Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19660

Full Text
'' I"
. .. v :.,., i- t : J
.^MOM^MK.
ANNOLXXI
Ter?a-feira 1 de Dezembro de 1895
\
\


l',
^
DIARIO
M III:ItO 993
RNAMBGO
PR6PRJBBABE BB SS&H0EE. FICHrlHteA BB FABI& & PILSeS
MAIVOEL!|ARAO
A0 NOSSOS AGENTES EXCLUS ^BLICAgES NA FBAN- PARA 0S LGARES 0NDE SE PAGA PRTE
8^000 QA. E INGLATERRA Por seis mezes adiantados. .. 16|500
151000. Os Srs Mayence Favre & G.*, residentes em Pars18 rae de Por um anno adiantado .
301000 La Grange Batelire Por trimestre vencido .
|i00 E a Capital Federal OSyndicato Internacional de publicida 53 Numero avolso de dias anteriores.
REDACTORES ANTONIO ;WITR"VIO [VSNTOJBANDTErBA. I ^ACCIOLi; DE VASCOXCEEEOS o
PARA A CAPITAL E LGARES ONDE NAO S*E PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados, .
Por seis mezes adiantados. .
Por una anno adiantado .
Numero tjauIso do mesmo dia.

331000
91000
1200
Telegrammas
ssoti;o mmiLi so ziliu
Rio de Janeiro, 9 de Dezembro,
s 5 horas e 2o minutos da tarde (rece-
feido na estacao s 7 horas da noite e en-
tregue s 7 horas e 30 minutos).
fc'/A commissaoVde financ;as]ido Senado
propoz ?a reducco' das verbas de via-
$o as estradas de ferro Sul e Central
de Pernambuco na importancia de....
3oo.OOOSooo ; e o Sr. Ramiro Barcellos,
relator da mesma commisso supprime
a quota de 3.ooo:ooo$ooo para draga-
gem do porto do Recife.' -'"^?*5*!
Ter assim o ornamento de voltar
Cmara, e ah o facto prosear re-
mhkio debate, cuja consequencia pode
bem ser que nao haja ornamento este
anno.
Foi mantida por votacSo de 2/3
a emenda que augmenta os vencimen-
tos dos juizes e desembargadores.
A commisso de justiga da Cma-
ra aconselha o indeferimento da peticao
do Dr. Seabra', pedindo pagamento do
subsidio durante o tempo em que este-
ve servico da revolta.
O Jornal do Commercio, na sec-
$o Congresso, publicou notavel [dis-
curso do,Sr. Cupertino Cintra em res-
posta ao Sr. Drummond.
A mesma folha deu tambem" extenso
extracto do importante discurso do Sr.
Cornelio da Fonseca sobre Bancos re-
gionaes.
Santiago do Chili, 8 de Dezem
bro.
Consta achar-se negociado como Bra
zil um tratado de commercio. f
Pariz. 8 de Dezembro.
Dizem de Havana para esta capital,
que os cubanos penetraram em Santa
Clara e sorprenderam os hespanhes,
que perderam 9 homens.
Constantinopla,8de Dezembro.
A infantaria de marinha ingleza des-
embarcou para proteger a legaco, onde
relngiara-se Said Pacha.
Os turcos.mataram 4-000 christos
na Trebizonda.
A7LSQ
Una, 9 de Dezembro.
ftTendo a estrada de ferro Alagoas sus-
penso o trem expresso de correspon-
dencia s quartas feiras, resolveu esta
directora supprimir, a datar de ama-
ana 11 do corrente, o trem d'aquelles
dias [entre ^Una e Unio, conforme o
edital que a respeito envi para ser
publicado em noticia ao publico.
Dircc! r listrada Sul Pernambuco.
2
'OL-SEfl*
31
CRME MISTERIOSO
TRADUCCAO
UE
fALSSXO DE PASIA
xv
(Continuacao)
tao
f ac era a
V
Orcutt mal a ouvio,
voz della.
Ha urna ontra pro va da sus p*e-
acnca, continuou Imogene, mas nuoca
teria acreditado que fosse um testemunho
colpabilidade Be Mr. Clemmens nao
kaasvesae murmurado estas palavras : an-
m" mdo e se, na conversaco que com
Me tinha' tido na vespera nao se tivesse
tiahido... Porque me interrjayie ?
Nao a interrompo. Estou tilo an-
eoao de saber o que tem pra dizer-me...
Oque foi que ManseU lhe dase ? Peco-
]he. .. como um pai pideria pedir, ac-
trescentou elle com dignidade, mas nao
ajan esforco.
Mas o medo tinba-se apoderado o
I aageae ou talvez receiasse ter dito de
i, porque as contentou em raspn-
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE 10 DE DE/.EMBR*DE 1895
Auiap
Segundo recentes comui ncacO'S tclegraphi-
cag, consta que o governo hanees recusa*se a
submetler arbitragem o incente occorrido
em Araap, sera que tivesse ainaa offerecide
reparacao dos dainos causaJos a urna pequea
povoacSo de braiileiro?, que fora accommel-
tida por uow forta de mariubeiros Iraocezes,
sob o commando de um capillo e por orJem
do Governador de Cavena.
Sera dar espontanea soluci a questao sus*
citada por este incidente, a Franca rectua at
o arbiiraraento proposto; naturalmente, nao
con fiando em uuia decisao favoravel a seu res-
peito.
E a sua recusa funda-se no principio, de que
os actos de sua marinha de guerra, nao podem
sujeitar-se um juizo arbitral.
E' difficil comprebender a proposigao enua-
ciada, ou dar-lbe conveniente explicado.
Pode-se pensar que a Franca considera a
questo sob este aspecto : os actos dos officiaes
de sua marinha de guerra, se ezcederam aos
principios da disciplina, ou affastaraarse dos
limites da regularidade, e infringirn) as leis
mocezas offendendo aos direitos de urna na*
(,ao amiga, gajeitam-se ao juizo do governo
francez, quem compele.punil-os, n'esle caso,
ou approval os, no caso contrario-
Uas se a nagao offeodida com actos de vio-
laco do direito das gente?, reclama, o que
cumpria n'este caso fazer a este governo?
N'aj se pode recusar que Ibe cabia punir os
seus juri8dionados, os culpados, e offerecer
completa repara^o do damno cau.-ado.
Entretanto assim nao quu proceder aquella
nacao.
Feit*8 as reclamacOes sobre a quest&o de
(acto, ella cao se accorda, e de algum modo
procura salvar os seus nacionaes da culpabili*
dade maoilesta que sobre elles recab o com os
exceesos e devasta(0es do Amap.
Nao ha duvida quo ha pois urna quesiao de
[acto examinar, verificar, e provar, pois do
modo, pelo qual elle deu se, que resulta o
direto das partea intsresaadas, do Brazil 00
da Franca.
Se o governo francea no quer ser un juii
recto e Imparcial dos actos dos seus naciooacs,
acolliendo as reclamares devidamente (eitaa
por urna nacSo amiga, injustamente offendida,
necessariamente alguem ba de julgaloi.
E' o caso em que as naces julgam do seu
.'proprio direito, e pedem a sua effeclividade
com as armas na mao.
E' o caso da guerra.
Mas se o Brazil convida a Franca para um
arbitramento; como ella pode recsalo, sem
coofessar o temor que inspira-lbe o juizo ar-
bitral ?
Dizer que o caso nao de arbitramento,
simplesmente urna puerilidade.
Se assim julga, porque a Franja nao satis1
faz as reclamagOes feitas pelo governo brazi-
leiro 7
Se nao ba quest&o, porque ella cria esta
questao, denegando-Be a reconbecar, cerno
criminosos e merecedores de sua reprovajao os
actos de verdadeiro canibalismo commettdos
por soldados da marinha franceza?
Se reconbece estes excessos, estas violencias
inauditas, indignas dos agentes de urna nac&o
civilisada, porque nao nos offerece a reparagao
ddvida?
E como, mais anda, recusar} um terceiro,
Os cinco mil dollars que sua tia do-
ria deixar-lhe em teatamenio, sao preci-
samente a quantia de que precisava para
levar por diante a ana inrencao.
Era easa quantia que deaejava ?
Era.
Confesaou ?
Confesaou.
Imogene, declarou o adrogado, se
nao quer tornar certa a prisio de Craik
ManseU, creia-me, nao diga nada da con-
versacao que tere com elle.
Maa o innocente dere salrar-se, ex-
clamou ella com indomavel firmeza, seja
o que for que possa acontecer ao cul-
pado.
Depoia de um silencio de alguas Da-
tantes, Orcutt perguntou :
Sao easea todos os factos que tem
para me dar a conhecer ?
Imogene estremecen, lancou-lhe um
olhar rpido e respondeu :
Sao
Haia no tom desta assercXo alguma
cousa que lhe fez -epetir a pergunta.
SS> ess;s todos os factos que tem
para me dar a conhecer ?
Sio todos.
Com urna exp-essao de allirio, pascan
do lentamente a mao pela frante, Orcutt
passeion pelo quarto.
Consultava se evidentemente.
As suaa reflexSes du aram tanto tempo,
que a espera tornou-se quasi intolerarel
para Imogene.
Nao podendo sopportda por mais tem
po, approximeu-se della e poz-lhe a mSo
no braco.
Responda-me exclamou ella im-
petuosamente ; diga-me o que pensa, o
que tenho que esperar.
Orcatt abanou a cabeca.
comojuiz das oossas reelamagOes, que ella
cada vei mais dispe-se deaattender?
Seriamente, nao se pode compTenender o ra-
ciocinio feito pelo espi-tto da intransigencia
franceza. Reduzir urna questao de direito in*
ternacional aos limites de um acto de indisci-
plina de soldados de sua marinha de guerra
como se se tratasse da competencia de foro
para jutgamento dos mesmos; abslrahir da in -
dividualidade de urna nago amiga, offendida
por factos de que foram elles autores; redazir a
questao aos limites do seu direito privado; de
caito um verdadeiroldesproposite, bma incom -
orebcnsivel assergao.
"otao, est o governo francez no direito de
recusar o arbitramento proposto ; pois nao ba
meio de .-'.er ace.tal-o.
Mas o que absolutamente contestavel, o que
n&o admitte anai"*e, e nao tem procedencia de
especie alguma, dizer, que o caso de que
se trata, nao admitte arbitramento; e muito me-
nos, porque trata-se de actoi de sua marinha
de guerra.
Se assim a marinha le guerra franceza
constue urna individualidade absoluta e irres-
poosavel; pode com os seus can oes bombar-
dear as cidades, devastar ludo quanto perlencer
as dernais naques, levar o massacre e o exter-
minio ao seio de populaces pacificas, enterrar
todas as conquistas.da cmhsagao, porque as-
saz poderosa para ser altingida por qualqjer
prova de responsabilidade.
Nao honroso para a Franca semelhante pro-
cedimenlo ; nao largando o labo sobre a face
de um povo qualquer, que urna nagao civilizada
pode adiar com que glorificar.se.
Nao revelando um orgulho inconsciente,
revoltando-se contra os principios inquebranta-
veijiaordem jurdica, que formamos solidarle*
dade dos poros, que o governo de u.n paiz civi
usado pode attestar os oobres seottmenlos do
verdadeiro patriotismo.
At ah, pois, parece ter ebegado o radicalis-
mo francez ; convem notar que o actual minis-
terio sanio do grupo radical da cmara france-
za ; e talvez isto, explique a direegao difireme
que vae tendo a nossa pendencia com a Fran*
ca, sobre o lamentavel incidente do Amap, de-
poia que ;o miolsteiio Ribot desappareceu da
senda poltica d'aquelle paiz,
A questao secular doJerrilorio contestado, e
cuja solugo con vi ola que toase dada pelo ar-
bitrameoto^. foi que deu lugar *jB*abrimeto
das paixOes de alguna militares francezes ,- fo
ram os odios suggendos por este litigio, que no
contiveraic as vio encas all commettidas con-
tra urna urna povoagao inerme de brasileiros,
existente naquelle territorio.
Se o incidente havido contra o qual levanta'
ramse os protestos do governo brazileiro, nao
urna questao que admilta arbitramento, a
questao do territorio contestado nao deve ad-
mitlilo do mesmo modo.
TaesSp ascomphcagOes que o espirito da
cubiga de nagdes poderosas vao creando ao go-
verno do Brazil, que precisa de toda a sua iner-
gia, como de toda a sua prudencia, para affroo-
lar e dissipar os perigos, que, como denso oe
roeiro, involvem a patria.
Mas como o direito urna forga imperecivel,
se passa por eclvpses temporarias, para depoia
resurgir triumpbante.
*
Cousellieiro Portella
Mais um Ilustre pernambucano desapparece
do numero dos vivos.
Ha dias noticiamos acbar*se em estado ago-
msaete o Ilustre Conselhelro Manoel do Nasci-
ment Machado Portella, e anda urna esperanca
Espere... espere que o grande jury
techa reaolrido a aecusacao. Ser pro-
reuiaviiH^ ae que o fatal desenlace nao reali-
lar-se h|H"
Mas, hoje, nada mais d'elle restase nao um
nome queflcou, a tradigo o'uma ndividualida-
de que souoe aureolarse com o aprego de seus
conci lada|a o'uma vida laboriosa e consagrada
aoainleresees da cansa publica.
Hontemj.depoi3 de soffrer as agobias dos ul-
timo? m&ilfcotos da vida, realisou-se o traspasso
doConielbeiro Portella na cidade do.Ria de Ja
neiro, Tktiajado por urna leso cardiaca-
Nao vcixa de nos ser multo sensivel este
acontecMto, que reflecte -se no coragio-dos-j
pernambucanos em geral, e mais intimamente
no d'aquelles que de perto conheciam no.
Ilepresentou elle Figura saliente na socledade
pernaibucuna.
Desde sua mocdade mililou com perseveran-
ga as l'leras do partido conservador durante
o tempo do extincto regixen ; as suas qualida-
des 6zeram-n,o salenlar de modo, que os seus
correligionarios escolhoram-no para os mais
elevados cargos.
Por rafias vezea adminiatrou este estado, en-
tao provincia, como seu vice-presidente ; assim
como foi eleito depotado a antiga Asembla Le-
gislativa Provincial e deputado Assembla
Legislativa.
Em 1886 foi nomeado ministro do imperio,
cargo que deixou depos de exeicer por nao ter
sido reeleito.
Espirito verdadeirame&te conservador dssen-
lio da marcha precipitada das reformas qne en-
tao abnam o camlnho a urna grande propaganda..
O Conselliaire Portella foi tambsm por longos
annos lente da nossa Faculdade de Direto, onde
distinguase por sua intel igencia e illustragao,
aposentando-se n'aete cargo, para desincompa'
tbilisar-se com a carreira poli ica para a qual
tioba decidida vocagao.
Este Estado, eotao provincia, deve-lbe ver-
dadeiros-4aivigos. aim de urna adminialragao
zelosa e recta no lodo e nos detalbes que a
constiluiam ; fundou o szlo de mendicidade,
instituto de carcter humanitaria de subido va-
lor, ou pe) menos muito concorreu para a sua
fundagao.
Impalaionoo a sociedade Lyco de Artes e
Ofncios, iuetitoida para palrocioar e desenvol-
ver os infBreases da classe dos artistas e ope-
rarios,, da qual foi presidente; e como admi-
ni8lradoTfpe*sob a protecg&o do Estado aquel-
la insiilulfcjp.
i AJrr^^^Lr^rCB*totro^* m
gos de Presidente da Baha, e de MToas'Ge-
raea, prorincias de primeira orden), e em todas
eslaa commissGes revelou criterio, conheciinen-
tes profisionaes, e probidade iequebrantavel.
Cora a extiRcgao do rgimen monarebieo, a
que lluha filiado as suas crengas politicas, re-
tirou-se vida privada, e fixou a sua residen-
cia na Capital Federal.
All, onde passou os ltimos annos da sua
vida, nao se conservou porm, inactivo.
Os seus merecimentos, como jurista, indica-
ram-n'o para Director de urna Faculcade Ju-
rdica, lirre e recenlemente creada no Ro de
Janeiro.
E' assim a vida dos verdaderos luctadores;
tranalnam pelo bem, fogem as manchas com
que as cegaa arabigoes podem maculal-oa; br-
Ibatr, quanlo IheB chegade o momento psy-
chologico de agirem ; offuscam-se, quando j
nao podem projectar a luz que desprende-se
d'uma coosciencia lmpida.
Homem de carcter verdaderamente Arme,
realisou esta coherencia tao difficil aa vida bu-
mana.
Encoorio-se.assim, no immenso ocaso em
que ludo submerge-se, urna preciosa existen-
cia, da qaal os ltimos brilbos apagaram se.
Hara tal resoluc&o nos aeus olhos, tal
inainuacSo no seu tom, que a pobre mu-
Os seus compatriotas, porm, fazenJo-lhe a
devida justiga, nao esquecerao a sua memoria,
prestando-1ne veneragao sincera.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da Fazenda
N> Aviso do Mtnisterio da loioatiia, Viagio e
ODras Publicas n. 17 de 31 de Jolbo oltime, pe-
dia 10 s-jam recebidas po Toesooro as contri-
boigCes mensies para o mootepio do ex-pra i-
ca. e da Eatrada ae Ferro Central do Brasil,
Avelino Pereira da Caoba, qoe, teorrendo na
pena do art. 20 do regulameoto qoe baixoo
com o Decreto o. 942 A de 31 de Ou.obro d-
lb90, foi della Miera o pelo mesmo MiaisteM?
foi proferido pel Miolseno da Fazeoda o se-
kuilIo despacho : A competencia do Matate
rio da lodoslr a rara deliberar, em grao de re
cnrsr, sobre as de 1 ea proferidas pelo director
da DI ecto'ia Central da Secretaria do dito Minis-
terio restrlDgir-se acs caeos de admlasao 00
recosa* do ecutribuiote, previstos 00 o. i pa-
ragrapbo nico do ar'. 7 do Cecieto n. 1045 de
21 de N ve Etro de 1890.
A bvpotbeee que faz o oojecto do Aviso aune
so rege-Ee pelo 0. 3 daquelle artigo por isso
qae cao se t-ata de admissao oo recusa, qoe
s p ie dai-se por occasiao oa ioscrlpgao, mas
elm de elimioigao de am comribalnie qoe, por
falta de pagamento, no devido t rapo, das cun-
trtooiecea a que era obrlgado, imorrea na pena
do art. 20 ao regolameoto que baizoo com o
Decreio n. 941A de 31 da Oatobro de 1890
O camprimeoto do Aviso jooto importara em
deixar este Ministerio de ezercer a nscallsagao
suprema do montepo, attriboicao easa qae se
con tem ai pa'le final do art. 7 do regolament
de 31 de Ooiubro citado e 00 art. 7, paragrapho
anico a. 2 do Decreto o. 1045 de 21 ae Novem-
oro do mesmo anno.
PnferlDdo o despacho ide 11 de Joobo ut i
mo, b tere ette Ma sterio em vis1 a re usar-se
e os r-?e a tomar conbeclmeoto de cm recorso
irregolarmeoie ioterposto, por isso qne nao fra
encaminbado, com aa oeceasarlas uformagOes,
pela au'ondaie a qaem dea a le a faculdade de
decidir em 1.* instancia.
Foram nomeades 4." escripinrarios da Al-
(andera dena Capital o official ae descarga Joao
Beroaidino Nevea Goozaga e c da Alfanaeca de
. Paalo, Joaqulm Gammaes Ollveira Lima.
Foi concedido a Alfaodega da Par^hroa, por
conta da rerba exercicios flodos, ao Ministerio
da Faieod o cnd.to de 10:712*193 para paga-
mento de diversa- diridaa de excretos Bedoa.
Ministerio da Industria e Viacao
Couimuoi^on ae, para oa Una conveoien es, ao
engenbelro fiscal do l. diatncto ae eagennoa
ceoir^es qae por decreto o. 2,132 de 17 ae Ou-
tabre Bo'io fet icapeosa a garanta de jn-o* con
cedida a compacba Tbe Norta iraiilian Lagar
Paciones, L muec, para o esta bel ecimenio do
e ipetibu central de S. Loureogo aa Matla, ea>
Pernambnco tendo ja aido assigoado oesta Se-
creiaria o respectivo termo de reacteo.
. Sch uaram-se do Mtniaieno da Fazeoda as
riis crdeoa abm de que atlas Aifaodi-
Par, Maralo, Cea-, Pe-oambac,
ip, Santo?, Desterro e.Rio Grande aejam os en-
eeooeiroa ebefea dos districloa da Reparugaa G-
ral de Trras considerados -como oa flseaes que,
em vir'nde da le, devem passa- > tertincado,
mformagfjese declaragoes coaapetentes para des-
pacho nvre de di titos do material telearapbico
importado p.fas Compaablas WettjrQ Telegra-
pti. e Soolb American Cablea.
Pol aposentado aos termos do ar'. 487 'lo re-
golameoto app ovado pelo decreto 0. 1661 de
30 de Jaoeiro ae 189i, O guarda-fio da Repart-
cao Geral dos Teegrapbos Salvador Jos da Silva,
de aicordo com o n. 1 do art. 481 do mesmo re-
golamento.
Declarou se ao Ministro da Goerra, tao ha-
ver inconveniente oa adrri'sao do sareento Cos-
me Jos Cortea, Como praticaole de te'egraibta
da Hepar.igao Geral dos Telegrapboe.
to ; e para o 14.* da mesma arma o alfares do.2*
Francisco das Cbagas Pinto Montelro.
Para o 23.a batalnao de infai.taria o aiferes do
26." Jjaqaim Correa de Mo-ae8 Cavalcanu e para
o 33. da mesma arma o alteres do 40.- Herminio
Pinto da Silva. nM|
Poi permittido ao 2.* tenente do 6.' batalbao
de arii'bena Antonio Baptlsta Neiva de Fignel-
redo, gozar 00 Estado da Parabyba a llcenga de
39 das qoe obeve para tratamenlo de eade,
conforme ede.
Poi concedida troca de carpes e ite si ios
2.' teoeotes Breno de Soasa Pereira e ffoDso
Gorgei do Am^ri', esie :o 3.- e aqaelle do 2.* re-
>im Governo do Estado de Per-
ita ni lineo
Expediente do Dr. Secretorio da Justiga, Ifego
cios Interiores e Instrucco Publica do dia 4
de Julho de 1995.
Actos :
Ministerio da Guerra
Foi nomeado o Dr. Ra y mondo Canta ahede me-
dico adjoatj do exerclio, na gaernigao da cidade
de Nictberoby.
Foram transfer loe :
Para o 20.' oataibao de infantaria aiferes do I0.\
addido aqaelle batalno, Praocisco Conrado
ao Cooto e do 21* Paulino Jollo de Almeida
Neo.
Para o 5 de artilberia o 2.* lente do %* re
gimeote da mesma arma Hilar o Praocisco Das.
Para o 13.' reeimeoto de carallaria o alferaa de
1.* Candido Aogasto da Cruz; e para este o ai-
feres do 4.* Urbaeo V.rella.
Par o 13." batalno de infantaria o alfe-es do
l. JoSo Evangelista do Negre.ro* Sayao Loba-
lmente contra um desses doua ha- lher quasi sentto renascer a esperanca
vave
mena, mas preciso que eu saiba contra
qual antes de fazer ou dizer qualquer
cousa.
E pensa que possa harer alguma
dunda a respeito de qual dos dous ser
perseguido ? perguntou ella oom sbita
commoc&o.
I! sempre uvidas no que pode de-
cidir urna reuniSo da homens. E' um
caso muito extraordinario, Imogene, o
mais extraordinario talrez que teoho ra-
to. O qu* pensara, o grande jury? So-
bre qaem recahir&o as suas suspeitas, em
Hilaretn ou em ManseU ? Nem Perris,
nem eu, ninguem pode dizel-o com certe-
za. As provas contra os dous, tanto
quanto possi julgar, sao todas importan-
tes. Acredita ManseU culpado?
Acredito 1 murmuron ella. E8tou
certa.
Porque o suppoe culpado, tornou o
prudente adrogado, como se nao ti vase
ouvido, nS ae segu que os jurados o
acreditem tambera. Hildreth est muito
ompromettido, e a tentativa da suicidio
terrivel prest mpcito contra elle. No
eoiaut-i os factos que avanca contra Man-
seU sao muito gravea, e s Deas sabe
qual-ora a co'Cluso definitiva de tudo
ato. D'aqui a algumas semanas tudo es-
tara decidido, e en tao...
Calou-se e olhou para Imagene.
Neste momento o ar de auateridade e
de imperio sobre si mesmo do adrogado
desappareceu e am relmpago de ardor
apaixonado brilhara em seos olhos.
E entlo, ex?lamou elle, Ter-ae-ha
de qua Tremout Orcutt 'tapan para fa-
zer brotar a las desse cahos.
Oh generoso amig >!
__ Espere... espare que saiba mas o
que decidir o grande jury.
E pegando-lhe na mao, puxou a para
si.
Im gne, comecou elle, se ea con-
seguisBe...
Mas interrompeu-se, querendo talrez
reconaiderar as auaa palavras.
w; exclamou elle, nSo dire mais
antes d saber qual dos dous homens ser
enviado ao tribunal.
Beijou lhe & mo, dirigio.lheum ultimo
olh'-r, em que estavam concentradaa to-
das as paix3ea aecretas que o agitaram
havia urna hora e sabio rpidamente do
quarto.
XVI
__ Ah raurmurou Iingene, ontio...
?
Manbell.
O g-nde jury tinha terminado a sua
deliberado e Orcutt acabara de lhe com-
municar o resultado.
Craik Man-sell seria julgado pelo tri-
bunal. : .
Um ao olhar do advogado tinha basta-
do desgracala rapariga para compre-
heuder tudo.
Apoiou-se, cambaleando, nombreira
da porta. .
Imogene, disse Orcutt, quasi tao
commovido como ella, ha urna cousa a
quedeaaj ria queme responder.
__ Qual ? di ase e la machinalmente.
Maa nao achara fcil fazer-lhe a per-
ganta, tto fitos ella tinha Q8 oihos nelle,
com pungente expresas:) de desespero ; e
no eHtanto senta bem que era preciso,
custaase o que cuatasse, lirrar-se da du-
rida que o atormentara.
Vencendo finalmente a sua commoco.
disse :
E' poseivel que pense em casar com
Craik ManseU, eeja qual for o resultado
deste proceaao ?
Um estremeoimento a percorreu doa
pea at cabeca, tSj violento como aquello
que se segu extraccjlo d'um dardo de
urna ferida mortal.
Mas Imogene respondeu com firmeza :
Nao. Como pode perguntar-m'o,
Sr. Orcutt ?
O advogado soltoa um granda auspiro
de allivio.
__ Eot&o, n5o haver traicSo da minha
parte em lbe asaegurar que oanca em
tempo algnm o meu amor par ai foi mator
do que hoje, pois para lhe poupar urna
or sacrificarei at o meu orgulbo. Por
consegeinte, se ha um ser rico que eateja
em meu poder prestar-lhe, urna accSo que
p sea fazer am bou faror, estou prompto a
t ntal-o. Imogeue.
__Tr to grande bondade ?...
Ella heaitou, mas, encontrando o olhar
de Orcutt, tere foca para continuar.
__ Ter t&o grande bonade que ee en-
carregue de ama meneagem minha para
elle?
Sim, disse elle, mesmo aso.
Ent*o, diga-lhe que, para ealrar o
innocente, sou forcada a tratar o culpado,
mas que, tazando o, nao me poupare a
mim propria e que, qualquer qae deva
ser o seu destino, partilhal-o-he, embora
seja a mor te.
Imogene t
Dir-lh'o ha ?
O,Secretario da Justiga, Negocios Interiores
e Instrucgao Publica resolve exuoerar Jos Jor-
ge Lobo de Carvalho do logar de i.' oycial da
2." Secgao da 2." Directora desta Secretaria -
oomear para substitul-o interinaaunle o cida-
dao Alfredo Rabello Cintra, at qu'e se proceda
a coocurso para preenchimento dy referido lo-
gar.tcmmuntcou-ae ao Dr. Secretario da Fa-
zenda.
O Secretario da Justiga, Negocios Interioras
e Instrucgao Publica, aitendendo ao que reque-
ren a professora Mara Saturnina Prudencia da
Ciuz, reaolve declaral-a em dispenibilidade,
visto ter sido dispensada do exerricio da ca-
delra municipal de Ip .juca pelo respetiva aab-
preftito em exercicio, e reunir os requisitos
exigidos pela unslhuigao e le n. 52 de 3 de
Agosto de 1892Commonicou-se ao Dr. Secre-
tario da Fazeoda.
O Secretario da Justiga, Negocios Interio-
res e Instrucgao Publica, defenndo n'esta data
a petigao da professora da aula pratica do sexo
feunino da Escola Normal e de calligrapba do
curso, Haria Candida de Figueiredo Santos,
resol ve conceder-lhe um anno de lcenga com
todos es vencimentos, a contar de 1 do corrate
mez, uos termos da le n. 120 de 26 de Juoho
do corrente anno.Commuolcouseao Dr- Se-
cretario da Fazenda.
Offici s :
Ao Dr. Presidente do Superior Tribunal de
justiga. Commuoicovos, para os dev dos tins,
que por portara de hontem, aitendendo ao qoe
requereu o ba ib arel Antonio Ce san o Cardse
A jres, juiz de direito do municipio de Plores,
resolv prorogar por 90 dias a lcenga em cojo
gozo se acbava e que Ine foi concedida por acto
de 13 de Fevereiro desta a-no.
Ao Dr. juiz de direito das execu;0es cri-
minaeaAfim de satisfazer a requisigao do che-
fe de polica do Estado da Parahvba, constante
da offlcio do Dr. qoestor policial interino, data-
do de hontem, pegjs-vos que informis si o in-
divuo de nome Braz Barreta Carneiro LeSo,
all conhecido por Paotaleao, ex-lhesoureire da
Eat-ada de Ferro Central de Pernambuco, pro-
nunciado oeste Estado por crlme de pecolato.
ao Dr. Secretario da FaseodaSolicito.
LjJas iaformicft t a respeito d* requerimento
''junto em que Gustavo Ernestmo da Catiba Gal
vao, capilao do 3. Batalhao Estadoal, pede pa*
gamento da quantia a que tiver direito pelo
forneclmento d'agoa e laz o destacamento sob
seu commando em Tacarat no periodo de 13
de Dezembro do mao findo a31 de Maio d'ea-
te.
Ao mesmo-Solicito-vos informagoes a
respeito do pasamento da coala junta na im-
portancia de 168200 rs. proveniente do forosci-
menlo de 54 ga nafas de gaz ao 3. Batal bao de
Infamara Estadoal.
dem.-Solicitc-vos a expedigSo de ordena
00 sentido de ser paga ao eidadao Theodore
Rotilio Xavier Ramos, a quantia de 1508000
pelos aervigos prestados no carcter de agento
recenseador do 2.* districto de S. Jos; devendo
correr desbeza por conla do crdito extraordi-
nario de 1 de Fevereiro do corrente anno.
dem.-Rogo vos digneis expedir aa ne-
cessarias ordena no sentido de ser paga a quan-
tia de 608000 dispendida com a limpeza e as-
seio da casa onde funciona |a Secretaria da
Junta Commercial durante os mezes de Halo e
Juoho ltimos, con for m: se verifica dos docu-
mottos juntos ; devendo correr a despexa por
conta do S 41 do orcamento em liquidagao do
exercicio passado.Commuoicou-se ao presi-
dente da Junta Commercial.
dem.Commuoico-voB para os fins con-
ven entes qua reassumiram o exercicio de seus
cargos os lentes da Escola Normal, barbarais
Joaquim Pereira da Silva Guimares, Celso Plo-
renlino HeBriques de Souza, Blanor de Medei-
ros e Joao Baptista Regueira Cista, os tres prl-
meiros no dia 29 do mez findo, e o quarto no
dia 1 do correte, viste ter se encerrado novda
-g^gg'"*"*'***'*'^
Nao teria sido um homem, e ainda me-
nos um namorado, se tivesae respondido
neste momento a tal pergunta.
Agarrando Imogene pelo bra$o, olhou-a
fixamente.
Quer dizer que se matar
__ Sinto que Bao aobreviverei ana
condemnacSo, balbuciou ella, levando a
m&o ao corac&o.
__ E se for absolrido ? perguntou e'le
com voz ronca.
__ Diligenciarei conformar-me com o
mea destino.
__ E' entlo a uuica alternativa que ma
d, exolamou elle em tom amargo. E'
forcoBO que salve esse hornero ou que a
veja morrer Pois bem salval-o-hei...
isto ae me der elementos para o fazer.
Um relmpago de alegra illuminou o
pillido rosto de Imogene.
E entregar-lae-ha a minha mensa-
gem?
Orcutt abanou a cabeca.
__ Se vou procnral-o na minha qaali-
dade de adrogado, que se encarrega da
defeza, nao r<5 que nao posso tranBmittir-
lhe ama cous c essa ?
__ Ah I sim... sim Mas pode duer-
lhe, nao verdade, que Imogene Dar
arr acou a sua propria telicidade e a aua
propria rida para salvar um innocente.
Dir-lhe-hei tudo quanto me for per-
mittid > dizer-lhe para lhe mostrar a sua
corapaixo e a aua d6r.
Im gene teve que contentar-se cora eata
declarac*1'.
(Contina).

