Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19595

Full Text


AMO Lili -- NUMERO 11
PARA A CAPITAL 12 LlAHKi ONDE VIO SE PAC PORTE
f
m
r
Por tres ruezes adiantadoe
Por seis dito idein.....
Por um anuo dem......
Cada numero avulso, do mesmo d
6^000
12(J000
240000
0100
SEfA-FBlfiA 22 DE JANEIRO DE 1886
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados......... ..... 13o
Por nove ditos idem............./ ^ ran
Por um anno dem................. 270000
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 01^
DIARIO DE PERNAMBCO
$xofx\eto'bt *e Jttatwel -ftfitxdra >t Jkrta & -ftlljos
\
TELEGRAMMAS
SEOT: PAHISWtf 23 SIAHIQ
RIO DE JANEIRO, 21 de Janeiro, as
11 horas da manha. (R-jcebido ao meio
dia, pela linha terrestre).
Vol elelto dcpatado ge ral em i.
escrutinio, pelo di* trida de S.
Paulo, o Dr. Detono Plnbelro de
I loba Cintra (C).
Foi promovido & major gradua-
do, o capito do i i batalno de
infantera Ewtevao Jow Perras.
CEARA', 21 de Janeiro, s 9 horas e
55 minutos da tarde. (Rjeebido s 3 ho-
ras e 45 minutos, pelo cabo sub narino).
Fur.uu elelto deputado* gerae.
em l. eacruutinio. por enta provin-
cia i
a. diMtricto. Dr. Domingo dow
IWoguelra Jasruarlbe (C) i
8. dluttlcto. Dr. Alvaro Caminba
Ferreira da Silva (C>. |
s.s::;:
(Especial para o Diario)
LONDRES, 20 de Janeiro, tarda.
Conde de Carnarvon. ex-vice re
da Irlanda, foi nomeado prlmelro
lord do almlrantado.
PARS, 20 de Janeiro.
A% grande potencia da Europa
eto de accordo no penmenlode
laslstlrem Junto ao governo aer-
vio e bellenlco. a Hat de que e ef-
fectue em demora o dearmamento
do exerclto.
ao inspector geral c"a Instrucclo Pu-
Agencia lia vas, filial
21 de Janeiro de 1886.
em Pernambuco,
HSTRUCGIO POPULAR
(ieojjraphia geral
Extrahido
DA BIBLIOTttECA DO POYO E DAS ESCOLAS
(Conmuafc)
P A
u m
8UISSA
40-900 kilmetros quadrado*. 2.500:000 habi-
tantes.62 habitantes por kilmetro quadrado. A
Sussa tem por limites: o norte a Allemanha ; a
leste a Austria ; ao sul a Italia; a oeste a iran-
*** Sxsst os'ava debaixo do do ninio da Austria
qaindo em 13 8 tres cantoes se associaram para
acudir o ju?> di tyraania. Coroaia de bam
ento arcvolta jautaram-se outros cantoes aos pri-
merose for.narain u.ni confederando que se com-
pc actuante de 2 esta las. A Sussa urna
das re'0:3 mais accidntalas da Europa. A bel-
leza esplendida dos seas lagos, das suas magnifi-
ca* paizagens, a par da salubridade do seu clima,
a'iraem Suissa um sem numero de viajantes. O
clima temperado nos valles, parm bastante fro
as montauhas. Minas de ferro e de cobre, mar-
more, granito, alabastro, crystal, pouco explora-
das Aguas mineraes. Proluz poucos cereaes,
mas tem excellentes pastagens onde se cnam
muitos gados. A industria agrcola produz exce -
lentes queijos, a a da cidade exarce se principal-
mente em tecidas de seda, musselioas e relojoana.
A forma de governo republicana federativa.
C*d* canto administr -sj independcntemente.
O allemo a lingua mais usada, mas nos cantees
de oeste ta lase o francez | no Tessino e Grisoes
talla-se o italiano.
Capital federal, Berne, 29:000 habitantes. Bo-
nita cidade; universidade : esplendida cathedral ;
cu>adbs peihcipbs -Genebra,t:0C0 h.bi*a,t?s ;
relogios, armas, joias. tiasila oo Bale 38:000 ha
hitantes: commerco importante com a Allenunba,
Franca c Italia. Lausanna, 27:0^0 habitantes ;
cidade bem situada; academia : cathedral. /5<*
rica, 20t000 habitantes; victoria dos franceses
contra os rnssos, 1799. Neufchatel 10:000 habi-
tantes : tecidos de la e de algodo. Fnburgo.
10:00) habitantes ; notavel pjnte pensil (de ferro.
(Continua.)
JARTE OFFICIAL
CJoverno da Provincia
EXPSDIESTE DO DU 7 DE JASKtBO DB 1886
Actos:
__O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren o jai de direito da comarca de
Aguas Bellas baeharel Gaudino Eudoxio de Brito,
resol ve prorogar por 60 dias com o ordenado in-
tegral a licenca com que est o peticionario para
tratar de sua saude
U presidenta da provincia attendendo ao que
requereram os professores Philadelpho Barroso da
Silva e Philomeno Raymundo Nunes de Irma,
este com exercicio effectivo na cadeira de Afoga
dos de Ingazeiraeaquelle con trac tado na de Santa
Cruz c'o 3rejo e te ido em vista a informacao n.
1 de 2 do cotrente mes, do inspector geral da
Instrucfo Publica, resolve, de conformidade com
as instrucces de 29 de Janeiro de 1884 e art. 19
do regulamente de 6 de fevereir* do anno findo
permittir que os peticionarios permutem as cadei -
ras em que actualmente leccionam.Communi-
cou-so
Misa.
O presidente da provincia, resol ve nomear o
cidado Ambrosio do Rogo Darros, para exercer o
cargo de delegado do distncto htterario de Cim-
bres, em substituido do ac.ual que fica dispensa-
do. Communieou se ao in?pcctor geral da Ins-
truefao Publica.
O presidente da provincia, em virtude ao
disposto no art. 172do regulamento expedido com o
decreto n. 8213 de 13 deagosto de 1881 faz publicar
a ordem em que 03 juises de direito da comarca
do Becife deverio servir as juntas apuradoras
do Io e 2' districtos cleitoraea, ficando >em effeito
a portara de 8 de ou'.ubro de 1883.
1 Dr. Adelino Antonio de Luna Freir.
2 Dr. Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
3 Descmbargador Jos Manoel de Freitas.
4* Dr. Manoel da Silva Reg.
5 Dr. Joaqum da Costa Ribeiro.
Officios :
= Ao inspector da Th souraria [de Fazenda.
Declaro a V. S. para os fius convenientes, que,
vista da sua informacao n. 8. de 5 do correte,
autorisci o director do Arseual de Guerra, confor-
me so icitou em officio n. 82, de 21 de dezembro
findo, a promover administrativamente, pelos pre-
eos do ultimo contracto, a acqusicao dos artigos
constantes da relaclo, que acompanhou o citado
officio, urna vez que, as secfes do conselho de
compras do mesmo Arsenal, de 14 e 19 Jaquelle
mez, nao appareceram concurrentes para o torne-
cime.it j de Ues artigos.
Ao mesan. -Remetto a V. S. para os fins
convenientes copia do aviso do Ministerio do Im-
perio de 27 de n vembro ultimo, n. 4675, relativo
ao pagameuto da gratifLuio addicional conce-
dida no conselheiro Joao Jos Pinto Jnior, len e
da Ia cadeira da 2* serie da Faculdade de Direito
do Recife.
Ao mesmo Em re -pasta ao seu officio de 4
n. 3, declaro a V. S. que a 2 do corrente exped
ordem ao agente da Companhia Brazileira de Na
vegacio para dar passagem, por conta do Minis-
terio da Fazenda, at o porto de Belm, ao con-
ferente removido da alfandega desta provincia
para a do Para, Antonio Jeronymo de Oliveira e
a seu filbo Emilio Peseoa de Oliveira.
Ao mesmo.Na conformidade da orden do
Thesouro Nacional de 14 de dezembro do anno
prximo najsado, u. 231, mande V. S. effetuar o
pagamento da importancia de 763 devida aos
ph.irmaceuticos Rouquayrol Frres pelo forneci-
mento de ambulancia |e tiatamento de indigentes
accommettidos da varila em Agua Preta, Algo-
dio e Santa Cruz do Brejo e de desinfectantes
para os navios procedentes de partos suspeitos da
nvaso do eholera-morbue. Devolvo as coatas
relati 'as a essa despeza.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os fins
convenientes, que o baeharel Joo Alfredo de
Medeiros em 30 de dezembro findo assumio o
exercicio do cargo de juiz municipal e de orpblos
do termo de Aguas Bellas.
Na mesma data interrompeu o sobre lito exer-
cicio para assumir intername tc o de juiz de di-
reito da respectiva comarca, visto estar licenciado
o juiz effectivo baeharel Gaudino Eudocio de
Brito.
Ao meimo.A' viitado avi.o junto, por co-
pia, enpeiido a 17 de dezembro do anno prximo
passado pelo Ministerio do Imperio, reoommendo
a V. S. que mande pagar sob a responsabilidade
desta presidencia as gratificares extraordinarias
qne em outubro ultimo venceram os em pregados
da Repartic&o da Saude do Porto pelo servico da
desintec$&o dos navios, providenciando para qne
se ja levada essa despeza ao crdito de que trata
o citado aviso.Communicou-ee ao inspector da
Saude do Porto
Ao inspector da Saude do Porto.Autoriso
V. S. a dar sahida ao patacho dinamarqus Amor,
de accordo com o telegramma que por copia lhe
envo do Exm. Sr. ministro do imperio.
Assim respondo ao seu officio de 2 do corrento
mez.
Ao Sr. presidente e membros da mesa elei-
toral da parochia de Nossa Senh*>ra do Desterro
de Itamb.Devolvo a Vs. Ss. as copias das actas
da eleifo procedida no dia 30 de dezembro findo,
annexas ao seu officio da mesma data, afim de se-
rem conferidas e concertadas por tabelliao publico
conforme determina o art. 151 do reglamelo
que baixou com o decreto n. 8213 de 13 de agosto
de 1881.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Me-
diante a competente fianza, nos termos da sua in -
formaijao de 30 de D.zembro protm findo, n. 414,
mande Vmc. entregar ao vigaro Jos Yaz Gui-
terres a quantia de 1.-200000 correspondente aos
productos das 14a e 15* partes de loteras ns. 82
e 171 extrabidas a lavar das ebras da igreja de
S. Pedro Martyr de Olinda. Devolvo a petco
dirigida pelo dito vigaro a esse Thesouro.
Ao director do Arsenal de Guerra.A' vista
do exposta no officio de Vmc, de 21 de Dezembro
findo, sob n. 82, autorisa-o a promover adminis-
trativamente, pelos pref 03 do ultimo contrato a
acquisicio dos artigos constantes da relaco, que
acompanhou o citado officio, urna vez que, as sec-
foes da commissio de compras desse Arsenal, de
14 e 19 do d to mez, nao appareceram concurren-
tes para o fornecimento de taes artigos.
Ao juiz de pas, presidente da junta da alis-
tamento da parochia de S. Jos da Agona de
Agua-Preta.Declaro a Vmc, em resposta ao
seu officio de 30 de Dezembro findo, que, segun-
do consta de participafo do Dr. chefe de polica,
de 5 do corrente, sob n. 13, foram dadas as pre-
cisas ordens no sentido de lhe seiem tornecidas
as listas de que trata o paragrapho nico do art.
14 do regolamento n. 5,881, do 27 de Fevereiro de
1875.
Portaras :
Declaro f Cmara Municipal de Palmares
que fcam approvada? as arrematacoes dos impos-
tes constantes dos termos annexos, por copia, do
sen officio, a que respondo, de 17 de Deaombro
findo.
Previno, parm, Cmara qne, se os arrematan
tes de impostes nao fizerem deposito de quantias
pecuniarias ou de ttulos de divida publica para
garanta de seus debites, devera exigir qne essa
garanta se effectue por meio de hypotheca legal-
m-nt- constituida pelos meamos arrematantes ou
seus fiadores.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao 8. Francisco sirva se de mandar conce-
der passagens de 3* classe, que serSo opportana-
mente descontadas das gratuitas a que o governo
tem direito, da estaflo de Una de Cinco Pona,
a um desertor da armada e duas pracas de poli-
ca que o escoltam.Communicou-se ao Dr. chefe
de polica.
O Sr. encarregado do prolongamento da es-
trada de ferro do Recite ao S. Francisco na esta
{So de Quipapa mande dai passagem de 3* classe
por conta do Ministerio da Marinba, da estafo
de Qmpap de Una, a um desertor da armada e
duas pracas de polica que o escoltam.
O Sr. agente da Companhia Brazileira pro-
videncie no sentido de ser transportado na pn-
meira opportuoidade, provincia do Piauhy, pr
conta do ministro da guerra, urna caixa mediiMo
73 decmetros cbicos, pesando 14 kilos e 800
grammas, coutendo artigos de fardamento desti-
nados a um offieial da guarnicSs d'aquella pro-
vincia. Communicon-so ao director d Arsenal
de Guerra.
__ O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar transporte ao presidio de Fernando de
Noronhej na primeira opportnnidade, com passa-
gem de proa, por conta das gratuitas a que o go-
verno tem direito, a Anna Mara da Conceicao,
mulher do sentenciado Manoel Francisco de Ma-
a.
O Si. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar na primeira opportandade com
passagem de pro, ao presidio de Fernando de No-
ronhu, por conta das gratuitas a que o governo
tem direito, mulher do sentenciado Jlo Dom n-
fues da Silva, de nome Isabel Rufina da Silva, 3
lhos menores, Antonio, Heliodoro e Lourenco, que
a acompanham.
O Sr. ge.ente da Comoanha Pernambicana
man le transportar ao presidio de Fernando de
N jronh i, na primeira opportunidade, com passa-
gem de proa, por conta das gratuitas a que o go-
verno tem direito, a Thereza Mana do Espirita
Santo, mulher do sentenciado Martinho Bezerra
do Nascimento.Cammuncou se ao director do
presidio de Fernando de Noronha.
EXPEDIENTE DO SBCRETABIO
Offlcios :
Ao chefe da dvisSo de cridares, Luiz M.
Pquet.Do ordem de S. Exc. o Sr. conselheiro
presidente di provincia communco a V. Exc. que
nos offieios de haje, ns. 2 e 3 concernintes ao pa-
gamento do paseoal do cruzador Guanabara e
abono de dinheiros para compra de verduras e so-
bre-mesa, foi hoje proferido o despacho seguinte :
Remettido ao Sr. inspector da Tbesouraria de Fa-
zenda para attender a requisiclo, nio ha venda in-
conveniente.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Para
se resolver c assumpto do officio n. 380, de 16 de
Dezembro findo, recommendo a V. S., do ordem
do Exm. Sr. co selheiro presidente da provinjia,
que declare qual o alugel da casa que serve de
cadeia na villa de Correntes.
Ac promotor publico de Taquaretioga.8.
Exc. o Sr. conselheiro presidente da provincia
manda communicar a V. S. que teve o canveniente
destino a certido que acompanhou o seu officio
de 26 de Dezembro findo.
Aojuiz municipal de Aguas Bellas.S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente da provincia inte rado
do assumpto do officio de 30 de Dezembro finio,
recommenda a V. S. que transmita a certido de
seu exercicio.
Ao juiz de direito de Floresta.S. Exc. o
Sr. couselh iro presidente da provincia manda
declarar a V. S. que teva o conveniente destino a
certido de exercicio do promotor publico dessa co-
marca que acompanhou o seu officio de 23 de De -
zembro fin do.
Ao agente da Companhia de Paquetes.S-
Exc. o Sr. conselheiro presidente da provincia
manda aecusar o recebimente do officio de hontem
em que V. Ex declara que o vapor Afanaos en-
trado s 7 horas da manha, dos portes do sul, se-
guir hoje, s 5 horas da tarde, para o norte.
Ao agente da Companhia Bahiana.S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente da provincia manda
aecusar o recebimente do officio de 5 do corrente,
em que V. S. declara que o vapor Sergipe chegado
naquelle dia da Baha e escalas, regressar para
os meamos portes a 9, s 4 horas da tarde.
EXPEDIENTE DO DIA 8 DE JANEIBO DE 1886
Actos:
O presidente da provincia resolve, de confor-
midade com o dispasto no decreto n. 2,884 do 1*
de Fevereiro de 1862, abrir um crdito na impor-
tancia de 503000 verba despezas secretas, do
Ministerio da Justina, exercicio de 18851886,
para continuado de taes despezas.Remetteu-se
Tbesouraria de Fazenda
O presidente da provincia attendendo ao que
requeren o subdito portugus Antonio Augusto da
Cmara, reaidente neita provnola, resolve, de ac-
cordo com o disposta no decreto n. 1,95) de 12 de
Julho de 1871, e asando da autorisacio conferida
pelo art. 14 da le n. 3,140, naturalisar o referido
subdito portugus Antonio Augusto da Cmara,
afim de que possa gozar de todos os direitos, han
ras e prerogativas que pela constitaicSo compe-
tein aos cdadas brasileiros naturalisados.
Officio:
Ao Sr. conselheiro Dr. Joao Jos Pinto J-
nior.Pelo officio, a que respondo, de 4 do corren-
te mez, fico sciente de haver V. S. assumido o
exercio do cargo de director interino da Faculda-
de de Direito do Recife, no impedimento do con -
selheiro Joao Silveira de Souza.
Ao commandante do corpo de polica.Con-
vem que V. 8. transara as pravas de destacamen-
to de Canhotnho para o de Quipapa e vice versa,
addicionando as transferidas para a segunda
daquellas localidades duas pravas do destacamen-
to da Colonia Isabel e duas do de Barra da Jan-
gada. Nesta data expeco as ordens nejessarias a
respito do transparte das sobredi tas pracas.
Ao Dr. juiz de direito das execucoes crimi-
naes do Recite.Providencie V. 8. no sentido de
serem opportunamente remettidos para o presidio
de Fernando de Noronha os vinte e quatro sen-
tenciados militares, mencionados na relaco an-
nexa ao aviso do Ministerio dos Negocios da Jus-
tina, de 21 de Dezembro, aqu junto par copia.
Ao director d a presidio de Fernando.Rece-
ba V. S. nesse presidio, os vinte e quatro senten-
ciadas militares, mencionados na relafo annexa
ao aviso do Ministerio dos Negocios da Justica, de
21 de Dezembro finio, aqui junto por copia.
Aojuiz de dfreito de Flores.Em tesposta
ao seu officio de 2 de Dezembro do anno prximo
passado, declaro a Vmc. que viste do exposta na
informacao junta par copia, ministrada em 28 do
citado mes pelo inspector do Thesouro Provincial,
nao pode sr approvado o contrato celebrado com
cidado Ignacio Ribeiro Laite para o fornei-
mento de alimentaco aos presas pobres recolhi-
dos cadeia dessa localidade.
Ao inspector do Thesouro Provincial. Man-
de Vmc. pagar, logo que seja possivel, a commis-
so incumbida do estudo da molestia da eanna, a
subvenco concedida na lei do orcamento vigen-
te para os respectivos trabalhos.Communicou-se
a commis8o incumbida do estudo da molestia da
da eanna.
Ao mejmo. -Attendendo ao que ex paz o en-
genheiro fiscal da estrada de trro do Recife ao
Caxang no final do officio dr 2 do corrente, e a
representaco do respectivo gerente, datada de 5,
recommendo a Vmc. que mande pagar, logo que
for possivel, a quantia de'8974430, conforme o do-
cumento junto, provenientenas passagens dadas
pelas autoridades policiaca desde Junho de 1883,
foi deluzida a de 476*900, correspondente aos
passes dados em Novembro do anno passado, as
quaes mande i hoje indem isar com os impressoa
gratuitos, fornecidos pela companhia, em virtude
do accordo de 3 de Outubro daquelle anno. -Com-
municou-se ao engenheiro fiscal da estrada de
ferro do Recife a Caxang.
Ao engenheiro fiscal da Companhia Ferro-
carril de Pernambueo.Declaro a Vmc. em solu-
ca ao final de seu oficio de 18 de Dezembro ulti-
mo, que tendo sido construidas pelo Estado as
pantes denominadas Seta de Setembro, Santa Isa-
bel e Boa-Vista, e sendo portento da competencia
do ministro da agricultura, commercio e obras pu-
blicas, pode doixar de intervir o engenheiro en-
camgado das obras geraes par parte desae mi-
nisterio, sempre que essa companhia tenba de fa-
zer concert, cuja execuco prejudque os lastros
te taes pontes, a nao serem realisadas convenien-
temente, o que, alias, nao se entende com simples
urgentes reparos do calc&mento, urna vez que es-
tes nao damnifiquem os lastros a infrastructura.
biutat Mutandii ao gerente da Companhia
Ferro-Carril de Pernambnco, em soluco ao seu
officio de 14 de Novembro ultimo.
Ao engenlienheiro encarregado das Obras
geraes.Nesta data declaro ao gerente da Com-
panhia Ferro-Carril do Pemambuco, em solucao
ao officio a que se refere a informacao de seu an-
tecessor de 28 de Dezembro ultimo, sob n. 78, que,
tendo sido construidas polo Esta lo as pontes de-
nominadas Sete de Setembro, Santa Isabel e Boa-
Vista, e sendo portante da competencia do Minis -
terio da Agricultura Commercio e Obras Publi
cas, nao pode dexar de intervir e3sa repartico
por parte do alludido miuisterio, sempre que a di-
ta companhia tenha de fazer concertos cuja exeu-
cito prejudque os lastros de taes pontes e nao se-
rem realisadas convenientemente, o que, alias, nao
se entende com simples urgentes reparos do cal -
(amento, urna vez que estes nao damnifquem os
meamos lastros.
Portarlas :
JA' Oamara Municipal da Pedra. -Determino
Cmara Municipal da Pedra que expela as de
vidas communifoes aos juizes da paz e d as de-
ntis providencias do estyla afim de que se proco-
da nesse municipio, no dia 20 de Fevereiro pr-
ximo vindouro, eleico de um vereador en sub-
stituidlo de Joio Salgado Cavalcante, qne falleceu,
segundo participou-me o vereador dessa Cmara
Zachariaa Barbalha de Mattos em officio de 26 de
Dezembrs findo.Cammunicou-se ao juiz de di -
reito de Buique.
O Sr. encarregado do prolongamento da es-
trada de ferro do Recife ao Sao Francisco, na es-
taclo de Palmares, fa^a transportar por conta da
provincia, de Q lipip para Cauhotinba 10 prafas
do corpa de palicia, de Canhotinho para Quipapa
9 pracas e duas da Colonia Izabel e duas da Barra
da Jangada para Quipapa.
O Sr. agente da Companhia Brazileira, faca
transpartar Corte par conta do Ministerio da
Marinha, no vapor Cear esperado do norte, o 1."
tenente da rmala Manoel /oaquim Nobrega de
Vasconcellos, que para all segu em virtude de
ordem do Quartel Geneirl da Marinba,Caminu-
nicou-se ao commandante da Escola de Aprendi-
zes Marinheiros.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
manda dar prssagem r at Pencdo, no vapor
que segu hoje para os partea do sul, ao baeharel
Marcolino Darnellas Cmara, por coate das gra-
tuitas a qae o governo fem direito, providenciando
sabr a volca do mesmo opportunamente.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana,
mande dar passagem r, at Macei, a Muia
Thereza de Je us Campos, Antonia Maria Cam
pos e Esmeraldina Diocleciana Campos, par conta
das gratuitas a que o governo tem direito.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Ao Dr. chefe de polica.De ordem de S.
Exc. o Sr. conselheiro presidente da provincia,
transmiti a V. S. em resposta do seu officio n.
1578, de 5 de Dezembro findo, copia da informa-
Cao prestada pelo engenheiro fiscal da estrada de
ferro do Recife ao Limoeiro cm 14 do referido
mez.
Ao tnebma.De ordem de S. Esc. o Sr. con-
selheiro presidente da provincia declaro a V.
S. em solucao do officio n. 1410, de 9 de No-
vembro ultima que, havendo deficiencia de forca,
so poder ser attendida a requiscao do delegado
do termo de Villa Bella no caso de tratar-so de
providencias urgentes a bem da ordem z tranqni-
lidade publica.
Ao Dr. chef de polica de Alagoas.De or-
dem de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente da
provincia, sciente do assumpto do officio de 23 de
Novembro ultimo declaro a V. S. que se fez a res -
peito as de vidas comraunicacss.
A a inspector da Thesournra de Fazenda.-
De ordena de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente
da provincia remetto a V. 8. a inclusa ordem
do Thesouro Nacional n. 228 de 11 de Dezem
bro findo relativa ao recurso de Antonio Geral
do Reg Barros.
Ao inspector do Thesouro Provincial.De
ordem de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente da
provincia communco a V. S. paraos fins con-
venientes que de accordo com a informacao desse
Thesouro de 28 de Dezembro,ultimo n. 409, decla-
rou-se hoje ao juis de direito de Flores nao poder
ser approvado o contracto celebrado com o cida
dio Ignacio Ribeiro Lite para o fornecimento de
sustento dos presos pobres recolhidos a cadeia
d'alli.
Ao director do Arsenal de Guerra.De or-
dem de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente da
provincia remetto a V. S. afim de ser entre-
Jue ao interessado, a inclusa portara de 24
a Novembro findo, concedendo dous mezes de li-
cenca com metade do respectivo ordenado, ao ad-
junto do professor de primeiras lettras d'ease Ar-
s -nal, Jlo Nepomuceno de Barros^em prorogaco
da que lbe foi concedida para tratamento de
saude.
Ao regedor do Gymnasio Pernambucano. -
De ordem de S. Exc. o Sr. conselheiro presidente
da provincia communco a V. S. Rvdm. qne
conceda ao censar desse instituto, Dogo Car-
los de Almeida e Albuquerque, 20 das de licenca
afim de ir a provincia da Parahyba.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 20 DE
JANEIRO DE 1886
Andr Barrete de S. Passe portara dando
provimento ao recurso interpasto.
Companhia Great Weteru of Brasil Railway.
Remettido ao Sr. inspector da Thesonraria de Fa-
zenda para mandar pagar, nos termos de sua in-
formacao de 19 do corrente n. 34.
Ernesto da Silva Miranda.Concedo.
Francisco Ignacio de Oliveira. Passc porta-
ra na forma do ea'ylo.
Isabel Francisca Monteiro de Quintal Barres.
Como requer.
Jacintho de Medeiros Barbos i-Sim.
Josephina Monteiro da Bocha. Informe o Sr.
director do Arsenal de Guerra-
Jos Dias da Fonte.Sim, satisfeitoa os direi-
tos fiscaes
Jos d'Assuaipco Oliveira.-Passe portara na
forma do estylo.
Lourenf a Goncalves Aleixo. Informe o Sr.
inspector geral da Iustrucco Publica.
Padre Manoel Ferreira da Rocha. Nao pode
ter lugar em vista do estado precario dos cofres
provinciaeB.
Manoel Waldoaldo Soares.
Brcharcl Vicente de .Muraos Mello Jnior.
Concedo.
Secretaria da presidencia, de Pemambu-
co, em 21 de Janeiro de 1886.
O porteiro,
J. L. Viego*.
Contra os delinquentes, que foram pre-
sos em flagrante, procedeu-se nos termos
do inquerito policial.
No dia 6 do corrente reassumio o alfa-
res Porfirio Tavares da Silva Coutinho o
exercicio da subdelegada do Io districto
de Pao d'Alho.
Tarnb?m no dia Io assumio o cidadao
Braz Ferreira Magalhaes o exercicio da
delegacia do termo de Villa-Bslla.
(Joinmunicou-me o Dr. Jos Osorio de
Cerqueira ter nesta dat i reassumido o
exercicio do cargo de delegado do Io dis-
tricto da capital.
Deus guardo a V. Exc.Win. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Fernandes da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe de poli :ia, Antonio
Domingos Pinto.
c o matando das Armas
QUARTEL GE5ERA.L DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PERNAMBCO, 21 DE JANEIRO
DE 1886.
Ordem do dia n. 63
Tendo sido por portara do Miniaterio da Guer-
ra de 7 de Dezembro do anno findo, cammunica-
da em officio da repartico de ajudante general
n. 9,141 de 12 do mesmo moz, transferidos, do 2
batalhlo de infantaria para a companhia da mes-
ma arma da provincia das Alagjs, o Sr. alferes
Manoel Belmiro da Silva, e desta companhia pa-
ra o referido batalho o Sr. alferes Manoel Fran-
cisco de Araujo Reg ; determino que seja eate
incluida e aquello excluido do estado effectivo do
citado batalho.
(Assignado) O brigadeiro, Agostinho
Marques *de S, commandante das armas.
Conforme. O tenente, Joaquim Jor-
ge de Mello Filho, ajudanta de ordens in-
terino, encarregado do detalhe.
Thesouro P/ovlncial
DESPACHOS DO DA 21 DE JANEIRO DE 1886
Francisco Avilla de Mendonca, Thomaz Jos
das "Seve3, John A. Boxvell, Uenriqueta Amelia
de Albuquerque Lyra e Antonio dos Sautas Viei-
ra.Informe o Sr. contador.
Djarte Cruz & C Indeferdo, a vista das in-
formacoes do Cansulado.
Felismina Vieira de Lima Informe o Sr. col
lector de Goyanna.
Eleutherio Vieira Correia Lima e padre Jos
Vaz Guiterres.Deferido, tomndose por termo
a flanea offerecida.
Pret do Corpa de Polica.Examines:.
Cautas do vigaro Anguato Cabral de Vascon-
cellos, do commando do Corpa de Polica, e dos
collectores interina e effectivo de Garanhuns.
Approvadas.
Padre Joao da Costa Bezerra de Carvalho.
Entregue-se a quantia depositada.
Marcelino Ansberto Lapes.Deferido, ficando
irresponsavel pelo debito anterior o novo inquilino
que estabelecer-se na casa n. 14 ra de Christo-
vo Colombo, a qual prova achar-se desoecupada.
Martinho Jos do Jess.Haja vista o S.'. pro-
curador fiscal.
Pret e folha do Corpo de Polica..Pague-se.
Irmandade de Sant'Anna da Santa Cruz.Ao
Sr. tbesoureiro para os devdoa fins.
Joo Paes Brrelo.A9 Consulado pira atten-
der.
Repartico da Polica
Seayao 2.*N. 62.Secretaria de Po-
lioia de Pernambuoo, 21 de Janeiro de
1886.Wm. e Exm. Sr.Participo a V.
Exc. que foram hontem recolhidos na
Casa de DetencSo os seguintcs indivi-
duos :
A' minha orden, Herculano Pereira
Dias, remettido pelo Dr. juiz substituto
da Comarca de Jaboatao.
A' ardem do subdelegado do 1* distr'cto
da Boa-Vista, Antonia, escrava di Jos
Francisco de Mello ; Manoel, escravo de
Jos Henrique Cesar de Albuquerque, Ma-
ria Thomazia dos Prazeres, Diniel Jero-
nymo de Lacena e Jaaquio Jos do Sant
Anna, por disturbios.
Communicoume o delegado do termo de
Santo Antao, que no dia 24 do mez findo
os individua de nomes Francisco Valentn
Barbosa, Francisco Felicio Barbosa e
Francisco Flix de Lima aggrediram e fe-
riram gravemente a Jos Ignacio de Meira
Ferrlo.
Cmara Municipal
ACTA DA SESSAO ORDINARIA DA CMA-
RA MUNICIPAL DA CIDADE DO RE-
CIFE, NO DIA 18 DE DEZEMBRO DE 1885.
PRESIDENCIA DO SR. DR. CARNEIRO DA
CNHA
Aos 18 dias do mez de Dezembro de 1885, ao meio
da, no pago da Cmara Municipal d'esta cidade
do Recife, achando-se presentes os Srs. vereado-
res. presidente, Dr. Carneiro da Cunha, cominea
dador Neves, tenente Viegas, Dr. Goes Caval -
cante, Dr. Correia de Araujo, capito Silva Ne-
ves, Cuasy e os supplentes Joo Roma e Dr. Ri-
beiro Machado, faltando os demais senhores.
Lida a acta da antecedente foi approvada e
assgnuda, sendo em seguida asaignados dous offi-
eios para a presidencia o diversos mandados de
cuates sendo um em favor do desembargadar Jos
Manoel de Freitas de 84*., outro de 30# em favor
de Alberto de Barros Falco de Lacerda, outro de
Jos Irina Rodrigues d'Annunciacao de 4'J-'">.),
outro de Manoel Thom Fernandes Cvale inte de
24 j e outro de 4694550 em favor de Antonio
Borges Ponce de Len.
Em seguida o Sr. Viegas pedio a palavra pela
ordtm e apresentou a segu nte proposta depoia
de ter proferido algumas palavras no sentido de
jnstifical-a:
Proponho que se lance na acta um voto de
condolencia pelo traspasso do irmo do nosso dis-
tincto collega o commendador Jos Pedro das Ne
ves, e que seja nomeada urna eommissao para as-
siatir a missa do stimo dia que ter lugar no dia
21 do corrente na igreja da Madre de Deus, acom-
paohando assim este cmara o justo psame des-
te nosso collega.-S. R. -Viegas.
Posta em discusso foi a propoata approvada
unnimemente.
O Sr. presidente nomeou a eommissao para as-
aistir a misaa de que trata a mesma, ao mesmo Sr,
Viegas e Sr. Dr. Goes.
Ainda o Sr. tenente' Viegas diase que se apro
veitava da palavra que lhe havia sido concedida
para apresentar o seguinte requerimento :
Re^ueiro urgencia para ser lido e discutido
l.go depois da approvaco da acta o parecer so-
bre as propo itas do livro de tombo. Em 18 de
Dezembro de 1885.Viegas.
Em diacussa foi o mesmo approvado depois de
ter sido justificado por seu autor.
E como nao estivesse presente o Sr. Dr. Barros
Reg com nissario de polica, que era o en jairega-
do de dar o parecer a que alludia o requerimento,
o Sr. Cuasy disse que em quanto nao chegava
aquelle Sr. vereador elle pedia para expor a con-
sideraoo da camas alguna negocios a seu cargo
coma commisaario de edificacoes ; um era o se-
guinte :
Bernardino Duarte Campos diz que tendo obt
do a competente licenca para proceder aos concer-
tos do sobrado n. 23 da ra do Imperador, fra
depoia multado por estar tazendo a sota do refe
rido predio contra a nova postura n. 1,573.
Allega Campos estar na melhor boa f, fazendo
a referida sota de conformidade com o art. 81 da
le n. 1,129 ; que neesa meama conformidade ha-
va j feto igual trabalho em urna outra casa da
meama ra, e nao via raxo para se comgir ago-
ra outras dimensoes inteiramente novas, pelo que
peda lhe fosse deferida a sua petico.
Em face do allegado contina o mesmo Sr. ve-
re idor mandei ouvir o Dr. engenheiro que nlar-
mou circumutanciadamente, cuja informacao dei-
xava de 1er por ser bastante extensa, pois tomava
quasi um quaderno de papel, que nao deixava de
reconhecer procedencia na informacao do enge-
nheiro, achava mesmo que elle assim devia pro
ceder, mas attendendo a boa f em que esteva
Campos, que j tinha teito igual trabalho em outra
casa oam approvaco desta cmara, elle entenda
que por equidade se devia deferir o sen requeri-
mento.
Fallaram outros Srs. vereadores e o Sr. pm
dente disse que sendo o ca o cedo especial pota i
conformidade da nova lei s havia sido feita aa
nica obra, elle tambem entenda que por eqi
de se poda attender ao requerimento e asaiast"
resolvdo.
Em seguida o mesmo Sr. vereador mostea a ras>-
tagem que havia para a cmara desapropiar
casa n... do pateo _do Paraizo, pela quantia t
700, que elle havia examinado bem a questa*
achava de toda conveniencia ptla razo da sar
rssa desapropriacao muito mais barata relata
mente as que j foram.feitas, poia alm de sera
casa a que ae refera de muito maior valor qitai
outraa accresce que o solo proprio e prini sal
mente porque a cmara tem necessidade de faasr
tal desapropriacao, peto qne propunha que seass.-
tarisasse ao procuiador a effectuar e-te negoj"
Foi approvado.
Nao tendo ainda comparecido o Sr. coma
rio de polica o Sr. presidente declarou que *
abir as propostas para a lmpeza publica, deir*
do de abrir a do Sr. J aquim Nicolau Penen
por ter este requerido a entrega da mesma ; e S
ram abertas as duas restantes dos Srs. Coelki ole
Reg & C. e Ulysses Ponce de Len, as qmts,
foram mandadas ao Sr. commissario da pofeea
para dar seu parecer.
Em seguida disse que o juiz de paz de Santa Mm-
tonio consultara ee oa supplentes que por veutacx.
estivessem mudados para fra da freguezia poda
to nar parte na eleico, isto ae a le que se st-
plcava aos juizes do paz, devia ser applicada ase
supplenles?
Fallaram diversos Sra. vereadores entee >
auaes o Sr. commendador Neves que confrontsm-
o a lei, disse que nao havia duvida, que o aosr
pente mudado nao poda totm.r parte na eleifle
desde que havia perdido aquella qualidade -
lhe dava o direito de intervir na eleico e a
sentido fez diversas considerarles.
O Sr. Dr. Goes dase qne nao lhe pareca 1
ver duvida pos ojc se dava a mesma razo dai
se a mesma dsposico : so o juiz de paz q e a
dava de residencia perdiz o seu lugar, da i
forma o supplente.
O r. presidente dia8e que como pareca a C-
mara iato, achava que 8e devia convidar a prestas:
juramento o supplente que estivesse mudado, e
verificado-ae ser o Sr. major Quinteiro maadasi
que se cbamasse a prestar juramento e que se rea-
pondesae nesse sentido aojuiz de paz de Saacr
Antonio.
Nesta occaaio tomaram aisento os Srs- asav
readores padre Mello e Dr. Barros Reg, pelaajaa
retirarais-se oa supplentes.
Foi lida ainda urna pet9o do mestre de caras-
na Dionisio de Souza Bandeira pedindo ussaaV
cenca do de tres mezes para traefar de sua aaaaV
seriamente compromettida aqui, provou com attoa-
tados dos mlicos da eommissao : foi deferid*-_
Depois um officio] da presidencia da pnraar
communicando manter a deciso de seu aaJasaa
aor, relativamente ao novo mercado da Boa-Fa&fc
Inteirado.
O Sr. presidente propoz que se mandasse aa-
genheiro da Cmara examinar n'aquella fregaasi
freguezia o terreno mais central e que inaia se
prestasse a edificajo de um novo mercado, caav
sim je resolveu ; sendo em seguida lido e maak-
do informar o recurso do cidado Miguel Xiaajr
de Souza Fonseca relativamente ao contracta dat
placas, no sentido a nao ser caso de recurso e am
estar fora de tempo pois, o contrete a que fale
est em execuco desde muito e foi faite aossa
menar contestefo.
O Sr. Dr. Barros Reg tendo sido iutaraadsj
da urgencia para a apresentacao do parecer tare
o livro de tombo, pedio a palavra e passou alara
seguiute paiecer :
Das onze propostas offerecidas para a coafeaalk
do livro de tombo deve ser preferido a i* me.
Felippe Nery Collaco por ser a mais modie* mm
preso" e por nao ter nenhum dos proponeatei asi
condieoes deste para garantir tanto o baaoM
empenho do trabalho.
O qne publico e notorio e est coranroaaia)
por trabalhos luteranos de grande valor.
O propanente Dr. em sciencias aociaes e jaai-
dicas e servio satisfactoriamente por mais de II.
a unos o cargo de engenheiro desta Cmara.
Devendo no livro o indicar precisamente as fr-
unces des municipio e de seus ben i nenhum ili i ibb
tros proponeutes poder fazel-o melhor.
Recife, 3 de Novembro de 1885. Barro JZsj,
F.uda a leitura disse que nao duvidava sr
outras proponentes tambem estivessem no casa
poder desempenhar a factura do livro de tas"
mas que elle preferindo o Sr. Dr. Collaco teaai
vista nao s a condicao de saber a grande cipar-
cidade do mesmo e certeza pelos sena precede atea
de que havia elle do concluir o trabalho eass Bk
fosse confiado, salvo forca maior, esmo tambes m.
barateza da proposta, a mais barataentre tedaa.
Que a do Sr. Dr. Ratis entenda estar prejaiea-
da, tanto mais quanto sendo o mesmo candida i
eleico provincial, como publico e conste c
suas circulares nos jornaes, torna-se por issa i-
compativel para contractar; deseado que tai
incompatibilidade est firmada na lei eleitorai-
0 Sr. Dr. Goca contesta a opinio de sea al-
lega Dr. Barro) Reg, dizendo que a incomnaS-
bilidade, qnando houvesse, sera para ser aqaefie
votado ou reconhecido deputado, ma nao asa
contractar, que o seu digno collega bem saaia
disto, e a lei eleitoral nao poda diser ssae-
lhante causa, terminando a discusso um poaec
animada
O Sr. commendador Neves pedio a palavra e
disse que votava contra o parecer principalmente
pelo modo porque esteva redosido, que pareca
que seu relator s acbava capacidade para fizar
aquello trabalho no Sr. Dr. Collaco, fazende as-
sim injuatica aos demais, alguna dos quaes o faria
com toda profissiencia.
O Sr. tenente Viegas se oppoz tambem ao aa-
reeer, e demonstren que a prop >ste do Su Br.
Ratis era a mais barata e que em aptido nao ora
somenos ao outro ; que havia sido secretario Va
Cmara muitos aunos, tenha mesmo j algum tra-
balho nesse sentido, pelo que nao via razo paa
ser elle excluido ; que estevacerto deque oSr.Pc.
Ratis havia do dar conta do trabalho com maita
vantagem para a Cmara, por isso votava contra
o parecer, o qual sendo pasto a votos foi rege-
tada : votando a favor o seu autor, o Sr. praw-
datite, capito Souza Neves e Cussy, e coataa
commendador Noves, tenente Viegas, padre Meas,
Dr. Goes e Dr. Correia d<- Araujo, sendo em aegaaBs
levantada a s?sso por ter se retirado um Sr- ar-
reador. .-
O Sr presidente marcou a quarta-teira segnaB
23 do corrente para a outra sesso.
Eu Francisco de Asis Pereira Rocha, se
rio subscrevi.
Padre Antonio de ello e Albuquerque, ?
presidente.Wo' Osorio de Cerqueira.Mm
Antonio Viegas.Jos Candido de Moraes..-
Francisco de Ges Cavalcante -Jos Pedro mm
Neoes. -Francitco de Paula Correia de Araig*.
Augusto Carlos Vaz de Oliveira.Cussy Jmmsm
do Reg.
Cmara Municipal
DESPACHOS DO DIA 18 DO CORRENTE
Velo Sr. vereador commissario de jmB-
et'a : .
Philomena Maria da Conceicao, pedindo lcef*
para abrir nm deposito de seceos n i pavi masa
terrea do predio n. 180 a ra do Coronel Saaaa-
na, fregueaia de 8. Jos. Como requei em aat
de ser de diverso genero o estabelecimonto mm
pretende abrir.

