Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19568

Full Text
m^mmmmmmm
i
AMO LX1X
SACADO 16 DE DEZEMBRO DE 1893
NUMERO 28S
PBOPBIEaJUUE DK BL&HOKL FISEIROI SS 37ARIA A FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por trfts meten aHi?intaHns.
Por seis mezes adiantados.
Por om anno allantado v
B
53
S
8*000
151000
30^000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLFSIVOS DE PJBLiCAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
O Sn Amede, Prince & C, residenles oa Pana34 roe d
Provence
PARA OS LOGARES ONDE SE PA'iA ^ORTE
Por seis mezes adiantados. I6500
Por om anno adiantadn. 33&OO0
Numero avulso do mesmo dia. 10O
u
#9
-<
1

I
Telegrammas
Offlciaes
RIO DE JANEIRO, 15 de Deieabro
de 1893.
Furces iecrsoa coirmar.dadag pelo coro-
nel Gomes Cirntiro boter&m so norte de
Saeta Catbarin as forjas des revi Irnos
ao mando do coronel Firagice, perdendo
este 4") homena e deixando 19 rrieionei
ros e maito armamento.
X* baha d-sta capital foi h je retomada-
pelo governo a Iba B>m JeBQi, onde ts re-
voltoso faziam aguadas.
Saio vos.
Ministro do L.terior.
OURO PRETO, 14 de Deaembro de
1S93.
Ao Presidente do Estido.
Recifj.
O povo de aliaras pronuocia-ae enrgico
e UEanime contra a bandeira da restaura-
do levantaos pelo contra-almirante Salda-
nha.
O.'ganisam-se batalhoes patriticos para
defesa da gpublica.
Sado-vos.
Affanso Pennt.
INSTMUCUO POPULA
. J
EDCAgAO
imLLECHAL, K0BAL l PH7SICA
HERBERT SPEXCER
CAPITULO II
A Educa^ao Intellcctual
Targaodo as Iiges as coisas, q-e man i fef t-
mente formm a Loutiocago natural da primeira
cultura dos s- andes, para notar que o tystema
geralmente egnido e-ta em divergencia absomt i
com o methodo da Nature? qaer na iofaj la.
qoer na adolescencia, qner no decorsa de cmli
sagfo. A' crianga, diz M. ."ame', deve se
mostrar como tolas as parte d'uai ooje to es-
li umitas entre ti, etc. e os diversos uaanoaea
d'efsas lines das cuas, cooteem ra 'Itas islas
de !a-t'is qae i erteaca se devero ensinar relati-
vamente s cois s qu? se pem duu'e a'ella.
Bista e ora nm guipe ae vista soDre a vida diaria
da ciraga para verraoa que ta 10 o conhecimen-
to f'as eoiaal que ella obten. antes da conqaisi
da falla por ella mesmo conquutado-que as
qual dades de dureza e peso as-oeudas a certas
appareocias, a pos*e de formas e de toos parti-
culares por personalldai.s pa-ik'-lares, a pro
duecode bous e.-peiaBs por anranaes de aspe-
ctos especias, ?io pbeoomernis qoe ella mesma
observa. Ni .inlidade igoilmeote, qoar.do nao
temos a mao mnes m.ls compl -'os de ensi -o,
as obse'^ac s e inferencias tura a hora exigi-
das pelas oe essidades da vina. Bao feius cor
coi rxesmos, e o bom xito dependa da profu
aidade e pe fe gao cc-m que ellas fo faltas.
pois. razoavel que, em quanto o processo la-ga
meut- aoplic.ado pela evolueo humana se repe-
le, qoe na enanca, quer no homox. se 1-va se
goir om p.-ocesso coitririo durante o penlo
intermedio da infancia e da virilidad- ? e eo o
n'uma coisa '.asimple-', come, o estura das
proprieaUdes d 8 objectos ? NSo pelo contra
i rio, bem potente, qne om mesmo me bndo deve
ser app!ic;.do i ceoeralidade dos factos ? ea na-
turza sao nos esta mostrando perpeuam^nte
om rjeibodo que cs devenamos ver sempre e
adopiar com toda a bamildade ? O quo pudera
ser mi3 manif-:t) do qoe o nesejo das enancas
pelo o e8tudo das coitas queag-alam ao sea es-
pirito ?
(Conhnia).
PARTE OFFICIAL
Mniscrio da Fazenja
Fo'am expedidos:
Offioio ao overoador do Estado de Sergipe.
Scien',e de que o tbesooro de.-=e Estado cobra
direiujs te farinba de trigo de procedencia dos
E*tcdos Ua!d03 da America jo Norte, ptb facto
de entrar por cabotageea. rogo vos que provl
dencieis oara que seja ti' mente exeeutado o
convenio americano, e bem assim mandis res
i titu'T as quunlias que por tal motivo teabam si
do indevidamente cooraass.
Em virtude d.:qceil coaveoio. como expen-
so no decreto n. 1,338 fie 5 de Fevereiro de 1891
e as circolares n. 6 je 5 do mrsmo rcez e anno
e n. 28 de 25 de M.:u do a: no orrentd, a bri-
de trigo e outros gneros da tre-raa procedeocia
esto lientos de todo e qualquer imposto, oo
aeia da Uoiao, e-t.doal ou municipal. Aleo
disso a caoutagem livre, segundo a Constitui-
cao Federal.
Aviso ao inspector da Abniega de Aracaj
Declaro que teado o administrador da mesa de
reodas da Estancia commooicado a este Minis-
terio que oTiesooro desse astado contio a
* cobrar direitos da larl ha de trigo de proceden
cia dos Esiados U ridos da America do N re pela
circoms.ancia de ahi entrar or caootagemof-
ficioo-se o goveroador do Estado a6m de qoe
mande restituir as qaantias indevidamente co-
bradas por talmotivo, e providencie pan que.
como de direito, o convenio americano tenha
nesse Estado a leal e fiel execocao exigida pelas
condicSes de reciprocidade nelle estabelecidas
formal e solemnemente.
Segondo essn convenio, como est expreRso
ne decreto o. 1 338 de 5 de Fevereiro de 1891 e
. e as circulares n. 6 de 5 do meaao mei e an-
no e n. 28 de 25 de Maiodo anuo correte, (&J
liv'res e qualquer Imposto, qcer da Unido, quer
s'.adoal oc Municipal, oa gneros mencionados
no artigo f do citado decreto, entre os qoaes
jeha-se a fariooa de trigo.
Convem -ecommeodar ao administrador da
-mesa de rendas da Estancia, que, qoando hou-
w de dingir-se a este Ministerio, o fifia por
iintenpedio dessa Alfandega.
_-------- w
Mlalaterlo da lndnwtrla e Viaco
Foi aposentado, a vista do termo de tosoeccao
' desande, e conforme a 2' pane do art. 198 con
binada coa o arl. 201 do regalameoto aaaexo ao
decreto d. 26 A de 21 ne Malo dejl890 o prati-
cante s .orre o raes, F'ancisro de A^sis Das R beiro.
F^i pobll.ado decreto qo altea o tracado
jS approvado da i.' serco da Estrada de Ferro
Cctral Alagoaca atea cld-'de de S. Miguel a par-
t'r da cidade ne Atalaya, imntido, po'm. de S.
Migoel em dian'e o i'*c do da cooressao de 9 de
Novembro de 1890, de accordo com o plano ge-
rol de viaco.
inioterlo da Guerra
Foram r fo m^dus, oe disposio nos decretos n 193 A (t* 30 de Janeiro
de 1890 art. 4, P 1J32 E u 31 de hfzpmbro do
mesmo anno, art. 7., os cap t es Joaquim Fer-
relra da Cnnb Barbn, do 8 batalbao de ii-
faniaria. e Lu'z Goniaga de Lyra Florep, aggre
gado p merma arma.
Foi transferido, de acuerdo com a resolu-
to de 28 d Setembro de 892 Scaudo aggre-
gado a arma a qu pertence, o 2* 'eneote no 3.
regimnto ne artiihana Jos Ignacio da Cunba
Rasgado, visto haver sido qu^lifi.-a n deoertor
em conseibo Je iovesiiga^o a que fci submet
f.do.
Foi exonerado seo pedMo o mlico a1-
jomo do exercito Dr Odiloo Fernaodes de Car-
valbo, do f.ervigo do megma txercito.
Foram commissior,idi>9 ne Dosto de alfares os
segulnie9 cadetes e inferiores :
1." btalr.So de artimaa1*sargento L^opol
do Xavier Ferreira.
Corpo d- alumoajSi-genio ajuiantn Boa-
vsniura Sebsstiao Ciropello. 1. sargento Jos
da FOSca Moraes ; alu nnoj : J.i> Manoel de
rafia, Carlos Amulo A i'tdes Napoleao de
Caraiba, Francisco Belgado F-rrei'a L'ma. An
tomo B'mvimlo de Rsoa, J >Sn H-^leo loe de
Miran ia, Manoel Balno-* F.i banb Maioel Ho
nque Co-^iro Jamo'; 1" sargentos: J.;aj Har-
tboiomeo K-ller, Alberto Teixeira Rtbeiro, Jo
Samoel A'euniBd, Valerio Barbo-a PalcSu. B >a
ventora jogalves de Aireo, Auerico da Aoreu
Li a.
!. hatalbo de engeobaria2 aargpot", Car-
los Hilario de Araojo, sargento ajudaote. H^ori
qie Fdix Romane, 2. sargento, Ral das Neves,
2. sargento. An ouiu da Costi Suares.
1. DntaloSo ne mfatarla2.* clete, Mmsel
Augusto de Athayde 2 o uadeie, G-*ronclo Nilo
de Sooza Pimenul,i.* sargento, A taur Ane-ico
de S.-i.?..
ti* baialbSoSsrgeotn qaartel mest^e, Fran
cisco E^ydio i'eixj. de Vascoocellos,!.0 cadete,
A'is'oouio Gome Cahoo.
25 baialoo-2.* *a-ge .lo J Jo Antonio de
Souza da Costa, 2." cadete, 2.' sargento, David
Augusto Villercy.
2i biibin"!1." sargento. Otear Gualberto
Dies Mura, 2o sn'gento, ioio Aogosto de Mo-
ra-s. 1. caiete, 2.' sargento, Manoel Varella de
Sonza Ba'ca.
2. regimentn de artbaria2o clete. 2 sar-
gento. II.jo.'! VilUs-B.ias Nj,ueira da Gama.
Goverco aaaatiQco
DESPACHOS D DIA 13 DE DEZSMBRO DE
1893
Fre Amando Bihlmano. Informe, com ur-
gen ia, o lospectur do Tnescuro.
Antonio Sooto de Ar njo. -I iforme o S'. D:.
presidente, do Sac-e ior Tnboai de Jostica.
Bai'barel Bella'm'uO Cessr Gando). Justifi-
co. Depois de anootalo na Se.;reiarja du Ga-
vemn, remetta-se este requjnmento ao inspector
do Tii -punre. oara os fjns convenientes.
Eiioano Francisco Pdnna.Junt- attestado
e exercicio.
Jos Jorge Lobo de Carvalha. Informe o in-
spector du T esouro.
Maooel Tariano dos Res Campello. Informe
o inspector do Tbe-iouro
Miuoei Ciemennoo Correia de Mello.Venba
por intermedio do ebefe da commi.-sua da cons
trucca do L zareto
Oiyoipio Elysio do N scimento Waoderley.
Iiforme o Dr. 'nspecior do Tbesouro.
Sebasuao, preso pobre.lo leferjlo.
Francisco Deodata Los Escriptare se.
Dia (i
Coriolano de Paiva e Mello. Deferirlo, nos
Crmos do cffi:io o'esta data ao ionpector do
Tiesoura.
G ata Barretlo de Menezes. Deferido, cim of-
fimo o'esta dala ao iosoector do Tnesooro.
Jos Jo^qaitn Alves t CSim, com as res-
nccOes do es.ylo.
Jac otba Candila de Alendar.Iafarme o in-
spector do Tn-i-u'o.
T neote Joaquina Ccrdeira FalrSo. Prejudi
cano.
Tenente Jas Victoriano de Vasconcelos Pe-
reipa. Prejudicido
Mjor Lj\i A tooio Cordeiro.Como rpqoer.
Manoel M-t :;s da Cooba Se.-bra. P.-eja u-
cado.
Maria Antonia da AnnunriicSo.Informe o
Dr. joiz de direito do 2.* nistrioio criminal.
Marcellino Fonte 6r CSim.
Octavio Angosto Portado da Mendonca. Pre-
judicio.
O mesmo.Sim.
S. Pinho t CInforme o Dr. inspector de
bygieQe.
Tbomaz Sigismuodo de Almeila Barros.Pre
jodicado.
Secretaria do Gaverno do Estado de Pernam
buco, 15 ue Dezembro de 1893.
O oorteiro,
H. M- da Silva.
Recebedorlat du E*tado de Peruana-
buco
DESPACHO DO DIA 16 DE DSZSMBEO DE
1893
Francisco Gaspar de Piabo. Iaforoe
seccao.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Gutmaraes.-
natraccao Public do Eatado de
Pernambuco
DESPACHO DO DIA l* E DEZEMBRO
dk 1893
Jos Jorge Labo de Carvaino. Comprase e
registre-se.
Secr taria da Repartfcao da Iastrncr;ao Pnbli
ca dn Estado de Pernambuio, 15 de D zrubro
de 1893.
O po-telro.
Fenelon Attico Late.
INTERIOR
A revolta
( O Pais de 3 de Dezembro)
O incidente da saida do Aquidaban anda
preoecupa multo o espirito da poaolacao.
?abe-se que esse cnuragado ebegon ante-bon-
tem. as 4 bo-as da tarde, i ilha Grande, o que
oSooasta para qoe ?e tire alguma concloso a
respeiti dos pUaos dos Sr. Custodio los de
Mello.
Em todo o caso alada ha forca revoltosas
nesie porto, forca kbandofltdaaaos propno ir*
corsos, e emqoanio nAo ebega o mom*-Bto d -
serem abofadas completamente, opde qoer quj
Beja Piemeno* ne qu ii-*poTi os antip't j-
as na-a ne-inrra- a naz da Repblica, ii> ne-
tcejs-sana a cous l'a.aa. continu-ra as bostili-
dates com maijr nq io-n.>r inten-idade.
Pelo3 lado-i '.i- Nit"i"oy o *H t hoot'm f":
p oro agitado ; o crua iar Guai atiera. depois
le b-v-r amanea alo v^ria-* jrrr-j^ouu oitra a
Armafio e fnrt^ de G agoa. re?eb-u dea**
orna grasa a ao casteilo oe ti'i, o que ibe im-
poz ene i.-.lu, que se urol<;n^ou par 4uas Poras.
As forgas de trra contitioam a 'cenna' os de
psitos e maiif dependencias da Armucao e coos-
i.-oi'arn irin> beiras ora b'ilio do fago dos pa
quetes Jupi'e* e Venes.
Al as 6 1|2 nnrgg da 'Urde de bontem nao
houve nennam farimemo em trra, que nos
conste.
E' provav^l qie urna caa do Grago' tenha
sido damMh-aia por un projectil qua cortou
orna arvore no cese exnlniiu no lado opposto;
mas oque 8e d actoslmenie, desde que a Ar-
mi-cio foi retomada aos revoi'osas e os saus o-
vios obrigadns a recua*, nao i.ada comoarat'
vamente aos bombarieus i ai is que all se da-
vaaa, fsptl.iaodj roma e a unrte.
Villegaignou aiiron om sch'apnell de 4*)
com di'ecfo 3 Baa Viagem ; mil por Miciaa-
de, o p-ojectil expiada meio camiono
A m desse tiro, aioria dispararam seie vez^s
os grandes caihr-s all asses a los, e ljao3 elles
perderam a carga na babia, o que ee explica fa-
rilu eme.
A goaroicn a'lt destacada comp5e-3e unica-
meate ue cerca ie 15 mannbeiros, uoa inferior
do corpo de fui leiro3 oavaes e om escrevente,
qoe uarece desempendar fuoccOss soperiares, o
que berjj e-irarmo.
On, a a'tiidM'ia eatrego-? a semelhante gente
da resultaros como estes, qae os bons republi-
canos devern stimar.
As f. ruletas da barra ronperam fogoda3rfe 1
hora da tirde mas o iucileme mais notavel o:
correo as 6. p.u o mais ou mecos da forma se
gaiitc
U.u projectil explosi/o cahm soore a ponte
dos escaleres e Qceadioo varios fardou de al
go a^.
O fogo lavroo com alguma int-nsidade e a
gente alude tacada corren a debellar o sinistro,
que ce'iamente se rrapigiria a03 qmiis ja
damn fi.rados.
Para impi-uir o desastre com'firata com p5o3,
a deitar o fa'rtas aa mar, euaqoanto outro* ra i-
riD'ieiro< moai io< de baldes apagavam > fag),
que ja ia camu.haa lo i>e;as g-aies e assea^no.
As forgas do Cnaelio perceoeram o mov-
meutoe DMtlUsaraai a extiaccSo da iaceodio,
qa foi oo ea.aoto sofTacado.
Desle eotaoe!it'iiicneirim se, e, com carabi-
nas e merah'oran de 11 milime.ro3, despjja
rara med un nriva ponto, cuja nfinterja fai forjada a maoter as
de3Car.as, at qua o forte se calaste, o que ca
fez, po'aa sen ter antes malvadamente dispar -
do doas vezes uia cannao de Warwjrih 12 1|2
em direccSa i cidade.
Para hordo do Jpiter foram retiradas al-
gomas barricas de farinba de trigo de nm dos
paqn-tes do Lloyd B-azileiro.
Continua a ser armada e defendida com tria -
cbelras de sancas de areia a i'.ta das Craras,
oode bontem vimos diis caobOes de tiro r-
pido.
O crozaror Almirante Tamanrjar ji tem
metralral iras as cestos das gavis.
Codo testemnoha da alto valor inserimos
as seguioui* llibasv^ue nos eaviou o Sr. vice-
almirante Ignacio Joaquina da Faoseca. e que
em afsoioto confirmara o qaaato expuz?mos
Ucn'em.
Sr. relac or n'O Pait A parcialidale e a
falta de memoria az-rn traisviar os principios
ma;3 eiemeniares da Si'.ienca "a gu-irra. Nio
ha qoe n ao aba q;eN)oale5o dizla : Talas
a< for alezos fi-ram se oara serem tom das.
N-8 teaapos moleraos, Metz e Sadaa cocflrmam
o apbonsmo
A impotencia das fortalezas, segn lo a ophio
dos mais eatenlidos, mede-se pela altura das
mesmas : quanta mais altas, menos effi azes. O
Pie >, por exemp'.o, apenas o contratarte de
Sama Cruz.
As fonalea na impedem a passigem de ni-
vi03. D-m de du, quanto mais ie onlte I .. SSo
provas r-aes d'e.-ti conta : R a huelo, Mjrce-
des. Cuezas. Ou upiry, An mayt .Timb*. To'uary A rae.ima Gioral-
tar demonstralamente inpotenie para coitra-
pr se a :o re Deudos suacesos.Da vosso cons-
ta te teitorI. J. di Fonseca 2 de Dezembro
de 1893. *
Sanio hintem do arsenal de marioha um
enterro, cujo fretro velo to hospital da lina das*
Ccb-a
Os revjltosaacontinuaram bontem a retirar,
por meto Je orna cabrea, o armamenm do vapor
Amazonas, acondicionando-a em urna chata.
Com dats de 30 le N iverab-o u t>m > rece-
bmr>s do nosso correspoadeate era Nitberoy a
segumte carta :
Nithe.roy, 30 de Novembro de 1893Depois
dos acuntecim-raios de booiem. que descrevi em
nvnha ultima carta, deram-se mais as seguiates
ocurren- ias :
Um dos frigorficos, sera duvlda o Juoit-r,
fu-ri-a io a respeitavel distancia da Armaco,
fez i noite bistaote f 'go de caono-'evolver pa*a
esse ponto, sera entreaoto cms; r nenhuma victi
ma na orlosa forfia qae abi se acbava de guarn-
cao.
Durante o resto da ooite de bontem e pel3 ma-
drugada de boje orna lancha, conluzindo revol
toaos, tentn tres v^zes approximar se da canbo
oeira Maraj, na Pona da Ar.ia. mas foi tres
vezes repein-ia pelo canbo do Toque-toque com-
mandado pelo bravo tenente Ripfiae Ide Menezes.
Al as 4 horas na tarde de boje as no-sas fc-
.a consegoiram descansar um poaca d'esta ta
Inoga loca, comquanto o frigorfico Japner
bnnve^se feito aUuas disoaros de caahio de tiro
rpido contra a ArmacSo.
O forte de Gragoata atlroo diversas vezes con
tra o conocido Atuidaban, qae vio-se Toreado
a levantar ferro e dar fundo em logar bem dis-
tante d'aqoelle forte.
O cruzador Guiuibara, ba dias fondeado por
tras rta liba das Cobras, veio oceupar a poica>
deixada pelo cruzador Trajano,an:ouraa Jo em
freote da Armafio.
Arada sobre a tomada d'esta esplendida posi-
(3o estratgica, n ja qae O Paiz de 29 fez im
portantes reveuces a e*se respeito, teobo a uc-
crescentar mais as seeuintes ioformaces:
Ha muiios das eslava revolvida a retirada de
om canbao WKbwarth, calibre 70, afim de ser
assectido em um morro de cima do qml se to-
mloa lodo o trecbo da baha actualmente ocen-
pado pela epqaadra reolt>sa. A princio, em-
quanto se preparavam as trlocbelras, as nossaa
forgas um Idas as noites a ArmacSo com o in-
tuito de collocar o caobao sob-e ama carroga
poxada por bols, o ue consegoiram depois de
esforgns insanos. Em ootra nolte resolveu-se que
o cannao ira para a roa da Praia, mas a carroga,
em conseqoeocla das ultimas chovas, Qcou ato
lada o'om lamagal,de oode nSo arrancn o gado
ji estafado peta enorme camtohada que de-a.
Finalmente, oo da Immedlato o geoeral Roberto
Fer reir resol veo qoe as saas forgas tronxessem
mesmo a tarde a carroga, para o que fez seguir
garnde numero de soldados armados e comps-
ternemente munlclados.
Mil tiQQ.m os domos floldadoB come(ado t
fama, j a esquadra bombirdeava fraocameot-<
a Anuaglo. s oldados deixaram o servigo e
foram para a oeira da p-aia bater-se coro os m nheiros que e aoproxiraava n com cinrto laabas.
D'ess urotelo ja de) mino -tosas lofarmages.
Aos o coajOatt-e no meio do mais deliran -
entnosii-s uo, veio o canbSo ale & punte das bar
cas, de oble pgoio pa-a a ra do Tu-ar >. Ho i
em a tarde, a goarmg&o t'aDsporinu o enni-
para o morroepera-e qoe am.nni estoja elfa
montado oos raparos e pr.-rupt > para entrar em
fogo em occa^ioopporiooa.
Re:onnecenJo o geoe-al Rraerto a posa'hiii
i i-ile dn manter-se na Armagao, deu conb"Ci-
menm is fo-gssnob seu rinn^nlo aa conqi'B a
feta, fazeoio seguir para IB diariamente a guar-
n:c-io necessarla pa-a a defazi.
SapP'inho qae dentro de alga s das aera
aprcveilada a ariilnoru -lli depositada.
(O Paiz de 4)
Reappare-eo ban'em, 3 1/t ho'as da tarde,
o cruzdor Almirante Tamanaa. qoe, duran
te alguna das, eilive-a ar is da Ina da- C >
iras re;ebend> pintura e os a'timos pr-paraii
vos para MMMJrif, talvez. s>6 fanegsa de cap
a ea da esqiadra revolt isa, qie e acba neale
pono.
O bello navo. coidadosam iota construido nos
eataleiros do noasa arseoil de mar.mu, f >i pin
tadn de p eto e cerdea por i E-tJ irtiinado com doz^ cann^s, seolo qua
tro as barbttas, seis na cobjrt, un a r e ou-
tro a p-oa.
Em cvla bordo aprsenla, pais, cinco canhs,
que sab-moa ser d Armstrooe, ce seis p lega-
das ds dimetro, tiro rpida e corooba du des-
canso.
Esse rmimen'o, sune-lor ao daa torres do
Acidaban exigs plvora sem famaga, o qae
o ti-raaom tanto perigoso na coaabate.
Ftcao, pois, de aviso aa goarog'-s de trra,
que i'o-tumam a se ntnncbe-rar so nenie quan
do vem a fumarada dos nsparos.
Alem dos gra*sos caahJ8 lera metralha loras
proa na cesto da avea do traqaete, e qia-
tro canhes ae tiro-raptao, sen lo dois oo re-
do tn do coaamanlo e dois no lombadilbo par
sob-e as barbetas.
A' hora cima indicada suspenden do seo an
coradouro e tocando r com orna s macbioa.
veio at prximo iiha F.S'-al, de onle pariiu
tocando avante e em direcgao d Goanabara
V. si-no a sotaventodeasa oateria Qu'ioaD'e.
m-tieuo lene na arribada o, contornando a po-
pa dn Jjpiter, pi8so por entra e'ts paquete
e o Venus, cb-ismado Pereira da Cunba. e
vea uar fundo pon:o maja ou menos no ponto
em que e.-tivara por muito lempa o quua
bat
A sua rrareba pode ser estimada era fi milhas
no tn-iximo, o ooe diminue considerav-lmente o
reu valor couao navio de comate..
Qi'O'lo o seo olilvo casco se apreaeoiou ao
campo de aegao da a'tilheria da barra, a forta
leza de S. Joia alvejon-o immediaamente aem
caiBegni" oo eataoto mais do qae aproxmar
muro os Beus projectis ao costado daquelle era
U ior
Nia se'ii o prlmeiro tiro qoe all caase, pois
esae oa^io j receben o bapuamo de fogo na ma-
ao5 em qa-> e*rr om a Maraj e f-i parar
a .i i-i de Vi legairaoo.
A bordt falsa de bnreste traz em mu tos ron-
tos a certao Es'roaram hootem, a boa era queolmi-
rante Tamaa lar a-nava a aora, as b-.terias
do mi-ro de S. Ja9o. em Ni'heroy e rei uros
le ariilberia avisaram ao sobsituto do Ajuila
ban do augmento da forfi de N tberoy.
Dessa baii-rii foi enviada urna granada sobre
o convez daquelle navio, s 8 horas da tarde.
assm orno a fortaleza de ragoati atirou urna
oot a dentro do Gaanabara.
Contra e^s's pratos d a o A'mi-an'e "Ta
maular dois tiros cujas resolti ios nao canne
cemna; m is no entao. o o telegraprao semiaho'i-
o ae N tn iroy dea ooticia de nao ter bavido ao
viilale e o te-ra.
Os f'igorili-os Venas e Jpiter bateram se
tamben com fa fias de N'theroy, qae alera das
citadas bateras fixeram fuaccionar as das ras
de S. Francisco e da Gloria.
A Punta da Armagio continua em p->der das
forgas da Renoblmt e o borabardeio de Villegal
gn ra coi.egau s 5 horas da tarde.
D'ste forte, urna gran le granada batanera
ebeia nos rochedos de S. Joo; seis de 451) ati
-alas contra a Lige, pasaaram aera do alvo, e
um cbapnell dojmeamo caiibre, des ina 1o ao
nospitil de S. J'-o explodiu eatre as duas poa-
tes ne s 0irafngo8, em cu|o caes havu malta
gente qu se-saivou por feliz acaso.
Para que o.progra nma diario econstante nao
f-'sse mo i fl^ad >, essa fortaleza dos revoliosos
d'sparou foriosamemea sua metralbadora de 11
milmeiras contra a cidade.
Cheganm bontem, pelas estralas de ferro
vi idos de Santos, onde desembarcaran! do paque,
te Espagae. 8 prim-ima teoente8,.13 segaados
e 5 machmisias da arrala.
Vieram todos estes ofiiciae3 directamente da
Europa e faziam parte da guarnida do Riacbae
lo, que fi :ou era concert em Toln.
O cruzador Benjamn Cons'.ant est concluido
e ficav espira d.i ariilaeria, aue talvez ja es-
teja a bordo oo momen'o em que e< :.-ev -mas.
Ap'eaeorau se bantem aos S*e. ministro
da maana o rhefe do estarlo-ma'or general da
armada o cppltao de fragata Frumisco Gavio Pe-
reira Pinto, ymdo de Pernambuco.
Cbegou hootem a esa capital o S" Vctor
Manoel Vieirada Cunba, alfares do 34 bataloao
de infauea da guarda oacional de Nitbe-oy.
Folgmos muito em vel-o em nosso esenpto-
rio, restablecido do fenmeolo leve qae rebe-
ben na Armagio, qaaoda a
  • ama fo-ga bascar muaiges para a anilheria que
    defenae o litto'al
    Poi nouaeado fiscal do b.talOSo do 23." de
    Navemnro, com a grailuacra d capitio, o alfe-
    -ea do 13.* de mfaoleria Jao Xavier do Reg
    Barros.
    3 Jnper cantmuou bontem a receber car-
    ga, tendo o Venus tomado carva.
    Irn tentar a salda da nosso porto ?
    Vmdo da ilba das Cobras, saio bontem do
    arsenal de manaba o enterro de ama praga dos
    revoltosos, de ooroe Ozorio
    {Paiz de 5)
    Pouco noticias forncea o dia de hontem re-
    laiivameole & revolta.
    O desanimo eotre as forjas s ordeos do 8".
    Costo li Jo' de Mello evidente, e aos boas
    obs-rvadoresloao ter escapado a especie de aba-
    tmenlo qae reinoa hoaiem a bordo da capta
    nea. _
    A nova batera do alio do Mocangu Grande,
    qae ara sempre a primara a romper fogo con
    ira Nitbe'oy, maotere-se na defeaslva, e iseo
    mesmi com panqa energa.
    Foram pola os canhes collocados oo morro
    da Armafio, pelo lado da Paota da Arela, que
    atacaram aquello ponto dos revoltosos, usando
    nao r da anilheria de Krapp como tambem de
    morteiro*.
    De vez em qoando ooviamos fogo da fuzlla-
    ria de ierra, a oessaa occasiea a guaroigo re-
    voltosa occoltava-se as tnncheiras de fardos
    de algodo e saceos de arela e asslm deixava
    pasaar a tormenta.
    As tres fortalezas da barra tambera foram as
    prmeiras a atacar as ruinas de Villegaigaon,
    com fago espagado e ta veass com largos nter,
    vallos.
    A casto ob'.iverim franca reiposta e pela tar-
    de, qoanda foi ataca ia a laocna Bento Martins
    qae rHpoaava um eacaler cjm monia ue o^-
    ca, estiveram muas aa mis bateras, varniaa
    pe so grana las rjoe un mente s par excp-
    ; i d-ixim de ci~ naquella praga de guerra.
    Ha qoem procore relacionar o desanimo do-
    r v.tiioaos nao f ao tempo como umbem as ex
    plo-Oss do i paiojs.
    A nemas nos aeposito? da Poo'a do Mat'o-
    so. na liba do Goveroaao", foram consideravis.
    MMVM que havia clli u1" carga de corra
    de 200 moeladaa de plvora, (OOOOk ios de pol
    vora, prtviM'iet, oynamite o m saoe.-raneas e
    granadas yni w >rtn, calibe 300
    Q laudo arrt-Dentou a malfadada revolU, que
    tautos males tem trazida Repblica. >> robre
    la I- ao povo, foi removida da Arnacii wd a
    polvo-a al ':xisien'e e dlatribuia p-io Xadcira
    Lies do Mocaoguu e Poma do Mutoso.
    V ae p jria no qoe e-sa tremeada expl'.so
    reduzu consUeravr'lmeate o re-ursas dos re-
    voltosos.
    O maior empeoba do publico bontem fo'
    conh^cer a origem. causa verdadeira da Ir
    men ia explosao qae destrua com medonho
    Iragjr os depsitos de art gos bellicos, situados
    oo Mattoso.
    Anda nes'e momento, po m, diffinl pre
    cisar essa caosa.
    Dissemos em oossa nitima edigSo, que alum-
    no da escola militar t-mtaranri ahitamente, e
    mais de nma v-^z. ch.'gar aquella amo, afta o
    coasega'O io, apezar du tiroteia travala com fo -
    gas revoltosas all posudas ; eno crajectu-
    ra nos se a;aao elles nao te-ia:n "ooseguida o
    sea inten > no ma do bdm bonien.
    Pa-menores e informag's olaidos hantma
    desir ma esta altima poasrailidade, como se
    ver.
    Mo'to prximo da i'ha. no momento meara i
    do sinistro, e de-de mn"as hora* a ales, e-lavam
    fondeadas o pajoete Venu e ama lancha dos
    revol'osos.
    Na Poota do Mit'oso oermaaecti at-acada, re
    cebeodo munigdes. ama catraia da esquadra,
    cnio pessoal fura dividido, pa te tfaOBponaodo
    os artigas be.lieos e pirte arrumanda-oa a ba-do.
    Pirece Uro. por uto, oue quaiqoe- forgt do
    gav-roo aili nao <.o seguira chegir, bavendo na
    ilba e sua proximidade tacta genie da esquad-a.
    Tudo porUnm mduz erooea de que o gran-
    de siniBim foi todo de origem casaal, coase-
    quencia de un expl>s> nos arti'os b-llmas
    que eaiavara sendo removidos e trao portado*.
    Dais menorea da escola de apreodizea 'ua-i
    nh-i os n. 8 sitoada, como se sabe, na liba do
    G iveroamr, foram attiogidoa p"la exolosa, nm
    perdendo oo s dedos oe urna mo e ouiro rece
    ben lo gran es qnu'm 'doras.
    Na liba do G iv-rnado* desahar.irjj varias
    casas e ootra* liemr ni:io damniflcadas.
    A phirmacia n. 31 a roa Con fe de B >m-
    fim. propri^dade d Sr. Alfredo F Looot, o pre-
    dio do 8r Manoi Ferreira Ma had Goimara?s
    e os de ns. 8e 32 mesmi roa, s>. ff-eram gran-
    des v.rias.
    Ni goardi-imria da aifaniega as vi tragas
    partiram-se, .euio deslocadaa DNrilas tenas da
    coberinm daqu^lla reparngSo.
    S-'guodo coaimunicag < receb'da no'oqaar
    le geoerii da mariaba, foram recoibidos ante-
    hnnte m a nolie ao hospital da ha da) Cobras
    15 marioneiros feridoa.
    01- ter.e le booor*r0 Laiz LeaiPe ffj
    commandava un dos paquetes do L'oyd R-azi
    le'0, foi reimlbldo ao hospital da ilaa das E.ixa-
    daa, "ora feri ..eotos.
    Como me'hor es.'lirecimento do que a- hontem se passao oa eaiago Martima d> G ra-
    bo publicamos a segai ue commooicaga, e o
    fs cora tanto maior boi voalade qaanta
    nao esejamos seno a verdade.
    . Esiagj M mimia. i jr jj ,vembro de 1813.
    Ao Sr. redactor n'O Paiz->Tsodo o voaaooo-
    ceiicado jo-na, iioticiado que o p-sn l da esta-
    gao Martima fazia em diversas direcg's aooo-
    vlr n medonho es am'ddo bavidohootem, poros*
    caaifto la exolosaa na Una do Gove-nador, ro-
    go-vos rec llicar essa noticia. porqoe o vosso io
    formaa'e nS" foi esc-op losa na nrraga da oc
    curmncia que se : u nesta eatagao. S. Exc. o
    Sr. marecbal vic -p c lente di Repblica, acom-
    panba lo los S s. ministra da viaga. director da
    estrada, ebefe do trafego e eogenheiro da 1 re-
    sidenr.ia, visi ava esta es'ago qaraloaedeua
    exoloao e teveoccaaiSo de observa- que ofem-
    pregadas, comqaanto tivessem sentido como qae
    ama coaaraogo por esse aconiecimento, que aba-
    loa o edificio da estago, derrubiado vidragas
    cootioo-rara noa seas logares, prosegnindo nos
    sena trabaihaa sem a menor interr pgo. om a
    publicago destas liabas V. maja urna vez em
    penhara a Rr 'ido do vosao etc.Jao Viei.a
    de Souza Agoiar >.
    Hantem, cerca de 11 horas da manh. um
    es-a'er da escola naval, tnpolado pnr quatro h ;-
    mens e um a-pirante, cooduzra para bardo do
    paquete inglezirltania a bagagem de nm paa
    s.ig-l-o qualquer. que dev qae, com aa malas tara caixas praprias de cha-
    peos de senhora
    Ui* fa'a cara trrx inlividuos. vindado'
    lados de Nitne-cy, foi boo.em aprisinala por
    cma lan'ba dos revoltosos e can lozda para as
    aguas lo Vqnidabao.
    A barca Dr. Cootioho fez o servigo revoltosos buntem. entrn a ilba do Goveroador,
    Mocangn e Aquldabao.
    A's 3 horas da lame reoormu urna cabrea que
    deixoo entre a Trajano e a Gaanabara.
    Hontem, ao fondear o paquete allemo
    Iaparica. da companbia Himhu'g Sud-ameri
    kanirabe, chegado te Santos, os revoltosos dirl-
    girara.se ao sea ancoradoum.
    Segundo nos ioformam. o commandaate do
    Itaparica oeg o-fe a receber a bordo os offi-
    ciaes revoltosos que vlnbam na laa ba, allegan-
    do o procedimenm qoe tiveram em rela.o ao
    vapor Santos, ia mesma companhta.
    O S\ mare bal vice-presi-l-n'.e da Rep-
    blica esteve bontem em diversos pontos do litto-
    ral.
    Do observatorio do morro do Casteilo S. Exc
    obserma os estragos que em conseqo-racia do
    borabardeio notam-se em Wulegaigioo, em N" -
    Janeiro
    E'crere o no33o collega, representaate da Pal
    em Natnroy:
    N.toeroy, 3 de Novembro de 1893.Sonbe
    que a miaba correspondencia do dia I nao bavia
    sido entregue; iuuil'i reprodozil a boje, taoto
    mais qoe o numero do Paiz do dia 2 iras to-
    das as mf .-rmafies qae ea miatsirava a ess~ re-
    da"-ca.
    Vi iodo o movimeoto da esqaadra naquelle
    d:a; o cruzador Guaaabara foi rebozado para
    o sol da ilna do Macanga Gran le para dalh
    hostiisar as nossas bateras da Poota da rea;
    a Trajano s 4 bora^ e 35 minntos deixou a
    boia e foi ancorar no fondo da baha em freote
    dos navios mercantes armados em guerra.
    Confirmo a noticia oe que esveram na Arma-
    fio aiguos dos aossos bravos soldados, os qoaes
    foram de mais peno apreciar o pavoroso i icen-
    dio que lavrava nae dependencias da Armago.
    Logo qoe o Javary avstoa a oossa gente, dis-
    parou os seua caobes de tiro rpido. As gra
    nadas b.->tiam oa pe ireira e abl eatooravam a
    mallos metros de distancia do alvo.
    Cootei 10 edificios envolvidos e abatidos pelas
    chamrcaa.
    Por aqui passamos so~egadameote at s 3 ho-
    ras e 43 niatos da Urde, quaudo foi oovido nm
    enorme estampido qae abaloa casas, e oalaral-
    mete a-rms'.. u todas as familias.
    A principio snopaz-ae ter sida o d-pasito de
    ronnig-s da Arina;a, que e^tava desde hootem
    preso daa cbammas.
    Parimdo pira o centro da cidade dis'e'am-me
    pessoas presentes na occaaa uo es ramo qae o
    facto se passara na ilba do Gjvroador.
    Correado a v.f ta por e?86 ponto, ebegoei ainda
    a lempo de ver multa farolea e oavir detonages
    que noa ebegavam maito facas.
    Depots de ter presenciado os factoa que nar-
    rei, dirijia-me para a Pona da Areia para inda-
    gar o que ah' paxaava, e tamoem para ver o
    Almiranta Tamaodar.- que ae dizu ter explo-
    1110
    A meio cana nbo ouvi repetido) tiros de cara-
    bina e taz alto por a*tf imprudente continuar.
    Alguna momentos depola comee ira n a caobes
    a vomitar balas. Eupeobar-3e r-nhido com*
    bat entr os revoltosos e as fjrgaa lgaos;
    aqnelles chavara se aa liba do Mocangu Grao-
    de e no Giaruhara. e estes aa Pona di Areia
    e no marro da A-mayo, onde foi asse.-tado um.
    canbo.
    Aa ba'as cnegaram cidadetal era a eleva-
    gao das pontanas fetiaa pelea revoltosos, e pro-
    iiu'.lram e itragos em casas ja ar uioa'as. Dma
    dellis cabla aa ra do Pao Ferro o. 5 A, em San-
    ta Rosa, oa solera da casa de Sr Pe y.
    O tras mais oaasarato por aquello biirro, 0
    coma nao teaha oivido fallar em a i- casas at-
    tingia po* projectissupoooho que cahiram 033
    raattas.
    A fortaleza de Viilegnignon mais urna vezas-
    sestm seus c-nuies caalra ni; tresoaqattro
    oalaa 'le gr.s o calibre cahiram dentro ae Ni-
    teruy.
    At u hars em qae esrevo nao tenho canhe-
    cimemo de desgragas pessaaea.
    Os no-sos sol laaos foram ainda Armago
    dooje i'ooxe-jra um caoba sem repuros, de
    ante carga e raui an igo.
    O general Robe 'o Ferreira, commandante da
    divi8o em op-r (Sos, e seus dignos auxiliares
    coouooam art:lh lodos os on o vulueraveis.
    A Pona da Areia j esta oem armada; santa-
    Atina tambem ja est protegida p*la a'tunena, e
    m ou roa lugares p-eparam se trinebeiras.
    I'to aqui orne ve-dadeira praga de guerra
    urna da* ioor-aa-'s quereceDeo ftatUQlO qae
    percjrre Nuberoy.
    (O Pan de C :)
    omnleiam-se baje tres mezes que a baha do
    Ra deJ eiro foi Derturbada por ama revolta
    p-eio--uta'a ca n grande anteceden*ia, mas re-
    tardada al que um pretexto sobones as-e o mo-
    vimeoto altamente caodemnavel. qualquer qae
    sej o lao pelo qual se o aoaiy-e.
    Carrp* h^ude-s qual seja a antiedade do pa-
    vo, que lauta um sofi-ido, em ve- terminada
    es-a lecta. mas terminada com bocra para 0
    goveroo qae zela peia>repoblita an eagada.
    Para o povo, que vio a repeutioa periurb igo
    da pa ac'U'io'o di-e:tamente em t a i -3 os ele-
    ne-i'c-s da vida oo'ial e econcmica do Brazil, a
    p : .:ipi.lmente para aa popuuges das daaa ca-
    puaea que *e olnam as margeos da b.h a ; para
    a ciramorcii que a..u;e as euis faacgea paraly-
    salaa e para a uvouri, reiranida n. ma'irnento
    dos seo. p-odnetoa, com receio de pennroa;es
    mais graves no mercadopara lodcs, emrtra, o
    penlo de lie mezes e lo go paque o stifJri-
    rn tito mor.d traz tomaigo rpida queda oe ener-
    ga ; ras esae lempo comparaco a vida da na-
    gfto.e na bisaratros mezes representara ama frac-
    g>o ios giiliciute, que o bom (airiot'smo maa-
    aa dar em f .vor do engrandecimento e da pros-
    peridane f uti-y do eos. paiz.
    E esae traapo, msignittcanto para a reorgani-
    zafino de elementos seguros e mall'veis ao soffo-
    ramento ae urna revolta no mar, representa, no
    enlaoto, o periodo da ma or a ti vida i* em que
    se tem empenhado o governo, que operou com
    energa e provuroa tomar todas as precaoges,
    des le que se seouo tone pelo apoio oa parte
    sensata da populaga e pela ccragem do exerci-
    to, que tinba de euirentar com urna parle da es-
    quadra, como elle ebeia de g onas conquistadas
    no meamo lerreao da honra e da defeca nacio-
    nal.
    T-e< mez?sso porlaoto passidos, mis os bons
    patralas, os qae sao verdadeiramenie amigos do
    0-aztl, os que qnerem vel o forte de si n-smo,
    alevaotado e grande, venerado entre aa ntiges
    mais respeitaveis, cao lera par sso o d re to de
    desesperar, mas antes devora confiar na energa
    do governo, ofiVrec-odo Ibe o st-u cominge tte de
    anima viril, estabelecendo ora prestigio recipro-
    co de ciiaao a cidaio, formando elle por elo
    de ama cadeia de resistencia indesirnctivel, dea-
    tinada a separar a anarcn'a da ordem, o espba-
    rela nenio da patria dos elementos de sua coora-
    lidago, a ignominia do bro e da cigoidaJe de
    todos.
    O di i de bontem n&a apresentou epi-raiios
    quA possam en mer as nossaa columnas.
    Hi ama itmoepbera" pesada em torno dos re-
    voltosos qu-' flcarara na babia.
    As lorgaa da Repuolica oblm a casto fracas
    resposiai e os navios procaram piojectaros seas
    costados, relativamente s nocas de fo, o, sobre
    as ppqaadras estraogeiras. /
    A'a 2 horas da madragada de hontem urna lan-
    cha e um frigorfico aproximaram se da Arma-
    go e procararam fazer nm reconhecimento ; mas
    a guaroigo all destacada, apezar dos tiros do
    Tamaodar. repellio os revoltosos e coat-
    naou a oceupar o pon o.
    Era grande o movimeoto que durante o da se
    observava all, soldados e patsauos caminhmdo
    po.* todaa se estradas e atalboa da monunha;
    carrogaa e raimaes de carga e al qauandeiros
    appareciam naqoellaa papagens com mais vida e
    ani oagSo do qae oo centro da cidade.
    As bateras de Joo fizeram fogo contra a
    esquadra, qoe se maotem a respeiuvel distan-
    cia.
    Aa fortalezas da barra tambem alvejaram os
    canhes de V'llegaignon. sooresaindo a Lago,
    que dea 25 tiros com aproveitamento de 80%,
    juan lo ba bem pooso tempo apenas auingia 66 %,
    ponco mais ou menos.
    No forte revoltoso madarac os caobes da ha*
    teria dos coque.ros e activam os preparativos de
    aovas triocheras.
    Das 2 horas da tarde em diaa'e houve om lar-
    go p-riodo de tregoaa; dir-se bia eirmos nos
    bellos texpos da paz.
    0 porto, eocarneirado pela briza de saeste
    fresco, eafunando as velas de escaleras, e os pa-
    quetes transitando livreaaeote oa babia. oode
    faltavam as barcas ba tres mezes eoe-ihadas oa
    amarradas s boias do outro lado, faziam desviar
    o pensaraento para looge da revolta; mas ao
    crepsculo troou a anilheria e oa projesiis c u-
    saram a que se fez oolU completa.
    Km Nictberoy Dada occorreu de deaagraiavel
    no da de bon em. e o mesmo podemos diser a
    respailo daa guarniges das fortalezas, que viram
    muuas balas de 450 transitar pela barra sem at-
    tngil-as, ao que nos parecen.
    Na cura11 de Santa Cruz, a uns 80 kilme-
    tros desta cidade. oaviram-se hontem fortes de-
    tonagss de artilberia de grosso calibre.
    Ple-se dizer qae a populagio acordou com
    esse rumor, qae prolongoa se das 5 s 7 boras
    da; no1 te.
    A respeito correram logo varias verees, sem
    qae entretanto nlngnem se amedrontasse.
    A mais planslvel qoe o Aqnidsban hoa-
    vesse di'frontado a enseada de Sepeliba e, accos-
    Bsdo pela artilherla de trra, respondesse com o


