Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19588

Full Text
AMO Lili NUMERO 10
IM&l.t -'diPliAt. li Ll'ti.tKK* OM>IO XA NK PACA PORTE
Por tres mezes ciiantadot ... ........ 6)5000
Por seis dito.s ..... ......... 120000
fot mu anuo iciaai................. 24^000
Cada uumeru avuieo, do mesmo (i........... 100
dOlNTA-FEIBA 14 DE JANEIRO :DE 18S6
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados......... ..... I305OC
Por nove ditos idem................. ^^Jvv
Por um anno dem................ 27*000
Cada numero avulso, de dias anteriores,.......... (J100
PERNAMBUCO
Propriefrafce to fflano Xtgueira fce Savia & Jlljos
TELE6BAHMAS
(Especial para o Diario)
PARS, 12 de Janeiro.
Acaba de abrir te a npmno ordina-
ria da Camnra.
PARI3, 12 de Janeiro, uoite.
A Camnra dos DeputadoN elegeu
para eu presidente o Nr. Floqnel.
LONDRES, 12 de Janeiro, tardo.
Tete lugar lioje a aberlnra do Par-
lamento.
Foi rceleltn o miliso presidente da
Camnra tloii Communn.
PARS, 13 do Janeiro, de manh5.
Sr. Paulo Hert sai ser nomeado
Presidente eral da Kepublica
Prancezn no reino do Annam e no
Tonkin.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
13 de Janeiro de 1^6.
INSTRUCClO POPULAR
Geographia geral
Extrahido
I DA BIBLIOTUECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Continuaf&o)
i: i st o p A
ALLEMANHA
Este imperio federativo, comprehen leudo 3 ci-
dadea lvres, e o territorio de Alsaca-Lrena que
a Franca perdeu pelo tratado de 1871, compe-se
de 25 estados, a saber :
I. no qnMtro reinos
PBU8S1A-355:000 kilmetros quadra los.
21.000:000 habitantes 68 habitantes por kilmetro
qnadrado A I'rossia tem por limites : ao norte o
Bltico, a Diuamirca e o mar do Norte ; a oeste a
Hollsnda, a Blgica e o grao-du -adode Luxembur
go ; aosulaFranca, o Palatinado, o grao duca lo de
Hesse Darmatadt, a Baviera, a Tura a, o reino de
Saxonia e a Austria; a leste a Rusia. A Prussia,
elvala em 1801 cathegoria de reino, buscou
aempre engrandecer-se, Oansideravolmente relu-
sida, ameacadaaui na sua eiistenci t pelas victorias
deNapoleoI, comecou a levantarse era 1814,
e acha-se boje frente da Confedratelo do Norte.
O governo 6 cons atucional com urna cmara doa
enAore, e outra de doputados populares (landlag),
Ricas minas de prata, ferro, cobre, zinco, cham-
bo ; aguas mineraes, majmores, alabastro, pedras
lithographicas, pedras preciosas. Florestal ; ce-
reacs, legumes, canhamo, vinhedos. Gado, caval-
los, abelhaa. Industria florescente. A Pruaaia
dlvide-se em 13 provincias.
Capital, Berln, sobre o Sprc, 700:000 habitan
tes ; arsenal; colleecao de armas antigs ; pala-
cio dos invalido ; hospicio da Caridade ; theatros,
Reale S acin il; jardins de Charlotteubourg; mas
fonnoaisismas.
pbovincias e i.idades principaes:Brandeburga
__(pottdam 45:000 habtantantca ; cagtello de
SdwS>ci) Poin-rani* Stettim, G3;000 habitan
tea; pirtoi. I)a:il> de Posen (Pasea, 45:000 ha-
bitantes : grandU e f~rtilcampim).Silesia.Bret-
loa, 160:00J habitantes ; b.-lla rathedral) Saxe
Hagde'nr'/i 80:00) li-hitantes; patria de Otto de
Guerike) Weipli-liaM ntter ; linbn, canhamo,
hulha) provincia d> Riieuo -Coblentz25:000 habi-
tantes Colonia 12J:0JJ habitantes.) Hohenzrllern
__(Hechingen t Sigmaringen; bereo da familia real
da Prussia).
raisss assbxauos f.m 1836 :SIeswig-Halstein
__\Kiel, 20:<3OJ habitantes. Aliona, 55:000 habi-
tantes) Gluclutadt) Ducado de Lauenbu'-go.--(Ca-
pital La'ienburgo, aobre o Elba) Hesse Casael
(Castel, 40:0J0 hubitautrs. Wilhelnultaehe; lugar
do captivuiro de Napoleia III) Hesae-Homburgo
__[Homhargo ; banhos de aguas mineraes.) Dj
cado de Nasaa [Wiesbaden ; foutas therm es,
Johanuisberg). Francfort-sobre o Mein Cidade
livre, patria de Goeth-, 90:000 habitantes. As-
aignatura do trtalo de 1881).
A Prussia possue ainda : no grio-dueado de
Oldenburg), entrada da baha de Jahde, um ter
ritorio c n que estabeleceu o porto fortificado d-
Wilhelmshatcn ; e as ilbas Rugen (35:000 habitan
tes), /sedom (11:000 habitantes) e WoUin (6:000
habitantes todas tres no Bltico.
BAVIERA 75:030 kilmetros quadrados.
4.600:00) habitantes -6) habitantes por kilme-
tro quadra doCapital, Munich (170:000 habitan
tes; cidaic notavel ; pe Iras lithographicas. Ci-
dades principaes : Muremberg (3:000 habitantes;
quinqnilharias); Aiigtbnrg (40:000 habitantes.
SAXONIA (ou Saxi Real)15:000 kilmetros
qoadrados.2200:000 habitantes.147 habitan-
tes p:>r kilmetro quadrado. Capital, Dretde
(130:000 habitantes, a Florenca da Allemanha ;
ponte sobre o Elba) Cidale principal, Leipzig.
80:000 habitantes ; universidade ; fjira celebre
tres wezes por anno, para o commcrcio de livros.
WURTEMBERG.-20:000 kilmetros quadra-
doa 1,700:000 habitantea.85 habitantea por ki-
lmetro quadrado.Capital, Slutlgard, 57:000 ha-
bitantes : ignja de Santa Cruz, orgaos e tmulos
taveis. Cidades principaes : Ulm (23:000) hi-
bitantes) ; Tubingue (9:000 habitantes).
(Continua.)
PARTE OFFICIAL
Cioverao da Provincia
uriDnaTE do da 28 de dezehrbo de 1885
Actos :
= O presidente a provincia, attendendo ao
qne requeren Antonio Rodiigues 4 C, etenio
em vista a informicao da Tbesouraria de Fazen-
da de 28 do corrente, sob n. 714, resolve, de ac-
cordo om a circular n. 1862 expelida pelo Mi-
nisterio d.i Fazenda, abrir nm crdito verba
7 Arsenaldo Ministerio da Guerra, eiercicio
de 1884-1885, na importancia de 200*220 para
ostorrer do pagamento re juerido pelos supplican-
tes reletivamente a forne:irneuto doartigoiao
Arsenal de Guerra, nos mezes de abril e junho
ultimo viato ter a mesma Tnesouraria demonstra
do em 12 de Janeiro e 12 de junho ieatc sano ;i
neeessi lade do augmento de ere lito i reteri^a
verba. Remetteu-se copia a Thcjouraria de
Fazenda.
0 presidenta da provincia, de conbrmidade
com a proposta do Dr. chefe do polica en offici
n. 1654 de 21 d> corrente, resolve crear raaia um
districto de aubleL-gacia no term> de Ouricury
com a denoinin.icio de S. Gonzalo, que se co:n-
por de todo o territorio que nlo ficar compre-
hendido no districto de S. Pedro, que ter por li -
mitcia fazenda Boa-Vista, criando era liaba recta
para o poento at encontrar a A'agoa do TheoJoro
e para o nhaecnte a limitar ara a fazenda Barra
Branca,
O presidente da provincia, de confonnidade
com a propodta do Dr. estafa de polica em otticio
i. I'i54 do 24 do corrente mez, resolve nomear
,jara o districto de S. Pedro no termo de Ouricury
m seguintej antoridades policiaca, ficando exone
rudos ni que actualm3ute exercem os respectivos
cargos :
Subdelegad) tente Daniel Jos Delaan lo.
Io supplente An'Oio .Vligacl Feitosa.
2" supplente Bento Alvea Fcitoja.
i' aupplentu Clemontino Teixeira Delmondei.
O presidente da provincia de conformidade
com o orficio do Dr. ciicfede pocia n._l39 de
hoje datado, resalvo noioer pira o cargo de de
ligado do termo de Nazareth o major Thom
Correa de Araujo fi-ando exonerado o actual b-
cliaret Jos da Costa S Barroto, que solicitou aua
demissao por ter de ir residir no termo de Pal-
marea.
O presidente da provincia, de couformidade
Sna a propnsta do Dr. ebefe de polica em otticio
n. 1653 l: 21 do corre ite mes, reolvc nomear
na ordem de sua oollooaein, para os eargjs de
subdelegado c 1 supplente, do novo districto po-
licial creado por portara de hoje no termo d Ou-
ricury, sob a deuominacao de S. Goncalo, as ac-
tuaes subdelegados e 1 supplente do districto de
S. Pedro alferes Vctor Jos Modesto_e Joo Tei-
eira Le!te, visto reaidirem no referido districto
S. Goncalo, e para os cargos de 2o e 3' sup-
plentci tambera U orden de sua collocaco, aoj
cidadaos Cosms Francisco de Souza e Jo2o Evan-
gelista de Moura.Commauicou-se ao Dr. chefrf
da polica.
Oficios :
Ao Dr. cb- fo de polica.Declaro a Vmc. em
resposta a scu oficio de 5 deste mez, sob n. 1581,
qua em data ae 15 autoi isei ao juiz de direito da
comarca de Garanhuns a mandar executar os re
paros preciaos na respectiva caleia, nlo exceleo-
do de .'H) que seraa opportunamente pagos me-
diante attestado do mesmo juiz.
Ao com-nandante do corpo de polica.Ao
Or. chefo de polica mande V. S. apresentar ama-
nha as 7 horas do da nina forca de 12 pracas e 1
inter.or afim de trazer do termj de Gamellera
para a Casa de Deteucao 9 criminosos queja
responderam ao jury d'alli.
Ao mesmo. Mando V. S. apresentar ama-
nhl ao Dr. chefe de polica urna esco ta de 5 pra-
caa afim de conduzir para o t-rmo de Santo Anto
oa criminosos Daniel Goncalves da Silva e Tho-
maz Antonio de Gonveia.
Ao engenbeiro encarregado das Obras Ge-
raes.Convern que Vmc- me devolva dividaineo-
te informado o oficio do gerente da Companhia
Ferro Crrril, relativo A fiscalisacao por essa re-
parlicao dos repiros das poates construidas por
conta doa cofres geraes.
Ao juiz municipal e de orphos do termo de
Florcta.Declaro a Vmc. em resposta a seu ofi-
cio de 7 do corrate, que deve proceder a inda-
gacio a respeito das trras publicas, que possam
existir neassu termo e particularmente sob e as
das serras de Uraan e Periquito, atteodeud igual-
mente o Rvd. parocho da freguetia passar ao go-
verno o arrendtmento dss trras do sitio da Pe-
nha, allegando sercm do dominio do Estado.
Aojuz municipal e de orphos do termo de
A i:,ai Bellhs. Declaro a Vmc. em resposta do
seu oficio de 18 do corrate, que o reo Antonio
Joaquim Cavalcante, que seacba na Caa de De-
tcncio desta capital, deve ser requisitado, afim
de ser submettido a julgamento, napr'meirases-
8o do jury desse term.
Ao Dr. juiz de direito da 'omsrca de Pao
d'Allio. (."onvem que Vine, informe, com urgen-
cia, ouvido o 1' snpplcnte do juiz municipal do
termo do Pao d'Alho, a respeito do que retere
Antonio X iver Carneiro La-apello na inclusa pe-
tcao, dciveudo Vmc. tambera providenciar para
qne tenha cumprimento o aviso de 7 de Novesibro
de 1873, visto o impedimento de parentesco p>r
parte do referid) suppleu'e do juiz municipal.
Ao juiz de paz d* parochia de Afagaios.
Para oa us convenientes declaro a Vmc. que os
eleitores do 3o ao 8- quarteroes do 1" districto de
paz dessa parochia coutinuirao a rennir-se para
actos elcit jraea no recinto da igreja de S Miguel
at ulterior deliberacao desta presidencia.
Ao gereateda Companhia Pernarabucana.
Inteirado d>s motivos expistos por Vmc. era ofi-
cio le hoje decliro lhe que o vpor Jacuhipe deve
leguir para os portas do sul at a Babia araanh
as 5 horas da tarde.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recite ao Sio Francisco sirva-so de mandar dar
transporte de 3 clasa", entre aa estacoes dus
Ciucc Pootase Garaelleira, para aeren desconta-
das opp ntuiiaracute das gratuitas a que o gover-
no t:m direito, de ida a urna torca de doze pracas
e um inf rior e de volta referida forca e a nove
criminosos, que all responderam ao jury e reoo
Hiera se Casa de Det.-nc).
O Sr. e gcuh ;iro era ch t'i do prolongamento
da (tirada de trro do Recifc a) -Sao Francisco e
d* do R-icit'-11 Cantar mande dar traisporte d
3* clasae at a cs'c i> de Tap >ra, ao auspecirta
da eirapanh a de tavallara Joa que val a ciJade de (Jaruar, era servico publico,
providenciando sobre a volta do mesmo.
I IHIIimil DO SICBETABIO
Otfieios ;
Ao inspector do Arsenal de Marinha. 8.
Exc. o Sr. c)iis;liieiro presidente da provincia
manda aecusar ic ebido o oficio de V. Exc, ds
26 do orrente, sob n. 5J1, relativo aos soccorros
prstalos ao vap>r americano Finance, que fsteve
ene 11 liad o n) porto do Jang.
Ao Dr. chefe de polica. -De ordem de S.
Exc. o Sr. co.isohi-iro prosidente da provincia re-
met) a V. S. 1,750 pasaes gratuitos da Compa-
nhia Ferro Carril para sercm utilisados no servico
pubco deesa r--pmielo durante o anno prximo
vndouro.
llera Reparticao das Obras Publicas 600.
Administrador lus cjne!os 1,000.
Instruccao Public 100,
The30u'o Provincil 100.
Commin lauto de p licia 10j.
Ae proved o- da .Santa Cisa de Mi'ericordia
do Recifc O Ex n Sr. comelheiro presidente
da provincia manda enviar a V. Etc. 500 passex
gratuitos da C Ferro Carril, para screin
usados no ser. > dessi Santa Casa du
rante o anuo proxii.-i v I uro declarando, e.n
addtiment) ao oficio e 22 Uo corrente que, por
estarem j impressos todos os pasees destinados a
cada reparticao, os referidos 500 passes tem ca-
risnboa different a, ht i ', 250 des a s.'cretaia, e
igual num.ro da secretaria daTfo i:ia.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. couselliciro manda tr insmittir a V. S
nove ordena do Tbesouro Nacional sob ns. 227,
229 a 236 e urna da gu rra datada do 12 do cor-
rente.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro Jo
Recfe ao Sio Francisco. Ds ordem d> Exm.
Sr. conaelbeiro presidente da provincia, con.mu-
nico a V. S. que tiveram hoje o devido destino os
documentos, que acompanharam o seu oficio de
26 do crrante, sob n 150.
Ao agente da Companhia Brasileira de Na-
vegayao Vapor. De ordem do Exm: Sr. canse-
beiro presidente da .'proviucia aecuso o recebi-
ment do offl: o de honte u, no quil V. Exc. com-
inuuica quo o vapir Bihia cli3gado doa portas d>
uul a 6 horas da mauh semr para os do norte
hoje.
Ao gerente da Oo:npinliia, Ferro Carril.
O Exm. Sr. conselh-iro presidente da provincia,
tjudo mandado proceder distnbuicao dos 5,000
passes gratuitos, a que se refere o oficio de V. S.
de hoje, de conformidade com o que foi resol vido
em 10 do corrente, ordenou-me que lhe declare
t:rem sido r in ;t bs pin a Santa Casa do M-
s -ricordia 250 pass;s dos destinados e esta acere
tiiria, e igual iii.m-ro dos que toram impressos
para a Secretaria de poiicia.
KSl'EDlBXl'E DO DA 29 DE DEZEUDRO DE 1885
Aetos :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requererara Maia e Silva & C, e tendo em vista a
iidorra icao da Theaouraria de Fazenla, de 14 do
corrente, sob n. 699, e a autorsacao contida era
tdegramma da Miui tirio di Guerra, de hont-m
datad j, resolve, de accordo com a circular n. 431,
de 13 de Seterabro de 1842 expedido pulo da Fa-
zenda, abrir ura crdito verbaHospitaes -da-
q elle ministerio, exercicio de 188^1885, na im-
portancia de 973336. para occirrer :io pagamen-
to do torne cimento de carnes verdes, teito pelos
supplicantes enfermara militar no mez de Abril
a Junho desta anno, visto ter a mesma Theaoura-
ria deminstrado em 12 de Janeiro e 12 de fonho
a necetsidade de augmento de crdito referida
verba.Remetteu-se copia Th?ourari* de Fa-
zenda.
O presidente da provincia, de conformidade
com oquepropoz o respectivo juiz de direito, re-
solve n -mear o cidado Horacio Lipes de Siqueira
Braga para o cargo de adjunto do promotor pu-
blico da comarca de Villa Bella, uo termo da mes-
ma denominarlo, visto ter fallecido Joao Antonio
de Modeiros Braga, que exercia o referido carg).
Cammunicou se ao juiz de direito.
O presidente da provincia, sobre proposta
do juiz de direito da comarca do Rio 1'arraoso.
resolve nomear Pedro Jos do Carmo e Souza
para o cargo de adjunto do promotor publico do
termo de Serinbaem. Communicou-se ao juiz de
direito e ao uomeado.
O.tieios ;
Ao inspector do Arsenal do Mariana. -O
Exm. Sr. ministro da Mariuha, cm aviso de 22 do
corrente, declara que, de accordo cora o parecer
emittido pelo couselho naval, em consulta n. 5,45 i
de 11 dests mez, o art. 22 do regulamento de 28
de Fevereiro ds 1854, pelo qual se rege o sorvico
de pratcagem nesta provincia, fca alterado, na
parte concernenle a vencrncntos, nos termos abai
xo expostoa, attendendo deate modo, quantu possi-
vel, ao requeriinento dirigido ao governo pelo pra-
tico-mr da barra e porto desta cidade, em nome
da Associacao dos Praticos.
Ait. 22......
r
Os vencimentos fixos para os seguintes empre-
gadoe serSo annualmente :
Pratico-mor 1:200*000
Ajudante 900*005
Priineiros praticos, cada um 720*000
Segundos praticos 540*000
Praticantes 300*000
Patroes 300*000
Remadores 200*000
Encarregado da escripturacao (;ra-
tificaco) 1:200*000
As demais dsposicee, aqu nao consideradas,
do referido art. 22, ficam subaistindo, e sem effeito
as expedidas uo aviso de 2 i de Junho de 1882
que o presente substitue.
O que faco constar a V. Exc. para sua ntelli-
gencia e execuco, afim de dar couhecimento aos
interetsados.
Ao commandante das armas. Deferindo o
requerimeuto do furriel do 14. batalhao de infan-
taria, Manoel Muniz Tavare Sobrinho, autoriso
V. Eac, vista da sua infaraacao a. 2,246, de
hontem datado, a coneeder-lhe baxa do servico
do exercito, mediante substituto, se este tiver os
requisitos exigidos por le.
Ao inspector da Tnesouraria de Fazenda.
Cotnmunico a V. S-, para os fina convenientes, que
o baeharel Autonio Candido Correa de Araujo aa
sumi n^ dia 14 do corrente mez o exercicio do
cargo de promotor publico da comarca de Villa
Bella.
Ao mesmo. Transmiti a V. S-, para os
liua convenientes, copia do aviso do Ministerio da
Justica, datado de 21 do corrente, ara resposta a
telegrainra* de 1 > timbera leste mez, a respeito
do prazo que deve prevalecer para o juiz de di-
rcito a quein se designa comarca.
Ao mesmo. Coramunico a V. S., para os
fila convenientes, que, sobre proposta do juiz de
diieito da comirca do Rio Farinoso, uoraeei hoje
Pedro Jos do Carmo c Souza para o cargo de
adjunto do respectivo promotor publico no termo
de Serinbaem.
= Ao mesmo. -Srvase V. S. da mandar pa-
gar ao tenente-coronel Abraahao Moreira Co ta,
ou a sen procurador, de conformidade cora a rela-
eio junta, a importancia da escrava J isepha, li-
bertada no termo do Ex por conta da 6* quota do
funI) de einancpacao.'Joramnicou c ao joz
muiiicipal.
Ao mesmo.Sirva sa V. S. le mandar pa-
gar a Bartholomeu J ss de Carvalho, de confor
midade cora a rel;ao junta, a quantia do 400*.
valor d) escravo fienrique, libertado no termo de
Boi Vista por canta da quota do fundo de
ein incip icio, era audiencia especial de 2 de Maio
deste anuo.
Outrosira, conttandi da intormacao, que em 5 de
corrente preatau-me o juiz municipal e de orpliaos
corapeteote, ter o colluclor geral do muuicipio de
Petr.'lina, nao obstiute reiteradas solc taces dei
xado do iDinaver at ajoia o arbitramento di
valor do escravo Marcos, all classificado para ser
libertado por conta d. 5* quota desde 14 de Abril,
e p -rti ncciite ao coronel Manoel Jacoma Bezerra
de Carvalho, sirva-as V. S. de providenciar nces
sentido, responaabilisaudo o dito collectar. Com
ra licou-ae ao juiz raunicipil.
Ao inspector do Thssouro Provincial.Da
claro a Vmc, para os devdos cfFaitos, que nesta
data exarei o seguate despacho na peticiio de Liiz
Fclppe dos Santos Parta, a respeito de pagamcu
to de aluguel de casa que serve da quartcl ao des
tacamento de Cha-Grande, sobre o uue informou
essa inspectora em "fficio de 17 di corrente sob
n. 387 : Paguc-sena primeira oppirtundade.
A o mesmo. JX-eluro a Vmc, para os preci-
sos eteitos, que exarei lio/t o seguinte despacho
na petifao de Maria Francsct Pereira, sobre o
pagamento da quantia de 6o(>(3 qua lhe devi-
da, do que trata a inlonnicao dessa inspectora
de 17 do correute, sob n. 365 : Pague-ss na
primeira opp)rtumdade.
Ao engenheiro ehefe da reparticao dasObraa
Publicas.a' vista do que Vine expoz no oficio
de 21 do corrente, aob n 225, approvei hoje, para
os devidoa fins o < remenlo supplementar dos re-
p ros da casa que serve escola publica i m R>
Farinoso, dedazidos os 10 % de beneficio ao era
preiteiro, couvindo, por.n, qua Vmc. informe qual
os motivos pelo quil tem sido autorisada aquella
obraem Novembro do auno passado, smente ago-
ra foi proposta a providencia a que se retero o so-
bredito seu oficio de 21 do corrente.Communi-
cou-se ao inspecter do Tbesouro Provincial.
Ao 8r. Antonio Marques Corris, juis de pai
da parochia do S. Salvador da S de Olinda.i6J0*00J, pro lucto do beneficia da Ia parte da lo-
Resp)iiJo ao otlio que Vm:. dirigio-ms e.n 21 dolteria concedida matriz da mencinala fregu-
crrante raez, declarando-ho que nio carapetinda I zia.
i presidencia resolver duvidas so'oro materia elei I Ao mesmo. Declaro a Vmc, para os devi-
tor.il, limito-mu a chara ir a sm attencao para a dos clieitos, que hoje profer o seguinte despacho
doutrina do riso do Ministerio d) Imperio de 12 I na petico de Jos Ribeiro da Fnseca Braga, so-
de Novembro finde, da quil resulta resposta ne- bro a qual csse Thesouro informou em oficio de 17
do corrente, sob n. 386 : O supplicsnte ser at-
tendido logo que iato seja possivel.
Ao m-'smo. De accorli cora a iufonmci)
por Vmc. prestada em oficio de 24 do corrente,
sob n. 401, autoriso o pagamento da quantia de
15*003, provenieuta da despean cora o enterra-
ment do soldado do corp do polica, Jos Gre-
gorio da Silva, fallec li 6, conforme a coata
junta.
Ao mesmo. Declaro a Vmc, para oa dev-
dos effeitos, que nesta data exarei o seguinte des-
pacho na peticiio de Bellarraino Fernando da Ca-
nil i Almeida, sobre a qual informa essa inspecto-
ra, em oficio de 17 deste mez, sob n. 383 : Be-
fa pago na primeira opportunidade.
Ao inspector geral da Instruccao Publica.^
Autoriso Vine, a justificar ns faltas de exercicio
escolar da professora Auna Cesar de Almeida Pes-
soa, de que trata o scu oficio, a que respondo, n.
431 de 23 da corrente mez.
Portara:
O ?r. superintendente da estrada do ferro do
Iteeife ao S. Francisco, sirva se de mandar dar
transporte de 3.a clasae da estacas de Palmares
de Cinco Pontas, para serem desc :ntadas oppor-
tunamente das gratuitas a que o governo tem di-
reito, doua criminosos que tem de ser recalhidoa
a Casa de Detencao e a qu itro pracas, que os C3
coltam, providenciando igualmente sobre o regres-
ao deste. Communicou-ae ao Dr. chefo de po-
lica.
EXPEDIENTE DO SBCBETARIO
Oficios :
Ao director da Directora de Obras Publicas
da Secretaria do Estado doa Negocios da Agri-
cultura, Commercio e Obras Publicas. -De ordem
do Exm. Sr. conselheiro preaide-te da provincia,
remeti a V. Exc. na forma daa ordens_ em vigor
quatro exeoiplarea impressos do relatorio cora que
o Exm. Sr. 1* vice-presidente, desembargador Luiz
Corroa de Queiroz Barros, pussou a adrainistra-
cao no m"8mo Exc Sr., em 27 deOutubro ultimo.
Ao Dr. chefe de polica. O Exm. Sr. coa-
so' hero presidente da provincia manda declarar a
V. S. que nao existindo forca prompta no quartel
do Corpo de Polica, contarme expoa o respectivo
commandante em oficio n. 6,006 de 28 do corren-
te, junto por opa, nao pode ser satisfeita a re-
quisicito feita por V. S. em oBcios na. 1,656 e
1,657 de 26 deste mez.
gativa consulta.
Portari.is :
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recifc ao 8. Francisco mande dar transporte da
e,tai;io de Una esta capital era Ia classe, pira
ser descantada oppirtuuaincnte d is passagens
gratuitas a que o governo ten direito, ao alteros
ao 14 b italho de iufantaria Ignacio Joaquim
Pereira Lib, sua inulher D. Ambrozina Pereira
Lobi, scu filho, de 4 ana oa de dale; c rm '!
classe aura criado dest-03 do nome l'hiloinsno.
O Sr. engenheiro chefe do prolongamento da
estrada de ferro do Reeifeao S. Francisco mande,
por conta da provincia, transportar de Catende at
Una em carro de Ia classe, o alferes do 14 bata
Ihilo de infantaria Ignacio Jaaqui n Pereira Lobo,
sua inulher D. Ao brozina Pereira Lobo e a seu fi-
lho, de 5 annos de idade; c em 3a classe a um
criade destes, de neme Philomeno.
O Sr. gerente da Companbia Pcinainbucana,
maule dar passagem de i at Penedo n) vapor
3ue seuo hoje para os partos do sul por conta
is gratuitas a que o governo tem direito ai Dr.
Joao Honorio de Araujo.
O Sr. gerente da Companhia Pernarabucana,
manda da- transnorte a r at Mossor no vapor
que seguir pira os p>rtos do norte a 5 de Jane ro
vindouro p r conta das gratuitas a que o governo
tem direto a Veriano Rodrigues da Pass) e sua
senhora, providenciando afim que sejam ellos d'alli
igua mente transportados para sta capital quaudo
para sso se apresenturem.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Oficios :
Ao secretario da provincia de Minas Ge -
raes.Remato a V. S., conforme solicita era seu
oficio de 14 do corrreute raez, ura exemplar da re-
gulamento porque se rege esta Secretaria.
Aprsenlo a V. ?. os raeus protestos de estima
e consideracao.
Ao promotor publico de Villa B illa O
Exm. Sr. coaselhciro presidente da provincia man-
da declarar a V. S. que tica inteirado do assurapto
de seu oficio de 14 do orreate e recommenda lhe
que envi a esta Secretaria a certidao de seu rxer-
cicio.
EXPEDIENTE DO DIA 30 DE DEZSEBKO Da 18S6
Aeto :
O presidente da provincia, ten i > era vista a
ordem do Ministerio da Guerra datada de 27 de
Ontabro ultimo, e di Tnesouraria de Fazenda da
18 do corrente sob n. 718, resolve de accar Jo com
o 8 do art. 5 do decreto n. 2,881 do Io de Fe-
vereiro de 1862, abrir nm crdito da imp irtanca
de 2:000*000 verba Obras Militaresdo re
terido Ministerio, exercicio de 1875 e 1887, afim
de occorrer aa pagamento de obras e que se est
procedeudo no quartel de 14 batalhao de iutan -
taa, visto que se trata de um proprio nacional,
que precisa urgentemente de reparos.Remet-
teu-se copia a Theaouraria de Fazenda.
Oficios:
Ao inspector da Tnesouraria de Fazenda.
Rcmctto a V. S. es inclusas papis relativos a um
plano de loteras para a educaco de ingenuos da
Colonia Isabel, a respeito do qual essa inspec.ora
oecapou-se j em oficio de 16 do corrente sob
a. 707, afim de que preste-rae intirmacab em re-
ferencia queato dos 15 "/,, de que trata a 3a
seccao da Secretaria desta Presidencia no parecer
que vai tambem em original cora aquellea p ipei.
Ao mesmo.Para os fins convenientes, d
claro a V. S. qae o bacharel Jos Jacintb > B >r-
ges Diniz, juis substituto da comarca do Recifc,
reassuraio hontem o exercicio do seu cargo, renun-
ciando o resto da licenoa em cujo goso se ach iva.
Ao mesmo.Devolvo a V. S. 09 inclusos pa-
pis, qua vieram annexos ao seu eficio de hontem
datado, sob n. 734, e .utoriso-o a tazer a aquisicia
dos artigos de expediente, constantes da re cao
organisada pelo secretario da mnta d'ossa Tne-
souraria precisos ao Arsenal da Guerra uo scm's-
tre de Janeiro a Junho vindouro.
BAPEDIEHTE DO SECRETARIO
Oficio I
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal das comarcas de Bonito c Bezerros.S. Exc.
Sr. conselheiro presidente da provincia manda
acensar o recebiinento o oficio de V. S, de 20 do
csrrente, relativo aos offieiaes qua se achara uo
commaudo dos batalhocs ns. 30, 31, 32, 6" d. re
serva e 1 esquadro de cavallaria, sob scu can.-
mando superior.
EXPEDIENia DO DIA 31 D E DBZEHBla
Acto :
O presidente da provincia, tenlo en vista o
que expendnu o inspector d i Tnesouraria de Fa-
zenda en oficio de 22 do crreme, sob n. 724,
resolve nomear o engenheiro Fraucisco do Reg
Barros para fiscalsar as obra! do porto do Picio,
anbstituiudo o e igenheiro Vicente Autonio do
Espirito | Santo qne se exoncrou desse cargo.
Commuuicou-se a Thesouraria de Fazenda e a>
engenheiro Francisco do Reg Burros.
Oficios :
Ao Dr. chafa de p>lica. -Dcelaro a V. 8.
que, de conformidade cora a iiitermacao do inspec-
tor do Thesouro Provincial em efieio n. 405, de
24 deste mez, approvo o contrato de loeaeio feito
pelo subdelegado do districto de Palmeira de Ga-
ranhuns sobre urna casa de Jos Antonio de Ma-
raes para servir de quartal e prisa), urna vez que
o respectivo aluguel fique reduzido a 5* monsaes.
Assim fica re-pondd) o offiao de V. S. n. 1,591,
de 10 do corrente.'Jommuuicou-so ao Tbesouro
Provincia1.
Ao commandante do Carpo de Polica.De-
claro a V. S. que approvo o scu acto, maula ido
alistar uo corpo do sea can na i lo os pas mis a
que se refere e n oficio de l da amata, sob n.
1,562.
Ao inspector da Theaouraria do Fazen la. -
Remeta a V. S pira os devdos etfe tos, copia do
aviso expelida en 3 da corrente peo Ministerio
da Justica sobre abouo da gra'ificacio a que ti-
verera direito o capital Capttulini Cisar L)ureira
e o tencat; Jos Joaquim ui Ajpiiar, as quata se
referem as informacoes prestadas por essa inspec-
toiia en oficios de 10 e 28 de Janeiro deste auno,
to') ns. 18 e 53.
Ao mesmo. Para os deviJos fins reraetto a
V. S. copia do aviso expedido pelo Ministerio do
Impjrio en 7 docorreuie, sob n. 4,803, a respeito
do crdito de 353J300 a verba Socorres Pbli-
cos do exercicio de 1385 1886, para pajMMOto
de artigos fornecidos pelos pliarmaceuticos Roa
quayrul Freres, de qu; tra'a a ordem di Tncsiu-
ro Nacional de 18 deste mez, n. 28 '<
K'inetto lhe, outro sim, a coata dessa despeit,
a que tratou casa inspectora c n otti.-io do 3 de
Novembro praxiini pissada, u. 611. Communi-
cou-se ao iuspector da aa le do porta.
Ao inspector d) Tneiniro l'rov ncial. De
accordo com a sua inforinacao do 6 d'cite me,
sob n. 407, recommenlo a Vmc. que mande pag r
a Theotonio Joao da Cunha, aera itante da abra
de reparos da ponte sobre o rio uas Unas, .a
quantia da 1:217*370, constante do certifica la
junto que veio aunexo a mesma iuforinaoSo proce-
deudo-se na f >rma do estylo q.unt) s prest.v.ao
de rcsponsabildade.Cammunicou se a Repart
cao das Obras Publicas.
At mesmo. Devolvo a Vmc. a inclusa pe-
tico do padre Joao da Costa Bezerra de Carva-
lho, vigario da freguez a de Gloria 4o Goit ; afim
de que, nos termos da sna intormacao de 24 do
corrente, sob n. 406, mande entregar a quantia de
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DU 12 DE
JANEIRO DE 1886
Abaixo assigna lo de guardas da ICasa de De-
tencao.Informe o Sr. inspector do Thesouro Pro-
vincial.
Aquilino Ceear de Mello Barreto.Informe o
Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Arthur Machido Freir Pereira da Silva.Con-
cedo.
Antonia Maria da fonceicao I napina.Infor-
me o Sr. provedor da Santa Casa de Misericor-
dia do Recfe.
Ficlden Brothers.Informe o Sr. inspector do
Thesouro Provincial.
Os n.eamos.dem.
Os mesraos. dem.
Os meamos.Informo o Sr. inspector da The-
sonrara de Fazenda.
Os meamos.dem.
Francisco Moreira Dias.Ao Sr. porteiro da
Secretaria desta Presidencia afim de fazer a res
tituicao pedida.
Malina Alice de Albuquerque. Prove pelo meio
legil e seu estado de molestia.
Jos Antonio da Rocha. Deferido com oficio
de hoje ao Sr. brigadeiro commandante das armas.
Joaquim Domingos de Lima e outro.Informe
o Sr. Dr. juiz municipal do termo de Santo Antao.
Joaquim da Costa Barros.Informe o Dr. juiz
de direito da comarca de Ouricury.
Capitao Joao Justiniano da Rocha.Forne-
ca se.
Bacharel Miguel dos Aojos Barros.NSo ha
que deferir, visto constar de informacao da The-
souraria de Fazend-i, ter sido j attendda a pre-
tendi do supplicsnte.
Margal Correa.Encamrabe-se.
Mara do Rosario Oliveira Mello.Concedo 2
mezes.
Manoel Joaquim Xavier Ribeiro.Deferido por
oficio de boje ao juiz de direito da comarca de
Bezerros.
Martiliano Jorge de Farias.Ao Sr. Dr. chefe
de polica para atteuder com a possivel brevi-
dade.
S ibino Jos Bezerra.Ao Sr. Dr. chele de po-
lica para attender com a possivel brevidade.
Thomas Antonio de Gouveia e outro.Ao Sr.
Dr chete de pelicia paa attender com a possivel
brevidade.
Secretaria da presidencia, de Pernambu-
co, em 13 de Janeiro de'1886.
O porteiro,
J. L. Viego.
Reparticao da Polica
Sec;ao 2."N. 39. Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 13 de Janeiro He
1886. Illm. e Exm. Sr.Participo a V.
Exe. que foram hontem reeolhidos na Casa
de Deiencjto os seguintea individuos:
A' mnha ordem, Antonio Cardoso de Mello, por
se adiar pronunciado por crime de roubo no ter
mo de Nazareth; e Joo Alves Ctrdoso, vindo de
Quipap, como desertor da armada.
A' ordem do subdelegado do R-cife, Ladgero
Jos Patricio, por crime de furto.
A' oruem do de Santo Antonio, Henriqueta, es-
crava de Olympia C. de Moraes e Silva, por ctt'en-
si'.s a moral publica; Antonio Jacouie de Araujo e
Veneranda Mara da ConceicS >, por disturbios.
A' ordem do do. 1." districto ae S. Jos, Manoel
Hylario de Sant'Anna, por disturbio-.
A' ordem do do 2. districto de S. Jas, Jas
Patricio de Mendanca, psr crime de fermentos.
A' ordem di do 1. districto da Boa-Vista, Ao
tomo Miguel dos Alijos, por disturbios.
A' ordem do do 1 districto da Gract, Luiz An-
tonia des Santos, por crime de ferimontos.
Em rirtude de recoinmendac'e desla chefa-
tns, foi cauturido bi da 8 da co r nte, pelo de-
1-gado do termo de Gamellera, o udividuo de
uo-i.e Joao de IfattM, que ae ach-.va homisiado no
pivoado denominado Ribeiro c criminoso de
marte na comarca de Bu que.
N) dia 6, s 4 horas da tarde, foi apresenta
d> ao subdelegado do 1. districto do termo do Ca
b>, o cadver de ura menor de ama Jos, filho le
Joanna Bernarda, que morrera por hav. r cabida
de um carro que conduzia cannas do engenho Ber-
ra para o engenho Novo.
O mesmo subdelegado mandn vistoriar o cada-
ver o abir inquerito sobre o fact >, pe* qual ve-
ri ca se ter sido a raoite casual.
En 5 d) corrente procedeu o delegado da
lerino do Brejo a visita da respectiva cadeia, na
qual toram encontridos trinta c um presos, sendo
\ inte e cinco sentenciados, como pronunciados c
ura indiciado era crirae de furto.
= Pe > subdelegado d > 1 districto do termo do
Cabo, foi remetlido ao juis competente o inquerito
policial a que proceden contra o individuo da no-
me Jos Paulino, morador em tenas do engenho
Pirapaina, por baver ferido grwemente a Jo
Vicente.
Cammunicou-me o cidadao Joaquim Xavier
Carneiro de Lacerda que em data de hontem aseu-
raira o exercicio da delegac-a do termo de Jaboa
tao.
Fei ante hontem remettido ao Dr. juiz de
direito do 3.* districto criminal, o inquerito poli-
cial a que procedeu o Dr. delegado do 1. districto
da capital contra Antonia Ignacio da Silva, por
lu.vep com promessas de casamento, aefkrado a
menor Maria Jos da Concecao.
Deua guarde a V. ExcIllm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Fernandos da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe de plida, Antonio
Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DU 13 DE JANEIRO
DE 1886
Fielden Brothers, officio do Dr. chele de
polica, officio do engenheiro chefe da re-
particSa das Obras Publicas, J. J. Al-
ves do Albuquerque, guardas da Casa da
Detencao, Joao Capistrano de Araujo, Cle-
mente Goncalves Netto, e Joao Gomes da
Menezes. Informe o Sr, contador.
Ludovico Gomes da Silva. Certifiqe-
se.
Eleutherio Vieira Carneiro Souza. In-
forme o Sr. collector da Gloria de Goit.
Rodolpho Olympio Guodes de Licerda.
Registre so e facarase as de vidas n.tis.
Manoel Moreira Borges UchOa. Infor-
me o Sr. collector de Barreiros.
Manoel Waldoaldo Soare3, Duarte Cruz
& C., Padre JoSo da Costa Bezerra de Car-
valho e Marcolino Antbc-rto Lopes. Haja
vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Companhia de Beberibo.Nao ha qus
deferir, visto que informa o consulado nao
existir conta alguma all nem cm juizo
contra o supplicante proveniente de gyro.
Manoel lves Guerra.Ao Sr. procura-
dor para attender opportunamente.
Vicente Nunes de MagalhSes. Regis-
re-se e facam-se as devidas notas,
OS>-----------------
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 11 DE JANEIRO
DE 1886
Moraes & Marques e John H. Boxewel Infor-
ma a Ia seccao.
Jo-Jo Paes de Oliveira. Deferido de accordo
com a informacao.
Irmandade do Senhor Bom -Jess das Portas-
Certifique-se.
Ferreira Cascao St Filho.Sim, de accordo com
a informacao.
ViovadeM. F. Marques & Filho.Certifiqe-
se o que constar.
Julio &Irmo.Sim, de accordo com a inior-
mac3o.
Joaquim Felippe de Aguiar.Informe a 2 sec-
cao.
12 -
Maria Venancia de Abreu Lima Bastos.Cer-
tifique-se o que constar.
Antonio Jos de S. -Certifique-se.
Mello Correa &C, A. Ducasble e Seuza Oli-
veira & C. Sim, de accordo com as informa-
cues.
Augusto Cesar da Rocha Falco. Deferido, de
accordo com as informacoes.
Jos Maria de Lemos Duarte.Satisfaga a exi-
gencia da 1 seccao.
Angelo Raphael & Irma). Iudcferdo, em vis-
ta das informacoes.
Autonio Carneiro da Cunha. Drja-seao The-
souro Provincial.
Antonio Xavier da Silva Santiago.Sim, de
accordo com as informacoes.
Manoel A itono de Oliveira. Requeira per
certidio o que lhe convier.
Iustrucco Publica
DESPACHOS DO DA 4 DE JANEIRO DE 1886
Maria Cavalcante de Albuquerque Rccha, pro
fessora publica.Cumpra-se e regstrese, e marco
o praso de 15 dias para entrar no goso da licenca.
Argemira Goilhermina Feitosa Breckenfeld, pro-
lessora publica.Justifico.
Anna Cesar de Almeida Pcssoa, profesor i pu-
blica.Justifico emvirtude de autorsacao da Pre-
sidencia de 31 de Dezembro ultimo, ficando abona -
das as faltas da 7 a 15.
Manoel Benigno da Silva, professor publico.
Sim na forma da lei.
Vicente da Silva Monteiro, professor publico.-~
Cumpra-se regstre-se e marco o prazo de 25 dias
para entrar no goso da licenca.
Idalna Alice de Albuquerque, prtfessora publi-
ca. Eucamiuhe-Ee.
12 -
Manoel Ferreira Guedes, professor publico.
luforme o delegado litterano se o supplicante se
achadoente, como determina a presidencia da pro-
vincia por officio de 2 do Dezembro de 1885.
13 -
Bacharel Joaquim Pereira da Silva Guimaraes,
professor da 1* caleira de atim do Gj mnaao.
Deferido em vata das disposicoes citadas pelo sup-
pl e. ate.
Lourenco Goncalves Aleixo, professor p iblico.
Como requer. 4
Ph.lomeno Raymundo Nunes de Lima, professor
publico. -Curapra se eregistre-se a apostilla retro-
Maria Rita de Aguiar Fonseca, professora publi-
ca.Cumpra-se e registre-se a apostilla retro.
Secretaria da Instrueajao Publica de Per-
nambuco, 13 de Janeiro de 1885.
J. Augusto de Mello.
DIARIO DE PERHAMBBCO
Retrospecto poltico do anuo
de19S&
FRANCA
(.Continuafo)
A volaco da lei da reforma elei toral, dessa rc-
furiim que foi uma das mais ardentcs aspirarv, s
de Gambetta, nao era cousa por si s bstanle
para deixar os republicanos iuteiramenle tran-
quillos sobre os rcsullados do pleito en que don-
tro em pouco toda a Fianra ia empenhar-ae.
A incerteza desses resaltados, osconlra-tcmpos
antevistos, annunciavam-se^omo effeitos de cau-
sttS diversas e profundas, que a simples variante
uo modo daeleirto nao podiade eerlo neutral.-
sar. <> |iorigo das ustiluices republieaua-
alguns corrtam, elToctivamente, nao estavam so-
monte na direita, como pretendiam uns. non
monte na extrema esiiuerda, como pensavam ou-
tros; surga de todos os lados c eslava em toda a



