Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19653

Full Text

I*
-'-"/
AMMOLXSI
Domioffo I de-Doxembre de 189&
-*
HUMERO VIH

MBCO.
4
REDACTORES ANTONIO .WSJSRirVIO PINTO BANOl-.116 A E ACCIOLI DE VASCOXCELLOl e MAXOEL] ARAO
ONDE NAO SE PAGA PORTE SA0 tOSSOS ATES EXCLUSIVOS DEPBLICAgESNA FRAN- PARA 0S LGARES
Por tres mezes adiantados. .
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero auIso do mesmo dia.
8&000
151000
30^000
1100
Os Srs Mavence
.CA E INGLATERRA
& C.*, residentes em Paris18 rae de
La Granee Batere
E na Capital Federal O Syndicato internacional de publieidads
VIIUCLI AR' i I -/'j11 ijpH1"1" ^M*. sentimientos ole
samm
"
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado ..
Por trimestre vencido
Numero avolso de dias anteriores.
-'
161500
331000
#200
'i
Partido Ulepubliantr-Feaeri
CIRCULAR^ **
I lint. Avago Sr.
0= abaixo assignaJbs, rspresOJJtafct*3
do Partido Republicano Federal deste
**Estado, teema honra de coamjQRcaa
V. S. que o mesmo partido resolveu
upresentar aos sufragios do eeitorado
pernatnbucan.0, no pleito a ferir-se a 7
de Dezembro prximo, como seus can-
didatos aos cargos de Governaoor e
Vice-Governador os Drs. Joaquim Cor-
rea de Araujo e Jos Marcelino da Rosa
e Silva, aquelle para o primeiro e este
para o segundo dos ditos cargos.
Reunindo estes dous Ilustres cida-
dos aos requisitos exigidos para bom
desempenbo de to elevada missao, o
mais subido patriotismo e perfeito co-
nheciinento das necessidades cuja sa-
tisfafo demandam o progresso e des-
envolvimento moral e material d'este
futuroso Estado, torna-se incontestavel
que sabero continuar a agir na admi-
nistraco com a mesma hombridade,
energia e alevantados intuitos empre-
gados pelo actual Governador, o Exm.
Sr. Dr. AJexandre-Joe Barbosa Linra,
fazendo respeitar o principio d\ auo-
ridade e promovcndo de accrdo com
a verdadeira orientacao republicana, o
bem estar geral dos pernambucanos e
de todos que neste Estado residem
garantindo-lhes em toda plenitude seus
direitos, e rsalisando importantes me.
lhoramentos, alguns dos quaes j ence-
tados por aquelle benemrito pernam-
bucano.
Os abaixo assignados, convictos de
que a acertada escolha feita pelo Parti-
do, a que se presam de pertencer, me-
rece a approvacao dos bons pernambu-
canos, esperara que V. S. pelo prestigio
e influencia de que merecidamente gosa
entre seus concidadaos e correligiona-
rios polticos se dignar de empregar
o seu valimento e esforcos para a vi-
ctoria dos referidos cidadaos e que, na
hypothese, importa a victoria das boas
ideas, que conStituem o programma do
Partido Republicano Federal.
Antecipando os seus agradecmentos,
subscrevem-se com a mais alta estima
e considerado
De V. S.
,mtrc,Ti.itt civi'ia*;- no tongo aminii da i>i.s-.,la- :.; .si, cu ru a Triadade, rauito aerwam, frava Rib.iro & C, Geriruries Moreira da
Uas- dov ,g ii^nl O aekgern, ju- lA/Th^ mister, ( V ?,T"' Fre,ta3 & C"*CJB FaDia dd *Mte,
urna uecassidude' deriva Ja deste tira, ((tfc ex-
plica edafloij'a existencia da aociedade. Do
contrario, se tnlre o bein do individuo a ep*
sociedadi^exSttisse uraa incompatibildade, ou
a iiIKeuIdW^.-de _uaja corrciliagao, S'guir-se-
hi, que a sociedade ^CoDtraJiV>rta comeigo
mesma, e prtanlo, a scfa esplenda significara
o despotismo.
Limitando a liberdade iodividoal, subordi-
nando a conducta do nd.vi luo preoeitos es-
tabelecidos, a sociedade b fax astdbelecer as
condigoes para que cala liberdade exista ; e
por isto, que,longe da sociedade attentur con-
tra os direilos da ndividualidade, a sociedade,
na sua acgao repressiva, vem.apenas mantel-os,
e dar-ihes o a/ oio, de que elles carecem.
E' parliodo deste principio, que ella nao pie,
na funcgio que Ibe propria, de realizar o di-
reito e a juslica, esquecer o individuo, Sera es-
quecor-se si mesma.
Os dous pontos de vista oppostos os diieitos
da sociedade, oa direilos do individuo, podera,
era toda; u3 suas rtlagOe, abranger o dominio
da mai3 completa harmona ; e o desenvolv*
ment que traz a civilisago s sociedades mo-
dernas, tem chegado re.-ultados, que deraons*
iram ser esla a tendencia predominante no cur-
so da sua evolugio.
.No problema da penaliJade, nao pode se ab-
strabir d'estas coQsiderac.O-s, e ellas nao podem
escapar, como nao teem escapado, ao movimen-
to que se opsra sobre a vida social dos povos
modernos.
As institui'.Oes polticas teem estreita rea-
cues com os cdigos penaes, que modiiicam-se,
segundos as evoluces porque vio paseando os
Tactos suciaes, ou as modalidades que as ca-
racterisam.
A historia contesta de um modo absoluto o
acert d'estas asserges.
Quando o despotismo com sua mi de ferro
oppnmia os povos aviliados, quando o individuo
era apenas considerado a parte integrante de
um todo que o domioava, e o poder poltico era
absoluto; e cdigo penal era por demais ex-
cessivo, as suas deshumanas dispoacOes.
As penas as mais barbaras eram impostas,
revelando o barbarismo atroz dos lempos ; e a
coodlgao degradante que o liomem estiva r-
dozido, as hunjuDaQes ignominiosas, os soN
Joaquim Joti de Alnada Per- fr,mento8 os mais acerbos, ludo uto caracte-
nambuco. A risava o tvpo do poder poltico estabelecido.
Ur. Francisco d Assts Rosa e Silva. \ ... ,
Miguel Jos a"Almeida Pernambuco. A lei p9Dal expr,m'a 80meBl8 ,Qtere88e d
Jos de Cupertino Coellio Cintra. > 8
Dr. A. A. Pereira de Lyra.
A M-ve ia?, nio' uai fim absoluto, exista f Uraeote ^^pfo pN.irtltfo contaposij a cosi, mio, para realizacj de um flifqne ^ransform^go. ftis, porque, como pliecome'
d"bem e individuo.
O goU'rtj^s-Mp da psnii imposta ao criaiiQOS9;
m anormal, a forma primitiva poJeaiota ap-
precr uo meio Jas acluaes quj d'dlln deriva*
ram-se.
Eis alii o fa:to explicado como producto de
leis regresa vi?, qaa certimant-s qS) podiain
Ate. .im1". e corteJigioaarios
Qdanao 3 peca foisfl si-npl-ism-ate de degre-
do, que di se sempre nos crimes mais laves,
seria cumprida em qualqu*ir cidale oa lugar
d"signalo.
Mas o degredo icaria] sendo tambera urna
condicSo de toda a pana ; quer se tratesse de
yisi cellalar, quar de prisaj cora, trabalho,
holar se, era bsoluto, das que Ihe fio oppos- i-iaivo o casi de priso simples, quanlo o crirae
ta% ou progres3ivas. ilorleve por sut natureza, e exprima antes
E nada mais naturai do que as formas pn utrn iofelicidade daquelle que o commetteu.
mitivas resurgirem, quando as existenies, re O cumpria-f-nto de penis na cadea das cida-
velando a sua inconsistencia, ou a fnquea da dados nos lugares era que o crirae fui crame'-
forg* que presidio a sua formagao, submergem- t. io, alara de tornar-se pouco couciliavsl com a
Freitas&C, Francisco Roberto de Araujo, An
tomo da Silva & Irmao, Antonio Lins Carreta e
Joo Pinto.Informe a i. secjSo.
Antonio Pinto da Silva e outro, Antonio Per-
reira da Cunba Lago*. Belmira Cavalcante, Fran-
cisca Amancia das Neves, Pedro Francisco dos
Santos Costa.A' l. secjao para os devi ios
fina
Manoel da Silva Noaueira, London: an t River
Plata Bank Limitei, Banco Popular re P-*rnara-
buc.Informe a 2.' seccao.
Vasconcellos & C, Joaquim Gomes Ferreira
d S Lei-.ao, silva & CInforme a i.* seccio.
o PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimares.
se, sob a impulsao do movirnaato evolucioaista
em sentid* retrogado.
.. E anda que os progressoj rualisados e de
terminantes da forma superior, nao possam suc*
s.g'iranca que deve existir era Ues prisas, de
o 1 ie podem evadir-se 03 criminosos com a pro-
tsesio Je influentes as localidades, pode ser um
me'-j anda de violar as garantas que a lei
curabir, prestando ura valioso concurso para o! con :ede ao criminoso, expondo-o a vinganga e
seu levanlamento, ella nSo pode evitar ura pe
nodo de verdadeira decadencia, que approximi-
a rauno do seu total aniqutlamento.
E por isto, que mesmo no centro da mai^
elevada civilisagao, podem as instituigos que
'elia re-u'taram, cahirem, como o incauto as
profundezas de um grande abysmo, quando
aos odios dos offendido3, quando tenliam pode-
rlo oa locaiidade, ou meregara favores de qpem
po3sa exercel-o.
Constantemente, eva le n-se das caJeias do
interior condemnados, e com urna facilidade ad-
miradora; pare-endo, 010 alguns casos haver
cumplicidade das autoridades locas s.
prejecta a sua trajectoria na j immenso caminho i' Depois, a nostalgia que o degredo produz,
de desuno. 1, 1
E norislo, dixemos. que era tudo que novo,
Francisco Cornelio da Fonseca Lima.
Dr. Marcionillo Lins.
Hercnlano Bandeira de Mello.
Jos de Medeiros e Alburquerque.
Luiz de Andrade.
Francisco leixeira de S.
Eduardo Augusto d'Oliveira.
DIARIO DE PERNAMBUCO
EECIFE, i. DE DEZEMBRO DE 1895
Cdigo Penal
i
Logo ap- o movlmento transformista que se
operou no pa z nos dominios da ordena poltica,
a nossa leg. agao penal passou por diversas
alteragOos.
Se alguraa modificagoes feitas no Cdigo
Penal, promalgalo ao installar-se o uovo reg*
raen poltico, importara um aperfeigoamento da
nossa legialag&o penal ; outras, porm, Bao se
acc>.rdaram com os principios saluta'es da
3Ciencia, creando disposiges inferiores s exis
tentes iao antigo Cdigo.
A substituigo feita da pena de prisao com
trabalho, pela de prisao cellular, foi urna lem*
lambranga infeliz, urna reforma que nSo alteo*
deu aos progresso3 feitos pelo estado da pena*
lidade, que deve altender s innmeras circum-
staucias inherentes ao problema complexo, que
se impOe vida das sociedades, de arredar de
seu dominio o elemente pernicioso e infenso
aos principios de sua conservagao e existencia
E' preciso que a sociedade exerga este direi-
to, cerno um recurso necessario, mas aem
esquecer que nao Ihe cabe inutilisar, eliminar,
sein qualquer ordem de considerago, todo o
indiviuuo jelgado delinquente, ou infractor das
leis penaes estabelecidas.
Se, porque, nada se pode esperar da morali-
dada de um individuo ; se, porque, antes elle
revelon-se nm reprobo locorngivel, um ente re-
fractano ao uormas da vida social, tendo urna
cenducta Incompativel com as conveniencias
da orcui e do decoro, e da seguranga geral; a
lociedade atlribue-se o direilo do exterminio
de urna tai ir.dividualida.Ie, nao circumscreven*
do os limites da penalidade, medindo-a, segun-
do os pe'i ios que a liberdade do indi vi-
(IBO ocri-T; .1. lo pode produzr, consideran
do e gra de pervertidle revelado pelas
circtm?'"r:'c o facto criminoso; deixan-
do, :'- iiiiit-te, de considerar ludo quanto dis-
aer respelto ao individuo, para collocar-se
exclusivamente sob o ponto de vista do inte-
rene social d-se seguramente ama disposi-
. manter em torno de si a escra-
Ividao dos povos, que elle diiigia.
Asfim, muitas vezes, oa fados de carcter
poltico, ainda que sob o lado moral exprims-
sem faltas insignificantes, ou me^mo actos in-
teiramenle innocentes, eram severamente pu-
nidos, se contra elles dava-se a obaecagao dos
caatames, ou prejuizos derivados do autorita-
rismo poltico ou religioso. Por longos aecu-
loa viveu o liomem como um escravo da socie-
dade de que fazia parte.
Entre o govemo e a sociedade, a distinegao
nao eslava ainda eslabelecida no cosmos das
civilisages ainda nascentes, na grande nebu-
losa dondetahiriam as grandes evoluges da
bumanidade, entSo, sob urna atmosphera ea-
pessa e sombra, cujos elementos trazlam mais
tarde, per sua consolidagao, destribuigao, e
combinages, novos organismos, em que a vida
social, as suas vicisitudes complexa, e na
differenciagao de todas as suas relagOes, adia-
ra diaposigOea adaptaveis ao seu mais ampio
desenvolvimiento.
Os goveroa tnham o tvpo da sociedade,
d'onde origioavam-se ; e tornndole intetra-
mente ab-orveates d'esta mesma sociedade,
comprimiam o seu deaenvolvimento, e impe*
diam que esta tivesse qualquer especie de pro-
gresso. A argao dos governos tornavase as*
8m compressia, e sempre demasiadamente
desptica e autoritaria.
O eupplicio da roda, as mutllagoes do corpo,
o esquart-jamsnto, os procesaos de bumilba*
coea 6 dolorosaa torturas, porque passavam os
condemnados, constitairam o horroroso quadro,
que, atravz muitos seculos figuraran) a mais
hedionda aelvageria, com que o hornera altes-
tou a crueldade brutal dos seuaiostnctoa.
A escravlda.-, portaoto, nao foi urna condigo
excepcional, um faci que recaase sobre ama
classe da sociedade, mas a condigo normal
das sociedades humanas, dominando a sua vida
compreben Jendo-as, no seu periodo de forma-
gao e de deaenvolvimento.
Entretanto, certas classe3 fleando distancia-
das das cutra?, como elementos de formagao,
ou de apoio ao poder poltico estabelecido, re*
duziamse a mais degrandante condigo, que
caracterisava o facto conhecido da escravi*
dao.
As transformagea polticas, como um pro-
gresso do deseovolvimento das forgas compri-
midas, supplantando o jugo que as esmagavo,
e effsctuaodo conquistas edificantes, nscaram
dos cdigos penaes a atrocidade de suas dis*
poelgCes, ou foram moderando-as, de modo ap-
proximal os todos dos principios verdadeiroa
dodireito penal.
O homem foi sempre no decurso .do lempo
ou feto com a reforma do qu j \ existia, impor-
ta um progresso.
Muitas vezes, porm, no modo de satisfaze
a tendencia progressiva, resulta^um desaccordo
completo de suas objectivagOas co.n a compre-
lieosao dos principios determinantes \ sua
direegao e desenvolvimenio ; e porque, mui-
tas vezes, factores extraob03 interrompem o
curso que ella deveria ter.
Assim, um mo<*imento de constantes oscdla-
gOes interrumpe a evolugao social, cujo resulta
do final, deve ser a completa buoanisagao do
homem, isto 6, a situagao, em que objectivanrse
todos os seus mais elevados attribulos, e o ser
humano attioge o grau mximo do seu aper-
feigoamento.
As penas de carcter brbaro desapparece
ram de quasi todos os cdigos dos paizes cultos;'
apenas, alguus vestigios ainda desoobiem se,
aqu e acola.
As leis penaes em nosso paiz sempre foram
isenias do carcter da crueldade, evitaram ex*
cessos que revelassem o espirito ruda e o, pres-
8ivo do legislador, oa a ,-ua exlranheza aos lo*
teresses da huraupidaJe
O liberalismo que dominou as nossas inslitai-
es polticas logo apoz a independencia nacio-
nal, reuectiuse tambem aobre as nossas leis
crimioaes, modiiicou em alguns poDtos a legia*
lagaa civil.
O cdigo penal reformado, nem pecou pelo
excesso, nem deixoa de graduar a pena segun-
do a natureza do crime, e o maior ou menor
gruu de perversidade que o caracterisava. O
que se fazia sentir, era a falta de sua completa
e rigorosa applicagao.
A pena de merlo exista como lettra mora,
e deixou de ler execugao,;desde meio seculo,
mais ou menos. O novo cdigo penal abolio-a*
A prisao com irabaiho e gal foi substitu Ja,
porm, pela de prisao cellular.
Esta pena admttida, como substitutiva da
pena de morte, de algum uiedo deshumana, e
contraria os fios da penalidade, qualquer qne
seja o ponto de vista das theorias do direilo pe
nal.
Se o fim da pena, ou por outra, o facto qua
a determina, a necessidade de separar o in-
dividuo da sociedade em que elle vive, afim.de
defendelados atlentados que elle possa cunce-
ber, e que as suas qualidadea ou perversidade
natural, fazem prever, lodo meio empregado
para cne&ar a este resultado justo ; tornndo-
se, porlanto, dispensaves todas as con ligos
affiictivas, quando desoecessarias para evita-
rem a evaso de criminse.
O iso.amento absoluto do criminoso, a sua
conservagao por muitos annos em una cellula,
limitando se a um pequeo espago, mal vendo
a luz com que a natureza da vida e vigor a ludo
que existe ; mal podendo respirar os elementos
d um ar livre e puro que nutre os seres ani~
mados, a privagao absoluta de todas as Impres-
fes, que alentem o sea estado moral ; tudo
Isto, torna-se urna morte lenta, um mariyro^da
todos oa dias, o enfraquecimeoto de sua saude
cada vez mais debilitada, do meio das tribua-
ges que entorpecen) as suas faculdades rao-
raes.
Esta pena s pode ser admttida por um cei*
to espago de tempo. mala oa manos duradouro,
conforme a gravidade do crme, oa o carcter
de perveradade que o reveatir.
Assim, para os crimes de morte, cujo mxi-
mo da pena i de prisao cellular por trila an-
uos, esta pena seria reduzida a quinta parte
do tempo, depois do qual, o conderanado su*
jeitar-ae-bia a prisao com trabalho.
Nos crimes em que o mximo da pena fosae
quatro aonos, a prisao cellalar nao excedera
um arwo.
Os predios para caroprimento da pena de
degredo deviam sar aproveitados quao'.o fosse
possivel.
E n'elles deviam cumprir sua pena todos-oa
criminoso-, salvo aquelles que nao fossem ha-
bituados ac crime, e que nao os commettesaem
por um motivo frivolo ou reprovado. As ilhaa
, r--i -o- -1 -'*s f.w -,
;iXiv.i*.gv> .oopeisora do animo dos crimi
Bjmm,v ura cffaUo poderoao da pena, no aenli*
do de afectar o seu estado moral, fazendo o
pasa-ir, talvez, por urna translormagao, que as
novas e extranhas impressOas produzem ao re*
fleclirem na situagao em que acbam-so.
Nj Longresso Legislativo discute-se um pro*
jecto de reforma do cdigo, que consagra o
Humanitario principio de reduzir a prisao
cellular um tempo mais limitado, fican-
do assira modificado o exagero de urna penali*
dade at certo ponto deshumana, que os mais
barbaros eiraes nao justicam.
Entretanto, manter em parle esta pena, pare-
ce ser anda urna necessidade, em face de cri-
mes atrozes e revollantes, que fazem desappare-
cer todos os sentimentos de compaixao para com
estes monslros que reveslem a forma humana, e
que parecem. indomaveis todo o freio que se
Ibes possa oppor, e como que desafiara a colera
da sueiedade, para expeilil-os do seu seio, como
seres estranbos, destituidos dos caracteres que
destinguem a bumanidade.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 30 DE NOVEMBRO DE
1895.
Dr. Albino Gongalves Meira de Vasconcellos.
O requerido imoorta urna revisaa no alista-
men;o o que a lei n. 93 nao autorisa a esta Pre-
feitura.
Secretaria da Prefeilura Municipal do Recife,
30 de Novembro de 1895.
0 PORTEIRO,
JVuno Ahes da Fonseca.
TBASSCMPCOES
FARTE FF1C1AL
verao do E*tM(lu
uanabuco
de Pi^
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 28 de Novembro de 1895
Joao Baptista de Soaza Monleiro.Informe a
3.a Directora.
0 porteiro,
Archias SI afra.
DO
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
ESTADO
Despachos do dia 29 de Novembro de 1895
Hanoel Azevedo Ramos.-A'secgao do Con-
tencioso para fazer os devidos abonos e devol-
ver.
Antonio Lina Correia, Antonio da Silva & Ir-
mao, Francisca Roberto de Araujo, Fretas &
U., Francisco Fabio do Monte, Fre las & C,
Gertrudes Moreira da Silva, London And Ri-
wer & C Vianna Ribeiro & U., Vasconcellos
&C, Silva & C, Joaquim Gomes Ferreira de
SaLeilao, Joao Piulo, Joaquim Marcellino Tha-
deo, irmandade do santiaaimo Sacramento de
S. Jos, Francisco Ramos da Silva, Antonio Jo-
s Moreira, J. H. JJouxwll, Joao Augusto da
Costa Moreira, .os Ricardo da Costa e Jo&o
Francisco Leileluforme o Sr. Dr. adminis-
trador da Recebeuona.
Francisco Brelualdo Bezerra Cavalcante.
Volte ao Sr. Dr. Sub-director da 'Jontablli-
dade.
AnloQio Francisco Cordeiro de Mello, Jos
Francisco de S Leilo, Joaquim Elesbao Bar-
bosa da Souza, Jos Wanderley Vieira da Cu-
nba, Joaquim Guaberto da Costa e Mana Precil
la Vilella uos sanios.informe o Sr. Dr. Sub-
director da cootabilidade.
Antonio Hoto da Silva e outro, Antonio Fer-
reira da Cunha Lagos, Belmira Cavalcaote,
Francisco Amando das Neves e Pedro Francis-
co dos Santos Cosa.Ao Sr. Dr. administra-
dor da Recebedona para faxer as notas e de-
volver.-
Fernandea Jnior & C, Fraacuco Antonio
de Meodonga, Fraociaco Souto & C, Gomes
Fernandos & C, Julia Soares de Azevedo, Joa-
quim Lopes de Azevedo, Joao Manoel Caseiro,
Marcellino Lopes & C, Ramiro Jos Paes, Mi-
guel Araujo Lima, Manoel Joaquim dos Santos
Ferreira, Thereza Josephina de Fretas S,
Thereza Carolina da Silva Preias, Bellarmlno
Fernandea da Cunha Alm.ida, Joaquim Anto
Dio da Costa, Uassimi-'o Jos Gongalves e Es-
trada de Ferro do Limoeiro e Jos Octavio de
Freas. -Diga o Sr. Dr. procarador fiscal.
Manoel Jos Vieira.Ao porleiro para entre-
gar ao interessado.
Joao Antonio de Oliveira Filbo e Joaquim
Henriques de Almeida.Complete o sello e
volte querendo.
-30-
Jos Joaquim Correia de Araujo.Informe a
secgao do contencioso.
\Vil80n Sons & cInforme o Dr. Sub-di-
rector da i.ontabilidade.
Luiz Salgueirai C, Henrique Fouqueau,
Isabella Juberco.Diga o Sr. Dr. procurador
fiscal. :
Jalino Von Sohston e Francellno Domingues
da Silva.Junte decumeutos protando o que
allega.
Ral Lasaeoe.Certifique-se.
O protocolla,
Francisco Mtlitino Ferreira.
RBCEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 30 de Novembro de
i%95
Dahl ama entente eot-e oa revolucionarlos
cubanos eos EsUdos-Uiidoa.lnao exteaaiva por
<|u-) a nypohese eqalvaleria a um romoiamnio
e host-.lidadea oca s propria n-gao bespaho*
la, mas aecrtta ; palos odaitaa maios de ao'
sillo a qae azi paiz de re:ur.08 pada aacar
mi.
Qiaolo ao xito do actual movimento, faitam*
me datos precisos soore que apoial-o, cirrgmi-
tela qa alias secuodaia no mea p ,nto da
vista. Em qnalqo^r bypoibese, viai-ae oa o5o a
tentativa. Cab em ura lauto prximo, ama
aolonia perdida para a Hespanba como meiropo
le soberana. Subsist-ara oa liba, ioda depois
la emaoctpagao, as cobres qu.lidaits que coa4
jtitaem o fundo do (-euio bespaobo'. Coba rica-'
*4 com^maa oma repreientaote da espirito ia-
tmo na livre America, dam origem ou a orna
Repblica iodependente oa a ura novo astro os.
Daodei-a constel ada da Ui) Americana.
E' a tterna le da historia, a xarcha nataral
da evolngao das sociedades numanaa. balbucan,
tes bontem, altiv.s e iodependen-es maiihi,
iogo qoe aitmgem a pleatu'e da saa razio, o
seaiime-tj da sua dignidade e a consci6ocia da
sua farga.
Assim n' fomos, assim ei) nosaos Ulboa, ata
ao dia eoj qoe a bunaoidade ioteira se unir em
estrello abrago, esquecendo as latas mesqonbas
da nacionalidade, da raja, da coaqj.8U e da
soberana pelltic, para apeuas.se lemiirar dos
que chorara e dos que aoffrem sob o imperio
bem mais terrivel de ama orgaois.gio econ-
mica e SKial divorciada dos p-iocipias e das
normas da eterna juitiga.
Cunha e Gosla.
: ;
Mifilfl
Periantos respoicosas a am
luinMtro da Enreja Evang-
lica por ana ueophito da mes-*
ana Egreja.
(CootiBuacIo)
PERGONTA QARTA
A Egreja Evanglica, na qual me afilias*
tes, ser verdadeira, e poderei per-
manecer tulla, sem arriscar a
minha eterna saivacao t
Isto seria diametralmeate opposto ao princi*
pi fundamental da nossa Reforma, e pereita-
meoto conforme ao capricho, e ao arbitrio, co-
mo tb*erv am doato escrlptor (1). E com ef*
feito, se se bouvesse de ter em conta de op-
oiOes particulares as autoridades allegadas, en-
bora numerosas, eminentes, superiores a qual-
quer aospeita, e concordes oa mesma dootriua,
em qoe uojia teriamos de levar 88 vossas opi*
nies, e a vosea doctrina ? I
Nao seriam ellas Ulnas exclusivas da vossa
intelligeccia, por consegalote oplotOes vossas
iodiviioaes, e parilcalarissimis ? t E embora
tivesseia consolidarlos na mesma dootrina, os
voseos cclieas, -emoneradoa romo vos pelas
mesmas sociedades bblicas, podaramos, oara
seaoir a voaaa. orefer-r a dootrina de ora Le-
benin, de om Kruumacae*, do um Lavater, do
ura C'auseo, e de (otros mullos coobecdos pele
mundo iodo por cansa das suas p-odueges lit* -
tera'iaa, pbilosopbicaa, tbeologicas e exegetl*
cas?
Parece-me qoe tal cousa nio podaramos fa-
zer sem reoegar s principios mais comesinbcs
daqoella luz da razio de qae Deas aos dotoa.
Nio vos offeoda:a com Uto, seobor ministro,
po-que tal nio a minba iotengio. O eatado
de periaaoacio em qae me acbo ; oa remoraos
qae dilacerara a mioha cjoacienela me obrl^am
a u-ar desta franqueza. ?e as miabas dovidas
se acbarem des itaidas de fondameato, nio vos
costara traoalbo o resolvel-as, mea.dever pro*
por-vo-Ias.
Para defeoder a nossa Reforma, dlzeis vos
CUBA.
(Da Provincia do Paral -
C-no-vi Boa, alete civil d 858 eo-tre traba-
009 e melropole, lermiooo por um convente em
1878, comprometteDdo-t>e a Heapanha a fazer o
revultosoj certas conceseOes, destinadas a um
melbor rgimen de matbalidade de aervigos.
Foram estas clausulas camoridas por parle da
metropele. Algomas incompletamente e outras
looge de Ibes ser dada satisfagao, pelo coatrane,
se aggravaram por forma insapportavel.
A estegrupo penencem os ooos iribolario?, as
hberda^ji--.arJmniisiraiiva e commercial.
Em IrJm e 1885 o orgimento das despezas
elevava-se somma fabulosa de]ceoto e sesseota
milbOes de trancos (3J.067.HO piactras) distri-
001 ios pela forma segaiole : SO milbOes de frao
coa (10 rrailnea de piastras) representando oa
jaros e amonizagao da divida; 45 milbOee de
francos (9 mllboea de piastras) as deepetas da
tuerra ; ti rrffKoes de franco (2.20.000 pias-
tras) as daaaahnha; 3.SUO.0O0 francos......
(70'J 000 piastras) el ordem publica*; 13 mi-
ibOes de francos (2.337.000 piastras a guardia
civil* ; 25 mllboea de francos apenas (o milbOes
de piastras) todas as outras desposea de real
otiiidade, como trabalooa pblicos, inairocgSo
poblica, admioialragio, etc., etc,
A media do imposto por habitante attiogla em
Coba a 106 pesetas oa aproximadamente 111
fraucoa, ao paaso qoe do Canad era 31 a 32
fraocos, Da Martinica e Guadelupe de 20 a 23
fraocoa e em todaa as colora a loglesaa de 12 a
13 fraocos.
O rgimen colonial bespanbol em Coba cooti
good a reproduzr as medidas opp-essivas das
epocbas absurdas do monopolio me'ropol taoo.
Receioaa a cada- momento de orna exploa&o vio-
lenta por parle dos loaolarea. a Heapanna ag-
gravoo o orgameolo da ilba com am effectivo
mili ar, verdadelrameote Inioleravel.
O exercito de foocciooarioa, looge de dini-
qair cresceo a olbos vistos. 1
Uoba trao8formoa-ae em bibern de todos
oa pretendeotea da melropole qoe aaaedlam o
goveroo com as euaa multiplicadas e imperti-
nentes exigeacia*.
Estas fados teem sido mil vezes apoolados do
parlamento beapanhol. A lerna qoestaocubraa
resurge em cada legieUtora com novos espita-
^aZZrZ&Ta'o problema, borne. EJgffZR i SSTlS "2SS
babel, e experimentados no es.udo dos assom- fSSXSlfUSL 2K" "^ C0Dfrm8
los graviaaimos da admioistragio ultramarina,
procuiam fazer-s? escotar, eipoado os diciames
do bom seoso. Todo porm, intil. A ce-
gueira qae al boje tem prodazido desastrosas
cooseqoeoclaa a Portogal e a HespaDba, no
dominio colonial, a nada cede; com tudo ar-
roata.
O absurdo, o arbitrario, o descoooezo, conti-
nan) a imperar na gerencia da tnaia opulenta
das Anilinas. O .me se pasea, ponadlo, era
previsto e era fata1.
ktaa cutra circn staociaa ba, porm, e impor-
taotissima -jae n> ira tem ou.nbuidj e contri*
huir anda para a independencia de Coba.
O grande comm co aeimpo-t-gio e expor-
tagao da iloa rival)-a-ae com oa Estadas Unidos -,
Cuba, comoqoasi odaa aa colonias productoras
de gneros tropic s, soff e do- serios iaconve-
mentes da cattu a anica. All o assacar
como do Brazil u caf.
A liba importa..1, portaoto, dos Estados Uni-
dos lodos os geaeras oeceasarios a vida e anda
movis, atensilios. vestuarios, adornos e quanto
ple tornar a exu-'eocia coaforiavel
O commercio de imoonagio era, porlanto, ex-
tenssimo e, ao paaso qae aproveitava ao go-
veroo beapaonol e ao coosomidor, rep-eseouv-i
para a Uniio Aotrlcana am excelieote mercado
dos seus productos.
O errado rgimen colonial da Hespaoba nao
permittio, porera, a caatinuago deale Sfstema.
A metrepoie, em oroveito da alguns dos seus
commerciantes, iodost iaes e agricatares, co-
megoa a laogar direilos probibitivos sobre os
prou-.t .a daa Estidos-Ualdo", almilarea aos da
peninsala e estes por sea torno soorec-rrega*
a o excesaivameote a exoortagie cabana.
Effeito cooiraprodacent*, como seria loe co
esperar. Atsim, de 800,000 tooeladaa em 1873 a
prodaega do assacar cubano deseen a 400,000
em 189i, com ama grave deprectag&o no merca
10. E a expo tagio para oa EsudosU ndoa.
que era ae 430 uili.e* ie fraacoa (85 nailDoes
e mel te doliare) em 1874, deseen a 330 mi*
tobes de fraocos (63 544.U00 d llar) am 1S83.
Ssria ura nunca acabar a eooraeragio dos ab
sardea deste regl-neo B para dalles offerecer*
mos ao le,lar ama paluda lda, bastar citar o
segrate :
O mercado de Cnba est fechado aos trigos
des Estados-Uaidos pelas madidaa probibitivaa
da melropole. aooob ieem bavido em qoe o t-i
go prodozido em Hespaoba tem sido iosuffijien-
te para a saa alimeatagao, veado-se esta fo gada
a imprtalo da Amrica do Nar e. D- forma
que o trigo dettioado a Cuba, vai doa E ladoa*
Uuidos aos partas aespaooes, paga ab os ca ir
petantes dir.toa, reembarcado coau trigo bes-
pinho chega a Coba, oovameota (ribo ado e
s depois latrodaz do no coaaumo 1
E, como este, mil out'o faatus curiosissimoB
e por igaal edifficantea I
Evidentemente esta siloagio iocompiivel
com o progresso da cjlooia e nao convm nem
i metropola, nem a Cuba, nara aos Estados O-w"
dos.
Es as lucram uioito mus com a libardale do
commercio que tra.ia lacros mjJicos, mas larg"
expo tag>, ao3 elevados lucros de ura dirwt
excesBivo sobre os tabacos e assucares ccbno*,
em ato k ae dia para dii redundo. P-r sea
lamo ob cobaoos, alm dss raxOes ji aportadas.
se banaaisaodo, e este o effeito radicaV da Vvtixadas no Oceaaj AlUnlico, eas mais arretttt*
Garana Maria de Souza Wanderley e Dr. attingrara ama malo aue em qoe u
Beuto Jos da Cesu.-Ioformo a 2.' secgio. .W da mdep.jodeocia f.cilmeute se explica e am
JoQjtoa Pater & C.-CertiQque-s .
atting tara orna malo hade em que o eea imen-
lo da ndep.-odeoc]
pamente jaBt.ca
a dootrina da propria Egreja.
Hnralo mioistro Quem roa deamente, p-o-
vaodo inexacta a vosea aaseglo, am protes-
tante de eaogae paro, qae ja cite!, o qaal admi-
rando a ooidade prodigiosa da doatrioa da Egre-
ja Romana, e lastiman Jo a liberdade aem limi-
tes de interpretar toao coaformeo proprio sea*
tido, qae ee eocoaira oa nossa Reforma, deixou
escripias as palavras, qoe arada reproduio:
Na Egreja Catnolica, a qualqaer dos seas ade-
ptos pela aubmissio s suas decisOe*. 0S0 ba
qae escolber entre o aceitar a f da mesma
Enreja, oa deixar a creoga ebristi; por hso ea-
ire oa catbollcoa Dooca se oave dizer, qae al*
gaem abaadoaaase a doutrina da Egreja sem
deixar ao mesmo tempo a proflsaio de cbris*
lio (2).
jDeaejaria aia.'a saber de vos qaal a razio
po que nos vossos se-m5es e dos voseos livri*
na s iosoltaea ao Papa, chefd da Enreja Catho-
lica, e centro daqoella Umdade prodigio a, qae
os nosso* melbores escriptores admiram qai-
vos devorando a lnveja em vista desta anidado
admiravel, qoe oateata 1 Eereja R.maaa, coa-
Ira a qoal a nossa Reforma debalde esgota os
ltimos recursos, procaraes cora os argumen-
tos trivlaes do pasquim aogariar d'dO-re us ade-
ptos da mesma Egreja aqoeiles iofellzes, os
quaes oo intoito de melhorar sena iateresses
temporaes, se deixam levar por quera mai van*
lagos Ibe offerece.Eu nio dtrei tanto; po-
rm, atienden Jo ao tealemaubo franco e leal
com qoe moitos dos oossos escriptores mair
distioctos jasticam, a divina instila gio do P-
palo, a sua importancia e supremaca, oio ma
posso dispensar de vos faier a referida pergoo*
la qoal por certo nio vos costar respon-
der, visto a eradicgao vasta e loqoaz com qae
coatoauea atacar este erro* da Egreja Ro-
mana.
Pjb qoe Jesoa Cbri-to tfos restabelecer oes-
te mando o sea reino espirltaa1. que a sua
Egreja, teodo elle de voltar para d'oade viera,
era mono natural que escolbesse qutm visival-
meate e em cea oome a goveroasse; o qu 1 Ella
fez c-ras'.ituloio Sao Pedro a ma-mi E^ep.-
T Pedro, Ibe dizeodo, e sobre eaia Pedra
editicare a miaba Egreja.. a ti darei as cha-
ves do reino o Cea (3) Aascan a os mjU3
cordeiroj... apasseuta aa mmhas ovelhas. (4).
E S. Pedro com eff i o foi a Roma ; n?.B8a ci-
tada fundoa a Egreja, e estabeieceu sai Sede,
qae consagroa com o prop-losaogae, morreado
marty* nessa mesma eda te, e 1 aoj rindo nos
seas eaccessores a saa Su era ca. E- a, raais
oa meaos, a deot-tna catholica, a qaal ti-
ctono ament joBtiticada no* muitos doa mais
insignes dos nosso- easiptores, cajas princi-
paes pingeos voa rsp.-odozir luteralmenti
tra tundas.
Toda cociedade, como a E*-eja exterior,
esc*evem os lluatrea virbes, deve se- o-g-ni-
sasada, e, como os maabroa do corpo, ordena-
da iebixo de am cnefe, se nio qaiaer eaiar
iojeita a "e deaoadagr, e divid- ae em maltas
sociedades separad s (5).
Pa a evitar os scismas e as discorJias e ne-
oessario qae um teja prepasto aos oa-
ro (6)- ,
Se tola sociedada por aui natuexi tenie a
concentrar a fo ga, ae deve aappor, qae a soe-
ior.a lnOaita do Homem DJoa n*a ae.p-ezasse
essa -rovi'encii o* luadago da sua E .ji v7).
liom effei 0. Je-aa Lbnslo escolbea P^dro por
chefe ae saa Egr ji (8).