    ,

    FI

    aVi ii i i
    ia*aW
    ko)W*JB>>a>>^B^**^
    .
    -
    , i


    2
    f*U8 gro-cos lan'fl"'. retroc-oendo para o alto
    flytr. em direccS. ao sol.
    ^^_ O osso c Mega, qne se cha encarregado
    di reporuinu este-ial era Nictberoy, diz o so-
    ntole rm dt< A *tifovo nos revcltosos vol'oo-se a*0"a
    para o forte rio G i-goa'4, ?. leotemer.te defendi-
    do P^'a :oa'i> t*' '" b.ialbao Acadmico.
    Ai? 4 r, :i ird 8 nossas forjas litaran
    aeicaiso. r.a. r-o"'1 s ndo nena senio boatilisa-
    dat peiu rt \i-i ( -.
    A eeea ho;', po ai, o croas or Gaanabara
    ieo o p'Hi e ru iirn ton'ra aqueil fo-la, sendo
    eorrerpi-DH o r; m .re'Kia e mxima p-e Al *n ano'tecer tra.vou-ae corobst, oo qnal
    tomoD parle a f.-raln e ViUegcLueO. eoiao
    am lua un. h f rta z; -s da barra.
    , De p-,'1 :rn-.'r m G-ao>ta,mas tiu-s-
    Ifcas e i>.-- ;' 'I as q ) me tioam pela recia
    |0rda.
    Don 'Hl-mi 'o cjo nome nao sabemoa ainda,
    fol lev m c l < aa l>ce por um tst.loa-
    50 de pedr.
    Air... b je as nos>ss forjas liveram repooso
    at s i 'I- b r n in tarde.
    Foi nonu-nn ''os frigoricos romecou a
    atirar p..r. o tone cita'o. coj gu arnijao ai- cabo
    de algn- miO'i ia acv.Oii embate.
    Dess.- fiTle li"ain fjgc contra o frico ifteo p
    |{riiliO' Guanabara, qne tamben) diaDaron
    basta t- ) t-> t fu
    Aiguuij uiiet. (caucaram uovamente a mu
    ralba, ii.i' i > mii'i.
    aa.c-paii.in>' 'n" t-ai li""e frrios. pois,
    actaaodu ni j?' > fo'ia'es. Dio vimos signai
    algoui qus ni i. aaj qui quer acdenle de ul
    tatareta.
    O cuz.do- a! : iuce T.mandar, deixaido
    iboiaom- se cnava bav'.a algous das, por
    Ir ai da nba < s Cobr s, tiavpgou pela baha, an-
    coran o no og-'f 'ti qne fondea* antenorojea-
    te o A ii : a
    Con:-.....e d :< o canbo de Gragoat dispa-
    ron dn s vexta.
    0 Gu.naiiar., sfgando nos parejo, foi al
    canco po o u uisparoi, eajoe orojsctU de
    Tiam t-r Cdi i.i.-.um no .menor e ou.ro do eos
    tadu, pert-j
    ( O Paiz de 7 )
    Hontem, o^-l ? d u gainn d f % 'i>m nonifa as da bava.
    Qu-'i o Aq i t"i sati'o foi H9i>e om do^
    gal ttagemaa (.,,' o- em prtica, -o intuito e
    Obter prora la rpgpjfeta e Ocar a a'tilberia de-
    Carreg da; f i <\wi ;>or is>oqae as goaroa*
    do po lo di Si Janeiro aptms derata alguu^
    Uros.
    T-*n aria n un i a a fuga r
    Na.) o -,.'.mi f b n q'ie llTessetno nota-
    do p q.e:ii e '.a1 na pjjgio do Jopiler e
    do *Ai>D,rai t- T ui'Odare.
    A' 7 10 o ai ba i fftoleia de Santa Croz
    diapj-'ou o cu laiihi.o 450, roja bala certetra
    leio r,umeniar .>.< datnos do forte rebelde.
    p,u oa i lotos desoa V l egaigdon atiroo
    com ui -a iide oo meaoo cali ore e cojo
    proje ni v.. o incido para as uiu albas ce onde
    pa'tf-' a p- oeayto
    Ea;';-' ic:i-oiramoi fogos, intervindo dc-
    pols a (ni : de S, loao.
    Qa d tu ;- u'Ui .-tD easaa fogo, as bateri s
    de Gran i, e i mor o Je S. J 5o Bapti-t* de
    Nl'bt-r, y roaperao t-. os frigortllcus h Gua-
    sabara', nt-a,-rah-an 1o o comnaie na hah'a.
    A'b 3 lloras la tarde aioda furam as f,' cas da
    Bettb i provocan pt-las dos revoltosos.
    O nabara. h un" iparam a Renta da Armafao. ni
    intuito, 'a 'i- or>. Ondea- lu'C-n de t^r-a pasaam o ota larnfnian-
    do o Mu'B! d f.-igoncos, qne mais per-
    to D "' a boas t lvo3.
    N'-'tj ,-;;)!' i parte oo sonbate a fo'talexa
    daLi -!i ">r6 pn jpctii .e Villegaignon,
    um na paj.' it.i mor.loa e ootro as cousiru-
    j6es id r tas lo f j t-.
    Pareoea iu qa- i de*atre peaaoaj;
    mas o qi-e p dec a i llirxar que a reepoata
    desia fji iaii volela que ari bati*rias rebel ten
    CDD'i Bd aia.
    Babia 'J-uz a.nda fes ronito fogo, -mpr^gan o
    bem t P'jpc a 'a n)va ppg-i, cuju alcance e
    tal q -. ;v!a ;m.ii i, doca nochera foran pa
    rar oa :.h' da Cobras, eodo um na ponta do
    diqo-' e out m em bu Durn t- o Dumnardeio das fertalesaa de barra
    obr. vi. -.v iaoa, acompaoba de forte agua
    cetro.
    Os relampaces ro fondo da bahia prec^diam
    08 ei de troces, que se coofnndiam
    COm o (roa- 11 artillera.
    A I irpe i ira Araguary, iqe se acha pr-
    xima a lio xi 'a, fol abjjidooada pelos
    revo i -* vi.
    HiOien, p ox:ioo a tlh* daa Enxadas
    QO-nu fatii eXD-rieuca de mai-bina a to'pe-
    der^ .... i:. 4. nnuve explSO nasca del
    rae, H O'talnteDle ferida por qoeimado
    ras ma btoista.
    A. b al doa revoltosos, transferido pa*a
    a(0'I baixa'wm meitea feridos.
    T o oa nos foi obsequiO'ampQ'e
    ntos'..-ado, iz q-jp i coor gado Aqaid .bar co-
    Zara c;u o K pnb'tfia ao norte TOredo. na .o-ti oe Santa Catbartna.
    A eaobdOeira Caoana, da flxilha ('o Rio
    Grande do Sol, ach se nrompta e ,'ub o com
    njai ri rapizo teneute Ifnacio Lora de Aae-
    teoo Cotia.
    Sao do ooo teloso rollea em Sitbroy
    18 tegoiotra in( 'tn^Oes, em carta de 4 dJ cor
    lente :
    N. h :iy 4 de D.-zemoro de 1893Na mi
    Bba correspondencia de boni3m, escripia pouco
    jotes de tei-nar se o c rr-io, detxet de meoeio-
    Bar algn U tos, qce nao ceixom de merecej
    9blicaao.
    TJil di:; navas revul'os. 3) o Guanbana on o
    Jup" "*, .i roe Cout a o m. rro conre o q jal esta
    COUrt < o h:?p:'::l de S. J Ao Bipusla, pjr
    parre i .e ; tu s- faxiirn obras militares.
    Eti : i i i- oease lc.-al estaviiu alguna ca
    nbc |.bi o beo> visivel os ,e oliosos ; e
    e li'tfi que .. D.er.a fol pevocada, correram os
    Cat C ~ ,.- < x tav.ice j fenas e dabl ali-
    raran ;: pavtoa que ento nos faz ;.n fo.o,
    gem o o Guanabara alcangado por uaja-gra-
    nad;.
    Aoiebeatem 3 fjrtalsza ce Vtllega'gnon atiroo
    CODtr.. a Boa-Vtagem um hraporli, que elou-
    ron co ar ; algutn s pp soas que a^ arfaivam nn
    praia Icaiuoy observando o bombardeio das
    Malta-e. apaonarao iduUob projectis peque-
    os, iu ls >-;.vGltoJ por orna carnada de breo.
    U ta aa pe incoas fli inas s tufa no morro
    e p^r ''' i 'o uooral to da Armc&o foi tomada
    dar efia 1 mas, booteu. ao meo di-, ficando com-
    ple 8 7 'i: r. 1 czi .a a cirz is. Dentro deas efli
    cia is.-u g nde itiautidaoe de materia lo-
    flamu. i -'-i-noo-me que o fugo originoo-se
    da ex. o ao de ai^om projectil turado contra a
    goar. a ., ed fie o.
    Alguna- catas da praia ao Gragoat lm ei Jo
    dido moi o daoa ilficadaa pelos pr ]ectis arremes
    aade r o 'ta "S'juiira ; e .ir ellas cna'e
    aa dos ^-8. ensarto de Lemos e D Bento Bap-
    tieto.
    O a r.derrico ferido antehontem no forte de
    Gragosl chama-se M Va Jar Jim, e o ferimento,
    alias leve, f 1 1 ama >ras mSos e nao uo rosto,
    pomo po; cenlu ao mandei dia^r.
    As no^.a- forjas cotiteguiram bontem alcagar
    Dais um> victoria.
    Urna txped-co, comnos'a do 1" sargento de
    irtllberia Vailad, e Mario BjrDoca, Fernando
    Aratipe e Pedro Bap'l8ta, soldados do baalbo
    Acadmico, H .ul Cabra! Velbo, alumno da esco
    la miniar, Frauciaco I^nacia da Silva, soldado
    do batiibao e eogeobeiros, e o cabo de artilbe-
    ra Aotoio Rodrigues Saignetro, o m amo que
    ei a poDtar'a do caobao K-opp que tn^eodioo o
    aiol oa Dilora, deixoo a Fon a da Arela s S
    oras da tarde, em presenca do Dr. Poruioncu-
    la, e em urna pequea embarcafao fguo pa'a
    % liba do V anna, onde es revoltosos se abante
    Ciam de combostlvel. Abi ebegados os iolemera
    tos soldados, lai.garam kerose-e sobre carvao de
    pedra, pro unn:o nm incendio que at a esta bo
    St lavra, e lavrtr po- maii uos das. QianJo
    reg-eo-ava a erpe'tirao, lancba dea revoltosos
    Ttuua de tras da liba p'ocuroobosul saros beroi-
    cos dtftos res ca legalidade, que vinbam dando
    Tivaa ao governo ao exercito, etc.
    O caonao do morro do Toqu Toque, dirgido
    elo bravo iferea Alfredo Silva, commaodante
    db morf-iros. que p'aneoo a expedicAo, e coja
    gnaroigo ee compunna nesse moxeito do 1*
    pergenio Jos Porcpto No es Falcao. Pos^idonio
    Pereua C uz, Joao Cbislovao da Silva J Dior,
    toldado i a t'.e Vicente Braxil e acadmico Me-
    deiros Torres, rompen f go logo, secundado pelo
    Caobao da Poota da Arela, commandado pelo ln
    caneavel e esiemido teoente Piobeiro.
    Diario
    Pernamhuco Sibbado 16 d Dezembro Hp 1893
    | Alm de proteger a axpetftcAo esisvam e pi
    'b .uos em diversos posto* soloa :os do 24 nata-
    l"o e i'gobtjiro, comaa.n talos pelo alferes
    y tac, e urna forc de polica la_Capi'al P-de
    ral, que segua por or- m do raajor Cuaba, ao
    tur coooecijaeoio diarrojvia empreza.
    Di' i te toda a ooite e o da de boie as bate-
    ri imoedtram a apor x'tnacao de UoehaB na
    parle sal da tlba, e os marinbeiros qne desem-
    oar. aviin mi ootro ponto eram repellijoa qaao-
    do leu.ivam ext acotr o incendio.
    A g .arn gio co croza lor Gaanabara pasg'iu
    a da de boje reparando as av"'a causa as pelo
    o'oj^ctil ar'e-De8*aio por nm W >bw>rtb calibre
    38. do morro de S J Ao Bapu-ua.
    Ln.-as omflm, soldado do batalbao de enge-
    nbeiros, fertdoaSS d Novemoro no ataque
    toma la da A-inacSi, taMec-u.
    major UrDaoi- J G>Ov-ia, comuandante d>
    t* origaJa. eco me ttdo de fera p em tratamento na ambulancia do bitalbSo Aca-
    deaano, s< h os cuidados do Or. B icio Filno *
    a a.emicn' Pedro oe Miranda e Miguel Pereira,
    qne Ji p-e Aquel^ m itar, qu- deut o d dous das vol-
    tar< .q nonroio exe cjio de soa6 fonejej, foi
    bontem vifituo pelo Dr. Pornuacoia t!neral
    R iberio Ferr ra, corouel Pootes, jomcnaaiaot
    nunerior d yo.i-ii ttel nal, e ontrea offi'iiea.
    Reasfumio o commaodo da 2* b'i^ada o teen
    te-ioronei FoQeca Hamos, que. forjado aor p?r
    tiuaz mole.-n<, d ixou por uaui e t-mpo oe eva
    lo cargo que oicupava, e oo qoal sempre se
    piroi c.m luexiedive bavu a
    R-Kre.-Uu autebomem aune da Itapoca o t*
    Daialbao d.; polica es alctl. com nao lado pelo
    leoeoie-corouel Fontoora. que all Iflr* imptd r
    quaquer tjotaina m- deHeunarqae. *
    (O Faiz de. 8)
    p.> ag tadiflsima toda a noiti- a tnad ogada de
    buniem.
    Parece qu- urna lancha dos revoltosos percor-
    eu va: a- vez- o littoral da ci la le de N ibe-
    oy. provoaaio ti'utei's e obriganlo as torgas
    a esta'euj eoa cooBiaOie vigilancia.
    De f. no, a o.ea notte comecarara os tiros de
    crabiua, em trra p< tnJoo fo0 da Armc&o
    e esl.nieoilo-se at a pr-ca do Mercado. m
    O cruzor Gu.QoDara d-U varios tlrl e
    arjj 'os f-i mttt-nc as as suas m-falbad ra-.
    Ni fort leta de V.llegagoon as sennellas O
    z-ram f'go Je carab.n* 1 1/1 bora da madro-
    Mt.
    Dado, o larma di param um cannso pequeo
    p 1J oino'iS d-pois oovio-?e o esao.oiio do
    Wti'tW)rui ue 12 l/, niuiado di bateMIdoa
    Cuqoei-oa para deoiro das mua'bas oo forte.
    Hiove di-pos alguma cMua. ai que s 2 e 2
    o boi.ipnoie da Gloria -iummoa a pon'.- don es
    caieres, que eslava deserta.
    Voluu'iu o licu luminoso para a Boa ViageT)
    onaervoo Isa eaaa poaicAo, dando youco drpois
    eigoal de volto susp-iio no mar. o qoe provo oa
    arios tiros de ca an'.ni, disparados da parle lo
    te na da totalea revoltosa.
    A's 2 e 40 tiouve grao ie m)vimnto na forta-
    leza e varias lozes 'ordui perc-Oi las, assi Ciino
    nouve expioracao do mar, em^re^anlo-se para
    issn graudes Uaternas fu-ta fo :o
    N^s-e iDjtn-at- um dos frigorlficoa den um
    Uro 1o canhao, e i-i i a roas d ;i>s t- 2 .- 50 e as
    3 o. voltando o porto a uoaa calma relativa,
    t |e c i neg >a a raa- o dn.
    ja navia bailante lu e desco'tinava-se a gran
    de Dama oo R o de. Je^o, povoado d-- tinas e
    r.cne.do*. quando ama laucba, villa da ilha do
    V anua, v lia ido taivez di oDservr.gio do incen
    dio |ironc8iial eeatrategio ln d-yositos leca.--
    vSo alli -xi>t-ntes, dirlgio-se i \r:o:.ca.o.
    Eraiu 4 e 5') ia mitinit qoauo as metralba-
    doras rotnperam fogo. aecuOitdaa p-la fuzaria
    do deflbCameO'.o a borlo.
    Avngava rpidamente e pareca rtisposta a
    atrasar a forga e tentar um ataque a bayoneta ;
    mas a toalla ra de le'ra acudi e o fugo app-re-
    ceo em centenas de p mos.
    A laoctu fui forgada a vira- pir d'avan'e e a
    dar a popa qoeile ponto, fazen io foo eua reti-
    rada, ate. que at'tcoo ao lapiter.
    Esca temaiiva p-oVJ'On a batera do hospital
    de S. Joao Bap'.n'a de Nimer. y, cajo prjjn.ira
    ;i'o foi perdido ; mas o segundo, disp rado 8s 5
    e 5 da manria, den em cneio no c.^nvez do cru
    11 tor Gu-n .:ispa
    Era uojd granada e os estilbajos foram ler ao
    mar.
    rsstaoo pea roa da praia na occasilo do boas
    bar deo.
    ta proj Ctt8 de bordo nio cauaaram nenboma
    viciima explod n lo lodos ea basp do morro,
    por fas de ornas dppen lencas do hospital de
    S- J>ao Banti la. nltimamente i-onsimiias.
    B' P'BSivel que por estes das algang das ba-
    teras em coQ8iro'-co e ostras rrais reforja as
    pos aTj -,-n i.-sir a esqoaara das ImmeiiacOS
    de N: herty
    do oorreata, pel.i po daa quo condasem |do nt cae* Cos't barra do trroio Sampaio e ho Lageado, t t,|gurn tempo.
    TR4NSCBI COIS
    Este vaso de gnerra s respcnlou a provoca
    580 40 raiantoa depois.
    Ootros iros ro-am f.-uos s-m resoltado, assim
    como da fortaleza de S. Joa. as 5 J 40, com-ga
    ram a alve|t* i Aioa raote Ta.na.iJar, p
    proxionando muito do cosudo aeste navio cinco
    projectis.
    A lataasia pmre oa lous pontos grande,
    sop-rior t.lvez a 5 000 metros, e levanto so
    eua ln ba de coat, podem se considerar boas
    eaeaa po:it,ria.
    D i mto da 4s 2 tao'as da tarde as fortalezas
    a Darrt bjmnarlearana aioda a fonal z: de
    Viliegaignon, coja guarnido a'O'menti.u os mo
    ra.iores oas visinbancaa do C-siello e Arrenal
    ie Gueria com d. scargas le melr-ilbadoras, qoe
    oomega-aai a- 2 boras e le'mio.ram as 4 da
    tarde.
    a's 4 e 20 nma g-anada de Witnvnrhih cali-
    bre "0 exploJio ta borda falsa uo Goai abara,
    pela pa te tnt-rna do oavio, a oomoorao, en-
    cJieodo o ':onvez ie fumarada.
    Velo deoois a cnuva, que c-rrou o porto as 5
    i/1, Dora, bo'a en qu Vill^g^ignon disparcu
    qoairn tiros de eros-io calibre para a barru c um
    para G-agoata, te deod.i os projectis.
    S.ibio booiem do aucoradou-o o .irozad>r in-
    glez Sirio*. pondo se em movimento s 6 bo
    ras da rJepo s.
    Foram ventilados bjntem, em boas conJIcOes
    de luz, dous rojiboi oo oslado do Almirante
    l'a'n -uilare.
    0 paqueie fnorri^o Jpiter com o pavi-
    Ibo de ebefe 1e divisSo, quando vio a granada
    enviada ia batera do bosp.ial de S. Joo Baptis-
    ta exoiodir deuiro do Goanaoara, sospenieo
    immetiatamente e occu'tou ee atraz da lina das
    Cubras.
    O cruzador L'.berlaile receben hoitem
    Carvao.
    O D.que Santa Crcz, em que esta ana tor-
    pedera, cumegou bontem a tomar
    Do bo'spit 1 ue mariuha desoeram bonlem para
    o comiissarialo cbaieiras com balas de ca
    nao de p-queno calibre.
    F.i uoiiem rondado lod i o pessoal do bos
    pltal de marinba, onde apeua.-- oar^i aeie. of
    ticiaes leridos e queestao em qaaii convalesceo-
    fa.
    O catito.'enente comrai'sario de 2.* cas-
    se J o Capistraoo de Moura, que no da 6 de
    S timbro f-a surprebandido pelos revoltosos a
    bono do coa-acad riele de eieuiDro. apre-
    seDtou-se boDlem ao qoartel general da ma-
    rinha.
    E^e official eslava ha dois mezes na ilha das
    Entbadae.
    ' Narra o nosso collega em NKberoy, a res
    pei'o dos socce80s de 5 do correte.
    Niiberu, S de DzeinoroAo despon'ar da
    aorora do da 5 de Uezeajnro oan-irverde ban-
    deira da Repblica Braiileira tremulava solta ao
    vento, no tepe dos mastres (locados as tnn.-.bei-
    ras de norio ue S. Joao BapttBta. e dorante o
    resto do da, acou'.ada pela viraco fresca viada
    da barra, ellaaonoocioo aos revoltosos qie mais
    em redocto, ioexpognavei pela pofifiao, Inven
    civel pela bravura da forfi, se oppunua victo-
    ria do &r. Cu-itodio.
    Pouco depois de 1 bora da tarde um d03 na
    vios frigorico8 fondea o por trai do 3uana-
    bara, e alem da Pon a da Armugao, rompen
    (-go, embora pooco oteaso, contra aquellas b -
    terias; lomando se mata maletete a provocaefio
    as guarnieres correram a postos n nm a nm
    foram disparados lona os caobOes com q.e esit
    a-tiibado o morro, ode at ba bem pouco se
    traiavam os ferides dea la calamitosa uta fratri
    cida- .. w
    O cruzador Goanabara que se man'lnba em
    silencio, comecouo bomoaraeio logo depois que
    trooo o ulumo caobao das novas tnncbeiras,
    travando-Be combate, que terminou depressa ij
    certeras foram as {.emanas de ierra.
    O navio frigoridco. do qual partiu o signa de
    fogo, veodo aproxtmarem se de mais em mais
    as granadas das ncsas fO'caa, suspenden ferrt
    e den fondo mais longe, b ando em sna posicit
    o cruaador Gjao.bara. Contra ^ almirante
    Tamandar foram tamben fetos alnu:.sttrcg.
    Da PonU da Armaaj fol b je retirado um
    cann5o Wilbwort II, oe retrocarga, qoe val ser
    assestado em urna das baleras em Bobsiiluifiao
    a onlra o mesmo fabricante e ;e ante carga.
    Bise caobao, retirado de manba cedo fot ar
    A Itoa^o do Brazll
    (La Jcsticf.)
    A cv H. da esquadra toca o sea ter
    mo. A 6 de Setamoro, no momento de
    sna etplosSo, ella eaparava obier a adne-
    ai ae ama parta da ppil lo do Rio e
    aiemo da de todo o pas ; esta adhesSo
    porm talhou lho e to co.iir-no o sent-
    malo popular e-t-p -"!) t>el< bambar-
    diio da espitti e da ced>de de N.'j'.b-ir y
    vjltou ao abaoiotaiieate contra os rebel-
    dea.
    Abandonada pela cpin'Zo pub'ioa, a re-
    voltu linyu oaSo da dynamite para des-
    truir a darada il) trro central do Br-azil
    por oade se abastece a cidade di Rio ;
    tinha assim em vist-i veduitr teme a po-
    pulagio. ontantea oo xito desta teata-
    t-va os partidarios da r&rolta annuucia
    vaco que a cidade do Ri-j iu ser em seis
    a as e..(."e.,u'j fome ; depois desse prato
    decortea um mes e acidado n3o ae ren-
    deo.
    Dous it^l.anos s 23 ue Setembro foram
    presos na ocoa&i' em que prcteadiam
    fazer aaltar o grande tuoael da estrada
    Uc ferro ceatral.
    O nt'.o.iUJo abortou e todos os servidos
    da linba n3o tm deixado do faocc'onar
    com a mil r regulartdade.
    Aventu'as emaiootad de aoarch staa e
    hesp-.hola ios q i so'-s-i- aa, i o caracte-
    rsticos da impresa do Sr. Mello. E'
    veza dos rebeldes quand vim-se perd-
    doa aoauuciarem futuras victoiiaa faotas-
    tic .a qu noooa se r.-i.l'S i ca.
    segundo upr-goam certos amigos da
    revoita, oo Rio Grande ella marcha desde
    longoa m-ja- s de triumpho -ai triumpho e
    c.i;.-j.af.t > o Ks ,tdo do Rio 'ir i- do nao
    se abala j seu GovernaJor O^atilhos eai
    seaipre hr n- era s 11 postfSo, emq anto
    o Sr. 8ilveira M rtias oda em fuga.
    C infido so a>.nua.'iHva no mes de Ju-
    Iho >{ue Wanleik. lk estiva victorioso
    ja eite havia tilo rendido e conduaido
    pnsionoiro & cidde oo Rio, e .ogo os
    seus amigos ashoulhavam que elle sena
    p-issvio pej.is armas, *.s..:ry."ij tasa, pois
    elle vae ser julgado regularmente ce ac-
    sordo com t.8 lea nb .rar-a da Repblica.
    Aiguus diau le os da exples&o da revol
    ta da esquadra do Hio, os t'toricanten de
    noticias falsas espalbavam a adnesao de
    Pernarsbuco, da ri-h.a, de S. P.ulo e do
    Pora j ja l "&o dous roei.es que dura a
    ru.-olta e todo? estes Estadoe blo perma-
    ecido -eis constitai^ao e ao governo
    que a deteode.
    A 16 d Sotembro os mesnaos propaga-
    dores Je filsas noticias tes cono os cor-
    respondentes do New-Yotk Herald do
    Rio da Prata aniu iciavatn que o Pr^si-
    Jeot9 f e.xoto tinha abani >o do o Rio
    para se refugiar em Sint'Anna; ora o
    Pr.. d ../.e nua:a deixou o Ru onde est
    slidamente apoiado p L> upinii-o e por
    todos os poderes pblicos-
    D-pote dos trequentia dementidoa m-
    tlin.ilos s suas aseen,5 >s mentirosas oe
    auctjros de taisas noticias leu mudado de
    tacnc*
    Em logar de f-bncarem seus telesrraru-
    mas em Buenos Ayres de tr08tiaaittl-
    os tiuropa pela va de Ncw-York tr. -
    aportarnm sua offi'ua para Paria onde
    um certo Jomad da importanc S Ihes tffe-
    rece urna estranha hospit-lidaie : accres-
    cente.-nos que proi. ando o tffito e teodo-
    se demonstrado a falcidade ds noticias
    elles mand-.rr desmeattlas n'uma outra
    folha oarisi-mae hebdomadaria.
    Assim toi quo a primeira deesas tolbas
    ore data de 5 de O j iO-o anouoci>vai a
    partida do priucipe O. Augusto para o
    Riq, e a eegunia desmenta o (acto tres
    das depois.
    Outra vez orna pub'icava a falsa nova
    oa pnso do viaoonde Ouro-Peto, do Dr.
    AffoD8o Celao, do B- conde de Figueiredo e a outra desmenta
    mais tal notici i.
    Dir-se-hia ou poder-ae-hia suppor que
    a mesma pessoa dtverte-se como certo*
    reporters que dSo falsas noticias para te-
    rem occ-siao de desmeutil-as ; o que
    se chuma taser carambola.
    E' intil diser que iodos esses manojos
    em nada teoha aprovnitada ans internases
    da revol'a : o contrario o que se dove
    dar como certo.
    pra. em aoclo oomainada, ataoar o ni
    -jmigo no da 11.
    as avan tdaa da columna ezpdioiona
    ra do man coat- ando oomegaram a re-
    pellir guardas loimtgaa emboscadas nos
    mattos, cercadas de pedra, desdo meia
    noite d> da l), matando e lang-ndo ini
    migo em precipitada fuga e apprehendea
    do gr&ode qusotidade de mui'ij5:s e ar-
    reiamentoa, armas, cavatlos, seis c*nos do
    ferro de que serv-m se oa bandidos como
    pacas de rtilharia e arrebatao lo, pata
    de cavallo, de um torte piquete eotrinchei-
    rado Da meim maogueira de ptia, o
    qual presu oe-'e que era o do btndido
    Palmeira, nm estandarte era a seguate
    iisoripclo: < Exercito libertador, sob o
    commaodo do ccroool Jos Antonio de
    Soosa (Palmeira.) >
    Ao mesmo tenji, as nutras iuas for-
    Qaa expedicionarias oper-ivan na travessa
    das picadas, desbaratando os grupos de
    bandidos emboscados dentro dos mattos e
    atacando o inimigo s 10 boras do da
    11, oa embocadura do arroio Sampaio,
    onde austentaram fogo pir espado _{; 2
    horas.
    Ioitsigo, ento atacarlo pala retaguarda,
    abandonan acampamento^ dtrig ndo se em
    massa para o Lageado, onde tomnu poai-
    ola.
    A's 2 horas da tarde a fo'Qa expedi
    ciona-ia do meu com-oando ohagatra oo
    Lageado ; tomando entSo posiyao rompe-
    mos fogo contr-t o ini;aigo, que procurava
    sitiar nos por todos oa lados, trav-ndo-se
    eotSo reohido figo, que durou por eapc.i
    de quatro boras, retirando-se inimgi
    s 5 3|4 da tard "tj vertigiaosa c>rreira
    em direegao Forqueta, ab ndouando
    assim o campo da .a ce Vi.
    Oeaie ante hoitem, pota, est o,inimi-
    go desalojado desta vil a e sna derrota n3 i
    toi completa por nao ter ebegado a t
    a torga que devia vir ae Taquary. A il.
    uro vez ficoa revelado o heroico v^lor
    de nossos sodados que, a peito d^sc-b^r-
    to, s-j bateram contra baoddo', que, pro
    tegido- pelas sombr >s doa mattjs, ati a
    vam soroeuta d^ emiiscada
    Poucas baisas ti ven >s, s sod i algias
    sollados f-iridos e aiu to mirtos, ea.ra
    elles o va'oroso capitS-i Oltveira Piuo, d-<
    Santa (Jrua, viitmnde sua int'eptdiB.
    Iaimigos soffreram grandes p-ria, cuj
    ESTAPjg DA L\U0
    lim tra-de doSul
    Dttaa at 2a de Novembro :
    Le-se na FederaqUo de 14 ;
    A columoa expedicionaria do bravo co-
    ronel aan'oa F lho, que toi ao alt> Tqaa
    ry por um paradeiro decisivo as correras
    e crasldades que all estava pratioanlo
    ama perversa horda de lude alistas, per-
    turbando a laborioaidsds dos habitantes
    daquella opulenta regiSo, toaba de aloan-
    da Republioa, bateado e desbaratando os
    hedioodoa inimigos daa inatitui(3da naoio-
    naes.
    O brilhante feito referido em tele-
    grammaa du hoje, dirigidoa ao patritico
    governo do Citad* e redac$So deata fo-
    lla, e qoe inaerimoaabaixo.
    A Repblica contina, poia, a trium
    phar contra os sena laca norosos inimigos;
    e ae suas succeasivas victorias habilitam-
    nos a vaotiainar oom te 'uraiya que porto
    v na j o termo det-, itivo das grandes
    provagSes a qoe tm submittido ama par-
    te importante da aociedade brazileira an-
    gustiando a dolorosa aente, oa ranoorosoa
    inimigos da aubiime conquista que ama-
    cha relembraaoa em oommemoracSo en-
    tbusiastiua e aelemne.
    O governo do Estado receben a aegaia-
    te coaimuDicafSo hoje, do Taquary:
    Desalojamos inimigo, em numero muito
    suo-.rior, de auas pusiySes em todas as pi-
    cadas, na embocadura do arroio Sampa.io
    e oo Lageado. Deb,runda ataeal-o pe*
    diversos poutoo, divid minha columna em
    tres forcea e *.pedciodarias, que fiz mar-
    char da Vonanoio Ayroa, nt tardo da 9
    sendo certo q e grande numer-' te n di-
    sertado toma id> di'e-sas dirac;5 Ante hontem o hoj- se me ap-eieita-
    ram o oa gauta e o al:erei do das'acam^n
    to da brig.da militar quo baviam sido
    apr i loados.
    Viva a Repblica !
    Lageado, 13 de Novembro de 1893
    Santos Filbo.
    Do d 8->mbargador Borgas Medeirs.
    tambem o gov-srno receben a sogainte
    cojamunicsiSo ;
    Aps roub lo ci.n'aa'j uo dis 11.
    d-s-.l jamog iaimigoa. .^i-.-n victoria .en
    extra ordinaria impo t ncia o oo>s forya
    c m.nii com r-ra intrpidos Viva a
    Re,obliC-i B irg-'S M-deros
    O tteB po sig.atao do recado acim
    tfie^raphou tambem ao sen iraalo Victo
    rio, aqu residate, oestes termos :
    fTaqua^y, 143esbaratam ia mar^g--
    tos em nuaero s iperior a mii h imana.
    Fomos mutos felizes. A rajosBorg '8
    Med-iroa, -a iatente general.
    At-da sabr a me da pelan armas republicanas sobre os io\-
    migoa da Patria, resabemos esta cam
    nicacSo.
    tTaquary, 14 de NovambroOa rabil-
    des que nfel:uitavm a regida do Alto
    Tqua-y ac mi de ser bat des, castiga-
    dos mais orna vez. No da 11 travmo*
    serio combate, dirigido pela valorse ciet'e
    coronel cantos F.lho, sahinuo t.-iumpaac-
    toa, como era e esperar-ae, as armas re-
    p ib'ioaoas.
    Viva a Repblica !
    Lgeado, 13 de Novembro de 1893
    Burgos de oiedeiroB Pedro Oarvalno
    Alarico Ribeiro.
    8. au!o
    O tSetimo Distrioto, da Ribeirao
    Preto, nottciou que os Srs. Conde da 8
    Clemento e Or. Rodolpho DantaB compra
    ram em S Sim2o, por 3.6000.), tres
    faaendas da (Jomjanhia da alalboramentos
    de S. Paulo.
    L se no Diario Popular dn 4 :
    As 1 horas da no>te de sabaaio ul-
    timo, foi assassinado no Braa, por solda-
    dos do batalhao da guarda nacioa^l esta-
    cionado aa ra de Santa Rosa, o mogo
    portugus Heorique Qaa^alves da 23
    aonos etaaaiiO) empragado uo commarcio.
    Contam-nos assim esta tacto :
    Henrique Goojalves vinha uo extremo
    da ra do Gazometro em corap-nhi. da
    dona amigos e diriga se cidads, ra
    Sote da Abril, onda ras.di, qunndo duaa
    pracas daquelle b.talhao o admoestaram
    em consoquencia da alterajao que nota-
    r^m em sua sonvaraa, ao qua o moco re
    torquio. dirigtndo aos soldados, segundo
    estes allegarara, palavras menos conve-
    nientes. Juntaram-se mais alonas solda-
    dos, todoa hespanhes, e prenderam o mojo,
    conda indo-o ao respectivo qaartel.
    D'ahi a pouco H crique Goo^alvea era
    levado, exooltado por cinco pragas, es-
    taco de polica do Bras.
    O mog nSo offarecia reaistenoia, mas
    ia protestando contra o fasto da loe terem
    sido dadas amas bofetadas quando anda
    dentro do quartei, at que, chgando
    avenida Rngel Pestaa, reaolve fugtr,
    deitaado em ama carreira vertiginosa pe
    roa Senador Qaeiroi.
    Oa soldados perseguiram-no, desfechan
    do sobra elle oa revolver.
    O pobre l oco m >ttea-se pela ra Mari
    Dmittlla, onde oahio, sendo entlo alean
    cado pelos soldados.
    Um dellea, pihaodo o cabido, metteu-
    Ihe ama bala oo peito, matando-o insta-a-
    taneameDte.
    Aoa gritos da victima acudiram tiga-
    mas paaaoas, entre aa qnaea duaa pravas
    do d s guardas uaoioaaes.
    O oadsver foi immediatamente levado
    para a estac-o dt polica do Brat, de
    onde hontem foi removido para o ueoro-
    terio, tfim de aer antopsitdo.
    Henrique Gon9alvea nttaral de Villa
    Nova de Gay, o ava-ae om t. Paula
    i\ caroa de 6 motes, tendo aido rmprega-
    O iafelia era om bellissmo guardalivros
    tendo sido, no Porto, largo tempo empre-
    gado no Banco do Mmho.
    Foi tamban professor de" calligraphia,
    que era eximio.
    Este f^cta onusou viva consternaba > na
    familia d pobre moo e n> a seas amibos,
    poia era por todos estimado.
    N* recbedoria de rendas do Esta-
    do, foi aoprehandda ama nota falsa de
    v-lor de duzeotoa mil rea.
    A n t cor de ros e rep-esenta no
    reverso o qudro da l.* missa no Br til.
    Po entregae polica
    A enmara municipal de Santoa, por
    nS-i ter em temao competente '.,arc do o
    orcamanto para o anno de 189i, em
    sSo resolveu prorogar o orgamento de
    1893.
    Dia a Oateta de Caa Brarca.
    t Fallecen na tarae de 23 do corrent",
    com 115 aooos da id par-ira aqu resideotn, Luciana Pedra.
    Me-m > com a idade adiantada como es
    tav*, goz .va aiada da todas as fa^uldtdas
    lienta-s, sabia diser suas pilherias bem
    picaotea, e *nd*exrois a oroSssSo.
    Se n5o fosse vic ima da um desastre,
    aSo morrena ti t lo.
    D a o Quinas de Novembro :
    c Qi>rta teira, 3) di N'vembro, no
    logar dnominado Fatea'i'iuh, cian le-
    guas quem } Sarapu^iy, perteacaote ao
    nun'ci >'o desta cidade, o pre:o SimSo de
    Alraaida irritado com o proc'dimaito
    de om san sobrinbo da aoni Ma oel db
    Almeida, por havar este sem sau previo
    c insentimioto, enfilhaio um caballo no
    qual 8>hio a tz t am passaio pelos sitios
    da viamhanija, poa-se-lia to encalco ooi-
    ae^'uindo enaontral-o dab a urna hora
    mus o a menos.
    Q laido Manoel ia apear-se do animal
    SimSo, em um accesso de colera, Ibe des
    techou queima r.-upa um tiro da eapio-
    j;arda d caga, bem no epigastro, qua
    i coma ii tu riente o pros'rou por trra, gra
    vemante offdad do
    E u segaida o offnsor, parece qua ar-
    re^andido d qua havia feito, valtaa p'rs
    a cas, tria',, pazar -so, e fes a saa mu
    Iher diversas recoa'men a9o8 co sentido
    de por em ordam .seis n-gacios partteu
    perdido, car
    a espi^jard*
    lares dapoin d'zaodo ea'.
    regou de novo, a preasas
    numero lefiaici/o alo poeto j4 pracis r, comchimb) gra*>*e e descar.'egoo-i con-
    tra si, i.i iu i ni o banhado em sangue.
    Tal descarga foi de um efeit > tarrivel,
    p lis f-z voa- em pedagos pa-ta di qu'ixo
    e a arcad* dentaria supanor, b'm como
    um- das mag.s do roat do infeliz snictda,
    prod. tormanio-ie as feigSaa de um moda !. .--
    roroso.
    SimSa era auinqusganario e Macoel,
    sea soorioho, conta apenas 32 aaaos do
    idad.
    KpVISTA JlAKIA
    Prumutor publica -Pir neto do Rxd.
    >r. r. te, f o non-M.la p-omiij- paulino do muiiMpto
    de Anuas Bailas, o OiCbarel ios Wacderley
    Vieira ia Gonb i.
    Por acio.de iui! data, ?oi coosida-ado
    ^en eff-ito o d 7 do co'reate, pe o qu I foi re-
    modo o pron itor publico do muoKtipio de
    SdiRU iro. bsebarel PJro Ss ellit Carmi-o
    Lo, o. a '!?"< m-?> oo de "i l" .-'.
    Oiil.iov de juanea Par cto do Exm
    Sr. Ur. ov^ruaJor do Estado, e i'i da corren-
    ti, fot pruvido r.'. serventa vitalicia doa olfi ios
    le i. tabH'5o fin paolico jo lieial e notas e '-s-
    criv.li oo ve! e -mu-tos a maaicipi j uo Gibo,
    o eoneorreate maj.r Luiz An.oaio Cordeiro, en
    do deaig d o>' acto aa igual da'a, Dira o lo-
    gar di- ulfi ii.-l do registra geral de nypoibc.s.
    Ao comeado tica marcado o prazo de 15 das
    pa.-., assa Mr o exe-eicio.
    Colunus i'aiiroi -L o :'0 Paiz do
    R|j, oe 8 oo corrale :
    A .avoora val ter nma boa ootioia. A iumi
    graco cbioezaja nao urna esperanza, tornoo
    se um< r^alidade. No vapor alterna" aWUrtoa
    ante bontem cheeafo ao no-so porto, vleram
    para o Batedo du Rio, em virtude do cont-acto
    el'bradi p-lo Or. Poroiuo'.ola e a C nnpaobia
    HetruDOlltaaa, 475 fabalri'ad >res asiticos
    oraote a i a Tsala oao boove aenbama oc
    eajrreacia teaagradaol a bordo, mas codo dons
    das antes da chegada do IManu* um dos im-
    iiifl-aadoaiives a deecido com orna ligei'af
    bre. o vapor leve de ir fuier quarentena na ilha
    G'ande.
    Peio que Icruos n'um dos ltimos nmeros
    do Cnid; Miil, os cbloesaqie compem essa
    pnmeira leva foram escolbidos con grande zelo,
    e o jornalii-tas qoe os tinha examinado declari
    que sSo tonos homens forte, aptes para os ira
    oalti i:. I^voura.
    Os immigran'.es do T-tarlus devero des-
    embarca' ern Maeab, onde temarao o de liao
    oonvenienle.
    Faz-m is siceros votos para que este prl
    uii-i-o cnaaio seja coroado do xito mais com-
    pleto*
    Meetlng Realisa-se boje a (arde, no la-so
    do Cartro. o pnmeio dos meetmg que o Sr. r.
    Vlartias Jnior se prooe faaer, cerca dos a'on-
    tecineatos no sol, e mus pariicalarmeote sob-e
    o p oouociamento monarebico do contra almi-
    rante Saldanba da Gama, o pervertido oeut'o,
    que desmascaroo as suas bateras contra suapro
    pria patria
    A Giaeta da Tardf de boatem ootlciando o
    meetmq escreveo :
    E-to convidados para comparecer a essa
    reuoiao ta os oscitadaoB civis e militares aman-
    tas do sea naz e da republ ca e, em geral. todo
    o poro do Rjcife, o qoal deve aproveitar a op
    porionidade pira aemoostrtra sua admira<;aop
    a sua synpalhia petos bravos d. f.nsores daa ln
    s.itu'i.O'.-s e da legali'a-'e.
    Gonsta-D08 qoe apo o meeting d?fl!ar5o os
    assisieDtesem passeaia por Igomas ra da el
    daJe e cumprimentaro varias auto-idade?, oera
    como os corpos Tiraaentes e Escola Militir, ins-
    laliaaos noa quartei do 14* e. 2o baiaihOes.
    .fui-as natas L-mas no Jornal do Com-
    mercio uo Rio :
    A Caix. da Amortisacao vai emittir nova
    notas de 501.
    < b.ssas n ta sao da 7* estampa e 4* serie,
    impressas em papel branco e tinta amarella e
    rosa, tendo no meio uro i viobeta rectat.ulai no
    centro da qoal e-ta i-.-c-i-.ato o valor da nota par
    extenso i em algaiisme-
    Oe um lado o symbolo da caridade e do ou
    tro o emb ema da Repblica.
    c T-m no verso o qnadro representativo da
    prim-|ra mtssano B'azil.
    Brasil e 'pAo-L-se aa citada folba :
    t u Sr. Barao oo Laorio, dosso enviado ex
    trsordinano a Chiaa, durante 'a sua estada no
    Ja pao; leve ensejo de coa'erenciar ampirnoste
    com o presidente do conselho;de mlnistroa da-
    quella nacao.
    Entre outras assomptos debatidos, oc uparam
    se o nosso eov.tuo e aquello mini. tro do cultivo
    e relacSes amistosas e commerclaee entre o Bra-
    xil e o Japaa. da permuta de gneros e da emi-
    gragao japonesa para o Brasil.
    O ministro japoaez, com moslras de maior af-
    fabilidade e cortezia dictaron ao Sr. Ladario
    qoe muito folgarla com assigoar qoalqoer trata-
    do aoalogo quelle qne o embaixaior ia fl'mar
    coro a Gbiaa e que so lameotava que este nao
    tivesse a devida auiotlsacao de seu governo.
    Sabemos tambem que, grabas s Doa lmpres-
    sao proouzda a conbeclda casa F. Prsaer & C.
    de lokoama eacrevea a di-ersaj pessoas sler-
    dente* aqu en re aa qnaea o Sr, coDBfhMro Si-
    oimt- o-e-Mente daMjiualid.de Agrcola pe-
    dlntio respna'ss a diversos qnesitus a resp Ito de
    coosas no B-anl qae se rea, ionern com a emi-
    grarSo J4fon^ia e i ermota e prodocios.
    BhyCbnBoai -A-sim se Intitula um mimoso
    H.ro de p.coi.s firmado p-lo Sr. Dr. Carlos Por-
    to Garrejro
    Oiz o airo-, ao opreseita--se modestameoie,
    ine a aecessiia te de acceder a generosos de-
    --oa de am'go- qo oo-cara ver poesa to au-
    tor re mi tas e d volme o que o determina a
    onb'icar destas ama pqu"ua parte, rompendo
    assim o veo obscuro em que se t-m consr-
    valo.
    Diz mais que vm arra-tido para a birra do
    rribnoal Iliterario, to certo da coDdemDago,
    como os mar yes do Saoto 5co.
    Pa s ao em ira lo, pelo q ie nos toca, muito
    n..s agradara a as poesas que compem oa
    Bytbasoa.
    u S'. Dr. Po to Carrt-iro mostra-8-? om poeta
    e io.piraco, e naais do que lato, om verdadel-
    ro artista.
    Daa suas poesas, especialmente os sonetos
    oos parec-ram de granee vaior pois oeiies o
    poeta reveh-se a o adiantido cultor da forma.
    O volme a temo a vis a leu 150 piginas
    e oiiidameme imj'etso ata officioas typogra-
    pbicas i'a Pr-.!viofa.
    De eovolta com as nossas felicita(5es ao poe-
    ta p-lo hjrjj hv-o que i'ispiron a sua musa,
    anresentao-oa Ibe oa nosso agraiiecimrat >s pela
    deh.ada nff-rt qua nos f Z de um rxeaapiar dos
    Rny h'r -.
    Faculdade de DireitoBis o resaltado
    aoa -ii ues da i. sene jjridici nu da 15 do
    currctie :
    i Jo- Bello *e Amo im, pl--n ente em di-
    reno ooiano, civi e commerciai e stmaiesmente
    em criminal.
    S Pranciseo da Go?ta Cirn, pieaameDte em
    direito i-ivil e comas cial.
    3 Ju'ia l. do Al lo^uequ'Mi-aohao, pleoa.
    m-nte em direito r^miao e 8impl.*3men'e em
    civil; i-oraaniercial e c i nina!.
    4 tes Lacis S. Ripoo da Ganara, plena-
    mente em olreito counercial.
    5 Alfredo O i lo i Oa-r;. pleaamate em di-
    -eito civil e com nercial e simpesmente em ro-
    T)oo criminal,
    6 A'o-'-io Juveual 1o Rgo Ltns, s rapiesmeote
    em oireito romnio e eifiL
    7 Jas Aotonio de Almeida Navaes, simples-
    m'-nt- em :t-e ti romano o com narcial.
    8 Tn-rui,o"ies de Paiva Harina, simplesmea-
    leern iiireiio civil a commercial.
    2 -enrovidoa.
    T'-Ji 'o i- n i] as p-o'ia o*ies das ul-
    timisiarmas, da 3.* se-ia jin tic a do 4 o anuo,
    assim como as provas escripias de medicina
    legal.
    Curso Inneao Hije ;omeg> o exame
    le irigaomeina as 9 horas e f i--se ba a se-
    gn 11 e ultima rh .ma 'a doa estadantea inscrii-
    pios em Hiaiorii U uve-sal.
    A cba na ia em Laim lera logar as 10 horas.
    Eis o re.-uiti lo dos exns feUoa boi.em :
    Hitona nive-s'.l
    Agns'.inba Aaujo Ja-ge, approvalo com dis-
    torcko
    Maro Vel')o da Silvoira, idem.
    A'i'onio Bpamloonlas de Birros Correia Fi-
    Iho, aoprovauo plena1'ente.
    J >e Amao B e en- Baboa, dem.
    ios Bliea Montetro Lopes, idem
    M.rio Aogu-ti dos Santos Po-to, iden.1
    Amaro Miluino de Birros Gorrea, approvado..
    im -lesni'ti e.
    Edaa Mam Ginjalv^s de Cairo Mascare-
    abas. dem.
    J'-Antooto Pereira Jnior, ilem.
    Rjp-:vad.s 2
    Francp?
    Minoel Anto'iio de Brlto, spprovada com dis-
    ti ocio.
    Mino'-I Jas da Costa Filbo, idem.
    Toeogenes Rucha Morei-a, dem.
    Piui. Mar iris da Almeida, dem.
    aojos'.i Gi!o, ilem.
    Ulj-se. da Rocba Cavalcante, plenamente.
    Dimirgo Gnrrea di- Rjcna, taem.
    Epiptianio Assis Lom's de Castro dem.
    Jjfto Lo:z d" S Iva 6ma, f.a.plesmente.
    Doro'hoveo (i imi-s da S.lva. uim.
    Kpori.V d s 4.
    Eicnta aiormai -S' boj- qu-i realizase
    nVs-a e3ol a -u.r.'g.t dos dip'onis e diatri-
    uij;ao dos p-e n.os ao3 alumno) qoe os ob:lve
    ram, t fin os ejuintes :
    D. Mina doGanuo oa Silva San lago.
    D. Al'ian Uan Per-ira de Souza.
    U. Mana Roaa Vieira de Me!',o.
    i). Mara Bassooe d-t Mello.
    0. Antora Furrenga do Val Palbci c.
    D. M- . Camilla da Silva Fraga.
    D. K oa ce da S iva Santiago.
    D. Cl ira Un.ieiia da Resu'reico.
    D. Auta Gjm-'s do Pasaos
    D. '.lana la Cooctican Vasconcpl'03.
    D. Mana Pr|.cl'la i- Vasconeelloi.
    O. B.Bi AHilpbioa HanmiDn.
    Hygioo E'pin lol i da Cos a BJ 1a.
    Miguel Argemir.. F-itosa Bnkrjf'ld.
    Mmoel Ganga, vea F^rreira da Costa F1?.
    Ado'pno Bap'.is.a Mopelra.
    Mario Gvsn^iro Je Albuqaer^ue.
    Vaio-I Pedro Fiormao.
    Francisco Carlos la Silva Fragoso Fbo.
    Muoel Are an]o Perrelra de Albaqae'qu*. '.
    Eulalio Ovidio F-ir'i-ira de Arajj f.
    Alva.o Beoiii) de Ve-Qosa.
    Demetrio Martinno da Costa.
    Amonio Dintas.
    Ernesto U;i j Cavalcante.
    J se Gsar Brasil.
    J is Pe eir ia Costa Sabrinho.
    Ess-a aiumnos devera comparecer s 11 bcras
    do oa D" secretiria daquella escola.
    Era X.uva Publicou-fe honte o o n. 61
    do IV atino ueste peridico polico, religioso e
    nofcioso
    A Etta^o -R-'c^^prnis do R o de Janeiro,
    remettilo pela casa U- L.mbaerts & C, seus
    aeenes, o n. it d-> 30 de Novembro da excelen-
    te revista de modas A EslaQao.
    Tr-ia esse n. alem da ana parte lecbnica, acora-
    pannada de flgnrtnos e folba de mo:d?s, cora a
    parte recreativa e luterana.
    Revs'n do Instituto Archeoloiflro
    Recebemos o n. 42 d'essa importante revista
    qoe se publica n'esia cidade.
    0 presente numero traz um artigo sobre His-
    toria Patria, firmado pelo roa;o Jo.> Domiogues
    Codeceira e o Relaloro com que o Dr. Pereira da
    Cosa dcona le oa incnmbeocia de examinar
    os a-chivos pblicos de Olioda a escoiber os
    dorumentcs man rnteressants i historia.
    Samis ralos a retnessa que nos foi feita da
    um exemplar.
    Mstrlas de Santo Antonio S. Exc.
    Revm. o S-- A'.-e'i spo do R.o de Janeiro, cele-
    brar aroaubfa as 7 boras e meia da mann nea-
    sa Ma'rii, e nara a primeira eommoonao 208
    meoiDos qoe freinenta ao Csihecismo.
    Portarla de nomraro Acba-se na
    sec-etaria do goveroo a poriana pela qoal foi
    comeado o Dr. JosRidrignes Tivaresda Mello,
    para o logar de ajudaote do inspector de sauda
    do porto.
    Casamente elartl 0 escrivao de Ca-
    8mento8 que funtciona noa dMricios do Red-
    fe, Santo Antonio, S. Jos e Afogadoa, afnxou
    na reparticao do registro de casamentes, a ra
    doimprador n. 75 primeiro an lar, editaes de
    proclamas de casamentos dos segoiQtes contra-
    bent8 :
    Primeira poblicacSo
    Manuel doa Smtos Ribeiro Mayo, residente aa
    ('eunesta de Santo Antooio, com Candida Au-
    gusta de Cirvaiha, residente na freguezia de S.
    Jos, sol'eiro* e naturaes deste Estado.
    A EquitativaEsta socidade de seguros
    mu uo- a vida tem mais real.meato, maior lu-
    co, maior oume*o de seguros vigentes e maior
    numero de no"os segaros animal .ae^te do que
    quaiqu^r outra compaobia de seguros do mando.
    Partida-Cora" destipo ao Estado do Ceara
    pariiu aole hontem a bordo do vapor S- Salva-
    dor o Dr. Rufino Araripe Franklin Lma engen-
    beiro chefe da Estrada de Ferro de Batunte.
    Dejamo Ibe Ma viagetn.
    Club Cantil vlese Patrlot--
    Os membros a'esse Glab reuoem-se boje a 10
    boras do da am de serem tratadoe ioteresBes
    urgentes
    Tribunal do Jurr do ReolfeHontettl
    foi suomein lo a julgameito De-te trtooal o reo
    Pedro Evaristo d">s Sattos, vulgo Pedro Grande,
    Dronnnciado eemo incorso as penas do a:t. 294
    f i.o do Codito fenai e acensado de baver uo
    i 9
    3


