Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19639

Full Text
ANNO LXY
EXTA-EE1RA 13
[AJO DE 1892
'
NUMERO 108______
m
DIARIO
PERNAMBUGO
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por tres ditos vencidos. .
Por um anoo a liantado .
dem dem vencido. .
61000
71000
24*000
281000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAQOES NA FfiAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Pnce i'C, resi lentes em Pars34 ru de
Provence.

PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem dem vencido. .
13*500
151500
27*000
31*000
TELEGRAMAS
lllW FABTZCLA& 10 DIABIO
RIO DE JANEIRO, 12 de Malo, s 5
horas e 20 minutes da tarda.
Realiaou-ee effectivamente hoje a aber-
tura do Coogreaso Federal, com todas l
formalidades e numerla astiitencia de
cidadSos de todas as classes sociaes.
A o-ensageai do rice presidente da Re-
pblica um?, peca extensa.
Nella aSo consignados todos os factos
ltimamente oc corridos.
PARTE 0FF1C1AI
CioTerno da Estado le Per-
namhuco
despachos do du 10 db maio
de 1892
Antonio Thomaz Pereire, praca do corpo po-
cial, pediodo i mezes de hcecca.Venba por
intermedio de sen legitimo superior,
Joaquim Salvador Pessoa de Siqueir. Caval-
cante, pediodo para seren seos dona Albos,
Samuel e Paulo admiliidos como alumnos inter-
nos do Gymoasio Peroambucane.Informe o re
gedor do Gvmnaaio Peroambucano.
Jos de PigueireJoReis e Silva fasendo o mes
mo pedido em favor de sea tilbo Laii Iaforme
o rededor do GymDasio Pernambucano.
Mara Candida Tavares de Mello, professora
publica, pediodo prorogagiode ceoga.-Remet
tido a junta medica do Estado a quem a peticio-
naria se apresentara para ser inspeccionada.
Secretaria do governo do Estado de Per
nambuco, em 12 de Maio de 1892.
O ajudante do porteiro,
Tito Franco de Mendonca.
Thesouro do Estado de i*er-
oambuco
DK8PACBOS DO IRA 11 DI MAIO DS
1882
Jovino Bento de Npronbi, Gaudino Ernesto de
Miranda, Francisco, Americo de Albuquerque
Mello, Fre Alberto de Santa Augusta Cabral de
Vascoocellos, bacbarel Lourengo Caetano de Al-
buquerque, Secnndino Tertulio Correia de Abren,
S.lvestre Pires de Azevedo, Maria Goncalves
Mar'.in?, yedeiros & C Informe o Sr. Dr. con-
tador.
Teenle coronel Hemelerio Jos Velloso da Sil-
veira.Haja'vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Ernesto Arceilno de Barros Franco, Njbor Au-
gusto Pereira da Costa. A' secca do conten-
cioso para os devidos flns.
Loto Mus Lopes.Satis faca se.
Antonio Gomes de Lima, Joaquim da SilvaFer-
reir, Francisco Jos da Silva, Antonio Ferreira
Prente, Joao Luiz de Araujo, Manoel Antonio de
Lyra.-Iaforme o Sr. Dr. administrador da Re-
cebedoria.
Antonio Moreira & CInforme o Sr. collector
de S. Lourecco.
Dia
Bacbarel Luiz Barbalbo Ucba Cavalcaote,
Francisco Medeiros de Albuquerque. Carlos Lo-
pes Nogueira Rosa, Companbia de Trilhos Urba-
nos do Recite a Ollnda, Joaquim Moreira Res,
Hara Paulina Alves dos Santos, Joo Walfredo
de Medeiros, bacbarel Joao Lopes de Siqueira
Sant03.Iaforme o Sr. Dr. contador.
Francisco Beroardino de Campos,Imforme
o Sr. administrador da Recebedorla.
Bario de Santa Cruz.Certifique-se.
Tenente coronel Hemeterio Jos Velloso da
Silveira En tace do art. 146 do Reg. de 2 de
Julbo de 1879, nao pode ser o peticionario atten
dido.
E ah eai porque dizemos que soliente pode
a] airar da mngoitude do 13 de Maio quem teve
occanao de ouvir um dessra tangemios lavrar,
por entre risos, a senteos de morte ao seu
semslhante, mnita vez simplesmente para dar
pasto ao vil e malvolo podero do forte contra o
fraco.
A lucia, embora e sempre no terreno, legal coj
domirios dos principios, por meio da propagan-
da, d;i evangelisajao, di ciUches, Idi, (biavia,
tremenda. *
Na: falta ram, porm, campeoea denodados e
de um a outro extremo do Brasil eu-girara apos
tolos i|ue pregavamo verbo sagrado da Abotlcao,
Joaqu m Nabuco, rom a saa iaexo:divel dedica-
cao, toraou urna verdadeira religiio ntOBai.
Em 1890 disse o Diario :
< Enumerar esses beroes seria temendade
pela possibllidade, quasi certeza, de involunta-
rias c missOes. Lembramos, somente, que neste
estado, entre outros que te distinguiram na cru-
zada santa pela liberdde, figuraran: com bri-
Ibo, na tmprensa e na tribuna, Maciel Pinbeiro,
de sa idosa e grata memoria, e Martina Jnior, ofe gna} eniranna8i d_e externar os seus a'ffectos
Questurx Policial
SeccSo 2.' N. 107 Secretaria da
Questura Policial do Estado de Pernam
buco, 11 de Maio de 1892.
CidaiSo. Participo-vos que foram
hoatem recolbidos Caa de DetencSo os
seguintes individuos:
A' ordem do Dr. juiz do 3' dislriclo municipal,
Martiabo Jos dos Santos e Henrique Manoel dos
Santos, como desordeno;.
A' oi.nhi ordem, Joaquim Jjs de Sonza, por
se acbar pronunciado em entre de furto; e Ma-
ria Francisca da CoaceicSa, alienada, afim de ter
destino para o asylo da Tamanoelra.
A' ordem do subdelegado da fregaezia do Re-
cite, Jlicoel Oi da Cuoba, como vagabundo.
A' ordem do subdelegado do 2* dietricto de S.
Jjs, Nicolao de Gouveia e Jos de Assis.poruso
de arma3 defezas e por disturbios.
No dia 5 do correte foi capturado no mu-
nicipio do Boique o reo Antonio Jos, conbecido
por Antonio Capuchino, celebre desordeiro e
pronunciado no municipio de Pedra por baver
espancado e ferido gravemente, no anno de 1790
a urna praca do antigo corpo de polica.
O idado Jos Joaquim do Reg Barros as-
=nmio em dala de bontem, na qualidade de 2"
supplente, o exe cicio do cargo de subdelegado
do i* dstncto do Peco da Panella.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima.
M. D. Governador deste Estado.
O Questor, Jcaqoim Tavares de Mello
Barrete.
SeccSo 2.1N. 108. Secretaria da
Questura Policial do Estado de Pernam-
buco, 12 ae Mato de 1892.
Cidado. Participo-vos que foram han-
tem recolbidos a Qasa de DatencSo os se-
guintes individuo :
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Jos
Zferino Florencio, como vagabundo ; e Jos
Paulo da Suva, p:r offeu>as moral publica.
A' ordem do subielegado da Torre, Manoel
Domingue3 do Nascimeato, como gatuno.
Hon tem, s 6 boras da tarde, foi capturado
ua fregnezia de S. Jos, pela prac da gucrc't
loca Leonardo Carneiro de Albuquerque, o ce
iebre gatuno Jos Ferreira de Britto, que est
senJo processado parante o Dr. juiz de direito
dj 4 uutrido criminal por baver no dia 6 de
Dszembro co anno passalo, em companhia de
Alves de Oiiveira e Florencio dos Santos, pene
trada na ca?a n. 27 ra da Soledade, onde re
side o capilo M.noel dos Santos Pimentel e
rourjado diversos objectos e joias de ouro que
encontraran! na sala ae visita e em um quarto
da casa.
O referido gatuno, bem como os companbei-
ros, cavia sido preso perseguido pelo clara r
publico; mas lendo sido recolbido.a estjcao do
i: posto da guarda local, afim de assistir ao in-
querito eolio iniciado, conseguir illudir a v!gl-
laocia da sentinella e evadir se.
Mandei recolbel-o Casa de DetencSo dispo-
gicio do Dr. juiz de direito do 4/ dietricto cri
minal
+- No dii 7 do corrate, s 5 hora3 da larde,
n trras do engenbo Bda-Sorte do municipio da
Victoria, os individuos lote Francisco de Lima
conbecido por Jos da Puleberia, e outro cojo
nome ignora-se, coobecido por Major e morador
na comarca di Cabo, travaram-se de razOes com
Antonio Barbosa, morador no engenbo Pedras e
o assassinaram com urna facada e diversas cace-
tadas. ...
O delesado respectivo logo que teve conbeci-
mento do facto fez seguir o subdelegado do 1.*
ditruto com urna forja ern perseguicao dos de-
linquestes, conseguindo ffectuar se a prieSo de
Francisco Jo de Lima.
Contra o delinquite foam feitas as diligen-
cias da lei. .
r Communica o delegado do municipio de s.
Ljurenco da Malta, que no dia 7 do correle,
em um divertimento denominado Mamolengo, o
individuo de nome Nicolao Francisco de Britto
jogou urna pedra contra Manoel Francisco da
Paixao, ferindo-o cima do olbo direito.
Contra o delinquen te que foi preso, proceden
se na forma da lei.
Entraram em exercicio as seguintes auto-
ridades policiaea:
Joao Cavalcanti Moreira Campos, subdeJegado
do districto da S do municipio de OHnda, r.a
alidada de supplente.
Manoel Martins de Oiiveira, delegado do dis-
tricto de S. Benedicto, na qualidade de 1.* sup-
Ao Dr. Alexandre Jos Barbos Lima,
maito digno goveroAdcr do Eatado.O
queator, Joaquim lavar di MiBo Bar-
reto.
i
cebedoria do Eatado de Pernaaj-
tonco
DESPACHOS DO DIA 11 DB MAIO DE
1892
Viauna & Gouveia, Santos & C, Hygiao Lei
taoda Cosa Machado, Vctor Neeseo, Mara Pres-
ciliana de Carvalbo Paes de Andrade, Manoel da
Silva & CInforme a eeccao.
Bento Jos FerreiraJunte procurac3o.
Mancel Roberto da CostaEm vista do docu-
mento junio como'.requer.
Dia 12
Antonio Ferreira Prente. -Informe a 1* sec
co.
Mancel Cjpmno Ferreira RabelloCertifi-
que ae.
Rodrigues Bapti8ta A' 1 seccao para os
dev:do3 effeitos.
DIARIO DE PERHABBDCO
RECIPE, 13 DE MAIO DE 1892
Trcze de Halo
Interpretando fielmente a venale popular,
eloqueatemeute manifestada, o governo proviso
rio, a quem coube a tarefa ingente de remodelar
o nosso me.hanismo funecional s novas condi
c5es gloriosamente implantadas a 15 de Novem
bro, declarou o dia de boje de festa nacional, por
ser o do anniversario da diamantina lei n. 3353
de 13 de Maio ie 1888.
Fazem boje, com eMlo, 4 annes que foi pro
mulgada a lei, que lao radicameote modificou o
nosso estado social e ecjnomico, creando urna
situacao b'.eiramente outra.
A grande reforma que o da de boje remomora,
ebeia de notas vibrantes do sentimento nacional
que se affirmava a lodo o tempo durante o curso
da campaaba abolicionista, representa o resul
lado da opiniao publica, dos esforcos extremados
d'aquellei que tudo envidaran) para que o paiz
se lavasse da mancha aviltante que tanto o et
prestigiava aos olhos dos povos cultos.
Produces de urna corrente. de ideas e sent
meatos accordemente manifestados na imprensa.
na tribuna. no3 comicios, no parlamento, naa re
uniOes e at naa simples conversas familiares, o
dia 13 de Maio nao o patrimonio de um bo-
me#, mas de todos 03 brazileiros que se devota
ram campanhi, cuja evoluco o 13 de Mo re
lembra.
No meio das noasas feslas commemoralivas,
consagradas no Calendario Republicano, necbu-
ma se desta:a mais, nenbuma tem mais raiz?s
na alma nacional do que a de 13 de Maio, porque
nao rememora o anniversario de abolltao da
escravatura, como e principalmente pjrqae ino-
culou na consciencia brazilelra um sangue intei*
ramate novo.
A lei diamantina que e benemrito conaelheiro
Joao Alfredo,alma patritica que seotio as pul-
sac6e3 agitadas do povo brazlleiro, fez clere
mente, passar no^ Parlamento Nacional, foi, por
todos, acceita como urna reparacao, cheia dos
iriantes deelumbramentos de urna aurora.
A cruzada abolicionista, a cuja fronte em todas
as epochas sempre se achou Joaquim Nabucoo
chefe glorioso e idolatrado, perante quem o paiz
se curva agradecido, um dos mais eloqueu
tes attertados da tenacidade, da coragem, da flr
meza de carcter do povo, que, nico na Histo-
ria, luctou palmo a palmo, sem ofmprego dos
recursos extremos, contra tres seiulos de tyra-
nia, ata chegar a realisaco dos seus desejos.
E alm do seu lado sosial e reparador, a le
13 de Maio poasue o grande direito de ter sido
o precursor do 15 de Navembro, sendo este o
corollario, a consequencia d'aquea.
Sem a abolic&o da escravatura, sem a confra-
lerniaacao de todos os brazileiros, este paiz nSo
poda passar pela transi maco operada a 15 de
Novemoro, quando o Brasil, rasgados novos e
vastissimos borisontes, entrn em una estrada
impamente Iluminada pelos raios intensissimos
do sol di democracia.^.
Para chegar, porm, ao pbenomeno que o.dia
de hoje relembra, no meio das mais justas ale-
gras, quantos obstculos nao se precisou vencer,
quantos sacrificios nao tivemos de soffrernos
os soldados dessa cruzada?
deste nido republicano, que comprebendera tod
o alcance da abolicao em relacao ao seu querido
sor.hc.
Va lea tes auxiliares foram alem d'esse3 Mieel
Pinbeiro e Joio Barbalbo, Ilustrado redactor
da Tribuna,-e que nao temen abrir lucia com
amigc8 e co-religionarios seus, Barros Sobrlobo,
Joao Hamos, Gomes de Mattos, e tantos ou'.ros
que compunbam a pbalange briosa do abolicio-
nismo.
Nlc devenios esquecer aqu os servteos, os in-
nume-oi servicos prestados pelo -Club Cuplm
oterr vel baluarte onde se acastellavam as maH
ousadas dedicacOes, o Club Abolicionista onde
Barros Sobrioho e Antonio Carlos lotaram cerno
hroes a Ave Libertas, sociedadede pernam-
bucacas que, tendo frente 3 Eimas. Sras. DD.
Amelia de Qaeiroz e Leonor Porto, puzeram em
accao os valiosos recursos de sua actividade, a
exem )lo do que fez Maria Tbomazla no CeaiA >
O Club Cear Llvre, a Sociedds Nova Emane pi
dora* e muitos outros ncleos onde se affirmava
a vi!alidada da propaganda contra negra insU
inicio, sobre a qutl a Folha do Norte*, sob a
direccio de Martins Jnuior, desferio mortferos
golpes.
A todos muito deve a Patria reconstituida,
mas cjmp:e nao esquecer-se o contiogeute de
esforcos prestados pelo Conselbeiro Joaa Alfrelo
que tuve a oueadia de agir em nome das aspira'
cOes do povo brazileiro levando ao parlamento
projei'.to depois lei o. 3353.
Pro:u:em embora os zoilos marear lbe o brl-
lho, o Conselbeiro Joao Alfredo tem o seu nome
em lugar eminente oa historia do abolicionismo
e o3-os psrnambucanosdevemos sentir nos
orgulhosos por ter sido um fi:h o desta trra he-
roica, -berso da democraciao executor da
vootaile nacional e realisador do facto h"j3 com-
memorado.
No dia de boje, quando unida pela mesma
corrente de sympathias, a alma nacional commc-
mora o V anniversario da redempcao dos capti-
vos, nosso dever, dever da lmprensat que
foi o liis forte baluarle onde se acostellaram os
glorie sos apos'o'cs do Aboliclonlimosudar o
povo altivo que a 13 de Maio e 15 de Novemoro,
com (0U3 actos de energa patritica, encheu de
pasm > lodo o Universo, fazendo surgir das tre-
vas que toldavam os borisontes de urna Patria
aviliaia, urna nacionalidade nova, cxhuberanle
de se. va, cheia de f no futuro e de entbusiasmo
pela liberdde.
/ Tk^ago da Fonseea.
Fazem quatro ano os que urna mulner, a quem,
poit facti, coube a honrosa alcunba de Redempto-
ra, vibrou c golpe de misericordia na bydra da
Escravidao, icduzida por aquellas mesmos sen-
timeatO; altroitticoj que moveu a Virgem da
Uumi aesmagar a serpe tentadora do Paralzo.
Fazem quatro annos que a ex cscravisada tem
o direito de conchegar ao seio o fructo querido
materoaes adormecidos por tanto tempo n'um
fabysmo re torpezas-esse direito concedido pela
natureza ata as fera3, e que, at entao, lhe era ve
dado pela tribu dos negreiros, que viam no es-
cravisadora mero objecto de renda, insucceptivet
de seolioaotos.
Fazem quatro annos que o escravo foi redemi
do, que 0 negro tornoa-se homem. qae o Sol da
Redempcia prometteu um raio de luz benfica
e viviticadora'na triste e hmida mansarda dos
miseros captivos.
Resta, porm, liberUl os da escravidao intel
lectual emque continuara, inconscientemente, por
forca de nal longo perodo de eotorpecimento
das raculdudes, de crassa ignorancia, de urna
quasi irradonabiliade.
Resta, porm, ioetruil-os, para que elles pos-
f sam comprehender a grande eomma de direitos
e obrigacOes que Ibes cumprem, como cidadaos,
na vasta elivre espbera social em que ora gy
ram. -,
Seja, postaoto, a in3truccao a laminosa aureo-
la que IhdPeircumde as tmporas em substitu-
gao corda de espinaos do captiveiro.
* .
Salve, 13 de Maio 1
FIGUEIKA SOBBIttBO
L1TTERATDRA
13 de Malo
que a
Ninguem mente tanto, nem mais, do
Historia,disseo o marques de Marica.
Ve-dade, verdade nem aempre a Historia um
aun;acial lmpido e sereno em que possamos
haurir a legitimidade de um acontecimento, e,
por i :80, eremos mais naquillo que vemos, do
que naquillo que lemos ou ouvimos.
Nairaroum historiador encarregar-3e de
immcrtal8aruma data aimplesmente porque tem
parte nella, embora supposto here ou martyr,
um sin amigo ou prente ; ao passo que outro
histoiiadpr conlradil o, emittindo mil razOe?, o
que afinal suggere nos ao espirito duvidas en r-
mes, itrando nos n'um verdadeiro labyrintho,
iniccissivel de um rumo certo.

O q ue trsduz o 13 de Maio, poia, fde bem
avali: r aquelle que alcancou o dominio escra-
vocrata.
N; que ainda deparam33 o tempo do azorra
gue e do carro, que aieda saatimos reboarem em
no3oi ouvidos 03 lgubres lamentos dos marty-
res d. senzalaesse carcere mesquinbo e des
huma ao em que, por espaco da tres seculos
cnmp'iran iniqua eenlenca mimares de seres,
pelo nico crime de Berem mgrot e ignorantes ;
nos, alfim, que assistimos oa ltimos estertores
do E^lavagismo, que podemos, sem nos guiar
pel03 fbreios e contradicc09S da Historia, pesar
a grandeza e magailule da data que, hoje, a pa-
tria bi eiileira commemora em expaas0e3 de glo
rus e rejubilos.
Qaando, rnaista de, os no33os posteros lerem
a Hisbria da Escravidao no Brasil, certo nao
acreditarao que a fereza de um tenhor attingiase
ao ponto de soterrar vivo a um escravo par nao
admitir lbe o atrevimento, a insolencia dse
queixirdeum incoimodo qualquer, o que i
seus clhos nao passava de urna manha pars fu
giras rudezas do etto.
Drlio elles-cono de fados, phantasias de um
escritor abalicionista, que se quiz celebrsar
na rendida campanba contraum direito de pro-
priedide legtimamente adquirido.
L miiik n:::::: alves
(O rOETA DOS ESCRAVOS )
Poeta o s onfcavas repetido, e que em lyra sonora
% Cautavas cora harmona,
rcalsoqr-t agora 1 A patria que te ouvjo
em teu canlo o Escravo, um canto que subo
ao cos da poesa,
a patria que te vio, c mais a outros bravos,
as cadeias quebrou aos pulsos dos escravos
e fel-os nosso irmaol
E o guturamo salta alegre da pulmeira
rama em rama entoando urna altaneira
toada a Redempeao!
Tudo ifco e ventura. O co tem mais azul,
ses mais luzentes; ha des' o norte ao sul
mais vida e mais amor;
corno que tudo revivece aqui:
pula o jaguar contente e o jurity
canta com mais ardor.
Salve tumba de here 1. L no assento eterno
longe de nos, embora, s sempiterno
em nossos coracoes;
tiveste do do misero e do pobre \
a tua tumba hoje, pois, se cobre
de bencaos e oracoes.
Immenso pugnaste, e foste grande e forte
n'cssa Iucta reunida, acre, de morte
em que houveram. victorias
os martyres do Bem. Ganbaste luctador I
Os teus cantos serviram, dulcido cantor 1
E morto auferes glorias.
Eu nao esquejo, nunca, o nobre, o grande, o santo,
por isso venho, hoje, recordar-me d'outr'ora.
Os teus feitos em pro d'essa proscripta raga,
que acaba de romper das trovas da desgraca
e fita a livre aurora.
Por isso eu entend em te render a ti
o meu preito de hoje, um preito que senti 0
dever-se aos manes teus,
uo dia em que a patria altiva commemora
urna data de luz e o ex-escravo ora
de joelhos a Deus.
oou se al'aves a placidez de um co brilhante e
illuminado, e que exista apenas um vislumbre
de esperaoca quell s que viam nella a sua mais
bella aspiraco; quando nos os batalbadores da
idea abolicionista estavamos ainda envolvidos
as dobras negras da sudario, que desgracada-
mente nos legaram nossos atrasados av', e
vamos alguma tstrella fulgurar mais lucida-
mente no azulado firmamento da trra brazilelra,
ja nos embevecia a idea do radiante sol da-
Liberdade.
E assim foi que depois de muitos annos de
tormentosos sacntkios, r s.os infatigaveis apos-
tlos doBem, conseguimos, a forca de nosea
decidida perseveranca, arrancar desta regiao
preciosa do Universo a gargalbeira enorme a
que ba tres seculos tinba ella sido acorreotada.
Raiou, finalmente, o laureado dia 13 de Maio
coja repercuBsao foi a revolnc&o novembrinaque
teve lugar abrindo no seio da sociedade brazi-
leira urna nova pbase de ridentes felicidades.
A data de boje, que mais ennobrece as fainas
da grande livro da historia, est brilhantemente
Iluminada pelas vibrantes irradiacOes do recua
dissimo talento de Joaquim Nibuco,a Kan do
abolicionismo e perdurar sempre nova em
minha imaginacao emquaoto nao se me extin-
guir das veas a ultima gotia de sangue.
E o glorioso nome de Joaquim Nabuco, que
resume em si urna das mais sublimes causas da
Humanidade, bear escripto em nossos cortces
como a dala resplendeote que encerrou a sobe-
rana lei n. 3353.
Identificada, portanto. com este suptuoso dia
ao qual dediqoei a mi h .-r porco de minha vida
e dns meus esforcos, eu venno depr no sacro
sau.o altar da Patria as miabas reverentes san
dacOes.
Eu sin'.o, porm que neste solemnissimo mo
ment em que a Natureza acompanbando os can-
ticos clicos ed'oi tercas a harmoniosas can-
088, nao veja congregados todos os campeCee
da grandiosa batalba. para dar a lsente data
commemorativa da Abolicao dos captivos, o im
pulso, o realce e a imponencia que merecida-
mente lbe caba.
O coracao extravasando de sentimentos m bre
e patriticos naa se resigna com as peas so
ciaes e nem tao pouco visa outro ioteresse que
nSo seja a exploso de suas ardeates inspira
(Oes.
Por essa raso que sentindo rebentar de
minh'alma urna grande parte dessa agitacSo na-
tural ao espirito delirante de praser, fui impel-
lida a vir saudar o 13 de Maio, ainda em 1892
quando ja nao encontr os meus compenbeiros
de trabalbo. enmprindo assim o sagrado dever
de brasileira e priacipalmenle de verdadeira e
deslry.eressada abolicionista.
Parabens 13 de Ma'o,
Luzente data da' historia'
Qu'encerra a mais alta gloria
Da brazileira Nacao.
Quebraste as rijas algemas
Vencesle a luta gigante,
Cruel, tremenda, poasante '
Da injos'a escravidao.
Foi o'Bte dia faustoso
Que qarito de Liberdde
RebinadaImmensidade
' Na suJime Reg So.
O Msffffo Co abracares
Aleereaaen'.e saudara'rO
E seus cactos entoaram
O dia da Rsdempcaa
Mara Amelia de Qaeiroz,
(Oradora da sociedade abolicionista Ave Libertas)
S CIENCIAS E LETTRAS
Fig. Sob.
O grande da
Hoje todo fe maoifesia alegremente para com
memorar o glorioso dia em que transpareceu no
horisoote da patria brazileira a salvadora e ru
tilante estrella da redempcao dos captivos.
Fazem hoje precisamente quatro annos que
as verdejantea selvas do Brazil reboou o grito
altisonante da liberdde dos negros.
Me portanto, impossivel Bear silencioso
n'uroa occasiia cm que toda a natureza parece
palpitar do mais delirante entbusiasmo.
A aurora radiante do dia 13 de Mmo, cuja su
blimidade deslumbrou as nacOcs mais cultas e
civilisadas, ba de reviver eternamente no cere-
bro e no coracao daquellss que se empenbaram
em favor da completa emancipac&o dos ejcravl
sados.
Por mais embarazosas que tejam as condicOes
em que se ache qualquer dos notaveis paladinos
daCausa Abolicionista, o dia de boje nao
deixara de actuar fortemente nos generosos es
piritos. daquelles que ainda se sentem ine-
briados pelas BciotillacOes do fogo santo da
Caridade, como ecboavam outr'ora os trlstis-
simos gemidos dos infelizes parias.
Quando o Braztl adormecido na tenebrosa
noue da escravidio, ala sonnava siquer com a
rosada anrore, que subitneamente dtscorti-
A aboIlcSo
A lei d. 3353 de 13 de M no de 1888 tem Bdo
estudada debaixo de muliiplos aspectos e sob
todos esses pontos de vista tem ella provocado
a mais encomistica adjectivacSa que, ni) ot>
stante muitas vezes vasiaraente goagorica e tola
mente condoreira, em geral o resultado louva
vel dos sentimentos <. t uisticos de secs panegy
ristas.
Um aspecto ba, porm. sob o qual at boje
ainda nao foi considerada essa reforma radical
que se fez em nosso paiz por entre fijes e ap
plausos, constitoindo assim urna excepcao h.n
rosa para nos, visto nao provocar a reaccSa dos
interesses cffendidos.
E sob esse aspecto qne mais evidente se
torna a graodiosidade da le libertadora, e eatu
dando seb esse aspecto que desabrimos ama
xima importancia do esplendoroso acto do po-
der legislativo brazileiro, fazenio se patente sua
alta signilicacao, que, mais que tudr, atiesta a
liberdde de nosso espirito nacional eminente
mente democrtico.
Ninguem ignora e a observacSa nosaffirma de
modo o mais positivo que as sociedades novas
teem em vista uaica e t xclu3iv^m?nte s creacao
da torga conectiva e que s posteriormente, de
pois dessa inciacfto pratica, quando ellas veeui
formada a sua estructura e estavel a sua rique-
za, que coraecam a tomar parte na vida intil
lectual dos povos.
E assim sendo, como de facto o e nao se po
dendo negar que o fraztl seja um paiz novo,
cuja riqueza ainda nao ssti con.-t tuida, mis
ter para termos autonoma scientifica e intelec-
tual e conseguintemeote para tmannos parte
activa na elaborado do espirito da epocba oc
mesmo para nos co'locar a par delle, mister.
dizemos, primeiro arrancar e mobllisar os the
souros naturaes qu? no vasto e feracissimo ter-
ritorio nacional se nos patenteam, vista, isto
, construir nossa riqur za,
Para attingir este desidertum sao necesserios
brecos que, cultivando a trra, prodozam, con
stituiado des;e modo a principal fonte da rique
za publica e no B azil esra classe productora, ou
antes, a machina do trabalbo agrcola, era coa
stituda nicamente pelo braco escravo, o que
quer dizer que a basa da nossa riqueza era o
trabalbo escravo.
E' por consequencia mister que muito forte e
muite poderoso sa torne o gentimento humanita-
rio de um paiz novo a ponto de sua liberalidade
poder sem exegerac&o ser considerada como
producto inesperado de um hyslerismo exaltado,
para que tal sentimento pessa vencer a preoc
cupagao fatal, ioevltavel e de coja influencia nao
pode se Bubtrabir sociedade alguma, preoecupa
cao que nella representa o pape! domioante e
que coasiste em tornar estavel a sua riqueza.
E o Brazil, paiz novo, com immeosos tbe3on
ros a exigirem urna exploracao consciente, a
excitarem a cobica, sem riqueza ce stituda,
sentindo falta de bracos, nao Vepldou um s
por termo escrsido civil, fa-
momento em
zendo assim trinmpnar seu humanitarismo sobre
a preoc upacio dominante e que mapr infloen
cia exerce as sociedades novas, o que coosti- fjn (,aec,e"^8_8UJ?8ireJ*[n;
tue o mais rico padrao de gloria*, que aesegura
ao Brazil em um futuro remoto, quandqa civi-
lisccSo delxar as praias occidentaes do Ocano
Atlntico e passar para este lado, a hegemoaia,
isto que o Brasil sera a Franca do futuro.
Honra, pois, aos sentimentos democatlcos do
povo brazileiro I
Recife, 11 de Maio de 180L
Alfret Toledo,
A llvre permula r m paz
(Extrahido)
Dous fados rapitaes assignalaram o mez de
9{ovembro ultimo: a reuoiao, em Roma, do con-
gresso das sociedades da paz dos dous mundos &
a da conferencia iuterparlamentar para estreitar
as relacoes ioternacionaee; o outro facto foi a
atertura era Pariz, no Loxemburgo da discus-
so das tarifas aduaneiras eaiatervencao no de-
bate de olgumas das summidades da alta assem-
bla.
Os dona factos poderao parecer estranhos um
aoontro; oa reilidade eao onnexos, comquanto
seguramente dessemeihanteB e as questdes tra-
tadas em Roma e cm Pariz ligam-se estreita-
mente.
Por isso julgamos nacessarlo iacluil-os em um
srtigo.
Do que tratan se em Roma e do qae se trata
em Pariz? Na fundo da mesma causa; da exis-
tencia e do bem estar das sociedades, da liber-
dde. justica e de paz. Sob formas diversas,
sempre, por mais que se faca, i questao primor-
dial de vida, da vida individual e da vida conec-
tiva, que estao em jogo. E' sempre, para dar os
aomes 3 causas, da paz e da guerra entre ellas.
A guerra das tarifas mata como a guerra dos
campos de batalba, disse um dia o Sr. Jales Si-
mn. Mata mais lentamente, isto mais hypocri-
lamente, porm, sempre mata. Poderla ter ac-
crescentado qae urna conduz outra, talvez e a
historia desde as lucias de Luiz XIV fel o, cent
a Hollanda pelo direito de cincuenta sidos por
tonelada, o provou demasiado. Em vez de far-
dos trocaram se balas.
Parece que em Roma o comprehenderam, em
um meio internacional. NSo o comprehenderam
assim no senado francs.
Entretanto dever-se bia esperar qne ah o sen-
timento fosse mais vivaz; talvez a Franca que
mais se devia lembrar qne fechar as fronleiras
aos productos, fech 1 as aos bemens. e que
por onde o commercio ci passa, tambem nao
paseara as ideas.
Coinc deacia estranba e contradiccao doloro-
8a; ha apenas aignmas semanas a Franca se
queixava do rgimen d03 passaporte?, que pro-
hiba aos fraoceze8 a entrada na Alsacia. Sup-
primiram se os passaportes e desde o dia se-
guate, a Franca os restabelecia sob forma de
direitos prohibitivos. Fechando o merc-dofrji-
cez aos alsacianos, ibea fechar a FraocS; ti-
rando aos francezes a opportanidade de com-
prar e por consegu ate de vender aos alsacianos
fechar quelles a Alsacia.
O ministro do comrxercio, o Sr. Joles Roche,
em sua resposla ao Sr. Jules Ferry mostrou tel-o
comprebendido. Disse fallando das exportacOes,
que sao ellas um elemento e3sencal, nao se-
ment de iiquesa, mas da influencia da Franca.
Porque razio deixou de desenvolver tio justa
ob ser vacio e nio provou aos cegos que nioque-
rem ver esta verdade, que deveria patentear-se
a todos os olhares, que as importacOes e as ex-
portages sao indispensaveis riqueza e in-
fluencia da Franca ?
E' verdade que defendeu a franqua das ma-
terias primas; nio attribuio, porm, contraria-
mente a naturezi da3 cousas, o carcter de ma-
teria prima senao a certas categoras de meren-
donas. Como si lodo quanto impregado por
qualquer industria Dio fosse, para essa indus-
tria, sua materia prima ? Disse queum povo que
compra cerca ue quatro blindes e meio de pro-
ductos manufacturados ou pura consumo nio o
fas para f'ar prazer aos estrangelros, mas para
satisfazer as suas necesddales; e que em sum-
ma, pirticnlar ou industrial,consumidor ou pro-
duc or, cada qual entende tanto de seus interes-
ses como oa legisladores que preteod<>m srseos
juizes ou as tbeorlcas do proteccionismo que
querem realisar suas tbeoriaB.
Mas nio vio cu nio ousc u formular a conclu-
gio natural deese raciocinio. A cooclusio em
principio, a liberdde commeraal que o direi-
to que lera cada um de gerir seus proprios ne-
gocios, por sua conta e risco, em nome da igual-
dade civil e da liberdde outorgadas pelas nos-
sas lea.
E na pratica, por estarmos muito longe d-^sse
rgimen e que sao precisos cautelas as transi-
ges, convm caminbar, por estadios, para essa
liberdde, em vez de retrogradar, para o arbi-
tramento e o servilismo.
Pronuociei as palavras arbilrari > servilismo
e fallo de retregadar: serio vis dtclamscSes ou
culposas violencias de linguagem?
O Sr Jules Simn disse, com a aubridade re-
eonbecida de sua pala-.ra, que reguer, cera an-
nos depois de 1789, as barreirai que separam os
povos, fazer a revolug&o is avessa?.
O Sr. Tirard mostrou que a theoria do protec-
cicnismo, tal qual foi implatada na tarifa votada
pela cmara, e que ameaca enraizar se na tarifa
que o senado p'epjra, a theoria da caresta or-
ganisada. Mostrou qae essa poltica estreita,
arbitrarla, oppressiva, conduz ao mesmo lempo,
ao ex'erior ao isolamento, no interior ao restae-
leclmento de nma aristocracia de ricos miliona-
rios, alimentados i fcialmente, de pais a filbos,
a custa da massa da nagio.
O Sr. Cballemel Lacour provou p>r seu turno
que as tarifas propostas elevara de cerca de 80
parKO na media es prego3 das mercaderas.
Diz se que equivalaos para alguna paizes e para
ce"03 objec'os a 600 por 100.
Pergootou si isto era poltica liberal e demo-
crtica, ou si nio antes de tudo urna poltica
aristocrtica, poltica de privilegios para os r-
eos e para os fortes, de expoliacio para os fra-
cos e pobres.
Perguotou, emBm, com eloquencia contra a
qual nSo podem prevalecer as subtilezaa da dia-
lctica proteccionista, sf a diminuigio dos pro-
cos, contra a qual obttinam-se a luctar, nio est
na lgica das cousas. Deixou entrever como au-
lorea teotaram fazer, o Ferigo dessas vis doutri-
nas de ponderago legal e de garanta official
dos proventos que abrem as portas a todas as
mendicidades e deixara as almas desarmadas na
ioevavel lucta contra as JiUculdades do que se
coropOe a vid?.
Nio ha re-pDnder, por maiores esforgos que
tenham sido ieitos e s veze3 com talento, a es-
ses protestos da cooselencix e do com senso.
Emvio dir-se ba, com o Sr Jules Ferry, sendo
para sentir qu3 sua autorisada palavra fleasse
reduzida a ser o ecbo do Sr. Meline, que os pe-
queaos camponioa atender mais de seus inte-
resses do que os pontfices da pretensa selencia
econmica. ,
E' fob oulra forma, a observagio do Sr. Jules
Rociie, e nao em prol do proleccionismo que
se le.anta. Os camponios, como todo o mundo,
desejaro sempre comprar barato e vender caro,
e como todo o mundo, teem interesse que lhe
deixem a liberdde de comprar e venderem co-
mo puderem.
A liberdde alheia a salvaguarda da sua.
Nio os fario pensar diversamente seoio eoga-
oaodo os e dissimulando-lbes as conseqoencias
onerosas da transaccao dos ingenuos a qual que-
rem que elles subscrevam. E si nos disserem,
como o Sr. Daupbim, que a expressio de casta
privilegiada nao pertn:e i nossa poca, respon-
deremos que a couaa que nio da nossa po-
ca, e quando se produz, como acontece no dis-
curso do honrado relator, conveniente dar-lhe
o sen nome, afim de que nao baja engao.
A um gato chamo galo, e a poltica da alfan-
dega ama poltica de restriegao, de desigualdade
e de inatabilldade. Dis-te tambem qae tal pou



