeros e artiaos constantes da relacao
icf.a cuante o semestre de Janeiro a Jaobo.
Aletria, kilo.
Agurdente de cao.ua, litro.
Araruta, kilo.
Arroz pilado, ideo).
Amaizas passadae, dem.
Alvaiade, iiem.
Azcl u t-ama-, id-m.
Amarillo fraacei, dem.
Assccar rt-Q^du ae Ia, idem.
Af>aucar de i*, dem.
Alfafa, i em.
Alcool, lifo.
Btalas malezas, kilo.
Bolachiona3logleias. dem.
Bol*cna8. idem.
anba da porco, idem.
Bolacnina de aramia, dem.
Ba'xas impressa3, cento.
Brabante p rdo, Dovello.
Cafne erde sem osso, kilo.
Carre ''re cid 0:80. dem.
Carne o Rio Grande, Idem.
Carne de parco, idem.
Carne ae carnuiro, idem.
Cafe em o, idem.
Caf muido, dem.
Coi vvrie. idem.
Cn pre'.o, ide.
Cogoae Pioe Champagne, litro.
Carvao -eetal, br'l:a.
Capim ?eixe de 3 kilo, om.
Cal branca, alqaeire.
Cil prfta idem.
Colla di Bitha, kilo,
Cravo, :ento.
Costaoei a para cfficio, ama.
Cesta pera papel, dem.
aui e' ino, om.
CertiQ -3o rte bito, ceoto.
Emer-n nrt* cavallo, un.
Eii.v s ii3 cabello, urna.
Ene:, ii .cao de ordeos do da. um ;olume de
anno.
Eocrden cao de D'.arics officiaes, am volme de
trimestre.
Eaveloppes para oficios, cento.
Espaa jor de penoa, nm.
Eaveloppes formato de papel Almasso, cento.
Feiju muUilubo, kilo.
Faroba e mandioca, dem.
Farinsa d Fra^go, om.
FroUKB (2 bananas ou 2 laraojag), 'afiao.
Perrada-a, urna.
Ssllioba, dem.
6e t, :lo.
; la .j la em lata, idem.
Goaom i lacea, dem.
Gooitca ar. bica, idem.
Graspos de meial sortldos de 0 a 7, ceato.
Leite, 4*ro.
Lenba o acba da metro, orna.
Lenba em '.6'o de metro, ama.
Lavagem e passagem a ferro e concert de roo-
P3, pej.
Llxa -ertida, dan.
Livro para pbarmacia conforme o modelo, om.
Livro para as enfermarlas. Idem.
Livro para receitnano, idem.
Livro para o almoxanfado, dem.
Llvro de papel Cironne de 200 folba, dem.
Livro de papel Almasso de 100 folhas, idem.
Livro de papel Garre com 100 toldas, dem.
Livan -a-- lmpresaas, cento.
Lapis de Faber n. 2, dnzla.
Lapis de cor, nm.
Lapis de borracha, Idem,
Maotelga iogle, kilo.
Maateiga francezs, idem.
Marmellidi, Idem.
Mac.:rrao, idem.
Hallen., dem.
Mane, i'1-m.
Miibo moioo, Idem.
Medicamento po- cavallo, numero.
Manpas ieraei de dieta, cento.
Mapp s parota-s de oira, Idem.
Mappas oosologtcus, dem.
Mippas de pbarmarii, dem.
Msppa de moviuieoto diario, idem.
Matta bon&o costaoaao, fulba.
Ovo, nm,
oleo Obreas grandes para sello, ama*
<>ao, kilo.
Petxe fresno (dieta}, dem.
Paat-ss, ideo.
Peixe, i-iem.
l'incl para calar, om.
Pincel para pintar, dem.
('b<'8pnoro?, dntia.
?> D'etc, kilo.
Papel ti. orado para offi^io, roseo oa branco,
risna.
Pape! A'aj'.s'o paotadj, idem.
Papel A'icaso liso, caderao.
PaGel Iuiperlal, cade no.
Panel nara capa, Idem.
Panel par: na, p lba.
p.pfl Mm^rdo para carias omclo,
1 caixa.
Peona Perry. caixa.
Peanas Mal-t, Idem.
Peanas F.leno, 1em.
Papeletas impresnp, cento.
Paila para arebivo, orna.
i'a.-ti para cariesr?, dem.
Qjeljo de Mioap, um.
rtaspadeira fina, ama-
Rexoa 0,-60, idem.
Uegna 0 80, Idem.
Rat, kilo.
Il'jo le ra, idem.
Roxo rei, ide n.
Sal, idem.
s,d>, idem.
Seceante, dem.
Sapolio, om.
Tiploca, kilo.
Talbanm, idem.
M nciniio de Minas] idem.
T>jollos pa a facas om.
Tima Blae Blac. litro.
Tio'a Stepbena, frasco.
Temreiros e verdor.;?.
Btala, dece, alpim, abobora, con ve, repolbo'
ceboliobu, salea, pimeoia, tomate (fracto oa
rras-a), coe tro. kilo.
Vela Etoie. maco.
\Teli8 de re a, kilo.
Verde francez. dem.
V.ssooras piaesava, dozia.
Vassoe-a de cabello, com cabo, ama
Vioagre tinto de Lisboa, Uro.. ,
Vinagre Lranco, dem.
Vioho Figoeira, litro.
Viobo do Porto, lino
Viono rraoco de Libj, litro.
Vales diarios, cento.
Zarcfto, k'lo.
ConJicG-s
1' Todos o gneros se io de superior quali-
dade e os torneadores neverSo emregal-os nos
qoarteis on hos ital duas oras depoii de pedi
dos em vasiloame sea e denosarao na Alfaode-
*a ama qaantia como caocao qoe ser arbitrada
pelo concelho do fornecimenlo.
2. Deverao entregar at o da 5 de cada mez
no Hospital M litar as contas dejforo^imento do
mez finde, sob peoa de mulla de o*/, sobre o
valor do fornecimento do mes.
3.* As p-op s.as deverao ernt-r a declarac&o
xo'es-a de sojeitar-se o proponsote a mola de
S*/> da importancia a que monta- o oomero de
artigos que fo.em acceilos se deixarem de com-
parecer para assigoa' o respeetivo ront-a-to den-
ro do praso que lbe for marcado pelos jor-
oaee.
4. 36 podero eoororrer ao fornecimento es
onlidaios qoe s^ nabllitarem na f-ma do a-i.
18 do Dec-io n. 7681 ce 5 de Marco de 1880
S O foroec- flores -erao obruados a veoder
gneros pelo prejo do cont-acto que assignartm,
.oa olliciaee dos respectivos corpo?, cospal e
forlr.l-".a).
6. Da taita de fiel comprimeoin de qnalqoer
das obrigagCes contrabidas, os fjrnecedort-s rica
rao aojeisos a paar a mulla de 2o do valor
dos gneros e artigoa rejeitaics por m qoalida-
de ou nao recebidos em tempo, obrigaodo-se alm
disso 8O08iitolrem-o'o ou pagar incontinente os
que torem cmprales n-ics ce-pos e bospi ai,
son oena de mrla de I0|0 do respectivo valer.
7.* D< concurroates sao obrigados a apresen-
lar as amostras dos (eneros oa arngos qoe fo-
rem jolgades p-ecisos pelo coocelbo.
8." As p'oi oslas serao apreseotai-s em dopl;-
cata at i 1 boras do referido dia, em qoe all se*
rio abenas.e apreciadas em preseoca dos propo-
nentes.
9. Os ^mecedores qoe requererem reaciso
do contracto e forem attendidoaiearao suje tis
a mola de 10.o sobre o total do fornecimeGlo
do auno anterior.
10. Finalmente nao eerao ?cceitas as propos-
tas qoe nao coniendo as qaaotidades e qoalidades
dos arliecs pedido?, se atastarem dea^e editar
oem tambem aquellas cojos p.>gos esli'erem uo
jeitos a abatimeDto ou decootos' por issuqne ss
meamos precos devetn ser iuvari^vnis.
Alfaodega, de Pe-nambuco, 29 de N.-vembro
de 1895.
O ib8pector,
Alexandre d" Sooza Pere ra do C^rmo.
Edltai
Reviso de aferi^oes
Faz-se pub'ico que dorante o mea de
Dzembro ter logar, na reparticSo de
afericSss, das 10 huras da manhS s 3 da
.arde, em todos oa diaa atis, a revieSo de
balanzas, pesos e medidas dos estabelec:-
me..toa commerciaes, situados as fregue-
zius do Poco e ds Varaea, oujo imposto
ser recebido sam multa al 31 de De-
aembro do corrente anno.
Secretaria da Prefeitara Municipal io
Recife, 2 de De sembr de 1895.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
1
As mercadorlas serao de primeira qnalidade e
'dtvem ser talrenues aos repec(lvut quaneu
I dos corpos onde quer qoe elles eejam, cootauto
I qoe se acheta deulio do permetro da cidaOe do
H cife.
3.
0 fomecimenio sera felto peles contractanes
to intermedio do agente do rancho, em v.su
de peoidos por esie assigoaaose rubricados pelo
riscal do Corpo.
4
Quacdo 'dr qoalquer me-cadorla reputada de
ma quslidade era devolvida ao cuOtractaDio que
a sdosnoi', iomeaiatameote, cob peoa de mol.
la e 25 */ valo- oa me>m< merradona, que
pelo cofre re a comprada pur coota do wni'.
ctante pelo p;e;o qoe !o.' eucootrada oo merca,
do. Em icual muiia ioco'rerao os con ruciantes
pela demora da entrega das mercaderas.
Na bypotOtse do floal da i* oane da claoeula
antecedente os contractanies Bcam obrigados ao
paiiameuto das mercadorlas comprada-, lrg.<
que seja apreseatada a respei.ttva conia comoe-
entemeote visada pelo commandante do corpo,
s.b peoa de ser de-contiua soa imporiaocia
eom o augmento de 10 */, do pnmelro pagsmeQ'
to qc-e ver de Ibes t'er eectuado.
6
As conUs de foroecimeoto para o ram ho ee
ri pelos coniractaota ex^anmas em duplcala
e apresentadas mtnsalmeote a o da 3 ao com-
mandacte do corpo, que as ma'iia' pagar ueu
iro dos dez primeiro^ das de cada mez, depoie
de devtdameote eoDfe'idas pelo riscal; Meando
aos corjt'aciantes salvo o direito fornecimento, orna v>z Codo ests praeo sem que
tenbam embolsado a impor.aocia da coota n
me amerlor e de rescindir o coniracm se o pa-
gsmeoio demorar-'e por B> d WOU diaj.
7.
01 coctractdtes fleam obrlgadoa a fomici
pelos mesmos precos das mercadorlas cootract--
das ;os officiaes dos corpe?, mediante paramen,
to vista, oo em virtude ae vales por elles as-
elgoados e rubricados pelo fiscal, pag>ve>s al
o da 5 do mez subsequ?ote, ovdiabla con'a es-
pacial para cada um aelies.
8.'
Pelas infra {Oes das claufulas deele cooirocto
cojas penas nSo se acbem especialmente deter-
minadas, os sontrecti otea Qcam sujeimg a rruta
de 1O0O0O a 500000 rs. que Ihes serj impos-
>as pelos commaudaote^ dos corpoe.
9.'
Ficam obrieados na contractaniet a fzer nss
mesmas condlc6'>8 o foroec ment de taes mer-
cadorlas, qoe 10 jaigadu necessario pata o r..o
cbo oe qulquer ouira ferca astadoal que por
ventura possa ser creada, sendo neste caso feita
a entrega do gneros no respectivo quarlel.
10.
Os cootractan'.es rao lerao dirello a in lemni-
?ag algoma por excesso de prego das merc
doria?, qu sqoer qoe ^ejam as condiges do
i ercado, o qoe tamben nSo poderSo allegar
para eximir.se do cumprimento do contracto,
que vigorara peio tempo de seie metes a cootar
ie Io de Jiueiro a 30 de Junbo do asno viodonro.
n.
Se os cont.-iictiiiip recusaren].se dent'o do
iroso estipulado na clausula 10a a fazer o torne-
cimento a qoe 'S >'Orlgados, pagar&o a xua
de 100*000 a 5(10*0JO '3. conforme for arbitrada
pelo conseibo que (e a em Ui*nc4o o valor do
contracto, flcando este m*o faeto rescindido.
12.a
Para gsraD'la da mnlia a qoe se refere a clac-
sala antecedente os cont'actanles recolberao
previamente ao cofre do corpo qce for designa
do a irjiponancia qoe for e-lipoiada, a qu*' e
codera ser o'alli leva.,t,da depois de le minado
opr-so docoaira'.'o e de liquidadas todas as
comas a eile relativa?.
13
Os contratantes renonciarSo lodos 08 casos
fortuitos, ordi: ano.! e extraordinarios, qoe pe
dem ser previ,tos e tolos os casos solcitos oo
'osolicito?, coiudns un nao cogitados e Ocarn
em todos e em cada om o'cll-s semp-e obriga-
dos, sem qoe possam delles valer-se, oem alie-
gal-08 em temeo algom para algum (ffeito, qaal-
qner qoe ell>- seja ; bem como quasquer perdas,
prejuizos ou filia de meios. salvo se forem occa-
8 ooadas por incendio casual, destruyo por
conveniencia pa lica, inundacao oa rebelido,
casos em qoe nevera ser eiti a competente
P'ova peranie o conseino.
Joao Alfredo Figoei'Oa,
Tesieote secrelarie.
cante, coohecar aa imguae portogaea*
(raucesa, a Geo^ra^hia Gerai, oom dea.
envolvimento qoanto ao Brasil e Arithme
tiot at a theoria das proporcSes, iocla-
stve, seodo motivo de preferencia o oo.
nheoimeoto de algama ou algamas das se-
guiotm materiua : deteoho linear, esorip-
turac^. meroantil, ingles e aemlo.
A apreaantacSo de attestado de appro
vacio pen* obtida na iostracoSo publica,
BOademit, oa instituto appro vado pelo
Goveroo dispensa o candidato do exzme
da metera a qoe se refira o attestado.
O concorso para tereeiro official pri-
vativo doa amanuenses, e, oa falta desle,
dos pratioaotes.
1.* SaccSo da Administrado doa Cor-
reios do Estado de Pcroambaeo, em 12
de Dezembro de 1895;
O 2.- (ffioial,
Joaquim Spencor Lopes Netfo.
Arsenal de Guerra
A commisslo de compras deste Arsenal
rtcaber propostas uo dia 13 do corrente'
at as 11 btraads manta, para a compra
ios artigos destinsdoB ao p. ovimento do
Almcxarifado deste Arsenal, dorante o 1
qu i
Fornecimeoto aos Corpas
Estadoaes
De n-dem do Sr. Coronel Presidente do Coi.
seibo Econmico, faco publico que no cia 20 do
correte, ao meu ola. serao recebidas ca Se
'retara de 2o batalbio de Infantaria estadoal
oode funecionara o mesrno Cooselbo, propos'.as |
em cartas fecn*C,as, devidameote selladas, para
o fornecimento do geoeros abaixo declarados
ao ra cbo Cas pracas dos corpos de Infantina e
cavallarta deste Estado, dorante o semestre de
J ne;-o a Junbo do anno prximo viodonro :
Assncar de 3* qualidade, kilo.
Arrcx pilado, ioem.
Azelte doce, litro.
Bacalbso. kilo.
Batatas inglesas, idem.
Caf em grao, ioem.
Carne verde, iderx.
Carne secca, idetr.
F.-nrba de maniloca litro.
Feijaj muiailnno idem.
Fructa?, rajia.
Lelba. kilo.
Hanieiga francesa, iderr.
Paes, Idem.
Sal, litro.
Toncinbo, kilo.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vero a as e temperos, racao.
Grne de porco, kilo.
Doce de goiaba, dem.
Vinbo Figaeira, litro.
Agurdeme de canna, idem.
Os contracta o tes deverao declarar em snas
oroposia8 qoe BUieiUm.se & multado 8 ./ de
valor das mercadorlas ecceitas se no praxo qoe
fflr designado pelo Conselho nao se aprsenla,
rem para asaignar o respectivo contracto.
Sin clausulas do contracto :
1.
Oscontractantes slo obrigados a feroecer dia.
riamente e com a oecessaria promptidao as di.
versas mercadorlas qoe ibes fo>em devidameote
solicitadas pira o rancho dos Corpos Eitadoaes.
Edital n. 9
Altandega de Fer-
ramhuco
4.' praca
Pe a I specti ria d'Aiandega se fas
publ>co que oo da 14 d/ corrente serao
vendidas em hasta publica, as 11 horas,
portu desta R^par'icBo as mercauonas
abaixo menciom>das, que cSo toram arre
matadas em primeira, segunda e teresira
prsc/S.
Armasem n. 3
OFFBOito eaixas ns. 1009|l6 viudas
de Fiurm no vapo- huage.ro S. StevSo.