I
I


[ HfGttH


Diario de PeroainhimiSexta-fcira 22 de Janeiro 1?888
Pelo Sr. Cuasy do Rgb, vereador com-
missario de edificares:
Antonio Joaquim Vinhas Maia, pedindo licen-
ca para mandar tomar goteiras em anas caas de
na. 12, 11 o 16 a ra Santa Thereza, 7 Ilha do
Carvalho, 6 ra Estreta do Rosario, freguezia
de Santo Antonio, 64 Lomas Valentinas, 102 Co-
ronel Suasauaa e 7 Das Cardoao freguezia de S
Jos, 46 Domingos Jos Martins freguezia do,Re
cife, 32 ra da Conceicio e 12 a de Nunes M-
chalo freguezia da Boa Viata e 41 atrada da*
Aflictos, fregueauaai Gatea.Dando aoiencia ao
fiaeal, como pede.
Antonio Martiua mandar concertar o algefos,o can. deaaaato e to-
mar goteiras na caso, n. 18 B- ao lugar Pumbal,
freguezia da Boa-Vista.dem.
Auna Marcelina doa Pasaos Pissenta,para man
dar tomar goteiras em aua cas n.5larua1e
Santa Cecilia. dem
Alfredo Guimaraes, para mandar tomar gotei-
ras e pequeos r-bocos em sua casa n. 6 ra da
Ventura freguezia da Graca.dem.
Antonio Alves Pacheco, replicando, satisfaz a
exig -neia contida no parecer do engenheiro, de-
clarando que consisten) na substituico de urna
trave e caibros o em abrir urna janella no oitao oa
concertos que pretende mandar faaer m casa n.41
ra das Crioulaa, freguezia da Graca, cuja ticen
ca a licita.Na forma do parecer do engenheiro
de 13 do corrate, seja dada a licenca, pagos os
impastes rauuicipaes.
Bernardina Duart-J Campos, pedindo licenca pa
ra mandar transformar em aata o sotao da cisa
n. 16 ra Io de Marco. Na forma do parecer
do engenheiro, seja dada a licenca, pagos os im-
postos.
Columbo Latino Vieira de Sonsa, para mandar
tomar goteiras em suas casas de ns. 44 e 93
ra do Mrquez do Herval, 22 ra de Santa
Thereza e 261 a do Coronel Suaasuna. Dando
sciencia ao fiscal.
David da Silva Maia, para mandar reedifbar a
caa que fca contigua a de n. 305 ra Imperial
Com pede, na forma do parecer do engenheiro,
pagos os direit08.
Flavio G encalves Lima, como administrador de
aua mulher Vngela Baptista Goucilves Lim i,
para mandar substituir um frechal e alguns cai
oros do sua ca8a u. 55 i ra de S. Joo.Na
forma do parecer do engenheiro, pagos 03 direitos,
oncedo licenca.
Francisca Aurora da Silva, para mandar subs
tituir madeira da frente de sua casa de taipa Eita
a-estrada do Encanamento, freguezia do Poco da
Panella. Satisfaca o que pede o engenheiro.
Francisco Vieira de Andrada, para mandar to-
mar goteiras em sua casa de n. 21 ao largo dos
Remedios, freguezia de Afogados. Como pedo,
dando sciencia ao fiscal.
Galdino dos Santos Nunes de Ollveira, para
mandar concertar a coberta de sua casa n. 4 a
travessa de Domingos Jos Martina, substitnln 1
algunas travetas, bem como tomar um- fenda na
parede Concedo licenca na forma requerida, pa-
gando 03 direitop,
Henrique Vogeley, para mandar correr a eober-
:a, fazer aeroterio, encaar as aguas pluviaes, ras-
gar os peitoris das trez janellas do 2- andar para
coliocar trez varandae saccadas, transformar una
das portas do pavimento terreo em jaoella, repa-
rar rebocos nos oitoi's e tascr n > quintal umameia
agua que servir de cosinha e deposito d'agua em
sea predio n. 10 ra do Yiaconde de Pelotas,
bem como concertar a coberta, fazer acrotero e
encanamento pluvial na casa terrea que faz fren-
te para ra do Tambi, fundo do alludido pre-
dio, transformando tambera um* porta larga em
janella, repartindo e ladrilhando-a.Concedo na
forma do parecer do engenheiro pagos os direitos.
Joaquim Fernando da Silva Manta, pedindo li-
cenca para mandar -fazer parapeito, cornija e en-
caar as aguas pluviaes ein sua casa n 73 ra
de Vidal de Negreiros. Diga a parte sobre o pa-
recer do engenheiro.
Jeronymo de oousa Rolim, treplicando, pede
que seja-lne concedida licenca para mandar fazer
faxer cornija, acrcterio e o encanamento pluvial.
Diga a parte sobre o parecer do engenheiro.
Anna Pereira Arantes, para mandar tomar go-
teiras em sua casa n. 8 a travessa das Flores.
Como pede, scientific indo ao fiscal.
L. Goncala de Almeida Souto, para mandar
substituir t -reas e urna grade da janella de sen
predio n. 157 ra Vidal de Negreiros.Conce-
de se na forma do parecer do engenheira.
Ignes Mara das Santos, para mandar limpar a
nanita de aeu predio n. 86 rus do Coronel Suas-
sana, bem cono faaer cornija c parapeito, enca-
naras aguas, casar o oitao, retelhar aubstituindo
caabroa e rpas e fazer andaime. Concdese l-
enme* na forma requerida pagando os direitos.
Jaaquim Pereira A. Ramos, poraeu procura
dor Bernardino Pereira Ramos,, para mandar to-
mar goteiras e faaer pequeos nMnoertos no inte-
riore exterior de cus predios travessa do Pei-
xaion. 78a 122, ruada Cadaia Nava o. Ha
20, 41 a 47 Gasmetro na. 1.a 7 e travessa do asa-
mos n. 39 a 53. Satisfaca a exigencia do enge-
nheiro.
Coronel Joaquim Goncalves Guerra, para man-
dar fazer dez bracas de muro dentro de seu sitio
ra do Visconde de Goyanna.dem.
Joaquim Feruandea da Silva Manta, para man-
dar tomar goteiras em sua casa n. 3 ra do
Fogo.Sim, com scie.teia ao fiscal.
Jos Goncalves Ferreira e Silva, para o mesmo
fim, com referencia as casas de ns. 102 e 108
ra da Palma dem.
Joe Antonio da Silva, para o mesmo fim, oom
referencia ao seu predio n. 138 ra Coronel
Suasauaa. dem.
Luiz de Franca Honorio Lima, para o meamo
fim, com referencia a sua casa sita aos Remedios,
freguezia de Afogados.dem
Mara Leopoldina Ferreira Leite, para mandar
canee, tar o cano de esgoto da frente de sua casa
n. 10 ao becco da Bomba, bem como correr o te-
Ibado da mesma. -dem.
Paulino de Oliveira Maia, para mandar tomar
goteiras em seu predio de n. 10 ao pateo de S.
Pedro e desentupir o cano da de -u. 8 a travessa
da Viracao.dem.
Rufino Manoel do Espirito Sanio, para mandar
construir urna casa de taipa na travessa do Fei
tosa, freguezia da Graca.Satisfaca o que pede o
engenheiro.
Secretaria da Cmara Municipal do Re
cife, 21 de Janeiro de 1386.
O porteiro,
Leopoldino C. Ferreira da Silva.
DIARIO DE PERNAMBCO
Retrospeeta poltico do anuo
de *&
parapeito, canaliaar as aguas pluviaes, limpar a
frente e fazer cornija emsua casa n. 4, ra do
Visconde de Inhama, sem recual-a presente-
mate, obrgando-se a fazel-o logo que fr recua -
da a de n. 2, mesma ra.dem.
Joanna Jess Neves Simes, pedindo licenca pa-
ra tomar goteiras em sua casa n. 65, a ra do Vis-
conde de Goyauna.Como pede, dando sciencia
a> fiscal.
Jos Paulo Botelho, para mandar correr o te-
mado, {ser cornija e parapeito e tomar as aguas
pluviaes em a casa n. 23 a ra da Viraoao, fre
guacia de Santo Antonia.Satisfaca o art. 75 da
lei-n. 1129 de 26 de junho de 1873 e volte, que
rendo.
Joanna Delfina Nanea Ferreira, para mandar
tomar goteiras em suas casas de ns. 82 e 84 ra
da-Palma, 4( e 48 travessa da Conceifo, e 60
i de S. Francisco.Sim, dando sciencia ao fiscal.
'Jio d'Az ve io Ramos, para mau lar tomar go
teiras e fazer pequeos concertos no interior de
seas predios de ns. 5 ao becco da Bomba e 3 ao
Io becco da Cadeia Nova.- dem.
Manoel de Pontea Gomes, para mandar fazer
parapeito, encaar as aguas e transformar em ja-
neHa urna porta de sua casa n. 33 a ra 24 de
Maio.Satisfaca o que pede o engenheiro.
Mesa regedora da veueravel ordem 3-1 de S.
Francisco, para manda.- reparar o cano que d es-
goto s aguas pluviaes da casa n. 12 rna do
Catanga, de sea patrimonio. Concedo na forma
de parecer de engenheiro, pagando 03 direitos.
Manoel Fernn Jes Velloso, p ira mandar tomar
goteiras e pequeos rebocos no nter.or e exterior
dos predios ns. 80, 82, 90 e 127 ra Vidal ile
Nesjretros, 20 e 40 4 rna. d'Asaumpcan, 10 e 19
de Santa Cecilia, 19 e 21 de Frr.i Heurique e 22
de Luiz de Meudouca. Sim. dando scieneia ao
BaaejL
Jymplia doa. Guimaraes Peixoto, para mandar
correr a cobert 1 de pan predi* n. 42 ra dos
Qarteis, afim de tornar gafeiras.dem.
Ponciana da Silva Oliveira, replicando pondera
qK no lugar Maltinha travessa do Rosarnbo,
freguezia da Graca, o local oude pretende edifi
car urna casa de taipa, cuja lice oca solicita.
Concelo Ihaaafa na forma do parececer do eoge-
nheirc, pigos os direitos.
Ricardo Jcs Gomes da Luz, como procurador
de Jos Jeronymo da Silva, para mandar tomar
goteiras no predio 11. 16 ra Larga do Rosario.
Sim, da-ido sciencia ao fiscal.
19
Pelo Sr. vereador commissario de poli-
ca :
Daniel Estcvio dos Anjos Maranhia, pediudo
que sejam feitas as devidas averbaces no senti-
do de ter vendido os seus oito carros.Como re-
quer, pagando o imposto
Jos de Lelis Peixoto, pedindo que sejam feitos
oa devidos iancamentos no sentido de ter com-
prado a FraneiscJ Ramos da Cruz a loj de bar
beiro sita praca da Casa Forte.Como requer.
Luiz Affonso Bandaux, pedindo licenca para
estabelecer-se com taveraaem urna casa Estra-
da Nova do Caxang, freguezia da Graca.Como
requer.
Pelo Sr. Cussy do Reg, commissario de
edificaees
jjAntnnin Guilhermino dos Santos, pedi..do li-
cenca para tomar goteiras em sua casa n. 75
ra de Marcio Dias.Sim, dando sciencia ao
fiscal.
Francisco Ferreira da Silva, por seu procura-
dor Miguel Jos Barbosa Guimiraes, pedindo li
cenca para mandar concertar a coberta, aubsti-
tuindo trave e caibros e fazer pequeos rebocos
no interior e exterior da casa n. 29, concertar a
coberta, subatituindo terca, frechal e caibros e
mau pequeos concertos no interior e exterior da
n. 31, concertar a coberta, aubstituindo a madei-
ra necessaria na de n. 33 e rever o telhado, to
mar goteiras e pequeos rebocos no interior e
exterior da de n. 35, todas sitas ra da Amiz&de,
freguezia da Graca.Concedo licenca de conbr-
midade com o requerido, pagando os direitos.
-20-
Pelo Sr. vereador commissario de poli-
ca:
Beato Monteiro da Bilva, pediudo iieeoca para
canalisar agua para o predio n. 17 a ra de S
Joao. Cea *eqt,
Bezerra&C, pa*Mr um eWibelecimento
de fazendas na casa o 50 ra do Visconde de
Inhama. dem
Joaino Sergio de Albu^ieraae Mello, par abrir
urna Uverna na estrada do Bongy, freguezia de.
Afogados.-dem-
Pelo Sr. venador commissario de edi-
fic*ik* Cw/y Jwpenald& Mego:
Andr Roaaneke, pedinde lieenea paaa auaati-
tair tereaa, eaibfx ripea da coberta do preaia
n. 5 travesea do Duque de Caxiaa, eeas ooaao
FRANCA
iCotUii'iih-nn
O Pi'fruiulo c.-i-ruiiuio foi a aattAese do pri-
iiiciro. Se um linlia sido liijo cruel para os re-
publicanos, o outrocra de nalutvka a rouba' toe
mouan-lii.slas una boa parle das esperaneas que
por alguns dias aliuienlaiain. PmnjiKlain'iilc
ilesilludidos. rian Mas" de certo, maisunia rtt,
que a n'Slauniefio da nionarcliia em h'raiiQa es-
lava ileiiilKliimi'iilc nuito longe ainda, se qui-
trn de reatiSar-ae en quali|uer lempo.
-4Jlil ile que a rsiollia do inoiaiTha eoilliliua
1 Nf cousa ero extraa diffic e perigeaa p 'la
muliipliciilaili- dos pnaaaaares, surinlia qiu- ns
ivpultlieauo> iain orrupar Mi ladeias na ihiv.i
lainai-a, emquaillo a rlireilu. em (odas a- MM
variaues. apenaa lean all eom 202 logares, mi
pouco niais de un lerfiO da ili'putaro total.
Como que |iara lomar mais siyuiliealiva a Dia-
iiili-stacao ultima do suffrafrio universal, 08 elei-
tores deixaram veiicidos na campanlia liomens
siilii'iilisshnos do partido eonservador. laes como
os Sr. Broglie, eeuzes.. Caillaux, Meaux. Four-
tou. Vofue e ainda outras figuras mais ou menos
importantes do celebre 1G de Maio. Em coni-
peusAcc. republicanos da ordem do Srs. Go-
blet. ltouvici-. Waldeek Rousseau, Martin Feuil-
le. Raynal e Spuller sahiraui Iriumpliantrs da
prova deliniliva.
Essc resultado caiBCteristico.
O paiz em Uutubro. como em Janeiro, inoslrou
que se as continuas dissenses intimas do par-
tido dominante e os erros commellidos em nome
da Repblica o jireoccuiiam, uo se aca ali-o
lulamente com lendeucia* a acorociJur novos gol-
pes de estado, nem auehimhjOes polticas de
quidquer especie.
0 povo fiancez. causado de UlallWI ll'uill, aftO
quer subir a corrate lajatangaentada <]< sua
historia, mi aspira a rcuovar us dalas des^ra-
aadas da attribulada existencia |ih' levou du-
rante mais de setenta anuos deate seculo: deseja
ordem e eslaliilidinle das insliluicocs nacionaes.
como COndiCaO inipre_scinHivel do sen pfOgfOJBO.
I-; t DOC isso que arriscado o primeiro passo ii'um
ciuiiinlio sjue o levara s mais funestas pertur-
liacoc- c I di'-astrcs inevilaveis, recuou inimeilia-
taaicnlc. dflaaVt que o c .nleiilameulo das foBsM
reaccionarias os adverti de que uniio conser-
vadora nao passava de una eonspiruco couti-a a
existencia da projiria Reptiblicsi. por mais que
OS cliefes dessa unio pretendessem durante o
pleito electoral enrabrir toda a prooccupacJto re-
l'erenle mudanca de forma de governo.
E' certo que os monarenistas conflam grande-
incale fjUa una dQaflgaaaVSfif) uremediavcl da
maioria republicana lies lavoreea os planos. Mas
o ffjjp a'onlecuria. (280 a indisciplina dos adver-
sarios os deixasse plenos senhores da siluaco ?
A variedade de opiniOs irreconi-iliaveis e i\->v-
jos conlrapostos os di\idiraai por sua vez, e VB
tantas partes quautos fossem os grupos de idi'a-
e a-|Mraces particulares quejosa liga arlilicial
represeula. A queui caberiam, uessa grrluita
livp,,ilise, os lucros do traballio commum ?
Sois tres concurrentes a um so throno, dizia o
venerando Tlucrs Nenlium de vos se poder
sentar n'elle. porque os oulros dous o impedirao
de lazcl-o. Em 18& o caso era uiais compli-
cado ; e poder-se-hia pergutrtar seu lieranca da
Republira caberia aos jeronymislas, ou aos vic-
arios ; aos cUatubordistas, ou aos orleauislas
ao imperio moiio desastradamenle em Sedan, ou
realeza retrogada e adiada desde Lmz Xl\' B
guilhotinaUa em 1793 ? A dileuldade da re-
posta a e.-sa inlerrogaco que levou Thieia
Ter na RepuJilica a nica forma de govenio com-.
pativel com as circunistancias poticas e sociaes
da Frauca.
Entretanto, para fM os republicanos conti-
nen! a beneficiar o paiz, urgente que se man-
tenham unidos pela disciplina mais severa. Gusta
a crer que um espirito elevado como o do Sr.
Clunienceau, em que pe devia suppr una p^r-
feita orientacao do meio em que vive, aliiaen-
tasse o desejo de ver o partido republicano par-
JauaenlarmeBte dividido nos meamos dous gru-
pos prineipaes do parlamento ingle Os lories
e uhiys republicanos fariam de certo m figura e
jogo arriseaduuiao era -frente de partidos anti
constiruciouaes to ambiciosos quanto arrojados.
E esactaaeae or isso que o Sr. Biisson
proiHuihe.j antee 4onsutta s urnas, a coti-
ceatraco das (or4^,repubiicauas, formula, que
as glosas dos jornaes monarenistas tornaras
celebre. Essa concentracao nao era menos ne-
cessaria, e antes o era mais, depois da lucia
eli'itoral de Outubro. Todava o gabinete enten-
da de seu dever deinitter-se. 0 presidente do
conselho consideram linda a missao de que elle
e seus collegas se haviam encarregado em con-
dices dilliceis. Tinlian sido chamados para pre-
sidir s eleices ganes. Concluidas estas, acha-
vam do-neccaardade doixar ao presidente da ie-
publicatoda a berdade para-formar um minis-
terio consoante nova eitHiicao creada pnrratan
niesmas eieiaBes.
O praoeer nBBasleriaiira.incontettaveunenle
mito oaraejrto. Foratuns Caatuinatunciafloiin
JaaawavaaiitaaealiiBaaBail0avn
merecer a confinnga e o apoio da maioria repu-
blicana da cmara que o proprio Sr. Brisson.
A demissao nao foi aceita, como se esperava.
tendo apenas o ministro 6 de Abril passado por
urna uiodilicacao indispensavel. Deuiiltiram-se
os Srs. Pedro Legrand. ministerio do comnieirio.
e Herv Mangn, ministro da agricultura, sendo
nonieados em sulistituico os Srs hauti'e-me e
Gomot. amlios denotados.
O priineiiM dever que se impuuha ao galiinele
era couliecei- rj que havia de verdade as quei.
xas repelidas ipie se lexantavam por toda a parte
contra o procediinenio de di\ersos parochos e
alguns funecionarios eivis dale o periodo
cleitoral.
Verificado, quanto ao primeiro ponto da aecu-
laOaO, que muitos padres do departamento de
Age -e tiuliam. sohre lodos, dislingiiido na
mais iinmoderada e infrene calala contra a Re-
publica, o Sr. Gobiet. ministro dos cultos, anexar
lo sen desejo lautas vezes manifeslado de viver
na melhor harmonia cun a Santa Madre (oreja
Gatholira. nao pode deixar ile castigar os re-
verendos, e dalii suspendeu-llies. nao as ordens
porque nao podia meter a infio na si-ara alheia-
uias o que Btn deixava de ser una IUipantO
poucu supporlavel08 h"nararios. ave 08 rel'eri-
dos padres recebiam dos cafres pblicos. Ocaso
nao devia por forma alguna agradar aos reac-
cionarios e mudo menos do hispo de Puniera,
Este escreveti ao ministro, queixaudo-se do ri-
gor e injiistica da suspensa de congruas, aluc-
inando que os seus subordinados se linham limi-
tado a votar de accardo com as suas conscien-
cias. e que se dfin conselhos aos aaaSJM 8
visinhos. e ensinaran aos catholicos os seus de-
m-ivs de eleiiores. nao haviam l'eito mais que
cumprir a sua sagrada missfio.
i Sr, Gobiei responden eacta umtaato acri-
moniosa do prelado dizendo-llie que susleiila\a
0 sen acto. |)orque sao Ihe pareca iuteirameiite
de inslituico divina que os clrigos subsidiados
pela Estado intiTwessem apaixonadamente nae
eleices. t'erindo a le e o seu proprio caractef
de re|ireseiilanle da f, e que era menos aceita-
vel aiiidaqiie Inassein sem castigo padres que.
como oed'Arige, empreganm contra a Re|>ul>li-
Cl a sua inllueii'ia sacerdotal ))or meio de pre-
dicas nos propinas templos e por toda a especie
de intrigas, injurias e calumnias contra o gover-
no establecido.
Muitos funecionarios civis, c alguns com in-
teiro fundamenlo, eram aecusados de ter abusado
de suas proprias posices em prol dos inimigos
do rgimen exislenle. O ministerio recomnien-
dara-lhes a mais absoluta ueutralidade no pleito
cleitoral, e elles enteuderam que essa recommen-
da^ao os aulorisava a guerrear francamente, uao
s o govemo, mas a propria constituieio : que
uo s podiam decidirse livrementc como cida-
daos, liberdade que Ibes foi garantida pelo mi-
nisterio, mas que deviam coagir os seus subor-
dinados a acoinpanhal-os na inanifestaco ojipo-
-icionisia Kra. nada mais. nada menos, que
reviver o syslema das candidaturas olliciaes. mas
desla vez as avessas !
Desde que ueutralidade nao synomode los.
Ulidade, tornava-se incoucusso que os funeciona-
rios aecusados tinham procedido a compromet-
terem-se seriaiuenle. Era com ludo uecessario
levarein conla as exageraces partidarias, que
iiaturalmenle lendiam a augmeular com maior
pautan que Justina o ro dos vesdaaVetros culpa-
dos. Dizia-se que era urgente depurar o func-
'ioiialisui.) ,, Mas proceder a um holocausto
linvipitado e descomedido de fudecionarios, se-
ria sem duvida prejudicar a disciplina adminis-
trativa e o seri$o publico, araaTeses com ab-
soluta impunidade dos venia leiros delinquentes.
0 Sr. Brisson assim o comprelieudeu, quaudo
interroiirfro-rroassntnpto. respondeu que era de
dever exigir de todos 08 agentes do governo l-
delidade s nstituicOes republicanas, mas que as
providencias ai onselbadas s se podiam lomar
depois de demorada e alternamente estucados to-
dos os casos particulares, j que nao era licito
fazer de uis-Oes em grosso e por infornuices in-
completas.
Esas resposta den-a o presidente do conselho
mesa promotora das reunies plenarias dan
esquerdas. reunies imaginadas pelo Sr. Lockroy
10 intuito de barmouisar u'um prograunoa com-
mum os esforyos de todos os grupos republica-
nos, e as quaes, entretanto apezar de muito pro-
mettedoras, nao deram outro resultado alera dos
epigrammas dos reaccionarios.
Perante essa mesma mesa se recusou o Sr.
Brisson a acceilar o compromisso de apresi'iitar
a proposta de amnista de todos os criminosos
polticos, e que Ihe era iudieada como meio de
evitar que a aceusaeodo ministerio Ferry reap-
pancesse na nova cmara. O presidente do con-
selho justificou a recusa, allegando que nada
havia de commum entre os membros do ultimo
ministerio demissionario e os individuos enja
amnista se desejava.
Realmente nao vemos em que a sorte do Sr
Julio Ferry e seus collegas torease depender dos
destiuos da cidad Luiza Michel eoutras entida-
des de igual valor. Ainda sobre a questo reli-
giosa e a do Tonkin se achou o Sr. Brisson,
como representante do ministerio em desaccor-
do com as opinies da referida mesa. Esta que-
ra que no programma a formular entrasse a se-
fiaracao da igreja e do Estado c fosse consignada
a necessidade de abandonar o Tonkin. 0 minis-
terio achava a primeira medida precoce e a se-
gunda prejudicial aos iuteresses nacionaes.
(Continua)
Alagoa de Baixo
(59 eleitores)
Dr. Prxedes P tanga 37
Dr. Goncalves Ferreira 22
Resumo da votaco noo collegios de Taquare-
trnga, Pesqueira, Cimbres e Alagoa de Baixo :
Dr. Goncalves Ferreira (C) 226 e 3 separados
Dr. Prxedes Pitanga (L) 217 el
o diairicto Est desi ve junta apuradora o dia 1. de fevereiro prximo
para ter lugar, no 3 o diatrioto, o 2. easrutinio para
membros da Aaaembla Provincial. O pleito cor-
rer eatreos Srs. Baro de Itapiaenma, Henrique
Gi*son, Dr. Joo de S Ctaaleante d'Albuquer-
que e Dr. Joao Baptista do Aaaarai e Helio.
** aastricio Neste entro distrioto, por de-
si irneafc da junta apuradora competente, o 2. es-
crutinaa>a*radeputado8 provineiaes ter lugar
31 do aaaante mez, e coreara eatr* os Srs. 3aro
de Niaiii, Dr. Antoaio Veaaoei Cavaloante
d'AlbaBBMM|ue Wandertay, Dr. laa de Andraae,
Dr. Augusto Colho de Moraes, e Dr. JoSo d'Oli-
veira.
Colleglo de S. Jo-Na prxima se-
gunda-feira, 25 do corrente, abrem se as aulae
do Collegio nternato de S3o Joa, aito Soledade,