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I Tjp. do- Diarto, ra Duqu* de Caxiw, X
l

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_ 1


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Piarlo de PoHMwbHBft ^13^r^a^fetrm IQ-de ^^earitfo de 18P5
InnhQ. aJMlfl 4 CoiflMttT' fli'i"-iiiifani.*.* fltfrWlO*' desenTJtvi'Ben
d'estastod.~da qual fazianiparte.
__ Ao delegado do municipio d Ipojaca.--
0 Exm. Sr. Dr. Gotavaador do Estado (anda -
accusar o recebimento-d voaao of&cio de 28 de
Jaoho ultimo e agradeear-vo* a felicitagoea que
lhe d'ingistes por tersaida frustra ios o pla-
no do envenenrnosla da que ia 9eodo victi-
ma,' com sua Etma. familia em 21 do maamo
mez.
Expediente do Dinetm da i.1 Directora
Oficios:
Ao 3." 8upptate da jttiz do 1. districto do
muoicipio do Pao d'Albo.0 Sr. Dr. Secretario
da Jusliga, Negocios Intsnoies e Iistrucgo
Publica a quem foi preaeute o vosso officio da-
tado de 28 de Maio ultimo, minda declarar-vos
que ao presidente do Concelho cabe exclusiva-
mente tomar conheciaaeoto do assuinpto do
mesmo officio visto como trata-se de materia,
cuja decisao da competencia do dito Concerno.
Ao comtnaodaote Jo 1.* batalhao de inten-
tara estadoal.-O Sr. r. Secretarlo da Jusliga
Negocios Interiore! e Instrucgo Publica mar-da-
communicar vos, para os deydos flus, que o be--
cretario da Fateoda acba-se habihtadu,.,effe-
ctuar o pagamento da qnaotia de WjWJi
neuta do 3. baUlbaode ioautiria HercuUoo
Herval de Miranda Heonqoe e mandou eaeiip-
turar a de 98455 perteucente ao exercicio j
"""coraraaodante do 1.' batalhao e.tadoal.
-O Sr Dr. Secretario da Justigav Negocios Inte-
riores e Iosirucco Puolica, man la comroun-
calvos para os devidos fias, que o Secretarlo
da Fateoda aotia-se habilitado a pMjar a quanua
de 693050 e a eacripturar a de 60#000 devidis
ao capito do batalhao sob vosso comisando
Abilio Gomas de SNovaes.
oa
Questora Policial
Seccol". N. *)9.- Secratana wa Qaeetora
Policial do Esiado de Peroambuco, 9 de Detem.
"o Sr. C-rooel Dr. Jallo de Mello Filbo mal
digno Secretario UloeMca-e Negocios talerro-
p'arllcipo-vos qne foram reeolhldos a Caea de
Detengo os aeguintea Individuos
aV ordem'do delegado do districto da capi.
tal Sabino Alfredo da GruaRe Jos Marcelioo de
Soa Braga, coahecido por Caveira, como ga.
Aborden do subdelegado da Magdalena, Lio.
renco A-V-is Psreira aa Silva, como deaordelro.
T'otlem do subdelegado. >do 1 districto da
f-eguazia da S. Jos, Manoel IRaY^Jf Aj
meida, por embriaguez, e Damlaoa Mua
Conceicfio, por disturbios.
A' ordem do sobd^enado do V dial ,e'.e da
freguezia da S. os, Joaooa Manado Prazeres,
PVoBrdn do subdelegado da Magdalena. Fran-
cisco Mirinbo dos Sanios, par crime de furto e
Antonio Joi-d.i Frenas, como deaordelro.
A*ordBi* do" subdelegado ao 2 distr co *
fregoenade Santo Antonio, Mara Rtymooaa ae
Oliver, como desordeira.
A'oroem do aoDd^egado da freguezia de S.
Jos, LaureeUoo Mauoel da Silva. Joq Evange.
lista da Silva e Mana Rosa do Espirito Sanio,
por disturbios ,__mm
Commooicoa.me o subdelegado da fregu.
zia do Recife, que aa 3 horas da madrogada do
dia 7. de correte manifestou.se incendio no es.
Ubelacimetto commarcial dos.Srs. Antotuo soa.
res & C, siio a ra da Madre -de Deas n. 1.
Compareceodo a mesma aotorldada ao local
indicado e igualmente a Compannia de Bombei.
roe, um piqoete e-cavallaria e potro do 2o be.
taltiao eeladoal.ccnsegairam extinguir o incendio
s 5 horas da aaaha ; e das diligencias a na
procedan ebegou evidencia deque o faci fora
casoal.
Saude e fraternidad*.
O Questor,
Jos Felippe Nery|la Silai Filuo,
to ao enaioo jurdico
ntrutauto esa oobre praowup$a ravela-
da na discussa aa tena havllo oeata e na
oatra case eetar heai servida com as prori
denciado projeetot Terto ellas.bastante ef-
Acacia para produtir o 'etfaito dasejado. Pego
licenea oeste-panto para discordtr laqualle
qae nesta e oa outra Casa teem sustsotado o
pro i co.
l'arece-mj que ella nca muiti aquem dessa
desajo; e entendo que nesta materias de in-
etrucgao publica, o melhor oto estar refor-
man lo constantemente-
Nos temos urna reforma radical feita em
1891 ; nao se pode anda julgar, em toda a sua
integrida-ie, em toda a sua extensto, em todos
os seus effeitoa esta reforma.
Ella esta amadureieodo na pratica. Nao
ser um acto de teineridade estiraos agora a
alterar constantemente uma cousa que precisa
rnoito tempo, muiti pausa para poder fructifi-
car?
As instituido '5 de eosioo consttuem como
que ura vasto edificio; quando preciso ac-
eres eola-se lhe mais um compartimento, mais
um cummoio, mais um andar; mis nao se de-
ve estar todos os das a desfaser e a edificar de
novo. Nao de bom aviso, nao curial isso.
Este projeclo exprime, alm disso, um acto
de ratrogradago. Elle trat o sanete celm-
brSo ; elle vem com a disciplina dos velos es-
tatutos da Universiada da Ooimbra. Esti
projecto o repodio da liberdade que se tlnha
dado ao estuiante...
O Sr. Goofilves ChavesDe vadiar.
OSr. Joo B.rbalho .. de astudar. O re-
gimen da llberdade indubitavelmeote mais
proficuo do que o rgimen da passividade.
Para a educacio da mtcidade que frequenta
as nossas escolas, nao ser de muito mai ir ef-
Acacia deixar os alumnos comprehenderem o
sedimento da proprla respoasabilidade ?
1 A frequeocia livre d logar a que ellas se
compenetrem do seu dever, e nao procurem
pela hypacrisia, fazeodo consistir seu nico
mrito no cbegar a lempo e a hora, mostrar-
se mais assiduo de que es companheiros, van-
tagem que atinal nao redunda em aproveitameu-
to do enslno. O aprender nao consiste no as-
sistir as aulas ; a presenga nao quer sempre
dizer applicag >.
Accusa-se o rgimen vigente de ter contri*
buido para a dacalencia dos estulos jurdi-
cos ; debalde. porm procuro a prova disto ;
quer as discussOes parlam*aiares, quer na im-
prensa, quer nos documentos officiaes, nao te-
nbo podido acbal-a.
SI percorro os relatnos do Ministerio do
Interior, onde veem noticias dos trabalhos rela-
tivos instruego publica encontr estatisllca
que absolutamente nao provam contra a fre-
queocia livre.
0 nobre orador que me precedeu na tribuna
adiantou o que eu teria de dizer sobre este
ponto ; mas sou forgado a ler os nmeros,
para justificar o que acabo de dizer.
Si a frequencia livrefosse a causa do aban-
dono e decadencia dos eatudos, teamos de
achar.no grande numero de reprovages a pro-
va, a maoifestagao di seo.
Com effeito, si certo que, por ser livre a
frequeocia, os alumnos nao estudam, ento de-
ve haver no flm de cada.aBno multa reprovago.
Lendo o relatorio do Ministerio do Interior
quanto Faculdade de Direito de S. Paulo,
encontr uns nmeros para os quaes chamo a
attengo daquelles que tanto iosstem, como
um remedio salvador, oa disciplina do bedel e
do lapis. ,
Vejamos o que diz a estatisca em relagao a
Faculdade de Direito de S. Paulo, primeira-
mente, e depois as outras.
Eis os algarismos do relatarlo :
GONGKRSSO NAGIONliL
Senado
Sob a presidencia do Sr. Dr. M. Victorino
realio-sa a 160.-sesso no dia 28 do passado.
O-Sr. 1. secretario, depois de lera acta da
sessao anterior, que foi approvada, pasaou ao
expediente.
Na ordem do dia. discutindo-se o parecer re--
conhecendo senador pelo Paran o padre Alberto-
Jos^Fefuao-ies, oraram oi'Sr. Barao.de Lada-
rio e Q Bocayua.
Fbi approvada a concluso do parecer.
Foi rejeitado o projecto que equipara os ven-
cimentos dos profesa .res do Gjmoasio Nacio-
nal, tendo fallado os Srs. Severioo Vieira e A.
Bueno.
Soore a proposigao da Cmara dando um
aovo plano s lea-do orcamcto da reeeita e
desneza, o Sr. Leopoldo de BuIhOes apreseniou
um reqoerimentoi que foi combalido pelo Sr.
LeiU e Oiticica.
A discassao Hcou adiada.
Depoisde ser^des'gnada a ordem do da, te-
vantoo'-e a sessao s 4 horas da tarde,
No dia 29 realisou-se a 161* sessao, sob a
presidencia do Dr. M. Victorino.
Depois da leitura e approvago da acU, o br.
i.* secretario "eclara nao haver expediente.^
O Sr. Pinheiro Machado faz consideragOes so-
bre nm lelegramma que recebeu dos redactores
do Diario Popular, de Pellas.
Em seguida o Sr. Leite e Oiticicloa pronun-
ciouum longo discurso sobre o Banco da Rep-
blica e terminou enviando mesa um requen-
mentu.
A dscusso flcou adiada pela hora.
Na ordem do dia, continuando a dscusso da
proposigao que d novo plano 8 lea do orga-
mento, fallaran os Srs. Sevsrino Vieira, Leopol-
do de BuIhOes e Lele e Oiticica.
Foi encerrada a discusso a rejeitado o re
querimento e cfferecido na sessao anterior pelo
Sr. Leopoldo de Bolhes.
Ficou adiada a dscusso da proposigao.
Designada a ordem do dia, levantou-se a ees.
sao as 3 li2 horas da tarde.
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSAO
DE 17 DE OUTUBRO DE 1895
Reforma das Faculda-les de Direito)
OSr. Joo Barbalb.o(*)-o projecto
que se discute exprime um bello pensamento ;
visa melborar, desenvolver, engrandecer os es-
tudos jurdicos entre dos, e so por isto digno
de apoio e de epplau os.
V. Exc. conhece, Sr. presidente, que, alm
do proposito que o projeclo traz em el de me-
lborar o ensi io superior, ha nelle uma certa
razo de ac uulidade, a de contrariar ama certa
correte qae se tem desenvolvido contra o di-
reito, cootra os juristas, contra os que da
scit-u. a do direito fazem proflssao.
N4o preciso ser multo perspicaz, ter grande
atilumeoto, para verificar que esta correte
existe e vae se desenvalvendo.
Ha uns que negam at ao direito seu carcter
8Cientico e mesmo naofalia qu-m o faga o pro
fenitor dos. malea todos que aofifremos de or-
em social e poltica. Nestas coodi(5es seja
bem viddo este projeclo ; elle visa um grande
flm e encerra uma oobre preoceupagfto. Ou se
considere o direito como uma eciencia ou como
.arte, o fado que em urna sociedade poltica
o estudo do direito se iape como uma neces-
sidade.
Sen-lo o Estado um instillo jurdico, neces-
sariamente ha de ser gerdo pelos homens do
direito, quer queiram quer nao os que Ihes sao
avessos.
O jurisconsulo romano elso. cooteotava se
em chamar o direito Arlejus esl ars boni et
oegui.
E essa ogerisa ao direito a ponto de tirar-
lbe o oome de aciencia, faz-me lembrar um di-
to de Beaumarchais, que o Snado me relevar
Citar:
O oome feio que um cosinheiro estraogeiro
possa dar a uma delicada iguaria francesa, oao
Iba tira o sabor oe u a excelleocla
(1) Este discurso nao foi revisto pelo ora-
dor.
Podern ci amar como qnizerem o direite e
terem-n'o na cenia que eotenderem; si nn*
Tena wmoaatoaaaa aiRoma vea o eosombram.
passado o aclipae, o direito brilha cerno o sol
a maldicgao que lhe podem laucar ingrata
t aojaeioia.
B' grato, pola, ver que oa poder pblicos
Em Mato de 1881, aa ioscripgOes para exames
subiram a 120 ; retiraraovse 8 examinandos e
deramse apenas 11 reprovagdes.
o flm do anuo in3creveram-se 222 alum-
nos ; retirarara-se 16 e deram'se sraenle cinco
repwvasoes inacpeveram-se mais 79 n4a a-,
trleulados, retirando-se5; foi nicamente re-
provado 1.
Na Faculdade do Recife, na primeira epocha
de exames em 1894; inscriptos. 197 ; reprova-
gOes, 29; na segunda epocha, inscriptos, 249 ;
reprovages, 29.
Na Escola Pelytecboica em 491 exames, de-
rain-so 31 reprovages em Maio e de 774 exa-
mas em Dezembro ; resultaramse 71 reprova-
edes.
Como fica exposti, nao -a as Faculdades
da i Dirarto que se v aerem numerosas as ap-
provacOes; aestvtistica dos exames-da Es
cola Polyteehnica acensa o mesmo resultado.
Nem isto em desabono de nenhura desses
inaiitntos, quando se v que em Pernambuco o
auno passado apenas bacharelaramse 35 e na
Escola Polyteehnica, diploraaram-se 31 indi-
viduos.
Acreditando que as approvagss s8o regula-
rest sao sinceras, eu tenbo em meu abono a opi-
niao dos professores que approvaram 08 alum-
nos.
Si elles os approvam porque entenderam que
os alumnos estavam habilitados as materias
que estudaram durante o anno.
Creio que nao preciso uma prova mais pa-
tente de que o mal que se possa attribuir si-
cto quera com rruette noma amatar o ensiao
do chamado direito natural.
Mas parece me que ate pensamaata ata ett
traducido devilaiPeaie.
Aos proegomeoos ou fatrodueco ao estu-
do de direito, eu aecreaceotare as refras de
hermenutica, visto que tem de aeguir-aa- o
estudo de direito civil e de outras material de
oireito positivo, ou legislado, onde preciso
constantemente fazer applicagao dos preeaitos e
regraa que se devem oservar na iaterpretagio
dos textos legislativos, canio assim desde o
principio de seu curso o estalante armado
desse importante recurso e iasirumeato essen*
clal boa iotelligeneit das le.
Mullo bem se comprebende, Sr. presidente, e
al pelas dseizssaas qua nos temos-tido no par'
lamento, a necessidaie de renhejser a fu ido o
direito publico estraogeiro a especialmente lo
estulo comparativo do direi'o publico nos di*
versos paizes americanos ; desde que eatre n>
xistem inatituigOes semelriantes, por isso eu
estabel^ceria na cadeira de direito publico e
constitucional o estudo comparado das institu'
goes polticas das nag5es da Mne-iea.
O projeclo" vfndo da Cmara dos Depntados e
que a nossa coramissao aceitou sem emenda,
quando se oceupoo do ensino do direito crimi-
nal, quer qae faga objecto de estudo especial e
partcula'isado o direito criminal militar.
E' certamente de estranhar esta singular! la
de ; oomprehende se que se dam nogOs bas-
tantes dessa parte do direito panal, mas dar-
me maior exieoso e deie ivolvnnento que s
outras partes desse ensino, realmmte cousa
de eslranheaa e difflcil de justificar.
Nao sel que in verdad baque entre as ma-
terias, de direito criminal, se destaqua, para
merecer mais cuidado aparte, um estado m^is
aprofuodado, mais desenvolvido, o direito mi*
litar. i
Na reforma de Benjamim Coostaat e as an-
teriores n> vinlia isso, e nao sei pirque agora
apparece a penaliJaie militar eoio essa predT-
leaffto e particulari lale, sobrepujando a> mais
do ^ensino da cadeira de direito criminal.
Com o plaao que ha pouco ti, Sr. presidente,
organisava-ae o ensiao peridico de tro de 4
aoaos, em 14 cadeira, comprehen lendo lo las
as materias nece3sarias ao bacharelado e at
ao doutorado.
E este plaao mais desenvolvido, do que o
do aciual rogimea, e contm pauca cousa
menos, do que exige o rgimen proposto pelo
projecto.
Deixo, porem, de apresentar emenda, porque,
cerno disse a principio, pens que deve preva-
lecer a reforma que actualmente temos era exe-
cugao.
A estatistica da frequeocia no3 differente3
cursos, raostra que elles a teem bastante, para
seren manlidos.
O nobre senador por Pernambuco referi-se
pouca concurrencia de alumno3 do notariado,
mas ns consideroa que o notariado era S. Pau-
lo tem frequencia que deu logar a 21 inser-
pges em exames, como se v do relatorio do
ministro do interior,
O dr. Correia de Araujo Em Peraambuo
uma.
O Sr. Joao Barbalho Em Parn*mbuo tris
inseripgoes.
O Sr. Correia da AraajoS um alamaafez
exame.
Sei que naquella Faculdade, nao havia fre-
quencia nesse curso, porque o lente deu-me a
respeito informac&as.
O Sr. Joo iBarballio Sr. Presidente. E vezo
nosjo achar mo tauo quanto tem>s; o qa-)
0088o nfto presta, achamos preferivel elogiar o
estraogeiro, copial-o.
Porque o ensino anda nao tem sido professa-
do com resultados mas e de
grande vulto, a ponto de completamente satis-
do cdigo penal
estraogeira. Pro-
tuagao actual do ensino, nao prorm absoluta-
mente da llberdade de frequencia.
Estar o mal, estar a causa da decadencia
dos estudos, no urande Majan materia, na
accumulagao de disciplina que aa dio aos alum-
nos para estudar ? Quem nos diz que assrm nao
. a propna cammiss&o de instruego publica,
que acceitou o plano que veio das Cmaras,.au-
gmentando o numero de materias do curso que
ica subsistmdo.
Esae plano poderia ser criticado sob mais de
um ponto de vista. Como eu tenho de votar
contra todo o projecto, nao offereco a emenda
que de principio tinha elaborado, reduzindo as
materias de ensino a o numero de cadeiras, de
maneira que se poderia dar o curso todo em
quatro anuos, e reduzindo o numero de cadei-
ras a 14.
Si eu tivesse de apresentar um plano orgaol-
saodo aa Faculdades, estabeleceria para o enti-
no uma iistribuigSo de materias pela seguate
forma (l) :
1. anno
I. Introduccao ao estudo das sciencias jurdi-
cas, hermenutica e historia do direite.
II. Direito civil comparado com o romano e
com os cdigos estraogeiros,
III. Direito publico e coustitacional compara-
do com o das nagOes americanas.
2.* aano
IV. Contiaaaco do estado de direito civil.
Organisagao judiciaria e processo civi
V. Direito criminal, estudo '
comparado com a legislagio
cesso criminal.
VI. Direito internacional, publico, privado,
martimo e diplomacia.
3.a anno
VII. Contrnuago do direito civil.
VIH. Cont nu igo do direito criminal, rgi-
men penitenciario.
IX. Direito cotnmercial. Processo commer-
cial.
X. Direito internacional (continuago).
4.* anno
XI. Continuago do direito commercial, segu-
ros, fall-ncia, liqmdago judiciaria.
XU Direito administrativo.
XIII. Medicina publica.
XIV. Economa poltica e sciencia das finan-
gas e coniabilidade do Estado.
Em regulamento se faria a distribuigo das
materias que se achara divididas por d us ou
mais ann s e em programma orgaoisado por
cada um dos prefesserea, e approvado pela con-
gregagdo se fna a distribuigo da materia de
ensino de cada cadeira por ligOes corresponden-
tes aos das lectivos da auno.
Os programlas seriam animalmente impres-
sos e gratuitameate distribuidos aos alumnos e
ouviotes.
Nos vemos no plano da refo-ma aceito pela
commisso na primeira cadeira do pnmeiro
anno Photophia do Direito.
Ora, a pbilusophia do direito para ser estu-
dada, precisa comprebender a syoiheae de loda
a acieacia jurdica. Per consequencia nao ae
pode considerar bem enllocado no por ico do
edificio aquillo que deve ser a sua capola.
A philoaopbia do direito, para aer estudada
exige o coobeci -
fazer anda aos mais axittentes.
Considera-se qae o estado do ensino peridico
o estad) de declinio, de decadencia, qae
preciso faeer taboa raza-e re;omecar a faioa das
reformas.
Entreunto estas Faculdades, que teem mos-
trado o ensiao debaixo do regimea da freqaen-
cia livre, que se tem apootado como causa do
mai, e a decadencia do ensino, tem dado logar a
passagem de muitos mogos realmsate habilita-
do, qae estao figurando aa magistratura, ao
foro, na impreasa, as doas casas do Parlamen-
to, com muita vantagem, com grande brilhaa-
118B10. ..
Nao aaveomo se possa em vista diao,dizer
que o ensino do direito est em decadencia ? 1
Vejo que elle continua a camiulur aoiOfr coa
tinuam lodos os outros astutos.
Sr. presidente, os progresso do ensino obe-
deesm Umbem a certas lea, que V. Exc. o
sabe ; nao se improvisara, nao se realizara de
chofre ; nos oo podemos, por meio de decra--
tos, .os raais bea:pensados, melborar as cou-
sas immediatameote.
A planta necessita de tempo, de terreno, de
boas eoadlcSee climatricas, como necessita de
espaco,. pora deseavolvar se, para creacer e.
par dar fructoa ; como nao se p te plantar em
um da e no segunte colherse s fruetos, as-
sim as reformas, e isto cousa do mais ele-
mentar hom senso.
Esta impaciencia, que se nota em oos30s le-
gisladores, d logir a repetidos golpes de de-
cretas as nslituigOes, nos servieos publicas, e
a consequencia a grande iastabilidale delles,
com prejuizo dos mais altos iateresses do paiz
e do cidado.
A estabilidade de necessUade ladeclinavel
para a melhoria e e progresso de tola e qual-
quer raza do servigo, e principalaieate para o
progresso do eosiuo publico ; oo podemos e
nada mais iacurial do que estar propoado re-
formas todos os das.
Sr. presi lente, tambera ao estraogeiro, a or-
banisagu ofilcial doensioo aiada nao chegou
altima palavra ; lamhem por l ha queixas.
Por l muita cousa ainda experiencia e l se
sabe que nisto s se pode melhorar aos poucos
e de vagar.
Daroy, nao ha muito tempo, observava a su-
perficialidade rauito conhecida do ea3ino as
faculdades da Franga ; Revau attribuia essa su
perficialidade do ensino inferoridade scieo-
tfica da Franga peraate a Allemanha a outros
Estados.
Feneuill. tratando da referencia da instrueguo
publica em Fraoga, nao aa d por sattsfeito
com ella.
Lon Donat dizia que a Franga, em materia
de iustrucgo, tioba amito o que fazer, e, ao-
bretudo, destazar.
Na Italia, Banghi, em excelleote relatorio
apresentado ao parlamento, fazia ver como as
faculdades desse paiz sao mal frequentad s e
por um pessoal, qae, na Allemanha, nunca teria
atravessado o limiar das respectivas facul-
dades.
Nos somos os nicos que nao nos queizamos,
quanto ao assumpto em dscusso, e nao pode-
mos almejar co seguir promptameote o que
paizes mais adiaotados nao obliveram.
Se o ensino do dreito nao tem feito muito
grandes progressos, se nao ha realizudo os
mais esplendidos resultados que se possa que-
rer, entretanto que fado que elle val ca-
minhando e nao temos motivos para desgostar-
nos do que existe, pois ha de ir proseguindo e
melborando.
E de certo, Sr. presidente, nao procedem as
nossas queixas, porque somos uma naco neva,
e vivemos em um rgimen tambera novo. E'
cedo para termos o que os velbos paizes da
Europa s depois de muito esforgo e muito
lempo vao consegumdo.
As rircuaatancias, o meio, rauito coocorrem
para uo pdennos ler o ensino em tal grao
de prospendade qae s3 compare com o que
tem paizs muito antigos, com muito map pra-
lira do servigo do ensino, com orgaiisagao
delle moio desenvolvidas, e objecto de mua
soncitu le desde muito tempo. por parte dos
governos e dos h>mens os mais competen
tes.
O Sr ongalve8 Chaves -A verdude que o
nosso de-'envlviiii''nto jurdico tem sido multo
mais rxpido, do que o deesas oagoes j coosti-
DBina
O Sr Joo Barbalho-0 aparte de V. Exc
vem reforjar a m nha arfumeniago.
O Sr. G ncalves haves O que quero dizer
que estamos em um movimeoto asceacie.
nal. _.
O Sr. Joo BarblboO mal nao est na
r-qu-ncia, ao est oa accumulagao de mate-
ria- ; ond que poder eslar ?
En 1882, o goveroo dislribulo Uieaee eques
pblicos e par
fructuosa e conscientemente, .
ment de todo o direito, da todo o que c nslituu | tOe_s a .nflerentes
o ensino do cu'so
deven collocar-ie a pbilosopl----------------.,
ultimo aano; entretanto poda er que o proje-' Pedaggico
reali-'-ou) msmonas escripias por p>ssoas cora-
patentiasinaaa acerca las mai impar tantea
jaesMas do ensino publico.
Entre essa memorias merecem especial
maneto quanto a instruego superior, eatre
nos, a do Dr. Alvaro de Olivelra, distiocto pro-
fessor da Escola Polyteehnica eadoDr. Joo
Monleiro, multo digno profdssar da Faculdade
de Diraito de S. Paulo
Nessas memorias, observan os saas Ilustres
autores que o systema de e-samea eslava cau-
sando grandes embarceos aquellas qae se de-
dicavam ao magisterio e aos alumnos.
O systema de exame j desde aquetle tem-
po eslava suscitando reformas, e uas que e
tem feiio, pareo, que esse assumpto providen-
ciado nao tem sido a ib o po ti df vist qae a
pratica e a experiencia teem aconseilia lo.
Em seu consciencioio trabaifl >, t Dr. Alva-
ro de Oliveira meocooa as seguales crasas
que concorrem para que o aproveilamenio re>.
velado- nos examea n > reprente o real adian-
taraento dos alumnos :pont >s em numoro
muito limitado e coohecidos anteriormente
pelos alumooe, diffieuliade, para osaxamina-
dores, de apreciaren] ib tempo muito breve
un numero muito coasideravel de pravas es-
cripias, e a intarven^fio, nos exaraes, de len-
tes oo espeoalista.
Sa o testeraunho, ao qual se po leara jun-
tar outros, da autoridades de competencia ir-
recusavel E si quanto aos pontos de crer
qus hoje n8o e deem as mesmas facililades,
um tanto justificaveis alias si se aliender a
que nao pequea exigencia uma prova ^a-
cripta boa e completa em assumpto difflcil,
easiaado apenas em urna centena de lices, ou
pouco mais (que taatas sao as de um anuo le-
ctivo), desde que todos se accordam em que
preciso que os exames sejarn serios, os outras
inconvenientes parece que anda perdurara-
Avultam as nscripg-s para exame e essa
difficuldade que ln os professores de bem
apreciaran um ndraerj muito consideravel de
pravas escripias, era pouco tempo para o jul-
gamenra recular dos alumnos examinados j3-
ce na mesroa proporgo.
As commissO s examinadoras por I ites nao
especialistas, quer por annos, qu; por seres,
realmente d logar a que no o ueiro anno ou
serle se reunam os professore especlivos, len-
tes de materias diversas e nnora grandes mea-
tres e muito compiten' uo ensino especial de
saas cadeiras, terto e approvar alumno < era
materia muito dil! jnte da que ensinara e em
que oo sao verda eiramaote proflssionaes. E'
que isto ha de n luir as approvagOes parece
fra de da vid a > cousa muito natural.
O Dr. JoS) Monteiro, na citada memoria,
abuudava e n considerarlas no sentido de de-
monstrar que as facilidades das approvages
depende isseocialmente do rgimen do exame
e prop i .na a reforma d'ella.
Qua'js sero, Sr. presidente, os remedios que
nos podaremos aconselha' para se melhorar es-
te '3tado de cousas ?
Sera propol-08 como deflinitivo, pois nao t-
uno competencia para isso, pego liceoga para sug-
genr os seguales 3
O prmetro seria a simplifleago dos cursos e
a este respeito lerabro-rae do trecho de um dis-
curso de Julio Simn.
Dizia elle que na Franga a actual geragao
passava metade de sua dade a fazer exames ;
que os alumnos desde os 6 annos em que en-
iravara para a escola primaria com -cavara a
soffrer essa especie de pena da trabalhos fosea-
dos; que devia considerar-se orno uma medi-
da salutar a amnista (segnlo sna propria ex-
presso) para os es udanles, porque esses tra-
balnos toreados coosumiram metade da existea-
ca.' A reduccSo dos cursos contribuira para
tornar os estu los mais profundos e os exames
raais sinceros.
Outra provideacia, Sr. presi lente, seria coa1
Btituir ura jury de exame3 composto de pessoas
estraohas ao easiao dos examinandos inscriptos,
oa pelo meaos por um jury de qu a raaiorta o
tftflf*
E'rauito natural, Sr. p-esidenle que o pro-
fesBor veja, no que diz o alumno quem eosi-
non o producto de seus esforgos e nao extra-
ordiario que o queira, em regra, approvar, e
podando alie muita vezes nao estar bastaote-
menle habilitado e o professor.estar persuadido
do contrario, porque achou o bem preparado
em uma ligo ou porque no exame respondeu
com facilidada a urna percuota.
O Sr. Joaka GatunlaPor pessoas. eatra-
nas a materia?
U Sr. Joo Babrio-0 jury deve ser com-
posto de especiauatas de cada urna das mate-
rias da qae se tiver de tratar ao exame, da raa-
oeira que nao ^ alguna professor, alias muito
alustrado e sabio aas materias da sua cadeira,
julgar do exame sobre cousas de cadeira diver-
sa aera que oo tem competencia.
Os especialistas seriam nomeados. annual-
mente pelo governo, que 03 escolneria de accor-
do com as congregngJi, ou propostas dos di-
rectores, ou por qual juer systema que podease
estabelecer.
Outro eleman'o, Sr. presidente, para se er-
guaro ensino a melboral-o, hoo-ar devda-
mate o migisterio, cercal/o de todo o prest-
gio, dar-lhe muito bons ordenados, coaside-
ralo e ao mesmo lempo estabelecer a iocom-
patlbilidade, fazendo que o professor oificial
exarca como que ura sacerdocio no ensino, que
sem sacrificio possa dedicar se da todo scien-
cia e ao progresso dos estudos, ao progresso
scientifleo.
Com isto s tem a ganhar o paiz. Nao nos
faltara as outras funcgOas publicas pessoas ha-
bilitadas para toda a variedad dallas e os pro-
fessores as suas cadeiras podem prestar e
prestam servigos de alta monta ao paiz sem
que seja preciso distranil-os para o exercicio de
outros cargos fra do easine.
O nob-e senador pelo Piauhy, Sr. presidente,
lastimou nao termos ainda urna uoivereldade
nesta capital, e eu me applaudo e ao paiz por
nfto a termos.
" Nao est era dscusso este ponto e por isso
estou dispensado de expender uma ordem de
ideas em justificativa do meu asserto; content-
me com lembrar que Washington no seu adeus
aos Estados Uaidos recommendou muito a ra-
struegio ao especial cuidado dos horneas p-
blicos e fea am grande legado para se fundar
uma uaivers.dade. V. Exc. sabe, poro.que at
hoje pelos homens polticos dos Esiados Unidos
nao foi anda creada essa uoiversidade, porque
enteodem elles que isso oo attribuigo dos
poderes federaes.
O ensino superior, em vigor nao perlence aos
poderes pblicos, perlence aos pa ticulares e s
quaido estes oo pulerem mlnistral-o bem
que o goveroo deve auxilial-o, ou oa falla ab-
soluta do easiao particular, crear institutos a
S81 destinados.
O Sr. Joakm (.'atoada E* por isso que a
Europa depiara o atraso scieatifico dos Esta-
doa Uaidos. .
OSr. Joo Barbalho-A coastiluigo Suissa
estahelece no art. 17, a creago de uma uoiver-
sidade, mas at noje, desde que se votou a con-
sti'uigo, os poderes pblicos oa Suissa nao
quizeram metter-se oisso, a universidade nao
foi ain la creada.
Si aos qaizerraos ter uma uoiversidade, os
Estados, os particulares com legados, com su-
bscripges, com os fundos que icrearem para
isso, podero estobelecel-a a seu gosto, como
j se leem estabelecido as faculdades livres,
venham universidades livres, si as quizerem.
O Governo Federal alo s>. deve melter oisso.
Ceriamente a fu icgao do ensino nao uma
funego official. O ensino oo ura attributo
do Estado. O Estado docenta uma coocep-
gao errnea do Estado ; ao ensino, chamem-lhe
industria, chamem-lhe como quizerem, nao po-
dem chamar uma funego publica.
Ha necessidade da instrucg3o e os poderes
pblicos devem auxilial-a, porque fazel o
contribuir para beneficiar o Estado ; deve ani-
mal-a eficazmente, pois ella prepara com surfl
cientea habilagoes os que se destinam aos car
gos pblicos, s artes e s industrias, as pro-
flsses techoicas e scientiflcas ; mas o Estado
docente ten lo como tarefa ensiuar ao cidado,
uma concepgo que ja fez o seu tempo.
Sr Presidente, a materia j est discutida e
au nao tenho a prelengo de accreaceotar couaa
alguraa, apenas quiz fundamentar a mioha op*
posigo ao projeclo.
Vou terminar, fazendo votos para que o se-
nado adopte a resoiugo que melhor e mais de
presea poaaa traier oa resultados pretendidos a
bem doa estado jorldico.
O direilo, aa pnrae de S. Thornaa, n
ba de
Fago votos para qua o Sdmdo elabore n
le que possa pro iazir o doaenvoivrairnt i ;-"i.v
fundado dos estudos jurdicos e em muito oon*
corra para o soberano predominio do direito,
adra de pdennos sempre aer geveraaioi tota
a lei e (aa phrase do poeta) ;
Sem o rigor de Marte furioso
E sena a furia horrenda de Vulcaoo.
Ca atara dos Doputaden
50
ur
da
do
Realisoa.se ao d?a Mdopissadae 153's
sob a presidencia dos Srs. Rosa e Silva e A
R-o*.
Foi lida a aet da aessfco anterior app' '.
lepois de ama reclamaco do S*. Gassi o
N -cimento.
P.ia nn.*e ordem do dia e, cantil ado a
iucu-">) ta*iiC4 1o pir>cer a obre as meadas
fferecila em 3* discusso ao o-gamea da Re.
salta o-a-a o Sr-. R oeiro de Al d da, Fon.
ca Po-i-lla Paulrao de Sonta iao o- 'randsco
Tolentino, Jos Canos, Serxeiello C rea e Ovi-
dio Abrantes.
Encerrada a d'.s'USsSo.
Lito o expeJIente, o:cupoa i tribuna o Sr.
CUa.
Levaata.se a sessao s 5 iras e 10 minuto'.
Fuaccioooo sessao o dia 29 com 126
Srs. depuiadoe, sob a pre ideooia-do Sr. Rosa e
Silva.
Nao Gaveodo oume-o oara proceder.se s yo.
lages, passoo.se i parte da ordem do dia,
fallando os Sr*. C- Jorge e Ovidio Aoran'.ea
sobre o projecto o 265 A.
11 ier rom pi-ia a ucossao, foi approvado o pro.
jacio o. 174 emendado, qae orga a recelta
pira o exe ;io de 1896.
Na 2a arte da ordem do dia foi encerrada
sem de ; e a dacuaaao uaica da emenda eob.
sir.atw do Senado ao project) a. 140 B, bem
co a > i uniea do projecto a 264 A.
-jtraodo em du<:aaio o parecer n. 203 B,
raram os Srs. Baeno ae Aadrade e Lias de Vas.
coaceilos.
Encerrada a dis usso e sem debate a do pro.
je-ton. 161a, elevando 4 caibegona de alfan.
dega de 4* ordam a mssa de raadas da cidade
de Pelotas.
Designada a ordm do dia, levantol.se a ses.
sio s- 4 nras o 10 minutos.
e com o meamos ^pitb'los honrosos mimosea
o daqae de Brnntvrick (8).
Contra a re de Iaglaierra alira insultos, e
asa de oalevras, que tenho pejo em transcre-
ver 1 (9).
Galvioo na era meaos violento, e meaos im-
perioso do qae Latharo, Das soaa cartas fami-
liares so coillge a violencia Impetuosa qne o
domlnav, (10).
(t) S. Matheaa, cap. X.
(2) Vil. Dr. Agt. Kirchboff,Alada am pen-
samento etc., edl. de 1817, Henk, ob. clt. T. ill,
pae. 59.
(3) Lothero, ob. edl. de Wutemberg de 1515,
T. V. Comm. sobre ea Gaiatas e coBtra o Est.
Eccle<.
(4) Vid. HeDk. O. Fesaler, I. c. Arnoll O. C.
(5) V'd. Ger Dtomer, Jornal poltico, Ac. edi.
VI, T. II, pag. 215.
(6) Luthero. i. c. clasaeV. cap. 16.
(7) Vil. Plaock, I. c. pag. 29.
() Vid. Amol, ob. clt. aap. V, pag. 50.
(9) Lothero, Ob. el'. T. III, e edl. de Jeoa.
(10) Vid. Arnold. lag. cit. cap. 31, pag. 377.
(Continua)
REVISTA DIARIA
Eleic&o-O resultado conbectdo da eleigio
a que ae procedeu a 7 do correte para Gover-
nado.- e Vice-Goveraador do Estado foi o 86*
Capital
Resaltado coahecido; faltando apenas 2 seo-
S&es.
Per^unias reapeitoawa] a am
miaiatro da groja Evang-
lica por am aeophito da mes-
oa Egreja.
(CootioaacSo)
PERGUNTA SEGUNDA
Os fundadores da Nossa Santa Reforma
foram\oerdadeira>nene inspiradost por
Deus ?
E esta miaba duvtda mais aiada se fortifica
consideran lo o modo improprio, orgulnoso, e
mesmo lodeceute com que oa oossoa fondado-
rea se trataram reciproca Tiente ; modo qu, no
mea fraco ea'-eoder, jalgo dame ramenle op-
posto a qoauto nos eneina o Evaagelbo, por cu-
ja cauaa elles protestam trabalhar.
Com tffeito, enviando Jess Consto oe seas,
.\postolos pelo mando a pregarem aos homens
a Boa Nova, Ihes disse: qne os eovisva como
oveinas uo mel de lobo (1): querendo co o
eetis palav-BS inculcar-1 bes a dogura, e a man-
mdio, e coaseqoea'.emente pronioir-lbes os
meios violentos, improp-ios de ama religio co-
ma a corista, a qnal se basea principal mea te so-
bre a caridade reciproca.
Ora, tendo infelizmente faltado aos noasos
Fandadoresesta docara, e maasido com rea-
cao aos homsas, que preteoderam coa verter: ao
Novd'Evaogelho, leriam elles pelo menos pratl-
cado entre si estas v rales to- recommendadas
por lesas Conisto?
Honrado Ministra, com quaolo ae acn o mea
espirito sobremodo exarcehado por causa das
tortoras, qae est* soffreado em Isla das con-
tradicen, qus eacoatra a cada paaso na coa-
lisso evanglica, na qual me iniciaste, com
todo Issi oo lera ea aolmo de dlze: couaa al-
goma com retaco-ao moda por demais vergo*
nhorf)eomJiaB.e8 nossoa Pairiarcha ae trata
ram reciprocamente, ae j nao tivease Bido dea-
crlpto por protestsotes sloceros e fervorosos.
Permitti-ma, pois, reprodotir algumas destas an-
toridalea Inaospelias, afim de vos persuadir,
que ao da ido sem razie.
Dltem concordemeoie ea oossos historiado-
res, qae La'hero ara ama cabeea frentica, a
qual ouaca coanecera, a moderagio, e liana por
cosime sustentar as propna Ideas de um mo-
do ahsoluto, imperioso, rasdael, a mesmo tu-
soleute ao tolaraoda opposico de sorte al-
guma. (2).
Aqnillo, qae nos aterpretamos, escreve o
Musir varo, aqatll qas jastameate eniende
o Espirito Saufo; aquiilo que outros loterpre-
tam (falla dos padres, djutores, e Concilios da
Egrej Catholioa), emsota seja valtos graudes,
e muios, aqaillo. qae deriva do espirito de
Satanat;s mais adiante sccreacenta ainla
nao quero qae a mlntu dootrlaa seja jalgada
nem mesmo pelos aojos^ porque estando ea se-
guro da verdade della, qnero por ella julgar a
todos e aos meemos aojes (3).
Descoaando mallo jastameate, qae as mU
abas antigs ideas a respeito da dogura e maa-
sido recommeadadas D3r Jess Ciristo me
possa illadir, pergaato-vos respeitosamente, hon-
rado mioisiro, se por veotora se poderiameo-
coot*ar essas virtudes oas palavras da nosso
santo patriarcha, qne acabo de reprodotir .
Porque, a jalgar palos precoooeitoa da miaha
eucago. me coaverla dusr, qae o propno Sa-
la .ai oo poderia ter tanto orgalhol 1 1 Dlzet-
me rasis : nao foi por ventara o proprio Lulbe
ro que estabeleceu o prtaclplo em virtode do
qaal todo o christo tem o direito de nterpre-
iar, ejul palava de Deas T ti t__MmAM
Ora, r-ioa-ado mialatro, ter direito o christo
a ieterpretar e jalgar a proprla palavra de Deas,
e nao poder jalgar a palavra de Lathero, cou-
sa qae no compreneadol 11
Acaso teria a palavra de Deoa menos impor
tancia qne a palavra de Lothero, para este oo
cooBeali', qae a soa palavra sej jolgada oe
mesmo pelos aojos? I... Oa o'oatros termos,
ter-se-hia D as privado da iafallibilidade. que
Ihe esaeocial, para cedel-a ao llloaue ?a
Neste'casj terlamos o direito de lhe exigir
pravas incootestaveis. A vossa sabedoria Bo-
rnete, honrado Pastor, pode responder a estas
miabas dovidas*
Este orgalho do nosso santo patnareba anda
mala se manifesla no modo indecoroso com que
trata os propnes irmos, e collaboradores Incan-
saveis na santa o ira da Reforma.
ontradicto em soa dootrloa, dlzem historia-
dores insospeltos, Luthero nao trata da refatar,
mas p-oenra avlitar os seus impugnadores com
palavras tnjonoias, e iosaltc, qae se parecem
ramio com o phraaeado das tavernas e das sen-
talas (4).
Este imbcil, escreve elle contra scoweni.-
feld, est possuido por Sataoat, e o3o sabe o
que es diteodo... Bis o meu ultima jaizo....
Suanaz o Seohor te Increpe ti, e ao ep rito
qne le cnamar e todos aque'l-s qae t acomna-
nnam aejam condemuados comtigo l II.. o).
Com a misma imprurteocia diriam os meas an-
tigs i-.orreligioaarlos, fallava Lutboro de Car-
lomadio :
Exie infeiit, lem sido abtalo .ado a propria
depravaco, e peoso estar elle posaaido por
mais de um demooio... Nao a'mirem, pois.ee
eu o chamo demoaio (6). E oj livro qne t^m
or titulo Breve conflsso aoore a Eacnaris-
lia deixando-se laar pelo s^n rdante fer
vor, o snto r amaraba sola ama salva ternero
ra de insulto- e improperios contra os Snissos,
cootra Zinglio, e Bcolampadlo j fallecidos, e
contra todos os secU'ios da dou'rina professada
por elles, qae mais do que sao nao posslve
dte- : jorqoj Ine chamaa ind*moninhados,
arebindem nlnha o, de sataolaados, e sobre-
sataDisados; de mentirosos; de beregea, de
niasooemadores e de outros nomes, qae a le-
,- ucia e a edneag > oo permlttem reprodotir
qiem no-lo ae-e^era o piedoao e fervoroso
governar ,. o.e.-nante Piaok (7).
Dr. Joaqaim Corroa
Ur Jos Marcellioo
Olioda
Resultado conbecido :
Dr. Joaqaim Correa
Dr. Jos Marcelino
S. Loureogo
Dr. Joaquim Correa
Dr.'Jos Marcellino
Jaboal9
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Murbeca
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Pao d'Alto
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Nazarelh
Resultado connecido :
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Limoeiro
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Timbauba
Resultado conbecido :
Dr. Joaqaim Correa
Dr. Jos Marcellino
Goyanaa
Dr. Joaquim Corra
Dr. Jos Marcellino
Itamb
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Iguarassu
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Brejo
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
jan'dieV or c^qaencia; m.a^ateod.do era materna de ,o.iruc. {"-'"^ ^TS^Mi ."orgo?l AodV,. deSaxoDia, Jerga appallld. de vi
a pbilowpha do direito no \ gao publica e ^n^J^!*0*? !!K ^il ," _. df ptlnic#. de apotolo do dlabo, ete.,etc.;
Dr. Joaquim Corra
Dr.-Jos Marcellino
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Victoria
Bezerros
Grvala
Votos
2.117
2.111
Votos
184
183
196
193
151
151
205
205
363
303
705
69
414
414
191
191
889
889
215
215
668
668
894
894
535
535
372
372
334
334
537
537
311
311
214
|214
ento convocado (mas que se no 'aclo poltica.
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Caruar
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos MarceUioo
Altinho
Dr. Joaquim Corra
Dr. Jos Marcellino
Cabo
Dr. Joaqaim Correa
Dr. Jos Marcellino
Pesqueira
Resultado connecido :
Dr. Joaqaim Correa
Dr. Jos Maccellino
Escada
Br. Joaqaim Correa
Dr. Joa Marcellino
Oamalleira
Dr. Joaqaim Correa
Dr. Joa Marcellino
Agua Preta
Resultado conbecido:
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Palmares
Dr. Joaqaim Correa
Dr. Jos Marcelino
Amaragy
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Quipap
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcelino
Ipojuca
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcallino
Barrenos
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Serinbem
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Rio Formoso
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcelino
Alagoa de Baixo
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marceilino
Tacaratu
Dr. Joaquim Correa
Dr- Jos Marcelino
Cabrob
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Flores
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jos Marcellino
Villa Bella
Dr. Joaquim Correa
Dr. Jas Marcellino
Triumpho
Dr Joaqaim Correa
Dr. Jos Marceiiioo
Salgueiro
Dr. Jaaquim Corroa
Dr. Jos Marceiiioo
Petrolina
Resultado connecido:
Dr. Joaquim Correa
Dr Jos Marcellino
Resumo
Para Ooveraador
Dr. Joaqaim Correa de Araujo
Para Vice-Goveroador
Dr Jos Marceiiioo da Rosa e Silva 16.884 t
Manlfestacdes de aprapo-Sabbado
uiuujo .i Eaui". Dre. Bugecio d Barro e
Pereir. Juoior, diioiasimos lentes de direito
desia cid oe, fora n alvo de significativas ma*
nlfestagO-'s *e aprego por parta dos sana alum-
nos.
A'-5 1|2 ho'as da tirde reumram-se os aea*
demicos na or g* Maiel Pinheiro e aegniram
pela* oj u Inpr t-lt, ponte da ;Boa Vista,
Baro da Vi< t is, Caoou, p'aga da Iadapea-
neo ia, d* M- c-o e 18 de Novembro, oode ex-
iste a ij u-a"ila io ommerclo de Paraam*
oni-o, jj^oai e te -anuido sob a cheOa do Dr.
Pe'eira Juoior. .
N tvpo^raoriialalioo, em noma de seas col-
leas, o .eadeue.) Gnspar Menoaes, qae em
ama bella alio o.o f-t seatlr ao Dr. Pe reir o
au-mo-su sm.ra oela Faculdade, lermi-
ana -ff-re e.id.i ao iiios-r. lente o sea retrato a
cravo-i collocKdoem rica moldara.
O* Or. P-re,i Jo i o-, bastante conmovido,
acraoeceo aos -os alumnos em am cloquate
disi-u- o, do qaa fet a apotbeoae doa gloriosos
faltos da moilode aialemlca.
Falloa depois o Dr Abas de Albuqaerqo agr'
dece ido ao sen et-leote a dedicagao com qaa
eempre dedeoien a mtcidade, todas aa vetea
qae seas direito pengavaai. t
372
371
310
310
39
39
338
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501
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510
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245
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401
401
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458
419
419
403
406
93
93
18.904 votos
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urna. }
MU. !< I i i.
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mam
". *.*.'. j'"
*=
?<

