Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19584

Full Text



AMO Lili HIERO 6
PARA A CAPITAL E Ll'AHS OME NAO SE PACiA PORTE
Por tres meses adiantado
Por seis ditos idem......
Por um anno ideai......
Cada numero avulso, do meimo cii.
60000
12,J000
2400(0
100
SABBADO S M JANEIRO DE 1886
PARA DE.\THO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezo adiantados.
Por nove dito* dem......
Por um anuo dem.....
Cada numero avulso, de das aiteriores.
130506
200000
270GOO
0100
DIARIO DE PERNAMBUGO
Propriebabc i>e JUanoel f\$oeix&& l>e Jara 4 Jlljo*

TELEGRAM1AS
asara rABTictiLAn so siabzs
RIO DE JANEIRO, 8 de Janeiro, as
2 horas e 50 minutos da tarde. (Reoebido
s 4 horas e 13 minutos, pela linha terres-
tre.)
(onllrno o mcii leleirsmm* '
liontcm.
-Fallecen Antonio Marta O'Cwel
Jersey.
SSBVIgfl d akscia satas
(Especial para o Diario)
PARS, 7 de Janeiro, tarde.
formn-** nm novo gabinete sob a
resldenela do r. de Vrevelad, que
Orou Incumbido da pasla do nego-
claa enlrangelro*..
?. Oa demala mlalsros sao o se-
gnlntewi
arda doa elloa e mlatatro da
jaattea. Balbaat t
Ministro dainulrucro publica.bel
la* arle e culto, ttoblet i
mnimro do Interler. tiranet i*
Minisf ro da faaeada. adl-Carnot i
Mlatatro da gnerra. general de di-
visan Konlanger i
Mlalatro da naarlaba e daa colo-
nia*, almlraale Anbei
Ministro daa abras pablteaa. H-
mele i
Mlalatro do eommerelo. Lookroy i
Ministra |da agrlealtara. Develle
Mlalatro do carreloa e telegra-
pho*. sarrlea.
MADRID, 7 de Janeiro.
As cortes foram adiadas.
Agencia Hayas, filial em Pernambuco,
8- de Janeiro de 188G.
IRSTRCCIO POPULAR
Geographia geral
Extrahido
DA BIBLIOTBECA DO POVO E DAS ESCOLAS
( Qontimuie&o )
i:i *opi
FRANQA
cidaoes cuja populacIo *"E- e 25:000 a 50:000
ABITANTES :
49:100 habitantes
47:000
45.-000
43:000
42:000
42:000
40:000
40:000
89:000
38:000
38:000 ,
37:000 m
37:000
36:000
34:000
33:000
31:000
31:000
30:000
30:000
30:000
28:000
28:000
jr,:000
Orleans
Besancon
Mam
Tjurcohig
Tours
Caen
Grenoblo.
Bouogne
Dijon
Lotient
Clermont
Cherbitrgo
Aviiiho
Troves
S. Quintino
Dunkerque
Poitiers
Beziers
Bourget
Bochefort
S. Diniz
Air
Arles
Angou'eme
A ilha de Corsega, ao sul da Franca, forma na
departamento, euj* capital Ajaccio, onde, nascen
Napole&o I era 1768.
POSSBSSE8 fbasc zas : Na frica : ao norte
aa tres provincias da Argelia (Argel, Oran e Cons-
tantino) a oeste a ilha de S. Luiz, no Senegal ;
a ilha do Gora, na costa, e varias feitorios ; no
ocano Indico, as ilhat da Reunido, Santa Mara,
Mayeta, Nossi-Be e algroas dai Comores Desde
1871, a Franea t tem na Gui a feitoria de
Na Asia Pondicherry, Karikal, Yonaon, Mahi,
Chandernagor (na Iodia), e as seis prvidas da
Baixa Cochmchina.
(Continita.)
FAITE 0FF1C1AL
Governo Ja Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA DE 7
JANEIRO DE 1886
Abaixo assigaados de alguns preses da
Casa de D?tenc3o. Indeferido, a vista
das informales.
Antonio Joaquim Ramos de Araujo.
Informe o Sr. Dr. chefe de poli;ia.
Clemenes Lopes de Siqueira. Remet
tido ao Sr. inspoctor do Thesouro para
mandar effectuar o pagamento pedido, logo
que seja possivel.
Padre Floriaoo de Queiroz Coutoho.
Remetli o ao Sr. inspector do Thesouro
Provincial para attender ao pedido, de ac-
cordo com a sua informadlo de 30 de De
zembro ultimo, n. 413.
Bacharei Gaudno-Eudoxo de Brito.
Sim.
Isabel Rufina da Silva.Sim.
Joaquim Felippe da Costa. Remettido
ao Sr. inspector do Thesouro Provincial
para attender ao pedido nos termos da sua
informacao de 31 de Dezemhro prximo
lindo, n. 410.
Londelino de Luna Freir.Deferido
com offieio expedido hoja ao Thesouro
Provincial.
Manocl Joaquim Xavier Ribeiro.Ao
Sr. Dr. secretario da provincia para man-
dar passar a certdao.
Martinho Jos de Jess. Informe o
inspector do Tnesjuro Provincial.
Mara Joaquina dos Santos Abreu e Sil-
va.D se o que constar.
Philomeno Raymundo Nunes de Lima e
outros.Passe portara ne forma reque-
rida.
Romualdo Pereira Gomes. Eucami
nbe-se.
Theobaldo Ferreira Lima. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
Thereza Mara do Espirito Santo.
Sim.
Secretaria da presidencia, de Pernambu-
oo, em de 8 Janeiro de 1886.
O porteiro,
J. L. Vtego*-
Re par (i cao da Polica
Scelo 2*N. 20.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 8 de Janeiro de
1886.Mm. e Exm. Sr.Participo a V.
Exc. que foram hontem recibidos na Casa
de Decencao, os seguintes individuos :
Nicolao Mendes Gomes da Silva Cascao, Mara
Raymunda da Conceicao e Pastora Francisca de
Lima do Jess, o primeiro por crime de ferinjen-
tos graves, da ordem do subdelegado da fregaezia
de Santo Antonio, e os demais por disturbios,
ordem do do 1 districto da Ba-Vista.
Communicou me o delegado do districto de
Caiapatoz, que no dia 28 do mez fiado estando di-
versos individuos cacando em urna matta que all
ha, acontecer disparar casualmente a arma que
conduzia Jos Peliz de Lyra e empregar toda
carga em Manoel de 8onz-i Preto, que veio a mor-
rer no dia seguate.
O subdelegado respectivo procedeu a tal res-
peto de conformidade com a le.
Pelo delegado do termo de Liitoeiro ioi re-
mettido ao juizo competente o inquerito policial
a que procedeu contra Joaquim Ferreira da 8ilva
como incurso as penas do art. 257 do cdigo cri-
minal.
Tambera pelo delegado do termo do Bonito
toi remettido ao respectivo juizo o inquerito a que
proceden contra Manoel da Costa Nascimento,
preso em flagrante per crime de furto de cavallos.
Hontem, pela manbi, tallecen repentinamen
te na ra Imperial, nm bomem de cor branca, re -
presentando a idade de 35 annos e que era em-
preado as offlcinas do Gaz.
O cadver fui vistoriado pelo Dr. Joe Joaquim
de Sonsa, que declaren ter sido a morte occasio-
nada por congestao pulmonar.
Anda, hontem, a 9 horas da noite e na ra
dos Ossos, fui ferida em sua propria casa, com
duas facadas, a tnulher de nome Anna Mara da
Conceicao, par Nicols Mendes Gomes da Silva
Cascao, ex-escravo de Antonio Joaquim Cascao,
o qual toi preso em flagrante e conducido Ia es-
tacao da guarda cvica, onde o subdelegado da
fregueaia de Santo Antonio tomou conhecimento
do facto, abrindo o respectivo inqaerito, que hon
tem mesme concluio.
A offendida depois de vstoriada pelo Dr. Ma-
theus Yaz, foi recolhida ao hospital Pedro II.
A's 10 horas da noite de hontem efiectuou o
subdelegado da fregueaia de Santo Antonio a pri-
so do individuo de nome Arthur Augusto Morei-
ra, por estar apedreando um pequeao hotel que
existe na ra Bella.
A referida autoridade abri sobre o f*ctoo res-
pectivo inqaerito.
Deas guarde aV. ExcWin. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Fernandos da Costa
Pereira Jnior, muito digno presidenta da
provincia. O chefe de poli da, Antonio
Domingo* Pinto.
Thesouro Provinriol
DESPACHOS DO DIA 8 DE JANEIRO
Alfredo Alves Martina.Entregese
pela porta.
Manocl Antonio Veira.Ao Consulado
para attender.
Prets e tolhas do oorpo de polda e da
guarda cvica.Pague-se.
Jos de Assuropyo Olveira.--Certifi-
qese.
Marcolino Ansberto Lopes, Duarte Cruz
& C., cj[|ector do Buque, Emilia Adelai-
da Alves Coelho, inspector geral da Ins-
truccao Publica, thesourero da Repart9ao
dos Obras Publicas e presidente da Caixa
Economija.-Informe o Sr. contador.
Epamnondas Pinto Bandera e Acooli
de Vasconcellos. Curopra-ae, regstrese
c fajarn-se os devidos assentamentos.
Pontos da Secretara da Instruccao Pu-
blica e do Consulado. Ao Sr. pagador
para os devidos fins.
DIARIO DE PEENAIEDCO
social, a solacio dada pek parlamento questao
servil fez rVpOUssraiD menos ippii'.||(!iisivosOS es-
pritus que anduvain Inqoietos o suspirosos de
ama soluro violenta nio menos certo todava
que, na es|jln'r,i das ivlarVs econmicas, conti-
nua o profundo iiihI estar que assipnalainos. e i|tie
i'.-se nmii'stiir BereaBcteeaetaa for|etra!Me n'a-
(inellas (lutnis Mpberas de retacse, dando cni
resoltado urna situaran dieta de anMtfaas c de |K'-
rigOB.
A ultima reforma servil, de 28 deSetembro. an-
da Ufo entrn em eveeneao. e apenas se aelia re-
rfiilanaTtada una da as partesa referente
nova matricula dos oscravos,para a qual lixou
a le n. 3.270o praso de um auno, anda nao rome-
cado a ser contado. E' eado, pois. para jnigir
devidamentedosseu resultados praiieos, e neme
hcito fulurisar dos sens elfeitns sobre aorganisai-rio
to traliallio nacional, do qual depende essencial-
niente odcsciivolvimeiitodiiriipii'zaiuililica.
As (Is|iisc."m's deasa le que mal aproveitam
liberdade, sao: a que exchic da matricula os ea'
clavos matares de W) annos .sujeitando-os a in-
scripeao em registro especial, e eonferiuo-lisM a
alfbrrtacom a preatacao de servieos por :i atmos;
a que augiwiita o Tundo de emancipacio. creada
peta tai de 1871, com o imposto addicional de .*>/
sobra as tasas pesas, Denos naesnactacao; a
que Batatas o deproetamento do valor do escravo,
ixado em una talH'lla ; e a que prescreve em
Ibeae a intransfi'ivni-ia do escravo de urnas para
oulras provincias.
Todas essas concesOes tei'm sem dunda valor
inlrinseco e real; mas. alm de que, por outro
lado sao tomadas providencias que criam emba-
races plena eonsecuco do fim visado, BCCresce
que a lahella dos BfCCOS licou liaslanle elevada
em relaco al^umas provincias, como por
exemplo B'rnainbuco, onde a dcpivciaco deasa
triste mercadoria era manilesta ; c pois cresce
de ponto a ddiculdade em avaliar com seguran-
ja dos benelicios promuiettidos pela le. tanto
niais (|ii;uito. una parte do imposto addicional
de ."> */o foi mandada applicar colonisacao,
E' incontroverso que o Brazil, mxime no
actual periodo de transformado do traballio, tem
carencia de bascos que llie arrauquciu do solo os
inexfotavcis thesouros, tem necessidade DrgCOBB
le ser colonisado, foinentaudo-se a ininiigraco
c sobrotudo orgauisando-se a colonisacao nacio-
cal; mase aqu bate o cravo---tantos niilhaii's
de contos de r.-is ja se tem despendido em pura
perda com a colonisacao comprada, que se nos
ailiguru ser mais urna descahida desviar para
ella aojadle terco de.nova tnxa, quantopodia ser
mellior empreado eni aecn-scer o numero das
libcrtaccs ou em fomentar simnlesmentc a colo-
nisacao nacional, aproveitanilo os bracos que
temos e que s esperam um influxo benfico
para procuratx'ni no traballio o pao que lioje pe-
den vadiagem criminosa.
Nao. repetimos, nao se pode com fundamento
apreciar dcvidemenle quaes os fructos que pode
produ/.ir a le i n. 3:270, e nem se creia que ella
malou de todo a agitaco produzida pala queslao
servil. Os nimos acalmaram-sc .sem duvida; a
lavoura, que n-ceiava peta sua Msgnraaea, tran-
quillisou-se era parte e deseanra nos actuaes timo
araroa ilo Eslailo: na cadadea os esptritos Ben-
teui-se menos perturbados ; mas, em sumina. a
conlianca nao completa para ninguein, e todos,
principalmente o commercio, ainda uutrein re-
cejos, sobre os quaes so futuro poder di/.er se
sao fundados.
E, ooino aos restos-rfe nial-estar d"alii provin-
dos. accrescem as serias difliculdades econonii-
eas a flnannirai que comballem o paiz, j resul-
taates de mis coiaeias e de mos precos para
os gneros de produc(,'o nacioeal, jdecorrentes
de gastos pblicos acimajde toda a eoBfeoiencia,
do que leein resultado constantes dficits, quer
nos onanientos provinciaes. quer nos geraes,
sendo que o geral do exenicio lindo em Junho
ultimo calculase sar superior a 1:000:0005000;
compreliende se l'aiilnienle que tem todo o vigor
a tliesr'que foiinulnios em 188't. repetimos em
retacio ao anno lindo, e maulemos para os pr-
ximos \indouros e por un periodo nio muito
corto.
do
RECIPE. 9 DE JANEIRO DE 1886
Retrospecto eoinmereial
auno de I *"
I
O anno que lia pouco leruiinou foi ainda. no
ponto de vista econmico-mercantil, un novo at-
lestado do doloroso conceito que externamos em
1884. quando assevermos que. ponderados lodos
os elementos que concorreui para a formacio do
estado mercantil, ludo iudir/ia a crer que, anda
por alguns annos, perdurariam as causas
ataan da ipathla ratamereatal, e por eense-
qnenc.a os effeitos dessas causas ]iernianeceriani
ciuciantes]iaraii provincia.
Se certo que, na esphera poltica, algoile me-
lliorialrouxeran os das decorridos de HH.'J, pois
que ganhou um pouco de estbil idade o principio
da autoridade. a ordem publica nao toi perturbada
e a liberdade individual asnea mais adequada
guarida, pso/acloolTerecemlo oulras garantas ti
insliliiiccs. que audavamum pouco pela ra das
poras certo larabera, que. oa esphera
Pel, que fiea expendido ve-se que a questo
servil pondo uuntnbou no anno lindo: mas nin-
guem se Iluda : osdias da escravidio esto con-
tados. K. no ctanlo, pouco s(. |en preparado
o Brazil para o completo advento do irabalbo 1-
\re. que deve ler por esteios mellioramentos ino-
raes e niellioraineiitos materiaes.
Entre aquelles devenios por na prinieira pini-
na a inslruccio [iublica. que tem sido baslanle
descurada, e teis quedesenvolvam a colooisacfio
nacional, al agora complelamenle esquocida, e
inclliorein as condicoes do pail em relaco im-
nugracao espontanea, nica que nos convm. e
que depende das garantas olTerecidas aos colo-
nos para l'undarem familia, copartciparem dos
direitOS civis o polilii-os dos nacionaes 0 pode-
rem uabatnar sem peas neme nlraw's.
Nos niellioiainenlos inaleiiaes. a viaeco Dece-
lerada para os transportes, a separacao da cul-
tura e do preparo ou fabrico de productos*, B na-
regac&o interior, a orjantaarjan de eatabeleci-
menlos de crdito, etc., etc., sao outros tantos
elementos que fomentan) o trabalb >, e sem OS
quaes tenta-ae este improficuo, restricto e inca-
la de soerguer o nivel ce.inomico do paiz.
Tudo isso. entretanto, depende principalmente
das (mancas publicas, p 'torca 6 confsaar que
eslas sao deploraveis. o ipie alias tem ciifraque-
cido o crdito do Estado. D'alii a necessidade
vando em busca do liein estar: e, como consc-
ipienriafterrivel, licarem sem tmenlo aquellos
melhoiamenlos indispensaveis.
E' i'taro. pois. fpie a nossa siluacao nao pode
ser mais precaria.
No auno lindo, essa parada breada j se Ce/,
limito sentir, quer em relaco aos camiuhos de
ferro, quer em relaco aos engenlios ceulraes.
Pellf ultimas estiitisticas orgaiisadas. a nossa
viaco fcrroa compoc-sc de:
Em Irafego..... ii:i:ik.8'6iu.
Emronslrucco i:990k.93om.
Em arojecto .... .">:4.*>"k.lzlni.
0 que da a differenca de 3.'llk.407 construidos
a mais no anuo lindo ; sendo que o Estado des-
pende eom a garanta de juros animalmente cer-
ca de li:200 contos de ris.
Eis ah: em um anno inteiro apenas construi-
mos 5.11 kilmetros de vias terreas para a enor-
midade do nosso territorio, sendo d'elles cerca
de 92 na provincia de Pernambuco, dos quaes
39 na ferro va de Caruaru' e o rosto no prolon-
gaiuenlo da do S, Francisco, cujos trilitos alcan-
caram Cauliolinlio. 103 kilmetros da eslai;o
de Palmares I
Sao irrisorios csses algaliamos em face das
nossas trgencias, mas o que buer, se as nossas
condicoes econmicas elinancefras nao do para
mas '
Nao Raaos niaisfeli/.es relalvaiiiiMile aos gran-
des elementos de progresso.qoe se chamam en-
genlios centraes : em vez de 30, que eram, at o
anno pasando, os que logravam a garanta ou
liauca de juros do Estado, passaram ser de 40,
alm de 18 que nao leein garanta.
Dos prirneiros sao 23 concedidos entre o Para
Sergtpc. e 17 da Baha para o sul, zonna para
que foram lambem concedidos os 18 sem sarao*
lia. 1\ releva observar que, oreando o capital
garantido ou aliaucado em cerca de 2l,800 con-
tos de ris, de menos da sua BKtade seflre o Es-
tado o onus : o que prova rpie nao excede de 20
o numero dos engenhos ceulraes em bnccoeO.
Bate numero, que ridiculo s para Pernam-
buco, o que deve parecer em relaco extensa
zonna assucareira de todo o paiz 9
0 que certo, pois, que quasi nada temos
feito sol este outro ponto de vista, quer em Per-
namjuco. quer no paiz inteiro ; e Pernambuco
na especie servir de afferidor, pois quesen-
|vultada a sua produccto assiicai-eira, alienas
cofia 13 fabricas concedidas, das quaes funecio-
nam sonienle 4. isto o mcsmo numero que no
anuo de 1884.
E' venlade que a nova tai orcainenlaria da
asovincta aoctorisou a coocoaaio de 9 engenboe
eentraes, sendo 1 com garanta de juros de 6 >/.
sobre 600 contos de ris, eJ8 mediante outr osfota
res, entre os quaes auxilio de crdito, sob pres-
taco de apoces, de joros'pagos petas cooces-
sionarios.e dispensa dos impostos de exportaro ;
mas estas fabricas anda nao passaram do rol
dos possveis duvidosos, e pois nao licito fazer
obra por eonta deltas.
Em relaco navegayto lluvial e porlos quasi
que tambem nwla fliwnaw, pois apenas prosegui-
ram alguns trabalhosnos lios Parnaliyba e S.
Francisco : pouco andamento teve o inelbora-
inenlo do porto do Rio Grande do Sul; e mal
foram incetados os trabadlos do Cear, alias l-
timamente entravados pela causa j assignalada
das difliculdades linanceiras do paiz.
Do porto do Recife nio se cogitou. nem se po-
llera cogitar tio cedo, pois que difficilmenle se
pedern congregar capitana para essa obra, e o
Estado nao pode empreliendel-a sem perigo.
Nem fomos mais l'cdizes em estabelecinienlos
bancarios. Creoo-se no Para, sol garanta'de
juros da provincia, um banco de crdito real, e
em I'i'rnainbuco outro da mesma natureza. sem
garanlia iiimii auxilio. Ambos, porem, por assim
dizer ainda esto as lachas da nlauna. e [iois
nao se pode apreciar o bem que sao chamados
produtir, posto qoe se possa prever esse bem.
Em todo caso, nao obstante a souliada reforma
hypothecaria. nada temos progredido nesse jwuto
de vista : e o paiz continua sentir a falfei de 68-
tabclec'unentos de crdito, que sao um dos prin-
cipaes tactores da prosperidade mercantil e in-
dustrial.
Assim. todos os elementos que fonientam o tra-
balho, se nao foram negativos DO anuo lindo
pouco auxilio trouxeram ao commercio, e nada
Ihe promettein de notavel para o anno crrente,
nem paraos seos successores inmediatos
*
Restringida a esphera da actividade nacional,
eno podendo a prodcelo cresccr proporcional-
menle ao desenvolvinienlo da populaco. lgi-
co o esiado de penuria dos thesouros geral epro.
\mciaes. ( mxime porque tomaram compromis-
suneriores s suas tarcas, sendo os gover-
uautes levados peta cranca que iodos nutriamos
da inexgotabilidade dos recursos Oaanceiros do
paiz. assentcs as laxas deex|Mrlaco e impor-
Iaco.
Soccedeodo, porm, terem baixado nos mer-
cados consumidores os procos do caf. asSUCar,
fumo e borracha, princpaes pioiluclos ipie es-
poliamos, e dando-se o caso de menores rolhei-
tlS de alguns desses productos em anuos so
svos. a couseqiiencia foi diminiiirein essas fon-
tes de renda, deterndnando correhiiamente igual
redueco na renda ilas importacoes. pois que o
total destas lambem diminuto i'obh proporco
avnltada, em parte devida ao nitor onus de que
(oran sobrecarregadaa na entrada pela All'an-
E' nm i'acio iacontroverso que os excessrros
de parar no raunho que em tata ora toamos h?-'impostos de Lmportoefto embaracam a entrada
dos gneros e artefoctos estrangeiros e restrin-
geni o sen consumo: outro facto iiiegavel que
somos apenas um paiz agrcola e que tange e
bem lonsje estamos de ser maeoftictureires e a-
dustriaes: e. todava, nao obstante a redueco
que j temo- -oll'rido na massa das importacoes.
pacas principalmente s elevadas impostases, a
commisso parlamentar de inquerito. no retato*
no que apresentou DO anuo passado. propondo
algunas redueces nos direitos adoanefros, cm
bem das rana industrias nacionaes que team ele-
mentos de vitahdade e favorecendo a importaco
de materias primas, no geral todicou como indis-
pensavOl a elevaco de todas as taxis alfande-
gaes, insinuando mais a cobrauca de50 /dos
direitos em ouro!
Sem duvida, e j o recoiiheceinos. as nossas
condees financeiras sao deplorabilissimas ;
roas de simples intuico que nao se deve esli-
car de mais a corda dos imposlos sol pena de vel-a
esganar o contribuidle e ralbar completamente o
plano Bacal. E' o que pode e ha de acontecer
se for adoptado iuti-iraniente o parecer da allu-
dida commisso. pois que lauto a elevaco das
laxas, como a cobranca em ouro de metade del"
las. biO de fatalmente fazer baixar anda mais e
coiisidcravelmente a importaco. malsiiaudo
tan futo o commercio e tornando a vida do d-
dado mais afflictiva do que jii .
Cobrar 50 / dos direitos alfandegaesem ouro.
n'mn paiz de papel moeda e quaudo esta j sof-
fre um depreciamento de mais de 30 /0. ser
urna verdadeira calamidade. embon |iaralella-
mente seja adoptado e posto em cxccuco o plano
que a referida commisso apresentou para o res-
tabelecimento do padro metlico.
0 alludido projecto certamooto tiara grande
bem ao paiz : mas para isso de rigor qoe nao
toaba por contrapeso aquella cobranca em ouro.
seno depois que l i ver produzido seos nata-
mes effeitos o lito projecto, que o segunde :
Art. l/> Pica o governo autonsado. para a
completa extineco do papel moeda:
| 1.* A facultar em todo o imperio a erea-
Co de bancos com emisso de notas convers-
veis em ouro com curso legal as repartices pu-
blicas e entre particulares: dando os ditos hart-
eos, em garanta das respectivas emissOes, ttu-
los da divida publica, que recebero do governo.
que os Cmittir para esse fim exclusivo, vencen'
do o juro de 4 /0 ao anuo.
2." *A dar aos novos bancos, c aos j crea-
dos que o desejern aproveitar, a faculdade de que
trata o 1% autorisaco de empregarem todo ou
liarte do seu capital, nos referidos titulo, com a
obngaeo, porm, de terem disponivel, em ouro,
como fundo metlico. 30 % do valor de sua
emisso. a qual sero seinpre obrigados a pagar
ao portador e vista, em ouro.
3. Para matar garanta e Rscalisacao, c
para uniformisar a emisso no paiz. ser o the-
souro encureado da iinpresso das notas ban-
carias, que sero entregues na corte pelo thesou-
ro, e as provincias pelas thesourarias aos mes-
mos bancos.
5 4.* A entrega das notas bancanas, segun-
do a exlenso do capital dos bancos, sera effec-
tuada na razo de 60 a 90 / do valor nominal
dos ttulos da divida publica de 4 / ao anno,
que os mesmos bancos sao obrigados a depositar
no thesouro.
i o* O governo ter o direito de mandar
proceder di venda, em hasta publica, dos ttulos
dados em garanta por qualquer dos bancos,que
deixar de pagar as suas notas bancadas no acto
de sua apresentaco, e indemnisar immediata e
integralmente, em ouro. aos portadores das refe-
ridas notas.
6. Os bancos organisados sob o rgimen
da presente lei tero de duraco o praso de 20
anuos, findo o qual poder o corpo legislativo
autorisar o governo a mandar-lhes proceder
liquidado ou prorogar esse praso, segundo as
circunstancias o aconselharem.
7. O governo jamis recorrer ao expe-
diente reprovado de novas emisses de pape
moeda e inutilisar o existente, at sua comple-
ta extineco, a medida que. os bancos forem ef-
lectuaudo o pagamento dos ttulos de que trata o
8. Esta lei s vigorar quando organisa-
dos bancos, cojo capital, convertido em ttulos
de que trata o mencionado l attingir a
150.000:0005000; licando o governo ento obri-
gado a declarar sem curso legal nem forrado o
papel moeda, que ainda existir, e a decretar que
o pagamento dos imposlos seja feito em metal OU
em notas bancanas eouvT.-heis.
. 5 9. A confeccionar, pan execueo desta
lei. o respectivo regutamento, (pie ser opportu-
namente Bubmettkto apnrovacao do poder le-
gislativo.
Art. 2. Ficam revogadas as disposices em
contrario, i
Seja adoplado esse ou outro projecto, o certo
que a questo do nelnoramento do nosso mcio
circulante exige i solicitude do parlamento, pois
que das varias causas que concorrem para a de-
pressao do cambio o papel moeda a predomi-
nante.
Se as nossa- condic/jes econmicas e linan-
ceiras. diz um BBCliptor nacional, nao permitlein
de proinpto as operaeOea de crdito neceatartas
para tornar elTecliva a circulaco metallica; se
apresen'a lainU'in serias difliculdades a crearan
de un banco de circulaco ; temos entretanto I
providencia do art. 2- da lei de II de Setembro
de l'i pan corrgir o excesso do meta circu-
lante. Isolada. porm, esta medida nao seria
sullciente: habilitar-nos-hia para restringir a
circulaco, mas deixar-nos-ha Bem meios d'
dar-lhe expansao as epochas de escassez. O
risialieleciineuto da lei n. 2,565 de 29 defcfaw
de 1873 dar-nos-hia esses meios. minorando,
quanto possivel, os inconvenientes do nosso meta
circulante.
Nao deve ser. porm, isolada a providencia
| com relaco ao meto circulante ; de rigor qur
a acompanhe de |>erto. ou mesmo anteceda-a, a
soluco da questo que mais apprehende o espi-
rito publico as provincias : descriminajas
das rendas.
Todos sabem, e nos temol-o repetido innums-
ms vez.es, que, lutando com os maiores emban-
cos para realisar suas despezas necessarias,-as
provincias lancaram mo, embora infringindo a
(lousiituico, de um recurso extremo, creando
impostofl de consumo. Depois da alguns anuos
deesa pratiia, um acto descripcionano e violen-
to do governo garal, em relaco Pernambuco,
privn as provincias da renda auferida por esse
meio. e lancou-as n'uma crisc linanceira terriveL
As provincias, especialmente da Baha para o
norte, sao boje um montfio de ruinas no ponto
de vista de suas liuancas, e vo retrogradando
moral e materialmente, porque nao podern des-
envolver os mellioramentos de que carecein.nem
mesmo manter convenientemente os que j ha-
viam conseguido; e a sua miseria chegou ao
ponto de estaren] em debito avultado para com
08 seus iufelizes servidores, nao obstante osre-
petidos emprestnos levantados para saldar a*
defl'uitx dos seus orcamentos.
E. cousa estranha! os poderes geraes. deondV
Ibes veio o mal, conservam-se quedos, nao tra-
tam de reparar o mal que lizeram, e nem ao me
nos tcem cogitado seriamente dessa fallada des-
criininae.o de rendas, que facilite a misso das
provincias. Brincam com o fogo, sem se aper-
ceberem de que elle pode queimal-os.
A situaco das provincias entretanto, intole-
ravid. Pernambuco, de anno para auno, vai sr.
afuudando cada vez mais. A sua divida fundada
tem crescido desmedidamente, e anda ltima-
mente urna nova emisso de apolices de........
1.200:000*000 augmentou esse debito, sem ex-
tinguir a divida lluctuante, representada pelo*
minguados ordenados do fuuccoiialismo, pelo
sold das pracas de polica e pelo preco de ra
rios serviros, que tudo est por pagar n'ura pe-
riodo de 4 5 meses.
Nao, nao pode nem deve subsistir esse triste
estado de cousas, e forca que o parlamento, aa
sua prxima reunio, se oceupe seriamente dessa
e das demais questes de que dependem a vida
das provincias e do estado, a prosperidade na-
cional, tendo por base a economa bem entend
da, o trabalho melhor organisado, e a lilicrdask.
consorciada com a ordem, sera as quaes nao peo
haver progrosso.
II
Entrando na segunda parte deste modesto fea-
balhe, vamos indicar dados e factos que SSastaB
rara os conceitos exterados na prmeira parte, c
tornam desnecessarias qaaesquer reflexes, tal r
a cloquencia dos slgarismos que se vilo let, en
quaes em sua mudez altiva e esmagadmi dUasr
melhor as difficuldades por que est passando Pee
uambuco, do que podem tzalo retumbantes ptos-
sce.
Entretanto, nao nos podemos eximir do dever V.
chamar a attencio de todos para a reduecs lar
'mportaces e exportaces, do qne resulton a tfmUm
das rendas publicas; para o menor acervo do r
v i me n tos monetarios; para a queda do camota es
menor massa de transaeces cambines e baneansac
e finalmente para o menor movimento do porto; le
tudo o qucresultou depauperamsnto para o cost -
mercio.
Entremos, pois, em materia:
As rendas das estacoes publica, reuaida* ar.
qu .dro n. 1, adiante publicado, dio as segaatn
relavos, ebeias de interesse para o nosso eitasV
econmico mercantil:
Renda da Alfandega
1 semestre de 1885 4:110.2791717
t" semestre de 1884 6:298.207,1255
ou menos em 1875
2o semestre de 188
2o semestre de 1884
ou menos cm 1885
2:187.927
4:054.586*513
4:852.655 JMC
798:068*431.
Somadas as duas differencas, tem se aw
anno de 1885 renden a Alfandega menos do que
em 1881, a qnantia de 2:985.996*023, em 26 %
menos do qne nesse anno.
Para essa differenca contribuirn] o menor va-
lor dos productos exportados, e principalmente
menor acervo de gneros e artefactos importador.
como alias faz prova o seguinte qnadro, resumo de
de n. 2. adiaste publicado:
QCAOBO COMPARATIVO DA RENDA DA AI.FANDR*.
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O.
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1
es
-i

