Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19573

Full Text

-
ANNO XXIX
W%.
8MTA-FERA 22 DE BEZEMBEO DE 1893
' -____________ ________ J---------------
NUMERO 91
I
I
PflOPBISADE BK MAHOSL FISEIBOl BE PABIA & FILSSG3
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
.
* -
I
/
P$
H

NI
Por tres BHM aHiantarln.
Por seis mezes adiantados.
Por om auno a llamarlo v
K
8*000
151000
30000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLK^gES NA FRAN-
14 E INGLATERRA
O fn Amede, Prince A C residentes cid Pa-is34 rne d*
Provence
PARA OS-LOGARK UaN.DK SE PAA JORTft
Por seis mezes adiantados. 164500
Por nm anoo adiantado 331000
Numero avulso do mesoio dia. 4180
Telegrammas
OfOciaes
RI"> DE JAS URO, 20 da Ddzembro
de 1893.
Aos Governadorea dos Estados.
Dous prim iros tenantes revo!t>aoa, Ar-
thar Alvim e Sjuza PioU e outros aban-
donaran! revolta, retiraram-so para Euro-
pa, declarando era cartas publicadas na im
prensa, que preferit.ni exiUr-se voluntara-
mente a combatir contra Reaualioa en
vista do manifest monarahioa S..I.1 loba.
Nenhuma outra alteracSo.
Bftadc{8e*.
Minisito do Interior
>
HfCTHBROY, 2ldeDi(iembroda 1893.
Qsneral Lsita do Catro.
II >ntem cflac^aes marimba dea revoltosos
que heviam esetipto cartea a ialdanha da
Gama condemnando aeu manifest e p l<>
quU abandooaram a rev.lu em vista da
nova fei';ao q ifj ella tomoa toram presos
en te-rs.
Reina oada ves ma's enthusiasmo em
favor do governo legal. Continuamos hos-
tilisar diariamente a eaquadra ioimiga o
aaciosoa esperamos pea noa;a quo >-hi se
est rganisando om tSo b >cs elemeotrs.
(Assignado). Leite de Castro, alferes em
operabas.
QUPAPA', 21 oe Dezembro de 1893.
General L'ite Castro.
Partida repuVicano mido municipio Qui-
pap a.da a V. Esc. enm o maior enttu-
Blasmo Dor ter sido ge \uino io'erprete du
governo do Mrechal Florino Peixote.
(Anfiignados)Florentino Bss-rra L ite.
Diniel Jucundino de Antojo Fcixoto, Jce
Mani-io de Aianjo.
VICTORIA, 20 de Dazsmbro de 1393.
Presidecte do Ef>t.-.d\
Rccife.
F-lgo recanbecer pela? commanicp^oas
recebidas, que attitade de tolos Estados
traduz te >timeotos unnime da NV.f.'o na
defez da Repblica. Por mioba parte
aperas recebi no dia 12 telegramoja mi-
nistro interior, sobre a attitnde Saldaos*
dirig msrecbal F.oriaro Peixoto seguinte
telegramma: Victoria 12 de Dszonbro de
1893. Marecbal Fioriano Peixoto, vico-
presiden'.e Repblica. Rio. Ajabo recebar
teleramma ministro interior co.nmun'can-
do ter contra-almirante Saldaoha da Grima
modificado molde de aaa insorrcieao cin-
tra governa e contra Ripub'icai tomando
attitud francamente a?gressiva com Htui-
tos re voladamente restaur- dores. Ease
ficto vcio augmentar o enthaaiaemo e o
ardor do3 que so t-jtan sb instituido-s
irrevogavelmeote decretadas pala Najao a
24 do F^vereiro.
Podiis cuitar com a dieacJb at c bs-
cii-i i do povo esp ritc-santeuse, qoc sabe
pesar qaacto deve *o cosao rgimen cons-
titucional para batevse por elle at cabir
o ultimo p-tri:'..-.. Cmtinunmo3 a m&nter
f nquo'orantivtl na vossa energia na he-
roica deroza qne a mocidade brazileira,
povo e exorcito tem sustentado cam deno-
do admiravdl em torao da patria republica-
na e do voaao gnverno que idate me-
mento 838 expr;8sao legal e effectiva mais
proeminenta.
Moniz Freir,
Presidente.
PARTE OFFICIAL
Actos do Poder Exrcntlvo
Por decreto de 4 do correte foi con-
cedida ao Dr. Femando Libo Leite Pa-
rtir e exonerarlo que aolnitou do cargo
de mtciiiro da jaat9a e negocios interi >-
res, sendo romeado r.a-a exercer interi-
namente o alto cargo o Dr. A'exandre
Cassiano do Nassimento. minia ro das re-
tejM.s exteriores.
Hlntgt^rlo da Ouerra
Por decreto de 8 do correte:
Fui comeado para o lugar de 1' offhial
20 offici 1 d* iresma secretaria Alexand a
da S P. i promovido ao pisto da alfares, para
a arma da i fanteria o alferes en com-
mis-ao sargaoto d> 35* batallan d
cneim arma M->rcjs Frsnc auo da Puri-
cacSn.
Mmdou aa reverter a lac'"8sn do exer-
Cito o tenente do i tastana Mano-I vMr-
elioo de Oliveira, q le, tando sido quali
calo desertor e tr-.ua.ando pira a 21 Cas-
g, foi absolv'! i por sen'HiC/i do Sipre-
mo Conaelho Militar di 18 de Novembro
ultimo.
Foi promovido, na arma di infantera,
ai) posto da teneot** o alteres do 21' ba
ti ho d-t iceiixa i'.rra.-i e alum o da Ec-
hla Militar deata oap'tal J 'So Cirl a do
Couto Siabra, pelos actos da bravura quo
teai prat'C-do n ia d versos comb.t^s do
art'lharia na iortilezs do Santa Cruz da
b*rra do Rio da Jneiro.
Pjr dacreto da 10 do corrente foram
t'aosiaridos r.a rajado ii^aataiit a enro.
neis, JuliSo Augis'o da Serr Martina d
2.V para o 9 ba alhao, e Ignacio H^nri-
que de G>uve Jesta p^ra o 8' bataloao.
Na traa ds urtilhiria. o m*jor I Ino-
cencio Benedicto Ferr z de O iveira du
21 regiment para o estado raaior e o Oo
ro i el' Aatoi i > Fr-^ucieco Dutrte do 2-
para o 1- r.-guntnt*
Por decreto da meami dkta foram
promovidos :
Cirp> de esgfnbeiros
A enrosis, o coronel grfdusd) do qne-
dro ex ra um-r rio Antonio Vicente R-
beiro Qoimar^e', p ir antisruidide, e o te-
nente-corcinel Moastno Augusto di A*
3 M.r.ins, por mero omect i
A tenentns-coro tais, o tenente-coronel
graitindo J i8o (J:.u'i-.o da Olivaira Cruz,
por antieaidade, e o major Urbaoo Oi?e-
Iho de Gouva, por mar'C'meato.
A tenante c ronel jr.cliaJ e bsjjt
Aotonio Vier* A s Jiaior.
A mhjores, o aiajor graduado Frar.cie-
2o Emilio Jolieo, por aotigu dada, e o
c-pitao J>5o Joto do Oiiveira Freitap, por
merecimento,
A cnpitaes, o ca-iiSo graduado X a3,uifo
M-tquo da Cucha o o teneota A'esa -
dre Hecrique V'eira La^l, amos do os-
tado-maior da Ia clasee.
EsUdc-aitior de Ia classe
A capta >, o teneota Agostinbo R"V-
mpndo Gomes do Castro.
Estado-mior da 2a claese
PeJro de
por aoti-
5. balalhl)
rque L'ma ; do
cisco Alv.ro da Souaa; do
MLhis-iloj da A'ouj
4" r^s'QJinto, Thoai > Giiv de Al-
meid'.; di 3 re^imanto, Taomaa da
Ptul* Pairo da Al aat-* ; do 1 b.t-
Ihao, S Iver u Arruto d Aza-el>; d.>
3 o b.taliSo, A'ipio G noimi.no d* Rioh;
a do 1 reg'meito, Aatnio Ilb Eleja d
A'ai da cavalltria
A m jor, o opitao do copo de traa
porte, Adato G>m;-ilvas d> SiIv.Filho,
pormerojioaanto;
A a-tpiSes, os t t, JZiferino Xavitr da Miraes, por a tj-
guijida; Jo 4." regiment Tr.stSo da
Uuoha, por antigu dado ;
A tenantes, os alfares: do 9 regimaa-
to Epipnaoi Ja a Silva, par aotigui-
dade ; l'numtz Baga, por eatudos ; do
I
A tenante-coronel, o major
A'cantara Casar 13arkmrqua,
guidade.
A tenenta-co)onol graduado, o msjor
J jvenal Ridopiano Gjnj.lvea dos aa-
tos.
A mejores, o major graduado Antonio
dn Silva Mttos por mereetmonto e o
cepi"3o P.-ucopio Barrettu Mairellas.
A mj t graduado, o cpi!3o JoSo Aa
tcnio d.i CarvKlb.-
Corpo ssb ario do exercito
A majares, o m-jor gr daado medico
de Z3- class<- Luz Francia o J .n i-.ira da
Luz, por xnuguidade, e o cpito medico
de 4a clasee, Martmiano Arveilos Spiaola,
por merecimento.
A major graduad", o capltS) medico
de 4a claabe Es:evao de Souza Lima.
Arma de crtilb&ria
A coronela, o oronel graduado do es-
tado 1*101' Carlos de O^eira Soarej,
para o estido maior, pr>r antiguidade ; e
o teneoto-ooronel Luiz Rabslla de V- a-
ooncelloBj por merecimento, para o 2' b-
talhac.
A oraal graduado, o leoocte-cironel
de estadc-oiaior Rica'do Fjrnaadea da
Silva ;
A tanentes-coroneia : o tenente-coronel
graduado J So Carlos Marqoes Hanr quB,
por atit'gaidadi-; para o 2. regiment ;
os majorea Jjss Agostnho Marques
Port Juoior, p.ra o eetalo maior, por
antiguidade; Manoel Farreira das Naves
Jnior, para o estado-maior, por merec.
ment; e Jjlio Farnandea de Almeila,
para o estado maior, por mereci-rento ;
A mojores : para o estado-maicr, o ma-
jor graduado Urbano Duarte de Oliveira,
por antiguidade ; os captas: Alexandre
Carlos B- pitaea : Manoel Palmeira da Fontoura,
por antiguidade ; Octavio Oar'os P oto,
Manoel Nogueira Birgoe, por meecimen-
to ; Kraeato Victorino Jai lis, por merec
mente, para o 2" regiment, Nicanor
GoD9alves da Sil*a Jnior, por merec-
>ento, para o estado Taaior, Jo- de Sd
Earp,por merecimento.
A major graduado, o oapitSo de eatado
maior Alfredo Joaquim Pugei ;
A capitSes, o c^pitSo sggregaio Be-
redicto wra^o Pinto a Gama e os pti-
meires tecentes do quadro extrannmera
rio \ot -nio Fratcisco Carneiro Monteiro
do 2. b.t-lhao de eogenbaria Joaquim
Thomas dos Santos e S iva F lho ; do 3
batalbSo de artdhena Joa Feliciano Lo-
bo Vianna ; do 4- regiment da meama
arma Manoel Francisco Moreira Sobrr
nho ; co 2* regiment), Joa Carlos La-
mtigiere Teixeir J s Pimenta ; do 2 regiment Francis-
co Mendos da S Ira ; do 3' regiment
Sarvando de Loyola e S Iva ;
A 1 tenantes, es 2.* .enentes, do
4. regiment, Julo Miguel Ribas ; do
3 regiment, Jlo Baptiata de Oliveira
BraodSo Jaui -r; do 3. batalbo, Fran-
, .uva. u aga, por ,
rog-me to J >s C'i istmo F r.-oira
J do Sildantia. por untigui lade.
Arma de lufantar.a
A tenante-joroael, o mjj >r do 22 bata-
ibiu Firmiao L >pes do Reg, j or mere
Cimento, p&ra o 2 bita ho ;
A major, o major grsduado Hanriqoe
J da fdaifilhaa*, por antiguidade, p.ra
o 2 2 btUlhio;
A major graduado, o capiSo do 22 ba
talh^o i'iir:i de Aleaatara Fonaaca ;
A cii.>itSea. < a t.^nentes: d. 29 bata bSo,
Clariuiuodo Aialberto Nepooaucer-o d
Silva por fcrt idua ; do quadro extr-nume-
rari J i2o Pe"eira de O'iveira, por anti-
gnidadn ; do 12 at-lbl, Ivo Rodrigaaa
d* Ri>ch^, por aitigaidsle ; do 2 o bat-
Iblo, Francsco de Mesqu'ta S Idauh ,
por eatudns; do 31 batalbSo, Falippt-
C> aciago Fernandos da Audrade, por au-
'i.;uidade; do 27 bitalhSo, Evaristo Bap
t ata d. C'kz e So >za, por antiguidade ;
do 13 batalbao, Tbaodoro Joa^iin aa
Si va oaotos, por e-tud-. s ;
.i tenente?, os alteres : do 22 batalnSo
Jos Antonio Donrado, por aotigsidada ;
do 9- batalaao A'ttanr Gimes da Crva
Ibo, poi eauia ; do 14- b-talbaj, Fran
caco Aonso do R g) Barras, por anti
giidado ; do 2 batalnSo Luiz Bezerra dos
Santo*, po,- antigiid*da ; do 8 bata'bSo
vnt'nio Rodr'f n Rimoa, p r estodoa ;
do 86 bat*lha->, H -rcuUo > Aug isto G u-
c-iivea da Rocha por angaidad ; d0 2
batalhSo Cyrillo Beroardino Farnaodea,
p r aot'g.itAdo ; da 7- batlba,->, A'ber-
'" L*opulln Xiviar de Aaeed), par ea
tudos ; di 13 batalbao, Domingos Aigus
to de Maeduoca Bocha, por antiguidade ;
do 1- batalbao, Benedicto M-rceiio da
Araujo, por an ig- i lade ; do 28 batalba -,
Miguel da Cunha Martina por eatud-is.
Forana trana'eridoa. na forma do
l- do arf 7- da le o. 39 A de 30 de Ja-
neiro de 1892, para o corpo da enga-
nbeires o capitS* do 4' bftulbSo de arti-
heria J is da Silva Bra/a, e na forma
do art. 8- -Jo decreto n 1351 de 7 de F-i-
vareiro de 1891, o OAD So-'jodanta do 2-
batalbSo da meao*a arma, Lindolpho Ali-
P") R idrignes da Silv i.
= Foram, da accordo com o disposto
na rescindo de l do Abril de 1870, trai-
afaridoa para a Beguoda classe do exercito
rifando aggreg&dos -> armas a que per-
tencem. o capitSo do 5 regiment da c -
va lana Candido de Azamb j Ringsl e o
a'.ferea do 17" bata'hSo da iufinteri A .-
tonio M-Coado, visto terem aido, em ins-
pccyt i de saude a que foram submeiti-
dos, julgados incap-zea do Barvigo di
meam i exercito.
Foi nomendo para o lugar do c re-
mondante do Colegio Militar o teneate-
c Tnel "o qoadro extranumerario do
corpo de en^eoneiros Roberto Trompow-
tky Lei'o de Almoida.
uovernt) a Ksiailo de Per-
oambaco
DESPACHOS DO DIA 15 DBDBZialB&O DS
1893
Abaixo asgnalo.', euipregirtoa da Secretaria
da Gim-ira Jo* Ospundo?. R-iineiiido ao D-.
:nj e t r do T n-souro do Estado para atteoder.
B^nco Popmar. Informe o Dr. inspector do
Turgooro do Estado.
Calos Adolubo d'Avelar Alcborne.Informe
o inspector n. r il da Iasira gao Puolica.
Dr. Jos AU8trege8ill> Rodriga* L'ma. Ij-
forui- o iospec or do Taeacaro.
Jj. H uriqae Je Arraoa. Ao dtrectir do
pre-iiaiu oe Feuaudo 0t- Nirooba para ent-egsr
ao pe ioouario a cen ido loclusa.
Mji os, Csoiiotia & C. lafo-tne o Dr. in?pe-
ctor ro Toeaoaro Da 16
Varia da Con:eicS] Etodriguea de M.Io.
Jaa;a utte6t^108 ds exe'Cico.
Msdo^I Das orre.Inf rrne o tuspector do
Thesouro.
Marceilino Foote & CSin.
Pedro Ci-iestioo ai Tnooale. Iafc-me o lo-
specior o Tftesoaro.
Vicente Jos ToDj3.Iadeferido.
Da 18
Bacharel Antonio de uellea e fasta Pootes.
laforme o inspector do Tesooro.
Amonio Josd .8 Santos.Ioforme o Dr. jola
de direito do muaicipio de Amiragj.
F ei Aui.nio Banlmenn. laloraie o Sr. Dr
inspector do loes jo ro do E-ti >o
Belisarlo PdrQatnbmo. I idefefarido.
Beroardioo Pereira Rauon Informe o enge-
atitiro fiscal da Cooipsnbia R cife Draluase.
FraocifCO das Cnagaa Cordeiro Campos.
D-.e.
Bacbarel Fellnto F ralra de Alboqaerqae.
Como reqner.
LSo Franrico Carneiro.-1 formo o Dr. qoes-
tor po icial.
Jja Alves da Silveira.Ialorme o Dr. joiz de
dircr.o do municipio da Glora de G-it, mai-
d-sndo jootar os docomeotoa de que tratam os
art*. I e 3.* do decreto a. S 56S de 28 de Marco
oe 1860.
Jos Antoni) da Silva.la forme o Dr. proca
d r geraloo Es.ado.
Bactiaril Jo^qaim Vieira da Silva.-Informe o
D\ jun de direiio do municipio de Agaa-Pre m'Odiado juntar os documentos a que se rete-
re m os arta 1* e 3 ao decreto a. 2,566 de 28 de
Marco de 1860.
Ma-ii Rr> oe Moris Pirceotel.Iiforme o
tos e ;tor ao Teaoaro dn Balado.
_ 19 -
Cietano Marqu'?laformeo regedor doGym-
naic Pe-ostiho-ano.
- Corioiano H-'culaoo P*en Ba-reo. Ao S*. D".
premente do Bnpencr T-I'.ooal dr J iS'xa, para
min'a- jnn'.ar rs do-'ntien o* -1<> qo- ta a^n oa
art t e 3 do decreto n. 2.56 ido 2S de M. c '
ae 186).
Fonsees IrmSns C. e ootroa.A' visti da
informacSo do 0-. or-^ ello do muiicipio do Re
ci'. i-ai tfm lng>' o qoe rpqne'cr.
Jitinld F-aoc-liio rtj Soura Gu-'ra.I fo*-
idpoD' inepector dn T^ejOT-" Ji* de Brito R-aM'-iro I fi-me o di ector
la Oi-Ima Santa Ithel
Ji5i Rolrigaps < Mura *o D prefeito do
municip o do Rrif< pa'a informa-.
Lo i de F-anji iosorcordo Tneaonro do Estado
Mn:e' 'Siuai Ma "-ro oforms uD- ios-
pctor do Ti^ouro >io B"aio.
OiynpioEyu do N.8.l'C"Qti Wmierl y =
fWerido com ffi^io dest data aoTo^Biurudu
K*u Se'iano de Paula Fra o.I f rmi o D-
loaoctM oT le^oor* do Boato.
Vicente Ferretra d L-ma. \a S" D-. pr-*i
leo e do Sopenor T> ibunal de Joo'ca- oa'
mandar jomar oa Jocuneo" a ioe a re-rera
na ar a. 2 e 3* do d creio n. 3.56o de 2S de Mar-
Ci de 1?6'J.
20
Bichar-I Aoio.i'.o Casino Cantoso Ayes
Preiu t|i-alD.
Anna Veaa-icia Din Mirtluf,Iifor o Sr.
oizenn.-iro fiscal da Companliu R-cf- D aioag-.
Anguaio Cfrq'iinho.loforme o Dr. i ispector
do To e'ooro do c,8Ud >.
BMBarel Diaedieto T-ieira Pa hi.Prejo
cado.
Bicha'<*l Be oardlno Maranh5>. -Pr^judicalo.
Ca'lo* E*ianial4o da Co.l.D fe'i lo.
Comoaooia Peroamno^ana d^ Nivegacao.
I iforme o iopector do Toesooro.
Claolina Mirla da Cinceicao.J-nt atteatado
d.^ eierdclo.
Bacharel Fracc seo Bite'bo de An rade.Pe
| saleado.
fene ite coroael PredeMio Ango"o Paes B r-
rato.luformo o Dr. iospetor co loesOBfo iv
Estado.
Unr Francisco Teixera de Carvalno.-Iofor-
ma o Dr. ioepajtor di Tneaonro do usa-i o.
.'o q lm B-uoo da Silva Ao Dr qoetor po
lir.iai pa a farer entregar ao peticiooa'io. que ee
acha na Casa de 0 e icio, a cerMdo inclua.
J L-idgr.en. Deferido.
J .septia M .rta da Con i^lgao -Volte ao D" jun
de dlteiio da muiicipto de Gimell-lra, atim dk
aiiiaftsar s exigeocia do D'. p'ocurado geral
do E< ado. comida no of do aanexi.
Manoel Va-ta* Campos. Informe o inspector
lo TnesoDM do B*aio.
Bicna-el Tob-.as Jesar d>. AnlradeComo re
qo-'r.
Vi'g oio Horacio de F etias.-T.tudo sido n
oorpora loa i>o* pioo'ios oaciinae*. or sem-n-
Ca do Dr. jai* eec-ional de t de Juina de 183!,
as D'oprie la es a qae alia le o peticonari di
rija-se a aatvilde competente.
Bicnar-i P'aqclsco^de A'*'sf Rocb_.Como
reqoer.
SieieladeUilao Coiumercial Benenente dos
Me'cieiro*.Sim. contaoto que o recolbimemo
seja feito ante. do 31 di cor nite.
Secr-.*ria do Giverno buco, 21 ae Dezembro de 1893.
O cortejo,
//. M. da Suca.
Qiitel gonaral d> oonmul > do 2' dis-
trioto mi'itur, no Ricifo, 21 ds Uezjra
bro de 1893.
Ordena do da n. 23S
B-Ioro' a'uaiaos da Encola MJtliur4 Cear.
A^ 'oseas pat-i- ticae asoi- c5e', manifestada*
desde o comeco d< luta em qu? estamii emn
nh d)3 vSi ser convertidas em reOKade En
breve tempo depila de enlodas as aana* do
mar pelo mag-?3toi navio de ene ra Nrtheroi/
onde naje ser etTVtuado o vosso emo*rqo^, l"
res de mes rar nng qie soU ?oi dg ios h
Ihia po-qoe havpia de hoonr o bu mme na
deNia de "ot in3,,talco' aa* pn-ve-soa '-om-
p.fictas qaere-B fuh-tstt'a'r pelas di rgimen
deivMtl}, a^i te-^m aa'eil> og maiire pro
veito* devido I mil entendia tjleraocia das ga-
vernoB.
Difendei p-l. a Repnb'ica contra taea in.mi
go* em cija I eit! atiba de eo'loear-te o ex-
caitnoilniraa'aS'ldanlii da Groa. dppii d--
g-ia-dar pir fea meiei crimaosi nut'aidade
na rpalta qn se fe a 6 te Setemb-o na raoi
talfedea'; dfA-ndei o gnverno do impeler,
riio mi-echa! FViar.o Feixto o en qa ella
eata apilada da am moda inabaiavel. deveo
ser ooj->r:tivn da m'a-ai a qie v.13 mpa-
ZP8tes cim a miior exno-itm-ilade.
L. onde t""i< d concor-er pira deaferr-se
o nitimo e crte'-o golpe qae ha de tn'.r b*o-
tar a victoria em favor dos dpffn3i'e* da lga-
l'g de Mtai oa vosa^8 compinheiros de Vida, O'
heroicos eatodants dai E-ola Mili'ares que d^s
de o eomeco da Iota t*-em manifestado valor, rn
Monacal e parseveranca com pasmo de todos
os que teem a"omnanhadi sna vid*
Pola bjm alem o'o vissi recnhecliio patria
tlsmo teodes tSn ed Bcante exnano para ae'vir
de nstimol* e platicarlas asmis v c6e*; tJ-eis tamhem so vobso lado o> hra03
aarioh'iros nacionaes .qae se cin=ervra' fiis
|pgali lade. como os vo'*o* leas oldad >s de
t-r-a e patriotas qae, formando diferentes le-
oi6s teem se-vido com rara dedicaco < acen-
drado puriolismo.
Cam o contlo de t5o paiernos elementos
aea orto qae levareis o iilm-i da vaatila at^
sna olilma piragem e de l havpis de voltar
cora 8 vossas vastes pe-ruma la pelo fumo dos
canfc6^ e com aa bandeir.is baf-jadas pelas au
ras (Ja vtc'oria afim de recjlherde3 em troca
qoe mais pode dlcniflcar o soldado braslleiro
a grat'da nacional.
V'va-a Rspobliea dos Esladas-Uiilos to Bra-
sil I
Viva o exerc'to e rmala nalonal I
Via o inelyto mare^hal Pfd'iano Pa xoto 1
V vi o govern da Iniralldade I
Viva a brloa mneidada militar I
(Asogoadc) -J 4o V. LMte de Cis'-ra, geie-
ral de brigada. bral da Silveira tenente ajadante de ordena.
Com ni mdo superior
QUARTBL DO COMMAN JO 8DPBRIB DA
GABOA NACIONAL l>0 MUNICIPIO DO
B8CPE, EM 21 DE DEZEMBBO DE 1893.
Ordem do dia n. 2
Pa-a que p-odosa bj devidos elfeitos dou con
hecimento a Guarda Nacional Bob meo co nm in-
do qoe. em 19 do correla e bol, 03 S-s. Dr.
%lexand-e de Sooaa P9reira do Cirmo e Major
Joaquim Francisco de Maraes aerara a promea-
sa aa le e tomaram poaae este do pisto de
Tente Coronel .Secretario Gsral de.te Coro
mando e aqu-lle do de Coronel Commandante
da Bneada de Artllbarla para oa qoaea faram
comeados par Decretoa de 16 de Novembro e
10 de Fevereiro do coarenle anno.
Julio de Mello Fabo.Coroael Commaadaa-
le Soperior interino.
TliHoaro do Estad da Peruana
buco
DESPACHOS DO DIA 20 iE DEZEMBBO
DE 1893
Companhia de S eti Tberrialofome o S".
Dr Contador.
Bi "are Minol do S ntos More'rr, B roardi-
no Lipjs Alneiro Cicpanhi R-cifence de
P ii li :ac4o. Frt-i Am-udo U .u:ma:a e Eloano
fTivyt->n<^a^AIwasieree. -H)a Miau o- S-
D-. Pro-'o aor Fiarai
Joaqum de G. Cordeiro-Certifjq-ie-se.
21 -
Cor'olina Amelia de Mo aes AlfflridaIifo*-
meo S-. D Contado-.
B roirJo L icas dr F gueiredoH-ja lista o S-.
D Pr.ru-.idor F'^cal
D Lui Joa d. S Iva Gcina-SesI .forme o Sr
"dmai t ado-da Receb-doria.
Manoel Jiajom de Ani'adp I idefererido en
vsia do i'iioato nn art 270 to B-e. de 2 de
Jolni de 1879, porqnm'o someme ob ervjnto s-
-8-a dioigicSi palera apreciar-3e o direio a
rejiiinic4oque .-o iti'a.
Adehoo CpIpsioo de M nd nca. Def-rido,
iari ser lomada por 'ermo a Manca.
Alphpo Siarfs P.apoODefe-!do, de accordj
enm fg inform- qOp-.
Cimpa hia Iitostrial e Commercia de E3.:va
R-stiioa ee
Bi-cebt-doria do ft(adu to Peraam
buco
DESPACH03 D) DIA 21 DE DEZMBRO DB
1893
Joe Rodripues Pinto Fertei-a.D rija-se ao
Tn-*i>n-" do Esta R y nuniu de Carvalho SMxas.Dlrija-se ao
Tiesuoro do E?t do.
O nnriiiro.
Custodio B. da Sica Guimaraes.
INTERIOR
A revolta
V
(O Piz do 9 de Demoro)
0 dia oe uoot m, <* mano, fot conagr^do a Nisaa Seaiora oa Con-
oriCio e por i*so, talvex, a f irtalezi de Villega
gooo amanbesea < moandeirada.
Base fine foi enllocado eoa a proteco da
V rg'.m e ana c-merva o sea aue gravado
rm uiarmore por sobn o po-:io la entra ia.
Aa bateras cooBervaram-se mala* durante
todo oda, i pisar e varias trovocacoes, nem
aequer ou'ia se os tt-cs de carabiaai q'ie dia
riomeote sao reparados nara Ierra.
Atravesanio a* na"e i.s v-miB don tfli iaei
o que a.d eotfto d4j ai tieo;e nova o i aaroic4 q. e examiu r co n cu
no-idi ie oa effe tos da a-ulDana.
Llogas ho'aa e paa-a am oo mar em p*rfei
caloaa, i que as 4 oras d tt-de um. un
coa guarnecida por fniiieiroa oavae?, vioda da
Hha uo Vianna, ao pi3ar eratente ao ranal do
Haoaa>De P.-qaeno, ei figo Ulvez pi-.a a fj-ci
aa Poula'da A'ei: quo oct-a oSo nos cansa
ii iv,-- oa u-: a di ecc 0 tirte o f..i lingo, voltanio a lanchi da os
para Dorao do Jupaer.
O mov'mnto aa eir-dfoi p*o!egida p do
orutadtr ti-ji lab >n q ie aii-nu coaira as
Dii-Tia do hospital de S. Jio Bi.itisia de N
ibruy. e peo- frigoiriios, quo alvrji.-au a
IV' id da a- o .1 oode a a-tiviade eno ni;
a por ia o perturbada de vez em quaudo t-'eu
esqual a revoltosa.
A raspost foi prcmp'a e 03 rtdbe:ro3 prova
rain a imp'Uteocia da p-occcai.
D- fao o u i i hala atun auraada aoaixo um turco e occaaioua>odJ taiT^z
algn deaas ie pesual, e que no3 precu, pe!i
OL.ncideacia oe mgoaes ooserva os ba pouco ?/
idnticas circum-tan -iaa e *eaoi ios de enterra
meatos que .ieram Ja nha da? Cnr a.
Pouo lempo epoia daqaadj da proyectil a
bordo, arriaran ali a fl i ai ula branca a meio
pao e iciram un ga baroete azul
Ai eacarecer pitia urna laa h di Jipie-
e atracn ao coatado d iquello crazador de onde
saia algaem.
A fortaleza do Santa Crnz di*na-oo o sea 450
8 5 e 4o aiinoto* da tari1, e illa deu oa'.ros
t ro*, alaado-se por ni i recpber reaprsta.
Na iloa d Gjveroador t':m sido enterra "a>
pracas do reoltoo3, e ao qo- nos oformam ha
ali lamb-m un ho*m a de sniguj, onde es 4-
o> ferios qne se achivam a unai*i3 Coh-as.
O ja celea.-o. ex-3a.-geato iino d- Mice-
do, que dene o cmico da resolta m-tieu sa na
esquidra, baixoa deooi* cojo-' 8 Stie, ao hoa
pt'Si de Mariana da i na dars Ctbras.
Uxa vcx crala, peoSvamoa ii moito ia
geau.imente, qu; n) o de xa-im voltar aos
navios revolt H03; puro e gaio j;33o : o ex
sargento S Ivino esta i oa fjriaiesa de Villegai
gnon, acH-tando e erng nd > paua-iaa.
01 taen-e Pelro V lio o R-tnello segua
oo Aja ddbao toxo secreta-i. do Sr. CostoJio
le Mello.
(0 Paiz de 10 da D'Zambro)
A' 1 hora da larde de bootem eatreiaram ag
nater.as da Pon'a da Armaco, em poder defioi-
u-o das torgas ca Repuaja desde ti de Njvem
0 o.
Os iocao*avois batalbadores da nidada de Nc
h roy il/ejaram oa tre* paquetes frigi-ifl os
Jouiier, Ma te e Venus (Psreira da Canh.).
A deban tada foi g-ral.
Os t-e citados navioa lev.iotaram ferro prea-
8uro8ameote e iateroaram-se por entre o* navio
de guerra das esquadras estraogeiras e mercan-
tes ancorados alm das Feicelrag.
Para que a fu?a nao toaae multo clara o Vf-
ma deu anda urna inv stida coni-a o pomo
qoe rompora as hustilid des, mas no tm de tres
uros tomouorumi p uleote dos seca compa-
uOeiros.
Tinhamosaa'tenca praia nesse facto, no mno
das netoaacoea nnaoimes da artiltaeria, da legali-
dade quando vimos uua granada expludir 00
tomhadilbo fo Almiranie Tamandar.
Nesse ponto do novo cruzador havia dais
grand-s p'lnas de fardos de algodao encapadas
com nanno alcatroado.
A g aada, ruj i o-igem n5a podemos ffirmar,
inceodiou oa fardos e o icendio comegon a la-
vrar, de modo qm julgamos por instantes, ter
de p->s-n;iar mais am grande desastre scffrido
pelos revoltosos.
Toda a goaroic4o corren ao ponto un que se
manifesira o incendio e com prest za comecoo
? al'Jar a carga perigosa qoe ameagava o na-
vio.
Urna lancha tripolaia acudi lmmedlatamente,
assim coo am escaler d? 12 remos, com diver-
sas pessoaa a l.ja, parti da -ta das Cibras a
prestar soccorres.
Oj frigorficos perceberam o p8rig>9 vleram
ter ss ag'aas do Almiranla Tamandar
A scena dividia-se entao, e varias accOes se
de?envolvlam simultneamente.
Di barra bomba deavam a fotaleza de Ville-
gaigoon ; e>ta ali-ava paraNictber.y: a bate-ia
do Dospital de S. Jo4o Baptis a na capital do E-
t< cavam os f. igorifioos, que naqutlla momento ae
panham descooerto; a fortaleza de S. Joo al-
vejava o T m oda e este, alm dos traba'
ibos oa ex-in cao do incendio, disnarava frequen-
emen'e um canb4o de tl-o rpido na diretco
do caque e a-geatoo Parabyba.
E-te oiqyete naron. se .do 1 go cercado pelos
f.-igoriHco* e -o fltr ce algons miou o* form sr
ladas todiS as eoas baooeiras h i;ai o algual
branca dos revoltusos no tpn do triquete.
Ni) comp ihendem s i-s-e facto e que nos
Ifi-coip-m a freqnez'. O Parahyqa e*'avs
ha moitua das atracado ao irapi-e.- Moa. Tor
mdo se ospeito. foi obrigado a deacarregar
todos os generes alimenticios qaa liaba em neui
ro 0 s.
Caegou re mesmo a retirar ama na doas pe-
cas io per'Sii 1(8 de fu machina.
S,tire o paquete esiava aindo exareina a
maio- vigilancia, mas inda asslmeHe aprovisio-
non ee com boi m p rareeiros. g a t- q ;an-
Maiie de fa-mna da t-io i-m fa co-, etc
H i-otem o Parshyaa- acctndiu fogo, moveu-
sb dingio s>- para o la io eoa qoe esteva a esqua-
dra. o-ide, depo's dos pouco* ti os que mentlo-
naasM, iocor,)orou-e as embarcaces revolto-
sas.
O Parahyba arvorava a bandei a a-g"ntina
* k toa eahida p >ar nte t ra para os portos do
sol
Esiamoi inm mi ios le que n3o o de?parhou
a capitana do porto e po. ls-0 a sua rea iracc&O
lo irapf-ee Be nos aB c;qu iflra i
A maior pa-te da carga d> paqoete ronstava
le Baci-us i'om fa-'nai da trigo gene-o qae a
or i.-; d Ri> tmooil*., ma nin-a eobjecto de
exoo-ii-co,
E*ee na^o^te e t-imbom 03 Ires frigo-ims es-
la :i it r-odns coa o o uros r avias -nc irados
n Bie porto e r.esta po ijao, nem abrigado, fa
z?ra logo coaira as baie ias de Ni beay, impos-
s r K ada de responderem.
O Dombardein da- fortalezas da barra, come-
( n. 1 as 2 e 3 i 11 iootos da tarde, p-ol.ui.ion se
it^ ao c-epuaculo
Qianio amanhvc^'i o dia de hontem noion-Bfl
inaui-'iia'am>'nie a falta do cruzador Guanaba-
ra. qoe na vespea lec^b u um p-cjer i' nc con-
vez pela que eessee logo a pdio son-o-ro ; ve-
riticou ( tois tarde qoe o crozader e-tava aira-
caoo 1 ba das Cobra do lados tos o qu--*
A' noiie co i>tou nos qon o pn-jeclil que
-ttingie o erzalo- A mi (ota Tamumar ma-
na o leeeite A bi o L-al e ferio o 1' tjoaote
B Nao na* foi p -.-.vrl venfl :ar com precisSo
ep^a no i' i 1.
D fer 1 n s roa tai o op r?n j do a-senal na mari-
nha E*te4o 1", s a, qu n!o aa 3 boas da la-de,
o;i?-ava pelo lra de S. Fran- isco de Piola.
O.pi'3 de pensado n'uma pharnarii da p aja
I -'. l--i. s re.-.dneu se ra F ei Caneca n. 24
fUi resilenrja.
Ou n ba-a fj.-io na perna e.;querda o snbdito
po-iuguez Felrianj da filia S queira ao paasar
j-!a p ai i-* S-nia Lefia F01 pensado no hos
pi a oa M aenordia e recolbeu ee dcp.i sna
n-i lencia
Pelo quiriel general de mirinhi as balas de
o(r'lDiii-as oassaram ti oten sibilaudo em
.iiiersas dire.'Cfl-'P.
Un destes projeciis arreae.ntan o lelhado da
co-ita inri 1 di mar ot.
Oatr^s cab>ra u me do*as da alfandega e no
arseDM di mari iba, sem felizueate .caBaardes-
g-ac -s.
O eJiH'io do Paz foi mais orna vez O
cutadd p>r orna bala de fusil Kropais b'eck.
E a 11 3 oorasda tar.le. Ao coitaCto do pcjactll
pa-tio-3" nm vidra da claraiipr da nosso pre-
dio
Da loa das C)b'a', foi baaiem retrala gran-
de qoaott la le le colcbOe*, que. tahindo pelel
fuios do commissariido dp.-c-ram a la"eira
do hi'p tal afi u de embarcar na caes do d qae
e peguir para a iba da> Enxaias.
O reioraior Gil Blas fj Duito fogj 4 tar-
de paaa o inoro de S B-eto e arsenal de mari-
nha, servlodo-se d- nm caahSo revolver e me-
tralhadoras d- io.mm
A forca dj 10* oe infantera tiroeio, repel-
liuda o 'ebo ador, que attaal foi aucarar perlp
da i 'i 1 : s Eoxadas.
Para o novo hospital da Una das Eoxadas fo-
ram ja traospor adus os oflittaes fendos, que
e-uvam na ilb. das Cob as.
O conird almiran e Salianha da Gama man-
doa coavp'ar hooi^m carne verue e i-o para o
hs^pltal da 1 ha das hnxaiab*
Eram 11 lloras da ooite. e a fuzila-i 1 IC-
vou se ex raor uariameote no lltiora', causando
grande pnico.
As tus iiidades p nir3m da ilha das Cobra?,
quj. atioal, ee raatii'enou :
Maltas balas Cihi.an pelas ruis da cilade,
cm qa-- saibamis no a;.to de escrever e?ta ao-
i a s hoavo alguma victima antre es raros
tranaeautes desBS bora. i
A repenagem tornan-ss mesmo dilu:il, por
pengoia.
Multas granadal avebJt-rin a pi quenas
distan :ia> do nus eacnptirio.
O movime ito de tropas fot no'.avel.
O fogo duna SO minuto*.
(Do Paiz de II da D zembro)
Na 8 qae de'^n ^m a consiitoic4j e a R-poblica, fai
seria Biiff dar a revolta dessa parte da e3juadrli
se os seos ataques fossem fraac s, n4o cootra o
povo, como ios aconiece-, mas coaira as forcaS
que ee otem ara seus navios
A fi-fii mo-al e a eoperi-ridade adqui'ida
pelo ex-rcilo, inutilisando a Maraj mettea
doapiue o zJ vay lanchas e torneiei-as
oongan o os ;ruzado-es T-ajana e Gaanaba-
ra a se acostarem da ilha dis C/nras pi* a-re-
parar a'a-iaa eerjas ; os p-ejuizis do Uta no 8
em pa-tp inolihsalo, e o Pallas sepultado no
A 'laalico; o desaloja neato de imponaites po
8Qoe*. como o alio Mocangt Grande e Ponta
da Amarrg4o, onde o dtpaaiio de projeciis era
immeofO ; ss extlo-Oes dos patosa, e ootros Isa*
'03 pequeos desastres que repetidos qaotidia-
mente encheram os oosp.taes e fizeram uaoi-
tes claros as guirnicO-sa sapenonaade, dl\
zlamos. de-se exercito tenazSo heroico, comba-
ten lo sempre en coodicO-s de*lgoaes e com ar-
tharia inferior, maoifasia e comprovada 1 ela
posigao tom'da hontem pelos navios revoltosos
aa nossa baha.
O Amiraote Taanndar abaadonou as 2
horas 20 mtactis di. t.re, o seo ancoradooro e
foi refugiar se por entre os navios mena ales,
14 para os lados di Una Secca, fogiado as bate-
ras da barra e de Niclberoy.
Bisas da8 legiOS estive-am non'em sem
mimigos a combater. parque os frigo-Hoos
est4o aiifia'ados com os navios de guerra dis
esquadras estraegetrai no an:oradouro alm das
Feiticeira8. .,
0 extenso canil da barra e3. limpo ; a bania
da Piedadp, os saceos e eseeadas nem sequer
s4o transitados por lanchas.
A attilharia incumbio-se de varrer os mare,
e se nao fosse o abrigo dos mastroa oeniro* das
nages estrangeiras, d flicil serla affirn r onde
se melterTaui oa navios que botnba dearam des-
apeladamente a cidade de Nxtberoy.
O la.eudio. qno por ponco nSo ae apoderoo
do anico navio que pode offerecer al lam re-
8 steocia o Almirante Tamandar e as
baldas que bumat ament lamentamos fa sera
soffridas pelos revoltosos a bordo dease c ma-
dor, pois sempre com bastante dor que vemos
eesa carnificina entre Irmaos, motivaram a
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UlBTVEl
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Diarit de. Pernamluino Sexta-felra 23 de. Dezembro He
1893
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trala, o qu< eqaile a mais aua> parda
^F.ca^m seu loga' a ilha das Cobra*; ms
p' at.ca.- fran.-.ameote, quamos prejaios o
toBt-'t o B* Pelas rt6^ exaos'as, boove calma relativa
Da baha a. a* 5 do. a e 20 mi o o da tarde.
Ap-nas ou'im s, a-ieB deasa hora, aa salva
do cruM'iJ' bespaubol em contmeoe.u a oui
ebefe oa esguaora Uhaoa, a lo'gr p-la oome
ro oe ur. 8 <- p-la oojrruna que toi iga a. Se
goio s-a retriooicao ..ela capitanea na nq a
dra itaiiaua e depois o codr po tonues Al-
fonso de Alt.uqoerqoe Silvou a despedida de
Ouj bOtotidaue esuau. ,&o.
A' Dora ac.ma indicada a f Maleta de Santa
Croa ao'iJ, com a -o -aono d- WO. o bo u
bar eio uiano contra V liegai/ooo, no qoj fo
acorapaobada pelas ouuas ouas fortalezas da
'DiV'e rebelde s responded ao ataque urna
bora -pois
N >s rt-voiosos oao se s^he mais o qde admi-
rar : se a ll de patriotismo, o o lio as in- I-
Uticb-s repblica sil estrangulando Ine o' eleraeaio aB p z Je
proaoe d.oe; ae essa especie de fere co-eb-al
varrer-loea do espiri'o loda a nora> de amor
e oe reape-io a losuai.ao fami iir que caraUe.
risa 0 pofo b'aileito e que o prende e o es
treit, as mais oce* e de i .a as leac s.
A faraili para elle*, parece nao aer co-po qae
Tan a a raeuur coisider.gao. C la um. ames .ie
ir pa'a nordu, poi a D0.n recalo e 8 a e depola
COin.-c-u a es .^jaP K'aoa UB .ubre a Ci uie
poo:.,-eirDport.alo que van explodlr soo os
feo. s de am go-, a queot muitos de.etn o qu-
aa<>; aa oa se importando que ra rr .ra sen .o mn t s vaies no acto ue iranq .Hisar a pror
airfada pelo bombrtelo; lalve lf, qoeoj 8i
br ? seminan se lod ffsreu.et ao grito lauciuaute
do n^qo^niaos vacados pela raetraina. quinto
ineoi.vain a* maes com meibor, o mais dtvi
nal de neos inuureoies orrisoa.
Como se prtriticaram os corages d aqueles
filbo .1 Hraxil que e>ao no m-r a melrainar o
novo para nostnisar a R-publual
Tivem s bootem nouciasdepoiadcas a respe
to da orna la do vapor argentino Paranyo*.,
qnando s^ desi-ca.a do inpicbe para seguir
Tian^m em nirecao ao sul.
Do- navus rrfoU'Sua liaer^m fogo sonre
aao"iia eoioarfiso, onde nao tt "e iri.npjita-
vaui r c.o-ias, mas laubem p ssageiros., e -
graa,.ias de canafto de t ro rpido explodiram
repet 1.'. v zes r-bie o .onvet.
Abi ^ .rupavam 66 majante*, qde Wi*z
abao^r,Dvain t Rio de Janeiro para nao ts avm
exp B'ot ? perversW" 'e oa oosu mariona ou-
ttV' tao ?gfmana. 66 re-tu as que .bsoldta
Beofe na ia t nnm com essa louca revoita qu
a n..sa ve gouna ; mas os senderes da Dania
do G J^n ,oa-a nao e pjz-ram COi m laa me n
da-: ootnbarde^rain o estreno bojj lluMuant.-
Como uesmo desaesombo ion que ooDbar-
deam iniermitt-ntetncnie a cidaie, e purque a^
anot -eui o p-ider que des-jam gaU-ar. mesm-
prcioa'de cadveres la viam urna saoo^o-'a
presa que Ir.es auogiva o appetiie, m-sun fan
BiKi.i io i do o mlno Je taj^ue e o adobo ue al-
gons c d.veres. ,
Airave ao pmlbao arientino, que n este pro
Ion amen o oo ocano e,u qae e.-ia coneitida
nos^a badia nao lem um vas ae guerra para se
fazer resp.iia foram Diados e m res o piloto
dotiavi. suuduo purtogoez, e tres noin-o n-
trippli-cao de Ddcionalidode bespaoiola, camo-
do o uiasmo leoipj lerwos ool os iouivduo'
eme es qoa^s algomas ^riaocintias.
S.oi. veraade. auuQidS c iiu.inbas des-as
latn has qu- bavi.m pago transpone a bordo
d'aqoe:k navio e que eui ez de cons^oir sanir
dn K o dp J .n. i O qoaai obtiveram a cuorle, e Do
mu i n suomeiteram re ao capnve o.
O 66 pas.-ageiros do uav argentino foracn
todo- presus e -ecolbidu8 a .nffereut-s embarca-
c5es da esioadta r.votaa!
Sea o-as. para riusui a vida no ror ja do e
nma ie:icia. imagiue s- que oa esiara, -ou en
do ni cob-tta de vaso- oe goer'a, cuja goaniica<
esta subleva a e sem ra pl'.na Or-ngts, para qaem o conforte e o a
puro sao a* iO i iges p i ipies da sua exis
te cu, nnagioe-se o qu- soflr-.-ao eritre as lagr,-
mas '-as maes tffl -tas e o oih.r do marinn-"...
esque uo )i de mda a saiitar ni^ao do beui 1
T isle. ptuago I
At) ixo damos os nomes dos passageiroa <1
Pa-a' yja q ie se acna u em pod-r dos revol'.n-
eos. Ame-, uO'm, dtveLs bffirmar que o Sr
CotiBoi argentino, 'ogo iepois do