da Roda,
do Ouvi-
Saudade
faraSaVsii udes com deslino.i
resideocta do Dr. Eoge n > de Barros, e segl
do pelis raae i do N vembro, roa
ponte de Ierro, rn Formo*, becco
do-, prc Bario de Ujceoa, roa da
onde reside o D Eugenio. .mont.
Em caso deste D orou offi Malmente
demico Eiyseo Bas Cesar, que, e
pronuncalo ducurno uaaouastoo
nlo a aff,i.;.*-o arxisade aoe
sagrara-ln<', H'alisoo
nlo o sen -eirato a cra-f >o
o ac
aoi bem
ao Dr. Eage*
osettulaotes con-
oHeriaodo ao Dr. Eoge-
..jjo e em rica moldura.
Dr Bjccoio de Bagros cheio de cammoja,
cradecta uos seos d-cipoloe a maoilestacao de
l [6* alvo, e convidando aos pe-entee 4
?e-vi ea se de um copo de ceneja, seoio por
e'-occasio brindado o iilost estre pelos
ttl LrojaUo8!nto,ho-olpbo Ganes, Gaspar
a teneres e Afl o-o ce Barros-
Em tecal' retirram-e
Foi orna eignincs Iva fes qae mu.to poe em
evidencia a ral evl-ma qae lam na Pacolda
de os Drs. Eog.olo *. Barro* e Parara Jnior,
illost.-adoa leutaa. qoe tanto
pa'a qae ceas alomo
''s^eiratos uffe'ccidos aiotrabalbosdohabile
eonfteoido pintar L b 4 anatfest* cur-^ram a ." ^ele r.o co*r<*nte n: o-
^jr oiss* ve?, i-ui a. f *< Esms.
Srs. Da. Euou < B.ro- e Pe-eir Junio*.
Chegada -A corno do vapor logie Niie,
CbeKuUaaie-Ooiem -o Balad c da Babia, O Sr.
Dr Marciano ae Almeida SimpaJo, d
ro do nosso amigo o Sr.
Veiga Peesos, que o lo
paobado de amigos
teem ee esto cade
8 tubam o malar aalio-
commendador Luis da
bascar a tordo, acorn*
ma-
Aloo-
do Dr.
Saudamos daqui efloivametite o Sr. Dr. Mar'
"micSoda Victorla-Mandam-oos ose'
cumie r?samo cam.M oa e;e:lo -procena
pa a Governador e Viee-Gavaroa lor, oaqoelle
municipio :
Para Governador
Dr. Joaquim Carreta ue Araujj
i* oiflricto
! ferco'Oi vot>s 3 >m aeprado.
2, seceso-til votes i e -eparado.
2- distncto
Seccao onica-198 voioa 8 em separado.
3- d.tiricia
i secea75 tetas.
2* oeccSo85 vetos.
Para Vice Governador
Dr. Jjse M-ircellioo ^ia Rosa e Silva
i- distrito
1" sfccc104 vetos 3 em separado.
2- seceo--61 votos 1 em separado.
2* distncto
Seccao nica 193 v .'-os 8 sm separado.
3* districlo
! seceo7o votos.
2 scelo85 volas.
Total dessa votivo
Dr. Joaqoim Correia de Araojo 523 votos 12 em
Dr. Jote"a-ctllino da Risa e Silva 53 votos
12 em peoarado.
Dr, Jos Seabra-A bordo do N le.
cbegi-n antenoutrm ao sol o D-. Jos Joaqoim
.eaura, leole da cadeira de economa poltica na
Faculdade de Di dio desta capital.
O desmbarqo-! fff'Ctooo*se s 8 boras rta
manti com o eomparecimecta dos alumnos d
Faculdade e grande nevero de amigos daqoelie
donlor.
As 11 boras la manbi honve ora-a sesea)
Boa, orando offi-ialmante o Dr. Abas d.
qnerqoe que collo.ua sobre a -;abeja
S-ab-a urna rica co da de loores.
Em aeguiia ora'^m ambfm os academlcoB
Screlt-s de BorfcO'ema, E.y*eo Cesar e cotos.
O Dr. Seabra em om b-ilnante oiacurso agra-
decen aos seos discpulo', collegas e amig03 as
roarifestaiOes de que ld*a alvo.
O eoiflcio 'a racoldade .ciuva-se bellamaote
decralo asaim como as roas 15 de rovemoro e
tetras.
Foi urna pompoa rec:pa:>.
Club Dramtico FamiliarTeve lo-
gar no sabbao ulumo a inaoguracSo do Toeatro
do Club Dramtico Familia*.
O edicio do novo Tbeitro bastante grande
e ericas a toa dit*cc&o que as obras do mesmo
tiveram, neta-se a excelleute dispaaifio das ca-
deira?, camaroies, pairo, etc ito.
Exisiem doas ordena de csmanle?, para se-
nboras tendo cada i ma approxiroaaamente 110
caderas. No me.o do vasio BaiSo ve se as ca-
deiraa para Comeos, qne s5o en. numero ae 3jO,
pouco mala oo clcjos, esuindo b seis primeiras
linbas rtservadaapa.aaimprBoaa, aotondaae
civis e militares, asociasOes iitterarias, dramu*
ticas e recreativa* etc.
A l.tecao ce 600 ppssoa?, multo commafla-
mente.
Existem mais 9 esmarics bastite espagoeo-
para os atnadore*. .
Em frente s cadeira est utoado o coro para
a orebesira, como lo-ioa os curo, ee compar-
timento esta bem coat laido.
C pilo importaati-simo.
>co*a vamos tratar do ana n te:reo.
K'elle exisie um loxuoso s. ao ou toiet para
seoboras. urna 8.1a pa*a beng;. eirp, um vasio e
ib eiado reservado para tomei..-, um silao enor
me para recreio e botllet.
/ lm de todos estes comparllmen'oa esis:em
BDiUs coires que nao lm ta e.pecial.
Todo o enficio acbiva-sealcrna e externa-
mente illominado e emBanderado a capriebo.
Ao espectculo compareceram duaentas e isb-
ta3 seoboras e doient s cavaibeuoa, entre o
quaea representantes da impr->nsa, de socied-
des etc etc.
O Evstema d'ea'e tbeatro xodern'sslmo.
O 8cenario o que b de mala lindo e impor-
tante e multo honra o seu sudor Dr. Carnero
Vilell:-
Foi levado escena o gran 4i09o-drama de D.
Jos Zorille Caim o Piriia.-t-adoiido pa"
talentoso D'. Vilella especialmente para o CI8D
O deempeobo foi optipo ealifn-nd---se os
amadores. Maraes, Ma*aib*s, Carvalbo, Ferra,
Mina Virginia. Haponna e actor Ly a.
As vistas foram deslumbrantes.
\ digna directora e as diversas ccmtBis?Oei
foram prodigas em afergoes aos c n 'idaoc?,
J* s iotervallos as senbjras foram tevidas fie
boiinb03 e licores.
A imprensa foi tratada com a maior scmua
de at encea,
Soasas sinceras feliclUcOes ao pr.m Hedor
Club Drama ico F^ro-M*-.
Compantai* Japonema-0 S-. S;ho.
mano a: e-iur da UoiupaobiaJapooeaa d-V-
riedade, ixre'io a i spe.toria dos tbeairoi >
segnint telegram-oa, qoe oos foi bondosimem
m:'.ttRio0de lanero 30 de Novembro-Dirercc
theatro. -;ompanhia Japooeaa Variedades ttie-
oirft prozima a.maoa para t abalbar no tha>
fro Scumano.
' bera p-ovavel qne a estra seja.no sab'
baoo.
Marlanno Pina Honrou-uos bonlem
com a -na vnua ao nosso escrip.iorlo. o Ulostre
Hiralo po-iogu^z Miriauoo P.oa, acomrajbado
do Sr. Dr JL'fto Salgado, digna coasol de Portu-
E, ditioc o escripto-, ama gloria de osi pa-
t-ia Vi-ntaiosa ..eote conbecido especialmente
DO i'joaiisTJO Iliterario, onde tem om nom^ glo-
rioso e que tem fei'o js a ser p.r lados os col-
legas iustament^ respeilado e almlraio.
Tal?o'o superior e sobre tolo bomem locan-
gave oas lucias da intelligem-ia, Mariaoao Pina
entre ouiras revista, ma*Ueve com o m"xm-
b-ilban.ismo, .\ I lutrafiauque aepabllcava em
Parto.
Por occasiao da a*a. revista, o noasa dwt neto
e amate! colleia teve a boocaie d
npa om exenplar
Piarlo de Ti^iittwihffM;i> yer^a^era IO ro de iQ5
Trlboaal do Jury d HealfcHaa- oas-em vei de recaber a lu ^lo tol o ol qae. atadoaro rubUeo-Foram abatidas da Silva Madalros, Joaa JWvee de
!am nao nouve julgamen o falla ae joado?.
Compareceram 23 jurados.
Pe se sortelo. sapplemeatar que recibi noi
cidad.a segmates :
Francisco Crrela da Silva.
Tranquelioo da Cre Ribeiro.
Manoel de Birros Cavalcanle Wmderley.
Anst'des ttemiaiaoo P?reira dos S-ntos.
Joao Tavares Coot nbo.
Damio Beserra na Silva Alboqaerqae.
Affooso Perrelra B.ltir.
Dr. Euse-io Almeida Hart os Co U.
Jalo Affoiso de A*ao)o.
Sdvestra Mr qae- da Silva Fevao.
Miooel Joaquim de Carvalbo.
Manoel Ramos da Cos.
Maoeel Lelte Pereira Bi'ios.
Pora.) multados ero 5000 j3Jnrado= qua dti>
raram de comparecer.
Adloc-e a ssasio para boje s bsrss do cee
tome.
O BrasilRecebemos o o. 1.* de3se orgSo
de iiuuli naje que oiciou a soa publicac) na
Ciui'al Peder-1.
E' propnedade de B*aiH, Ramos & C e
iniioareDi (a commareial a indmirial.
Alm das saas taeias polticas o Brasil, pro
pn se a ma'iter se *6J9 1 Uerarhs, reorwa'.iva-'
eiaie e>se publico, e oeste sentido declara oue
qoer que o Brasil seja um jornal madero) e
agradavel a toios, para aselm poder goxar d>-
sympaibias, de crdito, de respeito e de imuo-
Uncia.
SaD'laroos o coMega.
rvo-vdlade IliterariaMi G.teta d
Nalii-ias* oo Rio encontramos o seguate :
O Sr Dr. A. V. A. Sacrajeoto Blake
acaba de pandear o tomo 11 do seo Diccioaari >
b'Dliog'8pbieobasHei-o, alalo volme de
VI-520 pp. in 4.. feuo ua offi iaa da Imp.-enea
Nacional.
A Impreosa ja ee prooaaeloo sobre o merec-
mela desta obra, lba com cartea de atol o
trabalbo e de multa investigado peosj. Se al
gons cri icas Ibe acbarem seofies e maculas >
propos ta dos primeiros volumes puDlicado<, nao
raiao para qoe a desestimema', nem se de xe
de applaodir com calor a coragem de bomem
uel-t-a que uesiolaressadameote coasome o
melno- de soa vida era oora lio til.
O olor em sai adve-teocta preliminar auei-
xa-se a-.^-gaxe lie da indiflereog com qae os
escriptores oaciooses anolberam a soa circu.".
peoinao es"lareciaao'os e ioforma^Oes. Sabe-
mos o qoe isso Effeclivameote semelbaue
iadiffreuca real e prejadlca eoormeaeDie
oj traoaloo8 bibliograpbicns. nala nao perdu
O presente volme, tima III da ob-a que de
sej irnos ardenlemeate ver levada a sea term ,
aorauge as letras F. G. H. I e J, desde o nome
Praocisco Joao de Azevedo at Joao da Malta
Moiaes H-go, alm de um appeodice que coo-
tm re.-utkacea e accresetmos.
O nome de cada eecripior seguido de oo
tas biograpmcs a da relacao de suaa obras pa
blicaaas e meditas. A excc5o as transenp-
gOes biblo^rapbicas nem sempee perfeia, as-
sim orno oem sempre sao eompleas as iofor
magies sobre a vida oos eecripto-ea mas qeaa
to a i8to, qoem ignora ase o beoemeri o lao-
cenco da Silva, autor do Diccionario bilblo-
grapbico portogue* la'i.bam padecen do mes-
mo mal ? Sea dt-f^itas nbereoies aatarz.
desias obras, desde que n&o passivel neto
coovm levar anaos a nrnal-an. Sao os eupple-
mentoa ou a= novas ed gsa que sa eacarreg <
de expurgar e ape-feicoar. Taes quaes se vio
pub icanda, anda as.-i-n prestam real servigi
qne multo para a?raeer.
Conilane portaoto o Sr. Dr. Sacramenti BU-
kj, visto qae elle latala am cip-ictn oa ama
loocora. Esforc se per completar a soa obra,
.ao e.-quuceo.io a graade raassa das pnOiioa-
COes auonymas e pseo onyas, para as qaaee
ser boje indispeesavel abrir capitulo (SMWUI,
e ter prestado a iilioratiira brasilera om va-
toso subsidio. *
Revista do Instituto Didctico -Re-
crDeaiOs o o. 3 aooo 1. aesia imporunte reTlsU
ffam'nense qoe iras o segu' te somman:
IPedagoga indgena. II -Prof-ssor de fran*
sea.
IIA Iaetroctao no B*aiil.
IIIlodepeoaencia de Cob. Pelo D H
m<-m ae Mello, do Cllee:o Militr e lustiiuto
Didiciico.
IVDo enaino da Arltnmelica oas escalas
p iroaris. Pelo profe8sor Timoibeo Peira,
do Gymnasio Niciooal.
V-P.oalemas d.. Iiatroccao. P^lo D?. Da*
que-Esirada, do Collegio Militar e D.rectorj do
loetiioto Didctico.
VI-O Iistlluto Didctico.
VII-RomiDee de *M professor primario por
S. D. P'lo prcitssor Siiij.
VIiI-B;bHograpb:a.
Ortriados.
L'nio Dramtica r iiubaubense -
Nj u,a i no curre t-1 essa soCieaaoe proceaeu
a eleicao da dl*ett?ria qne a deve dirigir no
anno social ae 95 a 96, ooiaado o seguiote re-
sollado :
PresidenteM^ojel B.rbosa F.lbo (-cleito).
Viee-preaideateDlysaeB Cavalcaole (reelei-
to).
i. e 2. Secretario!Manoel PeNira da Silva
e J. C. Barbosa.
ToesooreiroMiguel Archanjo d09 aiotos.
Proco adorAaiooio M*dooca.
Director de eceoaJos Pacheco.
OMdorr-JoF. H. Ra*n>s Sobrioho.
Esta directora efs empoasada 5 de Janeiro
prximo tindouro, di?, do 3 aonlversarlo da-
uella ssoctacSo.
A geographia da malber-Arsealo
H^ossays poaaoe urna memoria wezgolavel,
erjcas a qual comptacaniemenle coota, qaasi
roas os da?, seja em om, seja era oetro jor
aal de Par, eptao*los lolereasaales de ama das
rxai-' lolas e das mais fsliies existencias de
ame..* de tetras de que rea a blatoria da po*
feaie.
N* ultimabas cbrqoua3 sem aame.-o qoe o
octogenario, mas sempre verle fSJriptor, alira
aos veoos da publicidade eocootra-se a pino-
resca evocarlo de'Om bobemlo de latirs, um
ceno poeta Eegis. a qoem Haos-ay* lotillara
em um paviloi do seo propno pai -cete, e qoe
um bello lia balen azas, levando comsigopor
eeqoe- menta, ja se sabe oda a mooilia do
prsent, ioelusive om piaoo.
E-e Eggis leve a -uabora, oa aotss o sea
miooio ae celeb'idade, qoaodo publican, em
om 10*0*1 de aoo Hoassay-' e*a directo-, im es-
ta io iolltulado : A geoaraplia da molQ6r.
lagu a qoe alada boje *e com praza- e de qae
,rji ?ao i s memores frsgmeutos :
Amolde" om eaz e. toa lo eaire o anioe
o daaaaoi.>,pQ* 40 cima da latuie mascolioa
e i 2- ab-ixo, letado qaaoto se approximi da
tvl-iador de eos.
O seaa limites sSo : ao nor.e, a Siberia de-
^, ala do AmabS : ao Lestp, pela Iogl.Ierra
.,- 'Leiqaina.zta do.arroz e cctMo 'alim*
; i Oe3te, pela Fraoc,eieroameate avias
,le cwrsaj navas ; a: Sil pela Ter a do Foo,
da deiicacfie- heroicas, das abne,ga638 sabir
mes e ios amores.
E nb.ua esti paiz bija sido deuieasai cea-
ca> percorrido por ni luarea de iajames e ee
puiamejmo afirmar qsa ao exiit* om f
nome n qae nao ivesae feto la pelo menos orna
fiaero, .pea* di-so qoasi desconbecido e
sai-.* p'ovavelmeote sempre.
A ve^ettea aesae pa iaxariaola como a
das i' Ti fecundas
Todas as phnlis di creajao, deste o trigo
IO alimeata, a a cica a qua eavenen ; deste
a vio etique perfuma a alma, al a bollad, n
0'.e "a a loacara ; oe-ile o baobab qoo cobre
um povo, .t o tergijSsmela'aicrit qae cobre
iu ;oo3amente iapessp, da oin loba de nerva ; desie a b^-a que deJeade,
Ulu3lrai?j
emitza editora das grandes obras
sobr .Toomai Ribelro e soa obra.
Essa poblicafilo, que vem oroado.de ftolsst.
mas gravaras, eoire aa qoaea o retrato do ma-
roso poeta,e oma jostissima b>0?eaag8m ao
p-rileglado taleo'o ao grande bom,em de le\-
iras, o uimuavel raator de D Jayue, qoe e
jQCoaesiareinenie cma das anaismnenles in-
divHoalidades aa modero-ge-acaa^aa) so de
Portugal como de todo3 o paljeB coitos.
A referida obra traz exerpio* do D. Jyme
e de olrae obras em qoe to sn^rlpupenie s
afirma o admlravel talento de Toooua-Ribero.
A' oos80 dlstlucto collega,Ma-iaao Piaa so-
mes, pois, ilopiaoentftfecpabjacdss: pela off^r-
ta desse calloso livro coja merecimeoto lano
abemos aqoUUt; e pela atUpcioja rev,lsia qoe
pVoporcioooo-oeS ocoaslao da co|eoemos de
perto a qoem de nome ja admiramos.
a o cirda qae dilaaara, todas as flare do bom
Diose lodos 04 esplribos do 3* ansa espaQe>am
oele a votade o sea sorriso u a soa v-sigem
Ei conserva sempre o awsma gna de forg e <
jQdest ui.b lilade.
O ialz da molberestl sajeito.a coalujois v-
riagcs de tamperatara.
O seu sol. como tod'as os f(y.t bomaoos, 6 al-
ternadameote lumiooso so sssomb;ej .CiUiria.ecieiio.a eclipses prcdovdos pela nter-
po.iCio'tla uaej do podor n re elle e a -tar-.-a
Mas-aioda easaMUipatts mal elevaram as. t-s-is
meOlloas, qoando o vpdv*l dor.idpsejo ff^i
atfsvs das nveos axcomuladas e < esveo a
com om ooico sopro o disco le-tinm,r-rnlfl do
aol Incandescente
mss.ein vee de recetara lot dotle o eoI qee
a recebe della !
O ocano aeeie palz tirmao dt Lis, chama-
se Amor-p-oprio e (e uada iodo.
Esie Ocano t m as propriedades do
qcaolo tcaaborda fertlliaa.
1 eu nsciment a om rio Infinito como.elle
chamado Vaiade e de qoe os mais intrpidos,
sjarvfliaaao'ai nonea-poier*r>ai.t'Ogr O luido.
A B b ia do pa's da maiber i cont n ama
paJarr. Uoo-ie I. A raulber t *xit9 porsaa
palavra, qu' ao mesmo t<-mi>o o seu E'aagf
Ibo, a soa Gneai* o seu Mano I 1a perfeta es
siobeira e a soa Histaru oniter.al
A mulbe- diz e 81 palavra Como uan ma-
cerra d rxa.s, como o fro o midoro cae da
a'voreMaj, quando o dz a om sempre
em mn"os qai* ella (ipnqj.
as leituras do,povoA -eguinte noti-
cia publicada pelo Evenement, exttahida e
urna interview le Emilio Zola a proposito da
escollia dos livros para as blbllotbacas munici-
pnes:
NSo ha se 5o dous mettiodos: ou deixar
lU'lo ignorar ao povo e Ihe peimiltir de vivee-
o'uma ignorancia crassa, oa educal-o de maoei -
ra ridicula como nos o fazeraos, e neste caso
deixar lie liberdade completa.
Zola jolga ser injusto consilerar se o povo
como urna eotidade iodivisivel, c mo urna maga:
Existem no sea ssio, diz elle, pessoas multo
in elligentes, mesmo raah que muilos horneas
do mundo, a educacao que muito pouco para
o povo se gut r oa ra, pois qoe ss o deixa
livro de ler o que quer: se lie eomprehende
tanto melbor, e s nao comprebende tanto
palor.
Vede, accrescenta Zola, o* estamos em
um periodo de transicc/io e em toda euaxteo-
sao ee deve soffrer um pouco.
Emm, vossa obra, por exemplo I
Oh nao fallemos de mioha obra, eu estou
fra de causa l
Mas npezar desta denegagao, o autor du
Rougon Mncquar' ms deixa entrever que elle
julga urna pagina realista mmto mais aproveita
vel a um obreiro, que urna inepcia sentime tal.
Ate hoje tinha se lisongeado d maneira
ridicula e nefasla o povo escrevenlo-se para
elle. Nenhuma moralida e poda desenvolver
se deslas bajula^es. Ac ualmente isto tem mu-
dado nstame, e eu pens que um homem deve
eoffre e conigirde seus vicios quando ae Ihes
aprsenla vvese horrendos.
casamento evtl -O escrivao dos casa,
menlos que funeciona nos districtos do Recife
S.-mt i Antonio, Sao Jos a Afoga los aixou na
reparligo do registro dos casaraentos ra
do Imperador n. 75 1." andar, edital de procla
iBas de casamentos dos seguintes contraren-
les :
Jos Pedro Reis, natural de Portugal, resi-
dente na fregoezia da S. Antonio, cora Maria
Carnero Ribeiro Coelho natural deste Estado,
residente na freguezia de S. Jos, solteiros.
Abdon Francisco dos Sanios Goyanaa com
Maria Julia da Silva ndrade, olteiros, natu-
raes 'esie Estado e residentes na freguez a de
3. Antonio.
1. Pvlcagao
Ana leto Angelo da Silva com Amalia Zulmi-
ra de Sooza, solteiros, naiuraes de-te Estado e
resi lentes na freguezia de S. Jos.
Alfredo Valenum dos Sanios, viuvo, com Oiln
dina Mar a dos Santos, solteiros, naiuraes deste
Estado e resllenles na freguezia de S. Jos.
Alonso Manoel Bzerra, natural deste Estado,
com Bibiana Mana da Conccicao, natural de
Alagoas, solteiros e re3identes na freguezia do
Recife.
L?mos Henrique de Freilas. residente na fre-
guezia do Recife, com gueda Augusta do Gus-
m&o, residente na freguezia de Afogados, sol-
teiros e naturas desie Estado
Joao Augusto Ferreira de Novaes, viuvo, re-
sidente na freguizia de Santa A ilonio cooi Ma-
ra Isaura de ineida Lima, solteira, residente
nalreguazii da Vista, naiuraes deste Es-
ado.
O respectivo escriv&o do registro de casa*
raen tos da Boa-Vista, Graca, Po0 e Varzea
atBxou na repariicAo do registro ra da Im-
perador a. 41, 1.- ailar editaea de proclamas
dos seguales c-.-ntr- tientes :
2* publicago
Manoel Francisco da Silva, residente oa cida*
de O lid, comOihalia Gomes da Silva, resi-
dente na lreguezia da (inga.
reie-r-aiuinas retidos-Acha-se re
tidoa na eslava') do Telegrapho Ncional os ae-
guinte* telegrarama^:
De S. Liiz Qiiioude, para*Dlymplo Dantas.
Da Cear, pa a Eloiio Game.
D' Pelti*, pa-a Veato*a Lme.
Uo a'isa d 1 Rio pura Providente-
Um svi Lionas, fuocconando regu rmente para Sul.
Norte e centro do Estado.
conimissao de melboramento do
Porto do RecifeBecife, 8 de Dezembro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
a O)
759,-32
753,-83
7.18,-27
758,""15
758,-73
Temperatura mnima 25,25.
desobrigado ao maio dia.
Temperatura mxima 30,00.
59,,-Praieado 40,-2.
Evaporarle em 24 boras ao sol 4-1, som-
bra 3-5
Chuva nulla.
Direcgao do vento E cRNE alternados du-
rante todo o dia.
Velocidade media do vento 4-o2 por se
gundo.
Nebulosidade media 0,29.
BOLBTIM DO PORTO
atadonro PublleoForam abatidas
Be*MaladouTo Publico da Cabanga 187 rezes
para-o eoo6umo.de boje.
-Cae de UetenoAo Movlmento dos
Nlto !- prasoa da Gasa de Detenco do-Recife, Estado
-Rersaaibco, em deBsumbro d 1896.
Ixisliam 400, eatraram 4, sahira-o 8, exis-
iem 402.
A saber:,nactnaes 358, malheres 15,.estran-
Oiit 19, nwllieres O, t3tat 402.
Arrasoado? 36S
Bons 351. doentes 15, loaco 0;loucas O,
tal 366.
Movimento da enfermarla -Nao hcave :
Ceinitr-ro publico -Obituario do dia 6
do carrete:
Maria "JarOa-a deMandjrc, A'agoas, 48 an-
nos, viova, Bna v*l.'ta.
Luiza iS.valca-ite do Reg Barret), Peroam*
buco, 60 atrios, eolteiro. G-aca.
Bailarmioa Mana rus N- .e.j, Paraiiyaa, 38 20
noa, rasaaa, Boa Visa.
Antonio, Pern Joaqoim Aojo9 Barras Farcao, Peraambuco, 50
anuos, solleiro, Grac ,
Aleaaodre Jj- doei Santo, Paroambuca, 60
aooo, viuvo, Baa-Vista.
M-.ncel'Jjsd.i Svi, Peroaaibnco, 20 annos,
sirtelro Boa Vista.
-R-ryauado Salles Brai-a, Ceari, 40 annos, vlo-
vo.-BjsVists.
Jviriiaoo, .Peroambuco, 24. anaes, sol'.eiro,
Graga.
Autoaia Mara do Monte, Peroambuao, 2i, so-
cos, subir, Bia Visia.
Alfredo Raraoe de Ohvelra, Alagoas, 33 an-
aos, oltelro Graga.
lai'i Goilhermioa de Mello B.-aail 50 annc6,
viuvs, s. Jo .
irado
6 ra. '26,7
9 * 27M
12 28,3
3 t. 28,"0
6 27,8
vapor dad
19,53 75
19,38 73
19,56 68
19,24 68
19,39 70
l'hemometro
Ennegrecido
Horas
Altura
A la deste paiz chamrse a coquelterla ; >
Pra mar ou Dias
baixa-mar.
P M. 8 de Dezembro 8 ti. 50 da m. 1.-90
B. 3h. 00 m. da l. 0-70
Hospital Pedro IIO movimenlo desee
e.8tabeUcimento cargo da jauta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 5 de Dezembro, foi o
seguiote :
Entrarara..... 1
Sahiram.....
Falleceram ....
Kxistera..... 790
Foram visiiadas as enfermaras pelos segra-
les mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou s fa 1|2 da ma-
nh e sabio s 8
Dr. Malaquias, entrou as 9 1*2 da manoa e
sah'o as 11.
Dr. Simes Barbasa, entrou as 11 da manba
a sanio s 11 1/2.
Dr. Berardo entrou s 11 damanh e sa-
bio s 12 3 4.
Dr. Lopes Pessoa, entrou as 9 3f4 da manba
e sanio s 11 3j4.
Dr. Vieira da Gunha, entrou s 11 da ma-
nila e sanio as 11 3/4.
Dr. Bastas de Oliveira, entrou s 8 1^2 da
msaha e sahio s 9.
Dr. Carnelro da Cunha, entrou s 9 1(2 da
manha e saino s 10
Dr. Jos Avila, entrou aa 10 da manh e
sahio as 10 1-2. ,
Dr. Octavio de Freitas, entrou as 9 1 i da
man 5 e sabio asl01|2
Dr. Alfredo Casta, entrou as 9 1/4 da manh
e sahio as 11 3,4
Dr. Jo&o Marques, entrou as 9 da manh
e sahio as 10.
Dr. Arth-w C-aleante- en roa as JO 1/2 da ma-
nh e sahio as 11.
Dr Jaeorae, entrou s 11 da ra in lia a sa-
bio s 12 3|4.
sBharmaceuiico, entrou s 9 da manha e
sabio 1 3|-l da tarde.
1- Ajudante do pturmaceutice-eotroH as 7
da manh e.salii > s 3 la la.-de.
% Aldante do phar-aaceuUco, entrou as 7
da manh esabio a5 da tarde.
Assistente eotrou as 9 da.manh a aal
Hospital de Saeta gueda-O mo-
vimenlo deste hospital no da 6 deOexambro foi
o seguiote : ,
V.arUlat
Existiam....... H5
EntraflU ....,.
Sahiram.......
Falleceram ...... *
Existem a IU
EXAMES ESCOLAKES
COLLEGIO ICCIJLY EM ARNHUNi
Ni aia 29 de Novembro. peraote a commis
examinadora composta dos S*s. Dr. Ait>nio
Bapiinta de Mello Peixoto, Joaqoim Crrela Bra-
sil e Taeaphilo Caval ante e sob a presidoocia
do nelegado litterario preslararo exame oo' p-i-
m-iras ettras diversos alomos do referido- col-
legio, cojo rebultado foi e seguate :
1 gto
Antonio da Silva Sauo Filbo, troito adan
indo; e Joaqoim Cavalcanle, Joo Albuto
Mna e Arntides Vleor,a, adiantados.
2* g o
Ab-I de Barros e Jas O.tavio de Barres, mo!-
10 adianiados; e JjsGom'S, Aalooio Iriofu e
Jallo Marques, adiaotados.
3* grao
Antonio Barreno e Predovarfo Pereira, dia
liocco 1 e Aqoioo Pereira e Bocudas Doorado,
pleoameole.
Soh a presidencia do Sr. capilo Hennqoe
de Barros Cavalcaute, iosre tor luterano, pro
e.-e am-se no dia 3 do correte os examesidos
alomaos da 1' cadeira municipal do Peco da
Paoeil.i, regida pelo profestO* pobliro Maooel
Jjs dos Santos Telieira servintio da examina-
dor o professor Gaspar Aniucio dos Res, dao-
10 e resollado sega ote :
Io grao
J.a Ltvramecto da C. Santo, Amaro A. de
Carvalho Maiu-eira. Fraacisco M. da Silva Pei-
xM e Aitoi io Feli8berlo de Haor*-, approvados
com disuocco ; e Edoardo Al lomo da SUva
Peixoto, Loiz AoU8to de Alcntara, Joo AI ves
Jrrela, Maooel Mauricio Jnior e Emigdio flo-
ro de Mello, approva-lcs pleoamenta.
2 reo
Joaqoim Fraocisco Nesme, approvado om
difctiorSo; a Flavio Torres e Flavio de Lana Ca-
valcanle, approvaaos pleoameole.
3* grao
.utr'o de Olivera Lodo, approvadocom dls-
MU'CO.
COLLEGIO PRYTANEU
Nos dias 8, 3 e 4 do correte tiveram logar os
exaaies ileese eollegto, os noaes foram presidi-
aos pela respeotiva direetora Sr. D. GlotiWa de
O reir, serviado de examtoadores es pr- fesso
re*, Ds. Joo BaptieU Heguei-a Costa, Cioero
Odn Pe egrlno da S Iva e Jas M;rtioiano de
Sooz*.
Foi este o resollado :
Aola primaria
Io grao
Aona Moraes, Miria W^oderley, Jalla Cival-
ca-iie, Julista Pesso?, Mana Laceda, Margania^
Miad", approvadas com dlS'lncco; Alal'sa
WliTarh ley, 'Seoriripa Costa, Et Ivtm BiaocSr,
Rosa Lios. spprovadas plenamente ; e Elvira de
Souza e Laora Maria, approv das -lmplesmette.
Ponogoez
Be.tr.s Vieira, Tberesa de Almeida, Jodith
Doane, approvadas com distioeco e loovor;
Maria Anoonctaia e Adehoa dos Santos, appro
vadas com distioeco; Eoladia, Das, Maia Ti-
mes eGrasiella Doarle, appnovaHas plenamente ;
e Lydia Fre.re, approvada simplesmenie.
Fancez
Beatriz Viura e The: eza de Almeida, approva-
das com dlslioca e loovor; Eolsdia Das, ap
proada plenamen'e ; e Adeltos Saotos, Mara
Annoaciada e Mana Times, approvadas simples-
meato.
Arllbmelica
Eu ada Diss e Beatriz Vieira, approvadas com
disuocco e louvor M*ria Aanonciada e Judilh
DoT^e approvadas com distioefio ; Taerexaide
Almeida e Adeliaa Saotos, approvadaj pleaa-
nenle ; e Mara T,mes e G-aiiella Doarte, sppro-
vadas aimplesmeate.
Geog-apbta
Baatris Vieira, Jadiib Doarte^e Eoladia Dios,
.nnrovalas eom distioeco ; Tbereza de Almeida,
Graziella Doarte e Adelina Santos, spprovadas
pleu-meiite; e Mana Times,, approvada simples-
mate. .
Termiaados os ames e proclamado o seu
resallada a iotelligeme alomoa Toeresa de Jeaos
Hsnnoae de AlBieid. i uo ooalta allococlo,
a uloo aos seu3 protesaores Dre. Cicero Pere-
grino e Reguera Costa e em seu nome e 00 de
soas coliegas offereceo a cada om delles om de
licado mimo; agradecemo ambos a provade
gratdSo qae laee.davam aa soas dlscipulas.
Foram aislribuidos premios s alnmoi s o>oe
mais se distinguiram da.-anie o anno po* eui ia-
telliBenria, applicaco e aproveltamento.
Sab a presideocl do Sr. capltio Heniqoe
de Barros Cavalcaote, inspector Iliterario, proc--
deram se no da 4 do correle os exames das
alomas! da cadeira mixta mooiclpal da Ca
p> te regida pela profes-ora pabllca RoQ 1
Onali Freir de Alboqoarqoe. serviodo de exa.
mioiuor o profeesor Maooel Jet dosSantoa Tci-
seira. .
O resoltado foi o seguate:
l. grao
Almerioaa do C. Bandera, 01 nlina de Lona
Cavalcaoa e Mana C. Pereira Duua, appro'adas
co o distioefio ; e Jaouaria Vieira da Silva, ap
provada plenamente. ^
Ivo"! Pedroea Santos, Joaona M. G. Pioho,
Maria da Cooceico C. de {S->uxa e Maria do C.
G Cabrai, approvadas com disilac{o.
3. grao
Laora M Games Piobo, approvada com dis-
llO'ClO.
3 Na dia 4 do correte, pelas 10 haa' da
ants e na 2 cadeira mooicipsl da freuaezia da
G-aca, regida pelo profesar Jos Marcelino
Cott, procedec-se aos exames d3 alumnos da
refenaa tscoia, daudo o segoioto resultado :
i. g*4o
jj, radrizo de Aseedo Miia, J03 lader de
Bsoe^ides, Maaoel de Salles Macarlo e Hyppoino
jjssuno do Espirito Santo, appprovaaos com
dis'iacQo,
i. grao
Itidaro FabiO'Ao.iMa da Silva e L aerarlo
l^ernardiao de Seona, appravsdos com disttao-
3.' *a
Walfredo Oiivelra deSiqaeir, approvado com
dltiocclo. .
A cammisefto txmlBadora foi (DpoBta dp
psoressar Jos JaaoiB Ba*geOiboae o laca-
deira. sob a pr*aieacia do tospeewr iliterario e
Sr. Joao Q-zisHilio da PooUs B'aga.
- No aia 4 do correle, sob a p*aaideuo;a do
Wepeclor li terailo, corooel. Joaqinm Alves a
Fanseca, senda examioadores os proleiso e?D r
ai':g s Nanea arreira e o da oarteira, ti* ra o
logar os examad03 alomos baoiiitados Oa I.
cadeira mauicipaiaa Iregpaela ao Reulte, egl
taJo profeisor Baojamim Eraeaio Pereiw d
Hita.
O resoltado foi o aegulnte :
1/ gto
LaU de Franca Perreira Lelie, Jas dos S.nm
da 8ilvaMadalros, Joo Airea de Barros eJ.y.
me d* 8iiT*Ma ques, aoorovados com di-tii--
Cao; e G jstavo Amando Gamas Je Ollveira, Ma-
noel Olegario Games e M-nael da Triadada de
Paola Machado, approvados ploaam-ote.
2 grao
Manol Pereira da Cosa. NapaleSo Soriaoo da
Silva, Francisco X-vler da- Meodoaca, Antonio
Padro Caroeiro oa Caaba, Francisco Reglado?
Sao ios e Alberto Lovo da Gesta Lima, approv a.
dos com di8tincco ; e Joo B .piista Palelo,
Aoreolo Cario? de CHIverfe- Mello, Aotoolo da
Sitveira Pinto, Raa| Paulo Gallina e EocHdes
Amando Gomes Ja.dim, approvados pleoameole.
3." grao
Samuel Cre.iceocio dn Carvalbo, Golherme
Antonio de Ollveira, Fraocisco Masoel Beterra
oe Vasi-o cU >, Jos Sevsrioo Csta>>aos dua
Sanios e Jote Angosto Perrelra di Sil-a,paro-
vados coro disunccij; e Antonia RaDerio da
Cruz, approvado p coia,en e.
- N Ua6 do co'reo't'fff-c airam-sas exa
mes fl< 7" cadeirn publica moni'iipa' da f-egu.
zia di Gr ca (-'ampo Grande) regida pela pro.
'exsora U Amelia Carmelioa de Seuza Albo,
qaerqoe.
A banca eiamioadora comaos.sTdo iokpector
litle*a iormajor Mmoel Jo deCdmpos Bibo-a,
qae a presidio, e das examinadores a professora
ia cadeira e. o professo- Francisco Mirqoes da
T(inda*e.
Feto o jolgasaeoto de acolo com o program.
ma oliimamen e expedido pela soperinteadencia
do easino publ'co, deu o seguiote resudado :
1." grao *
Maria Jo Caelho, Ma a da Carmo Oliveira
Bdoea e Aoiaolo Mao"eI Poniee, approvados
rcm ditioccj.
2' grao
E rila Neiuaes de ni,vei-a, Maria do Carmo
dos Sanios Franca e Marcelina Leopoldina dos
Saatas Casta,pprovada^ com diatlo No da 7 do correte r-altsa'am.se os exa.
mes do coJle-io SaoU L'icla, sob a direceo da
profe8SOra O. Aooa do R go Ba.-reto de Al
mella.
O acto fo' prf sidldo pelo Dr. AnloDio Nogoeira
de Soasa* fo^m examioado'es a referid* pro.
fessora e o professor Fiancisro Marqaes da Trio,
dade.
Eiso resltalo :
1 grao
Beatriz d-> Silva Ramos, Almerloda da Sil-a
Ramos e Mana do Max bloo, approvadas coaa
eHatuwfi&o.
1 grao
Jle a Pal tira -Grego, Ziimi-a Rlbeiro, Frao.
cisea Accioiy Cavalcaote, approvaaas com dis.
Uncc&o.
SPORT
Prado Pernambnoano
8.' CORRIDA
R-alisou'se no domingo ultimo essa corrida
00 prado do Lurca.
Re lazada coocurrencia, a anirnaco foi pouco
pronunciada.
O movimenlo da cas* -das apostas registrn
o producto de 14.505S003, resultado de 2.905
poules emiitidas nos oito pareos do program-
is, e que foram todos effecluado-.
Eis o resu.tado das enrreiras :
*
1.a pareo800 metros-premio 200SOOO.
Vencedor Mineiro em 61", jockey Manoel
Martina, 54 kls., dando a pnule 111300.
Camaragibe era 2. 1PS500.
*
2. pareo1.C00 metros-premio 2o0S000.
Vencedores, por empale em "6 1|2" Tenor
2 jockey Jos Marcelino, e Galeite, jockey
Pedro Alexandnno, 51 kls, dando a poole.. .
5SO0O cada urna.
Era 2- Tenor 2 55203 e GaUtte 5S100.
3 pareo -1.200 metros -premio 2503000.
Vencedor lingo em 88". jockey Jeronymo,
52 kls., dando poule 83900
lio em 2.'93600.