8I
si


Diario de PernambucoSabbado 9 de Janeiro 1886





A renda da alfandega no* dona ltimos quin-
quenios foi esta, inclusive os deposito:
1885 8:164:866/236
1884 11:150:862*259
1883 10:417:501*071
1882 11:836:372*599
1881 12:730:603*020
10:860*041J037
11:273:0608177
7:941:969#394
8:006:888*126
9:408:080*617
7:511:783*103
8:828:356*583
Media
1880
1979
1878
1877
1875
Media
A comparaco das medidas dos dous quinquenios
mastra estar a vantagem do lado do ultimo, sendo
o augmento de 2.031:684|>434, correspondente
23 0|0 sobre o anterior quinquenio.
Releva entretanto ponderar que o desenvolvi-
miento da renda, assim denunciadora o provem s-
mente do movimento ascencional do commercio de
exportaco, mas tambem, e em grande parte, da
agravacao dos impostes de irapartaco no ultimo
quinquenio.
Seja, porm, como for, symptomalco esse ca-
rcter da renda aduaneira, e serve para era par-
te minorar o mo effeito produzido no espito pu-
bnco pelo depreeiamento dessa renda no anno
finio em relaco ao de 1884
Renda da Reeebedoria Geral
i semestre de 1885 ; 11:4445389
! Enestre de 1881 N:1MMN
ou menos em 85 63:814*613
2* jin de 1885
2 semestre de 1884
Dtnheiro saluda
1" semestre de 1 5
1* semestrs de 1884
ou me ios em
85
2> semestre de 1885
i semestre de 1884
4:354:839*260
3:508:085*759
_~816:753*501
3:816:789*674
3:670:716*50:
377:613*375
339.696*827
oumais em 85 31:916*548
Balanceadas as differencas, tem-se que a Kecp-
bedoria Geral renden em 1885 menos 25:3981071
do que em 1884, correspondente 3 e 1|2 0,0-
Noe dois ltimos quinquenios foi est* a renda
dessa reparticio:
1885
1884
1883
1882
1881
Media
1880
1879
1878
1877
1876
Media
719:0571764
744:455*835
786:368*213
816:411*717
807:154*101
774.689*586
702.213*120
,34:350*516
550:934i 13
571:366*728
571:766*611
60-1:726*281
Anda aqui je observa que no ultimo quinque-
nio a renda sobrepujou ao penltimo em........
1671*83*802, correspondente 27 3|5 0o i o que
se explica pelo mesm> modo do incrementa da
renda alfandegaria.
Renda do Correto Geral
I o semestre de 1885 69:446*278
! semestre de 1884 80:46**062
ou mais cm 85 146:073*170
Sommadas as differencas v se que sabio mata
en 1885 do que em 1881 asomma de 992:826*671
Balanceadas as differeneas entre as entradas e
as sahidas, aeha-sc que entrn 4 maia no anno
findo a quantia de 603:854*664.
Nos dous ltimos quinquenios foi este o movi-
mento de entradas e sahidas de numerario:
2 Sem. de 85 1:510:000 de 17 5i8 18 Ii2 d.
2 Sem. de 84 i. 1:560:000 de 19 20 1|4 d.
foram estes os
Annos
1885
1881
1883
1882
1881
Entradas
8:033:588*515
6:436:907*180
6:863:704*114
9.612:492*041
14:643:810*374
habidas
8:171:618*934
7:178:802*263
6:705:827*318
13:112:6544817
5:131:374*951
Medias
9:118:100*145
8:266:057*657
1880
1879
1878
1867
1876
11:171:557*000
10:391:784*380
7:939:832*780
9:864:696*000
11 104:5624030
6:507:008*940
7:781:490*150
6:838:010*930
8:654:546*740
5:703:097*720
Medias
10:155:706*438
7:096:842*896
Pelo coitracto das medias do mesmo gener i
nos dous quinquenios, v-sc que, ao passa que ai
ntralas decresceram em 1:037:605*993, as fahi-
das augmenraram em 1:169:214*761; de onde re
snlta que o bataneo me lio entre as entradas c sa-
hidas de dinheiro nos dous referidos quinquenios
foi desfavoravel ai ultim\ isto ao de 1885, na
me lia annual de 131:608*768.
Em descontos de letras na praca, segundo as
ladicacoes officiaes da Bolsa, fizerarn-se poueas
transaeoes, gracas 4 falta de confianza geral.
Regularan os descontos :
I.o semestre de 1885
1" semestre de 1881
de 7 4 8 /
de 8 12 ,,
2 1/2 /.
,le 7 8 /.
la 7 12 /o
Menos em 85 50:000
As dnss differencas sommadas importam em
290.000, que ao cambio medio de 18 21(64d.
por 1*, corresponde 3.915:000*.
Nos dous ltimos quinquenios
saques e as taxas cambiaos medias
Valor em
3:260:000
3:550:000
4:370:000
1:290:000
5:440.000
1885
1881
18S3
1862
1881
Taxa mi lia
18 21(64 d.
20 11|64 d.
21 llr64 d.
21 7(32 d.
21 15(16 d.
Media
1880
1879
1878
1877
1874
Media
4:188:000
5:120:001
6:240:000
5:630:000
5:320:000
4:540:000
20 9(16 d
21 13,16 d.
21 1(4 d.
7(8 d.
1(8 d.
7(16 d.
22
24
25
5:570:000
23 1(10 d.
O confronto das ralias poe em evidencia que,
no ultimo quinquenio, decresceu o valor dos saques
iwbre Londres, ao passo que foi mais pesada a
taxa cambial.
Sobre Pariz
I o semestre de 85 francos 1:700:000 Ce 490 a 541
5! semestre de 81 francos 2:150:000 de 429 4463
Menea em 85
450:000
'. semestre de 85 trancos 1:350:000 de 520 a 510
i" semestre de 85 francos 1:850:000 de 477 a 501
Menos em 85
500:030
ou menos em 85
20 semestre de 1885
2 semestre de 1884
11:015*684
71:059*301
78:244*203
ou meaos em 85 7:184*902
Sommadas as differencas achase que o correio
renden menos cm 1885 do que em 1881 a qnantia
de r8t200686, correspondente a 23 Oo-
A renda do carreio nos dous ltimos quinquenios
foU^eguinte: ,40:505*579
,S8t 158:706* 65
88S 167:844*6.56
881 153:277*954
ml. 127:608*840
Media
1880
1879
1878
877
1876
147:n88*659
106:787*131
98:663*050
96:9054210
94:396*093
94:385*030
98:427*375
Media
O desenvolv ment das communicacea postaes
devide a melhoria do respectivo servioo eai ac-
oordo internacional para os portel da correspon-
dencia, explican suficientemente o augmento da
renda do ultimo sobre o penult;mo quinquenio,
augsaeoto representado por 49.161*281, corres-
poniente 60 0,0-
Pelo que fica expedido, v-se que as trea repar-
ticSea geraea arreeauadoras tverara urna menor
renda en 1885 de 3:029:594*780, correspondente
a cerca de 25 0,0 menos do que no anno de 1884;
mas tambem se observa, e com satisfaeco, que to-
das essas rcpartices se avautnjaram nos quinque-
nios comparados, o que tranquilina o espirito
quanto ao futuro das rendas do Estado nesta pro-
vincia.
Renda do Consulado Provincial
\' semestre de 1885 926;493*122
lo jemestre de 1884 913:611*124
ou mais em 85
o semestre de 1885
2 semestre de 1881
12:851'i98
818:957*838
725:930*114
oumaisem85 8MM09M
Aa differencas sommadas do o pequeo acresci-
mede 105:8784622 na renda do Coosulalo, cor-
respondente i 6 2(5 O.o sobre o auno de 1884.
Easa differenca, entretanto, nada tena de
tranquilisadora, por quanto niio compensa de modo
nenfcom o decreseimento que vem assignalando se
de anno para anno desde 1881, como se pole ve-
rificar pelo seguinte qnadre doa reidimentos do
Consulado nos dous ltimos quinquenios:
1:745:450*960
1:939:572*348
1:662:605*613
2:103:507*608
2:819:283*171
ou mais baratos em med'u 85
2" semestre de 1885
2o semestre do 1884
eu mn's baratos em media em 85 2 %
Nao engaa porm a uinguem a menor taxa dos
descontos, pois isso mo indica melhoria as re-
lasoes mercantil, senil) falta de titulas bina no
morcado, visto que para as firmas menos validas
nao appareceram descontadores i nenhura pr co.
nlo obstante regorgitaram os bancos de dinh'iro
em deposito a inactivo.
Nao, diga-nel o ainda uina vez, nao falta de
a merario o que se sent, mais que tudo fa'ta
de confianca ; e urna prava disso tem-se no fasto
de nlo faltaren! descontos para as firmas reputa-
das solidas, e correrem os capitaos disponiveis
eosa afn para os ttulos de renia bem conside
ra ios. preferinda entretanto o deposito impro-
duc'ivo nos bancas ao risco de opcracOas duvi-
dosas.
*
As transaecoes sobre ttulos da divida publica
e acedes de companhia, computam-se assim nos
dius aunos comparados :
Apolices geraes de 6 />Veoderam-se 181 de
1:000*, 1 le 500*, 3 de 400* e 10 de "200*; can
tra 199 de 1:000*, 17 de 500* e 3 de 400* em
1881. O premio variou de 6 1/2 4 9 /. 1*85,
*) passo que osullou do 6 4 10 |0 em 1881, dan.Jo
cm m lia urna dnv:enca de 1|2 "[ para menos no
a ino findo.
Apolices provinciaes de 7 [.Venderam-se 65
de 1:000*. 20 de 500* e 17 de 100* ; cintra 84
de 1:000*, 1 de 600* e 14 de 100* em 1864. O
premio variou de 0 4 1(2 |, ao passo que era
1884 oscillou entre 1 e 4 (.; do oal resulta que
em media o depreeiamento foi de 1 3(4 no
premio.
Tendo o thesouro IWito urna nova eraiss) de ti
taloo, autorisada pela vigente lei crcamentaria,
contribuio esse tacto, repetico do dos dous an -
nos anteriores, psra aquel le depreeiamento, iuc
aneaca attingr inaiores proporc s se ni for
dada melhor bas, ao orcament da provincia.
icctJes do Banco do Brazil. Valor 200*.Ven
deram-se 40 cintra 36 en 1881. Oprenioque
em 1881 variara de 46 1(2 4 50(,, baixoae.n
1881, variando entre 15 e 26(, ; oque importa
diser, em mlia, urna qu la de 27 3(4 (.
Acedes das companltias de seguro*.Vi'lor 200*.
Venderam-se :
Da Atnphitrte: 45 cantra 35 em 1861. Ao
puso que cm 1881 ai vendas foram feitas com o
pi'mio de 5 (<,, em 1885 effoctuaram-sc desde o
par at com o deprecianento de 10 "(..
Da Indemnisad >ra: 57 contra 75 era 1885.
Variar.im as vendas em 1885 entre 385* e 465*
ou com um premio de 92 1(2 132 1|2 *(, ao
passo que em 1884 re?ularara as rendas de 4'J2*
4 465* ou com o premio de 131 4 132 1(2 "i", o
queda era mlia urna queda de 19 *|0 no pn nio
do anno tiudo.
Da Phenix : 65 contra 105 no anuo ant rribr.
Regularam as vendas de 400* 4 465* ou cara o
premio de 100 4 132 1(2 |0. guau lo era 1881 as
vendas se eflectuaram eitie 420* e 455* ou com
o premio di 110 4 127 1(2 ,0 de onde rosulti
em media urna queda no premio de 2 1(2 (,.
Accoes de/erro-ca*.=Trilhos de O.inda 200*.
Perro-fia de H. Francisco. 20. Vende-
ram-se :
Dos Trilitos de Odiada : 15, coutra 50 ira 1881.
D.i-.tm de prenio de 10 4 14 lo, ao pas-o qu-j era
1881 tinhara dado de 2 1(2 4 5 Em raJia o
excessode atablo foi de 8 1(1 |0.
Da ferro-va de S. Prauciscs : 35 k 203* e
205* ; o quo importa 4 taxa media cazbial do
Sommadas as dlff 'rencas, tem-se que sobre a
I'ranca foram saccados menos do qus em 1884
f-aneas 950:000, que, ao cambio medio do anno,
importa em 489:725*.
Nos dous ltimos quinquenios foram estes os
siques e as taxas medas :
Valor em francos 'laxa mrlea
1885 3:050:000 515,5 ris
1884 4:000:000 465 .
1S83 3:730:000 450
1882 4:020:000 452
1881 3:650:000 446 .
Media
3:690:000
1880 015:003
1879 1:145:000
1878 730:000
1877 820:000
1876 1:200:000
Media
968:000
466
436
449
446
397
379
122
Aqui, as medias compradas dizem que no ul-
timo quinquenio cresceu nsmenso o valor saccado
sobre Pariz em relaco ao peaultimo quinquenio,
nio obstante ter tambem augmentado de 44 ruis
por franco a taxa media relativa.
1 Sem. de 85 Beisch 300:000 de 613 668 ris
1 Sem. de 85 Keisch 420:000 de 533 600 res
Menos em 85 120*100
2 Sem. de 85 R-isch 210:000 de 619 4 666 ris
2- Sem. de 85 Reisch 400:000 de 595 4 617 ris
160:000
A somraa das differencas inporta em Reichsmaks
280:0 0 ou 181:720*, que tanto fci o menor va-
lor saccado cobro Hamburgo em 1885.
No ultimo qnndriennio foram estes os valores
sacados e as taxas meda :
Valor saccado Taxa media
1885 540:000 649 ris
1884 820:003 575 r.s
1883 740.000 557 ris
1882 l:170r000 516 ris
Pallecem-nos dados dos anuos anteriores para
faz r o cenfrooto dos quinquenios.
Soirc Portugal
1 Se-n. de 85 Rs. fortes 360:00:i* de 166 4 198 -|.
1* Sm.de 81 Si. fortes 370:000* de 135 4 167 |.
Meno, em 85 10:000*
2 Sem. de 85 Re. fortes 290:000* de 182 197 (.
- Sem. de 81 Ks. fortes 230:000* de 160 4 176 -(,
Mais em 85 60:000*
As diff.ven is b ilancedas dio ura valor sac-
cado em 1885 m.iior em 50:003* fortes ou.......
143:000* da nossa tnaeda, do que em 1884.
Nos dous ltimos quinquenios foram este os sa-
ques efiectuadoi e as mias das taxas :
Valor saccado Taxa media ds
, premios
1885 650:000* 186 [
1884 600:000* 159 o.
1883 720:000* 147 ,.
1-82 555:350* 148 (<,
1881 730:003* 143 q,
Mlia 651:070* 157 [
1885
1881
1883
1882
1881
Media
I8S0
1879
1878
1877
187b
Media
8:000:483*938
2:781:642*998
2.070:662*979
1:978:016*664
1;879:345*625
1:672:263*379
2.-076:386*32:l
O confronto das medidas poe cm evidencia que
no ultimo quinquenio decresceu a icnda, em me
dia annual, 75:902*391, ou cerca de 4 0|0 sobre o
penltimo quinquenio; o que corrobora mal estar
da fazenda provincial e denuncia a situaf&o
aflictiva da provincia, sitnacao para que devem
cihar com o maior desvello os poderes pblicos
*#
O movimento de dinheiro, ob a reiponsabiiidfw
de da* companhiasde vapores que servera o parto
do Recite, movimento posto por miud., noqualro
n. 3, foi em substancia o seguinte:
Di'nAeiro entrado
1 semestre de 1885 8:662:125*695
1 semestre de 1884 3:452:112*100
ou mais 1885
* semestre de 1885
r semestre de 1884
os mais em 85
210:013*595
4:371:462*820
2:984:795*080
l:386:f67*740
As differencas sommadas do em resultado ter
i praca do Recife recebdo em 1885 mais do que
i 1884 a tomla de i335.
anno, u'uj depreeiamento de 33 (3.
Accoes de otUras emprezis.Veaderam-se :
Da de Santa Tberczi, d) agua e lu pin
Olinda, va'orSO* : 103, contra 50 em 1881. Va-
riou o depreeiamento de 23 4 14 "(., ao passo que
tinha sido em 1884 pe 20 <>|^
Da de FiacSo e Tecidos, valor 1:030/ : nao
bou ve transaccoe?.
Da de Beberbe, e agua pira o Recife ; valor
em 84, 50* ; em 1885, 100* : 311, coatra 251 era
1884. Variou o pre nio de 9 4 201(2 *(0, ao passo que
no anno anterior tinha variado de 96 4 104 (.
Cumpre, porm observar que as antigs accoes,
sem novas entradas de numerario, foi dadova-
lor duplo,100* ; o que importa diz r que, para
ellas, o premio do anno fiado oscillou eatre 109
4 120 ol.
Da Pernambuiana de vapores, valor 200* e
10J* : 250 das primeiras, conlr 50 cm 1884 ; e
32 das segnndas contra nenhuma era 1884. Con-
tmaar.in 4 vender-so cara o mesmi dej.'eciamen-
to do anno anterior de 60 (0.
V-sc que, no geral, as operayoes sotare ttulos
do estado, provincia e corapaahias foram mais in-
felizes do que no anno anterior ; e forca convir
em que era isso fata1, dadas as condico s depri-
mentes do commercio.
Entretanto, isso nlo inquina de vicio a n~ssa
afirmativa de que para os bons ttulos ha sempre
caprtaes disponiveis ; e urna prova plena desse
asserto tem-se no estupendo facto de ter a
Companhia do Bcberibe chamado subscriptores
para 1:231 accoes q'ie tinha de emittir 4 100*
cada urna, e terem sido subscriptores 54:504
aecoes, ou ter a concurrencia excedido o pedido
4:417 vezes.
O pedido era de 123:4030*, a ollerta foi de
5:450:400*, o quo prova que, pelo menos, este ca-
pital se achava, como ainda se acha, improducti-
vo, e 4 procura de empreo.
Das transaces cambaes, compendiadas em de-
talbc no quadro n. 4, adante inserido, verifica-se
que, para fra do Imperio, forom estes os saques
effectuados :
Sore Loidres
1 Sem.de 35 1:750:000 de 17 1|2 19 11(16 d
1 Sem. de 84 1:990:000 de 19 5(8 4 22 7(16 d'
Menos em 85 240:000
1880 305:500*
1879 314:000*
1878 186:000*
1877 150:000*
1876 60:000*
Media 203:100*
148 l
151 >
131 "lo
117 V
112 *(o
132 i.
O confronto das medias mastra que, nao obs-
tante ter sido mais onnurosa a laxa cambial no
ultimo quinquenio foi o valar saccado superior
ao do quinquenio anterior.
Balanceadas tolas as differencas Pntre os sa-
ques del885 e os de 1881 para a Europa, chega-se
ao resultado da ter sido saccado 4 menos no anno
que estamos historiando, cm moeda do paiz,
4:443:445*; o que, diante da mnguada exporta-
to da provincia e da baixa nos procos do seu
principal productoa assucar=, pa em evidencia
que a importacilo continua a decrescer era grando
i se ila, camo alias se compreva com a renda da
Alfandega e com o confronta das quautidades da
generas e artefactos introduzidos na provine:a
nos dous annos de 1885 e 1884.
Releva entreunto accrescentar que a qnantia
indicada nao representa genuinamente o valor sa-
cado, porquanto ainda se Iho deve addicionar as
differencas do cambio para ter o valor real qrsj
de menos foi sacado, cm moeda do paiz.
Essas differeucas de cambio podem se* assim
calculadas :
Valores cacados em 1885 aos
cambios medios do anno 47.991:735*000
Valores sacados em 1885 aos
cambios medios de 1881
Differencas
42.922:700*000
5.069:035*000
Pelo que se v que, pelos taxas de 1884, no anno
prximo findo saeou-se menos a quantia de......
9.512:180*, differenca notabilissrua no balanco
geral do commercio internacional.
Ha anda, porm, ura calculo ioteressante que
euinpro fazer : o do prejuizo absoluto do com-
mercio de Pernambuco em relacio ao cambio, no
anno de 1885.
Ao par, os valores sacados nesse auno, importa -
riamem 30.290330*, ao passo que, 4s taxas me-
dias do anno, importaran! oo saques em.........
47.991:735* ; de onde resulta que o commercio
de Pernambuco teve um prejuizo liquido de,.....
17.701:605* fomento devido 4s differencas cam-
biaes, ou por outrs, resultante do infeliz rgi-
men do papel-moeda, urna das principies causas
do nosso atraco econmica.
Se a esse prejuizo se addicionar os resultantes
do decreseimento da massa das eperacoes mercan-
tis, por causas diversas que vimos assignalando,
poder-se-ha formar urna paluda idea do milito que
soffre o oommercio desta provincia em particular,
e no geral o de todo o imperio, que toda participa
doseffei os dis indinas causas accumukdas.
Digan.os, pois, de urna ves que o commercio de
Pernambuco teve um pessimo auno em 1885, nao
obstante uns cortos alent* que, nos seus dous
ltimos meses, Iho trouxe urna tal ou qual melho-
ria relativa nos precos do assucar.