dO 0aV i. .lrmij se a bd'dJ dO .PirallJDa,O0de
loi asp-i'am-ole repe'lido pelos ievol usos que
d'ilie s unnam apoderado,^ que segdiodo para
bordo do Jpiter, am ue ponderar os seu-
diieitis ao ^x capitao le mar e guerra E uie
Tovare'. fo: por este daeaUedaiJc e coagiiu a
reli'ar se sem demora.
Eis a 1 sia dos inleiizjs pr slooeiros da noes.
ain iu bu pooco vener >da mariooa de guerra, qoe
geguiani pa-a o Rio G'aoie:
Mauuri M.-ri* Lopes Gomes.
Marn-ei Aies ds Oliveira Jnior.
Jor da sava Pinno, sua mulber e 2 fllOB.
Joao Aotooio Ferreira.
Manuel Camaoo do RjsarO.
FeJlX la S iva.
Pram-18 o Xavier Ma'tins'.
Jo-qn m Tv.-es da Silva e 6 Blaoa.
D- Mana L ibina.
D- wr. Jj-epna Ferreira.
D- HosaiiiM Toares.
D. Mari H ow-gea.
Amoiio R.iir.ges de Oliveira.
FrQ isi'.. Alves Bsstos, toa Beobora, i conhada
e 3 runos.
Fran. itco de Araujo Pereira.
Vi gibo Jos Macbado, saa seobora e 3 Albos.
Manuel Jo>6 Hionro de Sa.
jubju iu de Cosa Lesea.
Jbcod Be> ker e sua seobora.
Mes Ibi tuflel.
E- be. ker.
Ca os K'Obltcb.
F. W. Ho boer.
Dom" o Gmcalves Crdielro.
LoizK kier.
Au'ou u Gmea Sar;iva.
Passag. iroe pa-a Bueuoa Ajres:
Ben to Pe ei Si-nadad
B mi o Mumz Costa.
Mauuei Miranda FerDaodes.
Igdaiio *oa Frrnandes.
]j qu-tu G nzalez Castro.
F/U' ibcu Castro Alvaiez.
Lui Frauoo SdraatvA
D. Soccorro Ga-c a j Garca e 3 nlbos menores
D. Antonia Gircia y Garva.
D. Kosaria Garca Diz Vi Can itlaria Gmez e 2 lau8 menores.
Cameu Hiiab.
Maboela Hrea.
Salvador Aleaste.
A' reci-macao enrgica dos representantes
dos guveruos allemo e pnrtoguez ja bontem fo-
iam rearados do paquete P.'abyoa varios dos
inle Zs passagei os apiifijoados.
A' Bora adiaotada da noi-e aoobemoe qoe 15
d'aqueiies pasaageiros, de naiionalidade peto
gneza, allegados trra, oeram depoimento a
polica, narrando as tegoiotes vioieoclas:
Que com seas imillas dlrigiam se para o
Bio jrande, e peno da ilha das Cobras fot o n-
To cbamadofala pelos revoltosos e persegui-
dos pelo vapor Pereira da Cooba;
Que a pnocipio for-m fenos sigoaes para pa-
rarr ui e qoe, como nao fosee isso altendioo, O-1
seram fugo, e at qoe emOm pararan), tendo
Detes i lace de arrlarem a bandeira argeoma,
qoe traziam ijada no mastro, qne foi substitu
da aor um pedago de um lencol branco, por
om passageiro que bavia antes ee occoltado no
Interior do oavio e qne dase ter sido compa
nbeuo de Sllvioo na revolu de Santa Cruz, leu-
do lambem feno parte dos fsderalisws ce Rio
Que" o'vapor Parabyba Ievava 7,000 sacs
de faiobaoe trigo e 350 barrica i e ontros ge
eros e que om goaraa marieba tomoo coma
do vapor, logo que esie parou e qoe mais tar-
de all comparecen o commaodaote Blieser la-
vares, qne maltratoo a todos os pasaageiros ;
Qje depois urna lancba da eequadra alien a
reti.-ou os paesageiros de sua nacionalidaie -,
Q e bootem foi alli ontra laocna poVingoeza
f z o mesmo ;
^,Q-e smalas da correspondencia foram ap-
prfcoeodidas e retiradas de bordo do Paraby
Qu El eze- T res obr gou os passagei'os a
oeciarsrem qoe o vapor ii.8 c-oi>m> bao-
dtira b'auca com til ras uea e nao a argenti-
na,, porm ne b< u e protestos a tal resuelto,
poli qoe oaada nos navifs mercaotes si m c
sol e qne obngou a oecla'a'emjque dos cifres
rao ae acnava valor algom, o que nao verili;-
Q i' i s asriraLtjs e offi Ue> qo f iram a bor
do mosiravam os boiOes da larda, diaento oe
ecavam re olvido a eubati'ui* aqueles prlos
qo- tives-em coto i ;
Qae o Sr. Custodio t um po irao e qne agota
r -O'iheciaui O "O edefe o Sr. Sal i-n Que Bnalmnle, o paesageiro < oome L-sa
foi m-uido a ferros, porque cao fe declarace*
a co'tento.
- Teuai informat6a8 mi'iuciosas e mano
completas sobre d tiroeio, d.remos roe>mo com
Dti reo Ho, que boove ante-bontem no nito-
ral, c longo a-- roas .:a Prainb e da Saode.
Uevi.m re & M doras d tarae qtwodo as
seotnellas aa i'am orna laneda que demand.va o Ir-piCbe
io Lloyi, para bascar um saveiro atracado a
p>nie. .
E-s la'Cia, psrtenc-nte a comoandia !'ver-
pool, do ir zia arvp'ada a band i-a iniea,
como commummente irazem t^es embarcacoes,
neiD a ie qua quer outra i.a-.iooali laJe, mas
a| e tas o riguai da allod'da co .ipa ibla.
Qoando se api.roxmoo em distiocia conve-
'iieo e, as senunellas cuama-am u'a a f .lia, dl
par ndo um uro para o ar. A ioiimacao, oo
r m. nao foi obeietia. Nova ioumac.o, que
u iibem nao foi respeitada.
Em vista oisso, o ofcial qoe se acbava na-
quelia ocasi> eiu 8-rvno. co umanoando a fo -
cj de p'omiKida.-, aeo voz de foga. oa aes
ca.-ga rpida pamo, lnfelizmeoie, porm, sem
reaniiato.
A lincha, manobrando com rapidez apos-
s. u-! de signos saveiros vasioe, aoconr^dos
i.iro e frz romo para a esqaadfo, ponio-ee
iO d. alcance uas balas.
Pooco depois regre8Bou, paseando em frente
'"'i'os officiaes foi maodalo para onservaj
ose-as des.ginoe, e cmiodando senprepela
praia vo-a aportar trra.
esemnarcaram, emio se'e horoen>, qoe a
iripolavam prximo a -st Cao d0 c"rP de )0nj
beirosia Gatutioa. Ahi foram irum diaiameot-
BxiVaohialo. tilvez, a demora dos seos rom-
paobeir.ii ie rev.lta oo teod-i mes no oen-eblio
o seu Um, os revoltosos aanda-am om rebo
cad.r, quefl- sopp-i ser ocelos Vnicaoo.,
n-..vocar as forcaa l^gies, que goarnec m o
L '.y'.
Ti-ivou-se nm t''Otelo cerrado e violento, ate
qu-, mam urna v-z o- rebel les fairam.
Padeca, p.rm que.qiele dooleemaoavam
aa i.rdeos nao se aeO va -at sfe tj, com o pro
e M neoto dos-eos snb >r uados.
Fui ssim qa- nov mete vultou o refendo re-
nuc d -, aue i-niava leva- om ..utro reDo:ador
e orna lao. da, qoe se acbavam tam >em no mes-
mo aoeoradoa o, cqoe devem ser o fosse e a
s Fraocis. c.
Tv.o-se verdadero rombate que perdn-u.
inces8aute e .nsisteniemente cor mais ae 3 b -
Opriaoipal onjecivo dos rev. liosos snp oz se
ser o airisionameoto do vapor S D o*o. qoe
pjr varias vez'is lem tentado tornar, mas ssm
r. su lado.
Dar .te o dia. um cont ngente le bnga la po
li:ul e grande pa'e do 5 nata hS da guarda
nocional bateram se com loda at-naidade
A noite, lo Da am pi'te no embate > l ba
laino de ofantaria do ex-rct0 eob:iaibj
T .-a-lenteS.
Cjmmanla a eca-n'C'io, qie iao co-ajisa
mente loton 0 OBfoOrl Pues Ferreira e sahenu
rarn -e auleh;:.tem, entre ontros, os offi-iarS
segiiititei:
Msior reformado Clercentino; cap taes na DM-
g.is policial Bian-bt e San.'Aona. lenenies, J.
Te x i* do o- ; Ay >-s Anco'a. do 5- ieciv.1-
lari- :T">mpuW ky T>n ais. do 3- de anrbena
Avelt:. G.tuu, iiuorano; e S.nios do S- da
gu -''a nccional e os alf^r-s Noguera da Gama,
d.. 5- ; arrose Sena, ua brigada p ilinal; Jor
g; iN V or d> 5- d guarda n .c ooal ijatoeMe e
S de-Ja-e, do Tira temes ; capnio Saranyba te-
en e Googaives Crrela Lmi e Pegas, e alie-
res lira io. do 10 de iifait-rii.
F caram feridos lig^uamenta 4 solilalos do
bd alno T.raleles
Cunfj'm1 ja bootem demos noticia, ex-
traordinario f ji o bombardeio e roetralbamenio
cou qoe a lina das Con-a", forte do ex-cootra
almi aol^ Sa'danna da Gima, conecou as 3oa-
nosulidades a R-publica e as canelas a mooar
cana ante-boniem as 11 boras da noite
pela bora pela inteusa rbUV* de projectis
d IB 1 se tjraava a repo-tigem para i om da
timen-e darmos aos oos^os leitores contados
de-astres qoe deviam er cccorrido.
Feto agora esse iraoalbo com a mmofia pos-
sivel, vain-is enumerar os oo tos a'.tiog:dos por
bal-,'e-larando antes qu-e urna uu't* ebe
gou ao nosso conhecimeuioa de soldado do
23- bal'luao oe intaatana de linba Lo'z Pran-
cis:o Vaie-i\ sorpreDendido por om esinh-c-
de c-anada a pona do seu quartel oa roa Barao
de Paranapiacaba.
Fo. boniem sepultado es?e infeliz qoe cootaa
apenas 22 unos de idade.
O fe imenio que o maicu foi produzido na
fronte parietal di eiU A ompa'.ba'arn-n'o ao
cemiteno de S Francisco X.vier monos ofb-
.ines e pracas do sen balalnao e i.ffi aes e m-
licos da guarda nacional. Numerosas coroaB
Iop cubriam o fretro.
Hmve mais pessoas ferinas em difJjreo'es
ponios, porm levemente, recebeado curativos
em pba-ma las ou no hospital de sangue da
guarda nar..mi.
(O Patz de 12 de Dezembro)
Nio se roaiizaram anda as ameacis do Sr.
B ioanba da G.ma, que no -en manifest ause
ir comoater no mar.
O qoe temos observado a fuga constante dos
n-vios de goerra am poder dos revoltosos *
moito prncipalmeme-a aos frigorficos.
O'coitos por eotre os navios mercante^, eo
trincbeirados com as cooragas das esqoadas s-
t'-ngeira anda bontem deram provas de qoe
evit.m a t>ao o transe o combate qoe se Ibes
off-rece. .
O Marte d serbrio-se nm pooco e, abusan-
do do seo abiigo, fez logd para a Ponta aa Ar-
macSo. .
As guarnisoes laquellas bateras responde
ram immediaii-mente e com as can elas devi-
da : e foi quant" bastn para que 3<-e fr gon-
fico levautasse o ferro e se abrigasse a todo o
vapor.
O Liberdade anda nao se moveo e con iuu
eral o as boceas ce fogo.
Sao sera oo ponto em que esta ese navu
com o pivlbao de cnefe da revoita sebastiaBis-
la qoe o Sr. Saldauna da Gama ha de comoa-
C br-a e uo canai oooe se acbava o Liuer
O S 8ildaoba da cami mandn sospeoder
a ancora e a'aeioo-ae caotaiosaa nti, indo dar
fundo atra do morro de 8 Be-iio-
Nas naierus < lina 0a8 CoOraB ha olio trin-
b- aas de s-ccos oe a eta.
H mem a ta oe o ncbao montado oo morm
o. S. Jjo em Bictberoy cjmefioa slvejar a liba
as cooras: ...
O diis pnmeros prtjectls oto attloglram o
alvo desdido; o tercuro porm caw certeiro
na balen prxima a casa do commaodaote, as
5 o ras e 55 m nulos da trde, o e>lsara- He.
N ssa occas.to levantou se orna gr oda no em
dei e fu ac, qne levou algnm tempu a se
Dei mlnu'os depois o mesmo caoWio de Nitbe-
roy aceriou as i-incn-ras levanta las oo paleo
da o.spital daqueiia il-, ODde eslavam ag uerada* mou-a pes.oa que provavelmenie b-
ca-aiu feridas.
Hoove graude movimemo entre os exoeutros,
appa-eceudo oo pooio ouJe .xp'odio a bomba o
cooraudaote aatdaoba, q>ie uoua um capacete,
branco.
O contra-almlrsote Saldaoba da Gama f. i in-
cluido entre o revolmsos da arma la aacional, js
consideraaos desero ee, e alm disso deparado
traidor a palr a, nos termes do segmnta decre-
' O vice-pesidente da Repblica dos Eitados
ndos do Brasil:
Consiie aoioque o contra alTiran*J Luz Fe
lippH oe Sal lauda da Gima director da escola
naval, cari .m p'ov.ito da revolts capitaneada uelo contra-
al ai'aala t-u t .di Jo de Melle, a qoal em ao-
cume -lo pun co oecia oo adherir:
Cuns ieran o qu aqneile comra-almlrant-,
incumbido de eduora m clda-Je destina >a a
bo-'rosa vida do mar, em vez de ei'lnar os p-10
clplus deo'd-m edisiolim, a.icioo-a para a
revola, em fr-n ;a ..pposicao as ins iiO'c -s re
publica as, ncnunlo doUl i ias subversivas e
o ifaras a tolos os pnpc pos da moral civil e
botira militar;
Cou-iieraodoq e illa Ha. dorante tre< mezes
a couUaoc* oelie deoosiiada peio ove no, que
o sunpuaoa em leal desempeobo da sua missao,
por solicitar qnaei dla-iatoeotetodos > recu s.s
qoe ib-seram ueoessarios. para a muonun;ao da
ercola naval ;
Cocsi eraiid) que. quaod i apreseotou-se no
oosoit.l de man iba. em nome da humot lade.
p.ra mfotr, a ordem e a Bego^oca, nSo iev-
ouiro intui'o sena) arregi nent .r os mannneiros
laciooaes qae tivessem obtido alia e os empre
gaiOs daquelie eBtaOelecime to para os has da
revo'ia.do m-soo cr-ol) pvrfana ba-ii feto
cem os alomaos oavaes ;
Considerando que ..ccomuloo ca aesnnamen-
t eierneato le aerra e p >z mao crimi-osa em
orjwos cafi enda navonal existentes no com
mssnriido gerai da rmala ;
Considerando qn-, na noiH de9p*r*10do
corrate rompen viv ssisno f go de a-1 der a e
fozuaria sobre as forcas que guaror-Cam est be-
eci-ncotos poniic -s e efsudem o luiorai, in io
os eeus projectiB ait.o t es desla capital : ___
Reaolve locluir contra almirante Loiz FeHo
p de S.ldanna oaG-mir no nom-ro dos -rvoi-
tosos da arma la nacional. |i considera los des
e-lores declralo tral ior a pama por lolen'a-
p-ias armas de-trnir em s-os fan ia nemos a e
puohea e por laos enmes sojeual o as peoas da
le militar J
O con ra-almiranie P^llppeFl'minn Rodrigues
Chivea, mim-t'u do E t>d> dos negocios da mi
ri ,n?, assim o f-C* exeemar.
Capitai Pede'-I, 10 de D-zemb-0 de 1893^ 5*
da R pao!i:a.-Fior,ano Peixoto.-Firmiuo Loa-
res.
Junto a Poate Auxiliar, aih.-se desde algons
,l;.8 atacado oco lancha car-egalo de w gcn>
pa a a estrada de fe ro. ....
H.nem un reo-s ntante dos proprietarlos
aprese-mo se ao S coronel Pires Ferrei;a com
mandante daqo-U part- da liana do litoral ,
c.m imi licenfia en regra da capitana lo p rio,
consejo- oermissao, que mase caso nao po-
li i ser negada aO de reoocar-se a embarcac.ao
para ootro ponto
'an em dunle a coma comee a tomr-se
om i U :o suspeita Os oomens io reboque em
vet de razer o servici sub as btenai do liuoral,
afisstaram-se pa'a o largo.
E' caso de dizer-se qoe mostravara-se asstm
-.oraiosos, certos do seu bom direiio, mxime
sob o abrigo da bandeira logieza, que proiegu
Qi.'i," senhores I. Paro eaganil... Muito
timi'ososeocarreg.dos do renoqiel.. Apenas
edegsram a vista d i c-uzador Lder lale, das.e
pa-t ram cas tiros de polvo-a se ci em ">'"
cao. e o rebocador abaa lOOM loo O laocoli,
fnginio a bom fug- p*ra o interior da babu.
Os revolmsos .:otiduzi-am a fcil nrez< oara a
euseada e'it-e a ilna d 8 I nadas e a das C >o as
e aiia drix* am na ponfiao qoa dontoi iodo o
liun'al da Painna
Nio iiffi ti c mor-mender para o quesera
O'iusada a embarcacSo qaa des loo dar ftsjaM
pe-ado ioa erial de aT..s de b-gagens
, H tr-8 das, ont etn.ti, se saccelem es ap'l
sionameatos po pane de e-qmdra revol'ada e
io na se naesra-io e ar que ieo grave Tacto se
rep-oduza. ConSaoj is no crierio do S\ ; api 53
d po to. qae aot-s de nos, sem duvida, ja fez a
coosidercao qoe ex eroamo.
ur
a a
ba-
Qae os tiros disparados prodnziram urna mor-
te e quatro fertmer.t>B graves e outros destro-
{os do tavio ;
Que os morios e dous ferios foram levados
Betos revoltosos para bordo do ltacolomi ;
, cunfo me o 8eu docomeoto-e ayi em frente
. A-macan; sob o morro de S J ao Bap ista
de Nitberoy ; prximo de Gragoa 4 ou no ca-
nal em alrrcg*o a barra.
Cumbaier o mtli'arismo metralnoo o povo.
como na noite de 9 do crrente, nio se compre
*0 militarismo e-ti exposio as balas do novo
ebefe dos revoltosos e fcil ir ao cea eocoatro ;
e karaotimos qoe essas legiOes nSo procorarao
evl.ar os comba- nem fuairao.
O crozador Trajano- teve alia e reappare
ceo ; mas como os outros emaranhou se no sa-
nlbo de mastros de ancoraoouro.
As bateras da cidade de Nitoeroy. n5o tendo
na-rios co -ira os qoa s podess-m atirar, alveja-
ram com mulla v.ntagem a fortaleza de Vine
**D Ble'torta cnstaram muito a responder, pelo
facto de qnererem se otilisar dos canhO s ae
salva, que 'o-am carregados.
A teotativa faihou vanas vezes e nao pode
ram os ma-ioheiros ecooomisar as espoletas oe
fnrco, o qoe emiregaram afioal. para varejar
projecti8 espbericos ao mar e metade da os-
tancia emre aqoelle forte e Grugoata.
Nesse trabalbo foram snrprebendidos por
oma ranada d'ssaa fortaleza da repblica,
ctiindo nm martrbeiro to ferldo pelos estil-
o-coa que foi carregado por qnatro compaooei
'"Desesperados, tavez.com o desastre, corre
ram aa bateras dos g ossos cat-h6es e dispara-
ram nm de lies cootra a Lage.
A resposia toi prompta e effi:az, vindo um ti-
ro certeiro desmontar nm dos canboes de alma
lisa na batera de salvas ___
Continuando o bombardeio, as boceas de rogo
atiraram varios nroiectis na praca da Ilha daB
(O ?aiz de 13 de Dezembro).
As torgas navaes dns revoltosos 'ontlonaram
houtem abrigadas pe os navios estraog.-.i-oB an
,orados nesu b.hia de molo qoe a revoiocao
da esq aira s se maoifesta pelas hostilidades
de as fortal-zas.
O L-beriade arrion mastareos e desatracon
a artilneria ; e qoem Vise assim, com 8 insignia
de cont-a-almirante a-varada, talvez teoba es
perado o sen ataqne aos pon os for ti ados.
O vnefe la revoita Heoasiaot-ta prometteo em
sen manifestOffereco minba vida com a e
meos cmpaobeiru8 ae Iota em holocausto no
llar da pama, mi por altar da patria toma o
p otenso monar h sia o rarrilno de mastros es
irangeros qa o aoriga o ios fogos de e ra, e
a vida que offerre- em dolocau>t3 a do D3o
qn- ca varado pelas balas dos seos subordina
.ios da ilha das Cobras e da fortaleza de Ville-
gaigoon.
Qa.alo boniem, das II horas da m dame, os ha-oicos defeosores, qae lntam d'a e
uoite em Nitbe-oy com-5ram a alvejar a ba-
leras da ilha das Qjbras, com os caonoas asses-
ladoa no morro to no'P'tal de S. Joao SapUata.
a resposta foi sempre dirigid* contra esta api
.al, onio o povo se agglomerava as ras e
pravas.
O fogo, ao comeco. e-a de fazilarla, mas por
flm vieam as balas de metraloaoras e de ca
nhao rev dver, cessando feixmenie a fnacco
desta arma por desar aojo.
Para mostrar o estado a qoe reduziram a dls
cipllna da nossa brava mannbagem, basta dizer
que orna praga procorou eodtreuar esse canbao
ao lati de um 1" ten-nte, tendo urna bandeira
de papel branco espeta s 00 bonet.
A's 5 e 45 da tarde nma bala de manncher
alcancou om dos marlnheiros que atirava par
ierra no paleo d qo&rnl; o corpo foi carregado
fe costas de um co upaohieiro, aendo interrum-
pido o fogo logo depois.
Na fortaleza de ViUegaignon tiveram o mesmo
procedtmeo.
Oe G-agna', bombardearam aquella praga de
guerra revoltosa : os mar'nheiros responderam
com os canti6e8 de salva e vendo qoe os projec-
lis caban n'agua ou em casas da cidade, mas
nanea oas muralbas da fortaleza da legalidade
correram aos caobOes de tiro rap'do e de dea
embar.ue, e a pretexto de at-carem o a-senal
de gaerra, deram 16 uro* c ntra a cidade, com
mamados pelo celeb e sargento S'.luao, coja
vida toi poopada para tormento desta popula-
c5o
Pooco antea das 6 horas da tarde as fortalezas
da Darra abn-arn o bombardeio simultaneo dos
dois fortes rebeldes, o do Sr. Custodio de Mello
e o do r. Sildanba da Gima.
Este ultimo, que j bavla recebido 12 projectls
de Nictberoy, fii al vejado com vantagem e varias
vezes por S. Joio e Santa Cruz, retnbuindoo
f jgo com cinco tiros, sendo pri-i elro para a Ar-
macSo, expiodlndo no ar o scbrapneiH. e os on-
tros para 8. Joao, caindo no mar o projecus
por pooco alcance da artilherla ou mea de atl-
rarem com toda a bolada.
Smqoaoto ibso se dava vimos o cruzador
Trajaoo disparar contra as inmedisc/Jea da
Saade a ana metralbadora de proa e om tanbao-
Oe Uro rpido asses aoo boiiOomo. o
S- o gove-oo oppuz-r a esse o-" > um> boca
de fog j4 que esta 'd-o o con vea O, podemos
ft.' tir gue .om aCoO'ecen com ii.kios oo-
fros em^itderoy, elle muJ rt Je loga- e ces*-
ra oma'tyro da popuiacaidaquei'a visionanc
A ilba das Cobras, qu pelas fortalrias da narra, abnu de novo tro-
te.o cooira a cidaie, emprean to, entao, o fogo
de carabina.
Ja o dissemo, n nio domis repetir : o
Sr. Saidanba da Gama itatisfez >e non em 'a
tei lo esta inerme cidade alvo de todos os m-o -
nl-ros p'ojectig qne as armas pnsta8 oa sua
mao em cinrtanji ponam despenr.
O Rio de Jauer j eciava en"egoe aos seu la-
bores dignos. Senhoras em rinde oumero
circulavam po- todas as ra.s, pinguen e p va esses vomi'os de metra.ha son-e a cidade.
quanlo de epeote ,-e co negju a oovir um ti
ro eio nol'idj assnst o'; as torgas de ierra,
a gu.-da avanzada da hepoblica, a aefesa uo
ecorr governamental. 'egpiiniiam beroicameo
te as hostilidades da .goa nigo da ilba dea Co-
bras
As balas de fo'H e as granadas disparadas
oelo3 caoh6es de tiro raoi por tota a cllaie em tou.as i eccO-* ; o caes
dos Hloeirjs, porm, onde sq entrincbelrju urna