em 17 de Fevereiro di 93,Qontendo typos,
pura typographie, pesando 352 kilos,
3(n*ig FVUrna caixa n. l^O cociendo
obras de farro fundido, pesando 280 kilos
consignados a orden:.
CFVUrja caixi n. 7, eonteodo 190
kilos de obras de ferro fundiio, consig-
nado a ordem.
CFVUrna ceixa n. 8, contendo pecas
do m'ch'nas e obras e ferro fjedido nSo
clasaific&das, pesando 51 klos, consignada
a Brows & Comp.
CFVUrna grade contendo roda oe
raadeira pintada, ordinaria cSo classifca
*g. no v^lor de 400000, aob n. 9.
CFVUrna caixa, n. 10, contendo pe
yas de macbmsmoe, obras de ferro fun-
dido, pesando 435 kilos consignada aos
meamos.
MJC-Tres cnix s contendo ns. 101
106, viodas de New-York, no vapor Belga
Woroiwolt, cont;,do obras de vidrce, n
l, pesando 303 kilos o consignados a M*
J. Campos.
Alfandega de Pernambuco em 11 de
Oesembro de 1895.
O inspector,
Alexandre de Sonsa Pereira do Carmo*
cidministrsQao dos Corraos
de Pernambuco
Editai
De ordem do cidadSo administrador e
para cnmprim> t do disposto no 6' do
nrt. 496 do Begulamento dos Corrosos da
Keonblics, qne baz a com o Decreto n.
1692 A, de 10 de Abril de 1891, fac^
publico que acham-se bertas na 1.a
seccSo desta adminislraoSo, oom o praso
de 30 diss para os respectivos er corra-
mentos, a contar desta data, as inscrip-
i,oes para os concursos da oartoiros, pra-
ticaotes e terceiros officiaes, a que ae tem
e proceder nesta Repartilo no prximo
mes de Janeiro.
Sfio coodiccSes para a admisaSo a
inscripoSo para os 2 primeiroa concursos:
ter o candidato mais de 21 e menos de
30 annos de idade, boa saude, estar vacci-
nado e ter bom procedimonto.
Para o concurso de carteiro deve o
oaodidato saber 1er e escrever correcta-
mente e coohecer aa 4 opsracSes fonda
meataes da Aritbtretica 'para o de prati- Pape! p.rda para embrolho caderno
semestre de Janeiro Junho do 1898f a
saber ;
Artigos para esoolas rgmentaes
Arithmetifaa por Castro Nunes ama
Aritmticas per F. Nery Colsco ama
Artas de mus.oa ema
Cartas de A B C una
Creyons para lonsa om
Cunetas de pao orna
Desenho linear por C. Borges 1 exemplar
xercicio pratico de re3acc3o e estylo 1
exemplar
Esponja para pedras gramma
Est jo para desenho caixa
Gis k.lo
Orammatioa Portogceza C, Borges exam-
piar
Geogrsphia idem
Geometra idem
Historia do Brisil idem
Livro para o soldado do 1' anno idem
Livro para o aoldado do 2 anno idem
Litros de primeira lei tura idem
Livroa de segunda leitura idem
Livros de teraeira leitaia idem
Livros d syrtema m -trico idem
Menuscripto por Dr. Ventora um
Normas p-ra escripia, coller;ao urna.
Pedras pare clcalos ama
Selecta por Jo3o Barbalho ama
Tabeadas urna
Artigos para expediente
Almanack de deafolhar um
Atteata-'os de bitos folba
Jaderaetas em branco de papel fame
pautado com c0,100, 60, 150 tolbas urna
Caetas finas urna
Caetas entre-tinas urna
Cesta de vimea ama
Canivetes-fioos um
rtnvel ppes sem timbre para < fficios um
Enveloppes com timbre piraofficios um.
Enveloppes oa sobre crtas, aom timbre
para errtas cfficiaeG caixa
Eoveloppea ou sobre cartas cem timbre
para cartea officHes caixa
Eoveloppea grandes in-folio, sem timbre,
para offieios nm
Enveloppes grandes in folio, oom timbre
para offioios um
Esptula de osso urna
ttscrivaninba de vidro ama
Gomma arbica liquida fraseo
Gamma arbica em caroco kilo
Folbas impressas para ferias de opera-
rios orna
Folba imp eesi para pagamento de empre-
ados urna
Folba impressa para ferias de serven-
tes ama
Lacre eucarnado e verde, pao am
Lapis preto Faber um
Lapis de berrocha om
Lapis de 2 corea um
Livro formato Je com 50, 100,
200 e 250 folhas numeradas am
Livro formato Carr, com 50, 100,
200 e 250 folbas numeradas um
Livro formato Corooe, com 50, 100, 150,
e 200 folhas numeradas nm
Livro impreeso de talfio coa 200 folbas,
para pedidos do Almcxarifado nume-
rado um
Livro impresso para conbecimento de
eosturas com 200 folhas, de talSo om
Livro impresa?, de ialao, par vales de
csturaa cm 2-0 fotasb um
Livro de talSo para licenca dos aprendi-
dizes com 200 folhas numeradas um
Livro impresso para vales quinsecaes com
200 folh.s um
Livro impresso para resumo mensal com
200 folbas am
Livn impresso de talSo para vales diarios
eos foroecedorea com 200 folhas am
Livro impresso de talSo para pedid s
diarios a arre.'adecao com 200 fo
ibes um
Livro impresso para assentamento de ofa-
cia s e pracas um
Livro em branco de papel Ec, com 50,
100. 150 e 200 folbas. numeradas om
Livro de papel Colomb er com 200 folhas
ly:ogr.-phad.8, para mappo, cem ence-
reraugao inteira de coure, nume-
rado ura
Livro de pape! formato Carr oom 150
folhaa numeradas e riso das, para re-
ceita, um
Livro de papel formato Carr com 200
folbas numeradas e riscatias, pera de-
ptza am livro em branco riscado com
2C0 folhaa numeradas de p&pel formato
Carr para registro de tiro am
Livro em branco de papel fiamo pautado
oom 100, 1^0 e 200 fclhas numera-
da? um
Mappaa nosologicos impressos folba
brelas grandes para sello parea
Pepeletae para guias de costaras folha
Prpeletaa para emprentadas dos cffi-
ciae folba
Papeletas para Hospitaes folba
Pa. el bollanda pautado, formato Corone,
Ec, Carr, Raneen Je e Colom-
bier folba
Papal fiuuie pautado resma
Papel finias liso resma
Papel iogles rosado sem timbre para offi
cios resma
Papel oglez rosado com timbre para offi
cios resma
Papel de liobo pautado, portugus verda
deiro reama
Papel mata borrSo folha
150,
150,
Papel Vergo pauta o caderno
Papel Imperial Ciderno
Peso de vidro para papis om
Papel timbrado para cai-Us offio'asa
caixa
Papel sem timbre para cartas off-iaes
caixa
PartioipacSea de pracas doentes na En-
fermara folha
Pennas d'co Perry n. 150 caixa
Pennaa d'sco MhIUt caixa
Peonas d'aco FalcSo, caixa inteira nma
fenoas d'aco oaligraphicas n. 62 caixa
Pastas de oleado, de diversos tamsnhcs
urna
Rolac5es ou InformacSes para conducta de
olfi i es e pragas folba
RelagSo de pragas doentoa ratadas oa
Enformaria dorante o mes fdha
Regua de bano oom frisos de metal,
chatas de diversos tamanhos urna
HeguA de bano oom frisos de metal
drados ama
Raspade'.ras com cabos de oseo urna
Sabonetes finos um
Tinta preta para escrever, garrafa
Tinta inglesa em boiSo de 1|2 litro om
Tinta oarmiu frasco
Tesourn grande d'aco n&ra -npei nma
go pr l'par peonas oom eecjvanm.
Obsrvameles
As propltas ddver^o ser em dupii*{*
oom reanlo a cada especie de artigos,
tendo no alto o Home do pr^ponente, a
cdioagao da c^ea commeroial, o nomero
e a marca das amostras aprssentadaa, a
declarago expressa de ae sujeitarem a
multa de 5 Oiq e man multas ao regula-
ment vigente*
Os proponen tes meocionarSo no sub-
scripto de toas propostaa a especie do ar-
tigo preposto, o numero e a marca das
ai ostras que apresentarem e a data da
sesslo do Conselho.
Todos os artigos serSo postoa no Arseca]
por conU propria, de conformidade com
os pedidos que Ihea forem feitoa, de pri-
meira qnalidade e com a mxima promp-
tidSo-
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Peroembuoo. 10 de Desamoro de 1895:
Jos Francisco Ribeiro Machado-
Secretario
v..
COMPANBfTA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORXaER^
De Londres e Aberdeen|
Posico financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundoa accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fugo 626.0000
De premios sobre vidaa 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & P
Uevo^ao
De ?i, da Coneole&o arco dos
arliataa, tcci* do cantentu de IV.
i*, i Carato do Peelfe
A mesa re^eaur, oetlr- lavoco fax tcieoie a
toaos 08 seas cariaaimut IrmjS e riSsqoe
teo o dado principio as soas catacnmOas no ce-
miterio pn&lico desla cidade, convida os mea-
mos, atim de virem satislazer o qoe marca o
comproml880 desia devejao, devendo precorar
s seus recibos em m3u do thesocreiro.
Consistorio da devocaa c N. S da Con;e:c5o
a caigo dos rft.'trf, 4 de Oesembro de 1895.
O eservo
_ Elpidio de Oliven"
Gompanhia de Servidos Ma-
rtimos de Pernambuco
TABELLA
para cobraocas dos reooqoes pelos vapores
Amadeu e loleque
BECLAhAGOES
Estrada de Ferro de
Pernambuco do Reci-
fe ao Sao Erandsco.
Aviso
Em cumprimento do disposto no Decreto
a. 2044 de 15 de Jolho ultimo, do Gover*
no da LTniSo, qoe alterca as bases da ta-
rifa de transportes desta Estrada de Ferro,
fago publico que do dia 1.* de Janeiro
prximo vindouro em diante entrar&o em
vigor as novas bases, oue consisten! na
elevagSo de 10 reis por kilmetro para
passagetros de l," olnsse e 5 reis para os
de 2 (Tarifa n. 1).
As uxas das tarifas concernentes ao
transporte de algod2o, alcool, vinbos, li-
cores, aaaucar, couros seceos oa salgados,
ficam sujetos a variacao da cotacSo du
cambo, augmentando oa diminaindo 5 'J.
(cinco por c^Gtc) d&a actoses por inheiro
eaterlino entre as entecos de 10 e 20
petce por lOPO, aendo a cetacao de 20
eatabelecida como o padrfio daa tarif s cce
ora regulara.
Eicnptorio da Sopperiotendeacia, Cabo
19 de Novembro de 1895-
Wells Wood.
tjtpp 3.-intendente,
Companbia Oistilla^ao Fra-
goso
ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA
(3* coVocac5t')
NSo tendo podido reslizar-se no dia 9 do cor-
reate mez a S'8t>ao da atsunnlea teral ordioa-
rli- dos Srs. Acciooi reo>*3e uo dia 14 do correte as t horas da tar-
de, no escrlptono provisorio, a-ua da Croz o.
i, atim de tcmarem connecimeoto das cootas d
Directora, resolverem sobre o pedido de exo-
nerscSn a'om director, se for accelta a dispensa
pelo mesmo pedida, elegerem o respectivo sobs-
noto, e tambem elegeram a rea commisso
fiscal.
Recife, 11 de Dezembrc de 1895.
Crios de Moraes Rodrigues Ferreira,
Prt-sidente.
Km. w7
4thenea Mosicnl PeroambacsDO
EleicAo
De ordom do Sr. Presidente, convido aos Srs.
socics, effecltvos e honorario)- a comparecerem
na ede social, no domingo 15 do correte, s
II oras do da para em assembli geral, tle-
eerrm o conselho admiulstraiivo para o anno de
1826.
Recifr, 12 de Dezembro de lf 95.
O 1 secreiario,
Joo 1. dos Soiof.
GOMPANHIA
Usina Cansangao de Si-
Diaib
Acbam-se disposlcao dos Srs. accio f tas no
e;cr r tono dos Srs. Bozwcil, WiHiams & C. o
balaceo emais documentos deque trata a lei
das sociedades aoooymaB, referentes so anno
Qndo em 30 de Jooho.
Recife, 7 de Dezembro de 1895
0 director secretario
____ ________G. C. Gatis.
Hospital portuguez
Assemb'a seral para eleicao
De ordem do IUm. Sr. vice-proveor, coovido
os Srs. socios a reooirem-se na secrearia deste
hospi al, no prximo domingo 15 do correte, i
1 hora da tarde, aflm de dsr cumprimento ao
qce preceilna o $ 3- do Ar. 17 dos cosaos es a-
tntos-
Secretaria do Hospital Portegoez em Perna-
mbuco, 11 de Dezexbro de 1893.
O i secretario
Antonio Jos Hariios,
Instituto Archeologico e Geogra-
phieo Pernambacano
Qain:a-feira IS do corrente, hora do cosa-
me, ha veri fessao ordinaria.
Secretaria do Instituto, 10 de Novembro de
1895.'J 1- secretarlo,
Baplista Regueira
At 100 toneladas S04000
OelOi 15-ld.t.s -cO^OOO
De 151 a 800 ditas 70*000
De 201 a 250 oitas 80*080
De 251 a 300 ,iras 90000
De 301 :t?0 ditas i00*000
De 351 a 400 duas 110*000
De 401 a a50 ditas i:zo*ooo
De 451 00 ditas 430*000
De 501 a 350 ditas i'ioiOOO
De 551 a 610 oiti-s 1604000
De 601 650 duas 175*000
0^651 a 700dlt<8 190*000
De 701 a 750 ditas 205*000
De 751 8G0 ditxs 220*000
D- 801 850 duas 260*000
De 851 900 ditas 280*000
De 901 i 950 ditas 320*000
De 951 1 000 ditas 350*000
Recife, 22 de iNovembro de 1893.
F. de Assis CardozD.
Secretarij.
Coinpanhia Pernambu-
cana Powder Factory
Assemblca Geral Ordinaria
De ordem da Directora, convido aos
Srs. accionistas desta Companbia, a reo-
oirem-se no salSo da AssociacSo Com-
meroial Agrcola, no dia 23 do corrente,
ao meio dia, para, em assambla geral or-
dinaria, tomaran conbecimento do rota-
torio e cootas referentes ao anno rindo e
elegerem Directores e Fiscaes para o pe*
riodo corrente.
Os porsnidores de acc65s integr>lisadaa
que qaiserem tomar parte na assembls,
deverSo, at 8 das antes da renniSo, de-
poaital-aa no escriptorio da Companbia,
como preceitua o art. 26 dos Estatatos.
Ben.-. Loj/. Cap/.
Cavailelros da Cruz
S.-. F.-. P.-
De ordem do Ven. peco aos Ilrre-. do qua-
4ro para comparecer Sess.-. Hagn. de ini-
ciagao' dorxiogo 15 do correte, s 11 horas da
maob.
Or.* do Recife, aos 11 de Dezembro ae '893
E.-. V.-.
M. Marti08 gr.- 18-. -.
Secret.-.
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
^o ou reclama^o, se-
r estajeitano escrip
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os >Srs-
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza dere,
rao ser passados em
ialo carimbado e fir-
mado pelo gerente^
iem o que nao tero
valor alg-um.
Samuel Jones.
Gerente.
ASSEMBL4
OERAL
NA RIA
EXTRACBDI-
Convido igualmente ars Srs. acconla-
tas, para, depois de fnda a sessSo ordira-
ri, ae oonstitoirem em assembla geral
extraordinaria afim de resolverem sohr>.
nma proposta de reforma de algamas d s
dirposi^oes de nossos Estatotos,
Ktcife, 7 de Dezembro de 1835.
A, J; Barbosa Vianna.
Secretario.