O movimento do porto do Recife couprcva at
certo ponto o que Ac expendido, segn lo se v
do quadro n. 6, ao qual tomamos estes dados :
1 sem. 85 Entraram 519 emb. lot. 385:666 ton.
84 597 > 432:835 *
Menos em 85
48
47:269 .
2o sem. 85 Entraram 626 emb. lot. 403:991 tou.
.. 8-1 537 387:808 .
85 -----------
Mais em 85 89 16:183 >
Balanceadas as differencas 4e tonelagem, echa-
se que em 1885 houve um decreseimento de.....
31:086 toneladas as entradas, o que tem muta
significa cao.
No ultimo quadrieonio foram estas as entradas
e as tonelagens respectivas :
1885 1;175 navios, lotando 789:557 toneladas
1884 1:134 820:743
1883 1:18.1 863:503
1882 1:203 .. 780:551
As sahidss em 1685 comparadas com as de 1884
forera estas :
1. seinsl!*e de 1885 Sabir, m 549 navios
1. 1884 587
Menos em 1885
2.o scmesie de 1885 Sahiram
2.o '884
Mais em 1385
36
513
510
33
111
O commercio <'e exportaco manteve-sc sempre
fronxo em todo o d -curso do anno de 1885, nao s
por causa dos prec's nao remuneradores do assu-
car, mas tambem c principalmente por causa das
mcuores quantdades exportadas desse prodecto,
pois que elle o que mais avulta e o que d o tom
a o mercado do Recife.
E' verdade que em algodo, mel e couros a ex-
exportacaa foi superior em valor 4 do anna de
1881 na quantia de 996:769*028 ; mas n2o mo-
nos real que a differenca para menos no valor ex-
portado em aguldente e assucar aitugio o alga-
risino de 3.924:020*981 ; o que importa dizi-r que
o decreseimento do valor exportado, no computo
dos cinco referidos productos, attngo a somina de
2.927:251*953, ou eerea de '0(o de toda a expor-
taco da provincia, qu? pode eer calculad-i appro-
ximadamente em 30:000:000*.
Tio forte decreseimento d que pensar, sobre
tudo se se ottender 4 que nao solado esse facto,
e antes se tem reproduzido em annos successivos ;
e d'ahi se pode com bom direito inferir quilo mal-
sinado anda o nosso commercio exportador e ipso
fado a la.oura cm que elle se apaia.
Nao adjuntemos, porm, outras nfl-xoes, que
vi rilo a ponto 4 medida que tormos desenvolvend)
os algarismos da exportadlo.
Eis esses algarismos, mu tos dos quaes vilo es-
pecificados c detalbados nos quadros adiante pu-
blicados, e todos sao cohidos das notas officiaes
da Alfandega quanto 4s quantdades, e dos pre-
cos conentes da praca quaav> aos valores da
venda.
As entradas de algodao na praca do Recife,
trra marique, foram as seguintes nos dous annos
comparados de 1885 e 1881:
l.o semestre de 1885 63:92> saccas
2.' 88:093 .
Em 1884
Total
152:019
144:270
ou mais em 1885 7:749
Esta differenca, calculada 4 razo de 75 kil.
por sacca e ao preco medio de 7*612 per 15 kil..
importa em 294:976*910.
As entradas do producto no ultimo decennio fo-
ram as segnintas :
1885 152:019 saccas
1884 144:270
1883 186:958 .
1882 118:695 .
1881 123:547
1883 81:970
1879 33:702 .
1878 32:485
1877 88:348
1876 114:828
Dividido o periodo em dous qninquennias, e
tomadas as medias para comparal-as, tem-se :
Meda de 1881-85 151:097,8 saccas
. de 1876-80 70:866,6 .
D'onde resulta que a prsduccao cresceu n.iulti
mo quinquennio sobre o anterior 80:231,2 saccas,
correspondente a um augmento de 113 (..
Isto um simptoma lisongeiro, porque pe em
evidencia quo o algodo vai podendo lutir com a
competencia extrangeira, nao obstante os pesados
cunus que ainda o sobrecarregam.
Os precos extremos do camai o do algodo,
comparados por semestre foram :
1 semestre
188o Cambio
Algodo
1884 Combio
Algodo
17 1(2 d. 4 19 11,16 d.
64350 9*000
19 5(8 d. 4 22 7(i d.
5*300 84901)
17.5,8 4 18 1(2 d.
6*000 4 94100
19 d. 4 20 1,4 d
5*830 4 84700
18 19,32 d.
74675
2! Ii32 d.
74200
2" semestre
1885 Cambio
Algodo
1884 Cambio
Algodo
Cujas medias sao :
1 semestre
1883 Cambio medio
Preco medio do algodo
1884 Cam io medio
Preco medio do algodao
2" semestre
1885 Cambio medio 18 li!6 d.
Preco medio do algodo 11550
1884 Cambio medio 19 5,8 d.
Preen medio do algodo 727.'i
O confronto das medias dcixa fora de duvidas
que, se os precos melhoraram em consequencia do
maior consumo interno e da pequenhez da saffra
geral do producto, concorreu tambem para isso a
queda do cambio, como tem regularmente aconte-
cido desde algias annos.
No ultimo quinquenio foram estes os precie no
dios do cambio sobre Londres e do algodo :
Cambio Alqodi
1885 18 21(64 d. 7*612
1884 20 11,64 d. "7*238
(883 21 11(64 d. 6*475
1882 21 7,32 d. 7*669
1881 21 15(16 d. 6*888
As fluctuaces da tabella, accordes com o abas
tecimente do mereadoa consumidores nao inquina tu
de vicio a reflexo supra, c nem malsinam o futuro
da produeco algodoeira, sobre tudo se se tiver o
cuidado de desagravar o producto dos vexatorios
impostas que o onneram.
A exportaco total do algodo foi :
(o emestre Exverior .'i 172:668 kilos
Interior 406:528 .
2* semestre Exterior 3 901:429
Interior 813:854
10594:479
9.43(1
1.163.524
Total
Em 1881
Mais em 1885
Calculado pelos precos medios respectivos, o valor
dessa exportaco foi o seguinte nos dous ltimos
annos :
Em 1885 .5.376:3444943
Em 1881 1.560.-6544978
De onde resulta urna differenca para mais de
815 689*965 correspondente 4 cerca de 18(f sobre
1881; differenca que provem quer da maior quan-
tidade exportada em 1883, quer do melhor preco
do producto nesse anno, melhoria que, em media,
regulou 374 ris por ISkilogrammas.
* v
K As ent'adas de agurdente e alcool, segundo a
deficiente contagem feita no commercio, foram
estas nos dous anuos comparados :
1885 6:013 pipas
1881 6:857 .
Menos em 1885 844
Adifferenc calculada ao preco medio do anno,
de 52*000 por pipa, inporta em 43,8884000.
As entradas do ultimo qnadrienuio toram :
1885 6.013 pipas
1884 6857
1883 3120
1881 5820 .
QA proiucco que, em consequencia do fabrico
de vinhos artenciaes no Rio de Janeiro, tinha
augmentado, parece que tende a baixar, por causa
da situaco penosa que atravessa aquella industi a,
devida a guerra extrema que Ihe teem movido os
importadores de vinhos eatrangeiros, quasi scrapic
tambem falsificados.
Demais nao pouco tem contribuido para isso os
precos extremamente reduzidosque o producto tem
obtido, gracas 4 superabundancia dos mercados de
consumo e ao baixo preco do assucar
Os precs extremos do quadriennio foram estes
para a aguardante :
1885 48*000 4 56* por pipa
188-1 56*000 4 75*
1883 65*000 4 90*
1882 65*950 4 85*
Os presos do alcool foram no ultimo biennio: _
1885
1884
A exportaco foi
tes:
1 semestreExterior
Interior
2J semestreExterior
Interior
Total
E.n 1884
100* 4 115* por ppa
115* 4 175*
esta para ambos os produc
408.647 litros
2:434.202
154.295
1:765.190
1:762.334
5:362.981
Os valores calculados pelos precos medios res-
pectivos as dous aonos, apresentam este com-
puto :
1885 527:4724925
1881 731:8314500
menos em 1885 804:858*675
Esta differenfa, que corresponde cerca de 28 %
sobre o valor de 1881, devida nao s 4 menor
qntntidade de producto exportado, mas tambem
queda dos preces, queda que, para a agurdente
foi de 134500, e para o alcool de 374500 era
pipa.
As entradas do assucar para a praca, foram as
seguintea nos dona annos comparados :
lo semestre de 1885 838:702 saceos
2" semestre de 1885 711:617 "
Tota",
em 1884
menos em 1885
1:550.319
1:809.882
259.563
Essa differenca computada razo de 60 kilos
por saceos, e calculada ao preco medio de 2-.">ll
por 15 kilos no anno de 1885, importa em.......
2:826.516*009, que tal foi o menor valor produ-
zido.
As entradas no ultime decennio foram :
1885 1:550.319 saceos
1884 1:809.882
1883 1:863.065
1882 1:672.995
1881 2:225.979
1880 1:960.737
187a 1:248.585
1878 1:068.926 .
1877 1:067.991
1876 879:160
Tomando as medias dos dous quinquennios para
comparal as. tem-se :
Media de 1881=85 1:824.448 saceos
Media de 1876 =80 1:245.080,4
O confronto dessas inedias, que d nm accresci-
mo de 579:367, 6saceos no ultimo quinquenniocom-
parado cora o penltimo, inostra que naquelle as
estradas do producto sobrepujaram em 46 1/2 %
as do anterior, nao obstante teremem giande parte
se afastndi do mercado do Recife os assucares do
Rio Grande do Norte, Parahyba e Alagoas, os
quaes, no ultimo quinquennio, tem embarcado di
rectamente para os mercados consumidores.
Os precos extremos das diversas qual'dades de
assucar, por 15 kloa, bem como as taxas extremas
do cambio foram as seguintes nos dous ltimos
annos, comparados por semestres :
1" semestre
1885- Cambio
assucar branco
somenos
< raiscavado
bruto
1884=Cambio
assucar bruto
- sanenos
mascavado
bruto
17 1/2 19 H, 16 d.
14800
14700
1*260
4800
19 5/8
34000
24700
14550
14250
34700
2*600
24200
14650
22 7/16 d.
44100
34200
24700
24000
2o semestre
17 5/2
24800
24300
14800
14300
4 18 1/2
4*100
. 2*900
2*500
2*150
19 4 20 1/4 d.
24000 44100
1*800 3*000
1*240 2*400
1*000 14640
14964
21 1 '32 d.
1885 Tambio
assucar branco
somenos
mascavado
bruto
1884 -Cambio
assucar branco
somenos
mascavado
bruto
As mdiis desses dados sao as seguintes :
1 semestre
1885Cambio medio 18 19/32 d.
Preco medio do a -
sucar
1884Cambio medio
Preco medio do as-
sucar 2*563
2> semestre
1885Cambio medio 18 1/16 d.
Preco medio do as-
sucar 2*519
1884Cambio medio 19 5/8 d.
Preco medio do as-
sucar 2*148
E sao as medias geraes dos dous annos :
1S83 Cambio medio 18 21/64
Preco medio 2*241
1881Cambia medio 20 11/64 d.
Prejo medio do as-
,,cr 2*355
O confronto das medias, narmonisado com o es-
tado comparado das tabellas adiante publicadas,
poe em evidencia a persisencia da baixa dos pre-
co, alias denunciada pelo seguinte quadro do ul-
timo quinquennio :
Cambio Assucar
1885 18 21/64 d. 2*241
1884 20 11/64 d. 2*335
1883 21 11/64 d. 3*117
1882 21 7/32 d. 34381
1881 21 15/16 d. 34250
Este quadro anda mostra a nenhuma relaco
guardada entre as taxas cambaes e os precos do
assucar ; o que corrobora o geral conceito de que
a baixa no valer do producto pro v a nao s da
inferioridade das qualidades exportadas, mas
tambem da abundancia das saturas estrangeiras;
dupla licco para as quaes em balde tem sido cha-
mada a attenco doa productores nacionaes, affer-
rados 4 rotioa, e em lata com as precarias con-
dieoes econmicas do paiz.
A exportaco total do assucar foi esta :
A respeito do mel nenhum dado possuimos so-
bre as entradas ; mas, a julgar pela exportaco,
essas entradas foram superiores s d 1884.
Os precos extremos por pipa regularam no ulti-
mo quadriennio:
1885 45* 4 46*000
1884 45* 4 50*000
1883 454 50*000
1882 40* 4 45*000
V-a por ah que em 1885 os precos baixaram;
o que nada tem de anormal dado o depreeiamento
do assucar.
A exportaco comparada dos dous ltimos annos
foi a seguinte :
1 semestreExterior 32:660 litros
Interior 98:775
2 semestreExterior 96:906
Interior 199:838
Total
em 1881
427:3<'9
277:395
mais em 1885 149:974
O valor desta exportaco nos dous annos, cal-
culado pelas respectivas medias annuaes, da este
acorvo :
1885 40:5104925
1884 27:455*000
mais em 85 13:0554925
Assim, foi tal a differenca para mais na quauti-
dade exportada, que, nao obstante a queda de 24
no preco medio anuuo da pipa do mel, o valor da
exportaco em 1883 excedeu ao de 1881 em
13:055 4925.
.
*
As entradas de couros par mar, nicas que nos
foram dadas a conhecer, do um acervo de 33,848
no anno de 85 contra 20,503 em 84
Os scus precos de venda foram os seguines :
Couros espichados
1- semestre de 85.. por kilo 620 4 759 res
2- ... 700 4 750
Eml885
Eml884
620 4 750
650 4 780
Me lia de 85
Melia de 81
Menos cm 85
685 res por kilo
715 res por kilo
30 res por kilo
semestre 85
fouros seceos
por kilo
610 720 res
650 4 780 rei
Em 85
Em 84
610 4 780
585 4 640
Media de 85
Media de 84
Mais em 85
695 res por kilo
612,5 res por kilo
1" semestre 85
2- 84
Era 85
Em 84
Media de 85
Media de 84
82,5
Couros verde
por kilo
385 4 460 reis
410 4 430
385 4 460 reis
320 385
422,5 reis por kilo
352,5 reis por kilo
Mais em 85 70 res por kilo
A exportaco de couros foi a segu nte :
semestre
semestre
Espichados
kilo
29,897
16,812
Total em 1884
DirlVen- i mais
cas em 85( menos
46,709
21,985
24,724
Seceos
kilo
526,005
533,373
1,(59,378
1,119,697
60,319
Verdes
kilo
245,870
280,822
526,692
341,504
185,188
Calculado o valor desta exportaco pelos precos
medios das tres especies, nos dous ltimos, tem-se
o seguinte ;
Em 85 990:790*745
Em 84 822:767*607
Vais em 85
168:023*138
1 semestreExterior
Interior
2o semestreExterior
Interior
Total
em 1881
17:129.170
21:656.782
41:306.421
8:866.945
118:959*318
136:892.884
kilos
menos em 1885 17:933.366
Calculada a exportaco dos dous anuos pelos
respectivos precos medios, tem-se :
Em 1883 17:772.5224109
Em 1884 21:492.184*5i5
Men os em 83 3:719.662* 406
Esta differenca, correspondente 4 17 1/3 %>, do
valor exportado em 1881, provem nao s da menor
quantidade do genero exportado, mas tambem da
differenca de 114 ris no preco medio dos 15 kilos
do producto nos dous annos comparados.
*
Para o excesso que representa um augmento da
corea de 20 2|5 por cento sobre 1884, alem don
melhores precos dos seceos e verdes, concorreu a
maior quantidade exportada dos espiuhid s e doa
verdes.
P
Quanto aos deinais productos locaes exportados
e artigo reexportados, a'en do que consta os
quadros adante publicados, eis o sen computo
com o.de 1884, pelo qual s poder julgar da na-
tureza c valor da exportaco feita pela alfandega :
Abacaxis.Para o exterior : 47 volumes com
1,337, contra 230 volumes com 4,310 no anao an-
terior.
Para o interior : 44 volumes com 1,000, contra
25 volumes cora 725 no anno anterior.
Arda de moldar.---Para o interior : 4 barri-
cas.
Azeite de palma.-- -Para o interior : 2 barris cota
295 litros.
Borracha.---Para o exterior : 670 volumes com
54,390 kilog., contra 200 volumes com 11,489 ki-
log. no anno anterior.
Cacao.---Para o exterior : 4 volumes com 260
kilog.
Caf Para o exterior : 18 saccas e 3 barrijaa
com 1,095 kilog., contra 19 barricas e 16 saceos
cora 1,383 kilog, no anno anterior.
Ca/.---Para o interior : 250 alqueires.
Carocosde algodao.---Pa.rti o exterior : 16,247
saccas e mois 612,561 kilog., contra 18,732 saccas
e mais *88,908 kilog. no anno anterior.
Caruao animal.--- Para o exterior : 50 toneladas.
Para o interior : 59 barricas com 7,389 kilog.,
contra 129 bairicaa com 10.662 kiloj. no anco
auterior.
Cascas de angico ---Para o exterior : 285 k'dog.
Cera dcamauia.=Para o exterior : 5,255 sac-
eos com 252,370 kilog.. contra 149 sac as cara
123,065 kilog. no anno anterior.
Para o interior : 638 saceos cora 30,373 kilog.,
contra 23 saceos com 1,380 kilog. no anno ante-
rior.
i harutos.--'- Para o exterior : 5 caixoes com
7,650, contra 5 caixoes com 6,800 no anno ante-
rior.
Cobre velh.o.Para o exterior ; 12,891 kilog.
Coco* (fructa)--Para o exterior : 37,500 contra
70,100 no anno anterior.
Para o interior : 788,200 contra 661,800 no an-
no anterior.
Courinhos. -Para o exterior : 94 fardos e 542,909
avulsos cantra 1,035 e 117,797 avulsos no anno
anterior.
Para o interior : 16,351 avulsos.
Doces.---Para o exterior : 72 volumes com 813
kilog., coutra 55 volumes com 1,512 kilog. no sn-
no anterior.
Para o interior : 63 v.lumes com 2,954 kilog.,
contra 86 uolumes no anno anierier.
apaadores -Para o exterior : 1 c. com 120.
Para o interior ; 1 caixa com 100, contra 4 ca-
xas com 271 no anno anterior.
Este iras. ---Para o interior : 1 rolo.
Farinha de mandioca.---Para o exterior : 280
saceos e 6 barricas, contra 1 secca e 9 barricas,
no an jo anteroj.
Para o interior ; 50 barricas e 120,997 saceos,
coatra 2 b: rricas e 14,175 saceos no anno anterior.
Feyao.Para o exterior : 1 barrrica com 35
kilog.
Para o interior : 145 saceos.
Ferro eelAo.Para o exterior : 121,5 toneladas
contra 1.3 no anno anterior.
Fio de algodo.---Pura, o interior : 10 saceos e
40 fardos.
FoAe/os.---Para o interior : 2 caixas.
Frttcas dioersas.---Para o interior : 56 volu-
mes e mais 900 avulsas.
Fumo.P. ra o interior : 1 caixa com 42 kilog.
Garras.-- Para o exterior : 36 fardos com
5,108 kilog., contra 51 fardos com 8,728 kilog. no
anno anterior.
Corona de mindioca.---Para o interior : 1 sac-
ca com 60 kilog.
Graxa.---PaT& o interior : 33 pipas e 32 barris
com 18,120 kilog, cantra 8 pipas e 30 barris cam
5,850 kilog. no anno anna anterior.
La barriguda.---Para o exterior : 202Jjsaccos
cora 13,729 kilog.; contra|2 saceos com 102 kilog.
no auno anterior.
Li de caraeiro.--Pa.ra. o exterior : 3 saccas cam
245 kilog.
Madeiras. Para o exterior : 677 prauchoes,