ooiave ptiaian^e ae oravo?, foi o poi.tj m -
cerradameue alvejado.
Abi se oanii.-on pelo deriodo o alferes da
brigada pciirlal Emardo Parub Cbomn, que
alioai recebeo un ferioieoio, o fu recomido ao
s-n qoanel.
F 'm lambem feriios oessa tiicheira nm
sa gen o um c.ibi a mesroa n-u-aj^, qoe fo
ram imm>diai.mente removidos para y respec
t.va enf rmara.
(O Pata de 11 te D zjmbro) *
Cedo com-C/iu bj nem o tracidameots dijpo-
V0. 0 p> O CU|J ap >|.j moral lo im 'i ira i i pf-lj
Sr. Sai ianba da Gama no sen foto mai fe-to, e
que Q gadj, U pelo m-OOS atl -a 1 ) a U'D CiirlO
ei i a. go a a olera do njvo cnefd dijrev.lta
res n*a or i
Er.-uino-.s e 40 minlos da matrngaia
quaudo uas lanbas a tlda iss se apro'ma ao
dos irapicdes da Siale c m fi n f C ie pr vr
Eioul-ando as forgis no lutoral onle jioiis
ps,ra< o resposav-is celos aC os d selvas
na que lemoi pregeoctalo da uais de tre- m -
z, romperam fogo de meiralbadora contra a
cade.
A' propo-.,ao qua (agir e=s.s laicba, as li
n las le le ra la u entrando eoa luc a, de fonda
que o fogo esteoden se al o arsenal de mar}
una, inervint.i enio a ihad'8 Cobras,que fji
pro i a em bal s ue canbao revolver con ra o
coiacao da cioade.
Ni- poJem:'i adniti- qm o'oma pnota ia
c.'.taun aivo distante 20 mettros, quiodo
multo baja erro 5o g-osseiro que a bala -a pa-
i*r como por exempio, ua roidoi Iav.lilos o.
122
Paa qae is30 se d necesBirlo qae ten.ia
navido firme o oposito de despe-tir a pjpalagSo
om a .ni h- la.
E-se pr.ij-ctil, ai-m lema tu miroi qas ci
taremos mat-. i.aix, era umi biU 'a d - O o eaio at ing d> oocapado pato Sr. coro-
nel Ve'a noral da M-aqui a e o P ujeClll, ar-
r jomando no ia <. j iieius, rtirou ura tijo o so
re o l uo em qua domia orna bina daqu^lle
mutar O. A Z ra, de 18 aoaos de ida le.
O-sp roda pelo ruido, levaotoo-se lia mil
rosament salva, e ao procuer a salda do qa lo e i-angueolou os psaos viJros espalbados
peio cilio
D > po tto em qoe se acbava um dos ooseos
coupa ihtiros emarregado da oDservar da >
noite oj tnovimauo Ja esqa ira fuaesta ao po
vo, fot ou?i lo o sioilar das bahs em tolas a-
nrMcOesta c-laJe alganio algunas o morro
deS.n a Tn^reza Pasta SlattO".
Nj floral naotardarara a cair por trra as
vicumas otauss distrabuas no labatar diario,
como abaixo se vera
Essas moost'Uis dades lora o ob-a da 20 m.-
nuioi d-a (io, dolos <>* qotn hiuvi om largo
vniervallo de '.regois, di-inte o qnlvinDJ "
Jdpler dirigir sa pira a ba--a da D.llta dt-
I in.umi, ancor.ndo erre a lloa do Bom Jess
e a i.- n. do G lea>.
0 Almi'ame T.minda-, vaga'osaraeite
e semp.-e airigaio pelas e qiadras p octect jra,
procorou um claro por onlc facilm-nte b*m
iisparo.r a sus a tiera coulra i cilade de Hl-
iheroy. mas ine diffi:i. mente s-ria atingido sem
pengo J js outros mastrod, e isso uj caso Je M<
uescoierto. ,
Kffe-tivimeite otio5)u esse crntaio-, a3 -.
ho'as da tarde, a dispa ar os seas caanes cou
ira a A ti -'cu '.
Cus fique, qd-mquzer essi verJaletra em-
boscad, tra^orira e despida da nobn-za com
que senpre comoateram os nos os ixerio icko-.
E aj passo que a oordo do Tmaodr p O
ceium por essa forma, a goar.ncao deN th-r. y
destacada na Arm jao, reuni se sobre as trio
cbeiras ensoub'adas pelo pavjlno da Repobl
ca e impavidamenie ojvio o nbotuoo de seis ti
ros fo'mid .veis e tanto mais tracoeiros a m da
posicao, qnaoto ceno qoe a sua plvora nao
da aviso pela fumaga do mortfero disparo.
Mas o qae devenios esiraobar de quem 8^ en
calusou durante ires metes em crinioosa oeu
iraiidaue, para haver elementos ".e combate ?
Dorante o da de honie n a ilba das CoDras
receben 12 projec is, sendo o prinrim ames do
meu dia, enviado pela fortaleza de S. Jui, cin
io pea Datena do morro do nospital ae Nahe-
ruy, o seis a larde pelas fonales 18 ia narra.
H sp mdeu ao bombsrdeio mm fei8 uros,
caiodoaolin bala ett-e Vlllegaignoo e o ar.
oenal fe goerra, nao eabendo nos oude fotam
parar as omras.
A fortaleza de Vi legaigoon limiton-se a dar
tres liro8 de 430 e um de arma lisa.
U cruzador T'ajanc tent-JU luudar de logar
utiiisaudu-se uo reDuqie de orna lanchmba, cojo
caim reo mou-se o > uieio da manobra.
Iiipossioili-a .o de mover-se passou nma es-
pa a bola mais prozima e la ficou pouco mais
uo meos oo mesmo local em qoe eiiivera uu
ranle o da. c
O cruzador Liberdade, teado a bordo o sr.
Sau-dna la Gma deiiou o ancoradnuro ara
qae pe'dona-a, passon t-eia lda das Soxadas,
ouJe ee demorn cerca de meia hora e foi ao
anoitecer anco ar juma a p me da ilha Secca e
em fre-te a eoseada do anugo deposito dos
aprendizes mannneiros, na liba --'o G-vernador.
NiobiSioo ao Sr. cooira-almirao'e Sal Ja-
uta* da Gama o mmifesto qoe espaldn n'esta
ca.i.al, ccncitando o povo a fzer oaqaear a Re
poouca, para subutu.i-a pela remoota da mo-
narcdia odient ; dao Dastoo ao restaurador de
ultima dora e ee ter apropnado por meio da
laicsoe daperfliia dos proprios do Estado e
Job seos elemenios de defesa para com elles re
iob sr as d-B arm-da, merec em fina de 1891 a mais del]
-r
nm dos depositario- d am docameo'o altamen-
te p.lrio's-) tima Jo por iodos 08 (ffi.'aa8 da
a roa d- i fa.te la, erviorlo nos corpoa da
oaro'c&o d-s capital.
O v.j.r oiroseco d-ste documento, 8 ron-
fl-nca qoe 'o sen depon'0 em mu has ni.s
se i fere, ti o que me suo-iis a v< B dl'l'i
erln I nbas.
p.z. o- ca-nsrartag |A chama* revoloci
mcrueo a de 15 de N mmn u de 1889 prodosiu
8es inevi'aveis corolane-.
Hi quatro aonos vive o Braitl em con tame
aesasocego e sob a p'8-ao de la'ooso' acon'e-
cim-nto-. Hj- a lata aggravou fe e o san.ue
corre com abnodaocia nesta capital, as-im "o
no em muttos outros pontos do pa z. E i
qaem cabe a respooaabldade de lado isio ? *
i os miliiares de trra e mar. sem duvlda qoe
encabecamos, on^acompandsmos ou em om
ma qae o o cumna emos o e-n > oamanto do qoe
exis a cojS num o a firmla nova na bisio
ra de om governo provisorio montado pelo
ez-rcito e pea armada em oome di oacSn.
03 graves acontecixento qoe ; n agtid
e contlnuam a agitar o no-'so otis provam a
eviiencia que tempo de (- termo a nm eg-
iaoo ne consa>, qae nos dFSicredita ao olhos
do mondo civilisadoe atropnia noseas torcas vi
ies.
Eis o qne explica a a'.t'tad*. qne acredito de-
v-r aisomir no presente momento histor cj. a>-
U o.e pa a a qnal nSo pon-o concorrea o pro-
ceder do propro gove-oo para comm go.
E' iosensam ilribor on empres ar a proseo
te Iota o ca a ter de urna lua de classes.
A mesma r^volta da armad* nao r.-p-esen a
g-'iau j'.-o f.itir na ag'.igt"u revulaconirn,
que aan{ da peiphena para centro.
' O q >e e-U en ]ig> tai 03 003303 f'os de
povo hvre e civinsa -o.
Por mais Hiusiradaa qu gojirn as classa i-
lltares de qualouer piiz e elevado o seu eff-^ti-
vo numrico, nao es a na essencia do sen ptpel
a dir-gaj polui:a dos de-tines da pitria
Atr'Cito poitjr'ma considerar como o of'ii!
da aroada p^eMoai mete mais rea nooado com
os nossos c. mar a* do exe-ito de trra.
Paranlo, o i r forgado a cozr armas com
elles conct tue ;i ura rr.e i-.e pira mira a mais
a-.e-bs das contingencias.
O qoe vo< pos-o >ffirmar que nerburaa am-
bicio perturba o mea espirito, ass m cobo que
o iitiu u rauco- goartare da Iota, qaaesque
que vobim a ser euas consequencias e seo re
ph'ii final.
V
r-almlrante S.ldaoha da Gama foi mala long
preteotioBO e audaz, prePnpoz ja dominando o
seu inventivo imperio e medindo todas aa con-
scieo.ias pelo reoegameoto do seu propno de
er, atr^veo-se a lrigir orna carta ao Sr. mare
chai Eoas GaivSo, actual encarregado dos ne-
gocios da goerra, peainao-lbe o sen auxilio, pa-
ra que o B .zil volie ao desirac-do regmen
de qoe a nacao se libenon a 15 de Novemoro
ae 1889. ,
Essa carta, em proprio original, f)i apresen-
taia pelo Sr. marecbal ao chefe do Estado.
Mas nSo ficou nisso, nSo paro.u abi o actual
ebefe da revoitarestaoraiora : S Saldanba daba
ma duvidonaindadadigiiidadedoexercnon co
nal e insultou-lbe os bro, apoeiUndo para os
comma dantes dos corpofl por meio de outra
ca tas em que pedia a sna aadesao.
Eis urna dessas missivas, a que toi derigida
ao b av coronel Beoto G-mcalves commandan-
te do 22.* de iurantena, e cuja peb icidade nos
pede o digno efliciai com a resposta altiva e pa-
triota qu por Guasa folha d ao Sr. Saldanba
toda a offii iaiidade daqoelle corpo
E,l- 22 batalh&o de infantera, 13 de Dezem-
bro de 1893.Sr. redactor ds Paiz O Sr.
contra-almirante Salianba di Gama d ngir me
e aos officiaes do bataloio de men commando,
urna carta cuja copia vos remeuo.eoa impos-
aibliidade de fazer ebegar a nossa respoata s
maos daquelle seodor, eu e os meamos tlnciaes
tos rogamoa o delicado obsequio da publicacao
tanto de ama como de outraCom toda a coo
sideragio e estimaCoronel Benio Thomaz Gon-
CaVeRio*de Janeiro, 8 Je Deiembro de 1993
Exms e prezadoa camaradaa Sre. coronel com-
maodaote do 22. baUlbSo de iofotria seu
digno fiscal e seus dgaos omciaes-Oficia! da
Aeiitsi me aempe com ve'dader fymna
th'a e euma, vosso cama-ada aten'o e gnus
simo.- Li z P-lipps d S.1 lanba di Ga na.
Cj tereQia'l-1 do 2!" naialnaj de infante-
ra, 13 de ez- iit>r> -'e 1191.
Qusrtei do 21* n.-alnao de n'are'ia. 13 de
D-zeubrode I83.-Exm. S-. contra almir.ote
Luz Feippe de Saldanba da Gim1. -csbaraos
de reeeber a Carta que V. Ex. U08 diriga, data-
da de 9 do correDt, ine nao exprimido clara-
men.e os vossos intuito, de x u comtalo pl-
ra* en nosso e pinto ,-rus aooreb-'o-53.
D z V. Ex. q e n usa u n d nrosj losimm.
'e firmado pei-s officiae3 a arma la infantera
deaia iroar:] ca '.
Esse docurne ro, Sr. alra'rante. qoo vos foi
eotrei-ae BW' una canr'.-ii 1e effi-iae d"S
a arms, foi publicado a 18 de D z mnro de
18 I, pirtoloi os jor aes d-sta rao-tai e p o-
earasa un amen e destro.tr boatos ;.ttentito ios
da estabill la le da Repnihca Felerativ.i e -5 i
noa par-ce adao'-ave as vossa actuaeg inieocO*
iepo'8 Jj vosso mu-festo ultimameut-i pumi-
cado.
Ois atada V Ek. qu' fia quat-o am s o pair
vive em COasiaaTes ag ac w, o ia i fas do- fac-
tos ptilnicos qu.i se ifl n secensaJeadc, depois de
15 de N.vetnoro 1e 1889.
EIT-ctivamente, a ooss patria tem pissado
por desagra lavis provac5s. nos nlumo-lem-
pos, devido t.lvez m< eomp-ehensj de de
ver e algons dos aos-os como irioiaa.
Peosamos mo V. Ex no nip"l qae cibu
representar ao txercito, era oraa sociedade q-ial
quer, e na ho attituJe compleamenie e-lranba
aos assomotos que dizem respetto a poltica.
Q tanto a cru.ar as armas, se-a mu o penosa
lamoen para i s mas, sem trepidar o fareaio-
degde qae assim seii preciso, fd. i. a cois-rv*
Cao da nossa caa Repblica.
E' e-ti a nossa opimao e, como soldadas da
K-publica jamis lel'a nos afas'.a'em is. S..dd-
e Irate'niiaie.-C)-nnjl Bento Ti irasz G me I-
V-sViajo- Pelo ie Alcmtara Fonseca '.-pi-
tao Amo no Caetano di Silva Janhr-Caoiao
Crode:ando Mo-ei-a'anitfto Atodo Julio
Bu-nosi Ja FouseraD-. V eionnu Artna- Pe-
reira Cap tu medicoT-ceote Pe t > Jo de
Sa e FigaeireJo JaniorTenenie Jo-6 Antonio
DonraduAlferes Jjs Peirode Bivar Pereira
da Conn\if :res P axede Angus'o de aranj"
e SilvaAlfere-Jos Evangelista A'meila J-
niorAl eres A'istjbolo >ms Calmon-T--
nente Carlos Si:e undo Rio
Keproioiimos aqu o documento a qae se re-
fere, o Sr. Salianba e qoe foi publicado en O
Paz de 18 le Dezembro de 1891 :
Nj lutui o de desfazer os boatos que infe-
lizm-nie circolam de restan'aco. para a qut i
comam 'om a f irg. de infantera a f fficialidade
os 1. 7, 10\ 21- 23 e 14 bat Uto-a de io-
faoi ra, reonida. resulve p-otesiar contra 'ae
especul'CO-a, pjr isso qae foi, esera p-la Re
ni ib ico Fe erativa ; e declara qoe taea boatos
r po iem partir de especulado es, qae buscara
tirar vaitagena do estado anarcnlco em qae
infelizmente parece percorrer as carnadas so
ciaes.
Entretanto affirm mai3 nma vez que, este,
oa outro go'e-oo qualqn r po lera cootar C m a
sua so'idarielade para a mariutenc,j da ordem
e su le--1; cu:o da R < ubica.
Captial Federal, 17 de D-zembro de 1891.
MANIFES TO
Aos mineiros
A revoita de parte da arm da nacional
qae ha lo gos tres mezas tras anspen a &
vida nacional, causando perdas irrepara-
vea de vidas, propriedadoa, inhatro
crdito, acaba de lomar nov* teigSo em
seas mtuitos, pelo pronanciamento do Sr*
contra-a mirante Saldhnha da Gama.
O iniciador da revoita, Sr contra almi
rante Custodio da Mello, em seos mani
testo*, declarava-se pela ConsttuicSo Re-
publicana, cuja parena S. Ese. pretenda
reBtaurfcr contra o uepositario ccntitaoio-
nal do poder, o Sr., mareobal Fleria o,
. ffirmanda ao moemo tempo a oecesBi
dada de pd- termo ao militarismo no Bra-
sil
O Sr., contra-almirante Saldanba. ad-
herindo revoita, em manifest de 7 do
correte, vai molto alm, eom a Beguinte
importantiatima deolarpcSo :
( A lgica ssairo corno a jaatiya dos
fao'os autoriBsria que 89 procurasse i for
9 daa armas repdr o troverno do Brsil
onde eatava a 15 de Novembro de 1889,
qaando nam momeato de sorpresa e es
t'jperac&o nacional elle foi conqaBtado
por ana sedico militar de que o aotaal
governo nSo sen o ama continuacao.
O respeito, porm, qne Be deve von-
tade nacional livremente manifestada,
asonaelha qae ella mesma esoolba Boleta
neraente e sob ana responaabilidade a fr
ma de institoicSes boo qae desoja envol-
ver os satis gloriosos destinos.
Isto nignifia qae todo qaanto bo tem
(eito em 1889 at boje em materia de ar-
gaoissglo eonstitaoional e governativa,
quer na UoiSo. qaer nos Estados, de nada
vale, deflappareoe como so nSo tivesse
existido I As CoaatitaicSes autnomas dos
Estados, a Organiaclo de sua nr.agiatra-
tura, municipa idades, serviyo de trras.
coloniBaglo, immigraolo, etc., todo deia
de existir, sendo de novo oonsaltada a
nagio afim de pronanoiar-se livremente
a NRtim como a log>'ea e a juttiqa dot
facto r clamaos ? o Haann ola toast.
qoe novas garan'ias dn isencSo e impar-
ci.lidede oderA qnalqaer governo de
tacto off-recer para ess^p-r s auspeitas
oom que S Ex'., rec-be as manifesta-
i,5e8 d a urnas, promov daa pelo governo
evolucionar.o sabido da revolucSo de
1889?
Com o mesmo direito eom qae S. Exo,
jtlgM calla a manifestarlo d s arns, qae
a-i prodoaio arante o periodo revolucio-
nar o e o Constitucional, qae se^uio-se,
algom outr ) chefe do ea.ercit oa d* ar-
nada vira mais t>rde argir de vS e sem
lorg* a nova manifesUgSo nasiooal qae
se quer promover. A urna serie ioioter-
romptia de r*tvolug5eB eis para onde se-
ra levado o Brasil.
Ai rovolugSea radicaos, como a de
1889 se legitimara pelo pr.nanciamento
do povo d*s arma n as diver-aa mani
featago'ds da vida ncnal em sa*s mal-
tiplaa e contantes rolis com os orgSoB
do poder publico, e o governo de faoto
deltas oriando n>o pode consultar a NacSo
por maios regulares conao bo laa em vtl"-
tude de ConatitaigSss e leis preexistentes,
em p cas cormaes.
O d-emoronamento d^ nm ordem pol-
tica anterior, abalando a soaiedade at
aos seus Bliceroe8, n3j deis lagar a pro-
CB88t->s reg llares pra consulta ao povo.
Eoi n qae se fez em virti le da revolagSo
de 18^9.
Ne os 'lastres almirantes revoltados,
,-e cooseguissam o triumpho para su can-
ia poderiam rgr de outro mude. S)riP|
porem, o cumulo das e.lamidadea para o
Brasil aVrir de novo o c-mpo ptra re-
.O'StraoySes polticas, protral indo por
empo indeterminado a revolugSo de
11839.
Ae revoluto is, mesmo victoriosas, tra-
&a)ea tncalculavea vi la econmica
d-> NagSo. -Qie a3o acontecer eotn, 89
8revi!u.8;8 ee EitcceJerem de modo
vertiginoso, como sa quer fazer eotre
nos ? Ser a ruioa ompleta da riqueaa
ambltea e particular, daa cUaaes prodac-
torus, des cUsses que truba narn ; a es-
teiilisagSo dos grandes elemsotoa da ri-
qoesa natural quo por todo o Braai ja-
em espera do tr.balho virifi-'aota para
noa cundas.reaj prosperidade eem igual,
pois o trablho to medra onde rema a
pas, a ordem, a lai. \
ICnganam-se aqasllej ojie esperara O
fim do militarismo por meioV revoita de
militares. Ceg qu*m Sf\^ 1ua
oilittriimo OJcBinta princ pa moni*-,na
competencia e rivlidade d .a chafes do^>.
exeroito e arm.d* pela puse do poder, V~ .
arvorando-se ca'a um, que disoooba de
e'erae'tos armados em arbitro supremo
dos podere cms-ifuiios e funcjtojaodo
em virtode da C -nst:.tuig5o.
Ea- vez do aopellarem parj os meios
aetabs'eciHoi a ata e ns lea p r o prc-
cesao e julgamenio d-a deposa-ios da
autoriiade, constituera-se ju zes d'fioit-
,-..
V 8
, langan lo m5o da
tultim'. ratioR
torga.
E' sao exactamen'c o que ft.zem os u-
lustraa lilmirantea.
O modo porque se effeo'.aou a revolu-
g5 de l-i89 foi sem dtxvida deplor.'el
pela auseama do ele. ett. popular, dando
logara qee as c'aaaes armadas se consti
tuisaem depositaras do poer por torga
da circumstanotaa. Entende o Sr. c n-
ra.lmiraijfe S-I.^anha quo po-" esse mo
tivo deve-se tater nova consulta N.gSo
ya-a tue se pronuntsie sobre aeua destinos,
dando c>mo nao existent-s todaa as ciaoi-
lestagrs das urnas aobrevindas de entSo
p-ra c. S. X3. esquece s-t de que O
governo provisorio tnmbeim declarava tal-
lar ern nome da Nagio, como boje acre-
dita S r-xe. tallar.
Nmgnem se illuda : o qne se pretende
firmar de mudo ''decisivo paru os cheles
do exercito ou da armada a taculdaie de
-e coDetituirem arbitros supremos d Na-
gSo. Se ao approxj n r se o termo do
periodo constituiooul do mareth! Flo-
ri*no, inveBtido do poder pelo CongresBO
N.CKoal na forma d Cocs'-itrtigao, j em
ves eras da eleigSo p-eBidencial, urna par-
te da torga publica revoltada por alguna
de seus Jbe'es quer obngfl-oa a ieixar O
poder violeDtattOdt., qoem acreditar na
eatabi dade do poder ras rulot dos pre-
sidentes que fo em eleitos deoois, para
servirem durante quatro annoe ?
Nao menor erro appellar para a res-
tauragao monarchica como remedio para
os nossos males. Si essa forma de go-
verno nSo poude man'e" se no Brazil de
p.ve de funcsionar por 60 ar.nos, e quano
se acbava encarnada etu homem da esta-
tura moM do 8r. D. Pedro II. cono
acre itar que possa ser restnuradn com
vantagem no tendo sequer um repre-
sentante ennhecido pela ana capaoidade
para goveroar ?
Depois do fanccionamento por maa de
quatro nnos da autonoma dos Estados e
dos poderes looaes, orivel que poBsamoa
rollar ao antigo rgimen centrahsador
das provinciaa ?
Os povos s3o oiosos de sna libe-dade e
franquas, e d!o abdicam faci'merto ds-i
quelLa em suja posse se acham.
Cjmo soe acontecer empre quj se dio
revolugSss radicaes, substitaindo a forma
do governo, nos primeiros temp s as no-
vas in tituigSea enoontram resisioicia e
attritos, que mais tarde vSo desappare!
cende com o sea faoscionamento regulart
E' o que acontece ao Brasil.
Da leviandade sem par darii prova O
povo qne diante ce facto tSo nataral pen-
sasse em retroceder, e de sua leviandade
teria immediata punigao porque a antiga
ordem de cousas matoret embaragoa en-
contrario para lunoionasr, e por forga daa
ciroumstancias teria de promover tremen-
da reacgSo, complicando ainda mais o prcj
alema governativo e social.
A prova de q e a forma republicana
adapta se i aociedade braaileira, e ti BO
rafdo por qie f>i ella reoebida e tem 10
desenvolvido no nosso Estado.
Se publuiatas dos mais illastres affir-
mm que a forma repoblioana conqaistar
em faturo nSo remoto as velhas socie a-
des europeas, qaem se animar a esperar
que a monarohia conqniate terrano em
Bociedadea profundamente democrtica O
egualitarias, como as da Amara ?
Os esforgos de todos os brasileiroB de-
vem convergir para dar is instituio-Sa*
t"



