Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19632

Full Text
-
ANNO LXVI
QOINIA-FB1M 5 DI 10 DE 1892

NUMERO 101


?'

DIARIO DE PERNAMBUGO
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUPEIRA DE FARIA & FILHOS
kr/.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mczes adiaolados. .
Por tres ditos vencidos.
Por um armo a liantado
dem idem vencido. .
61000
71000
24J000
281000
SA& NOSSOS AGEiNTES EXCLUSIVOS DE PBUCAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & C, resi lentes cm Paria3i ru de
Provence.
PARA OS LOGABES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mctfcs adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
1350O
151500
27*000
31*000
TELEGRAMAS
i (redo Perelra Lima
Netto dos Reis.
f
i
Antonio Joaquim
ssavxsa PAaiicuua so bxabxo
4 de Maio, s
RIO DE JANEIRO,
be rae da noite.
10
Chegoa o general Teixeira Jnior, re*
cebendo ruidosa manifestarlo por parte
dos operarios do Arsenal de t ierra.
ESPIRITO-SANTO, 4 de Maio, a 4
horas e 45 minutos da tarde.
Foi promulgada o Conatituic&o d'este
Estado.
Foram eleitoa:
Govern&dor, o Dr. Munis Freir;
1. Vicegovernador, Dr. Graciano Ne-
ves;
2.* Vicegovernador, Dr. Galdino Lo-
reto ;
3." Vice-governador, coronel Figue're
do Cortes.
Os eleitoa governarito dorante o 1. pe-
riodo. *
IHSTRCCiO POPULAR
Tratante Has alcofas lia julio
(TSICA PULMONAR)
Pelos Indio* do Brasil
___
(Continuado) m-
IX
O vesicatorio fecha.de prompto ep ara man ter
a suppurago somos toreados applicar uns so-
bre cutros, o qae se toroa as veres impoasivel
pelo esgotamento das forcas do doeote, A fonte,
os sdennos, fazeado porgar justamente os pon-
tos afectados, pode considerarse, nao e menos
cruel, como mais em; z e seguro em seus resul-
tados.
(Contina)
PARTE OFFICIAL
Foi designado o cnsul geral de 2 *
clatse Dr. Pedro de Castro Pereira Sodr
para esercer o seu cargo em S. Petera-
burgo.
Geverno
do Estado
Bambuco
de Per-
EM ADOITAENTO AOS DESPACHOS DO O A
30 DE ABKIL DE 1892
Bacharel Antonio Coelbo de S Albuquerque,
jais de direilo de Caraar. pedindo 60 das de
ticeoga para tratarse.Slm.
Baro de Lceos, pe liado varias cerlidoOs.
Certifique se. m -%
Candida M i-a de Vasconcellos pedindo para
ser reintregue na cadeira de instruccao prima-
ria da Escola NormalRemettido ao preteito do
municipio do Recife para tomar na considerado
que entender.
Geneeio Libanio de Albuquerque Honteiro re-
plicando do despacho de 13 do corratelude
ferino, em vista da nformagao.
Joo Bernardo Gomes Silverio, carcereiro da
cadeia da Victoria, pedindo pagamento de ven-
cimen'.o?.Dirija se ao Toesouro do Estado, que
acba-se habilitado a satisfazer o que pede n'esse
requerimento.
Mara das Mercas da Cruz Ribeiro, professora
publica de Sert&ozinbo, pedindo proronragao da
licenga que Ibe foi concedida.Remettido jun-
ta medica, a quem a peticionaria se apresentar
para ser inspeccionada
Mara Areelina Goncalves Lima, professora
publica da cadeira da ra de S. Joao, pedindo 3
mezes de licenga para tratar-scSim, com or-
denado, na forma da le, em vista do parecer da
junta medica.
Olindica Petrolina de Barros, professo-a publi
ca, pedindo restiluicaa de emolumeotos. -Jante
o titulo.
Pedro Ralis de laojesa VarejSo, pedindo paga-
mento da qnantla de iOiOO, proveniente do ala
guel da casa que serve de quartel ao destaca
ment de Camutanga.Informe o inspector do
Toesouro do Estado.
Tiborcio de Paula Rocha pediudo pagamento
de vencimentos.Informe o commandante do
corpo policial se existe carga ao peticionario.
DK8PACH08
DO DA 2
DI 1892
DI MAIO
Ministerio da lustica
Fe i expedido o seguints aviso :
Chamo a vossa attencio para o artigo
junto, hoje'publicado na asocio inedicto-
rial do Jorml do Ccmmerch, do qual re-
sulta que o bacharel Eias Galvao, sus-
penso por portara deste ministerio de 22
do corrente mez, para sei submettido
procesa3 de responsabilidad*, continuou a
exercer as fanccBee do emprego, depois
do saber oficialmente que estava suspen
so, incorrendo asBimnas peis do art. 227
da Cdigo Penal, e para que lhe aejam
estas analapplicadia, cumpre que, sem
demora, deis ordena ao sub^procurador do
districto3 para promover perante a Cmara
Criminal da Tribunal Ciril e Criminal o
competente processo de responsabilidade.
Sade e fraternidade Fernando Lobo
Sr. procarador geral do districto fede-
ral.
Intaterlo da ti u erra
Mandou-se recolber ao corpo a qae per-
tsote. o alteres do ld batalbSo da infante
r.a, Gustavo GalvSo Cavaadiek, que foi
diBpe aado do lugar de instructor do cor-
po policial de Pernambaco
Da contormidade om o 3. do plano,
que baixou com o decreto do 11 de Descm-
bro de 18 ib, fot reformado no posto de al-
feres, com o respectivo sold, o 1. sargen-
to da companhia de operarios militares do
Arsenal de Guerra de Percambnco, Joao
Tiburcio Ribeiro, por contar mais de 35
p.nnos de servico o achar se impossibilitado
de nelle continuar.
Ministerio da Mariano
Foi nomeado chefe do commiaanado
geral da armada o capito de mar e guer-
ra Manoel Lopes da Cruz, que exercia o
lugar interinamente.
O Sr. ministro da marinha telegrapbou
para a Europa, determinando que os tres
navios all construidos sejam denomina-
dos : Bsnjamin Coastant, Repblica, Ti-
radentes.
Ministerio da* Bolacees Exteriores
Foram exonorados os cnsules geraes
de 1.a classe em Lisboa c Paria Joao
Vieira da Silva e D:. Manoel Jos Bar-
bosa, ficasdo eate em disponibilidade, e o
cnsul no Rosario Manoel Jacintho Fer
reir da Canha; e aposentado o cnsul
geral de 2.* classe em Genebra. visconde
do Desterro:
Foram declarados Bem effeito os decre-
tos de 13 o 21 de Junho do auno prxi-
mo firdo,pelosquaes tinbam sido nomeados
cnsules em Brdeos e S. Petersburga o
Dr. Henrique de Sonsa Ramos e Lnii
/ ntonio navarro de Acdrade.
Foram removidos para La P*s e Rot
terdan o consoles geraes de 2.' clases
nesta ultima cidade e em Triestre, Al-
Antcnio Francisco de Andrade Lima, senten-
ciado, pedindo que o* autos de soa appellaco
sejam remeUidos ao Tribunal da Relacao.la
forme o Dr. joiz de direito do municipio do Bo-
nito.
Abilio Pumpilio de Araojo Cavaleaute, pedindo
pagamento da qoantia de 140*000, importancia
do alugu-1 de carros para o servico da polica.
Tendo sido feitas as despezas de que se pede pa-
gamento em Ootubro e Novembro do anno pas-
eado, quando anda dependa do governo federal
a Repariigo da Polica, dirija-se o peticionario
ao mesuro governo.
Companhia Peroambacana, pedindo pasamen-
to da qoantia de 401500, proveniente de pa&si-
gens.Nesta data mando escripturar o debito.
A mesma, pedindo pagamento da quaotia de
878JO0, proveniente de passagens.Escriptu-
re se o debito.
A mesma, pedindo pagamento da quaitia de
673300, de passsageas dadas a bordo do vapor
Beberibe.Nesta dala mando escripturar o
bebito-
Ca'.bar:'. ia Leopoldina de Castro Araojo, pedio
do entrega de documentos.No archivo da se-
cretaria nao exiitem os documentos a que se re-
fere a peticionaria.
Delphioo Migce! da Costa, pedindo pagamen-
to da qaantia ei:773*250.Diferido, nos ter-
mos do Otado de boje ao inspector do The-
couro.
Frauciaco Jas de Asis, sentenciado pedindo
para ser submettido decieo do Superior Tri
bonal.-Iaforme o Dr. Joiz de direito .do 2o dis-
tricto criminal do Recife.
Francisco Deodato Lias, professor publico de
Gravat, pedindo pagamento de ven:imento?.
Selle o reqnermento.
Genesio Libanio de Albuquerque Mocteiro,
pediodo prov.ment no magisterio publ co pri
mario.Indefertdo.
Dr. Joao de Moraes Vieira da Cunba, cimrgio
subtitu'o do Hospital Pedro II, reclamando con-
tra o acto de 5 de Dazembro ultimo.Dirija-se
Santa Caea de Misericordia do Recife.
Tante coronel Laareotioo de Vascoaceiloi
Callaga Brito. pedin4o 3 mezes de licenca.Jan
te attesUdo medico.
Mara Anta de Jjsus Caipello, professora pu-
blica dos Remedios, lendo obtiJo gralicagao de
15 annes de ser?icos pede a expedicao da res
pectiva apostilla.Pagse se a aposilla reque
rida.
Marianna Jastina Gouveia da Uatta. professo
ra publica, pedino prorogcaoueliceosi.Sim,
com metade d j ijrdeoado, em vista do parecer
da junta medica.
Manoel Candido da Silva, sentenciado, pedin
do por ceriidao o tieor da guia de soa s ntenca.
Informe o Dr. joiz de direito do 2' districto
criminal do Rcife.
Vctor L-anlro Pereira Leite, representante do
sentenciaCo Honorio Heliodoro de Sanl'Anna, pe
diodo perdi do resto da peoa que lhe foi im-
posta.Informe o Dr. juiz de direilo do 24 d.s
rlcto criminal do Recife.
Secretaria do governo do Estado de Per
cambuco, em 30 de Abril de 1892.
O porteiro,
Hemtterio M. da 8vc.
ftuestura Policial
1 Secjao 2.' N.101 Secrataria da
Questnra Policial do Estado de Pernam-
buco, 1 de Maio de 1892.
Cidud&o. Partioipo-voa que foram
recolhidos Casa de Detenoao os seguin
tes individuos :
No da 2 :
A' ordem do sobdelrgido da fregoezia de
Santo Antonio, Jcs Fraccisco Ribeiro, Paulloo
Rodrigues dos Santos e Pedro Antonio Soares,
por disturbios; Artbur Arstides de Sonsa e
Mar tniano Anselmo Felino, como desordeiros.
A' ordem do subdelegado do districto da Tor-
ra. Aitooio Gomes da Silva, por cr.me de feri-
asen tos.
No dia 3 :
A' miaba ordem, Caidiano Jos da Silva, An-
tonio .liaquim ta Silva, Antonio Joaquim do3
Santos e Joao Luu, remettidos pelo Dr juix de
direito do municipio de S. Loureoco da Malta, o
primeuo como sentenciado, os daus seguictas
como crimiooso3 proauncialos e o ultimo par se
achar incurso uas penas do art. 3 JO de cdigo
penal.
A' ordem do subdelegado do districto de
S. Jos, Pedro Gimes Machado, que diz chamar-
se Jas Frac i- seo Mscbado e Pedro Gomes Mei-
relles. que tambera diz cbamar-se Antonio Cor-
reia Marques por crlmc de roubo, disposicio
do Dr. juiz de dir 11 do 3." districto criminal.
A' ordem do subdelegado do 2. districta da
Boa-Vista, Severino Alexandre Venancio, por
di8tarhios.
A' ordem do subdelegado do districo da Tor-
re, Amonio Marinho Falco, por disturbios.
No dia !. to corrente prosurou o sjbdito
partugaez Jos II ira da Cost i ao subdelegado
da fregoeiia do Re l, a quem expoz o se-
guate :
Qae teodo ebegado do dia anterior do Estado
de S. Paulo, s 7 horas da noite dirigira-se ao
l.s andar da pre lio n. 20 a ra do Amoriu, on
de tem hospedara o grego Basilio Joaone e all
se boiprdara, pernoitando na sala de jantar da
casa e deixando urna mala que lhe p rtencla na
sala c a frente ; mas que ao amaohecer do da
seguate procurando a mala e nao a encontran-
do, a reclaman de Basilio, dizendo lhe eotSo
este que a haviam roubado.
Bu vista da expsito feita por Jo3 M referida autoridade interrogou a Basilio Jumoe
e a una mulher que com elle reside e prose-
dendo a outras dilicencias thagou ao conaeci-
mento de que a nula se arbava em am outro
pre lio da mesma ra, a qual aemio encontrada
e aoerla em presenca do mesmo Joa Mara, 00-
teu ese a falta de um rival ver e da qoaitia de
30*0*) em sedlas de 10*000.
Reci.hindo suspeitas de ter sido autor disub-
traeco da mala o individuo da nome Fracisco
Jos da Silva, coabecido por Cambraia, que foi
immeuiatammte preso, declaran elle ter vaadi
do o riwjlver, a pedido de um alejado, a um
vende bao de o orne J.aa Rodrigues de Sonta
e8tabelecdo ra da Maada, o qual sen lo in'.i
mado pela autoridade fes entrega do dito revol-
ver ao seu dono.
Qjaoto ao dinei.o subtrahido, L>\ Jos Mtria
indemnisado por Basilio Jaaone, dono da bu>
pedara
PiceJe-se a outras diligencias no seatidu de
ser piaido J acaorlo com a le o autor do
furto. ^ m
No lia 30 dlPmez ultimo, por v^ita de 3 us-
ras da tarde, o menor 6J jt S'icente Ramos, de
11 anuos de idade, filho de Vicente Ramos da
Silva, morador no logar Caita a'Agua do po-
vaado acoateceu oaaire morrer instantneamente por
ter ido de encostro a orna das estacas da cerca,
cuj poota atravessou o peto esquerdo do infe-
liz de um a outro lado.
O subdelegado respectivo deu as proviJeocias
qo o caso exiga.
No lia 21 do mez Hado, deu se um conflicto
entre os trabajadores da fabrica que se est
conitruindo no eogonho Camaragibe, do muni-
cipio de S. Loureoco da Matta, rsullanda ser
brbaramente espaocado o do nime Jos Cardo-
so, que veto a morrer poucas horas dpois.
Compareoeado o delegado respectivo no logar
do coiil.c.o. effectoou a prisao de Jos Cassiano
da Rocha, autor do referido ospaacamento e pro
ceden s demais diligencias da lei.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima.
M. D. Governador deste Estado.
O Questor, Joaquim Tavares da Mello
Bar reto.
Becefeedora di* Estado de Pernam
bnoo
C'KSPACHOS DO DIA 2 DK MAIO DR
1892
Ante lio Pedro da Costa Oliveira & Campo?, An-
tonio Cardcso de Oveira.A' 1" seceso para os
deviios iffeitos.
D- J. Sbva *CInforme a 1* secQo.
4-
Jasquim Francisco Cirneiro Monteiro, Herm-
na Costa, Jjrga Augusto Rotb, Joo Lufz de. Aran-
jo, Mara Francisca da CoDCeicio.I:forme a 1
Secciio.
Gstolia Ramos dos Santos.Da-se a cerltdo
pedida. .
Manoel Bygidlo da Silva Passas e Lo.zatMana
dos Santos.Certifijue-ae.
Commasido das %rm -.s
Quartel general do commando interino do
2o districto militar em Pernambuco, 4
de Maii de 1892.
Ordem do dia n. 31
Publico, para os fins convenientes que
segundo communioou-me o Sr. ministro
da guerra em telegrama] a de 2 do cor-
rente, por decreto de 30 Abril ultimo, foi
transferido do 2 batalbSo de nfantara
para o 26 da mesma arma o Sr. capitao
Manoel da Fraga Barreto, e deste par
aquelle, o Sr. cspitSo Liberato Augusto
da Silva Ribeiro.
(Assignado) Joo Pedro Xavier da
Cmara, coronel commandante interino do
2- districto ImiliUr.
Est conforme Gustavo GalvSo de
Cavendish, alfe.es ajudante de ordena
: teriio encarregado do detalae,
EXTERIOR
EUROPA
Inglaterra
Os meetiogs de operarios sem trabalho leem
se realisado lodos os das. Al agora na tem
sido ligada grande importancia a estas reunioes.
Agora, porm, depile de varios discorsos b:s
tanle violentos, os operarios adoptaram urna mo-
cocoSr. Dopsoa para qoe os operarios iem
trabilho zessem urna manifestacao para pedir
que urna deputacSo fose receblda pelo conselho
do condado de Londres.
O orador fez notar que quando os operarios
marcham em procuso as bellas roas de West
Ene assustam a gente rica e o diabeiro afflae de
presta.
O governo resolveu permRlr a propaganda
anarchista por meio dos peridicos mas nao por
meio de discursos e meetiogs em Hyie-Pa:k.
O /rovemo at agora conbece bem o alcance
do prrigo e adoptar as medidas necessarias e
opporlunas. comecandj por perseguir jaliclal-
meota alguna jorcaes das provincias pouco co
nbec dos, mas que poblicam excitacoes, aconse-
lbaado o iocenlio e ootros crimes.
Os anarchtstas eslraBgeiros, que procuraram
refugio na Inglaterra, nSosero considerados co-
mo criminosos polticas e ser concedida a sua
extradieco lego que a reclame o governo da na-
ci a que elles pertencerem.
A 'Milicia foi encarregada de descohrir om pla-
co t-amado por orna peqoena fraeco desses
looecs.
Os juizes qoe intervieram eo processo contra
os acarchietas de Walsall receberam dos anar-
chistis bilbetes aoooymos, ameacando-os, e di-
zeodD-lhes que estavam condemnados a morte
les muiairados sejam protegidos
ueirf especia-
ElfcontroJi1% chtorotormio em poder de um
dos processados de Walsanl, deduzindb se de-
pois de moras conjeturas e nvestigagOes que
elle tenciooava empregar aquella substancia pa-
ra anesthesiar os seus guardas.
A Pal! Mal Gazette de 12 de Abril cons-
ta que em Londres um iniividuo, cuja identida-
de nao poode ser aparada, procorouaogariar al-
gons operarios sem trabalho para organisar orna
conspiracao, que tinba por flm o rapto de om
certo numero de notabilidades.
Dous dos operarios convidados para tal flm,
dersm coala do faci a polica.
O Temps annuocia que a Inglaterra pro-
poza Franca exercerem ambas orna aegio pa-
ralela auiio firme para- impedir a venda de ar-
mas e mnnicOes de guerra ao regulo do Da-
me e ao Simiory.
Altojnaaaa
Se vier a declarar- a goerra entre a Allema-
nba e a Rossia. tJe ter-se por certo que as pri-
meiras iiostrlidades se crusaro na atmosphera.
Pelo menos leva-nos a crer isso um facto que
se tem dado ltimamente.
111 om mez qae os jornaes russos do conta
de que a popolac&o dos arredores de Varsovia,
da eslacio do caminbo de ferro de PronskkofT e
da cidade de Bellzi, observa todas as noites en-
tre s ve s 10 botas, balOes magestosos, pai-
rando na a.mospnera procedendo do lado da SI-
beria, demoranao-se sobre o territorio rossoat
meia naute e regressaodo ou'.ra vez para o lado
da Pros ij.
O seu andamento tao regular, que inllea
bem levarem elles na barqunba piloto hbil e
bem coabecedor ds regto subjacente.
Muitas vezes demoram se meia hora e mais
sobre o mesmo sitio; e, durante esse tempo,
dois re fiadores elctricos projectam sobre a tr-
ra iotenso feixei laminosos.
Os aeronautas levam s vazes a soa audacia
at descer to baixo, que os camponezes rassos
chegam a distinguir os capacetes eos oaiformes
prussiano'.
Evidentemente estas excarses aereas teem
por fia levantar, claridade da luz elctrica as
plantas das fortalezas russas, e fazer recooheci-
mentos na paiz, e ao mesma tempo observar se
a Rus8ia concentra tropas Da fronteira, ou faz
qaaesquer oatros preparativos de guerra.
u governo russo tem procorado inventar am
meio de por termo aquellas passeios areos; e
j deu ordem para seren presos os aeronautas,
se se lembrarem de descer em territorio russo ;
mas elles e* qae por earto nao caem n'isso.
Nio se affigara tambsm poasivel provocar a
quedados bales, porque estes, segundo parece,
sao captivos, e pairam a uas 3,000 metros de
altura. '
Um jornal iaspirado pelo governo komaroff
propOe qua se mande hzer fofldconira aqaelles
bal6es, como ji se fez contra oTVombos viajan-
tes orinados da Pruasia, o qae perfeitamente
intil, pela altara em que os aerstatos andam.
O correspondente miliar do Naioiti* jolga
mais pralico perseguir ca baldes prossianos por
meio de bales capazea.de elevarem na almos
pbera '.rila ou quareata borneas.
Estes aeronautas irao armados com espa
gardas Lebel, e podero agijredir os dos baldes
prassianos com um fugo bsm-soitenlado, qae os
possa fazer cair.
E' passivel qae esta indlcaco seja po3ta em
pratica, caso em que os prussianos responde 8
aos russos tambem com fago dando-se assiaa
eela prlmeira ves o espectculo de um combate
ri balOes. lalvcz urna amostra das guerras do
futuro.
Cammuacam de Berlim qae terminaram
as eleieis dos trbanaes iaJustraes, em que os
socialistas obti.eram enormes ma'.orlas, mesmo
em cidades clericaes, por excellencia, camo Aix
la-Chapelle e Mulheim.
A poderosa orgaoisaco dos socialistas annu-
lou todos os esforcos das asaociagOes dos ope-
rarios catnolicos.
Os socialistas disoem da maioria nao e ais
cmaras dos trifcuaaes compostos de operarios,
mas aiada n'aqasllas em que a lei determina
que se elejam patres.
A K oz Z ilung, na secgao colonial, so-
nancia a prxima visita Allemaohi do celebre
e Mohecido rabe Tippu Tip.
Tippu-Tip reside ba mezes cm Z inzibar para
acompab. r o processo promovido por Stanley,
relativo a o na indemnisaco de 10:000 liara?.
Slaaley allega qoe T.ypun Tipo lne fal ara
com o numero de carregadores contrastados para
a expedigaoem auxilio de Em-Pachi, falta que
o explorador inglez afirma ter originado a por-
cia importante de maotim-'atos da expedico.
Palaeo Balxoo
Dizem de Amsterdam qoe sir Horace Rumbold
no ultimo rela'orio acerca dos oparar 03 bollan
dezes, alinde aosimportantes centros manufactu-
reiros de Tiburg e Maestricht. como lendo um
caractar um tanto especial pelo fado de serem
quasi inteiramente catboliaos.
Em Tuburg o bem estar geral e o espirito or
doro dos operarios diz-se ser em grande pa'ta
devido benfica ioliencia do clero, o que
confirmado pelo facto da que, aiodarecentemeo
te, tendo a industria local esmorecido por effito
da coocorreora belga, e diminuido censeguin-
temente alguma coosa os solarlos, nao boave
sigoaes de orna inclinago qualquer dos opera-
rios t recorrerem, como em outros logares, a
grve, para melborarem a sua condigo.
Em vista da maravilboaa orgaoisago e do
fervor dos catholkos desle paiz, difficil deixar
de acreditar que as classes humildes hollandxas
qae professam aquella religlo, sao menos acces
siveis do que os seas irmos pxolestantes s per
niciosas dootrinas to aclivamente disseminadas
entre as classes laboriosas de todos os paizes.
Aun tria Hungra
Os operarios de Vienna commemoraro o 1*
de Maio de dous modos diversos por isso qoe as
doas faeces do partido democrtico socialista
eeto decididas a festejar aquelle dia cada qual
a seu molo.
O gropo do Sr. Adlsr, que contini a estar
em maioria em Vienna, organisa para de manha
em cada bair o, meetiogs populares, em ana se
pa' em relevo a Importancia do dia feriado dos
operarlos e para da tarde orna excorsSo ao
Prata.
Os inQepsndentes organisaro para de manha
reunioes e meetiogs populares, e para de larde
divertimnlos nos jardlns pub!ico3.
Sero-convidados em especial a assislir aos
meetiogs os operarios sem trabalho.
Os indepeodentes precorsa dar sua mam
festagao do Io de Maio om carcter particular,
convid?ndo os seus partidarios a vestir oesse da
blusas zoe1, sem toroarem, porm, obrigato-
rio esse trage.
Os dous gruo publica ao tambem por ecca-
sio do 1 ; Maio cada um o sen manifest es
pscial, para o que teem diligenciado obter a col-
laboraco de alglmas celebridades Iliterarias in-
teraecionaes.
Para esse flm dirigiram-se a Znla, Daudet,
Tolstoi, Ibsen, Itkai, Gladstone, e varios escri-
ptores de nomeada, de Vienna, e a algumas ce-
lebridades femininas, entre outras Luiza Michel.
Os operarlos da cidade da Baixa Austria que
fazem parte do grupo dot. indepeodentes, en-
commendaram, ao qae se diz, am grande nume-
ro da lozea azues para o Io de Malo.
Em algumas cidades da A83tria os operarios
parece que decidiram leatejar o dia 2 de Maio e
de orna ma- que coosumoo com a direccao do partido opera-
rio da Allemanna, qae nos doas ltimos aonos
deiioo em embar:c os eperarios austracos,
tornando se, atfm a'isso, anupatbica populagio
operarla, pela sua allifude por occasi&o dos re-
centes tumultos de Berlim.
Bnoala
A fome, qae tem atingida multas das provin-
cias da Rossia contina a aggravar se, contando
os jornaes aceas borrveis, que all se v&o pas-
eando.
Um lelegramma de S. Petersburgo reproduzldo
em qoasi todos os jornaes allemes, refere que
no territorio do governo, de Kieff, moitos pas
teem vendido os nlbos por pequeas qaantias
para maUrem a fome, e se livrarem de encar-
gos.
No districto de Gaisineki om camponez venden
por dous robles urna filbinba de 9 annos.
Outro do mesmo districto, que pretenda emi-
grar, \eodeu por dons rublos 4 filbos.
Na povoagao de Namtroff, pertencente ao dis-
tricto de Braslawk, outro camponez venden ama
fliha de 8 annos por 5 rublos, e ootra mais nova
por tres.
Hoomanla
Dizem de Bocharen qae o re Carlos da Roo-
mania tenciooa abdicar em seo sobriobo o prin-
cipe Fernando, logo qoe este case com a princesa
Mara de Edimburgo.
Diz-se tambem qoe a raioha Isabel, qae con-
tiaa a residir na Italia, declaron qae nao volta-
ria ma:'s i Roumania.
Tur* ala
A Ruseia e a Franca intrigaron para supplantar
a trplice allianga, adquirida a adbeso do sul-
to.
O acolbim :-nto que o soberano da Turqua aca-
ba de fazer a Dimttroff, o novo agente blgaro em
Coostantinopla, parece indicar que Abdol Hamid
nao est disposto a mudar a orientaco da sua
poltica exterior. .
O soberano ottomaoo deu a Dimitrofl a certeza
de que proteger e defender o principado con-
tra qaem qaer que tente modificar o actual estado
de coasas.
Maito embora a sua intervengo se oSo possa
ter como muilo possivel, nao deixa no emtaoto
de ser importante esaa declaraco.
O solto nao ple contar absolutamente com
nenhuma potencia europea.
A amizade da Inglaterra orna amizade inte-
resada, nSo padece duvida. Nem a Austria, nem
a I'alia podem inspirar lhe maior confiaoga. A
Rossia, por outro lado, alimenta projectos que
cons.itaem para a Turqua ama permanente
ameaca.
Realmente o sultSo deve a conservacSo do seu
Ihrono na Eoropa rivalldade das outras poten
cias, e diviso da Eoropa em doas gropos bos
lis.
E*nqaaoto, pas, dorar o actual estado da paz
arma m, pode dormir descansado o snllao.
ASIA
Afghanlfttan
O emir do Afghanistan acaba de langar am
manifest, que um verdaieiro .grito de alarme
contra a Rossia.
< S; os russos puzerem o p no Afghanistan,
diz elle, o que ser a independencia ao paiz !
Os rassos nao sao sinceros quando declaran)
que ser pela Persia, e nao pela Afghanistan,
que se apoderarao das Indias.
O emir conclue dizendo que vals mais oater
se j, e deter a marcha do inimigo, que ser por
ella bruialmente arruinado.
Estas-ptvras repetio-oa o emir u'ama grao-
de reunan dos chebs signaos, por occasia da
captura de tres individuos portadores de pro
postas feitas Rossia por am khan.
O (overno dea por isso ordem para qae aquel- ofto o dia !., por oo quererem festejar o dia em
FRICA
ajnmto
Em coaaeqaeocia de se ler dado om con-
flicto entre Mokntar pacha, alto commissario da
Sublime Porta e Mustapb Fchaai-pacb, presi
dente do conselho de ministro i egyocio, o kbe
diva Abbas pacha pedio ao grao sulla o Abdol
Himid que reti-e do Egypto Mukh ar-pach.
Sappoe-se qae este incideote seja esplauado
da melbar forma.
AMERICA DO NORTE
Balados l odos
A cmara coi deputados dos Es'adQS Uni-
das vol J ha das ama nova lei, complemento
das demais que se re'erem immigrago cbine-
za, coi baten do a tenazmente.
Segundo a nova lei agora volada, todo o ar
mador de navio3, oa emprezas de caminos de
ferro, qae em seas sirco oa comboios dr en
(rada a ana cbinez nos Estados Unidos, ser jal-
gado e punido como se introdnzisse contrabando
e com c mximo da pena.
Em Chicago, como sabido, prepira ce
para o da |1 de Maio orna manifestago opera
ra, em que tomario parte 20.000 trabalhad)
res.
A commisso central operara publi oa am
manifest em inglez e allemo-
0 manifest alleono, concebido no espirito
anarchisla, declara qae a manifesUgo lera por
lim reclamar o dia de 8 horas de trabalho e pro
tesiar contra a oppresso dos operarios pela po
licia.
Termina par estas piavras:
Operario?, levamai-vos em mas .a 1 -
a cmara dos repreientaotes dos Estados
Uaidos, o Sr. Marc Creery, em nome do ebefe
do partido democrtico, apresentou um projecto
de bUl autorisando a reuaio de nm coagresso
monetario internacional em Cnicage-, a de 3 de
Agosto de 1893, com o fim de formular, para
subme.tel-o approvaco de todos 03 governos
representado), o projecto de orna moeda univer-
sal, de peso, liga e valor uniforme e tambem
para restabelecer um accordo internacional, o
valor de prata em relagSo com o ouro
O governo dos Estados Uaidos entregou ao
secretario italiano em Washington, marquez im-
perti di Francavilla urna indemoisaco de
125.000 liras para as victimas da lyncbagem de
14 de Margo de 1891 em Novs-0 leaos, estando,
por conseguale, restabelecidas as relagOss di
plomaticas entre as duas necOi?, tendo sido tro
cadas notas nauio coraeaes enire o marquez im-
perial e o Sr. Blalne.
Descobrio-se nos Estados-Uaidos urna
grande aiso:iago de anarchistas, residindo em
Cnicago o centro directivo.
SUL DO BRAZIL
Pelos paquete) Planeta e Eqoateur recebe-
mos as seguales noticias :
Balado de Bailo roaao
De lelegrammas passa los ce Buenos-Ayres e
Montevideo para jornaes da Capital Federal
consta o seguinte assompto d'esse Estado :
Os jornaes do Paraguay mticiando as occar-
reacias do Estado de Matto Grotso dizem que
Francisco Vieira, chefe da flotilaa revoltada,
mandoa langar torpedos na embocadura do rio
Apa.
El Diario* tem pbaotaslado noticias ater-
radoras sobre o listado de Matto Qrosso.
O governo determinou qoe a canhoneira
Repblica qoe eahio com destino a esse Estado
brazileiro, permaoecesse em Assampgao, no Pa-
raguay.
Temos boje noticias, que reputamos da
maior exactido, sobre os successos no Estado
de Mallo Grosso.
Cbegou de Corumb o deputado federal Caeta-
no de Albuquerque e segoe amanh para esaa '
capital, em mitsao qae se prende justamente
revoluco de qae vimos tratando.
O Dr. Caetano de Albaqoerqoe declaroa nos
qae por diferentes motivos nao vingou a idea
separatista, decidi do os revoltosos exigir do go-
verno fe leral o reconhecimento do co remador
eleito, Dr. Piobeiro Guedes.
N'esse intuito prepararam a resistencia, em
ierra e no ro, lodos os vapores da liaba fluvial
do Lloyd eslo a sea serv co, seado seas com
mandantes os prjocipaes ebefes do movimeoto.
O monitor Maris e Barros* dirigio-se do L-
dano para o forte de Coimbra, levando grande
qnaatidad de torpedos e procede collocacSo
d'eates formidaveis engenbos em varios pontos
do rio.
A' da'a de soa sabida de Corumb, haviam
desapparecido o banqueiro Henrique Sani'Aana
e seu caxa JoSo de Almeida.
Igualmente ignora se o oaradeiro do coronel
Antonio Jacintho Mendes Gangalves.
A populago dos lugares confl.grados tem f-
gido alerror8ada, ioternaado-se oas maltas.
E' du.orosa a posicao de tantas senboras e enan-
cas, principalmente, baldos de todo o recurso,
viveodo ao acaso de alimeotago selvtica. Mise-
raveis, receicsas, esperam com anciedade os soc-
corros do governo federal.
Amanh segoe para Aisompco o paquete
Diamantino, levando a seo bordo o inspector
do Arsenal de Marinha do Ladarlo.
Este official de marinha espera qoe o governo
lhe confie urna torpedeira para toreara passagem
do forte de Coimbra e apoderar-se d'aqu lie ar-
senal.
Balado do Blo Orando do Bal
L se oo Correio Mercantil, de 22 :
O Sr. general Vasques dirigi ao Sr. ministra
da guerra o seguinte telegrama :
Porto Alegre, 13 de Abril.
Acabo de cbegsr da Campanha. A guarn-
cao, unnime, est ao lado dn governo para a
manotenco da ordem e reprova o movimeoto
perturbador da tranquitlidade necessana orga-
ni.-agko do paiz e coosolidago da repblica.
Acampamento de Saycas tranquillo. Cmara-
dagem. Forgas em manoljras.General Vas-
quee.
Ficoa assim organisada a chapa da coa-
veogo do pa'tido republicano federal :
Dr. S lveira Martina, Dr. Silva Taoares Dr. Jos
Bernardiuo da Silva Bittencourt, conselbeiro Ma
ciel, Apoliaario Porto Alegre, Dr. Adriano Rmei-
ro, coronel Silva Tavare, major Antonio Ferrei-
ra Prestes Gnimarea D Severino Prestes, Dr.
Germano Hisslocher, Dr. Wenceslau Escobar,
Dr. Henrique Luaw g, Dr. Joiquim Pedro Soares
coronel Joaqoim Pedro Salgado, Dr. A-loliln
Luiz Osoro. Dr. Candido Tavares Battos, Dr.
Fabio Reis. Looreoco da Silva Oveira, Carlos
Trtin Filho, coneelheiro Henriqoe Avila, Dr.
joao Sevenaoo Man ns Cinira, Appelles Porto
Alegre, D. Jorge Fayette, Dr. Frack'in Gomes
Sooto, cooego Joc Gongalves Vlanna, Jo3 Ber-
nardo Gjraes de Freitaa, Dr. E^y lio Barbosa
Iiaqul, Albioo Pereira Pinto, Francisco Antonio
de Sonza, Joo Aretz, Dr. Chaves Cano pello e
Dr. Jos Adolpbo Rodrigoes Ferreira.
Balado de 9. Paulo
Segundo o resollado coohecido, na eleigo a
qae ie procedea ltimamente oo Estado de S.
Pacto te om senador e tres deputado < federae',
cooberam ao Br. Francisco Rangel Pestaa,
10.438 votos para seoador e aos Drs. Julio C.
Ferreira de Mesquita 8 077, Cincinato C. da Sil-
va Braga. 6,398, e Brazilio Rodrigues dos San-
tos, 3.009, para deputados.
Capital federal
Datas at 29 de Abril :
O mililitro da jostica receben do governa-
dor do Estado de Permmbuco o seguinte lele-
gramma :
Sciente conteudo vosso telegrama}?. 21 so-
bre festejos centenario morte Tiradeote3 applao-
do proedimeoto governo amnistiando implica-
dos movimeoto S Paulo e Minas associo me ma
aifestago de qoe foi alvo aarechal presidente.
Saudo vos.
Habeas-corpus
Dimos en seguida o accordo do Supremo Tri-
bunal Federal proferido na petlco de babeas-
Corpus impetrado pelo Dr. Roy Barbo-a.
V.8tos, exposlos e ducutidds os presentes
autos de habeas corpas requerido pelo Dr.' Roy
Barfcoia em favor dos senadore3 almiraute Wan-
deikoik e ootros.
Uas detidos e cutos desterrados por ordem
do marecbal vice-presldente da repblica em
razo dos acootecimenlos, que se deram nesta
capital e determinaran] a suspenso das garan
lias cons ucionaea cimo foi declarado pelos '
decretos de 10 e 12 do corrente mez. constantes
do3 documen'08 de u 138 e iefls. 139 ; e:
Considerando que pelo art. 80 g 1* da consti-
tuigao federal comptte ao pretidente da republi
ca ao recesso do coagrejso nacional, a atribu-
gao le declarar estado de silio em qualquer
parte do territorio da Uaio, quando a seguranga
da repblica o exigir, em caso de aggresso es-
trangeira en de commogo intestina, que enllocar
a patria em immioente pe-igo. suspendendo se
por tempo determinado as garantas constilu:io-
oae3 ;
Cooaide ando qae durante o estado de silio
aatorhado o presidente da repblica i npdr,
coio medidas de represso, a detecgSa em lugar
co deinado ao3 reos de crimes communs e o -
desterro para outros sitios do territorio nacio-
nal ;
Considerando que estas medidas nao revestem
o carcter de pena, que o presidente da repbli-
ca em caso algum poder impor, visto nao lhe
t t sido conferida a attribiigao de jalgar, mas
sao medidas de seguranga, de natureza transi-
toria, emquanto os ac:usados nao sao submet-
tidos aos seus juizes naioracs nos termos do art.
72 lo di constituigao ;
Considerando. po;m, que o exnrciclo desta
extraordiaa.-ia faculdads da Coartituigo confiou
ao criterio e prudente discrigo do presidente da
Repblica, respoasavel por ella pelas medidas
de exceptu que tomar, e pelos abasos que
sombra aellas possa commet er ;
Considerando qoe peloar'. 83 g 3 combina-
do com o art. 34 21 da Canstuuigo do Coa-
gresso, compete privativamente approvir ou re
provar o estado de sitio, declarado palo presi
dente da R'publica, bem assim o exame da3
medidas excepcionaes que elle houver loma-
do, as quaes para es3e fim lhe sero relatadas
com especificarn dos motivos em que se fan-
dam :
C)n8cerando, porlanlo, qoe antes do juizo po-
ltico ao Congresso, nao pode o poder judicia-
rio sp*eciar o uso que fez o (residente da Re-
publ ca daquella attribuigo constitucional, que
tambem nao da ndole do Snpreno Tribunal
Federal envolverse oas funeges polticas do
poder execativo oo legislativo ;
Consiceraudo qoe ainda qaando na situajSo
creada pelo estado de silio e?tejam ou possam
estar envolvidos siguas direilos individvaes,
esta circumslanciajno habilita o poder judicia-
rio a iotervir para na'-Bcar ss medidas de se.