*
I
I

i
1


mrr-' -c?c-

./- -~^
si*t.
9
,
C<
J'
*
Ksrto de Peraamlmco Daminyo l de Pezembro de !9&i
J' cuto que & Ssar* (4 a. naintolrn sst ti"" r Podero vir recabar a wn-qaoiae sartas ae
tolos (9), e na verdade os dote apostlos no poisaidorasjloscarlOes
estanam entre il lio o n cardes e tao ooldos se
um nao tltesee presidido sos ostros.
Desde eese tempo u que a grteado Ssnbor
e a mal abaodante do que baje, fc este o me-
lbor meio (10) (para- tnaerva- a unWad*).
Qae S Pedro estivesaeem Rima, g&d baver*
cbristo, que o segu (11).
Este a u (telo atistalo por toda
dada, -m 3B *
Seria tacara negar qae S. Pedro elveast
em Roma, onde eatabelecea a Bgreja a a nobl-
loo com o proprio singue (13).
Qaem ousaaae negar este tacto destruira to-
do o fundamentos da credibtlidade hist-
rica. (14).
~~(7) Vid. De Wille, jirual o P.-oleataotismc
1828.
(2) Tzs:biroe, log. c.t.
(3) S. Matbeus, eo. XVI.
(i) S. Joao, cap. XXi.
(5) Ammn, Immutavel Unidade.
(6) Gow*i, Eiama doct. contad, oaas. loa.,
edr. de 1864.
(7) G. F. Jacob, sobre a edueagao, a dooinoa
doa Toeol. Proteat ."ti. de 1808.
(8) CobDet, C II. 40.
(9) R(aobarl;> Licio de iftogt. pa. 531, ,
edi.
?!ffio'^o?ooN.Te,,G.!Vp^l31B
(11) Baratler, D sqse vcbrdnol, da. Suoo.l doa
Blrpos de Ro a. _.
(13) Cave, do Cristianismo Primitivo.
(t4, Baaoage, Ao.. E:cl. 61 ^^
~ UTTERATUM
naos
(Do Met Ideal)
Moa cheirosas. mos virgens, em que o opio
Da belleza e da grapa me embriaga,
Deixai que o labio nesaa doce vaga
De luz embeba, neasa gloria eoaope-o 1
Para qua o brilbo do delirio eu ainta,
Para os lampejos de invejada aorta,
Mos cheirosas. mos virgen, na urea tinta
Do amor haveis de me escrever a morte.
Mos celestes, mos ternas, em que, ceg
Na soberbia deseas carnes brancas,
De celera ideal naa robras ancas
Para encher-voa de arroubo, os soohos pego :
Para que eu durma na delicia calma
Que os aeus sorrisoa sobre o somno estrelle
Fazei um leite, um leito para est'alma,
Sendo os dedo leocis, cambraia a pella
Joe Barretto de Mtneses.
REVISTA DIARIA
concelho ajunieipal-Funecionou bon-
tem o Conceibo Municipal do Recife, sob a
presidencia do concelheiro Joaquim Alves da
Fooceca, acbaado-sa presentes os Srs. conce-
Ibeiros Francisco Fragoso, Miguel Macedo, Dr.
Coelho Leit*>, Pedro Brazil, Bernardo DamiSo,
Manoel Tbomai, Abreu, Santos Selva, Marcos
da Si va, Alfredo Almeida, Costa Ramos, Hermi-
nio de Figueircdo, e mais os supplentei de con-
celbeiros Dr. Cardim e Braga.
Foi aberta a sessao urna bora da tarde.
Levantou-Be urna questao de ordem sobra se
a sessao da hoje devia cu nao ser especial
e exclus va para a ergaoisago da mesas elei-
teraes, assim se decidi por unantnaidade, pelo
que deixou de ser votada a acia da sesso ante*
cadente, e adiada essa votago para a sessao
seguiate.
Foram eleitos em seguida os tres cidados
da masa ele.itoral.
Tribunal do Jury do Recife-Hon-
tem nao bouve julgamento falta de jurados.
I Foram multados env5S os jurados que deixa-
jara de comparecer, a sorteados mais o se-
.guintes :
Francisco Rufino da Santa Aona Fimo.
Dr. Auaust Lopes d'Assumpgao Pessoa.
Delfino Correa Braga.
Dr. Amaro de Me quila B.Wanderley.
Dr. Jos Moreira Alves da Silva.
Dr. Antonio da Silva Guimaraes.
Fellppe Elvaio de Miranda Peixoto.
Fraociico Tranquilino Almaida Bastos.
Dr. Ignacio Alcebiades Velloso.
Antoni Joaquim da Paula Motta.
Jos da Macedo.
Aureliano Scrates de Hollando Cavalcante.
Elysio Barbosa.
Rodolpbo Martina Moreira.
Bernardino Jos Martin.
Fortunato Torquato de Araujo Salianha.
Adieu aa a leasio para am-mtia, as lloras do
eptame.
Reudimentos pblicosNo mez de
Novembro fludo foram arrecadados :
Alfaniega Federal
t893 1.986:6601587
94 1.961:614*742
93 1.589:281*171
92 1.673:460*523
91 811:700*583
Estad> de Pernambuco
1895 660:042*144
94 445:125*802
93 601266*851
92 567.677*910
91 325:175*210
Theatro Ollndeose -A Sociedade Dra-
mtica 3. Jos realis hoja o seu segunda
espectculo que estava annunciado para do-
mingo, 24 do passado.
O pro.'mrnma, alias atlrahente, o mesmo.
Depois do espectculo hnver trem para esta
cidade.
Hospital Porturuc* -Durante a sema
na de 1 a 7 estar de mordomo o Sr. commen-
dador Luu Duprat.
Ra do Hopiei(-Escreveu-no3 urna
pessoa ile consideraba j pedindo para lembrar-
mosao Exm. Sr. Dr. prefeito d'ese municipio
para mandar calcar a ra do Hospicio na pane
comprebendida entre a linha do Catinga e o
quartel do 14 O pedido cima digno ie at-
tenc&o.
Unto TypographicaHoje, s 10 1/2
horas da manila baver reuoiao dos membros
d'esta soriedade na respectiva sede ra Mar-
cilio Das.
E' nacessario o comparecimento de todo.
Era I*ova-Ui8tribuio-8d o n. 46, elica
de hontem.
Agradecemos ao collega o exemplar que nos
enviou.
Pedro Luis aranhos FerreiraO
estimavel moco que assim se cbama filbo do
nosso amigo a collega Dr. Pedro Affonso Fer-
rei a, e neto do grande brazileiro Visconde do
Rio Hranco, segu para Pariz a bordo do vapor
Chili, que de boje at amanba tocar u'esu
porto.
O distinco mogo deixouno3 o seu cartaj de
despedidas e obsequios.
/tgradCemol'Os, desejando Ibe viagem fe'
liz.
Lanterna Mgica Foi distribuido o
n. 479 bootem.
gradecemos o exemplar qua nos foi remet-
tido
Pelos pobres Gommemorando o trig-
simo da do fallecimento de pessoa de sua fa
milia, um noaao astig ante remetteu-nos a
quanta de 58000 para distnbuila por necee-
8Udur>, pelindu Ibes que rezem um P N. e
A M- pela alma da pessoa a que elle ref-
rete.
Sao chamados a virem recebar a parte cor-
respondente as possuidoraa dos carlOes :
Na. 17 18-19-20-21.
Anda pelos pobres-Hoetem tarde
rec Hemos a seguiote cari :
Sra. redactores do Diario de Pernambuco
Comn-morando boje o 30.a da do faliecimeoto
de urna pessoa que me foi cara, remetto-vos a
?[Uaotia inclusa de JOfOOO. aflm de fazerde o
avor da disinbuil-a eotre viovas oecessitada
e honestas; pedindo ss mesmas que rezem pela
alma de Aona.
Voseo constante laltor, L. F.Recife-11-
96..
Na. 28, 23, 24, S5. 26, 28, 29. 30, 103,112,
115, 116, 117,118. 119, 120, 1*2,123, 114,126.
Laura Linden de Mambargo O
eonbecido perfumista CamilloNuoas da Silva
acaba de dotar o toucador eom am novo pre-
parado, ao qaal denominou Laura Linden de
HamburgO', qae se encontra venda em toda
a antlgul as ceta de perfumaras.
O prodocto do Sr. Caraillo Nunes rene to
dos os requisitos de preferencia, quer como t-
nico, quer como perfume para os cabellos, im-
pondo assim a sua prpsenca no toucador do
mundo elegante, qua delle nao podar prescin-
dir aam otfensa do born tam-
Devemos accrescentar. que os elameuloa qua
ntram em- sua co opoaicao dispOem todos da
propriadada da dissolver as materias graxas a
de Impedir a forraacao da caspa, ao passo qua
dao aa cabello brilho, suavidade e flexibilidade
ioeomparavei.
Taes condiges da Laura Linden a recom-
mendam ao publico.
Gasas modeloA insalubridade das ha-
bitacSasda cUsse operara, em particular, tem
chamado de uos cincoenta annos a esta paite, a
attenco dos goveraos, dos grandes fabricantes,
do philanlhropoa e at dos espectadores.
Em Franga, Blgica, Italia, fngliterra, Alle-
manha, etc., j constderaVel o numero de ca-
sas modelo (model houses*, como dize'm oa
iaglezes), de grupos i'-srns, firmando Verda-
deiro quarteis otfbairros de operarij3. ( ida
des-obreiras, chamara os faacezas a taes gru-
pos). Com ellas se proporciona rabitagao aau-
davel e barata a urna boa porgao de jomaleiros,
oblendo-se por fructo a melbor sade dalles e
urna melhor conducta.
Porm esta reforma como todas aa reformas
materiaes, suppOe gastos mui regulares, gastos
que so podera cobrir-se com o auxilio do orga-
mento do Estado, a rooperagao de municipal
(21,306 libras esterlinas, despendeu a Junta de
Liverpool, em 1865, para a compra de terrenos
deetinades a construir pequeas casas de ope-
rarios), e caridade dos ricos fabricantes e das
pessoas opulentas.
Em Berlim, por exemplo, urna sociedade cujos
fundos consistem em aeges induetriaes, esmo-
las e subscripg0e9 voluntarias, conslruio urna
infinidade de casinhas de operarios dissemioa-
das pelos dirTerentes arrabsldes da cidaie.
Os iaqoilinos devem levar cinco annoe, p-lo
menos, de residencia em Berlim, ler movis
proprios, exercer um orficio ou industria, ser
de bona costumes e pagir com rigorosa pontua-
lidade o aluu.l, que summamente mdico.
Os soltelros nao sao admittidossenao vivendo
em companbia de urna familia que responda por
elles, ou com a qual teuham relagOe-s de paren-
tesco.
O inquilino que pague com toda pootualidade
o aluguel, e contribua, alm disso, com urna
quaniidade aonual (quasi insignificante) ao fua-
do de amortisago que estabelecem os regula-
mentoa, pasaar a ser proprietario da babitagao
que oceupa.
Em Hollanda, debaixo da mesma reforma, se
consiru'raa em 1845 muitas casinbas, distribu
das pe'os dlfferentes bairros da cidade, como
as de Berlim, etc.
Emquaato os resultados sanitarios no ha que
fallar, porque em Londres, Berlim, Maulhouee
e Liverpool, sao e Dao podem menos da ser,
pasmosos.
Groninga, por exemplo, soffreu o chqlera de
1819, que f i tarrivel; pjis morreram trala
por cento dos habitantes, emquanto que entre
os 500 habitantes das novas caabas hygieoi-
cas, levantadas em 1815, smente morreram 50
Individuos, ou s*ja um por ceuto : l
Estes furpreheodentes resultalos consolam,
animam e fazem confiar que, dentro d'um prazo
mais ou menos longo, se realisar (como est
realisado j em algumas localidades) o grande
de.-ileraium da que cada familia de operarlo
tenba sua ca.-inha solada, com seu pequeo jar-
dim, agua, e em todos concert hygienicamen-
ta accondicionada, e adquirida em propriedade
porpouco dinheiro, a este com multa leotidao
desembolsado.
D,tos-i a epocha em que tal desidertum se
realise, porque a vida ler casa, um mediano
pasear, e urna patria amada; todo o restante
nao mais que fadiga, desaasocego e molestia-
Novidades Iliterarias-O Dr. Affonso
Celso tem a publica- os seguales livros: Gio-
vannna, romance, Oito annos da parlamento
e Philosopbia do direto. Editor Domingos de
Magalhes.
Adolpho Caroinha vaa publicar, em 1893,
o romance Born creoulo, sendo editora a Li
vrai moderna
Est sendo tirada 2* edicao di Casa de
Penaao, de *luizio Azevedo.
O Occidente -Dessa magnifica revista de
Lisboa, temos sobre a mesa o n. 607 do auno
18.'.
Vera na 1 pagina o retrato, em exeellehte
gnavura da Sar ib Beraardt que se cha actual-
mente em Lisboa.
O texto est selecto, sendo para notar a co?
turnada cDrooica de D. Joao da Cmara.
Muito gratos pelo otferecimento ao Sr. Leo-
poldo A. da Silvaira, d gao gerente da Agen-
cia Lit erara.
Reunioes-lleunem-se hoje:
A c.nfrana de Nossa Seobora da Soledade,
s 11 horas da manh para proceder elego
de sua nova mesa regedora.
OM uta Po Popular Parnambucaao, s
10 horas, afim le empossar a nova directora e
commisso de coatas, e assiatirera letura e
approvagao do relatjrio do 2." semestre.
A Liga Operara s 11 horas, afim de tra-
tar da negocios de seu lnteresse.
A Sociedade dos Artisus Meclianicos e
Liberaes, s 10 ho as, para, em assembla ge-
ral, proceder elelgo de sua nova directora.
Amanba :
A Sjciedade Monte Pi Bom Successo, s
6-horas da tarde, aKm de tratar de inte-esses
sociaes.
O Muaielpio-Est publicado o n. 15,
aono I, desee bem redigido peridico de Jaboa-
to.
Agradecidos pela viMta
Gxames primarios -No da 29 da No-
vembro prox mo fladj aa 3.' escola municipal
a cargo d) professor Gjrillo Augustj da Silva
S. Tniagj, foram submeitidos a exame os alum-
nos habilitados pelo mesmo profesaor, sendo o
resultado o seguinte :
1. grao
Americo Raymundo Ignacio da Silva, dis-
tincgo
Firmino Cilrispimda Silveiri, plenameate.
Irineu fompeu do Espirito Santo, idem.
2." grao
Alfredo Luiz do armo Ribeiro, Joo Jacta-
tho de Lyra Fiores a francisco Romano Bar-
basa, pleaamente.
3.' grao
Joo Maooel da Silvaira e Gassimlro Rufino
Velloso, dis incea.
O acto fui presidido pelo respectivo inspec-
tor utierario, o coronel Alexandre dos Saotos
Selva, servindo de examinadores o professor
Innoeencio Meades Lopes da Mendooga e o pro-
fessor da eadeira.
en-
no-
Varilas em LimoelroNos foi
viada a seguate carta a proposito de urna
uci que demos sob esta epigrapne :
A redaego do Diario de Pernambuco.
Tendo o tDiario de 27, em sua revista
diaria, noticiado que a vanla tem gragado de
um modo expantoso nesta localidade, pego-vos
que declaris por vosso co ceituado orgo de
publicidade, que essa noticia inexacia.
E' verdade que appareceu um caso de va-
rila, j viodo a pessoa affectada dessa cidade,
e o Prefeito deu logo previdencias pira o iso*
lame to, de maneira que nao tem se dado a
propg gao.
'.,iu partisnlar estima e distincta conside-
ragio.Anigo aflfectuoso e criado obrigado.__
Firmioo Jos da Silva, prefelto.
Folgamos em restabelecer a verdada sobre a
referida noticia, que publicamos, conforme dis-
semos, por informagOes que a is foram mois-
tialas e com o intuito someate de servir
interesses dos habitantes daquella cidade.
Exames e ferias H cebemos e regis-
tramos agradecidos um convite dos alumnos da
escola publica da cidade de Palmares, para
assistirmos o acto dos exames a ferias que all
se effectua- no da 13 do crrante, s 10 hora
da marina.
CuriosoUm velbo policman da Nova-
York, adepto fervoroso da egreja Metbodista e
dotado da certa cloqueada natural, a derrama
algumas vezes pelo publico em torrentes inof-
' feosivas.
ao3
Bm omtitoriajat recante* rerifaatedie di
conta urna folaa daqu lia cidade, contouelle o
seguinte:
Ha 14 annos qaando tiva a felic-idade da
converter-me, havia pratteado toda a sorte de
maldadee a tf ladroeira, excepto o ioendio
e o aiiaeciuito.
Depois, reduz a tninbaa culpai taota qutn
to Deu me ajudou.
Se hoavesM continuado nessacarrelra, salla
hoje capitSo pelo annos.
Oevia sel-o, porque, na doutrtoa de Vidoca o
melner policial o melbor gataoo... cenveno,
bom entendido.
Os mnibus em Pars-Om eetali-
tico francez, impressionado com os inmaroaos
accidentes cansados pelos omnibua am Part,
poz estas occurreacias em coatraitt cea h
accidenta na estradas de ferro.
Mesmo aquellas que < o decaen o* perigoa aa
ras de Paris, que sao muito maiorea do qu
os das roas de Londres, sa sorprendern! com
o resultado a que elle cliegou.
A conclusao baseada sobre a estatificas do
anno passado, que os mnibus de Paris s
cootam mais victimas em 1 anno, do qua todos
os caminos de ferro, da Franga em aaiv
009.
O mesmo sa podeiia dizer aqu dos bonds e
das estradas de ferro, ae. nao fosse. -.&fradi
d* Varro Central ^ /- -
Urna estatuaKm Torrfize (Franga) foi
inaugurada no da 20 do mez Ando, a estatua
em honra da memoria do general Marbot, exe-
catada por Miliei de Marcilly, o qual a expo-
xera no ultimo Salo de Pars, alcangaado um
verdadelro successo.
Presidio ceremonia inaugural, o general
Brunet, commandaoie da brigada de Tulle, as-
sistindo ao acto, alm de numerosas pessoas
da distinego e de grande concurso de povo, a
familia do Baro de Marbot, o qual, como se
sabe, era to do Ilustre general Caorobert,
tambera j fallecido
Foram proferidos numerosos discursos, pro-
fanado o elogio de Marbot, o jornalista Andr
Chadourua.
cartas ao Dr Joaquim Xa buco -
Com este titulo damos hoje comego a publica-
gao de urnas cartas que em resposta ao Dr. Joa-
quim Nabuco, escreveu o Dr. Paula Lopes.
Aos nossos leitorea recommendamolas.
Mlssa fnebre-A devogo partcula! de
Santa Luzia manda resar urna missa por ama
de Manoel Mara de Garvalbo SaLianha, na
egreja de Santa Rita de Gassia, pelas 6 ho^as
e maia da manb, segunda-feira 2 de Dezem-
bro.
campanilla Ferro CarrilContinue-
mos a raceber reclamagOes sobre esta Corapa-
onia que, apezar do randlosslmo lucro qu aa-
fere, continua a servir o publico ornis pessi
mo possivel.
Varaos abaixo tratar das ultimas reclamares
recebidas.
Immaginem os leitores que muitas vezes es-
pera-se por um bonri, especialmente de Allega-
dos, 40 minutos e afioal quando elht apparece
esia complete. *
Diariamente alguns bends sao conduzidos por
aoimaes lio pessimos que os coebeiros resol-
vem fazer baldeago no caminho.
Ora, lal baldeago por demals iocommoda-
tiva a alguna passageiroa.
Hootem um conductor que trazla a chapan.
10 por motivos que ignora-se, espancou o viga
da ra de S. Joo a este, em vista da desfeita
que sorFreu, oSo quiz continuar a trabalbar.
Este fado causou serio transtorno a lioba.
S quem viaja em os carros da Companbia
que sabe o quanto se offre.
Continuamos a pedir providencias a quem
possa dar.
Cemiterio PublicoObituario do da
29 de Novembro:
Eduardo F. Barbosa, Pernambuco, 34 anno?,
casado, Boa Vista.
Mara P. Ferreira de Lima, Pernambuco, 46
annos, casada, S Jos.
Jos P. dos Sanios, Brazil, 30 annos, casado,
S. Jos.
Minervina H. 4a Silva, Pernambuco, 21 an-
uos, casada, S. Jos.
Pedro Francisco dos Santos, Pernambuco, 14
mezes, Boa Vistt.
Camilla F. doa Saotos, Brazil, 16 dias, S.
Jos.
Aoionio F. de Assis, Peroambuco, 23 anuos,
solteiro, Boa Vista.
Mana V. Leite, Pernambuco, 18 annos, sol-
teira, Boa Vista.
Joaana M. da ConceicSo, Pernambuco, 24 an
aos, soileira, Boa Vista.
Francisco G. da Silva, Pernambuci*^ 12 an
nos. vmvo. Boa Vista.
Antonio I. da Paixao, Pernambuco, 41 annos,
viuvo, Boa Vista.
Joo F. Gabriel de Araorm, Pernambuco,
41 anuos, solteiro, Boa Vista.
Elvira M. da Hora, Bahia, 20 annos, solteira,
Boa Vista.
Severina do Carmo, Pernambuco, 3 mezes,
Sanio Antonio.
Maooel E. da Rocha, Pernambuco, 20 aonos,
solteiro, Graga.
casamento civilO escrivo dos casa-
mentos que fnneciona nos diatrictos do Recife
Sant Antonio, Sao Jos e Afogados, affixou aa
repartigo do registro dos csamenos ra
de Imperador u. 75 1/ andar, edita! de procla-
mas de casamaiitos das seguales eoatrabea-
tes:
2. Publleaco
Bacharel Antonio Candido de Salles, natural
de Sergipe, residente aa freguezia de Santo
Aotonio, com Mara dos Aojos Alves da Silva,
natural de Alagoas, residente aa freguezia de
Afogados, soileiros.
Joo de Olivaira Freitas com Anna Gongal-
vea de Carvalho, soltelros, aaturaes desle Esta-
do e resideles oa freguez a do Recife.
Alfredo Lope Ferreira Guimare8 com An-
gelina Gongalves da Carvalho, solteiros aaturaes
deste Estado a residen las aa freguzia dj Re-
cife.
Augusto Furluaato Saaliago doNascimeata
com Marm Eugenia da Cooceigo, eolteiro, aa-
turaes deste Estado o reaideules aa freguezia
do Recife.
Telegrammas retidos-Acbam-sa re
lidoa aa ealago do Telegrapbe Nacional o >-se-
guiatei lelegramma-":
Ue M s-o para V i gas.
Do Uio, para Celeste Lias.
Linhas, funeconando regularmente para Sul.
Norte e centro do Estado.
Casa da Detetaoao Mov ment dos
presos da Casa de Detencao do Recife, Estado
d^ Peroambuco, em 29 de Novembro de 1895.
Existiam 399. entraram 6, sabiram 1, exis-
tem 401.
A saber: nacisaaes 359, mulheres 15, eatran-
geiios 30, mulneres 0, total 491.
ArragoadoE 368.
Boas 348. doentcs 16, loucos 1, loucas 0,
total 363.
Movimeato da enfermarla -Teve alta: Manuel
GALEP1N0
No vid ;(les Novidades !!
P. BaptistaPrat. do Proc.
P. Pessoa Cono do Proc. Crlm.
RibagDlreiio Civil.
LoureiroDirtito Civil.
Ilfljcier Promotor Publico.
GimeA gOes Summari a.
P.-de GarvalooP: meiras Liabas sobre Prac
Or banologico.
L. BjtczoGoairactos mercantes.
P. e SootaPnmetras Liabas sob.e o P.oc.
Civil.
T. de Frei'aD >nt'in da* Acgts.
AraripeGoalo Civil.
ArnpeCjo oiid.go do Proc. Criminal.
T. de P eta8Gonsolidago daa Lea Cvis.
T. de FrenasTestamentos e Sacceesoes.
NiducoAastsso- Forense.
NabucoManual do Advogado.
MeoezesJuiz s e Divisorios.
RamosProc. Criminal.
L. F. LopesReforma Jadiclarla.
LostarriaLicgfiea oe Poltica Positiva.
Garofulo C lcmnalogia.
M. CarvalooPraxe Forense.
J. ue Mut A Loucura.
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J. de MallosDuengaj mentaes.
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L. Bataiba fyslerio da Loocora, 4 vols. broc.
B. lilaTnaraza Raqulu, 1 vot. broc.
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B. ZilaLoarles, 3 vola, brocs.
I. ZilaA Derrocada, S vota, brocs.
J. DinizAMjrgadinha doa Caaavlaes, i volr.
broca.
J. de AlencarDiva.
1. de Aleaci'-As Minas de Priia, 3 tola,
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J. de AleaearO Tronco do Ip, 2 vola, em
ajo.
J. de Alencar0 Garatuja, i vol.
J. de Alencar jinco minutos a Viuviaba, 1
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J. r AlencarTil. 5 vol. broc.
i. de Alencara Eacarnagao, 1 vol. broc.
J. de AlencarO Ermite da Gloria, i vol.
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MacedoO Diui Amores, 2 vols. ncB.
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ACTA DA SESSO EXTRAORDINARIA DO
CONCELHO MUNICIPAL DO RECIFE,
SOB A PRESIDENCIA DO 1." SECRETA-
RIO FRANCISCO fJARL-OS DA SILVA FRA-
GOSO.
Aos vinte e cinco diaa do mez de Novembro
de mil otocenlos e noventa e cinco, presentes
na sala das sessSe, hora marcada, os conce*
Iheiros Silva Frageso, Miguel Macedo, Maooel
Thoraaz, Herminio de Figueiredo, Santos Selva,
Marcos da Silva, Veiga Pessoa, Pedru Brazil,
Dr. Coelbo Leite, Costa Ramo, Joaquim de
Abreu, Santos Almeda e Bernardo Damiao ;
faltando com causa justificada os coacelheiros
Ourgel do Amaral e Alves da Fonseca, foi de-
clarada aberta a sessao.
Lda, foi sem debate approvada a acta da ses-
so anterior.
Na hora do expediente, foram lidas as se-
grate petices :
De Francisco Ferreira Tavares, guarda fiscal
deste municipio, com exercicio no 1.- disirlcto
da freguezia da Graga, solicitando sua aposen-
tadora com tedos os venc ment?, vjsto echar-
se imposaibilitado da continuar a exercer as
suas funcgOe. A' commisso de que traa o
art. 23 do regimeato interno.
De Leoncio Quintino da Castre Leao, 1.- offl