'
i
S ,'iv


- u
M.., sob qae governo .e f.ri essa J- ; ^ f0 ^^
asalta ? S^ Exo., nio qnereri ae oou- I00 nus roe?"u
consa
j
J


_ i
s-iiwsBBaias.
111 i >



inferi ^ V^rnarowico Se*4a-fe*ra 52 de Pfzemftro tr>
M.
i
i/~


i
i '/

riti-eo, pc 4U0 itiootionem com regula
A poiaoi e virtade imt reeio<.ivl *
den. crecas, o ibW d*st.B est am
que ah cointroom poda tu do, o*m pode
gempre. O* dep>iit*r.o do poder pablioo
ia0o*dem-e m p-riod> brve e queso
O escolta o oo por meio qai uroas.
P*r poo.r m prevrioc86* e cnmes
deie< depositario, ha triban.ee organi
dos; oiogaim 6 irrponvel. Para
oorrigir aeuB erro polticos, ahi o1**
orna.
Era pocs to portorb-das como
Un, mu. fac a desorleotaelo de
espirito, memo recto e illaatrado. peU
inc ncpleta prec clo do probUma poli
tico, e por io qoe me jolgo no dever
de dirigirme ao povo mioeiro. expondo,
oom lealdde e fra qan, o meo modo do
encarar a aituaco, teudo- tuddo com
espirito cImo e desp eveo do, e pondo
m oootnboi$*o o oonhecimonto qoe tenho
dos bomens e das ooasa, adquirido em
micha ja looga experiencia de negocios
pnblioa.
Sabem todos qe nao Bpplnd-, e sotes
Un entei a revolucao de 1889, qoe des-
truio a monarchia, eotlo repreaeotai palo
-grande patrio* O Pedro II homtm de
grande saber e servic,ob.
P ei a gitac.oe qoe seguir se lam a
Uie faoto e nada do que oon emplo, com
rotundo pesar, en nossb pai, s-rpre-
ende me
Comprohendi, porrm, desde logo que a
monarchie no poder. maia ser restaura-
da em ooud:c5ea de dar nos pa, ordem e
ncamiDbar o pa a sen engrandeeimento.
EataV* qu-brado devea o seu preu-
gio e os elementos oovoa qoe vieran to-
mar o ia lugar jamis se deiaarJo elimi-
nar *m pa b americano-no fino do seea
lo XIX Km Lea condc5-9, reataura-
o&o tena como conseqnencia tatal o es
phacelamento da grande Patn Bra.ileira,
desastre que todi o patriota deve evitar
oom o maior eforco. Eatado autnomos
e prsperos i co de provincias sem recursos, manieta-
das em sea desenvolv men'o-
E' eta urna verdade inoontestavel.
E' preciao faer a repoblioa como e'la
deve Ber : ordeir, coneerv.d ra, progres
siata. ... j
As revolucSes f se legitimm quaodo
Beces'ariaB par destruir a tyraonia, e
i d >e povos que a ellas recorrem como
meio norm.l de cerrigir erroa e falta d
seu governaotes, antes de esgot dos os
meioa 6rmados em su. leis e ooostitm-
.3esl Em ve da liberdade, t-rao
anarchia, em va da graod.z*, decaden-
cia em ve da at>m e respeito, o dea-
preso dos povos civilisados.
E' esse noi.1 que desejo ver affastado de
notaa querida patr a, e asm nfio hesitei
am e memento em reprovar a revolta de
3 de Setembro, que tantos males nos tem
causado'
F01 para mim motivo de grande conso-
JacSo e contentamento patrio i o Ver qua
a mioha coroprebeosao dos interesaos 0-
a:onas e do Betaio merecea spprovacao
do beoemerito Congresso Mmeiro, que
acaba de con temoar de modo cUro a r -
volts, haveodo por a8im dier uoanimi-
d.ade opu 5bb,
meamo daquelles q<
no votaram a mcefio approveda, confor-
me ee v das respectivas declar. coes de
voto doa d.vergeetes.
Term;naodo pee.) a Deus que illua me
os es intoi daquelles que c mbatem, la
iBDdo Ibes, ver quo o sangue de criaocas.
de mulberes, de velhos, de oobsos irmaoi
emfiaj, d5o feconda, eitsrilia o solo da
Patria.
Ouro Preto, 11 de Dembro de 1893.
Aff,ns Augusto Moretra Penna
Rij Grande do Sul e oa tre m*E* na
bahia det oapi'l pugoam valorotameot
pela libtrtaolo da p.tna braalieira do
militarismo, aggravado pela c< ntuberoiado
sectarismo e dom>i iotrene jacobinismo.
Offioial da armada, voa oomb ter o m
a espada o militanamo, que B demnei toda a mioha vid. Br'ileiro,
meu interesse conoorrer o m os meus es-
forcos para p6r termo a ete ternvel pe-
riodo em a patria na a ar-
ohia, 00 d-oreditp, o aspDyxia de toda
aa bqb liberd*deB.
A log'C assim como a jostiQ doa
factoa antoriBaria que ae proooraase
tor9 d%e armas repor o governo do Bra-
sil onde eetava a 15 de Noemoro de
1889. quaodo a'um momento de aurpresa
estupefacto naoiooal *l'e foi conqu'a-
tado p>r urna sdico militar, de que o
actual governo nao sei So urna cjnti-
DUaO&O.
O respeito, porm, qoe ee deve voc-
tade DaoioDfel livremente manifeauda aeon-
se ha qoe ella n esma e-culha so t>'- oe
ment e soH bus reepoosabidade a f-m
ae inatitoiStis sob que destja envolver os
sen* gloriosos deslios.
OflWco minha vida com a de meas
c;impnh!r>8 de lata em holocausto no
sitar da patria
O exeroito, que se est bateodo oom >
aua proverbial bravura, nlo pode maia
peraistir na defeaa de nm governo que
perdea o poio moral da n.980 e o ore
dito no estrangeiro. A soa obstinaclo
Dessa papel inglono aiada quaodo bem
succedida acabara p3r transtormal o de
f rea nacional que n'um hoste preto-
riana de baixa Repblica.
O brado de n>aaa red- mp levart-do as fronteiras meridionaes e
que perpas*ou pjr Sr>ta Cith r n-, Pa
r-oi e 8. Panlo at esta oapital j> echoo
no extre-no norte.
B.as.leiroa para apressar, victoria que
certa cumpre que lht penbais o sello
treseodo luta o concurso de vossa in-
fljeocia moral. J notorio qoe a cauaa
nacional em coja defesa armada voa en
trar tm por i o apoio de todas as class-s
conservadoras da sociedade brasileir, da-
qoelles qne trabalham e produzim e que,
.lias, reluctam u sedi^Sas, motios e de
sordens.
E' urgei te que eua vontade impere e
, pois, impresciodivel que a bus sym
patbia Ba manifest c ara e positivamente
sobre a sua resolacfo de langsr fra esse
jugo abomicavel de escravidS em que o
uilitansmo de 1889 nos quer reter.
Comptri tas Os povos que abdicam
do seu direito dSo podea queixar-Be dus
seua oppressores.
O Brasil, cojo pasea I) corto mtt
hooroso, tem grande f turo diaote de i;
? poder cunjpnl-o arrancando-se e um
despotismo que o degrada diante de si
mesmo e do mundo civilsado.
Mjstrai que nao somos um povo con-
quistado, mas um povo livre e onscio dos
sena deati os.
Eis a situagao.
Espero poder cumprir o mea dever de
braileiro at ao sacrificio.
Oumori o vcBBo Luiz Fd'ppe Sal-
danha da Oama. contra-ala.iraiiio da ar-
.< n-oion..l I ba d-B Cocras, 7 de
Oesembro ue 1893. >
THAiSCRI CftES
RtVlSTA DIARIA
i
O manifest Stl'iauha da
Gama
O collega do Paiz d.ndo a eBtampa o
manifest do contra almirante Saldanoa da
Gama, que abaixo aegue, precadeu a 8 a*
publicacao com s s^gmrtes palavras,
O MANIFEST
Hntem pela manba appareceu ffBxado
em a gaos pontos da ciaade, e foi distri-
buido pelo commerti, o documento que
. abaixo pub .C^rocs, trnaendo a assignatura
do Sr. Saldanh-i da Gama,
Cuieo o eitor vor, o cx-nentro da ilh.
das Cob-as d- clara-sa francamente p*rti
dario da cnsul a ao povo, para est et-
colher as urnas a forma do govorno que
lhe convem. sfErm^ndo comtudo que *
logic e a juat ca dos factoa autorisavam
que se prociraase forga das armas repor
o goveroo do B'^il onde eatava a 15 de
Novembro de 1889.
O Pr. Saldanha da Gama levaDta, po^s
audazmente a bandeir da reatauracSo da
manaachi-, C'.mo nico meio de ibertar a
patria da uppressao do mitariaooo.
Esiuece o enfatuado Sr. Sldanha da
Gama que o exercito proouncioo-se con-
tra Deodoro quaodj este aseumio a dicta-
dura, e que foi elle em ^essoa qa-m a
troco dos burdadoB de contra almirante se
preatou a defeuiel a, apon'ando os 0*-
nhSes do navio do seu commando contra
OB seus irmaoB da armada brasileira, quan
do estes s* revoltaram contra o golpe de
Estado de 3 de Novembro.
E este aeividor de dictaduras quem
hoje pretende desa gravar o Brasil da
pseudt-o yg^rchia militar !
O m*nite>to do Sr. Saldanha urna re-
velado eloqueate de que o imperialismo
Tai tentar t final o grande golpe contra a
Repcblca vencedor.
Amauba, mais de la'go, taremos a ana
lyse di ste triste documento, techando boje
estas 11 chas com o brado :
__ Ci iadSoa, as arma pela Repblica 1
Eis o man: esto :
c Ao meus concidadSos Avesso por
principio a por instmoto a toda a idea d
rerolta, jamis entrei em
qaalquer especie.
Hoja, porem, no duloroso momento his-
trico que atrvessa a patria brasiieira e
o proproigoveroo sSo as mesmas circum
tanoias do paia que me impellem para a
lata.
3*J Acedando esta sitoacSo, que me im-
posta pelo patriotismo, reuno-me em pre-
vios conchavos, em pleno dia e pesando a
responsabilidad que tomo nos meas ir-
mos que ha am snao as oampioas do
oonluios de
JuliodrD'rcllo de CanhotinUo
P,m a. o u Ex 1.. S Dr. (jveriibiior uo Htalo
ce 20 00 correut-' f no moo ele 10 ao B -jo, bourel Tjbua Cesar de
Aol-ate, para uojI carno no de Caobotmhr,
.ieeodo a-suoar o ejercicio no praxo de vinie
e c tico das.
Liccnca* -Por acto de 14 do eorrenie o
Kxu. b o-. Gove'Oodor do Est.do cenceieo 30
das de liceofia ao t-beila* do poblicu e auoexo
o rnuoicipio de CaiibJimbo, Octavio Augusto
Pnriano de Meodonc, para tratar ie saa .-,. ir,
onde Ibe coDViei, dev ndo eoirar no g> so aa
refunda licetica te. to do pr-zo de quloze dias.
Por aet.i -*8, for-iUi Roo-edilos doui *
zea de licerga ao p-omttjr pub ico do munici-
pio oa -scao, bdCbartl F limo Fe" im de Al-
o-une-que, p.>ra tra'.ar de sua ta le, com os
vrQciajenios que ;iver direiio oa l- de eodo entrar no goso da relerila li-enga den
tro do pr)Z > de 15 das.
Por ac to de icoal d^ta, for8m concedidos dens
roenes de liceoca ao jais de direito do municipio
de T-car-t bacbarel Fr-ncisco de Assia Pereira
(ti Hoc^ba, pa^a tratar de soa r-, !*. com os ven
riment s a que liver direito na f ma da le. de-
veodo entrar no o-io da referida liceoca -dentro
do pazo de 15 das.
Alumnos do Ear-ola Millld doCea
ro>lj uruj- OrsdfS 4lomu i-reteiitem u e cne-
t'.Ja do C-a', embairarm binteon larde^ Oa'a
pirdO dC CMiBdOr Nnuheroy t'f'Ca de if,0 os
qnaes deverao seguir p-ra o H10 de Janeiro, aliai
de toma em p rte oa heroica uelea oppo la pelas
forcas itR.es a irefena revol'.a de ama parte da
amada-
O irecj dos referidos alomos, devidaoiente
eqaina ios, fo' poxado pela Daoda do S.' ban.li ao
de iof-nlerla da fonalea de Gioco Puntas aie 1
Avenal de Marinha, o ide d-vum us dit >s alom-
os tomar a lancha qoe os Uvana para o cruza-
dor.
Os alomos march ram com garbo e altivez
dessa altivez stoica qoe progoostica ob berO-s
Eram e-pe ados no Arseoal de barioha pulo
Exm. Sr. General Leite de Castro, moitas pestoas
ae distinr^-ao e erande m as popular.
Aln (hrg..ao8 e orna vez poetos e parada, 1
o Exm. S'. G neral Leite de C-stro dirigio-ibes
urna falla, que ci n loio pela lennra da Ordem
do rii, que publicamos na monea Pane 01-
Ociai.
DepoiB falln o Sr. Dr. Ha'tos Jooior, que.
lonvaod o pairiolismo dos moco alomos, fez
Ibes as snas despedidas e os animou i vencereru
pelo Reponlica. ....
Aioda falln o Exm. Sr. G^ner.l Lene de Las-
tro, em segoMa ao qoe embarcarsro oa aiomooc
i.'uma laocna, qoe reboca a oot om vapo-, di
rigio-se para o croador Ni;heroy, fcQieado
00 Lamarao, oode ch-gaiam a paz e a salva
ment c r, ,
Q er quaodo do Arsenal orsram 08 Srg. UJDd
ral L"ite de Castro e Dr. Mar tos JoOior, quer
por occasiao o embarque dos animes, foram
erguidos moiios viva?, enibusiaslicameote cor
respeniMos.
Os aiu-noos mili'a'ea tiveram a gentileza de,
por om d seos companhei-os airieir-oos as toas
ae-ped das.
Agradecendo bes essa gentileza, so temos urna
pb-ase para retriboil a. Btl-a : toa viagem e
ee TelesjraiiiDaaa refldnaAcbam-se reti-
dos oa estac>o 00 Telegrapbo Naclooal os se-
gointes telegrammaa :
Calhop, de Musnor. por falla de registro ;
Paulino Kigueiredo. da Parabybs; Co. de Sao
tos; Joaqom Angosto Affjoso da Cjsta, de S.
Cbnioao. por loeoffi ieoe(* de enderece; para
J s Das Frenas, ao Ceir ; psra Jot> Felippe
N-ry gilva da habis ; e um aviso para Edoardo
Go'iof'fdo, da Rhia.
I nlao TypographlcaNo da 27 do
crreme esta ui-tiucla sociedade commemora o
seo 1- Bonlversarlo, celebrando ama grande
feBts.qoecon tara do segolote:
A'o 8 horas da manba, oa ig-eja de Nosea Se-
nhora ao Ter;o, musa em loovor de S. Joao
Aoosiolo e Evingehsii-, patrono d< s typugrai bos;
ocaodo por esss occanao ama bsoda de mosica
miliar;
A'c 8 bnrs4 da noite, ns sede so' n>, a ras
Mircilio Dias o 88 solemoe secfto magos ii'te-
raria para a qoal eatao convdadas s inwreosa,
ss afociagO" exialeoted no'Recife e moitia pes
*o>s gr*oa<, inclusives as aoiondades civis e
MiaiejB.
A >ies da se-fii as bandas de mosica do corpo
de pulida e 13 de Man Oliodease exe atarlo o
bymoo nacional, e dar<-n' a es ao tocaro dl-
ver*a irec-no n iniervai'O' dos dist0*0s.
A i d Ooiao Tyoograpbi a ei-tar capri-
chosamente decorada e -era p-olasacoente illo
mnala mterna e externamente.
Diarlo de Ptrnamburo-At'enlendo
ao pe ndo de urna commisrao da U nao Typo-
graphlca, resolvea toda a impreosa nao abrir as
8oas officloas no dia 17 do correte, dia em qoe
aquella associ.co commemora o anoiversario da
soa uodacao.
Em coDseqaeocia, desde ja svisamos sos ooe-
bob asignantes e lei'ores qo> 00 dia 28, qalnta-
fei-a prxima, nao sabir o Diario.
Esperamos ser sbsolfidos por essa falta, visto
o mo'ivo qoe a determina.
Rio firande do Norte-A's 10 bcraa da
o- lie oe aoleOonteoj 1 beguu-uo* 8 mSOB 0 se-
goiote telegramma, a cop signatario agradece
mos a Bnea da coramonicac&i> >eita :
Nuai tO de Desembro as 8 bo-as e SO m<-
du'o" da noue.
Redaccao Diarlo de Pernamboco Rt-Ue.
O gove-aador ooolicoo bootem p-ociamacao
como p-otesto sea e spoelln sos seas eoesuda
nos contra nuni'esto Saldadba.
Foi muiii nem rec-btda. despertando adh'
s6ss e geraes p-otesus de solidarledade.
O me^mo governador mandan descontar 10
por <>n o sob'e seo sacadlo meossi. emqiaoio
persistir revolta, aflm melhorur actuaes meioc
defem ioetiloicOes o adquirir novos.
Diversoa fuoccijaarius vo lendo igual pro
cea 1 melo.
Hoieiui:ioa-se inscripbao bitalbao patrioti
co Si -a Janim.
JB se acbam iDscripto8 moltoscidadaoi re-
presentantes ioi"as as cla8ee8. J. M. Goedes
A< o'ir.do Ch-fe H aaaada natal L-se oa Era Nava- de
A' uiea ooite do da do Natal, bavera misa
solemne Das ma mes da R .a-Vtst. Santo Aoio
oio, Co'po S'Uio, o Oriem Tdrceira de S.
Francisco e Igrejs do Te*co.
A'a i horas da madragiua e as 7 borasda
maaba celebrar-se-ba missa em diversas igie
jas
.Nii s-ndo purmc tilo pelas le>s |da igreja
sem iJulio eape-ial da Santa S, missa revada
antes da aorjra o Rvm. S- cooeg) vigario c
pitular, leloso oorao est) dispo pboh eia,e p r lato a meia aaite ^ -la permet
tidas missa solemnes, lato cao'a tas com pres-
r>y'e o, dicono e subfl.acono ; o co t*sr'o*
abuso qoe a saota igreja recommeoda qoe stja
abolido. Eate ponte de disciplina eccleesiaaa.a
fui Claramente explicado Qas colamaas destd jor-
nal no aooo ultimo. *
A'1 'resr.euia a meama foina qoe : na ma
iriz d B>--Vi>ta, alen da missa SOt mne mela
noite de Si navera mnaas residas, da 7 boraa
mantia de j5 com se uiao e beocft<\ as 11 bo
-asado coa o goet a 5 hora* 1 -nqc bi de J5-
tu.icijiu Pryuaeu-A Exma. Sra. D>
Co iidn dr ouvoira oo cucnmuoicoo que, tqio
separado a tocieaade q je tuba no coliegio Uniau
com a Exma. Sra. D. Adoznda Huari* de Soa
xa paasoo o mesmo coliegio i denomioar -e
P junen,sob soa exclo iva di'eccaj. e fjn -<
c onaodu oo re-iro predio 0. 94 da roa do Des
rrjinar a'o- N'ioe- Marbarto.
Beorelo l'umiliur la de lulb A
sin ie d ie o.- i 11 11.1 tuiu a e qoe fuucciuoa no
povoai > de Preguicas, da oous saraos dausaotes
a i4 e 31 do cir.en-e.
Sjmja g a oa a Ooeza do convite qoe para am-
os nos pnvioo a reape*tiva -^c oda.
frivllesjio araulclo -Os privilegios
espeiii .dua oaa apulioea d- Ec4uttativa aao
g.rantido-, converteado-se tsi'arie u'oma pir
k. .. (HkattkSflfl
Brvialmba-Acha se publica 1o 0 n. 5 oes-
8a rrvioia i.t er*iia de qoe ao redactores 08
ara. Tito Franco e Malaqoas Rocba.
Tr. z bous artigos.
Somus gratos a remessa que no sfo ifaita de
um exemplar.
Curso annrxHoje sero chamados pf U
ae^uu.ia e oinma s
em nistona oa'oral, ao meio da, lendo logar aa
9 boras a nll ma bao'a de geographia pa-a
aqoelles esiudaotes que estavam ootr'ura impe-
didos.
Eis o resoltado doa pxames feltos bootem :
Fraorex
Francisco Alves da S.lva Pieire, approvado ctrjj
ns m cao.
Mauotl Vict.r da Fonaeca Galvao, pela
mente.
Ismael Kar-eio Lna, dem.
Fraocellno Das Fenandes, dem.
Alciaes A pvio Njgoeira Lima, dem.
Aotooi Goa.es d S. dem.
Erne-to Ga-cez C-ldas Rirreto, idem.
Elefb" Frrreira Mnniz dem.
Joao Kraocisc da Cmz. idem.
Manuel da Rocha Lana Sobriabo, simple
mete
Ameico Caroeiro Leao iiem.
Arouipbo de Rarr^s L'oa e Silva, i lem.
Portuguex
Rellarmino Corre a de Araojo, approvado p
oamro e.
A" o o F-rreira da Csta Noeaes, idem.
E ua-'O de Avellar L josf, idem.
Tb-upni'o Jone de F eius, dem.
Haymoodu Honorio Reguetra Piato de So'
ilem
J ao Joa Tavares, iroplesmente.
Tnumaz F-rreira d'AiU no, td-m.
Eies'o i.H Eu-taquio lir.pitanga, idem.
Daarte Co Ibo Puntod, dem.
He,ir. va oa 5.
Nao co iiii i-ec.p'iiTi oral 5.
Iohaniluado em vista do arl. 21, 10, de
1,19a 1.
Trigonometra
Anselmo de Mdeiros Peretti, approvadojcom
dlsiiaersto.
Jos- G nc Ivs Ferreira Ceata. plenamea'J
Joa- sa-va :or de Mirtoda, idem.
M ooel D">s na Sdva. idem.
Asinino Tny -u Nogoti a Lima, idem.
Juo Alvea Pun nal, dem.
Alvaro Lidisiao Cavaicaate a'Alboqot 'que,
dem.
V al M idalo da Silva Mello, simplesuiei le.
Juo R.ciiata Acciuly Jouior, idem.
Main brrelo, idem. \
Levanlaram-se da taica S. \
Pbyaica e cbimica
Candi lo Marques Auaoa Ribeiro, approvido
rom iii-t necu. \
Joao Beltro de Andrade Lima, dem.
Mnoel Caelano de Barros t aiipeo, dem. (
Fre e>ico Cirio, plenamente.
Aotooio Epamiooudas 'de Rarros Crrela M
Ion, dem.
Ke'into Bastos Gimes de Araojo, ide/n
H )-, ao meio da, tera logar a aluna c
da 00= esta lames inscriptos em phyelca
m c.
Ilojnl Companbla de Segu
Airadecemos a casa coapanoia, fuuau
1845, o exemplar com que nos brludoo
kneudario commercial, em liado qoadro c^jnlur
nado.
Beprovavel Moradores da estra de
Joao ae Barros escreve.a-nos pedindono i qoe
chamemos a at enejo de quem competir p ara os
segoioies 'at a :
A'guos mo-adores da mesma estrada teto po
cosiume deitar lodo o lixo e residuos da soae
casas ps'a o interior dos sitios vieiobos,|o qoe
immenso orejodua aos memos.
Diversos meoiaos all taabem resideoteBias-
saium dia e noite os trens em saa passsge >1 de
ida e volta para terem o prszer de saltar
adia"te; astioQ coma iavadem as raasesi
em carreiras, galgsndo maros e cercas e
t'umdo as trnciei'as com pedadas.
Realmente 6 este om fa-.to qoe merece ser
prim'do.
A Equitativa Quem qulxer por urna ap
Mee cuhucar se ao abrigo de qoatqoer contr
tempo. faca um segoro oa Equitativa .dos E
tados-Oniaoe.
EXadea pnm>rlas- "0 da 9 do cor
reme, iea. uu s da maona reat'S'm se exames q< alomis da esola do sexo femir i >
ra da Santa C/ot regida por D. Gertroae
>an'os Almelda Libe.
A commissao exsoiinsdors foi comp< sia pe>a
referids p-oleaaora e pelo professor Brieri- M-
randa, seado p'esfdlda pelo respectivo delega-
do Iliterario Dr. Celio Tertuliano Fernaodes
QilnMfa.
O resallado dos exames foi o segnioie :
grao
Beatr Mario do Carmo Cecilia Mara de Fi-
!;oeireio L-onilde Mara Soares, Franciaea Avl-
a de Heoiionca, Antonia Faaaima Perrelra. Jo
lia Thomana Ferreira. Mioe vioa S-Ut- y e Ca-
tnario BonaOoa, jolgada multu adisntaoas.
! gra
Laura Cmia Soares da Rocha, jolgada moi-
to adKitad.
C. aameutu civilO fser vao de rasa
me tos qoe luorcona nos distnitos do Rerife,
S uo S. Jwa Afogados, -ffixua o
1 particl. do "-g'st o de CiSmeno s, a ros di
Imperador n 75, 1 aods', e mas de casameoio* dos aegoiot-s c OTr.ben.es :
ee .-Oda publlCacSo
Msnoel dos Santos Ribeiro M>y, residente n*
fregoena de Santo Aolonio, ci m -ndi >a Ao
gusta de Ca'valbo, reaideole na ireguetfa de S.
Jo, aolteiros e naiaraea deste E"uo.
Pnmeira poblicscao
Alfredo Amaro do Saotos. art 8ta. resldenl-
n 'regoex a de S 0 o An 0010, com A'-'oni-
M>ri da Gon eicao, resiien e oa f gueiu d.
Bo -V'a, ""eiros e nao'-es degt- Es a 10
Proriammi de eatamenlo. l""am
I dos no diMi.ii)*c |7 ae D-aemuro ue 1893 aa
Miini de B a Vita, o segomie :
1.a deotcociacao
Rjfnaldo Angosto de Seona Rivarro, com
3' grao
R aa Amelia da Silva e Mara Mitana omea Lona Mana a Silva R >a V^ta.
Ferreira, anprovadaa com dist Ha coliegio Paiberooo foram examloadoa dos S-oios.
os spgoin'e alomos : I Ocavn no R irges Lal com Florenua Maris
Maris Biyna Siivetra e Alberto Wanderley, da Ooneicao
aiprovados eo>o distinccio. Jof DUs Gu maraea com Mara do Carmo da
MfJ Wanderley. Alexaodre de Seixas, Silva R aga.
Alfredo Senar, Francisco Fe'reira, Aroalao Sil- Severma Vi al Ferreira de Lina, com Fran-
va.lavenal Amanea de OHvei'a, Jos de Almel
day D mingos Mo mar Fraocisco bacoo. Adol-
pno Waoderley. Aloerto Toleotmo Maooel Ron-
cal v s Pereira, Seve-ino Barbosa, AbelardeWau-
derley appr vados Dleoameow*
F.-aoc-isco Rocco, Fran. i.c.o Gota. Alna Fer-
rol', Pedro Maraoso, Osear Pereira e Liau de
As vedo, spprovaaos.
Sob s presiedncia do dalegado Iliterario da Sl|f^ B ,,_,
Magdalena Felino C. Perrmra Coelho, realixa-
ram-se 00 uia 18 do correte os exames promis-
cuamente das escolas da amaos O* "ion regi-
das pelos piofessores em dispombilidade CUns
lovam de R.r'Oa G .mes Pono e D. Ma 1 do Ro-
asrlo e Silva. Serviram de examinadores os
meamos professores.
O resaludo as provas esuriptss e oraes fot
o seaaiote :
Alamoas particulsres do orofess 3" g'*o
Mara da Graca Fragoso, di tioccao.
i* grao
cisca de Souza Ferreira.
j Deaaicia^o
Antonio Jos de Aqaino, com Mara Aveliaa de
Alr-oquerqu".
Virgilio de Moraei Reierra com Neomiua
Marca dos Prxe-<>8.
3.* denuncla(ao
Msnoel VscbKcdo Rraado om Carolina da
Alf'eoo Amaro dos Santos com Antonia Ma-ia
da Copceicao.
Nsuno Jos Antonio dos Santos com Rcsa
M'it de M Ho.
R o-dicio Maooel Pedro com Heleodora Mana
da Conna
Cavaltaadaa-N) povoado de Progresso
bavera no p oximo domingo, a meia noiie, orna
grande cavaibada de amano es.
Sera all osada a primelra misss na igreja qoe
se ea'a faxendo no mesmo povoado.
Faculdade de Dlrrlto H | t' logar
s 4. ferie esiio seodo chamados pelo Conta-
do'ia s irem r<-ceber os juros e re*pte das
merma*, aa-im orno na jons d>a de o.81 S 100
4 3 sm->p-deni. 6a50d 4 serle.
Er. \ova -PuDl cuo se bou em o q. 63 da
IV auno uH-te peridico .-idlico, religioso e no-
llevo**.
arharel Lucillo Varejo Os em-
ajiasiaa no To--ou u no Es-aou leude resolv-
do. como j tjvemo- occasiao te "isfi-o, suffra-
a s alma do n-n -alo compobejro migo
MCha'el Jj-quim Lo :ilio d- Simel-a Vsrejio,
tiodam rezar oea.-e s-ntldo missa* amanb iS
8 'horas d 1 dia na tg'eja matriz da Roa-Vista.
P 'a a assisteocia esse acto de rehgiao e ca-
1 lade coovldam os meamos empre a 'os a faml-
i< do lioa-io, ao seu- amvoa igol oeste aofl
fanccionarlaa daa diversas repa ugoes eatadoaes,
a t idos os qaaes desde ji ee coote-sara airade-
cid is por om UI proceder de coofrslernidade
'M'tsti.
Cas de DetesioaioMovimento dos pre-
sos na Casa ip f>tenr,ao do Rpc'f* Estado de
Pernamboco SO e Oezem0',o re 1893.
ixianam 945, entraram 4, sabiram 18-exia-
t S31
A sabe' :
tarumaes 801, melberes 16, estrangeiros 14.
mo'bere* 0.
Total 531.
A"-ct doa 426.
Rnos 40.
Doen e- 16.
L 00 s 0.
Loocas 2
Toial-426
Movimento na enfermarla.
Ti er*m baixa:
Alberto Blenterlo Pereira e Antonio Caelano
de Artejo.
Tiveram alta :
Antonio Jos de O'lver'e Joao Jos da Silva
coobeciao por Joao cidoeo.
toapitai Pedr > II-0 mo-liento dessa
eatab-le imento a cargu d anta C aa de Mi-
sericordia ao Recite, ao dia 20 de DrsembtO foi
e seguate :
Existlam. .
Entraram. .
!.
.
1
1
>
,

Georgias Amanda" de "Souxa R-. ^"tttt&tt"" ""
anaotadae.
Alooooss da escola da professora D. Maiu do
Rosario-
! g'e
Mva do Garmo Silva Guimarae?, moitoadiao
tads.
0-< illa C ropos Bangel, idem.
Alumnos da escola do professor Porto.
Pon m-ritmo* Os emp-egados da
Inap^ttor.. oo* po oa u>- i i tmoa acMto se an-
da por h.ver oa seas veoiicneutos a partir de
Jonbooitimo.
a si u-cio Ibes lorcerto a rosis difncil pos-
slvel. pola vivendu jour le joor do qoe per-
cebem, sem uotros reca'soa. oem poieodo pro-
cu*ai os albores pela obrigigao de sua preseoga
S R pa-ticao, comprebente-se qoe trisiissimas
sao as Oas cir- ums'socias, e intuleravel o mar-
pjr. ; ty j a que e->a i-oj'iu s.
malio E sobre todo teta apruximar-se o da 31, qu-
si por am lado 'hes smda orna espeque. por
-No d.a 7 do correte, oa cadeir, m-xta ootro se Ibes a. ora tambem am inferno, a, a'
municipal da c.dade da Gloria de Go.la. fura n M or abeno o K^tS^r^KiiS?
examinados os s.guio.es aiomnos. cojo resolta- coa piel.r os seos ^ert^'JK2
10 foi esie :
3. gio
Angeliao Carlos Bu--gos, distinecao.
1 gran.
Daniel Porto, Cbrisiovio Po'to. A'lhu-
reir de Almeida e Brmlrlo Brauoo,
-diarrtadoa.
705
16
711
Sahirsm .
Fallecern!
Existem .
13
5
709
- 727
ta ufanos
3. grao
Aona E>na de Aidrade Lma, Ant.mia H Pe-
reira Freir e Aona de Castre Carvalbo, appro-
vadas com diaiiogo
S'grio
em qoe Cbbirao us veoei 1 eotjs no
den ro do exerdO proprio.
Ete cnoolo se oSo cousumar, estamos cer-
tos.
0 S. ministro por coja paft-core o serug
s-m duu a provideoda-, pa-a q^e s-jao oe
Rehpoe oe Mello Conba.e Mara oeAzeve.o oenuiado por este
SBB:^^^^ 43S5 s SSOtSSUZ
e Aoo'nio1 de* Jesos e ouf s mui.as peasoas .^-b meniug.,,. W ?*^^
grA; le-mioar o ac.o o Rvdm vigarto da fW- p.t Peder,, .ob-d.rjrco e r.d..eto pMncipa.
gueiia, qee taabem a-saiio, r-z entrgiaos do S- D- *~****m_n.
ex.minados doa resper.iiy. lilos. 8-goiu .0 se apoilee. mar. cipaes. Ua
nm nn nno brinde a todos OS prsaeatea 0as ...l..e8 .... bl aeldi J "er.e
popsuidores
6 a 10
Foram vi-Hadas as eofermarias pelos seguia-
ies mdicos:
D- Moscoso, entrn a I [i da manba e sabio
48 10
Dr. Barros Sobrinbo, entrou s 6 da manhi
e sabio s 7
D Sirxd s Ba'bosa'enlroa as 11 horas da
manba, e sanio aa 1 1/2
Dr Berardo,entroa fis II 1|2 aa 12.
Dr- A-nnbio M rq.i'?, entrou aa 9 l|4da mt-
nba e a-tj as 11 I [i
Dr. Lopes Pesc, entrn s 9 e sabio as
10
Dr V elra da Cunba, entrn s 10 1/2 e saba
s li Ir*.
Pna- !> 'en'icn entrou aa 8 1,2 da maaba o
sabio as 2 da tarde.
Aju'a 'e entrou as 6 3,4 da manbl e aa-
rioa5f|2.
D1". Raaos Coimbra eotroo as 9 horas e sanio
as II I 2
Onaiterio Publico-Obi'oarlo do dia SO
de Dz-inoro de 18u3.
Licita M.ria da coucei(ao, Pernamboco,28 an-
uos, ca-ade, S. Jof-
U o fio 10 sexo fcminiooi Pernamboco, Boa-
Vi- 18.
8'el'ia Dioniaia Ferreir, Peri ambuco, 8 dia/'
Boa-Vala. -,.
J.anna Mara Ha C>nceic5o. Pernamboco, VI
annoa, acl'eit, B a-Viaia.
M ooel a Silvana Juaior, Cear, 38 annOff
viovo. Roa Vis'a.
J .aqor.a. A'-ica. 80 annoa, o|te'rs, R>a-VlsUv
J an Lu z da S iva, PernambC 57 annos,'
nve, B a Vala.
PERNAMBOCO
ESTATUTOS
DA
itmmL::,::::::: :::::::::
CAPITULO I
Da denominado, fins e dura(o da Companh'a.
Art. l. Fica estabelec da nesta cidade do Recife, uma so-
ciedade anonyma com a denominasao de Companhia Progresso
Colonial.
Art. a. Os seus fins sao :
1.- Adquirir por compra a casa dos moinbos* e cercado
com metros de terreno em torno da mesma casa siluada no n-
cleo colonial Lucena da 1 omarca de Jaboatao n'este E-tudo,
de aecrdo com as resolugoes do Governo Federal, constantes
dos avisos n. 97 de .6 de Maio e n. 719 de 2; de Agosto do cor-
rente anno, expedidos pelo ministerio da Industria, \ iaftO e
Obras Publicas. .
2, Establecer e explorar no referi lo logar uma Usina de
assucar, distillucao de alcoul e outros quaesquer servidos e raa-
chinismos que de futuro forera jugados necessarios e Otis para
o desetivolvimento da colonia Lucena e para o aprovcitamen-
to, manipulacao, preparo e exped:cio dos seos productos.
A-t. 3.- 0 praso de durado da Companhia sera de vinte
anr.os, podendo ser prorogado por deliberado da Assembla Ge-
ral dos Accionistas.
CAPITULO II
Do capital, acedes e obrigaces.
art. 41.- 0 capital da Cornpanlia ser de quatroecntos cori-
tos de reis (400:000*00) dividido em duas mil aegoes (200>
de duzentos mil reis cada urna (2' 0000 .
Art. 5.' As entradas do capital serao feitas do seguinlc mo-
do 21 '. no acto da subacr peo, 20 0 um mez depois da bosta-
laco da Co panhia e o restante e.n prestares de 10 e 20 % a
me ida das necessidades sociaes, devendo sempre ser annuncia-
das com .5 dias de antecedencia, e liaver entre ellas o espago
minimo de trinta dias.
An 6.- A responsabilidade dos accionistas limitada ao
valor de sua- aeces.
A-. As accoes sero nominativas, e a transferencia se-
r feita por termo lavrado no registro da Companhia e assignado
pelos cedente e cessionario ou por seos legtimos procuradores.
Art. Os accionistas imponloaes cam sujettos ao paga-
mento da multa de 2 /" Por mez de atrazo sendo consideradas
em comrnisso as acedes cujas entradas forera demoradas por mais
de dois mezes. As accOes que cahirera era cotnmisso serae rce-
mittidas e seo producto levado ao lundo de reserva.
CAPITULO III
Da administracao
Art. A Companhia ser administrada por uma directo-
ra de trez membros eluta pela Assembla Geral de trez era trez
anuos, devendo os eleitos, logo que toraarem posse caucionar
cadaumeincoenta aecca pela responsabilidade de sua gesto,
as quaes sero averbadas no registro competente e inalienaveis
durante o mandato. ...
As-i. I.* Eleita a directora esta designar dentrt os seo3
membros, o presidente, secretario e tbezoureiro, sendo que o
presidente accumular o cargo de gerente da Companhia
Art. l. Cada director perceber era remuneraco de seos
servicos o honorario de dwentos mil res por mea.
. oico. Alera do honorario etipulado no presente artigo, a
directora oerceber mais a porcenlagcm de 12 /- sobre os lu-
cros lquidos da Companhia e\destribuidos da segtirate forma:
7 / para o presidente, i 1/2 /, para o secretario e 2 1/2 % para
0 tbezoureiro.
Art. Dnndo-se vaga por ausencia, por mais desessen-
ta (lias amara da retirada ou morte de um dos directores os outros
dousnomearfioparapreenchel-a um accionista pelo tempo que al-
tava ao sui>tiluido.
a-t. 13. A directora far ordinariamente urna-^essao
mensal, alem das extraordinarias que furem necesarias, e pde-
la lunecionar com dous membros, no caso de empate e ausen-
cia do outro membro denlro dos sesaenta dias, ser chamada %
Commissao Fiscal para dicidir sobre o ponto era questao.
an. -" Compete ao presidente :
I." Representar a Companhia em lodos os seos actos.
i. Execular e fazer executar as n soluges da directora
3. Convocar ordinaria e extraordinariamente a Asamblea
Geral dos accionistas.
) 4. Fisoasar a marcha da Conpanhia e apeslo de seos
negocios, como geren e que por torca dos presentes Estatutos.
V Xomear e derailtir oa empregados precisos ao servigo
da Compan ia, a sira como marcar os seus ordenados de acoor-
do coin os outros membrss da nirectoria.
*n. 15." Ao secretario cora etc
I Substituir o presidente c thesoureiro em seus imped-
mcutos.
II Rcdigir as actas das sessocs da directora c escrevel-as
em livro coinjietente.
g 111 Organiz r de accordo cam o presidente e apresentar a
Assembla Geral o relatorio annual das operaies da Compa-
nhia.
Art. ae." Ao thesoureiro compete :
S 1 Ins eccionar o movimento dos capitaes.
111 Assignar os cheques das quaotias que se retirarom dos
Pancos, e c n unctomen e cora o Presiden e qu esquer papis de
crdito ou respotisaoiliilade.
J III Realizar as operacOes de crdito que forera necessa-
Tlftfl
I IV Receber os dinheiros da 'ora an'a ou autorizar pe3-
soa sua, sob sua responsabilidade e lel-os sob.suu guarda.
V Escripturar o livro caixa da Compan ia, podendo encar-
regar este servico. se qui/.er, a guarda livros.
VI Substituir o Presidente 110 impedimento do secretario.
CAPITULO IV
Da Co wnissao Fiscal
Art O Consellio Fiscal ser eleito aunualmente e se
compor de tres membros, paia cuja substituido em caso de im-
pedimento haver tres snpplentea.
ari i.o Ao Consellio Fiscal compete cumprir e exigir o
que determina c exige a le das sociedades anonymas aos qne
exercetn tal mandato.
Art. i ada membro do Conseiuo Fiscal ter de honora-
rio seisceutos mil ruis por anuo.
CAPITULO V
Da Assembla Geral
Art. o. A Assembla Geral reunir-se-ha ordinariamente
na sede da Companhia no mez de Junho de cada anno, quando
serao aposentados o relatorio c o parecer da ommissAo Fiscal
eextraordinariamente quando fr convocada pelo presidente ou
de acco do cora a lei das sociedades anonymas.
an. *. A assembla julgar-se-ha constituida com o nu-
mero de accionistas representando um quarto do capital social,
no da, hora e local marcados e publicados pela ira prensa, com
quinze dias de antecedencia, salvo os casos dos arts. 6 do De-
creto de 17 de Janeiro de 890. ___
Novaraente convocada a assembla funccionar com o nume-


:
;
ro de ccionistas que comparecer.
se nao se der qualquer da-
quelles casos, uma hora depois da mencionada nos JO"-
Ar.. a Em cada reunio da As-embla Geral ser accla-
mado o seu presidente, que para secretario convidara um dos ac-
ciouistas presentes.
Exceptuara-se os directores e fisenes.
Art* 9a." Na Assembla Gera todo accionista tem o direito
de discutir, para votar porm, ser preciso ter dea acces pelo
Art, 34." Cada accionista tem direito a um voto por cada
dez acces at o numero de cem, e deate numero por diantc con-
I
r
1
c
ii*V 1 i. ...