I

-:/'




co Uuinta-feira de> Dezembro de 1595

Ultima corrida Teste anno
DERBT-CLB
DE
PEKNAMBItO
A extracto dos brindes ser fcita pela machina Derby Club
QUE SE REALISARA' NO
Dia 15 de Dczembro de 1895
Em solemuisacao ao 7. anniyersario do
WM DI
AVISO
Para maior regularidade as corridas e at-
tendendo s recl-m^coes do publico em
geral, o jog*o de poules ser fechado
hora marcada na pedra.
As corridas terminaro s 5 horas da tarde.
Uojd Brazileire
OVAPOR
S. Salvador
Commandante J. M. Peasa
E' esperado dos
porto? dia 14 do corree-
ste, e seguir para
*os portos do sol
Qamburg Suedamerikanis-
che Dan pfechiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
A suncion
lEILOES
no mesmo dia.
E'esperado des
portos do sol ale o
da Si do eorren-
!,te. e seguir de-
pois da demora
necessaria ara
As encommendas serao recebidas at i hora
da torda do dia da sabida, no trapiche Barbos
Caes da Companhia Peroambucanan. i.
Aos Srs.-carregadorerpedltnos a soa> MenClo
para a clausula 10- dos coobecimeatos qae a
To' caso de baver algoma redameejo contra,
companhia por avams oo peraa, eve Mr eita
por escripio ao agente wP"s"dodBpS?.H
descarga, dentro de tres das depois de finali-
"ns'o precedendo esta formaiidade a compa
Qh'a fica isenxa de toda a resp-nsabilidade.
As passagens sao tiradas no mesmo eicrlpto-
rio, at s 21/1 horas da tarde do dia da sabtd
do vapor.
Atiencao
^As passagens pagas a bordo custam
mais 15/-
Para carga, passagens, eocommendas e valo-
rMtr.t,-8ecomoGENTEs
Pereira Carneiro & C.
6RUADO COMMERCIO-6
1 > andar
Lisboa e Hamburgo
Para passagens, carga, frete, etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelman & C
RU DO COMMERCIO N. 18
1.a andar
A's 8 horas e 5 minutos de qoiota-feira, IS do
corrate, partir o trem qoe ara paesagem aos
concorreates ao leilSio do- movis e immoveis da
colonia Snassana, e qoe ebegara a tempo de en
rcnirar paesagem gratis at ao sobrado em
Snassnni._________________________________
J~Hoie deve ter logar o leilao dos movis da
colonia Soassona
Sexta-Wra, 3 deve ter logar o leilo das
faxendas de le*, e miodei to de ao valor, ava
riadas d'aeo* doce, e transportadas do arma-
tem oa roa Mrqoei de OlirdaD. 39, para o da
roa do Bom Jpsos n. 55. __________
Leilo
De orna vara tco'toa
Quinta-feira, 12 do corlete
Em Jabofto, por occapiSo do leilao de mo-
vis e immcveis em Soassona.
*t'ome*
r.
S
-
=
Pellos
NatnrA
lia.
Cor Am, veati-
FroprietrJo_
l. PareePrado Pernambucano-lCOO metros.Animaes de PeroambDCo qoe nao
unoao gauho 1.- e 2.' premios tus Prados do Reci(e, contando oo i victjria.
Premios : 200JC00 ao l. 60*000 ao 2. P 30*000 ao 3.
Linceiro
Demcrata
Ajodante .
Bailesa.....
i tenido ...
Btala?......
Temeruso ...
Rodado .....
Castanbo
Mellado.....
iJasanho....
R 'dirto.....
Ca unco.....
'eroarnb..
*
c
c
51
I
Amarello e verde ...
Letrado............
Encarnado e preto ...
Grenat e aial........
Aiol e braoco.......
Encarnado e preto...
K.druado e asnl...
P. C.
I. F-
Ooud. Arrayal.
Fraacisco Migoel.
.4. Silva.
G. C. A.
2* PareoIS de Dezembro-1.490 metros.
ao 1., 60*000 ao !
Animaes de Pernamboco.
* 30*000 ao 3.*
Premios: 300*
Cingo......
ioo .......
Vlugador ..
Milaio......
5 Tjlispher----
6 Pitcbooly...
7|Wate.lju....
P-I0 ....
3*io.......
rtodado....
B-to.......
^;!--0.....
.io.......
Pernamb..
50
Verde..............
Grenat e preto.......
Branco e relo.......
verde......
Atol e verde.....
Braceo .............
Escamado..........
J. P.
C. Camoos.
Cood. Portense.
M. Pimeotel.
J. G. F.