.


*
Diario de Pernambuco Sexta-feira i 3 de Maio de 1892

oTras em bwi wj caresta -e o laola-
A car-jila, oa, se preferem, a ma*a retos cjQira a abandona* a aba*a*ianawl-
Soles do progr-sso davWiolt e m apwii-
n-?ato dos mstos dM
objectivo de todo o pri
os
ro 83
caaos
10
aoao oair'ora diriga oto. MsHae,
ii aduaneiraa* nie ne
a ao
ata* daVleis aduaneiraatll nata-* attinge
jara qae servem os diada t ^^
^Otsolamento, foi oaanprfc*.-. ry qjaao
waclamoa: Cada pava, daawell*. quer lser
mm SD3 patria ludo quanan;a*aat3a ; BoonaMa na
Jvaoga pa'a defender nosso patrimonio nacio-
nal. E accrescenlou: Sejamoa fortes e ri-
tas.
Mas oosso patrimonio nacional, o livre e
completo exarcicio de todas ai nossas apiid33,
#e todas as nossas torgas; a eipioraco dos
jacursos de no3SO solo, das hiOitafOes de nossa
H para as ques aao podemos dispensar o con
tarso do resto do mundo e de seas productos,
foderemos Bar o algodiatemcompral-o algores;
ter o.bos e rels telegrapbieaa. sem a borracha
3 gata perca qae arranca nao produz; ali-
ateutar nossas fabricas cao tai e sedas sem o
aaxilio das las e sedas estrangeiras; ser o qae
amos, em ama palavra, sem commonicages e
t)agt3 cjm todo o mado!
Robo patrl nenio nacional, mas essa ipao-
tio de nosso genio e de nosa influencia, tao jas
SBiaente, aoaatqaaato.iaaotM'iieateaieate defendi-
do pelo Sr. Jales Roche. Ssr forte e rico ; e nao
jriiar-se de aeoaam dos elementos de (org e
te riqueza qae a sociedade das nacOes actuei
tersa a disposigo de cada am de seua membros.
Bo como o caracol, fecharse no sea carama
cessarao de
o. 30b pretexto de independencia.
Oa tempos caminAaram e nanea
eaainnar.
Suppnmio se a distancia, vencea se o espago,
apteiriaram se os obstculos maleriaes, perfa-
Kram se as mootaauas.
Z preUn Jer-se-hi parar esse movimento e
x e ha com alguns aailbi.-ea da aduanairos, a
aabico de retalhar para sempre o mondo em
peineta', de enrstar a bayoneta contra o ali-
900(0 1
Sejamos entao lgicos ; voltemos aos bons
ampo* i lo, estabelecamos as alfaniegas inte
jjeres, os pedagios.etc, etc.
JB> consintamos qae o tripo da Beauce se
-3Ka nos mercados de Brie oa de Perche pro
lata-so qae o habitaate de Rao oa Elbcejf
3ta-3e com panno de SeJao, de Reais oa de
aonbaix.
lealhemos, para gaudio de alguns esperto3, o
30> da patria fraaceza em feudos industriaes oa
aercola}, impenetraveis ana nos ontros. e tere-
scs. realizado o ideal de cada am ero, sua casa,
^tardanflo o patrimonio local.
CDosomitentemente teremos restabelecido os
aoamea, as oppresses, as rivalidades, 03 odios
aa caeras, e revivido o estado de hostilida-
des incessantes, em meio das qaaes a tregua de
Jeus e a qaarentaine le roy. difficllmeote de
nipos a lempos obtinham momentos de paz,
xa pooco de justica e ama dse de liberdade.
A tregua de Oens, mas o coromercio que pro
;sra cslendel a a toda a humanidade ; qae sig
.wfjcam essu exposig.-3 aniversaes qae patea
fctMt a famiLa banana quaato trra, ei aao
ir devastada pelas rivalidades sangrentas en
jatalhada pelos barreiros aduaaeiros, pode for
aerar ao conjunto de seas habitantes 1
Aa peasoas qo: o vem, e tratara ds consti-
Jaur, de preparar pelo mecos o qae se poderia
taar o senado das oacas.
Fiuem-3e reouiOas, ha alguns anao3, nasquaes
naoros dos parlamentos dos diversos paites
ate aado civilizado comparecen] para trabalhar
ao coomura afim de meUiorar os destinos de
aoopitrias respeitivas, meihoraado t sor te da
arnaaidade.
R>i eml889, emP.rz, dorante a expsito
asarersal, qae o Sr. Jal:s Simn saadav em ter-
aoa magoihees a presea^a dasses patriotas de
aaaa panes nataes respectivos e qaa ao mesmo
En? sao patriotas do gaaero humana. Mos-
Snis. qne a immeasi 1ade, vencida sob o poalo
is vista material, nao deve mais ser am obsta-
ofo sob o ponto e vista moral e qae chega-
*> o I 'mpo em qae a poltica, sob pena de ser
So sjmente orna bar-eira falta de iatelligencia,
4eie garantir aos povos o direito de vver e tra-
salbar em paz para si e para os ontros.
o em 1890, e o Londres, qae am antigo lord
atooceller da Gri Bretanba, lord Herrscbell
jfcrio com discarao magistral essa segunda.aea-
ao, na qnal tomavzm parlemombros de l p-.r
jaseatos, apoialo por coa'.euaras de seua col
ild po-ji-o, em Roma, acivam-se represent*
ata dezeseie nac53 quasi toJa a Burop parla-
BBlar-
O presidente da Cmara dos D>pu cij; d.
lakia, o Sr. Biaacheri, presidia as reorus; u-
3aa?oravam se com solemnidada sem exemplo
atfeoio ao palacio do Capitolio, officialmeate
Xlo disposicao dos hospedes da cidade ter-
aa pela municipalidade e pelo sea syadico o da-
aoe de Sermonla.
E 3 do alto desse Cniloo, de onde tantas
zea partir a guerra para Jerramar pelo man-
i a devastado e a cscravidao. qae partiam,
X3i. observoo o pre*idea'.e Biaocneri, os appel-
lo? i roocordia, a Justina e a paz.
Kro ei m io das acclam:cftes populares qae,
jw oa-le diriga seu3 seas pasaos, cacoiabava
aaat phalaa^e paciBcadjra, embryo at certo
fwio dos faunos estados geraes da Europa.
E q e volaram esses representantes do con
jbo das representejj5s aacionaea ?
Qj votos jon'.o delles eao memo lempo for-
SDlsva. eai nome das popalacfias, a oa trarea
jijo, o coagresso das sociedades da paz, da
* i.--a e da America ?
ia-m.ivam a indepeadencia e a inviolabilida
de de tola a tociedale hamaaa.
rroclamavam que a jastica e nlo a forg
-fte deve regalar as relaces das sociedades en-
Dechraram qae nao havia diffieuldade, por
ifci'jr qae fosse, qae com boa voatade e pro
*ieia, no podesse ser resolvida amigavel
BBt.
Kectaoiavam qae nos copgressr s futuros nos
jnes uvessem de dijealir questOes in'.eroacio-
aaes. fjssem convidadas as pequeas 025633,
aao scnlo o direito como se affiguroa por maito
fc mpo, q jeslao de numero oa de exleas&o terri-
krial.
Afravam a necejsidade de neutralisar e
ataoler lvres em tod03 os lempos os isihmo3 e
aet:lrei:os aecessarios para commarcio iater
aaeiool.
Re.l;-.7am, em ama palavra, sob tolas as fr-
aaw, ')3i a libardade qae direito de todos, a
K!i-ar.edade que para todos ama aecessidade
a sai beneScio.
B. para deeenvolve: programma to importan
keoobre, coostltaiam, emprazandose para o
lian prximo, para o puz neutro por excel-
incid. a Suissa, orgias permanentes de acedo e
ie [-.p ganda.
*o o deflafneato s agos potaveis por
meio de caaos de gasa nao delxa de ser peri-
gOSOl
No aatatto da preaal
t praaandoMimeatie iat
direras flKbakMe
atrambo e o lian, ato iaaauaatfai o avena
meato da agua ; e aaai o aatatrego- e be turne,1
teraaawl a da ao aaar. AMm de qaa. qual
er o>ae- tero, bas que- nalle appar c* aoaa leuda
para produzrr corenles voltticas ; e estas de-
wuapatoc a agua, facililam a exytafiio do
metal.
Nestes ltimos tempos tem-se procurado co
brir interiormente os canos com cimento. Este
me bodo torna se de vautagem nos tubos de
maor dimetro, sos qaaes nan ha receio de cal-
tos bruscos de temperatura, porque aeste caso
a diversa dilatabilidade da gusa e do cimento
facilita a ruptura de revestimento.
H1 aiuda am segando meth ro, qae consa'e
ao reveatimeato dos canos coa um extracto de
oxylo de ferro magntico.
Para obter sacase ffm aquecem se caaos calor
canlente, e fiz-ie pasaar nos meamos canos um
vapor aquoso moito qaente. O oxygenio da agua
decimposta combrna-se entJo com o do ferro,
formaod) om reveatioaento de anhydri lo fer-
roso frrico a que se da tambem o nome de
oxylo negro oa magnetizo ; o qual impossibilita
toda e qualqaer oxydaco ulterior.
Bantivegna e Scbavo, porm, aconselham os
canos da cimento e de argilla, impoasiveis de
oxidac*o e capases de resistir a lorlissima pre3-
sao iateroa, isto at 40 atmesphe as.
As fabricas de Donltoo, em Londres, de E.
Maller, no Ivry Port, as proximidades de Pa-
rs, de Zoller em Ow ller oa Alsacla, e de Cea
glia em Norcia, na Umoria, fornecem excelleutas
cano3, refractarios a creacao da terrivel ere-
aothrlx que acaba de s;r estodada com tanta
sciencia pelos dous alomaos da Escola de Hy
giene de Roma.
VARIEDADES
aturamos
(A' Joao Pana)
Sito duag deata* crianjaa
Alegres raios do sol
Qae tcm n'alma a esperanza
Que tena no rosto o arrebol
SSo como dois innocentea
Mimosos, ternos pombinboo.
Qae v2o alegres, contentes
A construir o seo mnh >.
aero l1goiram?nte cmico, como pta
cedenteaiente ; os graos sao triturados sobretodo
palas deiita,*e raairtaaneata eliminados pala*
les aeUoas da cyli iro liso Gomo no appa-
__l precdanla, o envolucro esta crivado de
anta entra o mcmos aaraasaatcam em aao ultimo tercq, e
sao a reato* de asacis sao-eliminados e se-
+aarato', coa psatoaantemante, por um vaati-
\ ladaci.qte sopea porbaixo.
Depaij da passagam pata o daacascaaor, oo-
t*m-sa t raa aluda misturados com restos de
c.'scjs ; aesgraoi sao afina! muito hetaroge-
atoe, e n aecessano separar pnmairo os graos
:os oa laralos, que sobremanera depreciariam
a mercad oria.
A separagao opera-se em um limpador ameri-
cano, que serve para escclhar os gros da dea
sidaaesdiffjrejtes.
Enteacemos que es3a passagem para o limpa
dor pola vaotajisameate fazer-so antes da pas-
sagem pt.ra o separador de graos; entretanto a
ordem dessas duas operagOes pode em rigor ser
invertida. .
O sepa-ador de graos construido de modo
usual ; einpregam ee graudes cylindros de fo'ha
de cobre perfurada; os buracos sao a principio
redondos e pequeos, depois oblongos e de dna3
grandeza! su:ces3lva em um separado: triplo.
Os priaieiros onti;ios deixim passar os graos
pequeos e redondos; o moki, os oatros dao
duas qualidades de caf : graos mollea e grios
enormes.
O ame de mcki pode parecer estraa'o. E
que com ?ffeito o moka do commercio aao ex
elusivamente caf de Arabia, mas siia em grao-
de parte iaf brasileiro. San pequeos graos re-
dondos, abortados, e nicos no pericarpo.
Os graos de caf sao ensacados separadamea
te e conservados para a venda. Algumas local!
dades exi^em cafs bnlbaotes e luzeates ; tor
aa-se entiio necessario pollir os graos; para esse
am fazem-o'os pastar pelo bruidor.
Este apparelno compoe sa de uan estojo cy-
liadrico, no qnal gyra nm eixo com oilo fa-
cas ou taais, dispostas em hlice; o caf in-
iroduzido levado pelas facas; os graos attri-
tam se e tie desprendem das ultimas pslcuU,
saltando as facas para o estojo e reciprocamen
le. O estoio compe-ee de ama tela metallica
muito fia, cercada de eegaada tela mais grossa
A3 faca, dando 500 voltas, formam um ven-
tilador, mas alm disso, na extremidad do bru
ailor, no lagar em que os gr03cahem do plaoo
acunado, ba um ventilador especial, que dissi-
pa oo extorior as falsas pelliculas e poeiras, e
ento os graos impos e brilbantes sao immedia-
mente ensacado).
Trabalho do cf em cerejas.- Este trabalo
opera-se originariamente sobre grao3 mo'hid s,
ep.ranos mailo mais inleressante e mais
novo.
(CoBtin.)
1NTE&ESSES IVTEftUES
Dia o mais velbo dos dous
Com infantil exprenSo :.
< NSo posso brincar comtigo
Tu s menina e eu n3o >
E le tea am dia-qm pode
Dia o ontro : B' ioaposaiTel !
Trav-se p-iis a.desp ita
TJma palej terrivel !
O a n >r iojzrisdu
Por lha negar o isa s-ixo
E 1 ir* o outro sere"
Ai:n'.-ad-j, perpl X>.
Lorintsn^o a camisi- ha
Dia o menor : < fis'.j vendo *
E pa^tem 03 gataram is
Ep*
:em lo)
corralo.
Folia idade Folia !
Bis nha qoadra da vida
Da ti en tenho saudade
Oh existencia querida !
Julio BeUo
AGRICULTURA
A caaalisa^ao (Tagua por
meio de canos de ferro
S3 pesqoizas a qoe p'ocederam o engenhei.-o
Jwtjvcgua e o Dr. Scbavo, membro da direccao
i le publica de, Roma, sobre as causis que
iirara origem a corrupgaj da agua pota"el de
fierneto Tarqainla, descobnram elles qus nos
taboi de ferro tnha ee deseBvolvido a creno
attix k i'iana bacterio oa shizomoceto, a qae
Joph qualiQcou de cosmopolila por sua vasta
txtcraogeographica. .
I, cousa singular I parece que essa creatun-
ahi em aecessidade do conducto de gasa oa
fcr-o fundido para geminar ; visto que nSo
tila enconl-ala noa traeos do3 condactes de ar-
gBia, nao obstante serena elle* lambidos pela
mansa agua. _. .
Im ei mesmo, nao esse bacterio ferruginoso
Eal ; mas a agaa de Corneto tornoa se
btavel, porque nos residuos merlo ila ce-
nc:hix desenvolvem-se posteriormente cogu
Klc3 e bacterios qne vioiam o ar.
O gnesis do mal, eca eslylo bblico, este:
Osemos de ferro oxyam se e produsem .n-
UriormeBle verdadelros lubercolos qus so ins-
eptw:3 at de obstrail-os ;
Os tubrculos ferruginosos fferecem nm ter-
jtno fovoravel ao desenvolvlmen'.o da creno
thrix;
O cadveres da crenottirix > proporcionam
as tlhores condioes ao afacimenlo de late o
ac'erio--. ^a
Cultura e iadustrla do caf no
Brazll
ANALYSB DE TKBB18 EM CENTESIMOS
{Coninua$ao)
O caf camioha, pois, pooco a pouco ao longo
no declive, e ao mesmo tempo, 03 grios, friccio-
nados, retados e encontroados, desprenlemo
p adberente.
O3 graos seros devem em seguida ser esco-
lbidos por machina; tem-se em vista a separa-
dlo dos grios quebrados ou de ca quaiidade, e
urna veatilacao enrgica com sacudidura, elimina
tjdas as malarias leves que sao levadas pelo
vento; a machina empregada de con 8 tueca o
idntica a qae nos serve para limpar o trigo.
O caf pa.sa en n para o descascador, de qae
vimos dous modelos differeptes.
O descascador mais e.-palbado consiste em um
cylQilro aeoulhador que gysa com grande velo-
cidade dectro de um envnlacro concntrico. O
cylindro rotatorio tem os apparelbos concasse-
res; estes so partes de cylindro de forma re-
ctangular de 10 centmetros sobre (5 ou 20. por
exemplo. Estas colheres ey indricas sao arti-
culadas por aja base menor ao cylindro em ro-
taco econservam se abertas ou pendentes por
molas fizadas na concavidade.
A convexidade flxa vollada para o cylindro
envolucro; estes deOulhadores sao de folha de
ferro undulada ; a espteo?, soffrero eiles gol
p*8 de pungao, de eorte qus a superficie esta
erizada de pequeas depresiOcS qae fazem sa-
liencia na parte externa.
Comprehende-se immediaiamento o papel des-
tes deoulbadores: durante a rol.cao, os graos
sao friccionados pelas superficies convexas, mas
nanea soffrem pressao mei violenta. Se a resis
tencia qae apre^eatum a principio muito con-
6ideravel, a me la cede e o grao escapa se, mas
tem de pasear diaate de nm segando debalhador,
diaute de um terceiro... de um dcimo... es-
palbados em xadrez por tola a superficie cylin-
drica. Com o auxilio da ana porca e de orna
liaste de larra:ha, pode-.-e variar a vontade a
teeso das molas. as descalcadores aperfei-
joados, esta maaobra simplificada: todos os
ramos dos dtbalbalores sao solidarios e s Fa-
zem um movimento; sao movidos voatade por
excntricos colocados sobre o eixo, que se po
dem virar por meio de um parafuso manobrado
por um pequeoo volante.
O cylindro glraole o descascador tem alm
dos el-bulbadorcs, pequen>s laminas de folha in-
clinadas sobre o eixo, porm normaes na super-
ficie-, sao porto s de espiras da hlice, qae
funcciooam como parafnsos de Archimedes e fa-
zem o caf andar do um pira ontro ponto do
cylindro.
O cylindro envolucn ligeramente cnico;
na ranhura de enlrada. sen dimetro maior do
que na de sabida, de eorte que os erraos sao ca a
vez mais comprimidos em um pequeo eepaco e
neobo u escapa triluracSo
A parlir dos doastergs, o cylindro envolucro
est chs.o de grande numero de pequeos bura-
cos de ana dimetro igual ou superior ao de nm
grSo de caf: por essas aberturas qae se es-
capara as 8Bb3tancias pilladas. Consiatem em
graos intactos e detictos de envolacros, chama-
dos cascas de caf; rolam misturadamente por
am plano inclinado, atravz do qual corre de-
baixo para cima um forte correte de ar, torne-
ada por um veLtiiador. As cascas sao aradaa
ao longe mquanto os graos desete pela ponte
e chegam as ma;s dos incumbides desse ser-
vico.
Outro dacascador, dando bom retultado, con
siste anda em om cylindro qae gira en am en-
volncro fixo, porem o cylindro movel disposlo
de modo diverso do desescader ordinario.
E' dividido em doai par tea: em nm terco de
sen comprimeato esta forrado de placas fundi-
das, qoe coostltuem, por sea conjancto canela
do urna tonga eagrenagem helicoidal, o tritu-
rador propiamente dito; os ontros dona tercos
sao de lata lisa, mas cociendo tres 00 quatro
elementes le balice moito alongis, constituida
por pequeas ;tarn!iaa de madeira, de seceo
quadrada, e cobertas de liaaioaa de ago-
REVISTA DIARIA
Em humeuagem ao 13 de Halo -
Hoja-as msicas das corpos da guaraigao, toca-
rao alvorada nos respectivosquarteis cas 11 be-
ras da marina no Lyceu de Artes e Oficios, na
entrega da bandeira ao corpo de polica.
Ma matine* qne realisar-se ha no theatro de
Sania Izabel tocara a do 2* baialho de infanta
ra e das 5 as 7 da tarde tocar esta do jardim
d Praga da 17; a do 14* no jardim da praga Hi-
ciel Pmneiro e a do Arsenal de Guerra no Cam-
po da Repblica.
A fortaleza do Rram dar as salvas do eslylo
s 6 horas da maob e a i e s 6 horas da tarde.
Dorante o dia estar basteada a bandeira na-
cional nos estabelecimentjs militares m a noile
serao lllumlaadas as respectivas frontarias.
Senado de Pernarabaco Effectaon se
hontem a 22* sesso sob a presidencia do Sr. Dr.
Albino Gocgalve8 Maira de Vascoocellos.
Comparecern! os Srs. Lana Freir, Hermo-
genes, Alb;oo Meira, Peretti, Velloso, Gomes de
afanos. Barros de Lacerda. Serra Manas, Si Pe-
reira, Ermirio Coutiobo, Ariatarcho Lopes e
Goncalves Ferretra.
E' li Ja e approvada sem debate a acta da ses
sao antecedente.
O Sr. 1.* secretario proceden a leitura do se
guiate expediente :
Um officio da commissio execotiva da3 festas
commemorativas do dia 13 de Halo, convidando
os Srs. seo&dores aconaparecerem naquelle dia
s 12 horas da manha, sessao Iliteraria e mu-
sical que ser celebrada noTneatro Santa Izabrt.
Iaieirado. t
Ouro do Dr. inspector geral da Iostrocjio Pu-
blica, icfariando sobre o projecto deste Sanado
n. 5 de 1891.-A quena fez a requlsigio.
Foram lieos os seguales pareceres da 3* com-
missao, iodo o de a. 23 a imprimir, sendo os de
os- 24 e 25 approvadas sem debate.
N. 23Apreseotaudo am substitutivo ao p-o-
jecto n. 1. deste Senado, para facilitar ;a 2* dls-
cnsso do oiesmo projecto.
N. 24P.dindo informagfies ao Conseibo Mu-
nicipal do Bectfe sobre o projecto n. OT de 1891,
da Cmara,-referente a dispensa de pagamentos
atrazad08 da Irmandade deN.S. da Boa Viagem.
N. 25Pdindo informagoes ao Dr. inspector
da lostraccao Publica sobre o projecto a.26 de
1891, da Cmara, qae coacede doas auno3 de
licenga com ordenado aoTegedo- do Gymnasio
Peroambucaco. conego Antonio Arcoverde de
Albaquerqoe CavaKante.
E' lida e submettido a discusso ama proposta
da commissao de polica propoado no lagar vago
de continuo ao carteiro Antonio Jos de Lacerda
Machado.
Depois de orarem os Srs. Peretti, qoe manda
una emend, pediodo a suppressao do lugar de
continuo Aristarcho Lopes, Peretti (pela 2* vez)
e Gomes de Mdttos approvada a proposta.
O Sr. Serra Martins enva a mesa um reque-
rlmento, que nella tica para ser opporlunamente-
lto.
Paesa se a ordem do dia.
O Sr. Serra Martins requer e obtem a retirada
ao requerimaoJo qne apreientara.
Submetiido a 2- discussSo o projecto o. 1S
de 1891, da Cmara, de qce trata o parecer n.
16 deste aoro (impoetos eedidos aos municipios)
ora o Sr. Serra Marlins, apresentando novo re-
querimento. qae approvado, e em que pede o
adiamento da discussSo at o inspector do The
souro informar qoaea as verbas do rendimento
do Estado qie devem passar para os munici-
pios.
Entraram em 2* diacusao o parecer n. 21
deste anno, regeitando a resolugSo iaiciada pelo
proiecto n. 48, de 1891, da commissao autorisan
do a ioGorpcraeo de um banco colonial hypo
tbecario.
Depois de orarem 03 Srs. Vello-o, Hermoge-
nes, que enriou urna emeoia s concloses do
parecer, S Poreira e Velloso, pela segunda vez,
sao approvalos o parecer e a emenda.
O Sr. presidente declarou qae vai ofdciar se a
cmara communicando Ihe a ;regelcao da re30-
logo.
Dada a ho:-a o Sr. presidente levanta a sesso
e designa a seguiote ordem ;do da para ama-
dM;
Conliauago da antecedente e mais a ;3" dla-
cnssSo do parecer n. 78 j io anno passado, sobre
s pretengao era Companhia do Beberibe.
Cambra dos Deputadoa Funccionou
hontem sob a presidencia do Sr. Coelho Cintra
tendo comparecido 24 Srs. deputadoi.
Lida foi approvada sem debate a acta sessao
actecedeotc
O Sr. 1.a secretario deu canta do seguate ex-
pediente :
Officio do secretario do Senado, remetien-
do am exemplar da resolugio iniciada naque)la
Cmara pelo projecto 0. 3 to corrate anno,
autorisando o gove-nador do Estado a despea
der at a lumtia de 10:C00 com a construegao
de urna poole n'um logar denominado Ro-ioce,
municipio e'.e Oliada.A' commissao de legts-
lago.
Pcligii ie Sebastio Jos da Costa Figaeire-
do, ex-escrivo da collecona estadal de Goyan-
ca, solieitaalo a sua aposeatadoria. A' com-
missao de pitigOes.
Oatra don eagenbeiros Joe de Si Pereira e
Aerooidas ce Hollaoda, e o negociante Aoion o
Ferreira Cavalcaite Bodega, reqoerendo am pri-
vilezio para extrabir do sub-solo do municipio
do Maiqe salitre, enxofre e pedra borne, cojos
productos at undam na localidade, mediante cer
las coacese.o. A' commlsjio de obras pn
UMati
Outra de l'elicio Benicio Corroa de Figuei-c
do, professo- publico da eadeira da Una, em Ca
xaog, solic lando o pagaateoto de seos venc-
oicntos de aocordo com a eateguria da recima
eadeira.A' commissao de kstracgfij Publica.
Veem* mesa, sao lidas e v5o a Imprimir os
seeolotes pareceres :
N. 53, da coaimisso do orfiaarwto, coacluin-
do pela aprasaataga de um projecla sob n. 30,
abrindo un crdito da 643:3ft*0fct para fuer
faca s despezaras a qae se r#.'arem 03 88 26,
52. 39, 61. 73 e 76 do art. 1.- do ocaameaio vi-
gente e mais o de 8:000/ a o crdito especial