e dirigido pelas irmes de Santa Dorotha. e no
dia 1. de fevereiro comecarao funccionar as au
las daa alumnas externas.
O Collegio de_8. Jos um estabelecimento de
inatruccao primaria e a cuudaria para meninaa,
credor de toda a confianca. All ha a maior vigi
lancia e esforco quer pela edu:acao, quer pela
inatruccao; as professoras sao excellentes ; o re-
gimem bygienico o melhor ptiasivel; e a tudo pren
de o mais cai-inhoso disvclo.
I.ibcrtarao. As folhas da cidadu da Vic-
toria desta provincia, noticiam que o negociante
portugus, alli eatabelecido, Sr. Jo3o Jos Ferrei-
ra, em regosijo chegada do primeiro trein em 7
do corrente, rcatiuio a liberdade a urna aua escra-
vinba dotando-a com 200,$ e urna casa logo que
chage a casar-se.
_ Actos de tanta philantropia poera em relevo a
distinccSo de quem os praticam e nao devem es-
capar a vinoracSo da imprensa e d- todos.
Crlmeaeso de norte. H.ntem, s 7
horas da man ha e no largo de D. Pedro I, da fre-
guezia de S. Fr. Pedro Goncalves, foi preso o ta
noeiro de nome Jos Mura Bittencoart, por lev no
dia 16 do corrente, da^ 10 para 11 horas da noite,
na travessa do Occidente, ferido com urna com-
p;i8aada no pimbeiro de nom* Manoel Curvado,
que s 3 horas da madruga! de houtom falleceu
en cinsequencia do terimentoque rec:bera
O criminoso foi recolhiio A Casa de Detencae.
r<" 1 a da aulle m> Poro da Panel
J11. Ainanha, a 7 1/2 horas da" noite, s.-r haa-
teada em frente a matriz do P090 a bandeira de
N'ossa Sen'oora da Sade.
Na seguinte ncnti comecarao as no7ena3 c no
dia 2 de Fevereiro ser com pompa do costum,
colebrada a tradiceional festa da excelsa padroi-
ra. Em outro lugar inserimos o programmi doa
reatnjaa
Si< limo diatrieto elelloral. Conata
Icivcr sido marcado o dia 1 de Fevereiro prximo
para a aparaco no 7" diatrieto da eleiclo de de -
putado geral.
nandanentes para a quareama.
Oa que, sob a rubrica Goverao do Biipado, fo-
ram puolicadoa ante-hontein e hontcm neste Dia-
rio, t >rain os organ sados para a quareama de 1885
e nao para a do corrente anr>o. Houve aoenas urna
repetico da publicaoao.
Ferimealo grave. Em 21 do mez pas-
eado Dezembro, 11 o termo de Santo An'.ao, Fran-
cisco Valentim Barbosa e Francisco Flix de Li-
ma aggrediram e feriram gravemente a Jos Igna-
cio de Meira Ferrio.
Os delinquentes foram presos em flagrante.
Ilelegania do l di(rse(o da cap
al. O Sr. Dr. Joa Oaorio de Cerqueira reaa-
suinio o ejercicio do cargo de delegado do Io dis-
tricto desta cidade.
Villa de tt. Beute>-Em 16 do corrente es-
creveu nos o nesso correspondente o seguinte :
Como ja, ser conhecido ah o resultado da
elei;ao de boatoiu para um doputado geral por ea
te nono diatrieto, nao lb'o mando, porchegar tarde.
O resultado era esperado, por quanto, se na
aituaco liberal o Dr. Alcoforado Jnior toi duaa
vetea eleito, sendo conservador, com maioria do
razio deveria sei-o agora, na situaco conserva-
dora presente.
Com tudo, ambos os p irtidos trabalharam e
muito, e pode-se diaer que, no nono diatrieto ain
da nao hoave urna lucta poltica tao reunida co-
mo a do presente anno !
' Aqui, em censequencia do estado anormal, -a
secca, muitos eleitores compareeeram vindaa de
distancias maiores de trinta leguas, e alguns pelo
seu estado morboso foram dar o seu voto no paco
da cmara municipal arrimados em companhei-
ros ou sustentados em moletaa !
Os soldados Manoel Martins dos Santos e
Francisco Trajano, os quaes na noite de 9 do cor-
reut i ivadiram a casa de Manoel Jaonario Biapo
Canninana, morador nesta villa, ha poucos pasaos
do quartel e tentaran arrastar a menor Cecilia
flha do meamo Cauninaua, nem um padre nos8o
de p.-niteacia tiveram, sendo na mauh seguinte
posto em liberdade o mestai Manoel Martina,
o qual protesta que mais dias, menos das rap
tara a mesma menor, com violencia e collocar a
mesma em sua casa, pais que muito 1 ojtros sol-
dados asai n tem praticado e nenhum mal tem sof-
frido ; a e aponta aqu mesmo na villa os seus
coinpanheiroa Francisco Trajano de Brito, Radol-
pho liamos c Antonio Lina Vieira, ro3 confesaos
do meamo crale.
J nao eram bastantes a secca, a fome, o ata-
que a propriedade doa aan-bentiatas, era neces-
tario o ataque ao pudor e a honra, posto em pra-
tica peles proprios soldados do destacamento, pir
acuelles inesm is que uoa pagamos para velirain
sobre a uossa liberdade, honra e vida quando se
acharem ea penga !
Se as autoridades supsriores nao lancarem
suas vistas paia est infeliz termo, se continua
rem a fazer parte do destacameato desta villa oa
Manoel Martina, os Trnjaaos de Brito, oa Rodoi-
phoa liain >s c Antonios Linos, a conagracae das-
te terme ser urna realidad*, porque um bocea-
do impoaaivel d tragar a um pa: de familia hon-
rada, ver forca publica entrar a forca em o lar
domestico e arraatar a flha querida para aervir
de pasto a mais desragrala libidtoagcm do sol-
dado !
tanto mais quj hoje, gracas aos progresaos da ch!
mica, aquellaa podem completamente substituir-se
por outras inteiramente indirlrrentes.
Como ae ama em dilTereates po-
voEncontramos em urna folha o seguinte :
O amor do italiano apa xonado, fcil ao odio e
suape:toso.
Na italiana, eatretanto, o amor ardente, fiel,
mas prompto a destiuir-ae logo.
O francez nutre amor ligeiro, inconstante e ir-
resettivel.
A francez sent amor alegre, ideal e expan-
sivo.
Os inglezej tm amor romntico, ethereo e pas-
sageiro.
O hespanhol em amor franco, reconhecedor e
zeloso.
A hospanhola em amor cheia de caprichos, ba
rulhenta e livre.
O austraco nutre amor profundo, igual e posi -
tivo.
A austraca em amor antiplatonica, gentil e
calma.
O americano ennamerado especulador, empre
hendedor e esbelto.
A americana nos bracos de Cupido provoca-
dora, tyrannica e vaidosa.
O russo tem o amor agradavel, mysterio30 e
phantastico.
A russa cm amor toda fogj, toda chamma e
inconstante.
A odalisca nutre amor p&ssivo ou fogoso, resig-
nado e rebelde.
O a!lem2o em amor pateta, franco e crdulo.
A amante adema sentimental, cheia de affagos
e violenta.
O suisso sent o amor tmidamente, simples e
candidamente.
A suiasa positivista e ama a compaixao, pre-
ferindo o solido ao ethereo.
O sueco tem amor reservado, potico e inahe-
ravel.
A sueca em amor cnsta, calma e fiel.
EureKaDentro d) breves dias ser lauca-
do agua, no estaleiro dos Srs. C. R. Poillon, em
Brooblyn, um barco que, segundo dizem oa seus
iuventores, destinado a causar urna revoluco
nos meios de locomocao martima, dcixando a p:r-
der de vista as actuacs machinas de vapor.
O birco em questo chama se Eurka e tem 100
ps de comprdo, 12 de boca mxima e 7 ps e 6
polleg&das de pontal.
A sua proa ha de ser to estreita como a lami-
na de urna faca, a ppi redonda e o meio propul-
sor iim-t machina que funecionar por meio de
urna serie ae pequeas exploses de petrleo. As
explases podem suesder-co eom a frequencia de
trinta a sesaenta por minuto, e faro mover o bar-
co com velccidade superior a que hoje alcancam os
mais rpidos navios.
A forca elstica dos gases desenvolvidos pelas
explosoes actuar directamente sobre a agua, suin-
do porduas aberturas quadradas, situadas nos dois
lados do casco p ;rto da proa.
Nao haver -segundo refere urna pessi direc-
tamente interessada n experienciarodas, nem
hlices, nem coisa alguma do que se usa nos bar-
cos a vapor. A forca empregada o ar e a ma-
china aitotnatica urna ma.-bina de ar posta em
morimento por urna caldeira. O ar comprimido
passa para um recptente, no qual ce injecta um
jorro rauto fino de petrleo, produzindo-se a expo
sao por meio de urna faisca elctrica.
l-'aa noto liiauel Os jornaes ingleze3 an-
nuiciam a inauguraco do urna grande obra : um
tunnel entre Liverpool e Birqiehid.
A imprensa uglcza noticia a inauguraeao desta
obra collossal.
Ha mais de vinte e oito anna3 i,ue tinham co-
mecado os trabadlos, mas os meios de que os enge-
nheiros dispauham eram insulficientes e a obra es-
te ve pualysada durante muito tempo.
Em 1880 apen s existiam dois pocos ou galeras
nos dois extremos. Mas n'-esse mesmo anno deu-
sa mais impulso nos trabalbos, por meio de novo3
e poderosos appareluos mechanicos.
0 tcireno atravessado racha dura ; o que, por
um lado, iavoravel para evitar as filtracois, que
tm sido poucas, e por ostro lado tem tornado o
trabalho mais dispendioso. A machina perfura-
dora tem chegado a perfurar 69 jardas por se-
mana.
A importancia da tunnel grande. Passa por
baixo do ro Meraey, que n'aqoelle ponto tem urna
largura de 1:600 metros. Mesmo que entre as
duas margeu8 crusem muitos vapores, este meio
de communicaco aera comparativamente lento e
perigoso.
A oonstruccao de urna ponte seria muito ditli-
cil.
A interposico do rio dirficultava as relav<> -'a
coramerciaea entre Liverpool e Birquebead, que
tem juntas cerca de um mdho de almas.
Brevemente cirularo relo tunnel os trens faci-
litand > o trafico.
loucas,
A fortuna de Vanderbili -O New York
Herald diz que, dias antes do morrer, o banqueiro
Vanderbilt disaera a um reprter que a sua fortu-
na era superior a 200,000,000 dollars, 400,000:000
da nosa moeda !
Mas para se avahar bem este algarismo quasi
fabuloso, preciso saber que nos dona ltimos an-
nos Vanderbilt teve prejuizos calculados em
50,000,000 de dollars100,000.000*tanto cm ne-
gocios seus como as espceulacoes inglesas dos
seus dous filhos Guilherme e Cometi em acfes
das estradas de ferro do Eri, Western e Central,
em que lateralmente se arruinaram
Dos outros dous filhos, a cada um dos quaes o
av, Cornelio Vanderbilt, deixara um mdho para
brinque los um Frederico, quadruplicou a sua
fortuna no mesmo jogo em que os raos se arrui-
naram ; o outro, Jorge, que um pouco surdo, es-
tava vivendo cm companhia do pai. Era o mais
feliz da familia, dizia ha um anno, por este tempo
o World, contando as tristezas de natal do velho
rei das estradas de ferro. <
do Vigarlo Tenorio n. 1, de movis,
dros, etc.
Pe'o agente Pinto, s 11 horas, no largo do
Corpo-Santa n. 19, de michinas de costura.
Sabbado :
Pelo agente Burlainaqm, sil horas, na ra do
' Imperador n. 22, de predios.
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, na ra do
Mrquez de Ollnda n. 18, de movis.
Mloaaa fnebre Sero celtbradss:
Hoje :
A's 7 horas, na capella do cemiterio de 8anto
Amaro, por alma de D. Joaquina Maria Ramos ;
s 7 horas, na matriz de Jaboato, por alma do
commendador Jos Joo de Amorm ; s 6 horas,
na matriz de Santo Antonio, por alma de Casemi-
ro de Fontes Ferraz.
Amanlii :
As 8 horas, no Corpo Santo, por alma do com-
mendador Jos Joao de A or i m ; s 8 horas na
matriz da Boa-Vista, por alma de Joaquim Igna-
cio Ribeiro; 6 horas, em S. Francisco, de Olio-
da, por alma do capito Manoel Ignacio da Silva
Braga : a 5 1/2 horas, na matriz de Jaboato, por
alma do capito Manoel Ignacio da Silva Braga.
Terca-feira :
A's 7 horas, na matriz de Santo Antonio, por
alma de D. Candida Francisca Xavier dos Reis.
Cana de Oetenrao ilovimento dos prc-
103 no dia 20 de Janeiro :
Existiam prjsos 325, entraram G, sahiram 2
existem 329.
A sabei:
Nacionaes 290, mulheres 7, estrangeiros 5, ei>
travos sentenciados e processados 13, ditos de cor-
rcecao 14 Total 329.
Arraeoados 303, sendo : bons 292, doentes 11
Total 303.
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Joa Alvea Cavalcante.
Manoel Joa Pereira da Costa.
Teve alta':
Manoel Luiz Antoaio Cabral.
Lotera da pro* tocia Sabbado, 23
de Janeiro, se extraliir a lotera n. 33, em beufi-
cio da igreja da Boa Viagem de Pasmado.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceico dos Militares, se aeharo expostas as
urnas e as espheras arrumadas em ordem num-
rica, apreciaco do publico.
Lotera de Macelo de SOOtOOOKOOO
Esta grande lot-iria, cujo premio grande de
200:000000, pelo novo plano, ser extrahida im-
prcterivelinente no dia 26 de Janeiro.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa Feliz
praca da Independencia ns 37 e 39.
Lotera do Kio.A 1' parte 195 do plano
novo do premio de 100:000^000, ser extrada im-
preterivelinente no dia 23 do corrente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra do Crespo n. 23.
Tambema cham-3e venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera do Cear rie SOf:OOttSOO:> --
A' Ia sene d'esta grande Lteria, cujo maior pre-
mio de 250:0005000, se extrahir imprcterivel-
mente no dia 2'J do corrente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna, ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera do Marauuo -A Ia parte da Ia
lotera detsa provincia, em beneficio da emancipa-
cao c Santa Casa de Misericordia, cujo maior pre-
mio 50:0004000, ser extrahida no dia 26 de Ja-
neiro.
Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
Mercado Municipal de S. Jun O
movimento deste Mercado no dia 21 de corrente,
foi o seguinte:
Entraram :
30 bois pesando 4.616 kilos.
469 lulos de pcixe a 20 ria 94280
22 taboleiros a 200 ris 4400
43 cargas de farinha a 200 ris 84600
14 ditas de fructas diversas a 300
ris 4200
15 Suinos a 200 res 34000
Foram oceupados :
18 columnas a 600 ris 104800
44 talbos de carne verde a 14000 444000
20 ditos de ditos a 24 404000
40 compartimentos de taiinha e co-
midas a 00 ris 204000
60 ditos do legumes a 400 ris 244800
17 compartimentos de suino a 700
ris 114900
14 ditos de fressuras a 600 ris 84400
KtviSTA DIARIA
. *______________
Eleicao geral.Da elsico a que se pro-
cedeu para deputados Aasembla Geral Legis-
lativa no dia 15 do corrente, temos mais conheci-
meato doa seguintee resultados :
12* DISTBICTO
Cimbtes
(00 eleitores)
Dr. Prxedes Pitanga 34
X>r. Goncalves Ferreira 2$
Em nome dos san Dentistas p'dimos aosExms.
Srs conselheiro presidente da provincia e Dr. che-
fe de polica providencias, afim de nao co tinua-
rern a perturb-tr o sacego e bonr.i das famUias
deste termo os Lfvetaces de farda aciaa indi-
cados.
o lia um mez, dia por dia que nao chove nes-
te termo. Perderam ae as lavoaraa plantadas c
um sol abrasador fez desappareeer as esperanzas
ds pobres sertantjoa os quaes continuam em maa-
sa a emigrar para as martas.
Bem lembravamos que o perigo estava neste
mez. Se nao chovesse, muito perdiriamos. E as-
aim vai succedendo, e se Deus nao nos mandar
algumas chuvas extinguir-se ha o gado, pais que
as poucas rezea que voltaram das mattas onde fo-
ram refrigerar-se, eato em tal estado de definha-
mento que ser irapossivel conduzil-oa de novo
para oa mesmos lugares d'oude vieram.
Os gneros esto sendo vendidos por precos
altos custando a cua de f triaba 14200, de feijo
14400, de mlho 500 rs. e aaaa. rapadura 100 rs.
A carne verde custa 74 os 15 kilos e a seeca
chamada do serto 12.
Vieram ao mercado hoje : 60 cargas de rapa-
duras, 25 ditas de farinha, 1 dita d fojo, 69 di
tas de milho, 6 ditas de sal e 4 ditas de carno de
sol.
O calor aspbyxiante.
At outra vea
llrinqaaeu de crlaaca As bonecas
oceupam o primeiro posto entre os divertimentos
da infancia. Pele lado psychologico e educativo,
a boaeca considerada eomo o mais idneo jogo
para as crianeas, sendo que essa especie de re -
creaco as torna de certo modo, mais armes, as ha
btua ordem, e deaperta nellas um aeatimento
de aff>ico.
As nonecas se fazein comaummente todas de
madeira, ou com a cabeoa de porcellaua, e o cor
po de madeira ou de estofo. Este innocente di-
vertmento das nossas crianeas pode Ibes vir a ser
perigoso, todas as veces que as nonecas sao colo-
ridas com substancias venenosas, especialmente
com preparados de cbiuabn, a quaes, se 2o lam-
bidas, como sobretodo acontece com as crianeas
mais pequeas, se digaolvem, e unidos saliva, a
criauoa os engole, resultando d'abi enorme damno.
Ha igualaaente 00 oommercio boaecas de cautehue,
aa quaes igualmente podem ser renenesas, quando
na borracha vulcanisad* se adu chambo', ou fo-
rca me aa anteaedantea piataaaa.aom-cores ye-
nenosas. Por eata-raaao severas lea deveria___
prohibir aos fabrieaderes que exaoaeatem ao tami
meroie- boneoas piaUaVu cora cana vaoaaoaaa,
Opfniao do eeneral tiran! acerca
do duelloEato publicadas as Memorias do
general Graut; n'ellas formula o autor de to iu-
tereaaante obra, a aua opinio a reapeito do duelo,
a proposito de um desafio de que par acaso foi
testemanha em Nova-Orleans.
Creio, diz elle, que nao teria valor para rae
bater em duelo. Se um homem me offendease at
ao ponto de desejar matal-o, nao me dara a es-
colha das armas, de local, e de condices le com-
bate.
Se pelo contraro cauaasse a outrem urna offensa
bastante grave para que se considerarse com di-
reito de me matar, apresentaria todas as descul-
pas afim de o satistazer.
Tenho tambem razoes do urna ordem mais ele-
vada para combater o duelo. Indubtavelmente a
maior parte dos desafios nao teria lugar se os in-
teressados tiveasem o sufflciente valor moral para
se negarem a bater-se
fas beaa na olaten a quem -A fa-
milia Coyle, de Nowa-York, conhece praticamente
a sabedoria d'este proverbio.
Por urna tempestuosa noite do mez passado, ba
teu a porta de sua misera casa da ra 116 e 5.*
avenida, urna velha desvalida e miseravel. Os
caritativos esposos Coyle receberam-u'a, compra-
ram-lbe um par de sapatos ; e, como a velha se
mostrasse gravemente doeute, levaram n'a para o
hospital.
A paciente morreu incumbindo um dos enfer-
mein>s de entregar o dinheiro que tinha n'um cinto
a urna familia da ra 116 e 5a avenida, que a ha-
via soccorrido. O eofermeiro ficou surprehendido
ao encontrar nada menos que 1,400 peaos debis V
dos miseros trapes da velha, e escreveu aos Coyles,
dando Ibes a noticia.
Mas o peior que o dinheiro est em poder do
administrador de bens intentados, e que os esposos
Coyle tero de trabalhar, se quizerem receber o
dinheiro.
satera de uan cartaHa uns 60 an-
nos partiram para a America dous raos, dous
francezes.
Um delles morreu e deiiou ao irmo a enorme
fortuna de 4,500:0005000.
Morrea o segundo irmo, que era immensamente
rico, e deixou a sua fortuna a um sobrinho resi
dente em Franea. O tabellio a quem o tio entre-
gou o testamento esereveu unta carta ao sobrinho
auuunciando Ihe a boa nova.
Por desgrana do sobrinho, a carta, que devia
ter muitas folhas, exiga, para ser entregue pes-
soa a quem era dirigida, o pagamento de 450 ria
de franqua.
O destinatario teve a m inspiraco de nao que
rer resaber a carta, que voltou ao eeu ponto de
partida; as autoridades do paiz lancaram mi da
heranca, e agora allegara a prescripeo, fundan-
do-seem que passaraia mais de 80 annoa sem que
alguatn ae apreseutaaae a reclamai a.
Os becairos d'eata collossal fortuna s<3 ltima-
mente laabaraaido direito que team i sua posse.
Laaldlea E#atnaa^e-h*,o 1
Hoja;
Peio agente Martins, s 10 1/2 horas, na ra
Deve ter sido arree alada neste da a
quantia de 1834580
Precos do dia:
Carne verde a 480, e 320 is o kilo.
Suinos a 600 e 500 ris 'dem.
Carac-o alie 800 ria dem.
Farinha de 820 a 610 ria auia
Milho de 400 a 240 ris idea.
Feijo de 640 a 14280 ria dem.
Cemiterse PublicoObituario do dia 20
de Janeiro :
Manoel Paula, Pernambueo, 29 annes, casado.
Boa-Vista ; splenite.
Julio, Fernambuco, 1 anno, Boa-Vista ; febre
ama relia.
Francisco, Pernambueo, 5 annos, Rscife; ede-
ma do fi.'ail)
Jos Damiano dt Oliveira, Pernambueo, 30 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Jos Norborto Freir, Pernambueo, 32 annos,
casado, Boa-Vista: tnberculose.
Elias Soares de Freitas, Rio Grande do Norte,
24 annos, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Alexandrc Dias da Silva, Pernambueo, 38 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; broncbo-pneumonia.
Adelia, Pernambueo, 7 dias, Santo Antonio;
convulsoes.
Manoel, Parnambuco, 7 dias, Santo Antonio ;
eclampsia.
Laura Canuda Tavares do Valle, Pernambueo,
20 annos, casada, Santo Antonio; pertonite puer-
peral.
Emilia, Pernambueo, 7 mezes, Santo Antonio :
entente.
Daniel Estevlo dos Anjos MaranhSo, Marate,
40 annos, solteiro, Recfe : aneurisma.
Balbina, frica, 52 annos, solteira, Graca: ca-
chexia palustre.
Faustino Jos Victorino, Pernambueo, 47 aa*
nos, viuva, Boa-Vista ; gastro entente.
Mana Luiza Vieira de Lima, 37 anuos, casada,
Poco; febre remitiente.
Candido Alves ae Lima, Pernambueo, 52 annos,
S. Jos ; febre typhica.
Maximiano, Pernambueo, 1 anno, Boa-Vista
ignora-sa a molestia.
IHDICAgOES DTEIS
Medlcoa
Conaultorie naedtco-clrurg-lco do Dr.
Pedro de Attabyde Lobo Hoscoso 6
ra da Citoria n. 59.
O dovAor Moscozo d consultas todos os
dias uteis, das 7 s 10 horas da maaha,
Este consultorio offereee a commodida
do de poder cada doente ser ouvido o exa-
minado, sem ser presenciado por outro
De meio dia s 3 horas da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torreSo pra-
ca do Comincrcio, onde funeciona a ms-
poocio de sade do porto. Para qualquer
Testes dous pontos poderlo ser dirigidos
os chamados por carta as indicadas horas.
O Dr. Acibiades Velloso continua a ter
consultorio, na sua antiga residencia,
ra do liarlo da Victoria n. 45 1 andar.
D consultas das 7 s 9 horas da manha
e acode aos chamades a qmlquer hora
Pratica operacSes. ^
O Dr. Alfredo Gaspar, medico afana-
dor e parteiro, restabelecido dos seus in-
commodos, contina no exercicio de sua
profissao. Residencia ra da Imperatriz
n. 4, 2. andar.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tarde, ra do BarSo da
Victoria n. 45, 2. andar, residencia ra
do Riachuelo n. 17, canto da ra do Tires.
Adyogado
Henrique Milet. Roa do Imperador n.
22, 1. andar. Encarrega-se de roestOes
as comarcas prximas as linhas frreas.

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'

