Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19565


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Full Text

W'.-V-_
I

AMO LXIX
DE
NOMBRO 283
f
;
r'
f
**
- i
l
PBOPBIKDJLDK BE HA30SL FISUKIBO* BK FJLBU A FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
:
Por tres mezeg adiantadoa.
Por seis mezes adiantados.
Por am anno adiantado d v
a

81000
151000
301000
IA0 NOSSOS AGENTES EXCLrSlVOS DE PJBLKJAgOES NA FRAN
CAE 1ISGRATEKRA
O Sn Amede, Prince & C, resienles fin Paria34 roa k
Provence
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 161500
Por nm aooo adiantadn. 331000
Numero avulso do mesmo dia. 1100
Telegpammas
OfOclacs
RIO DE JANilRO, 12 de Dezembro
do 1893.
Ao Govemador do Estado.
Reoife.
Urgente.
Contra-almirao'e Salianha rompea neu-
tralidf.de declarando-so em manifest que,
de accordo com federalistas e reToltoBcs
da esquadra ia iniciar Iota afitn ce qae o
povo braiileiro e manifest acerca da tr
ma de gOTerno.
Effectivamente, na noite de 9 para 10,
fea da ilha das Cobras fogo de artilheria e
fusilara c ntra foryu lejaes, qae repelli-
ram ataques.
Semelhao'e manifest claramente mo*
narchista desmaacarou os verdSdniros in_
taitos dn revolta, e consolidoa ainda mais
a posicSo do gove-no federal, prestigiado
pelo apoio dos bons republicanas e de to-
das as classes sociaes.
Sddanha foi declarado desertor e trah -
dor patria.
Hontem o hoj Vil'egaignon tem tido
bombardeada pelas fortalezas da Barra e
bateras de Nictheroy.
Minittro do Interior.
FORTALEZA, 11 da Dezembro de
1893.
General L9ite de Castro commandante
do districto militar.
Recife.
Acaba de chegar a esta cidde um ma-
gnifico navio de guerra perfeitamente ar-
ribado, mandado vir da Amer'ca da Norte
pelo Governo Federal, afim s com ootros
navios baterem a esquadra resoltada ; se-
gu hoja mesmo para tlii, seado de espe-
rar qua cheque aaasnbS tarae ou epois
de am nha" cedo.
Congratulo-me cmvosao.
Teceote-:oronel Henriqne Martinst cam
manda"te d* renla Militar do Cear.
PARTE OFFIC1AL
Questara Policial
S Sergau -N. 178 S-creana d Qostnra Po
licial do Rotado de Pernrmboco, 12 de D'iero-
bro de 1893.
Sr. D Ga ernadof.Participlos qoe foratD
recomidos a Casa de Deteocao s segaiutes uui
vidoos:
A' miobs ordem Maooel Benedicto da Sil-
va, Jote Aogelo d- Soasa, Serapiao Martios da
Costa e Vicente Gomes aa S iva para ave'igoa
fSes pollclaes ; Jos Ferreira Barbosa como ga-
tuno o lesorueiro e Galutao Lais de Franga t*
ma como vagabaodo e desor ei-o.
A' ordem do subdelegado do Recife, Marga
riela Bas.lia do Nascimeoto por disturbios e of-
fensaa a mora] publica.
A' ordem do mtiielegado do J* districto de
S. Jote. Exequit-I de Sa Brrelo, como desurde -
ro o a minha dispoi-iga.
A' urden? do scbel-gado do 2 distrito da
Boa-Visia. Mino-I Pedro, como desuMeiro.
A' ordam <1 Bubuelegado da Magdalena.
Damio Santiago por emuriaguez e citiurbios, a
miotia di*posigao.
A' ordem oo subdelegado do Peres, Cesarlo
Alves Pereira, como gatono.
Commonicon me o sab'telegado do i dis-
tricto oo Puco daPiiitllaqu- hootemon irem que
parti do Caiderei'o aa 10 Bora< e 5i iniomos
da man- a, teodo Ca'idida ae tal, creada do U-
Alccforado, tllalo d i mesmo irem atim de apa
r.har um sapa'O e teoiado depois, snoir, estaa iu
f 114* em m vimeLto saci-edeo nriMohada pelar
rodas, ficand as p>-rn -s f aclaradas.
A mesan ao'O'ldade fez traaspotal a para o
HiKpnai Pedro II) vernicando ter sido o lact.
leu o fomcbte a imprulencia da oliendida qu-
>e achava em eaiado de t-mbrug ex.
Ao Sr. Dr. Alei2ndre Jos Barbosa Lima, mu-
tj digno gove mador du Exado.
O Qneftor.
Julio de Helio Fiiko.
EXTERIOR
USTBICUO POPULA
EDUAgAO
HERBERT SPEXCER
CAPITULO II
A Etluea*ao Iutcllcetual
Sim 1 rui <-t ii>-'iu. nbecido rm qae ppjam aprendidos o* seos inar-
ticulados que o vao rcmp.*- E assim sunela
em tcdos os ou ros paos. Segnimio, ponanto,
a le necessa-ia de proz'es-j do simples pa
o composio, uevemos forr.ecer s cianeas urna
somma de cbjectos que Ibes apre eotem a.ffe
rentes g-sus e esneci^s de res sien ia, objectos
basian'e? para reflecti-em differc-Q^e' q-.arjtida-
dese qnalilades ae lu e fens bastantes df in
tensidades diersas. tonalidafes e Tibre. Qj n-
to efta onclaso i prior! conli-madj pelos
instiactos lafantis, podemos nos v-, lemhran
do oos do j.razer com qu1 as criancas mo lem
nos eeos b'isqoedo*, palp m 03 boiOjs briibaa
te3 da jaqaeta -o lOBfto e pozao prlo bignde do
paecomo e-las se extasiara olsnte de qoaiqoer
cbiecto earndcmeQte oioiado, a qae cnamam
bonito logo qoe .podm aroouoclaf o termo,
por causa das saas (fl-ea bnlbDCtes, e como a
bocea se lr:e* abre n'om so-riso ao oesir as
tagarelices da ama, o eslalido des dedos de qoal-
que \'ui cu qoaiqoer srJi qae anda Do td-
ntamcuvido.