para pagamento de passageBS concedidas por
conta do fiMado em estrada de Ierro
N. 56, daoommissao de peligOes. sobre a da
professora Mariana Cavalcante de Alboqnerqie,
concluindo qae noj regulamento da Inspectora
Geral da lostrucgao Publica esto previstos os
casos do objecto de sua pretengao.
N. 60, da tnesma commissao, concluin 'o por
um projecto sob n. 31, tornanio extensivas to-
das as disposigoes em vigor com relagc sos
professores do Gymuasto Parnambocano, ao
professor de esoriptarago mercaatil do mesmo
estabelecimeato.
N. 62, da mesma commissi, indeferindo a
petigo de Joo Pinbeiro Calle.
Sao lidos e approvados os seguales :
N. 57, da commissao de petlcoes, mandando
ouvir a Secretaria do Governo sobre a preten-
gao de Rodolpho Hmorio Bezerra de Mouezes-
N. 58. daCommissi de lostrucgao Pob.ica,
mandado ouvir de aovo a respectiva iospectoria.
sobre a petigo do professor ub.lado Manoel An-
tonio Ferreira Braga.
N. 58, da contmisso de faseoda e orgamento,
maadando ouvir o Thesouro do Estado, sob a
petig&o da Companhia Great Western af Brasil
Kaiiwii Limited, solicitando pagamento de 8/200
de transportes concedidos pelo governo em De-
-embro de 1887.
N. 61 da commissao de petigdes, para que se
ouga o regedor do Gymoasio Pernambncano so-
bre a petigo de Manoel Jos de Paiva Pinto.
Foi lido e licou adiado, por haver pedido a pa-
lavra o Sr. Morelra Alves, nm parecer da com-
missao de petigoes, sob n. 63, conclnindo qoe a
Cmara deixa de tomar conhecimento sobre a
pretengao de Jos Pedro Campello de Alm^ida,
escrivSj do superior tribunal de justica do Esta-
do por na ver le qne regala o seu objecto.
Passaodo-se a ordem do dia, sao submetti'ios
votagio as emendas ns. 1 e 2 do art. 1* do pro
jecto n. 5 apresentados na sessao antecedente
pelo sr. Martins Junar qne sao approvados.
Passando-se a discusao do art. 3* do mesmo
projecto, fallara os Srs. Moretra Alves, Buten
coort Campello, Correa da Cruz, Joo de Olivel
ra e Martiniano Veras sendo apresentada 4 emen-
das, que foram approvadas, ficando a dissusso
adiada requerimento do Sr. Alves Leite, at que
a commissao mixta do Senado e da Cmara d
pirecer sobre a organisagao dos servigos do Es-
tado, ficando com a palavra o Sr.Costa Barros.
Entrando em 1* dieenssao o projecto n. 2 5,
orn o Sr. Beserra de Carvaibo, foi approvado e
dispensado o intersticio requerimento do Sr,
Alves Leite.
Sao approvados em Ia discussao o projecto a.
22 sem debate, e dispeosado o intersticio re-
querimento dos Srs. Pedro Correia e tambem
em 1" o projecto n. 24.
Eotraado em 1* discussSo o projecto o, 23 fal
laram os Sr. Alfi3 Leite, Aotuliaoo. Veras, Es-
meraldino Bandeira, Cata Barros, Cmara, e
encerrada a discussSo snbmettida votagio, foi
o projecto regatado, sobmeltida atada a 1* dU-
cuso o projecto o. 27 fallando 03 Srs. Alves
Leite, Veras e dada a hora o Sr. Pedro Correia
requer prorogago, o qoe nfio foi votado por fal-
ta da numero, fijando adiada a diacasso.
Apreseaiado um officio da commissao promoto-
ra dos festejos em commemoragao ao dia 13 de
Mato, convidando a Cmara para assislir orna
sesso Iliteraria no theatro Sania Isabel, o Sr.
presidente aomeou os Srs. Octavio Hamillon,
Campello e Esmeraldino Bandeira.
Vtm anda a mesa nm projcto sob n. 32 da
commissao de fazenda e orgamento, abriodo um
ere lito de 1.200/ verba expediente e aceio da
Csmara dos deputados, para occorrer as de*pesas
que correen pela mesma verba, coja discussao
ficoa adiada.
Dada a hora, o Sr. presidente levanten a ses
sao assgaaodo a seguate ordem do dia : 1* dis-
cussao dos projectos ns. 26, 28 e 29 ; 2* dos ns.
22 e 25; 3* do den. 15.
Treie de MaloA commissao designada
pelos representantes da imprensa para promo-
ver festas commemorativas do da 13 de Miio
publica em oatra secc&o o programma das ma-
mies tac. 0\s.
Para ellas chamamos a attencSo do povo per-
nambucano a-quem de modo algom pode ser io-
diCfateute a solemoisag&o desse grande dia na-
cional.
E" justo, portanto.^ue todos concorram a el-
las dando Ihe o maior brilbantismo.
raaaelatAA pedido de diversos membros
da claase caixeirai realisar-ee-ha ama grande
passeiata s 4 boras da tarde, de boje, sahindo
o prestito clvicj da praga de 17, antiga Pedro
II.
Para essa manifestago sao convidadas todas
as classes
Frrbamenl de portanEn nome da
commissao execotiva das festas do da 13 de
Maio pedimos ao commercio que conserve fecha-
dai as portas dos seos estabeie.imentos.
Theatro de Santa l*abel -3 espect-
culo que devia realisar se boje tica transferido
para amanb, 14, porque a Sociedade Arion, re
olveo ceder o theatro para a matine organisa-
da pela cammiisa-i promotora dos festejos com
memorativos da data da lei que aboli a e scra-
vido e assim, estaado franco ao pabllco duran-
te o dia todo o edificio, impossivel seria concluir
ee a armsgo dos sceuarios qae devem servir
aos dramas anonadados.
Sendo este o motivo da transferencia de es-
perar qu- o espectculo sabbado seja muito coa-
corrido e que os boas pernambucanos a alie
concorram.
Dr. Goncalvea FerreiraA' bordo do
vapor Valparalzo seguio o Sr. Dr. Antonio
Googalves Ferreira para a Capital Federal.
S. Exc. como digno representante deste Esta-
do na Cmara dos Deputados, vae tomar parte
nos trabalbos do Coagresso Nacional.
Dasejamos-lhe boa viagem.
aifztaaea de nolteA' bordo da esquadra
de evolacOes dos Estados Unidos da America do
Norte acaba de ser experimentado o eyitema
< Ardois de signaes de noite por meio de lam
padaa elctricas incandescentes.
Nesse eyUema empregam-se 5 Ianlernas col-
locadas venicalmente a iguaes distancias ao lon-
go de um brandal; e cada lan terna dividida
em duas por meio de um diaphragma de lato ;
a parte superior de vidro branco, e a inferior
vermelha, sendo que cada orna das dnas partes
em que as laoternas sao divididas existem doas
lampas elctricas incandescentes, da forga de
32 .velas, alimentadas por meio de los sola-
dos.
Os sigaaes fazem-se combinrndo as differen-
te3 luz -a brancas e vermelbas, mas, asando de
cada vez, urna s das luzes de cada arnpo ; as
sien, cada signal compe se, o mximo, de cinco
luzes brancas oa vermelbas.
A combliaco das luzes faz se por mei) de
um commutador, no convs.
Este commutador circular e dividida raiial-
mentc em varios lectores, a cada nm doa quaes
corresponde ama lettra do alphabeto, tendo ao
lado pontos vermeihos e brancos que indicam a
combinago de luzes qne forma o signal.
A'm das lettras do alphabeto esto indicado3
ao commutador os alga ritmos de O a 10, com os
qaaes tambem se podem fazer communicagoes
por meio de om cdigo. Quaodo om dos na-
vios da esqaadra faz nm determinado signal
todos os oatros reconhecem igando o mesmo
tigual, que eO fazem desapparecer, depois do
primeiro navio.
o caso de qnalqoer navio catar em po3igo
de nao poder ver o signal, fcilmente tem co-
nhecimento da commonicagao, quando os ontros
reconhecem.
E' esta urna das vantagens do sj*tema.
Em bota condigoes de tempo, os sigaaes e&o
visiveis a 3 milbas. O syitema e rpida, seguro
e comprehensivel, maso tenente A. P. Niblaek
da marinha americana, considera-o inconveni-
ente por causa da complicacSo dos apparelbos,
do ten cuito e da necessidade de introduzir nm
novo cdigo.
PropOeam ey .tema mais simples, introduzmdo
o epparelho Morse e o cdigo Very.
Consiste em cinco groos de tres tnzes cada
um, estando os grupos separados cinco jardas
(4",5) una dos ontros, e sendo formados por um
pharol branco, um vermelho e nm verde.
A correte foroecida a estas quinze lampea
dos por fio- bolados mettidos dentro de nm
tao ; para facilidade em distinguir os Boa per-
tenientes s diffeceates lampadas, estes sao pio-
lados de branee, vermelho oa ve'de. e nume-
rados conforme o grupo de lampadas a que per-
ten ce m.
Os commutadores sao mais simples do que os
empregados com a syitema < Ardois; > e&o com
mu?a1ores ordinarios, dispostoaem cioca grupos
de tres.
Neste systema os sigaaes lm-se de cima
para baixo, como se usa com aa bandeiras, em
vez de baixo para cima como no systema Ar-
dois. *
uBcripro porln|u*M Qcaniia
obtidas pela grande commissao encarregada pe-
la colonia portogoeza deste Estado para obter
donativos em favor das familias das victimas de
temporaes havidee em 27 de Fevereiro, na costa
do norte de Portugal :
Joo Joaqoim Salgado 200/000
Amorim Irmis 4 C. 200/OOn
CommendadorJos Mara ae Andrade 200/000
Commendador Bernardino Gomes de
Carvalfco 200/000
Commendador Antonio Fernandes Ri-
beiro 2C0/30O
Banco de Pernambuco 0/000
M-nJe?, Lima A C. 200/000
Banco Emisaor de Pernambuco 200000
Marcellino Goncalves de Azevedo 200/000
Commendador Jos A. Alvarea de Car-
vaibo 100/000
Commendador Francisco Ribeiro Pin-
to Goimaraes 100/000
Commendador Loiz Doprat 100/"00
Coyimeodador Manoel da Silva Maia 100/000
Maoel Noces da Fonseca 100/000
Gaodiao Ernesto de Mtdeiros 100/000
J-js da Silva Rodrigues 100/000
Cardoso 4 IrmSo 100/000
Barao de Arariba 100/000
Joaquina Jos de Amorim 100/000
Alberto Das Fernandes 100/000
Antonio Guedes Valente 100/000
Coronel Andr Maria Pinheiro 100/000
Manoel Ferreira Bartholo 100/OiO
Pereira Carneiro St C. 100/000
Ljndon & B-asilian Bank Limited 100/000
Manoel da Conba Lobo 100/000
Domingos Coelho 100/0 0
Vicente Alves Machado ICO/urjO
Joo Antonio Francisco Alves 100/0 O
3.800/000
(Contiena).
A adeselaSendo frje feriado, trr lugar
amanb a audiencia do joizado do 1 distncto.
Hennazem do* Irpoiraptao* de Por
Bambuco Recebemos um fjlbeto constante
da Meosagem dos Typographos deste Estado di
rigida aos proprieiarios de tyrograpiiias oesta
cel i de, referente ao augmento de aarajio que
solicitaran), rendo attendido?.
Agradecidos.
Cidade da Vlelorla A S ciedade Re-
creio Dramtico Familiar Victorieofe deu no dia
8 dtstomez nm espectacolo, levando sceoa o
drama Cora, filba de Agar, ocm regular deeem-
peobc.
rrotonto pera.le o Senado Fornos
obsequiad' s pelo Sr. labeUo eoffhial do regs
tro de bypothecas neste municipio do Recife,
J o Silveira Carneiro da Cunta, com o que apre
sent u ao Senado deste Estado contra o proje
cto n. ii sposentado aa cmara dos depu
lados.
As razoes prodozidas 00 dito protesto coaven
cem da procedencia do mesmo, tornando claro o
direito do protestante a ser mantido no officio de
registro de bypothecas ; e perianto txcluido o
intaito do projecto sobre qne protesta e cuja
doutrina atlentatoria da preacripgao constitu-
cional que garante os direitos adquiridos.
Donativo-0 nosso collega da Patria *,
Sr. Fortunato Pinheiro, pede-nos a segont-; po-
blicaco d03 dooativos colhidos para a missa,
qne ser celebrada no dia 19, na igreja do Cor
po Santo, em asgo de (Tragas pela regresa) do
Sr. Dr. Joe atara de Altaquerqne Mello.
Redacfoda n Patria 50/000
Corcnel Manoel Ferreira Baribolo'Janio: 20/000
Dr. J. S- Ferreira Jacobina 20/000
Antonio Cardoso de Olveira 5/000
Olivelra Quental 34000
Santos Lopes 2/000
Seixas & Irmos 1/000
Clementiiro G. de Parias Tavare3 1/000
Taes donativos sommam j em 102/030, mas
anda nao cessaram.
A L'nlAo EiualtanaRecebemos o 1* nu-
mero dessa publicago. que appareceu no dia 3
do correte no Rio de Janeiro e orgn dos in
teeses po'togoezes no Brazil
Traz eese nomero o retrato de Pedro Alvares
Cabra!.
PortlflcacSo de w YorkOs traba-
lbos de fortiticago do porto dessa cidade tem ti-
du grande impalso e procede-se oelles com ma
xi na celeridade.
Em Sandy Hnk e-'- se construlndo urna ba-
tera para pegas de 0-304 de calibre e de 54 to-
nelanas de peso; a carga destas pegas ser de
226k.,79 e o peso do projectil de 453k 59. poden
do furar distancia de 5 milhas as maiores coo-
ragas.
A < osgas que sao fabricadas no Arsenal de
Ntw-Yok devem eer B0bmettida8 a varias ex-
perienias de tiro ; urna dellas ja est prometa
e serd submettida a experiencia de 260 tiros,
qoe impo.-taro em 65,000 dollars, porqoanto o
costo de '.ada lira de 260 dollars.
EstSo j bastante adiantadas as obras desta
batera.
Alm desta constrair-se bao orna batera ce m
pegis de 0" 466, prximo do pbarol de Romera-
Staal e tres de morleirosa 1* em Plom lsland,
a 2* en Staaten lsland o a 3' na costa de New
Jersey
Collec;6ee de naaseoaOs mineraes e
ob fosseis nao >.sio expostos devastago dos
ioseotos, como as collecgoes zoolgicas, que sjja
toda a parte e mxime no nosso.paz, tanto cuv
dado exigem; mas eoffrem em todo o caso duas
causas ordinarias de destruigao : a dehquescencia
e a eflorescencia.
A deliquescencia como todos sabemos, a fa-
cuidado qae possaem certos corpos de attrabir
a homidade da atmospbera e dissolverem-se na
agua, qae dabi resalta. Para prevenir este ac
cideate nao ha senao goardar os espcimen em
bocaea hermticamente fechados.
A efllorescencia a propriedade qae tea oa-
tros corpos de desaggregar-se em p. Como
garantir as amostras contra esta destruigao ?
Chalande recommenda o seguate processo
para a conservago das rochas, dos fosseis, dos
08803, etc. Submette se a am banho, de ama a
vinte e quatro boras conforme o objecto e a sua
i'ragilidade, n'uma mistnra de agua e silicato de
sola oa potassa, partes iguaes. Depois do ba-
nho secce-se a amostra, a qual. adqnire no lien
de algam tempo urna dureza consideravel.
Para a conservago dos fosseis pyitosos, Fon-
ville aconaelba guardal-os em paraflna, substan-
cia que funde a 44a e privada de oxygenio.
Tcente de Horaes MelloTemos en-
tre nos esse nosso velbo amigo e conterrneo,
que residiudo actualmente no Estado de 8. Pau
lo, veio a esteem passeio.
Dirigimos -Ihe os oossos cumprimentcs, dan
do-lbe as boas viadas.
Oa alojantentoa de operarlo erat
InglaterraEm loglatera qoe nasceu a
idea de conatruirem se grandes casas, as quaes
cada familia de operarios oceupa dous a tres
quartos.
O principe A berto e lord Sbaff sbury ligaram
seu nome a esta grande obra philanlhropica.
Tiveram bastantes difficuldades a vencer; mas
emm sea syslena triumpboo.
Grandes sociedades se fuodaram para con-
struir casas operarlas tirando doscapitaos aellas
empregados um ioteresse mdico.
'Avaa-se em 145 milhOes de francos o capital
que. depois de algoos annos, tem sido emprega
do no alojamento de aaodo salubre de 25 000 fa
m'lias, as qnaes formam urna populago de
120 000 pessoaa s oa cidade de Londres.
As sociedades cooperativas ue babitages
obreiras teem perfeitamente acertado em Ingla-
terra.
No Io ie Janeiro de 1889, o Registrer general
consignava o numero de 2,752 com 605,388 mem
bree. Seo capital eoperior a 50 milboes de
libras steriloas, ou cerca de 1,250 milboes de
francos, tendo essas sociedades feito surgir no
solo ingles por milhares aa rasas de operarios.
Catamenlo civil Foram affixados ao
dia 12 do correte edites" de proclamas de ca
smenlo dos seguimos contrahentes, nos 4* e 5*
districtos:
Segundos
Jos Paulino da Silva Fiino com D. Maria
Ameliana de Olveira e Silva, moradores na fre-
gueza do Pogo da Panella.
Severioo Jos do Nascimento com D. Francia-
ca Tiburtina da Silva, moradores na fregnezia
da Boa Vista.
P/imeiros
Jos Gomes da Mo'.ta. morador em Cb de
Carpina da comarca de Pao d'Alho, com D. Isa-
bel Gomes Fernandes, moradora na fregnezia do
Poco da Panella.
Joo Francisco de Moraes com D. Julia Maria
da ConceigSo, moradoras na freguezia da Boa-
Vista.
Cranlo Litterarjo Jone Bonifacio
Esta sociedade reone-se boje, s 11 horas da
?anb, em sesso de assembla geral para pro-
ceder reviso dos seus estatutos e tratar de
outros assnmp!o3 de summa Importancia social.
Ulaatrac&o HeapanholaDo Sr. Leo-
poldo da Silveira, agente da Empresa Litteraria
Internacional, neste Estado, recebemos o n. XIII
deese Importante orgd Ilustrado madrileo,
que sempre um recueil de finas gravaras e mi-
mosos artigos.
Agradecidos pela offerta.
captura-N< qaarta feira tarde foi captu-
rado na freguezia de S. Joe pela praga local
Leonardo Carneiro de Alboquerqae o celebre
gatuno Jos Ferreira de Brito, qae anteriormente
preso por 'furto em casa do rapitSo Maooel dos
Santos Pimentel, podsra evadir-se do 4- posto
da goa'da local, o.de fora :ecJido afim de as-
sistir o inqaerito.
Desta vez, hospedado maisconforlavelmente,
nao ter~Jes?josde procurar outro hotel.
Morte-E.n trras do eogenbo Boa-Sorte, da
Victoria, tomndose de razes no dia 7 a tarde
Jas Francisco de Lima e ontro individuo conhe-
cido por Maior c:m Atonio Barbo.a, mataram-
n'o, dando Ihe orno facada e diversas cutiladas.
S foi preso o Lima aa diligencia a que pro-
cedi a autoridade loca,.
Bacola nocturna.No Iheatrinbo da Ca-
pansa, as 6 boras da tarde, tem boje lugar a
sessa solemne de abertara de ama^scola no-
cturna, fundada pelo directorio republicano da
Capauga.
trem Recreativo do Retire -Esse
u'stincto clob, associando se ao rego3iio publico
qoe desparta o 13 de Maio, abre hoje os seos
ssls a om recreio duplo como manifestago
dos sentimeotoB dos seas asjooiados perante a
data gloriosa.
Eacrlvo e ofucial do reglatro civil
No 7.* dislrlcto deste municipio acha-se em
exercicio dc-sses cargoso Sr. Francisco Manoel
de Almeida Jnior, cajo carlorio acha seinstal-
lada roa das Pernambocaoaa n 30 C '-ru-ga-
0 distrirto compreh:nde esse povoado e o da
Torre at a liaba frrea de dxang
vapor Venoa-Este vapor dever sahir
at o da 18 -o correte para os portos do sol.
Tribunal do Jury do Beclfe Func-
cionou hontem este triDunal sob a presidencia
do Dr. Francisco Aluno Correia de Araojo. juiz
de dire.to do 1 distrlcto.
Comparece.-am 28 juizea de facto.
Foi 8obmeitido a jolgamsnto o reo Antonio
Basilio des Santos, processado por denuncia do
Dr. 2 promotor publico perante o Dr. juiz de
direito do 4 distrlcto,e proounclado como in-
ourso no art. 294 2 do cdigo penal, por ter
oo dia 6 de D zembro do anno passado, no lugar
denominado Sertosinbo, 2. districto policial da
freguezia da Graea, aps ama lacla travada com
Mariaano Maximiano da Silva Carneiro, cooheci-
do por Mag, disparado contra este um tiro de
espingarda, fazendo-lhe om ferimento que por
ana oatoreza e rede prodazio immedlatamente a
morte do offeodido.
O jury de aeatenga compos.se dos jorados se-
guales :
Domingos Jos da Silva Baa-V.sta.
Joaqoim Nepomoceoo de Squeira.
Fecissimo Augusto da Cmara Pimentel.
Theotoolo Caries de Almeida.
Melqoiades Freir Dinlz.
Antonio Soa.es Aadrade B-etierodes.
Pedro Celestino de Britto Macedo.
Dr. Jos Alves Lima.
Heariqae Borges da Silva.
Prodazio a accosago o 2.* promotor pnbco,
Dr. Joo Diniz Ribeiro da Coala.
Dedozio a defeza do acensado o Dr. Jos Isidoro
Martins Juaior.
De conformidade com a deciso do jury, qne
recoabecen por unanimidade de votos ter o acen-
sado pra icado o crime em legitima defeza, por
(er sido aggredido pelo offendido, sem que po-
desse prevenir oa obstar a acgo on invocar e
receber soccorro da autoridade publica, tendo
empregado os meioa adeqaados paia avilar o
mal e em proporgo da aggresso, que nao f:i
por si provocada, foi o mesmo aecusado absol-
vido e immediatamente posto em liberdade.
Termioou o jalgamento s 2 boras da tarde.
A sesso ficou adiada para amanb, dependo
ser julgado o reo Antonio Jos dos Res, conhe-
cido por Rato Croinba*.
aervico militarHoja superior do dia
o Sr. canillo L oucio, e fas ronda de visita
um subalterno do 14 batalbao.
O 14 batalhao de infamara dar a gnarnigo
da cidade.
Uniforme o. 3.
Acuantia superior do dia o Sr. oiajor
Loureiro e far a ronda de visita nm sobal-
terne do 14 batalbao.
O 2* batalhao de infantaria dar a-gnarnigo
da cidade.
Uniforme n. 6.
servlco policial E' hoje superior do
dia o Sr.'capito Monteiro.
O corpo de polica dar as guardas de Pala-
cio. Detengo e Thesouro da Estado.
Uniforme n. 1.
Operacoea drar-ricaa -Foram pratica-
das no hospital Pedro II no da 11 do correte,
as segaintea :
Pelo Dr. Fernandas Barros :
Uretbrotomia interna reclamada por eetreita-
meoto.
Pelo Dr. Berardo:
Tarsorrhapbia cem retalho ovalar e transp'an'
tago dos bordos o 1 palpebra superior.
Pelo Dr. Silva Ferreira :
Desartlcalago do dedo medio, indicada por
necrose.
Inspectora do 9. dlotrlcto inarf-
tlvnoRecife, ti de Maio de 1892.
Bolelim meteorolgico
8arw Term. cnit- Barmetro 1
(a O)
757-,45
757-61
758-.41
756-86
757-.61
Temperatura mnima 24*,00.
Temperatura mxima 28,00.
Evaporago em 24 horas ao sol 7-,9,
bra 3cc 7
Chava nnlla. __
Direccao do vento SSE com iaterropges de
SE e S de meia noite at 3 n. da mann ; SW
at 8 h. e 08 m ; SSW com interrnpgoes de S.
e SW at 9 h. e 30 m. ; S com interropges de
SSE e SSW at 1 h. e 08 m. da tarde ; SSE e S
alternados at meia noite.
Velocidade media do vento 4-,42 por segundo.
Nebolosidade media 0.58.
Boletiii do porto
grado
6 m. 24,*6
9 > ,1
12 27*1
3 t. 27,*3
6 27,2
tnsao io ft-tmi-
vapor dade
1981 85
20 33 77
20,18 75
18.74 71
18,42 70
som-
Dias
Horas Altura
11 de
11 de
11 de
12 de
Maio
10-10 da m.
4-17 da t.
10-20 da t.
4-28 da m.
0-45
2-30
0"45
2-60
Pramarou
baixa-nar
B. M,
P. M.
B. M.
P. M.
laaaa f aaebrss-Serio celebrn-.,- s :
Hoje:
A's 5 e 3/4, 6 e 7 horas, na igreja da Penba,
s 6 e 1/4, no colleeio de S. Vicente ci Paulo,
s 10 e 1/2, na capel.a do engeaho Aripiba s 9
horas, na matria de Giinelleira, s 8 horas, na
Ordem 3 de S. Francisco, pela alma de ArtBor
de Souza Carvalho ; s 9 horas, na matriz de
Santo Antonio, pela alma de D. Maria Januaria
de Barros Lima ; s 8 hsras, na igreja da Sol-
dade, pela alma de Joo Tavares Cordeiro.
Amanb :
A's 7 horas, na matriz do Corpo Sao o, pela
alma do bacbarel Manoel Jos Rodrigues Pinhei-
ro ; s 8 boras, as matrizes do Recife e de Ja-
boalo, pela alma de D. Silvina Barbosa da Sil-
va ; s 7 horas, oa igreja do Carmo, pela alma
do bacbarel Augua'o Carneiro Monteiro 5 *s 8
horas, na matriz de Santo Antooio, pela ala
do brigaeiro Francisco Joaqoim Pereira Lobo;
te 7 e 1/2 horas, na igreia de S. Goigalo, pela
alma de Jos Candido de Sant'Aona.

