Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19587


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Full Text
AMO Lili..... NUMERO 9
PARA A tAPIl'AL K LlARN OSE NAO HE PACA PORTE
Por tres mezes adiantadot
Por sois ditos iden:......
Por una anoo ideai......
Cada numero avulso, do mesmo ti i.
60000
120000
24 0100
QABTA --EB1BA 13 DE JANEIRO DE \M
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.
Por nove ditos idem......
Por um armo dem......
Cada numero avulso, de das aiteriorea.
130500
200000
270000
01UO
DE PERNAMBCO
Proptiefcafce fce JRanotl Jxgpeixa' t>e Jara & SxUjoe
TELEKRAMMAS
SEOT!g-3 -ABTICLA1 23- BIABIO
RIO DE JANEIRO, 12 de Janeiro, s
12 horas e 0 minutos da tardo. (Recebido
s 2 horas da tarde, pela linha terrestre.)
F[,Foi exonerad do canto de chelV
de Mec-co de obran e eNtudow da Be-
parlicao da Conenaro do Porlo
do Becife. Jone *Vaiici*co da Folic-
ea tialvo. wcaUo iioniciiilii para
Nuholilull > Jone da Silva Hibeiro.
SE37I53
(Especial para o D.r'.o)
VIENN'A, U de Janeiro.
A granden potencia* ilcnejam o
immedialo tlosarmamonto da Bul-
caria, da Boamelia e da Herirla.
MADRID, 12 de Janeiro.
Bebcnlou ama Mcdico militar en-
tre a* tropas aquartellada em Car-
Itaaxt'iia. nao poileudo todava !<*
envolvcr-NC por que fol complea-
uonli- comprimida pelo general Ra-
mn Fojardo e laquierdo. o qaal fol
ferido.
A iBMurreiro liaba carcter repu-
bllcaao.
Agencia tiavas, tilial em Pemarobuco,
l de Janeiro de 1886.
INSTRCCiO POPULAR
Geographia geral
Extrahido
DA BIBLIOTIIECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Continua cao)
liitra
HOLLANDA
cidadbs 'itiNciPAEs : Rotterdam 110:000 habi-
tantes; grande e magnifiao porto -, Utrechl 5t>;000
habitantes ; universidade celebra para estudo do
direito. Leyde, 10:000 habitantes ; universidade
celebre, fuudada no seculoXV. Groningne, 35:000
habitantes : estaleiros, fuudicao de ancoras-
Harten, 25:000 habitantes ; bellas ras com ca-
nse. Maettrieht, 22:000 habitantes ; fairas im-
portantes d-gado.
POSSF.3SKS noLLVNDEZAS : -na America, a Guyana
hollantkza e ai ilhas de Sanio Eustaeliio. CuracSo
e o sul da lha de S. Martinho Antilhas) ; na
Uceania n lha de Java, as dhas MoUucat, ana
parte de Sumatra, das Clebes, de Borneo, de Timar
e urna feitoria na Noua Gui ou Papuatia.
A Hollanda cedeu Inglaterra em 1881 todas
ai Sitas posseatx'ias da co.ta de Gui.
LIMBUKGO E LUXEMBURGO
8:680 kilmetros qnadraios 200:000 habitan-
tes.77 habitautes p)r kilmetro quadrado.
O Limaurgo e o Luxemburgo hollandez j nao
fazem parle da Conf-deracao germnica, qae
deixou de existir era 1860 0 Luxemburgo forma
actualmente mu ;"i duca lo possuido pelo rei de
Hollauda, mas 'ui.ir.m eolc separado do reino em
3uantoagovr.i .i.wic.is e exercito. O grao duca-
0 de Luxein'.mrg com a Belgic um paiz neutro.
A capital e [.uxembunjo, cujas fortificacoes foram
em parte destraMa*. 0 grao-ducado de Luxcra-
bjrff) cautiui i fazer jarte do Zollwerein alie
ALLEMANHA
A AUemmha eorapreh-nJe hoja o Imperio da
Allemanha, o Imperio Austro Hngaro (ou Auttria
H'inariai e o pequeo Principado de Lichtensltin.
IMPERIO DE ALLEMANHA. 515:000 kil-
metros quadrados. -10.000:000 75 habitantes par
kilmetro quadrado. _
Este iinperi o deixra 'le pxislir era 1806, e com-
qnanto os tratados de 1815 houvessem retomado
Franca os territori. que os compunhain, a Santa
llianca nao o realnbelecera. A Confederacao
germnica durouO anno, at batalha de Sado-
wa (1866;, que dando a victoria Prussia contra
a Austria, deu-lhe tam em a prepotencia sobre a
nova Confederacao chamada do Norte. Depois da
derrota dos fraaceses, em 1870, a Baviera, o Wur-
temberg, e Badn voltarain confederacao para
formar o imperio de Allemanha, caja cor a fi. i le-
vada, de Berln a Verstiles, ao rei Goilherra-,
pelos representantes do parlamento allemo.
A industria muito variada, e commercio ex
tremamente prospero, gracas ao ZoUtoerein, aniao
aduaneira instituida entre os Estados da Alle-
manha por influencia da Prussia. A lingua falla
da universal mente o allemo, que se conserva
com toda a sua pureza na Saxonia. A sciencic
cultivada com esmero e a instrnecao muito dejen
volvida. Ha tolerancia de cultos, mas as reli-
gioes preponderantes lio : a lntherana ao norte
a catholica ao sul o a judia. Cada estado inda
pendente dentrodos limites marcados na con3titui
co do imperio ; o governo ama confederacao
imperial cuja presidencia pertence a coros, da
Prussia e cujos n-gocios sao resolvidos por dnas
assemblas : o Reichitag (de 397 membros de elei
ci popular), e o Bendesrath (conselho federal de
59 membros enviados pelos governos dos diversos
estados) A sle d estas duas assemblss a do
conselho aduaneiro bem como em Berln.
(Continua.)
fiado e 22 d'este mez, e bem nsiiin a tabolla, que
acoinji iiihou o rut'.'rido ulfi'i), organisado pelo
mesmo conselho e que tem de vigorar nj semestre
de Janeiro a jituh > viuJouro para os corpos da
guariiicili dcsta provincia, de conforn'idade .oino
ispjito no artigo 35 do citado Decreto.
Aomesmi. Sirva-s.i V., Exc. de nomer
urna c;inmissiio para ir ao Arsesal de Guerra pr>
ceder aoexaun n> volu ne onten lo seis coraet.is,
remettido pela Intendencia da Guerra. Continu-
nicou se ao Director do Arsenal do Guerra.
- Ao Presidente da provincia das Alagoaa. -
Rogo a V. Exc. que se digne de providenciar nn
sentido de un ser ministrada a certidao do pro-
cesso do Manoel B'zerra de Moura, que nterpiz
recurso de graca da pena de gale perpetuas que
Ihe toi imposta em 19 de outubro de 1858, pulo
jury do termo d? Imp'ratiiz nessa provincia. A
referida certidao deve ser acompanhada da nfor-
ina^ao do juiz que lavrou a sentenca condemna-
toria, conforme preccitua o Aviso n. 287 de 28 de
junho de 1865.
Ao mesmo Accuso o recebimento da ofli-
co de V. Exc. datado de 22 do correte, pelo qual
me communicou ter antoiisadi o r?gri'S3o do cru-
zador Meduza para o porto do Rjcif?, visto nilo ser
mais necessario nessa provincia.
Ao Director do Presidio de Fernando-Con-
vm que V. S. infirme si ou mo fallecido o reo
Joaquim Adriauo l'ereira. quo foi transportado
para ess Presidio a 31 de Janeiro de 1871, afira
de cumprir a pena de gales perpetuas, que Ihe
tora imposta pelo jury de Bagagem na provincia
de Minas Genes.
Ao Inspector da Thesoursna de Fazonda.
Remettc a V. S., para os fin3 convenenteeTas in-
clusas propostas, que ficirn approvadas, aceitas
pelo conselho para Lrnecimento de vveres e^/or
ragtns ao exercito e de que tracta o Decreto) n.
7.685, de 6 de marco de 1880, em se*Ees d 116 de
noveinbro find i c 22 do rorrete, e bem assim a
tabella annexH. que fica tambera approvada, crga-
n3ados pelo meara conselho, e que tem de vige-
rar no semestre de jaoero a junho vindouro, para
os corpos da guarnico desta provincia, de eontor-
midade com o disposto no artigo 35 do catado
Decreto.
Ao im-sino. Declaro a V. S para os devi-
dos fins, que o Ministro do Imperio approvoa, se-
gundo commuuicou-me por A\iso de 10 do corren-
te, sob n. 4,864, o crdito aberto sob responsabi-
lidade dcsta presidencia em o 1.' de agosto prxi-
mo lindo, verba -Soccorros Publisos exerci-
co de 1885 a 1886 na importancia do 9W.iOOO,
para oecorrer ao pagamento das despezss feitas
com o tr8ctamento de indigentes accommettidos
de febresde ms carcter em diversos pontos des-
ta provincia.
Ao mesrao. Deolaro a V. S., para os de vi-
dos fins. que a Presidencia da provincia das Ala
goas autorzci em 22 do corronte, segundo com-
municou-me em oftcio dessa data, o regresso
do crusador Meduza para o porto do Recite, visto
nao ser mas necessara sua permanencia na dita
provincia.
Ao m israo.Reraetto a V. S., para os da-
vidoa fins, copia do aviso expedido em 12 do cor-
rcute pelo Ministerio da Justios, em que declara
que o facto de haver sido elevada em um exerci-
co a gratincseao do juz municipal e de orphaos
do termo do Salgueiro, bacharel Levino Liopes de
Barros e 8ilva, nao d direito indemnizacao de
difterenca no anterior, c que ainda quando esse
direito resultasse da reclaraacao feita em ternt
contra a ktacito, o que nao foi allegado, so opoler
legislativo pdera conceder o crdito necessario.
Ao mesini Rtmetto a V. 8., para os devi-
dosfins, cipia do aviso expedido pelo Ministerio
do Imperio, era 17 do corrente, sob n. 4,925, em
que o mesmo Ministerio doclaron qne tica aatori-
sado, pela verbaSoccorros pblicosdoexarccio
vigente, o crdito da 557*416 para oecorrer-se
ao psgamento das gratificaces extraordinarias
3ne em Outnbro ultimo venceram os erapregados
a reparticlo de sade do pirto pelo servico das
de8nfeccoes do3 navios.
Ao mesmo. Communico a V. 8, para os
fins convenientes, que o bacharel Manoel Tobas
do Bego Alhuquerqus assumio no dia 22 do cor-
rcn'e o exercicio do cargo da juix municipal e de
orphaos ao termo de Taqusreting", para O qual
foi nomeado por decreto de 5 do mesmo m^x.
= Ao mesmo. Fara os fins convenientes,
transmiti a V. 8. copia do aviso do Ministeri> da
Jnstica. da 18 do corrente, reommendaudo qne
essa inspecwria deve serouvida acerca da quali-
dade e quantidade dos medicamentos fornecidos
ao presidio de Fernn lo de Noronha.
Ao director do Arsenal de Guerra. Remet-
to a Vine., para os devidos fins, os inclusos ter-
mas de exame e consumo de cabecadas e arrea-
tas a cargo da companhia de cavallara.Comlnu-
nicou se ao commandante das armas. ^ i
__ Ao mesmo. Constando de communicacao
d v Intendencia da Guerra, de 19 ds corrente, sob
n. 885, terem sido embarcados no vapor Baha,
procedente do sul, doze volumes destinados a esse
Arsenal, contendo a materia prima para o farda-
inento de otficiaes e os 300 cobertores menciona-
dos nos dous inclusos conhecimentos, assim o de-
claro a Vine, para os devidos fins.
- Ao engenheiro fiscal dos engenhos contraes
do 1. districto.Declaro a Vine, que o ministro
da agricultura, commereio e obras publicas, se-
gundo o telegrarama de 22 desta mes, soliciten do
da fazenda, em 18 de Novembro, a expedicao de
ordens para serem i'spachados os tnitariaes per-
tenceutes & Comoanhia North Brasilian Sugar
Factories, dos quaes, cm v'rtude do mencienado
telegrainma, serio substituidos os que forem re-
conhecid >s inos, no exame a que deve proceder
de conformidade com a sua inf irmacJo de 14 da-
quel'e mez.
Convem, entretanto, dar-lhe seionca de que em
daia de 23 do corrente permitti fos3e desembar-
cado em Santo Amaro das Salinas o material
vndo no vapor Euclide.
EXPEDIENTE IX. SECBETASIO
DfEcos :
__ A' c.inmisailo liquidadora das conias da es-
trada de ferr.f do Recite ao 8. Francisco.S. Exc.
o Sr. conselh/iro presidente da provincia manda
declarar a V. 8. que nesta data tiveram o conve-
niente destino *s documentos que acompanharam
o seu oflicio de 22 do corrente.
-- Ao aentn da companhia Brasileira. 8.
Exc. o Sr cjnselheiro presidente da provincia
manda aecusar a recebimento d i nfficio de V. Exc
de 24 do corrente, dc-larando qne o vapor Etpiri-
lo Santo, chegado a 21, s 6 horas da inauha, dos
portos do norte, s-guiri para o do sul As 6 da
tarde do mesmo dia.
__Ao gerente da Companhia Pernambueans.
8. Exc. o Sr. conselheiro presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do olficio de 21 do
corrente, era que V. S. declara que os v pores
Mandoln e Jacuhipc scguirSo, o priraeiro na ma-
drugada d 27 para Tainandar c Rio Formoso,
e o ultimo para a Baha e escalas as 5 horas da
tarde de 28 do corrente mez.
Repartir da Polica i estragado o quasi insorvivel, impossivel
Se.i;ao 2*N. 35.Secretaria de Po dominar de prompto um incendio, accres-
licia de Pernainbuco, 12 de Janeiro de
1886. Illm. o Exm. Sr.Participo a V.
Exj. que foram ante hootera re :olliidos na
Gasa 3 Deienclo os seguintea individuos :
A' ordem do subdelgalo do Recife,
Ey.-aM.riada Omitido, por crime de
furto, Wenceslao Jos Joqu:m do Saati
Anna o Josephh Mara da Cm^cicoo, por
disturbios.
A' ordem dodol." distrito da B
Vista, Mtnoel Ijorreia do Araujo, pDr cri-
mo de ferimentos ; o Francisco, seravo
do Birtholomou Louronyo, por disturbios.
Hont mu, i 7 horas e 3[1 da noite,
fui avsalo pela establo central tulsphoni-
ca qua havia incendio en un prjiio Li
ra II irquez do Olinda.
Iminediatamente pira all me dirig c
vorifjqu-i ser o incendio no predi j n. 49,
onde tem cstabeleci neato commrcial no
pavimento terreo Antonio Lopes Perera
de M -lio dt C, tendo o incendio, qm oo-
me^ava com inteusidade. se raanifestaio
no soto do predio, que do dous andares
e est deshabitado.
O subdelegado da paroebia do Recito,
cidadSo Francolino Chacn, o comman
dante da 2.a estacao e mu tos ommercia ri-
tes da vizinhanca o algumas pessoas do
povo oceuparam-se em retirar as meren-
donas do estabelecimento, condusindo-as
pira a casa contigua, onde tem estabeleci-
mento commeroial Jos de Azavedo Bra-
*a & C, e esse servijo foi foito com t)do
o escrpulo pira qu > nao houvesse extra-
vio do meroadorias, c quede facto aconte-
ceu, porque grande parte da remocSo fez-
se em minha presenca.
A bomba de Arsenal de Marinba com
e resp ctivo pessoal ao mando do ajudante
1. tonento Leopoldo Bandeira do Gouvoia
o do patrao-rar tenento Autonio Botelho
Pinto do Mesquita, fci a primeira que se
apresentou no lugar do incendio, seguindo-
se-lbe o immediato o oSiiaes da cor/eta
Gurnabira, con imperiaes raarinheiros da
guarnijao da mesma corveta, e as bombas
do Arsenal de Guerra com os operarios
militaras ao mando do capitao Costa, pi-
quetes do 2. e 14. batalhZo de linha e
do corpo do pilicia, pessoal da guarda
cvica com o commandante geral e ofti-
ciaei, capillo superior do dia e official de
ronda a guarnico.
Organisado o servico da extinecao com
diffiuuldade e no meio do grande cofusao
como sempre acontece nesta oda Je em taes
OCJasiSes, tomou a dirdoyo do mesmo ser-
vico o capitSo tenento inmediato da eor-
vet* Guanabara, conseguindo-se logo in-
pedir que passasse elle para 03 predios vi-
sinhos, ficando dominado meia noite.
A' 1 hora da madrugada, reapparecen lo
fogo em algumas travs, foi novameate
chamada a bomba do Arsenal de Marinba,
que promptamente compareceu e traba-
lhou at quosi tres horas, tcando ento o
logo completamente extincto.
O predio, que pertence a diversos oon-
senhores, ncou completamente devorado
pelo fogo, restando apaas as paredes e
nao estava todo seguro ; o estabetacimanto
oommercial, poram, estava seguro em
20;000-> na companhia indemaisadora.
Tanto o pessoal dos Arsenaes de Ma-
rinba e Guerra, como o da Alfandega
prestara m bons ser vicos, sendo, porem,
relevantes os que prestaran} os imperiaes
marinheiros da corveta Guanabara, o ca-
pitSo-tenente immediato da mesma c rveta
e tenentes Borges L/tao o Souza Pinto.
E' tambom de justicia que mencione os
nomes dos commerciaates e cidadilos que
prestaram servicos notaveis, j na salva-
c3o das mercadorias, e j avahando o ser-
vico da extincQo e silo os Srs. Francisco
Josa Gomes, Jos de Azevedo Braga, Be-
lisario Pernambuco, Jos Maia Sobrinho,
Bernardiao Maia, Jos Manoel dos Santos,
Jos Antonio Moreira Jnior, Joao Perei-
ra Dias, Victorino Jos da Silva, Pinda-
hy'oa de Mattos, Pedro Aflfonso de Fignei
rodo, Joo Alves de Salles, Henriquo Ge-
raldo Boaventura L^ite, Joo Pereira, Ma-
noel Machado, Arthur Luis Martins Perei-
ra, Candido L rummoad, Joaj Coimbra,
Joio Miura de Jess e mu tos o utros cujos
nomes nao me foi possivel saber na occa-
sio.
No acto de serem retiradas d estabele-
cimento as merjadorias, foi pelos cidadaos
Jos Miguel dos Santos e Joao Pereira
Dias retirado tambom um caixao que cou-
tinha latas com plvora, o qual foi pelo pri-
raeiro atirado ao rio junto da ponte Seti
de Setembro.
II qe, s 11 horas da inanha, fui
ten lo qu? essa filia tem concorrido muito
para acorocoar oj incendios propositaes
pela quasi certez i qus t.n os iu:ealia
rios di. que os vestigios do crimo so rilo
dosfeitOB pilas chammas, a vista da de.no
ra, confusSo e impericia do pessoal'que se
encarrega do servyi da extinflo dos in
cendios.
Deus guarile a V. Exc. IHm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Fernandes da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidente da
provincia. O chefe >le poli sis, Antonio
Domingos Pinto.
Xhesouro l*fovinehil
DESPACHOS DO DIA 9 DE JANEIRO
DE 1880
Coutaa dos ex-cjllect porteiro d: Presidencia, R.cardo Jos Gom'8 da
Luz, Albuquerque Antonio Rodrigues, Joao Vi-
cente do Torres Baodeira, Jlo Climaco Lbalo,
Dr. Gervasij Rodrigues Campello e Vicencia Per-
petua Freir de Araujo.Haja vista o Sr. Dr.
procurador riscal.
Antonia Barbosa de Magalbes e Francisco Ma
noel Accioly. Escripture-se a divida.
Jos Pereira Bastos. Satisfaca a exigencia da
Cont'idoria.
Ponto do Gymnasio Pernambucano. Ao Sr. pa-
gador para os devidos fins.
rsula Candida do Carv-lho Pues de A ndrade.
Ao Consulado para attender.
Contas do commandj do corpo de polica c An
tonio Fernandes Xavier de Lima. Informe o Sr.
contador.
Padre Jlo da Costa Beze.-ra de Carvalho c vi
gario Lourenco de Albuquerque Loyola. -Ao Con-
tencioso para declarar se j toi prestada a flanea.
11
Vigario Floriano de Queiroz Coutinho o Joa-
quim Felippe da Costa.Junte-se copia das infor-
ma coes.
Gerente da Recife Draiuagc, Joaquim Servulo
Vieira da Paz, reged^r do Gymnasio Pernambu-
cano, padre Manoel Ferreira da Rocha, Martrah >
Jos ds Jess, Jos Carlos Vital, Francisco Cor-
deiro Marinho Fal lo, Francisco Xivi r Camello
Pessoa e Francisca de Mondonca Pinto.Informe
o Sr. contador.
Dr. Gaspar de Drumm>ud Flhi.Certifique-se.
Ponto da secretaria da issembla.Ao Sr. pa-
gador para os devidos fins.
.Mara Olympia de Olivoira Cyrillo.Ao Consu-
lado para attender.
Francisco Vieira J'inior e outro.Informe o Sr.
contador.
12
Donysia Pacheco da Silva, Carolino Goncalvcs
da Silva, Joaquim Verissimo de Oliveira e padre
Augusto Cabral do Vascsucellos.Informe o Sr.
coutadoi.
Bartholomeu Loureuco.Certifique se.
Fielden Brothers c contas do escrivio servindo
de collector da^Garanhuns.Haja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal.
Ponto do Instituto Vaccinieo.Ao Sr. pagador
para os devidos -fins.
Guarni & C.A vista do que informa o collec-
tor, nao ha que deferir, urna ves que declara nlo
ter estado fechada a casa da que trata, e o debito
qne est sujeita simplesmente da decima urbana
no exerceio de 1885 a 1886.
Theotonio Jlo da Cunha.Junte-se copia das
nf.jrmac.oes.
amara Municipal
DESPACHOS DOS DUS 8 E 9 DE JANEIRO
Pelo Sr. vereador commissario de poli-
PARTE 0FFIC1AL
CioTerno da Provincia
EXPEDIENTE DO DIA 26 DE DEZ2MBBO DE 1880
OfBci03 :
Ao brigadeiro Commandante das Armas, pro
Bidente do conse ho. para o fornecimento da vve-
res e forragens ao exercito. Declaro a V. Exc.
para seu conhecimento e fins convenientes, qne fi-
cjm approvadas as propostas, que vieram annexas
ao sen oflicio de 24 do coirente, scceitas pelo con
selho para e fornecimento de vveres e forragens
ao exercito e de qne trata o Decreto n. 7,685, de 6
de marco de 188", em sessoes de 16 de novembro
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 11 DE
.IANEIRO DE 1886
Francisco Flix O ;iicalve3. Deferido como
oflicio desta data Thesouraria de Fazenda.
Manoel Francisco de Mara. Sim.
Manoel Joe da Cmara. Deferido |M>r oflicio
de boje ao inspector geral da Instriccio Publica.
Rodrigo Carvalho & C. Deferido.
Secretara da presidencia, de Pernambu-
co, em 12 de Janeiro di 1886.
O porteiro,
J. L. Vitgo*.
ao
lugar do sinistro e assisti a abertura do
cofre, do qual havia soment<> alguns pa-
pis e a apolice do seguro, declarando o
dono do estabelecimento nao saber onde
pairam os livros da escripturaclo da casa.
Sabendo tambern que as latas que se
dizia conterem plvora e que tinbain sido
atiradas ao rio, estavam tisiveis com a bai-
xa damar, dirig me ao lugar e mandei-as
retirar d'agua pelo cidadao Joao Moreira
de Jess, sendo retiradas dezenove latas de
meia libra cada urna, e abortas, vericou-
se que efectivamente continbam plvora.
Ainda nao se podo verificar quid a causa
do incendio, que comecou no sotao do pre-
dio e quo, como cima dase, era de dous
andares o estava deshabtado.
E' para lasti nar quo nesta cidade- ainda
nao haja um servico regular e bem orga-
nisado para extineco de incendios, de-
vendo se a sso nlo serem elles extinctos
com presteza e tomaran), s vezes, pro-
porcSes assustadoras.
Com pessoal nao habilitado e material
cta ;
Antonio Moreira Reis, pe lindo baixa do impos-
to sobre o terreno devoluto sito l ra Imperial,
que vendeu a Jos Ignacio Rabillo, bem como do
imposto de muro baixo do predio n. 50 ru de
Vidal de Negreiros.Como requer, em vista da
informacio verbal do fiscal.
Francisco Goncalvcs da Silva, pedndo que se-
jam faltos os devidos lancaments uo sentido di
ter comprado a Antonia da Silva Moreira, o esta
belecimeuto de mhados sito ra da Bartholo-
meu n. 33, freguezia de S. Jos.Como requer,
Francisco d'Assis Ferreira da Costa Lcite, pe-
dindo licenca para abrir um deposito de cigarros
no compartimento do predio n. 17 ra da Iinpe-
ra'riz.Como requer, visto ser diverso do aotigo.
Ignacio de Carvalha Miranda, pedilo que se-
jam feitas as devidas averbaces no sentido de ter
comprado a Manoel Fraueisco Santiago_o c irro
sob o n. 198.Como requer.
Jos Custodio Lureiro, pedndo licenca para
abrir um estabeleciin mto de taverna em um c isa
sita Estrada Nova de C.nang, freguezia de
Afogados.Como requer.
Joaquim Rodrigues Ferreira, pedndo que se-
jara feitas as devidas averba^es no sen-ido de ter
comprado a Antonio Custodio Loureiro, a taverna
sita Estrada Nova da freguezia de Afogados de
n. 84.dem.
Joio Carvalho de Azavedo, pedrada que sejam
feitas as devidas averb icoes no sentido de ter ce-
dido a Anna Mana Rasa a sua carroca de n. 38.
dem.
Jos Paz de Moura, pedndo licenca para abrir
urna loja de barbeiro na casa n. 9 ra da Mar-
I cilio Das. dem.
O mesmo, pedndo licenca para mandar encaar
Ks para a casa n. 9, ra de Marcilio Dias.
era.
Jlo Antouo de Souzi, pe lido que sejam fei-
tas as devidas averbacoes no sentido de ter trans
ferido da casa n. 17 ao largj de S. Pedro para a
de n. 26 ao largo do Paraso a sua otncna de m ir-
CO aria.dem.
Joio Luiz de Araujo, pedndo que seja elimina-
da do imposto de porta aberta a sua sfficina de
marcenara sita ra Nova de Santa Ritaji. 45,
visto ter collocado n'ella meias portas. Nao tem
lugar o que requer em vista das informicoes
Le inora Judith Cramer, pedndo que .ejam
feitas as devidas averbacoes in sentid de ter
comprado a Flix da Silva Teixera, o hotel n.
2 a praca do conselheiro Jlo Alfredo, freguezia
de Afogados.Como requer.
Mara Elisa de Figueredo Marroquim, idem no
sentido de ter comp'aio a Manoel Dominjos Pe-
reira, o seu carro de quatro rodas sob n, 219.
dem.
Paulo Baptista de Jess, idem no sentido de
ter vendido a Antonio Fraucuco de O iflin Ca-n
101, a taverna sita ao lugar Emberibera freguezia
di Afogados.Com requer em vista da informa
co fiscal.
Pelo Sr. Cussy do Reg, vereador com-
missario de edificares :
Antonio Alves Pacheco, pedilo licenca para
mandar concertar a coberta de sua carta n. 41
ra das Creonlas, fie^uezia da Graca, substitun
d) madeira Diga a prte sobre o parecer do en-
genheiro.
Carlota Burlamaque Magalties, pt.n mandar
tomar goteiras em seu predio n. 3 a ra dos Bur-
gos.Como pede, cora sciencU do fiscal.
Jacintho Moreira da Gama, replicando declara
que fica junta a ponte pequea do GraTsando e
junto do acougue sito aquello lugar a casa que
pretende concertar, cuja licenca solicita.Na for-
ma do parecer do engenheiro, do 4 do corren
concedo licenca pagos os direitos.
Neves t Salgado pedndo lic-nca para mandar
reconstruir urna parte da chamin do f.rno de
sua casa n. 13 a ra Estreita do Rosario. S;m.
de conformidade coin o parecer do cngcnl.eiro,
pagos OS direitos.
Vicente Goucalves Ferreira Costa, para man
dar construir urna casa, affastada do alinhanv-nto
em terreno proprio, sito a travesa do Goncalves,
em Santo Anirodas Salinas, bem como construir
ciuccenta p ilm-s de nu.o.Conceda-so na forma
do parecer do engVnlieirn, pagos os direitos.
Secretaria da Caara .Municipal do Rc-
effe, 19 de Janeiro do 1 386. ..
O porteiro,
Leopoldina C. Ferreira du Silva.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RctrospcctJ poltico do auuo
de 18 5
FRANCA
(Continiiarv)
0 balado de que acabamos de Gallar eucerron
nina lamosa lirran. Kriii|iiaiilo em Pars. COflM
i'in luda a Franca, ge prodamava sos quatro vcu-
in- iId cspai-i) que era preciso lavar a DOdoa qae
a retirada de Laag-Son atirara sobre a liainleira
tricolor; emquanto o desvairameoto da grande
grande capital quasi chega a renovar os dias de
Setembro de 1870, mas em sentido contrario;
emqnanto um gabinete constantemente apoiado
pela iiiainiia |iailaiiieiiiardurante irais de dous
annos, era desabito arrastade do Capitolio s ge-
niunias, apenas porque os soldados da Repblica
siillVei-ain uru revea d nontos centoa de leguas da
sili- do governoj emqaanto aimagina^aoea
memoria dos huaceses, un exceaso utuwas,
segundo o qualieativo espiritaoao de una foiha
liiilainiiea. os fazia liltei-aliiiente da:- por paos e
por pedias emqnanto, u'uma palavra, a vaidade
nacional li-aiisiornava couipletauente, a cabeca
do povo mais cvilisado do mundo: a China.
esse paiz to desilenhailo pela lilaucia europea,
dava aos scus adversarios liuinhados uniexein-
plo de nolavel nagae fri e admiravel boui sen-
so. Quem nao leria acreditado, perguntava
urna lolha parisiense, que aps a retirada de
Laiiff-Son os piflimiuares da paz l'ossein brusca-
iiienle interrOmpidoa ? Dir-se-hia que o orgu-
Ihu asitico aleara a fronte e que os joacraoa
li-anci-zes s descancariain quando tivessem le-
vado os nonos soldados de rojo at ao mar. que
as mais extravagantes l'aufarrees eoaiceariatii a
(anhar crdito no Celeste Imperio. E em vez de
ludo sso o que vemos As iiegociacOes conli-
nuatu, e se j noestao terminadas por falla de
quem as sanecione. nao em Pekn, mas em Pars,
o iratado rntti prompto. nwla inimn nrr innig
uado, mas nao temos ministro para isso. E;-
las palavras foram escripias u'unidos dias que
niedinran entre a queda do gabinete Ferry e a
subida do ministerio Brisson. A follia em que
foram insertas lerniinava com est'outra inteiro-
gaco : N'o se dir que, das dnas tiaces, a mais
esclarecida e prudente a China, e que nos que
somos os barbaros f
Una cousa se pode uflinnai- setn inedo de con-
leslaco seria, e veni a ser: que o proralimento
das naces europeas em relaco s suas colonias
nao faz anda boje a mnima honra aos seiilmeii-
tos moraes resultantes de muitos e muito seculos
de civilisaeao progressiva.
E a prova do que dizemos ficou ainda una va
patente na lei que, em sessao de 14 de Maio.foi
definitivamente approvada pela cmara dos deno-
tados da Franca, e que autorisa o degredo dos
criminosos reincidentes para as pOOStisnuesex-
Ira-europas.
Essa resoluco legislativa, encontrou inuitas
censaras, teve mesaui m serem varios pontos
completada por outra que pivsuiiipcosameiile se
destina a prevenir a propria reincidencia, tul a
virlude que os parlamentares attnbuem s snas
OODCepfifies. Mas taes censuras, no maior nume-
ro, tinhain exclusivamente por fin salvaguardar
os interesses mmediatos da nietropole. algumas
vsavani. n'uma expansoiuciivel de sentimenta-
lismo, o bem estar dos proprios facinoias. En-
tretanto, s urna voz se levantou no seio da cma-
ra )iara protestar contra a falla de juslca c cruel-
dade com que se ia infeccionar as colonias, fa-
zeudo dellas receptculos obrigados de todas as
iminundicies vomiladas [iclas prises do conli-
uenle c por lodos os antros do vicio, da miseria e
lo criine, infelizmente mantidos no seio da civi-
isaco occidental (icla fatalidade das coudices
sociaes, do mesmo modo que una chagn asque-
rosa pode macular um corpo cheio de lielleza.
Tanto que foi approvada a lei sobre 08 reinci-
den*, a cmara eiitregou-sc. como qncni desoja-
ra acabar cedo, ao estudo de oulras nao menos
importantes, entra as quoes Rgnravam as do or-
pamente para 1886. o qual. ao contrario do ante-
rior, foi regularmente votado no devido tempo.
A respectiva commissko tinha sido nomeada no
mesmo diacm que foram elcilos. pan presidente
da cmara, o Sr. Floquet.e para vice-prosidenle.
o Sr. Dcvs ; 0 piiineiro veiicemlo os caiulidalos
Fallieres e Pbilippoteau. 0 segundo o Sr. Analo-
lio de la Forge.
Eaava escripto que o ininislro que tinha de di-
rigir a disi-usso ilas leis orcamenlarias no par-
lamento nao fosseo Sr. Clamagerani. o qual a 16
de Abril, c quando as cmaras se achavam fe-
chadas sabio inesperadamente do ministerio.
Em virlude dessa deinisso, passou o Sr. Sadi
Carriol para a pasta da fazenda. sendo nomeado
para a das obras pubicas o senador Derndle.
A imprensu comuieiilou largamente essa ines-
perada altcraeo no pessoal de um gabinele que
apenas tinha alguns das de existencia.
A retirada do Sr. Clainageran foi a principio
allribuidaa desaccordo entre esse cavalheiro eos
scus collegas, relativamente a reformas Unaneei
ras que elle desejaxa ili-sde logo realisui' e que
aos (leinais ministros pareceram extemporneas
na oecasiao.
Eireili\ menle, a rainara. erijo niandato eslava
prestes a lindar, nao se senta com desejos de em
prebendar reformas ampias e difficeis, no pone
lempo que tinha diante de si. e em rista.(dOE ami-
tos Iraballios que. ainda assim. se propunlia a rea-
lisar, como de grande urgencia. Ogorernono
poda ter aspiraco dinerente, desde que quaes-
quer mnovafOes legislativas podiam provocar
desaccordoe prejndiciaes ao principal artigo do
mu progaamma, que .consistia em levar barmo-
nisadoe o unidos al jimio das urnas lodos os gru-
llos repiiblicau 08
Alnal, o proprio Sr. Clamageran veio declarar
em publico que o motivo queo fon-ara :: dexar
o governo nao foraontrosenadoseumo estado
desande, um forte ataqvederneoniatismoqne
sonrera.
Verdadeira ou mo a razan allegada pelo minis-
tro deinissionaiio. o eerloque o Sr. Brisson re-
cebeo merecidos elogios peia presteza com que
remedin a especie de crise porque las cedo pas-
sara o seu ministerio. Qualquer demora ii'esse
ponto seria, a juizo de lodosos amigos do gabi-
nete, de [M'ssiinas eoiisequencias. Por outro lado,
a iiomeaiao do Sr. Demole para a pasta das obras
publicas, nao pedia ferir sosceptibilidades, nem
dar pretexte a quem queri|iie fosse para aecusar
0 ministerio de ddelidade poltica de concilia-
co que consttuia a base do seu programma. O
novo ministro tinha feito no senado activa parte
da materia que durante dous anuos apoiou a po-
ltica, quer interna, quer externa do Sr. Julio Fer-
ry, A sua entrada para o ministerio era, portante,
una prova da sineeridaile com que o novo presi-
dente do conselho procurara, seno extinguiro
que l'iira impossivelao menos dar Iregoapor
alyum leaBBOtiS disnissiVs que lavravarn no seio
do partido republicano, com prejuizo das insti-
tuices nacionaes e immenso gaudio dos que ten-
tain |ior todos os meios solapal-asr-
Oulni prora desse genero, e imporlanlissima.
deu-a o gabinele Brisson, quando voltou a ser dis-
cutida na cmara a celebre proposta dos deputa-
dos Dclafosse e Ltan relativa ao processo para
a eondemnaco do gabinete Ferry.
Sabia-se previamente qual seria o resultado de
to inconveniente discusso. A projiosta ia ser
repeUida por grande maioria. Todava, nao fal-
tava quem sentisse |iivoccupa(es acerca da at t-
tude que tomara o governo nessa irritante ques-
to. A eloquencia dos factosdesfez tenias*iisdu-
vidas e recesos infundados.
Antes de comecar o debate, subi o Sr. Brisson
tribuna e, em termos sensatos, dignos e conve-
nientes, manifestou a sua opitiio no assumpto
Disse que (ruando a cmara, havia dous mezes, se
recalara a volar a urgencia pedida lelos autores
da proposta, manifestara desde logo a sua inten-
co de nao acompanhar os proponentes; i]ue esse
designio da cmara era ix'rfeitamente concordante
com a misso que se liana ini|iosto o gabinete
lior elle presidido de aproximar e unir todos os
elementos do partido republicano ; que se. dous
mezes antes, a cmara Uvera semelbante procedi-
inento. nao era cnvel que seguisse conselho op-
poslo. quando as cleices estavam mais prximas
e mais perigosa por isso mesmo se tornara a lucta
no campo estril das recriminaces; que nao
era decididamente a revista retrospectiva de an-
tigos erros e a contiriuaco de relhas contendas
queo]iaises|Hravan'aquelle momento do patrio-
tismo da cmara e do governo.
O presidente do conselho, depois de mais al
gumas palavras fervorosamente applaudidas, ter*
niinou pedindo que as concluses do parecer ap-
preseutado pelo Sr, Gomot fossem approvadas
O parecer aconselbava a repulsa da proposta, o
que a cmara aceiten por grande maioria de vo-
tos. E enlenderain. em geral os deputados. e
com razo, que algunia cousa de mais importante
tiiihain a fazer em prol de suas prximas candida-
taras, que dessar ccteo s expaines da elo-
quencia arripiada e sinistra d'aquelles cuja mais
ardente aspiraco pareca consistir em que Ihe
l'ossein servidos em postas, ii'um lauto banquete
patritico, todos os membros, um por um. do mi-
nisterio demittdo em 31 de Marco.
A lei sobre escrutinio de lista, nao era a menor
das prcoeupaces da maioria parlamentar. O
Senado tinha modificado o respectivo projecto, tal
como Ihe lora remettido do palacio Bombn. Re-
cusou-se a segunda cmara a comprehender os
estrangeiros no computo da populaco determi-
nante do numero de deputados para cada depar-
tamento.
Acamara dos deputados aceitara a emend;',
alias razoavel do senado, ou, pelo contraro ira
dar-se mais um conflicto entre as duas casas; dp
parlamento. As circumstaueias especiaes da si
tuaco poltica e sobre tudo os esforcos e autori-
dadedoSr. Brisson. lizeram com que o problema
fosse resolvido |ielo modo mais conveniente e til.
A cmara dos deputados approvou por 38o
contra 71 votos oalludido projecto coma modn
cacao feita no senado. A" lei da reforma eleitoral
licou. pois. concebida uestes termos :
Art. IoOs membros da cmara dos deputa
dos se.oeleitos por escrutinio de lista.
Art. 2Cada departamento eleger o nu
mero de deputados constante do quadro annexo
presente lei, na razo de um deputado por cada
setenta mil habitantes, nao eoiuprehendidos o-
trangeiros. As fraeces inferiores desse numero
serio levadas emeonta.
Cada deparlaniento eleger ao menos tres de-
putados.
. 0 territorio de Belfort eleger dous deputa
v-
!