Diario de FernanibucoSabtado 9 de Janeiro de 1886

Para o exterior :
1,472 saceos, con-
2 voluinea
73 travs, 25 taboas e 292 bastes, contra 385
pranehoes, 32 travs, 82 taboas e 587 haates no
anno anterior.
Para o interior : 377 pranehoes, 74 travs, e 6
taboas, contra 13 pranehoes, 36 travos e 83 taboas
no anno anterior.
Medicamento*.--Para o exterior : 299 volumes,
contra 8 no anno anterior.
Para o interior : 2,950 volnmes, contra 1,593
no anno anterior.
Me/oes diverso velhos.
7,947 kilograminas.
tAilho.--- Para o interior
tra 635 no anno anterior.
Oieo de mocot.---Para o interior
contra 11 no anno aoterijr.
Ouro eprata neAo.--Para o interior : 1,502
kilogrammas.
0*O*.---Para o interior : 330.000 kilogr., con-
tra 661,000 kilog. no anno anterior.
Palha de carnaubaPara o iuterior: 430 rao-
lhos, contra 2,825 no anno anterior.
Paitaros seceosPara o exterior: 38,100 contra
11,700 no anno anterior.
Pedros de amolarPara o exterior 200.
Pennas d'avesPara o exterior : 5 caixas cem
350 kilog., contra 9 caixas com 402 kilog. no anno
anno anterior. Para o interior : 9 caixas com
373,3 kilog., contra 2 caixas com 35 kilog, no anoo
anterior.
l'iassavaPara o interior: 3 volames e 100 far-
dos.
Plantas vivasPara o exterior : 1 caixa e 1 bar-
ril, contra 1 barril no anno anterior.
Palvilho Para o exterior : 1 volunte e 56 sac-
eos com 3,087 kilog, contra 55 saceos com 2,982
kilog. no anno interior.
Ponas de boiPara o exterior : 55:097, contra
21,000 ao anno anterior.
Productos chimicos Para o exterior: 1 caixa.
Rap Para o interior: 118 caixas eom 3,960
kilog. contra 157 caixas cem 4:394,5 kilog. no anno
anterior.
Sal -Para q interior: 2:433,230 litros, e 250 al-
queires, contra 2:888.296 litros, 350 alqueires e
1,051 saceos no anno anterior.
SeboPara interior: 4 pipas e 138 harria com
10.635 kilog., contra 177 barris e 35 volumes com
27,651 kilog. no anno anterior.
Sement -Para o exterior : 29 volumes, contra
14 bo anno auterior. Para o interior: 40 volu-
mes com 2,740 kilog., contra 99 volumes e 4,573
kilog. no anno anterior.
SolaPara o exterior: 2,443 meios e 8 rolos,
contra 2,446 me terior : 10,225 meios e 22 rolos, contra 5,387 meios
e 21 rolos no anno anterior.
TamancosPara o i iterior: 300 duzas da pa
res, contra 100 duzias no nno anterior.
TapiocaPara o exterior : 22 sacess com 616
kilog. Para o interior: 28 paneiros.
Tecum Para o exterior: 10 volumes com 466
kilog., contra 4 volames com 96 kilog. no anno
antericr.
Trapos Para o exterior : 804 fardos, contra
315 no anno xntterior.
Unkas de 6o--Para o exterior: 29,500, contra
55,000 no anno anterior.
Vauouras de piassavaPara o interior: 773
duzias, contra 709 nc anuo anterior,
XaropesPara o interior: 10 caixas, contra 10
no anno anteiior.
Zineo velho Para o exterior: 4:600 kilog.
IV
O commercio de importacao, em que se reflecte,
como um fiel espelho, o de exportacao, foi como
este menor do que em 1884.
Em todo o decurso do anno fiudo, o mercado es-
tove pouco suppndo, e, a despeito dos elevados pre-
sos doi gneros, e tal vez mesmo por isso, andaram
trouxae as transaccoes, quasi sempre feitas di
nheiro ou praso3 brevissimos.
A renda da altandega aecusa, em relaco aos
direitos de importacao, urna dirFereu<;a para menos
em 1875, em relaco a 1884, da quantia de......
2,786:397*141: o que repeticao de igual facto
dado no anno de 1885 em referencia ao de 1883,
denunciador do mal estar do cemmercio impor
tador.
Esse conceito corroborado pelos seguintes da-
dos, cuja eloquencia indiscutivel :
O movimento dos principaes gneros de impor-
tacao para cousumo foi o seguinte :
cas em 85(menos
A difieren; em favor de 1885 fea com que o
mercado se mautivase regularmente supriio.
Os precos no 1. semestre conservaram a uiojma
media do anno anterior, no 2. semestre, porm,
baixaram um pouquinho.
Faainha ne mandioca.-Eatraram nos dous an-
no* comparados :
l. semestre de 85 66,420 saceos
2. 174,022
Total
Em 1881
240,442
17,374
mais em 85 223,068
Entraram mais em 85 4 granel 1.067,683 litros
de 12,721 alqueires.
A grande abundancia das entradas foi devida
a escassez da stira lo:al, por causa da secca que
arHigio as regios de plantacao da mandioca.
Em media os presos conservaram-se mais altos
do que no anno anterfor.
Manteiga.Foramas entradas comparadas
Barris hteioe Cacas
1." semestre de 85 4,424 7.803 1,098
2S 4,972 7,176 2,537
Total 9,396 14,97 3,635
Em 1884 9,336 21,119 4617
Difieren- (mais 60
cas em 85(menos 6,110 1,012
Os precos conservaram se sempre mais altos do
que em 1881, quer pira a fraoceza em barril, quer
para as diflerentes qualidades em latas.
Massas alimentares.Entraram :
I semestre de 85 2,890 caixas
2.o 2,U3 .
Total
Em 1881
5,003
57)37
mais em 85 1,966
Os procos no 1. semestre conservaram-se mais
altos do que em igual semestre de 84, mas no 2.
semestre baixaram em relaco amboi aquellos.
Qaeijos.Entraram:
1. semestre de 85
2.o
Total
2,983
3,698
35
13
tinas
6.678
8,242
e 48
e 48
1,564
Arroz--Entraram
l.o semestre
2.
Somraa
Eml884
7,995 saews
7,726
Em 1881
menos em 85
A ditt'renca as entradas produzio a elevacao
dos precos sobre os de 1881. O mercado esteve
sempie baldo do genero, salvo no fin do anno,
um que houve afflueuoia.
Sal.Alera das pequeas quantidades de cai-
xas e volumes odiante mencionadas, roram as en-
tradas :
1 o semestre de 85 2. Litros 866,540 1.359,284 Alqueires 4,318 2,395
Total 2.225,824 6,713
em 1884 2.417,470 8,902
DirTerencas(ma8 em 85 (menos 191,646 2,189
Nao obstante a differenca para menos as en-
tradas, os procos raantiveram se mais baixos do
que no annn anterior, gacas ao accervo que oas-
sou desse anno para o de 1885, o que tez cem que
o mercado se conservasse sempre suppndo.
ZbucnAo=Eutraram :
lo semestre 85 1.689 barris
2o 1.071
Total
2.760
em 1884 2.786
menos em 85 26
Os precos que no 1* semestie frram superiores
aos correspondentes de 1884, baixaram nm pou-
quinho no 2") semestre, embora dando nma media
superior correspondente do 2 semestre de 1884.
VinliosForam as entradas comparadas :
15,921
13^853
Mais em 1885 2,068
As entradts quasi que se equilibraran! nos dons
semestres. O* precos mantiveram su, com peque-
as alterativas, entre 2*800 e 3*100 por 15 kilog.
Azeite de oliveiraAt entradas comparadas
foram estas :
Auno de 1885
Io semestre..
2o semestre..
Em 1885. ..
Em 4884...
h
S 30
jg
mais
menos.
Quintos Barris Latas
\
30 210
47 10
30 257 10
177 352 145
/
147 95 135
Caixas
1.444
4.060
2.504
2.469
66
Os precos que, no 1 semestre oscillaram entre
3* e 3*800 por galao, no 2o semestre variaram
entre 3*200 e 3*500.
BacalhoSoB dous annos comparados foram
estas as entradas:
Anno de 1885 barricas meias tinas caixas
1. semestre 74,219 15,265 344 161
2. semestre 83,650 16,548 2,169 382
^S== S==^= = === = = S=3
Total 157,869 31,813 2,513 543
_____us= -------- ===>=
em 1881 200,617 48,685 152 244
Difieren- (mais 2,361 299
cas em 85(menos 42,746 16,872
Este quadro revella que a importacao de baca-
lbo foi muito menor do que eos 1884, sendo de
notar que anda foi menor do que a de 1883, em
que essa importacao attingio 2-i7,026 volnmes.
D'ahi principalmente se originou a caresta do
genero, que, ao passo que em 1884 oscillou entr>'
14JO0O e 19*0 0 por barrica, e!evon-se no 1. se-
mestre de 85, variando entre 18*500 e 23*500, e
baixou um pouco no 2.o semestre, oscillando entre
15Ot e 19*000.
Batatas.Entraram nos annos comparados :
Anno de 8o
l.o semestre
2.o
Total
em 1884
catxa
3,490
6,800
6,405
gtqax
9.175
3,905
13,070
15,425
barricas
488
1
489
803
Difieren- (mais 3,885
cas em 85 (menos 2,355 314
O mercado, como se v, nao foi menos snprido
do que em 1881.
Os precos que, no anno anterior, tinham variado
entre 2*800 e 7*500, attingiram os limites de
1*600 e 14*000 no 1 semestre de 85, e de 2*000
e 9*000 no 2." semestre, por caixa on giga.
Gaf.---Foram as entradas comparadas.
1. semestre 37.748 saceos
2. 39,243
Total em H,'>
em81
76,991
63i?"
mais en 85 13,779
A maior abundancia do genero fez baratear o
sea p*eo, que oscillou entre 4*500 e8*O0C, quan-
do em 1881 foram as oscillaces eatre 6*200 e
8*500 por 15kil.
Farinlia de trigo.Foram as entradas compa-
radas :
Barricas
l.o semestre do 85
2.o
Total a
eml884
Difieren- (mais
76,348
156,318
136,345
19,978
Saceos
1,247
5,100

o
S
7
3
3
i
3
H H 3 2 o e e B 3 (0 (B ce -a o a
3 S to es te Pipas
V ce 00 3 SJMN
-o l.l 1-1 CS Qimrtos
o s en 5 te te Quintas
g
co
tO
en
s
Dita ros