P

f


Diario de Peruambuco Sexta-feira 13 de Maio de 1892
J
PrnaesifelroChegados do sal no vapor
americano Fioance :
Joaqaim de Souza Portella, Dr Laix F. Alves
da Nobrega e MU senbora, D. Jolio Boaati, ata
aenb:ra A. Boaati e i Qlbos, madame Davis e i
tilba, J. Rj'.schild, F. E. Cox e sna eenbora. Jlo
Martias, Pedro A. de Araojo.
Sabidos para o norte do mesmo vapor :
J. B. Barreaa, eoa soohora e t tilba, Jos B.
Barroso, A. G. Eaireb, soa seobora e 1 criado,
Aatoaio R. Valeate, Dr. Barjooa de Aodrada e
Arthur.
Sabid03 para o sol oo vapor ioglez La
Plata > :
Epaoitaoadas Jacome, Beato Cre3po, Dr. Eoi
tacio da Silva Pessoa. Dr. JoSo JuveDCio Ferrelra
de Agolar, D.\ Lourenco A. de Sa AlDuqnerque
e Joaquim M. do Niscimeato Pilbo.
Siaidos para o norte do vapor nacional
Brasil :
Domtugo3 da Caoba Sonto ifior, C. Cuaha
Lima, Thomas CJo, Dr. E-uber Figoeiredo, Dr.
Miguil Santa Cru, major Joao Claadino de Ol-
veira Craz e 1 lilao, Amaro Gomes Ferras, Theo-
pbila M. do Nascimeoto, 3 p rapas e 1 cadete,
Amaada H chado, ( tilba e 1 criada, madame
Lavallie, Adolpbo Lima, Candida B. de Carva-
lho, Godofredo Bacber, Gloioaldo de Mello, Ma
noel C. Leal, soa se: hora, 1 Hlbo e 1 criada, Dr.
Francisco B Vieira e sna senbora, Dr. Antonio
de Panla P. de Figueireio, Laorioio A. da Cos-
a, Joao A. de Parias. Joolu, Dr. Vicente Lia
dim, saa senbora, 3 Blbos e 1 criada. Canuda
R. M. da Conceicao, Dr. Rodolpho G. de Men3zee
e soa senuora, Maria A. da Silva, MariaD.de
0:iveira, Jos Pereira Barbosa, Racbel M. Roza
dos Santos.
Sabidos para o sal no vapor allemao Val-
paraso* :
Qiiteria Pachecj Mendes, 2 Albos, 2 aetos e i
criada, Richard Eraest, Cbristiano Xavier. Anto-
nio Augusto Ribeiro, Hsnrlque Goncalves Casco,
Dr. Joao Vieira de Araojo, sna senbora e 1 filba,
Francisco A. F. Viaooa, Bernardina L'.pes Albei
ro, Dr. Heotique Mamede de Almeila Lias sna
eennora e 6 Blbos, Dr. Jote Mariano Caraeiro da
Cuaba e Francisco de Panla Malra, D.\ Joao de
Siqueira. saa seobira e 2 criados, Joao A. Pe
reir de Lyra Filbo, Dr. Jos Antonio Pereira de
Lyra, Dr. Antonio GoapaLves Ferreira, Antonio
Joaquim Ferreira Barboza, Leocadia Brtkenfeld,
i Blbo e 1 criada, Dr. Miguel Joaquim de A. Cas
tro, Dr. Joaqaim Felicio de Almeida Castro.
Cavo de DeieafoMovimento dos pe
os da Casa de Detenco do Reclfe, Estado; e
Percambuco. em 11 de-Maio de 1892.
Existiam 281, entraram 3, sabiram 2, eiis-
tes 2S2
A saber :
Haeiooaes 25S, mn'heres 3, estrangeiros 24.
-Total 282.
Arracoados 248.
Boce 232
Doeates 13.
Loncos 1.
Loacas 2.
Total 248
Movimento da eoferamria
Tiveram baixa :
Antonio Xavier Baptista. V
Jos Francisco dos Saatos.
Tiveram alta :
Vergiaio Mendos de Gliveira.
Manoel Ribeiro da Sant'Aona.
J Foram vesitados os presos deste es'aoaleci-
montos por 180 pessoas, sealo borneas e 50 mu-
lbercs 85.
Hospital Pedro nO movimento des-
te estabelecimecto de caridade do dia 11 de Maio
fo: o seguate:
Extiam 637
Entraram 22
----- 659
Sahiram 1*
Falleceram 3
Existem '38
----- 59
Foram visitadas a3 ecfemarias pelo seguin-
tes Drs.:
Barros Sobrinbo entroa as J 1/2 da manba e
sabio as 8 1/2.
Pontuai entronas 9 12 damanhS e lahio e
10.
gSimCes Barbosa entrn as 111/2 da macha sa-
bio s 113.4.
Berardo entrn s 11 da manhS e sabio ai
111/2 horas.
Silva Ferreira entroa ai 93/4 da manhS e sa-
bio s 111/4 boras.
Fe mandes Barros euUxn s 9 da manh. e
sabio ai 9 1/1. *
Aodrade Lima entrn s 9 1/2 da manba e sa-
bio s 11 1/4.
Lopes Pessoa entroa aa8t/i boras da maabi
e sabio slO-
Pbarmaceotico entrn s 9 1/2 da.manb e sa
bio s 2 boras da tarde.
O ajudante do pbarmacentico entrn s
8 1/2 boras da manb e sanio s 5 boras da
Urde.
Lotera lo Bolado de Maraahao
A 4a serie da 7* loteria deste estado eujo pre-
-v--'So granje de 30O:0O0OO0. ser impreteri-
velmeute extrahida ne dia 18 de Maio (quar-
ta-feira).
rotera do Botado de Minan Cte-
LaeaA 4a parte di 3a lotera, desse EsUdo,
sendo o inaior premio 36:0004000, ser extra-
hida impreterivelmente no dia 17 de Mi'o (ter-
sa-f eir).
Lotera do Botado do Bro-Par*
At0.a serie da 52a loteria. deste Estado cuja
premio grande de 240:000*090, ser extrahida
ao dia 14 de Mato (sachado).
Lotera do Estado do Blo Grande
do SalEsta loteria cajo maior premio de
10:000*000 ser impreterivelmente extrahida
no dia 14 de Maio (aabbado).
Os restos dos bllhetes desta loteria acham-se
desde j venda naVenturosa na ra do Caba
g n. 16.
Lotera do Estado da Balita Esta-
ioteii*. cojo maior premio de 90:000*000 ser
extrahida todas as quintas feiras.
Lotera do Botado de Santa Catha
ri naEsta loteria cojo maior premio de-----
100.000*000 ser extrahida todas as tercas-fei-
ras.
Cern torio Paa-lleoObituario do dia 11
de Maio:
Luis, Pernambnco, 2 das, S. Jo; ; tetaio
Infantil.
Graciano Gome3 Ribeiro, Percambuco, 42 an-
D03, Recife ; amollecimento celeoral.
Benita, Pernambnco, 42 ancos, S. Jos ; gas-
tro entente.
Ameliano, Pernambnco, 11 metes, S. An'o-
do ; febre renitente.
Graciano, Pernambnco 18 meies, Boa Vista ;
gastro entente.
Balbina Mara da Conceiplo, Pernambu:o, 60
anno, solteira, Boa Vista ; diarrba.
Jjao Das Pernambaco, 80 anuos, casado, Boa
Vista ; septicemia.
Joao Scverino de Lona, Pernambnco, 16 an-
nos, soltelro. Boi Visu ; diarrba.
Victoria Lipes Barreto, Pernambuco, 21 an
nos, solteiro, Boa Vista ; tubrculos pulmoaares.
Jos, Pernambnco, 5 meses, Boa Vista; febre
palustre.
AppeUapad crime
Do lugaAppellante o jolzo, appellado JoSo
Pereira Lima.
DILIGENCIA
Com vista ao Dr. procurador geral :
Recurso? crimes
D PenedoRecrreme o julzo, recorrido Joo
EstevSo.
Dj JaboalaoRecorrente o juizo, recorrido
Eleuterio Rodrigues dos santos.
De Jaboatao Recrreme o juizo, recorrido
Joo Ignacio da Silva.
Appellaco crime
Do Limoeiro Appellante o juizo, appellado
Joviniano Irineu Paes Barreto.
Com vista s partes :
AppeUapad civel
Do Recife Appellante Cassiano Fernaodes
Vieira, appellado- Antonio Goncalves da Crns.
Eucerroa-se a sessao ao meto dia.
SPORT
Derby Club
MAY 13th. 1892
Raciny by amateur
Uader tbe aaspices o( tbe Brltisb Commnay of
Pernambaco
N j prado da Estancia tem boje lagar a corrida
por amadores, oiemoisadora de 13 de Maio,
s.b os auspicios da coloniainglesa em Pernam-
bnco.
Ser uma'festa esplendida.
Charlea Duna, o baoil s intelligente jockey,
tem boje sufficieates raiOes para grande alegra.
Dizem os jornaes de saa trra que o Jockey
Club laglez resolvea relevar-lbe a pena de sus-
peotio.
Esta grasa noUbilissima de natareza a re-
gosijar os mais frios, e ueste numero nao est
o Charles, que nio v agora repatriar se, aos
aos servisos de sea nobilissimo pairo lord Wil-
liam Beresfor, oa de oatro qaalqaer fldalgo das
tenas de Her Gracions Eagesty.
Prximamente ir p.-acao prado Derby Club
para pagamento ao eogenneiro constructor.
E' quasi certo que o arrematar o Sporstman
Club.
CHROHICA JHDICIAR1A
Snperlor Tribunal de fostlea
SESSO ORDINARIA EM 12 DB MAIO
DE U92
PRESIDENCIA DO 8B. DR. PIRES FERREIRA
Secretorio, o cidadSo Dr. flrgiiio Coelko
A'.- horas do costme, prsenles os Srs. juues
em oomero legal, ei aborta a sesso, depeis de
lida e approvada a acta da aoiecedente.
Distribaidos e pasead os leitoi deram-se m
aeguintes
i L GAMKBTOB
Recursos crimes
De GjyannaReeorrente o juito, recorrido
Manoel Flix de Limv Relator o Dr. Siglimnn
do Goasalvts.Negoa-ie provimento, uaaaime
mente.
Apoaflaco crime
Do Bsoito-AppMante Maneei Pereira Leite,
ippeUada ajQiilci. Relator o Dr. Francisco
\jas.Kacdon 'M novo jury, unnimemente.
Appwiacio commerciai
De PalmaresAppellante Balampio Leandro
de Goaveia, appellado Joaquim Eitevao de Ge o
ve! Relator o Dr. Galv&o. Revisores os Drs.
Sletimonde Ooocaltes e Pires Gonealvoj^Po.
ram despreados os embargos, nnanlniemenie.
riifingHi
Bt> Pf. Galflo ao Dr. Siglaawndo Gonsalvea:
boje as 4 boras da Urde, sabndo e corteo
da Prasa de 17 (antlgo Largo do Collegio).
Estando fechado o commercio a brloaal ciaste
caix'iral tomar parte n'ese cortejo.
A mocidade estudiosa, a Liga Operarla e o Na
cleo Artstico como interpretes de operariado e
das :lassei artsticas, concorrerSo a esse teste-
manbo de gratidSo ao dia verdadeiramente na
cien al.
Msicas
O brioso commaadante des armas, adberindo
as maaifestasOes, mandar as diversas batidas
marciaes tocar nos jardins pblicos.
Gabinete Portnguez de Leilnra
A digna directora d'essa associaco, qne tan
t s ser visos ba prestado, adiere s fastas com-
memorativas da Abolicfio, encerrando o sen ex
pedate e illum'nando as suas fachadas.
Adornos e illuminasOes
A imprensa embandeirare illaminar as suas
fachudas.
A (oarartsso pede a todos es habitantes ver-
dadeiros amigos da patria, que iuminem as
suas ca-as.
Ao commercio
A commlsio pede encarecidamente ao brioso
corpe commerciai que conserve fechados os seu3
estabalecimenlos aQm de poder associar se s
maaifett.sOes populares e dar, assim, eosejo ao
corpo caixe.ral de poder, Umbsm, tomar parte
uas fustas,
A nova amiadilha dos Srs Fielden Brothers
Como tinhamos previsto, os Srs. Fielden Brothers frigiram ao novo governa-
dor urna petisao repleta de alsidades. Chegam a tal numero que, so* em um trecho,
representando a vigsima parte de toda a peti$3o, s3 encontram as alsidades que vamos
apontar. O trecho o seguinte :
Ha vendo ainda desaccordo entre os dous arbitros, elevara nomear-se um ter-
ceiro arbitro ou desempatador.
Por causa dessa nomeasao ou antes por causa do modo como deveria ser ella
feita, renovaram-se entre o Govarno a a Empreza as antigs questoes, que estavam em
via de ser resolvidas de commtun accordo ; visto como, entendendo a Empreza (como
de direito) que o desempatador deveria ser escolhido pelas partes, nao entandeu assim
o mesmo Governo, o qual mandou que o desempatador fosse nomeado pelos arbitros f
assim se fez.
Sobre este ponto apresentou a Empreza em 31 de Janeiro de 1889 urna peti-
Sao ao Presidente, acompanhada de urna certidao da clausula 25 do contrato, a qual
n&o foi attendida, sendo entao nomeado desempatador, conforme o modo ententido
pelo Qoverno, Gregorio Thaumaturgo de Azevedo, o qual apresentou seu laudo em
Marco de 1889, no qual divergiu das avalac3es feitas pelos dus outroa arbitros, con-
tra o que de direito.
PRIMEIRA FALSIDADE
A' Ella
A. MI
[.PULO 8EU DIA ANNIVKBSARIQ, HNTBM
DI KA 10 DS 1892
PUBLICARES A PEDIDO
Abolitjao da escravatura
Programma das fastas com memorativas do
4a aaniversario da lei n 3,3 '3
A commissao execntva, dtsignadi pelos/e-
presentantes da imprensa, para promover ama
publica bomenagem ao dia de maior regosijo
nacional, data gloriosa qte deterainona rea I i
sasao da voatade popular, manifestada por actos
sneceseifos, resolvea organizar o segeinte pro-
gramma de accordp com os abolicionistas, que,
desprezando oeste momento ;s rwalidades e dis-
ssasoes polticas, reconhecem oo dia 13 de Malo
a victorea das aspirssas de asa oaeionaldade
inteira.
Todas as classes soeiaec tem enviado espon-
taneas e sinceras sdheaOes s testas da impren
sa, associando se asilas e Ibes prestando todo o
seu valiosissmo concarso.
O Centro Collectivo da Liga Operara, como in-
terprete fiel das classes operaras resolvea, por
officio a nos enderesado, concorrer s nossas fes-
tas, dandodne todo brbantsmo.
A Associa;ao dos Bmpregados do Commer
do, como representante da claise caixeiral, nu-
merosa e Bympalbica, a Academia, sempre ar-
dente em seas manife?ta6s", o coaimerjio, o
foncclonalismo, cmm (odas as classes coacor
rem para esse testemnnbo de profunda admira-
So ao Grande Dia, que representa o triumpho
conpleto das aspirasOes populare, que derro-
caran! tsdos es diques, impondo-se amo urna
'orea inobstavel considercso dos poderes pu
bucos.
Solidarios nesse psnsamento sublimo todos
os verdadelrjs psrnambucaaos conmumoram
do modo Eeguinte o dia 12 de Maio :
Pela manb
Alvorada pelas bandas marciaes e sociedad ei
particulares.
A's 11 boras
A'a 11 boras do dia oo Lycen de Artes e Offi
cio3 realisar si-ha a entrega de ama rica baa-
deira ao 1.a batalbie policial.
Em nome das familias pernambucaaas, ama
commissao composta doiExms. Srs. depntadoi
Dr. Pedro Correia, Dr. Eduardo Tavjrea e Dr.
Moreira Aives, concelbeiro municipal Joo de
Amorim e oegociaottf* Gastavo K-ause e los
Joo de Amorim, presentear o referido corpo
com tio valiosa olTerta.
Ao acto assiitir&o o Bxm. Sr. governador do
Estado, todas as autoridades cvis e militares e
familias.
Ae meio dia
Ao meto dia realizar-se-ba oo Theatro Santa
Sin'.a Isabel um' graade sessio Iliteraria e mu-
sical, 8?ndo orador official o Dr. Martina Jnior,
redactor do Jornal do Recife.
Diversas bandas marciaes execatario nos in-
tervallos escolbidas pesas dos seos repertorios.
O Eim. Sr. D:. Barbosa Lima, dignisimo
governador do Estado, todas as autoridades c-
vis e militares da:} solemnidade todo o bri-
Ihantismo da suas presens>f.
O acto, que relembrar os lempos dimcei3 em
qne no mesmo Tbeatro a palavra abolicionista
de Joaqaim Nibaco, Jas Mariano, Martina Ja
nior e seas mais fervorosos adeptos echoava
como nm grito de guerra, provocando adbesoes
e enthusiasmos, te- o apoio do povo pernam
bncano, a quen o dia 13 de Maio provoca ver-
dadero ardor patritico.
Polyanlba
Como snppleinento ao Diario de Pernambaco,
Commercio de Pernambaco*, Jornal do Recife,
Gazeta da Tarde, Jornal do Commercio e
Sylpborama distribur-se ha amanhi nm jor
nal commemorativo, escripto pelos representan
tes da imprensa e de associasOes abolicionistas.
Perlado
De aesordo com es proprietarios das respecti-
vas typograpbiaa, eonsarvar-se-bo fechadas as
offianas do Diarlo de Pernambnco, Commer
co de Pernambuco, Jornal do Recife, Gaze
u da Tarde e Jornal do Commercio, aflm de
poder a otaste typographica, que comnosco par
tilba as glorias e reveses da vida jornalistica,
associar te il feitas commemorativas da aboli-
CO.
Club Mathias Lima
Bata distincta corponco, por um acto eipon-
taneo que muito ennobre os seu sentlmentos,
realia boje s horas da tara* uot passeio pelas
priicipaes mas da eidade,commemori.ndo aasim
o 4*annversaro da lei diamantina.
PaaaeiaU
Sao eeoftladas tedas as etasaes anm de tema*
rem pul* n'uma marcbi cvica que se retlltar*
A eommiasno espera qne serio brilbactes as
manifestasOes populares, hypotbecando, desde
j, em nome da Patria, o seu eterno reconheci
ment a todos qnantots acndirem ao fea appso.
Recife, 12 de Miio de 1892.
A commissao executiva,
Manoel Gomes de Mattos.
A. G. Pereira Jnior.
J. Tbiago da Fon seca.
P. Figuerrda Paria Sobrinbo.
Corbiniano de Aqnino Focseca Filbo.
Carisio de Barros.
Dr. Adolpbo Clrne.
Loorenso Cavalcaate.
Cleodon de Aquino.
Abdisio de Vasconcelos.
Qaero a lyra que al
Afim de um aojo tevat.
(O AUTOR.)
Oa teus anuos, para mim sao lyrios,
Qne deeabroobam em manba de amor;
Os tena annos para mim, lio bymnoc
Qne aSo vibrados pata o Creador.
A primavera que te acea, A. ..,
Por Deas, desojo, bem felis, ditoea .
Ah acredito, para mim tu vales
Mais do que aessenciaque derrama a rara
E' falso que, durante o arbitramento e a proposito da nomeacio do desempata-1 Oa teus annos para mim Bo-cantos,
13 to
Salve sempre salve, o eminente sarao
pernam,bneaBO o Copseibeiro JoSo Alfredo
Concia de Oliveira, este estadista, que
anda ha ponco dera na escravidao o golpe
soberano 1
Salve Sempre salve 1,
Parizio de Valladares.
Estrada de Ferro Central de
Peinambuco
Foi, sob esta epigraphe, que no Jornal do
Recifs da 11 do crrante, se exhibi o Sr. al
feres Flor,ano FUirambel, em defeza do seu
cunhade, e bacharel em direito e engenheiro
geograpbo, Olegario Pinto, director daqoeila
eeu-ada.
Or j, nao ha nada mais natural do que nm p-
rente defender a ontro, pela impreos?, de qual
quer accusag&o qae por ventura se Ihe faca ; mas
tarcb;m, ba de couvir o Sr. alteres Plorambel,
cao ria di celebre estrada o estar a ouvir ler eo
comise elogios, recoeiadoa de honestidadis
e ecinomias, qua'ido sarbido que esse senhor
sen cuahado Olegario, a par de urna fatoldide
sem limites, e sem que teano as qaaltdades
sciertifleas para bem desempeahar caraos de ta
msn'ia valia, do qual f fe aproveiteu para por
em lelevo a mais desbragada peliticagem, venba
a publico como um bomem cima de qualqur
censara I
Mi, senhor, na assim, n&o estamos em
trra de botocudos; todos nos coahecemos, e
portiinto, melbor fora que o Sr. alferes gaar-
dasia a exbibigao doi seas odios, coatra o dis-
titeto Sr. Dr. Aranba, para outra qnestio, qne
nio a do seu cuchado; porque nto fuglr pe
cha de parcial.
Seo&o vejamos.
OS-, alferes, que falla tambemem economas,
bonestidade e etc. etc., nio Um ouvido di
zer lie por esta trra de mea Deas, que durante a
administraso honesta do Dr. Olegario, se
deram cortos contractos honestos como pjr
exemplo, a sabida de vinte contos de ris
para compra de apparelbos ele:trieos, qne f
agota, dizem, comesan a cbagar, qnaado o coo-
trsc.aate j recebeuessa paqieuina quautia ?
N o ouvio tambem fallar em emprestimo de
cincoecia aarricas de cimento sabidas da es-
trada para um amigo, que tlnba contracto oo
tem, com a mesma estrada?
Nio ouvio fallar em um celebre contracto de
donaenles, em qoe entra um nao menos ce-
lebra personagem, que sempre sustentou, com
deood'o desusado, o san celebre cunbado ?
Como explicar tudo isso o Sr. alferes Plo-
rambel?
Vamos, Sr. alferes, exhiba-se anda urna vez,
depimlado do carcter do Dr. Aranba, e en
deoiiacdo o do Sr. seu cunbado, o Dr. Olega-
rio, tcuja bonestidade nio precisa de defeza
centra os ataques de qualquer patie.
PufTMtl!
TheophUo.
Maio 12-92.
------------------------------------------------------
Entendamo-nos
Tendo lido no Jornal do Recife de hoje
um artigete, sem asignatura, em que
se p8e em duvida a ainceridade dos cida-
dScs qne tivemos a honra de apresentar
ao digco eleitorado deste Estado e mais
a porosa de sentimentos dos nosses amigo*
qu cididaos, declaramos que aceitamos toda
a disenssao, com tanto que o autor de
seraelhante artigete, tome a responsabili-
dade do qne avansou, assigoaudo o que
esc rever.
Todava devemos diaer qne temos mais
direito de apresentar chapa do que qual
qa;r club ou directorio que se improvisa
da noite para o dia.
12 de Maio92.
Alfredo FalcSo,
Dr .Silveira Barro.
dor, 88 tenham renovado entre o governo e a Empreza as antigs questoes.
O arbitro da Empreza (como declarou o Sr. Dr. Gervasio Cainpello) nao quiz
escolher desempatador antes de consultal-a e, depois de* consultal-a, poz em duvida a
competencia dos arbitros para essa escolha.
Em seguida a Empreza obteve urna certidao falsa da clausula 2o." e apresentou a
ao Sr. Araujo Ges, em fins de Janeiro de 1889.
O Sr. Araujo Ges, j prevenido pelo officio, em que o Sr. Dr. Gervasio lhe
communicava a recusa do arbitro, e tendo archivada na Secretaria do Qoverno urna
copia do contracto, -mostrou immediatamente que a certidSo era falsa ; pelo que o
representante ou intermediario da Empreza retirou-se envergonhado, levando cormigo
a certidao; tanto que a Empreza, 11 mezes depois, apresentou-a a um tabellio e
tirou a publica forma, que juntoU ao seu requerimento de 24 de Dezembro de 1889.
Tres das depois de ter o Jornal do Recife denunciado, com justa indignacao,
aquella armadilha e dous das de*?ois, de ter a Empreza respondido humildemente que,
se havia falsidade, era do Thesouro, declarou o arbitro da Empreza que esteva prompto
para a escolha do desempatador. Disse-Ihe o Dr. Gervasio : nao indico pessoa
alguma ; acceito qualquer projissional honesto que seja apresentado. Proposs o arbi-
tro da Empreza o Dr Gregorio Thaumaturgo, que foi acceito sem hesitec&o.
Foi tudo o que succedeu; absolutamente falso que, a proposito daquella
escolha, se tivessem renovado as antigs questoes entre o Governo e a Empreza.
SEGUNDA FALSIDADE
E' falso que as antigs questoes estiveesem em via de ser resolvidas de commum
accordo. Deeisio arbitral nao commum accordo.
A partes concordaran!, mas foi no contracto, quaudo se estipulou que todas asi
questoes seiiam nesolvidae por meio de arb'tros.
TERCEIRA FALSIDADE
E' fd6o que a Empieza houvesse entendido, qte a noineac;ao do desempatador
pertencia aos arbitros.
No contracto de 26 de Abril de 1856 (cujo texto original esteve guardado na
Secretnria do Governo depois da certidao falsa e alli foi examinado por multas peB-
soas) se diz que nomeac&o do desempatador compete aos arbitros.
No termo da transferencia do mesmo contracto feita aos Srs. Fielden Brothers,
em 12 de Maio de 1878, se l a mesma eousa. ,
Os Srs. Fielden Brothers, em sua pets"o de 10 de Maio de 1887, disseram a
mewma cousa, citando a clausula 25.
Oa me8raos Senhores, tando no seu archivo urna copia do contracto, o impri-
mir em folheto, pondo em Iettras garrafaes as palavras indicativa, de que a nomea-
cao do desempatador era da competencia do arbitros.
Os Srs. Fielden Brothers que, durante um momento quizeram iliudir ao Sr.
Araujo Ges, deram o dito por nao dito econsentiram que o arbitro e&colhesse des-
empatador, sendo elle quem propoz e at quein escreveu o termo de nomeaco.
Os Srs Fielden Brothers nunca entenderam que o terceire arbitro devia ser
escolhido pelas partes.
QUAKTA FALSIDADE
E* fako que a Empreza, naquelle momento de tentao, aUegasse pertencer s
partes contraclautes a nomeaco do desempatador, por ter isla de Direito Ella nao
se baseou em principios de Direito, mas em urna supposta dispossao do contracto.
Por Deus vibrados em celeste lyra:
Os taus annos para mim sao notas,
Que amor, cariobo, a quem te amor, iaspiraS
A primavera, a ettagao das floras.
Tu sa flor, mais melindrosa e bella-
Deus te proteja, Deu3 te ampare, oh aojo J~
Seja-te a vida urna cangSo singela.
-4
Acceitr os votos do pceta humilde,
Do este infeliz I que te quer felis.
S sempre humilde, virtuosa e boa..
Eis a trindade que a mulhrr ccndia.
13 de Maio de 1892.
Mysterio *
QUINTA FALSIDADE
E" falso que o desempatrdor tenha sido nomeado pelos arbitros em obed iencia
a alguma ordem do Governo. Nenhum dos arbitros estava sugeito a essa obedi enea,
e muito menos o da Empreza faria caso de tal ordem.
SEXTA FALSTDADE
E' falso o que a Empreza tem dado a entender quanto allegada petico de 31
( ou 24 ) de Janeiro de 1889.
O Joma", do Recife, em 6 de Fevereiro de 1889, denmwiou que a Empreza
tinha apresentado urna certidao falsa ao Sr. Araujo Ges. Nao fallou em petgao
apresentada, e muito menos submettida a despacho.
A Empreza, no dia seguinte e no Diario de Pernambaco, disse que,, a respeir
to do incidente, allegara o que lhe conviesse, pelos meios legaes e perante o poder
competente, e que, se havia falsidade, era do Thesouro. Nio deu a entender que
houvesse apresentado, e muito menos submettido a despacho, alguma petico.
a petico de 2 de Abril de 1889, a Empreza, enumerando as peticoesanterio-
res, de 10 de Maio de 1887, 12 de Agosto do mesmo anno, e 25 de Maio de 1888,
nao deu urna palavra no sentido de ter apresentado, e ainda menos submettido a despa-
cho, alguma petisao com a certidao da clausula 25, em Janeiro de 1889.
Na mesma petico de 2 de Abril depois que o desempatador proferiu o seu
laudo, a Empreza desculpando-se de fazer urna reclamado tardia, aegou que nao
havia reclamado logo por no ter tido canhecimento da netneacao do desempatador I
(uando, porm, em 25 de Dezembro de 1889, viu publicados os quesitos pro-
po8tos pelo Sr. Marechal Jos Suneao, nos quaes se dizia que ella s tinha reclamado
contra a nomeaco do desempatador depois, de reconhecido o respectivo laudo, a Em-
preza (em 26 daquelle mez) fez um requerimento quelle governador, juntando copia
de urna petico, datada de 24 de Janeiro (hoje diz 31) e publica forma da certidao
falsa; e disse que havia apresentado opportunainente aquella petico ; onde (segun-
do a copia, escripia por ella mesmo) e negava a competencia dos arbitros.
A commissao de advogados, mitendo-se ao que era evidentissimo, nao contes-
tn que a allegada petico de 24 de Janeiro fora apresentada, como foi a certidao,
e retirada como ella foi; apenas a commissao affirmou com a maior evidencia e nu-
merosos documentos, que tal petisao nao tinha sido submettida a despacho.
Publicado o parecer, bem como o honroso officio, em que elle foi approvado e
elogiado, fez a Empreza um novo requerimento, insistindo em algumas das reclama-
S<5es j decididas, e tentando, de um modo deploravel, oombater o parecer.
Nesse requerimento disse a Empreza nao ser exacto que ella tivesse engendrado
urna petico, pois a de 24 (ou 31) de Janeiro fora apresentadal
Vmdo agora um noto governador, os Srs. Fielden Brothers apreaaaram-Ee em
dize -lhe : a petico foi apresentada i >
E' evidente e c3t confessado que ella nao foi Bubmettida a de pacho.
STIMA FALSIDADE
E' falso o que a Empreza insina as palavras : nao foi atlendida ( qv*r
dar a entender que foi indejtrida), sendo ento nomeado de empatador, conforme o
modo entendido pelo governo (quer dar a entender que foi oonfoime O o8PCHO)
Gregorio Thaumaturgo de Azevedo.
Aos dous arbitros nao foi apre entado algum despacho ou qualquer oatro acto
do Sr. Araujo Ges, decid ndo o incidente.
Lembramos, muito de p ssagem, que o tal Gregorio era um Major do Corpq
de Engenheiros, Bacharel em Mathematicas e 6ciencias Physicas, Director da Repar-
tico dai Obras Publicas, Commendador da Ordem da Rosa, Oavalheiro da de Sao
Ben'.o de Aviz condecorado com a medalha de 4 chvse do Busto de Simo Bolvar.
Era, e um homem intelligente, ilhutrado, trabalhador e honesto ; cujo laudo (que
em trabalhos de se genero .pode e vir de modelo) bastara para grangea-lhe um
nome honroso em qualquer paiz dos mais adiantados.
Foi nomeado Gregorio Thaumaturg .. Tem graca !
Declara^o
Declaro qoe, por motivos justos desisto do<
ge de memoro do Googresao LiUecaro Btss
qne fui eleo; cumprinde-me, entretanto, agra-
decer a todos os coliegas que espontneamente
concorreram com seus votos para a minba aaL-
c0.
Recife, 12 de Haio de 1892.
Tito Rosas Filho.
VINHO
VIVIEN
Mais efficaz anda do
que O'oleo cr de *
fgado de bacalhaa.
De goeto fo agradaott
que as crian9as
tomaanrno :ooi ptaeea.
Elelf?5es ale represoatantea fe
deraes
Devendo ter lagar no dia 10 de Maio proeac
as eleijSea para provimento das vagas de rar
eenadores e nm deputado exilentes na rapee-
sentaco do Estado de-Peroambaco ao Coagna-
so Federal, o directorio do partido republicaae
resolveu apTesentari consideracSo e acs sutfc*-
gios de brioso eleitorado pernambucano, e et-
pecalmeote dos eeus correligionarios, lis 4e,
candidatos que.egue.
Goascio do mexeclmento de qualquer dea as-
mes ora recommendados ao coree eleitoraL da
Estado, e conscio por outro lado do patriotssx.
dessea meemos eleiteres para os qoaes apottav
o directorio do partido republicano tem eertee.
de que a chapa que acaba de confeccicnar g&-
nbar immediatamente a sympatb pbbiicza
obter largamente os saSmgios ppala res os
pleito tleitoral de 20 de Maio.
Fas, se absolatameate neceiirio qne, asan
seji, porque s desse moao o eleitorado de ta-
nambuco moatrara a eaa completa e profaox
solidariedade coa a neta e brllhante sitsasae
poiitica iaaafurada no pata.peta revoldca ta
33 de Novembro do anno paseado.
Restas condicOes o directorio do pulida*
publicano, cheio de confiaaga n eriietiosde^eai
correligionarios e em geral des eleitores do Un-
tado, aprsenla Ibes e recommenda Ibes es .
candidatos as prximas eleicfies.
Recite, 55 de Abril de 1891.
Jos Isidoro Martina Jnior.
Ambrosio Machado da Cuba Cavalcaate.
Arminiu Coriolano Tavares dos Santos.
Sr. Jdio Ribeiro de Brito.
Eis a lista dos candidatos:
Para senadores
Dr. lysses Machado Pereira Vianna (na ag&
do Dr. los rrvgtao Dnarte Pereira1.
Dr. Albino Goncalves Meira de Yasconcell03 ax
viga do ourecbal Joe Smete de Olivejrt-
Dr. Bernardo Jos da Cmara (oa vaga do capt-
tao-tenente Frederico Gailberme de Sonsa Sai-
rano).
Para depulado
nos
Tando lido j tarde o artigo publicado
uo < Jornal do Recife i de hoja, sob a
tplgraphe cima, nio pude, pelos meas
af!azores, dar lhe immediaU resposta hoje
Fal o-hei, corm, amanhi e exporei
coa ainceridade ao eleitorado as rasSea
pe La* quaes alguns republicanos historios
apreaentam meu irmlo, odeputado Joaquim
naaaabuoo, candidato senatoria na vaga
do Dr. Jos Hygiao.
Recife, 13 de Maio de 1892.
Miguel Pero?tabuco.
OITAVA FALSIDADE
desempatado!- tenha divergido
das avaliacZes feitas pelos
E' falso que
outros dous arbitros.
Oada um destes fez diversas avaliafies, avaliou separadamente os numerosos
artigas; e o de:empatador se eoufonaou com um dos dous em cada urna das. ava-
toooss. .
x O desempatador, em cujo laudo se aprecia ao mesmo tempo o engenheiro e d
jurista, mostrou que Bto era conforme aos principios de Direito, opinio dos escrip.
tores e legislacJo dos povos cultos. A commissao de advogados, applaudinde
aquelle procedimento, citou urna disposicBo expresan do-Decreto n. 3.900 de 26 de
Junho de 1867 (art. 55).
Se a Empresa em poucas liabas, equivalentes a um vigsimo de sua petico
enderecada ao novo governador, commetten vito faitidadet, quantas havera- em toda
essa petico ? ^.
Dr. Jos Isidoro Martina Jnior.
Ao eleitorado. perasaaebH
Indicado pelos meas carreligionari03 e acceito
pelo directorio de men partido para, como candi
dalo depntacio federal, facer parte da chafa
que o meemo directorio acaba de organisar tase
preenebimento das vagas existentes na repce-
seutacao nacional; compro o dever de dirigir-
me ao eleitorado pernambucano, pedindo peas
minba candidatura todo o apelo dos bons cida-
daos, que porventnra me reputem capas de re-
presentar no Congresao Federal a ierra em qea
nasci e a coja grandesa moral tonto arocorae
prestar o concurso, fraco embora, de minbas ta-
cnldades inlellectnaes e activas.
Fasendo aos mens co eitadanos e coneidadaee
esse pedido, jnlgo me dispensado, entretanto, de
apresentar-lhes um programma politiao qeeseja
a bandeira eob a qual o meu a orne entre es
pleito que se vai reaUaer e ultimar a SO de cor-
rate. Sao to conhecidas as ideas ponfeaaav-
pre me bel balido, a contar mesmo do tempe a
propaganda jepoiatosoa. une nada adeaotan
aos Srs. oWtefoj ama earposiclo dos print'fei
qoe adopto a deeodo, feita neita cireular.
Nestas condicOes limito me a solicita? oa*ot-
fragios do eleitorado .atir geral e espectalt&eoto
dos mees correligfeawtoa, iaepaiiroo,tjaJ sentenca das amas.
Itoeife,6ieMaiodelWI.
Jos Jaldoro Martina Juntoc.
i


V r. -
n
2
TJ
<. V, 4 <"1 <
^Hf.V. -.*"1 A
Scste-dra !S *!s Miro e 1522




Ao digno eleitorado deste
Espado
Alguna republicanos hit ."..c-s, amigoi
da presente situacSo, o approximar-se o
pleito eleitoral, que lam de ferir so a 20
do andante, considerando que dever de
todo o bom cidadSo, manter a estabilida-
de da Repblica e o [sea desenvolvimento
moral, sendo bastante eBcrnpaloao na es-
colha d'aqaelles que bem possam servir a
Patria, sem outro fto que nao a satisfacSo
do dever oivico, considerando qu; neste
periodo reoonstractiro que atravessamoa,
muito devem importar as individualidades
qne ae distinguirn na propaganda e na
Revolucao : considerando qne a eleicSo
Tai ser completamente livre, e de accordo
eom um rgimen democrtico que precisa
firmar o presente em proveito do futuro,
pelo respeito do passado, teem a honra
de reoommendarj solicitan i o o auffraglo
para os legtimos nomes.
Senadores
l8, Dr. Joequim J. do Almeida Per
naubuco. (na vaga do Dr, Jos Hygioo.)
2. marechal Jos Simeao de Oliveira
(na aua propria vaga).
3. Bernardo Jos da Cmara (oa
do capillo de fragata Serrano).
Cada nm desjes ilustres cidadSos
merecem da Repblica, sendo qne,
d'entre ellos, isto o Dr. Joaqaim
nambaoo e o marechal Simeao, no
gresao Constitointe Federal, ocenparam
posto muito saliente, ao lado dos qne de-
fendern] sempre os intereses d'este es-
tado.
Oa republicanos historios qne apre-
entam a chapa cima, confiam o appel-
iam para o patriotismo do povo pernamba-
cano.
Recife, 5 de Maio de 1892.
Allredo FalcSo.
Dr. Fabio da Suva Barros.
Annibal FlcS.
vaga
be o
dois
Per
Con-
gios, de errneas concessoes ; deixamcs
de desenvolver esto ponto por falta abs.v
l-ta de espaco, contristando nos a sitar-cSo
-.s industrias, victimas de pesados impos
05.
Queremos tratar nesta nosso artigo do
fabrico de cigarros neste Estado. Peque-
oa industria, pouco florescente, mas que
no entretanto fornece trabalho e oceupa
980 diaria a centenas de operarios, v se
cercada de serios embaracos para a sos
existencia por estar onerada de grandes
contribuicSes municipal* s e estaduaes, taes
cerno o celebra imposto de classe e ou<
tros, cuja taxs, desproporcional aos capi
taes, acarreta com o aoniquil amento das
pequeas falencias, e indirectamente fas
ama injusta conc;ssSo a ama unici casa,
que, por ser a maior, locupleta-sa com a
desproporcSo de taxa.
Vai nisto sacrificado o interesse dos pe-
queos nagociantes, e admira que o novo
congresso estadual e a nova intendencia
municipal apoiem, sustentando tilo injusta
medida de seos antecessores.
J nlo bastava o mal causado ; chega
agora para a industria do fumo um covo e
immenso impoeto federal, o ultimo golpe,
por ser o maior, < ue trar em resoltado
o anniquilamento, a perda de muitos ca-
pitaes.
Para este lado, pois, devem se volver
as vistas de todos os fabricantes de ci
garros que esto vendo os seas capitaes
em puro risco de perd pedindo ao con
gresso, a intendeneia municipal do Recife
e ao mesmo Ilustre cidadSo governador
deste Estado, para que facam cessar seme
lhante injustica, alliviando a industria
do fumo de tantas contribuicoes pesadas
e estabe'.ecendo urna taxa proporclocal a
cada capital no pagamento de impostos
de chases.
E' necessario que nlo sejam sement
as classe3 productoras as nicas a contri-
buir para o augmento, a riqueza do era
rio publico. Forneca Ibes c governo os
meios de ama existencia livre e desemba
rocada, diminuindo as pesadas contribui-
coes que sobre alias tombam ; e assim,
sement assim, ter jus gratidSo popu
lar.
Voltaremoe, te assim fr preciso.
O prejudicadoi.
*
O
commercio e os im-
postos
NSo ha quem desconhe.a entre nos que
a clas:e mais onerada, mais s.brecarre-
gada de vexatorias contribaicSes tem sido
o commeroio, segaindo se Ihe as outras
suas irmls-<-aa industrias, as arte* e a
agricultura, a dabaterem-se as agonias
de urna horrivel compresslo.
As conseqaencias f a taes do oelebre im-
posto em ouro, que tem arredado da cir-
colaclo oommercial a moeda legal, levan-
do-a para o estrengeiro; remelo mons-
truosa do Sr. Ruy Barbosa, o imprudente
seguidor da lei argentina: nSo se fixeram
demorar, espalhando por todos os Esta-
dos da Repblica Brasileira a excessiva
caresta dos gneros de primeira aecessi-
dde, a a suprema difficaldade as trans-
accSes diarias do commeroio a retalho.
Somos inimigos declarados de privile
Errata
Na publicarlo do parecer do Dr. pro
curador geral do estado sobre a questlo da
Ferro Carril omt Estrada de Ferro do
Recife a Casanga, deu-se o seguinte erro
typographioo que cumpre rectificar.
Assim oa linha 19a de dito paree?r, onde
se 16 : = incompetencia contestada=itvt
ler secompetencia incontettada.
Notice
P. L. T. C.
T ie half yearly general meetipg w.ll be
held at mr. J. Sw.f;s, Jaqueira, at 8.15
pm. on monday next 16 th. inst.
F. Tarvr.
A;tg Hon Seo.