?. A.
3 parpo-H, do campo trande-1 00 metros.Animaes de Pernambuco.Premios
30^000 ,u i. 60*uut) ao 2.' e 30*000 ao 3.\
1 LogoDig ...
2 Hrbreo......
3 Vesavio ...
4 Proscripto ..
5-Dablim -----
6 Peoeamen o .
Piraron ...
Par rien'a-
riela.....
9 Affeclooso ..
10 Utopista-----
11
FuracSo.
Castanho....
c
Rodbdo.....
Alazao ..
castanbo
A>z*to ...
Castanbo..
Pe na-Db..
50
Encarnado *e branco.
Azul e eacarnaao....
Amarello e verde.....
Eocaruado e preto....
\zal e branco.......
Preto e amarello.....
Brinco..............
Encamado e pre'.o...
Letrado ......
Preto e braoco-
Asol e braoco-.
J. P. Galvao.
J. B
J. Tbomaz.
Coo'ielaria Arraial.
S. J. Rod'ignes.
D. Luiza M. Doria.
Cood. Bella Yi-la.
t. L.
I. F.
J. Cavalcanle.
J. Babia.
4. Paroo Estrada do Ferro do Berlfo a Casanga -1.800 metros.Animaes
ce feraauonco. Premias : 350*uo ao i.-, 70(K.0 ao 2. e 35*000 ao 3.\
Clngo.......
Ualaio......
PatcUouly....
Tali8pber....
Vingador....
Preto ..
Baio ..
Kaaso-
Rodado.
Peraamb..

50
Escamado preto...
Branco e verde.......
Branco...............

Preto e branco.......
J P.
M. Pimentel.
J. G. Ferreira.
5 PareeBrazal 2.200 metros. Animaes de Pernamboco. Premios
1., 250*000 ao 2. e 100*000 ao 3."
Condelaria Pelotease.
1:000*000 ao
Ida........
Torco 2.'...
Feoiano.....
Fortoso.....
Moscarda..
Tado-.....
Platao......
Rodado....
Alazo. ...
Rodado____
Castanho....
Rodado......
Mellado.....
Pernamb..
*
44
51
SO
53
54
44
54
Listrado.............
Grenat e azul........
Encarnado e preto...
Verde..............
Branco e encarnado..
Verle e amarello.*..
Listrado.............
Cood. Cruzeiro.
J. Ferreira.
Cood. Vigilancia.
M. L. Machado.
J. Moraea.
Cood. Nemndio.
6 PareoGuilherme Guimaraes1.200 metros. Animaes da Peroamboco
. mioa : 300*000 gao 1., 60*000 ao 2.* e 30* ao 3.*
Pre-
Galiet.......
Mendigo.....
Hebreo......
.-oliliqoeio..
Da iiii.....
Realengo...
Pleiade......
Pi ramn.....
rapy2.*....
lOlDjallj.....
Rodado......
Castanbo ...
Castanbo.. -.
Mellado....
Rodado......
Pernamb..
Castanbo..
Alazao.....
c

>





50
Branco'e encarnado.. Cood. Cruzeiro.
J. Tnoom.
Preto................
tincamado e azol....
Encamado e preto...
Verdee branco......
Grenat e azul........
Amarello e braoco
Listrado............
Rosa................
B.
Cood. Arrayal.
M. J. Rodrigues.
J. F
J. J. dos S. Jnior.
Cood. Bella-Vista.
F. C. Rexeade.
Cood. Por toen se-
7.'
Pareo-Hermenegildo Loyo-1.300 metrosAnimaes de Pernamboco. Premios:
300*000 ao 1.*, 60* ao 2.* e 30* ao 3.*
i
2
3
4
5
ifi
Meadigo.....
Pruce.......
Tenor 2.v...
Piano.......
Enlreb.....
Baralno.. ..
Castanho....
Alazao......
Rodado....
Castanho..
Pernamb..
53
Encarnado...........
E icarnado e preto. .
Azol.................
Azul e encarnado....
Roso e branco.......
Rosa................
I. Ti .maz.
Cood. Arrayal.
i C. A.
F. C. Rezende.
Almeida & Silva.
A. S. Campo*.
Otatmfts
O jockey ooe melhor comportamesto tiver e maior numero de victorias alcaegir receber
da Directora oto premio oe tOQjO 0.
Deixa de ha ver o par o oe animaes de poro saagoe por nao ter apparecido inscripcao
de accordo com o projecto poblicado.
Tocando a pesagem os animaes deverao estar jontos respectiva casa para serem lmme-
diatam*:nte ensilbados e segoirem para o barracao no ceotro da raia onde so poderao estar os
jockey* e os tratadores oo criadoa os qoaes nao poderao ter commonicac&o com pessoa algoma
Ules de reali-ar-.-e a corrida
Conlinoam em vigor. edas as resolocea at boje adoptadas pelas sociedades byppicas
deste Estado, co Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda das poules, nao teri ingresso
pessoa algoma alem da directora, commissao fiscal e eupregados.
Os Srs. juizes eterao ingre-so na sala contigua a da venda de poules.
Os Ss. empreados devem estar no Deroy Club s 10 horas da maohS em ponto, sob
pena oe oao serem admillid s no servlco.
Cnama-se a atteoco dos Srs. apostadores para o horario que ser restrictamente obser-
vado, fechando o <* pareo s 11 horas em poeto.
Os jockeys qoe nao se ap'esentarem convenientemente trajados com as cores adaptadas
no programa por seas patrdes, nao sero. admittidos pesagem e sero multados de accordo
cota o art. 51 do cdigo de co-rldas.
Os aaimaes inscriptos para o Io pareo deverao acbar-se no ensilbamenlo s 9 1/2 horas
da macha
Os torfaiis* sero recebidos at sabbado 14 do correte, s 3 horas da tarde, na Se-
cretaria do Derby.
As poules qne nao forem pagas no Prado da Estancia no da da corrida so sero paga
| dias depoia na Secretaria do Derby.
Os premios serio pagos 48 oras depols da corrida na Secretaria do Derby Club
Duque de Caitas n. 20, 1* andar.
O expediente rara esta corrida encerra*-se-4 sabbado 14 do correte As 3 horas da
tarde.
A directora chama a atteocSD dos S.s. propietarios e Jockeys para o art. 2 e seos ||
f art. 46 qoe sao restrictamente observados.
Secretaria do Deroy-Clab de Pernamboco, 11 de Dezembro de 1895
O Secretario,
B. Campos.
Companhia Pernambncana de Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
Fernando de Noronha
O paquete Una
Commandante Carvalho
S?goe no dia 1 do cor-
rete, as 4 horas da tarde.
Recebe carga, eocommendas, passageos e
nheiro frete, at s 11 boras da maoh do da
da partida.
Chama-se a attensao~"dos SrB. carregadores
para a claosola 10- dos conheclmeotos qoe a
TS*m de baver alguma reclamaco con^
tra a Companhia, por avana oo pardo, devei ser
f eita por eecripto ;-o agente "Ptl "A0"0
da descarga, dentro de tres das depols de hna-
isada.
NSo recedendo esta formaiidade Compa-
hia Oc isenta de toda a responsabilidade.
ESCRIPTORIO
Ao Ciea da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia Fraaceza
IVaTcgm;So a vapor
Linba regular entro o Havre, Liaboe,
Pernambuco, Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santoa.
O VAPOR
Ville de Rf-saro
COMMANDANTE DANIEL
Espe'a-se da Europa at o dja
8 de Dezembro e seguir de-
oois da demora oeceasaria para
Maceio', Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Roga-8e aos Srs. importadores de carga palos
vapores desta llnba, qoeiram aoresenUr den-
ro do 6 dias, a contar do da descarga das al-
varengas qualqoer reclamacio concernente a ve-
lomes qoe por ventora tenbam segoido para os
portos do sal. aazn de se poderem dar a tempo
as providencias necessarias.
Expirado o retertdo praxo a companoia oao ?e
responsabilisa por extravos.
Recebe carga: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ruy do Coromeroio9
Prince Line of Steamers
James inott Sew-taslle on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazil e Rio da
Prata
E' esperado de New-York
at o tia 1 do correte, e ,
sabir depoia da demora ne
cessarla para a
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Crele Prince
Tem ptimas ac2omodaQ3es para pasas,
geiroa e Iluminado las elctrica.
Para cargas e passageos trata-se com os
Agentes
Johnston Pater fy *
Ra do Commercio n. 15
PieiOc Steao) Navigation Com-
pany
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete
Orcana
Psiiiaifui
O paquete
Magdalena
Commandante James Pope
E' esperado da Europa
no dia 1* do correte,
segoindo orpms da demora
iedispensavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-se aos Srs. recebedores de
mercadorias, que a Companhia Mala Real ingie-
ra ciotrarton com a-Ganuat Steam N*iegatioa
Companvum servicode vapores semanaes qoa
partindo de Bordeaos. Cognac, Cbarente, devem
cheear a Soutbamptoo a lempo de Daidearem as
cargas destinadas America do Sul para os va-
pore desta companbia.
Esta companhia accelta por procos rasoave s
para Valpaiaiso at Abril, pasiugeiros com este
destlco por va de Boenoa-Ayrea e entrada os
Tambem acceita passagelros pjra New-York
a Soutampton, por especial arranjo teito coa
a Companbia Allemand Lloyd.pcdendo demora-
rem-se na Eoropa casi o desejarem.
BeduceSo noa procoo das paasagena
Ida Ida e volta
k LiKOoa 1" ciasse i 20 SO
A' Soattampton i" ciasse i 2 52
Camarotes ressrvauos para o% passaseiros da
Pernambuco.
Nota importante
A Royal Mail Steam Packet Cempany resolveo
para commoaidade dos Srs. paspageiros com des-
tino a Pars, qoe oe seos paquetes tcito na yin-
da como na ida facam escala por cHERBOUKU.a
poocas boras de Paris.
Se o numero de passageiros para esta cidad
der para cobrir as despezas, a Steam Paoke
Company ter em Cherbcurg um trem especial
para a eooducco dos meamos Srs.
Para carga, passagens, encommendae o di-
nheiro arete, transe comaos
A-niorim Irrao & C.
W. 3Bna do Boa J*oa N.3
Santos e Rio
Agente Oliveira
Leilo
De BO ECC6es da Ceropanhia Serrarla Pernam-
bucana, do valor de SCOJCOO cada UTa, penbo-
radas pelo Banco Popular.
Quinta-feira, 12 do corrente
A'S 11 HORAS
so armazem rmS de *o-
vembro n 39
ANTIGV D IMPERADOR
O agente Oliveira. por mandado O
Dr joVidedireito do -omme-cio a'eqoerime^
indo Banco Popular, levar a leilo as ditas
croV, as Slaei"lirio, penhoradas pelo refer.do
Banco, para sen pagamento.
Seguirl n'e8tee poocos dias o
vapor nacional
Norte e Sul
Recebe carga e passagens, para os qcaes tem
boas ac8cmmodac6ee.
Trata-se roa
Viaconde de Itaparioa
n. 26
damburg Suedamerikanis-
che Dampff chiffahrts-Ge-
ellschaft.
pVAPOR
Curityba
E' esnerado da Eoropa at o
dia 1C do corrente, e segotr
!depoi ua demora necessaria
para o #
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
18Ruc do Commercio18
i andar
Bea Cross lie of Steamers
E' esperado do porto do P&RA*
,at o da *S do corrente e ea-
.bir depoia da demora necessa-
ria para o mesmo porto __
O vapor inglez
Lisbonense
Para cargas e
passagens trata-se
Agentes
com os
Joimsto^ Pater & G.
Ra do Commercio n. 15
Es pera-se d o
sol at o dia le
ido correte e se
goir depois da
demora do costme para LiTerpool com escala
por
Lisboa e la Pallice
N. B.Este vapor i,5j tem accommodacOes
para passageiros de 2. ciasse.
Para carga, passagens encommendas e dinhai.
ro a frote trata-se com os
AGENTES
Wilson Sons & C Limited.
10Ra do Commercio10
1/ an*ar
immm Maritlmes
LINHA MENSAL
Vapor Medoc
Entrar no porto
E' esperado dos portos da Eo-
roia at o d 1 de Dezembro,
segoindo depoia da oemora ne-
cessaria para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Camarotes reservadoa agencia de Pernambo-
co para os passageiros qoe se destlnam a Eo-
ropa.
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer>
cadoriasque 6 se attendert a reclamares por
faltas que forem reconhecida" na occasio da
descarga dos volumes; e que dentro de 48 ho
as a contar do dia da descarga das alvarengas,
deverao faxer qualqoer reclamaco concernen-
te a volumes que porventura tenbam seguid
para os portos do sul, am de serem dadas a
tempo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresen*
ram na vespera da chegao uo vapor para toma-
ram as suas passagens.
Dos movis e immoveis do
Ncleo Colonial Suassuna,
ftiinta-feira 12 do corrente
A'S 10 HORAS
No sobrado grande, onde
foi a sede da mesma colo-
nia su as dependencias
SS de8ma!.e'rae8ootroB cbjectos qae sero
vendidos em lotes. #
Ao meto da
U^m8sob8redoSierngae;.bo S.ccorro com 24,10-
deTeot^-de lU., -.J rJf. P^re-
gas 100 iravetas menores e cerca de /u grau*.
depSa^\daraq0omauds\oa, fabrica de ecidos
da estrada de Ierro e passar por ira o rio
b0 me o. t3 da a- secfio com M6,600 metros
auadrados qoe limita ao. njr. eaj^ ytol,-
leste com oa lotes 15 e V, ao ra <-"
a^Z>3$!*" 80brad0 e h08-
PeSamasodb0raSd0oCnoreogenho gante. Andr com
10km de frene, 18,50 de fundo. 6 de pe di-
JeVo travejameolo1 de'made.ra coberto de telba.
No eneenho i^uarany
A casa do engeubo com 40 ros. de frente. 15
de fondo, AJO de p direito. pilares de alveoar.a
sustentando ir. vejamento de m.deira coberta de
teMoendas 6 laxas, 60 formas de barro, roda
SeS de 'erro, robao de madeira. alam-
biqoe de coore, 8 cobas de madeira e ootros
aCCmarca.8a de v.venda com 11.90 ms. de pe
%^r;?>Xi qoartos, terraCo, co-
berta na frente e oites.
Em tempo
Sendo o engenhe Guarany
movido a agua a levada e to-
maria pertencem ao Estado, e
por consequencia serffo vendi-
das com as casas e mais per-
tences do mesmo Engenho em
una s lote.
Quinta-leira, 12 do corrente
NO SOBRADO, M SDASStsA
O acenie Pinto aotori?ado pelo Ulna. Sr. Dr.
director da 3- Directora da Secretaria da Indos-
trhlara kiWo dos predios ierras, pertenc.es
Se enaenno movois e mais objectos cima meo-
c,onadgos oerteocentes ao Noc.ea Colonial Soas
sonae all1 existeotes.
Agente SiWeira
Leilao
o engenho JSoa-Es-
peranija
QDARTA FEIRA, 18 DO CORRENTE
AO MEIO DIA
No armazem roa 15 do So-
veaabro n. 41
O aeente cima, po- alvar do Exm. Sr. Dr.
joiz i e di'eito no civel a com a soa assisteocia*
a reqoerime to de D. Jolia Ajres de Almeida'
Frenas, inventariar te dos beos deixaoos pelo
Uado Dr. Joaquim Ayres de Alme.da Freitas
levara a leilao o eD^eorio Boa Esperaoca, per'
lenceote ao esp-liu ou mesmo Gnado, e situado
oa comarca de Panellas moeote rom agoa, ci peiro, com moendas do
ferro, casa < temas, assentamento constante da
6 taxas, grande noujero de formas de msdelra,
1 calxes para deposito, alambiqce de coDrecom
depoeito e seus perteoces, em casa de telbag
casa de vivenda de tijolio e taipa, coberta a
t-lbas, sendo qoe eoa demarcacao constante da
eBcrlptura de corxpra e termo judicial, qoe est
em maa e poder do mesmo agente, Pilra qoe os
licitantes possam conhecer, e mais 5 cavailos
DOVOS.
Os pretendentes podem examinar.
"grande e ymado""*
Leilo
De lazendas e miudezas ava-
riadas
Sexta felra, 13 do corrate
A's II floras
Agente Pinto
NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 45
Em tempo
O referido leilao consta de um variado sorti-
meoto de azencias tinas e de lef, m udezas e
muitos out'os a'tieos de valor, es qoaes objec
tos molbados o'agoa doce, em consequencia do
acontecimeoto do sob-arlo de o. 39 do Mrquez
de Olinda, foram transportados para o armatem
da roa do Bom Jesos n. 4, onde teri logar o
leilao.
Agente Pestaa
Leil
ao
De orna armac&o de amarello, caixdes, pesos,
balacga, medicas e orna carteira peqoena, per-
tenceotes a Joao Pmio & C.
Sexta-eir, 13 do corrente
Ja'8 12 HORAS EM PONTO
A' porta do estabeiecipjento de molbados sito
a roa Dr. Tobas ttarretto n. 24, confrente ao
Monte-Po Popolar Ptri amuucano.
O agente Pestaa veuder por mandado e as-
sictencia do Exm. -r. Dr. juiz do commorcio e
a reqoenmeoto de Manoel Marlmbo Ferreira, a
armagao cima mencionada, por qualqoer preco
que ar.
Agente Pestaa
' Leilo
DE FAZENOAS E MOVIS
Sabbado, 14 do corrente
A' 19 horas da manh
Na roa do Vigano o. 26, Io andar
0 agente Pesua vender orna linda mobllia
com consol08 de pedra e espelbo, i aparador
com dito, 1 toilett com dito, 1 lavatorio com dito,
1 cadeira para plano. 1 eBtrado, dozas de copos,
12 cadenas de janeo, 3 relogios de rarede, 1
veltcipede gran ie para corr as, 2 caixas com
cerveja. 90garrafas com oognao, 1 mesa redon-
da com pedra, cosioxes de casemira, vestuario
para menino, roopas feia.- para bom ns. i pe-
quena armaco de amarello para ecriptono, 2
hancas para escola, r acide, quartirh-ra e cuino?
mallos ojelos qoe ser2j venaides no da e
hora cima mencionados.
^
^^
AVISOS E1VERS0S
Precisa se de om ciada : na bolica fran
ceta, roa da Croz o. 22.
Venae-fe um terreno s'to roa do Jasmim
com 8 meias aguas, terdo 92 pMroosdede freote
para o becco das Barreiras e 420 de freote para
a roa do Jasmim, tinalismio com o rio Caprba*
rlbe, p'oprlo para nma fabrica e para edjflcaco
de om cbalet : quem o pretender dirjase ao
Oecco de Joo Francisco o. 4, qoe achara eom
qoem tratar._______________________________
Impressor
Precisa-s* de um ar-
tista impressor que seja
entendido na artetypo-
graphica: no escriptoiio
do Diario se dar m-
formacoes.__________
Aluga-se
Utn chalet na roa da C ceico dos Milagree
n. 1 (Olinda), com basantes corxmndos e tendo
om hanbeiro para bachos do mar; a tratar La
roa Pedro Alfonso o. 26 A.
Preclaa-ie de orna que cosinoe e faca poocas
compras, para tres pessoas ; a tratar na roa da
Concordia n. 40. ________
*n
Precisa se de urna ama para cosiobar e mais
servicus de casa de pequea familia ; a tratar
na roa da Saeta Croa n. 3 oa 16._____________
Ama
Preclsa-ae de urna para cosiobar e comprar, a
tratar a roa do Cahibooro n. 6.
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RUA DO TORBES42
1. andar