    *
    i '
    I

    K-.

    _ i


    Diario de VemamTinco Sabbado
    u.in n 1891 as 1 b da 18 rte Malo de 18SI. as i n > _.,.., ..-mnn.ir.rio
    ,
    li

    Ais in 1*3 fliu uo *we-o. ~
    Forte do Mano, t-eaneat do R-wife, pravcad
    em Jos Praocisio da Trioda* um leruneoto do
    anal reiUQ a morte do cd-oHdo.
    O ory de seoteoca oegoo ler al o o ro o au
    tor do fenmeoto, recoobeeeod.. pirero, que o me
    mo reo prepon auxilio sem o aoal o crime nao
    ""^mon-MOda'^or, que o .*.4M. Ulece.
    nao tm con^OPicia a aaioreza eJe das i*
    80e., aa -or oao ter observado o r "jeo me
    dico-hjgieaico reclamado pelo aeo *" "
    nido ai aegavaotes arili-aUd. M Ubello ac-
    fino. reconoeceo em favo- a. a C.reom
    stancia attenuante do ari. II | l <"> U>mg fe
    "'i fac- desfs decirte o D-. Simun An-
    tarto G.ocalves presidente olMOoM. ^ndeo>
    non o ro oo g ao m oimo do art. 295 I. do
    Co".gB Peo laooia anuo de pristo cumiar e
    "S br MtlSraU ato** Promojor
    publico appelloa da decido do jorj para o Sa-
    nerior T-buol de Jostiga.
    ^FoQCC.o-i ram no jory de seateoCi os jura
    doe:
    Hermogeoes Caroargo.
    Jos Candido Ponse"-a de Medeiros.
    Tbomaa Clareocio de Panla R"tna.
    Joao Paulino Ma-que-.
    Antonio Domm^oes Odeceira.
    Jo Flix de Bruto Mcele.
    Leoaardo AUico L Aotoolo do H g" Pacheco.
    Antooio Alves VHelj. _L .__._
    Terrmnoo o -n^menln hora da ta'd>.
    Propasadura dt loatruesao no PO-
    CO da so-eiio-Am.ooa. a 5 oor.s oa Ur-
    de, a- ve fjnccioar eaea so2ie.id "*"**>
    no Mooteiro, .Hm -lew sua nova fllrfc^''8.;
    Veat. em Caxaaa.A-AouPba celebra-se
    em Caxao. a es' Oo Salta L-itla, que> coosu-
    r de missa solemne pela mnna e ladainba
    nAP03 a ladaioba sera qu-inado um fogo de ar-
    , Teiegranama. retid...-Acbam-se M-
    don na eatacAo oo Tr.lrlrpno Nacional os *.
    golntes telegrarom8: ionii
    Para Prosa, p-o.ed-ote .lo Pilar; para Juvenal,
    de Cacnoe.ra ; pora V>1l- Ceta', Pa't.
    raB tra s-ccaj ***. D.-r.o losert, ""''
    tante Subi-meoio 4 ra do B^aJJcw
    ra n. 1 om sea avno, para o qaal coaviJanut a
    atteoco ao publico. ,man,
    Os cred.ios desie granie armasen I"""
    ha longos aunos pela escolha e exrellencu do
    variado aordmenio d* que aempre se "**"*'
    vido, escu-am por corto qoaesqoer recommen
    dacoes oeste seoiido, ,k
    E' qualnaae qae geralmente se IM r?conhece
    e confessaia por iodos o s.us '-*
    E por is-o. qo sem armar ao reclame, sem
    querer prooutir .Vuo, ^e'Z^LuTZ?a
    os seus propietarios viri't do pobliao para
    apreciar 0-eo estabekciaeuto moniadj a ca-
    5K, e abl p-over-se do qoe ha de m.lhor no
    genero de rea negocio. .
    Effeoivaaieote o que oo referido armara ba
    em artgos de consum oa'la deixa a enejar ,
    cesta quadra de testo a vanedade de objec.os
    anroori.oos presentes, saiisf^s aos m^a ex-
    igentta na escolha .e orna galaut-'H com_que
    d'mooatracko de amisade, oa anda de g-t >a
    como os briadea (e acomp^obam de viabo-
    0 mesao rmate n terx-'os Utnot-m "as me
    Inor.s qoalidadea e das peU pnmasia do seo gJS'.o e pnresa do fa
    brtco.
    E' o que aisam os proprietarlos do grande
    < oi m do Lima ao publico d sia cid a de. coja
    visita ibes sera urna oeza qoe jamis ol?idarao,
    40 que noa parece.
    Bonito* leques-SSo o- que acaba de re
    reber o subelrciuiHQio de msica roa do Ba-
    rio t Vctorla u. 13, propriedane do Sr. Eduar-
    do Palva sutcessor ae A. de Afvedo.
    Tm n'os a oiupos'Co do n isso muodo ele
    gaoie que sem dovtia uao se decorar em fa
    ter fqu's gao dos mesmos.
    A fe-ta fii ""s, senSo obriea.
    Mota SSO mnnoea-A Equitativa, im-
    pcrid e s.cieiaje ue egaros de vida, fera -e
    goma vigiles em valor superior a 850.000:009
    de dollsrs.
    Operariri clrura;lcaa Fo'ara pratica
    j las uo bo8pi>al Pedro II, 00 da 15 oo crreme,
    a 8egoiotPB:
    Pelo Dr. Malaquias:
    KiUcleagSo de ganglios alterados da verilba
    direiw.
    Posibotomia, reclamada por pnymosis e can
    cr08 vene'eos.
    Pelo Dr. Amobl:
    PostbU ma a caivete, reclamada por para-
    pbvmosis.
    Exu-pagao de kisto da bolsa s-.rosa do inos-
    cu'o emi membranoso.
    Poooc*o e injecgao de tintura de ledo, cepois
    de ane-tbesia pela cocana, reclamada por by-
    dro^le.
    Plo O'. Vielra da Cuaba :
    Ampu agao ta cota direi'a, pelo metbodo ciN
    colar e d-sartlcolagao do tarad e atara a"o do
    ue esqaerdo, proceso de Lisfranc, recUmida
    por eematamenle.
    Pelo Dr. Berardo :
    Er-tncglJ de eatilbago de epoleta na cmara
    anterior. .
    Trs iridectomias pticas inferiores, indicadas
    oor leucoma de 10 la melado superior da cornea
    e siapbyloma incipiente.
    Cao de DetencaoMovimeoto dos p-e-
    so8 'ia Casa de eteugao do Recife. Estado de
    Peroambuco. U e rzemD'O de 1893.
    Ixw'laa 516,entraram 16, sabiram 5-exis
    t*'n 517. ,.
    daetoaoea 503, malberes 19, estrangeiros 19.
    Total 517.
    Arragoados 431.
    Boos 410.
    Doeoies 20.
    L30C0 1.
    Total-431
    Movimento na eefarmana.
    Teve baixa:
    Manoel Igoac o de San'.'Anoa.
    Tiveram alta :
    Pedro Francuco da Silva.
    H-rcuUnn los Leiie.
    M-ooel Domigo-.
    UmU Francisca da Conceigo.
    Uaoofl Menino G->uveia.
    laipecturm da dlatr.. oaarl
    ti aoRecite, 14 de D-xerobro e 1893.
    Boieam meteorologicu
    tiorot Term. unk- Barmetro Tntao do
    ffunu
    dadt
    80
    7
    73
    71
    70
    rtvto ( e Oo 1 vapor
    6 m. 15 *3 757-.J6 19 35
    9 > 16' 757-89 10 8
    i J7 6 7S8-.33 *l0*
    3 t. 58 0 7Kb-08 19 87
    6 17.8 75oO*3 19 41
    Temperatura mnima 24 '75
    Temperatura mximi- 29.-50
    Eva norato em 24 oras ao sol 7 m4.
    Chova oulla
    ' recgao do veoto NK de roe'a ooi'e 'e o n. e
    3-5 m. ua manha ; at 8 b. e 20 m. : ENE e NE
    al eroados ai 5 b. e 11 m. da t rae ; ENE at
    mela ooile.
    Vblocidade media do vento 4,m09 por b;-
    un 10.
    Nebul jsiaade media 0 38 ^
    Boletim ao porto
    Pra-mar ou Das Horas Altura
    oaixa mar _
    P. M. lideDetemb. 840 da m l.-75
    B. M. 14 de 2-5 da t. 0,-sfr
    Hospital Pedr 11-0 mo estabule imeoto a cargo d Sauta C'sa de Mi
    sencoroia ao Recite, ao d.a 13 de Drtembio fo-
    e seguate :
    Etiatiam.
    Eniraram
    Sahiram .
    Falleceram
    Exisiem .
    698
    17
    ------715
    8
    0
    705
    - 709
    Foraro visitadas As enfermaras pelo3 seguio-
    .es mdicos : ,
    Dr. Moscoso, entrn s 9 da maaba e sabio
    s 10 1/4.
    Dr. Barros Sobriobo, entrn as 6 da manb:
    e sabio tls 7
    Dr Milaauis, eolroa s 10 1|4 da manna e aa-
    b o s 111|2.
    Dr. Beraroo, entrn s 11 df manba e sabio
    Dr- A'nobio Ma'qa^s, eotrou s 9 2|4d ma
    nh e sabio s 1< 1)4
    Dr. Lopes Pessa, eotrou s 9 e sabio as
    Dr. Vielra da Caoba, entrn s 9 1/2 e s;.bio
    s II 112
    D-. A.dradeLima, fu-roa 68 10 1|2 esabio as
    Pna- na-:euco entrn as 8 1]2 e sabio
    2 da tarde.
    Aio'a ,'e eotrou as 6 1|2 da maoh e sabio
    B 1,2 na tards.
    Crmllerio Pnailro-Obitnarlo do da 14
    de Dzeiooro de 1893.
    Alfredo Artbur Gomes de Almeida, Pernambu-
    co 21 anous ; S. J'8.
    U.nbel-n-s Co*lbo da Silva, B-azil, 68 aonos,
    cas.da ; S los. ._
    Antonio Feuardo de Amorim. Portugal, 4o
    anuos, solieiro ; Boa-Vista.
    F ustioa Mana da Conceigo, Pernambuco, bt)
    I anana, viava ; Boa Visia.
    TJ f,-:o do sexo femi ioo ; Pe-nambuco.
    M^'ii. P^rnamboco, 3 n.ras S. Jus.
    Un co Frncisco Ribeiro, Pernambuco, s
    anuo : G'aca
    PERHAMBUCO
    ESTATUTOS
    DA
    OR
    ia Hkfi li
    terr^tres
    supgwacr-
    CAPITULO I
    DA COMl'ANHIA, SEU CAPITAL E TEMP9 DS DURACAO
    Ar. I.* Fica cstabelecida, com sede c foro juriico n^esta
    cidade do Rocife, a Companbia Tethys de seguros contra ris-
    cos martimos e terrestres.
    Art. o 0 capital da Companhia de 300 0005000, dividido
    em ttulos de cinco accOes de 50B10 0 cada urna, podendo ser
    elevado ao duplo por autonsaijo da Assembla eral.
    Ari. 3. O lempo de durago da Companhia 6 de viole an-
    nos contados da data da approvacio d'estes estatutos, podendo
    ser prorogado por deliberago dos accionistas.
    CAPITULO II
    DAS OPERACOES DA COMPANHIA, SEO FUNDO SOCIAL EFFECTIVO
    E AN.NO AM1.N1STBACT1V0
    Art. 4." As operages da Companhia consistido em con-
    tractos de seguro COOlra riscos martimos e terrestres, nos ter-
    mos e condiges exaradas as respectivas apoliecs.
    A.i. 5." A Companhia nao poder tomar risco martimo
    excedente de 50:000*000 em navio de vela mercante, e 80:0' 0000
    sendo de guerra ou a vapor; quantias as quaes se comprehen-
    de o valor do seguro da erxbarcagio, o da carga que elle trans-
    portar segura pela Companhia c quaesquer oulras responsabi-
    lidades.
    Art. e. 0 risco do seguro terrestre n5o poder exceder
    da quantia de :00 100B para cada predio que a Companhia se-
    gurar, inclusive os valores n'elle existenles quando estes forem
    tambem segurados.
    Ari, Os limites especificados nos dois ltimos artigas
    sao assim fixados para o fim de, tomando a Companhia, se Ihe
    couvier a responsabidade de riscosa elles excedentes, re-segu-
    rar o que acrescer em out-as comaanhias de reconliecido crdi-
    to, de modo sua responsabidade ellectva nao exceder de taes
    limites.
    Art. H." Meamo nos limites dos arts. 5. e 6.*, a Compa-
    nhia poder, quando julgar conveniente, re-segurar em outras
    companhhs lodo ou parte do risco que toaiar por centrado de
    seguro que celebrar.
    Art.. 0 fundo social effectivo da Companhia de
    00:0005 0 realisado em prestaces de 20 n. sobre o seo capi-
    tal nominal, com intervallo, a juizo da Directora, nunca menor
    de 15 dia, nem excedente de 30. A Companhia poder entre-
    tanto iniciar suas operagoes antes da realisago da segunda
    prestagao. .
    . tniro. Na hypothese de oc orrerem prejuisos que desfal-
    nuemesse Tundo efTectivo, ser elle reconstituido pelos accionistas,
    no praso de lo dias, precedendo aviso nos jornaes de maior
    circulago. ,
    Art. I O. O fundo effectivo da Companhia- ser empregado
    pela Directora em ttulos da divida publica geral, lettras bypo-
    thecarias de estabelecimentode crdito real que inspire confianga,
    ou posto em deposito nos Bancos.
    Art. O anno administractivo da Companhia comega e
    termina com o anno civil, excepto o primeiro que abranger todo
    o lempo decorrido do inicio das operagoes da Companhia at 31
    de Dezembro de 1894.
    CAPITULO III
    DO FUNDO DE RESERVA E DOS DIVIDENDOS
    rt. is.oa Companhia ter um fundo de reserva de
    150 000*000 constituido pelas sobras de lucros liquidados em ca-
    da semestre depois de deduzida a importancia do divideuden-
    do aos accionistas. -
    O Fundo de reserva exclusivamente destinado a reconstituir
    e amparar o fundo effectivo no caso de perdas eventuaes e pode-
    r ser empregado, como oulras quantias despooiveis, de acord
    com o disposto no art. 10.
    Art. i.' Dos lucros obtidos em contractos liquidados em
    cada semestre, a Directora far dividendo aos accionistas, mas
    nunca superior 10 /. sobre o valor realisado de cada urna ac-
    eto emquanto o fundo de reserva nao atlingir a 100.000*10,
    nem a 12 / em quanto nao for elle integrado.
    Completo que seja o fundo de reserva, todos os lucros sero
    divididos pelos accionistas.
    Art. 14.' Nao ha ver dividendo toda a vez que o capital
    desfalcado por perdas nao fr integralmente reconstituido, pois
    n'esse caso os lucros liquidados em cada semestre tal applicago
    devem ter.
    *n. 15. Os dividendos sero pagos, o primeiro no mez de
    Julho e o segundo quinze das depois da reuuio da Assembla
    Geral ordinaria.
    CAPITULO IV
    DAS ACCOES E DOS ACCIONISTAS
    Art. 16.' Asacges sao nominativas, do valor de 500*000
    cada urna, e grupo de cinco para cada um titulo que ser as-
    signado por todos os directores.
    Ai 1. l. Os ttulos podem ser transferidos por termo la-
    vrado no livro que para esse lim deve ter a Companhia, devida-
    mente sellado e rubricado, assignando-o o ccJente, o cessjonano
    e dois directores. .
    An. 1.' Os ttulos de aegoes de subscriptores ou cessio-
    narios que fallecerem, fallirem ou incorrerem na falta do cum-
    primento do que dispe estes estatutos, sero vendidos, para o
    que se far anuuncios durante oilo dias em dois dos jornaes de
    maor circulado d'esta cidade convidando os |,retendenies a apre-
    senlarem suas propostas em carta fechada, por intermedio de cor-
    rectores geraes, as quaes, lindo o dilo prazo, sero ab-rtas pela
    Directora, sendo entregues os ttulos tqtelle que, acnando-se
    no caso do art. 19.a, maior prego olTerecer.
    Do temo da transferencia assim realisada, constar a causa
    que a delerminou; e o prego da venda, depois de deduzdas to-
    das as despezas, ser entregue a quem de direita
    An. l. Poder ser accionista da Companhia todo aquelle
    que fr habilitado para contratar, gosar de crdito e seja noto-
    riamente abonado.
    Art. *.' Nenhum accionista poder ter menos de um nem
    mais de oilo ttulos de ciuco aecfies. computando-se n'esse nume-
    ro os que possuir em seo uome individual e a firma de que pos-
    sa fazer parte. ,
    %.i.i. Todo accionista tem o direito de votar as As-
    sembleas Geraes contand-se-lhe um vol por cada titulo de cinco
    acocea, e igualmente o de ser volado para os cargos desta Com-
    panhia, salvas as limilages dos prsenles estatuios.
    tn. **. O ac ionista que nao pouder comparecer a As-
    sembleas Geraes poder se fazer representar por outro acc.onis'a
    comanlo que esle nao represente mais de quarenta aegoes, nao
    seja Administrador nem Fiscal.
    * Se o accionista fr firma social, s um de seos representantes
    P0de*rt.*3.<> 0 accionista ausente nao pode ser eleito para
    cargo social.
    Ar. t4." Os accionistas sao obrigados a realisar as entra-
    das que lhe forem pedidas pela Directora dentro dos prasos que
    por esta forem lxados nos respectivos avisos ; c se o nao fizerem,
    cabe Companhia, salvo acgo contra os subscriptores e cessio-
    narios, o direito de fazer vender os ttulos em leilao publico por
    conta e risco de seu dono, depois de notificado o accionista me-
    danle urna iutiniagao judicial pnblicada por dez vezes durante
    um mez em duas olhas das de maior circulago d'esta cidaue.
    Quando a venda se nao effecluar por falta de compradores,
    a Companhia poder declarar perdido o titulo, apropnar-se das
    entradas feitas, einitlir novo titulo ou exercer contra o subscrip-
    tor e os cessionarios os direitos derivados de sua responsabili-
    dade- i- AA
    Art. 5. Ao accionista facultadoo examinar os livros u*
    Companhia toda vez que quizer ; mas s o poder fazer em pre-
    senga de um dos directores.
    Art. O. A responsabidade do accionista limitada ao
    valor das aeges que pofsuir.
    CAPITULO V
    DA ASSEMBLA GERAL
    Art. *. A Assembla Geral regularmente constituida re-
    presenta a totalidade dos accionistas da Companhia, e suas deci-
    ses, tomadas nos termos destes estatutos, obrigo mesmo aos
    accionistas au-entes ou dissidentes.
    An. *S. As Assembl as Geraes sao ordinarias ou extraor-
    dinarias ; ellas s podero deliberar sobre o assumpto para que
    forem convocadas, por avisos nos jornaes, em dias consecutivos,
    com a designago da hora, dia e lugar da reunio.
    Art.." As Assembleas Geraes serao convocadas com ante-
    cedencia de 15 dias; e se na prmeira reunio nao eomparece-
    rem accionistas que representem urna quarta parte do capital so-
    cial ser convocada nova reunio para oito dias depois, com a de-
    clarago de que a Assembla funecionar com aquellos accionis-
    tas que compare erem.
    Art. ao." A Assembla Geral que ti ver de deliberar sobre
    a alterago d'esles estatutos, o augmento do capital social, a pro-
    rogaco do pra>o de durago da Companhia e a dissolugo d esta,
    precisa para validamente se constituir da presenga de acc.onistas
    c-ue representem pelo meaos dois tercos do capital social.
    .. nico. Se nem na primeira nem na segunda reunio
    comparecer o numero de accionistas exigido n^eete artigo, convo-
    car-se-haterceira, para cinco dias depois, com declarago de que
    a Asserabloa deliberar seja qual fr a somma do capital repre-
    sentado.
    N'este cas, alera, dos annuncios, a convocasao se far por-
    meio de cartas^
    Art. a*,* Se para deliberar sobre a materia sujeita sua
    apreciag 10 carecer a Assemba Geral de esclarecimentos que de-
    mandem tempo,licar suspensa a sesso at que se achem con-
    cluidos os exames e investigages que ella leona resolvido fazer
    proceder.
    A continuagio da sesso nao poder ter lugar sem aviso pre-
    vio nos jornaes-, duran e quatro dias consecutivos, com a desig-
    nago do dia. hora e lugar da reunio.
    An. 3*. Haver annualmente no mez de Margo urna Assem-
    bla Geral ordinaria para o lim especial de tomar conhecimento
    do parecer do Conselho Fiscal, discutir e deliberar sobre o inven-
    tario balango e cont-s annuaes, proceder a eleigo do Conselho
    Fiscal, a do Presidente e Secretarios da Assembla Geral e a dos
    Directores quando estas duas-devo verilicar-se.
    . i. N'essa Assembla Geral ordiaaria nao podero votar
    os administradores para approvarem seos balaogos, contas e in-
    ventarios, nem o? Fiscaes seos pareceres.
    . *.' E' nulla a reunio d'essa Assembla se a ella nao
    comparecerem pelo menos tres accionistas alem dos Directores
    e Fiscaes.
    Ari. 3S. A approvago sem reserva das contas e do balan-
    go importa a ratilicago e quitago dos actos e operagoes do anno
    social, salvo o caso de dolo, fraude ou simulago posteriormente
    descoberlos.
    Art. 34. Anda mesmo approvados pela Assembla Geral
    actos ou operagoes que importem violagao da lei ou dos estatu-
    tos, nao rica perempta a aeco que, contra os infractores compe-
    te aos accionistas que nao houverem concorrido com seos vo-
    tos para tal approvago.
    Art. 35.- As deliberages da Assembla Geral sero sem-
    Dre tomadas e'a maioria dos accionistas presentes, teudo o que
    presidir a reunio o voto de qualidade no caso de empate.
    Art 3. A coovocago da assembla geral ordinaria com-
    pete Directora e ao Conseluo Fiscal, caso ella o nao faga na
    epocha determi ada oestes estatuios.
    8.0 nico. Si nem a Directora nem o Conselho Fiscal
    lizer a convocago, qualquer accionista tem o direito de exigil-a
    da Directora, e nao sendo attendido, de fazel-a elle proprio,
    depois de decorridos tres meze.s da epocha da reunio, decla-
    rando aquella crcuraslancia no avi o da convocago.
    Ar. 3*. A convocago da assembla Geral extraordi nara
    ter lugar toda a vez que occorram circumstancias que recla-
    raem solugo que nao deva ficar dependente da epocia da reunio
    ordinaria, excedente da competencia da Directora.
    At. 3*.' Sao competentes para fazer a convocago destas
    assembleas extraordinarias :
    I A Directora quando o entender conveniente ;
    II O Conselho Fiscal quando occorrerein molivos graves e
    urgentes
    III A Directora e o ''onsclho Fiscal quando o requercrem
    sete ou mais accionistas que representem urna quinta parte do
    capital social ; e,
    IV Esses meamos accionistas si a Directora ou o Conselho
    Fiscal recusar se a fazel-a.
    Ari. 39 E' attribuigo da Assembla Geral :
    I Alterar e-tes estatutos, deliberar sobre o augmento do ca-
    pital, a prorogago do prazo social, a dissolugo da Companhia e
    sua liquidago.
    II Alterar o regulamento interno da Companhia confecciona-
    do e posto em execugo pela Directora, si elle contiver disposi-
    ges inconvenientes nao corregidas pela mesma.
    III Eleger annualraente, por escrutinio secreto, os tres mem-
    bros do Conselho Fiscal e seus supplenles. e biennalmente o
    presidente e os dois secretarios da Assea.bla Geral e os tres di-
    rectores.
    IV Julgar as contas da administrago em face do balango e
    do parecer do Conselho Fiscal.
    V Destituir por incapacidade, negligencia ou omissao no
    cumprimenlo de seus deberes, infraego da lei ou des'es Estatu-
    tos, nualquer dos funecionarios eieitos e mandal-o responsabi-
    lizar nuando fr caso dislo. ..
    Vi Adiar a sesso da Assembla Geral e temar as providen-
    cias necesarias si o Conselho Fiscal nao apresentar seu parecer
    no tempo devido.
    Vil Tomar sen lemtago qualquer medula nao prevista
    nestes estatutos, nem a elles contraria ou a disposiges de leis
    geraes. necessaria aos interesses da Companhia.
    Ar -lO. A mesa da Assembla Geral ser coraposta le
    um presidente, um primeiro e um segundo secretarlo cargos
    estes que nao podeto recahir em membros da Direcgo nem do
    Conselho Fiscal.
    Ari. 41." Pcrante a mesa assim constituida dar-se-ha co-
    megoaostrabalhos da reunio obse.rvando-se o seguite quande
    se tratar de eleves ; .
    0 escrutinio secreto, devendo para isto o accionista escrever
    os noraes de seus candidatos era cdulas distinctas, somenle do-
    bradas, com a declarago, na parte exterior, dj numero de votos
    que tiver o votante e o cargo para o qual d o seu vol.
    A proporgo que, em vista da lista de presenga fr procla-
    mado o uome do accionista votante, este depositar na urna lis-
    tas em nuaiero correspondente ao das eleigoes que se proceder,
    lendo o presidente da mesa o cuidado de verificar si ellas con-
    ten as declarag es exteriores a :ima exigidas.
    Fioda a vota.o, separadas as li tas, si pTcedcr-se a mais de
    urna eleigao, o oresidente as contar, e, achando exaclo o seu
    numero, dar comego a apurado na qual serv.ro de escrutado-
    res o 2 secretario e um accionista convidado pelo presidente.
    Conhecido o resultado da apurago, o presidente da Assem-
    bla Geral proclamar eleitos os wais votados, decidindo a sorte
    se entre alguna houver empate.
    .0 uo.co. Os nomes que demais contiver qualquer lista
    sero despresados na apurago.
    Art- 4t. E" attribuigo do presidente da Assembla Ge-
    ral :
    1 Abrir e encerrar as sesscs, dirigir os trabalhos, conceder
    a palavra e manter a ordem as discutes, nao consentido aos
    accionistas o uso da palavra por mais do duas vezes sobre o raes-
    mo assumpto, anda que seja para explicages, salvo os membros
    da administrago e do Conselho Fiscal que podero fallar toda a
    vez que for preciso esclarecer a materia dos debates ou respon-
    der inlerpellacAes dos accionistas.
    I! Suspender a sesso quando esta se tornar tumultuosa, re-
    aDrndo-a momentos depois. ,. .
    III Abrir encerrar e rubricar o livro das actas, tanto da As-
    sembla Geral como da Directora.
    IV Assignar com os secretarios as actas das assembleas ge-
    raCSV Providenciar para que seja assgnada por todos os accio-
    nistas presentes sesso, a acia da,uellas em que se deliberar a
    alterago destes estatutos, o augmento do capital, a prorogago
    do prazo social ou a dissolugo da Companhia e sua liquida-
    gao.
    Art. 43. Ao Io secretario compete :
    I Ler qualquer documento, submettidoj. apreciago da As-
    """nieras chamadas e proceder a Untura das cdulas quando
    se zer eleigoes.
    Ari. 44. Ao 2' secretario compete :
    I Ler e redigir as actas, tomando para estas os apontamen-
    tos necessarios.
    II Servir de escrutador as eleigoes.
    Ari. 43.0 Nao comparecendo qualquer dos membros da
    mesa, ser elle substituido pelo accionista que fr acclamado na
    occasio pelos presentes.
    CAPITULO VI
    DA ADMINISTRADO DA COMPANHIA
    Art 4. A Companhia ser administrada por urna direc-
    tora de tres accionistas eleita biennalmente em sesso da As-
    sembla Geral ordinaria.
    Art. 4. Os Directores eleitos escolherao entre si o caixa
    que representar a Directora em todas as transaccoes.
    8 Un-o A esse director incumbe a superintendencia da
    Companhia dentro dos limites destes Estatutos e das resoluges
    da Directora.
    Art. 4. Os directores que servirem em um bienmo po-
    dero ser reeleitos para o subsequente; era toda o caso obn-
    gatorta a reeleigo de um delles.
    An. 4.# Os directores nao podero entrar em exercicy
    sem garantircm previamente a responsabidade de sua gestfl
    oom a caugo de ttulos de vinte aeges de sua propriedade.
    Esses titulos assim caucionados por termo no livro de registro
    de aeges da Companhia, nao podero ser transferidos ou aliena-
    dos em quanto durar o exercicio do director e t nao forem julga-
    das boas as cootas da directora de que elle fez par'e
    An. so.' Nao podem ser eleitos para servir conjunctaraen-.
    te como directores os ascendentes e descendentes, irmos, sogrd"
    e genro, cunhados e os socios d'uraa mesma firma
    Art. si.* Em caso de recusa, impedimento, ausencia pof
    mais de trinla dias da sede da '"ompaohia ou falta de compareci-
    mento de qualquer director, quando chamado, ser elle substi-
    tuido "elos immediatos em votos, e na falta deses pelos memoro*
    do Conselho Fiscal.
    Para essa substituigo se attender : em primeiro lugar t
    votaco obtida pelo accionista ; em segundo ao numero de aC-
    ges que elle possuir e em terceiro a idade, preferindo semprfl
    o mximo ao mnimo.
    Art, 5*. A Directora tem plenos poderes para praticaros
    actos de gesto necessarios ao lim social inclusive os de procu-
    rador em causa propria, representando a Companhia em juizo 00
    fra delle, activa ou passivamenle; mas nao conirahe obrigagO
    alguma pessoal, individual ou solidaria nos contractos que reali-
    zar no exercicio de seu mandato.
    An. 53. Comquanto os directores nao contniam obriga-
    o peasoal ou solidaria pelos contractos ou operagoes que rea-
    lizem. sao comtudo responsaveis Com anhia e aos terceiros
    rre udicados pelo excesso do mandato so'idaramente Compa-
    Bhia e aos terceiros prejudicados pela violagao da lei e destes
    Estatutos ; Companhia pela negligencia, culpa oa dolo com qoe
    se houverem no exercicio de seu mandato.
    Ar. 54. Os directores sao pessoalmente responsaveis :
    I Por erdas e damnos si tomarem parte etn deliberago 3
    eerca de qualquer operago social em que tiverem interesses on-
    postos aos da Companhia.
    II Pela restituigo caixa da Companhia da somma dos di-
    videndos que, na falta de inventario, ou nao obstante inventario,
    ou tor meio de inventario fraudulento, repartrem indevida-
    mente.
    Art. 53.' A Directora reunir-se-ha no escriptorio da Com-
    panhia reloaenos urna vez era cada semana, e suas deliberages
    eonstaro de actas por ella assignadas, langadas em livro rara
    este fim destinado, rubricado pelo presidente da Assembl a Gf-
    ral.
    Art. 56* Fio a Directora autorisada a pagar as perda
    dos objectos seguros sempre que os segundos tenliam direito a
    indemnisagao : assim como, no caso contrario, recusar o paga-
    mento, rocurando comtudo evitar quanto possivel pleitos judi-
    ciaes, empreando meios ara que todas as duvidas sejara deci-
    didas por arbitramento.
    An. 5J.- Alem do que se aia estabelecido em ostras dis-
    posiges desses Estatutos, compete mais Directora :
    I Organisar e fazer executar o Regiment interno da Com-
    panhia.
    II Deliberar sobre os termos e condiges ou clausulas dos
    contractos de seguro, podendo acorescentar era aditamento as
    clausulas irapressas na apolice, quaesquer outras que parega-lhe
    conveniente aos interesses da Companhia e fixar os premios dos
    seguros.
    III Constitu- procuradores judiciaes para a defeza dos di-
    reitos da Comp..nhia.
    IV Romear agentes na3 localidades em que a Com anhia
    tiver interesses de seguros ou para oude se dirigirem ou forem
    parar os oojectos segurados, enviando-Ibes procuraco com ins-
    trueges e ordens tendentes garantir interesses da Compa-
    nhia.
    V Noraear e emittir os erapregados da Companhia, marcar-
    Ules os ordenados e exigir delles as (angas que julgar necessa-
    rias.
    VI Apre-entar a Assembla Geral Ordinaria dos accionistas
    urna relago circunstanciada das operagoes do anno lindo, acom-
    pasada do respectivo balaoco, cujas pegas, hem como o parecer
    do Conselho Fiscal, sero irapressas e distribuidas pelos accio-
    nistas.
    Vil Promover a prosperidade da Companhia, executar e fa-
    zer executar os presentes. Estatutos.
    VIH Ouvir o Conselho riscal sempre que o entender conve-
    niente.
    1\ Marcar o valor di dividendos, observando o disposto no
    art. 13.
    X Annuncar, un mez antes da reunio da Assembla Geral
    ordinaria, que licam a disposigo dos accionistas, no escriptorio
    da ompanhia *
    a. opia d >s balancos, contendo as indicaces dos valores
    movis, immoveis, e urna synopse das dividas activas e passivas,
    por classes, segundo a natureza dos titulos.
    b) opia da relagao nominal dos accionistas com o numen
    de aegoes respectivas e o quantum das entradas.
    c) opia da lista das trans erencias de aegoes, em algaris-
    mos, realizadas no decurso do anno.
    XI Pater publicar pela imprensa o mais tardar at dias an-
    tes da reunio da Assembla Geral, o relatorio que houver de
    apresentar a mesma Assembla, bem como o balango e o parecer
    do onselho Fiscal
    XII Fazer publicar igualmente pela imprensa at 30 das de-
    pois *d-A5semhl a Geral, a acta da respectiva sesso.
    *ri 5** as apolices e mais documentos que a Directora
    firmar, antes de seus nomes individuaes laro os diroctoresa
    seguinte declaraco : Pc'a Companhii Tethys-.
    Taes documentos devem ser assignados pela maioria da Di-
    recgo..
    Art. Os director -8 percebero : O caixa tres contOS
    de res annualmente e mais cinco por cento da importancia da
    receita liquida, inclusive a quota destinada para fun o de reserva,
    e os demais directores dois e meio por cento cada um.
    CAPITULO VII
    DO CONSELHO FISCAL
    Art. CO." A Companhia ter um Conselbrj Fiscal, nao remu-
    nerado, composlo de tre- membros e de supplentes em goal nu-
    mero, eleitos annualmente dentre os seus accionistas na reunio
    da Assembla Geral ordinaria. 5
    Art. ..Nao poder ser eleito fiscal effectivo nem sup-
    plente, o accionista que, para con qualquer dos membros da
    Directora ou para com qualquer outro fiscal, se achar compre-
    hendido em alguma das hypolheses figuradas no art. 50.
    At. o* Incumbe ao Conselho "scal:
    I. Inspeccionar os actos da Directora.
    II. Dar seu parecer toda a vez que este fr consultado pela
    Directora
    III. Apresentar em tempo seu parecer sobre as operagoes do
    anno social para ser submettdo apreciaeo da Assembla Geral,
    eutregando-o Directo ia para que esta o raga publicar com an-
    tecedencia.
    N'este parecer cumpre ao ^onselho Fiscal denunciar os erros
    faltas e fraudes que encontrar, expr a situago da Companhia
    suggerir as providencias que considerar necesssarias.
    IV. Examinar era qualquer occasio os livros da Corpanhia,
    verificar o estado da Caixa e exigir dos administradores quaes-
    quer in ormages.
    V. Convocar extraordinariamente a Assembla Geral sempre
    que occorram motivos graves e ungentes e ordinariamente toda a
    vez que, decorridos trinla dias da epocha determinada n'estes
    estatutos, o nao fizerem os administradores.
    Art. 3. Si o O)nselho Fiscal no apresentar em tempo
    seu parecer sobre as contas do anno social, cumpre Directora
    convocar a Assembla Geral para esta tomar as providencias
    necessarias, destituindo at o fonselho eleito e nomeando outro.
    N'esta hypothese, ficar adiada a sesso at que o Conselho
    novamente eleito emttta seu parecer, o que far dentro do praso
    mximo de quioze dias. .....
    Art. 4.* Os eftVitos da responsabilidade do Conselho Fis-
    cal sao determinados pelas regras do mandato.
    Art. S. Ser considerado cumplice o Conselho Fiscal qoe
    nao denunciar era seu parecer a indevida destribuicSo de divi-
    dendos e quaesquer fraudes platicadas no decurso do anno de
    seu mandato, urna vez que constem da escripta e documentos 80-
    jeilos a seu exame.