v
Diario de Pcruainbuco^art^-feira 13 di Janeiro 1886
^

\
i-



Aog) a AL as deaiais colonias, coa-
fomr do mesmo quadro.
. Esse quadro so peder ser modificado por
una lei.
Arl. 3Cada departamento forma urna s
circuniscripcao.
. Art vNenhuin tueinbro 'las tumbas que
reinaram em Franga pode ser eleito deputado.
Ninguem se considera eleilo em primeiro es-
crutinio, Be nao tiver alcancado :
1Maioria absoluta dos votos prest
-Um numero .le votos igual quarla parle
do numero dos eleitores alistados, No segundo
escrutinio bast que o candidato obtenha a raaio-
ria relativa para considerar-se eleito.
. Em caso de empate na eteico, se considerara
eleito o mais \elho dos candidatos.
Art. 6*Salvo ocaso de dissolucao previsto
e regatado pela conattaigao, proce&r-ae-ha as
eleiyOes geraes nos dias que precederem a tornii-
nacao do mandato da cmara dos deputados.
(Continua.)
RE^IFE, Id DE JANEIRO DE 186
noticias to norte do Imperio
O paquete nacional Cetra, entrado hjutem do
norte, trouxe as seguintea noticias:
Amazona".
Datas at 29 de Desembro :
As noticias sao destituidas de inlere se.
Para,
Datas at 4 de Janeiro :
Da eleicao provincial, procedida 20 do passa-
do, apenas era conhecido o re ultad o final do 1
distrioto, por onde foram eleitos 2 conservadores c
2 liberaes. .,
Por acto de 28 de Dezembro, o presidente
da provincia, usando das sttribuicoei que lh on
fere o art. 5. 8 da lei de 3 de Out 'bro de 1831.
susueudeu os vercadores da Cmara Muu cipal de
Bolera, Jos Joaquim da Gama e Silva Jnior,
Joao da Guerra Pas*os, Theophil. de Obveira
Coudur, Abel Augusto Cesar de Araujo e Anto
nio Jos de Lima Canas, e inaudau os nsponsa-
bilisar. m
O proeeJiuento inqualifieave. distes verea
dorej, da o Diario do Grao Vara, que se retira
vam das sesso s antes de terminados 03 trabilho?,
e u.io queieudo reconbecer vereador o Sr. majar
Lamen-a, deu causa a easc acto justo de S. Exc. o
Sr. onadheiro Tristao Alencar Araripe, que me
rece louvor d-i todos os ra-oraicipes.
Fot descobertoo auur do roubo havido no
correio 25 de Novembro, que o ex estafeta
Odorico Chaiff Campello.
Lomos no Diario Grao Para de "J Ha
Dezenibro :
< Di cidade de Gurupa chegaraj noticias tris
tea, que demonstram apenas perversidad? de seus
autore.
Os amigos do Sr. coronel Zetnrioo Urbano da
Fonseca, teado recebido a n-ticia de que este ca
valheiro havia s.do agraciado com o titulo de Ba-
rio de Gurupa, fiaeram urna p.tssctata que infeliz
meute foi iuierroinpida, por ter o cipitao honora-
rio do ez vsito Soeuudid.) Jos ltarbisa, lber il
extremado e que na comarca de I&aran-Miry deu
provas do seu mo proesdmeento, frente de 20
horneo* armados inclusive os deaordeiros ataed
Jos Bispo e Jos aMoasin, ex-pncas do feorpo aV
polica, aggrediudo aos pasieates, sahinJo ferido
levemente o viee presidente da Cmara Muuc-
pal Feliciano Antonio de Viv.i e graveme.ite o
portugus Francisco Soares de Azevelo casada
com urna sobrinha do Sr. Bario do Gurupa.
Urna carta d'aquella cidade diz que os turbu-
lentos pretende n lazer correr saugue as prximas
eleieoes geraes.
Cunprequeos dlustrcs Srs. eonselhoiro pie-
Bidente da provincia e l)r. chele do de pilicia to-
mem as providencias mais encrgicao.
Le-ee.na raestna fotba de 27 :
O dstineCo oficial de mariui.i, corameodador
Carlos Gomes que tio dignamente oceupa o lugar
de commandanto do vap>r Para, da Companhia
Brasil ara de Navegacao, foi an'.o-baotem obse-
quiado pelo Sr. CarLa JIooteiro e Souza cora uc
eip'endido almoco em sua residencia.
liara a vet que o ayinpathico commandante
Carljs Gomes pasea por esas, provincia, que seu-
nuinerous e sinceros amigos nao llie ticain iguaes
inmiifestaLOes. ...
-. Au-atester* o, Ilustre ofHaial foi armdado mu
tas renes, bem cimo a sua digna esposa e extre
inosos filhos. .
. O-commandante do vap-ir Par digno de
raaufestacoos jguaes s que receben ante-hon
tem. ., ..
De Santanica communicaram a referida t una
que, vindo da fizeuda Tapar, ex urna peque na
canoa, para aquella cidade, Fdro AUtxandrmo
Vieira e um seu ggregado de nome Jos lvo, pe-
ruanj, nconteceu cahir este n'agna
phyxiado.
O tbesouro em
si.ldos :
Na eaixa cffectiva
iitapde subscrever um Ul tet*etor Mim
ter perdido o uso da rato, que importa o des
certo absoluto dr vida, teria o Sr. D. Pernndo
p-rdido o vigor e a euergia neceeaariaa p.ra resis
tir a BUggestos prfidas e ameacas msidioaasT O
cancro da face concorreria pjderosHmente para
aggravar at quelle extremo os estragos cansados
pelo outro cancro? Estas perguntas fel-M lo- .
toda a gente. Quisemos elucidar-nos. Consulta-
m >s um medico distinctisaim >, que sabe da mar
ch>i, que seguio a eiitermidad'i phyaiea. E eis o
que elle nos reapondeu :
r. D. ("Vrnaudo sutfria ha dous annos-de nui
tomar maligno, quo, conops*do no palatino
^aerd", se eatendeu ao maxillar superior e trontal,
nao aei se mais ulgutn. Era, pjrtanto, ni oan-
ero osseo, cujos detritos irntaram e inflatninaram
os tecidos moles extern ia, nao noupiudo nervoe
nem arterias, e pr .duzindo- at a decomposicao
visual.
Os progresos da doenca irritaram noe*iria- ana
mente aa meninges, corrompern! os os, e al- '
teraram a circjlacao. O lbulo anterior do cero
bro deve ter sido comprimido, o que a aatopar
nao doixaria de mostrar. Esse lbolo s .tfieu, por
isso, na circulacao, e, conaeguintemente, na aua
nutrico e regular funccionainento.
A doenca nceessariaioente alterou 'ambem o es
tado plstic} do anngue, o que infljio no modo de
ser da actividade cerebral.
Efeitos an dogos se registam na velhice, nas
cachezias extremas, nos amolecimentos cerebraes,
etc. E de tudo se pode concluir com affoitezi, m
depen lentemente de qnalquer exame especial e so
pela marcha geral da doeoca, que o Sr. 1). -er
r.audo, bem ter perdido o uso da razo, caira pro-
eressivamente n'un estado, em que as faculdades
affectivaa levain fcilmente d: vencida aa facili-
dades iutellectuaea.
Os homeus da aeiencia dirilo. A uos, esU ez-
posiclo afii $.Jo concludente.
O testamento de el-rei D. Fernando tem a data
de 13 de Janeiro de 1S85. A esso temp i, Sua Ma
hestade estava irreraediavelmente condemnado. a
doenca progredira tanto, que a ninguem de xava
j.i eprancas. tiabia-se que a sua vida polia
Jurar ainda alguns mozos, como durou, mas sa-
la se tambem que poda durar speuas algumas
semanas, dias, horas. Por mais de urna vez se
julgou imminente a aproximacao do desenlace fa
A opimao publica nio se importa, nem uj nos
importamos, com o qumhao, que portenea a cada
um dos herdeiros ou legatarios do fallecido prin
cipe. Nao cuidamos de defender os ntrrcsses
meramente particulares. O testador podia dispor
>lo quo era seu, orno muito bem quizeaae. Maa
imprensa nao ple Degir-ae o diseito de inveat-
;;ar, s.ni heranca do rfr. D. Fernando estai to-
llos os valores, que l devem estar.
As criticas e investigado 's da imprensa nao sao
nuicainente para os humildes e daaprotegidos.
Tem Uinbeo o direito, e o dove-, da impedir que
paaaeo a oaos estranbss valorea, qoo sao da oo-
n'iiiu do-eatado. E mu nem mesino entramos
iiinda n'caaes captulos ; niofallamoj das Inser"
l>coes-d>t*rbjun nto, que se inverteram em ti-
luloemo .portador para poderem ser sonoga las ;i
liersaaiaywu-DiaaHS josas que foram de D. Mara II
i qissapsSBBarassvu outro eolio, nem das preciosiia-
des sssssica4Sque isaaBSSaypoWnn usotaogram-
rpacao, isn daa-psatasytin'yuKtf sub-
titoio por este m smo mtmogsamisia a eoro i real!
ao fallamos ainda n'isao, e muito estimaremos
er dispensados de fallar, pirque olhamos o aa
tumpto de mais alto. As referencias, que fiz -r-
iios s disposicoes testamentarias ou aoa bens da
ti ranas, &o miram a discutir ou recommendar
interesaos particulares, com aue nada temos o que
i m nada nos importan. Para os leitore?. que ti-
zerein a devida jastica aos nossos proposito, de*
\ em essas referencias ter unicamente a aiguifica-
9I0 de elementos subsidiarios de apreciaclo e pro-
va 110 pleito, que perante ellos intentamos em no-
mo das consciencias indignadas.
Esse pleito, e nao os iuteresses particulares,
o que 1 pinio publica interessa. E n'esse cam-
po nos manter anjs. Tris couaas produxram no
tnatsmrsito de el-rei D. Fernando, a irritacio e
escanialo, que anda duram. Foram e las : a b>
fetada, que se pretendeu lar com a mao do finado
na familia real portugueza ; a a 'ftV 'guido ni pace,
que nao deixou contemplar o estado ou o; ostabe-
leciinentos pblicos com a mais insignificant
luuibranca e que pretende einpil.'ar a Pena, que
cMiHderavam j cjtni um apinagio di co-
ra ; a pretensio audaciesa de converter em m>-
radia permanente da condeaaa morganatica um
dos pacos reara, aquelc que foi paco de D Mara
II, o em que viveram e inorreram D. Pedro V e a
sua deaditOM esposa O accordo da opiniao pu-
blica foi e un muu'.'. Republicanos o nao repu -
0 cus jo foi escolhiio com'a sjsjaa corrente, que obedeccmn. E scr-lhe-be-
e inorrcr as-
31 de Dezeinbro uha de
Na de depsitos
Beuderam em Dezembrj fiado
318:634*072
M3:.'l(34.)3
SlG:450"ill
272:422*601
7,983:621*699
B,W.*i885
arie'adou em 188:)
ai is fiis at ao fim.
A bofetada prem ditada com rancoro-o ven h >.
nio cahio sobro a familia real portugueza, porque
a m.io, apezir de in lita, era amiga, e oj SJ*m a
viram erguida s se I mbraram de a heijar Mas
a intencao licou : e, essi, pertence 4 Opiado pu-
blica fustigal a. A imprenaa n'estos casos o
exeeutor de alta juatica. Contra a rapacidade em-
prdgareoaoi tolos os esforcoa e diligencias, que os-
tivirem em iioisa mao, afim de salvarmos para a
corr. o cast-llo da Pena, a mais formosa preprie-
dade, que 110 uosjo paiz existe. E a respeit do
pe) Jas Meeessidadeas MSBM at onde soja pre-
ciso, para quo elie fi pi limpo e deseinbarae 1 I 1
em Invve espae c..m 1 o espen lor e_0 decoro da
cor 1, que p tenes, 1 requer. At onde j
pMSSau Tom.'in declaracao como simplea ad-
vertencia, ou com > aineac, que nos inditferente.
Se a iill||IBiaj*n fosae impotente, que uio para
dar esa 1 rep iraclo i opiniao pub c*, restara
.11 ia o parlamento. E ha eacanialos, diantc dos
q aes as uixis pert:uzes teimoeias teem aempre
de reeaar. Coatora par* isso comuosco, e peloso-
guineuto dos nossos artigos verao se nos manto-
mo?, ou nao, dentro d'este programma.
Fica fechado o parenthesis.
ettviSTA DIARIA
-w
A Alfandega
A fieecbeduria Provincial
A Alfandega reudeu :
E.nl885
Em 1884
OtlMiouro Provincial
3.337:299*172.
Maranbao
Datas al 6 di Janeiro :
Caiec:;n de interesse s noticias (lenta pro-
vinv:a.
Pauliy
Datas at 2J de Desembro :
Aiuda na tiulia herido, pcreUtiam os m .le-
da aejei, eataudo a pipul >io desdada.
Cent-A
Datas at 81 de. Janeiro :
No Jia 3 proc-dea-se ao 2." escrutinio para de-.
potados pr.vmeaes no 1. distreto, settio I
2 consol v .dores e l liberal.
U.'uJeu a alfandiga em Dezembro nudo ...
110:GJ1*958.
X la itaia que mereca m Itio tirande do Norte
Nao r :e entes fo.liaa desta provincia.
Datas at 11 de Janeiro :
Em 1. escruliuio foram eleitos dep.itados pr )-
vinciacs pulo 5." dstncto 9 liberara e 1 toaaer-
vador.
rim 28 do Deaembro escreverain H nanaa
ao Diario da Parahyba :
Estimo* no fim de 1885 parece que nenhuma
esper.nca anima o sertanejo : gneros caros, tra-
que'.a de ineos, multa secca, oto.
S tivcrinos chova un Janeiro poderemisvi-
ver, m ,t no caso contrario havor desespero, e en
tao se eiiclierao as estradia de retirantes o come ,
, r lisoroeo clamor D.us nos a;uda.
Lemoa no Monitor :
Acabamos de receb-T de Area tristes noti-
eias- 1 j
T uciona se alli exercer prossao no eleitor.:.! 1
em fax r do candidato ofiicial, e doeumentos que
temoa a mij contra abuso de autoridades policiaca
provm que as violencias eetlo sjuatecaasf.
.. TaiBoem nos chegou urai r.-pivs ita;o aa
i iiieito da uvutares, Dr. Jo.- Jucintlio de
n I recaa ao presidente d% provincia, on-
d 1 r pedidas as neeessarias providencias, e a
.ua iio.nptamente vamos remetter.
.- tarde tudo sera publicado, e t.lvtz dis-
cutido envenientem n;e.
Exigimos garantas.
U7 E foi n'esse periodo, aob a influencia diasol- i blieai >", una e outro* *>b os seus respectivos pon-
vente d'aqtiellas causas mjrbiJas, que aquelle tes- tos do vista, pror onp;rain n'ura clamor goral. fc.
t .ment se esi-reveu O ens jo foi eacolhi 10 com' -
conheciinento do causa, e desalmadamente apro-
veitado.
Acoentuomos a significacao dos factos. Sab.'-s;
que D. Fernando tinha falto cutro testaioento tan
1880. Esse ira o t'-stainento do bomem sao; o do
de 13 de Janeiro de 1885 o do tnin-.-m doeuta e
III iribuudo. Para se afainas da perfeita inteireza
do livre arbitrio do testador, seria uecossaro c m-
fiontar entre ai os dous documentos. Aaaia ae
pora em m.-lbor evidencia o que pe lenco z roa
pjnssbilidades do testador a o que p rten e i
garra pa harpa. E' (oecis >, portauto, quo o^ te. -
tsmento do 1880 appareQi. E i preciso, nio s
para se liquidar de tolo (pira aneas s ja preciso,
que nao para nos) esto proeesso moral, em que
est iutertssada a inem.r* de Fernn 1;, sMS
t moem ara se instruir o proeesso legal do ia .eo
tari.., que era qualquer hTpotheso terA de faaer se.
E' txpressa a diaposioao da le. O cdigo civil
diz o segrate:
Art. /,7ao"A f itura do segundo avatasaewto,
q nao mencione o primeiro, a revogar este n .
uai te que Iho t'or contraria.
Ora o testameujo de 13 de Jan-iro de 188j, o
da garra aduca, nao meueioua o testamento an-
terior, que o Diario de utidas e antsna Csibas
bem infonn .das difteraja ter sido feito tin 1880_.
L.go, nos termos di loi cita U, este testamento e
c imple o. ntar do que foi agora pualieado, e proJuz
to os os effeitos jurdico dentro d'easea iiuntes.
E' preciso que veuha a lume... a a m sma gana
o nao tiver dilacerado para que do sea monstruos)
uialrticio nao ticaase ma>8 esae tettemualu.
O testaueuti ultimo nao cbrn Jo Sr. D. Fer-
nando. Nao o p !c ser, porque nem messso
por ora egosmo feroz (que alias 1 anata 1 ma -
nil'ctou em vida) poJeria er explicado.
E' detearoavel de mais, at para isso Est
alli, aibi ando en cala linba, o raneor \e.ieioso
de- urna ambicia, que serpean a jauto do throuo,
que te consumi a n e J'orcos impaeutas para (er
aisento nelle.
A oanfarma procurou viiiaar-se com a mao di
finado. H*sfc*ia;veadadeJra, que.d-i lauces mas
dramticos qu' o romane; E est taanbein re
trstaia cora todas as su as unlias, a ranacidade 1 n-
phtuavo.l, que oe n a- pobro< gralificacao aos mais
.antigos e I. ae* eervidore poupa.
Pensos vitalicias : a O. Eugenia Cart, viuva
,Jo meu riado particular Carlos Cart, 20 m us.l-
.meote ; a D. Guilhnniu Stegner, u-uva d> m u
wriado panieular Carlos Stoguer, 21* inens*l-
m-n'o.
Carlos Cart Cirios St-gn tr f. rara os criados,
queacompiubaiam. da, Alio anhi, o r. D. 1-e.-
11111 i e que o servirain cun uini d idica&0 ni IX
cedivel at i h -ra da atate. O Sr. O. Fe.u 111 lo,
anaaoa esUva aeiia *<*a, assignra dous eerttM
pj|aadministrai;io de ua casa, eunceJeuJo a
cada u-na das viuvaa daqu.lles aeus loaos 8 ivi-
dores, a ponaio mensal do 4*0JJ. A disposica >
tetauiontara tira, pois, a c 1 la una deila", 2J
por mez. As pibres viuvas, j adiantadaa 1 ra ali-
os, nao fariam avnltar umito.easa desprza
a apacidade nada resptHU o ad deapordic 1
O testamento, assitu feit', pfc'e ter como coinineu-
txno a vibrante api-ropho do Tibullo, na Elega
IV liv. e.irt zi Nn.is : < Ti cavas a coi
eorelnrlo dw Prenlsleacla Estamos
autorisad ;s s declarar que o Sr. Or. Pedro Fran
cisco Correia de Oliveira, aecretario da presiden-
cia desta provincia, se acha em G >ranna por mo
tivos de sua sade e da sada de peasoa de sua
familia.
Outrosm, igual autorisacao temos p ira declarar
que fra da cidade do 11 cite nao se acha nenhum 1
praei do'corpo fizo de civallana, assim como que
nenhuma praca desse corpo aeompanhou o referido
Sr. Dr. Pedro Franciso Cirreia do Oliveira.
Gorcroadar do binpndo 8. Exc.
liovina. innJou sua residencia da ra do Bom
S icceaso para.a da S. Pedro Matyr, outr'ora Li-
deira da Ribeira, em Oliada, n. 14, onde pode ser
procurado.
Mnnio (mitro dan allna-\i sexta
fera, 15 do corrente, dia do Glorioso Santo Ama-
r '. hnver na sua oap?lla respectiva uraa musa
rosada s 8 horas da snauha.
A capel la ficar durante sKjuello dianaerta,
afim de poder ser visitada pelos devotos da tao
milagroso Santo.
Crin tira perdida.Hontera pelas 3 horaa
da tarde, deaippireceu na praca do Mercado aon-
de havia ido em companhiu de urna mulher, o me-
nor Alfredi, de 4 anuos de idade, filho de Perpe-
tua Mara do 1/ivra ment, moradoia ra ao Cj-
ronel -'uassuna n. I
Quem souber not i referido menino queiru
leval as a indicada
IncendioJ. .ando a noticia que l:on-
t^ra esboearaos do 1 ucendio mauifestado, s 8 ho-
ras di noitc do dia anterior, no predio de dous
andaros da ra Mrquez de Olinda 11. 49, temos
para dizc." que, com excepcaode algumas mercado
sisa salvas nos primoiros momentos, foi completa
o p isitiva a liquidando que tez o fogo. Do predio
fi:ara-n de p ap>nas as paredes principaes, e tudo
quando nelle eitava fji quennado, 11,01103 as allu-
didas mercaduras.
O servico de extiuccao darou tola a noite, e foi
foto pelas bomba dos arsenaes e aHandoga e
pelas respoctivas corapauhias. A sua ace, era
vista das enormes prjpsrcves que com vertigi-
nosa rapidez toraou o fogo, limitou se reitrin-
,?ir este ao predio em que ee-manifestou ; e esse
fim foi cm-eguido, fieanlo apenas ligeiransn e
damnificadis os pie los visnhos.
Ao lugar do s nistro comparece 11 n o Ex n. Sr
preside ite da pnvineia, o Dr, chefe de pilici 1, o
oinma id inte las armas, o Dr. delegado do Io
district e varias outras autori lados, b.t n com) os
piquetes do es yllo Jos bafaiei de liut e pi-
licH.
O negocio dos Srs. Antonio Lipes Pereira de
Helia a C eslava seguro em 2J:0j i sen lo ra -
tade ua C>mpa da na Amphitrite.
Entre os objectos silvaios do incendio foi ret
rala urna lata que tora do kerosene, a anal e.la-
va ch'ia ci:n diversas outras m mores conteni
plvora; o, cun estas 1 estivessMn osa tanto
a 100 'idas, o inspector do qaarteirao Jos Migue;
o o cidad.i) Jo> Peroira Di*s que ai tiuliam r.)
tralo di loj d> pre li > ren lia i i, focara laical
as a> ro, junto ai 'rapiobe da alfaide^i, ai lato
.1 1 arca da Cmciicao.
Ilmtem, ora a baixa la usara, sendo vistas aa-
8.is la'as, diriga -so pira all o D.-. chota d; pi
licia com o sea esorivio, e ai m loa por um ra ir
trn'hador retirar d'agaa as ditas latas era nura a 1
de 22, aborta urna das quaes, verificou-se que de
fasto continua polvorn.
Os d iiios da 1 .ja incendiad 1 negim quj ah t:-
vess mi til artigo ; oai as pes-ois q 10 lai;iraai
ao rio as Ittai depozeran ii;ssc sentido.
O iuquerito prot'jiue, te ido d'elle incumbido o
Sr. Dr. dee^ado do li distrioto di capital.
Releva ponderar que, hontem ai'rtoo otre do
estabeleciineuto p-rante o Dr. chere de polica e
eo.n as ferinalidalcs da-lei, forara nelle aponis
eneontradoi a guos p ipea e pai d'argenl \ e
mas
1
EXTERIOR
O Testamento
(Das Sooidades de Lisboa)
I
El-rci D. Fernando morreu vctima de.dcus
alteros. O da face, rcvellava-so ut intumescen-
lilaeeraco dos tecidos; o do coracao muii
em toda a aua profuudi lade e crueza no
, coa que alle;eu.
i) testamento provuzio no primeiro momento
* -sso geral de estupor que em breve ir
.1 a indignacao profunda. Conresemos a
1 al como e digamos as c Misas sem re-
1 testamento cauaou um enorme escndalo
Jura. De nosso conhec.ment nuuca a
joiuioo ,oiblica ae alfirinou n'uina solidariedade
tii-i forte como agora.
o que a alma delicada d'aquelle re ar-
cha di na > pira arrobinan us ni OMM O
pata defini a harpa cjib tJruia huraaiu.
II
Abra n <* um paientliess.
Naai leos particolannese amlia a Sa aoo-
dcssaoeEla Kai llie ano. i.es a nis oj.ira ,
agora pMSjnfl viuva, oj.ui nX> llie ane licita-
mos Aires qoanl 1 era esposa raor^-a ian.a do Sr.
D. Fernando. Singana nos vio a .so/*i\i par
braz rfatj'ititaffirf do pujo das Necesidades, car
tada humil emente dianfe tUt&ra candessa, do ella p utiava a *ui mo enlucida no braco d
el-rei. uique nunca I i t'un >- ; lnguen us ver
tfra a apednjar llie as cidracas.....que nao sao
anas. -e nestas pa avias, que aublinbai.os, e
|ue p Tte a a> Correio di iunhd, Je li >je, ha
alluso on Tiainuacao para a'guem, uo a n-
iiie e las f<- em. Pe,-a moa en pe lra, v.
I : aun nao para lapidar aSra. coniewa, e iui
pa a levaiarmoi.uina ba -icira is pree.noe au-
.la losas, .ora qne irritou profundamente a opiniao
p ibliia Os nossoa artig >s sao a, cuas ivn pa#Iid .
ellcx > da exploaai de colea, qi.e ie en toa e'n
10 las at como encas. Somos .um e:ho, e na la
mas.
A opimao publica nunca se pronuncia na u na
ta' inteasida le c urna tal ima lmida le, se n ler
por ai a Justina, .-em liavcr ura grande raa'efic 1 a
vulgar. Os prrprioc, que correin a cteilcr n
manto da meriei-d.a sob.e a desolada viuva (da-
di atora le ooa fuaeb-e) icjoabeen c eoifes-
sen, que 1 te namento de c-rei D. Fernaido
um do uraento lastimoso, e qie produzio a mais
deplora la uipreaso. Ninguem defe 1 le e-.-e les-
iiinie .te u todos pe 'e n que ede >.eja corngido, p jr
qualquer forma legal nas suas dtapnieoei mais
rrita ir-. Ncie ponto, nao ha a awtima Ai
oeafia Seo 1 o asaio, defeu ler a Sra loales-aie
I .. i-,ar sobie o Sr. D. Fernando to 11 o
odios, d'aq'i.ee doeuiueut Se ella e-t liaijia
Ir rtnp issabilida 'ni|is|iit arir Hrr rmlnrr .er pe-
lj Bati dellc t das ai culpas do que a
a pubiiea to a eita lame itc onJenna
Para a peitoa viva, pro -i-o a N 1 or u
principe inorto. Nio ;e p eludir ao lilc.unia.
Ora nos preferimos seguir pe! 1 uqisto.
Sem querermos negar a earie, ne pertenca s
fri^ilida les da condieao liuraaua. aVajae ninguen
p le fngir, protegem >s o morto, e tratamos Je re-
habilitar a aua memoria, sobre a qual o testamen-
to descarrerou um golpe terrivel, mostrando que
, nenio nao loi a expresso de ama vo 1
tale sa,e sim o fraeto r.iira de deas eufenni ladea
damniiilKis
O Sr. D Fernando e a muito pipoau.
tara militas sympathios Isso vale uma lie anca,
e t esa que nos de ejamos conservar- llie. Dc-
.: arruinada ede feita n'um d.a a abra de
tantos aonos. E se al_";o n (em de soff.er, | ara
que isso nao aconteca, a', meaos- de todo, que sof-
tia parque s suas ambicoes e absTragaideei des-
or lena las o deve Aeeu-amos a aande-tsa de
Edla, porque defeu leiu n a 11 8 11 r a C U, Pei-
nando ; e defendemos ame noria de D. Fe na nio,
atioaliando e ainortecendo as responss
que o seu testamento Ihe exproba, pirque nao p i<
demos esqueoer-nos dos servido.", que p:e.tni a
este paiz, e do modo correcto como procedeu em
mais de uma onjunetura dilfieil. E, a-iuia do
tu I i. pnjue *aaa 1 e assim o
a rigorofa justia !
Kleioo ueral Temoa coaliedmeuto da
seguate orgau-avao das mesa* das seccoet paro
chiaes pa-a a e'eico de 15 do corrate :
! D1STRICTO
Paruc/iia de Sanio Antonio
1* re Xo, Cmara Municipal
Preside re Jos Rufiao Clima .-o da Silva.