llEIftE
t


Diario de Pernambuco---Qoinr-feira 14 de Janeiro 1886
>


*-fl


parte na ituaco das finanzas, aggravadas coa
iioroie peso de una guerra absurda em re-
es loiiginquas ; nos ambiciosos e nao ra
lultos prograninw lucionarios metaphy-
ig ; na fer Ltrava-
gantes e de.toda o prmdpioe absolutos, impi-
radoa us QMtn alfuus buscain fomentar o pro-
180 esas sacriliciodaordem social, esquecidofl
de que um apenas o deseiivolvimerto natural da
nutra; no sonlio de restan reles impo>-
condemnadas, sonho perturbador e Baleario,
,uja realisuco, se fosse licito admittil-a. furia a
desgraca dos proprios que coinellese deleitam.
por ignorancia complela do meio social > do BD-
mento histrico em que se agitam : napoucalir
meza e hesitaces de maioria parlamentar que
flucta entre crranles oppostas e deixa umitas
vesos de governar para alimentai-se de intrigas
nos nstiiidos egostas da burguezia Bitas expan-
do socialismo auarchico.
Eis arazao complexa dos reevios que os repu-
blicanos nao oi-cultavain ao approxitnai-se o mo-
mento das ciegues geraes.
Os puados anti-constituciona.'s rspeculavam
por todos os modos com nina situadlo que liiiliam
ajudadoacrear. O Tonkin Coi ulna talles, a MSI
no enilanlo o Tonkin i|ue llio servia ie priniciro
argumento contra a Repblica Os padres 008-
lilisam por todos os meios o gOTOTIlO constitui-
do. Esse pi'ocriluncnlo da clero d lujara odios
e represalias. eis o bstanle para que os roaccio-
narios. confuiidindo o dogma com o aacerodo,
griten, contra a impttdade da Repubnca, contra as
invasoes do santuario da consciencia. para
nos servirmos da phrase consagrada.
Anda por occasifio da niorte deCoiirbet.a pu-
lilicacjio postliuina e indiscreta de cartas particu-
lares em que esse aliniranle. com raznou srin
ella, censurara adireceoda pnna.se extremo
oriente, den eiiscjo a acciisacos e pasto a polomi-
de puro intea'sse partidario, sen io a certas
BBRaa de redameeleitoral. Felizmente, nao BeotJ
OOB) esse procediinenlo dos vivos prejiulicada a
memoria do morto illustre. cojos restosdescan-
cam boje sob as abobadas do palacio dos invli-
dos.
Nao l'oram menos proveitosos aos intuitos de
poltica luosquiilia e intrigante atguns fados que
- sncceilenun immediataniente mortc de VklQJ
Bogo, genio iniuienso e fecundo, alma vasal como
o universo a que era ao niesmo lempo o cutio
magnifico de todos os grande- sentinientos bulla-
nos e do mais puro e fervoroso amor patritico.
Urna lei mandara que Be Bzessem exequias oa-
cinnaes em honra do inmortal poeta. Ao niesmo
lempo era publicado um decreto do presidente da
Repblica, ordenando que o Pautbcon \oltas-eao
Sea destino primitivo e legal, e que os restos dos
eidadfios aos quaes urna lei cuuferisse exequias
nackmaes. podiam ser alli inhumados em virtude
de decreto presidencial. Em seguida nrdenava-
se que o eorpo tost rotthido ao Pantheon.
Essas medidas provocaram as niais tremendas
iras reaccionarias. A direita da cmara dirigi
ao ministerio urna interpcllaco violenta, por n-
'erniediu de conde de Muu.
0 honrado legitimista disse que o alludi'lo de
cretoeranma illegallidadeeuma profanacao sacri-
lega, que ia ferir o mais mtirao das cousciencias
catnoticas e o sentimento religioso da nagto.
Respondcu hbilmente ao conde de Mun oSr: Go-
blet, ministro da instruceo publica, das bollas-
artes e dos cultos. A direita iuterrompeu por di-
versas vetes o Sr. doblo!, e pelo modo pouco evan-
glico porque costnini fazel-o. quando llie tocam
de leve na arca santa de seus preconceitos e das
paistes Iradicionaes que a aniuain.
gao diflicil prorar quenohavia anrnima
rasad parasemelbaate escarceo.
C uno escreveu una folha parisiense, o Pau-
ilieon nao era urna igreja parocbial. neni eslava
.niprelienilida em o numero dos edilicios dioce-
-anos : pertoncia aos dominios do estarlo. Mo-
numento de Janus, com duas laces, una voltada
fiara o futuro e outra para o passado. como dft-
tt Qumet. 0 Pantheon soffreu directameut' lodas
as coaseqacncias das lemnestades aoticas da
l'ranoa.
Fii c instruido para celebrar o restabelecimento
de Luiz XV. 0 rei tivera urna perigosa febre em
fctz, e atiribuiraasua curan interresso el- San-
ta Genoveva. Muudou. poi-, rtatnttf aa bunra
desta 11:111 igreja. coja primeira pedra bi toaras-
ueciienle collocada pela uo do proprio nvcian-lia
em 6 di' Setembro de 17ii'i
Quando em 1791 morreo Mirabean -ed'-ejava
liourar por todos os mod is a memoria do grande
orad'!-, o directo1! i i Paf laneou suas \ i-t l i
liara a igreja de Sania Genoveva, dessegrande
edificio, cuja carta de columnas, erguidaaeuaa
la Ctdade, :nais pareca de.-tiaal-o a aerar de nio-
aumeotO nacional que de templo catholico.
Em consequencia disso. Pastoret, procurador
-vinlico do departamento. pTOpoz.eo snsao-de 2
de Abril do niesmo auno, a--embla naci mal
decraoaw tataaante :
i.r Que o novo edificio le Santa Genoveva
destinado a raceber ascinzasdos grandes
i i iic i-, a datar da epoclia da liberdade da pa-
liil.
2. Que so a assembla nacional pdese i de
linar a quein tal honra devesse ser conferida.
I." Que Honorato Riquetti Mirabeau
iderado dignodeUa.
i Que ai excepces qile devc--eni esla iele-
n ndac.ao a ilguns grandes homeos ante-
s n-\oiiico. taea como Descartes, \'oltaire
llousscan sii poderiain ser determinadas pela
ilili'a nacional.
"i." Que a ilirecc:ui do departamento de Pars
encancgaa de mandar fazer imraediaia-
rje ite no edilicio de Santa Genoveva B nro li ica-
ssarias ao novo de.un idomesmoerlili-
ujo frontal de\ gravadas estas
.1 los rawifSI komvn a pi'rin r
riia
E--a proposta, acolbida com eniusia
irBarna\ pierre. foi approvada
ia BessO de i de Abril. Falta\a dar um noine ao
icio Irausronnailo. .enibraiam-se os de Por
gremet hmmt, ntBea aatcisaat Cem
lio, M'iiixolo. Pmilhmn.
Pre i ultimo. ca< sjQabas sonoras
- lixaram na memoria popular, que, a
- qualiticalivos officiaes, o l'a-
monumento, dessa data em diante, nunca
deixou de ser paraos pariaieaseso Pan-
iregon de novo o edilicio
i direceo religiosa, leando com a prerogativa de
alli poder guardar os restos mortaes dos grandes
lo seu im-
perio.
Entregue o Pantheon aos padres, nao podiam
rites supportar que os ossos de Voltaire e Rous-
iQcassejfl no seio de um edificio catho-
lico. Os pregadores protestavam energicainente,
do alto da tribuna sagrada contra senielliante
profanai.io. Nao queriam por modo nenhuinem
Santa Gflaovera acuelles restos impuros.
f-se que nao inteiramente original a in
naci manifestada pelo conde de Mun na cmara
dos deputados no correr do auno passado.
Com o advento de Luiz XVl ao tlirouo de
seus maiores. as ciuzas de Voltaire e Roasseaux
foram com effeito despejadas dos tmulos em que
jaziam havi muito.
Vctor Hugo eootou esta .-cena lgubre :
Urna noite. alguna operarios, derigidos por um
lldalgo com servico no paco, penetram na cryp-
tadoPantheon, violamos tmulos, mettemeon-
rusanieute u'uin saci-oos ossos all encontrados c
vao atiral-os n'uma cova, previamente aberta
em cliao raso, fora dos muros de Pariz.
Parece que o noverno da restauraco se enver-
.'ouliou desse odioso eete ; Be nao puni os cul-
pados, trocarla cointudo esconder a culpa, que
foieffectivainente por muito tempo ignorada. Em
ttliaa fretros tonal mandados collocar na es>
cada do )u-ristvio com todas as precauces ten-
dentes a mantera crenca de que se conservavaui
intactos. E essa civnca mauteve-se em alguns
espiritos at Fevereiro de IH'ii. Segundo o F/'y i-
rtdettde leaerein dease anuo, o Sr. Darboy.
aivebispodeParis veriticou de risu que oscorpos
dos doaeacriptoras reroluciooanos ijnaamdinn
appaii'cido. Enlretanto. anda hoje o guarda do
Pantheon assegurs impcrrabarclmente, e com
una declamac'io singular, aos estran-eiros que vi-
sitan! aquelle edificio, que elles estao elTcctiva-
meiile diante dos restos de Voltaire e R iiisseaux
Diz descriptor de queni copiamos parle desta in-
erajoaate earanka de Pantheon que lendouma
occasiio advertido o mesuio guarda de que nao
eradecenti' piMcurar Iludir por tal iikmIo a pes-
SOaa de boa fe. livera e-la icsposta :
- Cale-se. por obsequio ; se viesse a saberse
que elles nao esto mais aqu, os visitantes agie-
ses faltar-nos-iain de todo.
Ogovernode Luiz HiHipperonsagmu novamen-
ie o Pantheon aos grandes honiens. Em U31 foram
mandadas enllocar no interior do edilicio qualro
placa- de bron/.e em que liuliam sido gravado- os
nones des mais distioctos hroes da Bevonsao
dosJulhO. O i-e i e todos os grandes da corte a--
sistiraiu ceremonia, para tonal Viclor Hugoes-
creveuexpressamente um hyninoqui-foi cantado
por Adolplio NiuVril, e que countUw um dos
mais bellos trechos da poesa do grande inestse.
Anal Napoleao III para seguir a tradiccao do
primeiro ttmant, M para BMJf H da todoado
golpe de estado, entregou de novo aos padres a
lsse do celebre m mumento-. A egceja a possuin
at Maio do a mo patudo, mas eme nao foi I pri-
meira vez que isso luc aconteceu. custa a erar que
as l'olhas reaccionarias eslninhassem lauto este
Caso.
Vctor Hugo mereca dfi cato um lugar te Pan-
theon. desde que este passava a ser para a Fiama
o que Westminster para a Inglalcra
fQmtmaa.)
EXTERIOR
Ene dominor, esta seceura, este esquecimeata
para com os mortoa e os vivos d* sua familia ver-
dadeira, e o contraste com as ezpressasmuito
minha querida, muito minha amad* espota que
precedem se npre o oorae da Sra. condesa* d Edla,
sao a nota mais dolorosa, mais irritante do testa
mentido Sr. D. Fernando. E sio tuinbem um testa-
m'ioho cloquate de que a sua uio escreveu s c-
ga.4, u'um d esse perio los de maior desfallecimonto,
cupidammte espreitados. D Fernando, ainda
quando deizaase de ser um bomem de eoracAo e de
faculta, ainda quando se onvertesse n um egosta
desalmado e feroz, ainda quando por fim fosse
muito difirante do que tora em toda, a sua vi''a,
nao di-ixaria nunca de ser prineipe, homem de so-
ciedde, guntleman D. Fernando, no uso vigoroso
da sua nmio, nao escreveria por tal forma o seu
testameato, qualqncr qne fowe o modo de dispar
dos boj boas, pesque neia que cora isto ofende
aia as niit vulgares asreniasarin e as extariori -
md>- iovialaveis do fligio da sua posicio. .V^
hUme obliffe. E' urna regra jue se imnoe as iacas
reaes ainda mais que as outras. E D. Fernando
nao faltara a ella. O testamento i cerrada ; foi
feito n'mn momsnto bem triste, e por certo de
,'rante abatimento pliysico e anda maior prostra-
c i de animo. A sua mito correu s cegas sobre
o pap.-l... segara por outra. mo, adunca. rusao
r >sa, eopiand i o papel qua e pozeram diante dos
o'hos turvoi.
C/piando. E' outro elemento de prova, e faci
q ie re.ulta vi tentisstmo do proprio texto do tes
ramento. Q Mal est habituado a lidar oil coisas
fo.enses conhece, ao primeiro relance, que esta
primeira parte do testamento de D. Fernando
reproduzid-t di consulta de um advogado. Os di
zeres jurdicos foram trasladados para o testa-
mento s.-in alteracao. Qiasi se podera aivlnhar
e indicar, pelo estylo c molo de deducc&o, q omn"
do advogido que forneceu a minuta A citacio
los arts. 1,235 e 1,109" 4." do codig) civil; a
ndiMcSo de que os filbos sao por direito os ber-
d dros de duis Mapas partes da heranca ; o acres
centamento (que tem urna significarlo jurdica des
conhecida dos hora^ns que nao pertencem ao (furo)
das patarras direito e acfSes palavra bem ; e
p>r ultimo a declaracao de que o testad r c n ti
tue a sua amada esposa legatario de tudo o que
por lei pode dispar, denunciara, sem possibilidadu
do e juivncos, a minuta d'ura advogado, que se
copiou. E i lvj.julo.tio sabedor de letras como fino
em titas. Com ctf'ito : n'.iqrudliis ultimas p.ili-
vras, qu.' sobreliah unos, e qu i sao poucas, est canija verdade das cousas, porque ha um prin
nava a cabir rabiando enfurecida. Sao estes des-
peitos e estes rancores os que transparecom s
claras do testamento, e que nelle collaboram com
a rapacidade, pelo menos em partes iguaQs. Foi
a bofetada com a mJo do finado E nos mismos
sentimentos se inspirou a disposico pira ser pri
meira testamenteira, e como tal cabeca de casal, e
o pedido para ficar cora moradia do pa^j real da_
Neeessidades. A condessa morganatica reservou-
se, para depois da mort) de seu enfermo esposo, o
desforpn de ter corte, com guarda de honra, no
paco que foi residencia predilecta da Sra. D. Ma-
na II, e de presidir ahi, oorao cabeca de casal,
distribuicao dos quinhoes hereditarios ontre os fi-
Ihos, genros e netos daquella rainh i. O atrevi-
meuto tem umi parte legal, que, em parte torco-
so acatar ; mas tem urna sitrnificaco miral, que
a opiniio publica nao poda deixar de castigar e
corrigit. E dessa miiio, qua a imprensa, e nos
frente se incumbi,
O daavairameuto na ambicio de subir ata aos
ltimos fastigios fez Sra. condessa de Edla um
damno irreparavel no coneeito publico. O Sr. D.
Fernando rebabilitou-a e a sociedad aceitiu a re
habihtacao como boa. Mas a Sra condessa nao
soube conter-se nog devdos limites. Coinecou
desde loga a querer representar de rainh i, nao pa-
gando a visitas, que Ihe fizeram as primeiras fa
milias da corte, escandalsando toda a gente com
a sua soberba de mi origem e peor gosto, e con-
ciUudo assiin goraes animadverses. 0 testa
mena, que suggerio ao Sr. D. Fernando, foi o cu
mulo e o epilogo desses mos sentimentos e inspi-
racoes desnorteadas. Este ultimo ultrage nlo po-
da ficar impu ie. Htveria umi q asi cum.jlici-
dade no silencio protector ou na misericordia be-
nevolente. E' por isso q-ie somos speros, duros.
O fl igicio deve ser proporcional ao delicto.
Anda agora, uns escrevinbadores que se Ibe
mostrara muito affectos, m indara dizer para a im-
prensa eslrangeira, como ha poucos das lraos no
Fgaro, que a Sra. condessa de Edla a primeira
daa deste paiz. Nao escondem d'onde ella veio,
e e.evam n'a aquella eminencia. A imprenta es-
crangeira hi de f.zer umi idi muito triste 4o
noaso piiz e mais triste ainda das damas portu-
guesas !
Sao audacia' e equvocos, que nao podem pas-
sar sem correctivo. Os escrevinhadores traduzi-
ram letra prima donna, para lhe charaarem a
primeira dama. Aquella qualificac,o nem nos
cartazes do Baile de Mascaras Itie f.-a dala. Des-
O Testameato
(Das Nooldades de Lisbi)
III
No noaso penltimo artigo piz-Mn >s em eviJeu
eia o estado de qu brautimcito physieoe ntel-
laeUn, em qm. se chava el-rei Fernando,
quando llie tul extorquido o teit.i in -ir \ que tanto
itaa irrtalo a opinili pub!ien. T .do o li m m
doeute um homem fraco ; i Sr. i. Fernando,
que estiva j inori'iun lo a> tera.io di teitura do
testamento, era nra him-ra fraquissimo. r"ara se
corroborar a d-inomtrae \ seria necessario que
nptr rnssn n ti-at nsvate fnito pelo Sr. D. Fe -
u odo m 188 1, m'.ns sana, cora j necessario que
ffMreca parase salvagoar lar :m os direitos, qu--
u'e le haja- e^t-ib-decidos, e que o testamento de
13 ae Janeiro de 18 15 ni r.ivog .u expressara ute.
Naste ponto fi in s.
I'rocnrem >a ag ra n is entra'ihis do testara rato
a demonstraba i corapleinentar d'.iqm 111, que de-
liizim is da ra irelia g'ral ia d .enea e da data
d'api II- d .cimciit.. Avrdid- inet;e-se pdoi
lli ;s d.-ntro .' O testamento c .meca u is taaos sc-
gnintes :
En, r.-i D. Feruinl), tac > eatd Bwa fest.irant i
cefrado e di-pnico da minln ultima vo..t..le,
n -s ter.noj segoiotaa :
rrofe's.i a retfgrio cath.lica apost .lica roma
..a. na qu .I sincer.iminte creio c c .m cuj i fe pro>
i in irrer.
D clin .jh; nasci cin Vie.ina (Austria), e una
-. u lilh J i ftvq a de :x- Uobur^'o U.itha I .
.Ini|-i -za I). An'ni de /-'are Cobugo G.th .
(ptrneraa de KosViry); que fui casado o pr-
in ir .8 DDpeiaS com a rainh a de Portugal, D. Ma-
ra II.
L). filli is, que do noaso cinorcio lio ave, Iv.jc
smnte exi-tem e'-rci D. Luiz I, a infanta D
Antonia (princesa de H 4ienzolcri(j, e o infante
I). Augusto, os quics, ncliiindo os fitbos da ra'-
idia falleeiJa filba, a infanta O. Mara Anua
(p'iiie z i de S.ix ), >Xo por direit i os ineus li r-
deiros de duas tercas partes dos mens brns, di-
rertos e aec -s.
Declaro que era segnnlas nup.as siu c.-al.
eoai a Sra. I). Ensa Frtd rica Hensl. r, c .n I ssa
de Ed .i, leadu tnlo lugar o nossi c 10 d < Jmili. di anno de 186.1, ua capella real da
s.nnissim Sra. infanta D. I.a'o I Mara, c n
Bewfiea, nao t.ndo precedido c.ntraeto anti nup
ri d.
Por isso o no?so casamento foi feito segn lo os
ermes do art. 1,2.35 do cdigo civil, uS > coinmu
ni auto as duas t reas pai tes d >a h-ns quepis
s lia ao temp> do meu casamento c ra a dita mi
a'ia erpoja, conforme 4" Jo art. 1,10!) J ra a
in>. codito
t'OUTWTd c>nsttuo a minli i muito > mad .
escusa a Ira eoaiaatn de Bdla lofataria de tul.
dcijiie por lei posso disp .
Aqu ea*. um portanto, que s por si urna re-
voltea !
Puitanlo .. O testador sofi.llt di rainlia D.
Mara II, que fu\ sua esp isa e tas deu um tbr .
I idos fi los que o rerearam s-'mpre dos ma:s 11 un j m despojada d'aqtvlla qualifieaeo respei
extr'inoaos afTjeioa e que at ao ullimo ni'.ni'.H'o '
lhe tribitarun as homeuagens di mais raapait
cond.-nsado u:n volume intero derabulises. Tudo
aquillo, que pode enredar, no iuteresse da Sra
con tesas de lia, a liquidaciio da heranca do Sr.
D. Fernando, est ali contiio. A importancia
d'aquellas pilavras e se aprecia dcvidamentc
quera conh'ce o dimito civil e est htbituadoa
lid ir c ira as questo s for mees. E d'esses nao h i
ver um s qu em verdade e CiUiCencia nao af
firme, como nos .firmamos, que eata psrte do tes-
tamento, c a principal, na parte jurdica mera
copia d'uma minuta de advogado.
A desolada esposa sond iva com olbar solicito os
a,tragos, que o cancro ia fazeudo. Nlo se d i,
que ella foi menos cuidadosa e atienta .' Juramos
que, at c ntio. nnguem a excedeu na solicitude
P'ii. traute utas a soniagem nao estnva ao ser-
vil; i do earinho da esposa, c era niesmo da c in
itada da mulh-r. Eatara ao servico das sofiregri-
does cupidas.
A mi muito amada lavava as fer das do rosto
pira saber quando devia fincar c seguranca as
iiulius no cor.ic.i i. A consulta do a-ivogado c as
espertezas do rabila foram j calmante, que e'la
levou pn'ssurosa n'um momenti de imraneuto ag
nia .' E o malfico ficou a descoberto, por um
priucipi i de infleiivel Justina ; pra que nao po-
d.'sse fugir aos fligicios da opiniao publica !
IV
Na deaerpcT. dos crculos do inferno, que o
poeta fin- ntini percorre n'uma peregrinacio si-
iiistra, guiado pe! i ralo de Virgilio, apparece em
torno lugar a Gindecca. Esse a antro/ mais
profundo, mais sombro, c destinado ao castigo
dos crim-s mais horrendos. E ahi vive o proprio
Uucifer, o aojo r ivobte e cado, qua foi precipitado
l'js ceus por querer usurpar o poler sob rano,
que lhe dava e-pleudor e gloria.
A Sra. cond issa de Ella nao tiuha lido, p>r
certo, a Divina Comedia, do Dante, quando fez o
rascunho d i testamento, que depois, n'uma hora
muito triste, o Sr. D. Fernando trasladou a liupo
-Se a tivesse li lo, vena que c*se ulti no c;rculo do
Inferno o destn u o poe'a aos que sao traidores
aos seus bemfeitires. Ora a Sra. coudesaa de
Edla, que de .na ao Sr. D Femando o mximo que
umi mu lie-, ni sua antirior sita icio, pode dever
a um h uera a reba liltacii social, accumulada
eora honraras principescas riquez is deslumbran-
tes ; a Sra. cradessa de Ella tmba obri,-a^o ri-
gorosa, por gralidii) e respeito para com o seu
bomfeitor, de amortucer as seas soffreguiJocs cu
pidas e os seus rinio.vs o lientos, nlo assiprando
um testaraeuto, que sabia pir domis hvi de
ser prejudicial merar ae b>m uorae do prncipe,
I sa consentir em estender lli) a mi de esposo.
V essa prinjp qu i lhe dera os ultimas anuos de
ua vi la, nio p ida ella roubar a consideraco e
as sympathias na mort". Levasse-lhe, embora, e
familia o raelh -r da b 'ranea, que era grande de
sb jo para faltar a maior cubica, mas deixisse-
18 i o f^vor das auras popularos, que tantos aunoi
lhe cu tara a adq urir. O test une ito era golpe
iremendo t irrc n -diavel n'este prestigio. A Sra
0 ndessa sabia-o Nao p.iia deixar de o sabe..
E foi cuna elle por daaaa E' porque nio tiuha
lido a Dio'na Comedia As suas antigs amigas,
e eumpl.ee-, do convento da Madre de Deu- nunca
lhe tiiibain fllalo d'esse livro de rezas. Se o o-
nbej'R, queimaria preisurosa esse depioravel d>
curaento, c mi meJo de ir parar ve^tidioha e cal-
cada, ao Ul circu i do infrno, em que o patrio
Ladear acolhe os que no moni) tirara 'raid ires
ao seu bemfeitores. O rascunho do tstame It l
ua fu falta de compr h -n*i i moral : toi nica-
mente falla de littera ura.
Mas foi urna filia lastimosa A rapacidade,
|ue at ratiuhou nas miieros pen-o -s dos mais
a-itigos servidores de el rei D. Fernando, traba
ih-u s soltaa, de collabor.iQiio cim o ra>acor odieo-
to i t inulh r, que, tendo chegaio, serpeando, at
ju ito do throiu, sbrav.java furias indmitas por
ni llie dareui asa nto e n um dos legraos d'elle.
U testaraeuto r.fl::;e, cunu n'uin ejpelho, est;s
1 -pitos venenosis
Ja h mteio vim is em que term >s, e para qu fin,
se fall ni teitamento dos me/ibros da f milia
real. Falla se s dos qu i era preciso menoiouar
ptr.i a fixaeo do estado-civil do te-tador. E
nada mais. Acceutuemos essa nota, que caracte-
i-istiea.
cipios de scriedade, que todos lutam em fazer
raanter e respeitar.
HtviSTA DIAR1I
Declaro que fui csalo cm p^rfiraH nuoeias
eoui a raiuha de Portugal, D. Maria II.
Nio se pod ser m ii. desarn iravel A menclo.
alm de fe -ca, distingue-so pe > desprmor. O
uoine da rainba n!o precedido pelfclassnca<,-io
de senhora, que 6 e rig t, e que a exiquet i m inda
escrevirpor exensi. En 'mp'niacio o noxe
