Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19651

Full Text



ANNO LXVI
DOMINGO 29 DE MAJO DE 1892
NUMERO 120
5'
DIARIO DE PERMMBUGO
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEffiOA DE FARIA FILHOS
Tara a Capital e lugares onde nao se paga porte
Por tres mezes adiantados.
Por tres ditos vencidos. ,
Por um armo a lianlado .
dem idem vencido. .
61000
71000
241000
281000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prioce & C, resi lentes em Paris34 roe de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido. .
131500
151500
27&00G
3i000
E.
TELEGRAMAS
mw mmum so subi
RIO
noite.
DE JANEIRO, 29 de Maio,
Por decreto do govereo federal foi no-
meado director engenheiro chele da estra-
da de ferro Sal de Pernambuco o Dr. Jos
Joaquim Ferreira Saldanha Jnior.
Na sessSo de hoje, do Senado, oram
apresentados dona projec'os regalando o
modo de se declarar estado de sitio, um
pelo senador Amaro e outro pelo senador
Virgilio.
Na Cmara contina a diseusslo dos re-
qaerimentos adiados na aessSo de bontem.
LISBOA, 29 de Maio, tarde.
O ministerio dea sua demissSo collecti-
va. Por ora nSo consta quem seja o novo
organisador,
IHSTRUCgiO POPULAR
a sstasq so -Limk:
PELO
Dr. A. 0. TivBiros u Castro
PRIHEIBI PARTE
(Contiwacao)
4." BIOS
Grajah, nasce ao norte da villa do Riacho,
corre de sudoeste a nordeste, por entre as ser-
ras do negro e C nta, sendo as suas aguas n-
grossadas pelos riachos qaa nascem nessas ser-
ras e a elle vem tillir. Seis a sete legoas dis-
tad : aa villa Njssa Senhosa da Victoria do Bai-
xo Mearim des agua no rio Mearim, pela mar-
gem esqaerda deste.
Este rio anda nao foi explorado em todo o seo
corso.

Flores, que tmbeme i. fHaenle do Mearim, caj-
ee no lugar chamado Gayera, em trras do Mea-
rim ; recebe pela margem esquerda os riachos
Caj. l'manem, Bacnry, e Escondido, e pela di-
reita o Coco Grande, Jacar, Mucura e Prata.
Entra r.o Mearim pela sua margem direita. O
curso todo obstruido por grossos madeiros que
impedem a navegaco.
* #
Corda, nasce na serra oe Alpercatas ao sol da
villa da Barra do Corda, rebebe os riachos Esti
va Gran le, Picos, Extrema, Aguas Claras, Ria-
cho Fundo, Riacho Pequeo, Pao Grosso, Esteves
e o rio Ourives, e entra depois no Mearim. E
inuavegavel pelo mesmo motivo que o do Flores.
Gurui y o qaal serve oe raia entre este Estado
e o do Para, nasce ao norte da .Carolina Velha,
e desagua n'ama vasta babia oue tem o sen
nome, em O 49' lat. S, e 4o' 50' long. O de
Greeuw.
(Continua)
Bom Fim um individuo de cor parda, cuja
identidade nSo foi reoonhecida.
O mesmo delegado mandn vistoriar o
cadver e procede a diligencias da lei
para descobrmento do antor do crime.
Entraram em ezercicio aa seguintcs
autoridades policiaes :
Jos Xavier Oavalcante Wanderley, de
legado do municipio da Victoria, na qua-
lidade de 1. sapplente.
Joaquim Pereira da Silva, subdelegado
do distriutafcde Sertaosiaho, na qaalidade
de 3. supplents.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima.
M. D. Governador deste Estado.
O Questor, Benjamn Ariatides Ferrei-
ra Bandeira.
Thcsouro do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DU 28 DE MAIO DR
1892
Bacbarel Emilio de Miranda Reg, Ma-
ri oel Ciernen tino C. de Mello, Silvestre
Pires de Asevedo Informe o Sr. conta-
dor.
Prescillo Auspicio da Croa Cordeiro,
Mu-ia Emygia de Almeida Moateiro, Ma-
ra Magdalena da Nativade, Nameriano
Augasto de Mello e Deolinda Tarares de
Goaveia ,Barretto Haja vista o Sr. Dr.
procarador fiscal,
Francisco dos Santos Ne-vesA' seccSo
do contencioso para archivar.
Antonio Francisco do Reg FilhoA'
seccSo do contencioso para os devidos
finB.
Coronel Francisco Faustino de Brito,
Mar colino Ferreira da LuCertifique te
Fbriano Auxencio da Trndadee Olim-
pio Augusto Rabelloda FonsecaInforme
o Sr. Dr. adminiatrudor da Recebedoria.
HISTORIA
PARTE OFFlCilL
Governo do Estado de Per-
nambuco
E\l RD1ENTR DO DA 10 DI ABRIL DR 1692
ADMIN.-Tt'CAO DO EXM. R MAJOR |DR.
ALEX'NDRE J3SE' BARBOSA LIMA
Circular:
A03 cha'e3 das repartices publicas e aos
demais funecionariosCommuuico vosqaeas3u-
susi h'je .1 essrclcio do cargo de governador
deste Eitaio, para o qual fai elelto pelo Congres
so a 7 do corrale mez.
EXPEDENTB DO DE. SECRETARIO
Officios :
Ao S\ co'onel commandante interino do 2 dis-
triao militirPara poder salfier a requisigao
coas'ante do officio aqu junto em original do 1'
secre ario da cmara dos Srs. depatados, rogo
vos, de ordem do govamador do Estado que me
informe.s qnaes as p:oviJen:ias que pelo quar-
tel genero oram tomadis a raapoito do assum
pto do ctalo officio.
.Yo, Srs. presidente e mernbroR do Conte-
ni Municipal di BoiioeDe ordem uo governa-
dor do Enalo, cornuioaico-vos em resposta ?o .
vasso cilicio re 26 de Marco fiado, que em 21 do dade
mesmo rnezforam asxneados para os lugares de
3upplente3 do joU municipal e de orpbos des-
se municipios capi'o Manoel Baptista de San-
za e os tat'rteB Joo Freir do R-go Barros e
Manoel ornes de Albuquerque, tendo sido mar-
cad" 5&3 mesmos cidados o prasi de um mez
para pre3'.arem a affirmacSo do e3y'o.
Portaras :
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de N-ivegacSo d passagens gratuitaa de r
at a Babia, na segunda viagem deste mez a Ma*"
ria Luizi da Silveira Correa, Eulalia da Silvci-
ra Correia, Eupbrosina da Silveira Correia e Au-
na da S:lveira Crrela.
' dem, idem, at Macei a Manoel de Arau-
jo, D. : hiiadopbia Araujo e a nma afilhada
(torta.
Que tara policial
SeccSo 2.1 N. 121 Secretaria da
Queatura Policial do Estado de Pernam-
buco, 23 ie Maio do 1892.
Cidadao. Participo vos que .forana
hontem reoolhdos Caaa de DetencJlo os
aegnintes individuos :
A: miaba ordem, Nicolao Francisco de
Brltto e Jos 'J^ssiano da liocba, por dis
tibios.
A' ordem do subdelegado da fregueaia
do Rccife, Pedro Camillo, como desordei-
ro e vagabundo.
A' ordem do subdelegado do 1. distric
to de S. Jos, Manoel Francisco do as-
cimento, Cypriano de Soasa Viegas o
Amaro Hypolito Bandeira de Mello, como
gatunos.
__ Communica o subdelegado do 1. dis-
trioto da Eicaia que na noite de 24 para
25 do corrente foi encontrado barbara-
mente assassinado em trras do engenho
Urna oagina da historia de
Pernambuco de 1707 a
1715.
ii
(unas cansas)
Continamelo
A cidado de Olinda era em 1710, qaando seu3
babitantea romperam-se em hostilidades com 03
do Recite, a capital da capitana de Pernambuco;
eslava, porm, muitisslmo decadente e reduzida
a um musen, sem dnvida. menos completo do
que actualmente ; pois nao fra reconstruida
depois de quasi posta por trra palos hollaade
zes, quaodo em 1630 se asaenhorearam de Per
nambuco.
Ao contrario de Olinda o Recite, que coupu-
nba se de tres ou qui'.ro casa3 meito bumildes,
de um trapiche e de um armazem em que se re-
colbia a fazenda vinda do reino at por seus do-
nos ser transportada para Olinda, comecou a
progredir desde que 03 invasores ah se fortilica-
ram por ser mais "prximo da barra e fizeram al-
guos edificios, eatre os quaes o palacio e con-
struiram urna ponte de taboas sobre pilares de
pedra e cal e rigas de madera paia ligar as
aciuaes fregaezias do Recife e Santo Antonio,
d%e at entao se communicavam por meio de ca
noas e lanchas.
Anda depois da expuUa] dos bollandizes em
1651 coatinuou o Recife a prosperar e engrande-
ce.-se, s.nJo preferida para residencia pelos
que se dedicavam ao cem nercio por ser o uai
co porto commodo para a iu portacao e a exporta-
gao >, como diz o padre Das Mart ns.
Asaim ao passo que Ollnla decabia o Recife
prospera va e sen3 habitantes, por nao se poopa-
rtm a trcblboa. cresciam em opulencia, emqnan-
to os de Olinda, creados e edacados com um
luxo asitico, seguido necesariamente de orgu
lbosa arrogancia *, nao meliam os gas os pelos
cabedaes que possuiam, mas seus apptite?. ac
cumulando d'esse modo dividas sobre dividas e
toroatido-3e ccr,s?guiatemente remissos na paga.
ODrigadJB, po:m, a solverem seus dbitos, de-
pois de veDderem para tal Qm 03 paitos que oc
cupavam e flearem com seus beos pouborados,
elle] se irritavam ulganlo-se menoscabados nao
pelo ficto de deverem, mas pelo de serem judl
ciaimente cobrados.
Eas foram as duas causas principaesque de
ram occasiao ao apparecimento da m vontade
dos habitantes de Olinda, que em sua generali-
ee contentaram com agrlcnltar os enge-
nbos com seus numerosos eacravos mi voota
deque em bre.e se iransformou em odio, se
mmifeatando em lodos os ensejos que se apre-
ientavam.
Para provar esta ultima assercao citaremos,
d'entre outros maitos casos, o de tentarem os
olindenses impedir que no Recife se Bzesse a
procso dos terceiros na quana feira de cinza
no aano de 1709, com o pretexto de que o Recife
ee reputaba por termo da cidade e d ella ficava
distante meco.? de urna le|a em litigio e finalmente resol?do em favor dos
recifenses; os olindenses, porm, para obstar
qus tal procissSo se {ff^etnaase, tmpetraram do
cabido urna excommunhSo contra es que a leva3
sem a efleiio e tambem contra os que atsem.
J es animes eatavam fermentados cem toda3
estas e cairas questiunculas, quando anda mais
os veio irritar o desejo, que os recifenses raani-
featavam, de ter accesso s honras e dignidades
pollti:J3 e militares, de que es oliudeases esta-
vam da posse exclusiva ; a nobreza. porm, esm-
posta de agricultores ollndedses e prtanlo ini
miga dos negociantes do Recife, repelle 13o justa
pretenjao. Visto o qae, estes ltimos resorrem
a D. Pedro II, pedindo o R?cife Jfosse elevado a
alegora de villa com cmara independente da
de Olinda, mas infelizmente el rei, tendo envido
a nobreza, cao acceden a tal pedido, qna com
mai3 tucceseo foi recova 1o junto a D. Io5o V,
obtendo elles d'esta feita o suspirado decreto da
erecgSo do Recife villa. DebaHe se oppoz a no
treza com allegacoes fundamentaes, mostrando
n'ellas que da erecc,ao da villa se segoiam moi
tos damnos irreparaveis e principalmente tres,
dos quaes era o maior o causado nob'eza que
assim decahia de sua alta repntacao e gerarchia,
Meando igualada as fuuccdes camaranas com 03
pevens >, mas todas esta3 altegacc>3, embora
manejadas com todo o valor e dexteridade, na
pnrase de D. Martina, nao produiiram efito.
De feilo a 5 de Fevereiro de 1710 chegou a
frota em que veio entre outras ordena nma em
que se mandava que o Recife loase elevado a
villa, em consequeucia da qual foi levantado o
pelourinno a 15 do mesmo mez, maa sendo este
incapaz por mullo pequeo foi levantado outro
maior a 3 de Marco.
O fa to de ter o governador Sebasliao de Cas-
tro Caldas dado execocao ordem regia, que
viera f.;rir o susceptivel orgnlho da nobreza, at-
trahio i obre elle a malquerenca, ou antes, o odio
implaci.vel d'esta classe, que j anteriormente o
nao apieciava pelos motivos que vamos exp:.
Tenlo sido indigitado como autor de um as
saasioa:o, deque '-a victima nma mulber casa-
da, um religioso de S. Beoto.'que era abbade no
convenio de Olinda e nao podando este continuar
sem primeiro provar pui innocencia, pretenden
um curo religioso do mesmo convento ;er ab
Dade ale que o primeiro se vrasse de tao de-
gradan e macula de perverso homicida e para
tal Um alcaocou urna patente de seo geral,- reco
nbecidi por um notara ap>sioIica e disto man-
dn notificar aos religiosos, que o nao qnizeram
obedeOir.
Vendo frustradas todas as snas tentativas e
convenceodo-se de que o nao obedeceran] vo
luntarhmente, determiaou cercar o convento,
pelo que pedio soldados ao governador Cillas e
re aponiendo este que o nao poda fazer sem o
cabido Ibe pedir, dirige se elle ao cabido, que,
assentlodo, mandn por sea melrioho geral duer
ao governador que Iba desse a gente pedida.
Cald<>s, porm, replicn dizeodo que nao dara
gente para cercar um convento pelo simples re
cado de nm melrinho, mas quedara se Iha es
crevessem nma carta asslgnaaa por todos
Os membros do cabido assim o fizeram; em
vista do que o governador p n s ordens do
religioso o terco de infantera da guarnijao de
Olinda
. D i todas as desordene ha vidas durante e de-
pois do cerco cansadas pelo frade, os religiosos
que deltas foram victimas, culparam ao inno-
cente o ve-nado-, de quem Acaran, com tal odio,
que Ib:, dosejavam beber o singue.
Alea, deste laclo, de que os religiosos, sem
duvida, se ser vi ram para fomentar as discordias
eatre i cidade e o Recife, chamando a odiisi-
da le para sobre o governador, um outro veio
molestar a snsceptib lldade dos nimos levedados
pala r.valida te, sem que, entretanto, deixasse
de ser usto, embora enrgico.
Nota ido Caldas que do procedimento dos se-
nadora.) de Olinda resultava prejuizo para o ser
vlgo reil, avisou disto a el-rei dlsendo que as
senadores de Olinda, peta lib&rdade que linbam
de remitarem os C02tract03 e pagarem aos dous
ierco3 ile infanteria.da cidade e Recife, concertos
de por tes e ontros gastos, que por suas maos
cornaai, eram tao despticos nestas incumben-
cias, que mnnas vezes as faziam sem Ine daretn
parte. E que se bavia observado as dspotas,
qua davam excesso to grande que nao poli
o d scurso deixsr de presumir netavel diminoi
ci na real fazenda.
Em vista de tal aviso erdenou el-rel ao ouvi
dor Je s Ignacio de Aroacne se ioformasse do
fado referido e disto dea Arouche, parte aos
senadores que entao coasideravam o damno,
que Ibes poda sobrevir da verdadeira informa
ao de negocio.
Sobre estes factos, outros anda, como as pri-
sOes elfec'.nadas em priacipios de 1710, Jo coro-
nel Leonardo Bezerra e de sen Albo Co3me. vie-
ram ir-ltar a muito sen-ivel nobrezi.
Dev>i-3e, porm, notir qua as prisas dos 'e
fendoijcidadlos foram feitaa com insta causa, pois
eram elles culp&dos do assassinaio de Antonio
Rodrigues da Costa, assas3inato commettido a
28 de .laiho do anuo antecedente-
Vendo o governador aa dno-dona e lojasticas
que 83 faziam no tribunal de defuntos e ausen
tes e as multas queixas do povo nesae particular,
tratou de cobibil as, o que fes com rara energa,
merecndo elogios dos lesados com taes desor-
dena, ao mesmo tempo que faxia jj ao odio do
magisrado concesionario e deseas fanecioaa
rios subalternos.
Assm a energa e redi lio de Caldas fizeram
ver aos olindenses, que nao podiam elles contar
com o auxilio do governador e por isso trataram
de ver sa o prenliam, mas depoi3 resolvern
matal o.
De tolas estas deliberae533 nao faltaram avi
sol ao governador, visto o que elle fez diligen-
cias para prender os que machinavam contra sua
exisieacia, e na realidade foram presos Minoel
Cavalcante e Loarengo Gomes Perras, tendo os
outro'i sebomisiadj.
Car .os da que C,l*as, procurando fazer urna
admic iatracSo recta o justa e seguiodo a3 rleos
de el rei, cooservaria a villa que elles abomioa-
vam e para evltarem o castigo de seu projedado
levanle contra ama antoridade, qua era lugar-
teoen'.e de 8. M-, em 17 de Outubro de 1710, a
4 horas da tarde, de umajaoclla jnelo adonde
cbamam Agua-Verde tentaram assassinar o
mesmo Caldas, atirando-lhe com un bacamarte
com cinco ou seis balas, furadas em buracos
cneio.i de um p branco, sem duvida, venenoso.
O governador ordenou a pri3ao dos que jai-
gava cumplices c autores do attentado de que
: victima, para assim punir os delinquemos
que ie levantavam contra nm lugar-teneote de
el rei.
03 culpados, porm, para evitarem o justo
castiga trataram de levantar o povo dealgumas
freguazias contra o gobernador, acenando a nns
com o saqoe do Recife e persuadilo a outros
que Cistro Caldas era trabidor e como tal qqeria
entregar a trra aoa franceses, valendo para
mais 03 capacitar de um bando que o mesmo
mandn lanc>r depois da ferido para que oin
guem tanto co R3cife como dez leguas ao redor
trouxesae armas de fago, alludindo que para
maior eeguranca os quera desarmados.
Cara taes faisidades conseguirn! elles amo-
tinar o povo e vieram, com 03 que |elle3 tiobam
feito ine se levaata?sem, marchan Jo para os
Afogedos, DANDO VIVAS A SL-RSI D. JOA) V
E MORRAS AO G3VEaNADDR.
Este, urgido pela3 ma novas, que a cadi In-
stante recebia, mandn pergnntar aos amotina-
dos o que qoeriam elles, aoquereaponderamque
desejivam que se Ihes entregaase o govero-dor
e mai3 alguna dos principies do Racif i. Conhe
cnit Callas a resposta dos amotinado-? e ven
do-se ferido e 03 recifenses qua3i indefansaveis,
resoheu au5eata--3e, retirando bo em nma su-
maca para a Babia no dia 7 de Novambro.
No ne:-mo dia, conhecendo 03 amotinados a
ausen ci do governalor, pediram perdo geral
em nome d el-rei e a soltura dos presos, o qua
coo3?gairam. pois nao qoeriam ou'.ra cousa. >
Feita a vontade dos amotnalos, aa duas par-
lea iiiigantea accorlaram em maular chamar o
bispo D. Moaoel Alvares da Co3ia, qia entao se
ichava na Parabyoa, para vir tomar po3se do
goveruo, pois, alem de :e: ORDEM D3 S. M ,
se esiierava com a sua viada a total quietacao
das desordena.
Eslava com Isso mais ou menos salufeita parte
dos a nalinalo3, outra, Jtbrm, comeeoa a machi-
nar, lomper 03 livros de coalas, para assim Qcar
semita de pag-ir as dividas e outros muitss
damno?, entre os qoaes o aaque, nico.incentivo
que a pode mover a amotinar se, e diffiail foi
cont! a poi3 com ontro lnt-.-nto de suas casas
nao Laviam sabido. >
Os mesmos, porm, que lentavam fa*er que
elles desistissem de to horroroso inten.o, nao
pode: a n conseguir que os mesmos deixassem
de eotrar no R-cife, o que realisaram a 9 deNo-
vembro, e dirigilo se praca onde estava o
peloi'.rinho o derrubaram ; feito o que, retira
ram- je para o lagar d'onde linbam sabido, dando
assim a enteider que a villa era a ciusa de seus
acto-.
N. dia seeuiute chegou cilade ama forca de
G iv.'.nua que viera engaada com o pretexto da
traliao do gove.rmdor, tendo-se-ihe persuadido
i a que acndis3e ao Recife, porque j se avista-
vam cafto3 francezes.
O bil, depois de sua chegala, coeferenciou
com mullos dos revoltosos, cuja quasi totalidade
o quera para governador, apenas divergindo nm
ou outro, eatre os quaes se coatavam Joao de
Barros Bjigo, que desejava para si tao elevado
posto, d Vque QUE .HA CAPITULAR COM EL-REI
com as armas na mao ; nada, porem, se resol
ren na tal coiferencia, delxando se para se fazer
o ajuste em Olinda, onde se resolvea qae se
desse posse do governo ao bispo, o que na reali-
dade acootceu a 15 de Novambro-
Da narracao, qne acabamos de fazer se con-
clue que a cansa dos successos de 1710 foi a
rialidade eotre oa agrWfltores e 03 commer-
ciantes e.que muito?, dos qna em taes motins
tomaram parte, ojffizeram engaados, julgando
ae- verdale que o governador, trahindo o ma-
naren portugnez, projectava entregar o paiz aos
franeszea, e finalmente que, pelo menos neate
primeiro periodo, rpida mas fielmente historia-
do, nao bouve nem siquer penaamento le liber-
tar-ie a patria do jugo estrangeiro.
Acontecendo muitas vezes, porm, que ama
revolucao, comecada por motivos menos elevados
aiveje em sen desdobramanto am fim mais co-
bre que aquelle que Iba den nasclmento, como
acmieceo com a revolucao de 15 de Novembro
de 1889, que teudo por fim derrabar o ministe-
rio Ouro Preto, foi hbilmente aproveilala pelos
republicanos qne nella tom ':am parte, entre os
Qiaes se notava o grande e illastre Francisco
Gycerio, para implantacao da repblica na patria
brazileira vejamos se por acaso na serie dos
mcce880s da 1710 bonve alguna movimeuto em
que a Idea dominante qne ;gniava os revolucio-
nados foi a di independen;ia ; devendo desda
K' fioar firmado que a idea de indepeodeacia nao
i qae deu origem a taes aconUcimentoi e qne
nem mesmo at a pos-.e do substituto legal do
governador, nm s tacto delxou traosparecer tal
intuito.
0
Urna rixa entre soldados e tuas cont-
qy.ma.as
0 primeiro acto do bispo D. Manoel Alvares da
Costa, como governador, foi dar, em nome de
El-rei, nm perdi geral aos amotinados promet-
iendo mpelral o de S. M-, e, espirito fraco e
sem energa, delxando se dominar por alguns
dos saet ri03 dos agricultores, prometteu elle
empregar todo o sen valimento junto ao sobera-
no para o bom xito de seus deaejos, que eram
entre outros, a nao ereccio do Recife, villa,
e que os tenboies de engenho3 ou de rocas nao
podess ra soffrer execujaj jadiclal em cooa al
gama mais do que no rendimento da lavoura,
Meando anda nm terco desse rendimento para
o dono e mais qae se nao levassem jaros pela
demora nos pagamentos.
Eatavam, portauto, os amotinados s^otio-e; do
governo e conseguintemente mui fcil Ibes seria
fazer ama tentativa para a independencia; nao o
fizeram, porm, e apenas se occaparam em ma
chinar e levar a efT-ilo lodos os meios de preju
dicarem os recifanses, como a aegressao notar-
na e armada, de que maitos foram victimas, o
impedir qae se trouxesse agua para a villa, o
tomar das lavaleiraa as roupas qae estas iam la-,
var, ele, etc., at msmo a excamanbo, pois
sabido que o padre Nicolao Paes Sarment, todos
03 das de madrugada, olbando do alto de Olin-
da para o Recita, o excommnn-iva, depois dn
imprecadomildito, aluda nao estas sabmergi-
do nis eotranbas do abysmo I
Nsstas clrcumstaocias se acbavam as desaven
(as, como com muita propriedade chamon aos
successo de 1710 Das Martins, (ob. cit. pag. 313)
quando se deu urna rixa om si de pouca impor-
tancia entre alguns soldados junto a residencia
de Bernardo Vieira de Mello e este irritado, j-al-
iando t.* umaaffronta, os soldados travarem-se
de razOas perlo de sua residencia, es descompa-
zera e jurara os fazer peliciar.
Estes, recensos, temendo que se toruasse rea-
lidade o promtalo, se montciaram de armas e
com mais alguna compaoheiro3 se amotinaram,
oDrgando o tambor-mr que fizassa sabir urna
caixa de guerra tocando o recoiber e aoa mais
soldados a moradores do Recife que esUvam em
snas cas;: a pegaretn em armas, de molo que
em menos de am quarto de hora estavam reu-
nidos mais de mil borneas armados.
Os assessore3 do bispo, em vista de tal facto,
convenceram no de que os recifenses o queriam
prender e depor do governo, o qae era ama fai-
si Jale, pois apenas queriam que Bernardo Viei-
ra de Mello ee ausentasse do Recife, como disse-
ram aos enviados do bispo, qaando este mandn
pergantar-lbos o que desejavam, assegurando
que tudo Ibes concedera, comtanto que se ac-
commodassem.
Nao poleudo realisar se a retirada de Vieira
pelo adian'alo da hora, os soldados exigiram
que fosee elle recolhid) a cadeia, o que se fez,
sen Jo elle posteriormente transportado para a
fortaleza das Cinco Pontas.
A causa, porm, desse levantamento nao era
o desejo deverem pelas cos; s a B. Vieira de
Mello, como affirma o auctor dasCalamidades
de Pernambuco,maa sitn o do tomar nma re-
vanche, o de reagir contra a presa da oppressao
de que eram victimas.
O bispo, depois destes su :ces308, se rctiron com
seus conselbeiros para O-inla com o pretexto
oe ir acalmar os nimos dos olindenses, prqmet
lendo voltar logo, mus e3te? asaim que o apa-
nbaram na cidade, nao mais o deixaram sabir
e trataram de amotinar o povo das freguezias, e
empregando para tal fim o pretexto de que os
recifenses eram trabidorea a El-rei, appellavam
para o zelo que tiobam do servlco de S. M.
Tal procedimanto de amot'nar o povo com to
revollantcs faisidades, s comparaveis infamia
deCalabar, tinba por filo nico pdrem aperlado
assedio o Recife ; e o bispo talvez por Urdios
escrpulos, em vista dos factos verdaderamente
selvagens rie que era espectador connivente pela
falta de energa, oa melhor, pela extrema fra
queza de animo qae ibe era peculiar, entregou o
temporal do governo ao senado, reservando para
ei o espiritual de que U30U passanuo monitorias
coat-a urna classe opprimida, cojo crime antes
de3te segundo levantamento, era ter-se tornado,
por seu continuo e perseverente trabalho, mais cu
menos opulenta de modo a chegar a ser credora
da orgulhosa e arrogante classe dominante; e
anda ordenado novenas e procissCcs, fulminan-
do senlenga de excomunhac maior contra o ade-
ptos dos recifease3.
Ba tante para causar aimiracio, seuao espan-
to sem duvida, o procedimento desse sacerdos
magnus la urna religia parante o triste sapecta
culo dos asssssinatos e cruezas que diariamente
se davam sob seu* olbo3 de reinol desnaturado,
qaando para melindrar a conacencia gasta de
am assessino era mais que suflicienie a preme-
ditacSo dos horrores a cajo soffrimento estavam
destinados os recifenses, em cuja singue que-
riam seus adversarios lavar as maos, depois de
o terem passado espada, pelo nico motivo de
serem objcc'.os da averso de seus orgulhosos
devedore?. *
. Para amclioar o povo usaram os que se en
carregaram do governo anda de falsos pretex-
tos, como o de que os recifenses queriam entre-
gar a trra a re cstranho, (rabiado assim ao li-
gi'.imo soberano a El-rel, nosso senbar, de
quem eram todos legtimos vassalos, como
cima ticou d lo. Aquellas, porm, qne elles
viam que nao conseguan] engaar com tao evi-
dentemente falso pretexto, procurarais chamar
a sen gremio oa em nome da nobreza ultrajada,
se quem elles pretendiam aluciar fasla parte da
classe despticamente dominante, oa, levados
pelo odio iatenso que de o'.avam aos opprimi-
dos, pregavam a plebe que matar oa rooor os
recifenses era licito*, apostelando assim o estu-
pro violento e baixo dos principios bsicos, da
sociedade.
Se taea pretextos .foram suficientes para o
povo levan-a- se contra o Recife, nao o foram
para arrastar a tomar parte nestas marulba-
das na pb ase de D. Martins aos patriotas qae
cedo comprehenderam o motivo ne taes as-
suadas.
E de fado 03 nomes de D. Sebasliao Pinneiro
Carnario, D. Francisco e D.'Joao deSeuia, Cbris
tovo Paes Brrelo, capito mor Jos de Barros
Pimentel, capitao mor governador da Parabyba
Joao da Maia, mestre de campo Domingos Ro
drigoes Carneiro, msjir Manoel Clemente, Joio
da Molla, Euzebio de Oliveira Monteiro, Antonio
de Souza Marlinbo, Aflcnso de Albuquerque e
Mello, Antonio de Si de Albuquerque, os tres
irmacs Antonio, Felippe e Milguel Paes Brrelo
e de ontros muitisslmos, attestam que taee ardis
nSo podiam prender em suas malhaa o patriotis-
mo sadio qae oo deice s pequeninas questSes
de campanario.
Alm disso os pretextos empregados pelos
olindenses para amoiinar o povo, de que os re-
cifenses procuravam trahir ao soberano ou eram
a expreaaaj da verdade, e neste caso, os olin-
denses, peraeguindo os, nao foram os primeiros
a tentar por factos a indepeu lencia, e al pelo
contraro, em muito contrariarais to nobre in-
tento, oa taes pretextos eram mentirosos, e nes-
te caso repieseotaram os olindenses < am papel
to repugnante e mseravel, qae 0C0 tem quali*
fleaco.
Deete dilema nao podemos escolber quantos
preferir esta oa aquella pona a nosso talante
por mera condescendencia ; por que os factos
ni es ao para provar qm os recifenses nSo eram
trabadores, e tambem que os olindenses nao ti
nham em mira a independencia, e apenas usa-
vam desla revoltanie calumnia, para mais op-
primir a classe commercial do Recife, contra a
qaal queriam elles chamar a odioaidade.
Continuemos a narracao dos priucipaes de'.a-
ib.es da assuada de 1710.
Posto o Recife em aperlado sitio, se pubcou
um vi jleoto manifest, em que seos habitantes
< eran declarados po- trahidores a el-rel, de-
cabidos por conseguate de tolas as graas, pos
tos e direitos >, manifest qae irritou de tal
modo oa goyannistas qne elles se declararam em
favor dos sitiados a 13 de Julbo de 1711.
Ainla durante essa lempo o padre Djnlngos
D.as e Antonio Jorge Guerra promoveraca acrea-
jj do batalbo sgralo, dequs fizeram parte
todos 03 clrigos com seos eteravos, e que ficoo
sob o commando do dea) N>oolo Paes Sarmen
to, o ex comxungador matutino do Recife, que,
nao obstante suas imprecabas diarias, aluda
na est < sobmergdo as eatranhis do abys-
mol
Nao raras vezes bavia algumis pequeas es
caromucas, de somenos importancia, mas qua
aqu nirraremos pira mais evidente sa tornar a
verdade de nossa afCrmacao basaada.
Em 14 de Julaoda 1711, softre Govanna amas
salto de que sahe victoriosa a nobreza, em 19 do
mesmo sao repellido3 os recifenses no assatto fel
toaoumpresidio; em 2teo osmesmoer p Utos
na eslaocia da Barreta; em 2 da Agoato aoffre
Goyanna nm grande assalto, sabindo victoriosa
a nobreza, asaim como o eahiram em 23 Je Agos
to, em 8 de Setembro.
K' pra notar-s qaa sempre. em todos 03 en-
costro?, a nobreza sabio victoriosa, excepto
apenas no encontr de 18 da Agosto, em qaa as
forcas da nobreza tiveram de sea lado 12 mortos
e 16 feridos, sendo derrotadas.
Assim sendo, como na verdada e estando
a nobreza de posse do governo, deveria ella sem
hesitar am s instante proclamar Reno a inde-
pendencia do Brasil ao menos a da capitana de
Pernambuco. mas tal peusamsnto n-io leve, dei-
xindo passar to ptimo eosejo, porque estava
c-:ga pelo odio que davotava aos racifenaes, em
cujo saogue quera salvar as mos, de mido a
nao poder pensar sobre o destino da patria.
E Da verdade, como diz o historiador peroam-
bucaoo general Abren e Lima, os insurgidos
nao haviam cessado de- respailar a antoridade
real; na vertigam da partido e nao o misero
amor da liberdade, quem os guiava, > (Synopsis
dos factos mais notaveis da historia do Brasil,
pag. 171)
Amia mais urna vez o sentimento mesqwnno
do odio foi obstculo a que se pensasse cm
urna grandiosa tentativa 1
E' na realidade bem triste esta espectculo,
que nos apreaenta a h atoria, e bastante acabra
nbador seria o saber-se que em 0033a patria
bonve um tempo em que brasileiros, descenden
tes de beres, achando-se de posse do governo
de sen torro natal, durante quasi um anno, (de
7 de Novembro da 1710 a 10 de Outub-o del7H)
nao tentaram a independencia patria, tendo,
para tal, opportunidade, se por acaso, o espen
doroso acontecmeoto de que foi tbeatro S Paulo
em 16il nao viesse affir iiar a vilalidade pujinte
deste povo, que, anda na infancia, procurou li-
bertar-se do jugo estrangeiro.
Esteve, portento, a nobrezi de posse do go-
verno de Pernambuco desda a retirada de Sa-
bastiSo da Castro Caldas al que tomou posse o
o sucesor deste, qae foi Flix Jos Machado
de Mendaces Castro e Vascoocellos.
Este ogo que aasumio o poder mandou levan-
tar o sitio em que se actnva o Recife, nao pro
cedendo ontra os amotinados, a favor de quem
o soberano tinha dado o perdao geral em 2 de Jo-
nho de 1711, e mandando reinatallar a villa em 21
de Novembro do mesmo anno, dando assisa ga-
nho de causa aos habitantes do Recife-
O novo governador tratou de apaziguar os
nimos dos habitantes de Pernambuco e usou
para com todos de extrema benevolencia, mas a
nobreza desconfiada deasa m:sma benevolencia
e temerosa do castigo, pro:edeu de molo a fa-
zer com que se manasse abrir a devassa jui-
dioa do3 acontecimentos, devassa em que ticou
liquido que a nobreza era merecedora de casti-
gos como sediciosa que ex- itra por obras e pa
lav.-as tumultos cm damno de pesaos partcula
res, pelo que. segando a leglslaco em vigor,
devia ser pnnila com a pona capital, resultando
anda da mesma devassa que a nobrea ee liaba
tevantado coatra o g)vemador, representante
directo de El-rei, e tentado contra aua vida, mo-
tivos mais que suffisientes para levar os delln-
quentes, sem neoessdade das fo'miiiladta do
processo.
E' bom notar-so qua a coc.fi meco do perdi
geral concedida a 2 deJunbode 171 i e nao a 8,
como erradameite affirma D. Martius, coratca
va por es'.as palavras: Hivendo consi (erado
as justas cansas que o bispo leve para conceder
aos moradores dessa capitana, em meu nome,
um perdi docrime qae cenfessaram ter com-
mettido da 8Ublevacio coatra o gove-raador
Sebasliao de Castro e Caldas...
Nao se deve esquecer que esie perdi iicou
sem effdito visto o procelmu'.o ulterior dos
amotinados.
Eram elles passiveis de pena e se onze de en
tre ellas foram recoihidos ao L'mo'iro, a caa'a
disto foi a snblevaso contra o governador pelos
motivos j indicados enio sao portante, marly
res da liberdade, como quer o cldado Codecei-
ra, mas apenas cidalos que se oppunbam por
ros os meios que o Recife fosse elevado vil-
porque assim evltavam qua os populares oc-
cupassem n j Resife os cargos qne elles oceupa-
vam em Olinda; pois nio desejavam decahlr
de sua alta repntacao e gerarchia, ticando a
nobreza igoalada com os peOes,isto cots
povo.
Parante os succesaos de 1710 nos, os posteres,
o que levemos fazer nicamente lamentar qae
tantos prodigios de bravura, que nos causam
admirecio, tivessem sido feitos em prol de nma
causa injusta.
Recife, 28 de Maio de 1892.
Alfredo Toledo.
F. Soares Quintas
(Contina).
REFLEXOES
As fes (as de 13 de Salo
CoasideraqZes retrospectivas
IV
O segando motivo allegado pelss impa-
trioticuB abstencionistas foi o aeguinte:
ter sido eacolbido para o cargo de orador
offial o Ilustrado e distinctissimo cida-
dSo Dr. Jos Isidoro Martins Jnior, que,
no dicer dos taes senhores, era o manor
digno para desempenhar tal mssSo.
NSo vamos refutar essa a-gai^So, por
que todos sabem quem Martins Junar.
e a ninguem dado desconhecer a quan-
to vale ese mojo de talento e de carcter,
cuja vida publica o espelbo fiel^de sai
vida particular, Bem manchas e sem ar
ranhCea.
GidadSo desinteressado, tendo regeitade
sempre, no rgimen passado, todas ac
commodidades qae o sea real talento Ibe
poda ministrar, o Dr. Martins Jnior tai
um do* mais fervorosos e mais intransi-
gentes apstoljs da abolicgo.