ris, 10 letas e 2.504 caixas| contra-177 quintos,
352 barris, 145 latas e 2.569 caixas em 1881.
Regularan] as vendas do portuguez, por galio :
em Jamiro de 3* a 3*200; em Fevereiro de 3
a 3*650; em Marco e Abril de 3*600 a 3*800 ;
em Maio de 3*400 a 3*800 ; em Junho de 3*400
3*600 ; em Julho, Agosto e Setembro de 3*300 a
3*400 ; em Uutubro de 3*240 a 3*500 ; em No-
verabro de 3*200 a 3*500 ; e em dezembro de...
3*100 a 3*500.
Azeitonat-- 32 caixas e 8 barris, contra 116
aaixas em 1881.
Acuitas---1 barriea.
BacaAdo-157.869 barricas, 31.813 meias, 513
caixaa e 2.513 tinas, contra 200.617 barricas,
48 685 meias, 244 caixas e 152 tinas em 1881.
Ficaram em deposito a 31 de Dezembro 14.000
barricas.
Effectuaram-se as vendas por barrica : em Ja-
neiro de 19* a 19*500 ; em Fevereiro de 19* a
21* ; em Marco de 22* a 23*500 ; em Abril de
20* a 225 ; em Maio de 19* a 19*500 em Junbo
de 18*500 a 19* ; em Julho de 17* a 18* ; em
Agosto de 16| a 17* ; em Setembro de 13*500 a
17*300; emOutubro de 15* a 19* ; em Novem-
bro de 15* a 19* ; e em Dezembro de 17*000 a
18*500.
Hagres seceos1.900, contra 13.300 em 188L
Bunhf 9.434 barris, 300 latas le 59 caixas,
contra 10.139 barris o 21 caixas em 1884.
Batatas,- 10 290 caixas, 13.080gigas e 489
barricas, contra 6.405 caixas, 13.425 gigas e 803
barricas em 1881.
Regularam as vendas :
Em eaixa : em Janeiro do 1*600 a 2* ; em Fe-
vereiro de 1*800 a 3*200 ; em Marco de 2*200 a
.1*800 ; em Abril de 9* a 12* ; em Maio de.
5*500 a 14* ; em Junhj de 5* a 6* ; em Julho
a 6*600 ; em Agosto de 8*500 a 9* ; em Setem-
bro de 3*300 a 6*500 em Outubro de 4* a 5* ;
em Novembro de 4*300 a 5i, em Dezembro a
4*000.
Em giga : em Janeiro de 1* a 2*200 ; em Fe-
vereiro de 1*300 a 1*300 ; em Marco de 1*400 a
2*000 ; em Abril de 1*400 a 1*800 ; em Maio de
1*200 a 1*100 ; em Junho de 2*200 a 2*400 ;
de Julho a Setembro sem vendas por falta no
mercado ; em Outubro de 2* a 2*200 ; em No-
vembro a 2*600 o em Dezemoao a 2*000.
Hisci'iilus--424 caixas, contra 643 em 1881.
Biller--5' caixas, eontras 67 em 1884.
Ca/=76:991 saceos, contra 63:212 em 1881.
Regularam as vendas po; 15 kilos em Janeiro
de 4*800 8*000; em Fevereiro. de 5*500 .. .
8000: em Marco e Abril de 5*000 8*00n; em
M.i'0 de 5*100 8*000; em Junho de 4*100
7*800; em Julho de 5*500 7*500; em Agosto
de 5*000 8*000 ; em Setembro de 4*500 ..
7*500; em Outubro de 4*800 a 7*500; em No-
vembro e Dezembro de 5*000 7*500.
C'amarJe=39 encapados, contra 175 em 1884.
CaneMa=251 caixas e 10 saceos, contra 95 cai-
xas e 10 saceos em 1881.
Regularam as vendas por kilogrammas : em
Janeiro de 1*140 16* ; em Fevereiro e Marco a
1*600; em Abril de 1*600 4 1*800; de Maio
Outubro 1*600 ; em Novembro de 1*600 -----
1*700; e em Dezembro 1*600.
Carne de conserva=i9 caixas, 97 barris e 56
guarajos, contra 33 caixas, 31 e 88 guarajos em
1884.
Casan/a=73 caixas e 35 barricas, contra 83
caixas e 2 saceos em 1885.
C>6oa=7:768 caixas, 380 molboi e 21:080
resteas, contra 6:917 caixas e 12:964 resteas em
1884.
Effectuaram-se as vendas das caixas ; em Ja-
neiro de 11*500 18*; em Feverairo e Marco
de 12*31)0 203; em Abril de 16* ft 20* ; em
Maio de 12* 15*; em Junho de 11*500 a 17* ;
em Julho de 11*300 4 15* ; em Agosto de 10*500
4 12*; em Setembro de 10* 4 11* ; em Outubro
deJIO* 4 15* ; e n Novembro de 133 4 153 ; c em
D. zerabro de 13*500 4 14*.
Ccrcea=7:207 caixas e 2:280 barricas, contra
11:060 caixas e 3'.038 barricas em 1881.
Regularam as vendas por duzia de garrafas ou
botijas : em Janeiro de 6* 4 11*500; em Feve-
reiro e Marco de 6* 4 124 ; em Abril de 6*650 4
12* ; em Maio e Junho de 73 4 12* ; em Julho
de 9*650 4 12* ; em Agosto de 7* 4 11*; em Se-
embrode 7* 4 11*300; em Outubro de 63 4 11*
em Novembro e Dezembro de 63 a l-'i.
Ceua saceos em 1884.
CeuatttnAa105 garrafas, contra 150 em 1881.
Ch=^ 100 caixas, 116 grades e 680 volumes,
contra 278 caixas, S38 grades e 112 volumee em
1884.
Regularam as vcudis em todo curso do anno de
3* 6* o kilogramma conforme a qualidade.
CAampaone=42 caixas, contra 142 caixas e 30
cestos em 1884-
CAoeoZae=37 caixas, contra 40 em 1881.
lAoun"ca=21 caixas, 1:088 em 1884.
Cidra -706 caixar, contra 1:038 em 1881.
Cocw= 134:300, contra 168:600 em 1881.
Cogac=975 caixas e um birril, contra 1:094
caixaa em 1884.
Legumes---il sacos c 11 volumes, contr-i 12 sac-
eos e 15 caixas era 1881.
Leite condensado-102 caixas, contra 110 em
1881.
Licores275 caixas, contra 331 em 1881.
Lingual4i caitas, 4 barra e 2:300 avulsas
concra 4 caixas e 18 barris em 1884.
Maena---2:948 caixas, contra 3:314 em 1881.
Maneoa9:396 barris, 14:979 meios e 3:635
caixas, contra 9:336 barris, 21:119 meios e 4:647
caixas em 1884.
Fez-se o retaluo por kilogrammo :
Da francesa em barril: em Janeiro de 1*600 4
2*060 ; em Fevereiro de 1*600 4 1*830 ; em Mar-
co, de 1*744 4 1*787 ; em Abril de 1*156 4.....
1*678 ; em Maio e Junho de 1*600 4 1*785 ; en
Julho de 1*700 4 1*800; em Agosto 4 1*700;
em Setembro de 1*740 4 1*900; em Outubro de
1*780 4 1*900 ; em Novembro de 1*860 4 1*900
e em Dezembro de 1*820 4 1*860.
Dd diversas mar as, em lata, e conforma a qua-
lidade : em Janeiro de 2*300 4 2*900 ; em Fe-
vereiro de 2*300 4 2*940 ; em Marco de 2*832 4
3*290; em Abril de 25723 3*290; em Maio de
2*723 4 3*230; em Junho de 2*614 4 84650;
cm Julho de 2*300 4 3*600 ; em Agosto de 2*300
4 2*700; em Setembro de 23300 4 2*900; em
Outubro de 2*300 4 2*700; em Novembro de
2*5(0 4 2*900; em Dezembro de 2*100 4 2*700.
Massas alimentaresb.003 caixas, contra 3,037
em 1884.
Vcndcu-se cada caixa : em Janeiro de 9*100
9*500; cm Fevareiro de 8*200 4 10* ; em Marco
de 8*200 4 10*500; em Abril de 9* 4 9*500: em
Maio e Junho de 8* 4 9* ; em Jul. o de 8*500 4
8*800; em Agosto a 7*500; em Setembro de
6*500 4 8*; em Outubro do 7* 4 8* ; em No-
vembro de 6*100 4 7*500; em Dezembro de 7* 4
7*500.
Msias de tomate112 caixas, contra 50 em
1884.
Malte11 volames, contra 12 em 1884.
Milho15,679 saceos, contra 25,789 eaicos e 11
barricas cm 1884.
Retalh ju-30 por kilo : em Janeiro de 40 4 50
ris; cm Fevereiro de 40 4 65 ris; em Marco de
50 4 65 ris; em Abril de 65 4 90 ris; em Maio
ae 65 4 85 ; em Junho de 65 4 80 ris ; i m Julho
de 80 a 90; em Agosto de 80 4 95 ris; em Se-
tembro de 65 4 85 ris ; em Outubro de 60 4 75
ris; em Dezembro de 65 4 70 ris.
Mortadelas8 caixas, contra 19 em 1884.
Mostarda--'J caixas, contra 3 em 1884
Nozes9 barricas e 19 saceos, contra 11 barri-
cas e 20 saceos em 1884.
Pastas 56 caixas, 121 volum >s e 28 fardos,
contni 123 caixas, 383 volumes e 26i) fardos ero
1*81
em Fevereiro de 5* 4 7*100; em Marco de 5*200
4 6*400; em Abril de 4*500 4 6*; em Maio de
4*200 4 5*400; em Junho de 4*200 4 5*400; em
Julho de 4* 4 5* ; ein Agosto c Setembro de 4*
4 5*400; em Outubro de 4*500 7.*; em No-
vembro de 5* 4 6*600: em Dezembro de 4*500
6*100.
Wermouth 420 caixas e 6 barris, contra 251
caixas e 1 barril em 1881.
Wiskey 547 caixas, contra 370 em 1881.
DIVERSOS ABTIQC8 IMPOBTAuOS
90
0M&NM
T.
-
II
co
!S
Bwr
?s I en
8
en
Oll.l'ls
E' evidente que a differenca foi contra o anno
de 1885 ; e, pois, nio admira que os precos de to-
dos os vinhos os conservasse no correr do anuo
superiores aos seus pares de 1881.
Xarque -As entradas comparadas foram :
Fanloi Ktl9yrammos
l.o semestre
2-
.154.316
. 26.460
Total.....80.76
1884
II
*^
5
Para mais
Para menos
24.420
56.356
6.462.678
5.533.415
11.996.093
14.538.838
V
2.542.745
6,347
S7
Por ah se v que se sorcrepujaram as entra-
das dos fardas, foram menores as do genero avul-
so, absorvendo esta differenca aquella, e dando
defficit em 1885.
A media dos precos do nacional foi inferior em
ambos os semestres aos de 1884. Destrangei-
ro, porm, a media do 1 semestre foi interior 4
correspondente de 1884, e a media do 2o semestre
superior 4 correspondente do anao anterior.
O computo de todos os producios, gneros e ar-
fados, entrados para o mercado do Recite, no an-
no rindo, e os precos de venda de diversos, consta
das seguiute relaooes, que por si mesmas ins-
trnem sarfieientemente aos leitures attentos cri-
teriosos :
OERCBOS ALIHETICIS, BEBIDAS ALCOOLICA8 B FERM1S-
TADAS E CONDIMENTOS
Alhos -2.295 canastrss, contra 2.977 em 1884.
j4mexa---220 caixas, contra 247 em 1884.
Amendoas--3 caixas e 38 barricas, contra 7
caixas c 62 barricas em 1884.
rros15.721 saceos, contra 38.853 em 1884.
tffectuaram-se as vendas por 15 kilogr.: em
Janeiro de 2*900 a 8*100 ; era Fevereiro e Mar-
co de 2*800 a 2*900; em Abril de 2*850 a 3* ;
em Maio e Jonho de 2*900 a 3*000; em Julho
de 2*950 a 3*000; em Agosto c Setembro de
2*900 a 3*000; em Outubro e Novembro de
2J850 a 2*900 ; e em Dezembro de 2*800 a------
2*850.
Azeite d'owra-Entraran 30 quintos, 257 bar-
ConwnM=372 sacos, contra 221 em 1881
Venderam-se os 15 kilos : em Janeiro de.....
14*500 4 15* ; em Fevereiro de 18* 4 22*; em
Marco de 16* 4 22* ; em Abril de 17* 18* ; em
Maio de 16* 4 18* ; em Junho de 16* 4 17* ;
em Julho de 15* 4 18* ; em Agosto d 11* 15*;
em Setembro de 16* 4 17*; em Uutubro de 16* 4
18* ; em Novembro de 13* 4 16* ; e em Dezem-
bro ds 14* 4 14*500.
ConerwM=l:910 caixai. contra 2.013 em 1881.
Crat da India 5 sacess, contra 67 em* 1884.
Dotes43 caixas e 13 barricas, contra 60 cai-
xas em 1884.
Lrvilhai40 caixas e 103 garraloea, contra 42
caixai e 123 garrafoes em 1884.
Farinka de mandioca240:442 saceos, 1 caixa,
12:721 alqueires e 1:067:673 litros 4 granel, con
tra 17.361 saceos e 10 caixas em 1884.
Regularam as vendas aos seguintes precos por
saco : Janeiro de 3*200 4 4* ; Fevereiro de.. .
3*800 4 4* ; Marco de 3*800 4 4*500 ; Abril de
4*400 4*800 ; Maio de 3*600 4 4*200; Jnnho
de 4* 4 4*200 ; Julho de 4*600 4 4*800 ; Agos
to de 4* 4 6* ; Setembro de 4*100 4 6* ; Outu-
bro de 3*900 4 4*00 ; Novembro de 3*930 4...
6* ; Dezembro de 3*900 4 6*.
arinha de trigo 156:318 barricas e 6: 47 sac-
eos, contra 136:343 barricas e 6:320 'saceos cm
1884
Regularam as vendas por barrica :
Da de Triestre : de Janeiro 4 Junho de 26 4
28* ; em Julho de 25* 4 27* ; em Agosto de 26*
4 28* ; em Setembro de 23* 4 28* ; em Outubro
de 24* 4 28*; e em Dezembro do 25* 4 28*000-
Da americana : em Janeiro de 21* 4 22* ; em
Fevereiro e Marco de 20* 4 21* ; em Abril de
20* a 22* ; em Maio e Junbo de 21* a 22*; em
Julho de 203 4 21* ; em Agosto de 21* 4 21*500
em Setembro de 20* 22*300; em Outubro de
20* 4 21*500; em Novembro o em Dezembro de
21* 4 22*000.
Era 31 de Dezembro ficaram em deposito.....
25:000 barricas.
Feijao1:981 caceos, contra 5:426 esa 1881.
As vendas regularam, por sacco conforme a qua-
lidade : em Janeiro 9* ; cm Fevereiro de 7* 4 185
em Mareo de 8* 4 14* ; em Abril de 8* 4 20* ;
em Maio de 13* 4 18* ; em Junho de 9* 4 18* ;
em Julho 4 14* ; em Agosto e Setembro de 10*
124 ; em Outubro de 84 4 lOf ; em Novembro
e Deaembro de 84 4 14*, conservanio-se o mer-
cado dessuppndo.
Figos 96 caixas, contra 132 em 1881.
Fothai de louro 21, saceos, contra 83 ditos e 12
tardoa em 1884.
i'rucias -533 caixas e 128 barricas, contra 630
caixas e 8 barricas em 1881.
Oenebra 2 234 caixas, contra 7:449 em 1881
Gerimuns 1:600.
Ginger-ale20 caixas, contra 26 caixas e 16
barris em 1881.
Gcmma de mandioca- 394 saceos, 15 barricas e
471 volumes, contra 818 sacos e urna barrica em
1881.
Efiectuaram-se as vendas : em Janeiro de.
1*880 4 1*600 ; em Fevereiro de 1*700 4 2*300;
em Marco de 14700 4 2*400; em Abril de 1*800
4 2*300 ; em Muio e Junho de 1*800 4 3* ; ees
Julho 4 4*; em Agosto de 4*400 4 4*800; em
Setembro de 4* 4 4*500; em Outubro de 3*600
4 4*; em Novembro de 2*300 4 3*; em Dezem-
bro de 2*900 4 3*000.
GiHodebico -2 caixas e 4 stecos, contra 9 cai-
xaa e 14 oacc/s cm 1881.
Herva Doce%i. sacco, eoalra 117 em 1884.
Regularam as vendas por 15 kilogrammas : en.
Janeiro de 15* 4 16* ; em Fevereiro de 16* 4
17* ; em Marco de 15* 4 17 ; em Abril e Maio
de 17* a 183 ; em Junho de 16* 4 17* ; em Ju-
mo 4 17*; em Agosto 4 15*; em Setembro
de 16* 4 17* ; em Outubro de 16* 4 184 ; em
Novembro de 16* i 18* ; em Deaembro de 15* 4
16*000.
Laranginha. 20 caixas, contra 270 em 1881.
/endeu-se por caixa, conforme a qualidade: em
laneiro de 9*500 4 10*5'0; em Fevereiro e Mar-
co de 7*4 10J; em Abril de 9*500 4 113; em
Maio e Junho o 9* 4 11* ; em Julho a 125 ; em
Agosto e Setembro de 9* 4 104 ; em Outubro de
8* 4 10*: em Novembro e Dezembro de 8*000 4
13*.
i eixe em conserua'ibb barris, 64 caixas, 8 gra-
des e 23 encapados, contra 316 barris e 31 ciixas
em 1884.
Pimenta da India709 sccos, contra 634 em
1884.
Retalhou-se por kilo : em Janeiro de 1*400 4
1*500; da Fevereiro 4 Abril a 13500 \ em Maio
d- 1*500 4 14600 ; de Junho 4 Setembro a 1*500;
em Outubro do 14450 4 14600; em Novembro de
1*450 4 1*500; e em Dezembro a 1*500
Polcilho5 barricas, contra 2 caixas e 5 barri-
cas em 1884.
Presuntos146 caixas e2 barris, contra 178 cai-
xas e 18 barris em 1881.
Provisoes450 caixas, centra 7'J6 em 1884.
Queijos 6,678 caixas, 48 tinas e 7 velumes,
contra 8,242 caixas, 48 tinas e 2 amarrados em
1884.
Venderam-se, dos flamengos, cada um: em Ja-
neiro de 3.3400 4 3*600; cm Fevereiro de 35200
4 3*700; em Marco de 3*400 4 3800; de Abril
4 Julho de 3*800 4 4*; em Agosto de 3*100 4
34800; cm Setembro de 3*200 4 3*700; em Ou-
tubro du 3j700 4 3*800; em Novembro e Dezem-
bro de 3*700 4 3*800.
Sag143 garraioea contra 215 em 1884.
Sal 2.225:824 litros, 6,713 alqueires, 250 sac-
eos e 41 caixas, contra 2.110:230 litros, 8,902 al-
queires, 75 caixas, 225 moios, 60 toneladas e 2,551
saceos em 1864.
Vcndeu se por 100 litros :
Do nacional : em Janeiro a 800 ris ; em Feve-
reiro a 13000; vm Marco de 700 4 800 ris; em
Abril de 700 a 1*; em Maio de 700 4 900 ris;
em Junho de. 900 4 1* ; em Julho a 13 ; em Agra-
to de 1* 4 13200; em Setembro a 901) ris ; em
Outubro de 850 4 900 ris; em Novembro de 700
4 900 ris; em Dezembro de 800 4 900 ris.
Do estrangeiro : em Maio e Junho a 15100;
em Julho a 15300; em Novembro a 15.
Salames--S caixas, contra 7 em 1884.
Salpcele*--13 caixas e 1 barril, contra 66 cai-
xas cm 18-4
Sardinha* 314 caixas e 32 barris, con'.ra 937
caixaa e 781 barris em 1884.
Uo tal bou-se cada lata de 4 i-.rto : em Janeiro
de 300 4 320 ris; em Fever.iro de 320 4 350
ris j em Marco de 310 4 360 ris ; em Abril e
Maio de 360 4 400 ris; em Junho a 360 ris ; em
Julho a 400 ris ; em Agosto de 370 4 390 ris :
em Setembro a 360ris; em Outubro de 370 a 390
ris ; em Novembro de 390 4 400 ris ; em De-
zembro de 380 4 400 ris.
Tapioca10 saceos e 399 encapados, contra 96
saceos e388 encapados em 1884.
Toueinho 2,760 barris e 8 caixas, contra 2,786
barris, 10 caixas eSjacazesem 1884.
Rotularan as vendas por 15 kilos : em Janeiro
de 10* 4 14*; em Fevereiro de 13*500 4 15* ; de
Marco a Junho de 12* 4 13*; em Julho a 12* ;
em Agosto de 125 4 12*500; em Setembre a 124;
Outubro de 124 4 134 ; cm Novembro de 115500
4 134 ; em Deaembro de 11*500 4 12*500.
Vi.agre 400 pipas, 758 quintos, 12 decimos,
583 barris o 112 caixas, contra 232 pipas, 586
quintos, 12 decimos, 598 barris e 84 caixas em
1884.
As vendas do do Rio de Janeiro regularan?, por
pipa, no decurso do anno, de 40* 4 80*.
As vendas do de Lisboa, foram efectuadas, por
pipa: em Janeiro de 1404 4 160* ; em Fevereiro
e Marco d> 1304 4 160*; em Abril de 1305 4
155* ; em Maio de 130* a 160*; em Junbo de
120* 4 1604; em Julho de 130* a 1604; em Agos-
to de 1404 4 150*; em Setembro de 1404 4 1654;
em Outubro de 1304 4 160S; em Novembro de
1304 4 1654; em Dezembro de 140* 4 165*.
KiaAo8.192 pipas, 14 meias, 19 quartos, 4,633
qu:nros, 1,693 decimos, 3,417 barris e 6,926 cai-
xas, contra 4.362 pipas, 39 meias, 9,652 quintos,
38 oitavos, 4,129 decimos, 3,051 barris e 12,517
caixas em 1384
Regularam as vendas do do Rio de Janeiro, por
pipa, de 120* 4 1503 em todo -anno.
Os estrangeiros foram aasim cotados por pipa :
De Lisb.a : em Jan iro de 2005 4 2204; em
Fevereiro de 230* 4 2154; em Marco do 2204 4
245* ; em Abril e Maio de 225* 4 250*; em Ju
nho de 220* 4 250*; em Jul no de 225* 4 245* ;
em Agosto de 2405 4 2455 ; em Setembro de 2405
4 2555 ; em Outubro de 2205 4 2455 ; eto No-
vembro de 230* 4 260* ; em Dezembro de 240* 4
250*.
Da Figueira : em Janeiro de 2205 4 2305 ; em
FeverViro de 220* 250*: em Marco de 2203 4
255* ; em Abril e Maio de 230* 4 2603 5 em Ju
nh, de 250* 4 2654 ; em Julho de 23* 4 260* ;
em Agosto de 2455 4 2605; em Setemt.ro de 2453
4 265* ; em Outubro de 240* a 265* ; em No-
vembro de 240* 4 270*; em Dezembro de 255* 4
2753.
De Cette : em Fvereiro de 210* 4 2605 ; em
Marco e Abril de 250* 4 2603 i em H* >>e 2505
4 255* ; em Junho e Julho a 2505 ; em Agosto a
210* ; em Setembro de 203 4 240* ; do Outubro
4 Dc-zembro a 240*.
Do Porto, em caixas de duzia de garrafas, con-
forme a qualidade : em Janeiro de. 9* 4 405 ; em
Fevereiro de 8* 4 124 ; em Mareo de 9* 4 205 ;
em Abril d 84 4 205; em Maio de 84 4 184 ; em
Junho de 9* 4 184 ; em Julho de 84500 4 184 ;
em Agosto e Setembro de 8* 204 em Outubro
de 84 4 18* ; em Novembro e Dezembro de 84 4
20*ii00.
Xarque80:776 fardos e 11,996:093 kilogram-
mos, contra 24:420 tardos e 14,538:838 kilo^ran-
mos cm 1884.
Ficaram em deposito 4 31 de Dezembro......
2,158: 00 kilograramos.
As vendas effeetuaram se por 15 kilogrammos
aos seguintes precos :
Do nacional: em Janeiro de 54 4 74 ; cm Fe-
vereiro de 64500 4 7* ; em Marco de 5*400 4 .'.
6*500; em Abril de 44 4 54500 ; em Maio e Ju
nho de 4* 4 5*200; em Julho e Agosto de 4* 4
44800 ; em Setembro de 34500 4 4*800 ; em Oa-
tubro de 44 4 54600 ; em Novembro de 44 4 ...
54600 ; em Deaembro de 44 4 5*100.
Do Rio da Prata: em Jam iro de 6* 4 7*400 ;
Agua-rat 100 caixas, contra 118 caixas,
volumes e 5 latas no anno anterior.
Alcatrao 280 barricas, centra 267 no anno
anterior.
Alfafa 2:200 fardos, contra 33 up anno ante-
rior.
Alfazema 125 saceos, contra 96.saccos e 12
fardos no anno anterior.
Alpists1:587 saceos e 298 barricas, contra
1:201 saceos e 83 barricas no anno anterior.
Regularam as vendas por kilogrammas : em
Janeiro 5*200 : em Fevereiro e Marco de 43800
4 5*200 ; em Abril de 5* 4 6* ; em Maio de 5*800
4 7* ; em Junho 65400 ; em Julho de 65400 4 ..
65600 ; em Agosto de 6* 4 64200 ; em Setembro
de 6* 4 64500 ; em Outubro de 64 4 64200 ; em
Novembro 55800 ; em Deaembro de 54600 4 ...
5*800.
Alvaiade 330 barricas, contra 116 barricas e
11 volumes no anno anterior.
Azeitt de palma 48 barris e 35 caixas, contra
5 pipas, 26 barris e 2 caixas no anno anterior.
Azeite de peixe 30 barris, contra 44 barris, 2
caixas e 1 lata no anno aaterior.
Bagaco de mamona100 saceos.
Barris e barricas casias13:062 e mais 11:857
volumes desraauebados, contra 23:914 e mais .
10:395 volumes no anno anterior.
Barro prova de fogo29 barricas e 66 pedacos,
contra 180 no auno anterior.
Barrilhal:b9l tambores, contra 1:295 do an-
no auterior.
Borracha386 volumes, contra 66 no anno an-
terior.
Breu6:110 barricas, contra 4:874 no anno an-
terior.
Fizeram-se as vendas por barrica : em Janeiro
4 7*500 ; em Fevereiro e Marco de 7*500 4 13*
em Abril de 75 4 15* ; de Maio 4 Julho de 7* 4
13 i : em Agosto de 85 4 13* ; em Setembro de
74 4 14* ; em Outubro de 85 4 135 ; em Novem
bro de 85 4 135 : em Dezembro de 125 4 165-
Cabos31 fardos, 320 volumes e 783 rolos, con-
tra 34 fardos, 487 volumes e 203 rolos no anno an-
terior.
Cal3:467 barricas e 18'toneladas, contra 4:231
barricas em 1884.
Calcado378 caixas, contra 592 no anno ante-
rior.
Carocos de algodo1:000 sacco, esntra 332
no anno anterior.
Carrapatc12 saceos, contra 65 no anno ante-
rior.
Carvao animalbO barricas, contra 97 no anno
anterior.
farixto vegetal 220 barricas.
Carvao de pedra e coke 34;320 toneladas, 23
quintaes e 61:888 tijolos, contra 35:110 toneladas
e 12 quintaes no anno anterior.
Vendej-se por toneladas do de pedra : em Ja-
neiro de 224 4 244 ; em Fevereiro de 184 4 205 :
cm Marco de 165 4 205 ; em Abril de 153 4 20* ;
du Maio 4 Setembro de 18* 4 205 ; em Outubro
de 15* 4 203 ; era Novembro de 123 4 203 ; em
De&embro de 183 4 203.
Cemento 33:366 barricas, contra 41-580 no
anno anterior.
Cera diversas 4:768 sacos, 102 barricas e
23 caixas, contra 1:373 saceos, 44 barricas e 112
caixas no anno anterior.
Chapeos 376 caixas e 73 fardos, contra 615
caixas e 129 fardos no auno anterior.
Charutos 373 caixes, contra 309 no anno an-
terior.
Cigarros 10 canas e 59 barricas, contra 30
caixas e 120 barricas 110 anao anterior.
Chumbo -- 1:866 barris e 60 caixas do de mu-
nielo contra 1:601 barris e 37 caixas no anno an-
terior.
26 caixas e 98 rolos cm lences, contra 24 cai-
xas no anno anterior.
106 barricas em cannos, contra 336 no anno an-
terior.
SO rolos em lolhas, contra 86 no anno anterior.
Cobre624 volumes e 2 caixas em fulhas e mais
3 caixas em cannos, 1 barrica e 2 caixas em pre
gos, contra 462 volumes e 186 folhas avulsas no
anno anterior.
Colla 8 sacets e 17 barricas, contra 11 sac-
eos e 4 barricas no anno anterior.
Gordas 2 caixas e 200 pecas.
Courinhos preparados96 caixas, 1:152 fardos
o 6:874 avulsos, contra 138 caixas, 1:360 tardos
e 28 avnlsos no anno a iterior.
Couros de boi33:848, contra 20:503 no anno
anterior.
Dormentes --- 508 contra 42:252 no anno ante-
rior.
Drogas e medicamento---788 caixas e 1:978 vo-
lumes, contra 1:064 caixas, 2:806 volumes e 86
latas no anno anterior.
/n*iras---2:000 kilogrammas.
Enaofre396 barricas, contra 252 no anuo an-
terior.
Exportadores- 'i caixas.
Extanho -171 volamos o 1 barrica, contra 62
volumes, 18 barricas e 31 caixas no anno ante-
rior.
Esleirs 153 rolos, 39 volumes, 169 molhos e
1:500 avulsas, contra 303 rolos, 16 volumes, 121
molhos e 260 avulsas no anno anterior.
Estopa 1:385 fardos, contra 1:235 no auno
anterior.
Farelos esemeas57:951 saceos, eontra 38:126
no auno anterior.
Regula:m as vendas do farelo por sacco, con-
forme a procedencia : em Janeiro de 4* a 4*500 ;
em Fevereiro de 4*500 a 5* ; em Marco de 3*600
a 4*800 ; em Abril de 4* a 5* : em Maio de
3*900 a 43S00 ; \m Junho de 3*900 a 4*500; em
Julho de 35200 a 3*900; em Agosto de 33500 a
4*100; em Setembro de33100 a 4*200 ; em Ou-
tubro de 23800 a 4*500; em Novembro de 33200
a 4*500 ; em Deaembcp de 34 a 4*200.
feno1:000 tardos.
Ferrosendo :
Em ac : 97 volurae3, 166 cunhetes, 322 feixes
e 53 barras, contra 187 caixas, 32 barricas, 94
volumee, 110 cuuhetes e 335 feixes no anno ante-
rior.
Em ancoras : 42 contra 68 no anno anterior.
Em arames : 4 caixas e 2 volumes.
Em arcos : 2.-681 feixes, contra 5:775 no anno
auterior.
Em barras : 16:191 e 5:338 feixes, contra 25:509
e 9:580 feixes no anno anterior.
Em eanot : 7:417 avalaos, 163 volumes, 387
feixes e 1:598 toneladas, contra 3:676 avulsos,,
157 volumes e 577 feixes no anno anterior.
Em orrentes : 31 barricas, contra 30 no anno
anterior.
Em enxadas : 798 barricas, contra 617 no anno
anterior.
Em ferragens diversas : 138 caixas e 5:106 vo-
lumes, contra 92 caixas, 13 barricas e 6:675 volu-
mes no anno anteriar.
Em foguea, fogareiros e chapas para ditos :
6:700 volumes e pecas, contra 4:994 no anno an-
terior.
Em folhas : 311 e 32 volumes, contra 934 e 30
volumes no anno anterior.
Gm folhas de Flandrea : 1:670 cunhetes, con-
tra 2:898 no anno anterior.
Galvan8ado : 40 feixes, 7 folhas e 60 caixas,
contra 40 feixes, 45 folhas e 20 caixaa no anno
anterior.
Gusa : 40 toneladas, contra 52 no anno ante-
rior.
Em formas para assuear : 33 grades, contra 28
volumes e 367 grades no anno anterior.
E-n machinas diversas, utenais, aparelhos, etc. :
69:168 volumes e pecas, contra 46:133 no auno
anterior.
Em oxido : 30 toneladas e 13 quintaes.
Em parafusos : 10 caixas, contra 12 saceos no
anno anterior.
Em ps : 582 feixes, contra 1:028 no anno an-
terior.
Em pontos : 1. contra 1 no anno anterior.
Em pregua : 378 calase 1:130 barricas, contra
671 caixa9 e 1:494 barricas no anno anterior.
Em rodas : 32 pa.es.
Em taxaa : 446, contra 1:351 no anno anterior.
Em trilhos : 4:432, contra 11:605 no anno an-
terior.
Ae de algodo e linho1:736 saceos, 30 caixas
e 121 fardos, contra 627 saceos, 7 caixas e 1:258
faraos no anno anterior.
Fumo- 12:773 volames, 786 fardos, 4 caixas e
14 pipas, contra 13:769 volumes, 130 fardos, 29
caixas, 72 pacotes e 6 rolos no anno anterior.
Vendeu-se conforme a procedencia e qualidade'
por 15 kilog.: em Janeiro de 16* a 40* ; em Fe-
vereiro de 12* a 34* ; em Maryo de 13* a 34* ;
em Abril de 14* a 23* ; em Maio de 13* a 39* ;
em Junho de 11* a 28* ; em Julho e Agosto de
14* a 244; em Setembro de 144 a 28*; em Outu-
bro de 1 <4 a 28* ; om Novembro e Dezembro de
154 a 30*.
Garrafas, garrafones, etc.5 grades, 2 caixas, 2
barricas e 6:751 avnlsos, contra 3:808 grades,
2:132 volumes, 1:641 caixas, 40 barricas e 23:025
avulsos no anno anterior.
Gesi)1 barrica, contra 10 no anno anterior.
Graxa1:582 pipas, 414 barris, 58 caixas e
mais 49:239 kilog em bexigas, contra 1:147 pi-
pas, 1:300 barris, 16 caixas e 27:473 kilog. em
bexigas no anno anterior.
Retalhoa-se por 15 kilog. : em Janeiro a 7*500;
em Feverdro e Marco de 7*500 a 7*800; em
Abril a Julho de 7* a 7*200 ; em Agosto de
7*500 a 74MH) ; em Setembro de 7* a 7*800 ;
em Outubro o Novembro de 75800 a 8* ; e em
Dezembro a 7*800.
Jangadas e canoas- -146, contra 187 no anno
anterior.
Kerjzene116:105 caixas, contra 126:149 no
auno anterior.
I A barriguda--Ib saceos, contra 277 no anno
anterior.
Linho- -1:286 caixas, contra 1:668 no anno
anterior.
Lonas89 fardos, contra 1-30 no anno ante-
rior.
Loucas eporcelanas -1:975 gigas, 361 volumes,
252 caixas, 415 barricas e 214 pecas avulsas, con-
tra 3:270 gigas, 131 volumes, 230 caixas, 245
barricas e 2:007 pecas avulsas no anno anterior.
O retalho da ordinaria regulou de 85* a 1304
por giga. Da outra regulou de 220 a 350 % de
premio sobre as facturas, conforme a qualidade.
MadeirasEatraram :
67:427 achas de lenha, contra 216:150 no anuo
anterior.
103 rodas de arcos de p4o.
330 caibros, contra 1:323 ne anno anterior.
220 curvas de p4o.
1:319 enxameis, contra 1:117 no anno anterior.
2:953 pranehoes, contra 1:535 no anno ante-
rior.
356 taboas, contra 49 no anno anterior.
1:403 travs, contra 1:669 no anno anterior.
49 rolos, contra 4 no anuo anterior.
368 e 6 feixes de remos eontra 595 no anno an-
terior.
67:527 pecas diversas, centra 32:914 no anno
anterior.
Murmures e pedra--781 caixas, 94 volumes e
1:254 taboas, contra 964 caixas, 69 volumes, 15
barricas e 402 taboas no anuo auterior. E mais :
1:010 pedras de amolar, contra 2:170 no anno
anterior.
12 barricas de pedras de fogo, contra 10 no an-
no anterior.
25 pedras de roblo, contra 45 no anno ante-
rior.
2:302 lages, contra 313 no anno anterior.
266 metros de lageJo, contra 1.031 no anno an-
terior.
Mercadorias diversas2.223 caixas e 9:211 vo-
lumes, contra 3:258 caixas e 11:921 volumes no
aDno anterior.
Melaes velhos33 volames.
Jfovet*---226 caixas e 144 voiumes, contra 595
no anno anterior.
Oos diversos -512 caixas, 696 barris, 110
tambores e 75 latas, contra 595 caixas, 777 barris,
271 tambores e 56 latas no auno anterior.
Palha de carnauba 1,794 molhos con-
tra 2,42 no anno anterior.
Papel 937 caixas e 24,322 fardos,
contra 1,482 caixas e 25,777 fardos no
anno anterior.
Vendeu-se a resma do de etnbrulho : em
Janeiro de 650 lt?500 ; em Fevereiro
de 640 i|650 ; em Marco de 750
1 ;$50 ; em Abril de 700 lf$60 ; em
.Maio s Junho do 750 1,5600 ; em Julho
de 720 I#'i00; em Agosto e Setembro
de 700 15500 ; em Outubro de 720
15500; em Novembro de 720 15600;
em dezembro de 720 15500.
Perfumaras 489 caixas, contra 885
no anno anterior.
Phosphoros 2,136 caixoe, contra 3,886
no anno anterior.
As vendas do de Jookopings regularam
no lo semeatre de 25100 25600, e no
2o semestre de 25550 25700 por grosa
de caixinhas.
Pianos e orgaos 42 caixas contra 98
no anno anterior.
Piassava 1,935 molhos, contra 2,615
no anno anterior.
Pipas vasios 2,362.
Plantas vivas 4 aolumes, contra 4
no anno anterior.
Plvora 3,857 barris e 90 caixas,
contra 5.839 barris o 84 caixas no anno
anterior.
Potaasa 15 barris, contra 123
no anterior.
Rap 4 caixas.
Resinas 26 volumes, contra
anno anterior.
Retortas de barro 36.
Sabao 6,112 caixas.
/Saceos vazios 2,146 fardos,
758 no anno anterior .
Salitre 1,546 barricae, coatra
no anno anterior.
Sebo 50 pipas, 10,232 bairis e 3,161
kilos em rama, contra 5,538 barris, 34
caixas e 3,600 kilos em rama, no anno
anterior.
Retalhou-se por 15 kilogrammas: em
Janeiro 855.0 ; em Fevereiro de 85500
85600; em Marjo de 85500 85800;
em Abril e Maio de 85 85200 ; em Ju-
nho e Julho 85; om Agosto de 85200
85600; em Setembro de 8JP500 85800;
em Outubro 85800; em Novembro de
85500 95000 : em Dezembro 85500.
Sementes 158 volumes.
Soda 120 barris e 173 tambores, con-
tra 70 barris e 40 tambores no anno an-
terior.
Sola 13,365 meios, 71 volumes e
303 volumes, contra 19,722 meios, 59
volumes e 439 rolos no anno anterior.
Vendeu se cada meio da nacional: em
Janeiro de 35 a 55," em 'evereiro da
35500 a 65; em Marco de 35 a 65500;
em Abril de 35 a 55: em Maio e Junho
de 35500 a 55; em Julho de 35 a 45;
em Agosto de 35500 a 45; em Setembro
de 35 a 45500; de Outubro a Dezembro
de 35 a 55000.
lamancos 3 fardos, contra 19 fardos e
3 caixas no anno auterior.
Ttcidos diversos- 102 caixas e 14:218
volumes, contra 776 caixas e 21:085 volu-
mes no anno anterior. E mais 5:688 far-
dos do algodSo nacional, contra 5:305 no
anno anterior
Tijolos -10:010, contra 146:322 no an-
no anterior; e mais '80 caixas para facas,
contra 240 no anno anterior.
Tintas 999 barris, 92 caixas e 934
volumes, contra 2:094 barris, 45 caixas a
682 volumes no anno anterior.
Tucum -18 barricas.
Typos 5 caixas, contra 13 no. anno an-
terior.
7rapo858 fardos, contra 18 no anno
anterior.
Vassouras de piassava39fa.'dos, contra
29 no anno anterior.
Velas -1:348 volumes, contra 3:486 no
anno anterior,
Regularam as vendas por masio das Oi-
tearinas ;
no a-
il no
contra
2,011
1


:?