-'V
'
\




S**3ES
Diario de Pcrnambuco Quinla-feira 5 de Maio de 1892
-n-a-C, ; p2lo presdante da Repablt
ca valo ser impoistvel solar e3aes direitos da
anjsta poltica, que o esmtira e f*P*'Q
Te, falvo se nicamente tratarle d P"*
abasos (as agentes sHto-a na fSl*8
"mas medidas potea ^X^tSaf
calende a aecessidade- da voaa*wlitlco daCan-
grC3Q3ideraaio. por Bol*, *> n?4
provada ? boraem qaH>rn*s forasa eleotaa
das D33i o momias esa queetfrosi em exeau
cao o decreto qua sustaalea m ganautias cora
itiiuciouaei o qaal pela sn natnreza nao obwde
ce as uortnas conmuiia dapublicapo, coas en
cerra iaiplicita a clausula de immadiata execu
co, pc-uco importante que as pns5es tenhim
sido relzalas aates oa depoia do estado de si-
tio urna v.-z qua foraoi decretadas dentro delle
como coas'.* do decreto da 18 do corrate mx a
9. 139 ;
Cousileranio fioilmeate qje a C233apao do
estado de sitio nao importa ipao faca, na cessa
ci des medidas tomadas- dentro delle, as
qu&ea coat nuaui a subsistir ; emquanto os
acensados co forem submeitidos, como devem
ser ao3 uibunaes comurtetrtes; pata do contra
rio Y o ieriaia u.:--- nuusadas todas aj providen^i
cas aconsetbadas etn tal emergencia por grave
ra da o.-rtem pualua ;
N: dea Je hibaai-corpns.
O dia 13 de Maio
l."!mos no Uiario daNoi'.cias :
As fe.tas para soiemni3ar o dia 13 de Maio,
a gloriosa data que, assigualando a redemppo
o eacravos, hoje fulge em a nossa historia dff
forma brilbaatissima, vai ser, acreditamos, di-
goaoe&te commeuiiwada.
Am de que teoaa ella toda a impoaeocia,
qaa deve por em refero as grandes dalas glo-
ri03a3 la um pov\ oa U03SJ3 collegaa da Ciia-
de do Rio e do Jornal do Cimmercio, Joo
Ferreira Serpa Jnior. La>z Goazaga Duque Es-
trada e teaente-coroael Ernesto Saana. pretea
den sabir em commisso no louvavel intuito de
pedir ao3 dutiactos negociantes da ruado Oo
vidor, no qaarteiro comprtbeaiido eatre as
na doi Oarives e Q liianla. para qua estes ea-
ieitem. as fechadas aos elicioaoscupidos pelos
aeus eetabeleameatos.
Por nossa parte, ciaeinlo-oos ao qoe boa-
tea dissemes e assoaando noa a semelbante
ideo. dirigimos i^uil pelado nao a ao3 estima-
dos commerciaatea da Hada ra, oo permetro
compreeaJido eatre 33 dos Oarive3 e Gonpal
Te3'Dia. como aos das aassas principaes ruaa e
prapa', pleaaoaente cerios de que todos elle,
assrn como 03 nissos coliegas da impreasa e a
pe palacao carioca jamis se negaro a coBCorrer
para que tccln loamea'.o digao a festa do ano!
Tersarlo ai redemppo dos captivos.
Codafleacao do ensioo superior
Por ac de 28 de Abril, nomeou o governe
bou commisso composta dos diaiiBCtos lentes
conselhei-cB Leoncio de Carvalho, Epipbaaio
Pitangie Visconde d* Mvarenga, para, utili
sandosa dos projectes ji laborados pelo con
selketro L^eccio e pelo- exuucto conselo de
Jnstruecao superior, de qae fine ram parle aqoel
les proe3SOfe8, organisar nm cdigo de ins-
troeco em qoa se reuoam mettioJica e bar
mosicamente todas as di?pOMc6aa relativas ao3
estabclec.meatos de ensino superior, dependen
tes do respectivo ministerio.
0 prajeaasliccHitgo coutara doa ;egainte3 ti
tolos :
1 Disposij -s comrjDuas a todos os esl.bele
eimentos de ensioo sopenor.
2. Usposi3 peculiares a cyli urna das fa-
cnldades e escolas.
:i ii3titu's:s faodadaa pelos poderes dos
Sstadoa federadas.
i tarsos e estabelectmenlQS particulares.
5J PaeadPdea livref.
Por meto dessa otilissima codincacSo, cojas
Taoias-ens" eo inluit!*, corrigir4 o governo
as inja3l-s desigmldades, iacoberencias e con-
Iraiicgoes qae preseateante se notam em re-
la(ao ao sistema de eneiaar e aos direitose pre
regalizas aoa professores, alunaos e empregados
Jas-Pacalda de?.
O Sr. D-. Fernn Jo Lobo, attendendo a tao im
portante servico, presta real servico a instrncc&o
poMca.
Hibeas-corpa3
.No dia 26, o conceibo da Curte de AppetlacSo,
por nao havero impetrante sufficieutemeute pro-
7a jo o qae allegoo, negoa a ordem de < babeas
corpas ao Dr. MUuel Vieira Ferreirs.
Ell\(! o RNiitrlto Mviitu
O Sr. minia-'ro do exterior recebea do Sr.
preaidente do C'jogresso Coastitointe do Ej-
lado de Espirito Siato Santo, o segoinle tel#-
w-amma:
Victoria, 23 t Abril.Coronel Serzedello,
ministro do exterior.O Cooeresso- approvoo
boje aaammemente a sega inte tj. qo :
O Googresso Constituate Bapirito-Santen
se, ialeiraao da commumeacao qae fet loe a
junta governativa do Estado, da grave teotali
va de sediclo havida na G- pita i Federal a II
do corr<-n:e e qae foi tao crlteriosameate re-
pr mida pelo governo ; e certo de qae este ve-
tur altalo pela honra e paz da Repblica, af-
nrma mais orna v -z aua inteira conQanca na
adminiatracSo civil, proba e Ilustrada do primei
t magistrado da nafao, o marecbal Flonano
Peixoto.
Sandj a V. ExcCleto Nones, presidente do
Coogresso Gonstituinte.
Enlacio da Babia
Da'as al 30 de Abril.
itaorgamsacao do Partido Nacional Demcra-
ta, que entre oottas medidas se propoe:
Snstentar, como fuoJamenta oa organisacSo
muaicipal, a msis franca aatoaomia. qoerno to-
cante a suas nnaci3, quer no qae affecta a saa
policiy.
< El'regaroexercicio das face/oes policiaes a
so oriiades eleciiva*, a excepeo da chefe da
pgiranga publica.
Promover auxiliar nos centros populares
do interior j Estado a creaco de careos de a-
iruc() secundaria e proHsaioaal.
FiGlmcnte, promover a mnlliplicac.ao das
via&'de rommunicscAo e faci I i da de de transporte
entre o moral eo sertio.
O seo diree.orio licou assim orcanigado|:
Gooselb iros Dr. Jo.-6 Luiz de Almeida Couto,
r. Jos Eduardo Freir de Garvalbo. Luiz'Aoto-
oio Barbosa de Almeida, Dr. Virgilio Climaco
Damazio, Drs. Joo Ferreira de Araojo Piobo,
Jo Aagusto de Frertas, Anatides Gezar Spinola
Zuna, Amaro de Souza Gomes, Francisco dos
Sanios Pereira, Augus'.o Ferreira de Franca, Ha-
noel Tiixeira Soares, Coaseineiro Or. Aatoaio
Carneiro da Rocha, Dr. Garcias Das Pire de
Carvaibo e Albuquerque, Dr. Sebasliao Laadal-
pho da Rocba Medrado, Conselheiro Francisco
Prisco de Souza Paraso, coronel Francisco de
Paula Argollo, D.zembargador Taotnaz Garcez
Paraobog Montenegro e Baro da Villa Vinosa.
O Club Tira-denles, da capital da BabiaJ
reunido en assembla geral, na sala de suas
sesfOis, proceden a ele'gao da nova directora,
dando o segninte resultado :
PresidenteDr. Fortnalo Antonio de Freitas,
reeliito-
Vica presidentesJoao Benicio da Silva Ba-
bia, reeteito e Dr. Goncalo Brandao.
Secretarios Professor Luiz Ojear Moliere
profeesor Erolides Smpalo Nivea.
Vi_e sacretariosJos Sabino Pereira Filbo e
alteres Olegario Nunes dos Santos, reeleitos.
TbesoureiroArgeu Antonio de Freitag.
Directores
Cboselbei'O Jas Antonio de Freitas, reeleito.
p ofeesor Jos Virgilio de Lemos.
Professor Antonio Henriqae ae Cazses.
\'rerea Paulino Felippe Sines.
Gapito Garlos de Araujo.
Professor Jo Aotonio de Matlos, reeleito.
por jutiee8taduaesFreitas Henrqoes, presi-
dente do Supremo Tribunal Federal .
Ibem o
,' Data at 3 da'coMWte.
|T A-carestt daMMnb*
Tinbe Bstad das Biso que dtf*Twpeiteo Crntr>do Nor-
te :
Peiinos s 1 go.Ioteniei*'MBnle*S)al qoa
lauc; sais viatt saHn o eaaaarfan da lannaa
fie se eei prende** em Jangb.
Oa aiaeadotee atea pnero con a peueaia er
peeatacto, tem filiad de twnw-se'con pre-
co bastante alto, traiendo inconvenientes para a
pobreza de toda populacho >.
MSTA DIARIA