Diario de PernambnctiScxta-feira 22 de Janeiro de 1886
riu do Imperador n. 79,
Dr. fmi
1. andar.
Dr. Oliveira Escorel, 2. promotor pu-
blico, tetn seu escriptorio de advogacia na
ra Primeiro de Marco n. 2.
Jos Bandeira de MeUo advogado -
ra do I operador n 37.
udaara de conaultorio
O Dr. Adriao avisa aoa seos clientes
que mudou o K J consultorio para a ra do
Queimado n. 46, 1. andar. Consultas
todos os dias das 11 s 2 horas da tarde.
Drogara
Faria, Sobrinho & C, drogustaa poi
attacado. Ra Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Suva & C, depo
sitarios de todas as especialidades pharmt
ceuticas, tintas, drogas, productos chinuce
e medicamentos homoBopaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
o i lea francesa e drogara de rou-
luayroi Frrea. ueeeaaore
A. de Gao
Neste estabeleciment fundado desde
1821 encontra-se os productos chlmicos
drogas, tintas, leos, pinceis, verniz^s das
melhores marcas ; todas as especialidades
pharmaceuticas dos legtimos autores, um
variado sortimento de fundas o aguas mi-
neraes, os granulos dosimetricos de Burg
grave e productos especiaos da Flora Bra-
sileira. 22 ra da Cruz, Recife.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapina
d ^Francisco dos Santos Macedo, caos de
Capibaribe n. 28. N'este grande estabele-
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, comprase e vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta all ia, assim como se preparan obras
deacarapira por machina e por preces sem
competencia.
l.abaralorio bomiropaliro
F. Chaves Jnior, mdico e pharmaceu-
tico homeoptico, ra, do Baro da Victo-
ria n. 39, 1. andar.
PPBLEACOES A PEDIDO
A publico
O Protesto em tempo firmado pelo Sr. Henrique
de S Leito no Diario do 20 do crtente e a i
tiuia dida p.da Provincia do mesmo da sobre
facto da despedida de Eneas Jacome de Araujo de
caxeiro da Lija Bella Jardmeira, obriga-nos, como
amigo do engenhero Dr. Joo Portella, a vir
imprensa restabelecer a verdade.
o dia 15 pela inanhl Euas participou ao Sr.
Margue 3, seu patrio que as 10 horas precisa va sa
hir afim de ir votar, p-b que pedia-lhe licenca
pira a fazer. A' este pedido nada oppoz o Sr.
Marques que sabia ter Eneas a compromettido
com o Dr. Portella Jnior qnando por este fra
procurado no estabeleeimenti dias antes, e ausen-
tndose s voltou loj depois de meio da.
Estando Eneas s no catabelecimento ponco de-
pois das 10 e meia ah cliegiu o Dr. Joao Portella,
carro, e informado pjr Eneas de qne nao poda
ir votar por se achrr ausente o Sr. Marques dirigi-
se casa deate ra do Cabug n. 2.
Ahi lhe Jisseram que o Sr. Marques nao estava,
sendo reconhecido por pessoo da casa pois ouvio
dizer : o filho do Dr. F'ortella.
Voltando ao estabelecimeuto procurou taser com
3ue Eneas nao ficasse privado do exercicio de seu
ireito e seu pai do voto que Eneas lhe ia dar; e
sabeada que havia um outro empregado de nome
Antonio de Barros que costu-navo ficar s no es.
tabe'ecimento, apesarde ser informade de que es-
tava em casa por doente o Dr. Joo Portella, o
foi em sua procura ra do Livramento n. 28 3
andar e o trouxe carro e resguardado de modo i
nao agravar seus sofFrimentog, prestando o mes-
mi Sr Barros de boa vontade, este obsequio ao Dr.
Joao Portella.
Entregou Eneas ao seu companheiro a loja. se-
guio para a Escola Normal dar seo voto bem des-
cansado e longe de esperar que em seu regresso
O Sr, Marques o despederia.
De volta a loja 25 minutos depois, ahi estava
um irraao do Sr. Marques, o Sr. Caetaoo e um
qudam.
Este quidam, que ignoramos quem seja, nao s
quiz prohibir entrada Eneas como maltratou
grosseiramente este e ao Dr. Joao Portella, que
o acompauhava. sondo o Dr. Portella obrigado
repellir enrgicamente a grossTa.
Chegando o Sr. Marques ao estobeleciroen'o,
qusndo j se tinha retirado o Dr. Portella, foi
Eneas despedido.
Que digam os homens sensatos se Eneas foi ou
nao despedido por ter ido votar no Dr. Manoel do
Nascinv'nto Machado Portella t
Eneas, nao deixando s a loja nenhum crime ci-
metteu. O sea procedimento foi o mais correcto
posaivel enai loe pode ser ieita censura alguma.
O mesmo, porto, nao se pode dizer do Sr. Mar-
ques que nao tendo eoragem para pedir ou obri-
gar seu empregado a votar no Dr. Nabuco,, pro-
curou, ausentando se do estabeleci ment, prirar
Eneas do exercicio de seu direito, somente por que
este exercicio tella.
O proeeiimento do Sr Marques nao tem expli-
caco.
Antes a eoragem civica de Eneas que a fraque
za do seu patrio Marques.
O plano foi bem combinado mis felizmente nao
vingou.
Os amigos da liberdade, ao passo que grtam
pela libectacao los captivos, procuram escravisar
os vres.
E' por iaso que o Dr. .Joo Portella disse. e nos
repetimos, o procedimento de Eneas elevou a claa-
ge caxeiral. mostrando que essa nao escrava do
capricho dos patroes.
Urna tettemunha.
E' extrema a facilidade que resulta da
collooacSo dos frnosou quaesquer eiioios,
depeodeatos uas das entres especial mente
dos de fabricas depredantes cermicos, e
por consequencia frageis, na proximidade
dos lugares onde tem elle de ser car rega-
dos.
Os goipSes ou-telheiro onde oocbngam
as obras manufacturadas, esto igualinen te
collocados mais ourta distancia ios fr-
nos e coivaras.
Da mesma forma, e com o mesmo fi
de economisar tempo a dinheiro, acham se
disseminados pelo terreno cerca d 1,500
metros, ou kilmetro e meio de trilhos de
ac, pelos quaes a materia prima condu-
zida dos amassadores o d'ahi machina,
onde comprimida, reduzida a pecas de
tormas regulares, com differentes feitios.
All vimos, desde o tijolo, chamado de
alvenaria, tijolos massicos e furados, de
qualquer formato, telhas com encaiche, te-
lhas typo madeira, chatas, do S. de capo-
te com encaiche, de aresta, de contorno,
etc. etc, cristas cornijas, frisos, modilhdes
ladrilhos diversos e varias pacas de orna-
rnentacao architetonica ; caaos vidrados de
diversos dimetros, rectos e curvos, com
bifurcado recta e obliqua, at os nitros
para agua, tudo porteramente acabado
A materia prima nao pode ser melhor,
e a mao de obra nada deixa a desejar.
Sejuntarmos isto a despreteneiosa e
hbil directo que preside ao trabalho, ou
tra nao pode ser a conclusao, senao que
esta empreza est fadada nao s a melho-
rar eonsideravelmente as coudiccBes hy-
gienicas da nossa capital, mas tambem a
dar justa e rasoavel ramunerajao aos ca-
pitaes nolla investidos.
QUESTBbS SOCI1E8
(Correto de Santos)
Nos grandes centros trata-se sempre, em
primeiro lugar, das commodidades para os
abastados, os felizes favorecidos pela for.
tuna.
E porque nao hade ser assim, se o capi-
tal proporcionado por ellas mesmos !
A' class i media falta tudo, por isso vive
muito mais caro; compare-so o aluguel
de um palacete com a renda de urna pe-
quea casa; o palacete em regra de pro
porcao muito mais barato-
O rico luga urna casa nobro por 2005
ou 300$ iOO, o o pobre paga por ahi,
por qualquer pardieiro 20$ ou 30)JOOO por
mez Est3 desequilibrio social nasce de
que o povo est pouco auostumado s as-
sociajSas populares ; se houvesse compa-
nhias edificadoras a populacho de Santos
nao pagara exorbitancias por ms habita
mares, eu desafio a quem quer que seja,
que aprsente um s acto pos- mim prati-
eado que seja os paz de me fazer corar.
Se fui preso, como afirma o meu detra-
tor, a que nao ouso negal-o, essa prizao
foi tao smeate oriunda da ra vontade
que me tinha o ex-delegado deste tormo,
por nlo tel o eu aboletado em minha casa
quando aqui chegou, foragido do Rio-For-
Companhia de ediliaf oes
Transcripto do (Jornal do Reet/e.) de 17)
do correte.
Se o contracto celebrado entre os com-
manditaros, de que tratei no meu artigo
anterior, publicado no seu mui conceitua-
do Jornal n. 8 de terca-feira 12 do cor-
rente, sob a epigraphe cima, nao tivesse
a data de 30 de Mwrco, isto dez mezes
ant;s, de agora e dir-se-bia que a lembran-
ga ou idea de dotar esta capital com um
tal melhoramento. tinha nascido da publi-
cacao do artigo que se le, tambem no seu
criterioso Jornal a. 12 de hoje 16 de Ja
neiro.
Se a idea que aqui foi levada a effeito
em Marco do anno passado teve aqui asna
origam, nasceu dos comraenditarios ou de
outrem, nao podemos nem desejamos ven-
tilar.
D > que porm nSo resta duvida que a
este meu complemento, veio muito a pro-
posito dar poderosa auxilio o artigo assig-
nado por Q-uelfreire publicado hoje o de
que cima tratei.
Peyo-lhe pois que o transcreva de novo
em seguida, em quanto eu em breves pa-
lavras descrevo a minha visita por dupli-
cata a Otaria Mechanica de que fallei no
meu primeiro artigo, e da qual me resul
tou muits satisfacao pela ordira que alli
obsetvei, tanto mais que desaa falta se
reFseotetn todas as nossas cousas.
Minhas visitas foram urna vez por trra,
entra pelo rio, por onde a fabrica per-
feitsmentf: accessivel, por ter fundo suffi-
ciente para carregarem, como carregam,
atracadas ao caes ou estacada, as canoas,
Jada as de maior porte, recebendo doa
mesmos frnos ou corvaras os productos
cosidos.
co3s, sem a tneaor condsao hygienica e
pessimamente localisadas.
Tudo mais da vida econmica e assim:
o commercio v fundaram se Bancos com
milbares de contos ; as cifras multiplic. m-
se, mas s em proveito do rico, do argen-
tarlo, daquelle que negocia em grande es-
cala.
Ao commerciante de menor trato falta
tudo, paga tudo pelo triplo ; o importador,
porque elle principalmente, portauto sem
crdito firmado, cobra lhe mais caro; de tudo
isso resulta a vida difficil e agremente la-
boriosa com que lucta o commerciante
ratalho.
Casa^ pessiraas, por um prego exorbi-
tante, havendo tanto terreno bom para
eiificajSes, iaadmissivel, e s se explica
com a falta do monetario; a diffi:uldade
de obter dinheiro para e pequeo movi-
mento commercial priva o povo de entrar
as associafjS-s.
Assim como appareca quem funde o Ban
co do Povo, pode tambem apparecer quem
organise urna Companhia Edificadora. O
novo Banco para o Povo era das mais ur-
toeatcs necessidales; urna casa ondeo
commercio encontr auxilio, dinheiro para
descontar as contas de seus freguezes, e
cora a importancia apurada do qie vender
no mez, paga, ou manda vir de fra, em
melhores condigSes as mercadorias que ca-
recerem.
A vida social urna suave engrenagem
que obedece pelo seu eixo central a urna
rotacSo onde se accumulam os los que en
cadeados assim, unificam e tornam duravel
a sua solidez.
Da maior facilidade com que o commer-
cio obtiver dinheiro, resultar concorrer
para outras associacoes, que succedem
urnas pelo bom desenvolvimento das ou-
tras.
O Banco do Povo facilitando dinheiro
para as pequeas transacSss commerciaes,
aquellas que dellas aproveitam, concorra
rao por sua vez para organisacSo da Com
panbias Edificadoras, que podem fazer ca-
sas baratas, tornando a vida mais fcil, e
o povo, que o consumidor, vivera mais
econmicamente.
O que se precisa de iniciativa, que os
homens que, por fortuna a posicao social
merecem confianja e estima publica, sejam
uteis e nao pensem s as suas necesida-
des.
A culpabilidade desse foco de immudi-
cias; desses miasmas pestferos, que exha-
lam ras e beccos, viciando a atbmosphe-
ra tornando assim a cidade insalubre, ca-
bera em parte quelles que estilo no caso
de organisarera companhias edificadoras ou
outras associacSes, de onde resultem be-
neficios ao povo e deixam-no entretanto
atirado margem sem commodidades, em-
bora seja o mesmo povo quem os ajuda
a enriquecer.
GUELFREIBE.
Palmares
Como o do que eostuma morder de
furto, appareceu na Provincia de 17 do
correte, um individuo que nao tem a de-
vida eoragem para tirar a mascara, e que
mesmo mas.nr l1, procurou supplantar-me
perante o publico, usando para isso
da calumnia e da mentira, predicados
estes t2o dignos de si, que nSo ouso cen-
sural os por elles, pelo principio de que
cada um d o que tem.
NSo para responder ao anonymo,
que venbo a imprensa; nao, as injurias
que me assacou esse miseravel vm de t2o
baixo, que nem de leve me podem ferir;
se me don ao trabalho de vir a i aprensa
tao staente para dar nma satisfagao ao
publico sensato, e no para responder in-
verdades que vomitou um iuimigo Uo mes
quinho e infame como covarde.
Residente ha mais de orto annoe em Pal-
noso ; e senao que apresante o anonymo,
prova em contrario.
Convenga so o meu misera re e covarde
detrator, que nao ser com a calumnia e a
mentira, que me discou eituar; nXo,
para isto mister que apparegam factos
reaes, e fique mais urna vez sabendo qu
nunca joguei a zorra para adquirir gal5es
e nem converso com almas do outro
mundo. .
Prend, verdade ao preto Temporal,
nao pelo motivo que diz o anonymo, mas
para corregilo dos seus desmandos, os
quaes sao aqui tao notoriamente sabidos,
que nao vale a pena mencional os.
Tire a capa o missi vista, que ficar
bendo quem chora afinal.
Palmares, 20 de Janeiro de 188.
Francisco Honorato do Valle.
Ao publico
Mais urna vez tenho que trazer luz da
publicidade o nome do meu distincto e de-
dicado amigo o Sr. Dr. Ermirio Cesar
Coutinho, cujo cavalheirismo para commi-
go excede os limites da comraum delicade-
za, com que homens educados se tratara.
Soffrendo ltimamente de. um incoramo-
do, fui medicado por esse grande facnlta
tivo, e ainda urna vezrestabelecido recu-
sou S. S. do recebar os seus devidos ho-
norarios.
E' fraca minha voz para exprimir a
gratidao por actos desta ordem, n'uma
quadra, em que o metal, mais do que nun
ca, governa acgd*es humanas ; e por isso
valho-me da voz portentosa da imprensa
para propalar meus sentimontos.
Nao se otTsnda o bom amigo em sua
modestia, creia que, s por impulso do meu
coragao agradecido e que fago publico
modo de proceder de S.S. commigo
com minha familia.
Recife, 21 de Janeiro de 1886.
A'thur Heraclio de C. Ouimarae s.
Ao eleitorasto do 1. dlafrlcto
O resultado da votac&o eleitoral do dia 30 de
Dezembro ultimo deu-me o direito e impoz-me a
obrigacao de disputar ao candidato da chapa go-
vernista a cadeira de deputado provincial que
ainda est vaga pelo 1." districto.
Venho hoje pedir aos meus correligionarios, aos
meus amigos, aos bons pernambucanos indepen-
deutes, cmfim : aos homens de Vdrdadeiraa ideas
e sentimentos libertes, o seu apoio para a minha
candi latura, n< aguad i escrutinio que vai ter
lugar dentro de alguna di ib.
Convencido embora de que a victoria cabera,
pelo direito do mais forte,, ao candidato do gover-
no nem por isso me considero inhibido de pedir a
todos os eleitores do 1. districto os seus suffra-
gios.
Faco-o, declarando quo mantenho todas as af-
firmacoees c promessaa do artigo programma com
que apresentei-me ao eleitorado.
Bepublicano sem msela e sem subterfugios,
siuto necessidade de diter, e digo-o deste pla-
nalto da imprecisa para que a minha voz seja ou-
vida por todosque, n correr do presente pleito,
nenhuma transacc i hei d^ fazer, nenhum compro-
misso acceito ou acceitare, que tenham por fim
mutilarme as ideas e os intuitos, inutilisando-me
os principios.
E', pois, com todo o desassombro das minhas
couviccScs e das minhas intransigencias demo-
aa traticas, que eu entro no prximo 2 escrutinio,
de onde tem de sabir o terceiro representante do
1 districto, na Assembla Provinc:al
Sei que esse mesmo desassombro dar, talvez,
ganho de causa ao candidato adversario; mas
prefiro urna derrota honesta a um triumpho so-
phistico.
E d to isto, espero o apoio e os suffragios nao
s dos meus correligionarios e, em geral, de todos
os amigos das ideas livres, como tambem do meus
amigos pessoaes, para os quaes appello e aos quaes
agradeco, com deavanecimento, a brilhaate vota
cao com que me honraram cm Io escrutinio.
Recife, -0 do Janeiro de 1886.
Jos Izidoro Martina Jnior.
Troveada
Farcittat!... Barbaros!... Figuras trgicas
Que Dante., se tivesse, aproveitra
Fra as fogueiras do inferno '....
Desgranado rebanho de Panurgio !...
(Jynicos!. .. Descaro pontuado
De ironas pungentes !...
Vagabundo, e'faimado e alvar como Caim!...
Judas!.. Marat!.. Cartouche '... Sganarello !..
E o que ainda maisPlalos!...
Funmbulo tambem !... Pomm vergonha !...
Aiuda mais, muito maisPirataria !...
Prostituico da patria !...
Isto sSo versos
De p quebrado ?
Nao, mas prosa
De um despeitado.
Vede a Provincia,
Lfitor amigo.
De qnarta-teira
Primeiro artigo.
Bonita. pec;i, .
Vos digo eu !
Alli vem Brutus
E Prometkeu !
Vem as ruinas
Desaa Palmyra..-.
(Celestes nimos
Com tanta ira.')
O Minotauro...
(Vede, nao minto)
A Hha de Creta
E O labyrin'ho !
Vem lorquemada
(Eu falb serio)
Vem alguns Papas,
Depois Tiberio !
Falla-se em Job,
Fallase em Christo...
Mas lde, lele,
Nao s isto !
Festa e Nossa Mora Oa Saio
DO
Po A meza regedora da irmandade de Nossa Se-
nhora da Saude, tem resolvido solemnisar este
anuo a festa da sua padroeira, com a magnificen-
cia dos annos anteriores, porm de conformidade
com as ordena emanadas do Exm. Sr. D. Jos nosso
illustre diocesano.
No dia 23 do correntc ter lugar s ? 1/2 horas
da noite o hasteamento da bandeira da Virgem da
Sade com o brilhantismo digno de to Excelsa
Senhora, ndo o qual queimar-se-ha um pequeo
fogo ad hoc.
As novenas coinecaro s 7 horas da noite do dia
24 de Janeiro e seguir-se-ho as mesmaa horas
nos dias immediatos at 1 de Fevereiro.
No dia 2 de Fevereiro entrar a feBta s 10 ho-
ras da manh, sendo orador do Evagelho o Bvdm.
padre Dr. Mansel Lobato Carneiro da Cuuha.
A's 7 horas da uoite ter eomeco o Te Deum,
precedendo e panegyrico da Virgem Senhora, lindo
o qual qaeimar-se-na o grande e especial fogo de
artificio, offerecido pelas devotas da mesmo Virgem
da Sade, com o que terminar ease grande dia.
Em todos os actos tocar a excellente banda
de msica de polica. A orchestra ser dirigida
por um dos melhores maestros n'e-se genero. Os
olios pelea raelbores cantores.
as novenas e festa haver baloes e outros pas-
sa-terepos camprestes, e a concurrencia publica
apreciar.
COLLEGH)
DE
issa Sonta
Ra do BarSo de S. Borja n.
. outr ora do Sebo
Os trabalhos deste instituto de educaco de me-
ninas, fundado em 1876, comecam a 11 de Ja-
neiro.
A directora, havendo-se transferido para o pre-
dio cima dito, de ptimas condiooes para eatabe-
cimentos desta ordem, tendo longa pratica de ma-
gisterio, desde 1873, e auxiliada por habis profes
sores, espera continuar a merecer a confianca dos
Illms. Srs. interessados.
Ensina-se : primeiras letras, portugus, francs
inglez, ariemo,geographia, historia, musios, piano
desenlio, costuras e bordados de differentes g-
neros.
Augusta Carneiro.
Instilo Failoiatco
33Rus do Visconde de Albnquerque33
As aulas deate eatabfleciment de instruccao e
eduesfe abrir-se-hla
no dis 7 do correntc.
O director,
Olintho Vctor.
O Dr. Prxedes Pitonga tendo terminado sua
viagem ao centro da provincia continua em saa
Ada de medico clnico, dando consultas das 6 as 8
da manda, e das 11 a t hora da tarde cm seu con-
sultorio a ra da Imperstris n. 64.
Joo FranclHco do Imaral ao dia
tlncto corpo ele'loral do 3- dia-
Iriclo.
Tendo sido elcito, em primeiro escrutinio, por
este terceiro districto, membro da Assembla Pro-
vincial, honra que por vezes j tive, e nao poden-
do pelo meu mao estado de sa 1': ir pcssoalmente
comprimentar e agradecer aos dignos eleitores,
que contribuiram para a minha eleicSo ; por isso
prevaleQO-me deste meio para padir-lhea descul-
pa desta involuntaria taita e asseverar-lhes que
procurarc deseinpenhi: r o mandato, que me con-
ferirn!, coucorrendo tanto quanto possa, para os
melhoramentos materiaes e moraes de nossa cara
provincia e, principalmente, para a prosperidade
do districto, qne mo elegeu.
Iguarass, 18 de Janeiro de 1886.
Joba Francisco do Amaral.
COLIMO
Banco de Crdito Real em
Pernambuco
DE
Nossa Senhoi da Paz
Boa do Bnrao m Victoria n. 1
A directora deste collegio faz scieote aos Illms.
Srs. psis de familia de que no da 18 do oorrente,
comee iro a funecionar as aulas deste instituto, e
que continua a esperar a confianca e coadjuva-
ce de que a julgarem merecedora quelles Srs.
estorcasdo-se ella para mais urna vez corresponder
aquel'a confianca.
Recife, 7 de Janeiro de 1886.
A directora,
Mara da Paz e Fre Uas.
C, II ekiiiaiin
Usinas de cobre, iatao e bronze e de
im.
Golitzer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Espeealidade:
Construoslo de machi-
nas e apparelhos
para fabricas de assucar, destillagSe s e re-
finajes com todos os aperfe^oamentos
modernos.
INSTALLAgAO DE:
Engenhos de assucar completos
Estabeleciroento filial na Havana sob a
mesma firma de C. Heckmann.
Calle San Ignacio n. 17.
Inicos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para informac3es dijam sea
Polhman &C
M io Graienio b. 10
0 Cajrubba no es-
trangero
< Nada ha to poderoso como a verdade, e s
com ella faremos desapparecer a imbecilidade de
uns, a vaidade de outros e a iuveja que devora o
espirito de muitos, s porque a surdina nao tem
podido destruir a confianca com que nos honra o
publico-
A estas eloquentes palavras de um conhecido
pharmacentico brasileiro, escriptas em favor de
preparados seus e contra os seus collegas, cabe-
nos a vez de subscrever e accrescentar que a ver-
decreto n. 9457 de datte ainda msia poderosa, quando irrompe ir-
resistivel, espontanea e brilhantemeote de factos
incontestaveis e incontestados.
E' o que tem succedido e vai succedendo com
o Cajurubeba. Persegnido e calumniado aqui no
Brasil, mas sempre triumpaante, acaba de alean-
car no cstrangeiro um maravilhosa triumpho.
m poucas palavras eis o caso :
Em Marseilha (Franca) o Cajurubeba curou um
I asthmatico de 64 annos, que soffria ha 15 annos
desse terrivel mal.
OCULISTA
Dr. Brrelo Mampato, medico oculisr
az-chefa de clnica do Dr. de Wecker, d-consals
tas de 1 s 4 horas da tarde, na rus do Bara-
da Victoria n. 45, segundo audar, excepto nos do-
mingos e dias sanctificados. Residenciara de
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Dr. Cerpira Leite
HMtO
Tem o seu escriptorio a ra do Marques de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
to Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
criancas.
DO
Dr Tristo Hcnriques
Costa
da l tilao a. 1S
consultos das 11 s 2 horas.
Chamados a qualquer hora.
Telephone numero 154.
EDITAES
Este Banco, autorizado pelo
11 dejulho de 1885, dar eomeco as suas opera-
coes no dia 2 de Janeiro de 1886.
As opeaces fundamentaes do Banco sao :
Fazer emprestimos de quantia nao inferior a
5:000/000 sobre hypotbeca de bens mmoveis a
longos prases com amortisac* por annuidades.
Estes emprestimos serio :
Contractados por tempo nao mener de 10 annos
sobro primeira hypotbeca constituida, eclida eu
subrogada.
Feitos por metade do valor dos immoves ru- Leiam os poucos incrdulos do Cajurubeba o
raesou por trez quavtos d-s urbanos em lettras j documento que se segu, e nao duyiJaro mais.
hyoothrca'iaa do Banco, ao par, do valor de.....| Marscille, 1 30 N jvembrv 1885.Mr. H. Mo-
lOOOOO cada urna urna e do juro de 7 0|0 aoanno. rean, agent de Mr. Antonio Pereira da Cunha de
Reembolsados por mel de annuidadej pagas | Pernambuco (Brsil).
pelos mutuarios em moeda crrente, divididas em
semestres.
Os emprestimos podem ser pagos anticipada-
mente no todo ou em parte, em moeda corre nte ou
em letras hypothecarias ao par, a vontade dos
mutuarios.
.As annuidades comp'ehendem o juro conven-
cional, a amortisacio do capital mutua lo e a com -
missSo de 1 0|() ao Banco.
Na base des juros de 80i0 ao anno,a tabella das
anuuidades para 1:0004000 a seguinte:
Contratos por 10 anuos
15
29
25
30
1554820 annuacs
1241059
109*345
101J906 .
97|336 .
No escriptorio do Banco ra do Commercio n.
34, dar se hao os demais esclarescimentoa neces-
sarios.
Peeife, 31 de dezembro de 1885.
Pelo bsuco de crdito Real em Pernambuco,
Os administradores
Manoel Joo de Amorim.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Luiz Duprat.
Errata
No artigo hontem publicado sob a epigraphe
As eleicocs enmpre fazer estas correccoes :
4.* periodoonde se dizprogresao monetario
lea-se : progresso moderado.
5. periodoonde se disgarra da monarehia
leia-se : garras da ansrchia.
Corso de pianno
Beaberlura
NO DIA 8 DB JANEIRO
Aulas, todos as tercas e sextaa-feiras das
5 horas da tarde em disnte
78-RUA DA IMPERATRIZ-78
Colla fie Ma Seilora fias
Este estabelecimento de instrueco pri-
maria para o sexo femenino tem a sua sede
em urna confortavel chacera na Ponte de
Ucboa n. 10.
As materias ensinadas no collegio sao as
seguintes: religiao, portuguez, francez,
inglez, allemao, historia, geographa, piano,
desenho, pintura, bordados aflores.
As linguas falladas no collegio sao : a
fraoceza, ingleza e allema para as quaes
tem mestras que residem no collegio.
As directoras encarregam se segundo a
vontade dos pais de preparar as alumnas
para fazer exames na Academia.
Lista das alumnas que fizerara exames
na Academia:
1882. D. Julia de Oliveira, inglez distinc-
$ao, frsncez plenamentee
D. Izabel a. Pires, idem.
1884. D. Maria Eugenia de Mattos, inglez
distinccSo, francez idem, portuguez
dem.
1885. D. Maria C. Monteiro, ioglez di
tinecao, francez plenamente.
D. Flavia CatSo Lopes, francez plena-
mente .
Directoras,
Anua Carroll.
Hormilla Michalis.
Collegio Emalapto
Acha se aborto este collegio para o sexo mascu-
lino, roa da Matriz da Boa-Vis a n. 34, sob a
direccao do professor particular Julio Soares de
Azevedo.
Ensina-se em desafo ao magisterio escolar,
garanlindo se am rpido a^iantamento nos alum-
nos, quer em instrueco primaria, quer em secun-
daria.
Admitiese 25 meninos pobres, externamente,
Hedante urna guia do delegado litterario.
O collegio tornece todos os utensilios necesss
ros ao ensino, s criancas que freqosntorem e
cursa gratuito.
2d Boulevard de la Magdeleine, Marseille.
Monaienr. Je vous declare qu* je souffrais dei
puis quinze ans de l'asthme tel poiot que j'a
d abandoner mes affaires.
Cette terrible maladie que m'avait priv d'ap-
petit et de sommcil, m'obligait resttr dans ma
chambre, ne pouvant plus descendre ni mouter
les escaliers, et mon existence n'tait plus qu'nne
longue agonie, sans espoir de me gerir, puis que
tona les medecins auxquels je m'elait sdrsss,
m'avaient abandon.
C'est dans cette triste stuation que je me suis
decide faire usage du Cajurubeba compos par
Mr. Firmino Candido de Figueiredo, dont Mr. T.
qui en fait lu me oe usage, me pra d'acceptcr
gratuitement les flacona ncessaires ma cure.
L'efFet fut prodigioux, car aprs les premieres
doses un micux sensible se declare me rendant le
sommeil et l'appetit.
Je pus sortir aprs le premier flacn, et aprs
1 i'absorption du deuxme flacn j'tais complete
ment rtabli et radicalemeut garit. J'en pris
um troisimo flacn par mesure de prcaution, et
aujouri'bui j'si ma sant comme l'age de 30
ans, malgr mes soixant quatre ans, et je me suis
reaiis aux afaires.
Je dois Ms. Cunha et a vous la vrit que j
me tais un deveirs de vous anrmer pour servir de
ce que de droit; c'est une cure obtenue d'une fa-
cn si miraculeuse et surprenant, que j'en suis
moi mme tonn avec tons ceux qui m'ont connu
malade. Venillez, avec mes remerciments agrer
mes civi lites empreases.
Lon Delny.
Vu pour lgalisatiB de la siguture de Mr.
Lon Delny. Appose si dessus.
Marseille, le 30 de Xovemb-o de 1835.
P. le maire l'adjoint delegu. Bourrely.
Vu pour lgalisation de la signatura de Mr.
Bourrely adjoint au maire de Marseille.
Marseille le 1 Decembre 18S5.
P. l Prfetdes bouches du RhoUe.
Le Consailler de Prfecture.
TBUCgAO
Marselhs, 30 de Novembro de 1885.Sr. H.
Moreau, agente do Sr. Antonio Pereira da Cunha
de Pernambuco (Braaili -28 Boulevard da Mag
dalena.Marselha. Senhor. = Declaro-lhe que
soffria ha 15 aunos de asthma a tal panto que fui
obrigado a abandonar os meus negocios. Estol ter-
riveleufermidade que me havia suprimido o ape-
tite e o sommo, obriga va-me a conservarme re-
colbido, nao podendo descer nem subir escodas,
de sort que a minha existencia nao era mais que
urna longa agona, sem esperanca de curar-me,
visto como todos os mdicos a quem me havia. di-
rigido me tinham j abandonado.
Foi nesto triste situaco que me resolv a fazer
uso do Gaj'uruiea couiposto pelo Sr. FirminoCan-
dido de Figueiredo, do qual o Sr. T. que tambem
usa delle me pedio para aceitar gratuitamente es
frascos necessarios a minha cura. O effeito foi
prodigios*, pois logo em seguida as primeiras d
ses, se declararam eensiveis mulhoras,.que me res
tituram o somnoe o-appetite.
Pude sabir depois do primeiro frasco c. depois
de haver ingerido o segundo, achava-me comple-
tamente restabelecidoeinteiramente-curado. To-
roei anda um terceiro fraseo com medida pre-
ventiva e hoje tenho a miaba saude, eomo aos 30
annos, apezar dos meus 64, tendo voltado a occu
par-me dos meus negocios. Devo ao Sr. Cunha e
a Vmc. a verdade que julgo dever meu afirmar,
para servir como for de direito ; urna cura obti-
da por um modo to milagroso e to surprendente
qu i eu mesmo estou admirado, bem come todos os
que me conheceram doente.
Queira receber com os meus agradecimentos os
mais devotados comprimentos.
Len Delny.
Connltorio medico-eirurglco
O Dr. Estevo Cavalcante de Albnquerque con-
tinua a dar consulta medico-crurgicas, na roa
do Bom Jess n. 20,1 andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? demais eonsulto e visi-1-
tos em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1* andar.
Na telephonicos : do consaltorie 95 e residencia
126.
Especialidades {Partos, molestias de crean
cas, d'utero e seus unnexos.
Medico e
Dr. Jomm Lonroiro
D consultas das 12 s 3 na ra do Ca-
buga o. 14 1.a andar. Residencia tempo-
raria no Monteiro.
Thesouraria de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que no dia 28 do correte, perante a sesso da
junta, recebem-se propostas em carta fechada
para a venda de dez fardos de algodo em rama,
de produeco da Ilha de Fernando de Noronha,
os quaes se acham depositados no armazem n. 6
da alfandega desta cidade.
Tliesouraria de Fazenda de Pernambuco, 19 de
Janeiro de 86.O secretario,
Luiz Emydio P. da Camrra.
O cidado Bernardino de Senna Pereira, jaiz de
paz e presidente da mesa eleit iral do 4.0 distric-
to de paz de Afogados, etc.
Faco saber aos membros da mesa e aos Srs. elei-
tores da Boa-Viagem, que se acha designado o dia
8 de Fevcreira prozimo futuro, para ter lugar em
2 escrutinio a ehico de um membro a Assem-
bla Legislativa Provincial neste districto, deven-
do a votacao recahir nos Drs. Antonio Goncalves
Ferreira e Jos Isidoro Martina Jnior, pelo que
os convoca a se reunircm no mencionado da na
sede da unici seccao do districto, s 9 horas da
manhu, para darem os seus votos.
Boa-Viagem, 20 de Janeiro de 1886.
Eu, Joo Gomes dos Santos Filho, escrivo e
escrevi.
Bernardino de Senna Pereira.
O cidado Joo Uomes de Oliveira, 1 de juiz de
paz da freguezia de S. Frei Pedro Goncalves
do Recife.
Faz saber aos Srs. eleitores desta parochia que,
havendo o Exm. Sr. Dr. juiz de direito, presiden-
te da junta apuradora, des'gnado o dia 8 de Fe-
vereiro prximo vindouro para ter lugar a eleico
de um deputado provincial, devem os mesmos 8: s.
eleitores comparecer no indicado dia 8 de Feveiro,
s 9 horas da manh, no edificio do Arsenal de
Marinha, afim ce prestorem seus votos, que se-
ment devero recahir nos candidatos : Drs. Anto-
nio Gonjalves Ferreira e Jos Izidoro Martina J-
nior.
E para que chegue ao conhecimenta de todos
man leu passar o presente, quesera publicado o
affixado. Freguezia do Recife, 20 de Janeiro de
de 1886.
Eu, Benjamin Amos Jos da Fouseca, escrivo,
o escrevi.
Jo&o Gomes de Oliveira.
O cidado Antonio Joa da Costa, juiz de paz pre-
sidente da mesa eleitoral do 3 districto de Afo-
gados, etc.
Faz saber aos membros da mesa eleitoral do
Peres e aos Srs. eleitores respectivos, que se acha
designado o dia 8 de Fevereiro prximo futuro
para se proceder, em 2o escrutinio, eleico de
um membro Assembla Provincial neste distric-
to, conform i me foi communicado pelo Illm. Sr.
Dr. juiz de direito presidente da junta apuradora,
devendo a votacao recahir nos Drs. Antonio Gon-
calves Ferreira e Jos Izidoro Martina Jnior;
pelo que os convoca para se reunirem na sede da
uaica seccao deste districto, no referido dia, s 9
horas da manh, afim de darem os seus votes.
Peres, 20 de Janeiro de 1886.
Eu, Innocencio Correia Maia, escrivo, o es-
crevi.
Antonio Jos da Costa.
cidado Archias Lindolpho da Silva
Mafra, juiz de paz mais votado e pre-
sidente da 1* 86000 eleitoral da paro-
chia de Afogados, etc.
Faz saber aos Srs. eleitores das Ia e 2a ssc-
coes eleitoraes do 1 districto desta parochia, bem
como aos membros das respectivas mesas, que
teudo sido designado pelo Dr. juiz de direito do
3 districto criminal, presidente da junta apura-
dora do 1 districto, o dia 8 de Fevereiro prximo
futuro, para se proceder a eleico em 2- escruti-
nio, de um deputado Assembla Provincial, por
este districto, conforme a communcaco que rece-
beu, devem recahir os votos nos candidatos Drs.
Antonio Goncalves Ferreira e Jos Izidoro Mar-
tins Jnior ; por isso os convoca a comparecerem
as sedes de suas seccoes, pelas 9 horas da matfh
do referido dia, para darem os seus votos.
Afogados, 19 de Janeiro de 1886.
Archias L. da Silva Mafja.
O cidadSo Francisco Borges Leal juiz de
paz e presidente da 1* seccao eleitoral
do 2o districto de paz de Afogados, etc.
Faz saber aos Srs. eleitores das 1 e 2a secces
eleitoraes da Magdalena, bem como sos membros
das respectivas mesas, que tendo sido designado,
pelo Dr. juiz de direito do 3 districto criminal,
presidente da junta apuradora do 1* districto, o
dia 8 de Fevereiro prximo futuro para ae proce-
der a eleico, em 2 escrutinio, de um deputado
Assembla Provincial por este districto, conforme
a communcaco que recebeu, devem recahir os
votos exclusr ament nos candidatos Drs. Antonio
Goncalves Ferreira e Jos Isidoro Martina Junisr.
Por isso os convida a comparecerem na sede de
suas respectivas secces pelas 9 horas da manh
do referido d-a, para darem os seus votos.
Magdalena, 19 de Janeiro de 1886. Eu, Joo
Gomes dos Santos Filho, o eserevi.
Francisco Borges Leal.
Edtal.724
O inapac'or geral da instrueco publica manda
pslo presente convidar os alumnos mestres da es-
cola n rmal, Arthunio Vieira e Mara Francisca
de Barros, para comparecerem nesta repartico no
dia 25 do correte, ao meio dia, afim de darem
informacoes sobre o facto occorride na mesma es-
cola de serem encontrados os pontos de exames da
lingua nacional em poder da dita alumna Maria
Francisca de Barros.
Secretaria da instrueco publica de Pernam-
buco 19 de Janeiro de 1886.
O secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvao.
DECLARACOES
Club Concordia
"TAusserordsntliche Hauptversammlung im Clu-
blocal Samstag, deo 23 januar 1886 abeodi 7
uhr 30 min.
Die Tsgesordnung w rd den mitgliedern dvch
circular mitgetheilt werden
Das directorium.
Devofo da Coneeifo, erecta ho
convenio de Santo Antonio
De orden do irrao juiz, convido todos os ir-
mos cara comparecerem no consistorio desta ae-
voco,' s 10 horas da manh de domingo 24 de
corrente, afim de se proceder a cleico da aden-
nistraco de 1886 87.
Secretaria da devoci*, 21 de Janeiro es.
O secretorio interino,
Bsnto de S. Moreira.