di Sra. etniessa de Ella, designada sempre por
muito minha amada e-posa, prere lito da q mli
teasia d.- senhora, por extenso, que alias s por
favor da cortesa social e por abreviatura Ih i po-
da ser dispnsala Sem Ihantemente, ao fad ir
d? suas fi has, e filhis da Sra. I). Mara II, o tea-
talor diz simpl-smente os infantas. A qualiti.-a -
cito d- senioras d'-aapp-ireeci, c im i desappar-ee
rain da heran? as inserpcoes e outros v.l .re. fi
lu itrios. \0 fallar da Sra. infanta I). Isib |
Viaria, que apre-itou e teceu o? lieos matriino iiae-,
teetame .to d-b i com todas as letras a qualifi
cavo de senhora. Foi oque lhe valen t r empr.-a-
t .do a cpela para o casamento ; seolo fiava
pelade ; e dos ne'os, que sao filiio duis vei
em que redivive ailmi dos avis talla dil-
les para fixaras condicO -s do seu proprio estxdo
civil, c porque isso Ibe era preciso para fixar
tambera o que p .da deixar aua muito ama-la
espisa condessa de Eplla '.
Se nlo fra isso. uo fallarii de D. Mara II,
o m mesms n'iiraa fugitiva menclo, desamoravel t
secca; nlo fallara dos filhis, n m raesrao prl
vamio-o d'uma pilavra ou leinbranca carinbosi ;
nao f..darla dos netos, n.-m ic 'Sino como d'um is
pobres creancas perdidas, que Ih i fossera estra-
nhas. Nio fallara deller, como nlo fallou da rai-
idu, a senhora D Maria .'ia, tao dedicada e ta-
dclcada sempre, antes da doenca com i na doen-
c c d-'pcs da rr.orte, c a qual nlo dedxou a mas
lasgnificantf palavra E' que o nome e a pcssia
da sra. D Maria Pa nlo importava fixaulo d i
seu estado civil, e no arredondan -nto do bd> he-
reditario. Prtanlo... V.im, portanto, o testador
fallou d s outros por lhe ser preciso, e s o que
para oa ulereases da Sra. condessa de Edla era
preciso, e deixou no escuro c nome da ana ora,
da sua quasi filha, da ranha de Portugal, como se
ella nlo existase!
t.si. A Sr a co ideosa de E lli, que nlo k para
g.acas, toi lhe grata !
Em outras circun stmeas, rstas obs-^rvacoes a -
riam puens ; mas aqu ni o slo, por precisa-
uienv n sias nnances, que se revella o verdadeito
to do testamnitj e s; descobre a ralo, quo o
escreveu. A segunda esposa nlo fugio ao ciume
i-a-teiri contra o primeiro leite, o a condesas mor-
t;Ci nao perdoou primeira esposa o ser r ti-
uha e imperante. D'ahi a menclo seica c despri-
inorosa. O resto da farad a real f >i envolvido ao
in'siiio dea lera, tio rancoroso como ridculo. E a
ieabora D Maria 'ia nom ni- n;;i i t.-v-, porque
al.n de nao iuteressir o seu nome fisacao do
estado civil do testador, a su* pessoa tornar-t;
motivo-de animosidades particulares.
Como era geralmente sabido, Sua Magestade a
ranha, condescc i lend i, com um decadt-za infi
nata, com tudo o aaw n is reUces particulares pi-
dia sar agradavel pan o Sr. I). Femando, raani-
testou-se todava intransigentemente adveraa ao
recoikhecimento ofK-i.l do s -gundo casamento
daquelie principe. Qiando a aerpe tentava suer
para o throno, trepaudo pete caula do seu vest
do Sai M a rainha, sempre graciosa, ei
s com urna pequenina pancada do taco do seu
sapato, deaviava a cauda do vestido, e a serpa tor-
Escola Mormal -A partir de an.nhi, 15
do corrente. a 3 de Fevereiro prximo, achara-se
abertas as matrculas para o curso da Escola
Normal.
(iimpaniiia Locomotora Pcrnaat-
bucimisOs subscriptores desta empresa sao
chmalos a realizar a H.' preatacio do capital
que subscreverara, razio de 11 pir cento, n.
primeiro andar do predio n. .r)! ia ruido Mar piez
de Dunda.
Is.i iisI Devera tocar hoje no p to Jo Itccife
os paquetes ingl z ^s hVMe, era viagem p ira a Eu-
rop<, o Finunce, em viagem para os Estados
U nidos.
In*.iluto AiM-beologico e 4-eogra
phico PernambueanoHuve id da 7 Jo
corrente, ao raeio dia. sesslo ordinaria deste tus
titulo, sendo presidida p.d It Ir. Sr. Dr. AJelino
Adelino Antonio de Luna Fre re, a quo compare
eerua os Srs. : conselbeiro Pinto Juni>r, Da.
Cicero Peregrino e Baptista liegue-r \. 1. secre-
tario, e is Srs. Aig'isti Costa, Augusto C.-gar e
miijor CoJeeeira, 2 sccretar i.
Li la, foi approvada sera d-bate a acta da ees
sio antecedente.
O Sr. Dr. I." secretario m3iicin)U o recebimm
tu de :
Um officio do Sr. Dr. Luiz Pe eir de Far i. de
17 de Dezembro ultimo, ofertan io quttro cadei-
ras muito antigs, de eouri borlado e do nteres-
sante trabalho artstico.
Pelas respectivas rodae A3, diversos jirones
desta e de outras provincias.
D meara i Dr. l.u secretario commumcou que a
representacl.) ao governo, resol vida na s-'sslo pas-
sada, acerca da ommusio do consocio Dr Jos
Hjginu, na 11 ol and i, seguir para o Rio de Ja
n dr j, competentemente inforra id i pelo Exm pre-
si lente da provincia
Foi apresentado e hdo um telegram no, recabi-
do do referido consocio Dr. Jos Hygino, partici-
pando ai Instituto, ter recebido coinmtriictcio da
dulegiciade Lmires, da haverom silo suspens-ta
os seus veucimentos, e pedindo resposta cora ur-
gencia.
R*olvea-6e que se respondesse que o Instituto
ja havia representado ao governo imperial c mtra
o aviso que suspender os mencionados vciici-
raentoo.
Decidi se mais nlo se celebrar este anno, por
ipitvo8 especules, a festa anni vera ira de 27 de
Janeiro.
Finalmente, o Sr. Dr. Cicero Peregrino commu-
nicou que o consocio Dr. Olivira Fonseca, se
off.-recc para fazer gratuitamente a impressuo do
eata I .g do Institu).
Sada mais havendo a tratar, foi levantada a
sesslo.
Igreja da anta Crus Araanhi, dia do
milagro* aiiuti Amaro, abbade, haver exposicio
da imagem do mismo santo, das li s 8 hora da
noite, prolongando se a referida exposicaio al o
da 23 do corrente, cora costuine nest* igreja.
Durante essao oites de exp isiclo serlo entoa-
dos p -los devotos cnticos sagrados era aecio de
ijrac is ao glorioso sant i.
Hclh irami'iito do Pirrlo do Recifc
A peaaoa iioraeaia para ehefede scelo de obras
a estuJ is di repirticlo do al.-lhorainouto ii Por-
to do ttecife, de que trata o telegrsmra i que. hon
tera publicamos, o Sr. Augusto Jos da Silva
ttib'iro, e nlo Jos da Silva Mibeiro.
Cadver de menor'Jirca de 1 h iras da
tarde de G lo correte, toi apr sentado ao sub le
legado do 1 distrcto do termo do Cabo, o cada-
ver de um menor, de tanta Jos, filho de .1 mina
B rn irda, dizeu-io se essa hutoridade quo a in-
feliz crianza fallecer em conse [uenei i de ter ca
h do do alto de um arro le co.iiuzir canoas.
Ar le di autiriiad: mmi-ii pro ;e t er vis
ro-a no ealaver, e abri iuqaerito respeito do
tacto.
Criminoso de morte -A' 8 do corrente,
foi captralo p-lo aiilelegaio de Gan<-lleirn >
individuo de nome Joi> de Mattos, que, sendo
criminoso d; mirto na ora irea de Buique, aeba-
V..-C homisiado no povoa lo Ribeirlo. A prisio
f effectuada i requisiclo do Sr. Dr. ebef: do po-
lica.
Imprenaa do PiaubyR-ccbemis um
f lhe o de 130 p tenas, impreso era Tlier-zina,
cora o t.tulo de Noticia sobre as comarcas do ^iaa
hy, na onformidade dos Ao'ios do Ministerio da
Justica de 28 -le Setembro de 1883 e 14 de Otdubro
de 1881 e de ordem do K.cm. Sr. Presidente da
Provincia Dr. Raymimdo Theodorico de Castro e
Silea.
E' trnbalho d i Sr. Francisco Augusto Pereira
da Coita, quan lo eoretario do governo da refe-
rida pr vincia, e trnbalho eurfoao e interessante,
nogeiero de outro publicado ueite Diario pelo
raesm i Sr. Pe e ra da Cist respeito das co
ureas de P rn imbueo.
Ag.ad-eem 13 lli o o m mo qic D03 fez de un
ex mpUr.
Hist riiiidiifui-iitiicx dit byaiene
O rneulno A infancia lea meessidali
ptima comida, de muito ar, de muitissimo movi-
mea'o c de um trnbalho muito mole n I >.
Eis aqu em poucas palavras os fuu lamentos da
hygiene infantil diz Boncati.
Q iS ido dizein >s ptima comida nlo entende-
mos que o po'ore leve crer-se coude.malo aati-
itifiitar mal os proprics filhoa, porque ta-nbe n
ni't:i i la e que a carne me toa neussaria, c
convm si euu lar os gostos naturne i que nos le-
ve n a s legumei, s fructas, e as cousa do.ei
mus que a o alimento carne >.
ineiiuo saiio nio ten predslo de vnho
nena de caf ou ch i, e rae ios de licoro i.
Conserva', estimulantes, e este aroma de
reserva para outras ida le.
Ar, ar puro, e muitissimo ar; e nlo s em
vossa cas*, mas na escola Ion le muirs vez;s o
miino pa-a a maior parte do seu dia.
Nlo voa oecupcis smente de sabe." seos moi-
tres slo habc's c sabios, mas vos iie:n >s visitai
aescolas de vossos filbos em diversa) hora do
da e aepirai o ar.
Ar que fede ar ralo o muitos ..ienino3 tor-
nam-3 escrofulosos mais pel> ar mau que pela m
joaida.
Confrontai os nvninM do ca nponez com es do
jornalciro, e sera serles physiologos e nm bygie-
nistas tirareis urna lelo de hygiene e das metho
res.
Um meuno que respira um ar bom, que come
ben, ente urna necessidade irresstivel de mover-
se, e agtar-se, e de contrahr aquelle centenar de
msculos, qual a natureza lhe deu quentes rseos
e que Ihes vibrara debaix da pelle, como foguetes
accesos.
E' o homem de Dante (Interno XIII;;
Che gir non s, ma qua e la saltclla.
Se o obrigais estar paralo, bater com os
ps debiixo da mesa, e so o teues fechado em
um quarto, dancar cora as cadena, saltar dos
canap e andar em roda como ama mosca im-
portuna c ineorrigivel.
E se vos enfadado, o condeinuardcs romo-
bilidade, seris o cnlpado e elle ter o direito de
desobedecer-vos. Dir vos-he-mo como Cicero.
Ferae partus suos diligunt et nos in liberos nos-
tres uti deberaus indulgentia.
" As fe ras a nam os seus filhos e nos tambem de-
vemos usar de indulgencia para cora os nossis.
_ E esta indulgencia e eta paciencia (difficil-
lissmas cousas bera o se) darlo muito saugue e
muita saud ao vosso filhinho.
O desequilibrio entre o exercicio dos mscu-
los e o do carabeo a peste da infancia, eomifn
que roe as raizes da energa na geiacao juvenil.
Logo em pouco tempo, certo, ha urna r.tca em
favor dos pobres msculos; mi3 os apostlos da
gyinnastici sao ainda muito pouos, e tambera el-
la em muitas escoLs vem a ser urna cousa pedan
teses, aborrecida, regulamentar, quo faz espre-
guicar os meninos, sem Ibes vigorar o saogue e
fatigar lh 's os msculos suavemente.
Oh Sebastiao Fenzi, ptimo e syrapathico
amigo, e poitifice maxira > da jgymuastica italia-
na, oh tu, que n i herclea robustez dos teua mem
bros dais licelo e exemplo de urna s vez da om-
nipotencia da hygiene muscular, na > canees no
tuu apostolado Prega, grita e torna a pregar e a
gritar sobre os inertes e sobre os surdos que na
Italia si muitssimos a repetcao a figura da
rhetorica que tera a maior efficaca e se consegue
para tornar populares cm Italia os exercicios
musculares; levantaremos urna estatua de ouro ;
por isso te digo que o fortalecer os msculos dos
italianos empreza mais santa do que o screver
ura tratado de numismtica ou faz-r um tratado
internacional de eommercio.
H i meninos que repugnam a gyranastica ; e
slo quasi sempre os uiiia fracos, os que precisa-
riam mais delta: insist e iazei-os mover : nihil
est quod studio et benevolentia vel amoro po
tus effiei non poscet s (Cicero).
Nlo ha nada qua possa ser feito sem escudoe
be evoleacia ou untes amor.
Vejo que a idade ue-fa^pedante e pregador.
O grande segredo para lazer gymnastiea hy
gienica a todas est era torual-a syrapathca, e
fasel-a que nasci espontanea o dezejo, nio ira-
p.l-ac.mo um dever pesado, pedante e enfaio-
uho. Tamb-im para a sa-le vale mais urna pas-
seata ao ar lvre, que urna raircha de soldado de-
baixo do prtico da escada, 6 eoavm muito mais
jogar a pulo e o correr, qu, o dar saltos mortaes
ua cacla.
A gyranastica acadmica, a que desenvolve o
mximo das forcas e cusina tambara a belleza
athletca, convm ni ais a juventude e a idade
adulta do que a infancia
Eu quero ver os ooninos correr o agad rera-se ; quero ouvil-os cantar, grtar, e fazer bu-
Iha ; quero vel os lusentes de u u ; ver tempes-
tades vi ventea, veriadeiros dithyrambos da viva-
cid a de petulante e di alegra lusttueavel. Desta
maneira os podereis d-p.is ter tranquillos e se-
rios sobre o bao di esc da e as cadeirai da vos
sa sala c podereis ter tambera a complacencia de
vel os saos e disciplinados, tempestuosos e paci-
fico ao mesmo tempo .
belltesEftietuar-so-ha :
Hoje :
Peo agente Pestaa, s 11 horas, no arinaz ni
lo Anues, de minteiga
litan fnebre* Serio celebradas :
Hoje :
A's 8 horas, na orJera tercera de S. Francisco,
por aira i de Justino da Silva Boa Vista ; s 8 ho
ras, na capella do Hospital Portuguez, por alma
de el-rei D. Fernando, do Portugal; s 7 horas,
na igreja da Soledade, por alma de Podro N)-
lasco de Mello fi-gi.
Am inlia :
A's 7 horas, ua Madre de Deiis, por alma de
Antonio Fernaniea Velloso.
Sabbado :
A's 8 horas, ni matriz da Boa Vista, na cap-d-
a do engenhi C-ibevt de N-gro i 10 boraa e na
igreja de S. Jos da B>a Esperaaca s 10 horas,
piralma de D. Thcreaa da Silva Viaira Pontual;
ss 7 1|2 botas, no Terco, p>r alrai de Antonio de
Padua da Fonseca Ventura, s 8 horas, na ma-
triz da Boi-Vista, por aliado alferes Apolinaro
Luiz de Carvalho.
PansaaelroM Cbegados de Fernando de
N ir mli t ao vapor Jaquaribe :
Jos Montero Pessoa, bichar-1 Jai B iptista
Pinbero Corto Real, sua senhora c 9 filhos, alfe-
res M-inoel Belmin da Silva, sua senh ira, 4 fi-
lhos e 1 criado, Afanoel Joaquim das Treva M i-
rnlio, Joaquim Pinto de Aira-ida Jnior, intonio
Francisco Pereira Gitrana e sua senhora, cadete
Man el Luiz Carlos Tavares e sua senhora, sol
dalo (Jaldmo P. de Castro, senteaciado Jos^ Nu-
nes da Rochi, sua senhora e 4 filho c 1 raulbcre?
expulsas por noorregiveis.
OperaeAew clrarKirn -I' rara pratica-
das no hospital Pedro II nidia 19 do corrente,
as seguintes :
Pe'o Dr. Pontusl :
HyJrocele pela pnelo e cautens icio com nitrato
de prata.
2 i istMouiias redara id.is, urna por paraphymosis
a theroio cauterio, e outra por plymosis conge-
nita a bistur.
Dilatacio pelo urethrotomia de KetaAon de atresia
do in- ato.
Pelo Dr. Malaquas :
Amp itacio da glande, por gangrena devida a es-
trangulamento da parapliymoses e cancros ve-
nerios na 'laude
Iiicislo de abces;e fri ni rego dorsal da espi-
nha.
Dia 13
Pelo Dr. Malaq lias :
Ligadura da arteria femural, p-la catgut, no
triangulo de Scsrp, reclamada por aneurisma
da pip'itea.
Talha perineal bislat-ral p lo processo presrcctil
do Nelaton, reclara i 'a por eal lio vesica!.
Casa de Deseara o Movimentc dos prc-
tos no da 12 de Janeiro ;
Existiam pr-.sos 325, enr.iram 10 sabirara 7
existem 328.
A saber:
Nacionaes 289, mulheres 7, estrangeiros 5, es
;ravos ;entenciados e proeessa los 14 ditos de cor-
rece-io 13.T.tal 32:'.
Arrac ados 3)1, senio : bons 2?S, locntes 16
-Total 304
Moviraento da cnform.iria :
Tiveram alta :
Rnniri, escravo do coronel Jlo Paulo.
Luiz, escravo de Jlo Das Castilho.
Lixcria da proa-inri. llije, 14 de
Janeiro, se extrahir a lotera a. 30, em b nefi-
cio da Matriz do Villa Bella.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
C inecicao dos Militara, se achirlo expostas as
um s e as cspher*s arrumadas em o; lera iinm
nea, apreciicvo di pebrl
i.oicrii. ue nai'i-i de ?oa:0l0O0
Esta erando lot ria, cuj -i premio gran te de
Jui.'OOOaOX), pelo novo plano, ser extrattda m-
pii't.i-ivelmeute no dia 19 ie Jan iro
OS bilhetes achain-:e a vend ni Casa Feliz
praca da Independencia m di 39.
liOteri de O: ><>0*0>< \ lotera
3G2f serie ser extrahida n icJamiri.
Tambera achara-se venda na Casa da Fortuu-j
a ra Primeiro de M:,rco u. 23.
Kiotcria do Kio A 1' parte 195 do plano
novo do premio de I se ven-
jb Ulhetes Casa da Fortuna, rm do Crespo
u ae.
liOteriadoCenr de 0-)oSooo -
Ejta lotera, eujo maior premio 10:0:)0000, pelo
o >vo plan, ser.l exIraiiiJa no da lfi de Janeiro
proaimn vindour i.
Os bilhetes acg.m-se ;i venda na Casa da For-
tuna ra Primeira di M.-.rco n. 23.
EiOlerla do Haranbao A Ia parte da Ia
lot-ra dei.sa provincia, em b emancipa-
c;ao e S inta Casa de Imc j i maior pre-
mio f>0:OOO.IO 0, eri Ja
neiro.
>cham se exposto a venda o restos des bilhe-
tes na Casa da Fortuna A ra Primeiro de Marco
n. 2B.
tsoteria de Marei Por telegrama re-
cehid i p la Ofesa feliz, sabe se qu ', na 10a parto
da II lotera extrahida era 12 do co-rente, foram
premalos os seguintes MMieros :
25.416 200:000*000
4.826 40:000000
15.044 20:000*000
34.581 10:000*1100
6.233 5:000*000
5.44 2;0 10*000
15.704 2:000*000
15.841 2:000*000
18.547 2;000*000
18.852 2:000*000
19.047 2:0"00il0
24.021 2:000*000
31.058 2:000*000
38.329 2:00i0*000
Premios de 1:000*
1.481 3.951 4.414 6.051 8.580 11.310
12.479 13.738 14.796 15.884 16.682 19.376
22.595 22.634 23.423-23.706 24.159 26.1)57
27.302 29639 32 196 38.089 39.584
ytpproxintacoeai
25.415 4-000*000
25.417 4:000*000
4.825 2:000*000
4.827 2;e00*C00
15.043 1:350*000
15.045 1:350*000
Os nmeros de 25.401 a 25.500, excepto o da
aorte grande, estao premiados com 400*.
Os nmeros de 4.801 a 4.900, excepto o premio
de 40:000*000 esto premiados cora 200*.
Osnamero3 de 15.0:)1 a 15.100, excepto o que
sabio j premio de 20:000*00, esto premiados com
1004.
Todas as centenas cuj os dous algaliamos termi-
nan, in em 10, esto premiadas com 100*, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros quo terminaren em 6 e *
esto premiados com 20*.
Mercado Municipal de *. Jos.O
moviinento deste Mercado no dia 13 de corrente,
foi o seguiute :
Entraram :
35 bois pesando 4.951 kilos.
484 kilos de pcixe a 20 res 9*680
72 cargas de farinha a 200 res 14*400
10 ditas de fructas diversas a 300
ris 3*030
20 ttboleiros a 200 ris 4*0C0
10 Suinos a 2 X) ris 2*"(
18 columnas a 600 is 10*800
44 talhos de carne verde a 1*000 44*000
20 ditos de ditos a 2* 40*000
40 compartimentos de familia e co-
midas a 500 ris 20*000
60 ditos de leguraes a 400 res 24*000
17 compartimentos de auino a 700
ris il*0O
14 ditos de fressuras a 600 res 8*400
Deve ter sido arrecalada neste dia a
quantia de 192*180
Precos do dia:
Carne verde a .500 e 320 s o kilo.
Suinos a 800, 640 e 0'X) ris dem.
Catneiro a 1* e 800 ris dem.
Farinha de 320 a 640 ris a cuia
Milho de 400 a 240 ris dem.
Feijo de 640 a 1*280 ris idem.
Maladouro Publico. Foram abatidas
no Matadouro di Cabanga 8) rezes pira o consu-
mo do dia 13 do correte raes
Ce a i te no Publico Obltunio do dia L*
de Janeiro:
.1 i nina Maria do Espirito Santo, Pernambuco,
26 annos, essada, Boa Vis'a ; tob3rculo3 pulmo-
nares.
Mara Barbosa da Concecli, Pernaabuo, 18
anuos, aoltera, Boa Vista ; febro ntermittente.
J. i Cavalcante, Peni imbueo, Ih.i, 41 anno,
soltero ; gangrena.
Antonio Gimes Pereira, Pernambuco, 25 annoa,
soltero, Graca ; berb-ri.
Bernardino, Perna nbuco, 11 dial, B.a-Vista;
espismo.
Antonia Maria d* Cinceiclo, Pernambuco, 411
anuos, casada. S. Jos ; dyseuteria.
Manool, PernambucO, 19 das, Boa-Vista ; es-
patino.
Kfuirdo, Pernambuco, 3 moz.'"/ h ipatte.
Jos Rlb.-iro do Aman I, Pcrnarabio, 68 annos,
casado; tubrculos pulm mares.
Jos, Pernam uco, 2 in 'zes, Grac i ; enterite.-
Manoel Joaqnira da Silva Paes, Pernambuco,
27 auno, casado, Boa-Vista ; tubsreulos pulmo-
nares.
wm^ammmmmmm^amm^m*
IHDICAQOES OTIS
Medico
Conanltorio ruedleo cirurglco do Dr.
Pedro de Atiahyde l.nlis Moscoxo
ra da Cloria n. S9.
O doutor M')scozo d consultas todos os
lias uteis, das 7 s 10 horas da manh,
Este consultorio offorece a commodida
le de poder cada lente ser ouvido o exa-
ninado, sem ser presenciado por outro
De meio dia s 3 horas da tarde ser o
Dr. M/iscoso encontrado no trrelo pra-
i, do Coramurcio, onde funcciona a ras-
peccSo de sade do porto. Para qualquer
i'ostes dous pontos poderlo ser dirigidos
os chamados por carta nas indicadas horas.
O Dr. Acibiadts Velloso eontiuua a ter
consultorio, na sua antiga resideocia,
ra do Barita ta Victoria n. 45 1' andar.
D consultas das 7 s 9 horas da manh
e ac le aos chamados a qu ilquor hora
Prntica operac3es.
O Di: Alfredo Gus/yir, medico opera-
dor e parteiro, restabeleeido dos seus in-
comroodo3, contina no exercicio de sua
pronsslo. ResiJencia ra da Imperatriz
u. 4, 2. andar.
Dr. Bar reto Sampaio d consultas do l
s 4 horas da tar le, ra do 13 *ro da
Victoria n. 45, 2 andar, residencia ra
do Ria liui-lo n. 17, canto da ra do Pires.
a >lt osado
Henrique Milet. Ra do Imperador n.
22, I. andar. Encarreg so de questo-s
nas comarcas prximas a3 linhas frreas.
D-. Olivelra Escorcl, 2. promotor pu-
blico, tera seu es'Tiptorio do advogacia na
ra Primeiro de Marco n. 2.
Jos-i liandeira de Mello advogado
rui do operador n. 37.
Mudanca de connultorlo
O Dr. A Iriio avisa aos seus clientes
que mu lou o k. J consultorio part a ra do
Qaeiinadc j. 4ij, 1. ailar. Consultas
lodos os das das 11 s '2 horas da tarde.
(trocarla
Furia, S'tbrnho <& C, drogustas poi
atacado. Rui Mrquez de Olinda n. 41.
francisco Uanoel d-i iiva & C, depo
utarios do toiis as esp tciaJJdsdea pliarma
futiros, tiiiUis, drogas, productos chimics
e medicamentos htimceonaticos, ra do Mar-
iucz de Oliutia n 23.
Botica frunce..- e droxaria de Ron.
quayrol Frre. arerssores
A. de Cao m
Nesto esfabclociraento fundac o desde
1821 encontrase os productos chlraicos
irogas, tintas, leos, pinceis, verniz"8 das
inelhores marcas ; toias as esp3calidades
pnarmsceaticaa dos legitimos autores, um
variado sort monto de liradas o aguas mi-
neraes, os granulos dosimetrico; de Burg
grave e productos especiae3 da Flora Bra-
silcira. '22 ra da Cr^z, Recito.
errarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de campia
do Francisco doj Santos Macedo, caes de
Dapibaribe n. 28. N'este grande cstabel?-
cimonto, o primeiro da provincia n'csto gf>-
ucro, compra-so o vende-se madeiras de
todas as qnalidades, serrase madeiras de
conta all lia, asaim como seprrparam obras
de carapira por machina e por precos sem
competencia.
IUIVEL