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    Dinno d Pernanihoco Sabbado i 6 de Dezembro de 1893
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    CAPITULO VIII
    DA DISSOLDQAO E LIQC1DAQA0 DA COMPANHIA
    iri. OO.* A Companhia ser dissolvida :
    L Por coasenso de todos os accionistas cm instrumento pu
    Mico.
    II. Por delibcraco da Assembla Geral.
    DI. Por insolvabil'dadc.
    IV. Pela perda de dois tergos do capital social.
    V. Pela impossibilidade do preenchimento do fim social.
    VI. Pela terminacho do praso de sua duraco si nao fr elle
    prorogado como permilte-o o art 3.*.
    Ari. C. Dissolvida a Companhia, dar-se-ha comeco a li-
    quidado amigavel, sendo liquidantes os administradores em ej-
    ercicio si outros nQo forem especialmente eleitos pela Assem-
    bla.
    CAPITULO IX
    TITULO I
    D1SP0S1CES GERAES
    Arl. 8. Os bers que a Companhia ero caso de sinistro
    venha a licar de possc por effeito de pagamento integral do valor
    porquant* tenliam sido segurado?, serao immediatamente vendi-
    dos, salvo si a Directora entender que a demora pode dar lugar
    a urna negoeiacao mais vantajosa.
    Art. G9. E' perraittido a Companhia usar do emblema que
    a Directora entender dever adoptar.
    An. .* A Companhia puder adquirir por compra um
    predio para seu escriptorio.
    n.i.' A Companhia assuuie a responsabilidade dos
    actos pralicados para sua constituico em subslituicao a seus
    fundadores e administradores.
    Ari. *." Os casos omissos n'estcs estatutos serio resolvi-
    dos de accordo com o que a respeito dispozer a lei geral regula-
    dora da Constituico das sociedades anonymas.
    TITULO II
    DISPOSICES TRANSITORIAS
    Ar. 3. Ficam eleitos directores para o primeiro biennio
    os seguintes accionistas:
    Barao de Souza Leo, proprictario, residente ra do Vis-
    conde de Goyanna n. 181.
    Thomaz Comber." capitalista, residente estrada da Ponte
    dTJcha n.
    Julio Cezar Paos Earretto, negociante, residente a estrada
    dos Afllictos n.
    4ri. 4. Sao igualmente eleites para servirem no pri-
    meiro anno.
    Fiscaes :
    C.ommendador Jos Maria de Andrade.
    Coronel Augusto Octaviano de Souza.
    Carlos de Paula Lopes.
    Supplentes de Fiscaes:
    Coromcndador Luiz Jos da Silva Guimares.
    Joaquim Olnto Bastos.
    Antonio Leonardo Rodrigues.
    Assignados:
    9
    Pereira Carneiro & C.
    Antonio Fcrnandes Ribeiro.
    Fonseca Irnios A C.
    Augusto Octaviano de Souza.
    Thomaz oraber.
    Wanderley & Bastos.
    Ferreira Rodrigues 4 C.
    Maooel Gomes de Maltos.
    Alvaro Pinto Alvcs.
    Henrique Xavier de Araujo Saraiva de Mello.
    Francisco Antonio Gomes de Mattos.
    Ramiro Moreir da Costa.
    Manoel dos Santos Araujo.
    Pela ompanbia Industrial e Commercio de Estiva, An-
    tonio Guedes Valeute.
    Jofto Fcrnandes de Almeida.
    Luiz los da Silva Guimares.
    Antonio Leonardo Rodrigues.
    Aniceto Augusto da Silva.
    Eugenio Caldoso Ayres.
    Julio Cezar Paes fiarretto.
    Antonio Luiz dos Santos.
    Corbeniano d'Aquino Fonscca Filho.
    Joseph Krause,
    Adolpho Krause.
    Jos Barrila Guimares Lima.
    Joaquim Oli to astos.
    Andrade, Lopes & C.
    I edro Osorio de Cerqueira.
    Antn o Huniz Machado.
    i "v Barao de Souza Leo.
    Cardoso A Irmao.
    Francisco Faustino de Brillo & C.
    Jo quira Jos Martina.
    Antonio Nunes da Silva.
    Joaquim Correa d'Aiaujo.
    Joaquim Lopes Machado.
    Carlos de Paula Lopes;
    Thomaz d'Aquino Pereira.
    Silva V arques A C.
    Francisco Manoel da Silva.
    Carpinteiro Pe es A C.
    Jos Goncalves Pinto.
    Antonio Francisco Pereira de Carvalho.
    Jos dos Santos Oliveira.
    Jos Fernandes Lima.
    P. p. de Francsco Ribeiro Pinto Guimares, Franeisco
    de Paula Gongalves Ferreira.
    Acta da scsso da Assembla Geral con-
    stitutiva da Companhia Tethys de
    Seguros Martimos e Terrestres
    Aos seis dias do mez ae Dezembro do anno do nascimento
    de Nossi Senhor Jess Cliristo de mil oito ceios e noventa e
    tres, presentes, a urna hora c meia da tarde, no palacete da Asso-
    ciacao Commcrcial Beneficente d'esta cidade do Recife, 03 33 Srs.
    accionistas abaixo assignados, possuidores de setecentas e setenta
    aeces. com cento cincoenta c quatro votos, o Sr. Coronel Cor-
    beniano d'Aquino Fonseca, representante da lirma Fonseca Irmos
    A C. disse que, como um dos incorporadores da Companhia Te-
    thys de Seguros Martimos e Terrestres liavia convocado aquella
    reunio, com os dois ou ros incorporadores os Srs. Pereira Car-
    nero & C. e Mendes Lima A C, para o lim de, segundo consta va
    dos avisos publicados pela imprensa, ser legalmente constituida
    a mesma Companhia cujo capital fra totalmente subscripta,
    aclnindo-se realisada a respectiva primeira prestaco ; e que. dis-
    pensado por esses avisos de di er mais sobre o ob ecto da re-
    unio, liinilava-se a indicar o accionista Illm. Sr. Dr. Aatonio
    Francisco Pereira de Carvalho para presidil-a.
    Aceita a indicaco, assumio dito accionista "a direcco dos
    trabalhos, e proferindo a'gumas palavras de agradecimento pela
    destinco com que fra honrado, declarou achar-se constituida a
    mesma Assembla Geral com a presenca de accionistas que rc-
    presentavam mais de dois terg is do capital social; e <-m.seguda
    convidou para primeiro e segundo secretarios os accionistas Dr.
    Corbeniano d'Aquino Fonseca Filho e commendador Jos Maria de
    Andrade, osquaes passaram a oceupar os lugares que Ihes com-
    petiam.
    O Sr. Primeiro Secretario leu os estatutos devid?mente assi-
    gnados por todos os accionistas e o cohhecimento comprobatorio
    do deposito de cincoenta contos de ris na Alfandega d'este Es-
    tado, importancia da decima parte do capita1 nominal da Compa-
    nhia, aps o que, o Sr Presidente consullou aos Srs. acciouistas
    si ratificavam todas as disposigOes dos estatutos inclusive as no-
    meages dos dire< tores, fiscaes e supplentes d'estes ltimos; e
    como quer que neuhum accionista pedisse a palavra e fossem
    unnimemente feitas taes rali cagues, o mesmo Sr. Presidente
    declarou legalmente constituida a Companhia, congratulando-se
    com os Srs. accionistas por este acontecimento e fazeno votos
    pela prosperidade da mesma.
    Prccedeu-se em acto continuo a eleico do Presidente, pri-
    meiro c segundo secretarios da Assembl a Geral no primeiro
    anno social, sendo recolhidas vinte e nove cdulas as quaes apu-
    radas, deram o seguinte resultado: Presidente o Dr. Manoel Go-
    mes de Mattos, com cento e trinta votos ; primeiro Secretario, a
    Dr. Corbeniano d'Aquino Fonseca Filho, com cento e vinte e dois
    votos ; segundo Secretario, Eugenio Lardoso Ayres, com cento e
    vinte seis votos. O accionista Antonio Luiz dos Santos obteve
    oito votos para pr.raeiro Secretario, e para segundo, quairo votos
    o accionista Alvaro Pinto Alves.
    Deixaram de votar seis accionistas por haverem se retirado
    antes da eleico.
    Conhecido o resultado dessa votaco, o Sr. Presidente pro-
    clamou eleitos os tres priraeiros accionistas e encerrou a sesso
    da qual, para constar, eu Jos Maria de Andrade, segundo Secre-
    tario, escrevi a presente em duplicata.
    Antonio Francisco Pereira de Carvalho, Presidente.
    Corbeniano d'Aquino Fonseca Filho, t. Secretario.
    COMMERCIO
    la C'oaioa-'-clal de aPernsa-
    bueo
    OOTAcCbs officiaks da junta doi cok-
    KKT0BE8
    Pro^a do Recife, 15 de Dezembro de 1893.
    Cambio sobre Ladres a SO d/v Id I/i d pur
    1*000 do braco bootem.
    O presidente,
    Cndido C. G. Alcoforado.
    O secretario,
    Eduardo Dubeux.
    CumMm
    PEAtfA DO BSC1FB
    Ob bancos abrircm com a laxa de 10 3/8 sobre
    Londres a '.'O dus realisando-ae negocios limita-
    dos.
    Em papel particular i,o cooatou negocio.
    6>tacde de geqeros
    Para o agricultor
    ASSUCAR
    Cristalisado......*00 a
    8DM por 15 kileg. 4*800 a
    Branco dem dem .... 4<4X) a
    Somenop, dem dem. 4*200
    Mascavado dem dem 3*200 a
    Broto dem dem.....2*900 a
    Broto melauo......2*700 a
    5JO0O
    5000
    5*201)
    4*300
    3*300
    3*000
    2*900
    Sem cotago
    Rtame dem dem ....
    Algodao
    Colamos a 11*300 por 15 kilos.
    fttcool
    Por pipa de 480 litros 270*000 renda.
    A?nard*ntr
    Por pipa de 480 litros 150*000 vend.
    aflel
    Colamos nominal a 80*090 por pipa.
    Carnauba
    Colase de 11* a 174000 por 15 kilce nomi-
    nal.
    ft>ra*ha
    Cota se a 22JOCO por 15 kilos.
    Coorot
    Seceos salgados na base de 12 kilos a 800 ris
    nominal.
    Verdes a 465 res venda.
    Tabella dai entradas ds bsccar k al-
    OOdZo
    M de Dasarobro
    En'.rada
    Barcaca .
    Vapores......
    Aniones .
    Estrada da Ferro Central.
    dem de S Francisco .
    dem de Limoelro .
    gomraa
    Dias
    Asso-
    car
    Saceos
    100681
    5818
    900
    61764
    45666
    Aigo-
    dSo
    Sacess
    1612
    6008
    2440
    2741
    330
    8834
    r22351 21965
    e.\|:wi-n-caii
    BECIFB 14 OB DEZEMBBO DB 189a
    Para o extertor.
    No vapor ingltz Paiaease*^ para New-
    Vo'k, carregaram':
    J. Pa'er A C, 2,400 sacos com 180 030 kilos
    de aseocar mascavado.
    C. A. Borle, 410 accos cem 30,000 kil03 de
    assucar mascavado.
    No vapor iok>z Arabian Prine, para
    New-York, carregaram :
    K .n Soatogat & C, 29 f tMo com 9,0 pelles
    de caiira e 9 ditoa coui 1 800 litas ue earfitiro.
    Para Estados Bateos, carregarao :
    C- Lima &C, 1(00 saceos com 750QO kilos
    de asquear mascavado.
    ;a no vapi- mglez Origen*, para Liverpool,
    curregaram :
    J. Paier A C 700 saccc com 52 00 kilos de
    seiaeaie dtt Garrapato
    Na lugar ioglez Lau'a, para Hew-To k,
    carrfgaram :
    Julio A C, 2,0(0 saceos- com IcO.OGO kilos de
    aasucar mascavado.
    Para Li'erpuo!. carrea a :
    B. Williams *C, it ,o sacco3 com 75,000
    kilos de assuoar m^sc.iddo.
    Na barca noroegaense Seudmando, para
    Iaelaler.-a car.i-Kari.rn :
    jr.-irlman A C-, 2i9 fardos com 33,830Kilos
    de algodo.
    Para o interior
    No vapor nacional 3. Salvador, para o
    l>a;, carregaram :
    P. Alves A C, 70 barricas com 3,655 kiloa d
    assucar retinado e 20 ditas coz 2,115 anos de
    d t j branco.
    Para o Para, carre .-aram :
    M. A. de Sena & C, 30 barricas com 2,500
    Kilos de assucar branco e2di'as com 1,290
    (liles de oilo retiido.
    A. C. Pinto, 100 barricas cm 7,448 kilos de
    assucar branco.
    P. AU>8 A C, 330 barricas com 21,(96 kilos
    de asucar branco.
    Ljjo <* Morir, 200 barricas com 21,398kilos
    de assucar bruoco.
    M. L. de Si A C, 25 barra com 2 300 litros
    de alcool e 2 canas com (00 kilos de noce.
    P. Caroeiro a C 200 accos com 12 (I ni kilos
    de mil o e 120 bancas com 8,5*5 kiluB de
    assucar branco.
    E. Kaotbatk & C, 150 barricas com 11 050
    lo* de aeaocar branco.
    rara Maoaos, carregaram :
    A. 1-mos A C, 90 barris com 8.100 litros de
    agurdenle e 70 barricas com 5.210 kilos de
    asBQcar bruoco.
    M. A- Sen. A C, 120 barricas cam 7,890 kilos
    de aesocar braaco.
    M. Fernandes, 13 saceos comfarinba de man-
    dioca.
    J. T. Pinto Lapa, 40 barris com 3,720 litros
    de agurdente.
    Para Uaraobao, carregarcm :
    "gF. Rolngaes A C, 9/2 pipas com 4'0 litros
    de alcool
    P. Alves & C, 5 pipas com 2.400 litros de
    agurdente.
    No vapor allerro T.-oyi*, para Porto Ale-
    gre, carregaram :
    H Cbaves, 160 voluoies com 14 281 i/2 kilos
    de assocar branco e 40 ditos com 3,624 ditos de
    dito mascavado.
    E. C Bellrao A IrmSo, 150 saceos com 11,250
    kilos de acucar branco e 150 ditos com 11,200
    ditos da dito mascavado.
    Eeltrao Monielro, 150 barricas com 13.W1
    ki .is ue u ar o ai.c.) e ioO onas com 11,250
    di i'ii ufa t> marCavado
    Para Pelotas, carregaram :
    E. C en ao& l mao, 4U0 saceos com 30 000
    kilos ie a-sucar br ditos de do mas -avado.
    Para Pa'auago, carregaram :
    Borsielman A ., 200 saceos com 12,000 kilos
    ae ascocar mascavado.
    - No vapor nacional Beberibc, para Cear,
    carregaram :
    D. P. Porto Bailar. 30 barris com 2,700 litros
    de agurdente.
    M. A de Sena & C, 10 barricas com 900
    kilos de assucar r ti arlo
    M. Castro, 15 ca.xas com 220 kilos de rap.
    Para Macao, carregaram :
    I. D. Sim0<8 A C, 8 canas com 60 litros de
    geoebra.
    Para Pa abiba.-carregoo :
    Companhia de Estiva, 1 caixa com 60 kilos
    de doce.
    *'Bia ta AIlaad 2KAHA SB 11 A 16 Du DEZBMEBO
    OB 1893
    vgoardeoie (litro)..... 365
    Atcool (litro ....... B43
    Aicodo em rama ikilo) ... 7(0
    4rrox com caaca k:.o) .. 100
    Assocar refinado ('kilo 1 460
    Assea? branco (kib) .... 3*6
    Assocar mascavado (kilo) 183
    Bugas de mamonas (kilo) 226
    Borracha de leitede mangab. (kilo) 1*600
    Cacbaca (litro)....... 266
    Cooros seceos espictad02 (kilo) 770
    Conros seceos salgados (kilo) 720
    Caeros verdes (kilo)...... 423
    Carogos de algodfio (k?!o) 40
    Carrapateira (sement) (kilo) 120
    Cco flulo)....... 800
    C( bom (ko)...... 1500
    CK restolbo (silo)..... 1*300
    Cate moido (kilo) .... l*70
    Carnauba (cera vegetal) (kilo) 900
    Cara vegetal (tilo)..... 900
    Caona (agurdente (litro) ... 580
    Cba (litro) ....
    Carvocardiff....... 28*00"
    Codriooo (um)....... l.'8K)
    Cocos sem casca (cento) .... 8*000
    Cocos com casca (cento) .... 6*000
    Farinba de mandioca ikilo^ 100
    Follbas medicinaos de qoalqaer qna>
    idsde (kilo)...... 2(0
    Genebra (litro) ...... 480
    Graza (sebo em rama on coado) (kilo) 800
    Mel di tanque (litro) .... 170
    Mdbo (kilo ... 80
    Pelles de cabra cortidas .... 190*000
    Pe les de caba em cabello (ceoto. 200*000
    Palles de carneiro em cabelle 140*000
    SaLo ......... 320
    Sebo.......... 6C0
    Sement de carcaoba (kilo) ... 60
    Sola (meio)...... 7*000
    Siearina em velas (kilo) .... 1*000
    ratajooa (kilo)...... 40
    Tahuas da amarello em pranchou
    Hasta) ........ 150*
    Vinagre (litro)*...... 120
    Keadlm'>Bis paiaBI#a>a
    *UI DB DBEBMBBO DI 1893
    Aifatubo
    Jos Maria de Andrade, 2. Secretario.
    Fonseca Irmos A C.
    Cardoso A Irmo.
    Antonio Luiz dos Santos.
    Pereira arneiro c.
    Antonio Muniz Machado.
    Augusto Octaviano de Souza.
    Thomaz i omber.
    Eugenio Cardoso Aj*es.
    P p. de Francisco Ribeiro Pinto Guimares, Francisco,
    de Paula Gongalves Ferreira.
    Pela ompanhia Industrial e Commercio de Estiva, Joa-
    quim Jos d'Amorim, Director.
    Joo Fernandes d'Almeida.
    Ferreira Rodrigues A C.
    Silva Marques C.
    Ramiro Moreira da Costa.
    Adolpho Krause.
    Francisco Manoel da Silva.
    Joaquim Olinto Bastos.
    Aniedo Augusto da Silva.
    Julio C. Paes Barretto.
    Luiz Jos da Silva Guimares.
    Antonio Leonardo Rodrigues.
    Jos Gongalves Piuto.
    Francisco Jos dos Passos Guimares.
    Henrique Xavier d'Araujo Saraiva de Mello.
    Alvaro finto Alves.
    Manoel dos Santos Araujo.
    Joaquim Lopes Machado.
    P. p. de Carlos de Paula Lopes, Joaquim Lepes Machado
    ALtonio Nunes da Silva.
    Antonio Fernandes Ribeiro.
    Wanderley & Bastos.
    Baraj de Souza Ledo.
    Certifico em cumprimento ao despacho da Meretissima Junta
    datado de boje, que os estatutos e mais documentos legaes da
    Companhia Tethys de Seguros Marilimos e Terrestres foram
    archivados n'esta data, sob numero cento e sessenla e sele, na
    Secretaria d'esta Junta. O referido verdade.-Subscrevo e as-
    signo. Em f de verdade.
    Secretarla da Junta Commercial do Recife, 14 de Dezembro
    de 1893.
    O oficial maior,
    Rodolpho Alberto da Silmra.
    Supetlor Tribunal de Jastlca
    SESSAO OKUINAH1A EM 5 UE DEZSiirlc)
    PE 1893
    PEE8IDKNCIA DO 8B. DB. FRANCISCO LUIZ
    Secretario interino Dr, Alberto Coelho
    A's huras do cosame presentes os Srs. juzes
    em ournt-ro legal e o Dr. procurador geral do
    Estado, foi abertaa sesso, d-pois de ida e ap
    provada a acta da antecedente.
    Distribuidos e passadoso* feitos, deram-se os
    seguinte3
    JCLQAMFNT03
    Aggravos de inst-uraenio:
    Dj Rio Fo'UiO80Aggravante Garlos Roberto
    Tolie, aggraVado Loit F aocisco Cavalcaot de
    Albcqoerqne. Relator o iuiz Coda Ribeiro. Ad-
    jontos os juizes Carlos Vaz. e Almeida Deo se
    pruviiueiitj ao aggravo, contra [o vjio do joiz
    A meiua.
    Dj R.o FormosoAggravante Carlos Roberto
    Tol.e, agg-avado Luiz Francisco Cavalcame de
    Alouqoerqoe. Relator o juiz Teixeira ae Sa. Ad-
    juotos os juizes Galvo a Carloa Vaz.-Deose
    provimentj, contra o voto do juiz Galvo.
    do N8Ctment e oolro appellada a loetica.
    Do jo'z Callas Brrelo ao juiz A meida :
    Appellago crime :
    Di Victo-ia Appellan'e Francisco Jos de
    Sa t'Ama apellida aju tga.
    Appellagoes civeis :
    Do ftecileApueilante 'a Irmandade do Sai
    tiesino S.crameuio de Santo Antonio, appelladi
    o prnfeiio momciDal,
    Da VictoriaApoellaote D. Juiia Bezerra de
    Albuquerqua Barros, appeado o joizo.
    Oo RecifeAp pe ante Antn.o Carlos Borro-
    meo, app-Ilada a lateu .enca Manicipal.
    Dj Nizaretb\(ipeiliQtes Seixas Irmos e
    oolro*. appeilado J iao Francisco do Carmo.
    Do iva Aimei ia ao juiz Carlos Vaz:
    Embargos infringentes:
    Dj RecifeSifloarg* naa Jobnstoo Pater A C,
    appellados a viuva ne U. F. Marques A Filbo.
    Ao juiz Galvo:
    Appellago civei :
    Do RecifeAppellante3 D Francmca Puila
    delnha da Cosa Si.va e out*a, appelladj o ba-
    cha'el Ab'lio Pe eir de Soasa Lima.
    Qjjuz Carlos V-z ao juiz Galvo:
    Appellago civel :
    Dj Re MeAnpeilaote J^sa Dativo dos Passos
    B t.s, appellado Dr. Jjs Zferino Ferreira Vel-
    Provi-o de solicitador .
    Jos Igaacio de Miranda.Coccedeu Be para o l03-
    momcipio de S. Loureogo. DISTBIBUICOS8J
    App<-lla6es crimes:
    De PdsqueiraAppellante Vicer.te Ferreira de ] Aggravo3 de petigo :
    Mirauda, aupellada a justiga. Relator o juiz Al-, Ao juiz Caldas Barreto :
    m-ida.-Deu be provim-nij a appellago para se Dj RecifeAggravante Bernardino Fer.-ein
    anoollar o processj, contra o voto do joiz Carlos de Atevedo aopeilano los Fcrnandes Lima.
    V.z. 1 Ao juizT-ixeira df Sa :
    Dj Brejo da Madre de DosAppellante o ( Do RjcifeAgravantes Sebastio Jos Bezar
    promotor ,pob;ico, a >pellaij Mmjei Lino de /a Cavaicante e ouiro, aggravado Zferino Fer-
    Souza. R lato- o juz Almeida.Mandn se a
    o vo jo y ouaDimemeute.
    QCoflicto de juridi-gi :
    Entr^ os joia-'s de direito .de S. Beato eP<-
    nellas. R-la'orojaz Almeida. Revisores os jal
    sen Cilos Va. e Galvo Jolgou-se pela com-
    petencia no joiz de S. Beoto.
    Appellago civel:
    Dj R c :eAiii e lan'e Dr. Jj3o da Silva Ra-
    mo*, appellada Curia Augustt Leite. Relator o
    ji- "aldaa Brrtt). Revisorse os juizes Galvo
    r Tfixeira de .Foram d spresados os em-
    ta'gw, i'ooira o vol do relator.
    Appellago commercial:
    fo Riu FormusjAppellaote Man el Rodri-
    bu s Crrela de Ueodo' ga. appellada a v ova e
    hroe ros de Jos Jqu m A ves da Silva. 14 I -
    lor u jo z Galvo. Revisores os juizes Cosa Ri
    beiro eT-ixeira de Si.'loitirLuu se a senien-
    gi, contra o voto do iuiz Cosa Ribeiro.
    PAB8AGENS
    D > joiz Galvo ao jo z (osia Ribeiro:
    Appellago crime :
    De Tu.o.ub.1 Aupellante Silustiaoo Jo6
    d i- Sai.tos. app-l.aja a justiga.
    Do joiz Teizeira de S ao juiz Caldas Bar
    reto :
    Aopell*g8o crime :
    De Gmtll'i aAppellaote Silvestre Jos do
    Nsscimeao, apo> liada ajosliga.
    Appellago civel:
    Do Recife Appellaote Diogo Auroro dos
    P. s appellado Fr. Alberto de Saata Angosta
    Labral,
    Dj joiz Costa Ribeiro ao juiz Teizeira de
    34:
    Appellago crime:
    Da Gloria de GoitAppelhnie Pedro Ferreira
    Ht,.oa do &BUUO
    Do da 1 a 14 226.092*218
    reir da Costa.
    ADpllag5o crime :
    Ao juiz Galvo:
    De Bom ConselhoAppellaote o joizo, appel-
    lad.> Aitonlo Xivier R moa.
    Appellago civel:
    Ao juiz ilmeida :
    De Boa Jar.nmApp! liantes Vicente Lopes de
    Menionja e ooiroj, app^liados Joo Alves Ca-
    mello de A'aojo Pereira.
    Appellago commercial:
    Ao joiz Carlos Vaz :
    De C^ruar-Appellante Joo Manol da Silva
    Curvalbo. apoellad >g Gongalves Irmo A C.
    Encerrou so a sesso a 2 lu as da tarde.
    Pela Rpubliea
    HEENNG POLTICO
    Convido 03 nieus corre*
    I gionar os e o povo do Re-
    cife, em geral, para reuni-
    dos em meeting, s 5 ho-
    ras da tarde de 16 (sabba-
    do) no pateo do Carmo,
    affirmfjr-mos anda urna vez
    a nossa adi^ao Repbli-
    ca e o protesto que zemos
    contra os ignobeis iutuitos
    restauradores do Sr. SaiJa-
    nh.* da Gama e mais revol-
    tosos.
    MARTINS JNIOR.
    FIBLICAIOES A PfcBD
    Na gota, o Xarope de Follet calma as
    picadas atrozaa e as cootrao^Sas dolorosas
    dos musculou. Na asthma, este Xarope
    cura s vezas e calma sempra sendo to-
    mado na dsj de 3 a 4 colheres, das de
    sopa. Muitas pessoaB tendo perdido o
    somco deade muo tempo em cooseqaeo-
    ca de enoioti moraes, de desgostes
    proloegados oa por caasa de ezcessives
    t ab ihoa iotehectoaes, recuperaram as
    f rg,s e o animo grapas ao repouso qae
    he s proporcionou o aso do Xarope de
    Follet.
    idarfi da 13
    2.:b1&163
    250:906*381
    Scmma total 1 1U:(8UI60
    Ssgonda secgo da Alfandega g* Pernamboco.
    15 as Dezembro de 1S93.
    O ebefe da secgo,
    Jss Gomes ti Suva.
    U thesoareiro,
    Latz Bfanoel Rcdngaes Valecga.
    RECK3BDO \(A DO ESTADOP!?
    Do dls 1 a 54
    dem dt 15
    RECIFE oDRAiNAGL
    Do da : a U
    Jdem Cz 15
    Rands ge* al
    Do da 1 a 14
    idam da 15
    780:8714711
    79.4054065.
    860,277*779
    110:478*151
    9089*193
    119:667*348
    2:29R*o62
    59a*, 19
    2.892*081
    Movlmento do porto
    Navios entrados no dia 15
    Havre e escala 35 das, vapor francez *E;itre-
    Rios, de 1,661 tjoela las, coaima'-.dan e Praod,
    eqopagem 39, carga varios geoeros ; a Aa
    gasto Labllle,
    Porto-Alegre-38 dias, escona alema *HarQi-
    na de 128 toneladas, capilo L. Bus?, equi-
    pagem 6, carga xarque; a Jas Bailar.
    SahidoB no mesmo dia
    Li erpcol pelo C a-aVapor ingles Origen,
    commandaate J. Uarriion ; carga vanoj ge-
    ieroa.
    Dabia e escalaVapor narfonal Oiirda. cem-
    mandanie Guilberme Waddlnglon ; carga va-
    nos gneros.
    feriado Manicipal de S. los
    O movimento deste mercado no da 13 de
    Dezembro foi o seguinte : Enlraram.
    30 hois pesando 4.0:0 kilos.
    525 kilos de peixe a 20 rs.
    8 compart. com mariscos a 100 rs.
    6 ditos com camarOes ? 100 rs.
    30 columnas a 600 rs.
    5 cargas com galuchas a 500 rs.
    2 raBsoais com galuchas a 300 rs.
    3 cargas com batatas a 300 rs.
    1 carga com macacbeiras a 300 rs.
    1 carga com cebolinbo a 300 rs.
    6 cargas com genmam a 300 rs.
    2 carga com bananas a 300 rs.
    1 carga com laraojas a 300 rs.
    9 cargas com melancia a 300 rs.
    9 cargas com lonjas a 300 ra.
    2 cargas com frucias a 300 rs.
    40 carcas com farinba a 200 ra.
    10 cargas com milho secco a 200 ra.
    6 cargas com fejo a 100 rs.
    50 logares a 200 ra.
    12 soiooa a 200 re.
    11 comp. com soloeiros a 1*
    8 comp. com aoineiros a 700 n.
    11 comp. com fressaras a 600 re.
    34 comp. com comidas a 700 ra.
    48 comp. com fazeadas a 600 ra.
    20 comp. com verduras a 300 rs.
    76 comp. com farinba a 400 ra.
    41 comp. com talhos a 2*
    Rendlmentos do dia 1 a 12
    81*000
    263*200
    3.240*500
    10*5 "0
    800
    *6"0
    18*300
    2*50)
    *600
    *900
    *300
    *300
    1*800
    *600
    *300
    2*700
    2*7nO
    *600
    8*000
    2*400
    1*200
    10*fC0
    Pregos do dia :
    Carne verde de 400 a 800 rs. c kilo.
    Soioos de 800 a SOO dem.
    Carneiro de 90ii a i* dem.
    Farinba de 400 500 rs. a col
    Mitio de 500 a 600 rs. a caa.
    Feio de 1*400 a 2*500 a caa.
    Navios esperados
    Do Rio de Jaoeiro
    l .t portegoeza Veolaroza.
    De Pono Alegre
    Barca noraegaeose Arctic.
    Lugar in?iez Francia.
    Paiacbo bOilaores Reguera.
    Escuna ah>m Hermioe.
    De Pelotas
    Logar inglez Uirariwy,
    Patacho nollandez AfiVoe,
    Patacho bollaodez Hargaretba.
    L"gur rro'ii viien-e Chance.
    Patacho saeco Uilona.
    Patacho oacinoal Ua ioho 6*.
    Patacho nacional Manabo 2*.
    Do Porto
    Psiacbo nacional Rival.
    ',De Svranse
    Barca Ingleza Starry.
    Barca noruega Frey.
    De Liverpool
    Barca norueguense Faony.
    De Antuerpia
    Barca din. A. B. Bol.
    DeTeTaNova
    Lagar inglez Ro3ioa.
    De Londres
    Lugar i giez Harnee.
    De New York
    Logar americano Emite.
    De Cardiff
    Logar inglez Dora.
    fla.r-.-a noroeca H'al.
    Barca inglesa Hugo.
    Ba-ca noruega Fanny.
    Da I ha G-ande
    Logar inglez flruoet.
    fl-igui dioamarqaez Ins Robl.
    3.5C5*;O0
    t: pona oa cabec*i?
    O ez-QOotra almirante Coatdio da Mello,
    que suppunha av-isanUr o poder spaaa
    fsasse o tmido Ajiidban bn! nya as
    aguas da linda Babia de Guanabarra; que
    f-ve a vaidade de querer ir habitar oa
    ricos a-ilods do Itamaraty, embora Ibe f use
    puciso deairair a formoaa Nyiberoy e
    paeasar sobre as saaa ruinas ; que julga-
    va, que o indyto marecbal Floriano, ape-
    nas o vase accender ob muriSes do barco
    colosso, qual D'odoro da Funseca, com-
    metteria o grave erro de Ibe entregar
    o poder; o ex-almiraute CustuOi, vendo
    frustrados os aeua tenebrosos planos, e
    mallogradoa os seus desejos de mado e
    a aua cobiga inaudita, diante de um
    ezercito de bravo e ebeio do patriotismo,
    e an'.e a coragem e firmeza estoica dj
    murechal, qao preferir a morte, a entre-
    gar esta patria oas maos dos ambiciosos,
    que a querem, cao p-ra fZ9l-a grande,
    prospera, fe a, maa, para delta se eoche-
    lera a maua largos; o ez-almirante, de-
    sesperado, abandoaado dos bons crazilti-
    ros e j de ba muito anathematisado por
    eat patria a q em tanto tr hio e a quem
    tantos males ha causado, agarra se a oan-
    dei-a da restauraySo e quer agora, no
    no age do sea desespero, nos iaaer um
    prosete de gregos, daod i-nos por canta
    de maior grantia, um Bourbjoaioho oa
    cousa que o valha, como que, se a NagSo
    estiveaee aempre disposta a receber pre-
    a^ntes de natureaa taea?!..
    Conhecido c mo est, qual o fim da re-
    volugSo de Setembro e quaes os intuitos e
    plano? do Sr. Custodio de Mello, e d-
    quelles que o acompanham, o que me
    d iSj agora aquelles que suppozaram oa
    trtlvcz ainda suppSem que o ez-contra al-
    mirante queira salvar a constituiyaj e com
    ella a repub'ic j ?
    Bem razSo ticha o mea preclaro chefe,
    Dr. Martina Jnior, quaodo j disia na
    praj publica, qae via oa revolucSo do
    Rio Orando, um verdadeiro pronnociamec-
    to de ret ur-g-j monarchica.
    O qaa me dirSo todos aquelles q e ata
    boje so bsptisuram no JordSo republicano?
    F' ponta ou cabega ?
    Logo voltarei.
    16 de DeacmHro de 1893
    Pan'zio de Valladares.
    Sol..........
    Europa.......
    L'Vernool.....
    Ntw York.....
    Sol..........
    Sol..........
    Eu-nna.......
    Ntw Yotk.....
    Sal...........
    Sal..........
    Ntw-York.....
    Vapores a enerar
    Mea de Detembro
    ...... Dordooa........ 16
    Trent........... 16
    Marioer*......... 16
    O Illm. Sr. Dr. Inspector desta Re-
    partigSo, mid.li.zer publico qae oa pr-
    xima quinta feira 21 do carrete, pernote
    a junta de Faz soda, ir a praca o torne-
    cimento de &!imentBCJto e dietas aos pre-
    sos pobres da Casa da DeteccSo, corres-
    p-iodeote ao trimestre de Janeiro a Margo
    do anoo viadooro, servmdo de b..se a dia-
    ria de 430 reis para cada nma ragua oa
    dieta.
    Os Srs pretenderles deverSo habilitar-
    le previamente na ferma das disposigSes
    em vigor. .
    Societaria do Tbesouro do Estsdo do
    Pernambuco, 15 de Deaembro de 1893.
    Servindo de sscretario
    O ffijial,
    Epamiaondas P. Bandeira A. de Vaa-
    concellos.
    Li-biniz*......... 17
    Belgrano*........ 17
    Tijoca*.......... 18
    Ville de Rosario.. 18
    D-lambre....... 19
    Tamar*......... 19
    H'scbe:*........ 19
    iLisbonence*...... 23
    Vapores a sahlr
    Mea de Deaembro
    .Sol..........Uoa.............16 aa 3 b.
    2*4'O1 Sol......... Trent*............16 aa Ib.
    11. 000'Sol.........Botre P:os...... 16 aa 4 h.
    5*600 Eu roca......B-lgraoo......... 18 as 3 b
    6*600 i Europa.....Tamar*..........19 aa Ib.
    23*800 Sol......... Hsscbel*........19 Aa 5 b.
    28*800 Sal......... Ville de Rosario*.. 19 as 4 rj
    15*0O0jSoi..........Tijuca........... 19 as 4 h
    30**00 -----
    Declara Epaminonda8 Bezerra Pessoa de Albu-
    querqua declara qae resolveu reduzir,
    para todos oa effeitoa, a ac assignatura,
    Epamioondas de Albuqaerque, desde o
    dia 15 de ovembro ultimo.
    Carros fnebres
    Tdodo de ocoordo com o Illm. Dr. Pre*
    faito de transferir para a roa do Sooego
    em um armasem que fu da fabrica Apollo
    cuja transferencia aera por astea diaa ;
    aaaim sciaotifioo ao publico que contino
    a prestar me pe* mesma forma a qoem
    necessitar dos noaaoa aervico8, tendo o
    esotiptorio a roa 16 de Novembro r. 9
    __tanto aqui oomo na roa do Socego,
    acharSo oom quem tratar acerca do que
    neoesaitarem.
    Recife, 55 de Deaembro de 1893.
    Manoel Ooncalvu Agr.

    f


    i
    i^tmm *>*


    V
    I -
    Dario (Ja Prniambuco Sbbado 16 de Dezembro e 1893
    Ao publico
    Tendo adoecido nm doe sm dores, dos
    que teem de tomar parta no apeoUealo
    que pretenda realisar ao d.a 10 do cor
    rente, ou (oroada a transfer 1-o para 5.*
    eira 2i de Deaembro.
    Recite 14 de Dsiembro de 1893.
    A actrii,
    Oljmpit tioravany.
    Candiotinha
    Desta localidade do Ri Grande do Sal,
    eacreve um respeitavel eataooieiro, decla-
    rando o seguate :
    a O ab- no aaaignado declara; que eof-
    frendo, a um anno, de orna toase suffoi
    cante e com fortes dores no lado eiqaerdo
    do peito, e j desanimado por lactar em
    ?So com o aro de medicamentos, em pro-
    veito, foi radicalmente curado, e em poaco
    tampo, com o Peitoral de Camba; do
    Sr. Soasa Soares, de Pelotas.
    Antonio R. Vellada Fho.
    fAffirma est reconhecidn).
    ' anico agente a Companhia de Dro
    * _
    NUMAPOMP1LI0
    cirugiao deatista
    Continra com o sea consoltorio a ra Bdrao
    da Victoria o. 5a.
    Consultas e operagoes das 8 horas da manba
    as 3 da tarde.
    Dentaduras pelos systemas mais moderos e
    apereigoados.
    Queris curar-vos?
    Nao percaes tempe Uaai do Peitora
    do Cambar do 3r. Soura Soares, da Pe-
    Iotas, que remedio garantido para as
    enfermidades pjlmonares, bronebites,
    astbmas, ruuqmdSes e qaatqaer tosse or
    mais grave e impertineote que seja.
    O agente Companhia de Drogas.
    Nossa Senhora do Monte
    Previno sos fiis devotos de N^SBa Sa
    dhora do Monte, que se venera | em saa
    Erro ida, que a oolemnidade ter lagar no
    da 3i do crrente com fest, asrmSo e
    Te Deunt a noite, que ficam encarregudos
    no acto o capitSo Luia de Farsas e Dr.
    Maooel Francisco de Barros Reg.
    Olind, 13 de Desmatara de 1893
    Fiei Jos de Se tita Julia BUtlho^
    D. Abbade.
    Prisau QeYentre,-Pd Lazativa Tosse simples
    Cara efflcaz e econmica
    Nao convm desprezar urna toase por
    mais simples que pareja. O Peitoral de
    Cambar de Soasa Soares, que o prin-
    cipal romedio, deve ser usado as colberes
    das de ed ou dea de sopa, conforme a
    idade do doente) 3 ou 4 vesa ao dia, e
    nos caaos mais obstinados de 2 u de
    em 3 heras ; assim o peque io incommodo
    desapparecer promptameote levando com
    sigo, talvez, urna gravissima eafermidade
    pulmonar 1
    A alimentagSo ser simples e o doente
    guardar o leito acbaodo-se febril.
    E' nico agente testa Estado a Com-
    paobia de Drogas.
    Cura de feridas
    Foi cou uso do Elixir M. Morrto,
    que curei me de amas feridas de mi
    carcter que tive muito tempo, em pode
    obter melhoras com muitos medicamentos
    que ti me!.
    Hje gracas ao grande decorativo
    Elixir M. Moratopropagado por D. Car-
    los, estou competmante bom.
    Mndem publicar esta para bem da hu-
    manidade.
    Araras.
    F. de Andrade Costa.
    Ageutes em Pernambuco: A Companhia
    de Drogas.
    Ra Mrquez de Olinda 24.
    Podemos garantir
    O Feitoial de Cambar, grande remedio
    rio-grandense, do Sr. Sousa Soares, cura
    perfeitamente a brenchite aguda a chroni-
    ca ; cura a asihma por mais antiga que
    seja ; cura de urna forma admiravel a
    coqueluche; cara incontestavelmente a tu-
    berculoso pulmonar ; e cara tilo fcil e
    rpidamente as toss-s simples, rouquidoes
    deflux5es, etc, que ae proprio dente
    cansa admiraco 1
    O agente Companhia de Drooas.
    Dr. Goelho Leite
    Participa a seos clientes que mudon o consol
    ono para o !. andar do predio o. 38 da rui
    Mrquez o'Olinda, antiga da Cadea do Rjife.
    EDITAES
    Alfandega de Per-
    nambuco
    Forneclmcnto para a guarda-
    m uria
    De ordem do Sr. Dr. inspector poobo em con-
    correncia o fornecimeoto de objectos npcessrios
    ao servigo da goarJa-mora desia Alf semestre de Jane ro a Juabo prximo vindooro,
    devendo os proponentes se dirigir mesma
    goar:a-mona, onde podero examinar os mode-
    los qne devam ter em vista, asstm como reque-
    rer a esta inspectora previamente a respectiva
    nabilitagao, provandoqoe sao eetabeleci os oes
    ta cidade, afim de que as soaa propostas possam
    ser recebidae do da 23 do correte, as ti huras
    oa macha, qu qoando ter logar a arremata-
    cao oo dito fornecimeoto.
    As allodidas propostas serao feitas em cartas
    selladas e fechadas.
    Caoetas de madeira, dona.
    Calarco de algocaY, mag:>.
    Caivete, uro.
    Eovelopes rara carias, ceoto.
    dem grandes timbrados para ofncto, dem.
    Espanadores de pena oo palba, um.
    Furador de co, dem.
    Gomma arabic?, frasco.
    Lacre encamado, libra.
    Lipes preto Paber, ns. 1 e 2. dozia.
    dem de doas co-es Paber, dem,
    dem de borracha Faber, dem.
    Ltvres em branco de papel almasso ame pau-
    tado, de 80 a 200 f jias, nm.
    Novellos de no de c6r, pardo, grosso on fioo,
    dem.
    Prolocollos de SO a 200 olhws, dem.
    Pastas de diversos formatos, ama.
    Papel almasso Borne pautado, resma.
    > dem branco ca r sido \i arrodo para offic o '
    dem
    dem ministro, caiza.
    Iiem pt'a cartas, dem.
    dem mam-borraj branco oa rosadi, folha.
    Pesos de vidro, oro.
    Pretilhas de metal de diversos tamacho, caixa.
    Pronas de seo de differentes qualidadts, iiem
    Raspadeiras com cabos de osso oa madeira,
    oms.
    Tinta preta in lesa, bola* de l.tro, boio.
    Iiem eccirnada S'-epbms, frasco.
    Tmteiro de vidro oa louga com um oo doas va
    B>8, 001,
    IxprestO-s diversas.
    Aigodiosiobo, pfc.
    Aimofadss paia escaler, ama.
    A'oatiio lit 0.
    AncoreUB de m deira, orna.
    Ancoro'es, k'lo.
    Aste de t, litro.
    Iiem doce, dem.
    Bandeira nacional de 2 e 3 pannos, ama.
    Brinio americano, metro.
    dem da Kussia, dem.
    Balde3 de madeira, uro.
    Iiim de xmeo, dem.
    BoCia e estanto, orna.
    Ilein de agatha, dem.
    Biiba de barro, dem.
    Bucal para candieirj, nm.
    Cio de l>nbo, kilo.
    Iiem e maoilba, idem.
    dem eiro. ioem.
    Croque de f jrro, ora,
    Ii m de ferro g. baunado, dem.
    Coma de luos, ama.
    Caesaro a-, kilo.
    Caliieirao, dem.
    Cadeira de junco, orna.
    C meco de trro esmaltado, uro.
    Colber oe me al p -a cha, doiia.
    dem t ero pa>a ^Apa.idem.
    Concha de meial, urna.
    CLamio ae vidro, om.
    C o de ferro estaabada, uro.
    Colearas e prea de luoga pO ie pedra, dozia.
    Copos de vUro. um.
    CorreBlea -ie erro, kio.
    Ualdeira d- Flandres para lacre, ama.
    Caderoaes eortido-, um.
    Deposito de fl i.i e-i uara caf, uro.
    Esuip i amencanj, kilo.
    ?jrquetas de ferro, urna.
    Fu que'.as de ferro gaivaoisada?, ama.
    Forqnetas de metal, dem.
    Fio de aU'jjao, k'.lo.
    Fj de vela, idem.
    Filete azul, metro.
    F- as e y.rl-js, dosia,
    Faca gara cosiuha, ama.
    Filete oranco, metro.
    Folhas de core, kilo.
    Gomma lacea, dem.
    GAjo de ferro, om.
    Jarros de amaina, dem.
    Jarra de barro com tomeira, ama.
    Jarra de barro seco loroelra, dem.
    K'nseae, lata.
    Liaba de barca, kilo.
    Lona imperial, metro.
    L*ii.pe& om.
    Mo 6 s sonidos, dem.
    Mi.- i r axil oado, kilo.
    Olhar de ferro gaivanisado, am.
    Oipas de brinze, kilo.
    Ulu..e- ae f tro, idem.
    Piia oes, om.
    Paotphor'j, masso.
    Pavioa so.lidos, dozia.
    Pra O de Ierro esmaltados, nm.
    Pralu de looca p de pedra, dem.
    Q iv-mes de faia, p.
    S fcuaes pvra cbcaler, om.
    Soaj, klo
    Seuo em bexiga, dem.
    fijle para limpar metaes, um.
    Tapete, m tro.
    T.alDao ftlpodai (a'a rosto, ama.
    Vaesooraj de piai>ava dem.
    Varao de coDre, kilo.
    Vorao de ferro, uem.
    V..rj de ferro gaivanisado, idem.
    VerulX copal, lliro.
    Ferrameutas e outns artigea
    Arco de itii. om.
    A i O'jl, inte
    II :: cql'.l.-. om.
    Balame, dem.
    Breo, kilo.
    i. i'i.tiu de edeo, nm.
    Cal preta, ulqueire.
    Ca orauca J.uaribe, dem.
    Cmeoto, Dani-,a.
    Ciuo ce couuiDo, kilo.
    uiiuutbo em barra, uem.
    LhuJibo em lecQJl, ideai.
    Ce
    Compasaos eorudos, om.
    Chave de parafosr,oma.
    !.naves ingleaas sortidas, idem.
    CU.lllS, 0(0.
    U o ranina iie ferro sortidas, par.
    |i >s 'e ii e ai eorlidas, dem.
    E-carrodeira de gatud ou 1cc=, urna.
    EXOe.-, dem.
    Forxes patente, doiit.
    Ferros de mcldnra, om.
    KetDadaras de ferro para gaveta, ama.
    Pecuaon-a* de latao para gaveta, idem.
    Kerrolbos de ferro sorudop, um.
    D tjs ae laiao boriiios, idem.
    liarlopas, urna.
    Goivas p'j ndas, i em.
    ('ampo* de madeira, um.
    Daos de ferro, dem.
    Lixa esmen eorlida, folba.
    Una de arela eor ni dem.
    Limos 1'iangulares borudae, ama.
    Marttllo graude, cm.
    ili o peQueiio. luem.
    ilj.-;e,a.-. a La.
    Pregos fraocezes, majo.
    Plau, u;.'.
    Prego de ferro galvanizado, kilo.
    Pamlusos de laiao sortiios, dona.
    Dilo oe f. r-o surtidos, .ein.
    Pedra de u, ama.
    Pedra boa, dem.
    Pou o), dem.
    P eg b de cobre, k lo.
    Pregos de cobre otn forro, dem.
    Palhioba de divers.s nmeros, iiem.
    Piucel p^ra raiar, um.
    ftapa< para maicirn, ama.
    Re pucho--, om.
    Serroie g-aaie, idem.
    DO pequeo, dem.
    Ouo para lixa, iaem.
    Serra de vou, urna.
    D-ti de'tracar, iJem.
    T,jlos de alvcoana grossa oo fio?, ui.?
    T >rneiras de latao sorn-.'as, k'.lo.
    Tenas de unco, p.
    Taxas de coore, kilo.
    Dius de fer.o, dem.
    Talhadeira, orna.
    Trlucb, dem.
    Torqoei, dem.
    Taios ud 1 i a 5.4, om.
    V.Tramas eorndac, dozia.
    Ziocu em leofijl, kilo.
    Ariigi.s para pintora
    Amarello francs, k lo.
    Azol ultramar, iaem
    Alvaiade de ziocp, dem.
    Altaiade de cbomoo, idem.
    Agua-ras, luro.
    Broxas para pintar de differentes numero?, urna.
    Cr. kilo.
    Ocre, dem-
    Oieo de Imhaca, litro.
    Seccanle branco, klo.
    Dito fezes de euro, dem.
    Ti' ta branca em massa, dem.
    Dita verde em massa, dem.
    Verde Irancer, idem.
    Verde chroroo, dem.
    Zircao, idem.
    Madeira
    Barrotes de pinho de nga de qualqoer largara,
    om.
    Ditos de amarello de qualqoer largors, dem.
    Geaipapo para cavernas, peo.
    Libame de eicapira, dem.
    Mangue da boio para caverna, Idem.
    Pao carga de 1 a 3 polegadas, taboa.
    Perob, pao.
    Sicopira verdsdeira em corvas, idem.
    Tabeado de amarello para forro, dona.
    Dito de ptnbo de .rfga oa branco para forro,
    dem.
    D to de boro para orr<> JJldem.
    Taboa de loaro de 1 > 5/4 polegadas, taboa.
    Dita de pioho de nga oa oraaco de 1 e 5/4 pole
    gsdas, dem.
    Diia de cedro de < polegada, idem.
    Gaarda Mo'ia, 13 de Desembro de 1893.
    M. Aolooino de Cirvalbo Aranba.
    Alnndega tle Pernambuco
    FRNECIMENTO PARA O PBESI
    DIO DE FERNANDO D NO-
    Da ordem do Sr. D idspector, taco publico
    ooe esta Alfandega recebem-ae propoatas al
    23 do correte, as il tioas as maoba para ser
    cooractado a m qoem melhores Tsoiageos of-
    ferecc, o foruecimeato deart'g s para o presi-
    dio de Fernando de Noronha, no semestre de
    J.n-iro a Joobo oo anno prximo vindoorj.
    A* P'opo as serio em canas fe< badas e sel-
    ladas coro a declaracao expressa, de qoe os
    p oponen es se obngam a por os gneros e sr-
    iig>s L'aqaelle p-e iaio, ocesrreado a loia a
    dtspezi do ac odiciooamen'.o e frete, e corren -
    do riso d qualqU'-r ava'ia oa cootra algom*
    evenii alidece dorante o transporte at fioal re-
    cebimentu no logar do deetioo.
    Os p'opooentes deverfto babilitar-se ns forma
    do contorne peralte a inspectora desta repart-
    on, requereudo prevameote oeste sentido e
    provando qoe sSo aegociaoUs matricolados
    Segur-.ie a relacao dos geo^ros e artigas a
    cooirai.tar, os qaaes deverao ser de pnmeira
    qoaliaaae e propoaios pelas unidades mencio-
    nadas aqol :
    A'i'hmbiici de Castro Nones, ama,
    A'icz pillado, kilo.
    a i rula, idtm.
    A-iu.ar braoco refinado, idem.
    Akool de 36 a 40, litro.
    Aualba* para co tara, papel.
    Azeite doce, litro.
    A8aca* mas^avado, kilo.
    A^eocar mascavadinno, kilo.
    Algo' osinao, metro.
    Agondo transado azol, idem.
    AKua ras, kro
    Aram>- de ferro, idem.
    Anos d* fer o scllfos, dem.
    Alca rao. barril.
    Al'lr a kilo.
    Boioes a osso com doas faros, gresa.
    Bacalaao, k lo. .
    Rocaes para caedieiros, patentes, om.
    Bi'il.a ae porco. klo.
    Boi vivo com 15U kilos e pasto, um.
    Braban'e. noseilo.
    Breu, kilo
    Baooeira nacional urna.
    Bal. alanca dec mal com Ioic Oe 20 k'los, idem.
    Cartas de A B C, doaia.
    Clupus de p..lna, um.
    C a da H na. kilo.
    Ci niveles Hoos, om.
    Comeres de me'sl para sopa, dozia.
    Colberes Ce pedrero, dnzia.
    Cbomoo em barra, kilo.
    Copo de vi 'ro, oro. .
    Cimento Pordaud, bar laa.
    CarvSo de pedra, tonelada.
    Cordas ce croa, oessa.
    Cabos de cairo, kilo.
    CaDoi oe maolibas, dem.
    Ciami'', plente, orna.
    Cana a de madeira. dozia.
    Cn caras e pire casal.
    Caf em grao, km.
    C b:--< pira embada, om.
    Ch> Hyson, kilo.
    Cera oraora em ellas, Idem.
    Congos para torro, orr.
    Cb preto, kilo.
    Cil oranca, litro.
    Calpreta, idem.
    CaDcs de llob kilo.
    Couros cort os om.
    Cobre em folba. kilo.
    Doot'ioa cnrirt. dozia.
    Doce de goiaba.kilo.
    Euvflloppe- in ei'om, om.
    Eoveopes para c fB los, om
    Esleirs de palba orna.
    Esisnbj em v- re, kilo.
    Rumanas de 3 i/2 a 4 libras, orna.
    Este ra de palh para cangalbas, uma.
    Pumo em lal kilo.
    FokOes ama ie .no, om.
    F. n.jtia ce manJioca litro.
    Fa-inh< de i'igoSSSF, barrica.
    Fo oe velia, novelio.
    Faiolia de tapioca, litro.
    Flandres, foltia.
    Gomma a abica, em p. kilo.
    Gran maiia Portogoez-' de Castro Nanas, uma
    G'aramatica Poriogaeza de Abillo, idem.
    Geouraiibia, idem.
    Gomma-lac?, kilo.
    Gjmma arabxa liquida, frasco.
    Gis. kilo.
    Ge.-o cr, dem.
    istias, ama.
    H .tona ao Brazil, uma.
    >n oso. k lo.
    JvTusetio. lata.
    Lacra, pao.
    Livro i* de Leitara, um.
    Lv o2 de Leara, om.
    LivroS* de L-itnra. dem.
    Livro Branca com 50, (00 e 200 folhas, cm.
    Luis de borracha,dula.
    Dito Faher, d-m.
    Ditos de carpinna, idem.
    Dhus ne cores dem.
    Lixa bronca, folba.
    Li i as sonidas, m-ia canoa e triangular, ama.
    Liuna ae costra, carnteL
    Manuscni tos, um.
    Maoteiga Iraocexa, lata de kjlo.
    Dna inglezi, dem.
    Marmeliada. k lo.
    Muforr.-o, dem-
    MidaoolAo, metro.
    Maula de la, orna.
    u!^ de ar.an:e, um.
    Paoel almago oaotado Fame, resma.
    Dito CbriSo malta Dor:o, lolba.
    Pedras para escrever, orna.
    Paos de janeada erossos para balsas, ama.
    Panos para caadieiros, dozia.
    Palba de carnauba para chapeos, ceoto.
    Penas de ac (de 100), caixa.
    Pregos Irancezes, k 1.',
    Praus de looga agatna, duzla.
    Papel ne bollan la pautado, folha.
    Presilbas para papel, caixa.
    Pos de sicopira. om.
    Parafosos de ferro grandes, um.
    Ditos de fe rograodes, um.
    Ditos de ferro, pequeoos e BOrtido?, kilo.
    Pxe, barr'.
    Roxu-ierra, kilo.
    Sysiema memcu decima', om.
    Sida forte, kuc,
    Sola, mf le.
    SaaSo amarello, kil?.
    Sal commom, litro.
    Seccante de unco, Kilo,
    Taboada*, dozia.
    Tinta prea para escreve*, garrafa.
    Taboas de loaro para soaioo, uma.
    Toalhas de algodao, doiia.
    T.ibois de amarello p^ra soalbo, ama.
    Travs oe diversos tamaobos, ama.
    Telhas de barro, cen:o.
    Traslados, colleyo.
    Vldro pera vidrac>. om.
    Vassouras de piassava, ama.
    Vinbo do pono, litro.
    Vellos Stesrioa-, kilo.
    Vinagre de Lisboa, litro.
    Viobo branco-, trtem.
    Verde cbrom*, kilo.
    Xuqoe, idem.
    Xamp'&ea para prensa, aro.
    Em 14 de D^temoro de 1893.
    M. Antomno de C. Aranba.
    Santa Casa de Misericordia
    do Recife
    Por esta Secreiaria se fas publico qoe, em
    sssb&o oa lllma. jnnta administrativa detta Santa
    Casa, de 19 do correte, i'Soa praca os srreo-
    dameotos dos predas n. 63 a roa Marques de
    Olinda, e o. I do Caea da Alfandega.
    Para qoalqoer ioformacao qoe qaetram obter
    os provcenles podero airlgir-se a esta Secre-
    tarla.
    Secretaria da Ssnts Casa de Misericordia do
    Recife, 15 de Dezembro de 1893.
    0 ea:rivao,
    Jos Hoaorio B. de Menajes.