Em 1883, Pbaelante da Cmara escre-
vau o aeguinte desse illastre abolicionista:
f precise diser com a ferca dos pal-
a3es o qae elle vale, a nomeada que tem
conquistado merec de mente.
c Elle nSo urna mediocridade qaa-
quer, bafejada pela urea bonanjosn da
protec9o.
c Muito ao contrario d'isso um mee
distincte que mereceu elogios de sabina
como Silvio Romero, Tobas Barreto, Oli-
veira Martins, Teizeira Bastos e outros.
< Apedrejado por uns inconscientes va
caminho de um futuro brilbante, mo gra.
do todas as demonstrares em contraria
dos inimigos pequeninos e dos ambicioso*
das glorias alheias.
c Sabe ser baroa, no meio da phalane
dos covardes. _,
a Saba ser paro no meio do batalhS:
dos corruptos.
t Paira n'ama regiSo muito elevada
onde os sentimentos tacanhos nao che
Para n3 vale tudo.
gara.
E Pnaelante disse a verdade, por jue.
f jrtc no meio dos fracos, Martins desrZe
os mais verdes annos entregou se deezt
da causa santa da redempcSo dos capti-
vos.
Todos se lembram anda, por serem
factos contemporneos, dos triumphos ob-
tidos por essa cidadao, desde o sen tem'
po de preparatori&no.
Em 1833 a 19 de Abril no tbeatro de
Santa Isabel, cbaio de urna maltidSo vi-
da c delirante, como no dia 13 de Maie
de 1892, rapercutia altiva e vibrante, a
palavra de Martins Jnior pregando a
abolicSo da escravatura, emquanto outros,
que hoje querem, 03 posauira palma
de grandes abolicionistas, apoiavam incoe
dcionalmente o Ministerio Paranaga.
Na Folha do Norte, que se constiterio o
baluarte, o invencival redactor do abolicio-
nismo outrance Martins Jnior, digna-
menta auxiliado por F. Campello, foi a
aljava que i cassantemante despeda aga-
cad.s se tas contra a terrlvel iastitaiclo.
Mais tarde, apa constantes triumphos,
Martins Jnior teve ocoaBSo de iffirmar
de modo completo, 03 seos sentimentos
abolicionistas,
Em 1884 estava no poder o Sr, Dantas,
que teve a Iembraica do propor a liberta-
5S0 daquclle3 qne ja se achavam prximos
ao tmulo. Nulo com o pensxmento de co;
corrar, mesmo assim, para a soluto da
quet>tSo, mas para faser urna cortezia ao
Imperador quo ia completar entao 60 a&
nos de idade, o referido presidente do
comie'ho imaginoa qae seria agradavel ao
monarcha diaer-lhe no dia do seu anni-
veraario, qne elle n5o tinha na escravidSo
bomens com a sua idade.
O Sr Dr. Jos Mariano apoiava esse
minate/o, contemporiaador quando muito,
ao f saio que Martins Jnior combatia-e





dle Pe
iario de Pernambuco Domingo 29 de Maio de 1892
enrgicamente, jfr nlor Batifaaer m aapica-
s"5a3-mdMM, que j redamaran ama io
0920 urgente e immediat da queat&o.
Foi nessaa odiaa, avgiado mu*
do qaa exigan oa aua ae ananaam
principes do aalkioaimo, que .o Dr.
Martina tere a iaaaditaaoragam a apra-
sentar atn projaoto aboli na* no celebre
Congresso da Laara.
Foi mi sessSo do dia 17 de Julho deesa
anno que, no meio da vivas contestares
partidas dos enhorca de etcravoe que all
* achvam para intimidar os abolicionis-
ta?, foi nesea occasiSo que Martina Jnior
ap-esentou ama propoata afim de pedir
o Congreaso ao Parlamento que este tra-
tasae, quinto antes, de resolver o proble-
ma racional do trabalho votando a le que
devia abolir immediatamente a escravidSo
do Brasil, le que consagrara a noto in
iemnisa Esse projecto foi assigoado peloa Drs
Jos Mara e Phaolante da Cmara, que
boje por urna meaquinba politicagem,
conaentem que A Provincia falte verda-
dehistorica negando a Martins glorias in-
conteetavei8 e que elles j reconbeceram
olemnemente.
Desde ewe tempo, portanto, documen
Araai-ae por um oto de maaanU energa
oa sentimentos abolicionistas do Dr. Mar
tins Jaoior, ao qual, somonte hoj, ha
quem tente roubar a gloria de poder ser
orador official de urna festa commemora-
tiva da abolido.
En vista deseas conaideracSes pergun-
tamos : tiveram. anda nease ponto, razao
as que se abttiveram de conoorrer s fes-
tas promovidas pela comm ss8o da Im
prensa ?
NKo, porque muitos ttulos possuia o
Di. Martins para ser escolhido o interpre-
te da oomnissSo, tanto mais quanto hon
lena, como boje elle um dos maia dia-
irctos j'.rnal8t^8 brazileiros.

Sis cm rpida syathese destruidas as
iflegajSas Litas pela oppoeicSo contra as
festas 13 de Maio.
Eis praticamente demonstrado que
:ampacha abstencionista e amesquinhado
v. presidio a man injustificada e a mais
pe^uenina paixSo poltica incompativel
coma dgnidade e t aoacendenoia das fes
Uaeosarntravaa do 4- annivenario da
abclicSo da eseravatura.
Eis justificada a posicao daqueiles qae
tomaram sobre seas hombro* a rememora-
gao de urna data de verdadeira gloria na-
cional.
strucco, um Jock y Club e am clab familiar de
primeira ordem.
O ferro digisto encontra se cm prodigiosa
quaotidade no seu muaieipio.
Kase ferro nao coatta aatra eoota alm aa
riMstem salido aaquartca. Na Jaita de pro
productos de Uwora pira wataur, ser sufi-
ciente esse metal pa-a laateatar ama estrada de
ferro.
II
J. Ihiago da Fonseca.
COROGRAPHA
e o rumba
(Do Viajante)
5a margen occidental do sereno rio Paraeuay
aos 18 59' e 43" da latitnde, e 7* 44' e 36" Ce
icagitede, levanta-se a airosa oidade de Cora
b, edificad i sobre orna ro:ha calcrea e fron-
:eira a vastas campias e immeaaos pantanaes,
qae na ou.ra margem se estende a perder de
vista.
Urna legua Paraguay abaixo est o arsenal do
Ladario e a povoco ao mesmo nome, havendo
ueste quatro roas largas e mu regularmente
edicadaa-
Em commuaicago com as grandes pracas de
Montevideo e Boeaos Ayres, e directamente re
Racionada com Assompco, Corumb cfferece
urna certa predominancia do elemento estran
geiro, a coja influencia deve-se altribair o des-
spparecimei to dos velhos coslomes coloniaes.
As roas sao calcadas e muitas dellas arborisa
dae, com gosto, apresentaado algoma vida e aoi-
maco. O porto constantemente visitado por
numerosos barcos e navios a vapor, qae seguem
para S. Luiz de Cacares, Miranda, Coyab (a
capital do estado), Coxim, Nioac, etc.
O Lloyd Brazileiro maotm ama correspoo-
deacia directa de dous paquetes por mes, e,
alm destes, oatras cmbarcacoes se crazam em
demanda do porto de Corumb.
Corumb verdaderamente o emporio das
ptincipaes zonas commerciaes e agrcolas do es-
tado, e rara qae se possa ter orna idea appro-
cjimad do sea adiantamento relativo, nao occul-
taremos as ligciras minuciosidades qae coahe-
eemcs-
Divdese a cidade em alta e baixa.
Na parte baixa adiase o aditicio da Alfanie-
ga, o ces, rmateos e muitos estabelecimentos
particulares.
Tola a cidade conta vinte e cinco armazens de
fazendas e modas; algans desses estabeleci-
aacn'.os nv.lisam com as casas de primeira or-
dem de qoaiqaer cidade adiantada. Ha algo-
sas, casas exclusivamente importadoras. Ta-
bernas e mercearias diversas con.am-se ornas
cem ao todo.
Tem quatro saldes com bilbares, tres botis,
urna fabrica de cerveja, quatro padarias, oito
acougues, daas photograpbas, ama fabrica de
gelo, dnae de fogos artiflclaea, urna de aabo,
quatro re'ojoarias, ama joalbaria, oito alfaiata-
rias, quatro fabricas de licores e om atelier de
tintara, ama caixa bancaria, tres pharmacias
sendo daas militares) e muitos outros estabe
cimentos-
Ha em Coromb e Ladario seis mdicos, om
dentista e urna parteira. Publicam-ae tres fo
has semanaes.
Entre 03 edificios pblicos destacam-se o pa-
lacete da manicipalidade, o qoartel do exercito,
o deposito de artigos bellicos e a cadeia, todos
cons trados de pedra e cal e cobertos por visto-
io? e cpraziveis terrajes.
A tres legoas da cidade ha um engeobo cen-
tral.
A ra Lamare corresponde em Coromb do
Oovidor no Rio de Janeiro- Abi, onde sempre
a grande animaco de transentes, eslao as 'ne
lbores e mais ricas lojas de modas. A pon;
Uva da roa mesmo agradavel.
A metade da populaco corunbaeaee estran-
5eir, o qae Ibe d a f.ico de um centro verda-
eiramente cosmopolita. As aenboraa sao na
maioria paraguayas e cuyabanae. Depois do
portuguez, as lingaaa mais falladas sao o gna-
rany e o bespanbol.
Coromb relativam str, um cidade moder-
as. "
Quando tomada pelos paraguayos, dorante a
invasSo, era nm simples povoado de mil bibi
Untes. O seu progresso dala depois da reto-
mada, em 11 de Jinbo de 1867, pelo general An
tonio Mara Coelbo- Hoje esta cima de muitas
idades brasileiras e auguram-lbe todos qae a
vieiiam um futuro de prosperdade.
Ha mnita anio na sociedade corambaense.
ts parles e partidas familiares sao frecuentes
animad iasimos.
Coromb conta um magnifico Iheatro em con-
4|ac( ALLAB MKU FILUO 1
Gnardam, conservam qatsi todos os povos
seas tradices, seas osos, por mais anttgos qae
sejam emnm os modos do sea fallar : embora
maltas vezes essa conservacfto nao seja perfei'.a
por effeito dadintornidadedos tcmpo3, anda as
simam simulacro, um vestigio sempre resta, qae
indica, e por asim dlier, o fio, que nos leva
a coobecer esseB primitivos osos e costames.
Ao euve do qae saccede com a maioria dos
pavos, e pavo do Brasil e principalmente o da
saa primeira cidade, nao guarda, nao conserva,
perde em gumma.suastradicfcs, e al os modos
do fallar familiarmente.
A multkiao de estraogeiros, qae Ibe invade a
capital, vai operando ama tranilormaco dusses
costames, tanto mais f;ctl, quanto por ndole
somos propensos a aceitar toda a soric de pe
rigriaisroop.
Assim qae sSo hoje desconuecidas, e ane
Das por um oa ou'ro sabiJas, certas expre3?6es
familiares, qae untr'ora eram commocs e fre
qaentemeate empregulas na conversa domes
.ica.
Em alguna pontos do Brazi, oade nao tem tido
grande preponderancia a influencia pereg.lna,
anda se aso, e sao moito3 os qae se lembram
de que em lempos psaadose3ses modos de fal-
lar eram mas do que agora repetidos no scio da
familia brasileira.
Entre e-sea modos ant'gos do fallar havla a
exclamicoAtlib I pronunciada na con ver a
familiar.
Qoando, por exemplo, aigaem estribala o
modo de pensar, oa de proceder de am de sea
prenles, oa amigos ntimos, ouvia-se : Ailah I
gente I
Se era ama terna mSi, que r>4o approvava nm
acto, oa am dicto do lilho, a mesma ex HamacSo
era com a mais doce e cariobosa iufljxo de voz
proferida :Aliah / meu II bo I
Hoje, pelo, menos oo Bio da Janeiro quera
ouve seme hinte exclamac&o 1 ? Eatretanto,
como g*ato, como suae para coracOf-s aen-
siveis recordar essas phrases de ootr'ora !...
Na aoliga provincia, boj? Estado da Baha,
onde mais se conbece e em prega, cu pelo onaos
se empregava, aexclamacaoAltah I
Mu a gente ba qae saba ser esse vocabulo
aquelle com qae se designa-Deasna lingaa
rafee.
Has porque modo expcer a IntrodoccSo de
tal palavra na liagua fallada no Brazil, qu. nio
tm Portogal onde crea de sote seclos domina
rcm es Arabas, nao fi:ou implantada como no
Bri.l ?
Parece m3 sr e'ta i oxpUcacSo :
E-!- a p osJada da B b a o pauto do Brasil,
p ra oo.'.e no d^sgr-caiO'' tempos da escravi-
r;o m tsaw num ro affa'am africanos, que fal-
I.? tu (.ra irjbe correm^Mo : porque, como
iMifi os rabe se con'uaih'sm no selimo se
i-'o com os povos dos 3bJ4 barbarescos.
Esa cao, a origem imp>ott(ae da voz e-
eUiaa vs.U ah qae o.reisanamautc etaa
cda [.i?so rep. ti-la p->r e's afriaanos, e obv-
t! petos naturai* daqoeta provincia desde a
mais tenra iofaa a.
Des olpavI tal perogrin'ismo bebido com o
lene dtfSBS nntrizet african a, qae a milbares
de Drazileiros amaxei.ttrsni e tanto mais to
lerawi, qaanto era osado m linguagem fa-
ui. iir, -htima, e nunca por escripto.
Bio, 14 de Marco a el 891
Dr. Castro Lepes.
COLLABORA^AO
lostrncfio Publica
(SebastiHo BrancUto)
A Constitnicao Federal e as dos Estados e a
erganisaco d'estes, deram menos qae fazer s
intelligencias. lo que a orgaoisaco dos munici
pos em Pernambuco; e isto por cansa da instrac-
sao publica oa, por oatra, simpiesmente por ca
sa do n. VIJI do arl. 95 da Constituicao.
E como nao ba de ser assim se, encontrndo-
se a iitliculdade qae dizem existir na solacSo do
magia problema, os Srs. do Congreaso, diapon-
do, verdade, de mnita iatelligencia e de muita
illustracao, mas, em sua maioria, com poora
orientacSo a respeito do servico de que ee trata,
em vez de procorarem em fonte competente os
dados precisos para encontrar a incgnita, sa en-
veredan: pelas tortuosidades das emendas ?
Porque nao oovem a Bepartico da Iostrnccao
Publica, cojo chefe'esta na altera de dar ibes a
direccao que os possa levar soico raeoavei,
jesta e legal?
Nao v u n'isto ama offensa a capacidades do
Congresso, onde se contam talentos e abalisados
mestres, desde quando, tratando se da in3trncco
publica, o digno inspector gera! dave dar a saa
palavra; pois trata ?e de om aervico da mais
alta importancia; ?erv?co qae reqaer aecessaria
mente a colIaborac3o d'aqueile llustre fanecio-
nario ; j porque (em toda aatoridade na materia,
ja porque se deve ter em vista a decreUgao de
medidas exeqoives e qae deem resaltados pra-
ticos satisfatorios.
Confiar se ponente na intelligencia dos illaa-
tres congressistai*, de sorte que, na apresentaco
e jastifleagao das emendas ao projecto n. 5 se te
oba como resultado a exhibicio de maito taleu
to e de muita illostracad, bonito c maito bonito,
rn; s d'isto resaltar apenas a gloria da adminis-
trco que se tributa qaelles pre icados.
Nao isto, porm, da qae smente se pre-
cisa.
A qaestao seria e maito seria, porque a ella
estao ligados os intereases do Estado, dos muni-
cipios, de urna grande clasie, como o p-ofeaso-
rado e finalmente, do povo.
Besotvel-a sem ter por guia o pha*ol inf-allivel
da razao, do direito eda jastica, ser fornecer se
ama prova de qae algam pensamento reservado
e iojuatiScavel domina qaelles de que depende
o Mimatum qae o magisterio espera ancioeo.
Oabaixo assigoadodos professores pbli-
cos, documento em qae se acham manifestss as
reclamagOes da classe onie est&o expresses as
medidas qae, de aceordo com a carta constitu-
cional, devem ser tomadas, Jas na pasta da res-
pectiva commisso, se cotro destino Ihe nao foi
dado.
A commiso mixta das doas casas do Con-
greaso tem em sea poder o projecto o. Sea car-
ga de emandas com qae o remendaran).
Nao seria da pooca importancia qae essa Ilus-
tre commisso lancasse euas vistas sobre oabai-
xo assignado do professorado, aim de ricar inte:-
rada dos pontos em que este fundamenten a saa
reclamacao.
Na Cmara predomrna o arroubo da eloqaen-
cia da mocidade estudiosa, mais proprlo para o
estylo heroi:o do que p ra decidir os problemas
sociaes ; mais oola-se em sua maioria a ausen-
cia da grande inestraa experiencia.
No Senado ba horneas de talento, afleitos
admini8traco publica e qoe, possaiodo a precisa
experiencia, podem, depois de algam estado so-
bre a questo, de qoe sao arbitros, resolvel a de
coaformidade com a jastica.
No seo gabinete, sem prevenco de qoaiqaer
especie, a digoa commisso apezar c'o claro da
los qae a discosso e reflexo devem faser em
torno de si anda assim poder fazer abi penetrar
o terbum do digno inspector geral da instruc
ci.
D'isto resallar a conveniencia de fler a con-
scien;ia dos illostres membros da commisso
em perfeito estado de tranquillidade, porque a
solucao procurada teve a acqoiescencia do rae
cionari, qoe tem de loctar na pratica com os
convenientes oa inconvenientes resaltantes.
Al emendas apreaentadas io projecto o. 5,
em sua maior parte, tradosem medidas de ex-
capcao; quando toda lei deve ter por flm Bo-
rnete a geoeralidade sobre o qoe se legisla.
A ciaste emo abaixo assignadopedio o se
gamte: qae se decretasse de forma qoe nio tos-
t ella prejndicada na orginisaco dos monici-
piot; que os professores nao aproveitados ocas-
tem em sota cadeiras, a cargo do Estado; qae
se nao oomeaese estrenaos ao qnadro actual, em
quanto fe- tveeee, tem Jdeagnacao, professorse
as (ondlcfat da constituicao ; que, depois dea-
tas, s panas etsam aatnadefl os titulados pala
Eco a Normal, etc.
Cala om deatespedidoe foi acompanbado de
urna serie da consideracoes consalidadat pela
erdi.de dos fictos.
Naii.aois.aKrtTasotfel do que a ilustrada
comoissao asHdaw a remessa doabaixo assig-
nado-a qm aenfiro.
Ac-eiHa saquea maior d!ffi:olda Je com qoe
feaatam todos aqjaailos que etifo eocarregados
de resolver a organisaefeo de iostrueco publica,
auuanadade de compremistos contrabidos.
Mas, oeste cato, r os pode embaracar o n.
TIH do art. 95 da onsMtu^iu do Estado.
Dous traeos sobre seis palvras, bastam para
tiral )s dessa difficuliade.
Eli nine-se :-e ficaudo a cargo da municipa-
lidadi', e tudo ser saleo.
O Congresso nao constituate, mas, ama ex
cepeo aborta em bem publico, ter em sea ra
vor a justificativa do applaaso social edagrati-
do dj ama numerosa cla-sse qae lacta contra a
moni les a m ~ oatade qae Ibe votam aos maai
cipios e o atraso, a ignorancia e a prepotencia
de otitros.
Al b disto materia vencida a aexeqatbil:-
dads Jaqaelle numero do eri. 95.
A m vontade, o odio mesmo, de qae objee-
to o r r.'fessorado est aa coosciencia de todos
e qua ido oatras provas falbassem para paten-
teal-a, bastara dizer, qae se censura que o po-
bre profesior vista um palltot e ama camisa
pasaaila ao ferro e (raga um collariabo e ama gra-
vata ao pesclo! I!
Oh! I felizmente cemuras desta ordem elevam
a qoeca a retebe eabatem profaadameate a quem
as 'evanta.
E' qie o professof, apezar de todos 03 meios
queseemprega para reduzil-o miseria, sabe
suitentar a decencia compatlvel com a missao
inveja\el e sabilme de sju sacerdocio ; muito
embora se deseje vel o de sacla ao hombro ou
atirale entre qaatro bumlias preles de um
carcer;, porque nao pagou o qaa com proa para
matar a tome familia.
E' en meto da maior anciedade cm djie o coi-
locou a crise medonba creada pelo fatal n. VIII,
qae o magisterio primario, nao em attilade do
misera vel que estende a mSo supplice para que
nella o transente atire urna esmola, mas na at
titu ie ehvada daqaelle qae, firmado em sea di-
reito, c irig-3e ao3 poderes competentes peiin
do a reparac&o de ama injustifia qoe est pres-
tes a tii-arlbe os meios de subsistencia, nesta
posicc qae o profesorado, solicita as garantas
a qae se jnlga e a qae tem incoatoslavel direito.
Nao ;e fez nm pedido incoaalitucional, porqoe
felizmente o profesorado pernambucano conhe
ce a carta fundamental do Estado.
Pois bem : esto patentes as ameacas aos di
reit03 do magisterio; peade do Ilustrado Col
gresso a affrmago oo o negaco desses direi-
to s.
No caso afirmativo se far jastica e no nega-
tivo ser lavrada a condemnaco do magisterio,
da familia pernambacaaa e dos novos rebentos
qae mais tarde, lavraro lambsm a coadsmoa-
co dos qae !h3 negaram o pao do espiritoa
instrucijo, tirando-Ibes seas mestres.
Felizmente nao ebegaremos a isto, porque mu
to se d'ive confiar oo patriotismo doa Coagras
sistas eihos de Pernambaeo, qae jamis negaro
luz a seas irmos, oem sacrificarlo os seu3 ve
Ibos mostree.
Igualmente demasiado se deve confiar ao il-
lustrado pernambucano qae dirige os destinos de
saa tena natal e qae na orgapisaco de qae se
tra'-a, eiroalrar opportono ensejo para mostrar-
se digo o filho da Veneza Americana, consolidan
do com a inst^neco o edificio da patria (atara.
Ootra das negociante Mearon e Charra, esta-
bafeeidos com Prabrtea de Rape, reqoerendo di
minoico de impostos sobre a soa iodastria.
A' comm'asao de orcameoto.
Ootra da Joaqun) Francisco de Medelros, pro-
poado-se 4 confeceo de am alaHOik do Estado,
fundando orna typographu para semelhaote fto,
mediante eertoa favores, qae solcita, e vanta-
gens qae offsrece.\' commwtlo de peticfl?s.
Acfeeai se sobre a mesa et tegointes paren-
res adiados, que sao approvados :
N. 88 Da commisso de orcameoto, con-
cluinlo pelo indefermenlo de om projecto can-
ee iendo urna peaso a viava do Dr. Tabiaa Bar
retto de Men-zes.'
N. 89.Da mesma commisso, cooclaiodo,
qae os individaoa eatsbalecidos com casa de
ven tagem de bilbetes de loteras, e dlrijam, se
Ihes conver, ao poder execntivo, sobre o obje
cto de saa pretendi.
N. 90.-Da mesma commisso, indeferindo a
petigo de A na Lins de Andrade Lona e Maria
Januaria de Aradrade Luna.
N 91.Da mesma commisso mandando a ar-
chivar ama pelicSo do conceibo municipal de
Cimbres, em qae solida a qaantia de 4:000/000
para a conatruccio de om acude.
N. 92 Da commisso de inatroeco publica,
iodeferiodc a petico de Melania de Barroa Fer-
reira.
N 93.Da commisso de petcdes, sobre a de
Antonio Affonao Ferreira, coacloiado se solicite
da secretaria do governo copias do parecer da
junta medica e do Thesoaro do Ea'ado sobre a
saa-Dretenco.
Ven a mesa ama moco do Sr. Autuliano
Llns, lamentando o acto do Sr. governador do
Estado, demittindo o Dr. Francisco Xavier Gao-
des Pdreira do cargo de qoestor policial, e loo
vaudo o mesmo Dr. pelos aervicos qu? prestou
ao desempenho a'iqunlio cargo.
Justiti?anlo o Sr. Autuliano Lins aquella mo-
co, e jalgada objecto d3 del berago, e pota
em discusso faltaram os seguales Srs. Je pu-
lidos :
Alves Lita, Esmeraldino Bandeira, Pedro Cor
rea e Campello.
Acbando-ae a hora adiantada requeren e ob
teve, o Sr. Campello prorogajo da mesma por
60 minutos ; segai'am-se oa tribuna oa Srs. Mo-
reira Alies e Eduardo lavares.
Tendo as galeras se manifestado, qjando fal
lara o Sr. Autuliano Lins, ao qae e Sr. presi-
dente fes consideracSes em face do regiment
e de novo se pronunciando, o Sr. presidente
suspendeo a sesso por 15 minutos.
Reabertoa 03 trabalnos, cootoaou com a pala
vra o Sr. Eduardo Tavara, fallando aioda os
Srs. Autuliano Lias, Eagenho Bittencourt, Cuaba
Rabello e Caniara,
Encerrada a discosso, foi submettida a vota-
go a meco presentada, a qual foi nominal-
menle feita, em virtude do requerimeato do Sr.
Eugenio Bittencoart, sendo regeitada por 15 vo-
tos contra 3.
Acbando-ae adiantada a hora e tendo se ret-
10 horas da manb rena se em seo consistorio
em aatembla geral, para eleico da aova meaa
administrativa no anno compromisaal de 1891-
1893.
Jtorjn KlapataFallecen no dia 18 do
correte em Boda-Pesth, esse celebre general
hngaro, compaoheiro de Kostnth, e antigo mi-
nistro da Hungra na epocba da revoloco de
1848 e 1819.
PaftaameaUo -Hantem por 7 horas da ma
nba delxoa de existir o Sr. Vicente da Silva
Antunes, erapregado em nona praca.
Soa morte deo-se repentiaamente na propria
residencia e donle o banoo qae tomava e sem
du'ida Ihe provocoo a mesma morte, po's n*o
achava-se doente, nem o menor, incommodo sol
fria n'easa occaaio.
Apenas ha*ia tomado, como de cosame, om
poaco de caf, sendo que entre isto e a entrada
para o bando deixra tempo ao qae sappoz do
corpo repoosar.
Vicente Antones era om bello carcter, e
commercio, o
rado da sala das aeseoes os Srs. depatados, o Sr.
rresidente levaatou a aesso, manteado a ordem
fiEVISTi DIARIA
Uaaui expileacMo Sem qaerermo3,jabao-
lotamsEte, intervir cm questOea albeias, deve-
mos, em opposic&o a am tpico do artigo boutem
poblicado n'A Provincia pelo Illm. Sr. Dr. Jos
Maria de Albnqnerqoe Mello, declarar (simples-
mente r>ara evitar dnvidas) qoe recebemos sem-
pre da Secretaria do Governo documentos de h:-
vermos entregue os exemplares das pablieacdet
que faxi'mos, qoer em face do nosso contracto,
quer em virtude de ordeos especiaes, sejam estas
verbaes, sejam por escripto.
Nao nos cabe, portaato,>a aflirmativa feita por
esse collega, de nao existir em nosso poder reci-
bos pascados pela Secretara do Governo.A em-
presa de Diario.
Meaa ao de Pcraambaco-Ellectuou se
hantem a 33* sesao sob a presidencia do Sr. Dr.
Albino G-socaires Maira de Vasconcelloa.
Estiveram presentes 03 S-s. Goocalves Ferrei-
ra, S E'ereira, Hermogeaes, Peretti, Velloso,
Lana Fruir, Serr* Martins, Albino Meira, Aria-
tarebo Lopes, Malaqoias Goocalves e Ermirio
Coutinbo.
Foram lidas, sendo approvadaa sem debate as
actas da sesao de 25 e da reaaio de 27 do cor
rente.
O 8r. i> secretario procede a leitara do voto
em separado, impres30 no jornal da casa, ao
parecer a. 33 di o* commiso, redigiado o pro-
jecto n. I deste anno.
Po8tos ambos em disenaso, oram os Srs.
Lana Freir e Aristarcho Lopes, e encerrada
procede-se a votacao, da qoal resolta do pa-
recer e a approvaco do voto em separado.
O Sr. Iristarcho Lopes, pala ordem, pade dis-
pensa de membro da 5* commisso.
Dopoit de orarem pela ordem oa Srs. Hermu-
genes e Aristarcho Lopes, nao concedida pelo
senado i. dispensa pedida.
O Sr. presidente passa ordem do dia.
Appro roa se em 2' diacassSs o parecer "n. 32
deate anuo, adoptaado aos termos em qae se
acha, a esoluco iniciada na ermara doadepo-
tadoa pelo projecto a. jf, tambem deste anno,
elevando a cathegoria de cidade a villa de Bar-
reiros, tundo erado o Sr. Peretti e Velloao, q ;e
pedio e obteve a retirada de seo reqoerimento de
sformacOes,
Eagotada a ordem do dia nao havendo quem
quem qaizesse utilisar se da patarra, o Sr. pre-
sidente levanta a sesao e dssigna asegointe or-
dem do lia: discuaso nica dos pareceres ns.
35 e 39 t dos de ns. 36 e 38.
Cmara dos Deputadoa Fanccionou
hontem. sob a presidencia do Sr. coronel Loiz
Augusto Coelbo Cintra, tendo comparecido ape-
nas 19 Srs. depatados,
Procede-se a leitara das actas da sesao de 25
e aa reuuio de 27, qae sao appravadas sem de
bate.
O Sr. 1.* secretario da conta do aegointe ex-
pediente :
Officio do secretario do governo remettenio os(
papis referentes : a posentadoria do D:. Henri
Sne Mik t; a requisigo do iuiz municipal de
ai loe, da verba de 1:000*000 para a conclusSo
de um lauque d'agua potavel; e Inalmeate a
petico de Alfredo Antonio Fernandes solicitan-
do am privilegio por 90 anoos, para a coostra-
ceo de urna ponte de ferro nos Coslbos qae li-
gue os bairros da Bdi Vista e Sao Jos.A'
qoem fez a reqoisico.
Oalro do mesmo remeneado por ordem do
goveraador, o qoadro da .dirila passira do Es-
tado, apres3ntado pelo inspector do Thesoaro.
A commisso de orcameoto.
Oalro do conce'hi municipal de Ipojaca, res-
pondeod o pedido de informaco da cmara,
com relEco ao projecto n. li deste anno, qae
manda ccn>iderar aem effeito o decreto de 14 de
Setembro de 1890, qae desmembroa algans en-
genhos do termo de Ipojaca para o de-Escada.
A' quem fes a reqoisico.
Oatro do prefeito municipal de Sao Bento, in
formando a petico de D. Francisca Leopoldina
dos Santcs, e outroa, com relaco a renda de om
sobrado para cadeia e caaa de aodiencias da vil-
la.A' q tem fez a reqoisico.
Oatro (o delegado de polica do termo de Sao
Beato, sobre o mesmo assamptoA' qoem fez
a reqniai ;o.
Petclc de Jos de Aievedo e Sooia, ex-apon-
(ador da Repartijo das Obras Publicas, solici-
tando a saa tposentadoria, visto contar mait d
SO anooe de aervicoA', commiaso de petigOes.
Ootra de fre Paulino da Soledade, goardio
do conret to de Santo Antonio detta cidade, re-
3aereado o pagamento cabido em exercicioa
odos, dj foros do ttrreoo, onde aeba te edifl
cado o predio, que actualmente ierre de paco
ao coocf Iho moolcipal desta cidade.A' com-
mistio d) orcaajeoto.
do dia designada na antecedente.
Faculdade d DireitoO resaltado dos
examea da 2.a serie do coreo de sciencias so
ciaes, p estados bontem, foi o segointe:
Anlouio Flavio Pessoa Guerra, approvado pie
carnate em direito internacional e ampies-
otate em economa poltica e bygens social.
Antonio Lacena da Motta Silveira, approvado
plenamente em hygiene social e simpiesmente
em aireilo internacional e economa poltica.
AtLnso de Baros Cavalcaute de Albuqaerqae,
approvado plenamente em economa poltica e
simpiesmente em direito internacional e hygiene
social.
t nio TypoarapblMkEst convocada
para boje a 10 i/2 boras da manbS orna reonio
de asseuabla geral dessa benemrita asaociaco.
A sesso tem por flm tratar de intereases ar-
gentes e qae affectam a solidanedade de ama
disse respeitada e digna.
Beoro de oinoa Por circumstaacics
ponderosas, declaradas em lugar prop-io deste
Diario, foi transferida essa ceremonia, com
referencia oa noros sinos da igreja do Espirito-
Santo, para oatro dia qaa oo hoje, e ser op
portuname te anonadado.
Entrada de Ferro de Blbelro aa
Bonitofleunem-ae ao da 3 de Junho prxi-
mo, ao meio dia, os accionistas desea compaobia,
em sessao ordinaria de asaembUa geral.
A reonio na ade da companhia roa Du-
que de Caxias n. 74, fuaccionando cora qual
qoer numero de accionistas preseutas.
Pedena -E nos o consignamos aqu, orna
providencia que cohiba a ama sucia de meninos
va dios, que i roa do De&o Paria vivem trepados
pelos muros, devaasando os qaintaea e locom-
modando aos moradores.
Hlseellanesta IiiUerarlaaCom este
ttulo acaba o Sr. Olympio A. Galvo de publi-
car um livro contendo ascriptoa seos publicados
em diversos joraaes de te e de outros estados.
Filiado a escola idealista o eacriptor revela se
um bom discpulo apesar da grande modestia
com que dirige-se aos ieilores do seu inspirado
livriaho.
Agradecemo3-Ihe o cfferecimeato do exemplar
que remecteo-nos e coacitamol-o a p-cseguir
oo camiabo das lettras.
capella de s. Mlgnel ena afosado
Na ter$a (eir prxima serio encerrados oa
exercid03 do Mez Mananno na capella de S.
Miguel em Afogados.
O acto constar de ama missa rezada pelas
4 1/2 boras da manti, em tenco de todos os
ti la derotos qoe concorreram com suaa espor-
tolaa para 03 sagrados exercicioa do Mez Ma-
rianno, havendo noite a consagraco do mez
de Mara.
No domingo, 5 de Junho prximo, pelas 10
horas da manb, ser celebrada missa solem
ne com sermo.
A'8 5 horas da tarde sahiri a p'.rcorrer as
ras da lacalidade, em procisso, a Virgem Mii
de Deas, seado acompaahada por senboras e
crianjas trajando de braoco.
A'8 7 tioraa da noite ha ver ladainba, termi
nando o acto com a bencao do Saatisaimo Sacra-
mento.
O Cu') Musical Afogadenae far oorir em to
doa os actoa aa melborea pecas de seu reper-
torio.
Fetim caradorL-se no Pait de 18 :
Ao procurador geral do dis'ricto federal diri-
gi o Sr. ministro do interior o aegointe aviso :
< Para attender a diversas reclamaces de in
teres;ado8 qae lm ebegado a este miaisterio,
urge que informis com que fundamento, legal e
de facto, foi arbitrada ao carador das massas la-
tidas, na fallencia do Conde de Leopoldina, a
commi83o de 647:7814629.
Chefe de policaPor decretle 18 do
correte foi nomeado ebefe de polica da Capital
Federal o Dr Bernardino Ferreira da Silva, tendo
pedido exoneracSo os Drs. Monteiro Manso, Car-
los Costa, Augusto Goldschimidt e Carlos Boas-
qaet, delegados da mesma capital.
O Dr. Agostinho Vidal pedio a ua exoneradlo
da ebefatara em consequencia de baver sido eei-
to repreaentaate do Estado do Rio de Janeiro.
Dr. Henrlqne Mamede -Sobre o nosso
onterraneo e amigo cujo nome serve-nos de ti-
tilo, o Tempo, de i9 d esta noticia :
Dentro de algans diaa partir para o Rio da
Preta o Sr. Dr. Henriqoe Mamede Lias de Almei
da, oosso minetro plenipotenciario no Paraguay
qae foi assamir as suas elevadas fanccOes.
Os aervicos prestados em saa longa carreira
diplomtica segara garanta de qae maito far
pelo paiz ao novo posto a qae foi merecidamso-
te promovido.
Profeasore* primarlo-Tem hoje lo-
gar s 11 boras do dia a reuaio desses profes-
sores, que aooonciada para qointa-feira ultima,
nao poude realisar se pelo mao tempo. ri
E' na escola ra ao Calabouco.
Celestial Contraria do Eaplrlto-
JantoEssa irmanlade erecta na egreja do
convento de Santo Antonio, faz celebrar boje a
missa do aeo padroeiro, tendo comeep a 8 borat
dt maoni.
Aaaoclaro Conaaaerelal Agrieolm
Reune-se amacha, s 10 boras do da, em sesso
de|ateembla geral.
viaita)Recebemos hontem a amavelfirislu
doi estimareis macos Maaoel Galeio Carralbal,
fiiSo do Dr. Joo Thomaz Carralbal, deputado ao
Congresso Federal por S. Paolo, Jos Espiadola
Batalha Ribeiroe Jos Collatioo Barroso, este ma-
triculando em nosaa Fcuidada e aquelle j alum-
no deila, e ambos naiuraea do Estado do Espiri-
to Santa
Somos gratos a fineza do sen procedimeoto
para comnosoo, e folgamos de repetir esta man-
fostacto, j expressada pessotlmente.
Coatl-rarla da espirita aaito-Hoje s
conianca qae mereca em nosso
prorava eloqoentemente.
Tinba 42 annoa de idade, era casado e deixa
doaa filhinbos, o ultimo dos quaes viedo luz ha
4 das.
O cadver acba-se depositado na capelf de
cemiterto de Santo Amaro, onde ter boje s 10
horas logar a inbamaco, para caja assistencla
nao tendo havido convites especiaes, pede-nos a
i filila familia qae o maoif stemos aos amigos e
parentes, dos quaes no entretanto solicita a de-
ferencia do sea comparedtneoto, para o que ha
carros roa do Imperador.
Nossas sinceras condolencias consternada
vio va e familia, na qnal contamos bons amigos e
collegas, nomeadamenle o Sr. Gustavo Antunes
e Dr. Antonio da Silva Antones e Nijcio Tolen
tino, seos Irmos e cachado.
Recreativa ampationea Nos salOes
dessa sociedade recreativa tem logar hoje am re-
crelo daplo offerecido aoa socios e couvidados
peloa directores deste mez, o Sr. Francisco Cos-
ta e a Kxma. Sra. D. Adelaida FeHcissirxa.
A digna directora mensal tendo empregado
toda a soa solicitude, de crer que o meemo eeju
o mais brilhaote possirel.
Allstamento eleltorai Hontem con
cluio a 4. commisso seccional da fregoezia
da Boa Vista os seas trabalhos, tendo alistado
107 novos e.leitore?.
FalieclmentoVictima "de ama cyrrbose
hepatica.Cqne zombcu de todos oa cuidados, fal-
lecen bontem, .; 6 horas da tarde o pr.fesscr
aposentado Simplicio da Craz Ribeiro.
CidadSo prestimoso e hbil edneador, o pro
fessor Simplicio coatava 66 annes de existencia,
doa quaes 36 empregra no deaempenbo da hon
rosa rri2o de magisterio, do qaal era digno or
nrrenlo.
Carcter rijo, bem formado, accesaivel a todoa
os seatimentoa nobres, o fallecido deixa um va
coo imprencbivel nn seio dos seos parentes e
amigos, aos qaass apresentamos nossas condo
lencias e especialmente aos seas Sinos e nossos
amigos Antonio da Craz Ribeiro e Elias Ribeiro
0 enterramento effectaar-ae-ha jboje e 10 bo
ras do dia, sabiodo o fretro da roa da Impere-
triz n. 48 (! andar).
Congresao, Iiltterarlo -Devem boje ao
meio dia, no Lyco de artea e oflicioa reunir-se
os rrembros d'essa corporacSo.
E' exigido o comparecimento de todoa oa con-
greaaistas.
Tribunal do Jury do Beclre Hontem
foi submettido a julgamen'o n'este tribunal o
processo instaurado por denuncia do Dr. 1.* pro-
motor t u'alieo contra os reos presos Joo Mari-
obo Correia, Csaemiro Maricho Corris e Joao
Autoaio da Hora.conhecido por J:o Barata, pro
naaciados p?lo Dr. joiz de direito do 2.* districto
como ocaraoa no art. 294 conbinado com 03 arts.
13 e 63 do cdigo penal, e acensado de ha ver en
oa ra larga do Rosario, freguezia de Santo An
tonio, no dia l. de Dazembro do anno prximo
findo, tentado matar o italiano Angelo Beretiini
em quem desfecbaram diversos tires de revolver,
produzindo Ibe ferimentos qae o inhabilitaran!
do servico activo por mais de 30 dias.
A'a 11 hars da manb presentes 2 juizes de
facto, foi aborta a sesso sob a presciencia do
Dr. Francisco Altino Correia da Araojo, joiz de
direito do 2. districto, sendo aorteados para com
por o conseibo de sentenca os seguintes juizes
de facto:
Odiion Coelho da Silva.
Joo Capistrano c'e Lana Freir.
Francisco Joaqoim Machado.
Dr. Mantel Goncalves da Silva Pinto.
Dr. Francisco Canuto Emerenciano.
Henrique da Costa Carvalho.
Pedro Celestino de Brit o Macedo.
Dr. Jos Alves Lima.
Domingos da Silva Boa-Vista.
Occopoo a tribuna da accaaaco o Dr. Joo Di-
ola Ribeiro da Conba, 2* promotor publico, qae
pedio a con lecinaco dos reos as penas do grao
mximo do citado art. 294, $ 1.a, combinado com
os art?. 13 e 63, visto como tendo elles premedi-
tado e ajustado entre ai a pratica do delicio, em
boscaram o off-niido, noite, e sorprehendendo-
o, com supenoridade em forcas e armas, feriram
o meamo cffeodido que nao ponde defender se
com probabilidade de repellir a offensa.
Refutando os argumentos da accosseo o pa-
trono dos acensados, Dr. Adolpbo Tacio da Costa
Cirne, demoostroa de modo bnlhante a innocen-
cia dos sens constituiotes e pedio a absoivico.
O jury aegou por aaanimidade de rotos a aa*
toria do delicio, e de coaformidade com esta de
ciso foram 01 roa absolvidos da accasacSo con-
tra elles intentada e immediamente postos em li-
berdaae.
Terminoo o jalgameato s 2 horas da tarde.
Nao havendo mais procesaos preparados para
julgamento foi encerrada a sesso.
casamento civilNo 4 e 5.a districtos
foram bontem eante-hontem af&xados editaea de
p-oclamas de casamento dos seguintes contra
hetXn :
Segundos
Tertuliano Grangeiro dos Santoa.com D: Maria
Francisca-de Sant'Anna, mora toree na freguezia
da Boa-Vlata. __
Joo Climaco Pinbeiro de Sodza, com D. Am-
broaina Jordamy Gcmea da Silva, moradores ua
fregoezia da Graca.
Primeiro
Joo Climaco Pinto Moreira, com D. Casilda
Joan na de Mendonca Bibeiro.-moradorea na fre-
goezia da Graca.
Paquete Jacunj-pePor ordem doExm.
Sr. governador do Estado foi transferida a sabi-
da deste paquete qoe se destina asa portes do
sal, para o dia 2 de Junho s 4 horas da tarde.
errleo militarHoje superior do dia
o Sr. major Loareiro, e fas ronda de visita
am subalterno da 14a bataiho.
O 14a bataiho de infantara dar aa guardas
tos edificios federaes.
Uaiforme o. 4.
Amanh superior do dia o Sr. capito
Evaristo e far a ronda de visita um subal-
terne do 14' batalbo.
O 2* bataiho de infantaria dar as guardas
doa edificios federaes.
Uniforme n. 4.
aervico policialE' hoje superior do
dia o Sr. capito Alboqoerqas.
O corpo de polica dar aa guardas de Pala
ci, Deteoco e Taesouro da Estado.
Uniforme n. i.
Amanh saperior do dia o Sr. capito
Cantarelii.
O corpo de polica dar aa goardas de Pala
ci, Detenco e Theaooro do Estado.
Uniforme n. 4.
Operacoes clr urgirs-Foram p rali ca-
das no hospital Pedro II no da 28 do corrate,
aa seguintes :
Pelo Dr. Silva Ferreira:
ColporrhapQia anterior e posterior, indicada
por prolapso complete do otero.
Pelo Dr. Joo Raogel:
Extirpaco de kisto sebceo da regio fron-
tal.
Laparotoma exploradora e creadlo de anos
artificial na regio ngoinal eaquerda.
LeiiaesKfrectuar-se-bao os tagulutes : J3
Amaoh :
Pelo agente Garda, t 11 horas,'oa alfandega
da cidade do Natal, dos salvados da barca Pbi-
ioq.
Terca-feira:
Pelo agente Oliveira, s 11 horas, i ra do
Visconde de Goyanna n. 87, de moris e nm re
logio de ouro.
. Pelo agente Pinto, a 11 boras, roa do Bom
Jetos n. 48, de faieodaa limpas o arariadaa,
issas rausatreaSarao celebradas :
Amaqbe :
A't 8 borat oa matriz de Santo Antonio, pela
alma de Cetario Acrelo da Silva Papoalt ; la
7 1|2 borat, na igreja do Corpo Santo, pela ala
de Joo Soares Lima : s 8 boras na matriz di
Santo Antonio, pela alma de D. Francisca Moa-
teiro Leofler; s 8 horas, Ba matriz da Boa-Vis-
ta, pela alma de D. Ignez Amelia de Soaza Leo ;
s 9 baras na capella do eogeofao Morojo, pelt
alma de Maaoel Antonio Goncalves Guerra : c
8 horas, na igreja da Conceico dos Militare*,
pela alma do capito de fragata Francisco PL-
viano de Cantallce. *
Terca-feira :
A'a 8 horas, na ordem terceira do Ca'mo, pela
alma deCarloa A. Carneiro Mcnteiro Filho; s
8 boras na Igreja do Livrameoto, pda alma de
Ignacio Gomes Porto.
Fassageiros Chegados do sul no vapor
nacional Estrella
Arlbur A. de Lima, Francisco dos Santos Mei-
donca Aagasto Trebilz saa senhorarjlon; y Bou-
vieri Cox e aoa aenbora, Benedicto Ferreira tJr-
bano, Horacio D. Mello, Ryraundo de Seixas a
sna senhjra, Jacintbo C. da Fonseca, PedroG. da
Silva.
Chegados do sal no vapor nacional San-
telmo :
F. Gepp, Gustave Elbel. Francisco F de Mena-
zea, Joo Ornellaa, Quirinuna Percey, Rea de
Trier.
Chegados de G.nova no vppor italiano Rio'
de Janeiro ;
Affonao Antero Pequeo, Domerico Orena e l
tiibo, Nicala, Francisco Colcmbo, Giovanni Mar-
aicane.
Chegado3 do norte no vapor americano Vi-
gilancia :
H. D. Ford, Macoel Scares da Silva.
Inspectora do Z. dlslrlclo marl
timoRecite, 27|le Maio de 1892.
Boletim meteorolgico
Uns Term. centi- Barmetro I
(o O)
758-,67
759- 59
760-.84
739-,38
79-.85
Temperatura mnima 2-2.25.
Temperatuia mxima i6',75.
Evaporaco em 24 boras ao sol lo,0, som-
bra 'iii.'-i
Chova 7m,6.
Dirccgo do vento S com varias iaterrqpfiOet
de meta noite at 7b. OOm, da manb ; ESE com
interrurcoe8 d SE at 9 b. e 35rc., SE com in-
terrupg038 de SSE at 10 b. e 37m. ESE com in-
terrupcoes de E e SE at 3 b. e 31 m. da tarde,
S E com pequeas interrupcoes de SSE e ESE
e ESE at 10 ti. 16 m. SE al meia noite.
Velocidade media do vento 5",14 por segando.
Nebulosidade media 0,72.
Boletim do porto
Pra mar ou Dtat Horas Altura
baixamar
P. M. 27 ae Ma.io 5-35 da t. o-2f
B. M. 27 de 11-31 da t. 2-62
B. M. 28 de 5-56 da m. 0-37
casa, d* ot&Kc*oMcvtmento aos pre-
03 da Cesk Peraambuco, em 27 d M*.io do 1&92.
Exlstiam 28o, eoiraram 6, sabira^ 9, eiis-
e: 254
A saber :
Nacionaes 254, mulheres 4, estrangeiroa 24.
-Totel 282.
Arraccatos 234.
Bons 240.
Coeate3 11.
Loncos 3.
Lonca 0.
Total 254.
Movimento da enferamria
Teve Baixa:
Antonio Gomes da Silva.
Teve alta :
Beilarmino Jos Leito.
Lotera do tirio Para-i- 03 premios
da 11 serie da 52.* lotera do Gro-Par ex-
traada em 28 de Maio de 1892, recebido pela
Casa do Ouro:
grado
6 m. 24,'5
9 25'4
12 25,-3
3 t. 26,'2
6 * 2o9
,nsao do Hum-
vapor dadt
19,24 81
19 84 81
18,93 71
18 88 74
18,04 7
!0 aotoooeooo
4882 10:000 000
7019 6:000*000
2217 2:000008
7021 2:000M00
7813 2:00000
144 i 000*000
2127 1:000*000
9918 1:000*1000
4332 1:000*000
4835 i:000000
6893 1:000*000
8493 1:000*000
8740 1:000*000
APPROXIMACOES
2701 1:200/000
2703 1:200*000
4881 800*000 -
4883 800*000
7018 400*000
7020 4005000
Esto premiados com 300/000 os seguintes
nmeros :
2701 2703 2704 2705 2706 2707
2708 2709 2710
Esto premiados com 200*000 os seguintet
nmeros:
4881 4883 4884 4885 4S86 4887
4838 4889 4890
Esto premiados com 100*000 os seguintes
nmeros :
7011 701J 7013 7014 7015 7016
7017 7018 7020
Todos oa nmeros terminados em 2 eslo
premiados com 100*000.
Todoa oa nmeros terminados em 3 esto
premiados com 100*000.
A seguate lotera corre no dia 4 de Joobo
de 1892 com o plano de 120.000*000.
Hospital Pedro DO movimento tesis
eaiabelecimento de caridade, cargo da Santa
Casa do Misericordia do Recfe, do dia 27 do
Maio, foi o aegointe:
Exlstiam 6:2
Eoiraram i7
----- 709
Sabiram 19
Falle ce-am 0
Exi8tem 90
-----709
Foram visitadas aa enfermarlas pelos segua-
les Drs. :
Barros Sobrinho entrn s 7 1/4 da maab e
sabio s 8 1/2 horas.
Pontnal entrn s 9 i/2 da manhe sabio t
11 1/4.
SimOes Barbosa entrn s 10 3a ssbio t
11 1/4 boras.
Berardo entrn s 10 1/2 da manh e saino s
11 1/2.
Silva Ferreira entrou s 10 1/2 da manda1 e sa-
bio s 11 l/4a
Feroandea Barros entrou s 9 1/2 da macha e
sabio s 11 1/4.
Andrade Lima entrn 3 9 1/2 da manh e sa-
bio II 1/1
Loped Pessoa entrou s 8 1/2 boras da manb
e sabio s11 1/4.
Pnarmacetico entrou s 9 1/2 da manh e sa-
bio a 3 boras da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou a
8 i/4 boras da manb e sahio s 5 1/2 boras da
tarde.
botera do Estado do rao Par*
A 5.* serie da 63* lotera, deste Estado cujo
premio grande de 120:000*000, ser extrahida
no dia i de Junbo (sabbado).
Lotera do Estado do Blo firaade
do alEsta lotera cujo maior premio de
10:0u>>*4000 ser impreterivelmente extrahida
oo dia 4 de Joobo (sabbado).
Os reatos dos bilbetes desta lotera acbam-ae
deade j venda naVenturosa aa ra do Cabu-
g o. 10.
Iioterla do Estado do Maranhao
A 6* serie da 7' lotera deste estado cojo pre-
mio grande de 300:000*0000, ser impreteri-
velmente extrahida oo dia 1 de Junh (quar-
ta-felra).
Lotera do Estado do Minas te-
mes-A 5* parte di 4* lotera, dease Estada
seado o maior premio 34:000*000, ser extra
rada Impreterivelmente no dia 31 de Mate ter-
ca-felnr).
Lotera do Estado da atara- Esta
lotera cojo maior premio de 90:000*000 ser
extrahida todas aa quintas feirat.
Lotera do Catado de adata Catfea-
rlnaEsta lotera cojo maior premio de....
109.-000*000 ter* extrahida todas at tercas- M
na.