Agente Oliveira
Leilo
nella debute" i sala, 2 quarlos, coslnoa ezler-
oa e telbeiroro larto, etc.
Urna ditana aesor. roa sob o o. 5 A, com
porta e janella de frente, 2 salas, i qoarto, etc.
Quinta-feira, 12 do corrente
A'S tt HORAS
bo anauB a roa lft4 aro-
Tesmbro a. S9
ANTISA DO IMPERADOR
O agente Oliveira, por mandado do ftn.r.
Dr juiz de direlto d Olinda e a requerlmenlo
da ioveaUrlante des bens qoe flearam por falle-
rimento de aeo marido J,* JoiratinJe Soa
Motta, levar a leilao as dnas casas cima des-
criptas.
0b Srs. pretendentes d es
nar as referidas casae.
PrecUa'se de orna ama ooecosiotae brn,para
asa de pequea familia : a tratar na ra Duque
de Casias o. 97.
Ama
Na roa do Aragao o. 30 precisase de nma
ama que cosiobe bem para casa de peqoena
amiflia.______________________.
Ama
Precisa Be de una ama para cosiobar e mala
se vis 8 de caBa a lratsr Da roa da Palma nu-
mere 55.
Ama de leite
na ra de Joaqoim Nabo'
Precisa pe de urna
n. 34, Capn a.
Precisa-se de urna ama qoe coslohe bem, para
casa de peqoena familia; na roa da Concordia
n 85, obrado. ________________
Ama de leite
Predaa-ie de orna ama de leite ; na roa Pan*
Uno Cmara n. 28, l- andar. Paga-so bem.
;

I




.