O Club fez inserir na acta da me;ma sessao
nm voto de lauvor ao Sr. Dr. Fortunato de Frei-
tas e ao actual tbesouretre, pelos esforcos, que
tem empregado para a prosperdade desea til
insiuit^o. .
O S;. Dr. chefe de polica em conaeqoencia de
difficuldades e embaracos que :m apparecdo
nlt.mamentt no correr dos processos crimes, pe
la cencessao de babeas-corpuf concedidos pe
los joizes federaos, telegrapbou ha das ae Sr.
coateibeiro Freitas Heorique, presidente do Sn-
preo Tribunal Federal, expondo o caso.
Em resposta foi-lbe enviado o segninte tele-
gramma:
. IV'pariiso geral dos telegrapbos. EslacSo
Bah.i, 27 de Abril de 1892. Procedente Rio. Che-
fe de polica.
A jurisprudencia ultima adoptada por grande
maiortado tribunal tem sido nao reconhecer-se
x competencia dos juizes federaes para conceder
h beas cep-js, ea relac'o a primes ordenadas
senado de Pernuakaeo-Effectaou se
boatem a 15* sessao aob a presidencia do Sr. Dr.
Albino Gonfalves Meira de Vasioncellos.
Estiveram presentes o* Srs. Hermogenes,
Souza Lelo, Piubo Borges, Gomes de Mallos.
Velloso, Peretti, Serra Mirtins, Albino Meira,
Aristafcaa Lapas, Gaaeatres Ferreira, 9a Pe-
reira e Ermirio Couliobo.
Procede-se a leara da acta da reasaa aotece-
deote que app-ovada sem debate-
O Sr. i.' secretario procede leitura do se
gniate expedieate:
Un officio do secretario do governo, d&vol.
vea Jo um exemplar da urna res:lucIo sanecio-
nada sob o n. 36A archivar.
Oatro do mesmo. envlande um exeaaplar io-
Presso em que eato coopeudiados o contracto,
invjcaa, regulamentoa e accordoa da Campa
nhia Recife Draioage.A quem fez a requisisilo.
Nao naveodo quem qaeira utiliaar-aa da pala
vra na primeira bora da seaso o Sr. presidente
passa a ordem do dia.
Approvou-se o requerimenta empatado de
adiamento da 2.* discuasio do projecto n. 3
deste auno creando um curso superior de hiato
ra natural, orando pela orJem duaa veus o Sr.
Herrfiogeue* e urna os Srs, S Pereira e Velloso.
Continuando a 2 discuasio do parecer n. 18
dea'e anno, qae adopta sem emendas a resalo-
ci iniciadas na Cmara doa Deputad03 pelo
projecto n. 16 de 1891, aoprovado um rcjne-
nmento do Sr. Hermogenea de adiamento da
discosaao at 8 das, ooi termo* do art. 131 do
regiment ioierno, orando pela ordem o autor.
NaJa mata haveod) a tratar o Sr. presidente
levanloa a sessao desigaaedo a segninte ordem
do dia :
2.* dlscussao do projecto n 3 deste anno e 3.*
d parecer o. 78 de 1891.
Cmara dos DeputadosDeixou boa-
tem de haver sessao por tefeincomparecido ape-
nas 5 Srs. deputados.
O Sr. is secretario pro:edeu a leitura do se-
gain'.e expediente :
Abaixo assignados de profeasores pblicos
priaarioa sollicitando medulas oo sentido de
serem observados oa arts. 120 e 12 da constitu-
gao e dispoaicoes transitorias.A' cjmmiasao de
peticoes. .
P-r-cIo da FraociaeuTjadfellareqnarendocon-
oeaiaa p^r.- -xtr^hir anu loterta em beneficio da
Bao a Casa i Miseraordi*.a' mesma cotnmis-
sfo.
utr> de Frau.k ir. Mioerv: o Martina, profes-
sor de latim e francs da ci.!a.ie da Victoria, re
qaerendo angnen'o le vene:meatos.A' mesma
commisso
Em sagii 11 f i d ssolvila a reini&o.
Deportados poi u os reoiatee t legraaimae. exi edid >s do Para,
na* datas de 23 e 2a do paas d >, co_u referencia
aos 'eporiaios polticos embarados noPernam-
bfii:i> :
o gov-mador provldenciou am de que o
paq'-et Pernarabuco, lo.-se despachado sem de-
mora.
O vapor est reparando a machina e lalvez si
ea amanba, indo at Tabatinga, oade 03 avisos
fluviaes receberao os destarrados para outros
pontos.
Os advogado3 Dr. Pernando Costa e Virginio
Santa Rosa impetraran harnea ordem de babeas
co'pus ao juiz seccional em f-vor dos desterra-
dos.
A Prooinia do Para, representada pelo seire
tarto da redaeco, o Dr. Marques de Carvalno,
visitou os jornalista3 desterrados, que passam
bem.
A' barda do Peraambuco, oa deporta Jos com-
memoraram o dia 21 do corrate o centenario de
Tira denles e proaoveram entre ala subsciptao
que atiingio a 407*000.
Esta qoantia foi entregue ao capito de fraga-
ta Eapindola, acompanbada de urna carta mnito
benrosa a este distineto official, dizendo qae
destioavam a somma conectada sociedad* Pro-
tectora dos Bomena do Mar.
O juiz seccional negou babeas corpas aos
deportados.
0 Pernamboco segoe para o Amazonas ama-
nba [ti) de madrugada.
Os desterrados mostraram.se boje aoimadissi-
moa, contando com a arnnistia. >
* Na secgo livre da ffs%iiifc jp Para, o des-
terrado Dr.Joaqaioa Seabra pqbfcpu hoje um
protesto contra o acto desaa fiWha ctjuiaado o
de ex-lente da faculdede de oirelto doR cifj.
Diz ter conquistado ease ooslo em concorso e
que so delle pode ser apeado, mediante proces-
BO.
O paquete Pernamboco, parti boje (2i) de
madrugada com os desterrados para o norte.
A noticia da inbospitalidade dos logares de
exilio prodnzio desanimo no espirito dos coo-
demnadrs.
Todos campraram aqu cbjectos varios para sea
aso; o conde.de LiopoWina fes mesmo grandes
dsspezas.
O Democrcti poblitoa h0]e en secao edi-
torial a represeutacao dirigida a cmara dos de-
putados pelos desterrados Reabra. Jacqoes Oa-
riques, Menna Brrelo, centra o aclo do governo
federal.
O Demcrata esDosa essa canea por entender
qoe nao na jasiificato para essa medida s aa
lorisavel em caso de perigo imnriocnte da pa-
tria.
O directorio do partido demcrata dirigi tele-
gramma ao rsarechal Floriano pedindo amnista
para os coodemnados polticos
Estes agradeceram, pelo Demcrata as mani-
featac/Oes aympatbicas da popnlacao. >
Dr, Xlcolao Tolenllito Effectivamenle
seuio bontem para a capital federal a tomar
parle nos trabalbos do Coogresse Nacional o Sr.
Dr. Nicolao Tolentino.
Agradecen lo Ihe o cartfto da despedidla, de-
aejamos a S. Exc. felit viagem.
Aeociacao medlo-pbarnareulira
No lugar e as horas do costume reabe se boje
em sesto ordinaria essa aseociacSo.
alleea cantadaNo da 19 do corrate
manda o nosso collega da Patria, ci Jado For-
tu alo Pioheiro, celebrar ama missa cantada em
acc? de grabas pelo regresso do nosso coliega
Coronel Dr. Jos Maria de Albuqoerqne Mello,
redactor ebefe da Provincia, ao seio da familia
e convivencia do amigos.
aerlvSU do % didirleloAcha se em
extrcicio elTecrivo desee ofBcio o Sr. Conolaoo
de Abren, continuando a fanrcionar coaro offi-
cial do regUtro civil des'a fregaezla de Santo
Aaooio.
O seu cartorio a roa 15-de Novembro n. 75,
l andar.
Queda fatal -A tarde do dia 30 do paga-
do, em Beberibe, sabindo o menor Jos Vicente
Ramos a urna a~vore, delta cabio sobre a cena
qoe loe ficava prxima, sendo por urna das es-
tacas da mesma cerca varado na regiao Jo peiio
eequerdo ; o qae Ihc determiaoa a morte ins-
tantnea.
forteEm coaseqoencii de conflicto entre
trabalhadores da-fabricaCimaragibe, em S.Lou
renjo da Mata, ficou o de nome Jos lardoso
gravemente espancado, vioJo a fallecer horas
depoia.
Foi preso como auto- do espa&cameuto Jos
Gasaiaoo.
sao aboNo dia 1 do correte foi victima da
sobtraeco de urna mala aa hospedara de Basilio
Jacome o portuguez Jos Mario da Costa que all
se hospedara.
Pelas deligencas da polica local fui encon-
trada arinal a mala em entra p edio, mas del I a
j baviam sido subtrahidos um revolver e 30*
em moeda papel; e reeabindo enaceitas de ser
autor do facto Francisco Jos da Silva, foi este
preso, coofeseanio a sea autora e que vender
o revolver a um taberneiro, de qoem foi bavido
o mesmo revolver, assm cerno satisfeitos es 30*
por Basilio.
Fui feliz Costa, que e velo a perder as pasta-
das : do mal o menor.
Mariano-Na isrreja do Convento do
Carmo, comeoiram desde o dia l o exercicios
denle ces, casa onatlcsa, reta eltMivores Sin
tlslma Virsjesn teda as masMa, 4s 7 hars.
tbdoi- osdtes aataade teroninar o acto tobe i
trtlDoa sasjnda o Bevd. padre Padro e d'ubi
ios Bdr a virtudsa ssiWlasas de sMssf
ma, "earvldaa povo a raader as grajte
amaren qnaaBilaiodos devem.
Tbrmma seeaore o acto cea a beaeaa do Saa
tiastnreSacsanasato. M
svHbinsistaFoi ilatriboido hoatem o n.
5 deste pertsdfco illartrado qoe apparece s^
pre ve lindo [as galas da Qoa critica quer no
texto, quer nis gravaras.
Traz em aoa pagina de honra o retrato ea
basto do Sr. marecbal Floriano Peixoto, presi-
dente da repblica.
He uta do ObservatorioAgradece-
mos o receblmcnto do exemplar do fnumro
do 7 anno deila publicacao mensal do Obser-
vatorio do Rio de Jaaeiro.
CadverFoi bonteai pela maahS encon-
trado n> pateo do Garmo o cadver de um bomam
acabocl ido, que sam dovida succambio a tres
punbaladas e ca:etadas, cajos vestigios se>be
Botavaai nocorpo.
N3o foi reconbecida a identidade de pessoa,
oem ba Indicios das circamstanciaa do crime,
nem do autor, que por ora nos conels
Condiwido o cadver para a matriz d93ti f *.
goezla, fa depoia transportado para o cemiterio.
Crealo fnetruetlvo IVaranal Eicre
vem-noii:
Furcciou domingo paasBdo esta associagSo
em sesSo magna inatallativa sob a presidencia
do pro'essor Servlo do Nasclmen o ?;di com
assiUenca de senboras e cavalhetros.
A'a.ll horas da manh em urna das salas coa
tigua3 10 salo do t.*anao do Curso Normal,
convenientemente ornado de baodeiras e galbar-
dtes, comecon a banda de msica do corpo de
polica a executar lindas pecas de seu reperto-
rio.
Ao neio da oceupon o professor Boda a ca
deira da presidencia e declaren aberta a sessao.
Aps o discorao inaugural pronunciado pelo
presidente, foi dada a palavra ao 1. secretario
para 1er a acta da sessao anterior; 3eguio-se o
diseorsc" do orador da casi, Sr. Jos Xavier
CaeKia, o qaal fez ati histrico da associaco.
Orara ao depoia os Srs. : Sebaatiao Amaral
pelo I." anno, Hvgino Bello pelo 2., Joao Va-
late pelo 3 \ acadmico Alfredo Campos, cida
do Jos Clodoaldo Monteiro e os profeaaorea:
Joaquim Mercs, Joaqulm PamDeo M. Peasoa, Ar
(bunio Vieira, Artbar Ramos, Joao de Deas e
Silva e Amaro Pessoa qae recitoa urna paeaia,
sendo j Jos muito applau lidos.
Nao savaado mai oradores iaseripioa, falla-
ram: o Sr<>. Hvgloo Bailo que recitoa urna
poesia e professor Srvala Beda qae encerrou a
Receita
Sali do segando trimestre
Mentetidset d3 ocios
Dooalv8 "
Idea na Calxa Econmica
Daapeza
Benalicenctaass indigentes
Salda :
Ko cofre
Na Calxa Bceaomici
iV4)
109fN00
224200
367W00
50W610
12MM0
11X380
367MOO
MWMO
companhia Eaerlb Essa compaobla
reaitson antebootem a aua 4* loire', que como
as anteriores esteve digna de justos e merecaos
encomios.
Ciuaaram grande admiracSo, principalmente
os trabalboiA inqusigao Veneiiana e A Fama
da Llberdsdee
O primeiro consisti em apootar-se orna peca,
carregada devidimente, sobre o peitodiSra.
Julia Eoireb que ee acbava algemada e atada a
um poste-
Dada o tiro a referida senhora de3preadeu-se
dos elos e Irouxe ".as mos a bala com qoe fora
carregado o canhao.
Tribunal do Jar da fteeireHm-
tem foi subnettiio a ju'gamen'.o aeate Tribunal
o rea Joai Francisco da Rocha, conhacido por
JooMniao, processado par d^nuacia do Dr.
2 promotor publico parante o Dr. jalz de direi-
to do 5o diatricto, e pronunciado como incurao
no art. 205 do cdigo criminal de 1810 por ha-
ver na noite de 17 de Jalho de 1889, na Casa
Forte, Io dislricto do Poja di Paueila, espanca'o
o portuguez Jas de Azevedo AntuoeaGuimaraes,
produzudu-lbe diversas lesoss que o inhabilita
ram do servido activo par mus de trala das.
A's 11 horas da miaa, presentes jaizes de
f.cto em nnmero legal, foi aberta a sessao sob
a presidencia do Dr. Francisco Altino Corrreia
de Araujo, juiz de direilo da 2* diatricto. oceu-
pando a tribuna da aecusaejio o D.\ Joao Diniz
Ribeiro da Caoba, 2' promoior publico da co>
marca.
O jjy de snleaji compoz-89 doa seguales
juizes de facto.
Antonio Angosto de Hollaada Costa.
Uiysea Fragoso de Albuquerque.
Luiz Francisco Birreta Almeida.
Hanrlque da Costa Carvaibo.
II arique Bargas da Silva.
Kladio Xavier Faustino Ramo3.
Balisario Pernamboco.
loo lanicio Cabral de Vascoacell03.
Damiogoa da Silva Boa-Viata.
O.-capou a cadeira da Defeza o Dr. Luiz de
Drummood.
De cooiormidade com a decisSo do conseibo
de sen enea, que negoa por oito votos a autora
seso p-oferlodo um discurso de agradecimento ido delicio, foi o reo abaolvido.
a todos osroaviddos-
Terrn non a festa s 3 horas da tirJe ao som
da hjai o execntado pela mesma banJa mu-i
cal, cedida graciosamente pelo Exm. governador
do Esttdo.
Hcje baver sessao ordinaria zo meio dia.
Caaiinaento civil-Nos Ia, 2* e 3* distr-
ctos fonoi nos das 3 e 4 do crreme apregoa
dos pelo escrivao M. Falcao os proclamas de ca-
sameatts dos segointts coutraheates :
Da 3:
Segundo
Da Gamillo Nones da Silva com D. Maria do
Carmo Vvilla, solteiros, residentes, elle na fre-
gsezii le Santo Antocio e ella na de S. Jos.
Da i::
Sanando
De Jt lo Clemeatioo Carneiro com D. Preis
ca de Souza Galvo, eolteiroa e residentes na
fregoezia do Recife.
Pri metros
Da Joao Baptlsta Ferreira da Cunha com D.
Amelia Augos.a Cavalcaote Lins, solietros, resi-
dentes oa fregoezia de S Jos.
De Ignacio Hermine Pereira Gomes Penna
com D Anoanciada Zalmira Muniz, solteros,
residentes na fregoezia de Afogados.
?ooieda.de Jontalvee Das Reaoo
se ante bontem esta sociedade para deliberar so
bre a r'alizaco de saa festa commemorativa do
4a anniversaro, fleando retolvido o seguate :
solemn sar-se o da 21 de Maio prximo cem
una sessao magna e urna toire dansante, que
terao ligar aoa saloes da Sociedade Recreativa
Commercial, gentilmente cedidos pera digna di-
rectora.
A commiuSo nomeada para dar execuc&o aos
actos a :ima tem envidado todcs os efarcos para
qae a festa deste anno teuba o maior brilhan-
lismo po sivei.
Faltedmen:oAnle-bontem fallecea no
Arraisl o joven typogtarbo Ignacio aa Costa Ri-
beiro, trae trabalbava as officinas 'A Provivcii,
oade teve bom comportameato e camprio fiel-
mente os seus deveres.
Era aclleiro e vivia honestamente es compa-
ahia de tena pala.
Ao un enierramento, que effectaou se no ce
miterio do Arreial, compareceram diversos col-
legas d a classe.
Sociedade PbarnaaceufieaRene se
boje es a sociedade em sessao ordinaria, a saa
sede e is hars do costume.
.audiencia*Teemlagar as do juizo dis
trictal
Do 1 diatricto s tercas e sextas-feiras, pelas
10 horas do dia, a ra do Bam Jasas n. 8.
Do 3 districto, s quartas-felras e ao3 sab-
bados, na sala das audiencias. J
Oa respectivos jaizea despacham onde forem
er.coniiados.
Benieeaa fte.lnqaarlto Ao Dr. juiz do
3. diatricto criminal foi remettido pelo subde
legado do 1.- districto de S. Jos o ioqaerito
contra Pedro Gomes Metreiles e Pedro Gomes
Machada por crime de roobo praticado em 31
de Marco ultimo na ralaria roa de Vidal de
Negreiros a. 20, perteaceate combatala de pa
oiheacao, em qoantia superior a 2:t>00000 em
dinbeiri) sobtrabdo da borra do estabeloc
melo.
Con teltaelro dor dallo Hodriguea
Notic ou o segointe o nosso collega do Paiz
Diz-ooa o nosso correspondente de Lisboa
qoe reaolveu deixar Portugal e partir em Jacho
para o Brasil, onde de todo vem fixar se o con
selheiro Jos Julio R.dngnes, depotado s cor
tes, len e de chimica da escola polytechnica, um
dos prmeiros oralores do parlamento e dos
primeima bomen3 de sciencia de Portugal.
ODr. Jos Julio resoiveu abandonar o seu paiz
e vir ac plicar a saa vasta capacidade e os seas
largos <:oabecimenloa scientihcos aa fomento e
iridueirla do Brazal.
As intrigas da poltica, os desoontentameotoa
supporttidos e sobretndo a tristissima crise eco-
nmica que Portugal esta atravestando, por tal
forma lae atlribularam o espirito activo e em-
prebeadedor qae, em vez de o sujeitar a urna
inercia i oreada, o illaatre bomem de sciencia.
ortico cima de todo, reaelveu deixar Portugal
e op'ar pato Brazil para campo da sua acti vida-
de qae :m larga.escala, poda exaroer-se e que
muito pede coatribuir para mais cimentar a pa-
terna er-tima qua ane os dona paisas.
Astea que elle veaba installar-ae eatre nos,
damos-Ihe pois as boas vindas.
Em dlapon'biildadeFoi declralo eaa
disponibilidade, nos termos da Gonst.tuico Fe-
deral, o Dr. Maooel Tertuliano Travassos de Ar-
roda, juiz de direito de Petroliua, visto nao ter
sido cou aderado na organismo judiciaria deste
Estado.
O capltallata AetorFallecen nos Esta-
dos Unios da America do Norteesse grande
capitalista americano, que era um dos Cressus
Yat tees.
Kegitlamente-O Sr. ministro da fazenda
tem j prompto o regalamenio do sello do pa-
pel.
Aaeoctaco Senescente doa pratl-
co da ruda do norteGom L-l deoomi-
nacao aoa informam. que essa ciasse vai formar
am centre social neste Estado com o fiaa de de*
tender ou direitos e tnteresses recprocos.
O penaamento altamente louvavel, e anda
mais po- inclmr-se nelle ama parle de bene-
is eai favor das familias desees fiomens cuja
faina nao devi Jmente ?preciada em saa ex*
te asi.
Os pratieos da cesta do narte sao bomens qae
se recomiaendam pelos relevantes servico* qae
prestam navegaedo ; e sor laso nao Ihes al-
tario a p oteceo do governo, eo acolho favo-
ravel da companbias de navegaco e de sega-
ros mari irnos, de cojos ioleresses sao cela-
dores.
oc.eilade SJenedcentede Naaaretb
Bu o blaocete da receita e despeas, no tercetro
trimestre de Feverelro a Abril do 8.' anao so-
cial de 1891 a 1892.
O Dr. promotor publico appelloo para o Supe-
rior Tribunal de Joslica. ,
Hoje sero migado os reos Jeo Jos de Sini'-
Anna e Jas Francisco da Silva.
ervico militarHoje superior do dia
j Sr. capito Evaristo, e fas- ronda de visita
um subalterno do 2o batalbao.
O 14" batalbao de infantara dar a guarniere
da cidade, excepto as guardas do Thesoaro e
Deteoco, que sero dadas pelo corpo policial.
Uniforme n. 9 e capa.
Inspectora do %, diatricto
timo-Recifa, 3 de Maio de 1892.
Boletitn meteorolgica
i-
>rw ZVrrj. cent- Barmetro Tenido do Htmx-
grado (a 0') vapor 20,13 dade
1 m. 25,'l 757-.Il 85
9 26,'6 757- 70 2048 78
12 m. 27,-cl 757-,86 20,18 75
3 t. 27,'J 757-.ll 1827 68
6 26 9 757-.6 20,33 77
Temperatura mnima 24,.00.
Temperatura mxima 28*,00.
Evaporaco em 24 horas ao sol 0*,0, som
bra 333,5.
Chava 4,m0.
DireoejJo do ventoS de meia noite at 1 b. e
47 m. da maob; ESE at 2 h. e 37 m. ; SE com
i aterra peo es de SS8 e ESE at 4 b. e II m.; S.
at 4 b. e 25 m. ; SE e ESB alternados al 4 n.
e 50 m.; SW at 5 b. e 10 m.; W.NW al 6 h.
e 05 m. ; SE e ESE alternados at 6 b. e 46 m. ;
SE con Interropcoes de 3SE at 9 b. e 30 m. ;
SSE com iaterrapcOas de SE at roela noite.
Veloeidade media do vento 4-,93 por segando.
Nebalosidade media 0,60.
Boletim do porto
Pria mar ou
baixamar
B. M 3 de
P. M. 3 do
B. M. 3 de
P- M. 4 de
Dioa
Maio
Horas Altura
9-44 da m.
4-28 da t.
10-40 da t.
909 dam.
1-58
0-79
1<"72
0-98
EtallaeeElTectuar-se ho os segointes :
Hoje s
Pelo agente Gjsmo, s II hora?, i roa Mar-
ques de Olinda n. 48, de pelles da marroqaim c
linbas.
Pelo agente Pialo, s 11 horas, rea do Bom
Jess o. 45, de fichs a variados, de vestidos de
cretona, cambraias e merica.
Pelo agente Oliveira, as 12 bora3, ra do
Imperador n. 39, de urna casa.
Amanda :
Pelo ageate Guarni, s 11 horas, ra da
Aurora n. 109 A, de urna correte e relogio de
oaro, ingles, movis, piano, lastre, toncas e vi-
dros.
Pelo ageate Brillo, s if e 1/2 horas, i roa
da Imperatriz u. 2, de mobilia, balco, camas,
loucas e vidros.
iaaa fnnobroaSerio celebradas :
Hoje:
A's 9 horas, na matriz desta cidade, pela alma
de D. Mloervina Lins de Barros; a 8 horas, na
capella de Belm, pela alma de Pedro Pessoa
Velloso da Silva.
Amanh :
A's 8 horas, na matriz de Santo Aatoaio, pela
alma de D. Francisca Monteiro Loflen ; s 8 bo
ras, na matriz de Santo Antonio e as 9 boras, ua
capella do eogenbo Morenos, pela alma de D.
Ignez Amelia de Sonsa Leo ; s 7 horas, na ca-
paila do cemiterio, pela alma de B. Eulalia do
Feij Brrelo ; s 8 boras, na matriz de Gara-
nbuns, pela alma de D. Ignez Amelia de Souza
Leo.
PasaageirosCnogados do sol no vapor
na ional Planeta :
Bento Jos Rodrigues e saa secbora, Primo
M. e 1 fiho. B.-lmiro, Carlos Franco, Alvaro
Franco, Luiz Braga, Rapaaet Tilijall, Jos Felip-
pe, Dr. Jos B. Wanderiey Mendonga, capltao
Augusto Pacheco, Emiliano de Britto e sua se
ahora, Jorge Hermann, Augusto Chrebandf, An-
tonio Almeida, sua senhora e 2 fltb03, Jas Joa-
quim Das Fernandas, Izidoro Pinto de Lemos,
Manoel C. Mello, Manoel Joaquim Carneiro Gai-
marea, Pedro Dlaniart, Antonia da Canceico
Paula, Jas Ferreira Jaotor, Miria Francisca da
Conceico, Cbrispim Jos de Carvaibo.
CbegaJosda Europa no vapor francez Con-
go :
Heary Grob, Heory Bonnoglj, lite J. Carte,
Aotonio Varandas de Carvaibo, Joa Verandas
de Carvaibo, Alberico dos Santos Coimbra, Jos
aaim da Rocba, sua senhora e 5 Albos, Manoel
eito, Jos Gomes, Eduardo Martias de Barros.
Ghegados do sal no vapor francs Equa-
teur :
Francisco Ga-cia, Joo G Teixera de Garva
Iho e sua senhora, J. Pedro Machado, Emit Gui
cha-'.l, G. Daioo, Bonifacio Bernardo e 1 Hlbo,
Ja lio de S.
aoepltal Pedro IIO movimeuto des-
te estabeleeimento de caridade do dia 3 de Maio
foi o aeguinte:
?barm3ceutico entrn s 9 da minhi e sa-
nie *3 2 horas da tarde. ,
O ajudaole do pharmacevrtico entroa s
8 3/4 horas da osaah e sabio s 4 horas i
tarde.
Lotera .lo Helado do Maranhuo
A 3" serie da T lotera d3te estado cojo pre-
oato grande de WO:00O#Q000, ser impreteri-
vntaente extrarrida na dia 11 de Maie (quar-
tatfelra).
Lotera do Datada da Baha- Esta
lesem cujo maior premio de 90:000#000 ser
extrablda todas as quintas feiras.
Lotera do Estado de Santa Catba
rlaaaEsta lotera cojo maior premio de....
iOO.OOOOOO ser extrahida todas a3 tercas-fei-
ras.
Lotera do Rutado do arae-Para-
A 3.* Berie da 53' lotera, deste Estado cujo
premio grande de 120:0001000, ser extrahida
ao dia 7 de Maio (sabbado).
Lotera do Estado do Dio Grande
do SalEsta loteria cojo maior premio de
10:0005000 ser impreterivelmente extrahida
no dia 7 de Molo (sabbado).
03 restos do3 bilhetes desta loteria acbam-se
desde j A venda aaVenturosa ca ra do Cabu-
g o. 16.
Lotera do Estado de Mina* Ge-
rae*A 3" parte di 3* lotera, desse Estado;
sendo o maior premio 36:000f000, ser extra-
hida impreterivelmente no dia 10 de Mi*a (ter-
ca feira).
Lotera do Datado de Uloaa fieraes
Por telegramma recebldo pda Casa do Oaro,
este o resaltado da 2a serie da 3* loteria do Es
tado de Miaas-Geraea, extrahida em 3 da Maio
de 1892 :
5513
55 6
53 i
8 ossoguintes nu-
473
476
479
. bol? 36:OGO/000
480 1:500*000
1613 730X000
3152 300i'OO
8191 300*000
1371 150*000
1529 150*000
1.32 150*000
3414 150*900
6219 150*0.0
6720 150*000
8507 150*000
9621 150*000
9869 150*003
Approximac5es
5516 2i0*000 -
5518 240*000
479 10*00)
481 90*000
1624 45*000 -
16 n 45*000
Eatao premiados com 7M000 os segua! ;s cu-
meros :
5511 5512
3-514. 5513
33i8- 33
Eato premiados com
meros :
471 472
474 475
477 478
Eato premiados com 15*000 os seguintes n-
meros :
1611 1622 1623
162. 1626 1627
1628 1629 1630
Todos os nmeros terminados em 7 es lia pre
miad03 com 15*'.00.
Todos os nmeros terminados em 0 esto pre-
miados com 15*000.
A segointe loteria corre no dia 10 de Maio,
com o mesmo plano.
Cemiterio Publico-Oflituario do dia 3
de Maio:
Antonia Maria da Conceico, Pernamboco, 30
annos, solteiro, Boa-Visa*, tubrculos pulmona-
res.
Josepba Ciroliaa da Cooceico, Peraambucc,
30 aaaos, solteira, Boa Vista, febre perniciosa.
Jete Pessidoaio, Pernamboco, i^dia, Boa Vista,
oviabilidade,
Alaigita, Pernamboco, 1 anuo, Grapa, enterite.
Deolinda de Aoeloo, Pernamboco, 48 aones,
viuva, Boa Vista, eryslpela.
Mana, Pernambnco, 1 dia. Recife, convuhOes.
Henrique, Pernamboco, 8 mezas Boa-Vista,
deaticio.
Maria Joveiina do Espirito Santo Ribeiro, Per-
namboco, l annos, solteira Boa Vista, aliena.o
mental.
Secuudiao Alves da Silva, Pernambnco, 27
annos, solteiro, S. Joa, tuberculose.
Maria Luiza Peieira. Portugal, 78 annos, soltei-
ra, S- Jos, bemorrbagia cerebral.
Tbomaz, Pernambuco, 4 mezes, Boa Vista, fe-
bie paludosa.
Antonio Feliamino, frica, 106 annos, solteiro,
Grapa, febre palustre.
Antonio Alves Btzerra Vianra, Pernambu:o,
21 a Ukts, solteiro, S. Jos, tubrculos pulmona-
res.
Maria Pernambnco, 1 dia, Boa-Vista, ao nascer.
JURISPRUDENCIA
Questao Judiciaria
Exiftiam 664
Entraram 22
------ 686
Sahiram 29
Falleceram 3
Existem 654
------ 686
visitadas as enfemarias pelos segoin-
tes Drs.:
Barros Sobrinbo entroa s 8 1/4 da maob e
sabio .8 i/2.
Pjalael entroa aa 10 1/4 da manbft e sanio e
10 i/2.
SimOes Barbosa entroa s 9.3/4 da manbft sa
bie s le 1/2.
Silva Ferreira entrou s 10 da manh e sa-
bio s 11 boras.
Andrade Lima entroa s 9 i/i da manh e sa
ato s 11 1/4.
Lopes Pessoa entroa s 8 l/ boras da manbft
e sabio ae 10 i/4.
Tavares de Mello entroa s 9 3/4 Ida manh e
e sabio a 11 1/4.
COMPANHIA F3BH0 CARRIL DE PZRNAM-
HUCO E A DE TH1LHOS URBANOS DO RECIFE
ACaXANGA'.
RAZOES DE APPELLACAO
(CoAtinuagao)
2 "FUNDAMENTA
Attendendo qoe a lei do estado, n- 2044 de 5
de Agosto ae 1889 no art. 1 n. lO.pieceiiooa que
eo o novo contracto que se tivesae de celebrar
com a R, se inserisse a clausula de que a mesma
r terja juna estarlo eatre as do Lasserre e Zam-
bv, na Estrada Nova, no mencionado povoado
Tbrre.
Qm effeito a lei citada, autorisando o governo
a innovar os contractos celebrados com a appel
lada e estabelacendo as bases da ianovapfto, dis-
poe no art. I n. 10: a compaohia lera urna esta
ci entre as do Lasserre edoZamby, na Estrada
Nova do povoado da Torre.
Isto, porm, nao basta para resolver a queato;
porquanto da citada dispoaico nio se infere,
nem se pode inferir a revogaco dos contractos
anteriormente celebrados e approvados por lei,
coatract03 dos quaes resnlta'am direitos e obri-
gares para ambos os contactantes e qae por
esse motivo nao poJem ser nulUlicadoa pelo ar-
bitrio de qualqoer delles.
O perigo resaltante da dontrina coatraria de
tal ordem que a appelfada seguramente nao a
adoptar.
Pelo art. 25 do contracto de 12 de Fevereiro
de 4875, conlirmido pela clausula 13." da inno-
vaco de 20 de Agesto de 1879, a Appellante
gasa da privilegio de transportar passagairos
para a Torre, n) sendo permittido eob qualqoer
pretexto a quem quer qas s-ja transportar pas
sageiros pira abi sobre iriioos oa carns, sem
previo accordo com ella.
Ora, concedido o privilegio, Bcoa elle, como
direito adquirido pela Appellante, fazendo parte
do seu patrimonio e conseguintemente s me-
diante o previo accordo de que falla a clausula
25 ou a desapropriapo podera ella ser livrada
desse direito.
A lei n. 2044 nao poda querer o contrario,
porque o legislador oSo pode querer o ataque
propriedade por elle proprio garantida.
Si, poia, a citada lei ordenua qae na innova-
gao do contracto de Appellada se inserase a
clausula de ter ella urna estacJo na Torre, entre
u do Lasserre e do Zumby, e ella aceitou ess i
obrigacSo, subjeitou se ipto facto a promover os
meios necesarios para o cuenprimanto dessa
obrigapo, realisaodo o accordo indiapensavel
para poder ea'.isfazel a oudesapropriando o pri-
vilegio, coao nio conseguase o accordo, que alias
nao foi tentado, porque a Appellada, confiada no
prestigio dos seas protectores, julgou se anclo-
risada a desrespeilar o direito aloeio, esquacen
do se de que j por daas vetes o poder judiciario
condemnou o sen procedimento nasse sentido.
Asleis na. 1,726 e 1,781, de 1883 tambem
auctorisavam a Appellada a asseolar trilbos na
Torre, alterando a direceo do ramal do Casan-
ga; apezar, porm, das citadas leis, no contra-
oto que em virtude deHas foi celebrado, garan-
tile o direito da Appellante, respeiloa se o sea
privilegio, sendo adoptadas, como foram, as
clausulas que ella propoz para aoaatelar-se con-
tra os projeclos urdidos pela Appellada.
O argumento, pois, dedazldo da ctala lei nao
procede.
Tambem a lei n. 1,338 de 18 de Fevereiro de
187, auctorisando a inoovacfto do contracto da
Appellante, mandn quefosae prolongada a linba
ae Feraaodes Vieira oa a da Magdalena al a
Capunga; mas, sendo entlo a Caponga zona pri-
vilegiada da Appellada e nio querendo a Ap-
pellante snbjeilar-se desapropnajo do privi-
legio, icritou a obrreago de fazer o prolobga-
ment, mas fez depender o sea camprimento de
accordo eatre o Governo e a Appellada.
Esse procedimento com prebndese e justifi-
case; mas, o procedimento da Appellada foi
omite diverso ; ella deva coatar com a justica e
? noca acreditar, como acrediten, que, grapas aos
seus protectores ou ao seu dinheiro, podena lu-
do avassallar e corromper.
3a FUNDAMENTO
Attendendo que firmado na referida disposi-
pao legislativa, o Governador baixou, em 18 de
Uutuoro ultimo, o aero q*be deu lugar a fazer-
se com a R o contracto a que se refere o d-
cumento de ti. 17 a 18 e no qual contracto se
< reproduzio a d:spoco supra sem que a auto-
ra lizesse oppoaipao .
Tendo demonstrado, por occaaio de analyaar
o 2' fundamento da sentenpa appellada, qae a lei
n. 2,044 nao auctorlsava a iof acpo do privile- '
u\ direilo adquirido pela Appellante, porquanto
avia a Appellada, visto ter aceitado a obrigapo
de construir ima estapa na Torre, promover
o accordo de que falla o art. 25 do contracto de
12 de Fevereiro de 1875 ou deeapropriar a Ap-
pellaole do direito de que gosa em virtude do
mesmo art. 25, nao carecemos demonstrar que a
clausula 4' do contracto constante do documento
de II. 17 a 18, reproduzindo a ^.isposipio da ci-
tada le!, nao pode ter oatro alcance, nao altera
absolutamente os effeitos que resultara da lei,
principalmente a respeito Ja Appellante que nao
interveio por modo algum no mencionado con-
tracto.
Con' m notar que o contracto nao se imileu a
reproduzir na clausula 4' a disposipo do art. 1*
n. 10 da lei n.2044; elleaccescenta : poden-
< do coilocar um desvio no terreno propno que
tem eatre a estrada da Torre e a Estrada Nova
de Caxang
E.-:te a i itaaiento serve para demonstrar que
a Appellada acaricia desde maito a deia de ter
desvos e estapo na Torre, pois, na occaaio
Jo contracto, j bavia adquirido o terreno neces-
sario para essas obras.
Diz o juiz a quo que a disposipo da lei
foi reproduzida no contracto sem que a Ap-
pellante licsse opposipo.
-Para convencer da improcedencia do -argu-
mento que se procura Inferir do silencio da Ap-
pellante, basta attender a que a portara do go-
veraador to Estado, autorisaado o coatracto
com a Appellad?..est datada de 18 de Outub o
donnno pcoximo passa Jo e que o contracto foi
elebrado em 29 do mesmo ru.-zdocumento de
fi. 15 v.
Ora, desde que a Appellante, dous diaa depcis
do contracto, veio a juizo o obieve o mandado
de fl. 12, que no mesmo dia 31 foi intimado
Appe lada, co~o que se argumenta com o si-
lencio, com a falta de opposipo ou mesmo de
nrotesto por parte d? Appellante ?
Para que, no caso presente, se puJe3se dar a
extinepo do direito seria preciso que existase
uma-prescripco verdaderamente elctrica, como
diVsesaoaa fl 0.
Someate 09 dia 31 a Appellante scuba pela
leitura Jos jornaes que estava feito o contracto e
que ao da seguate os treos da Appellada te-
riam um ponto da paraa na Torre para recebar
e deixar pa*sageijo<. Nesse dia foi despachado
o retjuerimeato de fl. 2 e expedido o mandado
de fl 12, do qul foi intimaJo a Appellada co
mesmo dia 31; si apezar de tanta solicitude, o sea
direito extingui ce por falta de protesto, qoe
existe urna prescrippo elctrica, privilegio da
Appellada e por esse molivo somenie contienda
por da e rceio juiz a quo que argumenta
com a fal:a de oppoaipao por parte da Appel-
lante.
Antes da analysarmos outro fundamento da
eentenpa de il 55, couvm discutir o quo a Ap-
pellada allegou a II. 51 para contestar o que a
i. 29 escrevemos sobre a clausula 4* do seu
contracto de 18 de Oatubro do anno prximo
passado.
Dissemoa que a obrigapo de eatabelecer urna
estapo na Torre, nao tem o alcance que se Ihe
empresta, lato nao nullifica o privilegio da
Appellante do qual tioba peifeito conberimento
a Appellada, que, aceitando aquella obrigapo,
8ubjeitou se a promover o accordo de que falla o
art. 25 do contracto de 12 de Fevereiro ou a
desapropriapo io mesmo privilegio, para cons-
truir a es.apao da Torre.
Accrescentamos anda o seguate: qoem se
obriga a construir urna estrada de ferro, pajara-
do por esse oa aquello lugar, collonada em
pontos determinados as precisas estapOaa, nao
dea com o direito de atacar a propriedade indi-
vid-al, apossanio-se della, para cumprir a obri-
gapo coctrabida; deve por accordo ou por des-
apropriapo adquirir o terreno particular rem o
que oo ihe ser licito construir n:n a estrada,
rem as eslaces.
' Para que este aimile tivesse ao meaos visos
de procedencia diz a Appellada, serla neces-
sario Autora prorar a parldade qae existe
entre a propriedade de um Ierren > particular
e a de um privilegio concedido pelo governo.
Alii a lei garante a propriedade o tem mesmo
legislado para o caso; aqu, porem, isto no
caso de privilegio, desanparece ioteiramente
lodo o direito. desde qae b governo que o con-
ceden, entendea revogal o, pelo menos rela-
tivamente ao ponto acerca do qaal tiver de-
terminado qualqaer clausula qae nao se coa-
dune com o mesmo privilegio.
A JifficuldaJe com que a appellada lata para
defender o seu supposto direito, a obrigon a sus-
teatar a doutriaa que acabamos de traascrever
lateralmente.
O governo, sganlo essa doutriaa, celebra
um contracto concedendo privilegio durante um
certo nurjiero de anaoa para urna industria qoe
ellejulga dever pro eger por esse meh ; ane3
de expirar o tempo do contracto, pode livremon-
te ser revogaio pelo governo o mesmo privile
gio e neste ca30 desaparece inleiramente to-
do o direito I
A f devida aos contractos nada vale ; o di-
reito adquirido, garantido por toda3 as lagiaia-
Qes, rica a mer:e do governo, segando peasa a
appellada que, entretanto, antmou-se a celebrar
com elle diversos contractos para o estabeleei-
mento de trilbos urbanos, mediante a garanta
de um privilegio por 25 ou 30 annos f
A propriedade de um terreno, que se adquiri
por dous ou quatro. nao pode ter equiparada a
de um privilegio resalanle de nm contracto ce-
lebrado com o goveno, embora ae teoha des-
pendido para adqairil-o oito ou dezeseis! I
A appellada, coali .'ceiJ. quanto era extrava-
gante o sui doutrm, fez urna restrcpo qoe a
nuica complstameate.quaadodissePelo me-
aos relativamente a? panto acarea do qaal tiver
determinado qualqaer clan :ula que nao se coadu-
na com o mesmo privilegio.
Qaaa Jo no contracto existem clusulas que nao
se c aluoam, qae sao n camoat veis com o pri-
vilegio, el e nao existe, pois que nao pode ser
subentendido; deve ser expressamente estaba-
leedo, por impo-tar urna rea'.ricpao, urna exea-
ppo no direito commum.
E' nesse caso qae o governo pode .-erogar o
privilegio? Nio; nesse caso o privilegio nao
existe, nao ba necessidada prtanlo de revo
galo.
O que a aooellada quer. o que ella pretende,
que concedido o privilegio a urna empresa, fi-
que elle revogado. si no contracto- com outra
adoptarse urna clausula qua oo se coaduna
com n mesmo privilegioIsto sar o qae con-
vem a apptllada no caso qresente; mas, nan-
ea podera ser considerado jundio, pois nem a
le, nem a razao autorisam semelbame despro-
posito.
Proseguindo na sua argomentapo, dis a ap-
pellada : ali o governo nao pode referir se,
nem revogar o direito de propriedade e tem
antes o devar estricto de mantel o; aqu ira-
ta-se de nm favor aoaoedlrlo pelo masmo go
verao cuja durapo elle o uaico competeata
para recoabecer, vi3to coma foi por elle crea-
do. Demais verdalelrameale osJraxala a
Ihaoria de desapropriapo da privilegio acerca
da qual nunca bouve lei que dispoaesse ooasa
aigam*.
A Appellada labora em manifest esgano
qoando afflima que o privilegio estipulado em
um ooniracto celebrado com o Governo um
simples favor qae someate deve durar em quan-
to esse julgar conveniente.
Do contracto resullam dlreitOB e oorfga pee
correlativa" e reciprocas ; o privilegio abi con
cedido am direilo qae o Governo tem o d eve
de respailar e do qual o concesionario som ent
pode ser privado, antes de expirar oprasod
. '
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Boa doragao, por ac:ordo ou par deaaproprla
r, pois que 6 elle propriedade aua, lio digaa
ser maniida como outra qualquer.
Os Goveroos, ainia aqoelles que conquistam o
pod.-r por meio de revolugO's o que por esse mo-
tivo precisam adoptar medidas extraordinarias
e violentas. ten respetado sempre os contrac-
tos celebrados por seus antecessores, dos quses
resulla a acquisigao de direilos. Um exemplo
cj temas ai Prclamagio do Gaverno Proviso
rio que precede o Decreto n. i de 15 de Novein
bro de 1889, onde aasegurou-se a garanta da
propriedade e o respeito aos direitos indivi-
duaes.
A Appellada quiliflea de esdraxula a '.teora
da desapropriac&o do privilegio, porque, diz
ella, nanea bou ve lei que dispuzease cot** al
santa respeilo.
Si naj existase le que regulasse espacial- Cbegando aos nmeros sob o titulo:
privilegio, devia ella
mente a desapropriataa ae
ser regulada pela mesma le que rege a desapro-
priajo em geral ; mais anda oesta parte 8 ma
Difec o engao em que labora a Appelladi, as
e?ercudona existir lei que recule o aasump
to, parquaota o Decreto n 8810 de 39 de Daxem
bio de 1882 no art. 20 trata esp2Cia desapropriagao de privilegios coucedidos pelo
Gjvcrao, co caso da nece.-stdade cu otlUJade
publica exigir a vulgarismo da iov^ngao oo o
seu u-o ex.iujivo pe 0 Sitado
Ora, ai a induitiia privilegiada por orna sim
plea conceisio do Governo pudeaer desapropia-
da, pa-a [term'.tir-^e a todos o seu aso, porque
considerar csdntxula a tbtorla da desapropru
Co do privilegio resultante de nm contrajo ce-
lebrado com o Governo no q:al se 3Siegu-a ao
ciaoiractame o oso exclusivo dessa ou u'aquella
industria -itrjir' um certo prazo ? t
Si, jurdicamente fallando, impossivel a des
apropriogao, a consequencU sera qae em caso
algutn a nece#3idade oo olidade de permiltira
todos a industria privilegia Ja peder ser satis
feita. pois excepgao di Appellada, nioguem
casar affirmar que garantido em u por certo eapa?o de tempo o u-o exclnsivo.da
oduatna, pode o Governo, antes de vencerse
o prazo, revogar o prmlebio para permiltir a
todts a industria que at enlo era privilegiada.
(CoDtinua)
PDBL1C4C0ES A PEDIDO
as citaos k FiBlflBi Brota
AO BXM. SB. DB liABHfcSA. LIMA
Em virtnde da clausula 10.'ado contracto de
26 de Abril de 1856, o prego da illuminagSodes-
ta cidade regulado pelo padrao monetario Be
40O0 rs.. por oitava de ouro de 22 quilates, o
que importa ser pago ao cambio fixo de 27 d.
por l00rs.
Quando o cambio est abaixo do par, como
lem succedido durante quasi todo o tempo contracto e suas prorogagoes, a Empreza rece-
be o pagamento em papel e mais a differenga do
cambio ; o que tem elevado a despesa a quan-
tias enormes. Agora mesmo est votando o
Congresso do Estado um crdito supplementar de
61:410.000 rs., para se pagarem Empreza dif-
ferencas de cambio.
Accontecendo, porcm, em 1860 estar o cambio
cima do par, de modo (pie se podia com una
nota de 20/000 rs. obter mais de o oitavas de
ouro, oppuzcram-se os Srs. Fielden Brothers a
que reverteaM em favor da Provincia a difieren-
ra do cambio !
Quanda urna oitava de ouro custava 6000rs.,
a Provincia, nao tendo ouro. davaos 6*000 rs,:
quando urna oitava de ouro custasse 3*'iOO. a
Provincia, nao tendo ouro, devia dar os 3J300.
A pretenco desarrazoada e feia dos Srs. FieN
den Brot'.ers rnotivou a deciso proferida, em
21 de Julbo de 1860, pelo S?. Lcito da Cunlui.
depois Daro de Mamn?.
Dizendo agora que j foi reconhecido pelo
poder competente o direito da Empreza, os Srs.
Fielden Brothers do a entender que a deciso
foi proferida a favor dellcs; c copiando-a (por-
que aistoo provocamos), substituiram por etc.
etc. a parte essencial 1 E' a seguiite :
... sendo que, quando aquella differeaca se
der em sentido opposto. porque a ostilkgao do
cambio actu cima do par, tem a Fazenda Pro-
vincial de lucrar a mesma differenga, dcscon-
tando-a nos pagamentos que flzer, o que torna
perfeitamente reciproca para arabas as partes
contraclanles a condigo 10.' do coniracto
Em Outobro de 1889, succedendo novameute
estar o cambio cima do par, e tendo a Empre-
za de receber do Thesouro a importancia de
contas atrazadas, exigiu que o pagamento se i-
zesse, nao ao cambio fixo de 27 d.. como esta-
tu o contracto e sempre se observara, mas pela
taxa que vigorara no tempo da extracgSo das
coutas! O Jornal do Recife. em 30 daquel
le mez, denunciou e comba teu esta pretengo ;
que, se ringasse, prejudicaria o Thesouro em
algumas dezeuas de contos de reis Foi nessa
occasiaoyjue o.Jornal do Recite, citou por ex-
tenso o acto do Sr, Leitao da Cunba.
O contracto sujeitou o Governo a pagar em
onro, ao cambio de 27, o consummo do gaz.
As duvidas suscitadas em 1860 e 1889 deviam
ser decididas em face desta clausula e do art.
431 do Cod. Com, onde ?e declara o modo de
proceder quando 'se estipula expressamente
que o pagamento ser feito em certa e determi-
nada especie e a cambio fixo.
Ora, no contracto de 26 de Abril de 1856 nao
existe absolutamente essa estipulago quanto
| uidcninisago do material e obras da Empre-
za. Logo 6 inexacto que a deciso de 1860 te
nha sido proferida em caso idntico.
Depois de copiar at onde lhe conveio o acto
do Sr. Leito da Cunha, fez a Empreza esta ap-
plicacSo :
Eis aqui porque eu disse que tendo o Dr.
Thaumaturgo em seu laudo -estabelecido o cam
bio de 27 d. por O00,-o pagamento a que
tem direito a Empreza deve ser feito em ouro
ao cambio de 27, ou em moeda papel ao cambio
do dia do pagamento...
E agora pergunto, se isto acha-se decidi-
do como se v, pelo proprio Dr. Thauma-
turgo...
O que signilicam as palavras: ettabelectu
o cambio de 27 ? QuaI~foi a deciso do
illustre desempafcdor?
Elle considerou os pontos, em que os dous
arbitros discordaram. O primeiro ponto, e um
dos mais controvertidos, foi o terreno da fabri
ca, nraliado primeiramente pelos avaliadores da
Empreza (os Srs. Mirndola, Samuel Jones e ou-
tro) em 234.133*0 >0, e depois pelo arbitro da
mesma em 68:0005000. O Dr. Thaumaturgo pre-
ferio o valor dado pelo arbitro do governo ; mas
gem fallar em cambio, qoe de nenhum moda
viana a proposito. Os Srs. Fielden Brothers
querem que o prego desse terreno seja pago em
ouro, pelo padrao de 4*000 a oitava I Onde foi
que o Dr. Thaumaturgo autorisou tamanho ab-
surdo?!.
Seguiram-se este, artigos, a proposito do
gerdieiro da fabrica;outra casa, contigua do
engen^eiro ;armazem de materiaes-, inclusiv-
as prateleiras; casa do administrador e vijria ,
casa central de registros e reguladores ;
casa das officinas de serralheiro e ferreiro ;
quatro telheiros para retortas, depsitos, etc.;
gazometro antigo;gasmetro novo;balan-
ga ao lado do guindaste;bomba a vapor ;
galeras e canos de esgolo;encame nto de
gaz dentro da fabrica ; encanamento para
agua.
di stri-
buigo do gaz na cidade e suburbios atteudeu
o desempatador seguate divergencia que ha-
via entre os arbitros.
O da Empreza avaliou o material comprehen-
dido sob esses nmeros, e adquirido em diver-
sas epochas desde 1856, 11 gurando que todo elle
fra comprado ao cambio de 24, media das os-
cllages havidas desde 1856 at a occasio do
arbitramento.
O arbitro do Governo entendeu que nao devia
calcular a despeza feita em diversas epochas,
mas o valor ao tempo da araliago segundo
os pregos do mercado nesse tempo, e portanto
segundo o cambio ento existente.
O Dr. Thaumaturgo declaren que entenda
como o arbitro do Governo ; mas fez dous cl-
culos : um ao cambio de 27, achando como
resultado a quantia de 405:6685210, e o outro
ao cambio de 24, aerando como resultado a
quantia de 441:097*653. E proferiu esta de-
ciso :
... considerando, lioalmcnte, que qualquer
destas quantias, mesmo a ealculada ao cambio
de 24, est mais prxima de 338:258*200 do
que d*e 639:989*366 : pronuncio me pela avalia-
go do arbitro da Provincia*, isto como valen-
do esses nmeros e lettras a somma de ...
338:258**200 ..
Passaado aos muneros sob o titulo illumiua
gao publica e particular, e vendo que a arbi-
tro da Emprcia tinna feito applicago de urna
tabella de pregos estabelecida no Reg. de 22 de
Agosto de 1839 (para1*^ que damniticassem ou
inutilizassem objectos pertencentes ao servigo
da iliumiuago), mostrou o Dr. Thaumaturgo,
que a Provincia nao estava sujeita aos pregos fi-
xos e elevados impostos aos molfeitores para
cohibil-oi ;-que, pelo contracto de 26 de Abril
de 1856, o dever da Provincia era smente in
demnisar Empreza pelos pregos arbitrados na
epocia da avaliago ; e que, assim, os pre
gos do material deviam estar de accordo com os
do mercado ao tempo da avaliago e ao cam
bio do dia, regra que fra applicada a outras
verbas pelo louvado da Empreza.
Supponba-se que ao tempo da avaliago esla-
va o cambio a 13 1/2 e que, por este motivo, um
dos objectos da Empreza (que nao seria un ter-
reno, pem casas de tijolo) era avallado em 200*.
prego do mercado.
Todos comprelu-ndem que essa ava'iago mo
Uvada pelo cambio de 13 1/2, de 15 ou de 20.
segundo a occasio em que feita, nao tem na
da que ver com a estipulago do contracto de
pagar o governo o consummo do gaz ao cam-
bio fixo de 27, rato peto padrao de 4*0C0 a
oitava de ouro.
Todos comprehendem que avahar um objecto
eai 2C0O0O, por ser este o prego do mercado
sendo este o prego do mercado por estar o cam-
bio a43jl/, nao qoer dizer pagamento em
ouro.
Todos comprehendem que as palavras: o
dever da Provincia smeute indemnsar a Em-
preza pelos pregos arbitrados na epocha da
avaligo esmagam e pulverisam a pretengo
de que um objecto avaliado em 200*000, moeda
corronte, seja hoje pago com 100*000 ou com
400*030, da mesma moeda, a pretexto de que a
taxa do cambio subi ao duplo ou reduzio se
me'ade.
Nao ha forga nem astucia, que destruara esta
evidencia; nao ha esquadra inglcza nem che
ques de Mirndola; como o povo o nomeava,
celebrando o em versos chulos, para seu cas
tigo.
Urna das onnifestagOcs, com que o espirito
popular vingou, seni distingao de partidos, a di-
gnidade dos uossos governantcs (honra vos seja,
oh povo 1) foi darem o nome de Mirndola
a urna rules alimaa que corra nos noesos hy
podremos. Era apparecer o Mirndola >eo
povo a rir se !
Eem feito.
Diario de Pernambuco Quiaia-feira 5 de Maio de 1892
BBSMajBWWfaWgBBgg'"-*-"-
m Oliada, como api, e em toda a
parid, 03 enoanamea'-oa garaaa sS a asjen-
cai ras, donde partea ai deriva
quaes o desempatador nao disse urna palavra a Em todo o contracto bilateral, como
respeito de eambio: casa de residencia do en- do caio presente, ha obrigagSes e direitoa
Y.
*~sSS&&*-
Companhia do Beberibe
O escriptor aecuaador da Beberibe qne
ltimamente tem se apresentado do anony-
mo por este Diario, di ter tinalisado aua
tarefa com a discussSo da qaestSo a com
potencia do Conseibo Municipal do Reci-
fe, para tomar conta do serviso da Bebe-
riba
Basta a conaideraslo da que ob aggres
sores, os nimigos gratuitos da Beberibe
apoderam-se dessa questSo para defen-
de!-a, para se ver logo que em sea boio
tras alguma consa de mal, de prejudicial
para a mesma companhia.
Apreciemos as raaSes do escriptor boje
aaonymo.
Reconhece elle, c etessa serem yerda-
deiros os principios jurdicos por mim ex-
penaidos de que um contracto bilateral nao
pode ser alterado sem o conssnao de am-
bas as partes, e que nenhuma dolas pode
ser substituida por outrem sem o consen-
so da ootra, como o caso do Estado
e da Beberibe.
Mas, acerercenta elle, no caso vertente
nao ha obrigaeXo, do Estado, logo nao ha
inconveniente em este se faser substituir
por outrem.
Ainda mesmo que ato toase verdade, nSo
deixariade ter todo o valor o principio ja
ridico, porque no contractante poda ter se
obrigado a prestar servicos a A, sem onus
para A, e nSo querer faaer o mesmo a B,
por ruem pretende se facer substituir.
A obrigacKo para certo pessoal, e nao
para qualquer.
Outro Btm bem exquisita a theoria do
anonymo de qae em um contracto bilata
ral ao baja deveres e obngagSas de ama
parte, e direitoB de ootra. Isto nao se
dav cem no rgimen de escravidio, poiao
eicravo tinha o direito da exigir do senhor
a a'imenta^So, vestuario a trattmento me-
dico.
de ambas as partes, como se encontra em
todo o contesto do contracto da Bahe-
ribe.
Basta citar dous exemplos.
O Estado garaatio Baberibe o privi-
legio de abastecimeuto d'agoa por um
certo numero de aonos, garanta qae o
Estado ha de faaer valer contra quena
qoer que pretenda perturbar, em vista da
abrigarlo oontrabida ; e obrga-se mais
i nao cobrar da Beberibe cortos impostos,
como retribualo das ^servicos "presta-
dos.
O qae a constitucSo fez no art. 95 foi
cstabeleoer a regra de que os eacargo3 a o
.bastecimanto d'agua eram obriga^aa mu-
nicipal, da mesma forma porque no tem-
jD da monarchia competa as municpali-
cades, e no entretanto dalles tomava con-
ta a provincia, em qualquer ponto do Bra-
sil, por escassea de meios d'aquelfaa.
Mas esae en:argo, esas regra refere-se
ao qae deve ser creado e nao a existente,
tinto que no art. 129 da mesma oonsti-
tuioZo vem a restriet va da msnuteneSo
dos actuaos contractos.
E de fcil comprehensSo a rsstricc3o
do art. 129, homen'.gem a f dos can-
ti actos.
A historia que o articulista conta de
constitaicSo feita e nlo approvada, e anda
rais da nao installaoSo dosconeelhos mu
n cipaes, s visa trazer a coniusSo.
O primeiro reqaerimento que a foi
antes da conBtitui(3o do estado, antes da
abertura do Congresso, no tempo da dic-
te dura, e que ficoc Bem effaito por ter
revolvido o governador, quando aquello
requerimento cjrriainformas8e8,nao exer-
c.r mais nenhum acto de dictadura, sub-
mattendo todo aa Congresso.
O segando reqaerimento dirigido ao
Congresso, foi o qae originou o projecto
or.i emdiscaasZo no senado.
Esse projecto formulado pelo proprio
Congresso constitainte, ama interpre
tai;ao aathentca do pensamento do legis-
lador, daqaelle que redigio a constituido.
Como qae se pode admittir qne o le-
gilador conafituinte pretendesse pasaar
para a muaicipalidade o servigo de abas-
tecimiento d'agua do Beberibe, e no en-
tretanto esse mesmo legislador mandasse
q governador do estado innovar o con-
tracto ?
lato nlio dia c aromante que o legisla-
dor quando redigio a consttaiySo, como
sus palavras declaram, quera qae o ser-
vigo da Beberibe continaaase a pertencer
ao Estado ?
l&i perguatam : porque motivo a Com-
panhia do Beberibe nSo entra em accordo
para ficar sob o rgimen municipal, que
equivale ao do Estado ?
O Concelho Municipal tem grande vala,
muito o consideramos, mas raxSes impor-
tadas a isto dos levou, como pauamos a
demonstrar.
Io No contracto ha compromissos do
Estado que exceden as ttribuicSes mi-
nicipaes.
2. A Compaahia tem ci.apromis.03 no
estrangeiro, contrahidos sob a f de que
ai concest3es eram do Estado, que este
lhe garanta o privilegio, etc., e a Beba
ribe nao pode abrir mo da garanta do
Sstado sob pena de ser desleal par
com aquellos com quem contractou.
Sibe-se qae as pragas eatrangeiras s
queriaro segocos com o Governo Geral,
nao quer.am tratar nem com as provincias,
de modo qae s milita costo se obteva qoa
aquellas pracas acceitasaem a reapona bi-
lidade de algumas provincias^ mas nlo
das municipalidades.
C3mo qae esses credores estraigei-
ros acoeitaran eesa- troca de reaponsabi-
lida le, quando recusavam tratar com as
municipalidades ?
No ser abalar em moito o crdito e
confanos, dos negocios desta Companhia
no estrangeiro ?
3 A aotoridade do Concelho Muaici-
pal do Recife timita-se ao districto, no
entretanto a esphara de acollo da Beberi-
be eatende se a varios municipios.
Como qae o municipio do Recife
pode dar regalamientos para terem execu-
580 em oatros municipios ?
Gomo o Concelho do Recife pode de-
cretar a deaapropriagSo por atihdade po-
blicaem oatros manicipios?
NSo preciso ir adiante.
O governo geral, tanto no tempo da
monarchia como ao da repblica, legis-
lando sobra estradas de ferro, d z qce
seja qual for o nteresse dellas, desde qae
transpSe os limites do Estado, pasea a
ser da competencia do governo geral.
O articulista porm pretende qae am
aaico qae traaspS) varios municipios,
exercita saa acgSo em varios manicipios,
seja considerada como da competencia de
s municipio 1
Bauta.
O articulista lancou a ultima p de
trra aobre a questao, deixemo!-i em
paz.
Ceciliano Mamede.
tr.dos
O povo est sendo envene-
nado !
PARA TERMINAR
Continuando na apreciagXo da arca de
No do Dr. Alfredo Gaspar, nao podemos
nos deter na analyae de cada um dos bi
chos que nella se conten, do contrario se
ra muito fastidioso para o publico, pela
grando extensZo a dar ao trabalho, pelo
que nos limitaremos os pontos mais im-
portantes.
Tendo posto de lado, sem jamis fonda-
mentar, a questSo que o trouxe a impren-
sa, e demonstrada, como fizemos, saa im-
procedencia, passoa o Dr. Alfredo Gaspar
a formular am libello aecusatorio contra
a companhia de Baberibe, levantando fal-
sos testemonhos, e at attribuindo lhe
factos dados com oatros.
' curiosa a explicagSo do Dr. Alfredo
Gaspa:: da raz2o porque os canos de
chambo aqui no Recife, produzem bari'oeri
a em Olinda nlo 1
Aqu> dia elle, os encaoamentos slo as-
ssntad as na direccSo da roa para as casas
e em Olinda dos quintaos para a casa, e
sao em menor comprimento
Cocprehendeu o poblico a explcsgao ?
No. nem en.
cSes para as casas, com excepgao smente
dos lugares em que mais fcil e econ-
mico seguir outra directriz, mas o mpa-
gavel D.\ Alfredo Gaspar vio cousa diffe-
rent3: nao admira, pois ella prefere os
canos de guita percha.
Essa explieaeio vai de parel ha oom a
outra: no Reoife o orno de chombo fas
mal, produa beriberi porque o ar nao cir-
cula fcilmente, esta comprimido, ha
calor ; em Oiinia o cano de chumbo cura
0 beribari porque al i o ar circula livre-
mente, ha fresco!
Da modo que o cano de chomba produa
ou cura o beribari conforme ha calor on
fresco !
1 E' i upagavel esse medico, mas est
doido.
Ainda ha melhor.
Referudo se aos beribricos, diz o dou-
tor Alfred) Gaspar : oatros poderlo ter
sido victimas de engao meu e dos meua
collegas, pois nao ha molestia onde o en-
gao se tenha dado tantas vezas como o
beriberi!
Poii o Dr. declara que difficil conbe-
cer o beriberi, molestia qua tantos enga-
os tem causado, confessa que tem sido
victima em diagnosticar erradamente a
molestia e no entretanto aposentarse
como aerfeito conhecedor di molestia e as
severoa ser ella prodoaida pelos canos de
chumbo !
Dr., para que mette-se a fallar de qoe
nSo entende, como confetsa !
Essa soa supposicSo de que os canos de
chambo produzem o beriberi, se de boa
f, nao pode ser tSo errada como os da
existencia da propria molestia, segando
su confiasao ?
Agsra carregada de substancias orgni-
cas ?
Em Olinda, onde as aguas sito apanha
das em rio, .sam nenhuma provirem de
filtr;g2o, aa aguas s3o boas, como reco-
nhecemos qoe eFactivamente sao, isentas
de substancias vegetaes, aqui onde sSo
apachad s dentro de grandes filtros natu-
racs. esto contaminadas de vegetaes !
NSo se commenta.
Deixemas o beriberi do Dr. Alfredo
Gaspar, aconsalhando, porm, aos doen
tes.rie tal molestia qae fajam de consultar
semelhante medico, pois elle confessa nSo
conhecer, embora saiba a causa produ-
ctora.
Pasta o Dr. Alfredo Gaspar a querer
sa immisciir na vida intima da companhia,
como se isto nSo fosse somonte attribui-
gao ex direito dos accionistas em Assem
bla Geral. Os estranhos qoe preteudem
n'isto se involver, sem direito, s o fesem
par interesse, espeonlagao, como o caso
do Dr Alfredo Gaspar-
O qoe sejam as obras da companhia,
nSo precisa aer profsioaal para julgalas,
baita um pooco de senso eommum, e se a
companhia nlo andaos corretamente, o
governo que tem um fiscal jua'.o a tila,
j teria tomado providencias, e no cas) de
nao lhe satwfaser aa n for mago as do ras-
ca!, o mesmo governo tem a facoldade de
oomear commiss3es de ragenheiros para
examinar as ebras e dar parecer.
A Companhia do Beberibe falla com
bastante al tire 5 do besa acabado de stoas
obras, s podando ser aeausada de ter
feito besa de aBMkia>>*--.'
Os engenta i ros de obras feitis pro va-
velavmte formular So hoje pro ja otos, quan-
do durante am longo periodo ninguem se
sbalangava a tentar execotar obras nesta
Companhia.
E' sabido qaantas criticas apparecem
do qae est feito, justamente aquellos
que sSo incapazes de faaer qualqaor cau-
sa, por mais insignificante qae seja, como
por exeas po o Dr. Alfredo Gaspar, em-
bora tenha urna vida de Mathasalem.
Sa erros existem,as obras, apon-
te-03, fijando certo de que nao mere
cem con de mn agio.
Insidiosamente falla o Dr. Alfredo Gas-
par de emendas de clausulas de contracto
de ama Companhia, mas o fas de modo
indefinido.
Como trata se de ama questao da Be-
beribe, e de accusal-a, a algons talve* se
augure ser oom ella o negocio.
Eis mais ama espe cu lacio do Dr. Al-
fredo Gaspar para prodoair effeito.
O negocio f-i com outra Companhia;
nanea a Beberibe foi aoooaada por alte-
ragSeo em clausulas de seo contracto.
E assim forma s-3 on castello de ac-
cusagSas; e deate modo elle cacheo saa
arca de No.
Tratando dos canos de gutta percha
asados as derivagSes de peanas d'agua,
o Dr. Alfredo Gaspar cita a roa de Rivo-
li, em Paria.
Foi completa pilhera que jogaram oom
elle.
Onde foi qae leu isto ? Mostr o livro
O que hoave na ra de Rivoli, em
1889, foi o assentamento de fios para il
luminagao elctrica, revestidos de gutta
percha, oom o aspecto interno de tobos,
e isto em toda a extensSo da roa, e natu-
ralmente a'guem que isto vio e nao com-
prehendeo oo qois pilheriarcom o Dr.
Alfredo Gaspar arranjando a historia.
Basta saber o que gutta percha para
comprehender que nao serve para tabo
d'agua
Tudo o mais do artigo do Dr. Alfredo
Gaspar do aesmo jaes.
J est fastidiosa, aborreeendo ao pu-
blico-e preciso terminar, como o tare-
mos hoje, salvo caso ostraordinaro.
O publico sabe qae nunca provoqoei a
quem qoer que seja, e testemonhoo como
surgi na imprecas o Dr. Alfredo Gaspar,
e qaalqoer tem sido sea procedimento,
saa linguagem; e hoje, como em outras
pocas, t?nho me limitado a cumprir o
iever de rebater as aocusagoes, de que-
brar as armas da espe caleci, c-So per-
mittir qae sejam repetidas mentiras em
damno da Companhia do Beberibe.
Psrace qae a questao est acabada.
O Dr. Alfredo Gaspar mereca qoe
lhe dissesse alguma coasa em despedida,
mas nao posso deseer tanto chegaado a
He, e basta qae fivesse feito o publica
conbecel o.
Respeito e preso o publico, por sso
sapprimo a phrase final a cahir ase da
peona e fago ponto.
Mmorial
Empreza da Estrada de Ferro de
Ribeiro a Sonto
Augusto Qoigre8o Legislativo di Per
nambuco. A empreza da Estrada de
Ferro de Ribeiro a Bonito, convindo
muito agricultura deste Estado, qae se
conclaa com presteza a construegao da
mesma estrada, reqier qae, para este fim,
Be autonse o Governo a faser o empreati-
mo de 1.2C 0 000(5000, em aponaos do
juro de 7 [. ao auno, amortisaveis em
30 annos, ficando a sapplicaote obr/gada
a recolher ao Thesouro, todos os semes-
tres, as quantias correspondes aos jaros e
amortUagSo.
A supplicante offereca p.ra garanta do
Estado, todas as obras construidas e em
constroogao e todo o sea material fixo e
rodante, qae em 31 de Dezembro de
1891 attingio a 978:5063990, documento
jauto.
Pelo Dacrato n. 471 de 7 de Junho de
1890 o Governo Federal concedeu sup-
plicante garanta de juros de 6 -j. ao
anno, sobre o capital qae seria emprega-
do na construegao de 60 kilmetros e 700
metros (da Ribeiro a Bonito) ca'culado
em 1 821:0C0000.
A supplicsote j conta 22 kilmetros do
estrada construida at liba das Florea,
oficialmente abertos ao trafego publico e
tem proseguido na construegao dos oatros
kilmetros.
Dispt~3 a supplicante do material rodan-
te necessario para se fazer o trafego at
Bonito.
Esperando qoe soa justa pretengSo seja
attendida, a supplicante.
Pede a Vv. Excs. deferimento.
E. R. M.
Racife, 30 de Abril de 1892.
Jos B dlarmino Per eir de Mello,
Gerente.
Monte Po Vartn&uzz
|(0_V*^
*
^-i^iQg
DR. SIMPLICIO
MAVIG-
- 'AW.'VW^'
Este distinto clnico feste-
ja hoje o sen anniversario
natalicio ; nos o saudamos
e lhe auguramos como hoje
muitos dias felizes.
Cezario crelo da *ilva Papoula
A directora do Monte Po Po-togaez em Pe"-
nambaco, dolorosamenie impresionarda pela
norte da seu prestiinoso comp^nheiro, socio
bemfeitor e 1 secretario CEZ VBIO ACfl-:iO;l>A
SILVA PAPOULA. manda pelo deicanga eUruo
de saa alma, celebra* algaaaa3 tnis^r.s, sabbado
7 do correte mez, pelas ?eie horas e mete da
manda na igreja de Noisa Seabora do Panizo.
Pede pois, sem d istia cea o, aqueta quer que
seja, e, qoe em vida, saui) apreciar as qualida-
dcs de patrila, e amigo do marta, o obsequL' i
comparecer s esse acto religioso c de arida-e;
lindo esse deslribo?s> ee esmoas aos pobres,
por ioteocio d'alma do fallecido.
Jcaquim Ribeiro da Gama,
Director.
Manoel Fe mandes Velloso,
Secretare
Manoel J "? Virit.
Tbesourei'O.
I
Antonio Joaquina Tarares
A directora do Monte Pi Portogoez manda
rezar orna nais?a por airea do finado socio Anto-
nio Josqaim Tacares, sabbado 7 do correte tri-
geraimo dia do seo pasflamento. para cojo atu
de relurifio e caridade qae ter lagar, naqaeile
dia pelas 7 oras e mera da macha na igr<-ja de
Nosa Senbora do Paraizo renvidaacs Srs. as-
eociado8 e amigos do finado._________
Nazareth