-
Jjyftoi
if
1


i'.v

Diario de Pernambuco Domingo 19 de Maio de IBOT
^^<^.
dente de traiiccao. Macad, dixia fl n. 4> ele. -.
a possB por ella tranmittida, aoffiien'.e para
embargos de 3." enhor e pessoidor---- Per
cSt. aonot. por T. de Fr-jitas, not. 83lenstt*
mesoia cowa.
Br.e soo de cdqairar a. posee 9 qweot
direito aetenemiiu consiento poseessono. A
acquisigao da posse pelo ;eo .sUtulo possea-
8orio> se opera por forja de ama simples eon-
Teocao, ioimediatameote, e sen necessidade de
actos externos praticadoi sobre a cana. .
(Foi estipulado expressaaaeate n. escripia rs
de compra e venda a fl. 36;.
E' o que diz Lifayette, Or. das Coasas, T6n.
1 *i I 14, pag. 41, ns.4 e 3, e na not .(lj tras a
L i id, O. adq air. pois. (41, 2) : Qool mee
nomine possideo, possom allano nomine possi-
. dere; nec enim muw mihicausacn posse
sionis, sed d sino possidere et aliam poses-
sorem ministerio meo faci. Esta le e
fundamento primitivo do Constitae possesso-
rio A posse, pas, pela eleusoiu eoasti-
taticonbeeida na-pralicu desde antiquissuaot
lempos, acha-se sanecionaJa em nossas leis mo-
dernas : L?i de ti de Seftmbro de 4861 art.
6 \ e h;g. de 13 de Janeiro do 1886 art. 103 ;
e Reg. cu., 370 de 2 de Maio de 1890,.art. 365.
Nas razos a fl 65 v. citamos- a lei 18 D. de
Adq-oir. pora.; o art. 909 e not. 3 da Cj03o1.
das L;i3 civ. e o ar t 895, Tom. i, Corr. Tet
Dig. ; entreunta o-advogado do R diseevqoe
lailamos no Coostituto possesjorio sem eom-
preoender; assim como tamban dase, que. esta
accao tanto poda denominarse de forc
nova, como* de... nallidade de ca-^amea-
to... ; e inda diste, que os eapotize'rosca
turro da casa, relativamente ao predio em
qaestao, aeriam partes compoaeotes da pro-
priedade agrie la, assim como sertam aa-es-
deiras e ee bacjos 1 E' frtil o adrogad eac
disparates.
O jiti quo -cocaixou 18 coni erando* ea
soa sentenca ; qae aparados nao dao sueco.
Entretanto trataremos dealguis como prnc-
pa*.s baes da senteoea.
N. 6o -Consideran*:* diase c joirque o K.
J jo de Barros se acbava nanoase do eogenha
Jagaarioe, quer como rendeiro, fuer como depo-
na rio judicial, qaandoocjarrea a allegada tar-
Dacao : aimplesmcnte um absurdo : o deve-
dor exeootado rendeiro do eageoho byosthaca-
do, e depois depositario judicial na penliora, lee
03 conservar a posse desse engento, depais de
arrematado em basta publica, ede tomada a pos-
se per auto lavrade pelo eicrivo em virtode di
reapeciivi orla de arrematacao, coa nusc
vista, e, ]uiidic*me_te tallaalo, impeativelde
ser afirmada por om jaii letrada
No 10 e 12 Considerandos df.-so : jue
urna transen pcao do titulo de lr?3?mi3aje3ta
nao operavaefftos relitivamaa:e a lejceiro,
e o A. nao poda validaamts reinvindiear o im-
movel nem o R. poda ser considerada tereei-
ro, pois, alm de ser depositario exccatado.era
c jmposuider do iarajoret hyp'XhecaJo, eome
berdeiro descendente do Bar) i; Picaagy ; aem
o A. eslava reivindicado tal iuamovel, e se peta
falta de transcripta! nao tinna domioio n'elle,
est.- p eraoauecia :no alienante (a turma social
T i vares de Mello Gearo C"), e nunca-no R.,
u-.TJ canse h a tomen'.e a possa : eit. Lafi-yeue,
pag. 131, g 48 -II pr. e n. i, e aot 3.'
Nj i' -iL3o qae a visioria de II. 37 "a nu.
la a3 plano direito em faca do ari: 197 do eit
Reg. 737 de 4830; porqe?; o 9" perito n foi
queaescreven 33 respoatas : juii oa^qait
v ir o art. 21j do eit. Rg aoice appli;v* a:
cas1), qae diz :A vistaria sera redazida aato
assgnado pelaljuir, partes, advogatfos, arbi-
tradore3 e testemonnaa. Foi ia'.o o qu? ss-fei
lo aeo de 11. 37 a 39 : o arl. 197 trata sobre a
arbitramento,- e sao soere visioria.
Redonda como Scou nada -o sentenca ap-
peada, o: appellantcs conelnem, ofTereceado,
co:n a devida veaie, como parte dfeataa as rsaoes
de fl. 62, pediadoque se d provimeoto aap-
eliag'j para cSeito de B) jnlgar pro eden'.e >
accao de conformidade com a peticj inicial de
ti. 2, coodemnando-se os reo3 appellados a abr -
ren nao da turtMcftA e a pagaran o dais no,
cjni.-mada a eommioacao
J. EC
Recite, 2 de Marco de 1892.
O advetrado
Antooie de LelHs Sooia Pon tes.
I
PERHABBCO
IL, 4TOBH> i*ra ser presentado 6
avaacaable eral ordiaarla loa ac
eleaitsuis do ( Baalaaor de
PeraiBiaeo, eaa Si de luid de
I.
IUmt. Srt. accionistas.
A Directora do Banco Emiasor de Pernambu-
co seme-se possuida da maior satisfacto por tt r
a honra de prestar-vos conta das trau3acc0ei do
Banco realizadas em 16 de Foverelro a 31 de
Dezembro fiado.
E' agraxavel comprir este preeeito legal e nio
meos prestir conta do modo por qie gerimos
vjjsos capiUes na crlse qae atravessa noaso
vasto paiz, que cerlameate em am fataro nio
remo'o ter de ostaptar os effeM js de soa riqoeza
n'ttBl utllisada p^la trausformaiao progressiva
pjr qoe esU passando.
Eta submeUidos vossa jus'.a e criteriosa
approvacao o balaoco, actas e parecer da com
misaao fiscal do primeiro periodo financeiro do
Banco.-
Pelos resltados obtides veris qae aoesos e>-
forcos foram coroados de xito favoravel.
EMISSiO
VeriQoareis pelo balanjo a emiseao feila.
Considerando o poder legislativo, e o execati-
vo federal que a emiseao era causa ezclosiva da
continua baixa do cambio, entendea negar a
cootinuacao da emissio iniciada, nao obstanle o
onns estabelecido no contracto daconcesad feita
a este Banco.
E la Directora, confiando no patriotismo dos
representantes do paiz, e certa da justica e di-
reito que aasiste ao Banco, reclamoa aerante o
Sitado a garaotia de seas direilos conforme a
conceasSo legal que obteve.
CARTERA COMMER ;i AL
Temos procurado facilitar ao commercio todos
os recursos ao nosso alcance, e diariamente nao
poopamos eefjrcis para darlas o maior desen-
volvimento poasivel.
CaRTEIRA hypotbecaria
Esta carteira principlou a fuoccionar no 1* de
Julbo do anno finio, e du balan co podis con be-
eer o vulto das operugO a, que foram efectuadas
em poucos metes.
Para tornar as letras Ly >o'beca as mais pro
curadas na conccrrencia com ootros litlos de
maior jaro, tibaiecemos premios por occaslao
do sorteio, que animem sua preferencia, alm da
garan'.ia'qoe offerecem.
Ao tempo e execugo l :l no pagamento do
joro, do premio, e amortisaco, confia a Directo
ra a alca das letras em circolacao.
EMPRESTIMO AO ESTADO
Apenas o Banco abri suas operacoes poz im-
medialamente disposlcAo do Estado a primeira
prestacaj; e assim foi realizando a segunda e
lerceira at a importancia ae seis mil coatos;
deix.u, porn, da tornar iffectivo o saldo de
oatro mil coitos, logo que Ibe cercearam o di-
reito ds emiseao especialmente creadi para rea>
lizacio deesa operaco.
Se rao tora esse incidente, a concurrencia de
cairas apolices emiltidas pelo Estado, nfto ob
ante limitado o direito pelas cond;c.;s do aosse
contracto, as qaaea offerecem maior interesse
(sete par cento) sem do vida no3 tea sido mais
icil realizar outras transacedes con qne nj te-
riamos occorrer novas operacO?s.
DIV1DENB0S
Do accordo com as disposicOea dos Estatutos
decretoo a Directoa o mximo, depois de dedu-
cidas, as verbas exigidas pelo art. 63-
No foi poasivel realzalos por trimestre devi-
do agglomeraco de trabamos diarios na-
tura: nestas instiiuicfcs, e distancia da Caixa
Filial.
Ent:elanto, pensamos qae esta rescluc. io de
vantagem para os Lima. Srs. accionistas.
Por motivos de interesses do Banco teve o
presidente de-.ta Directora de ir Capital Fede-
ral, e, dur.ate o tempo qne al permanece:,
presten os ser.icos precisos para o maior des-
en ve. v,monto dos negecioa do Banco.
Nao julgamos necesaario dar maiores informa
fOesno presente relatoo, mas estamos promptos
a presta) as verbalmente.
Aproveitaado a opportunidade, agradece a
prova de coufianca oella depositada pelos illms.
Srs. accionistaoe commissao fiscal e protesta
enviar todos os e=lorgos e activid :de para o
crdito e progresso do Banco-
Pernambuco, 27 de Maio de 1892.
Jet Eustaquio Ferrara Jac.iinv.
Piesidente.
PARECER DA COMMISSAO FISCAL
Srs. accionistas De accordo com o art. 38
dos Estatutos, examinamos o balanco e conta de
lucros e perda?, com provados pelos livros e do
aumentes na caixa matriz, balanfio e parecer re
mettidos pelos membros desta commissao com
exercicio na caixa filial, acbamos todo em boa
ordem e exactidao.
O dirbeiro e valores existentes nesti caixa
matriz foram pela commissao verificado?, tendo
sido os da caixa filial examinados pelos respe-
ctivos membros, conferindo todo com os saldos
acensados pelos livros.
A commissao oavio os motivos qae teve a Di-
rectora para ordenar os ividenoe por semes-
tres e nao trimestraes, oa quaes p receram pro-
cadentes-
A commi88jSo se exime de dar detalbadameate
a applieaekoidos lucros ; lquidos na importancm
de 944:374M80, distribuidos ceaforme consta do
balanco.
Propondo vos3a approvajo as oontaa anne-
xas, com prazer qae manifestamos os nosso?
lonvores a digna Directora pela proficua e cri -
leosa admimetrasae dada aoi negocios de
lanco.
Recife, 22 de Abril de 1892.
Corbiniano de Aquino Fons&a.
D. L. Lacombe.
Carlo$ E. de Lentos.
Carteira commercit
Capital .
Reservas .
Fundo de re
sarva. .
FutxJo de re
constiluicio.
Fundo de fnt -
gralisgao .
38.794*990
32:852*330
265:774*970
Caixa de amor-
tisaco .
Contas corren-
tea com jaros
e sem juros.
Tbesouro Fede-
ral cont i es-
p-ctal t.....
200,000 a...
84890. .
Dividendos:
Saldo 1. divi-
dendo. .
2. dividendo .
4:2.5*450
180:000*000
Depsitos a pra-
zo fizo e com
aviso .
Letras a pagar.
Redescontos e
endo8303
Depositantes
F.'ndos pbli-
cos sob em-
preslimos .
Recate de juros
e de8coit03
pelos que
passam para
o seg inte
semestre. .
Diversas contas
Cart;:ra hypoihecaria:
Emiesao letras
hypotbeearias
H y potbe cantes.
Diversas contas
Ri. 101,608:681*460
Pernambuco, 8 de Feverairo de 1892.
S. E. 0.
Jos Eustaqu o Ftrrra Jacobina,
Presidente.
J. L. dos Sanios,
Contador.
Conta geral de Ivcrot ou petis em 90 de Junho
de 1891
Dospezas geraes:
Honorarios e orde-
nados 67:179*730
Impcatos, etc. 37:769*080
Porcentagem da
administrado:
2 /. eobre divi-
dendo (art. 35)
Fundo de recon-
stituya.! :
Al. 63 co? estatu-
tos
Fundo de r e -
serva:
Art. 63 dos estatu-
t03
Dividendo:
1 a 1*350
Inco-poradores:
Art. 63 d03 estatu-
tos
Fundo de inte-
graliaagSo:
Art. 63 dos estatu-
tos
Juros e descon-
tos:
Saldo da conta
Minos qae passa
para o aegointe
semestre
Commissocs:
Saldo da conta
D.veraos lacros :
Saldo de d versas
contas
148:936*360
18:276*930