,


Diario de PernambucoSexta-feira 22 de Janeiro de 13C6

Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
^ticlo, taco constar a quem coavier que no da
do corrente paga-se a classe de professores de
If entrais, com relaco ao mez de outobro pro-
limn pascado.
Convindo declarar que os pagamentos princ
n as 10 boraa da manha e terminam aa 2 1/2
db tarde.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
Baco, 21 de Janeiro de 86.
O ajudante do escrivSo,
Siivino Antonio Rodrigues.
S. R. J.
Soire bimenial em 7 de fevereiro de 86
A soire principiar as 7 horas da noite. Os
mvites encontram-se em poder do Sr. presiden-
s, e os ingresaos no do Sr. thesoureiro. Pe ie-se
nplicidade as toilette, e previne-se que nao
ato admissiveia aggregados
Recite, 20 de Janeiro di 1886
O Io secretario,
Joao Alfarra.
ftolongamenlo da entrada de ferro
de Pernambuco e estrada de fer
ro do Beeife a t nrum '
De ordem do Illm. Sr. dimetor engenbeiro che-
Ja, faeo publico que at o dia 27. ao niio da, no
wriptono central, ra de Antonio Caldoso n.
J87, recebem-se propostas em carta fechada, para
*demoleao da ponte provisoria (de madeira) de
Jfcgados, e remocSo da respectiva madeira. Nesta
eretaria sarao prestadas as precisas informaces.
Secretaria do prolongainento da estrada de fer-
ia do Bec'fe S. Francisco e estrada de ferro do
lecife Cari'sr, 21 de Janeiro de 86.
O secretario,
Manoel Juveneio de Saboia.
Santa casa de misericordia do
Reci*
Por esta secretaria sao convidadas as aasque
m em seu poder criancas expostas, para virem
jeceber o trimestre vencido de outubro dezembro
indo, no salo do respectivo estabelecimen o, u
4% 28 do cerrente, pelas 8 horai da manhi, tra-
jeado comsigo as referidas crianzas.
Secretaria da santa casa de misericordia d
tteife, 21 de Janeiro de 86.U escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonta.
Arsenal de Harinba
Conselho de compras
Sk ordem do Exm. Sr. cheie de divisao Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector deste arsenal
i-capitio do porto desta provincia, convido aos
Minores abaixo mencionados, para no prazo de
bu dias, contados da presente data, comparece-
aa na secretaria esta inspeccilo, afim de assig-
aarem os contratos doconsilho de compras das
jauoes de 17 a 19 do mez fndo.
Jos dps Santos 01iveira.
teltrao e Costa.
Eazebio da Cuaba Beltrao.
Mi Rodrigues de Moura.
Jbaanim Alves da Silva Santos.
Antonio Duarte de Figmiredo.
ftancisco Manoel da Silva & C.
ais e Silva k C.
Sot Rufino Climaco da Silva.
Jbanna Paula Porto Machado.
Secretaria da Inspeccilo do Arsenal de Marinha
ib rernambueo, 20 de Janeiro de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Axewdo.
Escola Normal
Matriculas
Por ordem do Dr. director, e em observancia
izkdisposico do art. 74 do regiment interno de
Sdesetembro de 1880, f-z-se publico a quem
aleressar possa, que as matriculas estaro aber
tai desde o dia 15 do correute at 3 de fevereiro
jroximo.
Os requerimentos para matricula no 1* anuo do
jbtso deverio ser instruido! com os documentos
guantes :
tf Certido de i lade raaior de 18 annos par. os
iSmibos do sexo masculiao e de 16 para os do fe-
jugmo.
2 Certificado ou titulo de approvacle era ca
ae xas escolas publica de instrucco primaria.
3* Folha corrida ou certido de nao haver sof-
do condemnacao por algum dos crimes que po
ieat motivar ao profesor publico a peda da ca-
eir*.
4 Attestado de moral idade passado pelo par-o
te su autoridtde, quer policial quer litteraria da
cjroezia em que residir o peticionario.
Os matriculandos que nao poderem exhibir ti-
Tto legal de exame em escola publica de ensino
primario, devero inscrever se para os exames de
a& iseao, de que tratara os arta. 75 i 77 do cita-
se regiment, e que comecaro no dia 25 do cor-
jen te.
P&ra as matriculas do 2 e 3' anno basta que
J peticoes sejam documentadas com a certido
je approvaco no exame do anno precedente,
Bardada a restricto do art. 21 do j mencionado
regiment interno.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuc',
H de Janeiro de 86.O secretario,
A. A. Gama.
COMMERCIO
olsa comuierelal de i'ernam-
bnco
Recite, 21 de Janeiro de 1886
Aa tres horas da tarde
Cotacet ofiaes
Jambic sobre Pura, 90 d v. com 1 3,4 0/0 de des-
cont.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d/v. com
1 3'4 0/0 de descont.
P. J. Pinto,
Presidente
Candido C. L. Alcof jrado
Secretario.
iiENDLMENTOS PBLICOS
Mes de Janeiro de 1826
AtrAMDxaxDe 2 20
ICea de 21
SJI3BSBDOBIADo 2 20
Id m da 91
1 ii loxaos faov.'som.-- De 2 20
dem de U
500:157i061
21:470,437
521:627498
18760*"46
1:188/220
ucm nBAiKAoa
dem de 21
-De 2 20
/
19:948/566
159001*745
5:979/961
164:981/708
2:947. 681
23,503
2:87U187
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Lugar inglez Peggy, entrado de Lon
ares no dia 20 do corrente e consignado
ordem, manifestou :
Amostras 1 volatne.
Age 8 volames.
Arr^z 225 saceo i ordem.
Alcatrao '5 barris a F. Rotelbo de An
tlrade.
Baldes de ferro 4 grades a Samuel P.
Johnston & C.
Carvao de pedra 25 toneladas ordem.
Cimento QiO barricas a Sulzc-r & Koe-
J.i". -100 ordei", 30 Recife Dr.-inago
p y.
Loke 0 toneladas o 9 quintos ordem.
Cerveja 40 caixas ordem.
Canos de ferro 32 feixes a Samuel P.
Johnston & C.
Dormentes de ajo 2,048 ordem.
Ferragen8 2 volumes a Samuel P. Johns-
-,a C, 29 ordem.
Atsembla
DI
geral
Gremio dos professo-
res primarios
Tendo anouid* a presidencia do Gremio dos
Professores Primarios na trma do art. 59 dos es-
tatutos, convido os professores e professoras que
tazem parte desta associaco e se acham nesta
capital para se reunirem no dia 27 do corrente,
pelas 10 horas da manna, em aasembla geral, na
sede da raesma associaco, afim de se proceder a
eleicao de novo conselho que deve funeciouar no
corrente anno. Rocife, 20 de Janeiro de 86.
Vicente de Moraes Mello
Merlo Meo do Recife
De ordem da Illma. Cmara, fas-se scien-
te s pessoas interessadas quo nos dias
abaixo declarados serio abortas as catacum-
bas timbera infra mencionadas que nesse
dia terminam o prazo final concedidos para
a conservajao dos cadveres nellas inhu
mados :
Dia 2 de marco de 1886
Anna Lilia de Carvalho Cerqueira.Matriz da
Boa-Vistan. 10 ao sul.
Maria Hermina da CoucioSo.Cmara n. 15
,N>
Ainerico N. ios Santos Selva.Mas do Homens
n. 15. .
Vieencia Emilia da Silva Sampaio. S. Jos
d'Agona n. 16 do Ia.
Antonio Rodrigaes de Albuquerque. -Matriz m
S. Jos n. 18 ao sul.
4-
Jos Antonio FerreiraGuimarae?.Sania Cruz
n. 3 2
5-
Thereza Emilia de Souza Magalhaes.-Cami.ra
n. 2B.
6-
Dr. Francisco Augusto da Costa.Matriz da
Boa-Vista n. 17 ao sul.
Joaquim de Alxeida Queirtz Jnior.Livra-
mento u. 22 de 1*.
7-
Hclena Joaquina Lopes.Santa Bita n. 10 ao
nerte.
Seba8tio Antoni > do llego Barros.Cmara n
72.
Victoriano Ferreira de Carvalho.Santa Rita
n. 12 de 2.
Antonio Domnguez Senna. Sant'Anna n, 2 ao
norte.
Antonio Pereira.Matris de S. Jos n, 13 ao
sul.
-8
Jos Ribeiro Simoes. Congregacao n. 11 ao
sul.
Maria Jos dos Prazeres.Militares n. 5 de
9-
Isabel G. doCarmo da Luz.Livramento n. 13 de
te
Maria dos Anjos Porciuncula.Livramento n. 2
de 1'.
-1(1-
Bibiana Joaquinnn Borges.Passos n. 2 de
11
Dioclecia Margarida de Torres Baodeira.
Santa Rita n. 16 de 2*.
-12-
Antonio Jos da Silva Brasil.S. Prancis co n
22 de te
Augusto Cezar de Menezcs.Luz n. 18.
14
Julia Belisia Machado Porto.Santo Antonio
n. 29.
Americo Antonia Dantas.Santa Rita n. 26 de
te
Joaquina Mana da Conceiclo.Soledade n. 1
ao sul.
Julia Fachinet Seixas.S. Jos d'Agona n. 12
de te
-15-
Antenio Fernandes Velloso.Sant'Anna n. 9 de
te
Manoel Jos Luis Ribeiro. S. Jos d'Agona n.
3. de te
16
Januario dos Santos CoelhoPassos n. 3 de
Henriqueta Damaaia Dus.S. Jos d'Agona n.
12 de X:
17
Anna Maria do Espirito Santo.S. Goncalo n.
11 de te
Francelina Brazeira das Noves.Matris de S.
Jos n. 7 ao norte.
Francisco Antonio da Silva.Terco n. 82.
Julio Alves Gama.S. Jos n. 20 ao sul.
19-
Alfredo Celso de Oliveira. Santa Rita n. 4 ao
sul.
Estefana Borges da Roeha.Santa Rita n. 8 de
!.
Ildefonso de Miranda Britto Santa Rita. n. 2?
de 2".
Fre Antonio de Santa Rita.S. Francisco n.
21 da te
-21 -
Joaquim de Almeida Queiroz.Espirito Santo
n. 13 de 2'.
Henrique B. da. Costa Fialho.Terco n. 5 de
2.
-22
Antonio Francisco de Mou'a. Cmara n. 4.
Graxa 6 caixas Jos Augusto dos
Santos & C.
Louca 14 grades ordem.
Materaes para estrada de ferro 78 vo
lumes e pegas Estrada de Ferro de S.
Francisco. Ditos para esgoto 1,505 volu-
lumes e pegas Recife Drainage Com-
pany.
Mercadorias diversas 5 caixas a Samuel
P. Johnston & C.
Mat riaes para encanamento d'agua 50
volumes e pegas Companhia de Bebe-
ribe.
Objectos para escriptorio, 1 caixa Es-
trada de Ferro de S. Francisco.
Plvora 400 barris de quarto a Samuel
P. Johnston & C-, 150 e 15 caixas or-
dem, 250 e 20 caixas a Prente Vianna
d C.
Phosphoras 30 caixas aos meamos.
Sebo 25 barricas ordem.
Salitre 100 barricas a Gomes de Mat tos
Irmaos, 100 a Samuel P. Johnston d C,
hO a Antonio Rodrigues d C, 50 a Paren-
te Vianna & C, 60 ordem.
Tinta 6 barricas ordem, 3 a Jos Au-
gusto dos Santos & C, 2 a Oliveira Basto
4 C, 1 a Prente Vianna & C.
Vidros 38 volumes ordem.
Patacho hollandez Hotdhart, cn'rado de
SaDta Catharina no msmo dia e consig-
nado ordem, manifeaton :
Furinha de mandiaca 5,500 sacco< or
dem.
Cardiff, brigue norueguen9c Mira, che-
gado no dia 21 e consignndo ordem,
manifestou :
Car/a9 de pedra 430 taneladas or-
d;m.
DESPACHOS DE EXPORTACAO
Em 19 de Janeiro de 1886
Har o exterior
No vapor italiano Garibalde, earregou :
P. ra Liverpool, J. II. Boxwell 3,9c3 saceos com
294,975 kilos de assucar mascavado.
No vapor allemo B. Ayra, carregeu :
Para Hamburgo, Borstelman & C. 480 fardos
com 98.C61 kilos de algodSi ; Paul Stubln-.an 835
couros salgados com 10,020 kilos ; Pohlman Se, C.
1,084 ditcs com 13,003 ditos de dito.
No lugar inglez Our Annie, carregon :
Para New-York, H. Forste- & G. 2,923 saceos
con 219.225 kiles de assucar mascavado.
-24-
Maria Francisca Lina Wanderley.Trindade n.
17 ao sul.
-25-
Antonia Travasso Veras.Santo Antonio n.
7.
-26-
Joe Gomes Leal Netto. Santa Rita n. 18 de
te
27-
George Nicolls.Santa Rita n. 13 de 2*.
Franciaca Alexandrina Paiva Muniz.Santa
Rita n. 8 de 2*.
28-
J. aquim Jos de Seixas.S. Francisco n. 12 ao
naacente.
29-
Jos Feliz de Souza Frag> so.Espirito Santo
n. 29 de 2.
-30-
Augusto Carlos.--Cmara n. 15 ao nascente
Zefenna Cordula de Azevedo. Livramente n.
18 de te
Maria Francisca do Amparo Simoes.-Espirito
Santo n. 32 de 2a.
-31-
Rosa Maria da ConceicSo.Terco n. 39.
LVmiterio Publico do Recife 20 de Janeiro de
1885.
O administrador
Jos Mara de Araujo
Gj'iiinasio pernambucano
Km 16 de Janeiro de 18SG
Pela teocetaria do Gymnasio Pernarab icano se
declara aos Srs. pas de fau.ilia, e a quem mas
iueressir possa, que a abertura solemne do curso
sciontifico e litterario ter lugar no dia 3 de feve-
reiro proxiinp vinlouro, e desde j se acha aberta
ripvo da ma'ricula para aquclles que pre-
tf ndyrem cstu lar as eguintes disciplinas :
Ling a na.'ional.
Dita latin.
Dita franceza.
Dita ingleza.
Dita alleni e italiana.
Geographia antiga e mo lerna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometria.
Arithmetica.
Philosophia.
Rhetorica e potica.
Historia e corographia do Brasil.
Sccncias naturacs.
Desenho.
Gymnastica.
Msica.
O corpo docente do instituto e com posto de 19
professores, oceupando-se cada um delles some nte
com a materia ensinada em sua respectiva ca-
deira.
O instituto aceita alumnos em tres ci hegorias,
conforme se acham divididos, pensionistas ou in-
ternos, ineio-rensionistas e externos.
Os pcnsienistis residirSo no instituto, tendo
direito de estudar as materias de que se coinpoe o
curso, eusinadas. segundo o programma estabele-
cido : a ser alimentados sadia e abundantemente,
tratados em suas enfermedades pelo medico do
instituto, fornec3ndo-lhe tambera este medicamen-
to, a ter roupa lavada e engommada regularmente
duas vezes por semana, banho, etc ; tudo isto
pela medica quantia de 400/ por anno.
Os muio-pensionistas se apresentarao no esta-
bele amento nos das lectivos, hora em que as
aulas se abrirem e desde entao at serem encerra-
das tarde, sao equiparados aos internos, tendo
como estes ts mesmos direitos quanto ao estudo,
Hlimentacuo e re:reio, isto poli mdica quantia de
de 240*000.
Os externos s tm direito s lices e cxplici-
ces das materias cnsinadas no curso, quaesquer
que ellas sejam, pagando apenas no acto da ma-
tricula a taxa igual a que pagam os alumnos no
collegio das artes.
Os alumnos internos devero apresentar o en-
xoval prescripto no regiment interior e ter cor-
respon lente na capital, para com promptidao sa
tisfazer as pensoes e ontra qualquer despesa de
que ti ver elle necessidad '..
As pensoes aerao pagas na socretaria do insti-
tuto, por trimestres adiantados.
O sccret.-.rio,
Celso Tertuliano Quintella.
Theatro de Variedades
Santa Casa de misericordia dr
Recife
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife arrendam-se por espaco de um tres an-
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 240J00C
dem -dem n. 49 240*000
Ra do Bom Jess n. 13, 1 andar 3 0*000
I lem dem n 14, pavimento terreo e 1*
andar 600*000
dem idem n. 29, |- andar 240*< Ot
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Ruado Vgario n. 22, 2- andar 240*000
dem idem n. 22, 3* andar 240*000
Ra da Madre de Dens n. 10-A 200*000
Caes da Alfandega, armazem n. 1 1:600*600
Becco do Abren n. 2, loja 48(000
Ra do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2o andar, por 1:600*000
Ra do Coronel Suassuna n. 94, loja 150*000
Ra da Detencao n. 3 (dentro do quadro)
mei'agua 84*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 15 de Janeiro de 1886.
O escrivSo,
Pedro Rodrigue de Sousa
No navio norueguense Thora, earregou :
Para Hall, C. P. de Lemos 20 toneladas de os-
sos de boi.
= No brigue portugus Tilo, carregon :
Para o Porto, P. Carneiro ot C. 113 couros es-
pichados com 791 kilos.
= a barca portuguesa Novo Silencio, earre-
gou :
Para o Porto, P. Carneiro & C. 500 saceos com
farinha de mandioca.
rara o Interior
No lugar nacional Kaleb, carregon :
Para o Rio Grande do Sul, V. T. Coimbra 400
barricas com 38,046 kilos de assucar branco.
No vapor nacisnal M. de Caxias, carregon :
Para Penedo, F. da Costa & C. 2 barricas com
180 kilos de assucar branco.
Para Baha, Amorim Irmes & C. 5C0 saceos
com 3 ,500 kilos de assucar branco ; A. Lopes A
C. 60 saccas com 4,581 ditos de algodo ; P. Car-
neiro & C. 400 saceos com farinha de mandioca.
= o hate nacional Ir, earregou :
Para Mossor, J. Paes de Oliveira 300 faccos
com farinha de mandioea.
Para Maio, G. de Mello 4 saceos com milho.
Na barcada S. .Wai- a, earregou :
Para Maobyba, P. Vianua & 0. 1,000 sa:cos
com farinha de mandioca.
MOVIMESTO DO PORTO
Navios entrados to dia 21
Cardiff 60 das, brigue norueguense Mira, de
284 toneladas, capitio C. Christensen, rquipa-
gem 9, carga carvo de pedra; ordem.
Cardiff 54 dias, lugar norueguense Ina, de 233
toneladas, capito O. Tomelthy, equipagem 9,
carga earvo de pedra ; ordem.
Carditt62 dias, brgne inglez Ellen Greavez, de
l toneiada, c-pitiio Uobert Pritchard, equi-
pagem 9, carga c.irvaj de pedra ; ordem.
Crdiff lil dins, barca eueca Prima, de 254 tone
lada?, capitao O. Rosembuge, rquipagrm 9, car-
ga earvao de pedra ; a Companhia Recite Drai-
nage.
Mac.'io 9 dia?, blata nacional Bom Jetiu dos Na-
vegan'es, do 90 tonelada?, capitSo Clemcntiuo J.
de Macedo, equipagem 9, carga sal; a Manoel
Joaquim Peisoa.
Novios snhidos no mesmo dia
Rio Grande do SulLugar nacional Layo, espi-
to Serafi n da Silva, carga assucar.
Hamburgo por escalas Vapor allemo Buenos-
Ayres, commamlante Mahlmann, carga varios
gneros.
VAPORES ESPERADOS
Buenos-Ayres da Bahia boje
Baha do norte amanh
xt Pla'a da Europa a 24
Ville de Victoria da Europa a 24
Ville de Pernambuco do sul a 24
rernambueo de Hamburgo a 24
Orenoqiie do sul a 25
Maranhense de Ni w-York a 25
ito Santo do sul a 26
ubre de Liverpool a 28
Si O &-3S A M B W W> #
COJII,A\HIAlVRICOCOJIICODR44TICA
DIRIGIDA PELO ARTISTA
AMANHA l-SaMo, 23 fle Janeiro 1I1I88B-AINI1!
IMPORTA.1TE ISI'lt I til IO
A PEDIDO GERAL
Terceira representacao n'esta posa da applaudida opera-comica cm 3 actos,
do maestro bupp:
BOCC m CIO
quo alcanou o maior euccesso e n todas as priacipacs capitaes da Europa e das duas
A meneas.
No Rio de Jmeiro foi representada esta pena mais de 200 vozes, em Pars 500
cm Vienna a Austria 400 vezes.
N. B.-A livre tradueyao e re luccao foi feita < xpressamente para a companhia
pe) actor hr. Luiz Milons.
PRECOS O COSTOLF,
*YVJ* "pZ Oopoi do copectaculo bnver s-ein para A;>ipuco
* v* *J e ItuuilM Om bonilN no largo do Palacio.] O born da Magdalena livei quan.
do o bia. que pa**a sarna Xoia ;\h lie 12 minulmt.
Jk.V'XSO
BreTimente subii' sceua pela segunda vez o Importante
drama em 5 actos
Os Mysterios da Inquisico
09 i VOLTA. DE D. SBBiSTlSO RE! DE PJBTOM
que tanto enthuslasmou o ll III.ICM na primeira Tez que foi
levado scena.
PRINCIPIARA S 8 1/2 HORAS.
O gerente geral desta Companhia, con-
vida aos senhores ng 'ultorcs c proprii ta-
rios estabelecidos a margem da estrada do
ferro do Recife a S. Francisco quo quize-
rem vender canuas para serem moidas as
fabricas centraes do Cabo, Es-ada, Cuy-
ambuca e Rom Gosto a apresentarem suas
propostaa neste escript rio, ra do Oom-
menio, ou por intermedio dos gerentes das
respectivas fabricas.
A Companhia receber a* rannaa as
estacS?8 da via frrea de S. Eran' iico e
as transportar para a falri.a i cutral naU
prxima mediante o acc r.l > que se etta-
beleccr.
Os proponentes d'\-r.a.j inen-imar t
quantidada que deseja.o foraeccr durante
a safra actual e diaria nento insistamos
que lhe ficarem mais prximas, d ^vendo,
outro sim, dedararem que so suj'itam as
condicSes, quanto aen'icga do canea*, es-
tipuladas no coalraito Itroado ea'n os de-
ferentes agricultores; isio : cutiegar
as cannas em estado d; scrc.u no das e
despidas das partes nao ir ductiva de as-
sucar. i
Edtcin Caati/r.
Gerente ger.d.
Recebedoria de Pcrnainbico
Matricula de cscravos
O administrador da Receb' doria em cumprimen* i
t ao 2' do regulamento, q:i". ba'xiu com i de- !
creto n. 9,517 de 14 de Novemb pruximo pn^sa- i
d", fat publico que em virtude do art. 1- do ci-'
tado regulamento, fica mareado o praso de um an-
no a contar de 30 de Marco d i 1883 a !J de Mar-
co de 1887 para a nova matricula c arrolimcnto
dos escravos existentes neste municipio devendo
os donos e possuidores de escravos apresentarrm
dentro do referido praso relacve em duplicata
contendo o nome do escrave, imcionalidade, s?xo,
filiacSo, se for conhecida, oceupicito ou servico em
que for empregado, idade evainr, ealciludj eon-
forme a tabella do art. 3- do < i. \v ri-gulHinento,
aim do numero de ordem da m-ctriitiU nten-r,
devendo o valor ser dado etvripto par extenau
pelo senhor doescravo ou seu legitimo represen-
tante, nao excedendo o mximo regulad > pela ida-
de do matriculando, que ser tambero escripia por
extenso conforme a seguinte taHella :
Escravos menores de 30 anuo 9005')00
30a 40 89<>000
40 a .00 6005000
50 a 65 400O00
55 a 6) 2003000
O valor das escravas ser regulado pela mesma
tabella com o abatimento de 25 "(o d a precos
nella estabelecidos.
Outro sim previne, que a inscripcao para a no-
va matricula ser feita a vista das relacoes que
se-virio de base a matricula especial, ou deaver-
baco effectuaJa de conformidade coui a lei de 28
de Setembro de 1871, ou de cerlidoes da mesma
matricula ou a vista do titulo de dominio quando
contiver a matricula do escravo ; e para inteiro
conhecimento dos interessados faz iranscrever as
seguintes disposicoes d* lei de 23 do Setembro
prximo passado :
Art. 1" 5-. Nao serao dado' a matricula os
escravos maiores de 60 annos na diante, s.-rao
porm inscriptos em arrol&mento eipeeial para os
fin dos 10 a 12 do art. 3-.
| 7-. Serio considerador libertas os escravos
que no praso marcado nio tiverrm sido dados a
matriculo, e esta clausula ser exprersa e inte-
gralmente declarada em editaes e nos annuncios
pela imprens.
Serio isemptos de prestacio de servicos os es-
cravos de 60 a 65 snnos que nao tiverem sido ar-
r ilad
g 8- As pessoas a quem incumbe a obrigacao
de dar a matricula escravos alheios na forma do
art. 3- do decr. n. 4,835 de 1 de Dexembro de
1871 indemnisaro aos respectivos senhores o va-
lor do escravo que, por nSo ttr sido matriculado
no devido praso ficar livre. Ao credor hypothe-
cario ou pignoraticio cabe igualmente dar a ma-
trieula escravos* constituidos em -arantia.
) i'ela inscripca) ou arrol imc-nto de cada
escravo pagar sc-ha IA de emolumentos, cuja im-
portancia ser destinada ao fundo de emancipa-
cao depois de satisfeitas as despiezas da matri-
cula.
Recebedoria, 29 de Dezembro de 1835.
Alexandre de Siuza Pereira do C'armo.
Gompanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
EstabelcJda em 185S
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 3t de dezembro de 884
Haritimos..... 1,H0:000S000
Terrestres,. olGiOOOSOOO
44-Ra do Commereio
CONTRA FOGO
The Liverpool & hufai k filol)
CHAIGEtBS REISIS
Companhia Franceza de NaTega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lia-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
E' esperado da Euro-
pa at o dia 24 de Ja-
neiro, seguindo de-
pois da indispensavel
demora para a Ba-
hia. Rio 'Je Ja-
neiro moa.
Stoamar Wa i Prniscg
MPERIA L
DE
SEil'ROS costra FOGO
EST: 1903
Edificios e mercadorias
Tazas baixas
Prorzplo pagamento de prejuizoM
CAPITAL
Rt. 16,000:000^000
Ar/entes
BROVVNS & C.
N. Rua do Commercio N. 5
fO.\'TIlA FOCO
Norlb British k Mercanlile
CAPITAL
rOOO.OOO de libras sterllnas
AGENTES
Admson Howie & C.
RUA DO COMMERCIO N.
Espera-se dos portos
do sul at o dia 24 de
Janeiro, seguindo de-
pois da indispensa-
vel dem?raparao Ha-
Roga-se aos Srs. importadores de c p'los
vapores dasta liaha,quciram apresentard .1 it6
dias a contar do da descarga 'ias alvareng i!-
qner reclamaSo coneernentc a volumes, qae por
ventura tenham seguido para os portos do sul,afim
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sariar.
Expirado o referido praso a i". nSo se
rc'pnnsabilisa por extravos.
ebe carga, eocommendaa e passagciro3, para
>s quaes tem excelleutes accomodac3es.
Augusto F. de Oliveira & C.
.iCiU.VTK*
42-RUA DO COMMERCIO -42
fOMPAVeA PKRSiH8ltm
DE
NnvegacSo Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaj, e Bahia
0 vapor Jacuhype
Comraandante Fabio Rio
Segu no dia 28 do
corrente, s 5 hor. a
da tarde. Recebe
carga at o dia 27.
EncommcnJas passagens e dinheiros afrete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
vamn da Companhia Perianfct-
___________cana n. 18___________
Companhia Uahiana de navega
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
0 nw imiK ile Caiias
Commandantf Nova
Segu impreterivel-
mente para os portoa
cima no dia 22 do cor-
rente, s 4 horas da
i tarde. Recebe carga
*SBSSSafl3fi9MMMBalat ao meio dia do dia
da sahida.
Para i arga, passagens, cncommendas e dinheiro
a fretj 'raetaso na agencia
7liua do Vigario 7
Domingos Alves Mathens
tnited Stales & Brasil Mail S. S. C.
O
vapor
A_ (Trance
Espera-se deNew
Port News, at o
' dia 5 de feverci-
^ ro, o qual seguir
depois da demora
necessaria para
Baha e Rio de Janeiro
Pira carga, passagens, cncommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster 4 C.
N. 8. RUADOCOMMtRClO N.8
/. andar
SEfiUROS
MARTIMOS CONTRA FOGO
Companhia l'henix Per-
nambncana
ua do Commercio n. 38
Companhia
DOS
trilhos urbanos do Recife Olin-
da e Beberibe
Dividendo
Est designado o dia 18 do corrente para ser
comecado o pagamento do "22* dividendo, corres-
pondcn'e ao semestre de junho dezembro, ra-
zao de >i 0/0, sendo este feito no escriptorio da
companhia das 9 horas ao meio di at o dia 30
do corrente, e dahi cm diante s tercas e sabba-
dos, nao santificados, a iguaes horas.
EicnptJrio do gerente, 16 de janeira de 86.
A. Pereira Simu.'s.
MARTIMOS
mi
DampscliiflTahrs-OesclIschalt
O vapor Pernambuco
Esperase delUMBURGO.
via LISBOA, at o dia 24 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
sLondon and Rraslllan Bank
Umlted
Rua do Commerci? n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xaa do mesmo anco em Portugal, sendo
en Lisboa, rua dos Capeistas d. 75 N-
Porto, rua dos Inglezes.
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, paseagens, e encomraendas, tracta-
sc co.-n os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RUADO VltARfON. 3
i* andar
Lisboa c Porto
Segu pa-a os portos cima a
barca portugncia Novo Silen
do, r cebe carga ; a tratar com
Bal tar Oliveira & C, na
Vigario n. 1, 1" andar.
do
COHIVIMIIK UKH nKHHAfiE
RIEfl M MU 1 I1IIS
IJNIA MENSAL
O paquete
Equateur
Comnuindante Lecointre
E' esperado dos portos do
sul at o dia 29 do corrente,
' seguindo, depois da demora
idocostume, para Bordeauz,
tocando cm
Dakar. Lisboa e Vigo
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas aa
classes que ha lugares reservados para esta agen-
cia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /o em favor das fa-
milias composta de 4 prssoas ao menos e que pa-
garem 4 pas.-agens inteiras.
Por excepcSo os criados de familias que toma-
rem biihetes de proa, goaam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se d5o at e da 27 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o agente
Auguste Labille
9 RUA DO COMMERCIO 9
Companhia Ura= ileira de Nave
g&eo a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Bahia
Commandante 1-tenente Aurdiano Izaac
E' esperado dos
portos do norte
at o dia 22 de Ja-
neiro, e depois
da demora indis-
pensavel, seguir
para os portos do
sul.
Recebe tam -
bem carga .3, Pelotas e Rio Grande de
Sul, frete mdico.
Para carga, passagens, encommendas e valores
tracta-se na agencia
N. 46 RUA DO COMMERCIO-
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos portos do sul
at o dia 26 de Janeiro, e
seguir depois da demora in -
dispensavel, para os portos
, do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommendae valores
tracta-se na agencia
46 Rua do Commercio46
<
-
1
-.
t