'Inutltl' '*-* lo Olivera Mell', Itay.nunlo
P. roiia de Si.pM-'iii, Ma loel J de A:rula e Be'-
ehior Miguel dos ba Moa,
*' feoijo, Escola Modelo
Prcsideitel'r. Miuojl Francisco do Barros
liego.
atezarlos.Man el lleruardino de Sa'lui Me ie-
zes, Kieard) Jos Cirre'a Cima, Aittoaio de Bur-
gos Pihua do l>; m, e capitio Lydio Aleria -o
Uandeira de Mello.
3* teceao, Esco'a Normal
RilailnratT r Val mi lia ario de Assis.
ftaataiffl l'ra-iciseo .1 Silva Mirando, Maaoel
C a ne iliao iiiaeir., UsaanU da Silva Leal, o Jos
Nuncio da'Silva.
l'arockia de S. Jos
i ee -ciMatriz
Pmiiilnntn lAnUatii Snmio- de Lyra a Mal ti
Me ario-. J0.V1 C.roliuo lo Saijiuieato, Joa-
quim Cavalcantsd ritlahda Albaqerjae, Agos-
tiuho sttuens da SiIvi C.Lvalva tti c Jaaquim l'c-
xeixa Bastea.
2 seccio, Martyrios
Pic. le ite.Fa istmo Jos Ja f inteca.
Mi '-a ios. t'edro Satyro de $*"e; Honriqne
Jos da Sihn, Pudr liogorii de Oliveira Balue.i
o Francisco Jo Je Oliveira Rodrigues.
g> leccao, S. Jos de Itibi-Mar
Presidente Jos de Mello Albuquerque Monte-
iii'iro.
Untnai isNato Anteara L-juren-ji Virae, An-
t-mio Celis de Souza l'ooies, C oamo l're.idio de
Corvadlo c Franeiso de 15 ,rros Luna.
I'arochia de Afogados
1' seeeao do 1 dstncto, S. Miguel.
Presidente M uioel do Ampir* Caj.
Mezarios Pereydo A. da Crus Cirdeiro, At-
fousoe Alonan rq.10 Caval-aute M.ranh', Alol-
pho Alvos Fa'l Taques oThotniz Doraingues
l'avnres.
'1 DISTSIUTO
Fregnezia da Ba Vista
l* aeccio Arserabla
P/Osideate Dos mbargilor Joao.-Aatouio de
Aranj 1 Ficitas Heniiqiej.
MeziriosDr Brt Fl lontiao llonriqei de
S i iza, C'imiie idador Autonio Gur.es de Mu-and 1
Le,I Dr. \1 iii nimio Lopes Machado e cepita
Jo c li id .piano dos Santos.
2 aac^Io, Matriz
Preside .'e Elysio Alberto Slveira,
Masaras. Maj >r Joao Francisco Autunei, Je-
ronyino J.s Ferreira, Capito Adolpho Targinio
Aocyo e C.pJao Herminio E/ydio de Figue.-
re le.
3' seccio, San'a rus
Presdont'. Dr. Jutfersou Mirabe BX de Aze
vedo Soa.es.
Mezarios.Dr. Severo Goncalves Pires, Fran-
cisco Je Asis Silva Cavaleante, Antonio Quint-
no Galhardo e D.-. Affonw Olindense Ilibeire de
Souza
4* soccao, Rosario
Presideute. Dr. Fraucsee dn Aaaia Oliv.ira
Macel.
MiMirio:-.Dr. A'fielo Moreira do Barros 01:-
>eira Lua, Benedicta Loa d) Santos AlraaiJa,
("ip.i.io Trajam Alipio deCarvalh; Mend mca'i'
Francico Augusto de Miranda.
1 s-ccio, S. Gmci.1)
PreiiJ ate. Dr. Manoel Clementino Lameto
Ja Cuulia.
Mesarios JuliS Cesar Cavaleante de Albu-
uerqil', Antonio .la Costa SA, Dr. Antonio Aguato
Car liso de Castrie Aatono Juvino da F.ais ca.
ii' ae-'^vi, Sde lade
lente Dr. Joaiuio Cirreia de Aratiji.
M -ziros. D.-. Antonio Francisco Pe^eira de
l'a.vallio, Teueute-coronel Jos Gomes Leal, Dr.
Ad.-lino Autouio de Luna Freir Jnior, Dr. An-
tonio Quimas) li ltigueia Piulo de Sou?u.
Paroehia da Graei
2a seccio, Belem
1 rcsld-iit Da. Jos Francisco Ribeiro Mt-
chu.lo.
Meairioa.Manoel Nicolao Ferroira Gomes,
rVanciseo Mauricio de Abreu, Autouio Austriclia-
ii) Mor.es Ja Mosquita Pimentel e Antonio Au-
l'rota Mi nezes.
I'arochia do Poco
t* IBjaiO) p0C0
P.eiidtnte.J Coronel Joio Baptista Perera
Lob.
Mesarlos JeauinJ Ferreira da Silva, Dr. Pau-
lo Jos de Oliveira, Alfonso Moreira Temporal,
Miguel Joaquim do Rogo liarroa.
2' 3ttco, Monteiro
Pr.'sid .ate. Francisc Joaquim de Souza.
Mesarlos T. nento Jos Ignacio Ribeiro Ro-
ata, Manoel do Nascimcnto R)d igues Franjs,
Antonio Jos Mondes Bastos c Benjamn Alfonso
do Reg Barros.
qoeridos oa pr prietarios da loja pelos seus livros
cimmorciaes,dedararan quo del es ni) s.abiam !
Nataralmente o {g>liiju.d>n juntara: ito con o
dinheiro, respeitand >-ap:uas os pape:s.
Couaasdainaendio !
Compre aacresco it.r aulk-.quo do pro lio -in-
cendiado pertencam duas parles ao Sr. Antonio
Nanos Ferroira Coirabra, quo.as tinln segaris por
8KW0* na Coinp "diia Ind'mnisadora, e urna par-
te p iruittcia um orphao, e nao estava segura.
Ai.nla, uma crcuinatanca que aniare assigna-
lar : H mtem, o sargeuto Joao Tiburcio Ribeiro,
iiido ao local do incendio, era corapanbia do menor
do Areaal de Guerra Jos Roirigues da Sdva,
procurar um objecto que alli iterdera, .encontrn
nos entnlhoj a na das taes. latas de plvora,! da
qual fez entrega, Companhia lud .uiaadofa,
3ue p>r sa vezentrtgoa-a ao Dr. delegado do 1*
stricto, o qutl j i tomou o depoimento do alia-
dido sargento, partenoeute' coapaamia dos- nie-
nsrea do ArstlUl do Guerra.
tihraeu musirnl peraanubaesao.
Esta socio lade proceleu ante-hinten a eleieio
da c minissao de coutas, que ficoa constituida cQin
os Srs Alfrcli Lope da Gama, Galdiuo Augusto
Pires Ferreira e Luis de Franca das Chagas.
Foi tamben e.eito bibliothecario, logar vaop>r
nao o ter ac.> .tado o escolhido ltimamente, o Sr.
B II11 mino Marques da Bilva.
BJeirao provincial do Bastirlo Manto
'or lele,'ramuja partieular, do Espirito Santo,
sabe-se que i.e*sa provincia, e em 1 escrutinio,
farram eleitos 15 deputa los provini-iaei para o
biennio de 8ii -H7, sondo: no Io distreto 7 e 111-
serval.re e liberaes c no 'distreto 5 ooii:'r-
vadores e 1 linera'.
Faltara eleger e se!-o.hio uo 2 esefutiuo, de
dv'putalos, sen lo ni l"Jistrict> e 1 no 2* dis-
treto.
Pnrocttln la Boa. Vl*ta- -No auno pr:-
xiui > liu lo, lieuvo o-segutntMnovimento na paro-
ehia da. B.a-Viata destacidaie: 173 baptisaios,
tendo 18 deingenu s; a csameiiOV; 1.Vi .hitos,
s. ndo 7 de ingenuos.
l.i-ilao le prcotlan.->Em-Jboatao, nas
noutes Je 15 e 1(> do a.H>rroute, a pos aa noxi' las
que ahi se esto celebrando, para fasta de Santa
Amaro, haver leilao de prendas,sendo o producto
applieado mesina festa. Tocar a banda de mu-
sica do lugar.
fttulseroO paquete Cemr trtuio bm'-n
d > uone para:
Mali.do Lope- & C I.IKIOJOOI)
Fraga R-icha & C 4:8lM)()l)0
Eug -ni, (i -tiichel I :<>.)JiO O
Franeisco Gouc.lies Torres IrJOOU I
Augusto Fig leirede & C. 702O) 1
Majioel Uartins Fiuza bMf.Hni
Anselmo de Saat'Auna 450W0O
Autouio Pereira da C ata 2788U
dlMtricto eleitoral Est deaignado
o dia: 18 do corente, s LO horaa da maulla, pira
ter lugar, 110 paco da Asseuibla Provincia!, a
apur^clodos votos daeleleSade 3u do p s^alo
a ra 111 -rabros da mesini Asrcnbla.
1 nMlitalo iom Profennoren le Per
nanaltuco Reun> m se hoje s 10 horas do da,
os m muros dlesto Iiiatitut >, era asaombls geral,
.para eleg.rem o njvo consclho a lrainistrativo e
tiactarein de outros negOJoa.
Tbealru da* Varleiladen Rojo n'e>te
tbeatro a cjinpauhii de opera canica itiliana
cauta a op aa do > er li Ernani, que tauto agra-
den nas autciiores exibie -a.
irr,>ail<* le Inzaxelra Co.nuiuii
c .nios d'esta vilia:
Nos dia l'J e 20 de Novembro ultimo tiverara
aqai lugar os exames do 1." e 2. grao dos alan-
nos habiltalos pelo profossor Philon-rao Rayraua
do Nuics de Lima, prosidmdo o acto o Ist-sa 11
litterario e sendo examinadores O ief;r.do pr.l'e,
sor e o Dr. juiz mumcipil do tenn >.
O resultado foi serein ap,jrov..dos eo.n dis-.
t necio era ambos os graos os alumnos J is Ma-
tlieiis Ciiaibra C impa Filhi,JMaQoel Afio d
Olivira Campis, iisp: iliao de Squeira Campos
Fil'io, Antjnio Das *lo Oliveira c Francisco M 1
rumo de Souza.
No da 21 prsseguiram 03 trabalhos escola-es
at o dia do encerr leg il, sondo entao distribui-
dos os premios aos &lumuoa approvados, cujo.- no
mes foram nacri^os a'am qmJro de lio.ira.
.. Fallaram : o profossor da calciri, os aluaiui,
premiados e diversas peasoas di locali I id er-
guendo vivas os alumnos que tambera reeitirari
poesas Tocou a misica do Clab Ltt. rari .
0 edificio da esool. estava el-'g intuino.it
.iaoorado. liguraado sob um doi'.ol o retrato le
-. M. o Imperador
Kxaotrs nrinaurien em iinmli -S.
da li le Je/.e libro p<-oxrao fiudo, realis iram-so
11a escola publica da cidade de Itarab, regida
pela professora D. Tu U Quedes dn Mello, os exa-
ines das alumnaa da mesraa escola, so1! 11 prcii-
doucia do dolegado litterario Cliriatovao Vieira
Lediio de Mo lo, e servinio de examinadores a
pr fessora da respectiva cad ira e o prof.-ssor
publico Thomaz Amonio Macel Monteiro.
Versaram 03 mesmos exsine. sobie ns muteri is
do Io, 2" e 3' graos, tendo sido apprc 'a las cora
distiuecao todas as aluinaas examinadas que foram
as 8egniu*es : Rachel Adelaiie d^ Gouvea Freir,
Candida Barbosa Pereira de Vasconcellos, Josepha
Solano do Espirito Santo, Mara da Pureza Cor-
reia de Oliveira, Anua Guedos Correia Gondim e
Antonia Mara dos Santos.
Concluido o acto dos exames, a que estveram
presente" varias pessoas da localidade, foi servido
um lunch, tent lugir noite umi soire.
Bom Conaellio Era 8 do eo.n nte escre-
veu-nos desta villa o nossi correspondente o se-
grate:
Poueo tem occorrido digno de menclo depoia
que Ibes enviamos a nossa ultima longa missiva.
As noites de Natal e de S. Silvestre, que pelo
interior sao motivos d3 grande agglomeracao de
povo nos povea los, passaram aqu este anno qua-
s desapceebidos, pois nem ao menos tivemos o
elassie 1 samba, nem rufou o impagavel zaburaba,
prenuncio certos do bom humor popular, recim-
raendando se felizmente pela ordeno e liarm ma
que sempre reinoa entre os festeiros.
A quebradeira e s a quebra leira devemos
attribuir tanta insipi lez !
Ni da 30 do passado procedeu-se aqu eloi-
90 para deputados "rovinciaes, cujos trabalhos
correram ooin toda a regularidade, sendo encerra-
dos sem ter occorrido o menor incidente dusagra-
lave1, notando se apenas a completa abstencao do
comparecimento por parte dos npposcionistas.
Portanto, todos os eleitores preseutes, en n.
de 89, votiram no candidato conservador teneute
coronel Constantino Rodrigues Lins de Albuquer-
que, o qual fieou eleit) em Io escrutinio, atienta a
vitacito que obt ve, n;s domis collegios do cir-
culo.
No dia l9 do corrente, o cdadao Horado Al-
ves Feit sa, foi i.apossado no cargo de agente do
Correio desta villa, para o qual foi ltimamente
naneado.
Cora 43annos de idaie, falleeu no dia 2, em
consoquencia Je ura pirto, D. Vicencia Carolina
de Qodoys Macedo, virtuosa esposa do capitn
Francisco Teix -ira de Macelo.
0 Ainda hije, p das 2 horas da tardo, falleceu a
septuagenaria D. Manoela Alexandrina Araujo
das Chagas Gondra, mi do nossovirtuoss vgario
Chagas: aenhora roi-peitavel por sua avncada
idade e elvalos dotes de espirito, deixa um e n-
prehenchive! vacuo no eeo da sua numerosa fami-
lia, coutrstaudo o seu passamento aos seus nume-
rosos relacionados.
. Bu 3) d S'-t'rabr) do ano fiado, foi sub-
stituido o cun n 11 i 11' I) destici villa, que era entai o furriel Minool Ribeiro P.n-
tes, p lo cali] Mirooluo Ferreira do Santa Anua,
0 quil ciramindoa o desacameutoat o principio
de- Dozerabro, quando tunbom foi substituido pelo
cabo Elp'dio PhilaJelpho Pereira Dutra, trazando
cst iim ilii) pira o cae>'Marcelino, era que se
Iho doterrainava que fieasse foseado pirte do des-
ticaraeato, no qual omervou-sii a' dia 31 do
ra:z udo, data em que foi licenciado, pira apro
s'ntar-s! ao cimnuiiiufe di corpo do policii.
Mas qual 11 lo foi a sua sorpresa c adrairi.io
a> saber que dos Je 22 do Oitubro Ihe tintura da
do b lisa ?
Eitretauto, foi elle pag pelo forneceJor
les!/, villa, at o d'aee que se^ui 1 pira o K'-
fe, pjrquj o refer lo t inuco lor nwpilia atar
que se conservasse ni desta-amonto um sida lo
eliminado do corpo, circumstancia esta intoira
mente ignorada pir ambis, nao obstante realdi
1 era a 4 dias do viajera dessa capital l
Varaos linda referir os estrados de ura 1 rao
donha trovoadi, eah la n 1 dia 30 de Novembro
pissalo, no lugir Emi, do tormo de Garanhnns,
trovoada que ficar pira sempre gravada na rae
mona do todis q le a presenciara n, palos sustos e
prejiiz is que caes m, esteudou 1 i-se a'ama liaba
lo 7 a 8 legua? de extensa <. para es Udis de
Pesqucira, durando folizra-'nt poueo temp, mas
o 'o istante pira matar diversas rozos, cibra, gl-
lnhas e uma iiifnidade do passarinhis ; icduzir
a cacos diversos tslhados, caainli pjltas Jo ta-
.raaiihide um ovo de gallnha, e em tanta qnau-
tidi-le que b 'm e pida auppir quo estivaraalli
Ftanaixo de ura tono universal.
j Estas podras, era algias lugares, conserva-
ran su intactas por muitos dias. u as matas, Qtte
sio agresUdaa, fioaram iuteua.aeiittf destitillas
do folhis.
Faina lenaocraciaCom este ti'ulo foi
publcalo era Rivenua (Italia) um folli ;t ass.is
curioso. O autor coral muito pratici era assoaa-
qo is deinoc.atie8, e cousas semolbantes, quiz e
proposito fallar claro, apoatar sem hesitacio onda
est a podridlo, persuadido de tazer um real ser-
vio 1 ao proprio p iz e .i causa da ver iaJeira de-
mocracia- Declara ser ainceraraeute democrtico
por intima convic^ii e pir aulun reflixai,
(. Aisociei me b*m moco esoreve elleaquel-
las quo reputa va fossean raeus coraptaheiros de
W. Pobre pureza das iniuhas eonuepcojs o pi-
bres i i usos da mi 11I1 a infancia
c JulgaVB achar irralos e nao acbei s:nai 111 ': >s
oorapanheiroi; julgava aehar .pessoas instruidas
o iute.lligeutes o uehei quem rae fallava de poJitic 1
sem saber, a crarain itio a e quera chaina va ae te
der.ilista, republicano c s nialista (!.'!; sem sabor
o que repblica, federac.io e socialisin. Acliei
gonto que des le o amauliaoor at ao anoutecer
pregara a lib;rda.i a cjucj.-J.i, e quo era horao-
oagera lbordade, se mostrava nitoloraute como
as opiuoes d is. outro*, gente que, em homeiiageui
cono irdia, s divide o sab lvido em rail habit-
culos, e em mil p 'quenas assieao :a qu entre ei
prora ivein guerra obstiaada.
Acliei revolucionan js q 1: -\ 1 'ren a revoluoi'
por desojo do viugaaeis possiaos; aehoi pensis
que pragavam a jastica, a iai,iii>'aiiUl'- e qu
nao receuhacein por b*as, por sabas outras pos
soas tora diquellas que pansam como elle* : achei
gente qua ae atira contra a co.-rup.i 1, cintra o vi
co e que por dous francos vende a oouscieocia e
nao se cnvtrgouhi do perder li 11 p uto d 1 di* uas
tascas o.nos lupmares. Achei g-aic-1, en tira, que
ipiur abater os id dos e no eantautj l.ivautar ou-
tros ....
a Sai verdades Jesagradaveis que en umiifesto
para que isto aoja subid) Umb'.m pir aqu.lles quo
se aervem ,del:a3 Cira) d'ar uas. poueo leaos para
combatei a demicrae.ia, qua verdaderos d"ai 1-
eraticos sao os pruniros a deplorar que um par-
tido do noadssiiuas i le 13 soja em substancia re-
IHVjeutaio e deshouralo yor e-rtos torneas.....
Cuit.na o nosso deraioratieo a estiginttisar o
railo cora que cosUimam os raiic.ics arr-ist. r
atraz de si o povo, e.quer que autes de fallar I lies
de repblica e do 1110 larelna, de socialismi c
d'auarchia, causas que elle nao eoinprehenle, ou
o que ainda paior. parece putead t, so procuras-
se d'instruil-o e educal-o. Vocifera o tempo 111 il
gasto era btuquetes, passeiar.is, inaugura^oes e
chufas polica e se encolerisa cora a presumpcio
iuuiens polticos uullos e c ira a inqualificavel in-
tolerancia pelas deas d'ojtrem que domina 110
seu partido.
tiOHOi-ttectuar-se-hio :
Hoje :
Pelo agente Brito, s 10 horas, 111 ra Imperial
n. 104, da taverna h sita.
Pelo agente Pestaa, s 11 hjras, na rna do Vi
gario n. 12, de ra iveis, louj is, ete etc.
Pelo agente Giutmdo. s 11 hora?, na rm do
Muquez de Oliada 11 18, d : raivjis, ludis, vi-
dros, pissaros, etc etc.
feto agente Sil.oeira, s 10 ha-as, uo Caos
Vjiato a Dous Je Nivenbc, Jo pisa-os.
Amanhi :
Velo agente Pextuna, s 11 horas, no arman m
lo Aunes, de m intej 1
Miaan raaebre* -s o setnbradsi
rloje :
Ai 8 lio as. ua initrii do Santo A itouio, por
al.na do D. Mana li Itisuai urias P 1
zoco; s 7 hora*, na matriz da Grmja, por alma
Je U. Seiihornha Mauric 1 ; s I boraS, 111 ca-
polla do Mont -ro, pir alan le Mauel Joaquim
da Silva Ribeiro.
Aiaiubi :
A's 8 horas, na ordem terceira da S. Frsmoiaoo,
por alma de Justina da Silva IJoa Vista ; s H hoi
ras, 111 eapolla do Hispital PortU 1 :z, por alma
de el-rei D. Fcmaudo, de rVttqgal.
oexta-oira :
A's 7 horas, ua Madre i' !)::-. pjr alan de
Auronio Fernaa I s Ve los).
S ib oa lo :
1 A's 8 horas, 111 mitrsda Bia Vist 1, n 1 c .p I-
la di (uiguiho Cibect de N'grc ;\* 10 li iras o 111
igr ja !o S. Jos da 11 m '. 1 is 10 li u-is,
pir alma de D. Thereza d 1 (M I'outual.
at*anngelroaCh "gr.los da Kiripi nova
poi ingles Mondego :
Julio FuerstoipOTg, Vidima Ivsres e 2 hlhsi,
Jos Soares de Azovo 1), Joaj 1'.;:-\:a Vital.
Si 1 1 i- psra o sul 110 raoarao vapor :
Joo Rara is Prez e Parea, L I) lnnn e sua
3.01a ra, Rieh Hall, Dr. Emilio Mira id* li sa.
Ch gidos d> n irte u 1 v tp tr n -i mal Osead :
Jo U- do Moraos, Joiqarn i: Ctetrj, Aat,.
nio Piulieiro, M uia d. ios PraT6s, Joa Mon-
te, Al xmire Dias, ErnsatoP Bicha, J.d-M i*aa-
ses e um meuor, Julio da t'jst! Crroe, Antonio
da Fonseca, Manoel Pereira da Costa, Vicente
Silva, Capitulino de Oliviira Pimentel, Luiz
Francisco Franca, Joaquim Guimaries, Miranda
Sainpao, Dr. Roberto Collar, Joio Rimas, Jos
Manrel Magalhies, Joa G. da Silveira, Antero
de Mesquita, Antonio Pi-reira, sua senhora e dous
tiilns. Ephigenia M. da Conceipio. Damazii R>-
qo-iyiol, E. Caoba, Jorgo Cooper, Joio C. de Mel -
lo Filho, Nicolao Juvege, Antonio Francisco t
Silva.
Caa it> itetencn -Movirnanto dos pre-
sos 110 dia 11 de Janeiro :
Existara prisos 326, entraram 5, sahirara 5,
existem 325.
A sabei:
Nacionaos 285, mulheres 7, estrangeiros 5, es-
iravos sentenciados e proceasados 14, ditos de cor-
reecio 14.Tothl 325.
Arraeoados 304, sendo : bons 288, doentes 16
-Tetal 304.
M .viment da enfermaria :
Teve baixa :
Antonio Joaquim da Silva.
Tiveram alta :
Estevio Jos de Santa Anna.
Jos Vicente Ferreira da Silva.
Jeronymo Pereira da Silva.
l.nieria da provinciaQuinta-feira, 14
de Janeiro, se extraiiir a lotera, n. 30, em be-
neficio da Matriz de Villa Bella.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicio dos Militares, se acharao expostas as
urnas e as espher.-s arrumadas em ordem num-
rica, apreciacio do publico.
iviieria Extraordinaria do Vpi-
rangaSbese por telegramraa recebido pela
Casa da Fortuna, que no 3o sorteio da 4 e 5a serie,
extrahida a 12 de Janeiro, foram premiados os se-
guintes nmeros :
41072 100:000*000
9.'335 50:000000
41638 20:000*000
27248 10:000*000
36186 5:000000
Coterla dn Macelo de 900:000000
Esta irraii lo lotoria, cujo premio grande de
2W:00')j003, petonivo plano, ser extra hila
preterivelmente no dia l'J de Janeiro.
O3 bilhetes achain-se a venda ua Casa Feliz
oraca da Iudepenlencia ns 37 e 39.
t.9tcria de Ui3ti>B0O V lotera
3621 serie IS, ser extrahida no dia 16 de Janeiro.
Tambera acham-se venda na Casa da Fortuna
a ra Primeiro de Marco n. 23.
dolera do Itio. A l' parto 105 do plano
novo do premio do 11)0:0003003 achara-se va-
os bilhetes Casa da Fortuna, ra do Crespo
a. 23.
Lalerla do Cear de 10:OOOsO0
E.ta lotera, cujo inior premio lOiOJOiOOO, pelo
novo plano, ser extrahida no da 16 de Janeiro
prximo vindoun-
Os bilhetes aeg m-se veada na Casa da F .-
tuaa ra l'riraoiro de M-.rc.o 11. 23.
Lotera do II a i-a all o -A Ia parte darl*
lotera detsa provincia, em beneficio da emaneipa-
<;o e Santa Casa de Misericordia, cujo maior pre-
mio 50:0000 0, ser extrahida no dia 26 de Ja-
neiro.
acharase exposto a venda os restos das bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23. '
HercaJo tfuuiciual de S. Jote.
moviineuto dente Merend no da 12 de eorreat,
t'o o seguinto:
Entraram :
53 boii peaaado 4.277 kilos
317 kilos do peixe a 20 res 6i940
52 cargaa de farinba a 200 res 104'>)
10 ditas de fructas diversas a 300
ris 8i0;0
20 uboleiros a 200 ris 4Si 0
10 Suiuos a 2)0 ris 2afai0
18 columnas a 600 ris 105800
44 talhos de carne verde a U000 44
30 ditos de ditosa 2 40QOO
40 compartimento! de taiiuha e co-
midas a 500 ris OitioOJ
60 ditos de leguraes a 400 ris 24/OJC
17 vi.B.o.iitiiiicntos de suiao a 700
ris 11I9C0
14 ditos de fressuras a 600 ris 8$IA>
Deve ter sido arrecaiada oeste dia a
quautia de 185/440
Frecos do da:
Carne verde a .560 e 280 lis o kilo.
Suiuos a 800, p 600 ris dem.
Catneiro ala.: 700 ris dem.
Fariuha do 320 a 610 res a cuia
Milho do 300 a 260 ris dem.
Feijo do 640 a l280 res ideal.
Matatlouro Publico. Foram abatidas
ni Matndooro di Cabauga 72 roses pira o consu-
mo do dia 12 do corrate mez
Cetmiterto Publica Obituaiio do di< 0
de Dezembro:
Mame', Pernambuio, 4 di 13, Siati Antonio
celampsia.
Franeisea Mara da Conceicio, Parahyba, l'i
anuos, solteiro, Boa Vista; anemia
Manoel Joaquim do Nasci.neuto. Alagoas, 25
ana'-s, solt-'ir >, Boi-Vista ; variclus.
Adolphi, Pernimbucj, 4 mezos, Boa-Vista;
broaelio-piieuraiii u
- 10 -
Theresa da Silva Vivir Poataal, Poraimb.i.v.
75 aun 13, viuva, Uoi-Vista; h-mirrliagia cere-
bral.
11 :rrain 1 do Niscim rato Lipes, Peraa n'i 10, 11
annos, solteira, Suiti Aitonio; tubrculos pai-
ra mares.
R.si, Pernarabic 1, 1 anuos, S. Joa; febre
san irella.
Man el Luiz di Veiga, Periiarabuoo, 7J :n:ij-.
eisado. Olinda; infliin.c.ii iutestmil.
- il -
Angela Mara di Cmeeieii, Poraarabuco, 18
anuos, solteira, Ricife.; tabercalos paira mares.
.Ap.li.n'io Luz do Carvalhi, Peruainbuco, 4.'
aonos, eisali. Oliula; Iesio c iidaca
Antonio Fraucisco da Fonseca Ven'ura, Per-
iii.u.aoo, 16 alios, Silteir.', S. Jos; dilata
d 1 aorta.
Jo- di Silva Siena, Pernarabuc, IS anno', sal-
te ir S. los; tubrculos pulmonares.
Sabio) Aoisio do Sena, Pe aiiubuoo, 55 aiiB'S,_
casado, Boa-Vista; tube/culos pal.n nares.
Melquiedes Henriqu 1 da H.llanda, Cena, IJ
anooa, viuvo, Uia Viti ; heiniplegia.
Angela Quirina de Sainpaio, Parahyba, 50 au-
nos, aolteir, 8. Visfa : ascite.
Tem thoo Gomes d 1 Nasoimeato, Rio Gra::.'e
do Norte, 32 anuos, solteiro, Boi-Visti ; lesao do
aontoS >. .
Jos Liberad da'Rocha Pitta, Pe.mambuc >. 89
amos, carado, S. Jos ; eryspela.
publ::AvOES a pedido
A prealdeacia I.-i provincia e o
Muflo da opposivo
A Provincia, em seu artigo do 10
o.roite s,b epgraphe Exeivicio ele
fego -, falla uo que diise:n s no Diario de
9 sobre nai i 11 te o ventilo da administrarlo
pr vinriil aei pleitos eleitaraes ha idos a
pjr haver.
[la io.sjoti le eins ao orgo da op-
p sji;"io idgamma pilivras: Ello nao I
para .1 (i >mli';o seaa.Ua no mci) du qual
eserove, v.ii n.liauaal sua expj yaa
ia ivos, j o liissnuos, pin miis (arde
expli.:ir fu-i ,le Peroanibuco ;t derrota
Be 'i qu' eonta. Isso nao eo.is >gti r a
improasa liberal, som que lho apreeens-
moj e:ubai\o;o;, e.u noiue do parlado coa-
serva 1 ir ijaiuiiniafo, o dos brios desta
p ovia ii paridle n ntidos na altura ''e
suas ir.i ii,a;o.
.'^Aut's de tudo, consiata .1 reda-gao do
11 11a isa;" 1, 11" o n re ",'11 i : ta-
sa [tro 'o.rci 1 h-Ton-os un g --
ti; eil-o: tenis un nome, atada que l.u
mil le, nio somos, uo uo inahciosaai ule
iu-tilc.i, o presidente da provincia. S2
.-i n > brasil :iro e peraanlou :ano .ouhece-
Oto o lio no n e estado que dotou 1
aroviuia com o ursihoraiuento das ferro-
vias le P ilmuvs (liranhuas !o ii'i
f; {] i'.'u ir, lu.llijruueito iuici.i lo a o
a me -; a
teonu-ir "