(Contina).
Tbesouro da Enfad > de Pcrnam
buco
DESPACHOS DO DIA 9 OE DEZBMBKO
DK 1893
AnOnio Joa de Meira e silva.Informe o Sr.
Or. coaiador.
At or o Gooclvas de Barros. Ortiflqa se.
Dr Vlctalioo Cordeiro Lin.A' se cj do
ronipncinso para os devilo^ H 18
F'el Ananla Bailma n. hforme o S-. Dr.
adm:"istc-ador da Re ehedjria.
A"toii i Cabrai de M-Meiros, Franiss* Ade
laide Gomes e Jos Dernardino Fe-r--lra. A' R''-
cetedoMa do Estado pira f z-ir as deviaas utas
e d-volvc.
Joio Brtijrlgaes da Silv?, L. E. R. Vianna e
B.rao do L'moeKo.Ao purieiro para entregar
ao interpssado.
Acaixo asslenados dos presos pobre.i recolhi-
do* a radea rio Cbo.laforma o Sr. coector
Jo maoicipio do Cabo
- Da 11
Franco Temoleao a Siqueirs.-Vol'.e ao Sr.
Dr. con'Mdor.
Adelino C-lesno 1<* M^alonji. Btji de no-
vo isla ao S-. D- procurador B Bibiana Ma'ti-.iaoa da Con-eiao, Mara da
Cooceicao e JoSo Bautista do Rosa'io.A' secjao
do cootea:iosu pira os nevido* fias.
Ati'onio Ferreira la SilvaI iforOM o S-. Dr.
almini-tralor da R-'cebedO'ia.
Jote Ignacio.A) porieiro para entregar ao
intereesido.
Dia IJ -
Bda.rto Au.'u to d^ M>'aes e S'Iv e Mana
do Carmo Azevedo Iforme o.S-. Dr. conta-
dor.
Comnanhia lolostrltl e "Tn-nerclo de Estiv
e Aip'j Soare* Riposj.-Hija visti o Sr. Dra
pr carador Gscal.
Me^a Rgodora da VeTe-a?M O- lem 3 de S.
Francisco.Iaforae o Sr. Dr. admioistrador da
Recebedona.
MAR BRAYO
POR
PRIMEIRA PARTE
(ConticcagUo)
II
ABMBLLE
O commandante Roberto Desnoels era
am hornera de trinta e oito a trinta e nove
nnos, alt;, configaracSo hercalea, cara
rapada, a ezoep^So d'umas suisaas que
oiava, alias maito curtas.
A oabeca era formosa, e se nSo fosse
ama e*presi3o de profonda tristea qoe
lhe aonaviava a physionomia, nSo ae poda
imaginar um ais bello tyoo de tirilidade
tranquilla.
Porm esta pbysionomia den mostras oe
grande alegra vendo o mancebo.
O commandante pozoo para ai o cfEcial
e beijou-o repetidas veaes.,
Edrae, meo rapas, que fortana tor-
nar a verte 1 Ests am hornera, e, a ol
tima vea qae te vi, eras anda um gaiatosi-
nbo. E tenbo que te felicitar. Vi no
ootro dia as tnaa notas era casa do almi-
rante em Lorient, e, com a fortuna, alo
Rncebedorla do Ratado le Pernera
bur
DESPACHOS DO DIA 12 02 DEZZM15RO DE
189 5
A'na Joaquina Lina de Aibnnuera :e. Jo- Laiz
Rine-ro, Costa Gotjps ft C Julio RuersieoDeru
s C. Daoiel M'.rques Goimarps, D- Domingos
Jos Freir, Dr. Anonio Gom-s Pereira Jaiiior,
G mfalo Lipes df Oliveira, Aotooio Pereira da
Silva e Manuel Joaqaim Pe-eira. -Informe a i'
ser-cao.
Francisca Felxiana Lopes Uas:os. Cefli-
que se.
O oar'* i'O,
Custodio B. da Sdva Guimaraes.
notas que fuara inveja aos mais ca-
lentes.
Trocados os comprimentoa de boa viuda,
0 Sr. Deaooels coatinaoo :
En que faxes tu por estes caminhos,
a eatas horas ? Nao cosame os offisiaes
de m.riiha correrem os campos.
Edme pos-33 a rir e respondeu sera
hesitado :
Ia a sua casa, commandante, um
pooco incerto no caminho, pois passei hor-
tom por Qiestembert, onde habita, de-
pois por Vannee, depois por Masillao,
onde emm colhi d'um velho martimo, o
to finedel, umt. ioformaco exacta.
Ouvindo o nome de Qaestemberg, *
pbysinnoma do Sr. Desnoels tinba-se tor-
nado soibria.
-- Ora essa sabes que os nossos com-
pa'riotaa nKo sBo loqoases. E'-lhes pois
uermittido ignorar a mintaa presen;' em
Ambn. Alias, na realidade, ha s doos
an os qoe habito nesta casa, caja ardosia
v Inzir d'aqui.
Nao me enganava snppoodo qae hab'ta
va all Imas disia-me, que o oSo poda
ir incoonmodar a scmelhsote hora, e volta-
va para Ambn, para all esperar um mo-
mento mais tavcravel.
__ De facto, disse o commandante sor-
rindo, nao terias encontrado, coma viste ;
maa visto ter tido a hrtuna de te ejeon-
trar no caminho, levo-te direito para casa.