aaau -
Jt\w.* P
\------^., ..,........1 .. *,. 1 a*


4
'ernamboco Sexta-eira 22 de
I
Ur se-ba cinco votos por cada cem acgoes que excederem do pri-
meiro numero hxado.
w. K.o A votagao feita segundo u numero de acgoes ser
applicada a elcigocs que se tenham de proceder as questes que
se suscitaren), porcm, serio decididas pela maioria dos accio-
nistas presentes.
Art. A elcico dos directores e dos fiscaes e supplen-
tes ser por escrut nio e maioria relativa. No caso de empate
deiidir a sortc.
CAPITULO VI
Dos Lucros
*r. *. Dos lucros lquidos anuuaesda Companhia sa de-
duzirao :
I Dez por cento l0'.)'i para fundo de reserva, at que o
mesmo atiinja a quantia de cem conlos de res.
II Dez por cento ( 0 '0) para fundo de depreciago, atea
somma de cem coi/los de ris.
S III Doze por uto ( 2 0/0) para a directora, de accordo
com o paragrapho nico do art. dos presentes Estatutos.
% IV Do restante se tarto dividendos pelos accionistas,
CAPITULO VII
Dispositfes Geraes e Transitorias
Ari. *8. Os casos omissos nos presentes Estatutos serao
regulados pela lei das sociedades anonymas.
An. O Com a approvacijo dos actos e conlas da directo-
ra apresentadas era Assrmblca Geral, com parecer do Coacelho
Fiscal licem os directores com plena e geral quilaco de confor-
midade rom o l'ecreto de 7 de Janeiro de 1890.
art. 30. Opiiiiuiro nuio liiianeciiu Ua compannia termi-
nar.'i i"" }o dc Abril He 1895.
An. 31 Os accionistas abaixo assignados approvam os
presentes estatutos em toda a sua plenitude e nomeiam para a
primeira Directora, lousclho Fiscal e supplentes os SrsJ:
Direclorcs
Dr. Jos Goncalves tinto.
Dr Joaquira d'Alhuquerque Barros GuimarScs.
Dr. Jos Marcelino da Rosa e Silva.
Consellio Fiscal
Coronel Augusto Octaviano de Souza.
Jos de Godoy Vascon e los.
Manoel do Nasciincto Cesar Burlamaque.
Suplientes
Major Jos^ Victorino de -'aira.
Eugenio ardoso Ayrcs.
Izidoro Lemos.
Manoel do .Nascimenlo Cezar Burlamaqui.
Caelano Alberto de Castro Xasciinento.
Tkomaz Ferreira de arvalho.
Manoel da Silva Carvalho.
Guarino de Souza Pee.
Thereza Florentina de Canlaliee.
Antonio Jos da Costa Araujo.
Julio Luiz d oliveira Azevedo.
Augusto da Silva.
Cardoso & I mc
Izidoro Lemos.
Mara '"andida de Lemos.
J. A. arros Guimarcs.
Soplironio Eutieinniano da Paz Porlclla.
Jos de Godoy c VascOQcellos.
Antonio Guilbermc dos Santos.
Jos Mara de Am.'rade,
Jos Marcelino da Rosa e Silva.
Jo'o Pre.-clia'O da Costa.
Heniique B. de Oliveira Jnior.
V. p. de Anlero Soarcs de Vasconcelos, Joo Presciliano
aa Costa
Antonio Domingos Pinto.
Jos GoHCaWes Pinto.
Jos J. da osla Maia.
Manoel Antonio Pereira.
Jos 'aciano de Farros.
Manoel Pereira Brandao Jnior.
Manoel Gomes de Mallos.
llorn -genes Francisco da Silva.
Pedro Fontes Solha
Valenlim Va'Jella Gongalves.
Latino Cetario de Mello.
Domingos Joaqnim da Fonscca.
Maria Eliz?. Neves.
P. p. de Mathias Jos des Santos c Jos Joaquim de
Sanl'Anna.
Agostinho da Silva Neves.
Antouio Samico de Lyra e Mello.
Fabricio Gomes de Andrade Lima.
Jos Ferreira Marques.
Eugenio Cardoso Ayrcs.
Manoel Cavalcante do Reg Barros.
Jos Victorino de Paiva.
Felino Dunotano Ferreira Coelho.
Numeriano Barbosa da Silva.
Francisco Bernardo de Oliveira.
Manoel Victoriano de Lima.
Aflbnso Augusto.de Brito Taborda.
P. p. Antonio Augusto de Vasconcellos.
Antero S. Vasconcellos.
J. Ramos da Silva Moreira.
Augusto Octaviano de Souza.
Joaquim Olinio Bastos.
Wandorloy Bastos.
Lydio Jos de Mello.
Joo Presciliano da Costa por sua;mulher Mariana Ca-
valcante de Albuquerquc Costa e seus filhos menores Jos, Al-
pheu, Alice e Lindoinina.
P. p. de D. Mara arlla de Pinho Borges e de D. Ma-
rianna de Jess Roncal ves.
Jos de Godoy Vasconcellos.
Francisco Fab o do Monte.
Antonio Lima Ribeiro.
Antonio Fernandes Teixcra.
Demetrio Bastos.
Julio C. Paes Brrelo.
Luiz Medeiros Barbosa.
P. p. Joaquim Roberto de Souza.
Manoel do Xascimci.to Cezar Burlamaqui.
Manoel ernardo" de Oliveira.
JoQo da Fonseca.
Residencia da Dirccloria
Presidente.Dr. Jos Gongalves Pinto,negociante.=Largo da
Solcdade.
Thcsoureiro -Dr. Jos Marcelino da Rosa e Silva, capitalista.
Ra Paysand n. 18.
Secrelario. Dr. Joaquim d'Albuquerque Barros Guimaraes,
advogado.-Rua do Riachuelo n i.
Illm. Sr Presidente da Merelissma Junta Commercial.Jos
Gongalves Pinto, presidente ih Companhia Progresso Colonial,
precisa que V. S. mande passar por cerlido se foram dcvida-
menle archivados os JEstalutos d'aquella Companhia e mais do-
cumentos exigidos por lei c em que data. P deferimento. Re-
cife, 20 de Dezembro de 1893. Pela Compaa Progresso Colo-
nial. Jos Gonsalves Pinto, Presidente.-Passe-se. Retire 21 da
Dezembro de lt>93.Olinto Bastos. Certifico, em virtude do
despacho supra, que os Estatuios c mais documentos legaes da
Companhia Progresso Colonial foram n'esta data archivados na
Secretaria desla Junta, sob o numero cento e sessenta e oito Sub-
screvo e assigno. Em f de verdade Secretaria da Junta Com-
mercial do Recife, 21 de Dezembro de 893. O offlcial maior,
Rodolpho Alberto Silveira. Estava^seliado com mil e quinhenlos
ris de estampilhas.
CIBLiCUMs 4 PKIIil)'>
Ao 2o Batalhao de Iaan-
teria
V'moa pela itr prensa significar ao 2*
batalhao de ntanteria nossa gratidSo,
pelas maneiras thaoaa com que noa rece
beu a hff.biliduda oom qae nos tr-tou du
raot a nossa eitada tm Peroambaao.
A t< da i ffi Muhd.ida eoviamoa um dea-
sea abraces que ayotbeiisam todos os noa-
sos seotimen'os da gr.ttdSo.
Agora cumpnndo esse dever a que
nanea fugiriamos miiter que dirijames
u a adeos a saca companheiroa de arm-s,
verddeiroa baluartes da Repubiio; fi-
lhos em qaem a patria deposita inteira
oonfiano*.
Este braco que na despedida une ob
noKsus feitos, o emblema da noss aniSo
no campo da lucta, on-is nos bute eraos
em prul da honra da patria e, das institui-
c8es republicanas.
Officiaee 6 olwnnoi do contingente da
Escuta do Cear.
Recite, 21 de Dezembro de l893.
pr veito temos tirado, lo as plalas de
Vollet. Eetaa plalas que deram lagar a
urna iotereasante discuotto na Academia
de medio na, fizer-m o as>ompto de nm
relatorio mu lisoogeiro a esta do uta Sj
ciedade, e os felia 8 xitos sem cinta que
se tem o tiio) oom a saa admin;st.a-
yo tende a generalisir o sea uta no Ira-
lamento da oblorosn e no daa molestias
qae zi^em o emprego dos ferruginosos.
c Cumo o charlatn smo explora sem
conta e sob todas as formas os midi}*-
mentis que ten o ferro por b>se, da
mu ir importaiijia sabar escolhel-os, pjis,
as mais das Teses, bSo negativos os m*
sultadts que se obtem com o embrego de
medicamentos mui gabados e cujo valor a
publicidade preconiaa tod:s es das. A
btm da verdad devemos di ser que nac-
g- dos foram n nVa es P 1 i!s de Valiet
(vardadeirar) e rooomi endamol-as como
um medicamento de valor inoon'e A* ve-"dadeiras plalas de Va let t&o
braooiB, lSu bSo pr^tnadas, e em cada
pi/ula aeat impresso um cor preta o no-
mo de Valiet.
i i i amamal
C0MMEEC10
3Ua Ct-sffiE' fcin
sfe at,*ra,5a
OOTAgCBS Ub'Fit:iAS DA JCITA >O COi
biOKE8
Prvido Recife, 'Ade Dezemhro de 1893
Nao nouve coUcao.
O p'es !en:c,
Candido G G. Alcofjrao.
O reere* re,
Ednardo Dubeux.
PSv.A l> ElC'.FS
O bancos Piada b'ie ab--i-am suss opa a oes
a ti) t/4 a 90 rtiss fot-.rr Loo '-e', e por per ou
de aala par3 Europa re-illbran tran;ac(402S l
mt'a.
Em papel partlcBlsr nTo coa-toa Dfgoclo'
Pann o agriadtor
aSSUC/ I
Cristalisado...... 43'.0 a 780
Usl.as p.r 15 kiks. 4ft0ii 4:8:0
Branco dem ia>aa Ul* > 4.-'
Somenos id mic'em. 1*900 S 4-) '
MCi-ado dem dem ... 4 a
Broto iden Jeto..... 3- RJ
Broto melaao...... 2*7iM a USm
Retsm-1 dsm dem .... JiOJ & 25
Ainda boje efJ,c,uardm->'e t'ODfsrcO'J deslc
prodneto a H400 pr Id k 'os de loas proce
dencias.
Por pipa de 4S0 HUM 870*000 yearfs.
Aajnrrd^oe
Por pipa de 480 litros 150*000 re-da.
Tes
Colamos ncaiinal a 800)0 por pipa.
CBraautm
Cotasee 11/ a 174000 per 15 k:lc nomi-
nal.
R>'B' Cota se a S2W:0 por 5 kiioa.
C03!'(
Seceos salgados na base de 12 k lo3 a 805 ru
noa i al.
Verdes a 465 res veada.
TaBI'-! A OSS XNTADAS OS 8SCCAR B AL-
GO I'AO
Mea de D*embro
L. i- A u..ra,-,:. lrmO t CalXaS com j kilj9
e duce.
Pira P..ris, rarregou :
V. Qraodin. 1 .;a'*i"n:i cm mjedas de coro
[ r/rata no Valor ce 4:0l0.
No t:-porin ez Navigator, pa'a Liver-
pucl, carretartm :
lt. L'ma A C, 3*7 sac:a3 com 2i,27 kilos de
ilKOdj.
No vapor i n ?;! z Paaeaae, pura Estado
Unidos, carrenram :
C. Lmi C, 90oiccoi coai 6 730 kiljs de
assucar m>ecavad9.
HbC^.b:-1!; ";- -
>o da 1 a 20
l'enj d 2l
io da : a 20
dem de 21
nscira L.oBAOfAOb
15i:05fi|6
1 831184
ir3.8884i5
5.9/ ,5,j
3:955*5'18
para Santos.
Para o interior
No vaptr allexo Capua,
carreearam :
M. S. Maia, 250 a^os cooi 15.0'0 kilos de
assucar bramo e40J ditos com 24,'i0 ditos e
ditj ros-cavado
E. Ki tba k C, 1 000 saceos com 60.000
kilos ue asiu-ar taas^avado.
P. Alves t C, 1,000 saceos com f O.OO kilo'
ce ataiesr branca.
Para Bio ae J o -iro. car.-egou :
C. A. Burle, 1,<0J nacos con 6 ,000 kilos de
asaocar b-nco.
| No vapor francs Entre Ros, pora Sac-
I tos. carre-ar.m :
S. =po.-o, i cjtxa c. a 10 kilo3 da doce.
J. S. Ujroeiro 4 U., tii saceos com 36 000
kitoi .ie 3;33Cir bra i-jo e 30 pipis co.n 14.J
I tires 44 H^uafdente
i-. P'c(j C, iOJbrns com 12,900 litros de
a u.j,:i:ie.
Para II de Janeiro, cirrecoo :
Co apaoB de Esuv.,' 1,000 ttCcM com fari- j
de maiidi cj.
Hj vapjr ingles Parafle, para e Pa;,
earrecarata : !
J. S. Caroeiro & C '.OJ barricas con 20,623
kilos dn asquear Branco.
Nj vapor alleino Tjaca, para Sanos.]
^rrtH'ii'aio : {
:js eom ISOOOkosdej
Coaburc'.o
Por telegramma partieular qae nos foi
obsequiosamente mostrado, stbsmoi h -
v-r-ae caosirciado no sabbado ul'.im >, nu
vibiir o tatado da Pirabyoa o eatimavel
caVaiheiro Sr. Antoi.ij Viceote do Nasci-
ment Feitosa Jnior, di no filho do i!
i-.stre Sr Tr. Antonio Vicenta do N s-
cimento Feitosa, inspector do 2. di,tr-
oto dos po-toi msritimoa. com a intere -
ante jovem D Roaa Martba de Oliveira
L>m, oujj teto fui bastante concurrido.
Felicitando aos noivo, fazemos votos
para que bejiira meito elizes.
Ao publico
S ib esta epigraphe o Dr. Jo3o Augus-
to, servindo-ae do nome de um iadividu >
iio sen engeobo, lancia sobre aiim e mon
pai as bilis de saa alma, sarta da que eu
nio dracena at hombriar-me com o aeu
empregado reepondendo-Ih}, cem ta >
pnuco imitara sea exemplo faz-ud > ac-
s'gaar conveniente reapoata por nm tiabt
lhad procurou armar o fff:ito a custa d* repi
ti (ornuu desafecto.
Provoco mea das*ff.iiciado a q o as-
signe o artigo promettendo-lhe q e lh-
aaairei ao eocootro, nSo com a linguagem
do almoo eve, pr n como argumeoto
iodestractivel dos tactos.
Pita'jguira, 21 de D se bro de 1893.
Fernando de S.
J. Bailar & C, 300 3a
.Suc^r hranco.
Nj p..ia:0o allemaa ifariba, para Porto
Aleare, caireitaram :
A. Irojoa *C 1905 ga?.cos cora 142 8T5
kilos .ie a*pac.r braaco.
Nj lir poriogae Cosa Libo, para Precos do da :
Pt-lot3S, car-ena-am:
A. 1 maos & C, 60 *ac:os :on 4 5C0 kilos de
associr o raneo.
Na barcaca Paragnas-n'*, para Parahiba,
carre^arauo .
j. oza. 100 caixaj com 2,300 kilos de sabio
A. D. Si(r.0es C, tO canas com 400 litros
de eiebra.
Na Darctci tlreoe:, para S. Lai, carre-
garam :
J. S.lguMral&C, 9 barricas com 10 kilos
Ce aseucar reflaado.
Na oarcac F. Passo, para Parabiba,
carregon :
S. Cimpello, 25 caUcS com 315 kilos de
saoao.
Na barcaca Flor de Hara*, para Mamas-
guape, carregaram :
G. Lima & C, 22 saceos coa 400 kilos de lo
de vellas.
Mercado Hunlripnl de S. los ,
O aiuvimeoio n-yie mercado no a.a i9 de
Detembro foi o 8pi*mh : Enir. ram.
30 i>eis pesa' ao 4,3 1 kucs.
310 kilos ue peixe a 20 rs. 6*2 jn
3 compart. com matseos a 100 rs. 3i>t>
2 ditos com camar6t8 100 rs. *2"|i
31 columnas a 6'.i0 rs. 18 901)
8 cargas com galliohas a 500 rs. 4*0 a
2 rasscais Com i'ailinnaa a 300 rs. mi1
5 c-rtas com batutas a 300 ">. l*50rA
2 cargas com ra no v-r e a 300 rs. *6un
1 cari a com mauncheiras a 300 r?. : mi
l carga con ceDolioho a 300 rs U) i
3 carcas rom giriuiom a 300 rs. *90<>
3 carea com bananas a 300 rs. t un
',0 -arga com laranjas a 300 rs. 3*000
5 cartas com melancia a 300 rs. l*5uu
9 ca'Ka^ toa louc8 a 300 rs. 2*7- 0
10 rargas com Iracas a 300 rs. 34600
40 c-ir-a com farinfa a 2U0 rs. 8*0 iO
10 cargas com mi'h j s.-ero a 200 rs. *(0i
16 osrgu com fejio a 2<'0 rs. 3*2 47 lugares a 200 rs. 94O
9 siioos a 20,1 rs. 1*8 0
11 como, com soei-os a i* 11 OOi
8 comp. com sen- res a 700 rs. 54(1)0
11 comp. cm fressuras a 600 rs. 6*60(1
34 cap. com comUas a 7(K) rs. 234MKI
48 como, com hienda* a 600 rs. 28*800
ZO roin.n. cora verdu'as a 3' 0 rs. ISOuO
71 coujp. com rariona a 400 rs. 3848m
40 comp. Com talos a 2* 8J*00:>

Rendimento3 do dia 1 a 18
2f5*6n.'
4.830*300
3.033*i0i
En radas
Barcadas ..... <
Vapores.
Aoimaes.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S Francisco .
dem de Limceiro ''
Somma .'
Das
A8Sn-|
car
A go-
dao
K
20
20
20
lUt
Saceos SsCCBfl
136180, 222
W04
7994) 36 8
11998 3466
83747 986
18: 5977, 12447
'99436" 3088}
EiportacSo
BBCIPB 20 01 DBZBMBBO DE 189S
Para o txtertor.
No vapor ailemao Belgrano*, para Lisboa
carretoo :
A. Goimarlg, 230 saceos com 15.000 kilos de
asstuar brn-o.
Ko vapor iogles Tamar, para Londres,
criregon :
Keaa pMI#
tai oa DBZBMBBO DB 1893
AtfanOeg
hends ge al
Do da I a 20
id*\a da SI
1,120 3244691
83;ia#l3
Renda do Bslad
Do da 1 a 20
Idsm de 21
32o:651*!S5
12:638/830
1 '('3.5S2^S04
39:290*791
Scmaia total 1,342:873*693
Saganda seccao da AUaodega de Parnamooco,
21 da Dezembro de 1881
O rbefe da seccio,
Jos Gomes ais Suva.
O toesooreiro.
Lnis Manoel licdrigoea Valenca.
C-irne vere de 600 a 800 rs. c kilo.
Sumos de 800 a 900 dem.
Ca-neiro de 900 a i* dem.
FariQCa de 400 a 500 rs. a cul
Milfio de 500 a 860 rs. a caa.
Fiiiij de 1*400 a 2*500 a cola.
51 oriniento do cro
Navios entrados no dia 21
Hambarg) e escala pela liba Grande
24 as, vapor a lemlo Tjaoa de.
1442 toaelai*a, oooaiaadaote H. Lan-
gerbanDy, equipagem 47, carga varios
ganaros, a Borstslmtnn d C
Bbi<-. e tsjala7 das, vapor nacionalJ-
cubype de 3S2 tooeladaa, commaa-
dante Alfredo^ Mooieiro, eqaipagem 33,
carga vari.s gesetos, a Companhia
Peroambaoana.
Pelotas 32 das, barca ao:negaense
Arctics de 263 toneladas, capitSo M.
H. Maensen, equipsgem 8, cirga zsr-
aue, a Joaouim da Silva Carneiro & C.
Baeuos Ayres32 ias, barca americana
cliene de 4b7 toneladas. oapitSo J.
W, Yatte, eqaipagem 10, em lastro, a
triem.
Terra Nova = 35 dias, escuna inglesa
Qrace de 138|tontld*s, capit&o R. R.
Innescott, eqaipagem 7, carga bacalbao
a Mcndea Lima & G.
Bien os A y rea a escala 15 dias, vapor
inglea cTamsrc de 1706 tonaladsa,
com, andante S. K. fcxhao, eqaipa-
gem 93, carga varios gneros, a Amo-
rim IrmSos & C.
Coacelho do Donter. tOa ei
colha dos torro?in<8os no tratamento d
chl.rose, da mema, das psrdsd breen
ou lencorrhea, das bemorrbitgias, do ea-
.raquecimeoto geral.
O Dr. Piorry, rotessor da faculdade
de medioina de Pa-ie, comparando entre
ellna as diversas preparacoos ferrugino-
sas, conclua sssim :
t O medicamento, porm, qae mais
aervQos nos tem pr'Btalo e do qi 1 ni s
Tiiesie e e-c.iu pela I na Grande -40
diae, vapor austraco t Jrioo d 1760
toneludas, commandacte P. ^u smcli,
f-quipag<-iD 55, car^a varios gneros, a
Heory Forster & O.
Sainas do mcamo dia
Santos e escala Vapor fraacez Sitre
Kioe* commandai;te Pr gneros.
Sju:os e escalaVapor a!lem2o C3pui-
Cummaodante G. ilo.II.-r, c^rga vanoa
geuiros.
S>ntos e eaoalaVapor oglez < abbent
commandunte L. II. Walak, carga
Varios g naroi.
Maoau ja~ca norueguenae Hyemmei
cp to H KyoiaBD, em lastro.
B-ins e escauVap >r nacional tB--
z commandante Francisco do Ohvsira
Macado, oargn varios geueros
I mate ra Barca norueguenae tSonde-
matidea oap'tao C. Einassen, carga ca
ro,os de al.3ud3o<
Navios esperados
Do Rio d<- Janeiro
ia Vruturoa.
'B>'ca po'L-gu
fL'ivar infles Atnenas.
larca inglcza Carie o D W;d.
D Porto Alege
\lirca oorceguease Arene,
igar ioiei Francia,
jiucbo co laodez leonera.
D-- Pelotas
os1? A*d qsvzjh -ejgg-tBya
-9^9
Ao Exm. Sr. desem-
oargico- Joaquim Bar-
Dosa L'ma pelo ten feliz
anniverario nal.licio.
< Re: f, 22 de Dezem h
'i)-ode!893 T
sloaijuim Teixeira Teiioto.^
**?* ~X38il~*X>Si- -02-^3 C0~
l0
i
!
DE DEZEMBSO DE 1893
AO
D;8embargador
Barbosa Lima

I Fclicitain
' ca ssbrinb s

7
L. C.
CACO.
P. O. C. C.
I
i
!
f !
mnm
Alfaadeg i de Peraambuco
.* rt:gi.> para as Capataslas
De O'dein do Sr. Dr. m p-ctor, figo publiro
qn- et u a 23 rtn mi""" *" *n o j u,a-
oH, receoer-se nao nroi'ostas tm cartas eelladap
n feliai-s p.r-i o for e> imenio de art gos pa'
.-.8 ap tre de IsBil O a laobo no auno p-uslino \ :;.!. u
o, deveuda o proponenes s habilitar previa-
mente, reqeereodo e provaodo que sSo estbale-
culta cesta cldade.
,|igir
ncropiuense Assur.
L.war all'-iu i G- 8Q
fjiamo uoruet'ueo.te .igat.
LLar ingles Muai wy,
Prarbo ooHandez Alirue,
P4acno boliandtz U^rgarelba.
L l\ ir u.jrueguin e Cbance.
HujarDo sueco Hiiooa.
Paiacbo nacional Ma tobo 6#.
f. in.no nacional Marmtio 2*.
De Sin.lia
Barca aliene Semmy C.bo.
Do Porto
Pdiacbo nacional Rival.
IDe Svanse
Bsrca logleza 8Urry.
".rea coruesa F'ey.
Da I3 G ande
ugar iDglcz B uurt.
De Antuerpia
Barca din A. B. Bol.
De Londres
ugar i giei Harnei.
Vapores a enerar
Miz de Dea cubro
vr-Ttaik..... 01 w|....... al.......... DelamOret....... He sebe1 ........ MaolioDa........ Briuni. ........
tal.......... l 16 Sisrqaez deGazlss* Uanaus.......... Brazili...........
22
22
22
22
23
23
2fc
Vapores a san Ir
Mea da Deaembro
...... Hersccel*.........22 as 5 h.
......Ville de Hosralo.. 22 as 4 n
.......Britanla.........22 a 1 b.
...... Msoanga..........24 ae 4 b.
......Brasil*...........24 as 2 b.
irte........Jacotjpe........ 27 as 4 b.
{l......... cJaboaio......... 29 as 4 b.
SEGUROS
UIITMOS GOHTRi fOM
eosBpaahla Pheali Per-
naembaeaaa
RA DO COMMBRCIO
Exp'ietite
Caceta J. Fber, du-ia.
D ta lioa* lio d'>ar-<'0, um's.
Ci'Mvi-'.e-i tinos d>- \ o\r3, um.
G-i-tas de vioe, um=<.
Kotl'vji tia< di- 2 vasas, urna.
D"as 3 v^sos, una.
Fnraiiores de ac um.
Pua le ral'Co maco de 12 pecas, ra"fio.
Gimma ar?.t.i;a liquida, Irasco.
Goima an.bica cm taoco, lclograinmo.
L->c e encroarto e verdf, pao.
L'tD(ja'o't'3 'le ponuas mjisidos, um.
N netos d* fi ) de cor, en.
Nvelos de lio prdo bao on groeso, um.
3,e| pintado F'.um, restua.
P p i aim Pap-d mita-Oorro b'soco, 'olha,
.'apel mata borro rO'ado. folia.
Papel minlMlro pa-a cartas, caix<.
Papel muiii-tro pequeo p- Pao-1! R^'zm patalo, caaerco.
Papel Carr, caderno.
(i-c' 'i' r;i- Goas cabo de marbm, osao cu ma
deim, um.
Sab-meies Hno, um.
L'pls pelo' Fan-r n. B 3, dur.is.
Lipis pre'os Speolal BriwDg, dazia.
La os de 2 co^ps. dosis.
Lspfs de una ( cor, duva.
.abia de Do racna, dozia.
Tiota ingiera h" < de litro, um.
Tm a intilea Dtio de I|2 I tro, om.
Tinta ingloza carm m, frasco.
Tiota Ingleza r.artnezim, frasco.
Tinteiroa a?, vidro differentee iamanhos, ua.
Tmpano, om.
Presiltias 0, 1 s 3, caixa.
Pre;i.'has n. 31. 31 e 34. cixa.
Recuas iie enano "om Ho de meta! chatas, omi.
R->guaj de bano com fi) do metal quadraias,
asa.
Penoas Per y n. 130 cslxa.
i', n -.-s Mal at. eaiis.
Pe ir.as de neo Falcoa. caixa.
Pistas de oleado, um.
P-mas de ce aro .-ara conduzir expsdieote, urna.
Tbeacora para corlar papel, urna.
L'vcs e impre3303
L vros de 300 fuibas papi-l Culomnier, Impresos
e rtscados eucaderoac^o de couro e panno,
nm.
Ltvrus oa mesma conformidade papel J s (09
foihas), um.
Livros na mesma conformiJade papel Jet (0>
folbas) nm.
Livns na mesma conformidade, papel J-e (15U
folbas), um.
Livros na mesma conformIJade papel Jes (100
foibas), um.
Livros oa mesma conformidad papel Raiain
(300 folbas), nm.
Livios oa mesma conformidade papel Raizio
(10.) folbas), nm.
Livros na mesma conformidade papel Raiain
(ISO folbas), um.
Livros na mesma conformidade papel Raizin
(1' 0 ninas), om.
Livros na mesma conformidade papel Carr (300
foibaa). nm.
Liv.ob na mesma conformidade papel Carr (200
(olbae), nm.
Livros ua mesma conformidade papel Carr (ISO
foibat-), nm.
Litros na mesma conformidade papel Carr (1<0
folbas), nm.
Livros oe taloes impressos (J 0, 200, 150 e 100
folbas), nm.
Protocolos de 200 fo'has papel almacn, nm,
Protocollos de 180 folr>a? papel aimaco, no.
ProtOCOUos de 100 folbas papel alar co, om.
Protocollos de papel almca 50 folbas, um.
Livro de papel aimaco 200 folbas, om.
Liv o de papel aimaco 100 folhas, nm.
Livros de papel aimaco 150 folbas, nm.
'Papel Coiombisr, cderoo,
Papel Jeta, caderno.
Papel Raislm, caderno.
Papel Carr, caderno.
. P-ipel, Eio, rslerno.
, Iupregoa em 4 de papel smico, milbelro.
Imp'esics em me a folna de pipai atmsco, mi-
ineiro.
Livro pira ponto 300 'cibas, em.
Livro para p oto HO f-Ibas, nm.
Livro para poni d-- 100 fulbas, um.
Campas de metal, orna.
K-p itclas ifeo.-so. ama.
Pegadores para papel differentes qoalldader,
om.
Almagre K leeramma.
Seso do Rio Grande do Sal em bexgs kilogra-
ra.
Ateite de carrspato, litro.
Ateue decocr, itre.
Oleo de mdcol, litro
B'iopa lo.ler.-i K 'ouranrra.
-topa e sleonio. knogramma
Pot883, kilograxmi>
Garbo dio de so-ia, k.logrumm .
L'xa de paooe, lima.
Lixa de pnel u. 0,1, 2, 3. 4. 5 e 6, dosis.
*li'.bt'ae, caada.
Pise canana.
loaras, garrafa.
K-ros'-u, lata.
Msa-m ktlogramma.
Gn l- aa Ce papel, borracha e da palbs, kilo
gramoia.
u-.bo liinib, b'aca.
olla da Bihia, k logramms.
Roxo te o, k'l-gr- mma,
b -e, k 1 gramm.
ranas .ie ferro, m-ico.
Taixas de cob", tosco.
Oimi-oto Portland, barrica.
C-l b'sai', Iqueire.
Cal p-et, alqteire.
reia. carroca. .
A'coo, luro
G i, k log amma.
Vaonuura -ie p a.-?, bi cLapesd, doz'e.
Vasaooras de timb, duna.
Eipando es do per.o.g, om.
E-p oadores de i imbo, om.
E-i'jiai e de paisa ue car aob, nm,
Vidns para Mirr.ci Ce'eo'.es tamanbo?.
BaTS VaslOP, Uli.
B 'i.i d>- ferro igaiha, urna.
Biela de metal, una.
Bu a de loes orna.
Can co de meial orance, um.
Caneco de metal branco co n correles, um.
Copos de vilro p, Jarro de ferro agattip, no.
Jarro de lonc'', um.
Uorlogos de oarro, nm.
Jarrn de barro, om.
R f i ni -i s de narro com torneiras, orna.
P> de fe ro, urna.
T i lio francs para areiar facas, nm.
Tallos d- alveoana e'nssa milbeiro.
Tm los ne ladiUho. milbeiro
Tjull.s de tapameolo, mili) i 0.
Parafosod i1 lati d ll-rei.les tamanhos, tESCO.
Parfcsjs de fe'ro d ff^reotes tamanhos, meco.
Parafusca Ir.-n --7.-* nitfereuteg ibm.iuno-', majo.
Pregos ripaes riff-rentes i; maoho-, maco.
prgus raibraes difT-reoies tamanhos, ru.'jo.
P'ego* francez- s '' fferentes tamanbos, mac.o
Pr-gO? de zin 0, r.S'ilo.
*rr..eias 'e 2/8. 3'8 5/8 e 6/8, ceDto.
Ternes de p-sos de laiao, nm.
Pecas ""e cardas. om.
TiiO'8 r"e borracha, metro.
T-lhas de zinco, orna.
T"'b^s de viiro, urna.
Alicorio. kilon.
Oeeinfect n'e, frasco.
Cbomnii. k leg
Caneados paientfs, om.
Cadeados de ios a, om.
A'-luo phemeo, |ltro.
Ari-eoiro. frasco.
Z n.-o k'log.
Iva'a e de z'nr-o, k Ing.
A'vaiide fe chombo, kilcg.
Aznl ul ra-mar. kilrg.
fds pretos. lotos;.
Secante de muco, k log.
Scame feze* de ooro kilog.
nieo de linnac, gaSo.
Z ri n, k loz.
Vfmelnao fracc-z, k log.
V-rmeihio da Cbiaa, kilog.
V'ni franrez, ko 'g
/e'de ebrotno isi'n'o e claro, kilog.
Amartelo f ancei k log.
tere -ma'ello, k g.
Pincela vir la de coore n?. 1 a 10, duz'.a.
Pincpis runisio 8iirtnic3, Quzia.
Brorhas para caiar differantee lemanbo?, duii).
G mina lacea, k log.
SanJalo raliro e ami'f lio, kilog.
Cocom k log.
CrA, kiloi.
rpa ro- kilog.
T inca, k log.
Verois asnal, kilog.
A'ate chato e redondo de ferro, nm.
Adcite de ago rbato e redondo, om.
Puch'dor de langa, nm.
Al tribas de ferro sor idas, nma.
Aidranas de ferro ponidas soriidas, uma.
Alrtrab* de la;So no-tias, ama.
Radames ?o lidos. ua.
Chave 1 igl'Z< divenasamanhosa, '
Ooipassiis sortidoe, um.u na
D bra Ji as de ferro de coz fO'lidas, par.
O..bradigas de latao sordas, par.
De basta oes, par.
Rn'ti' de rasil, nma.
f-'e<-ha loras de f;rro francesas polidas, eorticas,
orna.
Fe h'dora3 de f-rro p ra armarios e gavetas dif-
ferect's tsmaLbos. orna.
Fe<-hd ras de latao p^ra fiavetas e armarioB
d fferentes tamanbos, urra.
Fech-doras de ferro de bioca para portas diver-
tios i rn i'il'. '-, ma.
Fermlbos pedrs de f.-rro differeutea tamanloB
um.
Ferreirjos pedrtz de lalSo ii'.IL rentes taaanbos,
om.
Ferrolhi8 de lalo para armarioF, sortilos, um.
Ferro'hide ferr > para armarios, surtidos, nm
Ferrolnos de fe'ro com caula, um.
Fo'rr 0j8 de ico, om.
Tne^ou'as na-a cortir Qinires, urna.
Bsteiras dal tidia, metro.
L mas injlezai triangulares, bastardas scrlidas,
orna.
Limas inglezas mareas de 6 a 8poIegadas,
Lima l'neleza chata, bastardas de.4 a 16 polega-
d8, orna.
Martillos de ac cot cabo, sortioor, om.
"a ba de junco b. 1, 2 e 3, kilo?. |*J
Palha de jonco esoe-.i', kilog.
Pedra de anular, kilog.
Pedrs de aro-Mar de rebelo, nma.
Pedrapome, ktiegr. ''^B
Serrotes de flza", op. ?.j
Sern-te le pont?, um. ,
S-rra bragal ede sol, urna. \
T-irrachas de palmatoria de 6 a 18 machop, ama.
T^rracha3 ioglrzs para tobos de 1/2 a 1 pole-
g.irt?, urna.
Torno patentes p ra b ncaii, nm. )
T irnos de raSo de sgi de 5 a 6 polegada?, nm. j
Tr^v^drirasdesgo, una.
Ti-qnezis sonidsp, nma. vj
Ver'uroas sor lias ama.
T-ados Fortldo?, om.
Cabo slcatroado, k log.
Cabo de linbo Hoo, kiloe.
Carvo de pe-ira -Cardiff, tonelada.
Pregas de construrge, ceato.
ApisI- 3 ie empolioabae, urna.
Enrerao para mes1, ivtro. .?
Panno fina para mew, metro.
Pinno de clcatif?, peg"-
Capachos palba oe coco. om.
Taprtes de alcatifa, om. ;
P6 deserrs, sacco.
Fprro para soldfr, om.
Srcova, nma.
Hadeiras
Barrotes de pinbo de a.ffereutes"tamanhos, om.
Barrotes de amarello ds differentes tam.nhos,
nm.
Barro'es de louro de differentes tamanbop, nm.
Costadoa de amarelio de differentes taminhos,
om. .
Castado de leuro de differentes tamanhos, om.
C( ftado de pao carga de differentes tmannos,
Costados de sienpira de differentes tamanbos,
Costsdinhos de amarello de differentes tamanbos,
om.
Costadiobs de looro de differentes Umsnbos,
am. i_*t-i
-v
i
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I
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I:.