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    Alfandega de Pemamuuco
    Artigo para as Capataslas
    De ordem do Sr. Dr. 10-pecto-, fago pub'ico
    qoe at o da 23 do correcle as ti Oo as da ma-
    nba, receoer-se bao Dropostaa em cartas selladas
    e fechadas para o f.:r ecime'Dto de artigos para
    as Capaiaziaa desta Alfandega, dorante Bimes-
    tre de Jsn^i'0 a ionbo no anoo prozimo vindoo
    ro, devendo os proponemos se Dabilitar previa-
    mente, requereodo e provando que sao ealabele-
    cidos cesta cldade.
    Espediente
    Caretas Faber. duna.
    D tas Hnas fio denrado, orna.
    Ctaiveie^ tinos de i folbas, om.
    Castas de vnr.e, om. caj^
    Escrevaolnbas de 2 vasos, ama.
    Ditas de 3 vasos, orna.
    Faradores de ac, om.
    Fita de ralaco maco de 12 pegas, mago.
    Gomma arati'.a liquida, frasco.
    Gomma arbica em caoco, k:logrammo.
    Lacre eacarnado e verde, pao.
    Limpadores *te pnnas malisados, om.
    Nvelos de fio de cor, nm.
    Nvelos de rio prdo tino oa groso, nm.
    Ha,iel pintado Fame, resma.
    Papel almago pautado superior, resma.
    Papel mata-borro b'anco, 'olha,
    i'apel mata borrSo ro Papel ministro para cartas, caixs.
    Papel miuiatro peqneoo para cartas, caixa.
    Papel Raizin pautado, caderco.
    Papel Carr, cadern.
    Raspade'rao finas cabo de marbm, osso on ma
    deiro, ama.
    Sabooeiet Onos, um.
    L->pi8 p'etos Faber o. I a 3, dniia.
    Lapis preos Speclal Brawiog, dozia.
    Lapls de 2 cores, dozia.
    Lapis de uma 80 cor. dazta.
    tabie de fco-racba. dozia.
    Tiota ioglesa boiao de litro, om.
    Tin a inglesa bcio de 1|2 litro, um.
    Tiota iDgleza carmim, fraaco.
    Tinta Inglesa carmezim, frasco.
    Tiotelros de vidro differeoies tamaoboa, aa.
    Timpaoos, om.
    Presilbas o. 1 a 3, caixa.
    Presilbas n. 31, 33 e 34. caixa.
    Reenas de ebaoo rom fio de meta! cbatas, ama.
    Reguas de bano com fio de melal qaadradas,
    ama.
    Peooas Per 7 n. 150 caixa.
    Penoas Mallat. caixa.
    Peooas de seo Falcoo. caixa.
    Paatas de oleado, ama.
    Pastas de conro para coodustr expediente, orna.
    Toeaooras para cortar papel, orna.
    Llvros e impressos
    Livros de 300 folbas papel Colombier, Impressos
    e rlacados eocaderDagio de cuuro e paaao,
    nm,
    (200
    (20)
    L vrcS na uirsuj cuuloiujiuaae
    folbas), om.
    Livros oa mesmx cooformidade papel Jee
    folbas). um.
    Livri'8 oa mesma ronfermidade, papel Jee (130
    folbas), om.
    Livros oa mesma conformidade papel Jee (100
    foibas), om.
    conformidade papel Raizin
    Livrns na mesma
    (300 folbas), o..
    Livros na mesma
    (203 folbas), um.
    Livros na mesma
    (150 folha,), um.
    L'mih na mesma
    (t'O fclcasi, om.
    sb-str, lilogramma.
    Gj.raa de papel, borracha e de palba, kio-
    gi-amma.
    oo manilba, b'aca.
    Colla da 8hia, k logramma.
    Roxo tena, kilogramma,
    fi-o, kljramma.
    Tai xas de ferro, mago.
    Taizas de cobrf, mago.
    Cimento Portland, barrica.
    ,Cal b-anca, rlqaeire.
    conformidade papel M'^^^''-
    conformidade papel Rauin Alc01- luro-
    conformidade papel Raizin
    G z, kiorf.amma.
    ' VaoBuora de piassaba chapeada, d-zia.
    Livros na mesma conformiiade papel Carr (300 Vassoaras de timb, dona.
    folbas). um.
    Llv.os na mesan conformidade pape! Carr (200
    loihai-1. nm.
    Lir>s oa menma conlormidade papel Carr (i50
    folbas). um.
    Litros na mesma coafjrmidade papel Carra (i< 0
    lolbas). om.
    Livos ce islOes impressos (3 0, ".00, ISO e 100
    folbas), om.
    P'otoeolos de 2C0 fo'has panel almago, um,
    Prolocollos de 150 fj|r>a papel aim.go. om.
    Protocolios oe 100 fclnas p Crotocolli s de papel alm-go 50 folba', um.
    Livro de papel almaga 200 foibas, um.
    Liv o de papel almago ton folhas, om.
    Livros de papel almago I LO folhas, om.
    Papel Colombier, Cideroo,
    Papel Je.', caderas.
    Papel Raizim, caaeroo.
    Papel Gan, ademo.
    Papel,'Ec, caderoo.
    Impressos em 4 de papel almago, milbeiro.
    Impressos tra me a folna de pipel aimagq, mi-
    ibelro.
    Livro pin ponto 300 fclbas, cm.
    Livro para p nio 100 folbas. nm.
    Litro para junto de 100 fulbas, om.
    Campas de metal, ama.
    Rpatelas de osso, orna.
    Pegadores para papel differentes qaalldades,
    om.
    Almagre, kogramma.
    Sebo do Rio Grande do Sal em bevgas kilogra-
    roa.
    Azeite de carrapato, litro.
    Atelte de coco, litro.
    Oleo de moclo, litro.
    Estopa loeleza kilogranma.
    totopa de algodao, kuogramma
    Potase, kilogramo.
    Carbonato de soda, kilogramme.
    Lixa de panno, duaia.
    Lixa de pajel n. 0,1, 2, 3, 4, 5 e 6, dosi*.
    Alcat'ao, caada.
    Plxefeuaofl.
    Aguarai, garrafa.
    Ksrosea'. lat
    ^
    Espanidoies de pecnas, om.
    E-p nadores de limbo, om.
    Entradores de palba ae carnauba, om.
    V'i-in s para viringa aifereotes tamaabo?.
    Barns VaSIOS, OH;.
    fi.-ia de ferro sgatba, uma.
    Biela de metal, oaa.
    l i: u de lo'jg uma.
    Canteo de metal brance, um.
    Caneco de metal branco con correles, om.
    Copos de vidro para agua fios, am.
    Jjrro de ferro aeatbs, um.
    Jarro de loug-, um.
    Morlogue de oarro, om.
    Jarros de barro, om.
    R f'ladira8 de oarro com torneiras, ama.
    Pai de ferro, orna.
    T'Jciio francez para areiar f;cas, om.
    T jnos de alvenana grossa. milheiro.
    Tijclloa de ladriino, milheiro.
    Tijollcs de tapameoto, milbeiro.
    Parafosos dn latao differentes (amaabos, mago.
    Parafcsos de ferro differentes tamanbos, mago.
    Parafosos fraDcezes differentes tamaoho^, maga.
    Prt(08 r.paes 1 -renies tamanho.-, mago.
    Pregos catorces itifferenes tamanbos, mago.
    Pregos fraocezes d Eferentes tamanbos, mago.
    Presos de zui o, ceoto.
    arrodas -*e 2/8, 3/8, 5/8 e 6/8, ceoto.
    Temos de pesos de latao, um.
    Pegas i'e cardas, orna.
    Toos de borracha, metro.
    Telbas de aloco, orna.
    Teih is de vidro, orna.
    Algodao. kilog.
    Oeriufectirue. frasco.
    Chombo, klog.
    Cadeados pateles, om.
    Cadeados de rosca, nm.
    A-Ido phen'CO. |tro.
    Arsnico, frasco.
    Z oco kilog.
    Alvalade ae aloco, kog.
    A'vaiaded.e chambo, kil'g.
    azqI olira-mar. k Icg.
    Pos preto?, kllog. ?

    m.
    aasMwi


    -



    Diario de Pernambuco Sabbado T6 de Dezembro de; 1893


    *' J
    Seeaut- de nuco, k log.
    Sec Qie fre* de ooro kilog.
    Oleo oe lioosgs, galio.
    Z>r Vrmelo* fraoces, kog.
    Vermeii io da Cbioa, kilog.
    Verae francs, k'tog.
    Verde chromo .-m-o-o e claro, kilog.
    Amare,lo francs k log.
    Ocre ma'ello, k Ug.
    Pincel T la de coore na. 1 a 40, dosia.
    Piena luowaio sortidos, dasia.
    Bro> as par* caiar difiranles tamaobos, duiu.
    Gomraa lacea, kilog.
    San i i o onro e smarello, kilog.
    Cocuma k log.
    Cr\ kilo*.
    Capa ro-a kilog.
    Tnocal, k lug.
    Veruis cual, kilog.
    Ali 'ale chata e redondo de ferro, ora.
    Ai'c-ite de ac i halo e redondo, am.
    Pacb Ai i'.b-ii de ferro sor idas, oaaa.
    AldraDas de ferro pollidaa sonidas, u.ma.
    Aldrabg de laiao sonidas, nae.
    Badames so tMos. um
    Cbave ingl>ia diversoa tamanho?, ama.
    Coaipaasus aortidoa, om.
    Dubrali aa de ferro de coz ao-tidas, par.
    Dob'a>iicas de lato aorildas, par.
    De-baria o-es, par.
    Entr < de fnnl, orna.
    Fe fia leras de ferro fraocezas polidaa. sortid.-s,
    t>ma.
    Fe b-auras de f-rro para armarios e gavetas dif
    f-rei.t-s tsmaoboe. oma.
    Perb*d ras de lato p*ra gavetas e armario
    d fF-rentes lamanbos, arra.
    Fechado'a* de ferro de broca para portas diver
    fi" txmanho8, oma
    Perroiboa pedrea de f.-rro diffareutea tamaobos
    om.
    Perrolbof pedrez de lato difTarentes tamaobos,
    Qom.
    Perroih'a de lato para armarlo", sortos, om.
    Fer-nh i de ferro para a'marijs, eortidos, om
    Ferroinos de ferro com caoda, om.
    Forre s de ac, om.
    Ine-ou'aa para cortar flradres, oma.
    Erleiraa -la ludia, metro.
    Lima n-jleas triangulares, bastardas sorlidas,
    oma.
    Li" :,s ioglezas marcas de 6 a 8 polegadaa,
    oma.
    Lima logleza chala, bastardas de & a 16 polega
    <-. oma.
    M-art- II >8 de ac co-n cabo, irtidoP, om.
    Pa ha >ie janeo os. I, 2 :t, k'log.
    Paina ne junco especi-i, k.iog.
    Ped-a de amolar, kilo.
    Prd'H de am.'l.ir de reblc, oma.
    Prdapomo, kiiogr.
    Se'mies de fina!1, uti.
    Serr te le ponta, dd.
    Serra Drsfal coa volia, ama.
    T'raiinas de os-lna'ona de 6 a 18 mar-ho?, orna.
    Torradlas ingltzas para tobos de 1/1 a 1 pole-
    g.Ow, una.
    To'no- (latentes p ra b'nead;, am.
    T roo* ae mao de 1(0 de 5 e 6 pole^ada?, om.
    Tr- V T<>'uu>-z<8 por'idaa, oma.
    Ver timas sontas, oma.
    T ados rortido?, om.
    Cal ilc -. i lo, k log.
    l. .te Mano tiuu, kdo?.
    Carvao de pe ira Ordiff, tonelada.
    P s de corsTucao, cento.
    Acu! 8 de emp Hoaba', ama.
    Encerado para mesa, nutro.
    Pan o Hq.i para me**', metro.
    P..Li> de alcatif?, 015a.
    Capachos palha oe ceo. om.
    Tu: 'I s le alcatifa, um.
    P6 i? ipra, sacco
    p-rro par* soldar, om.
    E-c ;i urna.
    Madeirag
    Barrotes de pinhi de jilTreiites tamaobos. oro.
    B r e amareilo da differentes tamanhoa
    um.
    B... u a de Iooro d d'ff'ren'es taaianhi?, um
    C loa de amare! o dedifferenies (amnos,
    um.
    C lado de loaro de diH-rentea lamaobos, um.
    C .. .1 te pao carga de diferentes lmannos,
    um.
    Cos'ados de si uiira de diff^-en'es tamaotmo,
    ten.
    Coat nabos de amareilo de differcntea tamaboa,
    0(0.
    Cos adinos de loaro de tliffd.-etes Unannos,