Apsto ane desde hontem i noite alo co-
meste rd-, heio'
PerdSo, commandante. Esta manhl
o tio Conedel nSo me quia deizar partir
sem laatro. Tinha-se levantado a tres
horas, o ezoellente bom^m, para me offa-
reoer urna caneoa de leite, aianteiga e po
de rala.
Com efieito reploou o oapitao de
EUROPA.
Porlital
A di'solacSo das un r-s. qi.i ha t^mpos roi
(angada como hilo <\* e< s jo oa o.inSo, u t-QV-
ctivamenie ne^ia aluospbera nao eojouirua c-
rente de a- que ajndasse a asceicio, acb-se de
novo a baiccar sob coril6-is, i uendo fe que a
realisacSi en'moalneote oor peidi a o gabi-
nete Hinize cerno cotdi^So.lie seu govern.
O partido progressisia mes ra sn Icteiramen-
te contrario a essa pretensao ; e n'om atigo do
Co'reio do Note., 80*1 o lito>o siiu jao i lsrs>,
di-Hold-s bem rlar-aejie a si'uacao dese par-
ido, coja impreiisa sem dps:repancta de om
nico Voto, ten, comb-tido com eoeraia a pre-
tensf.o attribni a so Sr. ministro do reino de
nssflvir a C electiva da dos pare.
Nao obstante essa attitade.-em que se refala a
per falta solidarjedade partidaria, sjb a dlre t,>
escia-ecida, dt*vo'ada e patrstica do seo niai
t'e e boindo ebefe, o Sr coojeihfiro Jos La*
ci*no de Cintro, dit o Commerclo Portaba'-,
bon foi qae apparecessem tao po.-itiva< d cura-
v'oe- qoe ti-am todo o pret;xto pa'a se lomar a
-erio a pretensio do gove-no, qae ama rema
ala lineara, perlgosa para as iaatitnicoes e la
til para o peiz.
Aquella prinelra foltia mencionada no'an lo,
qae lem-se dito e airmado com iusis'.eonia ha
ve' accordo eotre p'ogressistas e r^geoerado es
(ara o caeo da dissolacaa proiectada, positivon
oor ana declaracao a fai.-Ha le de tal accordo,
ocreHcentanio qoe, si a dissolo^So chegar a
ealisar-jt., no que nao acredita, o governo eo-
onirara ui;i'o e disciplinado deanti do si todo
o partido nrogre388ta, n'oma aflale clara, di-
fluida e aberiaroeote bi-et l a quae>iqaer accordos
poblicos oa part calarts.
Bsta attiiu le ha de repolvela o partido con
vocado expres8m'ant'> pira es>e Hm, e aoies de
eoirar em luda ~n.'a tnreir.i vezeos o pa-'il-
r-g aerador, depois i duas dissoluqes canteen
t:vas conced as aquella parado, os ooseoj cor
religionan s da caoial e dis provincias bac de
dicotir e resolver qnal o ciminbo que Itie** iu u
pre seguir.
toiria-nos qae s5o essaa as oteocea do S*.
Jo.- Lu-iano, que n> quer para si respj~sabi-
lidades ifio graves, como sao a< de dirigir os
seos amigo em tao d fficil conjuncinra, sem os
ouvir e com elle cancordar oa mar;bi do pr-
tiio
Sob referencia disinlucao, o Diario Illos-
ralo on^deroo, qae, sem conhecer as ideas
do goveroo sobre o asiUTimo tem para si, com
indo, qne o gove na o u lico jaia da oopo-tu-
niuade da dlssol cao: ou para la?o, ou pira
qoido ejcoiitre. perada as cmaras, qaalqaer
difli-alda le ; e f >| assiu qae os rpgeiera lores
-rn 00, co'ni es progressistas a i 79 e siida em
87, nao esperararn por conflicto.
As carairas dSo eram de mi elec5o, precisa-
vam por m^io das manifeitagOes legaes do paiz
^oe Ihfa fosa', contirmado o seu favor; e etns
manifa-iac's egaes teem a sna formula posit.-
va na elei;ao gural.
Estes sao os princ p'oi e estas sao as prati-
cas. Portamo, se o Crrelo-* eiteo. reqis em
C33j algara o BoverojUm o dlreit)e rafio pa-a
penr a atiribnicJo real das cmaras serera di<
sol vidas, n* en'eudeTio3 qie essa rasaoe esse
lireito ltij ajsi8-cm "n iodo lempo.
O Co reio da .'anha sjbre o mesmo asaum:)-
t) f:-7. a s ku ni- variante :
N1 sao^nji seo rovri'DO dis^olve on o3
d ssolve as r-.imirss. O qas sabemos qae a
a.'ora l- :5o 'iltpu pa'a governar o apoio da
opioij. So a i le compete tonar, por as?im
dizer, o paisa ais ele neolos coiet tacioias de
qae prm-i a para coniiouar ao ejercicio da mis-
Daas dasfirgas inispensv s deque care
cem os go'emoi para viver. a c nlioc da co-
rda e o apo'o di opinio, esses nao ine falta u
na ci'npi'iora aetaal. Se tem no parlamento a
foc> pa lamentar que lhe indispemavel, 6 ca
ro qae neobum rleneoio Ibe fslta.
Ora, eis oqii nma esosa en qaa inga m
rrais tera o dir.-ito de ser jaiz E pretendida
val lade precipitar hyponeses e aventar noij-
cias, rj'om r.'-n ido on no coitra-io. qae i sim
pies obs^rvagaa se recoabece no terem fuadi
ment <6rio.