Ih

uciva



m
Diario de Peruambiicotyuarta--feira 13 de Janeiro de IN86
i
<
nao faz de na o Sr. eonselheiro Costa Pe-
reira, presidente da provincia.
S'a o jornal liber.il, habitalo aos arti-
culistas britannicoa do sua ultima situacao,
quiz fazar crer ero outra cousa, enganou
se tambera : nao est nos costuraos do par-
tido conservador, quindo no poler, assa-
lariar defensores, nem, se o esti vase,
isso nos prestaramos. E?crevemo8, pois,
por conta propria.
Esperamos que nossa declaracao seja
receida pela Praviacia, cora a cortezia
que tolos mutuamente nos devanos.
O jornal liboral, depois de censurar ve-
he mcntamenta a circular do candidato do
2t districto, qua em sua opiuiaa aconselha
i resistencia, quando ella por ah corre,
em oondigo'es de ser por tolos apreciada ;
depola da tratar o Sr. dtegipe com urna
r.uiquoza, que faz lembrar certos artigos
de m chufe liberal, no Jornal do Recifc
publicados nos dias inmediatos ao do mor-
ticinio do S. Jos, o nos qua's ura de nos-
sas homens pblicos mais conspicuos era
comparado um dos sicarios nao punidos
daquelle dia de opprobrio para a opposi
5S0 de hoje ; depois d'isso, sempre com o
fim de provar que o Sr. eonselheiro Costa
Pe re ira interven au labiosamente as elei-
cScs, a Provincia adduz os seguint:s fa-
dos.
Que S. Exc. leva a confianca poltica
at a demissao dos collectores e delegados
litt-Tarios :
Qua o governo manda a Guanabara es
tacionar neste porto para resistir s urnas,
como deoer partidario ;
Qu S. Exc. manda a cavallaria fazer
exercicios para aterrar o elaitorado libe-
ral.
Ter razao a opposic&o? Examinemos,
come.-ando pelo qua se refere aos eoliojto-
res. Tivemos o cuidado da buscar infor-
raaco ;s exactas, e deil 13 consta o seguinte:
. Foraui domittidos os collectores de
Triumpho, Limooiro, Ouri^ury, ^Gloria,
Cimbres. Cabo e Villa B;lla.
O primeiro, por ter aban ionado o em
prego ; o 2 porque, tendo casa cora mar-
cial na localidade, onde negociante mu-
to ataref.i lo, estar materialmente incora-
patibilisado ; os 31-, 4o e 5o por u .o teren
prestado a lianca devida ; 6o por se'
tambe d ngociaati na lo.'alidade, e o 7
por frequ'jntes ausencias da collectoria,
com prora lo prejuizo para o s^rvico pu
blico.
Eis a quo reduz-se a aceusacao : sao
re-se a um oxercicio da fogo, realisado nos
ltimos dias pela corapanhia de cavallaria.
Como pode seraelhanto t-.cto, tao com
mun nos corpos do exercito, ser tomado
pelo orgSo da opposigao como araeaca ao
eleitorado liboral ? O que tem que var o
presi lente da provincia com a instru 'So
militar das forcas desta guarnilo, frente
da qual est um general disciplinador, qua
conhece o osudo a que se vai reduzindo o
exercito ?
Se o veterano que dirige a guarnicao
nao un general de chapeo de palha e
palitot, qua nao mana moverse a forja
publica as suas ordens p ira privar o der-
raraanento de sangua as ras desta capi-
tal ; se esses inlisciplinados soldados de
cavallaria, qu >, apaisanados hontem, tra
vavau rix*s por ahi alm, levando a des
moralisacao aos quarteis da tropa aqui es-
tacionada ; se esses soldados sao agora
aeossados em exercicios, se o general exer
cita a reluzida guarnicao que coramanda,
n5o ten qua ver com isso S. Ex 5. o Sr.
presidente da provincia.
Nada ha de estr das tropas: ao os desordeiros poderao cen-
surar um facto, que interessa os bons ei-
dados. Nao; a Provincia nao aecusa com
seriedade.
Ao concluir, diremos ainda : o partido
conservador, qua hontem, em opposioo,
sob a mais desbragada intevenyao offi
cial, teve prestigio para mandar r>pre-
sentacSo nacional a maioria dos deputados
da provincia ; o p irtido que vio correr o
sangue generoso de seus amigos junto s
urnas, sem sahir do terreno legal, este
partido nao precisa de intervencao official
l> tra vencer, agora que est no poder ; s
necessita da maoifestacao livre do elto-
raio as urnas.
Oj homens da hecatombe da. Victoria e
do morticinio de S. Jos, tiquera certos
quB nao encontrarlo ;ho suas palavras
no meio da populacho sensata desta capi
tal.
Um da velha guarda.
ruina flnanceira e a ni eria
do paiz
o
XVIII
PBOJECTODACOMMIS-AO PARA A C ONVER-
SAO DO PAPEL-MOEDA EM OBO
3."
E' verdade que o projecto nao reduz a ouro tolo
o inoio circulante, nem dispensa o estado de um
apenas sete os collectores deraittidos, todo's Ceto sacrificio, para converter em ouro o seu
por motivos justificados e alheios poli ti- papel.
c _j;,- ^ ...-..-u o P^n o 212.000 contos do papel moeda que actal-
os. Em tees condico,s, querena a Pro- ^^ ^ em nulm^'09 banC)g rHecoihem ao
vincia qua S. Kxc. inquerisse sobre as pro-' Xhesouro por emprstito* ao juro de 4 / 150,000
cadencias partidarias dos 7 demittidos, e ^ para serem qneimades ; mas emittem por sua vez
que no caso do ser algum seu amigo, 0! 112,500 contos em us notas,substituica > de
j- _j. ... a rio- papel por papelpelo preca'de 6,000 contos que
conservase, prejudu-ando o sarviSo e des- P^P ^^ do pP ^ ^ ^^ ^^
consilerando informajoas Porque aP | mnte e ainda pelo preco que os nanos auferem
proxira i-se urna eleicSo gTal, dever o dos joros de suas notas, as quaessSo Da importan -
presi lente Ja proviniia esquecer os saus cia de 112,500 contos.
lellariio do I.* dtutrlclo do
Recite
Meus caros concidadios.Ae demonotracoes de
sympathia p>pular com que a oilaJe lo Recifc j
tanto me tem ex dudo dispensam m; de definir o
alcance poltico da minha candidatura. Direi so-
meute que ella representa do modo mais notorio
um i dupla baodeiraa da Abolicao e da Poder
cao.
A Abolicao qunr dizeia provincia sem escra-
vos, livre le U'oa vez para senpe da nidia d
urna instituicSo que a vergonha criminosa do
paiz.
A Pederaco quer dizerPernainbuco restau-
rado, goveruaulo se por sua propria refl -xa i e nao
sendo gaveruado de longe ; voltau lo ao seu vigo-
roso crescimento de outr'ora; ap ilicaodo os seus
recursos ao desenvolviinento de sua nqu- za e ao
bem estar d sua populacao ; dndole a si m-'smo
lei adequadas ao seu a Jiantain 'ut i e s suas ei-
plendid is tradicco-s, crescendo em suintn a, como
cresce un Estado livre bem goveruado, em vez de
ser conduiido oomo ha de ser pelo 'actual regiin 'n
degolac), m-nlicidade, e i fime.
Taes aspira^'es nacientes elevam a minha can
did tura cima do terreno cstreito das n >ss is
luct&s politii-as o francamente a collocain n'esse
planalto do futuro onde todos es Brazileiros que
queiram a liberdade total de nossa patria e os Per-
nambueanos que snihm com a resurreicao di
prestigio de nossa provincia, po lerao eucontrar s-
sem faltar sua honra poltica, qualquer que seja
a bandeira sob quetenhan militado.
Nao ser com demissoes at de ptbres artistas
reduzdos miseria pelo crime de terein ds pro
prias, nem ere ndo -se embarazos diseussa< pu
blica das candidaturas, que o g i 'erno ha de im-
pedir a reappancao do antigo espirito Peruambu
cano. Essa pretenfao de marear os el"itores com
o stigma de vassallos do voto servir somante para
amadurecer mais aepressa a iionvicc i le que a
escravidao por um lado e por outro o g 'V ni i I
pio-consules inperUes uio recuariam nem mesmo
diante da empreza oji isa de reiuzir esta provin-
cia, ?m que ha dous seculos Haoreio do rsassau
va encantad) o ber?) de um gran le Ettado,
condioo de um Paraguay ondate mesmo o ci-
dadaos erara proprie lade ilo governo.
Cada homem que exerec o direito de voto tem
obrigacaode salvara sua propria dignidale, e nos
paisas onde elle nao pod fazel o sera saerifieiro
pao da familia, a guerra civil existe de tact> nos
eoracoes e fermenta n is odios MWllnfal entie
conquist .dos e conqui-tadoiei. Eu p-la miaba
parte protesto solemnemente, em nome da uuidi-
de moral do pavo Peni unbucann, contra ess i po-
ltica de espionagem, de denuncia a de persegu
cao qua pode dar a esta capital, enjos filhos d-ve
rao todos esti nar-so como comprovincianos, o as-
pecto de uina uidade nocionalista oceupada por
urna guarnico inimiga.
Feto esee protesto entrego a minhi eleicao a i
eleitorado do Recifi'. A causa nao minha s,
de todos. O R cife saliera d-smenrir os que ga-
bam de que o enthusiasmo pelas deas na i resiste
no Norte preaaan official e de que smente o
Sul que o eleitor livre derrota ministros A Es-
cravidao as eleicoes passadas atfr..ntou aberta
ncente o governo, eu fa\;o votos para que a Liber-
dade tenha pelo menos a ecwgem da Escravi
dao.
Eleitores di R'efe.Ba' os p ucos servicoe que
tenho prestado ao progresso moral da n ssa patria,
e que j tem sido tan alrament ree aepensadog
p;la grandeza d'alma desta provincia, me valereui
de novo a honra da vossa escolha, continuarci na
Cmara a dupla cruzada nacional da Lib >rtacu
dos Escravos c da Independencia Federativa das
provincias, e, forte do vosso Bebo, a minha voz
servir tambera para afirmar as aspiracoes, arti-
cular os soffnmentes, e re:viudicar os direitos da
maesa geral da Nacao.
Recite, 25 de Dezembro de 1885.
Joaqitim Aurelio Nabiioo de Araujo.
A
i' Qistricta
diveres de admiarstrodor, at no quo se
refera arrecalacilo da renda provincial
desfalcada ?
Nao seria esta accusa$a) do orgao da
opposicSo.
O presidente da provincia em segundo
lugar aecusado por haver denittido, por
serem liberaes, alguns delgalos littera
rios.
Estas lugares nao sao remunerados.
as substituyeles feitas S. Exc. se ha
guiado sempre por motivos qua interessam
a instruecao. A's portas desta capital sa-
bemos mis que exiatiam delegados littera-
rios quasi analphabetos, qua oceupaven
como que por irrisao cargas na instruecSo
publica Substituinlo-os por homens habi
ltalos, alguns titulados at, nao admittin-
do qua alguns juizes de direito accumulas-
sera semelhantes fuac53es em suas comar-
cas, o presidente da provincia, sem tirar
Qu' do ouro ?
O ouro o que constitue o fundo metallico dos
bancos, na impertaucia de 33,730 contos, para pa
garem a todo o momento com o ouro, as notas que
a qualquer banco forem apresenUdas para este
fim.
Eis aqui em que veai a consistir o nosso futur..
rgimen circulante aurfero : no fundo metalli-
co ditponivel que os bancos sao obrigados a ter,
SJb a vigilancia de competentes fiscaes. (E sob
que pena nesta trra de compadres o de inuteis
nscaes de empresas ?)
E para isto, alm do sacrificio do Thesouro e
6,000 por anno, todo o artefacto dessa vasta ban-
caria derramada por todo o pa'f, com tanto* em-
pregadof/ taotoa fiscaes, qae bao de ser todos pa-
gos p -loa lucros da emissao, assim como o saldo
liquido dos accionistas. Para isto todo este jogo
e mechanismo, e ainda o. responsabilidado do go-
verno de pagar em ouro as notas dos bancos in-
solvaveis quando o producto de suas apelicea ar-
rematadas nao ^astem para o pagamento das Bas
notas. ()
A alebimia da conversao, todos vera, est cm
i figurar-se que se os bancos pagara a todo o mo-
I iseiito com ouro as suas notas (a libra uo valor de
8J890) nngnem l o ir buscar, senao urna outi
Algum tempo antes da ultima eleicao, a que se
proeedeu para depuUdos geraes, dissera >s com a
mais firme conviecao, que se dariam factos gra-
vissimos no 2.a districto, no cago de ser desf.ivo
ravel ao candidato liboral o resultado do p cito.
Ss alguns adversarios nossos nos oppunuara con-
testacoes sinceras, nio menos sinceramente ac>n-
selhavara alguns outroi o amig is conservadores,
que nao estivessem trabalha do milito ostensiva-
mente, com o quo provocariam as iras popula-
re/. .
Os factos vieram confirmar o nosso juizo. Um
grupo numeroso d gente bellicosa percorreu al-
^umas secces da freguezia da Boa-Vista, quando
ge proceda apuracit ; quizeram invadir tumul-
tuosamente a igreja de 8. Ooacalo, mas alguns
leitores insiupeitos onseguiram desvial os, pe-
din lo e clamando que se retirassem, pas all ti
nham os liberaes maijria de votos. De outras
seccocs foram recebendo iixual noticia... Pooeo
tempo depois era couhecido o resultado geral do
2 districto, e aoa brados estridentes de victoria
Oj vencidos rejpondemos, reaposta curiosa e estra-
uha, que ser memorada na historia da provincia :
filamente I feliimente !
Previainos isto ; o que nao previmos toi o mais
que guccedeu. Ao l." tistncto, on le teve maio-
ria o candidato cone radar, affliiri'.n os elementos
pretispostos para o 2.', a mina engrossou e explo-
sio. Espuela m I mlia que horaa dopois seutia-se
distante ; pois quando passavam treus junto casa,
e.ra que carava residiudo o candidato vencido, par-
ta de certos Wagn! urna grita infernal, e certos
pasaageiroa faziara gestos de araeaca com tacas de
[ii.it i c cacetes !
Os dous candidatos liberaes tnham procurado
jior mais de um mez, nao somente convencer ao
eleitorado testa capital, mis e priucipalin-nte ex
citar a biles do seus elemental de forca... Cumprimos, entre-
tanta, muito tran^uillam oite, o n laao d ver, nio
procuramos o voncmento ou o de=forco na fraude,
nem na violencia.
Sem sahir da espitara legal, devia o govarin
precaverse para impedir, sendo ne.cessario, a re-
produecao dos factos lamentaves, de que esta ci-
a le f o tesfeinuiiha. Com, porm, as medidas
de pendencia tiz m abale a 'Xiccrba a> dos que
na i votam ou nao de.oiam votar, e mais ainda a
d is que tem coutas a ajustar com a polica, que-
rcm reaiiiinal oa com aineacas ao gtverno !
Na i acreditamos na seriedade dessas ameacas :
mas fariin is urna dec aracao c um protesto.
Declaramos que n uliuin correligionario seria
a_n clavel ao candidulo conservador do 2." distric-
to, se eoramettesse urna impru lencia, ou fizesse
I m pr 'VOeaejta, por mais diminuta qua foase. O
>Sr. eonselheiro Tlvodoro nao aceitaia urna victo-
ria, ein que transliiziss l a violencia ou a fraiiSe.
Sib-r.-moa respeitar, mas ao m"Jino tempo fa-
remos respeitar, ae fr preciso, a expressaa das ur-
n is E' cata o nosso protesto.
Nao ha de ser preciso os nossos adversarios,
se f irem vencidos (como provavel), hao do resig
uar se; a quaes meios violentos praticados inutil-
iiu-iite no l.o districto provocaram em toao o Im-
perio a oais formal condemnacSo.
------------osaeei-------------
dase o Sr. cooselheiro Tbeodoro ltimamente em |
a sua circular, que nao pode ser entendida
pela Provincia.
E' certo,. no entretanto, que na ultima eleicao
g ral este mesmo candidato conquistou insoria,
tainb xa, no eleitorado da cidade ; mas, este facto
foi originado pela intervencao directa do governo
da provincia, intervencao deque encontrara provas as mais cabaes na correspondencia eleito-
ral do presidente de entilo, o Dr. Sancho, as quaes
se acham archivadas na secretaria do governo.
Desde que por narte da administracio da pro-
vincia na se der, como nao se d actualmente,
intervencao no futuro pleito, e por ella fr alevan-
toda a resistencia contra a anarchia, para que se
ndo consolidemna provincia os elemento de pertur-
bacio alli dispos'os, como ainda diz a mesma cir-
cular, mais que provavel, quesi certo que o
candidato do 2 districto seja derrotado e derro-
tado naturalmente
Exposto, como temos feito, as condicoes eleitn-
raes do 1" e do 2 districtos, ai o tem razio o or-
gao liberal quando principia o seu artigosob
bxekcicio Da fooo, dizendo queo governo sabe
que nao pode ser bem succedidj as eleicoes des-
tes .
Tudo leva a crr o contrario do que cm tom
dogmtico allinna a Proincia acerca de Ues suc-
cestos e'eiloraes.
Um eleilor do 2 districto.
*ife!a;
A Provincia
O pao a quem quer que tosse, (o que pode- | vez ,ara ahuma transaccao momentnea, o qual
ria, entretanto, faz 'r, em viste dos prifa- i vallar logo reserva dos b.ncos, matima sendo
i n j_-..:j.\ >. ..: o Thesouro obrieado a trocar en ouro qualquer
cip.ospela Provincia adraittidos), 0 prest-1 ^m!lu' J, ban0) na faludeJte ; mxime
den:e da provincia prestou um servico real | Hnda gendo maia ieve aDdar Com as notas dos
essa instrucc^ao publica, por servicos bancos do qn com o ouro na algibeira.
al foi o Sr. Augusto Leito baronisado.! Assim o rgimen do ouro, nao sendo a nota
I bancaria mais do que o representante desse ouro
qua
E a proposito de S. Eic. de Caiar, di
re.rus que o Ilustro barao, bem como
seu collega de Itapissuma, continuam nos
lug^^ras de delega lis litterarios de S. Lou
rengo e Iguarass. Nao bastarlo estas
dus provas para demonstrar que S. Exc.
o Sr. Costa Pereira soube considerar devi-
damente as aptidSes, que nao foi a poti
ca que o guiou as demissSas lavradas ?
A demora de um vaso do nossi esqua-
dra as aguas do Racife, thema para a
terceira aecusacio da Prot)tcta. Taylor,
o commandante do bloqueio de 1824; Mar-
ques Lisboa, o valante commandante do
vapor de guerra D. Affonso, a 2 de Feve-
reira de 1848, toda a historia dos bloqueios
e borabardeamentos invocada para pro
yar- j i que a Guanabara vem despejar so-
bre a Recite urna nuvem de bailas.
Nao sabemos a que vem o orgao da op-
posicilo com todas essas oxeavacSas hist-
ricas, arrancadas sem duviia do Instituto;
pire.'e-nos, entretanto, que o orgio opposi-
cionista quiz apenas produzir effeito sobre
as massas ignaras, que lhe a {mirara os
rasgos da eloquencia partidaria. Como
quer que seja, nao estamos disposto pro-
var agora que os horrores de 2 de Feve-
reiro de 49, sao indelevel e denegrida
manaha que afeia a physionomia histrica
de um partido, que se tinha deas e nobros
aspirajSes, nem por isso deixou de eneber-
e de grandes pac-a los, de ensangrentar
eeta bella apital, de atrasar-nos en> nossa'
uarcha.
A Guanabara e o 1 de Marco no porto
do R-cife sao elementos de ordem; te os
iniuiigos da ordem publi ;a contra ella tan
tarera, nenhuraa luvila tenhara de que a
offi ali lade e pr.igas los nossos navios do
gurr i saberao -umprir com o seu dever.
O actual Sr. ministro da marinha, mo-
dificando certos servicos, julgou de bora
aviso dar outra direccao aos trabalbos da
squadra de evolu,'3es, e man lou que della
se destacassem navios para visitaron) os
nossos partos.
Por sao ahi estao estes. He se demora-
ren! por aqui at a "leico geral, mais ga-
rantida estar a capital; nenhuraa duvida
ten lo "os em afirmar qu^ todos os boos
peraambucanos e estrangeiros laboriosos
iiso desejariam.
A Guanabara e o Primeiro de Marcp
nao vibrara resistir s urnas como um de
ver partidario. Se for yr. ca > a abi eot-
verem anda, faro respeitar a Uberdad/a
do voto coqtra os que s^ oppozoreJtt ma,-
nifestacao legal do eleitorado.
A quarta auouoav* i J*' P^oiotiai rofo-
. do .
que est no fundo metallico sempre ditponivel, dos
bancos.
Disponivel quem garantetfsU disponibili la
de ? sj tenho vontade de rir-me.
Note-se ainda que o sacrificio certo e annual do
Thesouro nao s de 6,000 contos. Sendo aur-
fero por essa alebimia bancaria o nosso rgimen
circulante, os 6,000 contos que pagamos aos ban
eos, producto de 4 / dos 150,000 coutos, qua n'*e
eraprestavam. e que queitnmos, muito maia de 4
o'a de mais de 6 ,'. ; porquanto,quando os bancos
reeolheram aquella quantia, as libras cuatavam
13500, e quando o Thesouro paga os juros sob o
rgimen aurfero, as libras teem o valor de 8 589'J,
e assim o sacrificio certo do Thesouro de mais de
9,000 contos annuaes para os bancos nos darem
easj rgimen de ouro de seu tundo metallico
consistente em 30 da emissao de cada um.
E nao ponha-se nisto a menar duvida, porque
os 6,000 contos annuaes de entilo, isto na hy
pothese do rgimen do euro por esto alehimico
p-ocesso, os ti,000 contos de ento nos custar o
mesmo sac ificio que 9,000 contos hoje ; porquan -
to sob o rgimen do ouro, bailando em mais de
um terco o prego nominal de todas as cousas, a
cobrauca dos impostas deace na mesma razo.
Assim. em vea de termos 120,000 contoa de recei-
ta, ella ter de descer a menos de 80,000 contos,
com o mesmo valor de hoja de 120/).<0 contos.
Portante, pagando a Thesouro aos baacos 6,00u
contos annuaes sob o rgimen do ouro, paga 9,000
tirados hoja da renda de 120,000 contos, ou 6 000
tirados da renda ou receita de 80,000.
Ora, per menos deste preoo, por menor sacrifi-
cio, nos podemos ter o nveio circulante em ouro,
com certeza mathematica, em vez deste artefacto
bancario, d'oude nao sahir o rgimen metallico,
como veremos, d'oude s'resulsara o mais tremen-
do desastre e sem 03 outroa absurdos desto pro-
jecto.
No seguinte artigo vereaos exposto esse plano.
Janeiro, 1886.
AffontodeMuquerque Mello..
A Exilia. Sra. D. Mara A. da Silva
Valente
Deparando neste Diario com um pedido para
annunciar minha residencia, afim de ser procura-
do para entregar urna caixinha que trouxe do Pa-
ra com alguns objectos para aquella senhora. ve-
uho pelo presente declarar que ditos objectos j
forain entregues ha cinco dias, e nao o fiz lago no
da da minha chegada aqui (3 do crrante), foi por
ter vindo gravemente doente.
.Muito me admirou, portante, dito ao nuncio, pois
nunca suppuc que indo procurar aqui reetabele-
cer-me de meus incommodos e prestaudo-me de
boa vontade a trazer a peque..a incommenda, de
que fui portador, para a referida senhora, fosse
chamado pelo jornal para o facer, atada depois de
tl-a entregue.
Esta cervio-me de liecao para nao fazer mais
favores uesta ordem.
Recite, 12 de Janeiro de 1886.
Joaquim de Almeida Pinto.
(i Lembra-se. o leitor que os basaos detxam
defafiUdaa no Thesouro as apolices do.dinheiro
que ,empraafam. ao jjoverno e este manda vaor,
del.atan basta publica quando elles nao pagano
em oro ai suas notas.
Aos eleitores do i" districto
Nao me sendo possivel poi falta de tempo v
sitar n'estcs tres ltimos dias o eleitoralo liberal
e abolicionista das treze seceoes do 1' districto
pego a cada u a dos Srs. eleitir. s que me descul
pe essa falta involuntaria. Comecei a percorrer
o districto sem faer iistinccoes nem estabelecer
preferencias entre os eleitores d'aquellas opimoes,
mas houve difficuldades imprevistas que me fize-
ram consumir as primeiras visitas maito inais
terapo do que eu imaginava ser preciso e hoje as
vesperas do da da eleicao sou fircalo a r-.con|ie
cer qne nao me seria marerialraento poiaivel visi
tar pessoalraente o eleitorado tod i.
Deixo pois sem procural-os agora pessoalmente
muito-, dos meus pri.icip'es auxiliares n'esta e na
outras eleicej e grande numero de comprovin-
cianos e correligionarios queme fizeram as elei-
cos passadas a honra de receber me em suas ca-
sas, certo de que todos faio justi<;a ao desejo que
eu tinha e tenho de pedir-lhes de viv voz re-
uovacio do mandato que me coufiaram.
A todos enviei a minha circu r acompanhada
do discurso que prouunciei no dia da apresenU-
codo ministerio Cot gipe. Se alguma uai foi en-
tregue uo foi por falta de previdencia em orga-
nisar se a destribuicao segura de Uo grande mi
mero da cartas. A todos os que votaram por mim
no escrutinio de 9 de Janeiro passado, tenho o di-
ver de pedir que se pronunciis sobre o d-seinpe-
uho que dei sua procuracao e sobre a fi leuda
do com que execurei os meus comproraissos.
Aos que n'aquelle tempo nao estavara ainda
alistados ou se abativeram de votar ou nao voU-
ram em mim, ser-me-ha licito manifestar a espe-
ranza de que por um lado a nova bandeira que
levantei no pirlame.it da independencia admi-
nistrativa e da limitaclo dos encargos geraes das
provincias e por outro lado o progresso feito pela
conscieucia nacional uo sentido da abolicao _e o
apaziguame to co>sideravel das paixoes suscita^-
das por ella concorrerao para decidil-os araanha
a me darem o voto que nao puderam ou nao qui-
zeram dar-me hontem
Confio na generosidade, no eavalheirismo e na
leal lade do carcter pernambucano e acredito que
mais esta eleicao se pasaar sem que ueuhura dos
meus concidados tenha m itivo de qneixa contra
mim, assim como preso me, de nao guardar o m-
nimo resentimiento contra nenhum d'elles e pelo
contrario experimentar verdadeira gratido para
com muitos e sincera e boa vontade para com todos.
Recif 12 de Janeiro de 1886.
Joaquim Aurelio Nabuco de Araujo.
Eleicao geral
SEGUNDO DISTBICTO
Carta circular
Iilm. Sr. Tenho a bonri de dirigir-ma V
S. para, na qualidade de candidato deputacao
geral pelo 2. districto desta provincia, solicitar
nao s seu voto como seu apoia e valiosissimo
concurso.
Nesta occasiao nao me licito occulUr as con-
dicoes em que tenho coUocado minha candida-
tura Natural deste districto e nelle residente,
mais de urna vea fui eleito seu repreeenUnte na
Assembla Legislativa Provin :ial. A esse facto
jm to ainda o de haver representado, na mesma
Assembla, por motivo de inoampatibilidadd legal,
o antigo 5.0 districto eleitoral, e prestado em di-
verges cargos de administracao oa servicos com-
pativeis com as habiliUcoes que exhib e deixei
sujeitas apreciaco de meus concidados.
ApraaenUndo me, pois, a impetrar, hoje, oa
surlragios do que careco para represenUr o mes-
mo districto, na cmara temporaria, appello, so-
mente, para a independencia e alto criterio do
eleitorado.
Aceito, com a maior satistacao, o sen veredic-
tum, convencido como estou da que, coas o actual
svstema eleitorM, a eicolba dos representantes
do povo deve ser feita com a mxima liberdade e
extreme de toda a intervencao official.
Neate sentido anmame o empenho em que
eU o governo, j manifestado pela recommenda-
cao que, a seus delegados, fes em ciicnlar de 30
de Sctembro ultimo.
Fundando, portento, minha pretensao nos ele-
mentes que aqui ficam expostos, nutro a maia
flrae conviecao de queaao elles sufficientea para
justificar sua legttimiaada.
E, agradecendo, deade j, a attencao com qne
V. S. ae dignar de receber minha humilde solici-
tacao, aou com todo o respeito e partiouIar.es.,
liaamDe V. S. attaacioeo emiaxie criado obrigado
Jos1 meoUoToteittinodc Carvalho.
19 de Desembrode 1886.
Custa a crer que umi folha qne se diz orgao de
um partido tenha desoido a se constituir publica-
dor de petas, de ridiculas declamacees, srm arti-
cular f.ctoe, para fazer convencer os nescios, de
que o governo da provincia ebteja interviudo em
sgeitar o resultad > eleitoral de 15 deste mez
Se nao f >sse o desespero de que se acham pos-
suidos, fr. das rrias da decencia, certos typos
que
ia.strruiuOCii.-iri
O dia 9 de Janeiro de 1886 marca urna era bri
ihante na historia de Peruambu: >, e anda mais
uotavel nos fastos da historia da cidade da Vic-
toria.
Cora eff ito a f-sta que foi celebrada nesse dia
pelos Victorienses ficar sempre lembrada por to-
dos squi-lles que tiveram a fortuna de estarem a
ella presentes neate dia na ci lade da Victoria.
O concurso de pessoaa de todos os sexos, de to-
das as idades, que vieram assistir chegada do
Ireou que parti do Kecife s 9 horas da manha
era n:unero3 sim A cstacao estava litteralmen-
te ebeia por tod s os lados de maneira a mpossi-
bilitar o transito, e por todos os lados fra da es-
tac dade mmeasa de gente que corra de toda a par
'. a gosar do bellissirno panorama que se desdo
brava a vista, donde quer que se collocassc o in-
dividuo, vist i ser toda a ci lade construida em
terreno accidentado, formand. lindas eminencias.
H inra aos Victorienses .' A cidade estav i per-
feitaraentc limpa e aceiada, com o maior esmero
ornada de todas as galas possiveis, e ai mais bri
.h.nt louc liuhas, como se for a urna noiva, que
nunca se considera suffici ntewcntc adornada,
pois que cada prente quer lhe collocar mais urna
fl ir, mais uina j >ia, mais um enfeite.
Alguem que teve o ensejo de percorrer varias
ras da cidade e de qualquer das eminencias di-
rigir olhares curiosos, especialmente para a esta-
co, para o lugar da feira ou mesmo para qual-
quer outra parte, nao se coute'itava de fiear ex-
tasiado a vista dos quadros encantadores que se
desd-bravam aos olhos cubicosos de sensacojs
sempre novas, sempre deslumbrantes.
Todas as ras esta"am capinad s; em parte
alguma so va cousa que merecesse censura : tu-
do eslava preparado com tal art: c proprio para
reeber h ispedes : tudo atteutava o grao de civi-
lisacilo de que a mnito gosa a invicU cidade da
Victoria.
Percorreudo quasi todas as rua3 nao pidemos
ceder ao deaejo do visitar o cemitorio e achando-
lbes que fien aneioso por
de os tornar o ver.
Recite, 11 dejaneiro de 1885.
ter muito breve ecxitiao
Syrxus.
Boletim
habituaran! a s viver dos proventos da
pjsicao de deputa do geral, nao haveria obsecaco
partidaria que tivesse forca para atirar a Provin-
cia (segundo periodo) na vergonhosa vejla de
inverd..des, em que infelizmente se acha.
O trfego orgao do desmanchado partido libeial,
na opiniao oo Paiz, t m sido Uo desastrado em
seus conceitos, que basta prestar se lhe attenca
ordinaria para formar-se firme c nviccao da sua
falseado.
earedaccao da Provincia, ou quem a enefte,
nao estivesse com o espirito, com a alma, com o
pensamento, tudo embotado pelo espectro da der-
rua, o que ainda mais lhe aguca a gana das van-
tag.-ns natura es e ndvindas da posico de repre-
seuiacao naimial, nao tena collocado este jornal,
tao novo anida, no terreno do descrdito e-i. que
t3o cedo se acha a -mrapado
E, quando ainanhi um.administrador 9e trans-
viar da sen la do justo, do le al, do honest > e do
raMvel, e a Provincia quizer combatel-o, o aeu
intuito toruar-ac-ba nullo, pois o publico j acos
tum 'ii se a tel a como a novelleira diaria da im-
prensa da prov ncia.
Nao nos ocuparemos das declamacoes com que
quotidianameute euche a roviucia as suas co-
lumnas contra a actual administracao da provin-
cia ; porque estas sao palavras vasias de sentido,
que s servem de desacreditar aos que d'ellas
faz-an cabedal.
Carecemos, no entreanto, nos demo ar um pou-
co em certos enunciados seus, afim de salion'ar-
lhes a sua sem-razio. i
Como inicio de um artigo que a Provincia es-
creveu epigraphadoExercicio de fogo dia que
o governo sabe que nao pode ser bem sucoeii-
do as eleicoes do primeiro e segundo distric-
tos desta capital
Sem podermos achar a razio philosophica. a re-
taca > lgica entr- o exercicio de fogo, cousa da
puro rgimen e disciplina militar, e bom successt
de candidatur .s eleitoraes, acto por exeellencia
cvico, em o qual s es militares graduados n-
ter vean como simplas cidadoa,como meros vo
tantos, epigrpbe que s pode ser considerada
como um gimo, com que se pretendeu enfeitar
tal artigo afim de ser ido, nao tem raso o orgo
do partido liberal quando insina, que se possa
pensar que as eleicoes de taes candidatos sejam
suscoptiveis de bom successo, se attender se par
os dados com que se pode e deve conjecturar a
respeito.
Principiemos pelo principio, pele suceetto que
se deve aperai da eleicao do Candidato do pri-
meiro districti .
Este o mesmo que aa ultima eleicao geral foi
o candidato predilecto do chele de gabinete, o
conselbeiro Dantas,que teve como presidente
da provincia duranteo plei'.o eleitoral um ecoMi-
do sen o Sr. San;ho,que conseguio do governo
de enro avultada quantia, eremos que de cem cin-
tos de ris, para augmentar para si o pessoal
eleitor,sob a rubrica deempiegados da ponte
Buarque de Maeedo que teve todos os eleraeu
tos pfficiaes em seu favor, -que teve urna polica
que se confraternisava com as ameacas da capan-
gada desordeira que ameacava o eleitor pacifico ;
e que apezar de sudo isto foi derrotado as ur-
nas, derroU sanecionada por urna cmara de
maioria liberal. Que bom successo pode esperar
actualmente este candidato sem taes elementos ?
CompleU derrota a que espera o Dr. Nabuco,
apezar do seu nome no causar repugnancia no,
eleitorado, apezar do bonito talento que todos lbe
reconhecea.
Mas, o primeiro districto grandemente con-
servador, e o candidato deste partido, o Dr. Por-
tella, rene gvande somina de servidos a este e a
provincia, e tem ahi os mais dedicados amigos po-
lticos o part jularee, sendo que o seu talento e
illustrscao est na altuia da sua representaeo.
J v, pois, a Provincia, que quando mesmo o
governo tivesse inteneo de favorecer qualquer
resultado eleitoral, nao deitarU suas vistas para
o deste districto.
O mais levantar poeira ; principalmente quan-
do todos saliena, que o Dr Nabuco, como poltico,
insommoda smente aos ambiciosos da Provincia,
que invejam com mal contido despeito o talento
superior deste e o seu bem firmado couceito pol-
tico no mesmo districto.
Paseemos ao candidato do 2 districto, o nico
pelo qual quebra tanca a provincia, pois, b por
concumitancia talla nos outros.
Este candidato, verdade que foi eleito iuran-
te toda a situacao passada ; preciso, porm, exa-
minar mesologicamente este facto afim de ver qual
o successo presumivel da sua candidatura hoje.
Durante aa duas primeiras eleicoes da situacao
rsada, quando nao houve nella intervencao des-
gada da administracao da provincia, elle teve
sempre votecao inferior do candidato conserva-
dor as fregueiias da circumscripcao da capital
chamadacidade, da mentalidade, portante, do
districto, conseguindo maioria e triumpho, porm.
com a votacio de urna porche dr eleUores ficticios
ou apocrypho as parochiat do Poco e Vanea
(fra da cidade), e pela aggloncraf&o de elementos
de desorden, os quaes na ultima eleicao geral,.
triumpnntes*ofl- districto, eraangi/entaram o pr\
meifv.'
O que acabamos de escrever em grypho foi o que
DO t MON ITOB DA CAPITAL DA PABAHYBA
{Iranscripca)
Somos obrigados a publicar um' boletim do
nosso jornal e n face das circumstancias e pengos
que cercara a candidatura do nosso ilustre amigo
e patricio Exm. Sr. Dr. Jos Suriano de Souza, que
se acha pleiteando a eleicao geral do 3 districto
desta provine a mediante o auxilio das opposices
conservadora e liberal colligadas naquella cir-
cunacripeo eleitoral. _
Acabamos de receber cartas, transmittidae por
pessoas fidedignas e cima de todas as snspeitas,
aobre oa tenebrosos planos officiaes, forgicados
com o intuito de ser derrotado o Dr Jos So-
riano.
Dizem as cartas que o presidente da provincia,
Dt. Antonio Hereulano de Souza Bandeira, prin-
cipal motor da cabala, entre outros meios violen-
tos, aeonselhou que por intermedio dos asentes
da forca publica foae perturbada e eleicao em
Bauaueiras, onde o candidato do governo, Dr. Jos
Evaristo da Cruz Gouveia, geralncente repellido,
contando apenas com uns 15 votos contra 100,
pouco mais ou menes, de sen nobre e generoso
contendor.
V-se ainda das ineamas cartas que o reitor do
Lyceu d'aqui, e membro do directorio conservador
Sr. maja: Thomaz Mindello escreveu para o dis-
tricto a varios eleitores, funecionarios pblicos,
dizendo-lhes que : de ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia os prevena de que seriara de-
mittidos aquella que votaasem uo Dr. Jos So-
riano.
E' notorio, e sobretudo em Bananeiras, esse
prodimento criminoso de ura funecioaario que
acreditado pelo cargo de confianca que oceupa
junto di administracao da provincia.^
E' entretanto excusado dizer que S. S. efFccti-
mente receben o as ordens que transinittio.
Como sejam porm poucos os funccionarios;pu-
blicos do circulo affirra.m as cartas que recebe-
mos, haver chegado em Bananeiras o mesmo Sr
major Thomaz Mindello, que d'aqui parti ha al-
guns das, e haver revelado aos seus ntimos que o
governo, nao se podendo conformar de modo al-
gum com i derrota do seu candidato, o incumbir
de promover a perturbaco do pleito naquella im-
portante cidade, dando-lhe para isso as autori-
sacoes necessariaa.
Em seguida se espalhou com os melhores fun-
damentos que o commandante do destacamento
policial, alli estacionado, ha tido algumas confe-
rencias com o enviado do goveruo, e declara que
ha de mandar arrebentar a urna, inutilisando as-
sim a eleicao do collegio
Conhecido esse trama urdido as tre-aa pala-
cianas, e cuja execucao foi hbilmente confiada
um inimigo pessoal do Dr. Jos Soriano, reuniram-
se 03 eleitores da comarca, e asseataram em re-
pellir a forca com a forca para efficaz garanta dos
direitos polticos que a lei Ibes ennferio, e ao mes-
mo tempo a faeuldade de exercel-os resistindo
autoridades arbitrarias.
Em vista di attitude enrgica do ndependente
e brioso eleitorado, e do4ptano resolutamente hostil
do Sr. major Thomiz Mindello e eens agentes
receia-se o derramamento de sangue naquella co-
marca.
Avis irnos tambem ao publico de que esUo de-
cretadas algumas prises illcgaes e outras vio-
leneias em eleitores conservadores e liberaes que
nos perto delle, para 14 as enderecaraos, e o acha- naquelle desgrasado districto estao na louvavel e
1 ieabatavel disposico de votar no aosao muito
digno c Ilustrado amigo Dr. Jos Soriano de
mos limpo esmeradamente, caiado, e na raelbor
ordem. Pareceu- os apenas, que considerando-so
que com a abertura do transito pela estrada de
ferro, a populacao tenha de adquerir incremento,
turnar se ha n-cessario augmentar-lhe a rea, o
que nao ser ditficil, porque o eemiterio esta col-
locado em urna das eminencias que formam a ci-
dade, fora della, a distancia conveniente para nio
serem prejudicial suas eraauaces aos habitantes,
e s"ndo cercado de terrenos devolutos que podem
ser aunexados manso dos qne se retirara deste
val de lagrimas.
As ras principaes da cidade sao bastante lar-
gas ; as casas modernamente construidas sao al-
tas e por consegainte as condicoes de arejo para
serem salubres: a cidade, p?rm, soffre muito
dos desruidos dos nossos antepassados e as ras
sao tortuosas, as casas antigs nao tem sy.netra
nem alinhamento e alm disso baixas e com janel-
las cstreiUs e pequeuaa.
E' muito de esperar que d'aqui em diante haja
maior interesse da parte da municipalidade em
c irrigir os erros e defeitos antigos, afim de que
vo se melhorando os alinhamentos e desappare
c-ndo parte dos grandes defeitos qne a primeira
vista atfectain os nofsos sentidos.
A falta d'agua pota ve! extremamente aenai-
vel; havendo, porm, a pequea distancia agua a
mais pura, agradabUissza ao paladar, e seindu-
vida a mais salubre que se possa dazejar.
Convm que os Srs. representantes da provin-
cia cuidem de dotar Un bella e encantadora cida
de de ura foruecimenta- d'agua pota vi que sem
duvida alguma ha de coneorrer grandio.-amente
para o progrssso e desenvo tmente rpido da ci la-
de que est colloeada no centro de immensas ri-
quezas, como sejam as importantes fabricas as-
sucareiras que a circundam ,>or todos os lados,
tendo alias terrenos fertilissimos para as poqaenas
cuitara de que ti vemos as mais eiirberaut's
amostise no da da f-ira, e inauguraba i da esta-
co da Victoria e n 9 do corrente.
Tambera nos pareca de grande necessidde que
a Cmara Municipal da Victoria mandasse ev.ui-
tar urna planta da cidade, afim de que possam ser
construida as casas com mais methodo e regula-
ridsdc c sejam observados oa preceitos hygieni-
co3; e a fama.de insaiubndade que soffre a ci-
dade da Victoria seja substituida pela conviecao
de que all ba*e*uellete ar seceo e puro, ajua de
primeira qualidade e alimento.- saos o por preco
comino Jo.
Peste modo grande ser,a concurrencia dos vi-
sitantes que nio perdero seu tempo em fazer nm
paaseio em eaininlia de trro em que su gozar na
extensa) de 19 leguas, por- entre eigenhos e po-
voaces, dos mais risonhos panoramas p lindissi-
mai paisagens.
Logo que o trena parou naestaco da Victoria, o
Sr. Dr. An'onio fiutoeseuscoinpanheiros de traba
lho vieram compriineiitar o Exm. Sr. presidente e
mais passageiros, alguns dos quaes a;ompauhados
de suas familias foram visitar o andar superior da
estacas, que estava pderencado com todo primer.
D'ani seguirain para urna casa preparada com
todas,as cummodid idea desejaveis para familia
do Exjn. Sr. presdeme, pelo Sr. Dr. Qoee Caval-
caute e seus dignos cuuhados, onde profusamente
foram dispensados todas as mxis distmctas e de-
licadas demonstrac s de fino 'rato e elevadaedu-
cacao. Aque les que foram test?rauuhas dellas ti-
veram de tecef os mais bem merecidos encomios a
tao distiiictos ovalhoiros.
Depois de um pequeuo repouso. saguiram todas
as tamil.as para a estaca, onde foi servido o al-
uaoeo.
Os jornaes j4 aeram noticia da profusa e deli-
cada mesa que s empreiteiros apresentaram aos
visitantes ein un dos extensos armarens da esta-
ca, mesa ouo primara nao spe'a aban lauda
mesm > profusJ de iguaria e isentos como peta
v re lade e principalmente peta superior quali-
dade de tolos os objectos que a compiiiihara
O alinocp durou perro de tres horas a primeira
mesa, que sendo alia* de cento a vinte talh res
apenas accomodou a inetade dos visitantes, sendo
preciso renoval-a seguuda o terceira vez, sem que
es hospedeiroa se dess-m por aborrec los.
A's 3 horas voltaram grande part- dos convida-
dos para a casa do Dr Groes, onde para nao se
sentir muito o calor, organisaram-se qundrilhas
de coatradancas, polkas e sho s ao s un da m-
sica de polica e assim passar iin-se a hiras, se&ilo
s 5 horas servido um aumptuoso juitar, sendo
refeita a me a tres ou quatr vezes; reinando da
segunda em diante a maior lib r lad de expauuao
sendo frenetieam n'e apptaudidos o* brindes e
discursea, em que cada qual pro wat-, m .uitestar
todo seu regosijo por Uo fiusto-o aotUeei-
mento como aqnelle que era obj -ct 1 ria ale-
gres festejos.
Por minha parte sinto-me larg.m n'e ir mpeu
sado da pougitiva dor d- cab ca que rae pr.dazio
o calor do sol, pela agrad.we i-inoranya que
trouxe da cidade da Victoria, e la ui.iressao terna
e carinhoaa que recebi, do brida ite ,iap 1 que
oxer.teram "s victorieiu-e ministra id i ao visi-
tantes Urna prova inconcurst d-- su i civilisacau,;
adiantasiento e progresso pelos etore,os qn fize-
ram papa apres-ntar a sua cida le c-ira toda a
galhardia e loucania.
A todos os victorienses um aparto de raio e urna
expressao de cordeal reconhecimente, pruteataudo-
Souza. ...
Nao appellamo3 para o presidente da provincia,
Dr. Antonio Hrculano de Souza Bandeira porque
seria urna irona ou inepcia, indigna de nossa
elevada miaaao.
Publieaudo antecipadamente oa factos que se
vio dar, no da 15 de Janeiro corrente, nao s em
Bananeiras com em outros collegios, temos nica-
mente por fim descobrir e apontar os verdadeiros
culpados, sobre os quaes tora de pezar a respon-
sabilidade do sanguo que s^ derramar, e de eu-
trai scenas tristes e dolorosas que tiverem
Parahyba do Norte, em 10 de Janeiro de 186
Despedida
Por encommodos de sade me vi na dura ne
cossidade de permutar a cadeira de Affogados de
Ingazeira cora a de Santa Cruz do Brejo d'onde
sou actual profoseor.
SauJoso dos raeiis presados discpulos e de meus
amigos de Affogados me despee, desejando que
o novo professor desrmpenhe como de esperar,
peta illustracao acadmica que tem a ardua
misso de preceptor da mocidade.
Peco que se dignem de aceeitar os mea 3 toscos
versos que se seguem como prova de minha gra
tidao.
Cumprindo ura ^ever sagrado
Venh agora satisfeto
Agradecer a importancia
O amor e o conceito.
Que o nobre pessoal
De Affogados de Ingazeira
Me diapensou no periodo
De minha estada ligeira.
Assim poi i regosijado
Muito erato me contesso,
E de longe dando adeus
Desculpa por isso peco.
Recre, 11 de Janeiro de 1886.
Philomeno Raymundo Nunes de Lima.
ELEICAO
DOS DEVOTOS QOE TEM DE FESTEJAR O
GLORIOSO S. FRANCISCO DE PAULA NA
SUA CAPELLA DO CAXANO, NO DIA 14
DE PEVEREIRO PRXIMO VlNDORO.
Juiz p<".r eleicao
O Illm. Sr. Jos de Oliveira Bisto.
Juiz por devocao
O Ilm. Sr. Jos Joaquim Alves.
Juiza por eleicao
A Exma. Sra. D. Quilhermina Amalia Corris de
Araujo.
Juiza por devocao
A Exma. Sra. esposa do Illm. Sr. Dr. Jos Lopes
Peseoa da Costa.
Bscrivao or eleicao
O Illm. Sr. Joao Leal R--is.
Escnvo por devoeo
O Illm. Sr. Alfredo Flonauo de Barros.
Escriv por eleicao
A Exma. Sra. esposa do Illm. Sr. Dr. Jos Ban
deira de Mello.
Escriv por devocao
A Exm i. Sra. D Jo una Btilarmiaa'de Macado
Thes ureiro
O Illm, Sr. Jos G un s Gr-uches.
Procuradores
Os lllms senhores :
Dr. A- ihur Orlando da S Iva.
Jos Perreira X^rqUes.
Francisco Toud lia.
Mig-.rl de Abreu Macado.
Diogenes le Aira ida Pernatnbaco.
JosAutoniadi Alraeida r'ernambuco.
Miguel de Alineidi Perimmbueo Filho.
H- urique Puno de Lerao i.
Aifredj da Silva Leal.
Antonio Jos da S >va Braga.
Vicente Ferrara da Costa Miranda
Joao CUin-ii-o d Miranda.
Mathias Groucalvea Lima.
Manoei Oyriaeo de Aibuquerque Henriques.
Jeizes protectores
Os lllms. senhores :
W. W. Ostler
Revra. v gario \la.-c-lino Vieira da Silva a S.
Ke\m pa.tre J ia Pnic'pi Pereira.
C-miai aladar I alu IgBjutf i do RegMedeiros.
Coir-in a lad ir A lime 11 Silva Leal.
Mano I Oorr I i de Vralij i.
Tlioin C rr.-ia le Araujo.
\iituu>'> Jo.qui u C Trea d- Araujo.
JoaoT.!ix.'iim.H ato.
Augiinro Cuito le L m >s
Th- ,tonio Flix d Meilo.
Eduardo Pnrto 1 L'm 'S
Jos R alriguea Ferr ra.
Antoui id- R Araujo..
Eduardo de Mattoa.