cial da Secretara da Prefeilura, pedindo sua
aposentadoria com todos os vencimientos, visto
coatar mais da 27 annos da effecttvo exercicio,
e achar-se imposibilitado de continuar. A'
commisso de que trata o art. 23 do regiment
iotarno.
De vlaooel Cassano de Miranda He ariques,
2.- esenvao da Contaioria, solicitando sua apo-
sentadoria com todo os veocimentos, por estar
Impossibiltido de continuar a contar mais de
24 anno de servigos. A' cemmisso de que
trata o an. 23 do regimnoio intaroo.
Pelos coacelheiros Marcos da Silva e Santos
Salva foi apresentado o seguinte requerimanto :
IIi-queremos que ae pega Prefeitura as
seguidlas informagOes :
1.' Sa foi concedida a Wilsoo Soas & C.
permissao para manter na ra de Santa Rita
um deposito de mataras infiammaveis (carvao
de pedra) ;
2 Se nao ata em execugao a lei n. 35 ;
3.* Se contiouam a permanecer nesta cidade
depsitos de kerosene e outras materias in-
flammaveis contra expressa determinago da
lei;
4.* Se nao existem neste Estado depsitos
eapeciaes para malarias in flammaveis, confor-
me as posturas em vcor e aos logares por ella
determinados. A' Secretaria para satisfazer.
Pelo concelhelro Costa Ramos foram apresen-
lados os seguintes requerlmentos :
1.* Requairo que 8a officie ao Sr. Dr. pre-
feito, pedhdo-lhe as informagOes seguales :
1.' Da quantas pragas composlo o corpo da
polica municipal;
2.' Seo quadro est completo ;'
3.* Qual a dstribuigao actual dessa forga para
o policiamento do municipio ;
4.a Sa o numero das pragas de qua se compOa
o corpo sufficiente para o policiamento regu.
lar do municipio.
2.- Requeiro que se officie ao Dr. prefeilo
pedindo-lbe para que com urgencia seja foroe-
cido a este Concelho um quadro deraonstrativo
de todos os empregal03 a cargo da Prefeitura,
com hdicac&e dea logares que oceupam, bem
como os vencimento8que percebem.A' Se-
cretaria para salisfazer.
Pela concelheiro Maaoel Thomaz foi apresen-
talo um projeclo autorisando o prefeilo a man
dar construir vinte e qnatro catacumbas no Ce.
miterio do Arraial.Sendo apoiado, foi remet.
lido commisso de obras municipaes.
O concelheiro Herminio de Figueiredo, pe
diodo a palavra pela ordem, deu conta da com-
misaao de que fra incumbido com os cooce-
Iheiros Santos Selva e Pedro Brazil, e que ti-
nha por missao dar pezames ao concelheiro
Gurgel do Amaral a assisttr miisa do 7.- dia
pelo fallecimento de seu estremecido pai.
Passando a ordem do da, entrou em 1.* da
cusso o projecto approvando os actos do ex-
aub-prefeito Dr. Jos Marcellino da Rosa e Silva
a do ex-prefeto Dr. Aflfonso Gongalve Ferreira
Costa, durante suas admlnistragOes.
Falln justificando e (ostentando o referido
projecto o concelheiro Frigoso,que para tal fim
deixou a eadeira da presideoca, que passou a
ger oceupada pelo ceacelheiro Miguel Macedo.
Encerrada a discussao, foi approvado.
Entrando em 1." discussao o projecto que de-
termina que a ra da Principa e a estrada da
Torre tornero as deoominages de Avenida Bar-
bosa L'.ma e Avenida Julio de Mello, foi pelo
concelneiro Fragoao aposentada urna emenda
determinando que a parte da estrada de JoSo de
Barros coniprebendlda entre a pequea praga
que precede a estagao do Principa e a capaila
da Conceigao na mesma estrada se denomine
ra 4o Dr. Gomes de Mattos, recebendo a refe-
rida estrada d'ahi por diante o nome da ra de
Joao de Barros.
Foi approvado o projecto com asemendas,
udo urna aposentada pelo concal ieiro Marco-"
da Silva, determinando qua a ra do Dr. Gomes
de Matas, tenha comego na iravessa que coa luz
do largo da Soledade estagao do Principe,
continuando at a capellinba de Joo de Barros.
Pelo concelheiro Costa Ramos foi requerido
que fossem dados para 2* discussao na sesso de
amaoh os referidos projectos.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
desigoou para ordem do dia a 2 discussao dos
projectos cima referidos a mais pareceres das
commissOes.
Francisco Carlos da Silva Fragoso, !. secre-
tario, aervindo de presidente.
Miguel da Abreu Macado, 2.* secretario, aar-
viudo da 1a t a
Maooel Thomaz le Soma, gervindo de 8.' aa-
cretario.
IHDICACOES DTE1S
Oceallstas
Dr. Vertir da Suva com pratica as
clnicas de Whecker e bandolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.# 63 1/ andar. Reside ?em
Caminho Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Ponua,ex~chete de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Brrelo Sampaio, occulista, d
consultas de 1 s i horas do primeiro
andar da roa do Baro da Victoria n.
"5.
Residencia a ra Hospicio n. 46.
Teleohone a^3o5. t
medico
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
ua casa ra da Gloria n. 39 das 11
horas da man ha 1 da tarde. Achan
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quatquer chamado com
promptido para fora da cidade. Espe-
cialidade, operaces, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. Sd Peretra, ra da Iruf-eratriz n
1, d consultas medico-cirurgicas todoi
ts dias das 8 meio dia, menos no-
iomingos e dias saotiticados.
Drogaras
Faria Soirinho & C, droguistas po#
atacado, ra do Mrquez de Oliuda o. 41.
Guimaraes Braga C. Depsitos
je Drogas e productos chimicos, espe>
cialidades Pharmaceuticas, medicamens
tos homeopticos e tintas, leos, pi
ceis etc., etc. Ra do Marquuz de Olio
da n, 60.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
todas as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicameotos homaopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Papis Pintados.
. Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
rato patriota Albino Meira, corria revelia a
causa da le e da jusllca em nosso Estado l!
Quando n'aqaelles inhspitos sertOeg o Sr
Albino velo lux da publicidade, gritaram oa
povos em cOro unisono
Naaceu o Massiaa do rgimen democratice
nasceu a personificacio da coofianca as lei
do seu Paiz I "
E o primeiro vagido do patriota no< cueiroa
foi chamando palo reapeito opiniao publica 1
E" pena qua A Provincia nao se mire no
e8pelbo do exemplo edificante, que Iba d o seu
hroe 1
E' pesa que em bomanagam aos principies
que elle tanto advoija, A Provincia nao se
peje de affrontar a opiniao publica, subscre-
vendo recursos de um individuo que anda hon-
tem ella mesmo diala que nao poda ser varrido
por que emporcalbava a vassoura l
E* pena qne, em uomeoagera opiniSo pu-
blica, A Provincia nao se peje de vir hoja
dizer, ao povo que nos conhece.que o Sr. Al-
bino Meira um patriota intemerato, bomsm de
posicao a prestigio IJ
Si n5o a coragem da inconsciencia, cousa
petor 1
Oa.
cugculiero
districto tclcgra-
\o cidatlilo
c-hc'e do S*
pliico
O abaixo assignado, tabelliSo publico do mu-
nicipio de Flores, tendo sido sorpreheodido
com a demissSo de seu filho, Maooel de Medei-
ros Wanderley, que ba ma3 de aono exerce o
cargo de estafeta da esiacao desla villa, de
missSo de que teve conheciraento : no dia 5 do
corrente, em virtude de um aviso, exhibido
pelo respectivo chefa, do qual conta ter sido
suppnmido o referido cargo, quando cario
que tal suppreasSo nao sa deu, vem, pois, pela
iraprensa, solicitar de V. S. a fineza de deca,
rar qual o motivo que determioou a demssao
de que se trata, cert) de que, o abaixo assigna-
do sem pretender absolutamente a reintegra-
cao de seu filho no carao de que foi injusta-
mente demittido, quer, fazendo este appello a
V. S evitar simplesmenta, que paire urna du-
vida sobro a conducta do mesmo seu filho, por
cujo futuro liie cumpre velar.
Flores, 12 de Novembro de 1893.
Joaquim Jes do Sascimenti Wanderley.
Premios aos nossos leitoros
Por Bccordo entre a adminietraco do
i Diario de Pernambuco e o jornal illas-
trado ro, todos os nossos lei'ores podero recla-
mar com 3$000 de abatiment, isto por.
78000 annuaea em lugar de 108000, urna
aaaignatura do chistoso semanario flumi-
nense.
Basta destacar o boletiu abaixo pu-
blicado e raandal-o sede da admiuistra-
c&o, 75, ra da Aaaemb!a.
l>
S.5
i; **
P. o
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O alstamento do Recife
(D'0 Estado)
Ezplicaodo a causa do desapparecimento do
partido que se chamava autonomista, j te-
mos demonstrado que elle sa elmioou do sce-
nario poltico do nosso Estado, morreado sob a
accao deleteria dos seus proprios vicios t
Raleve-se-oos a repeticao de considraseles
que a proposito desse facto j temos feito.
Ha leis, ba principios, que nao podem ser im-
punemente infringidos, quer pelo individuo, quer
por aggremiagSes partidarias.
Basas leis, esses principios, sao os do decoro,
da decencia, do respeito a si mesmo, da cohe-
rencia, do bro, que consideramos urna tonifica-
gao necessaria a qualquer corpo pensante.
O artigo que A Provincia de hontem estam-
pou com a epigraphe supra, nos trouxe mente
as ponderarles que ora de novo fazemoa I
N'aquelle artigo, A Provincia, creparem bem
os leitores), A Provincia, env-lvenio am com
mentarios seus urna peticao do Sr. Albino Meira,
atirou aos ventos da publicidade aquella peca e,
calma, serena, com a conscienca do juste,
aguirda a soluco do caso I
o intuito nosso apreciar aquella esdru-
xula petigao debaixo do ponto de vista da sua
procedencia ou improcedencia.
Nesse ponto, o seu autor, sangran io-sa em
veia de sade, combata desde logo a excepgao
de illegitimidade de parte, que antev Iba ser
opposta.
E' na questo de ments, elle deixa que as
allagagOes repouzem sob a garanta di sua hon-
rada e iosuspeita palavra I
A illegilimidade do Sr. Albino Meira para se
apreseotar como fiscal da lei e de actos de um
fuocclonaria publico, dever ser articulada oes-
tes termos :
P. que um individuo que, depois da demet-
iido do cargo de governador, antadatou porta-
ras nomeando suas irmSs para os lugares de
professoras, nao parte legitima para argir
defeilos aos actos do ex-prefeto do municipio.
Qua to ao mrito :
i', que 03 defeitos argidos ao alstamento
tm como prova a palavra e3se mesmo indi-
viduo, o que um bom attetado em favor do
mano alstamento .
Mas, repetimos, nao visamos discutir a peti-
gao debaixo dease ponto de vista.
O noaso intuito mostrar ao publico que A
Proviocla j chama o Senado do Sr. Albino
Meira o verdadelro Senado e ao proprio Sr.
Albino d o titulo de intemerato patriota, ho-
mem de posigo e prestigio 11
E acciescenta : S. Exc. quer justiga e, con-
fiado naa leis do Paiz e na serielade do rgi-
men a iopta lo a 15 de Novembro, reclama ape-
nas o respailo opiniao publica I
Bis ah I
A Provincia pega no cavaignac do Sr. Al-
bino Meira e apreseolando ao publico aquella
cara, que ella Unto commeotara. exclama:
Vide, o Sr. Albino, intemerato patriota, re-
clama o respeito 4 opiniao publica 11
Conclusao t .
Sa os inhspitos sertOes da Parahvba nao nos
tivessem dado o prazar da poasuir o interna
Duas cartas ao Dr. Joaquim
\ubiico) -pg
-----a
SUA RESPOSTA^ AO ALMIRANTE JAGEGUAY
^ -.--.. ^ tt=i
H o'y a qoe deux temps dans la vi>, ou la ve-
ri *e montee utllement noo3: npsge, pour nou iistrolre ; daa la vieltles-
se, pour oooa consoler, ana le tempe des
pasmn*, la vrit aoos abaodonne.-Mae.
Lambert.
Mergulbado. ha seis annos, na p-ei-a do oas-
mo, onde vos foi encontrara juliciosa carta do
Sr. almirante Jaceeuny a revolvpr a'ctilvos, dai.
oos a epperanga de vernr.os surgir luz do vosso
talento aro trabalno, em quesera tragada a ori-
etnal, delicada e ideal clvihaago, em que rod
fl iresrer a anisa mooarchla da Ame ica do Sal.
O'igloal, com efleito, foi essa rivillgsg&o, se
olbamol-a aUav* do qoadro, que esbogats em
vj.-s resposta ao almirante jaceeuay ; original,
de certo, rf-a de in-to qae se possa conceber,
encarado lux da atienda social, de qoe fallis.
Permim qae vos diga qoe, sendo tos urna
graode imagloacao, vos compraxels em flcgOes,
atravs das qaaes relumbra, s e em supersticioso culto pela Familia Reinante,
o espirito do brilbaeieorador da abollgi. E em
oatra colea cao ee inspira a vossa sciencla so*
cial.
E' miater porm, dlxeSvoa squi que a imagl-
oago nao deixa de convir aos traba boa eolti-
cos; a Arte, coma forga social que encontra
nelles acolnimeoto.
Nn Ibe eati na ndole decidir de systema po-
ltico que convenba a am estado qoalqaer de ci-
v lisagao, a qual obedece a leis tataes, que ema-
oam denoesa p'opria erao'sagao. As vofltades
devem gravitar em derredor dessa Ntalidade mo-
dificavel, cujo conceito fundaT.ema a Poltica
scientitica. Essa tarefa, em Poltica, pertence
observagao. De modo qoe, qaando abordaio,
como artista, qae sois, especolagoes polticas,
pretendeado a Pbliosopbo, innmeras sao as
coatradigoes qae se nos deparan.
A' imaginag&o Incumbe faocgo secundaria,
pnfltn qne importaote : impor pela persoaso aa
vaotaeena do novo systema; oeutralisar pelas
emogoe8 publicas aa reslsieoclas do eeoismo
compromettido.
Quando a evnlogao eepentanea de nossa raga
decretos a aboligo dos eicravos, fostes daquel-
lea qae, teado por instrumento a Arte, desperta-
ran! o seatimento contra a raiva eacravocrata;
era n vosso papel. Mas, ent&o, eris o orador,
qoe arrebatava ; a vossi Imaeloagao, alimentada
da mesma alma poputar, deiprendia-se na cor-
rente da evolago; emquanto que boje essa mes-
ma magn ^gaj enlangaece ao colorir os qui-
d os de ama civilisagao gasta; a ndole do ar-
tista dobra-se aos preconceitos de ama aristo-
cracia extinrta, extenoa-se em fantasas despidaa
do voeo sputlmenio de oatr'ora. E' o qae ex-
plica a dtffe-eoga chocante qae seotem os qae
ouviram o orador da aboligo,*ao lerem bojeo
doutrinador da grey restauradora. Dizendo aa-
aim, damos-nos por convicto de qae a Repabllc*,
divorciada de vos, nao lamenta o estadista; nSo
sena esae o concurso, qae Ibe prestarieis, o al-
mejado pelo Sr. almirante Jaceeuey; lamenta
queoora-ior ota-Ibe preste o seo apoio, como
oatr'ora, caasa dos escravos, aoimando-a em
soa evolacS) eem termo.
Tomando o vosso trabalbo n'uma aprecUgaa
mais concreta, fcil acbar a prova do que aven-
tamos.
Indagando dos factos, parece qae perdis a
oogio da conttnoidade historie., a qual partis ou
reatis, qaando bem vos con vem.
Ao exhibir em cores ideaes o tragado -'o ve-
luo r gimen, deisa clvillsago qa8 poetisais, as-
sim conclois... por ultimo, como o Ideal reali.
sado democracia antiga o goveruo do me.
Ibor bomem um reinado Pericleaoo de meio se.
col. Sa verdade a contiooiddde de nossa
evolago histrica, sem a qual nao se compre,
heoderia sciencia social, aeja.oos licito per no.
ta'.voa :
Qoaes foram oa resultados dessa Civiliea.
gao?
Vt respondis: Desde, porm, qae soa
obrigado a fazel.o, diseu tica) como uaturalis as diacotiriam a t-ansforma.
cao de ama especie, sustentan lo eu qua a Ra'
publie? entre nos ser a reproduego viciada e
estril do typo nacional flxo, contra a soa
opimSo qae ella pode ser o aperfeigjmenlo da.
qoelle typo. Discutamos a these. E' bsm dif.
flcil, devo dlier vob, o qne se deva enlender
pore8e typo nacional xo. E' liciio antea
de todo, pergaotar qual elle seja, qaatis sao os
seos caracteres.
Typo fixo, mas qoe j imaginantes modificado
pelo impulso mooarcbco, as altaras de urna ci-
vilisago Per.cleana.
Comparis assim a nossa raga com especies
regressivas, a qual volara a um Py becoide,
qae vos de'eitaia em imaginar. Valeis.vos, ten.
tan io exprimir urna verdade, de hypothese In.
demonstravel, quando ni seja iocompieneasi-
vel.
Vos compraxeis em dar a Repblica coma um
estado de barbarla, fructo, entretanto, de urna
arvore, que bracejou moio sculo pr'o ideal I
Diris, porm, que grandes civiltaagoe lm
lio (alo ; de airo do. Mas p-eclao convir qae
neobama dellae volteu eaterilmente a iypo
tixo, que so:lologicameote nao se compre ben.
ie. Todas ellas deixaram os seus resolta,
dos eneorporadoa ao coojooio da civiliaago OC
cilental, a qaal deriva de velba tbeocracia qu?,
rom pendo com a rotloa, leota e magestosa, ael.
xou livreB deBeavcIverem.ae a Arle, a Pbiloso.
pnia e a Sciencia.
Nao se tentoo alla, em calamidades sociaes
ornar a civilisagOes decadas, cujosgermens
dinsolveotes ellas alimentavam no popio re.
gago.
Os restauradores, porm affl-mam essa ano
malla histrica, Invocando diferentes modos de
explicar a eneae da Rapablica.
Doas sao as tbeonaa inspiradas pela sociolo.
gia restauradora:
!, tbeorla chamada deaolieiooim ;
S, theorla cbamada emHltansU.
, Expllca.se, quanto a primelra, pelo sacrlftci^
i
v-
'

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5

P
1
i; iftm i



Diarfo da Pernambaco
1 de Pfeatgnhro

, r
do tbrcno a abollgao : qoanto i segaoda, por
odi revolta deqosrtels.
Faada.ee a primelra 00 sacrificio inherente
ie reaempgoes ; trai, portento, um fondo de fa.
Uliimo.... anda mala, dlxeie, deixandoa jo.
veo regente o problema da escravatora para reoi
?r elle quena (o imperador) ceder Blba, co.
no apanagio de seo fotoro remado, a gloria da
liberisgo dos escravos e ao roeamo tempo iros,
trar ao mua o a qoalidade do mecanismo con-
etitocional que, d.> waencia de seo fondadcr.
reallsava com a maior precisao e perfeigio de
rxoiaieni08orna reforma, qoe era a economa
de una pcerra civilamo a qoe airavessou em
1863 a grande Repobhca do Norte .
Se assim era, cbega.se, por essejrecbo, a
dois resinados: aa: <*S ,
I, qoe o sacrificio, da qoe fala a ibeora, foi
bem' contra a espectativa do Redemptor, a qoai
cao pideria itadoiir.ee do roimento do meca,
nismo, cojas van'agens o am fondador qoerU
mostrar ao mooJo ; ___
2-, qoe, dada a'qoeda do ibroco pela aooii.
cao 'esse mecanismo nao couuoba as vanUgees
apreeosdas pelo seo fondador ; e >qoi a deujon.
etracao iao fatal, qoaoto foi o aacriflciq ao
Radempior.
Qaaodo os roooarcbialas asaegoram qoe o des.
peito oes escravoiratas tz ror o ibrooo, no
copitsm de qoe leria sido a estes mala fcil, da.
do aoe diepoieesem de eopposta fo'ga. impedir
a abolicae.
Dueis aida : A bonri da roouarctila no
Bruil, eiireanto, ter oeotralleado social,
mente a escravidao.
O aoe eerminoa desta nao foi a monarcnla,
anterior a ella, eopirior a ella, fe sim a Repo.
bllca Mais aliante : O que assigoala o ca.
racler de urna insiitoigio a semeote de qoe
procede, nao sao o ramos e ib olttas, qoe apo.
drecem em redor della
Aventis taes cois^s crente lalm de qoe e
nh mos, intellectualmfnte ao meos, reeressa o
so tal tvpo tixo. De qoe modo, pergooto-vos,
neotrahicu a monarebia os effeitos sociaea da
escravidao? ,, ....
Nao era porven ora man ido o capital escra
ve? Afirmis qoe nao, emqoanto qoe susteo-
tais aoe esse mesmo capital fe baqoear o thro-
no esooeceodo anda qoe, se era fcil mooar-
ena oeolraliar-lbe a aeclr-, em plena escrava-
tora moito mais fcil Ibe te-ta sido fasel-o aps
a abocac, com a coosaRragao do pas int iro.
Se a monarchia nao maoteve a sopremda do
cao't-il escaro, como r.8peiioo-o semp-e 1 E o
nue embarageo-a em resolver, em tempes tuais
remoto? o problema do abolicionismo, seoao o
rcpp'to a esfe capital ? Manteado os termos de
vcfsa cemparagao, diramos qoe o qoe assigoa-
la o carader de orna institoigao f o terreno em
qoe esprau as suas ranea, o qoal, revolto ota
OU b-Uo de seiva, ceixa-a morrer ; o adoho,
noe' nolria a cpoleocia oyaaBtlca. era a scrav
co e e'ia, roie, a ccoclosao dos fados, qoe
ccn-'m-D' o ntooarcbisias. Purificado o meio.
fendino o tronco, ero qoe se ectrelagavam as
doar caslis, 'irmovis, fixa> (aqoi o typo fl o),
a sociedade braiileira. desprendeorto-.e de_om
co o ttcocana bastarda, ioicia a expansao de
foas prepr-a* torgas, em meio de Mae, qoe
acenparbara s grandes enees Dcmanae.
Compna de laclo a monarcrii* caibolica no
Brai I apagar o olUO-OS vestigios da noioa, la
pregnada p:r ascendentes seos na civmsago
occidental.
E mist: deixar fi mado aqoi, qoe essa es
cavi.180 dos oosBOS lempos uao comparsvel a
ria< amigas Idades, a qoal represeoloo om pro-
ceso, orna providencia social, impedindo o
forte de cellar a vida ao fraco.
Pe crca das faces do magno problema qoe
J BjDif-cto propoxse resolver, a emancipa-
cao coa escaros, e qoe a monarebia deixot
poslerlcrrxecie 8 circotnstaocias. Aps a leo-
tativa do grande ministro, soff.'eaos anda o ol-
trge-de oa iot rveogaa eslraogeira em nego-
cios, qoe ieberiam a nofsa dignidade mesma.
As impcsigOes da Inglaterra, o Bill d-s Aoer-
den, deeperlaram-nos Dio pooco da estagoitao.
em que ccmega\amcs de degadar-nos.
E d'go-vcs 18BP, qoaedo erigs orna pretensa
In'ervengao estrargelra em nossas Iotas lotixas,
ero preva de nossa decadencia.
Em meio tas roinaa dessa Pmpela, qoe, ha
seis sooo8, perlcstrai-, chamo-ros a atteogSo
rara una tantos ajamas da CiVitagao ideal a
qoe atliOKim.s, cerno, verhi gratiae, ds con-
natos efcravorraiae (em 1857 ctm a Uu o federa-
,8o A'genina, 1851 com a Repuhllca O iental,
emoueaDCSsa patria, aproveitaooo-.e de si-
tnaces difcea de palies visinboe, extorquia-
Ites a entrega de escravos all refugiados. Re-
gietra esees tratados o stoele ca_Saniis8ima Trio
dade- ~~:-iM -v ^ *m35I> =- =-'
E veris co 8acr:ficwe, eniao. i-te mesmo
a benra internacioral, a mauuteogao do capital
e8cravc. .
O fado, pois, qoe tradoais por om sacrihcio
do Ibtono a raga orp'imlda, o qoal vos, ca mo-
ra rcbetes, revesta ta poesa co Calvario, o
deslizestes em seo encaot, revelando aa inten-
go>s co exmonarcha, as ijoaes lao regoma a
vicgo para o matjrio. itedcitda a su '
enverdur ua picada oscura da tyrancia.
N&o h* de aer aaaim, porque o povo
brazileiru, nao o rebanho ceg e pha-
natico dos pampa* em adorac&o ao
despota Francisco Solano Lopes I nSo, o
o seu phaiatismo o do sol, das estrellas,
ue guia vana o povo mexicano em derre"
or da Jureze quebraram o sceptro e a
corda, que lbe.foi imposta pelos Strapas
e tyrannos da velha Europa, por isto, es -
cuiai o seu brad Jiomens do Kei:

NSo ae descendo escada
Aos subterrneos. reaea
Que a gente aera "cercada.
Pelas auroras borea^s 1
NSo no fundo dos abyemos
S exiatem cataclyemos
E medoobos furaces I
E' que nos Pagos dos Res
O vicio quem faz leis.
Que estabelecem braies !
O povo de muito conheee
Os horrores da monarebia !
Por isso n&o mais obdoce
Aos ferros da tyrannia !
Quem Dasceu na senzala
Pode pedil-a, adoral-a
Quardando-a no coragao !
Por que quem foi escravo
Ha de ser sempre ignavo
Por qua ama a traigao !
Mas, o povo que nascea
No bergo da liberdade
E que na cabeca recebeu
O baptismo da igualdade ;
N&o pode com iadifferenga
Ver livrada a senteaga
Da m i te da democracia !
Guerra brada aos aventureiros
De S. Paulo os negreiros
Qoe pedem a Monarchia!
Guerra sim ; a essa fraego
Sem creuca, sem amor e lei !
Que quer no seio da NacjJo
Levantar o tbrono do Rei !
Esse tbrono que Deodoro,
Qual luminoso meteoro
Deu em trra e quebrou !
E que oi de bravos hroes.
A guilhotina infame, atroz
Que Bas vidas immolou 1!
Na trra de Bento Martins
La onde o g-cho forte,
Nos vastos pampas sem fins...
Dorme valente cohorte !
Como no solo pernambucauo
Em lutab contra o soberano
Baquaiaram g andas hroes !
L no cimo da serranas
Foi batida a tyiannia
Asssssina dos seus avs.
I
nter
prei'gao tiislcrio, "queda to tbnno, ro mo-
menlo que repitaveis ooli'o > o ma s ajto para
mamel-o, inicoo c.ue a poin ra imperial vertou
cMse emergente do greude problema, a qual
no tode superar. .
Dr. Piola Lopes.
A bandeira cobre a carga
Hontem, quando no Rio Grande do Sul
e na bahia da Guanabara, os inimigos da
Repblica combatiam a causa santa da
liberdade representada no governo legal,
a'maioria da Nac&o em um clamor geral
bradava indignada, por ver atravtz da
flmula da guerraFederalistaa pala-
VraRestauragao !
A bandeira de guerra, ent&o cob-io a
carga do navio Negreiro !I ^s/|
Hoje, pora, o caso differente, porque
a tripolagSo d'aquelle navio se apresenta
no tombadilho da nuS. Paulo, e
tmeagao estandarte aurefulgeute da Re-
publica com o lengo verde e cor6ado da
Monarchia !!
Ella j largou manifest, constituio um
jornal de propaganda e appella estimuhn-
temente para o espirito Nacional, como
se recorresse de urna sentenga ante jur-
dica infligida por um tribunal inepto con-
tra urna c*usa justa e santa. Ainda burn
que o repto foi por ella langado.
Quando, pois, a luta for travada, nao
poderSo mais como i utr'cra dizer : somos
republicanosfedtralistas, que combateuio.-
contra os desmandos de um governo, que
nao tem sabido honrar o engrandecimen-
to da Nago.
Nao tero mais como taboa de ealva-
(%o esta bussola, que no mar dos eeus
destrogos enentravam oom^ o prompto
alivio da morte.
Homens inconscientes, Vo esse.*, que
infelizmente preferem o --viver do eecravo,
o gozo do cidado que res] ira o vento
balsmico que mnrmureja a sombra da
arvore da iiberdede.
Tudo vem do habito, portanto, nao
admira que elles assim procedam ; tanto
mais quanto ae attendermos vida que
pasaavarn no Pago, ao lado quente do
gej)_ saboreando os seus mnjareBebe-
bendo o deliciosochampagne do suor do
povo 1
Privados do bom t passad o, qua e nt&o
gpsavam na lanta e opulenta mesa do So-
b?rauo, dos ti-tulos benorih"*>8 e dos p-
sados caracaohaes que pendentes traz am
nos peitos dos casacOes, nao querem 86
conformar com 9 democratismo do gran
de batfqute da commuahao social dos
povos livres, e por- tato dizem no sau
manifest, que a Repblica m, que
aeus fructos sfto ruins, amargam, nao se
podem tragar e outras cousas banaes, e
que por esta razSo deve o povo contra-
N&o a monarchia corrupta
Asquerosa como a serpente!
E' mais falsa que a prostituta,
Pois amor nao tem a gente !
Mostrar qua brazileiros
Descendentes de guerreiroB
S almejam um reino de luz !
Para como Redemptorer
Guardarcm a liberdade
A rainha da postergado
Da trra da Santa-Cruz !
Recife, 25 deNovembro de 1895.
Um pcrnatnbiicano.
Pedio Luiz Paranhos Perreira seguindo
no paquete Chili para Pariz, onde se de-
morara por a gum tempo, despede-se dos
seus smiges que nao pode pessoalmente
procurar e offerece-lhes all os seas ser-
vigos.
Recite, 30 de Novembro de 1895.
Ao
Dr.
benemrito cidadao
Bianor de Medeiros
O herosmo dos pernambucanos, reme-
mora em vos as suas tradicSes.
Acceitai o intimo entbusiasmo do elei-
torado em geral do hecife.
Quanto a mim estarti sempre ao'voBso
lado porque sempre venerei a sciencia e o
talento. f &.
Recife, 28 de Novembro de 1895.
JoSo Valentim Teixeira Bastos.
Aos
disponi-
professores em
bilidade
He ntem nt terceira directora da Su >
creteria d Justga, fot aparada a eleiclo
demm meabro do Coneelbo Luterano.
Pela terceira ves fui eleito para dito
cargo, recebendo ssaim cais orna
os
prova
meus
de cmfl.cga qce me deram
dignos ccllegas.
Agradecento-lbes mina reerelgio, s a
elles devidt), curxpre-me astegurar-lhes :
que jamis olviiareos deveres aherente
ao alludido mandatmu, rperante aqnella
jorporagSo.
Recite, 1 de Dezerubro de 1895.
, Izidoro Marinho- Ceser.
-si
O pinino d'una diiilneio profesor
medico
Ro Janr iro, Novbre 12, 1888.
I Icos S'F. S ott& Row.e.
Agrade.-endo a Vv. Ss. o coocei o qoe de mim
fazem, pofso siucerameote amrmar-lbes qos U-
oho> acooselbaso d> s le moiU o oao da Enulsao
Je Hcoit da qoal t os meos doeotes colbido
evidentes melhoras em soa saode, e por isso eo-
teodo qoe os aoto es de to beneltjo medicamen-
to davem oibar-se como bt-mfeuoTes da hus>.ni-
dad*.
De V^. Su. alto. veor. e criado,
Dr. Eroee'o Se S osa e liveira Caotlobo.
Protessor )obtia o, 1* ci-oviso da tronada e me-
rit o do bospilal da ordam 3* .a Peoiteocia,
ttc. 8
,--------?
Dr. Bar reto Saiapalo Oculista
Consultorio ra Bario da Victoria n. 51,
L* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem i
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdo mingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Se te de betembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Telephone
n.2S7.
/Advocado
O bacharel tsperidiao Ferreira Mon-
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t Declara^ao necessaria 1 O DR. francisco leopoldino
Q abati ssslgoado profoodatnente Indignado 'participa aos seus-clienUs e amiee* nn
com o qoe sa otsae, em orna corresponde JCla I mudou-B da rnR 9ant rZ ^
escripia no jarnar^roviocia. de 11, contra o I m^ao-Beda ra "e cat8 Croa para )
illostrado e rntrego magistrado de Monbeca Or.
Maxtmiaoo Francisco Coarte, aeclara. para que
nao se nao meicadeje com o seo Borne, e pa'-
qoe uio pairea meoor dunda sobra sea indi
Pateo da Santa Cra n. 2.
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vidoalidade. sobre ai Boa repotae&o de home^
serio, qoe absolulameote nao concorreo para a
poblicacio de tamaoba Msidade, por isso qoe
jamis em toa laiga existencia emordeo na
sombra*. ggg
Prole la, pois, coBtra o qoe se dii em seme*
luaote caria-p8eoda; por ser orna calumnia o
qoe se allega cootra taj correcto magistrado.
Baila.
Frisares, id de Norembro ce 1895.
Hermenegildo E do Reg Monleiro.
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STPHUSI!
ELIXIR
"r'''.'.-*jra
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DEll
so:sia,sLCSIaOASH:;o
IPE03AD0
( Grande depurativo do sangue ). Approva-
do pola Exma. junta de hygiene do Rio de Janei-
ro, premiado na exposico de Chicago e prepara-
do por
JOAO M SILVA SILVEIRA
Pharmaceutico diplomado, residente na cidade
de Pelotas, Estado do Rio Grande do Sul.
Nao se julgue que estas
duas palavras achamse-
reunidas to s para ar-
mar ao effeito. Sei li
ilis duas inimigas, pa
recem entretanto a ca-
minharem juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempre promptas a dar
combate entre si, porque
a syphilis um dos fla-
Igellos da humanidade :
s por si, ella abrange
dousterfosdas molestias
clnicas, revestindo de
mascarando todas as en-
tidades do quadro neso-
logico.
Tendes qualquer manifestago tuberculosa ? Procurai a fundo della :
rreis encontrai-o na syphili', se nao adquirido por vos, representando um
ante legado de vossos antepassados. Tendes dores irradias as pernas
e os bracos, no tronco, em todas as articulaces emfim ? Nao precisaos de
mais nada para ficardes convencidos de que tendes emvs o germen fatal da
syphiis. Cahem-te os cabellos, os pellos do rosto, a pelle se enruga, orna-sa
tirfu/racea, os unheiros manifestam-se em larga escala, e ficareis incerto
sobre a origem desses males : acreditai, porm, ainda a sypkilis agerado-
ra de todas essas manifestaces. Nos combates do amor, sahistes ferido ;
nao percais tempo : ainda a syphilis a causadora do vosso mal presente e
futuro. Nem mesmo a innocente crianca escapa a essa praga universal;
ella acaba de nascer : apresenta maculas pelo corpo, que, a simples vista e
aos olhos profanos, parecem casos de nonada; pois bem : ainda urna ma-
nifestaco precoce da terrivel entidade mrbida; e a pobre crianca nao
passa de urna luredt-syphilica. A syphilis finalmente, o Protheu, que, sob
todas as formas e as mais extravagantes, se manifesta e transforma, tra-
zendo a hnmanidade todo o seu cortejo de dores e incommodos. que
cumpre, poisfazer? Evitar o mercurio e o arsnico, que s em condices
muito especiaos oodem aproveitar : e s lanqar mo dos depurativos vege-
taes associados ao iodo, nicos agentes que sabem alliar a grande efficacia
de seus effeitos a innocuidad relativa de seu uso e emprego. No numero
dos preparados emcuja confeccjlo entram estes agentes, oceupa inquestio-
navelmente o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO DO.SANGUE.
Elixir de JNogueira, Saka, Garoba e
Guayaco iodurado
Efficazmenteempregado as seguintes molestias: syphilissob todas as suas
formas e manifestacoes; escrophulas, fstulas, rheumatismo .empigens,
boubas, boubes, gonorrhas, ulceras, manchas da pelle, cancros venreos,
rachitismos. flores brancas, espinhos e darthros. E cujas propriedade tm
sido j preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entre n s
por professores dos mais distinctos das nossas faculdades.
DEPSITOS-.Companhiade Drogas de GuimarSes Braga & C.
PERNAMBCO
Instrumentos
para bandada msica e orchestra.
Violinos, vioibes, flautas, caitas
da msica e reatajos, grande-sorn
tmenlo vem de despachar.
RAMIRO COSTA C.
2-Roa 1* de Maree N^
Livrara Contemporane-i
i
Jarropas
Os proprietarios de carros e carrojas
que trbalham na estac&o do Brum tendo
lidocom atten?8o o artigo publicado no
Jornal do Reci'e sob a epitraphe car-
rosas ; veem declarar que tal artigo nao
foi confeccionado por nenhnm de seus
membros e que continuar a vigorar a
mesma tabella anterior e at hoje adop-
tada.
Rscife, 29 de Novembro de 1895.
Os proprietarios de carros e carrocas.
Dr. Joao Paulo, especialista em partos,
molestias de eenhoras e de crean?aa com
longa pratica nos hospitaes de Pariz e
de Vienna d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas o Largo do Corpo Santo u.
19, !. andar e reside ea roa de Henrique
Dias n. 2.
Teleph nes ns. 190 no eonsultorio e 467
na residencia.
ducumento prova, que
o Cognac Brazileiro
mais velho que a Rep-
blica.
O
FABRICA C&XIAS
abaixo assignadoB
previnem a quem coDAier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do commercio para fazerem
apprehender onde f achades cigarros de outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na moitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito.-
ciganos venda, com todo
o rigor, ae conformidade
cem as penas decretadas
por le.
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 4* C.
i
Klixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approva 'o em 21 de Margo de- (899 pela Iarpec-
toria Geral da digna'Jonta de-9j de Janeiro.
Este Elmr de ccmposlcao toda fejrtta-l pre-
.arado segundo as reirraspbarmaceotleas, acn-
felbadas pelos autores modernos e de recoobe
cida caDodtde acientilca tanto do par cerno
no extraogeiro.
Este Elixir o prodneto aio1** do g'wre es.
lado das. acc6 s pnjsroiogicas das sobsiauci?s
como tambem patologteaa, como tambtm o re-
soltado das ImmeasaB applioafOes dos diversos
casos de febres de fundo paiuswe,
A applicajao de Este Elixir na grande eplde.
mia de bexigas de 1890 a 1891 mais ama ves
danonstron a soa eficacia; pois no principio do>
primetros symptomsa a beziga aborta, e em ca
sos mais adiantados a bexlga passa a ser ama
joenca febril vulgar apreseotando pequeas to
mefaefea qoe com a contlniacao do elixH*dsa
Oc monos atistanos poblicados no Diarlo de
Peroamboco e Gaxeta da Tarde* provam o qce
dizemos.
Nos casos de febre amarella o erJeito e admi-
ra vel.apresenlando pbenomeoos to maravilbo
*oe qoe nenia cidade do Recife e no do Rio de
Janeiro ponco receio causa a febre amarell*
mesmo estando o doente com vomito pretos.
sanguneonestes oltimos periodos ent&o ne-
cesario a applicsyao em alta dose, desprexando
tabella annexa.
Este Elixir j conhecido do poblico de na
grande namero de dignos mdicos apresentado
para comba ter os difieren les tacommodos todos
^Ie8 de carcter febril.
*Pcr moito iempo tivemos occzsio de 'aier a
ipplicaco as feb:38 erysipellosas e com to
bom resaltado qoe Echaos admirados de to al-
ies edeilos.
Pela pratica obegames ? conbecer qoe os
ataqnes de fettre ervsipellosa oo ervsipeila comci
valgamente se diz necessaris o oso de 10 dtai
lo Elixir.
Nos graodesincommodos das senhoras mens-
roacao, grvidos e nos sasos de parto com fe.
ore de om resoltado muno ce. lo e seguro em
a soa conposic;ao to simples qoe nao offerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em doses
ioperiores ie indicadas na tabella infra.
.Pedimos aos dignissimos mdicos aoe desea
rem faxer oso de&te Elixir em soa (-mica nao se
snjeitarem oossa preacripgo, mas sim faxer a
.i '.phcacao em Darmoaia com os caaos qoe dse
lrem combater, certos de que o medcame o io2
a ccmposicao innocente para o organismo
mais frgil qoe seja.
teiro tenr escriptorio a pra$a i7, aotigo pa7c7m sem totraria^prerootar receios'de pe-
marchsr de sua gloriosa estrada para se pateo doGollegio, n. 77 1.a andar, igo.

nodo de usar
A's criancas at om anno 10 gotas de 2 ema
Horas em orna colber das de sopa cbea d age
frrt.
De om a tres anuos 15 goteas.
De 3 a 10 aunos em ciaote 40 gotlas etc.
Estas doses devem semore ser apsticsdas em
sgta
Depuit; *
ampannia de Drogas e Prodactos Gitricc-
Recife, roa do Marques de Olila o. 13.
Nacional Pharnacia, ra J^arga do Rosarte a.
35
Pbarmacia Oriental, roa Estrena do RocaoM
o 3
Piarmacla'- Alfredo Pdrreiva1. roa do Bario di
Victoria n. 14.
Poarmacia Martios, roa Doque daCaxiasn.
89.
Pharmacia Ribeiro, praca Haciel Pinheiro ti.
Pnarmaeia Vietoriense dn Loix Ignacio de Ao-
drade Lima, cidade da Victoria
Para qualquer informaclo sena encontrado o
autor na roa Estrella do sano o. 17.
Of nosww frascos-se qoadradea. e conia gc-
(ss. iN'om lado teem gravadoEurir ante-feorll
e na outroManoel GardoaoPernambaoa, to-
dos loe prospectos*sao assi.nados por Manoel
Cardoso-'Jttior, aeodo-farsos os qoe ola toreo:
a88i|aado>.
MOLESTIAS do ESTOMAGO. Yinio Cbassalna
MONTE PO POPULAR PERNAM-
BUCANO
Os aDiixo aseigDadve, foclos do Moote Ho
Popular Peroambocann, em face das irregolan-
Jadea qoe ee deram as u!;ima3 eleir-oes a qur
se proceden pera os cargos de director e ti ein-
Oros do coo8eitao adminls ralivo, requereram ao
director ae oal orna eouvooacao extranrdin-rla
para lomar cocbecimeolo dsa nollictadeB argai-
dus contra a referida eleicao, vnto -omoetlr
assemb.a geral rsolver a respailo, aa frms
lo qoe dispe o 1- do art. S5 do Establos ;
oo entreidtj, DSu leudo ae ooje o mesi. o d r
tor despachado a peuco nos ab.ixo asigna
dos, com maoife.-ta in.'racfo do 3. ao art
23 dos mesa.08 E a OM-, listo como nao Ihe
racoiativa a- convocado da assemb'i geral
quaudo requerida por vit te socios em dia, veem
os meemos abaixo asignado*, em face do di-
relio que ines assitie, convidar a todos os so-
cios em da para qoe ee reooam em asse i bla
teral.no da 1.- do Dc-sembr-o, s 10 oras da
matba, em a te do Monte Po Popular Pe'-
Lambo ano, &n de qoe ee tome conbecimento
io assnmito de que cima se trata e se resolva
soore a valiude oo oollidade dael>-:c p oce-
dida no di2 17 oo correte me-z.
Recife, 38.de Novembro de 895
Antonio Semeana das Mt-r: j Froto
reliz Antonio de Al-anUra.
h i'p ra T an,h ai Migoel.
Costodio Korreira da Silva.
M*noel Augusto do Miranda.
Joo B do Espirito Saeta.
Nisiel Joaquim Pereira.
Joaqiim-Cvalcanle Brrelo.
Antonio G. B:nleira de Olweira.
siivco Gomes Porto.
Joo Edoardo S. do Nagcimento.
Feliciano da Costa Primo.
I/nacio T. le Jreos Banaelre.
Wenceslao F. de Araojo.
Amaro Ignacto da Silva.
Gandido Jo- de Ges Talles.
Alexao Tbeonomiro dos Santos-Selva.
Joa ate Jos Teixt-lra.
jes Haymoni-o das Cliagssi
!'>:( L. Mari''ho.
GjIJilo Pires Ferreira-
Jo^ FeroaQdes de Melle.
.oi;qoim G. daCooba Pern.
Paijliaii ca Silvejra Pioto.
Matioel A. perreira Sofaes.
NMMZrl
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reacc;o febril, bronclw-pneumo-
nia, cat/iarro pulmonar com febre agr-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da garganta, insom-
nios etosses suffocantez Cjdem immedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia inflata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Itl III Itl.lOI-|J I lt\\< \ISI
Minislerc du ("oniiiicirc de
I'lndustrie of des Colonies
EXl'OSITION UNIVERSALE DE^
1889
Le Jury Intentional des Beeompens
Decerne un deplome de
HETHliHONOlABLE
A Mrs. A. M.! Vbras et C.
BREZIL
Par leurs prodaits COG.V4C
Hit 1ZILEIRO et il.lAllUK.V
T3-: de (VWt DESIMFECT^i
DA :
GROUP Vil
Garrafa
Duzia
CLASSE 93.
" 2^500
25^000
Faz-se descont na proporgo da im-
portancia do pedido.
I*-* """"v'"-" m v ^S
I i Papel pintado |||
I i
para forrar sallas, quartos e corredo-
res ; francezes. inglezes e naejonaes
a pregos sem competencia na
Linaria CWtffmporarwo
RAM1BX) M. COSTA & C.
2 -Ra Io da Margo N.2
!
Peitoral de Cambar
Cura de toase pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sortza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sade
perdida.
O AGENTECompanhia de Drogas
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepfo, residentes n'esta cidade.
Depsitos *
Ra do Baro da Victoria n. 37, 1. an-
dar, sala posterior.
Pernambco
{}
i
Papclaria
objeclos de escriptorio, papis e car-
toes de phaousia para participagao
de casamento e nascimenio, excel-
lente esculla na
Llvraria Contempornea
2-Ra I"
RAHiO
de Margo N.-2
L COSTA.& C.
Peitoral ?e Cambar
Cora de affececito pulmonar
Em casa do Sr. Fileno Goncalves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
fo pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
Dr. \uues Coimbra Clnica Ms-
aico Cirurgica Consultorio, & ra Mr-
quez de Olinda n. 64, 1." andar, onde d
consultas das 12 .s 2 horas da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criuncas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da oledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.
Advogado
O bacharol Antonio Tolentino Rodri
gues Campos, procurador dos Feitos da
Faaenda do Estado, pode ser procurado
cniseu escriptorio a Praca 17 n. 79, dar
lo horas da manhSaa 4 da tardn
Dr. A Hyxrino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigf extorno dos Hospitaes, laureado com
urna medalha de bronze da Assistenia Pu-
blida, cirurgiao parteiro, abri proviso-
riamente seu consultorio na ra Nova n.
19, 1.* andar. Consualta das 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgo genitourinarios
Resideneiaa : ra do Baro de S. Borja
n. 30
--------- ?
Dr. Constancio Ponrral
Atisa aos seus amigos e clientes, qua con-
tina-a dar consultas todos os das uiais, de x
m 3 horas da tarde, ra 15 de Novembr
(aotiga do Imperador* o. 79, 1- andar.
Chamados porescripto.
Telepbooe o. 27
-^?ltDr. Carneiro Lcao
medico parteiro e operador. Residencia
e Consultorio ra do Livramento n. 31,
1. andar. Consultas de 12 s 2 horas
da tarde. Especialidade : Febres, partos
e molestias de enancas. Chamados a
qualquer hora. Telephone n._ 325.
. MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Avisa aos olientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ruado Bom Jess n. 24.
Residancia Ra Direita n. 10 em
Atogadoi.
{}
{}
Novidades Iliterarias
Recebe por todos os paquetes a
Livraria Contempornea
2-Ra 1* de Mario N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
{{
i
Jornal do Gonimercio
RIO DE JANEIRO
Recebe-se assignaturas e annuncios, &
ra do Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente nes te estado
Peitoral de Jambar
Outra cura de braneltfte
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado um fi-
lhirlho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pei-
toral de .Cambar, de Souza Soares*
debtellou em poucos dias a perigosaien>
fer|iidade. *** ^~
O agente Companhia de Dre-gas-


.
r
I
V


Diarlo de Pern^mboco Domingo de Pezemhro de l*t>5




r

V

Peitoral de Cambar
Duas euras de coquelnche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, n3o colhendo melhoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
e Cambar, de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente.Marta Jos Rodrigues Baa-
cllos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
CURSO TOS, FJU\S
N0VEMB30 AFEVERE1RO
geographa'k HISTORIA
DR. JULIO PIRES FERREIRA
Ra Duque de Casias n. 55,
1 andar
Dr. Arthur Caval-
canti
Participa seus clientes e
amigos que mudou seu consul-
torio e residencia para a ra do
Barao da Victoria n. 46 1.* an-
dar onde contina a exercer os
my teres da sua proflssao.
Consultas de 1 s 3 horas da
Urde. _j j
TELEPHONE N. 430
LgMMWiMWIiW
Botucat
Deve ser lida com interesse a seguinte
noticia, qu a Panfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazl, a especialmente este
florescentusimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de oatras especialidades
medicinaes do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia.
de estudos, que com o seu labor incans
cavel soube ganbar o elogios de varia
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
maravilhoso Elixir.
E vito abordamos este sssumpto, de-
venios dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuya como o Eli-
xir M. Morato slo productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeiro, e que a sua
yenda folautorisada pelo governo federal,
primeiro.'e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que e se encontrara na flora de
nossos series, s<5 serve para a cara mi-
raculosa da asthma, do cancro das do-
res rbeumaticas, da syphiles da terrivel
morpba.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chele de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, iras
que opportunamente designaremos por
que este facto se prende urna interessante
historieta, que vale a pena ser narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
em urna importancia excepcional e pode,
competir com os melhores desse genero
que se ackam as demais partes do
mundo.
Asstimos ha alguns dias, a prepara-
cao desta Elixir, acompanhando atienta-
mente todus os trabalhos, desde a tritura-
do drs vegetaes at ao encaxotament,
ao qual se segu a expedicSo para a*
mais importantes pharmaciss da Europa.
Alm do curioso proceaso, sSo dignos
de admirar a fiscalisaclo, ordeno, disci-
plina qne reinam no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos comeca a
colher os fructos, alias altamente lisoa-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecnuiario-
O Sr. D. Carlos nao se deixa, porm,
djrmir sobre os lourcs, cogitando sem-
pre em ampliar mais o seu estabeleci-
mento, estudando o processo para o fa-
r ico de outros productos medicinaes que
serio, antes de tudo, submettidos a analy-
se dos mais notaveis e intelligentes m-
dicos.
Os nossos* cumprimentos a esse bo-
mem illustre que em Botucat, gosa de
geral sympathia e ao qual de ajamos
nrosperos negocios.
ib. rnsiTAS imsiu
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferre'ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
Talephore n. 292. \
Peitoral de Cambar)
Cura de urna tosse violenta
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fquei completamente restabelecido.
Carlos de Alencar, major-fiscal do I* regi
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida]
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71,1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (per escripto) a
qualquer hora.