    C I hos de po car?3 <;> d (Treotta tima-
    i ', om.
    Co i.ios Ge sien pira de difTereotea taianaos
    031.
    K -j'-! de qoadade e difT-rentea tamao?,
    m.
    Pj Sea de sicopira de diff-.Tenlei tamasbo?,
    010
    Pran hflea de Pioho de;diff'rente3 tumaabos,
    Pra h5-s de ri carg-i ora.-
    j^-= <*e amareilo, orn.
    Q ,j de iiiver?os tauanbos e grosaoras, um.
    Tal ie pmhj dj Soecii diversas dimeosSes
    o oa
    T.b a= de pinto merlcano til vera >.s dimns5ja,
    u -.
    T h *' de cedro re 1|2 poMe?ada a 1 pnll'gad.i
    de g'03?ora de difTerenies tamanhoa, ama
    laooas de cedro de higa de t|2 a 3 pollegadas de
    -u-a, urna.
    T. :'.' e-eiro da R gi de ',\ pjllegdda de
    11 a nma.
    TalHia ie ced'O de Riga para fo-ro. oma.
    Taboas de ?marello de eo-lbo diff;rentea di-
    o- 9, urna.
    Tal 'e amareilo rsra forro differenea di
    11. 'i?5 a. oma.
    Taboaa l.m-o para assoalho differenea di-
    u 6 s, urna.
    Ta"' 'e iooro pa-a forro diferentes dimen-
    f om.
    Tan.....e nao carg para soilbo dilfe-eolea di-
    . j i*, oma.
    T le nao carga para forro diferentes di-
    is6ea. ama.
    Trav .a de sicopira differente3 dimen 's;
    DBM.
    ' Trav ;.3 ne amareilo dilferenie8dimen*5e.<, ama
    T a de Iooro diffe't.itea dim'nsS- oiia.
    Ti. \': d-airo p'ra d'ff >'ent '8 dim'OObj, urna.
    Trv 3 de po carga d'fierentes dimeoa6a, orna
    Tr. v ie mjssa andaba differentes dimensea.
    oira.
    Caib i d ccocao, emtirlba, arija, differente-
    dimeoatVs, cento.
    Bipa-, renlO.
    Teli a de barro, mikero.
    Ln pjt-"rt, meto.
    B-rbtritefio de velh, meada.
    E OpM i'e ar;o, am.
    Fon 1 de fl'nd-es, om.
    Hololia de fliodrea. una
    Cali-ira de cib-e p'qaeoa, oma.
    Cairiena de flmdres, ama.
    acetaa de pi ca'tadaa de ferro, oma.
    Toiilba felpadas para moa, dazia. -
    SacaTadeirM de agaiba, ama.
    E: '.'.'. oeiras de loeja, ama.
    Arama de latSo differentes grossara3 kilogram-
    zo o.
    rame de zinco diferente grossara, kilogram-
    UiO.
    Amase de ierro differente gresaor?, kiiogram-
    ico
    rame de fe-ro em vereuiba, kilogrammo.
    Coombo em lengol, kuogramma.
    Gj 'r'- V.J"8 para carros de m&os e wagons :
    RodiS de ferro-
    Bus* de ferro fundido.
    Par fjsua de porca.
    Cbaeiai.
    Arro-Ua.
    Pea de ferro.
    Cu paa ne ferrro.
    Abr*c^deiraa de ferro.
    Em 15-1J-93.
    M. Antonmo de A. Aranha.
    Dr. Jo Qomea Villar, joii do aegaodo
    diatricto municipal, 00 exercicio par
    ci-l da vara do commercio da cid a de
    do Keoife, capital do Estado de Pt-
    uambuco, etc., etc.
    Fago aaber aoa que o presante edital vi-
    res oa dalle noticia tiverem, que por
    parte de Hanoel Meneaba Schiappe me
    foi dirigida a petioSo do tbeor aegaiote :
    Pit yio. Ilion. Sr. Or. ni diatnotal,
    na jrj'iadioclo airoil do cummerc >.
    M-ri'iel M-.qibos Schiappe, unirjr) reoreaen
    taote da firma Meaezea Sohiappe & C,
    nlo podeado intimar o maoddo junto ao
    ezecut-'do Jos Lipea de Oliveira, que
    ao 1 ti ausentt m lagir nlo sabid-,
    como si v da canillo firmada pelo offi-
    oial 4ncarregd 1 da mt nijli, roquer a
    V. S para que aeja o supplicado intima-
    do do me mo m praao legal de 30 dita, afirn d* pagar ao
    aopD'icantn dentro dei 24 horas a quanti
    de 493f395, prii ipal, juro* e ouatas c >n-
    tadas ooi aat de acuSo d'.-ceodial, al<<
    ae pastar mandado de peah>ra a effa
    <5'u.ar-ao em bens do sapplicado, tantos
    qmot s bastera para o pagamento alludi-
    d> juros e oastaa que ac :re6cerem, dir-
    pensando-8e nova jjstifioaQlo de auaenci,
    urna vea que f ji feita prova a reapeit.
    k.os au'os da accSo ^efdiida, pelo ca'tono
    do Sr. Frota.
    espera Raoebe- Mare. Recife, 28 de
    Noremb'0 de 1893 l. advogado Dr. Co-
    doaldo Lipas.
    (Estava lgblxeate sellada)
    Despacho :Autoada, como requer.
    Recii-, 28 de Novem^ro de 1893.Gj
    mea Villar.
    E id la se nSo oontinha em dita peticSo
    e despacho ; era seguida aoa qmes via ae
    o mandado do theor aeguinte :
    Mandado execit vo passado em favor
    do autor demandante vencedor Mauoel
    Meneaea S^biapp^, nico representante da
    firna Menezea Sjbiappe & C, para ser
    exe-ju'a i. contra o r > demandado venc
    do e coodemnado Joa Lopes de Oliveira,
    nomo tudo melhor adiaote ae declara :
    O Or. J .s Jauto Reg eir Pinto de
    S >uza. juie de direito d >s Feit s da Fa-
    aeada do municipio do Recite, substitu-
    to reciproco da vara du commercio d .
    mesmo muuicipio, no ezerc.cio deste,
    era virtude da le, etc Mando ant offijia-ts de juatica, que ante
    este jmzo do commercio servem, a quem
    fur esta apreseotaio, qn- em sea curapri
    ment intimara ao reo J is Lopes de Uli-
    v.-;r pira q ie ao praeo de 24 horas f.a
    gue ao autor Maooel Meneaea Schiappe,
    nico representante da firma Meieaea
    Schiapre & C, a qua-tia de 45353V5 do
    pnccipal, juro e nustas, seod 3H)'M0
    d principal, 128320 de jaros de sVs por
    cento a n 10, ejotad >a at a presente
    lata, c 9 {175 de custas contadas pelo
    contador do jmzo noa aut>a de acc;So de-
    cendial nue uontra o mesmo ri encam>
    ah ra por este j tizo o referido Maooel
    vfeoeaes Schiappe, ubico representante
    da tiima MeDeies Scbiappd di C, nos
    q iaea hut >s fora o ineamo reo condeoa-
    n^dr, como te >- da aeDien^a nelles pro-
    ferida, a qual do theor aeguinte :
    Vistos e deapreBadoa os embargos oppos
    tos folbas vinte e u na ao pedido de M<-
    noel ilonrz-.s Schiappe, nico representan-
    te da firmaMeneaea Schiappe & O., *
    condamna o ij Jos Lopes de Oliveira
    pgw .qiellesa quaotia ped la, seqdo
    s. '(,-di determinada pela somma das verba
    cobradas e vai oelj valor de cada titulo.
    R-c fe, 2 de Njvembro de 1893. Si-
    gismundo Antonio Qjnjalves.
    Nada mais se c ratiuha em dita senten
    ca, aqu fielmente copiada. E, Sndo que
    - j mencionado o praso, sera que o alio
    d'do reo baja pa^o e aatisfaito a a autorea,
    os ni-smoa ufS:ises proceiim p ahora em
    beos do retendo r;, -.antos quantoa fo-
    rem Bi.ffi-iieotea para o p garaeoto da
    mencionada qirinii e maia oa juros e as
    custs que accusiram, depositando os bens
    pe hjrad'S na for^ta da i, e fetaa as
    tntim-gfjea necesaarms.Ourapram.R--
    cife, 16 de NovcTbro de 1"93.
    P>gi este eeiscaatos e r a de sello
    e cento e 50 ris de emolumento, pela
    ass'giiitura.
    En, Antonio Augusto da Frota Mena
    zes. Esirivao nterinj, o eacrevi.Jos
    Julilo R P.nto de doma. (Eatava legal-
    ment s-llad) Oertillo :Certifico que
    n'eats cidade do Rao.fe, deixei de intimar
    o r> Jo Ljpes de 0:iveira, por nlo ser
    e-co itndo teado-ae ausentado pra logar
    nSo sabido.
    O 1 t-ndo verdde e dou f. Re-
    c>fe, 27 de No'ambro de 18 9i.-Of
    fijial de JustigaPedro Jos Bazerra
    C^v ic':te. E m lis 31 nSo contmha em
    dito mandado e certi.i'o aqu fielmente
    transcriptos.
    K. em virtude dn despacho exarado na
    petiyaoqua J* traus:rip'.a, o respectivo
    E theor di qual hei pjr :nt.aiio o suppli-
    caute Jos Lopes da Oiiveira, pir todo o
    cotcio do mandado aqu transcripto e
    para tj e no praso de 30 das, contados
    da publiclo d'estep>gar (O auppi-
    Caote a impjrtac a coas'.aote do referido
    maudaio, i>eoa de, nlo o (aeodoaeotro
    de 24 horas depus de 30 das, procede.-
    se a pcibora. ^m bias do esmo suppl
    c-dotantos qu-nt.j forem sufE.: ..ai.e
    para o p.gamajto da mencionada q :>ntia,
    e juroj e castas que accresjerem, o raveiapros9guii-3 us termos m res-
    petiva execuc&o.
    Dado e passado n'esta cidade do Re
    cife, capital do SaUdo de Pernambico,
    etn o Io de Dsze.nbM de lfc93.Paga
    este 1830 de stlio e 503 r.s de emolu
    me.atoa pela assignatu-a.
    Eu Aot.nio Augusto da Frota Mene-
    zea.Escrivo, iate-no o eacrevi.
    Job Qomea Lillar.
    O Dr. Jeronymo Materao fereira df> Oar-
    valho, juia de direito do oivel do mu-
    nepio de Limoe:ro em virtude da le
    etc.
    Faco saber aos q"i o presente edital
    virem oa de le t'verem coohecimento que
    por parte do alferes Antonio Jos Doura-
    do da Silva e pa mulher me foi dirigida
    a peticao do theor aeguinte :
    Limo. Sr. Dr. juiz de direito do muni-
    cipio de Limoeiro.Antonio Joe Doura-
    do da Silva e su* m ilber D Mam Ma-
    m^de de Araujo Pen-ira, moradores nesta
    cidade, sendo coaseohores < propriedsde
    denominada Alago* do Coiro, deste mu-
    nicipio com posse no sitio Fernando, oa
    mesma propriedade, da qual alo tambem
    ooosenhorea :
    1 Baoto Joa Lopes Quimarles, mora-
    dor em S. Loureoco da Matta; 2 Ma-
    ooel da Silva Pioto, morador em Alaga
    di C*rr j, muoicipio de Hazareth ; 3 Ber
    tino de tal, morador em Ribeiro Grande,
    municipio do Bom-Jardim, e os demaia
    moradores em a mesma propriedade Ala-
    fia do *'ouro e engeono Qieira Deas,
    que sBo : 4 Ign^s, viuva de Jo-o Jja
    Pinto. 5 Beroardino de Senas Lisas, 6
    Bello Germano, 7 Aotonio Camello, 8
    Mana Moniea da Coooeicio, 9 Jlo de
    Pootea, 10 J. Joaquim da Suva Pinto, ll
    J >s Birnsrdioo de Saona Lima, 12 Jos
    a'elippe ie Seana Lima, 13 Pergeotine
    J de Moura, 14 D. Francisca Leooa
    na de Mattoa Rabello, 15 Heliodoro Fer-
    eira Rabello, 16 D -metrio Ferroira Ra-
    billo 17 Silvestre F-rrair* Rabello, 18
    Julo Manees, casado em a casa Q ieira
    Jeus, 19 Jlo Coelho de Mello, tambem
    casado oa ra-smi casa e morador em olbo
    l'agoa das Pea, manicioio de Bom-Jar-
    iio, 20 Antonio Joaquim 8ecup ra, rao-
    ador neata cidade, 21 Mara, viuva de
    Joaquim Jote de Saot'Ann*, moradora em
    iuaoiraba, %i Antonio Ribeiro Pessoa de
    vio. 11, mo ador nesta cidade.
    Os limites da propriedade A'.agd do
    Jouro alo os seguiotrs :
    Ao n*soeate a propriedade Qiebra Je-
    Jum, 5 poente a propriedade Bom Suc-
    ceaao, ao norte o engenho Escuro, ao sul
    o Cooceho Municipal. E como dita pro-
    priedade ae aohe pro indivisa querem os
    supplicantes medil-a para sebida a exten-
    sao de ana rea auperficial, dividirem o
    quiohSo a qae teem direito e porisao pss-
    sam oa sapplioaotes a mostrar a origem
    dassa propriedade e as razo-a de direito
    que Ibes asiste para ser .eita a medicSo
    referida o puder a sentenca ter forya obri-
    gatoria paia os demsis condominos e con -
    tro a tantea.
    A referida propriedade Alagda do Co-
    ro, que e caer dividir foi em 1857 ia
    ventariada por fallecimento de Maooel
    Joaquim da Silva, coohecido por Pipoea e
    os supplicantes comp"aram em 1872 a
    J .s Franca :o do Lima e sua mulher,
    urna parte que oa vendedores hooveram
    por heranca do referido P p ica, no valor
    de 2376250 reia; mais tarde compraram
    a Joao Christovao da S.lva Pinto 6 a Gal
    lindo Cbnstovo da Silva Pinto, a D
    I^nez Francisca de Mello e a Jlo Anto-
    nio da Motta Silveira Pnmo, maiB outras
    partes no valor de 245SOJO, ;. refalen do
    ao todo a somma de 52i25.i rea, e es-
    timara a presente causa em 6005000-
    Provado asaim o coadooraio doa sup
    plioanfea como se v' dos d>jumentos jun-
    tos do ai. 1 a 13 e mais documentos rela-
    tivos j a origam da propriedade o j a
    posso dos supplicantee, documentos- de
    ns 15 & 22 e se seriando os titulo de
    compras dos supplicantes devidameote re-
    gistrados, documentos de na. 14 e 23, re-
    queren! a V. S. ae di?ne< ordenar que se
    paase mandado citando os alludidos con-
    dominos e expedindo-e carta precatoria
    do artigo 10, titulo 1 do reg. n. 720 de
    5 do Setembro de 1890, para serem cita
    dos em S. Lourengo, Bento J .a Lopes
    Ominarles que reside no lugar Fabri a
    de Camaragioe, p no nuoicip o de Bira-Jardim Bertino de
    tal qua reside em Rioeiro Gr n iel Igoamo Cie'ho d-j M-'llo, aora ^m oluo d'agua d .a Pacas, p-ra na primei-
    ra auiieacia depois de citados virem ae
    louvar em ag?imaasor e arbtradore^, bem
    sumo virem nesse acto aasigaar se-lh a
    o praso de dez das para a con eatacao da
    ..celo sob pena da ser feito tudo a rev
    lia dos 8upplicados n t forma da lei, fi-
    sand logo citados para todos os termos
    aa accSj e sua exesuc^ao a igualmente
    uot.j.d <, para fazerera a despea* -d-
    meuigao da rea superfina! proporjiona1-
    mente a seas quinhSes Pedera defer
    ment. Eaperam re^bar mer^.
    Limoeiro, 4-de Njvmbro da 1893.
    O advogado, Joa Cordairo. n. 118.
    Pag>u seis centoa res de uelli.
    Cjllectora de Limeeiro, 4 de Novem-
    bro de 1893. O collector, Jo^ Lopes.-
    O eacrivo, Rjsendo.
    Despacho. Distribuida e autoada,
    como requer.
    L moejro, 4 de Noveaibro de 1893
    Materno de Carvaiho.Distribuida ao es-
    cnvlo Lago.
    Limoei a, 4 di Novembro da 1893.
    O distribuidor interioo, Suza Barbosa.
    E tendo-ae iotimndo os coneeihores da
    mesma p -opria i..d na a sdieuuia do dia
    23 de Novembro de 833 me fji dirigid
    > reqoerimenbo constante no tiruij do
    tbeor sopunte :
    Ka 23 da ovembro de 1833. Aadien
    cia queda o j J. vn'.Tn ) Pereua de Carvaiho Aberta
    ao toq da Campaioha pelo ofB: al Ma
    aoel Aatonio dos Santos, serviodo de por-
    teiro, nsta compareceu o Dr. Joa Cor-
    deiro, e diasa que por parte da seu Consti-
    tuate Antonio Jos Dourado da Silva,
    ac^usava a citaglo feita a Igaez, viuva da
    Jj3o J>s Pinto, Bento Jos Lipes Gui
    mar'es, M noel da Sdva Pinto, B'rtino
    de tal, Baroardino de 9a*aM Lima, 3 lo
    Germn, Antonio C.mello, Mara Miai-
    M da Conc*icSo, Jlo de Footes. Jor
    Jjauim da Silva Pinto, Jos Bernardiao
    de Senna Luna, Jos Felippe de Saona
    L ra Pergeotino Joa de M Francisca Leocadia de Mateos Rabello,
    Ha iodoro Ferrar* R*ballo, D metrio Fer-
    reira K b lio, Silvestre Ferroira Rabello,
    J0S.0 Menezes, Joao Coelho de Mello,
    Aotonio Joaquim Secupira, Maria, iuva
    de Joaquim Jos de Saut'Anna, e Anto
    nio R bero Pessoa de Mello, consenhores
    da propriedade Alagda do Couro, para
    nesta audiancia asnatirem a propositura
    da accjto de demarcac&o da dita proprie-
    dade e louvarem-se em agrimen or e ar-
    bitrad iras q ie procedam a dita demarca-
    gao e v-r-ae Ibes aasigoar o pr so da lei
    para a contestsclo, que debaixo do pre-
    gao :e baja as ci acSaa por feita e aecu-
    s da : requer m>is que ae paase editaos
    citando neste municipio a Maria de tzl,
    casada com Francisco Gomes da Silva, e
    e municipio extranhi a Jos Firmino do
    Nascimento e Bellarmino Firmino dos San-
    toa Bul, filbos do finado Firmino Anto-
    nio do Nascimento .- dado oa pregSes do
    estylo dea o porteiro t de nao terem
    comparecido os apregoados nem outrem
    por e'les : sendo deferido o requerimeoto
    ti cando esperados oa consenhores citados.
    Nada mais houve
    Eu, Manoel Eladio Pe.-eira do Ligo,
    esorivlo do oivel o eaorevi,.Materno de
    Carvaiho. Jos Cordeiro* Em virtude
    do qae e pelo conteado da petigao cima
    transcripta cito, chamo e hei por citados
    oa ditos consenhores para oa 1.a audien-
    cia depjis do praso de 30 das oompare-
    oerem para aaaistirem a propositar* da
    dita demarosoao <- loivarem-ae em agp-
    mensor e arbitradores que procedam a
    dita demarclo e devisio e ver-se Ibes
    signar o praso d lei para ageontests
    oto e nlo o faannao correrlo todos es
    termos as suas revenas.
    E para que ohegae aa conhecimeato de
    todos man lei passar o presente que ser
    pubi^ado pela impreosa e oatro de igual
    theor qae aera affizado no lugar do coa-
    tome.
    Dado e passado nesta cidade de Li-
    moeiro do Estado de Pernambuoo 30 de
    Novemb-o da 1893,
    Eu, Manoel Eladio Senna do Lago, es.
    orivSo do oivel o esorevi.
    Jeronymo Matar o Perei a de Carvalh
    arsenal de Guerra
    A commlssSo de compras deale Arsenal rere-
    bera proposias no din 16 do correte si as il
    Noras Sa maobS, para a compra doa artigos des
    tinados ao p-onento do Aim.ua.- fado dea'e
    Arsenal, dorante o semestre de Janeiro t Jonbo
    do aono de 1891; a saber:
    Artigoa para escolas regimentaes
    A'iibmeti^a por Castro Races, ma.
    A-i.hm-iira por P Nery CjII.-co oma.
    An-a >e mosica, oma.
    Cartas de A B C. aras.
    Caetas de pao. oms.
    Cr*y .lis para I usa, 01.
    Exercicio pratlco de redaegao e e.-tylo para
    naneas, exemplar.
    Eapi-nja para pedra, gramma.
    Giz, kilog.
    Histoia do Baiil por Salvador, exemplar.
    I, "r.i de is leitors, dem.
    L vro de S'ieitara, dem.
    L ero de 3a ei n*a, dem.
    Livro de i-ya.ema rreinco. tdem.
    M noscripto por D. /emira mem.
    rrn.iS^ara esc ip'acoll* cgo, oma.
    Selecta por Joo Barbalbo, oma.
    L rasa para contaa, oma.
    Taboadas, orna.
    Artigo^ para expediente
    Xlrmnnk de de^folbar om.
    Bar jame grosae para emb'olbo, novello.
    CadernetKS em branro oe papel sme paotado
    com 50 100 e 1*50 lolbas, oma.
    Caetas Qnaa. orxa.
    Cmetaa enire tinas, orna.
    Caivete* Sons, om.
    Etaveloppes 00 eoore cartas sem timbre para of-
    fleioa. am.
    En eloppes grandes infolio timbrados zara of-
    ri iis, am.
    Enveioupes grandes in-fo'.io sem timbre para
    officina, am.
    Eovelcppe8 oa sobre-caitas timbrados pa^a offi
    cus luem.
    Eovrlmpeaoa 8cbre-cartas timbrados pare car
    las cfficiaes, om
    Eo>e)oppea oa sobre-cartas sem timbre para
    canas oticia-s om.
    Espalla je oaso, oma.
    G moja rabies liquida, frasco.
    GotDma arbica em Carogo, k log.
    Licre eoca'nario e verde, pao, um.
    Lipis pretoKber, om.
    L'pis preioRapoael. um.
    Lapis de doaa co-e*Fsber, om.
    Lipis de borracbaFaoer, um.
    Livro, fo-imio J su, coa 50 103, 150, J00 9
    230 folbas, um.
    Lvro. forruaio Garr, com 50, 100,150, 200 e
    folaa, om. 250
    Livro. fre-mato Coroone, em 50, 100, 150 e 200
    folbas. um.
    Livro impre8eo de talao para pedidos do Almc-
    xarifai'o, om.
    fjwro urp'ejyao para gui-o de prejoa, om.
    Llvro in)i>r ssu para goias cabida, om.
    Liv.u ;u.K"r.-Mi u-a coobecimentoa de costo|as,
    om.
    Livro Impreasso para vales de contaras, um.
    Li'-o impreaeo Oe talao para liceo^a de aprend
    Z"8, om.
    Livro imp'e80 para valea qoimenaes, am.
    Livro luiprest-o para Ivraota, om.
    Livro impressude re.-uino menaal um.
    Livro oe tlao para vales arios aos fornecedo-
    res, om.
    Livro de cdo, um.
    L:vro iuiprt-sao para asceniameutjs de ofli^iaea
    e pracas. om.
    Livro m Vaneo de papel Sc cota 50, 100, 150
    e 200 lomas, om.
    Livro em bruncq do meamo frmalo, com aa
    mesroaa folbas e eocadernago de coaro (la-
    tei a), om.
    Livro a pap I Colomb;er cjm 210 f >lhaa litio
    gratibadaS' para ouappas, cora e.ca.eroayo
    inieira de ccoro, om.
    Livro fjrmaio Carr com 153 fulbas riscadas
    para reieita. o <
    Livo fo-mato Carr com OOlo his riscadas para
    despea, om.
    Livro tm b-anco riscado cora 200 folba3 forma-
    to Ca-i para registro oe liro, ata.
    Livro em branco de papel Fame panudo com
    (00, 150 e 200 'j .11 m.
    brelas tr..n i,-.- para sello, p&o.
    Pu. -; ;,. pa-a gaiaa de c sraras, cento.
    Papeletas para empreiadaa, ceDtO.
    Pao-I bollauda paulado, frmalos Coronne, Ee,
    Cirr. Rai8in, Jeaa e Colombier, foiba.
    ?pel F-orne p-LtaJo, reoUja.
    Papel Fame luo, reama.
    Papel ingles rosado sem Urabre, para eflicios,
    reama.
    Papel ingiez rosado com timbre, para cfaoios,
    resma.
    Papel ingle branco timbrado, para oSirio?,
    resma.
    Papel brnco de linno, resma,
    lape: mata bordo, foi ia.
    Papel nardo para embruibo, c derno.
    Papel Verg paatado, ca Papel Iooenal, caderoo-
    Popel timbrado para cartas offi -iaes, caixa.
    P>pel eem imDre para cartas tfliciaea,caixa.
    Papel de linbo pjrtaguea, verdadeiro, para m-
    nalas, reama
    Peon*8 de ago Perry, caixa.
    Peonas de ac Malla 00 ralen, caixa.
    Presilbas oa ur<>mp Pista de oleado de dversos tamaoboa.. urna.
    Ralic0-*8 oo informages para mondada de offi-
    eiaes e de pravas, cento-
    Rgoaadeebno com fneo de mttal, eortidas,
    ama.
    Raapddeiras com cabo de osso, oma.
    Sabouet. s booa, om.
    Tinta p eta para eacrever, garrafa.
    T nta uglesa para escrever, em boiSo de ii2 li-
    tro, am.
    Ti o ia csruim, frasco.
    Tinta sardichi, boio.
    Tneaoura de ago para cortar papel, ama.
    Vaso para limpar pennas, com escova, ama.
    Aa propoataa deverao ser em oaolieata com
    reUcAo a cada especie de artigos. traxer no alto
    o oorae do propoaeme, a i 1 cagaj da casa cora-
    mereial, o numero e marcadas amostras apre-
    seotadas, a declaracao expresaa de se soj^ita-
    rem a molta de S % e mais maliaa do Regola-
    meoto vigente.
    Oa proponentes mencionarao no subscripto de
    snas proposta8 a espete do artigo proposio,
    numero e marca das amostras qoe apreseotarem
    e data da sessao do Cooaelho.
    Todos os srtigos serao postos no Arsenal por
    co ita propria. de coofjrxidade com os pedidos
    qae Ibes forem fe tos, de prlmeira qaalMade e
    com a mxima prompiidao.
    Secretaria do Arseol de Guerra de Pernam-
    boco, 9 de Dezembro de 1893.
    Jos Francisco Ribeiro Machado.
    Secretario.
    rici de casas toadas as fre orzas do Recife,
    9inio nonio. Boa-Vista e G-ag* e oa eeeooda
    qoioteoa os doa predios altes as ootras fregu-
    zias do municipio, S. Jote, Afosados, Vanea e
    Paco da Paoella.
    Os qae oto Uverrm alada pago o primeiro ;e-
    m-'ttre deverio fazel o na l1 oa 2a deaias qom
    z-as se cegonlo a ordem cima eeUbelecida,
    psrs commodo doa contribuales, po-que iraisi
    do-ee da concurren:ia de grande Damero da
    partes, cao seria possivel despacb-ir a todsrom
    prestesa, na> I aven.io na repartigao espago saf
    flcieote para accommodal ss.
    E-'e imo ?io, segando a lei, deve ser pago no
    mts de Dezembro.
    Cooiano'ia da Prtfeit ra Mun.cipal, 27 de No-
    vembro -e 1893.
    0 con'idor,
    Genu'nu Joe da Rosa.
    DECLAKACOES
    Compaohia Industrial
    t ernambucana
    Ass'mbla geral ordioaria
    A admistraqao desta
    Companhia convida osSrs.
    accionistas a reuniremse
    do salao da A ssocia^ao
    Commercial BeDeficente a
    1 ho a da tarde o dia 28
    do corrate mez, j ara cu
    virem a leitura do parecer
    fiscal,deliberarem sobre o
    b lanco e contas e prece
    derem em seguido a i o
    meaqao des fiscaes e sup-
    plentef.
    Recife, 12 de Dezembro
    de 1S93.
    Sania Casa de Misericordia
    do Recife
    Fornecinieotu de gneros
    Alma. juma o inuQstratiTa da i*nu Cdaade Mi-
    8"riror na do Recif-, cooiracta com qoem meltioreii
    vaola^ens .ffereer, o fornecimen o, doa gneros
    b-iixo meni.iuoados. para o conaomo do< ej-ta
    bleiineotoa i aeu cargo, dor. o.e o trimejtre
    oe Ju.eiro a Margo o anuo prximo de 1824
    as propoatas deverftj ser aprevena aa em
    cartas fechadas, d-vii m-iit- selladas, pelaa 3