4
-------


'
Diario de Pernanibueo(tuarta-lcira 13 de Janeiro de 1 '6
de Al-
de
Dr. Francisco de Paula Silva Reg.
Pedro Netto.
Francisco de Lima Coatinho.
Francisco de Oliveira Sobrinho.
Antonio Rufino de Andrade Luna.
Dr. Antonio de Alarida Pernembuco.
Manoel Jos de Bastos Mello.
Francisco Pereira da Silva. m
Jos Mara de Andrade.
Alexandre Medices.
Domingos Oros.
Francisco de Paula Lopes.
Carlos de Paula Lopes.
Joaquim Augusto de Qaeiroz.
Joaqu m Mauricio Qoncalves Rosa.
Joaquim Alves da Silva Santos.
Dr. Luia Salaaar da Vera Pessoa.
Manoel do Nascimento Cesar Burlamaqui.
Maj ir Antonio Bernardo Quinteiro.
Juicas protectoras
As Ezmas. senhoras :
Baronesa de Muribeca.
D Manrarida d'AseumpcSo Ferreira Marques.
Esposa dj Iilm. Sr. Dr. Manoel da T. Peretti.
Eipos do Illm. Sr. Manoel Rosendo T. J
meida.
Esposa do Illm. Sr. Joaquim Olinto Bastos.
Esposa do Illm. Sr. Francisco de Abreu Macedo.
Esposa d" Illm. Sr. Francisco Jos Rodrigues
Praija.
Esposa do Illm. Sr. Antonio Joaquim Cerrea
Araujo. .
Espcs.i do Illm. Sr. Joaquim da Silva Salgueiral.
Esposa do Illm. Sr. Dr. Francisco do Reg B.
Licerda.
Esposa do Illm. Sr. Dr. Francisco do Reg Barros.
Espjsa do Illm. Sr. Antonio Jos Maia.
Esposa do Ulm. Sr. Isidoro Pinto de Limos.
D. Mara Coimbra.
Esposa do Illm. Sr. commendador Manoel Jos
Machado. .
Esposa do Illm. Sr. Gaudino Ernesto de Medeiros.
D. Francisca Plessemann.
D. Antonia Leao.
Esposa do commendador Albino da bilva l^eai.
Juizas definidoras
As Exmas. Sras.:
D. Francisca Adelaide Xavier Lins.
D. Theresa de Jess Oliveira Borges.
D. Maris Alisia Oliveira Borges
D. Helena de Pinho Borges.
D. Constancia Perpetua do Reg.
D. Adelaide Lea'.
D. Albertina Leal.
D. Antonia da Silveira.
D. Maria Magdalena Lins da Silva.
D. Mara Antonieta Lins da Silra.
D. Mara Mathilde Lopes.
D. Ame'.ia Mathilde Lopes.
D. Amalia Coimbra.
D. Mara Lima.
D. Caudida Alves.
D. Amelia Alves.
D. Amalia Gama.
D. Francisca Moreira da Silva.
D. Mara. Isabel da Eilva.
D. Adale Pleasmann
D. Amalia de Oliveira Pemambuco.
D. Carlota de Bastos Mello.
D. Mara Rodrigues Ferreira.
D. Laura Roingucs Ferreira.
D. Mari Ribeiro.
D. Maiia Theodoliuda de Macedo.
D. Carolina Leal Res.
D Maria Leal Res.
D. ugen a Lemos.
D. Alejandrina Gibson.
D. Thuresa de Andrade Lima.
D. Zebina d"Macedo Borges.
Commissao da festa
Os Illms Srs.:
Vicente Silva.
Antonio de Pinho Borges.
Migue! de Abreu Macedo.
Hoetmiano Carneiro de Moraes.
Antonio Jos da Silva Braga.
Jos Gomes Ganches.
Caxanga, 10 de Janeiro de 1886.
ffrO Vinho de Extracto de Figado de Bacalho.
de Chevrier, composto de tal modo que urna co-
lher de vinho corresponde exactamente a urna co-
lher de oleo de figado de bacalho.
As doses do vinho nao devem exceder s do
oleo-, ellaa variario segundo a idade e a consti-
tuiclo do-individuo, entre urna (?) e quatro (?)
colhero*-por dia.
E' de grande importancia nao exceder este dose,
um- medicamento nao preenche os seus fins logo
depois de tor paseado a bocea; chegando no os
tomago deve ser digerido para tornar-ae til;
era. as dosea excessivas nao se digerem, ellas
acairagam pelo contiario perturbacoes gstricas
de naturesa diversa, como o prefeaaor Devergie
lio utilmente assignalou. Eis porqu chamamos
a attencSo dos doentos sobre nm ponto muito dig-
no de conaideracio : Nio ha exageraco falsa no
rotulo do Vinho de Extracto de Figado de Baca-
lho, de Chevrier, nao pode haver exageracao im
prudente na ana administroslo......
(Revue Medcale.)
COLLEGIO
DE
Ra
do
ltii-o de H. IIorja
oiiir'ora do Sebo
Os traba'hos deste instituto de educaco de me-
ninas, fundado cm 1876, ouiecim a 11 de Ja-
neiro.
A directora, havendo-se transferido para o pre-
dio cima dito, de ptimas condcos para estabu-
cimentos deeta ordem, tendo longa pratica de ma-
gisterie, desde 1873, e auxiliada por habis profes
sores, espera continuar a merecer a contianca dos
Illms. Srs. interessados.
Ensilla-se : pri me iras letras, purtugues, francs
inglez, nllemio, geographia, historia, msica, piano
desenlio, costuras c bordados de difiereutes ge-
nero*.
Augusta Carneiro. ,
Banco de Crdito Real em
Pemambuco
Este Banco, autorisa'lo pc'o decreto fe. 9457 de
11 de julho de 1885, dar comcoo m suas opera-
coes no dia 2 de Janeiro de 1886.
As opeaccs fundamentad o Banco sao :
Fazer emprestimos de quuntia nao inferior a
5:000fO0O sobre hypotbeca debens imroovect a
longos prases com amortitaca* por annuidades.
Este* t'inprcjtimos soiao :
Contracta los por tempj uilon-.eiitr de 10 anuos
sobre primeira hypothec constituida, ce tida &u
subrogada.
Feitos por metade do valor dos immoveis ru-
nas ou por tres quartos dos urbanos cm lettras
hypcthecariaa do Banco, ao par, do valor de.....
100000 cada urna urna e do juro de 7 0|0 aoanno.
Reembolsados por mel de aunuidades pagas
pelos mutuarios em moeia carrete, divididas em
semestres.
Os emprestimos podem ser pagos antecipada-
mente no todo ou em parte, cm moeda corre ute ou
em letras bypothecarias ao par, a vontade dos
mutuarios.
As aunuidades compebendem ojuro conven-
cional, a amortisacao do capital mutua lo e a com-
missao de 1 0|o ao Banco.
Na base dos juros de 80i0 ao anuo, a tabella das
animidades para 1:000/000 a seguate:
1554820 annuaes.
124J059
109*345
101|906
97|336
Contrato* por 10 anuos
- 15 >
. 29
S^ 25 .
. 30 .
GOLLEGIO
DE
Nossa Senho aPaz
No escriptorio do Banco ra do Commercio n.
31. dar se nao os demais esclarescimentos neces-
eanos.
Reeife, 31 de dexembro de 1885.
Pelo banco de ere lito Real em Pemambuco,
Os administradores
Manoel Joo de Amorim.
los da Silva Loyo Jnior.
Luis Duprat.
Cajurubba
Cara de As t hu a
Atiesto que soffrendo miaba flha Alzira,
menor de quatro annoa de idade de acc.es -
sos asthmaticos que resistirn) a diversos
remedios allopatbicos, e houieopathieos,
obteve excellcate resultido com o uso do
preparado-vinoso Caiarubba do Sr. Fir-
mino Candido do Figueiredo, porquanto
desapparecerara esses accessos ha quatro
mezes e que me taz acreditar na sua com-
pleta e perfeita cura.
Parahyba do Norte, em 31 desembro
do 1885.
Luiz Frederico Codeceira.
(Bacharel em direito e inspector d'Alfan-
ga da Parahyba.)
Estava recenhecida a firma.
a do Bario la Victoria si.
A directora deste collegio faz scieute aos Illms.
Srs. pais de familia de que no dia 18 do correte,
comecaro a tunecionar as aulas deste instituto, e
que continua a esperar a confianca e coadjuva-
c2a de que a julgarem merecedora aquelles Srs.
estorcaado-se ella para nis ama vez corresponder
aquella confianca.
Reeife, 7 de Janeiro de 1886.
A directora,
Morid da Pos e Freitas.
COMMERCIO
33Ra do Visconde de Albuquerque33
As aulas deste estabelecimento de ustruccio e
educaco abrir-se-bao no dia 7 do correte.
0 director,
Olintho Vctor.
Institulion Fraiifai.se de
Demoiselles
Ra doBaro deS. Ilorja n. 50
(antiga do Sebo)
0 uno lectivo loiti collegio
coKaia en 1 fle Janeiro fie
1886.
AMoia,
/. Adour.
Curso de pianito
Kraberlura
NO DIA 8 DB JANEIRO
Aulas, todos as tercas e seztas-feiras das
5 horas da tarde em diante
78KUA DA IMPERATRIZ-78
Collegio Nazareno
Riia do bario de H. Borja ns.
*8 e 4
Este estabelecimento do instruccao pri-
man \ e preparatoria acaba do transferir
se da cidado de Nazareth para esta capital,
ra do barito de S. Borja, ns. 38 e 40,
onde de 11 do corrento em diante franque-
ar sms aulas ao publico mediante as
contribuicoes seguintes:
Interno, por trimestre adiantado 150#000
Meio pensionista de 1." catego-
ra, mez adiantado 355O0O
Dito do 2.a, dem 255000
Dito de 3., idem 200000
Externo, tala aula, i em. jJOOO
Para mais ampias informagoos, no esta-
belecimento, onde se distribuem os cstatu
tos e regiment interno
Lista dos approvsdos cm Fovcreiro e
Novembro de 1885, nos exnftics que pree-
taram na Faculdade de DircitJ.
Portuguez
Arthur Vieira de Mello, npprovado ple-
nament.
Antonio Paulino Cava'cautc de Andra-
de, idem.
Maria' do Carino Je Albuquerque Neves,
idem.
Maria d'Oliveira Cavalcante, idem.
Hisbello Florentino C. de Mello, idem.
Man el Egidio de Azevedo Silva, appro-
vado.
Antonio Pereira de Maraes, idem.
Fabriciode Arruda Wanderley, idem.
Francez
Hisbello Florentino C. de Mello, appro
vado plenamente.
Fabricio de Arruda IFanderley, appro-
vado.
Jos Ignacio Xavier de Andrade, idem.
Jos Geraldo Goncalves Guerra, idem.
Manoel Egidio de Azevedo, idem.
Antonio Paulino Cavalcante de Andra-
de, idem.
Manoel Pereira de Moraes Cysnciros,
idem.
Inglez.
Maria de Oliveira Cavalcante, approva-
da com distinecao.
Maria do Carmo do Albuquerque Neves,
idem.
Antonio Paulino Cavalcante de Andra-
de, approvado, plenamente.
Octaviano Cordeiro Coutinho, idem.
Jos Ignacio Xavier de Andrade, appro-
vado.
Latim.
Joaquim Gregorio Pessoa Guerra, ap-
provado plenamente.
JoSo Jos Lopes de Albuquerque, ap
provado.
Jos Ignacio Xavier de Andrade, idem.
Arithmetica
Octaviano de Arruda Coutinbo, appro-
vado plenamente.
Manoel Apolinario de Almeida, appro-
vado.
Geographia
Os mesraos, ambos plenamente.
Nao moncionao-BC aqu as approvacoas
abtidaa no Rio Grande do Norte.
Reeife, 5 de Janeiro de 1836.
Jos da Oliveira Cavalcnnte.
Collegio lie Nossa Mofa Das
Bolsa eomaaerelal de Pernam
buco
Recite, 12 de Janeiro de' 1886
As tres horas da tardo
Cotacet officiau
Cambio sobre Para, 60 d v. com 1 1/4 0/0 de des-
cont.
P. J. Pinto,
Presidente
Augusto P. de Lemos,
Pelo secretario.
KSNMMENTOS PBLICOS
Mes de Janeiro de 1886
Alva>ska~Dk 2 11
dem de 12
239:467,741
18:520^278
Re:bb)Ohiae 2 11
Id -m de 12
! 'T.c: raoTtaoiabDa 2 11
IS
i
2J7:988f019
9:039575
1:133*991
10:173/566
113:766/826
9:1564816
aacira dsiuioiDe 2 a 11
dem de 12
122:923/672
1:593/988
30.520
1:624/508
OESPAGHOS DE EXPOHTAgAO
Em 11 de Janeiro de 1886
ara o exterior
No brigue portuguez Cacilda, carregou :
:Para Lisboa, t. G. Brito 160 couros salgados
com 1,920 kilos.
- o patacho ingles Tiber, carregou ?
Para lialifVv, S. Brothers & C. 4.5C0 saceos
com 337,500 kilos de assucar mascavado.
No patacho inglez Brasil, carregou :
Para New-York, Engenho Central 1,082 saceos
com 86,560 kilos de assucar mascavado.
No lugar americano .da P. Gould, carre-
gou :
Para New-York, H. Forster & C. 1,100 saceos
rom 82,500 kilos de assuca mascavado ; M. J. d.
Rocha 500 ditos com 37,500 ditos de dito.
Na barca sueca E. V. Almgritt, carregou :
Para New-York, J. Pater & C. 6,500 saecor
com 487,500 kilos de assucar mascavado.
No patacho portuguez Italia, carregou :
Para o Porto, P. C. de Alcntara 300 saceos
com 22,00 kilos de assucar mascavado.
Para o Interior
No lugar portuguez Temerario, carregou :
Para o Hio (irunde do Sul, Burle C. 125 tac
eos com 9,375 kilos de assucar branoo e ditos com
1,875 ditos de dito mascavado ; L. J. S. Guina-
raes 175 ditos com 13,125 ditos de dito branco o
25 ditos com 1,875 ditos de dito mascavado ; F.
A. de Azrelo 100 ditos com 30,000ditos do dito
branco ; T. de Azevedo Souz* 150 ditos com
11,250 ditos de dito.
No lugar norueguense Correo, carregou :
Para Pelotas, Maia & Itczende 880 volume*
Collegio Scle de Janeiro, para o
sexo reminino
A abano ass guada, avisa os Senhores paes de
familia, tatures e correspondentes que a 7 de Ja-
neiro prximo, na ra do Visconde de Pelotas (an
tiga do Aragio) n. 1, abrir um collegio para rdu-
cacao e intruccao de meninas. Sob sua direceo
e com o auxilio de professores e professoiaa com-
petentemente habilitados, nelle se ensinaroaa
primeiras letras, portuguez, francs, geographia,
desenho linear e de figuras, msica e piano, toda
qnalidade de trabalhos de agulhas o de flores.
As condiooes para admisso sao as geralmente
adoptadas nos estabelecimentos de igual naturesa,
havendo, porm. reduccao de preco.
Afianca a boa bygiene, educa alo esmerada e
toda dedicaco e zelo na iostrucclo.
Pode-se desde j tratar na referida casa.
Reeife, 4 de Dezembre de 1885.
A directora,
Leopoldina de Siqueira Varejao.
Este estabelecimento de instruccjlo pri
maria para o sexo femenino tem a sua s ie
em urna confortavel chcara na Ponte de
Uchoa n. 10.
As materias ensinadas no collegio silo as
seguintes : religiitu, portuguez, francez,
inglez, allemao, historia, geographia, piano,
desenho, pintura, bordados e flores.
As liuguas falladas no collegio sao : a
franceza, inglcza o alloma para as quacs
t.in inustras que rcsidsiu uo collegio.
As directoras encrregaiu Be segundo a
vontalo dos pais de prepr.rar as alumnas
para fzer exaines na .Academia.
Lista das alumnas quo fzeram exames
na Aoademia:
I88. D. Julia de Oliveira, inglez distiBC
<\>, francez plcnamentee
D. Iiabel a. Pires, idem.
1884. D. Maria Eugenia de Mattos, inglez
distincySo, francez idem, portuguez
idem.
1885. D. Htrii C. MinUiro, iaglez di.
tio co, francez plena iifut'-.
D. Plavia Cat.i L >pes, francez plena
mente.
Directoras,
Auna (Jarroll.
lcrmina MiduilU
COLLEGIO
Instituto Acadmico
Ra do visconde de CSoyanna
n. 153 (Hondego)
Este collegc cstabele-ido em um dos mais vas-
tos edificios desta cidude, acha-se conveniente-
mente preparado para recebvr alumnos internos,
semi-internos e externos.
A situaco do edificio em um dos lugares mais
hygienicos, a dispoaicaj dos saies de estudos e
dormitorios de accordo com a boa disciplina, a ex
cellente chcara para recreios, o corpo docente e
a longa pratica do director as materias do eneino
devem ser penhores assaz sulEcientes de ptimo
desenvolvimento physico, iotellectual e moral da
infancia.
Penses c honorarios
Os pagamentos sao feitos adiantadamente por
trimestre.
O director nao fornece objecto algum ao alumno
salvo couvenco de seu pai ou tutor.
Os alumnos internos ; g*rX>t>ir ri-
mestre
Os seini- internos da escolo nftB
Os semi-internos do curso secunda i o
Lavagem e engommado de roupa
Externos d curso primario
Externos por qualquer classe de curso
secundario 16/000
Por qualquer classe de artes 15/000
Piano 30/000
150/000
75/00j
tOO/00
20/000
20/000
- DESPACHOS DE IMPORTAgO
V p r m.ional Cear, entrado dos por-
tos do n rt, no dia 12 do corrente e con
signado n Bernardino Pontual, manifes
toi ;
B rr s vazios 26 a Marques Lima
dC.
M rias diversas 5 volumes a Mi-
guel Jos Alves, 22 ordem.
P!; ;zias 56 a Marques Lima K C.
com 72,849 kilos de*a sucar (rauca e 120 ditos
com 10,848 ditos de dito mascavado.
No lugar norueguense Chance, carregeu :
Pa'a Pelotas, Maia & Rezendc 650 volims
cim 58,378 kilos de aesu :. r branco.
No patacho naci- ai. Otear, carregou :
Para o Pr, J S. Loyo & Filho 650 barrica?
com 49,374 kilos de assucar branco.
No hiate racional S. Bartholomeu, carre-
gou :
Para Mossor, S. Nogueira & C. 5 barrs < om
480 li!rj3 de agurdente.
= No hia'c nacional Joao Valle, carregou :
Para Maco, E. C- Beltrao & Inr.o 5 volumes
com 903 kilos de assucar branco ; M. Amorim 400
saceos com farinha de mandioca e 70 dit:s com
o-.ilho.
Na barcaca J. Asteada, carregou :
Para P. de AUgoaa, M. A. C. de Afaajo 1 bar-
ril or. 95 litros de agurdente.
Na barcaca Pedro Americo, carregou :
Para i'arahybi, J. Baptista 400 saceos com fa-
nn'ia d i mandioca.
Ni barcaca Flix Sociedade, carregou :
Par 4 Mamanguape, Amorim I raos & C. 300
saceos e un farinha de mandioca.
N-i barcaca J. Palmcira, carregou :
Para r*. e Alagoas, Maia & Resende 100 sac-
eos com arinha de mandioca.
N- 'late nacional Deui le Salve, carregou :
Para Aracaty, Maia & Rezende 100 saceos
com fai i iia de mandioca.
N.. "ircaya Rotalina, carregou :
Para M .cahyba, Amorim Irmos & C. 1,000
saceos c m farinha de mandioca.
.tJVMENTO D ) PORTO
Navios entrados no dii 12
e escalas13 dias, v.ipor nacional Cear,
1,999 toneladas, c nnmaudante GruiiocrioH
Pacheco, pquipagfin 60, carga vari->i gneros ;
a Bernardino Pontual.
Bueuoo-Ay.ci 23 das, lugar americano Slascol-
le, de 593 toneladas, capitao (i. P. Btckley,
eqipagem 9, em lastro ; a Henry Forster & C.
Buenos-Ayres23 dias, patacho ameiicano Red
Yfhile, de 523 toneladas, capitao George W.
Dow, equipagem 7, em lastro ; a Henry Fors-
ter & C.
Liverpool e escalas19 dias, vapor inglez Orator
de Kl!> t nieladas, command ute J. D. Platt,
equipagem 88, carga vanos gneros; a 8aan-
dors Brothers 4 C.
Navi'-s sahidos no mismo dia
Rio d-' Janeiro por escalas Vapor nacional Cea-
rdjComiuaudautc Guilherme Jos Pacheco, car-
ga varios gneros.
Para Patacho nacional Osear, capitao Albino
Vas, eara varios gneros.
Guam -Patacho diuauiarquez Amor, capitao E.
Jansou, cm lastro.
Pnr Patacho nacional Osear, capitao Albino
Vz, carga varios gneros.
VAPRKS ESPERADOS
Paranagu lo sul hoje
Finance dosul amanh
do sul amanh
Espirito Santo do sul a 16
Araueania da Europa a 17
Baha do norte a 23
Tai Plata da Europa de New-York a 24
Cearense a 25
Orenoque do sul a 25
Pernanluco do sul a 26
Neva do sul a 29
Resultado dosexamesde instruej&o prima
ria, prestados pelos tJiiinnos do coll"gio
durante o auno de 18?0.
Antonio Augusto Ribeiro, approvado com da-
tinecao.
Antonio Feruandes Ribeir > Jnior, idem.
Antonio Augusto Pereira da Silvr, idem.
Jos Alves dos Santos Mergo lia approvado ple-
namente.
Manoel do Nascimento Pontos Jtiior, idem.
Jos Cyrillo dos Santos Ferr-ira. dem.
Manoel Joaquim dos Santos Ferreira, i icm.
Joao Liberato Pereira de Mel o, Ufan.
Joao da Silva Loyo, idem.
Alberico dos Santos Coimbra, .
Manoel da Cunha Brando Jnior, approvado.
Jos da Cunb.i Brando, id.'in.
Jos Campos Pereira, idem.
Silvino Guilherme de Barros,uletn.
Resultado dos exames officiaes prestados polos
alumn.s do collegio em 1886.
Pertoguez
Carlos Adour, approvado com di^tiueelo.
Mauoel Solano Nunes Machado, inipMrrad* plena-
mente.
Jos Martina Fiasa, idem.
Joao Manoel Puntual, idem.
Jos Fiorlindo do Nascimento, Je.
Amades dos Santos Coimbra, idem.
Jos Neves Tavares, idem.
Bernardo Cmara, idem.
Carlos Ferreira Coimbra, idem
Augusto da Costa Ferrera, idem.
Manoel Marques Amorim Jnior, idem.
Manoel Goncalves Nunes Machad dem.
Joaquim dos Santos Lessa, idem.
Natalicio Cambles, idem.
Antonio Ayres de Almeida Hialina, approvado.
Luiz Gonzaga Muniz Nunes, idem.
Alfredo dos Santos Lessa, idem.
Manoel Carpinteiro Peres, idem-
Francisco Augusto Pacheco, idem.
Arthur Cysneiro, idem.
Eugenio da Costa Ferreira, idem.
Bepro vado 1.
Francs
Menoel Marques da Amorim Jnior approvado
com distinecao.
Olavo Carneiro de Albuquerque M.u-aulio, idem.
Adolphj de Almeida Guimares, ajprovado pie
mente.
Manoel Goncalves Nunes Machado, idem.
Carlos Ferieira Coimbra, dem.
Joo Ferreira da Costa Lima, approvado.
Manoel Martina de Amorim, idem.
Francisco Augusto Paeheco, dem.
Amadeu Coimbra, idem.
Antonio Ayres de Almeid-v Freitas, idem.
Bemvindo Loureiro, idem.
Zenon Loureiro, idem,
Nntalicio Camboim, idem.
Jos Manoel Lins Wanderle
Joaquim dos Santos Lesa
Bernardo Cmara, idem.
Ingl
Jos Martina Piusa, appro
Jos Fiorlindo do Nascim
Ipnamcntn
.v loor, dem,
la. IgRuui.) Cabral de Vascoucellos, dem.
Autou Kiiii io Salles Abreu, apprevado.
Mir -' Sn'aiio Nunes Machado, idem.
Jtil Wiii 11 Pontnnl, dem.
Are ci Camboim, idem.
/fimo di Silveira Pontual, idem.
La'.im
Jos .Maitins Fiuza, approvado plemamente.
Alfredo da Silva Loyo, idem.
Joo Ignaeio Cabral de Vasconcellos, idem.
Bernardo Camftra, approvado.
Celso Colombano da Costa Groe, idem.
Jos Gaspar da Silva Loyo, dem.
Arcnncio Camboim, dem.
R.'piovados 2.
Geographia
Oiympio Freir de Vaneoncellos, approvado cem
disiincco.
Lenidas Dattos Torrea, approvado plenamente.
Celso Colombano da Costa Cune, dem.
Zeferino Pontual, idem.
Cincinato Camboim, idem.
Antonio Emilio Salles Abreu, idem.
Sebastio Lyns Wanderley, idem.
Joaquim Nunes Coimbra, idem.
Curios Adour, idem.
Joo Ignacio Cabral do Vasconcellos, idem.
Alfredo da Silva Loy->, approvado.
Joo Manoel Pontual, idem.
Alfredo Osorio de Cerqueira, idem.
Mauoel Martins Amorim Jnior, dem.
Historia
Eduardo Innocenco Ferreira da Silva, approva-
do plenamente.
Oiympio Freir dd Carvalho, idem
Joa Ignacio Cabral da Vascoucellos, idem.
Ciucinato Camboim, idem.
Horacio de Almeida Guimares, idem.
Pompeo da Silva Loureiro, idem.
Joo Fnn'seo d'Arruda, idem.
Arithmetica
Carlos Dantas Bastos, approvado com distinecao.
Jos Martin s Fiuza, approvado plenamente.
Joo Ignacio Cabral de Vascancellos, idem.
Cincinato Camboim, idem.
Joo Francisco de Arruda, den.
Horacio de Almeida Guimares, approvado.
Antouio Emillio Salles Abren, idem.
Geometra
Oiympio Freir de Carvalho, approvado plena-
mente.
Sebastio Lins Wanderley, idem.
Carlos Dantas Bastos, idem.
Joo Ignacio Cabral de Vasconcellos, idem.
Cincinato Camboim, dem.
Horacio de Almeida Guimares, dem.
Joo Francisco d ArruJ.i, idem.
Pompru Liurciro, approva lo.
Algebra
Horacio Je Almeida Gjiinree, approvado plena
mente
Cincinato Camboim, idem.
Pompea Loureiro, idem.
Carlos Dantas Bastes, idem.
Reprovadcs ^
Bbttoriea
Jof Martins Fiuza, approvado plenamente.
Jos da Silva 1. iy >, approvado.
Arconcio Camboim, idem.
Joao Manoel Pontual, idem.
Horacio de Almeida Guimares, dem.
Bernardo Cmara, idem.
Rcpro vados 1
Pbilosopfaia
Horacio de Almeida Guimares, approvado plena
mente; s
Joo Igiixcio Cabial tic Vaee mcellos, idem.
Cincinato Camboim, idem.
Pompeu Loureiro, ideir.
Lduaruo Iiinciencio Ferreira di Silva, idem.
Reprovid s 1
Approvados cotn d tiuc^.i>
Appr-vados plena-.'ente 6
Approvados te
corrente Manoel Csrdoso de Lim Figueiredo.
E para que cliegue ao conhecimentj de quem
inr ressar possa, mandou r> juiz paasar o presente
Keeife, 11 de Janeiro de 86
O eserivo io jury,
Florencio ti. Miranda Franco.
De.- ordem ilo Illm. Sr. Dr. Joaquim da
Costa Ribeiro, juiz de direito do Io dis-
tricto criminal do Recif-*, fjfo saber quo
em v'rtude de rjcursos eleitorana inttrpos-
tos por Manoel Marques de Abreu Porto
forana eliminados da qualifioacAo di pTJ-
chia do 8. Froi Pedro Qoncalves os cida-
dSos Igiiacio Delfino lo Xasciiueuto e Joao
Baptista deilsdeins sendo confirmados
os qui intepoz conlr.t os cidadaos :
Juvenal Francisco Machado.
Fortunato Jos de Oliveira Lima.
Manoel Mnthias de Souza.
Josu Joaquim dos Ssntos.
Pedro da Silva B.istos.
Deoilato Fernandos Rosas.
Jovino Constancio M>nteir> da Franca.
Jos Francisco do Amparj.
Theophilo Augusto de Azevedo Souza.
Julio Tncophilo Peclr) do Rosar!.).
Lionard) Attieo Liw.i.
Eugenio Antonio da Costa Siqueira.
E para qu> cheguo ao conhecimenti de
todos, mandei lavrar o pr Recit-, 12 de janeiride 1S86.
O cs-rivao do jury,
Florencio Rodrigues de Miranda Franco.
Tot..l ll
Reprovadns 6
Matricular; in-se nal acad- mias >lc. imperio 7
Para coiiheeiin^uto publico o director io lo col-
legio declara que os cursos .lo futur aun > leetivo:
coinecaro a 15 de Jan- iio de lb86.
Reeife, 24 de Dezembro do 1885.
O director
Jos Ferreira da Cruz Vieira.
}{
(i
}{
COLLEGIO
Vinle e Cinco de Marro
As aulas deste collegio abrir
11 do corrente.
83Ra de Gervasio Pires
ir-se-bo j I
83
EDITES
ECLAMCOES
Arsenal de guerra
De ordem madas as 4 0 pessoas que se habilitaram para
costurar no corren e anno, afim de receberem suas
guias, nos dias 11, 2 e 13 deste mez.
Secco de costuras do arsenal de guerra de Per-
nambucj, 9 de Janeiro de 1886.
Flix Antonio dd Alcntara,
Alteres ajudante.
Secretaria le polica
for e3ta reparticiio e de ordem do Illm. Sr. Dr.
.li'c '' :a se convica a >s senhorc dos escra-
vos ate'zn me iciona 1-s afim de viren ou manda-
rcm reclan.ar a entiesa dos mesinos cdcrnvos den-
tro do praso de 20 diai que Ibes fiea marca lo.
Antonio Joa*quim, de Flix Vc'es do Nasci-
u.euto.
Jos, do Maneel Clcnentino Al.ej.
Luiz, de Joao Dias da Silva Coitinho.
Mara Archanja, do cenhor do engenhi Rocha
daVelha.
r'c.-ie aria de pi'.'c a 'e fcruanibaeo 8 de janei- i
ro re 18 >.
O eceictarp.
Joaqni n Fiaiiciseode Arruda
EdHa;72i^
I),: orJe n do in:p ctir gei-^1 d.i ins-rueco pu-
blica. chaina-B>- a > ttenc > (loa senhores rrofesro
res publ eos para o dispisto no srt lk3doregn-
lam-nto de 0 de fevereiro de 1SS qur dispe :
Os delegados Iliterarios sao substituidos rm
seus iinpediin.ntos : 1" pelos pr- motores publicos
na sede dos tercios u fra dahi pe oa jarochos ; 2o
felos auppl-utos de ju'scs iiiujicipais, e 3" pelo
juiz de paz que es iver em ezerei.io ao reepectivo
Jistrietc, deAendo communiear a seu substituto
mmediato o impedimento'que tiver
h se declara que cm vista de seuielliaiita dispo-
sieo nao podem que.lles i-iuejonarios requerer
attestados de exercieio aos delegado* literarios
substitntos seno quandos estes tenham p..ssddn
a jni iidicco os effectivos uu nos casos de vaga,
deve ido ser observada a ordem de substituidlo
estabelecida, e devendo os attestados constar o
motivo pir que acha- e em exercieio o cubstitnto
e se para assumil o rece eflVetvo.
S'-cretaria da instruccao publica de Pemam-
buco 8 de Janeiro de 1886.
O secretaiio,
PergeiiUno S de Araujo Galeno.
Sua Magcstade EMei D. Fer-
nando
A junta administrativa do Hospital Portuijuez
de Beneficencia em F ernambuco, sentida pelo
passamento eterno de S. M. El-Itei D. Fernandj
pai de S. M.E.'-Rei D. Luiz, convida a todos os seos
useoeiados c a Colonia Portuguesa residente na
cidude a comp.icjerein na capella do memo los
pital no dia 14 do corrente s 8 horas da manhi,
afim de assistirem a inissa que po- sua alma manda
celebrar, trigsimo da do seu passamento, pelo
que desde j se confessa agradecida.
Secretaria do Hospital Portnguez de Benefieen-
eia cm '.'eri.ambuc>, 11 de Janeiro de 1886,
O 2* eecretaria,
________________ Manuel Martins Capitn.
De ordem do Illm. r. Dr. Manoel da Silva
Reg, juiz de direito do 4o distrieto criminal, faco
saber que o recurso eleitoral interposto por Ama-
do Amador de Araujo Pessoa teve provim-nto,
sendo pelo mesmo juiz mandado qualificir como
cleitor da parochia da Bia-Vista.
E para que cheque ao conhecinento de quem
intere-sar possa, mandou o juiz fazer o preteuto.
Recite, 11 de Janeiro de 86.O rscrivo do
jury-
Florencio R. Miranda Franco.
^ De ordem do Illm. Sr. Dr. Adelino Antonio
de Lina Freir, jus de direito do 2 distrieto
criminal do Reeife, faco saber que toi qualificado
como eleltor da parochia de Santo Antonio o re-
Instituto dos Professo-
res de Pemambuco
Nao se tendo reunido hoje numero egal de a-
seciadospara toustituir a > ssembla geral, sao de
novo convidados todos os socios a se reunircm na
Je do Instituto, s 10 horas do dia 13 do cor-
rente, afim de, ns 85 eleger-se o novo conseiba
adiniiistratiyi., cono t-imbem tratarse de outr.s
negocios de intereace dos associados e da clase.
Reeife, 9 de Janeiro de 1886.
O 1. secrt torio,
Turqoato L. Ferreira de Mello.
Club Concordia
Augemeioe Kegel Abende
Dientlag & Freitag
Die mitglieder werden eingeladen sahlreich su
erscheinen. Fur Essen und Trinxen wied be -
tens gesargt sein.
Der Hauswart.
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
Anda urna vez, por ordem do n sso irmo di-
rector, chamo a attcnclo de todos os irmos que
se acham ns expesto do % 1" do art. 19 dos nossos
estatutos, entenderera-se ou c m o iruiii the-
soureiro ra da Imperatriz, ou com o irmo di-
rector ra do Brum (Fundico), afim de que
possam gosar de seus dreitos.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechancos e Libernes de Pemambuco, em 5 da
Janeiro de 1886.
Jos Castor de A. Souza.
2 secretario.
Theatro de Variedades
idem.
3em.
ado com dienceao.
|to Lima. nppruVado
M
j'J CHA
NA
COirAMIinVMCO-GOHCI-DUIAIIGi
DIRIGIDA PELO ARTISTA
EMVAlsZ\ HOLAllXI E LtlZ M1LOXE
AKANHi!QnitB-fidn, 13 ao Janeiro fle 1886AMANEA!
Grande e importante espectculo
TERCEIRA E ULTIMA REPRESENTACO
Da grandiosa opera lyrioa, em 4 actos, do maestro G. VERDI
ERNN
que tentagradou as duas primeiras recitas.
PERSONAGENS
Ernani, bandido......
Carlos V, imperador ....
Silva, grande fidaigo ....
Elvira, sua pupila.....
D Ricardo, escudeiro ....
Joanna....."...
Yago. .....
Coros de bandidos e cavalleiros
Importante aviso
A erapreza cora w lim de proporcionar um divertimento ao alcance de todos o*
DILETTANTI, de Boordo com os proprietarios do Theatro, resolveu praciear outr..-
importantes e intispensaveis reformas, o augmentar 8 camarotes baixoa, diminuindo a
djcsiuo tempo os pre^s na ordem seguinte:
Camarotes (altos) de 1.a orlem. 10^000
Dito (baixos) frisa....... 8000
Ca eiias de 1.a classe e varandas 2^000
Ditas do 2.a dita........ 1#500
Entrada geraes........ 10000
Sr. Ganzini
Sr. Dominici
Sr. Bara:chi
Sra. Springer
Sr. Tirelli
Sra. Cly tupia
Sr. Guilherme
3NT. DB
DopoiN do eftpeciaciilo hnver Irem para Apipu o
e ituuN dais llnha Fernandes Vieira e AfogaiioM.
O* itoniis uo lariio do Palacio. O bon.i da Magdalena s kaver quan-
do o csipectarulo acabar depoiN do horario do ultimo bond dd campa
obla, que panna na roa Nova ais 11 e 4% minutos. ,
PRINCIPIAR^. S 8 1/2 HORAS.

I



Diario de Pemambucotyuarta -feira 13 de Janeiro de 1886
o

\

RelagSo dos collegios e modistas da fregu
zia de Santo Antonio, colleotadoa na
forma do art. 2." % 16 da le n. 1,860.
CollesioM
Cabuga
N. 7. I). Augusta do M. Caruciro
R-go
bunio Amato
N. 72. Jote de Son Cordeiro Si-
mes
Imperador
N. 43. D. Mara C. Baudiira M
galhies
S. Frtncisco
N. 72. Hcrmino Rodrigues de Si-
qdeira
Mrquez do Herval
D. Mara l'orciuncula
Bario da Victoria
46. D. Maria da Paz Krtitas
MOlllMlAM
Huro d Victoria
32. Un. Theard
Duque de Caxias
18. Mine. Roaa d'Oliver*
Paulino Camina
26. Mine. Balbiua Maria do Nas-
ciraeuto
Pedro Affono
N. 37. Mine, l'.luvirge. Mara C lho
Trineheiras
Mine. Malina Villela
Marque do Herval
N. 14. Mme. Mar. Port
Livriimnto
Fraucuc.i Le I de
N.
N.
N.
N.
80*000
120*000
100*000
IGOiCOO
oosooo
6'JJOOO
MfOM
30*000
20000
20* 00
19J200
20*000
N. 24. Mine.
Barres
N. 39. Mono. Maria Jos do r. Si
ornes
N. 63.
N. 50.
N. 45.
10*000
50*0)9
Uarao da Victoria
Mm-. Uucasble 40-50(0
Trineheiras
Mme. Francisca Soarcs 20*000
Imperador
Mine. Leo-ir Porto 4 l.o de Marca
N. 17. Mme. Mquiliu 46*000
N. 18. Mme. Victoria Bernarli 40*000
Imperador
Moje. Cotnlu a?*SS
1.a Seceso do Consulado Provincial, 30
de Dezembro do 1885.
O lanjador,
Izuloro T. M'ittos Ferreira.
RelacSo dos dentistas c tabelliftea colecta-
dos na forma do art. 2." 34 da le n.
1,860, na freguezia de Santo Antonio.
24iO00
24030
3GS000
:W00>
72000
24000
3(5*000
36 000
4?000
48U00
l.< liCisln-
l. de Usreo
N. 17. Thomaz Espiuca
N. 52. Joaquim Cmara
J. 4. ama Pompilio
Duque de Caxias
N. 60. Frederico Maia
Imperador
N. 63: Dr. Va
Duque de Casia
. 57. Patricio Morcira da Silva
Tbellinct
E-treita do H pari
N. 24. Antonio B- da Silva Lobo
N. 28. ApoliraiioF.d'A'buqiicrque
MlHIMn
Imperador
N. 48. Jus Bonifacio d s Santos
Mergulhao
N. 46 Fulgencio S. d'A. Helio
1.* SeccSo do Consulado Provincial, 30
de Dezembro de 1885.
O lancador,
Izidoro T. Matto Ferreira.
Relaco dos eollicitadore, collectadoe conforme
art. 2 34 da le do orcamento vigente :_
Antonio Moreira Das
Antoaio Marques Correia
Eugenio Lauro M. Monteiro
Innoeencio P. Xavier Ramos
Joaqiim C-valcante de H. Albuquerque
Domingos Jos Marque
Antonio da Silva Ramo Nevcs
CaeUuo Pereira de Britto
Faustino Jos da Fonscca
Flix Pi reir de Lima
Joio Ferreira Pinto Guimaraes
Jos Cocho da Silva Araujo
Justina Rodrigues da Silveira
Custodio Moreira Diaa
Diogo Baptista Fernandes
Joao Rufino Ferreira
7J200
7*200
9*600
'.'600
9*600
9J6-.K)
18*000
9*600
JA600
9 5.601'
12*000
16i000
12*1)00
600
1J3KJO
65-W0
7210
7 6200
9 600
7 o 2' 1
12*000
!i*600
12*000
12OOO
7-3200
12*000
7*200
1 iJOtl
9 GOO
12*000
12*000
y*6
I2*00U
'.'3600
12 00.)
12*00*
9*600
12*00 J
S6 XI
__ Pela secrotaria da cmara municipal da ci -
dade do Itocfe se fas publico a quem inti-ressar
posaa, o artigo 8" da lei n" 1129 de 26 de junho
de 1873
Ar 8* No priineiros oito dias do miz de ja
Miro ie cada aun", tjdus os mdicos, cirurgioee,
pbarmaceuticos, droguistas, parteiras, sangrado-
res, dentista e veterinarios, mandarlo cmara
municipal a declaracao de seus nomes, nat iral-
dades e inora as, afim de que el'a possa maudar
pu' licar a lista de tudas as peasoaa : o infracto-
res serio multado em 10*.
Secretan t da cmara municipal do Recite, 31
de deziinTo de 1885.-0 secretario,
Francisco de Aasis P. Rocha.
Tliesoiiraria de Fazenda
De orde i do Flu. Sr. iosj e rtor, taco publico
que no da 14 do corrente, pelas 11 horas da tna-
n 3, rcob'm-ie propotus, em cartas fechadas,
rara o forueciuiinto de boi vivos p.ra Fernando
de Norohn, no semestre de jauciro junho deste
anuo '
Thcsouraria de Fazcnda de Piuambuco, 8 de
Janeiro de 86.O secre'ari ,
Liis Emydio P. daCaiorr'.
Banco do Brasil
Pagase o 64 dividendo deste banco, razio
do 8*000 por aceito, no eicriptorio de Pereira
Carneiro & C, ra do Cominercio n. 6, primeiro
andar.
coTpama
Locomotora pcrnain-
bucana
Dj onforjiidade can art.5" d js estatutosdesta
eompanaia convido aoa senhores accionistas rea-
lisaie n a nona prestacao de suas entradas razo
de 10 O/J sobre o cap'al das acces subscriptas.
Para este fin podem dirigir-se ao Sr. thesoureiro
' m stu escriptorij A ra do Mrquez de Olinda n.
56, 1 andar.
Escriptorio d.i directora r'a compinhia Ltec-
motora Pernambucana, em 12 de Janeiro d" 86.
S. de Barros Barreti,
Director secretario.
Nanla Casa de Misericordia dr
Recite
Na secretara da Santa Casa de Misericordia do
Recite, arrendam-se por espago de um i tres an-
uos, as casas abaxo declaradas :
Ra da Moeda n. 45,
dem idem n. 47
dem *dem n. 49
Ra do Bom Jess n. 13, 1 andar
dem idem n. 13. 2' andar
I '.em idem n 14, pavimento terreo e !
andar
dem idem n. 29, 1- andar
Ra dos Burgos n. 27
Ra do Vigario n. 22, 2- andar
dem idem n. 22, 3o andar
Ra da Madre de Deus n. 10-A
Caes da Alfaudcga, annazem
Ra de Sol. sobrado n. 9
Urcco du Abreu n. 2. loja
Largo do Paraizo u. 29 2- andar
Rita da Detencio n. 3 (dentro do quadro)
mei'ugua 84*000
Becco do Quiabj n. 8 144*000
Secretaria da Santa CaSh de Misericordia do
Recite, 29 de outubro de 1880.
O eacrirao, Pedro Rodriquet de Soiaa
The Mew London and Brasilia
Bank Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ruados Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezen.
AGENCIA
iioinpanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelelda em i55
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 18 84
Martimos..... 1,110:000^000
Terrestres, o.6:000$000
44 Itna do C numrelo -
MARTIMOS
300*000
3UO0O0
30O#U00
3 0*000
2104000
600*000
240*1 00
216*000
2404000
240*000
200*000
1:600*000
6o0*00o
4S00 300*000
Jos Nicacio da Silva
Joe Xavier Coelhe
Orestes S. deC. Neiva
Tranquilino dos Santos C. Branco
Antonio Augusto da Frota M
Jos da Csta tt. Lima
Alexandre A. C. Padilba
Alonso Jorge de Mello
Francisco Egydio de L. Fieire
Lydio Al< rano B. de Mello
Vicente L. da Costa Campello
Manocl Lail Viegas
Francvliiu A. H. Chacn
Cus.-y Juvcnal do Reg
Frederico Chaves
Pkilotoeno Correia de Araujo
Joao da Silveira B. Tavora
Joaquiui Jos de Abreu
Jos Thcjdoro Gomes
Mauoel Ignacio T. Bandeira
Miguel Rodrigues
Joao Cae tao de Abreu
Jos Al ves Barbe sa
1 Seccao do Consulado Provincial, 30 de D. -
zembro de 1885.
0 l*eea Escola Normal
Matricidas
fV- srl.m do Dr. director, e em obsfr Baca
da d:spo.icio do art. 74 do rei.ncnto i^t. rno de
l7desetembro de 1880, fu-se publica, a quem
iatcrcssirpjssa, que ai matriculas fstarao ..bcr
taa desde o dia 15 do corrente at 3 de f..vrr.i.o
O r.-flii rmentos para matricula Mi a
corsa ,i."^nn ser instruido- com os docum
Milites :
I ,j f, U du Hade maior de 18 aonos |*nt os
almnii m l> sexo masculiio c de 16 para o, -i < fe-
i- C-T'itieado ou titulj de approvacae W efa.
mu m -C- las public-s de instruccio prim r. i.
- .-i.. c rrida ou certido de nao hav.- I
, cndiniiacito por algum dos crimes que pi
dem m.tivar ao profesor publico a peda Ja ca-
deira. ,
4" Atistalo de moralidad* passado pelo par-e
Cu tu autoridsde, quer policial quer litterar a d-.
treeuezia em que residir o peticionario.
Os matriculando* que nJo pilerem exhiDir t
tolo lee i .'lame em escola DUbllca
ur v rao inscrev. r se para ovj. 11
ida iesao, de que tiatam os arts. 75 77 do cita-
do regiment, qu comecarSo no da 5 do cor-
"para as matriculas do2*e3o bU que
aspeticoes Bejam docamen'tdis i m cei
de approvac'w exaiut lo preeJenic,
guardad a rerie<
regiine; i interno
Secretara di E: h N ll de ineiro d- 86. O ster. -
A. A I
;. d>
utos
EMPREZA DU GAZ
Pede-se aos Senho
res consuraniidoi'es que
queiram azer qualquer
comunicoslo ou reela-
iaco, seja esta feita no
escriplorio desta em^re-
z ra do Imperador n
29, onde tambem se re-
cebera qualquer cont
que queiram pagar.
Os nicos cobrador.es
externos sao os Senhores
irrmiH Francisco R>-
Jrigues Freir e Manuel
\iitoiiio di Silva Oli
veir;, e quaiKJo for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
lias Carvaiho.
TimI sos reciba dessa
-'mpre//:* eve ; sados >\n tihk'sca.irnba-
lost1 fi iuaiosp::io : bai-
Mssignado & o que
iivo v. !or atguriK
GtMirg*? Wirnls ir.
RY.U MAIL STEAM PACKET
COMPANY
0 paruete Elbe
esperado
do sul no da 14 do
corrente, seguin lo
Jepois da demora
necesBara para
Lisboa e Soiilliamplon
Para passagens, fretes, etc., tracta-e com os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
SRa do Cotnmerrlo3
Linited SUtes & Brasil MailS.S.C.
O paquete Finance
E' esperado dos porto do
sul at o dia 14 de Janeiro
depois da demora necessaria
seguir para
tluranho. Para, Barbados, S.
Thomaz c Wew-1'ork
Para carga, passagens, cncommeudas tracta-
te com os
Agentes
llcnry Forslcr A C.
N 8 RA DO COMMERCIO N. 8
1.-andar
Mossor
Segu para o porto cima, o hiate S, Bart/io-
lomeu, com todt brevidade, recebe carga a tratar
ra da Madre de Deus n. 8, 4 fietes mdicos.
orto por Lisboa
**ejae e m b.e.lale para i> pirtos cima o
brigue pnrtugncz 'aleida ; para 0 reato '' Wtgx
e paspugeiros. tratn ee cjm us consignatarios Jco
dava SilLoyo di Filho.
Lisboa e porto
Seguc pa a os p irlos nc'pui a
birca poitu^ucia Novo KtVea-
do, r cebe curga ; a tratar com
Baltar Oliveir.i Se C, 4 ra do
Vigario n I, Ir a'dar.
Para Lisboa
A barca Pereira I3oro-ea seguir cun brevdace
para o porto cima i para o resto da carga tr i'a
se cornos consignatarios Si va 'Ja i maraes & C.
Para o Porto
O patacho portuguez Italia recebe carga a fre-
te : a tratar cota Amonm Innaos & C.
"^ iBttflB
Leilo
En on(iiM;i(o
De pns8aros 3 viveiros e niguas movis
Pelo agente Silveira
No caes 22 de Novenibro n. 28
A's 10 horas
Leilo
Da
arraagiio e gneros da importante ta-
verna, sita a ra Imperial n. 101
O agente Britto, devidamente autorisado ven-
der a armacao e os gneros, que sao de primeira
qualidade e todos novos, e outros objecto.
Garante-se a casa, eo aluguel mdico, tendo
a casa boas acomodacoes para familia, c s se
vende por so achar o dono do.-nte e precisar re-
t,rar-se.
Hilarla felra. 13 do corrente
A's 10 horas
Pacific Sleam Navigation Company
STRAITS OF MAQELLAN LINE
Paquete Araucania
E' esperado da Euro
pa ate o dia 17 do cor-
rente, e seguir para o
sul depois da demora
to costume.
AGENTES
Wllson Sons t C, Lntlted
11 RA DO COMMERCIO N.14