Diario de PernambncoQuinta-feira 14 de Janeiro de INM>


PDBLICACOES A PEDID?
Ima c-indidatora sympathica
O dia 15 nos bate porta. Nesse dia o povo bra-
zileiro deve decidir a sua propria sorte no gran
de jury nacional.
Nenhum braiileiro, nenhum pernambucano do-
ra concurrer coa o sea voto para a morte de auna
liberdidts, nem para o dommio do filhotismo e da
ignorancia presumida.
Nenhum des partidos deve despresar os horneo s
de mereeimento e de s^rvicos para procurar < s
candidatos de ocoasiio, os pescadores de aguas
turvas, que tudo querein ser, sem nada merecerem
e aindamis com exclusio d'aquelles que nos dia
do ostracismo sacrificaram os seus cummodos, os
seus interessjs e at mesmo os favores, que mul-
tas vtzes se dispensam aos adversarios condes-
cendeutes.
Das eotrauhas do partido conservador surg
candidato deputacio geral pelo 2- districto elei
toral desta provincia o l)r. Jos Nicolao Tolenti-
no de Carvalho. Conservador de principios, ca-
rador inabalavel, lutador heroico nos dias da ad
versidade, certameute nao poder ceder seus di-
reitos adquiridos no campo da lealdade, aos fidal-
gos, que se accomraodam a todas as epcch ts, e
que servem de boa vontade a todas as polticas,
at mesmo nos cargos de completa confianca.
O Dr. Tolentine Jo Carvalho nao se iinpoe pe-
las franja, Hem pelas falsas spparene'as, impoe-
se pelo direito e pela raziio, impo-'-.-e pelos serv-
cos, impoe-se pelo seu carcter inabalavel.
(lando 11 ultima refirma veio tornar o eleito-
rado indepi'ndente, quando o eleitor nio mais
urna feitura partidaria, mas urna eren tura da le,
por certo ser vergouhos > que os conservadores
do 2." districto, encravado no coracio de urna ci-
dade cijttisada, desconhr'cam o merite do ver-
dadeiro ce-religionario, e cravam Ihe no peito a
seta homicida, para darera mo a quem se
acha to datante do arnor da provincia, quanto
da dedicacio partidaria.
Faz se mister que se v derrocando o imperio
das especulacoea e animaudo-ae as aspiracea
justas, porque 60 assim pederemos afugentar os
polticos sean crencas, e encorajar a modestia e
a forca da conviccois.
O Dr. Tolcntino de Carvalho tudo deve ao seu
trabalho e ao seu merec men o. Hornea se ver i e
poltico sem macula, saerifieou sua mocidade
em prol do partido conserva ior, que boje deve
pagar-lhe a divida de honra, enviando o ao seio
da reprasentacao nacional.
Nao militamos em nenhum do arraiacs polti-
cos, que actualmente dividem a provincia, e por
isso, como simples espectadores do que se yai pas-
sando podemos dcsapaixonadnmente dividir o joio
do trigo, e dizer :O legitimo candidato dos con-
servadores independentes e briosos do 2. distric
to o Dr. Jos Nicolao Tolentino de Carvalho,
aquelle que as lutas mais renhidas foi sempre
visto a par d>s amigos, de arcabuz erguido con-
tra as phalanges adversarias.
O eleitorado presente nio mais o eleitorado
feito pelas bayonetas do governo, n'?in pelos cace
tes dos capangas. E' um eleitorado grave e frito
pela lei, e que por sso deve ter consciencia dos
seos actos. O oleitor que trahe a sua cons :ieneia,
desprezando o aierecimento para fazer urna torpe
barretada ao mrito das lentejillas, deve rasgar
0 titulo envergonhado e cobrir a face para eaco
brir as eontraceoes que sempre suceedem ao acto
degradante.
Os conservadores do 2. districto nuuca poderuo
esquecer o seu compsnhere de lutas, o seu amigo
de todos os dias.
(Lanlerna Mgica.)
Ao Dr. Jonqu 111 Loureiro
Quando se honra o v&ritAairo mrito,
nao se faz favor e meaos adulacSo, o
que sa d relativamente ao digno escula-
pio cujo illutre nome cima vernos.
E certo disto venho do alto da imprensa
pagar urna divida de gratidSo le rpe Ihe sou
devedor pela maneira attenciosa porque
tratou minha presada esposa nao s por
occasio de um parto laboro issimo como
as consequaneias d'elles, e que somonte
devido a grando pericia ele to distincto
quanto d-sinteresaaio mlico a pidia ter
salvado, e a:hi-se carapletanuate reata be-
lecida.
O Dr. Loureiro j bastante conhecido
nesta cidade e principalmente na freguezia
do Pojo da Panella onde me acho tempo-
rariamente e posso dizer que a providen-
cia d'aquella freguezia, pois, nao tem hora
?uo nao acuda ao chamado, as vozes para
zer un*, parto em pessoa que at o me-
dicamento fornecido por elle !...
Dizer isto tem se dito tudo, aceite o Sr.
Dr. Loureiro os meus sinceros agradec
ments pelo bem que praticon a minha
esposa, e a amabilidade e delicadesa com
que sempre Be manifestara pJas diversas
occasioes em" que se fez necessaria a sua
presenca, o que muito pnhorou ao seu
amigo e obrigado
Apipucos, 12 de Janeiro de 1886.
H Macid da Silva.
damelleira
Lendo na Provincia de G do correte, urna cor-
respondencia datad* desta villa, em que um nobre
estradeiro, que procura viver custa da humaoi-
dade, coia unha de gato pretende ferir com faetos
imaginarios a minha vida, quer publica, quer pri-
vada, venho do alto da imprensa pretcstar centra
as negras calumnias vilmente adradas contra mi-
nha humilde pessoa, e provoco o seu autor a fa
ser-se conhecido do respeitavel publico, para en-
tramaos em ajaste de cantas.
Eutio provarei ezhuberantemente perante a
opiniao publica sensata, que sempre teuho sido
exacto cumpridor dos meus deveras e illibado em
minha vida privada; se porm esse embusteiro
conserrar-se acobertado com a capa do anoayoo,
o seu silencio ser interpretado como a mais ro-
busta e convincente pro va ds ter elle me calum-
niada e de ser eu victima innocente do sen- des-
peito e furor satnico.
Nao obstante, a exemplo do. Divino Meatre, per-
do ao meu inimigo gratuito esta offensa, c nao
cessarei de rogar a Deus para que lbe conceda o
espirite de justic e de caridade.
Villa de Oamelleira, 11 de Janeiro de 1886.
O vigario, Antonio Graciano de Araujo Ouarita.
tarso de piann
Reabrrlura
NO DIA 8 DB JANBTBO
Au'a, todos as tercas e sextas-feiras das
5 botas da Urde em diante
78-RA DA IMPBlATRIZ-78
AVM elei torea do 1. dia trelo do
eeife
Meus caros concidados.As demonstracoes de
aympathia p mular com que a cidade do Eecife j
tanto me tem exaltado dispens un me de definir o
alcance poltico da minha candidatura. Direi so-
mente que ella representa do modo mais notorio
urna dupla baudeiraa da Abolicio e da Federa
ci.
A Abolicio quer diaeia provincia sem eacra-
vos, livre de urna ves para sempre da nodoa d
urna instituicio que a vergonha criminosa do
paiz.
A Federado quer dizerPernambuco restau-
rado, governandose por sua propria renVxio e nao
sendo gsvoruado de lenga; voltan io ao seu vigo-
roso crescimento de outr'ora ; ap jileando os seas
recursos ao desenvolvimento de sua riqu< za e ao
bem estar di sua p opulacio ; dando-ie a si mesmo
leis adequadas ao seu adiantameuto e s suas es-
plendidas tradiccoes, crescendo em summa, como
cresce nm Estado livre bem governado, em vez de
ser conduzido como ha de ser pulo actual regim -u
desolacio, m> ndicidado, e fime.
Taes aspirares nacientes elevam a minha can
didatura cima do terreno estreito das noasus
luctas polticas e francamente a collocam n'esse
planalto do futuro onde todos es Brazileiros que
queiram a hberdade total de nossa patria eos Per-
nambucanos que sonbem com a resurreicio do
prestigio de nossa provincia, po lerio encontrar se
sem faltar sua honra poltica, qualquer que seja
a bandeira sob quetenham militado.
Nao ser com demissoea at de pebres artistas
reduzidos miseria pelo crime de terem ideas pro
prias, nem ere-indo-se embaraces diacussio pu
b'..ca das candidaturas, que o gobern ha de im-
pedir a reappancio do antigo espirito Pemambu
cano. Essa prctencio de marcar os eleitores com
o stgma de vassallos do voto servir somante para
ainadurecer mais aepressa a conviccio de que a
escravidao por um lado e por outro o gov-rno de
pio-conaules imperiaes nio recuanam nem mesmo
diante da empreza odiosa de reduzr esta provin-
cia, sm que ha dous seculos Mauricio de Nassau
va encantad) o bergo de um grande Estado,
coudicao de um Paraguay onde at mesmo 01 ci-
dadios eram propriedade do governo.
Cada homem que exerce o direito de voto tem
obrigacio de salvar a sua propria dignidaie, e nos
paizes onde e'le nio pod fazel o sem sacrificar o
pi da familia, a guerra civil existe de tacto nos
coracOes e fermenta nos odios accumulados entre
conquistados e conqui^tadorej. Ea pela minha
parte protesto solemnemente, em nome da unida-
de moral do povo Pernambucano, contra esa 1 po-
ltica de espionagem, de denuncia-e de persegu-
ci que pode dar a eeta capital, cajos filhos deve
rio todos esti oar-se como comprovincianos, o as-
pecto de urna cidade nocionalista oceupada por
urna guarnicio inimiga.
Feito esse protesto entrego a minh 1 eleicie ao
eleitorado do Recite. A causa nio minha s,
de todos. O Kecife saber desmentir os que ga-
bam de que o enthusiasmo pelas ideas ni > resiste
no Norte pressio orticial e de que somente no
Sul que o eleitor livre derrota ministros. A Es-
cravidao na* eletcxies pastadas affrontou aberta-
aente o governo, eu fago votos para que a Lber-
dade tenba pelo menos a coragem da Escravi
dao.
Eleitores do Recife, se os piucos servcos que
tenho prestado ao progresso moral da n >ssa patria,
e que j tem sido tio altamcutj recompensados
pela grandeza d'alma d'esta provincia, me valerem
de novo a honra da vossa escolha, contnuarei na
Cmara a dupla cruzada nacional da Libirtafio
dos Escravoa e da Independencia Federativa das
provincias, e, forte do vosso eeho, a minha voz
servir ta.nbein para affinnar as aspiraciies, arti-
cular os soffnmentea, e re:vindicar os direitos da
raassa geral da Naci.
Recife, 25 de Dezembro de 1885.
Jaaqtiim Aurelio Nab/tco de Araujo.
-------------^oaeo------------
Aos eleitores do 1" districto
Nio me sendo possivel poi falta de tempo vi-
sitar n'estes tres ltimos dias o eleitorado liberal
e abolicionista das treze seccoes do 1" districto
peco a cada u o dos Srs. eleitores que me descul-
pc essa falta involuntaria. Comecei a percorrer
O districto sem faier iistincces nem estabelecer
preferencias entre oe eleitores d'aquellas opinies,
mas houve diffleuldades imprevistas que me fize-
ram consumir as primeiras visitas muito mais
tempo do que eu imaginava ser preciso e boje as
vesperas do da da eleicao sou toreado a r-iconhe
cer qne nio me seria materialmente pojsivel visi
tar pesioalmente o eleitorado todo.
Deixo pois sem procralos agora pessoalmente
muitos dos meus prhicipxes auxiliares n'esta e as
outras eleice e grande numero de comprovin-
cianos e correligionarios que me fizeram as elei-
co.'s passidas a honra de receber rae em suas ca-
sas, certo de que todos faiao justica ao desejo que
eu tiuha e tenho de pedir-Ibes de viva voz re-
novarlo do mandato que me confiaram.
A todos enviei a minha circu r acompanhada
do discurso que pronuncie! no dia da apreaenta-
cio do miiiijieri >r gipe. Se alguma nio foi en-
tregue uio foi i de previdencia cm orga-
nisar-seal'i > segura de tio grande na
mero de cart todos os que votaram por mim
no escrutin de Janeiro paseado, tenho o de-
ver de pe ae pronuncien? sobre o desempe-
uh) que I ja procurado e aobre a fidelida
de com que e\ cntei os meus compromissos.
Aos que n'aquelle tempo nio estavam ainda
alistados ou se abstiveram de votar ou nio vota-
ram em mim, ser-me-ha licito manifestar a espe-
ranza de que por nm lado a nova bandeira que
levantei no parlamento da independencia admi-
nistrativa e da limitacio dos encargos genes das
provincias e por outro lado o progresso feito pela
consciencia nacional no sentido da abolicio e o
apasigname ito conside'avel das paixoes suscita^
das por ella coneorrerie para decidilos ainanha
a me darem o voto qne nio puderam ou nio qui-
zeram dar-me boutin.
Confio na generosidade, o cavalheirismo e na
lealdade do carcter pernambucano e acredito que
mais esta eleicao se pasear sem que nenhum dos
meua concidadios tenba motivo de queixa contra
mim, assim como preso-me, de nio guardir o m-
nimo resentimento contra nenhum d'elles e pelo
contrario experimentar verdadeira gratidio p*ra
com muitos e sincera e boa vontade para com todos.
Recif', 12 de Janeiro de 1886.
Joaquim Aurelio Nabuco de Araujo.
Eleicao gerai
SEGUNDO DISTRICTO
Carta circular
Illm. Sr. Tenho a honra de dirigirme V
S. para, na qualidada de candidato deputacio
geral pelo 2." districto desta provincia, solicitar
nao s seu voto como sea apoia e valinsissimo
concurso.
Nesta occasiio nio me licito oceultar as con-
dices em que tenho collocado minha candida-
tura. Natural deate diatricto e nelle reaidente,
Lis de urna ves fui eleito seu representante na
Asserabla Legislativa Provin nal. A esse facto
jnuto ainda o de haver representado, na meama
Assembla, por motivo de inoempatibilidade legal,
o antigo 5.0 districto elei toral, e prestado em di-
verasa cargoe de adminiatracio os nrvicos com-
pativeis cem as habilitacoes que exhib e deixei
sujeitas apreciacio de meus concidadios.
Apresentando me, pois, a impetrar, hoje, os
sufiragios de que careco para representar o mes-
mo districto, aa cmara temporaria, appello, so-
mente, para a independencia e alto criterio do
eleitorado.
Aceito, com a maior satisfaclo, o sfn veredic-
tum, convencido coaoo estou de que, con o actual
systema eleitor*!, a eicolha dos representantes
do povo deve aer feita com .a mxima iiberdade e
extreme de toda a ntervencio ofiicial.
Neate sentido anima me o erapenho em que
et o governo, j manifestado pela recommenda-
cio que, a aeus delegados, fez em cii colar de 30
de S tembro ultimo.
Fundando, portanto, minha preteneio nos ele-
mentas que aqni ficara expostos, nutro a nais
tlraM eonviccao de que sio e'Jes suflicieiites para
jaetificar sna legitimidade.
E, agradecendo, desde j, a attencio com qe
V. 8. se dignar de receber minha humilde aslici-
tafio, sou com todo o respeito e particular es
timaDe V. S. attencioeo migoe criado obrigado
ot Nicolao Tolentino de Carvalho.
Vi de Desembrode 188b.
O orgio do partido liberal parece que no desea-
pero em que se v por Ihe ter fgido o poder, do
qual abuaou de forma a estragar o pa z, que nio
poda mais tolerar urna poltica de compressao,
anarchia e desmandos, pretende agora restaurar
o imperio da defamacio e mentira e por isso tudo
escreve, anda que tenha sciencia e consciencia,
que tudo quanto diz, nio pode eehiar na provin-
cia que conhece esses liberaes anarchistaae que os
vio, quando no poder, arrninar o pa do pelos disperdicios dos dinheiros pblicos e aca-
bando pela anarchia e r assassinatc de seas ad-
versarios, cobardemente trucidados nos templos
quando procuravam exercer o'direito do voto !
Ah estio as sanguinolentas aceas da Victoria
e S. Joi !. ..
E queixam-se hoje do governo, dizendo que de-
pois de urna derrubada a: provincia, espalha for-
ca para comprimir o voto do cidadi) e conatrange
o empregado publico a ir votar contra a sua con-
viccio.
Quem nio v nessaa asseveracoes o desespero
da derrota que Ihes bate a porta como intimando-
ihes a condemnauio da sua poltica de ruins pai-
xoes.
O governo tem feito derrubada ? mas porque
nio apontaea os empregados demittidod ? que
tendea consciencia do contrario, e que a excepcio
dos empregos de polica, e dos de inteira confian-
ca, urna ou outra demiscio tem havido filha uni-
cameate da conveniencia publica. E depois se
tem havido essa derrubada como o governo procu-
ra intimidar os empregados pblicos ?
Estar intimidando os seus correligionarios ?
E' muito desazo.
Ainda mais, senio confiaes no governo como
todos os dias Ihes pe lis providencias ?
E' que tendes confianea na adminiatracio e sa
beis que o prndente um cidadio que tem um
nome conhecido no paiz e que s quer a justica e
o direito, desojando a victoria das amas como a
sabem alcanzar os conservadores que ainda hon
tem, quando fra do poder, conseguiram nesta pro-
vincia a maioria de seus representantes.
Dizeis qne o governo espalha forca para com-
primir o voto, entretanto nio apontaea para onde
tem ido esta forca ; alm da que, se tem sahido
ella, como dizeis, em tio grande escala, come exis-
tera neta capital grande numero de soldados para
obter-ae o resultado eleitor.il ?
Todos sabem q ue a forca existente na provin -
cia diminuta e por tanto ou mentira que te-
nha sahido em grande escala pura fra da capi-
tal, ou quando tos3e urna verdade, pouca ou ne-
abutna exiatira aqui.
O orgio da partido liberal nio paasa de um vi-
sionario que s escrevo para tora da provincia.
Nos os conservadoras que temos como principio
a ordem e a Iiberdade moderada, desejamos
triumphar as eleicoes, porm com aquella calma
e moderacio que nos propria. Saliremos ven-
cer p la maioria do paiz, sem que nos intimidem
as bravatas anarehistas contra as quacs taremos
o direito ea forca como garanta.
O dia 15 de Janeiro e3t prximo e os pernam-
bucanos saberio mostrar que a Iiberdade nio o
apanagio da anarchia, nem o direito o symbolo dos
deaordeiros derramando o sangue de aeus conci-
dadios.
Rectifica^o
Muito agradeco em nome dos victorienses meus
conterrneos as benvolas expreiaes do autor da
noticia, publicada co Diario de Pe-nambuco de
hoje a ib a cpigraphe : Inauguraba o da Eataclo
da Victoria.
Entretanto devo corriga- um equivoco, declaran-
do que nio me cab exclusivamente a honra de
ter preparado a casa era que S. Exc. o presidente
da provincia com sua Exma. familia paseou algu-
nas horas.
A modesta reeepcib que ae fez ao digno admi-
nistrador da provincia e aos amigos, que o acora-
panbaram, foi promovida tambem por outros ami-
gos residentes n'aquella localidade.
E em geral todos se esforenram para obsequiar
como Ihes foi possivel aos seus Ilustres hospedes.
Recife, 3 de Janeiro de 1886.
Jone francisco de Ooei Cavalcante.
Sanco de Crdito Real em
Pernambuco
Este Banco, autorisado pelo decreto n. 9457 de
11 de julho de 1885, dar coroeco as suas opera-
cues no da 2 de Janeiro de 1886.
As opeacoc* fundameniaea o Raneo sao :
Fazer eraprestiraos de quantia nio inferior a
5:000*000 sjbre hypotheca de bena immoveis a
longos prases com amortisacie por annuidades.
Estes eraprestimos serio :
Contractados por tempo nio mencr de 10 annoe
aobre primeira hypotheca constituida, cedida ea
subrogada.
Feitos por metade do valor doe immoveia ru-
raes oa por trez quartos djsarbanoa em lettraa
hyo lOOiOOO cada urna urna e do juro de 7 0|0 aoaono.
Reembolsados por meio de annuidades pagas
pelos mutuarios em moeda csrreutc, divididas em
semestres.
Ob emprestimos podem ser pagos antecpada-
mente no todo ou em parte, em moeda corre ute ou
em letras hypothecariaa ao par, a vontade dos
mutuarios.
As annuidades comp'ehendem o joro conven-
cional, a amortisacao do capital mutua io e a com-
miaoio de 1 0|0 ao Banco
Na base dea juros de 80j0 ao anno,a tabella das
annuidades para 1:000000 a aeguiate:
Contratos por 10 anuos lr>5*8j0 annuaes
15 1241059
. > 29 109J345 a
> 25 101|906
. 30 970336
No escriptorio do Banco roa do Commercio n.
34, dar se hio os domis esclarescimentos necea-
aarioa.
Reeife, 31 de dezembro de 1885.
Pelo banco de ere lito Real em Pernambuco,
Os administradores
Manuel Joio de Amoriin.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Luiz Duprat.
C0LLEG10
DE
Nossa Seniora ii Pealia
Roa do Bario de ft- liorja n.
. outr'ora do Sebo
Os trabalhos deste instituto de educacio de me-
ninas, fondado em 1876, comecam a 11 de Ja-
neiro.
A directora, bavendo-se transferido para o pre-
dio cima dito, de ptimas coodces para estabe-
cimentoa desta ordem, tendo longa pratica de ma-
gisterio, desde 1873 e auxiliada por habis profes
sores, espera continuar a merecer a confianca doa
Illms. Srs. interesaados.
Enaina-ae : primeiras letras, portugus, france
inglez, allemio.geograpbia, historia, msica, piano
desenho, costuras e bordados de diferentes g-
neros.
Augusta Cameiro.
COLLEGIO
DE
XossaSenlio da Paz
Rata do Roro da Victoria n. IO
A directora deste collegio fas sciente aos Illms.
Srs. pas de familia de que no dia 18 do correte,
comecario a funecionar as aulas deste instituto, e
que continua a esperar a confianca e coadjuva-
cie de que a julgarem merecedora aquelles Srs.
estoreaado-se e la para mais urna vez corresponder
aquel'a confianca.
Recife, 7 de Janeiro de 1886.
A directora,
Mara da Pas e Freitas.
to
33Ra do Visconde de Albuquerqne33
As aulas deste estabelecimto de instrncoio e
educacio abrir-se-hio ao dia 7 do crrante.
O director,
Olintbo Vietor.
lnternato e Externato de Instrucco Primaria
11 de Maio para meninas e meninos
SOB A DIRECOO DE
OlOfilCi ARGENTINA DOS SANTOS
Prapa do Conde d'Eu. entrada pela ra do
Hospicio n. 2 andar
Alcm do ensino s alumnaa externas, admittem-se algumas pensionistas.
^ As materias leccionadas sao as que em geral se professatn om instituic5es
desta i|ktureza. Haver urna seccjlo de instruejao secundaria logo ue haja alumnos
em numero suficiente para isso.
S 8er3o admettidos meninos at a idade de 10 annos.
As condiySss sio as soguintes:
Internos por trimestre................. 1305f'00
Meio pensionistas.. e................ 70(JOOO
Externas.......................... 150000
Enxoval, roupa lavada e engommada segundo as condi^8es que forera ajus-
tadas com a directora.
Pagamento por trimestre adiantado.
Para inforraagSea os interessados podem dirigir-se aos Drs. Joao Barbalho,
Pinto Jnior, Pereira do Carino e aos Srs. profesores da Escola Normal da Socieda
de Propagadora da Instrucc3o Publica da Boa-Vista.
Philoiophia
Horacio de Almeida Gumaraes, approvado plena-
mente;
Joio Ignucio Cabral de Vaae jncellos, dem.
Cincinato Camboim, idem.
Pompeu Loureiro, idem.
Eduardo Innocencio Ferreira da Silva, idem.
Repro^adca 1
Approvadoa com distinecio S
Appi"vados plcnaorente G
Approvados
ToUl ll
Reprovados 6
Matricnlaram-se as academias do imperio 7
Para conhecimento publico o director iodo col-
legio declara que os curios do .futuro anno lectivo;
comecario a 15 de Janeiro de 1886.
Recife, 24 de Dezembro de 1885.
O director
Jos Ferreira da Crm Vira.
Iiistilulion Francaise de
Demoiselles
Rna doBaro deS. Borja n. 50
(antlga do Seno)
0 anuo Mo Ueste collegio
em 1 de Janeiro de
i
I. Adour.
Collegio Nazareno
Ra do baro de S. Borja ns.
IH e IO
Este estabeleciment de instruccEo pri-
maria e preparatoria acaba de transferir
e da cidade de Nazareth para esta capital,
ra do bario de S. Borja, ns. 38 e 40,
onde de 11 do corrento em diante franque-
ar suas aulas ao publico mediante as
contribuicSes seguintes:
Interno, por trimestre adiantado
Meio pensionista de 1." catego-
ra,, hiez adiantado
Dito de 2.a, idem
Dito de 3.a, idem
Externo, cada aula, ilem.
Para mais ampias informacSes, no esta
belecimento, onde se distribuem os estatu
tos e regiment interno
1505000
35,5000
25.JOO0
20,5000
50000
Lista dos approvados em Fevereiro e
Novembro de 1885, nos exames que pres-
taran! na Faculdade de Direito.
Portugus
Arthur Vieira de Mello, approvado ple-
namente.
Antonio Paulino Cavalcante de Andra-
de, idem.
Mara do Carmo de Albuquerque Neves,
idem.
Mara d'Oliveira Cavalcante, idem.
HisbelloFlorentinoC.de Mello, idem. Francisco Augusto Pacheco, dem.
Man .el Egidio de Azevedo Silva, appro Amaden
vado.
Antonio Pereira de Moraes, idem.
Fabriciode Arruda Wanderley, idem.
Francez
Hisbello Florentina, C. de Mello, appro
vado plenamente.
Fabricio de Arruda Wanderley, appro-' Jos tf
vado. ,Jos
Jobo Ignacio Xavier de Andrade, idem.
Os femi-internos do curso secundario 100^000
Lavagem e engoramado de roupa 20f OO1}
Externos da curso primario 204000
Externos por qualqucr classe de curso
eecundario 1500O
Por qualquer classe de artes 15000
Piano 30/000
Resultado dos exames de instrucclo prima
ria.fprestados pelos alumnos do collegio
durante o aano de 18S5.
Antonio Augusto Ribeiro, approvado com dis-
tinecio.
j Antonio Fernandes Ribeiro Jnior, idem.
j Antonio Augusto Pereira da Silva, idem.
1 Jos Al ves dos Santoa Mergulhio, approvado ple-
mente.
Manoel do Nascimento Pontea Jnior, idem.
Jote Cyrillo doa Santos Ferreira, idem.
Manoel Joaquim dos Santos Ferreira, ilem.
Joio Liberato Pereira de Mello, idem.
Joio da Silva Loyo, idem.
Albenco dos Santos Coimbra, idem.
Vtanoel da CunhaBrandio Jnior, approvado.
Jos d* Cunha Brandio, id id.
Jos CampoB Pereira, idem.
Silvino Quilherme de Barros, dem.
Resultado dos exames officiaes prestados pelos
a'umn.s do collegio em 1885.
Pertuguez
Carlos Adour, approvado com distinecio.
Manoel Solano Nunes Machado, approvado plena-
mente.
Jos Martina Fiuia, idem.
Joio Manoel Pontual, idem.
Jos Fiorlindo do Naacimento, idem.
Amades dos Santos Coimbra, dem.
Jos Nevej^Tavares, idem.
Bernardo Cmara, dem.
Carlos Ferreira Coimbra, idem
Augusto da Costa Ferrera, idem.
Manoel Marqac-8 Amorim Jnior, idem.
Manoel Goncalves Nunes Machado, dem.
Joaquim dos Santos Lessa, idem.
Natalicio Camboim, idem.
Antonio Ayrcs de Almeida Freita8, approvado.
Luiz Gonzaga Muniz Nunes, idem.
Alfredo dos Santos Lessa, idem.
Manoel Carpinteiro Peres, idem-
Francisco Augusto Pacheco, idem.
Arthur Cysnriro, dem.
Eugenio da Costa Ferreira, idem.
Reprovado 1.
Francez
Menoel Marques ds Amorim Jnior approvado
, com distinecio.
Olavo Carneiro de Albuqutrque Maranhio, idem.
Adolpha de Almeida G/uimaraes, approvado ple-
namente.
Manoel Goncalves Nunes Machado, idem.
Carlos Ferieira Coimbra, idem.
Joio Ferreira da Costa Lima, approvado.
Manoel Martina de Amorim, idem.
Antonio Ayres de Almeida Freitas, idem.
Bemvindo Loureiro, idem.
Zenon Loureiro, idem,
Nntilicio Camboim, dem.
Jos Manoel Lina Wanderley, idem.
Joaquim dos "-utos Leaaa, dem.
Bernardo C t1, idem.
Inglez
iiza, approvado com distinecio
. do Nascimento Lima, approvado
.e,
Han oor, idem.
Jos Geraldo Gonsalves Guerra, idem. jcaol, naci Cabral de Vasconeenos, idem.
Manoel Egidio de Azevedo, idem. Antonio Emi io Salles Abren, apprevado.
Antonio Paulino Cavalcante de Andra- Manoel Solano Nunes Machado, idem.
de idem "*0'to Man"el Pontual, dem.
',, Y n i' u r> I Areoncio Camboim, idem.
Manoel Pereiw de Moraes (.ysneiros, Zeferin0 da s|Veira Poutnal, idem.
idem. La-.im
______Inglez J8 Mrthw Fiuza, approvado plemamente.
Mara de Oliveira Cavalcante, approva-' J^^?^ ^,^ ^
da com distmccSo. Bernardo Cmara, approvado.
Mara do Carmo do Albuquerque Neves, Celso Coiombano da Costa Oirne, idem.
ide u J* Gaspar da Silva L 'yo, idem.
Antonio Paulino Cavalcante de Andra- A*^^^m' "
de, approvado, plenamente.
Octaviano Coxdeiro Coutinho, idem.
Jos Ignacio Xavier de Andrade, appro
vado.
Latim.
Joaquim Gregorio Pessoa Guerra, ap- Cincinato Camboim, idem.
provado plenamente. Antonio Emilio S .llea Abreu, ideas.
JoaojW Lopes de Albuquerque, ap- *%?$ %$"
provado. Carlos Adour, idem.
Jos Ignacio Xavier de Andrade, idem. Joo Ignacio Cabral de Vasconcelloa, idem.
Aritbmetica Alfredo da Silva Loyo, approvado.
Octaviano de Arruda Coutinho, appro- J
vado plenamente.
Manoel Apolinario de Almeida, appro-
vado.
Geographia
ambos plenamente.
Geographia
Olyatpio Freir de Vanconcellos, approvado com
distinecio.
Lenidas Dattos Torres, approvado plenamente.
Celso Coiombano da Costa Cune, dem.
Zefcrino Pontual, idem.
Os
meamos,
Alfredo Osorio de Cerqueira, idem.
Manoel Martins Amorim Jnior, idem.
Historia
Eduardo Innocencio Ferreira da Silva, approva-
do plenamente.
Olympie Freir de Carvalho, idem
Joio Ignacio Cabral da Vascoacelloa, idem.
Nio mencionio-se aqui aa approvagSes Cincinato Camboim, idem
abtidas no Rio Grande do Norte.
Recife, 5 de Janeiro de 1886.
Jos d Oliveira Cavalcante.
COLLEGIO
Instituto Acadmico
Horacio de Almeida Guimaries, idem.
Pompeo da Silva L >ureiro, idem.
Joio Fr a isco d'Arrnda, idem.
Arithmetica
Carlos Dantas Bastos, approvado com distinecio.
Jos Martin a Fiuza, approvado plenamente
Joio Ignacio Cabral de Vaaconcellos, idem.
Cincinato Camboim, idem.
Joio Francisco de Arruda, dem.
Horacio de Almeida Gumaraes, approvado.
Antonio Enjilli Saltea Abreu, idem.
Geometra
Olympio Freir de Carvalho, approvado plena-
mente.
Sebastiio Lins Wanderley, idem.
Carlos Dantas Baa'os, idem.
Joio Ignacio Cabral de Vaaconcellos, idem.
Cincinato Camboim, idem.
Horacio de A'meida Guimariea, idem.
Joio Francisco de Arruda, idem.
Rna do Vlseonde de Coyanna
n. 153 (Mondes*
Eate collegic catabeleiido em um doe mais vas-
toa edificios desta cidade, acha-ae conveniente-
mente preparado para receber alumnos internos,
semi-internos e externos.
A stasele do edificio em un dos luga-es mais Pomp.-u Loureiro, approvado.
hygienicos, a disposicio dos saioes de estudos e........AIeDra, ,
dormitorios de ajccordo com a boa disciplina, a ex- Heracio de Almeida Guimariea, approvado plena
callente chcara para recreioa, o corpo docente e mente
a longa pratica do director naa materias do ensino Cincinato Camboim, idem.
devetn aer penhorea assaz suficientes de ptimo Pompen Loureiro, idem.
desenvolvimiento physico, intellectual e moral da Carlos Dantas Baafxs, dem,
infaneia. Reprovados I
Pensoes e honorarios I .. Rneton<
Os pagsmentos sio feitos adianUdamente por Jo? Martina Fiuza, approvado plenamente,
trimeatre. J"* da Silva Loyo, approvado.
O director nao fornoce objecto algnm ao alumno Areoncio Camboim, idem.
aalvo convenci de seu pai ou tutor. Joio Manoel Pontual, dem.
Os alumnos internos pajrario par tri- Horacio de Almeida Guimariea, idem.
meatre 1504000 Bernardo Cmara, idem.
Oa eemi internos da escola intan 7S#000 Reprovadoa i
Este estabelecimento de instrucelo pr
maria para o sexo femenino tem a sua sed
em urna confortavel cbacara na Ponte de
Uchoa n. 10.
As materias ensinadas no collegio sao as
seguintes: religiao, portuguez, francez,
inglez, alleraao, historia, geographia, piano,
desenho, pintura, bordados e flores.
As 1 inguas falladas no collegio sSo : a
franeeza, ingleza e alletna para as quaes
tem mestras que residera no collegio.
A8 directoras encarregam se segundo a
vontade dos pais de preptrar as alumnas
para fazor exames na Academia.
Lista das alumnas que fizeram exames
na Academia:
1882. D. Julia de Oliveira, inglez distinc-
cSo, francez plenanientee
D. Izabel a. Pires, idem.
1884. D. Maria Eugenia de Mattos, inglez
distinejao, francez idem, portuguez
idem.
L885. D. Mia C. Moateiro, inglez di.
tinecio, francez plena nente.
D. Flavia Cata o Lopes, francez plena-
mente.
Directora,
Attna Carroll.
Jlev mina MichaSlis.
Collegio Sete de Janeiro, para o
sexo feminino
A abtixo ass gnada, avisa aos Senhores paes de
familia, tutures e correspondentes que a 7 de Ja-
neiro prximo, na ra do Visconde de Pelotas (an-
tiga do Aragio) n. 1, abrir um collegio para edu-
cacio e intruccao de meninas. Sob sua direccio
e com o auxilio de professores e profe9soias com-
petentemente habilitados, nelle se cnainarao aa
primeiras letras, portuguez, fran -ez, geographia,
desenho linear e de figuras, msica e piano, toda
qnalidade de trabalhos de agulbas c de flores.
As condico>8 para admissio sio as geralmente
adoptada3 n' s cstaSelecimentos de igual natureza,
havendo, porm. reduccio de preco.
Afiance a boa hygiene, e-Juc 9I0 esmerada e
toda dedicacio c zelo na nstruccio.
Pode-sc desd. j tratar na referida casa.
Recife, 4 de Dezembro de 1885.
A directora,
Leopoldina de Siqueira Varej&o.
Hotel Petropoiis
Em Palmares, junto a eslaro do
cnminlio de ferro
Com quanto a ct.sa nao tenha tirado lucro at
agora, anda assim continuar at o nm da safra.
Pede-s aos Srs. passagoiroa a bondade de o visi-
tar. A meaa para todos qae estiverem decente-
mente vestidos e se portaiem bem : na ebegada
dos trena ella est prompta e ha tempo pois quem
sobe tem 50 m inutos e quem desee 1 hora e 5 mi-
nutos.
Esta hospedar j sendo de grande utilidade para
as pessoas fl' "'jam nos trena, torna-se merece-
dora do apoiop ice.
S se permitte pedagem a familias e pessoas
honestas.
C, II tiiiann
Usinas de cobre, iat5o e bronze e de
im.
Golitzer Ufer n. 9. Berlira S. O.
Espeefal idade:
Construcf o de machi-
nas e apparelhos
para fabricas de assucar, destiHayoes e re-
fina^fJes com todos os aperfejoamentos
moderaos.
DSTALLACAO DE:
Engcnhos de assucar completos
Estabeleciment filial na Havana sob a
mesma firma de C. Heckmann.
Calle San Ignacio n. 17.
Inieos representantes
Haupt Gebru'der
EIO PE JANEIRO
Para nforraacSes dijam se a
Polliman &C
61a do Gonrsio o. 10
Gonultorio medico-eirurgleo
O Dr. Estevin Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consulta medico cirurgicas, na rna
do Bom Jess n. 20, 1 andar, de meio dia as 4
horas da tarde. Parasa demais eonsulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, lo andar.
Ns. telephonicos : do consaltorie 95 e residencia
126.
Especialidades Partos, molestias de crean-
as, d'utero e seua annezos.
OCULISTA
Dr. Brrelo Wnmpaio. medico ecuhsta
ex-chefe de clnica do Dr. de Wecker, d consula
tas de 1 a 4 horas da tarde, na ra do Bari-
da Victoria n. 45, aegundo andar, excepto noa do-
mingoa e dias sanctificados. Residenciaroa de
Riachuelo n. 17, canto da ra dos Pires.
Medico e parteiro
Dr. Joaanim Lonreiro
D consaltas das 12 s 3 na rna do C*
bug n. 14 I.* andar Residencia tempo
raria no Monteiro.
Dr. Curpia Lei
HKDIiO
Tem o seu escriptorio a ra do Marque e
Olioda n. 53 das 12 as 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Crn* a. 10. Especialidades, molestias de -
nhoraa e enancas.
,-
-
'-

ILEBIVEL
t


Diario de PernambucoQuinta--feira 14 de Janeiro de 1SS6



~.