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1 tBBR 1


, '->*.
D;rio d* Prnambao Sexta-fera 22 o Dezembro <*e 1893

5

\
Cistadlnhos de po carga c: d Hereotes t-.ma-
DhoB, era.
Cosiadiubos ce ficopira de difTerentes tamanhos'
nm.
K-icbameis de qoalidsde -e d HVrenles tamaibos,
Dffl.
Prsncboes de sicopira de diff~renles limsrbo,
om
P;aD' hOes de Piobo de [differeates Uanohof,
ero.
PracichO-s de [) carg i om.
Pranrbbes ce acnarello, om.
Q it-la de diversos lamaubos e groiioras, urr.
Tsboas de piobo da Saecia diversas dimeoscs
urna
Tb-a? d? piolo -aerlcaoo dlversss dim ritoas,
uu>.
T. bja de cedro de 412 po lenada a I pnll-eada
Cde g oidora de diftVeotes Um sobos, ama
Taoobs de cedo de Riga de l|t a 3 pollegatas *
rojura, ima.
Tsboas e cedro de R gi de 3,4 pollegeda de
* erofo tma.
Tab33B de eed-o de Riga para fo-ro tma.
Taboas de, amarello meoebVs, orna.
Taboas de amareo rara 'rro dffe;en!es di-
ment?, croa.
Taboas de looro para a83oalbo diff- rentes di-
tttDOtf, urna.
Tan >a- e louto pa-a for;o differealcs dimen-
rOes, orna.
Taboas e ptu carg) pira so Ibo dilfe-eoles di
meu-'.j orna.
Tabuas de pao carga para forro differeotea di-
anosCes orna.
Trav >as de ti upia d:fferen'e3 dimeo fies;
orna.
Tr> ve-as de amar-Ho dilpen'esdimene--, urna
Travt-ua de louro aitferenies dimDsfi-'- orna.
Travs do sicopira o;'ereol<8 dim-n.-Cp*, oma.
Travs de po carga df;ereni-9 diuiensoes, una
Tn>v<- de matea auauba ditferetes dirntoOes
ama.
Caibrig de ctorSo, emtiriba, arija, diferentes
ciu.to.-o* s, cento.
Ripas, cerno.
TrlDfS de narro, mil eiro.
Lona pattoi, metro.
Biabante rio de ella, rotada.
Erciopo <* 0, uro.
Frnin de H-r d es, tro.
Moiolta de llaudres. una
Calieira fie cube pequea, orna.
Caldeua de flaodrea, urna.
Mcelas de p)o calcada de ferro, croa.
Toa Ibas felpudas para maus, dozia.
E-carradeiras de ; ga ha, arca.
Escarr-ae.ras oe hega urna.
rame ae la.ao dift rentes grossoas kilogram-
i ojo.
rame de ztuco differeate grasura, kilogram-
mo
Ararr.e de f-rro differente g-csscr\ k logram
mo.
rame dp fe ro ero vercuiba, kilogrammo.
Chombo em leugo!, k' OKramma.
GuarotibVs para carros de maos e Wigcns :
Rodas de ferro
Eixos de fer o fundido.
Parafusos de puia.
Clvelas.
Ano-las.
Ps de ferro.
Cb. pas o f. rrro.
Ab'-gartpirae de ferro.
Boa 1811-83.
Al. Antoiino ce C Aranha
Alf-indega
I iros lie icrreau de mailnba
Dt* i uem do iitLLi. Sr. Ur. iQSpi-oior detia Al-
fa o 'Pa, te faz paDliCO qu.- tica robredo o p:azo
de 8 ots coi;'arto< da Jala do p-ecente fdiial
pa-a os abaixo declarados develo-te d:>8 Impos-
tos e f'os de lerrcio- < tuirinha do nrc co
de (89 a vi'ai pigir eus di-U!t- s amiuavtl-
n>en e cerlos le qu-, se oj o firem si rao re-
mtttidas as respecta* CeTtidei ao D-. procu-
rador seci-onal da Repblica, para iiromuver a
COb-aiga tXPiOV^.
A .< 1 .i e G I ue M -.1 r Lemos, i500.
D;. Aeotubo Beerra da SiUa Ci.val;acte,...
430.
A:bmo da Siha Leal, 676.
Aleaodrtoa Amniia de. Oiveiri liaubar, 2^533.
Alian Patprs.n. 3*3"8
Alvaro B.raalbo l6 Cav-lvrt, 17I30O.
Amaro P>ocisflo Pe Cira, VI3.
Ao'a-o J p de Paria, GGU
IIV'W Fra laca de l'.i. alfei .J, ('uos de)
ttoo.
Acna Aogeea dos Sanios. 7<50">.
Aon G* hanta oe Bol i ha. 615.
AnooioAivrs B. rbota (ue'OBiro Antonio Nu;>8 V eia de Scuw 335.
An'onio Aveliao de Ara'jo. 33?
Aotirrfo Brtiedicio Sdl^aio. 59.
Ad" mo Uaroelro Uacaao Rius, ('erdeiros de
*U5.
D". A i..uio Clodo-ilio de Sroia 3#OQO.
AO'O'-'" C.3 a Ke,(0 MjQ'eiro. (H-rdt'03 ce)
II8C0.
Atii. dio Ir. Co^'a RaDello Reg Monleiro, (ber
Oeiro Ut) 4bOO
A&'on d*-C-.8:a Ribeiro de MJIa, (htru?iro
d.) 35 "0.
Ad'xh u Da^rtp Macba-o e M noel Arcbsnjo dv?
gaoi'Ai.o, 4996.
Ad nni.i Peroannes Ribfiro. 3*018.
Aao-ui P r unaio Ribeiro BastOJ e EU38 irtxes,
/3C.
Adu.010 Fr de-ico dos San'oe Por'.o, (heretror
d) no.
Aniuiiiu Gou ps de Matto L'O
Amo. o G ncalves de Anv-do, 35I2.
Amonio fo c iv-s Pereda Lms. 388J.
ASioBli H-nriqoe Rodrigo' 680.
Amo lo Iffoccia da R.-ea 8i2,'i.
Aoiom I looceocw F< r eaeS Iva, 2li7i.
Amonio J f Butencoori, (n? dPiro di) 7l5.
Antomo J-r Eooa B-aca. 46u0-
Ait.rii.i J^t oe a'vjico Juaior, i'O.
At) oiii: Ju- de M gaibes Has-.os, 68CO.
Air noM^na O. Conm-II Jerccy (berdeiro dt)
2(i2
Aoiub-o de Mi f ndi Ca? e"o Brancu, 760.
An on-o M dii Tavares, 5i,00.
Amonio pedra Ca arame L-n<, f250.
Ajitooin pereira da Gnnna. i97.
Amonio Pereira ne Frna. 13i85.
Auionio Pereira de Oliveira Maia, 4603.
Amoni. R cardo Amunes Vii.c), (n.rdeiro de)
3i8i.
Aoiom.. R bfit. (berdeiro de) 1180.
Antonio Rodrgoes Pfobeiro, 47t2.
AD O'iui da S Iva GaimarSee, (berdeiro ej...
IM8II-
A'jio'i o '* Sil7a Jonior, lJ50.
^r. bu- L Ddoli bo da S-.lva afra, 700.
Ar bur de M.-llo, flibo de Mjooel Peoro de Mil
lo 655.
Co'Or.i Aogusto O-.iavlano de Sooza, 7250
Dr. R-i b:co de Uoraes Pictei o, (btraeiro de)
525
Bario e B'-beiibe ( edeiro e) 5812.
Biro de L'mo-ira. 19I0.
Bar h'>l<-meu Francisco ae Sooza, (heraeiro f)
4 271.
Bernaroino Au-tricliano Perera d; BritlO, 25C.
Ca'dUO Mjreira da Costa 250.
Cin 'id.. Toonii Fer Ira Dotra f'oerdelro de^ .
<'62.
Canos Francisco Siare* de Bri-to. "37.
Carlos -p Moraes Gomes Perreira, 500.
Carlo'a Leopoldina do3 Rtis Lisboa e saas ir
n.aeB, 166
Caroa Fi-rreira da Cnr ha Baltbar, 412
Car-1 aa R.empbs, 775.
Cb i*pim Mir^ue- Njgoeira. 395.
C'Oioaobia de Ecincaijcies. 3740.
Cumpaobia Fabnra de E-topa. 6980.
Companbia de Oiioda e Bebenoe, 2E59
Coropaobia de Vidros ae Pe dsipdoco, 119.
CoDCflno M-anicisal do Pecife, 1186.
Dr. Cpnslaacio drs Santo Puntual, 1638.
Daid P rreira Balthar, 980.
David Wtlltam Btwm-nn (nerdeiro de) 5*957.
Di'gi AokoIo dos Res, I 025.
D;oui*o Goocil 3*710.
Docoiogofl Jos da Lotta Am -rim, 68U.
Dom'ogoa Jos Ferrelra, 590.
E-imoodo tox, 4H7.
Eoa-nio Noroerto AiTe Perreira, (berdeiro de)
40*000.
Dr. Felippe de Sooza Leao. 1*050.
Feroaodea Ibeirn & C. 3*50.
Fortunato Ribeiro Bastos, 1400.
Francisca Maria da Coocela > 426.
Francisca Hara Rodrigues 4550.
Francisco Antonio das Cbagas, I 750.
FranrlTn Antonio Pertira de Brillo, (berdeiro
de) 2500.
FraDclsco Botelho de Andrade, 1*589.
dfi
Pranrism Ocilio Peroandes da Silva Ga ma-
ia-. <66
Fraocisco Jos Alve Guiaosrae', 1*615.
Fr o-is-o Jos Minios Cotti (Perdelros de)
l7f0.
Pra.iciseo llirtio Raposo, (tt*rdeiro dp) 83*03.
Francisco Jos Rapo-o, (Qerdeiro de) 1*650
Fra -cisco de Pol'> Taar.-s de Mello, J*9"0
Dr. Francisco do Rpgo Bao- Rarrettr, 305.
P-ancisin SimB-M da Silv 3*600.
Po-rsi. ritiert; I. m 6t C >95.
FiilPOr-ln Jos J-iaijri n CaaliHOie, 800.
G-ll'up E es o ae MirD.la 2*<6U.
G-r,ro tes da Cosa Fa'ias 450.
G'i't-vo J-.s i" Re (nerieuo de) 5*250.
Hii'tqae Vogik?. #-09.
Hy'no da Co-ta Beiiu e fea i'mao J 8", 10.
l.-alel Loca da Silva. 80').
lii acia Jcaqnioa L-p-i (h rd-l'a d.) 130.
I ni od de "o Rosario d < f'n-po Sanlj, 15>7.
Isidro Pi^ de Ohveira 110.
JaeiBlhu Pa beco Stares 4*335.
J Tiny.no Jo.-6 ttneit; 9U9.
Ji!-oi y do .'a limauo Fijiueira de Mello, (berdei-
ro o.) 3*575.
id- H..; i.-.a Ribeiro da Caoba Guimaraes.
*I20.
Jeonymo de S oza R-diro, 7lfi.
Jesoino E:ist--qu-o G m-s *590
J,-nn. Rap i;td de Acvedo Viannr, (fboa de)
1*180.
Jos-, riinn de Francisco JoaqGim R beirode Brit
io .
J a.) A> a de Mircn^a VarejSo Cas'dlo Bran
co 200.
Jopo Aoion o da Conha Ca*ihI, 1I55.
Jna-j Ant-nio da Si>va I426
Jigo B pita de ':' -. -i- 772 .
Joo B ;> :l Rbet'O fi-itua a ?, 20.
Joao Bap-s a Telles 474.
Dr. Je So Cai-ante ce Oliveira. 624.
Joo -a C nba M J i G mes da Ccb'S, 170.
J flo Jo- df Carvajo MoraeP, 290O.
Ji i Jos Carvath M -n < u -m. 2*320.
Ji-So de Mpoeie^ Rdoso, (rierde ro dt) 3*623.
Joao da Mona BuU-lbo, (be-deiro d.) 1*820.
J o Paul- M o etro ae Audra.it-. I7n
Joan Pereira Jiaj Pitto de L-mos Jui-ior, I65
D-. Joao da Siiveira d- Son 4C0u.
J( i Sta 0-8 ce Albelda 863
J a-jinm Al es d.. S>lv Santos, 2062.
Ji :'qr> m Canuto de Plgseirttiie, berdeiro
3*i00.
D- J i qu ai Coui de A-ujo, e soas Irmaes
Tlierez. Aooa e Mari?, 646.
J ;qo'm Ebrio de Mi-ae t,a valhi. 1*900
DeSo Dr Jiaqaito Francisco de Paria, 099.
Joaqmu) G.mc.lvi s de U'nveira, 549
Jo -i ;n m Mnnoel Perreira de Saoza. 4000.
J qnioi Mirla de Carvaihc, her.irl-o d>) 2*595
J .o-ro Ma-nboda C uz Cona. (berdeiro at)
738
loBowa Mi reto B* 16*915.
J aqaiui hTlioe-Dmri (erdiro de) 2*296.
J aqoi'D da Silva Reg, (berdeiro df) 10(MH).
J< on ni T-ixeira Peixmo, (berdeiro J qmna Emilia da Silva Vifefa 7*275.
J>. Joaquma Jicm h Pe e->r OO.
J hoco A fredo II ni 3*200.
Jo. Albuo de A eu Curuofo, 1*475.
J "A Aaaelfto no Naa imeu o, 026.
J K Aiionw Gu ma-aes, 1*562.
,sfi B-roa.'dlOfl Pe-reira. 1187.
Jo Gie'ano Co C ralbj, 206.
J -la Cocha, J* 63
J D s da Pul-, f846.
D-. Jos En-namo Pe-reir Jscobio?, 553.
Jos Policiano N zareih, 700.
Jo- Fe .-i andes L'ms, 3*694
i- F mandes da Silvj Manta, (oerdei.-o de)
880.
'o Pe( ra de Carvalbo 10/8^0.
D.-. Jo- Francisco de Ges Calrnte 350.
J f F-anisco le Sonza Lima 1*123
J.-r \\\ Do de ti a < hiru'iro oe 7*605.
J s OtiCio Aviib 3 91.
Jo-c Jic m- Ta^s.- 4?-0.
los Je-1't.ymo da S Iva 1 40.
J f Jo qnmu de Caatio Mo ra berdeiro de 728
Dr. J-s J laqaim Corris d-> Araojo e suae ir-
ms A-ni eTbere/a 2*'34.
Josejnvqoi'0 B> P'eltas I70.
Jof Joapoim Mesquiu her leiro de 1*6!5.
I : J qo m More ra *35
J a-5 Joaqoi Pernr* oe Mend< re* 676.
late Joaquim de P nbo Men >oC" 977.
P ilre J uktM Mana de Vasconcel'os 2*.
J.' Linz G'nfiv s P-nna J-iro: I*57.
Jdf Mar a Maih-r-o 979.
I-s Mo r da Stita 2*084.
Jo-e Kini. Taare* :i750.
Jot P-d o G |0 de M r ,oda herh jro 995.
Dr Jos Rodrigue Titrtt de.Melli 495.
J t i. S mos Nuoes - los la Silva Aleado 1085.
J ( da s Iva Meadonja Vtanca berdeiro de
2882.
J'-i a-es de Amara' 7*581.
Jo- Toares Plih-iro 547.
J. s V eme Gjrr.r-s d Sa 732.
Jos Vi en'e d" L-ra. 996.
Jo Vllal de N-=". ir.-.- IH3.
Jose[h ni Purle F,ipn F. >ep>h;m 750.
.1 Rppbioa P J.I i Fn-"stemherK e Luiz Frncisco de Paula
Cavilme 725.
Jcs-in i Epminoi'ias e Asutpc" Neves 170
Jo.-tipo J s de Soma Campe *M5-
'A j r L'OroMo Bcrpes 6'*0 U tO 105.
Loureoc AI ves de Hri o *400.
L rengo R'hiro -a C-anna Otivefra 4S54.
Lti' F'T-^'ra de Alrueida *025-
L ciz de P anga Croi Fer el a 3.
Lu L-< poico ios Goimarae Prixolo 375.
i.ii za Francisca oe Soma i>70.
MkffOfl An unes Crrela 5-;0
Haooel da ("u ba Sldanba 2 7.
M. 6 0.
Maiieel Ferreira B^br-a Jonior l380.
.noel Per-ei'a -'a Silva Torres 1*802.
D-. Mjooel Fran'isco de B--' R go 2,23.
Dr. Mainel Gomes Vlegan I740
Mancel G-ncaives da Sitva berdeiro de 6*755.
Onirsuao H*'.03.
M'Doel Hen iqu- Nagoe'ra 74/265.
Ma O'l J>.8quim Pedro da Costa berdeiro de
10*8 0.
Mau-el Jos M.cba-lo, U27f.
Maooel Maquea de Oitrei a, 2 7
Manoel "o N^ncimento e Si!v;t 550.
M. oo"l Hbo' Peri nuiros, 1*532.
Manoel Paolo de Alboao-rq-'p. 401.
Mancel dos Santos Vill c 2*873.
Manoel da Suva Lopes. 2*205.
M-noel feSouZ'Per a *z00.
M-ciontHa d, SiWeira Cav. le n:e, 2IOfO.
Mana malla de Azeverio Vianaa. 2*500.
Maris Ciij- ida G-ncalves e eeus filnt-s J.s, Ha-
go e Mua 1*135
Mana Cardoso di. Silva, l75.
Mana Francisca da CoDC-igao Rc-o. 241.
M.ria F accisca Egypcia da Costa. <57.
Mara Leopoldiua Fereira L He 66.
Ma-ia L-icia Gongalvrs Limj, por seu= lbcs mo
ores 200.
Mar.a Paulina da Silva Bartista. 1043.
Mana Salusiina de morim.im 'doiro dc)l8*777.
Mari- VeoaDCia de Abr-u Ltti Bis-cs. 8?86.
M randoli a do N^scimenio e Silva, 270.
Dr. Nicolao Roinsues da Conha Lima, 1*250.
Olymp Afra de Meodor-ca *8I2.
Penro entonto Tcixeira Goimcracs, (herdeiro de)
3*407.
Oedru Jos Cbristlani, (herdp'rs <) 1*404.
Pero L^pes de MendoDCa, *075
Fr1 og da S iva Gosroo, 4*125.
Rphr.el Fero-ndes Abraoies e M. dos Sanios
Vi-laca UI20.
Recolbimemo da Gloria, 8i)00
Rodoloho Joao Barata de Alir e da, 5000.
Rosa Cundid Goedes Aleo- f-raao, 1*105.
Rosa Th-reza O Cocha. 7073.
Rjtino J F naDdes ce Figueiredo (berdeiro
d.), 4*500.
Retino Susano Gajo de Miranda, 1*150.
Si va Fernandes : C. 463.
Tnomaz Carvalbo Bran- io Sobrinbn. 5*211.
Tboms Jo' da Sil*a Gosn-an 4/000.
Tiborcto Valeriano Bapusia (berieiro de), 1050
Umb'lioa Joaquina da Costa Mello, 4*r>0.
Ursulina Ephigema de S n e Silva, 310.
Vicente Alves Maceado, 553r.
Vicenie Ferrelra de AlDtquerqoe NsBCimento,
1*537.
Vicioriano de Alrueida Rabello, *90.
WHson Sm de C. 10*368.
3 S'ccao da Airvudega de Prroambucc, 13 de
Dezembro de 1893.
M. Antonio de C. Aranha.
J S) augusto F
5 sobqSo Sseretaria d Ooverno do
Estado do P-rnambuoo em 17 do Novena
bro de 1893.
Da crdem do S. E3. o Sr. Dr. gober-
nador do .atado fayo publ-car, para co
nhecimecto doa iotereaaadoa. o edital abai
x i tr-Da-ripto, obamando conoorreotaa
apreaeots^So de propoataa para, o servido
de tDCnmeuto o'agua, esputo a illaaiaa-
ylo do estado da Par.byb*, con tormo so-
I cifou o presideote do mesmo estado em
i ffijio o. 236 de 13 do correte,
rreira Lima.
EDirAL
De c/lem e S. Esc, o S'. pre dente
do Eitado, hz ae puslic qua dectro do
rano de 90 diaa, a cootar de hojo, rece-
be-se propoataa n'eata secretaria para sea
c r trautado com quera nelbor-ss vantage' s
tfTereC9r, o servir; ido eocanmeiito dagua
ejgoto e jlluminayStj n'eata capital aendo
pret riel o ajatezia de la electriaa no
rcspaciiro oontracto de i luminacSn.
* cootractaotea fcarSo o nigadoa a de-
positar no cofre uo Tbesouro do Estado,
no amo de firme r os coniraotos, a quantW
de 5.001)5000, em moeda cj. rente on
apolices da divida puLlcs, por qna'qaer
m empresas, como garana dos me mes
contractos, qae eorSo intransmissiveis, a
ea ipulsr oa praaos improrogaves de aem
meaea para cometo de seu trab*lfco e
do um auno para sua inaogora'jio, Dio
c mpridas estas clausulas perdera o di
reito aq ella somma, a qial tiaiir perten-
cente .o Estado.
" Secretariado Estado da Paralyba, 8 de
embro de 1893.
< Lmdolpho Qorra.
Ar.'enal e M rinha
De ordem do Sr. capit2c-!encote JcSo
Biptieta nos Noves, inapec:or deste arse-
nal e capitSo do porto dea e Est>do, fayo
puboo, pira inteiri) ccihacmeit) de
quem inUressar posea, que reci be-ae prc-
( oithi em cartao fechadas, co gabinete do
evpedieoto an mesmo S\ irspector, at
aa 11 huras da mana do da 26 do cor-
rerte para oa c.ncertos necessarios na
i.i i--.r-cii.rirf de Marioba deste hstado s-r-
viedo de bai e a descripcSo doa rm sidos
coucertos, que se schn ezposta ca Secre-
titiia da inspecgSo para o necessario es-
me des concurrentes.
Sc-cretari" da Inspt-cjao do Arsenal de
Marir.ri de Parnambuao, 18 de Jezembro
de 1893.
O secretario,
Antonio da Silva Azeveto.
Secretaria do Gaveruo do usted de
Pernamboco, em 15 de De ai miro de 1891.
5.a seccSo. Edita). De crdem de S.
Ex3. o Sr. Dr governador do Estado
f i pubcar, para coobesimenti dos tina-
rtsihd-s, o ed tal abaixo tr.i senpt', cha-
mando concurrentes apreaentajao de
prcpcs'ss p^ra o Bervigt de bonds ca ca-
pital do Estado do Ara z iu*s, conforme
sciic'co o presidente do mesmo estaco
tm tfficic de 1 do corrente.
O secretario.
Jo3o Augusto F. Lima.
L
EDITAL
iL.ec'c- Lerda em M.cos
pi de Macaos, oapit-I do |mazem ero 3 de Fevereiro de lb93; con-
iiazona', fago 8j>b r a quem "* JoMfn Cbrinovo & 0.
ar 4ua fio marcado o praa. M^rca JF A Dma caa, c. 7 9,
De ordm do Sr. Dr. Sup?ri.ten ^ect
d'est man o
Ks'ado da Ama
posaa intoreaear que boa marcado o pra
r!e ncivciva dias, a ci ntar (.'esta data,pr)
a ap-e-ent-jo deprojjo.taa em cart f*
ctada na sfcre'aria deita S-perinte den-
cu, p-ra o aervigo de bouds c'esta cidade,
cor.fi-rme a vact'-gens e obrigac^reX eepo
eifiC'dasno art. 3 da lei o. 35, de 14
co correcta mea abaiz-i tr-nscripto.
A n d'vas s condi3-s deverdo as pro-
postas oonter a declrat'o do systema de
trscv'ft" R eropregar, precos das psssagen*
e trei.es, snisro daa p saageos em Oada
t giT'-y^o es .h--.a.
N-wb ma propata ser acceita s.-.m
que a proponerte exhiba documento pe o
q-iat prove hsver feto previamente coa
colres da SuperiDtecdencia um deposito no
valor de dea contos da ris para garant
da asi'g". .tura do conlracto, deposito que
.- vte, em faver do municipio no caso
de recosa por parte do propnente pre'e-
rido tm ossignar o contracto que tiver de
rer lavrado. As propottas aerSo rece,b:-
cles n'etta secretaria ata ama hora d tar-
di do ia 28 de Fevereiro do son vindou-
0 e BerSc immediat> mente abertas e pa
bicadaa, resolvendo-se dentro da 15 cas
sobre a pr- pesia preferida.
Esta concurrencia ser tambem faita ca
C*pltal Federal e na dea Estados rio Per-
nombuco e Para deverd > por n as pro-
postas ser entregues no lazar, dia e bor
cima indio, das Artigo 3 da Lei n. 35
de 14 de Novembro de 1893. *
Fca a superintendencia autorisada a
contractar, mtdiaiite ce-ocurrencia publicc,
cea quem mus v-ntagecs tffertcer, o
eatabelacimento da Loada cesta capital,
da pr><;a da Repblica at a dos Rerreliis
e do Mercado Public at a Coch. ir-
Grande e outroa que j i'gar convenientes
nao coaprebecdid'js em o.occsssSo tnte-
t i ir, devecdo ser proferido a qualquer
oatro, o i y .tema de tracgSo elctrica e
gsrantincU-cB no contreoto :
1 7 i0 aob o o capital c5i excedente
do qua'rojentca contos di reis ;
2. CincessSo do urna aria de terreno
suffi iecte para o eatabelecimacto da es-
tagio centrrl em iuar o cvencioriado ;
3.* IsercSo ce itripoitoa moni ipae ;
4. Reqoisiter a speriotendencia dos
poderes competentes em favor do oontr&o-
t^nte ou emprea o previlegio exclusivo
por trinta atoes o a isceyao de direitos
de impcrtacSo para iotroduccao de m-
uhinas e sppsrelhos necessarios para o
b m funecionameoto do seivigo ;
5 ConcessSo por parte do cootraclsri-
te ou tropieza de certas vantagecs do Es-
tado ou municipio ;
6 o Ubriga-ee a comegar o asrrioo le
oivolamento e assectamento de trilles
dentro de quatro meses da data da assig-
o tora do contracto e a inaugurar aa li-
nhrs dentro dos prasos oonveocionados
tob pena de leecisSo ipso faoto do con-
tracto ;
7. A garanta de joros e a encSo de
impostes moDicipaes serZo por des annoi ;
Art. 4.' Neste crotmento fioa aberto c
necessario crdito para camprimento do
dispesto no numero 1 do artigo anterior a
nos dos sdooi leguiotea o mesmo so fsrtV
Secr'ta ia da S .p-riotendenci Muni-
oioai de Haooa, 29 do Novemb o de
1893
O secretario,
Maooel Brigidn dos Santos.
Alf ndega de Pernam*
buco
Edital n. 30
Prazo de 30 Am
Pela inspectoria da Alfaodega se fas
pobl c i que 10 dia 8 ce Jauoiro vir.douro
seiSo ^vendidas em hasta ru'lica as roer
cadorits sbaixo descriptas, que cSo fora
despachadas por seos donos ou consigna-
tarios no praao da lei ; tos quaes alias,
Hia marcado o novo praao da 3) das,'a
oontar da data d > presante edital para as
retiraren?, sob pena de. reali ada a venda.
i Si ae atteeder mus s reclaauc.&o al-
guma.
O arrematante entrar no prasr de 48
horas ocm o p-iyi da arrematagao, aob
pena de multa.
Armaaem n 6
Marea Letreiro Ciro cadeirss de vime,
viodaa de Portugal no vap r portugnee
rtugal entradas para o srma-
z-m em 7 de Outubro de 1892, ignorando
se a consigo* (8o.
Sem marca Urna caiza, sem ronero,
viuda do Sul no vopor ingles tTagus,
- n cada em da N .vembro de 1892,
conteiido um chap> de palb.i eufeitado
oXo ooootiodo a consignaQ>lo.
M re /tlcm cima W em
pacote, viudo do S >l no vapor ingles cTx-
mar, e.itrado em 18 de Jtoeiro de 1893
contando amostras, consignado a ordem'
Marc. A B Um d dem.
a-aro X M W em cima J no mero 4 e
. ais ladus W em b iso Um dito, idem,
idem, idem.
Maca M O & C em cima M W em bai
so Um dito, dem, id*m, idem.
Ma.oa O J em cima W em baixa Um
dito, idem, id.-m, 1em.
Marca R C & C Um di'.c, idem, idem,
idem.
Marca diamante H S ni centro, J N F
em cima Urcalata, o. 345 vinda do Sul
oo dito v>-por e meama d>te, vasia, cod-
8'gnada a ordem.
Marca Machado A Pereira Urna aerri-
Iba de ac para machina, pesando 25
gramma8, vioia de Biecoa Ayres no va
p r inglts cMcgdtlen t, entrada em 8
de Janeiro de 1893, coneig'nada a Ma
ch.d) cft-Perti.'s. s
Sem m-rc Dous pactes, e em mi re
vindoa da mesma p" cadencia a,no mesmo
vapor em goal dai cm e- do sulfato < e
quiln-, pesando 2610 grammas, cSo con-
atardo a con8gDae;2u.
Marca Arti.ro B-rtos Urna caisa, srm
maroo, vinda de Southamptoo no vapor
ingles Th-m s. entrada ea 2ij de Ja-
neiro de 18 3, enntendo galhos a-.ecos de
rcBcira, consignid* a Amaro de Barros.
M
roa
Armasem o 2
J Q & C Urna caisa.
D. 6
cortando um peqneco quadro de n:ad--ir
onHisris, quebrado, vin lo d Havre no
vapor franca S. Nc>tf entrad no ar-
virda do H-ivre no vapor fra-ce-3 Buenos
Ayresi, entrada em .14 c!e Fev-eiro de
1892, contend) 6 k 1 a do taaba lctea,
em mo enfado e cunsiguada a Joao Fr
nandes di A'meida.
M. rea M J M Ursa caixa, n, 353, de
igual procedencia e no mesmo vapur, en-
trada em 15 de igual tea e aouo. con-
reado peo i para esorever pesando 150
kilos o coL-sigiKida a Manee! J. de Mi-
ra* da.
dem Urna dita, n 351, idem, dem,
pi sand > 150 kil< s e mesma cors-gnaco.
Idom Urna dita, n 3)2, ideo, idem.
dem, petucdo 10 ki.s e mosma Cju-
s;goa\Io.
Iddem un dita, n. 354, idem, idem,
c-esxndj 9 k los de ^t.pel para eacrever e
5 dit>- Oe envelloppes com a mesma con
sg.c5>.
dem U coiitCido 1 5 k:los de papel vegetal e se
melhantas oom 'a m^m contig aeflo.
Haioa F d. E Uu= d.ta, n. 72S, vin-
da de Liverp o! oo vaper ingles Autor*,
entrada so ar.cizim em 2 i de Fevereiro
de 1893, o titeado obrae da ferro batido,
oessndo 50 kilos o consignad* a ordem.
Sem rr. rea Um baini, viido do ii*.-
vre, no vaj.or francs S Ncola, entra
do em 4 de Fevereir da 189*, conecdo
productoa chimicos. nlo claBsifijadoj, pe-
sando 2C0 kilos, uao constando a coDBig,
rjai;8o.
Alfandega do Rrnsmbuco, 7 de De-
sembr de 1893.
O inspector,
Altxanire de Souza Pereira do Carino.
Alfandega de Ptr-
Bambuco
Foraecimento para a guarda-
raerla
De ordem do Sr. Dr. iosppctor ponbo em con-
curren ia o foroecimentj le cbjecios necsssnos
o servico ca guarda mora des'a k'.f.irle. no
semestre de J*rciro a Jo-iMo iroxin-o vindooro,
d-vendo os pi.ponentes se dirigir a mesma
eoar s-moria, ooce podero examiasr 03 ronde
los que devam ter em vista, assim como reqoe
rer a est< in-pecloria previamente a respectiva
bbiliiscd?, p'ovsodr que sao e-ubele-i os ue.;
ta cila-ie. atim de que as soas praposlas possam
ser recbicss no da 23 da corrente, s li b.rss
(ia ma- ba que qaando ter logar a arremata-
cSo ao ciio lo'necimeoio.
As allcd'.das propostis scia-o feitas ero carias
selladas e (scbadas.
Candas de madera, dozia.
Gaia-co de algoo&j, Ui(().
Caivete, uro.
EnvelopP8 rara cartas, cenio.
I em grandes timbrados para e iiuio, idem.
E Furador de seo, idem.
Gomma arbica, frasco.
Lacre encamado, libra.
Lapes prel F.ber, ds. tes, dazla.
Mem de daas (0 es Faber, icem.
Iitm de borracha Faber, dem.
Livros em brsDro de papel almasso Hume pau-
tado. Oe 50 a 200 f jias, om.
Novellos de rio de c-, p.rdo, grosso oa nao,
idem.
Protocollos de 60 a SCO folbas, Idem.
Pastas de diversos formatos orna.
Papel almasso borne pautado, restos,
dem trauco ea rosado timbrado para officio.
dem,
dem ministro, caisa.
Mero D.-a cartas, dem.
dem mala-bonao braoco od rceado, folbs.
Peso de vidr om.
Pre i bss de tret.l de diversos tamanbo?. caisa
P. nuas de seo de oiffretea qoalUadcs, i-lem
Raspadelras com cabos de osso oa madelra
(mi.
Tmis preis io fes), bnli de I tro, boiao.
I (em ere ruada Sepbens, frasco.
Tu teiro de vidro oo louga com um oa djes va-
s s. om,
Imp-iB.O 8 diversES.
Aleudaleicibo, prcu.
Aimofadas ra a tsculer, orna.
Atcatiao lit'o.
Ancoreus de m deira, urna.
Ancorles, k'ln.
Ai*i-e de o, litro.
I ero doce Mi m.
Bsndeira nacin! de i c 3 pannos, urna,
urioio americano, metro.
I Bildei de madeira. urr.
11, m de toco, dem.
B. cu o f stanho. urna.
I ie;ii Ce agaiba, dem.
Hilba de barro, Idem.
Hocal pata candicir ; am.
Gibo ae Lobo. kilo.
I iem i e m^oilba, dem.
Idem c.iro. Hem.
Croque do ferro, om,
II m de ferro g lail-aJo, idem.
Cama de I jim, urna.
Cassaro as, k k>.
Calileir&n, ldrm.
Cadena de juocr, orna.
Cneco de Ierro esmaltado, um.
C ilber oe me al n -a i bi, duzia.
11 m i em paia >0pa,idtro.
Concha de melal, urna.
Ci.amm ue vio.ro um.
:o de ferro ^^la!)Cado. um.
bicaras e ptres de looi p e pedra, dizii.
Copos de vidro om.
Correles erro k lo.
-.aliei-a d- Funiu-s para lacre, croa.
'aderases sonido-, um.
D -p.is io de Qui i es psrs ca', aro.
Bsiupi americana, kilo.
?jrq-jeias de ferro, urna.
Fu quea de ferro gaivatisadaf, urna.
Fo-qn las de metal, dem.
Fio ue aljjodao, k lo.
Fio de vela, i leu).
Flele azul, meiio.
F.-. u: e g>rK'S, duzia,
Faca gara GOSU ba, urna.
Filete orance, meiro.
F-ilbas de cobre k lo.
Gomma lacen, oem.
G t. o de ferro, om.
J .r-js oe a.a tu, i n tu.
Jarra de bao com lo ueira, urna.
Ja ra de barro sem lorntlta, dem.
K-r.seee, Ista.
Liuba de barca, kilo.
Lona imperial, metro.
L i i 11 ;. cm.
Mun 8 8orl dos, Id-'ir.
Miaib r a:ca oado, kilo.
Gibar ce ferro p..iv.uit o, uro.
01 pas de brome, kilo.
O'oae- oe f iro, idea.
Pna-es, um.
I'nuspburos, masso.
Pavios so.tiOoi, Sosia.
Pr. 0- Oe ferro esmaltados. um.
P-alo de louija p de pedia, dem.
Q isrtiobss ae oa-ro, urna,
Remos de faia, pe.
S Kuat-s para ttctlcr, cm.
S.oa k lo
Seno em bexiea, Mem.
Tjolo par^ l mar rottaes, um.
Ta eie, ni iro.
T Iba felpuda- ara roato, uxa.
Vaseoaraa ce piassava idtm.
Vario de cobre, kilo.
Varao oe ferro. IfleSB.
V^raj de fdrro KJ-vaoisado, idem.
Veruiz coral, litro.
Fermeutcs c eut-es srlgcs
Arco de ti. am.
AlCOOl. Il n.
B.rt.cquius. um.
Biau e-, uem.
Breo, k lo.
C ps- bu de u' "o, am,
Cil preta, alqu-ire.
Cal oraccH J kU.iribe, iitro.
C -ueoio. Da .-i -a.
C.rjii fiecDU'i Do, lula.
nuil tu em barra, iaem.
ChatLbo ecn leocol, dem.
Cu a axaiella. i .-e.u.
C>.mpa>scs sonidos, i^m.
Ctiave de parafosi ,u'o.
chaves ingiera suriiOa, IJero.
Ci-uiiis, um.
D Dra.in,-a oe fe io sortid.s, par.
D tas oe me al sort.daf, Isiem.
^>carradeiras de Agatus ou iccc% urna.
Fr.xe.-.ioem.
FxruOes patete, duz ?.
Ferros de mcldnrt, um.
Peibidaras de fer-o para gaveta, croa.
Fec sdfl'a d. Iji&j p*a g.vet;, ideaj.
errolbcs ce fe io sorudor, um.
D t.'s oe laigo irorli es, oem.
Galopas, urna.
Gotvas bvittdaP, i en?.
G amuD'- de mader, um.
Ditos d<: ferr*', Idem.
L xa esmen sortio, folba,
iia dt areia eorilOi, leir.
Li.i.us irianguapes aoruJas, urna.
Maritliu rao-e, um.
idi o ptouriv i lem.
Marreu?. loa*.
P-egos franceze?, ro.jo.
PloOt, ux .
Preg*.' de ferro pulvanizadc. kilo.
Parafusos de laao SortiiOff, oz'O.
Diios ce f. no torlie?, iaem.
Pedra de li, U.U.
Ptdra Bo-, U'U-.
PU til', U.U".
P eg s oe ct-Dre, k b.
Pregos de cobre Vit forro, idea'.
Piii lia de sisera s uumeos, i ero.
Pn cel y u raiar, cas.
rla-p-.. paa u-a-Jcir;-, urna.
heruebo", um.
^erroie g aude, dem.
D '0 pt-queno, dem.
io pura tix iaem.
Serra oe vo.-i-, una.
D ti de'tratar, i:em.
T jotos de aiv. nana f-rossa o a Oc?, u-r.
f roeras do latSo s,inoae, ktl-.-.
Tainas de siseo, pe.
T^xas de roorc, k-io.
DiaB do. fer r, idtni.
Talhadetrs, uiiia.
Tin. b-, uem.
Turquer, dem.
T'ados m I, i S/4, um.
V rromas to'ida-, dZia.
Ziocu tro Itng -l, k.io
Ariit'08 para pintora
Aroarello francer, k lo.
Azul nltiama-, iaem
Alva'ade de z-ocr, dem.
Alvaiade fe eburooo, idem.
Al!Ua-r7, luro.
Brojas tara pintar de (l.Hirealts cumere?. uros.
Ce. kilo.
Ocre, dem.
Oieo oe linhfga, lllrc.
Seccnte brsacr, kilo.
Dito fes es de euro, tero.
Ti ta Breaos cm massa, idem.
Dita verde eua maesa, idem.
Verde irancer, itero.
Verde ebrme, iiem.
Zircao, idtm.
Madeira
Barrotes de pinbo de nga de qualqaer largor?,
om.
D tes de aroarello de qualquer largara, idem.
Geo-papo para caveros, p&o.
Llubame de eirupira, idem.
Margue da boiSo para cveme, Idem.
Pi carga de i a 3 poltgada?, taboa.
Perobi", pao.
sicupira verdadeira em corvas, dem-
Taboado ae amarello para forro, duiia.
Dito de piobo de Lr:ga oa braoco para forre.
dem.
Dito ploeoro para forro, Idem.
Taboa de louro ae i e 8/4 pulegadar, taboa.
Dita de picha de nga ou braoco de i e fi/4 pole-
gadas,idem.
Dita ce cedro de 1 polegad, Idem.
- Gbarda Mo i', 13 d> Dz-euib'0 de 1803.
U. A-iii-nmo re Crvsiho A'nbs.
Aifnndega de i'ern rubuco
FORNECIMENTO PARA O PBESI-
DIO DE Ff RNaND DE N0-
LITAL
De ordem do Sr. Dr. ijsnedor, fago publico
une oesta Airaodea recebem-se pepostas at
23 do corro te, ?s II boras os njsDha para ser
coo r..Cdo e m qnein memores vaQagens of-
fere?e-, o forueemeato deartg 8 para u presi-
rilo ce FerDaodo de Norooba, do semestre de
J ni".i a Junbo oo son prximo vindooro.
A p-rpos ss sorao ero carias fe hadas osel-
ladas cnrsA declnricao etpressa, de qae 03
p ononeoWse obr'giui a por os g-neres o ar-
ngis u'aqaelle p e iaio, occerreado allas
oespeza de a: odicionameoto e frete, e corren-
d.i ns o qualqu-r ava'la oa coutra algama
evfnttaiiCoe dorarte otrunsiorle i-t final re-
cebirat nto no legar oo dett-no-
s p'cponentes deverio babilitar-se na forma
do cortme pe-aite a Insnectona desti repartl-
co, icquerendo previaroeule nts-e sentido e
provando qoe i5o n- gcciant's matriculados.
Sigo -'e a relajo dos gei ros e ari-gos a
coni-o,t;-, *s c.ua>8 cevero ser de pr.iceira
qucliaice o propostes pelas oaidaea menclo-
ni-iti.s ...,l. :
A'*i Arroi p.bdo, k o.
A iruta. idiD-.
A'-su ar bfosfl refinado, i'em.
Al oel J 36 i 40. litro.
Ai-u-has ptra rotura, p p:l.
Aseste doce, litro.
A so a* r 8 i vado, kilo.
A'uar mateavadiobo, kilo.
AltonSoioso, metro.
A go fto tn osado azul, dem.
Ae--:.! ras, k'o
A am- de f-rro, idem.
Anos d fer ostlldos, ido.
Alia rao barril.
ai-i- a kilo.
Bois < osso com dous faros, grosa.
bacalbio. k le.
B icaes para candieiroB, pateles, DO).
lili i oe poco k lo.
i! vno c :u io i kilc3 e pasto, cm.
Mr-ban'e, noeilo.
B-eo, kilo
Bindeira naclooal orna. s
Bal .nga decnjl e-cm lo ga Ce 00 kilo?, idem.
alanga des ii-hI coai lo 51 de 20 k loe, idem.
Cartas de ABC, dozia.
C: < s de c iiih, om.
C Ci aitetes lios, om.
Ci.Ulerea do uiel.l para Sipa, d'.ZiS.
Colberes Ce pedreim, dnzis.
Cbombo em ta ra, kilo.
C-pos de vHro, om.
Cimento Pirtsiid, bar ica.
arvao ue pe-ira, tonelada.
oriss ce cro. pessa.
Pabos de ca o, k lo.
ChDo' de na ni bas, Idem.
C-amirs, ptente, orna.
ane ai de madeira. dozia.
Cu eras e pire casal.
Caf em pi, k lo.
C-bos para onrbida, am.
Cb Hysscn, kilo.
Cera nraora tm vellas, dem.
C u-rs para lorro, utr.
Cb preto, k-lo.
(M branca. I tro.
Cal preta. Mam.
CaniB de llnh k'lo.
Cru'o? cortl es um.
C ibre coa folba. k-'r.
D it-ina CDritta, dezia.
Do- e oe go'iba, k I".
l"Qell..ppe in fe um. om.
Kdvi topos para 1 fli los, oro
Rstei'ae de palba orna.
E-i?: h.i em v re, k'lo.
Bochadas Je 3 1/i a 4 libra?, ama.
E--e ra de patb- p-i-a cagolbas, urna.
I'iwii -m lat k 10.
Fofcdes sms cjco, om.
F r> r.a oe m-u n ca I tro.
Parinh.de FSF, ba res.
F o i'e ella, nnveo.
Fa >n;.; At 1 toca, liiro.
PiaDdres, 'or a.
G t*.. a -'.. S'S ma'i-a PoringaeS- ae Csitro NitTa',0 tr
G smmatica Porioaacu de AbiLo, idem.
Sei f(rai.bia, i li .
Gomma-iscp, kilo.
G)rjima trb ca liquido, Lasco.
Gis km.
e-so 1 ., Mem.
H sitas, am.
H loria do B.'zI. Ume.
.-i nso k lo.
E-*rusei o. la'a.
Lac e, pao.
1. o Io! Litara, um.
L v e 2" se Leiiors, om.
Lia o 3* d. L- o a dem.
Ljfro nr.n-- co o r00 e 200 folba?, cm.
L*t s d* boi racoa, cc^la.
O 10 Fa-er, 'f!-rr.
Dios de ca.piuDa, idem.
es -ie cor s dem.
Lxa briboa f !!a.
Lt as soriida mia ranna c Irlsogol:", oas.
Li i. ra, cariittl.
la loscrii t 1, um.
iiBteiga I. D 1 ra, lata c"e k^'o.
f; a logli z -ie.ra.
Maim*-lihia k lo.
1r.r~t), idem-
Mdai.eio, metro.
Manta de la. ama.
O OlOS ele Si i;0 e, ur".
Paucl s-mago Motado Fiume, re. m?.
Dhj Crr'j roa'.ta borrao, ioib;-.
Pe-iras i>ara escrever, orna.
Paos ce j dssSs cioasos para ba.aa?, dcd?.
I'avto.- para ctodielros, duri.-.
Palba di- earoaoba para ibapo?, cene.
Proas de go (r 100) cslxs.
p.e^o* fr*bces, k 1-,
Pr-ttjs t!e ktga galba, tfuzlr.
P.^pe oe bol la oda p::utaio.folb?.
Piesilhas para pa| el, Ccixa.
Paos de s cooira. un:.
P'.riifii-o:- de ferro t;r^!>'Jf8, uro.
D io- de fe ro gr.-.oacs. am.
D tes de f rn pejuenos e torti'.c-, k;'o.
'ixe, barr1.
ReXo-ierrr, k-lc.
Sy 1 ma ue neo dcima1, ro?.
So.da tc-rt-, kiir,
Sil: ,m>it.
.-anao i-m.i-ellr, k-l .
Sai romroorr, ltir-.
SecCiCite de Mba k'o,
Taboa ia-, dosii .
Tmta pre pra ceereve-, garrafa.
Tai-ns de 1 uro ara s:-albe, urna.
T albas de algodao, dosis.
T toas de am- reo p.'a soa'.ho, BOif.
T aves oe diversos 1. macunr, omr.
T Ibas e barre, r.cu c.
T'sslado*, rcllegao.
V dro pera vidr. g*>. om.
Vas-ounsde pia-sav, ums.
V-nb .'o porto, li're.
Vt-H-8 Stesrin? k'lo.
V11.agro dp Lt-be?, uro.
VtDbo brann-, iitn.
Verde ib oro-, k !o.
X-'qi', dem.
Xarnp 6-s pa-a prensa, ero.
E1! 14 d;; Dstpm.iro de I89L
M. Antoiino de C.rjArcpba
Sseretaria d 'Jhsaouru 10 ISataSM do
Pernarobaco, em 20 do D^zeitrj do
1893.
Da ordem do Il!m. Sr. Pr. inspoato?
dtsto Tjseouro (S> convidados pelo pra*
sent oa Srs. ci)ccesaionar03 d. uainaj
fnfra rrencionadss a virem recolher at 0
dia 31 do carrete, 0S0 e o. juros cor-
respondentes so semestre que te fiada
naquelle dia. o?m relaoSo as prestabas
receidas, como timbem a importancia
djs mesmes juros referente a sjmastres
anteriores o de que sSo deved res os
dous uitmos coDoesaionarics, ficand) cer-
tos de qae cSo satisfasendo o recolbimonto
i
t
. 1
I
I
i
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I i