Em jaras om o Correio di Niit, pela sin-
ceridad com qae es'e juroal alB-raa, qae o g>
ven-d'spoe de grande maloria as cmaras,
a Tarde oppOo lhe a recordago histrica se-
gam e :
0 p*ozre*siitat, anda hantem o Correio o
diz a, contim cerca de cin oenM votos oa ca
mtra dos deputidos ; em Julio do aoaa pissa
du. deoo's Jo sjn il!ust*e -.her; ter proferid)
um not v-l riia-urjo fivorav-1! ao ul tj t ponto
ai pover.io, n'oma votaga nominal, e n'oma ca-
ma a onde ba 150 oa 160 depntido? o goerno
obteve cncoen-a e 'us votos I
fragata, i so n3o te tirou a vontade d'um
alaoc>> meaos parco, dtlba perfeitamea-
te Caegaremoo pelas sete e meia, e Ar-
melle fijar encantada de te offdrecar o
p9o e o sal da boa vinda, faaendo o teu
conbao ment.
O uffiiial j Babia quem era essa Ar
melle, de quem o espitao da fragata lhe
f.liava
Este fea urna reez3o bastante Ba>
tural.
Escata 1 mas... devas ter bagagom 1
Dado ept ?
Tenho s urna malinha... bastante
ligeira. Doizsi-a em Masillao.
EntSo n3 > oontavas demorar-te em
minha casa 'i NSo goato disso, meu rapas.
Mas para que emprehendesses essa via-
gem com tanta pressa, uecessario que
tenhas cousas importantes a diser-me. A
proposite, como v >i teu pai ? Esquecia me
pedir te noticias delle.
A voz d'Edme Le Cleb tremen um
pouco quanao respondeu.
Ueizei mea pai um ponco adoentado
em Lorient, e toi para lhe transmittir om
rooado delle qae me paz i saa procara.
Um recado de Ls Cleh ? Nio ima-
gino 1 e dices que elle est iccommod*do ?
Nada de grave, espero ?
Eoliamente, nao, commandante.
Urna bronohite, da qual est quasi resta-
b leoido.
O oapitao de fragata nio se pode impe-
dir" de sorrir.
llum 1 Urna bronobite, o meu velho
L Cleh I Emfim I E' preoiao diaeres-m'o
tu para eu acreditar. Era um rochado
n'oatro tempo, o tea pai sabes isso,
Edme?
Qalon-se, e os doai hornees continuaran)
o sea caminho em silenoio.
Se a amor parte dos p'ogressistas se aao te o
ab-tido de votar, em vnole do dis'U-sj do seo
ctiefe, sn reuiem os seas votos ios dos collegas
que se pao leixaratn levar pelo da u'sj, o go
verno urina levado om < heque.
E 8 ist pola ter aroni-ci lo O anno paasa
do, na loa de mel ..do auxilio sincero, o qae
Q5 i p)1-r.i -i.- io ecer pi-a o aano qae vem. .
O Jornal rio Commercio, en discossSo crm o
Correio da ilanha r-baie os argumentos com
qae em f im rege .eralora deleode a idea da
dissologft), e nt-r.-og :
E lu Pirque a ni solugao convm ai part
do reg<-nn-a'ior, para vaagluriosa sa'isfagao dos
eos ministros. **im--ij. qoe tarobem ha de con
vi' a ordem e economa da nagaj e ao prestigio
das saas instua (6m ?
Tanto imperta que baja boina, com tanto q e
o* regeneradore* I .gnu vista ?
Taot Importa qoe se dlspeodam centenares
d< cunto oa veniaga eleltoral, com tanto que
veoha urna cama a em que os ministros te-
abam mala tres p Irnos e quatro compadres ao
<-u iKdo, para Ibes dar mais daas semaoas de
vi ia ?
As institaigOes ? I
Soppanhi- e qae servil a era a fancg.i no
pi tilos mooa'cnico' I No'tt avons chang tout
ala. como se diz do Medico a forra a idsu
o gOeB joe j devem tollJJ*r o sarvigo de
un partido 1
Dlra o col'e?' : n^o podemos entender-nos,
o Jornal do Commercio ala-io aos partidos, e
o Correio di ilanha el tillado n'om.
Max 'i,lao oa ia> 0 cgres-is a I Qaan lo evo-
co elle een i r>an'~ duotriaa oa a p a JOd ?
D s le o ultimtum, q:e dettoiu umi crise na
cional vejare o ^-a papel oa poltica ponugu-4
Si, que maravilno-amenie exemplar. Acaso
p etendea algama vez aotepdr o< seas iottres-
ses de partido aos da DOtiO dj todos. ncessa
na ao bem puDlico?
En re a nagao e o partido regene-ador, 8^m
ol-osa para este, ba qae distinguir, p, taoto
que se li ta para bem da n gio eolitcilir o
pider moierador n oa coocpsso coaslitacioail,
absolutamente improprio requerer Ibe om fa-
vor partlca-io, i&o rente para qae as mea
das salvado-as qae o abinee regeoe ador tem
de apresentir, em ves de terem approvadas lo-
deaeident mente por todas 83 parcialidades, o
e, i u ap-nas pelos s'as compadres.
E para nos, repamol-o, desde qoe os amigos
do nveme tio claramente poblicaram qaa un
favor partiano qae se reqaer do Rei,para qoe
os S-s. miaisiros aao t na n de estar saieitoi a
benevolencia do3 contrariosleste esss mo
ment na > nos reua a meoor davlda de qae a
tramada dissnu.'ai se nai >ei isara, >
E com em tolo esse o- tolo J dissolag)
o qa^ la-* s> 4tos t**a,a cvn> jat>Bjativa
as con:eiiiaa em 1879. 18*7 e 1890, e por oc-
cisilo las quies m invstenos acaoalos de for
mar se enontravam diaate da cinaras el-itas
pelos fe h adversarlos e con-t tuias quasi una
nimememe por d pa idos, qae tinbacn acomp?.-
obaio at onUiro mo nento as si'DacOss deoos
ta, o Correio daTirie rememora, que em 1879
a grande maio-n da cam^rj das depata tos tinba
sido elc-lta sob os auspicioa do gmmete Foi
tes. sendo portaoto com ella iaiomnativel o ga-
ciaetn ll-aam ano ; e qas en 1887 a jama a
'-a'hostil ao ministerio Laciaao de Castro, por
ler silo eleita por Fontes, nao senlo para eatra-
nnar o an igj'isiio poltico mai f-istado con ira
o qa.' o tioba suOstuuido na estradeila mioiste-
r ai, incompatibilidades qae eat e is cama-as ac
tuaes e o goveno presiiido pelo Sr. Hiotzs nai
exisiem.