Bacno EnIior de Pernam
BAI.AN'gO QBBAL EM 31 DE DEZEMBRO DE
1891
ACTIVO
Carteira de emleeio:
Tbesouro Fede-
ral .
Deposite em
ooro 7 779:434*530
Carteira comzercjal:
Agonistas. 16.000:000*000
beccaodeemis-
s:o ...
Agentes e cor.
reapondeDtes
Letras descon-
tadas. .
Fundos publi-
co .
AceOea de ban-
cos e compa-
nbias. .
Empreetimoi e
encSea .
Imnjoveis .
Mobilia. .
Letras a rece-
ber
Va'o-es depositados :
Diversas garan
tias -
Caugao da dire-
ctora. .
Depsitos vo-
luntarios. .
17,922:691*230
468:463*400
4,633:483*900
, 5.488:763*690
774:975*000
11,052:650*100
538:018*281
8:395*240
209.547*950
31,037:271*580
100.600*000
371:240*000
D.spezisde in-
EtaliagEo
Diversas contai
Caixa :
Em deposito na
Calza Matriz
e Filial .
Em transito do
Rio .*
31,508:511*580
31:832*260
322.469*310
?$>: 168*980
10:000*000
Carteira hypoihecaria:
Empres timos
ruraes, urea-
nos e etc. .
Valores bypo-
tbecados. .
1,410. lettfgO
4 341:884*010
1,917.360*000
Rfl. 101.608:681*460
PASS1VO
Carteira de emiassa
Imitiad Caixa
Matriz e Filial
15,538:200*000
S. E. & O.
Pernambaco, 1 de Julbo de 1891.
Jos Eustaquio Ferrara Jac bina.
Presidente.
J dos S-.ntos,
L Contad,.r
Conta geral dos liaros ou perdas tm 31 de Deten
bro de 1891
Despezas pe-
raes:
Honorarios e orat-
nados 73:034*890
Imposto etc. 49:162*310 122:197*40 >
mm CflROHlCA JUDiClABiA
*anta Commerclal 4o Estado de
PernaMbuco
ACTA DA SESSAO DE 19 DE MAIO DE
1892
FaasmaNCU do 3 a. dxbtjtado ioaquim olinth
337:492*31C bastos
Secretario, Dr. Soares de Acetar
33,558:230*00( A'a 10 horas da manhS foi aberta a
eaaSo estando presentes oa Srs. Oapata-
^70 dos: Commendador Lopes Machado Bel-
trSo Figueiredo, faltando o Sr. depoaio
Paula Lopes por dtate.
Foi lid e approvada a acta da aessSo
0 anterior e pecedea-se a leitur. do ae-
gointa
OMMH
Officio da junta dos correctores desta praga,
datado do 15 do corrente, remetiendo o boletim
184:245*450 das cotaco.a. relativo a semana de 9 a 14. -
Para o archivo.
Foram apresentados rubrica os aeguintes li-
3.571:727*7*0 vroa :
333:201*130 Diario e Copiador de E iuardo Angosto de OH -
; veira, Diario de Ferreira Barbosa & C, Diario e1
,690:972*040 Copiador do Silva Res & C.D.ao de David F.
31 369:362*290 : Porto Bailar, Copiador da Cooopanna Agrcola
Mercantil de Pernambaco.
DESPACHOS *
4,186:000*000 PelicOes :
De Rossback Brothers, replicando do despicho
desta Junta exarado |na peticfto em qae reque-
<*era o arebivamento de seo contrasto social, pe-
gao aquella que teado sido apresentada ni ses-
ilo passada, foi por despacbo da mesma Jauta
77:791*203 coa vista ao Dr. Secretario para emittir o sen
3:769*510 parecer.A Juata confirma o sea despacho de
28 ds Abril prximo passado em vista do pa-
recer.
1,133:200*000 Do D Rodclpho Alberto Silveira. pedindo
1,917:360*060 o registro da escripturaantenupcial constante,do
30:930*000 tratlado quejanta.Registre-se e publique-se
Nio tomou parte o Sr. presidente).
De Edurio Augssto de Oliveira, padindoo
egistro desua firma individual.Registre ee.
De Joaqaim Felippe da Costa e Antonio Alber-
to de Souza Agaiar, pedindo o arebivamento de
seo distracto social sob a firma de Joaquim Fe-
lpo* de Aguiar.Arcbive-se.
De Jos Soares do Amaral Jnior, Virginio
Soares do Amaral e Antonio Faria de Albuquer
ve, eitabelecidos 4 ra de Viseando de Iahaa
na o. 46, sob a firm i de Amaral & Irm2o, pe-
dindo o arebivamento de sea distracto social pa
retirada do socio Jos Soares co Amara1 Janior.
,i ja archivado.
104:G4S*830 De Horacio de Aquino Fonsoca, estabelecido
roa do BarSo do Tnumpho as. 1 a 3 con fabrica
de sabao sob a irm de Fonseca I-maos & C,
oedinio car:a de comaerciaDte matriculado, seo
(loattealaotea do crdito do supplicaate os com-
3:100*000 merciantes matriculados Antonio Mnaiz Macha
do, Augusto Octaviano de Sorna e H-'arique
fiernardes de Oliveirs.Como reqner. a
Do Dr. Corbiniano de Aquino Fooseca eelab-3-
17:439*620 lucido 4 roa do Bario do Tumpbo ns. 1 a 3,
com fabrica de sabo, sob a firma de Fonseca
l-joos & C, solicitando carta de commerciinte
matriculado. Sao alterantes de seo crdito
20.927*54 commerclal os commeccianles matriculados Ao
tunio Maniz Machado, Augusto Octaviano de ou-
153.00e*OOJ Sa e H:nrique Beroardes de OU veira.Como
pede.
Do Silvio Severo da Silva, Candido Aatotrio
76162*630 dos Roa e Jos Baptista de Atoayde, estabeleci-
dos a roa de Baro da Victoria n. 34, sob a fir-
ma de Si va Res S C., pedindo o arebivamento
daalteracao qoe acordaram fazer no cent-acto que
76 162*630 e itresi celebraran e foi arebivado na MerMissi
--------------nca Junta em 18 de Marco do correte anoo, Me
433:741*230 rt.cao constante dos exemplarea jaoto.Archi
ve-se.
Dos rcesmos supplicantes, pedindo o registro
J<: sua firma commercialSeja registrada.
Da Francisco Alfonso Mirroqaim e Firmioo
de Cuaba Gonzaga, estabolecidos coro loja de
h leudas em Campos Fros, comarca de Aaa
130:659*130 Pela, pedindo o arebivamento de sen contracto
social.Archive-a*.
303:161*630 Da Companaia Agrcola Mercantil de Pernam-
buco, pedindo o registro da sea denominacao,
conforme os exemplires quejanta.Begislre-se.
13 920*190 Da Ferreira Barbosa & C pedmdo o registro
--------------de soa firma soca'.Seja registrada-
432.741*250 Nada oais bavendo a tratar o Sr. presidente
f ncerron a aeeso 4s 11 1/2 horas do da.
ment o cavallo Alicante, por se acbar inutilisado
para as pogoa3 do turf.
Foi esse celebre fllho de Hcrm sem; irmio do Marrasquin do turf flumnense, no
dia 14 de Setembro de 1890, em Loagchamps o
vencedor do grande premio Royai Oak, 3.000
metros, 40.000 francos.
PIBLICACOES 1 PEDIDO
Porcentagem da
administracSo:
2 / sobr divi-
dendo (art. 35)
Fundo de recon-
stitucio:
Art 63 dos estatu-
tos
Fondo de r e -
serva:
Art. 63 dos estatu-
tos
Dividendo:
Segundo de 4 i/2
/ por semestre
locorporadorea:
Arl. 63 dos estatu-
tos
Fondo de inte-
gralieacSo :
Art. 63 dos catat-
los
Jaros e deecon-
tos:
Saldo da conti
Menos que passa
para o segundo
semestre
Commissdss:
Saldo da conta
Carteira hypotbeca-
ria:
Lacros at boje
Diversos lacros :
Saldo de diversas
cantas
3:600*000
14 889*340
17:867*460
180 000*000
189.612*330
189:612*340
717:779*06)
557:981*18)
77:791*200 480.182*980
160:424*380
10:539*250
61:562*250
717:779*060
S. E. 4 0.
Pernambuco, 8 de Fevereiro de 1892.
os Eustaquio Ferreira Jacobina,
Presidente.
J. L. dos Santos,
Contador.
Movimento geral de aeges em 1189
SPORT
05 2 a
a a> ~io a,
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III
IB

Berbj Club da Pcrannpbueo
doje o prado da E3tancia realsa a ana 8.
coTida.
Dave ser urna fj;ta complet a
12-te joizo. aatoriss-3e ao magnifico program-
m. e joslilica se na soberna inscripcio, qae foi
repisada.
Nao falcar.
1S CS UO330B .
PALPITES
1* pareoTemplar, Coriseo, Llmeira
: pareoMoema, Corga II, Booaa.
S* pareo-Ida, Phariseu, Vivaz.
4* pareo -Torpedo. Cora, Atlante.
t>* pareoMirante. FU alista, Petropolis.
(< pareoPandego, Gipey, Seabreese.
" pareo Maority, Ida, Saos Seuci.
i pareoTemplar, Promethen, Hugaotte.
Sotidartedarte
Km contnoacao a extractos da Semana Spor-
tiva :
A directora do Jockey Club, em sessao de
aabbado ultimo, resoiveu sob prapesta doSr.
Ricardo Ramos, entender-ae com as demais so
cielades sportivas desta capital com o fim de
corjfeccionar-se um cdigo de corridas nico,
pelo qoal se uiecn todas as suas dellberacoes.
. consecugao deste desideralam, ardeote-
meite rlmejado por todos qaantoa encaram a
insiitnico do spo t pelo seo verdadeiro prisma
e cunhecem a soa 'mportancia em todas as na-
gOes civlltadas onde eaia elle coostiloido regu-
lanaeote, ser mais um servico inestimavel que
dever o urf nacional ao veterano dos nossos
etn os de corridas.
Estamos certos de qae oenbama das demais
soc edides, cajas bonradas directoras compre-
hecdem de ceno o elevado alcance da medida
1 obrada e aceita pelo Jockey Clab*. lhe rteu-
sir.i o seu concurso em obra tao meritoria.
Effect vameole a adopcaoado cdigo de corri-
das nico tradua nada menos qne a uniformida
de iia legislacao penal dos nossos prados, cor-
rigiado deste modo um defeilo gravissimo at
boje observado com desgosto, e, mais do que
sio, representa a/wo (acto a solldaedade entre
aa sociedades, ptia quai temos us combalido
em nome doo verdadeiro? e sinceros tportsmen.
E a solidariedide comprehendtm os hitere
qae a garanta nica e definitiva da moratida-
de nas corridas, sem a qaal o progresso do turf
nao poder ser real nem estavel.
Qie a idea do cdigo nico prosiga, pola, e
venga sem obstculos, o voto qne fazemos com
todo o mundo sportivo fluminense.
Grande premio Otitomao e Ca
tora
O G ande premio Oatomno realisado no dia i
do corrente no bippodromo de Palermo desper-
toa grandes emocOos, sendo Camors o grande
iavonto desde o dia da inacripgan
N) momento da corrida o povo regorgitava
nas archibancadas, vido pelo desenlace.
A) grito de partido Esperanza flcou parada,
panado Hurn na ponta e cedeodo a momentos
depois a Carpentero qoe cao resislio ao alauoe
de Stone Croos qoe com grande esforco bateu-o
oa rjota na mesma occasiao em qne Saianella
pasenos simultneamente, venc nd o a carrei-
ra em 104 l;x pegan.tos.
O tiro foi de 1.600 metros.
Ct egou em 2 Stoae Croos, em 3 fizeram
deao-hept Hurn e Carpentero.
Camors, o faisoso cavallo reputada invenci-
vel ( qoe alias se apresotara em excellentes
condigOes nanea sahio do bolo, ebegando mal
colkcado entre os nltimo?.
Ac recolberem-se os aaimaes ao eosilbamento
Comors e seo jock y foram estrondosamenie
vaiadospelo publico, desapuntado com o formi
dave! logro de qoe Wra victima.
Alteante
Eta Franja acaba de ser retirado .do entrame
A coherencia da opposic,ao
(Voto capitulo de lgica)
Sao engracades, cmicamente ridiculos,
oe taee aenhorea autonomistas, qae s para
auferir poaijSia, s pslo amor do podar,
alo capases de commetter os maiorea
attentados lgica ao pudor.
Acnamoa digno da mais estridente gar
galhada que s opposi^So d, mnito impu
dentemente, ao Dr. Barbosa Lima o titulo
de governador, qaando ella declarou em
publicares repetidamente teitas qus oon
aiderava rritos e nallos todos os actos
emanados do poder publico, doade 18 de
Dosembro do anno prximo diodo.
So para a opposicao Ilegal o glorioso
movimento popular que talvou este pais
das garras da anarchia, se nulla a accla
macao da Junta, so unllo o aoto qae
diaolvea o Congresso, ae sao nuil as as
eles3as procedidas para o actual Con-
gresao, como poda ser valida e legal a
eleigJo do Dr. Barbosa Lima ?
Como ae poda conciliar essa daplicidade
de vistas ?
' que a oppoaicSo o que quer estar
no governo, e por isso, a cueto de tado,
anda farejando poaicS :a qoe o digno go-
vernador do Estado nao dar a gente de-
leteria, cuios feitoe elle conhece perfeita
, cujos ftitos elle
mente.
A *SM respailo o St^phorama, inters
saote revista Mostrad* que entre nos so
publioa, ceu a estampa, em um doa seus
ltimos nmeros o seguinto incisivo ar-
tigo:
t Ver para crer.
c Apezar de nao termos partido, aps-
zar de nosBa nautralidade, nio nos pos-
ai vol evitar a athmospbera poltica em
que vivemos.
c Actualmente aecorJi-se com a poli
tica nos j'oriae*, almoga-se com a poltica
do amigo, quo veio filar-nos o pir3oi,
trabalh.-jo aereado de politicss, janta se
cosa os polticos da Gazeta e do Estado,
eacontra-se a poltica no bond, nas lojas,
no teatra, o quando deate se volta a
casa, aos capara o Jorn 1 do Commercto
que, para eatisfazer o desejo popular,
distribuido logo a meia noito, e onds se
cha anda a poltica.
< Mas nao Lato que preciso ver para
crer.
< A condigao da crenca attribuida a S.
Thom, e aqu lembrada por nos, refere se
ao modo extravagante de pensar de alguna
de nossos homens que desejam goveru .r ;
refere-se a detnrpaclo qne sofi^e a lgica
por cansa da poltica.
< Vejamos*: Eatabeleoe ae urna Junta
Governativa revolucionaria urna illega-
lidado ; procede-se sum eleicao para
membros do Congrecso Legislativo Este-
dual outra illegalidade ; esao peeudj
congresso esw'.he um sen oorreligioaario e
amigo para governador do Estado
o ais outra illa... Nao, aqu j os taes
polticos nao terminara o vocabulo sem
que deturpem no, aupprimindo as duas
primeiras letras, o qae farments o taaem
por ana figura .^rammatical chamada
apherese, se nao coa engaamos.
c Os acontecimentos sao illegaes, o
conaequente legitimo ; as premiasas sao
falsas, a conclusao verdadeira.
Milagrea da poltica '
< E' este o pneno neno para o qnal
chamamos a attencao doa neasoa leitores
e qne precisa ser visto para aer crido.
Ao Evra. Sr. Dr. Jos fzidoro
Mtrlins Janior
Satisfazendo ao appello que em artigo
publicado no Jorual do Recife* de 19
do crrante, fez S. Exc a meo irmao
Joaquim Pernambuco, este dirigi-me con-
ten para ser publie ido cerno resp >ata a
S. Exc, o seguate telegrama* :
c Rio 27 fie Maio.
< Uigutl Pernambuco.
Recife.
c Foste inteiramente M. Martins
offtreceu me um dos primeiros
< lugares em sua chapa senato-
c torial e a inclusa"o do meu nome
* nao ficou dependente de cousa
c alguma.
Publica estt telegramma orno
resposta ao meu correligiona-
v rio.Joaquim Pemambucj. >
Com a publicacao desse telegramma,
que ti:a na lypographia desta Diario
disposicSo do Sr. Dr. Martin a, doa por
linda a discussao a que ui provocado.
Recife, 28 de Majo de 1892.
Miguel Pernambuco.
Haz zs de appellaeo
ACglO POSSESSORIA
Juiso de 1.* instancia Eseada
Do 2.*O Superior Tribunal de Justina
Appellaotea 03 AA. Fabio Velloso Preire e sna
molner.
Appsadoa J.oao de Barros e Silva e soa na*
Iher.
A reforma da sentenca ap pe Hada de Q. 91 v.
impOe-se no animo do jalgador recto pela sim-
ples leitura destes autos.
O jais qaa () inspiraado-se oes raioes Q-
naes dos reos, ora appellados, de Hs. 66 a 75,
que, compiraoes com as pegas dos autos, nao
passam de um acervo de disparates, fez assentar
soa sentenca em principios tao eobversivos na
applicacfto do direito aos tactos occorrido, pro-
vados do veotre dos autos, qoe, dado o devida
respeito, pode se classiQcar de heresias jandi-
cas.
Nio b? exagere : pela demonstrado em breve
o egregio Tribunal se convencere d'is.
Eil-a :
Bxpoiicao des facise prosas :
0 appelado, Joao de Barros e Silva, cooati-
toindo se devedor firma commercial desta pra-
5, Tavaree-deMelJo Ga 4 C, acceltoa le
tras.
Seos pas, o Barao e Baroneza dePirangy.^m
S8 de Fevereiro de 885 hyootbecaram,- nrma
credora, sua preprtedade BBgeoho- lagaaribe
eom todas aa anas Ierras e seofsiteriae, para
O Dr. im Jaciatbo Borges piula,
garanta de tal debito, sendo logo registrada a
hypolhcca (doc. a fl. 48 v.)
Accionado e coniemnado o appelado, a firma
credora fes penhorar o predio hy otbecado.sen
('o depositario o proprio appelado, em Outosro
de (889, com cltacao da byaotbecante, a viava
Barooexa de Pirangy e de seos descendentes,
berdeiros do Barao, qae bavia fa'lecido. em cojo
numero contam se, alm do appelado, osappel-
lantes e ootros icit. doc. fl. 49.)
lo lo praca o predio, bypotnecado e penbo
rodo, a propna fi-ma credora, representada pelo
socio teneate-coronel Jos Fiaza de Oliveira o
arrematoo em basta publica, liroo a respectiva
carta de arrematacao, e tomou posse solemoe,
como consta do respectivo auto lavrado pelo es
crivo, fijando o appelado a dever anda a
quanil.i de 8:450^113 por ter sido poaco o valor
do predio (cii. do:, fl'. 49 e v.) ; e fez logo
depois nelle plantaco de ca-ina para sement.
'aqaella epocba o appelado jjoaorava, onde
mora hoja, no engeabo Firmeza, ora usina do
mesmo nome, limitropbe com Jaguarrbe. sendo
ao poente aqoelle, e ao nascente este.
Em 7 dr. Abril de 1891 (-acripiura publica a
fl. 54) o appellante comprou a Tavares de Mello
(i'nro & ''.. o referido pred.o Jagoaribe com
todas as suas trras, obras, bemf> i orlas, roens e
logradouros por 15:C0^0OJ, e Ibe foi conferida
a posse por e3te modo (eit. escriptnra, fl. 56} :
... qoe elle3 vendedores pela presante (eaeri
ptura) baviam o comprador por expossado da
referida propriedade Jaguaribemesmo pela clau-
sula coaatilotl >
E prsenle o comprador di.ea qocacceitava
a pr'sea'e do modo porque eslava estipulado e
desde ji toanva poise di dita propriedade Ja
gnaribe
Celebrado o contracto n'eeta cidae, o appel
linte p.i-tio no da segu ni? para o engeubo
Canto-Escaro, oade morava, com o qaal Jagoa
ribe limita se ao sal, sendo de notar qae o cami
nbo para Ginio-E curo possa peta trra de Ja-
guanbe, e logo tomou posse real deste, fazendo
aos segaiotes das servijos nas terree e benefi-
cia meatos.
No dia 28 do mesmo Abril (fl. SI) apresen'.ou
os extractos e a escriptura ao official de registro
oara traosc-pgao, qne s opersa se no da 7 le
Maio (fl. 59) pela demora e dovid do collectcr
para dar o conheciraento do imposto de trana
cripQo (fl. 53a sendo logo averbada a bypotbe-
ca pela ex in c'io, em virtode da arrematacao
do dito predio, oa f-ma do art. 2*5, g 7 e 9*
do r,'g. n. 370 de 2 de Maio de 1890
Despeitado o appelado, porqaoj nao poda
mais desfructar o Jagoaribe, dando expanso ao
fea rixoso e atrabiliario genio, reuni rrainlha
dores e officiaea e em Qm da Abril para prmci
po de Maio de 91, assiEtindo pcssoalmea e ao
1- dia, praticou actos de tnrbacao da posse dos
:>ppellantes e damnilieocao fra do coaomum e
indigno j mesmo de am homem civisado e de
boas sentimeatos; e quando elle asslm proceda,
ao meio dia era posto fogo nas caporas de Ja-
gaaribee elle, como lhe cumpria, nem ao menos
se abalea para mandar ajudar a apagar o incen-
dio.
Nos sr>guinte3 das maadou continuar as tur-
boces e d malfi ;aft3 at mesmo depois de es
tir em joizo o reqoermento de fl. i, fe:to a 7 de
de Maio, at o dia 12. qaando foi citado e inti-
mado do mandato de fl 4.
Proced ndo se viatoria deatro da dilacSo pro-
ba, ra, responderam os peritos (fl. 37 v. e 4) :
t Qic, conforme 03 vestigios, estavam tirad03
o alpendre da frente do norte di casa de vivenda.
i.-to tecto de lelbas, pilastras que sasteaUvaaa
o frectia!, o Invejamerjto e o taboado do pavi-
mento; o forro da sata de visita, estando corta-
dos a serrle desoito travesinhas; o soalho de
laboas e o forro de am qairto da casa, estaolo
as pared??, caiada3 com barras pintadas, estra-
gadas com innumeraveis gclpo3 de picareis ou
de bico de eoxada oa outro ntrame ato proprio
para tsao ; osoafho de taboa3 de outro qaarto ; e
o forro de outro qaarto onde tnba oratorio ;
exiiten vestigios de trez fechadores arrancadas
das portas; que est tirada ana tica, qae rece-
b:a as aguas do tecto, encostada a parede, que
divide a cosinha, estando a pa-redo estragada
com aguas que correram das biqaeiras dentro
da casa t I
Qv est arrancada a perta da estribara, a
maniadonra, e a estiva, existiodo apeaas nmas
travs em cima das quaes estava dita estiva; <
est arrancada tamben um portao da cocheira I
> Qao exista picada onrocagem com estacas
Bocados para cersado, ficarrd e3tas da liaba di-
visoria para o poea.e qae o lado do Jagoa-
ribe I t
Qj.3 avaiiavam tais damaos e nove pea da
sapoiisetros e frocla p3o, j dando froci03, qoe
f ram arrancados da borla, jua'o^a casa, em um
cont de r3 e o damno cansado pelo incendio
bjs capoeiras em 4004 .
Tudas aa toaUmoani da fl Ui 24 faiam
unnimes em af&rmar, qae taes actoa turbativos
de fim de Ao.- a das de Mi:o do anno passado
foram prtticados pelo reo appelado por inter-
medio de seas irattaladores e officiaes, e sen-
do chamado o appollado & depoimeato, ellecoo-
fessoa tado tcitamente a fl 26, desde qae nio
qoiz depor. baseaado-se no 2* do art. 208 do
regulamento n. 737 de 25 de Novembro de 1850,
qoe diz:
Art. 208. Para qne a parte seja obrigaia a
deoor esseneial:
| 2.- Qie os artlgoj versem sobre materia de
fado, e sobre coasa certa e pertencente on co
oexa com a cansa. *
Este por certo nao poda aproveitar ao reo
appeliu jo para excosar-se de depdr: lalves elle
qnizesse se referir ao 1- do citado artigo, que
diz:
g i.- Qae os artigo:- sejam elaros, preeisos e
nao contradictorios, nio criminosos, nao diff..
matorios e nem meramente negativos. Mas
este mesmo nao poda excusa! o. quando se qoi
zessedizer, que oa fados eram criminosos ou
d>[famatorios; porque, sendo o appelado bero
confinaste, como coosoLhir daa trras do Mara-
cuj, e dizendo-se dono das bemeitorias feitas
na casa de Jaguaribe, (un elle as destruio e ti-
rn, e anda mesmo qae tivesse posto fogo nas
capoeiras de Jagoaribe, o A. appellante eo po
dia tentar accao civel, como tentn, e nunca ac
gao ehme, em face do dueito, que rege a mate
na, especialmente o art. 2- le n. 601 de 19 de
Setembro de 1850. qae priva accao crime entre
heros confinantes por derrabadas, roeaget ou
qaeima de mattoa ; e sendo umi leio exoepgao
espeoial em favor do propriatario confinante,
nao se pode entender revogada pela disposico
geral do ari. 412 do cdigo penal, e sim s por
outra lei especial.
Disse o advojads (*) do apFe'.iado a fl. 74 v.
qae a accao teve sen inicio invocndola desde
logo a disposicao do art. 135 do cdigo penal, e
allegando se materia diffamaiorh, onde al
triboe-se (formaes paJavras) ao R o tor damni
ficado o.....qoe ibe pertencla.
Nade mala improcedente. Sa uccSo era con-
minatoria, o commioar se a pap do crime de
desobediencia ae caso de trangressao do pre-
eeito praticando nova tarbaco, nao tornava a
presente cansa de materia cr.me; porque anda
nao se trata va da imposico da pena pela traes-
grpssSo do precedo, on auentaoo commetlido.
O R. appelado allegoa e dea testemanbas
aes'.e sentido, qae tirava o alpendre, forro,
soalho, etc., porque foram bemfeitoriae, e arran
cara as-fructeiras, porque as plantara: loge
n&o bavia materia diffimatona, ou que eavol
vesse crime, segando o sea proprio entender.
Jo exposto e iaconcassa prova dos aatos, de
toda evidencia qae o presenteioterdicto retl-
ncnCao, baje mais propriunrenie accao de
forca neva turbativa, nio poda deixar de ser
julgada procedente, coma uaica cabivel na ea-
pecio, e por ter os A A. appeMsntes pro vado os
tres requisitos legaee : a posse ; os actoa ag
gressivos d 3. ; e o temaa, em qae foram
commettidos, isto dentro do anno e dia para
poder a accao ser cuiamaria, sendo cnademqado
o mesmo R.a nao mais perturbar 03 AA, por
si ou interposta pessoa, e a pagar Ibes oe pre~
aizos cansados cstax a comainacic das peses,
pedidas para, caso da nova torbago, como
de direito e en3ina P. Baptista, Prat. do Proc,
3. edicc.,ne 30.
Qae os AA. appellantes tinham possa juridiea,
iflton, nao a eattipal ca o acoDarada pela
cJaaaula coEslitsJit ^, e iaconttaval, e u pro
prio R. appelado em saas razOas- a fl 71 disse :
qaa nao bouva to basto, porqjoe eHe n*e
feaa.isaiatsfta conleatacfcova posee do A., aem
eliaunalK) d'eUa<: que pedera, tar.. acotaste
> damao.atc.
Gaelaoo Soares, Repert. ipridlcp Pg.,69, diz i
?era-. ClaanlaoensiltolJ -^ por ti .a se
transfere a prsjsesa/ MFdaaatn posse indopea"
i
a.
Copsocciaram-se honlem
a joTaa; e interesaante D.
Afra Albertina Pereira e^)
distincto e estimavel cava-
lheiro MigueT Ferreira de
Mello.
Por tio riwho enlace
eongratnla-se soa amiga
Virginia de ftgueira.
Recife, 29 de Maio de 1892.
Sfc*-**
----"HJQJHI
A.os seaores de eng*e-
nhos c proprieta-
rios de Usinas.
James Davis I Firmy, cidadac Narts-
Americano, offerece-ae pata faier todo
preparo de engemhoa e usinas de fabricar
assaear, garantiodo por om regular movi-
mento todo zoachinismo qaa estiver des-
concertado para o qne tesa perfeito conbe-
eimento, alo s dos apparehos franeezes,
como doa allemSes, ingles e aiaer'canos.
Oentraeta-se pois nao s para concer-
tar e montar apparelbos e znaobwiaasos
destes systemas como para tomar conta
do fabrico de aasocar garantiodo
servico o melhor resaltado possivel
os senhores e proprietaros.
Quem precisar pode dirigir-se
Joaquim Nabuco n. 2a*.
Recife, 24 de Maio de 1892.
Jajaes Daod Flmtj
neatc
ru*
Escriptorio de commUsoj.^
Angosto Cesar de Guarni Lyra, declara a
publico em geral e sos seos amigos e parales,
tanto deste Estado, como do de Alagoas, q-j?.
tem o sea escriptorio de commiSEOes ra Marq lez de Olinda n. 40, aadar, onde aguar-
da solicito as ordens de todos aqaellea sjm 9
queiram distinguir.
O Dr. Vicente Ferrar de B. W, Araojo.
ESjEIPTOEIOCOHIICAL
Rui Duque de Caxas n. 72
1 ANDAB
Faxem liquidacocs amrgavei8 oa judicial
acceilam commisroes e consigaacoeseor-ar-esam-
se da venda de eogeobOT, fazem adianlametos
e acontan correspondenciaedossenhoree t'e 1-
genbo, pronJovem a venda de prodoctes noci
naes e fazem qualquer transacs-0 de ccmner-
cio.
Bncarregam se-taaaen. de resseer os be nor-
rios dos Srs. funccionarlos pblicos slugu?:*
deceso, menssm mdica comssissfime lam as
;m de qoalquer trabalho de eicnpuraca; de
ei;a de commercio.

a
Cabo
O Dr.Joaquim Felippe fixoa a
nesta cidade e di caasaltas
Daarte.
Preata-se i. chamados a qcilquer




\


soa resideoslit
na pharma-oit
hora.