f.
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\ I
) i
HMfiftE ^1


Diario de PernambucoSexta-feira 22 de Janeiro de 1886
B

ROYAL HAIL STEAM PACKET
COIPAHY
Vapor La Plata
E' reporado da
Europa leo di*
23 ou 24 do cor-
rcnte.
Este vapor Iraz simplesmente
passageiros e malas o inmedia-
tamente depois do desembarque
dos meslos seguir era direetura
para
Baha. Rio de laneiro, Monte-
video e Buenos-Arres
O paquete Neva
chapeos de sol e muitos outros objectos que serao
?andidos eom limites, para se entregar as chaves
do armazem.
Sabbado, S do orrente
As 11 horas
No crmazera da ra do Mrquez de Olinda
n. 18
POR ;interven$aO do agente
Gusmo
agente Bar
Lelo
Crianza perdida
Antes de hontem noito, de 8 para 9 horas,
d sappareeeu do pateo do Livramento um menino
de 5 aonos, chamado Jos.
Quera o encontrar ou delle noticias tiver queirh
ter a bondade de le val-as ra da Penha n. 5.
Ao publico
Urna senhora habilitada se offerece aleccionar
primeiras lettras e trabalhos de agulha em colle-
gios ou era casas particulares ; quem de seus
prestimos precisar, podo dirigir se a ra do Co-
ronel Suassnua n. 72.
Do
lSs
esperado
do sul no da 29 do
corrente, segun lo
lopois d% demora
m'ccssaria para
Lisboa c Southampton
rara passajrens, fretes, etc., trac-raso cora os
CONSIGNATARIOS
Adarason Howie & C.
3-Kua do Com raer co9
Porto c Lisboa
Segu c na brevidaie para os portos cima o
brigue per ligara Tilo ; p: ra o resto da carga c
passageiri-, l:.ta-6c c-m os consignatarios Jos
da Silva L yo i Ribo._________________
uir. importante sobrado ra cstreita
Rosario n. 35, era solo proprio
UOM KM PREGO DE CAPITAL
* a hitado. 3 do corrate
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 22
preposto Stepple pjr mandado e assistoncia
O
do llm. e Exm. t. I>r. juiz de orphos, e auto-
risi.co dos consetzhores do predio cima, vender
em leilo o sobrado cima mencionado, o referido
sobrado acha-sc bem conseivado o rendendo an-
nnalmente 810*000.
Os Srs. pri.tendentes desde j poderac ir exa-
minar o dito sobrado.
Eiigoiiimadeira
Precisa-se de urna que engomme bem i ensa-
boe, e que nilo diurna tora, pira casa de pouca
familia ; ni praca do Cdiide 'Eu n. 30, terceiro
andar.
H
as
Ama
Precisase de urna ama para casa de homem
iclteiro a tratar na ra do Fogo n. 20, taverna.
CALLOS
0 MELHOR E MAIS INFALLIVRL EX
TRACTOR DOS CALLOS E A
MAYlYARDLYA
porque os extraho completamente, sem causar a
mnima dor. E' fcil de applicar, nao impede de
se andar calcado e tem o seu efftito comprovado
porjittestadoa insuspeitos e em numerosas appli-
cacoes que nunca falharam. S verdadeiro o que
so prepara e vende na Drogara e Imperial Phar-
macia Diniz.
Atiendo
Soga se ao Sr. hachare) Bento Borges da Fon-
seca o obssquio de vir oa mandar taverna do
pateo da Santa Cruz u. 12, a negocio que S. S.
nao ignora, sob p<>na de declarar so minuciosa-
mente.
Leil
ao
As nicas inralliv-is c que nao repugnan) as
enancas. CLcgou nova remessa, e vende-so em
casa da
Faria Sobi inho & C.
Casa na Torre
Alaga-se urna casa na ra do Ro, era bons
commod'-s n bastante fresca ; a tra'.ar ni na ar
g\ > Ro ario n. 34, pharmacia.
:7lina do General Ozorio57
Herme
11.2,
Deposito em Pernambuco pharmacia de Hermes
de Souza Pereira & C, Successores
Barcada
Vende-? eos ; a tratar
na ra Di- 1 j .
Barcata
a tratar na na Duque
Vende-so urna bar ac
de Caxias n. 'i"<. _____
Para Lisboa
A barca Pereira iorgrs seguir com brevidade
para o porto cima para o resto da carga trita
e com os conHgiiafaro* .Si,va 'j:.maraca & C.
'orto por Lisboa
Segu com h para o partos cima o
brigue portugtn' t.'<<'.Ma para 0 rcto da carga
c passageiros. nata >e ora o consignatarios Jos
dava SilL va ^ 'ilh >
de ums boa casa terrea sob n. 77, ruados
Guararr.pcs, era solo proprio, freguesa
de S. Frei Pedro Goncalves do Recife.
*abla A's 11 horas em ponto
-Yo armazem ra do Imperador n. 22
D_ preposto Stepplo levar a lailSo a casa terrea
n. 77, ra ibs uararep: j, com porta c janella,
2 salas, 2 quartos, eoziulia e totea, rendeud) an-
imalmente 21^5000.
Os Srs. pretndenos desdo j podero ir a-
Collcgio Partlienoii
Este collegio acha-se aberto ra Velha n. 40,
recebe a tunnos i.itcrnos, 3emi-internos o exter-
nos.O director,
Ovidio Alves Manaia.
Loja das Estrellas
n. _
AVISOS DIVERSOS
Precita se de ;im ca xeiro de 12 14 annos
com pratica de nolhados ; a tratar na Capunga
r_a das Pernair.bucanas n. 38
Precisa-te de urna prafduora para engonho
que saiba tocar piano e mais fraballns de senho-
ra : a tratar ua rna do imperad' i. 71, 1- andar,
com o 15ro de 2-'azarelh.
Cear
Segu com bn 0 porto ac:ma o
hiate Deu te Ouarde, rga a fivtes m-
dicos ; a trata- na roa i aladre ou no caes do hijo, a bordo.
LEILOES.
O leilo de machinas de costura e truadros
dourados snnunciado por intervenca- d> agente
Pinto, deve rer lugar boje (22) no largo do Corpo
Santo n. 19.
Da machinas de costura, quadros dourados
e differentes movis
(EM CONTINLTACO)
lio je. 22 do correr
A's 11 horas
Agente Pinto
Largo do Corpo Santo n. IO
De bons movis, 1 piano forte, 1 rico cs-
pelho oval, importantes quadros a oleo
com ricas molduras, jarros de alabastro,
porcelanas, crystaes e 1 importante fa-
queiro de prata
Saladejvistas
Um piano forte, 1 cadeira e estrado para o mes-
mo, 1 rico espelho oval, de crystal, 1 solida mobi
lia de Jacaranda, a Luiz XV, cem 12 cadeiraa de
guarnico, 2 ditaa de bracos, 2 ditas do balauco.
1 sof, 2 consolos e jardineira de pedr.i, 5 impor
tan tes quadros a bles com moldura dourada, 2 di-
tos com vistas, 2 di'os menores, 2 etagers de p
com ph .tographias para canto de sala, 2 ditos di-
tos para jarros, 3 ditos de parede, 1 par de jar-
ros grande de alabastro, 1 dito dit) n euor, 2
porta-relogos, 2 casticaes e 3 figuras de alabastro,
1 porta-cartoes de madreperola, 4 pares djanos
finos para consolos, 6 pannos de crochet pira ca-
deiras e sof, 1 dito de dito para piano, 1 tapete
grande para sof, 7 ditos pequeos para portas, 2
cadeiraa de vime, 1 lbum grande de malrepero-
la e 1 dito menor.
Io quarto
Urna importante cama franceza de Jacaranda, 1
pir de cortinados com cpula, 1 toilette de j ica-
rand e 1 santuario de Jacaranda e suas perten-
cas.
2o quarto
Urna mobilia com 12 cidiras americanas, 1 so-
f e 2 consolos com pedra, 2 sarpentinas de erra-
ta] e 1 tmpano.
3 quarto
Urna meia commoda, 1 cabide de columna, 1
ruarda-roupa, 1 espelho, 1 marquezo e cabides
de parede.
4o quarto
Djus bonitos guarda-vestidos, 1 mor c mno-
da, 1 lavatorio de mogno com pedra, 1 dito de
amarello e 1 espelho.
Saia de jantar
Um imp'rtante guard-louca de a-na relio, 1
mesa elstica de G taboas, 1 aparador de mogno,
1 dito de amarello, 2 sofs de amartillo, 1 quai ti
nheira de p, 2 cadeiras da bataneo de aman i o
1 secretaria de amarello, 1 rico faqu- iro com 4
duzias de talheres, sendo duas para mesa e duai
para obre mesa, 1 trinobant", 1 -auxa para tfl
pa, faca para peixe c mais perten^as, 24 argola
para guardanapos, paliteiros de metal, galhetei-
ro, 3 salvas de metal, 1 cesta de dito para p3o, 2
bandeja' de charlo, apparelhoa de porcellana pa-
ra jantar, dito do dito para almoc^, comp'jteiras.
garrafes para infa c.es par: vinlm.
ditos par. I de ala!'
relogio de pin de e 1 j la
; al
Duas banqoinhas 1 banca ;i;r.i
tala, Ir. i', 1 meta
enconar. pedra,
para nstlUa
', 22 11
As lo ;r|'5 hoias
Xo i" and ii I. br lo n. 1 da ra do Vi-
gario a da o
do3 Sr;. i!.Itar ObVeira "c C.
Domine;
Martina, s no
i ndar.
Os abaixo assignados, curador fiscal e de-
I positano da m-ssa fnllda de Antonio Francisco
Corga, previuem aos inquenos das c:.sas perten-
centtes m'sma massa, e situad s c-m 'oyanna
que nao jiagiem alugucl ulgum ao procurador
constituido pelo fallido, e cujos poderes cessaram
.H 11 abertura da fallencia, devidamento pub'ica-
O ir.esmus inqiiclinos cstao responsave*
pelos alugueis que pagarcm indevid mente a dito
procurador, que proceden criminosamente rece-
bendo ditos alugueis. Kecife. 21 de dezembro de
1865.
Dr. Ferrcr.
Jos Fa istir.o Porto.
Est para alugar um bom sitio todo murado
e bafctaiit.s arborisado. com grande casa, sit3
entrada do beceo do Padre nglez, di fronte da
estaeo do Caminho Novo, p?rto da linha dss
bonda de Fernandes Vieira. tem agua e gax ; a
trati r no oit5~ do Corpo Santo n. 38.
Aluga-se o 1 andar da na do Padre Flo-
rian> n. W, a Lia da travessa da Bomba n 4, e
a loja da travessa do Livramento n. 10 ; a tratar
na ra do Apollo n 34, 1- andar.
A'ugase o 2- andar da casa n. 1 do pateo
de Terco, o 5 da de n. 3 ra da Penha, o 1
da de n. 19 mesma ma, o 1- da de n. 18 ra
Direita, o 1 da de n. 66 mesna ra, o 1 da
de n 35 travessa de S. Jos, o 1- da de n. 31
ra cstreita do Cosario ; as terreas de ns. 41
i ra do Ring;l, 26 roa Duque de Casas, 1 do
p:teo do Terco, 27 ra de Lomas Valentinas,
91 ra do Aragso, e a csa de n 35 ra da
Viracho ; a tratar na ra do Hospicio n. 3.
Aluga-se a casa com sota, toda calada e
pintada de novo, sita ra da Fundicio d. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez e
Olinda i. 8. lithographia.
Aluga-se o armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 18 ; a tratar com Prente Viauna &
Companhia
Aluga-te casas a 8UOw, no becco dos Coe-
ihos, junto dn S. Gcncalo : a tratar na ra da Im
peratriz n. 56.
No Caminho Novo n. 128 se dir quem ven-
de o xarope de ervas do sertao para molestias de
peito. Na mesma casa faz-se flores artificiaes
para etager, ornatos de salas e bonquets.
Aluga-se a casa terrea com 3 quartoe, 2 sa-
las, cosinha quintal com boa cacimba, sita l ra
do Lima n. 20, em Santo Amaro ; a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. 8, lithographia.
Precisa se de um caxeiro de 10 a 12 annes
com pratira cu eem nenhuma no becco do Ber-
uardn n. 44.
Precisa se de um caixeiro de 12 a 14 annos na
ra Imperial d. 128.
Aluga se a casa da ra da Conceicao n. 38,
e da ra do Nogueira n. 43: tratar cem o Pi-
nheiro, na ra do Duque de Casias n. 66, loja de
miu lezas.
Precisa se de tima ama de leite ; na ra Im*
penal n. 1.
Eu Mara Vinbad, ita'iana, declaro que
desta data em diante fi :a sem effeito a procura-
co por f m passada, constituindo o hachare!
Jo'Jii'iim Francisco de Arruda meu procurador
para tratitr do racm negocios na comarca de Li-
moeiro, cuja .rocuraco foi passada pelo tabeliao
J o Uezerra Vieira de Mello desta cidade de
{fastretb, em
10 -le j ineir di
12 di! agisto de 182.
86.
Nazareth,
Um homem que ei.tend; de cosinha, se offe-
rece para esse fim ; nesta typograpbia se in li-
cari.
=- i baehrtreis Antonio Jnatino dt: 8uush e
i'edro Affi uso de Mello mudaram o s.'U cscripto-
rio para a ru i Duque de Calas n. 54, Io andar,
onde continuara a exercer a sua profilsSo de ad-
vocados.
Alugr.se o 2' andar c eo:6.i, caado e pintr.d ', :'i
roa do Baa el n. 41, tratar na ma D
2 nJ ir.
Precisase de u:n socio cum aigum esj
lecBeato d? molhados ; tan
l c ma pea Unces :
tratar i aboga 1-C, demeiodia
rrreisa-se de urna
piten da Torfti n. '>>
ama ;
Leil
ao
De m
de amarell 2
r ma, e airar IH, appari
ditos con!
letts, camas para meninos, 1 rro'iilia de'mogno,
cadeiras, caixas com differentes jogos par crian-
?bb, 1 rico preeapio, 2 r dondas com casa de cam-
po, machinas de costuras, louca. diversos passaro?,
Slap Taolo (.'rdeiro
Novo fin: a em preco,
', mrr
ccari.i dus Sr?. Braga Gvmes4C,e al5iX)n
libra.
Ao commercio
Os abaixo assignados partieipam ao conunercio
(.'., e que retiran da
: e pass vo c-irgo do socin I
\ i i- Ferreira. Recite, 21 -1
Francis <
Sem competencia
para papas, bolee,
paoe cuscas, di'a para ai mandioca
uito bem preparada para bolos e papas, vende-
ir prego r'zoavel ; na ru i i da Boa-
n. 3.
Rna Duque de Cixias
Liquida os seguiutes artigos :
Bramante do linho com 11 palmos de largura,
do preco de 3 e 34500, a 13600 e 2000 o metro.
Brim de linho de cores do preco de 25, a 1.3 KK)
a vara.
Madapolo americano de 10 a 7000 a peca.
I lem pelle de'ovo, cem o titulo mimoso de 9300V,
a 6500.
L'ncos brancos, finos da 23500, a 1J600, duzia.
Guardanapos de 73, a 43000.
Bramante de algodo com 10 palmos de largura
a 13100.
Cretones nacionaes a 240, envado.
Meias inglezas de urna e coi para s:nhora, de
2-'i a 73000 a duzia.
dem inglesas, brancas do 73, a 43500.
Zephiros de 400 reis, a 2l0 o covado.
Atraillados com duas larguras ds preco de 23. a
14300.
E muitos outros artigos quo ec liquidam com
50 Bons ilias
'Mencionen Primo & C.
Vendem por preeos sem
competencia
Las escocezas, padroes modernos a 400 res o
covado.
Ditas meseladas c lavradas a 500 reis o dito.
Velbutinas de todas as cores, lisas e lavradas a
14200 o dit i.
Pustoes brancos cora lindos desenhos a 400 e
500 reis o dito.
Lencoes de bramante a 13800.
Callarinhos modernos para horaens a 500 reis.
Setins de tedas as cores, por preeos baratissi-
mes
Merinos pretos e de cores para \ istido.
Mantilhas pretas.
Fichas do diversas qualidades.
Cortes de cassmira para senhora, bordados de
sJa, atoalhado-, espartilhos, tapetes avelludados,
panos de crochet, punhos para homem e senhora,
meias de todas as qnalidades para homem c se
nhera e outros muitos artigos de moda.
Ra Dnpne de C'axias n.
Pintura domestica
DE
Longman & Martiney
Tinta de todas as cores para applcacSo imme-
dlata e sem mais mistura ; qualquer pessoa (cria-
do e menino) pinta com perfeico, de grande
vantagem para o nao domestico. Com esta tinta
podem todos conservar suas habitaces em perfei-
to estado de asseo e com poueo dispendio, ella
exposta venda em pequeas latas com tampa,
que pode ser conservada com asseio em qualquer
guardalouca. Vende-se na pharmacia de Her-
iies de Souza Pereira & C. Successores, ra do
Mrquez de Olinda n. 27.
i;AMIMI0S DE FERttO
P0RTATEIS
DE
&ueJ;
DE IC 1C I X : 1. 1. A s
Constructores do mellior material para
aminhos de ferro industriaes. Fornecedo-
res dos Arsenaes o caminhos de ferro do
stadjp belga, do Governo colonial das In-
lias Neerlandesas, etc., etc., etc., etc.
Vas frreas portafels -desmon
uveis fixas, trilhos de ferro e de ato, por
presos inferiores as> de qualquer outro sys-
tema, sendo mais duraveis e ra tis prati-
os.
Pequeas locomotivas w..go-
o"tes especiaes prra fabricas, expIoraySes
igricolas, aterros, minas e engenhos de
issuear.
Estabelecidas no centro de um paiz que
produz ferro e ac as mais econmicas
IcondicBes, as oficinas de Verharren & de
Jngcr, alera da sua situacito em urna loca-
la.le onde a niSo do obra barata, go-
sara da vantagem de ter urna orgnnisac3o
sera e especial para a construc(?iio de ca-
:ni;ilios de ferro ao alcance de todos. Os
wiis preyos desnfiam a qualquer concur-
rencia.
Para inforrnac3es circarnstanc.Indas diri-
ja:n se a
Theo. tiust
2 LABGO DO CORPO BASTO 2.
II -mettem se catlogos Ilustrados quem
ptdir.
Eu abaixo assignado, estabelecido ra do Hos-
picio n. 158, attestoque, soffrendo ha mnito tempo
do callo cm ambos os ps, o que me impossibilitu-
va por vezes de cuidar nos ukus affazeres com-
m"rciaes. gracas ao preparado des Srs. DINIZ &
LO USNZO proprietarios da IMPERIAL PHAR-
MACIA DINIZ, denominadoMAYNARDINA
cn3egui ver me allviado dcste mal que atroz-
mente me incommodava com a applicacao do refe-
rido preparado.
Rio, 7 de Janeiro de 1885. Thomaz Jo-
s Fernandes de Macedo.
PILULAS
jv Perruginoeas
JURUBEBA\
BARTHOLOMEO & Ca
Pharm. Pernambuco.
Curao a Anemia, riore branca. .
n Falta de Menatruac&o, /'
*V" Publlidade t Pobreza delangue/'
*\ ^acsrir a. assignatura/1
1.
2.?
P
95
C5
1 >
C '
1TT>'


Si II ODIA
Aos 4:000S000
Amuras BMiiiiiiaos
Rna do BarSo da Victoria n. 4
e casas do costume
Achara-se venda os felizes bilhsteg
garantidos da 4. parte das loteras
leaeficio da igreja da Boa-Viagem de Pas-
mado (33a) que se extrahir sabbado, 23
do corrento.
Preeos
45000
20000
1^000
de too#400
cima
30500
10750
0875
Flix Manoel do Nascimonto Valois, sua mu-
lher e seu3 filhos Cnvidam -ios seus amibos as-
sistirem a urna missa que mandam rosar ni ma
triz de Jaboatiio, s 5 1/2 horas d manb do dia
23 do corrate, pelo repouso eterno de seu presa-
do sobrinho e primo, capital Manccl Ignacio da
Silva Brasa.
9
s
usa
nteiro
Meio
Quarto
porco
nteiro
Meio
Quarto
parw
Joo Joaq\m da Coita L-'e.
i-es 4:000li00
IL2SIES UBANIIOOS
iu Primeiro de Marco n. 2"
O abaixo assignado tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 1920 com a sorte de 4:000?OOO,
aini de outras sortea de 320, 160 e 80, di
lotera (32.*), que se acabou de extrahir.
onvida aos possuidores a virem recebe;
nj ciiformidade do costume sera descontt
a'gura.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 4. parte das lote
rias beneficio da igreja da Boa Via ge m
de Pasmado (33.a), que se extrahir sab-
bado, 23 do corrate.
Preeos
nteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
8m quantidade malor de tOO
Inttiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Mar'ins Finza.
Jonquim Ignacio Hlbeiro
No sabbado 23 do corrate, s 8 horas da ma-
nba, na matriz da Boa Vista, sorSo celebradas
algumas mssas por sua alma, 1 anniversario do
sen falle:imento.
Cnpio Hnnocl ii'iiuia ta Silva
Broca
D. Mara Clara da Silva Braga, Joio Harmo-
cenea da Silva Braga, Miguel Archanjo da Silva
Braga e Rozcnda Isaur.: da Silva Braga agrade-
cem cordialmente s pessoas que se digiaram
acompanhar scpu'tura o cadver de seu presado
marido e pai, Manoel Ignacio da Silva Braga, e
de novo eonvidam assistirem na ordem terceira
de S. Francisco de Oiinda, as missas que pelo seu
(temo repousj mandam cele >rar sabbado 23 do
t nvnte, As G horas d manha, setiaai lia de seu
f .lecimento, a desde j confessar o"-eu :e onhei i-
mento por este seto de reiiio e caridade.
Joaquina Hara Hamos
Manoel Joaqun da Cost Hamos, tendo rece
I ido a infausta noticia de ter fallecido em Portu-
gal sua presada e estremecida mai, no dia 22 ao
inez prximo passado, pede a tolos os seus pa-
rentfs e amigos o condeso obsequio de assistirem
as missas que por sua alma manda resar na ca-
pella do cemiterio, aexta-feira 22 do corrente,
trigsimo daquellepissam"nto, s 7 horas da ma-
nha, e desdo ji agradece do intimo de seu cora-
co aaquelles quo se dignarem assis'.ir a este acto
de religio e cndale.
OS especficos veterinarios
H0ME0PATHIC0S^=
^=DE HUMPHREY.
* Para a cura de todas as doen^as de
farallos, Gado, Carneiro-, Caes, Por-
ces, .Aves.
Tem sido usado com feliz resultado por
Fazendeiro", Criadores de gado, Car-
ros -ferris, etc., etc.
Certificado e asado pelo Governo dos
Estados Unidos.
F Enr-se Folnetos e Cartoes gras.
HMPHREY'S MEDICINE CO.
___; JOg_Fulton St. New-York.
Especifico Homeopathlco de
HumphreyNo.28.
Usado ha 30 annos. O nico remedio efficaz para
Debilidade Nervosa, Fraqueza Vital
e prostraco, por excessivo trabalho ou outras causas.
$1 por garral, ou cinco garrafas c 1 garrafo de pos,
5.00, ouro americano. %
, A'venda por todos os Drogcistas. Tambem
cr.via-se pelo correo pelo pre(o do costume.
Dirya-^e a "Humphrpv's Homeopathlo
Medicine Co." 109 Faltn SU >e\v-York.
Q,LL SMSffiS.r S,LK-
( Retroz de Scd para Cascar.)
en
a-e s
0
E
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SaS
41
Q < i 3
>
O
m
C/3
O
3
Jote Jo&o fie Inia'iiii
Anna Marques de Amorim (auieate), saus fi-
lhos, genros e oras pedein a todos os amigos e
parentes para assistirem 8 a mistas do stimo dia,
que serSo resadas na matrix di Corpo Santo, s 8
horas de sabbado 23 do corren M, p-r alma de seo
esposo, pal e sogro, Jos Joao de Amorim, falleci-
do em Lisboa, pelo que aatecipadameut; se con-
fessam gratos.
Julgando ser de grande ulilidade dos negociantes da
America do Sul, terem os de seda e reiroz prepara-
dos em material mais leve do que sejam cairelis de
pao. estamos promptos a fornecer para exportadlo
nos de seda, retroz de seda e seda de bordar, de
todas as qualidades. pseparadas em lancedeiras de
papel ou de pennas como cima representado.
Temos todos os lmannos de fio preto e mais de
quinientos cores. (
Dirija-se a Brainerd l Armitrong Co."
tai Market Soet, -6o Broadwav
Philaddph. OTA. NeW?yorVLTs.A..
t
Manoel Antonio Moars la Fonaeca
D. Cosma Mara da Fonseca, seus filhos e gen-
ros, agradecem cordialmente a todas as pessoas
que se dignaram acompanhar os restos mortaes de
seu prezado esposo, pai e sogro Manoel Antonio
Soares da Fonseca, e de novo os eonvidam para
assistir s missas do trigsimo dia que por sua
alma mandam celebrar s 8 horas da manb do
dia 30 do corrente, na matriz de Xaasa Senhora
da Conceicao no Bonito e na igreja do Espirito
Santo, d'esta cidade, mesma hora ; por este acto
de religio d'esde j se confessam summamente
agradecidos.
IOS uno CM!
Seni dieta esen. modifi-
cares de costun.es
o
a
o
i:
s
a

si

l>t-
?*i
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
es
mi

O Remedio mats efficaz a
Seguro que se tem desete '
hoje para expel ir es Comer/gas.
ROQM'I'IOL [RERES
S9
m
es
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t *
:s




1 aempanhado de
I I
'.' U.-M.
Candida FrancUrn Xavier
l ReiN
Joaquin Bernardo dos R*i, irma, sobrinho c
riinhados de sua prpsada esposa, Candila Fran-
cisca Xavier dos Rer, convidara aos seus paren-
nrindam
celebrar p.,r sua alaia lia i Santo Anto-
nio, s f,ra 26 do
corrente, til. i do sen faliecimtnto, e pir
sam-se e'cr-
uamento grator.
O
Su
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S a-
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es
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Especilic s prk arados oha
maecutico Eugenio B..r
de ilollaiidi
Approvudos pelas juntas d-! hygiene da Corte,
Ropubcas do Prata c acadeneia de industria de
Paria.
Elixir de iniLiribina
U'tabclece os^ dyspeptcos, facilita as diges-
iB c nomove as ejecc5-"8 difii
Viobo do ananaz ferruginoso e quinado
Para os caloro anmicos, debellaa hjpoemia
intertropical, nconstitue M l:y hvpicos benbe-
1C08.
Xarope de flor de arueir.i a icutamba
Muito. recemm; ndado na brOOchite, na hemop-
lysoe i r.gudasou enrooicas.
Oleo da is ferrngiboao c cascas de
tijas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nsmo, na fysica.
Pilulns aote peridicas, preparadas coai a
ivrina, quina o jaboranfly
Cura radienlmrnte as febres iftermittentee, re-
inittpntcs e perniciot
Vinbo de juruu 'ba liapioa e tambera fer
ruginoso, preparados oru vinho da caj
Eflicazes nas inflammacoes do ligado
agudas ou chroncas.
Vinho tnico de capitana e quina
Appiicado nas convleaemeas das parturientes
nretico antefebrl.
Deposito : Francisco Manoel da Silva & C.
Este
11 portante estabelemento de relojoaria,
tundado em 1860, est fuaecionando agrra rna
larga d0 Rosario n. 9.
O seu proprietano, encar-. gado do regulamea-
1- jrelo8193 do arsenal de marinha, da compa-
nhia dos tr.lhos urbanos do Recife Olinda e Be-
benbo, da do Recife Casanga, da estrada de
ferro de Carua da companhia fcrro-Cirril de
t-ernambuco, da associaco commercial beneficen-
te b da estrada de Ierro o Limoeiro, cercado de
nteiiigeateg e habis auxiliares, concerta e fa-
brica qualquer pe$a aara relogios de algibeira,
ue parede, de tone3 de igreja, chronometros ma-
"timcs (dand a marcha), caixas de msica, ap-
parelhos elctricos telephonicos.
. Contina a exercer a sua profiasao com aelo e
interesas de que sempre deu provaa ao respei-
tov el publico e aos seus collegas, e vende omC;
cimento de qualquer qualidade.
Em frente de seu estabelecimento se acha col-
locado um relogio, cujos mostradores tambem po-
derao ser vistos pelos passageiros da ferro-carriL
tendosempre a HORA MEDIA DESTA CIDADE,
determiaadas pelas suas observacoes' astronomi-
aas. Ra larga do Rosario n. 9.
Ant.-nio Jos da Costa Araujo.
Os abaixo assignados, tendo' adoptado e regis-
rado a m arca industrial como do desenbo -cima
uc co'.ormidade com as prcscripjoes das les
vigor, dcclaram ao jiublieo e particularmente ao
numerosos fregnezoe, qm d'ora cm diante
todos os productos que r.hrem de saa boticu le-
varao a dita marca como garanta de sua origem
a legitima procedencia.
Rouquay.d FrcrcE.
PILULAS
JRUBEBA
BARTHOLOMEOtC"
Pharm. Pernambuco
0 as Sezcea, c todas as Vebres
lntermlttentes.
IS ANNOS DE SUCCESSO!
, Eacigir a assignatura.
'-
A

fat./%~r*^t*0.
Ama e caixeiro
Precisa ae na roa s Verdes n. 19.
tKl
i

t


6


I





Diario de PernambucoSexta-f'eira 22 de Janeiro de 1886
Aluga-sc
d sitio ra das Pernmbucanas n. 62, tendo
ubb grande casa com maitat commodidades para
grande familia, a casa teni sota
.rborisado
umero 68.
as chavea aa ra
corrida e o sitio
de Pedro Alfonso
Aluga-se
f e 8- andar do sobrado ra do Brum
t tratar na padaria.
Alnga-se barato
) i.' andar travessa do Campello n. 1.
A casa da ra da Palma n. 11.
A. loja da roa do Calabouco n. 4.
A casa da tu de Lomas Valentina n. 7.
0 1. andar da travessa do Carme n. 10.
A casa da ra da Ponte Velha n, 22.
A easa da Baiza Verde n. 1 B Capunga
A tratar no Largo do Corpo Santo n. 19,1* an-
ar.
Aluga-se
o 2 andar da roa do Livramento n. 26, com agua
e bauho ; a tratar na loja. _^_____
i
!
Leonor Porto
Ra do Imperador n 45
Primeiro andar
Contina a executar os mais difflceis
figurinos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Jansiro.
Prima emperfeico de costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
goslo.
J
:i
i
TINGIRA
Barba eos Cabellos
, tintura tinge a barba e os cabellos instan-
tneamente, dando Ibes urna bonita cor preta e
aatural, inofensiva o seu uso e simples e muito
rpido vende se na BOT CA PRANCEZA e
DROGARA deRouquayrol Freres, succfifsorej
de A. CAORS, ra do Bom Jess, antiga da Crus,
aumero 22.
4ttenQo
j.
Fsco ver aos senhores e senhoras de engenho
^oe precisaren de um admi istrador hbil para
odj o servico de agricultura, que faz tedo equal-
jeer negicio, nao por ajuste pbyaico, mas sim
por poreentagem dos rendiooeatos das safras, sc-
jundo a propoi\3o do engenho, ou por tercos,
juartos, quintos, oitavos e decimos, segundo a
?roporojo do mesmo engenho. Se o engenho for
ibricado por escravos tambera faz o negocio por
jervico dos escravos, um dia por semana, de 15
an 15 dias ou mensalmenle, conforme a escrava-
Tira do engenho : quem quizer annnncie por este
Diario, declarando o nonse do engenho on lugar,
e o engenho movido a agua, a vapor ou ani-
llis, tudo deve declarar, advertindo que faz este
legocio por tempo nun-'a menos de tres annos.
Antonio Bewrra Pessoa e Albaquerqne.
Na'.., ^Ih
O Sr. Joo Cavalcante Mauricio Wanderley,
Jlho do Exm. Sr. Bario de Traounhem, queirs
t ou mandar ra Duque de Caxias i. Id, con
* andar
Alnga-se o 3 andar da casa ra de S. Jorge
n. 72, com bastantes commodos ; a tnfar na ra
Primeiro de Marco n. 17, loja.
Por 351000
Aluga-se a loja, primeiro andar e sotao do pre-
dio n. 117 ra de Marcilio Dias, com 4 salas, 5
quartos, cosinba, quintal e eacin.ba. Est concer-
tado, caiado c pintado de novo, pudem morar inde-
pendente duas familias : tratar na ra da Cruz
n. 56, primeiro andar.
Alugam-se 3 casas pe-
quenas
S. Francisco n.
1, ireguezia de
1> ra de
Santo Antonio.
2' ra do Dique n. 2, freguezia de S. Jos.
$t becco do Fundi n. 5, freguezia da Boa-
Vista. A tratar na ra de Santa Thereza nume-
ro38.__________________________________________
Sitio, aluga-se
Excellenfe inorada
Com casa para familia, alguna arvoredos,
todo murado a fica perto dos bonds e estrada de
ferro, ra de S. Miguel n. 99, em Afogados,
defronte da saboaria a vapor ; a tratar na ra de
Santa Therea n. 38.
Ao commercio
nense
O abaixo assignado, tendo cemmerciado neisa
praca com alguns negociantes ha tres annos, pou-
co mais on menos, tendo retirado seu transito de
negocio para o Recife, suppe nada dever, porm
i aiguem se considerar seu eredor, tenha a bo
dade apresentar auas coutas at o dia 30 de ja-
nsiro que paga-as. Alaga Danta, 18 de Janeiro
de 1886.
Joao Corria Cabral de Mella
Goyan-
Barreiros
Medico
O Dr. Costa Barros, medico operador e partei-
ro, recentemente estabelecido em Banviros, offe-
rece os servidos de sua profisso nao s aos habi-
tantes deste municipio, como aos de Rio Formoso,
Gamelleira, Agua Preta, Palmares e Porto Calvo.
Uleiicao
Queira o Sr. A. M. Saraiva Galvao vir dar conta
do qne receben in(lvidamente, com o pretexto de
ser para um amigo isto em Jnlho de 1885, com
promessas de vir satisfazer mesmo nos dias que
foi suspenso do Thesouro Provincial; por ora aqui
Seamos.
Os dous cartees.
Cosinheira
Precisa se de urna boa cosinheira, para casa de
urna famili* nos Aflictos ; a trtar na ra Nova
numero 13.
de orna ama
andar.
Precisa-se
na roa Larga do Rosario n. 38, i'
TNICO
f
%
Quem tem ?
O uro e prata : compra se ouro, prata e
pedra preciosas, por maior preco que em outra
qualquer parte ; co 1 andar n. 22 1 ra larga do
Rosario, antiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
tarde, dias ufis.
AA particular de primeiras
tafea
Anna Alejandrina de Mattos Cavalcante par-
ticipa aos pais de familia e ao Mipeitavel publico
qne desde 18 do corrate mes se acha aberta
una aula gratis para o sexo feminino, em S. Lou-
renco da Matta, no respectivo povoado, para os
que quiseran coof-ar suas filhas.
Preoaraco de Productos Vegetaes
EXTINpio'DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
Jvl ARTI nITTBASTOS
Pernambuco
Intrnalo Rernambucano
Ra do Hospicio n. 55
As aulas deste collegio abrem-se no dia 14 de
Janeiro.
Aula mixta particular
Ba da
44.
Matriz da Boa-viMta n
primeiro andar
Maria da Conceicao de DrummOnd participa
aos pas de familia e correspondentes, que a sua
aula abrirse ha no dia 11 do corrente mez.
Alm das alumnas externas, admlttem-se pen-
sionista : quem desejar saber as necessarias con-
dicoes pode dirigir so dita aula, que entender-
se ha com a mesma.
Quanto as informacoes, os interessados podem
dirigir-se ao conselheiro Pinto Jnior, Dr. Pe-
reira do Carmo e aos distlnctos professores da so-
cieuade Propagadora da Boa Vista
Consultorio medico cirurgico
Dr. Miguel Themudo mudou seu consul-
torio e residencia, para a ra da Imperatriz
n. 14, 1." andar, onde d consultas das 12
horas s 3 da tarde e recebe chamados a
bualquer hora. Especialidadespartos, fe-
bres, syphilis e molestias do pulmSo e co-
racao.
I'iiiho de Riga
Acaba de chegar pelo brigue Acacia um com-
pleto sortimento de pranchoes de varas dimen-
coes, como tambera taboas da rnesma madeira, de
urna e urna e meia pollegada de grossura ; ven-
dem se por precos mdicos em casa de Matheus
Austin 4 C, 4 ra do Commercio n. 18, ou no
caes do Apollo n. 51.
R. DE DRISINA k
lia lo Bea-JBsis n.18
(ANTIGA DA CRUZ)
Casa de commissoes
Grande e variado sortimento de amos-
ras e catlogos de prodceles da Alterna-
dla, Franca, Inglatera, Austria, Hespanha,
tana e Estado-Unidos.
N. B.InformacSes sobre machinismos
gricolas, ditas para engenhos centraes-
icmbas, etc para incendios outras m,
fainas e utensilios
Mimos
0 MUSE DE JOUS
\0GEL WOLFF & G.
Offereeem ao respei-
tavel publico um gran-
de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-
tes, e se acham habili-
tados a vender mais
barato do que outro
qualquer, visto rece-
berm directamente.
Todos os relogios
vendidos esta casa
sao g-arantidos.
Ra k W b. 4
CASA BE BANHOS
COM DUCHAS
26 PAT^O DO CABMO 26
&te grande eWahaiseimento situado no cen-
tro-di-sta cidaile, ontm 18 quartos, 10 desti-
nados para horneas, 4 para senhoras, 2 para
banhos de chava e 2 para as duchas. Este es-
tabelecimcnto offerece todas as vantagens que
se podem desejar, com o grande melhoramen-
to que seu proprietario acaba de fazer, collo-
cando urna caldeira a vapor para facilitar os
banhos momos e medleinaes; os apparelhos
proprios para o tratamento pelo srstema hy-
drotherapico, taes como sao as duchas vertical,
move!, ascendente e a circular, systema este
que um meio enrgico de tratamento que
determina um abalo particular do systema
nervoso, as molestias chronieas, porm fir-
j mam os banhos fros o seu throno, porque tm
conseguido restabelecer doentes abandonados
e depois de esgotados todos os meios therapeu-
ticoe, e com o melhoramento das duchas j,
muitos doentes (recommendados pelos Snrs.
mdicos) tm achado cura de seus males.
O reepeito e a ba ordem sero rigorosamen-
te observados, em relaco &s pessoas de am-
bos os sexos, para o que tem urna diviso t,
mais regular nos quartos destinador, aos ba-
nhos. Offerece urna garanta ao receio -mais
melindroso.
Pedimos aos Snrs. Drs. em medicina o obse-
quio de honrarem nosso estabelecimento com
suas visitas, para se infonnarem de seu estado
poderem asim recommendal-o a seus doen-
tes, animando-nos desta arte a dar-lhe nm
desenvolvimento que o torna til em todos os
casos; a casa de banhos estar aberta nos dias
uteis das 6 da manb s 10 da noite e nos san-
tificados das 6 da manhi s 4 da tarde.
Tabella dos Preco*
Cosinheira
Precia-se de tuna cosinheira que engorme
bem e ensaboe, e que nao durma fra, para easa I
de pouca familia ; na praca do Conde d'Eu n, 80,
terceixo andar. '
LAROZE
Xarope le Casca de Laxan ja amarga
o IODURETO dePOTASSIO
aPPBOVADO PBL JUNTA DK HYOMN DO BRAZIL
Todo o mundo conhece as proprieda-
dee do Iodureto do potassio. Os mais
distinctos mdicos da Faculdade de medi-
cina de Paris, e principalmente os Srs
Dres Rigord, Blanghe, Tboussbau.
Nlaton, Piorrv, Kooer, obnero os
melhores resultados no tratamento das
affeccSes escrophulosas, lymphati-
cas, cancrosas, tuberculosa*, nos da
cari* dos ossos, do* tumores bron-
cos, da papeira ou bocio, das mo-
lestias chronieas da pella, da agrura
do sangue, dos accidentes secunda-
rio* terciarios da syphilis, etc.
Este agente poderoso administrado em
soluco com agua, tem por inconveniente
o irritar a mucosa do estomago e deter-
minar accessos gastralgicos.
Em vista d'isto, os mdicos cima men-
cionados escolherfio por excipiente d'este
famoso remedio, o xarope da casca
de laranja amarga de Laroze, o qual,
por sua acc&o tnica sobre os orgaos do
apparelho digestivo, facilita a absorpeo
de iodureto de potassio, previne qual-
quer irritacao e permitte que se continu
o tratamento sem temor de nenhum
accidente al completo restabelecimento.
No* meamos deposito* aobao-se os seguintes productos de J.-P. Laroze:
XAROPE LAROZEJa'irr^TNICO, ANTI-NERVOSO
Centra u Gaetrltes, Gastralgias, Dyspepeia. Dorea e CaimbraM d estomago.
XAROPE SEDATIVOla^^.BROMURETO DE POTASSIO
Contra Epilepsia, Hysterlco, Dansa de S. Guy, Iuaomnia das CriaBcas duranu a dentiao.
XAROPE FERRUGINOSO r^lSPROTO-IODURETOd.FERRO
Coatrs a numia, Chloro-Ansala, COres paludas, Flores .brancas, Raohitlsmo.
------ .>iim<.
gtposit* m total tt bou npuiu di iaiil
Pars, J.-P. LAROZE e C*, Pharmaceuticos
, RU OES LI0HS SAINT-PAL. 2
KANANGAdoJAPAO
jgova &gaa para o goncador
MKItTADA 'OR
m
,rrt I
I