4 pareo -1 000 metrospremio 250000
Veocedor T or 2 em 73 l|2", j->rky Jos
Marcelino, 51 kls., dando a poule 453100.
Esfola em 2 143900.
*
5.' pareo1 300 metros-premio 30O|0O0
Veocedor Cingo era 95", jockey Jeroojmo'
32 kls., da do a pon- 163100.
Maestra em 2." 63900

6." pareo-1.600 metros-premio 3003000
Veocedor t-arioso em 118", joi-k-y Jos
Marcelino, 52 bis., daoo a.poule 193900
Nao houve jogo de 2 por s cor, eren 'tres
animaes do pareo.
7." pareo-1.500 metros-premio 3003000.
Veoceder Hiroodelle em 106', jockey Luiz
de Franca 52 kls., dando a jioule 73900.
Todo em 2." 11S200.

8." pareo -1.003 metros -premio 2503000
Vencedor Matory em 78, jockey ntoaio
Pequene, 54 kls., dando a poule 313700.
Furaco em 2- 8J303.

Dcrhy Club le Pernaittbsjoo
Encerra hije a inscripgo pa-a a corrida de
domiogo prximo em seu prado da Estancia.
rCBLIClftES I PEftiBO
nita roa pegando a linha da boads, que
de futnro podo ser inrajada, .aqaarta fi-
tralmente ligada p r um poDtilh3o para
a paseagem d* Maglalena, pea ond tran-
sita aetualmeote al nba de bonds.
Em vista da posicSo topograpWea des-
fcr w m* ^ngffeno eaerever atas mal
alinhavadas linhas, lembraado que- esto
>ma se presta a um bonita- oairro para a
tutaro, podendo ter no centro na* bonito
jarditn, com a -statua do-autor da feliz
lembraDca, um me-cado publico, acoa e
gaz.de forma que ser de futuroiuma
Teneza, jama a prestando-se a deaoamrga
de tnateriaes mvqualquar ponto della naa
suas margvaa existe um aterro pa-a le-
vantar o seu solo a quaoto for preciso,
consta qae.a'ella .xiste dous mil p- de
Caqaeiros plantados e com terreno para
comportar ou'ros tantos.
Confa o annunciante qae o illuatraJo
Conceibo Munic pal do Recite, tomara ua
devida considcra93 que merecer.
Recife, 7 de Dezembro de 1895.
O nada.
Huuicipio lo t nbo
Como municipe, nao nosso fortar ao dever de
saoiar do alio da tmp eosa ao i.loslre Dr. Pra-
fe r.o deste municipio Paulo de Amorim Salgado
anda que nao me possa manifestar como dese-
] iva, conienur-me-li-l em fazel-o segundo ,a or-
dem ea'abf lecha pela slmplicldade, teado po-
rm a rer ia ia como pbarol qae me acia e os
esoionoa da ereda em qoe me lingo.
o pie deixar de ser receido com applaoso
dos daoitintea d'este municipio as delas do il-
-lustre Dr. Prefeite, muaodo a feira qoe existe
na cidade do vCafco, sede deste -moncipio do
sabbado pa a os domiogos.
E' (tal-nenie um bantcio para as clasaes po-
bres, efspe-iamente para o (operariado) qoe
ten-do como *ados saoem a seie da es'raia fer-
nea oestaidade, ond- oxisteai igualmente as
ufficaas da mesma via-farrea, e .trabatbam os
operarios o seos 4Us da semana, vem-ee na
necesjidade de serem privados da feira do>sab-
bado por largareai seo? trabalhos depols de
oma hora da tarde.
Para a agricultura, sero. aproveitados todos
seis d'as da semana, todas as clas'es eco geral
m scffrido com a feira oo-sabbado, at mesmo
o progresio dacidade, devttro asi doas elras
que exi8 em oos domiogoa aa Pente dos Carva-
lho e Olila, porque os-Degociaotes da feira do
Cabo deixam de veo^erem soas mercaderas
man barato Hado aas diusWeiras Oiin 'a ePinte.
Parabens ao illostre Dr. Prefeito PaalO da
Amorim Salgado, por suas b libantes Ide'as.
Moi'o breve teremos llfum naco e sgoa pota-
v-l, para a nosta pitoresca cidade, llevemos
aguaraar es faetos e eeoservarmos a frente dos
negicioe pblicos ciiados qae de.^ejim ios pa*
ramos ca gloria a barca do prrgresso nacional.
Cabo. 9 de Dezembro de 1895.
J. L.
\o Ilustre Coiicellio Hisuicipal
do Recife
ILHA DE S. Joo antiga ilha do sas-
SUNA
H principil d Ilustre Cracelho Municipal
do Recife tratar de certos melhorameatos
deste Estado, caba-me o dever como per-
nambia an
urna ideia, que em meu pensar mu to in-
fluir no espirito do iliustre Coucelho Mu-
nicipal do Recife.
Vamosctratar da liba de S. Jo&o, curjo
nome servo de titulo a este modesto ar-
tigo.
Esta ilha situada no rio Capibaribe fica
ao nrte do Hospital Ped-o lino bairro
da Boa Vist, e mede urna rea de
278m500 ( duee. tos e setenta e oito mil
metros a quinheut;s ceotimetros).
E' cootada por urna camb5a como que
simulando um riacho, descrevendo urna
deretriz sinuosa no rumo ge al do Bul
o*8te e norte, cujas goas recebe as e
deita-as no mesmo r o Capibaribe, e que
por esta circumsiancia -e presta para urna '
bonita edificacao de 500 casas, que este
illusliaCancelbo Municipal pretende fazer
para os operarios, que no s tem.terreno
para as ditos casas, c mo para urnas t es
mi, ficanda as8im um bonito bairro edi-
ficado a moderna com oieaamaioreS e
m-urea,
Esta ilha poder ser ligada ao bairro a
que per taca para quatro p ntos princi-
pae, o p imiro por umi pe- sena ponte
no beeoo das B rreira,- por serasta urna
passagem, carta a segunda pela ra,dos
Frazeres, a terceira pela ruido Vwconde
de G jarana pela deeapropriacAo da ca a
n. 87, que eatA na planta para^er^ema-
lida para urna fu'ura ra, cuja vai Jar em
cima da referida la, eata dat *aaa ae
aaha avallada por 1.200$, que em ponai
paasada8 o proprietarro aasignou um te roo
para ser demolida pela 1 dita quaaatia
quando foase preaiso, cujaVru Tai, dar
na direccio da p-ojectad* ra que des-
emboca au frente da ra ja aberta,- atra-
vesaando desta f ron a sua-da Sebo, hoje
Bjro de S Bo ja f'ando ssim urna ba-
A^radecinteuto
A commifssio encirregada de promover a fea*
tivldade de Nassa Seoliora da Cooceico dos Mi-
litares, oo domingo oliimo, teade-je dessmpe-
obado de taordea qso gloriosa larefa, vem
pelo prsenle, possoida-.da.maior gra'.idao, pa-
tentear seo bnmilde e mni > mre-o s^ra cimento
ao illu-t-ado cootgo, Rit. Dr. Jo- de liveira
Lopes, a boa ventade e o deslotereeee recania-
rio eom qae sedlgooo-de aoxilial-ai -wiest ado*
se a fazer com-tua -rert)nnefi+a leqoeocia o
be.lo psnesynco da (e< ta d quella excelsae Vir-
gem Se hora,
Ao Bvm.padrece Rndiigoes, ctoal capel-
lo da eereja do E^riruo Sanio, qoe, sem retri-
buico algoma nigneu-se de servir de dicono,
na o i sa otanane.-tamBem san'e-se a m-srra
ci.mmi8fo assaz p oboraua, e f-z publico a eua
jus'a gratir&a.
Ao laleoiosovigario de Afosados, ornamento
do clero ptroambocaco, o Rvm. padre Fraori?-
oa-Gev+teao'e d Alboqatrqoe Los, acommis-
4o senie-se i^aaiuaeo ^)oioiia de gra Jo,
rorqaaoio, apezar da -falta de bonds naqoella
linba tarde, nSo trepiden em alogar, ana
rusia-, oaniarro para vir. pregar o, er*tao res-
pectivo, imbora oo-uvesse chegado a lempo de
O fas '.
Ao Sr. viipatier'eS otoAntaaio Rvm. Braielsco
Silva por ler de Doa voolade ra p-e-tado a.caotar
a laaiDa, a soprs allodlda commisso exteode
n u reoiiOecimen'o de-ignaLgralido, bem como
aos dianas mesarlos da i-manda'e de NJ8sa Se-
nbora aa C-anceicao, eapeculmeote ao major D-.
Curio, pila acquiesceorta e boa voctade com
que acolbeo os seu aagaados intuitos.
Aos cidaaaos Adolpnu Banik, Floreado, Ma-
riseno PigoeirOa e E-tmisia ae Cerralbo qua
veoceado todss as dimcol Ja les, trabalbaram
om o maior eaforco para consecocio do real e
da festivldade.
Fioalmenie, a commisso rao olvida as illas-
tres 1 lli iaes da Compaobia de, rJombeinaa, nem
as ootras pessoas qoe coDtrlboiram com os seos
ODOlOS.
A commis o pede desculpa por oo ter havi-
do o sermio I tarde.
E, soppondo nada dever, pede todavia a qoem
sa jolgar prejudicado. comparecer ra typogra-
pbia do Diario* de Pernambaco, a eoteoder-se
com o empregado da mesma oificiaa o Sr. Assifl
P.nto.
, Recife,. de Dezembro de 1895
A commisso.
A New York Life Insu-
rance Gorapany
A*vista das irregularida-
des -?onim ttidats pelo ex
gente Sr. Molinari Laurin,
nesse Estado, a do Sub Departamento do
Brazil da- wew-York Life
Insurance l ompiny resol
veu fechar o escriptorio qua
at esta data uneciona-
va na Capital do Recife,
continuando,e itrctanlo o Sr.
Otto Brupbachei-, emprega-
do do EsciiptoriO Central, a
ser o correspondnte e in-
forma nt? da mesma Gompa-
ohia ahi.
O negocios que s -rela-
cionara com a Oompanhia
ilevem ser rJirectamentctra-
tados no Rio e JaneT,
rtra do Hcwpicio, 31, 3ffie
ftioccioriG a sttpracita3 Ge-
rencia.
Advogado
O baoharel Antonio Tolautino Sodri
guau Campos, picurador doa Faites da
Fazenda do rSatado, poda ser-praattwdo
-nr-Bea-aacriptoTio'a Pra9* 1T n- W""
10 horas da manM s'4 da taran.






{
|
l-ii-l |>^


i
'I^F"-.*. I t*Tl*
Diario de Perimmbnoo Terya-feira i O de Bezcmbro de 1$&5

Protesto
Hoje, 1 Qr* da t-rdo, os empreadas
do lastro da Estrada de Ferro Sal de
Pernsmbuco, que subia, inoendiaram os
partidos de cannas do engenhoProte-
ccSo causando ao abaixo aisignado
prejuiso superior a 4,000 toneladas de
canoas 1 .
O incendio foi proposita! e o abaixo
assigaado protesta baver d* d-rectoriada
mesma Estrada todoa os prejuizos, per-
das e dainas, tanto mais quanto os seus
partidos de cannas se acham fundados
f ora do permetro da Estrada de Ferro.
Quipap, 5 de Dezembro de 1895.
yodo Bezerra Chaves.
empre ca smeihore reiialtodoa
O P. '0, M.io, 1 1889
Illa. Srs. Scoit & Bnwoe.
Certlflco qae lenDo per osoitn vezes indicado
o aso da Bmoleao de Scctt de leo ae figado de
acalb.o com Dniopiospono de cal e soda oa
Binba cl.nlca, e que dtlle tenbo lirado iloUo
bens -esoliadcs ooi eaiadoa mrbidos pira que
applicada. m .__.
Dr. Fraociico Perrera di toba. 9
Ao publico e ao commercio
Jo.aom Ribeiro do N.scimeDto fa sinte
ao Lublico e ao commerciu qae bi *e eoteode
citico a poblicacao n-erla oesie .Diario, rc-
Uvauenie a romrra de orna tasa ella n> becco
do Ouiabo n. 3J A, e sim coi oolra pessea de
isaal oeme ; e para evitar duvidas totoras as-
BigDar-ee-ra d'ora em diante Joaquim Aaacleto
R-Peiro do Na^men'o.
R-cife, 9 de De.embro de 1895.
O verdadeiro Scdlitz Granulado Pur-
gativo refrescante 6 o preparado per
Ch. Chanteaud pharmaceutico de pri-
meva claese, 54, r. des frances-Bourg,
Pan. Antigo socio do Dr. Burggraeve
e Fundador da Pharmacia Disimtrica.
Acautelar-se contra as im ta$5es, exigir
o envoltorio amarello dj inventor Ch.
Chanteaud.
Muitaa Be;horas e mocas renunciara as
pilulas e pos ferruginosos que lheseao
proscriptos con-ra a anemia, chlorose
empobrecimento do sangue por sentirem
violentas dotes de estomago o sobretudo
prisao de ventre. Com o Ferro Girard
nao ha que receiar estes inconvenientes ;
e o uoico ferruginoso que nao causa
priso,de ventre e sua act,5o eminente-
mente* reconstituate segara e r-
pida.
FABRICA GAIIAS
Os abaixo assignados
previnem a quem convier
que estao munidos de man*
dado do Excid. Sr. Dr. jaiz
do commercio para fazerem
apprehender onde f rem-
achados cigarros de outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tamo na moitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer ditos
cigarros venda, com todo
o rigor, ae conformidade
cem as penas decretadas
por le.
Rec:fe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo y C.
Jornal do Commercio
RIO DE JANEIRO
Recebe-se asignaturas e annuncios,
raa d<> Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente neste estado
MEDICO
Dr. maro Wanderley
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 241. andar Consultas de 12
as 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Aof-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manha.
Recebe chamados por escripto.
COMPRIMIDOS deVICHYde FDIT
CONSTIPACOES 3" Peitoral Cathariwu
DE RAULIVEIRA j
DROGARA BRACA
Dr. Joo Paulo, especialista em partos,
molestias de senhoras e de creancaa com
longa pratica nos hospitaea da Pariz e
de Vienna d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo n
19, 1 andar e reeide na ra de Henrique
Dias n. 2.
Telephonesns. 190 no consultorio e467
na residencia.
PHOSPHATINA FALIERES. Alimento das Manca
Dentista americano
Dr. W. V. Frligh
Tendo desistido do contracto para ir
aos Estados Unidos da America do Norte,
continua no seu gabinete dentario s ir-
den* dos seus cliente, e^do respeitavel
publico.
Ra Baro da Victoria, 49, !. andar.
Peitoral de Cambar
Duas curas de coqueluche
Em proveito das maes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, nao colhendo melhoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cambar, de Souza loares, e em
poucos dias a molestia ceda comple-
tamente.Marta Josi Rodrigues Baa-
tellos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Cai'ueiro Leo
H.edico parteiro e operador. Residencia
e Consultorio & ra do Livramento n. 31,
1. andar. Consultas de 12 s 2 horas
da tarde. Especialidade : F e molestias de c ancas Chamados *
qualquer hora. Telephone n. 325.
Dr. A Ilyjrino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitaea, laureado com
ama medalha de bronze da Assistenia Pu-
blida, cirurgi&o parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nova n.
19, 1-* andar. Consnalta das 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos org5o genitourinarios
Residenciaa: ra do Baro de S. Borja
n. 30
m
-%-*.
Bronchite slhmattca
DR. COELHO LEITE, Cnico d*
justa nomeada n cidade doReaife,
attesta jue o
Xarope de Lobelia nflala
ro
PHARMACTICO
ILDEFONSO DK AZKYEflO
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra BarSo da Victoria 37, I.' indar.
Pharmacia Conceic&o
Pharmaci i Alfredo Ferreira e em tod*3
as boas pharmacias.
l'errsmbuco
| Dr. Mello Gomes
1 Medie ParteiroOperador
Sj-Rtia Bardo da\Victoria-S7 f
(CONFRONTE RA DECANTO AMARO)
Onde d consultas e recebe chamados
qualquer bora o da e da noite.
i Especialidades : paitos, febre?, mo-
lestias pulmonares, de sear orase crian-
zas, syphili era geral; cura radical e
ioperace8 (com osensibililade local)
d'eslreilamentos da ureihra.
Tem, em sua casa, accommodaees
' para partejamenlo, qualquer operac&o e
' iratameoto, s recebendo para este fim
i pessoas de lamilla.
Acode cbamados para fra da ci
dade.
TELEPHONE 193
u^ w^ -*

r.GIaMEiU'.W
Clinica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Ra .da Imperatriz n. 8,
1. andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
RAULIVEIRA
TolOS os mdicos receito o Peitoral
Catharinense como o nico medicamento
contra Toases e Bronchite*
DROGARA rraga
Dr. Barreto Sampaf o Oculista__
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51.
1.' andar. Ex-chcfe de clinica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
n 287.
O desidertum da se enca moderna
consiste em adoptar rred cament s solu
veis, fcilmente d geriveis reuoindo
grande quantidada de elementos consti-
tutiva do corpo humano ; por isso
que os mdicos prezam o Xarope de
Quina Ferru.inoso de Grimault e C.a
que apreaenta em perfeita cjmbioagSo,
de agradavel sabir, tolerada pelos mais
delicados est- magos, o phogphato de ferro
sol vel e a quina real, ha muito tempo
re:eitados para a anemia, a leucorrhea
e u pobreta do sangue.
O Rauliveira
E' o poitoral mais efficaz, mais barato e de
goslo mais graiabilissimo ; ua Orgaria Bra-
ga e em todas as pharnacias.____
Francisco Pedro da Cunha
Presdylero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Chisto e Y i gario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao ]os desta pro-
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes o que tendo usailo por vezes o Peitoral
Catharinense de Ra. liveira XARO"E DE AN-
OI 0 COMPf'STO iOM TOL' E GUACO, pro
pnracao dos Illms. Srs pharraaceutiecs Rauli-
no Horn & Oliveira, achei que esse x-rope 6 de
benfico e pr<>mplo effeilo as affeccOes dos or-
ujos respiratorios o que afflrmo in verbo sa-
cerdote. .__ _
Citada de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Caoba.
Mais de 50 rail pessoas residentes em dive
sos Estados do lirazil atlesam a efficacia des e
grande medicamento.
Deposito
MAj
Drogara Braga
Peitoral de Cambar
Cura de una toase rebelde
Cheio da mais viva alegra e gratidao,
venho declarar que em menos de dous
mezes mnha esposa restabeleceu-se
com o uso do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, de urna horrivel tosse
sec a acompanhada de dores no peito,
t ndo antes, durante o espaco de dous
annos, empregado sem o menor provei-
to, um grande numero de outros xam^-
dios. Joaquim Aives Zavalcanti (Fir-
ma reconhecida.)
O agente Coti.panhiade Drogas.
Cumprimos um dever reommendando
s peseoas afectadas do ligado, s que
soffrem de ict-ricia e < que sao sujei'as
aTec^Ses c tanaas, como herpes, ecz-
mas, etC, o uso r'a Fruta Julien, que
obra de um mudo suave c mo depurati
vo e orno laxante sem produzir inflam-
majao intestinal alguma nao esquecendo
dizer que > s pessoas as m's delicadaj o
toman com prazer, pois um verdadeiro
confeito vegetal.
Bolea Commercial de Pernam
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do K.Cf'e, Q de Dezembro de l8qs
Nao Lcofe '. fiSo.
O oreeideote,
Aotooio Ma qt.es ce Amorim.
0 sfcrelsrlo,
kfaocel G. < a Silva Flato.
Cambio
Os Btnccs ab'tram com tasa de 9 1/4. so-
bre Londres, a 90 dh, ffectuande-se tranca -
c6es peqaeoss. fechando o mercaao menos Br-
Leitras fiariirnlare* f^ram negociadB em pe-
quea escala a 9 S/6.
Coacc de gneros
Para o agricultor
Aasucar
OsiOis, por 15 kilos. *M
Cryj'llBado "era dem otWO a 5*7'HJ
ssKWSi : as: ss
AlgodSo
No coBStoo eegocto.
Aleeol
Por pipa de 480 litros <93J oomleal.
*=Sa. -
Agurdente
Por pipa de 480 linos 100* nomimal.
Couros
Seceos ealgados na bas" de 12 tilos.lOOO ris
venda e refugo 666 o kilo,
i/erdes 600 ris, ulumo preco.
Carnauba
[ Cota-se de 23* a 35*000 por 15 kilos.
Mel
Por lOOfOOO nominal.
Eiportaefio
Becie, 9 de Deiembro da 1895
Para o exterior
No vapor ingle Nile, par Pari, carre-
goo :
V. Grandet, 5:000*00) em moed.s de ooro e
prat.
Par Caebu'g, carresarsm :
H. Borle k C, 8 barr cas com abscaxis.
Para Sontbampton. carregaram :
P. J. de Siqoeir, 3000 abacaxis.
L. Babia, 1 barrica com abacaxis.
A. nodrigoe?, 10 barricas com abacaxis.
A. Irmass & C., 4 barricas com abacaxis e 11
Otixascom plantas vivar.
No vapor ingle tercb?n, para Llver
pool, carregaram :
Borstelmao & C, 2C0 taccas cem 14.954 klos
de algoao.
D- Goaveta, 203 saccas com 13/93 kilos de
aleodao.
F. 11. dos Santo, 1.140 saccas com 76,893
Kilos de algodao.
No vapor ioglez Alantlc*. para Liverpool,
carrean am :
i. Pater & C, 350 saceos com 26,250 kilos de
aesocar miscavado.
No lagar iog'ez J. H. Dexter, pira Li-
verpool, carregaram :
Julio k C, 200MCCO3 com 15,(00 kilos de
aiBDcar maaca*ado.
No lugar portngaez MiDbia, para o Porto,
carregaram :
M. Lima & C 500 sac:os com 30,000 litros
de farinba do mandioca.
Ni vaper frdocex Corriente para oH
vre, carregaram :
Borsieimao & C. 830 cooros verdes pesando
17,430 kilos.
A. M. 4 \: 7 caas con pUnlas tv.s.
Para o intarlor
No vapor nacional Caaiocim, para Smto;
Carregaram :
M. J. da Silva, 1030 saceos com 0 000 kilos
de assucar mi cavado.
S. GoiTa aes C. 10 pipas :om 8.400 li-o
di alcool e 00 sacaos com 42,000 kilos de as.-u
car branco.
No vapor ingle M. Prince, pa-a Saatoi,
carregaram :
U. P. Lelie 4 C ,500 scco3 com 30.000 kiH
de atsocar mascavado o 500 ditos com 30,000
aitoa de diio branco.
S. R "s &. Rolngoes 85 saceos com 5 100 kilos
de assacar branco e 165 ditos com 9,900 ditas
de iJ'to mascavado.
= Nj vn.por oglea Eira, para Santos, car-
regaa :
J. G. de Araojo, 20 pipas com 9 800 li ros de
alccoi.
fjra Rio de Jaoe'ro, carregaram:
P. Caroei'O k C, 20 Dipas com 9,800 Uto.*
de alcool t 730 saceos com 45,000 kilos de asin
car b anco.
B. Williams &C. 100 sicras com 16,976 kilo?
de algoaao.
G. Foose.'a & C, 1000 accos com 60 0O kilos
de assocar branco.
Belirao IrmSo, 500 flecos com 30,000 kilos
de assacar branco.
No vapor all.mao ioneoto, para Ric de
Jamuro, carregaram :
S. Gimares & C, 301 accas coso 23,545 kilos
de aUoaao.
No vapor nacional Norte Sol, para Rio
de Janeiro, carreca'am :
U. C. B. ou Mello, M barricas com I 5ii()
kilos de carvi aninal. 300 saceos com 30 OJO
kilos de assocar mascava oe 2C0 diloe com...
12,000 di os de dito
oy & Pilbo, 322 sacos com 19 320 kilos de
assocar mascavado e 1,19 i dos com 71,760 ditos
de dito braoco .
No vapor naciooal Alagoas, para Cear,
ca'regoo :
M. C. B. de Mello, 10 barricas cem 1,120 kilos
de assocar branco.
Para Mansos, carregaram :
J. Bailar & C, 3 donas da espadadores de
peona.
=- No vapor nacional 3. Francisco, pata
Cear, carregaram : ____
J Salgoeiral & C, 100 barricas com 5,330
koc de assacar refinado.
M. A. de Sena & C 10 saceos com 600 kilos
de leijao.
Para natal, carregaram :
J. Salgueiral & C, 5 barricas com 480 kilos
de assocar refinado.
Pa a Mosso'. carregaram :
J. Salgoeiral &C, 10 oarrlcas cora 450 kilos
de aesocar branco e 5 ditas com 787 ditos de
dito refinado.
No oale Correio do Natal, para MacaB-
ba, carreeoo :
J. de Macado, 22 barrls com 918 litros de vi-
obo de fructas.
Para N.IjI, carregaram:
S. Araojo k C, 3 caixu com 1,8.0 kilos de
sabio.
Julio & C, 5 calzas com 50 litros de oleo de
mocot.
Nj hiate Neptano, para Mossor, carre-
garam :'
G. de Malos Irmao, 2 caixas com 30 kilos de
eera em velas.
M. Viegts & Filos, 6 calas com 50 litros de
cognac, 5 barra com 450 ditos de vraagre, 5
caixas coa 40 ditos de cidra e 75 ditas cora 525
ditos de geneb'.
No oate Argentina, para Maco, carre-
garam :
A. Macbade & C, 4 fardos com SCO kilos de
fama.
G. de Matos IrmSo, 4'',000 cigarros e 5 saceos
com 125 kilos de algodao.
Para Mossor, carragaram :
S. Nogoelra & C, 5 caixas com 108 kilos de
sabio.
C.Lima & C-, 1 caixa com 90 kilos de fumo
G. de Malos Irmao. 3 laboas de aoia-e.lo, 2
-aecs rom 50 kilos de fio de aigcdao e 3 caixas
Cid) 45 kilos de cera em veUs.
= N barcaca Mercarle, para M;f*\', car-
;egoa :
J. de Macedo, 4 barra e 5 caixas cem 225 li'
iros de viuho ae f-ucias.
Ni barcac Marta OlimpU, para Marei,
carrevaram :
F. I 0,5,8 & C, 2C0 caixas com 600 kilo< de
mMo.
Para S. Lili, c.rrgaram :
A. A. de Lemas & C, 7 barreas com 672
litros de C.rv ja.
Na barcaca Dalila, paraCimsragibe. car-
reearam :
Goimarea k Val-nte, 2 calzas com t klioa
Ce eabo.
A. M. & C, 1 barril com 46 lit-o de vioho
e (ratis. 1 bar il com 45 ditos de vicagre e 1
i-ana com 8 ditos de geaeora.
= Na barcaca Pbeoes, para S Laii, carra-
a am :
Santos & C, 31 charros.
P. Irmao & O, 100 caixas com 2 300 kilos de
sabao.
Ni baresca Jjvem Paliiira, para a Para-
nyba, carregaram :
C. Pinto C. 10 caixas com 60 lros de ci-
dra, 5 oarris e 10 caixas com 305 litros ae iabo
de (radas.
C. Lemos &. C., 4 caix?a com massa para
soupa.
Readlneatos publleos
Mex .e Deiemh ,de 1895
Alfan. ja
Renda geral :
Do da 2 a 6 417:760*505
dem de 9 89:494*275
Somma total
Reoda do Estado :
Do da 2 a 6 27:325*u9t
dem le 9 20:151*367
Total
07:254*780
107:476*.58
614:731*2^8
2 se.-cSo da Alfandega de Parnambaco, 9
le Dezemnro de 1865.
O.cbe'e da sec^o
L. F. Codecetra.
O tbesooreiro
balz Manoel R. Valenca
RSCEBBDORIA DO ESTADO
Renda de 2 a 6 77:310*791
dem da 9 10307*000
REFE DMAINAGB
11 niu de 2 a 6
dem de 9
87:617*791
677*245
600*000
1:277*2*5
Som
8 de De-