MMEROO
l
0
Pianos
Grande sortimento de corda*, so-
ladores, bancos, capas, raarfira,
feltros, araodellas e todos os artigos
proprios para fabricar e concertar
Pianos.
PREALLE & C.
59-Rua BarSo da Victoria-59
1}
0
i
Dr. Francisco Leopoldina
Fspecialidades : Febres, molestias de
enancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
ResidenciaPateo da Santa Cruz n.72.
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
{}
(1
i
Piano*
Veode-se alnga-se, aflna-se, con-
certa-se e trocase pianos.
PREALLE & C.
59Ra BarSo da Vicloria-59
{}
I
i
Bolea Commercial de Pernam
buco
COTA^ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 30 de Novembro de i8qs
ObrlgageB prelereociaes da Comp.nbi ae
Fiaco f Tecidoa de Poroamboco, do valor de
200*000 joros de 7 Duas aitis da Companbia Te; do< Paolista do
valor de 100*030 jaros de 8 % ao precn de par.
Na B Isa vendern se :
50 oorigacOes prefereociaes da Compaabia de
Fidao e T-eidos de Peroambu'o.
50 dias ditas da Coaapaabia de Tecidos Pan-
lista.
O presidente,
Antonio Msrqiea Ce Amorim.
u secretarlo,
Manoel G. da Silva Ploto.
Cambio
Os estabelecimeotos baocarios iniciaran) boje
anas transaccOes a 9 1/4 sobre Londres, 190 d/v,
teo baver negocio, depoia de malo da Indica-
ran] a taxt de 9 5/16, ao (echar baizaram para
9 1/4.
O movimento foi iosleoificanie.
Lettras particulares bouve pequeos negocios
a 9 3/8.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Assocar
UbIq, por i o kilos. 5*400 a 6*000
Cry 'alisado. Branco, por 15 kilos 5*000 a 5*800
Someoop, por 15 kilos. 3*800 a 4*000
Mascavado, por 15 kilos 2*800 a 3*100
Bruto, por 15 kilo. 3*500 a 2*900
Relames....... 2*000 a 2*200
AlgodSo
Hoove negocios a 11*400 a l<*300, o med-
ac e a 11*100 a 2a Borle por 15 kilos.
Aleool
Por[pipa de 480 litros 300* nomlasl.
Agurdente
Por pipa de 480 luro* 100* nomimal.
Cauros
Seceos salgados na bas" de 12 kilos 1*000 rls
randa refago 666 o kilo.
Verdes 600 ris, diurno prego.
Carnauba
Cota-se de 23* a 35*000 por 15 kilos.
Mei
.. Por 100f003 nominal. -
iportaeio
r.eclfe. 30 de novembro da 1895
Para o exterior
No vapo' ingles Merchint, para Liver-
pool, carregaram '
A. Irmao & C, S.oW.klio* de borracha.
= No vapor mgle Atlantic, para Liverpool.
"j. Paier &C, 8,000 saceos com 600,000 kilos
de assocar mascavado.
ConJp Lima a C, 600 saceos com 3,750 kilos
de assocar mascavado.
No logar ingles J. H. Dexter, para Li I
erpool, c"- fgaram:
{ Realejo
}
{{
Cairas de msicas suiasas, o que
ba demelhor n'esie genero.
PREALLE C.
ii
a
59-nua BarSo da Victoria-59
51
O DR. TEIXEIRA DE CARVALH0,
medico, operador e parteiro, de regresso
a esta cidade est a di-posic2o dos seus
clientes.
Pateo do Carmo n. 28.
(Antiga Redacc&o da Gazeta da Tarde)
EspecialidadesTratamento de febres,
syphil's, beriberi, molestias do fgado.
Chamados a qaalquer hora.
Consultas, gratis das 9 a> 10 horas da
manhfi.
Das 11 as 2 horas da tirde pagas
vista, sem excep$3o de pessoa al guia.
II
(I
i

Msicas de danca
Bellas walsas. polkas, quaJrilhas,
schotiisch. etc. etc. o que h de T
melhor e mais moderno de compo-
s lores celebres.
PREALLE & C.
59-Rua BarSo da V ctoria 59
y
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio: Ra da Imperatriz n. 8,
1. andar.
Consultas: de 1 s 3 da tarde.
Jos Hyglno
fClRURGIO DENTISTA)
De volta da sua viagem ao Sul dt
Repblica, reabri seu consultorio a ra
do Bsrie da Victoria n. 19, 1.' andar,
onde pode ser procurado das 10 hores s
4 da tarde.
Jallo & C, 783 saceos com 58,715 kilos de
assocar mascavado.
No vapor ingtei -Chile, para Bordeanx,
earraairtm :
G. Pero.cd33 & C, 1,500 abacrxis e 2 gigos
com bananas.
Bernet & C. 4 barricas cois abacaxlf.
Uorel & C Saccessores, 3 barr cas com sb .*
CJXlS.
E Cbatioe, 5 ditas cem di'o?.
Para o lotartor
Ni vapor oacional Canocim*, para Sao-
tos, carreparam :
II. S. aia, 200 saceos com 12.003 kilos de
(etilo.
J. T. Carreiro, 50 barris com 4,350 litros de
agurdeme.
A. Femandea & C, 600 saceos com 30 000
ellos de assocar braoco e 600 ditos com 30,000
ditos de dito mascavado.
Pa-a Rio de Janeiro, carregaram :
J. T. Carreiro, 30 pipas com 14.550 litros de
agnaHeote.
P. Pinto & C, 20 pipas com 10,800 litros de
alcool.
A. Fernandas & G.,300 sa:coa com 19,194 kilos
de algolao.
A. T.borda & C, 4G0 saceos com 30,964 kilos
de algcdSo.
No vapor Ingles C. Prnce, pa-a Santos,
carregaram :
B. da Silva ojo de C, 5T0 saceos com 30,000
lulos de assocar braoco e 1,003 dios com 60,000
ditos de assocar mascavado.
P. alves & C, 1,500 saceos com 90.000 kilos
de assucar mascavado, 500 ditos com 30,000 ditos
de aseucar braoco.
J. M. Los, 733 saceos com 43,980 kilo3 de
asencar braoco e 790 ditos com 47,100 k'ios de
assucar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
Gomea Ponseca & C 100 saceos com 6.000
tilos de assocar nraaco e 900 altos com 54.C00
kilos ue assocar msseavado*
. M. Lins. 269 saceos com 17.140 kilo i de
assocar branco e 208 ditos com 12,480 kilos de
assucar mascavado.
B. Williaos & C, 300 saceos com 25.874 kilos
de aitodao.
No vapor ooroegoense Argo>, para Para-
uagua, carregaram :
M. S. Mita, 300 saceos com 18000 kilos de
assocar braoco e 200 ditos com 12.000 kilcs de
a sacar mascavado.
No vapor ooroegoense Argo, para Uro*
goajanoa, carregoo :
A. Rodrigues de Souza, 100 barricas com
10,800 kiloa de assocar braoco.
No vapor iagles Eira, para Rio de Ja-
neiro, cirreearam :
P. Caroelro & C 700 saceos com 4100.1 kilos
de assecar branco e 20 pipas com 10,000 litres
de alcool.
Compacbia de Melboramento, 24 pipas com
12.000 litros de alcool, 606 saceos com 36.360
Kilos de assocar brauco e 193 altos com 11,580
kilos asocar mascavado.
No vapor nacional Brasil, para Rio de
Janeiro, carregoo :
Antouio Gomes, 5 barricas com 268 kilos de
assocar retinado.
Para Victoria, carregaram:
A. Percaodes a C. 200 sacros com 12 000
klos de axearar branco e 200 ditos com 12,000
kil >s de assucar mascavado.
bircaca Crrelo Par.bybaoo, para a
Paranvoa. carregaram :
Golmarei Braga & C, 1 barril com 90 litros
de alcool.
T. Lipa a C, 20 barris com 900 litros de vi-
nagre.
= Si barcaca Naiioba, para Maraogoape,
carregaram:
Clnica tnedico-cirurglea
Medico, parteiro e operador\
Dr. Manoel Carlos de Gouva,(
de volta de sua viagem, previne,
aos seus clientes que reside eK
i tem seu consultorio aberto *
UruaBaro da Victoria n. 61, '\
! andar.
t D consultas de 1 s 3 horas'
ida tarde.
Acce'ta chamados a qualquer'
'hora para dentro e para fra da'
r cidade.
Venemel Coafraru de Bcie-
dicto do Recife
O abaixo asslroado e.thsooreiro da Confra.
ia cima, pede a qoem se jolgar credor da re.
lerlda Contraria, if lo durante o tempo ooe fo.
mesmo abaixo aasignado tbesoorelro (9. aJ)
o obseqo-o de apreaeotarem soasjsoolaa no con.
s-storio das 7 coras da manOaaaS da Urde para
serem conferidas e immediataoieote !>''
expirando o prazo de olto das a cootir deata
data, nao 'fr mais responsabillrtade algoma.
Recite. 28 de Novembro de 18^5.
Conaiaotino R.mos do Bsplrilo banto
Jos sT deTmaral a C.. 10 barricas com 330
li ros de cervejs.
Na barcaca Mercono, para MiceiO, car
^"piLipa, 5 calas com 120 ki'oi da doce.
Na barcaca Fr.ncttca Octavia, para Ala-
coas crr6Sdr&(D
Jo8S.doAmaral&r,.,10 a!iacom90 i trob
de cid.a e 10 barricas com 280 ditos de arveja.
Joao A. Ponseca, 300 c?ixas com 7,200 kilos de
,aN barea;a PrancUca L-ilte, para Miceio,
carreaaram
Manoel J. Pessoa, 10,000 litros de sal.
P. Rodrlaoes & C, 1 catxa com 40 kilos de
Na barcaca D. Julia, pira Aracalr, car'
"iMldo Amaral & C. 1 calxa com 30 liria
de alCOl. 1 barril com 40 ditos de vinagre, 24
bar is com 240 ditos de viobo de froctas. 30
csixas com 246 ditos de genebra e 20 duas com
180 ni os de cidra. .,,.
Ba-bota & C 12 barris cot 400 litros da vi-
obo de frocta, e 30 catxas com 390 ditos de ge-
QeA"pernandes & C, 300 saceos com farlnba de
m B.diaSeo & C. 2 ealxaa 304 kilos de perfa-
=- No vapor nacional Seberibe, para Pe-
nedo. carreararam : ,. ...
Jos S do"Amaral 4 C, 2 barra com 180 litros
le aieio'. n .
Ha vapjr ingles Ceareoae, para Para,
carregaram ^ ^^ ^ barricl8 C0U 13,98. kilos
?e assucar branco.
Cumaobl> de Droga?, 5 calas com 150 kilos
le oleo de ricino, 2 barris com 180 litros de al-
cool, 4 ditas de medicamentos e 55 ditas com J85
litros de viobo medicinal.
a. C Xavier e Silva, 200 barricas com 13.960
Kilos de aseocar brinco.
Para o Ceara. carregaram :
Foseca I maos 4 G, 50 caixas com 2oO tiles
ria cai| ja
P. Grneiro& C.,40 barricas com 4,400 kilos
de asquear branco.
Manoel A. de Senoa & C. 20 barricas c m
1,000 kilos de assocar refinado.
J. S. do Amaral a C., 50 calxas com 1,190
litros de cervej.
=. No biate D. Jalla-, para o Aracaiy, carre-
garam : .
J. do amaral & C., 4 pipas com 1,850 Itroi
de agurdente, 5 barricas com 150 litros de cer-
veja, 2 pip 8 com 940 litros de viobo de froctas,
lua com 470 ditos de vinagre e 20 garra'OS
com 320 ditos de geoebra.
PAUTA DA ALFAMDEGA
VALORES DA.S MERCA.DORUS NACIOSAES
SUJBITaS A DIREITOS DE EXPOBT^gAO
Semana de 2 t 7 de D zembro de 1895
Agaaraente, catica litro.......... 208
Ona de canoa. dem............... 410
Alcool. litro..................... 432
Algodo em rama, kilo........... 866
Araruta (arioba) kilo............... 470
Arroi com casca, h fm.............. 130
Dito sem casca oo pilado, dem...... 190
Assucar branco, i cem............. 333
Dito mascavado dem............. 175
Dito retinado, dem...............
Aieite de ceo, litro ..............
Bagacos de caroche de algodae, kilo 020
Borracba, Veite de-maogabeira, dem U560
Cacao, dem...................... 910
Caf bom, dem.................. 1*800
Dito ordinario, dem.. ............ ?9.
Dito torrado oo moide, dem....... 2*450
rjaroe secc (xarqoe) dem......... 480
Violhitts
nica agencia no norte do Brazl
da afamada rubrica D. Wolff.
PREALLE &C.
59 -Roa BarSo da Vctor a 59
UD1TAES
Bronchite i* sthmatica
DR. COELHO LE1TE, Cnico da
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta q ue o
Xaropa deLobeianflala
DO
PHARMACTICO
ILDEFONSO 08 AZBYEOO
E' excellente no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra BarSo da Victoria 37, 1.- ndar.
Pharmacia ConceicSo
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharmacias.
Pernambuco
liislriniieiilos
Grande sortimento de nsirumentos
para banda marcial da importante
fabrica Gautrot Aine & C.
PREALLE & C.
59-Rua BarSo da Victoria59
Francisco Pedro da Cu n lu
Vresbytero Secular, CavalJieiro da Ordem
de C/fisto e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro-
vincia de Santa CatAarina, etc.
Altes o que tendo usado por vezes o Peiloral
Cniharinense de Raoliveira XaROE DE AN-
GI O COHPi'STO lOM TOLO' E GUACO, pru
piracSo dos Illms. Srs pharmaceuliecs Rauli-
noHorn & Oliveira, achei que esse x-rope 6 de
benfico e prompto.effeito as affocces dos or-
gSos respiratorios b que affirmo in verbo sa-
cerdotis.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais de 50 mil pessoaa residentes em dive
sos Estados do Urazil attesam a.eficacia des e
grande medicamento.
Deposito
Drogara Braga