IrotTiricil
110 AUD
& G", Perfumista
rtrleBn: PAio
Etta Agaa esahida das flores c Pmu
Japnica, pela sua suavidads suas pfop&-
dades benficas, excede oo cosmticos mais
cebbres; tendo sido adoptada por toda a
awapdriB elapno.
Utac no banho, d? um perfume delicioso,!
sotuatii as carnes faz deaapparecer as
espinhas, ce micho ?se efflorsscencias da pelJe.
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
.tunado dt Faculdade de Medicina de Parii. Premio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Caxnphora empregao-se
as Molestias, ras de Cerebro e contra as affeccoes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitaces do Coraco, Epilepsia, Hallucinago.
Tonteiras, Hemicrania, Aiecgoes das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitaco.
un Urna exolicaco detalhada acompanha cada Fratco.
Exigir aa Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN te C'*<
de PARS, que te encontro em casa doi Droguistas et Pharmaceuticos.
GOTTAS REGENERADORAS
ib
do Doutor SAMUEL THOMPSON
' Tratamento enlcaz contra todas as affeccoes provenientes do entra-
(Tueclmento dos orgaos e do systema nervoso, ou das altcraoces do
sangue. rraqueaa dos Klns, Esterllldade, Palpltaooe, knfra
| queolmente feral, loncaa Convaleacencaa. Este tratamento de ba multo, reconUecldo
e recommendado como o maior regenerador do organismo.
O FRASCO : S FRANCOS (E P^CAJJIA.) yj
Todo fruteo qvi nao trouxer a Marca de Fabrica registrada e a auignatura^^^/l\ Unict Fitrieant i
deve ser rigorosamente recusada sJ^^"* deste
Producto
MZB, harmacU GrLITT, me, Xochscnouart, 3*
Deposito em Pernambuco : FRAN< M. da
SILVA A C.
SNDALO MI&SY
Pharmaventfcc de i* Clafse em Paris.
?piwrsdojisjcot nencrmJ ,. Mygiamm MrMMX.
EsUs capwas acabam com os fluxos em 48 horas, sappri-
raudo a Copahiba, Cubebas e Injeccoes.
Deposito oa Pana, 8, na Vivienne, o asa princi paes Phamsdsa.

pe-Zed
(De CODEINA a T0LU)
O Xarope Zed emprega-se contra as
Jrritofdes do "Peilo, Tase dos Tsicos, Tosst
convulsa [Coqueluclie), 'Dronchites, Constipafoe
Calarrhos e Insomnios bersistenia.
AWS, ros Drouot, 22, e em Pharmacia.
Alimentacao racional
des MES, CRIANCAS, AMAS CONVALESCENTC8
Por uto da PHOSFH.t TIXA Faltre*.
PAJUZ, 6, Avenas Victoria. 6, PAJUZ.
ItpatiUrios e* Ptrnimbueo : FRAN- M. da SILVA. I> G',
Ama
Precisase de um i ama par* todos os serTteos
de doas pessoas ; na ra Imperial n. 200-C.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinhar e lavar,
para casa de pequea familia : na raa de Fer-
nandes Vieira n. 24, taverna.
Precisa-ae de urna ama para
Capunga (antig t ra da Ventura)
engo
ornar : na
Amas
Precisa-se de duas amas para coziubar e en-
gommar em casa de familia : no escriptorio deste
Diario se indicar quem precisa
' .%* %
Precisa se de urna ama que engomme com per-
fei^o, para casa de familia ; a tratar na ra do
Bara da Victoria n. 7, 2- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama qne saiba engommar e
coser; na raa de Riachuelo n. 57, porto de
ferro.
Ama
Pre:isa se de urna ama para cosinba e mais
algum servico ; a tratar na ra das Nymphas nu-
mero 26.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa
inilia ; a tratar na ra di Palma n. 13.
Precisa-se de urna ama para todo o servico do-
mestico em casa de pouca familia, dando fianza
de sua conducta ; a tratar na ra da Madre de
Deus n. 8.

* TOOAS os usos o
Purgante as Familias.
ptk OtJ.CAtRsClU.^LUiiinlK
i%MA
Precisa-se de urna para cosinhar
dro Affonso n. 9.
ra de Pe-
Ama
Precisa-se de urna ama para todo o servido do-
mestico, em casa de pouca familia, que d fiador
de sua conducta : na ra Duque de Caxi. s nu-
mero 2.
To jEnglishuien
GratisFrench or Spanish Lessons by a young
Parisian gentleman in return for English con-
versatioual Lesscns G's. Ra da Victoria 21.
Cosinheiro
Na ra de Paysand n. 9, se precisa de um.

Precisa-sc de um caixeiro com pratica de taver-
na, de i4 16 annos : a tratar na ra do Fogo
n. 20, taverna.
Ycnde-sc
Urna refinaclo ra de D. Maria Cesar n. 4.
Licinio Elisio de Olivci-
i ra Costa
Manoel da Costa Nunes, resi ente na villa de
\ Anadia, da provincia das Alagoas, nao tendo sci-
encia do lugar em que reside seu tio Licinio Elisio
' de Oliveira Costa, vem pelo presente declarar ao
mesmo, que no dia 26 do corrente falleceu sua
presada mili Eduvirges Amelia de Oliveira Costa.
' Aproveita a opportunidade para dec'.arar que
qualquer correspondencia, 3eu tio pode enderec^r
ao abaixo assignado nesta villa. Anadia, 29 de
i novembro de 1885.
Manoel da Costa Nunes.
Com este titulo ab io-se segunda-feira, 11 do
corrate, sob a direccao do professor Antonio C
Carneiro Leo um curso primario e secundario
ra Duque de Caxias n 6, 2 andar.
Grande liquidan.*)
A' roa Duque de Caxias n. 61
Fazendas por todo opret?o
Artigos :
Setins, sedas, merinos, alpalcas, )3s, cretones,
cambraias, rendas da China, baptistes, bramantes
de linho e de algodao com 11 palmos, meias para
homem, seuhora e meninos, loques Joannita, cor-
tinados, brns, madapoles, algodoes e muitos ou-
tros artigos diversos que se vend^m por todo o
prefe para acabar.
Casa para morada
Precisa-se alngar urna casa que tenha bons
commodos, agua e gaz, e que tenha quintal ; nes-
ta typor;raphia se dir quem qneir .________^^^
Quem
precisar de urna senbora habilitada para cnsinar
primeiras lettras e todos os trabalhos de agulha,
em qualquer casa de familia nesta cidade, ou mes-
mo em qualquer engenho, pode dirigir-se ra
do Livramento n. 38, segundo andar, que achara
com quem tratar._____________^^^^^^^^^^
Escola par ciliar
De usme<-o primarla para o
sexo masculino
34 KMA DA MATRZ DA BOA-VISOA 34
O abaixo assignado participa ao Ilustrado pu-
blico desta capital, que abri sua escola particular
de instruccao primaria para o sexo masculino,
ra da Matriz da Boa-Vista n. 34, onde esmerada-
mente se dedica ao ensinu de seus alumnos.
O grao da escola consta: 1er, escrevi-r e contar,
desenho linear, historia patria e nocoes de francs.
Garante um rpido adiantamento em seus alum-
nos, pelo seu systema de ensino, o qual urna pa-
ciencia Ilimitada, um amor inviolavel e urna es-
merada dedicacao ao ensino, fazendo com que os
seus decipulos abracem e amem de coracao as le-
tras, aos livros, e ao estudo, guiando-os no cami-
nho da intelligencia, da honra e da dignidade,
anm de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religiao, e da lei, o um verdadeiro
cidadao brasileiro.
Espera, pois, merecer a confianca e pro'ecga
do distincto povo pernambucano, e em particular
tem f robusta em todos os pais e tutores de me-
ninos que queiram aproveitar um rpido adianta-
mento de seus filhos e tutelados.
Comquanto ousada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansaveis esforcos, e os seus
puros desi-jos, sejam coroados com a feliz appro-
vacao de todos os filhos do Imperio da Santa Crus.
Mensalidade2000 pgos adiantados, no acto
da matricula.
Horariodas 9 horas da manba s 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meis-pensionistas por
mensalid'ides tacoaveis e lecciona por casas parti-
culares a ambes os sexos.
Julio lloares de Azevedo
34-BA DA MATRIZ DA BOA-VISTA-34
Collegio Amor Divino
RA DUQUE DE CAXIAS
Luvas
Fabrica se por medidas, em 2 horas, perfeicSo
precos mdicos, elegancia, material de superior
qualidade : ra do Cabug n. 7, 1 andar.
Bom etnprego de capital
Cozinheira
Precisa-se de urna que cosinhe bem, para casa
de pouca familia ; rna da Roda, sobrado n. 18.
Professora
Offerece-se urna pr fessora para leccionar em
alguns collegios e casas particulares as seguintes
materias : portugus, francs, msica e piano ; a
tratar na ra do Mrquez do Herval n. 20.
Casaes de pombos
Na ra do Cotovello n. 46 vende-ie casaes de
pombos com filhos e sem elles : pessoa que com-
prar tod.s, faz-se um abatimento.
Collegio Nossa Senbora das
Victorias
loRna do Hospicio- lo
Este estabelecimento de instruccao, a' rir suas
aulas no dia 11 de Janeiro.
As directoras,
Blanche d'Herpent Torgo-
Barontxa L. V. d'Herpent.
Vende-se o muito bem afreguezado hotel do
Soares,^ raa de Hortas n. 24 : a tratar no
mesmo.
Na ra do Vigario
sinheiro.
Cosinheiro
n. 17, precisa-se de um co-
2 andar
Aluga-se o 2o andar do sobrado ra Primeiro
de Marco n 12 ; trata-sc na loja.
YINHOoeEXTRACTOdeFIGADOoeBACALHAO
Tsnde-se
triu a priidiats Pharmaclai
e Drogaras.
Deposito geral .
Faubourg Montmartre, 21
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado pelo Snr. GHEVRIER, Pharmaceutico de 1" classe,
em Pariz, possue ao mesmo tempe os principios activos do Oleo de Figado de Bao&lhao e as propriedades therapeuticas dos
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago nao pode supportar as susbstancias graxas. O seu eSeits
como o do Oleo de Figado de Bacalhao, soberano contra as Escrfulas, Racbitismo, Anemia, Ghlorose
Bronchite e todas as Molestias do Peito
VINHOdeEXTRACTOoeFIGADOdebacalhao creosotado
21,
Deposito geral :
Faubourg Montmartre,
Vende-ae
e* ttdu u iriidiaM Vhannaclas
Drogaras.
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque diminue a expectoraco
desperta o appetite, faz cessar a febre, supprne os suores. Os seus effeitos combinados com os do Oleo de Fijfftdo d3 Bacalhao,
fazem do VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de GHEVRIER, o remedio por
excellencia contra a TSICA declarada ou imminente.
I VENTUROS!
\os4:000S000
BttHETES GABAHTIDOS
16-Rua do Cabug-16
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tes gar; nudos da lotera n. 32a em beneficio
da igreja da Ba-Viagem de Pasmado
que se extrahir sabbado 23 do corrente.
Intc'ro 4(000
Meio 2&000
Quarto 100
PRECOS
Sendo qnantldade superior
a 1 > 0:000
Inteiro 34500
Meio 1(5750
Quarto (5785
______________Joaquim Pires da Silva
Lyceu Triadelphico
Para meninas
Sob a dlreceo de Mara Olln-
dina de Mello
3JRA DO HOSPICIO-30
Neste estabelecimento de educacao ensina ae :
Primeiras letras, ortugnez, FVances, Infries, La-
tim, Arithmeiica Geometra, Qeographia, Historia,
Msica e Trabalhos de agulha, e admittem-w
alumnas internas, semi-internss e externas.
Honorario
Interna por trimestre adiantado
Semi-interna idem. da aula secundaria
dem idem, idem primaria
Externa por cada materia (trimestre
adiantado)
Roupa lavada e casi minada idem
Anisa de. Latim ou Ingles idem
A directora fas, porm, abate de 5 0/0 do ho-
norario das alumnas internas e seni-internai
quando houver mais de urna irma.
Par* infutnaces os Srs. Drs. Pereira do Car-
mo, Pinto Jnior, e Luis Porto-Carreiro, Cic*ro
Brasileiro de Mello, e os professores da Sociedad*
Propagadora de Instraccao Publica da rWgufflda
da Boa-Vista.

c
Ra da lm*eratrii n. 3Z.
Este estabelecimento de educacao abre as au-
las no dia 11 do corrente.
I'reviu- se aos pais de familia que tem se urna
Cessoa de inteira confianca, encarregada de ir
uscar e levar as creancas que seus pais quize-
rem.
A directora, *~
Olympia Afra de Mendonca

130J000
80/000
70/000
1/008
20,000
20/000
~-
I
HMM




Diario de PernamburoSexta-feira 22 de Janeiro de 1886
As machinas de costura
.
Domese
Slo reconhecidas ser as mai ele
antes, as mais duraveis, e em todoi
os sentidos
As nielhores
Para presos, e circulares com illu
tragSea de todos os estylos, dirijam-
se a
DOHESTIC SEWDG MA
CHINE & C.
HEW-KORT 8. A.
FUNDICAO GERAL
ALLAN PATERSON & C
N. 44--E t do Brum--N. 44
JUNTO A EF f A(JA0 DOS BONDS
Tem para vender, por pre^ mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Criva5es de diversos tamanhos.
Rodas de espora, dem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito rundido, de lindos modelos
Portas de fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de coneertos, e assentamento de maohinismo e execmam qaalqn-
trabalho com perfeicSo e presteza

TIINTIRARIA
OTTO SGHIVEIDER
SUCCESSOR
Hlliias de Albuquerque n. 25
(APTIGARIA DAS FLORES)
Tinge e Iiropa com a cnaior perfeicSo toda a qualidade de estofo, e fazendas
em pecas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo o
trabalho feito por meio de machinismo aperfeicoado, at hoje conhecido.
Tintura prcta as tercas e sextas-feiras.
Tinta de cores e lavagem todos os dias.
^OGMPHIA AlLto
ALBEKTO HENSCHEL & C,
-2-RIV DO BARAO DA VICTORIA-52
O aba'xo assignado tem a honra de participar ao respeitavel publico d'esfc
capital e do interior, que reassumio a gerencia d'este grande e bem conceituado est-
belecimento, onde j por longos annos tem oceupado o mesmo lugar.
As Exmas. familias e pessoas que desejarera honral o com suas encommendae,
encontrarao alli os mais modernos e aperfeicoados trabalhos concern entes a arb
photographica e modicidade nos preeos.
C. Barza,
Gerente.
Pedem a attencao dos dignos leitores e seus nunerosos freguezes, para os presos dos segulntes ai
tigos, os quaes sao verdadeiras pechinchas ; o igualmente a preferencia de vir primeiramente em no,
sa casa sempre que tenham de fuer saas compras, afim de se convencerem da realidade e se sort
rem de fazendas proprias para a estaco presente, a saber :
Lindas alpacas de seda de todas as corer, a
360, 400 e 440 ris o covado !
Cachemiras com bolinhas, novidade, a 560, 600
640 ris o dito !
dem com bolinhas de velado, a 1/400 o dito.
Linons, novos desenhos, a 900 ris o dito)
Setino maco de todas as cores, a 1/, 1/200 c
1*400 o dito !
Grorgurinas, fazenda de 800 ris, para acabar, a
400 ris o dito !
Pailes, novos gostoe, a 500 ris o dito !
Setinetas francesas, a 360, 400 o 500 ris o
dito I '
detones finissimos a 320 e 360 o dito !
Fustes broncos bordados a 400 e 500 ris o
dito!
Merinos de duas largaras a 1* e 1*200 o
dito.'
Ditos setirc, idem, fazenda de 1*800, para liqui-
dar, a 1*200 o dito !
Ditos pretoe a 1*, 1*200 e 1*500 o dito!
Damascos de cores com b palmos de largura,
para colzas, s 2/ o dito !
Popelinas listras de seda, a 280 e 320 ris o
eito!
Pannos para mesa, de nma e duas larguras, a
600 ris, 1*200 e 1 *6O0 o dito.
Bramante trancado de ama largura, a 500 ris
o metro !
Brim bronco de linbo n. 6, a 1*500 a vara !
aproveitem.
Brins pardos largos a 320, 360 e 400 ris o co-
vado !
dem de cores a 320 ris o dito!
Casemiras de cares duas largaras, a 1*200 e
1*500 dito!
Dita preta, idem, a 2*200 e 2*500 o dito !
Flanella ingleza, iden a 2*000 o dito, fasenda
de 3*000!
Cortes de meia casemira eom pequeo dofeito,
1*400 2*00!
Ditos de casemiras inglezas a 2*800, 3*, 4* >
5*000!!
Camisas francesas sem punhos e setn collar)'
nhos a 36* a dozia !
Ditas para meninos, superiores, a 36* a dita!
Ditas de cretone, finas, a 30* e 36,} a dita I
Oroulas bordadas de bramante, a 13* 16^ .
dita I
Meias cruas inglezas a 3500,4*500 e 6*000 i
dita !
Ditas para senhoras, a 4*500 e 6* a dita !
Lencos broncos superiores, abanhados, a 2*
3*, em lindas caizas!
Lencoes de bramante, grandes, a 2*000 !
Cobertas de ganga e cretones para cama de
sal, a 2*500. 3* e 4*.
Cobertas de 13 a 2*000!
Redes superiores a 5*000 e 6*000.
Cambaia Victoria, com 10 jardas, a 3/20
3*500 e 4* a peca !
Dita transparente fina, a 3*800 e 4*000.
Madapolio Boa-Vista superior, 24 jardas,
6*200 a peca!
Para Gimas noivan
Colzas de fusto ricas, a 10* e 12J000!
Ditas de chrochets a 12* e 15*0001
Cortinados bordados a 7*, 10* e 12* o par!
(rinaldas ricas e veos, a 10* e 15*000!
Camisas bordadas a 3*500 e 5*, lio de 8*600
Saias, idem, a 4* e 6*000 1
Popelinas bracas a 600 e 800 ris o oovado.
Setinetas idem, lavradas, a 600 e 700 ri
dito!
Espartilhos finos a 4*500, 5* 08*000!
Guarnieses de crochets, ricas, a 10*, para sor'
e cadeiras.
Bretanbas, bramantes, esguioes finos, a 5* i
peca; e muitos outros artigos, por preeos ser
peteacis.
JOIAS
SflfiTIEL.WOLPF &&' Comprase epaga-
Partieipam ao res | se mais do que em OU-
/>eitavel publico, que traqualqucrparte, bem
continuam ter um sor-'como
timento de joias das
Cabriolet e victoria
Vende-se um cabriolet e urna victoria em pe
feito estado : a tratar na roa Duque de Caxi. i
numero 47.
mais modernas e dos
mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer parte.
Bna m Catinga i i
Mme. niquelina
Becebe constantententeila Euro
ii renaflo soriito m ctop
i clapos para ibi
le mis moderfio, aicarna-sa
de concerta
f!
MOEDAS
de qualqner qualidade.
Na na do Impera-
dor n. 32, loja de joias
lulio Fuerstcokrg
l-
,ope
Rua Primelro de Marco n. 19
Junio Botina Maravflhosa
Collegto de Sania Luzia
Pbiladelpha Ernestina de Almeida Fortes par-
ticipa aos pais de saas alumnas, qae mudou a sua
residencia da rna do Mrquez do Herval n. 87,
para a rua do Bario da Victoria n. 14, e que aa
aulas principiam do dia 18 do corrente em diante.
Farfolla de trigo nova e
de superior qualidade
Retalha-se em lotes
vontade dos compra-
dores o carregamento
defarinha de trigo, em
saceos, chegado do Rio
da Prata pelo patacho
inglez Libbie H.: tra-
tar no armazem rua
do Commercio n. 4.
VENDAS
GASA I1LIZ
IOS 4:0003000
1:0005000
BILHETE1 .AtttVHO'
t*raca da independen
cia ns. 37e 39
O abaixo assignado vendeu entre os seut
felizes bilhetes garantidos da 32a lotera
* sorte de 200$ em 4 quartos n. 2825
dm de outras muitas de 32$, 16(5 e 8.
Convida os possuidores a virem recebej
sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes
garantidos da 33a, parte da lotera a beneficie
da igreja da Bo Viagem de Pasmado,
que se extrahir ao dia 23 do corrente.
Presos
Bilhete inteiro 45000
Meio 2<$00
Quarto 10000
m porco de 1005000 par
cima
Bilhete inteiro 3/1500
Meio 10750
Quarto 875
Autor.io Augusto dot Sanf Porto.
Griado
Prectsa-ee de um criado para vender fructas e
trabalbar em sitio, dando flanea de sua conducta :
a tratar na rua da Madre de Deus n 8.
Vende-se um deposito em A togados, no
tecco do Quiabo, com pouco capital e o aluguel
da casa sendo 600/ : a tratar no mesmo.
Vende-se. o estabelecimento de ferragens
rua Duque de Caxias n 111, tamhem se vende a
armacao separada : tratar no mesmo.
Vende-se urna refioaco na rua Direita dos
Atogados n. 29 : a ti atar na mesma, ou <. rua do
Rosario da Boa-Vista n. 45, ou d-se socie -ade
um" esoa que entre com algum capital.
Vcnde-se a feliz e muito bem situada tavir-
na em um dos nielhores pontos de retalho de Fra
de Porte s, rua do Occidente n. 2, d fiepte para
duas ras, Occidente e Guarar. pos. e o motivo da
venda o dono estar prestes a embarcar ; a tra-
tar m mesma.
Vende-se urna bomba de cobre, obra multo
boa, com os competentes canos para tanque ; na
rna do Mrquez do Herval n. 23. Na mesma casa
precisa-se de urna orph e de urna mulher de ida-
de para companhia de ura familia, prestando ella
seus seivifos.
Vende-se urna excellente armacao, nova, de
gosto moderno, forrada e envidracada, propria
para qualquer negocio ; a tratar na praca da In-
dependencia ns. 24 e 26.
Em vista dos grandes progressos da IDEIA de
3ue se gloriam as nacoes civilisadas, o commercio
eve aeompanhar esse rogresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
nacoes ; em vista do que snnunciam
MARTINS CAPITAO & C.
1 Rua Estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, a
escolha dos qaaes, os annunciantes tm sempre o
maior cuidado, para bem servir os seus numero-
sos fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe
Venham ver pois :
Queijos, flamengo, suisso, etc.
Dito do serto.
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranho.
Fructos seceos, como :
Pa8as, amendoas, figos, etc.
Ditas nscionaes.
Doce de todas as qaalidades.
Bolachinha ingleza.
Sementes novas de hortalicas
Especialidades em :
Vinhos finos do Porto.
Ditos da Figueira.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos como:
Absintbo.
Vermonth, etc.
Licores de todas as qaalidades.
Champagne.
Cerveja de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo mate do Paran, em p.
Ainda mais i
Formicida Capanema.
Oleo de mocot.
Azeite de peixe.
As cozinheiras
Leques nacionacs (abanos) para cozinha a 6/ t
milheiro.
E todos os gneros concernentes a esto ramo df
negocio.
Encontram se no armazem de molhados de
Martin* C'apilAo & C.
1 RUA ESTBEITA DO ROSABIO1
Ao 32
Nova loja de fazendas
N. 32- Rna fla Imperatrz- N. 32
DE
Pereira da Silva
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico, um vanado sortimento de fazen-
das de todas as qualidaes que se vender por pre-
ces baratissimos, assim como um bom sortimentc
de reupas para homens e tambem se mandam fa-
zer por encommendas por ter um bom Diestra al-
faiate e completo sortimento de pannos finos, ca;
semiras < bnns etc.
Ficlms
A lO0. Z e *500
Na nova loja rua da Imperatriz n. 32, vende-
se bonitos fichus de todps as cores, smdo dos
mais modernos qae tem vindo ; isto na loja do Pe-
reira da Silva.
Fusloes e setinetas IM ris
covado
Na nova loja rua da Imperatriz n. 32, vende
se um elegante sortimento de setinetea de todat
. as cores, tendo largura de chita franceza, assin
comofastoes brancos muito encorpados para ves-
. tidos e roupas de enancas a 500 ris o covade, t
' pecincha, na loja do Pereira da Silva.
Lzinlias lavradas a 500 ris
covado
Na nova loja do Pereira da Silva rua da In>
' peratriz n. 32, vende se um bonito sortimento dat
: mais lindas lazinhas lavradas que tem vindo para
i vestidos, sendo com lavores miadinhas e em forte
| cores, pelo baratissimo prego de 500 ris o co-
vado.
Liquidabais
Palitos de
casemira
12000
a 10.0001
Na loja ii. 32 da rua da Imperatriz, vendem-w
dalitots de casemira preta de cerdo sendo forra-
dos e muito bem feitos pelo barato preco de 10 e
12, assim como calcas de casemiras muito ben.
feitas a 6 c 1 e ceroulas de bramante a 120(
a 1^600, e coletinhes para dentro a 800 ris cada
um. pechincha, na loja do Pereira da Silva.
Merinos pretos a 1.200 e i .600 rs
Vende-se merinos pretos para vestidos e roupai
de menino a 1200 e 1/600 o covado e superior
Pili continua? 5o na rua larga O etim preto para enfeites a 1/500 assim como chi-
ItO-S'irlo n 3 f *as Pre'asi tanto lisas como com lavores brancos
Damio Lima & C nSo p.dendo acabar o sen de. 240A ^ 320 ris o covado na .nova loja de Pe-
grande sortimento de miudezas, em consequeneia re,ra da Silva rua da Imperatriz n. 32.
^^srs.lSSe^^^^^ francez para len-
do novo convidara ao publico e especialmente
Exmas. familias, a quem pedem toda proteccao.
Admrem !
Punhos e colarinhos bordados para se-
Vende-se
o estabelecimento de molhados roa de Santa
Rita Nova n. 2 A, que faz frente p^ra o Mercado :
o motivo da venda o dono se achar doente. A
t ratar na mesma rua.
Vende-se
a melhor taverna da estrada Agua Fria, tem pou-
cos fundos, propria para principiante, tem bons
commodos para familia ; a tratar na mesma nu-
mero 7.
Vende-se
pranchoes de pinh.i
n. 200-C.
de rezina ; na rua Imperial
nhoras
Ditos lisos
Ditos de ceres
Luvas de seda de cores
Agua florida, 700 re. e
Bordados de 300 rs.
Bonitos lacos a
Leques de 400 rs., 6C0 e
Meias para homem
Ditas idem
Ditas de cores
Um par de fronhas de labyriutho
Urna toalha de labyrintho 25J e-
Envesiveis, rs.
Fitas, bicos, lencos, gravatas e outros muitos
artigos qae estao exposico.
Boa larga do Rosarlo n 3S
Damio Lima & C.
2/200
1/800
1/500
2/500
1/000
2/000
2/200
1/OUO
3/000
:>m
4/000
1/5-0
30/000
320
Corrcias
de sola ingle, de l;na e de borracha, de diver-
sas larguras e grossuras ; vende-se barato na
tundico Villaca, rna do brum n. 54.-
Taverna
\a rna Imperial n. f Al
Vende-se urna das inelhores tavernas, bem afre-
guezada tanto para o matto como para a praca,
livre e desembaracada; tem commodos suficien-
tes para familia, com quintal com algumas truc-
teiras, muito em conta tanto o aluguel da casa
como seja urna armsco boa e todos os pertencas:
se vende tudo por preco commodo e muito em
conta.
O motivo de se vender o dono querer ir para
a Europa, e quem pretender dirija-se a mesma
que nao deixar de fazer negocio.
f oes a 1.000. 1.11)0 c 1.200
Na loja da rua da Imperatriz n. 32 vende-se su-
periores algodaosinbos francezes cem 8, 9 e 10
palmos de largura, para lencoes de um a panne
pelo barato pre?o de 1/ e 1/100 o metro e dite
entrancado para toalhas com 8 palmos de largura
a 1/200, assim como bramante de quatro larguras
a 1/250 isto na loja do Pereira da Silva.
Fabrira globo
*S -Rna larga do Rosarlo -*
Manipulaco especial com fumos escolhidos dos
bons cigarros, exploradores, navegantes e fede-
raea. Preeos razoaveis e bons descontos para o
commercio de retalho.
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escessez preferive.
ao cognac ou agurdente de canna, para fortificar
o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores armazens c
aolhadoo.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo ne-
me e emblema sao registrados para todo o Brasil.
BBOWNS & C, agentes
Eogenho
Veude-ae por 20:000/ a quinta parte que s
possue nos engenhos Amarag d'Agua, Santa Lu-
zia e S. Vicente, distante meia legoa das estaces
de Gamelleira e Bibeirao, moentes e correntes. O
sngsnho Amaragt d'Agua tem muito boas torras,
matas, muito bem cercado, muito boas obras, e
me com agua ; os outros dous tem muito boas
trras, matas e moem a vapor : a tratar na rua do
Imperador a. 50, 3 andar.
250.000U000
TE
VENDAS EM GROSSO
Descontos do praca
CARNEIRO DA CUNHA & C.
59-RUA DO DUQUE DE CAXIAS59'
DO
9
EXTRACTO TERCA-FEIRA. 26 DO CORRENTE
INTRANSFERIVEL
O portador lotera est habilitado a tirar 12:5oo$>ooo.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa *da Fortuna rua
Primeiro de Marco n. 23.
COME TEKCA-EEm, 26 DE JANEK0 BE 1880, SEM FALTA.
I
i