4
Diario do Pernambuco Domingo 29 de Maio de 1892
1

- i
fiUAL K1 A ORQEMDOS PHANTAS-
MAS?
Ha anda algaem qae acredite em al-
su do ontro mando i Talvea que io ria
a ideaUm homem imparido como Vmc.
. Nto obstante, ae tivermoa qae visitar
bb cemiterio, sempre preferamos a hora
do di* para esie fim. Porque ? Ser
porque de da se possa ver melhor T Se-
ta esae o nico motivo ? Nio de certo.
A nica raalo que todos sem excepcSo
tena reoeio de visitar a manslo dos mor-
ios pelas brevas da noite. Quasi todoa
t&m; ao passo que se o fiserem quando o
sol brilha, ou se formos acompanhadoe,
vamos sempre revestidos de maior animo.
Nos nio oremos em toleimas; pelo meaos
assim e disemos.
Conheci um homem, que quando joven,
apanbou tal susto oom a idea da appari-
lo desses suppostos phantasmas, que por
yerto de 50 annos, ficou resentido da*
anclle choque. NSd se pode diser qae o
kemem a que allu io, foase medroso, nem
tveBae prejuiao algum desaa naturesa ;
pelo contrario, era um bravo e disticcto
Acial do exercito. Qjando elle j tinha
Renta e dous annos e quando se referia
aquello acontecimento, era sempre cam as
icguintea palavraa que o descrevia : Por
sspaco de dea minutos, fui victima de tSo
violento terror que de -entilo para ca urna
aarte de aebreaalto continuo me domioa.
ualquer barulho inesperado me fas tre-
mer, a objectos que a sombra da noite
ao uo poiso discernir, me impellem a
-ecuar. Devo oonfesaar qae o approximar
da noite me fea medo.
E bastante curioso, que esta meama ex,
preasSo a respeito do receio da noit.-
iosse anda ha pouco tempo usad por
otro homem.
O sea systems nervoso, diz lie, estava
bem fora d'ordem.
Nao poda dormir, revolvia-se na cama
sem poder conciliar o somno. Elle nSo
bavia commettido aasaasinato algum e nto
era perseguido por nenhuma alma do
otro mundo; todava pareca elle nao
iaaer caso da vida.
Por meia da ti a de veses que elle pea-
na em livrar-ae della.
Muita geote ha que vai at ahi todoa
a diaa, sem que os seus amigos jamis o
mspeitem.
' todo um erro, mas nSo ha que ad
airar.
Pois, do que serve meramente viver
qaando d'essa vida se nSo tira praxer al-
gaza ou conforto ?
Ora este homem prosegua diaeodo, que
as repetidas dores de cabeca o atormen-
tavam por tal forma, qae pareca qae se
he abra em algumas occastes, alrn de
alternativas dores em varias partee do
Mffc
Tinba a pello por tal forma amarellada,
^ne mais se assenelhava cor d'um per-
gaminho velho ; o ppetite tinha-lhe des-
aparecido, e a mais leve exetacSo lhe
sia palpitar o coracSo aemelhanca
'um relogio quando se lhe tira a pn-
dula.
NiDguem pode viver sem comer, bem
aerto; nSo obstante, cada vea que eate
\omem coma, era por tal forma ponido,
como se o comer para elle, foase um cri-
me. O estomago recebia todos os >li-
Bentoa que elle engolia, nao ha duvida,
mas nada mais; por iaso que reouaava
digerl o.
D'esta forma, este pobre homem, se
tornen cm aeplehro vivo coa a sua ali
mentacSo ptrida dentro de r. Os aci
dos venenosos, e gaaes exalados desaa
maasa ptrida, subiam-lho a garganta,
c.usando vmitos e introduaiam-se no
ey*tema da circulacSo do sangue, affdctan-
do todas aa partea tracas do organismo.
Fui pois o effeto disto sobre os ervos
que fas o nosso amigo treceiar a noite.*
A constancia de frieaa de pea e mSos, o
estaco de fadiga, a depressSo do espirito,
o mo paladar, a tosse secca, ca'afrios,
fraqueaa e tonturas, e cutres muitos tym-
ptomaa que agora nes nSo recorda, aSo
signaea e conseqaencias d'uma s causa
e urna nicaindigestSo e dyspepsia.
Nada neate zrundo mais ruinoso ao
oorpo humano e ao espirito; nada nos
faz apparecer mais phantasnas. Phan-
tasmaa e vozes e sons mysteriosos, nada
mais bSo do qae eohos que temos na ima-
gioacSo.
Aquelles que goam boa saude apenas
veem o que catural e quando a noite
chega dormem dorante ella.
O homem a que acabamoa de alludir,
um francez chamado Jean Mario Herr,
habitante de Y vais, Cantn de Pompol em
Franca.
Da elle n'uma recente carta, que depois
de ter sjffrido por alguna annos, de in-
digestSo e dyjpepsia, se acha actualmente
curado com o uzo do Xarope Curativo
da Me Seigel. Vejo em Vmces. da
elle, o meo bemfeitor. Tenho ca er-
vos completamente saos e a noite j mo
nao causa receio.
Mi; har a de pessoaa em Inglaterra, que
j estiveram tSo mal como aquello, reg
aijam-se boje de ter o corpo e espirito sao
com o auxilio do Xarope Curativo da
Ma Seigel.
COMERCIO
Boina Com
lerclal
buco
de Pernal
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
DE
Manoel Cardoso Jnior
ipprovado em 21 de Marco de 1890 pela inspe-
ctora geral da digna junta de higiene do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre
parado segando as regras pharmaceulicas. acn
selbadas pelos autores moderaos e de recouhe-
cida capacidade scientifica tanto no paiz como
ao estrangeiro.
Este Elixir o producio nao s do granie es
'-udo das accOes pOysioioglcas das substancias
.orno tambem pathologicas.como tambem o re
soltado das immensas applicacea nos diversos
casos de febres de fundo palustre.
A applicacao deste Elixir aa grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais urna ves de-
monstroo a sua eficacia ; pois no principio dos
primeiros symplomas a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantados a bexiga passa a ser ama
doenca febril vulgar aprestando pequeas to
melares que com a continuaco do Elixir de-
apparecem sem todavia apreseutar receios de
perlgo.
Os muito attestados publicados no Diario de
Pernambaco e Gazeta da Tarde* provam o que
dizemos.
Nos casos de febre amarella o elleo admi-
ravel, apresentaodo pbenomeaos to maravilho
'os qae nesta cidade do Recife e na do Rio de
Janeiro pouco rece o cansa a febre amarella,
aiesmo estando o doente com vomito preto e
angulneouestes ltimos periodos ento ne-
cessario a applicacao em alta dose, despresando
a tabella anaexa.
Este Elixir j conhecido do publico e de um
grande numero de dignos mdicos a presen la-
do para combater os differenles iuccmmodos to
dos ellos de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occisiao de faier a
applicacao as febres erysipellosas e com (ao
bom resultado que Meamos admirados de to al-
tos effeilos.
Pela pratica ebegamos a conhecer qae nos
ataques de febre erysipellosa ou erysipella come
valgamente se diz necessarlo o aso de 10 diss
do Elixir.
Nos gnades incommodos das senboraa, mens-
truacao, g -avidez e nos casos de parto coa fe-
bre de un resaltado muito certo e seguro e
a sua coD['Osi(jao to simples que nio offerece
receio de ;.pplicar o Elixir nem mesmo em doses
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dlgnissimos mdicos qae deseja-
rem fazer iso deste Elixir em sua clnica nao se
sujeitarem cessa prescripcao. mas sim fazer a
applicacao em barmoaia cornos casos que dse
jarem conbater, certos de que o medicamento
de componcao innocente para o organismo por
mais frgil qae seja.
Modo de mar
A's criancas at um anno 10 gotas de t em 1
joras em ima colber das de sopa cheia d'agu
'ra.
De um sano a tres 15 gottas.
Da 3 a 19 annos em dlanto, 40 gottas etc.
Estas deses devem sempre ser appilcadas em
ajaa fria.
Desoel(oe
Compan.iia de Drogas e Productos Caioalc j
Recite, rus do Mrquez de Olioda n. 23.
Nacioal Pbarmacia, ra Larga do Rosario
1. 35.
Pbarmacia Oriental, ra Estrela do Rosaric
i. 3.
Pharmacia Alfredo Ferrelra, rea do Bario di
v'ic.toria n. 14.
Phar maria Mar tas, ra Duque de Gaxias u
8.
DEPOSITO GERAL
Vendas em grosso e a retalno.
Raa Eslreita do Rosario n. I?
PJCBNAMBIJCO
Custa dtt cada frasco de 15 grammas5*000
Os nosios frascos sao qaadrados e conta go-
tas. N'am lado teem gravadoElixir ante febril
e no ontroManoel CardosoPernambaco, e to
dos os prospectos sao assignados por Mancel
Cardoso Jnior, sendo falsos os que naoforeaa
assignados.
N. 154
Recife 1' de Outabro de 1890
Amigo 5r. Manoel Cardoso Jnior.
Levo ao coohecimento do amigo que tendo
sido accommettida de varilas urna esnhada
minba, em 11 do mez p. p. empregue-lhe o seo
precioso e ixir ante-febril e foi com tanta rapidez
o sea ellii o que um dia depois apareceram de
um modo to benigno qae nem ebegaram a vir
Bupuracao e oito das depois eslava miaba
cunnada completamente restablecida.
Fazendo votos para que tao ct I preparado
seja popalirisado a bem da bamaaidaae, autori-
30-o a faze r desta minha declarago o uso que
loe convier.
Sem mais son seu amigo obrlgalo
Joaquim Antonio Ferreira
Miradera Ra M- D.as n. 119.
Eslava ellado e reconbecido.
EDITAES
(abmll. das entiladas de assocak x al
oodIo
Hez de Maio
Entradas
3QTA&BS ORICIAKS DA JUNTA DOS COB-
KITORE8
Prafa do Recif, 28 de Maio de 1892.
Sao houve cotacSo.
O presidente,
Eduardo Duneux.
O secretario,
Augusto Plato de Lemos.
Cambio
PRACA DO BBCIFK
Os Bancos continuaram offerecendo a sacar a
U 4., sem achar tomadores.
Em papel particular nio consten transaegao.
PRAQA DO XIO DK JANEIRO
i 1/16 bancario, li 3/16 parti:ular.
totacca de gneros
ASSUCAR
Para o agricultor
Braceo por 15 kilos.
Soaenos, idem idem .
avado dem idem .
i secco ao sol idem idem
ae idem idem
idem idem .
Mercado muito animado.
6*800
5*000
4*000
2*500
1*700
8*000
5*100
4*100
a 3*200
a 2*000
7*000 a 7*300
A exportac&o at 20 do correte consta de 16291
saceos e 1202 barricas de assucar braceo pesan-
do 1.325 811 kilos e 15557 saceos de assucar mas-
sata do pesando 1.166.793 ki'os-
Alcodo
Ceta se nominal a 10*600.
Ate 20 do crtente foram exportados 2357 sac-
as e 1561 fardos de godo pesando 488.975 ki os.
Borracha
fiota-se nominal a 28*000 por 15 Julos,
Carnauba
Sota-se a 11*000 por 15 kilos nominal.
Careos de mamona
Cota-se a 1*900 por 15 kilos.
Conros
Saceos salgados na base de 15 kilos a 640 ris.
Verdes nominal 350 ris.
At 20 do correte foram
coaros e 2250 1/2 de sola.
exportados 10.055
P.>r pipa de 480 litros 80*000 ba falta no mer-
end.
Aleool
Por pipa de 480 litros de 260*C00.
At 20 do correte toram exportadas 92 pi-
Agnardente
Par pipa de WOlitros 168*000.
arcacas ...'.,
Vapores......
inimacs.....
Satrada de Ferro Central
Idem de S. Francisco .
Uta do Limoeiro. .
gomma
Assu-
car
Das Saceos
1 a 26 17484
1 a 28
1 a 28 2160
1 a 28 3397
1 a 25 22623
1 a 25 463
46127
Algo-
do
Saccas
29J9
li90
1635
8t7
1345
6536
144G2
ImportaeSo
Vapor tEditor entrado de L'verpool e
Lisboa e_Q 25 do correte e consignado a
Blackburn Needham e comp.
Carga de Liverpool
Amostras 5 volumes a diversos.
Arroz 50 saceos a Figaeiredo Costa e
comp.
Aduellas 20 volumes a Sociedade Refi
oara e DestillacSo.
Armas 3 oaizas a ordem.
Alpiste 20 sascos a ordem.
Arcos de ferro 413 a Res e Santos,
5 a Albino Silva e comp, 118 a Paren-
te Visnna e comp.
ArmacSes para seUns 3 cairas a Do-
mingos Jos Ferreira.
Botos 1 caica a Francisco Lauria e
comp.
Barrea de ferro 200 feizes a Ferreira
Goimarles e comp, 35 barras a Alian Pa-
tersoo, 375 e 179 feizes a W. Halli iay e
comp, 112e 263 a Antonio Pinto da Sil-
va e comp, 260 e 76 a Albino
59 a Rea e Santos,
utos 10 caizoea a Lopes Alheiro
BJBJB
Barrilha 25 tambores a J. S. Seizas,
100 a ordem, 15 a L. Ferreira e comp.
Cerveja 100 caicas a ordem.
Chombo 10 volumes a Gomes de Mat
toa IrmSoa.
Chapeos 1 oaizSo a ordem.
Calcados 1 caizSa a Ferreira Barbosa
e comp.
Canos de chumbo 21 volumes a Albino
Silva e comp.
Cobre 126 volumes a ordem.
Canos de ferro 35 e 15 feizes a J. de
2.* SeocSoSecretaria do Qoverno de
Estado do Pernambuco, em 24 de Maio
de 1892.
O Govornador do Estado recommenda
acs Sra. joiaes de dreito dos municipios
do Estado que antes de entrarem no goao
das licencAs que obtiverem, apresentem
as respectivas portaras ao Superior Tri
bunal de iuatica para seren por elle visa
das, afina de que possam ser feitas as
precisas notas na secretaria daquelle Tri-
bunal.
Pelo secretario,
Eugenio Moscoso.
O Dr. Antonio Domingos Pinto, jais de
dreito io commercio da oidade do Re-
cife, capital do Estado de Pernambuco,
em virtade da le, etc., etc.
Fago a>ibor aos qae o presente ediwl
virem, ou doli noticia tiverem, que
parte de D. Caadida Hara Beeerra
raleante, me foi dirigida a petclo do
theor segninte:
C
sssmmf
e comp.
Silva
exportadas at 20 do corrate 638 pi-
Ibram
Careos de al*
CeU-se a 640 ris oor 15 kilos.
foram exporUdos at if do corrente 9.811
Aat vedo e comp, 90 24 a Albino Silva
e comp, 125 o 10 a Miranda e Soasa.
Chapas para fogao 20 a J. de Asevelo
e comp.
Dr.gas 8 oaisas a Faria Sobrinho e
comp.
Elstico 1 caiza a Braga e Sa.
Eozofre 100 barricas a Antonio Pinto
da Silva e comp, 30 a W. Hallidey e
ooap.
Eixadas 22 barricas a Prente Vanoa
e comp, 50 a Gomes de Mattos Irmlos,
12 a Albino Silva e comp.
Estanho 7 barricas a Prente Vianna e
comp, 2 a ordem, 2 a Antonio Pinto da
Silva e comp, 2 a J. da Soasa Aguiar.
Fo 10 faidos a Cromej de Mattos Ir-
mlof, UN. Fooseoa t comp.
Ferragens 4 volumes a Antonio Ro-
drigos da Soasa e comp, 6 a Ferreira
GuimarSes e comp, 1 a J. A. Veigs, 16 a
Prente Vianna e comp, 4 a Alian Pater-
iod 4 a Vianna Castro e comp, 1 a Res
e Santor, 11 a W. Halliday e comp, 5 a
Boxwell Williams e comp, 8 a Compa-
nbia Trilhos Urbanos do Recife a Olinda e
Beberibe, 56 a Albino Silva e comp, 7 a
J. de Astivedoe comp, S a Beis e Santos
19 a Cardoso o IrmXoj, 1 a Olivera Bas-
tos e comp, 3 a Antonio Pinto da Silva e
comp, 7 a Gomea de Mattos Irmlos, 1 a
Jos de Soasa Aguiar.
Folhas do ferro 10 a Ferreira Quima-
raes e comp, 10 s Antonio Pinto da Silva
e omp.
Ditas d: Flandrea 121 caizas a Antonio
Pinto da Silva 4 C., 50 a Albino Silva
&C.
Fogarairos 150 a Albino Silva & C,
lO a J. ce Sonsa Aguiar.
Ginger de 5 barricas a Fonseca & Ir-
mSos.
Genebra 50 caizas ordem.
Linhas .'JO caizas a Gomes de Mattos
IrmSoE, 12 a GuimarSes Cardoso & C,
lia Olivera Bastos & C, 1 a M. Isa-
bella di C, 22 a Nunes Fonseca & C.
Lona 2 fardos a Gomes de Mattos Ir-
mlos.
Mercaderas 4 volumes a Companhia
Pernambocana, 4 a Ram^s Geppert & C,
2 ordem, 1 a P. Calabria, 1 a Jos do
S LeitSo, 1 a A. Bastos & C, 1 a Gui-
marSes Cardoso & C., 5 a A. D. C.
Vianna, i) a Olivera Bastos & C, 1 a
Maia e Silva, & C, 1 a N. Campos & C,
2 a Manoel da Cunha Lobo, 2 a Braai
lian Telegraph Compaay, 1 a Coapanhia
de Chapeos, 2 a C. Waohsmann, 1 a O.
A. dos Reis, 6 a Browns & C.
Materiaea para engenho 76 volumes c
pecas aos erdeiros Bowmann.
Materiaos 218 volumes e peca* a Com-
panhia de Tecidos Paulista, 11 "C>mpa
nha de FiacSo, 19 a Fabrica de Vidros.
Oleo 19 barra a Prente Vianna & O,
5 a Miranda & Sousa, 10 a Antonio Pinto
da Silva o; C.
Machinismos e outros artigoa 156 volu-
mes e pecas a Cardoso & Irmaos, 3 aos
Herdeiros Bjwmann.
Objectos para gaz 3 volumes a Em-
presa.
Ditos p ira estradas de ferro 205 vola-
mos e pecas a Great Western of Brasil.
Paa'de ferro 20 feizes a Reis & San-
tos.
Pimentn 20 saceos a Jlo de Almeids
6 Torres.
Prorisoes 39 oaizas a Das Fernandos &
C, 9 a J. J. Alvos & C, 20 a Eulser
Kaoffmsni & C.
Salhre 25 barrios ajiranda & S'.uaa,
ICO a Antonio Pinto la Silva St C, 30 a
a Prente Vianna & C.
Saceos 5 fardos a J. Faerstenberg, 4 A
ordem.
Sberry 1 barrica a Torras & Irmlos.
Stoarifut 10-oaizas ordem.l
Toado 1 volumo a Cramer Frey 4 C,
PeticSo.Ezcellentissimo Sr. Dr. Juis
do Commercio. D. Candida* Maria Beserra
Cavaloante, oredora hypot he caria pelas
escripturas juntas, de Lua Hermelindo
da Trindade, fallecido, na importancia de
2:090OCO, (dous contos de ris) e respe-
ctivos jaros, debite vencido,- desde 6 o'e
Setembro de 1891, quer s sapplicante l-
ser iatimar a viuva e eabeca de casal, D.
Francolina da Silva Almeida Trindade,
para que incontinenti pague, e caso o nio
faca, se proceda penhora em boas hypo-
thecados, ficando logo citada para todos os
termos do processo.
E como quer que conste ha ver no Es-
tado de Alagoas herdeiros do devedor,
cajos nomes e moradia a sapplicante igno-
ra, quer anda faael-os citar por editaes,
para no praso do 90 das allogarem o que
tiverem em sua defeza, pena de re-
rafia
Requer, pois, a V. Ezc, que sa digne
de mandar ezpedir o respectivo mandado
contra a referida viuva cabeca do casal,
e que se acha na posse dos bens, e pnbli
car editaes para citacSo dos demais inte-
ressados, e qae igualmente ficarao citados
para todos os termos da ac$8o e ezeca-
c5o. ^
Pede deferimeqto.=E. R. M.Recife,
18 de Maio de 1892.O advogado, Ma
terno de Carvalho.
(Sellada legalmente).
Despacho. Destrbuda.Como re-
quer, justificando a ausencia dos suppli-
cados no dia que o escrvSo designar.
Recife, 19 de Maio de 1892.Domin-
gos Pinto.
Dastribuijao A Giraldes. Oliveira
E maia ae nao oontinha em dita peti-
c3o, despacho e deitribuic.2o ; depois do
que, tendo a supplicante justificado a au-
sencia dos herdeiros do devedor, produ-
zindo testemunbas, que depuseram con-
venientemente, subiram os autos i minha
conolusSo, e nelles profer a sentenca da
ther segointe:
Senten9a.Vistos, etc.Hei por justi-
ficada a ausencia em lagar incerto no
Estado das Alagoas dos herdeiros de Luia
Hermelindo da Trindade, e aos meemos
cite ni-se por editaes com o prazo de 90
das, para o fim requerido na peti$3o
folhas 2.
Recife, 23 de Maio de 1892.Antonio
Domingos Pinto.
Em virtude desta minha sentenca, o
escrvSo passeu o presente edital, pelo
qual chamo, intimo e hei por citados os
herdeiros de Lua Hermelindo da Trinda-
de, para todo o contedlo da peticSo que
rico transcripta, e para que no praao de
90 das eomparegam ante este juiao, re-
querendo o que r a bem de seu dreito,
ficando afina! citados para todos os termes
da competente accSo, sob pena de reve-
lia ; tudo de conformidade com o reque-
rido na supracitada peticSo.
O presente ser publicado pela impren-
sa e sffixado no lugar do costme.
Dado epassado nesta cidade do Recife,
capital do Estado de Pernambaco, aos 25
de Maio de 2892.
Paga este 1^030 de sello, o 500 ris
de emolamentos pela assignatara.
Eu, Antn Augusto ds Frota Mene-
ses, escrivao interino, o escrevi.
DECLARAQOES
Antonio Domingo Pinto.
&
3 a Manoel Lopes SE Ramos, 6 a Joa-
qaim Goncalvos & C, 2 a J. Arthur &
Irmaos, 1 a J. Gongalvea Coimbra, 16 a
Albino Amorim & 0., 12 a Beraet & O.,
4 k ordem, 42 a Rodrigues Lima & O, 3
a Mendonce Primo & C, 14 a M. Maia
& C, 14 a Goncalves Cunha & C., 13
a Mattos Caminha & C, 5 a Alves de
Brtto 4 C, 4 a Oiinto Jardim & C, 7 a
Machado & Pereira, 1 a GuimarSes Bas
tos & C, 2 a R. de Carvalho 4C..4A.
Vieira & C, 1 a W. Halliday & C. "
Tintas 3 barricas a Prente Vianna
& C.
Tintas 1 barrica a Oliveira Bastos & C.
Vidros 7 volumes a J. A. Veiga & C.
Whisky 1 barrica a Torres & IrmScs.
Cirga de ,iiboa
Batatas 50 caizas a Silva GuimarSes
C.
Bagas 5 barricas a Pinto & C.
Cognac 25 caizas a Companhia de Es-
tiva.
Vinho 15 pipa* e 119 barris a Compc-
nhit de Estiva, 30 a F. J. dos P. Guima-
rSes, 20 a Alves da Costs. & Filhos.
Lugar americano Bonny Doon > en-
trado de N-.w York em 25 e consignado
a Fonseca Jrrmaos & C.
Kerosene 8,455 oaizas ordem.
Eiportacao
Rtars, 26 de maio ib 1892
Varo o extenor
No vapor inglez Eductor, pira Liverpool,
arreearam :
E. Kaatho:b, 3,497 kilos de pellea de cabra.
Rossbach Brotberr, 3,060 ci oj idem idem.
Na barca pjrtagaeza Quiteria, para Lisboa,
carregaram :
A. Irmaos fc .. 200 saceos com assacar mas-
cavado pesando 15.000 kilos.
Vora o mttrior
No vapor francez Entre Ros, para Smtos,
carregaram :
Jase Baltar & C 200 saceos com assacar bran
co pesando 12,000 kilos, e 20 pipas de aleool
cem 9,600 litros.
J03 Joaquim Morelra, COQ saceos com algodao
pesando 41,602 kilos.
Silva Guimaraes & C. 600 saceos com assucar
masca vado pisando 36,000 kilos e 300 ditos com
assacar branco pesando 18,000 kilos.
4. Monteiro, 1,470 saceos com assucar masca-
vado petando 88,200 kilos.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
Pereira Pinto 4 C, 50 pipas de aguar dente com
23.000 litros.
B. Williams, 800 saceos com assucar mascava
do pesando 48,000 kilos.
No vapor americano Vigilancia, para o Rio
de Janeiro, carregaram:
Silva GuimarSes & C-, 700 saceos com milno
pesando 42,000 kilos.
A. Taborda, 500 saceos com milbo pesando
30,000 kilos.-
Para Babia, carreiraram :
GaimarSes & Vlenle, 2 caixai com queij i, pe-
sando 203 kilos e 25 saceos com cera vegetal,
pesando 1,250 kilos.
No vapor nacional Estrella, para a Baha,
carregaram :
A. Lop?s & C, saceos N com algodio pesando
1,504 kuos.
Para Pnelo, carregou :
B. Soares do Amoral, 4 barricas com assacar
refinado pesando 3(0 kilos e 5 barris de vinagre
com (60 litros.
a barcaca Sol Fixo, para a Parasvbo, car-
regaram:
AnU-n'o Dosr'e SimOes* C, 4 barris de vina-
Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife
Prente a Junta Administrativa rece-
bem-se propostas em cartas fechadas e
devida mente selladas, no dia 7 do mea de
Junho vindouro, para a construccSo dos
muros e passeios dos quintaos daa casas
ns. 2, 89, 99, 101, 103 e 105 da raa de
S. Jorge, pertencentes ao patrimonio dos
orpbloB a seo cargo.
Os muros, qae terSo a altara das pos-
turas, deverSo ser todos rebocados exte-
rior e interiormente, com pequea cornija
e pilares oom os competentes portSes com
vergas e contravergas. Os portoia terSo
1 metro e 30 centmetros de largura e 2
metros o 50 centmetros de altara e serSo
de madeira de soalho de amarello, pinta-
dos e com todas as ferragens, chumbados
em cepos de pedra.
Os passeios ou calcadas acompanharSo
todo o muro, serSo construidos de tijolos
de alvenaria batida, aasentados em arga-
masas de urna parte de cal e duas de areia
guarnecidos e rejuntados de argamassa de
cimento, tendo a largara qae o Concelhe
de Intendencia determinar; devendo ser
nessa obra empregsdos b ateraos e ferre-
gens de primeira qualidade.
Secretaria da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife, 27 do Mrio de 1892.
O eacrivSo.
Pedro Rodrigues de Soiiza.
Igreja do Divino Espirito
Santo
Benque dos 7iovos sinos
NSo sendo possivel realisar-se amanhS
conforme foi annunciado a bencSo dos
novos sinos para esta igreja, visto o acto
s poder ser presidido por 3. Ezc. Bvma.
o Sr. Bispo, o nSo poder S. Ezca. fazel-o
amanhS, fca a referida bencSo adiada
para quando for de nouo annunciada.
Ficam assim prevenidos os Exms. para
cymphos qae foram convidados.
Recife, 28 de Maie de 1692.
Jos Fernn de a Lima.
Manoel Ildefonso Ferreira Maia.
Antonio Pinto da Silva
Domingos Jos AntuneB GuimarSes.
Manoel Morera Reis. *
Jos Alves Gesteira.
Inspectora de llyg ene Publica
do Estado de Feraambneo
Em vistada do qae dispoe o artigo 68 do
regulamento que baizou com o decreto
n. 169 de 18 de Janeiro de 1890, esta
inspectora fas publico, pelo praso de 8
das que o cidadSo Fabio de Albaqaerqae
Coatialo, lhe dirigi a seg"inte ; peticSo
oom os documentos que satisfaaem as ezi.
gencias do art. 67 do citado regulamento.
Ao cidadSo Dr. inspector de Hygiene
Publica.
O abaizo assignado desojando abrir urna
pharmacia no povoado de Cateado da co-
marca de Palmares deste Estado e provan
do com os documentos juntos, achar-se ha
bilitado para ezercer a arte pharmaceutica
aede-vos que lhe concedis a respectiva li-
conga, visto ter satisfeito as exigencias da
1.*, 2.*, e 3.a parte do artigo 67 do re-
gulamento sanitario vigente. Nestes ter
mos, pede a V- S. deferimentoRecife,
gre com 360 litros, 1 caixa rte vloho de genipk-
po com 8 litros, 1 dita licor de dito com 8 ditos
e 6 garratOes de genebra com 96 litros.
Na barcac> Flor de Maria, para Mamangua-
pe, carregou :
C. Barbosa Primo, 120 caixas de sabao com
2,400 kilos.
anta da Alfaadega
SIMiai DB 29 DB MAI) i. 4 DB JUXHO Dg 1892
Aleool (litro)
Algodio em rama (kilo) ,
Arroz com casca m-o) .
Assucar retinado ftiloj .
Assucar branco (tib) .
Assucar mascavado (lo) .
Bagas de mamonas (kilo) .
Borracha de leite mangab. (kilo)
Cachaca ........
Conros seceos espichados (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros verdes (kilo)
479
640
90
560
460
195
126
1/866
260
654
594
315
Courinhos (um)....... 1/870
Carocos de algodio (kilo)
Carrapatel-a (kilo)
Cacao (kJo)
42
120
400
Caf bom (kilo)......1/200
Caf restolbo (kilo)
Caf moido (kilo).....
Carnauba (kilo.....
Cera em velas (kilo). .
Dita em bruto ou preparada (kilo)
Canna (litro)......
Cal (litro)
1/000
1/460
1/666
640
650
.300
10
Carvao de Cardiff (ton.) .... 32/000
Panana de mandioca (lito) t t 62
Senebra (litro)...... 290
Sraxa (sebo)....... 633
Jaborandy (em folha) kilo ... 200
Leite de mangabeira (kilo) 1/466
Mel (litro)........ 125
ilho(kilo........ 70
Phospnato de cal da liba Uta (tone*
lada).........H/OfiO
Pelle de cabra (cento).....187,1000
elle de carneiro i (cento) .... 145/000
53
4/303
126
700
40
4 de Maio de 1892Fabio de Albu-uer-
que Coatinho. Esteva sellada com o sello
do EsUdo.
E declara que se 30 das depois do ul-
timo annuncio, nenhum pharmaceutico
formado communicar a esta inspectora de
bygiene a resolucSo do estabeiecer phar-
macia na citada localidade conceder ao
pratico a iicen$a requerida. .
Inspectora de Hygiene Publica do Per-
nambaco, 27 de Maio de 1892.
O secretario.
Jos Quilherme da Silva Buarta.
Gomparhia Santa
Ttatn T
Empresaria do abaslecimenlo de
agua e \u cidade de OfnJa
Assemb!a Geral
SSo convidados os Srs. accionistas a se
reanirem em assembla geral no dia 6 do
prozimo mez ao meio dia, no salSo da es-
tacSo da ra da Aurora, afim de lhes se-
rem spresentadas as cintas do ezercicio
de 1891, o parecer da commissSo fiscal e
o relatorio do gerente e igualmente ele-
ger a directora e -a mesa que terSo de
funecionar no quinquenio futuro e a com-
missSo fiscal annual.
Pede-se u comparecimento de todos
porque a cao reuniSo da assembla geral
ser de prejuizo para a companhia em
vas de presperidad*.
Escriptorio do gerente, 20 de Maio de
1892.
r A. Pereira Simoei.
Associa(o Commer-
cial Agrcola
Nao bavendo se reunido numero sofncienle de
associados para constituirse a assembla geral,
sao convidados novameote oa Srs. socios para a
sesso do dia 30 do torrente, s 10 horas da
maahi, na sede da Associac&o, a qnal se '. 'Tec-
lear com o nomero qae comparecer, segando o
art. 27 dos nossos estatuios.
Recife, 27 de i.aio de 1892.
Eugenio Cardoso Ayes,
Io secretario.
Oorreio Geral
Concurso de pralkantc
O administrador faz publico para conhe-
cimento dos interessados, que fica marca-
do, a contar de boje, o praso de 30 das,
das 10 horas da manh3 as 2 da tarde,
para a inscripcSo dos candidatos ao con-
curso que tem de proceder-se, para
preenchimento de urna vaga de praticante
de 2.a classe.
De accordo eom o art. 169, regra 3.a,
do Regulamento vigente, os candidatos
de ve rao ter maio de 18 annos e menos de
25, gosar bSa saude, estar vaccinado, ter
bom procedimento, o que deverSo provar
com documentos que inatruam a respecti-
va petigSo.
0 concurso versar sobre as segnintes
materias : liogaas portuguesa e franceza,
geographia geral, com desenvolvimento
qaanto ao Brazil, aritbmetica at a theoria
daa propor.oes inclusive; sendo motivo
de preferencia o coohecimento de desenho
linear, escriptaracSo mercaotl, inglez e
allemSo.
Recife, 6 de Maio da 1892.
O administrador,
Josa" Carlos da Costa Ribe'ro.
emente de carnauba (arroba) .
sola (meio).......
Sement de carrapateira (kilo) .
Sebo..........
ratajuba (kilo)......
Tabeas de amarello em prancbocs
(duxla)........
100/
Rendlaaentos pabUeos
mu na suio ds 1892
AlfantUga
Renda geral :
Do da 2 a 27 900:472/383
dem de 28 50:587/152
931:059/535
Renda do Estado :
Do dia 2 a 27 231:858/085
dem de 88 10:810^310 .
242.668J395
Somma total
1,193:727/930
Segunda seccSo da Alfandega de Pernambaco,
23 de Maio de 2892.
O tbesoureiro,
Flortano Domlngues,
O ebee da seccao,
Placido Pontoal.
Do dia 2 a 27
dem de 28
RECKBEDO UA 00 ESTADO
46:161/257
1:585/915
Da dia 2 a 27
dem de 28
RECIFE Drainag*
47:747/(72
6 014/953
530/281
6:555/234
Hovlmento do porto
Navios entrados no dia 23
New York e escala 21 diaa, vapor ame-
ricano Vigilancia de 2934 toneladas,
oommandante Crossman, equipagem 81,
carga varios gneros, a Henry Forster
4C.
New-Port 42 das, tarca noraeguense
Activ* de 514 toneladas, capitSo H.
P. Christenseu, equipagem 12, carga
oarvSo de podra, a ordem.
New-Port 45 das,- barca norueguense
Johanne de 490 toneladas, capSo
t J. P. Strom, equipagem 12, carga oar
vSo de pedra, a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Barbadoslujar ingles Rita capitSo P.
Treinor, em lastro.
BalizaBarca noraeguense Ho3ton ca-
pitSo E. Otmaik, em lastro.
aereado HnnJelpal de Toa
O mormento deste mercado no dia 27 de
Maio foi o segointe : Entraram :
21 bois pesando 3,268 kilos.
346 kUos de peixe a SO ris
6 compartimentos com mariscos a
100 rs.
1 ditos de camares a 330 rs.
51 cargas com fariaha a 200 rs.
20 ditas de troclas diversas a 300 rs.
6 ditas de milbo verde a 300
rio ditas de louca de barro a 300 rs.
3 diurfe cansa a 300 rs.
19 ditas de milbo secco a 200-rs.
7 1|2 ditas de feijo a203r*.
2 cargas com galltnhas a 590 rs,
2 cassus com galuchas a 300 rs.
31 columnas a 600 rs. '
39 logares a 2(10 rs.
6 sainos a 200 rs. (cabeca;
6/920
atoo
/300
io;200
6OC0
1*800
3000
0
39'
liiOO
1/000
600
1S9W
7805
1/203
(0 compartimentos com fannba a 400 240C0
33 ditos deaomidas a 7JO rs. 23/100
45 dito? com faxendas etc. a 600 rs. 27/0G0
44 ditos com verduras a 300 rs. 13/200
9 ditos de suineiros a 1/ 9/ 8 ditos de a 7C0 rs. 5/600
7 ditos de fressuras a 600 rs. 4/200
tainos a 1/500 /
30 ditos a 2/ 60/000
Ren'dimento de I a 26
2242623
6.035/500
8.310/120
Precos do da
Carne verde de 480 a 720 <" o ki!c.
Sainos de 640 a 800 ris dem.
Carneiro de 040 a 800 ris idas
Farinha de 400 a 640 ris a cois.
Milbo de 360 a 360 ris idea.
FeSo de /800 a 1/800 idem
vaporas a entrar
Mea de Maio
Europa....... Sorata'-.
Europa Entrerm....
Norte........ Planeta?....:.....
Bul.......... Olinda............
Sul
29
29
30
30
a-anhao......... 31
Sai...,
Taparon a sabir
Mes de Maio -
Sorota............ 29 as
Sal......... Entrerios.......... 29 as
Sul.........Estrella........... 29 as
Sal......... Viganaa.........29 as
Sol......... Vianda...........30 as
Nirte....... OKsda............31 as
2 b.
2 b.
4 b.
3 fe.
5 b.
5 b.