H
Msicas
Enorme e variado sortimento
muaicas de Kuropa e America.
Msicas para canto, pOo, fl i la,
rabeca e todos os instrumentos. 0
Encarrega-se de irapressao de mu
sicas.
PREALLE & C.
59-Rua BarSo da Vict ria -59
'CONSTIPAGES S^" Peitoral Catharinenso
DE RAULIVEIRA
DBOGARIA BRAGA
w
i!
Eivii- M. Morato
Rheumatismo: curei-o, completamen-
te, t com o-Elixir M. Morato-pre-
parado pr D. Carlos.
S. Paulo.
Matluus Alvares da Cuaha.
055
160
Carocos ou sement de algoa&o. dem
Carrapaleira semeous. dem.....
Cedro em pranct03s, grossora por
n.,081........................ "'22
Dito em taboas al 40 milimgr., orna UOOO
Carnauba ko.................... *
Cerveja, litro .................... *"
Cbarotos, cento..................... **S
Cigarro., idem.................... .5JK
Cooros seceos espichados, kilo...... i WW
D.tos seceos salgados, idem.......... IsW
Ditos verdes, dem............... 60^
Cooriobo, cento.................... '5*
Lilra. litro.................... J*
Cbioelias, par...................... J'ouo
Cognac, litro..................... J#
Capil e II o-es, litro.............. UOtW
Cocos seceos com case?, ceo'o....... ,/U n
lito- ditos sem casca, id m........ IOOo
Djce, kilo....................... lf0
Eocbams, om............... ^
Efpaaadoresd8penna(iraode* noi oo*ow
Ditos e dita (peqoeao)idem........ *8*15?
Dios de palba, idem................ .J.XX
Bs-elo, om....................... UHW
Esteras proprlas para forro oo etiva
'de navios, cento ............... 2
Estopa oaclooal, kilo...............
F-nnna e mandioca, litro.......... 1*0
Dita de miloo, idem................ j*"
PeijS?, ieem....................... "
Fumo em folba, bom. kilo...........
Dito de dito ordloerio, dem.........
Do em rolo bom, idem............ J"
1 Dito de dito ordinario, idem......... *W
Dito em lata, bom, dem............
Dito em lata, ordinario, idem...e.... ou
Dito picado oo desttado, idem........ "
Genebra, litro.................... *"
LS de barriguda (oaloa, Kilo....... *'JU
Louro em taboas at 40 m'm grossura
ama............................ i n
>i Mel de tanqoe.ou melago, litro-
Dito de abelbas, dem.
MilQo, litro .**..............i
PalDa de carnauba, idem......
pao Brazil, idem............
Ped -a de rebolo, orna........
Peonas de ema oo pavSo, kilo.
Pbospoa'.o de cal, tonelada ...
pjlviibo (gomera de maodloca) kilo.
900
090
030
040
4*503
8500
12*
140
Ponisa oo cilrea de gado vaccom, 3IE0J
Qoeijos de qoalqoer qualldale, Kilo 1**00
Rap, dem........................ M.o
Ripas de qo". ter qoilidade, dota... *w
SabSo, kilo........................ Yf
Sebo oo graxa, kilo........... '"
Seoo em volas, kilo................ /uu
Sicopira em obras ("eixos para carros)
par ............................ t>*l(W
Tabaco em p, kilo................. ***2n
Tapioca, kilo. :...........nisnii
Taboado de amarello, dusia.........160*500
Travs oo linbas de mais de 11 metros
ama ........................... 4t*uw
Varas para canoas, ama............. J*J00
Vassoor a de carna -a. dona....... l*jw
Diias de piassava, idem............. 2,22!
iKtae detimoO, idem...-......---;- '**"X
Vicbatico (em costadiobo) por 0,-054. 22*300
Dito (em prancbOes) por 0-081.....12*500
Dito tm taboas al 40 m/m grossora,
oma............................ 16* 00
Vinbo de qaalqoer qualidade, litro.. 300
Hendltaeotos publico*
Mez :.e Novembro de 1895
Alfandega
0oAlf: 1.935:788^
,d.m de 30 JM7I#7JA ^^
Edital
O Preteito do Moniipio de Oloda faz saber
que foram designados presiieoteB e secretarios
i. s mesas eleito*as osnidadS s abaixo meocio
mdos, para a eleicSo qaj s ai proceder no Ha
7 de Dezembro prximo vioto:ro, para Gjver-
nador e Vice-6overm<'o- do Estado.
1' Se cao (Olinda)
PresidenteDr. CaeUno ot da Costi e Sil/a.
Secretario J;s Marcelino da Fcoseci Uai^U'
bo.
2 Sercao
PresidenteEleolerio Roterto ToVires do E-_-
pirito Santo.
ecreiarloManoel Liberato Fernandes Soare- v
3* ScccSo
PresidenteDr. loi Joaqun Alvos de adb-
querqoe.
SecretarioMnoel Bsnlgoo da Silva.
4" Seceso Beberib)
PresldeoteCoronel J> Joaqd SecretarloAaieoo Go c-lvai Nato.
6* Seceso
PresidenteJos Fi-mioo Ribeiro.
SecretarioM-nqoa? Gimes da Millc
6* S-cja > (Vira goape)
PresidenteCaoiiSo Joaquim da Poiscci Cavil-
caot- GaUSo.
SecretarioCipltSo Jjaqu m F.Unlslj Cival-
cante de Alboqoe'qa.
7" Si-cjSo (Paratibe)
Presidente-Co'oelio Padiloj,
SecretarioJoSo Felippe Saotugj.
E para coosUr, man-oo affi^ar o preseote
edcal no logar do costme epoblical-o pela 10
preuta.
Secreiaria da Prafeitira Maaicipal de O.inli,
30 i-i Njvembro de I89>.
O PrfeMo,
Laclaoo Eogeo 0 de M lio.
Estrada de Ferro de
Pernambuco do Re-
cife ao Sao Francisco.
Aviso
Faco publico que dSo olat ats a aup*
pressBo que a adm niatrkC&o da Estrada
de Ferro de AUgus qaartae-ffiraa em commuaicac^o C3tn O
deata Compuohia nii meamos dias para o
transporte da pas^age r 8, eLtre o Recite
e Macei, nao ceaaat o percarso dos
trens deta Eatr-id* de Ferro aeassi diaa
e. tre Cioco f-uotta e J ia, sem altera^^o
do horario reapeocrv*.
Esoriptorio de Superinteodenois, Cibo,
30 de ivembro de 1 95.
We la Hood
Superiotendeote engeabetro em oaefj.
Alfandega de Per-
nambuco
Eiital
Por es'a Reparticao bq Hb publico que
desea regaran do v-per ingles tActor>
em 3 de Novembro orrente orna caix*
de marca MLMRn. 490, qubrnda,
urna dita de marca M A d n. 453 q>e
brada, nma dita de mure* P O & O, que-
brada, do vapor francs Matapan* entra-
do em 21 do correte, ama oaixs de marca
A 4 D n 105, com iodicios de avarias,
pelo qne intimase ao dnoo ou consignata-
rio para no prazo de 8 das requerer o
que tur a bem de sea direito.
1. Scelo, 29 di Novembro de 1895.
O ohefe.
Manoel Alves da Silva.
Juzodocw ltiotlecife
0 arreo'lameoto, em basta pnblic, da casa n.
31, S roa Deao Parue, qoe nao r,0le ter luar
no i'ia aoonociado ror no haver aodiencla, eer
-ffecioado na oodieccia o da 30 do correte,
contonee o despaibo do mesmu jaizo.
Renda do Estado :
Oo dia I a 29 3!9:832>l
idem de 30 21:6184477
---------------- 331:453*928
Somma total
2,338.114*515
2 seccao da AITandega de Pernambuco, 30
de Novembro de 1895.
O cete da secgao
L. F. Codeceira.
O tnesoureiro
Luis Miooel R. V.leoga
PFCEBEDORIA DO ESTADO
Do da { 298.236*967
Idean: 10:351*249
r.e,CirE DttAlNAGB
Do da i a !8
dem de 29
308:888*216
3:048*011
48*696
3:516 *70
llov oriento do porto
Nav.os entrados no dia 29
Soutbampton e escala14 di 18, vapor in|ai
Ciyie, de 3369 tooelalas, equipagem 15t,
commandante F. Meese-oy, ca-ga varios g-
neros ; a Amorim Ir^aos & C.
Rio de Janeiro20 dias, naiacbo porree'. Au-
rora do Vooga, de 101 tonelndas, equioaRem
9. commandante Manoel dos San'01 Camarao,
carea pedras ; a Amoiim Irmioa & C
Sav.onab52 dias. b-rca noroegoeose .Micbaei
BerontiP, de 640 toneladas, equipagem 12,
commandante D. Torresen, carga varios g-
neros ; a H. Forater & C.
Cabo da BOa-E-per c3~25 diaB. bri*ne dioa
marques Fano. de 227 toneladas, equipa
gem 8, commandante M. N. Mortenser, em las
to; a ordem.
Navios sabidos no mesmo dia
Boeoo3-Ayres e escalaVapor ingles Cyd',
commandante F M-sseroy ; carga va us ge
eros.
NcwYork e escalaVapor ingle Cearens?,
commandante W. Cbooe; carga varios gne-
ros.
Babia e escalaVapor oacion.l Beberbp,
cimmandante Fao.o Rio ; carga varios gene-
ros.
Hereado Hatnieipati de lose
O movimento dests mercado 00 da da 23 Nj-
vemoro (010 seguinte-
Bntrsrim :
38 bois pesando 8,664 kilos
780 kilos de peixe a 20 rs. 15*600
10 compart. com mariscos a 100 rs. 1*00
9 ditos com camarOes 160 rs. *9 H)
26 1/2 columnas a 600 rs. 13*600
2 cargas com gallinhas a 500 rs. 1*000
10 cassoaes com gallinbas'a 300 rs. 3*0J0
1 cargas com milbo verde a 300 rs. *300
1 carga com amendoim a 300 *300
7 cargas com batatas a 300 rs. 2* 100
2 carga com macacbeiras a 300 rs. *600
i cargas com cebollobo a 300 rs. 300
6 cargas com gerimoos a 300 rs. 1*60.
10 cargas com verdores a 300 rs. 3*000
1 carga com canoa a 300 rs. *300
3 cargas com laraojas a 300 rs. *9J0
1 cargas com lobsme a 300 *3)
^2 cargas com loocas a 300 rs. *600
6 cargas com diversas a 300 rs. 1*800
36 cargas com farinha a 200 rs. 7*200
10 cargas com milbo eecco a 200 rs. 2*000
2 cargas com fejao a 200 rs. *400
65 lugares a 200 rs. 13*000
15 Soioos a 200 rs. 3*0C0
12 comp. com soioelros a 1*000 i2*000
9 comp. coa stotiroi 700 rs. 6*300
Alfandega de Fer-
ramhuco
3." praca
Edital n. 9
Pela inspectora da Alfandega ae fai
publico que oo dia 2 de Dasembro, orlo
vendidas em basta publica (3 (ruga) as
11 horas a porta desta tteparticSo as mar-
cadoras abaixo mencionadas qoe nSo fo*
ram arrematadas oji primeira e segando
pravas.
Armaaem 3
0 F F B Oito caixaa na 1009[16
vindas de Fiume no vupor hngaro SSo
StevSo, em 17 d Fevereiro de 93, con-
tendo typoa para typ. graphia pasando
352 kilos e cona guada a Empresa Jorna-
liatica.
C F VUrna Ciaa n. 1680 contando
obras de f rro fundido,reaando 280 k'los,
conigoado a crdem-
OFV Urna caixa n. 7, conteodo
190 kilcs de obras de ferro batido con-
signada a ordem.
C F V Urna caix o. 8, contando
pesas de machinas e obras da ferro ua-
dido nao olaasificadar. pesando 4 kilcs,
oons'gnada Br C F VUrna cisa n. 10 cootoodo
pe^as de machinisoioi. obrts de firro fun-
dido, pesando 435 kilis, consignada aos
meamos.
T J'F L U na ca'xs oont de vidro, quebradas, cicsignada a Theo-
doro jus'-
M J OTres oaixas ns. 1046 viodas
de buwYurk no vapor Be'ga Wurd-
w tb, c "i e<>do obrai de vilros n. 1,
pesando 393 klos e consignados a M. J.
Cmpos.
m 25 de Novembro de 1395.
O inspector,
Alecaodra de Souaa Pereira do Carmo.
\ifaiidega de Per-
nambuco
El ITAL
Por esta Reparticao se tas publico qne
devido i copiosas chovas dos dias 23 e
24 ippkrecram mulbacos no armasom
o. 5rs voiumes saguintes ;
i ito caizas de marca A & C e RB em
baiao na 953, 965, 958, 966, 976. 978,
979 o 9S9d urna d.U de marca MSF n. 3,
violas do vapor Paragaassu', entrado em
utubro io, pe que iotina-se ao dono
ou consignatario dos meamos para no
prazo de 8 dias requerer o que 'dr a bem
de seu direito.
1 SeccSo da Afniega, 27 do Novem-
bro do 1895.
O ohefe,
Manoel A'veo da Silva.
Alfandega de Pernam-
buco
Edital
Pri'o present edital e por despacho do
S.-. Dr. Inspector intimwe ao Sr. Frank
E. C>x a reoolber ao cofres desta Re-
partido ? sjuaotia de 1.401^1000 relativa
a direitos de consumo e espediente de
10 .i* sobre mereadonas importadas e
destinadus a Usina iPeuderama*, sobas
penas da L-i.
Alfandega de Pernamboco om 33 do
Novembro de 1895.
O chefe,
Manoel Alves da Silva.
8 comp. com fressoraa a ;0o -s. 4*800
34 comp. com comidas a 70u rs. 31*800
77 comp. com faxeodas a 600 rs. 46*200
49 comr. com verduras a 300 r* 14*700
94 comp. com farioba 400 rs. 37*600
54 comr. com talhos a 2*000 118*000
325*700
Rsodlmnto:dos;diis 1 e 28 8.890*700
9.216*400
.'recus do da :
Caree verde de 400 a 1*000 rs. o kilo.
Solos de 1* a 1*200 iitem.
Ca-neiro de 1*200 a 1*500 dem.
Faricba de 800 a 1*400 re. a cois.
Milbo de 600 a 800 rs. a caa.
Peiiao e t*200 a 2*000 a cola.
."Navios esperados
Do Rio de J; neiro
Lugar portugus Aurora do tonga.
De amburgo
Barca allem Naon.i.
\.'). r lnglez R03e Hlll.
Brikue allemao Oto Grat su Stalbe'g.
Do Porto
Lugar portugus Gaya.
De Londres
Logar ingles Fanoy.
De Liverpool
Brigue ingles Mtcbatl Buzeolseo.
Brca inglesa Cordefia.
De Terra Nova
Patacbo iagles M stleloe.
Vapores a entrar
Mez de Uezembro
Norte Sol, do sol a 1.
Viscoode Marloho do sol a 1.
Habsborg ds Europa, a 1.
S.oic- da EoroD?, a 2.
Cbili do sol, a 2.
Eqoateor da Eorrpa, a 2.
Boorbon do, sol, a 2.
Baoao do cu', a 3.
LeibnKz do sul, a 4.
A'agi? do sol, a 6.
Mexlcan Prloce oe Nsw-Yjrk, a 6.
Llgoria> da Eoropa, a 7.
GoieDrtge de N'W-York. a 7.
Parabyba da Europa, a 8.
Slo Salvadera do norte, a 12.
Olinde, do sol s 16.
Lis Palmas do sol, a 17.
M-rannao do norte, a 20.
Espirito Santo do sol, a 26.
Vapores a sabir
Mez de Dasembro
Santos e esc., Carib Prloce 1, s 3 horas.
Babia e esc. Jdarinbo Viscoode a 1 as 4 b.
Sanios directo Siclliao a 1 as 3 horas.
SautoB e esc. Habstm-g a 2 as 4 bcra?.
Bo deaox e esc. .bil a 2, as 12 horas.
Bueoos-Ayres e es". Equteur a 2, as 12 h.
Rio e Santos, Camoctm a 3 as 4 horas.
Saotos e esc. Siof a 4. as 4 horas.
N w Toik e esc. Lsibolts- a *, as horas.
Maolos e esc. Alros a 7, as 5 horas.
Valparaso e esc. Ligun. a 7, a 12 hora.
Samos e esc. lolerldge a 7. as 3 boras.
Saotos e esc. cPitabyla a 9 as 4 horas.
Santos e esc. Mexican Prinee a 9, as 3 horas.
Illia de Femando S. Francisco a 12, as 4 h.
Rio e esc S. Salvador a 12, as 5 horas.
Mtaos o esc. Olinda a 17, as 5 horas.
Genova e esc. Las Palmss a 17, as 4 oras.
Rio e esc. .Maraona? a 20, as 5 horas.
Maolos e esc. E>pirlto S-.nto s 27, as o n.
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Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclamaijo, se-
r esta feitano esc rip
torio desta empreza
na do Imperador H.
5 5,onde tambein se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye-
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente^
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Edital
O Dr. Franciso Altino Correa d'Araujo,
jais de direito do 5.' ditficto criminal
p-esidente da 5.a saasSo ordinaria do
jury a oidade do Rsoife, ato.
Faco Babar a qusm inierewar possa,
que em virtads do art. 22 | 1. e 2. da
le ettaoal o. 15 de 14 de Novembro de
1891, foraa multado o iaiiea de facto
iofra declarados, por nao terem cempare-
oido referida BeasSo.
Antonio Pedro Costa
Caetano Francisco Darles
Ernesto Pereira de Fariaa
Gratuiiauo Patricio de Moara
Cas
Guitavo Kraase
He.aclito Eliai de Carralho
JoSo Capiatraao de Lemoi
Finta
JoSo Alves de Carvalbo
JoSo de Miranda Fragoso
Joaqaim GoncalveB de Ae-
vedo
Joaqaim Ernesto da Gama
Joaquim Jorge Dial P'reia
Joa Soares Seixas
Jos Corsioo de Paola Fer-
leira
Jos da Coala Albuqoerqae
Har&nbSo
Manoel Liberato Accacio Ran-
105*
1050
1050
105$
1058
1050
105
1035
1051
1055
1058
1051
1050
1050
1050
raate eate iaiao, iastificando oa motivea ment foroecido pela Tbeaoararia deata
deaeu nao compareoimento, e que findo Repartiglo haf?r dejoa.udo "_"
esse preso o.escrivSo remotter ao Conce-
iho Municipal urna copia do auto de oom-
poaicSo das multta, bem como, urna outra
ao Dr. Procurador dos Feitoa da Fazenda
Municipal, afim de proceder oobraoga
exoouiv, como determina a aupra men-
cionada lai e o arf. 152 1 e 3 do Re-
golamento e 23 de Janeiro de 1893.
Reei'e, 27 de NovemHro de 1895.
Bu Manoel Bemardioo Vieira Cava'-
canti, 2 eacrivSo do joty o ecreyi. _
Francisco Altino Corroa de Araojo.
gel
Raymundo Mario Moreira
Benedicto Gregorio Xavier dos
Santos
CJmillo Qomes de Andrade
Domingos Jobo Gomea Pereira
Eugenio Alvea de S Olireira
Floriar o Rodrigues do Paasos
Fulgencio Joa Joaquim Ca
valaaati
JoSo Barbosa de Lima
Joe de Pinbo Borges
MaLoel Jos Pinto
Manoel Martioa de Paiva Oli-
veira
Manoel da Silva Maia
Paulo C -elho de Vaaconoel'.os
Dr. Sebaatio de Vaaconcelloa
(Jaiva.
Antonio Geraldo do Reg Bar-
ree
Capitulino Iaidoro Goncalvea
de Souaa
Eduardo doi Santoa Caoral
Jos Francisco FonteB Braga
JoSo Silviao Boa-Vista
-iJos Joaquim de Oarvalho
Jot,<3 Fonaeca da Silva
Manoel Accioly Lina Wan-
derley
Philomeno Paulino de jMen-
don?a .
Antonia Francisco da Costa
Filho
Cbri.tcvSo Gcmea Pedroaa
Domingos da Cunba Siqueira
Froais30 Ferreira da Rocha
Leal
Fraaoi83o de Paula Coata e
Silva
JoSo Tavarea da Croa
Joaquim Antonio Goncalvea
Coimbra
Dididio S:1vj Ramoa da
Cruas
Duarto da La Machado
Fra icisoo Joaqaim Ribeiro de
Britto
Jos Joaquim da Sonia Cor-
roa
Manoel de Medeiioa Silva
Manoel Pardal Garca
Adolpho Joa Alves de Car-
- valbo
Antonio da Coata Campos |
Joio Prado Ribeiro
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950
958
955
958
950
95f
95$
950
EDITA L
De ordem do Sr. capitSo de Fragata
Joa Pereira GaimArSes, capitSo do Porto
deate Estado fajo publico, a qeem inte-
reaaar poasa, que em virtude do disposto
no Aviso Circalar do Ministerio da Ma-
rinba de 7 de Marjo oltimo aob n. 424
contratasa, Deata reparticSo voluntarios
pira os corpos de Marinheiroa Nacionaea
e de Infantera de Marinba ; es quses go-
tario das vautagena que lhea aBo confer-
daa pela le de 6*ac8o de forcas e decre-
to de 15 de Deiembro de 1894.
So aerSo acceit voluntarios, aquellos
caj -a idades n5o sejam menorea de 16 nem
maiorea de 25 annos.
Aob que forem jalgadoa apto para o
aervco da Armada, goaarko ^daa aeguintea
vantageoa :
Abono menaal de mais metade do sold
que ora peroebem ob Mariobeiroa Naci-
a.ea ou soldados, de vendo o praao do en-
gajame&to ser pelo menos de 3 annoa.
Oa volantaroa peroeberSo em qoanto
eativerem nett quslidade de pragas, urna
gratifjacSo diaria de 125 rea.
Abono de urna gra'ifio$3o meosal cor-
respondente n metade do aoldo de sua
oUase, as prayaa do corpo de Marinheiroa
Nacioaaea que oomplet*rem o tempo legal
de aervico e contiuuarem a aervir ten>
eogaj .montos.
As pravas que, findo o sea tempo de
servido continu .rem as fileiraa com oo
aem engajamento, perceoerSo maia urna
gratificacSo diaria ce 250 reia.
Capitana do P.rto do Estado de Per-
aambuco, 16 de Setembro de 1895.
U ecret-rio interino,
F3ppo Murillo Ferreira.
90
900
9P0
908
900
908
850
85$
850
850
85$
850
70$
^700
700
Somma 5.3850
E que fio* marcado o praza de 8 diaa
da data deate para oa meamos Srs. juiaes
4e facto requererem aa auaa recusas pe-
Secretaria da Indus-
tria
3a directora
Para conbeeimento dos interesaados
faco publico que no dia 9 de Deaembro
viodouro, a 1 hora da tarde, recebem-se
nesta Directora propoataa em carta fe-
chada, devilamente aelladaa, pra a coo-
strucglo de 2 pegSas e 1 pilar de urna
ponte aobre o rio Una, em Barreiroa, or-
5adoB em 19.0340075 ris.
Aa propoataB devem Ber eicnptaa por
extenso, sem rasara, emenda ou vicio de
quahuer especie, aendo rejeitadaa aa que
e resentirem das aeguintes fdltaa :
1. As que excederem os presos do
orcamento ;
2.a As que nSo forem organisadas le
accordo oom o presente edital ;
3. Aa que se baaearem em presos de
outra propoata ;
4.a As que forem firmadas por pessoaa
que'ji taoham deixade de cumprir con
tractos com esta Repartilo ;
5.* Aa que nlo offereoerem aa garan-
tas e qualidadea exigidaa ueste edital.
Havendo dus ou maia propoataa em
igaaldade de condic,5sB, aera preferida a
do coacurrente que melhorea provas de
doneidade ofiereoer.
0 Srs. concurrentes deverlo, alem
deaaa idoneidade exigida para a d recelo
o exeouglo daa obras, indicar o logar de
sua residencia.
Nenhum propooente ser admittido A
conourrencia aem que proye oom docu-
tia correspondente a 5 .] do valor da
obra a contractar, importaccia, que per-
der si nSo aseigoar o contracto dentro
do prsao marcado no convite que para tal
fim I he for expedido.
Para boa gorantia da execuc&o do con-
traoto, depositar o contraotanie no The
iooro do Estado urna caucSo que aera
previamente arbitrada por eata Direo-
tori.
Estar a diapoaicSo do Sra. proponer*
tea nesta Directora, o orcamento deaaa
obra bem como ae d'r qualquer esolareci-
ment une deaejarem neate aentido.
Recife, 8 de Movembro de 1895.
A. Urbano P Montenegro,
irector geral interino.
Ilesas eleoraes
0 aub-prefeito rto maoiciplo do Recife, em ex-
erclcio, manda faier rubllco qne, na forma do-
srig. 8, 9 e 10 'o Apndice L-i o. 93 de 10 de
Joobo do corrate aono, os presidentes e secreta-
rios das misa? el^i'orafg por ell comeados e os
xembroa das mejtnaR eieltos pe- Go-CelbJ Mo-
nicipal, lacombtdos do reeebimento, apnrco de
vi toa e mais trabalno, rea'ivos ^ elelcOe?, a que
se tm ae procede' no da 7 de Deaembro prxi-
mo vlndonro, pa a oa cargos de goveroador e
vice-governador di, Estad sao oa eleitores se-
gninies :
!. seccSo
Presidente. Cjpiao Jos Jcaqolm do Naeci-
meBio.J
Secretario .asebia Alves da Costa-
Jos Gomes de Maros e Silva.
Josioo Pereira da Silva B Uto.
Francisco de Paola Fragoso d'Aiboqaerque.
i.1 aeccSo
Presiden te-D\ Francisco a'A'.h-yle Martina Ri-
beiro.
Secretarlo.Sabino Olegario de Afss BulbCes.
Mam el Antonio d'Olivelra Reg.
Manoel Pedro Tavares de Melle.
Manoel Joe Pe-eira.
3.* seccSo
Presidente. Capitao Eustaquio Antonio Gones*
Secreiarlo. Jallo Pimentei e Amortm.
Manoel da Paixfto Vieira.
Kleodoro Goncalvea d'Aaevedo.
Joao Gomes da osla.
4* zec5o
Presidente.Marlaooo ae Flgoeiroi Faria.
Secretario. Capitao Aot'Oio Mariobo Falcao.
Uysses da Silva Cabral.
Wenceslao Pinto de Paiva.
Joo Jos a Oliveira.
5.* seccSo
Prebidente. Coronel Hemeterio Maclel da Silva.
Secretario.Aogusio Adrl&o Pereira da Silva.
ALtooio Jos Leal Res.
Antonio Gomes Leal.
M 6.*secc9o
Presidente.Migoel Angosto Viei-a 4 Amo-im.
Secreta ioa-Maooel Ciesiaoo de M a iua Hec-
nques.
Camillo Leus da Silva.
Manoel Alves Cordeiro.
Francisco Mactudo Nones.
7.* seccSo
Presidente.A-utonio Adi/lpbo Bjrges Leal.
Secretario.\lb rio Gonjalves Ferreira.
Joaqoim Jos da Si va Costa.
Vivizno da Costa P. lmelra.
Jjaqolm -Mines ta Costa.
8 seccao
Presidente. -Alfredo Rodrigaea dos Santos.
Secretarlo.Eduardo Francisco Pereira Freir.
Arsenio Antonio Borges.
Aotooio Joaqun Fernsnles da Silva.
Antonio FerrSi de Alm?ida Caslcllo Branco.
9.* segao
Presidente.Anacleto da Silva Ramo?.
Secretario.-Aff.nso Frailas das Cbagas.
Antonio Loiz do Reg Barrettr.
Adolpbo Coelbo Pinneiro.
IWefonso Alfedo de Ca-valbo.
10." serrjao
P.e3ldeote.-Mancel WaldoaUo Soares.
Secrotario.Maootl i jipaoio de iive.r .
Fraoc co Jo'ge da Silva Freitas.
Joao Aog08to de Siquoira.
Herminio Aolonio Lao.
li.* secfiao
Presidente.Manoel Rodrigues Nogneira Lima
Secretario.-Lnii Correia de A-ao]i Mello.
Francisco Flix Valois.
Hermenegildo Lola de Slqoelra.
Joe Aognato Caraelro de Mesqaita.
12.a eezcao
Presideote.Ernesto Xavier dos Snica.
Secretario. Germano Mo ti.
Geoclaoo dos Santos Selva.
Francisco de Sooza Medeiros.
Antonio Alfredo de Carvalbo.
13.' seccao
Presideate.Jos Geraldo Xivier da Cruz.
Secretarlo.Jos Aotooio Lordelo.
Antonio Alfredo Moreira de Meodooca.
Aotooio Pereira de Sooza.
Parisio de Valladares.
14.a sei gao
Pre8eot*. M noel Tneopb lo da Silva Goima-
rlea.
8ecret?no.Emygdio d'Asss Catpoi Cordeiro.
Liu' r.t'nu Udorco de Freitae.
Jo-e Hy^ino de 0 iseira.
Alfredo Henriqo* da Malta.
15.a se gao
Pres;dent''.=-vlfreio Rodrunee dos Aojo.
Secretvio. Alfedo Gibson.
Dr. Manoel Tir ano dos Res Campello.
Anioni i Jos te Lemos.
Ascencio Mioe-vioo Mslra de Yasconcellos.
16 secgao
twsid^nte.-D'. Affooso d'Albojjuerqoe Mello
Jnior.
8ecretarto.-Antonio Angosto Borges Leal.
Caad'do Jo- da Silva.
Lois Affonso Ferreira.
Jallo soares de Azevedo.
17.a seccao
Presider\te.=Dr. Aagosto Coelbo Lslte.
Secretarlo.Pedro Jos M-ndes.
Francisco Ant n>o de Onveira Santos.
Ray r no o Ma'ia Moreirs.
Pedro Jos Mendes.
18.a seccao
Presidente.r^Dr. Affonso Viriato de Medeiros.
Secretario.D'. Julio Aotero de Medeiro3 Fa-
tado.
Jniu Cezar Csrdoso Ayres.
Alfredo Lucio de Castro.
Joao Ly Cabral de Castro.
19 secgao
Preeid-r,te.=r).. Joao Aognsto Ferreira.
Secetarm.=Fernand Civalcante de Alboqoer-
qne Los.
Manoel Joaqoim Sil reir.
i qu m Antonio Soares Avellar Jnior.
Heunque de Hollaoda Cavalcanti.
20 re'cao
Presidente.Pran:i8CO Carlos da Silva Fragoso.
Secretario.>Dr. Jos A Joaqoim EHas de Aiboioerqae Reg Barros.
Goitfredo de Abreo Lima.
J ao Pinto Accioly de Vasconcellos.
21.a secgao
Presidente.D-. Affonso de Barros Cavalcanle
o'Abnqaerque.
Setrrelano.=]oaqoim Teizeira Peizolo.
P alo Pere a Sin 6fs.
Hjrcolaoo da S lielra Bessoae.
Joaqoim Nepomu-eno de Siqaeira.
22 a ee cSo
PresidentaDr. Sebasliao de Yasconcellos Gal-
vSo.
Secretaric.=H>nrtqoe MegalbSer.
Delmiro ergio de Panas
Goilberme Avellno do Reg Barros,
oaqoim do Lago Rabello.
23.a tergao
Presidente.D". Manoel nos Santos Moreira.
Secretario.=Alva'0 Affonso d'Oliveira.
H>orique Magaih'8 da Silva.
Jo Caetano de Medeiros.
Jjs Candido de Miranda Leit&o.
21. secgao
Presideot- = Vugus o Cesar da Caoba.
Secretario =Joe da Silva Lordello
Tnomaz Rozendo de Oliveira.
Elesbao Capiluoo Ribeiro.
Elysio dos Santos L j 25 seccSo
PresidenteJoaquim Jos uorreia de Araujo.
Secrttirlc/os Boiifaclo de Mendonca Ribeiro.
Joa J).qoim Horges Ucbi.
SeDastiSu C>valcaate de Alboqaerone Llns.
Antonio Mirqaei de Oliveira Ramos.
26a secfilo
PresidentaLoiz Machado Bilelbo.
Secre'a'ioMaooel Nervalo Ferreira Gomes.
Aniar Regadas.
Pedro Ivo de Carcpjs.
Ctaario Bruno Saidanba do Rosario.
27a secgao
PresidenteArcbias Lladolpbo da SilvaMafra.
SecretarleAntonio Ascendino da Croz Castro.
Ignacio Paulino Sonto Malor.
Antonio Gomea Cesar de Mello.
Hdrmtnio Svanvelisu da Silva Fraga.
28a eecguo
PresidenteBa j de N.saretb.
Sccreta'ioIaidoro Tbeolulo Maltoa Ferreira.
Jos da Costa de Aiboqnerqae Mello-
Hscr:qurt Francisco de Moraes.
Jmo Francisco Gongalves da Luz.
f 29a eecgao
PresidenteTenente coronel Francisco Uamiao
Caval ante Pessoa.
SecretarloCapitio L?onclo Qaic!? de CaBtro
L90.
Jos Eieibao Borges Ucbo i
Jojquim Honorio de Sooza n '
J j- de Carvalho Guarnan.
30 seccio
PresidenteCspitao Aotonio Jos da ata.
Sec-eta-iolooocencio AoiuoeB de Farlas Tor-
res.
Joao Anteportom de Salles Miaaies-
Manoel Augusto Cavalcante de Alboquer
ta.
Julio Cesar Pimental.
31 aecga)
PresidenteD-. Jallo Clemente de Farlas.
SecretarioFernando de Albaqoerqae Cesar.
Augusto da Roca Wan de-ley Lias.
Jacintbo da Rocba Barbosa.
Henriquo Ladislao da Silva Araujo.
32a seccSo
PresidenteFrlix Nogaelra Cabril.
SecrttirioIrioeu H ique Caraim.
Joaqaim Tbeodo o Brssileiro.
Alberto de Slqaeira Civalcaote da Alba*
qaerque.
Gast3o da Silva Giima-aes.
33a secgao
PresidenteDr. M SecretarioJoaqaim Ignacio da Silva Santos.
Tiborcio Firmino da Silva Tavarea.
Jos Antonio Pereira da Silva.
Jc&o Manoel de Sqaeira.
34a secgao
Presidente-CaBliao Leopoldo Guedes Alcofo-
rado.
SecretarioAdoipho Cabral Ripojo da Cautra.
Mano'l Jo- da Silva.
Adelloo Jovimaoo de Sooza.
Aotooio Heo i'ioe de Miranda.
35a secgao StM
PresidenteDr. Joaqaim Aotoaio Leal de Bar*
ros.
Secretario Aprigto Alves de Souza MagalbSes.
Manoel Olympio Ferreira.
elerioo Pedro de Araojo.
Pedro Fraae s:o de Paula Biptista.
3C Sergio
Presideote-D-. Francisco Altino Correia de
Araojo.
SecretarioCelerino Pedro de Araojo.
Aotooio Josqa m Correia de Araojo.
Pompilio Clodoaldo de Asis G^mes.
Urbano Fraso da Silva.
Secretaria da Prefenura Moolclpal do Recife,
em 30 de Novembo de 1895.
Becrtario,
________Joaqoim Jos Ferreira da Rocha.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
EDITAL H. 30
O administrador faz publico a qoem ioteressar
possa que, no praso de dtz das Improrogaveis
cootaios da daa da pablicagao do presente edi-
tal. sera arrecadado a bocea do cofre o imposto
preilal da fregaezia de Sarto Antonio, relativo
ao semestre do exerciclo *e 1895 a 1896.
Recebe loria do E tado de Pernamboce, em 27
de Novembro de 1895.
O administrafor,
Affonso de Aiboqmrque Mello Jnior.
Alfandega de Fernani-
buco
Edital
Por esta reparticBo ae fes publico que
descarregaram do vapor austraco *Me-
dura> entrado em 17 do corrente um
barril de quinto, maroa Crai, com falta,
2 ditos vszob, 1 dito de marca G E com
falta, um dec mo de maroa N C d C com
falta e 2 vasios, 3 quintos de maroa CGA
com falta e um vaaio, um dcimo com
falta e um va?io, pelo qua intima se ao
dono ou consignatarios para no praao de
8 das, requerer o que for a bem de aeu
direito.
1/ Seclo, 28 de Novembro de 1895.
O chefe,
Manoel Alves da Silva.
DECLARARES
Conf raria de N. S. da So-
ledade da Boa-Vista
Em cumprimeoto ao art 38 do oobso compro-
misso, sao convidados todos os umaos a compa-
recerem no Consistorio desta contraria as (l
boraB da manb do dia Ia de Deaembro (domingo)
para reunidos procederem A eleigo dos novoa
fonecionarios que t em de reger a confraria no
aono de 1895 a 1896.
Consistorio da Confra'ia de N. S. da Soledade,
em 17 de ."Novembro de 1895.
O Secretario,
Jallo Cesar Cardoio Ayres
Liga Operara
Da ordem do Sr. Presideate, convido a todos
ob socios para assistirem a sessSo de assembla
geral, que ura logar no dia 1 de Dezembro, as
11 boras da maoba em nossa sede roa Vis.
conde de lnbaama (antiga do Raogel) o. 34 1'
andar, aun de traannos negocios de grande
ioteresse.
Outrostm, qoe acbsm.se Indultados al o mez
de Catabro prximo psssado. todos os socios.
29 de Novembro de 1895.
^-^Maooel Ploang,
.. i* secretarlo lnteriao,
Sociedade
irfonte Pi BomSaccesso
De ordem do irmo director, convido a todos
o- Srs. assoclados a comparecerem em nossa
sede segunda feira 2 do mez prexirro vindoaro,
pelas 6 boras da noite, em assembla gerat ex*
traordioaria afim de tra'ar de interesses sociaes.
Secreta'ia da Sociedade Monte Pi Bom Sd--
'esso, 28 de Novembro de 1895.O Becretatw
JtSo da Silva Saraiva.
SOCIEDADJE
DOS
Artistas Mechanicos e Libe-
raes
De ordem do Sr. director, convido a todos os
socios que se acbarem no goso de seos dlreiio?.
comparecerem oo domingo Ia de DezembiO
prximo vindooro, i 10 horas do uia, para
reooidoB em assembla geral, oroceder-se a
eleigo, conforme deermina o 1- do Art. 4o
dos 008803 es Recife, 28 de Novembro de 1895.
Gisrar Antonio dos Res
i* secretario.
Gompanhia
DE
FiafoeTeeidos de Pernambuco
Sao convidados os Srs. accionistas a eotrarem
com 10O/o sobre o valor nominal desuse aego.
ot o dia 10 de Dezembro prximo, no escripto-
rlo da companbii i ra do Bom lesos n. 42, 1*
anda'.
Rec.fe, 14 de Novexbro de 1895.
O director secretario
Joa loo de Amorlm
K SOCIEDADE
Auxiliadora da Agricultura de
Pernambuco '
Assembla geral
Sao convidados os Srs. socios a se reuoirem
uo dia 4 de Dezembro na nosea sede social no
caes do Ramos a. 31, l* andar, aftm de tratar
de assomptis relativos a manutenga.} ou iiqoi-
agao da ociedade.
Recife, 19 de Novembro de 1895.
O gerente
A. Pereira SimCes.
Gompanhia de Servidos Ma-
rtimos de Pernambuco
* TABELLA
para cobrancaB dos reboques pel:s vapores
Amadeu e iloUque
At ICO toneladas SOiOOO
De 01 150 ditas 60*000
De 151 1 200 ditas 70JK00
De 201 250 ditas 80*000
De 251 4 300 ditas 90*000
De 301 3B0 ditas 100*000
De 351 a 400 ditas 110*000
De 401 a 450 ditas 120*000
De 451 EOO ditas 130*000
De 501 a 550 ditas 145'000
De 551 a 6C0 ditas 16O.OO0
De 601 650 ditas 175*000
De 651 a 700 dil s 190*000
De 701 a 750 ditas 205*000
De 751 a 800 diUs 220*000
De 801 a 850 dliaa 2oO*0C0
De 851 900 ditas 280*^0
De 901 ; 950 ditas 320*000
De 951 4 1.000 ditas 350*C0'J
Recife, 22 de Novemb'o de 1895.
F. de Assm Cardozr,
Secreta ru.
Segaros Contra Fogo
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, *.
indoa accnmulados 8,274'9('3,19,.0d.
AGENTE
POLHMANN & C
C0\PANHIA
DE SEGRu CONTRA FOGO
De JLondres e Abcrdccn
Posicao financeira
Capital subscripto t
Fondos accnmulados
eceita animal:
De premios contra fogo
De premios aobre vidas
Dejjuros
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
8.780.000
8.000.000
626.0000
208.006
165.006


-a
i

^1

K

fff



e
Piarte de Pernanihiico Domingo l de ho/omhrn de 1SB5
l



>
OGRBV-CLUB
DE
PERN4MBUC0
Projecto de nscripfo para o pareo
BRAZIL
A realisar-se na corrida de 15 de Dezem
brode 1895
Brazll2.2C0 metrosHsodcip. Animaes de Ferosmbao premios l.OOOfGOO
ao primeiro, 2fi0i5OOO ao segando e 1004000 so terceiro.
bserrafoes
S se reaiisar o pareo si inscreverem-se e cotrtrem 6 animaes de 4 proprie-
tarics differentea.
O peso do pareo Braz'l, ac'-.a-se oa Secretaria do Derby, a dispcai^Sodca
intere asados.
Secretaria do Derby Clob de Peroambooo, 29 de Novembro de 1895.
O secretario,
B. Campos.
GRANDE PREMIO
or.