Or Tristfto Henriques
Costa
u da (Jalao n. 15
consultas das 11 as 2 horas.
Chamados a qualquer hora.
Telephone numero 154.
4feoe enfermldade esta que
nos acomnette f
Como o ladiSo que nos ataca noite,
lia acomraette-nos s occultas Os afli-
gidos d'osta doenga tm dores de poito, do
lados e algumas veaes, de costas. Nao
querem fallar, e sente-.n necessidade de dor-
mir. Perceba-se na bocea um sabor dos-
agradavel principalmente pela manhu. Os
dentes cobrem-s
ra viscosa e o
paciente sent
no estomago, e,
de vrffcio no mata
estomago ha muita
mate-
sappareoe. O
osad apati3 ran
es, ama sensato
orlo. Na bocea do
fraqueza; e a nutri-
do nao produz satisfajao alguma. Os
olhos empanam-se e as mSo se os pjes-
friam, e tornam-s riscosos. Algum tora -
po depois principia urna toase, secca no
comeco, e, etn seguida cora urna expec-
torado esverdiada. O doenta queixvso
de ura cansado interminavel, e quando
proenra dormir um pomo, nenhum allivio
sent. Logo depois, o enfermo tornase
nervoso e irrascivel, e o seu espirito nao
f" ati nao tristes presagios. Elle sent
-ertigens -urna especie de tontura na ca-
09a -quindo se levanta sbitamente. 111
Prisao de ventre; a pello tornase secca e
quente alternativamente; o sangue aoha-se
espesso e inerte ; a cor do branco dos olhos
amarellenta ; e a urina quasi nonlmraa
e muito corada, deixando um deposi'o no
vaso. O afligido muitas vezsa obrigado
a vomitar os alimentos que toma, e estes
vmitos deixam lhe na bocea ura gosto
urnas vezes amargo c outras vezes adoci-
cado. Este estado de cousas frequer.te
mente seguido de palpitares do coralito.
Enfraquace a vista do doente, e elle pare-
ce ver nodoas diaate dos olhos, sentalo
um grande cancaco e debilidade, Estes
symptomas appareoem cada ura por sua
vez. Dizem que o terco da nossa popula-
cho soffre d'aquella enfermidade sob algu
ma das suas formas. Iadubitavelmont j, os
mdicos sempre se enganaram sobre a na
tureza da ctala molestia. Alguns trataram-' c9in0 a todos os iateressados em geral, se convida
n'a como affeccSo do figado ; o outros como para que comparecen oo 1. andar da casa do
doenca dos rins : ma* nenhum tratamento Ju'y. entono referido da e hora, como nos de-
1 j- j 1 mili] das seeuintes einquanto durar a sesaao, sob
conseguio crala, porque o remedio devia I pena, Jei. H
ser susceptivel de obrar harmonisa neute so- j j p.ira qae chegue a noticia a todos, mandei
bre cada um d'aquelles orgos, e tambem | passar o presente edital, que ser afiliado nos
sobre o estomago. Nos casos de Dyspepsia lugares mais pblicos, e publicado pe* imprensa.
/ j *,. ~A~Al m. j ?.; I Tainbam se remetterae iguaea aos lubdelegados
(sendo este o verdadeiro nomo da enferm-1 re8pecU0g para publcalos, e maadarem Ufc as
dade) todos os citados orgos desordenara | otiaacesneceaaria aos jurados, aos culpados
e a* testemuuhts que se acharem ero seus dis-
tru-tos.
Cidade do Kecife, 12 de Janeiro de 1886.
u, Florencio Rodrigues de Miranda Franco,
eacrivo do jury o eacrevi.
Manoel da Silva Reg,
Juiz de direito.
O Dr. Manoel da Silva Reg, juiz de di
reito do 4. district) criminal, e presi-
dente da 1.a sessao ordinaria do jury da
cidade do Recife, por Sua Migestade o
Imperador, etc.
Faco saber que tendo designado o dia 15 de
feverero do corrate atino, s 10 horas da matiha
para abrir a primeira sesso ordinaria do jury,
quo trabalhar cm das consecutivos, e hateado
procedido ao sorteio d'-s 48 jurado-, que tai de
servir na mesnvi sesso, em conformidade do art.
l'29 do Hegularaento de 31 do janoiro de 1841, fo-
ram sorteados os eidados seguintes :
Freguezia do ecifc
1 Jos Alvos Barbosa Juni r.
2 Domingos Austricliauo Mafra.
3 Augusto Cyriaco Villas Boas.
Freguezia de Santo Antn 'o
4 Eustorgio Auatricliniano de Briito Maccdo.
5 Gustavo da'Silva Antones.
6 Alfonso Lacio d'Oliveira Lipes.
7 Argemiro Perora da Silveira.
8 Angelo Custodio d 1 Silva Guimaraes.
9 Jos Joaquim da Costa Maia.
10 Ignacio Alvos de Sousa.
11 Capito Manoel Mara d'Ilo landa Caval-
caite.
12 Ezequiel da Lima e S.
13 Dr. Joo Bastos de .Mello Gimes.
14 Manoel Augusto da Cunhi.
hreguezia de S. JkS
15 Man-el Gomes de S L'it).
16 Geminiauo Infante Lumack Miguis.
17 Jos Chrispniano da Silva.
Freguezia da Boa-Vista
18 Odoric Soares Sapjsa da Cmara.
19 Major Tbeinistodes Orange dos Reis L:tna.
20 Franklin Jos de A adrado Pogg'.
21 Alfredo Guibsoa.
22 Joo Qjsi L al.
23 Joaquim Tranquilino de Liana Du ite.
I De. Joio Baptista Regueira Costa.
25 Antonio Corroa Gomes d'Almeida.
26 Fumino Candido d'i Figueiredo.
27 Dr. Pedro da.Cuoha Souto Maior.
i Miguel Pereira Geraldo.
29 Antonio Jos da Silva Sai ment.
Freguetia da Graca
30 Joo Brinda Fox.
31 Caetano Quintino Galhardu.
32 Joajuim Uenrique da Silva.
33 Joao Baptista Ferreira d'Aununciacio.
34 Manoel Colho Cintra Ramalho.
35 Lulz Jos da Silva Guimares.
Freguezia de Afogados
36 Dr. Manoel da Trindade Prretti.
37 Cimillo Luiz Chaves.
38 Simplicio Reis Campillo.
39 Lucas Freir Maris Maracaj.
40 Jos Francisco Machado.
Freguezia do Poco
11 Joio Silveira Carneiro da Cunha.
42 Dr. Flix Ramos Leuthier.
43 Joao Cosario de Mello.
41 Tcnente Uenrique Cecilio Barrcto de
meida.
45 Dr. Adolpho Tacio da Costa Cirne.
Freguezia de 8. Louren$o
46 Dr. Augusto de Souxa Lcao.
47 Julio Ferraz Daltro.
48 C .mmendador Jos Francisco do Reg.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem
Al-
ee ao mesmo tempo, precisam de urna
medicina que possa obrar sobre todos elles
simultneamente. O Xarope Curativo de
Seigels produz um offeito mgico em esta
classe de padecimentos dando ura allivio
quasi immediato. O Medicamento vende-se
or todo3 os Pharmaceuticos e Boticarios
do mundo inteiro, e pelos Proprietarios, A
J. White (Limited), 17, Farringdon Road,
Londres, E. C, Iaglaterra.
Depositarios na Provincia do R"> de Ja-
neiso : no Rio de Janeiro, Domingues Viei-
4C, Joao Luiz Alvez, Geo Sanville
ves, e em S. Simao de Manhuass, Hora< io
do Rentus.
Depositarios ma Provincia de Pernambu-
co : em Pornambuco, Bettencourt C,
Bartholomeo & C-, G. Braz dos Santos &
C, e Rouquayrol Irmaos; em Bello Jar-
dim, Manoel de Siqueira Cavalcante Arco
Verde, e Manoel Cordeiro dos Santos Fi-
Iho; em Independencia, Antonio Gomes
Barbosa Jnior ; em Palmares, Antonio
DECLARARES
Imperador
Dr. Jos Domingues da Costa 1J*000
Praca de Pedro II
Dr. Jos Lopes Pcjsoa da Costa 184000
Dr. Jos Climaco do Espirito-Sant) 12|O0J
Duquo de Caxias
Dr. Luiz Lipes Castollo-Branco 12*000
Imperador
Dr. Manoel Joaquim Silveira 12{000
Dr. Temolio P. do A. MaranhSo 12*000
Dr. Vice ile P. de B. \V. Araujo 12{0 0
Dr Arthur Orlando da Silva 12*000
Duque do Caxias
Dr. Diart E de O frer* 124000
Imperador
Di\"Frane3?o M d.; Soasa Lea) 12*000
Dr. Henrique A. d'Albuquerquc Milet 12*003
Dr. Joio Augusto do Reg Barros 12*000
Dr. Jailo Ferryira d'Almeida Gumares 12*00j
Dr. Jos Austregesllo R. L'uja 1200,J
Dr J.mc Joaqwim lavares Belfort 12*000
Eitreit* do Rosario
Dr Maniul Franciso do R-go Barros 12*000
Praca 1 Pedro II
Dr. Manicl Nrtto ("timuiro doSoui Ban-
deira 12 {000
Inipcradur
Dr. Manoel Nicolao R. Pinto da Sonsa 12*003
Daquo do Cuxias
l)r. Pedro Alfonso de Mello 12*030
linpjraaor
Dr. Antonio C. do Souza 12{0O0
DaquH do Caxias
Dr. Antonio G. Forre'ra 12*00J
Imperador
Dr. Antonio de Sanza Pinto 185000
Duque d-i Caxias
Dr. D.moarito C. de A'baqa-rque 12* !00
Pi ici do 1*0ra II
Dr. Eduardo A. de Olivfr 1911 0
Duquj dd Cax'as
Dr. Franciso G Prenlo 12*003
Dr. Francisco de A. Rosa o Silva 12*000
Visconde de Inhama
Dr. Francisco di Reg Baptista 12*000
Primjiro d<- Marco
Dr. Gracilano da P. Baptista 12*030
Imperador
Dr. Joio Barbalho Uchoa Cavalcante 12*000
Dr. Jos B. de Mello 12*000
Dr. Joaquim de A. B. Guimaraes 12*000
Primeiro de Marco
Dr. Jos Bernardo G. A. Filho 12*000
Imperador
Dr. Jos Eustaquio F. Jacobina 18*000
Dr. Jos Joaquim de Ohveira Fonseca 12*000
Primeiro de Marco
Dr. Jos Nicolao T. de Carvalho 12*000
Dr. Jos Bernardo G. Alcofora.lo 18*000
Imperador
Dr. Antonio Joaquim de Moraes c Silva 18*000
Dr. J. J. Ferreira de Aguiar 18*000
Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro 12*000
Primeiro de Marco
Dr. Maximiano Lopes Machado 12*000
Dr. Oliveira Escorel 12*000
Dr. Arminio Cor i oan o T. dos Santos 12*000
Duque de Caxias
Or. Antonio E. de Oliveira 12*000
Imperador
Dr. Jos Hrgino Duarte Pereira 12*000
Primeiro de Marco
Dr. Jos Osorio de Cerqueira 12*000
Praca de Pedro II
Dr. Jos Vicente M. de Vasconcelos 18*000
Primeiro de Marco
Dr. Luiz Emygdio R. Vianna 12*000
Dr. Miguel J. d'Almeida Pernambuco 12*000
Dr. Manoel da Trindade Piretti 12*'.)00
Primeiro de Marco
Dr. Olympio M. da Silva 18*000
Imperador
Dr. Ulysses M. P. Vianua 12*000
Praca de Pedro II
Dr. Ernesto de A juino Fonseca 12*000
Imperador
Dr. Jo2o Francisco Tcixeira 12*000
Pnm 'iro de Marco
Dr. Joo Vieira de Araujo 12*000
Imperador
Dr. Jos Joaquim Seabra 12*000
Dr. Tobas B. de Menczes 12*0,0
Primeira seccao do Consulado Provincial, 30 de
Dezembro de 1885.
O laocador,
Itidoro T. de Mattot Ferreina.
Me-
N. 20. D'. Malaquias A. Goncalves
N. 72. Dr. Affonso Cysneiro de Albu-
qnerque
Imperador
N. 14. Dr. Cosme de S Pereira
Barao da Victoria
N. 45. Dr. Barreta Sampaio
Larga do Rosario
N. 20. Dr. Joao Ferreira da Sil-a
N. 36 Dr. Adrio L. P. da Silva
Barao da Victoria
N. 43. Dr. Tristao II da Costa
Mrquez do Herval
N. 4. Dr. Silvano de Santa Rosa
Larga do Rosario
N. 50. Dr. Antonio de Arruda BeltrSo
N. 50. Dr. Francisco G. do Aurado
Lima
Primeiro do Marc>
N. 7. Dr. Albano A. Carneiro Leao
Duque de Caxias
N. 70. Dr. Jos Flix da Cunha
nsaes
N. 84. Dr. Miguel Thomuio
N. 86.
N. 80.
miro
N. 50. Dr. Coclho Lute
Cabug
S. 2. Dr. Jos de Miranda Curio
N. 14. Dr. A itonio Joaquim Castro Lou-
reuo
Barao da Victoria
H. 37. Dr. M.dio Gomes
N. 43. Dr. J.So Carlos Baltar da Sil-
veira
N. 45. Dr. I {u icio A. Velloso
N. 59. Dr. M-.theus Vaz de Oliveira
Imperador
Dr. Leonardo de A. Cavalcante
Dr. Fraacisco da Cunha Bdtro
1 seccio do Consulado Provinci.
zembro c 1885.
O hincado!",
hidoro b. M. Ferreira.
14*400
24*000
24*003
24*000
24*000
18*000
12*000
21*000
18*00(3
12*000
12*000
Dr. Argolo Ferrao
Dr. Manoel Clementino B. Car
24*000
14*000
18*000
12*000
12*000
14*000
12*000
14*400
12*0 0
24O0O
18*000
18*000
12*000
30 de de-
Escola Normal
Matriculas
Por ordem do Dr. director, e em observancia
da disposico do art. 74 do regiment iaterno de
17 de setembro de 1880, f.z-se publico a quem
interessar posss, que as matriculas rstarao abor-
tas desde o dia 15 do corrente at 3 de fevereiro
prximo.
Oi requorimentos para matricula no 1* auno do
curso deverao ser instruido i com os documentos
seguintes :
1" Cortido de Hade maior de 18 annos para os
alumnos do sexo masculiao e de 16 para os do fe-
minino.
2" Certificado ou titulo de approvacao em exa-
me as escolas publica de instruccjlo primaria.
3 Folha c -rrida ou cortida de n3o ha ve: sof-
frido condemnacJo por algum dos crimes que po
dem motivar ao profesor publico a peda da ca-
deira.
4o Atlcstado de moralidad.! passado pe) par-o
cho eu autoridsde, quer policial quer litteraria da
freguezia em que residir o peticionario.
Os matriculando i que nao poderem exhibir ti-
tulo legal de exame em escola publica de ensino
primario, deverSo inscrev- r se para os exarnes de
id i i.-sao, de que tut*am os arts. 75 77 do cita-
do regiment, e quj comee/ario no dia 25 do cor-
rete.
Para as matriculas do 2 c 3" auno basta que
as petices sojam documentadas com a certido
de approvacao n > examc do anno procedente,
guardada a resfrie ,-o do nrt. 21 do ja mencionado
regiment interno
Secretaria da Escola Normsl do Pernambuco,
11 do Janeiro de 86. O secretario,
A. A. Gunia.
Sua Magestade El-Rel D. Fer-
nando
A junta administrativa do Hospital Portugtioz
de Beneficencia em Pernambuco, sentida pelo
passamento eterno de S. M. El-Rei D. Fernando
pai de S. M. El-Rei D. Luiz, convida a todos os seus
associados e a Colonia Portugoeza residente na
cidade acomparecerem nacapella do meimo Hos-
pital no da 14 do corrente s 8 horas da manh,
afim de assistirem a missa que po sua alma manda
celebrar, trigsimo dia do seu passamento, pelo
que desde ja se confessa agradecida.
Secretarla do Hospital Portugucz de Beneficen-
cia em Pernambuco, 11 de janoiro de 1886,
O 2 secretan i,
Manoel Martins Capito.
Cardoso d'Aguiar;
Lotuenco da Silva.
e em Tacarat, Jos
EDITAES
Secretaria de polica
Fot ata reparticao e de ordem do Illm. Sr. Dr.
ebete de polica ae convida aos senhores dos osera
vos abaixo mencionadas afim de vireaou manda
rem reclamar a entrega dos mesmos escravos den-
tro do praso de 20 das que Ibes fica mrcalo.
Antonio Joaquim, de Flix Veles do Nasci-
meato.
Jos, de Manoel ClemenCno Alves.
Luiz, de Joo Dias da Silva Coitinho.
Mara Archaoja, do eenhor do eogcnho Rocha
da Velha.
Secretaria de polieiade Pernambuco 8 de Janei-
ro de 1886.
O secretario.
Joaquim Fraucisco de Arruda
COMMERCIO
Isa commerclal de Pernam
buco
Recife, 13 de Janeiro de 1886
As tres horas da tarde
CotacSet offUaei
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 30 d/v com 3/4
0/0 de descont.
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d/v. com
1 3/4 0A) de descont.
Cambio sobre Londres, 60 d/v. 17 15/16 d. por
1*, do banco, hontem.
Dito sobre dito, 90 d/v. 17 15/16 d. por 1*030, do
banco.
Dito sobre dito, avista, 17 11/16 por 1*000, do
banco.
Cambio sobre Pars avista, 536 rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre Lisboa, avista, 195 0/0 de premio,
do banco.
F. J. Pinto,
Presidente
Candido C. L. Alcof .rado,
Secretario.
HENDIMENTOS PBLICOS
Mea do Janeiro de 18c6
Relajo dos coutribuintes collectados na
na forma do art. 2o 34 da le do orca-
mento vigente
Ra Primeiro e Marco
N. 4. Dr. Adolpho T. da C. Cirne v 12*000
Dr. Affonso Jos de Oliveira 12*000
Dr. Adelino A. de L. Freir 12*000
Dr. Affonso Pinto R. Guimaiaes 12*000
Imperador
Dr. Antonio Justino de Sousa 12*000
S. Francisco
Dr. Argemiro A. A roe ha 7*200
Dr. Asseucio M. G. Mascarenbas 12*000
Imperador
>I. 48. Dr. Carlos E. D. Mavigner 12*000
N. 63. Deodoro Ulaiano C. Catanho 12*000
Dr. Ernesto da C. Soares Guimaraes 12*000
Praca de Pedro II
Dr. Jcio Joaquim de Freitas Henriques 12*000
Imp erador
Dr. Joio Telesphoro da Suva Fragoso 12*000
Dr. J s Dinis Barreto 12*000
Dr. Jos Francisco Ribeiro Machado 12*000
Dr. Jos Mara d'Albuquerque Mello 12*000
Dr. Jos Mariano Carneiro da Cunba 12*000
Dr. Jos Novaos de Souza Carvalho 12*000
Dr. Manoel do Nascimento M. Portella
Juuior 12*000
Dr. .Manoel Pinto Dmaso 12*003
Dr. Salustiano Jo de Oliveira 12*000
Dr. Tibnrcio de Carvalho 12*000
Dr. Antonio Luis Vieira de Melle 12*000
Dr. Hermino Moreira Diaa 12*000
Dr. Luis F. de M. V. Drnmmond 12*000
Dr. Candido Jos Lisboa. 12*000
Dr. Francisco Isidoro R. da Costa 12*000
Estreita do Rosario
Dr Joo Clodoaldo M. Lopes 12*000
Praca de Pedro II
Dr. Jos Carlos da Costa Ribeiro 12*003
xiuosw-D 2 12
dem de 13
Rd ebbuobjaDo 2 12
dem de 13
C>rsvLAi noTraoiix.-Df 2 a 12
J-iemde 13
257:982*019
28:958,^26
286.940245
10:173*566
>>236
i :m D41HAOI
dem de 13
-De 2 12
11:052/802
!-'-'-923672
2:1124893
125:0361565
1:624*508
f
1:624*508
DESPACHOS DE IMPORTAQAO
Vapor inglez Oralor, entrado de Liverpool e
Lisboa, no da 12 do corrente, e consignado a
Saundres Brothers & C, manife.tou :
Carga de Liverpool
Amostras 3 volumes a diversos.
Alcatrao 10 barrs a C. C. da Costa Moreira
&C.
Arroz 145 saceos ordem, 100 a Feroandes da
Costa & C, 100 a Paiva Valente & C, 100 a
Souza Basto Amorim & C, 25 a 'Araujo Castro
&C.
Alpiste 20 saceos ordem, 15 a Araujo Castro
k. C.
Ac 7 feixes a Vianna Castro 4 C, 9 a Miranda
de Souza.
Arcos de ferro 225 feixe3 a V. Neusen,, 79 a W.
Halliday & C.
Barras de ferro 110 ordem, 200 a Companhia
de Fiaco e Tecidos, 69 a W. Halliday & C, 7 e
129 feixes a Prente Vianna t C, 125 e 3 feixes
a Antonio des Santos Oliveira.
Biscoutos 10 caixoes ordem.
Barril ha 40 tambores ordem.
Cachimbos 4 caixas ord< m
Chapeos 1 caixo ord'm.
Canela 12 caixas a Fernandos da Costa & C.
CVvada 10 barricas ordem.
Corveja 35 barricas orJem, 6 a Faulo Jos
Alvos & C, 50 caixas a Sulzer & Kechlin.
Canos do chumbo 1 barrica a Samuel P. Jolins-
ton & C.
Cidra 20 caixas a ordem
Chapas de forro 50 a A. D. Carneiro Vianna, 50
a M ni le B da Silva.
Comnhos 5 saceos a Paiva Valeute & C.
Calcado 1 caixao a Parete Vianna & C, 2 a
Thomaz do Carvalho & C.
Canos de fc-rro 21 a Samu 1 I". Johnston dt C.
G trentes da fin 1 a C. C. da Costa Moreira
Ser.
Candieiros 2 caixoos a C. Duarte Campos ft C,
1 ordem.
Drogas C volmnC3 a F. Manoel da Silva & C ,
13 a Bsrtholomeu & C.
Euxadiis 25 barric is ordem, 10 a Miranda
< Bous.
Estopa 10 fardos ordem, 12 a Gomes de Mat-
t.s Irmau-.
Elstico 1 caixa a Jos Augusto dos Santos
&C.
Fio 2 fardos a Nunes Fonseca & C, 2 a Reis
& Santos, 1 a Samuel P. Johnstoo & C, 1 a Souza
Nogueira & C.
Relaco dos escrives collectados conforme o art.
2* g 34 da le n. 1860, na freguezia do Santo
Antonio.
Largo do Paraizo. Florencio R. de Mi-
randa Franco 2430)0
Largo da Matriz n. 2. Jos Peres C. de
Almeida 24*000
Estreita do Rosario n. 2. Augusto Cesar
da Ounha 24*000
Duque de Caxias n. 14. Je vino E. da
Cunha 18*000
Ejtreita do Rosario n. 2. Pedro T. da
Cunha 24*000
Larga do Rosario n. 18. Thomts F. Ma
ciel Pinheiro 24*030
Imperador. Antonio da Costa e Sa 24*000
Dita o. 41. Felicissiino de A. Mello 12*000
Larga do Rosario n. 18. Luis da Veiga
Pessoa 24*000
Imperador n. 81. Francisco de A. Ca-
valcante 18*000
Duque de Caxias n. 7. Jos Franklin de
Lima 18*100
Imperador. Ernesto M. F. P. da Silva 24*000
OiUo. 38. Jo Vicente Torres Ban-
deira 24*000
Dita n. 73. Manoel do Nascimento Pon-
tes 18*000
Dita n. 75. Olavo Antonio Ferreira 18*000
Ia aeceo do Consulado Provincial, 30 de De-
zembro de 1885.
O laocador,
Izidoro T. Mattos Ferreira.
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
Anda urna vez, por ordem do n >sso irino di-
rector, chamo a attenelo de todos os irmos que
se acham no exposto do 1 do art. 19 dos ii'>sso
estatutos, en tenderen!-se ou cn o irouLi tln -
sourero ra da Imperatriz, ou com o irinao di-
rector ra doBrum (FundicAoJ, afim de qae
possam gosar de seus direitos.
Secretaria da Imperial Socicdade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Periianibuo, tun 5 do
Janeiro de 1886.
Jos Castor de A. &MBM,
2* secretario.
Encola normal p:irn Muiiliortt<
cargo da oeledade l'roitagadoi-a
da IiiHCiiscco i'uldi a. na paro
cha da Roa Vhiii.
HATRiCUL\
De ordem do Sr. Dr. director, faco publico que
a rratricula uas aulas dcaU escola, estar aborta
de 2 15 de Janeiro viudouro, das 6 s 8 horas da
noito.
A pretendente dever, de conformidade com o
art. 18, provar :
1 Que sabe 1er, cscrever c contar, para o que
juntar attestado de approvacao as aulas prima-
rias.
2o Que tera boa conduela civil e moral, apre
sentando attestado do parocbo ou das autoridades
policiaes.
3 Que maior de 12 annos-
Secretaria da Escola Normal para seohoras
cargo da sooiedade Propagadora da Instrncc
Publica, na freguezia da Boa-Vista, 29 de dozem
bro de 1885.0 2- secretario interino,
Virginio M. C. Lcao.
Pela secretaria da ca vara municipal da ci-
dade do Kecife se faz publico a quem interessar
possa, o artigo 8o da le a* 112 > de 26 de junho
de 1873.
Ar. 8 Nos primeiros oito dias -o uioz de Ja-
neiro le cada anuo, todos os i edi s, cirurgioes,
pharinaceuticos, droguistas, panuiras, sangrado-
res, dentistas c veterinarios, mandarlo cmara
municipal a declaraco du seus nomos, uatirali-
dades e mora las, afim de que el'a possa mandar
publicar a lista de tudas as pessoas : os infracto-
res serao multados em 10*.
Secretari i da cmara municipal do Recife, 31
de dezombro de 1885.-O secretario,
Francisco de Assis P. Rocha.
Rlac2o dos mdicos collectados, conforme
o art. 2 34 da lei a. 1860, freguezia
de Santo Antonio.
Primeiro de Marco
N. 16. Dr. Antonio B. da Silva Maia 24*000
Duque de Caxias
N. 28. Dr. Antonio Jos Ferreira Alves 18*000
Fcrragons 3 volumes a H. Nusch 4 C, 29
ordem, 4 a Reis & Santos, 2 a Nunes Fonseca & C,
6 a Vianna Castro & C, 21 a Miranda & Souza,
43 a Reis & Santos, 30 a W. Hilliday & C, 65 a
Prente Vianna 4 C, 10 a Samuel P. Johnston
4 C, 1 a Antonio dos Santos O'iveira, 5 a A. D.
Carneiro Vianna, 2 a Manoel R. da Silva, 1 a Jos
Augusto dos Santos 4 C.
Ifogare-os 100 a Samuel P. Johnston e C,
100 a A. D. Carneir Vianna.
Farinha de milho 84 caixas aos consignad -
ros.
Folhas de fl'ndres 60 cunho'os :. Prnti Y
na 4 C, 33 a Samuel P. Jolm -.t ...i & O.
Folhas lie ferro 33 a lie > M Santo', 25 a W.
Halliday i C.
Geocbn. 40 caixas a 11 Louca 13 gigos e 1 barric i ft ordem. 3j e 1
barrica a Soura Basto Amorim 4 C.
Linha 34 caixoes a Oliveira Basto 4 C, 31
ordem, 30 a H. Nuesch & C, 23 a N. Fonseca 4
C, 1 a Prente Vianna C, 3 a Ferreira 4 Ir-
rao 1 a Browot' 4t C, 1 a Otto Bohrcs Succcssor
3 a Gomes de Mattos Irmo, 1 a Guimaraes Fon-
seca 4 C, 2 a Netto Campos 4 C, 2 a Jos Au-
gusto do3 Santos Je C, 2 a M. Izabella, 1 a Gui-
miraus Cardoso & C.
M chimamos e ferrare is 8627 volumes e pecas
a Cardos) & Inno, 1 Caixa a Tile B. Strcil
Riilw.iy.
Ma'eii.ci para enea lamento d'agua 21 volu-
mes e pecas a Companhia do B.-beribe.
M Toa lorias diversas 2 vo'ames a 'alaz. r Jt
C, I a Jjui's riionson, 1 ordem, 3 a Cardoso or
Irma', 3 a *o Me' Kiekhlin, 3 a A. D. Carneiro
Vianna, 2 a Companhia de riaflo e IWdoi. 2 a'
Etocife Draiuago e 'ompany.
Mattriacs para gaz 86 volumes c peca3 a em-
preza do giz, ditos para rennos contraes 560
vnlum-s o jiecas a Tue Northern Brasilian Sugar
Factorie of Brazil.
j ctos para oscriptorio 1 caixa a The Central
Sugar Factores of Brazil.
O.'ej ae inliaca 10 barra ordem, 25 a Fran-
cisco M. da Silva 4 C.
Prego* 10 bariieas a Fernandes da Costa 4 C.,
3 e 10 eaix is a Samuel P. Johnston 4 C,
Pap'l 4 fardos a erdem.
Pimonta da india 10 saceos a Fernandes da
Costa 4 C, 15 ordem.
Paseas 8 caixas a P. va Valente 4 C. 12 a
Demingos Fernandos da Silva & C.
Ps do ferro 6 feixes a Miranda 4 Souza.
ProvisOea 1 caixa a Samuel P. Johnston & C.
Salitre 25 barricas a F. Manoel da Silva & C.
COMPANHIA
Locomotora pernam-
bucana
De conforoaidade com art.5* d isoftatnt^adosta
companda convilo aos senhores accionistas rea-
lisaicm h nona prestaeo de suas entradas razio
de 10 0/3 sobre o capi'al das aec^Jj subsciptax.
Para este fim podem dirgir-se a > Sr lh?oure,ro
em seu escriptorio ra do Mrquez de Ol'nda u.
56, 1- andar.
Escriptorio da directora ('a comp .nhia Loco
motora Pernambucana, em 12 de j i: ciro d.' 86.
S. de Barros lUm t ,
Director secretario.
jaota Casa de Misericordia d<
Reeife
Na secretaria da Santa Cnsa de "iserieora do
Recife arrendam-se por espaco de um a tres an
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 300*000
dem idem n. 47 500*000
dem-dem n.49 300*00(1
Ba do Bom Jess n. 13, 1 andar 3 0*000
dem idem n. 13, 2- andar 210*000
I lem idem n 14, pavimento terreo e 1*
andar 600*000
dem idem n. 29, 1- andar 2404' (X
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Ra do Vigario n. 22, 2- andar 2400(K>
dem idem n. 22, 3* andar 240*000
Ra da Madre de Dens n. 10-A 200*000
Caes da Alfandega, armazem 1.-603*000
Rna do Sol, sobrado n. 9 6 Bccco do Abren n. 2. loja 48J00O
Largo do Paraso n. 29. 2- andar 300*000
Ra da Detencin. 3(dentro do qnadro)
mei'agua 84*000
Boceo do Quiabo n. 8 144*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 29 de outubro de 1885.
O escrivo, Pedro Rodrigues de Souza
Banco do Brasil
Pga-.se o 64 diviienlj diste banco, razao
ile 8*110.) d t acC/V, no escriptorio de Pereira
Carneiro it C, ma di Couunercio n. 6, primeiro
andar.
MARTIMOS
\\\\m\ rs re AIS
Coinpauhia Franceza de %'avega
vo a %'apor
Linha quiuzenal entre o Havre, Lis
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
jr>a
E' esperado da Euri-
pa at odia 24de Ja-
neiro, seguindo do
pois da indspensavei
demora par a Ba-
bia. Ric e Jn
ni'lro nlom.
Roga-se aos Srs. importadores de c p los
vapores desta linha,aueiram apresentard 6
dias a contar do da descarga das alvareng \^
quer reclamac-So concernente a volumes, q .< por
ventura tenham seguido para os portos do sul,afiui
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
arias.
Expirado o referido praso a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageires, para
os q-iaes tem excellentes accomodacoes.
Augusto F. de Oliveira & .
AGENTE*
42 RA DO OOMMERHIO -42
Lisboa c porto
Segu pa~a os porlos cima a
barca portu^ueza Novo S/en
ci, r cebe eargs ; a tratar com
Baltar Oliveira & C, ra do
Vigario n. 1, 1' aadar.
BOYAL MAIL STEA1 PACKET
COMPANY
0 paquete Elbe
esperado
do sul no da 14 da
e, seguin .'o
da demora
necessaria para
Lisboa c Soiitliampioii
'ara passagens, frele, etc., tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
SRna (loCommrelo-S
United Siates & Brasil Hail S. S. G.
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 14 de Janeiro
depois da demora necessaria
seguir para
tlaranho, Para, Barbados, 8.
Thomaz e .\ wVork
Para carga, passagens, e encommendas t acta-
Hcnry
Agentes
Forster A C.
N 8 RA DO COMMERCIO -N. 8
1.-atufar
Companhia Uahiana de navega-
cao a Vapor
Macci, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 nm Maraaez e Caxias
Commandante Nova
E' esperado dos noi-to? ci-
ma at o dia 16 do corrente,
e regressar para os mes-
mos, depois da demora docof-
turne.
Par. i rga, passagens, encommendas e dinheiio
a fret i-cta-so na agencia
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Matheos
radie Steam Xavigalion Cooipany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Araucania
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 17 do cor-
-rente, e seguir para o
sul depois da demora
Ido costume.
AGENTES
tviltton Sons t c .. l.mileil
14 RA DO COMMERCIO N.14
Coinpauhia iSra- lleira de Mave
P,th}3lo a Vapor
PORTOS JDO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos portos do su I
at o dia 16 de Janeiro, c
seguir depois da demora in -
dispensavel, para os portos
i do norte at Manos.
Para-carga, passagens, encommendas valores
tracta-se na agencia
46Ra do Commereio46
l'OMCMKHIA Pln.Vttl (...%.
DE
KaregaeSo Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Farahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Jag"uaribi
>e
Segu no dia 23 do
corrente, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 19.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
13 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
'es da CompanhJa Pe mam ba-
cana n. 1S
Mossor ""
Segu para o porto cima, o hiate S, Bartho-
lomeu, com todi brevidade, recebe carga a t:-atar
ra da Madre de Deus n. 8, fietcs raodios.
?forto por Lisboa
Segu com brevidade para os portos achia o
brigue portuguez Calcida ; para o resto da carga
e passageros, trata se C3tn os consignatarios Jos
dava SilLoyo & Filho.
Para Lisboa
Sebo 1 barrica Recife Draioage Coinpmy.
Soda canstica 10 tamborea a Francisco Manoel
da Silva 4 C, 20 a Fonseca Irmo & C.
Roupa 1 caixa a W Robilliard.
Tijolos para limpar facas 25 caixas a Fernan-
dos da Costa & C.
Tecidos diversos 1 volume a Francisco de Aze-
vedo 4 C, 9 a Agostinho Santos & C, 87 or-
dem, 3 a Bernardino Maia 4 C, la F. Lsnria 4
C., 44 a Machado & Pereira, 53 a Luiz .\. Siquoi
v 3 a D. P. Wild i C, 6 a Monhar ll.ber &
C, 3 a A- \':oira & C, 3 a Groncslvea Irmao 4 C.
T.-xas de f irj 28 aos herdeiros Bowm mu.
Tiutas I' tambores a C. C, da Costa Moreira
4 ('.. .'i b:v usas a Francisco Manoel d.i Silva
fe r.
Vurjs 7 o.nicas a B. Duarte Campos 4 C, 5
a o 1 -m.
Carga de Lisboa
Bagas 1 bar'ica a Martins, Viegas 4 C., la
Antonio Alves Lebrc Sobrinho.
Linha 2 caixas a A. D. Carneiro Viann, 3 a
Nunes Potweca 4 O, 3 a F. Lauria de C, 2 a
Netto Campos & C, 1 a Maia Silva & C.
Livros 1 caixa a J. W. de Medeiros, 1 a Jos
N. de Souza.
PoliiimcS caixas n BaltrJo & Cist.i
Pi'ii'ias 4 f-irdis i A. 1). Carneiro Vianm.
Pregot 2 birricis aos mismo?.
Viuho 5) barris a Antonio de Oliveira Maia 4
C, 8 a Lus A. Siqueira.
Lugar nacional Maia 1.", entrado do Rio de
Janeiro no dia 13 do corrente e consignado a An-
tonio de Ovcr* Maia 4 C, minifeatou :
Alfafa 2.) fardes a Augusto Figueirado 4 C.
Barricas vasas 1,000 a ordom.
Barra vasos 250 a Pereira Pinto 4 C, 50 a
Martins Viogas 4 C.
Caf 426 saceos a Domingos Cruz & C.
Esturin 12 barricas a A. Coutinho.
Ferradu-.-ss para animaos 20 barricas compa-
nhia Ferro Carril de Pernambuco.
Papel 50 amarrados \ A. da Costa Ramss.
Sebo 30 barricas a ordem
Vnho 2 pipas e 80 barris a ordem, 10/5 o 10/10
a Rosa & Queiroz.
No lugar inglez Our Annie, carregou :
Para Xcw York, H Forste.- S C. 2,000 saceos
c-ju 150,0 0 kil s de assasar masoavado.
No lugar amcricu Adi P Gould, carre-
gou :
Pa-a Nc-.v-York, H. Forter 4 C. 800 saceos
oom 6J.O00 kilos de assuca mascavado.
No brig je portugucz Cacilda, carregou :
Para o Porto, P Carneiro cft C. 70 cjuros espi-
chados con 4i0 kilos ; J. >. Loy.) 4 Filho 11
barris o:n 1,"56 ditos de me!, 3 saceos com 225
ditos de assucar brano e 4 ditjs com 300 ditos
do dito masoavado.
Na bircaportugueza Pereira Borges, carre-
gou :
Para L's'ooa, F. da Costa Se C. 114 saccas com
8,152 kilos do algodo.
Para o interior
DESPACHOS DE EXPORTAgAO
Em 12 de Janeiro de 1886
ara o exterior
- No patacho ingle* Tiber, carregou .
Para Halif^x, S. Brothers 4 C. ICO saceos com
7,500 kilos de assucar ma!cavado.
No lgarpjrtuguez Temerario, carregou :
Para o Ro Grande do Sul, Amorim Irmos &
C. 140 saceos com 10,500 kilos de assucar branco
e 60 ditos com 4,500 ditos de dito mascavado.
Na escuaa dinamarqneza Ciara, carregou :
Para Porto-Alegre, Maia & Rezendc 1,350 sac-
cjs com 101,250 kilos de assncar branco e 650
dit)S com 48.750 ditos de dito masoavado.
No lar norueguense ''orreo, carregou :
Para o lio Grande do Sul, M. F. Marques 4
Filho 500 barrica! com 50,741 kilos de assucar
branco.
So vapor inglez Sculptor, carrrgou :
Para o Rio de Janeiro, II. Borle &. O. 460 sac-
cia cs'm 81,725 kilos doalgodo ; J. II. Bixwell
2O0 ditas com 15,637 ditos do dito ; A. de Araujo
Santos 2,600 saceos com 161,200 ditos do carocos
de algodo. *
No vapor nacional Cear, carregou :
Pra o Rio de Janeiro, Baltar Irmos 4 C. 10
barricas com 1,012 kilos de earvaj animal ; J. F.
de Sant'Anna 266 saccas com 18,789 kilos de al-
KodSo ; D. M. da Costa 3,500 cocos, fructa : S.
Guimaraes 4 C. 50 saceos esm 3,000 kilos de
milho.
Para Bahia, J. II. Boxwell 60 pipas com 28,800
litros de agurdente ; Amorim Irmos 4 C. 150
barricas com 17,267 kilos de assucar branco e 50
saceos com 3,750 ditos de dito mascavado ; L. J.
S. Guimaraes 30 barricas com 3,325 ditos de dito
branco 'A. H. Vianna 50 ditis com 4,340 ditos
de dito.
= No hiate nacional Deus le Guie, carregou :
Para Aracaty. P. Pinto 4 C. 2 barris com 180 DeUtmbre
litros de mel ; E. C Beltro 4 Irmo 2 barrieas Neva
A barca Pereira Borges seguir com brevidade
para o porto cima i para o resto da carga trata-
se com os consignatarios Silva Guimaraes 4 C.
com 162 kilos de assucar branco ; J. Fontellcs
515 saceos com farinha de mandioca.
MOVIMENTO D ) PORTO
Navios entrados no dia 13
Rio de Janeiro17 dias, lgir nacional Maia i",
de 437 toneladas, capito J. L. de Almeida,
equpagem 10, carga varios gneros ; a Antonio
de Oliveira Maia.
Fernando de Noranha35 horas, vapor nacional
Jaguaribe, de 459 tonelada', commandante Lou-
renco J. de Souxa Lobo, cquipagem 30, carga va-
ros gneros ; a Companhia Pernambucana
Rio de Janeiro19 dias, patacho inglez Neto Do-
minion, de 144 toneladas, capito F. Ed. I.e-
mieusc, equpagem 6, em lastro; ordem.
Navios saludos no mesmo dia
West IndiesLugar inglez Stelta, japito Robert
Nisbet, em lastro.
Rio de Janeiro por escalasVapor nacional Ceetr,
commandante Guilherme J. Pacheco, carga va-
rios gneros.
Rio de JaneiroVapor inglez Sculptor, comman-
dante James Noodecok, carga varios gneros.
HalifaxPatacho inglez TYer, capito R. Power,
em lustro.
New-York Patacho ingles Brazil, capito A.
Lemarchanl. carga assucar.
GuamBarca sueca Hermosande. cipito N. Pe-
terson, cm lastro.
AracatyHiate nacioaal Deus te Salve, capito
Antonio Joaquim do Nascimento, carga varios
gneros.
Ro Grande do NorteHiate nasional Giriquity,
capito J. H. da Silveira, carga varios gneros.
GuamPatacho allemo Clara, capito R. Bode-
jo, em lastro. '
QtamPWfceao a^mo Cato, capito J. Lind-
man, em lastro.
VAPORES ESPERADOS
Paranagu
Finance
Elbe
Espirito Santo
Araucania
Bahia
Ixi Plata
Vi lie de Victoria
Cearense
Orenoque
Pernambuco
-Jo sul
do sul
do sul
do sul
da Europa
do norte
da Europa
da Europa
de New-York
do sul
do sol
de Liverpool
do sul
boje
hoje
hoje
a 1G
a 18
a 23
a 24
a 24
a 25
a 25
a 26
a 28
a 29
ir;