    Doras Ja tarde rio da 19 do correle m-Z na aala
    das aesOes da junta, decla-sado os p'opon eDtes
    aojei'srem ae a malla de 5 */ ^DT^ o va'or o
    f.roecimeDtu, ao taso de acuco acceias suas
    p-cro-ios, oo comtarecerem oo praao ce 3 das
    a esta ecreiaria, para a aasignatura dos respec-
    tivos c nt'iCioft.
    Secretaria da Sania Casa de Miaericordia, lo
    de Dzembro de 1893.
    O escrivSo,
    Jo: IIjo o no B. de Menezes.
    Gneros
    Aletria, Irlo.
    A-roz, tilo.
    Agurdeme, litro.
    Ara'oia. kilo.
    Banba, uem.
    Bacalbao, dem.
    Btalas. dem.
    Cn ve de. dem.
    Iiera (reto, dem*
    C fe em gao, iiem.
    Carne verde, ld(-m.
    Dua de xarqae, dem,
    u bola, cerno.
    Farinba ne mandioca, litro.
    Fnjao, id i h.
    ('.rt-ilo, eacca.
    ii l CuramuQ, lata.
    Do ni. xi i_- \-j, dem.
    Mimo, k lo.
    Uacarro e oo'raa masas, dem.
    Mdtega i gleza, dem.
    Diia francezi, dem.
    t". .'. s.-a, idtra.
    Pf.oapburos, maso.
    Pao e bolacha, kilo.
    Rap, dem.
    .> i.au. ideuj.
    S .1 commum, litro.
    Toucmbo, klo.
    Tp'oca, loera.
    V-ii.ia steannas, xasso.
    Veilas de caruoUbi, kilo.
    Viobo branco, litro.
    Duo tinto (ia Pigoeira), dem.
    Duo do Porto, viem.
    Vinagre po lucoez, aem.
    Dito nacional. dem. ________
    Decima urbana
    Pela Contadona se fas publico, de ordem do
    Dr. oref it> do Recife que, nos das otis do met
    de Detemoro do correte aono, das 10 horas da
    manba is 3 da tarde, receber-ae-ae ba sem mol-
    ta o imposto de dcima urbana, relativo ao 2*
    semestre do exercicio a ttnJar, deveudo coocor-
    rtr aa prlmeira qoJnieua do mea oa proprieta-
    Estrada de feno do
    Recife Caxang
    Fctla em Caxang
    No domingo 1/ r>o correte, depois da tabella
    ordinaria a'amaDb bavero os sega'.ntes trena
    exiraoroinarios :
    Ma
    DoReci'e Caxania e Varzea 12a 1.18 2 43
    3.i8 i 18 5.18 60 7.15 1.V 8.30 9.'8 9.30 9 55.
    Da Recife ao Caxanga 2.i8 3.54 4.35 5 40 6 26
    7 30.
    Volta
    Da Varzea e Cax^ngA ao R-cife 1.5 2.30 3.40
    4 25 5 10 6.15 7.0 8 10 8 55 9 20 10 6 10 34.
    Dj Caxaog ao R-cife 3.26 4.53 5 38 6 42 7.39
    8.i0.
    Hacriplorio da ompaobia, 15 de Dezembro de
    1893.
    H. Fletcher
    Ge ente.
    Companhia
    Refina lora Mercantil ssaca-
    reira
    Oitava chamada
    De accordo com o qoe d^pOa o art. 5- dos
    ectatutos da romoaniia. sao convidados os S.-s.
    aacionistas realiaa-em a 8 < amada sobre o
    cpital transcripto, i t, zao de 10 0/0 oo iOi por
    drgao, t o da 2 do mes viodoaro, oo escrtpto-
    io dusta companhia a ra do Dr. JosMarlanno
    aame.-o 54.
    Recite, 2 de Dezembro de 1893.
    Maooel J. Ferreira Croz
    Director gerente.
    Thesouro do Estado do
    Amazonas
    Natega(2o a tApcb entre Man os
    Fortaleza
    N. 21.De ordem do Sr. Dr. inspector
    desta repartilo, o em virtude do officio
    de S. Ezc. o Sr. Dr. Governador do Es-
    tado sob n. 559 de hontem, chamo con-
    currentes pelo praso de 60 diss, a contra
    desta date, para o contracto de urna li
    nba de navegacSo a vapor entre eat a ca
    di al e a do Estado do Oeari, de acoordo
    oom a lei d. 46 de 30 de Agosto ultimo,
    baizo transcripta, fioando ao Governo a
    faculdade de fairr as modificarles qaer
    forem converi-ntes com referencia aoa
    po- toa de escala, conforme he entorila O
    % 7." da lei o. 62 de 18 de Outobro pro-
    zimo p*ss(do.
    Os proponentea devetlo prevenante
    depositar oo eof'O deste Thesouro a q an-
    tia de seis oontos de res, para gHrantia
    de su responaabi idade p->la multa em
    qoe iocorrerem quando, tfferecendo con-
    dicSes reputadas as mais ventajosas, re-
    cusarem-ae a a asignar o contracto.
    As propoatas serio recebidas neata se-
    cretaria at o da 30 de Desea bro via*
    doaro.,
    Secretaria do Thesouro co Espado do
    Amaionas, 1.* de Novembro de 1893.
    O escriptarano de 1* clssse, Irineo
    Alvet funis, servindo de secretario.
    Le u. 4 de SO de Agesto de
    1893
    Autorisa o Qoverno do Estado
    a contractar urna hnha de navega,"
    c3o entre etta capital e o do Es-
    tada do Ceard.
    Eduardo G-.ngalves Ribeiro, Bacharol em
    Mathematica e Setnelas Pbysicas, ca-
    pitio do eat do maior de 1.a classo a
    Governador do Estad) do Amazonas
    etc.
    Fago saber a todos os seus habitantes
    qne o Coog esso dos representantes do
    Estado do Amazonas decretou e ea aanc*
    ci' nei a seguirte lei :
    A^t. 1. F.c o Governador do Eatado,
    autorisado a contrastar com quem miil
    vantagens offerecer nma linba de navega*
    9T0 vapor entre a cidade de M-nos e a
    capital do Caar, uom escalas por Itacoa-
    tiara, Parmtins, Belm, S. L iz, Parna-
    hyb, Acarab, Grarja, Oamocim e Mon-
    dah, mediente a subvercSo annoal de
    cincufnta cj- tos de rtii (50:0O0i$OUO).
    Art. 2 Os vapores serao de capaci
    dade suficiente para o movimento de car-
    ga nos pontos intermediarios e accomo-
    dagSes para passxgeiros de r e de pida.
    Art. 3." Con vera attender no contracto:
    1.* Que a sede da Compar.hia era om
    Maros e os vapores obrigados a dual
    viagens per me, no prximo b.ennio o
    dos sego'ntes 3 ;
    2 Qu o Eatado ter direito a 3 paa-
    agens de r, 10 de proa e 5 toneladas
    de carga em cada viagem dos vapores ;
    3. Que tan bem ter preferencia sem-
    pre que precisar no embargue e conduccjlo
    de animi.es vaceum ou orvallar e de ma*
    teriaes para, snas ebras ;
    4.c Que o exceeso de tor.ellad-s aof-
    frer abatimento de 30 trinta p r cen-
    to as tabellas de fretta sempre que se
    tratar de carga oa transporte de atimaea
    ou matenaea por conta do geverno
    5. Que f gens e o horario da sabida e entrada dos
    vi.po'63 serao approv&ds pelo governo do
    Cati-do e revistas de trea em tres annos,
    de accordo com a emp'eaa ;
    6." Qoe o contracto durar si is annos,
    podendo ser renovado se assim entender
    o- Oongresj ;
    Art. 4.* Q..ando o Governador, forja-
    do por conveniencia do servido publico
    precisar uo material flictuatite p r. tran-
    sporte de tropaa, a emprez^ ceder im-
    mediatameute um ou mais vapores com o
    abat ment de 40 '|. (qaareata por cento)
    sobre a tabilla de relea.
    Art. 5.* O G-veinad r tambem tica
    aut. risado a adoptar >s medidas que jul-
    gar convonieoes para contrac:o, eatabelcjecio multis pjr qual-
    quer intrac^So de auas lausulas.
    Art. 6. Bevogam se as diaposicGss em
    contrario.
    Mondo, portanto, a todas as autorida-
    des a quem o conbecimento e execucSo
    da pr- o.-nte lei pertebeer que a curapram
    e 1.., u carapiil a fielmente.
    O aecretario oo Bastado a fi.ca imprimir,
    publicar e correr.
    Palacio do Governo do Estdo do Ama-
    zonas, ez Murtoa, acs 0 das do mez de
    Ago&to de 1893. 5* da Repblica.
    Eduaido Gonqalues Ribeiro.
    Jote "aria Lorreia.
    fstrada de Fero Sul de
    P rmmbnco
    Foraeclmento de aneiro a
    Junho d 1*4
    De ordem do Sr. director eigenheiro
    chafe se fas publico qne c as duas horas
    da tarde de ^8 do vied-aro recebem-se
    propostas na secretaria dKa estrada para
    o torneeimento, por contracto, dj semes-
    tre de Janeiro a Junho do auno viniouro
    doa 8rtig s c instantes da reiacSo que ser
    tacultkda ao txame dos interessados no
    ei-criptorio desta cesma estraca na ra
    do Crespo o 18.
    Os propc.nenies deverSo spresentar-ae
    nesta Rep-rt gao a hora acia.a indicada
    trazendo suas propoatas em carta lee; ada
    devidamen;e sellada, datada e assignada
    om os precia eteript^s porexteeso e seH
    emends, rasuras cu coua que duvida faga
    acon?psDhando-8s, tanto q auto possiveJ,
    rks respectivas amostras, priocip lmenta
    dos artigos cuja qu.lidade nSo enteja ex-
    prers^ na relayao cima re'erida.
    Para ser admittido a coccurrencia cada
    proponente ter na tbesouraria da Estrada
    um deposito de IOOiJCOO pardeado o di-
    reito de levanta! o queile que, preferido
    para o forneoimento de qualquer artigo,
    recusar-se a assjgnar o contracto dentro
    do praso de oito das, contados da data
    em qne hoaver recedo o aviso que para
    tal tira Ihe lr expedido.
    Na agencia desta Estrada na ra do
    Crespo n. 18, encontrarSo os proponentea
    os modelos dos impresa s, livroa etc., e ae
    preatarSo aa inf jrma^Sea neceaaarias.
    Para g rantia da boa execuylo do coa-
    tracto ^epoait^raj oa contractaatea no co-
    fre da Estr da ama oaanti fixada pelo
    Director, de accordo cora a importancia
    do fornecimento contracta 'o.
    Secretaria da Estrada de Fer o Sal de
    Pernsmbuoo. Palmares, 29 de Novembro
    de 1893.
    Alfredo de Albuquerque Oatna,
    aecretario, interino.
    PanTKio Grande do Sol e Porte
    .
    ;

    Alegre
    Sem allvlamento
    0 lugar io^iet leine, t* classe, aegDS
    para os portos cima no da H do corrente :
    para carga a tra'ar caro E- S. Levj, ruado
    Commercio 0. Si.
    aa -',- -*-.


    ti
    *
    Piano de Pemamnoco Sabbado i 6 de Dezembro de f893
    HIPPODROMO
    CflMPOlRANDE
    Encerramento do Tuif Pernambucano em 1893
    __________ __ a." mOSBi
    QUE SE RE ALISARA' NO
    Dia 17 (le Dezembro de 1893
    Entrada gratuita, porm s ter ingresso
    quem se a presentar decentemente vestido.
    m Nomri
    3
    -
    -
    4
    Pello*

    INninra- 0
    llde ai
    _
    Cor da vedi-
    menta
    Proprtetartoe
    _. Pareo l de Oe_em_i_-800 n Pt-ogAn'.. s de Pp'nambaco.
    i., 50*000 ao 2." e 25*0^0 ao 3o
    \
    Lineira.....
    Gall-t........
    Cingo........
    Tool.in.....
    Cb-fe.......
    Japenez......
    P.odado.
    P'eto........
    Rodaao......

    aliado-----
    Pernamb.
    53
    53
    51
    51
    51
    51
    G fnat rouagn
    Azul e enramado..
    v.-' v e jiii [iin...
    Encarnado e azal..
    Premios: 2500G8 o
    C Gliveira.
    >acar.
    C >od. Colombo.
    ooi. B'm-flm.
    H. S mol-a.
    Pieoeirro & Silva.
    2.. pareoupp emeatar-1 000 met'o-Aniraa ^ rio P-mambucn que nSo Mofean
    nba no< pr-.os do necife. Premios : 250*000 ao 1. 50006 ao i. e .3*000 ao _.
    ea
    SeCucor.....
    Ti l m ...
    Pbilon.omo..
    T loma-----
    5}M o iSCaOO .
    6 Y o.....
    T->li-~i:in.. .
    Templar 2*.
    Sodado..
    41 zai..
    todadj. .
    Baio......
    :-.\ '.ribo..
    Rodi!o...
    Pernamb.
    i.'
    46
    51
    51
    51
    51
    5i
    49
    Arnarello e roxo.......
    Azul...............
    AtDl e OIKO........
    Pre o e encarnado....
    Azul e PDCafuaae.
    Arnarello e roxo.....
    Vidor.
    A Silva.
    J Fo-tado.
    Freins 4 .
    Court. M u' 1 -" lia.
    P. RirobS.
    ;. R _ende.
    J. N.
    3." Pa-eo- Sport *ia
    860 metro*-. Animat-s de Pernaii luco.
    75*OjO ao fe 36(0 ao 3.
    Prtmios : 250*080 ao !.
    Malulo.....
    Ti rio.. ..
    Ballet...',.
    Col. 860-----
    Pirata -----
    M ndo..
    ajlalo...
    P.-e'o.
    Pernircb.
    ;i
    51
    ti
    M
    Verde e arnarello.....
    Azole encarnado.....

    Azul eooro...........
    Encarnado e Dooet pr.
    J Moraes.
    C. R-zende.
    rcar.
    Ci-ud. C-ozeiro.
    Magaih-M 4 C.
    ._. P_->o- Cirncral I buco Premios
    I 400 rnpt*os-ffatirfcpn'Tises de Pernam-
    fcOOJOM) ao 1. 8*00 o 2. 40*000 uu 3.*
    Tudo e.....I
    Aventureiro..
    Dubi m......
    M-ran. ipe.
    T: *.. .
    A ly S opper.
    Pyt_eu.....
    S
    5
    .->
    5
    5
    5
    i Reliado......
    CagiialM
    R Jado.....
    \ zae.....
    s
    'dado.....
    ZmIiO......
    Pernamb. 53
    p tiO
    50
    * 50
    f>fi
    53
    . 56
    Vprde amarello-----
    Grenat e musgo......
    \zol ouro ........
    verde f amarello
    G euat e azal........
    O'0 e preto........
    J. Moraes.
    A. Weira.
    izevedo 4 C.
    Ooud. Colombo.
    J. E. Ferreira.
    C. Campos.
    A. M. Almeida.
    _. p..-eoA' imnren-a Pornambucan 1.050 met-o*Aoinaes de Peroambuoo
    Premios: 250*000 ao 1., 50*000 ao 2. 25*000 ao 3*
    PtiUno..
    lbena.....
    N C :._...
    Pir^ry.....
    Vingador...
    Sep" 1 i.o .
    T a---------
    Ch-f-......
    RuyB.i ...
    o
    5
    5
    5
    5
    5
    S
    .5
    Balo......... Pcrnamb.. ?0
    U ado...... 50
    Caslanbo ... m 50
    B.:o......... 53
    Redado...... 50
    Casiaobo 50
    Ho-tadc...... a 50
    50
    a 50
    Azul e encarnado..
    Encabado e boaet pr.
    uro e p'eo........
    Azul e encarnado
    Azol e ooro........
    Correia R'iesde.
    lem.
    J. S. Mercs.
    Manuel de Barros.
    Cond de Junbo.
    A. ti. de Almeida.
    ZaQ. Bom-F.m.
    SimOe.
    J. F. da Costa.
    npoato ppliodfl Companhia de B .id
    beiroa
    50:0001000Arm-aern ^a Itj de faan-
    m rm grotso ou a retalbo.
    25:0< CiJOCO-ArmsBem oa loja d ferr-
    gem, mindBa, qaiaqailhariaa a ma-
    china de costar.
    20 000)5000 Armezem de vender gene-
    roa de estiva em grosso.
    7:5TO0COO Arajaaeai de vender baoa
    . Iho
    7:50C5000Armasen) de vender farieha
    de trigo.
    22:5O$0OU Armaiem de vend-r aisucar.
    10:000^000 -ArmHaem de vender xarque
    pos grosao e a retalho.
    5:000)5000-Armasem de vender madei-
    ra e serian a.
    1-000)5000 Armaaem de maasames.
    37:5OOP00--Araaaem oo taanptirio de
    commiaaSu ou cooaig'acSo de com
    mi'sS-s e consignado .
    16:OOOi5000Armaaena ou dtpoeito de re-
    oo'her, alfaodegado oo nao.
    7:510)5000Arma-iem de iciepec^Jo de al-
    goriSo.
    3:750)5000Armaaem de compra e ven-
    da du algodS conhecidaa pela deno-
    mn aiac prensa de algod&o,
    8:0CH g'jOOArmaaem oa deposito >lfan-
    d .rio ea nSo, de reclber kerosene
    oa cotr.is materias i. fl.mmaveis.
    7:oOO)5COO Armaem de venaer drogaa e
    ph-rmaeiBB.
    30:O0OSuOO Banco, agencias filiaes ou
    repr tentaotes di meamaa casas ban
    c ria.
    10:OOO^UOO Con panhiaa de aegiro e
    *g-nciaa comprehendida qunlquer pes-
    E<-a do carcter de agente de coirpa
    ibi.i fser contracto deaaa naturean
    i xo-ptud-is is c^mppn'i-s de coc-
    tractantea do servido de bnmbeiroa
    15:000(5000Ci:a>a do vender bilhetea de
    l(.ten8.
    18:7oOi5000 Emprezaa anoeymaa ou
    agenc as nao tributadas directamente
    m s-m: ramo especial do negocio.
    4 37">500 Encb meotoa de agurdente.
    3 75 fOl'O F-nTicSea a vapor.
    6:250000 F brioan de BabBo
    5.0CK #000Fbbricaa Je cervja8, limena-
    dwa licores, genebra e vinagre.
    3: 5G8000Faorica de destiUasSo e res-
    nilhc?" efe >>lcool.
    7:50 5 00Fabrica de picar fumo e fa
    z r ch rotoa o cigarroa.
    1:50)50UO -Fabrica dec>l;ado8. nSo com-
    prehend;daB as pequeas (ffi;ieaB e i
    cb:>3 purica.area ou naa lujas.
    11:250)5000L' jas de joias somonte ou
    joma e re'ojoeiros.
    3:75C)5!J00 L jas de cbapaoa de eo"
    comprebondidas as cffijiuas Jaatro do
    est belecimecto.
    6:750(5 100 Lojaa de chapeos.
    8:3'53 3:12 $000 = Lojaa eap^ciaes de roupe.s
    le t8 c. m ou aem itB .mas
    2:500 '000-L-js de lon9ae e vidroa.
    2530lO L j do cera.
    I:b75 000 Lojaa de livros e papis com-
    prehendidxs as respectivas offl:ma-
    de encaderna^So ou impress o dentro
    do estrbeleoiroento.
    6255000 L >jaa de pianos, msicas e
    instrumentos.
    1:0 001-00 -Lojaa te sellas e arreios.
    -5:6<>d( O) -Loja de aoveia,
    10-0005' 00 Peanas,
    6:25()^iii 0 Reinavao.
    5:000*0" 0 -Ribocadorea.
    2:40 500J Ty pographias a lytographiaa.
    7:5J000 Aginiea de rretamento de
    naviji, 'ommissanos de compra e ven-
    da de g*nero< e cambios, conheoidos
    por zan 3 -8.
    mercadonas, qae a Comuaobia Hala Haal loicie-
    aa, cootractoo com aGeneral Steam NaviKation
    oojpaoyom servicode vapores semanaes qae
    partiodo de Bordeanx. Cognac, Cbarenl. ete.de
    vem ch.-gar a SoniDamptor- a lempo de bald";.
    em as cargas destinadas 8 America do Sol
    para os vapores desta companbia.
    Reduce. 5o nos p rey os daa pas sagena
    Aa la volti
    A LldDoa 1* cUsbb SO 3"
    A'Sootdamptoal'clas-. 28 42
    Camarotes reservados para o pa3sagoiros ot
    Peroambnco.
    Para passageos, tretes. pcommendaa, n-ata-;
    om o*
    AGENTES
    Vmoriin Irmao^ & C
    . 3R". Hr. w, m iaMnsW. 3
    iHAHGtuas wm
    Conpantaia Franceam
    i>E
    IVareg ^o a vapor
    Linha regular
    Peroambuoo,
    tos.
    Villi
    eotre o Ha^re, Liaboa
    Rio de Jaseiro e San
    O vapor
    de Rosario
    Commandante Praud
    E' esperado dos nortos da
    Eoropa al odia 1 de De-
    zrmbro neuuinao drpois da ae
    niora ind spensavel para
    Macei, B li Rio de J.neiro e Santn
    Este vapor entrar no porto
    Roga-s? aoe Srs impor'adores dn carga peloi
    apores desia liona, quei.-am ap eaenta' dentro
    le 6 d'.as, acoo>a' do da descarga das alvaren
    ae qoalqoer reclamacao conrernente a volnmes
    loe nor'entura teobam aewnido para os porios
    lo tal, arim de se ooderem dar a lempo ae pro-
    videncias necesarias.
    Expirado o referido prazo a companbia nao ae
    responsobilisa cor extravos.
    Re -ene carga, a irai^r rom o
    AGfcNTE
    Aup^uste Lahille
    9R'ft do Commercio9
    Couipauba Penumbucana (L 5a-
    vegoso
    Fernando deNo.cnhae Rocas
    O paquete
    S. Francisco
    Commandante
    O ge> te tusmAo, autenaado pe
    Ezma. Sra. D Theodelma Lina de f\
    me'da, vinva d<> mesnar Dr Castro, hr
    leilao doa livros e lerraroentaa cima
    mencionados, para o qae obteve a mesma
    Sra. lirencBi do Illm. Sr. Dr. juia de di-
    reito e orpbSoa do Rio FormoBO.
    2 Leilao
    Da ezcllente casa terrea de pedra e cal
    sita a roa 7 de Setembro n. 6, oitSo
    de S. Pedro Novo em Olmda, com 4
    janel'aa de trente, 2 alaa e 4 quart'is,
    cosinha lora e edificada em terreno pro-
    prio.
    Terca -f ira 19 do crrente
    aS 11 HORdS
    No armaaem a roa d > Marques de
    O inda n. 48
    O agente Giso-So, autorisado far lei-
    l.o da exctl.ci.te casa cima mencionada,
    podendo oa somprad res irem ezaminal-a
    ?. leilao
    Da casa de pedra e cal B, 1 C, na es-
    trada velha de S nto Amaro com 2 portas
    do frente, 2 saUs, 2 quartos, cosinba (ora.
    qnirital em eberto e sot^o avaliada em
    240)5000 e pertei cei.z a J So Barbosa de
    Mello.
    Da casa n. I ne estrada do G^qni A
    JaboatSo, fregar zia de Alegue o com 2
    janella* e 1 porta de frtnte 2 saUs, 4
    qaartos, cosi ha externa, terreno proprie
    coro 2 gri-nde- viveros 8v-.:i-idn, em.....
    2:UC0S pertencente ai Dr. Blbino de
    M-raes Pinheiro.
    D* 3aS' n. 2 sita oo B^co do Qu;abo
    (regueza de A'ogdi>sf curo porta e ja-
    nella de frente, c m 2 Ba'as, 2 auartis
    cosinba tora e quintal em aberlo. edifica
    cada em terreno foreiro, avallada rm....
    320$' CO, portencoi.te a Bento Joaqun?
    Goa.es-
    L)a arm93o e balcSo de amarello enven-
    nisado e 1 fi'e ro de aroarel'e. envidra
    5do, existen'eB na ca-a ':. 36 a ru de
    J8o do Reg, i-ntiga Fit-Natina, avalia
    dos por 80(5, per:eccenies a Amaral Vitira
    e comp.
    Ter^a-fera .9 d "S 11 Hi'RaS
    No armazem a rui do Mrquez de Olinds
    n 4S
    O agente Gusmo u!orBado por mar-
    dado do Exm. Sr. Dr juia de direito d s
    fetos da fa*rda, levar a 2." leilSo as
    casas cima njencionad-s.aervindo d b^ec
    Belmlro Prrreira da Fuuit-ca
    Cadaval
    Os em ..regado" do Alelier Miran
    da, piscoidos ao mi' doloroso
    seotimeoto bio io'aos o p- sarr. a-
    to de sen p'anieadn amio e n-m.
    p nb-iro Beimiro Ferrer oa Fju-
    seca Cada I. coovidam a to os os
    prenos, amibos e ro'legas do
    finado para a'8'sti'etn a missas q>e por -ua
    alma marid. m cfIfbrar o dia 18 do c.-r. iii-, as
    7 1/2 boras da manna, na mairu -e 8. Jo-e. 30-
    dia oo sen falle itreulo, e desde j bvouibe am
    -ru e'.erDO reconnecimenio a todos nqu-H.-s qae
    -e dienaiem asnisiir a es>e ac de rctlgli* e
    CuridadH
    t
    ImbriinH Curlbu d* tiilva
    Fr* nc eca oorlbo Rii-iro Koi a e Ati-
    lonio Co'lno Rmeiro Roma (u n>),
    Blboi legtimos da fallecida D Ume*
    lina Coelbu da Silva, nava aoe foi do
    jo'nalista Lniz Ignacio R'I.h o H-ma,
    em nome de seos Albos Izaara Gdhavem P da
    S Iva. Marn J. R. Roaia (.usen^j e L o or R.
    R. Roma, compungidos pelo infdU-to p^-amen-
    io de sua oolal ana n ai e a. rogam a lodas
    . s [lesoas de ana pariiculdr amiia>e qn-- dig-
    nem-e de comparecer a orna miasa qae mao-
    dam rezar po- su: alma, a ajsjsl efecioar r- ba
    na mat h de Santo Antonio, quurt-' i vO do
    crreme, as 7 boraa da mauba. e drsie ja oq-
    fe-^m-se eleroan > t- agradec doa
    J!' It* pesj Prsfioa da CoIa
    O nactiaei Joae L.u-s Pe-bO* >a '> ,-t,
    soa muli-ir-r e flinos mandam 'sarmUaaa
    po*alina de s< u a. mpre lemorado p^. oO-
    g-o e a< J se L ipes P-ssoa da Cosa, na
    matrli da ^oa Visi^, f 8 horas da uia'ih de
    16 di-, enrrente, e re coen-asam r.ffODbecido' aoa
    -rrigos e prenles que comparecereoj a esae
    aisla r*-i ..'..j t
    t
    Amas
    Recebe carga, encot menda?, passar ens e di-
    .beiro afrete al a 1 bora da tarde do dia da
    partida.
    ESCRIPTORIO
    lo Cae da Companhia Pernamhiicaru
    n. 12
    Estoves
    Seguir para o
    pono cima In-
    dicado oo dia I as avaliac^-a < cima,' visto j terera tido o
    1 de Dezembro abwte de 20 0,), ponh >rad? por ev eco
    <> da tazedi d Eitido contra os seus
    propietaria.
    6.* PareoA' Armada
    -1.150 metrosAolmaes de Pernarannco. Premios: 250001
    ao 1. 50*000
    Traiuinaa.. 5
    Hala j....... 5
    Rpcnt--------- 5
    Colosso..... 3
    Pira a ...... 5
    Pooiabie----- 5
    Paichcuiy... 5
    Baio..
    AlazSo.....
    Rodado.....
    Preto .....
    Jastanbo...
    itu=80......
    Percamb.. 50
    a ftO
    a 50
    a 50
    a 50 1
    a 50
    a t
    Azol e branco.....
    vVrde e amarello.
    '.?nl e ou o......
    50 Preto e encarnado..
    A D. S.
    J. Moraes.
    Coud. Crnzeiro.
    dem.
    Mgrlbae* 4C.
    M L. M. Jnior.
    M. Alves.
    PaciOc Steaa Navigalion
    p3oy
    STRAITS OF ^AGELHAM L1NE
    O paquete Britania
    E' esperado dos nortos do sol
    at od
    umdo depois da aecessaria de-
    mea oar- liiveroool com escala por
    Lisboa, Bordeaos o PIvoiou>h
    Para ;a ga, passigeos .encommeodis e diobe.
    o a (retertraia se com oa
    AGENTES
    Wilson, Sons 11, Limited
    10-RUA DO COMMERCIO-10
    A*
    Dte Oliveira
    Leilao
    Preciaa se de tr<-s ?naa, feLdo us;a para co-
    sinbar, ootra para laTar e eog im uar, e ou ra
    para tratar de doa criangas, t qae d rn.-m em
    rasa de aens patiOeS a trar l ra do Bjp|
    co n.43.
    Ama
    Precisa ae de urna rorlh' de brns cuaicmaB
    para servir de na a ira manca ; a t alar na
    ra do CaftBga a. ti. de mei > da atC2 hj:a
    jo na Casa Forte n. 5.
    rna
    Dias
    i
    i "
    mu-
    7 PareoExerclio- 9C0 mein?.Animaes de Pe-n mbuco.
    50*000 ao 2 e 25*0i 0 ;. o 3.
    Premios ; 250*000 ao !
    Turco !.... 5
    a
    Aly-sioper.. 0
    Avi urero.. 5
    Todo ..... 5
    Sans-Souci. . o
    aiao-----
    R '**>....