P. M.
E. D.
5a *-*<
^Vs^
Partido atttonamista
17
Soo daqueriles qae nao se eurvarm a in-
decencia e nem a iaunocalidades de pessoa
alguma, por iaso mesmo qoe tenho me
constituido urna forga poderosa na ecca-
siao de lutar e a prol de ama causa nebre.
Esse partido qoe acaba de chriamar ae
por partido autonomista, cabio logo no
ridiculo, quando procoroo representar ae
pelo Sr. Ayres Balkt.
Quando digo partido autonomista, e-
tiro-me aos seos obeles, parque elles
mesmo faeram se oelles mesmo chri^mao
e baptisem.
A grande maiora do eleitorado deseo
rahece da entidade desse 8r. Ayres Belha,
qoe nunca o vimos Uto rordo.
Surgi ellel das breabas de Barreiros
e viodo para(qui entendeu de si psra si
qoe lambendo as patas de certas entidades
polticas sera alguna dia coasa.
Foi promjtor publico da Barreiros.
Perseguio^atrozmente e no tempo do
Sr. Visconde de Ouro Preto tanto os con-
servadores como os republicanos ; o meo
collega Dr. Gaspar de Drummood sabe
peifeitamente disso e se nlo sabe conteste,
porqoe eu nunca fui mentiroso e estive a
par dos faites os mais brilhantes de cortos
republicanos de boje, q 10 tanto insaltaram
Silva Jardim, fasendo elle sabir daqoi alta
noute e arrebentando-lhe as vidragas da
casa em qae resida, na roa do Hospicio,
depois de terem no aggredido na celebre
tarde de 22 de Julho em saa confe-
rencia.
O Sr. Ayres Bello |celebrisocaee nessa
naisaao e quando veio a Repblica, elle
tratou de botar um veo nesse seo passado
e qoer aer hoje o representante dessa re-
publica, que elle hontem apedrejava os
seas apostlos.
Eis os rrerecinnntos polticos ao Sr.
Ayres Bello I...
Eis o bomem destina io pelo partido
entono mista para nos representar; um
strapa, una Lasaro poltico, como sempre
tenho dito, empastando todo o eleitorado
pernamboesno.
Por esse rasgo mea de independencia,
os parsitas polticos, aqoelles qae s que-
rem vver do erario publico, aadam por
abi a prooarar ferir o mea mrito pessoal,
qae est muito cima da baba pegonkenta
de raes leprosos, qae at nojo ca teaho
deUes.
A minba resolugao inabalavel porqoe
vejo nella mais um servigo qae presto i
mi nha Patria v
Qae seja incluido o nome de am outro
qualquer na chapa para congressista na
vaga que ltimamente se abri, v l,
porm o Sr Ayres Bello, o presompgoao
e o Lasaro poltico, nao, mil vezas nao...
Gomo republicano de bergo, como per-
nambucano qoe ma orgalbo de ser, ea re
pilo como j diste, a pretengo de sema-
lhante homem.
Recife, 3 de Maro de 1892.
Fortunato Pinhetro.
F..llnele de I0S0 Francisco do
Carine
Emquanto nao ae acharsm verificado
os devidoa passivcs.da massa e cmquante
o* syndicos nSo tiverem prooedido as .di-
ligencias determinadas pelo decreto n. 917
de 24 de Oatubro de 1890, o f. Ilido nSo
podar ter concordado e no caso de obten
gSo nSo poder aer homologada.
Aorescerei que exiatem pravas plena
para o fallido ser inenrso no Io do art.
3:6 e art. 337 do cdigo penal, combi-
nado com-os SS 1. 3, 5 e 7 do -art. 79
e 1 e 2 do-art. 80 4o decreto n. 917
de 24 de Ootnbro de 1890.
. E' poraacto, aollaaa ratmaSo qae telai-
lic.o pretende fazer no dia 7 do mez cor-
ra ote, a qoal dever sor adiada pelo j/iix
para ob syndicos e o Dr. carador fiscal
podereraa promover as diligencias que a
lei exige.
Um credor.
Cecihano Mamtde.
C
r-?@6>aff~>
Nx>meaao
Ao coronel asna C. C.
CONSIDMANDO qne t
Nao podes vver atoa
E precisando de tabeas
De ves (aliar com o Proa ;
CONSIDERANDO qne postas
Bem pooco pagar am frete
E tiraste atvaiade
Do fallado armazem 7;


D. #.

i
-

COHfOBRA NOO que em tramo
Qae muto-aboads o cs;
Gostas ben de faaer ssscfce
E tamal o semi-n,
COWIDERANOO queosmezes '
Em qae foste Cspaisz
Nlo s tiraste alvuiade
Gomo outras canias mais ;
I

CONSIDERANDO anual
Seres um Maacel-Pernicta
E p'ra poderes dizer:
Toda esl'Alfaodega mioba



Agencia da Companhia de Se-
garos Fidelidade de LisbOi
Fago aviso a todaa as pessas ^ qoem
psesa ioteressar qoe oSr. Astmaio Ahws
Gaimaraes deixou o encargo de cobrador
desta agencia dssde 2 de Abril prximo
passado, e bem assim o de oatros servigos
da mesma agencia e dos commeroiaes do
abaixo .asignado dasde 30 do referido
mea.
Recife, 2 de Maio de 192.
Miguel Jos Alves.
BG*iOLVo: A bem do escndalo
Nomear-te Coa fe ron te.
Mudando tU toda a Alfandega
P'ra (na casa cmeme.
.
Di'ummond.
-a
Elelces de representantes
deraes
fe
Devendo ter logar no dia 20 de VLaio prosiiBO
as eleicoes para provlmeoto das vagas de tres
senadores e am deputado ezutenles na repre-
seotago do Estado de Pamambaco ao Cougres-
ao Federal,..o directorio do partido republicano
eesolveo apresentar coosieragSo e aos suffra-
gioa do brioso eleitorado pernambncano, e es-
pecialmente dos seos correligionarios, a lala de
candidatos que segoe.
Conscio de mereelmenua de qaalqoer des Do-
mes ora recommeniados ao corpo tleitcral io
Estado, e cooseio por outro lado do patriotiamo
desses meamos eleitores para os quaes appelU.
o directorio do partido republicano tem ce Usa
[de qoe a cbapa que acaba de eenfeceiooi'- ga-
otaar immediatamente a sympalbi r -tica e
obter largamente os eeft/s>jtos po;.ciares no
pleito eleitoral de O de'Mato.
Paz se absolutamente necessar.o qaa sssu
sej, porqoe s deise modo o eleitorado de Per-
nambuco mostrar a soa completa e profunda
solidariedade com a nova e brilban'.e sitsagao
poltica inaugurada no paiz pela revoljgo 'Ja
3 de Novecsarado aano.sascadc.
Nestas condigOes o directorio do partido re-
publicano, ebeio de cennanga no critaro de seca
oorreligiooarlos e em geral dos eleitores do Ba-
ndo, aprsenla Ibes e recommenda liies os ssas
candidatos as prximas eleig0?9.
Recite, 13 de Abril de 189.
Jos Iiidoro Martina Jnior.
Ambrosio Macbado da Canba Cavolcaate.
Armioio Coriolsno Tavares des Sinlos.
Dr. Josa Ribeiro de Brito.
Eis a lista dos candidatos:
Para cenadores
Dr. lysses Macbado freir Viansa (na vis
do Dr. Jos Hygino Doarte Pexeya).
Dr. Alboa Goocalvea Jleiraid^pccn:''K ('--
ysgado marechal Jos S;at0 d-a Q'.'tr.n).
Dr. Bernardo Jos da Cmara loa-vaga do <
jao-teoes*e?lredertco Gaterae dSoota*c-r
rano).
Bara deputado
1
Dr. Jos Iiidoro Marf.na Jnior.