Diario de Pernambucoquinta feira 14 de Janeiro de 1886


V -

1
LEUDES
LEILAO
De linba avariada, urn candiciro de cryst.A
o quatro liras para gz
Iloje, 14 de Janeiro
As 11 hnras
POR INTERVNgiO DO AGrNTE
Alfredo tiniuares
Ein seu armazem ra do 1$ ra Jess
n. 45
10.455 1 relogio de ouro de Ici.
10.400 1 cmblemt do Espirito Santo, um cora-
c So em ouro ,uin dedal cinco botSe, oa-
ro de lei.
10.404 1 pulceira, um par de brincoi, um uito uc
'as e tro aunis, ouro de lei.
10.466 1 correntc e loc'allia para re!o e, ouro
de lei.
10.407 1 pula-ira, doua tranceln*, urna volta de
di'o, um cordao, urna mednlh.i, nina ana
diiih.i, um par de brincos e um dedal, ou-
ro de lei.
Leilo

lloj c
Bu confiuiiaco
Da armarlo e gneros da taverna sita ra
Imperial n. 7i -1.
O agente Bntto vcndei os boni gneros e a
armaco.
Tuda ao correr lo mnr le!'..
As 10 huras ein f itu.
Agente Pestaa
e importante i- ilij
De t latas da superior man
telga
QUINTA-FEIRA, 14 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
No armazeia do Sr. Annes, era freute a
Alfandega
De:
1 caixa com 100 1 .tas de manteigi do 1/2 libras.
3 ditas cora 300 latas de. miuiteiga de 1 libra.
1 dita com 50 latas de uiant-iga de 3 libree.
1 dita com 24 Ia:s de mai.teiga de 7 libra.--.
1 dita com 10 latas de mateign de 7 libras.
8 ditas com 21 frascos cada un;a de Wi.-k i
10 ditas com 12 frasca cada urna de gencbraOld.
Tom.
5 ditas com 12 botij , du geneb a llol
landexa.
Todos estes g'-ncr.s sao nevos, sabidos da Al
fandega, que se venderSo ao correr do martello
para fechame^to de eaata*.
Monte de Soccorro de
Aluga se o 1- e2- andares ra do tpe-
rador o. 31, e o arinazcm u. 39; dirijam se Luz
do Moraes Gomes Ferreira.
Aluga-se urna excellento casa, limpa e
acedada, com bous coramodos para fa-
milia, tendo a criados, gallinheiro do ferro, grande
quintal arborizado, com lugar ;ara jardim e mui-
tas outras c mmodidades, sita ra do Viseonde
Je Goyanna n. 167; a tratar do largo do Corpo
Santo n. 19 1- andar.
10.142
10.143
10.146
lt II
Leilao de joias
O conselho fiscal attendi udo nao s ao pedido
para ser transferido, de 5 do corrente para 5 de
Fevereiro vindoaro, o aununciado ItilSo como por
baver glande num.ro de cautelns era ser, c nao
convir aos interesses do estabelecimento e dos
mutuarios submcttel-as venda, fas agora publico
que no referido dia 5 de Fevereiro se effVctur
impreterivelmente o leilo as 11 da maalia.
Estarao exposii.ao tres dias diantes.
9.768 2 pu'seiras, 1 tranceln c 1 par de rosetas
de ouro.
10.030 1 annel de ouro com bi libantes.
10.032 2 bules, 1 assacareiro, 1 mantegueira, 1
leiteira, 1 salva, 1 coador, 2 col be es e 1
jarro e baca de prata,
10.037 1 salva e 2 colheres para tirar sopa e ar-
roz, piata de lei.
10.038 2 botes de onro com 2 bri Iban tes.
10.041 1 annel de ouro com 1 brilbante.
10.048 1 cordao e 1 cruz, ouro de 16 quilates.
10.052 1 pulaeira, 1 medalbo e 1 par de brincos,
ouro de lei, 2 salvas, prata de lei.
10.053 1 annel de ouro com 1 brilbante.
10.055 15 colheres para cha. 12 ditas para sopa,
18 para creme, 3 ditas grandes, prata
baiza.
10.050 1 moda de ouro (<) com laco e 1 annel
pequeo.
10.057 1 pulseica, 1 par de botoes. ouro de lei.
10.058 1 par de rosetas de ouro com brilhantes.
10.059 1 salva, 1 paliteiro, 2 colheres para sopa e
assucar, e 17 ditas para cha, de prtta.
10.060 1 relogio de ouro.
10.039 1 jar de rosetas de o'ra com 2'.brilliantes,
1 broche, 2 pulseiras, ouro de le, 1 cocu,
prata baiza,
0.070 1 salva e 3 colheres, prata de lei.
10.087 19 colheres de prata.
10.088 1 relngio, onro de lei.
10.091 1 corrente com sinete, para relogio, ouro
de lei.
10.092 2 anneis de ouro cora brilhantes.
10.096 1 tranceln, onro de lei.
10.101 1 pulseira, 1 roedalba, 1 volta de trance-
ln, e um relogio pequeo, ouro de le.
10.112 1 tranceln, ouro de le.
10.119 1 pnlseira, 1 broche e um par de rosetas,
ouro de lei.
10.128 1 par de botoes e 3 anneis, onro de lei.
10.136 1 par da rosetas de onro com 2 brilhantes.
10.137 1 annel de ouro com 1 brilhante.
10.141 1 corrente com meda'.ha para relogio, ouro
de le.
1 relogio, onro de le.
1 volta de tranceln, 3 patea de rosetas,
2 modinhas de ouro e 1 teteia, onro de lei.
1 cruz de onro com brilhantes.
1 contiite para relogio, 1 bracLe, 1 vu'U
de tranceln, 1 cruz, 1 annel, 1 par de
rosetas. 1 dedal e 1 relogio, ouro de lei.
10el48 1 relogio, Ciro de lei..
10.152 1 corrente e medalba para relogio, ouro de
lei.
10.159 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
10.182 2 botoes de ouro com brilhantes.
10.198 1 relogio, ouro de lei.
10.200 1 relogio, onro de lei.
10.202 1 par de rozetas de ouro com brilhantes.
10.207 1 pulceira e 1 trancelim, ouro de lei.
JO.218 1 trancelim, 1 medalha e 1 corrente para
relogio, ouro de lei e 1 pulceira, ouro
baixo.
10.224 1 corrente e medalha para relogio, ouro e
platina e 1 relogia, ouro de lei.
10.225 1 relogio, ouro de lei.
10.232 1 botaode ouro com brilhantes o 1 caixa
para rap, onro de lei.
10.234 1 par de rosetas de ouro com brilhantes.
10.235 1 pulceira, 1 broche, 1 par de rozetas de
ouro contendo brilhantes, 1 pulceira, 1
broche e 1 par de rozejas, ouro de lei.
10.215 1 pulceira, 1 broche, 1 volta de ouro com
laco, 1 medalha, 1 par de brincos, uroo
de le.
10.259 1 pulceira, ouro de lei.
10.260 1 escrivannia, prata de lei.
10.280 1 corr.-nte e 2 medalhas para relogio e 1
annel com pequeo brilhante.
10.284 1 annel de ouro com 1 brilhante.
10.295 1 salva, prata de lei.
10.301 1 medalha e 2 pares de rozetas, ouro de
lei.
10.314 1 pulceira, 1 broche c 4 teteias, ouro de
lei.
10 315 1 broche, 1 pir de brincos e 1 cruz, ouro
de le, 1 volta de cordSo, 1 aunel c 1
pnteiro, ouro baixo.
10.323 1 correntc e medalha para relog'n e 2 rc-
logios, ouro de lei.
10.3 >8 1 annel de ouro com pequeo brilhante.
10.352 1 pulceira, 1 trancelim, 1 par de rozetas,
1 annel de oiro c 1 annel com dia-
mante.
1 cordao (collar) ouro bfl
1 broche, ouro de le.
1 relogio, curo do le.
1 pulceira, 1 par do roz-tas, 1 volta do
trancelim, ouro de le, 1 par de botoes,
ouro baixo.
10.374 1 trarcelm, 1 mooda de ouro com laco e
1 relogio, oaro de lei.
1 annel de ouro com 1 brilbante.
1 corrente e medalha para rdojo 2 e
anneis, ouro de le.
10.390 1 par de brincos, 1 meda.ha, 1 cordao, 1
medalha ncomp'eta e 1 laco, ouro de lei.
2 anneis de ouro com brilhantes.
1 trancelim e 1 moeda de ur i com laco,
ouro de lei.
1 relog;o, oura de lei.
1 par de rosetas de oun com diamantes,
e ama cruz peroles
1 volta de ouro e um annel, curo de jai.
1 par de rosetas de ouro com dons bri-
lhantes.
10.470 2 eruzes cravejadas de brilhantes, 3 pares
de rosetas com ditos o seis anneis com d-
te*.
10.473 1 pulceira, ouro de lei.
10 475 2 pares de rosetas de ouro coui brilhan-
tes, duuB anneis cora ditos, duas pnleeiras
e urna corrente para relogio, ouro de lei.
10.476 1 corrente e medalln para relogio, ouro
de lei.
10.481 1 bracelete de ouro com coraes e requfi
fes, mn cordi), quatro pecas para ciutei-
ro, um dedal, um par de rocelas e duas
pecas de brinco, ouro baixo.
10.483 1 correntj c medalba para relo>, ouro
de lei.
IQ.SQi 2 manis auro de le, um par de brincos,
auaa naso, iota colheres para cha, prata
baiza.
10.503 1 par deroncos e um cordao, oure d6 lei.
10.504 1 corrente para relogio, ouro de lei.
10.505 1 volta de trancelim, um broze, um par de
rotlas, dous botoes, ouro de lei, um par
de b. toes para punhos ouro baixo.
10.519 2 correntrs e duas medalhas para relogio
e uin relogio, ouro de lei.
10.520 1 relogio pequeo, ouro de le.
10.521 1 corrente para relogio, ouro de le.
10.528 1 par de brincos de ouro e uina medalh>,
ouro de lei.
10 529 1 corrente e um relogio, ouro de lei.
10.531 1 corrente c medalha para relogio e um
relogio, our> de lei.
10.539 1 trancelim, urna medalha e 4 anneis, ou-
ro de le.
10.540 1 par de brincos, ouro de le .
10.541 2 pares de rosetas de ouro com brilhantes.
10.512 1 correntc c medalha para relogio, euro
de le.
10.543 1 corrente para relogio, um broxe com
pequen's brilhantes.
10.56 1 aunel de ouro com brilhante.
10.508 1 chapa de condecoraca>, ouro baxo.
10.570 2 salvas de prata de le.
10.572 1 pulseira, urna corrente, urna moeda, um
tranceln, dous broxes, um dito para man
ta, do is pares de brincos, dous pares de
botes, um annel e um relogio, ouro de lei.
10.574 1 trancelim de ouro de lei.
10.577 1 relogio, our> de lei.
10.578 2 anneis e dous botoes de ouro cw bri-
lhantes, um fio de perolas, quatro broxes,
tr. s pares de brincos, um dito de ros
tas, dous aunis, duas pecas para cntei-
io, curo de lei, um par de botoes e urna
medalha, ouro baixo, urna salva e um pa-
liteiro, prata baxa,
10.579 18 colheres para sopa, 26 ditas para cha : T""*^
a urna conega de prata.
10.582 1 annel de ouro com brilbante, urna volta
de euro com urna medalba, curo de lei.
10.54 2 castcaes e 1 paliteiro. prata da le.
10.591 1 pulseira, 1 par de rosetas, 1 peixe de
ouro.
10.604 1 salva, prata de Ki, 1 castcal, prata
baxa.
10.611 1 corrente pira relogio, e 1 relogio, ouro
de lei.
I0.CI4 1 relogio de ouro, de le.
10.617 1 corrente e medalha, para] relogio, ouro
de lei.
10.G20 1 cruz du ouro com brilhantes.
10.623 2 pulseiras, ouro de lei.
10.624 3 broches, 2 pares de rosetas e 1 annel,
ouro baixo.
10.627 1 trancelim, 2 medalhas, 1 par de brincos
e 1 broche, ouro do lei.
10.630 1 corrente e medalha para relogio, ouro'
de le.
10.638 1 gargantilha, 1 pulseira, um trancelim, 1 j
medalha, 1 broche, ouro do lei.
10 643 1 p r de brincos de ouru com brilhantes e
1 breche, curo de le.
10.648 1 p ir de rosetas de ouro com rnbins e
brilbante,,l d'tocou brilbaatec, 4 anu 3
OD
Aluga-se o Io audar da ra do Padre Flo-
ram n. C'J, a Lia da travesea da Bomba n 4, e
a loja da travessa do Livraraento n. 10 ; a tratar
na ra do Apollo n. 34, 1- andar.
Collegio de Sania Luzia
Pbiladc'pba Ernestiua de Almeda Fortes par- i
ticipa aos pas de suas alumnas, qae mudou a sua
residencia da ra do Mrquez do Herval n. 87,
para a ra do Bario da Victoria n. 14, e que as |
nulas principiam do dia 18 do corrente em diante.
Preclsa-se
de urna ama para casa de homem solteiro ;
Olioda, no Varad iuro, deposito
onerosos fregnezes, para os precos dos seguintes m
igualmente a preferencia de vir primeiramente em nos-
da realidade e se sort>
Aluga-se o 2- andar da casa n. 1 do pateo
do Teryo, o 3- da de n. 3 ra da Pon ha, o I'
da de n. 19 meama iuu, o 1- da de n. 18 ra
Direia, o 1 da de n. 66 mesaia ua, o 1- da
de n 35 travessa de S. Jos, o 1 da de n. 31
ra cstreta do Rosario ; as terreas de ns. 41
ra do Ii ingel, 26 ra Duque de Caxas, 1 do
do Terco, 27 ra de Lemas Valentinas,
ra do Aragio, c a c isa de n 35 ra da
Viracio ; a tratar na ra do Hospicio n. 31.
Aos4:00$000
.r
= Perdn f c do sitio Jacar matriz da ftra-
64 220J000, sendo urna nota de 1004, duss de
50 e urna de 20/ : quem achou e quiaer restituir
far um grande favor e ser recompnsalo ra
da Imperatriz n. 43 1 s.nrlar.
= Precisa-i e
casa de familia
numero 82.
de urna perita cosinbeira para
I a tratar na ra da tso'.eaade
' Arrenda se o sitio das Jnqueiras, junto a
estacan do mesmo noine, bastante arborisado, bai-
xa de capm e cora grande casa de viveada : quem
p-cten cr dirjase ao dito, que achara com
quem tratar.
Pedum a attencao dos dignos leitores e se
tigos, os quaes sSo verdaderas pechinchas ;
sa casa sempro que tenham de fazer suas compras, afim de se convenceren]
rem de fazendas proprias para a estaco presente, a saber :
Lindas alpacas de seda de todas as corer, a Ditos de caserr.iras inglesas
360, 400 e 440 ris o covado 54000 !!
Cachemiras com bolinhas, novidade, a 560,
>=- Molas para giavalas : vendem o Pedro Aq-
tunes & C. u. 63, ra Duq re de Caxas.
Compra se uina casa que seja na, ra Impe-
rial, at 2:0004 ; a tratar com Joaquim Gomes
Ferreira de 5a Leti na mesina ra n. 299 -A.
Precisa se
Aurora n. 81, 1
de urna
andir.
cosinbeira : na ra da
Viniese tres carros propros para enge-
nho, em perfeito estado e por commodo preco ; a
tratar na rna do Apollo n. 30, 1 andar.
T}, Precisa-se de um boin c sinheiro, que d
fian;a de sua couducti; em casa de Joseph'Krau
se 4 C, ra 1* de Vareo n. 6.
AlugK-se a casa com sota, tod* caiada e
pintada de novo, sita ra da Fundicilo n. 8, em
Santo Amaro ; a tratar na ra do Mrquez ce
Olinda U. 8, ltbographa.
16-Rua do Cabug-16
Acham-se venda os venturosos bilhe-
tG8 gan ntidos da lotera n. 31a em beneficio
da matriz de Villa Bella que se extrahir
na quarta feira 14 do corrente.
Integro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
PRECOS
Sendo qnantidade superior
a i > 0:000
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0785
Joaquim Pires da Sil va
U FELIZ
AOS 4:0005000
. 600
640 ris o dito
dem com bolinhas do velado, a 14400 o dito.
Linons, novos desenhos, a 900 ris o dito!
Setinn maco de todas as cores, a 14, 14200 c
14400 o dito !
Gorgurinas, fazenda de 800 ris, para acabar, a
400 ris o dito !
Failes, novos gostoe, a 500 ris o dito !
Setinetas francesas, a 360, 400 o 500 ris o
dito !
Cretones finissimos a 320 e 360 o dito !
Fus toes brancos bordados a 400 e 500 ris o
dito!
Merinos de duas larguras a 15 e 14200 o
dito.'
Ditos setirc, idem, fazenda de 14800, para liqui-
dar, a 14200 o dito !
Ditos pretos a 14, 14200 e 14500 o dito!
Damascos de sores com b palmos de largura,
para colzas, a 24 o dito!
Popelinas* listras de seda, a 280 e 320 ris o
eito!
Pannos para mesa, de nma e duas larguras, a
600 ris, 14200 e 14500 o dito.
Bramante trancado de urna largura, a 500 ris
o metro !
Brim branco de linho n. 6, a 14500 a vara !
aproveitem.
Brins pardos largos a 320, 360 e 400 ris o co-
vado !
dem de cores a 320 ris o dito!
Casemiras de cares duas larguras, a 14200 e
14500 dito!
Dito preto, idem, a 24200 e 24500 o dito !
Flanella ingleza, iden-, a 24000 o dito, fazenda
de 34000!
Cortes de meia caaemira eom pequeo dofeito,
14400 e 2400!
a 24800,34,44
Aluga-se a casa terrea com 3 quartos, 2 sa-
las, cosinba i', quintal com boa cacimba, sita ra
do Lima n. 20, em Santo Amaro ; a tratar na ra
do Mrquez de Olinda n. 8, lithographia.
Est paraalugar um bom so todo murado
e bastante arborisado, com grande casa, sito
entrada do boceo do Padre Inglez, defronte da
eatoc*o do Caminbo Novo, perto da linha djs
s do Fernandes Viera. tem agua c gaz ; a
traUr no oitao do Corpo Santo n. 2o.
Collegio Santa Cruz ~
4 Ba do Marques do Herval 84
A directora do collegio Santa Cruz faz sciente
ao respeitav.'l pubco e sos pais de suas alumnas
que comecarii i as aulas dcste estabelecimento no
da li do corrente. Recebe pensionistas, meias
pensionistas c externas.
Collegio Nossa Senbora das
Victorias
lo I*na do Hospicio -iO
Este estabelecimento de inatruccao, a' rir suas
aulas no da 11 de Janeiro.
As directoras,
Blanehe d'Herpcnt Torgo-
Barontta L. V. d'Herpen.
1:0008000
BILHsBTE lHtXTIDO
tVaja da independen
cia ns. 37e 39
O abaixo assignado vendeu entre os aeus
f ilizes bilhetes garantidos da 30* lotera
t sorte de 200.-) em 4 quartos n. 3717
i'.m de outras muitas de 320,160 e 80.
Convida os possuidareB a virem recebe:
sem descont al.trura.
Acham-se a venda os felizes bilhetes
garantidos da 31a, parte da loteria a beneficie
da matriz do Villa Bella, que se extrahir
ao dia 14 do correntc.
Preeot
Bilhete inteiro 4000
Meio 20000
Quarto 10000
ra poreSo de 1005000 par*
cima
Bilhete inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Autor.io Augusto do/6ant Parto.
Camisas francezas sem punbos e sem collar-
nhos a 364 a duzia !
Ditas para meninos, superiores, a 364 a dito!
Ditas de cretone, finas, a 304 e 364 a d'ta !
Ceroulas bordadas de bramante, a 124 e 16, >
dita!
Meias cruas inglezas a 3/1500,44500 e 64000
dita !
Ditas para senhoras, a 44500 e 64 a dita !
Lencos brancos superiores, abanhados, a 24 1
34, em lindas caixas!
Lencoes de bramante, grandes, a 24000!
Cobertas de ganga e cretones para cama de
sal, a 24500. 34 e 44-
Cobertas de l a 24000!
Redes superiores a 540O0 e 64000.
Cambaia Victoria, com 1Q- jardas, a 3420C
34500 e 44 a peca!
Dita transparente fina, a 34800 e 44000.
Madapoln Boa-Vista superior, 24 jardas,
64200 a peca!
Para asi Exmast noivaa
Colzas de fustao ricas, a 104-eW|0jX)!
Ditas de chrochets a 124 e 15400O!
Cortinados bordados a 74, 104 o 124 o par!
Grinaldas ricas e veos, a 104 o 154000.'
Camisas bordadas a 34500 e 54, sao de 840001
Saias, idem, a 44 e 64000 !
Popelinas bracas a 600 e 800 ris o covado.
Setinetas idem, lavradas, a 600 e 700 ri
dito!
Espartilhos finos a 44500, 54 e 84000!
Guarnieses de crochets, ricas, a 104, para toft
e cadeiras.
Bretanhas, bramantes, esguioes finos, a 54 1
peca; e muitos outros artigos, por precos sen
competencia.
VENDAS EM GROSSO
Descont da praca
CARNEIRO DA CUNHA & C.
59RA DO DUQUE DE CAXAS59
Ama
de
ot d;t?f! 11 briltatUit pequeo, sol
papil.
10.663 16 colheres para sopa e 11 ditas para cha,
prata baxa.
10.607 1 par de brincos, 3 ditos de rosetas, 1
broche e 1 annel, ouro de lei.
10.668 1 traucelira, 1 medalha, 1 broche e 1 par
de rosetas, ouro de Iti.
1C,688 1 relogio, onro de lei.
10.702 2 castcaes e 1 assucareiro, prata de lei.
10.703 3 anneis de ouro com brilhantes e rubins,
1 volta de trancelim, 1 cruz, 2 botoes, 1
figa com coral, ourv de lei.
10.711 1 relogio, ouro d.- lei.
10.715 1 correntio com sinete e chave, para re-
logio, ouro de lei.
10.730 1 corrente para relogio, ouro de lei.
10.733 1 par de brincos. 1 fita de ouro e 1 psr de
rosetas, ouro de lei, 1 broche e 1 annel
cravejado de diamantes.
10.740 1 cruz de ouro com brilhantes, e 1 salva,
prata de lei.
10.74-1 1 par de brincos de onro, e 1 cruz crave-
jada de brilhantes, e 1 par de botoes, ouro
da lei.
10.745 1 volta de trancelim, 1 pnteiro, 1 par de
brincos, 2 ditos de rosetas, 2 e meio pares
de botoes, 3 figas, 2 anneis, 1 emblema de
S. Joo e 1 castor, ouro de lei.
10.752 1 relogio de ouro, para senbora.
10.753 1 assucareiro e 1 wautegueir, prata
lei.
10.757 1 corren te dupla com medalha, ouro e pla-
tina.
10.758 1 relogio, ouro de lei.
10.773 1 pulseira e 1 par de argolloes, e 1 relo-
fio, ouro do lei.
pares de brincos, onro de lei.
2 pulseiras, 1 broche, 1 par de brincos
cravejados de brilhantes, inais 1 annel
com rubim e brilhantes.
10.781 1 broehe, 1 par de rosetas e 1 cruz, ouro
de lei.
10.784 2 salvas, prata de lei, 25 colheres, 12 gar
fos, 12 cabos para facas e 1 paliteiro,
prata baixa.
10.786 1 s Iva e 2 colheres, prata de lei.
10.789 1 cruz de ouro com brilhante-, 3 pares de
rosetas com ditos, urna volta de ouro, 0
torrentes psra /elogies, 1 medalha, 1
correntio fino, 4 trancelins, 4 villas de
dito, 1 cruz, 1 broche, 1 par de brincos e
4 reiogios de otuo, curo de lei.
1 pulseira, quebrada, ouro de lei.
1 trancelim c 2 pares de brincos, ouro de
lei.
10.79'J 3 eruzes de ouro com brilhantes, 2 anneis,
1 par de argolloes, 1 par de resetas, .1
pi ca grande, 2 pulseiras, tudo cravejado
de diamantes cravados em prata ; 1 volta
de curo, 1 cruz, 1 fiveila,4 pecas de ouro
para cnteiro, ouro de lei, fios de aerlas
10.800 1 corrente para relogio, 1 volta de trance-
lim, 1 cruz, 1 brsebe, 1 par de brincos,
ouro ic le.
10.802 1 corrente e relogio. curo de lei.
i; ;f'e i de Janeiro de 1886.
l'elo gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
Precisa se d urna bon cosinheira
de Joi d* Barros n. 24.
na estrada
Alnga-se
uina casa pintada de novo c com sotb interno, na
ra d > Coronel Suassuna u. 194 : a tratar no lar-
go do Corpo Santo n. 4, 1" andar.
10.775
10.777
Queijos do reino
Marea Joliannes Plnyni
Os> memoren e oa mal baratn ^
.18000 um
Por caixa de 12 queijos faz se abatimento
Em casa de
Charles Pluym dk C .
24Ra do Commercio24
____________RECIPE__________________
Farfolla de trigo nova e
de superior qualidade
Retalha-se em lotes
vontade dos compra-
dores o carregamento
defarinha de trigo, em
saceos, chegado do Rio
da Prata pelo patacho
ingrlez Libbie H.: tra-
tar no armazem ra
do Commercio n. 4.
10.790
10.791
nV
t$
^ssm Aiifaf
Aos 4:000S000
bilhetes mam
IIua do Barfio da Victoria n. 4
e casas do costante
Acham-se a vendo os felizes bilhetes
garantidos da 244. parte das loteras
beneficio da matriz de Aguas-Bellas, (31*)
qae se extrahir quinta feira, 14 do cor-
rente.
Precos
4,J000
20000
1,J000
de ioo*ooo para
cima
3(J500
1^760
P875
Inteiro
Meio
Quarto
porco
Inteiro
Meio
Quarto
JoSo Joaquim da Cotia L*>t
de
AVioOS DIVERSOS
10.353
10.358
10.364
10.308
10 880
10.382
10.394
10.401
10.402
10.434
n.438
10.445
Precisa se de um ca xeiro de 12 14 nnos
COBB platica de motilados ; a tratar na Cip'inga
ra das Pcrnambucanas n. 38
Precisa-se de urna prfessora p ir i engenhi
qo saiba toc;ir piano e inais Irabalhos de senho
ra a tratar ua rua do Impera}.-" % 79, 1- andar,
com o 1 i asara!*.'
Os abaixo assignados, carador fiscal e de-
positario da nassa fallida de Antonio Francisco
i, previnein aos iuque'inos das osas perten-
eenttes m'snia uiassa, c situad s em iloyauna
noe na i pagMm alarneJ algara ao procuiador
sonstnido pelo, tallido, e cojos poderes cesssram
pela abertura da fallenein, devidameute pub ica
da. O i mesmos inquelinos estao respousavei*
|ue pagaren indevid mente a dito
irador, que procedeu criaiin
tircrcM Apulinario Lula
Carmino
A viuva, filhis, cunhados o s^brinhos agrsde-
cem d) intimo d'alina todas as pessoas que ti-
rcam a bondade de acimpanbar at sua ultima
inrala os restos mortacs d' seu fallecido marido,
pai. cimbado e tio ; agradecendo especialmente
ao3 moradores de Olinda que se prestaram nos
ltimos momont >s do finad. ; e de novo os eonvi-
dan para assistirein as missas qco scrSo celebra
las s 8 horas da manli, na m .triada Boa-Vista,
e 7 na de S. Pedro Sfartyr de Olinda, no dia 16 do
corrente, setimj diado paesaircnto, confessando-
se desde ji eternami'iite agradecidos. ^^^^^^
.os 4:000000
2ILHS1ES SiSainiDO
O abaixo assignado tendo vendido nos
seas afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 218 com a sorte de 4:0000, 4
quartos n. 273 com a sorte de 1000000
alem de outras sortea de 320, 160 e 80, di
loteria (30.*), que se acabou de extrahir,
onvida aos possuidores a virem recebe;
na couformidade do costume sem dcscontc
a (gura.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 6.a parte das lote
ras beneficio da matriz de Aguas-Bellas
(31.a), que se extrahir quin'a feira, 14 do
corrente.
Precos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Km qnantidade maior de 100
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Martina Finr.a.
ALBEKTO HENSOREL & G
52--RLA DO SARAO DA VIGTORIA-52
O aba'xo assignado tem a honra de participar ao respeitavel publico d'est
capital e do interior, que reassumio a gerencia d'este grande e bem coaceituado est*
belecimento, onde j por longos annos tem oceupado o mesmo lugar.
As xmas. familias e pessoas que desejarern hnralo com suas encommendaa,
encontrarSo all os mais modernos e aperfeicoados trabalhos concernentes a an*
p'.iotographica e modicidade nos precos.
C. Barza,
Gerente.
TINTIRARIA
OTTO SGH1YEIDER
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SCCESS0R
Rua Dlathias de Albuquerque
D.
o
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tO
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bendo ditos alugueu.
Recife, 21 dedezejibro de
PASTILHAS
De ANGELiM&MENTRUZ
Dr. Ferrer.
Jos Fa istr.o Porto.
Antonio lo Pnilan la Folicea
Ventura
1). Joanna Aula da Panseca Ventura, srus fi-
Ihos, rnteados e g nre, muitn agradecein s fCS-
sDas que aasistiram oa ltimos suffragioa feroo ao
eadarcr de seu presado fillio. irmao e cunbado,
Antonio de Padua da Fonseea Ventura, e de nyo
vs convidam aasistrcm missa de retino dia,
3ue inandnm celebrar por su* nluis, s 7 l! horas
a manh do dia 16 do corrent?, na igrej i de N.
S. do Terco ; c desde j so contessam gratos por
mais essa prva de amizade. ____

i>t
es
es
S
(T5i
es
O Remetio mais efficaz a
Seguro que se tem descoberto ate
hoje para expei/ir as Lcmirigas.
ROQIAYROL FUERES
(.MTM.A Rl'A DAS FLORES)
Tinge o limpa com a maior perfeicao toda a qualidade de estofo, e fazendas
em pecas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo o
trabalho feito por meio de machinismo aperfeigoado, at hoje conhecido.
Tintura preta as tergas e sextas-feiras.
Tinta de cores e lavagem todos oa dias. <
b m w ixn:
JOSEPH RRAUSE ft C.
Acabara de augmentar o sea j bem conhecido
importante estabelecimento roa \
de marf o n. 6 com mais
nm saio no i andar luxnosamente pepar-
rudo e prvido de nma exposi-
fisto ki8 deprata %htte e ekctnflik
dos mais afamados fabrieiifes do
mando inteiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, seas nume-
rosos amigos e fregnezes a visitaren)
o seu estabelecimento, alim de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaran., em honra
desla provincia.
MM METO DS 1 A'S 8 DA NOITB

ILEGfffL
I







6
Diario de Pernanibucotluinta-feira 14 de Janeiro de 1886
Aluga-se
cegando andar e solio da casa 4 roa do Amo-
na u. 66, por pri-co couimod i, perte da alfandega:
a tratar na mesma.
Aluga-se
t grande e boa caa n. 159 tus. Imperial, tendo
ieate de atnlejo, 1 porta e 2 janellaB, 2 salas,
tendo a de frente ladrilhada com fino mosaico,
?da estacada, gabinete servindo de corredor, i
3artos, cosinha fra, 2 quartos alem, quintal to-
o morado, grande portao que deita para a linha
frrea, cacimba, bomba, e canalisada a gas, tendo
tres, arand lias, etc. : a tratar da ra larga
it Rosario n. 2, 1 andar, das 10 horas s 2 da
tarde, dias uteis._________________________
Aloga-se barato
) 2.* andar travesea do Campello n. 1.
i casa da ra da Palma n. 11.
a. loja da roa do Calaboaco n. 4.
1 casa da na de Lomas Valentina n. 7.
0 1.* andar da travessa do Carme n. 10.
A casa da roa de 8. Jos n. 52.
4. casa do largo de S. Jos n. 71,
A casa da roa de Gervazio Pires n. 12.
1 casa da Baiza Verde n. 1 B Capunga
tratar no Largo do Carpo Santo n. 19,1* an
mr.
Aluga-se
un sitio ra das Pern .mbucanas n. 62, tendo
ama grande casa com umitas comm xiidades para
jrande familia, a casa tem sota corrida e o sitio
irborisado ; as chave: na ra de Pedro Alfonso
aomero 68.
Tosinhciro
Precisa-se de um bom cosinheiro ;
roa da Aurora n 109.
a tratar na
Quem tem ?
uro e prala : compra se ouro, prata e
podras preciosas, por maior preco oue em outra
na'.quer parte ; no 1 sarjar n. 22 a ra larga do
Rosario, ar.tiga dot Quarteis, das 10 horas s 2 da
tarde, dias uteie.
Criado
Precisa-se do un criado que teaha boa conduc
na ra da Aurora n. 109.
OS ESPECFICOS VETERINARIOS
H0ME0PATHIC0S^=
==nF HUMPHREY.
Para a cura de todas as doencas de
Carallos, Gado, Carneiros, Caes, Por*
ees, A vea.
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rofi-ferris, etc., etc.
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1 .V7emt>a f* ofc os DaoonsTAS. Tambem
enviase pelo correo pelo preso do costume.
Dirija-se a Humplny' Homeopatnlc
Medicine Co." IOS Faltan St. New-York.
(Sedade^rar.y
SILK.
Q^^R^Uffi^L^187
Julgando ser de craade utilidad* dot oe joante da
America do Sul, terem fios de seda e retrox prepara-
dos em material mais leve do que sejam carreteis de
Eio, estamos promptos a foraecer para exporracSo
M de seda, retroi de seda e seda de bordar, de
todas as qualidades, preparadas em lancedeiras de
papel ou de peonas como cima representado.
Temos toaos os lmannos de o preto e mais de
quinhentos cores.
Drija-se "Brainard 4 Armitrong Co."
6ai Market Street, 49 Broedwmy,
Pailadtlphia, U. S. A. New-York, 5. *V
Leonor Porto |j
Ra do Imperador o. 45 ,
Primeiro andar / \
Contina a ezecutar os mais difflceis ( J
figurinos recebidos de Londres, Paria, i j
Lisboa e Rio de Janeiro. / ,
Prima emperfeieao de costura, em bre- ) )
vidade, modicidade era preces e fino | l
goato. H
Juilno da Silva Bonvialft
A vinva, filhos, filhas e genro do finado -instino
da Siiva Boaviuta, convidam aos b>-us parentes e
anigoe e do faitee do, para assistirem as missas
que mandam celebrar por seu eterno descanso, na
ordem Urcnira de j Francisco, pelas 8 horas do
da 14 do corrente (quin'a-feir), trigsimo dia
do seu infausto oassamento, na cidade do Porto,
pelo que se contessain giatos. e agradecem do
intimo d'alma todo- que rmnrr este acto.
Antonio Fernaades Velloso
(2 anniversario)
Hanoel Fernandes Velloso, commemorando o se-
gundo annivrsario 'lo fa le. meato de seu presado
to Antonio Fernandes Vel oso, manda celebrar
algnmas miusas por alma do mesmo, sexta-feira,
15 do coi rente pel*s 7 horas da manha, na igreja
da Madre de Deus para enjo ae o convida aos seus
omigos, antecipand<:-lhes desde jA seus reepeitoeoe
e sinceros agrndecim' ntos.
D Thereza da MI Ira Vielra
Ponfnal
Baro e Baronesa de Freeheinis, D. Tordulina
V. da bilv-t Pontual, Baro e Baroueza de Pe-
trolina, Jo.- R" irigues Pi ntual e su" mulher,
Francisco da K cha Pontu.l e sua mulher, Davino
dos Santos Puntual e sua mulh- r. Leocadio Alves
Pontu; I e sua ulher, bacharel Feliciano Placido
Pontual e su mulher, Jeronymo B. de M. Ran-
gel e sua inullier, D. gueda' Aventina Pontual,
bacharel SaraneI dos Santos Pontual e sua mulher,
Dr. Constancio d-'S Sautos Puntale toa mulher, D.
Maria de Jess Pontual, Th,m Joaquim de Ol-
veira < ua ni lli r. Man. el Antoaio dos 8antos
Dias esua inu-her, filhas, eenr-s e oras de D.
Tbere*a di biiva Vieira Pontual agradecem do
fundo d'alma nos ph:cntes e amigos que tiveram
a b'-ndade de assistir aos ltimos sufragios feitos
A stin fallecida mai e si^ra e ac mpanharam seus
restos mortae.. at o cemiterio.
Os meamos pedem de novo todos os prente
e amigos seas o caridoso obsequio de asnistirem as
missas que n > dia 16 do crrente se rezarlo por
alma de sua semprc chorada mi e sogra, na ma-
triz da Ba-Vista s 8 horas da manb na ca-
peila do eng nho Cabeca de Negro, s 10 horas
da manha na igreja da povoacSo de S. Jos de
Boa Esperance s 10 horas da manha enica-
pella do engeaho Aripib tambesn as 10 horas da
manha.
TNICO
i

%
PrenaragSo de Productos Vegetaes
PARA
~XTINviO DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
Jvl ARTI NSA^BASTOS
Perita mbttco
l'inli de Rig
Acaba de chegar pelo brigue Acacia nos com-
pleto sortimento de pranches de varias dimen
coes, como tambem taboas da mesma madeira, de
urna e ama e meia pollegada de grossura ; veo
dem se por procos mdicos em casa de Matbeus
Austin & C. 4 ra do Commercio n. 18, ou no
caes do Apollo o. 51.
Aula mixta particular
Ba da Han iz da Boa lata n. 11.
primeiro aadar
Maria da Conceicao de Drnmmond participa
aos pas de familia e correspondentes, que asna
aula abrir-se-ha no dia 11 do corrente mei.
Alm das alumnas externas, admittem-se peo-
sionista : quem desejar saber as necessarias con-
dicoespoae dirigirse dita aula, que ente nder-
se ha com a mesma.
Qoanto as informaooes, os interessados podem
dirigirse ao consehfiro Pinto Jnior, Dr. Pe-
reira a Carino e aos diatlnctos piafessores da so-
cicuade Propagadora da. Boa Vista
CoDsoltorio medico cirorgico
Dr. Miguel Themvdo mudou seu consul-
torio e residencia para a ra da Imperatriz
n. 14, 1. andar, onde d consultas das 12
horas s 3 da tarde e recebe chafnados a
bualquer hora. Especialidades- partos, fe-
bres, syphilis e molestias do pulmSo e co-
BtaplO.
Este i portante estabeleamento de relojoaiia,
fundado em 1860, est funecionando agera 4 ra
bwga d0 Rosar a. 9.
O seu proprietario, encarr gado do regulasaen-
to dos refogies do arsenal de marinha, da cempa-
nhia dos tr.lhoa urbanos do Secife Olinda e Be-
beribe, da de Recife Cazang, da estrada de
ferro d Carua da jompanhia ferro-carril de
Pernambuco, da associacSo commercial benaficen-
te s da estrada de ferro do Limoeiro, cercado de
intelligcoieg e habis auxiliares, eoncerta e fa-
brica qualqurr pega rl*ra relogios de algibeh-a,
de pared-?, de torres de igreja, chronometros ma-
rtimos (dando a marcha), caixas de msica, ap
parelhos elctricos telepnonicot.
. Contina a exercer a sua profisso com celo e
lntere8se de que sempre den provas ao respei-
tav el publico e aos sena collegas, e vende tome-
cimento de qualqner qualidade.
Em frente de sea estabeleci ment se a cha col
locado um relogio, cajos mostradores tambem po-
derao ser vistos pelos passageiros da forro-carril,
tendo sempre a HORA MEDIA DEHTA CIDADE,
determinadas pelat suas observacoei astronomi-
Da*. Ra larga d Rosario n 9.
Aatonie Jos im. Costa Araujo.
Este remedie precioso tem gozado da aeceita-
(3o publica dorante cincoenta e sete annos, com-
ecando-se a sua mann/actura e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca foro tio exten-
sas como ao presente e isto, por si mesmo,
offereoe a melhor prova da sua efficacia maravil-
bosa.
Nao hesitamos a dizer que n5o tem deixado
em caso alguna de extirpar 0$ vermes, quer em
crean.as quer em adultos, que se acharo afflie-
tos destes inimigos da vida humana.
Nio deixamos de receber constantements
attestacoes de mdicos em favor da sua efficacia
admir.tvel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparectdo varias falsifcac<>es, de
sorte que deve o comprador ter multo cridado
examinando o noroe inteiro, que devia ser
7erHiift([o de B. A FAHMESTGCK.
FRANCFORT S/MEIN
PARS <7> LONDRES
15RuedeiCuiquierj 54AldeniiaiiburyEC.
tMSLM
SABAO
transparente cristalino
WVRIEGER
conhecide do m\tndo inteiro
como o melhor mais perfeito
de todos of sabss de toilette.
Especialidade.
Estractos essencias triples
de cheiros. Agua de Colonia
Vinagres de toilette. Pos d'ar-
roz. Pommdts. Azeites to-
das clasesde perfumaras finas.
Superiores quadadee.
DeasHos as principaes Par*
fumarias. Pharmacias Cabel-
leireiros do Brasil.
Bedalha d Progresso Vienna 1873.
0 mii$ Smpln, o nult Ktpldo o mili CDrou tfo REVULSIVOS
rH-uiepsarsAviiL ao famtt.tb aos "vxa-jjaorxHis
USADO NO MUNDO INTUHO
A OBkMS BIOOMOT peds aoa BnrM. Medios compradores que exifun
VERDADEIRO PAPEL RIGOLLOT
qtu em cada taca
t em cada folha, .]
tra\ escripia
em Tinta incarntd*
Firma:
BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CUBA RPIDA E CERTA PILIS
Gottas Uvoniennes
TROU3TTE -I EHHET
Otm CBBOSOTB it PAIA, ALCAT&iO Ae NORUEGA e BALSAMO ie TOLO
Este preparado, infallivel para curar radicalmente todas as Molestias das Viaa
respiratoriaa, recommendado pelas Notabilidades ipedicas como o nico effict*
o unioo medicamento 91/e alem de nio fatigar o estomago, o fortifica, rtoonstitue t despirta
o tppttite : duas gottas pela manh e i tarde bastam para triumphar dos oasos otis rebeldes.
DrVE-E EXIGIR O SELLO DE GARANTA DO G0VERNO rRAKCEX
DepiU priicipal: TROUETTE-PERRET, 165, roa Saint-Autoine, PARS
Em M'ernamtnteo : Francisco M. da SILVA a C, e as pr.nclpaes Pharmacias.
>sav^tf^M^VM^^%^,a^r^A^^MWWNV^^^%%^i>it^sVaVV^W^M^^^
y.FIVEBarPA
Vioioo la-miter
ts Mtthar ios Silfos te Toc*ds*
\fw aAl
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BJ-v-itsac > Imlteces
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OPPRESSAO
TOMB
UTUMO-fETMIO
ASTHMA
NEVRALGIAS
PslM SfiROS ESFiC
o, facilita
aspira-se a fu maca que penetra no peito acalma o aymptoma nervoso,
a expectoraca e favorlsa as funecoes dos orgas respiratorios.
i*a esa stsaaSa as eaaa Se S. ESNC, it, rus s^Laanre. eos Paria
Settitaros em jynssstss i tJtAJ/C^ ML. afc M'L, VA 7*. ___ _V
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Paria, Pnmio Montyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as aflecedes seguintes:
Asthma, Insomnia, Palpitagoes do Corago, Epilepsia, Hallucina?o,
Tonteiras, Hemicrania, AffecQoes das vias urinarias et para calmar toda
especie de excitaco.
1122 Urna explioacao datalhada acomptnhi cada Frasco.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN & G'S
de PARS, que se encontrao em casa dos Droguistas et Pharmaceuticot.
'>
EXPOSITION
liaille d'Or
UHIVU1878
CroiideCheTalier
LS PLUS HUTBS BCOMPENSr
AGUA DIVINA
E. COUDR A Y
DITA A6U DE SAUOE
Prteoaissda para s taaeadsr, como conservando
CoasunteMsIe as cores da moci-ade,
pnserranda it seste e do choltr morsas.
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lanaaatUk salst CdesrUalsi Iriass.
SOTAS CONCENTRADAS para o leseo.
0LB0C0MB para a belleza dos cabellos.
ESTES ARTIGOS .""HAH-SE NA FABRICA
pars 13, roe d'L'nghien, 13 PARS;
Dsfositos em todas as Perfumaras, Pharmacias
e Cabellereiros da America.