Hercado Hanieipiti de m.
O movimento oeste marcado no da
zemoro fol o segoiote -
Bntraram :
56 bois pesando 11,143,'Kilos
40 kilos de peixe a 20 ra. 800
26 1/2 columnas a 600 ra. 15*600
8 cargas com galliobas a 500 n. 4*000
10 cassaaea com galliobas'a 300 rs. 3*0 0
2 cargas oam milbo verde a 300 rs. *000
1 carga com amendolm a 300 *300
5 cargas com batatas a 300 re. i *5O0
2 carga com macacneirai a 300 re. *609
1 cargas com cebollnbo a 300 ra. 300
5 cargas com gerimuos a 300 rs. 1*50
17 cargas com verduras a 300 rs. 5*100
-1 carga com canoa a 300 ra. *300
2 cargas com laraojas a 300 ra. *600
2 cargas com iobame a 300 *690
2 cargas com loucas a 300 ra. *600
5 cargas com diversas a 300 m ^ *soo
25 cargas com farinba a 20'' j*06J
8 cargas com milbo secco a kot t. 1*600
t cargas cem fejfto a 200 ra. *400
70 'ugaiea a 100 ra.
<2 Soioos a 200 rs.
12 come, com aoioeiros a 1*000
9 comp. com sc\. i-ui a 700 rs.
8 comp. cem iressoraa a >* s.
34 comp. cora comidas a 700 rs.
76 comp. com fazeodas a 600 ra.
49 comn. com verduras a 300 t-
4 comp. com farinba a l0 rg.
50 comp. com talbos a 2*000
Rodlmenlodo di 1 a 7 *
4*000
12*60'i
12*0 0
6*300
4*800
23*800
43*80"
14*700
39*600
12.'*0O0
3i'*5M 2.247*50
2.559*000
Pregos do da :
Carne verde de 200 a 1*000 ra. o kilo.
Sainos de 1* a 1*200 idem.
Ca'neiro de 1*200 a 1*500 ideo.
Farinba de 6 K) a 1*000 rs. > cola.
Milbo de 600 a 1000 rs. a caa
Peiiao > 1*200 a 2*000 a caa.
Xavios esperados
Ue Haiuourgo
Barca allema Niona.
Log>r loglez Rose HU.
BriSM allemao Ono Grat so Stalberg.
Do Porto
Lugar porttiKuez G^va.
De Liverpool
Barca inglesa Cordelia.
D^ Ntw Port
Barca ooruegoense Sonaxa:l.
Barca noru:geuDse liangsbyd
De Cardiff
Barca norueeoense Sala,
Barca nooegaeose Josia.
Birca ooraegu^nse Dacia.
Barca noruegaensa Auriga.
Barca noruegaetsa Woje
n- f-i'ias
Ligar tO'logaei Temerario,
fatacbo naciooal Sicia1.
Bscona aluma Eima.
Lagar dio.ma'qae! Lemwig.
Palecbo noraegaeose Emar.
Paiacoo noruega Rodolpbo.
Vapores a entrar
Mez de Dezembro
Tamar da Eoropa.a 9.
Troja de Hamburgo, 10.
Sroieiro do sal, a 10.
Itapoao do .-ui. a ti.
Sorreaio de N-w-Yo>k, a II.
Magdalena da Europa, a 12.
SJ Salvaacr do norte, a II.
Alice do sol, a 13.
Olioda, do sol a 16.
Lis Palmas do sol. a 17.
Crele Prioce ue Naw-York, a 18.
Medoo da Eoropa, a 18.
Cleole Prince ce N-w-York. a 18.
. Ville de Rosario da Eoropa, a 18.
Maraobao do norte, a 20.
Cea'ense ie N'W-Y"'k, a 22.
Espirito Sanio do sol, a 26.
Vapores a sahlr
Mez de De-embro
Sanios directo s ciliar a 10 3 boras.
Rio e Sanios Nirte e Sol a 10 as 4 hars.
Rio e Santos Troja a 10, as 4 boras.
Maoaos e esc. Aligo? a 10, as 5 boras.
Baeoos-Ay es e esc. Tamar a 10, as 12 boras.
Santos e esc. Paraby; a a 10 as 4 boras.
Santos e esc. Mexican Prm:e a 10, as 3 boras.
Cear e esc. S. Francisco a 10, as 4 norar-
Bnenos-Ayres e esc. Magdalena a 12, aa 12 b.
liba de Fernando Una a 12, as 4 b.
Rio e esc. S. salvador a 12, as 5 Doras.
Macaos e esc. Olioda a 17, as 5 boras.
Genova e esc. Lvs Palmas a 17, as 4 boras.
Rio e esc. Manota} a 20, as 5 boras.
Sao os e esc. Crele Prioce a 20 as 4 boras.
Manlos e esc. E'Pinto S Os effeitoa reconstituintes d> Vinho
de Qu nio sao tae< que a molestia
desapparece como por encanto, t' do o
organiamo ae sent influenciado com urna
accao benfica, e nos paiz-a insalubres
esa accio chega al a < eutra'izr a pre-
dispoaic&o para a teb o, engendrada pelos
miasmas.
O Quinio Labarraque am dos me-
lhorea tomos que aa p'e empreg r para
foitale er ss con,ttuic5 s debis, tanto
hs que sfto naturalmeite, com < aquellas
3ue s8o a consequ-ncia de civer-as
oencas.
Annuar'o da Medicina e de cirurgia
pra'icas.
Peitoral de Cambara
Cura de uma tosse violenta
Atacado de uma tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido.
( arlos de Alencar, major-fiscal do I" reg
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida ]
0 agente Companhia de Drogas.
Jos Dygino
/tlRURGIO DENTISTA)
De volta da sua viagem ao Sul di
Repblica, reabr > seu consultorio a ra
do BarSe da Victoria n. 19, I.* andar,
onde pd*1 ser procurado das 10 ho-s s
4 r'a tarde.
il \\
1 L
n, Dr. Arthur Caval-
canti
ft Participa seus clientes e
rjl amaos qoa mudou seu consul-
9 lorio e residencia para a ruado Ki
tt Barao da Vicloria n. 46 1. an-
th dar onde contina a ejercer os II
(I r-
8 Consultas de 1 s 3 horas da W
tarde, d 1
TELEPHOXE N. 430 I
P i
1 u
Peitoral de Cambar
Outra cura de bronclilte
Applicado contra uma forte bron-
chite de que se achava atacado um fi-
lhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa en-
fermidade.
O agente Companhia de Drogas
E Clnica medico-cirurgica V
f Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva, \
de volta de sua viagem, previne*
jaos seus c'ientes que reside e. c
tem seu consultorio aberto '
^ruaBaro da Victoria n. 61, l.V
[ andar.
t D consultas de 1 s 3 hora
da tarde.
Acceda chamados a qualqueH
ghora fjara dentro e para fra da'
' cidade.
Dr. Constancio Pontu-d
Avisa aos s^u--amigos e clientes, que con
tinua a dar consulta lodos os das uiels, de i
* 3 horas da ui .-, a ra 15 de Novembrt
(anliga do I(Lpi i.:.r n. 79, V andar.
Chamados por cscnnio.
T Peitoral de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de uma tosse
com escarros de sangue, com carcter
de uma enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sade
perdida.
O AGENTE Companhia de Dro ga
CURSO D FERIAS
NOVEMB<0 AFEVEREIRO
GKQGMPHA E HISTORIA
DR. JULIO PIRES FERREIRA
Ra Duque de Casias n. 55,
1*. andar
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenlx Pe-nanabr,
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Tdlepho.en. 292.
Ur. Francisco Leopoldinc
I specialidades : Pebres, molestias de
crianas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. '8, 1.
andar.
Residencia Pateo da^Santa Cruz n .72.
Telephone n. 214.
Chamados por eBCripto.
cana
RA O COM MERCK)
SGURO CONTRA FOGO
Dr. Alfredo GasparMedico Con
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (per escripto) a
qnalquer bora.
Dr. Nanea Colmbra Clinica Mi-
ico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 s 2 horas da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ruando
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.
JBllilr n ti .rilo
Declaro a bem da veriade qoe estiva
morphrtioo e peid do completamente para
a sociedad-, e que hoja eatu ounvinta-
mente onrado por < ra r bastantetliair
M. Moroto prapartdo por O. barloa,
que foi a ooica cc-i que me salvoq.
Aracariguama
Pedro Lui e Albuqaarqae.
Depisito ein Poroambuc i : Companha
de Dragas e Prda 't<>a NPLENZA
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaeco febril, brontlwpneumo-
nia, catliarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias de ^-"gana, insom-
nios etosses suffocantci Jem immedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia aflata
Etlner bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico*
approvada pela ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
v s grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maor ex-
cepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Baro da Victoria n. 37, i.# an-
dar, sala posterior.
Pcrnambco
EDITAES
O caoitio Belia'inlto da S''ioi 8uc)
F l'O, presmeie da 1' recele do Io disirieto dj
monuipio ca ViMona, *e Per' anoaco :
Fas aher qu- na ele'c^o prcceiida ne-la s?c-
va> bnveraa i t s rara 8ova iado- d 1 EaUdo
e Vice Goveroaio is eiom'ea ^djaca :
Votos
Prfra Gov#-nador
D Joaqaim Ce i ae Areojo iOi
Em K pa'srio 3.
Pj a V ce Gcveroador
Dr. Joe Ka celino ca Rjr e S-lva 101
Em :t|ii' Mrsa elei'o al da { 8 560 un 1 iil-ii!o da
Vifioti. em 7 de D-'ie-unni e i8o.
Eo, Peifo ie S: CiVlc.tiie, tecrelario, ei-
crevi.
Btlhrmiuo rio1 Sjoips HuliS) Fibo,
Prefirte'le
o dd-dao Ju.qciib iusc de Ao eo, p'esi*
deoie d l' it-ejao ua ire^on'a dr Santo Auto*
o'o, Ui p Di co que, em sita serg na eleigaa
boj- proiedita pa-a Givrjado- e Vice-Go.er-
oaior ju E tido (oran sUios os srgaiotea
' idados :
2J Para Gcveroador
Vo'os
Or. Jjaqulm CorfeH de A-aujo 17
Para V!c ~?oeroadcr
D-. Jos Murr.tl Uo da Moai e Silva 16
Um cedol* em b'aoco.
' rp'^ai ti.i-orai da ( evaezia de San o An*
ionio, 7 ue Deiemb o de 1895.
Joaquim Jj d- Abieo.
PreciJeote.
Riiduipb U> lorio i. tiraaJs,
Secretario
Eiuardu Fraoiisc-o Pereira Frei e.
Au ooio ce A m -1 :a F. C.sello Braoco.
Pedro HlDeiro de AlDcque-qoe.________________
A m>>a elalloral da 3.' seccao da r-etaeaia
d- S>Li'j Antonio tas publico que o a el i;o,
q-ie te pfOce o 00 da 7 du co iv:e, pi-a ro-
veroaaor e ic-, overnador do Elado o'tive-
ram vons:
Votos
Para goverosdor
D-. Joaqcim Crrela de A-aojo 63
Pa-a vice-g >e mo'
Or. J(S Marcelino da it i-a e Silva 63
Terceira ser^Sc eleitot-l aa freguetia de Sao*
Autooio ('o mooicipio co Recite, en 7 d De-
lerbro de 1895.
u loquio Aoionio Gomes, presidente.
Muooel da Fa xo V*lra, seceiario.
Julio Pimtnul i e Amoria.
J .au Gomea da C elr.
II liodoro Goncalves de Asevedo.
o "Hanao presideuie <> 3.* receto ele.tj-
rj 1 bia de Sa lo Ani dio do Recite, fsi
poiicu. i|uc oa eleigo a que se proceieu para
govrnador do Eala o e vice-goveroador, cbtlve-
ram vulos os sexomles cidaaaos:
Voto*
Para gove-Dador
CoDselheiro Dr. Joaquim Co A aojo 63
Para vice-governattor
Dr. Jos M.'rcel 00 da Rcsa e Silva 63
3." StCfiao eieiorol de Santo Antunlo, em 7 de
Dexembro d. 189o.
0 president',
Eastaqoo Al torio Gme?.
A if 1 leitoral da vigsima qnaria eeceta
da fregoezia u Gr.ca, do municipio do Re ifa ;
F*z scieole qae na eleigao procedida do da
do crreme me, para govtraador e vne-zover-
oalor do Estado, obtiveram volos 09 s guntes
seobores:
Votflt
Para goveria Dr. Joaqum Ccrrea a- Araojo 34
Para vicr-.ROverDtdjr
Dr. Jo MarceliDO tfa Ro-a e S.lva 31
Dr. Antoio BapiislaNugoeira 1
AoKQBto Cesar da Cuaba, p-esideole.
3of da S; va Lordeilo, secretario.
Eieabao Capitalino Ribeirr.
Tdomaz Rozenuo d'Oliveia.
Eli'io acs Sanios L"re?.
Na eleigu procedida 1 a 25' sec gao a ra
das Creooias 0. 4 C foram volado para goveroi-
dor e vice-goveruador os seguiotes cuajaos :
VUOI
Para governador
Qr. JoaquiB Crela de Araojo 52
Em braoco I.
Dr. M goel Jos de Almeida Peroamboro 1
Para vice (overnador
Dr. Jo3J Ma celliQO da Rcsa e Silva SI
Em br. ce i.
Sa a da serca-v-Rua das Creooias, en 7 do
Cezembro ae 1835.
.jaqjtm Jus G. d? Aracjo.
Joe Bcnitacio de Mendouca Ribeiro.
Aotooio M rqoes o'JI veira Ramos.
Sebastiao Cavlc.ole ae Albuqut-que L'.
Jo. Joaquim Borgea Ocbdi.
KbITAL
Pela Sicretaria da Junta L'ojimercirt!
sa fai constar acs cida^Sos qae exeroen
ai fdncgSes de ava'isdore ccaaMVfl*,
qae, em vistv de dihberacSo tomada pela
mesma Junta em sessSo de 5 do correte
mer, devem at o fim deste requerer,
caso assim Ibes oonvenha, a renovaglo do
bous ttulos, para o trienoio me tea de
ooniecar no 1.' de Jaoeiro r simo vio-
douro e temioar no oltimo d* Dezembro
de 1898.
Secretaria da Junta C <->roial dt
Recife, 9 da Deiembro e iot)j.
O secretario,
Jos quien Theotonio Soares d'Av llar.
.
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Diario de Pernambaco Terqa-feira O ele Dezembro de 1995

5
v'