MUH
' _. i



Mtf""
MMB*MHtViava
w
Diarlo de Peraambaco -* Uninta-feira Its de Dezembro deliSS
Ama
Marta Barbara de Slendonca
Bernardo Liodolpbo de Meaaooca. Jos- Ernes-
to Julio de Mtnaong?, Amonio Peregrino de
Meniionga (ausentes,/. Oiymn'a Afa de jieodon-
Ca, Exilia A-maniilie ae Meadooca (ausente),
Mara Magdalena de M-odooga, agradecem a
todos q p acomDaoria-ara os restos morUes de
sua p.-iz-.da i ai ?ua oltima morada, e onovl*
dam i todos seus prenles n amigos a assistirem
as missas que mandan celehrar pelo sen repon*
so eterno, na matriz ia Boa Vista, no dia 12 do
correte, m 8 boras.
t
Precisa-se de ama ama para comprar e cos*
obar, para casa ae pouca familia ; a tratar na
ra Duque de Caxias o. 84.
4o commercio
O abaixo asslgoido teodo vendido a parte que
liada no Hotel Americano sito a ra do Impera.
dor ns. 27 e 29, participa que neobuma respon.
sabilidaae tem sbre debito alguro do dito Hote,
cando tudo a cargo da actual proprietaria que
a og ca reponsavel.
Recife, 10 de Deze-nbro de 1895.
Josepb E^nalj.
Gai:
Lniza Josepha C, de Barros
Bai reto
Francisco do R. Barros B*r*eto (aus'-nteJ, Ma*
ra Auna C. Barreto de S. Lelo Aona Maria Ca*
valcant Barreto convidas a seus prenles e
amigos para aseistireai a1 mi sas que se b3o de
celebrar pela alma de sua prezada irm& Luiza.
na capella do Corac&o E do corrente, as 7 e s 8 doras na maoha.
mMkWO
Precisa*se de nm caixeiro que ten**a pratica
Je tuvrrca que d atos ae soa conducta na
ra de S. Jor. e n. 139.
Caixeiro
Precisa-se de ox memoo de 12 14 aooos,
que icnba prtica de mulbdo?, bom comporta*
melo e d fiador de su conlela ; a tratar na
ra Coronel Suassuoa o. 149.
Ga xeiro
P ecias-se de tm de 14 a 16 aonos com pratica
de moIbaJo* e qu- d conbtclmento de sua con*
duna ; na ra de S. J >ao n. 12.
t
D. Ignes Galbermii a de Mello
Dr. Maudmo de Helio, su;i maber e irmj
(ausente?), pungidos pelo pasamento de sua
inditosa mai e soera D. Ignez Gnilnermioa de
Mello e Silva, fa lecida no dia 6 do correrte,
coovidam aos amigos e pareles para assistirem
na igreja de N. 8. da Pa .ba. de .'i tu 8 boras da
mach, as m ssas que mandam celeorar do dia
12 do correte, 7* da de eeu pas-amento. e
desde ]ft agradecen* do intimo a'atma aesse acto
de ehe.a3 e caridade.
BBBEBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBI
t
Alfredo de cuza Aievedo
M-JQOt i. de Frenas Lacerda, amigo e ex-com-
paobetrj do QaaJo A fredo de Souza Azevedo,
manda retar lina missa por sua alma, e convida
aos seus prenles e amigos para ajaistil -a na
matriz do Corpa Santo, s 7 boras da inaob do
dia 12 doco*reote, 7* de t-eu pasamen'o, con*
fessaato-se desle ja agradecido a todos que
comoardcerern a este acto de religio e cari*
Cada.
f
Pbilomena Candida de Oliveira
Fonteea
O Dr. Jos Joaquim de Unvelra Fonseca, seus
lbos ea Baroaeza de Campo Vere agradecem
aoa prenles e amigos que a:im? nOaram ao
cemiterio publico os restos mortaes de sua mu*
Iber, mai e tilda Pilomena Candida de Oliveira
Fooseca, e o* corm tan para as-istirem ai mis*
sas qne por iatenj da mescca serao celebra-
das na matriz da Boa Vista, no da 13 do cor*
reate, 8 boras da manh.
Caixeiro
Precisa-ae de om com idade de 14 a 16 annot
e que tentia p-wiica de mobados, que d tiaao
de sua conducta ; a tratar na ra da Imperatriz
numero 34.
Oaixas de msica
nova remesra receben a relojoarla David
ra do Cabog n. 14 com danzarinas, Bgor.-a
diversa?, tamborea casanbolas e tmpanos, a
melbores que existom, tem de 2 O, 250* *30C
fondease
t
Couaellieiro Manoel Pariella
O Conseibo Superior Ja Sociedade Propaga-
dora da lustro, ja; Publi -a, de que era memb'O
e tm algnm tempo foi pre-i ente o lllustre Cou-
selbeiro Dr. Maaoel ao Nascimeoto Macbado
Portella, ultimameate falecM-, resolveo inserir
na acta um voto de pezar pela perda de 12o
emioen e cidadao, huspeoder os seus trabalboa,
ecb.nao os estabetecimeotts a sen cargo, e no-
mear urna commisso incumbida de apreseular
condolencias 8 Exma. familia do tinado e de
asentir 8s missas do stimo da.
Conseineiro Portella, relevantes servgos que
lbe valeram o titulo de socio honorario e estas
nan;'T-ti(.'0--s de pezar.
Urna coebeira de vaccas toorinas prenbes e
paridas, sendo quatro paridas e duas prenbes,
um cavallo, um novilbo importante, e todos os
seus pertences tendentes ao negocio : na ra
Viseonaecie Goyarins n. 63, porto.
_TIJLOS
Na Fabrica de Teci-
dosem Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.
Regulador da Marinda
Concerta-se relogios de algib^ira, pn-
dulas de torre de igreja chron metro de
marinha, caiza de mus i cea, aparelhoa
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objucto
tendente a arte mechanica.
9Ra Lara-a do Rosario9
A AMSA BOURADA
E
SUISlil PS Pili
15 e 17 Ra V. d'Inhauma ( antiga
do Rangel) 15 e 17
200 dazias de ceroalas!
Do mais puro linbo francez ; o mior de-
posito que ba no mercado actualmente ;
sortido em todas as medidas mais venda-
veis, 75 eos por 70, de perna, e asiim
gradualmente He 5 em 5 centmetros at
90 por 80,medidas extraordinarias de] 100
A' Sociedade Propagadora bavia prestado o d eos at 120 centmetros, vende-se em
grosso para bons descontos e a retalbo
por menos 12$ em doza do que em outra
qualquer parte, sendo fazenda muito su-
perior s estrangeiras e como **quellaB
acondicionadas em bonitos cartSes, gran-
de deposito de camisas de 48-5 a 850 a
dnzia, punhos, coarinhos, lencos, meias,
camisas de flanella de la e fi > de seda,
completo sortimento de fazendas finas, ca-
eemiras superiores, brins, lindos adamas-
cados, tudo por prec/ s resumidas.
Toma-se encommendas de camisas por
medida, e tambem se concertam camisas-
Loja de miudezas
Vence-se urna ioja de miudeas bem afregue*
xada e em um dos melbores pontos da cidaJe :
a tratar na ra Duque de Cavias n. 72, prlmeiro
andar.
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assignados, carne de
metra qualidade, nos lalbos da ra Mrquez
erval Este prego soffrer altaracSo para mais
nara menoi, sempre ne accordo comaos prego
io gadonas lei-a.-.
Recife, 18 de Haio de 1895.
Finza Lima 4 C
Feitor
P'ecisa se de um feitor para fora da cidade, a
t*alar na roa Estreita do Rosario n. 9._______
Sementes novas de hortalizas
Completo Bortlmento.
RA EST3EITA DO ROSARIO (JUNTO A
.IGREJA)
Poca ende* & C.
Barbeiro
Precisa-se de im official; no salao Garrido, na
na do Rangel d..
Plvora
De todas as qualidades
em bairis e em la tinhas ven-
de-?e RoescriptoriodoPer-
nambuco Powder Factoiy
iua do Commercio n. 6.
t
Cordolina Cosme Soares d 'Oliveira
4* -aniversario
Antn Soares Fernaodes c'li'*eira e sua fa-
milia, mandam reiar ici-sas por alma de D. Cor-
dolloa Cosme So>res a'liveira, na egreja do
Espirito Santo, s 7 1|2 boras da manbft do da
14 do correte, 4* annivercano de seo fallec-
ment, agrad^ceodo a todos os pareles e amigos
que se riigna*em aasistir este arto.
t
Conseiheiro Manoel Portella
Mara Clementina Horeira Portella e suas fi-
ibas, coovidam seus pareles e amigos para ae-
sistirem as missas que por alma do sen prezado
sog-o e avd o CuDaelbeiro Manoel Portella, fal-
lecido na Capital Federal, mandam celebrar s
3 1|2 boras da macha do dia 14 do correte, se.
timo da do sea incasto passsm^nto, na matriz
da Boa Vista.
f
Conseiheiro Dr. Manoel do lasci-
mento Machado Portella
C Baro e Bironeza de Souza Leo o Bario e
barooeza de Soledade e seus filbos, faro cele-
brar musas por alma de eeu entiba lo, imio e
tio Cuo--ifiro llaaoel Portella, oa egreja oa
Boa-Yugeti as 9 boras e ua matriz da Boa-Vis-
ta s 8 1 i*S boras do dia 14 do correte.
t
Conseiheiro Dr. Manoel Portella
O (Jorjselbeiro Dr. J5o Jo Piolo Jcoior, sua
m&e e irtsos mandam cplebrar alguma- mis-
sas no da 14 Uo curret? as 8 1|2 horas da ma-
nb na matriz da Boa-Vista, por ama do seo
fallecido prente e amigo Conselbeiro Dr. Ma-
noel oo N sc.m-'cio Macbado PoMeda, agrade-
cendo .8 pf--o-:. que se digoarem assistir a
asee arto religioso.
t
tonscllieiro Dr. Manoel do
Machado Portella
IV.
O Coronel joc Tbomaz Pires Macbado Portel-
la, afora a mi 'fa qne -e- relebrada por alma
de seo irmao, Coo'Olbeiro M-ooel Portella, s
8 1|2 boras do di; 14 do correte, na egreja ma-
triz da Boa-Vista, far dizer outras s 8 boras
do iodica^o da, as egrejaa ta Penba, do Car-
mo e ae Sao Francisco, coofessando-se agrade-
cido p 88oas qne se dig arem de ajsist l-as.
iUi
Preciea-se de cma para coBinbar a roa de Pe-
dro Affcnso n. 9.
ALFAllaSIA CAZIAS
DE
Oampoe & C
N. 3B-RUA DUQUE DE C4XUS-N. 38
Em fren'.e do Diario
Os propiietanos oeste bem mootado estabele-
cimento previnem ao respeiuval publico qot
oara bem servir aos -pus freguezes teem no re-
ferido eptabelecimeoto um e- plendiao e variado
sortimento dacasemiras p etas e Je corea, o qu*
ba de melbor em l, brins de poro linbo de to-
dos os padroes, e por precoa raso-'.veif
Poesrwm bons artistas, pelo que se jnlgaoi
habilitados a saiisfaxer com todo gosto, eamerr
a perleicSo ao fregus mala exgeme.
Ma mesma allalaiarla alugam-se casacas,
etc.
5"
TnT
c^utftrAPIOLo JORET-HOMOLLE
REGULARI JAM ftS REGRA
EVITAM Ai DOR i ,05 ATR MOS
PftBlZ TJLAJIHACIA BRIAMT 150 RRIVOLI a TOPA> PH a B.M qc l Ai DRQCARI AS I
Reconstituate geral
do System nervoso,
Neurasthenlt,
Phnsphtturla,
Dpolto geni
PH08PH0-QLYCERATO DE CAL Po'RO
Oibilidade geni,
Enxaquecat,
Neuralgias,
Deprxtio do /llama nerroso- \
______________ P*eprac5o que se pode tomar sem DenbuK
perigo, onibora que invenUda ba pouco tOBpo, deu J resultados maravillosos como o certlflcam mllhares de attesla^es.
CBASSAING a Cf, HBM VlctorU, Fui*. Deposito, em Ptnunbuoo: V O 1IH1I HODOCTU CHIM1C0S em todu Frmci.
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d pello, e que mais branquea a
cutis, perfumando-a delicadamente.
gztractot.gananga,^-
e aristocrtico perfume para o lenco,
abrilhanta, faz crescer e impide de cair.
tSabontedetgananga,
davel e macio, conserva cutis sua
nacarada transparencia.
elegante cor mate e a preserro
de sardas. ........
Deposito nai principien Ptrfumirlai.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguar i be
A 90000 a barrica
Para o fabrico do aasucar vende-se na
Gompanhia Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
ELIXIR ANTINERYOSO
POLYBROMURADO
d. BAUDRY, PhaetBaeantioo i Quu
Approvada pela
JdUa i* Hiigiene do lio-dc-Janeir
Numerosas experiencias tem con-
i firmado a immensa efficacia deste
i Elixir, preconisado pelo Dr Cbarcot
: contra as Enchaquecas, as Agita-
nes nocturnas e as P alpitaces,
1 calmando immedia teniente a excita-
bihdade nervosa as senboras que
soffrem d'espasmos, desmaios e at-1
taques nervosos.
Este Elixir um auxiliar pode-
| roso da medicina rmtra o hysie-
1 rismo, a epilepsia e a chorea ou
dansa de Sao Guido.
PARS, 8, rae Vlvienne
e em toda cu pharmaciai.
CHLOROSIS, ANEMIA,
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
Hemorrhag-ias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLO!
E o medicamento por excellencia para as
id ica "*
su
pramenaonadas indlcaces na dose'de 1 a 2 oo-
Iheradas (das para caf) antes de cada releicao.
ftrUS : J. OALLOZ, 13. Mulliird de li Ckapille.
tm nmummeo.- tf m onoeu proouctos
GRANULADO
RAUDINVl
Pharmaceutico. PARS Boulogne
Adoptado pelo corpo mediral para assegurar
i curasao das horneas do estomago.
Dispepsia, Flatuosidades,
Diarrheas dos patzes quentes, etc.
Preoentioo da Febre Amarella.
Depositarios no PERNtlBUCO
CdeBrpePrirciii"
Vende-se
As duag casas peqi ftis Bitas na iraveasa da
ondicao, oolr'O'a he>*co da Mol?fa ns. 4 e 12.
Iwlfi", omoiivo da ve,-a odno retirar se do
;?tado ; na roa Di*1'a r. i5, cbrai ee acia-
a com qoem tratar.
Mad
oir
Na eerraria vi por a roa de S- JoSo o. 48, e
do deposito da roa Impensl n. 17, de Silva Per*
naDdea & C, vende-se man ira oe toda qtiaii*
dade, oclosiv-* pn no o- R.^a, pram bas oe o
copi' f mono bous travs.
Tambem eerra*8e qaalnoer madetra.
Praco* sem ccmpuencu.
Mi IBO
Grande sortimento de m-ias proprias
para padres, coneg s e b'-pos.
Alerine pretos, superior aualidade
TE C2 ILUlSi
51 Roa da Imperatru 51
ALBERTO CARDOS &c C.
Engenho
Qaetn precisar collocar-se em urna proprteda-
i de magnifica situada ao fl det>te estado, om
! tngeabo movido a agua, ao p de ama estaco
i com orna legua de trras noerrimaa e com eran
i de sara que est colbenno e outrj igeal fondada,
i poder cmpralo milto barato, quer a troeda
} oo com parte do valor Hado, podeoo o preter
dente para lato dirigir-se ao .sabelecimento as
casa n. 64 da ro do imperador, a entender-ae
eom o proprietariodea tema.