J IU8flfl~~l
v




-flfl
, I








Affonso d Albnqaerqae Sello
No theatro de Santa Izabol, Domingo 7
do oorrente, a 1 hora da tarde, desenvol-
ver o dout pontos do programma oom
qae se apresenta candidato vaga aborta
n o Senado F deral pela morte do senador
Serrano, a saber;
A necessidade indeolinavel da protecgfto
legal aos brasileros para poderem compe-
tir com o estrangeiro, de modo qae se
constitaam senhores exclusivos da indas-
tria do commercio a retalho;
A necessidade da rgente liquidacao dos
bancos de emisso que nao poderem pagar
as suaa notas, como de seu contracto, sem
mais prejuino dos portadores de mesmas
notas; para salvar da miseria e da fome a
qae est reduzida a inmensa maioria dapo-
pulaco do pas; para salvar os capitalis-
tas da continuado daperda de qaasi dous
tercos do valor das rendas e dos joros que
est2o soffrendo, e restaurar o valer inte-
gral de seus capitaes da depreciaco de
mais d9 metade de seu valor a que os
tem reduzido a m mensa fabr.c -.cao das
notas sem valor dos bancos quando blo
emittidas.
A inscrreSo annunciada hontem rSo
possivel.
Ao commercio
. O afcaixo ascignado taz scienle a quem inte-
ressar possa qae deixou expootaoesmeale de ser
empegado da casa commerdal de seo lio, o Sr.
rommendador Miguel Joe AI ves, desde o dia 30
de Abril, e agradece as alteocoas que o mesmo
senbor Ibe dispeosou durante 29 anoos e 3 me-
tes que foi seu empreado, iacloiudo nesse pe
-iodo o de 13 snuos e 8 meses qae accamaloa o
logar de obrador e encarregado do expediente
ja agencia da companhia de Segaros Fidelidade
de Lisboa.
Recite, 2 de Maio de 1692.
AQtooio Alves (julmaraes.
*"1
Despedida
Cypriano Costa, da firma Costa Lima
i. C., retirando-se temporariamente para
a Europa, dispede Be de seus amigos e
tregueres, offerecendo lhes seus presti-
mos em qualqaer lagar eni qae se acbar.
Becie, 3 de Maio de 1892.
Elixir ante-febril Car Jos o
SEGUNDO A FORMULA
DK
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela inspe-
ctora eral da digna junta de bygfene do Rio
de Janeiro.
E'te Elixir de composico toda vegetal pre-
parado ceguodo as regras pbarmaceulicas, acn-
seli-das pelos actores modernos e de recouhe-
dda capacidade scienUttca tanto do paiz como
ao estrangeiro.
Este Elixir o producto nao s do granle es
indo das acedes pbyslologicas das substancias
como tambem pathologicas,como timbera o re
soltado das mmcnsa applicacoes nos diversos
."sos de febres de (ando palustre.
A applicaco deste Elixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais ama ves de-
moDslrou a soa eficacia ; pois 00 principio dos
primeiros svmptomas a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantados a beziga paesa a ser urna
doeoca febril vulgar apre entandu pequeas to
metales qae com a continuado do Elixir de-
sapparecem sem todavia apre a ar receios de
perigo.
Os omito attesiados publicados no Diario de
Pernambucc e Gazeta da Tarde* provam o que
disemos.
COMMERCIO
Nos caeos da febre amare la o efletio admi-
ravel, apreaeolando phenoxeoos tao maravilbo-
sos que nesla cidae do Reclfe e na do Rio de
Janeiro pouco rece o cansa a febre amarella,
menno estando o doente com vomito preto e
sanguneonestes ltimos reriodos entio ne
ceesario a applicacSo em alta dose, desprejando
a tabella ancex9.
Este Elixir ja conhecido do publico e le um
grande numero de dignos mdicos aprsenla-
do para combater os differenies iuct mmodos to-
dos eiles de carcter febril.
Por muito tempo tiremos occisiao de faier a
ipplicaQo Das febres erysipelloaas e com lao
bom reeuliado que camos admirados de lo al-
tos effeitos.
Pela praiiea ebegaroos a conbecer qae nos
ataques de febre eryspelioaa ou erysipella como
valgamente ee diz necessario o aso de 10 das
do Elixir.
Nos grandes incomtroi03 das senhoras, mens-
truacao, gravidez e aos casos de parto con fe-
bre de um resaltado mui torcerlo e seguro e
a sua co nposicSo tao simples qae nlo oUerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em desea
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos 03 dignissixos mdicos que deaeja-
rem faser uso deste Elixir em sua clnica nao se
sujeitarem rossa prescripcao. mas sim fazer a
applicacSo em harmona com os casos que dse
jarem combater, certos de qne o medicamento
de composigao innocente para o ciganismo por
mais frgil que seja.
nodo de asar
A's criaocas at um anoo 19 golas de 2 em 5
aoras em urna colber das de sopa rbeia d'agu>
'ris.
De um anno a tres 15 gottas.
Da 3 a 10 anoos em diante, 40 gottas etc.
Estas dosis devem sempre ser applicadas em
agua fra.
Deposllosi
Companbia de Drogas e Frodu< tos Cumico
Recite, ra do Mrquez de Oliodi n. 23.
Nacional Pbarmacia, roa Larga do Rosarle
1. 35.
Pharmacia Oriental, ra Eslreia do Rosaric
i. 1.
Pbarmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario d
Victoria n. 14.
Pbarmacia Martius, ra Duque de Caxias e
DEPOSITO GERAL
Vendas em grosco e a reta loo.
Roa Estrella do Rosario n. 17
PEBftAMBUCO
Casta de cada frasco de 15 grammas 5/000
Os nostos frascos sao qoadrados e coota go-
tas. N'am lado teem grvaloElixir ante febril
e no ootroManoel Cardoso Peroambuco, e to
dos os prospectos sao assigaados por Manoel
Cardoso Juaior, sendo frisos es que nao foren
assignados.
N. 153
Reclfe, 25 de Abril de 189T.
Cidado Manoel lardoso Juuicr.Acbaodo me
incommodado no dia 18 do corrate, verifique
que era febre; pelo qae mandei em soa caso
bascar um frasco do seo Elixir Adi Febril, de
quai tomei s 3 horas da tardo viole gotas, que
anda foram repetidas de 2 em 2 horas, duas ve-
res; e mais urna de 13 golas *>o dia tegaime.
de manli, eslava completamente extincta a fe-
bre.
Venbo, portaoto, agradecer-lbe o beneficio
qoe tao generosamente me prestoo.
Son com sincero racoobecimento
De V. venerador e criado,
Joaqoim Dias Jnior, empregado na merctaria
Ribeiro o. 16, Travessa das C'czes.
Eslava sellada e reconbecida a firma.
Diario de Pernanibuco
Quinta-fera 5 de Malo de 1832
toral e desos de haver apenas tomado
dous frascos desoobrio com torpreza qae
a grande oppreasSo do peito bavia quasi
completan ente desapparecido.
No entento foi continuando a ftzsr aso
delle e no fim de tres mezes se achou per-
fetamente carado, com grande asombro
e satisfagJo de todos os seus parantes e
amigos, ou riuaes ji haviam perdido as
esperanca de jamis vel o bom. Disse
tambem que desde entSo esta parte o
tem reconimendado a um grande numero
de sem conheeidos que soffriam de diffe
rentes aff< cc5es pulmonares Uo frequen-
tes as co itas do mar Pacifico, na Ame
rica do S l e que seas bons resaltados
teem sido univers.ies.
Como garanta contra as falsificases
observe se bem qaeos nomes de LammahA
Kemp venbam estempadosem lettras tran-
sparentes do papel no livrinho quo serve
de envoltorio a cada garrafa
Acha-so de venda em todas as boticas e
drogaras.
48
Anacahuita Fetoral
As carao produzidas pala composico da
Aoacahaita pe toral, alo real-
mente milagrosas
D. Clemente Silva, que reside na roa
do Estado, Santiago de Chile esjrove aos
nosso agentes em dita cidade, qae havendo
soflrido atrozmente do aatbma, pelo espa
go de mais de aete annos sem que medico
algam jimsis Ibe houvease proporcionado
o menor allivio decidio-se finalmente em
tomar da CompoeigSo de Anaoahoita Pei-
Escriptorio eonamer-
cial
Os abaizo assignados tem eatabelecido
nesta prsya um escriptorio com a dono
minacSo cima, a na Duque da Caxias
n. 72, 1. andar, com o fim do encarre-
gar-se de qnalquer trabalho ou escripta-
racSo de casas commerciaes por partidas
dobradas, simples ou mixtas, podando as
escripias screm feitas no escriptorio ou
no proprio estabclecimeoto.
PropSemsse a fazer qaidacSes tora da
cidade, (tceitam consigo8$8es, encarre-
gam se de promover a venda de productos
oacionaes, aceitando correspondencias dos
senhorea de engenhos, fazendo adianta
meatos. Encarregam se tambem, median-
te procuracSo, de receber honorarios dos
Srs. fonecionarjos publicas, assim como
alugueis de uasa, mediante moiioa com-
missSo.
Os trabalhos de escripta e os contractos
serSo feito} em saUb especiaos, para este
um, sendo que na primeira s terSo in
gresso es empregados e na segunda oe
contratantes, guardando ae todo o sigilo.
quanto s transaccSes effectuadss.
Venancio Labatut & C.
Isa Coi
lerclal
buco
de Peraani
ootac0i8 emcuis da junta dos cob-
RBTOBE8
Prafa do Recife, 4 d Maio d 1892.
Acc6es da Compaohia de Seguios Ampbvtrite
do valor realisado de 20rjJ ao pre co de par.
Ditas da Companbia d Beber ibe da valor de
oea a 90*000.
Na Bolia venderm:
10 Aceces da Compaabla de Segaros Ampby
irtte.
10 Ditas daCompaoha do Beberibe.
O presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
CsUslblo
PJUgA DO RECIFE
Os bancos abriram com a taxa de 11 d.
Ao fechar do dia o mercado tornou-se mais
rooxo mostrando-se elles pouco dispostos a con-
. na-em com a meema taxa.
Papel particular fe i negocisdo a H 1,1 e II
3/16.
PBACA DO RIO DK JASKIRO
0 mercado abri a II 1/8 b.ncario, fechando
a lid.
Cotacea de generes
SMOG.'I
Para o agricultor
dranco por 15 kilos. 7*800 a 8*600
gmenos, idem idem. 5*000 5<00
Mascavado idem idem 1*000 a 4*200
Broto secco ao sol idem idem 2*500 a 3*300
Rtame idem idem .... 2*000 a 2*200
usinas idem id Mercado muito animado.
Algede
Cota-se nominal a 10*000.
Borracha
Cota-se nominal a 28*000 por 15 kilos.
Carnauba
ata se a 11*000 per 15 kilos nominal.
Careces de mantona
3oU-se a 1*900 por 15 kilos,
Coaros
Seceos salgados na base de 15 kilos a 640 res
Verdes nominal 350 ris.
Mel
Por pipa de 480 litros 80*000 ha falta no mer-
cado.
Aleool
for pipa de 480 litros de 260*000.
Agurdente
'o pipa de 480 litros 168*000.
Carnees de algedie
Cota-se a 640 ris por 15 kilos.
nportaco
Vapor nacional Planeta> entrado dos
portoa do sal em 4 e consignado a Perei-
ra Carneiro & C.
Cal 10 saceos a J. A. C. Costella, 1
a Lanrindo F. Mello.
Chapeos 9 caixSe a ordem.
Charutos 2 eaixas a Santos comp., t
J. B. dos Seu.
Colla 10 barricas a ordem.
Farello 59 saceos a ordem.
Fir/agens 15 voluntes a ordem.
Fio 50 saceos a ordem.
Mideira 1 ciixa a R. ds. Drnsina e
consp.
Panno d'algodlo 5 lardos a Alves de
Britto e comp.. 111 a ordem, 15 >R
Lima e comp., 2 a L. Mak a comp.
Pella l fardo a Rosaback Brotbres e
comp.
Sola 1 rolo a Rodrigues J. Fernandes-
Vinho 60 narria a ordem.
Vinagre 24 bar ris a o.-dem.
Barca norueguense tBstoy Gud, en
trada de Cardiii em 1 do andante e con-
signada a ordem.
Carvlo de podra 670 toneladas a or-
dem.
Vapor francs Equateura, entrado d.a
portea do sul, em 4 e consignado a H.
Burle A C.
Xarque 500 fardos a Amorim IrmSoa e
comp., 506 a Pereira Carneiro e comp.
Espertado
RECIKB, 2 DE MAIO l B i82
tara o ft'enor
No vapor ingles Scholar, para Liverpool,
carregaraoi :
A. Martias & C, 7,400 kilos de cobre velho.
No vapor fraocex Equaleur, para Bordeaox,
car reg ram :
J. Fuestonberg & C, 13,000 grammas de coro
e 120,000 ditas de prata.
No vapor americana Finance, para Ntw
York, carreearam :
Levy & Delmiro, 16,670 pelles de cabra.
Vara o mlerior
No vapor nacional Beberibe, para Sanios,
carreearam :
Amonm Irmaos < C, 20 pipas com 9 400 litrjs
da alcoal e 85 cascos com 11,450 ditos de agur-
dente.
J. Bailar A C 50 saceos com 30,000 kilos de
assocar mascavado.
P. Pinto e C, 20 narria com 16,800 litros de
agurdente.
Compaobia de Estiva, 330 saceos com 21,003
kilos de milhr
3 patacho nacional Amula, para Rio
Grande do Sol, carreeon :
V. da Silveira, 150 barricas com 15.315 kiios
de assncar branca e 80 ditis om 5,165 ditos de
dito mascavado.
No vapor francs Congo, para Rio de Ja
ueiro, carregaram :
Cjsta & Pemandes, 3,000 maagas frocta.
No vapor nacional Otiuda, p.a Rio de Ja-
neiro, carregaram :
B. Needbso & C ICO pipas com 4,700 litros
de agurdente.
P. Pinto C, 25 pipa coa 11,500 litros de
agurdente.
No vapor nacional Rio Formoio, para o
?ara, carregaram :
E. C. Bjltrao & Irma), 300 barricas com.....
18.000 kilos de assacar branco e 300 ditas com
18,000 ditos de dito mascavado.
Amorim Irmios & C 75 pipas com 33.2:0 li
tros de agoardent; e 33 ditas com 16,460 ditos
de alcool.
Companbia de Productos Calcreos, 1,200 vo-
iomts com 69,000 kilos ds cal preta.
No vapor nacional Planeta, para Minaos,
carregaram :
J. Baltar C, 60 barricas com 3,770 kilos de
assacar branco e 35 barris com 2.975 litros de
agurdente.
0 Di4. Barros Carneiro e a fa-
brica a vapor Sinha Espe-
ranza.
O Dr. Manoel Clam entino de Barros Car
neiro, formado em acienci&s medicas e
crurgieaa pela facnldade do Rio de Ja
neiro, medico adjunto da clnica do
hospital de Santa gueda etj.
Atteato que tenho f to nao dos cigarros
denominadosMmha Esperanca e bem
assim do ramoHygienico Nacionalda
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Crai
reconhecendo pela analyse chimica a qne
proced, que o referido fumo o cigarros
nio eiiCsrram principio algam noe.vo ai
fuoc9es gstricas, sendo perfeitamente
tolera veis aos dyspep ticos.
lo fide medici.
Kecif?, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barro Carneiro.
Amorim IrmSos feC. 24 barris com 2,160 li
tros de sgaar*ente e 40 barricas com 2 852 1/2
kilos de assacar branco.
P. Pinto tC, 55 barris com 4.620 litros de
agurdente.
M. Tjvares, 15 barris com 1,410 uros de
agurdente.
E Kulback, 75 barris com 8,550 I tros de
aguardeo'e e 160 barricas com 9,055 kilos de
assuear branco.
A. Guimaries, 20 barris com 1,920 li ros de
agurdenle e 40 barricas com 2,620 kilos de
assacar branco.
Para o Pa-4, carregaram :
J. Biliar Se C, 5 pipas com 2,400 litros de
agurdente, 50 barricas com 2,300 kilos de assn-
car branco e 503 das com 30,000 ditos de cal
preta.
A. S. Cont & C, 200 saceos com 12,000 kilos
de milbo e 40 pipas com 19,200 litros de aguar
lente.
P. Rodrigues & C, 16 eaixas com 480 kilos
de doce.
M. Tavares, 23 pipas com 11,875 litros de
agurdente.
P. Pinto & C, 3 pipas com 2,300 litros de
aruardente.
E. Kmituck, 192 saceos com 11,520 ki'os de
ilbo
J. t. Carneiro C., 350 barricas com 29 050
kilos de assuear branco e 2-30 ditas com 10 504
ditos ds dito mascavado.
J. F. de Soasa, 1,500 calzas cim 19,500 kilos
de sabo
Para MiranoSo, carregoo :
F. Rrlrigues, UO barricas com 6,875 kilos de
assuear braoco e UO ditas com 6,275 ditos de
dito masenvado.
No biate Geriquity. para o Natal, carrega-
ram :
A. D. Simoes & C, 15 barra com 900 litros de
vinagre, 3 calxss e 10 garrafdes com 200 ditos
de geneora.
Na lancha Liso Bras'letra, para o Natal,
carregou :
J. A. da Silva. 4 calas com 88 kilos de doce
e 10 ditas com 8? litros de geuebra.
a barcaca Ddta, para Mi;o, carregou:
Companbia de Estiva, 230 saceos com farinba
de mandioca.
ranta ds alfaadega
CViKi DE 2 i 7 DE MAIO DS 181 2
Alcool miro ...... IQO
Algodao m rama ikilo) .... 610
Arros com casca ..o) 90
Assuear rsBnado fkiloj .... 600
Assuear branco (tilo) .... 503
Assuear mascavado (silo) ... 200
Sagas de mamonas (kilo) 126
Borrscha le leite mangan, (kilo) 1*866
Cachaca........ 270
Couros seceos espichados (kilo) 654
Couros seceos salgados (kilo) 594
Couros verdes (kilo)..... 315
Coorinhoa (um)....... 1*870
Carocos ce algodXo (kilo) ... 42
Garrapateara (kilo)..... 120
Cacao (kilo)....... 400
Caf bom (kilo)...... 1*200
ire restolho (kilo)..... 1*000
Caf moi'lo (kilo)...... U40D
Carnauba (kilo ..... 1*666
Cera em las (kilo)..... 640
Dita em trato oa preparada (kilo) 650
Canna (Pro)....... 300
Cal (litro)........ 10
Carvao d CardiiT ;:on.) .... 32*000
ffannha ce maailoc (!;;) r 62
Uenebra (Utro)...... 290
Jraxa (sebo)....... 633
Jaborandy (em (oir) kilo 200
Leite de nangabdra (kilo) 1*466
Mel (litro)........ 150
slho (kilo........ 70
Phospnalo de cal da lina Rata (tone*
lada)......... 11*000
Pelie de abra (cento)..... 187*000
Pelle de carneiro (cento) .... 145*000
Sement le carnanba (arroba) 53
Mathematicas E1 e-
nieiitares cEscrip-
tura^o Mercantil.
Venancio Labatut Hedica-se a preparar
qualqaer pessoa em eecriptura;5o mer-
cantil com 30 a 35 liefles, conforme con
tracto, contin*. a lesionar as materias
cima ra Duque de Casias n. 72,
1. andar.
I Medico e oculista'
Dr. Berardo oculista do hospital
.Pedro II, tem consultorio ra do
Bom Jess n. 9, 1." andar.
Residencia na Magdalena.
. Telephone n. 366
Dr. Carneiro da Cunha
O Dr. Carneiro da Cunh3 retiranio se para o
sul da repblica temperariamenle, previne aos
; eus amigos e clientes que o substituir na cl-
nica o De Kodalpbo Galvo com escri-
piorio ra do Bm Jess 24 e residencia na
prtc de Santa Cruz 8.
Dr. Rodolpho Galvo
D consultas de 11 al hora da Urde ra do
Boro Jefus 24 e reside na praca da SantaCrui
n. 8.
Dr. Freitas Giniares
Participa a seas amigos e clientes que
mudou o sea consultorio da ra Duque
de Casias n. 55 para a mesma ra n. 61,
l. andar, onde contina a dar consultas
de 11 a 1 hora da tarde, e reside no Ca
jueiro n. 4.
Telephone n. 292.
Dr. Marcionillo Lins
CLNICA MEDICO-CIRURGICA
Chamados a qualqaer h-ra, na sua re-
sidencia, ra do Br2o da Victoria n. 59,
2o andar, oa no sea consultorio roa
Marques de Olinda D. 4, Ia andar, onde
d^ consultas de meio da As 3 horas da
Urde.
Dr. Pontual
Previne a seus clientes e amigos qne
devem desta data em diente dirigir os
chamados para sua residencia a rua do
Riachuelo a. 3 A, telephone n. 27 que
serSo promptamente aatisfeitcs.
O servico ds consultorio c inteira-
mente a cargo do Dr. Rangel.
RegaUdur da Marinia
Concerta se relogos de aigibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometroa de
mannha, eaixas de msica, npparelho
elctricos, oculos, binculos, oculos de al
cacee, joias e todo qnalquer, objecto ton-
dentea a arte mechacica.
9Rua Larga do Rosario9
sola (meio)....... 4*303
Sement de carrapateira (kilo) 126
Sebo.......... 700
atatuba (kilo)...... 40
Faboas de amirello en- prancbors
(dnita)........ 100*
RendiMScalos pablleaa
U na m ao 31 18)2
is/SS/sfS
nada geni :
Oo dia 2 35:446*478
(don de 4 49:243*793
54:690*271
Renda do Estado :
Do dia 2 11:4391324
Idem de 4 11:474*334
22:913*638
Somma total 107:603*929
sega ida seccao da Alaadega de Pernambuco,
4 de Maio de 2892.
O thesoareiro,
Flonanj Domingnea,
O cuete da seccao,
Placido Pontual.
RBCEBEDO.UA DO ESTADO
Renaimeato do da 2 8:126*922
dem de 4 1.636*389
RECIFE Drainsge
Rendinento do dia 2
liem de 4
9:763*311
161*380
106*988
268*568
Bovimenlo do porto
Navio$ entr dos no dia 4
Buenos Ayres e escala11 dias vapor
francs Bqaataur de 2497 toneladas,
commandante Largaite, oquipagem 121
cirga varios gneros a II. Burle & C.
Bordean t e escala14 dias, vapor fran-
ela tCongo de 2492 toneladas, com-
mandante Bousquete, equipagem 124,
carga v rios gneros a H. Burle & C
Rio de Janeiro e es jala7 dias, vapor
nacional Planeta de 887 toneladas,
commandante Franeisoo Barata, equi-
pagem 51, carga vario s gneros a Pe-
reira Carneiro 4 C.
South Schields 37 dias, lugar ioglea
Rita ds 377 toneladas, commandante
Treinor, equipagem 8, carga carvSo de
pedra a Fonseca IrmSos & C.
Cardiff 36 dias, birca noruagiense
Gaudal de 372 toneladas, capitao O.
Nielseo, equipagem 10, carga carvio
de pedra a orden.
Navio$ taidos no m<;smo\dia
Bordeaux e escala7per francs *Equa-
tear, commandante Largaite, carga
varios geaeros.
Baenos Ayres e eseala vapor francs
Cong}, commandante Bousquete,
carga varios gneros.
Rio Grande do Norte barca nacional
cEliaabeth, capitSo Paulsen, em lastro.
Costa Ricalugar ingle Severn, capi
to M. Whiteirde em lastro.
Barbadospatacho ingles Genoa, capi-
llo Edaard Ho'ms, em ltiro.
ED1TES
1.a secca.Secretaria do goverao do Estado de
Peruamboco, em 28 de Abril de 1892.
Paco publicar, para coobecimento dos inters
satos, o aviso circular do Ministerio dos Nego-
cios da Justlcs, datado de 8 do correnle, abaixo
transcripto.
3.* seccao.Rio de Janeiro, Ministerio dos Ne
go -ios da Justca, 8 de Ab-il de 1892.
Circular.Teodo aseumido o carcter de Mili-
cia da Uiiao toda a Guarda Nacional da Repbli-
ca, commnnico vos qoe ao Gvemo Federal com-
petem as nomeagSea de offlclaes eobaltemos e
ca pitaes.
Sale e f.-aternidade.Fernando Lobo.Ao
governo do Estado de Pernambuco.
O secretario,
Francisco de Ass P. Rocha.
O cidadio Joj Fepps Alves da Silva,
conselheiro da Intendencia Municipal
dest \ cidade, sorvindo de juia munici-
pal deste municipio do Cab, em vir-
tuda da lei. etc.
Fago saber aos qae o presente edita!
virem e delle noticia tiverem, quo por
parte de Jos Antonio da Silva Lipa,
credor do espolio de Antonio Natto Car-
neiro Le3o, foi-m9 presentada urna sua
peticSo do theor seguinte :
Itlm. S.-. Conselheiro em exercicio do
jma municipal. Diz Jos Antonio da
Silva Lapa, socio sacesssor e represen
t*nte da arma Silva o AJvaro, credor do
espolio de Antonio Netto Carneiro LS-j,
como demonstran] es documentos juntos
aos autos do re ^activo inventario, que
os nicos herdeiroj do mesmo espolio,
Manoel Netto Carneiro L?3o e Braz Ola
vo Carneiro Leao, como representante de
sua nulher, requeraram abstena3o da
heranga beneficio do inventario. e fun
dados nesoc pedido que foi jnlgado por
sentenca, podiram altimamante a cita^ao
dos collattraea para viren addir herac-
ca.Mas, do pedido das referidos h9r-
deiros, parte questiu de palavra, bem
se vo que elles caccaitaram 1 heracca a
beneficio de inventario,, isto com &
clausula de se nSo r?8ponsabilisarem pelas
dividas do inventario, alm das forjas da
heranca.
Essa Dteiligencia, a saica que se pJe
dar, em faca da lei, fof aeeeita pelos Ler-
deiros, como se fi no requerimento que
se acha a fainas 34 dos autos, onda pe-
diram a cit-cao dos credores para allega-
ren e pro vare ni seu direito, representan-
do elles o espolio.
Istc poto, o supplicate requer a V.
S. que, chamando o processo ordem, se
digne de, considerando sem effeito o des
pacho que mandn citar pjr editaes 03
eollatcraes, mandar afiisar editaes com
30 dias, citando os herde ros .has os ere
dores certo3 e incertoa, para allegarem e
provarem o seu direito, procadendo se
qoanto ao mais na forma de direito.
Nestes termos pede a V. S. que, man-
dando juntar esta aos respectivos autos,
se digne de defarir na forma requerida,
intimados es herdeiros.
Espera reesber merc Cidade do Ca
bo, 20 da Abril de 1892.O advogado,
Jos Beaeira.
Est devidamente sellada com a verba
do sello no valor de 250 ris.
Nada mais se conticha em diti peti
(lo, na qual profer o seguate despa-
cho :
Nos autos, como requer.Cabo, 20 de
Abril do de 1892.Alves da Silva.
Em camprimento deste despacho, o
respectivo esorivSo do feito psesou esta
Observacd.0
Procedente de New York e osala fun-
deou no lmanlo o vapor allemSu pua e n2o teve communiaagao com a
trra.
41 oreado Municipal de lose
O m'jT.mtnto deste mercado no da 3
Maio foi o segninle : Entraran :
29 bois pesando 4,18o kilos.
ill k>lo de petie a SO ris
2 compartimentos com mariscos a
100 rs.
1 ditos de camarfirs a 3)0 rs.
67 cargas cem farinba a 200 rs.
7 itas de fructas diversas a 300 rs.
5 cargas com gallinbas a 500 rs.
2 cassais com gallinbas a 300 rs.
32 columnas a 600 rs.
37 logares a 200 rs.
6 sainos a 200 rs. (cabecaj
de
aMO
*200
*300
13500
2*103
2*500
MM
19*200
7*400
1420)
71 ccmparlimentns ce m ranba a 400 28*400
23J80r
27*6:0
13*500
8*000
6*300
i*OC'
*
68*000
34 ditos de comidas a 700 rs.
46 ditos com faxendas etc. a 600 rs.
45 ditos com verduras a 300 rs.
8 ditos de sameiroi a t*
9 ditos de a 7( 0 rs.
7 ditos de fressaras a 609 rs.
lalhos a 2*500
ti dilosa 2*
Rendimento da 1 a 2
Precos do da
Carne verde de 6i0 a 8)0 ris o kilo.
Sainos de 640 a 800 res idean
Carneiro de 640 a 800 ris ldem
Farinba de 500 a 610 ris a cu.
Milbo de 280 a 320 ris idem*
Feitao de 1*200 a 1*600 idem
Vapores a entrar
.Iez de Maio
229*020
469*480
698/500
Norte........
Norte........
Norie .........
Sol..........
Europa.......
Sol..........
Europa......
Sol..........
Europa ... .
Sul..........
Sol..........
Europa.......
Norie.......
Europa.......
Sul..........
Europa.......
sul........
Norte........
8nl..........
Norte ........
Sul..........
Jk/s............. 5
Enc\antre6S....... 5
Olinda........... S
Curyliba.......... 5
LaVlata.......... 7
Braiil............ 9
Paiahyba......... 9
Fmance........... 9
rolporao........ 9
Tomar............ II
CiJtadeGenooa .... 14
Baross............ 15
S Salvador....... 15
Ador............. 15
Espirito Sanio..... 17
Thames........... 19
Magdalena........ 21
Alagos........... 21
Olinda............ 24
Planeta........... 30
MaMiUao... ..... 31
Vaporea a sakjr
Mea de Maio
Norte.......Planeta........... 5 as ib.
Sui.........Enchantre*...... 5 as 3 b
Norte.......Fmance........... 6 as 11 b.
Europa......Qurttyba.......... 6 es 12 b
Sul.........La Plata.......... 7 a Ib.
Sol......... Tamar............ 9 as 2 b
Sal......... Olinda-----....... 10 as 5 b.
Sal......... Valparaso........ 10 as 3 h
Norte....... Cata de Genova---- 15 as 4 b.
Sal......... 2*anM........... 19 as 2b
Europa......Magdalena........21 as 2 b.
minha carta de ed tos coa o prazo de 30
dias, a ontar desti data, pilo theor da
qual chamo, r^queiro e cito a todos os
credores certos o inoertos do referido es-
polio de Antonio Netto Carneiro Lao,
para todo o esnteudo da peticao cima
fielmente transcripta.
E para que ohegue a noticia a todos,
mandei passar a presente, que ser lida,
publicada pela imprensa e tffisada no
lugar mais publico a do costume.
Dado e paasado nesta cidade do Cabo
do municipio do mesmo ama no Estado
de Pernambuco, aos 22 de Abril de 392.
Eu, Cianndo Hermeto Las, escrivo,
a escrevi.-Jos Felippa Alvea da Silva.
Est devidamente sellada.
Conforme com o origina!.Don f.
Cabo, 22 de Abril de 1892.O eacri-
vao, Clarindo Hermeto Lina.
DECLARACOES
Juizo da Fazenda do
Estado
Cartorio do escrivo Reg Lima
No da 20 de Maio do crrante anno
depois da audiencia do Dr. jais substituto
serio arrematados em praca publica os
bens seguintes penhorados por execucSes
da mesma Fazenda.
Urna maquina para cortar papel, em
bom estado, um armario para guardar pa-
pel, urna mesa quadrada de looro, a urna
estante, tudo usado, avaliado om 240^000
e penh arados a Mandes & C.
Annacao de mada'ra de amarello esm
frente enviiracadi a balcSo da mesma mi-
deira, tambe-u eaveraisado, existentes na
Livrari* n. 4 a rua 1.a de Margo, avahados
em 5006000, penhorados a Francisco Sta-
res QuiaUs.
BalcS> e arma930 envidracaa de ma-
deira de amarello, assim como fiteiro tam-
bem envidracado, existentes a rua de Joao
do Reg n. 33, avallados em 100^000,
penhorados a Amaral Vieira & C.
Armaco e balcSoenvernisadoa de preto,
existente! a rua do Cabug n. 2, avaliados
em 800000, penhorados a Manoel Ferteira
Pontea Malheiro.
Cofre de ferro esm b&stanta uso, exis-
tente a rua d* Madre de Daus n. 30, ava-
liado em 60(5000, penhorado a Jos Tava
res Carneiro.
O sobrado n. 47 a rua da Roda, o qual
tem no pavimento terreo 3 portas, sendo
quo ama d entrada para o andar superisr
a em si! So ; o 1* andar tem 3 vi dragas
com varanda da ferro na frante, a caera
derrabada e o repartimento em grande
estado de ruinas, assim como o predio,
que meda de largara 6 metros e 48 cen-
tmetros, e do fundo 12 metros, 65 cent-
metros, avahada em 1:0000000 ; penho-
rado a Bernardo Jos Martina Ribeiro.
Balcio de pinho com tampo de pedra
marmore, quebrada, e balauca com grande
uso, ex'stentes no acougue a rua do Pires
n. 90, avaliados em 300000, e penhorados
a Oliveira Castro ft C.
O sobrado n. 1 de 2 andares a rua de
Tjyaty, fregaeaia do Recite, o qual tem
no pavimento tarreo 2 portas e 1 janella
de frente, sendo que urna dalla d entra-
da para os aadare so por .'ores, 2 salas, 2
quartos, cosinha interna o pequeo quintal
murado, o 1 andar om 2 vidragas e
viranda de ferro na frente, ama sala, 2
quartv-s, e cesinha interna, o 2. andar 2
janellas de frente, ama sais, i quarto e
cosinha tambem interna, em estado de
ruinas, avaliado em 8000000 e panhorado
a Joa Salvador Pereira Braga.
A casa da pedra e cal n. la rua do
Fogo, fregaeaia de Santo Antonio, com
porta e janella de frenta, 2 salas, 2 quar-
tos, coainha f:a, quintal morado e peque-
o, mediado de largara 3 metros a 40
centmetros, e de fondo 8 metros a 20
centmetros, avahado em 8C0S0C0 e pe-
nhorada a Manoel do Rogo Amaral.
A casa meia agua n. 70 a roa do Padre
Nobrega, freguesia de S. Jos, com porta
e janella do trente, 2 salas, 2 quartos,
cosinha fra, pequeo quintal murado,
cacimba meieira, madindo de largara 3
metros e 10 centmetros e de fundo 8 me-
tros e 70 centmetros, avaliada em 3000,
panhorada a Anna Mara da La.
R fe, 18 de Abril da 1892.
O solicitador interino,
J. Nlcacio da fea.
Thesouraria de Fazenda
Acs possnidores de apoces convertida?
D ordem do llim. Sr. Dr. inspector dpsta the-
souraria se fas publico, para coobecimento dos
ioteressados, a declaracao fnfra :
ABm de se cumprir o dispasto no artigo 7-
do decreto n. 823-A de 6 de Ootobro da 1890,
convido es possaidores de apoces qae requere-
ram a convenio das mesmas, de coaformidade
com o referido decrelo, a declarar nesta repar-
1 cao e cus tb.'sourarias de fazendas oode ellas
esiverem inscriptas, dentro do pra*o de setsen-
la dias. se querem os seos novot '.ulosaomi-
Dativos00ao portador.
Caisa de Amortlsacao, 8io de Janeiro, 26 de
Fevereiro de 1892.M. A. Galvo.
Tlissouraria de Fazenda do Estado de Per-
lambaco, 31 de Marco de 1892.
O secretario,
Jos Gomes da Silva
Thesouraria de Fa-
zenda
Rectiiimeotode notas
De tfrtem do Sr. Dr.i uspcc'.or liz se publico
qoe, por deIiber>cSi <* n ta administrativa da
cana de amortisa^u, tai sestil de 23 de Feve-
reiro ultimo, presidida pplo Sr Ministro da Fa-
zenda, fii prorogado at 30 de Junno deste ana:.
o recolbimento da3 notas do Thesouro de 10O e
SC'OOOO, da 5* estampa, em circtfacSo.
Thesouraria ae Fazenda do Estado de Pernam
oaco, 19 de Marco de 1892.
O secretario,
J. Gomes da Silva.
Contraria
DO
Senbor Bom Jess k Viasacra da
Igreja da Sania Cruz
De ordem di mesa regedora desta contraria,
convUo pela segunda vez a todos os nossos ca-
rissimos irmso3 para compare:erem em nosso
coass orio no dia o de Miio, s 7 horas da 1.00
te, UOob de reunida legalmenle a mesa geral,
pro:eder-se aeleigao da nova mesa regedora
qae em de reger a mesma cnfraria no anno
coupromisal de 1892 a 1893, de cor.formidade
com os arts. 31 a 43 do compromieso qne nos
rejre.
Consistorio da cnfraria, 1- de Maio de 1SP?.
O escrivo,
Sebastia Amaral.
-m
-
\