Diario de PernambucoSabbado 0 de Janeiro de (1886
HacioDMs: en Janeiro 320 rs.; em
Fsvcreiro e Mar<;o 360; em Abril e Mo
im 340 a 360; em Junha 360; em Julho.
310; em Agosto 360; em Setembro del
3*0 a 360; em Outubi-o de 360 a 370;
a Novembro e Dezcmbro a 370 rs.
Eatrangeiras: em Janeiro: de 700_ a|
900 rs.; de Feveroira a Dezcmbro de 550
aMOra. I
Vidrot e crytfae1:534 caixis, 142
Iwren e 2:466 volume?, contra 1:547,
caixaa, 65 barri.aa e 4:717 volumes no
nnno anterior.
Vimet 730 Hacas e '2 pecas e mais 6
volumes em obra*, coutr.i 3:0/0 liayaa e 24
voki'ues em obras no atirn anterior.
Zu-cao 161 barrica', contra 83 no
anno anterior.
Zinco 30 caix.is o 8 barricas, e 1 ca-
xa em obras, contri 17 oaixM, 9 barricas
e 167 fjixes no anno anterior.
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Diario de PernambucoSabbado 9 de Janeiro de 1886
N. 10QUADRO do mel exportado e do prc?o das vendas no mercado
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Fevereiro. V 50 4:500 6 123 41 28:110 6 173 41 32:610 45*"- 46*000
Margo..... 90 9:960 189 24:510 279 ...... 31:470 45*000
Abril..... 25 1:305 25 1:305 45*000
Maio..... 12:000 80 12:00tl 45*000
Junho..... 185 18:200 103 109 22:410 288 109 40:610 45*000
Julho. . 115 14:850 115 14:850 45*000
Agosto . 278 43 47:624 7 278 43 47:624 45*000
Setombro. . B 480 19 3:340 1 24 3:820 45*000
Ontubro . 131 17:760 72 9:486 203 27:246 45*000
Novembro. . 150 60 25:200 323 47:332 473 i!0 72:532 45*000
Deiembro . \ . 45 129 137 52:656 3 162 154 77:200 48 291 291 129:862 45*000
Em 1885. . 45 740 197 128:756 17 1:555 372 298:613 62 2:295 5691 427:369 45* a 46*000
Em 1884. . 386 35:280| 121/2 1:767 107 242:115 121/2 2:153 107 277:395 45*000 a 50*000
(Para mais. . 45 354 197 93:476 41/2 265 56:498 491/2 ' 14? 462 149:974
Difieren? em 1885 '
11' ira me nos. 1 212 1 2*000

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KtVISTA DIARIA
Elelco provincialTemos mais os se-
fuintes resultados da elei(3o de 30 de Detembro
ndo, para deputados provinciaes uo biennio de
1886-87 :
12.0 DISTBICTO
Flora
(79 eleitores)
Vigario Augusto Frauklin 44
Dr. Prxedes Pitanga 25
Joao Alvea B. Cavalcante 10
Triumpho
(106 eleitores)
Dr. Prxedes Pitang 59
Vigario Augusto Franklio 47
Resumo da votaijao do districto, faltando la-
gazeira e S. Jos da Egvpto :
(545 eleitores)
Dr. Prxedes Pitanga (L) 247
Vigario Augusto Pranklin (C) .....238
Jlo Alv s B. Cavalcante (C) 41
Capitao Thomaz Maciel (L) 19
Junios aparadoras do I. e *. di-
trictoo Pela Presidencia da provincia foi ex-
pedida a sepuinte portara :
4.' secfo. Palacio da Pntidencia de Per
nambuco, 7 de Janeiro de 886.---0 presidente da
provincia, em virtude do disposto no art. 172 do
regnlamento expedido com o decreto n. 8,213 de 13
de Agosto de 1881, faz publicar a ordem em que
os juizes de direito da comarca do Recite deverao
sei vir as juntas apuradoras do 1. e 2. districtos
eleitoraes, fcando som efieito a portara de 8 de
Outubro de 1883.
1.a Dr. Adelino Antonio de Luna Freir.
2. Dr. Tbomaz Garcez Paranhos Montene-
gro.
3. Desembargador Jos Manoel de Freitas.
4. Dr. Manoel da Silva Reg.
5. Dr. Joaqua da Coata Mibeiro.
(Assgnaio)---i/use Fernandes da Costa Perei-
ra Jnior.
Mlaaa Amanba s 7 horas do da baver
mise e ladainba em honra e louvor de S. Gonca-
lo de Amaranto, na igreja deste nome, sita na
fregoezia da Boa-Vista.
Desastre Sr. delegado de Carapots aca-
ba de communicar que no da 28 do mez fiado, es-
tando diversos individuos a cacar all em urna
matta, dispsrou-se casualmente urna arma condu-
zida por Jos Flix de Lyra, empregaodo-se toda
a carga em Manoel de Souza I'reto, qijjs no da c
guinte falleceu.
Inatituto don profeasorea de Per
nambuco.Hoje, s 10 horas da mauha, reu-
nem-se, em asscmbla geral, os socios deste insti-
tuto para elegerem o seu novo conseibo andminis-
trativo.
(^Theairo dan Variedades.Nesta thea-
tro a eonnpanhia de opera-comica italiana canta
hoje a opera de VerdiErnani.
le ro va de Caruar.E hoje que se
inaugura o trecho desta ferro-va entre Tapera e a
cidade da Victoria, ultimo da 1.a secc/ao.
O rein inaugural, levando o Exm. Sr. conse-
lhero presipente da provincia e demais autorida-
des e convidados, partir as 9 horas da manha da
estaco desta cidade.
Amanh comecar o trafego na novo trecho, se-
gundo o horario que tem sido publicado.
Negocios da Parabyba.lloutem s
12 horas e 25 minutos da tarde, recebemos o se-
guinte telegramma da Parabyba :
Parabyba, 8 do Janeiro, s 10 horas e 50 mi-
nutos da manb.
o Diario de Pernambuco.
Ara, do 3. districto, presso official. Amea-
ca.-, prisoea. Capito Genuino solt por liabeas-
corpus. Delegado procura prender uovamente.
Juis de direito representa presidente, pedindo pro-
videncias.
Dr. Lacerda. >
O Sr. Dr. Lacerda o proprietario e principal
redactor do peridico conservador 0 Monitor, que
ltimamente se declarou em opposico ao presi-
dente da provincia.
O cadaatro da polieia.Para a Li era-
ra Fluminense, ra do Bario da Victoria n. 9,
chegaram os fascculos de 45 50, inclusive, deste
bonito romance de Vidal Valenciano e K.ca v
Roca. '
l'allcrimrnlo.Cerno se v pelo telegram-
ma publicado na respectiva seccao, falleceu' ua
Corte, Antonio Mara O'Cunel Jersey, contando
mais de 60 anuos de idade.
O finado era homem de alguna conhecimentos e
bastante intelligente. Por algum tempo foi revi-
sor na typographia deste Diario, e depois nego-
ciante no Recife. Mal uccedido no negocio trans-
ferio-se para a Corte e all anda viveu alguns au-
noa vigiando o collegio que montaram suas fi-
lhaa.
Seja-lhe a trra leve.
Duas tacadas -Ante-hontem. s 9 1'2 ho-
ras da noite, o pardo Nicolao Mendes Gomes da
Silva Casco deu duas facadas em Anna Maria
da Conoeico, na propria casa desta, ra Vnte
c q^uatro de Maio, da parochia de Santo An
tomo.
A origem do crme foi ter Anna despedido a
Casco, de quem era amante, e este nao se ter re
signado ao desprezo da dulcina.
O deliuquente foi preso em flagrante por pessoa
do povo, e a cfi'endida foi conduzida para o hos-
pital Pi'dro II, onde se acha em tratamento, e
onde toram classificados como leves os seus fe'ri-
mentos.
Releva ponderar o seguinte, que poe bem pa
tente a inepcia do Sr. Pasaos Lins, subdelegado
da parochia de Santo Antonio, para emelhante
cargo : Anna 'Mara da ConceicSo, tendo sido
ameacad* tarde por Casco, dirigi se estaco
da guarda cvica e pedio providencias, limitaudo-
se o Sr. Pasaos Lins a mandar duas pracas para
a ra Vnte e quatro de Maio. Esaas pracas, po-
rm, aborreceneto seda incumbencia., abandonaram
o poseo.
Volteo, no entanto, Casco a fazer novas
ameacaa Anna Mara da Coneeico, que nova
mente foi ter com o Sr. Pateos Lins. o qual limi-
tou-se a dizer-lbe : v cinbora, que o homem nao
a offende.
E s 9 1/2 horas Casco ferio a Anna Maria II
Pesia em Ollnda-Celebra.se amanh,
em Olinda, a testa de Nossa Senhora da Coneei-
co, Pudroeira dos talhadorc, em sua canella da
ra de S. Pedro Martyr. ^
Hoje ser hasteoda a baedeira da festa e esta
amanhi, constar de missa solemne s 9 horas da
manh, e de ladainba noite, queimando- te do-
poie un variada fogo de artificio.
Em todos os actos tocar a banda de msica
da sociedade Oito de Djz mbro. <">"
FeHmentoIeve-Ante-hontem. a 9 1/2
horas da ni te, na ra do Jardim, parochia de S.
Jos, na oficina de sapateiro do finado Gondim
16
2G
25
30
o menores Manel Antonio da Paz e JoJo Fran- Contratos por 10 annos
cisco da Rosa travaram hita, e, dando o segundo
no primeiro urna cipoada, est retorquio-lhe com
um talho de faca no braco eaquero.
A autoridade polieia! do 2." diatricto compare-
ceu no lugar do crime e prendeu deliuquente.
O offendido foi recolhido ao hoaptal Pedro II.
Dinnelro-0 vapor S. francisco levan hon-
tem para :
Macei 4:000*000
Reunios soclaes Amanh ha ai se-
guintes :
Da Melpomene Olndense, s 10 horas do da,
em asstmbla geral, para eleico da nova direc-
tora.
Da irtnandade de Nossa Senhora da Boa-Via-
gem, s 9 horas do da, no respectivo consistorio,
para eleico da nova mesa.
Da irmandade de Santo Amara das Salinas, s
10 horas do dia, no respectivo consistorio, para
eleico da nova mesa regadora.
Pesia de Manto Amaro de JaboatAo
A festa deste santo, na cidade do mesmo nome,
ter lugar 17 do corrente.
Hoje, s 5 i/2 horas da tarde, comecam as res-
pectivas novenas.
Proclamas de casamento. Na ma-
triz de Santo Antonio, em 6 do corrente, foram li-
dos os seguintes:
Manoel Antonio Apolonio com Mario da Exalta-
co dos Santos.
Manoel do Carino Moreira cem Francisca Soa-
ros Gumarcs.
Manoel Simplicio do Nascimento com Francisca
de Assis Mello.
Joao Gualberto da Silva com Maria do Carmo
Moraes.
L.e!l*esEflectuar-se-hao :
Hoje :
PeZo agente Modesto Baptista, s 11 horas na
ra do Bom Jess n. 19, de movis, loucas, vdros,
etc., etc.
Segunda-feira :
Pelo agente Gusmao, a 11 horas, na ra do
Mrquez de Olinda n. 18, de chapeos de sol, mo-
vis, loucas, etc.
Missas fnebresScrao celebradas :
Hoje :
A's 8 horas, na matriz de S. Jos, por alma de
D. Margarda Francisca de Menezes Amorim ; s
8 horas, em Santa Rita, por alma de Domingos
Martina Gomes.
Segunda-feira :
A's 7 horas, na Coneeico de Beberibe, por alma
de Antonio Francisco Pereira: a 7 horas, na
matriz da Boa-Vista, por alma de Adolpho Do-
mingues d* Silva ; s 7 horas, no Corpo Santo,
por alma de Antonio Jos de Pinho.
Terca-feira :
A'a 7 li2heras, na matriz do Santo Antonio,
por alma de Domingos Jos Martins.
Quarta-feira :
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, por
alma de D. Maria do Rosario dos Guimares Pe-
xoto.
1552820 annuaes.
12J059
1090345
101J906
!'7J336
do Commercio n.
eselarescimentos neces-
No esenptorio do Banco
34, dar se bao os demais
arios.
Reeife, 31 de dezembro de 1885.
Pelo banco de crdito Real em Pernambuco,
Os administradores,
Kancel Joo do Amorim.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Luiz Duprat.
Reunido conservadora
2: ostffcto
Convidase o elelto-
rado conservador do *\
districto comparecer,
Domingo 10 do corren-
te a 6 horas da tarde
na casa amarclla, n. 8
sita a estrada de Joao
de Barros, prxima a
estaco do Espinheiro
epertcncentea freguc-
zia da Gra$a, afim de
tratar-se de negocio
tendente eleifo do
dia 15.
Passagciros. -Sahidos para o sul no va-
por francez Niger:
Luiz Alves Monteiro, Arthur Cortinez, Dr. Al-
fredo Lisboa. Jos da Costa Ribeiro, Charles
Klein, Jules Klein, Antonio Ferreira dos Santos,
Carmine Curzio, Manoel Guiseppe, engenheiro
Pedro de Figueiredo Rocha e Jos Joaquim Gu-
maies.
Chegados do sul no vapor nacional Ma-
naus :
Dr. AugHsto C. Vaa d'Olveira. sus. aenhora e 1
filhe, Manoel Ribeiro de Carvalbo, Joo Antonio
da t-ilva c 1 filBo, Jos Jacome de Araujo, Manoel
dos Santos Pereira, liento Jos Ferreira Lima,
Alexanire Antonio de Figueiredo, Joo Francisco
Jorge, Aphrodizio Fernandes de Barros, Vahe
Walther, Martello Sosto Leone, Curzio Francisco
Saverzio, Di. Antonio Marcal, Dr. Francisco M.
do Reg i.Barros, Dr. Arthur Chaves, Guilherme
A. Wilson, e 1 criado, A. de Carvalho, cadete Joo
Avelino Barbosa d'Almeida, Domingo Laurea,
Domingoa Ribeiro, Veiiceslau Jos Baptista, Ar
tbur H. Curling, Mme. Ulauche d'Herpent Torgs,
Di. Jos Cor re a de Bettencourt, commendador Cu-
pertno de Guimarea Bastos, Antonio Francisco
dos Santos Falco, Dr. Manoel Victorino da Costa
Barros o cx-praca Amaro Benedicto.
= Chegados do sul no vapor francez VtWe de
MaranhSo:
Joo Fernandes Barros, Dr. Antonio Carneiro
da Silva Mme. Heluie Springer.
Chegcdo da Europa no vapor francez Ville
de Sanios :
Cabaret Alfouae.
5i Sahidos para os portos do sul no vapor S.
Francisco :
Drs. Jos Corroa [de Bittencourt, Mareolino
Doinellas Cmara
DECLARARES
Sociedade Melpomene
Olindense
Asscmbla geral
Sao cenvidados os socios desta sociedade a com-
parecerem, domingo, 10 do corrente, s 10 horas
do dia, na respectiva sede, afim de ser procedida
a eleico da nova directora.
O secretario,
Manoel Joaquim Botelho.
Instituto dos prolessores de Per-
nambuco
. ASSEMBLEA GERAL
De ordem do presidente deste instituto, convido
a todos os sechoies socios a se reunirem na sede
do mesmo instituto, s 10 horaa do dia 9 do cor-
rente, afim de se proceder a eleico dos membros
do conselhe administrativo que tem de dirigir a
sociedade no presente anna.
_ Recife, 5 de Janeiro de 1886.
O 1" secretario,
"torquato L. Ferreira de Mello.
Escola normal para sennoras. .
cargo da sociedade Propagadora
da Instrncro Publica, na paro-
chia da Boa Visin.
MATRICULA
De ordem do Sr. Dr. director, faco publico que
a matricula as aulas desta escola, estar aberra
de 2 15 de Janeiro vudouro, das 6 s 8 horaa da
noite. 3|
A pretendente dever, de cenfrrmidade com o
art. 18, pro va r : ?
Io Que sabe 1er, escrever e contar, para o que.
juntar attestado de approvaco as aulas prima-
rias.
2o Que tem boa condueta civil e moral, apre-
sentando attestado do parocho ou das autoridades
policiaes.
3 Que maior de 12 annos-
Secretaria da Escola Normal para senhoras
cargo da sociedade Propagadora di Instrncco
Publica, na freguezia da Boa-Vista, 29 de dezem-
qro de 1885.0 2- secretario interino,
Virginio M. C. Leo.
PBLKACES A PEDIDO
Banco de Crdito Real em
Pernambuco
Este Banco, autorisado pelo decreto n. 9t57 de
11 de julho de 1885, dar cometo as suas opera-
ces no dia 2 de Janeiro de 1886.
As opeacocs fundameniaes do Banco sao :
Fazer emprestimos de quanta nao inferior a
5:00|0OO sobre hypotbeca de bena anmoven a
longos piases com amortisac por annuidadea.
Estes emprestimos sero :
Contractados por tempo nao mener de 10 annos
sobre prmeira hypotbeca constituida, cedida eu
subrogada.
Feitoa por metade do valor dos immoveis ru-
raes ou por trez quartos dos urbanoa em lettras
hypothecariaa do Banco, ao par, do valor de.....
100(MI0 cada urna urna c do juro de 7 0|(i aoanno.
Reembolsados por mel de annuidades pagas
pelos mutuarios em moeda carrente, divididas cm
semestres.
_. Oa emprestimos podem ser pagos antecipada-
mente no todo ou cm parte, em moeda corrente ou
em letras hypothecariaa ao par, a vontade dos
mutuarios.
Aa annuidadea comprehendem ojuro conven-
cional, a amortiaaco do capital mutua lo e a com-
miaio de.I 0)0 ao Banco.
Na base dea juros de 80|0 ao anno,a tabella das
annuidades para 1:000/000 a seguinte:
Errata
RIO GRANDE DO NOETE
No artigo publicado hontem sob esta
epigraph", no periodo que comeca pelas pa-
lavras O alferes Moreira que conta &
onde se diz fazendo caropanha diga-se
- fazendo 4 de caropanha O mais como
esta.
COLLEGIO
DE
Nossa Senhora da Paz
Ra do Rnrao da Victoria n. -Id
A directora deste collegio faz sciente aos Illms.
Srs. pais de familia de que no da 18 do corrente,
comee,aro a funecionar as aulas deste instituto, e
que continua a esperar a confianca e coadjuva-
cao de que a julgarcm merecedora aquelles Srs.
esforcaado-se ella para mais urea vez corresponder
aquel'a conanca.
Recife, 7 de Janeiro de 1886.
A directora,
Mara da Paz e Freita s.
Novenas em f abonio
As novenas do padrosiro desta fieguezia come-
cam hoje, 9 do corrente, s ."i 1/2 horas da tarde.
A testa ser no dia 17, com o programma que se
publicar.
ED1TAES
Bernardino de Sena Pereira, 3* juiz de paz do 4*
districto da parochia de Nossa Senhora Ja Paz
dos Atogados, em virtude da le, etc.
De contormidade com o art 103 do decreto n.
8,213 de 13 de agosto de 1881, convoco o 4" juiz
de paz Antonio Francisco Alves e os supplentes
Francisco Das de Souza, Joaquim Grato Perei-
ra Simoes, Joo Francisco Callado e Ildefonso Joa-
qun dos Phssjs a comparecerem na conaiatorw
da igreja de Nossa Senhora da Bo-Viagem s 9
horas da manh do dia 14 do corrente, afim de
comporem a mesa perante a qual se ba de proce-
der no dia 15 do mesmo mez a eleico de um de-
putado a Assembla Geral Legislativa por este Io
districto eleitoral, devendo o que nao puder com-
parecer participar por escrpto o seu impedimento
at a 2 horas da tarde do dia 14 na forma do
art. 100 do citado decreto.
Boa-Viagem, Io de Janeiro de 1886. E eu, Joo
Gomes dos Santos Filho, escrivo de paz o escrevi.
Bernardino de Sena Pereira.
IHMANDDE
nal
Nossa Senhora da Boa-Viagem
Pelo presente sao convida los todos os irmoa
da mesma para comparecerem no dia 10 do cor-
rente, pelas 9 horaa da manh, no consistorio da
igreja, afim de se proceder a eleico da nova
mesa que deve administrar a mesma irmandade
no anno de 1886 87. Boa-Viagem, 7 de Janeiro
de 1886.O secretario,
Jos Crispniano da Silva.
Pela secretaria da cmara municipal da ci-
dade do Recife se faz publico a quem interessar
possa, o artigo 8o da lei n 1129 de 26 de junho
de 1873.
Ar.. 8o Nos primeiros oito das do mez de Ja-
neiro ie cada anno, todos os mdicos, cirurgoes,
pharmaceuticos, droguistas, parteiras, sangrado-
rea, dentistas e veterinarios, mandaro cmara
municipal a declaraeao de seus nomes, nat vali-
dades e moradas, afim de que ella possa mandar
pul licar a lista de todas aa pessoas : os infracto-
res sero multados em 10.
Secretaria da cmara municipal do Recite, 31
de dezembro de 1885.O secretario,
Francisco de Asis P. Rocha
A cmara municipal da cidade do Rncife
convida aos donoa dos estabelecimentos commer-
ciaes das fregueziaa de N. S. da Graca, Poco da
Panella e S. Lourenyo da Matta, para virem
secyo competente aferir os pesos, medidas e ba-
lanzas dos meamos, no prximo mez de janeirc,
sob pena da lei.
Paco da cmara municipal do Recite, 31 de de-
zembro de 1885.
Dr. Autonio de Siqueira Carneiro da Cuuha
Presidente.
Francisco de Assis Pereira Rocha,
Secretario.
Secretarla He polica
For esta repartico e de ordem do Illm. Sr. Dr.
chele de polica se convida aos senbores dos escra-
vos abaixo mencionadas afim de virem ou manda-
rem reclamar a entrega dos meamos escravoa den-
tro do praso de 20 dias que lhes fica marcado.
Antonio Joaquim, de Flix Velas do Nasci-
mcuto.
Jos, de Mancel Clementino Aires.
Luiz, de Joao Dias da Silva Coitinho.
Maria Archanja, do fenhor do engenho Rocha
da Vclha.
Secretaria de polieia de Pernambuco 8 de Janei-
ro de 1886.
O secretario.
Joaquim Fraucisco de Arruda
Thesonraria de Fazenda
De orde n do Itlm. Sr. inspector, taco publico
que no dia 14 do corrente, pelas 11 horas da ma-
nb, reci-bim-se propostas, em cartas fechadas,
para o foruecimtnto de bois vivos pira Fernando
de Noronha, no semestre de Janeiro junho deste
anno.
Thesourafia de Fazenda de Pruambuco, 8 de
Janeiro de 86.O secretario,
Lois Emydio P. da Camrra.
iHitiMiu r
DE
Santo Amaro das Salinas
Mesa geral de eleico
De ordem do nosso irmo juiz, convido a todos
os nossos irmos para comparecerem em o con-
sistorio de nossa igreja, domingo 10 do corrente
me2, pelas 10 horas da mr.nhS, afim de reunidos
em numero legal de mesa geral- proceder-se a
eleico da nva masa regadora do anno compro-
missal de 1886 87, de conformidade com o con);
promisso que rege a mesma irmandade.
Consistorio da irmandade de Santo Amaro dis
Salinas, em sua igreja, 7 ce Janeiro de 86.
O escriv j,
______________________ M. D. da Silva.
O administrador do consnlada provincial faz
publico, para conhecimento dos interesaadoa, que
no dia 9 de Janeiro prximo vindonro terminar
improrogaveintn ~e, nos termos do regulamento
ie 4 de julho de 1879, o prazo de 30 dias uteis.
concedido para pagamento, independen te de mul-
ta, dos impostes de dcima urbana, 25 0/0 sobre
a renda de corporales de mao morta e 3 0/0 so-
bre c gyro coinmercial dos estabelecimentos que
vendem a retalho, correspondentes ao 1 semestre
do exercicio corrente de 1885-86.
Consulado provincial de Pernambuco, 29 de de-
zembro de 85.
Francisco A. de Carvalho Moura.
COMMERCIO
de Pernam
Bolsa eeuuuercial
buco
Kecife, 8 de Janeiro de 1886
As tres horas da tarde
CotacOe* offiniae
Cambio aobre Londres, 90 d/v. 18 d. por lf, do
banco.
P. J. Pinto,
Presidente
Augusto P. de Leuios.
Pelo secretario.
llEINDIMENTOS PBLICOS
Mea de Janeiro de 18E6 VLrAoeADe 2 7 104:4571377 dem de 8 37:626^290
CjaacLArn raovunu'- -De 2 7 I tem de 8 142:083,667 57:349*494 18:291/281
irncm DaAimoaDe 2 7 dem de 8 75:640*775 70i370 195;595
265*965
DESPACHOS DE EXPORTAgAO
- Em 7 de Janeiro de 1886
No
gou :
Para o exterior
lugar aire, i ano Ada P. Gould, ctrre-
Para New-York, H. Forster & C. 3,000 saceos
com 225,000 kilos de assucar mascavado.
No patacho sueco Monitor, carregou :
Para New-York, J. S. Loyo & Filho 101 saceos
com 7,575 kilos de assucar mascavado.
Na barca inglcza Chislchust, carregou :
Para New-York, J. H Boxwell 2,000 saceos
com 150,000 kilos de aaaucar mascavado
No vapor fraucez Ville de Maranho, car-
regou :
Para o Havre, M. Amori r 3 caixas com 90 kilos
de pennas ; H. Nueec-h & C. 2 fardos com 197
courinhoa ; A. Labille 211 couros salgados com
2,392 kilos e 29 ditos spicaados com 203 ditos.
No brirrae portuguez Cacilda, carregou :
Para Lisboa, S. G. Brito 365 couros salgados
com 4,380 kilos.
Na barca portugueza Pereira Borges, carre-
gou :
Para S. Miguel, F. de si.raes 6 cixos do sicu-
pira e 21 varas para carreiro.
Para o Interior
No lugar portuguez Temerario, carregou :
Para o Kio Grande do Sul, Amorim Irmos &
C. 5 pipas com 2,400 litros de agurdente, 1,52 >
voiumcs com 122,639 kilos de assucar branco e
200 ditos com 15,000 ditos de dito ronscvndo.
No vapor nacional ^trgipe, carregou :
Para Baha, Amorim Irmos & C. 243 volumes
com 18,225 kiloa de assucar branco.
No vapor francez Ville de Santos, carregou :
Para Sautoa, S. Guimires & C. 1,000 saceos
com 60,000 kilos de assucar branco e 800 ditos
cem 48,000 ditos de dito mascavado.
Para Babia, Amorim Irmos & C. 200 barricaa
com 23, 16 kiloa d* assucar brauco.
= No vapo-r nacional Manos, carregou :
Par Manos, Amorim Irmos & C. 5C bai ricas
com 3,261 kilos de assucar branco.
Para o Para, Amorim Irmos & C. 80 barris
con 7,680 litros de agurdente ; P. Carneiro &
C. 5 pipas e 50 barris com 6,850 ditos de dito ; L
J, S. (uimarSes 50 barricas com 3,022 kilos de
assucar branco; V. T. Coimbra 75 ditaa com
5,186 ditos de dito ; Maia & Rezeade 3J0 ditas
com 14,800 ditos de dito ; V. d Sitveira 53 ditas
com 4,153 dita de dito ; A. Vianna *3 ditas jm
1,186 ditoa da dito : P. Atvcs & C. 20 ditaa com
800ditos de dito refinado.
Para o Cear, J. M. Dias 10 caixas com 200
kiloa de rap.
Para Maranho, J. M. Dias 5 caixas com 150
kihs de rap.
No hiate nacional S. B rtholomeu, carre-
gon :
Para Mossor, J. Baptista 50 saceos com fari-
nlia de mandioca
= Na b ireaea S. Anna, carregou :
Para Mamanguapc, Amorim Irmos & C. 300
saceos com .riuha de mandioca.
Na barcaca Lindo Paquete, carregou :
Para Parahyba, J. Baptista 400 Baccos com fa-
rinha de mandioca.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 8
Aracaty 1:1 dias, hiate nacional D. Antonia, de
70 toneladas, capito Victalino da R. Picado,
equipagem ,'i, carga varios gneros ; ordem.
Navios sahidos no mesmo dia
Iluvrc e escalas Vapor traneez Ville de Mar-
nhao, eommandante Breante, carga varios ge -
eros.
Babia e escalas Vapor nacional S. Francisco,
eommandante Francisco Alves da Coate, carga
varios gneros.
Guarn Lugar inglez Spwlirel, capito Peter
Noel, em lastro.
GuaraPatacho inglez Leader, capito Thomas
Date, em lastro.
Guam-Brigue inglez Ktlymion, capito* James
Pemrll, em lastro.
VAPORES ESPERADOS
Paranagu
Mondego
Cear
Finance
Elbe
Espirito Santo
Haliia
Li Pla'a
Cearense
Qrenoque
Pernambuco
Iteva
do sul amanta
da Europa a 11
do norte a 12
do sul a 14
d sul a 14
de Liverpool a 14
do sul a 16
do norte a 23
da Europa a 24
de New- Vfork a 25
do sul a 25
do sul a 26
do sul a 29
f
i
.