S
k


Diario tto Pernambaco Domingo 29 do Maio de
5
Thesouraria de Fa- D.dit0' *to com m36*0'*25*'m4'
Secsante, kilo.
zenda
O conselho para o fornecimento de g-
neros as praoas, forragens a oa val hadas,
ditos ao hospital militar receba propostas
bo dia fi de Janho vindoaro s 11 horts
da macbR no Qaartel General do Col-
mando do 2. Distrioto Militar, onde fun-
cionar o conselho para contratar o forne-
cimeto dos allndidos gneros e mais arti-
gos constante da relacSo infra durante o
segundo semestre do corrate anno.
Arrozpilado, kilo,
Assu 8^ refinado de superior qualidade,
kilo. *
Dito, dito de primeira qualidade, idem.
Dito, dito de segunda dita, idem.
Azeite doce de Lisboa, litro.
Alfafa, kilo i
Araruta, idem.
Ameiza paseada, idem.
Aletna, idem.
Agurdente de canna, litro.
Bacalbo de primeira qualidade, idem.
Batatas inglesas, idem.
Bolacha, idem.
Biscoutos, idem.
Bolachinbas, idem.
Borrachos, um.
Caf em grao, kilo.
Dito moide de primeira qualidade, idem.
Cb verde hysson, kilo.
Dito preto hysson, idem.
Cognac fine champagne, litro.
Carne seces do Rio Grande do Sul, kilo.
Dita verde com ossos, idem.
Dita dita, sem ossos, idem.
Dita de carneiro, idem.
Di a de poroo, idem.
Capim, idem.
Cravo, cento.
Caetas finas, dusia.
Costsneira para officios, urna.
Certificado de bito, um.
CarvSo vegetal, barrica.
Dito coke, kilo.
Corte de cabello, um.
Enterro por cavado, nm.
Envelopes timbrados para officics, cento.
Farinha de superior qualidade, litro.
Dita de primeira qualidade, iiem.
FeijSo preto ou mulatinho, idem.
Frango, um.
FructaB (duas bananas ou duas laranjas)
racSo.
Farello, kilo.
Ferradura, urna.
Goiabada em lata, kilo.
Figos passados, idem.
Grampos de metal es. 0, 1, 2, 3, 4, 5,
cento.
Galucha, urna,
Lenha, acba ou toro.
Lapis Faber n. 2, dnzia.
Dito de duas cores, duia.
Livrancas mpreisos, c.nto.
Leite, litro.
LimSo doce, um.
Liza de differentes qualidades, folha.
Lavagem e concert de roupa, pega.
MacarrSo, kilo.
Msnteiga inglesa de 1.a qualidade, kilo.
Milho, kilo.
Medicamentos para cavalhada. numero.
Matta borrSo, folha.
Marmelada, kilo.
Maisena, idem.
Ovos, um.
P2o, kilo.
Popel rsseo timbrado para ofiicio, resma.
Papel almasBO pautado de 1.* qualidade,
resma.
Papel liso, idem.
Pennas Perry, oaixa.
Papel de 50 linhas para mappas, folha:
Dito pardo de linho, mSo.
Paseas, kilo.
Peixe, kilo.
Phosphoros de segaranca, mago.
Queijos do Minas, um.
Sal, litro.
Sabao amarello, kilo.
SapatoB. um. _
Sanguesugas applicadas aoa doente* do
hospital e aoa externos, urna.
TemperoB e verduras, racSo.
Toucinho de Minas, kilo.
Tinta Blue-Blac, boiSo.
Dita carmim, frasco.
Talarim, kilo.
Tijolo para faca, um.
Vinagre tinto, litro.
Vales mpressos diarios, cento.
Vinagre braceo, litro.
Vinho do Porto de superior qualidade,
litro.
Dito de dito de 1.a qualidade, idem.
Dito Figueira, idem.
Vassuras de piassava, dusia.
Velas etoile, mago.
DitoB de cera, kilo.
Alvaiade, kilo. .
Altas impreisas, cento.
Baixas impressaa, idem.
Banha de porco, kilo.
Cal preta, idem.
Cal branca, idem.
Enveloppes para officios coin O" 22XCm29,
cento.
D eos com O-35X024, Mem.
Ditos com CB>34X0m2. idem.
Enveloppea com CID>0x0B5 cento.
Gomma laca, kilo.
Livros pautados para pharmacia oom 200
folhas, nm.
Ditos para receituarios, de 200 folhas, 1*
Ditos para almozarifado, 203 tolhaa, nm.
Ditos papel e cores, 100 folhas um.
Dito dito corone 200 folhas, um.
Dito dito amarello 100 folhas, um.
Mappa geral de dieta, cepto.
Dito parcial) de dieta, cento.
Dito de movimento diario, idem.
Dito de pharmacia, idem.
Ditp mesologico, idem.
Oleo de linhaca, caada.
Peixe, dem.
Papel da 60 linda* para mappa, folha.
Papel de 45 linhas para mappa, folhas.
Pincel de caiar, um.
Papeletas impresaas, cento.
Pasta com lombo e pao a couro para ar
clavos com 0m25z5m36z014, nm.
Dito, dito, dito com 0,m24zO,m32aO,ml2
um.
hr<; dito, dito oom O,m250,n>36O,mO9,
um.
Dito, dito dito oom 0,m8z&,4x0,mO6,
um.
Tinta Sardinba, garrafa.
Dita esoarlato Stephens, frasoo.
Zarclo, kilo.
EncadernacSo do Diario Guacia! por
trimestre, um volunte.
EncadernscSo de ordena do dia por anno,
um volume.
CondijSes
1.a Todos os gneros serSo de primeira
qualidade, e os fornecedorss deverSo sa-
tisfaser os pedidos dentro dos presos mar-
cados eos respectivos contractos, entre-
gando os gneros nos quarteis e hospiul,
e depositario na Thesouraria de Fasenda
ama quantia como caucSo, que ser arbi-
trada pelo Conselho de fornecimento.
2. As propostas deverSo conter a de-
claracSo ezpressa de sujeitar-se o propo-
nente murta de 5 [0 da importancia que
montarem os nmeros dos artigos que to-
rem acceitos, Be deizarem de comparecer
para assignar o respectivo contracto den-
tro do praso que fr marcado pelos jor
naes.
3.' S po lerao concorrer ao fornecimento
os candidatos qus se habilitarem na for-
ma do art. 18 do decreto n. 7,685 de 6
de Maio de 1880.
4. Os remecedores serSo abrigados a
fornecer gneros aos officiaes dos oorpos
arregimentados pelos precos de sen con-
tracto, mediante vales, por elles assigna-
dos e rubricados pelo fiscal, devendo, po
rom, o fornecimento meoaal cao ezceder
a importancia da respectiva etapa.
5. Da falta de fiel camprimento de
qualquer das obngr ^Ses oontrahidas, o>
tornecedores ficarSo sujeitos a pagar a
multa de 25 i0 do valor dos genetos e
artigos rejeitados por m quali ade ou nao
recebidos em tempo, obligando se alem
disto a substituirem-no ou a pagar incon-
tinente os quo forem comprados pelos
corpos, sob pena de multa (de 10 % do
respectivo valor.
6." Os concorrentos sao obrigados a
apresentar as Amostras dos gneros ou ar-
tigos, que forem julgados precno pelo
conselho
7.* As propostas serSo apresentadas
em duplicata at as 11 horas do referido
dia em que alli eer&o abortas e apuradas
em prsenos dos proponentes.
8. Os fornecedorea cae reqnererem a
rescisSo ,do contracto e forem attendidos
ficarSo sujeitos a malta de 10 r0 sobre o
total do foraec'mento do semestre an-
terior.
9." Finalmente, nSo serlo acceitas as
propostas que contiverem artigos nao men-
cionados reste edital nem tambem aquellos
cu jos preces estiverem si. jeitos a abat -
ment ou descont, por isso que os mea-
mos precos devem (ser invariaveis.
Thesouraria de Fasenda do Estado, de
Pernambuco, 21 de Maio de 1892.
O inspector,
Alexcnire de Souza P. do Carmo.
Faculdade de Direito do
Recife
De ordem do Si. Dr. Director e de
conformidade com o officio o. 872 de 31
de Margo ultimo da secretaria do Minis-
terio de InstruccSo Publica, faco publico
3Re Be aoha aborta nesta secretaria at o
ia 30 do corrento a ooncorrencia para o
fornecimento dos objectos constantes da
relacSo infr, necessarios ao expediente
da Faculdade no 2o semestre do crrante
exercio.
Papel ti-obrado para officios, resma.
Envelopes idem, idem, cent j.
Papel al mas so superior, resma,
dem, idem inferior, idem.
Papel de cartas timbrado formato grande,
caiza.
dem, idem formato pequeo, idem.
Envelopes idem formato grande, idem.
Papel roseo para portaras, resma.
Lapis pretos, dusia.
Ditos de 2 cores, idem.
Ditos de borracha, idem.
Papel mata borrSo, idem.
Caetas finas, ama.
Ditas ordinarias, dusia.
Raspadeiras finas cabo madeira, urna.
Brabante fino ("de botica), um novello.
Dito groase, um novello.
Lacre encarnado, caiza.
Cmpainhas de metal, urna.
Tinteiros de vidro qualidade superior, um.
Ditos de dito inferior, um.
Caivetes finos, um.
Ditos inferiores, um.
Reguas quadradas, urna.
Ditas chatas, urna.
Tinta preta boa, frasco.
Dita carmin, dito,
Dita para sinete, dito.
Pastas, urna.
Esptula de osso, urna.
Livros em branco papel almasso (100
folhas) om.
Ditos de ditos (2C0 folhas), um.
Ditos maiores (;00 folhas), um.
Ditos maiores encadernado de couro, um.
Ditos de ditos (100 folhas).
Pastas automticas formato papel almasso,
orna.
Espanadores de pennas, um.
Pennas, caiza.
Gomma arbica, vidro.
Papel timbrado para tolegrammas, 500.
Descansos para pennas e lapis, um.
Porta mata borrSo automtico nickelado,
nm.
Tmpanos, um.
Os Srs. concurrentes deverSo apresen-
tar as suas propoatas em cartas fechadas
devidamento selladas at o referido dia
B0 s duas horas da tarde e amostras das
mercadorias a fornecer, com declaracSo
dos respectivos preces.'
Secretaria da Faculdade de Direito do
Recife, de Maio de 1892.
O Secretario,
B. Aragao Faria Rocha.
Companhia
Refinadora Mercantil Assucareira
Quinta chamada
De accordo com o que preceitoa o art. 15 dos
estatutos desta cofepanhia, sao convidados os
sennores accionistas s realisarem a quinta entra-
da do capital ratio ds 10 0/0 ou 10*000 por
aceto, at o da 22 de Jsnbo proino vindoaro,
das 10 horas da manda is 3 da Urde, no caes de
Capibariae o. 54.
Rerife, 21 de Maio de 1892.
J. J. da Costa Mala.
Presidente.
X3cx3p3par33.axwi)a
DO
CAMPO GRANDE
PROJECTO DE mSMPCAO k j
Da 20a corrida a realizar-se domingo 5 de
Junho de 1892
1." PAREO 5 de JUNHO800 metros. Animaes de Pernambuoo que nSo
tenham ganho nos prados do Recife at a data infra. pbemios
2000000 ao primeito, 40,5000 ao segundo e 20(5000 ao terceiro.
S. PAREO- PRADO PERNAMBCANO 860 metros. Animaes de Per-
nambuco que nSo tenham ganho na distancia de 900 metros nos prados
do Recife e que nSo tenham obtido victoria no Derby em 1892 ate
esta data, pbemios : 2000000 ao primeiro, 40$ ao segundo e 20tf ao
terceiro.
PAREO DER8Y-CLUB 900 metros. Animaes de Pernambuce que nSo
tenham ganho cestos 4 meses, pbemios : 200(5000 ao primeiro,
40|5000 ao segundo e 2Q5000 ao terceiro.
4. PAREO COMPENSACO- 1-200 metros HANDCAP. Animaes de
Pernambuco. pbemios : 300(5000 ao primeiro, 800000 ao segundo
e 30,5000 ao terceiro.
*.* PAREO IMPRENSA PERNAMBUCANA 1.700 metros. Animaes na-
cionaes. pbemios : 400(5000 ao primeiro, 100(5000 ao segundo e
40(5000 ao terceiro.
. PAREO LIBERDADE950 metros. Cavallos de Pernambuco que nSo
tenham ganho em distancia superior 1050 metros nos prados do Re-
cife ; podendo entrar eguas do Estado, pbkmios : 2500000 ao pri-
meiro 50(5000 ao segundo e 25(5000 ao terceiro.
f. PAREOORDSM 1.100 metroB. AnimaeB pungas que nSo tenham
ganho nos prados do Recife at 30 de Marco prozimo passado.
PBEMIOS : 250(5000 ao primeiro, 50(5000 ao segundo e 25(5000
ao terceiro.
. PAREO JU3TICA800 metros. AnimaeB de Pernambuoo, que nao te
nhsm ganho em superior distancia, pbemios : 200)5000 ao primeiro,
40(5000 ao segando 20(5000 ao terceiro
Observares
De accordo com o ait. 5. do cdigo de corridas, nSo poderSo ser inscriptos
no pareo Derby Clab os animaes Maurity, Pigmea e Sana bouc no pareo Liberdade
o animal Pyrilampo.
No pareo CompeusacSo o peso mximo ser 65 kilos e o mnimo 48 kilos.
O jogo por Goudelaria rica suspenso at rova resolucSo.
A inacrpcSo encerrar-se-ha terca-Vra, 31 de Maio s 6 horas ds tarde
na secretaria do Hippodromo a roa 15 de Novembro n. 55, 1 andar.
Secretara do Hippodromo do Campo Grande, 25 de Maio de 1892.
O SECRETARIO,
usto Silva.
Aug\
DA
PROMOTORA
Emprestmo emittido pela Companhia Promotora de
Insdustrias e Melhoramentos
Essas acreditadas OBRIGACES vencem os jaro de 44/e ao anno, pagaveis
em cada .trimestre e sSo resgatadas em sorteios trmestraes oom premios, sendo o
menor de 255000 (25fl0 de sgio sobre o preco das obrigas&'es) e haveodo outros de
lOflXX), 50(5000, lOOtfOOO, 200(1000, 500*000, 1:0:0*000, 2:000(5000, alm dos pro-
mioi maiores de
25:000^000
50:000^000
e 100:0001000
Cada obrigscjto entra successivameate nos sorteios trmestraes, at ser resga
tada, recabando o jaro no fim de cada trimestre.
SSo garantidas por bypotheea sobre os bens da Companhia que possue impor
tantas propredades, como a ilha de Marambaia, as Usinas de Santo Ignacio, Firme
sa, Cuiambaca, Fabrica de Dois Irmaos em Maoei, outras maitas propredades e
maiii concessSes de estradas de ferro e usinas, a cuja realisacao vai ser empregado o
resultado do empreatimo.
O 1* sorteio teve lugar no dia 31 de Marco prozimo passado, tendo tocado 12
premios as obrgacoes vendidas nesta cidade, os quaes esto sendo pagos, bem como os
jures vencidos do trimestre fiado no Eserptono da Companhia.
Pre^o de cada obrigacao 20#000
2.- JSorttio
lio dia 30 de Junho de 1892
Haior premio de resgate no segundo sorteio
10O:O0O#O0O
Acham-se as obrigaces a disposieo do pu-
blico nos seguintes estabelecimentos:
Banco Popular, ra do Imperador n. 22:
Casados Srs,Martins Fiuza cfeG, ruado
Crespo n. 23.
Escriptorio da Co&npanMa ra do Torres
n. 42, 1. andar.
Meo Emissor de Penisco
Substitui^ao de notas
Faz-se publico que oela Junta Ad-
mi lislraliva da Caixa da Amorlisafao
foi prorogado at 31 de Dczembro do
correte anno o praso para stfoslilurcao
dan notas de 1003 e 2003 estampa do
x-imperio'emildas por este Banco.
Pernambuco, i i de Maio de 1892.
Jos Marcelim da Rosa e Sika,
Director-secretario.
Banco Emissor 4o
Poraamlwoo
Sao convidados os Srs.
accionistas a reunirenwe
era asfemblea geral ordi-
niria no dia 31 do'cor-
rente mez, ao meio i*ia a!
ra do Commercio n. 38,
1 aedar.
Recife, 16 de Maic de
1892,
Jos M. da Rosa e Silva,
I Director secretario.
Companhia
Nacional de camisas e roup s
brancis
Pelo prese U sao convidados os aenbores ac-
cionisiae a tflectuar at o dia 31 do corrale a
primeira entrada, equivalente a 10 0/0, do capi-
tal subscripto, recomend no Banco Popularas
respectivas importancias.
Recite, 19 de Maio de 1891.
Os locomoradores,
Doningos Piolo de Preitas.
Aotocio Jos Moreira.
Manoel Lopes Vieira.
Companhia Bcstia^o e Tanoa-
ra Mecbanica Parahybana
Chamada de capital
De ordem da directora sSo convidados
os Srs. accionistas residentes neste Estado
a realisar a 7.' entrada na ras2o de 10 *],
ou 20JC0O por aojSo at o dia 31 do cor-
rente mes, no Largo do Corpo Santo n. 2.
Recife, 24 de Maio de 1892.
Manoel Lopts de 8.
Estrada de Ferro do Reci-
fe a Caxang
Aviso ao publico
Por ordem snpeiior e para evitar da*
vidas futuras previne-so so publico que
d'amanbl em diante os trens que partem
da Praoa da Repblica nSo apitarlo o''
signal de 5 minutos antes da partida como
era de costme.
27 de tfsio de 1892.
H. Fleteher,
Gorente.
DERBY CLUB
DE
PERNAMBUCO
m 3." wwsb.
A'RE ALISAR-SE NO
Dia 29 de Maio de 1892
Principiar s 11 horas da man lia em ponto
-f
Soi
Pello.
Matara
lid
o
a
Cor da vesti-
menta
Proprletarloa
t.* Pareo- CONSOLAR AO800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo tenham ganbo
premios nos prados do Recife. Premios : 200*000 ao 1. 40*000 ao 2.' e
2WO00 ao 3.*.
Frigorfero.. __ 51
51
Matapaa .... Pedre..... 31
Pensamento.. _ 51
Dois com tigo 51
a 51
Coriseo...... > 51
Templar 51
NtwYoik... 51
Rxoe pardo........
Grenat. ene. e branco
Asol branco........
Eoci-rnado e branco.
Grenat, branco e azul
Verde e amarello....
Encarnado e preto...
Amarello e rxo.....
Encarnado e preto..
J.'-Pareo-PRADO PERNAMBCANO1100 metrosAnimaes pungas.
ao 1.* 50*000 ao 2." e 23*000 ao 3.
Moema
Bonina....
Tenebrosa.
Petrcpolis.
Corga 2...
Zaino.
Rodado.
Alazao.
Rodado
Pernamb.
31
52
54
51
56
Lyrio e ouro..
Azul e amarello..
Azul, branc. e ene.
Verdee amarello..
Azul e encarnado.
Coud. 10 de Maio.
C. H. de Oliveira.
Jos Pereira.
J. F. Gomes.
M. S.
J. M. de Moraes.
Coud. Arraial.
J. N. da Silva.
Coud. Perdigao.
Premios : 250*000
Oliveira & C.
Castorino Santos.
Coud. Cruzeiro.
Magaltie; & C.
Pedro A. da Silva.
3. Pareo-VELOCIDADE850 metrosAnimaes de Per^arxbuco que nSo tenham ganbo ces-
tos 5 meses no Derby e podendo entrar egoaa. Premios i 200*000 ao 1, 43/000
ao.24 e 20*000 ao 3.
l|Vivai....
Tu do
Pbansen
Marojo 2...
Vingdor .
Mouro......
Ida..........
Turco 2......
Castanho
Baio........
Castanho----
Rodado......
Alazao..
Rodado.
Alazao..
Pern.
35
51
55
53
55
55
55
55
Azul e encarnado-
a a
Encarnado e azul-
Azul e bsanco....
Ene, bonet preto-
Azul e ouro......
Rosa e preto.....
Grenat e azul.....
R. Cardos o.
A. M. A.
R C
A.' M. Costa.
Coud. 1" de Junho.
Coud. Mouri=cana.
Coud. Ida e Volta.
J. F. de Monra.
4. PareoPRADO DA ESTANCIA1303 metros-Animaes nacionae3 * premios no Derby em 1892. Premios : 300*000 ao I*, 60*000 ao 2, e 30*000 ao 3.
llCora........i 5
2 Torpedo..... 5
3 Altante...... 4
[Castanho.....,S. Paulo...
'Alazao......I Pern.
54
56
54
lEscarlate e preto.....
Azol branco e encaro.
I Verde e ama re!......
Coud. Temeraria.
Coud. Cruzeiro.
Osear.
5." PareoPROSPERIDADEI.CO0 metrosAnimaes de Pernambnco que nao tenham ganho
nos Prados do Recife, aa distaacia de 900 metros on em superior a 1000
metros. Premios : 200*CO0 ao !., 40*000 ao 2.' e 20*000 ao3.
Petr o polis,
ex Bonapa
te.........
Hercules.....
Cyclone.....
Flautista.....
Aliy Stoper..
Mirante......
Aliy........
Regente.....
Rodado...

Castanho.
Rodado...
Castanho.
Alazao.
Pern.
55
55
So
51
55
55
55
Rxo e pardo........
Encarnado..........
Ene. bonet preto
Grenat, brancoeazul.
Corpo br. e mangas pr.
Azule ouro..........
Azul, preto e ouro....
Azul branco e ene..
Coud. 10 de Maio
EL L.
Coud. Fragoso.
X. A. Bahiu.
Cood.Rosannho.
Cood.Mourscana.
M. J. Alve?.
Azevedo & C.
6. PareoDERBY CLUB DE PER.NAMBCO-1.430 metros. Aaimaet fe poro sangoe.
Premios : 400*000 ao i, 80*000 ao e 40*000 ao 3.
Sesbreuse.... Gypey........ Pandego Eiffol......... 5 4 5 5 Castanho. ... Inglaterra. a Franca 54 59 58 59
Escarate, viol. eouro.
Corp. br., mangs. prts.
Escarate e ouro......
Verde e curo........
Frederico Awood.
Coud. Rosarinbo.
Joo Malheoe.
Coodelaria Eiffel.
7. pareo.PROGRESSO1.100metrosAnimaes de Pernambuco. Premios : 250*000 sol.
50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.
Taiispher....
Vivaz......
Sans-souci...
Ida.........
Maurity......
Rodado.......
Castanho. ..
Baio........
Rodado .....
Castanho ...
Pernam.
55
53
55
53
55
Azule branco.....
Azul e encarnado.
Ouro e branco
Rosa e preto
Rxo e pa-do.....
I. C. de lrxcida.
R C
D.' A* L. de MattoJ.
Cood. Ida e Volts.
A. A.F. T-i.ues.
8.
Pareo-HIPPODROMO DO CAMPO GRANDE-800 metros-Animaes de Pernamboco cra.9
nao tenham ganho no Derby e Prado. Premios : 200*000 !, 40*000 ao 2. e
20*000 ao 3.
Promelheu...
Templar
Hogoenote
rlr
(Rodado......
Preto
Pernam.. i 51 I Preto branco e encar.iCoud. Nerundo.
I 51 Amarello e roxo.....|J. N. da Silva.
| 51 I Verde e encarnado... I *
^^______________________________^. .*>
OBSERVACOES
* i
O expediente para esta corrida encerrar-Be-ha sabbado 28 do cor rente, s
3 horas da tarde, na Secretaria do Derby Club ra Duque de Casias n. 20 V
andar.
Os foraits serSo recebidos at sabbado s 3 horas da tarde.
O secretario,
V
Celestial confraria
DA
S. S- Triodade, erecta no conven-
to de S. Antonio desta cidade
De ordem do carissimo irmao provedor, convi-
do todos os irmSos que estiverem no geso de
seus direitos a comparecerem no d a 29, pelas 8
huras da maoba, alim de assistirem a missa do
Divino Espirito Santo ; e is 10 horas reunirem
e em nosso consistorio em assembla geral para
elelcao de noves funecionarios qae tem de reger
esta administra(3o no anno compromissal de
1892 a 1893
lecife, 25 de Maio de 1892.
O secf tirio.
Theodoro da Silva Campos.
Companhia deTecidos
Paulist
Sao rogados os sensores accionistas s recolhe
rem no es:riptorio i roa do Bom Jesos o. 1,
pavimento terreo, os recibos passados pelo Sr.
Jos Adolpho Rodrigues Lima, os qoaes ji se
acham creditalos as reiDectivas caotelas.
Rente, 3 de Malo de 1899.
Jos Antonio Saraiva Jonlor,
Director fecrftirict
Companhia Fabrica de vi-
dros de Pernambuco
Sao convidados os senbores accionistas desta
companhia a realisarem orna entrada de 10 Oo
do capiUl sbscripto, ou 10*000 por accSo, at o
dia II do mes de Janho prximo fatoro, no Ban-
co Emltsor da Pernambuco.
Antonio Minervioo de Moora Soares Filbo
Director Secretar 0.
Prado Pernambuclio
A directora desta 'sociedade em sessao
de hoje resolveu suspender por SO das
os seguintes jockey* :
Nstor e Antonio Luis de Franca da
accordo com o art. 52 nico do cdigo
de corridas sendo o primeiro quaado mon-
ta va o animal Boceado 2', e o segundo
quando montava o animal Pigmea na cor-
rida realisada no dia 22 do correte.
Secretaria do Prado Pernambueano, 24
de Maio da 1892.
0 Secretario,
J. Alves.
Thesouraria de Pa-
zenda
Reeolbimeto de notas
De ordem do Sr. Dr. inspector fas se
publico qae, por deUberacSo da junta ad-
ministrativa da Caiza de AmoitisagSo, em
sessao de 23 de Fevereiro ultimo, presi-
dida pelo Sr. ministro da fasenda, foi pro-
rogado ata 30 de Junho d'este anno, o
reoolhimeoto das notas do Thesouro de
1OO0CXX) a 500)9300, da 5.* estampa, em
circulacio.
Recife, 19 da Marco da 1892.
O secretario.
J. Gome da Silva.