<)


Diario i) Pernambuco Quitra-feira 5
D
I
CAMPO G5R1TDE
DERBY CLUB
DE
PROJECTO DE INSORBPCO
Da 19a corrida a realizar-se domingo 15 de
Maio de 1892
1." PAREO 15 de MAIO809 metros. Animaes de Pernambuca que nSo
tenham ganho, salvo a corrida de 31 de Janeirj de 1892. premios :
2003003 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
t. PAHEO- DERSY-CLUB850 metros. Animaes de Pernambaco. pbe-
mios : 2030000 ao primeiro, 500030 ao segundo e 200000 ao ter
ceiro.
S. PAREO PRADO PERNAMBUCANO 950 metros. Animaes de Per-
nambuoD. premios : 250000 ao primeiro, 70S000 ao segundo e
255000 eo terciiro.
.' PAREO IMPREN3A PERNAMBUCANA- 1.40O metros.- Handcap-
Animaes nacionaes. premios : 4000000 ao primeiro, 1000000 ao se-
gundo e 400000 ao terceiro.
a>. PAREO LIBERDADE-859 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho cesta oa auior distancia. PREMIOS : 2000000 ao pri-
meiro 590000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
G. PAREO ORD3M900 metras. Animaes de Pernambuco que nao te-
nham ganho em distancia superior a 1 .C09 metros no Prado e Derby.
premios : 2OD0OCO ao primeiro, 500000 ao segundo e 200000
ao terceiro. i
f. PAREO TRILH03 URBANOS959 metros. Animaes de Pernambuco,
que nao tenham ganho no Prado em 1891 e no Derby em 189?,
premios : '000000 ao primeiro,4 500000 ao segundo e 200000 10
terceiro
." PAREO FRATERNIDADE -900 metroi. Animaes de Pernambuo qas
nSj tenham gaaho nestes ltimos 6 meaes, salvo acorrida del de
Janeiro de 1892. premios : 2000000 ao primeiro, 500000 ao segn
do e 200000 ao terceiro.
Observares
De accordo com o ait. 5. do cdigo de corrida), nao poderlo fer inscriptos
nos pareos Derby Clab os animaes Maurity, Maranguapo, Piramon, e Pyrilampo,
no pareo Fraternidade o animal Maurity.
A inacripcao encerrar-se-ha terya-f ira, 10 de Maio s 6 horas da tarde
na secretaria do Hippodromo a ra 15 de Novembro n. 55, Io andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 4 de Maio de 1892.
SERVINDO DE SECRETARIO,
PERNAMBUCO
AREALISAR-SE NO
Dia 8 de Maio de 1892
Principiar s 11 horas da man ha em ponto
Momea
!
Pello
Natura
lid.
Cor da vesti-
menta
Proprletarlo*
------------
l." Pareo-CONSOLACAO-800 metros. Animae3 de Pernambuco que nao tenham ganho
premios nos pndos do Recite. Premios : 400*000 ao i. 40*000 ao 3.' e
20*000 ao 3..
Cood. Fraternidade.
J. de Oliveira.
J. N. da Silva.
Silva t Rib9iro.
Antonio de Mello.
Coud. Perdigao.
J. N. Ferreira Gomes.
_ Tordilha 51
'ilabima.... __ Castanho - 51
Templar 51
arcbv u 51
Itocacio..... 51
Nciv Yjrk... 51
i'ensamento.. 31
Ooro e preto.......
LiEtrado...........
Amarello e ixo
Azul e branco......
Encarnado e preto...
Encarnado e branco.
M. Lopes Vieira
OBHXG-AgOES
h.
PROMOTORA
Emprestimo emittido pela Compathia Promotora de
Insdustrias e Melhoramento?
Essas acreditadas OBRIGAC.OES vencern os jaro de 4% o anno, pagareis
em cada trimestre e s2o recg&tadas em sorteios trimestraes com premios, sendo o
menor de 250000 (25'1, de agio sobre o pretjo das obrigacSea) e haveudo outros de
5O0COO, 5O0OGO, 1000000, 2C0000, 5000000, 1:0 00000, 2:CO30OOO, alm doa pre-
mios maiores de
25:000^000
50:000^000
c 100:000^000
Cada obrigscSo entra successivameate nos sorteios trimestraes, at ser reega
lada, recebendo o juro no tim de cada trimestre.
SSo g&rantidas por bypotheca sobre os bens da Companhia que possue impor
tintes propriedades, como a ilha de Marambaia, as Usinas de Santo Ignacio, Firme
a, Cuiambuca, Fabrica de Deis Irisaos em Maoei, outras mnitas propriedades e
mais conoesf3es de estradas de ferro e us'nas, a cuja realisacSo vai ser empregado o
resaltado do emprestimo.
O 1* sorteio teve logar no dia 31 de Marco prozimo p sisado, tendo tocado 12
premioa as obrigacoes vendidas nesta cidade, os qus es esto sendo pagos, bem como os
joros vencidos do trimestre fiodo no Escriptorio da Companhia.
Pre^o de cada obriga^ao 20J.OOO
ts Sorteio
No dia 30 de Junho de 1892
Maor premio de resgate no segundo sorteio
10O:O.0O#P0O
Acham-se as obrigacoes a disposico do pu-
blico nos seguintes estabeleeimentos:
Banco Popular, ra do Imperador n. 22:
Casados Srs, Martins Fuza cfcC, ruado
Crespo n. 23.
Escriptorio da Compankata ra do Torrea
i. 42, 1. andar.
Faculdade de Direito
Por esta secretaria se fas publico qae
fica aberta at o dia 10 de Maio prozimo
vindouro, s 2 horas da tarde, a concur-
rencia para a imprcalo de 00 ezemp'a-
res da lista geral dos a ornaos matricula-
dos nesta Facaldade, com a declaracao da
d'iacSo e naturahJade de cada um.
As pessoas que pretenderen cootractar
-.esa imprsalo deverSo apreaentar pro-
n otas em cartas fechadas e coropetente-
nente tclladas, at o referid da 10
Ne3ta secretaria se dar 83 informaeSes
f. esclarecimentCiB c'e quo precisarem o
ocurrentes.
Secretaria da Facaldade de Direito do
Kecife, 20 de Abril de!8(J2
O secretario,
8. Araii) Faria Rocha.
inspectora de Hy-
giene.
Inspectora de Hyine Publica de Per-
Lambeteo.
Em virtude do qae dispSe o artigo 63
1 regulamento que baizou com o decreto
B. :C9 de 18 de Janeiro de 1890 esta
pectoria faz publico, pelo praso de 8
das qae o cidadSo Jwe Pascbcal de Car-
valho Rehallo, Ifae dirigi a eogointe pa-
r lo com os documentos que satisaaem
, ; exigencias do artigo 67 do citado r.v
i amenta. Ao cidadSo Dr. Inspector de
;rene Publica.
) abaizo assign&do dezej-ndo abrir
una pbarmaoia no povoado denominado
Ipojaca, termo do metmo nome, deste
Estado e prorando com os documentos
jautos acbir-Ee habilitado par ezercer a
arte pharmaceutica, prwando iguslmente
com attestado da Intendencia Municipal
ser necessario ama pharmacia em dita
localidado visto nlo ha ver no termo phar-
macia.
Ped r vos qui digneis conceder-lhe
licer.51 s. licitada.
Neates termos Dede deferimento.Ipo-
jaca, 25 de Abril de 1892.Jos P<*s
choal de Carvalho Rebollo. Estava tolla
do com o tello do Estado.
declara que se 30 dias deo~. r
ultimo annuncio, nenhum phai.nceutico
formado communicar a eata Inspectora de
Hyine a resoluclo de e&Ubelecer phar
macia na citada localidade, cenceder ao
pratico a licen'.a requerida.
Iufpectoria dj Hygiene Publica de Per-
nambuco, 27 de Abril de 1S92.
O secretario,
Jos Quilkerme da Silva Dtiarte.
Mente Pi Fortuguez
A directora do Slor-te Pi Porluzoez, resolvea
em seseao de tioj?, que em dcorooslraco de pe-
ur'ptlo fal'ecimt-Qto do seu socio b:mleitor e 1*
f eerelario, Cetario A. da silva Papor la, se enrer
rafsj o espedate, da secretaria at o dia 7 do
eorrfnte.
Secretaria, 1 de Maio de 1892.
Mjnoel P. Vetlozo.
Banco de Crdito
Real de Peroatubnco
O senboro accionictcs sao convidados a rea
issr cl o dia 90 de Mato prximo futuro, na
ede 00 Bsdco. a ra do Sommercio n. 24. urna
entrada de o 0/0 do valor mensa! de :oas te-
tes, ou iOiOCO por accio, coxpl-.tando sssim
40 0/0 do e^pits subscripto.
Recite, 2t de Abril de 1892.
lianoel Joo de Amorim,
Presidente.
JjE Psostiao Porto,
Gerente.
1."Psrro-PRADO PERNAMBUCAXO800 metros-Animaes de Pernambuco que nSo tenham
eaoho prem os no Dirby em disia.icia superior. Premios : 'OOOOO ao t.'
404000 ao 2." e 20JS0O.
UiQO.....
AllyStoper.
1 i nao-----
Collector...
fio Sraude.
Preto.......
Kodado......
Castanho......
Russo.......
Rodado......
Pernamb.. Si
51
c 53
55
< 53
Corpo bran. mang. pr.

Ene, bonet preto. ..
Encarnado e branco...
Coad. Rosaiinbo.
9
Coud. Ia de Junbo.
J. J. dos Santos Jnior.
M. M. Fonseca.
3. pareo.PR0GRE5S0900 metrosAnimaes de Pernambuco.
SOJOO ao t.< e 23*000 ao 3.
Premioi : 2304000 ao 1
Talispher...
ans souci..
l'nPI......
Haranguape.
I'lutao......
Rodado
Baio
Alazao..
Rodado.
Pern.
53
53
55
55
35
A:nl e branco......
Ouro c branco.......
Branco e encamado.
Encarn. prtto eouro.
Preto, bancoe ene.
J C de Uraeida
D. A L. Mallos
Francisco C Rezende,
D'. B. B.da F. Filno.
Cond. Nernndio.
4.' PareoPRADO DA ESTANCIA1750 metrosAnimaes nacionaes at meio sangue.
mos : 400*000 ao l, 100*000 ao V, e 40*000 ao 3*.
Pre-
Niniccbe...
Nanolitano.
Veloz.....
SirOco.....
Zaino....
Caatanho.
R. de Jan.
S. Paulo..
R. de Jan.
54 iVerd, ouro e bonet br.
56 Esca lat., ene. e pana
54 Azul c preto.......
36 lAzul e ouro.......
Cju i. Brasileira.
Coud. Temeraria.
Cond. Internacional.
5. ParcoDERBY CLU8 DE PERNAMBUCO(.450 metros. Animaes deparo sangae.
Premios : 300*000 ao IV 100*000 ao 2' e 50*000 ao 3.a
t:ittv.i........
Gypsy......
''esper.....
Zaino.......Franca___| 69 iVerde e ooro........ICoudelaria Eiffel.
Alazao......llogUterra. D7 Corpo br. emanga pr Coud. Rosannho.
* I 54 [Rosa e preto.........jCosia A Fernande?.
6.a PareoHIPPODROMO DO CAMPO GRANDE-850 metrosAnimaes de Pernambuco que
nao tenham gsnoo premios em distancia superior a I 001 metros nos Prado*
do Recre e egnas do Estaao. Premios : 00*0u0 Ia, 40*000 ao 2.a e 20*000
ao 3.a
\'ermouth.
ltw Yoik-
tlyd.......
t a'.ono...-
Tordilho....
Alazao......
Rodado .....
Tordilbo.....
Pern.
55
51
53
51
Ocro e preto.........Coud. Fraternidade.
Encarnado e preo... (Coudelarla Ferdigao.
Verde e amarcUo.....Coadelaria Salgado-
Violeta e ouro.......,Cnod. Fraternidade.
7.* PareoCONCLUSO800 melrosAnimaes de Pernambuco qoe nao tenham ganbo
em distanda superior no Pndo e H ppodremo. Prenos : 200* ao Ia, 40*000
ao V e 20*000 ao 3.a ,
Glet....... flautista..... ^^ Castanho Per nam... 55 55
i'hanseo Ida......... > OS 55
Verde e encarnado...
Ouro e azul........
Encarnadoe preto...
Encarnado e azul.....
Rosa e preto........
Coud. Pombal.
X. A. Babia.
Coadelaria Perdigao.
A. Costa.
Coud. Ida e Volta.
8.a Pareo PROSPEIUDADE800 metrosAnimaes de Pernambaco que nSo tenbam ganho
nos Prados do Recite, nos ultlmos 8 meses. Premios : SCO* ao *', *0* ao
I. e 20* ao 3.a
Trsnstal, ex
Malin.....
]>otoai.......
Arcbivoo.....
turante.....
Templar.....
Russo...... 51 Amarello e rezo. ... 1. N. d Silva.
Castanho. ... 57 Branco, preto e ene Silva & RibeirJ.
Caxito...... 51 *
Castanho---- > 55 Coud. Monriscau&
Rodado....... 51 Amarello e roxo..... J. N. ds Silva'
OBSERVACOES
i
O espediente para esta con ida encerrar-se-ha sabbado 7 do coi rente, a
3 toras da tarde, na Secretaria do Derby Club ra Duque de Caxiaa n. 20 1-
ancar.
Os forfaits serSo recebidos at sabbado s 3 horas da tarde.
O secretario,
Thesouraria de Fa-
zenda
Matricula de Etfprtzv e Com-
panhia diversas
De ordem do Ilim. 8r. Dr. Inspector
e de conformidade com a circuUr da di
rectora geral das reada* publicas do i
TItesouro Nacional, stb n. 2 de 5 do!
correte, faco constar a quem interestar
possa que fica marcado a pertir detta
dsta, o praso do trinta dias para ser re
querida a esta Thesouria a matricula das
companhias, empresas ou particulares qae
g<.sam de iienclo do direitcs de consumo
cni viitjdc das concessSes geraes feitas
as estradas de ferro e aos engecbos cen
truet, pelos decretos di. 6995 de 10 de1
Agosto de 1878 e 10393 de 9 de Outu-
bro de 1889.
Outrosim, oa respectivos requerimen
toi serSo instraidos com documentos au
tenthes que prOTom o seguinte :
Ia. O titulo da companhia ou empreza
ou o nome do occesaionario ;
2. A le, decreto e contracto d c cessao ;
3. Si gosa de garanta de juro peto
ge verno federal oa federado de quaLo e
sobre qae capital;
4o. Si a obra ou aerviyo que deter-
m nou a concecslo eat concluida cu *em
ei ecuySo e neate caso qoaodj deve ser
concluido ; tudo de accordo com os es.
1, 2, 3 e 4 do art. 4 do decreta n. 947 A
dt 4 de Noremb o de 1890.
Em 18 de Abril de 1892.
O secretario,
J Gomes da Suva.
S. R. J.
oeledade Her-rali va Ju veniade
Si o txir.ordinario rm commeao'(ao a ra-
ternid-je des brafilt iros em 14 d rorrete
L'a para os socios subscripto-es e notas ra a
'onies cem a laaicacao da mo-aa do convida-
ou, em pj-'er Ce qualquer um dos comp nenies
J roo'iniEsao encarreeada do carao.
R-c e, 3 de Maio de 1832.
0 I secretario da commif64o,
_____________ Braolioo de Miranda.
Prado Pernambucano
De conforndade com o artigo 5 do
cdigo de corrida, fui deliberado pela di-
rectora que nlo a:ra admittido a icacri-
pc2o at o dia 30 de Junho do correte,
nos pareos de animaes de Pernambaco
o animal Donraciho.
Kecifa, 2 de Maio de 1892.
O secretario.
J. Al ves.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem decidadao cspao directer des'e
arsenal, d s ribu-vse costaras nos dias 5, 6 e 7,
com s coslureiras poseuidoras das guias de t
l a CO, de conformidafle com as ordena em vigor
Sfcr;ao das cesturas do Arernal fe Guerra do
Kitado de Ptroamburo 2 de Mvo de 1892
Banco Emissor de
Pernambuco
Aclis m se a disposicjlo dos Srs. accio-
nistas es documentos a qae se refere o
art. 147 do decreto n. 431 de 4 de Ja-
lao de 1891.
Recife, 1 de Maio da 1892.
Jos Marcelino da liosa o Silra,
Director secretario.
TIIEATRO
. Empresa M l Baria
Hoje, Quiita-feira, Hoje
Por ultima vez
A somnmbula vagando no ar sem ne-
nhum ponto de apoio.
Hivera trem para Apipucos e Olinda.
Bonds pa-a Magdalena, Afogas e Fe mandes
Vitira.
________________A'a 8 1|2 horas.
instituto rcbeologico e (eogra-
phico Pernambacano
Quinta feira, 5 do corrente, a hora do cosame,
haver Eesslo ordinar a.
Secretaria do Instituto. 3 de laio de 1892.
0 1." secretario,
___________________Baptista Regneira.
Companhia deTecidos
Paulista
Sao rogados'os senbores accionistas a recolbe-
rern no ts.riptorio a ra do Box Jess n. 1,
pavimento terreo, os recibos passados pelo Sr.
Jos Adolpio Rolngues Lima. 03 qaaes j se
acham credaios as resoectiva? eaatelas.
Renfe, 3 de Halo de 1833.
Jos Antonio Saraiva Jnior,
_________________Director secretario. ________
Companhia
Refinadora Mercantil Assncaseira
4.' ibamada
Da accordo com o que preceila o art. 15 dos
estatotos desta companhia, sao convidados os
senbores accionistas area'isarem a quarla en
(rada do capital razio de 10 0/0 ou 10000 por
accio, at o dia 14 de Maio prozimo viedouro,
das 10 horas da m;nh ?*3 da tarde, no caes do
Cspibaribe o. 54.
Recife. 14 de Abril de 1892.
Jas Josqnim da Cosa tfaia
__________ ______________Presidente.________
Companhia
Restingo e Tanoaria Mechan!-
ea Parahjbaaa
Chamada de capital
De ordem de Sr. director presidente, sao con-
vidados os8enhorrs cionicus desta companhia
a ealisziem a teiti entrada na raiao de 10/0
oa 30* por accio, at o da -0 do ccirente, no
largo do Corpa Santo n. 2.'
Recife, 11 de Abril de 1892.
MancerLopes de S.
Banco Popular
Os eeobcr's a:cioDisias fo convidados a vi-
rem snbstitoir os recibos das entradas de capi-
tal, pelas respectivas cautelas, em todos os dias
uteis, na sed<; social i roa 15 de Novembro nu-
mero 22.
Re ce. Viril de 1892.
Albino Narciso Maia,
_____________Director secretario.
3." Convoca^So
Hippodromo do am-
po Grande
Assembla geral extraordin ra
SSo convidados de novo os Srs. -ccio-
niataa para reunirem-se em assembla
geral extraordicaria no dis 8 de Maio
corrente as 6 1|2 horas da tarde, ra
o Imperador n. 55, 1." andar para deli-
beraren! sobre a reforma doa ettatntoa.
A assembla geral funecionar com o
numero de Srs. accionistas que compaie-
cerem.
Secretaria Jo Hippodromo do Campo
Grande, 4 de Maio da 1892.
Servindo d> secretario,
M. Lopos Vieira.
Servic^i Municipal-
Di ordem do Sr. Dr. prefeito da mnnlcipada
de do Recife, faz te sciente aos propietarios das
casas onde cao foram feitss as calcadas, que em
virtode das dispo.-tces iegaes em vigor e cons-
tantes do art. 112 l- e 2- do t.tolo de lei n.
1129 de 20 de Julo de 1873, modificada pelo
rorjselho monicipal do Recife e de accordo cona
oedital de 1' de Maio de 1890, sio obrigados ao
cnmnrimtoto da lei citada, mandando construir
<-s alladidas calcadas, e para isto podem re que-
rer livremente a esta rerartl;o.
Esgotado o praso de 30 dias, estas obras serio
feitas executivamenle por corita dos respectivos
proprietanos.
Escriptorio do engeob *iro da manicipalldade
do Recife, 4 de Maio de 1892.
Ufrcolano Ramos.
Oorreio geral
Malas a expedir-se hoje
P- lo vapor orasileiro Planeta, esta admitas
tragio expede malas para 01 portos do norte,
ecebende impresses e objectoa a registrar al
2 horas da Urde e cartas ordinarias at as 3,
ou at a entreea das malas com porte doplo.
fcdminisiracar 103 Crrelos do E.tui > He Per
aambuco, o de Maio de 1892.
O chefe de ercio
Epiphaoia de Luna Freir.
MACTBD:
Lisboa e Poi lo
A barca p rtngccss 'J'aulin; recebe carga a
freie cara os referidos pontos ; a tratar com
Amorim I'mios A C.
umpaabla Pernamkueaaa de
vesaveslo
Ssta cempanhia mantem as seguintes H.cnai
guiares de navegacio:
*ort, tocando eos portos da Parnjba, Nata
cauo, Mos&ur, Aracaty e Fortaleza, partindi
leste porto um Eatiuete a II e 2o de cada mea
iuJ, com escala pelos portes de Maceio, Peo*
lo, Aracajd, Estancia e Babia, sahindo dest*H
wrto a 14 e 29 de cada mes.
Fernando de Nortnka, partida no mea 3 d<
Mi.
Sis Formoto e Tamandar, sabida a 28.
Rio de Janeiro, (directamenie) parte o paqaes
t 25 a 30 do mee.
Rio Grande do Svl, (viagem directa) sane Os
5 a 20 do mez.
Tacos os paquetes sio no vos, tem excellen!
iccommodaces para passageiros e para c:
i 03 pregos sio mnito redazidos.
Os passageiros encontram, apar do bom tfs-
amento, todo o conforto desejavel a bordo
tm paquete.
Os paquetes qne tazem as vlageas ao Rio ai
aneiro, alm de terem todo o que se encentra
103 paquetes moderaos, accresce que fas tt va
teni em quatre dias e o preco de paseagerj
la l.> ciasse 60*000.
0 paquete empregado na viagem para o
raede do Sal e smente para carga, e tem o
alado adequado a entrar no porto daquello Es-
ado em qualqoer occaslio.
Recebe se tngajamento de carga por qnar.t-
1 ade lixa paia todas as viagens.
Outrosim, a companhia expedir paquetes
^ordinarios desde qae haja carga para o esta-
mento completo de um paquete.
"sen 'orio, da Companhia Pernambncaoi
1 'i_________._______________________
Lloyd Brasiieiro
faec^fio de navegaco
DA
SMFREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO NORTE
O paquete Brazil
Jomdandante o capitao de fragata Pedro
Hyppoyto Duarte
E' esperado dos portos do sal
at o dia de Maio, e se-
guir depois da demora do
costume para
Parahyba, Natal, Cear, AmarracSo, M>-*
ranho, Para, Obidos o Mandos
As.'encommendab sero recebidas at 1 bota
lo ta'de do dia da sabida, no trapiche Barbosa
10 At%3 do Corpo Santo n. ti.
Aos .rs. carregadores pecimos a soa atiene*)
?ara a clausula 10* dos conhecimentos, que :
No caso de haver alguma reclamasao contri, a
xEipanhia, por a varia oa pe.-da. deve ser feita
Mr escripto ao agente respectivo do porto di
leecarga. dentro de tres dias depois da finalj-
izda.
Nao procedendo esta formalidade a companhia
lea isenta de toda a reBponsabilidr.de.
Para passagers, fretes e encommendas ln
-a-sa com os
AGENTES
Pereira Cameiro& C.
6mmr Ra o Commercio= 6
1 andar
rslk? k
Rio de Janeiro, Rio Grande do Su, Pe-
lotas e Porto Alegre
Vapor nacional Venus
E' esperado des
portos dosel Mu-
es pcu:os diae.
Recebe carga a trete para os referidos partos
a tratar com
Amorim Irmos & C.
MI lail Steam Pactei ei-
g m
O vapor La Plata
jJPflyi E' esperado da Burepa at o dia
jB Pr. de Maio segoindo de-
ttfpoiB da indispensavel demora
para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, encommendas, passagens e
nbeiro a frete trata s com os AGENTES.
di-
O vapor Tamar
E' esperado dos portos do sol
at odia da Malo de 1692
segoindo depois da necessara
demora nara
sboa, Vigo e Southamptcn
Reduc;ao de pattagrif
\*a UaettlU
Litos 1* ciasse *0 30
t'Soniamptonl'claase 28 tkl
Camarotes reservados pan os passageiros da
Pernambuco.
Para passagens, frotes, encommcndu, trata-p
:os oe
AGENTES
4 morim Irmos & C.
N. 3Riim do Bon JessN. 3
Estrada de Ferro de
RibeiroaBjnio
Nao se lendo reunido, po- falta dP norxen.
a ; ssembla geral ordinaria, convocada para 20
do me prximo pafsado. fo novamente convi
dacos os ski bjres accionistas pira o dia 12 do
corrate, to mel dia. na sede da eocieiade, ra
Deque de Caxias n. 7i.
Recife. 4 de M io de 1S92.
Jos Bellarmino Pereira d Mello,
Gereote.
CHARGERS REUNS
Companhia Francesa
DK
\aveearao Tnpor
Ldnha quinaenal entre o Havre, Lisboa,
Pereambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Parahyba
Commandante Luce
ENTRARA' NO PORTO
E* esperado da
Europa al o dia
9 de Maio <
seguir depois da
__________ jecesaria demo-
ra para
Baha, Rio de Janeiro e Santo
Roga-ee aos Srs. importadores de carga pelos
rsporii8 de3la linba, qaeram apresentar dentro
le 6 das, a contar do da descarga das alvaren-
i qualqoer reclamajao coacernente a volme*
ru porventora ten.atn segnido para os portos
lo sul, afim de se poderem dar a tenpo as pro-
ridencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nSo
ie responsabilisa por extravies.
Recebe carga, encommendas passageiros,
p.ra es quaej tem excellefltes accommodacoes
4 rata: com o
AGENTE
Augusle Labille
9RA DO COMMERCIO-9
: omaiia Patina He Ka-
PORTOS DO NORTE
Ceor, Camossim, Amarra^So c Pai
O PAQUETE
Rio-Formoso
Commandinte Azevedj
Segu no dia do coi-
rente ta horas do tardr
para 03 portos acirxa indi
cados.
Recebe carga, encommendas e dinheiro fr<
le at s 2 horaa da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Ca s daCorwanhiaPernambucma
%12