- f'.:v:f^z
au
C ompanhia lira llelra de %*re
xseio a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Cear
Cvmmtmdante o 1.' tenente Ouilherme Pa-
checo
IV esperado dos
porto do norte
nte o dia 12 de Ja-
neiro, e depois
da demora indis-
pensavel, seguir
para o porto do
sul.
Recibe tam -
bein carpa para i-auto, Pelota e Rio Grande d
Sul, trefe mdico.
Mitra carga, passagens, encoinmenda e valores
'mc'ifc-ae ua afencia
N. 4B RA IX) OOMMBIMMO 4t
PORTOS jDO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Comnanilante Juo Mara Pessoa
_ E' esperado dos porto do sul
at o dia 16 de Janeiro, c
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portoe
do norte at Manos.
Para eaflga, passagen, encomiaend valore
racta-ea agencia _
-ja? Ra do Co.ntm-ri.-io 40 .
CARGEIRS REli\IS 7
c omoonhia Franceza de !%areaa
ro a Vapor
Liuba quiuzcnal entro o Havre, Lis
OAit, Pern:*tnbuco, Babia,
Santos
Agente Peste
Grande leilo
QUARTA-FEIRA, 13 DO CORRENTE
A's 11 horas en ponto
No armazem da ra do Vigario Thenoro
ii. 12
De 1 mobilia preta de pao carga com tampo ie
pedra, 1 rica cama de Jacaranda massico, 2 ditas
de aroarello, 1 guarda louca, 1 guarda vestido, 1
elegante guarda pratos, 1 cama de ferro para ca-
sal, cadeiras avulsas, 1 mesa elstica de seis ita-
boas, jarros, candieiros para cima de meza, ditos
para meio de sallas, etc.
Em continuaeio
Se vender cento e tantos remos de faia.
Todoao correr do martello,para fechamento
de contai.
Agente Pestaa
Grande leilo
De cerca de 200 remos de faia
americanos
|nara felra. 141 do torrente
A's 11 horas em ponto
No* -irmazcm da agencia ra do Vigario
Tenorio n. 12
Para fechamento de contas o agente Pestaa,
competentein ute autorisado, vender ao correr do
martello, corra de 200 rein ameriumos de faia.
A' elles'.__________________________________t^
Leilo
Em continuadlo
Para liquidar
D mos-eis, espelbo, quadros, lautemag, jarroe,
chapeos de il, passaros e milito outroa objecto
que sero vtndidor.
Ah)- esrrer do martello
Qnarla-feira, i 'a do corrente
A's 11 horas
No crmazein da ruu do Mrquez de Olin-
da n 18
POR INTERVENgO DO AGENTE
(iiismno
Agente Pestaa
Rio de Jai)cito t
Per
kenlioraii, >
; <..;a:iiios >
Piilnlinv. na p "
Viola.
ATRICULi
Deordcia-JoSr. Dr. director, lace
a vatrienU '* es.-ola, ;
le i i
Enrula normal para
raigo Ua mclrda-1-.-
to ! SlSURt
0NTRA FOG
The Liverpool 4 London 4 Glob
INSURANCE GWH*
Mm Brotes & 0.
AGENTES_________
"SJillRS
H IUTIMOS C)\TRAFOGO
< upaahia Phenix Per-
I
De t- % l:ita* da superior man
telga
QUINTA FEIRA, 14 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
No armaaem do Sr. Annes, em frente a
Do
Alfandrga
1 par de rozeta, 1 volta de
ouro de lei, 1 par de botoes,

lu c 'i.!" rm
A pretendeiito
Bit. m, provar :
-
,,t,ii-hItstalo de hfpl
vo q | > conduela civil e m *',
,Oo aCeitndo do p
iics.
3 Que mai-jr de \ anuoi
KseoU N i
caig. a swiedade Propagadora d Instri
Publica; na freguezia d Boa-Vista, 29 d i .<,
qro de 1885U 2- i intonoo,
k. Virs-'iiio \! I
aani!ii<*ana

E* es|MTHdo da Euro-
pa al o dia 24 dt Ja-
neiro, seguintjn de
poil '1h iinl8|,ensHve!
demora para a lia
lia. lliu tli' Ja
iieiro e *anio.
It<)f;:i-e -.109 Srs. importadores de un
vapores desta linha,queiram apreseafar den ro
dias acontar do da descarga in a!yarenj; |
quer reclamafilo coucernente a vilumes, quy
v- iitaiateubamseguido para .6"
o sr pode.reui dar a 'teuipo s provlencU
ariasti
Erpirado o referido prase a i
reponsabilsa por extrav:-s
Kecebe carga, eneoocmOBda c
is i|unc-- tein exeeUentcs Rccon
Aoguslo F. d Olivcira ir.
AftIE.WU!
V RA DO '!>~ -
1 eain eoa IOii Uta'de imiii(vi(i de 1 i libras.
a ditos c m 3(H) Utas de in:niteig;i 30 1 libra.
1 dit^cora BU ImI.is de inantiga de liW'f.
1 di'a com 2 1h':'8 do BMUatega de J li'oraf.
1 dita com ll> lalnk de mil teig Je 7 libras.
8 ditas om 24 frasco cada una de Witku.
10 ditas aooi 12 fiai; s cada urna de genebra OH.
Toiu.
5 ditts cn 12 botijas ca la nina, do geneba Hol
Undexa.
Tolos estes gneros sao uovos, sahidos da Al-
t'.ndeffii, que se vivulerao a> awtri Al murfello
para fe li un1' to i e ci Dta.
k
i ?Itr.iABlA i t.u
i i .<
^
OWl'ANHIA '..
M P E li 1 A 1-
L'K
Hiiiit'RON CONTHA !((.()
r .
Tux'ts bai
ZG
s CAPITAL
()UOli
BOWNS &G.
N lereio N. i.
por
iKTE
vapof
^avcearo C'osteira
]-ORTOS T
'irahij'n, Natal, Hrtoia
edy, Cear, <
O vapor aguaiibe
i'j



. i .
EneoinmeniM?
i3hoMI Ja-
ESCRIPTOl
aeo da C-ompanliiM Irernsnfftn-
. ;tna o. I*
Noule ie Soccorro
Pemambuco
LciLlo de joias
O con;ellio li-cii! klteodtodo no b :\'i pedido
pma ser trn.-i i-\-\ d. .' ib eorreutc pra j di
Pcvtreiru vin.l i,. .
haver ginn.v uiiiii i itoUaem ser, o nio
eonvir as inti iee>- rl esubelecimeoto e dos
muluaraa lubmottel-as a venda, faz ag ra publico
que ni rifeiido dia 5 de Fevereiro s" effeetur
npretcrivilmente o Itilao As 11 da na hi
l'.st nao pspoMcilo tros das disntes.
0 769 -' i < n.i l e 1 pw
"ip 03 ih '"ti bi
32 2 liu'.i., 1 anncareif I uwii!i-Kira, 1
li it, il.l. 1 ,-:l!. 1 6UI.U ... it .
i .i i a'.'
pa u-n-
r. z, prat i de Li.
10.038 2 botoes de ouro com 2 brilh
10.UH 1 annel de curo eoin 1 bilfaaiUo.
- 1 coHao n 1 em?, i urn de 16 quilatep.
I le..
! 1 nnncl de ouro era briihante.
55 15 collieres para cha, 12 ditas para sjpa,
18 para crome, 3 ditos grandes, prata
balsa.
I0.OJ6 1 moda de turo (<) com laco e 1 anne!
pequeo.
10.057 1 pulsera, 1 par de botoes. ouro de le.
10.( 58 1 par de rosetas de ouro com brilhante.
10.059 1 salva, 1 paliteiro, 2 colhere para sopa e
assucar, e 17 dita para cha, de prnta.
10.060 1 re gio de ouro.
10.0>9 1 psr de rosetas de o-rrj com 2 brilhantes,
1 Krxli-, 2 piilsenas, onro de lei, 1 cocu,
pruN l'-'ixa.
0.117 I I tiliiVll i !i rey, prita <1# lei.
1(1.087 l mi !- r- de mata.
10 0H8 1 n I gi. ""i" *< l"i-
10.0'J. 1 corn ute com liuoe, para re'gio, ouro
de lei.
10.092 2 annes de 10.096 1 tranceln, ouro de le.
10.101 1 pulsera, 1 roedalha, 1 volta de trance-
li..... mn relogio pequeo, ouro de lei.
10.112 1 Iranceli, ooro de le.
10.119 1 puUcda, 1 broche e um par de rosetas,
ouro de lei.
10.128 1 par de botoes e 3 anneis, ouro de le.
10.186 1 par He rosetas de ouro com 2 brilhantes.
10.17)7 1 ani el d miro cm 1 brilhant-.
10.141 1 e/uri nte com u.cda'lia para r. logi-, ouro
de lei.
10 149 1 relotfio, ouro de le.
10.143 1 volta de tranceln, 3 paies le roseta,
2 modiulms de ouroc 1 tetea,curo de le.
10 146 1 ana di 'uro com brilhante.
11.11 l eariti.tt | tra rctogio, I biucbe, 1 volta
de tranceln, 1 cruz, 1 annel, 1 par de
rselas. 1 dedal e 1 relogio, ouro de lei.
10el48 1 relogio, ouro de lei..
10.152 1 corrente e medalba para relogio, duro de
le. .
10.159 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
10.182 2 bote de ouro com brilhantes.
10.198 1 relogio, ouro de I i.
10.200 1 relogio, ouro de lei.
10.202 1 par de rozelas de ouro com brubantes.
10.207 1 pulecira c 1 trancelim, ouro de lei.-
10.218 1 trancelim, 1 medalha e 1 corrente para
relogio, ouro de lei o 1 pulceira, ouro
bailo.
10.224 1 corrente t medalha para relogio, ouro e
platina e 1 relogi, ouro de lei.
10.225 1 relogio, ouro de lei.
10.232 1 botao de ouro com brilhantes c 1 caixa
para rap, ouro de lei.
10.234 1 par de roletas de ouro com brilhantes.
10.2*5 1 pulceira, 1 broche, 1 par derozeto de
ouro confendo brilhantes, 1 pulceira, 1
broche e i par de rozeias, ouro de le.
10.245 1 pulceira, 1 broche, 1 volta de ouro com
laco, 1 medalha, 1 par de brincos, uroo
de lei.
10.259 1 pulceira, ouro de lei.
10.260 1 escrivannia, prata de lei.
10.280 1 corrente e 2 medalha para relogio e 1
annel com pequeo brilhante.
10.284 1 annel de ouro com 1 brilhante.
10.295 1 salva, prata de lei.
10.301 1 medalha e 2 pares de rozetas, ouro de
lei ,
10.314 1 pulceira, 1 broche e 4 teteiss, ouro de
lei. \
10 315 1 broche, 1 par de brincse 1 cruz, ouro
de lei, 1 volta de corHao, 1 annel e I
pontero. ouro baixo. '
10.323 1 corrente e medalha para relogio e re-
logios, ouro de lei.
10.3.8 1 annel de ouro com pequeo brilhante.
10.352 1 pulceira, 1 trancelim, 1 par de rozetas,
1 annel de oaro c 1 annel com dia-
mante.
10.353 1 eordJo (collar) ouro baixo.
10.358 1 broche, ouro.de le.
10.364 1 relogio, ouro do lei.
10.368 1 pulceira,
trancelim,
oaro baixo.
10.374 1 trancelim, 1 moeda de ouro com laco e
1 relogio, ouro de lei.
10 380 1 annd de ouro com 1 brilhante.
10.382 1 corrente e medalha para relogio 2 e
aunis, ouro de lei.
10.390 1 par de brinco, 1 medalha, 1 cordao, 1
medalha incompleta e 1 laco, ouro de le.
10.394 2 anaeis de ouro com brilhante.
10.401 1 tranoalim e 1 moeda de ouro com laco,
oum de lei.
10402 1 relog;or ouro de lei.
10.434 1 par de rosetas de ouro eom diamantes,
' nina cma perolas.
10 438 1 rulta de ouro e um annel, ouro de le.
1U.445 1 par de rosetas de ouro eom dou bri-
JuMata*
10.45*1 1 relogio. de ouro de lei.
10.460 1 emblema do Espirito Santo,
cao em ouro ,am dedal a etoeo botoes, oa
ro de lei.
10.464 1 pulceira,um par de briaeos. um aito ue
rofta e tres anneis, ouro de lei.
10.466 1 corrente e medalha para re!o e, ouro
de lei.
10.467 1 pulceira, dou trancehae, urna volta de
dito, um cordn, urna medalha, urna moe-
dinha, um par de brincse um dedal, on-
ro de lei.
10.470 2 croze cravetadas de bsllliantes, 3 pares
de rosetas eom ditos e seis anneis cora di-
tos.
10.473 1 pulceira, ouro de lei.
10.4752 pare de rosetas deoaro com brilhan-
tes, dou anneis com ditos, dua pulceiras
e urna corrate para relogio, ouro de lei.
10.476 1 corrente e medalha para relogio, ouro
de leL
10.481 1 bracelete de ouro coa coraes e requifi
fes, um. cordao, quatro peca para eintei-
ro, um dedal, um par de rosetas e duas
pecas de brinco, ouro baixo.
10.483 1 corrate e medalha para relogio, ouro
de lei.
10.502 2 annei ouro de le, um par de brincos,
ouro baixo. aoae colhejes para cha, prata
baixa..
10.M)3 1 par 10.504 1 corrente para relogio, ouro de lei.
10.505 1 volta de trancelim, um broxe, um par de
rosetas, do'us botoes, ouro de lei, um par
de betocs para punhos ouro baixo.
10.519 2 cowentes e duas medalbas para reto; ia
e uia relogio, ouro de lei.
10.520 1 relogio pequeo, ouro de lei.
10.521 1 corrente para relogio, ouro de lct.
10.528 1 par de brincos de ouro c urna medalh >,
ouro de lei.
10 529 1 corrente e nm relogio, ouro de lei.
10.531 1 carente e medalha pira relogio e ara
relogio, ouro de le.
10.539 1 trancelim, urna medalha e 4 anneis, ou
ro de le.
10.540 1 par de brincos, ourn de le .
10.541 2 pare de rosetas de ouro eom brilhantes.
10542 1 corrente e medalha para retogo, ouro
de lei.
10.543: 1 corrente para relogio, um broxe com
pequenes brilhantes.
10.562 1 snnel de ouro com brilhante.
10.568 1 chapa dt coodecoraea, onro baixo.
10.570 2 salvas de prata de lei.
1.B7'2 1 wV-!ra, urna oorrente, tima moeda, um
, -in, dous bro\ee, um dito paia man
ta. dois pare de brincos, dous pares de
botoes, um annei c um relogio, onro de le.
10.574 1 trancelim de ouro de 1 i.
10.577 1 relogio, ouro de lei.
10.578 2 anneis e dous botoes de < uro car. bri-
lhantes, um fio de pealas, quiltro broxes.
tr.e pares de brinco-, um dito de ros
tas. dous anneis, duas pecas para cintei-
> or > de lei, um par de botoes e urna
racoalha, ouro baixo, urna salva e um pa-
1 trro, prata baixa.
10.579 18 colheres para sopa, 26 ditas para cha
o uina conega de prata.
10.582 1 nnel do ouro com brilhante, urna volta
de ouro com urna medalha, curo de lei.
10.."> 1 2 casticaes e 1 paliteiro. prata de. le.
10.591 1 pulsera, 1 pur le rosetas, 1 p bu .
ouro.
10.S04 1 *toa, pnti 1 castie.
brilhantes, 1 dtocoa brilbantec, 4 aan -il
cw ditos e 9 brslbantei peoueaos, gol
papel.
10.663 6 colheres para sopa a 11 ditas para cha,
prata baixa.
10.667 1 par de brincos, 3 ditos de ro ta. 1
broche e 1 annei, .uro de le i.
10.668 1 traucelim. 1 m-dalli, 1 I" 'lio
de rosetas, ouro de U i.
1?,688 1 relogi". uro de *i. .
10.702 2 easticaw e 1 assiiearuro. prata Je le.
10.703 3 anneis de ouro com brilhantes e rubiuB,
1 volta de trancelim, 1 cruz, 2 botoes, 1
figa com coral, ourv de lei.
10.711 1 relogio, ouro di lei.
10.715 1 correntao cora si neto e chave, para re-
logio, ouro de lei.
0.730 1 corrente para relogio, ouro de le.
10 733 1 par de hrineos. 1 fita de juro e 1 par de
rosetas, ouro de lei, 1 broche e 1 annel
cravejado de diamantes.
10.740 1 cruz de ouro com brilhantes, e 1 s.lvi.
prata de lei.
10.744 1 par de brincos de nitro, ? 1 cruz erave-
jada de brilhantes, c 1 par de botoes, ouro
de lei.
10.745 1 volta de trancelim, I pontero, I par de
brincos, 2 ditos de rosetas, 2 e meio pares
de botoes, 3 figas, 2 anneis, 1 emblema de
S. Joo e 1 castor, ouro de lei.
1 relogio de ouro. para senhora.
1 assucareiro e 1 mantegiteir, prata de
10.757 1 corrente dupla com medalha, ouro e pla-
tina.
1 relogio, ouro de lei.
1 pulsera e 1 par de argolloes, e 1
gio, ourc de lei.
10.775 2 pares de brincos, ouro de le.
10.777 2pulseirap, 1 broche, 1 par de
cravejados de brilhantes, mais
com rubim e brilhantes.
10.781 1 broche, 1 par de rosetas e 1 cruz, ouro
de lei. ,
10.784 2 salvas, prata de lei, 2o collieres, r gar-
ios, 12 cabos para facas e 1 paliteiro,
prata baixa.
10.786 1 s. Iva e 2 colheres, prata de le.
10.789 1 crux de ouro com brilhantes, 3 pares de
rosetas com ditos, urna volta de ouro, <
correntes para relogios, 1 medalha, 1
correntao tino, 4 traBcelins, 4 Vltas ile
dito, 1 cruz, 1 breche, 1 par do briaeos
4 relogios de ouro, ouro de le.
10.790 1 pulseira, quebrada, ouro de le.
10.791 1 trancelim e 2 pares de brincos, ouro de
lei.
10.799 3 cruzes de ouro com brilhantes, 2 anneis,
1 par de argolloes, 1 par de rosetas, 1
peca grande, 2 pulseira, tudo cravejado
de diamantes cravados em prata ; 1 volta
de ouro, 1 cruz, 1 fivella,4 pecas de ouro
para cioteiro, ouro de lei, fios de perolas
10.800 1 corrente para relogio, 1 volta do trance-
lim, 1 cruz, 1 breche, 1 par de biiuco,
ouro de lei.
10.802 1 corrente e relogio. raso de le.
Recife 4 de Janeiro de 1886.
Pele gerente,
Felino D. Ferreira Cuelho.
10.752
10.753
10.758
10.773
relo-
brincos
1 annel
AVISOS DIVERSOS
__ Precisase de um ca xeiro de 12 14 annos
com pratica de molhados ; a tratar na Capunga
roa as Pernambucanas n. 38 ____
Aluga se o 1- e2" andares ra do Impe-
rador n. 31, e o armazem u. 39; dirijam se Lil
de Morae Gomes Ferreira._____________________
Precisa se de um feitor e dous trabalhado
res ; na Ponte de Ucha, sitio de Luiz de Moraes
Gomes Ferreira, em frente da estacao.
Precisa-se de um bom criado que entenda
| de jardim ; a tratar na ra do Mrquez de Olinda
! n. 26, loja,__________________________________
Precisase de urna professora para eugeuh >
que saiba tocar piano e mais trabalhos de senho
I ra a tratar ua rna do Impera*'' 79, 1- andar,
com o Baro de NazaretU_____________________^
__ O abaixo assignados, curador fiscal e de-
positario da massa fallida de Antonia Prao^e
(Jorga, previuem aos inqoenos das Creas pcr.-i.-
centtes mesma massa, e situad, s em (oyanna
que aio pagiem aluguel algum ao procurador
i constituido pelo fallido, e cajos poderes cessaram
"*" pela abertura da fallencia, devidamente publica-
" da. Os mesmos inquelinos estio responaavei*
pelos alugueis que pagarem indevid mente a dito
procurador, que procedeu criminosamente rece-
bendo ditos alugueis. Recife, 21 de dezembro de
1885-.
Dr. Ferrer.
Jos Fa istir.o Porto.
Precisa-se (le uo caixeiro com_ pratica de
taverna : a fritar na ra oo Caldoireiro n. 39,
toverna. ________________^______
Aluga-se urna excellente casa, limpa e
asseada, com bons commodos para fa-
milia, tendo a rsa e gaz, quartos para
criados, gallinheiro de ferro, grande
quintal arborisado, cosa lugar rara jardim e mul-
tas mitras c mmodidade, sita ra do Visconde
Je Goyaniia n. 167; a tratar no Urgo do Corpo
Santo n. 19 1 audar. ____________
Precisa -c de nm criado ; a tratar na ra
Nova n. 39, loja.______'
Aluga-se o 1 andar da ra do Padre Flo-
riam n. 69, a Lja da travessa da Bomba n. 4, e
a loja da travessa do Livramento n. 10 ; a tratar
na ra do Apollo n. 34, 1- andar. ^^_^___
Aluga-se o 2- andar da casa n. 1 do pateo
de Terco, o 3 da de n. 3 ra da Penua, o 1
da de n. 19 mesma ra, o 1' da de n. 18 ra
Oireita, o Io da de n. 66 mesma ua. o 1- M
de n 35 travessa de S. Jos, o l- da de u. 31
ra estreita do Rosario ; as terreas de ns. 41
ra do Ring -I, 26 ra Duque de Caxias, 1 do
ftoo do Terco, 27 ra da Lemas Valentinas,
a ra do ArugJo, e a cisa do n 35 & ra da
Viracao ; a tratar na rna do Hospicio a>3i.
= Perdeu fe do sitio Jacar matriz da Gra
c i 220C00, sendo urna nota de OOI, uss de
50* e urna de _>* : quem acbou c quicer restituir
ara um rrande favor e ser recompensado ra
da (mperatriz n. 43 1 andar.
= Precia*-1e de tima perita eoaioheifa para
casa de familia ; a tratar na ra da i-o'.eaade
numero 82
Arrsnda se (i sitio das Jaqueiras, junto a
estacan do mesmo nomo, ba-fnne arborisado, bai-
xa de capira e coin grande (Mua de viveuda : quem.
i-eten'e.- Wnj-*e ao dito, que achara com
quem tratar.
t=s Molas para g. avatns : venden o Pedro Ao-
tiines & C. u. 63. ra Duq ie de Caxias
- Precisa se d urna ama para eo i :
var ; na ra dos Guararapes n. .wi.
Compra se urna casa que seja nu ra Impe
r al, at 2:000 ; a tratar com Jonqnim Gomes
Ferreira de t< Leiti na ineiina ra n. 299-A.
Pretil
Aurora n. 81, 1
do urna
andar.
cosinheira : na ra da
Perdeu-se a caderneta da i.'aixa Econmica
n, 5,709 ; quem achou queira entrgala a ra da
Aurora n. 53.
e 1 i
10.611 1 carente para o 1 relogio, turo
de i.
10 C 1 1 relogio do curo, le lei.
I >.617 l enmate emed lara^-relegio, ouro
de lei.
10.620 1 cruz de ouro com bri !. 8cs.
; 2 polseiras, ouro de
10.1)24 3 rochen, 2 pal
ouro baixo. .
10.C27 1 trancelim, 2 ni eoa
e 1 broche, ouro il
10.630 1 corrente e melajii i ara itogn
de lei. .
10 638 1 gargantilha, pulseira, um trancelim, I
medalhs, 1 broche, ouro de lei.
10 643 1 par le brincos do ouro com brilhantes e
l brocho, ouro de le.
10.618 1 par de rosetas de ouro com rubin e
Vtnlc-se tres escravos proprios para c-r
uno, em perrito estado c por commodo pie...
tratar na ra do Apollo n. 30, 1 andar.
- Precisa-se de um bom
fi o a de sua conducta; em casa de Joaeph K.r-u
se S. C, ra 1* de X'arco n. 26.
Gollegio Santa Cfh' ";~
34 lina do Hnrqnez do Henal 34
A directora do collegio Santa Croa faz sciente
ao respetav^l publico e aos pais de suas-alumxas
mecar as aulas dcste estabelecimento no
da li do correBte. R. e be meias
pensionistas e eiteroas.
(lillegio Nossa Senhora das
Victorias
lo lina do Hospicio10
Este estabelecimento de instruccao, al rir suas
auits no da 11 de Janeiro.
As directoras,
Blanehe d'IIerpent Torgo'
Harone, L. V, d'fleryai.





Diario de PernmbimiQuarta-fcira 13 de Janeiro de 1886
MIHHMMHBHiHi^^^V
Aluga-se
o segundo andar e sotao da casa 4 ra do Amo -
rim n. 66, por preco commod /, perto da alfandega:
far na mesma.
Alu^a-se
* grande e boa cana n. 159 ra Imperial, tendo
frente de azulejo, 1 porta e 2 janellas, 2 galas,
sendo a de frente ladrilbada com fino mosaico,
'da estucada, gabinete servindo de corredor, 4
Iuartos, cosinha fra, 2 quartos alen, quintal to-
o murado, grande portao que deita para a linha
frrea, cacimba, bomba, e canalisada a gas, tendo
lustres, arand lias, etc. : a tratar da ra larga
do Rosario n. 22, 1 andar, das 10 horas a 2 da
larde, dias uteis. _________________
Aluga-se barato
) 2.' andar a travessa do Campello n. 1.
\ casa da ra da Palma n. 11.
i. leja da ra do Calaboco n. 4.
i casa da ra de Lomas Valentina n. 7.
0 1.a andar da travessa do Carme n. 10.
A casa da roa de S. Jos n. 52.
V. casa do largo de 8. Jos n. 74,
A casa da ra de Gervasio Pires n. 12.
i casa da Baixa Verde n. 1 B Capunga
A tratar no Largo do Corpo Santo n. J9,1 an
Aloga-se
a sitio ra das Pero mbucanas n. 62, tendo
ama grande casa com muitas commodidades para
grande familia, a casa tem sota corrida e o sitio
irbonsado ; as chaves na ra de Pedro Affonso
numero 68.
Uuga-se
por 18000 a casa terrea n. 41 ra 24 de Maio,
freguezia de S. Jos ; a tratar com a Pinheiro,
ra Duque de Caiias n. 66, leja de miudezaa.
Attenfo
O engenheiro civil Antonio Vicente do Nasci-
mento Feitosa participa ao publico e especialmente
aos seas amigos, que tem o seu oseriptorio na ra
do Imperador n. 39, onde pode ser procurad > para
todos es misteres de sua prjfiteu", encarregando-
se alm disto da direccao e execucao de qualquer
trabalho, quer nesta provincia quer fra d'ella.
O. Mari lio Motarlo (Tot l.lii
marai'* Peisoto
Lniz Leopoldo dos Qumaraes Peixoto, sua mu-
lher e filhos, Filomeno dos Guimaraes Peixoto,
D. Anua dos Guimar!es Peixoto, D. Antonia lei
xoto de Aliaquorqna e seus filhoj, D. Candida
Peixoto de Albuquerqnc e seu filho agradecem
cordialmente s p?soas qus se dignaram acom
panhnr sua u'titna morada os restos mertaes de
sna semore chorada irmi cunhvla e tia, Mana
do Rosario dos Guimaraes Peirot >, e convidam
novamente assistirem as missas que por sua
alma mandara celebrar qnarta-teira 13 do corren
te, s 8 hjra> da manha, la i atriz de Santo A-i
tomo, stimo da de seu fallecimento ; e por esse
novo acto nrotestam eterno agrade.-un-nto. _____
Justino iia Sil* a lloaviaia
A viuva, filhos, filhas e genro do finado Justino
da Silva Boavista, cunvidam aos seus parentes e
amigos e do falloc do, para assistirem as missas
que mandam celebrar por seu eterno descanso, na
ordem terecira de S Francisco, pelas 8 horas do
dia 14 do corrente (quinta-feira), trigsimo dia
do seu infausto passameuto, na cidade do Porto,
pelo qne se conlessam gratos, e agradecem do
intimo d'alma todos que honrar este acto.
Antonio Fernandes Velloso
(2 anniversario)
Manoel Fernandes Velloso, commemorando o se-
gundo anniversario do fallecimento de seu presado
tio Antonio Fernandos Vel'oso, manda celebrar
algumas missas por alma do mesmo, sexta-feira,
15 do corrente pelas 7 horas da manha, na igreja
da Madre de Deus para cujo acto convida aos seus
omigos, antecipando-lhes desde j seus respeitosos
e sinceros agradecimentos.
D Thereza da Uva vieira
Pootual
Bario e Baronesa de Freebeiras, D. Cordulina
V. da Silva Pontual, Barao e Baroneza de Pe
trolina, Jos Rodrigues Pontual e su* mulber,
Francisco da K cha Pontunl e sua mulher, Davino
dos Hantos Pontual e sua mulher, Leocadio Alves
Pontual e sua nnlher. bacbarel Feliciano Placido
Pontual e sna mulber, Jerooymo B. de M. Han-
gel e sna mulher, D. gueda Aventina Pontual,
bacharel Samuel dos Santos Pontual e sua mulher,
Dr. Constancio dea Santos Pontual e sua mulber, D.
Mara de Jess Pontoal, Thom Joaquim de Oli-
veira e sua malber, Maaoel Antonio dos Santos
Dias e sua mulber, filhos, genros e oras de D.
Thereza da Silva Vieira Pontual agradecem do
fundo d'alma ros parentes c amigos que tiveram
a bondade de assistir aos nltimos suffragios feitos
a sua fallecida mai e sogra e acompanbaram leus
restos mortaes at o cemiterio.
Os meamos prdem de novo todos os parents
e amigos seus o caridoso obsequio de aanistirem s
missas que na dia 16 do corrente se rezario por
alma de sua sempre chorada m5i e sogra, n* ma-
triz da Boa-Vista s 8 horas da manha na ca-
pella do engenho Cabeca de Negro, s 10 horas
da manha na igreja da povoaco de S Jos de
Boa Esperanca s 10 hars da manli e ns ca-
pella do engenho Aripib tambem as 10 horas da
manha.
TOZffICO
y>0 Of