    I.iatanho..
    D40......
    Pernamb.. 51
    a 51
    a 51
    a 51
    a 5t
    a 51
    G-enat. e azul........
    Azul e ouro........
    Grenat e mnpgo___
    Ama el|j e v-
    Verde e amarello....
    J. E. Fe-re ra.
    Azevedo & C.
    !. Ci.m ios
    \ Meira.
    I. Moraes.
    >. A. L. de Mallos.
    m-irTrT-
    Observares
    Fica extinelo o Jggar de juz deconfirmaijao
    Em portinholas e^peciaes ter lugar a venda
    o pagamento de QUINTOS de poules de \. e
    preco de cada quinto ser de 1^000.
    No calculo de rateio nao serao pagas as frac-
    8es inferiores a 100 reis.
    A arcliilwncida ceolral ser reservada para a Imprensa, auctoridadtfS e
    amibas das direcloriaa d;is associacOes hyppioas d't-sta capital.
    pelo porlao do eiisilhameuto, somenle lero ingresso animaes e carros.^
    A Compahia de Trilhos rbaoos do Recile a Uliud e Beberibe, pora a
    disposico rjo publico, o numero de Irens necessarios para a respectiva condueco-
    Todas as resoluces tomadas pelas associacoes bippicas d'esta capital con-
    ti nuam em pleno vigor.
    S lero ingresso na casa das apostas as directoras das associacoes cong-
    neres, auclondade? *v rvico.
    O oorario ser restrictamente observado, eocerrando-se c jogo do l.* pareo
    s 12 horas, .....
    Os animaes inscriptos no primeiro pareo deverSo estar no ensiihamento ai
    9 e ll2 horas da manhS.
    Os forfaits soro recebidos at sabbado 16 do correte as 3 horas da
    arde na Secretaria do Hippodromo, ra Larga dj Rosario n. 16, 1." andar.
    Secretaria do Hippodromo, 14 de Dezembro de 1893. _
    O secretario,
    Augusto Silva.
    RLLAAO
    Tszas de repartilo
    [ eorre o valor lecat vo das oaaaa de
    commercio, industria o profissSo na
    cidade do Recite.
    20 [0 sobre os depsitos oa dependeooia
    deste.
    30 [0 sobre o valor locativo das casas de
    commerc'o, industria oa profissSo fora
    da cidade,
    Compaahia nacioQal de ca-
    mi-ais e roupas brancas
    A-sembia eeral extraordinaria
    De ornem da directora e Pe accordo com o
    art. il dns estatutos, saj convidados os Sre.
    ac.ciooisiaa p^ra reooirt-m fe em aaseroblageral
    eriraordinaria na lerca-feira 2 do corren-
    ie mez, ao meto da, na secretaria" a roa larga
    do R.isario n. 16 arim detoma'em cnnh^cimenio
    esclu'.vamento de orna exposicao que sera feilt>
    pea d:rectoria, pa a sobre alia raolverem.
    Secretaria, de Dezemb'o de I83.
    O secretario
    Aneosio S'lva.
    LEILOES
    Da casa terra n. 23 sta a
    Cardos', freguez'-a de S. J t, en s
    pri'prio com p.rta e j-ir.e I de f.-eot
    salsa, 2 qaartos, coiinha, quintal
    rado, etc.
    (Juarti-feirt 20 do trrenle
    AS 11 H'>RAS
    No armazem ti. 39 da ra 15
    de \ovemhro ai.'g do lu
    per dor
    O agsute O-iveir por maad&dj do
    Esm. S-. Dr. j r.z de direi*o de orph&< s
    e a requerime-to d inventanante doa
    bens deixados por D. Frneel >a Chiistia-
    na Luduvica Sastos, levar a leilSo a casa
    ter: ea cima descripta.
    O S.-s. pretendentes desde j poderSo
    examinar a referida casa.
    AVISOS DIVERSOS
    Ama de cObiriha
    Precisa ae ce rr.a qoe cosirhe bem, ^irraa
    em caaa dos pairOes e qaetra Ir pira Ca
    t-atar nn roa la Matriz da boa Vista, n 18
    agondo andar.
    -j-a delffte e p.iracosinbar
    Preci-se de orna ama df It-ite para ac b de
    criar ama enanca de 5 meies, asa m cnu'O de
    oaira para co^'.obr, casa de duaa pessuaa : 4
    iratar na Bnxa Verdeo 26 Capnoea, cu QO
    drgo do Corpe Santo O. 17 3* andar._________
    Ama e criado
    Precisa sj de cma ama psri coalonar e de
    tiro c lado ; a iraiar na loja daa Ratrelias a ra
    Ooqne de Caxias n*. 56 e S8
    Ama
    precip^-se de ura^ aro- qae cosiabe bem ; u
    ru-i D qoH de Caxias n. 97
    m&
    Precisa se de n-na i^rsa que entinta e "oai-
    nha e comnre : na ra do b.rao da Victoria no-
    aero 15, 2- andar.
    Ama
    p-p-i'3 pr de riraa ama cosinheira pa-a caaa
    de familia ; tr la' na ra do Caboga n. 3 A.
    Ama
    Companhia explora-
    dora de pr* ductos
    calcreos
    ^ch^mi^a de capital
    De ordem da oi-ecteria p5o convidados os S'a.
    accionisiaa suba rip'ores da aegunda sene do
    capval d^al:. onm.niii a realisarem a qua'ta
    entrada de lu 0/0 oo 20* por are o at o dia 26
    dorr-reo-.e, no escripiorio da companbia, caes
    do AdoCo n. 73.
    Recite, 11 de Dezembro Ce 1893
    Rodrigo Carvalbo
    Seoretarm laurino.
    k?.:t:is
    ftecebedoria do Estado
    Pela l.;l BeccSo te fp tciejte aos Srs.
    Contribuir tes dos imposto! constantes da
    relacBc sbeixo que shbbado {6 do corren-
    te fisda o praso de 30 dips que Ibe foi
    concedido para pagamento doa meBmos
    n'esta reparticSo independente de malta,
    relativo lio 2. semestre de exeroicio cor-
    rente.
    O chefe.
    B. Peregrino.
    40
    Para o Porto
    Barca pOrweafio
    Nova Lide
    Recebe carea a freie para sabir o mais breve
    poHivel, visto que
    parte ; & tratar com
    j lem engajada a maior
    Amorlm Irnaaos & C.
    BiI Hai) Sin PacKet m-
    m
    O paquete Trent
    Commandante W* H. Milnei
    E' esperado da En'opa at
    o dia ia de Dezembro
    segutndo depois da demora
    necessaria para
    Babia, Rio de Janeiro, Montevideo Bue-
    nos-Ayres
    Para carga, passagens eocommendaa e di-
    loeiro a frete : trata-ae com os AGENTES.
    O paquete Tamar
    Commandante T. K. Exbam
    S. Vicente, Lisboa, Vigo
    ton
    E' esperado dos
    portos do aul at
    o da 19 de De-
    zembro segomdo
    depots da demora
    necessaria para
    e Sontharrp-
    !H. B.Previne-ae aos Srs. recebedores de
    Agente Burlamaqui
    Leilao
    Sabbado 16 do correnle
    AO MEIU DA
    N"a taverca a rna Nova de Santa Ri'a n. 1
    O agente ac ma por mandado do Dr.
    juia distrtctfcl, vendar em leilfio os ge-
    neres cofre de ferro e maia objectos exis-
    tentes na taveroa a ra Nova de Santa
    Rita ra requ rimento de Jos Soares
    l-^ves.
    Garante se as chaves da casa a qaem
    comprar a armacBo.
    LeiJo
    De 25 barricas de cimento de 156 kilos
    cda urna e 53 barrica e dito de 75
    k los cada urna avariadaa d *gua do
    mar viudas no navio cCathnne entrado
    em 19 de Novemoro de 1893.
    Sabbado 16 do corrente
    AS iO 1|2 boraa
    No trapiche Esperao^a n. 26 na Compa-
    nhia Pernambucana
    Por intervengo eo agente Guarni..
    JLeilo
    Da importante armadlo de amarello en-
    vernisada e eavidrac,daf cofre prova de
    fogo, balaceas decimal e balcSo, carteiraa,
    pipas, cadeiraa de junco, caodieiroa bel
    gas, gneros novos e utencilioi existentes
    na taverna sita roa Princesa Isabel
    n. 1.
    Sabbado 16 do crenle
    Ao meio dia
    O agente GusmSo, autorisado por des-
    pacho do Illm. Sr. Dr. juia do l." dis-
    trioto municipal na jar'sdicclo parcial do
    civel e a reqoenmento da viuva do fina-
    do Antonio de A'meida Rabeilo, far lei-
    lSo com aisistencia do Exa>. Sr. cnnaul
    de Portugal, da taverna *.cma mencio-
    nada.
    Alaga-ee oaia casa om circtrclpa para
    grande familia, e-itio rota bailn ea f n teiraa. n.
    na travea-a Fernn es Vieira, perio da es'agao
    do C^mmh Novo e da hnba de bonds e Per
    aandea Vieira ; a tratar no otlao do Corpo Sao
    to o 25. co Ferreira A Irmao.
    Leilao
    Ds carca de 3c0 velumes de diversas
    obras de medicina e cirargia em francs.
    allemo eto diversas caixaa com impor-
    tantes ferramentus de cirargia e olhos,
    carteiraa para boleo com ferramentas e
    diveracs ferros avalaos, pertenoantes ao
    espolio do Dr. Cyrilino Pinto de Almeida
    e Castro.
    SeguiiJa-feira 18 do eorreite
    AO MEIO DIA
    No 1."andar do sobrado a rna da Madre
    de Deas n. 34
    Una pesBoa se (vrece para em pregado ou
    administrador oe encube, encarregando =e oe
    lodo trabalbo oevuo, a pesaoa dd conbi*c'.meolo
    oe fu condi :ia ; queTi pretender procure ta
    casa ao cardereiro em G.melleira.___________
    Precisa-ce de om ros'nheiro e um copeiro;
    trata; na ra M*rq'>ez ne O n-.ne g 3^.______
    Aluna se orna casa Cid ..iStaUUS couimo
    dos para familia, la cnade deOI-oda, roa Barao
    de Tacaron e peto dos banbos saldados, no
    Carmo ; tratar no lar^; do Corpo Santo na
    nitro 17, 3.* ar,d>-,________________________
    Precisa se dr o:ra corinbeira ra de J.ia
    quim Niboro n. 2!, Capa n ; pote se- litada
    neasa roa ou ra do Apollo o. 8, daa 12 3
    da tarde
    Precisa-se de otra ama para casa de piaa
    f-milia ; ns roa do Padre Fbnano o. 7, primeiro
    andnr.
    TmF
    Precisa-se o'e orna ama psra eo-inha', ea-
    gO'i-mar e laxer cono as para daap p-aauaS ;
    tra ar na roa a* Cnzas n. 3-;, i- aiiar______
    Altenco
    Previne-Be ao pnhli- o que Oi ignem fsga nego-
    cio aluum com aca^a da ra velh de Saota Rita
    21 que se a-ha >m poier ce Antonio d-tal
    Gbbos por alrnnbo peuica pao. que a somproo a
    qoe-n nSo pedia vender, e vandeo ille^alm^nie;
    o abaixj assignado ea' promp'o a lazer preva-
    lec r o seo direito, isto eatar munido de docu-
    mentos Irgaea
    Recife. 15 de Dezembro de 1893.
    Manoel Jof de Ma'.trs.
    Tainhas
    Acaca de checa.- do Rio Grande, e Vfnde ae
    ra do Commercio Q. 7, a tratar com M. S
    Ma:a
    Na Varzea
    Estrada do Axbol, alo,a se para qnem qui
    zer passar a festa, a casa aaul, muilo ireaca e
    peno da eatac^o, cm o rio no fondo e p tem
    banneiro feto, coro c ramidoa para familia r
    guiar ; trata se oa c*sa a cbalet de frente ver-
    iL-elna no n:>stto nio.
    D-' perfeitas
    n. i A.
    PrecM^Ifa
    aQ PrtjiH e--aa >ia rna
    coaiu e:.aa f^na ra do CabogS
    rV
    Attendite et vi-
    dte!
    Modi^ta
    Roa do Imperalor n. 4. precisa-se de coslu-
    reiraa que t-abainem m" > b" m.
    I
    iber
    Jos Samuel Bolelho. fabricarle de tctjuetg
    do maia aporano goto, p-ra cafsmento, baptl-
    sado, oo ouiro qualqaer acto : jle bpi pr'Cu-
    rado 4 ra da Ccdeia o. 43, loja de eell-ro 00
    na ana residencia, roa oa Conce eio n. 3, Boa
    Vista_____________________________________
    C avallo ronbado
    Roobaram do sitio drs Affl tos om civallo
    com os stgnae8 egointts aUa_>, (re te iberia
    i quatro p^s calga.ios iguae, urna stuli era
    batxo da queixada ; qnem aprehen iel o e levar
    ao referUo a t o n. 19. aera b-rn rcomp'-naado.
    Presente de fes tas
    Leqoes modernos e lindissimos
    Bontcaj elegdDlea e formosas
    Brn.que.io e artigo divrsos
    Na loja ce mosteas do Pana, ra Nova n. 13
    E' boni ler-se pra sa
    A familia qne dederu "' ao l-atsmento de
    i:oeate8 nao conl^ci.oo. colma oessa penosa
    ocecoa^o, sempre co n prudencia, zello eagra
    do para cn_ oa dc-i t3-
    Tamben se eocarmga do trataroeolo de al-
    gn) hospede, a~vindo o a coeteoto.
    Os prtgos rao cemmodos em compa'afSo ao
    actual e-lado das coasas; quem pr-cisar diri-
    ja-se roa eslreita d Rosario o. 32, epgao o
    andar.___________
    Gal Virgem de
    J aguarbe
    Em barris para o fabrico
    de asquear vende a Compa-
    nhia Exploradora de Pro-
    ductos Calca reos.
    Preipo 88000 por
    barrica
    Caes do Apollo n. 73
    A 660 ra. compra
    Florentina n. 11.
    Botjoes
    M.nins Viegas a rna da
    Caixeiro
    Precisa se de nm caixei-o de idade
    16 anuos : na roa de Motocolcmb n.
    Afjgadoa, taveroa.
    delS i
    65, em
    Varzea
    Aloga-se orna casa Da Varzea, deroote da
    eetagao ; a fritar na roa 1- de Marco n 17, _
    andar. __________________________________
    N> Boa Vi^ta
    Precia-se alegar urna casa com esnajo para
    nm i.p t.OOPOt 0 por anno, e sea pprto d?s dorias dos
    bnods e das 'e Ollnds e Caxsngi ; iratar na
    roa da Imperatriz o. 2. 2 ao'a"-.
    Caixeiro
    Pr"cl? 00 **'* t1"' "pono nort'jgue rnm Tira
    liua ue mmuauoi; a in_ de l'-y:auuu u. a.
    CosQhe.ra e ciado
    Precisa se na roa da Palma v 40.
    Qaixeiro
    Precisa-se de om rapas qae teoba pratica de
    fazendaa e dando mtest to de sea bora compot-
    tamento ; Iratar na loja de fazeodaj em Atol
    gados.
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    Diario de Pernambuco Sabbaoo 16 de D^zembro de 1893
    .
    9E1TORAL zn CEtEJ
    Do Di\ Ayer.
    i mtemdflM msls doiorosM 4* c-aTcwtf
    coa puha'-a, vntiiiLL,-ittt*-ale de^vi v lio *x>r ririDcpio b^.f8cqnon)ie,cu..^ -. e j. t,
    4~ iic' j-o ailT-ci do curar ae pro*actain t
    r-ic con o remedio ccn^rslfo'e. O ttsMiVi
    dM e tu Tose dio rtt-i f*o 1'u.lmoiiar e h 1'imiu*.
    Todas a-* farai'i*- qpc Vid or--ca? devera ter fl
    Pmtoral de Cerq do Di. Ayer
    e^ --a ara o usa.' tm oa#o de peccMlitats.
    A pt *4i:' nm e*6 dlt, pude em multo? 3aeo
    Mear, .%- teas cor-.i-qut nc-iia. Por tanto Rato
    as o*' c p* rti>r ti'!'.; '*'-.-'
    a 3B :;':.!- i] dei :
    BfOi'a Mttun*'
    ltr,? inn.ti.atr, o : toe &Ora03b
    ea efet\ e -< .cnaF-dv >: ...l-1 fgntt
    OflriUfL OS Ci K1.. DO E>! *-.
    PPi?Ait4D() PBJX
    J5R J. C. AYER & CA
    JLoHrrtt, Mawu, BstV- Unidla.
    CORTES DE VESTIDOS
    Em soda, !2 e cambraia bordada, o que
    ha de mais ck>c.
    .*". i*arad!s des Danei
    guarassu
    Neeta ei-je-anco-a villa, ua a das melbores do
    Eslavo. p>ia ra piwa distancia da de I;rri.
    rac e detia eapi'sl, s qeal ser brevemente
    hitada por estrada de forro, tornndose po>
    este mi 'o uro dos seos raeiho'es arrabaides. j
    peiu srlubridade ce eeu "lima e ja pela aboo
    dan-'ia de fructag. peixe, at'ua petav I, etc.. e
    onne o coromercio promette desenvolver se
    veDdeui-se p eeqdo quatro propias para residencia de faxi
    lia e deas para conujercu, ama dae quaes con
    armacau. cocieira p.ra estabelecimento de dili
    gencias, ba>xa te capim e Crrcado : a tratar Da
    Praga do Il.-rvbl d. 3, armazem de niateriaea
    onde i ra encontrado tarob-m uracde sortimen-
    o de indo qiaito necessario para editi.a
    (Sea.
    Luja do Qoelho
    S6Boa di Imperalriz 5
    Receben o que ba de melba' em
    Sedan prets.
    Sedas de .6 .
    Crp(;aa -nuvidade.
    Pnn siM.
    Gaaroij,0-i ie ifl:.
    Ga'fiea prtO.
    G-.I6 8 de .>.
    Fitae d- veliodo.
    E maitoa ootros rticos especiaes de rcodat
    e eacolbldas a capricho pelo cned de nosaa"
    ca;a.
    las ::,: ::::
    L;?a3 e em corea Changeantt, oltimfc no-
    vida'e.
    m ParedJs des Dames
    Predio em Olinda
    ARMAZEM DO LIMA
    _______ i
    (Fundado em 1824)
    Os proprietarics d'este antjgo estabe'ecin ente, apresentam admirado do-
    feus Ilustres freguezes e do estimavel publico desta capital a mais chic e fasci
    naote novidade no artigo de pie-entes apropriados para as grandiosas festas do
    NATAL, AIVNOBOM RES
    recebidos directamente das grandes cidades
    PARS
    Extraordinaria collcfao de balaios, eslojos, acafales, folies e saceos, cestinhas, livros, dminos, Bebs, caricatures, carleiras, guitarras, despertadores,
    bibliotecas, chavenas, tambores, fauleils, mappa mundo, cadeiras, jornaes, balOes, carrinlios, pharo!, kiosques, bandolinas, etc., etc., sendo tudo guarnecido dos
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    cctfl co'rodia pea pequera
    co P.ab-I n. 3 B.
    do Amparo n. i5
    'amida ; tratar
    Ph
    \
    hteau du Nagasin Lima
    Finalmente o Armazem do Lima espera urna visita de seus distinclos freguezes e do respeitavel publico, afim de verificaren de YlSU o que aeiraa
    allegam, garanlindo gneros novos e pregos extraordinariamente mdicos.
    JOS FERNANDES L
    &
    1--RUA BARAO DA VICTORIA-3
    Telephons 323
    armacia
    V'-m e-pe orna pbarmacia na cidade de Pes
    quira, dando-re descont snperior a 10 "/ i
    qneii pretender dtnja ee pei?oaltrents oo po<-
    ewripto rm cidale de Pe?qoeira a Atbur de S
    Cavalran e d- A'bnnueriine.
    aiDssir
    i* o fc->; :uj -q;o que em cortinados para
    esmaa a jttqeilsa e colchas de aeda e de
    recd> t-ro
    Aa Paradla des Dames
    Vende-se
    Urna inverna n'om dos roelbores pontos da
    toa Vifcta : para InformacOes no pateo do Li-
    vraoieolo r. l.
    Roteiro ta costa do noite de
    Bra'zil
    No escriptorio do Diario Tendem-se algnn.
    i xmjpi. res do roteiro da cesta do note do
    Brazil. trabalbo do abalizado ortico dns barra>:
    do norte do Brazil, opdo ?rti?.e Francisco
    Pereira.
    -_______________Pr: gpW00______________
    Licores de Marie
    Brizard
    aciseto, curtcao, cacau a Ib vaoi le creme
    de ThMurrasquinc etc., COQt- A S de
    versas marcas e procedencia vende-se
    M
    Adega Portogoeza
    Ruadas
    Larangeiras
    n.
    S3D.S
    Brancas-, pret e de cores, lisas e la-
    vradas, grsnde variedhde.
    An Paradls des Dames
    33 -Ra B-r2. da Vic'o-ia38
    M
    AK BRAVO
    POR
    PS2BEH mx&h
    PR1MEIRA PARTE
    Vinho3 do Porto finos
    em 10 e engarrafados vne-se por pre-
    908 rasoaveia na
    ADKGA POKTGEZ i
    Ra das Larangeiras n.
    CrL
    IV
    SU SDR-OUET
    (UontincaQBo)
    de Pnerf effectaoa-se sem
    A baha cfferece nm abrigo
    A taida
    diBcaldade.
    mo.to srforo.
    Como se dtrigiaa para o sudoeste, para
    penta de Peavins, Roberto Deanoals
    disae a Edme :
    Este caminbo deve-me conbecer beta,
    porqae estoa sempre a peroorrer o littoral.
    O cst -lh onde acabas de paissr a noite
    nSo mea. ama propriedade de mi
    cha sobrinha. Um deates diaa mostro-teo
    mea solar ; no extremo da Bretanba, em
    Penr-arc'h ; mais bonito do que isto,
    n8o digo a cesa, mas a sitoacSo.
    Isto ezplioava a Le Clebd o que elle
    igocrava. Armeile Guneuc nSo era nma
    orianca adoptada, mas simplesmente ana
    sobrinha, filba d'ama rmS do capitlo de
    fragata.
    A rapariga era orpba do pai e mli, e
    tinba encentrado junto de sea tio e de ana
    ta os cuidados e a affeicSo qne a morte
    prematura de seus pais lhe roobara. Des-
    Puro azeite de Oll-
    veira
    Superior de l.*sorte
    vende-se em L.ATINHAS de tiro e.
    GARRAFADO na
    Adega Portngueza
    Roa d s Larangeiras o, 4
    Vinhos tintos de mesa
    Collares, Palhete e Alvaralbo
    e cu tas ontras acreditadas marcas acaba
    de chegsr para o j bem conhecido ar-
    mazem de vinhos
    Adesra Portugueza
    Boa das La?ng?iras d. \
    Taverna
    Vende-8e a '.averna sita roa Imperial o. 8,
    hvre de qaa qu-r oons, e pronria para princi-
    pame, por ter ponco caphai, a casa tem oom-
    modos p-.*a morada ; i t'atar ua m- smn.
    de a BeparacSo, a bem dos dous cor.jupes,
    tinha-se dedicado ao tio e viva otm elle.
    Referir-ae-hiam as snes palavras ao des-
    g-sto desta separado? Que drama intimo
    teria havido oeste lar apparentemente tao
    sereno ?
    Mas o joven rfficial nfto teve tempo
    para r< flectir neste assumpto. A diversi-
    dade do eipectacolo e a conversa cotn o
    c- pit3o de fragata naturalmente distra-
    bi m no das soaa meditares.
    Alm de que, o vago receio ezpresso
    pelo commandante no momelo da partida
    pareca dever realisar se em breve.
    O c-, qae nessa ocsasiSo ji nSo se
    mostrava muito sereno, ia mudando de
    aspecto e conjunctamente o mar.
    Muito paludo na baha He Pnerf, tor
    nava-se cimento sob o refl-xo do firma-
    mento, or.de rolavam eapessas e pesadas
    nuvena, qae de instante a instante toma-
    vam urna c&V mais sombra.
    Hein ? perguutoa o commandante ao
    marinheiro qoe ia ao leme, qae achas iaso ?
    Le Digabel vai tomando mo aspecto, meo
    rapas.
    Commardante, replicn o homem do
    leme, parece-me bem qoe o vento vira e
    qae v litamos para o m-sur-ouet.
    Voltar era na su bocea una termo sig-
    nificativo. E' esse, oom effeto, o /ento
    dominante dessa zona, sobretodo no mo-
    mento das grandes mares. Neata esta,
    favorecida pelos bracos do Gulf Stream,
    que chegam at s embocaduras da Vi'a:-
    ne as aragens do anl-sudcste traiem
    aquella temperatura mi He e morna qoe
    enriquece as trras baixas do Morbiban e
    Ibes garante um clima de nma admiravel
    dejura. Mas, ao mismo tempo, tornam o
    mar bastante doro e tornam-no mesmo
    muito pengoso para l de Qoiberoa, all,
    onde a oiotora de ilhaa j c8o quebra a
    forja das vagaa s do vento.
    Em 1838, nm (arado, de qae os velhos
    muela
    Contina ? manter em seus depojitos completo 8
    ':menlo de uteasilios para lavoura ven-
    e outros fab ri-
    endo sempre por precos mdicos
    MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e tamanhos, de Robioson
    eantes, e de 2 a 12 cavallos.
    CALDEIRAS A VAPOR multitnbulares de Fletcher, para funeciooar com o fogo das for-
    nalbas das tachas
    CALDEIRAS A VAPOR Crjrnisb e ypo ocomotiva para unecionar com bagago e enna .
    RODAS para agna.
    40MBAS de motuo-con'inuo.
    MOENDAS e meias moendas. garantidas.
    TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
    ARADOS de differentes systemas.
    ORIVACOES para fornalhas.
    MACHLNAS para descaroyar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
    rontaddos agricultores.
    e azendo parte da direccSo de sua fabrica o Sr. engenneiro Augusto Clark, vantajosae
    ente coFuecido dos Srs. agricultores, pelos seu8 trabamos de montagem de grande numero d-
    Usinas fun cionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao e
    quaiida assucar;
    IARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
    DSTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
    Pequeas fabrica3.
    52-BA B^RAO DO TRIMPHO-52
    Senieates Novas de
    Hortalicase fres
    Recebemos por eita ultimo vapor um
    completo sortimenro de gementes de Hor-
    talijas e hod-s fl >"-es.
    Por s Heniles Roa Etr-ita do Bmuno o. 9
    Vioho da Serrada estrella
    Nfio tem ri^al esta ualidad-i de finho
    propno para nesa, um-* especadade.
    PC^AS MENDES & C.
    Roa E-reiia da Rosarlo n. O
    Obras de V me cuno spjaoi
    SestaB para compras (TamachoB diver-
    sos.)
    ^Barcos
    balaios para papel.
    ROUPEIROS.
    CADEIRAS o que se pode
    desejar de mi< perteigoado.
    RAESTRS:lT^ no risarto N. 9
    PocasMendes& C
    Completo sortimento de gneros de 1*
    qnalidade e preQoa ob miia resomidos.
    Ra Latreita do Rosar>o n. 9
    Pocas Mendes C
    > _________________^_^_
    FAZtNDASK M05A8
    Sortimnnto in-poBsivel do dtacrever-ae
    tem recebido de Paris
    tu Paradla des Dames
    Ao publico
    Vende-pe o estabeleciraento de roclb.-.nos
    rea dos Go?rarapes n. 14, bem afregoezado, II-
    vrp e Cesembarajado de dmias e imrostng ;
    nuem pretender dirija- e aorr^smo esabelecl-
    mento ooae se dir o motivo da venaa, dando ee
    tjdos os et-clarecitnentas n^c ssari s.
    conservara memoria e de que deixam tra-
    di$ao aos novos, levantoo taes aga qae
    a poete de Saint-Jacqoes soffrea abalo,
    que na baha de Portas abateram pedamos
    enormes do roohedo, que at se rece av.
    nm mevimento que estreitasse, se nSo
    abrisse de todo o istbmo de Quiberon. Na
    trra firme, o vento deptelhoa muitss
    cagas, desde Billiers a Loe-Mara-Ker, e
    os sioistros no mar sao temiveis.
    E' verda e que esta data de 1833 fiooa
    como um espantalho na imaginacSo dos
    camponeses e dos pescadores do Mor-
    biban.
    Oavindo a tifirmacSo do marojo, o ca-
    p'tao de fragata tinba olhado paja Edme.
    Vamos I dase elle, devemo-noB re-
    a'gnar, bavemos ter bsBtaote mar antes de
    ebegar.
    O mar moatrava neste momen'o aquella
    especie de perplezidade qae se maoifests
    qoando os Bultos de vento nSo sSo francos
    e bruscos. Havia eontradic^So entre a
    superficie e as carnadas ieferiores.
    A superficie, com effeto, estava atra-
    vessada de correte em sentidos divergen-
    tes, o qae caasava nm movimento extre-
    mamente fatigante.
    As vagas enoontravam-se formando re
    moinho ao mesmo tempo ; a c6r, moito
    variavel, alternava entre o verde claro,
    quaai amarellc, e o caf com leite. Eram
    esses os tons do mo humor do ocano.
    Mar cimento 1 murmurou Le Diga-
    bel, mar d'eqainozo, mar aelvsgem I E
    s estamos em Junho.
    Comtudo a escuna tinba largado todo o
    panno, era preciso apr. veiar o resto de
    sudeste para ebegar, pelo oaminho mais
    corto, ao largo, e tirar partido da sona
    protegida pelo baluarte d'ilhaa.
    Carrism com vento contrario eom nma
    rpidos de dei nos por hora, o que era
    orna marcha soberba. Mas oom esta velo-
    cidad e era preciso contar oom seis boas
    horas, de Pnerf a Port Loa s. Alm dis-
    to tinh&m partido com quatro horas d
    va-ante; c1 eg-.riam pois com quatro b ia
    de enehente ; a nSo ser que a mudanca de
    vento vi"sse contrariar a marcha.
    Uobraram depressa a ponta de Penvina.
    A enseada de Saint-Jaoques, baixa e oer-
    farrapos o roo farrapos sujoa, tundindi.-ae
    m vapores pardos, que se viaoi dissclver
    em chiva ao longo.
    lio eram comtudo senSo os preludios
    da tormenta.
    . Como se estava attiogindo a baha do
    o sopro gigantesco occidental
    3ornault,
    cada de donas, foi tambem costeada rapi- poa-so a levantar as vagas a tres metros
    damenta Appareceram algana barcos de
    pescalpjressando-ae em ohegar costa.
    Na a>o, do Boaec, tudo mudoa como ao
    appello d'am teitigo.
    N'om momento, es correntes do largo
    desviaram-se uniforme ment para a ooeta.
    As vagas, anda curtas, toroaram se muito
    dars. Oaviram-nas quebrar viole tamen-
    te nos rochedos desmoronados e nos areaes
    de Poulgoal de Port-Vaque e de Port-
    Maria.
    Bruscamente, toda a superficie do mar
    soffrea urna depress&o, ama onda inespe
    rada, vinda nSo se sabe d'ond**, galgoo
    com orna ligeireaa felina e varreu oom a
    sua espama o topo da torre dos signaos.
    A Tempte dea de cabera n'ama onda e
    logo em seguida escaln urna mootanha.
    Era a primeira pancada violenta da arfa
    gem.
    Com os diabos ezolamon o cpitSo,
    nSo jnlgav qae isto cometaria tSo cedo.
    Deitoa os olhos sobre a costa.
    O telegrapho do Grand Mont multipli-
    oava os signaos. A verga inolioada indi
    cava qoe deviam retroceder. A borrasca
    ohegava ao sudoeste com urna rpidos de
    oem kilmetros por hora ; e nao era o m-
    ximo de rapidez.
    Ora essa 1 disae Roberto Desnoels,
    estes signaos sSo para os pescadores, nSo
    sSo para nos.
    E dea ordem de tirar tres veses a cada
    vela, para diminuir o panno.
    Agora a oaturesa da tempestado appa-
    reoia claramente. O co estava ioteira-
    mente nublado. As nuveni oorriam em
    de altara.
    Bodic, que deixavam para trsz, Hon-.t
    e Belle-le deiappareceram no nevoeiro
    ascendente. A Tempte teve o vento pela
    proa. Era necesaano bordejar. Levaram
    tres qaartns de hora, demora eaorme para
    ebegar ao Petit-Mont.
    Vamos dase zangado o capitSo de
    fragata. Deveriamos ter passado Port
    litiguen ha ama hora. Comtanto qne
    passemos a baha antes da prea-mar.
    Sem qae dsse por i"so, a escuna estava
    n'uma situa^So critica. Tinham levado
    ama hora e um quarto de Pnerf a Cor-
    oaolt; acabavam de perder vinte e cinco
    minutos a percorrer um espago que o bar
    oo de vela leva habitualmente menos da
    metade desse tampo a percorrer.
    Era mo signal. Tinham esgotado o
    qae restava de enehente, e iam encontrar
    a agua parada entrada da baha de G n-
    beron. A baha de Gaiberon e magnifi-
    ca, mas presenta nm perigo terrivel : o
    gargalo do Morbiban.
    Pois o pargalo de Morbiban, as gran-
    des mares oa .as tempestades, terrivel,
    mede dous kilmetros na sua parte mais
    larga, mil oento e dea metros entre Port-
    Nov.lo e a ectrsda do l'Auray. Por esta
    estreita abortara deve entrar toda a agua
    qae enche o pequeo mar n'ura permetro
    de nove leguas.
    Nests baha a preia-mar tem na atraso
    de duas boras, quer diser, urna hora e
    cinooenta e seta minutos em Coalean, doas
    horas e seis minutos no Isgo de Novrlo,
    A este estranglame oto, j oheio da pe-
    Vende-se
    Um bom te'r^no no arrabalde do Chacn, com
    doas frentes e alicerres para 3 casas, nma boa
    daci'Jha Tro exrelUnie aeoa, perto da estaco
    ea Casa Forte, tres m notos pa*a tomar o trem,
    n perto do lio ; A tratar na ra da Imperatrix
    omero 42_________________________________
    Doce de caj
    Veade-se excelien-
    te doce de .'aj secco,
    feito a capricho. Na
    ladeira da Ribeira so-
    brado n. 28, na cidade
    ie Olinda.
    Nao se vende a re-
    talho.
    Casa e sitio
    Vende-se a casa de taipa rom um sito da roa
    de S. Joo o. 6, no Eocaoameoto. freguezia do
    Poco da P-nella, l ndo o si>o 100 p"Irnos de
    frec.ee 370 de fundo, cim aLuns es de froc-
    ta8.* qnem prelender di'ija-se roa do Eaca-
    namento n. 42, que achara com quero t a'ar.
    Aos proprietarios
    Qae desejaro later ca'jadas e ladnlbos no iu- .
    terior das cajas e armazea, avisa-se que acha-.A
    rao nm granie sortTen'o de pedra rpronj
    das, do armazem do Caes de Capibaribe n.j
    amostras Da ra da Cruz n 18. a-mazeg
    ronrfcl
    1
    neos, deve-se accr -scontar a elfvagSo do
    solo qae sobe bruscasaa*, "1. samelnarQa
    d'um molbe, de na^enta e cinco centme-
    tros, defronta *ht Trioit. e vinta metros
    defronte de Loo Maria-Ke'.
    Qua'l nSi poia a violencia da corren.e
    que forga a estreita paBssgem em duas
    horas, para encher a abertura escavada
    para !a do mo!he, peto Morbiban I E se a
    esta rapidez tersivel se junta o movimento
    desta agua accamolada, comprehende-3e O
    monstreoso remoinho que se forma no cen-
    tro do gargalo.
    Ora, era precisamente no descanso que
    o mar se esconde entre a preia-mar e a
    oaixa-mar qae a lempte acaboo de ohe-
    gar baha de Linberon na sua maior lar*
    gura.
    Houve um momento de perplexidade.
    Posto estivesse muito ao crrente das
    cousas da costa, e posto qae possuisse tSo
    plenamente o s ber qae dirige os navios
    de alto bordo com a pntioa necessaria
    para o manejo d'uma embarcarlo, o com-
    mandante julgou dever interrogar o homem
    do leme.
    O qne farias tu, Le Digabel ? per-
    gnntou elle.
    pilavra d'honra, commandanto, re-
    plicn singellamente o marinheiro, poria a
    pida sobre a ponte do Erach.
    Era aoperflua a consalta. Roberto Dei-
    noela tinha j a ana teocls feita.
    Ho I ho I mea rapas, disse elle oom
    ar de esoarneo, parece me, que te ests
    fasendo muilo prudente 1
    (Continua).
    Typ. do Diario ra Da que de Casias n. 42
    4 IHiu I

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