6



Diario de Pernambnco Domingo 29 de Maio de 1892
THBATRO
SANTO ANTONIO
HojeDomingo, 28 de Maie Hoje
fraude e variad espectculo
A** na A' lia
Lyra, Peres, Fiavlauo, Viaaaa, Virginia
e Elmira
Rnpaaaada ved o progrmala om
Preca reaamkssimeff
Empreza da Estrada de Fer-
ro de Ribeirao a Bomto
Assembla gcral ordinaria
SSo convidados os Srs. accionistas a se
reunir em em assembla geral ordinaria,
ao meio da de 3 de Jim no prozimo, na
Bdo da Empresa, n. 74, a ra Duqua de
Calas.
Nos termos da lei, a assembla fanecio*
cara com e numero de seoionist? que es-
tiverem presentes.
Recife, 28 de Maio do 1892.
Jos Bdiarmino Pereira de Mello.
Gerente
Juizo dos Jeitos da Fa-
zenda
EscrlTo Torres Bandelra
No dia 3 de Junho prximo, irSo pra*
ca por venda, os predios abe izo declara-
dos, peoborados por exeeoclo da Fa-
senda.
Recife
Predio a roa do Bispo Sardinba n. 4,
com 6 metros de frente, 13 ditoi de fun-
do, com repartimento de taboas, avahado
em 7005 pertencente ao BarSo de Una.
S. Jos
Casa terrea ra de S. Jos n. 35,
com 4 metros e 3 centmetros de frente,
18 met;OB e 15 centmetros de fundo,
porta e janella, 2 salas, 2 quartos, coxi-
eha tora, quintal avaliada em 1:2000 por
tencente ao Bario de Una.
Casa a ra de S. Tes n. 4, com 3 me-
tros e 5 centmetros de frente, 7 metros
e 15 centmetros de faado, porta e jrnella,
2 salas, 1 quarto, cosinha fra, avaliada
em 800f, pertencente a Manoel Joaquim
do Esr.irto Santo.
Casa no Fontal da Cabanga, que serve
de s. lgadeira, com 4 metros de frente, 6
metros e 6 centmetros de fondo, avalia-
da em 3: O, pertencente a Jlaacel Paulo
de Albaqoerqae.
En canamente
Casa de taipa n. 3, com 2 jane lias de
frente e 1 porta no oitSo, 2 salas, 2 quar-
tos, em mo estado, 4 metros e 50 cen-
tmetros de frente, 10 metros e 60 cent-
metros de fundo, em terreno proprio, ava-
liada em 700, pertencente a Jos Panlo
Lopes GaimarSes.
Casa n. 20 de taipa, com porta e 2
nellas de frente, 3 quartos, 2 salas,
cozinha, em terreno proprio, 5 metros e
90 centmetros, 12 metros e 60 ceatime-
tros de fundo, avaliada em 103(5, perten-
cente a Joaquim Custodio de Oliveira.
Arrtial
Cata de taipa ra do Costa n. 1
com porta e janella, 1 Bala, 1 quarto,
minado, 4 metros e 90 centmetros
largura, 6 metros e 35 centmetros
f '.ndo, avaliada em 80|J pertencente a
burcio.
Recife, 23 de Majo de 1892.
O solicitador,
'Pkilomeno 6. Correia de.Axo.ujo.
Costuras do Arsenal
de Guerra
D ordem do cidadao mejor directar deste
arsenal, d.sribue-se costaras nos dias 30 e
31, com as costa reiras possoidoras das guias de
es. 151 a 200, de conformidade com as ordeas
em vigor.
Seeco das costuras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambnco, 29 de Maio de 1892
2 salas, 2 q-ia tos, cosinha interna, me-
diado de- largara 3m 45c, e de fundo
8a 659, avaliada em 8003010. Penho
cada por ezecuoto Fsajnda contra
Manoel Joaquim da Gama.
Sobrado de 2 andares e aotSo n. 11 i
roa de Burgos, fregaeata do Recife,
iual
no 1* o 2* andares 3 janella* do
C,
ar-
de
de
Ti
Fazenda do Estado
farlorio do eserlvo Reg Lima
No dia 17 de Junho do corrento anuo
depois da respectiva audiencia do Dr. juia
de direito serSo arrematados por quem
mais dar os bens seguintes:
Casa terrea n. 60 ra do padre Flo-
riano, freguezia de S. Jos, com porta e
janella de frente,, duas salas, dous quar-
tos, cosiaba fora, pequeo quintal murado,
medindo 3 metros e 4 centmetros o de
fundo 13 metros e 6 centmetros avaliada
em 8005000 peahorada a Jos Bernardo
de Lima por ezecac&o da fazenda do es
tado.
Casa n. 8 no 1. becco da Ventora, fre-
guezia da Graca, com porta e janella de
frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha fra e
quintal cercado, medindo de largura 5
metros e 5 centmetros, e de fundo 8 me-
tros 45 centmetros, avaliada em 3000000,
penhorada a Manoel Pinheiro da Silva por
execucao da meama faaenda.
Sobrado de 2 andares n. 35 da ra de
Hjspicio, o qual tem no pavimento, terreo
porta e janella de frente, no 1." andar 3
portas de freate e varaada, no 2." duro ja
nellas e pequea varanda; o pavimento
terreo com 2 salas, 4 quartos, cosinha ex-
terna e quintal; no 1. andar e 2. duas
janellas, 5 quartos, cosinha externa, me-
dindo de largura 4 metros, e de fundo 24
ditos e 15 centmetros, em bom estado de
conservado, avaliado em 12:0C00d, pe
chorado por ezecucSo da fazenda contra
os herdeires do desembargador Caetano
Jos da Silva Santiago.
Caea ?. 12 ra de Santa B ta, fre-
guezia de S. Jos, com 2 jj'anellaa e urna
porta de freato, 2 salas, 4 quartos, cosinha
ozterca e quintal murado, medindo de
frente 5 o 12 metro, e do fundo 16 e 1|2
metros, em bom estado de conservado,
avaliada em 2.0005000, penhorada por
ezecucSo da fazenda contra Feliz Antonio
A'ves Mascsienbas.
Caaa n. 22 na trivessa do Peizoto, fre
guezia de S. Jos, com porta o janella de
frente, 2 sala, 2 quartos, quintal pequeo
murado sem cosinha, terreno proprio, me-
dindo de largura 4 metros, o de fundo 9
e 12 metros, em mi estado, avaliado em
300#C00, penhoraaa por execoclo da fa-
zenda contra Dionisio P. da Silva.
Cesa n 13 no booco da matriz de Boa-
to Antonio, com porta e janella do frente,
frente o 4 rto otrta, 3 quartos, cosinha o
2 salsa no paoiaaocto torreo um Bailo,
2 porta de frente, 2 so oatSo e serve de
armasem, medindo de fundo 16m, e de
bu-gura 6 ditos Ii2, em estado de ruinas;
avaliado em 1:6005009. Penborado por
execuc'o da Fazenda contra Dionisio,
neto de Jos Feliciano de Nojarette.
Casa n. 36 a ra do Marques de Her-
val, com 2 porgas de frente, urna sala,
1 quarto, pequeo corredor ao lado do
mesmo quarto, e outro corredor no fundo,
que enaipado o onde existe o appare-
lho da Draynage ; medindo 5m e 6C'c de
comprimento, 3m e 40c de largura, ava-
liada em 500500O. Penborada por eze-
cucSo da Faaenda contra Jos Pedro de
Sonsa o Silva,
Caaa de taipa arruinada ao 1 boceo
da Tamarinera n. 2 em terreno foreiro,
com 2 portas de frente, 2 salas, 2 quar
tos, cosinha fra, quintal, medindo de
fundo I2m o de largura 4 1 |2 ditos, ava-
liada em 58600 Penhorada por eze
cuello da Faaenda contra Francisco Perei-
ra Barbosa.
Caaa n. 34 ra da ConceicSo, fregu
ta da Boa-Vista, com porta e janella de
frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha exter-
na, quintal e cacimba, medindo de fundo
40 palmos e de largura 14 1|2 ditos, ava-
liada em l:4CO$000. Penhorada por exe-
cucSo da Faaenda contra os fleos de An-
tonio Luis do Amoral o Silva.
Casa n. 3 na Estrada Nova de Bebe-
ribe, com porta e janella de frente, urna
sala, 4 quartos, em terreno proprio, me-
dindo sete metros o 5 centmetros de tan
do, 8m de largura o grande terreno, ava
liada em 700*5000. Penhorada a Urbaao
Francisco de Mello por exeoucSo da Fa-
aenda.
Casa terre?, n. 119 a roa do Feiippe
CamarSo, freguezia de S. Jos, com 2
portas de frente, existindo somonte o cai-
xSo da mesma caaa, o quintal murado,
em coniequencia de haver desabado a
coberta e o repartimento, medindo 17m
e 30c de comprmante, 4m o 90c de lar-
gura, avaliada em 300j-00. Penhorada
por ezecucSo da Fazenda contra os filhos
de Joaquim Luis Vieira.
Recife, 25 de Maio de 1892.
O 2o solicitador da Faaenda,
Tranquilino do Santos Catleo Bronco.
Thsouraria de Fa-
zenda
Substituido de notas dos Bn-
eos Emissores
De ordem do Sr. Dr. Inspector desta
repartilo e em sati&facBo ao que solcitos
o Sr. Inspector da Caixa da Amortisa-
cSo, fago transcrever baixo o edital pu-
blicado por aquel'a rep&ricSo e que dia
respe i to substituicSo de notas dos Bancos
Emissores.
Faz se publico para conhecimento de
todos, que a junta administrativa desta
repartilo resolveu, em seaelo de 9 do
ce rr en te mes pro rogar at 31 de Desam-
oro do corrente anno, o praso marcado
aos bancos emissores para s recolhimento
das notas do Thesouroiue Ibes foram ce-
didas e por el les emttidai.
Deasaa notas teem. curso em toda a
UniSo as que levarem em chancella a as-
signatura do thesoureiro desta reparticSo,
Antonio Arnaldo Vieira da Costa, e teem
curso limitado a respectivas circumscrip-
c8es aa que nSo levarem easa assignatura.
As circumscripcSea sao hoje as seguin-
tes :
Banco da Repblica dos Estados Uni-
dos do Brasil, comprehendendo a do
Emissor do snl, hoje seu cargo :
Capital Federal, Minas, Espirito Santo,
Rio Grande do Sul o Matto Groseo.
Banco Emissor da Baha :
Babia, Sergipe e Alagoas.
Banco Emissor de Pernambuco :
Pernambnco, Parahyba, Rio Grande do
Norte o Cear.
Banco Emissor do Norte a
Para, Amazonas, Maranhlo e Piauhy.
Caixa da AmortiaaBao, lAda Maio da
1892.-M. A. GalvSo .
Em 18 de Maio de 1892.
O Secretario,
J. Goma da Suva.
Oatrosic, a companbia expedir paquetea ex-
ordinarios desde que baja cara para o engo-
men to completo de om paqaete.
Sscn 'oiio. da Companhia -Pernambucan
M llil Stsi Pactol un-
O rapor Tagus
para a
E' esperado da Birepa ees dlaa
4 ou K de Jnnbo segainao de-
pois da indispensavel demora
Las
Baha, Rio da Janeiro, Montevideo Bt$e
noB-Ayree
Pan car,?a, encommendas, passagens e di-
abeiro afrite trata-ss com os AGENTES.
. jjjO vapor La Plata
E' esperado dos portos do sul
at odia d Jauhode 189]
segundo depois da necessaria
lemora para
isboa, Vigo e Santhamp-
ton
Reducto de pattagm
l*a IdatvolU
i' Lisboa 1* classe 40 a 10
i'3outbaiiptenl*ciasao S8 iU
Camarotes reservados para os passageiros dt
Pomambui.
Para passagena, trates, encommendas, trata-p
somos
AGENTES
imcriin Irmos & C.
N.3 Rna do Bou JesuaN. 3
The United States and Bra-
;rilM. S. S. C.
O vaper allemSo
Martha
E' esperado dos portos do
sal at o dia 10 de Junbo
seguinde depois da demo-
ra indispensavel para
Haraalliit, Para, Barbados, *.
l homaz e Xewlork
Para caiga, passagens, encommendas e dl-
Qheiro a fiTte : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
flRuado Comnurdo8
1 andar
Companbia Unmmm de fia-
PORTOS
Taniandar e
DO SUL
Rio Formoso
O paquete Guyanna
Commandante Pinto
M de Maio
Segu no ia
a ncue.
Recebe carga, encom-
mendas, passagens e di
uheires frete. at s 4 oras da tarde do
diada par .ida.
E8CRD7TORIO
Ao Cae da Companhia Pernambueana
n. 12
ooipiia Mu b fia-
PORTOS DO SUL
lacei, Penedo, Aracsrje' e Babia
O paquete Jaeuhjpe
Commandante Carvalho
Segu st
Jucha as 4
de.
o dia de
horas da lar-
Recebe carga, encommendas, passagense di-
nbeiro a dte at s S hora; da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTOBIO
Ao Can da Companhia Pernambueana
n- 12
Miflliil!
LXNHA MENSAL
O paquete Congo
Commandante Bousquet
E' esparado des
Eulato dia
partos do
Baha, Rio de Jameiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
ibetro a freie: trata-se con: os
AGENTES
Wisn,SoflgAGM Limited
10-RA DO OOMMERCIO10
Hl
')
liase
^ Yijor
Macei, Vila-Nova, Penedo, Araca-
jd, Estancia e Babia
O paquete Estrella
Commandante Jos da Silva Mondes
Segu no da 3o
do corrente para
os portos cima
as & horas da tar-
de.
Para carga, passagens encommendas e dinnei-
ro a frete trata-se com o___
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqueira
17Ra do Vtgario17
1' andar
.EILOES
Leilo
Dos salvados da barca austraca iPhison
Tendo sido adiado por oriitrn dos commitea-
tes o leilao dos slvalos d \ barca austraca Pbi-
son annanciaiio para o dia 16 do corrente e se-
guintes ; ter logar o primelro leilo segunda
feira 30 do dito mes. em connuaco, a porta da
Alfanipga, constantes de movis estufado?, lou-
cas. ferregens e muitos ootros artigos.
Naial, H de Maio de 1892.
O agente,
Manoel Joaquim d'Amorim Garci a
Segundo leilo
Do sobrado de 3 andares sito a ra do
Bom Jess n. 25, solo proprio
Segunda feira. 30 do corrente, s 11 horas, no
arnusem a ra do Imperador n. 39
O agente Sitveira, por mandado e com insis-
tencia do Esm. Sr. Dr. juis de direito de or-
phao a requrimento do Dr. Prxedes Gomes
de Sonsa Pitonga, curador do interdicto Vale-
riano Manso da Costa Riis, levara a leilao o so-
brado cima declarado.
As chaies poden ser procoradas no referido
armasem.
O capito Lanrindo WanderleyPereira Lins,
residente no B.tjo da Madre de Deus declara
que nada deve a niuguem, tanto no commercio
com quem tem transaccOes, como particular, at
esta dati.
_______ Lanrindo Wjnderley Pereira Lins.
Aos senhores de engenho
epossu dores de trras
Um profisiousl com bastante pratica de me-
dico e discnmin?cio de trras, assentamentos
de engenbos ceatraes, exploracSo, locacSo e
.construya} de estradas de rodagem e vias-fer
reas e ootros muitos trabalbos tendentes a eoa
profldo, cfferece seos serncoa mediante con
tracto, garantindo perfelcao e modioidade de
precos : traUr na redacao tiesta folha.
Lamparnas
Para quartos e oratorios, lindo gortimsnto nea-
te genero, receberam Rodolpbo AntQaea& C.
ra Dnque de Caxtas n. 67.
A Maravilha
Receberam um esplendido sortiojento de ces-
tas cam flores de biscuit o que ha de mais deli-
cado, assim como om variado sortimento de
tarros e candieiros o que ba de mais gosto,
ledolpho Antones S C, rna Duaue de Casias
numero 67.
Espartlhos
Commodos e elegantes esparlilhoa para senbo
ras, sistema moderno de se tirar as baleias e
facilnaenie se substituir por outras, podendo at
lavarse, oque ha de bom e forte, rec:beram
Rodolpbo Antones A C, roa Duque de Caxias
numero 67
A laraviliH
Derby Club de Pernam-
buco
Convidase aos possaidores das accOes prefe
renciaes desta sociedade a virem receber os ju-
ros do 4* coopon, assim como no sorteio a que
se proceden pira o resgate das masmas lo.-am
sorteadas as de ns. 31, 36, 48, 84,184, 206, 223,
219, 243 e 247, pelo que desta dala em diaote
deixaro de vencer jaros.
Secretaria do Derby Club de Pernamt uco, 18
de Maio de 1892.0 tnesoureiro,
. -- Joaquim.Luli Teixeira.
MARTIMO
de Junhode 18
iaguindo depois da demora necessaria para
8rodeaos, :om esc?la por
Dakar e Llaboa
Para carita, passagens encommendas e di-
neiro a frute : trata-se com 03 AGENTES.
O paquete Orenoque
Commandante G. Rossignol
E' esperado da Europa at
o dia
3 de Junho de l
guiado diipois da indispensavel demora para a
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
noa-Ayrea
Agente OliKira
Leilo
De um relogio de ouro, ocbsrt), patente
inglea e moris existentes na casa n. 87
ra do Visconde do Goyanna, antiga
Qotovello, na Boa-Vieta.
Terc,a-feira, 31 do correte
A'* 11 ha rna ca
0 agente aeima, a mandado do Esm. Sr. Dr.
jais de orpbaos, levar a ieilao os boas perten-
ceotes ao eaaoo do tinado Jcs Ferwira da Sil
va, t nmortane piano forte, 1 cadas para o
mesmo, 1 moblia de Jacaranda, completa e com
lampo de pedra, 1 toilette. 1 secretaria cem se-
gede, 2 guarda roapss, 1 qoarrktaeira, 2 mar-
ooezas, 1 lavatorio, marquezOss e ontros movis
mais 3 venesiaoas, tuJo existento na casa
cima.
Florista
Luzia N^pomucena Doarte participa ao res
peitavel publico que muden a sua residencia
para o 1.a andar do sobrado & rna do Rarao da
Victoria n. 26, entrada pela roa do Caj, onde
est prompta a satisfazer, com toda pontoalirlade,
as eneomaendas qne Ibe forem confiadas, como
sejsm:
Pouquets de cravos natnraes para noivas, ri
carnate enfeilados.
C;pellas tem preparadas e a contento das
Exmas. Sra, noivas.
Plores da panno e de papel, do go.-to que for
pedido.
Bandejas de balinhos qoj de diveras Duali-
dades.
Fiambre prepaiado e boles para todo3
actos festivos.
Todas ai encommendas se fare com toda a
urgeccia pedida, garantind se aseeio e gosto no
aesempenho du trabalho assim como se far
pelo proco qcc convier acs cootractantes.
06
Leilo
De faaendas limpss e avaridas
Terca-feira 31 d corrate
AS 11 HORAS
O agente Pinto levar a leilo a caixa marca
ML MR n. 2, centendo capas de seda para se-
nhora, oescarregada do vapor allemfto Paraguas
.- com avarla d'agoa do mar, s ti horas
No armpzem ra do Bom Jess n. 45
Em continuac&o vender o mesmo agente 1
pega de merino preto. fazenda especial para
batinas, cortes de vestidos de camhraia branca,
de esetone, maotilbas, 016 e outras fazendae.
200^000 dt. gratifica
^o
Roubaram na madrigada do dia 22 do corren-
e, da estribarla do engentn Pago, da comarca
da Victoria, tres cavallos com os cignaes se
guiles :
m Preto caxi'o, grande, inteiro, novo, anda-
dor baixo, com o p e a mo direita brancQ3,
cabellos branco- na mo esqueria, frente aberta.
t- Preto caxito, grande, inteiro, novo, anda-
dor baixo, com o p e a mao direita brancos, ca-
bellos brancos nano e.;querda, frente aberta.
tnma parelba de carro, tem crinas cortadas can-
tes e cauda-comprida, a nica differenca qeeba
ter o p e a mo maiB arregazado do que o
outro.
3 Rodada escaro, tamanho regalar, mnito
novo, ioteiro, anda baixo, muito bgm de carro,
tem c mas e cauJa,cprnpriJas.
Gratifica-se com a quar,ta cima a quem ie-
val os ao dito engenbo, ou ao engech) Arand
de Baixo da mesma comarca.
Leilo
De grande qnantidade de mercadorias perteocen-
tes a navios ou vapores e mais cbjectos
Como sejam:
Grandes rodas para vapores, grande qnanti-
dade de vellas em perfeito estado, encerados,
baldes de ferro e de madeira, harris com vernis,
pixe e alcalrao, latas com tintas, tanques de fer-
ro com oleo, grande qnantidade de cabos de ra-
me, de lkbo e manilba, canos.de ferro, ditos de
oabre, caUeirOes e moOes, diversas pecas de
ferro, com sejajn : gaxetas, rodas e outras, pren-
sas para copiar, 1 importante banco de madeira
atufado a velludo, capachos, rodas, de borracha,
mangueiraa, bombas, sinos, capoeiras para
galinnas, amrralos de vassouras, rodas de leme,
torrentes de ferro, 1 importante mesa com ps
lomeados, 1 espelho grande, portas-almofadas,
chapas de tallo, trein de cosioba, loncas para al
moco e jantar, portas com veneiianas e outras
envidragadaa, pe de ferro, pharoes para nav.os,
cadeiras, 1 ancora e ontros muitos cbjectos exis-
tentes em nm dos armaaens da Gompanbia Per-
nambueana, que serlo vendidos toiosao correr
do martadio e em lotes a vontada dos comprado-
res.
Quiata feira, 2 de Junho
A'S 10 1/2 HORAS
0 agente Gnsmao comp-tentemente aulorisado
far leilo de t.dos os objectosaJma menciona-
dos.
Engommadeira
Precisa-se de orna engommadeira qis en tanda
bem da sua proflsslo ; a tratar no sitio n 5,
roa de Ftrnandes Vieira.
Precisa-se de urna cosinheira que seja perita e
durma em casa dos patroes; aa roa da Ria-
cbuello n. 51.
Caslufeira de eokletes
Cose-te com mmta perfeicao. no largo do Car-
mo n. 43, 1- andar.
Cosinheiro e criado
Precisa se de um cosinbeiro e de um criado :
a tratar na loja das Estrellas, ra Duque de Car
xias n. 56.
Leilo
tea vapores afto
taa elctrica.
Iluminados a
: ompaafela Pernanbncana de
veacio
Bata companbia mantem a? segnintes linfiai
ezulares de navegago:
*vrt, tocando nos portos da Parhyba, Natal
licaao, Mossor, Aracaty e Fortaleza, partindt
este porto om paquete a 11 e S de cada mez.
Sul, com escala pelos portos de Macei, Peno
o, Aracai, Estancia e Bahia, sahindo desU
>orto a li e 29 de cada mea,
Fernando de Njronka, partida do meu 'o dr
Re Formoio e Tamandar, sabida a 96.
Rio de Janeiro, (direotamenie) parte o paqneU
88 a 30 do mes.
Rio Grande do Sul, (viageid directa) sane d
S a 20 do mez.
Tados os paquetes sao novos, tem excellentei
iscommodacoes para |iaasageiros e para carga
1 os pregos sao muilo redaaidos.
03 passageiros encontram, apar do bom Ira-
amento, todo o conforto deeejavel a bordo
un paqaete. .
Os paquetes qne tazem as viageas ao Rio di
aneiro, alm de terem lodo o que se enconti
oe paquetes modernos, accresce que faxa va
em em qaatre dias o a proco de paasageru
a 1.a classe 604000.
O paquete empregado na vlagem para o Rk
irande do Sul e smente para carga, e tem i
alado adequado a entrar no porto daqoello Ba
ado em quaiqaer occasrlo.
Recebe se eagaiamento de carga pe: quant)
a de fixa para todas ai viagens.
Previne-s? anda aos Srs. recebedores de mer-
adorias quii ->o se attender a recUmacoes po
'al as, que forem reconbecidas na occasio di
descarga dt s volumes ; e que dentro de48ho
rasa contardo dia da descarga das a^varengas,
Reverlo fazer qnalquer reclamaglo concernen-
tes a volum es que por ventura tenham seguido
para os po-tos do sul, afim de serem dadas i
empo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla
em na vesr. era da chegada do vapor para toma-
rem as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas
aeiro a frete: trata-so com os
aGKNTES
H. Burle & C.
41Ra d) Commercio42
di
8TRA1TS0FMAGELLAN LINE
Paquete Sorata
. E' esperado
3aVdia
da Europa at e
a de Maio seguinda
De 1 sobra Jo de 2 anda-es sito roa de Mariz
e Barros, antiga ra do C idomiz a. 4, fregoe
zia do Recife, edificado em terrino proprio, ren-
dendo mensalmeots 535000.
Sexta-feira, 3 de Junho
A'S 11 HORAS
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 48
O agente GusmSo, autorisado, far leilo do
sobrado cima mencionado, podendo os compra-
dores examioa!-j.
AVISOS DIVERSOS
ALUGA SE ama das meltnres casas e sitio
do Arraial maogabeira de baixo : a tratar all
com icaquim Moreira Res.
Vendeai-se duas partes do engenho Sacam
b, situado no termo do Cano, muito bom moe
dor. copeiro, tem proporgjs para safrejar mais
de 9,000 pies, mnito bom cercado, boas maltas,
disa da estago, doC.bo doss leguas; quem
pretender dirija ee roa do Caldereiro n. 21,
sobradclj
Precisa se de duas amas, nma pa.-a co3i
o bar e ostra para meninos : a roa Vidal de Ne-
greros n. i 76.
Alaga se a casa n. 234 da rna Coroosl
Suassuna ; a tratar na ra da Penba n. 1, segu,-
do andar.
luga-se
Um sobrado comprehendendo o andar terreo,
eom muitos e boos commodos, quintal, agua e
gas, predio novo, asseiado e fresco ; a tratar na
mesmo predio roa Imperial a. 286.
Moedas brasileiras
Compra-se de 500 re., 14000, 24000 no centro
da moeda ; na roa do Cabuga n. 9, loja de Au
gusto do Reg.
Cosinlwra
Nj sitio n. 5 da-estrada de Joio Fernaades
Vieira, se precisa de urna cosinheira.
Fabrica 4* Unras
DE
Roa Raro da Victoria o. 63
Loja de quadros
Madama Gerard avisa aos sena nume
rossimos iregueaes, que receben de Paria;
jm grande e variado sortimento de pelu-
sas de chevreaux, de primeira qualidade,
eda, castor etc., ete.
f
CAPITlO DE FRAGATA FRANC!:C0 FL.WIA-
NO LE CANTAUCI
Flix Venancio de Canlaliei, Dr Heraalio Co-
lombo de Cantalici, Toereza F. t'e Cantalic,
Maria C. de Canlaliei, Liberalina A de Cantalici
e Clauditna N iva da O. Santos, c;nvidam aos
prenles, imigee e compacneires do sen indito-
so fjlbo, irmo, to, cunhaao o sobriiiho, o capi-
to de frsgata Ftebcsco Flaviaoo de Cantalici,
victima di. catastrophe do monitor Sollames*
para assistirem as misca3 que sern celeradas
por sua alma, segunda-feira*30 rto correrle, as t
horas da inanh, na igrejada Conceigoyos Mi-
lila'es : ficando desde j agradecidos*a todos
que comparecerem a este acto de religo e ca-
ridade.
IGNEZ AMELIA DE SOUZA LEO
A Bareneza de Morones, seus filbos e genros,
agradecem do intimo d'alma a seus prenles e
pessoas de sea amisade que assistiram sos tuf-
fragios que mandaram celebrar por a rea de sua
semp-e lembrada e idolatrada lilba, irme cu-
chada Igciez Amelia de Souza Leo, e de novo
os convidam para as raissas que, em sua inten-
go mandam celebrar no dia 30 do corrente tri-
gsimo da de sen passament, na igreja ma-
triz da Boa Vista, as 8 horas e na capella do
eigenbo Morenos s 9 horas da machi do refe-
rido dia.
Antecipam seos agra^ecimentos. ^^
t
MANOEL ANTONIO GONgALVES GUERRA
Ansa Francisca da Soledade Guerra, Emilia
das Merces Guerra, J.o Antonio Vtsoa Guerra,
suamulbere filbos, tendo de mandar celebrar
algumas missas pelo repouso etreo do seu pre-
sadissim" esposo, sobriobo e primo. Manoel An-
tonio G. Guerra, no trigsimo da do seu passa-
mento, seganda-fera 30 do correte mez, na
capella do engenbo Mcrij, da comarca de N;-
zaretb, s 9 la manh, convidam aos seus pren-
les e amigos para fazer Ibe o caridc:o obsequio
de assiEiiT-as, pelo que se cenfessam eternamen-
te gratos.
Cesarlo Acrelo da Silva P paula
A commisco directora j. Asscoago Portu-
gueza de Benefcancia em Pernamburo, convida
aos Eocics, prenles e amigos do rinauo compa-
nbeiro socio e ex thesoureiro Cesario Acurcie da
Silva r.ipock', para a;sis'i:em a missa qne man-
dam celebrar na matriz de Suto An'oaio, se-
gunda feira 30 do corrente, s 8 oras da ma-
nu. trigsimo da de seu fallecimento ; agrade-
cendo desde j a todas as pasoss que assistirem
a este acto de relieo e caridade.
Jos Joaquim dos Santos
____________Manoel Goncalves Salgado.
t
JOAO ALVARES DE QUENTAL
OJorico da Cmara e saa familia mandam re-
tar ama missa pela alma de seu bom amigo
e prenla i. A. de Queatal, fallecido no Rio Grende
do Norte ; e peden acs seus amigos e perantea
eaos do fallecido para comparecen m a este acto
de rtlii'iio e caridade, pelo que desde j se coa-
fessam agradecido.
Em conseqaeocia das festas pelo encerramen-
to do mes marianno, a missa em vez de ser re-
ala no ilia 31 de Maio crrante, como j foi an-
nunciada, ter lugar no da 2 de Junho prximo
na matriz de Santo Antonio, s 8 horas da ma-
nh. ______________________
aaaaaaaaWaaaaaaaaaaBaWHAaaaaaVaaW
t
Joo Soare l.lma

Francisca M. Soares Lima, Emita Soares Lima'
Joaquim Moreira da Silva, Isabel M. H. Silva,
Augusto de Figaeiredo Costa e Antonio Barbosa,
esposa. Giba, eogro, sogra, socics e amigos do
fallecido Joo Soares Lima, mandam rezar no
dia 30 do corrente, trigsimo do fallecimento do
mesmo, na igreja do Corpo Santo, algumas mis-
sas as 7 i/2 por sua alma. Para esse acto de
religio.convidam aos prenles e amigos do fal-
ecido.
f
CATHABINA ROZA DO CARMO
Agostiobo Hermes do armo, convida tQos os
seus parales e pessoas de saa amizade para
assblirem as missas que msatfa celebrar por
alma de sua presada esposa, Calbinna Roza do
Carmo, seguoda-teira 30 do correte, trigsimo
dia de seu fallecimento, na igreja do Livramea-
to., pelas 7 horas da manb. Desde j se coa-
fessa grato a todos aqnelles que assistirem esse
acto de religio e caridade.
t
CARLOS A. CARNEIK M0NTE1R0 FILHO
3 anni versa rio
So 17 primaveras viven o ente idolatrado que
em vida se chamou Carlos A. Carneiro Monteiro
Filho. Morreu, fot morar na mansao dos justos,
porm nao morreu e nem morrer a sua lem-
branca no coraco de seus pas.
Celebra se ama missa no dia 31 de Maio, s 8
horas da manb, na Ordem 3' do Carmo.
Lembranca de seus pas.
Pataco es
Compra-Be de todas as nagCes ; na rna do Ca
bag n. 9, loja de Angosto do Reg._______
Criado
Precisa sede um criado, cuja idade regule d
18 amos : ca ra do Paysandu' n 19.
Precisa se de um bom
Pajcand n. 19.
C osinheiro
cosinbeiro
na rae do
para Valparaizo cora es
Precisa se de meninos ; na roa Baro da
Victoria n 30, loja de molduras.
Precisa 66 de orna ama para coslnhar e de
um trabalbador que entenda de j rdim, para um
sitio no Arraial; a tratar no armazem travesa
do Corpo Santo n. 27. da* 11 horas s 4 da
tarde.______________________________
Precisa se de nm criado que enteoda de
copeiro, e de urna engommadeira, para roupa de
, senbora. e de urna molner para arromar qiartos
da, demora necessaria I e lavar alguma roupa : a tratar na ra Marqoez
sala por e Olindi (intiga da Cadeii) n. 35.
Urgencia
Tendo fallecido bontem s 61|2 horas da tarde
o p-ofessor jubilado Simplicio da Crur Riheiro. e
Iostitato dos Professons convida aos seus asso-
ciados, bsm como aos demais profesEoreftqce
qulzerem acompanhal o saa ultima morada a
comparecerem hoje s 10 horas da manb na re-
sidencia do fallecido ra da Imperairiz n. 48,
2.andar.
t
Precisase de ama ama que lave e engomme
para poccas pessoas, e que queira ir para fora
desta cidade ; a tratar nJ roa da Palma n. 74.
Gaizeiro
Precisa se de um caix?iro de 14 a 16 annos,
Soe d fiador i roa conducta ; na padaria da ra
o Brum n. 62.______________
Padaria ra D. Maria Ce-
sar d. 30
O proprietario desta padaria previne a seus
nnmerosM fregueses eao respsitavel publico tm
geral que contina a fabricar todos os dias uteis
as sabrosas bolachas denominadas Urano, Pe-
dro 2- e Impeatriz, para meUfr e bem servir,
assim como tambem previne que tenham todo
caidado cem as falsificsgOs que Ee vo espa
hando e tm grande quantidade com o mesmo
ormato; as fabricadas ntse eslabetecimento
vo marcadas com J. A. C, e manda-so levar
qaalqoer pedido.
Telephone123
Fraiaciaea Moalelro Leofler
Zusima de Piva Foaceca (ausente) e seus
filhos, mandau rezar ama missa aa matriz de
Santo Antonio, seguada-feira 30 n andante, s
8 horas da manb, trigsimo do passamento de
atiaFranciscaM.Locfljr. e para Lssisl-as con-
Jam sens pa-entes e a mi eos
aaaaBBaii^BMBBBaMziBa
t
IGNACIO GOMES PORTO
A familia do finado Ignacio Gomes Porto, man-
da celebrar miss.s por roa alma no dia 31 do
corrente, na igreja do Livrarnenio e-naaiairiz da
Escada s 8 horas da maDb.
A' assistirem-as convida os sns amiges e os
do tinado.
t
IGNACIO GOMES PORTO
Os filbos. oras, netose bisnatoa do fallecido
Ignacio Gomes Porto, agradecem do funde d'alma
a todos aquellea amigos que levcsm a ultima
morad o cdater do seo idolatrado, pe, ogro,
avd e bi?ai .
-
i 7i


Fhdrio de fmambuco
Domingo 29 de fflaio de 1892
o

DELICADO
AGUA
FLORIDA
* LMIAN
Mantem sempre sus popn-
laridadc. Cautela com as
UITACOKS.
m
|>| DURADOIRQ \i\
VINH.0
kJcJiJcJcJ^k Jdtdfe Jbfcfcfc
AguaXelissa*< Carmelitas
TT23.C Successo' d.oe Ca^rsaaelitaB
PAXtl 4, Atea de VAbhaye, 14 PiLRie
CONTRA :
Apoplexia Fictos
Cholera j Clicas
Enjdo do asar I Indigestos
Fekre am olla, etc.
:
lar a prosasco nc qutl tul envolvido
\' "ettfi vldro.
Deve-ae saigtr c lartretro branoo
preto, m tedas o* vidres,
se)a cpxml oi o tamanho.
aspoarros ni todui as i-habmacus
do Untvrto
Desconfiar
'fafaififflrflfs
e exigir a Asngnatura
de
^ppppppppppppF=(PPPPPPPPPPP
C
INJECQAO
GRAGEAS
deCepahlba, Cu beba lklMff/c?en/ca e Preservadora
Ratuhlt e Ferro, dismutho KnsUaCaCAaUs^aUhal *em causar
Alcatro, Terebenthlna, V sVaBSBHaaanYaanl LalsVa ceideot a/jum.
A GRAGEAS FORTN, forao as primiira qoe ebtiveram a apjovaooda4oKT4ffl
ota medicina (1830) e que adoptaram-se nos li ospitaes. Curam aa molestia* aeoretas,
mais rebeldes sem fatigar os estmagos mala delicados.
A INJECQAO FORTN sompre racocimendada como o complemento da medicarlo.
Daposltarios em Pernambuoo ir-n.A-Kr* 26T. La. 3IL"VA 4* O*.
CAJ BRAZIL
j! -.- ^ jo
5

i*
ni-,
RUADO VISCO N DE DO FIO
BRANCO** *
ANTIGA OA AURORA
III
O proprietario siVsae estibelrcieento, deeejan
do tornar t>cm conbecido do publico os pro
doclcs ce fea fabrica extrabidos do caja, geni
papo,.abaosxi e ostras iradas cacionses, cojas
fcrLcula? e modo do prrparacSo feram appxova
dos'pela Irispectoria da Hy^iene desle Estado,
vem apresentr a lua dos ditos productos, que
oe-Ja dii vo sendo confecciooados com mais
pefeiflo c aceio gr?oas aos seos esforcos e de
iabeis fabricantes europeo?.
Aloi s vlrlodes medicinaes dos preparados
da marca nupra, que tem por baee o enj e ge-
nipapc, como sejam os rabos, aperltaes e ceg
nac, que s?o perfeitsm rite coobecides por lodc
o mundo, tob este atada c uso qoolidiaDo que
delles se faz lembrar por oceasiao das refeief
diarias, como bebidas de cbeiro e sabor agr
da7el a qualquer paladar, provocando ao mes-
mo lempo hom appelite, principalmente as pes-
soas que s !Teai do estomago, anemia, syptriles.
molestias d3 pelle, etc., etc.
recp acliae* sajelts -* alterece
do asertado -rara eiear (aco
franco n bon'o e IO de descont
ena (roseo.
VI.NHO D3 CAJ,
em calis de i dosis de 10* 12*000
em ancoreta de ttf 28*000
em barril de 40* 60*000
COGNAC DE CAJ'
em caixa de 1 duzia 20*000
APERITAL DE CAJ'
em caixa de 1 duzia de rta-
lo encarnado 11*000
d; ro'oto amaretlo 9*800
VINAGRE OE CAJL" tioto e branco
em caixa de 1 duzia 5*000
em barril de 20* 26*000
em ancoreta ce 12* 14*000
VJNHO DE GENIPA10
em caixa de 1 duzia 12*000
aPEMTA DE GENIPAPO
em cafxa de i duzia 10*000
COGNAC DE GENIPAPO
c m caixa de 1 duzia 20*000
DITO DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 18*000
APERITAL DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 10*000
GE.NEBRA DE LARANJA
em caixa de 1 duzia 7*000
LICOR DE MANGA
em caixa Je 1 duzia 12*000
V'NHO DE ABACAXI
em ca-xa da 1 duzia 12*000
CAJ' EM CALDA em (races e barriliobos de
!oi:ca ricamente pialado proprios para
presente, etc.
CAJL" CRYSTAL'ZADO, castanhas de caj con-
leadas, chocolate de castanhas de caj
compoeto, laraaja cry,taliiada, outras
fractas e confei'oscm latas ornadas, etc
Algons destes productos qne nao fcrem en
contrata as cases de varejo desta cidade, po
d. ;ao ser aviades na fabrica ou no depeeito
1 atade dos cempradores.
Ciarr.-fns wuitn
" mpra se nr-flta fjlrc grate casias de
dj p ;r lo, servja etc Je-<50 a 100 rs cada
3SPECIFIC0S
DO CZLEDEE
r*. itumphreifs de Nova York.
mals de 30 annos, simelw!, ngtiros, eB-
-aio!. A Tonda as Drogarta* c )tar-
"i garant Jo. do Hondo.
CAPSULAS COGNET
A EDALVCrOL *SOLLTO 1( D0F9RH0-CM080TADO
0EOICAHENTO S0 RIVAL PARA A CURA DAS
TOSSES PERSISTANTES BI10NCHITES CATARRHBSj
LARYNOITE8 DOENpAS DO PEITO
F.xiglr as verdaderas CAPSULAS COONET levando aa etiqueta a aselenalura do Inventor
' Pars, 4, Rae de Gharonne. En Pernambuco : O de Drogas e productos chimicos e todas oharm1-. i
^^f.......r........N imaj
y>.**M
9
CAPSULAS AZY1MAS E. G0RLIN
OBREJAS
lUaer*
TIHTA8 PRETA8
i db cosas
CoiU Uqmi i Pri
FBtMVXXJTQ-I^JDO S. O-. 13. O-.
rwafil'usiiia'siattolMosfikiBistataiUlN-isi'dM,
taarasar: OleoSrFIgaeSailaealhae, Olea tmiclno,
liiiir:i da Copahlba. Opiatos, Alaatrio, ate.
TOOS OS MEDiaiMENTOS EM PO
a. sola v na, M, ras t* TSaau. a Partm.
Aaseess>s>a>arsjs massse*'"'""
Ptrnunbuoo
e sisaaaoo*
HOSTIAS
J*Aes la-jysaa
ftn Pbarmutm
HOSTIAS
uCsJtHai
StatStXVAA*
laasssioseatj.'
ETOSt.lo, Iiiflamr.np.'j<............
ion cansadas por IV>tr.TjrfSa..._
, prtnclpae loai* f
( Ct'KA
.. '"brea, CoDERBtSo, I
bree C-etirnean
licw, C:!ioro(-
-.rriiea de Criancaa e AaoBoa..............
'. li pnteria.D6res de Barriga, CoUeabMIoa
I I >;eria-<., Oletw-Hi.rho, Vmitos............
7. Tofise, Oonstlpacao. Boaa.atdao, Br-mchlte..
I.. r *< Jentr c de Cara, e Hevraleto.......
ir-.pe*sia. In^ilgeno, ft**) de^Vsnrre.....
upjircseatoaWKesra. Escama ou Demo-
r: >la....7r................................
,.eniorren, KloresBrancaa, Kegra.profusa
reap, ToeJVi.'a.Diataoldadedaleaaamr
II. If(T'S, ErupcSii, Kryslpela..................
- aai_____>_____al____' 11.' >.i -Iwni^Ailaai
'licaHotiamo, bftreruesmailcn..........
zae* Mawlta. Fc^r^ Intcrmlttente.........
.:. Ueuterraeldn. Alniorrerau. iternaa ot.
rzea Maiel'-i. Fofjn. intermitiente.
' enterrtiald;i ., Aunorrelma. i
externas, simples ou sangrentas.
'.-. 'Iphlbnlmla, Olhos fracoa ou iBaaauaado*.
-*)oq chronlco,Dfliluxo........
Ophtfa:-.Inila, ''
.. t'atarro, agudoc_ .
-0- Co^aelucbe, *pr*ei-tpaMnodlcft..........
Si. Ania, P-TSplraeSodlfUcaltosa................
'>.. >ui>r;nrHvilono*QJ^aaj8oraei............
. rotula-., IncLaoBe e Ulceras.............
. Dcbilidade ne.i-a,ou physlca..............
' i. II vlropeeia. Ai^tninlacSea fluidas...........
. liiijoo de Mar, ausea. Vontos.......... -
. Molestias oorlparlus, Clculos on Peora
na Bezlga..
Impotencia* bebtldadc nervosa, semlaal .
('!iuaralBSia> na Bocea, ou Aphta..........
30. Incontinencia de Ourlna.Om-maroca
l
Cuma.
.'FlCIJ*
i nipbthe, sjrsaBgBOdeOamnta,..
i Couttestes Chranlcas, DOrdeCabeca ...
OSlansjaldo Dr. Hamiihreys, 114 paginas sobrt
as r.r.farnadause o modode cural as.se d eraUs.
iWde-se ao seu boUcarlo ou ^
HCTPHBKYrJ' MEDICIrfB CO.,
aOS Valtn Street, NEW TOBK.
Deposito geni n Comijtrd
e Droga e Prodaotos ohimioM.
Gerenta Francisco Manoel da
Suva.
Receben diredamenle os segoin-
t sartigos:
Bolgar e palha, albaca boloaa de pe
aoa, dem de cbagrio, carteiraa cromos,
papel bordados e com cromos para cartas,
leqnes de setim e de gase, ventarollaa de
a-!haa e de penas, colariobos, pnnboa e
peitcs de celuloide, ruxea para eoteitea
de veaUiae, readas, fitas, espartilhoa para
4*5000 rlOOO, lavas, etc.
i3~Ria Difie de Cnias-103
Tdepbone u. 413
Barbosa 8f Santcs
sa a si *- ~~ a aaaialHaaia aEdb%aliajaaaaaaa S>aa.daaaaaaai
ny^n^^ny^ay^^sv^r^Br e a e a^n>^rsa'^n]'^r^s/^sj www ny^rny'sy ses i
t vOOnflpia GOTTA
? X doD' ISP*^ RHEUMATISMO
Especifico proyado da GOTTA e dos RHEUMAT1SMOS, acalma as dores as
mais fortes. AccSo prompta e certa em todos os periodos do accesao.
?
?
REMEDIO DO DR, AYER
CONTRA
AS SEZES OU MALEITAS.
O Rbvedto do Dr. Ayto, descoberte
vegetal que nao conten a quina nem o
arsnico, nem to ponco ontro ingrediente
nocivo, um remedio infalllvel e prompto
para toda a qualidade de /e&r intermit-
ientes ou maleitoa. Sens effeitos sao per.
manentes e certos e nenhum mal abso-
lutamente pode advlr do seu erapaego.
Da mesma forma torna-se o melhor
remedio posslvel para todas aquellas
aoencas que provm dos efeitoe do
miasmas, qne se desenvolvem nos hurarek
pantanosos e infectados, e que geralmente
O Rbmkdio de Ayer curar sempre,
raesmo nos casos pelores, toda a ver qu
n>r empreado convenientemente e se-
gando as direccSes.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYR & CA,
L-owelL Mass. Eat.-nidoa.
Celebres Remedios Le Hoy'
Milu u mu mliM d m luai
as vti.riuhifi/is
POLAS LE ROY
Popu/srsiam FRAHQA, nt HESPANHA, os AMEIIC,
no BRAZIL ate ata
' lutoritdti pelt Junt da Hjlsti*.
rsasoos ................ i/< rsAssos
Xsua Pilnlas dio toda a facllidade de se tratar so, pac
preco barato, e de se curar em poaco tcmpo.ElUs expulsam
rpidamente os humores, billa, humores viscosos viciada!
que oouservam as molestias; ellas purificam o sangos
impedem as recahidas.
- Smpreitam-se sS>
tra ajPs-s^Oc de rentre, CatharrK,
Gta, RkeiunaMHo, Walta de ,
Ama
Precisa se de ama ama para lavar e eflgem-
mar, e qne darma em casa dos patres ; na roa
da Soiedade n. 38.
Ama
Precisa-ge de ama ama ose saiba cosrbar e
comprar, para casa de duas pessoas, e fazer
mais algos, servioodecasa de familia a tratar
na roa da Matriz da Boa Vista n. 3.
Ama
Precisa-se de ama que coaohe roa da In-
tesdencia r.. 13, aatiga rsa da Ca xa d'Agna.
Ama
Precisa se de orna ama para cosiena.r e que
durma em casa dos palrOe* ; a tratar na rualda
Santa Crnz n.26.
Ama
Preciaa-se de ama ama para andar com unu
menina e mala serTicos: i tratar na roa do
Ataibo n. 15.
Paga-se bem
Precisa se de orna boa oosinoeira ; a tratar na
roa da Solsdade n. 82. ______________
Sementes novas de irortalif as
G-ande sort.meoto roa estreila do Rosario
a. 9, Pocas Mendes & C.
Sola para bomba
Tem venda: na roa do Bom Jess n I, loja
de calcado.
Vivam os noivos!
COSTMES
de Casaca f
de Crois g
de Frack g
de Paleiot g
>
a
o
>
B
a
e debrlns
<
S
I
se
o