4
*~

i
*
-" I


I



'he United States and Bra-
zilM. S. S. C.
O vapor Finalice
A's 11 boma
No armaiem roa do Marque* de Olicda
d. 48
0 agente Gusmao, competentemente aotorisa
do (ara Uilfto da bvpoieca cima mencionado.
Diario de Pernambuco Quinla-feira S de Maio de 1892
E' eaperado dos portea de
sul at o dia de Mato
segnindo depois da demo
ra indispensavel para o
aranhS, Para, Barbados,
Thootaz c \ewVork
Para carga, paesagens, encommeuds
nhni -o a (reta : trata se com o
AGENTES
Henry Forster &. C.
8Rna do Commercio8
AVISOS DIVERSOS
e di-
1 fndar
.EILOES
Qointa-feira, 5, deve ter lagar o leilao d
ficb.3 averiados, bem como certes de vestidos
de cretone ecambrais, e duas pecas grandes de
merino p'eto, fazenda cova e de gesto, no ar
mazem da ra do Boayeiu* n. 45.
Sabbado, 7 do correte, deve ter lugar o
leilao do sobrado do Largo da Assembla n. 17,
edificado em chaca proprios, avallado em 8:0004,
e que reade annualmeote 1:080*000, pelo que
torna se um ptima embrea j de capital._______
Francez lastroido em d versas lingose, c:s
checendo perfeitamente a Europa e pdenlo se:-
vir de interprete, (fferecese para acompanhar
atguma familia, ou tambeon para ensinar meni-
nos em qualquer engeoho : pode ser proco-ado
no mercado da Boa-Vista n 1.
Ceaatlo a
cto da Uva
pou'a
r-
Preclsa-se de um criado para copel.'o : em
Olinda, rna de Mjthlas Ferrelra n. 10________
Vende-ae por i OOOCOO urca casa em ter-
reno proprio, na fregoeiia de S. Jos ; a tratar
na ra de Santa R la o. 10.
Na roa de D. Vidal n. 70, roero-aria, preca
a-se falra- aos Srg. tsente Joao Pi da Silva
Valencae Bernardino de Souza Azevedo Campo!-
a negocio que Ibes d,z reapeito. _____
Leilao
De cortes de vestidos de cretone e cambraia
branca, bordados, dnas pecas de merino preto
entestado, por occasiao do leilao dos tic t
a variados.
Quinta letra & de Halo
A o meio da
Agente Pinto
Ra do Bom Jess n. 45
AMA Nj raa de D. Marta Oesr n. 3,
precisa de urna ama para catiohar._________
Precisa se de duas amas, urna para coai
nbar e outra para meninos : a roa Vidal de Ne
greiros n. 176. ______
__Precisase de urna ama Ue leite ; na roa de
Matblas Ferreira n. 10, em Olinda, paga-se mui-
to bem.
Manoel Gnao da Silva Papoula, Jos Doarle
da Silva Papoula, IX Caudlda Augusta de Souza
Papoula (ausente), D. Virginia AugU3'a de Souza
Campos (insente), parlicipam aos leus amigos e
do tinado, qua (oi Deua servido chaira- a Ub
santa morada seuirmo Cesarlo A:urcio da Silva
Pspoula, victiaaade um tvpho, e que por ordem
superior se teve de fazer o enterramento com a
malor bre-idade, pelo que nao se pode fazer
convites, d.i que pedem desculpa, e esperan 8C-
ceitarao'o convite pa-a as missas qne masdam
rezar no di 7 (sabbado), stimo do seu p-ssa
ment, as 8 horas da manba, na lgreja do con
vento da S. Francisco, confeseando-se gratos por
er te acto religiao e carida
miIEM EXTRiORDINilU
y
97-000
CAIXA
KILMETROS POR MAR
N.
DO CRRELO
EJO DE J^XTEIRO
ENDEREZO TELEGKAPHICO MBLORA
86
RIO
Leilao
De diverga duzias de marroquins de cores, mon-
thom, e carneira amarella, limpa e avahada
Quinta-feira, 5 do correqte
A's ti horas
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 48
POR ISTERVENgO DO AGENTE
Gusmao
Agente Oliveira
Leilao
De urna grande casa terrea com sota corrida,
rna da ConceicSo sob n. 43. t ndo no pavimen-
to terreo 1 porta e 2 jaoellas de frente, 2 salas,
2 qoartos, corredor ao lado, cosinba, quintal
murado, no qual tesa t quario?, agua encana-
ira, 1 quarto do spparelbo ; e na sota que
corrida tem tambem 2 salas, 2 qoartos, 3 ja-
aellas de frente, corredor iodependente, pinta
do de novo e em terreno proprio.
Quinta-feira, 5 do corrente
4o meio dia
No armazem ra do Imperador n. 39
O agente cima, per mandado e com assisten
da do Esm. Sr. Dr. juiz de direito de orpboa e
auzentcs e a requerimeoto do ioveotariante dos
bens deixados por Auto Jorita Ceneja da Silva,
levara a leila a dita casa.
s Srs. preiinientes .desde j aodero exami-
nar a referida caa.
Leilao.
De fichas avadados
Qatnta-feira, 5 de Maio
Jk's 11 horas
RA DO EOM JESS N 45
O agente Piolo levar a leilao por conta e risco
de quem pertencer, differentea duzias de fichus
avariados. parte da caixa MR n. 234. descarrega
da de bordo do vapor allemao Babia, cem ava-
ria d'ogua do mar._______________________
Agente Britto
Leilao
.
De movis
Sexta-feir, 6 do corrate
Raa da Imperatrixt n. 2. Io andar
Doa3 mobilias, balcao envidrando, camas,
lonjas, vidros, qoadros, pedra para lavatorio e
muitos obiectos.
A's 10 1(2 horas
Leilao
de urna excellen'e corrente de ouro de lei pe-
sando 13 oitavas e um relogio de apurado gosto
todo de ooro, patente inglez, descoberto e bom
regulador.
Sexta-feira, 6 do corrente
A's 11 horas
por occasio do leilao de movis, na casa ra
da Aurora n. 109-A.
POR IJATERVENgAO DO AGENTE
Gusmao
Leilao
D
lou-
movis, piano, espelbo, lustre de cristal
cas e vidros
Sexta-feira, 6 do corrente
A's 11 horas
Na casa roa da Aurora n. 100 A
Constando:
De 1 mobiia de mogno, 1 p'ano do febricante
Carou, 1 espelho oval, 2 jarros, 2 escarradeiras,
meia linda mobilia de Jacaranda com cadeiras
de balanco, 1 relogio de parede, 1 lindo lustre
de crystal com 3 bicoB, 1 cama franetza, 1 im-
prtante commoda de Jacaranda, 1 bonita estan-
te e mesa de jacaraada, 1 guarda 1005a, 1 mesa
para jantar, 6 cadeiras de amarello, 2 ditas para
crianza, 1 linda costureira, 1 candleiro de ferro
para sala de jantar, arandelas. 1 grzude lote de
ferramentas para marcineiro, loucas para almo-
50 e jantar, copos, clices e muitos outros objec-
tos de casa de familia.
O agente Gusmao, autorisado far leilao dos
movis e mais ol-jectos cima mencionados.
Leilao
Do sobrado de 3 andares do Largo da
Assemblea, n. 17, avahado em......
5 00OS0G0
O referido sobrado da esquina, com jaoellas
no oito, em frente de urna raa, tem aol&o io
terno, edificado em ch&03 proprios, rende an-
nualmente 1:030*000, eacba-se em ptimo es-
tado de con8ervacao.
Sabbado, 7 do corrente
A's 11 horas em ponfo
No armazem raa do Bom Jesaua n. 45
O agente Pinto levar a leilao por mandado e
em pregenfia do Ulm. Sr. Dr. joiz da provedoria
o sobrado de 3 andares do Largo da Assemba,
n. 17, pertencenle ao acervo inventariado do
finado Jcs Pinto da Cnnha Teixeira, com 3 por-
tas de frente, 2 ditas no o.Uo medindo 16 me-
tros e 25 centmetros de comprimento, 7 metro-
e 20 centmetros de largura, Isto as 11 horas do
dia sabbado, 7 do corrente, no armazem da ra
do Bom Jetus n. 43.
O mesmo sobrado pade ser examinado nos
diaa 5 e 6, das 10 horas da manba is 2 da tarde.
Leilao
De urna hypcibe a no valor de 17:0944303 no
engeabo Tipy, moente e corrente, alto na barra
e Naiuba, da comarca do loga, do Estado da
parayba do No-te.
Segunda-feirt) 9 do Halo
Realejos de flauta com msicas modernas
do paii, cosmoramas com lindas vistai; vende
se ua rna do Imperador n. 8._______^_____
PIANO. Veade-ee um mano bom, quai
aovo, de bom autor, e com excellentes vozes,
por prec.o commodo ; na rea do Imperador nn-
mero 8._____________________-
No becco doa Ferreiros n. 6, precisase de
am criado qe tenba boa conducta._________
Aloga-se o sobrado roa da Roda n. ii.
com bons commodos, teodo sotto e muito fres-
co, com agua encanada, por preco razoavel ; a
tratar na ra do Caboga n. 16, a Ventarosa.
Aluga-ge o sobrado da rna da Roda n. 46.
com bons cemmodos, tecdo sotao, muito fresco,
e agua encanada, por prego razoavel ; a tratar
na rna da Cabuga n. 16, a Ventarosa.
Geni pal jo e laranja da
trra
Ni fabrica de viobo de caj' e outras truclas,
comprase em qoalquer porgao eeoipabo, laran-
ja da trra maduras, e ostras qualidades, doces
ou azedas._________^________ '
Criado
Precisa se de um criado : a tratar na loja das
Estrellas, rna Doqne de Cixias n. 86.________
Patacoes
Compra-se de toda* as nacoes ; na ra do Ca
oug n. 9, ioja de A o gusto do Reg._________
Padaria da ra D. Mara
Cesar n. 30
O propietario deste estabelecimeolo contina
a chamar attencao di sens numerosos freguezes
e do publico em geral para as saborosas bola-
chas denominadas Pedro 2-, Urano e Imperatrix,
cojo fabrico feito lodos os diaa uleis, para me
Ib jr e bem servir, previne a (alsiflcacao das ms-
alas com o mesmo formato, cujas se vaodeeo-
volveado, manda-se levar qualqoer pedido.
Rarto e Raronesu de Fecheins, feridos de
dor pela marte de seu sobrioho e atilhado, Joo
Manoel Pootoal, mandam rezar urna missa na
capellae =eu engenno, no dia sabbado, 7 de
corrente, sstimo dia do seu passamento, e para
ete acto de caridade convidam todoi 03 seus
rirentes e amiROS. Eogeobo Cabega de Negro,
de Maio c e 1892.
Tdephpne-123
a to
Cneii Amelia de Sonsa L-eao
A Raromisa de MoreBOS, euas Breas e georos,
participam a seos pareutes e amigos o fallec
ento de ana muir estremecida filha. irma e
cuobada, I.jnex Amelia de Sonza Leao, e os con-
vidam pan assisiir as mis as que em ntenjao
de sua alma se tem di celebrar no dia 6 do ca-
rente (sexta-feira), stimo dia do sen passamen
to, na igreja matri da fre nio, s 8 hars, e na capella do engenbo More
nop, s 9 horas da manba, confesando se
dos eternataente gratoa.
!
Frzncltca Hontclro Lorien
Jof Frociaco de Bego Mello e eua Jamilia,
agradecem profondamente do intimo (Taima a
todas as pessoas de sua de sua familia e as com
misases de varias sociedades que se aprsenla
ram pelo espirito caridoso e religioso, para
acompanhar oa restos morues de eua prezada
sogra e mal, sua ultima morada, e de novo os
convidam \ ara aasiatir es niissas por alma della
no stimo (lia do seu passamento, que tero la-
gar no da 6 de Maio, na matriz de Santo An-
tonio s 8 toras.
.000 kllMTROS POR TERRA
A VOLT A. DO MUNDO
mCMJINBO MA VISITA PRXIMA OPOSITO DK CHIC 1G01893
Um doa m jlhores paquetea da marinha mercante, com los elctrica e todos os apparelhos inais aperfeigoados e meder-
&os, sabir do Rio de Janeiro no principio de Agosto pros mo futuro, se at o dia 25 de Maio 100 passageiroa se houverem ins-
criptos para aaer a vUgem.
As pasaagens sSo nicamente de primeira c'asae e seu numero ser limitado a cem. O paquete nZo recebe carga e em
cada po.-to que tocar haver bastante tempo para os Srs. passageiroa visitarem as suaa localidades mais celebres.
PORTOS DE ESCALA
Rio, Babia, Pernambuco, Barbados, Jamaica, Havana, Nova-York, Queenstowo, Cardiff, Pourtsmcuth, Londres,
Antuerpia, Brest, Porto, Lisboa, Gibraltar, Argel, Barcellona, Marsclba, Genova, Nopoies, Messina, Athenas, Constantinopla,
Alaxandrina, Suez, Aden, Bombai, Colombo, Batavia, Peath, Adelaide, Sidnev, Melbourne, Numa, Manilha, Hong-Kong, Tokio,
Honolul, S. Francisco, daqui se visitar a Exposigao, Acapulcho, Panam, Guayaquil, Valparaso, Punta-Arenas, Montevideo,
Rio de Janeiro.
A demora nos portoa varia de am para quaronta dias, tendo se em vista a imperfaacia de cada logar. Escreve-se
pedindo folheto explicativo.
Por especial tavor dos directores d'O PAIZ nos foi permittido servirmo-ncs do seu eecriptorio, tito roa do Ouvidor
63, no Rio de Janeiro, ende um noaso empregalo attender emisSo dos bilhetes todos os dias entre meio dia e trea
o.
horas
. Cosinheira
Precisa-se na roa da Unlao n. \l._________
Paga-se bem
Precisa-se de urna boa cosinheira; a tratar na
ra da Soledade n. 82.____________________
Eogommadeia
Precisa se de urna boa engommadeira : a tra-
tar na ra de Paysandu' o. 19.
Cosinkwra w 00-
sinh^iro
Na roa de Santo .Elisas. 10, Eapinbei-
ro, precisa-se um bom cosinheiro ou cosi-
nheira ; paga-ae bezaj____________.
Profeasora
Precisa se contratar urna profesora para lee
ciooar bem portugaez. piano e algama consa de
francez, em am engenbo prximo da estacao do
Cabo ; a tratar na ras do Livramento n. 31,
primeiro andir__________________________
Criado
Precisa sede am criado, coja Idade regule d*
6 a 18 aDnoe : na ra do Paysandu' n i9.
Vapor
Vende-ee um vapor com caldeira, ambos mui-
to bou-, do amigo svatema, e em perfeito estado
de conservacio, quasi novos ; a tratar na roa
Mrquez de Olinda n. 56, 1- andar.__________
Compra-se
Urna casa com sitio, dentro cu fora da cidade ;
a tratar na ra do Imperador n. 79, 1' andar,
escriptorio do lado o caes 12 de Movembro, das
il horas do dis s 3 da tarde.
t
D. lulalla 4o Carato Felj
Bairdo
Priacilaoo Brrelo e eua familia convidam
seu; prenles e amigos para assistirem as missas
e memento que por alxa de sua prezadijsima
mi D. Eol lia do Carmo Feij Ba reto, mandam
cflebrar ni capella do cemiterio publico, as 7
bora da achi do di; 6 do corrente (sex'a
feira) trigeiiimo do seu passamento, e desde j
aeradecem eternamente.__________
limo Manoel Ponlual
Joao Correia da Cuaba Ribeiro e sua senhora
mandam ce ebrar ama miasa no sabbado proxi
mo, 7 do corrente, as 8 bcaas da manb. na ma
tris da Boa- Vista, por alma do sen prezado ami
go JoSo Maroel Pootual, stimo diado seu (alie
cimento, para a qoal convidam aos seos pren-
les e amigo? e os do finado. Aos que accederem
antecloam Ihes seos mu.toa seraflecimentos.
t
gnea Amelia de ousa Lefio
Antonio ele Souza Leo. sua mulher e dlbos,
ter do recebido a infausta noticia do lallecimento
de sua semiire lembrada irm, cunada e tia,
Ignez A. de Sonza Leao, convidam 03 s- ua pa
rentes e. amigos para assistirem as miasas que
mandam retar pelo descanco de sua alma, na
mitriz de Garanboos. no dia 6 do conenlp,
borus da manb, stimo de seu passamento
tacipam sua g-atidao.
as 8
an
Arrendamento trien-
nal do engenho Pe-
dras de Fogo do
municipio de 4g*oa-
Preta,
No dia 14 do corrente as 12 horas do
dia, na sala da Intendencia Municipal e
com as formalidades do estylo, ir a prsca
publie :, a quem mais der e maior lacee
offerecer, o srrendamento triennal do n-
genhoPedras de Fogomoente e jr-
rente-; motor a vapor, com 'todas as obras
e mais dependencias; servindo de base
a avaliacto de 2:7006000 annuaes ; quem
nelle qoaer lancar, compareca habilitado
na forma da lei.
As condicSes constam dos respectivos
autos.
Recie, 2 de Maio de 1892.
Cope
Precisa-se de um copeiro
n. 28, Recife.
iro
na botica franceza
Precisa se de um bom
Payjand n. 19.
Cosinheiro
cosinheiro
na ra do
Criado
Precisa-sede um
Larangeiras n. 1.
criado ; a tratar na roa das
Attencao
Constando que Jos Evangelista S Cavalcante
pretenda vender terrenos do sitio da Estrada No
va, deixado por meo confiado Antonio deHollan-
da Cavalcame, previce-se que ninguemfaca ne-
gocio*, pi'? nao perteocem ao dito S Cavalcante
Jos Paulino de Almeida Catando.
t
da tarde.
Bacqueiro London Sf River Pate Bank, ra de S. Pedro n. 2
Chefe da expedidoCapitao Melville H ra.
Administrador, A. Wertheimer; medico, Dr. Sebastiao M. Barroso:
thesoureiro, R. F. Andrews.
Ageste en PerHambncoTheod. Chnstsanse, roa do Bou km n. (8
t
Angelo Miguel ale Sonsa
Anna Vtctorina de Carvalbo Sonza, s- as Gibas
e entiados, convidam aos sens prenles e aml -
gos e os de sea fallecido marido e pai. Angelo
Miguel de Souza, para assi-tir as misass que nc
stimo dia do fatleclmento delle, mandam rezar
no dia 7 do corrente mez, na Santa Casa de Mi
sericordia, em Gojanna, n\ matriz da cid; de da
Escada, e na capella do engenbo Pitimbu' da
comarca do Cabo, pelo que te ccalessam a todos
sotnroamente agradecidos. ________________
Ama
Precisa se de urna ama que saiba cosiobar
bem ; a tratar no largo do Corpo Santo n. 13,
primero andar.
Ama
Precisa-ie de orna ama para cosinbar
da Imperatrix n. (1.
na ra
Ama e eriado
No pateo de S. Pedro n. I, I. andar, precisa-
se de urna ama que doro na referida casa, e de
um criado menor.
Ama e criado
A tratar na roa do Commerc.o n. 3>________
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba cosinbar e
comprar, para casa defamiu ; na ra do Cabu-
ga n. 14, rflojoaria.
Altta)
Precisa se de urna ama para todo trabalbo de
casa ; em Santo Ama>- is Salinas, estrada do
Limoeiro n. 4. :_.
Ama
Precisa-re de urna ama que saiba cosiobar e
engo-nmar ; na ra do Bom Jess n. 8, segundo
and r. ^^^^MM_^M
" i saww ii '^'
Amas
Precisa-se de ama p;ra cosinbar e outra para
engommar, lavar e arrumar, e de nm criado, to-
dos qne dormam em cafa dos patrOes ; na ra
do Hospicio n. 81.
LOJA DO POVO
ttRua do Crespo -M
a O proprietario deste importante estabeleoimento resolveu liquidar por menoo
de sea valor os seguintes artigos.
A saber:
foiles liaos e com flores a 240 ra. o covade.
Ditos phantasia o qae ha de novidade 320 o covado.
Etamice com 3 lj2 palmos largura a 200 o covado.
Oretones claros e escuros a 320 e 700 o cavado.
Uem em cortes com barra a 500 um.
Creps pretos e braceos lindos padrSes, de 1^000 o covado por 500.
Grranadine de seda, de 2)9000 o covado por 1200.
MadapolSo de 730O0, 80O0 e 9^000 a peca.
Dito francez (20 varas) a 100000 a peca.
Oortes para Golletes de fustao a 10500 um.
Orando sortimento de brins de todas as corea e precos.
Jersey para roupas de crianca e Senhoraa (novidade).
Oortes de vestido de cachemira a 250CCO.
Cortea de cambraia bordadas de 15UO0 a 305CO0 um.
Merinos pretos para todo preco liaos e lavrados.
Capas de cachemira lavradaa para Senhora (novidade).
Um saldo de merinos de qnadro a 600 o covado.
Camisas franceaaa de 30000 a 60000 orna.
Liado sortimento de cortes para caifa.
Lindo sortimento de oaaemira para casacos de Senhoraa.
Voiles de IS para lfOOO o covado.
Ditos de algodSo grande sortimento.
Stamines de cores a 440 o covado.
Batracio ingles dos melbores fabricantes a 20000 o frasco.
Grande e lindo sortimento de meiaa para Senhoraa, bornees e crUnoas.
Panos de crochets para sota e cadeiras

-



IK<
!
>>
Jumo noel Ponlual
D. Cordoljca Velloso da Siiveira Ponu*l, sin-
cerammte arade:lda s pessoas que asststiram
ao enterro de sen presado Gibo, JaSo Manoel
Pontuai, cotivida a seos prenles e amigos para
ouvirem mineas que manda-rezar por sua alma,
no 7.* dia de sea (allecimenlo, sabbado. 7 do
corrente, na ma'riz da Boa-Vieta. s S berrs da
manba.
Ceaario rapoula
A junta administrativa do Hospital Portuguez
de heneficeniia, profundamente sentida pelo
oassameoto ce seu prestirnos consocio Cssario
A. S. Papoulc, manda rezar urna missa pelo
eterno repou pital, s 8 bons do ca 7 do corrente. Sao con
vidados os sccios desta pia iostituico, e os pa
reoles e atjeos do tinado.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia, 3 de Malo de 1892.
Augusto Feroundes,
i- tecretarjo.______
u. Biia ITunrehu* cavaicainie de
Albuquerqne
Gerelo Fk'iano MartiosdeAlbuquerque, seus
entesaos, irm&o, sobrinhas e cuchado, agrade-
cem aos paredes e amigos que se dignaram de
acompacbar a sua ultima morada es restos mor-
taes de sua indaasa esposa, mi, cunbada e tia,
D. Rita Francolina Cavalcante de Albuquerque,
e de novo convidam para assistirem a missa que
mandam reza* na capella do eogenho Coyambu-
ca, sabbado 7 do correte, s9h(NS, e desde
jS aotecipam aeu eterno grailecimento.
t
Antonio ttoanes de Manon
Jos A. Coulo Vianna manda celebrar missas
sabbado 7 do corrente, s 7 1/2 horas da ma-
nb, na matrit da Boa Vista, celo descanco eter-
no de seu anigo Antonio Gomes de Mallos, e
para aasiatir io acto convida aos prenles e ami-
gos^dofinado ___________^^^^^^^^^^
(oitlo doaaea de afsttSaa
A coofraria do I. Coragao de Mara, manda ce-
lebrar urna mista sabbado, 7 do corrente, s 7
horas da man ai, na matriz da Graca, pela alma
de sen finad) presidente Antonio Gomes de
Mattos.
Ama
Precisa-se d ama ama para tratar de daas
criaocas, que siji crioula e de meia idade, dan
do atistalo sua conducta, sendo a dormida
em casa de seus patrOes, paga-se bem ; a tratar
ra ra do Livramento n. 1, sobrado.
Ama
Precisa se de ama ama de idade para tratar
de des e pessoa ; na roa da Gaia n ;62, tercei-
ro aadar, das 2 horas em dlaote._________
Ao commercio
Jpo Francisco L?i!e, tendo de relirar-se tem
porariamente para a Europa e nao podendo pela
prestesa de sna viagera ir despedir-se peesoal-
mente ce lodos aqaelles que ibe dispensuram s
sua amizade, o faz por meio do presente, oSere
cendo-lhes o sea prestimo na cidade do Porto.
Deixa. como sea procurador particular, ao Sr.
Romau Jos da Silva Marques, e como seas pro-
curadores commerciaes sos Srs. Fr ncisco Jos
Soares, Antonio Pacuno Telles e Florindo Jos
Baplista, na ordem em que vo seguidos.
Declara finalmente, que nada deve nesta praca
e nem fora della.
Reai'e, 29 de Abnl de 1891______________
Car arios do Imperio
Vende-se na roa de Santo Amaro n. 5 A, ta
verna.
Altlttjio
Novidades e preces baratos
i. 1 mt m mmm i. m

En^enho Ronda
Manoel da Cmara Pimentel consenhor
e rendeiro do engenbo Ronda desta co-
marca communioa para o conhecimento e
devidos effeitos de quem couvier qae o
referido engenho, cujo srrendamento trien-
nal vai em basta publica requerimeoto
de Hisbello Barbosa da Silva, se redas
unicmente ao edificio e casa de vi
venda arroinadissimos pelas suas antigui
dades, e que todas as obras e bemfeito-
rias, j i em elevado valor perUncem ex
olasivamente ao abaizo astignado, qae
atar como tor de seos direitoi.
Cidade da Victoria, 20 de Abril de
1892.
Manoel da Cmara Fimenlel.
Saias brancas bordadas para senhoras.
Casacos brancos bordados para senhoras.
Camisas, idem, idem, idem.
Vestuarios a Jersey e Malh.i para meninos e meninas de 60, 70 80, 90 100 e 140
am facto,
Toalhas de linho com bico crivados de bico, diversos precos.
Casacos de Jersey para senhoras grande sortimento.
Dito de cazemira de cor.
Capas e vezites pretas para senheras, cazemira e seda, diversos precos.
Crotones franceses muito largos, cores e brancos a 500 rs. o covado.
Toalhas de lioho e al o2o para mesa.
Quardanapos linho e algodSo, grandes e pequeos.
Cintos de cores de 240 a 400 rs.
(Tnsr&o braceo fino.
nadapolSo francez com 24 jardas de 85, 9f e 100003 a pega.
Brm pardo liso para vestido a 400, 500 e 600 o covado.
Sargelim de corea e brance a 320 o covado.
Camaa bordadas lioho puro com 4 ("rochas e 1 talhe todo igual.
MantilbAB hespanholas.
mu & po aiusspQ
XT. 21
u

ds FIGADO FRESCO de BACALHAU, NATURAL B MEDICINAL
O meibor qu txiit; poii oOIr a mmim !,' rocompenm* na
to'?*o UNIVMMt as PAMIX 31 1 M9
RecolUdo desde 40 annob, em Franca. In
enuR
latalra _
Falto, Toasa, Tmaras, fifola da ralla, etc.
X muitommiamctiroqutu Wmulmdqut conlim mittot ItUut aui aiOlmoa bra
da iroraao-a mi wanJyah tu pv4tr am tnn* atrft du iun pnprUdtdts eurlnt.
-l aa trwM mkWHAM. w* isnlurii ** Ozoa t Ftbrionti.
meo propriitario : BOOO, 3, Rae Gastighona, P*rl,E an todas uhuikui
lado desde 40 annob. em Franc. Ioflatem, Hestvinha, PorlneiJ no BraxU
ReaabUcas Htopano-AmeTicanu, pelos trmetra madteaa d laiiBSii
i s Crtaoaa rsakMeaa. Iaaoa fraea, contra as SMleattaa do
m