DE
PERNAMBUCO
7. Anniversario da inaugura$o
EO
PRADO DA ESTANCIA
2.500Animaes de poro sscguo Premios 2.0000000 ao primeiro, 6004003 ao se-
gondo e 200)5000 ao terceiro.
Companhia Serrara Pe*-
namb'icana
Assembl Geral
Segunda cenvocao
NSo tendo comparecido numero cffg
oieote de acoioristas a reaniSo convoca a
para o di 18 deste mea, s8a novameote
convidados os Srs. a cioniatas a se rtuoi-
rem co dia 9 de Deiembro proximq fu-
turo ao meio da oa Associf co Uoxnmer-
oial gricol?, pra darem cumpiimeuto
ao difposto eos 1 e 3." do art. 15 dos
Estatutos desta Uompaobis.
Eeta segunda convroa^&o feta nos
termos do #rt. 15 4/ e 5-' d> Decreto
d. 164 de 17 deJ*oeiro4el890.
R-oo, 28 de Novembro de 1895.
J S) Oardoao Ayrcs.
Thesoureiro.
Sociedae Montepo Popular
Pernaoi tocano
Assemblea.; Geral
De o'den do irmao Dirertor, convido a tolos
os nosscs imans a compirecertm em oossa fde
tocial no domingo I de Dezembro, s 10 horas
aa maoba, atim de errpo Ej-em a nova directora
e comuna, ao de comas e eeaistirem leitura e
approvacao do relatorio do segondoisesnestre,
como de.ermita o 3 do art. 21 dos noseos
Estatutos.
Secretaria c< 5rcidad Pernumbu ano-, ein 28 de No,vembro de H93.
O Secretarlo,
Joaqom EugenoCoriecera. .
GMPANHIA TETHYS DE SEGUJtOS
martimos a terrestses
BD* 00 A.IOTBIO N- 1, 1. ANDAR
Directores;
Bario de Souza LeSo
Thomaz Gomber.
Julio (Jasar Para Barrito
_COMPaNHIa
Distillac,ao Fragoso
Assembla geral ordinaria
Par motivos de frga maior tica t-aefrrldua
asfembl* geral o d naria desta companbta a
rtaliear-s* do dia 95 do rente, para qoando
e aonunriar.
Recife, S3 de novembro de 1895.
Pela compaohia Distillaga Fragoso
Joao EosUqoioPerelra, tbesonrura.
"seguros MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companliia r Phenix l*ei-nanabu-
cana
ROA O COMHERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Corapanhia Pernambncana de
Nmgi(ity
Fernando de Noronha
O paque e
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segoe no dia 1 da De-
sembr, a; 4 horas da tarde.
da descarga, dentro de tres das depois de flna-
liesd:
Nio precedendo esta formalidade, a Compa-
nhja fica istnta de toda a responsabllidade.
KSCRIPTORIO
Ao Casi da Comoanhia Pernambucana
0.12
Observaqes
pelo
O pareo Derby-Club nSo se realsar sem qae se inscrevam e crram
menos 6 animaes de 4 pr prietarioa diferentes.
A estrada ser de 1604000, sendo metade no acto da nsoripcSo e a outra
metsde na vespera da corrida ; importando forfait a falta detta ultima.
O dia da inscripgao ser cpporlnnameote annnnciado.
Secretaria do Derby-Club, 29 de Novembro de 1895.
O Secretario,
B. Campos.
PRADO
RNAMBlJfAN
Projecto de mscripcao
Para a 8.a corrida que se realisar
domingo 8 de Dezembro de 1895
no
i.-
1.609 metros. Anirxa?s de poro sacgue. Premios :
primeiro, 100400 ao segando e 0(000 ao ter
PAREO Brasil
|j 5004000 ao
ceiro.
Art. 5 Gipsy e Dorcthy.
PAREO Amazonas 1.200 metros. Animaes pongas e de Peroam.
buco. Premios : 3OO4OG0 ao pr.'meho, 601000 ao segundo e 304000
ao terceiro.
PAREO Para 1.600 metros. Animaes de Pernambnco. Premios
3008000 ao primeiro, 6040()0 ao segando e 304000 ao teioeiro.
Art. 5.aMalor eBanqueiro.
PAREO n raoho 1.500 metros. Animis de Pernambnco.
Premios 3r04000 ao primeiro, C04000 ao segu do e cOtfCCO
ao terceiro.
Art. 5.'Os do pareo Pai e mais Plutao, Aveotnreiro, Bismarck 2-, Torco
Furioso.
PAREO Piauby 1.300 metros. Anmaos de Pernambuco. Pre
mioB : 3C04000 ao primeiro, P050CO ao Bsgundo e 3C5AC0 ao ter
ceiro.
Art. 5 Os do pareo MaranbS e mais Tudo-, Ida, Hirondelle, Feniano,
Triompho e Fnmaca 2 .
PAREO Cear 1.200 metros. Animaes de Pernamboco Premios
250(5(00 ao primeiro, 50(000 ao segando e 254000 ao ter
Ceiro.
Art. 5.'Os do perro Pitnljr e mais Dictador, Mseoste, Mcscardo e Maestro.
PAREO Rio Grande do Norte1.C00 rLetfor>. Animaes de Pernam-
bnco. Premios: 2504000 ao primeiro, 504000 o segando e 254000 ao
terceiro.
Art. 5.*Os do pareo Cear e mais Piano, Cngo, Beija Flor 2.-, Butory, Ga-
rimpeiro, Malaio, Pafchou'y, Wacterloo, Talispher, Ybo e Palbacn.
PAREO Paran?ba 1.000 metros. Animaes de Feroambaco. Pre-
mios : 251(000 so primeiro, 2504000 ao stgando o 54000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.#=-Os do pareo Rio Grande do Norte e mais Estola, Vingador, Pha-
tieeu, Fortalea, Maority, Conquistador, Caj-farado, Enireb, Qaand-
meme, Bailes, Baralho, Pruce e Piramon.
AREO RtMa 1.000 metros. Animaos de PerGembace. Premio :
2504C0O ao primeiro, 504000 ao segando e 25(000 ao ter-
ceiro.
Art. 5* Os do pareo Parabyba e mais Sen Be u, Accionista, Gallet, Tapy 2.',
Gallioletto, Pianc, Malango, Realengo, Timoneiro, Tenor 2.a, Tiberio,
Giris, Pleiade, Toolon, Mendigo, Taliasier e Politiqueiro.
1C PAREOPernambnec800 metros. Animaes de Pernambuco qt?e dJo
tenham obtido classifi^acSo nos Prados do Reoife, omtando en nlo
victoria, at a data da iosoripcSo, Premios ; 20041*00, ao primeiro.
4O4OOO so segundo; o 21 000 ao terceiro.
2.-
3.a
4.
5.a
6.
7.a
8.a
9
lvgARITHC5
MessREariBs Hariies
LINHA MENSAL
) paqaete
Chili
Comm-rd nte Vaquier
E'esperado doe
portosdosntato
dia 9 de Dezem-
bro. seguiDdo de-
pois da demora
cecesiaris para Bordeaos rom escala por
Dakar e Lisboa
Este paquete de grande velcciJade e
tem ptimas accommoda^aes para passa-
geiros.
Paque te Equateur
Commandante Le 0*11
E' esperado dos portos da En-
roca at o dta 3 de Dezerrbro,
eepoiDdo-depois da demora ce-
cessaris para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-A} res
Camarotes reservados agencia de Pernambo-
co para os passagelros qoe se desUoim a Eu-
ropa.
Previne-se atada ao s Srs. recebedores de mer
cadoras qoe ae attendera a rectamacoes por
tal .as. qne forem reconbecda<> na occasio da
iescarga dos volumns> e q&e dentro de 43 do
ras a contar do dia da descarga das alvarengs,
devero faxer quaiqoer reciamacao coDemieo-
te a volomes qne porventora tenham segaido
para os portos do sol, atim de berem dadas a-
tampo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageires de-se sprese&u
rem Da vespera da ebegaov uo vapor para ram as snas passagens.
Para carga, pa3sageos encommendas e diQbcU
ro a frete tratar coro
OS AGENTES^
H. Burle & G.
42RA DO TORRES42
1. andar
PaciflcSleam INavigation Coe-
R cebe carga, eocom oends, passagens e dt-
ntu iro frete, at 11 boraa da maona do U
da partida.
Cbama-se a attpnc&o dos Srs' carregadores
para a tlacavia 10* doa coDbecimentos que
segclote :
o caso de baver algoma reciamacao con-
tra a Compan&la, tor avana m perrta, fleve ser
fella por scripto.ao agente- respectivo 00 porto
da descarga, dentro de t e* d'as depois de Hna-
issda.
Nao preceden o esa fornjalidado, a Comps-
nhU fica iseota de t"da a rer-poDsaDidade. >
ES JRIPlOKio
Ao Caea da Oompaobia PernambacaoA
n 12
H4aai]Bs Kti ^is
Compartira Fraaceza
^iavcg-o a vapor
Licha regulsr entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Mauei, Baha, Rio de Ja-
neirc & Santos-
O VAPOR
Parahyba
COMMANDANIE LUCE
E' esperado da
Eo-ora a' o da
O de Dezembro,
Le seguir depois
da demora neces-
aria para
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
rk'j.E-i'e aos Srs. mporUdo.-aa de carsa palos
vapores desta Unta, qoeiram aoresentar den
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
varengas qnalqoer reciamacao concernente a vo-
lomes qoe por ventora tenbam segoido para os
pertos-do Bal, t.lm de se poderem dar a tempo
as providencias oecessarias.
Expirado o referido praso acompala nao se
reapjneabllisa por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ro do Commeroic9
AVISOS DIVERSOS
Na roa da-Uaite de Deo< o. 4, dnseja.-e
saber aolicias do Sr. Maooel Olas da Silva, por.
togoez, tiihu de Jos Das da Silva, morado' na
Poots, (regnezia de Vllela; estas policas sao
solicitadas pelo Sr. Joaqott Das da Silva, act.al.
mente do Rio de Janeiro.
Pe.de.se, pois, mesmo S'. o ohseqnto de
dirigir.ge roaaam> en em Santo Aoiaro a
eoiender.se cos o ku primo Aotouio as da
Silva, a negotlo de seo parlicoiar interese.
f
Aria da Concei-jo Vianoa e silva
Domingos da Silva Perrura, s?os filbos. gen-
ros e Do-a maadam .rexar missa por alma de
soa presada molber, mi e sogra, 00 oa S de
DeremDro, S aoDiVMrgano de sea fallecimeoto,
nar^iviB d^ Santa C'oz f m R^ipp'oj.
Veada-a doas vaccaa, boas de leite a tra
iar e veUaa oa roa 8, aoUga Imperial n. 18K
Precisa se deom -lado : na botica fran-
ceta, roa da Caz 0. ii.
frecisa.be Ge urna ama para aooar com
urna, crung-t ; a tratar em Uliada a Praga da
APoI gao 0. 1, Carino.
f
Luisa Dlals Bragra AroucUa
Alexnndre Braua, por ti e por fuafanilia. ao-
seote, agradece a tolas as distinclaa pe-soas
<\a6 ae dioaram em Gamelleira de aouopjnoar
osrest. mortaes de soa es imadiss;ma urna.
Luiza Din'z tirana Aroocoa ; e rxaodaoiio retar
oa atris de Santo Antonio mssa* pela soa alma,
oa quarts fera 4 de Deiomtn as8 oras da ms-
Mia, 7- dia de sen fallecimento : pedo aos seos
amigos prenles o canco o obsequio de com*
parecerem, fkaudo desia ja asradecidj.
Hecife, l- ae D Major Jos Ellas Je Oliveira
1 aDDversario
Umbeiina Rjsa de Oliveira convida a todos os
eos paren.es e pessoas de sua amisade para as-
eistirem as missas que manda re!ebrar oa Vaoe-
ravel Ordem 3' jo (jarmo dasa capital, por tima
ao seo presado marido, Jos Elias de Oiveira.
s 8 boras do dia 3 do mes viudouro, data do
i* aoniversario do ees passameoto, confeieandc-
se desde ja *ie menla graia a todos aqoeiles
qoe comparecerem a este acto de religiao e ca-
ridade.
t
f
Joaqulm da Silva IWetlo
Mana Lo xa Goxt- N-tio, seos mus filbinbos
Amonio e Ma-ia, Mara Felicia da Conba Gjrje-,
Joi Joaqom Gomes da Luz, J.-ao Bapiista Gj-
mes da Los. J se Loiz da Suva e soa mnlbcr Ce-
cilia Mara Gomes da Silva, agradecem a todos os
amigos que por bondade se prestaram oa doeo-
ga, e iodos qoe coi parece-sm ao e .ttro de ?tu
presado e nonca eeqoeciao ii;.ri o, pai, georo e
coDbado soa ollit>a morada, e de covo coovl-
dam a todos os prenles e amigo-, para asaistlrem
as m'ssas qu- terao lugar Da ni),tr>z de S. J.?''.
as 9 Doras da maoti, ao dia 2 de Dezembrv', 7'
dia de sen failec memo ; desde j se confesBam
.-ummameoie agracejidcs a iodos que compare-
Cerem a Pflte acto (te rpiieiO i-arldai'e.
t
STRAITS OF MAGELHAM LIKE
O paquete Liguria
Baha
Espera-s da Europa at odia
9 de Dezembro e segnlra de-
pois da demora do cosame para
VI Rio de Janeiro e
Montevideo
Observares
Nenhom dos pareos se* consiaerado realuado eem qae se inscrevam e cora
ram 5 animaes de 3 proprietsrits d.ffarejtes e nao conUrfio victoria.
A inserpcBo encerrar-se-ha terca-feira, 3 de Deiembro s 6 1/2 horas da
tarde na Secretaria do Prado, ra da Imperatria n. 26, 1.a andar.
As propostas qae nBo estiverem acompanhedas da respectiva importancia'
n5o ser5o lidia.
Secretaria do Prado Perotmbucano, 28 de Novembro de 1835.
O secretario.
Para carga, passageos, encommendas e dlnbei-
ro a frete trata-se cem os
AGENTES
Wilson, Sons C, Limited
10RA DO COM ME RO O10
1 andar
Hamburg Suedainerikanis-
che Dampfrchiffahrts-Ge-v
elischaft.
O vapor Santos
E' esperado da Eaiopa at o
dia 9 de D< sembr, e segn
depois da demora necessana
para
Rio de Janeiro e Santos
Norddentscher Lloyd
O vapor
Habsburg
' esperado da Eoropa
at o dia l. de Dezembro e
seguir depois da demora
necessaria para
Bahia, Rio ^le Janeiro
e Santos
Entrar no porto
Este vapor illuminado loa elctrica
a offerece ptimas accommoda$Ses aoi
Srs- pasaageires.
Para pasisgeos, cara?, frete, etc.. trata-se com o
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramos o. 4
t
Dr. Paulo Caetano de Albaquerqae
M'sria Loiza Beze-ra de Albaqoerqoe, Jos
CaetaDO de Alboqoerqne, Josepba Mana de Al.
boquerqoe e seos unaos. Loortrgo Caeuno de
Albaqoerqoe e soa moiber, Joaqulm Pedro dos
Sanios Buerra. soa moler BIdos, Francisco
Pedro dos Sanios Brzerra, molber, filbo, mai, ir.
u ao, lios e cenhados. agradecem a lodaB an
pessoas qoe actmpaobaram sen espeso, pal, fl.
lbo. irmo, sobnnbo e cnDhado D-. Paolo Cae.
tao de.Aiboqcerque a soa ultima morada e de
novo coovidam a iodos os pareles, collegas e
amigos para ass'sti-ero as mlssas qn po- soa
alma terao celebradas na Oidern T-rci-ira do
Carmo, oa icreja dos Prazeres e na do Barro,
88 8 i/i da oiuiifca de 4 de Dezembro, 7o dia 00
seo pai?atr.eotj. Confessando se desde j agra-
decaos.
L,uiza Diaiz Braga i roorha
kdi,cio Je S Aroocbd Fub3, Bros tilhos,
soa sogra, seus cuobuos e eobriabos,
agradecem do intimo o'alma a tocos os
oigios rava'beiros qae lrie flzerim o ca-
ridoso obseqolo de acompannar at ao cemiterlo
o cadver de soa idolat-ada e nonca esqnecida
mcltier, na-, tina coobaia e ta, Laza Dioix
Braga A'oocda ;e de nov osconvidam eaos seos
prenles pare asaist rem a missa do 7- da, qoe
pelo eterno repioso da fjliecida maDdam rezar
oa miriz da villa de G meilelra, ns qoarta-fei'a
4 de Deztmoro, as 9 boras da manha.
Desde j^i a todos o eterno recccieciment?.
lia relleir:', I -11 -95.
Oetallano rsl dio Cueliio
Emuu U. de Ans> o-l.i s os tiiboc,
Eoeas do etTo U ros Faicao, sua molber e
tiiO s e Eduardo Martios de B.iros, agadic^m
do ioumo d'alia as pessoa9 qoe se dlgoaram
acompajjhr os restoi monaes oe sen idolatrado
manao, pal, cnobaio, lio e amigo, 0 a\j&no
Ansiiaes Coelo, e de novo ctnidam pira as*
8 Blcrm as missaB que por si>a alma leem de ser
residas na malnz da boa-Vista, s 7 boras da
maona do ola 3 de Dezembro, 7* da de sen
prpir>tD'o e (.tal nassaT^nlo,
Lopeiro
Preclsa-se Je om mogo p ra copeiro, qoe sai-
bs : e ooroirem esas dos pai'es, u iraiar na
casa de bancos de msr. arrecifes.
Empreza de Nnegaco S. Paulo
LINHA DO NORTE
O vapor
Sanan
E' esperado de
sol at o dia S do
[Dezembro p-exi-
mo, e sablr de
pois dademora necessaria para
Macei, Baha, Victoria, Rio
de Janeiro e Santos
Para cargas, encommendas e \a'ores trata-se
com os
AGENTES
M. BITARQUE DE MACEDO
ft .
Ra Mrquez de O'inda o. 18
- Pfiixe Une of Steamers
James Knott, Mewcastle-
cn-Tyne
UNHA REGULAR ENTRE GS
Eslados-lloides e o firazl e Rio
da Prata
E' esperado de New-York at
,o da O de Dezembro, e sabi-
Jr depois da demora necessaria
'em direi'oia para o
Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Mexican Prince
Para carga e passagens trata-se com os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Ru do Ccmmrio n. 15
Gunuh P8Fiicaea fisl-
t
Demetrio FraneUco Ramos
Jtao EvaogelleU Pene.io CoDEtaot e r-oa mo.
Ibe: maDi'am rtzar orna m ssa no 30 da do
fallecimeo'o de seo p-i?aJo coi.padre e am Demetrio Francisco Romosj no Cooven'o do Car.
mo s 8 boras da maoba oo da 3 de Dezembro,
e coovidam oa familia s amigos para assislirem
esse acto de candide. fl ando agradecidos,
na
Capito de fragata engenbeiru
val Antonio I.nc Batios
dos Rea
Ballbazar i dos Rea, soa molber e secs
filbos, recebeodo a icfaosia noticia da Capital
Federal do 'allecimedio do s-u nunca esqaecido
e sempre lmbrado mDo e lie, AotoDio Loiz
Bastos dos Res, cor.v. aj os pareles e ami
os, assim como do tinado, para assistirem as
a issas rezadas na matriz do Corpo Saoto, no
dia 2 de Dezembro. as 8 ho*as da manda, tnge
simo dia de seo pa?samen o>, e por este acte ce
caridade Gcm snmmamente ugradecldos.
Previne-e qoe uo preuio loteiru u. 14?, da
ra Coronel Soasauot, eai encravado oozo fruc
to de menores orpbaos de M. J. Dobiarqoe.
Precisa-se den caixeiro de 16 a 18 an-
dos, com ertica de molbadf-s, que d coDDeci"
melo de sua coadocti, Da prag da Repblica
n. 3.
= Ve-de-se a casa terrea di roa Vidal de
Negreiros c. 61, com 4 qoarios e grande quin-
tal, a tratar Da me$ma.
Pela alma de seus difuntos
O Joo Arara pele ao Sr. Theophilo Soares de
A m ida, p'tiSo da guarda mora, que venha
liquidar o feo debito.
______________Jcao Arar.
Engommade ra, copeiro e
ama para cuanta
Precisase de ama enk.oa)madera, sement
para roupa de seoboras e menioas, de um bom
c>relro edeoma ama paa andar com orna crian-
ca, a tratar no Cs do Cspibaribe os. 30 e 31
pa;>-re boas ordenados.
A o commercio
Jos dos Sjotos Selva f z sciente ao commer-
cio qoe nao se responsabiliza ter debito algam,
a nao ser por elle contrabido ou Boa assiena*
IBW.__________________________________
Caiuai
Vende-se erra las melbores casas da cidade
de Csroar, ezcentcle para srerai.a e negocio,
por ser Bit a a uo pateo da letra, tendo 4 portas
de frente, 2 salas, 6 qaartos, om sai& om so-
brade do lado de dttraz, com jmellas para 0
rio Ipcjoea, coz'oba fra, terraco com canieiro,
asstnto de recreio, qoiotal morado, se:rtta, es-
iribarfs, etc.
A-su tambem vende-?e o a me.-ma ridade,
estrada do Rosarlo, om sitio rom orna casa, ten-
do esta pona e janella de frente, 2 rabo, 4
quaitjp, cisiuba '-a, mediado o 'ericoo ce
treotu mais de 2.0CO palmos, e (xtrao nirario
laido, al o serrote, aguas pendeDtes e com om
1 Cade de excellenle agoa de beter.
A tratar na mesma cidade cem Mano.i Nones
do Valle, e neft; com o Dr. Cardim, a roa da
Imperatriz n, 53.
Atten-^o
UMS!
Ct de Abren.
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borgtehuann & C.
18Ru do Cotrmarcio18
Ia ansiar
Rio
PORTOS DO SL
de Janeiro e Santos
O paquete
Camocim
Commandante Alfredo Monteiro
Srgoe do dia 3 de De-
zembro s 2 horas da tarde.
Recebe carga, eocommendas, passagens e di
obeiro i frete at s 11 boras dr maoba do dia
da partida.
Eduardo Ferr Ira Barbosa
Loiz Ferrelra Barboza e seos irn a s, Hara
das Neves Barboza e seus filbo?, pelo presente
agradecem aos seos arxi^os e prenles o carido-
so obseqolo de ser acompacha'o sua ultima
morada o cadave: do seu pre.-ado e nunca es-
qoecido irmo, esposo e pai; e de doto coovi-
dam aos mesmos amigos e do fallecido assisli-
rem as missas qo^ maudam celebrar na matriz
da Boa uta pelas 7 horas da rxann do dia 4
do correle, ? uia do ;fu fell-'Cimenlo.
Ao pesseal da casa Cree o & IrroSo nrs-a
eterna gratldao, b< m coiio a-cj^na comrxisio
da SociedadeLeglao de Soccorr.s Molaos dos
Offi af s da G arda >a c al.
O abalxo ass.goado vem por meio da preseote
declaragSo scienuflcar ao corpo commercial desla
craga qae nesta data deixcu de ser empregado
de cobraog co Sr. Jos da Coeta Feneira. e em
igualdade de coodicOes de dirigir orna fabrica
de tejidos do mesmo em virtode de ter o mesmo
seobor deliberado liqoidal.a, presentando o
abaixo assign;do o respectivo balango no da
28 do correnip, data em qoe entregoo as chaves
da mesma cfficioa saldando os seos verjel,
nenies.
Recife, 30 da Novembro de 1895.
Candido Di s aa Silva.
Cosinheira
Precisa.se de orna na ra da U 5o n. 63.
Aviso
Na roa do Vigario Tbenorio n.5. Ia fndar,
comprase ca rogos de-algcdSo e seneDte de car*
rapato. N* mefma cssa vende.-? saceos para
acccDdiclooar es meemos artigo?.
Madeira
Na serrara a v: por a rea de S- Joo o. 48, e
no deposito da roa laipe-lal n. 17, d Silva Fera
uandes ft C, vende-se mad ira de toda qoalia
dade, inclosive pnbo de Rga, prancbas de su"
copira e milito boas travs.
Tambera serra-se qual mer madera.
Pregos sem cempetencia.
Chama-sea attongao dos..Srs. carreeadores
para a clausofa 10 dos cotrhecimentos qne a
Isegoldte:
.No caso-de baver algoma redamacao con-
tra a Companbla, por avaria on perda, deve ser'
ella por escrlpto ao agente respectivo no porto
Mara r>biluwena Ferrelra Lima
Jos Emygio Fe-reir Lima, Manoel Loiz
Fereira L'.ma, Emilia Mara aa Silva, Carolioa
Mara da Conceico, Mafia Dorme aa Silva,
Mer s M' t nasda Silva, desemiargaaor Antonio
fedro Fer-nra L uj, Dr. P aicisCO Cbfsoleto
Ferreira Lraa e Dr. Beneficio fmondo da
lira (aneantes), agradecem do intimo d'alma
aa pessoas de soa amnade qoe acompanbaram
os restos mortaes de soa chara esposa, mS', ir-
osa, ta e cnDbada D. Mara Pbilomena Ferrelra
Lima.
Coovidam os meamos, aos prenles e amigos
para assislirem as missas de 7- dia que serio L
celebradas na igreja matriz da fregoezia de S. _^ j______j_
Jos desla cidade, is 8 boras da maDba Wqaio Seil amiBZeiII QO CSCS (10
ta-felra 5 de Dezembro, pelo qas.deadejee .. n
toofesssm eternamente gratoa -por este acto de i AllOl 10 11 7ti.
caridade e rellglao. ixapviiv M* v.
Cal Branca e Vir-
;ciii de !asna-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de -ual bran-
ca e virgeni, avisa aos
consumidores qae nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
duelos se encontram em
r
i

mam r



I

Ptarto de Perminc Domingo 1 de Pezembro del9115
Ss 1' *M Ife I R I1 A
NEM MODIFICACAO DE COSTMES

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2
e
a

9

I
especficos de
Eugenio Marques de llollamla
Salsa, caraba e maaa -Cura ta
da3 as molestias Ja pello rheumatrsraos agudos
ou chrooicos, todas as affccgOes de origem sy-
pbilitica, escrfulas, ulceras, bobas, dartbros
impigens.
.'iiulus de vclamina-Com haetmis
prises do ventre, as enchiquecas e sao depura
ti<-3 e reguladoras.
Elixir de tmberiblna-Restabelece e
disppticos, facilita as digeslOes e promovso
defecaco.
Vinho de annaz ferruginoso e
quinado-Para os chlcro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconslitue os hydropi-
eos, benbericos e eonvalescentes.
Xarope de flor de aruelra e ma-
tamba-Muito recommendado na bronchite,
na beraoptise e as tos es agudas ou chronicas,
na influenza e astnma.
Xarope de inulung e flores de
larangeiras ontra insomnias, nevrose
cardiaca, histerismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, astnma, coqueluche e convulsOes da
criancas.
'Vinho de caca, peptona e lacto
pnosphato de cal, quinado Contra o
racialismo das criancas, di-senvolvendo-as, rea-
nimando o organismo ; faz recuperar as forcaJ
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre chimico
coulinuam a ser fabricados somente no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Bran-
co, n. 12. Capital Federal.
MCuidado com as imitacoes
Vendem-se as Pharmacias e Drogaras dest
Estado e no Deposito geral ao Largo da Coropa-
nbia Pernambucana n. 6, 1. andar, Escriptorio
de Jos Musumbo.
*r3wLYJLvc\>
Precisa-se de etna .ma D>ra ejgommar ,* na
roa do Rjngrl n. 19. ____________________
Ama
Precisa-se de una para co=inbar e camp af, a
traa: a roa xeeletite negocio
Traspss'-sa um importante eslabeleetmeoto,
coai armagac, ean una das pnneipses roas do
airro de Sonto Antonio. Qoem pretender ditija
Cirta a esta ypographia raraA. A. A.
Chegaram! I
E vendem-se em pegas e
a metros bordados o que se
pode encontrar de melhor
qualidade de 400 res at
3000, a me- trOS proDriOS 'Cachemira de cor, Tenbo ciurues de ti*
7 c |Las com salpicos, Os 3 Jacars.
para ennar com fttae.
Bichas de Haniburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porc5es applica-se ventosas seccas e
sarjada na ra das Larangeiras n 14
Ourives Oc-
culista
TLEODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Establecido con oficios ia ooriTes a roa das
Larangeina I, tm ih moi fraguexes e ao
renliavel publico, asa siitki officlaes babi
lltadiisimos pira coci a t oalquer trabalho
roncronme i na arte, especialmente cravac*.
para brilharites, ocolos, pneme, moooca
los, etc.
Docta se, praie'a-se qoalqner metal, (oocer-
toa em i< qaes de madreproia ou ontra qoalquer
especie, garantiodo preces rrodicos.
Ruadas Laraogeiras n. 1
[Duas jovens em conflcto
NO THEATRO
De repen e coio se gnode romor nos cama
rotes da i* ordem, era grande conflicto entr
daas jovens: ataques, choro, mato, morre, api
os, o dnho emtim ebega a polica, in use do
f co e rica sibendo que tlobam ido a vas de
fado, D. Elvira e D. (enoveva; verificada a
faosa, tinba razio D. Elvi- .
Estava indignada, furtos mesmo, D. Genove-
va, com soa arotea e compaobeira de camarote
pelo fac'o de ver que todas as pessoas qoe esta-
vam do tbeatre, oleavam smente para sua sml-
ka e n&o p ra ellr, indignada usae : nao por
sua bonita cara Elvira, erte sea lindo vest n
que e:t chamando a atierjao de todos' um
vsetido de urna bonita pbantazia o l&o chique,
que.: endo o mea de seda, o sea realca molt
mais qoe elle e o que mais me contraria voc
nSo querer dzer me a loja onde comproa a
senda de seu vestido
Elvira, contraria ia, duiagargalbada sara-, c
tica e da : para que nao leis os annuncics da;
tojas ? para que nao passelas no commerclo 1
ora Sra. D. Genoveva, outro cfficio. qando eo
soppcnba que a soa raiva era por cansa do pri-
mo Juca, vem a Sro. dtser que -tao sement por
qoe mea vestido moito benito e que sendo de
phantazia realfa rxai- que oseo feudo de seda
e porque eu nao quiz dizer a Sra. a Iota oode
compre!. E' o caso, nao somos nada ueste
mondo.
Sra. D. Genoveva tenba joizo, nao venba para
o tbeatro dar um espectculo deste, e qaando
quizer comprar qoalqoer fazenda de ceda ou
pbantazia de muito goeto, v roa do Crespo
o 1S, loj Estrellas da America, qoe, nSo '6
encontrar um lindo e variado so-tmenlo de fa-
zeudas finas e modas e bum com ameoidade un
trato, aerado, sincendade na medida e prego
com modos.
D. Genoveva reqaer verbalmeote ao commisea-
rio que Ibe mande D. Elvira dar por escripto o
numero da loja, o neme da ra, o da faienda de
seo vestido, o prego e bem assim o nome de
todas as .azeodas que ella vio na loja referida'
o que foi deferido.
Estrellas d'America -
J-Rna 1-de Mareo1*
Antita do Crespo
MAROES & LIMA
Aerado a todos, pbantazia em tecido da gorgo-
rao. UlOO o covado.
Soobel com tigo, pbantazia, 1*100 o covado.
Pery, pbantazia de salpicos de listras e lavra-
das, ifiOU o c vado.
Sedas de cores. Vaidozas.
Ditas de ditas, Suspiros qoe vo e vem.
Cachemiras de cores, Bombardeio.
Pbantazia, Slraudioba.
Las com listras de seda, Adelaide.
Ditas dem idem idem, Elvira.
Ditas idem idem idem. Maraco.
JAUDE PARA TODOS.
1
PILULAS H0LL0WAY
As Pirulas purificad o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortabcem a saude das constltu$oes delicadas, e sao dVm valor incrivel para todas as enfermidade* peculiar
O "8*0 fcmiiuno em todas as edades. Para 06 meninos assim como tambem para is pesioas de idade avaocada
a sua efficacia e incontestavel.
Esiu mlic!ns slo preparadas smente nd EsIabelecimenVo do Professor HeLLOWAT,
7, HEW OXFQBD STKEET (antes 533, Oxford Street), LOHDBES,
E vendemse em todas as'pharmacias do universo.
tm Os "Compradores sAo convidados respetosameme a examinar os rtulos de cada caca e Pote se nao teem a dirvefao,
533, Oxford Street, s;k> falsificaSoes.
Engenho
A AGUA DE COLONIA
1NGLEZA DE ATKINSON
verdndeirament a zaelhor que seja fabricada
E' mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que as de qualidade allemS.
Servlr-se nnicameme fla de ATKINSON J Acautelarse dus falsificares e imitares
Qoem precisar ccliocar-se em orna proprleda-
de magnifica ailuada o sul deete estado, um
< ngenbo mi vido a spaa, ao i de orna estsco
com ama legua de trras ubrrima* e com gran
de safra que est colbeodo e ontra igual fondada,
poder cmpralo milte barato, qoer a moeJa
oo com parte do valor fiado, podando o proteo
dente para isto dlrigir-se ao esiabelecimento da
casa o. 64 da ro do Imperador, i entender se
com o p'iprielariodta mema.
Aluga-se
Urna boa casa (chalet) de pedra e cal, cono
struida receotemente, com accommodacOrs pars
familia, agua potavel. baobeiro, portao de ferr
e grande te-reno. A tratar com o 3r. M^udea
scrivSo, 4 ru< di Ha ra. nliArra ai.
A verdadeira teui como
jarantia o letreiro azul e amarello,
rca de Fabrica White Rose.
forma de escudo, e A
A LO?IO com QUININA de ATKINSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabelladura.
Bm cas* de todo os Ferumeiroc a do* Fabricante. J. E. ATKINSON, 24. Od Bond Street, LONDRES
FALTA toAPPETITE, OBS TUCQO, ENXAQUEGA
TEDALHA DE HONRA
O OLEO CHEVRIER
4 deaolectado pelo AlcatrSo,
tnico 0 b*l$amico. o QU9 muito
au fo.
O OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
4 unte* prepancio Que permita
administrar o Ferro tem pro.
duir Prlsfto de Ventre. nem
lo comino do.
DIPLOMA DE HONRA]
E FERRUGINOSO*
*0 4UAT*>5
LfflflRIER
MPOSITO iml en PAI '
I, ni di Fiai'-Iootnurtn. 21
" >ti?i-"i'Ho"'-'t$%
*" 'l(/cl Orim "*
EICriTADO POa TODAS AS
Celebridades Mlicas |
DA. FIIANfA EDA EUROPA
molestirs"do peito,
affecgoes es.-ofulosas
chlorosis,
anemia, oebilioade,
. tsica pulmonar,
bbonchites. racwtismo
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA ISSPECTORIA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BBAZIU
LojadaPerola
Ra da Impera-
iriz n. Km
Domingos Fernandes.
Modista
Maria Jos Simes, regreseando para o Recite,
o/farece s soas amigas e fregoens os seus ser-
vicos 4 tu Bario da Vicip-ia o. 40.___________
Casa em Ojiada
Aluga-se o nr> dio n. 47 roa d. S. Bento,
com o Ratas, 9 qoarop, indoshe o 1- andar,
qaartca no quintal, apparelbo dentro e fora da
casa e l om qointal ; a tratar no pateo doTergo
Damero 33.
Terreno em Olinda
Vende-ee um terreno em Olinda, situado na
ra de S Francisco com p-po-go para edifi.
car-se cinco ca.-as, mtdindo 19J palmos oe tren-
e sobre dczeulos de fondo.
O logar c mais appr priado poscivel. A
raiar na tua 15 de Hovembro n. 81, sala de*
ras 1.' andar.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentements descoberta,
j sfto bastante condecidas pela soa effi-
cacia sem igual as doenc,as intestinaes,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as moleBtia.B de estonago, de qualquer
aatureza, bem como do ngado.
Para convencer-se leiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
fin na.
A' venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
S5o seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- SAbDANHA & 0.
Raa dos Dur adores n. 82
].andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOB EM PERNAM-
BUCO
Joio Femeniles de Almeila
Traveaaa da Madre Da n. 11
Seda?, paJrOes noves. As logras.
I Ditatecidogorgarao, Hei da amar-te at morrerg
(Cachemira preta de cores, NSo quero amores.
Merio preto para bolinas.
Dito caf para babito.
Grande soriimento de merio pretos e Iavrados
Velbotioa de todas as cores,
jgande sortimento cambraias bordadas.
Corles de vestido braoco bordados, (84000.
Vestidos de cartee, bordados i seda.
Linda pbsotaila. Beijos de auor.
Fuls de l i 30*000.
Ptiulbos de inbo liaos e bordados.
Pannos de crocbet para sof e cadairas.
Camisas bordadas para doivos.
Camisas brancas e de c es.
Vestoarios para baptisados.
Sobretodo de ama e daas vistas.
Flanella lisa e de listas.
Crales pretos.
Cortinados de cambraia e de crocbet para camas
Cortinados para janella.
Mantilbas de eja de cores e pretas.
Ditas de algodao de cores e preta.
Camisas de 'a para bomem.
Cobertas, eolebas e cobertoraa.
Bi os americanos, 2*000 am.
Bramantes de linbo e de algoJao.'
Lindes padrOes de crep para coberta.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cacbiaet de seda de cores.
Velladilbo de cores.
fiorearao preto, diversos presos.
Setim de todas as cores.
Merino preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com salpicos de seda, Caoninha verde.
Seda de listra, Atbayde.
iPaletotsfoIbade eda.
Cs misas de meia com listras de cores.
Cacbemlras pretaa com salpicos de cores, Abr
a porta Sioba.
Boffalo.
Liodissimas casemiras de cores para bomma
gosto espfcial.
Cortes de fus'6es branco e de cores para coleta
Atoalbado de linbo e de algodc.
Panno da costa para mesa.
Suri de todas as cores.
Murim da Cbina, i500 a peca.
Cretona de barra am metro de largura.
Casaa pabtista fina, &O0 ris o covado.
Baeta encarnada e azul.
Dita dita, 200 rls o covado.
Cbita perfeita, 210 ris o covado.
E maltas ootras faxeodas qoe impossivel
descrever.
RUADO CRESPO-12 >
Estrellas dAmerica
Ama de leite
na roa de Joaquim Naba
AVISO IJYIPORTANTISSIJYIO
Para proteger os interesses dos seus fiis Clientes e permittir-
lhes de conhecer, a olhos vistos, seus productos GENUINOS.
L. LegParjd, proppietarlo da
PERFUMARA ORIZA, de pars
tem a honra de participar sua Clientela, seja por atacado ou
por miudo, que desde o Io de Janeiro de 1896, suas principaes
especialidades ho de ser postas em venda :
a Oriza-Oil, a Ess-Oriza e Oriza-Powder
MODIFICADAS, no seu aspecto exterior e forma, no alvo
de impedir as innmera veis e detestaveis falsifica^es
de seus productos to afamados.
O APIOLA JORETeHOMOLLE
regulariza
a MENSTRUAQO
IEURAS 1POTENCI7T
achltismo, Tuberculosa ossea, Arthrlte, tieumatlsmos
TUBEROULiOSA FXJILiidON'AR., tO.
IO GLYCEROPHOSPHATOdeCAL DALLOZl
loIMietmtito por eicellencia pira uiipramtncionidaiindiuciei Da doie del atcolhcrada (dai para cafe) antei di cada reteiti.
PARS : J. DALLOZ, 13. boultoari de la Cha otile.
Em PERNAMBUCO : COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
INJECTIOI CABETt
Cura certa em 3 dias sem outro medicamento
PARS 7, Boulevard Denain, 7 JPARI8
Oerjositos em todas as princinae? Fha.'mauian r rcis.rJi
de Fori
m
Precisa se de ama ama para coiiabar e mal'
servicos de casa de pequea familia ; a tratar
oa roa da Santa Croa o. 3 oe J6
Ajudaate de cosinheiro
Precisa-se de om ajodaote de cosluheiro
do Jmcco do Padre c. J8, botol.
~ ANEMIA -CHLOROSE **
O FERRO
BRAYAIS
Experimentado pelos primeiros mdicos do mundo,
passa huaedlatanite oa Economa sem ocasionar
i liommodos. Resiue ao sangtje a sua cor, -econs-
tuindo-o e dandc-itie o vigor necessario.
DesconfiT-se das Imitacoes e Faltificaces.
Teade-u;oraUcado ts Paris,40 & 42,Rue St-La?are .
E EU TODAS AS PHAKUAOtAS
Precie* Be de ama
D. 34, Caparina.
Predio a venda
Veode-se o sobrado de dous andares n. 10 da
ra Marcilio Das, tratar na ra do Imperado
n 21 1* anear.
Cabriolet
Vende'se om de 4 assaotOB, novo e multo
bom, tratar na coebeira do Sr. eco, no caes
d Capibanbe.
4o commercio
Vende-se a loja de fteudaa da roa da Impe-
ratril n. 40^________________________________
Senentes novas de hortalizas
Completo aorilm#nto.
RA B3TREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
________Poysm Meaad fcc________
Cosmheira
Precisa-Be de ama na roa Matris da Boa Vista
D..Wrlaudar.
ORGAOS DE ALEXANDRE, Pere & FsS
81, Ru Larayette. PARS
OHCAOS U\RM0MUS desde 100 fr. al 8.000 fr.
Para SAIAS, EGREJAS, ESCOLAS
Orgaos com maos duplas (modelos novos
MEDALHtS 1 TODAS IS EIPOSigOES
t<;tdi{ao franco sobre pedido do Catalogo illittrado
Molestias das Creancas
KRCHB DE RABO I0DAD0
de GRIMAULT e C
Ajjprovida pila Juta di Hj|liai 4* Uc-di-JaBilri.
Mais activo que o xarope anti-
scorbutico, excita o appetite,
resolve o engorgitamento das
glndulas, combate a palli-
'lez, torna firmes as carnes,
cura os mos humores e as
crostas de leite das creancas,
e as diversas erupcoes da pelle.
Esta combinadlo vegetal, essencial-
mente deporativa, ruelhor xole-
rada que os ioduretos de potassio
e de ferro.
Em PARS, 8, ra Vivieane.