Diario de Pernambuco-Sabbado 9 de Janeiro de 1886
i *
Ao commercio e aopu- >%MB^%
Mico
abaixo assignado faz sciente ao reopei'avel
corpo commerciol desta cidade, que deixou de ser
sceio do estabelecimento de padaria, sito na roa
Tidal de Negreiros n. 63, qae gyrava sob a 6rm
Francisco Lopes Guimaraes St C, desde o dia 4
do corrente ; ficando a rnesma firma responsa-
vel por todas as transaccoec feitas at a data
cima.
Recife, 5 de Janeiro de 1885.
______ Severino Jos dot Santos Aguiar.
250$ 300$000_
Quem dispozer do capital cima, e qaizer se as-
soehkr em uro negocio vanUjoso, dirija-se ao Pateo
do Terco n. 28 (leja) que achara com quem tratar
Precisa-se de una ama para cosinhar e lavar
para casa de pequea familia ; na ra de Fernan-
dos Vieira n. 24, taverna. ___________
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar, cosinhar
e fazer o servioo de urna casa de familia ; a tra-
tar na ra da Uniao n. 47.
Precisa-se de urna ama para todos os serricoa
de daas pessoas ; na ra Imperial n. 200-C.
Ao commercio
Qosende & Tvares scientificam que tm dis-
ao 1 vi do a sociedade commercial que tinham no es-
tabelecimento de fazendas i. ra Duque de Caxias
n. 75, retirndose o socio Tavares pa; o e satis-
feto de sea capital e lucro ; continuando o socio
Gosende, nico resptnsavel pelo activo e paasivo
da extincta sociedade. Recife 31 de dezembro
de 1885.
JoSo Antonio Gosende.
Manoel Tavares.
Ama
20$000
Alagase a casa terrea n. B rua 1 Riacbuello
(Boa-Vista) com 2 alas, 2 quar'-, cosinha e
quintal, e limpa ; a chave se acha na mesma ra
n. E, e trata-se na ra da Guia n. 62, Recife.
kitmqw
Precisa se de urna ama para cosinhar e lavar,
para cas de pequea familia : na ra de Fer-
nandos Vieira n. 24, taverna.
Ama
Precisase de duas amas, urna para comprar e
coainhsr o outra para servicos de casa ; tratase
na ra Nova n. 48-A.
Ama
Alaga se o 2- e 3- andares do sobrado roa
larga do Rosario n. 22, estilo preparados com as-
scio, pintura fina, papel e tapete ; a tratar no 1
andar, das 10 s 2 hras da tarde.
Por 22000
Aluga-se o 2' andar e sotao rua de Lomas
Valentinas n. 50, caiado e pintado de novo, e
muito fresco : a tratar na ra Primeiro de Marco
n. 7, livraria parisense.
Morada campestre
Aluga-se a casa ra de Henrique Das (Es-
tancia) n. 1, tem portao ao lado e uro pqueuo I feito estado
sitio : a tratar com Custodio Antones Guimaraes, | numero 47.
ra do Mr iucz de Olinda n. 40, armazem
Mlcajiaioeoaiito
Contina a leccionar, D Francisca de Alba -
querque Silva Costa, por coMegios e easas de fa-
milia e em sua residencia, ra da Detenco n.
19 ; a tratar na mesma.________________.
Kalendarios
DE
Arrancar folhas
Para o anno de 1886
Muito lindos e baratos ; j se acham venda
na Livraria Parisiense n. 7-A, ra Primeiro de
Marco.____________________________________
"Collegio 6 de Abril
Maria Capitolina Martins Ribeiro communica
ao publico em geral e em particular aos senhores
pais de familia, tutores e correspondentes, que no
dia 7 de Janeiro vindouio abre o sea collegio,
ra do Visconde de Alboquerque, sobrado n. 26,
para a educaco e instniccSo de moninas.mediante
as condicoes geralmente estabelecidas eso tedos
os estabelecimentos dessa natureza. Alentada
pela idea de que gabera corresponder especta-
tiva dos que lne confiarem a educacito de suas fi-
Ihas, esperando que nao lhe faltarlo com o seu
benvolo acolhimento.
Preciea-se de urna ama para engommar e mais
st-rvico de caa, para duas pessoas ; na ra do
Livramento n. 6, 1 andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para engommar
Capunga (antigiruada Ventura) n. 3.
Ama ouescrava
Precisa-se de urna para cozinhar e engommar
tara casa de pouca familia : na roa do Baro da
Victoria n. 15.
Cabriole! e victoria
Vende-se um cabrolet e urna victoria em pe
a tratar na roa Duque de Caxi-1
Por 35$000
Aluga-se o primeiro andar do predio n. 45 da
ra Estreita do Rosario, com muitos commodos e
muito fresco : a tratar na ra Duque de Caxias
n. 85.______________________________________
Profcssora
OfTerpre-se urna pr ifessora para leccionar era
alguna collegios c rasas particulares as eeguintes
materias : portuguez, francs, msica e piano ; a
tratar na ra do Mrquez do Herval n. 20.
Per 50$ooo
Aviso
Aluga-se a casa n. 41 da ra Vnte e quatro
de Maio, com muitos commodos para grande fa-
milia, com agua, c est limpa ; trata-se na ra
Duque de Caxias n 85.
Bom emprego de capital
Vende-se o muito bem afregnezado hotel do
Sonres, raa de Hortas n. 24 : a tratar no
mesmo.
Aviso
Criado
Precisa-se de um criado que tenha boa conduc-
ta ; na ra da Aonra n. 109.
Caixeiro
Precisa-se de um menino que t molbados ; no becco do PocinOo n. 7.
Cosinheiro
Na roa de Paysand n. 9,
cosinheiro.
precisa-se de um
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira ; a tratar na tra-
vessa de Fernandos Vieira (becco do Padre Inglez)
numero 8.
Apolices pr o vineiaes de
5 0,0
Compra-s com pequeo descont ; na ra do
BarSo da Victoria n. 11, toja de Bento Machado
& Compan'iia.
Nazareth
0 8r. Joo Cavalcante Mauricio Wanderlejr,
lho do Exm. Sr. Bario de Traeunhaem, quei
rir ou mandar roa Duque de Canas b. 73, tm-
iluir o negocio que nao ignora.
Luvas de pelica
A fabrica de luvas de pelica de todau as cores
na roa do Cabug n. 7, 1 andar.
0,000:000
DAS
:;
CORRE NO DIA 12 DE JANEIRO
O abaixo assignado, no cmpenbo de bem liqui-
dar todos os seus detitos, segu para o interior
da provincia em co branca de algumas contas, e
desJe j convida a todos os seus credores que
tivirem ttulos vencidos para que os aprsente ao
O abaixo assignado declara ao publico em ge- seu'procurador e advogado o major Ignacio Leo- '
ral, que s<5 te rciponsabilisa por debito contradi- poldo de A. Maranho, morador nesta cidade, por
do por si ou ordern assiguada. Keeife, 5 de ja-1 quem sero satisfeitos. Pao d'Alho, 4 de Janeiro
nfioodel88fi. j de 1886 ,
Jos Ricardo da Costa. Juvino Carlos de Souza.
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$>000
Os bilhetes acliam-se a' venda na Casa Feliz, praea da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 12 de Janeiro de 1886, sem falta.
DOS PREMIOS DA
244'
LISTA GERAL
N B.O premio prescrever
um auno depois da cxtracyao.
30
A
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 1836, EM BENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE, EXTRAHIDA EM 8 DE JANEIRO DE 1886
86
NS. PREMS.
3 44
4 -
7
8
14
26 -
-29
37 -
41 -
44
52
53
57
62
78
79 -
87
89
96
99
105
22
23
27
28
30
31
38
43 -
46 -
47 -
48 -
50
53 -
57 -
62
72 -
75 -
79
91
93
204
11
12 -
18 4:ooo
20 46
42 -
44
46 -
49
NS. PREMS.
253 m
69 86
70 40
73 IOO
75 u
87
98
300
4
7
12
22 .-
31
34
37
40 85
45 46
47
53
55
66
71
72
79
85
88
91
92
96
97
401
12
15
19
29
31
55
58
64
76
83
85
87
88
514
16
24
29
3 M
37 46
US. PREMS.
NS. PREMS- NS. PREMS
538 W 7tW
40 66
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8 29
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49 71
51 72
56 75
59 77
70 79
75 84
84 88
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92 8
94 19
98 24
1601 _ 25
2 26
8 39
10 86 41
13 46 42
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16 -m 52
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24 __ 60
35 65
40 mm 66
43 77
48 mm 81
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53 _ 87
61 _ 89
64 _ 94
73 _ 95
75 97
78 _ 1902
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89 7
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8
Diario de PernambucoSabbado 9 de Janeiro de 1886