*1
Al fandega de Per-
nambuco
Elital
Por esta repartilo se fi pnbco que
recebem-se os feros de terrenas de mari-
nha, relativos ao correte exeroioio, at
0 dia 31 deste mez, sob peoa de fide o
dito praio saramas respectivas guias re
meltidas para jaiao.
Ass:m tmbeos sera receb:do o imposto
do tamo de todos es depsitos e fabricas
de charutos, oigarres e mais preparados
com a malta de 10 |. at o dia 31 e de
15 f. depois desta datp.
Primeira Scelo da Aifaudega de Per*
nambaco, eo 9 de Dezembro de 1895.
O cele,
Maooel Alves da Silva.
A.Jfandeg'a de Per-
nambuco
Edita
Por eata Repartilo se fai publico que
deacrregaram do vapor allemio Asun-
cion entrado em 25 de Novembro fiado,
1 caixa demarc R c U o. 2223 onm
indicio de falU, ama dita da marca M&C
contra marca O, n. 103, 1 dita de marca
MdiL, 1 dita demaroi JJSn. 125 todas
3 com indicios ex'eroos do falta, pelo que
intima-te sos donos ou consignatarios
dessfa vo!amea para no praso de 8 das
reqoerem o que >r bem de Saa direitos.
Pr-meira Sec*c5o da Alfandsga de Per-
nsmbuco 9 d^ Dzembru de 1895.
O che fe,
Manoel A'vee da Silvs.
EDITAL
De ordem do Sr. capitSo de Fragata
Jcs Poreira Guimar5.es, capitulo do Porto
desta Estado faco publico, a quem inte-
ressar possa, qae em virtade do disposto
?o Aviso C riohade? de Marco ultimo sob n. 424.
contratas?, nesta reparticSo voluntarios
para os corpos de Marinheiros Nscionaes
e de Infantera d Marioba ; es qute* go-
sarSo des vautageos qae Ibes sSo confer
das pela lei de tfxacSo de forcaa e decre-
to de 15 de Deaembro de 1894.
So aerSo acce toa voluntarios, aqualles
cojas idflde nao sejam menores de 16 nem
maiores de 25 annos.
Aoa que forem julgados aptos para o
Bervico da Armada, goaar&b adas eeguintes
vantageos :
Abono menskl de mais metade do aoldo
qae ora percVoem os Mariaheiros Nacio-
naes oa soldidos, de vendo o praao do en-
gajamento ser pelo mecos de3 annos.
Os voluntarios perceberSo em qoanto
eativerem nertt quelidade de pravas, ama
grstifioacSo diaria de 12a reis.
Abono de urna gia'ifio>c5o rrensal cor-
respondente b metade do sold de aoa
classe, bs pracB do corpo de Marinheiros
Nacionaes qae completaren! o tempo legal
de aervico e continuaren! a servir aem
eogaj -mentos.
As pracns qae, findo o sea tempo de
servioo con inu r-m as fileiras com ou
Bem engajameato, perceberSo mais ama
gratificacSo diana ae 250 reis.
Capitana do P rto do Estado de Per-
aambuco, 16 de Setembro de 1895.
U secretario interino,
Fo'.ippe Morillo Ferreira.
Alfandega de Peroambuco
O Couselbo, para foroecimento de viveres d03
Corpca e Hospital Miliar gem e ferrageas a cavalbaia, recebe propostas
no oia li de Dezemb o prostmo viodooro pelas
11 hor*8 ds mob, no qaartel do commaudo da
asas guaro cao, oode foocciooara para contra-
ca' ou gneros e artigos eooataates da relaco
itf.a cuanta o g-meit'e de Janeiro a Juobo.
Aletria, kilo.
Agurdente de caona, litro.
Aramia, kilo.
Arroz pilado, dem.
Ameixas passadas, dem.
Alvaiade, dem.
Azol ultramar, id. m.
Amartllo fraactz, ldera.
Assocar refinado ae l*, dem.
Asentar de i", dem.
Alfafa, dem.
Alcool, litro.
Btalas inginas, k lo.
Bolacbiabas inglezas. dem.
Bolarnas, dem.
Baoba de porco, dem.
Bolacblaba de aramia, idem.
lia sis imprecas, c- nio.
Brab ote p.rdo, mveilo.
Ca'ce verde sem oaso, kilo.
Carre verde om o so, dem.
Carne do Rio Grande, dem.
Carne de porco. dem.
Carne de carnero, dem.
Cat em grao, dem.
Cal moido, idem.
Cb verde, dem.
Cb pre.o, idem.
Cognac Fine Champagne, litro.
Carao vegetal, barri:.
Capio teixe de 3 kilo?, un,
Cal branca, stqoeire.
Cil preta. idem.
Colla da Bibia, kilo,
Gravo, ceolo.
Cosiaaeira para cfficio, ama.
Ceuta para papel, dem.
Caivete fino, em.
Certificado de bito, cento.
Enterro por cavallo, om.
Escovas de cabello, ama.
Encaderoacao de ordena do dia, am oame de
auno.
Eucarden'cao de Diarios officiaes, am volme de
. meet'a.
Enveloppes para ofi -io?, cento.
Empanado: de panna, om.
Eoveloppes formato de papel Almasao, ceolo.
Feijo aulallubo, kilo.
Fanoba ce mandioca, dem.
Parloba de mandioca, litro.
Fraogo, om.
Fro:tas (2 bananas ou i laranjss), ragSa.
Ferradas, ama.
Gallinba, dem.
Gelea, kilo.
Goiabada em lata, idem.
Gomosa lacea, dem.
Gomma arbica, idem.
Grampos de metal sorlidos de O a 7, ceolo.
Leite, litro.
Lenba em acba de metro, ama.
L;oba em t o de mf tro, ama.
Lavagem e pasaagem a ferro e concert de roa-
pa, peca.
Lia sorlida, dona.
Livro para pbarmacia conforme o modelo, om.
Livro para as enfermarlas, dem.
Li:o para receiliario, idem.
Livro para o almoxanfado, Idem.
Livro de papel Cironoe de 200 folbas.idem.
Livro de papel Almaasode 100 folbas, idem.
Livre de papel Ca-r com 160 toldas, idem.
Livancas impreaaat, cento.
Lapia de Paber o. 2, dozia.
Lapis de cd*. am.
Lapis de borracha, ideas,
Maoteiga ingles, kilo.
Mantelga tnoeexa, idem.
Marmellada, Idem.
Mararrao, Idem.
Haisend, idem.
Malte, idem.
Mnbo moido, idem.
Medicamento po* cavallo, nomero.
Mappaa geraei de ditti, cento.
Uapp 8 parciaes de aleta, dem.
Mappaa nosulogicos, idem.
Mippas de ptnruiacii, idem.
Usppa de movimento diario, idem.
Malta borrao costanado, folba.
Ovo, om,
Oi*o ae linbaci, caad3.
Obreas grandes para sello, ama*
Pao, kilo.
Peize fresco (dieta), idem.
Paata?, dem.
Peixe. iaem.
Pincel para calar, om.
Pincel para pialar, id. m.
' h. spnoro?, dosia.
Pa' p-eic, kilo.
Papel ti Drado pira offi-'ic, rose) oa b'anco,
r Pape! Almasao paatadd, idem.
Papel Aimaaso liso, caderno.
Papel Imperial, cade-oe.
P^nel para capa, idem.
Papel para mappaa de 40, 60, 60 e 70 licbcs, te-
na
Pa,. I timbrado para cartas cfficio,
1 caixa.
Penna Pony caixa.
P*r,na8 Mallat, idem.
Preas F.lenc, dem.
Papel-tas impregup, c-nto.
Pasta para arebivo, ama.
Pata par carielr?, dem.
Qiero de tonac, om.
rtaspadira fita, ama.
Regua 0,-60, dem.
Hegua 0.80, dem.
Rai, klo.
R^xo tera, idem.
Roso rei, dem.
Sal, idem.
SoDa-, idem.
Seceaote, idem.
bapollo, om.
Tapioeo, klo.
TalDdrlm, idem.
Miociabo de Minas] idem.
Ti|ollos pa-a tacas om.
Tilia Blue Blac. litro.
Tima Stepbens, frasco.
Tempeiros e verdarus.
Batata, dece, altim, abobora, coave, repo lo'
cebolioho, galea, pimenia, loa ata (tracto io
mas-a), coenlro, kilo.
Vela Etoiie, maco.
V-l is de re a, kilo.
Ve- ir fraocez, idem.
V ssooraa piassava, dozia.
Vaascu-as de cabello, com c*bo, uxifl
Vinagre tinto de Lisboa, litro.
ViUagre branr.o, Idem.
Viobo Fgoeira, Ifo.
Vinno d) Pono, lino.
Vmbo tranco de Li bi, litro.
Vales diarios, cento.
Zirco, k'lo.
CcndicO'g
1 Todos os gneros serfio de superior qoali-
dade e os fornecedorea deverSo eniregal-os nos
qaarteis oo bes ital duaa horas depoii de pedi-
dos em vasilname sea e Jeooi'arao na Alfandr-
ga orna qoantia como caacao qae ser arbitrada
pelo concelho do fomecimeDto.
2. DeverSo entregar at o dia 5 de cada mez
no Hospital M lnar as cootas rtefomeacento do
mez iludo, sob pena de malla de 5*/, sobre o
valor do tumecimento do mez.
3.* As prop.sias deverao center a declarjco
pxnres-a de sojeitar-se o propnente a molla de
S*/ da importancia a qae mootar o nomero de
artig08 que fo em acceitos se delxarem de com
parecer para assigna o respeetivo cootaMo den-
ro do pras3 que Ibe fjr marcado pelos jor-
narp.
4. s poderao con orrer ao foroecimento os
candidatos qae se habiiitarem na forma do art.
18 do Decreto u. 768 de 5 de Margo de 1880
S. O fomectdares sfro obrigados a vender
gneros pelo prego do contracto qoe asslgnartm,
aos officiaee dos reapettivoj co-pos, hospital e
fortalwa
6. Da falla de fiel rompimento de qoalqoer
das obrigagoes comrahiJae, os 1 .mecedor*a tica-
rao Bojei'os a pagar a mua de 25 |. do valor
dos gneros e arligos rejeliairs par m qoalida-
.le oa nao recebidos em tempo, obrigaodo-se alm
.disst> eatisiitoirem-n'o oo pagar loccntiDente os
qae forem comp airs pelos cerpoa e bospial,
sob pena de mol a de 0 o 0 do respectivo valor.
7.* 0' concorremes sao obrigados a apresen-
tar as amostras dos gneros oa arligos qae fo-
rero jolgades precisos pelo concelho.
8.a As pro1 oslas serio aprsenla 1 s em dupl-
cala at il horas do refeildo dia, em qae all ge-
rao abenaaje apreciadas em presence dos propo-
nenteg.
9. Os f,mecedores qae reqaererem rescisao
do coatracto e forem aitendidoa ca-ao Boje'tos
a mola de 10. sobre o total do fornecimeolo
do aooo anterior.
10. Finalmente nao serai acceitaa as p'cpos-
tas qae nao conteni as qoaolidadea e qoalidades
dos arligrs pedido?, se afastarem dease edital'
nem tambem aquellas cojos piejos estlverem no-
jeitos a batimento cu deicootos' por igsuqoe ss
mesmos pregos devena ser iuvariaveig.
Alfandega, de Pe bambuco, 29 de Novembro
de 1893.
O iuBfecto',
Alejandre d Sooza Perera dofCarmo.
Recededoria do Estado
de Pernambuco
Edita] n. 32
O adminiatrador fas publico a quem
ioteressar poisa qae, a cootar de 9 do
crreme ser arreoadado a bocoa do cofre
o imposto de dcima urbana das fregar-
aias de Boa Vista e S. Jos e bem ata m
a continaar;So do pagameato, iodependeote
de malea, das rtgieaiaa do Recife e S- nto
Antonio.
Recebedoria do Estado de Pernambaco
em 6 de Dezembro de 1895.
O d- inistrader,
Affonso de klbuqturque Mello jnior.
O Dr. Francisco Altino Correa d'Araujo,
juii de direito do Cammeroio do mu-
nicipio do Reoife e capital do Estado
de Pernambaco em virtud* da lei eto.
Fago saber aoa qae o presente ediul
virara oa dalle noticia tiverem e a quem
interessar poaaa que, reqaerimento do
Sanco Eraiesor da Babia, ae aoha decie-
tado a tallenoia do oommerciante dest>
praca David Ferreira Porto Baltar pela
sentenca ao le' r seguinta :J
SENTEKgA
Vistos os autOB. riequer o Barjc"
EmiBaor da Babia, nos t- rmas do art.
68, letra D. do Dasreto 917 de 24 de
Ootubro de 1890, qae em virtade daa
allegacSaa qae faz na pet co de tolbas 2
e dos documentos de folbas a folbaa com
que a instraio, seja declarada a fallencia
do sea deveder David Ferraira Porto
Baltar.
E, porque dos allndidos deenmentos ae
evidencia o estado de inaalvabilidade do
referido devedor, qae commeroiante
neata pra^a, declaro aberta a aaa fallen-
cia fazendo-i d-itar de 8 de Oitabro ai-
timo.
Nomeio ajndicos, na forma c'a Lei, aoa
commerc antea crederas Mondes Lima
& Compaobia e Amonm & Cardoso. qae
serSo intimados deste despacho, bem como
o fallido e o Dr. Carador das Massaa
Fallidos.
Publique-se. Ricife, 5 de Deaembro
de 1895.Francisco Altino Correia de
Arsujo.
Nada mais se eoitioha em dita ser ten-
o aqui mu bem copiada dos proprios
autos.
E pata qae chegae eo conhecimeoto de
todos mandei paasar o presente editil
que ser poblicado pela imprensa e affi-
xad. 8 nos logares competentes.
Dado e pesiado nesta cidde do Recife
Capital do do Estado de Pernambaio aos
5 lias do mes de Dasmbao de 1895.
Pg> nos autos oa emolumentea da
ass-goatora.
Eu Graatavo Alberto de Britto, esorivgo
do cojimercio o escrevi.
Francisco Altino Correia de Aran jo.
EdUal
Reviso de aericoes
'^Faa-se publico que durante o mes de
Dizembro ter logar, na repartilo de
af ericSea, das 10 horas da manhS s 3 da
tarde, em todos os dias atis, a revisSo de
baUngas, pesos e medidas dos estabeleoi-
mentos oommeroiaes, sitalos as freue-
zi..a do P090 e di Varaea, cajo impotto
ser recebido sem multa at 31 de De-
sembro do torrente anno.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 2 de Daiembro de 1895.
O secretarlo,
Joaquina Jos Ferreira da Rooha.
Estrada de Ferro Sul de Per.
11 a m Luro
De ordem do Sr. Dr. eogeobeiro ebefe faco ro-
blo qoe contar de II do orrenie e por ion-
venien la do servico ticam a novo aviso, sor-
pensos n'esta estr.da os trens eipresfoa em cor-
respondencia entre Recite e Macei, s qoartss-
feras, visto ler a A'agd<6 Railwa; sopprimi-lo
n'esses dias os trens corre pjndeme, continuan-
do, porm a vigorar os de demingo.
ec-eiaria da Entrada de Ferro Sal de Pernam-
baco,, Palmares. 9 de DfZTx.bro de 1895.
Jos d. Caoba Liberato de Maitop,
Secreta io.
foroecimento, ama v>z findo eai) prasosem qoe
lenOam eiiboisado a impor.aoma da con: do
mez interior e de rescindir o contracto se o pa-
gamento- demorar-ae por mais de trmta das.
7.
O con racian'es 0 -...m obrigados a fornecer
pelos me-rnos pregos das merendonas cuotraet*-
das ao4 officiaes do* corpcs, mediante paramen.
to vita, 00 em irtude de vales por elles g-
tigiisnog e robn adea pelo flscal, pafjaaeis al
0 ola S do mes obsequile, mtdiaote^sn
pecial para cada um delieg.
8.
Pelas Dlra"cO-s das claaen'aa dele contracto
cojas penas nao se acbem especialmente deier-
rr i.,adg, og cor.trct ntes Bcam ojeitos a malta
de 1004000 a 5i0J00O -s. qoe Ibes ser^impos-
9.*
Ficam obrigados na contractanies a fazer osa
memag co"dic6es o fo'nec ment de taes mer-
ca 'oriig, qae 0f jolgada necessario para o rao
cbo de qu-lqoer ootra ferga estadoal qae r>' r
ventara possa sr creada, sendo oeste ''aso feita
a esirega dos gneros no respectivo qaartel.
10.'
Oa contractao'.es nao lerao direl'o a in lerxni-
?acS 1 algoma por rxcesso de preco das merc
dorias, qu sqner qae sejam as con coes do
rre'cadn, o qoe tamben nao podtrio allegar
para eximir.se do coxp-imeoto do contracto,
qae vigorar pelo tempo de seis mezes a rootar
ne 1 de Janeiro a 30 de Joabe do acao viadoaro.
II*
Se os cont-arlanle- recasarem-^e dent o do
1 raso estipulado oa clausula 10' a fazer o foroe-
cirr.p't) t qae s< obrigados, pagarao a malla
de 110*000 a 5' 0*000 -a. conforme for arbitrada
pelo cooselho qae te en alinelo o valor do
contrete tiendo este ip>o facto rescindido.
12.'
Para gsrantia da mola a que se refere a clan-
sola antecedente os cootraclaates recolherao
paeviamente ao cofre do corpo qoe for designa-
do a imponencia qoe for estipulada, a qual s
poder ser o'dlli levantada depois de lermloado
opr-so doconira'O e de liquidadas todas as
coalas a elle relativas.
13"
Cs coDtractaoteg renoociarSo todos os casoa
fortuitos, ordirarios e extraordloarios, qoe po
dem ser previ, tos e todos os caxos solcitos 00
inBOitcitos, cogitados oo na-, cogitados e ficam
m todos e em cada am o'eil-s semp*e obnga-
op. ern qoe possam delles valer ge, ocm alle-
ga.'-aa em tempo algum para algam -fTe.ito. qaat-
qoer qoe ell* seja ; bem como qoasqoer perdas,
prejoizos oa filia de meios. salvo se forem occa-
s onaila-i por oceodo casual, deairaicao por
conveniencia pa lica, iooadac&o cu rebellao,
casos em qae dever ser feita a competente
p ova peranie o conselbo.
Joo Alfredo Figcei'Oi,
TeienH secretario.
Bdllal
laiposfo predial para lim-
peza
O Dr. Sub Prefeito do municipio do
Recife em exercicio, manda faaer publico
qae, pelo presente fosm marcados aoa
propnetarios de casas situadas na tregue-
zia de Santo Antonio 10 dias ateia que
t rminaiSo em 15 do correoto, para pa-
gamento do impcsto predial para limpasa
publica, relativo ao 2.* semestre deste
anno, devendo ser apresentada a quitacSo
do 1." semestre.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 4 de Deaembro de 1895.
O secretario,
Joaquina Jcs Ferreira da R icha.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Edital
De ordem do Sr. Dr. Director Geral,
e em virtade de aatonsacBo do Sr. Dr
Secretario da Faaenda, convido os pos-
saideres das apoiiees emitlidas em favor
da asina cQuerra a virem resgatal as,
dentro do praao improrogavel de 30 das,
foando oertus de qae ditas apoiiees nfto
vencerlo jaros, a contar desta data.
Secretaria do Thesooro do Estado
Pernambaco, em 80 de Novembro
1895.
O chefe,
Merianno A. de Medeircs.
/
de
de
Fornecimeolo aos Corpas
Estadoaes
De o*dem do Sr. Coronel Presidente do 'oa.
aelbo Econmico, taco publico qoe 00 dia 20 do
crreme, ao oiei.> ata. sero recebidas oa Se-
cretaria do 2 Datalbio de infaotaria estadoal,
onde funccio .ara o mesmo Conselbo, propostae
em curtas fe n-rta, devidameote selladas, para
o fornecimenlo do< geoeros abaixo declarados
so ra cao -& pracas dos corpos de infaotaria e
cavallaria deste Estado, asaim como de forragens
e ferragens para a cavalnada dorante o semestre
de Janeiro a Junbo do amo prximo viodooro :
Assocar de 1* qoalldide, kilo.
Arrcx pilado, iaem.
Azeite doce, litro.
Bacalbio, kilo.
Batatas inglesas, idem.
Caf em gro, idem.
Carne verde, Idem.
Carne secc, idem.
rirba de man oca litro.
Peljai molaiiobo idem.
Pructa?, ratao.
Llba. kilo.
Maoteiga franceza, idem.
Paes idem.
Sal, litro.
Tjocinbo. kilo.
Vinagre de Lisboa, litro.
Ver u as e temperos, nc/.o.
Carne de porco, kilo.
Doce da goiaba, Idem.
Viobo P'goetra, litro.
Agoardeote de canoa, idem.
Para a cavallaria :
Alfafa, ailo.
C.pim, dem.
Parello, li em.
M Ibo, Idem.
Cravos de ferro, mago.
Perradu-as, pares.
Os contactantes deverSo declarar em anas
proposlas qoe sujeitam-se a malta de 6 a/* de
valor uas meresdonas acceilas se no prazj que
(- designado pelo Cooselbo nao se aprsenla.
rem para assignar o respectivo contracto.
Sao denlas do contracto :]
i."
Os contrai tantea e&oooricados a fernecer da.
mente e com a oecessaria promptido as di.
versas mercadoMaa qoe Ibes fo-em ievilamente
olicitadas para o raocbo aos Corpos EaUdoaes.
1
As mercadorias sero de primeira qoalidade e
uvem ser (ntregoes nos respectivos qnarteis
os cerpos onde quer qae elles sejam, contante
que se acbem dentro do permetro da cidade do
Rteife.
3.
O foroecimento ser leito peles contractanies
po intermedio do agente do rancho, em vista
de pedidos por este assigoadose rubricados pelo
fiscal do Corpo.
&.
Qaando f- qoalqoer me-cadcrla repotada de
ma qoalidade sera devolvida ao contractante qoe
a HODsi'o'r. inmediatamente, t-obpena de mol
la se 13 */ l0 va'" da mesm.i mecadoria, qoe
pelo cofre e a comprada por conta do contra
ctante pelo peco qoe for encontrada no merca,
ao. Em icaal mota ioccrerio os contractante?
pela demora da entrega das mercaduras.
8.'
Na bypotbeae do final da i* parte da clausula
antecedente os contraetsotes Bcam ob-igados ao
pagamento das merradorias comprada-, logo
qoe seja apresentada a respectiva conta compe-
tentemente visada pelo commandante do corpo,
s b pena de ser de-contada soa importancia
c,m o augmento de 10 % d pnmelro pagamen-
to qae tlver de Ibes ter efTectosdo.
6
As coot&s de foroecimeoto para o rancbo se
ri > peos contractaot-s ex'rabidsB em duplcala
e apreseotadas menaalmenta al o dia 3 ao com-
mandante do corpo, qae as mandara pagar den-
tro dos dez nrimeiro dias de cada mez, drpois
de devldsmente e.nfe-idas pelo fiscal; fleando
toi eootractantes salvo o direito de suspender
Arsenal de Guerra
A commiasKo da compras deste Arsenal
rtcebera propoatas uo dia 13 do corrente'
at as 11 bcrasda manb, para a compra
dos art goa destinados ao] p ovimento do
Almcxarifado deste Arseoal, durante o 1
semestre de Janeiro Janho de 1893, a
Babar :
Artigos para escolas regimentaes
Arithmetir-as por Castro Nones ama
Aritbmeticas pjr F. Nery Colsso omi
artes de mus.oa ema
Cartas do A B C una
Cravons para louaa um
Cunetas de pao ama
Desecho linear por C. Borges 1 ezemplar
Exercicio pratico de redac$5o* e estylo 1
ezemplar
Esponja para pedras gramma
Est jt> para desenlio caixa
Q.a k.lo
Qrammatioa Portagaeza C, Borges exem-
plar
Greogrsphia idem
Oeometria idem
Historia do Brasil idem
Livro para o soldado do 1' anno dem
Livro para o soldado do 2a anno idem
Livroa de primeira leitura idem
Livros de segand* leitura idem
Livros de terceira leituia idem
L-'vroi de syrtema nntrieo idem
Menuaaripto por Dr. Ventara um
Normas pra escripia, oollegao um.
Pedrea para clculos urna
Selecta por J0S0 Barbalho orna
Taboadas ama
Artigos para espediente
Almanack de deafolbar um
Atteatados de bitos folha
Jadernetas em branoo de papel fiame
paatsdo com 50,109, 60,150 folbas ama
Caetas finas urna
Caetas entre-finas urna
Cesta de vimes urna
Canivetes-fios um
Enveloppes sem timbre para cffiaios um
Eoveloppes com timbre para offioios um.
Enveloppes oa sobre crtas, lom timbre
para crrtaa ofluoiaes caixa
EoveloppeB ou sobre cartas cem timbre
para cartas offioiaes caixa
Enveloppes grandes in-folio, sem timbre,
para offioios am
Enveloppes gran les in fjlio, oora timbre
para offioios om
Esptula de osso ama
Kscrivaninha de vidro ama
Gomma arbica liquida frasco
Gomma arbica em caroco kilo
Folbas impressas para ferias de opera-
rios ama 4
Folha imp eesi para pagamento de empre
crades urna
Foba iropressa para ferias de serven-
tes urna
Laore encamado e verde, pao nm
Lapis preto Faber um
Lapis de borracha um
Lapis de 2 cores um
Livro formato Jea com 50, 100, 150,
2CO e 250 folhas numeradas am
Livro formato Carr, com 50, 100, 150,
200 e 250 folhas numeradas om
Livro formato Corone, com 50, 100, 150,
e 200 folhas numeradas um
Livro impreeso de talo coas 200 folbas,
pra pedidos do Almcxarifado nume-
rado am
Livro impresso para conheoimento de
costaras com 200 folhas, de talfto am
Livro impresso, de tn'ao, par vales de
oostaras com 200 foiaah um
Livro de talJo para licenca dos aprend-
dizes com 200 folhas numeradas am
Livro .muresao para vales qainsenaes com
200 Linas am
Livro impresso para resumo meosal com
200 folhas u ..
Livro impresso de tal&o para vales dianos
aos fornecedores 000 200 folhas um
Livro impresso de talao para pedidas
diarios a arreoadacSo com 200 fo
Ibes um
Livro impresso para assentamento de offi-
cia-'B e pr c-6 um
Livro em branoo de papel Ec, com 50,
100, 150 e 200 folhas, nameradas om
Livro de papel Colomb er com 200 folhas
lytogr^phadss, para mappa, oom enoa-
dernac&o intaira de cooro, nume-
rado asa
Livro de papel formato Carr oom 150
folbas numeradas e riso das, para re-
ceita, am
Livro de papel f>rma(o Carr oom 230
folbas numeradas e riscadas, para dai-
peaa am livro em braaco risoado com
2C0 folhas nameradas de p-pel fermato
Carr para registro de tiro am
Livro em branca de papel fime pautado
oom 100, 1-0 e 200 folhas numera-
das um
Mappas nosologioos impressos foba
Obreas grandes para sello pares
Papeletas para gatas de costaras folha
Papeletas para empreitadas dos cfB-
c ae< folha
Papeletas para Hospitaes folha
Pa el hollanda pautado, formato Corone,
Ec, Carr, Ha usen Jai e Colom-
bier folha
Ppl fiame pautado reama
Papel fame liso resma
Papel ingles rosado sem timbre para olf-
oos resma
Papel oglez rosado oom timbre para offi
cios resma
Papel de lioho pautado, portugaez verda
deiro resma
Papel mata borrSo folha
Pape! parda par embralho caderno
Ppel Vergo pauta o oaderno
Pap^l Imperial caderno
Peso de vidro para papis am
Papel timbrado para cartas officiaes
ca xa
Papel aem timbre para cartas olfl'iaes
caixa
Participscoes de prajas doentes na En-
fermara folha
Pennas d'aco Perry n. 150 caixa
Peonas d'aco Mullat caixa
Pennas d'aco FalcSo, caixa inteira urna
iPennas d'sQO caligraphioas o. 62 caixa
Pastas de oleado, de diversos tamanhos
orna
R)UcSes oa InformacSes pa conducta de
offi i es e pracas folha
Relacfio de pracas doentes ratadas oa
Enfermara dorante o mez folha
Regaa de bano com frisos de metal,
chatas de diversos tamanhos urna
Regan de bano oom frisos de metal qut-
drados ama
Raspaderras com cabos de oseo urna
Sabonetes fios um
Tiota preta para escrever, garrafa
Tinta inglesa em boiao de 1|2 litro am
Tmta carmin frasco
Tesourn grande d'aco para papel ama
V*so para limpar peonas com escova am.
Observares
As propoatas deverSo ser em doplioata
com relac.80 a cada especie de artigos,
tendo no alto o nome do pr.poneo'a, a
icdiacao da c-fa commercial, o numero
e a marca das amostras apreaentadas, a
decliragao expressa de se sojeitarem a
multa de 5 0q e roaii maltas do regala-
ment vigente*
Ua propoaeotes mencin trio no sub-
scripto de taBB propoatas a especie do ar-
tigo prrposto, o numero e a marca das
a 1 ostras que apresentarem e a data da
sessSo do Conselbo.
Todos os artigos serSo postos no Arseca|
por oont propria, de cooformidade com
os pedidos que lhes forem teitos, de pri-
meira qoalidade e com a mxima promp-
tidSo
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Peraambuoo. 10 de Desembro de 1895:
Jos Francisco Ribeiro Machado*
Secretario
triennio, j dedusido o allod'do abatimsn-
to oc poroeatagea da avaaoSo, qoe 'i-
veram es rendas do predito erg-anho.
E para qae chegae a noticia ao conhe-
c manto de todos, manda qae o official do
juizo, serviodo de porteiro dos auditor os,
affixe o preaente edital no lagar publico
do eostume e pasee a respectiva certidlo
que apreaentar no cartorio, para os devi-
do fias.
Dado e pagado nesta oidado do Cabo,
do municipio deste nome, do Estado da
Pernambaco, aos 28 di- s do mea de No-
vembro do anno de 1895, sotime da e-
publiea dos Estados Unidos do Brasil.
Eti, Chrispiniano Buarque de Mauedo,
escrivSo o escrevi.
Pedro W.nderley Jacques.
Conforme om o original, eacravi e
assigno.
Cabo, em 28 de Novembro de 1895.
Em f de verdade.
Crispiniano B'arque de Maoedo.
O Dr. Jos JuliSo Regueira Pinto de
Sousa, juis de direito de ausentes neata
capital do Eatado de Pernambuco em
virtade da lei etc.
Fago saber aos qae o presente edital
virem oa delle noticia tiverem qae, tendo
te arrecadado por este juio, requer*
meato do ercirregado do Vioe-Conaulado
da Hespanha. o espolio do subd.to hespa-
nhol Jos Maria Vasqaes, fallecido sasa
testamento e herdeiroa presentes, sao cha-
mados os credorns e herdeiroa do finado,
para, co praso de 30 dias, oootar deata
data e parante esto juizo raqaererem o
qae f.- i bem de seus direitos e habilita-
ren) ae na ;rma da lei.
E para qoe chegae ao oonhecimento de
todos 03 interesaados, mandei pissar o
presente que ser pt-blioado pela impreosa
e afiliado no logar competente.
Dado e paseado nesta cidade do Rectfe,
Capital do Estado de Pernambaco, aos 5
dias do mez de Novembro de 1895.
Eo Loiz da Veiga Pessoa, t scrivao o
subacrevi.
Jos JuliSo R. Pinto de Sonta.
DECLARACOES
Companhia de Servidos VTa
ritimos de Pernambuco
TABELLA
para cobraocae dos reboqoes pe? vapores
Amadeu e Moleque
At 100 toneladas
De 101 150 ditas
0? 151 a 200 ditas
Oe 201 d 250 ditas
De 251 a 300 ditas
De 331 350 ditas
De 351 a 41)0 di;as
De 401 B 450 ditas
De 451 500 ditas
De 501 i 550 ditas
De 551 a 6C0 ditas
De 601 650 ditas
D 6)1 & 700 dil 8
De 701 a 750 ditas
De 751 a 8"0 ditas
D-> 801 a 8".0 ditas
De 851 a 900 ditas
De 901 I 950 ditas
De 951 l 000 ditas
Hec fe, 22 de Novemb
F.
50J000
60JIKX)
701'00
80*000
90JO0O
iooioho
ll"*n00
120*000
130*000
145*000
1604003
17-*000
190*ti00
205*000
20*000
J..li*t)C0
280*100
3z0*000
350*u00
o de 895.
de Assm Cardozo,
Secretario.
O Dr. Pedro Waodetley Jdouue, juta
de direito do civel do municipio do
Cabo, do Estado de Pernambuco etc.
Faz saber aos que o presente edital
de prac.a para arrendamento de engenho
virem oa delle tiverem coohecimento qae
por parte de Jos Aotonio da Silva Lapa,
conaaohor do eogenbo Coimera!, deste
munioipio, lhe foi dirigida a peiicSo do
theor aeguinte ;
Ii.'m Sr. Dr. jaiz de direito do Cabo.
Jos Antonio da Silva Lapa n'accSo de
arrendamento do eogenbo Coimbra nSo
tendo apparocido licitantes na primeira
praga, requer por iaso a V. S. digne-se
mandar tffixar novos editaos para ter
logar a segunda praca com o praso legal
e o batimento de des por cento sobre a
avaliacSo, ioferindc-&e nesses editaes as
clausulas constantes dos autos e que j
foram transcriptas no edital da primeira
praca.
Assim pedo a V. S. deferin eoto
E R Merc
Em 19 de Novembro de 1895,
O solicitador,
Francisco Maaoel de Almeida Jnior.
Que em dita petico proferto o despaoho
do v eor seguioje :
Como requer.
Cabo, 26 de Novembro de 1895,
Wanderley Jacques.
Que a a clausulas, a que se refere
dita peticSo sSo as segaioiei :
Primeira
Qae o arrendamiento seja por 3 annos
oa 3 Bafeas, a eontar de Maio vindouro.
Segunda
Que o arrematante sa comprometta a
selar as obras, trras e bemfeitorias do
engenho, comprometiendo-ge a faaer a en-
trega de todo no eatado em que receber,
nSo tendo direito e reter o predio, findo o
oontracto, quaesqaer que sejam as bem-
feitorias qae tiver ieito,
Terceira
Que o (rrematarjte da anca idnea
dinheiro por bypotheca em bens de raiz,
ou ttulos da divida pnbl.co.
Qaarta
Qae o mesmo arrematante pague bb
costas da arrematado.
Quinta
Que o arrematante nao lngara fogo s
trras do eigecho, nem estragar as
mattas, dellas se atiliando someate nos
mieteres do mesmo engenho;
Qae o menoionado euge ho eCoimbraa
situado nesta munieipio, looente e correa-
ta, em perteito estado de con8erv>gao,
com todaa s fu-s matas, trras, obras,
bemfeitorias e logradouros, ir em prags,
afim de ser arrendado em basta pu-
blica, por quem mais der e maior laes
cflorecer e por tempo de 3 aonos agrie: 1 s
oa 3 safras, no dia 10 do mea de De,
sombro, prximo vindouro, na sala do
Concelho Municipal e depois da audienoia
ido referido dia, com o abatimento de des
por cento, serviodo de base a qnantia de
'2.2504000, on sejam 6.7500000, pelo
Pernambuco PowJer Fac-
tory
Acbam se a disposic&o dos Srs. accionistas no
escriptor o desta compaobia, o balaceo e mais
aocomeatosde qae trata a lei das sociedades
acontaras, referentes ao anno fiado en 31 de
A(?ns'o p-oximo passado-
Recife, 18 de o?embro de 1895
A. J Barooaa Viaona.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadao tenente-coronel direotor
leste Arsenal, distriboem-se costa-as nos d as
9,10 e 11 do correte mez, cosa as co^tureirs,
uossoi loras daa guias de os. 401 0 '. de con*
;ormidade com a- ordena em vigor.
Secco das costuras do Arseoal de Guerra do
stado de Pernambuco, 7 de Dezembro de 1895.
Flix An'.o 1 de Allantara
CapiUc adjuato.
Sen centra
ftoyal Insurance Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, O1.
' indoa accumulados 8,274'9<,3,19,.0d.
IAENTE
POLHMANN & C-
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NOlVVUfctW
I De Londres e Aberdeen|
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.060
Fundos accumulados 3.000.000
eceta animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.008
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & f
_ '^
Gompanhia
DE
Fid^oeTecidos dePeroambaco
Sao convidados os Srs. accionistas a ent-arem
com lOO/o sobre o valor nomioal desn -t o dia 10 de Dezembro prosimo, no escroto-
rio da compaobii roa da Oom J.;aus o. 42, 1*
anda'.
Recife, li de Novembro de 1895.
O director secretario
^____________Jo-i loao de Amonm
Devo^ao
De X. H. da concc'tjo cargo dov
artista*, ereeia m coa^ent tte X.
s. do Carino do Foelfe
A mesa regeoor aest' tevocao faz scieDte a
todos oe seas canssimae Irma is e Ir^Ss qae
ten o dado principio s soas catacumbas 00 ce*
miterlo poblico desta cidade, coavlda os mea-
mos, atim de virem satisfazer o qoe mar:a o
ccmpromlsso des'a devecao. deveodo procurar
os seos recibos em mao do thesooreiro. .
Coosistorlo da devo 80 a cargo dos artistas, 4 ae Dezemnro de 189.
O escrtvao m
Elpidio de Olive!:,






ITllMi y. y L.
' "V
UE0VE1


-
^ercta-fei
FGBNAMBUG
Llojd Brazileiro
OVAPOR
S. Salvador
Comman darte J. M. Pesada
E' esperado doa

Projecto de inscripco
Para a 17* corrida a realisar-se no dia 15 de
Dezembro de 1895
Em solemiJsacao ao 7. anniversario do
GRAOT)E PREMIO
i.
2.
PAREO- nerbv Club de Pernambato -2.500 metrot. Animaos de
P purosangue. Premios : 2.000*000 o primeiro, 6004000 eo ..gando
e 2001000 so terce>ro.
PAHFl -firande PrrMl* Braall-2.200 metros Bandea?. Ammaes do
PAREO -;"*JcoFr^m09 lcoOIOOO primeiro, 2604000 ao sega*-
do e 1004000 ao terceiro.
Art 5.'- Banqueo, Malor, Bismarck 2.-, Catuama e Liodosa.
pe'so_PlotSo 54 kilos.Porioso 53, Torco 2.- 51 kilos, Aventureiro 51 kdos,
Feniano e Tiiompho 30 kilos e es demais 44 kilos.
PAREO- crete da Com panilla Ferr i arril -^2 000 metros.
Ao.aaes pongas e de Pernamboco. Premios : 5001000 ao primeiro,
lOOiSCnO ao segundo e 504000 ao teiceiro.
PAREO Crea, e da Estrada de Ferro do Reelfe a Ioda.
1 609 metroB. Animis de Pernamboco. Premios 4nO0WO ao
primeiro, 804000 ao aegundo e 404000 ao t-rceiro.
Art. 5.Oado pareo Braail e ma^s Plutao, Aveotureiro, T*roo 2.- tunoso,
Fomsca 2 Moscardo, Todo-E' e Feoiano.
PAREO Gerente da Estrada de Fero do Recife a Caxaog.
1 500 metros. Ao:maes de Pernambnoo. Premios : 3500000 ao
primeiro, 704000 ao BJgundo e 359000 ao terceiro.
Art. 5Os do pareo Braeil, Olinda, Caxacg o mais Mascte, Ida, Tnompbo,
Maestro e HirondeJle.
PAREO Prado da Estancia 15 de Dezembro- 1.400 metros.
Animaes de Pernamboco. Premios : F004000 ao primeiro, bUUUU
o eegondo e 304000 ao terceiro.
Art 5.- Os do pareo Brasil, Ferro Carril, Olinda, e Caxsng.
PARE Meroteoeglldo Eoyo1.300 metros. Animaes de Pernamboco.
Premios. 3004000 ao piimeiro, 6O4O0O ao segando e 204000 ao ter-
Art. 5.Os do pareo Brasil, Ferro Canil, O inda, Caranga. 15 de Dezombro
e mais Batory, Pahaco Garimpeiro, Fortalesa, Malaio, Patchouljr,
Talipher, Ybo, Esfola, Vmgador, Ciego, Beija Flor, Conquistador,
Qoand-meme, Waterloo e Dictadora
8 PAREO ollberme Culmafcs 1.200 metros. Animaes de Fer-
nembuco. Premios : 3001000 o primeiro, 604000 ao segundo e
304CCO ao terceiro.
Art. 5.-=-Os do pare- Brasil, Ferro Carril, Olinda. Cax-ng, 15 de Dezembro,
Hermenegildo Loyo e mais P.uce, Tenor 2 Baliaa, Aooioniata, Ba-
ralbo, Eoireby, Seu-Bem, Fiautim, Maurity, Caj-Farado, Toulon,
Pirata, Pheiiseo, Tunoeeiro, Piaoe e Pino.
9. PAREODirectora do Ilippodromo do Campo Grande1.100
metros. Animees de Pernambuoo. Premios 3004000 ao primeiro,
60t000 ao segundo e 304000 ao terceiro.
Art. 5 Os do pareo Braiil, Ferro Carril, Olinda, Casanga, 15 de Desembro,
Hermenegildo Loyo e Goilherme Guim*rae8 e mais Topy 2.-, Malange,
Girata, Mendigo, Gallioletto, Tot. Gailet, Talioier, Pombo Preto,
Bsr'im, Realengo, Pleiade, Ideal, ttatuiy, Facsfo, Lucifer, Hyate,
Rio Grande, ej*ly e Politiqueiro.
10 PAREO^DIrectorla do Prado Pernamhneano 1.000 metros.
Animaes de Pernamboco qoe nao tenham gaeho 1.' e 2." premios no
Prados do Recife, contando cu nao victoria. Premios ; 8OO0XOO ao pri-
meiro, 604OOO ao segundo o 3CSO0O ao terceiro.
portoa 10 norte no
dia 14 do corree-
|ie, e seguir para
'os poitos 00 sal
As eocommeDda serao reeebidas al i ora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos
I Caes da Companhia Pernambucana n. 4.
Aos Srs.'carregadores pedimos a sea atlencao
pera a clausula 10- dos coobacmeolos qoa a
seguate: ...
So caso de baver argoma reolaroacae contri
companhia por avsrtas 00 perdis, deve ser falla
per escripio ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dtas depws de flnali-
jada-
Nao precedendo es'a torsaaHdade a compa
obia tica isenta de toda a resp^nsabilidade.
As passageos sao radas no mesmo escrpto-
rio, at as S 1/2 horss da tarde do dta da sabida
do vapor.
Attencao
As passageas pagas a bordo custara
mais 15*/*
Para carga, passagens, encommendas a valo
res trata-se cornos
AGKNTES
Fereira Carneiro &. G.
6RA DO COMMERCIO-6
! andar
Comparta Pernambucana de Na-
3.
4.
5.
6.
7.
PORTOS DO NORTE
Fernando de Noronha
O paquete Urta
Commandacte Carvalho
rince Line of Steamers
lames luott Kew-C astlc-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazil e Rio da
Prata
E' esperado de New-York
a> o da 18 to crtente, e
satura depois da demora ne-
cessaria para a
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
O ?apor inglez
Crele Prince
Tem ptimas a03omoda$5es para passa
geiros e Iluminado los electrioa.
Psra cargas e.passageas trata-se com os
Agentea
Johnston Pater Ra do Commercio n. 15
Boyal la Un .fura lamii
O paquete
Magdalena
Commandante James Pepe
E' esperado da Eerops
no dia 19 do corrente,
segDindo depois da decora
iedispensavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-ee aos 8rs. reeebedores da
mercadorias, que a Companhia Mala Real lugle-
u cnlractou com a-Ganuat Steam N.vegaiioo
Compam-om servico do irMOMq
Agente Olveira
Leilo
Do eatabeleclmeoto de molbdes silo i ra Ba-
rio de Calara ou ras do S I, 00 16, em Olinda,
pertencente ao espolio do finado Jote Jeaqotm
de Sonta Mr ta.
Terc,-v-feira, 10 do corrente
A'S 11 HORAS
No eMabelectmenic cima, em Onda
O agente Olivai-a, por mandad do Exui. Sr.
Dr. joit de oi-eilo do commercio, levar a leilo
toia- as mercadorias, em perfeiio estado e otea-
dios e maix as dividas acvas na impoDaocia
de 3:6404030. em nm 00 mais lotes, a vontude
dos Se. compradores, garaottodo-se aB cnaves
a caea.
Leilo
Signe no dia do cor-
rete, as 4 horas da larde.
Recebe carga, encommendas, pasBagens e di-
oheiro a frete, al s il horas da manba do Ola
da pari.da.
Cbama-se a atteocao dos Srs. carregadorea
para a rtaosoia i0 dos-conhectmenlos que a
Nocaaode baver>alguma reclamacao con
Ira a Companhia, por amia oo'perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no portj
da descarga, dentro de tres das depois de Ana-
lieada.
NSo recedendo esta formalidade a Compa-
hia fle isenta de toda a repiosabilidade.
ESCRIPTORIO
A o Caea da Compaab-ia Pernambucana
n. 12
De um caixao com Bcn cbsles, se'intta?, 42
pegas ae esgoiSo de linbo, 30 binocaloe, anneis,
ootCes e reros.
Bros, csamelas, chapeo* de feliro e de palba,
gravaiac, collarinhos, coetomese oolraB fai-nda*
e udisas.
Qaaita-feira. 11 do corrente
Agente Pinto
A' PA 00 BOU JESU3 N. 45
Leilo
De iazendas avariadas
COHSTANDO DE :
Hadapoloer, slgodOes trancados, chitas, da-
masco, (bales, ipciqos renadoB, oxfordeB e 00
tras hiendas avariadas.
Quarta-feira, 11 do corrente
A'S 11 HORAS EMPUNTO
Agente Pinto
NO ARMAZEM DA BA DO BOM JESS R. 49
Er.trega no rxe-mo oa.
Leilo
De 3 espelbos grandes doorados, 2 mezas se-
cretarias, l eUDies eviaracadas, 1 mala, 1 re
partimento de escriptorio, quadro?, mesas para
^SBSSKSSSSS^SmSrZ feTfer e onl/'.ffiOTe",1
Cbseivaes
realisad^s, inscre
pelo menes 6 animoes de 4 proprietarios differentea e os
seu animal na oeoasiSo da cor-
Ob pareos Derby Club e Brezl e aerto considerados
vende-se e correndo
outros 5 de 3.
O propriet rio pe propositalmente retirar
rida Ber punido pela Directora com as pennas do art. 28 do cdigo de cor-
A inacrpcSo encerrar-seha impreterhrelmente na terca-feira 10 do corrente
is 6 li2 horaa da tarde.
NSo se admittem observajoes as propcstaB.aa quaes so serio tccetfas vib-
do assignadaB pelo reepectToe proprietarioB ou sena representantes lgaos, e acom-
panhada da respectiva importancia, nao ae considerando realisados ce pareos que tive-
rem menos de 5 animaes para correrem de 3 proprietarios dfffereotes.
O animal que for inscripto sem estar matriculado e qte detzar
por este motivo perder a inscripcSo.
Secretaria do Derby-Club, 5 de Deeembro de 1895.
O secretario,
de uro
B. Campos.
MAP.XTXMCS
Hamburg Sue-iamerikanis-
che Dampfr chiffahrts-Ge-
pellschaft.
OVAPOR
Curityba
E' esoerado da Europa at o
dia 1 do jrrenle, e seguir
Jdepoia da demora Decesane
parao~" '
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, (rete e etc., irata-s-
com ob
Coofligoatsrios
Borstelmann & C.
18Ba da Commercio 18
J-War
PaCic Sleam Nangation Uffi
pany
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete
Orcana
Hamburg Suedmerikanis-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Asuncin
E'esperadc des
po;toa aoRDl ateo
did-; de corren
|,te e srgorrt de-
__ *po)s da demora
BtCfiisria para
Lisboa e Hamburgo
- Para passagens, carga, rrete, ele, trata-se
cornos
Conaigaatanos
Borstt3lnian & C.
BUi DO OOitMERCIO N. 18
I.- andar
para
demora to cosime
por
Lisboa e la
Espera-ae d o
eoI at o da le
do corrente e se-
guir tepois da
L verp;cl com escala
Fall
ice
N- B.-Eite vapor ..5j tem accommodacOes
para passageiros dS." ciaste.
Para carga, passageos encommendas e dinhei.
u a frete trata-Be ceas os
..AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Rob. N. Sloman's Une
OvaporallemSo
Sorrento
E esmerado ae Jtw-.York
at o da 11 do corrate,
si-guindo depois da^demora
oecesearia para osportos do
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, eneoawnendas e d-
nheiro a frete,-tata-ae com os
Ceaaignatarioa
Henry Forsiter;'& C.
Bu do Gomaeroio a. 8
!. andar
CHABGKIJBS KEDB1S .
Companhia Fraaceza
XavcgsfSo a ,Tpr
Linha regular entre o Havre, Lisboa,
Pernamboco, Macei, Babia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
OVAPOR
Ville de R( sario
COMMANDANTE DANIEL
Eapera-se da Europa at o dia
18 deDesembrw e seguir de-
pois da demora uecessaria para
Maceio', Bahia, Rio de Ja^
neiro eSantos
Bugs-ee aoa Srs. -Importadores de carga palos
?apores desta itnha, qoeiram eocesentar den-
ro de 6 dias, a co&ier do da descarga das al-
varengas qnalquer reclamacao coocernente a ve-
lomes aoe "icr ventora tenham segoido para os
portos do sai, sJa de se pederem dar -a lempo
as providencias oecessarias.
Espirado o referan;pra*o a companhia nao e
respjnsabllisa por extravos
Becebe carca: tratar com o
AGENTE
' Flix Bandeira
9Ror do Coasmereio9
UatrtlUUU UC iiuiucuua| *-*r*------w------- -
ebegar a Soothampioo a lempo de paMearem as
oargas -destinadas America do Sal para os va-
pora* desta companhia.
Esta ompeobia actetla pe precos rasca ve s
para Valparaso at Abril, paflesagetros con este
destino por va de Buenos-Ayres entrada so*
[Andes. .
Tambero acceita passageiros para New-York
a Soutbampton, por especial arrwjo le lo con.
a Compaobia Allemand Llojd,podendo demora-
rem-se os Enropa casi o desejarem.
ReduocSo nos prccoB das passagens
Ida Ida e volla
A Lisboa 1* clSBBe j W
A' Southampioni1 c!asse JH ol
Caaaarotes reBtrvatos para os paesageiros os
Pernamboco.
Nota importante
A Boval Mail Steam Packet Cempany resolveo
para rerxmodidade dos Srs. pasrageiroscom des-
tine a Pars, que os aeus paquetes b ct..0 u4 ida facam escala por CHEBBOUHb.a
poccas horas de Pars.
s* enumero de passageiros para esta cidaa
der para cobrir as Jespea?, a Steam Packe
Coropany lera em Cberbcurg om irem especial
para a cooduccSo dos meamos Srs.
di-
Norddentscher Lloyd
O vapor
Hohenstaufen
Para carga, passageno, encommendas e
nhelro a frete, trata-se com os
AGE14TES
Amorimirmo tt Gs
H.3Pn*'dt>Bow ***** N.3
Santos e Rio
Seguir n'estes poneos das o
vapor nacional
Norte e Sul
Bocebe carga e passagens
bftas acccmmodacoe?.
para os qiaes tem
Trata-se ra
Visconde
n. 26
de Itaparica
Ihioiv Maritimes
LINHA MENSAL
Vapor Medoc
Entrar no porto
E'esperado dos portos ca En-
roca at o dia 18 d Dezembro,
Begoindo depoia da aemora ue-
cessaria para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres v
Camarotes reservados aeocla de Pemambn-
co psra os paSBgeiros que se destinara, a Eu-
ropa.
Prevlne-se sindaaos Sra. reoebedoreade mer
cadorias que -6 se attendera a reelamacoes por
(alas, que forem reconhecidaj na ocosiao da
.ishnn. A ntnprnia P Rremen lescarea doB volumes ; e que daptro de 6o
LrfSDOa, Antuerpia e Dreiucu "^ terd0 dia da descarga das a.varenga^,
devero faier qualqoer reclamacao concerueo-
ieavolumes que por ventara tenham egnid.
para os portos do sol, afim de seren dadas a
tamno as providencias necessanas.
*Roga-se aos Srs. passageircs de se aprsenla
renia vespera da ebegau*..- vapor para toms-
sm as suas passagens.
Quarta-feira, 11 do crvente
Ao mel da
Agente Pinto
Por occasiao do lfif&o das (atenas
avariadas
RA DO BOM JESS N 45________
fin Olieira
LEILO
De predio?, em Olinda
SENDO !
Urna caaa terrea sit A UafNSa do varadooro
o. 15, o dpcco da Poei'a, com porta e janeila de
frente, lala, 2 qnanos. cosoba, etc.
Urna dta mr.sma t-avesss, eob n. 17, com
os meemos ioomodos, quintal, iic.
Urna dita na mesia travessa n. 19. com os
rjrje8mo8 comm^dos.
Um sobrado sito a roa 13 de Maio o. l.coro
varanda de (erro, etc.
Urna casa terrea sita ra da Mangoeira n.
!6, hoje Barao de Vera Crui, com porta e janel-
la, 2 talas, i qaarlos, ccainha, quinUl mora-
do, etc. Wi** ., ,
Um terreno p. 15, roa 13 de Main, com 5
metros e 20 centmetros de hrgura.
Um dito n. 27, a mesma ra, com 3 metros e
SO cenlimetros.
Um dito n. 33, mesma roa, com o metros e
20 centmetros.
Uai di'e o. 3, a mesma ra, cem 3 metros e
80 centmetros.
Um dito ra do Amparo, com 4 metroa e 20
centimttms de largo, et.
Qaarta-feira, 11 do coi rente
AsH horas
SoediH:!o da loteadencia Mnnicipal da ddade
de Olinda
O agente Olveira por msBdado do Sxm. Sr.
Dr. iols de diretto do civel a requerlmeoto da
iHVeDtariante dos beiis que caram or fallec,
ment de seu marido o corooel Jos Roe, de
Oliveira, levar a leilio todas aa casss e ler-
leooB acia meeciooedos.
Os Srft compradorea desdeca podero exami-
nar as ieferid.8 casas e terreos.
Em continuado
O mesmo agente vender em leilo a qoem
maior lance offsrecer.a impe.tante e arante
casa terrea Ha ft roa Matlas Perrelra d. 41,
com 4 ianellas e 1 porta ; de frente, feta-a mo
oeroa.com orniia e parapeito leodo 2 salas, o
quartos, cosinba fra, terrsco e moilo elevada
do solo, ale. ___.
Usa grande sitio e case, sob o. 4, ua rio eeu,
ambem-em Olinda, com bstanles com modos
para grande familia,, tendo o sitio mottos co-
qoeiros e ootras fructeiras, com grande baixa de
capim, etc. ,
Os Srs. comprsdore desde ji podetao exami-
nar a referida casa.e\mtio.
i de telbar, cem 42 metros de Irente, cem dife-
I rentes dimersoes de fondo.
Bita sobrado m (rente 10 anellu em
cima e 10 portas em balxo, salas e mullos quar-
los, edificado em um ponto alto com grande es-
calara.
Quairo moradas ao lado da usina, paredes de
alveDaria, tratejamento de madera, coberta de
tenas com 30 8- de coa primelo total, 20 de
fundo e 5.8" de pe atreito.
E-tas casas sao de l porta e.i lanellat cada
did, altas e modernas.
Um sobrado no engeobo Soacorro com 24,10"
de frente, 7,40"' des de alvenaria mixta, cute-ta de t-iha?.
tte sobrado tem 3 j- ne'.Us e f ente e 6 no
iti, sal,a e quarios quer em cima, qger no pa-
vimento inferior.
Hospedara do Socrorro, alvenaria de tijolo,
ravejaii.e .to Je u ..d-i a e cobriu a de lelbas
ctrn 27 metros de Iren e e SO de foudo.
Esta casa grande nova, cobe-ta de lelbas
destoco (cerca 1000 a 1.200) dividida em 3
compartimentos. qoa-ioH nos dona dos lados,
tem 9 sVs na fre te, outras 9 portas e janellas
altas, e 16 vfioa em cada oitao, etn 280 a 300 mi-
ibeiroB de lijles. 10 (h- ouras 20 travs gros-
sae, 100 iravetas menores e cerca de 70 grades
de madeira dqualiiade.
Presta-se para orna usina, fabrica de tecidoa
ou outro eBtabeleckoeolo, por e acbar dis'ante
da estrada de rodagem SO met'os, cerca de 300
da estrada de ferro e paasar por tras o rio Ja
boato.
O lote o. 13 da 2a seceso com If 6.00 metros
qnadradoB que limita ao norte com o lite 12, a
leste eom os lote' 15 e 17, aosol cem o lote 14,
a oe le com o no iaboat&o.
Nesie lote esli edificados o sobrado e hos-
pedara do Soccorro.
Um sobradp no eogeobo Santo Andr, com
10 1 ros. -e fre. le 18 50 de fondo. 6 de p di-
relto, travejamenio de madeira coberlo de telba.
No engenho Guarany
A casa do eogeibo cem 40 res. de frente, 15
de fondo, 4,59 de i diresto, pilares de alvenaria
8U8len'aodo tr..vejamecto de madeira coberta de
telba-?.
Moendas, 6 laxas, 60 formas de barro, roda
g:anCe, aro de ferro, runajo de madeira, alam-
bique de coore, 8 tobas de madeira e outros
accesBorlcs.
Uuia casa de vi ver. da erm 11,90 rus. de pe
direHo e paredes de tijolo.
Tem esta casa 4 salas, 6 qoartos, terraco, co-
berta na frente e ouocs.
E'esperado dos portos do
sol at o dia lo do corren-
te e gegoir depois da de-
rxo: anecessaria para
Este, vapor illumicado los elctrica
e offerece ptimas accommedacoeB aoi
Sra. passageircs.
Para paseageos, carga, frete, etc.. trata-se com o
AGENTE
V. Neesen
Quinta-feira, 12 do corrente
NO SOBRADO, EM SUASSUWA
0 agente Pinto antorisado pelo Ulm. Sr. Dr.
oirector da 3 Directora da Secretarla da Iodos-
tria fara leilo dos p'edlo?, trras, pertences
de engenho, movis e mais objectos cima men-
cionados, perteoceotes ao Ncleo Colonial Suas-
Me all existentes.____________
Agente Oliveira
Leilo
De orna casa terrea a ru* Amelia n. 5, fregu-
xia da Graca, no lugar Afllicto?, com p^ta e ja-
neila de frente, 1 sala, 2 qaartOB, costaba exter-
na telbeiroro lado, etc.
Urna dita na meema roa sob o n. 5 A, cem
perla e janeila de frente, 2 ealap, 1 quarto, etc.
QuiLta-feirs, 12 do corrente
A'S It HORAS
ao armasen ra t& de JNo-
?embro n. 39
ANT18A DO IMPERADOR
0 agente Oliveir, po' mandado do Exm. 8r.
Dr. juiz de direito de 01 nda e a requerlmenlo
da inventariarte des bens qce ticaram por falle-
clmento de ten marido J t Joaquim de Souza
Mota, levara a IcISj as dnas casas cima des-
criptas.
Os Srs. pretendentea deede jS poderso esam
nar as referidas casas^___________________
Agente Siheira
Leklao
Uo engenho fioa-Es-
peraQja
QARTA FBIRA, 18 DO CORRENTE
AO MEIO DIA
\o armazem roa 15 de So-
Tembro n. 41
O agente cima, por alvar do Exm. S*. Dr.
juli ce direito do civel e com a sua assistencia,
a requerlmeoto de D. Jalla Ayres dn Aimeida
Freilas, lnventariante dos bens deixados pelo
finado Dr. Joaqulm Ajre de Alme.da Freilas,
levara a leilio o eogeut.o Boa Esperance, per-
tencente ao espolio do mesmo finado, e situad
na comarca de Panellas de Miranda, o engeoh
moeote com agua, capim, com moendas d
ferro, cass de lelbas, aBsentamento constante d
6 laxas, grande numero de formas de mrdelrs,
2 caixOea para deposito, alambique de coore com
deposito e seos perleosee, em casa de lelbas,
casa de vivenda de tijolto e taipa, cobarta de
telbas, sendo que sua demarcado constante da
es.Tlp'ura de compra e termo judicial, que est
em mo e poder do meemo agente, para que os
licitantes possam conhecer, e mais 5 cavailos
novos.
Os pretendentes podem examinar.
Leilo
Cea do BamoB n. 4
Companhia P^rnarabacana de
Navegado
PORTOS DO NORTE
Parabybs, Natal, Maco, Mossoro', Art-
caty e Cear
O.paqae'.e
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no d'.a lO de De-
sembro, a? 4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
oheiro a frete, at as 11 ho;as da manba do
da 9.
OS AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO TORRES-42
1. andar
m
LEILOES
-Quarta-feira, U.o de faieodfs avariadas
em grande quantldade, telo que principiara as
11 horas em poo'o, para que possam ser entre-
ues oo metmo dia, por ter o rafendo agente de
ir qoinia-fefa a Jifroatao, em causeqoencla do
leilo dos movis e imcnoyels da Colela 5oas-
$aza-______________________------------------
A's 8 horas e 6 muelos de.qulnja-feka, 12 do
correcte.partiro irem que "aja pasaagem aos
coocotrentea ao leil&o do- movis e lmmo,veu la
colonia Saassuoa, e que chegara a tempo de en
centrar passagem gratis; at ao sobrado em
Suas8uns.______________________
Leilo
Cnema-se a attencao dos Srs: carregadorea
para a clausula 10 dos conbecImentoB que ja
segointe :
No caso de baver alguma reclamacao coa-
tra a Compaobia, por avaras wi-perda, deve ser
feita por escvipto ao agente respectivo no porto
da descargs, dentro de t es das .depois de flns-
Nao- preceden i o esta formalidade, a Compa-
nhia a Jsaa|.^Q^rva^Uldale. ^teSe^latSteB'oi' doca joo/ao W*a
SSRIP10RiO ClB|aai. pb qoasa, aiem parte do .ejpcillp do
Ao Caea da Companhia Peraembaoana aopdiib ajiemfto Adp'Ipn' Werdt, as 41 bfirj.8 em
a,, la ponto, no eses daLinguets.
De orna .varea t.n-i-a
Quinta-feire, 12 o corente
Em Jabotao, or oocasio do leilo de mo-
vis e immeveis em-Soaesuna^_____________
Agente Oliveira
Leilo
Da EO aecSea da Cempanhia Serrarla Pernam-
bucana, do -valer de 2C0JC00 cada otra, peono-
radas pelo Baoco Popular.
Quinta-feira, 12 do corrente
A'S 11 HORAS
No armsieiii ma 15 de He-
?enebro n 39
ANTIGl DL) IMPERADOR
O sgenle-Uliveira, por mandaao do Exm. Sr.
Dr iuis de direito da -jomme-clo, a reqoerimen-
to do Baoco Popular, lev.r leilo as ditas
acc0'8, as quE.es fvam oenhoradas ptio re.ierlo
Banco,'par.a seu pagamento.
AVISOS DIVERSOS
BPrecisa se de um ciado
ceia, ra da Cre n. 22.
na botica fraa
Ve. de te a casa terrea da roa Vidal de
Negrelros n. 61, com 4 quartcs e grande quin*
tal, a tratar na nie^ma.____________________
Precisa-ee de urna ama que co-'Dhe bem, para
casa de pequea familia ; na ra da Caacordia
a 85, cobrado.
Ama
'3Db botea Joao Femandes, de 6 remos, III-
cloba. e aouca, le*remos cada om, pv-
teoefote ae espolio do subdito allemao Adol-
pbo Werdt.
Terca-feira, 10 do coirente
A'S U 30RA.S EM PONTO
No caes da ,Llagijeta l^r^dT maetra.e'oetrs jectos noe; aereo
O anote Plato aatorisadp pelo Sr. consol lto.- ^?" .otl
a^jJva^alWoem3loW os botes e seA8 veadidoa tai lotes.
Dos movis e immoveis do
Ncleo Coloni 1 Suasruna,
Quinta Teira 12 do correle
A'S 10 HORAS
No sobrado grande, ond*1
foi a s le da-mesma colo-
nia suas dependencias
A SABER:
Onte loalh*8 felpudas, lema dp ferr, 1 re-
logio de parece. 7 meias, 9 eecarradtias, X pra-
telei'ae, 1 ti arquetan, 43 IravtiSilros de palHa,
5 e ades de ferr eos, 2 arados, i bioo. l.cax|o com Terramej)',
formas de Plaeres fara' ttmene. da caceo-, oc
cavalletea de /err, grande qasoitdade de cava1-
Precia-se de orna ama para comprar e cosi-
nbar, para cara de pouca familia ; a tratar na
roa Deque de Caiias o. 84.________________
vfcjt. AXI* %m9*
Preclaa-ee de orna que (osinoe e faca pou
compras, para tres pessoas ; a tratar na roa da
Concordia o. 40.
ama para coBinhar e mais
Precisa se c'c urna
servlcos de csa de teqoeoa farxilia
na roa da Sania Cru 3 oo 26
a tratar
Ao meio dia
O iLhradp ienlo i Biioa Prpgresso Iadaatrial,
de slVeMris, trvejaSOTto demedeira, cobeito
Ama
Precisa-se de una para cnslnbar e comp a', a
tratar a roa do C-,1 b'-ci.o n. 6_______
Preci-a-se de urna ama one tosise bem, para
aea de pequea familia : a tratar na roa Peo*
de Casias n. 97.
Ama
Na rui do Aragao o. 30 pnclsa-se de ama
tta que coeiohe bem para casa de. pequea
amiflia^________
Ama deleite
Precisa-se de urna ; na ;aa.de Jjaqum Nabo'
n. 34, Caponia.
Ama deleite
Precisa-fe de urna ama de leite ; na roa Pau-
lino Cmara n, 28 1' sudar", raga-.ee tem.
'