A pa-te electiva do piriato, accresceota, foi
eleita em 1890 senda pre ministro o reiao o Sr. Aunlo de S*roa ; e a
assembii repr's-iatatlv tai eleiti em Demoro
de 1892 de iniehigencla e acjordu com o partido
regejerador. lento o goveroo recommeiMado
para todos os> ircolos oode nnbi elemeutos de
fuga os candi ta.os regenera lores. B taoto a
maioria da uova cmara era regeneradora, qae
Confera as nonras da presideucla ao Sr. Aatouio
de AzevridoCi3'- josiiga, faci suffiMeote para demoostrar onde
caiava a miio-ia e tre, os aovos eieitos.
E sendo assim, como incontroverso, quae3
os motivos pjode'osos, com qas o mmis eno,
dh) dilecto da maloriss parlamentares, hade
agora aconelnar a eori a que dissolva os cor-
pos :olegi3lalores ?
E aqaelie. cc o nao poz em evidencia a poltica
partidaria ?
A suoida dos regeaeradorea n5o se devem a
sua repreientsgao e so lorga na pnmelra aB-
s'.molJ poltica da pan?
Como ve-s, remontam a squel'as datas, para
justifl arem o goveroo de 1S93. caso pret-nda
H8solver i cmara eleita em Oatooro de 1891 ;
e romo vd se tambem, nSo ba alapuco cir
cum, t incial.
A liga i histrica nao aproveita.
No entretanto 08 nimos acbaa-se tao preoc-
ipa ios qoe assignala-se ji o mes de Dezembro
p Um quarto d'nora mais tardo chegaram
eztremidade do carreiro.
1 veste boa inspiraySo em tomat-
esto caminho, mea rapsa, diese o capitSo
de fragata, visto termo-nos encontrado.
Sa realidade abrevia coasideravelmente a
distancia. Quaoto aveuida, que condua
esoadar a da casa, lif a com a estrada
dasentos metros mais abaizo.
O carreiro qae acabavam de percorrar
desembncAva no centro de magnificas car-
valheiras verdes.
Uhe>rava-sa por elle s dependencias do
catteilo, conforme chamam os oamponeaes
a toda a eonstracgSo que superior s
saas h-imiHes babita^Ses.
Urna cavallarisa e urna coohaira prece-
diam urnas casa baizaa de ladrilbo, con-
trario ao costme bretSo, que usa as ca-
lichas, as adegas e as casas das barre-
las ohSo terreo.
O commandante tinha se afastado dos
hbitos lcaos, nSo tendo empenho nenham
em abrir as suas portas s carochas, s
baratas e aos oatros hydropbilos deragr-
dveii que u vento do mar parece faaer
mi tiphcr nos forros de rr ade ra e nos
tabiques da c.ista.
Passadas estas dependencias, Desnoels
conduaio o seo hospede para diante, atra-
vessaodo um pateo lageado. Dapoil, vol-
Un do o teobo de urna porta de vid raga,
introdu .io-o n'um grande vestibolo com oa
ladrilhoa relaaindo e limpeaa, para o qual
da vasa diversas portas, dando entrada para
a ala, para a casa de jantar e para os
qaartos.
Chegamoi, mea caro Edrae, diste
elle Alegremente, e, como nio nos falta
sppetite, vamos faaer honra ao almoco da
minha obrinha.
E, dirigindo-se para ama criada que
ritiuil i so cnnseico de E-tam reun o oo da
3 Kflm de jer envido a re-rcro, qoando l a
para coasoltir-se sorore a co se. vngao da cama
ra dos pares em l-iouoaidejusde', para julga-
meoto de diversos de saos memb-o.
Su. tminen-ia o S-. cardeal pat'iarcha foi
a Casca-s e ao Eetnril vigilar ruis mageatades e
sna alela o Sr. lofaote D. AfJjObO, coj > resla-
belecimento j nio probiemamo
Sstevecom os S a. presidente do conseibo
e mini.-1 os da fazeoda e do reino nma coramn
sao de qae faziam parte o* Srs. conde de Sa-
naooes e cooselbeio 01 veiro Manios, qa-< veio
pedir provldeociaa ao govf rno, atim de atienur
ni cise banjaria portuense, qae se aggrava
iodos os das.
Tendo de ser vmdidos os navios da Ral
Hala Portjgoeza, cojo desastre bem podum ler
vitado os credores por meio de orna oocordaia.
avena a impreast e idea do governo faxer ac
qnisigao de todo3 oa parte delles para Ihes da'
guslquer applicagao /proveitosa. e anda pira
que to meaos nenes coniiaoe a llactuir a bao-
dei-a nacional.