PrenaragSo de Productos Vegetaes
~tinvo1as caspas
e outras Molestias Capillares.
Jvl ARTI NST"BAST0S
JPernambuco
Piuho de Riga
Acaba de chegar pelo brigue Acacia um com-
pleto sortimento de prancboes de varias dimen-
coes, como tambem tabeas da raesma madeira, de
urna e urna e meia pollegada de grossura ; ven
dem se por precos mdicos em casa de Mctheus
Austin AC, 4 ra do Oommercio n. 18, ou no
caes do Apollo n. 51. .
Aula xta particular
Ra ta Matriz da Boa Yiata n. 44.
prlmelro andar
Maria da Conceicio de Drummond participa
aos pas dr familia e correspondentes, que a sua
aula abrir-se-ha no dia 11 do corrente mez.
Alm das aluurnas externas, admittem-se pen-
sionista : quero desejar saber as necessarias con-
dicoea poie dirigir-so dita aula, que entender-
se ha co'o a mesma.
Quanto as informacoes, os interessados podem
dirigir se ao conselhoiro Pinto Jnior, Dr. Pe-
reira do Carmo e aos distlnctos prefessores da so
cieaade Propagadora da Boa Vista
Naunlh
Br. Joao Cavbante Mauricio Wanderlcy,
Uho do Exm. 8r. Barao de Traenahaem, queirs
ir ou mandar roa Duque de Caxias >. Id, con-
niir o negocio que nao ignora.
Nova Selecta tlass ca
ORDENADA
PELO
DF.J
B EDITADA FEL
Lhraria Franceza
Sahir do prel.>, por todo o mez de Janeiro cor-
rente e -* edicio da Nova Selecta Classica do Dr.
Joao Baptista Regueira Costa.
Sem desconhecermos o mrito das outras obras
do mesm genero, que correm impressas entre nos
podemos afirmar que a Nova Selecta est em con-
dicoes de merecer a acceitacao dos Srs. professo-
res primarios.-
E incontestave! q je a infancia escolar se devem
offerecer livros, quelbe instruam o espirito e lhe
formem o gosto pela lingua verncula, e quer n*um
quer n'outro caso devem ser escriptos em estylo,
que esteja ao alcance das inteligencias infantis.
Si iilbearmoa as differentrs Sehctat publicadas
at o apparececmnt da do Dr. Regueira Costa,
veremos que todas ellas compSem-se do trechos
em linguagem antiga, ebeia de antitheses reveza-
das e muitas vetes difficil de entender-se, e que,
si podem prestarse com vantagem, para analjse
as aulas de eloquencia e potica nSo servem para
le i tura as escolas primarias, onde o estudo se
deve amenisar o ais possivel, evitndose tudo
que posea causar tedio aos alumnos.
Nao sao claasicoe somente os autores de livros
consagrados pelo tempo, mas tambem os que es
crevein conforme as regras tracadas por elles, e
cujas obras, por soa perfeico, podem servir de
norma ns classeo, neste ponto digna de ser
lida a Nova Selecta pois fi a primeira que, a par
de Vieira, Fre Lua de Souza, Rodrigues Ixibo,
reuni maior copia de ire:hos, em prosa e verso
de autores modernos, como Castiiho, Alexandre
Herculano, Mendes Leal etc.
A isto aceresoe unt -cirenmetancia, que trna
o livro de que se trU, por densais recommenda-
vel, qual a preferencia, que antes de qualquer
outro, deu o sen autor aos escriptores e poetas
nacionaes.
Assim como j temos-urna historia, temos tam
bem urna litteratora, e justo que n'um trabalho,
que se destina as escola* do Brasil, sejam o seus
prosadores e poetas preferidos para leitura dos
alumnof.
Com effeito, oenluma obra deste genero enfei
xa em to grande copie, as descripcoes puramente
brasileiras que se acharo esparsas aos numerosos
romances de Jos de Aleonar ; em nenhuma esto
reunidos os melbores trechos de eh-quencia e espe-
cialmente os retratos'dos nosaos homens distinetos,
que realcam os discurso acadmicos e os sermoes
do padre Ferreira Barrete; nenhuma conten urna
to boa escolba (k-s primores de estylo classico,
que enriquecen! os escriptos dolitteratoMarauhen-
se Joio Francisco Lisboa, em nenhuma finalmente
anterior a Nova Selecta se veem to hbilmente
agrupadas n'um s quailro as innmeras bellezas
do poama brasileiro d Dnrao-
E, s a tudo isto se azereacentar que a obra
entremeada de bellissiaoaspassagensde outros pro
sadores e poetas; moderos, que virara a luz no
Brazil, cerno Roeba.Pitta, Mrquez de Santa Cruz,
Mont'Alverne, Jos Bonifacio P ntonio Carlos, Ba-
silio da Gama, Maciel Monteiro, Magalhaes, Gon-
calves Dasete, si se r.ttender a que a 2 edico
sai mais correcta e aagmentada e que alm da ba-
rtela do prco, intercalada de finas gravaras,
!ue tomarlo a sua leitura mais attractiva, con-
rmar-se ho os S;b. professaies na opinio emit
tida pela conceituad Revista Braleira de que a
Nova Selecta Clstica, para o Jim a que st destina
vm dos nossos melhores livros.
\ llene Ao
O abaixo assignado. com pratica de mais de 15
annos na arte de correeiro e sirgneiro.offerece seus
prestimos aos senboreu de engenho da comarca da
Escada., tanto em obra como em conc rtcs, pecas
de arreio, forro, etc., etc. Tambem forra qual-
quer sala on gabinete com esteira ou tap-te com
asseio c prom'ptido, e precos cemm< doe ; a tratar
do rngenbo Freebeiras, residencia do mesmo.
Francisco dos Sanios Coelho.
Precisa-se
de um menino para recados e copeiro em casa de
pouca familia : a tratar na roa Duque de Caxias
o. 59, loja. ______________________________________
Consultorio medico cirurgico
Dr Miguel Themitdo mudou seu cnsul
torio e residencia para a ra da Imperatriz
n. 14, 1. andar, onde d consultas das 12
horas s 3 da tarde e recebe chamados a
bualquer hora. Especialidades partos, fe-
bres, syphilis e molestias do pulroSo e co-
rc5o. ^___________________
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Leonor Porto
Ra do perador n 45
Primeiro andar
Contina a executar os mais difflceis
figurinos recebidjs de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeico de costura, em bre-
vidade, modicidade ero precos e fino
fosto.
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VINHO DEFRESNE
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IOOM PEPTONAj
/Carne tmmilfJ)
'U*l Uw-1-PHOSPHAIO O ak"*URAES
Sendo o Vtnho Defreuw -l'aia josto delicioso, taro
bem i 9 <;nico reconatituiate soK-ai bmpMo.
o maifl p scioso de todos os tc:- -fluencia, desvanecem-se oe accidentes febris, renasce
o appetite,fortalooeai-ae of oiuscul e i voltarn as forcaa 1
Embrega-a*com xito cor "%a in ppatenota.oB orea- |
olmoutoa rajpidea, convi>.^ue. cas, raoltatiao do [
Sdtoaaago (Gastralgia. Gastritis e Cyaanterte), e
JeMIidarf*. sneaua e jonaur t>co. f
\ntPUUM ?rX >m o4ssM.r Pira, Aaor Ao HtmrmtinA
& toiMt as k*xmaaa
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pata os males de pernas e do peito tambem pa
as feridas antigs chegas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito nao se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle n3o teem scmelhante e para os membros
contrahidos e jnneturas recias, obra como por encanto.
Esus medicinas i&o preparadas smente no Esta,beleciment do Professor Holloway,
71, SEW OXTOED STEKET (antes 683, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
Jsof* Os compradores slo convidados respe tosa mente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote, se nao teem a
direcQao, 533, Oxford St'^et, sao falsificaeoes.
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TORNANDO-0
KACia FLEX1VEL E LUSTROSO
PiWOtMo ma t> JCA'EiHaA.ltuelLMM'iuifc
INJECTION CADET
Cura certa em 3 dias sem outro medicamento
PAMIS V, Bouierard Dmain. V A'AUIH
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado sto Instituto de Franca. Premio de Therapeulica
O emprego em medicina de Perro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos,Debilidude,Esgotamento, Convalecencia,
Fraqutza das criangas, Depaupera/ment e Alteraco do sangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 a 6 grageas dor dia.
Nem Constipaco nem Diarrhea, Assimilacao completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criangas.
U2I Urna axplicacao detalhada acomoanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN Se C', de PARS, que se
encontr em casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
INSTITUTO
DE
m ,,,,,11,1 Nl.ll
Inslrucfao primaria, secundaria e recreativa
Este cnllegio fundado em l*i93, contina a funecionar ra da S. Francisco,
palacete n. 72, e adiuitte alumnos internos, rneio pensionistas e externos.
As materias protessads sao : Primeira ledras, poruguei, latim,
franco. in^lez. rethorlca. arilhinoiica gcographia, geometra,
historia, philosophiit, miisca, danca e deseuho.
O professores sao habilitados e moraliados, tendo os alumnos obtido sempre
bons resultados, tanto nos exames prestados no Instituto como no Collegio das Artes.
A alimcntaca-i sa e abundante
O rrgimen interno nao 'exatorio; ha horas destinadas para o estudo, recreio
e repouso, e om caso nenhum soflfrer2o os alumnos privacao da alimentayuo nem dei-
xarSo de repouzar as horas exigidas pela hygienne.
O trabalho distribuido de conformidade cora a dado e de3envolvmonto phy-
8co e mor.-d de t-ada um.
O predio commodo, aceiado e em geral claro e fresco, com espajosas sals
para aulas, refeit irio, dormitorios e recreio, mobilia las convenientemente.
O cellegio fo nece gratis, peanas, tinta, lapis, crayons, ardosisas, livros para
consultas dos alumnos intrnos, no collegio.
O-i alumnos int rn ,s tambem teem direito roupa lavada e o engotnmada, sem
remuneracSo alguma alm da mensalidade.
Tambem nilo dao joia na entrada. O pnxoval dos alumnos internos resumido.
Em attencao .1s diiEmldades com que lutam os senh>res pais para educar seus
filiios, nao podendo mu tos sus'enttir t3o psalo encargo de 50;JO0O mensal por (-.ida
um, como alumno intento, alm de outras muitis de3pezas que occorrem, fica estaba-
leci i& a seguinte tabella :
Alumno interne ">i.......
meio-pensisnista........
ext rno de aula primaria......
< secundaria (l preparatorio)
n (2 ) .
(3 o ) .
Aula de music i......._,.
s danca .........
b desenho...........
N B.Os pagamentos sao feitos por trimestres adiantados.
As aulas co-neeam a funcoionar a 7 de Janeiro e tenninam a .5 de dezerabro.
O DIREICTOR,
Hermino Rodrigues de Siqieira.
COLLARES aOTER
DhM
QooUu-atafaaUcoo
Mua jiUmoi de deniicfi*" ecMn u
anal
de den
OONVLBEB
i riu tiutki i iimpTe ii {tuops
o i COLLARES ROTER,uftbaasM ka oais
realmeata aj craaofa* das CON VULSOEb
o/Hrfrlit ao mtmmc lampo a Jtmtro.
Para c*M aa raMUoaaoM laatanana. cmja-m
cotminha tinki >. moran a fabrica usar.
a >w*rjam e o
*aa.-4o>
' ook
e o vtnPMlfro
Z
LINIMENTO GENEAU
IPeure os Orvallos
I BaDprsgido com > maior xito na cavaUiari(;as roes de SS. MM. o 7- iperu'.or do Brazil, o P.ei da '
Blgica, o Re dos Paizej-Baixjs e o Re da Saxonia.
|E DA QUEDA} >0 PELLO
. S este precioso Top.eo o nico que
substilueooauatlco ecura radicalrm'iile
t em poneos das as manqueiraa, uov.ls
' e antigs, as Torceduro, Contusoea,
I Tumores e Inchacoec das pernas,
' Eaparavao, Sobre-CKnaa, Fraquexa c En-
t aoreltamento das pernos dos potros, etc., sem
occasionar nenhuma choga. nem queda do pello
| mesmo uuranlo o tralaui3BU\
U.RC.
DR KIBFTCi
35 Annos da (xito ,
Os resultados cxlraordlnarlos que lm W
ifbtiu as divarsaw Afleceoes do ifr
Pelto os Catarinoe 3roncniils,'
Molestia.* la Gargraata.. Optatal- i
ma, etc., Co d*o logara concurrencia.
A cura fiz-u com a mi em 3 minuto, sem'
uor e sem cortar, nem respar o pello.
em Paria : Pbaroicu GNEATJ. F aa StHonor. .7l>,e eu L 'ii u Pkiraacia.
'0MHHH>OOOMH>O*
AS
Enfermidades Secretas!
BLENORRH AGIA8
OONORRHEA8
FLORES BRANCAS
CORRIMENTOS
recentes ou antigos sao curados em I
pencos dias em seoreto, sem rgi-
men nem tisanas, sem cansar nem I
molestar os rganos digestivos, pelas |
e injecQfio de
KAVA
DO DOTOR FOURNIER
PARS, SS, Placo da la MadaleiTM
Viiiho do Dr..Focotier
le Quina lemalnoso e de Cascas de Laraojas amargas.
TNICO RECONSTITUINTF
demedio soberano
CONTRA *
CHLOP^SE, ANEMIA, CARIE DOS OSSOS.
AFF <;0es DAS VAS DIGESTIVAS,
D1ARRHEAJ CHBONICAS, FUCHITISMO.
ESCRFULAS, DEBILIfJADE,
CO^VALESOENQAS DE FEEBEi TVPHOlDrAS
E DE MOLESTIAS GRAVES, ETC.
Vevda emgrosso: 7. ti. Ronretlott
nrwctiUca id BMTEe (Corrin), FIAICA.
Depsitos em Pernambuoo :
FKAN" MI. da SILVA & "
taJai u isai ?iira';v Jo Pr' *.['
/tova, t/ou/vrueii*
laajfr erbn at Ca xas, Koiulos <
a iascriacio :
la^lUwt ; FRAN-K. aa SILVA^C '
Aa l'nicoa VcrtUUUirna
(BACaiS DEPHITITiS rODlADiS do IK 60IEKT
CoQftitom o melhor o mais agradavel, activo ooaoadto
a. inc* os depurativos coberiioa. .
CDMMUS EaOOltTIAB da. OOOTRAPAOOSB eii/lr
aaoo para oXarops] n Auifnttum em Un encirntdt Qittrt
at'l"/ e *m ""'* *'"' d 0"nr"> fraaaar.
nefhaaaa, OHppe. BropohltaM. 1
Krriaaooaa do Peto. o XAHOPE a a PaisTA fi-1
atrml L Hirt f DELAJfOREUTER sao *. ns
Beaaaa oarla a inMaaSa per MasBbna da Isaitasafc
de Maolaias. aa Fraafa,
am Opf, aiallaa aara CMaMa >a> seas tataatV
aa arlaata irlmsln a. Toa OoqTMlaaohe.
PAO aa. rata aiilseas, aa PAJua
NA EXPOSICAO UNIVERSAUS
VINHO de CATILLON
de OLYCE1UNA e QUINA
0 mais poderoso tnico reconstituinl* prescripto
| nos caaos de Dorea d'eatomago, Lanrjor, Anemia
Diabetis, Conaumpcao, Febree,
Convalescenca, Rezultadoe doe partoa, ale.
., 0 mesmo vlnho om fe ro. V'NHO F[RfiUSINOSO DE
l'cAT'LLdN reeneraiior or etcelleno do singue pobre
i tfescorado. Esle ftaho fas t il. rar o ferro por todos
afo e nao oeeaasoaa prisio de rentre,
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rna>o M. da SUea a C-^aaa latMeasa sOBaa
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Julgando ser de grande utilidade dos negociantes da
America do Sul, terem fios de seda e retroz prepara-
dos em material mais leve do que sejam carrclcis de
pao, estamos promptos a fornecer para exportacao
nos de seda, retroz de seda e seda de bordar, de
todas as qualidades, pseparadas em lancedeiras de
papel ou de pennas como cima representado.
Temos todos os lmannos de fio preto e mais de
quinhentos cores. a
Drija-se Braineid k Amutrong Co."
6ai Market Street. 460 Broadway,
PhiladelDhia, U. S. A. New-York, U. S. A.
Out'in tem ?
Ouro e pratA : compra se ouro, prata e
pedras preciosas, por maior preco que om outra
qualquer parte ; no 1 andar n. 22 a ra larga do
Rosario, antiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
tarde, dias uteis.
CASA DE BANHOSl
COM DUCHAS
26 PATEO DO CARMO 26
Este grande estabelecimento situado no cen-
tro desta cidade, contm 18 quartos, 10 desti-
nados para homens, 4 para senhoras, 2 para
banhos de chava e 2 para as duchas. Este es-
ibelcciraento offerece todas as vantagens que
se podem desojar, com o grande melhoramen-
san proprietario acaba de fazer, collo-
cando una caldeira a vapor paa facilitar os
bagos momos e morlicinaes; os apparelhos
proprlna ira o trntamento pelo svstema hy-
: co, taes como sao as dnchas vertical,
more! ;jcendente e a circular, syslema esta
que um meio enrgico de tratamentu c,ue
flolnilllioO um abalo particular do .-
. as molestias chronicas, pori-iu fir-
ninm os banhos fros o seu throno, poseas t'ai
:;(io restabelecer doentes abaadonados
i de esgotadoa todos oa ael
com o mi-llionm-nto das duchas j
mnitos doentes (recommendados pelos Snrs.
mdicos) tm adiado cura de seus niales.
O napetto e a boa ordem sero rigorosamen-
te observados, era rela<;o s pessoas de am-
bos 03 sesos, para o que tem una dirigi a
mais regular nos quartos destinado?, aos i>a-
nhoa. fterece urna garanta ao receio inr.is
melindrosa
Pedimos aos SBrs. Drs. em medicina o obse-
quio de honrarem nosso estabelecrmento com
-uns visitas, paja se informaren! de sen estado
e poderem assiai- recommeadal^) a seus doen-
tes, aniniando-Doe desta arte a dar-lhe u:i.
< s.nvolvimento que o torna til em todas os
casos; a casa de banhos estar aberta nos dias
atis das 6 da manb s 10 da noite nos san-
tificados das G da manh s 4 da tarde.
Tabella toa Precos
^osinheiro
Precisa-se de um bom cosinheiro ; a tratar na
ra da Aurora d. 109.
Vende-se barato
urna armacao de amarello invernisada, propria
para qualquer artigo ; a tratar na ra do Livra-
ment n. 1.
Barcada
Vende-so urna barcaca ; a tratar na ra Duque
de Caxias n. 63.
Ama
^Precisa-se de urna ama para servico de casa ;
na ra da Florentina n. 3*'.
Ama
Precisa se de na ama para cosinha e mais
algum servico ; a tratar na ra das Nymphas nu-
mero 26.
Intrnalo Rernambucano
Ra do Hospicio n. 55
As aulas deste collegio abrem-se no dia 14 do
Janeiro.
Manoel Joaquina da Nllva
Rlbelro
A viuva, sogros, cunbados e irmaos do fallecido
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro, convidam os
parentes e amigos do mesmo finado, para assisti-
rem anua missa que por sua alma mandtm resar
na igreja do Monteiro quarta-feira 13 do correnta,
is 8 horas da manba, stimo dia de seu passa-
mento, per cujo acto de rcligiao e caridade se
coafeaaam summmente agr Jeci los.
Criado
Precisa-se do un criado que tenba boa conduc
ta ; na rita d* Aurora n. 109.
~~^ Ernc -to Po de Mello Lina, coberto do maia
sentimento, convida ao pai, mai e irmaoa, e pa-
rentes do finado, primo e asoigo, Pedro olasco da
Mallo Bogo, para assistirem urna missa, que tara
Ligar na igreja da Soiedadj no dia 14 do earrea-
te. s 7 botas da taanha, pela sua almt.
I
pt
i



*n___n_B__a___
Diario de Pernambuco([uorta-feira 13 de Janeiro de 1886
\

Msica, piano e canto
Contina a leccionar, D Francisca de Albu -
querque Silva Costa, por co legios e eatas de fa-
milia e em sua residencia, ra da Detencao n.
19 ; a tratar na mesma. _____________________
Cosinheira
Piecisx-se de ama cosinheira ; a tratar na tra-
versa de Fernandes Vieira (oecco do Padre Inglez)
numero 8.
Profrssora
Offerecc-se ama pr .lessora pura leccionar em
alguna collegios e casas particulares as seguintes
materias : portuguez, frunces, msica e piano ; a
tratar na ra do Mrquez do Herval u. 20.
Precisa-se de orna ama Dar comprar, cosinbar
e facer o cervioo de urna casa de familia ; a tra-
tar na ra da Unio n. 47.
Ama
Precisa-te de urna ama para todos os trricos
de duas pessoas ; na ra Imperial n. 200-C.
Ama
Frecisa ee de nma ama para cosinbar e lavar,
para cas de pequeua familia : na ra de Fer-
nandes Vieira n. 24, taverna. ________^^^
Mobilia
Vende-se urna iobilia de Jacaranda, macica,
nova, do ultimo gosto ; a tratar na roa do Amo-
rim n. 66.___________________
Casa para moro
Precia-se alqgar urna casa qu ten
conmodos, agua e gas, e que tenba ,t aital ; nes-
ta tyoor,raphia so dir Msicas novas para
t ano
Apulrho de CstHlro, dobrado ejecu-
tado pela banda do segundo batalh)
(_ e-icio) 1*000
Amor e Sympatbta, dobra o execa-
tado pela banda do 2' batalhio 1*000
Viilnic dia de vase na, dobrado
executado pela banda do 14" batalho 1*000
Venden) se na loja de msicas do Azevedo
Ra Nova n. 13
Precisa-ee de urna ama para engommar : na
Capunga (antigtrua da Ventura) n. 3._______
Ama oh osera va
Precisa-se de urna para cozinhar e engommar
para casa de pouca familia : na ra do Bario da
Victoria>n. 15. ____________
i m -ii.
Amas
' Precisa-se de daas amas para cozinhar e en-
gommar em casa de familia : n escriptorio deste
Diario se indicara quem precisa.
Aia
"Precisa-so de urna ama para casa de pouca fa-
milia, dando fiador de sna conducta ; a tratar na
ra d ,s Mariyrios n. 156.___________________
Ama deleite
Precisa-se de urna ama de leite para amainen -
tar urna criaaca ; trata-.e na ra do Marques do
Herval, casa n. 192. _______________
Precisa pc de urna ama que engomme com pe*-
feico, para casa de familia a tratar na ra do
Ba/.' da V'c'oria n. 7, 2- andar.
Ama
Prccira-.e de urna ama que engomme e lave
om mnita perfeico ; a tratar na ra de Pedro
Afl-">n?o n. 46.
Ama
Precisa-se de nma ama que compre e cosinbe
com pc^feicao ; a tratar na ra do Barao da Vic-
toria n. 50, 2- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama meia idosa para cosi-
nbar c mus scrvicos de casa de 'amilia ; a tratar
no Wrgo da Santa Cruz n. 16.
Ama
Precisa-se de urna ama qne saina engommar e
coser; na ra de Riachuelo n. 57. portio de
ferro.__________________________________
% mm %.
Pncisa-se de urna ama que seja boa cosinheira,
paga-se bem ; na ra do Barao da Victoria nu-
mero 35.
Aviso
O abaixo assignado, no empenho de bem liqui-
dar todos os seus datitos, segu para o interior
da provincia em co irania de algumxs contas, e
deauc ja convida a todos os tus credores que
tiverem ttulos vencidoi para que os aprsente ao
sen procurador e advogado o major Ignacio Leo
poldo de A. MaranhSo, morador neita cidade, por
qu m serio satisfeitos. Pao d'Alho, 4 de jajero
UclOi
Juvino Carlos de Sousa.
Correias
Em 8 de Janeiro de 188
Pela secretaria do Gyianasio Pernambncano e
de ordem do Revdm. Dr. regedor, se declara aos
pais de familia c a quem interessar possn, que es-
t aberto o anno lectivo para os alumnos d'aula
primara, nos termos do art. 185 do regiment in-
terno de 19 de Abril de 1876, approvado pela lei
provincial n. 1,497 de 10 de Junho do anno de
1880.
O instituto iccebe alumnoe em tres categoras,
conforme se acham divididos pelo eitido regimen-
t : pensionistas ou internos, meio pensionistas e
externos.
Os pensionistas residirao no instituto, tendo di
reito de estudar as materias pref criptas no pro-
gramo a estabelecido, a ser alimentados sadia e
abundantemente, tratad s em suas enfermidades
pelo medico da casa, ter roupa lavada e engom-
muda regularmente duas vezes por semana, cabcl-
leireiro sempre que fr necessario e bauho duas
vezes por semana.
Os meio pensionistas se aprrsentarao noestabe-
lecimento nos das lectivo?, As horas em que a au-
la se abrir, e disde entilo at ser encerrada tar-
de, sero equiparados aos internos, quanto aos es-
"udos, aiirnentaci-.i e recreio.
Os externos s tem direito as lictoes e explica-
c5e.s do respectivo professor.
- A pensao dos internos de 400* c a dos meio
pensionistas de 40_, paga por trimestres adian-
tados na secretaria do mesmo instituto.
. Os externos, porm, nada pagarao.
O tecretario.
Celto T Fernandes Quitadla.
Liquida^
em contiauaeo na rua larga do
Rosario n. i
Damiao Lima C, nao p dendo acabar o s-'U
grande S'.rtimento de mi idezas, em cansequeneia
da cryse perqu passamos, continam por mxis al-
gum tem. o a liquidar suas murcadorias, pelo que
do novo eoavidam ao publico e especialmente s
Ciuu. familias, a quem pedem toda proteceao.
Admir m !
Pannos e colarinhos bordados para sc-
nboras 2*200
Ditos lisos 1/800
Ditos de ceres 1*500
Luvas de seda de cores 2*500
Agua florida. 700 rr. e 1/(400
Bordados W 300 ra. 2*000
Bonitos la^os a 2i00
Leque.s de 400 rs., 6Ct' e 1*0 0
Meias para homcm 1*00 ;
Ditas idem 3*000
Ditas de cores 4*000
Um par de fronhas de labyrintho 1/5 0
Urna toaiha de labyrintbo 25f e 30*000
Envrsiveis, rs. 320
Fitas, bieoe. lenco, grrvalas e outros muitos
artigos que estilo exposieio.
Uui larca do Boaarlo u. 98
Damiao Lima & C.
Curso primario c se-
cundario
Jos Cordeiro de Soasa Sitnoes participa aos
pais de seus alumnos e ao respeitave publico, que
no dia 7 d corrente se achtr aberto o seu esta-
beleeimento de instrueco na ruada Impjratriz n. 15
a continuar os exercicios de sua profissao : assim
come continua a admittir alumnos internos, incio-
pensionistas c externos.
Asylo de Mendicidade
A aula de instrueco primaria n'este estabele-
cimento comeca a funecionar no dia 7 do corren-
te, das 8 horas da manha s 2 da tarde.
Igualmente funecionar da dia 15 em diante a
aula dos cgos das 3 s 5 horas da tarde, lelo-
nando-se primeiras lettras, francez e msica.
Em ambas essas aulas sao admit dos alumnos
externos, dando-se-lhcs gratuitamente nao s o
ensino como tambem todos os objeetos neeeesarios
(papel, penna, unta, livros de leitura, etc. etc.)
Para a matricula e inforroeces no Jero dirigir-
se diariamente ao indicado estabeleci nento em
Santo Amaro.
Asylo de Mendicidade em Pernambuco
Janeiro de 1886.
O director,
Juslino Josr di- Soiizu Campos.
R. DE HRISIW i C.
Raa Ao Boni-_Bsus a. 18
(ANTIGA DA ORZ)
Casa de commissoes
Grande c variado sortmento de amos
rae e catlogos de produc5es da Allema-
na, Franoa, In^latera, Austria, Hespanha,
talia e Estido Ilnidds.
N. B.Informayes sobre machinismos
^ricqlas, editas para ongeiihos contraes
tambas, etc para incendios outras tna,
ninas e utensilios
Mudanza de escriptorio
Ernesto & Leopoldo transferirn) seu escripto-
rio para a rua larga do Rosario (antiga dos Quar-
teis) n. 22, 1- andar.______________________
Tilia Indiana
PARA TINGIRA
Barba eos Cabellos
sta tintura tinge a barba e os cabellos instan-
tneamente, dando Ibes urna bonita cor preta e
natural, inofensiva o son uso e simples e muito
rpido ; vende se na BOT CA FRANCEZA e
DROGARA deRouquayrol Freres, succeesores
de A. CAORS, rua do Boin Jess, antiga da Cruz,
numero 22.
Fabrica globo
s Roa larga do Rosario S
Manipularlo especial com fumos eecolhidos dos
bons cigarros, exploradores, navegantes e fede-
raes. Precos rmuaveis e bons dcscontos para o
commeicio de retalho. ^^____.
Moendas
Oom mu to pouco uso e em perfeito estado, se
'ende moendas com a panadura de 2 at 4 palmos
pela quarta parte do valor, e outras ferragens
broprias para engenho ; a tratar na rua I arga do
Sosario n. 11.
C0LLEOI0
D"!
S.S. Coraro de Jess
D. Vicentina Cesara de Mello, directora desse
internato, avisa pelo presente, que no dia 11 do
corrente comecarao os trabaihos do mesmo inter-
nato, sito rua Prinwza lpabel n. 4. O rgimen
e o corpo docente do estabelecim'-nto contina a
ser o mesmo. ____________^^^^
Coltegie Americano
t: Rua 4o Imperador *a
As aulas deste imtigo e cenceitaado instituto
para educaeao de meninas abrem se segunda fcira
11 do corrente.
Recebe pensionistas, meo-pensionistas e exter-
Compra -se e paga-
se mais do que em ou-
traqualquer parte, bem
como
MOEDAS
de qualquer qualidade.
Na rua do Impera-
dor n. 32, lojadejoias
ulio Fuersenberg
ILOGOS
0 MUSE DE JOIAS
MIGUEL WOLFF & G.
Offerecem ao respei-
tave publico um gran-
de e variado sortmen-
to de relogiosdos mais
acreditados fabrican-
tes, e se acham habili-
tados a vender mais
barato do que outro
qualquer, visto rece-
berm directamente.
Todos os relogios
vendidos n'esta casa
sao garantidos.
1.4
Atten^o
Faco ver aos seuhores e seuhoras de engenho
me precisarem de um admi istrador hbil para
odj o servico de agricultura, que faz todo equal-
mer neg. ci, nao por ajuste physico, mas 8im
sor poreentagem dos rendimeatos das safras, se-
;undo a proporclo do engenho, ou por tercos,
inartos, quintos, oitavos e decimos, segundo a
jroporcao do mesmo engenho. Se o engenho for
'abricado por escravos tambem faz o negocio por
lervico dos escravos, um dia por semana, de 15
m 15 dias ou mensalmente, conforme a escrava-
ura do engenho : quem quizer annuncie por este
Diario, declarando o nome do engenho ou lugar,
o engenho movido a agua, a vapor ou ani-
is, todo deve declarar, advertindo que faz este
legocio por lempo nunca menos de tres annos.
Antonio Beztrra Pissoa e Albuquerque.
VENDAS
Vende se urna excellente armacao, nova, de
gosto moderno, forrada e envidracada, propria
para qualquer negocio ; a tratar na praca da In-
dependencia ns. 24 e 26.
Vende-se a feliz e muito bem situada tavir-
na em um dos melhores pontos de retalho de Fra
de PortL s, rua do Occidente n. 2, d fievtc para
duas ras, Occidente e Guarar. pos, e o motivo da
venda o dono estar prestes a embarcar ; a tra-
tar ni mesma.
tt$_$io
Ven le-se por barato preeo todos os utensilios
necetsarios para urna padaria, inclusive um bom
jylindro americano ; a tratar na encruzilhada de
Belem, sitie n. 1, das 4 horas da tarde em diante.
Formicida Capauema.
Oleo de mocoto.
Azeite de peixe.
As cozinheiras
Leques nacionaes (abanos) para cozinha a 6J o
milheiro. .
E todos os gneros concernentes a este ramo de
negocio.
Encontram-se no armazem de molhados de
Martina Capltfio & C.
1-BTJA E8TBBITA DO B03AKIO1
Ao 32
Nova loja de fazendas
N. 32- Rua la ImD8ratrZ" N. 32
DE L
Pereira da Silva
Neste novo estabeleeimento encontrar o res-
peitave publico, nm variado sortimento de fazen-
das de todas as qnalidaies que se vendem por pre-
cos baratissimos, assim como um bom sortimento
de reupas para homens e tambem se mandam fa-
zer por encomraendas por ter um bom mestre al-
faiate e completo sortimento de pannos finos, ca
semiras e bnns etc.
Ficlius
Tavcrna
Vende-se a melhor taberna da estrada nova de
Agua Fra, tem poucos fun ios, propria para prin-
cipiante, tem bons commodos para fmili ; a
tratar na mesma n. 7.
Engenho
Collegio Amor Divino
Ba da Impcrairii n. 3.
Este estabeleeimento de educaco abre as au-
las no dia 11 do corrente.
Previne-se aos pais de familia qne tem se ama
pessoa de inteira eonfianca, encarregada de ir
buscar e levar as creancas que seus pais quixe-
rem.
A directora,
Olympia Afra de Mendonca.
Atteii^o
de sola inglez, de I na e de borracha, de diver-
sas larguras e grossuras ; vende-se barato na
uodie-o Villaca, tk do bruen n. 54.
Ivseoli particular le in^truece
primarla para o sexo m;is ' BA DA MATBIZ DA BOA VISTA 34
O abiiio assignado participa ao illactrado pu-
blico desta capital, que abri a sua escola parti-
cular de instruccSo primaria para o sexo mascu-
lino, rua da Matriz da Boa-Vista r. 34, onde
esmeradamente s dedica ;io ensino de fiens alum-
aos.
O grao da escola oon ta : 1er, escrever e contar,
ieseulu linear, historia patria e noces de francs.
Garante um rpido adiantameuto em seus alum-
nos, pelo sen systema de ensino, o qual urna pa-
.cien.ia Ilimitada, um amor inviolavel e urna es-
merada dcdica^&o ao ensino, fazendo com que os
seu discpulos abracem e amem de coraco as le-
tras, aos livros, e ao estudo, guiando os no cami-
nho da intelligencia, da honra e da dignidade,
afim de que venbam a ser o futuro sustentculo
'da patria, da leligiiio, e da lei, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera, pois, merecer a eonfianca e a proteceio
do distincto povo pernainbucano, e em particular
Leo i' robusta em todos us pais e tutores de me-
ninos que qneiram aiirovcitir um rpido adian-
- amento de seus filhos e tutelados.
Oomquanto ousada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansaveis esforcos, e os
seus puros desejos, sejam coroados com a feliz ap-
r)rovac4o de todos os filhos do Imperio da Santa
Cruz.
Mensaiidade2^000 pagos adiautados, no acto
da matricula.
Horariodas 9 horas da manha s 2 da tarde.
Recebe meninos internos e meios ptnsionistas
por mensalidades raioaveis e lecciona por casas
particulares a ambos os sexos.
Julio Soares de Azevedo
>4 KU\ DA MATRIZ DA BOA VISTA 34
Collegio 15 de Maio
Para o sexo frniiniao
Corredor do Hispo n. 3
Nrate collegio cosina se partnguez, francer,
aiusici:, piano e todos os trabaihos de agulha, bor-
dados de todas as qualidades, assim como costu-
ras ; al meando aos pas de famiba esmero e dc-
l:cadeza para cem suas filhas. Abre-se no da 15.
Preces m idicos.
Directora,
Auna Leite.
Aula pariieular de primeiras
Iflins
Anua TbeuJora Simoes participa aos pais de
sua alumnas o ao respeitave publico, que no dia
7,do corrente ee ichar aber-a sua un rua
J Imperatriz u. 15, a c .ntmuar os exercicios de
sua profisfilo : sssim co.no contina a admittir
alarr.nas internas, meio pensionistas externas.
Bom emprego de capital
VmJe-st o muito bem afrrgu< zado hotel da
I i u de II .rti n. 24 : a tratar a?
cimo.
Nme. Miquelina
tai
i raido sortimento de ctaiei 1-
i a dtaposaara saleras, o ano
io certa-Ios, pela ultima mofla,
issiulMotazei-se rostidos.
Kua l'rimelro de Mareo n. 19
Junto Bolina Maravflhosa
Rap Paulo Cordeiro
Novo fornecedor, sem competencia em preco,
vende-sc rua do Mrquez de Olinda n. 50, mer
cearia dos Srs, Braga Gomes & C, e a 1*500 a
ibra.
Cosinheira
_ Precisase de nma, no Io andar do predio n, 4,
a rua de Santo Amaro, no bairro de Santo Anto-
Um meco que d fianca de sua conducta e com
habilitacoes offerece se para leccionar em algum
engenho prximo ou distante desta capital, as se-
guintes materias : arithmetica, fr. ncea e portu-
guez, quem precisar pode deixar nesta typogra-
phia carta com as iniciaos D. S. B. para ser pro-
carado.
JOIAS
VGUEL. WOLFF & C.
* Participam ao res-
peitave publico, que
continam ter um sor-
timento de joias das
mais modernas e dos
mais apurados gastos.
Compromettem-se
a vender mais barato
do que em outra qual-
quer parte.
1.4
Vende se por 2O:O0OA a quinta parte que s
possue nos engenhos Amara^i d'Ag^ia, Santa Lu-
zia e S. Vicente, distante meia legoa das estacoes
de Gamelleira e Kibeirao, moentes e correntes. O
engenho Amaragi d'Agua tem muito boas trras,
matas, muito bem cercad', muito boas obras, e
me e m agua ; os outros dona tem muito boas
trras, matas e moem a vapor : a tratar na rua do
Imperador n. 50, 3" andar.
Cabriole! e victoria
Vende-se um cabriolet e urna victoria em \*
feito estado : a tratar ca rua Duque de Cuj
numero 47.
Conederapdoirte
Em vista dos grand- s progressos da IDEIA de
que se gloriam as nacoes civilisadas, o commercio
deve acompanhar esse rogresso, visto que 6 elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
nacoes ; em vista do que annunciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Rua Estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, a
escolha dos qnaes, os annunciantes tm sempre o
maior cuidado, para bem servir os seus numero
sos freguezes. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe
Venham ver pois :
Queijos, flamengo, suisso, etc.
Dito do serto.
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menier.
Dito do Msranhao.
Fructos seceos, como :
Passas, amendoaa, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha ingleza.
Sementes novas de hortalizas
Especialidades em :
Vinhos finos do Porto.
Ditos da Figueira.
Cognac de dversus autores.
Vinhos tnicos como:
Absintbo.
Verxt-uth, etc.
Licores de todas as qualidades.
Champagne.
C'erveja de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cb verde e preto.
Dito perol;'.
Especialissimo mate do Paran, em p.
Anda mais :
A I *<. t e S550O
Na nova Joja rua da Imperatriz n. 32, vende-
se bonitos fichus de todas as cores, sndodot
mais modernos que tem vindo ; isto na loja do Pe-
reira da Silva.
Fusloes e setinetas a 500 ris
covado
Na nova loja rua ds Imperatriz n. 32, vende
se um elegante sortimento de setinetas de todas
as cores, tendo largura de chita frauceza, assin.
como fustoes breos muito encorpados para ves-
tidos e roupas de enancas a 500 ris o covado, e
pecincba, na loja do Pereira da Silva.
Lazinhas lavradas a S00 ris o
covado
Na nova loja do Pereira da Silva rua da Im
peratris n. 32, vende se um bonito sortimento dai
mais lindas lazinhas lamidas que tem vindo para
vest'dos, sendo com lvvores miudinhas e em flirt*
cores, pelo baratissimo preco de 500 ris o co-
vado.
Palitots de easeuiira a 10.006 e
12000
Na loja u. 32 da rua da Imperatriz, vend m-st
palitots de casemira preta de c< | dos e muito bem feitos pelo barato preco de 10/ t
12, assim como calcas de casemiras muito bea
feitas a 6$ e 7i e ceroulas de bramante a 1/201'
a 1/600, e coletiofaos para dentro a 800 ris cad>
um. peehincha, na lija do Pereira da Silva.
Merinos preios a 1.200 e 1.000 rs
Vende-se merinos pretos para vestidos e roupat
de menino a 1/200 c 1/600 o covado e superior
setim preto para enfeites a 1/500 assim como chi-
tas pretas, tanto lisas como com lavores brancoi
de 240 at 320 ris o covado na nova loja de Pe
reir da Silva rua da Imperatriz n. 32.
Al.fodiiosinho francez para leu-
fes a 1.000,1,100 e 1.200
Na loja da rua da Imperatriz u. 32 vende se. su-
periores algodaosiuhos francezes cem 8, 9 e 10
palmos de largura, para lenccs de um s panne
pelo barato p eco de 1 e 1/100 o metro e dito
entraooado para toalhas oom 8 palmos de largara
a 1/200, assim como bramante de quatro largura*
a# 1/250 isto na loja do Pereira da Silva._______
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escosscz preferive
ao cognac on agurdente de caima, para fortificar
o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores armazens d
molhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cajo ne-
me e emblema sao registrados para todo o Brazi.
BROWNS & C, agentes
Vende-se
o sobrado da rua da Imperatriz n. 20, tendo tre
andares e em bo n estado de conservacao, e a casa
terrea da rua da Uniao n. 34 ; a tratar com Ca
pitulino de Gusmo, rua do Bom Jess n. 11
pri i eiro andar.
DAS
Attengo
A vinv". do Manoel Joaqnim Baptista recom-
menda quo pessoa alguma venda fiado a escravos
seus, pois que nao costuma comprar senao a di-
nheiro, e por isso nao se responsabilisa por divi
das contrul'idas em seu nome. Oufrosiin, para
evitar abusos, declnra que forsm subtrahido nns
earioes de visii do seu flho menor, qne tem
igual nome de seu finado mirdo, e que tambem
nao costuma comprar fiado.
Declarafo
a 3 de a.osto de 1880 fix
__ villa de Barreiros. Faco
racao pala evitar certas suspeitas respeito.
Bant'iros, '0 t*e dezembro de 85.
Desde o dia 3 de a_osto de 880 fixei a m:nha
residencia na villa de Barreiros. Faco esta decla-
Barito de 8anto Andr.
Agradan meato
Adclpho Lins S..ua 0 Friiuc.lina Mari* Praze-
res agradecem do intimo d'alma todas aquellas
pessoas que asoinpanbxnun at o ceuitcrio publi
co oeuterro de seu filho Nicolao, que tere lugar
no dia 8 do corrente, e com especialidade s r-
mandades ti,- N. 8. do 11 m Parl da igreja de S
Jos de Riba-mar, N. S. Mai dos Homens da igre-
ja da Madre de Deus e d Senliora da Soledade da
igreja do Livramento desta cidade, e mais pesBoss
que durante a molestia do mesmo o visitnram no
leito de dor,________________________
Aluga-se
- e 3- andar do eobiado rua do Brum n.
tratar ns padaria.
CORRE ^0 DIA 19 DE JANEIRO
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006|>000
Os bilhetes acham-se a venda na Casa Feliz, praca da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 19 de Janeiro de 1886, sem falta.