Ama
Preciaa-se da ama ama para tratar de doas
criancas, que sf ja crioula e de meia idade, dan
do attestado soa ccndocla, sendo a dormida
em casa de seos palrGes, paga-se bem ; a tratar
na roa do Livramento n. 1, sobrado.
Ama
Precisa se de ama ama boa cesioheira,
casa de familia, exige-se ptima conducta
roa Docme de Caxias c. 37, 2- andar.
Ama de leite
Precisase de ama ama Je ielte
roa Direlta a. 31, armazem.
para
; na
a tratar na
Attendite et y-
dete!
Jos Samnel Boelbo, fabricante de souquetea
do mais aparado gosto, para casamento, embar-
que on ootro qualqner acto, pode ser procurad
roa da;Cadeia n. 43, loja de selleiro, on na sea
residencia roa' da Conceicao n. 3, Recife.
Boa cosinheira
So cosinba nos dias otis, dorme onde quizer,
compra, e entra as 7 basas e sabe s 5 ; na ira
Nova n. 13.
Caixeiro
Precisa se de um
que d fiador soa
numero 66.
caixeiro de 12 a 14 annos,
conducta ; na roa do Broa
Ama
^.Precisa-se de urna ama para cuidar em criao
gas e fazer mais algum servico domestico; na
roa D. Maria Cesar n. 32.
Ama e criado
Na roa do Pilar n. 6,1- andar, precisa se de
ama ama e criado, para ama pessoa, paga-se
generosamente ; a tratar a qoalqoer bora do da
da noute, na me3ma casa annanciada.
- P- COMAB a FiUlO. 3S, Ru Js.nt-Claude, PARS.
VENDA >OB MIUPQ. -StS TODAS >tS> PHARMACIAS
E DROGA
AWIAS d>
afa^adSB^Sa^dBa
viMiiirM pan q BYRRHcos m Hm
8II0N VIOLET AM aC ntm (t VIOLET FRREaa

O BTRRH una ebida cojas virtudes toaieaa ternam-ta
__1^ escosado asaignalar.
Com posto com vinhos velhos de Eespanha excepcionalmenta
jenerosos, pdstos em contacio com substancias amargas jndicios-
menteescolhidas, este Vi nb o con tem todos os principios das meemas
e nao tm no estomago aquella a celo corrosiva do alcool que cons-
tituea base da maior parte das especialidades offerecidaa ao publico.
B", ao mesmo tempo, miito aaboroao e absolutamente irrepre-
hensivel ao ponto de vista, hvg-ienlco.
0 BTBBH pode ser tomado a qualquer hora, aoutc oun 9*
doae de um cauce de Vinto de Porto, como tnico; rn/tter^bft
i <\| ^ com agua, n'um copo granito, como bebida refrigerante.
I--------------------- KXPOSIQAO UHIVrtSJ/aL DC "ARIS IBM ---------------------
MSDALH. 4a OTJRO (e mala. aUtav rsoompensa ooztosMUda)
sa A"srwssaasiue aa aasa de riaJr 8. da DITA Irisa iriaelpaas.
Jfe-sajwsusxs, ate.
,E PRECISO RECUSAR
liilqitrfniasM ibuwsisSnaiS
Ph Oottia
CsinisSst.UHn *J
^ do SaV
EV TODAS
saM*q*s
Liiiha msrea Lelo
E' A liiiba glace para machina a mais
moderes e acreditada na Europa, de urna
solides e perfeicSo como nSo tem vindo a
este mercado.
Est por aaa superior qoalidade e resu-
mido preco destinada a supplanta- todas
as outraa marcas, pois sem competencia.
Preeoa : 14C0 a duzia e 120 rs. o car-
ril!.
Garante se a qualidade, e (ffereoem-se
amostras gratis para prova, sob a respon-
sabilidade do takricante na
BELLA JABDINEIRA
roa Baro da Victoria n, 20
Providencia
Pede se ao Sr. subdelegado da freguezia de
Sanio -Antonio que tome providencias de um In-
dividuo qne vive em saas conquistas na roa Co
ronel Soasauna, e que diriee mu tas pilberias as
familias que esto as suae janellas.
Portanto, espera-se providencias do Sr. subde
legado.
fngommac'eira
Precisa se de ama boa engommadeira : a tra-
tar na ra de Paysando' n. 19.______
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 12 la annos de
idade, e que d Manga de soa conducta ; a tratar
na Praga Maciel Pinneifo n. 14.
Aluga-se
O 1. andar roa do Imperador n. 38, sala da
Pente, propria para escriptorij, tratar ra
rrimeiro de Margo n. 15
Caixeiro
Para orna excellente loja de fazenlae na este-
gao de Agua Preta, precisa se de um com prati
ca : tratar no Livramento o. 8.
Engenhos
Vende-se da?s partes do engenbo Pereira
Grande, e urna parte do engenbo Joao Gomes,
tratar com o proprietario no engenbo ftio Bran-1
eo, ou roa Direita n. 16, Viado Branco.
Pharmacia
Precisa se de nm prati.o na Botica Francesa,
22, roa do Bom Jesos. ________
Cosinheira
Precixa-se de orna de meia idade para ir para
fra e cosinbar para doos rapases solteiros. Pa-
ga-te bem, tratar no sitio dos & leoes em Far-
nande8 Veira.
VINHOdeBUGEAUD
^NI-NUTRITIV0
iCOM OUINAj
WBSSHGf
O tnelhor e mais agradavel dos tnicos, recentado pelos mais
(Ilustrados facultativos de Parte, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, PEBRES de qualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAOO, GONVAIiE5GENgA.S.
Se acha as principies Pharmacias.
g^f^rfWlitfflIllli^llllllIJIlIltUllMIMIPI
TNICO
ANALPTICO
rTEcofrerrrmTE
COM a!NA
SUMO DE CARNE
PH0SPHAT0d.CAL|
O Tonteo
mah enrgico que devem
em pregar o Convalescentes,
as pencas ditas,
as Uulheres, as Maneas dbil
e as Ptssas
tracas de Constituicio.
OVINHO os vial a AssoclcSo feliz dos Medicamentos mals activos, para combater a AnenJa,
a Colorse, a Tsica, a Dyspepsia, as Gastralgias ou G;istntas, a Dlarrha atnica, a Idade critica, a
FrouxicHo (reral, as ongas Convalescenclas, etc. Em urna palavra, todos quelles estados de Len-
Siidez, de Eaimagrccimenio, de Hspntimento nervoso, aos qnaes os temperamentos de hje esto
talmente predlspstos. Cus /.;/<">, fharnuteia J. VIAL, ra de Jtostreos, 14.
sjieltasa Pernambuco: FRAN- U. DA silva k C s es toi as rktrau!as s Dnfarlu.
Cotnpoato
com Substancias tiecestirat
e indjApentayeia na
formago eno desenvolvlniito |
da Carne
muscular e dos Systemu
nervosos e ossosos.
SAUDB PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Plalas purficao o Sangue, cotrigem todas as desordenas do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecen! a saude das eonstitacoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfarmidarles peculiares
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para as pessoas de idade avaacada
a soa eficacia e iitcontestavel.
Basas mediemas sto preparadas sement no Xstabeleohnento do rVofessor HolloSav,
78, KEW 0XY0ED ST&SBT (intes (SS, Oxferd Street), L0HDBES,
E vemlemse em todas as pltirmacias do universo.
SS* Os compradores sSo convidados respei sosamente a examina, os rotulas de cada caixa e Pose sa nao teem a direcoao,
533, Oxford Street, slo ralsincaooaa.
Acudam!!
A LOJA DO P0V0
Vende
Cortea de vestidos bordados, de linho,
Xephiro, e etamine, claros e escoro', por
209OOO.
Cortes de vestido de cretone gosrneei
do, com 10 metroi a 5$500.
Jerseys para ca'cos de senhora roo-
pas para creaflea.
LI pojra s 6J0OO o covado.
Etsmnes para mosqo.it* iro e crtinadoa
com 3 \2 palmos de largara a 200 00-
vsdo.
LE QUINA RAGOUCY
DS axoaUaatsa rsaultados
em todos es osase 4. UE1U DQBJItK ^
HUMA RA60U6T
(|%B assar HKTrPatjSo al NKS EITMas
m jpass.attaSaUa^.wasaT>laaa,ssasa
ias^arnaasasiaa wrmf U. .VA a
INTR4IP0IV1ADA
NICA TNICA
s>|MaSarba.BasTUHms*
t OTo asm preparaos e
smlavasem.
^-S^2ri^iVi^a^d?!k*r
para dar aoa OaasBaa
ssssns 1 asa cOrprlintUTa.
Entpwza 9 Obras
Publicas no Bra-
jdl.
Precisa-se de carpintei-
ros, tra'a-se as obras
praia de Santa Rita.
maravilha mnm
do cmmhm
Or. Humphreys de Nova IToit
A Verdadelra Maravilha do Seculo-
APPB0VABA LICENCIADA
aeln Inspectora Geral do Hysiene da
Imperte d Brazl>.
A Mnr*vllliaCa;-atlTa remedio prompta
jara as Pisadura, JtacBuoaduras, Con tusoea, Tor-
jeduraa. Cortaduras, ou LaceraeOes. AUlvla a dOr,
estanca o sangue, ras parar a fnnamniayao. retios
s, lncbac&o, tira o deaooramento, e f az sarax a f erlda
como por encanto.
A Marnvllfaa Curativa S alUvio promptoo
cura raotda para Quetmaduras, Escaldaduraa, <
guelmadura do Sol, t '
remedia
Precisa-se de om
Imperador n. 81.
Criado
criado ; a tratar na roa do
Criada
Precisa-se de ama para cosinbar, a ra BarSc
da Victoria n. 44, 2o andar.
Aos interessados
Urna pesfa que pretende estabelecer-Ee em
ama das roas Ia de Marco, Cabug, Nova e Praca
da Independencia, pede a quem deseje ceder s
seu estabelecimento mediante gratifica cao, qne
deixe carta fecnada com as ioiciaes P. B. a roa
Nova n. 34. _
Co stureiras de camisas
A' roa Estreila do Rosario n. I A, se dir quem
precisa destas costuraras que trabalbem emanas
proprias casas.
Criada
Caixeiro
Precisa se de um menino de 12 & 14 annos,
para caixeiro de molbados, tratar no Campo
Grande, roa de S. Joao n.
19.
Cento por cento
Cautellas do Monte de
Soccorro compra-se com
lOO *jo cima da avaliacao
na relojoaria Vernet.
Ra do Barao da Victoria
n. 53.
Precisa-se de orna j de idade, de conducta
uffiargada, para pequea familia : sabendo cosi-
nbar, lavar e engommar : roa Vidal de Negrei-
ros n. 174.
Ao publico
Do 1' de Jucho prximo futuro em diante,
concordaram os cabelleireiros e bardeiros desta
cidade, adoptarem em seos esfabelecimentos e
na prestacao de seas servicos a la:ella de pre-
sos que se segu :
Assignatoras
Barba diaria, 4 cortes de cabello e cbam-
Cal virgem de Cotunguba
pon
Barba, (3 vexee por semana), i corte de
cabello e cbampon
Barba (2 vezes por semana), 1 corle de
cabello e champen
Trabalho avolso
Corte de cabello
Cbampon
Barba
1 Barba aparada tesoara
Penteado
A primeira por soa preciosa composicSo chi-
mloa para o fabrico do assocar, riquissima de
aes de potasss e soda, aiapta7el perfeitamente
s exploracao da industrja de sabonetes, etc. etc.
Superior a de Lisboa vende se cada barrica
com 60 kilos a 8*000. Unice deposito
aca, ra Duque de Casias n. .8.
800v
40O0
3JC0Q
300
500
300
200
100
Aluga-se
Para consultorio medico co escriptorio cont-
nesta mercial, ama sala no primeiro andar n. 44, a
roa do Commercio, entrada pela roa do Torrea
, a superior a qualquer outre
A Blnravillia (arativn umalllvio
le Denme, de Onvktca, da Face.
. A Maravilha Curativa Imp
todas as Hemorrnaglas, se Ja do Nariz, t
Almorreiroascura sempree nunca falba.
._ j Dur de :
da Pace e Nevraispa,
A Biaravilha Curativa o recurso
precioso para Dores rheumatlcas, AJeT
Rigidez as Juntas ou Pernea.
A Bfafc viib Coratlvn So grande remedio
para Eaaulncncla, Angina, Amygtiuas techadaaoc
!cflammada.sflernpr1 seguro, sempre efflcas.
A Maravilha Carailva de multo valor
como InJeccAo para o Catarro, a Leucorrtaa oa at
Flores Branes, e outros corrlmentos debilitantes.
A Maravlllia Cnrallva Imnagayel pav
curar piparas, CJiagas antigs, Anoatemas, Panas
esos, Caos, Frlelrar. JoMjetes e Tumores.
A Maravilha Curativa remedio promps
jara Dlarrbea simples, e de Dlarrnea cnrom\a-
A Maravilha Curativa cxceBente na
RtO-ebarlas e CavanaHcas, para Torccdnraa, Dorea,
PladuraseEsfoladuras. ContuaScs, LaceraeSea. kn.
Especialidades do Dr. Eampbxevs.
Bemcdtas Esprcicos,
Vugncnto ItfaTavIIliasov
H media SypMlltlesw,
Remedas Vit crinarle.
O Xanval do Dr. Hamphreys 144 paginas sobre at
Knf ermldsjes e modo do curalaase di gratis, pede,
se ao seu boticario ou & *
Hl'JIFUREYS' MEDICINE CO.,
lSf Faltn Street, NSW YORK.
NIC08 AGENTES
Para vendas em groas* em Per
naaabaeo
f aria Sobrinho I .
DROGARA
A' Roa Marque* de Olmcta n. 1
Linha marca Leso
O srmssem importador roa Marques
de Olinda n. 54, acaba de receber da res-
pectiva fabrica a linha marca Lelo desupe-
rior qualidade psra machina, melhor do
que todas as que vm s este mercado e
preferivel a silss pelo sen redasido preco.
Saperioridsde garantida sob reaponaabi-
dade da fabrica.
Em barricas inteiras.
Vende Guimaraes fy Va-j
knte.
4 e 6 Largo do Corpo
Sapto 4 e 6
NA
LOJA DO P0V0
11--Ra do Crespo-II
O proprietario deste importante estabelenimento resolveu liquidar por menos
de seo valor os aegointes artigos.
A saber:
Voiles lisos e com flores a 240 rs. o covado.
Ditos phsntasia o que ha de nevidade 320 o covado.
Etamine com 3 Ij2 palmos largara a 200 o covado. i *
detones claros e escaros a 320 e 700 o cavado.
dem em cortes com barra a 54500 om.
Creps pretos e brancos lindos padrees, de 1000 o oovad por 500.
fJranadine de seda, de 2t)000 o covado por 10200.
Madapolao de 7*000, 8*000 e 9,J000 a peca.
Dito francs (20 varas) a 10*000 a peca.
Cortes para Golletes de fostao 1*500 um.
Grande sortimento de brins de todas as cores e procos.
Jersey para ronpaa de crianca e Senhora (novidade).
Cortes de vestido de cachemira a 25*000.
Cortes de cambraia bordadas de 15*000 a 30*000 um.
Merinos pretos para todo preco lisos e lavrados.
Capas de cachemira lavradas para Senhora (novidade).
Um saldo de merinos de qoadro a 600 o covado.
Camisas francesas de 3*000 a 6*000 ama.
Lindo sortimento de cortea para calca.
Lindo sortimento de cr semira para caaacos de Senhoras.
Voiles de II para lfOOO o covado.
Ditos de algodlo grande sortimento.
Stamines de cores a 440 o covado.
Extracto ingle des memores fabricantes a 210000 o frasco.
Grande e lindo sortimento de meias para Senhora*, horneas e crianoat.
Panes de crochets para sota e cadeiras.
I



Diario de Peraambuco Domingo 29 de Maio de 1892

AOS FUMANTES
esejaes nao ter azia qcnodo fumaes ? '
Isae por algum tempo os apreciaron cigarros denominados MTNHA ESPERANZA, qaer picados, quer desfiados, usa i tambem o aromtico
saboroso fumo desfiado intitulado Bygienko Naeional e os cigarros do mesmo fomo.
depois diso dir-?os-hei se oi on nao til o conselho.
PDepois dieso dir-?os-hei se oi on nao til o conselho.
Gumpre notarcrae os Hvgienicos sao fraquinhos e os ESPERANCAS sao fortes.
A fabrica MTNHA ESPERANCA situada na ra Laiga do Rosario n. 2! A.
VENDAS
i
Um apreciador.
Chapeos e capotas.
Ultimas novidades de Paria recbenlo
_________LoBYre________
Capas, jerseys e visitas
Goetoa iateiramente novos acaba de re-
oeber
cortes de la,linho, seda
e alg-odo
Ricamente enfeitados, tem recebid j l-
timamente e
LOUVKE
Sec as brancas, pretas e* de
cores
Notos padrees e para grande escolha
sendo despachadas neites ltimos das
LOUVKE
Grinaldas, Ieqoes e chapeos
de sol
De phantasias acabam de chegar para o
LQUYRK
Costumes para creancas
De todas as idades encontra-se grande
sortimento no
Louvre
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVR E
TECIDOS DE PHAN-
TASA
Sendo impossivel de se de tere ver a
grande variedade de tecidos de diversas
qualidadea propros para a estaylo actual,
roga-se ao publico em geral e principal
>eat% as Exmas. familias a finesa de vi-
sitareis o
LOUVRE
Ra 1/ de Marco n. 20 A
Francisco Gargel lnto
TELEPHONE N. 158
=c|2-o 2
83 O =
>o'S 1
o^-o o
B S e* -x -
i?lli*
cas.S.a o


CS
P
Agoa
Fabrica de gelo
s e limonadas gasosas &
todas as qualidades
Seda water, ginger, le, limao, laranj*, carv
jo. abacaxis, granadina, grosellas, franbol's*,
lacnliba, horteI5-pimenta, etc., etc.
12 A-CAES DO CAPBARIBB-lt-A
lfefe Flor
Chegada recnteme nte.
Vende Guimaraes & Va-
ene.
4 e 6 Largo do Corpo
Santo 4 e 6
FOLHETIH
NOVOESTABELECIMENTO
Receben nm lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas d odres e pretas para sen horas.
G JWC t-cK. jP jS O o
de renda e de palha para senhoras e meninas.
SOBROS
le palha e de seda para crianyas.
CHPEOS di fieltro
para homens e rapases, dos fabricantes FRANCEZEtf, INULEZ S E ALLEMAEB.
CHAPEOS
de seda para homens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoras e meninas,
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores.
Plumas, Aigrettes eGrampos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa impldido on corado
por o mais grande de todos os formsedores da pelle, o S.bao Curativo de
Beuter. Produza a pelle formosa, branca e clara e mSos brandas; absoluta-
mente pnro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabio para a p cautela. Mo genuinosem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay de Co, New-York.________
MEDICINAL
1PABi O
STEL
XAROPE DE REUTER Ti. 2
Como remedio da EstacSo Calmosa, Pnricador dosangue, diurtico,
s aperiente, nenbnm ouiro appellidado depurativo ou salssparrilba se appro-
eima sequer ae Xarope de Renter n- 9. Combina qoatro grandes proprieda-
xes em nm so remedio, operando a um tempo sobre os orgios digestivos, o
daogue, os rlns e os intestinos.
Absolutamente neutralisa e expulsa pelos canaes intestinaes, rlns e
poros da pelle, os germens nocivos, que flucluam no sangos, na orina e na
transpiraco
O MELHOH
PURIFICAD OR
PASA O
SANC.UB.
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Figad j entorpecido cura-se positivamente com esta pillas. Ellas
sao um remedio purgativo livre de perigo para o bomem mai? fraco, tao bem
como bastante activo para o bomem mais forte, e nao constip;im depois; pela
accao geral agrada a todos que as nsam. SSo as pillas es: andarte da pro
fissao medica dos Eilados-Unidos. SSo as menores e mais facis a tomar.
Quarentaem a
PARA
FIGADO
i 1111M UM UM
POR
PEDRO DECOURCELLE
(CortlnnacCo do a. 119)
IV
O SUMEB.O 113
Sao embregados nos trabalbos mais re
Enguantes, mais penosos, maij insalubres :
mpeza dos esgotos e das letrinas, des-
carga dos navios, armar e desarmar o gui
lhotina, em (jaso de necessidade.
O tempo do trabalho tito limitado
para esses.
Kr.j recebem nenhuma das rayoes mais
preciadas pelos forcados: caf, vinho,
agurdente, fumo, p5o e legames seceos ;
penas tres vezes por semana carne sal-
gada.
Oa guardia de turmas exercem sobre
es;r. categora de forcados um poder dit-
cricioD'rio, quasi absoluto.
Era soi-re esses individuos, considera
dos mais criminosos, que mais espontanea-
inente, talves, do que sobre quaesquer ou-
tros, recahia a oompaix3o do Dr. Gervais.
justamente porque sSo mais re-
balsados, diiia elle, que nos devem can
aar mais d 1 Os seus companheiros, os
infeses abatidos pela sorte, tm para am-
para! os, e consolalos, a sua oonsciencia,
esperanca na justaba de Deus, a des-
forra do futuro.
TRIGOFERO DE BARRT
Urna preparacSo elegante, extremamente perfumada, retoove todas as im
purezas do craceo, preservativo contra calvicie e cabello ciosento ; fas o cabel-
lo crescer espeseo, brando e uernoso. Iofellivel para curar erupgOes, doeocas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortaduras, queimaduras,
feridas, torcedoras, etc.
Cautela.NSo genoino sem cada frasco ter a marca registrada
de Barclay & C.Ntw York.
PARA O
CA BELLO
A PELLE
44RA BttO DO TOMPHO
Machinas a vapor
Moendas
Rodas dagua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem crava^ao
Arados.
-44
Mas os miseraveis, gangrenados at
medula dos obbos, perdidos para sempre,
sSo es que mais preeisam do urna mao
protectora que os arranque da lama em
que charfurdam, para levantal-os, para
mostrsr-lbes a posaibilidade, a neceesidade
de orna rehabilitacSo.
Depois a negra ingratidSo com que es-
ses miseraveis correapondiam aos seus cui-
dados, as ignominias com que recompensa-
vam a soa caridade eram acceitas por
Gervais como um dos elementos necea va-
rios aquella expiacao que a sua inexoravel
oonsciencia tinha exigido do seu sssassi-
nato.
N'aquellas fezes da lama, existiam,e
o doutor por diversas vezes o cotoual
guns oujo erime poderia parecer o mais
desculpavel aos olhos de um homem de
honra-
O ladrSo e o assassino de profissSo, a
fra presa na jaula, submissa, pelo me-
nos na 8pparenoia.
Roja-so diante do domador.
Acaimada, covarde ; acorrentada, tem
medo.
Pensa principalmente na racSo quotidia-
na, qne urna realidade de rcbsIliSo lhe ti-
rara .
Ma3 o homem de quem um eopro de
paixSo fea um ladrao, o desvairado que
matou em um momento do ciume ou de
colera, o homem honrado, que um mo-
mento de aberrecSc, urna crise nervosa
tornou um criminoso, abatidos a principio
pela condemnac&o qne os feria, levantam
e dentro em pouco com urna especie de
revolta originada pela consoienoia da sua
honestidade, d'aquelia honestidade que
pie desapparecer por um momento, mas
que dSo morreo.
Olham em torno de si, como 89 dfsper
tasiem de um pesadello.
Tm a ten lado infames, na su frente
guardas turmas!
Nao pedendo convencer-se de que sBo
gales, impellidos por um irresistivei ins
tincto, suportam com esforcos a disciplina
arbitraria sob a qual tm de viver.
Na ilhs, de Non sSo quasi sempre collo-
cados na quinta categora.
Entre os forjados d'esea classe o doutor
encontrn um dia o desgranado Roberto
Desroches.
Segundo a sua oaderneta, era um con-
demnado de m nota, perioso, indiscipli-
nado, indigno de interssse.
Filho de urna boa familia, diaiam as
notas e lie referentes, abandonon se
paixc dci jogo, e para a satisfacer devo-
rou o seu patrimonio.
Protegido por urna senhora muito rica,
sua madrinha,* que j por diversas veaes
lhe havia pago as dividas, assassinou-a um
da, em que, sem duvida ella se "recusa
a dar lhe mais dinheiro ; depois roabou-a.
0 crime nSo se podia negar. Em poder
do acensado, foram encontrados no mo-
mento da prisSo os vinte mil francos rou-
bados victima.
A fi'ba d'estp* s bem que noiva de
Deioche, vio o assassino commetter o
crime e nSo hssitou em denuncial-o
jastjoA.
Evitou a pena capital pela energa das
suas neg tivas, por alguma circumstanoia
pouco importante, de resto, que lancou
um pouco de duvida no espirito dos ja
rados e finalmente ausencia de preme-
ditado, demonstrada gracas ao talento do
seu advogado.
Tinha sido condemnado a dea annos de
trabalhos forcados.
Depois da condemnac&o, a sua conducta
tinha sido deploravel, affirmavam anda os
documentos of&oiaes. .
'No deposito dos oondemnados em Saint
Martin ele R, quia saioidar-se: depois
tomado de urna raiva louoa, vendo abor
tar sua tentativa, entregau-se a violencias

LO JA B ARMAZBM
DA^ -
ESTRELLAS
Tendo repetido un completo sortimento de todos os artigos abaixo descriptos,
vindos da America, vende por menos 25 [0 que em outro qualquer cstabelecimento
e liquida os seguintes, a saber :
Tecidos para vestidos
NauBuks desenhos no vos a 160 res o covado.
Crotones americanos a 240 rea o covado.
Voiles, lindssimos desenhos a 60 e 240 reia.
Toiles de qeichy escosseses a 60 reis.
Setim dos Alpes a 240 reis.
Cachemiras escossesas a 240 reis.
Fustoes de cores, novidades, a 240 e 320 reis.
Gi enadines pretos e de cores a 200 e 240 res.
Merinos de 15 de todas as odres a 320 e 400 reis.
mum: se tosas as laku&as i qvalisas&s
Vndese a presos sem competencia.
ATOALHADB DE DAS LARGURAS
De algodSo e linho com lindssimos desenhos com 50 i0 de abatimento.
TOAIiHAS PAB& B&HHO S OSTO
Completo sortimento, lisas e alcoxoadas.
CAMISAS PARA HOMENS, SEMHORAS E MENINOS
De todos os nmeros e qualidades.
MEIAS PARA HOMENS, SENHORAS E MENINOS
Grande e variado sortimento, brancas e de cores.
M dapolo
Grande sortimento, nacionaes, ingleses e americanes, a precos sem compe-
tencia.
De todas as qualidades, como soja, cambrsia, crochet e fil, a precos que
admira.
. TOALHAS E GARDANAPOS PARA MESA DE JANTAR
Completo sortimento de todos oa tamanhos e qualidades.
TAPETES SE I0S0S OS TAMaS E QALIBABES
De alcatifa, velludo, juta e couco.
GASBMRAS, SARJAS ECHKYOTS
Lindsaimo sortimento de casemiras de todos os precos e qualidades.
Setim. sedas Usas e laTradas, gorgorees pretos e de cr ricamente
avrados.
O que ha de mais moderno neste genero de tecidos.
Para noivas
GorgorSo branco, setim damasc, gres de aples, fl a de larasja, leques etc.
ROUPAS FEITAS
Fabrioa-se por medida qualquer peca de obra a precos diminutos.
LOJA
DAS ESTRELLAS
56 8 58-Bli DUP Se GaiS-56 8 53
Telephone n. 210
CKIAN(!A8
Costumes e vestidos de brim, cambraias,
jersey, 18 e seda para todas a a idades,
tem grande sortimento,
A PARABIS BIS DffiES
Raa Baro da Victoria n 58
S$das
Branca pretas e de cores lisas e com
lavores, recebeu um esplendido eortimento.
Au Paradis des Da mes
LANS
Em cortea de vestido, ricamente enfei-
tados e em pecas lisas e com desenhos.
A P4RADS RES DANS
Bordados
R eos cortes de vestidos de cambraia
branca e em pecas.
Al
I
1 A-RUA DO CABG-1 A
Madame KOBLET previne as Exmas. familias que recebeu nm lindo sortimento
de Chapeos de castor ultima moda, Espartilhos o
core, Bengaline, olienne, folardete, Guarnieres
artigos do gosto parisiense.
ue na de melhor(Sedas pretas e de
seda e de vidrho e muitos outros
riINDICAO GERAL
ALLANPATERSON&CFABRIGA DE LIIVAS
Elegantes
Espartilhos de seda e de brim com
pelucia tem.
Au Paradis des Dames
Wos 0 capotas
Modelos inteiramente novos ao
Au Paradis des Dames
. k LEQ0E8
E chapeos de sol, recebeu um lindo
sortimento.
A PARARIS DIS DAMKS
Bilhar
O superior e conhecido panno tem
Au Paradis des Dames
A. MALBOUISSON
Lisboa
Baha
Pernambuco
R. do Palacn 42 e
R. Garrett 54 R. Conselhero Dantas 17 R. Bar So da Victoria 9
Esta caen est montada em condicSes de satisfaser promptamente toda e qual-
quer encommenda de luvas de pellica e seda, para o que tem um completo sortim n
te de pelles de variadisaim&s corea e da mais fina qualidade, alem diaao diapSe oa
machinismos mais aperfeiooadod at boje nesta indfujtih.
Doce de Caj
Vende-se excellen-
te doce de'caj secco,
feito a capricho. Na
iadeira da Ribeira so-
abrdo n. 28, na cidade
de Olinda.
Banha de porco
OA
Companhia Bacha Rio Grandense Alves
DE
Porto Alegre
Superior em puresa a de Baltimore e recom-
alendada especialmente para padaria3, hotei3,
casas de familia, etc. etc., em latas de 1,5 e 10
tilos. Vendas em grosso a preco reduzido
com descont : encontrase em casa de Joaquim
ia Silva Carneiro C, largo do Corpo Santo a.
13,1 andar.
Mercearia
Vende-se a mercearia denominadaArmazem
Conservativosita ra Vidal de Negreiros n.
] 23, bem localisada c propria para negociar em
grande ou pequea escala; a tratar na mesma.
Farelo nacional
Vende-se a 3*500 o uno, e 2*000 o grosso.
Depsitos; ra da Madre de Deus n. 31, e no
trapiche Vianaa no Forte do Mattoa.
Libras sterlinas
Vende-se na Ioja de jolas de Augusto Reg
na roa do Cabug o. 9.
Locomoveis
Vende-se dous, sendo nm de forca de 12 c
Tallos (vapor), e outro de 4 cavallos (vapor)
tratar ua Companhia do Beberibe.
taea, que foram obrigados a mettel-j na
camisola de forca e deizal o na priaSo at
o dia do embarque.
A bordo do Loire, um dos oinco gran-
des transportes que haviam sido prepara-
dos para conduccSo dos cendemnados para
a Nova Caledonia, parecen a principio
mais socegado, conservando se entretan-
to triste e taciturno e sem faier cama-
radagem com qualquer dos seus compa
nheiroa.
Mais quinao das,, depois, no porto de
Santa Croa, nico porto de escala na tra-
vessia, Desroches tornou se criminoso de
urna tentativa de evasae.
Alta note, apesr da vigilancia de urna
guarda especial, que constantemente gy-
rava em um bote roda do navio, atirou-
ae ao mar, quando o referido bote se acha
va-se do outro lado do navio.
E teria consiguido escapar, se por aca-
so, nSo tivesse encontrado, em caminho
nm bote que trasia para bordo alguna of
fiejaea que haviam passado A noito em
trra.
Descoberto, Roberto nSo se entregou,
iutando como um desesperado com os ho-
mens que o perseguiam, e t gracas a
urna pancada na cabeca com um remo,
pode ser traaido para bordo, deamaiado e
meio afogado.
O o nselho de guerra Ce ve de o con-
demnar, para ezemplo, a levar dea cala-
brotadas o a permanecer no fundo do po-
rfi, com ferros nos pes e naa mSoa, e a
pao e agua dous diaa ou trea, at che-
gada a Nouma.
Apesar d'essas informacSss, o medico,
que ats:atia installacSo na ilha de Nou
da nova leva de forcados, sentio se tomado
de urna singular sympathic por aquello
condemnado.
Todos aquellos miseraveis que all es
tavam, arrsnjavam-se, timavam as suas
diiposicSes para garantir o melhor poasi-
vel o seu bem estar, escolbendo os seus
lugares [as barracas, organisando a sua
vida futura.
nicamente o forjado Desroches sen-
tado em cima do sacco que continba a sua
roupa de -preso, parecia nSo se preoecupar
com todoB aquellos cuidados.
A'quelles dos seus companheiros que te
appr&zimavam d'elle e lhe pediam para
taaer vida commum, responda com um
tom tal de ferocidade que todos se afas-
tavflm.
Como o Dr. Gervais lhe dirigiese urna
palavra benvola, Roberto levantou a ca-
beca o lanoando lho ana olbar, olhar de
profundo desprezo, pergontou lhe:
O Sr. guarda aqui ?
NSo, meu amigo, bou medico...
E' medico do presidio ?
NSo ; sor apenas um habitante de
Noum.-.... Interesso-me pelos desgra
cados e obtive autoriaacSo de vir ajgumas
vezes visital-sB, afim de oa consolar com
todas as minhas torcas na ana miseria.
Ah 1 um philsntropo da Nova
CaledonU! Pois bem 1 como esia qua
lidade nao lhe d nenhuma antoridade so-
bs.e mim, pey-'he que mi deixe socegado.
E ievantando-se atirou o sacco para as
costas e afaatou se.
O Dr. Gervais acompanhou-o com um
olbar cheio de immensa compaix&o, a
mesmo tempo que o Czaminava com o
olhar agudo e penetrando do sabio que
presente um caso pathologco interessante
para observar-se.
Volton para o isa. penaativo e aegnndo o
aeu ooatqme, contou a sua mSi a aventura
que lhe havia aucoedido e o nov oonhe-
cimento fizera.
Julgaa que nm doudo ? disae ella.
Nao, mas um nevrotioo, nm indivi-
duo atacado de urna molestia nervoaj ca-
rao ter isada por ideas tristes, e urna de-
prsalo que pode ir at ao estupor. E'
possivel que o remorso do crime que esse
homem commetteu, as fadigas, as privayoes
que tem soffrido tenham-lhe produzido
aquella enfermidade.
Isso domonstra que, por mais crimi-
noso que seja, merece algum interesse, res-
pondeu Mme. Gervais, porque a recorda-
do da sua m acySo produi n'elle nm
effeito tSo grave.
Vai vel o amanhS.
'V
. OINIGMA
No dia segunte Mme. Gervais nao ple
ver o foryado, que j havia manifestado
ideas de insubordinaySo e iceorrido na
pena de um mea de prhao a pSo e agus.
Palavra de honra, disse o guarda-
turma que dava esta informaySo Mme.
Gervais, julgo que aquello patife quer
que eu lhe faga saltar os milos. Quasi
que se atirou sobre mim. Foram as com-
panheJroB que o detiveram.
Per mais robusto que seja o tempera-
mento de um homem, nSo resiste a cinco
mezes de viageru no porSo de um navio,
com urna reduccSo na comida, j tSo pouco
substancia!, dos foryados.
Roberto estava, portaoto, muito abatido
quando chegou Nova Caledonia.
Aquelle ultimo castigo que tinha soffri-
do, aquellos trinta das paseados em nm
cubculo estreito, u'aquelle clima argente,
em absoluta solidSo, quebraram lho defi-
nitivamente o corpo anesthesiaram-lhe a
alma.
Quando sabio da prisSo nlo podia tre-
balhar, andar, ter-se de p, pensar.
Levaram o visita do medico.
Nlo ae oppoa.
(Contina )
i-

Typ. do Diario, roa Duque de Cazias n. U,
g