A respeito natoa o Secuto, na' spndo o governn
cretor se'o mnimo de 6i7 cont?, cmase teria
um er o Imperdoavel secrrzas e os bragos oesta
ccojudctora, deixaodo qie os navios fossem
.)' g*; e. oa falta de navios de guerra, nao apro-
veiussn o eos"ia rte aiqu-rii os em bis coad;-
g-'S, pola correle que v3o ser veniidos por
miDOi de meiade do seo c0itn, e visto oue os
V'oores maiores, que sao Ma'an^e, Mo;imbi
que, Loanda e Re de Portaba!*, fo-am
oosiraidos deaixo da fis-al,si-g) do eov. r o.
com todas as coni'gOa n-ee-s:ira3 nara pode
rem ser transformados de un m ic nt > para ou-
tro, qjando as cireurns^aocias do paz p. rv-ntu-
ra o exigissem, em navios de guerra, dando por
isso com fjcil adaptagao, quiiro excelleniea cru
tadorea.
Ha, slm desaes, qoatro vapores peqianoF, que
tamoem nSo se-iam para desprezar para o servl-
go das colonias. Nao se sabe, porm, qae deli-
oenco tomara o gover o.
fcaJiMO-aa uo Porto a reoniao da Assocta-
gao liioat i.I, e nella leo se o cilicio de rongra
tLligao da A-sa.:i -.g5o oos Loji loioutiva tomaaa por aqaeila aBso-Hgao para
promover em Af'ica orna expo igao du artigos
de prodaego oaciooai.
te L-lveu se na mesma reoniao, qae, feitos os
e-tados frelimiasres pela rommissSo, se nomess
a orna grao le tommissa comp sta de repre-
sei.tjes do goverao de todas as classes tote-
ressadaa no desenvolvimeoio Industrial e com
mercil, imnreiisa, eic, para orgaaisagao do
progra ma dessa exposigSo.
A mesma Assoti.gao Iniu3t ial lem recebido
tjj-iaaies (llii)s de ia lUstrrses portugaeies,
adberiudo i-eia da cretgio de urna liiha d
vapores entre a c.dade do Porto e os porlos fran-
ceze-.
Esses iadus'.riaes prompliticaai-sc a dsr a pre-
ferencia pira a condaegio dos seu8 pro tacos
a empreza que a Associago la U'i.-ial laliquj,
de a "curdo om o C-ntro Com uercia!.
Ni ref rida cMade terminou o jelgam oto
do Dr. Uroin) de F e ti8. ;
O trionoal dea por p'ovadss as ail?gag5'3 di
linello ac usatono. eeado por uso o io con-
de nnaJo a i8 ana a de :ers lo.
Pela dipo*ig8o ito cooigo. a eondeQdae*a 'tn-
poa'a equivale a 8 anuos de prisao celular e M
em reciuto fortiti -ido.
Ao ser lido a s?iiienga, a esposa do D- Urbino
de Fre .as desmaico nos bragos de m ndo.
A cmara dos nares pr.ncu;iou o S.\ Ma
doag Cortez por enme de furto.
O S\ djqae de PalmeMa, presidenta da
Sjciedaoe da 0 ai Vrmelos de Lnnoi. rcanl
a duocgai da mesma >o teda le a H n de lhe p-o-
ur a \otagao de soccorros aos feridos bespa
naoes.
Votou-se a applicagao desde ] da qaa-'.a pir-
te do capital social, uto ciOSd cotos, qa se-
rao eoviados em sac.'ortos a secgao da C'oz
Vermelhi em Mviril, resolvendn-ee lambeta aa-
oonciar qae na seda da soeledade se recebem
noaativoa para o mpamo tim.
De L O'enco Mirques foi exped lo esle te-
l'gramma clBcu'l por occasio dofalleJimeno de
Mac Uaboo :
Caonou gnnde coraruogiSo a Ooticia da mor
te do marecn.il M c M hm.
O commercio nacicnal f-choa as portas, t?ndo
dieriao toao o commercio ext'angeiro.
A cmaro ce-l-b-ou oma Bessao para exarar
um voo de senil me no Vae telebrar exequias
solemne?.
Nes-e dia, o vapor iMic-Mahoa erebandei-
ara em Bervigo. O overoador assistira as exe-
quias com todos os fu accionarios pnoli os.
E' nm divil triouta n'a.juclli posseaso ao
graode hamem qae lhe reconheu o direito, que
a laglsterra coa'estava a Portacal.
Nuhum poriuguez cora ff-uo, pode igao-
rar que, epois da ona longameae deoaia
que.-iao diolomatlca enl'e Po toga! e a logh
trra, a p-oposiln do dominio e oosae da bdbia
de L ureng M*rqaa. fot a ieci-ao do pleito hi
acxbava de facer oa preparativos de am
almoyo composto de lacticinios :
Anik, perguatou elle, oeda est
Armelle ?
NSo muito longe, mea tio. replijou
urna voa fresca.
Ao mesmo tempo, o forma graciosa da-
quella que o commandante procarava, en-
treva, com nm chapeo de palha grosaa na
c&beca, e, sem esperar pela aprsenmelo
do estylo, corri a puodarar-sa .ao pescoco
do oapuSo de fragata.
__ Meu caro Edms, afila. Armelle Gi-
neve, mina sobrinha; Armelle, o Sr.
Edme La Olehd, otfisial da marinha, de
quem te tallei raaitas veaes.
A menina acolb-u com am gesto gra-
cioso o recem ebegado.
Coohecia-o ha muito tempo, Sr. Le
Oleh. O meu tio eosinoa-me a pensar
da ai o melhor possivel, e estixo muito
poder-li'o diaer de viva voz.
E, fallando assim, tioha r pidamente ti
rado o seu chauo, e deacoberto a mais
adoravel carinha de deaoito annos que am
pintor oa nm poeta podease Bochar.
Nada era mais pruprio para encantar a
alma soohudon d'E'me, sobratudo e-n se-
guida iateasa emocSo que aoabavz de
lhe proporcionar o espectculo desta ma-
ravilhosa auroa; Armelle pareca eaoar
oar todas as virginaes sedugoea da nata
reaa, o a impresslo que a sua presenga
produaio no offioial foi to forte qae a
attrahio pelo sea moitissimo sbito, p-la
vermelbidlo qae oobrio as saas faces e a
especie de arroubamento de qua ae nSo
pdde vrar, querendo agradecer encan-
tadora menina o seu amavel aoolhimento.