Aos eleitores
Estado
deste
COMERCIO
Bolsa CoMsnerclal de Pernam
H
OOTAgOH OFTICIAKS DA JUNTA DOS COR
TOBES
Proc* do Recife, 12 de Maio d 1892.
Acedes da Compaohia Agrcola Mercantil de
Pejnamtmco do valor reHisado de 10U40C0 a
$1*000.
Na Sola vendern se:
40 Accoes da Companbia Agrcola Mercantil
ie Pernambuco.
O presidente,
Eduardo Dubenx.
O secretario.
Augusto Pinto (fe Lemos.
Cambio
PRACA DO BBCIFK
Os bancos abriram a 11 1/8 retiraodo-se logo
ate 11 d a coja tsxa nlo appareceram tomado-
res.
Em papel particular bou ve transaegoes pe
queras a U 1/4.
PBAQA DO RIO DI AMIBO
11 1/8 bancario 11 1/4 particular.
Cotacca de cesaros
aSSC.E
Para o agricultor
Por preven ^ao
Aquelles qae se illadirem com tele-
rrammas, mexericos e balelas da gente
da Provincia por que querem, poia, as
ultimas eleicoes deveis vos lembrar do
quanto alo capases aquelles senhores no
sentido sorneuto de affastarm esedusirea
o eleitorado sem ser nenhum exacto.
Muito* ele't:-re*.
^si
Carocoa de algodo
Cota-se a 40 ris por 15 kilo?.
/ABBXLA DAS ENTRADAS DE A88DCAR B AL
OODlO
Me* de Maio
Entradas
iarcacas .....
Vapores......
mimaos.....
Estrada de Ferro Central
dem de S. Francisco .
dem do Limoeiro. .
Somma.....
Das
1 s
1 a
1 a
i a
1 a
1 a
Aasu-
car
Saceos
M-J5
ISiO
1061
8194
245
17415
atoo-
Ao furiccionalismo pu-
blico
Do;; candidatos que se apre;cntam pleiteando
a eleicao de 2) do correnta, ha dcia, que nao
poden deisar de merecer aa mais francas sym-
patbii.s c adhesoes do funccionalismo publico.
Sao e les o Marechal Jos Simea-j de Oliveira e o
Dr. Gispar de.Drummood.
Ambos elles tm dado as mais inequvocas
prova de consiieraeo dislinc'a claese dos
fuQccioaariOi pblicos.
0 t'arecbsl Simeao quando governador des'.e
Estado, procuroc garantir oa funecionarios pu
bliccs torDando-os vitalicios, acto esse qus foi
annullado plo D*. Abino Meira, es=c mesmo
que he je aprsenla se competindo com o Mare-
chal.
O D Gispar de Drummonl, desde depulado
aniii;a Assfmbli Provincial, que protege es
d'.rfilcs daquella classe e que a defeode quaodo
laocanm irr-posto sobre vencimentos dos em
pregados pblicos, o Dr. Gaspar de Drummood,
com teda] as forcas, oppcz-rc, temou a pilo
acaba; com o imposto, a' que afinal coDseguio o
ltimamente como conteressista, fazendo figurur
na Cot stltuicao do Estado orna disposijao eli-
minan le o imposto, este mesmo imposto que o
Dr. Ulysses Vianna aogmeotoo deapldada-
menle
Aleo di830 os dois candidatos sao socio ho
oorariB da soc'.edade dos Empregados Pblicos,
bonra '.om que foram distinguidos pelos frvi-
dos rel:v^ntes, que prestaram ao fonecionalismo
panuco.
E' dnver de honra, dos funecionarios pblicos
volareis nos dons candidato, que Ibes eo mais
Effeicoados, depoti'.ando as urnas as seguintes
chapas:
Para senador mareclial Jos Simeao
de Oliveira (ca vaga de si mesmo),
Para senador Dr. Gaspar de Dram-
mend (n\ vaga do capilo-tenenle
Frederico Guilherme de Souza Serrano).
MlTOS F.NCCIONARIOS.
Marechal Simeao
Os eleitores que apoiam o governo do
a arechal F.oriano e desejam sua conser-
vac&o nfio votem no marechal SimeSo,
porqu esse candidato ioimigo do go-
verno,
Tenham cuidado.
Manhoeo.
jPartido autonomista
Eloiclo de representantes federaea
S2o candida'os do Partido Autonomista
para preeochimeoto das vagas existentes
na representa?Jo federal:
Para aenadores
Dr. Jone Marianno Carneiro da Cunha,
(oa vaga do Dr. Jos Hjgioo Duarte
Pereira).
Dr. Francisco de Assr's Roja e Silva, (na
vaga do Qeneral Jos SimeSo de Oli-
veirii).
Dr. Crispar de Drummond, (na vaga do
oapitSo-tensnte Frederico Guilherme
de Souaa Serrano).
Ptra deputado
Dr. Ay-es de Albuquerque Bello.
F. Lea os & C, 4.000 saceos com 40 0.0 kilos
de caro;Da de algodjo.
Borstemau C 60 fardos com 11,389 kilos
de algedio.
rio vapor nacional Venus, para Artigas,
carrewnim :
Amoriin Irrnjos & C, 10 pipas com 4,700 li-
tros de agurdente.
Ao eleitorado de Pernambuco
Sao estes os candidatos
que defendem o governo
honesto, enrgico e morali-
sador do marechal Floriano
Peixoto.
Senadores
Dr. Ulysses Machado Pe-
reira Viania.
Dr. Albino Gongalves Mei-
ra de VascDncellos.
Dr. Bernardo Jos da Ca
mar.
Deputado
Dr. Jos Izidoro Martins
Junio r.
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
DZ
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela inspe-
ctora geral da digna junta de bygiene do Rio
de Janeiro.
B^te Elixir de compoBicJo toda vegetal pre-
parado eegondo as regras pbarmaceutica, acon-
sejadas pelos autorea modernos e de recoube-
7ida capacidade scientiflea tanto no paiz como
ao eatrangeiro.
Eiie Elixir o produjo nao so do granie es
indo dis accOes pbyaiologlcas das substancias
como tambera patcologlcas.comotazbem o re
soltado das immemas applicaces nos diversos
caeos de febres do fuado palustre.
A apDlicago deste Elixir na grande epidemia
ie texigas de 1890 a 1891 mais ama vez de-
xonstroo asna eficacia ; pois ro principio dos
primeiro3 Fjmptomas a bextga aborta, e em ca
sos mais adiantados a b;xiga passa a ser urna
ioenca febril vulgar apre.eo'ando pequeas to
melares que com a continoaco do Elixir de-
sapparecem ea todavia apresentar receios de
perlgo.
Os muito attesUdos publcalos no Diario de
Pernambuco e Gazeta da Tarde provam o que
diseaos.
Nos caso; d3 febre amare'la o eQeito admi-
De um acno a tres 15 gottas.
Da 3 a 10 anaos em dlante, 40 goltas etc.
Estas doses devsm sempre ser applicadas em
igca fra.
Depsitos
Companbia de Drogas e Productos Caialso
Recire, roa do Marques de Olinda n. 23.
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosark
a. 35.
Pharmacia Oriental, roa Estri!a do Rosar
1.3.
Pbarmacia Alfredo Ferreira, raa do Bario di
/ictoria n. 14.
Pbarmacia Martias, ra Duque de Caxias c
18.
DEPOSITO GERAL
Vendas em grosso e a retamo.
8aa Estreita do Rosario n. il
PEBMAMBUCO
Gusta de cada frasco de 15 grammas-50GG
Os nostos frascos sao quadrados e conta co-
tas. N'um lado teem grvaloElixir ante febril
a no outroManoel Cardlo -Pernambuco, e to
dos os prospectes sao asslgnados por Manccl
Cardoso Jumor, sendo falsos os que nao fo e c
aesignados.
N. 1.4
Recife 17 de Otubro de 1890
Amigo S\ Manoel Lardoso Jnior.
Levo ao cenbecimeoto to amigo que teodo
sido accommeltida de varilas urna csnh.d.'
mnha. em 11 do mez p. p. empreguei-lheo sen
precioso elixir au!e-febril e foi com tanla rapidez
o feu elL'ito que un da depois apareceram de
um modo lo benigno que nem c?egaram a vi:
fuparago e cito dias depois esiava miaba
cunbada complelamerte restabele:id?.
Fazendo rotos para que la) ot I preparado
seja popalarisado a bem da bomaiir'ale, aulon
^o-oa fazer desta mmba declaracSo o uso q:e
Ice cjnvier.
Sem mais pou sen amigo obrlgaio
Jaaqo' i Aiionio Ferreira
Miradera Raa M Das n. 119.
Eo'.ava sjllado e r^jcnhecido.
EDITAES
O Dr. Alred > da Silva Loyo, quarto j-iiz
districtal do municipio de Recite, em
Tirtude da lei, etc.
Faco saber aos que o prsenle edita!
virem, qie no da 26 de Maio do corren
te aono, s 11 bor=s da manhS, na casa
das audiencias deste jaizo, iui de S
Miguel n. 20, em Affogadss, logo aps a
respectiva aadienci;, tem de ser arrema-
tada por quem m-ior lance off^recer, a
C3sa terrea de tjollo e c 1, cob:rta de te
Iba, sob n. 36, a travessa de S. Miguel,
ravel, apresenlandopbenoireaos to mariviibo- )k*oi Afogados, tendo urna porta e urna ja-
nella de frente, duas sallas, dous quartos,
C03inba fra, e qaintal mur^do_ em parte ;
servindo de base para a arrematacSo t
quantia de 40?(J, por q anto foi avallad i,
e vai a pra$a para pagamento da execu-
(3o que move D. Mari a Etelv'na Carnei-
ro da Cunha contra David da Sliva M 3.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei p ssar o presente edital qoe
ser affisado no lugar do costuras, e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado neste districto de Afo-
gados, aos 5 de Maio de 1892.
Eu, Olympio de Hollaada Chacn, es
crivSo o escrevi.
Alfredo da Suva Loyo.
-es que nesta cidade do Recife e na do Rio de
Janeiro pouco rece o causa a febre amarella,
aiesmo estando o doente com vomito preto e
sanguneonestes ulliios periodos entao ne-
cessario a appcjcao em alta doEe, despresando
a tabella anr.exa.
Este Elixir j conbeddo do publico e de um
grande numero de dignos mdicos a presen la-
do para combater os difTerenles iucommodos to-
dos elles de carcter febril.
Por moito lempo tiremos occisiao de fazer a
ipplicacao as f.'.bres erysipellosas e som tac
bom resuliado que Seamos admiradas de lao al-
03 i Henos.
Pela pratica* ebegamos a conbecer que nos
ataqoes de febre erysipellosa oa erjsipella como
vu'gamente se diz necessario o uso de 10 das
do Elixir.
Nos grandes incomrxoJos das senhoras, meas-
iruacao, gravidez e dos casos de parto con fe-
bre e de um resultado multo certo e seguro e
asoa co.nposicSo lao simples que nSo offerece
recelo de applicar o Elixir nem mesmo em doses
superiores is indicadas oa tabella nfra.
Pedimos tos dignissixos mdicos que deseja-
rem fazer uso deste Elixir em sua clnica nao se
sujearem ressa prescripcao. mas aim fazer a
applicacao em barmoaia cornos casos qoe dse
jarem combater, certos de que o medicamento
de compoeicao innocente para o organismo por
mais frgil que seja.
Hods de usar
A's criaacas at um anno 10 gotas de 2 em 2
joras em urna colber das de sopa ebeia d'agu
'ra.
Pacta 4a Alfa atleta
SH1AN1 DB 9 A 14 DE MAIO DI 13'. 1
fara o mterior
264
349
151
1746
3210
Brinco por 15 kilos.
Somenos, idem idem. .
Mascfvado dem idem .
.Broto secco ao sol idem idem
Rtame idem idem .
Usinas idem idem .
Mercado muito animado.
7#800 a
5*000
4^000 a
24800 a 34300
14800 a 24O00
74809 a 84200
84600
54200
44200
. A exportaco at 7 do corrate consta de 9450
secco* e 1303 barricas de assocar branco oeean-
4flS45.i04 kilos e 6055 saceos de asiocar masca-
-jtfJo pesando 391.475 kios.
Alfosia*
. Nao ccns'a negocio.
al 7 do correte foram exportados 171 sacas
de algodo pesando 13.125 kios.
Borracha
Cota-se nominal a 284000 por 15 kilos.
MraMb*
Gola-se a 114000 per 15 kilos nominal.
Carocoa de Mamona
Cota-se a 14900 por 15 kilos,
Coaroa
Seceos salgados na base de 15 kilos a 640 ris.
Verdea nominal 350 res.
At 7 do torrente foram exportados ... coaros
e 1250 1/2 de sola.
Mel
Par pipa de 480 litros 804000 na falsa no mer-
jado.
Aleool
Cor pipa de 480 litros de 26060.
.Al 7 do emente [oran xportadu 93 vi
0.
Agaardente
Por pjpa de tWltroe 1684000.
Foram exportadas at 7 do sorrofite 3N pi-
Imporlaro
Vapor nacional Venus, entrado dos
porros do snl em 10 o consignado a Fe
reir Carneiro & G.
Canbamaco 10 tardos a Cramer Frev &
C, 15 a Mattcs Cminba & O.
Caf 50 saceos a Castro Lemos & C,
120 a Figueiredo CosU qaim Ferreira de Carvalho & 0, 603 a
Companbia de Estiva, 80 a Ferreira Ro-
drigues & C, 50 a Goocakes Rosa &
Fernandes, 24 a GnimarSes & Valeifce, 50
a Costa d Bocha.
Fumo 80 snrrSes e 34 encapados a Ase-I
Tedob. C-i 40, 39 e 17 oaizas a Almeida-
Machado & C.
Vapor slostriaco Barnoss, entrado da
Trieste e escala em 10 e consignado a
J. Pacer C.
Ac 50 connotes a ordem. 53 a Antonio
Pinto da Silva & C.
Aaeite 2 calzas ordem, 1 barril a Pa
rente Vianna & C.
Farinha de trigo 500 barreas a Macha-
de Lopes & C.
Licores 1 barril o.-dim.
Fr netas secoas 1 caixa a Parete Vianna
& 1 ordem.
Queijo3 2 caixas ordem.
Papel 9 oaizas a Francisco Launa &
C, 2 a domes da Mattoa Irm&03, 10 far-
dos a A. D. C Vianna.
Vermonth 30 caicas a Salser Kauff
mann & C, 15 a ordem.
Vinho 64 b)rdoleaaa ordem,
rente Vianna d C, 20 oaizas e
fas ordem,
1 aPa-
7 garra-
Vapor americano tFinance, entrado
dos portos do snl em 11 e consignado s
H. Forster d C.
Calcados 1 oaizZo a Albino Croa & C
Fumo 8 volme* a Costa Lima & C ,
13 i ordem.
Ferragens 86 volumes ordem.
Oleo 1 barril ordem.
EiporiactfO
BXCIFI, 11 DB MAIO IB ISl
Paro t itrterxar
No vapor ingles /* un, para aJverpopl, ca
rjoa :
RosBbaaD B'olbers, 1 fardo com pelles de ea
bra pesando 145 kilos.
Ho vapor mgle S*AWar, para Liverpol,
cr.egrtm :
para Rio de
e 4,000
Ri vapor nacional Venus, para Rio Crin le
do Sol, carregaram :
Amoriti Irmos 4G 20 pipas com 9,4001 tros
de aguare ente.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
Amorici I-maot a ti., EO pipas com 23,500 li
tros de agurdente.
No vapor nacional Pernambuco, para Rio de
Janeiro, :a-regaram :
J. Billa- & C, 500 sac:os cen 30,000 kilos de
milho.
No tapor allemo Valpirais
Janeiro, carreg u :
L. A. da CoaU, 15,000 cocos fruda
maogasidn.
fo wpur austraca Birrosi, para Ra de
Jjneiro carregaram :
B. WiUums A C, 44 pipas com 23 044 litros
d* agoard ;cte.
Para llantos, carregou :
J. A de Pa va, 1.000 saceos com 60 000 kibs
da as'suca' branco e 1,000 ditos com 60,009 ditos
de dito mi&pavatfo
No vi per frsucez Parahiba, par Santos,
earregaraia :
f. Cirneiro 4 C, 325 saceos com 19,500 kilos
je asaucat braaeo e 17 ditos com 10,500 ditos
ds tflto ma cavado
S. Gaim; xei ft C, 21 pipas com 9,660 litros
de alcotl ii 1 pip com 460 litros de agurdente.
J. PaJer k C, 200 saceos com 12 000 kilos de
oi'ho.
Dsstilili) Peroambucan^, 5 pipa? wm 2 400
iit'os de alcool.
P. Peyere k C, 65 pipas com 29 9:0 litros de
agurdente.
H. Caraeiro fc C, 14 Sipas com 6 720 litros de
SgardeoMi.
K> vnpor nacional S. Salvador, pira Rio de
Janeiro, carrejo j :
E. Kromer, 2 caixas eom plantas vivas.
Ho vj por americano Fiuanee, para o Para,
corregaram :
Amorim Irmos & C, 41 pipas.cim 19 270 li-
tros de aloiol e 33 ditas com 16,450 d.t-:s de
agurdente
P. Alves & C, 6,665 kilos de assncar refinado.
Cascan k Barbosa, 250 barricas cam 16 364
kilos de assnqar branco.
No va pr nacional S. Francisco, para Ara-
caiy, carjegoa :
J. T. Caraeiro, 10 saches com 70 kilos de
assncar masratado.
Para k:co, carregaram :
J. Salgmiral k Q., 5 barricas com 350 kilos de
assncar brinco.
Nj biate Flor doJardim, para Mossor cor
regaran :
J. Salgutaral & C 15 barri.as com 780 kilos
de assncar branco.
Para llaco, carregou :
J. de Socxa. 30 caixas cem 690 kilos de sabo.
Na btreaja Tme de Itaio, par* o Naial,
carremraoi ;
u. BMrbosa Primo, 20 caixas com 40) kils de
sirao.
J.T. Pin o.Lspj, 4 caixas com 32 li.ros de
ear*;R, 16 t i tas com 60 difcs de ganeb^a, 20 bar
ri con 1.100 dKos de vinagre e 1 ciixa com 15
'UM de do;.
Ni bjicaca D, Anna, para ViMa da Penha
earregaran .-
A. D. SiiaOes ft C, 6 garrafcks c;m 96 litros
dugeMebH
' -Ha l*i
qarregon
Cimpanliia de ttflva, 8 cdxas eom 64litros
de -*-
Alcool (litro......
Algodo em rama kilo) .
Arrox com casca o) .
Assncar retinado (kilo J .
Assncar branco (kilo) .
Assscar masca vado (Kilo) .
dagas de mamonas (kilo) .
Borrecna de leite mangab. (kilo)
Cachaca ......
Couros seceos espichados (kilo) .
Conros seceos salgados (kilo) .
Jouros verdes (kilo) ....
Conrinhos (ara)......
..arocos de aigodio (kilo) .
Carrapateira (kilo) ....
ac4o (kilo) ......
Caf bom (kilo).....
a( rsstotho (kilo) ....
Caf moido (kilo).....
Carnauba (kilo.....
Cera em velas (tilo)....
Dita em bruto ou preparada (kilo)
Ganna (lilro)......
Cal (litro)
479
625
99
603
503
SU
126
1/866
281
654
594
315
14870
42
120
400
14200
14000
14400
14666
640
610
300
10
Edital n. 88
Prazode 39 das
Os ordem do Sr. Dr. inspector se fai
publico qne, as 11 horas da manhS de 19
de Maio prozimo futuro, aerSo vendidos
em consam porta dest i reparticSo, os
seguintes volamos:
Armare na a. 4
Maroa A. D. Vianna. Um pacote, sem
numero, vindo de Hamburgo no vapor
all mo i Valparaso, a 8 de Agosto de
1891, contendo diversas amostras de fil
e um espartilbo.
Mirca DAR. Urna caixa n. 4477, vin
da do Havre a 18 de Jrnho do mesmo
anno, no vapor francs tVilie de S Ni-
cols*, contendo urna machina de costuras
para sapateiro, etc.
Sem marca.Urna lata, contendo dro-
gas (gramma resinosa de almeceg*, etc.),
cuja procedencia ignors-se.
Armasem n. 2
Maro IA& 1. -Urna barrica n. 46, vin-
da de Liverpool no*vapor ingrez tEdi-
tor, a 7 de Janbo de 89', contendo 102
kilos de chapas de ferro e artip;s seme-
Ihantes para cosinba.
Armezem a. 1
Ma-;a A&C Urna caixa n. 49, vinda
de Hamburgo a 9 de Setembro de 1891,
co vapor allemo tOlLda, contendo 43
kilos de estampas para brinquedos, o se-
melhontes.
Marca AB&CQuatro ditas de ns. EO
a 53, idem, idem, contendo molduras don-
raias, desafinadas, pesando liquido 520
kl!o%
Marca AP&C. Urna caixa, n. 5,548,
da masma procedencia, ^descarregada do
vapor allemo Amazonas em 17 de Se-
tnmbro de 1891, consignado a A'lan Pa-
teraon & O., contendo 250 kilos de as
best .
Marca JLT contra mirca R3 -Urna
caixa, idem, dem, do vapor Cintra, a
29 do mesm) mer, contendo liquido le-
^al 8 kilos de typos n3o especificados
para typographia.
Armasem n. 4
Marca J1TL contra marc E. Urna cai-
xa n. 1, vinda do Havre a 10 de Feverei
ro ultimo no vapor f^ancez Entre Bios,
abandonada acs direitos por Jo2o Fernn-
dt s Lopes, contendo livroa impreeso3 bro
jbadoa, p sardo 125 kilos.
Idam.Cinco barris ns. 75 e 78, da
mesma procedencia, descarregados do va-
por francez Buenos-Ayres, em Mar$o
j1:iido, contendo bypocblorito de cal, li-
quido, 1,204, kilos, abandonados .os d>
reites pela sociedade Refinaria e Distilla-
5I0 Pernambucana.
21 secgSo di A'faodega dc Pernambucs,
19 de Abril de 1892.
O ctefe,
Feliciano Poi.tual.
dital n. 90
Prazo de 15 dias
Da ordem do Sr. Dr. iaspector se faz
piblico que, as 11 horas da maubS de la
do correte, serlo vendidos a porta dest-
alfandega, os seguintes volumes, appre-
bendidos a bordo da barcsr;a Joven
Taurino por nSo terem pago os direitos
iataduses, na forma das leis em vigor :
20 caixas, contendo cada ama 12 boti-
jas com genebra (faltando 7 botijas) men
dindo tuda 334 litros.
20 ditas, contendo caa nma duas do*
tas de Irascos (faltando 6 frascos), mes
diodo tudo 141 litros de genebra.
Segunda Secjao da Alfandega de Per-
nambuco, 4 de Maio de 1892.
O chefe,
Feliciano Po tual.
dem de 11
2934940
Garrao de Cardiff (ton.) .... 324000
arina de mandioca (lito)
ienebra (litro)......
raxa (sebo).......
Jaboracd] (em folha) kilo .
Lerts de unngabeira (kilo) .
Mal (litro)........
tlha (kilo..... .
Pnospnato de cal da lia Raa (tone*
lada)........
Pelle de cabra (cento) u
Pede de carneiro (cento) ....
sement de carnauba (arroba) .
sota (meio)......f
sement de carrapateira (kilo) .
Sebo ..........
TaUmba (kilo)......
faooaa do amsretlo em pranchflf s
(*-ia)........
62
290
633
200
14466
125
70
1140*0
4874000
(54000
83
4I30J
4*6
700
40
1004
2:9214102
Bovlmeno do porto
Navio entrado no da 12
Liverpool e escala19 dias, vapor ingles
Actor de 1034 t>aeladss oommaodante
R. P. Lawaon, equipagem 27, carga
varios gneros a BUckburn Needbam e
comp.
Navio sahido no meim da
Ntw York e escalavapor americano F-
nancp commandante R. Zolling, carga
varios gneros.
Haceivapor ingles Justin, commandan-
te E. Briason, carga varios gneros.
t-rcado llanlelpaj de .
no
fos
dia 10 de
114140
14(00
460
134100
14800
34500
43 0
19420U
104-000
1440'
Reridlaesstoa pablleoa
MU Da tito 01 18?2
AifaruUfi
Rrads geral i
Oo dia 2 a tt
idem de 12
3M:63S6J3
3i:696475S
Renda do Sstade
Do da 2 a 11
dem de 12
105:8334763
t8:>38U29
36i:J333C5
124 2424492
Soouna total
488:57548:8
Segunda seceo da Alfandeja de Pernambuco,
12 de J4ai3 de 2892.
0 thesoarsiro,
Flor;ano Bosifngttea,
0 chefe da scete,
Placido Pantos!
RBCEBEDO..UA DO ESTADO
bresca lfarij *<% pera S. Miguel,
n.
D.) dia 2 a 11
dem dc 14
Di distan
FUKjqp OraiBSfr
tt:734796
84t4',75
26:*?4l7
1 >14i
0 'n'.-rmtnto deste mereado
Maio foi o segninte : Ent aran ;
26 bois pesando 3,203 kilos.
557 k 11 compartimentos com mariscos
100 rs.
2 ditos de cunaroes a 300 rr.
65 cargas cem farioba a 230 rs.
6 Qitas de frustas diversas a 300 ra
7 cargas cea gallinhas a 500 rs.
1 csssnas com gallinhas a 300 rs.
32 columnas a 600 rs.
50 logares a 200 rs.
7 sulnos a 200 rs. (cabeca/
71 sompartimento8 con fannba a 4X) 284400
34 ditos de cernidas a 700 rs. 23*80'
45 ditog com faisodas etc. a 600 rs. 274C0O
45 ditos com Tardaras a 300 be. 134800
8 ditos de smneiroj a 14 84000
10 ditos ds a 7t0 re. 740)0
7 ditas de fregaras a 603 rs. 44201
UlJioa a 2/500 4
24 ditos a 24 484000
"2217340
Rendimento dr J a 9 2.34043*0
2 562;680
Precos do dia
Carne verde de 560 t 710 ris LL't.
Sninoa de 640 a 8S0 rtis idaw.
Carneiro de 640 a 800 ris dem.
Farinna ie 480 a 640 res a ca*.
Milho de 280 a 320 ris ideT.
Feilfio de 4890 a 14100 idea?.
Vaporea a entrar
Mes de Maio
Norte........ Pernambuco....... 13
3nl.......... Galicia........... 14
Sal.......... Cuta de Genova----- 14
Norte......._.. Jacuhype.......... U
Snl.......... S. Francsco....... U
Sul.......... Goyanta.......... 15
Norie....... S Salvador....... 15
Sul.......... Espirito Santo..... 17
Europa...... VOle de Montevideo 19
Europa....... Adour............. (g
Europa....... Thames........... 19
Sal..........' Magdalena........ ji
Norte....... Alagos........... Jt
tfw.............. 2J
OUnia..........a 24
Planeta............ 30
Sul. ....... aunhao........ 31
Taporea a aatthr
Mea de Maio
Sul. w.. .\.. Parahyba......... H
Europa...... Campana
CMa de '
. Maffgit
4>Ut 4D #*..(.
si..........
tan .......
sorte .----------
as 1 b.
Norie
il
o......... U as 1 h
r Genova----- 13 as 4 b
'.i-.....4 O 2 b
i.r....fluX Ib I
DECLJUACOES
Thesouraria deFa-
zenda
Reciiaimentode notas
De ordem do Sr. Dr.i nspector fax se publico
que, por deliberaco da, nata administrativa da
caixa de amortisaco, em sesea* de 23 de Fe ve
reiro nltimo, presidida pelo Sr. Mmistro da Fa-
zenda, foi prorogado at 30 de Junbo deste anno,
o recolhimento das notas Jo Teeooro de 1004- e
5004000, da S1 estampa, em circolacio.
Thesourana ae Fazenda do Estado de Pernam-
ouco, 19 de Marco de 1892.
O secretario,
__________________ J- Gomes da Silva.
Obras publicas
De ordem do cidadSo engenheiro di-
rector, faco publico, que oj dia 19 do
correte, ao meio dia, esta directora re-
cebe propostas em cartas fachadas, devi-
danvente selladas para a venda da noventa
arrobas (90 arrobas) de chumb e nove (9)
ditas de bronze em obras velhas.
Satos materiass achaa-se neeta mama
reparticSo e ssrSo entregnss i, quelle.q^e
mais der, depois da approvacSo do go-
verno do Estado.
Secretaria de Obras Publicas 12 de
Maio de 92.
0 1.' escripturario,
V. P. iqueira Cavalcante.
Companhia deTecidos
Paulista
Sao rogados os senh3re3 accionistas a recolae*
rem_ 00 s:riptoro ra do Box Jess n. 1,
pavimento tarreo, os recibos passados pel-j Sr.
Jas Aildlp'o RoJngues Lima, os qaaes ja 3e
acham crediial s as resnctivaj cautelas. *
Rscif*, 3 de Maio de 18?2.
Jos Antouio Saraiva {onior,
______________ Director secretario.
Meo Bfflissor Os Fraileo
Substitui^ao de notas
Faz-sc publico que oela" Jtwta Ad-
ministrativa da Caixa da Amorlisafao
oi prorogado al 3 i de Dczenibro do
correnle anno o paso pa-a subslituieao
das olas le i00^ e 20U^estampi do
x-impcio enjillidas par osle Banco.
Pernambuco, 11 de Maio dc 1892.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
_____ Direclor-secrelario.
Derb j Club
Declara-se aos coaviuados para as corridas do
dia 13 de Maio, que baver om tr?m especial
pela linha principal, pa-udo de .Apipuros as 11
bj'ss da manb9, tocando cm todos os pontos
at EoiroQsamelo e d'ubi segoe at o Derby
Club. 03 biftetis de asignaturas no terso va-
lor n(8 e trem.
SR. J.
ocledktde necreaSIvsk Javcsine
-i'o eiio dinano*' em coonD<*a:oracao a fra-
terajdade dos brasileiros em 14 do correte
Lista para os sosios subscriptores e sojas pa-a
ceivites som u indica cao da moreda do :onrlda-
do, en poder de qaalqoer nm dos esenp estos
da commissio eocarreaada do serie.
Reci'e, 3 de Maio de 1892.
t i saernarft da eooiisf o,
Braolino de Miranda.