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1
***-
-I BBBII
n&M
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- ""' *tv-J"
s
j.n
*

-
Plagio de Pernambaco Tercafeira 1Q de
t
SfauOel carplnelro y *ii.
A familia. presente e osete doDjda*
noel Carpiotelro y Soma. m"^ "";' ""f
por sua alma, e convida aoa seos P"J*
maos para aesistil-aa do convento de S. Fran
risco i 7 horas da maba do dia 10 do corren-
te i' DlfSitrio d- seo pasaameoto. contea-
SW" dose- agradecida a todos qoei coav
"re^'prn a es<"> ** rl**> caridade:
Precisa-se
D'ama corpelra para o 3- aodat ra typoRra.
pbla do Diario de Pe roa moneo, e lamcem
aceits-so costara. _____________
Terreno em Olinda
Veude-se nm terreno em Olioda, sitoido a
rna de S. Francisco com propccio para edifl.
car-se cinco casas, mediado 1*3 palmos te eobre doaenaos de fue rio.
O logar o i mais apar priado po?sivei. A
ralar na rna 15 deNovembro n. 81, sala da-
ra 1. andar.
ode 199S
Mara Barbara de Hendonca
Bernardo Lmiolpbo de Heoduoca, Jos- Ernes-
to .'olio de M-n iooq', Aa'ooio Peregrino de
Mennong-i (aoseotesy. yapa A( a de jendon-
(a, Emilia A'maostlle oe Meodonga (jsente),
Mara Magdaieoa de M-ndooc, agradecam a
lodos q e acomoaona md os restos morties de
soa pn-iada al a toa tiMma morada, e ooti-
dam todos sena prenles amigos a assietirem
as missas qoe manda o celebrar pelo seo repon-
so eterno, na mairii ia Soa Vta, do dia 12 do
correte, s 8 horas.
f
Paulo de All>uqaerae Gama-
Isabel de Aibuqu-rq-.t) (.ara, Pablo de Albir
qnerqoe 6am>-, Clara de Albnqnerque Gama,
Dr. Bernardo de Ai^ogoerqae Gima, Ulna, irrxao,
Irma e sotinobo-, agradec-.em a todos aquelles
qo- se dikOaram acmpaubar os reatos manaes
al ao cemiterio, e da oovo os convidan) -s
sisteem a mlssa qo^ mandam celebrar na tg-eja
da Soledade, as 7 boras da maob do dia 10 de
correte.
MM
CA..r
f
Lni/n Josepha c, de Barros
Bai reto
Francisco do R. Barros BarretJ (ausente/, Ma-
ra Anoa C Birreta de S. Lelo e Ana Marta Ca-
bleante Barrito convidan a seos prenles e
amigos pa-a asaiatirea) a* misas qoe se bao de
celebrar pbla alma de sai prelada Irma Luisa.
na caoella do Ciracao Eacba-isti:o. no dia 12
do correle, s 7 e j 8 horas da maoba.
t
D. gnea Ciulbermir a de Mello
Dr. Claudico de Meno, soa muiaer e irm&3
(aosentes), pansidos pelo passameato de soa
inditosa mi e soera D. Iznez Goiloermina de
Mello e Silva, (a lecida no dia 6 do correte,
convidam aos amigos e pareles para asslstirem
na igreja de N 8. da IV.ba. de S s 8 boras da
maoba, as m asas qoe maodam celeorar do dia
12 do correte, 7- dia de un pas'amento, e
desde jaagradecem do intimo Q'aima aess* a:ta
de relie aj e caridade.
Caixeiro
Precisa-se de om catzeiro qoe tenha pratica
de (averna, qoe d abono de soa conducta ; na
roa de S. Jor>.e o. 139.
Caixero
Precisa-se de o menioo de 12 14 anuo?,
qoe tenba pratica de mulbido, boro comporta-
meato e d Bador de so con lucia ; a tratar oa
rna Coronel Snassnna o. 149.
Caixero
Precisa-se de om caixeiro de 12 4 16 anuos,
com pratica cu eem dia, para casa de mulb,dja
na roa da Guia d. U, Becife.
Caixeiro
Precisa-se de nm caixei'O com pjratica de mo-
toados : a tratar na oeioa Beltrao (Barracao).
Cosinheira
Precita-se de orna coeinbeira ; na roa daCrn
roSO.________________________ap_==a
Furtaram
Do sitio do commendador Barroca na Mae do-
leos, seis grades de ferro lanceadas, qoe gaar -
neciira o moro derrabado pela oltima cbaia na
praga do Vtveiro ; roga se a qnem forem (.fiera-
cidas o favor de apprebendel-as e eotregal as
polica, para se o&o (oroareno cmplices no
forte.
Ourives Oc-
culista
TLEODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabelecido com oficina de oarives a roa das
LaraDgeiras o. 1, avisa sos seas fregoeies e ao
respeltavel publico, qoe mantera officiaes babi.
litadissimos para execocao de qaalqner trabalbo
coocernente i soa arte, especialmente cravacOes
tara brtibantes, ocnloe, penctoet, monoco
os, etc.
Donra se, prateia-se qoalqoer metal, concer*
tes em 1< ques de madreperoia oo ootra qoalqoer
especie, garaotiodo preces mdicos.
Roa das Larangeiras n. 1
Electricidade
r Amonio de Carvalbo Almelda Sobrlobo, en-
carrega-se de iosiallacoes de ios elctrica em
asirs e es abelecimeotos indostnaes, bem
como telepbones particulares, campas elctrica?,
para-ratos e ootros trBbalbcs congneres.
Pode fer procurado per cima do Diario de
PerDsmbnco. _.. .
Bichas de Hamburgo
Vende-se era grandes e pequeas
porg5es applica-se ventosas seccas e
sarjada na ra dos Laraageiras n 14
Attencab
Vende-se diversos predios grandes e pequeos
em diversos logares, sitias e terreos em arra
taldea. prepara-se tambem papera dd casamento
civil e eccesuhtico, etc Halar das 8 as 10
oras da manba e da- 4 as 6-da tarde na ua do
Alecrlm n. 36.
Por 700IO00
Vndese om cab'lolet ( m cari; em perfeitn
estado, de doas rodas e qoatro assentos, desco-
berto co arreio para nm cavallo : trata se
com F. Bsolitreao, roa 00 Imperador na. 46-i8,
loj.______________________________^__
Oaixas de msica
Nova remeasa receben a relojoaria David
roa do Cabog n. la com danzarinas, Ogorsa
diversas, tambores cas atiblas e tmpanos, a
melbores qoe extstom, lem de 2C04, 250 -3004
Gosinheiro
Precisa-se de om no Caes do Capib
30e32.
Rndese
Urna coebeira de vaccas toorinas preobes e
pandas, sendo qoatro paridas e doas preobes,
om cavallo, nm noviibo importaott*, e todos os
seus perteoceg tendentes ao negocio : na roa
Visconde de Goyanna n. 63, portao.
~'\WM~
Na Fabrica de Teci-
dosem Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.
Calida e pedras
Roa Di' eiia na. S e 7 d-se calic e pedras
gratuitamente.
Cachorro grande
eslraneeiro ven e-se na roa Nones Macbade o
11, Soledade.______________________
Vende-se
As doas rasas pequeas sitas na travesea da
Fordicao, oolr'o-a becco da Molefa os. 4 e 12,
Recite, o motivo da venda o dono retirar se do
Estado ; na roa Dirtita 45, sobrad Be acba
rt com qoem tratar._____________________
Vende-se
Doas vacras da trra, boas de leite, ama com
beurro oovo, dando qoatro garrafas de lette,
OOtra qoe em Janeiro da cria, dando seis garra-
fas de lene, mais orna eovilba, doas garro'ss e
DD garrote qoe serve para as mesmaa, lodo da
meama raca: qoem preteoder dlrlja-se estrada
oova de Beberlbe, sillo o. 40, qee sellara com
araem tratar.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algib0ira, pn-
dulas de torre de igreja chrou metro de
marinha, caixa de muaicca, aparelhoa
elctricos, oculoa, binculos, oculoa de
alcana, joias e todo e qualquer objaeto
tendente a arto mchame*.
9Ra Larga do. Rosario 9
A A MISA OOURADA
E
illSAIJA M Pi8
15 e 17 Ra V. D'lNHAUMA/antiga
do Raogel) 15 e 17
200 dozias de ceroulas !
Do ma>'s paro lioho francs ; o maior de-
posito que ba no mercado actualmente ;
sor ti do em todas sa medidas mais venda*
veis, 75 coa por 70, de perna, e aasim
gradualmente de 5 em 5 centmetros at
90 por 80, med das extraordinarias de] 100
de oda at 120 centmetro, vende-se em
grosao para bone descontos a a retalho
por menos ,.28 em duza do que em outra
qualquer parte, sendo fazenda muito su-
perior s estrangeiras e como aqnellas
acondicionadas em bonitos cartSes, gran-
de deposito de camisas de 48(5 a 854 a
dnzia, punhos, collarinhos, lencos, meias,
camisas de flanella de la e fi > de seda,
completo sortimento de fazendas finas, ca-
aemiras superiores, brins, lindos adamas-
aados, tudo por prec/ s resumidos.
Toma-se eacommendas de camisas por
medida, e tambem se concertam camisas-
Loja de miudezas
Ven-e-se orna loja de micdeas bam afregoe-
sada e em om dos melbores pontos da cldaie :
a tratar na roa Doqoe de Cavias n. 71, prlmeiro
andar.
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assignados, carne de
melra qaalidade, nos talbos da roa Marqoex
Herval es. J7 e 2, e Gamboa do Carmo n 1.
Este prego soffrer altaragao par; mais
nara meos, sempre Ce accordo com os pregoi
io gado os fei'a.-.
Reci'e, 18 de Maio de 1895.
Fiuia Lima & C
Feitor
P'ecisase de nm feitor para fora da cidade, a
t-atar oa roa Estreita do Rosario n. 9.
Sementes novas de hortalizas
Completo sortimento.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Poyaa alendes 4a C
Garros e Bois
Vndese doos carros e tres bois mansos a
tratar oa roa do Socego n. 17.
Doen^m do Estmago, JfoJUm de Fvrfm
*>*%: '
O ME8MO
FERRUGINOSO r......
Ghlorosia, Pobreza do Sangro,
&&*r
de
Debilidad*,
O ME8MO
Lympbattsw,l Escrfula, Atnollccimtnto dos Ossot,t,'
to.
,.
Madeira
Na serrara v por a roa de S- Joo n. 48, e
no deposito da roa Impe'ial o. 17, de Silva Fer-
nandes A C, vende-se mad ira de toda qoali
dade, inclosive piubo d Riga, praocbas de so
copira e muito boas travs.
Tambem serra-se quahoer madeira.
Procos sem competencia.
Vende-se casa e siti<
Estrada, do Arrala I n. 11
Rettraodo st< par. Eiropa o p'onri"tario, ven-
de a casa e smo na estrada d Arraial o. .7
Sitio todo rr orado bem arborisado, casa intel
rarnt-nte pintada de oovo, tapetada e mobiliada
podendo o comprador tomar coala immediata*
mmte : tratarse na dita casa em qoalqoer dia
e bora._____________________________
B<
na Cspooga, a roa na- r-oolas o. 15, se dir
qoem vende orna bem lor-h-ada taveros, e se
dl' o motivo da venda. 6aranle.se a cbt casa, qoe tem commodos para peqoena familia e
o alogoel com odo. __________________
57000^000
Precisa.se com orgeocia desta qoantia aob
prtmlo e prato ratoaveie, dando.se por garanta
a mei. cao de om predio sltoado nesta capital, e
cojo valor total excedente a viole cootos de
reis.
Para loformsoors oa roa do Marqoes do Ber.
ni, antlga da Concordia n. 114. .
WIWM i
PHA el;
m
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor expeliente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas da que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalascencie ; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
MiitM o Permmbueu: C it Dragara* PrwlKU Cniuicos; FAHU SOBRHO i C* e bu >riid|ius Faimui'"-
MEDAl.HAS de PRATA, de PRATA DOURADA e de OURO
Academia de Htdicioa Para, i2de Juobo 1892, Academia das Sciencias Paria, 1ro de Abril 1891.
CfcSCMUNE LPRUic
Vy|%^ VERDADEIRO ESPECIFICO V^
contra a PRISO de VENTRE
O trataaenU) pelacaacarlaie nSo impde a modiOcacSo dos liabltos de cada
um.e pode ser seguido por todos em todas as occasioe.Curaradtcalmente:
APRISO !. VENTRE CHROKICA. AS DOENCAS 00 FIGADO
A PRISO DE VENTRE das UulbereilA ATONA DO INTESTINO"
qoe eUo grvidas ou dio de mamar. I AS HEMORRHOIDAS, as mas digeslOes.
Uva ou duas Pilulai A noits oo ao jantar (relata o Prospecto)
ENVIA-SE gratuitamente a amostra
Dlrigir-*e oo escrever : CASA M. UPanfC. Pharmaden i Bourgem (Fruce).
DEPOSITO : PERNAMBUCO : C" di Drojtu i Productos Chlmicos.
Aviso s Mais des Faniilia
o mellior alimento para as crianijas de tenra idado.
O alimento o mais completo nao precisando seno apnia
LCTEA m para a sua preparaco.
o alimento o mais seguro para facilitar o desmamar,
o nico alimepto recommendado por todos os mdicos.
Exigir o aome NESTLE sobre todas as caixinhas.
FARINHA
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Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Crome.
Kxisir o ninbo de passarinhoa sobre todas as caixinhas.
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&m m:^matiiW!&-m mm&f
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O melhor e mais agradavei dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Paric, nos casos e ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENCAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENCA.S.
Se acha as princlpaes Pharmacias.
llalIIUlIHIIJlMlJVI
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PAPJER AMBR
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nSo podendo adherir aos labios
pars, Gasten d'ARGY & Cvmris
/o/rw.'o'** e nicos FgbrtantM. Fomeceaons d Fbric** do Eiftdo Pri,ileiatfc
s. g. d. i. Jffu* depositada em Franca />o Estrangetro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACAC :
' Franca : Pars, Tribunal Correccional* !3 de NovetbVo de 1892,
8.000 francos. Confirmada pelo Tribunal de AppellaQSo em 2 de Maio de
1683, e pelo Tribunal ida Relncao 15 de Maio de 1844. Paria, Tribunal
Cnrrectional om 21 de Abril do 1888, 9209 francos
Balgica : Brui8lar'ribui:al do Anpellaco, 1" de Acost de 1883.
^
^ia.rca.s r>A. iviaBsn^tA. casa :
PAPIKB francois. capa de Pergamiobo; PAPICR JEAN. capa de Zadrea com a Borda gommada ;
IX MTOrOLITAIN. coma Borda gommada ; LE "'fcCHER. papal rlscado 'verga) aaoendkmdo riRPKir^MvNrc.
.
AVa"*0. Ariattnom om tti-f. luiportudorcm otee o PAPEL ALAMBF.EADO mutas falii/lctaiio e
ejrvvttitii* do* porto te Antuerpia Trente, me., fmt PAPEL FRAWCEZ.
Nova senten^a contra um falsificador : Pars. Tribunal Correccional, 26 do Janeiro Je lot*3.
______Pardas e iamQt e pear>o/i Confmaco pelo Tribunal de ppeHacio do h de Ua*o de $693.__
J.-F.de ASSIS BRASIL
EDUARDO PRADO
ILLSAO AMERICANA
Possuir este livro foi delieto,
c Lel-o eonspiraQo, >
c Crime havel-o escripto.
UM VOLUME 4S000
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LE ROY
Populares em Tranca, America, Hespanha e
toas colonias, no Braz, aoode estao autorizaasa
pala Ooaselbo de Hygieoa.
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ra?ao para o oso do Purgante).
Purgantes Le Roy
mrn noticia expti^aara onvom orna* garran
Pulas Le Roy
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Salo propalos para qualquer doenoa.
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rrhacao ao Peitu
Tosse
Expectorago
Insomnias
Neuralgias
Dores

55 ANNOS DE SUGGESSO
158 recompensas das quaes 17 diplomas
de honra, 16 medalhas de ouro, etc.
ALCOOL, DE HORTEL
RICQLS
I nico Verdadeiro Alcool fle Hortela
Soberano para curar Indigestos, Dysen-
teria, Cholerina, Dores d'Estomago, de
Corapo, de Cabeca.
Algumas gotas n'am copo d'agua aasucarada
formam urna bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sede e saneando a agua.
B' egualmente excellente para os dentes, a
boca e todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as Epidemias
como Febres, Cholera, etc.
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
OE RICQLS
Dormito em pernambuco :
I d iinSASIPRODOOTOg CilatlOfll.
SIROP
duK
Aviso
PHOSPHATtDO
Engenho
Quem precier collocar-se em ama proprleda-
de maRnitica Eituada to el deele eetsdo, om
eneeorio movido a asna, ao p de urna eetsc&o
com orna legua de Ierras nberrirnin e com eran
de safra qae esta colbeodo e ontra igoal fondada,
poder cmpralo multa baraio, qcer a rroela
oo com parte do v; Icr liado, podeDo o preleo
dente para lato dlrleir-se ao eaiabelecimento da
casa n. Ci da ro do Imperador, a eotender-ee
eom o proprietariodea mema.
Cal Branca e Vir-
gpem de la^ua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran
ca e virgem, avisa aos
consumidores qae nac
tem suecursaes neiii
| agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo p. 73a_________
Amas
Qr*rdciea-ge de doas smaa, ama para c sinbar e
ootra para angoaomar, a tratar: na rna Barao de
iS. Burja n. 49.__________________________
; Companhia Exploradora
I de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do assucar vende-se na
Companhia Explorador de Producto g
CalcareoB no Caes do Apollo n. 73.
Aluga-se
Urna boa casa (cbalet) de pedra e cal, cono
atrada recentemente, com accommoda(6ea pars
familia, agua potavel, baDhelro, porta de ferr.
e grande terreno. A tratar eom o Sr. Mendea
acrivao, 4 roa da HvmonlaArraial.
Democracia
REPRESENTATIVA
Do voto e do modo de votar
3* EDIfAO absolutamente refundida
?
UM VOLUME 5SOOO
em todas as livrarias
Madeiras de construccao e
n ateriaes para edifica^ao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende en seo rmateos oo caes do Apel-
lo n. 73:
Maseras para constrnccSo.
Cal branca de jagoarlba.
Cal preta.
Cal virgem para assocar.
Tijolloa de ladrilpo e commooa.
Tijclloa refractarios.
P*dras de caotarla para aoleiras, etc. _____
Attenco
Jos de Aievedo Antones GuimarSee, proprie-
tarlodo predio i roa de Lomas Valentinas n. 56,
fregoexla de S Jos, fax sciente ao Illm. Sr. Dr.
administrador da Rerebedona do Estado de Per-
namboca, qoe tendo sido prejodicada as colec-
tas fetas anterlo'oeote naqaelle predio, vem o
eoppicante pedir a V. S. para qoe ordene ao
colectador daqoelia freeoeaia.qoe veritqoe iodos
oa recibos em poder do ioqaelino para ver po
qoaoto esi alogado aqoelle predio, para assim
melbor poder proce.er a nova colecta do ezer-
elcio de 1895 1896, asslm como fai ver a Y. 3.
qoe dito predio ootea es'eve alogado por mais
de 3004000 aoaoaes com a drainage incluida.
tendo paseado desde 30 de Agosto do corrente
anno de 1195 em diante, ficando alagado por
350^000 com a drainage, como podem ser veri-
ficados todos os recibos em poder da inqoelina ;
e para evitar dcvldas fotaraa fax o prtsente.
Recife, 7 de Dexembro de 1895.__________
Liquidado
Jk loja Parla n'imeriea ten-
da de liquidar diverama fa-
xendaa de modas chama at-
teucAo de seus fregueses para
grandes abatimentosde preeos.
Roa da B. da Victoria ltt
Pernambuco
Na roa di i*ar|o Them-io D.5 andar
,itT>rra-8r ca 1. it alti.<"t' ai n w t fle e*f
1 >.io. N n^m-- rsa vnnf-e< metos para
I Paris 28, ru Bercera Iacon(1iclonar og D^Doe artigos.
Chegaram I!
E vendem-se em pecas e
a metros bordados o que se
p^de encontrar de melho*
qualidaie de 400 reis at
3#000, a me- tros proprios
para enfiar com fitap.
Loja da Perola
Rna la Impera-
iriz 11. Wh
Domingos t*ernaQdes.
Plvora
De todas as qualidade-
em bairis e em latinhas ven-
de-se no escriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
ua do Commercio o. 6.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Fortagal)
Eatas agoas recentmeate desooberiaa,
ja sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinas!,
as dyapepsias, diabetes e principalmente
as molestia^ de estorrago, de qualqaer
aatureza, ben como do figado.
Para convencer-se leiam os innumeroi
attestados qae acompanham cada garra-
finha.
A' venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Braz os brs.
M- 8ALDANHA & &
Ra dos Dour tdores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Feniamies de Almeiia
Traveasa da Madre Deas n. *i
4i! mam, eu vi!
VI, man S.nmaa bolcinbas, ons acariOes (fio
bonitos mama 1 Bonitos os qoe minba Oiba ? J
t qoeres qoe teo pai gaste dishPi'o sem poder
E-la bom mama, se voi Sea zancada, nSo
Ibe digo mais onde vi.
Nao, mloba filba, en nao eston xaogada : mas
t estas eempre com novidades, 16 sabes qae o
lempo estmoito mc, rao ba dinbeiro, teo pai
est eempre qoetxaodo-se das grandes despezas
qoe faz, e t anda filias em novidaaea I
Eo fallo perqu ba muito tempo qoe procero
ama noruade, e e agora mlnba mama Uve a
.elicidade de paasar em om armazem e encontrar
qoe desejava, ornas bolsiobas e ons cartes
.8 cbooitos, ma ra, o qoe pode baver de mal
gogto pira pre ente. Ea que estoo em divida
com Marcea?, porqoe ella ja por m itas vezea
me tem offerecido dlvertos mimos, nao possi-
vel, mama, qoe ea tambem o&o lbe offerega algu-
ma coosa.
E' justo minba Giba qoe l lbe off rega^, mas
de accordo com as nossas conllc6es, porque o
dinbeiro qae ba peuco___
Sim. mam, en 0S0 quero objecto caro: no
armazem do Pocas Meodes & C, tem boleas
earides com confeitos, o qoe pode baver de mais
lindo.
Vai com teu irm&o nasse armazem. escolhe
toa vontade todo qoe te agradar : v o menos
prego qoe elles vendem, maDda tirar a coata,
pasear recibo e paga, sim 9
Sim, mama, eo voo.
OIbe, mam, oa roa Estrella do Rosario a
6, jante i igreja.
Sel onde miaba fllbt.
Compadra
Compadre V. dieame onde compra gneros
para soa despensa ?
Eo lbe digo: ba mnitos annos qoe compro
em om armazem, e nao me consta qae ninraem
saja mais bem servido era ootra part ; compro
all, porrqoe encontr o qae preciso, don a nota
e maodam-me todo a mea gosto, ja v nesta
coodigao estoo saiisfeito.
Em prrecos oso ba qoem venda mais barato e
todos os gneros sao de primelra qaalidade ; a
boa maoteiga, o bom en, o bom queijo de di-
versas qaalidaites, o bom viabo de mesa aa Sr-
ra da Estrella, o bom vinho do Pono da mais
baixa maia alta qoalidade, os boas licores, 0
bom champagne, finalmente todoqoanto se poda
desejar para ama boa despensa;
E teem tambem um completo sortimento da
obras de rimes, coma sejam sestas para com-
pras, balaios para papel, roopeiros, bercoa a
lindas cadeiras.
Obrigado compadre pelo qne me dls, porque a
vida esta mnito cara, von mandar comprar o qot
precixar nesse armazem. Pois manda compadra
qne ba de ficar satisfero.
OIbe o aniigo armaxem da
Poras Mendes C
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA.).i
Sel onde compadre.
Limnm cazia.
I DE
Campos & G
N. 35-RA DUQUE DE C AXl AS-N. 35
Em frente do Diarlo
Os propietarios deste bem montado estabele-
cimento previnem ao respeltavel poblico qoo
Dar bem servir aos seas fregoezes- teem no re-
ferido estabelecimento om esplendido e variado
sortimento deeasemiras petas e de cores, o qas
ba de melbor em la, brins de paro linbo de to-
dos os padrOes, e por preeos rasoaveis.
Possnem bons artistas, pelo qae se jalgam
babllltado8 a satiafazer com todo gosto, esmera
e perfeicao ao fregoex mais exigente.
Ma meama alfalatarla alagam-se casacas,
etc.
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Livro do Povo
ou SyHaba rio b.fczileiro pelo
Dr. Abilio a 200 reif. 'A
veinJn na Livraria de F. P.
Poulitreau.
Ra 15 d = Novembro n. 46
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Diario ce Pernamiinco Ter^a-fei-ra lO de Deiembro de 195