Mai por felioidade o appetite atauaiava
o commandante.
t'ibnida em lo di Sitembro do Mi arbitra*
gem do marecbal Mac-Manoo. declaran o se por
oartr. de Potogal, que a nagSi pirtu ja-'za de-
posjiava no ebefe d repblica francesa urna
fr'nriaDCa iSo illimi'a 1538 a hivla depositido oa ro nortogueza
como B'hliro da qoev&o com a loglaterra 80-
bre a posse de Calais.
Apia- o pr^niipin e da forga da Inglaterra,
o marechal de MavMahon, co.islderando honra-
iam-nte o valor dos di'eiioB de Ponogal e fazen-
do-ms in eir e cmplela jostig noroa hora de-
isiva pira as ns reivlodlcsgis coto iaes. em
senteDgs la'gam nte motivada, lavrada em Ver-
Halles em i\ de /ulbo do 1875 jalgava e deMda
jae as pretengO-n de sna magestade fldelissima
aos le-rl-o-tcs de T-mbe (Calumba) e de Miooto.
r.e..lnsula d> lj rk (libaca) e as ilbas d
U ibacs e dos Elepnantes ae achavam provadas e
establecidas.
Compreheade-8e, pois, nio dever PoMogal del-
xar de honrara me-no-ia do julgador imparcal
e digno qoe Ibe f>z jatiga.
C-m o tim n> assistir ao consorcio do Sr.
D M'gael de B-agaoga com a S'a. prinresa Ma-
-ia Tne'esa L-w>osiein, o oanido legitimista de-
potoa oua rou.missSo composta dos S s doqae
de Cadavel D JuSo de Leocastre D. J So d'Al-
mefda, Antonio Viel'a, Tava' de MagMhSes e Al-
boqierqne, Paire Rrfs e Dr Nicolao de B itto.
C mo aabiln o S D. Migael cioa em 17
de Oi'obro de 877 com a p hcesa I-abel Mara
M'Ximiinna de Tiun p Taxis, qoe na^eu em
8 d- Mito de 1S60 e f llecea era 7 de Fe'ereiro
de 1881 deixindo 3 fitios, os principes D. M-
eo-i, D. Francisco Jo: e a prlocesa D. atarla
rbeross.
D. Joo d- .enra=t", marqaes de branles
foi portador de am magnifico pesante, constante
rte um objeto de arte em pata masa saa do tem-
po de D. Joan V.
Jornaes de Zimziaar noti'iam que no dia
28 de Srtemb'o analvp'8a-io natal -m de Suas
ia gpftide' os rpis de Potogal o consol de Saa
M-gestaie Filedigna na^u-lla capital, o S-. Dr.
Aoga tn Bom dp SnU'a. foi alvo de oma i B-
caiiv^ rtemonstragSo de aprego e conl rae a
nSo s onr ni'te do govrno e dos -en', entai-
ps PBiranii o?, m>s prioclpalmente da luiou
pO'Uiueaa.
O sa'tflo foi vlsital-o, tendo desembarcado pa-
ra lhe fazr a guarda de honra oma forga da ca-
n^oneira L beral.
Os navios, as casas consolares e os estabeleci-
rnentos comnjerr.iaeg mbandii arara.
A colonia ponugaeza ofTpreeea a" ps^larecido
e zeloso reprpeovan'e de Portuga om magnifico
cofre de prsU repoassfl, cnntendn oras e anie
h'ndPira r-oringaesa de se la brdala, acompa-
nbada da spgainte mensagem :
Na-ts dia de regosijo oa"ional em oae a
nossa patria revestida de gila S'ia a Sua Ma-
g-stade, nosso acg sto mnnareba, pelo spu 30-
annive'asri" oatalfr'o. nos os porlozo z- aqal
residen'^s. nao podemos pprman-rer icdffereo-
te a p caragao piriueoei, ao pmp-a notno affectaos
dedijscao pplaa sa.-s iactitalgoes; app'oximamo-
nns po;iant> de V. Exc, como ncui digno repre-
sentant de Sua Mageiade resta t-idalp, para
,xr>i-e3ir-mo3 na nossos PPnliTiPOt'is d^ rpspei-
tosa sm r e os mais sin'pros dtieios pela langa
p prospera vi ia de Saa Magestade, esperando da
boadaie de V. Exc. o trat-.smittir estes sinceros
I i .10 R Ai coranrlroa pste dever, n5o polercos dei-
tTrde aornvitar 15o aida occas'aa para affir-
rrar a V. Exc. o* nossos nrotps'os da rofii eu-
hiia cnnsiderac'ioe oli-'C 00*a estima. O zelo,
BBSldaiilade e prudenefi aom qa V. Exc. traa
do7 internases dos portoenezes aqu reildpnteB,
a a'titaip eiprgica e nathnilca que V. Exc. tem
tomado pir man de nma vez na manot-rgio do
decoro e dign'dade da alta missSo de que est
investido nio podem pa3sar deaper'cebiia8 ao
nossi nprega.
Po givp'no porlugiei )S foram galardoa-
dos os al'oa servlcos de V. Exc. n'om decreto
;!e 17 e Nivemi'O d *89l. que o p-nmovea a
enn^u' ?p'al njata ciade, e hojp movidos por
nm .-entinpn') d jii't'gi e g'aiidSo vimos tam-
hem as-pn-ir a V. Eic a ojsso -innpro rea-
pp'o. Confiis na extrema benavoleqn'a de
V. Ex, tocamos a liberdide dp lhe offertar
tima slogp.'a h-"brangi pm testerrjunho da nossa
alta ronslderagao. respeitosa aynpatnia e grata
re'oohecjrnpnto.