.
-
.
a*/
-
b
i




Kaw i! Pe?Ran:btMto -- Stexis-feira 13 *!u Bco de S92

Sxta-ftira 13
Grande festival commemorativo do glorioso da
13 DE MAIO
Ol'
ABOlICiO DA ESCI.4V.4Tt A

Sr levado a scena com todo o appirat > o apreciado drama
PODER DO OUBO
pela primeira Tea o drama em 1 icio
13 de Maio
Scenario completamente novo
A orchestra confiada a eximio professor
. MANOBL BANDB1RA
Exeeutar varias pecas de aeu reporte rio.
8. llora
3P3a3SGOS
Camarotes l. e 2.' l(\JOOO ,fueifM 1. 2. 25000
Idim3a 600 0 Platea a 10CC0
dem 4. 400101 Parairo 1)5000
Trena para Api pucos.
Bonds para Magdalena, Fernandos Vieira e Aogados.
HIPPODROMO
cimpoIendb
PROMOTORA
Emprestimo emittido pela Companhia Promotora de
Iosdustrias eMelhora ment?
Esaaa acreditadas OBRIQACOES ven ce m os juros de 4% ao anno, pagareis
cm cada trimestre e bSo retgatadas em sorteios trimeatraes com premios, sendo o
menor de 25)5000 (25~1 de agio sobre o prego das obrigacSes) e haveudo outros de
104:00, 504000, 1004000, 2004000, 5004000, 1:0:00000, 2:0004000, alm dos pre-
mos maiores de
25:000^000
50:000^000
e 100:000^000
Cada obrigscSo entra snccessivameute nos sorteios trimestraes, at ser resga
tada, recabendo o jaro no m de cada trimestre.
SZo garantidas por hvpotheca sobre os bens da Companhia que possue impor
tantea propriedadee, como a ilha de Marambaia, aa Usinas de Santo Ignacio, Firme-
aa, Cuiambuca, Fabrica do Dois Irmos em Macei, entras mnitas propriedades e
mais conceasSes de estradas de ferro e asnas, a cuja realisaclo vai ser empregado o
resaltado do emprestimo.
O 1* aorta: o tere lugar no da 31 de Marco prximo paseado, ten do tooado 12
premios as obrigacSes vendidas nesta cidade, os quses esto sendo pagos, bem como os
juros vencidos do trimestre findo bo Escriptorio da Companhia.
Prec,o de cada obrigacao 20#000
& Sorttio
Vio dia 30 de Junho de 1892
Maior premio de resgate no segundo sorteio
10Q:Q0O#O0O
Acham-se as oKngacoes a disposico do pu-
blico nos seguintes estabelecimentos:
Banco Popular, ma do Imperador n. 22:
Casados Srs, Martin s Fiuza cfoC, ruado
Crespo n. 23.
Escriptorio da CoitipanJusa ra do Torres
n. 42, 1. andar.
QUE SE REALIZARA'
No dia 15 de Maio de 1892
Nones
o
B
O
Pellos
Xalurn-!
lid.

Cor da vesti-
menta
Proprlelarlo*
..* Pareo15 de 3
corrida de
ao 3..
alo800 metro3.Aaimaes de Peroambnco qae nao teobam ganho, salvo a
31 de Jaceiro de 1892. Premios: 203*000 ao I., 40*000 ao 2." e 20*000
DERBY-CLUB
MAY 13th- 18 92
RACLNG BY AMATEURS
lioder (he aospices cf ttie British Commanlly of Pernambiice
Borne
Color
Blder
Blifcr'rco!or*
c
9
i"1, race.INITIAL EFF0RT-800 tretres.-Pernamboco horses (bal bave never vnn araceoa
any of the race ccjirses of Recifi
l|Somcnos.....
2 PuffiOR Billy.
" Garanoa.....
Orlando.....
^bappie.....
Prince.......
Cheslout...........
Piebald.............
Biack...............
Bay.................
Drk Baj ...........
Ohestoot...........
I H. Harding.......
W. E. G. Bcxw;ll...
G S Fellowi Junioi.
0. R. H. Bury......
A. H. Swift........
Dr. R. P. Raw'.inson.
Bine, black ft gold.
Criouoa & ebony...
Bloc ftWlite......
Wbi'.e&red........
Od fcold & Wbite. .
Bloc Ribbon........
Frigorfero..
Arci VOD___
Templar....
Bocac'o___
Yambo......
Miiapan.....
Vermoulh..
Gauponei..
Glvde.......
Piraby......
Calanho....
Gixito.......
Rodado......
CastaDho-----
f dres......
Bodada.....
Baio........
Rodado......
Baio........
Pernamb.. SI
51
c 51
51
fil
t 51
51
* 53
51
51
Riso e pardo........
Verde e encarnado. -.
Amarello e roxo......
< c
Ene. e bonet preto...
Ooro e prelj........
Branca e encarnado..
Verde e amarello.....
Aznl o encarnado....
A. A. F. Taquea.
Silva & Ribeiro.
J. Nogoeira da Silva.
A. de M ello.
Good. lde Junbo.
Jos Pereira.
Goud. Fraternidade.
Good. Vital.
Goud. Salgado.
A. A.
11 Hercules___. 5
2|Cyclone.....1 5
Detallo -1.000 metros-200*000
A directora gralifl:ar& com 50*000 o jockey do animal vencedor
Roda lo......i Pernamb...
Encarnado..........|H. L.
Ene. e bonet preto... jCoud. Fragoso.
].* Pareos>erby Club850 metrosAnimaos de Pernzmbnco.
20*000 ao 3.
200/000 ao l; 50*000 ao 2.
a.nd Race-DERBY CLUB-Pacing borses cf Peroamboco. Tilia race ia Klted botneither cwaers
colora tor ames of ths boree3 were kacwo at time of pringin
3."1 Rice-DUFFERS' CHANCE -800 metros-Pernimboo borses that have never been eniered
t rnn oa any of th race cenrses of Recife
liSlasher.............
2lFlea...............
3
i
s
G
TheDuffcr.
O lando ...
Pb-iraob ...
MiRcbe...
7 U. kaowa..
G-sy................
:bepQUt............
White'..............
1T -"..............
Daikgray...........
Gray...............
Jclor bliad.........
I. Leare............
Waiters............
A. L. G. Willians...
O. R. H. Bory......
J. Daon ...........
E. B. Williams......
A. B. Dallas.......
Woile 4 Bine..
Wbite & Black.
Pcker Spots
White & red...
B'il S .latt...
White* black..
White..........
4."1 haceALLa CHANCE-1.000 metros (hsDdicap)Pernambsca horses tbat have Devtr wna
race on any cf the R.ce Coorses of Recife
1 Pik me-up.
Somenos.
Ihe General.
Chippie.
Prince.....
(Jroogray,.
Cbeitant..
viciado ...
Dark Bay.
Gbestot..
G. Sk Itoo..........|Red & black........
J. H. Harding......, Blae, blackrgold.....
0. R. H. Bory......' White & red.......
A. H. Sw.ft........I Od gold ft white....
Dr. R. P. Rtw'insonlBIae Ribbon........
66
70
66
66
63
5 h. *ce AG1LITY(mbrella Race)-1003 metresPernambuco horses
Paffloe Billy........
Begorrab...........
The Gow............
Juno....'............
liSans-Souci..
i ralispber....
i Gllete......
klPigmeu ....
Baio....
Rodado.

Ziino...
Pernamb. 51
55
55
c 51
Onroe branco.......
Asnl c branco......
Verdee encarnado...
Encarnado e preto....
D. A. L. ddlfattos.
i. C. d'Almeida.
Cond Pombal.
Goud. Perdigo.
4 Pareo-Trilfco Crbanoa -950 metros Animaes de Pernambuco qae Dio tenham (ranbo
do Prado em 1891 e no D:rby em 189!, at esta dala. Premios: 200*000 ao 1, 50*000
ao 2 e 20*000 ao 3.*.
Torco 2....,
Cyc'one. ..
Gerfaot.....
Hercules
Regente____
Alazao.......
Rolado.....
Z Rodado.....
Alazao......
Pernamb.. 51
c 53
51
51
c 51
Genate axul........
Ene. e bonet. preto..
Asol e encarnado
Encarnado,.........
Aiul, bra. ncaraado-
J. E. F.
Cond. Fragoso.
Cond. Aurora.
U. L.
Azevedo 4 C.
4". Pareo Iaaprenaa rrmiakucaoa 1.400 metros- An'maes neciocaes. Premios;
fiAKISASE BOt PAS BRANCAS
Capital Rs. 400.000^000 deyidido em
2.000 ae FINS
stbelecer e explorar Beata cidade ama grande fabrica de camiacs e roapas
briscas.
Achandc-ae sabscripto o capital ter lugar no mais breve praso a asiemb'.a
ger-1 de ir>stala{&o.
iNCOKPOPtADORES
Domingos Pinto do Frailas.
Antonio Jote Moreira.
Manuel Lopes V eir.
Correio Geral
CDCiirso it pralkaBle
O administrador fax publico para oonbe-
cimento doa itrterecaaos, que nV marca-
do, a coatar de boje, a prasa de 30 dias,
das iO hors da aadljti a* 2 da tarde,
para a inscripclo dos candidatos eo cot-
anrso que tem de proceder-se, para
preecebimento de tuca vaga de praucante
ac -.' classe.
De accordo com o art. 169, regra S.*,
do lcgnlameno vigente, os endidatoa
devtrXo t r maio de 18 anuos c meces de
25, gosar bda si.de, estar vaccinedo, ter
bem precedimento, o qae deverSo prftvar
ocm doeamentae qae matraam a res pe oli-
va pet 580.
9 conenrso veisar sobre as seguintes
materias : lingass portagaesa e francesa,
ge graphia geul, cotb daeaavtrvimAto
nurftf'.oao J3.>an, oriltTdlet^M at atbeor
usa propor.5B ia de prefereto* o roal}^1 ""*%>" de eaecho
n tr, cacriptuFpa nsetfnti, Djf'< e
m li&O.
lecife, 6 de Maro de *W.
O administrador,
8an!a Casa da Misericordia do
Recife
Em vista do acto do Exm. Sr. governado: d
Estado, tat.d to 1- do correte, maod.nlo ti
car ao aroitrio nomeac;o da jun'a administrativa, retomando
ella paa esee m o compromisso existente, o
Sxm. Sr. conselbeiro, rrovedor desta Sania Casa,
manda aoovidar a todos es senhores mambios
da iraaodade para se reooirem telas 11 horas
da msnba do da 15 do corren'e, na sal da
tesfO'.' da junta, itim de proceder se a reforma
do meso o roTpromlffO. como medida prelimi
oar ; d- vendo cntendsr fe qoe a mesa geral
icrccxcar cem qu^]ar nomcrode Irmaoe qae
eompsrecer ronar.
Secretaria da Sants Ca?a da Misericordia do
Recife, 6 delicio de 1892.- Oesnvao.
Pedro Rodrigues deSons.
400* 100*000 ao 2 e 40*000 ao 3.*.
Piebald..............
B-own..............
Ghestnat............
Cray...............
W. E. G Boxevall...
A. L. G. Wiiiiaas
O. R. H. Bory.......
Dr. R. P. Rawlinson..
Crimaon Ebony...
Pck?r Spots......
Whte red........
Bine Ribbon........
6 Ib, raceTHOROGBRED1200 metre matchRidden by Jocckys
11Seabrese............|....................iA. Meira.
'IVesper..............|....................)Casemiro.
7tb. raceELECTRICIIT-800 metre3Barsea owa & B.asiltan Telegrapfe Companies
1
i
3
4 Oberon.............. Ghestnat........... Allsn.......
o Pharaoh............ Derkgray........... J. Donn.
6 Cise Peeasoo....... Dark Ghestnnt....... Brander.
Fiea..........
Bucepbaloaa...
Chnard.......
3beron........
Pharaoh.......
Cise Pegaseo.
'bestnut......
Oa.kbrowjn. .
Browi........
Ghestnat.....
Derkgray.....
Dark Ghestnat.
Wolters
Pycroft..
,.e
Wohiteft black......
Dark& ligbtblne.ee.
Oxford bne & Wobite
Cnccolate & Wobite.
Red & black........
Pink & gray.......
8 b. peeLADIES TAKES -1000 metres -Pernambuco borses
Velo*.......
Nnche.....
Favorita.....
Atlante......
Trnelo.....
Castanho ...
Zaino........

Alazao......
Castanho ...
R. Janeiro.
R. Jane'ro.
S. Paulo..
Pernamb..
S. Paulo..
54
52
52
51
58
Ai.nl e preto.........
Verde ouro bonet. br..
Asol encarnado.....
Verde e amarillo
A: ol, ene. e branco .
"ood. Nacional.
;. Braslleira.
A. C.
Osear.
Coud. Crtaelro.
5* Parco-Prado rrrnaatbncaae 9o0 metrosAsimaes de Pernambuco.
I)*O0t ao I. 70* ao S. e 25*000 ao 'e-cetro
Premioi!
Piramos ..
Maority...
Pyrilampo
Tali8pber....
Castanho ...

Tordilho-----
Redacto.....
Pernamb..
51
51
51
51
Pre toe branco...
Roio e pardo
Grenat e azul ..
Branco e aiul...
Gond. B^lla Vista.
A. Taques*
J. E. A.
J. C. de Almeida.
Pareo Praternitade- 500 metros. Animaes de Pernambuco qae nao tenham ca-
nto u'esips ltimos 6 mezes, salvo a corrida de 1 de Janeiro de 1892. Premios : 200*
0 eo 1 50*000 ao 2" e 10*000 ao 3.*.
Petropolis ex
Bons parte
Coosso
Vingador....
lloaro......
Todo ......
Tupj.......
Patcnoaly...
Rodado.
Alazao.
Bale...
5 iRusso.
Pernamb.-
>
51
51
51
51
51
58
51
Rxo e pardo........
Preto e bonet. ene.
Ene. e bonet pre'.o..
Azul eenro..........
Azul e eucarnado
. S.
Goud. Republicana,
Goud. l. deJanno.
Gond. Hoarifcana.
A M. A
Crrela Rezoode
i. B. Cosa.
7" PareoOrdeaa -900 metros. Animaes de Peroambuco que nao tenbam ganho em distan-
cia superior a 1.0.0 metros no Prado e Djry. Premios: 200*000 ao 1.*, 50*000 ao
2 e 20*000 ao 3.-.
Bismmarck..........
Cocktail..............
Colombia............
Raoger..............
Sirios................
Broto Regalar.......
Ptck me-upa.........
Gray...............
Brown..............
Gray................
'.beitenot...........
Chestenot...........
Gray................
lrongray............
6. S. Fellcvrj Jnior.
A. L. G. Willians....
a H. Svfift..........
R. P. Raw'inson.....
A. N. Otber.........
J. H. Harding.......
W. E. G. Boiwcer...
Whileibloe........
Poker Spots........
Od gold nobite......
BiueStrlpes.........
Blark. gold & bine..
Bloe, black & gold..
Crimson* Ebony....
9*. raceSERAHBLEstM metres.Horse tbat tuve ron durioe. the day nat obtalned Firet or
Seccnde place ln any oT the tvenfEntrance fee 2* -Entries (ocise on the grooords
A. Cobeo. .
S. Jones. .
COMM1TTEE:-----Dr. RawlicsoQ.
J Evoy .
A. H. Sw.ft. .
A. L. G. Williams.
A. B. Dallas .
T. Robson .
H. Fletcher. .
O. R. H. Bery .
G. C Gatis.
I. H. Harding.
H. G. Holder.
W. E. G. Boxwe'.l.
PRADO
PERNAMBUCANO
Flautista.
Todo....
Galleue...
Pigmea...
Castanho.
Baio.....
Rodado...
Zaino
Pernamb.
SI
51
B3
51
Grenat brsjco e asol IX A. Babia.
Azol e encarnado ... A. M. A.
Verde e encarnado... Goud. Pombal
Encarnado e preto... IC. Perdigas.
8. Pareo=LIIerdade=8!50 metrosAnimaes de Pernambuco qae oSo teobam ganho n'e3ta
oa maior distancia. Premios: 200*000 ao 1. 50* ao 2.a e 20* ao 3
Nyclberoy
Bocado...
Col lector..
Yambo ...
Castanho.. .
Bodado. ...
Russo........
Castanho
Pernamb.
51
51
51
51
Roxo epardo..... ...
Amarello e roxo
Branco e encarnado.
Socara, e bonet preto
A. F. Tiques
de Melle.
J J dos Santos Jnior.
Cood. 1.* de Junho.
OBSERVACES
O expediente d'cata corrida ser encerrado aabbado 14, aa 3 horas da tarde.
A Directora peda aos Srs. Proprietarios para mandarem seos animaes s
8 1|2 boraa da manbl, e pravine aos Srs. agostadores qae o horario ser reetricta-
mente observado.
Secretaria do Hippodromo do Cempo Grande 11 de 51io de 1892.
Servindo de secretario,
Matioel Lopes Vieira.
Sociedade
Rtfiiiuria e Resi!a(i$ Pcrnambu-
cita
Aiieafrla geral
Sao convidados os actioaltus desta sociedad*
para se re ni em, em assenb'a ce^I extracrit-
meote co dia 24 do corren'e, lo 1- andar do pre
oo n. 74 a rna do Comm*rcj). ao neio dl, aom
le so tratar de negeelos teaawtts aos inttrc;us
da nesma socifdade.
R clfe, 9 de Maio de 1892.
O presidente,
Jclo lasoaults lepas.
Thesouraria de Fa-
zenda
Matricula de Evtprezat e Com-
panhias diversas
De ordsm do II!aa. Sr. Dr. Inspector
e de couformidade com a circu.'-r da di
roctoria geral das rendas publicas do
Tbesocro Nacional, seb n. 2 de 5 d<>
crrente, fac;o constar a qcem interesiar
posea qae fica marcado a psrtir de.U
data, o praso do trinta dias para ser re
querida a esta Tbesouria a matricula das'
companbias, empresas oa particulares que i
gesam de isencSo de direitos de consumo '
om Tit:dodas concessCes gerses feit: !
ai estradas de ferro e aoa engeohos cen-1
traea, pelos decretos ni, 6995 de 10 Ae i
Agosto de 1878 a 10393 da 9 de Outu- J
b-o de 1889. j
Outrosim, os respectives rrqaerimcn ,
tes serfto instruidos com decamentos au
tentiios qae provem o swguinte :
1*. O titulo da compa'ihia cu empresa
01 o neme do c ceessionaro ;
2o. A Iei, decreto contracto di oc-
cnesSe ;
&. Si goaa de gerantia de jtro pelo
goveroo federal ota federado de qu.cto e
atbaa qtae capital;
4*. Si a obra oa ser vico ene cete r-
.rnoa a ec/beeaEo ata ofUcloiaV ca en
ezecuc2o e nrato caso qua.ndo deve ser
concluido ; todo da accordo com os na.
I, 2, 3 e 4 do art. 4o do decreto n. 947 A
de 4 de blovemb o de 1890.
Em 18 de Abril de 1892.
O secretario,
J Gomes da Silva.
Bibliotheca Publicado Es
tado de Peroambuco, em
10 de Maio de. 1892.
De ordem do Sr. Dr director peco s
pesacna que teem em sea poder Mvros
pertcacentes a eata repart 3j, qae ca rea-
tituam at o dia 15 do eorrente visto ter
uo fsser-so o catalogo geral das obras
existentes nesta Bibliotheca.
O secretario,
Francisco Hoaorio B. a Menejres.
__________________-A.----------------------.
Baneo e Crdito
Real q PtTflamkco
0> Eenbores acsicoisJf s eio convidados a rea-
isar U6 o dia 20 de Maio prximo fulcro, na
rede do Bajico. roa do Corcmercio n. 34. ama
futrada Te a 0/0 do valor mrneal de :cas ac-
coes, oo 10*000 porarcio, comal.tundo assim
46 0,0 do cpilal subscripto.
Retire, 2.9 da Abril de 1892:
Manoel Jao de Amorim,
Presidenta.
hs Fpritlno Por:,
lereotr.
PROJEdTO DE EN8CEPCA0
Para a 15." corrida a realizar-se domingo
22 de Maio de 1892
1 PAREOCoH8*lafo SCO metros. Animaes de Pernambuco que nSo te-
nham ganho premios, primos : 2000000 ao primeiro, 40030 ao se-
gando e 200000 ao terceiro.
2 PASEO -^rogre-is9 1,200 metros. Aaimaea pungas que nSo tefiban
ganho premioi at 9 de Abr j, animaes de PernaoVict. PBSXiOl :
250OO0 ao primeiro, 505000 ao segando e 255000 ao terceiro.
'i.9 PAREO Inicio l.OCO metros. Animaes efe Pernambuco qae nSo teobam
ganho premios nestes ltimos 12 meses, pbemios :200^000 ao pri-
meiro, 40500J ao segando e 20)5000 ao terceiro.
4." PAREOIternajnbueo 1,200 metros^ Animaes de Pernambaoo. Pflg-
mos : 25 J5000 ao |>rrmeire, 50*000 ao segando e 25000 ab terj
ceiro.
." PARGO l'^rre Carril -r- 1,403 ms'-o. Aaimaej nacionaes. preuos :
3 M.0000 ao primeiro 700000 ao segando e 350000 ao terceiro.
V PAREOPrado Perjajaimcsao 1.450 metros. Animaes estrangei'
ros. pbkmios : 4000000 ao primeiro, 800000 ao segando e 400000
ao terceiro.
7. PASEOCompensarlo 900 metros. Animaes de Pernambuco, qae
nlo tenham -panno em distancia superior a 1000 metros, r^/uios :
2000000 ao primeiro, 400000 ao segando e 200000 ao terce'u.
Observares
De accerdo com o art. 5.' do codigs de corridas nSo-seri admittido i
in8cripcSo ni pareo Pernambuco o animal Piramoa.
A iuseripcSo encerrar ee- ha terca feira 17 do corrate s 6 horas da tarde
aa cecretar a do Prado, a rita, da Imperatriz n. 26, 1. andar.
Secretaria do Prado Peroambucano, 12 de Maio de 1892.
O SECRETARIO,
/.. Alves.
. >
Thesouraria de Fazenda
Acs posnidores de apolice? convertida)
Oe ordem do Htm. Sr. Dr. inspector des tbe-
aoararia se las pnblico, par cosnea(aien
iateresBados, a decacao letra :
ABm 4e se cumprir o di^posts no artigo 7
do decreto n. 823 A de 6 de Ootobro de 1890
convido es possoidorea re cpcces que requere
ram a eonvefeao das mecanf, fe ccntorniidade
eom o referido decreto a decorar cesta repar
ticao e as thveou:arias de tnmon oode ellas
es'ivotom BscrfbUs, dealro do pra ta dias, se cuerem oa seos novoi tittloanotcl-
natlvosonao portador
Caixa da AmortlsacSo, Rio de Janeiro, !6 de
Feve'r.iro da I892.-M. A. Golvo.
Thesouraria de Fazenda do Istado de Per-
aamfcaco, 51 de Marjo de 1892.
O secretario,
Jos Gotees oa Silva
Irmandade
DO
D y bo Espirito Sitnlo do Rec'e
C0N;ELH0 FISCAL
Coasclta
Dando eofcnrimetvto ao^que disrO !Jl.' parte
do srt. 68 do n.'sap couiprimi-so, cocvid,o a to
tP feip/ee a wrafflre Tem nest? cotisistorio do-
aitafro. IB do correte, As U acras da macLS,
o oonrclbo,
sl.i de em sessp d
dar se execocAo
ao dlspeeto em tocn os arts. e seas paragrapbos
ti trilo X Rapclo l' domeEmp coaeromisEo.
Consistorio da irmandade dr'Dlvino E
Sanie do Rocife, 12'de Miio de 1892.
O proeorador geral.
Franeif co Jof des Passos Goma