Diario ele Pernambnco Quinla-tra 5 de Mao de i892
i
h
i
Recebaran* novo sonimento de tecidos americanos e
os artigos segur tes que sao verdadeiras pechin
chas !
Voilcs iraitucio de lSs, pairCes lindos a 360 o corado.
Lines decOres, bonitfc escolha, cores firmes a 400 o dito.
Percales par vestidos a 263 e 320 o dito.
Foularoincj, sortibeato completo 440, 500 e 560 o dito.
Merinos-pretes 2 larguras a 15200, 15603 e 14800 o dito.
dem icein lavrado* h 1$2G0 o dito.
Cacemiras, pura \~k a 2C0 e 2f 600 o dito.
FlaneiUs isas de eflres, para vestifoa a 500 o dito.
dem ibas de quadrinhos a 5C0 o dito.
Cassinet^s tinas, imitando cbsemi-a a 8C0 o dito.
Brins HoUand) para vestrr.os a 500 e 600 o dilo.
dem braceo psia caleta a 1^600 e 20G0 a vara.
QuarcicSo de crochet par ctdeiras e sof a 8$C00.
Toalhao de labyrintho riqnissimss a 40|J0O0.
dem felpudas para banho a l$i$0C0 e. duzia.
Camisas de Amellas a 245 e 285 dita.
Seroalas de bramante, bordadas a 165000 a dita.
dem de !:u':o superiores a 39000 a dita.
Cretones encordados para coberta, lindos dcsanh'-s a lp400 o meti.
Bramantes superiores a 25000 o dito.
Coberas de ganga 2 pannos a 31400.
Colxas francesas a 45000.
Cortinados bordados 241000 ( sSo de 305000 ).
Lencos brancos fiaos a 35000 duzia.
Guardanapos de linbo adamascados a 75003 a dita.
6 sacos preto3 de cachemira para senhora a 155000
adapoiSes largo, americansa a 105 o 125000, 24 jardas.
dem pelle do ovo, superior 85500 24 jardas.
Algodao nacional superior a 75000, bastante laigo.
Panncs para mesa para todos os preces.
Ficha) de renda 15200.
Ditos de 15 fina a 55 e 65000.
Grinalda e vea para noivaa a 1250CO.
Setins broncos o damacs para todos os precos.
Colzas de crochets para ncivas 105000.
Caoibraias V :torias e transparentes baratissimas.
83rtimento completo de casemiras francesas, sarjas, cheviots, pannos para fardas e
xo-i rinda aretes para roapae.
As venias em grosso com descorito de 14 [o
RA DUQU DE CAXIAS
1T. 59
LDJA B ARMA2BM
DAS
AlCflTRAO CUYOT
v ^ jn 4iji jf v* >i
Ajfjeyxsjfxxxa
sulas & Licor
imHmiimmimmiv
Goudron
Guyot

o que servia para as experiencias feitas nos seto grandes hospitaes de Pars contra as Cottstipapes, as
Bronchiten, a Anthma, os Catarrhos dos bronehios e da beaslga, as AffeccAes da pe le e
o ec#e*lm. Por suacomposicBo, o Alcatr&o de Guyot participa das propriedades a&guadevichy, sendo no en tanto
mus tnico. a razBo porque* de urna notavel eficacia contra as molestia do estomago. Como todos
sabem, do alcatr&o medicinal qac se tirflm os mais efficazea principios antispticos; eis porque durante os fortes
calores e quando grassa aualquer epideaia, o Alcatro de Guyot urna bebida preservativa e hygienica que refresca
e purifica o sanguo. As capsulas de fluyot nao so mais do que o Alcatro de GuyDt puro, no estado solido.
de aperar que Mta prepara?So se|a, em breve, universalc.ante adoptada. > FreJltur UUS, 1(41 do IcqiUI 8. Lili, ea firi.
| Rtcusi-s. oomotendo(iiiit:itao,l"aiautr nt" Je Aiotro deGayot[Lkorou Capsulas) que nlo lote o enderezo: 19, ra Jmcob,Pariz.
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e*+++*S**r+++*++m*m*+S**^**d>*rir>r^^
^^T?MP057i
sA
tiataeirto tela Ittpeotorla dt Hjtim* do Imperio do iruil.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN:
m
Frep-r.$ao ^Igin&s maia oficaa cor.tr as
MOLBSTIASSECRETAS
do que as famosas Capsulas nnireremltnente reeontntendadun pelos Hettieo*.
__L'xoa oslas (eom instruoract ecupictas paai o traumento) can feralmente dentro de ame semana,
WTMWB, mowm tt v, m liverfool. xtaxs, Lxscitmni rrtrmrt, em Londres.
GRAGEAS
deCepahlba, Cubtbm
Ratanhla e Ferro, Bismutho
Alcatrto, Tereberrthlna, *
NJECCAO

[Hygienica e Pretervadert
se/n causar
Kddente altura.
As GRAGEAS FORTN, forSo as primeiraa que obtiveram a approva(;iio da Aeodemia
de medicina (1830) e que adoptaiaa-w us Hospitaes. Cnram as molestia secretas,
mais rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicados.
A INJBCQ A O FCRVIN' e seopre recommondada como o complemento da medicable.
33roBiturica sm Pemambuoe : FEAN* XoZ. da SIL"VA Sm O*.
S%sT^^tys^a>-^T^a>-ea>#e>tTaMa^a^a^awa>A-W
Para a cara tffica t prompta dat -'
Molestias provenientes de im
pureza do Sangue.
F urna loucura andar a fazer expe-
riencias coi misturas inferiores eom-
eistas dsdro'rn. ordinarias ou de plantas
digenas coja ciflcacia nao confirmada
pela selenciu, emquanto qne a molestia
cada vez vai ganhando terreno.
Lancem mo, sem demora, de om re-
medio garantido caja eflicacia seja facto
sssignalado e inquestionavel 1
O Extracto Composto Coxcxxtrado
rB SalsapRrilha de Ayer conhecldo
e recommerrdado pelos mdicos mais in-
telligentes dos paizes adiantados, ja
durante 40 annos.
Centenas do militares de doentes
tm colhiJo beneficios do seu emprego e
sao ostras tantas tcstemunhas da sua
eflieacia positiva e iucomparavel.
fHKPtBtno PKLO
DR J. C. AYER & CA.,
T owell, Mass., Est.-Unid^
r
Tendo recebido um completo sortimento de todos os art'gos abaixo deada^toa
raos da America, vende por menos 25 9[0 que em outro qualquer estabelecimanto
e liquida os segointes, a saber :
' Tecidos para ve&tidos
Nausuks desenhos novos a 160 rea o covado.
Cretones americanos a 240 reis o covado.
Voiles, lindiasimoB desenhos a 160 e 240 reis.
Toiles de qeichy escessezes a 160 reis. %
Setim dos Alpes a 240 reis.
Cachemiras escossesas a 240 reis.
Fas toe s de cores, novia a da a 240 e 330 reis.
Gi enadines pretos e de cores a 290 e 240 reis. m'
Merinos de 12 de todas as odres a 320 e 400 reis.
2IU.STE 12 TOSAS A. LAB&BAS S JAU2A2SS '
Vende-se a precia sem competencia,
ATOALHADD DE DAS LARGURAS
De algsd&o e linho com lindiasiaoa desenhos com 50 (0 de abatimento.
TOAXiHAS PJLBA Bi HHO B ROSTO
Completo sortimento, lisas e alcozoadas.
CAMISAS PARA HOMENS, SENHORAS E MENINOS
De todos os nmeros e qnalidades.
MEIAS PA*A HOMENS, SENHORAS E MENINOS
Grande e variado sortimento, brancas e de edres.
M dapolo
Grande sortimento, n oionaes, ingjases e> americanos, a- preces sem compe-
tencia.
De tods as qBalidaetv, ooaso seja, o.ambr#ia, crochet e fil, a presos que
admira.
T9ALHAS E GUARDANAPOS PARA MESA DE JANTAR '
Completo sertimento de todos os tamanhe e qualidades.
;?EIE5 D2 IODOS OS TAU9&QS S QLZDA=ES
De aloatiia, velludo, juta e couco.
CASEMIRAS, SAUAS K CHKYIOTS
Licdiaaimo sortimento de casemiras de todos os precos e qualidades.
Setlm. sedas lisas O tarradas, gorgorees pretos e de cor ricamente
avrados.
O que.ha de mais moderno- neste genero de tecidos.
P.ra noivas
Grgurlo braceo, setim damasco, gros de aples, flor de laranja, leques etc.
R0PASFETA8
F..brica-ie por medida qualquer pe? de obra a prefoa diminutoa.
LO JA
DAS ESTRELLAS
56 fi 5B-B1I ltll i CBXttt~S8 6 53
____________^ClephDen. 210____________
"ioo:ood$ooo
Loteras de Santa Catharin
fixtrnc^ao tod??8 as tercas feiras
90:0O0#0OO
LOTERA DA BABIA
Exlraeijo tocias as quintas feiras
Bilhetes yenda e pagamento de premios
ra Larga do Rosario n. 1), l. andar, eserip
torio de
Bernardino Lopes Alheiro.
Em oasa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeiro
\ PABIS, Q, 3
>s di $5?di (rroz especial
PREPARADO COM BISMUTHO
OH. PAY, Perfumista
PABIS, S, Ra. de la. 3?a.iac, 9, PAEIS
4
Na
FIGADQ
e do
Doenpasdo mw WjTWUw WLwmEstomago
a DYSPEPSIA ATNICA, as FEBRES INTEfMITTEHTES,
as CACHEXIAS b origem PALUSTRE
W. CONSECUTIVAS A UMA LONGA ESTAD \ %*A PAIZES OUINTES
Prescreve-se nos Hospitaes sin PARIZ e ena VIGJHf o
B0LD0VERNE
ou EZaXIR de BOI^DQ*-\nEJElJSrW
Hiitloi: yrmtttrm, rnrmn u smu ti Mt^mt t ennoeE >ruu)ui ritattatM faundu rruai teuruciiro.
Em PBRNAMBOCO : C> de DROGAS dt PR0DUCT08 CHIMICOS.
CURA CERTA
de todas as Affecges pulmonares
Todos aquelles que soffrem
p ,o peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Fournier.
DBOHoi em toda ai principan Phirmadax
do BratHU
pHAHIWClf^M R3G toWLCATRil rus 2 ^
sa^1856'^aC A O 0 FERH JGINQSC
Chlorose,Anemia Catharro pulmonar,Bronchtttefironica,
Ca/tarro da Bexiga, Phtisica, Tosse conoulsa, Dysppsta, Palidez,
Pe Mas seminos, Catharros antlgot e complicados, etc.
Boulevard SentUn. 7, em PARTE,
IPILLAS DIGESTIVAS DE FANGBEATINAI
de DEFRESNE
Pharmoceutico de 1* Clone, Fomecedor dos Hospitaes de Par*
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso i
I digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir ei
I tornar assimilaveis nao sement a carne e os corpos gordurosos, mas!
I (ambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ou I
I ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceraces do estomago, oul
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Deresne depois da co-j
[mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso proscriptas|
pelos mdicos contra as seguintes affeccoes:
I Falta de appetite.
>Mas digeatoes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
Oastrites.
i Somnolencia depois de comer, e vmitos q
PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-|
radazinhas depois da comida.
[Em um dt DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e en todas ai Ph
Gastralgias.
Ulceraooes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
e acompanham a gravidez C
DA
AGENCIA HAYAS
A nica folha desta pra-
ca qe publica um servigo
Lelegraphico desta agencia
o tC'ommercio de Per-
nambuco.
Agencia Havas.
ESPECFICOS
do rEMWW
Or. Humphreys de Nova York.
Km meo mnis de ? aanoc. implp*. eezme* em-
l-i i .riap o l.iur-
laclas pricpaes e luai* utlUv a du ?iun io.
te, < l IIA
1. Ff bres. ConzntAo. InflamtiaoSt-...........
2. Fcbree Calic causadas por Lcir.arl jas...
i. C'nlicu, Choro eicaannla das enancas.......
4. niarrheadeCrtanjseAdoltoi..............
\ I)Ti-merlo,I)res de Barriga, CoUcitUlosa
'.. CiiltH', Colara-Morbo, Vmitos............
T To- t fisftfferaSsjsaes:..:.
10. nUprphia, Iialijcsuo. l'rtslo de Ventrc..
11. SupunMil)! daTtecra. Bscaa oa Dea-
2. I^enroi^Beo, ores Brincas, RerproriiBa
13. Cron. To-sei'. "Jca. Dimculdartede Hesplrar
U. Herp^&uteoea,Bryslpela..................
'JS. Kfaeumali.-mu, D^resrnenmallcas..........
:. HzScb. Sttleia Fcbr9*itenalHnle..........
:t. IiemorVhnidaH. Almorrelmcs. tnteruasou
extcrnas.siinrr^s ou sangrentas.......
Q. O'hrkut! tt, i n. '.. "> fracos ou lnu&mnnaoa
13. rnun, lea, pefluio........
:a 'o >il!ca..............
V!*!TV,m,56-v...........
s. -oprni>, .! sardes ......
. .
U. 'i ,-crn,,ou r'.iT.-.^..........
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ac rir.iiriaa. uta>-a
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2^X cow QUINA
'^ SUMO DE CARNE
PHOSPHATOeCAL
Cotnposto
com Substancias necessiriaa
e indispensaveis na
formaco e no desenmlrlrntato |
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos 8 OMOoi.
O vihho de vial a Assocho reliz do3 Meloainrjntos mais activos, para combater a Anemia, I
a Cloroie, a Tsica, a Dyspcpei, as Gastralgias ou Gastritis, a DiarrhaatDica, aldadecritica, a
"-ouxidio (jeral, as lonfras Convaiescencios, eto. Em urna palavra, todos aquelles estados pe Lap-
idez, de Emmagreclmcnlo, de E?gotamento nerrOso, a5s quacs os temperamentos de noje estao
Almei( prcOispobtQ?. m tyen, lleurtnacia J. YEA. ra- de Bourbon, <.
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Vestidos de cretones com eofeites.
Fil pare mosqaiteiros.
Toalhas felpudaa e alcoohoadas.
Lences felpudos paro banho.
Cobertores de II e algodao.
Pannos para pianos.
Baetas para roupas de banhos.
Chambres de cretone e felpudos.
Brins pardos para vestidos.
Bramante de linho e algodlo.
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aeda, castor eto., eta.
Precisa-se de um raSfio que entettda
bem do serrioi de copeiro, traur a nU
de ftrtaad ^'^iras. 5.J

VI


I


Diarfo de Pernambqco Qoiala-feira 5 de Maio de 1892




AOS FUMANTES
Deseas nao ter azia quaodo tomaes?
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qaer picados, qaer desliados, usa i tambera o aromtico
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Nacional e os cigarros do mesmo fuioo.
Depois di so dir-vos-hei se foi ou nao til o conselbo.
Cumpre notar que os Bvgienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANCE 6 situada na ra Larga do Rosario n. 2i A.
____________________________ Um apreciador.
VENDAS
Chapeos c capotas
Ultimas novidades de Pars receben o
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Capas, jersey s e visitas
Gostos ateiramente novos acaba de re-
ceber
cortes de i,linho, seda
e al goda o
Ricamente enfeitadoa, tem recebid 3 l-
timamente o
LOUVRE
Sec as brancas, pretas e de,
cores
Novob padrSes e para grande eaoolha
sendo despachadas nestes ltimos das
LOUVRE
firlnaldas, leqn'es e chapeos
de sol
De pbantasas acabam de chegar para o
lo inri x
Costumes para creancas
De toda8 as idades encontra-se grande
sortimento no
Louvre
Ojectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVR E
TECIDOSDEPHAN-
TASIA
Sendo imposaivel de se detcrever a
grande variedade de tecidos de diversas
cualidades proprios para a estayao actual,
roga-se ao publico em geral e principal
tente s Exmas. familias a finesa de vi-
itarem o
LOUVRE
Ra 1/ de Marc,o n. 20 A
Francisco Gorgel lrio
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Banha de porco
DA
Companbia Banha Rio Grandense
DE
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Superior em puresa a de Baltimore e recom-
menoada especialmente para padarias, botis,
casas de familia, etc. etc., em latas de 3, 5 e 10
kilo?. Vendas em grosso a preco redolido e
com descont : encontrase em casa de Joaqnim
da Silva Carneiro & C, largo do Gorpo 8anto n.
13,1- andar. _______________________
Farelo nacional
Vende-se a 3*500 o tino, e 2*000 o grosso.
Depsitos: ra da Madre de Deus n. 3, e no
trapiche Vianua co Forte do Mattoa.
Vende-se
Urna meia agua edicada ba pouco tempo, no
lugar Gumplna d'Alegra, fregneiia da Boa-Vista,
est livre e desembarazada por ter sido o sen
proprietario qucm a ediflcou, o preco convida,
visto dar bom joro : a tratar na ra de S. Fran-
cisco n. 6, andar, das 7 8 9 da manba.
Stmentes novas de hortalizas
G'ande sort.mento roa estreita do Rosario
d. 9. Pocas Meodes & C. ___________^^
Libras sterlinas
de Angosto Reg
Vndese na loja de jolas
C.rna do Caboan. 9.
NOVO ESTAB ELECIMENTO
Receben um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas i cores e pretas para senhoras.
e renda e de palha para senhoras e meninas. *
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de palba e de seda para crianzas.
CRAFEOS DI FUTI
para homens e rapases, dos fabricantes FRANCEZEH, IN'iLEZE S E ALLEMA 8i
CHAPEOS
da seda para homens.
GRAVATAS de seda
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de palha para chapaos de senhoras e meninas.
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pretos e de coros.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Florea,
Plumas, Aigrettes eGrampos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Kua do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
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PARA finios
Valente
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cra.o, pelle vermelba, spera e oleosa imptdido ou carado
K>r o mais grande de todos os aformose dores da pelle, o Sabso Curativo de
enter. Produza a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; absoluta
mente paro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabio para a p* lie bem como do toucador, do bacbo e do qnarto das enancas.
Cltela. NSo genuino sem cada envoltorio ter a marca re
gistrada de Barclay & Co, New York.
EDICITVAL
Y PAtti O
ETEL
XAROPE DE REUTER IV. 2
Como remedio daEstacao Calmosa, PurirJcador dosnngoe, diurtico,
s aperiente, nenham ontro appellldado depurativo ou salsaparrilha se appro-
eima seqoer aoXarope de Reoter n. 2. Combina quatro grandes proprieda-
xes em um s remedio, operando a um tempo sobre os orgos digestivos, o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutralisa a expulsa pelos canaes Intestinaes, rlns e
poros da pelie, os germens nomos, que fluctuara no eangue, na urina e na
iraospi racSo.
. O MELHOB
PURIFICAD OB
PARA O
SAXftlB.
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Figad eotorpecido cura-ee positivamente com estas pillas. Ellas
sao um remedio purgativo livie de perigo para o bomem mais raco, to bem
como bastante activo para o bomem mais forte, e nao constipara depois; pela
accao geral agrada a todos que as usam. Sao as pillas estandarte da pro
fisso medica dos Estados-Unidos. SSo as menores e mais lacis a tomar.
Qaarenia em cada frasco-
PARA
FIfiADO
T^ICOFERCTde BARHY
Urna preparsto eteganto-citmnami'iite parfnmada,
india asimpareas do crneo, presen uto con.
ui li iii i iSaiilfn i Jim i in. fir n -i*~"-------rrr-Ti
n-,). brindoc hermoso. InfaUvelparacrirarrnpgSta,
-oencafl da pc"e, (t'uto e msenlos, e cu.- raptda-
ura, quelroadafM. feridu, torcednrw, *c
\^i\kj i LA.-K') eenaino s*m cal- *
ter a mares registrada de Barclay 4 Co., N .v
PARA O
CABELLO
A PELLE
EStaatUODO Ut)
depositamos DJ8Tas. pbodctos.A companhia de Drogas e Pro-
ductos chimicos.
Ra Marques de Olinda n. 23.
niNOlgO 6BRAL
tililFMUfl.& B
44RA BARO DO TBIMPH0-44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravac,ao
Arados.
FOLHETIM

I
POR
PEDRO DECOURGELLE
rnzuEinA paute
(C
si. 1 OOl
XVI
0 ULTIMO DU
dia, dez vesos tentou, jar^
influir no animo
voltasse a pintar
Depois d'aquelle
sem animarse a fael-c,
de Magdalena para que
no ktosque chinea.
Pareca que a moQa, apesar uj corrple-
tamente esqnecida do qne se passra entre
elles, tinba um va^o presentimento das
intencSes do miseravel.
Magdalena mostrara querer voltar as
fsiosque, Corvol esperava e estava a es-
preita, invisivel por trav'do bosque.
Ella nlo appareoia.
Comtudo, um dia, depois do almoco,
qaiz terminar o sen estudo e ioi collocar-
ee diante do carallete.
Saja mai faaia-lhe companhia e s a
deiton depois do meio dia.
No entretanto ia passando o tempo.
A' forca de esperar pilhar nma occasiSo
como a qne o acaso tirina o obrigado a
deizar iogir. Corro Tira chegar o mea
de Desembro.
Apenas vinte e tres dias o separaran*]
'aquella teir! data.
Teve entSo o miseravel urna louca ob-
peranca.
Sabia que o Sr. de Kermadee era o
melhor dos homens. Tal vez, per occasiSo
de sua morte, n'este instante supremo em
que o homem considera de bem alto sobre
intresses e as fraqueaas da vida que vai
deizar, talves nSo houvesse querido com-
parecer perante Deus sob o pe30 d'essa
vinganga posthuma, venganca tanto mais
intil e este-il quanto a prisao do ladrSo
tue nSo tivesee restituido sua victima o
inheiro roubado,
Quanto mais pensava n'essa idea, tanto
mais o miseravel prendia-se a ella com a
mesma desesperada energia do naufrago
que se agarra taboa de Balvacjto.
No entanto, volta-lhe um dia o sangue
fri.
(Porque ia arriecar-se a urna aventura ?
Porque ia correr um perigo que podia evi-
t.-0
Decidi-se a partir no dia seguinte
Mas de tarde vio Magdafena, e a paixSo
vencen a prudencia.
Sim, era evidente, certo que Kermadee
christlmenfe perdora o culpado, o trans
viado.
Asiim chegou o dia 23 de Desembro.
Os soffrimentos do criminoso durante
essas doze horas sSo inoomparaveis s
torturas qne experimenta o condemnado
morte quando est convencido de que
est esgotado o tempo material exigido
pelas formalidades do seu recurso de per-
di.
Todava, (Lrvol quis passar todo aqueile
dia as Cbarmarettes.
Consuma o a anciedade de conhecer a
sua sorte, qualquer que ella fosse.
Acoommodou-se na sala qne Ihe servia
de escriptorio e que era ontr'ora o gabi-
nete de trabalho de Cloaron.
Junto mesma vidraca em que os olhos
'e-ovados do velho espreitra con tanta
Participam aos seus fregueses, e bem
assim aos Srs. agricultores, que conti-
nan) a ter grande deposito dos artigos
abaixo mencionados, garantiodo tnio de
1.a qualidade e sem competencia em pre-
cos, visto como recebem os meimos arti-
gos directamente e terem constantemente
avultados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portland He*
moor.
Oleo de mocot.
Dito mineral ( para ma-
chinas).
Dito de linhaca.
Dito de ricuio.
Dito de peixe.
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de carrapato.
Graxa em bexigas.
Caxeta de linno.
Potassa da Russia (em cai-
xas, barricas e latas).
G a z inexplosivel Dia-
mante.
Trisulphito de cal (aovo
preparado para clanfca
o assucar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficaz para
a completa extinecao da
formiga sauva)
6 Corpa- Sanio-- 6
Oliveira Campos jrC.
Roa do Crespn. 21
Herins pretos finos de 1*200, ltfOO e 1*800.
Etamines pretos Unos de 900 rs. o covado.
Caxemiras prt tas lindas e finas a 200 rs. o c'o
vsdo.
Seiineta Usa de todas as cores.
Bramante de Unho e a|godao.
Percales brancos de 2) rs. o covado.
Tolards de cores.
Detones pretos tinoe.
Tlll.IIIT.
Casa de commisses e repre-
sentaces
I EXPOSigAO
f DE M COMPLETO SOBTIMENTO DB
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa 6
das duas Americas, de toda especie de mercadorias, de
machinas e materia prima. $
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor des-
nfectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTENA de
Dr. H. Rirdet.
62Ro:: do Bom JFSS8!
FABRICA DE MAS
A.
Lisboa
4
MALBOUISSON
Baha
Pernambuco
Garrett 54

Cal virgem de Cotunguba
A primeira por sua preciosa composicSo chi-
mlca psra o fabrico do assucar, riquissima de
a es d potassa e soda, aiaptavel perfeitamente
s exploracao da indnstra de sabonetes, etc. etc.
Snperier a de Lisboa vende se cada barrica
com 90 Kilos a 8I00J. nico deposito nesta
aca, ra Duqne de Caxias a. S.
Loja 4t ftjzoadas
Vende se urna loja de fasendas bem
localisada e regularmente afregnezada
quem pretender dirija se ao Sr. Antonio
Moreira, rna da Ioperatrii n. 14 (loja)
que dir qual o estabeiecmento e raaSo
porque se vende.
Fabrica de gelo
igoas e limonadas gasosas &
tedas as f ealidades
Soda water, ginger, ale, limao, laranja, ctut
o, abacaxis, eranadina, groaellas, tranbolM
nnllba, borteli-pimenta. etc., etc.
12-ACAES DO CAPIBABIBE-12-A
Arma^ao
Vende-se ama armscao envidracada, propria
para qualquer estabeiecmento : quem pretender
dirija se roa larga do Rosario n. 60, que acbar
com quem tratar.
anciedadj a chegada das duas mulheres,
que t&o srdentemente desejava ver antes
de morror, o miseravel applicou innme-
ras veze.i o sea rosto pallido.
Levantava-se ao som de cada badalada
que echcava no parlatorio.
Com j coracSo trmulo, com o esto-
mago apertado, debrucava-ie logo que ou*
via o rolar de um carro, interrogando fe
brilmente o espaco, examinando cam um
olhar de ave de rapia o longo caminho
qne se estendia desde o caatello at Van-
ees. Ora era um camponea que entrava,
ora o carro de algum colono que parava.
Nada de apparecer o Sr. Hardouin com
o seu semblante tranquillo e risonho.
Veio a tarde.
NSo lia via chegado o notario.
Depois do jaotar despedio-se.
Mas, em vea de tornar a entrar em casa
Corvol, depois de hsrver-se certificado de
que era seguido, subi o monte mais alto
que dotainava o castelo e a planicie.
Ahi linda espern durante algum tempo
de observacSo, apesar de rigoroso fri que
fasia e da nev que come$ava a bater-lbe
no rosto.
S meia noite abandonou o seu posto
e respi-ou.
Havia, pois, adivinhado.
O sea antigo patrfto realmente ti vera
tido pi< dade d'eile.
Reflfctira que bastavam para o erimi
noeo ai angustias que o tortaravam, es-
pera d'essa hora fatal, e perdora.
Ao acordar no dia immediato, senta-se
quasi falii.
Achi.va-se o solo completamente cober-
to da nev que caba desde a vespera,
quando Corvol resolveu se emfim a voltar
para casa.
Ven'ava extraordinariamente e o co
sombro, oarregado de espessas nuvens
qne ccrrim rpidamente no espajo, pro-
li, do Palaci) 42 e
R. Conselheiro Dantas 17 R. Bar So da Victoria 9
_:ta casa est montada em candiles de aatisfazer promptamente toda e q nal-
q^Apncommenda de Iuvaa de pellica e seda, para o que tem um completa sortim n-
todt pel'.es de variadissimas cores e da mais fina qualidade, elem disso dispSe os
machinismoa mais aperfeigondos at hoje nesta industria. *
9-RA BARO DA VICT0R1A-9
Googresso das Damas
* RA )0 CABGA' M 8 E
CARVALHO & ALME1DA
nova loja de
Com esta -tuio acaba de abrr-ae da ra do Cabug urna
fazendas, modas e confeccSes, ende a par da modicidade em prec,os, amabilidade de
sena proprietarios e empregados encontrarSo as Exms. familias a quem pedmos iazer
nma visita ao dito estabeiecmento, um explendido sortimento de sedas, lans, linhca,
linons, velludos, crotones, percalls, lindos cortes de lSs bordados o que ha de chic
recbidos directamente pelo ultimo vapor, toalhas, camisas, fichs e emfim um grande
e novo sortimento de fasendas, modas, confecces e muitos outros artigos que s com
urna visita ao
COMRESSO DAS DAMAS
m 00 CADUCA'
CARVALHO & ALME1DA
RUADO CABUG
Antiga Loja da America
ca annnnciar um dia de tormenta immen-
sa e acabrunhadora.
Apesar do pessimo tempo, o miseravel
lancou um olhar complacente de qnem re-
pentinamente 80 liberta de urna anciedade
mortal.
Estava perfeitamente tranquillo acerca
do roubo : nao havia duvida que aqueile
papel comprometedor fora* queimado ou
destruido.
Como os grandes infames, nSo tinba a
menor nocjlo do remorso.
A Justina de Deus era pata elle a cousa
mais insignificante. Inqaietava o apenas a
jistica dos soldados e dos magistrados.
Passou o dia no castello a trabalhar,
com animo tranquillo, tSo differonte do
que estivera na vespera, que meia-noite
tomou parte com outros convivas na ceia
para que Magdelena o convidara.
NSo comparecen a Sra. de Kermadee a
essa testa de familia.
Terceiro anniversario da morte do seu
marido, aqueile dia s Ihe relembrava a
perda que scffrera e com qne ainda nSo se
conformara.
Passava-o e na meio da solidSo e das
lagrimas e j nos annos anteriores nSo
observara o uso, consagrado pelos Bre-
tors, da refeicSo i meia-noite.
Ete anno, porm, ceder ao desejo
manifestado pelo Dr. Bonardel, que estava
afflicto, si bem que nSo o diasesse, com o
estado de sade de Magdalena, e qne Ihe
pedir que proporcionaste distracoSes a
sua filha
Cumpre, tanto quanto pos&ivel, evi-
tar qualquer motivo de tristeza, tinha elle
dito. Divirta-a 1... Diaso depende a
sade d'ella 1
Por mais legitima qne n'este dia seja a
sua dr, esforce-se por apagar-lhe da me-
moria tSo triste acontecimento... As
testas do Natal tm alm disso um cnnho
bastante grave para que, sem prejuiso
para ella e sem levea de eentimento,
possa Magdalena conciliar a recordajSo da
perda irreparavel que soffreu e a doce ale-
gra de urna festa em familia.
Conforme o costume do paiz, ficavam
todos juntos e acordados at meia noite ;
e logo que dava meio-noite, desde o me-
nor at o maior, desde o mais rico at o
mais pobre, todos os hospedes e todas as
pesBcas do castello dirigiam-se capella
para onvir a missa celebrada pelo cura das
Cbarmarettes.
O Dr. Sonardel e Corvol, combinados
com & Sra. Houlbregue, proearavam tor-
nar mais amena a refeicSo. Corvol achou
que o melhor que podia fazer era tirar a
paciencia do medico, enjos passageiros ao-
cessos de colera divertiam a Magdalena e
as outras pessoas presentes.
Encaminhara a conversacSo sobre certo
magnetisador bypnotisador, de paesagem
em Vannes, cojas experiencias, realisadas
alguna dias antea no theatro, baviam vi-
vamente impressionado o publiso.
Entile, pelo que vejn, dontor, o se
nhor nSo acredita no bypnotismo? per-
guntou Magdalena rindo-se...
Deus me preserve d'eile, minha me-
nina 1... Acredito tanto n'elfe como no
nervosismo, no charootismo, em todas essas
nevaa asneiras em irme, que rimam tSo
maravilhosamente com charlatanismo, pu
ffiamo... e cretinismo !...
EntSo, doator, insisti Corvol, esse
Mercucio, que todos foram ver...
Menos eu...
Menos o senhor, pois sm 1... Esse
Mercurio, que fea cousas admiraveis, ,
em sua opiniSo, um...
Um salteador I um soltimbanco !...
Sim, senhor, nm saltimbanco, mas um sal-
tirobanco moderno.
O que qaer diser com isso ?
Entendo que ha quareota anuos, re
plicon o medioo j enraiveoido, o seu Mer-
curio devia ter trabalhado as feiras den-
tro de urna barraca movel, guarnecida de
urna cavera, um crocodilo empalhado, um
corvo domesticado e um n ocho valetudi-
nario. Em meio to grotesco, auxiliado
por algim sujeito fiogindo de somnmbulo
extra-lucido teria advinhado, pela insigni-
ficancia de cinco bous o passado, o presen-
te e o futuro aos soldados galanteadores,
s cozinhei.as e as mucamas. Mas hoje c-
saltimbanco nS) o mesmo, modernisou-
se. Comprehendeu que aquella enscena
cao aterradora fara rir, que o seu diabo
lico apparato nSo mais para este tempo,
desisti de tudo isso. Em vez de nma
barraca de feira, escolheu para as suas
diabruras o palco de um theatro ou o es-
trado de urna sala de conferencias. Sabs-
titue pelo vbtuaro preto e grvala bran
ca e chapeo de bicos e a veste com-
prida com ornatos semelhando chammas
de que usavam os seas antecessores E
o que estes foaiam porcino som, elle
faz por dea francos 1... Eis em que
consista a differenca Como mais ca-
ro, tem mais freguezia. Mas, acredito,
o discurso-chamara d'este igual ao dos
antigos, com esta diffjrenca, em vea de
invocar o diabo, personagem fra da moda,
em quem ninguem acredita mais, entrin-
cheira-se por detraa da sciencia, em cujo
mme todos actualmente estSo promptos a
engulir as maiores caraminholas. E no
entantc ainda ba pessoas serias que ve-
nham assistir a sacas gracias vergonhosas,
ridiculas e indecorosas 1...
o homem da bem soprava depois
d'essa tirada, proferida de um s folego
com calor extraordinario.
(Contina )
Typ. do Mor*, roa Dnqoe de Caxias n. U,
- r
J