Cal lira oca e Vi r
srem de ^agraa-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
[careos, sendo a un es?
explcradara de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nac
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo d. 73.
Liquidado
A loja Parix n'America ten-
do de liquidar diversas fa-
zendas de modas chaina at-
tenefto de seos fregaeses para
grandes a bate mea toa de precoa.
Boa do B. da Victoria IB
Pernambuco
Ave do ^araizo
51 rna da Iniperatriz 51
Recebem daa principaes pragae da Eu-
ropa, quinzonalman. as mais altas No-
vidades em fazendas fin&s.
ALBERTO CARDOSO & C.
**5*-S
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fie
s
I
I
CHBGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente descobertaa,
j sao bastante conbecidas pela sua effi-
cacia sem igual as doencas intestinaes,
dispepsias, diabetes e principalmente
as
as molestia^ de estoirao-o, de qualquer
natureza, bem como do figado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que scompanbam cada garra-
finha.
A" venda as princi-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seas exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M.SAMNM,&C-
Rna dos Dour-idures n. 32
J.andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM
BUCO
J .(> Fern n es de Almeiia
Travessa da Madre Deas n. ti
51 Ra da Ianperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A s Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e aaias de seda re
cebeu a
AVE DO PAiUIZO
Caixeiro
Precisa-se e om raixeio com pratica de mo"
hadoi : a tratar na oeioa Beltrao (bsrracao).
Locomot va
Compra-se orna locomotiva em bom dio, da
bitula de 60, e peao de 5 a 7 toneladas, a tratar
oa roa M.rgueide Olirta 0. 35..
Precisa-se
D'ama corpeira para o 3- andar da Tjpogra-
pbia do Diario de Peraambaco*, e iambetn
aceit-i-ge costura.
PoT700|000
Vende se am cabriolet ()o cart- em perfeito
estado, de doas rodas e quatro assentos, deseo*
berto co arreio para um cavallo : trata se
com F. Boolitreao, roa do Imperalor ae. 46-W,
loja.
5:000^000
Precisa.se com o'gencia desta qoaniia aob
premio e prazo rasoaveie, dando.se por garanta
a meuco de om predio sitoado nesia capital, e
cojo valor total excedente a viole contos de
ris.
Para inormac. ? na roa do Marqoei do Her.
val, antiga da Concordia n. 134.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjada ;na ra das Larangeiras n 14
Vende-se
Urna propriedade sitaaaa na villa de S. Jos da
Lage, Estado de Alabas. Principia a proprie*
dae r 30,000 oes de cafe (parte dando frocto) tem
3,' 00 1 s de carao (1,000 ps j danto tracto) 100
coqaciros (parte dando fmeto) e grande na*
me,*o de fructeirg de diversas qualidades, coma
jaqoeiras, mangueiras, la.*angeiras, qaatro casas
de vivenda. casa de (azer farinba* tendo 900
brecas de (reate e ama legoa de fundo, bons
terrenos para sus entagao de ama fabrica da
fazer assocar, distando dita propriedade da es*
ta(,e desta villa 150 bragas.
Urna ootra propriedade vigiaba com om car*
cado de valado de 1,000 brag.-s em qaadro e
mais terrenos sofficientes para se levan ar om
eneenbo, 30 rezes, gado de criar, duas casas de
vivenda, casa de bolandeira e engennoca. Todo
isto a tratar com Acgcsto Cesar da Caoba, tua
00 Payaandu' n. 4.
Madeiras de construccao e
nateriaes para edifica gao
A Companhia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em sea armazem no caes do Apol-
lo n. 73:
Madeiras para coostrnccSo.
Cal branca de jagoaribe.
Cal preta.
Cal virgem para assocar.
Tijollos de ladrilbo e commans.
Tijcllo8 refractarios.
Padras de cantarla para soleiras, etc.
Aviso
Na rna do Vigario Tbeoorio n. 5,1* andar,
compra-se carocos de algodao e sement de car*
rpalo. Na mesma casa vende-se saceos para
accondiclonar os mesmos artigos.
Cheg-ou! Cbegou!
PARA A
AVE D Pin 1IZ0
A mais alta phantasia d'esta ettac&o o
lindisaimo chifon de seda Maria
Stuart!
Variadissimo sortimento de phantasias
em las, algodao a seda.
ATE DO PABAIZO
51 RA DA IMP^RATRIZ 51
.liberto Cardse tiC
Attenijao
Precisa-se Miar com o Sr. Joaquim de Souza
Bibei-o para negecio de familia; roa Primeiro
de Mateo d. JO A.______
Caixeiro
Precisa.se de am com pratica de mercearia,
em Fernandes Vieira n. 24.
Criado argente
Precisa.se de um criado de 10 a 15 anaos de
idade para servir na cidade do Cabo, em casa de
ama familia ; a tratar na roa de S. Joao n. 31.
Criado
Pre isa.se de om criado para servio de botel!
a tratar do Becco do Sarapatel o. 88.
Furtaram
na
Cachorro grande
est- b< ro ; ven e-se na roa Nane^Macbado n.
U, S' ..da-ie. _________________________________
Ebctricidade
Antonio Carlos de Alm- ida Sobnobo, en*
carreiid-ae c- iDsiallacOt-" as as p r abeieciroentos indatiiaes. btn,
co o tel^phones pa t'cula-es, caipas eiecinca8
pa a- alus e co'roa trebalb-s congneres.
Pode ser procorado por rima do Diario dt
Pernambuco.
Do sitio do commendador Barroca na Magda*
! 'ena, seis gradea de fer*o lanceadas, qne goar*
' ne-iara o maro derrabado pela ultima ctiea na
praca do Viveiro ; roga se a quem forem 1 ffere-
i-idas o favor de apprebendel'as e entregabas
polica, para se nao ornarem complicas no
furto.___________________
Taverna
V-' de-ee orna taverna com commodos para
familia, propria para principiante por ser de
peoej capital ; a tratar na ra Mrquez do Her*
val n. 16o, taverna.
Ourives Oc-
culista
T-EODORO JOS* RAMOS DE ELLO
Esiabelectdo con, officioa de oonve-1 ra das
Liraogei-as n. I, visa aos seas I e ao
erceitave publico, que aiantm efijea. nabi.
ntadi9>imos para xe 'iico de qaalquer i-^balbo
oncerneoie i soa arle, especialmente cr*vac.o>8
nara brllbantes, ocaios, pensines, uonoctr
(os, etc.
oura se, prateta-se qcalqoer metal, oncer*
ios em uqof s de madrepero a oa ootra qoalqaer
t-specle garantiodo preces sdicos.
Huada8 Larangei a o. 1
Glica e pedras
Roa Di-eita os. 6 e 7 da-se cauca e pedwa
gratuitamente.
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Mario de PernambBCo C|iiinta-feira It de Dezembro de l&Qg
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AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
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CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO
PERFUMA
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DELICADO
AGUA
FLORIDA
Mantem sempre a sua popu.
laridade. Cqutela com as
lilITAgES.
DURADOIRO
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GHAINDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem. .
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais nygieni-
cos da cidade do Recife.
Accommodag3es magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a mai. r e mais arej-da nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosioheiros, sendo um francs
e chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria .
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere -e acha-se habilitado a satisfazer aos
duhs difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, iantares etc., dentro ou forado mesmo estabelecimento.
FRECOS RAS0AVE1S
s.
IES0I MIOMAS
GRANDE
HOTEL COMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e33
Este importante estabelecimento, sob a directo do aeu babil proprietan-, MA-
NOEL A RCIA, b auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
altura interna, j pela promptid&o e aceie do servigo culinario aduaneiro, j, tar
bera pela posico bygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transformagoes por que tem passado este Hotel, consegau
afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna hospedagem que deve aei
preferida pelos illustres viajantes. .
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da meltoor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantanja
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes ero
latas, queijos flamengos, suissos e do sertas, doces seceos e em caldas, estran-
eeirus e nacionaes.
ADEGA
E'esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
Cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boira, odos recei-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito dt
tebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognac
finissimos, que vende as melhores coniieoes do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL CQMMERG1AL
Terreno em Olinda
Vendp-se cm terreDO em Olioda, situado na
rpa oe S. Francisco rom propo'CSo pra -tiO.
car*se circo ca-as, mi dindo 192 patacos ae (rtn*
le sobre ocenlos de loodo.
0 loRar c reais appropriado poeivcl. A
ratar na rna 15 deovembro n. SI. sal &*'
ra 1. "dar. __
Vende-se casa e siti<
Kiint do Arrala! a. f *
Reliraodo se para Europa o p'o-.rirLno, ven-
de a casa e sitio na estraoa d Arraial o. 7
Sillo todo morado beai a-boriB-.io, casa lato
ramete pintada ae novo, tpela la e mooiuada
podendo o comprador torrar emu imroeaiia
mente : trata-se na dita casa e ji qoalquer din
e bora.
E' A DESCOERTA DO
ELIXIR M MORATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a jphilis.
Elle cura orheumatismx
Elle cura a asthma.
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Contina a manter emsous depsitos completo sortimento de utensilios para usinas ven.
deudo sempre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de diferentes systemaa e lamanhos da Robinson e outros faDr
cantes e de 2 a 12 covallo?.
CADEIRAS A VAPOR mullitubularesda Fletcher para funccionar como fogo das toma.
I tas s lachas.
CALDE1RAS A VaPOR Cornisb e typo locomotiva para fuoc ionar com lenba e bagaco
RODAS para agua. ,
BOMBAS de moturr MOENDASe meias moendas,garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemas.
CRIVaCOES pura fornalhas.
MACHN (S para descarocar algodo de 14 a50 serras com alimentidorea e empastada
res a vontade dos agricultores.
Pazendo parte da direcc&o de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajesamer.-
te conhecido dos Srs. agricultores palos seus trabalhos de mootagera de grande numero cu
usinas funecionando deste Estado, incombenrse de mandar vir e erigir garantindo a producca
e qualidade do assu ar.
APi'ARELHOSe meiosapparelhos de vacuo.
DESTILLAQOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo'n, pata grandes e
pequeas fabricas.
52, RA BARO t-OTRlMPHO, 52
1
L0J4 D
A "
9
Ra 1". de Alargo -19
Este acreditado estabelecimento con-
tinua a vender por presos sem competido
os artigos para os quaes
os a atten^o das Exmas Familias :
pedim<
ColcnSes franceses a 150CO9 um.
Bramar tes para lences de 4 larguras a 25000 o metro.
Atoalbado braceo e lavrado para mesa a 20500 e ?$0Q0 o metro.
Cachemira de 2 larguras para vestitido a 1)5200 o oovsdo.
Casemira preta de agooal para roupa de homaro a 21000 o covado.
'heviote preto p^ra roupa de homem, faaenda da 9$000 o covado por 6)50GO.