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1 nf HMTiiiVi~ y. ,.-y
V.--.;>-;:i :'Ar-
TTf




Diario de Pernambuco Sexta-eira 22 de Dezembro de 1893
.....--------------
no praao supra
indicado Coarlo todos es
Conc-ssioBanos sojeitos o ja-o da mora
raao de uro por cepto ao mes, noi ter-
jboi doa decretos d- 15 O t ubi o de .890
e de 31 de J-neiro de 18 1.
TrapicheGsspr Monesas de Dram-
Bcnd.
Saota PhilonillaManoel A. dos Sir-
tes Uias.
Car.8=Joo Paulo M. Temporal.
Ba>burrl A rao jo Monteiro.
Coelho Dr. Joaqoim Cbeloo Leite.
BandeiraBandeir. & Sijueira.
Carreta da 8 Ira C.rlos^pdem A C*
Salgado- Dr. Bento Jos da^osta.
Ccbi era LiaaSilva Borgts A C.
M-ria Jas Merc*Custa Beis S\s
BOro d C.
Blt SoDr. Antonh Carlos da Arroda
Bel'rio.
G erraOlvmpio de S e Albuquer-
00.
LnstrsaDr. AflVso Lostosa.
Seivindo de secretario,
FubattiSo de Alt>oqo"rqae Araojo*
O Dr. Prefaito do R cif > par* conce-
de' a L. Costa A C. licenca para estibe
Ir 9t na casa o. 29 ra de Pedro Af
' -oso, na fregoeaia de Saoto Antonio,
ama fabrica de vinagre, geoebra o ou
tras be ioas nacionaes, faa publica a pre-
teovao, de oonformidade oom os arta. I-
c 2-, o p. 4 tit. 2 ds lei o. 4 a quem
possa uteressar, para que den ro do ira-
so de oito dias, coDtados da presente data
faca sua represeotacSo a esta P efe tura.
Secretaria da Pretitara Municipal do
Recite, 20 de Deaenb-o de 1893.
O secretar.o,
Jo: quien Jos Ferreira da Bocha.
Alf.ui,ea ne PeroMBboeo
Proprlc f>ade Lage e Serijo
(Arrendament)
De crdem do Sr. Dr. inspector o em
Con priment da ordem da directora ee-
ral d. s ridas publicas do Thesouro Fa-
dertl, sub d. 14 de 15 de 8eiembro pro-
sim pretrito, f$o publico que, at o
da 25 de Janeiro roximo vindouro, esta
repi.r' cao reoeb propoatas para o arren
dan sr te drs propiedades denominad*
L^ges e Serijo-sitoadaB no municipio de
Itamb deste Eetado ; viato nao se ter
effecm*do a arrematajao do m> smo *r
e-idarrento no di 14 do corrente, con
forne o edital anteiiurmente putlcado.
O srrendamento se fi por tempj nlo
excederte de nove annoB, fervido de
bae a irrportancia de 2:5COJJOOU- em
quar.to foi avaludo aluguel aonual ven-
0>d~-
Em 2012-93.
M. Aut.i.ino e C. Aranba.
Governo 90
em 2U de Deaem-
Estrada de Perro'de Hito* iro a Bonito
Xo do]
das missai.
M'Dgo 94 do crrente dei I da taterlla ordinaria hav rio
a tarde e dorante a nolte os seguiste treus :
Do Cortes a R> nenio 4 30 da tarde.
Do Kibeiro so Cortea 7 horas da onite.
Do Cortea a Ribeirlo 9 horas da noite.
S*>gu da-f<*ira 25
D^ RibeirSo a Progressn 12 40 da madrugada}
De Progresso a II a 1 45 < < Uepois
De liba a Cortea 2 30 c )
Do Cortea a RiboirSo 2 45 c c
De Hibe ro a C rtea 6.30 da msnbl.
De Corte* a Rioeirlo 9 c <
De Ribeirlo a Cort> 2.30 da Urde.
Oa trena tooam em todas as et-. RiboirBo, 20 do Deaembr de 1893
Sent Magalhes,
Gerente.
tompantjta i>e &t%ut I Cympaohia Peroambocana do Ha-1 Sexta-te ira. 22 de Dezem-
COSTBA 70S-D
Northera
de Londres e Aberdeen
'osirjao financeira
Capital subscripto 3.780,000
Fundos accumulados 3.000,000
leeelta annnal :
De premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas i 2O8,UO0
Do uros > 155,000
Agente em Pernamhuco,
Bowwt Vviliam $V.
Para Rio Grande, do Sul t Porte
Alegre
em .llvlassieHto
0 lugar ingles atad Inne, clsss", pegue
para os portos cima do na 1S do crrante :
para carga a 'ra ar Com E. S. Levj, roa do
Commercio o. 22-
vegago
PORTOS DO SUL
flcelo, Petwdo, Aracaja' e Babia
O paquete Jaboato
Com mandante Pereira
Segae do da SO do con
reote as i doras da larae.
Aviso
PRADO
PERNAMBICANO
1 seeySo SSaretaria d
Estado d Pernambuco
bro da 1893.
EDITAL
De crdem do Exm. Sr. Dr. Govarea-
dor do Estado face publico para oa devidoa
effeitoB e em observncia do ait 2 > do
Begrlaaerto expedid ero 23 de J.neiro
pare execit;8o da Lei n. 15 ne 14 de No-
Vembro de 18S1, qoe Be acha vago o
caigo de juis de diroto do municipio de
Breio, em onseque: ca ds remocao do
ABERTURA
DO
Turf Pernambucano
DE 894
GRANDE PKhMl PKAIKJ PENAMBCASG
Que se realisat ana corrida qu^deve ter lugar
no dia tt de Janeiro de 1894
magistrado, que o^ occopav,
para
df charol
o de Ca-
Tobjfs C esar 9 Andrado
. nbotii ho.
A vi-ga de que se trata ser preenebida
pelo j'iis e direito cofia Bntigo rientre os
2ue rtquererem romot}o no p'aso de 60
*b, c ctaooB da dta da publicado du
pretente edital ; b nenbum a requerer,
Be*a t> i'o o pmvi ento pela forma deter-
minada no art. 24 do Regularoeoto citado,
e do accordo com o acto o icBlrac^S-s de
12 ae Agosto do corrente aono.
O secretario,
JoSo Aogusto Ferreira Lima.
2.000 metros.teimaes de qua'qner paiz. Premrs:
2:0 0$000 ao primei-o, 400^000 ao segundo e
0C000 ao t^rceiro.
Observa^oes
N*o se realisari este PAREO sem que se inscrevam e corran: oinoo aniaaee
de trea propnetarius diffirentee*
A inacrincao de 10 por cent3 e encerrar se ha no di ) do corrente e 9
do Prado Penurobucano ra da I uperatris n. 26, 1
h iras da tarde na aecretana
andhr.
Pernambuco 20 do Deaambr de 1893.
O ^ ecretario,
Jos 6. S. Gouveia.
roa-
To-
1. 660980.Secretaria do Governo do
e Perramboco, em 20 de De-
aembre de 1893
EDITAL
De crdem do E*a>. Sr. Dr. Govemador
do Estado f-50 pub ico, paraos dev.dos ef-
fein.6 l cm observancia do art. 25 do
Regul.ai .uto espedido em 23 de Jaatfeo
para escoflo la lei n. 15 de 14 de No-
s/embrn de 1831, q-.e se acba yago o cr
go de ie de direito do municipio do Bre-
io, iii c msequencia a renc$?o do
fistr-do, que o ocaupava, bcharel
ia* Cesar de Aodrada para ,o de Canho-
tlil
A v^ga de que s tr^ts ser preenebi-
da pelo )*< de direito mais antigo dtre
OS que req^ererem ibojojIo no pruzo de
60 d-, cojtados Ai data d* poblica..
do presento ediul; sa nenbum a reque-
rer, ser teito o previmeoto pela forma
deteui ada no trt 24 da ReguLmeoto
citad e r.es accorde uim o .acto e iuatruo*
elo do 12 de Agosto do corrente aono.
O secretario,
Joao kugusti Ferreira Lima.
Qompanhia
DE i
Tecido- de Malha
De copfiTmidade rom o ai. 147 da lei das
poied&es anor,vman, acba-se a acrlonisias des-a i moaums, na sJe da at^na
1 rea i* A- Margo n. 7, acopla 00 baUoco, *
relacSo ios sed ci'at> p a li?u de iransferencii-
ra\ pada, que podero ser vinlicad es pelos re
eM'-os aciomsiae.
RoCtft, 15 de Dezembro de 1893.
Alfreao A. p; Fragoso
Secretario.
irmaiidade do Senhur Boa Jess
das Portas
BLtIQiO
Por ordem da c immi-cbo a iminisiratva e pela
e-reir ver Si convoca'O lodos oa IrmSo-
esta irmaodade para comp^rererem 00 consis-
orio da ureja da Madre de D--os domirigo Si
iu crreme, pelss 10 ti rus d.i r. anba. atim d-
ero mesa geral. qoe s-ra constitoi sa em vtrto e
10 drsptbo to bxoi. Rrtvm. Sr. vicario esotra-
r, Cuj qo quer nomero de irmi-a que com-
i^recer, i-lefer-se a mesa regeiora para o fuiu o
tono coniprom'ssal.
Recile. 19 de Dciembro de 1893a
M: M. limpia
Secretaria na comojigsio.
. Compaohia
Tethjs de Seguros
MaritimoseTer-
1 estrs
Chamada de capital
Sao curjv fl.-i.ii).-. j Srs. ao loms-a- a rralisa
rem a o du 30 do crreme mt-z, no eacripiorlo
nesia compjiibia a roa do Vigarl o 1. rnmeiro
ao iar, a.- 11 ora da manba 3 da taere, a
imponaocia da reiood presiacS 1 de 20 O/o
obre o cap tal ubscipto ou tOOJ por accao
|i. ra o con. pie lo ao fondo tff.-cuvi) a e 40 0/0
esiabeleciao nos esUtatoB.
Oh direciores
B. de Sooza LeSo.
T Ce moer.
Julio C. Pa>8 Brrelo.
DECLARACOES
Ccpanhia Industrial
i'ernambucana
Afsrmbla geral ordioaria
A aHminstragao desta
Compahia convida osSrs.
accioristas a reunirem-se
no salao da A ssocia^ao
Ccmmercial Beneficente a
1 bo a da tarde o dia 28
do corrate mez, jara cu
yirem a leitura rdo parecer
fis-al,dehberarem sobre o
blaQQO e cootas e prece
derera em seguido a r o-
naea^ao des fiscaes e sup-
plecte?.
Recife, 12 de Dezembro
de 1593.
Companhia
Refinadora Mercantil Assuca-
reir
O'tava ttamada
De accordo cjm o qoe d-sro o art. 5- dp
eet-tutos da rompanma. sao convidados os Sr
arclomstas realisarem a 8 nmada s^bre o
capital enbSL- Uto, a razao de 10 0/0 on 10* por
accao. ate o da i do roes vinar oro, no eseriptj-
'lo des'a comprnibia a roa do Dr. JosMarianno
oornt-ro 5i.
Recife, 3 de Dererabro de 1893.
i, Msooel J Ferreira Cros
Director gerente.________
Companhia explora-
dora de pri ductos
calcreos
4' ch.mi-ia de capital
De ordem da ni eci^ria cao cooviladoi os Srs
accionisias Bolj-iripores d cejonda serie do
capnal d>-sU romp^obia a realisarem a qoarta
potrada de lu 0/0 ou 204 por a< c o at o da i6
oo co-reote, no escripiorio da cocupanbia, caes
do Aoolto o. 73.
Recife, il de Dezembro de 1893.
^Rodrigo C-rvalbo
Sejretarm interiao.
Companhia nacional de ca-
mi-as e roupas brancas
Aasembia eral extraordinaria
De oroem da directora e ne accordo com o
art. l4 dos estatutos, saj convidados os Sra
scciomstas para reaolrem se em sssembla gers
exraordinaria, os terca-feira M do corre-
le mes ao mel da, na secretaria S roa l-rga
do Ruano o. 16 afim oetomarfm conbeclmenio
exclunvamento de orna exposicau qoe ser feta
pea directora, pa a sobre M* r aoiverem.
SecreUrJa, 9 de Desembro de 18t$.
0 secretario
Angosto Silva.
Companhia
rrilhoslrbrOosdoRcife;iOIin-
da eB bribe
AsBembla g>rai txrao-dinara
A reqosica. da trecioria e por orderja do Sr.
presioeD'fl ds assmola pnl, cot votada esta
p ra o Ja 9 e Jdoei'O prximo, ext'aorfl'ua
nrrente, ao meio dia, oa Bala dB BestOes da
ei-Uc&i da Aurora.
Tro por lis tata assembl). antorisar a di'ec
loria a p'ovini-nciar sobre o qoe diupe o decre
tu d. 117 A re 15 e Setembro deste aono, e
racnfii-ar, tm respeno as exigencias da le, a-
'pboIdco s ton ada oa ultima asscmbia, depea
deotes e i aj de m .tivag e.
B'cnpturio do gerente, 21 de Dezembro de
1893.
Amocio Pereira S;mea.
Os abaixo assigoados avi-
sam aos recebedores de car-
ga qne conduz para e-te
porto o vapor austraco
c Orion o quil foi inti-
mado a seguir para a IIha
Crande afim defaze'- qua-
rentena e tao sojeitas a co-
branza de 25 / sob e o f.e-
te exarado no respectivo
conhecimeLto.
Henry Forster& C,
Agentes.
"^^ ,^^^^si^ssssssssBisa*
O vapor allemao
Antonma
ou
O vapor Bizanz
B' esperado dos psrtos
do so) i estes poneos das e
dep'is da demora iadis-
pensavel seguir para o
Recebe carga eacommnndas, passveaa e di
nbei'os S frete at a 1 bora da tarde do da da
part ia.
ES JBIPiOBiO
Ao Caes da Compaohia Peroambacana
_________________a. 12_______________
ijlo\d Braziidro
PORTOS DO 8L
O paquete Manos
Comma> danto F. A. A'meida
E' esperado do* Dorios do
sul aie odia 99 de De
zembro eegoiuo oo da
S4para a
Parahyba, Natal, Cear, AmarracBo Mar.
nhSo Para Obidos o Manos
As encommendas serao recebidas at 1 bora
da tarde do da da sabida, no trapiebe Bsrboaa.
on largo do Corpo Santo u. 11.
Para arfa, passagern. encommendas e valo-
res tarta-se com os AGENTES.
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6- Ra do Co ircio6
Io andar
Companhia Pernamuacaaa de Na-
vegado
PORTOS OO NORTE
Parahyba, Natal, Maco. Mossor, Ara-
caty t Cear
O paquete Jacuhype
(.'ommandante Monteiro
Seguir p ra
os porius cima
inr,Ca',08 00 d
99 de D- zeo.br o
_________________ 8 4 boras da
taro.
Recebe carga, encommendas, pastaren e di-
Deiroa a trete at a 1 bora da larde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Co-"oanhia Pernambcana
o. 12
bro de 1693
A3 11 HOBA
Fm frente porU da Ailaodega.
P r c>ota de quem p-iteuoer e nter
venc&o do
Agente Pinto
3 Leilo
Da importante oasa terrea do podra o
eal aia roa Sste de Siembro n. 6,
oitao de S. Pedro Novo em Olind, com
4 janellas de frente, 2 salas, 4 quartas,
o b nh* fora, edificada em terreno pro-
pno.
jaarti-feira 27 do corrate
AS 11 HORAS
No armazem a ru do Mrquez de Olind*
n 48
O agente Oosmao aa irisado, f*r le-
lio da mperOante caa coma menciona-
da podeodo desde j ib pretendentes OSA'
miDl a.
AVISOS DIVERSOS
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul, Pelotas o Porto Alegre
Para fieie etc. ira'-se rom os
ArUkTS
Bor>tel, an & C.
18Ra do Commarjio 18
1* andar
uipanbia i'abiaaa deNaveg-
jh a vapor
Maoei, Villa Novs, enerto. Aracaj, Eb-
tancia e Baha
O VAPOR
Mrquez de Caxas
i ommar dente Julio de Lacerda
E'esperad o
do pono* afina
at o da 93 do
D'Z-mbro rt-gres-
aodo para oe
mi-rii oi> oepois da di-mura do ce-turne.
Para ear^a, ^a>sat{eri8 rncommendaB e dinhei-
ro a (rete, trata se com o
AGENTE
Pedro O-o io de Cerqu^ira
Ra do Vi gario n. 17
Io andar
Paciflc Mean) Navigalion Com-
*AG1
O paquete Britania
STRAITS 0F *AOELHAM LINE
E' esperndn dos nort'is do sul
at o u a 99 de D-z mbro se-
vnindo depois da uecessana de-
mora parLiverpool com escala por
(ilstboa, Bordeas e Plynouili
Para m ta, passa^eos eocommeadas e aiabei-
ro a frete rtrata se com oa
AGESTES
son, S'is I t, Limited
10-RUA DO COMMERCIO-10
Companhia Pernambu-
cana de Navegaco
De ordem da di'nioru, ccoioo us 8rs. pns-
BUidores de otiriuscOng p-ef rericiaes compa
recerem as 12 boras do da 26 do co-reote Da
sede dea a comnaobia, atim de assistirem ao
a rteto das qoe ieem de ser reselladas.
Recife, 21 de Dezembro dr 893
A. ly8i8 de Carvalho
(71-raote.
Compann'a Manufactora de
Phosphoros
Slo con'til'-lo8 os Srs. accionistas a real sa-
rem. dentro de iri ta das, a contar da presente
data, a tercira entrada ae suas prestarO*,
razao de 10 O/o do capital subscripto ou 204000
por argaj, em mao do tbesoureiro, roa da Madre
de Dhus d. 22.
Recife, 22 de Desembro de 1893
0 director secretario,
Joaqoim Pires Goocalves ds Silva.
Indemnisadora
A direccao de.-ta companhia, de conform'dade
com o art. 1S dos seos et-tuta. veode 10 ac-
cOi-s de ns. 386 i 360. 371 375, vagas pelo
llecimeoto ao respectivo accionista.
O pretendentes devrao remelter soaa pro-
postas fe-badas, por intermedio dos corretores
eerae( al o mel da de 29 do correte, no
esrnptorio da mesma compaobt.
Recife, II de Deiembro de 1893,
Con panhia M. Hf Stojuns Liae
O paquete
-Salerno
E' esneradr de
NewYirk a' o
dia 4 oe Janei-
ro e^olndo de
pois da demora
ecessaria para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carea, nass-'gen?, encommea.ias e dinbei
re a frete trata-se cnm os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6Ra do Commercio6
1* andar
Hamburg Suedamerikanis-
che Dampf-chifffdhrts-
Gesellsc'.aft
O vapor Itaparica
E' esperado da Euro
pa aleo da 1 de Ja
oeiro e seguir depoi-
da demora neressaris
para
Baha, Kto ae J mclro e Nanto
Eate vapor Iluminado a loa elctrica
o eflorece ptimas accommodac.o'es aos
Srs. patsageiros.
QuaesqaT reclamacSes B serSo atten-
dilas at 24 boraa depoia da ultima des-
carga.
Para passagens, carga, frete etc., tratase com
Consignatarios
Borstelmann & C.
Ra do Commeroio n. 18
3
Alona-M a casa n R da ra do LeaoCo-
roa o, lem soia e mu tos cmmodos para gran-
de familia ; tratar na roa Ve bs oa roa Vieta
onmero 93.
I m
U ua pessoa se i ffi-re e paa rniprt-Kado^Otl
administrador oe eogeobe, eocartegsndo-se de
todo trabdlbo devtao, a pessoa d conbecimento
de sua coodu :ta ; quem pretender procure ni
casa do cardereiro em Gjmellelra. ________
Aloea se orna casa on ^asiaotrs rommo,
dos pra familia, na cwade de 01 oda, roa Bario
de Tacamna e perto dos banbos salgados, no
Carmo ; tratar no largo do Corpo Saoto na*
mero <7, 3 and: r.
K)a MORaUAa I uga se La ra ae S. Jor-
ge n. 139, 2- andar.
Preelsa-se de um caixeiro de 12 i. 16 annos
e que o fia ior de sua conduca ; a tratar na
ra da Saata Cruz o. 3, padaMa.
Precisa se de um copeiro e de urna ama
para carrejar nma enarca : a tratar n Cadeia n. 35. _____________________^^
Taverm
Vende se a laverna da na de Tosi's Brrelo
'ai t ga B^rthoii m--o) o. 33. propna para prln-
<(piante por ter pouco cap til e com manos com*
morios. n motivo da venna ae dir ao com-
prador.
Aiuga-e
A casa terrea da roa Capujo Antonio de Lima,
n. 26; a tratar a roa Mrquez de Onda n. 8
Lltbographia. _________
r
LE1L0ES
Leilo
De 440 pecoa de mf'pol2o de diversas
marca e 2000 sacos de estopa asios.
Qdinta-feira 21 do corrente
AS 11 HORAS
No armazem o ra do Mrquez ds Olinda
n 48
O sgene Gnsttai autorisado fara lei' <
daB mercadorias cima mencionadas para
feixamento de conth8.
M
ercearia
Vende *e aoiga e be-n afregoesida. mercea-
ria a roa do Ba-ao de S. B irja, aouga do Sebo,
o. oi. en vista do aouu ter de reiirar-se para
1 .ra do Es ado.
Caixeiro
Precisa-8e de um saixeiri de nade
ti annos ; na ma do Mitocolomb n.
Afoga ce, taveroa.
delS
65, em
2. leilo
De grande
qnantidade di vros em
diveraas obr s d medicina e cirorgia em
6r0| bllemSo etc, diveraas caisaa e
Ctrteiras para b .go com importantes fer-
ram^ntas par-, cirurgr e olhoa t diversoa
ferros t>vulBOB per'enceDt-s ao e polio do
f)r. yri ino Roto de Almeida e Castro.
SeXiafeira 22 do corrente
A 3 HURAS DA TAKDE
No 1* andar do s< brado a ra cu M cre
de D-ne n. 34
O agent- Crumo autorisado pela
Exma. Sia. D. Tbeodelmia Ltinade^l-
meida, v.uva do mesmo Dr. Castro, le-
var a 2 leilio os iivros e tenameLtas
cima me cooados, para c qut obteve a
m'cmo se. bora licuuca do lllm. Sr. Dr
juis de direito de crphaos da Rio For-
moso.
Agente Oliveira
Leilao
De 2} 5mportat>t8 cavalloa de corrida
de Domes Yombu e B-l.vr.
Sexta-f ira 22 de Dezembro
AS 11 HOKAS
.\'i> rrainzem d ra 5 ; .\o
vemiiio n. 3B, aatlga do lm
perador.
O genie teicoa competentemente aa-
terissdo levar a leilo os cavados cima.
Leilo
DE BONS MOVIS
Constando de :
Urna mubilia de mogno (medalhSc) com
encosti de palinht tendo 18 cadeiraa de
guarn'fSo, consolos e jar ineir c m pe-
dra, 2 serpentinas de cristal, 1 |ar de
jarros grandes, 1 bonito espelho oval, 1
candieiro de cristbl para kerosene, 1 cama
francesa de amarello, 1 meia cmoda de
d>to, 1 bidet de amarello, e 1 estante en
vidracada para Iivros.
Urna mesa elstica de amarello com 6
taboas, 1 guarda loriga, 2 appara^orea de
Culamna, 12 copos finos para agua, cli-
ces para vicho, arraf-s finas, 1 lote de
louca de porcelana para juntar, froeteiras
de porcelana, 1 porta queios, 1 galhetei-
ro de metal, 1 grande prato de porcelana
p ra peae, 1 mesa com resfriadeira, 1
guarda comidas de rame, 1 taboa e ca-
valletes para eogommado, 2 bancas o di-
versos ps de crctoos.
Sexta-fira 22 do correle
A'S 11 HOR 8
Na roa de S. oocalo n. 8 na
frrgueila da Boa %1-ta
O agenie Martiob tara 1 lao por auto-
risaclu de ama la uilia qoe se retira para
o centro do Sata do doa bona movis e
mais oojeotos existentes em dita cusa,
Ao correr do martelo
Criado e ama
de om : na praca da Boa Vista
Prpcisa-se
numero 19*
Precifa>8e de dons
com urgencia.
Barbei ro
na rea do Bratn n. 37,
Caixeiro
Precisa se de om ca Miro com pratica de
molbaiios ; na rna oo Brum o. 35____________
Ao res pe t a va I publico e aos
seus f-esuezes
Marques Seferlobo C. panicipam que rece-
beram dircamt-cte o une ha de mais cnic p_K
p-esenies. taes cimo sejam :
Licores em garrafes de c ystal e po'cellana,
assim como frocas crysialisadas. confeiKw de
todas as qnalidades, e e iao os viobop?f o afa-
mado Duuro, Borde^nx, O llares, "'asto e ortra8
marca? j bem coobecidas do publico, quijos
de todas as qualidades. e o especial fb porta
donrada, e moitas mercadoras que rom a pre-
8 'oya djs iiioein-s fregueses ieem a certeza qae
ra denarao de comorar, aiieodendo a qualida
rtee precos sem comoeteocia.
Ao Le Peiit Eutrepoi a ri a larga do Roaatlo
rnrre-o SO
TELE'HONE-300
Leilo
Do 50 cairas Alt oom ceblas, dasoar-
' regadas do vapor fruncez iEntro-Rioi,
Vende-se
nma vacca loorina, parida dp m z e m- io dan
ca basiame lei'e, e u a g-rrota lambem toorioa,
ambas de multo bna raca ; a tratar e ver na
trafessa dos AfB dos n. 7. casa amarelU.
iacae sitio
Vende-se a eses de t-ioa com om silii da roa
r>e S. J 5 i no EuCdnamento, freguezia da Pogo
' pant-ila, tendo o 8'to 160 palmos de frecta e
370 ne fon io. cnm a g>ns bo* d- f'nc ta : quem
o'eteoder di'lia se a qne acba. c< m q- en ira'a'.____________^^
Quem tein?
Comp'a se nma pren-> pnpn.i para enfarda!
frz-^idas no Ira plebe Viaona Fon do M.tOt
Roda igm de ferro
Compra se nma roda n'agua de ferro em bom
est-do, qoe regle, de 28 8 30 uaim de rato :
traar na roa Ba'i o d Viciona i. 17.
Precisa-se de um
Commercio p. 44.
Cosinheiro
bom coint.
-ua do
Criado
Precisa-se de nm criado
co n. 44.
roa do Commer-
(ixeiro
Precisa-Be de nm rapas que tenba pratica t
fazendae e dando atistalo de seo bom compOi-
tameoto ; traiar na loja de fateodas em Afo
galos.________________________i _________
Ao publico
Vende-se o esisbelecimento de molbados
-ua do- Go'rarapes n. 14, bem afregnesado, II-
vre e tesembarajado de dividas e impostns ;
qoem pretender dirljs-e ao mesmo estab tl
ment onae se dir o motivo da venda, dando se
tjdos os esclarecimentos necssarie._________
Compra-se
ma casa com um pequeo terreno em um
dos ar-abMdes desis cidade : a tratar na ra da
Imperatr in.l___________^_____^_^___
t/'aixeiros
Precisa-se de doos caixelros com pratica da
de ferragem ; na ros Doqoe de Canas ns, e 61
64, casa de Antonio Pinto da SihN t C.________
CriaJo ou discpulo
Precisase de om meo no par* criido de pe-
qoeoiB mandados, e Un6em se Ibe nisndaer.-
Bioar o >fflcio delaooeiro quertnao ; i tratar na
roa da Compaubla PergamDQCns q. 10 A. Re*.
elfe.
"i
v.

l

*
-,
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' I
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B



_ I
a]^


\{?'
MU
ImMMM


*inrii te
[lilil llSi
Pernam^n^* S*xl -farra 22 <** Hombro dp 'RUS
VIGOR DO CABELLO
DE AYER
Preparado fh-j bases scientilicas
w physiolor*cas para o flm de
oeneliciar os cabellos, restaurar
a c6r, impedir a queda, e promc
ver seu vico e abundaute cresei*
ment.
Esta apurada e excellente preparacio,
em duvida o mclhor remedio at hoj
conhecido para os differentes defeitos ii
i'><'Madura, merece a intima attencao di
".odas as pessoas que tern tido a tnfelici-
dade de perder cm parte este mais rica
ornamento natural da physlonomia.
Cora o sru empreo intelligente tem-st
conseguido resultados realmente sorpreu
deates Ero mullos casos, porm nao
sempre, a propriacanicietem sido curad*.
,'riuancntc-mente.
Betapre se consegue fazer parar a quede
dos cabellos; eroquanto que para o pentes>-
ao das senh Jras, 6 o objecto mais Dt :
mais agradavel que se pode emprega:
rUEPilItADO PELO
DR. J. C AYER & CA,
lowell, Mass., list.-Unidos.
' venda as leja de armaruiho c per-
fiSB&Tltx
DEPOSITO OBXAT
SSSSSI9SS9
!
E' o B'irtimei to que ero cortinados par
Camas janeiUi e colchas de t-na e de
red' tem
An Paradla dea Dame
Lo ja do foelho
86Koadilmperalriz 56
Reephm o que ba de melbor em
Seria" prploa.
Sertas de id".
C'pi'on. ni vidade.
Phan-i-iiip.
Goa'n'fS s pre'as.
Guampo te idr.
Ga r><" pr< ti -
G'l-8 de to>.
Fitas de vei'Uio.
E mo'tofl i u'.'o- a't'gos p?ppciae3 de modas
e esrolbidiis a capricho pelo cDefe de nossa
casa.
i: com :s::s
Lipas e cm tc.t-. Changeants,' ultima no-
vidade.
au Pararfii des Ramea
Pharmaria
Venrp-pe nma pbarmacia na cidade de Pes
qnpi'a, namio-se descont superior a 10 "/ '
queii pretender dirija pe ppT-foalrrPD'p oo po'
escripto na cidade de Pp?qaelra a Attaur de S
Cavaleao'e de Aibomierqoe.________________
SEDAS
Brancas, pretas e ce cores, lisas e la-
VTadfB, grrde variertude
An Paradla des Dames
38-Ruh B-rS. ri VictoMH38
CORTES DE VESTIDOS
Em soda, IB e embraia b( rdada, o qne
ha de m8 ch;c.
Au Parad's des Dames
IgU
axassu
Ne*ta e-ie ancora villa, urna das roelbo'es do
Esta1 o pla foa pasa distancia da dp Iiama
Taca e desta c.ipual, a qnal s<-r brevunente
ligada por esirada de furo, tornando se por
este molo o- dos seos melborps arrabaides j
pela s-lutiridade ce sea "lima e a pela aban-
daD'ia de frncl--8. peixe, B2ua pota l,ptc. e
once o commercio prnmetle desenvolver sp
veDdem-pp P' r baratsimo pr*co seis casas
ae^iio qiiatro prr.p-'as para residencia dp fam
lia p armaco coebeira psra pslabtlerimetito de dili
encas, ha xa ce eapim e careado : a tratar na
rae- do HVrval d. 3. armaiem 'e nateriaps.
Onde spra enrootrado tamb-m eraode soriioiPD-
O de iodo qoajto neceBsario para editica
Ces._________________________________
Cal Virgem de
Ja guar be
Em barricas para o fabrico
de asr-ucar vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calca rf us.
Pre90 8SOOO por
barrica
Cae? do Apollo n. 73
Aocommercio
Jote Joaqoim de Sooza Molla e Joaqolm dt
Soota Ai-vedo deelaraen pelo Pre?et,te qoe des-
de o da i5 do correte m-i das l*e'm am>
gavtloip.itp a eccifdade que tinbam sob a firm.
de Atevedii Sooia, no eptabelecimeoto dr
molh" irs sim roa do Coronel Joaqun) Caval-
caDte o. li. oa cidade de Olioda, reiPando se o
BOCio Aievedo p o e satlafeiio de spo capital *
lacros, Bcaodo o socio Molla de posse do aclivo
e re?poo8avtl pela liquidscio do paeeivo da
CKtir rta Orm.
O iDdi, 18 de Detembro de 1893.
A r^gj de Jos Joaqoirx dp S oa Motta
Pelicio Jjf Vaz ae Ollveira.
J'.iaqu'm rl>- Sooia AlPvedo.
Vende-se
Um bom terreno no arrabalde do Chacn, com
daas (rentes e alicorees para 3 casas, orna bo>
daciuba com excellf ote agoa, perto da esiac'
Casa Forte, tres rmnotos pa'a tomar o trem,
n perto do lio ; tratar na ra da Imperatm
amero II_________________________________
Ca val os furtados
N madrugada de 6 do correte mea ronba
ram do abano assignado os segolnte cavalloa.
m rotilbo, ferro BZ no qaarto direlto, q-ar
to ie carga.
t,Um rodad > apatacado, ferro BZ no qoarto di
relio, qoartao de carga.
Uai rodado pedrea, de sella, andador debaixo
meo ferro MR, tem oa ps branca, tres man-
chas pretas da patela, na anca dueita tem nm
sigo l de bexlga eootro sigoal no mel does-
atabaco, canda e crlnaa cartas.
Todos essea caballos teem 61/J palmos, ponco
mais ao menos, e 5 para 8 tonos, aenno qoe o
ltlmo eat matricolaao no Prado Pernarobncano
com o nome de Trent: quero os pprebender
on delles nottciaa Uverem qneiram levar ao
mesmo abaixo asaignado, oo engenbo Bom Suc-
ceaso, em Aguo Pr la, on a roa da Imperatm
i 26. cae sera gratificado.
.JwNHaaMT
saovHOi
svaiOHaaowHH a
OHJSlifWnBHU
O VHVd O0UI03dS3
oijvsuxa oxxaaoKa
VOiOVW VI313AV)
noisma 3Q
SIUXTUTB
svaian
ti
^
Biichnri'l Jonq-im Carillo de
Slqarira Varrjo
tA viuva rime, iv.ln e irma* do r
nado D:-i h- re Jitquim Locd'O de fii
qoe'ra Varejai, aerrftecem a toias S-
pe-sus qu-' Fe di nara acompanhea
ao rt mite-io prjbliro i s r^st e mortaen
flp spo p nado i rido, pal e lra,5o; e de novo
r-ian a seus amigos e ae< do fl a 11 para sp--
li'em as missas oa-- u>am rezar no bbado
33 do correte. Da mat-ig Ka Boa Vista, a 8 bo-
r.- da t. rfi ne'o q-e <"e-de j te eoufeam
snrrrDarru-ni 'emdp'-'na.
t
I. Iaabt-1 Fpi'it-nin de Iiium
Loa
Mo e seos fllhos con-
vidara aos seoK pan-n es < amigis para
assistirim a orna Bisel qne mand^m re-
lehrar po' alma fetOa Ha D Isahel Ephi
dp S uza Lean, na mainz oa rirt.ite de
prea. no ala 2i dn crranle, s 8 BB*'
nt5 30 na do se passsme Ij, itg.ade-
desde ja pi r f st- a to de rel.tr a.i e Cari
tenia
AtU.
da na
rendo
ria''e.
Antonio <(i'i.||trm < v < nulf de
Albaqurrque
Tercitu aumvi-r8ar!o
t Mara Florentina Cavalcanje de A'bo-
que>qi.e manda cel orar mi-,ca' pela
lail do ppo preza lo m n lo Antonio Jia
qaim Cavalcaole de A boqa-rq e, tere,.
ro sonnersaro de sua no Ir, sano-do 23 d
co r-nie, na mairit di na Vala, as 8 no--s da
ma'ha. co ivina os seos prente- e pensoas oe
soa :i!ii'7a le. Por esse ac'o de caridad^ confes
-. uguai Irtiianiiu un Br|u
tttlt* r :,<. o x i', ii' 1 -i pa
rent-s e am'go do sea sa p>e p an-
ip:.jo mando Auoeto Fernando do
R-eo. para ssistirpm as ex-qoias qoe.
se ao celpb'adas '9 8 h ra a m ona
lo ula SI no correoie na oraem 3' re S Pan-
cisc", ooe-e acoa deuos t^do o i-urpo do mi-s-
mo eo idolatrado mariao, e depois avoop-
pri i
Precisa-se de urna para
andar c< m urna crianca,
preferindo-seque stja moqa
e I ipa, a trat r na ruada
Imperatiiz n. 15, l. andar
Amas
Prec;ea-se de cma co inheua, orna engnrrma-
d'ira e orr a par a-dar enm una criij;, a
na da Imperanz d. >l, l andar.___________
Ama
Precisase dp orna rrn'her de b*ns eoenaaBet
para servir de ana a um* crt-oca ; a t'atar na
roa do Cahoga o. ik. oe meij da at(2 bora^
M na Casa Pnrle n 5. _^_^^_^__^___
Ama de co.-i' ba
p-eclsa-se de ma qoe cosirbe bem, durma
em casa d'S pairees e qo^ira l pira Casa F.r e ;
a i-atar na roa da Matriz da Boa Vate, n le
(tgondn andar._________________
A ras e ^t vernute
Preri.a se de n a gov ruante e doas amas :
a tratar na ra Barao oa Vicioria n. 64, na enli-
ga gnca dp movei ______________________
Doce de caj
Veade-se excellen-
te doce de aj secco,
feitoa capricho. Na
ladeira da Ribeira so-
brado n. 28, na cidade
le Olinda.
Nao se vende a re
talho.
Sementes Novas de
Hortalizas e Cores
Recebemos por e*te ultimo vpor uro
completo aortimeoto de semen tea de Hor-
taligaa e Lnd s fl >res.
Poc a Mendes A V.
Ba Estrella do Bere o. 9
Vinho da Se ra da Estrella
N8o tem rival esta oalidade de vinho
propno para mesa, nm especia'idade.
PCgAS MENDES A C.
Ba Estrella do Rosarlo n 8
Obras de V.me como sejau
Seatai par compras (Tamanhoa diver-
808.)
Berros
Baleioa para papel.
ROUPEIROS.
CADEIRAS o que ae pode
dse jar de mai eperfeicoado.
RA r STRffIT* OO ROSARIO N. 9
Pocas Mendes & C.________
Completo aortimento da gneros de l*
qualidade e prego* oa maia resomidos.
Roa Estreita do Rosario n. 9
Pocas Mendes C
FAZr.NM8M0iiA8
Sortimepto itrpoaaivel de descrever-se
tem recebido de Paria
au Paradla dea Pames
"Precisa-fe
D3 perfettas coaiureiras ; na ma do CaboRi
FERRO QUEVENNE
nico mpprormdo
| rea ACADEMIA DE MEDICINA DI PAIIt 7
pXiatK O yBBDDEIRO ^
lA.RuadesBeauxArtBPAHIS^ POBREZA DO SANGUE
*> ANEMIA, CHLOROSIS
FRAQUEZA
:
GASA PINET, MnRCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACAO GERAL oo CAUTCHUC
POR UQO DE NOVOS PROCESSOS APER?EigOAD08
Espesi.alilade em Instrumentos dt Medicina e Coirugla
Tubos bicos de mamadeiraa colehSea sacooa para gas
injeotadorea orinos pessarios, etc-
luodas almofadas
ESPECIALIDADE ts BEXIGAS h BORRACHA
PARA FUMADORES
EnTiSo-ae oa Catlogos franco.
H. FOUflNIER E A. JOUHANEAU, SUC"
34, ra Tnrblgo. PAJUZ
Pabrica : ax Lilas, pkrto dr Pariz.
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convaleseentes,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Criancas dbia .
e as Pessoas
tracas de Constituico.
^SM^-
Wl
m
COM QUINA
SUMO DE CARNE
PKOSPHATOd.CAL
Comporto
com Substancias necessrias
e indispensareis na
formaco e no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e ossosos.
euidez, de Emmagrccimenlo, de fc^gotameuto nervoso, ais qiiaes os temperamentos de hoje esto ,
fatalmente predispstos. Em l.ttnn. Hharmne.in J. VMAL, ra de Hourbon, 14.
Ptirmacin e Drogaras.