"


Diario de Pernambuco(|uarta-feira 13 de Janeiro de 1886
llTTERATlilV
OS FILHOS
DO
S. C4?EU3
32
Ossegredo de Ende*
( Continamelo do >i. 8)
Capitulo xvi
Mais
Eudes a
eSCABELLOS
tifia fui conduzido por mestre
outros doas laboratorios diffe-
rentes c en cada ut d'essos laboratorios
encontrei o roearoj personagem mascarada.
Nao mo poda engaar, cr a o mesmo ho-
mem e coratudo disseraramo que era cora
tres sabios diferente que tinha a tractar
era crin un destes tros laboratorios.
< Effoctivamente, no primeiro encontre
um sabio alehimista proseguindo intrepi
daraentc o bom oxito da grande obra.
N 3 segando eacontrei a n mochanico
dotado do faeuldades extraordinarias.
Finalmente no terceiro um horaem de
urna ir.telligencia tilo ampia que compro
bendia todo- os differentes ranos das seen
cias conhecHas da humanidade. Pare oa
de preferencia dedicar so physica o con-
sagra va so ao ustodu do fluido elctrico que
os gregos nos iniieiram pala sua experien-
cia da fri-jao do mbar.
< O al himista, o mochanico e o pliysi-
co charoava se Rynolds.
e Sempre mascarado, assira como rae
pravenira mestre Eudes, e o sru rosto es
tava tilo oceulto que me foi impossivel dis-
tinguil o.
, < Campreheadi depressa a rasilo por-
que des'jou a minba presen ja. Os meus
grandes e constantes estudos tinham-me
habilita lo a dar-lba consclhos de que ella
necessitiva.
A partir desse momento, combinamos
qae nos segundos sabbados de todos os
mezes nos reuniramos a tira do trabalhar-
mos juntos.
c Os sabios, supposto que avancera na
oceupara se pouco do que silo 03
meu companheiro de trabalho, quom
elle, o proprio mestre Eudes?
< Aldah nao me poudo responder.
Hepati a3 minhas p irgunt is, atonnen-
tei-a, quebrei a* suas forjas o as minhas
aero qua a podesso fazer fallar.
Finalmente arqu-janta, desfallecida,
a infeliz crian j i pidi merco c/n gritos
horriveis.
Arrebatado pela febre da i npaciencia
c desojo de conhecer a verdade, nao tive
piedacle d'ella.
Quero que respondas! disse-lho ou
arregando o fluido n'aq'i-JJa cabeja
qui so inclinava pela forja da minha. von
ta-'c.
Nao posso, disse Aldali rotrocen-
do'se.
Porque ?
Nilo vejo. Nao pisso ver !
Que preciso para que v jas?
continuci eu.
(i E' necessaro ter coramunicajao
directa com aquelles do quo qu-r que conhe.ja os pensamentos
Era necessaro que estives3em aqui,
oo p de ti?
Sira...
Nao lia outro meio pira que conlle-
vas o seu pensamento ?
Sim. existe. .
Qual?
Dai-roo alguma cousa que Iho per-
tenceaae. .. que tenliara trazi lo. oi an-
tes. .
O que ?
lima porcao doeabo'lis...
- Cabellos?... disse admiran lome.
- Sim...
Cabello? repet eu sa.n a:r.; proroessa que iuo fazia a somnmbula.
Que' basta sso para conheceres os pensa
mentes de um hornera a quera esses cab d
los trabara partenci lo, para mo revelar a
sua coadijao, o que foi, o que o quo
faz?
t Sim, 33 m'o ordenar!
Duvidei ainda: faltavara-ma provas
para me convencer que a sencia podia ir
tao longa.
De repente um pensamento surgi n^>
meu espirito lerabre-me dos cab dios que
en.-ontrara, dentro de urna raedalha, n>
seio da moribunda condessa.
o Aldah igoorava aquail triste historia,
eu sabia que o onde de Bernac cstava
n'essa occasiilo no seu castello, qu'z tentar
um cnsaio.
Fui bu3oar a modalha, abri-a o depuz
os cabellos na% raaos do Aldah.
>ita>, dopois, de a doixar descanjar
tompo suffi dente e que me pareceu rau-.to,
princpei a experiencia.
Como anteriormente, Alia'i besitou c
era Fiquei surprehendido. Nunca Aldah
so engaara a' entilo no seu somno mag-
ntico o no entinto devia errar d'esta voz.
Ha qnant03 annos ebtevo -ssa res-
posta? perguntou Marcos.
Ha tres, respondeu o indio.
Marcos nritetio, depois dase:
< Effectivamente estava \\\ tres nnaus
na Syr.
CAPITULO XVII
O ASSEL
u I);cidilo a proseguir ni expenen;ii,
coninuou o nerra lor, conheoi quo era urna
p.sporanyi v.l fir-mo ni sciencia, ou que
Aldah mo revelara iim novo raysterio, in-
terrogueia cora ardor.
* Snas resposta^, mais formaos e el iras,
lanjaram na n'um mundo do pinsamentos
coofusos, e nao sabia se o mou espirito so
perdia.
Eolrou nj3 mis minuciosos pormano-
rei sobre o pjrsona^en que estava vendo,
dizia ella, pe f.-itimente.
jscreveu mo o piiz em que ella es
tava (ella qiii nunca suspeitara. i vegeta-
ba j das regSes orientaes, nem o seu as
pacto pirticular) cora rigor >sa exactidilo.
t S'guia-o no deserto; f'/., ompda
vras, o ret.*at> d'elle.. Por un o-i noiues
de Mreos o do Ismael so escaparam de
saus labios.
Os nomos que uso 1 excla nou o jo-
ven.
- Sim, respjnlou o indio. D'es3a vez
dedruia as minas duvidas. O fillio do
conde (tliamava-so Mreos Henrique, o eu
sabia qui o priir.eiro nome llm tora dado
unieamont s aurante a infancia.
a A alternativa m is doloros atorranta
va o meu esDrito. f
* Se Aldah dizia a verdade, o filhe de
Branca, a creanja que cu jurara vigiar,
errava sam amigos, sem familia, no centro
dos perigos o priva^oes. Mis entilo quera
era aquello qm o parlamento de Pars re-
conhoce?
Aldah nao poude respon lor i miulias
perguntai. Etivam no extremo as suas
forjas, e s cmtinunso poda matal-a.
Contivc me, o despertei-a soffren lo grande
coram ojito.
Tres dia3 consecutivos renovei a raes-
ma experiencia, tre vez>s obtive as raes-
cora minu da3 novas o inais
sciencia,
companheiros, quando elles os ajudam a pareceu ter muita d:ffi;uldade cm respoa-
camnhar.
o Reconhoci naquelle homem urna intel-
ligencia superior o alegrei-me cora o acaso
que mo conduzira at elle, sera pro-
curar penetrar o roysterio de que elle se
quera cercar.
< Urna Urda, mais por distraccao do que
por curiosida-le, interrrogui Aldah ador
mecida, sobre o comp>rtaraento daquellc
personagem.
A joven ordinariament; cuidadosa em
obedecerme, poz grandes difficuldades em
responder me.
Depos, conirah'da pola minha vonta-
dc mais imperiosa:
do mestre Eudes!
f Sea filho! exclamei surprehendido
d'aquella revelajo inesperada.
Em seguida perguntei somnmbula
porque quera elle traballiar commgo.
Rospondeu me que mestre Eudes dse
jando fazer de aeu filho um grande sabio
compreheadera que s eu lhe podia dar
consethoa bons; depois manitestou urna
parturbacao inexp'icavel e accrescentou
que devia tjmar sentido na minha vida,
que um perigo mo araeacava, que no po-
dia dzer nem ver es.-c psrigo, mas qua
existia a que praviana d'aquolle homem
mascarado e do vclho.
' Mais admirado, con3tringi Aldah para
que me revelasse porque razao meatre Eu
dea mo occaltava o seu inrenteaco com o
der-ra
Finalmente diase-me:
Aquella a quera pertencem estos
cabellos era inuito moco quando lh'os cor-
tarara.
Era, resoondi.
Agora homem.
Ests veude-o?
Perfeitamenta, b3in que estoja lon-
go d'aqui.. .
Est em Franja i
i Nilo I
Nao est em Franja ? exclamei
com espanto e receio. Admirado, pois sa-
bia que o conde estava na Pircadia; re-
celoso, pois comajava a duvidar da lucidez
da somnmbula veado-o engaar se.
Nao est em Franja 1 repetio ella
com voz firme.
i En tao aonde est V
Ah muito longe! moitolonge!
i Na Europa ?
Tambera nao.
M*8 onde est elle ? quero que o
procures I
Aldah reflectia.
Separa o de n3 o mar, disse ella ;
All em baixo.. all. ah !. nos de-
sertos do Oriente...
N Egypto ?
i Nao...
o Na Syria ?
Sim... julgo que assira se chama
esse paiz.
F0LHET1M
MATHS SANDORK
POR
JULIO VS3SE
i i:ii i:nt i parti;:
(Confinan;lo don. 7)
VII
A Caa InglezA
Era Ponta Pscala. Fechado dentro
dessa casca de nevo endurecida, ousou fa
zer-sc lanjar pela declivi lade abaixo, cora
risco do ir parar no fundo da algura abys-
rao. Livro entilo, corria pdos caminhos
da montanha para o lado do Oassone.
Era meia hora depois da meia noito.
Kesso momento o doutor nao vendo mais
Ponta Pescada, re-ciou quo estivesse feri-
do. Chamou por elle.
Parti I disse Cabo Mitifou.
Rartio ?
Sira I... para ir buscar soccorro !
- Como ?
Como bala I
Cabo Matifou contou o que Ponta Pes-
cada tinha feito.
Ah! quo ralate rapaz! exclamju
o doutor. Coragera, nious amigos, cora-
gem. Nao nos hilo do vencer, esses ban-
didos !
E os rochodos conlinuavdiQ a rolar so-
bre os assaltante.
Esse novo meio da defczi, porm, nilo
tardou a esgotar se. como os outro*.
Pelas tres heras da mandil, o dontir. Po-
dro Luigi o Cabo M aitn, seguidos dos
seus hoiiMsns e lev >a lo 03 scus feridos, ti
veram de evacu ir a casi, que cahio em
poder de Zironc. V'inte dos seus conipa-
nheiros tinham si lo mortos, entretanto o
mas roipostas
preciosas.
Um facto. entre outros, mo impres-
sionara singularmente, e esss facto, to lo
material, nSo m permitti duvidar da va-
racidade da sciencia.
Descrev^ndo minuoiosaraent o hornera
quo ella va nos desertos da Syria, trajan-
do-mo at suas menores particularidad .8 e
sem a mais ligeira hesitajito o retrato do
filho do con le de Bernac, Aldah fallou de
um sigaal qui o verdadoiro herdeiro do
conde linha no brajn esquerdo.
Essa sigaal, foito com a ponta de um
putihal. e tornado prmanent! grajas a
u^ia eoiiiposigfo chimioa, de que rae re
cordo ter dado esse segredo aquolle que
fura o meu raelhor amigo, devia sempre,
segundo as ir.dicajtos dadas por Aldah,
ser colloeado no brajo esquerdo a baixo
do cotovello.
i Eu ignoro completamente essa parti-
cularidado, e durante o processo, nenhuma
das numerosas testeraunhas fiaera d'isso
menjilo.
o Querando a tolo o custo esclarecer o
roysterio que me cercava, part para Rou-
en, aonde j lhe disse, Oiraui estava na
qualidada de polica do prebostaio da raes
ma cidade.
f Fiz reconhecer-me ao autigo o fiel
criado do conde.
Gira-jd, disse lhe eusem prembulos,
raudas vezes tive?te nos t*us brajos o filho
do conde Henrique. Brincaras com elle
porque o ama va muito. Nunc notaste
n'ell- alguma cousa, um signal. .. urna ci-
catriz ?
t Um signal 1. urna cicatriz?. .. re-
petiu Giraud.
Depois tornando-se paludo deu um sur-
do gemido.
Oh 1 que miseravel fui 1 exclamou
elle. Faltou-me a memoria. nilo disse
isso durante o processo !
numero ainda era a seu favor. A gente
do doutor a p Je retirar-se subindo o co-
ne central, esse amontoado de lava, esco-
ria, cioza, cujo cume era urna crtera, isto
, un abysmo de fogo.
To los refugiaram-se na encosta, cora os
seus feridos. Dos trezentos metros que
moda o conc, subiram duzentos e cincoen-
ta, por entre os vapores sulphuroaos que os
envolviaiu.
O da comejava entao a dcspontnr, e j
o cume das monUnbas da Calabria apre
sentava um colorido luminoso por cima da
costa oriental 'do estreito de Meaaina.
Mas, na posijilo em que se achavam o
doutor o os seus, o da j nao apresen tava
urna probabilidade de salvajilo para elles.
Tinham sarapre qua bater em retirada, su-
bir aimontanha, gastando as suas ultimas
bila.-|e at os ltimos rochedos, que*C-b)
Matifou atirava com forja sobrehumana.
Doviam, pois, julgar-so perdido, quando
ouviram tiros na base do cone.
M-uiif'estou-se um momento da inlecisao
entre os bandidos.
Em breve, eil os que fogem, descendo
pela montanha.
Tinham iveonhecido os carabineiros, que
chegavam do Cassone, cora Ponta Pe3:ala
sua freute.
O corajoso rap iz nilo teze nocejsidida
da chayar a essa villa. Os carabineiroi,
tendo ouvido tiros, j estivam a carainho
Ponta Pescada s teve que gui :1 os at
Casa Ingleza.
Em3o, o doutor e os seus compinheiros
comejaram a luta. Cabo Matifou, como so
elle s constituissi! urna avalancha, cahio
sobre os mais prximo*, abaten doii3, que
nao 'tiverara tarop |iia fugir, o ntirou
se sobre Zirone.
bravo, meu Cabo, bravo gritn elle,
chayando. Derruba-o! Falo ualir de cos-
tas A lua, meus sonhores, entro Zirone
e Cabo Matifou !
Zirone ouvio o, e com a m.lo que tinha
livro, (loatoehou um tiro de revolver con-
tra Potiti Poscada.
Ponta Pescada cillio.
P.issou-se entilo urna cousa madonna.
Cib> Mitifou ngarrou Zronc o arrai-
tou o pelo pescoj), se n quo o miseravel,
meta suffjcalo, podasso resistir a ese
aperto.
Em v.lo o doutor, qua o q 'eria t;r vi-
vo, gritava que o poupasso Era vilo Pe-
Que nao disseste? exclamei eu.
N\o falle! do signal que o joven con-
da tinha no brajo... eiqueci ma dossi si-
gnal... As suas polavras despertim as mi-
nhas re jorJajaes ..
- Q-ie signal ora qui brajo? diss> ea
flgirr.indo as mitos de Girau 1. _
iN) csqu'rdi, abnxo do otovello,
nina cruz re3pondeu ella.
D.'i un grito: Allah nil) me engi-
nar.i, alinela dissera rao a verlale: era
realmeaK ssnhor de un scgrjlo p)hroso
e tcrrivol I
Giraud, triste, querii voltar a Pars e
faz t ura depoiraento novo. Nilo Ih'o con-
sent.
O sea depoiraento fra corab-ti lo : c
o novo t un) 'iu devia sel-o. Depois s elle
conhncii a existeacia desse signal, s ella
poleria a turnar telo visto no tilho do con-
de, o o pirlanaen*.o rejeitaria es*a prova
qui nil di-ia em tompo compitite.
ce l'.u njsno nala podia f.zor, pois qac
tu lo quinto sabii era por interveneo de
Aldah, cuja narrajUo miravilhosa sera ti-
daomo impostura, vr-me-ha, com cer-
tezi, acensado dn foitioeira.
D:p>3 o til conde plii acensar Gi-
rau 1 da calum alosas perseguijSos, o, gra-
jas ao tivor deque gosava fazer oondain-
nar como t il o pobre pelcia.
Giraud ompreheuleu a significa jilo
das minhas palavras, proraetteu-me nao fa-
z;rnada, guiriar silencio e esperar.
Estupefacto, devorado p?U inqui*tajilo
c neeessida le do conseguir novas provas
de certesa da scienev, d xei Roen e puz-
me a carginho para Amiens. .. A meio ca-
rainho, encontre um dos criados do jo-
ven conde e soube qua estava em Paris.
Voltei para traz.
O conde da Bernac recebeu-me cora
a fra anabilidade qua lhe era habitual;
raa3 pouco ras importan a su i frieza, cu
proprio dcsairia 03 saus desprosos.
O conde, convilado pjr rain a vir
rainha morada, sob pracexto da dar-lliJ
umi tnedalha pertjncente a sua mili, e da
qua au era possuidor, o oonJe vio sa obri-
gado a ceder ao me i pe li lo.
o Wi> .. Ri3olvi tentar urna expe
riencia antes do o por em communicajao
com Aldah.
A inedaii, tirada p>r mira con-
dessa, era do ouro liso. A que entreguoi
ao conde era da ouro lavrado, com um
circulo de diamantes em roda.
i Poda nao ter recor Jajao algura*. dei-
8.1 medalha ; mas se existia, a diffsrcnja
entre a medalha da condsssa e a que eu
lho aprosentav.i era muito gran le, para
qua so enganasse.
E comtulo, apenas vio a ala logo
levou aos labios com extrema coinraojao
declarando qu3 a reeonhacia perfeitaraante,
que brin-ara, era crean ja, com ella, quo
lhe faza recordar a melhor e mais terna
das milis, que aquellas dia nautas estavam
sempre presentes na su i memoria, o agr-
decau-rae muito fra di aau costurae.
Menta, eu tinha a prova.
Entilo fiz comparecer Aldah, qua lhe
apreaente como rainha filha...
A belleza da craa.iji improssionou
muito o conde.
Aldah sabia o pap ;l que d;via repre-
sentar nesta scena.
Respondendo aos discursos do con le,
diriga seus bellos elh>s pira um annel qua
o joven trazia no deio.
Este notou o olhar e tirando o annel,
apresentou jovera para que pudoise exi-
minal o cono deiejava.
Aldah granosamente o passou para o
seu dodo, tnirou-o, depois entregou o ao
conde suspirando.
O Sr. de Bernac disse que nao sabia
receber o que pirecia con vir a urna tao
linla mo, e pedio rae graciosamente licen-
ja para offorecer muha filha aquelle
pealior de aroisa le que existira entre nos-
sas familias, e que desejava ver ainda reu-
nidas.
Agradec ao conde e cjascuti qua
AlJah aceitasse.
O joven depedio-so de nos, jurando
quo pouco8 dis so passariara sem que vies
sa nprasentar 03 scus cu nprimentos filha
do volho amig) de seu pa.
a Ap mas p'irti >, voltei-me pir* Aldah,
orderd l!n qua adormecejse.
A sinmmbula depressa so prastou a
responder-me
Grajai ao annel do con le, ia tinal-
aiento revelar rae a verdale. .
Essi variada era terrivel. assu*ti-
dora. O homem que sihia di minha casi,
reoonheei lo pirfilno lo coala o de Bi-arici,
que nsava un njn; nobre, que gjziva Ja
onsi Jera jilo e est-ni dj t)los, er* um
infame. .. un bandido.
Dercpsiits, Allah corou e estr^m i-
ceu.
Interroga;i a.
Ara i-mi,
Maroos deu un pulo como umleT) mui-
to tempo preso, o quo ve quebrar oa gri-
Ih5e.^ que o retrobara captivo.
)3 ouve, om face d'es-
r.)d'ia, na
.Anii-iu!, dissa ella com voz deli-
rante, e cssj amor assusta-me Lvar-ma
tui proseo ja foi una fatalidaie.
A's minhas novas pirguntis, respon-
deu que o odtravlooonti de Berna i, era
o lio n i n cana que n cu trabilhin cu
casa do mestre Eudes, aqnella quo aflir na-
ra ser o lho do vclho 3-bij 1
Fiquei fulminado I A sciencia polia
ir t.1o loogo e cu nao me engaara V To-
das as du/idas que doscob.ia alguns dias
antes na min'ai cjnvcrsajXo com Girau l,
voltaram a apoderar so do meu espirit).
AcreditAva e n.lo aorelitava. Tinha f e
resista miaba cranja... cstav.i ator-
mentado.
Q ti dav.ria acreditar? qtt doverii
fazer? N"u sabia qus resolver.
AlJah, dados estos oaclareoimen.O,
nao ma podia fornecw outros, mas 03 que
que obtivera no seu somno magntico,
erara pre.osos. se erara ver Ja leiros.
Tive o pensamento da querer pene-
trar o roysterio da que se cercava mes-
tre Eu les, mas refl seti as difficuldades
qui tinha a vencer, no terapo que pracisa-
va perdeV para co hecer 03 seus segredos
83:n lhe dar a saber os meus, pois estava
convencido qu; esta allianj* do talso con-
de de Birnac o do velho, oocultava un
reuniilo do traijSas o perfilias.. Dopois,
dissa a mira proprio, que antas de entrar
nesse vaninho perigoso, era-no necessaro
provar, que a sciencia naj era vilo Allah
- O que farei? ex -lamou ella tramen-
do. O qua farei? cu lh'o digo: na pre-
senji de Dauj que noa
ta solidan imraensa que nos M
frente d'aquella que foi o amigo do ineu
p c, juro lavar no sangm do culpa ta CS39
nome e titulo, antes da osraassumir; jur>
todos os lugares o tempe o
pac, e inmdir sem
e sin doacendeneia
l.re:ti ou inliracti. Juro consagrar a mi-
nha vida, forja, intelligeniia, corajSo,
espirito o brajo pira executar estos jura-
mentos, de nao entrar a porta do castalio
do meus antopassulos, de nao ajoelhar
deanta do tmulo de meus paes senao de-
pois de provar que o seu eangue orre na
miabas vcias '
perseguir om
assassini dn mms
mls^ricorlii a elle
(
dro e Luigi corriam para alcanjal-o Cabo
Matifon s so lembrava disto que Zirone
havia ferido, talvez mortalmente, a Ponta
Pescada! E nao era mais senhor de si, nao
ouvio nada, nb viu nada, nem olhava para
esse resto do horaem, queja carregava nos
brajos.
Atinal, d? u-n salto, chegou booca de
urna crtera do urna solLtra e a'irou Zi-
rone nesse pojo de fogo.
Ponta Pascada, gravemente ferido, esta-
va encostado ao joelho do doutor, que exa-
minava e pcasava-lhe o ferimento.
Quando Cabo Matifou chegou, grandes
lagrimas cahiram-lhe dos olhos.
Nao trolus raedo, meu Cabo, nao
tenlias meJo I... Nao ha da ser nada !
murmuran Ponta Pscala.
Cabo Matifou to mou o nos brajis, como
so fra urna croanj*, e todos descerara u
encosta do cone, oraquanto os carabineiros
davam caja aos ltimos fugitivos da qua-
drlha de Zironc.
Seis horas depois, o doutor o os cus,
de vaha a Catana, estavam a bordo do
Ferrato.
Ponta Pescada foi leva lo para o seu ca-
marote. Com o Dr. Antkrtt por medico
Cabo Matifou por enfermero, como nilo
seria elle baro tratado Da mais, o seu fe
rraroto, urna bala no hombro, nao apro-
sentava carcter grave. A sua cura s
seria quostilo de terapo. Quando precisava
domir, Cabo Matifou contava-lno histi
ras, 8nnipre a masnia o Ponta Poseda
nlo Urdava a cahir em um born semno.
En retinto, o doutor.tinha sido mal sue-
co lito das le o cornejo da sua campanha.
Depos de qnasi cahr em pjler do Zi
rano, nam conseguio apoderar-so desse com-
panheiro de Sarcany, ao qual loria obriga
do a revelar os seus segrodos ; e isso por
culp de Cabo Matifou ; mas poda querer-
lhe mal por isso \
Al n disso, eomquaato o doutor ainda
se deraorassa oto dias e n Catana, nilo
cooseguio obter nenhuraa noticia de Sir^a-
ny. Sa este pretenieu encontrar-s? com
Zirono ni Sicilia, os scus projectos tinham
se modificado, senaduvida, quando souie
o resulta lo da e-Hada ,pecp irada pata o
Dr. Antkrtt e a raorta do seu corap i-
nheiro. x
O Ferrato, pois, sarpou no dia 8 de Sc-
tembro e dirigi-se a todo o vapor para
nilo rae enginava.
Se eu couhecia a verdade, o filho do
con lo Henrique aoifria longa de miro e o
meu prraeiro daver, antes de desraasemar
a impostara, contra a qual nao rae achava
cora prova material, era ir era socoarro da
crean ja perdida nos desertos da frica, e
da certificar distiactamenta a sua p;rsona-
iidade.
Sara racuar diante dos perigos ou fa-
digas, daixei a Franji, daixei a Europa...
Durante tras anno3 percorri intil-
mente as solido* js da Syria, Palestina, Ara-
bia e Egypto, procurando aqui e alli indi-
cios, nata encentra ido rjna ma pudesse
guiar.
Desespralo cono o ostivera ns pr-
roeiras buscas, rosolvi voltar para a hiU-
rop i, convencido qua fallacora aquella (us-
an procurava, ou a sciencia, em que ti-
nha f era falsa e mentirosa.
Estava ao sul do Eypto: tinha na
frente o desarto de B irea, oonfinando com
o mar. Esperava encontrar en Trpoli um
navio para alcanjar a Sicilia ou a Italia,
puz me a carainho. .
* Hivi* doze dias quo carainhava sera
encontrar urai nica creatura humana...
Deus conduzu-o at mira... a espe
ranja entrou na minha alma o expulsou a
dflr... Esqueci as tadigas e 03 perigos;
saja louvado Deus! ...
Acabando estas palavras, a indio ele-
vou os olhos para o ceu, depois inclinou-se
respji tos ament.
Marcos es rota va o amda qu< elle j nlo
fallava.
Agora, dissa o desconhecido, conde
de Bernac, conhece o noma que da hoje
om dianta devo ser o seu, nada ignora da
sorte de sua familia. Existe um horaem
que cobardemente assassinou seu pae e
raae, existe outro que sa apropriou do ti-
tulo e nonte lgalos pelos autepassados e
que, tal vea a esta hora, os teuha mancha
do cora seus infames instioctos. .
pmda, condo da Bernac que far ?
() n lio e3cutara esto juramento terrivel
n'u-n religioso silencio.
B ora I disso era voz branda. Reco-
oheea n'caaaa palavras o carcter d con-
de lenrique, como reconhaci as suas as
feijo ;s de Branca. Ess3 juramento que faz,
aoooito-o o cstou certo que o cu nprir.
Mis graves o penosas diffioullados lhe
restara avenier. E' aecessario nao s mente
vir a Franja, raa3 habituarse, depois de
vivar at hoja no Ox-iente, aos costuraaa o
us 's Jos paiz s oiv'lisa Ios O seu uimi-
(T) poderoso, a sui p^sijao teroive!. A
justiya, que se diz infallivel, recoahejeu o
p>r legitimo herdeiro do coale de B^r-
oao e o parlamento da Pars nao ana-
qui liar sera grande opposijS) um julga-
mmio por ello dado. .. Falta n-nos as pro-
vas materiae.. Essa sigaal qua ten no
brajo uuicaraentj Giraud o p le cortificar,
o o parlamento regeitar oaau depoiaicnto.
O fuiura esta se meado de obstaoulos qua
o saparara do ti n que tero quo alcanjar...
- Esses obstaoulo3, uterrorapea Mar-
cos, veicd-03-hei, essa fin, alcanjilo hoi!
__ Para mira, co.niauou o inlio, nuca-
mente Giraul disse a verdade. O nome
que elle ouviu sabir dos labio3 d i conden-
sa foi por ella pronunciado. Sim, La Chec-
niy foi o auctor dos crimes coromc'tilos
na noitc de 14 de rairji, assira como foi
do infamo atteatado contra sua mae. Aquel-
h que n'oste momento traz o nome
qua lhe pertcnce, que Aldah me declarou
coma filho do mestre Eudes, laoQOO sobra
um outro o crimo que attribua a LiChes-
e? ... Com que fim? Easto catre
Antkirtta, onde chegou com vagem r-
pida.
Alli, o doutor, Pedro e Luigi iam discu
tir os projectos era que se concentrava a
sua vida intaira.
Era preciso descobrir Carpena, que de-
via saber onde estavam Silas Toronthal e
Sarcany.
Infelizmente, pan o Hespanhol, cora-
3uanto escapasso de3truijilo da quadrilha
e Ztrone, por ter ticaio na bauca de
Santa Grotta, a sua felicidade nilo durou
muito.
Com etfiiti, dez dias depois, un dos
agentes do dou:or coinmunicou lhe que Car-
pena tinha sido prso em Syracusa, n3o
como cumplice de Z-rone, mas por ura cri-
me praticado qunzi annos antes, ura as-
"ajsinato e n Almayatc, na provincia de
M daga, que o obrgou a expatriarle e
pasear para Rovigno.
Tres semanas mais tarde, Carpena, cu-
ja extradejao obtiverara, foi condomnado
a g^ls perpetuas e enviado para o presi lio
do Ceuta, ni costa do Marrocos, uro dos
principacs cstabelcciraentos penitenciarios
da Hespanha.
Aria al, disso Podro, eis un desses
miseraveis preso por toda a vi ia I
Por tola a vida?... Nao!... res-
pondnu o doutor. Comquanto Andrea Fer-
rato morres3e na priao, >iao oa prsao
que Carpena do ve morrer.
fOL DA TEBCEIRA PAUTE
4| I A UTA PART-:
O presidio do Ccula
A 21 de S-.'tembro, tres semanas depois
dos ulliroos acoateciraentos de que a pro-
vinri i de Catana foi theatro, uro yacht do
vapor, era o Ferrato, navegava cora nina
Ik lia brisa do or l5t s entre a ponta da
Europa, quo ingleza em trra da Hespa-
nha, o a ponta do Alraina, que hespa-
nholi e n trra raarroquina. As quitro
leu is de distancia que lia entre urna pon-
ta e outr.i. so pidamos crer na mythologi,
f i Hercules, uro predocessor do Sr. de
Losseps, quero as abri correte do
Atlntico, quebrando cora a massa essa
porjilo de periplo mediterrneo.
B
3-
ney
elles alguma allianca raystariosa V
A minha precipitada part la pira Pa-
ria impedu-me de sabar todas estas oa-
aas... Ainda raasmo qua rae deroorasse.
pjderia eaclarecsr es30 labyrintho de in-
famias ? S Deus o sabe
A sciencia hu uaaa tera lnit ;s que
nao pie ultrapassar... Grajas aos ca-
bellos que lhe pertenceram, a > annel ti-
rado, por meio da a3tucia, ao seu iniraigo,
pule obter de Aldah algumas preciosas in-
dicajilis, mas qua valor tero ellas paran-
te uraa sociedada ignorante (parlamento,
justija e pavo) que rae aecusaria da feiti-
ceiro? Aldah nadi mais disse alen do
que j sabe.
Oh disse Mareos com accento de
pro fu ia conviejao, como acre litar qae
Deus me ha preservado at aqui de todos
oa perigos da minha vida aventureira,
como acreditar qne o seu poder nos reuniu,
e suppor que me abandoneo na ocasiSo
em que carainho para o meu fira? Duvi-
dar seria urna blasphcmia I
Esperar com paciencia, com f, ope-
rar com opportunidade, s3o es tres maio-
res pontos da sabodora humana disse o
indio com voz grave. Esperemos, espere-
mos sempre e, quando forte rapo, operemos
com forja e resolujilo.
(Continua;.
Eis o que Ponta Pescada nSo tera es-
que ido de dizer ao seu amigo Cabo Mati-
fou mostrando lhe ao norte o rochedo de
Gibraltar, ao sul o monta Hacho. Com cf
foito, Calpa e Abylu sao justamente asduas
columnas qua ainda tero o nome do seu
Ilustra antepassado.
Cabo Matifou, sem duvida, tera apre
ciado como devia essa i fajanha sera que
a inveja lhe raardessa a alma simples e
modesta. O Hercules provenjal tera sa
inclinado anteo filho de Jpiter e de Alc-
raena.
Mas Cabo Matifou nao estava entre os
passageiros do yacht i vapor, nem Ponta
Pescada. Um cudava do outro, ambos
tinham ti iado era Antkirtta. Se mais tar-
de, o seu concurso sa tornnsso necossario,
seriara chamados por telegramma e leva-
dos rpidamente por um dos Elctricos da
ilha.
S o doutor e Pedro Bathcry estavam a
bordo do Ferrato, comraandado pelo cap
tilo Koestrik, sendo Luigi o immediato. A
ultima expedijilo Sicilia cora o fira de
descobrir vestigios de Sarcany e de Silas
Toronthal n5o deu nenhura resultado, pois
terminou com a morte de Ziroae. Era,
pjis, necessaro obrigar Carpena a dizer o
que devia saber do Sarcany e do seu cum-
plice. Ora, coilo o Hespanhol, cendera-
nado s gales, tinha sido mandado para o
presidio de Ceuta, era l que cumpra pro-
cural-o. s l poderiam comraunicar coro
elle.
Ceuta urna pequea praja da guerra,
urna especie de Gibraltar hespanhola, si-
tuada na encosta oriental do monte Ha-
cho, o era vista do seu porto que o yacht
manobrava nesse da pilas nove horas da
manhil, a menos de tres milhas do litto-
ral.
Nao ha nada mais animado do que esse
celebro estreito, que como a bocea do
Mediterrneo. E' por alli que recebe es-
ses militares do navios da Europa septen-
trional e das duas Auaerieas, de que se en
diera as centenas de portos do seu inmen-
so permetro. E' por alli qua entrara o
siharo esses grandes paquetes, esses na-
vios de guerra, aos quaoa o genio de um
francez abri uraa porta para o ocoano in-
dico e para os mares do sul.
Nao ha nada mais pittorosco do quo esse
canal estreito eraiwpldurado as suas mon-
tanhas de aspe :to tilo diverso. Ao norte,
as Berras da Andaluza, ao tul, nessa
costa admiravelmente accidentada, desde o
cabo Spartel at a ponta d'Al mina, vena-
se os cumes negros dos Bullones, o monte
dos Macacos, .s summidade dos Septem
Fratres.
A' diroita e esquerda apparcccm cida-
des pittorescas, mettidas no fundo de en-
seadas, construidas nos fl neos das mon*a-
nhas, estendidas ero praias nafras. De-
pois, entre as duas margens, ante a roda
de proa desses vapores velozes, que nnra o
mar era o vento fazem parar, e desses
navios do vela que as brisas do oeste re-
tro, 3 vezes aos centos entrada do
Atlntico, desonvolve-se urna superficie,
do agua movel, aqui pardas e agitadas,
alli azues c calmas. Ninguem p le ser
insensivel aos encantos dessas bellezas su-
blimes que os dous continentes, a Europa
e a frica, pem face face nesse duplo
panorama do estreito da Gibraltar.
Entretanto, o Ferrato approximava so
rpidamente da trra africana. A baha
reentrante, em cujo fundo escndese Tn-
ger, comejava a lechar-so, emquanto o ro-
chado de Ceuta, tornava-se mais visivel,
porque a costa faz uraa curva para o sul.
Via-ae qua se isolava a pouco e p)u.:o co-
mo urna grande ilha, emergindo ao p de
uro cabo, presa pelo isthmo estreito qus a
liga ao continente. Por cima, para o lado
do monte Hscho, appareceu um fortim,
construido no looal onde houve urna cida-
d lia romana, no qual velara, incessante-
mente, vigas encarregados de observar o
estrilo e especialmente o territorio roar-
roquino em que Ceuta est encrtvada.
Sao, pouco mais ou menos, as niescas dis-
poic5es orographicas quo apresenta o pe-
queo principado monegasco no territorio
francez.
A's dez horas da manl.a o Ferrato lar-
gou a ancora no porto, ou antes a cuas
amarras do caes de desembarque era que
batem as ondas. Ha all apenas um anco-
radouro exterior, exposto resaca do Me-
diterrneo. Felizmente, quando os na-
vios nSo podem fundear a oeste de Ciuta,
eneontraro o segundo ancoradouro do outro
lado da rocha, o que os collona ao abrigo
dos ventos do levante.
(Continuar-se-ha.)
Typ. dj Diario ni Duque Je Caxm u. 42.
I
ILHml


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