Flanella taul para coetnme de 30500 a 55000 o covado.
Cachemiras de 1& com I Blraa du seda a lp200 o covado^
L ndoa cbamalotes de varios padiSas a 16000 o covado.
Grande sortimento de chiff< nete a 800 rs. o covado.
Meia de 12 para aeDhoras a 405OOO a duza.
Ditas de alg< dSo >dem a 12i$000 a doaia.
Ditas de c jr para homem a 12c00 a dusia.
Ditas croas com flos d ssda pora homem b I25O0O a dosia.
SetinetaB de todas as cores a 600 o covado.
Seda branca Nvrada para noivt. a 23500o covado.
Crotones de cores 2 barras para usberta ereposteiro;faseada de 13200 o covado
7C0 r.. (E' barato !)
Eteminea arreadadua a 500 o rs. corado.
Cretonea claros a 320 rs. o covado.
Ditos escures muitu largos a 400 rr. o covado.
Liodos cartea de cachemira para vestido de 808000 por 405000.
Madapolao americano de 88000 e 105000 a peca.
Dito francs'para camisa, punhes e coliarioboa a 13500D a peca.
Dito pera noiva* de 24 jardas a 11 000.
Cortinados de crochet e carobraia bordados para cama e janellas a 10<5000
Ditos de corea para sala a 2450C0 o par. o par.
Ditoi finoa e orocLet para csma de casal, do preco de 501000 a 358000.
Capellaa cok veo para noiva a lOCO e 12^000.
Urande sortimento de eipartilbos de 85O0u, a 165000.
Peitilhos para Senhoras a 15500 um.
Camiaas de dormir para homem a 68000 urna.
D tas partf'Senhora a 65000 urna.
Finoa cortes de caaemira inglesa para calca a 85000 e 105000.
Camisas de malba da IS para homem e seohora a 650C0.
Vestuarios de Jercey para meninoa a 155000.
Cobertas de cretone para cama de casal a 50000.
Casinetas para roupa de homem e creanca a 500 rs. o covado.
Brim branco n. 6 a 3500O a vara (fino linho !)
Dito preto a 15800 a vara.
Qraode sortimento de creps mesclados, do prego de 15500 por 800 rs. o covado.
Picbs de todas as cores de 38000 a 105000,
BrinB de paro linho par* ceroulas a 2JCC0 a vara:
Sobretodos eom urna e daas vistas, cobertores, ce lebas, ceroulas, mantilhas, todo por
proco* baratissimos,
PBT0RAL .0AJHARINBN8B
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
COMPOSIGlO l> K UAI I MI Ilt t
Approvado e autorisado pela Inspectora Garal de Hygiene do Braz
premiado com a medalha de 1.a classa em diversas exposicoas.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosse, brouchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
dao e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoa* residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a efficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OL1VEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda en todas as pharniacias e drogaras
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBDCO
Guimares Braga & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. SO
i'OLHETM
lili
CKMB MISTERIOSO
fTR\DUCCAO
DE
.=12^: n nsila.
XVIII
(Continuagao)
t Conforme o^seu desojo, fallei no seu
aome ao preso com a intenc^o de Ihe fazer
saber qae estava encarregado, da sua
parte, d'unsa mfensagem para ella. Mhs
interrompeu me antes que tivesse tempo
para dizer urna palavra. Nao recebe-
rei c 'tumiu.icagao alguma de misa Dar ,
me drelarou elie. Apezar de meu desejo
de cumprir a promessa que lhe tinha fei-
to, fu' nbrigadb a calar me, porque o seu
tora .-;ava impregnado de odio, e o seu
olhar de rocrttiel desespero.
E a tude ; mas era bas'ante.
Imogena^ depo s de ter do e relido
esta carta, queimou-a na chamma d'uma
re'a.
Emquanto a vis consumir-se, mormu-
roa com d8r, Ihdignada i
EstA louci... completamente lou-
&>!... Perqu me admirarei?... Ouvir-
nst-'.-.s poim I... Tio cerao como ha ver
Hg 'o co, ounr-ae-ha, enafco.a
tenha que ser em p'ena audiencia, em
presenca dos juizes e dos jurados !
XIX
O julo-amento de Mausell tioha come-
gado e, depois d'uma primeira audiencia,
Qavia sido adiado para o da seguinte.
Os dous agentes sahiram da sala das
audiencias.
Tinham entrado no hotel e, sentados
em frente um do outro, ga cio, apezar do seu desejo de commonica-
recu as siias impressSes; mas um emba-
raco que nem um nem out o poderia ex-
plicar pareca fechar-Ibes a bo-.-ca.
Hickory foi o primeiro a interromper
o silenco.
KniSo, Byrd ? exclamou elle sug-
gestivamente.
Ent&o, Hickory ? respondeu o ou-
tro.
O que pensa do easo at agora ?
Pens, (e as palavras sabiram-lhe
lentamente dos labios) pens que segu
um mo caminh*.
As suas sympathias continaam a fa-
vor de Mansell ?
Continuam ; nSo porque o creiam
innocente ou qua 03culte a vrdade para
o salvar.
E' um rapaz a valer, dis&e brusca-
mente H ckory. Recorda-se da franqueza
particular do seu olhar quando respjn-
deu : < Nao sou culpado e o seu tom
tranquillo e ao mesmo tempo to empha-
tico? Ter-!e-hia ouvido cahir um sg-
nete.
Sm, respondeu Byrd franzindo as
sobrancelhas.
Notou o seo ar curioso de desdem ?
Notet.
Pergunto a raim mesmo o que signi-
fica, disse indolentemente Hickiry, sacu-
d ndo a cinza do cachimbo.
rUNDiCAO CBBAL
ALLANPATBRSON&
44--8UA 09 ARO 0 DTRlUsiPHO-i
Mchicas a vapor.
Me elidas.
Rodas d'agua.
Tixas tundidas e batidas.
Tcixas batidas sem crava^ao.
AracJcs.
S
na
LOJA DO POVO
19R.xrA.*r Daos xwxj^j.gai
(4ntiga do Crespo)
ClINEUtO U CU I Mili)
un jst-
Represenla^oes
Commissoes
6M1D0B0MEH2
Byrd olhon de lado para o seu collega,
mas nao respondeu.
Nao somonte orgnlho, ternou este,
iosto que seja t&o orgulhoso como o me-
lior de nos ; nSo maneira de fazer acre-
ditar na sua innocencia ; nao me deixarit
Iludir. Nao, ... ... que?
Hickory cogou o nariz com ar perplexo,
interrogando Byrd com o olhar.
Como o saberei ? notou o outro.
Mansell um problema muito complica-
do para mim.
E miss Dir tambera ?
Tambem.
Um silencio se seguio.
Hickory interromp^u-o finalmente.
O da em que ella comparecer como
testemunha sera interesante.
NSo esta muito afiastado.
Nao?
Creio qne se- amanha.
Repnrou, tornou tick >'y depois do
algans instantes de nti xo, que unic*-
mente quando miss Dar est presente
que Mansell tem aquelle ar desdenhoso
de que lhe fallei ?
Rspare, reparei. Mas notei tam-
bem que, desde a sua primeira apparic^o
no tribunal, tem constantemente os olhos
fios no aecusado e que elle nunca cor-
responden a este olhar senao cum um
olhar de lado.
Nao ha nisto, segundo o qua entend?,
seno urna explic-igo : elle n&o esque-
cer qae a ella que deve ter sentido pe-
sar sobre elle urna aocusagao capital.
Byrd tinha pronunciado estas palavras
distinetamente e com emphase decidida.
Mas o impenetravel Hickory conten-
tou-se em recostarse na poltrona e, es-
tendeodo as pernas para o togio, obser-
vou lentamente:
Talvez en nSo seja am bom juiz da
natareza humana, mas acreditara que
Mansell ci era homem que a tratasse
com tanto desdem por causa disso. Raiva,
odio, comprehenderia ; mas aquella tran-
quilla ignorancia da presenca della pare-
ce-me dignidade de mais para nm crnn<-
neso em presenga de urna pessoa que tem
todas as rszoes para julgar convencida
da sua culpabilidade.
As regras ordinarias nfto se appli-
oam a este homem. Nem o senhor, nem
en, podemos comprehender o seu car-
cter. Se mostra desprezo porque o
sent pela mulher qua o trahio.
tntao, acredita-o e alma baixa,
julga-o mo T
E' homem e accrescentarei que o
iulgo cjnseqiente commigo mesmo.
Quando as paixSes arrastam alguem a
commetter um crime com o fita de satisfa-
zer o amor ou a ambiguo, -se demasia-
damente egosta para apreciar nm sacrifi-
cio semelhante ao de miss Dar. Isto
suppondo semp a que as nasas raz3es
para o acreditar culpado sao fundadas.
S sSo falsas e elle nao praticou o crime,
o 33ii desp ezo no precisa explicaglo.
Perfeitamente. Mas o que lhe faz
pensar que o depoiraento de miss Dar
ser amanha ?
Vou dzer-lh'o, replicou Byrd, com
sbita vivaeidade e como escantado por
mudar o aasumpto da conversago. Se
tem notado atteoUmente o metboo de
accusag&o, como tenho feito, deve ter re-
parad i que tem seguido urna marcha de-
finida.
Em primeiro lugar, foram ouvidas as
testemunbas para provar qual o movel do
crime.
Goodman, o patrio de Mansell, foi cha-
mado e. depois dtlle, outros commercian
te<< de Buffalo, e todos foram unnimes
em affirrnar que o acensado tinha ex-
presso frequentemente o desejo e obter o
dinheiro necessario^para a exploracao do
sea privilegio.
Em seguida foi designada esta quantia,
e precisamente aquella que lhe assegu-
rava a sua tia no seu testamento.
Depois aa testemunhas atfirmaram que
elle conbecia a totalidade dos haveres de
Mr. Clemmens e o contedo do testamen-
to em aeu favor.
Establecidos assim os motivos que ti-
nha para commetter o crime, provoa-se
que estava em Sibly no momento do cri-
me.
O chote da estaco em Monteith foi coh-
frootado com o preso, aasim como com a
velha Sally Perkins.
Depois aepozemos o senhor e eu. Se ha-
via anida duvidas de como pode, depois
de ter commettido o crime, escaparle
sem ser visfo, seguindo o caminho que
vai atravez da< col as at estaclo de
Quarry-Monteith a perguna ficou reser-
vada.
Ento o que resta ? demonstrar por al-
guma prova circutnstanciada, como por
ejemplo, o annel encontrado ua casa de
jantar, que elle entrou na casa.
Quem pode depr a respe'to deste an-
nel ? Miss Dar.
Hum i- alguma cousa ?
Sei obrigada.
O que pensa deOrcutt? perguntou
Hickiry.
Parece seguro de si.
Muito seguro 1
Talvez. Peesoas que o coohecem
bem, declaram que nunca o viram tratar
d'uma cousa to tranquilamente. Quasi
que n&o interrogou as testemunhas e, de
facto, nao ganhou nada para a defeza,
excepto aquella extraordinaria homena-
gem de Gjodman boorad^a do aecu-
sado.
Goodman amigo de Mansell ?
Eu sei l ; mas o aeu depoimeoto Typ. o Dumo. ra Duque de
breve e preciso, impressiooou o jury. Um
elogio como o que fazia a Mansell pre-
cisamente o que mais impresiona urna
assembla de doze homens como aqoelles.
Orcutt comprehende muito bem o
jury.
Orcutt comprehende a sua causa.
Sabe que nada pode enfraquecer as pro-
vas dadas pela accusagSo. Os factos sao
demasiadamente evidentes, e as testemu-
nhas de carcter muito respeitavel. Qual-
quer defeza que tente, n&o se apoiar so-
b-e a negativa de nenhum dos factos que
nos conseguimos \ or em evidencia, nem
sobre o testemunho de pesaoas como os
Srs. Harrison e Goodman.
N&o?
__ A quest&o pois : Em que ao apoia-
r t Em um poderoso argumento, garan-
to-lh'o, d'outro modo n&o oceultaria to
cuidadosamente o seu plano. Mas qual
esse argumento? Csnfesso-lhe que me
perturba a incerteza em que eatuu.
Isso n& me admira, disse Hickory.
Estou t&o perturbado como o senhor,
XX
Byrd, no da seguinte, fel um dos pri-
meiros a it, tonvr lugar no tribunal.
Tinha empenho em observar o acensado
durante aquella semana, de t&o grande
importancia.
No intimo do coragSo estar inquieto.
Tema do qne ia passar-sa e receiava e
tastemanho de miss Dar.
[Contina).
*
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