DAO
10:OOOSOOO
A quem provar a Mo uthenticidade d qalquer dos attestados infra a favor do
PEITORAL DE CAMBARA'
1BERCUL0SE PULMONAR
Bliim. Sr. J. Alvares de Sjczs SoartBPd>
tas-Levo ro conbecimcnto do V. S. o eegoiote
Acbar,dc-me matriculado oa Rscola Militar do
Bio de Janeiro, fol accommeilido de orna pneu-
mona, resollando ticcr iflectado dos polmfies.
e teodo oofoltado diversos mdicos, tanto no-
meopabes como alloraibas, nao obtive meibo-
rs8 oeofcomas. pelo qoe me \i oorigado a ir.-
terromper mena estados e voltar ao seto de mi-
nba familia nesia caplal.
gecdo mandado nspec'iooar d8 saude por
ordem do coromando das armas, fui jalgado in-
capaz para todo serv'ca do exercito por soffrer
de tobercnlosn uilmooar.
Vendo que oaaa consegua com os mdicos,
recorr ao Peiioral de Cambar** e com alguna
frase s desie maravilboso preparado fiqaeicoa-
pletaicr.te restabelecido de lio perigosa eofer-
nsidade, eiosaodo pasmo as pessoaa de mioha
amizade, qub julgvam-me incapaz para lutar
com a vida.
Muito grato me maoifestar-ihe o mo reco
nhecirxento pelos resultados que colbi com o sen
precioso preparado, podenco V. S. lazer desa
Carta o oso que Ibe coovler.Bal Cesar Fer-
reir da Coi. B lm (lira).
BRONCHITE ASTHMATi:A
filia,. 8r. Jos Alvares de Souza Soares-Pe-
ltae-^om a mais viva satisfago laofio mao da
neona para dar-ire;noilcia de u imporlatte
cura reamada pelo .Peitrral ae Cambra, a
goal servir de graode utilidad para a boaaai-
dde soffiedora. .
Ha ce-ca de cinco anuos pseos oe minna ra-
milla achava-se i tacada de bronebite asihmatica,
one Mi;-me viver debwxo da mais actrba oor,
nao obstante baver ella usado por longo lempo
moi'.cs preparados e receilas medicas indicada
nara esse fim.. ... ., .
Leono, no m, o Jornal de Noticias., desta
capital, nelle deparou se-me um annooclo Oc
Peitoral de Caronar. em que eram relatados
os eos ffneazes ffsitos.
Em vis:a disto, resolv comprar o preparado
e dei-o doente. qoe apenas com dona frascos
restabeleceu-se completamente do terrlvel io-
commodo que p >r tanto tempo a perseguir.
Sorprebendido por to adrolrav?! cora, com o
coracao repleto de immeosa alegra, nao cesso
de fazer votos pela prosperidade de V. S., a
auem a bomaoidade soffredora tanto deva.
Aoto'iraado-o a fater deatai liohas o ufo aue
Ibe convier, sobscrevo-me Ds V. S. atiento,
Teender e criado,-Jos Cameiro da Sil a
Rgo. (Babia).
ka __
HORRIVEL TOSSE SECCA
Sr. J. Alvares de Sooxa Soares. Pelotas-
Tenho a sallsfacio de dar Ibe meos agradec-
ment por oa cora que acaba de realizar o
Ptitoral de Cambari.
Ha dos anoos minba mu'.her sonra de urna
horrivel toase secca, acomoanuada de do*es no
pello faieodome de todo perder a esperanca
de sen re-tabelecimemo, pois nao posso expli-
ca'-lhe a p rc8o de remedios qoe uscu, recei
lados por mdicos desta cidade, sem colber re
iuitades salisfiCtoriOB.
Csfoalmen e, veic-me as maos nm olh^to do
qoe V- S. poblica e. lendo as curas realizadas
em toer-jas sfroelbantes a de mioba moibc
repolvi fazela experimentar o Pelitral de Cam-
bar, com o qoal restabelecec-se completa
men'*. ..
Pode V- S. fazer desta o oso qoe Ibe convier.
-De V. S. rmigo, criado e obrigadoJoaqoim
\!ves Czvalcant'. Fortaleza, (Cear..
BRONCHITE DE 30 ANNOS 1
Illm. Sr. J. Alvarea de Souza Soa'esPelo-
tasSon mmeosamerte grato a V. S., nao f
pela dehead xa de offerecer-me o seo preparado
Peitoral de Cambar,, ra-a corar-me de urna
rebeIJe bronebite qoe me atormentava ba maia
de 30 snni/e, coco pelo fe'ix resoltado oe ob-
tive, tomando esse ^nravilboso remedio, qoe
me restabeleceu d- omB esfermidade qne jo'g>-
va incoravel, atleoto a raloba idade de 71 annos
a e^ia' a'aca-to na ocrasio de ootro iocommo-
loa xflaenia. .
Sirvam estr* linhas de iP8ierrnho de micha
graM-o.Joo Coelho de Qoetroz. (Cidade do
Rio Booiio, Estado do Rio ue Janeiro.)
TOSSE ASTMaTICa
Illm. Sr. J. Alvares de Sooza SoaesPelo-
asS.ffetdo na qoatro annos de ouia "osee
aslbmatica, e nSo colbenflo dorai te esse longo
esp.co de tempo melboras coa os muitos r.me
dios tidos co- o efficaiei qoe me receitaram os
med ros, refolvi abaodooal-o. e expenmemar o
Peitoral de Cambar:., invenc&o de V. S.
Logo ao prlmeiro frasco tebei me com nm ai-
livlo sor rebendeo'e, e, qoando acabei o-ercei-
ro, es'ava completamente restabelecido, atre-
sentando boje orna roboetex como lalvex nonca
po?sol8ae. _
Com praxer affirmo qne o Peitoral de cam-
bar esl cima de todos os remedios conbecl-
dos para a asthma, bronebite e molestias pul-
monares.
Tef temunbando Ibe o meu r-coobecimento por
18o Imporlaote cura, autorisc-o a faztr desta
miDba declaracSo o oso qoe Ibe sproover.
ub8crevo-me. com alta estima e consideraco
De V. S. amigo.^reDerador e criadoMano^I
Cavalcantl de Albuquenjoe. (Pilar das Ala
gois.) >
FORTE PNEUMONA
Illm. Sr. J. Alvares de Sooxa SoaresPelo
las Compro um dev r scitntitleaodo V. S.
de qoe ba tempos acbando-me atacado de urna
forte pneumona, recorr a diversos preparados
aoe os medico* desta capital me aconselbaram,
gem obter melboras.
Por minba esponUnea delibertcao, resolv
xperimeuur ojeo Peitoral de Cambar., com
o qoal alcance) o resolta lo qce ba multo alme |
jas, e por ieso dou a V. S. floceros parabeoe
pelo em maravilboso descobrlmeoto, Ifimo
vo:cs para qoe a bomaoidade soffredora encon-
tr no seo preparado o alliviu que experimeo
le.De V. S. atiento, venerador e criado
Neaiono Antones Pereira. (Eabia.)
CONSTIPACAO E TOSSE
Sr-i, Jl. da Socxa Soares Atacado de ura
forte consttpaco acompaohada de tosse e te-do
tomada varios remedios sem o mere proveito,
a conselho de um amigo, experimeolei o seo
Peitoral ae Cambar e tSo lisongeiros foram
os effeitos. qon cootlnoe! a osal-o at restable-
cer me cotnpletamente, pondo de parte os oa-
tros preparadla.
A varios amigos atacados do mesmo mal te
obo juigado prestar um eer\ico recommeudjn
do Ibes o sen peitoral, qoe om verdaeiro al
li'o para os doentes.
Qu i-a a:eltar miobas felicitacea por tao otii
descoberta e creta-me-De V. S. atiento ciado
e obrlgado Arlbur Osear (General oe briga-
da).
BRONCHITE ASTHM TICA
Illms. S-s. Silva Gimas C Rio de Ja-
Jaoeiro Felicito-me por ver aoooociado em
casa deVv. Si. o remedio denominado Pe
toral ne Cambar*.
Soffreodo eo ba cito mexeg de urna bronebite
aelbmatica. qoeno me deixtva dorm-, e, sem
qoe os meaicoB a coneegolssem debeilar, pois
pois j a juigavam ebronica, resolv comprar ero
casa de Vv. S. o precioso medicamento e prin-
clptei a tomai o, observando cnidadosameoie a
dieta e rtg'men recummendadOB e prescriptoa
nos impreeso qoe o arompaonaram, e no Om de
pouco tempo, depots de ter tomado .Igoos fras-
cos, acbei me completamente corado
Gratifsimo aos introductores deMe maravllbo-
o preparado, te?o-loe8 que dem poblicidade a
e.-ta mioba declaraco, para della lersm coobe-
'irnento todos aqoelles qoe soffre-em da mesma
molestia.Joo Antonio da Silva. Barreado
(Minas Ge raer).
PRINCIPIO DE UMA TUBERCULOSE
Illm. Sr. J. Alvares de Sooxa SoaresE' com
erande praier qoe commuatco a V. S. qoe.
tendo estado ba doos uiezes com urna tosse re-
belde, a pon'.o de nao me delxar dormir rr.oitaa
ociie8, coosoltei diversos dioicos d"8ta cidade,
oa qu.es disseram que en eslava com om p to-
Cipio de t'.bercoloB -.
Parlo j de lomar diversos meii^rneoioB
sem proveito aleuto, lembrel me do eo Pti'0
ral de Cambar e, faseodo uso oe 6 vidro -
creio acoar me compleameote restabelecido,
vi6to nao ler mala tefsa nem febie, etc. e por
laso pode farer oso desta como Ibe luu 'ier, a
oem da bomaudade.De V. S. criado e obrl-
gado FranciBCO Jos de Ba/cel.08. t. empre
gado da Pbarmacla Delgado, ra Jos Oarives
o. 31 (Ro de Janeiro.)
BRONCHITE E TOSSE ASTHMATKA
llm. Sr. Jos Alvares de Sooza SoaresTim
est- por nm seleoilncal-o de mala ODas esplen-
didas coras devldas ao seo precioio Peno-al de
Cambar.
Por occaiio de eff'Ctoar-se um b3xar em
benetiiio da Bibliolbeca Pnbllca Peloteos. fo:
aacado de orna forte broicbite qoe me levoo ao
le o. Veodo-me proatrado e deaej.ndo o
mea resiabeleniaeoto o mai p-ompto poaeivel,
delibere o^ar o Peitoral de Cmoar; e o fli
com taota felicidade qoe, no lerceiro dia da mo
lestia. pode reassomir as mir.baB fonecaj de
oibiiuibica lo daqoelle estabelecimeoto.
Na mesma poca fol mioba Blblaba Jolieta
atacada de urna tese Impertinente, com car-
cter aatbmatico, e applic.odolbe eo o mearao
cfficaz medicamento, vi-a re^tabeleclda em poo-
08 dias. Sobsr.revo-me, etc.Francisco ce
P. Piree. (Pealas.)
BRONCHITE CHRONICA
Illm. Sr. J. Alva-es de 8ooxa SoaresTeobo
a salisfacao deescrever a V. S. para p/riicipar
Ibe qoe. BOtTreodo eu ba mais de qoat-o anoos
de bronebite qoe me lras>a a roaior parte do
tempo prosi-ado no leto da d6r e, osando do
seo abeo^oado Peitoral de Cambar?, apenas
com meia duz'a de frasee a resUbeleci me, e,
por is-o, don gragas a Deoa por ter eocootrad
lao beoeDc remedio.
D8pooba sempre de qoem com maior es-
tima e coD8ider3goDa V, S. amigo sffeicoi-do
e rumio obrlgado- Siltino Rlbeiro. (Teoeoie
coronel ebefe d con amlidade ca guarJa n co-
nal do Rio de Jmei-o.)
TOSSE COM ESGARROS DE SANGE
Lvo ao coobecimento do publico mais om
ir urrji ho alcaDCado pelo popolar remedio Pet
toral de Cambar, r reparagao do Sr. Jos Al
varea de Sooxa Soares, de Pelotas-
Havla seis annos qoe orna tosse grave me
atormentava di e coi te, faseodo-me oliimatneo
t- deltar abaodaotes eacarros de saogoe os
polmfies.com certeza, acbavam se aneciados e
eo teria iofallivelmeote de eoccombir terrivel
Hatea pulmonar 1
Um amigo, sabendo do meo estado, a:onse-
Iboo-me o precioso Peitoral ae Cambar, e
someDte com o oso de doxe vidroi deaie impor-
laoiisslmo medicamento, Coofgoi enrar-me
radicalmente, sentiodome boje forte e podeodo
j entregar-me a lides de minba faxenda do
Cerrito. Dapois deste caso tenbo aconselbado
a moila gente o Peitoral de Cambar, e todos
teem colbldo resoltados importaots.
Actoalmente fax oso deste preparado com
moiio aproveitameoto, micha Alba Neofridea,
qoe tambem se aeba soffreodo do peito.
Faseoda do Descanco, no Cerrito (Rio Graode
do Sol)Bernardo Jos doa Santos.
ASTHMA LE MUITOS ANNOS !
Sr. A- Dla de Freltaa Valle Itaqoj (Rio
Graode d) Sol Sendo V. S- o ageod nesta-
cidade ao Pei'oral deCambar. do S-. J. Al-
varea de S. Soaree, *t> Pelotas, dirijo-lbe a pre-
sente atlm de ati-sur qoe, soffrendo minba mo-
itier, ba rooi oe ancos, de astbms, s agora e
c m o oso conxtaote do referido medicamento,
Bono radicalmene corada
Pbso o presente attestado pira ter o etsejo
de recommendar to benfico preparado i cas
soas victimas dessa croel e fermidade, ffente
V. S. para tal flo aotorisado a fazer des de
cla-ago o oso qce Ibe convier. Dev. S
attei.to. venerador e oorigadoBazilio Pereira
de Atbayde. (Estaocieiro.)
TCSSE SECCA COM DORES NO PEITO
O abaixo asgoado atiesta, a p< dido de afca
comadre D. Rosa Mara da CoQ-eigao, com-isWde
le 38 anooa, coob'iocA dbil costorelra,
moradora oesta cidade, qoe principiando esta a
8 firer, ba perto de doos annos, de orna tost
ecca, com dores no pello e costas. respircao
emoaracada, oo maior extremo de aebllidade e
8-m ruaca obter alltvio com os aritos remedios
qae asoo, Picoa radicalmente curada com o Pei-
toral de Cambar, prepararlo do Sr. Jos Al
vares de Sooza Soares-
E endo o referido verdade, tambem por mim
o atiesto, a bem da bomaoidade soffeiora.
Joo Cor i Peixoto. (Ourives estabelecido em
Pelotas.)
COQUELUCHE SEM LLIVIO
A abaixo asignado altala, a bem da boma-
oidade, que teoao sido, em Dezembio pausado,
atacados de coqoelocbe seos naliobos Antouio e
Dejaoira, e sem terem podido obter alltvio om
o tratamento de seo los-re medico, deo Ibes o
coohecido Pri eral de Cambara do Sr. Jos
Alvares de Sooza Soares, e com quatro vldro-
dtste efficaz remedio, hcaram compleameote
resubelrcidos do terrivel soBrimento. Maria
Jos R. Barcellos. (Pelotas.;
CONSTIPiCAO E TOSSE
Eo, abaixo aasigoado, attes'o, a bem da hu-
mauuade, que fui atacado de orna coosiipag* i
acompaRbada de losee let* speralora, qae im
poBsioiliuva-me d esc.ever e nao me deixava
cooilpr o somno.
Sem ter alllvio algom, laocei mao do Peitoral
de Cambar, depois de ter feto do meo e*to
mago orna completa pbarmacla, e b6 este Im
portante medicamento removeo os soBrimeaios
qae tanto me atormeotavaro, dndome, tioal
mente, o deaeaoco 'da ooite e o Bomoo impa-
a*el.
E' dever meo agradecer ao Illm. Sr. Jo8
Alvares de Seoza Soares tao importante deseo-
berta. Por iaso, tenbo recommeodado o seo
preparado a diversos a miz- a, e o recommeoda-
rei sempre a todas as pes.oas qoe, por Utal.da-
de, oflrerem de molestias p-oveoieo'es de con-
8i picoas...Olympio de Assomppo Oliveira.
fSocego, Hioaa Geraes).
AFFECCC iULM'.NAa
Sr. J. A. de Souza SoaresPelotasAcban
do me ba 9 mezes saiamente affecudo de om
palmeo eje desaoimado pelo oeobom resoltado
ootido com orna mtinuade de prepara 'O es
iraugeir.'s, p'locipiei ba 3 mezea a tomar o
Pditoral de Cambar.
Aluda cao eet teimi ado o >0 frasco e j
me acbo completamente restablecido.
Devc, pi-is, a este poderoto remeci a minba
cura, qoe ibe commono p ira o toe v. S jal-
gar convenieote.Carlos Cooto (pbotograpdo
no Rio de Janeiro, roas danta Lona o. il e
Oarivea n. 10).
TOSSE VI0LENT1
Illm. Sr. Jof Alvares do Sooia SoaresAta
lado < e orna tose viohot, penioaz, tendo ttdo
por e paro de otto olas consecutivos, pela ma
nt, vomito', a ponto de Qcar sol-ocado, lem
brei-me de turnar o seo precioso medicamento
Pei'oral de Cambar e coai om (6 frasco fl-
qoei restabelecido, peto quj o fel cito.
Com toda a eoosiderac&o, sobscreve-me de V.
S. at eoto e admiradorCarlos Augusto Peixo-
to de Aleocar. (Mjor de (-avallara.)
BRONCHITE EM Un A CRIANCA
Illm. 8. J. A-de Sooza SoaresPtlotas
Acbaodo-se meu olbioho Arcbmedes atacado
de orna forte broniblle, ficou em p jocos diae
rad calmerte corado com o oso de sen precioso
preparado Peiioral de Camtar*.
Qoelra, por iseo, acettar o protesto* de meo
reeoobei intento, podeudo fazer da presente o
oso qoe Ibe apreover. S..u com estimaDi
Vv. patricio e criadoRodolpbo Taborda. (Eo
croziloada, Rio Graode do Sol.)
INFLAMMA^O DO LaRYNGE
Illm. Sr. J. A. de Sooza Soares.Pelotas-
No lotoito de prestar orna bomeoagem ao m-
rito do Peitoral de Cambar*, dirijo Ibe as
presentes liooas, narraodo-lne ama impor'aot
cora realizada por aquello afamado remedie :
Sendo accommettido de orna forte e pertinaz
inflammacao do larjoge, recorr & medicina,
sem colber resultado algom dorante quatro me
zes de acorado tralameoto.
Acbaodo me bastante mal, em estado o*e nao
poder levactar-me do leito, pela miuba c-xces-i-
va fraqoeaa, lembrel me, em om momento feliz,
de experimentar o Peitoral de Cambar e c-
mese! a osal-o sem a menor conanca, (al era
o desanimo de qoe eslava poseoido I
Em pouco tempo, com a cootinoacao do re-
medio, fiquei radicalmente carado 1
Pode V. S. 'azer dea a declararlo o neo qoe
be convier.
Sou com estima e coD-ideraco Do V. S.
amigo enriado ob' gadoJoc Marctoio Soares.
(Piritinj, Rio Grande do Sol )
TOSSE DESE8PERAD0RA
Illm. Sr. Jo- Alvares de Sooza SoaresPe-
llasSen lo atacada minha esposa de orna tosse
desesperadora e de carac'e'g'ave, lancei a.So
de diversos preparados sem colber oenham be
oeflcio, e, ten^o conb.'Clmeoto los bans resol-
tados do Peitoral de Cambai, mandet com-
prar doos frascos deste sen preparado e cera o
oso do primeiro 'oo man fes'aram-se me'boras,
sendo sofcien e o seguodo para debellar cem-
pietameote o terrivel mal.
Qoelra, polo, aceitar a expressao do neo re
coobe Imento, podeodo fazer desta o oso qoe
Ibo convier.De V. S. amigo moli ubriea-
do, Israel Antcnio Cidale. (Serros de T.-
quarj. Rio G.-anoe do Sol.
BRONCHITE, ROUQOIOO E TOSSE
Illm. Sr. J. Alvares de Sonta SoaresPelo-
fas Ve: In peoboradlssimo dar Ibe lootores
pelo seo benfico Peitoral de Cambar pois
tenbo-o applicado em pessosa de mioba familia
em casos de broocbres, rooqoidSo e 'osse ago-
di8slma, colbeodo os oielborts resoltados, pelo
3oe son incaosave em recommendalo aos
oentes do apoarelho respiratorio.
Aceite minbas felictacfies e Dos o recorr
pense pela soa descoberia de ta-io allivlo para
ob qae Bcffrem. Jercoymo Acacio S. Cao-
quero. (Babia.)
TOSSE CAVERNOSA
Eo, abaixo asigoado, declaro qoe, fazendo
doas pessoas da amizade de miaba familia oso
do Peitoral de Cambar, ffectivameote tira
ram bens resoltados, flcaodo coradas i tosse
caveroosa qoe ba bastante tempo as afbigla O
tabelliao, Francisco Pereira Ratros. (Rio de
Jaotiro.)
T03SES E ROUQUIDES
Eo, abaixo sBBlgnado, morador roaP. Lqiz
Gonxaga o. 176, oo Rio de Jaoeiro, atiesto que
nao b eo como todas as pessoas de mioba fa-
milia temos sempre colindo os mais satisfacto-
rios resoltados com o Peitoral de Cambar, do
Sr- J. A. de Sooza Soares, as tosses, rooqni-
dfies e mais affecces das vias respiratorias, e
por tase cao cessamoa de acooselbar o seo oso
as oessoaa de ossas relajos?.
E, por ser verdade, Brmo o preseote.Alfre
de A. Pinhelro.
TOSSE PIR INAZ
O abaixo asaignado declara a bem da verdade
qoe. leo o saa senbora feto oto do Peitonl de
Cambar, do Sr. J. Alvarea de Sooza Soare,
ticoa compleameote restaoelecida de orna tosse
pei'.inaz qoe a affigia.Joaqoim -at Rodri
goes. (S. Paulo,. .
TOSSES REBELDES
Eo abaixo asaignado, commer;ianle i praja
general Osorio, no Rio de Jaoeiro, declaro qoe
Mr o felto oso ao Peitoral de CambaT, do Sr.
Jos A. d Sooza Soares, em tosses rebelles e
oot-a enfermidades das vas respiratorias, co
ibeodo semp-e os mais satisfactorios resoltados
e bem assim qoe petsoas de mioba familia em
qoem teobo fe o appl'ea<;ao do mesmo prepara
o bao coludo os meamos benficos resolta os
Alf.edo Caetaoo.
TOSSE ANTIGA
El abaixo asaignado declaro a bem dos qoe
Biffrem de toases permazes qoe teado feto oso
de Peiioral de Cambar, do Sr. Jos Alvares de
Sooza Soares, quel restabelecido de ama tosse
que oa multo lempo me tena soffrer.Jos J.
Angosto da Foaseca (3. Pailo.)
TUBER ULCSE PULMONAR
Illm. Sr. J. A. de Sooza Soares.Faz doos
annos que falleceo mioba molher de tobe.colse
pulmonar.
Puncos mexes depots, miaba Giba mala velba,
de oome Honoria, declaroo-se com a mesma eo-
fe-midade da m.
Recorr a todos os melos aconselbados por
mdicos e coriosos para a cora de mioba filba,
assim como j (loba feto para a fallecida na e
o resoltado era sempre o mesmo : a molestia
caminbava a olbos vistos para o seo termo fa-
tal I O meo parete e amigo, o S major Jos
Manoei Barbosa, ar.ioalmnnte joiz de paz do 3-
diaincto de Pelotas, e maltas pessoas d'abi, sa-
Dem des'e c*8o deeesperador.
DesanimauM sem saber mais o que fazer, fui
instado por om amigo a dar mioba doeote o
seo elogiado Pe.toral de Cambara e, confesso
qae nanea vi remodlo '.ao maravilboso, pois fot
o qae salvoo miDba BlUa de orna morte certa 1
J ae ode dixer qoe a tsica polmooar Jodo
orna moleana iocoravel, q >e xomba de lodos
os melos acooselbadOB oa medicina.
Doa-lbe oa meas parabeos por esta g.-aode
descoeerta, e Daos o recompsnae pelos benefi-
cios qoe della ;.n resaltado bomaoidade sof-
fredora.De V. S. ele. OelOm F. de Vascon-
cellos. (Up-. y, Rio-Grande do Sil).
opin:Oes med s
Damos em seguida, em reson, a rpioiio de
minies dl8tlocti<8 neciets brazileircB e ettran-
geiros eobre o Peitora' do Cambar:
... O Pei oral oe Cambar e cm heroico
meio prtveoiivo e om aoxiliar no raiamtuto da
isca polmooar, leo freqoen'e no Brezil...
D-. Unas A. da Silitlra. Barra Mrnea (as
lado do Re).
... tem sido por mim empregario em di-
vers?s affecOes das vi;s respiialorias. obiendo
*eapre ob melbores resoltados...Dr. Fran
naco Marianno de Agolar. (Belm do Pata).
... om excellente balsmico e como tal o
tenbo empregaco nos doentes dr- broncbtes e
ll'ec;Oes pnlmooares, com grande proveito. tao
to mais por ser om expectorante oave e efficaz.
-Dr, ASkonio da Croz Cordelro. (Parabyba
uo Norte )
... tenho o empregado remore com mu-.to
b m resollado naa molestiss dos org' s respi-a
torios e lem a proprledade de ser om medica-
mento de sabor agradavtl, sendo bem tolerado
pelas creancas, em cojas molestias de grande
efficacia.Dr. Jos Joaqoim Pereira de Sooza.
(Cidade do Baoaoal, em S. Paulo.)
... aconselbo sempre este preparado aos
qoe ioB em de broacoite, prlocipalmeute aa mati a D;. Gemioiano Jos da Costa. (Pai.)
do com niDito boo* resollados Das molestias
oroocbc-pulmrn.res .. Dr. Se-afim vt Ro*
drigoea de Araajc. (Pelolai.)
i ... Ter hoo empregado com aseai proveito
em minba clnica as molesliaa brencbo-pulmo-
nares. .. Dr. Francisco Aogoe'o da Silveira.
(Recife.)
tenbo o empregado com o melbor resul-
tados as diversas affecges das vil s respiratori-
as, priucipalrxeate na bronebite catarrbal daa
creancas qoando stravessam a criae da primeira
dertl^o...Dr. Emygdio Bezerra Monteoe-
gro- (Recife)
... teobo-o aplicad* em mioba clnica com
grande proveito as diversas affecefies das vias
re-piratonas, especialmente qoando c bromeas.
Dr. Julio A. Camacbo Crespo. (Rio de Ja-
neiro )
... fol oltimsmeote obrlgado a lancar mao
delle em mioba cfiolra e jolgo-me boje habili-
tado para i (firmar qoe om dos melborea reme*
dios qoe em mioha praca tenho conbecido para
enfermidades do peito e vias respiratorias...
D-. C. Heoriqsoc. (Santa Victoria, Rio Grande
do Sol.)
... teobo-o empregado cera resoltados varo-
tajoeos as molesiias do apparelbo broocho pol-
n oaar, sobretodo as broocbites rbronicas e oa
coqoelocbe.o>Dr. Feliciano Teixti-a da Matta
Bacallar. (Par.)
... lenbo-o applicado em diversos casos de
aff- c.-oeB das vias respiratorias e tenbo obudo os
melbores resoltados...Dr. Joe de Azevedo
Maia. (Parabyba do Norte.)
T ,SE ASMATHICA
O iofrascriptr, major reformado flo exerclto,
atteota qoe, s ffrendo de orna tosab asmaiblca
1e monos anuos, cha se estabelecido com c>
uso do PeHo-ai de Cambar?, oo Sr. J. Alvare*
de Sooza Soarea.Feroaodo J s da Gam8 Lo.
oo (J guari, Rlc.Graode do Sol).
... exerce aeco benfica sobre a mocosa
das vas respiratorias, pelo qoe teobo abserva
do em minba clnica ..-Dr. Manoei Al ves da
Costa Brancante. (Rio de Jaoeiro.)
... maoifesta soa accSo especial sobre a
mocosa das \ias respirato'ias, por cojo motivo,
em miaba' dioica medica, tem tldo enorme
aceilacSo... Dr. Jos R. Ribeiro. (Belm do
Par.)
... tenbo-o empregado com resollados tm
poriantissimos em diversas afldegoes das vias
respiratorias, sobreaabtndo om caso de tober
colse locipiente qoe fol radicalmente crala
por este preparado, em D. Virginia alaria Mon-
des, residente oa capital do estado da Babia,
ro. S. Mtgoel n. 16.Dr. Alfredo Meodes Ribei
'o. (Babia.)
... teobo-o empregado em diversos doeo
tes, obleado excelleous riBOltidos... Dr. Pe
reir da Motia. (dio de Janeiro.)
... om excellente balsmico expectorante,
e como lal o tenho empregado sempre com bom
resoltado as affecefies polmooares... Dr. Vi
ceote Cyprtaoo da Mala. (Pellas.)
... teobo o empregado em molestias dos
orgos respiratorios colbeodo os melbores re-
ailados.Dr. Fraocisco Avea de Lima Filbo.
(Paabryba do or e.)
... tenbo-o empregado com graode provit-
lo oaa molesiias daa vias respiratorias.-.Dr.
Pedro Uonia de Macedo. (Valeaca, Estado do
Rio.)
... tem orna accSo especial sobre a mpcosa
das vas respiratorias, corando oo alliviaodo
xoitas molestias distas mesmas vias, o qoe
prova cabalmente a soa creaceoie procara e
aceitacao, que anda oio leve iuui producto al
gom officioal. -D. Octaciiio A. Cmara. (Pelo-
tas.)
... teobc-o empregado, com ptimos resol-
tados, as broncbtes e molestias do apparelbo
broocbo-poimooar...Dr. Baro da Matta Ba*
cellar, dar) ,
... Acbo o muito importante, nSo se pela
efficacia de seos resaltados em molestias do pei-
to, como tambem pelo agradavel Babor, qoe nao
faz repogoar o doeote mais delicado de pala-
dar. ..Dr. J. Lassala. (Antilhas.)
... empregoel-o com graode vantagem em
pessoa de mioba familia que soffria ba alguna
mezes de urna laryoglnte, acompanbada de
accesBoa de tossa ..Dr. Telasco de Gomen
soro. (Maraobao.)
... teobe-o empregado com brilbante resl-
tanos oas difiereotes formas oa oroocbte e em
alguos periodos da tobercolose polmooar...
Dr. Lopes Pessoa. (Keclfe.)
-.. gosa de propriedades emilientes e faci-
lita a despectorgac;e o eoosidero como excellen-
te meio para alliviar e corar a tosse qoando
convenientemente prescripto...Dr. Baro de
Itapitocay. (Pelotas.)
... om excellente medicamento, emprega(
El Badico-cirojano qne eoscribe, certifica
qae el especifico titulado Peitoral de Cambar,
del Sr. J. A. de Sooza Soares, del Brazil.me ba
dado admirables resoltados eB el tratamiento de
las eofermedades del aparato respiratorio, espe-
clalmeoto en las broacbills crnicas.Dr. Jaao
Peralta R. (Elqoi, Cb le.)
Tenho-o aconselbado na mlohi dioica, e
com elle tenbo tirado resoltados importantes no
tratamento das molestias broncho pulmonares.
Dr. Carlos Marcband. (S. Gabriel, Rio Gran-
de do Sal)
... T-nbo o empregado em mioba dinica
nos casos de molestias br n bo pulmonares, co-
Ibendo multados moito 8 tisf.cto-ios. Poaso
em vlrtode deases boos resoltados, garantir a
efficacia deste medicamento -principalmente
qaaodo esus affecces tiverem tomado o car-
cter decbronicidade... D'. Luiz Joc de Aran-
jo Fllbo. (Sapocau, Estado do Rio./
t.
r
...tenhn obMdo ptimo resollado oa ap-
pllcaco do Peiioral de Cambar oas molestias
broocbo-polmonares.Dr. Polycarpo A. Arapon-
ga do Amaral. (Po-to-Alegre.)
... empregoei-o e com o melbor resoltado no
hospital da Sania Caea de Misericordia oas affec-
efies em qae indicado, e comiedo a empregal-o
com o mesmo resollado na mioba dioica civil
Dr. Israel Rodrigues Bareellos Filbo. (Por-
to-Alegre.)
... tenho-o empregado com felii xito oas
affecces calarrnaes-broncbcae...- Dr Jos
Beroardino da Caoba Bntocbort. (Porto-Ale-
gre.) c** ''"?r
... tive occasiSo de o examinar e, com pie-
no riosDecimeoioV apooseibo o seo aso com a
maior coofiaocd. (Forrou'ariq loiercacional
fjdo Dr. Pires de A'meida.)
... leobo-o empregado com bom resaltad
oas molestias do apparelbo respiratorio...Dr
Aneiio Candido L Norte)
... tenbo-o empregado na mioba dioica c-
vil, Das affecefies broorbo polmooares, obleado
excelleDtes resoltados...Dr. Ceciliano Atves
Nazaretb ("ahia.)
... oa mioba clnica civil teobo tirado bona
resaltadcs com o Peiioral de Cambar, nos caaos
de broncbtes, nao e airadas como cbronlcaa...
Dr. Francisco Homem de Carvalbo.. (Rabia.)
... teobo-o empregado oas differeates afleo-
efies do apparelbo respiraiori colbeodo sempre
moito bom resoltado, especialmente em caso*
de coqaelache...Dr. Antonio Cardoso e Sil-
va. (Babia)
... lenh -o empregado com proficuos resal-
lados em todas as affecces broncbo-polmcnaree.
Dr. Goiloerme Pereira da Costa. (Baha.)
... t?oboo empregado com ptimos resalta-
dcs oas broocbites e molestias do apparelbo
broncho pulmonar.Dr. F (Villa do P alo, Babia.)
... ap'eerrta om b lo aspecto, possoe
churo e sabor agr la veis, qoalidades oe, 30
po'sl, J sao de grande valor...Dr. Vieira de
Mello. (S. raoli-J
> .. teoboo empregado em todas as man'
restaQfies broucbo-polmonares, sempre com mag.
niricus resalladosDr. Baillo R-ymuodo Ser
xas.. (Maneo?, Amazonas )
... lenbo-o empegado sempre com grande
proveito em todas as molestias do aofrarelbo
espiratorio.r. Aogoslo Serafim da Silva.
Pelotas.)]
^PEITORAL DE CAMBARA, remedio sem rival para as molestias das vias respiratorias, acha-se appromdo pela J"nta Cew-
irat de Hugiene Publica do Brazil, no Rio de Janeiro, autorizado pelo Governo Federal e premiado com as medalhas de ouro da Esposicao Bra-
zileira Mlema, Academia Nacional, Academia dos inventores e Academia das Sciencias Industriaes, todas de Fraoca,e com o premio especial da Ex-
nosico universal de Chicago. -~ __.--.,
VKDCNnoK-soe 3Nf^s ^DaxaNrcxDPA.3es ^xxA3axyxAeCXA.s oe 3aoG.^3ax^s
' B* agrente depositario n'este litado a
E PROlTIi UH1MI
24--Ra Mrquez de Olioda24

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