28
Pobreza do Sangue
PHOSPHATOM FEBEO
DI
LERAS
Doator em Scieneltm.
Approvado pela Junta d Sygiene
do Rio-de-Janeiro.
A
anemia, as cores pallldaa, m
dores d'estomago, a menstruaci
difficil, as flores brancM, cursc-se
rapidamenie com o ferro soluvel a
com os phosphatos, queeacnlo reunidos
no Pkospkato de ferro de Leras, muito
recommendado tambem as creancas palu-
da, delicadas, sem appetite, e as meni-
i que se deaenvolvem dftlcments.
iepMstt ei toiis a hinuot j
Modic<' aiu^uel
Alof-.-se a casa n. 24 roa do Moiocelomti
em Alegados, ci-m opiiuiba acrrmmodacOes para
familia ; a tratar no B3iar de AfogaJo?.
lugH-se em Cxang
Doas casas novas no loear Ambol, << m bas.
tantes com mocos ; as chaves oa casa junto.
Casa na Varzea
Vende-se ana boa osa oo Largo a Mu n o.
14, coDcena ia de novo, com sitio e terranus m -
Iad04, a iraiar em CaxaogS com Gomes de Meii-
donfia fmerctarla).
[CHABLE
?r\lS
CITBATO DE FEHRB
CHABLE
[ aoo.OOQ curativos de Geurrlan
Floxoi bnuicos
Perdis ssMiilnm
UTOaiJirllIAOs
Xarope e Pasta
dsSEIVAo PJNHEIRO MARTIMO
se IAGAfiSB, Pharmaciaiico em Bordeauz
AffTKtadee felt Juntt ie Bygint i* R\t-44-Jmnnrt.
Popular ha 30 anuos, o un ico
preparado com a verdadeira
Selva de Pinheiro, extrahida
pelo vapor d'agua, logo depois
de cortuda a arvore. Cura os
definios rebeldes, a toase,
as gtippes, catarrhos, bron-
entas. motostlas da gar-
ganta e ronqnldOes.
Km PARMB. B. Ho. Ttw;
Liquidacao
A lofa Paria n* luierica test-
do de liquidar diverawasi la-
aendaa de snodaa rhania at-
iriicil de seus fregueses para
grandes) abatimenioade preces.
Ra da B. da Victoria IS
Pernambuco
Vaccirs tourias
Vende se ornas vascas paridas e ootras pre-
u bes : a tratar oa traveesa de Joo d Barros, oe
c orrer do bosnital dw Santa Hacueds.
Venda de predio
Veode-se nm tom predio na Irepueala da Boa
Vi st?, com bastantes ermmodos. teodo agua e
ga z encanados, com bom sitio dr fructelras e co-
q oeiros, todo morado ; para loforma^es na ra
Eotreita do B ?ar:o o. 9.
\i! niaoj, eu vi!
VI, mac armas bolnnbas, ons a:an6s to
bonitos mima I Bonitos os que rumba Giba ? J
tti qoeree que teo pai gaste diabei'o sem podera
El bom mama, se voi tica saneada, nao
Ibe digo aais onde vi.
NSo, cinba (ilca, cu nSo estou zangada : aat
t estas tempre com oovidades, l sabes que o
tempo est moito mo, rio ba timbero, teu p..i
est sempre qoeixando-se das grandes despezas
qoe faz, e t aluda fallas em novidaoes!
Eo fallo porque ba muito tempo que procuro
jma oofidade, e f agora mioha mam tlve a
.elicidade depassar em om arrxazem e encontrar
qoe desejava, urnas bolsiobae e nos carte-
.fo bonitos, ma r o que pode baver de mais
gesto para pie-ente. Eo que estou em divida
com Marcea?, porque ella ja por m itas vtzes
me tem offerecido diver.-cs mimos, cao po.-si-
vel, mam, queeu tambem oo Ibe offereja algo-
ma coosa.
E' justo miaba Giba que t ibe off.reja?, mas
tf accordo cem as nessas condijes, porque o
dinbelro que Da ponco....
Sim. mam, eu nao qoero objecto caro : no
armazem do Pocas Meades & C, tem boleas e
cartOes com confeitos, o qoe pode baver de mais
lindo.
Vai com teu irmo nesse armazem. escolhe a
toa vontade todo qoe te Eg'adar : v o menos
prego qoe elles vendem, manda tirar a coota,
pasear recibo e paga, s\m ?
Sim, mam, eo voo.
Olbe. mam, na ra Estreita do Rosario n
6, junte i igreja.
Sel onde 6. miaha rilhr.
Ama
Coxoheira-pre'isa.se de'oma oa ra do Ran.
ge I o, 85.
Regulador da Marinha
Ooncerta-ee relogio de algiboini, pn>
dnlas de torre de igreja ehroa metro de
marinha, caixa de muaieca, aparelhoso
BieotricoB, oculos, binculos, ocnlos de
aleando, joiae e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechaniea.
tfRa Larga do Rosario9
Dentes
Termina a korrivel dor de dentes usan-
do o encllente preparado de Manoel
Lardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attea.
tam a efficacia.
^ Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va ck C, ra do Marques de Oliada
* 23, J riS
Pharmacia Martina, rua Duque de
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, roa Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra d
; rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, roa Larga
do Rosario n. 13.
Carne verde a 700 re. o kilo
VeDdem os abaixo assignados, carne de prl-
meira qualidade, nos (albos da ra Mrquez do
Herval s. 7 e 1, e Gamboa do Carmo n I.
Este prego soffrer alleraco para mais oa
^a-a menos, sempre te accordo com os precos
do gadonts fera.-.
Hecife, 18 de Halo de 1895.
Fiosa Lima & C
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A fyaOOO a barrica
Para o fabrico do sssucar venderse na
Companhia'. Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Madeiras de construccao e
n ateiiaes para edifica (ao
A Coropanbia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em seu armazem oo caes do Apol-
lo D. 73:
Madeiras para ronst'occo.
Cal branca de jagoaribe.
Cal preta.
Cal virgem para assncar.
Tijollos de ladnlno e commons.
Tijrllos refractarios.
Pddras de cantarla para soleiras, etc.
Oaixas de msica
Nova rprnessa receben a relojoarla David
roa ao Caboe o. 11 com dancarims, flgarsa
divr-!-, -, tambores cas anholas e tmpanos, a
melno-es qoe existom, lem de Ot, 2304 "3004
Gosinheiro
P eriBase de om co Caes do Capibarbe gs
30 e 31 __________.
Cosinheira
IJPrecisa-je de urna defroote da rx-atriz da Gra-
5a, chalet.
3B.A.XTX,X"Sr33XDaA.
PBITORAL CAiTHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TUL' EBGOACO
COMjPOMrc.ro DE RLIVKIRA
Ap provado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Brazi
premiado com a medalha de 1. classe em diversas exposic^es.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tossee, bronchites, asthma tsica, coqueluche, Muqui-
dlo e todas as molestias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, a t tes tem
a efficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em
DEPOSITAR 10
todaa as pharmacias e dragarlas
NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimaraes Braga 4 C.
Ra do Mrquez de Olinda n. OO
GRANDE
HOTEL
Kua 15 de Novembro 29
eos
dos pontos mais hygieni-
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luso e commodidade n'um
da cidade do Recife.
AccommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a maior e maia arejt-da nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria.
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere -se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo estabelecimento.
DitElSOS II10U;
PRESOS RASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
ESNATY & C.
WDKii) DO BilWII
e
Contina a maoter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para usinas ven.
endo sempre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de diferentes systemas e tamanhos dd Robiosou e outros fabr
cantes e de 8 a 12 csvallos.
CADEIRAS A VAPOR multltubularesd Fletcher para funecionur como fogo das foraa.
Ibas ds lachas.
CALDE1RAS A VaPOR Cornish e tjpo locomotiva para func ionar com lenba e basacO'
RODAS para RUa. ^
BOMBAS de motun- ontinuo.
MOENDnSe meas moeodas, garantidas.
T>CHaS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diflvrenies gjstemas.
CR1V*C0ES pura f" mal has.
MaCHIN S para descarogar algodSo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
res a vontade dos agricultores.
F.zendo parte da direccSo de sua fabrica o Sr. engtnheiro Augusto Clarb, vantajosamen-
te conhecido dos Srs. agricultores pelos seos trabalboa de mootagem de grande numero de
Usinas fonecionando deste Estado, incumbems- de mandar vlr e erigir garantindo a produccao
e qualidade do assu ar.
AP ARELHOS e meios aoparelbos de vacoo.
DESTILLaQOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo]n, para grandes ejf
pequenas fabr.cas. w
88, RA BARAO L0TR1MPH0. 52
V
I
.

M



ftf
r
Pernambnco Domingo 1
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOBK
Livro de explosao, fumaba e mao
cheiro. A' venda em todos os arma
zens de seceos.
ai
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o a.
B
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Vende-se i mobilia de Jacaranda
composta de 1 sof, 2 consolos, 12 ca
deas de guarnico e 2 de bracos, 1
cama de casal com copula. Tambem
vende-se 2 albuns de cromos, sendo
que cm um tem 2 paginas de sello en-
tre elles alguns raros. Quem preten-
der dirija-se a Olinda, 'adeira da Ri-
beira n. 28.
Loja de miudezas
Ven*e se orna loja de mdocas bem afregee-
jada e em um don melno-es nonios na cidale :
a tratar na roa Doqoe de Caiia* o. 73, prim eiro
andar.
Vende-se casa e sitie
Entrada do Arralal n. ti
Retirando se para Europa o P'opnetano, ven-
de a rasa e Dio na estrada d Arralal o. >7
Sillo todo murado e beo arborizado, caea Intel
ramete pintada ce novo, lardada e monniada
podendo o comprador timar ronta immediata-
mete : tratarse na dita casa em qoalqutr da
e Dora.
Plvora
De todas as qualidades
em bains e em latinhas ven-
de-se no e> criptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commerclo n. 6.
As djspesia?, molfsMas do
estomago, digesto dillici! etc ,
curam-se com o
ELIXIR
EU PPTICO
FORMULA
Do Dr. Beniciode Abrcu
Preparado pelo phrmaceutico
ALFRELO DE CARVALHO
E' agente n'est.i Eitado a C
lie Drogas e Productos ChimicosJ
Ra Mrquez de Olinda n. 21
As febres intermitientes, se-
zes, tebres biliosa?, rasfria-
mentos, nevralgiap, etc ele,
sao curadas com as
PILULAS
a"::::::::::a:
L)o pharinac. u ico
ALFREDO IJECARVALHO
E' gente n'e U Estado aCL
le Drogas e Productos Chimicos'l
ua M;.rquez de Ol.nda n 21.
las cl.
As gonorrha?, flores bran-
cas, corrimento8 e todas as
molestias das vias ominara?,
ele, f&o curadas com os
POS
::::::::..:::::
Do pharmaceutico ALFREDO
DE CARVALHO
E' agente n'eete Estado a C.l
lie Drogas e Producios Chimicos)
|Rua Mrquez de Cl.nda n. 24.
BES I
|BK Bl
tal
Os rheumatismos, darlhro?,
empingens, aQVc<5es syphiliti-
cap, ele, uao lm competidor
com o
sos de sum
SALSADO
Do pharmaceutico Alfredo de
Carvalho
E' agente n'este Estado a C
le Drogas o Productos Chimicos
iKua Mrquez e Olinda n 24.

Anemias, chloros e elrmpha-
tismo curam-se rpidamente
com o uso do
vino TOSIGO
RECONSTITUATE
quina, carne e laclo phos-
cal, de Alfredo
De
plial de
Carvalho.
_ B' agente n'esto Estaco a
|le Drogas e ProdU' t) Chimico
Ra Mrquez de OUnla n. 21
fc ESCOLHIDOS *
00 o o CO L ce Li-CO o Q < O Ll UJ Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO DE LANMAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dao a preferencia, o re-ccitam cada dia para todas as doencas Pulmonares, Escrfulas, etc., e o considerara o raais puro e rico em PODER MEDICINAL. QUE SE APRESENTA AO PUBLICO O 03 > 05 O 05
M E MAIORES ^
A TOSSE E
PEITORAL
DE
AHACAHUITA
PREPARADO POft
LANMAN E KEMP
NEW YORK
O BALSAMO MAIS EFFICAZ
PRODUZ CURAS AOMIRAVEIS E TEM
TRIUMPHAOO EM MUITOS CASOS DE
PHTHISICA INCIPIENTE.
INFALLIVEL
*Tm
TO- JlST-
Representares
Commissoes
t!-MllHJESW!
hl tkum DES MIS
38--Rua do Baio da Victoria-38
Tem recebido ltimamente de Pars um variado
sorlimento em:
Sedas brancas, pretas e de cores para grande
escolha.
Ricos corles de Velludo Flamboyant.
Gazes de seda lizas e com desenhos.
Espartilkas finos em seda e de brim.
-I;-
mhdESlM
84
TRADUCCaO
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, la?radas e bordadas.
Camisas de seda e de linho guarnecidasjde
rendas e fitas.
Loques de madriperola e de phantasia a Luiz
XIV.
Cortinados de fil para cama.
Meias de seda e de fio de escossia para liomem
e senhora.
i
Esteiras brancas e de phantasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa.
Aluiofadns bordadasja ouro e em alto relevo.
Grande sortimento em lans de phantasia.
Grande escolha em tecidos de algodo.
ulali USt J9 i
TELEPHONE-- 59
DE
'&U21 ll UUL
XI
(Csntinua5o)
E anresentou-Ibas a seguate carta,
gross'iram&Mta escripia em urna folba de
papel commum ?
Se o Sr. Ferris est anceoso por feser
justira, se acredita que as suapeitas po-
dem algumas vezes recahir sobre am ir.-
nocente, que v ou mande alguem compe-
tente inf rmar se junto de miss Dar das
razOes porque declarou pertencer-lhe o
nnel apanbado no chao da casa de Mrs.
Clemans.
Ento, exclamou Byrd, lanzando
nm olhar a Hickory, o que pensa d'is-
tp ?
Parace que escripto p Perkios, observou o outro, fazendo notar
que nao tinha assignatara.
Tem raeao; a mise atel velhi tor-
na-ss impaciente.
Maso Sr. Ferris franeiu as sobrance-
lbas e disse notamente .*
O estylo n8o d'uma creatura igno-
rante como Sally Perkras, qualquer que
8eja a letra. Alm d'isso como saberia
o que ha a respeito do annel ? As pes-
soas que estavam presentes no momento
em que elle foi apanbado nao sao falla-
doras.
Quem pnsa entao que escreveu ?
E' o que lhes peo para procura-
rem.
Hickory pegou na carta.
Espere, disse elle, tepno urna idea.
Approximou a carta da janella, exami-
nou a letra durante alguns minutos, de-
pois voltou-se c m ar satisfeito.
Creio que posso dizr de quem ,
annunciou elle.
De quem ? perguntou o attornay.
Como nica resposta. o agente de poli-
ca poz o dedo sobre um nome escripto na
carta.
Imogene Dar 1
Ella propriaT!
O que lh'o faz crer ?
Creio-o porque conhecio a lettra
d'ella e estudei a Ba assignatara e, par
muito hbil que alguem seja em disfa-car
a lettra d'uma carta, trahir-3e-ha eacre-
vendo o proprio nome. Veja 1
Hickory tirou da carteira um pequeo
pedaco de papel contendo um aulograpbo
de misa Dre e comparou-o com a lettra
da carta.
A similhanca era evidente.
Byrd e Ferris foram forjados entSo a
reconhecer que o agente de polica tinha
razio, posto que esta bypotheee dsse
logar a suggestSes do mais grave carc-
ter.
E' um incidente para que nao estou
preparado, declarouo attoraey do distric-
ta.
E nos tambem n3o, repetiu Byrd
consaltando Hickory com o olhar.
Ento esperemod que eu vej missa
Bare, toncluia Ferris.
Os dois agentes concordaram da melhor
vontade com esta concluso do attorney,
porque estavam (So admirados como elle
d'eete acto de misa Dar, posto que com-.
prehendessem que o remorso de eixar
Hildreth como a ce usad o bastara para a
levar a-dar am passo t2o desesperado.
XII
Pa'a que o.ieitor coraprehenda ainda
melhor _que Byrd e Hickory o que deci-
diu Imogene a escrever aquella carta,
devemos coi^ar certos incidentes que ss
haviain pawado Joage da vista dos dos
agentes,
Qrcatt nuuca podera explicar a attitu-
de de Imogene Dar depois da morte de
Mrs. Clemeas.
O tempo e a reflexSo nito haviam mo-
dificado a ana opinio, que, hoje como
hontem, tnha para esclarcela sobre
este as.umpto o que toda a gente sabia.
Nio poda, porem, esquecar o annel.
Cincoenta vezes por dia, pergantava a
si proprio qul a raz3o porque ella decla-
rara pa;t:ncer-lhe um annel apanbado no
a ibrado da urna casa excranha, n'um mo-
mento tSo serio, a que, apesar das expli-
cares que Ihe dera, nao poda admittir
que 1 be houvesse pertencido alguma vez
Ti.iba muitas vezes tentado lallar-lhe,
mas nu.ica ti vera essa coragem.
A8.=palavras que lhe vinham aos labios
nSo tiaha fora para os pronuaciar.
E, no eotauto, os prolongados silencios
de Imogeae, as suas reticencias quando,
por acaso, lhe diriga algumas palavras,
a singular fixidez dos seus elhos grandes
e iusondaveis, advertiam-no de que o fos-
so que os separava se tornava de da para
dia mais profundo.
A sua d>, os remorsoi, talvez, nao
eram, via o bem, d'aquelles que o t^mpo
acalma ; mas, do; ou remorso, fossa o que
fosse, era impotente para deeifrar o que
se passava n'ella e chegava a ter ruedo
que perdesse a rasSo, qorque sentia que
.daria agora a sua vida n?.o s para a
possuir, mas para a comprehender e co-
uhecer o segredo que oceultava no intimo
do corag'i.
Mas chegou emfm o dia em que O cutt
nSo poude conter-se por mais tempo.
Imogene estava sentada na sala, perto
d'elle, e tinha na mo urna carta que pare
ca havel-a transtornado.
O que tem, minha filha? perguntou
elle approxmando-se com um gesto de
anciedade tao vivaque ella julgou que
Orcutt pretenda tirar-lhe a carta da
mao.
Como nica resposta, Imogene levantau-
se, dirigiu-sa para o fog2o eatirou a carts
para o fogo.
Quando estava queimada voltou-se para
eile.
Desculpe-me, murmnroa ella, mas
esta carta tratava de um assumpto pes-
soal.
Orcutt pareceu no ouvir esta descul-
pa.
Ficou com os olhos ftos sobre o fogo
e com a mo crispada sobre o paito, como
se a destruicao n'aquella papel lhe rec.r-
dasse a do seu amor e das suas esperan-
zas.
Ella viu este olhar e baixou a cabeca,
soltando uro gemido de d5r e de vergo-
nba.
Faci-o soffrer, n&o verdade ? ex-
clamou ella arquejante. O meu procedi-
mento singular e cruel desespera-o Nao
tiuha pjnsado n'isso. Saaegoista? Nao
tinha pensado n'isso.
Esta prova de sensibilidade, a pnmeira
que lhe havia manifestado, commoreu
profuodamsnte Orcutt.
Pegoa-lhe na mi e com voz trera .la
por apaixonada commo?So, repetiu :
Se me fas soffrer ? Si b, faz-me
soffrer horriveluiente ? Nao v que nem
jft leio e889S livros que eram a minha ale-
gra e a minha consolajSo ? Agora co
bre-os a poeira. N3o a comprehendo,
imogene. Amo-a e nao sei explicar a
sua drou o que a affecta tao singular-
manta. Digam'u, deixe-me conhecer o
natureza das dif&Quldades contra as quaes
devo luctar e talvez posaa supportar tu-
do.
Este sppello da parte d'um homem tSo
pouco habituado a supplicar pareceu im
pressional-a, apezar de abaorta como es-
tava no proprio soffrimento.
Olhando para elle cem verdadeira af-
feigao tentou responder, mas as palavras
expiraram lhe nos labios.
Disse finalmente :
Quereria poder chorar, quando nSo
fosse seuao paa lhe provar que nSs son
absolutamente inaensivel a urna dor que
sou incapaz de curar.
Mas at a fon te das miabas lagrimas
est secca.
Estou condemnada a seguir um caminho
de mise ia e da desespero e preciso que
v at ao fim sem fraquejar e sem auxi-
lio.
Nao me pargante porque ; nuuca lh'o
direi ; e nao me deteuha h'este momento
ou nao tente fazer-me fallar, porque tenho
necessidade de estar s e devo guardar
silencio.
Imogene fugia,
Orcutt segurou-a pelo pulso e obrigou-a
a voltar para traz.
A sua anciedade e agona tinham at-
tngido o m iximo.
E' preciso fallar! exclamou elle
Tenho hesitado muito tempo. E' prec;so
que me diga o que destroe a sua felici-
dade e a minha.
Miss Dar nao respondeu, mas o olhar
que lbe dirigiu era euffijientemente si-
gnificativo e, pelo seu ar de iadomavel
A1FAIAT4BU CAZXAS
Campos & G
N. 35-RA DUQUE DBCAXUS-N. 35
Eni frente do Diario
Os propiletarios deste bem mootado estabele-
cimento previnetn aj resreiuvl puolico que
i ara bem servir acs feas fregoezes te.m no re-
ferido eslabfeleimenio am e*pleoduo e variado
sortimento decasea>iras p eios e ue corts, o que
ba de melbor em l, bins de poro liobo'de to-
dos os padrees, e por pircos rasoavela
Possuem bons arlisias, pelo que se jol^am
nanili!aio3 a sailafozer com todo rj-Io, esmero
a Derfeico ao frcuuei malB exgeme.
Ha mesma alala ar;s abgam-ee casaras.
etc.
15 el
CAMSA DORADA
E
i:
Kua V. d'Iniiauma ( antiga
do Rangel) 15 e 17
100 duzias de ceroulas!
Do ma's puro linho francez ; o m ior de-
posito que ha no mercado actualmente ;
sortido em todas as medidas mais venda-
veis, 75 cs por 70, de perna, e asm
gradualmente de 5 em 5 centmetros at
90 por 80,medidas extraerdina as deJIOO
dfe coa at 120 centmetros, vendase em
groeso pari b;ns descontos e a letalho
por menos 128 em d' z a do qua em outra
qualquer parte, sendo fajsenda muito su-
perior s cstrangeras e com > aquellas
acondicionaaas em bonitos cal3es, gran-
de deposito de camisas de 485 a 850 a
dnzia, punhos, collarinbos, lenr;os, meias,
camisas de flanella de l e fi > de seda,
completo cortimento de fazandas fiaas, ca-
emiras supe ores, brins, lindos adamas-
cados, ludo por prec. s resumidas.
Toma-86 encommendas de camisas por
medida, e tambem se concertara camisas*
*
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Con padre
Hompadre V. diga-me onde compra gneros
para soa despensa ?
Eu lbe digo: ba mnitos anuos que compro
em om arrxazea). e c9o me consta qne nlnoem
saja mais bem servido em outra part ; compro
all, porrqne encontr o que preciso, doo a nota
e mandam-rxe todo a meu goBto, ia ? nesta
condijSo estou satisfeito.
Em prrecos nao ba qoem venda mais barato e
indos os gneros tao de prim-'ira qoalidarie ; a
boa manteiga, o bom cha, o bom queijo de di-
versas qoalldaites, o bom viono de mesa aa Ser-
ra da E-lrella, o bom vinho do Poro Ca mais
oaixa a mais alia qoalidade. os bons licores, o
bom champanne, Boslmenle tudoqoanto senode
de?ejar para urna boa despensa;
E teem tambem nm completo sortimento de
coras de vimes, como sejam sestas para com-
pras, balalos para papel, roopeiros, tercos t
lindas cadeiras.
Obrigado compadre pelo qne me diz, porque a
Ida eita muito cara, von mandar cooapraroqos
precizar nesse armazem. Poismaude compadre
qne ha de ricar eatisfeiio.
OlBe 0 aotigo armszf-aj da
Pocas lleudes *& C.
RA E3TREITA D > ROSaHI (JUNTO A
IGBEJA)
Sei ende (orxpadre.
determinado, elle comprehendeu que po-
dara matal-a, mas que nao a f ra fal-
lar.
Com um gesto desesperado largou-a.
Quando se voltou Imogene tinha dea-
apparecdo.
O resultado d'esta entrevista foi para
el'e, naturalmente, um redobrameuto de
duvida e anciedade.
Ficou incapaz de oceupar-se dos seus
trabalhos profissionaes, to perseguido
era pelas conjecturas lancinantes acerca
do que podia ser o contheudo d'aquella
carta que ella havia queimado na sua pr-
sense.
Quanto s suas palavras eram, como
todo o seu procedimento, um mysterio
nsoluvel cuja chavo nao possuia.
Quando a tornou a ver na noite d'a-
quelle mesmo dia, disss-lhe sem prembu-
los, t&o bruscameate que chegava a ser
erad :
Deu-se hije um acontecimento que
talvez a interesse O assassino de Mrs,
Clemens cortou o pescoco,
Antes que tivesse acabado a primeira
parte da phraae, Imogene eatremeceu vio-
lentamente ; mas no fim da segunda phra-
se fez-se lvida.
Nao havia para el'e agora duvida pos-
svel, era o que elle receava.
E no entanto ella nao disse urna pala-
vra, assim como tambem nao trahiu por
um mivimento requer que o punhal lhe
havia penetrado al ao corceo.
O demonio do ciume apoderou-se pela
primeira vez de Orcutt com forja impla-
ca vel, '
{Contino).
Typ. do Diario, ra Dnque de Oaziaf, \%
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