Sesa
!^aV.
Spmri
Essencia.......DATURA INDIEN
P de Arroz.....DATURA INDIEN
Sabo........DATURA INDIEN
Agua de Toucador DATURA INIIEN
Oleo ...".....DATURA INDIEN
Logo para o pelo. DATURA INDIEN
SACHETS ORIZA SOLIDIFICADOS
PLAQUETTES ELEGANTES
16 PERFUMES EXQUISITOS
EM TODAS AS PHINCIPAES CASAS DA AMERICA DO SUL.
ASTHMA & CATARRHO
Curados pelos CiM ESPIG
OPPrtESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
API'I OVADO** E LICENCIADO PF.I.A IKSPECTOItlA OEItAL V*-' HYOIENR O fl A/..:.
*~~" Vena por atcalo J. ESPIC, 20, ra Saint Lasare em PABIS. ti-ja-er n jirmn :
EPOSITOS KU TODA AS PRINCIPAR* P H A II u A C : A S DE FRSCA X O IXTRHIIII
ALMOCOdasSENHORAS
ALIMEaTU CAS CHIANCAS E DOS CONVLESCENTh ......-
rara substituir o chocolate, ci d!eslao multas vezes dtltlcil. e o cae com lellc cujos elTellos di^lltajia
nrciudlcam "m extremo a sade Tas fenboras, os Mc-dlcos recommendam oBicahom aoa aran"
Ce Snlancrenler, por ser um alimento Uve. agradavel e muiio substanciar receltam-noi lamoea
%rtii'rts i e^soas Idosas ou anmica, nutria paiavra tedas as peaanaa que carecen, de roruucaniss.
*AiS. S."J. ra Vl^imna. DEPOSITO SU TODAS U PtaR<*A1IAS OO MIIMDO sVBStaA
ANTISPTICO ANTIBPIDBMIOO
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Vsado no Hospitasa
1 ir. d'ttt S ABAO Sfoiral* < IB" BO de ACIDO PHENICO
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PARS i- nie f msie flam. bain & FOURNiER, 34, ru U^rnMenl.im > PARS
Deposito!em 'trntmbuco : Pran" M. d Silva A Ce as principaea pharmaciaa.
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rnmp'jr dtacalo em Pars: E. TROUETTE, 15, ru dus immeuSles-lndustriels.
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e ou pnc-ip'-es PbaiotA<'.&A e Dro^sriss.
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COM ALBUMINATO DE FERRO
Empregarfo em todos oa HoapUaoa. O melhor ferruginoso para a
I cura das Molestia. da Pobreza do Sangne. NSo enegrece os dent
PAiz. collim o C. 49, Ra da Maunufl-s, e em as pt anooelas
PAPELFAYARDEBLAYN
r.or pura curar CoNoTiP.AgoCo, iav.iTACok-S -o PiTO, RHEUMATISMOS,
D5RES, LUBAGO, FERIDAS, CHAGAS. Tpico excI/ente contra o CAIaL.0.
OLHOS-de-PERDIZ- Vende-se em tod*t as Pharmaoia* e Droiarias (Exa-se a noua liria-
DOENQASooPEITO
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1S, ras Cortambert Parts
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YINMO e OLEO
OBBuaoTf,.Dna
?iotxo4.noADOofcacai.si4o
rrHssUts a 0,04.
< oleo faia uiiiiiaa aja.
O 8fir. HATET fot o prlmalre a saleo isa, asas a
JY>T"BouonardiD,,GimirLOBteadeempreeraBi
Thtrmamatt*. a CREOSOTE do ALCATRAO as
asea atadloamantoa ao poU exactatueata
ascaaae as laaMcSas raatas saMes pratleas.
saaaweani
v
&ABAO CUAAliVO de keote
Temores cravo. pelle vermeina. asp-ra e oleosa impidido oo carado
jor O mais grande de todos os a formse, dores da pelle o Sabio Curati?oue
Reater. Produia a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; ai>cOlota-
oeote poro, delicadan ente medicinado, extremameole Dpomparavel como
taiTELA- Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
strada de Baniay & Co. New-Y..rk _____ ___________________
lEBalCIVAL
B rasA
ICIMI
XAJAOPE DE RJETEK W 2'
Como remedio da Rstago Calmoaa, Poribcador oosanKoe. diurtico,
aperiente, nenbom ooiro appe-llidado depurativo on saisaparnlba ae appro-
ima aeaner aoX^rope de Rv-nter o. J. Comtina qnatro icrsodea proprieda-
iei- em om -emedio, operando a nm tempo sobre os orgaos digestivos, o
angae, os rins e os intestinos.
Absoiotamente nentrahsa xpolaa pelos canaea intesttnaes. lilis e
oros nria e.pell.os germena nocivos, goe flnmam no sangoe, na orina e na
i rpiracao
O MKHOB
PURIFIOADOB
para o
AfUfiUB.
PEQUERAS PILLAS DE AEUTEa
Pii;ad eutorpecido cara-se positivamente com esta ti plelas. Ellas
.ao om remedio pnrgaiivo livre de peripo para o bomem mais fraco, tao bem
.' qji baataute activo para o bomem mais tone, e nao constipad' depois; ps. a
id. o gerai agraoa a lodo qne as osam. 8ao as nular esiandarie da
nsito medica aos Kataaos-Onidos. Sao as menores e mais facis a to .
QuarHnii-m a
PASA
FiraoD
TEIGOFEAO DE B AET
Orna preparagaoelegante, exiremameDte perfumada, remove lodaa as Im
anrexas do crneo, pr? sar^i'.i ccouira calvicie e cabello cimento ; fax o rabel-
o creacer espesso, brandj e i so. Inff Hlvel para enrar erap la pelle, glndulas e maJ tilos,e cora rapidam cortadoras, qoelmadoraj,
eridaa, toreasoraa, etc
C4UTBL* &o oino sem cada ras'o rf marca reaistrada
PASA O
CABALLO
4 PlLE
.
Bio SLE8TBS pauDCHi. A companhi! ;e liroaaa produuioa utiimiuoS
R'ia Murq iis de Olinda n 23
GRANDE
Rus Larga do Rasara as 2$ ( 31
Telephone n. f 5 \
Maroel Garca, cooheeeo'Jo a inarliavel neeeaeidada de que eacer.tia eati
rarde capital, aero aoapsr sacrifico" e depezas, f.eaba do fundir actios hotel!
GMMEBOlAL E CONGRESSISrA em om grr.nde estab laciraento om bjypedaris.
enommando o
Grande Hotel Commercial
All ercontrar o publio pernambuesno e os Ilustres 7'sjantes, alm da bem
reparadas comidas, beb bs finas e tasolhidt.8, orna bem moneada e desente hospe-
aria, com todas as presenpyes hy^iemena, a por de dxi servigo completo por parte
o grande pessoul d qne diep?e essa imprante estabelecimecto, hojeo pnmeiro en
eu genero _si cidade. ta-nii
Montado com a mxima escancia, dispoe o GRANDE HOTEL COMnER
CIAL de um salfio de recreio ariaticaaicte preparado, oatla podem i er roulisadoe
soquetes.
O proprietario deete est^balecimento pede a visita do publio Pemambncano.
GFANDE HliTEL COMMERCIAL
Ra Lar^a do Kozario ns. 2> e 31*

r ESPECIALIDADES
T. JONES
FatMURTE DE PERFUIaRU I1SLESI
extra-pina
VICTORIA SSBHCst
O perfume mala delicioso no mundo.
Boma grande colleccao de extractos pose anco
da meama qualidade.
LA JUVENIL!
PO sem mistura ctmica aLguma, psra rosto,
dberante o lnrlslvel.
ORBARI IATH*
Conserra-se em todos oa climas; am ensalo
demonstrari su aup-jrloridde ioois os satros
Coid-Creams.
AGUA DK TOUCADOR JONCS
Tnica e. refrescante. ExceUente contra s
picaduras de insectos. __
ELIXIR PAATA iABOMTI
DenUfriclo antlseHico e tnico. BrinipsSi os
deutea e rorUCca as geaalvaa.
23, Boulavard das Gapaolnaa, 23
PARS
Oa^^lta Hrxtmaa* + rH rraststai Slsllll
..... rno-
r
J
Jaboato
33.200
Pede se ao Sr. Sebasiao Carnelro de Bsrros
Campf-lloroobeci'lo por Baixa Gran Je o favor de
vlr oo m andar liquidar o negocio que nSo igno
r/k ?->i,i ".i*. tvo< '//a ivpa
CARLMISO IRMAOS
ua Baro do rriutnpho ns. 100 a 104 e ra
do Visconde de I tapanca ns, 22
Tem seropre em deposita :
B MIKAS a V3por de 4 a 8 cavalloa dos melhores dofabricantcs.
CALACOEIAS multitjbularos para 4, 5, 6 o 8 cavalloa.
MOENDAS as maia solidas e melhorea domerca.
TAIXAS de 'erro batido cravrdaa caldeadas, fundido do todos oa BUW*Mfi
OOAS D'AGUA p>-r cubos de maaena e todaB de ferro.
BODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhoa.
CB'VACOF.8 duplas e u >s de fomalhas para assentamentoa.
BiflBAS DE BEPUCiao sem sola, vlvula de bronse.
CHUMAOEIRAS parafuaoaeo maia que se opss desajar parsengiihos,
a de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E OONCERTAM toda e qualquer peca de macbinismo tanto r^s fr
mdido como batido-
EN ABREUAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medirjto aau<
ommiasSo rasoavel, qual.juer machiflismo e CONT ACTAM apparehoa para Of-
a*, para fabricar de 100 a 300 sacos de aasucar >m 24 hoi-as.
' Obrigam-se a montagera dos mesmo e responaabilisamHse polo bom '.ablla
e tem om hbil oganhetro ;ngJe muito Dratict, alm de dos um dos 333
e hiro.r-



O MICROBIO
OA
BlennofvhMgta,
radicalmente aniquilado pelo enpregu da
1 IN O GADKT
DEPOSITO GSRA.
PAJtTa, Itcolevard Denain. 7, PABIS
Ns* a Woj'ci jue ser ,'8 embruiha s cada
vidro da Injeecfla Vade.t
vtMtttat -d todas u principis Pnaroacus co Brasil.
Masa para sopa
Vende se rrararrao alftria e t'barlm a l| O
o kilo ; no pateo do mercado D. 12.
Oaixeiro
Prerira se de nm caixeiro com pra'i'a ie tflO>
h.-dos e qce c fiador le ?ua codh !, ; 6 ratar
na roa do Corone! Soassona 'i. 49.___________
Cosi'ihe.ra e ciado
Precia Ph na rea da ?.>lT.a P 40
Royal
WHISKY
Blend marca VIAD
Este excellente Whisky Eacooei pra
erivol ao cognac ou aguardante da oa&n
jara ortficar o corpo.
Vende ae a retalho noe m oree ana
sena de mol hados.
Pede Royal Blend arca Tlada
ono nome e emblema bSo regia tradoe pav
toco do Brasil.
BBOWNS & C.
AVISO SENHORAS
O APIOL o melhor remedio
contra as Drea, Atraso, Siippre*nAe
e PerdaM uterina de que solTro a mullier
no momento das apocaa. Mas. vende-se.
aoMa nome de Aptol, productos falsificados.
O Apiol puro, o nico cuja cDIcacldade
tem sido verificada nos nospltaes de Pars 6
o Aplol dos inventores, os Srs. Doutores
JORET HOBIOLLE
SMaaaenu di Soeldadt de Pharmacia di Pars.
MEBALHAS AS EXPOSICOKS UNIVERSBS :
Londres iaaa pabib iaaa
Daposlto geral: Fhann BBIA1IT
Part, ISO, Ra da Rlroll, e na principan Pharmaolta.
Botijoes
A 740 's.. compra Eugeue Freres & 0.. ra
lo Aiio-im n. 44 ____________________^
MAH.ILrlA CKAVA
DO CFLI-y.rifi
Dr. Humphreys de Nova Ycrt
A Vs.dade'j-a Maravilha do Sec %.
APPEOV ADA E LICENCIADA
aeln IB8pecto^a Girnl de Hyelcno ds .
Impetio da Brazl*.
"a Mn*vllba Ca ativa remedio (irompts
jara ac Padui-as, Machui-adurna, Oouiu^'h-s Tor-
;eduras, Coriaduros, ou Lacerac^ds. Alllvl-. a dot
estanca o a tngue, fax parar a fnllarnma<;Jlo. rrHfui
t. lnchni;ao. *ao descoranieiuo, efazsarai u laida
come ^or cucar, o.
A nariv1li
eura raUda para (,uciia.l'..ras. Escaldaduras, ?.
((uclmadura do Sol, e superior a qualg.ui.-r outsf.
remedio.
A ftlBraviltia Cnratlva imnagswij*B)
odasasPer^oiTlia^las, sejadoNarla JasGppglvj,
dos Puunucs. do E omago, ou a HcmorrbowjBoa
AtmorreLma*cura Fcmpre ? nunca ralba.
A MaravllhaCnratlyBumaJU^opronipg
p? DS de Denles, de OuvW a, da Face. In liac
oa Face Novralgia.
A Maravlria Curnlaorecnri v-""tfm
e precioso para Dure rheumaUcas, Alel>io. Dora
Rigidez as Juntas ou i '-ritas.
A Mfc.a-viiha Cnratlva 6o.gra.ndcrpsie prv.Esquinencia. Angina, A.:,iygor.lastre'lmdasoS
mammadassempr seguro, sempre etncas
A Maravllka Carnltva multo vas
eoaid?nj55ao para o Catarro, a Lcacon-hca .TI
Flores IJraecaa,eoutros corrimentos oeblUlantea.
Mnravilha CrB'va lmpacavel pas>
eorarcce^ ChgAsnils A^tenaa Panal
Ercallcs. Frelra. Jo-.ncicsc Almona
A Maravllha Cai-atlvafi remedio prtnr.pl*
oda. DtarrtcV Xplcs, e de Dlarrhea enromes.
A Mamilba Cnrutlva >-x?%f
Eatreltarlas e Cavallarlcas. Pf^"??S!v!?jSf
Pbadurcse 3fo1aduras.Conttt*I^ceiasoBi.*a,
I
Especialidades do Dr. Barata}!.
RrmcdUa Especlflcos,
i'ngnento Maravllljoao
Besaadloa Syphilltlcom
Krim-dloaVctcrini-rloa -.
1 Manual do Dr. Bumpnrera 144 paginas sobre a
i^nfermldt.des e modoaecural-asso dasraiLs. pedat
fie ao scu i.Kttlcaiio ou a
HCMPHKEYS' MEDICINE CO.,
le Falt-a Street, NEW YOKK.
NICOS AGENTES
rara ?das en groaaw *M
RasRbaee)
hriiSobrinholCs
Vd
:


--.-
.






8
Diario de Perramfauco Sexla-feira 22 de Dezembro de 1803
*?
ARMAZEM DO LIMA
(Fundado em 1824)
Os proprietarics d'este an2;o e -tabeVcm ente, apresenta^ admirago dos
teus illustres freguezes e do esmavel publico d'esta capital-a mais chic e fasci-
nante novidade no artigo de pe entes apropriados para as grandiosas festa* do
mATML, &mi$ bom, beis
recebidos directamente das grandes cidades
Exlraonlinaria collefao de balaios, eslojos, acafalcs, folese saceos, ccstinlias, livros, dotnins, Bebs, caricaluros, carteiras, guilarras, des perla de res,
bibliolliecas, chavenas, tambores, fauleils, mappa mundo, cadeiras, jornaes, balDes, cairinlios, pharo!, kiosques, bandolinas, etc., etc., sendo ludo guarnecido dos
mclho es
CONFEITOS e AMENDOAS
Lindo sorllmento em doces cryslallisados, fina Marmol .la cm ladnllios, Passas finas em bonitas cai\;;s, Queijad e Pecogos crvstallisados, Tmaras do Egypto, Ameixas especiacs Biscuits dcReims, doces cm calda c nrnp, mimosas caixinhas de phanlasia com especial Figo
la-ado. Peras seccas, e por fim a monumental expsito em linlas latas de phanlasia com Bolacbinha?, Queijos Suisso, -'raio, Flamengo, ChedJar, Fine apple-
cheese, Seilo, Londrir.o c o afamado
MRA BA&AO DO TRUMPBO- 44
Vachinas a vapor
Moendas
Rodas dagua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sein cravE^ao
Arados.
Cltf
B OXJfr^.OS JPXXnTS
w
Rod.-.a d'agaa
Torbinas
Engenho de Sem
Especialistas em Cha Verde c Prelo, Vinhos finos c de Pasto, Aguas mineraes, Presuntos de Lamogo, manteiga, Fiambres no vos, Conservas variadas.
Cenejas nllemles, Cognacs, Aperitivos. Champagnes, Rurjinwl n. 00, ithum, Ans del Caballo, Aguaardenle d'Eslremoz, licores finos, ci
ABMICOTLNE E GLACIAL MARO Vinhos finos de Bordeaux, sobrcsalmido-se o apreciavel
.Mitre clles os celebres
Chteau dn Hagasin Lima
Finalmente o Arm?zem-do Lima espera urna visita de seus distinclos freguezes e do rcspcitavel publico, afim de verificarcm do VISU o que cima
allegam, garaolindo gneros novos c pteos extraordinariamente mdicos.
c.
Moendas de Caen I -f
Moiobos de 'a
Debalhsdore
Separadores
Machina a vapor
Portatsia
Lavsdorea
-f^-4 Deapolpadores
Descaacadoref
Veatiladores
Mambiqoes
Bruidores, G ndnetoree. Catadores. Evaporad' res a vBpcr Defecado rea Je
triple eff'-ito, Vccutoa e todos ob mscriinipmcs tertei centes eo f brco do at uuar, cal-
deira Multitobalar par qoeiroar bf-gf-go ru carca de cit. Prensas Hyoranlicss,
bombas de todos ts tamachos, C^rneiros Hydraulic-s rarB levantar agua, Arados de
plantar milho, etc. etc. Ergecbo completo de labrcir farinba e engenho completo
para b.-neficiar arroz. _
Correias de sola e de borracha de qualidado superior. Ole espacial para
machinas. Pertetceu o pei;t s Bvi.laaa p--.ra as machn ;a.
E8CBBPT0BI0
95Ba do Ouvulor95
13** e 136Ba da Sade134 e 136
Lidgerwood Mfg C. Lima
1--RUA BARAO DA VICTORIA--3
e
Roteiro (la costa do uo;te do
Brazil
Ivi escr dor'o do Diario v< rrferr-r-e a'scn*
expaiplres do roturo fla cts'.a do eoite dn
Braz. tr.bslno do ihali?ado nratko das barr**
do nonti jo Brasil, opu&o =''el!pre Francisco
Pereira.
P' c/5* 00_____________
.Licores de
Brizan!
a ne
3DaPte. curs^-So, cacan a la vaoi la creme
^ Tb Murrasqaino etc., COOi A 2S de
u.eieaa marcas e procedencia vende-so
na
idega Portugeeza
Ruadas Larangeiras
n.4
Puro azeite ae Ol-
Ye? ra
Superior de 1.a serte
verde-se em L.ATINHAS de liro o-
GARRAFA DO na
Adeg i Portngueza
ta ds Larangeiras d, 4
i7inh;s tintos d3 mesa
Coliare*, Paite eAlvaralli)
o ru taa cutres acreditadas raarc^s acaba
de eh"gr psra o j bom cenbecido ar-
mitzem de vii.bua
Adega
das Ljir^ngeiras p.
Vinhos do Porto finos
eu 1, e engarrafados vjnde-so por pra-
^cp .B AEgGAPOimJGIJKZk
Ru Larangeiras
LHSTIM
15
MAR BRAY0
Poitugueza
\
numi u
'itnento de utensilios para lavoura ven-
Contia ? manter cm sens depsitos complete :
endo Bou we por precos mdicos ;
MACHINAS A VAPOIl de differentes systema3 e tamanhos, de Robioson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavados.
CALDE1RAS A VAPOR multitnbulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
aalhas das tachas
CALDEIKAS A VAPOR Cornisb e ypo ocoraot.Ta para uaccionar com b3ga0 e enna .
Rui AS para agna.
jMBas de motuo-ccn'inuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes syslemas.
CRIVACOES para fornallias.
MACHINAS para deacaroyar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
/ontaddos agricultores.
e azend parte da direegao de 6ua fabrica o Sr. engenneiro Augusto Clark, vantajosae
iente coFuecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalhos de montagern de grande numero d-
Usina8 fun0cion;indo neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantiudo a produejao t
qualida
POR

JU
PRIMEIRA PAUTE
vi
O ARCHIPELAGO AZUL
(OontinaasSo)
Por mar, entSo, minha tia ?
Sim, por mar. Alugaremoa logo
um barco para descer o Morbihan.
Armella dea palmai de contente. Rea
liiava ne um aooho da sua infancia. Na
taral dnquelia trra, nao coohecia ainda
esse canto encantador do pais natal, essa
baca maravilhosa, recortada como orna
folba de vioba no interior do littoral, e
qoe mede dez kilmetros de Vannes at
Nei, deaesete de Saint-Armel a L'.c-SIana
Ker.
Tinha reonperado toda a ana alegra, e,
ao coatacto desta alegri-. intntil, tambem
a Sra. Desaoels havia reonperado o aeu
bom humor.
Urna b> ra ma;s tarde embaroaram no
porto de Vaonei, o'ama chalupa de aervi-
50 ordinario. Comegava a vasante, e o
vento aoprava do norte. Era o que era
preciso para raaliaar orna viagem mar vi-
Aa velaa abriram-ie graciosas, aeme-
Uatutcs a un do gsivota. Emquan'o as
Aos proprietarios
Q.ie desejao) laaef affadas e ladrilhoa 00 o
;ni,r das na'as e a*maiens, av!s> s? qoe acba-
o um gran'eporti > rn'o >'e. P"dra" -proprla
da, no sronzem do C^es de C^pibarlbe n. 3-, e
imoR'rr* na ru: fia Gru n 18. a marera.
itguas tranquillas do canal bateram no
costado da embarcado, a perspectiva nSo
paesoa de um crniaho aperlado entre um
duplo aterro, at ao momento em qoe, por
atn* tul ita ubertura da cort.na, se deecj-
bre o Morbihan.
Nao tinham lavado vinte minutos a chc-
gi.r a Oonlean.
A lbasinha, croada c>m o seu bosque
de oinh-iroa e semeada da chalets pitto-
r a o?, eso >ndia urna parta do horiaonte.
A cholupa dobrou o ca'uo, e, com a ligei
rra de um passaro, desiisou sobre a su-
perficie i-zul.
Pois era asa1, de um aaul a que o pro*
prio Medierraneo nao poia pretender,
limpid, clara, senelhante a um lago de
lapis Uculi, o rtuda da ilhas aos cantos,
eclacando ?s com os seus mi br 5 s tra s
prenles, c >m aga-s memas e meigas, que
nella vertem a fecundidade e a dj^ ira.
Aqu j nao ha deasas tempestades bra
vas qus or'em de espum* a costa do
Ocano, daqaellea ablos tit-.ni-jos qie fn-
aem trfmrr a ponta do Ba, dessas ebuli-
gSea f)noidi>veis que lavara com as su.s
vagas de nev as cristas doa cacbopoa de
Penmaro'u.
O genio do m r, que rrceb a licenja
para recortar estas praias sua phanta ia,
tracou o golpho como om r.o de jardim
ing!ea.
Tod^s os contrastea alli aa encontram
IARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
DST1LLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
Pequeas fabricas.
52-RA BARIO DO TRIUMPHO-52
3P3e3B.2NTJkIVXDBXJG)a
iquiaa^a

O proprietario preteiideiido acabar com
as fuzendas existentes vende as por meade
de seu valor como seja.
Etam ne de cores a 200 rin o covado.
Oaelord de quadros a 200 r>s o covado.
Flanea bracea par vestido 320 ris o covdo.
Vo^.1 bocitoa e finos a pT'O ri* o CQvadc-.
Cacbemia 2 largnraa a 600 ris o covada.
Lhn e eeda tina a 80C ris o cuvado.
Rices cortes de vestid' s.
Brios clares para roapa de menino a 800 riB'O covado.
Escovas (impudores do dentta a 200 urna.
Grande sertimento de fichua.
dem em csBemiraa prets e de corea.
Pegas de bordados e entremeios.
K & b Levil.i.m.s de seda e de slgodao.
Completo sortiment'- de rjupa feita e.moitos entro j artigos, que coi vida
mos a Esmas. familias para um passoio ao estalecimento.
Aproveitem
1!Ra de MarcoTi
s*.sr o aeu aorriso a estas obras
Mar peruano >, mereciaa ser
V fulgaraote, a estatua de Sant'Anna
fornicando a baslica.
M longe, era a ilha Longa, com
miras ; depois Bed3
pnwpf.
chamado
la"o grande. M a a Bretanba ignora <>?
Ugns ; t cnbeoe as 'agSas, e as tafias fu gal-gal em
Af. B-Atacha nao sao bonitas, infe.'iz- I P^nr, depeis a ilha dos Mongas, qoe
mente 1 I corta em doui o M-irbihan como urna grao
O que fora no Morbihan, a incivel I de oalgada cuja cabera est a kilmetro e
variedade de formea que essas ilhas teem, meio de Conleau e os pos a oitoeentoi me
cujo numero a oronda popular eleva a tre- tros da asenha 00 Net.
zeotas e seaaent e ci-iotantas como os
da- ti ar.n .. Una redonda como um
bolo bre'80 ; ootra sfiFeota aa arest.-.s rigi
das d'um cubo. Entr. achata se e roja-se
como cma cobra, aquella surge em forma
de cone esguia. N'uma a herv espeBia e
abundante, forma um tapete de relva fdfa
e verde ; n'oatra a r"cba rida e aecca
o pedestal natural, predestinado de algom
modo, do8 monomeotoa megalithisoa.
N 'B ionumeraveia causes que circulam
s archipelazo ha om s perigo a evitar, o
das correntes que o soloam.
Mas mesmo esse poiigo n2 > para te-
mar aeolo com a enoheote e para as em
barcegbVs de pequen toneNgem.
Os brigoes e os logrea e esoonaa qne
sobeo) at Cunleaa s se atra-.am na vi
sante depois de terem passado o gargalo.
Nesse momento, a chalopa, perfeitamen-
te ajudada pelo mar e pelo vaot, corria
com toda a sua velo^idade.
la com aquella raido que fas lembrar o
oanto dos pass-ros, corUnd) oom a ba
ANTI\ DO CR
faende-se mutuamente valer : promontc- roda de prd* a agua crystallina do golpho.
ros altivos, penbasoos a prumo, ancora
douros umbrosos, rochados desmoronados,
praias douradaa duoas ondulos.s, alli ae
misturara, ae croaam, prejaotam sobre a
piiaagem a variedade daa suaa paii^Saa e
oortam a cordel as aaaa sombras transpa-
rentes sobre a agua tranquilla e serena.
A Saissn resuscita fra os Alpes; Nica,
aples, Cjoataotcopla, aerviram cada
orna p aua vea de modelo ao capricho
eaoulptaral daa aguas j e o co qjii pro-
e Armelle, moda de admirado, eatremeoia
eada vea que om novo panorama ae dea
enrelav) ante oa seos olhos.
A embaroagao reavalava sobre a super-
ficie, vogando em plena phantaamagoria, e
aob o bafo fresco e pao de n-cr nSo ae
aeotia o ardor doa ra oa da abobada.
A' eaqu.rda vamae Sn, oa boriaontea
do Taeix, de Hic ; direita, as pasta
P E a chalupa contiouava o seu romo,
bordejaado a cada intermpgSo da corrente,
alterando a sua marcha, qnando, p.r acaso,
orna rajada inesperada a levava sobre os
escoibos
EnSo Iperguntou Joanca aerrindo
para a sonhadora Armelleests conten-
te ? Este golpe de vista deve agradarte.
Oh minha tia, protestos a aienina,
dig que me encanta. Nlo aai ae eatoo
sjohando, ou ae estou acordada.
Silencioso at alli, o roarinh'iro levan-
toa ob olhos para a menina, sacudi a sua
cabeya griaalha e aem aorrir mormoroo :
Sjnhe, mii ba menina, sonhe, me-
Ihor!
Joaona e rmele olhnram ama pora a
ootra. Urna emo^ao pungente aportara
Ibe o oorayao. A menina assim icterpel
lada, voltou-se para o anoiSo e perguntou-
Ihe :
- Porque prefeiive! sonbar, mea ami-
go ? A realidade m ?
NSo, diese o homem. Isto depende
do que ae considera oomo mi. A reali-
dtde a vida. A vida m ? Ei nao
aei. Qaasi aempre a oonheoi como a techo
agora e ha aeasenta e cinco annoa qoe ato
dura. E' orna idade reepeitavel para om
homem do mar.
Elle interrompeo-se, e oa seos olhoa
aaoea olbaraoi vagamente, como um raio
que vaoillasse sem destino ne espado, aem
ae fizar, e voHasse pira o sea ponto de
gens e aa' deliciosas enseadsB de Badn, e | partida. O mannheiro acarescentoa :
ro looge por ectre o neToeiro, am pStrto Sa eo ihe daie aOjUillo aiaia agora,
minha menina, porque eu cieio que so-
nhei tambsm, eu, quando era novo, na
tempo em que tado era be lo em toruo dt>
mim, em que eu na de maobS --t noite
E depois, era urna vez Ch^goj um da
em que em vez de rir, chorei. Core
mesmo tanto nessa dia, que rao toruei b
chorar, provavd, qoe as mhas lagrimas
se torcaram todas SHlgad^s.
V>ltavam-lbe f.a reetrdaiSea. Um veo
hmido emb c oa os seus olhos claros.
Olhe, disse elle, es r.hi o lugar. Ha-
via vinte annos que nao p-ssava por aqu
e se nao tivessu sido nacesaario lvalas a
Loe Maria-K-r, teria dadj a volta pele
ilba doi Mooges. Fui aqu que soc edeu
a desgraga.
Que depgraj* ? pergantaram ao mes
mo tempo Armelle e a Sra Desaoels.
Acab^vam de mudar de rumo em n-
gulo recto. a ves de oantinaar a dui
girem-ae aobre Penras, a chalupa diriga-
se Bobre urna ilhota visinha.
Dealisoa pela sombra de um peohaaco.
Cinco minatos depois sabia deste braco de
mar cor de betume p ra correr sobre ama
ilha arredondada.
A agua reapparecia com a aua cor azul,
recamada de palhetas brilbaotes ; tinham
diante de ai, direita, um promontorio
inclinado em aemi-siroulo, de ama curva
irrepreheosivel, emqaanto que em frentp
a ilha doa Munges, que sempre ae avista,
moatrava lu do sol o grande dolmen de
Pea-Happ.
O marojo levoa a mo ao seu barrete e
saudou. O vento agitoa os seus cabellos
griaalhoa, e, bruscamente, esta pbysiono-
mia qaaai vulgar reveatio om carcter de
imponente magostada,
Esteoiau o brego e mojtrou aos viajsn-
t-s a base da bota, que a v-a-nte orne-
gira a deixar a descobert*>. Un reiuoinho
emi-circular borb Ihava em torno, salpi-
cando com a sai espuma o topo das altas
ochaB ecuras, invisiveis na maro cheia.
Aquillo, disse elle, a ilha Gouihan,
-ima ilha que pertercia aos frades de St.
Grilders, ha annos e annos. Asol a ilha
d-i Tascou. Aqu outra vez a ilhi doa
Monges. nerem que eu Ihos cont a
'esgraga oue me succedaa alli? Vou-.lh a
c ntar. Qoairam doBSulpar aa 8rt oho-
rar.
Tornou a nterromper-3e e passoa a aua
rnao callosa pela cara.
Em aeguida, conformado aem davda
por um pensamento consolador, posta a
sua vos anda tremease, fes a ana car-
raySa.
Fel a smpleamente. sem phraaea, aem
procurar proinz'r effei'o, com o seu ac-
oento arraatado, a su vos constante, o aeu
rythmo da Baiza Bretaaha e aquella ac-
etato partioaNr qoe pronuncia oa o todos
abortos e diz tcher em vez de ker.
Tenho a diser lhea, minhaa Bsnho-
raa, aue nesae tempo ia eu entrar para o
.:.. a!^* *. nir.tm mnnna noflaados :
servico, visto ter vinte annoa r
mas | tinha navegado, porque era pesca-
dor da ilha d'Arg, onde toda a minha fa-
milia ainda habita. Havia na aldea ama
r*parigonha qoe nSo era da ilha. Vinb
da Rocha Dura, do lado do ras de Sein,
e, por oauaa disso, as ootraa raparigas da
uerra brincavam com ella, talvez por ella
ter mais bonita.
(Continua).
Tv J. do Diario ra Daaue de Cim o. 4^
i.
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