UTTERATIIM
OS FILHOS
DO
POB
i. crsrsu.
SEGUNDA FAHTE
Ossegredos de Eii|des
( Continuado do n. 4 )
CAPITULO X
O OASIS
~ E' urna illuso l accrescentou elle,
am capricho do meu espirito. Como po-
deria, mesmo em sonho, ter um castello
igual ao que acaba de descrever, eu que
iiem mesmo sei o que um castello em
Franca V E no omtanto ..
c O fidalgo que hubitava essa propre-
dede, continuou o indio segurado com an-
ciedode visivel os diversos sentimentos que
fcrilhavam na expressiva physionomia de
Marcos, era d urna illustre e antiga fami-
lia bretS, e chamarava-se... O seu no-
tes pouco lhe importa... Chamarlbe-hei
simplesmcnte o conde Henrique.
Fallo de cousas qua lhe n3o devem
importar. .. estou impodindo-o de repou
sar depois das incancaveis fadigas de urna
cagada.
NIlo l exclamou Marcos: nao neces-
ito de repauso... e as suas palavras tm
para mim um hltrativo que BM posso de-
finir. Falle Jnas principalmente desse
castello por que tanto me interesso som
que po3sa explicar a cansa desse ioteresse
que sinto. Quera era o que habit.vva.
Un homem nobre, bom,
lente.
Era Beu amigo ?
Era.
E ainda est em Franja ?
Nao.
Entao aonde ?
Morreu.
Combatendo os seus inimigos ?
__Nao ; mas covarderaeote assassinado
por um miseravel.
Assassinado repetio
meada,
__ E' singular disse elle :
ter visto nos meus sonhos.. -
Depois interrompeu-se-
Sim; oh I urna curta
toria a de aquello homem !
Conhece-a.
Sim; ora seu amigo, j lh'o disse.
Bera! contem-m'a,
Para que?
Para que ? nao sei explieal-o ; mas,
fazendo-Ihe esta pedido, obedeco a um sen
timeuto que hao posso definir. Demais,
caro quando ha occasi3o de conversar no
deserto. Talvez seja o prazer de ouvir
urna voz humana soor aos mous ouvidos,
que obriga a interrogal-o.
Sc-ja isto ou outra cousa, pouco im-
porta l disse o indio; seas minhas pla-
vras o interessam, estou proraptj a ser-lhe
agradavel. A noita est baila, necessano
que um de nos vigi para conservar a fo-
gueira, bom, vellcmos juntos, consato o
de boi vontde... Assim como fez notar,
a conversa rara no.deserto, agrada-me a
tiim o fallar das comas da Europa no cen
tro dcste vasto campo africano, ouvindo os
rugidos dos animaes selvagens que nos cer-
leal o va-
Marcos tre-
parec
e tocante his
cam... E no ontanto, os paizes civilisa-
C08 sao talvez mais povoados do que estes
desertos, de animaes ferozes vidos do
sangue e carnificina 1
Pois em Franca haver mais le3es,
pantheras, hyenas e lobos do que no cen
tro da frica?
Nao; mas os homens all sao mais
numerosos; o que quero dizer.
O indio calou-se como se quizesse dar
terapo para fazar suas rccordac5es ; depois
continuou;
Estva eu na Picarda, ha mais de
trinta annoe, habiluva perto do conde nraa
encantadora menina chamada Branca. Sou
pai era um pobre fidalgo raorto em servco
do rei, e Brauca, sem fortuna nem familia,
viva s, nSo vendo outro futuro para ella
do qae o yo das esposas de Christo, o
para habitadlo a clausura.
Urna tarde, vindo de urna trra pro
xima, Branca, seguida por um nico cria-
do e montada n'uma egua preta, encon
trou um oavalleiro.
Este, vendo-a s, podio lhe a perrais-
s3o de a acompaas. A joven concedeu-
lhe esse favor conkocendo que tratava com
um homem de nascimento.
a O cavalleiro, contemplando Branca,
acbara-a bella; eseutando-a, ficara encan-
tada, e na occasiao em que se apartou da
joven, ella levava o coraclo do seu compa-
nheiro.
< Esse homem, qua nunca at all ama
ra e nao dcv:a amar depois, era eu.
O indio fez urna pequea pausa.
Infelizmente, replicou elle, foi-me ne-
cessario partir. Deixei o conde sem cousa
alguma lhe contar do encontre da vespera,
e ausentei-me, lavando rainha alma cheia
dos mais sinistros presentimentos.
Estes presentimentos n3o deviam ser
illusSes. Dous mezes depois, souba, que
urna terrivel catastrophe terira aquella que
ca ama va.
< Um outro fra seduzido pe* formo-
sura do Bracea; masera um miseravel,
u.n bandido, eram confie .idos em toda a
Franca os seus instinctos ferozes a que
elle obedeca sem remreos nem conscien
ca.
o Reconhecendo que a nobre dodzella ra-
cusaria com firmeza o despreso que mere-
ca urna paixao despertada n'uma alma tao
baixa, o ladrao recorrau astucia e a vio
lencia.
Fingi deixar o paiz, depois, urna
noite, voltou frente de alguns dos seus
amigos, forcou a casa de Branca, mal de-
tendida por um nico criado, incendiou a
habitacao, o roubou a pobre crianc, com a
qual se evadi.
Tornada presa de um bandido, sua
escrava, sua victima, Branca esteva seis
mezes sem qua se ouvisse fallar della.
a As minhas activas buscas foram em
vVj. O que pode saber, fj o nome do in-
fame roubador. Chama-se La Chesnay !
f Encerrara no coracao o sogredo do
meu amor, nesse te rapo dosgracado, c nin-
guem, nem o proprio conde, fra o meu
confidente.
Desesperado, parti para a Hollanda.
" Alguns annos dopois, recebia urna
menaagem do conde qe me annunciava o
seu casamento e me solicitava que fosse
visitar a sin encanta lora esposa, de que
rae gabava as perfercoes physicas e as
qualidades moraes.
a O raensigeiro annunciava-me que a
oven condessa eslava grvida e que pr-
ximamente poria termo as suciedades de
seu marido.
a Eis o qua se passara durante a mi-
nha ausencia.
Urna maohl, o conde segua as mar-
geos da am ro prximo do castello, era o
seu passeio favorito.
De repente, na outra inargeui, v
urna mulher correndo, os tactos rasgados,
o cabello em desordem, a infeliz drigia-se
para o rio.
Chegada alli, n'um sitio escarpado,
F0LHET1M
MAMAS SANDORF
POR
julio mus
t:ki i:u i part:
(Continuac-lo don. 5)
VI
Va. pro \ i uiiila-I i"* de Calaa
Calem-se, raaltezes do diabo, calera-
se '. Polein ouvil os era Cassone, para onde
o coraroissario central, o amavel questor
da provincia, raaulou um destacamento de
_ carabineiros !
Amcaca faceta, por.ua Cassone fica dis-
tante de Santa Grotta. Mas os recen che-
gados suppunham ,qua as suas vocif^racies
podiam ser ouudaa pelos carabineiros, que
fazem a polica di torra. Modificaran!, pois
as suas vociferacSes, desforrando se no i-
nho ordinario do Etn, de que Benito os
suppria para fest-jar a sua chegala. Em
sumar), estavara todos mais ou ninnoo bc-
bados, quando a porta da locanda ab io-se.
Que bonita gente exclamou Zirone
entrando. Carpena fui f liz na 'scollia, e
estou vendo que Benito In as cousas como
de va.
Esta boa gente estava moi-rendo de
sede, respondeu Benito.
E como essa a peior das mortes,
tornou Zirone rinlo, quizest? poupal-os!
Bem! Agora podem ir dormir'. Ama-
nha haremos de travar relacoas mais inti-
mas.
Pcrquo esperar ata amanhil ? per
guntou ao dos nov>s rouruta*.
Porq-ie voces est&o bebados demais
para cimprehender e obe loe r respmleu
Z i roo.
Bebados !. buhados 1.. Por ter
bebido alguinas garrafas deste seu vulu,
onde as aguas rolavam, poz as ra2os, de-
pois lanjou-se com rapidez no ro, que se
techou sobre ella.
Saltar para trra, deixar o ca vallo, ds-
pir o tacto e deitar-se agua, tudo isso foi
p ra o conie obra de um instante.
CAPITULO XI
OS DOIS CAVALLEIROS
o D pjis d'uma lujta encarnicada e ter-
rivel com o mais forte elemento, que deso-
ja va a todo o custo querer conservar a sua
presa, o conde voltou a depr sobre a
margara o corpo inanimado da pobre mu-
lher.
< Os criados tinhara aecudido; por or-
dena do seu amo, transportaran! so castel-
lo aquella que o nobre senhor acabara,
com pjrigo do sua vida, de arrancar a urna
orto infallvel.
A pobre mulher, apenas restituida
existencia, foi atacada por urna febre pa
rorosa.
Durante muitas semanas, estuve en-
tre a vida a a morte ; finalmente trium-
phou d'essc espantoso duello, e a mulher
foi salva.
* Entrou em convalescenca^ O conde,
semi medico, prodigalisou-Ihe os seu cui-
dados durante a perigosa doenca.
t Todos os das ia sentarse junto do lei-
to da joven, e passava longas horas ao p
d'ella. A saude, voltando ao corpo, trou-
xa a belleza e a graja s fac:s enmagre-
cidas.
c O conde todas as manhas achava a
sua querida enferma mais linda e encanta-
dora que na vespera, e em cada instante
descobria na sua conversacao qualidades
novas e um attractivo irresistivel.
Que lhe direi? A'uou-a, edeprossa ou-
sou diser lh'o.
urlecebendo esta noticia a con vales ente
rompeu ca solucos e exdamou oom doses
pero :
Oh1 para que me salvou? Porque
me nao dcixou morrer?
O conde nunca a interrogara at en-
tao sobro o motivo que a obrigara a recor-
rer ao suicidio.
D' esta vez elle padiu-lhe que revelas-
se a verdade.
i A infeliz contou lhe a sua lamcntavel
historia.
Esta mulher, era Branca, que o conde
nunca vira at ao dia era que ss precipi-
tara no rio para salvar a victima do ban-
dido.
* Narrou ao fidalgo o rapto e a violen-
cia que La Chosnaye erapregara alguns
raezos antes.
Urna vez entre as maos do infame
ladrao, reunir a sua energia e forca para
escapar sorte horrivel que a espera va
t La Chesnaye, conduzira-a a um lugar
prximo que lhe servia de escooderijo, t
ahi teve o arrojo de participar pobre
creanca o amor que por ella sajrtia, otfere
condo-lhe o trnala sua amanto e partilhar
a sua criminosa existe acia.
< Branca recusara a ignobil proposta do
bandido.
a La Chesnaye, enterado pela sua pai
xao, oboefecendo natureza viciosa, usara
de todos os meios de soduccao e as'.u.-ias
para alcancar o seu depravado fim ; mas
Branca teve coragem para resistir a tudo.
Rogos, ternuras, ameagas, todo recu-
sara, tudo arrostara.
f Um punhal, que ella tirara do cinto
do bandido, perraittiu-lhe defeader-sa da
violencia.
Recusava toda a qualquer comida ou
bebida, preferindo os tormentos da lome,
a morte debaixo do seu aspecto o mais hor-
roroso, vergonha de suecumbir.
No entanto as suas forjas exgotavam-
se, o espirito enfraquecia, depresaa sentiu
que nao poderla luctar quando um railagr*
da Providencia vcio felizmente salval a.
< Li Cliesn iyo, furioso por nao paler
vencer esta resistencia, mudou immediata-
mente de sentimentos e maneiras. Ao
amor que sent;a por Branca succedeu um
odio vido do suplicios.
c En< arcerou a pobre creanna n'uma es-
pecie de prisao escura e insalubre, en're-
gando-a vigilancia d'um dos seus homens,
o mais cruel e facinora. ^.
Branca penou dous mezes, implorando
a morte que tanto tardava.
Finalmente, ura dia o seu carcereiro,
ferido sera duvida pela mlo de Dcus, ado-
ceu. Em puo terapo o mal fez rpidos
progressos n'esta organisacao gangrenada
pelos excessos de todas as qualidades.
< La Chesnaye estava ausente cora os
seus. A expadicao era longiqua do lugar
onde padecan! o carcereiro e a prisionera.
O bandido, sentindo-sc desfallecer e
tendo ruedo da morrer s, abriu a porta
do careare e suplic ju a Branca qua trocas-
se o bera pelo mal, assistindo-lhe hora
do passamento, e lhe perdoasso urna parte
dos S'uscrimes.
" A nobre menina comprehendeu qus
Deus a escolhera para arrancar, das gar-
ras do espirito das trovas, aquella alma.
Em vez de fugir, dedicou se a tratar
quera a torraentava, e implorara, n'essa
grande hora da partida para a eternidade,
o seu auxilio.
A morte aproxmava-se : nada podara
salvar o miseravel; mas, tocado pela ge-
nerosa protescao da prisioncira, suplicou-
lhe que reconquistasse, immediatamenle a
sua liberdade, a?croscentaudoque La Ches-
naye deveria raatal-a, a fim do se vngar
do despresso de sua vctima e d<- assim
aniquilar as provas vivas do crime que
quizera corametter.
Branca poda fugir, repto-o, e no en-
tanto n3o quiz deixar o moribundo.
fatal
c A morte chegou e com a sua
fouce dc.epou a vida do bandido. A me~| ^(as entao, a felicidada chega
nina ficou em frente d'um cadver. Idos I disse o condo com transporte.
i O conde pegou-lhe na mao e beijou a
com todos os signaes de profundo respeito.
Branca I disse elle inclinando se, a
tua infancia e mocidade foram desgrana-
das. A Providencia devo urna compensa-
jao aos soffnmento3 qua tons padecido;
depois das borrascas que destroom, brilha
o sol que repara e faz esquecaj" os desas
tres, tal a le da natureza. Ura misera-
vel atorra Jntou a tua existencia, ura nobre
dalgo off recc-tc hoje o reparar os Cri-
mea do b indi lo... Branca I re .usar? a
mao que se estende supplicaute ? Aceita
ras o amor daquelle que para o futuro nao
podar vivjr sen ti?. .. '
a Branca as resp3ndeu.
Com os olhos semi techados, o seo
palpitante, o rosto ainda mais pallido, pa-
reca vctima de urna couimocao que nao
tnha forja para supportar.
O con le pagou-lhe na mulo e hvou a
aa pcto.
i Arao-tc! m'ir.naro'ijelle con ter-
nura,
i Cala-te! balbuciou a joven.
Matas me, Henrique !
Matarte! eu que dara a rainha
vida para salvar a tua, eu que sacrificara
com prazar a rainha existencia para te
evitar urna s dor! *
Oh! cala tJ.j, raplicou Branca;
calata Henrique I... feres-me sem pieda-
dade!
M;u Djus explica-te?... qua
tens ? exclamou elle con susto, pois sentia
estremecer entre seus bracos aquello gen -
til corpo, cujo o sangue pareca gelar-se
as veas.
O que tenho ? exclamou a joven.
Amas-me, Henrique!... c eu, tambero
conheo que te amo!
para
Dirigirn) so
dcitarain no fogo
Quera esse? perguntou Zirone.
E' o pequeo pescador, respondeu
Carpena.
E quem esse? perguntou Pescador
por sua vez, indicando o siciliano.
E' Zirone! respondeu o hespanhol.
Zirone roirou com atenj3o o joven ban
dido, que Carpena tnha elogiado, e que
se apresentava cora tanta desenvoltura.
Sera duvida achou-lhe a cara intelligente e
audaz, porque fez ura signal da approva-
c5o. Depois, dirgindo so a Pescador.
Bcbeste como os outros ?
Mais do que os cu'.ro3.
E conservaste a razao ?
Ora, ella nao se a toga em tao pouco.
Diz, entao, pequeo, tornou irone,
Carpena informon me que talvez pudesse
darme urna informado de qua preciso I
Gratis?
Toma!
Zirone atirou llie urna meia piastra,
que Pescador fez desapparecer, instanta
nearaeute, no bolso, como um petotiqueiro
de prorissao faria com u.na noz mosca la.
E' gracioso I disse Z.rone.
Muit! gracioso respondeu Pesjador.
De que se trata ?
Conheocs bem Malta ?
Malta e a Italia e a Istria e a Dal
mua e o Adritico rospondeu Pesca-
dor.
Teus viajado?
Muito, mas serapre rainha custa !
Dou-te de conselho que nunca vinjes
de outro modo, porqu; quando o governo
que paga. ..
E' muito earo respendeu Pescador.
E' como dizes replica Zirone, en
c: nado cora esse novo corapanheiro, cora o
qual, peta menos, po liase conversar.
E depois .' tornou o int-llig'.m
mtc ra-
is
ahi Posudor,
ouviste alga na
as
vez
depo
paz.
rJ depois,
tu is muitas vi,
fallar era ura certo Antkirtt ?
A despeto do tuda sua finura, Ponta
Pes a la nao sperava por es3a I To la-
va foi bastante senhor de s para nao dei
xar percebor a sua sorpreza.
Como poda Zronc ter ouvido fallar no
doutor e mesmo saber o seu nome, se nao
estava em Ragusa quando a Savarena l
estove, uem t3o pouco em Malta quand" o
Ferrato alli entrou ?
Mis com o s u espirito dcuivo cjm-
handeu iraincdiatainentc
preiianaeu raraediatainentc que a sua res-
posta poda servr-lhe e nao liesitou !
O Dr. Antkirtt? raplicou elle. Oh!
quand a gente est habituado 71'n e ao perfoitaraente !. Em to to o Meditnra-
ftwy das tascas do Manderaggio I neo faila.30 n'elle.
Branca ignorava onde *a tinhara con-
duzido. Teria ou nao dexado a sua trra ?
Nilo o sabia.
Hesitando no que po loria fazer, tre-
mendo ae susto, abatila pelos soffrimentos
sem numero que supportava, perguutava
ao co o partido que deveria tomar, quan-
de de repente ouvio os bandidos que vol-
tavam da sua excursao.
< Nao hesitou mais... Urna janlla bai-
xa dava para o ca.npo... abro-a o pra-
cipitou-sc.
c Um bosque espesso estava na sua
frente, embrenhou-se nelle sm saber aon
de ia.
Depressa, fosse re alidada ou cffeito do
imperio do terror, parecea-lhe ouvir o ga-
lopar de um cavallo, julgou so perseguida,
augraentou a velocidade da sua corrida.
A demencia invadio-lhe o cerebro, pa-
receu-lhe ver La Chesnaye e a sua qua-
drilha obstruindo todas as passagens, fez
um ultimo esforco. o rio estava proxi
mo... laucou-so nelle...
Escutaodo esta terrivel historia, o
conde empallidecera muitas vez;s de in-
digna cao e clera.
< Quando ella coucluio :
Coragem I disse elle. Vingar-te-
hei, depois continuarei a conversacao inter-
rompida por Uo tocante narraclo. Confia
em a. eus c fica neste castello onda sers
tratada como se fosses minha irrnS.
Branca, banhada em lagrimas, quz
beijar as raioa do fidalgo, mas este recu-
sou e, inclinando-se, levou aos labios as
mos que tinhara agarrado as suas.
a No dia ira mediato, deixou o castello
sem se despedir della.
Seis semanas depois, voltou aos neus
dominios com o oliiar triumphantc a rosto
jovial.
a Branca passou esse tempo n'um retiro
absoluto. Quando o conde so aprosentou
na sua presenca, a pobre rapariga tornou-
se pallida e sentio sa dasfa'lecer. Corapre-
henlita que era a vida ou a morte que
lhe trazia entao aquelle, cuja lembranja
nao a abandonara um s instante.
Vste-o?
Nunca.
Mas, sabes quera
esso doutor?
Um pobre diabo, cem vezes millona-
rio, segundo dizera, que nunca passcia sera
levar um milhao em cada bolso do s*u pa-
leto de viageuo, que tara pelos menos, seis!
Um dosgracado que est reduzido a prati
car a medicina como amador, s vezas na
sua escuna, s vezes no seu yacht de va-
por e que tera especficos para as rinte e
duas rail molestias com que a natureza mi
moseou a espacie humana !
O saltirabanco de outr'ora rcappareceu
a rcappareceu a proposito era Ponta Pes
cador e a sua tagarellice admirava Zirone
nao manos do que Carpena, que pareca
dizer:
Ein I qua recruta 1
Pescador calou-se, depois de acender um
cigarro, cuja iuraaca caprichosa pareca sa
hir-lhe ao mesmo terapo p?lo nariz, pelos
olhos o at pelos ou vidos.
Tu dizas que CS3C doutor risa ?
perguntou Zirone.
To rico que podera comprar a Si
cilia para fazer u'ella um j irdira inglczl
rospondeu Pescador.
Djpois, pjnsanlo qua era clngado o
momento de insp'rar a Zirono a i tea di
projecto cuja cxacucSo me i i lava:
E olhi, capitSo Z'ronc, disse elle, se
nao vi o Dr. Antkirtt, pelo raen^s vi ura
dos seus yachts, porque dizara que elle tara
urna flotilha para os seus passeios no mar.
U n d >s seus yachts
Sim, o sou Ferrlo Navio sobar-
bo, qua me servira muito bera para fasef
excnrcSo na baha de aples cora una
ou duis prineczas escolhidas:
O.ida viste esto yach'..'
Em Milti, respsnleu Pescad ir.
Quando?
Ant:-h)utcm, ora Vallette! Quando
embrcanos cora o nosso sargento Carpena,
ainda estara fundeado no porto tutittr !
Mis diziam que ia panir vute e quatro
horas d pois do nos.
Justamente, para a Sicilia, con des-
tino a Catana 1
A Catana ?
Essa coincidencia entre a partida do Dr.
Antkirtt e o aviso que finita recebido de
desconfiar dolle nao poda deixar de dfes-
perlarsu3peitas do corapanheiro de Sarcany.
Ponti Pescada compreheuteu que algara
pensaraento secreto agitava-se no cerebro
d i Zirone, mas qual era ? N3o podendo
udvnhal-o resolveu proceder mais directa-
menta.
Pois isso, quando Zirona dtsae :
E' essa felicidade impossvel que me
mata I
Irapossivel! porque ?
Porque a vergonha est entre nos I
A vergonha nilo ehegar ao norae que
tenho disse-lhe com orgalho o fidalgo.
Eu, Henrique, nao posso aceitar o
nome que me otf .-rece3 t3o generosamente
Porque?... nao te comprehando.
Que!... exclamou Branca, nao cora-
prehendes a distancia que o crime de La
Chasnay collocou entre nos! Seis mezes
passei entre as maos desse miseravel que
que cousa alguma respeita. Deus deu-me
forja para resistir, coragem para san ir
pura daquelle antro de infamia; mas o
mundo nao rae perdoar a minha desgra-
na, e, para todos, aquella a que queres
dar o nome de esposa, pissar por ter sido
victima da brutalidade do ban iido.
O conde comprehendeu o que se passa-
va na alma la pobre mulher.
O passado nao existe disse ello. A
mSo que ta offereco vingou o ultraje qua
recebeste...
Ah! iatcrrompeu Marcos escutando
commovido e cora interesse a narracito
que fizera o indio, ah o seu amigo puni-
r o infame ? Matou o, cortamente ?
Nao o matou, pois o monstro ainda
exista, assim como infelizmeste ver; mas
vingou se.
Qual foi a sua vnganga ? perguntou
Marcos como hornera habituado a viver no
raeo dos orientaos cuja mxima, em ma-
teria de reparacao, : a Dente por ciento,
olho por olho.
Qua vnganc,a? repetio o indio, de
que nudo o conde punir o miseravel?
EU o que serapre ignorci o que ainda
ignoro. Nunca o meu amigo me fez urna
nica confidencia a esse respeito, nem raes
rao Branca o sonbe ; mas repito-a, neces-
saramenta essa vinganca fra terrivel,
pois elevar aa mais alto gra o odio da-
quelle q'ie incendiara no seu peto um de-
sejo desenfreado de sangrentas represalias.
Como assim ?
Vai sabel-o, eis o fogo da dreita
urna boa taxa de
Que vira fuzer na Sicilia esso doutor
do diabo e justamente em Catana ?
Oh I por Santa Agatha, vem visitar
a cidade! Vem fazer a ascensao do Etna!
Vera passciar como viajante rico que !
Paseador, disse Zirona, que do lem-
pos era tempos sentia certa desconfianza,
tu pareces saber muita cousa a respeito des-
se personagera 1
Nao sei mais do que farei se a occa-
siSo appareoer! respondeu Ponta Pescada.
Que queres dizer ?
Que se o Dr. Antkirtt, como de
suppor, ver pisseiar n'tat trra, sua ex
c.'lleacia deve pagarnos
peagera I
Dcvras ? responden Zirone.
E se isso s lhe custar ura milhao ou
dous, ha de arranjar a cousa barata.
Achas que sim ?
- E nesse caso, Zirone c os seus a
gos nilo passarSo de uns mbecis.
Bom! disse Zirone rindo. Em vista
de330 elogio que nos fazes, podes ir dor-
mir.
Isto quadra-rae, capitao, respondeu
Pasca tor, mas eu bom sei cora que vou so
nhar I
Cora qua ?
Com os milhojs do Dr. Antkirtt. .
sonhos de ouro !
Cora isso, Pescador, depois de tirar a ul-
tima furaana do sea cigarro, foi ter com os
corapanheios as aguas furtadas da estala
"era, craquanti Carpena voltava para o seu
quarto.
Entao, o bom rapaz, era vez de dormir,
oraic/ra a coordenar na nente talo quin-
to tnha teito e dito.
Ligo que Zirone fallou lhe, cora grande
espanto sau, no Dr. Antkirtt, tnha elle
feto o que mais convinlia aos interesses que
lhe tioliam sido confiados ? O letor jul-
g r.
lulo Sicilia, o doutor osperava encon-
trar alli Sarcany e, sa cstivessem juntos,
Silas Toronthal, o que era possivel, visto
terem os dous sabido de Ragu-a.
Da falta de Sarcany, contava poder apo-
lerar-sa de Zirone, e depoie, por dinheiro
ou por araeacas, obrigal o a dizer onde es-
tavam Sarcany e Silas Toronthal. Tal era
o seu plano : eis como contava oxocutal-o.
Durante :. sua roocidale, o doutor tinha
estado varias vezes na Sicilia o mais espe-
cialmente na provincia do Etna. Conhecia
os diversos carainhos quo toma n os ascen-
sionistas, do qual 0 mais seguido passa ao
la do de urna raa construida no principio
que so extingue, ha alguns minute* oujo nesse la lo ura ruido que para a
poner indicar ura perigo prximo.
ambos para a dreita
urna pt>rc2o da
para atear a labareda. .
Do outro lado, a poiica distancia to-
ga, os viajantes virara dous olhos brBks"
do como duas ost.ellas.
- Una hyena 1 disse Marcos eoa lea-
gosto atirando cora um ramo incendia!
para o solo, que deitou urna chura de *-
pirros.
O indio voltou para o lugar que -
xara.
Efectivamente, para os habitantes d
deserto, a hyena, esse animal cobarde^ as-
tucioso, hypocrita, esse reptil dos quiera
pedes, se tanto se lhe pede chamar,
objecto do mais profundo desde m.
Nunca ataca o homem viv, ahponfa-a*
s de cadveres, seguindo as cararamas
os rebeldes no deserto como o tubar 0*-
gua os navios no ocano, espia ?em
urna presa que nao tora coragem
animo para agarrar, s se a fons* a
ap'rta.
Os rabes tem desprezo em atacar feeft-
le hospede t3o comraum naquelles eaoa>
pos: so o encontrara, esmagam na e*t
qualquer pau.
Marcos o o ado voltaram para osa
lugar.
A noute estava tao fra, como o dia ftex
quente.
Os aiimaes selvagens continnava o
seu lugabre concert.
CAPITULO XII
O CONDE HESBIQUE
O que eu cont interessa-lhe sestee*
perguntou o narrador olhando para o s
moso corapanheiro.
Mais do quo nunca rospondea dfe-
De modo qua, com certeza, floej*
quo continu ?
E' o que eu hia pedir lhe.
Bem, escute me, mas com anca
attenelo, roplicou o indio cora voz gcoas-
De que argumentos se servio o ata*
para vencer a nobre resistencia da jarea,
quaes as ternas palavras com que
guo trsnquillisar aquella conscienoia
quieta ? Pouco importam esses pocaw
res.
a E' snfHconte dzer-Ihe qae a ai
triumphou das obstinadas recusas de Bcaa-
ca, e o oonde collocou sobre aquella fcaa-
te, abatida pela dfir, a cora senbocial p
lhe legarara seus antecipados.
a Entao, principiou urna nova u ai dar
ca para a joven e encantadora espasa.
Esquecendo a cruel recordaeia do
passado. consagrou-se, alma e -coraca, a
felicidado de seu marido.
a O co querendo certamente peeoa-
pensar a generosa conducta do oaaaa
santa piedade da condessa, abenjooa aaael-
la uuiao.
a Um filho, vindo ao mundo, estrailoa
mais poderosamente os lajos que aosm
Branca a Henrique.
Foi nessa occasiao, j Hi'o disss, pe
soube na Hollanda a nova do casaawato
do conde recebendo o seu convite a&ra ir
ao castello.
Voltar aos lugares onde vira a ates
mulher que amei c que considerara ososo
perdida, causava-me terror.
a Hesitei em reconbecer coma amana
a lombranca amigavel que me enviara
conde, e s depois de urna segunda corta,,
mais urgenta que a primeira, dex a
Hollanda e part para a Picarda.
a Ignorara absolutamente quaes as eir-
cumstancias quo precedern! o cansavofa
do meu amigo e qual a mulher que des
posara.
Malta,
rertentes do Etna. E', pois,
a chegala de um personagem
do cone central, e qua se chama a Casa dos
Inglczes (1).
Ora, n'essa occasi3o a quadrilha de Zi-
rone, para a qual Carpena tinha ido pro-
curar reforma era Malta, estava era expe-
dicilo n s
certo que
tao celebre como o Dr. Antkirtt produzi-
ria era Catana o seu efL-ito habitual. Ora,
oorao o douior faria annunciar ostensiva-
mente a sua inteoe.io de subir o Etna, era
nao menos certo que Zirone o saberia, es-
pecialmente, com o concurso do Ponta Pes-
cada. Viraos que a entrada era materia
foi muito fcil, porque foi Zirone quera in
terrogou Pescador a respeito do doutor.
Agora, eis a arraadilha que ia ser prc
parada para Zirone o na qual era hora pro
vavel que elle cahsse.
Na vespera do dia em que o doutor de-
via fazer a ascensao do vulco, dozo lio-
meus do Ferrato, bem armados, iriam se-
cretamente Casa Ingleza. No dia se-
guinte, acompanhado de Luigi, de Pedro e
de um guia, o doutor sahiria da Catana e
seguira a estrada commura, de modo a
poder chegar Casa Ingleza pelas oitos
lloras da noitc, afira de passar a noite, l.
E' o que fazem os viajantes que queram
ver do alto do Etna o sol nascer por cima
das inontanhas da Calabria.
Nao hara duvida de que Zirone, nsti
gado por Ponta Pes ;ada, procurara apode-
rar-so do Dr. Antkir.t, contando s ter
que haver-sc cora ello e os seus corapa-
uQeiros. Ora, quando ello chegasse (asa
Inglea, seria recebido pelos raarujos do
Ferrato, e toda a resistencia seria impos-
svel.
Ponta Pescada, conhe e.ido esse plano,
tnha felizmente, aproveitalo as circuras
tancias para fazer calar 110 erairto du Zi
roa essa dea da captura do Dr. Ant-
kirtt,. presa rica, por cujo resgate podera
exigir larga sorania, sera escrpulo, c ao
me.-mo tampo aproveitar o aviso que tinha
racbido.
Dimais comodevia desconfiar desso per-
sonagem, nao seria raelhor segralo, ain-
da raesrao perdenlo o prego do resgate?
Foi o que Zrona rosotveu fazer eraquanto
esparava novas iustruegoas de Sarcany.
Poro n, para rnaior certeza do ser bera sue-
co lito, na fal'a da sua quadrilha, que n)
estava toda all, contava fazer essa exped-
gao com os matezes de Carpena, o que n3o
(1) E' a alguns gentlemen, amigos dos
seus comraodo3, que se devo este ponto de
parada, situada, tres mil metros cima do
nivel do Otar.
(Contina)
^
podir inquietar Ponta Pescada, porqas *
duzia de malfeitores nao se sahiria bei
os homens do Ferrato.
Mus Zirone nunca confiara nada oa acaso.
Como segundo hava dito Peseador, aaerV.
de vapor devia chegar no dia segainte, 4b
sabio pela madrugada da baiuca de Saatz
Grota e desceu a Catana. Nao senda ent-
ullecido, poda l ir sem perigo.
O yacht de vapor hava j a'guma*Au-
ras qua l estava fundeado. Tinha
do lugar, r.ilo porto do cae3, serapre
de navios, mas no fim de urna especia da
anteporto, eutra o raolhe do norte a ate
monte de lava ennegrecida, que a erapgSa
de 1GG9 tinha langado at o mar.
J ao despoutar do da, Cabo Matiiou
e 11 homens da cquipagem, comraaadatias
por Lu gi, trabara desembarcado ca Cota-
na, c, isoladament >. tinbam-se poste a ca-
rainlio para a Casa Ingleza.
Zirone, pois, nao soube nada desse lea-
embarque ; e, como o Ferrato estava aco-
rado a urna amarra da trra, elle nao paie
ver o que se passava a bordo.
Pelas G horaa da tarde, urna baladra
foi largar no cues dous passageiras da
yacht. Erara o doutor e Pedro Jitkorj
Dirgiram-se, pela Via Stesicoro e a Strads
Etna, para a quinta Bellini, adrairaral jar-
dim publico, talvez um dos mais bellas da
Europa, com 03 seus canteiros de llores,
suas rampas caprichosas, seus terrajo*
sombreados por grandes arvoredos,
aguas correntea e essa soberbo vulca,*
osen penhacho do vapores, que seler;ote
no horisonte.
Zirone tnha seguido os dous passagoi-
ros, suppondo que um d'elles fosse jauta-
mente o Dr. Antkirtt. Manobrou de mo-
do a approxiraar se muito d'elles por entre
essa chusma attraliida quinta Bellioipaia
msica. Mas nao o pi"> 'a fazer sem q^a
doutor o Pedro percebessem as man ora
desse tratante de cara suspeta. Se ano
tal Zirone, a occasiao era boa par* atfcra-
hil-u arraadilha que lhe preparavana.
P>r sso, pelas 11 horas da noite, >
do os dous iara sabir do jardira afiia da
voltar para bordo, o douter rcspoaoa
Pedro era voz alta :
Sim, estamos entendidos! Pa
ainauha o iremos dormir na Casa
Se n duvida o espiao sabia o q*s<
r'a saber, porque um mo menta
desappareceu.
(Continuar-se-htu}
i ?l

>
4
* J
-

Typ. do Diario ra Duque de (Jaxias
IIKIKI