8
Diario de PernambucoSexta-feira 22 de Janeiro de 1886
M'ERATul'


' -



OS
FILHOS
DO
DBJV.XsTDaXX3a
POR
O ti estendoa Os msculos, a natureza
e ficou immovel, Mestre Elidas abaixan- '.nou.
e o proprio macaco se eng-
i. (Amar
ssegredos de Eujdes
de-so aiada, asseatou se tobre as espaduas
do animal, depois voltaodo para elle aquel-
la cabega de feroz exprselo, agarrou com
cada urna das mos as duas maadibul.s,
e, aastan Jo-as, abrio-lhe a boca guarneci-
da de poderosas dentes.
Humberto nao pode reter um grito de
surpraza, admiraglo e susto.
O velho nao lha deu attenglo, to ab
sorto estava no exarae da boca do tigre.
A dentajlo aiada nao est concluida,
disse elle, eis o qu i d a causa dos taus ac
cessos de ira, pobre Baccho; us fiea
tranquillo, antes de u.n iujz tornar-e-hei
tao manso como o cao mais meigo.
O velho apaahiu a vara de ajo qua dei-
xara cair, e lavantou-se.
( Continuado do n. 16)
CAPITULO XXII
O T1GBE REAL
E' a tua opinilo ?
Sim, meu pai.
Muito bem abre a gaiola.'
Humberto recuou estupefacto.
Abrir a gaiola de Baccho exclamou
elle.
Sim, respondeu siniplesmente .ilu-
des.
Abrir a gaiola de Baccho repatio
pela segunda voz o filho do velho sabio.
Sim.
Mas, meu pai. .
Nio diaseste que causa alguma tem
poder nelle ?
Disse.
Bem quero mostrar te que a forja
da vontade s o que te falta para operar
com efflcacia.
Mas...
Nao disseste que renunciavas a do-
mal o 1
Siua, disse.
Domal-o-hei, eu, no estado de ira
em que ello est, e farei, velho quasi de
cem anuos como sou, o que niio pic effe-
ctuar om hornera de trinta annos. Abre
essa gaiola, Humberto, ordeno-o 1
E mestre Eudea, ganando a vara
ajo que seu rilho trazia, bateu com a
tremidade della na porta da gaiola.
Humberto recuou ainda, hesitando.
Nao ouviste ? ululou e mgico enco-
lerisado. Abro a gaiola, ordeno-o.
Humberto, dominado pelo accento im-
perioso com que, pola segunda vez, fra
pronuncate esta ordem, voltou para junto
da gaiola em que o animal terrivel ruga,
e tirou os dous varo:s que fechavam a
porta.
Mostr Eudes abri-a e apresentou-se a
de

entrada da gaiola.
Em vista dessa invaso inesperada ao
seu dsmicilio, o tigre parou a sua sorie de
pulos.
Estupefacto cortamente pela audacia do
velho, fixou o seu olhar e rugi.
Sem mudar de resolujlo a estes sigoaes
ameagadores, Eudes fechou aps si a
porto e caminhou vagarosamente, com o
dedo index esten li io e o olhar fito no do
animal.
A cada passo que para elle da va o vo-
lho, o tigre recuava ; at ficou encostado
ao ngulo esquerdo da gaiola.
Reeuanlo sobre si proprio, parecia pres-
ts a avaugar para o seu audaz visita-
dor.
Humberto, com olhar fixo, eslava col"
lcalo no seu lugar e parecia fascinado
pelo terrivel espaotoculo a que assistia.
Mestre Eudes continuou a caminhar ate
que os saus ps encontrara ra as pato3 de
diante do tigre.
Enta augme atondo por assim dizer o
poder dominador de olhar que deitava
para o do animal, abaixou-se, agarrou o
tigre palo pescogo, e, com urna forja mus-
cular que todos julgariara nao have;- nos
seus membros debis, arrastou o corpo do
animal at ao meio da gaiola.
Mas ao moviraento que fizara, Baccho
escapou ao seu olhar poderoso.
De um pulo o tigre se levantou araea-
jador.
O velho voltou se.
Immundo! exclamou encjlerisado.
E fitou seu olhir de modo tal qu3 o ti-
gra recuou novamente.
Eudes levantando a vara do ajo deu
urna vigorosa pancada na espadua do ani-
mal que rugi, depois abrindo a porta da
gaiola, sahio com passo vagaroso.
Humberto corru ao seu encontr.
Meu pai! exclamou elle, meu mes-
tra Nada lha impo3sivel Reconhego
a minha fraqueza, proclamo o seu poder I
Poderias <*ntrar ousadamante na gaio-
la do Baccho e mesmo deixal-o em libar
dale ao p de ti; mas vamos para a tua
officina para examinar o teu trabalho.
E mestre Eudes, seguido de Humberto,
caminhou at porta do fundo da casa em
qua estavam, e empurrou-a.
A officina de Humberto tinha o aspecto
de um grande parallelogramma, maravilho-
samente disposto para ahi se fazerem to-
dos os trabalhos possivois das artes me-
chanicas to pouco desenvolvidas na poca
da nossa historia.
No centro estava urna mesa servindo do
Secretaria.
A officina, cheia do instrumentos m-
chameos, como o laboratorio estava dos de
chimica, mostrava a mosma actividade que
a de Mercurio.
Diversas machinas, urnas recontamente
terminadas, outras em construejlo, se ele-
va vam aqui e all.
El-Kabir e Shabbah, deitados n'um gran-
de tapete, dormiam em companhia de um
uiso pardo de urna tartaruga e de um ma-
caco.
Sobre a mesa estava urna serpente en-
roscada.
Ao p da serpente um cao, em roda
grande quantidade de insectos.
A' entrada d'estes dous horneas na offi
cia, o leao entreabri um olho que fechou
logo, a paathera arrastou-se o que parecia
ser para ella urna posijlo familiar, a tar
taruga nio se mexeu, o urao deu um sur-
do grunliido o o macaco de utn pulo ficou
sobre a mesa.
Exprimindo por gestos a alagria que lhe
causa va a presen ja de mestre Eude3 e
Humberto, lanjou se ao seu encontr, mas
lempo, dando um grito
quasi ao mesmo
recuou.
O pobre animal acabava de eucontrar-se
frente a frente com a serpente.
Humberto qua notara esse movimento,
voltou-se para seu pai.
Bem, rneu filho, muito bem I disse o
velho, essa pantomima do macaco a me-
lhor prova qua posso receber da tua scien-
cia.
Humberto approximou-se da mesa e
apoiou o dedo na extremidade da ser-
pente.
Immcdiatamente o reptil, bo desenros-
cou, elevou a cabeja e pulou para diante.
Depois arrastou-se sobre a mesa, o en-
roscou-se de novo.
Mestre Eudes approvou com a cabeja, e
disse:
Muito bem. Imitaste perfeitamente
Sem responder, Humberto pegou no
cao e tocou n'uma mola.
O animal, posto no chao da casa, prin-
cipiou a cerrar com grando perfeijlo de
imitajlo nos movimentos, mostrando a mi
ravilhosa habilidade do mechanieo.
Muito barulho nos movimentos, obser-
vou mestre Eudes. E o leao?
Ainda nao conclui, meu pai.
E' necessario que o faja rugir, per-
cebeste ?
Sim, meu pae.
So fr necessario, ajudar-te-hei com
os raeus conaelhos.
Humberto passou em seguida aos insa-
ctos collocados na mesa, e que todos, pro-
ductos da sua arte, eratn feitos com um ta-
lento realmente extraordinario.
A todos estes animaos nao fulta 83
nio um cousa, disse mestro Eudes, se-
guindi com o olhar as diversas evolujSas
desta singular creajlo.
Qual mau pae? parguntou Hum-
berto inquieto.
A vida I
Faltar-lhe-ha sempre, respondeu o
meohanico com philosopbia.
Quem sabe l disse o velho com voz
grave.
Humberto estremeceu.
Que diz, meu pai? exclamou estupe-
facto.
O velho nao respondeu
So o espirit03 elementares existe n,
murmurou elle, porque no poderlo obri
gar um d'elles a habitar um d'esses cor-
pos e animal o com a sua existencia? Nao
este o segredo de Prometheu?
Humberto escutava estupefacto.
O segredo da vida I o segredo da mor-
te continuou o velho entregue aos seus
pensamentos. O sommo acaso mais que
o abandono momentneo do corpo pela al-
ma e os sonhos nao sarao o reflixo das
proprias acgSes d'essa alma errante duran-
te o repouso da materia. Nio sar a reu-
nilo immaterial d'essa alma com urna ou-
tra, ambas livrea dos vnculos terrestres,
qua forma depois essaa sympathias capri-
chosas de que os homens nao podera dar
conta, e que se firmara primoira vista ?
Ahi est o inystorio, ahi est o segredo.
E' esse mysterio que desejo doscobrir ;
esse segredo que necessito conhecer.
Depois, voltando a cabeja disse com voz
firme :
Humberto, um dia tornaroi verda-
deiras as tuas imitajoei, um dia animarei
com o tau amor pjr ella, esse amor nunca
impedir a minha vontade.
Meu pai, balbuciou Humberto, es-
carnece de mim.
Eudes olhou fixamante o seu filho :
Nio comprahendes ? perguntou
com certa anciedade.
Nio respondeu Humberto.
O sabio curvou a cabeja.
Elle nSo I murmurou.
Que tem meu pai ? perguntou o
chanico.
Este nao repondeu.
Seu filho, por discripjao com certeza,
calou se, mas depressa o som agudo de um
assobio rompau o silencio que na otficina
reinava.
elle
me
O leao, a panthara, o urso e o macaco
estremecern! e pareciam escutar com in-
quieta gao.
N asta occasiSo a primeira badalada das
dez horas soou.
Elle!... ex.damou Eudes, cuja fron-
to se animou, elle ..
Vo.lando se para Humberto.
Quanto ao segredo que posauo, dis-
se elle, esse segredo tao poderoso que fez
domar na tua presenja, ha alguns minutos,
aquelle tigre, eu t'o rovellarei, Humberto,
pois quero fazer-ta poderoso ; mas com urna
condi jSo.
Qual? perguntou o filho. Falle, meu
pai 1... Essa condijao, aceito-a aatecipa-
damente !
FOLHETIM
MHMS SANDORF
POR
JULIO 7SBSE
1.4RT.1 PARTE
(Continuacao do n. 16)
IV
vespera na ponta de Monte-Cario, era o
Elctrico II, da fbtilba de Antkirtta.
O seu tim era este :
Dous dias depois do seu sequestro a bor-
do do Ferrato, Carpena tinha sido posto
em trra, e, a despeito das suas reclama-
j3es, encarcerado em urna das casamatas
da ilha. Alli esse fgido do presidio hes-
panhol comprehendeu que apenas tinha sa-
hido de urna prisao para entrar em outra.
Em vez de perten jer ao pessoal peniten-
ciario do governador, estava, sem o saber,
era poder do doutor Antkirtt. Onde ?
Nao podia dizel-o. Lucrara com a mudan-
ja ? E' o qne inqueha de si mesmo com
alguma inquietajao.f Entretanto, estova ra-
soTvido f tudo fazer para melhorar a sua
posijao.
Por isso, primeira pergunta que lhe fez
o doutor, nio hesitou em responder com a
franqueza.
Conhecia Silas Toronthal e Sarca-
apenas o
Sarcany
A ultima parada
O banqueiro, porturbaio, via
que se passava em torno de si.
estova mais fri, mais firme do que nunca.
Ambos recolhiam se no momento de tentar
urna ultima parada.
Entre as pessoas que os observavam com
essa cilriosidado esp2cial com que se v os
pacientes ou os condemnados, havia um es-
tranho que parecia resolvido a nao os dei-
xar um momento.
Era um mojo de vinte e dous ou vinte
e tres annos, de physionomia, fina ar as
tuto, nariz pontudo, um d'esses narizes que
olhara. Os seus olhos de urna vivaadade
singular, abrigavam-se atrs de um pince-
nez de vidro3 oscuros.
Como se tivesBc azougue as veias, con-
servava as mitos nos bolsos do seu sobre-
todo para nito gesticular, e tinha os ps
juntos na primeira posijao para ter certe-
za de dSo se mover. Convenientemente
trajado. sem ter sacrificado s ultimas exi-
gencias dojanotismo, nao tinha affectajZo
o talvez nao se sentisse muito a gosto nessa
roupa
Isso nito era para admirar : esse mojo
era Ponta Pescada.
Fra, no jarim, Cabo Matifou o espe-
rara.
O penoaagera, po: cuja conta tinham
ido os dous em missao especial a esse pa-
raizo ou inferno da nesga monegasca, era
o Dr. Antkirtt.
A embarcajao que os tinha largado na
Amas Diana, a filha do preboste de
Paris !
Sim, meu pai.
Deves rptala esta mes na noite ?
Sim, meu pai, d'aqui a algumas ho-
ras.
Bam l jura-me que por maior que
seja o teu amor por ella, esse amor nunca
impederiri a rainha vontade.
Nunca meu pai, juro-o!
Talvez necessita d'ella.
Ser sua, meu pai.. Mas esse se-
gredo ?
Sabel-o-has I
Oaviu se um segundo assobio ; mais
agudo que o prime:ro.
Elle disse ainda mestre Eudes.
Depois voltando se para Humberto :
Conserva-te prompto, accrescentou
elle, talvez precise de ti.
Acabando da pronunciar estas pala-
vras, o velho abriu a pera o alcanjou a
sala pracedenta.
Elle 1 repatia caninhando, elle com
prehendeu me e, se cumpriu o seu pro-
m-ttmento, a nos os destinos do mundo I.
Oh rastituirei entao aos homens o mal
qua me tem feito, e esmagarei debaixo dos
ps e88es pigmeus que domjnarei com todo
o peso do meu poder.
Neste momento, mestre Eudes achava-
se em frente da gaiola do tigre.
Baccho olhou-o fixamente.
O velho parou, dirigiu o seu olhar para
a gaiola, e, como o antecedente, o animal,
inteiramente dominado, baixou a cabeja e
recuou at parede.
A influencia evidente! murmurou o
sabio. Pois o que tem lugar sobra um
animal tao feroz nao o ter n'um hornera,
creatura mais fracamente organisada?
E Eudes alcanjou rap'idimenta o fim da
sala e abriu a pjrta que dava para a ga-
lera aonde deixara seu filho.
Mercurio, da p, osporava.
FJudes interrogu com o olhar as gale-
ras.
Aonde est elle ? parguntou.
Alli, respondeu Mercurio, designan-
do a galera esquerda, opposta em que
acabava de desembocar o velho.
Em casa do Raynoll ?
Sim, meu pai.
Est s ?
Nao, meu pai.
Quem o acompaahava?
Ignoro o.
Como ?
A pessoa qua com elle vinha estava,
desde a cabeja at ao3 ps, coberta com
um comprido vu.
Nao te viu ?
N2o ; estava no meu po3to do costu-
me, entrou e dirigiu-se para a casa doRey-
nold, onde entrou segui lo da pessoa que
lhe dase.
Ah I murmurou Eudes, nao me en-
ganou, cumpriu a sua promessa, eu farci
outro tanto.
Depois, voltando-se pira Mercurio, dis-
se :
-- Entra no teu laboratorio e trabalha ;
mas lerobra-te das minhas ordens.. est
prorapto I
Mercurio inclinou-so e obedeceu.
Quando se viu s, Eudes entranhou-su
na galera da esquerda, mas antes da che-
gar porto do fundo, parou.
A' esquerda, havia urna porto d eferro
mettida na parede.
O velho tirou da algibeira urna chave e
metteu a na fechadura.
A porta de ferro, abrindo-se dessobriu
os primeiros degraus de urna escada estrei
ta, de caracol e dando para a parte
de cima da habitajao. Eudes subiu rpi-
damente os degraus e entrou n'uma casa
octgona, cujo testo de vidrajas deixava
cobrir um bocado de cus
Esta essa estiva guarnecida, em roda,
do armarios. A la, cujos raios refloctiam
sobre o tecto de vidrajAS, alumiava a casa.
Mestre Eudes, dando pressa aos seus
movimentos, tirou un pequeo almofariz de
marraore preto cora a sua ralo de vidro,
depois um pequeo esqueutador.
Collocando tudo sobra urna mesa, pas-
sou a um segundo repartimenta c tirou
successivamente almiscar, am,bar, aloes,
rosas seccas, coral, tudo em quantidades
qua3 iguaes.
Deitando estes diversos ingredientes no
almofariz, pinou-os, reduzindo os e p.
Feito isto, abri um terceiro armario, cujo
interior, ;engradaio, ofterecia o aspecto d
de um viveiro de passaros.
Neste viveiro dorma sobra poleiros, es-
tabelecidos om diversos andares, urna nu
merosa collocjao de passaros de todo3 os
gneros e paizes.
Mestro Eudes entreabri a porta do vi-
veiro, metteu a mao e agarrou urna rola
que tirou para ora.
Sem que o pibre passaro, surprehendido
no seu somno, tivesse torapo de eonhecer o
perigo qua o ameaj iva, foi estrangulado e
todo o angue deitodo no almofariz.
O velho largou o cadver j iuutil, vol-
tou ao viveiro onde agarrou, com a mes-
ma destreza, tres colibris de liadas cores,
cora azas imitando a purpura, o ouro, o
rubis, o topazio, afogou-os successivamente
e pol-os sobre a mesa.
Mestre Eudes, cada vez com mais acti-
vidade e olhar mais ardente, abrio-lhes as
cabejas e tirou os milos qua metteu no
almofariz ; dopnis, pisndoos com a mao,
formou urna especia de massa, e toman lo a
em seguida, dividi a era nove bolas da
igual grossura.
Concluid >s estos preparos mgicos, col-
locou no perfumador alguns ramos seceos
de loureiro e aveleiras, e communicou-lhes
o fogo.
Quando este fogo se ateou, deitou lhe
tres das nove bolas, e de joelhos, parecen-
do orar fervorosamente, contemplando o
planeta Venus.
Levantndose, agarrou as outras seis
bolas e deixou-as dahir no perfumador.
Espalhou-sa na casa um fumo denegrido
misturado es ni um bello cheiro.
Paralda\ exclamou Eules ajoelhaa-
do novamente, poderosa rainha dos ares,
amiga do sol, de Hcate e de Venus, envia
em mou auxilio um dos teus fiis servos
em nome do mbar e da rosa!...
A durajo desta invocajito foi tao bem
calclala com a do fogo, que a ultima
palavra fra pronunciada ao mesmo tempo
que elle se extingua.
A casa ficou novamente aluniada pelo
luar do3 astros qua brilhavam sobre o tec-
to de vidrajps. .
Eudes levantou-se, fivando o seu olho
olhar na estrella de Venus.
Por acaso, por coincidencia singular, o
planeta, cujo luar parecia desde alguns
instantes estar emba.-iado com um vo de
vapor, entrepoodo-se entre elle e a torra,
rasgou-se e pareceu, mostrando novo res-
pleudor, responder rogativa do mgico
Este levantou se,
Consente! consente' 1.. exalamou
em voz alta.
E com a physionomia Iluminada por
um reflexo extranho, o velho sahio para
fora dajeasa, desceu a escada com urna
rapidez verdadeiramente phantastica, fe-
chou a porto de ferro e corrou at porta
da galera que communicava com a casa do
Reynold onde, segundo a indicacSo de Mer-
curio, entrara, alguns minutosjantes, o roys-
terioeo visitador cuja vinda era esperada
por mestre Eudes com impaciencia, e que
o cora mover tao singularmente.
horas, e do signal ouvido por mestre Eu-
des que annunicava a chegada do indivi-
duo, visto por Mercurio.
E' desse personagera, cujo nome ainde
nao foi pronuncalo, quo nos vamos oceu-
par.
Lambrar-se-hSo som duvida dos boatos
relativos a este singular visitador do sabio
velho, boatos que faziam della um habi-
tante de [outro mundo vindo de l para
maior terror dos vizinhos e vizinhas de
me3tre Eudes.
Lombrar-se-hao tambera da descripj2o
phantastica da sua mula,'dada pola chroni-
ca popular, e a nao menos terrivel pintura
do individuo que a raontava.
Muito bem I ainda que pa*ejam exage-
rados 03 termos da leuda tornada om arti-
go de f, 03 que passassera, nesta noite
de sabbado 14 de mar jo de 1605, 3 dez
horas menos um quarto, ao lado do pe-
quano numero que ro leiava o cemiterio
do3 Innocentes, esses dis3emos, teriara en-
contrado alguraa realidade na deseripjSo
que citamos.
Cora elfeito, um quarto antes de soirem
as dez horas da noite no relogio da igreja
Saint-Eustaque, a la, esclarecendo lgu-
bremente o campo de repouso tao perpe-
tuado alguns annos antes pelas mortanda-
des da Saint-Barthlamy, projectava na
cagala, que co3teava o cemiterio, um
sombra, cujo extraordinario aspecto era
sufficiante para causar alarma nos espintos
mais freos.
Essa sombra, do proporjao colossal, Ion-
ge da ficar immovel como ficaria a de urna
pedra, parecia andar e andava sobre o so-
lo hmido e enlameado.
Resultado evidente da projeejao lumino-
sa sobre um corpo em movimento, s e3sa
sombra en visivel ; pois a causa que a
creava era oceulta a todos os olhos, escon-
dida como estava na escuridao profunda
pioduzida pelo muro do cemiterio-que os
raios da la esclareciam em sentido op-
posto.
A sombra escura, desenhada na trra
parecia ser a de um animal phantastico
como pintavam na idaJe media alguns ar-
tistas.
Sempra essa apparijiio singular pareca
caminhar no solo, assim como dissemos.
Chegando porto de entrada do cemi-
terio, que ostava sempre aborta, e por con-
seguinte deixa7a em completa claridade
aquella lugar, o animal phantastico appa-
receu na sua realidade.
Com effeito, os quo tivessem andado em
roda do cemiterio dos Innocentes contam-
plariam um espectculo menos extranho,
mas muito mais assustador qu. o causado
pela propria sombra.
ny ?
Silas Toronthal, nio
Sarcany, sim,
poucaa ve-
comquanto s o tivesse visto
zes.
Sarcany tinha relajees com Zirone e
a sua quadrilha, depois que esto operava
as proximidades de Catana ?
|Sim, visto como Sarcany era esperado
na Sicilia e l teria do com certeza se nao
fosse o resultado dassa desgragada expe-
dijao, que terminou com a morte de Zi-
rone.
Oade estava elle ?
Em M inte-Cario, se nio tinha sahido
ltimamente dessa cidade, onde estova re-
sidindo havia tempo, provavelmente em
companhia de Silas Toronthal.
Carpana nio sabia mais nada ; mas o
que acabava de dizer ia bastar ao doutor
para entrar de novo em campanha.
E' escusado dizer que o Haspanhol igno
rava o interesse que o doutor teve em fa
zel-o evadir-se de Ceuta para apoierar-se
da sua pessoa e qua a sua traigao para
com Andrea Ferrato fosse conhecida da-
quelle que o interrogava. Alm disso nio
sabia que Luigi era filho do pescador de
Rovigno.
No fundo dessa casamata, o preso ia ser
mais bem guardado do que era na peni-
tenciaria de Ceuta, sem poder comrauuicar
com ninguem, at o dia em que a sua eor-
te fosse resol vida.
Assim, pois, dos tres traidores, que pro
vocaram o desfecho sangrento da conspira-
gao de Trieste, um estara as mos do
ldoutor. Restava apoderarse dos outros
dous e Carpena tinha dito em que lug.
podiam ser encontrados.
To iavia, como o doutor era conhecido
de Silas Toronthal e Pedro de Silas Toron-
thal e Sarcany, pareceu-lhes bem nio in-
tervir senlo no momento em que podessem
fazel-o com probabilidade de ser bem suc-
cedido. Mas agora qua tinha descoberto a
pista dos dous cumplce3, con vinha nio
perdel-os mais de vista, esperando que as
crcumstontancias nio permittiisem proce-
der com elles.
Foi por isso qua Ponto-Pescada, afim de
acorapanhal-os a toda parte para onde fos-
sem, e Cabo Mitifou para ajudar Ponta
Pescada, foram enviados a Monaco, para
onde o doutor, Pedro e Luigi deviam se-
guir com o Ferrato, quando fosse chegado
o momento.
Chegando noite, os dous amigos puze-
ram mos obra. Nio lhes foi difficil des-
cobrir o hotel em que Silas Toronthal e
Sarcany escavam morando.
Emquanto Cabo Matifou passeava as
immediagdes, esperando a tarde, Ponta Pes-
cada, que estova alerta, vio sabir os dous
socios urna hora da tarde. Pareceu lhe
que o banqueiro, muito abatido, falla va
pouco, comquanto Sarcany conversasse com
vivacidade.
Ponto Pescada tinha ouvido contar essa
manhi o que tinha bavido na vespera nos
sales do club, isto essa serie inveros-
mil, que fez tantas victimas, entre as quaes
principalmente, Sarcany e Silas Toronthal
eram citados. Conoluio dahi que a sua
conversa de via versar sobro essa infelici-
dade extraordinaria. Depois, eomo soube
tambara que os dous jogadores tinham l-
timamente soffrido perdas enormes, con-
cluio dahi que os seus ltimos recursos de-
viam estar quasi esgotados e que approxi-
mava-sa o momento em que o doutor po-
dia intervir utilmente.
Essas inforraagoe3 foram consignadas em
um telegramma que Ponto Pesca la, sem
fallar om nemes, tinha expedido pela ma-
nhi para a estaglo de Valletto, em Malta,
telegramma que o fio particular transmitti-
ria rpidamente para Antkirtta.
Quando Sarcany e Silas Toronthal en
traram no Cassino, Ponto Pescada entrou
com elles ; e quando passaram passaram
para os salSas de roleta e trinta e quai an-
ta, elle os seguio.
Eram entlo tres horas da tarde. O jogo
comegav a animarse. O banqueiro e o
eu companheiro deram, primeiramente,
ama volta pelos saldes. Pararam alguns
instantes diante das diversas mesas obser-
vando o jogo, sem tomar parte nelle.
Ponta Pescada ia de u n lado para outro
como curioso, sem perdel-os de vista. Pa-
ra nio chamar a attenjlo, julgou mesmo
dever arriscar algumas moedas de cinco
francos as columnas ou as duzias da
roleta, e, como era natural, perdeu-as, com
o mais admiravel sangue-frio. Mas, tam-
bera, foi porque nio seguio o excellente
conselho que lhe deu em confianja um pro-
fessor de grande mrito :
Para ganhar no jogo, preciso tra-
tar de perder as paradas pequeas e ga-
nhar as grandes I Todo o segredo est
nisso !
Davara quatro horas quando Sarcany e
Silas Toronthal julgaram que era chegado
o momento de experimentar a sorte. Em
urna mesa de roleta havia varios lugares
vazios. Os dous sentaram se ura em fren-
te do outro, a o banqueiro nio tardou em
verse cercado nio s de jogadores, mas de
espetodores vidos de assistir a essa des-
forra dos dous celebres depennados da ves-
pera.
Ponto Pescada, muito naturalmente col-
looou sa na primeira fila de curiosos e nio
era dos menos interessados em acompa-
nhar as alternativas dessa luto.
Durante a primeira hora, o jogo nio fez
quasi differenja. Silas Toronthal e Sar-
cany nio se tinham associado no jogo.
Apontovam separadamente, fazendo para-
das consideraveis, quer as combinajd'es
simples, quer as combinajoes mltiplas
que a roleta facilito, quer em diversas com-
biaajSes ao mesmo terapo. A sorte nio se
pronunciou nem a seu favor era contra
elles.
Mas, entre quatro e seis horas, a felici-
dada parecen voitar-lhos. Ganharam va-
rias vezes o mximo, qua de seis mil
trancos sobre os nmeros.
As mos de Silas Toronthal treiam
quando elle as estendia para por a parada,
ou para recolhar o ganho em ouro e notas.
Sarcany, sempre senhor de si, nio dei-
xava que o rosto trahisse urna s das suas
impressoss. Contontava-se cora aaimar o
companheiro oom o olhar. Silas Toronthal
era o mais feliz nassa occaailo.
Ponta Pescada, comquanto um pouco
deslumorado por esse movimento inoessan
te de notas e ouro, nio deixava de obser-
var os dous. Indagava de si mesmo se
teria m a prudencia de conservar essa fortu-
na que refaziam, se saberiam parar a tem-
po.
CAPITULO XXIII
O HOMEM E A MCLA
Antes de fazer entrar o leitor, em se-
guida a mestre Eudes, ni terceira casa
mysteriosa, cuja existencia snpposta por
alguns e8pirtos mais intelligentes nio era
na realidade conhecida por nenhum dos
habitantes do quarteirlo, voltaremos para
traz e continuaremos a nossa narrativa al-
guns momentos antes de soarem as dez
Depois occorreu-lhe que, no caso de
Sarcany e Silas Toronthal serem pruden-
tes, o que duviiava muito, poderiam que-
rer sahir de Monte-Cario e fu^ir para al-
gum canto da Europa, onJe sera necessa-
rio acompanhal os. Nio lhes faltando d-
nheiro, nio ncariam mais discripjao do
Dr. Antkirtt.
Decididaraenta, pensou elle, feitos as
contas, melhor que elles se arruinem, o
muito me engao se esse tratante Sarcany
homem para parar estando feliz I
Quaesquer que fossem as ideas de Ponto
Pescada a esse respeito o as suas esperan-
jas, a felicidade nio abandonou os dous as-
sociados. O que verdade que tres ve-
zes teriam levado a banca gloria se o
banqueiro nio tivesse entrado com um
< nao chega de vinte mil francos.
Foi um acontecimento para os especta-
doras dessa luta, cuja maioria mostrou se
muito favoravel aos dous jogadores. Mes-
mo porque era urna desforra dessa serie
insolente do vermelho, que a administra-
glo aproveitou to largamente na vespara.
Em summa, s seis horas e meia, quan
do se levantaram da mesa, Silas Toronthal
e Sarcany tinham realizado um lucro su-
perior a vinte mil luizes. Silas Toronthal
carainhava com passo incerto, como se es
tivesse ura pouco embriagado, embriagado
de emoglo de fadiga cerebral. O seu com-
panheiro, irapa3sivel, o vigiava, receiando,
sobretudo, que elle tivesse a teataglo de
fugir cora as centenas de mil francos to
panosamente ganhos e subtrahir-se sua
influencia.
Os dous, sem trocarem palavras, desce-
ran! o peristylo e foram para o hotel.
Ponto Pascada seguio os de longo.
Ao sahir vio perto de um dos kiosques
do jardiam Cabo Matifou, que estava sen
todo em um banco.
Ponto Pescada dirigi se a elle.
E' agora ? perguntou Cabo Matifou.
Agora ?...
Agora qie.. .
Entras em scena ?. Nio, nio, Ca-
bo !.. Fiea atrs dos bastidores. Ja jan-
tasto ?
J, Ponta Pescada.
Dou-te o parabem Eu estou com o
estomagnos calcanhares... o que real-
monte nio o lugar do estomago I. Mas
eu o farei subir se tiver tempo I.. Por-
tento, nio saias daqui antes que eu volte.
E Ponta Pesoada corrau para a rampa
que Sarcany e Silas Toronthal desciam.
Quando verifioou que os dous associa-
Atravessando esse curto espago, a ap-
pariglo tomou o seu caract;r natural.
A sombra proceda da uraa mua, ma-
gnifica de formas, cuja cabega, enteitada
como a das muas andaluzas, se elevava
direita e firme.
Um cavalleiro de estatura gigantea, a
cabega e o corpo envolvidos n'uma vesti-
menta es2ura, felpuda como os haicks dos
rabes e enrolando-se em roda do meio
corpo, ia na sella.
Diziam qua aquella sombra tinha tres
cabegas, eis agora a explicaglo :
As duas cabegas (a do animal a e do ho-
mem) formavam a primaira e a terceira da
sombra.
A segunda, era difficil de distinguir
primeira vista, d'onde provinha e a quem
partencia.
Entre o pescogo da mua e o cavalleiro,
estava deitodo um volumoso objecto de
forma? compridas c a extremidade direita,
elevada pelo brago do cavalleiro, levanta-
va se entre a cabega delle e do animal.
Esta era a verdadeira causa do desenho
fastastico produzido peia sombra ; mas o
que causava isso ? Eis o jue era senlo
impossivel, pelo menos muito difficil de
explicar.
{Continuarseha.)
dos tinham mandado ir o jantor ao seu
aposento, Ponto Pescada tomou a liberda-
do de sentar se mesa redonda. J era
tempo, e, em meia hora, como dizia de si
para si, fez o estomago subir ao lugar nor-
ma! que esse orgio deve oceupar na ma-
china humana.
Depois sahio e, com um excellente cha-
ruto na bocea, pz-se de novo de observa-
glo em frente ao hotel.
Decididamente, murmurou ello, nasci
para fazer sentinella Errei a vocaglo !
A nica pergunta que fazia a s mesmo
era esta : Esses gentlemen voltario noi-
te ao Cassino ?
Pelas eto horas, Silas Toronthal o Sar-
cany appareceram porto do hotel. Ponta
Pescada julgou ouvir e comprehender que
elles discutiam vivamente.
Evidentemente, o banqueiro tentova re-
sistir s instancias, s exigencias do sen
cumplice, porque este, em voz imperiosa,
acabou dizando :
E' preciso, Silas !... Eu quero 1
Subiram entlo a rampa para chegar aos
jardins de Monte-Cario. Ponto Pescada
aeguo-os, mas sem poder ouvir a sua con-
versa, com grande pezar seu.
Ora, eis o que Sarcaay dizia, nesse tora
que nio admitte rplica, ao banqueiro,cuja
resistencia tornava-so cada vez frac i :
Parar, Silas, quando a felicidade nos
volta, seria una insensatez I... E' praciso
que voc tenha perdido a cabeja !... Co-
mo pois quando estovamos coiporas for-
jamos o no3so jogo como loucos, e agora,
que estamos fulizes, nio o forgaramos co-
mo homens de sabar 1 Como I pois temos
urna occasilo, que talvez nunca volte, de
sermo3 senhores da sorte, senhores da for-
tuna, o haveraos deixal-a escapar por nossa
culpa 1 Silas, entlo voc nio sent que a
*orte...
Se nio est esgotada I murmurou Si-
las Toronthal.
Nio, mil vezos nao respondeu sar-
cany. laso u5 8- explica, mas sente-ser
isso penetra na gante at medula !....
Ura railhao espera-nos hoje as mesas do
Cassiuo Sim I um milbio, e eu nio o
deixarei escapar.
Entlo jogue voc, Sarcany.
[(Continuarse-ha.)
Typ. do Diario ra Duque de]Caxiu a. 12.