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EmilePROUST, Suc*- & Genro
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Contra as
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NCVRSLOIA^, exaoirEC9. Cor:GESTAO,
EPILEPSIA. HVSTEBIA, ETC.
N. 1>. Cntki frmscu csii acor.ipanhudo
de urna cvt '.er--. etiitla e i.isr.- icru fra.'i.r-
se durme un mez irueno.
XAROPE de FALIRES
Com CUSCA de LARANJAS AMARGAS e
BROMURO de POTASSIO
sksslstsMsts san s o niu approrais.
pars o, Auxri ticwaii, t pars
S AS MlHCIfA*; PHASMAaAS
exposiqXo oe pars ists
roBA d concuaso
.crASMA
peto PO do
Dr Glry
'mu-u em todas as Pharmaeta*.
1. Perf iva- >nanUoo do Vlnhoe oa sobral
d Medoo................o* I00fr*oos 2 ^
t P. .i.:lo uEssencladtCogna oelOOfrascos 800 te
i PerUmeaparslodostaLloorsaos lOOfrMcos 300 rr.
\ EiBenciadeRhumon '.sitarlos em l'r rntiinbuco :
Tranciioo M. da SIT_i"""A. Sr a*.
,'PELLETIERINA
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ForNcedor da Marinka rrancsu e dot Nstcltsss ds Psrlz
Orsmedio maiicertoss mais fcil ds tomar
r ARA COMBATIR 9
VERME SOLITARIA
tU ibh i asaiaiitja de sai UstmoBU tMalitli
P<*I2. PH" TANRET, S4, ADA BASSE-DIMEMPARl
HiaSIlrtO S Perttmbuoo : fHAJ- t. la UlTi
IPAR1 I
pe
itoral-Cer,
DE
Ayer
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(A>-e:*s CherryPeroral)
PAM A CHA K CSTlPA(0t.
IOSS.ASTHMA BkONCHITE.
CooutLUCHt ouTosst Convulsiva
Tsica Pulmonar.
P-.-j-ir, (o D. JC AYIRACIAiowr M> [0r.

INSTITUTO
DE
Inslruccao primaria, secundaria e recreativa
Este cnllegio fundado em l^JS, contina a fanecionar ra de S. Kcan^isco,
palacete n. 72, e admitte alumnos internos, meio pensionistas e externos.
As materias protessadas sao : Primearas lettras. poriugne7. latn.
france7. inglez, rethorlca, arfthmetica gcogrdphia, geomeitrla,
historia, philosophia, mnsica. danca e deseuho.
Os professores silo habilitados e moraliados, tendo os alumnos obtido sempre
bons resultados, tanto nos exames prestados no Instituto como no Collegio das Artes.
A alimentagao sE e abundante .
0 rgimen interno nao vexatorio; ha horas destinadas para o estuub, recreio
e repouso, e om caso nenhum suffrerao os alumnos privajao da alimentagSo nem dei-
xarSo de repouzar as boraa exigidas pela liygienne.
O trabalho distribuido de conformidade com a idade c desenvolvimento phy-
sico e moral de cada um.
O predio commodo, aceiado e em geral claro e fresco, com ospacosas salas
para aulas, refeitorio, dormitorios e recreio, mobiliadas convenientemente.
O cellegio fo:nece gratis, peanas, tinta, lapis, crayons, ardosisas, livros Dar
consultas dos alumnos ntimos, no collegio.
O alumnos internos tambem teera direito roupa lavada o o engommada, sarn
remunerayao alguma alm da mensalidade.
Tambem nao d.to joia na entrada. O enxoval dos alumnos internos resumido.
Em attenjlo as difficuldades com que hitara os senhorea pais para educar 8U5
flhos, nSo podendo muitos sustentar tSo psalo encargo de OOOO mensal por 'ada
um, oomo alumno interno, alm de outras rauitas despezas que occorrera, fica estabe-
lecida a seguinte tabella:
Alumno interno.......... 403000
meio-pensisnista .....25^000
externo de aula primaria...... 55000
t secundaria (1 preparatorio) 5A000
(2 ) 90000
(3., ) 12^000
Aula de msica.......... 50000
danca.......... 50000
desenho .......... D0OO
N- B.Os pagamentos sJlo feitos por trimestres adiantados.
As aulas comecam a funecionar a 7 de Janeiro e terminara a 15 de dezerabro.
O DIREICTOE,
Hermino Rodrigues de Siqueira.
por



>


mex

*



s
i
BANHOS DE MAR
Superiores costumes de excellente fa-
zenda e muito bem preparados para banhosde
mar.
Para senhoras. 101000
Para horneas. 81000
Para crianzas. 5#000
Recebemos ltimamente um grande sor-
timento de diversos tecidos no vos para vesti-
dos e inteiramente apropriados para a pro
sent esta^o.
LOUVRE
FRMGISGO GRGEL DO AMARAL & G.
X Bu Primeiro ie Marco 120
ESQUINA DA RA DUQUE DE CAXIAS
11 lelephonico IS8___________________
is machinas de costura
Domestic
SSo reconhecidas ser as mais ele-
antes, as mais duraveis, e em todo
os sentidos
As melhores
Para precoa, e circulares com illas,
traeres de todos os estylos, dirijasw
se a
DOMESTIC SEWDG MA-
CHINE & C.
rlEW-KOEY U. 8. A.
Sulfato de Quinina de Pelletier
Chamado dos 3 CacJiets
ARMET DE LISLE & C", Successores
De9de a descoberta do Sulfato de Quinina por Pelletier, este producto tem mar .do a sua reputacao de
bondade e pureza, e a sua marca preferida em todos os mercados do mundo, apezar da competencia e da
fasificaco. Os Snrs. Armet de Lisle, successor;s de Pelletier, realisando um novo progresso, introduzem
o Sulfato de Quinina de Pelletier em pequeas capsulas redondas, delgadas, transparentes, muite
solu veis, .le conscrvicao in'le(inida,qup nao endurecem como as pilulas e grageas.Sao o especifico certo das
febres perniciosas, terciarias e palustres, das dores de cabeca, enxaquecas e nevralgias,
gota, rheumatismo, as affecgoes do gado e do bago. Na dse de urna ou duas por dia, o Sulfato
de Quinina constitue o mais poderoso dos tnicos; excita o appetite, favorece a dige&tao, combate as trani.pi-
Iracoes exageradas.reanima as forcas e d ao corpo a energa necessaria para resistir s febres e enfermidades
i^beciosas. Vende-se em frascos de 10, 20, iOO, 200, 500 e 1,000 capsulas, o que permitte ao pharmaceutico
sasfazer todts as Arese-ipcee* abdicas. ^-v
Lada capsula coDtm dez centigrammas c leva o u. .ie Pelletier impresso em preto mam
Deposito exotsiro, emPARIS, RIGAUD & DUSART, 8, Rno YMenue, eDoostram-ae em todas as PliarmaJ**.^--^
pualiaade superior-
N0VACREA WRfGER
Perfumisfae Destilador.
4WCFBRT S/S
"Hit*. FORNECEDOB ce..KwV>
O/.-x
Sabao
Sab,. :
Oleo
Pomada
OoBmetico m
- Ir.n.jarele
Brilhantiaa
Parfnaie
Ozea
>tu
dBU *
dent* i
BaMsHo as printsaat rtaaarias
Paarmadas oaaasslrslrss.

MBRl



___><* ****

Diario de PernambocoQuinta-feira 14 de Janeiro de IHH
Mnsica, piano e oeato
Conti__> a lecciooar, D Francisca de Albu
querque Silva Costa, por co legios e easas de fa-
milia c em sua residencia, ra da Detenco n.
19 ; a tratar na metma, ___________________
Profesora
Offerece-se urna pr .fessora para leccionar em
alguna collegios e casas particulares as eeguintes
Bateras : portuguez, francs, msica e piano ; a
tratar na ra do Mrquez do Herval n. 20.______
Ama
Precisa-se de ama ama Dar comprar, cosinbar
e fazer o ser vico de urna cata de familia ; a tra-
tar na ra da Unio n. 47.
Mobilia
Vende-se ama mobilia de Jacaranda, macica,
nova, do ultimo gosto ; a tratar na ra do Amo-
rim n. 66. _____
Casa
mora
Ama
Precisa-se de urna ama para todos o servicos
de duas pessoas ; na ra Imperial n. 200-C.
Ama
Precisa se de urna ama para
para casi de pequea familia
nandes Vieira n. 24, taverna.
cosinhar e lavar,
na ra de Fer-
Ama
na
Precisa-se de urna ama para engommar
Capunga (antigirua da Ventura) n. 3.__________
Ama ouescrava
Precisa-se de urna para cozinhar e engommar
para casa de ponca familia : na ra do Barao da
Victoria n. 15.
Amas
[" Precisa-se de duas amas para coziuhar e en-
gommar em casa de familia : ne escriptorio deste
Diario se indicar quem precisa._________________
_U
^Preciia-se de uioa ama para casa de pouca fa-
milia, dando fiador de sua conducta ; a tratar na
ra dos Martynos n. 156.__________________
Ama deleite
Precisa-se de urna ama de leite para amamen-
tar urna crianca ; trata-.e na ra do Mrquez do
Herval, casa n. 192.___________________________
Precisa ce de urna ama que engomuw com pe
feicao, para casa de familia ; a tratar na ra do
Bare da Victoria n. 7, 2- andar.______
Ama
Precisa, e de urna ama que engomme e lave
cjm muita perfeiclo ; a tratar na ra de Pedro
Afionso n. 46. ________________
Ama
Precisa-se de urna ama que compre e cosinhe
com peofeicio ; a tratar na ra do Baro da Vic-
toria n. 50, 2- andar. ________^^^
Ama
Precisa se de urna ama meia idoaa para cosi-
nbar e mais servicos de casa de familia ; a tratar
no lrgo da Santa Cruz n. 10.
Ama
Precisa-se de urna ama qne
coser; na ra de Riachuelo
ferro.
saiba engommar e
n. 57, porteo de
Ama
EPrecisa-se de urna ama para servico de casa ;
aa ra d Florentina n. 3'. .
Ama
Precisa se de urna ama para cosinba e mais
algum servico a tratar na ra das Nymphas nu-
mero 26.
Aviso
O abaiso assignado, no empenho de bem liqui-
dar todos os seus dantos, segae para o interior
da provincia em cobranca de algumas eontas, e
desde ja convida a todos os seus credores que
tiverem titules vencidoi para que os aprsente ao
seu procurador e advogado o major Ignacio Leo-
poldo de A. Maranhao, morador nesta cidade, por
qam sero satisfeitos. Pao d'Alho, 4 de jaaeiro
de 1886
Juvioo Carlos de Souza.
para
Precisa-se alngar urna oasa qu len e
commodos, agua e gas, e que tenha quintal ; nes-
ta ty.>or,raphia se dir quem qneir______________
Musitas novas para
jiano
Apulchu de Cmmtro, dobrado exeeu-
tado pela banda do segundo batalh)
(2 edicio) 1*000
Amor e Svmpalbla, dobra o execu-
tado pela banda do 2* batalhao 1*000
luinae dista de vlagem, dobrado
executado pela banda do 14 batalhao 1*000
Vendem se na loja de msicas do Azevedo
Ra Nova n. 13
Correias
Km S de Janeiro de *
Pela secretaria do Gyianasio Pernambucsno e
de ordem do Revdm. Dr. regedor, se declara aos
pais de familia e a quem interessar possa, que es-
t aberto o anno lectivo para os alumnos d'aula
primaria, nos termos do art. 185 do regiment in-
terno de 19 de Abril de 1876, approvado pela lei
provincial n. 1,497 de 10 de Junho do anno de
1880.
O instituto iccebe alumnos em tres catbegonas,
conforme se acham divididos pelo eitido regimen-
t : pensionistas ou internos, meio pensionistas e
externos.
Os pensionistas residiro no instituto, tendo di
reito de estudar as materias proscriptas no pro-
gramo a estabelecido, a ser alimentados sadia e
abundantemente, tratad s em suas enfermidades
pelo medico da casa, ter roupa lavada e engon-
mada regularmente duas vexes por semana, cabel-
leireiro sempre qne Mr necessario e bauho duas
veses por semana.
Os meio pensionistas se apresentaro no estabe-
lecimento nos das lectivos, ._ horas em que a au-
la se abrir, e desde entilo at ser encerrada tar-
de, serio equiparados aos internos, quan'o aos es-
udos, alimentaco e recreio.
Os externos s tem direito s liccoes e explica-
coes do respectivo professor.
A penso dos internos de 400 e a dos meio
pensionistas de 240, paga por trimestres adian-
tados na secretaria do mesmo instituto.
Os externos, porm, nada pagarao.
0 secretario.
Celso T Fernande Quinlella
Liquida^
em continnaefio na rna larga do
Rosarlo n. 3 -*
Damio Lima 4 C, nao p deudo acabar o sen
grande sortimento de miudezas, em consequeneia
da cryse perqu paseamos, continan) por mais al-
gum tem: o a liquidar suas m- rcadonas, pelo que
de novo convidara ao publico e especialmente s
tCxmas. familias, a quem pedem toda proteceo.
Admirem !
Punhos e colarinhos bordados para' se-
nhoras 22rt0
Ditos lisos 1*800
Ditos de cores 1*500
Luvas de seda de cores 2500
Agua trida, 700 ir. e l'300
Bordados de 800 rs. 2*000
Bonitob lacos a 2_K)
Leques de 400 ra., 6C0 e 1 K 0
Meias para homem 3*00 )
Ditos idem 52
Ditas de cores 45000
Uin par de fronhas de labyrintho 1 *5 0
Urna toaiha de labyrintho 25| e 30*000
Envtsiveis, r. 320
Fitas, bicos, lenco*, grr.vatas e outros muitos
artigos que esto esposifo.
Kua Ursa do _o_rlo n. 88
Damio Lima 4 C-
TDE DRLSINJiTcr
Bu Ad Bm-JBQo a. 18
(ANTIGA DA CRUZ)
Oasa de commissocs
Grande e variado sortimento de amos-
ras e catlogos de prodceles da Alloma-
dla, Franca, Inglatera, Austria, Hespanha,
talia e Estado-Unidos.
N. B.InformacSes sobre machinismos
friclas, ditas para engenhos centraes-
rambas, etc. para incendio* oatras oa.
ninas e utensilios
Curso primario e se-
cundario
Souza Simoes participa aos
itavel publico, que
Jos Cordeiro de
pais de seus alumnos n ao res'
no dia 7 do corrente se achira aberto o seu esta-
belecimentodeinstrucco na ruada Imperatriz n. 15
a continuar os exercicios de sua profisso : assim
como continua a admittir alumnos internos, mcio-
penaionistas e externos.
Asylo de Nendicidade
A aula de instrnefo primaria n'este estabele
ciineuto comeca a funecionar no dia 7 do corre-
te, das 8 horas da manh s 2 da tarde.
Igualmente funecionar da dia 15 em diante a
aula dos cgos das 3 s 5 horas da tarde, lecio-
nando-se primeiras lettras, francez e msica.
Em ambas essas aulas sao admitt dos alumnos
esteraos, dando-se-lhes gratuitamente nao s o
ensino como taro bem todos os objectos neeessarios
(papel, penna, unta, livros de leitura, etc. etc.)
Para a matricula e inforuiacoes podero dirigir-
se diariamente ao indicado estabeleci nento em
Santo Amaro.
Asylo de Mendicidade em Pernambnco
Janeiro de 1886.
O director,
Justino Jos de Souza Campos.
Mudanza de escriptorio
Ernesto & Leopoldo transferiram seu escripto-
rio para a ra larga do Rosario (antiga dos Quar-
teis) n. 22, andar_______________^________
Tintara liana
PARA TINGIRA
Barba eos Cabellos
"utura tinge a barba e os cabellos instan-
tneamente, daado Ibes urna bonita cor preta e
natural, inofensiva o seu uso e simples e muito
rpido ; vende se na BOT CA FRANCEZA e
DROGARA deRouquayrol Freres, suceetsores
de A. CAORS, ra do Bom Jess, antiga da Cruz,
numero 22.
Na., "ih
de sola ingles v, de I na e de borracha, de diver-
sas larguras e grossuras ; vende-se barato na
undico Villaca,
ra do bru o n. 54.
O 8r. JoJo Cavalcante Mauricio Wanderley,
ho do Esm. Sr. Baro de Traeunhaes, qucirn
ir ou mandar ra Duque de Casias h. 7d, con
luir o negocio que nao ignora.______________
Moendas
Com mu'to pouco uso c era perfeito estado, se
rende moendas com a panadura de 2 at 4 palmos
pela quarta parte de valor, e outras ferragens
jroprias para engenho ; a tratar na ra I arga do
Rosario n. 11. ^^^____
COLLECIO
S.S. Corado de Jess
D. Vicentina Cesara de Mello, directora desse
internato, avisa pelo preseute, que no dia 11 do
corrente comecarilo os trabalhos do mesmo inter-
nato, sito ra Princesa leabel n. 4. O rgimen
e o corpo docente do estabeleci ment contina a
ser o mesmo.
Collegio Amor Divino
Ba da Imperalrla n. 3*.
Este estabelecimcnt de edacacao abre as au-
las no dia 11 do corrente.
Previne se aos pais de familia que tem se urna
pessea de inteira eonfianca, encarregaJa de ir
buscar e levar as creancas que sene, pais quize-
rem.
A directora,
Orynpia Afra de Mendooca.
Atten^o
Face ver aos senhores e senhoras de engenho |
^ue precisareis de um admi istrador hbil para
odj o servico de agricultura, que faz todo e qual-
raer neg> ci, nao por ajuste pbysico, mas sim
>or porcentagem dos rendimeatos das safras, se-
rundo a proporco do engenho, oo por tercos,
martas, quintos, oitavos e decimos, segundo a
jroporcao do mesmo engenho. Se o engenho for
-abricado por escravos tambem fas o negocio por
rvico dos escravos, um dia por semana, de 15
m 15 diaj ou mensalmente, conforme a escrava-
nra do engenho : quem quizer annuncie por este
Diario, declarando o noase do engenho ou lugar,
o engenho mavido a agua, a vapor ou ani-
is, tudo deve declarar, advertindo que faz este
legocio por tempo nunca menos de tres annos.
Antonio Bezerra Prssoa e Albuquerque.
Compra -se e paga-
se mais do que em ou-
traqualquer parte, bem
como
M0EDAS
de qualquer qualidade.
\a ra do Impera-
dor n. 32, lojadejoias
nlio Fuers cnberg
MLOGIDS
0IUSED DE MS
\6EL WOLFF & C.
Offerecem ao respei-
tavel publico um gran-
de e variado sortimen-
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-
tes, e se acham habili-
tados a vender
barato do que
qualquer, visto
berm directamente.
Todos os relogios
vendidos nesta casa
sao garantidos.
1.4
mais
outro
rece-
Attcnpo
igenheiro civil Antonio Vicente do Nasci-
coento Feitosa participa ao publico e especialmente
aos seus amigos, que tem o seu oseriptorio na ra
Jo Imperador n. 39, onde pode ser procurad > para
codos es mistares de sua profsao, encarregando-
e alm disto da direcco e execuco de qualquer
trabalho, quer nesta provincia quer fra d'ella.
VENDAS
Vende se urna excellente armaco, nova, de
gosto moderno, forrada e envidracada, propria
para qualquer negocio ; a tratar na praca da In-
dependencia ns. 24 e 26.
Vende-se a feliz e muito bem situada tavir-
na em um dos melhores pontos de retalho de Fra
de Port s, ra do Occidente n. 2, d fiepte para
duas ras, Occidente e Guarar pos, e o motivo da
venda o dono estar prestes a embarcar ; a tra-
tar ni mesma.
Vende-se barato
urna armaco de amarello invernisada, propria
para qualquer artigo ; a tratar na ra do Livra-
mento n. 1.
Barraca
Vende-so urna bareaea ; a tratar na ra Duque
de Casias n. 63.
Autillo
Venie-se por barato preco todos os utensilios
neeessarios para urna padarit, inclusive um bom
S'lindro americano ; a tratar na encruzilbada de
elem, sitie n. 1, das 4 horas da tarde rm diante.
Taverna
Vende-se a melbor taverna da estrada nova de
Agua Fria, tem p-ucos fuios, propria para prin-
cipiante, tem boii8 commodos para fmili:, ; a
tratar dii mesma n. 7.
Engenho
Vende se por 20:000 a quinta parte que s
possue nos engenhos Amara;! d'Agus, Santa Lu-
sia e 8. Vicente, distante meia legoa das estacoes
de Gamelleira e Ribeiro, moentes e correntes. O
engenho Amaragi d'Agua tem muito boas trras,
matas, muito bem cercado, muito boas obras, e
me com agua ; os outros dous tem muito boas
trras, matas e moem a vapor : a tratar na ra do
. Imperador n. 50, 3o andar.____________________
Cabriolel e victoria
Vende-se um cabriolet e urna victoria em pt
feito estado : a tratar na ra Duque de Casi
numero 47.
Formicida Capanema.
Oleo de mocot.
Azeite de peise.
As eozinheiras
Leq'u_< nacionaee (abanos) para coeinha a 6| &
milhein.
E todos os gneros coneernentes a este ramo de
negocio.
Encontram-se no armazem de molhados de
Martn* CapilAo & C.
1 BA ESTBEITA DO ROSARIO1
JU3-
Nova loja de tazendas
N. 32- Rua fla ImpeTatrz-- N. 32
DE
Pereira da Silva
Neste novo estabeleeimento encontrar o res-
peitavel publico, nm variado sortimento de fazen-
das de todas as qualidaies que se vendem por pre
eos baratissimos, assim como um bom sortimenh
de reupaa para hornese tambem se mandam fa
ser por encommendas por ter um bom mestre al-
faiate e completo sortimento de pannos finos, ca
semiras e bnns etc.
_ I*AOO. e CI500
Na nova loja rua da Imperatriz n. 32, vende-
se bonitos fichas de todas as cores, s _do dot
mais modernos que tem vinJj ; isto na loja do Pe
reir da Silva.
Fusldes e setinetas a S00 ris
covado
Na nova loja rua da Imperatriz n. 32, vende
se um elegante sortimento de setinetas de toda*
as cores, tendo largura de chita franceza, assin
como fustoes brancos muito encorpados para ves-
tidos e roupas de enancas a 500 ris o covado, t
pecincba, na loja do Pereira da Silva.
L-zinhas lavradas a 500 ris o
covado
Na nova loja do Pereira da Silva rua da In>
peratriz n. 32, vende se um bonito sortimento dat
mais lindas lzinhas larradas que tem viudo pan
vest'dos, sendo com lavore3 miudinhas e em furt*
cores, pelo baratissimo prer;o de 500 ris o er-
vado.
Palitots de
caseiuir,')
.2000
a 10.0001
_M'ol:> particular de intrucco
primaria paraoseio Masculino
34 -BA DA MATRIZ DA BOA VISTA 34'
O abaiso assignado participa ao illuitrado pu-
blico desta capital, que abri a sua escola parti-
cular de instrueco primaria para o seso mascu-
lino, rua da Matriz da Boa-Vista n. 34, onde
esmeradamente se dedica ao ensino de seus alum-
nos.
O grao da escola con-ta : 1er, escrevpr e contar,
desenlio linear, historia patria e noces de francez.
Garanle um rpido adiaiitamento em seus alum-
nos, pelo seu systema de ensino, o qual urna pa
cieneia Ilimitada, um amor inviolavel e urna es-
merada dedicaciio ao ensino, fazendo com que os
seus discipilo8 abtacem e amera de coraco as le-
tras, a_ livros, e ao estudo, guiando os no cami-
n da intelligencia, da honra e da dignidade,
afim de que venhara a ser o futuro sustentculo
da patria, da idigio, e da lei, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera, pois, merecer a eonfianca e a proteccao
do distincto pvo pernambucano, e em particular
tem f robusta em todos os pais e tutores de me-
ninos que" qneiram aproveit ir um rpido adian
tamento de seus filhos e tutelados.
Comquanto ousada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansaveis esforcos, e os
seus puros desejos, sejam coroads com a feliz ap-
provacSx de todos os filhos do Imperio da Santa
Cruz.
Mensalidade-2*000 pagos adiaitados, no acto
da matricula.
Horariodas 9 horas da manh s 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meios pensionistas
por mensalidades razoaveis e leceiona por casas
particulares a ambos os sexes.
Julio Soares de Azevedo
34 BA DA MATRIZ DA BOA VISTA 34
Mme. Niquelina
Recee constantementerJa Europa
i variaflD sortimento te coapei 1-
s iimwi seatioras, o
J0IAS
\flGUEL. WOLFF & G.
Participaiii ao res-
peitavel publico, que
eontinuam ter um sor-
timento de joias das
mais modernas e dos
mais apurados gostos.
Compromettem-se
a vender mais barato _??
. Champa
do que em outra qual- ce^ej.
quer parte.
fl.4
Em vista dos grand s progressos da IDEIA de
3ue se gloriam as naces civilisadas, o commercio
eve acompanhar esse rogresso, visto que elle
0 mais poderoso elemento do engrandecimento das
naces ; em vista do que annunciam
MARTINS CAPITAO & C.
' 1 Rua Estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, a
escolba dos qnaes, os annunciantes tm sempre o
maior cuidado, para bem servir os seus numero
sos freguezes. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe
Venham ver pois :
Queijos, flamengo, suisso, etc.
Dito do serto.
Fiambres inglezes.
Chocolate francs Menier.
Dito do MaranhSo.
Fructos seceos, come :
Pasfas, amendeas, figos, etc
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qoalidades.
1 Bolachinha ingleza.
Sementes novas de horteliess
Especialidades em :
: Vinhos finos do Porto.
Ditos da Figueirn.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos como:
Absintbo.
. etc.
de tedas as qualidades.
' Champagne.
de diversas marcas,
assim :
Ararnta fina em paeotes.
Cha verde e preto.
Dito perol.
Especialissimo mate do Paran, e_ p.
Anda mais
Na loja n. 32 da rua da Imperatriz, vendem-se
palitots de casemira preta de cerdo sendo forra-
dos e muito bem feitos pelo barato preco de lOf e
12J, assim como calcas de casemiras muito bem
feitas a 6$ e 7J e ccroulas de bramante a 1J20
a lGOO, e coletinbos para dentro a 800 ris cad*
um. pechincha, na loja do Pereira da Silva.
Merinos pretos a 1.200 e 1.600 rs
Vende-se merinos pretos para vestidos e roupa
de menino a 1^200 e l60O o covado e superior
setim preto para enfeites a 1^500 assimeomo chi-
tas pretas, tanto lisas como com lavores branco
de 240 at 320 ris o covado na nova loja de Pe-
reira da Silva rua da Imperatriz n. 32.
Algodosinho francez para len-
fdes a 1.000,1,100 c 1.200
Na loja da rua da Imperatriz n. 32 vende-se su-
periores algodosinhos francezes com 8, 9 e ll>
palmos de largura, para lencoes de um s panne
pelo barato p eco de 1 e tlOO o metro e dito
entrancado para toalhas com 8 palmos de largura
a 10200, assim como bramante de quatro largurai
a lJ2f>0 isto na loja do Pereira da Silva^________
WHISKY
ROYAL. BLEND marca V1ADO
Este escellente Whisky Escosses preferivei
ao cognac ou agurdente de canna, para fortifieai
o corpo.
Vende-se a retalho nos melheres armazena d
molhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo ne-
me e emblema sao registrados para todo o Brasi.
BOWNS & C, agentes
Vende-se
o sobrado da rua da Imperatriz n. 20, tendo tres
andares eembou estado de conservaco, e a casa
terrea da rua da Unio n. 34 ; a tratar com Ca-
pitulino de Gusmao, rua do Bjm Jeeus n. 11
pri i eiro andar.
Collegio 15 dcMaio
Para o .sexo fenl-lno
Corredor do Bispo n. 3
Neste collegij entina se portuguez, francer,
music;', piano e todos os trabalhos deaguib, bor-
dados de todas >:s qualidades, assim como eos fu-
rsa ; amanean lo aos pais de famil-a esmero e de-
licadeza para com suas fiihas. Abre-se no da 15.
Pre^is imdieos.
Directora,
Aun* Leitc.
Aula partieular de primeiras
Ii-ums
Anna Theodora Simoes participa af s pais de
;uas alumnas o ao reepeitavel publico, que no dia
7 do coirentc se achara aberra sua aula na rua
da Impera*rii n IB, i iissiliiiust os escrcicios de
ua prefissao : assim co.no contina n admittir
iinh-.as ioternr s, meio pendonistas e esternas.
Vende
Soares,
Bom emprego de capital
it o muito bem
S rn de H rti
afrr pnezado hotel do
n. 24 : a tratar no
je trata-ios, pela eltli mofla,
a
Rna Prlnelro de Marrn. 19
Junto a Botana Maratlhosa _
Rap Pallo Cordeiro
Novo fornecedor, sem competencia em prece,
vende-se rua do Marques de Olinda n. 50, mer
cearia dos S.s. Braga Gomes & C, e a 1*500 a
ibra._____
Cosinheira
^Precisase de urna, no Io andar do predio n, 4,
a'rua de Santo Amaro, no bairro de Santo Anto-
nio.
DAS
Atlengo
A vinv1* de Manoel Joaqtim Baptista recom-
meada que pesaoa alguma venda fiado a escravos
teas, pois que nao costuma comprar senao a di
nheiro, e por isso nao se rcsponsabilisa por divi
das contrahidas em seu neme. Oufrotiro, para
evitar abusos, 4eclara que foram subtrahido uns
car'oes de vish de seu filho mencr, que tem
igual oome de seu finad i m-rido, e que tambem
nSo costuma comprar fiado._____________________
Declara^o
Desde o dia 3 de acost de 1880 fisei a nvnna
residencia na villa de Barreiros. Fac-. tsta decla-
raco paia evitar certas suspeitas respeito.
Baneiros, 30 c dezembro de 85.
Baro de Santo Andr.
Aluga-sc
- e 3- andar do sobrado rua do Brum n.
tratar na padars.
CORRE NO DIA 19 DE JANEIRO
Fabrica globo
t Rna larg do HosaHo-tH
Manipulacc especial c>m fumos escolhidos dai
bons cigarro, < spl< radores, navegantes
raes. Presos rsziaveis
commercio do retalho.
e fede-
e bonu dcscootos para o
Intrnalo Rernambueano
Rua do H. spicio n. 55
As aulas deste collegio abrem-se
Janeiro.
no dia 14 de
O portador que possuir um vigsimo desla importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006|>000
Os bilhetes acham-se a venda na Casa Feliz, praca da
Independencia ns.37 e 39.
Corre no dia 19 de Janeiro de 1886, sem taita.


-.