Diario de Pernambuco Sexta-felra 13 de Haio de 1892
Grea l We s tem of Bra-
zil RaJway
Em virtade do art. 75 do reglamento
esta estrada de ferro serlo Tefldidos na
estaclo do Bi um, no dia 14 do correte
a 11 horas da manhS os seguintes ob-
jectoa:
23 pares de louro, medindo cada um 5
metros de comp.imento e 0,3 por 0,3.
2 volumes de alambique, sem marca.
1 caixSo com papel para cigarros mar-
ca F. & C.
1 caizSo especial, dem.
1 mala e um catxSo (roupa) marca J.
1 atado e um cai*8o marca B.
2 pedacos de macVira marca A.
1 fogaieiro quebrado marca M. M. C.
1 lata de mel, sem marca.
1 armacSo de cacgalha quebrada, sem
marca.
E outros artigos sem valor.
Beoife, 10 do Maio de 1892.
J. H. Conoly,
Gerente.
Banco Emissor de
Pernambuco
Acham se a d'spoaic&o dos Srs. accio-
nistas os documentos a que se refere o
art. 147 do decreto n. 434 de 4 de Ju-
lho de 1891.
Becife, 1 de Maio de 1892.
Jos Marcelino da Ro e Silva,
Direotor secretario.________
8.* Gonvocacao
Hippodromo do Cam-
po Grande
AssemMa geral extraordin ra
SSo convidados de novo os Srs. accio-
nistas para reunirem-se em assembla
geral extraordinaria no dia 18 de Maio
correte as 6 1(2 horas da tarde, a ra
o Imperador n. 55, 1. andar para deli-
beraren! Bcbre a reforma dos estatutos.
A assembla geral funecionar com o
numero de Srs. accionistas que compade-
cer ero.
Secretaria do Hippedromo do Campo
Grande, 4 de Maio de 1892.
Servindo d > secretario,
M. Lope Vieira.
Companhia
Refinadora lerctntilAssoeaseiraf
4.* chamada
De accordo com o que preceila o art. 16 dos
estatutos desta companhia, sao convidados os
centrares accionistas arealisarem a quarta en
Irada do capital i razao de iO 0/0 ou 10*000 por
aceto, at o dia 14 de Maio prximo vio acaro,
das 10 horas da mansa as 3 da tarde, no caes do
Capibaribe a. 84.
Recife 14 de Abril de 1891.
Jos Joaquina da Costa Maia
Presidente.
C.hi b Internacional do
Reeife
Assembla geral
De ordem do Sr. presidente, convido os se-
nhores assoctados para se reunirem em assem-
bla geral no dia 15 do correte mez, s li horas
do dia, na sede do Clnb, afim de tratar se da
reforma dos es,tutos e outros assomptos de im-
portancia
Secretara do Cinb Internacional do Recife, 7
de Ma o de 189S.
Alfredo B. da losa Borge?,
__________ -gecretano._______
Thesouro do Estado de
Pernambuco
De ordem do litro. Sr. Dr. inspector desta
repartico faco publico qae no dia 14 do corrate
mez pagase a classe ae professoree de X.* en-
trela, com relacao aos seus vencimentos do
me* de Abril ultimo.
Pagadura do Thesouro do Estado de Par
Bambuco, 14 de Mato de 1891.
O escrivo,
Alfredo Gibrcn.
Derby Club de Pernam
buco
A directora desta socied de em sessSo de hoje
resoiveo o segninte ; multar em 804000 o jockey
Antonio Luiz de Frasca de caoformMade com o
art. 49 do cdigo de corridas, quando montava o
animal Colector; mollar em 804 o jockey Bal
bino BeDjamia por partidas falsas so 3- pareo,
fiando montara o anima! Tapy; multar em 304
o jatkey Luiz de Franca, por partidas falsas no
mesmo pareo, qoando montara o animal Harn-
guape.
Secretaria do Derby Club de Pernamr neo, 13
de Maio de. 189J.O secretario,
Bago Medeiros.
Prado PernamhDcaio
De conformidade rom o arl. 5 do cdigo de
corridas, fot deliberado pela directora que nao
sero admittidos a inscrioco at 30 de lonco do
correte anao, nos pareos de animaes de Per
nambuco, os animaes Galano e Petropolis.
De accordo com o que preceitu'a o art. 6* e 8
6*, art. 7 e 1 do ce digo de corridas, face pu-
blico que o animal Bonr parte passa a perlencer
coudelana10 de Maioe a denomliar-se Pe-
tropolis 2-
Secretaria do Prado Pernambucano, 11 de
Maio de 1891.-0 secretrfo,
J. Altes.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sabe di
(6 a 10 do mes.
Tddos os paquetes slo novo, tem excellente*
iccommodacees para patsageiros e para carga
1 os presos so muito rednzldos.
Os passtgetros encontrara, apar do bom tra
amento, todo o confbrto desejavel a bordo
un paquete:
Os paquetes que (axem as viagens ao Rio d
aneiro, alm de terem tudo o que se encontri
os paquetes modernos, accresce que faz a via
em em quatre dias e e preco de passaeeni
a 1.' classe 604000.
O paquete empregado na vlagem para o Rit
rande do Sul e smente para carga, e tem i
alado adequado a entrar no
ado em qualquer occasiio.
Recebe se engajamento de carga
i ade lixa para todas as viagens.
Outrosim, a companhia expedir paquetes ei
'.aordinarios desde qne haja carga para o eng-s
ment completo de um paquete.
Bscn "orio. da Companhia Pernambucan
t.
porto daqueilo E?
por quanii
Misspsenes Males
Unha Bl-sjacaisal
O vapor Adour
E' esperado da Europa at
o dia
9 de Haio de t t
segurado depois da indispensavel demora para
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ay
res e Rosario de Santa F
Este vapor entrar no porto
Tem ptimas accommodaeOes para passagel-
rosde prlmeira classe excedente passadio e
precos resumidos.
Previne-se anda aos Srs. recebedores demer-
adorias que o se attender a rectamacoes po-
fal as, que orem reconhecidas na o -casio dt
iescarga dos volumes; e que dentro de 48 to
as a contar do dia da descarga das a'.varengas,
teverao faxer qualquer reclamacao concernen-
tes a volumes que porventura tenham Begmdo
para os portos do sul, afim de serem dadas i
empo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresen ta
em na vespera da ebegada do vapor para toma-
rem as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendaa a dj
aeiro a frete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commrao42
LSoyd Brasilero
sleeelo de navega?So
DA
EMFREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZLL
PORTOS DO NORTE
O paquete
Pernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos portos do nor-
te ate o dia 10 ie Maioe de
pois da demora indispensavel
__'seguir para o porto do
o de Janeiro directamente
rniiiU Finniunn ii i-
Para Fernando de Noronba
O paquete Gojanna
Commandanto ^Pinto
Segu no Cia lSde Malo
is II horas da mauba.
Recebe ca'ga, encom-
mendas, passageBs e di-
ubeiros i rete, ato s 10 horas da manb do
diada par'.ida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucano
n. 12___________^^
Gpanbia Trigofifica Pastoril
Brazileira
Rio Grande do Sul., Pe-
Leilao
Agente Brillo
Ra da Imperatris n. 48, ioja
TJma importante mobilia de junco, 1 dita de
pao-car^a, guarda reepa, 1 reale;o comley
lndrjp, commodas, lavatorio, mesa elstica, ca-
bidep, marquezss, aparadores, bancas, qua-
dros, espelbos, leilettes, jarros, lenca pira al-
mccoejan'ar, copos e octros muilos objectos.
Sabbado, 14 de Maio s 10 1|2 horas
JLeilo
Rio de Janeiro,
lotaB
e Porto-Alegre
Vapor nacional Venus
(Ette vapor ven directamente do Para a
eile porto)
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
jara Santos, Canana, Iguape, Paracagu, An
;oaina. S. Francisco, Itajahj, Santa Catharina
Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serSo recebidas at i hor
da tarde do dia da sahida, no trapiche Barbota
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pecimos a sua attenc >
jira a clausula 10 dos conbecimentos, que
No caso de ha ver aiguma reclamacao contra i
sompanhia, por a varia ou perda, devs ser felU
jor escrrpto ao agente respectivo do porto d*
Iescarga, dentro de tres das depois da final)-<
da.
Nao procedendo esta fbrmalidade a companbi
ia isenta de toda a responsabilidade.
Para passagens, fretes e encommendaa tra
ta-so com os
AGENTES
Perera. Carneiro& C.
6*Eua i Commtieiommd
t andar
" ni i a, i.
Pretende sabir
para oa portos
cima no da i
do corrente.
Tem ptimas accommodacCes para 30 passa-
geiros com destino ao Rio de Janeiro na primei-
ra classe e timbem commodos para passagefros
n?s ostras :lasses.
Recebe carga a trete para os referidos portos
a tratar coia
Amorm IrmSos & C.
Ra do Bom Jess n. 3
"CHARGEURS REUNS
looiranliia Franeria
DB
NavegacSo vapor
Liona quincenal entre o Havre, Lisboa,
Pernanvbuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAPOR
Ville de Montevideo
Com mandante Da riel
ENTRARA'lO PORTO
E' esperado da
Europa at o da
iv de Maio e
seguir depoia da
hecessarla demo-
ra para
Sahja, Rio de Janeiro e Santoa
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos-
vapores dela Unha, qaeram apresentar dentro
le 6 das, s contar do da descarga das al varea-
bas qualquer reciamacSo conceroente a volumes
3ue porven ura tenham seguido para os porto;
o sul, afta; de se poderem dar a tempo as pro-
videncias necessarias.
Expirado o referido praio a companhia nao
ie responsabilisa por extravos.
Recebe arga, encommendas passageiros,
para os quaes tem e-cellentee accommodacoee
i tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9RA DO COMUBRCIO-9
I liil Stnan MI M-
O vapor Thames
g
CapitSo G. M. Hicks
E' esperado da Europa at o da
O de Maio seguindo de-
pois da indispensavel demora
para a
Baha, Rw de Janeiro, Montevidce
not-Ayre
Para carga, encommendas, passagens e <'!-
uheiro afrete, trata-8 com os AGENTES.
De exoellootes movis, ptimo piano, lou-
cas, vidros, porcelanas, cryataes, elec-
tro pate e prata f
Terja-feira. 17 do corrente
A'S li HORAS
O agen'.e Gu mo, autorieado pelo Illm. e
Exm. Sr. Dr. Jos Joaquim Seabra, far leilao
oa casa do sua residencia sita roa da Aurora
n. 161, de todos os objectos ;hi existentes, dei-
xando de mencinalos em rzo de j ter feito
em annuncios anteriore?.
Leilo
De 23 caizas com 105 latas de 1 a 10 ki-
los de baoba de poreo, americana, que
serSo vendidas em lotes, a vontad" des
compradores
Qoarta-ferra, 18 do corrate
A's 11 boras em ponto
\b artiazem ra Mrquez de Olinda
o. 48
POR INTERVENCaO DO AGENTE
Onsm
JLeilo
O agente Mot'.a, na cidade da Fortaleza (Cea-
r) de ordem do Sr. capilo G. Ponce, delegado
de divereas companbias de seguro, e com assis-
tencia do cnsul italiano vender per conta e
risco de qnem perlencer a comecar do dia 25 de
Maio dsste uno, todo o carrsgameito da barca
italiana Imnaculata Concezione procedente de
Genova e arribada nest porto em :4 de Janeiro.
O leilao Eera efectuado nos rmaseos da Al-
fandega daqnelle estado e compor-sc-ha do se-
guinte:
De sei?cer,'.03 a setecen'.os toneladas de mar-
more brote, iraoalhado em foihas, blocos, etc.,
de 80 a 100 duzias de garrafas de vicho, 3 ca -
xas com gessr, 70 saceos com milbo alplsia, 101
fardos de cordas, 10 grandes saceos com alfaze-
ma, 375 caxis com vernouib, 20barriscom vi-
cho. 9 caixas com man, 6 fardos ym seoa, 1
barril com reme trtaro, 1# barri com Ilnha-
ca, deas caixas com perfumaras, 96 caixas com
erxofre, 1 3 0 caixas com ^naasss para (Opa
(macarro aletria 1 gein?) e grande quantidade
de albo e cebolUs.
Cear, 1 de Maio d: 189.
AVISOS BlYEfiSOS
il-
Dr. Man el 4oa Bodrlgae* Fl
heiro
Joviniano Inco Paes Brrelo, soa mulher,
Ihos, oras, egenro (ausente) convldam aos seus
amigcs e prenles a assim como sos do fallecido
Dr. Manoel Jo6 Rodrigues Piuheiio, para assis-
tirem as missas que pelo reponso eterno de sua
alma mandam celebrar no da 13 (6exta-feira)se-
timo do seo passamenlo, sendo na Igreia deN.
S. da Penha s 5 3/i 6, e 7 horas da maob, no
collegio de 8. Viente de Paula (Estancia) s6
1/4, na eapeila do engenbo Aripib as 10 l/ e na
matrlx de Gamelleira as 9 boras do referido dia,
confessando-se desde j agradecidos por este
acto de religiio e caridade
t
Bacamrel Manoel Jo^Bodrlgnei
Pinnelro
Hercnlano Jo Rodrigues Pinbeiro. sua mu
lher, fllha e netos, Luiz Jos Rodrigues Pinheiro
e sua mu'her, agradecem aos prenles e amigos
que se dignaram de acompanbar sua ultima
morar"a os restos mo/taes de sen sobrinho e pri-
mo Dr. Manoel Jos Rodrigues Pinheiro, e de
novo convidara para assistir a missa que man-
dam rezar na matriz do Corpo Santo, eabbado 14
do corrente, stimo dia do seu passamento, s 7
horas, e>desde j antecipam seu eterno agrade-
c ment.
Luciano Mauvernay
Alberto Antonio Mauvernsy e Lucia Maria
Manvernay, agradecem do mimo Calma a todas
as pessoas que se dignaram a acompanbar at o
crmiterio publico, os restos mortaes de seu mui-
to presado e sempre pranteado irmo, Luciano
Mauvernay, e de novo as convidan) para assisti-
rem as missas que por sua alma sero celebra-
das nottia 16 do corrente. pelas 8 horas da ma-
cha, na matriz da Boa Vista, 7 dh do seu fal-
lecimtnto, confessando-se desde j agradecidos
aos que comparecerem este acto de reluio
obriaia.
Na ra de D. Vidal n. 70, ajeriarla, prera
sa-se fallar aos Srs. tenste Joto PJp da Sii*
Valencae Bereardmo de Seuza Axevedo Campen
a negocio que mes di reefeito.
AMA r- Ma ra de D. Mana Cear n. X, sa
precisa de orna ama para cosiohar.
Precita se de duas amas, cma pa a co-i
nbar e outra para meninos : a rea Vidal de Ne-
greros n. 176.
No becco do3 Ferreiros n. 6, precisa-ss de
um criado qne lecha boa conducta
CRIADO. Precisa-se de um qae sija 1*11
que enteada dtrabalhos de sitio ; a tratar na
loja da roa do Crespo n. 10, das 10 l/ s 11 1/1
da maob.
Vende se o deposito da ra D. Vital, mi-
ga do Socego n. 8, proprio para principiante : a
tratar no mesmo.
Venda ne bsrocCa *Marie Emilii> ancora-
da neste porto: quena qulzer crmprtl a dir ja se
a Amonta IrmSos & C.
Bue
Pacmc Sin Nastl Ca-
an,
8TRA1TSOF1AGELLAN LINE
O paquete Galicia
Lisboa e Poito
A barca prtngueza Claudina.
Irete para os referidos pontos
amorm Irrcaos 4 C-
recebe carga a
a tratar com
Lisboa e Porto
Barea porogoeza "Ooiteria"
Recebe carga frete para os indicados portos,
para onde seguir uestes 10 at 15 dias ; a tra-
tar com Amorim IrmSos 4 C.
Cear
Segu para o porto cima o biate Deus te
Guie, recebe carea ; a tratar na ra da Madre
de Deus n. 8.
E' esperado dos
portos do eul at
odia I a de Maio
seguindo depois da indis pee savel demora para
Liverpool com escala por
Usboa, Bordean e i'lvaaonlb
Para carga, passageiros, encommendas e di
ihelro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wilson, Saos i 10-RA DO COMMEECIO10
O vapor Magdalena
Commandante H. C. R'gaud
E' esperado dos portos do sul
at odia Cl d3 Maio de 1892
seguindo depois da necessana
__demora para
A. Vicente. Lisboa, TJgo e Soa-
thampton
f a f aC
Companhia Pemambocafla de Na-
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Motaor, Araca
ty e Cear
O paquete
S. Francisco
Commandante Estoves
Segu no dia i do cor-
rente s4 horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nheiro frete at s horas da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Ca i da Com nanhia Pernambucano
n.12
feampauaftia i"e.
TfuaijaTu
Mata companhia mantera as seguintes linkai
apilares de navegacio:
"*rw, tocando nos portos da Parhyba, Natal
cano, atoesur, Aracaty e Fortaleza, parndt
aoje porto um paquete a ii e 36 de cada mes
*d, conr eacaa pelos portas de Macelo, Pena
o.AracaiU, Estancia e Babia, sahndo desU
eartoa 14 e t9 de cada mes.
xnmio i Nortmka, partida no mau o di
Jeto Formato, e Tnmmdar, sabida a SS.
Mw ie Jemeiri, (direetaaaenie) parta a aaaawti
aa*a30doaaes l pao a paa-eu |
ipiia finuiiicui ii i-
PORTOS DO SOL
laeei, Penedo, Araeaja e Babia
O paquete Jacuhype
Commandante Carvalho
Reduccao de paetagen
14 lia futt,
a'Ltaboa 1 classe SO a 10
4'8outhamptonl*cras?e a SS a 43
Camarotes reservadas para os passageiros *
Pernambuco.
Para passagens, fretes. eucommendas, trata-t
som os
AGENTES
Amorm Irmos & C.
N. 3Roa do Boa JessN. 3
----------- ______
Red Croas Line of Steamers
Para e^w-York
O VAPOR INGLEZ
Cearense
Segu no da o
do corrente para
os portos Ecima.
i. Para carga a encommendas trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Jonhston Pater & C.
Ros. do Commercio n. 15
The oited State3 and Bra-
zilM. S. S. C.
O vaper allem&o
Martha
E' esperado dos portes de
New York at odia de
Mau segurado depois da
Indispensavel demora para
labia, Rio de lanelro e.no*
Para carga, passagens, encommendaa e di
oheiro a frete: trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ruado Commercio8
1 andar
Precisa-se de urna ame para cosmnar e la-
var para pequea familia ; a tratar na roa da
Florentina a. 20 (Nova Hamburgo) ou na roa da
Amizaden. 36, Capunga.
Precisase de um eopeiro ede una ama
para arrumar qoarto* e lavar lignina ronpa ; na
roa de Malhias Pereira r.. 10, eul Olinda.
ALUGA SI a casa n. 7 ra de S. Jos dos
Pescadores, com commodos, multo fresca, est
limpa ; a tratar na ra das Larangeiraa n. 39,
das 11 horas s 3 da tarde.
------------'-------------------------------------'--------
alvina srbow da *!!
Nomeriano Barbosa da Silva, Petronilla Bar-
bosa da Silva, Mara Barbosa da Silva, Idalina
Barbosa da Silva, convidam a todos os prenlas
e am gos para aseislirem as missas que pelo
eterno reponso de sua sempre presada cunbada
e irm, mandam celebrar na matriz de Santo
smaro de JaboatSo e Santo Antonio do Recife,
s 8 horas do dia 14 da corrente mez, stimo do
sen fallecimento. Confesam-ee mni'o gratos a
tod03 seus parent68 e amigos que acompanba-
rem os restos mortaes de sua sempre lembrada
cunbada e irro a sua ultima n-o ada
Ama e criado
No pateo de S. Pedro n. 1, l.o aDdari p^e},.
se de urna ama que durma na referida casa ede
um criado menor. '
Ama
Precisa-se de urna ama que faiba costanare
comprar, para casa de familia ; na ra do Caiaa-
g n. 14, relojoaria._______________^_^___
Ama para engommar
e andar com menino ; precisa -se na loja das
Ltstras zoes ra Duque de Cax'as n. 61.
Ama
Precisa se de urna ama para todo trsbalbo de
casa ; em Santo Amar Salinas, cstraua de
Limoeiro n. 4.
Ama
Precisa-se da orna ama para tratar de datas
criancas, que seja crioula e de mc-ia idade, dan-
do atiesta do sua conducta, sendo a dormida
em casa de seps palroes, paga-se bem ; a tratar
na ra do Livramento o. 1, sobrado.
Par feilor de sillo
Na estrada de JoSo Fernandes Vieira o. 5, se
precisa de um bomem de meia idade que enten-
da de jardira e horta. __________________
Cosmh$ira
No sitio n. 5 da estrada de JoSo Feraandea
Vieira, se precisa de urna cosinbeira.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com bastante prats-
ca de moibados e que ce fiador de sua conduela
na rna do Padre Muniz n. 61.
Gaderneta Perdida
Perden-se urna rade neta da Caixa Econmica
n. 10,051, pede se a quem aclion a o favor de a
levar ao pateo da Sania Cruz n. 2, sobrado.
t
f
Aalfcar ato lonja Carvalba
Maria Carolina da Silva Carvalho. Custodio
Antones Sumaries, L'beriaCarvalho Guimares,
Gnflberma Antones Guimares, convidam a to-
dos os prenles e amigos para assistirem as
missas qne mandam celebrar por alma de seu
presado liibo cuchado, irmao e tio, Artbur de
Souza Carvalho, na sexta-leira 13 do crrente*
s 8 boras da manta, trigasslmo dia de seu fal-
lecimento. na ordom 3 da S. Franeisoo._______
B-rlirC Augatlo i urntlro Mun
lelro
Carolina Carneiro McBleiro, Pedro Jase Carnei-
ro Monleiro, Augusto Carntiro Monteiro. Flo-
rencio Jos Carneiro Monteiro, profundamente
sentidos pelo fallecimento de seu irmSo e pai, o
bacbarel Augusto Carneiro KcdUiro. agradecem
as ptssoa-? que ra preataram duraste eua longa
enferiidade, e acompaabaram ultima morada.
Cora especialidede a commisso doLjceu de Ar
tes e Offielos, e ragam 'hes o carldcso o eqofo
da assistir a missa de 7 dia, que por tua alma
mandam celebrar na igreia da Carato, sabbado
la do corren'*, s 7 horas, pelo qae desde j se
confessam ralos.
Precisa-se
Vdlao n. 11.
Cosinbeira
de urna cosinheira
na raa da
Criado
Pracisa sede um CTir-do, cuja idade regulo
6a 18 annos : na roa do Psyscndo'n 19.
Precisa se de um bom
Pajeand n. 19.
Cosin heiro
cesinheiro
na ruedo
Criado
A^ougu
Aluga se um icougue com todos os utensilios,
i estrada da Ponte de Ucboa, entrada da Graca,
junto a taverna de Jos Jacistho da Ollveira ; a
tratar na mesma. __________^_^
o publico
Os herdeiros do finado coronel Marcionillo da
Silveira Lios faiem pablico que obtiveram caria
de sentenca contra Jos Auto io Lona, nerdoiro
do Baro de Una, para cobranca de quantia su-
perior a dez cootos de riv, sendo, portante
qualquer alienacSo de bers por elle feia consi-
drala em fraude de extcocSo. Becife, 13 de
Maio de 1893.______________________________
Para carro
Compra-se urna parelba de cava! los
para carro que sejam novos, bons c sem
achaques; a tratar na ra 1- de Marco n,
i 7, 1 andar.
t
Mia Jaouaria de Barros Lima
Dr. Jos Rufino Bezerra Ovalcante, D. Julia de
Bar-os Carneiro da Cunha, Dr. Jos Berardo Car-
neiro da Cnnba, convldam os saos paren t se
amigos para asistirem a mtesa qae mandam re-
zar por alma de sua sempre lembrada mi e so
gra, sexta-felra J3 do corrente. s 9 horas, sti-
mo dia do seu passamento, na tutriz de Santo
Antonio. Dasde j se eonfessam gratos aos que
assistirem este acto.
t
Precisa se de um criado p*ra peuco servjja,
sendo menino prefere se ; a tratar na rna da
Alecrim n. 33.
Florista
Loiia Nepomucena Duarie pa:t:cpa as re
peitavel publico que mudou a sua residencia pa-
ra o 1- andsr do sobrado roa Baro da Vicia-
ra n. 36, entrada pela raa do Caj', onde eo-
contrar a satisfezer com toda pon'.ualid:de i
encommendas que Ibe forem confiadas, cuma
sejam :
BouquetB de cravos naturaes para noivas risa-
mente enfeilados.
Capellas bem preparadas e a contento das
Exmas. Srss. noivas.
Flores de panno e de papel, do gosto que fbr
pedido.
Banderas de boliobos Eb;s de diversas oa-
Iidades. 1 *^
Fiambre preparado a bolos para todos ce acias
festivos.
Toda ae encommendas se fario com toda a
urgencia pedida, garanlindose atseio e gesto na
desempenbo da tr&balho, assim como se tari
pela oreco que convier aos contiataetts.
specilco Ptrcevecida S'anliaft
Mata os percevejos e sea prodtfrco ; na Flo-
rida ra Dnqne de CaxUs o. 103.
Telephone-413
Cosinheira
Precisa se de urna, para cosinhar e errgoomar
para dnas pessoas oa roa do Padre Mudi bi-
mero (M.
Caixeiro
Precisase de um mentad com
verna. de 14 a 16 annos de Idade
quim Nabuco n. 39, Capunga.
pratka te la-
; oa rialaa
CxJANCAS
Coatumes e vestidos de brim, cambraias,
jersey, 1S e aeda pata todas aa idatka,
tem grande aortiananto.
AU PARAWS DIS UMU
- Victorianos
Segu at o dia i da
corrente s 4 boras da
tarde.
Recebe carga, encommendaa passagens e di-
nheiro a frete a t s 3 horas da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Com da Companhia Pernambteano
av 12
LE1L0ES
Leilao
Caixeiro
De 170 saceos com assucar bruto existentes no
trapiche Hallar, 4 raa do Vigarlo n. 11
Sexta-feira, 1 i do corrente, as 10 horas, por In-
u larvencao do aguate
Glisman idade, que d fiador de sua conducta
uoluau 'na nadarla da raa do Bramn.ot
ngommad eir
Precisa se de ama boa engommadeira : a tra-
tar na ra de Pavsando' n. 19._______________
Boa acquisicao
Aluga se o terreno do centro da roa do Prado
da Estancia, ptimo para urna baixa de cepm :
a ratar na secretaria do Derby Job, roa Duque
de Cax'as n. 33.
Creadas polacas
Seis familias polacas, ebegadas ltimamente
do Sul da Repblica e compostas cada urna de
duas pessoas offerecem-se para creadas em casas
de familias, mediante mdica rempneraco, po-
dendo as que precisarem dos s.us servicos ob-
ter Inlorm cOes a respeito na delegada das Ter-
ra; e Colooisacao, ra 1S de Novembro o. 19.
rlfadearo arranelace Joaquim
Ferelra Lobo
Segundo anniversario
A familia deste veterana de noesa iodepen -
dencia manda celebrar missas pelo seu eterno
desea D0 no dia 14 do corrente, :s8ro:asda
manb na matriz de Santo Aotonio, e para este:
actos de religi&o e cari Jada convida seus pren-
les, amigos e companbeiros d'armaa do nado,
aotecipando a todos os comparesentesoseu mais
sincero reeonheclmento de amizadreeratirfo.
Mu
t
Prlme'w anniversario
O capitao Jos Elesbo Borges Ucboa, sua mu-
lher e filbos, tendo de mandar rezar ama missa
naigreja deN. S. dos Remedios, no du 16 do
corrente mes, pelas 8 horas damanbS, pela alma
de sua sempie lembrada e estremecida fllha e
irm Maria Olindina Borges Ucboa, convidam aos
aeus prente*-o amigos para assistirem a'case
acto de regiSo e caridade, pelo que (icario s-
ss agradecidos.
Branca pretas e de cores Haas e coi
lavores, receben um esplendido Bortimanso.
Au Paradis des Da mes
Em cortea de vestido, ricamente enfei-
tados e em pecas Jisas e com deseches.
AU PRADIS DgSDAJtfgS
Bordadlos
Compra-se
Urna casa com sitio, dentro oa fora da cidade :
a tratar na roa do Imperador n. 79, 1- andar,
escriptorio do lado o caes 33 de Novembro, das
11 horas do dis s 3 da tarde.
Moedas brasileiras
Comprase de 800 rs., 1*000, 3*000 no centr.
t moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja da Aa
guato do Reg.
Paga-se bem
A ama criada qne queira acompaohar e servir
ta urna familia quevai ao Estado de 8. Paulo a
ratar na ra do Amorim n. 47.
Medicoes de trra
O engenbeiro C. C. Carlini eootinu a encarre
gar-se de medi(6ea de trra, levantamento de
plaas topographicas, oivellmantos, projectos
de parques, jardins e chalet, etc.: na raa da
Atalaia oa cidade oa Escada.
Joo Tavare Cordelro
3* anniversario
k mSi, irmos e sonrinos do finado Joio la-
vares Cordeiro convidam os prenles e amigos
para assistirem a missa que mandam rezar por
alma do me-mo, na igreja da Soledade, s 8 bo-
ras da maob de 13 do corrente, 3 anniversario
do sen passamento.
cesarlo
ala SU va a-a-
iccurclo
I*
Manoel Gurij da Silva Papoala, Jos Duar'.e
da Silva Papoua, D. Candida Angosta de Souza
Paponla (auseote), D Virginia Augusta de Souza
Campos (ausente), veem cor este meio agrade-
cer as associac5ea e aos amigos seus, e de seo
finado irmo Cesario Accurcio da Silva Papnoia
as provas de eslima e consideraco que t&3 ob
sequiosacente ie dignaram significar Ibes no
momento da dor e sentlmento, e renovara a sua
eterna grattdlo.
R eos cortes de vestidos de cambras
bracea e em pecas.
An Mis ges Das___
Elegantes
Eapartilhos de seda e de brim com
pelucia tero*
A a Paradis des Dames
T
Modelos inteiramente novoa ao
Au Paradis des Dames
, t LEUDES
E chapeos de sol, receban am fiado
aortimento.
au paradis un nms
Bilhar
O superior e conhecido panno tesa
Au Paradis des Dame
Precisase de um caixeiro de 13 a 14 annoa de
a tratar
Jo* taatflfto #> aani'Aaa
1' annivtrsano
Antonio Mariano da Silva convida todos os pa-
rantes e amigas do finado Joc Candido da Sau-
i'Anaa para assistirem a misaa que tem de cele
brar s 7 1/3 horas da maob do dia 14 do cor-
rente, na igreja de S. Gracalo, e desde j anteci-
pa sea eterno
Criado
Precisa se de am orlado : a tratar na leca daa
Estrellas,.raa Duque de Caxias n. 08.
J^ Attendite et vi
"dte!
Jos Samnel Boteiho, fabricante de boaajueta*
de mais apurado gosto, para c. smenlo, embar-
que ou ootro qualquer acto, pode ser procarada
ra da Cuneta n. 43. loja de selleiro, oa na asm
residencia, raa da Guscelcaa a. 3, Recife.
-