8
Diario de Pernanibnco--([ninta-reira i 4 de Janeiro de 1886
SCIESCIAN



i


Appllca^oes di electricidade
Ao mesmo terapo que o Dr. Pastcur dos
cobria o meio de curar e prevenir a ^dro-
phobia, Mr. Marcello Daprez resolva vic
toriosamente o transcendente publeraa de
transmttir a distancias a energia electri a
A estes memoraves acontecmentn3 eon-
sagrou a Academia da Scioncas do Paria
a sassta de 27 do mcz passado, :n n >rti-
Usndoos Ilustres sabios, que consegu
rm com tanta constancia, como habilidad i
profissional, os dous descobrimeutos, cuja
influencia pie aer iramensa no prograssa
da medicina, como na da electricidade, bri-
lhaate oonqaista do nosso seculo, que a-
vade a grandes passo3 a industria, a vida
das capitaes c at a intimidado di fa-
milia.
As priraeiras experiencias de transmis-
sao electromotora finio eilizilas por
Mr. Duprcz, lia tres anno-t, na estagilo do
nort de Pars, conseguid 1j transportar
urna forg de site ou oito cavallos-vapor,
com um aproveitament) de 4 a 46 por
100 da forja desenvolvida ni giradora.
A sua ultima e celebre experiencia, cuja
iataroiacSo communicou A1iJornia la
Seienoia, raalizou-se em collossaes propor-
gies, coroando o xito mais competo as
duas tentativas feitas em Pars, sob os aus-
picios de ura opulento bmquiiro, que j
tem gasto n'cllas perto de um inilhao de
pesetas.
A distancia de 58 kilmetros, ontre Creil
o Pars, dos 80 ravalloa-vapor apphaadoa
ao electro-motor, transmittira u se 40 ma-
china receptora, isto com um rendirasn-
to do 50 por 100.
Novas e anda roais grandiosas expe-
riencias se estilo preparando, e n'ellas os-
pera Mr. Duprcz poder transmttir SO aa
vallos de forga mesma distancia.
Anda que, com resulta ios muito menos
favoraveis, sao numerosas as tentativas tei-
tas para traasmittir a distancia os maravi-
llaos effeitos da ele.tricida.le, entro os quaes
citaremos:
O atrevido projeato de Wilham Thora-
son para utilizar a incalaulavel forga das
cataratas do Nigara, realizado em parte
com o electro imn, insultado ltimamente
para ministrar a electricidade necessara a
3,000 telephones estabeleo los em 300 lo-
calidades, urna das quaes Bfalo, a 30 ki
lometros do motor, em 1,503 assigoantes.
No estabeleeiracoto de M. M. Rlosch
Neahans, de Biel (Suissa), a forca do urna
qu la da agua, equivaleute a 30 cavallos
vapor, transmitte-se, por meio de um alee
tro-iman, systema Thury, a 1,200 metros
de distancia, pDr um ti) do cobra do
0",007.
A transraissao a distancia do mananciaes
de luz ele trica foi experimntala com
xito notavel entre Tuiira e Lanzo (Italia),
distantes 40 kilmetros, erapregaedo-se os
geradores secundarios (le Goularde Cibbo.
As communicagoas Hephoncas a grau-
des distancias deram tambem satifactorios
resultados a 100 hlometros do cabo sub-
marino, entra Douvres e. Ostende, o a 30
kilomotros entra Bruxallas o Antuerpia.
Finalmente, em breve sabaromo os re
sulfatas obtidos as experiencias em va
de prepansgilo, para se averiguar si pos-
sivel estabelecer un sorvic telephonico
atravez do Ocano Atlntico, para cujo fim
se collocou um cabo submarino entra Ha-
lifax e Glocester (Inglaterra), na distancia
de 1,250 kilmetros.
A electricidade, d<-finitivaraeote livre da
rotina, atravez da qual urna pleiale de ge-
nios a fez progredir, desenvolve-sa pela fe-
cunda va do raethodo saentitco o das suas
modernas theoriai, resolvando succes3va-
mente os problemas mais complexos, e ate
hoje sem solucao, ontre os quaes sao dig-
nos de mencXo os que vamos citar, fazendo
comtudo abstraecao da telegraphia e tele-
phones, demasiado conbocidos de todos.
Applicacdes especaes da Iluminando
elctrica
A iuminacao estabelecida diante do He-
cord Buiddng, om Philadelphia, a 28 me-
tros de altura, com urna iutensidado de
10,00J velas, illutninacao elactrica niiis
notavel dos Estados-Uaidos.
A illurainaclo elctrica da? minas da car
vilo do Hiiarich Glu :k Zeaho, om Pv-
tarswal 1 (Austria).
0 paarol elaotrittB dos locomotivas no
cvninho da farro do Chicago (Am arica),
cuja luz olcanca 1,603 metros da va, per-
iiiittia io distinguir qualqmr obstculo col-
locado n terapo da pirar o om-
boio, aioda qm mi i > a 70 kilmetros ia
veloei la 1>.
A illmia-.gla loiriei do burro batro
Wallstreat, a ralo arteria co nm ;raia' da
Nova York, o o molha do sal ouadriUtero
de u n koinstro quidralo do suo:rfiaio,
eui caj > centro est montado a fabrica,
sendo as machinas da 1,503 uavallos de
forja conjunetaraento, para alimeatir.....
28,009 lampvlss oleatricas do systema
Edison.
A illu ninaoo das carroagons, expar
mentada com o ralhor xito, primeiraraoa-
te no carainho do fjrro Metropolitan D;-
trio, em Loo Iros, e ultiraamanta pela di
roegao garal dos caminho3 do ferro prussu-
nos.
Tambe n na Allemanha dorara satisfac-
torios resulta los as applicagrjjs do luz elc-
trica nos trena particulares.
As experiencias eitas as aguas da B i-
daloni (Cutaluoha) no dia 8 de setembro
da 1884, para substituir pela illamnacSo
elctrica subaaatina a dos archotes emprc-
galos na pesia vulgarmento chamado a
Etsesa.
Por ultimo, o projecto do illuminacao
elctrica de Paris durante a prxima Ex-
posi^So Uaiversal do 1889 por meio da rao
numeutal Golunna-Sol deseripta pelos
jornias no mez do Junho ultimo, elevndo-
se a 3(30 matros de altura o dosenvolven
de urna forca do 2,000:000 lampadas do
Carca),
Applicagdea da electricidade comofor$a
motriz
E a Inglaterra, Frang Blgica, IIol
tanda, Allunauha, Suissa e Italia tem-se
estabalocido n'estes ltimos annos cami-
nhos de ferro mneiros e para viajantes nos
arredores das capitaes, cujo motor a elec-
tricidad.', fuaccionando com bastante ve-
locidadc, grando oconxnia o com a maior
regularidade.
A Dift Electric Light Company (na
America) constru constantem*nte grando
aMM*s>rcl*vraotores elctricos applic.i los a
diversas liabas frreas, o espjcialmente
para a B'.dtiinore Union Pussenyer Rail-
way Company, assim como para o caninho
de farro aere da nova Aveaila na raosma
capital.
Dieers.is applicacZes da electrictiiade
Pharoes elctricos de Campanha para
conduzir feridos e dar sepultura nos cad-
veres nos campos de batalba, experimen-
tados nos iiltimo3 annos com bom xito em
Vienna, Ganebra e Pariz.
Baabos elctricos medicinaos do pro-
fe3sor Ijevski, de Londres applicados 3
doenyas dos ervos.
Medicina hypodermca do Dr. Brculel
de Argelia applicando om bom resultado,
a electricidade para faiilitar a introducjilo
no orgaaismo da cortos medicamentos
Trataracato elcjtrico da paralysia, tendo
produzido mlugroaos resultados at as
pessoas de avanzado ltde.
DaconposicSo da agua do mar por raen
da electricidade para produzir o oxygento
nocessario respiracSo dos mergulhaiores
as expioracGes submarinas d^scoberta
devida aos inglezes.
Freio elctrico do systema Wulksr para
trarar com faciliiade, rapidez e energia
proporcionada gravidade de perigo.
Kclogios pblicos de transmissilo elc-
trica e lura uniforme.
I'honographo, opparelho destinado a re-
produzir as palavras e cantos das tribus
selvagens as prximas explorares da
frica Centul.
1 luminayao elctrica do interior das cal-
deiras de vapor para conhecer constante-
mente a altura de agua, o estado do toa-
servas&o o prevenir as explosSes.
F0LHET1H
MATHIAS SANDORF
POR
julio mn
II A UTA PARTE
(ContinuacSo do n. 9)
I
O prestidlo de Cenia
Depois da visita da sale e de obter
livre pratica, par uina hora da tarde, o dou-
tor, aconpanhado de Pedro, foi k trra,
desembarcando no pequeo c;s, perto das
muralias da cidade. Nlo havia duvida
quanto a estir tirmeinente resolvido a apo-
derar te de Carpen?. Mas como o conse-
guira ? E' o que s resolvera depois de
inspiccioar os lugares c segundo as cir-
curastancias, quer capturando o Hespanhol
e levaudo-o forja, quer fic.ilitaudo a sua
evasilo do presidio de Ceuta.
Dessa vez o doutor nao procurou conser
var o incgnito, pelo contrario. J os seus
ageates, que tinliau ido a bordo, tinham
espilhado a noticia ila clieg.ida de u n p^r-
sonagem to celebre. Cicm no conliecia
de raputajao, em toda essa trra arabo,
desdo Suez it o cabo Spirtel, o sabio ti-
leb, que se tialia retirado para a sua ilha
de Antkirtta, nos couliaa do mar das Syr-
tas ? Por inso, taito os fi'jspanlies como
os marro jiiinos, re;eberam-o com grandes
demonstrajo-s de rospeito. Alm disso
n3o era prohibido visitar o Eerrata, e nSo
trrdou que ao vapor atr.tas3cra muiUs em-
barca cSes.
Evidentemente todo esso ruido eatrava
no plano do doutor.
A su.t c.IebriJada devia auxiliaros seus
projectos. Perianto, FeJro e ella nao pro-
curaran! lubtrnhir se i attao^Sn do pu-
blico. Um carro d'scoberto, que tomou
no principal hjtel de Csuta, levou-os a vi
sitar a cidade, as. suas ru is cstreitas, bor-
dadas do casas tristes, sem cunho era cor,
pracas pequeas com arvores definhadas e
empoeiradas, um ou dous aditicios civis,
que pirecem quarteis, em urna palavra,
nada de original, a nao ser talvez o bairro
mourisco, onda a cor nao est absolutamen-
te apagada.
Pelas tes horas, o doutor ordenou ao
cocheiro que o levasse casa do governa-
dor de Ceuta, ao qual quera fazer urna
visita, o que era muito natural da parte de
um estrangeiro de jistinccSo.
E' cscusado dizer que esse governador
nao pode ser um funcionario civil. Ceuta,
antes de tulo, ;olonia militar. Ha alli
cerca de dez mil almas, officiaes o solda-
dos, coraraerciantes, pescadores, inarujos
dos navios de cabjtagem, espalhados pela
cidade e pela tira de trra cujo prolonga
monto pura leste completa o dominio' hes-
panhol.
Ceuta era entlo administrada pelo coro-
nel Guyarra. Ksse oficial superior liaba
debaixo das suas ordens tres batalhes de
infantaria, destacados do exercito conti-
nental, qua se revesara no servigo na Afri
c-a, um regiment fixo na pequea colonia,
duas bateras de artilliaria, u na compa-
nbia de poatooairos, mais uraa compaohia
ae mouros, cujas fimilias habitara um bair-
ro especial. O numero dos conderanados
eleva-sa a quasi dous mil.
Para ir da cidade residencia do gover-
uidor, o carro tere de seguir por tora do
recinto urna estrada nacalamisa la, que
serve o district at a sua oxtraiuida,|e
sto.
Do cala lado da cstrala a estreita tira
do trra co uprehon ti la entra a raz da
raontiu'rias c o ra ir b;ra culiivada, gra-
gis ao trabalbo assiduo dos habitantes, que
tcm liboriosamenta iutido com a m qua-
lidado do slo. N.u faltam nen legamos
de tola a qiulalc, au arvores fructfe-
ras; aas tnoabanij preciso dizer que nilo
lia falta da bra;os.
Com ctf.ito, 03 deportados n5o 3I0 era-
progados dnente palo Estallo as offiji-
nis especaes, na? tortifijac3;s, as estra-
das, cija cmservacao exiga trabalbo cons-
tante, raestod na polica urban, quando a
su 1 b>a coadu.-ti os liabilita a passaram
igiiit.-s qua vigi.im e silo ao mesmo
tainpj vigaloj. Essas inlviduos, envia-
dosai prjsdio Je C.-ut 1 para curaprr pe-
nas da giles des lo vate anuos at a per-
Oartuxo explosivo Je E liso.1, pan a ox-
plorajlo das rainis o das pjdroiras.
Fabriso da ramtoig por insio da dous
electrodos, estabdicando un orrartta,
qno separa do laita as particulis inantei
gosas.
Caf elsctr o da Birlim, ori^in.il o ca-
prichoso estab.dscmmto, ouj 1 illurainacto
e ventilacjlo se dorara 4 oledtrici lado.
Aln lis3o. u na serio do cngenliosoj e
bonitos appirelhos eLactrco3, qua m 1 vn
praparara e servem por meio de um uarai
nli> do f-rro em miniatura, quo o Iota
nesa do frogu'z, sen ioterve 150 da mofo
e no pri nero sigual de um boto c!ec!ri:o.
Couluiraino3 esti incompleta r-
com a estatiivi da td -grapliia elactrica,
fixanio om 48,00) as cstajrjoj telegraphi
cas da trra, (o mnimo de tel-'grammas,
um por 43,600 liabitintes, p3rtenco Hes-
panba; o mximo, ara p >r 2,081 Suissa)
e computan lo <-m 155,000900 os to
grararaai qua e no espe) da 11 n ira
no ao transmitiera da cidade em cidade, de
nagao a na;;io, o d um a outro extremo
do pl-inta,'os nosso3 ponsamentos, nteres
sos c vicissitudes da humanilade as azas
do fluido universal, raystorioso e o inesgo-
tavnl manancial de luz o vtalidade.
(finir.)
VARIEDADES
O fim do mundo
E' este um presentimento quas garal da
humanidad'.; desdo muitos seculos.
Acreditava-se entre oj primitivos chris-
tiios qua a durado do mu 1 lo nilo ira alm
dos ind annos, depois do nascimento de
Christo: o por isto, ao approxi oar-so o
se ralo X, muitos fiis empregarara o pro-
ducto do seus bens na edh'oacao dos mos-
teros, onde se cncerraram espera do
extremo dia.
No entanto, prin/ipiou o XI seculo, e o
movmento da rotaco o ranslajSo do no3so
planeta nada perdeu do s-u equilibrio no
espago E' quo ella nilo gyra sobro os
exos figurados por inuita gante, exos
fabricados ein alguma das nossas fundi-
eses.
Sujce !erara-se os seculos, c om todos
elles abuodaram propbet^a, padres e as
trologos, annuncian lo esta horrivel catas-
trophe; e o povo, semprc timorato, sem-
pre crdulo, preparava-se para a GRANDE
VUGEM, at que chtgava e findava o dia
aprazado, e o mundo contiauava como con-
tina anda a zoicbar das predigo :s dos
sabios, e dos vaos temores dos ignorantes.
Pena que os competentes nesta ma-
teria, especialmente as padres, nao cora-
batara surfi;ienteraento un tal pre^onceto,
desaraigando da cabera do povo esta o ou
tras rauitas abusScs, tao contrarias a t e
religiilo, e jue rauito depSara contra o tilo
decantado pregresso e civilisaglo do se-
culo actual.
Alguna astrnomos ten explicado a for-
ma e porquo o nosso planeta p>le desa-
parecer raoraentan 'araenta, choaando-3e
com alguos desses cometas qua vagueiam
no espago ; ra is ao mesmo te rapo demons-
trara a pouca probabilidado desso acoute-
ciraento, e o grande numero do railhares
di annos que preciso decorrer para ve-
rificar se a primetra exparienca.
Estas doutrinas, parara, s gyram na
espbera dos sabios.
As massas ignaras vivera aferradas s
suas avoangas tradiccSes, e nilo ba quera
Ibes conteste qua chegamos poca do
fim do mundo.
Eos 1881, alguos jomaos da Europa an-
nuacaram qua, segundo certos clculos o
predceles de antigos prophetas, o mundo
acabara irrevogavelraenta no da 15 de
Novembro daquello anno.
Nao sendo urna tal noticii desmentida
pelos verdaderamenta habilitados, a con
ttequeacia ioi um pnico geral, seguido do
despedidas, choros, desmaios e lamenU-
;oes entre o povo, especialmente o rural,
atfluinao todos s igrejas, onde, abracados
passaram o da e noite da vespera de 15,
rezando c implorando a Daus nma boa
morte.
petudade, poiera ser contratados pelos
particulares em condigSes determinadas
pelo goveino.
Durante a sua visita a Ceu a, o doutor
encontrou alguna passoando livremente pe
las ras da ci iade e justamente daquellos
que fazera o servigo domestico; mas de
via ver maior numero, lora do reciato for-
tificado as estradas e no campo.
A quo catgoria desse pessoal do presi-
dio psrtcnera Carpena ? Era o que impjr-
tava sab r antes de tudo. Com effiito o
doutor poiia modificar o seu plano, segun-
do o Hespanhol, encarcerado ou livre, tra-
balhasse era casas particulares ou por coa-
la do estado.
Mas, disse elle a Pe 1ro, como a sua
condemnacfto recenta, pnvavel que
anda nilo goze das vantagens concelidas
aos conderanados mais antigos, pela sua
boa eonducta.
- E se ost'.vessa oncarceralo? pergun-
tou Pedro.
Ser ma difHjil arrebatal o, respon-
deu o doutor mas preciso conseguil-o, o
isso ha de se fazer.
O carro ro.lava suavemente pela estra-
da a trote curto dos cavallos. A duzentos
metros do distancia das fortioscSes, um
certo nu ero da deportidos, sob a vigila-i-
cia dos ag.rates do presidio, trabalhava no
empadra nento da estrala. Hivia alicor-
ea de cincuenta, mis britanio peira, outros
espalbaudo a pela estrada ou csmaganlo-a
por ra;io do rolos corapressorei.
O carro lave, pois, qua seguir pela parto
lateral do cainiuh). qua aindi nilo sa esta-
va reparando.
Di repinta o doutor s"gurou o brago de
Pedro Bathory.
E' elle! dissa-lhe ora voz baixa.
Alli estava um hornera, a vate passos
dos seus eorapauheiroi, apoialo ao cab)da
sua pi-areta.
Era Carpena.
iSlO doutor, aocibo de quioze annos tioha
roconhocido o trabalhador d is salinas da
latra, com a sua roupa do condemnado,
como Mara Ferato o tinlia reconhacido
era trajas inajtcaes as viellas de Mande.
~r i'\ >
o^*
tsso criminas >, tilj madrago quanto im-
proprio pira qualquer offido, nilo polia sor
erapregado as orli-inas do presidio. S
servi pata britar padra na estrada.
Mas, coraquanto o doutor o reconhocesse,
Oj bantinhos, rosa-ios, oragSas e efflies
do santos, tiveram um sabida nunca vista,
prolusindo urna e.ionui rosita pira os
proprietarioj.
N) eataato, raou a aurora final, una
das miis alegres e forra os as do outoao, o
sol tocou ao seu ziaitb, ihogja afin.il no
ocaso, sem ^ua una s nuvara nogra vjs
sa Dllar o horisonte, pronuacia.i lo a hora
estrea.
' Foi entilo qiu o povoraadeu gragis a>
'l'j 1) Pj laraso p ir m t 03H prorsgaedo, e
dspjrsouse, iu lo eili ,[il;l[ tr,.t ir dos
seus affizaraa, aiviado do madonho pesi-
d.llo, e tambara dos conquibus, carreg.do,
p)rera, de rosarios e bentinhos, com que
os padrej anda consagairam prolongar os
dias desta velhi imchina.
Agora renasca de aovo a idea do anai
quillara rento anno, porque om til dia va coinci-
dir a festiv.l.id: do Corpo da Deus com a
da S. Jo.ao, porqui (liz;m algons), assim
o disse Christo a) mesmo santo, a asaim
so aclia prophetisado ha tr.-z:ntos e tantos
annos por Noitradamo.
Nilo admira qua o vulgo assim pense,
porque a esto falta 11 os precisos conaeci
mentes para icvidaraaatc julgar do valor
a raiSo desta ran coincidencia. O que
almira, o que altamente censuravel a
mania de cert03 joraaes publicarcm esta e
outras hlelas, som a mnima circumspec-
gao nem exarae, de forma a nao Ibes da-
rom um solemne desmentido, reduznlo-as
s suas ver.ladairas proporgSes, o qua po
diam fazer cora o siraplas conhf cimento da
organitagilo do Kaleadario, auxiliados com
um pequeo cstudo da historia.
Com estas duas armas, Nortradamo j
mais seria invocado como propheta, e o
encontr de S. Joac com o Corpo de Dms
passara to desapercebido como o dia de
S. Nunca.
Esta fasto j o explica-nos sufBcienta
ment em artigo especial, exarado no Al
mdnack de Lerabrangas do 1882, o qual
abaixo transcravemos, o depois aind. a
ella nos referrao3 no Jornal do Rerife de
18 le Maio da 1833, sob a epigrap!;=
Curiosidades do /calendario.
ltimamente alguus perio lieos fallam
deste raro encontr, uns, porem, tilo ira-
plictaraente, qua nada dizera do que sa-
bem, o outros tilo inconnanientemente, qut
bera mostrara nada sabarem do quj dizam,
pela forma porqus sa expri.nam, e que s
servo para augmentar e corroborar a frisa
arenga popular.
E' destes, O Irabalho, peridico que
sahe luz o n Pilo d'Assucar, o qual era
seu numero de 20 do Juaho do anno finio
o que por casualida le vei^-ma s maos,
referindo se ao encontr ora quest.o, pro-
phetisado por Nostradano, assim se expri-
me :
i Se bom qua nenhumu razilo techamos
para duvidar ou crer era semelhante ca-
tastropbe, as massas populares, ou por
presenti.nento innato humanidade, ou
por ignorancia, tallara de certo modo
convictos nessa horrivel catastrophe, quo
vira abater e3te velho mundo, talvez para
que se reedifique com melhores fundamen-
tos, sa possivcl.
Mais abaixo doscrevo a prophecis, qua
assim concebida :
Quando Jorga Daus crucificar,
Que Marcos o ressuscitar,
E quo Joao o levar,
O fl n do mnn lo ha de chagar.
Sabe o redactor do Trabulho o valor his-
trico das prophecias de Nortradamo ?
Pode dzer-me era que poca elle vivou,
o qual o aino de sua morte ?
Se tulo isto soubesse seria outro o a su
cantar. Era lugar de dizer : Sa hem que
nenhuma razilo teahamos para duvidar ou
erar em semelhanja catastrophe, dri: Se
bera que techamos raz3;s solidas para des-
mentir cabalmente a veracdade de um tal
embusto, de tita grosseiro preconceto, etc..
etc.
Nortradamo vveu no sculo XVI, lem-
po em quo imperava a astrologia e toda a
demais scineia de adivinhar.
Era reptalo raediao e historia lor, mas
sobretudo oli foi um hbil impostor, do
grande noraaada na ciiadc do Provenga,
o .ido exorcia a sua profissao, nao tardando
qua a fama de seus suppostos onheciraen-
tos adioassom no palacio real, onde a va -
losa o si Dploria C itharina da Mdicis o
!i.ui>u pin ;onsultal o o protgelo, com
a esperanca talvez de obter d illa mais al-
gins auajs d>. vid*.
Sj os validos da cor 1 silo anda boje
entes dignos do noiso reipjrto e acatamen-
t>, e om que n so dove suop>r un eleva-
do gr) de oonhoJientOse virtudes, que n
amara naqualle terapo por era duvida 0
charlatanismo do Norlralamo, atacado e
revaranaia-lo por Catharoa do Mlici*?
Dalii a fama o o conceito o n que ora
tido pelos sus coala np)ranc33, e que
anda dura aos olhos do redactor do Tra-
bilho.
Nortradamo morreu om 156S, deixanio
alguis iilhos, mas tolos tilo ostupidos
como as suas centurias.
Un dolles, (talvez atilado), balda do re-
cursos, lerabrou so da especular com a
fua do pi, incendian lo a cidado de Pou-
gino3, qua elle tnha prodito de ver abra-
zar se niquilla mesmo dia.
Apachado era flagrante, pagou con a
vid a sua temeraria ini'.dagao.
J damos a coebncar o propheta : va-
mos agora analysar o valor da prophecia
Nortradamo onignatisou gro3seiraraenta as
palavras, para no ser eompreliendido palo
vulgo. Sa era lugar della dizar: Quando
Jorga Daus crucificar, qua Marcos o re-
susstar e que Jo2o o levar, o tira do
mundo ha do chagar, dissesse : Quan lo o
carpo do D.-us a Joilo chegar, o muelo ha
do acabar, a sua proghecia cihria ao ri-
diculo co proprio dia qua fiss* publicada,
porquo j duas vazos o Corpo de Daus ti-
nlia attingde a 24 de Junho, e:n 1451 e
1546, 20 annos antes da sua raorta; e an-
tes de 1886 raais dua3 vazei repitise o
m:8ico faeto, era 1677 c 1731, aera todos
esses anuos vimo3 Jorga crucificar a (..(ins-
to, pirque sexta feira dipiixaj cabio a
23 de Abril, dia dx> daquelle saito ; o
Mreos o res3ussitar, porquo no masrao
dia qua a groja o tastej (25 de Abril)
ahio o Domingo do Pasaba da Rassurrai-
gao.
Est, po3, provada a raproaebncia o
falsida-Je da propheciade Nortradamo.
O tira do muelo deste aventurairo uila
vale mais quo o D. S 'bastiJo do B ui-
darra.
A festa do Corpo da Daus tiuha s u dia
fixo oa quinta-feira Santa, o isto at o
anno do 1262, quando Urbano IV a remo-
veu pala bulla Transituros para quinta-
feira que segu a doming da Tria iade,
o qua anda assim essa bulla, attenta a
luta eato travada ua Fraoga entre Cuel-
fos o 'ibalinos, s foi garalmacte obser-
vada era 1311, quando cmfir.nada palo
concilio do Vienna no pontificado de Cle-
mente V.
Loo assim, s depois do 1311 poda S.
JeSo coincidir com o Corpo de Deus, o
que j foi observado quatro vezes ante3
de 1886.
Para mais explicagao remeta o letor
para o artigo seguate, j inserto no Alo
maauk :
i O encontr da festvidade do Corpo
de Daus com a do S. Joilo Baptsta, em
24 do Junho de 1886,
i E' crenga antiga o inveterada nos
pavos do interior deste paiz, e mesmo? nos
da Europa catbolca, acabarse o muedo
ao acoo de 1886, pelo simples facto de
aesso aaao coiacidir a festvidade do Cor-
po de Deus com a do S. Joao Baptista.
a E' para desaraigar eta craoga absur-
da e assaz perniciosa aos espiritas fracos
de COS30S campocios, que vou explicar esta
coincidencia, que afiual nenhuma relagao
tem com a consummagilo do3 seaulos como
passo a demonstrar.
< A festa do Corpo de L'eus como to-
das as demais que sao movis, regulada
pela paschoa, e o da desta de3gnanado
pela ua, como o defini o Concilio Nico-
no.
o A iastituig.o di paschoa tevo sua ori-
gino na groja primitiva : Daus a ordenou
aos hobreus, o 11 co.nmeraoragao da passa-
gera destes no mar verraelbo.
(Continua).
UTTERATuI
b |\
OS FILHOS
DO
B^rsriDXDaa
POR
Carpena cao poda reconhecer nclle o coa-
de Mathias Saniorf. Tnha-o visto ape-
nas de passagam na casa do pescador An-
drea Farrato, na occasib era que l en-
trn com os agentas la polica, fcratretan-
to sabia, como todas, que o Dr. Autkirtt
tnha ehegado a Cauta. Ora, esse doutor
tao da nado, Carpena nao o ignorava, era
o persouagem de quem Zirone havia falla-
do na conversa que tiveram as costas da
Sicilia, era o hornera do quera Sarcany e-
cora nen lava que desconfiassera, era o mil
lionario que a quadrilba do Zirone tinha
tentad) sjrprehender na Cana Iogleza.
Que se passou no espirito de Carpena,
quando isa achou nopina lamente em pre-
senga do doutor ? Qual foi a mpressilo que
o seu cerebro sentio com essa instantanei-
dade qua caracterisa cortos proaossos pho-
togruphi^os ? Seria dilHcil dzel-o. ar,
na raaldade, o que o Hispanhol sentio,
subtamentJ, foi que o doutor assenhorea-
va-30 delle, corapUtamente, por una espe-
cie da ascendente moral; qua a sua perso
nalidala auiquilava-sa diante da deile ; que
urna vontado estranha, raais forte do que
n propria, o invada. Foi em vilo que quiz
resistir; naiplc deixjrdo caler a essa
dorainagSo.
Eiitretmto, o doutor, toado mandado
pirar o s u carro, contiauava a oacaral-o
cora liicidez peaotracte. O poeto brilhan
ta dos s--us olhos proluzia co cerebro de
Carpena ura *ff:ito estranho c irrasisti
ved.
Os sentidos do Ilspinhol apagaran se
a pouco e pouco por obtusa). As suas pal-
pebrs piscsr.nn, fecharam-se, conservando
ip:nas urna vibrag:lo traraula.
Djppis, logo que a anestliesia lijou com-
pleta, elle cabio baira da estrada, sera
que os conpanheiro3 o parcebassora. Ti-
uha adormecido do ura soinno magntico,
do qual ninhuu dolles o polcria despar
tar.
O dout>r entilo ordenou ao cocheiro que
seguisse para a residencia do governador.
Essa scena nilo o Jaraoruu mais de meio
minuto.
Niaguam havia notado o que se havia
passado entro o llaspanhol o ella, ninguam,
a nita sor Pedro Babory.
Agora, esso lomera raeu, disse-Ibe
o doutor, e cu passo constrangel-o. .
Adizar-nos tu !o quanto sabe? p guntou Pedro.
NSo, mas a fazer tudo quanto eu qui-
zer que elle faga, e isso inconscientemente.
Logo ao primeiro olhar quo lance a esso
miseravel, sent que podia apoderarme
delle, substituir a minha vontada delle.
Entretanto, esso horaem nao est
doeote.
Entilo, pacsas que esses efTaita3 da
hypoose s se produzem nos nevropathis *
Nao. Pe Iro, os alienados sao 03 mais re-
fractarios. E' preciso, pelo coatrario, que
o sujeto tanha u.ua vontade, c as eircums-
tancias favoreceram-rae, pois cncootrei ora
Crpaos urna oatureza muito dispoata a
aceitar a minha influencia. Elle vai fiaar
adormecido, at que eu faga cossar o sora-
no.
Bem, dsse Pedro, mas de que serve
isso, so mesmo no estado om qua elle est
agora, impossivel obrigal-o a dizar o
que tanto desejamos saber?
Sem duvida, respondeu O doutor, e
evidente que cu nao posso obrigal o a di-
zer una cousa que eu mesma ignoro...
Ma o que eu posso obrigal-o a fizer, c
isso quando rae convier, o quo cu quizar
que olio faga, sem que n sua vontada se
J03sa oppor a isso. Por exemplo, ama
nha, dentro era oito dias, mesmo dentro
era seis raezes o estando elle a ordado, sa
eu quizer que ello saia do presidio, elle sa-
hir !.. .
Sabir do presidio, r*pueou Pe Iro, sa-
Cr livreraenta? Para isso, seria preciso
que os guardas o deixasse n '? A influencia
da suggastilo nilo pode r at fazer romper
a sua correte, non arrombar a porta da
pristi, nam passar por cima de urna para-
da insuperavel, .
Nao, Pedro, raspondeu o doutor, nu
n&o posso obrigil-o a fiz;r o quo ou mes
mo nilo poieria fizar, epir isso qua vou
visitar o governidor de Ceuta.
O Dr. Antkirtt era nada cxigerava.
Esses tactos de suggist) no cat&d) byp-
iiotiao slo hoje rouonhecidos. Os traba
Ihos, as observagSas de Gharcot, da Brown
Segaard, de Ayan, de Ricliet, de Duraont-
pallier, de Maulsley, de Barhaitn, do IIuk
Tuke, do Rieger o de tantos outro3 sabios,
nilo adraittem raais duvida a essa respailo.
Durante as sin.s viagecs 00 Orient-, o
doutor podo estudar alguos fact.s dos raais
curiosos e contribuir para esso ramo di
physiologia com um rico contingenta de
observagMas novas. Estava, pois, muito
2. :?sn:
ZZyjXUA PAHTS
i gegredos de Eildcn
( ContinuacSo do n. 9 ) 3
CAPITULO XVII
O ANNEL
Acabando estas palavras, o indio envol-
verse no sen bournous, deitou-se no ch3o,
o, abandonando-se aos seus pensamientos
interioras, p.raceu querer repou3or das fa-
digas dos antecadentes dias"
Mreos raspaitou o silencio do seu inter-
locutor, m3 a comog.ao a que estiva en-
tregue, consiringeu-o a uraa aotividada
febril.
Pro jurando era todos os sentidos o oasis
careado- do fogo, agarrando n'ura ramo,
partindo outro, pira va, depois continu -iva
na mesma, sem dar attengita ao qua fa-
zia.
R fleatiodo no que acabava do ouvir,
rapatia mentalmente cada urna das. palavras
pronunciadas pelo indio.
Algumas vezer a al-gria lhobrilhava nos
olhos o aniraava sua physionomia, em ou-
tras, a essa xprassSo alegre suc:eda tris-
teza.
Sa este hornera rao enganou T dizia
elle, apertaado oa raao o cabo do puihal
qua tarar cintura.
Se elle proprio se eugana ?... ac-
crescentava elle estraraecendo desde os pos
at cabega. Quo significara essa Al lab,
033a nova sciencia, essos cabellot, e3se an-
nel?... Posso acreditar era tadas aquellas
cousas ?.., Oh este hornera doido, e fiar-
me n'elle, em suas palavras, seria mostrar-
me ainda mais insensato I.
E Marcos, com a fronte pendida, rae-
neava a cabeg ; mas, depois de alguns
minutos de duvida, toroava a ter esp?rauga.
E, 00 eotaoto, tornou elle, a historia
que me contou verdadeira 1 A' modida
que elle fallava seotia abrir-se o vu quo
envolva urna parte da minha vida... a
memoria voltava-me. Sim... via nessa
occasiilo o castalio croado de verdura e
junto a um precipicio... Urna mulher rae
suitnha nos brigos... essa mulher era
linda... Branca !... Branca !... repeta
elle paracendo procurar; era o come quo
lhe dava um hornera anda mogo e rica-
mente vestido.. Esse bornem ora meu
pai.
O conde do Bernac... o conde ie
Bernac, dizia elle ainda escutando o som
qua esse nome fazia vibrar aos seus ouvi-
dos. Oh!... este titulo foi muitas vezes
pronunciado dianta de mm !... Bernac !
Branca I Amiecs 1 Giraud !... Oh mi-
chas recordagoes de infanciaI... eil-as
quo v ltara I...
E Marcos contnuava a caminhar, como
para ajudar com o movimento os saus peu-
samentos.
Essa scena terrivel... assisti a al-
ia... sim continubu elle ; es alli. .. de-
an'.e de mira... eu chorava, grita va sem
coraprehender a desgraga que feria minha
familia :...
(Continua).
ao facto dessas phecoraenos e dos resulta-
dos quo dolles se pode colher. Dotado ello
mesmo de grande forga suggestiva, quo
exerceu rauitas vezes na Asa-Menor, con-
tava cora essa forga para apoderarse c!
Carpena, visto como o acaso quiz que o
Hespanhol nita fosa o refractario a es3a in-
fluencia,.
Mas, se d'abi era diante o doutor dorai-
nava Carpena, se poda obrigal-o a proce-
der como e quando quizesse, suggerndo-
Ihe a propria vontade, todava era preciso
qua o preso tivesse liberdado de aegao,
quando chegasso o momento de fzel-o
praticar eate ou aquelle acto. Para
isso era necessara a auterisagb do gover-
nador. Ora, o doutor contava obter essa
autorisagSo do coronel Guyarra, de modo a
tornar possivel a evasilo do Hespanhol.
D.'z minutos dopois o carro chegou en-
tra la dos grandes quarteis, que se erguem
quas nos limites do districto, e p irou em
frente residencia do governador.
O coronel Guyarra j estava informado
da preseng i do Dr. Autkirtt em Ceu'a.
Esse celecre persoaagem, gragas reputa-
gao qua lhe grangeavam o seu talento e a
sua fortuna, era como urna especie de so-
berano em viagera ; e quando foi ntrodu-
ziuo na sala da residencia, o governador 9
acolhcu rauito b:m, assim como ao s?a
companh'-'iro, Pedro Bathory. Quiz logo
jr-so > suas ordens, para percorrer o dis-
tricto, C3se pedacinho da Hespanha, tilo
felizmente embutido no territorio raarro-
q lino.
Aceitamos de boa vontada, Sr. go-
vernador, respoadeu o doutor em hespa-
nhol, lngua quo Pedro coraprehenda, e que
como ella f tlava correctamente. Creio, po-
re.o, que ailo taremos terapo de aproveitar
o sen obsequio.
Oii! a c ilonia n5o grande, Dr. An-
tkirtt, respondeu o governador. Pode-
mos rodeal a era meio dia I O senhor nao
pretende demorar-so aqu algum lempo ?
Apenas quatro ou cinco horas, disse
o doutar. Djvo vjltar hoja mesmo para
Gibraltar, onda me esperara araanhS do
macha.
Voltar hoje mesmo I isclamoa o go-
veriador. Perratta-me insistir I Assegu-
ro lho, Sr. Dr. Antkirtt, que a nossa co-
lonia militar digna de ser estudada a fun-
do (Coninuar-se-Aa.)
Ty7d~Diario ra Duque de axias a. 4*.
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