.Ts

4
I


Diario de Pernambuco Sexta-feira 13 de Maio de 1892
DO
RIO-GRANDE DO SUL
Nao ha a contestar essa lotera a que mais vantagenB offerece pela sua ex
oliente organisaoSo, comporta de 8.0CO nmeros d 70 por cento em premios,
deduzidos urna pequea verba para sei'os contem mais da quinta parte em bilhetes
rmiados sendo : "'2 de lOtJOOO a lOiOOOfOOO sem esUr sojeitos pe|a redcelo
nerieB que diminoe coasideravelmente os premios obfidos, todss astas razSes
flie dio preferencia.
Sua extraerlo regularmente frita semanalmeite.
Asham-se a renda na Venturosa a ruado Cabug n. 16, que satisfar todos os
pedidos e dar qualquer informando ; bem como ser encontrado as casas dos Srs.
Leite, Brito, Penca, Malheiro e Ribeiro.
Plano
1 premio de 10:000,50c 0
1 c 1:0004000
1 3O0I0CO
1 c 200*000
4 * 100# 40010:0
6 < 50, 300.J000
12 24* 288*000
42 c 10* 420*010
799 5# 3:995*000
para o primeiro premio.
79 C 50 3:995*000
pare o segundo premio.
para approsimaySes de 2 para approximaeSes de c 100i para o primeiro premio.
i,woo para o segundo premio.
poaiQo TJra.iire
MEMBRE du JURY
rata*! d ra.rii
Sabao....'.7.'.7."7.7.777.'
Extracto...............
Agua de Toucador ....
Loco Vegetal.........
Oleo...................
FO deArra...........
HORS CON
MEIZA
...MEZ
...MEIZA
...MEIZA
...MEIZA
...ME IZA
DE PERSE
DE PERSE
DE PERSE
DE PERSE
DE PERSE
DE PERSE
//>wio/-foSABAO REALtfa THRIDACEurfo SABO VELOUTINE
Pars -> 29, Boulevard des Italiens, 29 *- Pars
CBiOSE AS PR1NCIPAES CASAS VE PERFUMARAS DA EUROPA M DA AMRICA
NNXVXVSXXVXVXXXVXXXXNXXWXX>
SINAPISMO RIGOLLOT
Esfriamentos Dores Congestoes
ACHA-H KM TODA AS> P*"I*CI*I
EXiJA-SE a ASSIONATURfl, cor ENCARNADA, de'
Novidades e presos baratos
i. a &m m ksd h. m
Saias brancas bordadas para senhoras.
Casacas bracees bordados para senhoras.
Camisas, idea, idem, id?.m.
Vestuarios C Jersey e Malha para meninos e meninas de 6*, 7* 8*, 9*, 10* e 14*
am acto.
Toalbas de lioho com bioo crivadoa de bico, dirersos precos.
Casaqps de Jersey para sentaras grande sortimento.
Pito de caxemira de cor.
Capa e veaites pretas para aenheras, caxemira e teda, diversos precos.
Cratones anceaea maito largos, cores e brancos a 500 rs. o covado.
Toalbaa de linho e algodSo para mesa.
Gosrdanapos linho e algod&o, grandes e pequeos.
Ciatos de odres de 240 a 400 rs.
Fa;'/> braaeo tino.
Madapol.to francez com 24 jardas de 8*, 9f e 10*000 a pega.
Brisa pardo liso para vestido a 400, 500 e 600 o covadV
Sargelim de corea e branca a 30 o covado.
Camas bordadas linho puro com 4 fronbas e 1 talhe todo igual.
Manthas hespanholas.
RA PO CRESPO
JiWWiMXqfftXKHnXll^XKliMXX**,
CURA CERTA
a.. MOLESTIAS NERVOSAS Pe,o
;&R03P HENRY MURE
Bom xito verificado pop 5 aflat.de experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA. CURA DE
Coneulsocs. Vertigen
Crines in-r rosas
E.raquevas, Tonteiras
Coliges toes verebra.es
Insmtiia
Spennatorrlta
m FalhetB muta Importante dirigido gritaltimonU i qualquer pessoa que o Hdir
Ep ilefs a Hus loria
Chora:
Mustera Epilepsia
Molestias do Uerebr
e do Espinhaeo
Diabete assucarado
HENRY MURE, am Pont-Saint-Esprit (Franca)]
VKSDK-bB EM TODAS AS PaiNCIPAKS PUARlAGiAS B BOOABAS.
H. 21
DE
CARDOSO a IRMAO
Ra Baro do lYiumpho ns. 100 a 104 e ru
doVisconde de Itapanca ds. 22
3a ae c x op oe
Ten sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallosdos melhores fabricantes.
GAL DEUJAS multitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAI XAS de farro batido craradas e caldeadas, fundido de todos os tm aribes.
q RODAS'AGUA pera cubos de maaena e todas de ferio.
BODAS D.ENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRIV \COES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem Bolla, vlvula da bronxe.
CHUMA0BIRAS parahsos e o mais que se opea desojar para engenhos, Ostra-
aa de ferro e Obras Publicas.
FAZftM E CONCERTAM toda e qualquer peca de machinismo tanto da ferr
andido como batido-
F ARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medite omi
doman, o rasoavel, qualquer machinismo e CONTRCTAM apparelhos para Us-
as, rv a fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Ourigaai-80 a montagem dos meamos e responsabilisam*se polo bom trabalhi
ara o que tem am babil engenaeiro ingle maito pratico, alm de dos am socio*
casa que tambem engerheire.
TIEO. JUST.
Casa de commisses e repre
sentaces
88-BA D(0 89a 3389883
EXPOSIQO
IUI COMPLETO BOBTIMEHT DE
iooesoersneacoas
de ne unieras fabricas de todos os paizes da Europa ?
das duas America?, de toda especie de merca lorias, de
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor des-
afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA d<
Dr. R. Rirdet.
-4Ui '^BmfflSMI
PRODUCTOS ANTISPTICOS oo 0' DGLAT
COM BASE DE ACIDO PHENICO PURO
MOLESTIAS SPIoemiCAS I farlola, Etcarlatlna, Cholera, Influenza, Anginet,
Crupo, Febr typhoida, Febre amarella, etc.
AROPE PKENICADO ftLVCO -PHENICO
do D' DCLAT OO D' DCLAT
Toase, Catarrhos, Grippe, Bron-1 Qucimaduras, Hygiene do Toucador, I
chites, Tsica, Coqueluche, etc. ) ^kW da Bocea, Gargarejos, Curativos, etc. |
PARS 6, Avenue Victoria e principaes Pharmagias PARS
M^q Oulras I'rcparacof) do Dr lX'I,AT t Massa phenicada. 'JH
m O Capsulas phenicada i. Oleo de Figado de Bacalhu pheu,ado.Xarope
sulfb-phenico. Xaropephenatode ammoniaco(a'^i-penitc), Pheno-ferro, etc.
i^^. PrtEVINAM-SE COM AS IMITACES SVM^^M^^^^^V^^^M^
0RIZA-P0WDER
Flor de JLrrbz
FRESCURA E PERFUME I NCOMPA RA VE IS
PERFUMARA oriza
do L. LBGEAND
r- inventor no Producto VERDADEIRO e acreditado ORIZA-OIL
1 X X*latce de la Madeleine, Paria
AGUA-SE BM TODAS AS CASAS DE CONFIANCA
Kola-Bh-Natton
MCA BM ClHIi, THBOBROM1NA, TASKIUO, I MATKIOA INCABJIDA. Di. KOLA |
10MIC0S EIKXCliLMEHTE KafinAMMt
sir A Vinho Itola-BAli-IVattoia
Kztnttos flnidM, Paitilhss, Pillas, EusnoU as Eol* torrada
Untes* productos experlrnaatados com o coalor xito nos hospitaes e Pars, desde ttS4 pelos
Boatores Dujadin-Bkaumxt^ Huchabd, Dubi*n. Hallez. Moot, etc, na Aiiwt, otu*r*ii,
iani ayaavtssda, Olatostei, SJHalmla, >nphatnrta. xsss de trbalho ssnasn UtrtMtttl.
rilARMACIAdoBAIOUEdFRANCE iS. ru Coqullllr, PmrU. BfrntMg; WlAWli. daSILTAX^. |
di FIGADO FRESCO de BACALHU, NATURAL B MEDICINAL
O melhor qat eiitti, ptli fue oblen a mais tdta racompanu na
CXF0B15X0 Ufiivimal di Pahiz di 1889
Recottsd desdo *o ANNOB.em Franca. Inglaterra, Hespanha, Portugal, so Brasil
e uaa Resnicas Hispano-Amerlcanas, pelos prlmelroe mdicos do muas
itelro Ss Crlaooa rachltlca, Fenoa fraca, contra as molestia* do
J*. Tumru, Zrrnpooea da FeUe, etc.
J| mjzoBiai'i activo queai Emulsdemqtie caatim miltt i ttuttqu otOlooa hfO
de noruega aoi qviei a depurado fu pvder urna irtndt otrtt du mal proprltdtdu cuntkm.
Vi :. ,e itat Itmi TtlAHUUSEI. Eilqtr do eiultori. o tolo da Union des Fabricante.
rato PRoPRiEKCrto iVBCOGlG. 2, Rae Castjglione, Paria,t em todas as pharmga
x/Jtt-te o asslgnatura
amparador, t*lee pmprle-j
torio da$ formulas do
IT H. O SBR.
nico
"' / contra as
SARDAS
Jf econtra as bor-
, ^bulhas, vermelhi-
-0 ^U6es,coceiras,cqua-
esquer affeccGes que
acommettam a belleza
e esplendor da cara.
Depsitos em pernambuco:
COMPiHHIa ai DROGAS PRODUCTOS CHIMICOt
e as principaes casas
COPfilRO
Precisa-se d& ato menino que entenda
hem do ser^i de copeiro, tratar a ra
o Fernn Mra n. 6,
de F(
p AMUli-CHLOROSi
O FERRO
BKAVJS .
ExpernieDtaiIo ptlos prneiros mi'flit^ do mando,
1 imm'd\ii*mrMe m R .momia wm occasiomr
odos. Rtfiita ao UAfiu aftua cr, twuds-
-o e dando-lbe o tlgnr a-c
Dtcntar-ii iaf Imilf talit/lcotitt.
laiHtriiitiuittt Peris, 40 A i34Ju<> fU I^ar
Kl TUDA* AS flkWMaWMt^
DISCOIDES SUnDY
L. JCXDT, rwaii.i-cuu.,1lJ,F'MBqrt,PiflB
Paalllhas matUematicamente dosadas com os
J Alcaloides os mais osailog para a preparacao
instantnea (las tulapSes hypodermioa.
Com os meus estojos encerrando urna Seringa
hravat, um Vidro de agua disttllaia e urna
ccUeccao dos Discoides com as doaes e com os
alcaloides os mais usados na medicina humana
c na. veterinaria 08 Sra.
MDICOS e ALVEITARES
toem lmmediatamente na sua dlsposlc&o urna
solucao fresca de qualquor Alcan>uie, dispen-
sados asslm da obrlgacao de empregar solucOes
preparadas de anteniao, e. portanto, multas
veces descomposUs e at nocivas
IttMtaaot llMHilru ta aa tUrti laflCH
t aaiui iatnla tt KstiiUa.
'/Mda por atacado : rt. ASSMANN, 1 i, ras PMt, Httt
L*!fHta m Rirntmb'ieo: C* ti Vrtf ti Pratetej
ATKINSON'S
i O mais admirad" dos perfaaie*. Os ourw ,
cancazo em qaanto qne a "Rosa branca**
i da ATKUcaoif oonaarra-ae gcaiipre freaca |
e suavo.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
Com fra* desde dous atocujue, tam dado
os seui .
| valor, aiiiregsx atidi Atkisonv qno <" '
a mais fina.
Vaodcra^e em tada a parte.
j. a jb. ATaSoraov,
24. Od Bond Street, Londres.
.AVISO L'RittaMS somanto com o
aseado azul e amsroPo e a ronca da
latnca am>
Esta delicada prepa-
rado, gue nao offe-
rece perigo algum, con-
serva a mocidade e a
belleza.
DUas applicaces dia-
rias conscrvao' pelle
o seu aveludado e fres-
cura.
Cura completa e rpidamente
Cieiron,Raehaduran, Sardas,
Mmplaena, Espinlias, Siginten
ale iwt'avitle*, etc.
Denosito geral: Pharm" Inglesa de Ch. DELACRE
Brvtellts (Btlgiot).
COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
F-A.ieis
Hotel La Perouse
Casa de i* Ordem Pensio de Familia
QDiBTDS I APOSENTOS COI TODAS AS ACC0S0.ACOES
PRECOS MODERADOS
S, Xsia, ak Psrouas, S
aWTUAQO EXCEPCIONAL
Ctmpot-EIfliot, Pero do Arco-do-Trlumpho
Cento por cento
CautelJas do Monte de
Scccono compra-se com
100 "t cima da avaliacao
oa redojoaria Vernet.
Ra do Barao da Victoria
n. 53.
MARAVILHA CRflTIW
DO CELEBSX
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Sccnlo.
APPE0 VAD A E LICENCIADA
pela lauspectoria Geral le Byaieue 'a
Imperio ala Braxil.
A Marlltia Carativp A remedie prompta
para as Panderas, lochocaai.ras. ContuadBS, Tor-
eednraav Cortadoras, ou Lsceraoaa. Allricador,
estanca o sangoe, faz tiarar a akflammai.ao. rediis
a Incoacao, rao desee rmenlo, eazKirar aterida
como por encent.
A Maravilha Curativa o eluvio nromptoe
cura rpida para '^uermaduras. f ^cakia-turaa.
Quelmiulurs o Soi, e superior t qualquer outro
reanedio.
A Maravilha Curativa e Impagavel pan
todasssHemorrbaglaa, aejaoNaris,das'en.rivas.
dos Puimoes. do Eatoniao, ou aa HemorrLob! r.-. j"
Almarrelnias-oura seuipre e nunca talhav
AMra>Hhat.>f:,!vanaii naia Oor de Denles, de Outig^, fa Face. Incziac&o
da race c Neviabda.
Maravilha Curativa 6 o reenrso prompto
e precioflo para Dores Theamaticaa. Aierjao, L'ur o
faItide' asa Juntas ou Pemas.
A Mar Tllhi Tnraarva o grande remedio
parr, Eaquencia, Anana, Anogrialap inchadasoa
L,in^,~.H.n i.mprn seguro, sempre efflcac.
A Maravilha C'nrativn 6 de ruulto valor
como lnleccao para o Catarro, a Lucorrhea oa aa
Flores Brancas, e outroa corrimentos daltantes.
A Haravilha Curativa Impagavel para
curar Ulceras, Chagaa autlgas, Apostema*, Panart-
etos. Oailoa. Frielrss. Joanwes e Tumores.
A\ Maravilha Caratva remeulo promptf.
para Dlarrnea simples, o de Duurhea ctaonlca.
A Maravilla Cnratlva eicellente nss
Bstreharian e Cavallaricss, para Torceduras, Dores,
Pisaduras e Befoladuras. ContusSes, Lacerac3es. te.
Especialidades do Dr. Eunphreys.
Eentsclioa EapecIScos,
Ungento Marp.vLoao,
Bcmedios Syphllltlcos.
Benaedls Veterinaria.
O Manual do Dr. Humpfcreys la pecanas sobre aa
Enfermldadra e modo de cural-asse cagratis, pede-
se ao sea baaicsrao oa a
IIt MPIIKEYS MEDICINE CO..
MMt Faltn Street. KBW YORH.
Deposito geral na Companosi
a Drogas e Productos chimioos,
Gerente Franoisoo Hanoal da
Sily*. _______________________
lafer depuralYo recetai lodad^
do BJediro Qnlntella
Este notabilissimo deparante qne ras
precedido de tSo graade lama infaluTel a;
cura de todas as dooncas syphuticas, el
crofolosas, rheumaticas c de pelle, com;
tumores, ulceras, dores rheumaticas, ot
teocopas n nevralgicas, blenorragias age
das e cbxonicas, cancros syphiliticos, is
rlamacSes viceraes, d'olhos, ouvidos, ga?
antas, intestinos, etc., e em todas a>
molestias de pelle, simples on diathericat
assim como na alopecia ou queda do o
bello, e as doencas determinadas por a
'uracao mercurial.
DSo-se gratis folhetos onde se enooe
tram numerosas experiencias feitas ooa
aste especifico nos hospitaes pblicos i
nuitos attestadoa de mdicos e dooumet
os particulares.
Faa-se descont em oaaa de
FAMA SOBRIMHO d C.
Roa MarqueE de Ollada %
Royal
HIT
Blend marca VIADO
Esta excellenta Whisky Escoce pre
erivel ao cognac oa agurdente de canpi
para ortifiear o corpe.
Vende se a retalho nos m^fitores arma
sens de mol hados.
Pede Raya! Blend Jgarca r%mmm,
eajo nome e emblema sao registrados pan.
odo o Brasil.
BBOWNS A C-, agMtoa'
REMEDIO DO DR, AYER
CONTBA
AS SEZES OU IMLEITAS.
O Bemd>io do Dr. Avbk, descobertaj
regetal qne n5o conten a quina era o
arsnico, nem.to pouco outro ingrediente
nocivo, nm remedio Infallivel e prompto
para toda a qnalidade de febres intermit-
ientes ou maleat. Seos effeitos sao per.
manentes. e certos e nenjinm mal abso-
latamente pode advir do sen eraprego.
Da mesma forma torna-se o melhor
remedio possivel para todas aqueUas
doencas que provra dos effeitos dot
miasmas, que se desenvolvem nos lugares
pantanosos e Infectados, e qne geralmente
caracterlsSc-se pelaa affeccSes do
fijado e do baco. ^^
O Bemkdio dk Aras curar sempre,
mesmo nos casos peiores, toda a vez que
lor empregado conrenientemente e se-
gando as direcc^es.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYiSR & CA,
IaOwelL Mass.. Est.-uidos.
Arreadamente trien*
nal do engenho Pe-
dras de Fogo do
municipio de Agoa-
Preta,
No dia 14 do correte as 12 horas do
dia, na sala da Intendencia Municipal e
com as formalidades do estylo, ir a praca
publica, a quem mais der e mior lance
offerecer, o srrendamento triennar do en-
genhoPedras de Fogomoente e cor-
rente ; motor a vapor, com todas as obras
e mais dependencias; servindo de base
a avaliaglo de 2:7CO000 annuaes ; quem
nelle quizer Iencar> compareca habilitado
na forma da le.
As coDdicJ5es conatam dos respectivos
autos.
Recife, 2 de Maiu de 1892.__________
Genipabo e laranja da
trra
Na fabrica de vinho de cajo' e outras tructaa.
compra-se em qualquer por gao geoipabo, laran-
ja da (erra maduras, e outras qoalidades, doces
e a tedas.______. ___________________
NlftitMllHA CURATIVA
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Secuto.
APPK0VADA. LICENCIADA
Seln Inspectora Geral de Hyglcne ds
Iaaperte de Brazll.
A Maravlllia Cniallra remedio prompti
para as Pisaduras, MachucadorAs, Contusoes, Tot-
eduras. Cortaduras, ou Laceracds. Alllvlaador,
alnehaoio.Uraodesoonunenlo.ofassariiraferVis
como por eoeante.
A Maravilha Curativa ( alUvlo prompto*
cura rapada para Qaetmaduras, lacaldaduras, c
loetaaadara So Sol. e auperior a qualquer outre
remedio.
A Maravllaia Oaraliva Impagavel para
odasasHemorrnaglas. aeja do Naris, das Gengivas,
oos Pulmoes. do Ectomago, ou as Hcmorrookis* oo
aUmorrelmaacura sempre s nunca falta*.
A Maravllaa Cnrarlvaumalliviopromptt'
para Dar de Densas, de OovHos, da Face. Innaaoso
fia Face e Nevralgla.
A Maravilha Cuitlvaorecnraoprompt
e precioso para Dores rhenmatlcas, Alelj&o, Dflr
RlgirtAg as Juntas ou Pemas.
A Maravlllia Caratlva o grande remedio
para Esqntnenela, Angina, Amgdalas inchadaaoa
ItUiammadassemp Beguro, semps etncas.
A Maravllfea Curativa de multo valoj
como lnleocao para o Catarro, a I^ucorrnea ou sf
Flores Brancas, e outros corrimentos debilitantes.
A Maravilha Curativa Impagavel pa
curar Ulceras, Chagaa a uUgas, Apostemas, Panal
ck. Callos, Frieiraf Jo^netes e Tamoxes.
A Maravilha Caratlva remedio prompta
para DlarThoa atales, e de Dlarrbea cnronlca.
A Maravilha Curativa expeliente na
Estrellarlas e Cavallaricaa. para Torceduras, Dorea,
nraduras e Esfoladuraa, Contuoocs, Laceracoe. ate
" Especialidades do Dr. Hamphrej-s.
Kcmedios Especficos.
Sagaento Maravllhoso,
Remedio Syphiliticow,
Remedios Veterinarios.
O Kanval do Or. Humptareys 144 pasmasi sobre as
Enf ermldies e modo ds lairal-asse aigraOs, pede,
se ao seu boticario ou a
BlTMPHRKVS' HSDICIKB (o
108 iult-n Street, .NEW YORK.
NICOS AGENTES
Ifara venda* em groase eat Per-
, naeshoco
Faria Sobriuho i C.
DROGARA
A' Roa Marques de Olinda *. 1
Estettts pm bw-
Para amadores
Fecha e flea do tamanko da
msica
Pre^o 7|000
Leja das Lastras Azaes
(l-Lha flBtjoe de Caxiis 61
Alfaiatart Noronlia
[13-RA DA IMPBBATRIZ- 13|
/ j ptimos teoidos para costamos ;\
| ioorte elegante e modicoa prejos. ) i
&



8
Diario de Pernambuco Sexta-feira 13 de Maio de 1892


AOS FUMANTES
Desejaas nao ter azia quaado fumaes?.
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, qaer desfiados. Usa i tambera o aromtico
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico National e os cigarros do mesmo fomo.
Depois di so dir-vos-hei se foi ou nao atil o conselho.
Cumpre notar ero os Bvgienicos sao fraquinhos e os ESPERANCAS sao forte*.
A fabrica MINHA ESPERABA situada na raa Laica do Rosario n. 21 A.
A
Um apreciador.
VENDAS
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiia receben o
Loivre_________
Capas, jersey8 e visitas
Q os toa iateiramonte novo ceba de re-
ceber
cortes de l,linho, seda
e aJgodao
Ricamente cnfeiados, tem recebid i al-
tunamente o
LOVRE
Secas brancas, pretas e de
cores
Novos padrees e para grande escolba
lendo despachadas nestes ltimos das
LOUVRE
Grinaldas, lepes e chapeos
de sol
De pbantasias scabam de cbegar para o
LOYRK
Costumes para creaocas
De todas as dadea encontra-ae grande
wrtimento no
Louvre
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolba no
LOUVR E
TECIDOSDE PHAN-
TA8IA
Sendo impossivel de se de! ere ver a
grande variedade de tecidos de diversas
qualidades proprios para a estacSo actual,
roga-Be ao publico em geral e principal -
>eate as Exmas. familias a finesa de vi-
sitarem o
LOUVRE
Ra 1/ de Margo n. 20 A
Fwiea ("je! lfffio
TSLEPHONE N. 158
IN6 VO ESTAB ELECIMENTO
Receben nm lindo sortimento de
CAPOTAS
do rendas da cores e pretas para senhoras. .
GDHCAJPKOS
de renda e de palba para senhoras e meninas.
SOBROS
de palba e de seda para crianzas.
CHPEOS DE FIILTIO
para homens e rapases, dos fabricantes FRANCEZES, IN'iLEZ S E ALLEMAE&.
CHAPEOS
de seda para homens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de paiha para chapeos de senhoras e meninas.
3S3NTG3S3aAJD(OS
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veosj Azas, Passaros, Florea.
Plumas, Aigrette8 eOrampos
para chapeos e ontros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
Doce de Caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secce,
feito a capricho. Na
ladeirada Etibeira so-
abrdo n. 28, na cidade
de Olinda.
i

es
Su
o
S
d ?
JB
G
Q
P5
O*
60
2 w
o a
a^
$
w d
o**
V
ce

^-s
ce
?
S<3
>es
GoDgresso das Damas
BA DO CABUGA' NS- 8 E 10
CARVALHO & ALMEIDA
Com este talo acaba de tbr r-se da ra do Oabug ama nova leja de
faxendas, modas e coniechas, onde a par da modicidade em prcos, amabilidade de
tens proprietarios e empregados encontrarlo as Exmas. familias a qnem pedimos iaser
orna visita ao dito estabelecimento, nm esplendido sortimento de sedas, lana, linhos,
linons, velludos, cretones, percalls, lindos cortes de ISa bordados o que ba de chic
recebidos directamente pelo ultimo vapor, toalhas, camisas, fiohs e emfim um grande
e novo sortimento de fasendas, modas, confeccSes e mnitos ontros artigos que so com
urna visita ao
C0NGRES80 DAS DAMAS
M 00 CADUCA'
CARVALHO & ALMEIDA
RA DO CABUG
Antiga Loja da America
*J ce
SABAO CURATIVO E REUTER
Tumores, cravo, pelte vermelba, spera e oleosa impldido ou curado
por o mais grande de todos os aformosea dores da pelle, o Sabio Curativo de
Reuter. Prodnza a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; absoluta
mente poro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabio para a p( lie bem como do toucador, do banbo e do qi arto das enancas.
cai tela. >"o genuinosem cada envoltorio ter a marca re
gistradi de Barclay & Co, New-York.
MKUIU\AL
V PASA O
ETSL
XAROPE DE REUTER IV. 2
Como remedio da EstacSo Calmosa, Porificador do sangoe, diurtico,
8 aperiente, nenhum ootro appellldado depurativo ou salsa sarritba se appro-
eima sequer ao Xarope de Reuter d. 3. Combina quatro grandes proprieda-
xes em nm so remedio, operando a um tempo sobre os orgaoa digestivos, o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutralisa e expolia pelos canaes iotestioaes, ros e
poros da pelle, os germens nocivos, qoe fluctoam no eaniroe, na orloa e na
transpiracao.
o MELHOR
PURIFICAD OR
PASA O
BiXfilE.
PEQUERAS PILULAS DE REUTER
Banha de perco
DA
Banha Rio Grand
DE
Porto Alegre
DA
Companhia Banha Rio Grandense Alves
DE
Supc-r'nr (-m pur. Decdaoa e^mciairnentc par* padarits, botis,
casas de laniiiia. etc. etc., un latas ae 2, 8 e 10
kilos. Vendas em grosao a prego redolido
cem descont : encontrase em casa de loaqoim
da Silva Caraeiro & C, largo do Corpo Santo n.
13,1 andar._______________________-
Farelo nacional
Yende-se a 3J300 o tino, e 2/000 o erosso.
Depsitos; roa da Madre de Deus n. 31, e no
trapiche Vianua no Forte do Mattos.
Semeetes novas de hortalizas
Grande sort.ment roa estrella do Rosario
o. 9, Pocas Mendes & C.
Oliveira Campos 8f C.
Roa do Crespo n. 91
MeriDs pretos finos de 1*200, 11600 e 1*800.
Etamines pretos tinos de 900 rs. o covado.
Cdxemiras prttas lindas e Quas a 200 rs. o co
vado.
Setineta Usa de todas as cores.
Bramante de linho e algodao.
Percales brancos de 240 rs. o covado.
Tolards de cores.
Cretones pretos finos.
Figadj entorpecido enrase positivamente com estas pillas. Ellas
sSo um remedio purgativo livie de perigo para o homem nais fraco, ta bem
como bitstant" ctlvo para o homem mais forte, e nao constipan depois; pela
aegao geral agrada a todos que as osam. Sao as pilulas estandarte da pro
fissio medica dos Estados-Unidos. SSo as menores e man facis a tomar.
Quarenta em cada frasco.
PARA
FIGADO
tRICOFER'de EBBS
Vende se ama loja de fasendas bem
localisada e regularmente afreguesada
quem pretender dirija ae ao Sr. Antonio
Moreira, roa da Imperatris n. 14 (loja)
qoe dir qoal o estabelecimento e rasSo
porque se vende.
Fabrica de gelo
Aguas e limonadas gasosas i
todas as qualidades
Soda water, ginger, ale, lim5o, laranja, cu?
ci, abacaxls, granadina, grosellas, frabolaei,
baoollba, hortela-pimenta.etc, etc.
12ACAES DO CAP1BAR1BE-12-A
Cal de GoDgs^aiy
Vicente Wascimento contina a veuder no aeu
antigo armaxem na praca da Concordia ns. 13 e
15, cal fabricada das pedrei as de sen engenbo
Gongscary, da comarca de Iguarassu', e vende
por menos que ootro qoalquer,6ada melber qaa-
iidade qne vem ao mercado, como pode ser ve-
rificado em seo armaxem, vende em litro, kilo,
ooalquelre, encarrega se de fazer qnalroer car-
regamento, entregando a cal em seo amaiem.
ou a bordo ou mesmo no forno.
Armac,o
Vende-se urna armac&o envidracada, rropria
para qnalquer estabelecimento : quem pretender
dirija-se roa larga do Rosario n. 50, que achara
com qu?m tratar.
TJm prrpa&o elcgate naor todM as lmpure ae dj crneo, prefervatlvo con-
tra aivicie e oabeUo clntecto: fas o cabello creacer ea-
peaso. brando e hermoao. Infallvel para corar erapeOsa,
~.oei:caa da pelle, frT^!ilaa e msenlos, e cura raptda-
m< .- corladaraa, queimadnras, feridae, torcednraa, &c
CAUTELA*< eennino aam cada frasco
ter a marca registrada i'- tarciay & Co., Kaw York.
PARA O
CABELLC
A PELL
ESIASEUCiDC -I'.!
UPoalTAKios 0K8TK8 PKODCTOS.A companhia de Drogas e Pro-
ductos chimicos.
Ra Marques de Olindj, n. 23.
rUNOICAO GERAL
ALLANPAf 1.S0N S G
44RA BARAO DO 11IMPH0--44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravacao
Arados.
FOLHETIM
Jim n n mf i
POR
PEDRO DECODRCELLE

(Coollnuaro do n, IOJ)
XIX.
DEPOIS DO CRIME
Algons mais ousados j se mettiam por
debaizo das barrigas dos oavallos para se
spprozimarem das psrtinholas, ao passo
qoe outros apertavam as mSos as facas
terriveis.
Outros arremessavam podras que ba-
tan, na capola ponco solida da oarrua-
gem.
. 1 Este bomem est perdido se en he-
sito um instante, dase oomsigo o cabo.
E veltando se para o sen companhero:
Desembainhar .espadas ordenou elle,
tirando ao mesmo tempo a saa da bainha.
Vendo aquillo, a multidlo recuou.
Abram especo 1 accresoentoa elle.
Oevo entregar este homem i. Justina, e hei
de entregar, cnste o qoe costar.
Mas voltando-se a multidlo conten o tea
numero.
Tinhs visto a sua torca e medido a fra-
ques* e e pequeo numero dos represen-
tantes da lei.
Apesar da longanimidade do cabo, as
coasas iam evidentemente tomar m mo
carcter, qnando chegoa um soccorro ines-
perado.
O Dr. Bouardel, Gcland, Oorvol e
mesmo Hardouio, do castello, onde tinham
pasaado a noite junto do cadver de Mme.
de Kermadec, tioham visto a multidao, e
acudiram suspeitando que a dedicafSo dos
aldeSes pela sua castellB, Ibes inapirasse
ama viDganga cega e terrivel.
O doator com a sua autoridade familiar,
fallando com argumentos que os seus enor-
mes pulsos pareciam promptos a susten
tar, Haidouin, com raciocinios e boas pa-
lavras, acalmavam pouco a poaoo os mais
exaltados.
Corvol muito pallido, tSo paludo como
o prisioneiro, apoiava o melhor que podia
os esforgoi dos seus companheiros.
Do fundo da carruagem Roberto tinha os
visto e na louenra do sea desespero es
tenda para elles as mSos acorrentadas.
Vem lvrar-me 1 Pensava e desgra-
9>do! Reconheceram o atros absurdo da
accusacjJo contra mim. Magdaleda ret
roa as palavras que em um momento de
desvario havia ditado. Soccorro I Soc-
corro 1
Mas a attitude dos recemchegados para
com os aldoiOes eatava longe de ser o que
o desgracado esperava.
Camprehendam, meas amigos, disia-
lhes Hardouio, que falta commettiam ar-
rancando este miseravel ao castigo qne
o espera. Matavam-o e podia se julgar
que a sua morte era o resaltado de urna
vinganca, ao passo qne deisando lei se-
guir o sea curso, o carrasco qoe se en
oarregar d'elle, e a guilbotna qne far
juatica !
Isso verdade, interrompeu um dos
ais exaltados, mas esse patife um ae-
nhor 1 Ha de encontrar um advogado ta-
garella que engaar o jury com as suas
a bellas palavras... E talves escape a esse
'castigo da qoe o asunor falla Nao nao !
Morra I morra, j, o assassino de nossa
boa ana!
Oavindo estas palavras um lampejo pas-
sou pelos olhos de Corvol, que inclinando-
Be para o Dr. Bonardel murmarou com
voz sinistra :
Estes homens talves teaham razao...
A lei de Lynch s vesos maito Loa.
O que verdade, replicoa o doator
no aug) do desespero, que muitas vezas
em presenga de crimes monstruosos como
este, temos saudades da justic* summaria
doa noi sos antepassados.
Entretanto a carruagem, partindo a todo
o galefe, havia desappareJo; e os sinos
continuavam a tocar para a terceira missa
do dia.
Acal nados os nimos todos os aldeSes
dirigirm Be s pressas para a igreja.
Mas, apesar da festa do Natal, e dos
aentimentos religiosos tSo profundamente
enraisalos na saa raga, nenhum d'elles
pensavii em outra cousa qoe nao fosse o
terrivol acontecimento da vespera.
A professora esquecia-se dos trechos de
orgSo ([ue tinha to laboriosamente estu
dado pira o acto ; os sacerdotes psslmo-
deavan. sem enthusiasmo ; o velho cara,
perturbado, eng;nava se as paginas do
missal.
Pronunciado qne foi o Ite muta est,
voltou-ue para os assistentes e depois de
ama injlinajJo para a tribuna do Castello,
occupaila n'esse momento pelos quatro
amigos da familia, dase com a vos tre
mua :
Agora meas queridos filhos osamos
pela al na da nossa cara oastelll.
Por toda a igreja pereorreu um cala
fro ; o jviram-se alguna solucos e tam-
be m m armarios de colora contra o assas-
sino.
Nem urna tos se levantou para Dona
em sen favor.
E-*
i*f s
?orS
SS8S
|b2.8
< o* CJ CO
ai] .
s e u I -
Si^S5S
8 .-3
i M
9
1^
3
>rs
ug-
lljauo
a o a .2
LOJA DO P0V0
H-Rua do Crespo- -11
O propretario deste importante estabelecimento resolveu liquidar per menos
de sea valor os seguintes artigos.
A saber:
Voiles lisos e com flores a 240 rs. o covado.
Ditos pbantasia o que ba de no-, d de 320 o covado.
Etamne com 3 1?2 palmos largura a 200 o covado.
Cretones claros e escaros a 320 e 700 o cavado.
dem em cortes com barra a 54500 um.
Creps pretos e brancos lindos padrSes, de 1)5000 o covado por 500.
Granadme de seda, de 24000 o covado por 14200.
MadapolSo de 74000, 84000 o 94000 a peca.
Dito francea (20 varas) a 104000 a peja.
Cortes para eclietes de fustao a 145C0 um.
Grande sortimento de brns de todas as cores e precos.
Jersey para roupas de crianca e Senhoras (novidade).
Cortes de vestido de cachemira a 2540G0.
Cortes de cambraia bordadas de 154000 a 304000 um.
Merinos pretos para todo preco lisos e lavrados.
Capaa de cachemira lavradas para Senhora (novidade).
Um saldo de merinos de quadro a 600 o covado.
Camisas francesas de 34000 a 64000 orna.
Lindo sortimento de cortes para caiga.
Lindo sortimento de casemira para casacos de Senhoras.
Voiles de 12 para IfOCO o covado.
Ditos de algodSo grande sortimento.
Etamines de cores a 440 o covado.
Extracto inglez doa melhores fabricantes a 24000 o frasco.
Grande e lindo sortimento de meias para Senhoras, homens e ernneae.
Panos de crochets para sof e cadeiras.
Libras sterlinas
Vende-se na loja de jolas de Augusto Rege
na roa do Cibuea o. 0.
Fabrica 4* hnras
DE
Ra Jtaro da Tietoria o. 63
Loja de quadros
Madame Gerard avisa aos seus nume-
rossimos fregueses, que receben de Pars,
om grande e variado sortimento de pelli
oas de chevreaux, de primeira qoalidade,
seda, castor etc., ete,
Corvol ajoelhou-se como todos os assis-
tentes.
Tinha o rosto escondido entre as daaa
mSos e pareca todo entrogue bus dor.
Mas em qnanto aoompanhados pela vos
solemne do orgSo, os aooentos lgubres do
orgSo, os a-icentoa lgubres do Pre Jetu
resoavam pela igreja, elle meditava; e a
triste e terrivel meloda laoerava-lhe no
cora$8o, apesar dos seas esforjos para re-
ptllil-a, ama indesivel aensac&o de medo.
Pansava, nao na i trocidade dos crimes
qoe tinha commettido, mas as conseqaen-
cias passiveis desses crimes.
Tudo ia muito bem at esse momento.
O acaso, a scienoia tinham-lhe servido
maravilhosamente.
O seu saBgue fro tinha-o salvado.
Mas amanhS nSo surgira algum aconte-
cimento imprevisto que atirava por trra
toda aquello amontoado de infamias ?
Aquella idea fes-lhe penetrar nm fro
glacial at medula dos ossos.
A eumplice inconsciente que elle havia
adquirido, continuara na senda horrivel
em qaa se tinha lancado sem que a som-
bra de ama davida lhe passasse pela alma
de santa?
A sciencia nlo se engaara afirmando-
lhe que podia contar com a moca tanto,
talves mais como oomsigo mesmo, pois
que ella esteva, mesmo pela sua innoeen
cia ao abrigo dos remoraos aos quaes suc-
oumbe muitas vesos o criminoso mais en-
durecido ?
Mas esees estados sobre o hypsotismo
esto anda no perodo das experiencias,
das hesitares e por oonsequenoia das oon-
tradicoSes e doe erros,
Se a influencia maravilhoia e terrivel
que o criminoso conseguir tomar, com
tanta utilidade para si, sobre Magdalena
no estado de oatalepsa, apenas tvesse nm
effeito passageiro ?
Se ella lhe esoapasaa depois de ana os
FABRIGA DE LUVS
A. MALBOUISSON
Lisboa
Baha
Pernambuco
R. do Palacio 42 e
R. Garrett 54 R. Conselheiro Dantas 17 R. RarSo da Victoria 9
Esta casa est montada em condicSes de satisfaser promptamente toda e qaal-
quer encommendade luvas de pellica e seda, para o que tem um completo sor im n-
te de pelles de varadissimas cores e da mais fina qaalidade, alem disso dispSe os
machinismos mais aperfeijoados at boje nesta industria.
9RA BARO DA VICTORIA9
duas noites de somno, sob o choque de
urna outra emogao ?
Sera possivel ?
A ccufac&o terrivel levantada e suaten
tada por ella na vespera com tanta convic-
io e encarnigamento, austental-a-hii ella
no dia seguate, em presenta do magis-
trado encarregado do processo; algons
meses na presenca de Christo que estende
os seus bracos innocentes e crucificados
por cima dos juises togados, no tribunal
do jury ?
Era um terrivel problema sobre cuja
solucjlo Corvol tinha jogado a sua cabeca.
A vos dos crentes bretSes, ajoelhado
em torno d'elle sobre os ladrilhos de po-
dra, acaba va de en toar a estrophe ten i ve 1
do bymno de morte :
Judex ergo eum tedebil
Quindquid latet apparabi
U inultum remanebit.
c Quando o jais sentar-se no sea tri-
bunal, tudo quanto estiver oceulto, appa-
recera.
c Nenhum crime ficar sem vinganga !
Apesar da saa audacia e da sua foroa
Corvol teve um calafro cuvindo aquellas
palavras de ameacas.
E temendo sem duvida que a sua phy-
sionomia reflectisae os terrores da sua al-
ma, inolinou-se anda mais sobre o sea ge*
nifiexoro.
De repente sentio que lhe tocavam li-
geiramente no hombro.
Estremecen e voltou-se.
O bedel inolinave-se para elle.
Sr. Corvol disse elle em ves baila;
os magistrados e os outros senhores, che-
gram n'esto momento do Castello. Dse-
jam fallar-lhe, bem oomo ao Sr. doutor,
ao Sr. Goeland e ao Sr. Hardouin.
Corvol parecen entregar-se mais pro-
fundameote saa preoe
um gesto, pode faser signal ao bedel que
j ia.
Quasi desmaiou.
XX
JCSTigl HUMANA
Roberto Desroches tinha sido enca-usu-
rado na prisSo de Vannes. Um homem
preso anda que nSo sej* s:n2o um sim-
ples acensado, para todos aquelles com
quem tem de tratir desde o momento da
priego, carcereiros, agentes de policis, di-
rectores de prUSes e mesmo jais de ns-
trac$So, sempre um criminoso.
As cousas segoiram o sea corso natural
para o novo detento.
A sua historia havia transpirado rpi-
damente e os carcereiros haviftm aprecia-
do o seu caso.
Por sbo tinham para com elle todas as
attecijSes devidas a um criminoso notavei,
destinado a Ilustrar pela saa celebridade
at a cellula que o enoerrava.
Com certeza havia de vir jornalistas da
Pars para aaaistir ao processo; quem
sabe ? talves execu$8o se o jury fisesse
o seu dever.
De ordinario em Vannes, como em
quasi todit a parte, quando se commettia
nm crime importante, tornava se o as-
sumpto das conversas da cidade, e for-
ma vam-se dous partidos, dous campos se
achavam em presenca um do outro; una
pela oalpabilidade do acensado; outro pela
sua innocencia.
No caso de Desroches nlo acontecen
isso.
(Gw.ttn.ia)
i
-/
-
r
Typ. do ftars, na Dev de Caiias n. tt,