Z'-nzibT. S8 d3 ptembm de 1893.
O poeti Joao de D-U3 acba-3e gravemente
enfermo.
Tr-rminaram pstndm da ( aecgao do ca-
minho de f-rro do V"e do Vongi. enmp-ehea-
dida en're a praia dp Bsoinoo e o rio Cama, tra-
balhando o concps?iona'io actualmente en obter
capitaes para levr a effaito essa obra to dese-
jada.
Tem ] a promessa de importantes capitalis-
tas, fihna e habltante3 da rpgSo atravrssada
pela l'oha re'rpa, qoe 'e comnrometieram a lo-
rrarprn parte da acgOes erri'Hdas; e para o
B'z'l oa't'o h p-in.M nm eu,asa'io. -fm de
Cortou os cnmorimntoa de introd :cq3o
com oma brossa bonhomia.
Basta, meas filhoa, terSo todo o tem-
po de se congratularen) depois. Mas, an-
tes, tafea qae o mais pratica e o mais r-
pido pdrmo-noa em rjgra com os nosso
estmagos. Minha Armelleainha, tem a
b'>r>dade de fzer ss honras da nnssa mesa
a Elm*, que est a morrer de forae.
O commandante assentou-se vontade,
cortou urna grande fatia n'um enorme pSo
de seis arrateis, daqaelle ezcellente pSo
qae eataU, a que, com certeza por cansa
da s 'a cor cinaenta, se chama pRo segundo,
poz-lhe urna boa cm*da de maoteiga o
tratou da a devorar, rno'hsndoa n'uma
gr*nde tijella de caf com leite.
La Cieh imitou-o de bam grado, sem
neceasitar das instancias de Mlle. Gaer-
nec.
Sabe, Sr. Le Cleh, aqai ama mi'
seria ; nSo como em Lorient. Temos
de nos entontar todo o anno com gal'i-
nhss, com peize, com ovos e com leite.
Ora essa 1 d ase com ar jososo 0
commandante ; pergunta a ea:e rapaz ae
nSo se contentara com este men durante
nma campanha 1 no Qablo, por ezemplo ?
Pois sei qae veos de l, acoresoentoa elle,
dirigindo-se directamente ao offiaial.
Estava quebrado o gelo.
A 00' versa toma va um feic&o d'alegria
e de animaySo, qae punba o hospedo
vontade.
Conversava-se tanto melhor que se co-
ma com appetite, estimulados pela atmos-
phera matinal o a briaa do mar, entrando
pelas janellas abortas de par em par.
*
(Contina).
r
^ -



IV
Quarta-fefra 13 de. Dezembro de 1893

i>
/turnar empresa espitaos de pal 1:10 oossoa. i
Alment-'' espe'anc de estar dentro em
breve ligado o Espiona a nqaiSrlma provia i*
da Beira, aeodo fcil de prever a .mpertaocia
qae tal melborameoio vira dar a prau menolo-
lias no smeote Bspmbo qoe ha de gaobar
com ease camtobo de ferro. Sao maltas ootraa
localidades, de srperior importancia, po'qoe,
Como aa no, elle com -ga na estic&a do caroi-
Dho de ferro do norte u'aquella oella praia e ee-
gnlr pela Villa da F ira, S. Joao da Madeira,
OlUeira de rmela, Saveo do Voaga, Oliveira
de Frades e Vonzella, a eatroncar em Santa Coco-
ba a Vueu, aa eelaco de To-re e Delta, e aaa
proximi ladee de Sever d Vooga, oo do ponto
qoe pe jolgar maia conven ente, devera partir um
ramal em direccao a Aveiro.
Basta eata simples referencia para 86 compre
hender o alance deate melborameoto, qo- vae
beneBciar orna larga rea de territorio fanamen-
te povoada. ._ .
O Sr. nr.oistro das obras poblica ofhcmo
to seo collega doa es raogeiros, moairanlo
Husmo p-ejudica a economa do pul o coul-a
Bando qne seest fazeado para o Brazil, miro-
duzmdo alii, como poriogneiea, viohos benpa-
Dboea.
O miolaurio daa obraa publica?, lembrando a
1 acta da conferencia qoe ae realiaoa em Ma
drid em 180, pa'a a proiecc&o da propriedade
industrial, pede qae este melindro ae Bsumpio
leja tratado pelaa viaa diplomticas.
O e-tado compara ivo daa ertatisticas da ex
portacao de vinbts doa doua paizes da penmaala
com oeatioo aqaelle E-tado, moatra bem a p^-
lerenda que all merecero os nosaoa vinbos. Por
sao o ministerio das obraa puolicaa frisa bem a
Con enuncia de fortalecer essa preferencia.
Fallecen em Angr do H-viamo o conde
de Sieuve de M^orzes, par vitalicio do reino, com
ienun.<*oto geral e dislioctas m .nifeaces de
apreco a memoria do illof tre aconane.
Ao sen Mino prlmogenlio, Sr. Raymuodo Sien
Te de Men-zes. foi concedida a seguuda vida do
titulo cim qoe fra elle agraciado.
O conflicto da Hespaoba com oa mouroa de
Macocoa 'em levantado na impreosa habooeas"
apprebentea qae se externan molo sug-esti-
T0 pelo melindros! qoe anriboem situacao.
qoe de ora momen-o para ootro podem >s acon-
tecimeoio crear a Portugal.
De facto, de todas aa cansas de nma guerra
eU'op6a, a qne pone ser mal8 pe'Diciosa a Por-
tugal ixaiuamente a qoeato meociootda, na
qual os mte'eases antagnicos tao rejresenta-
dos especialmente pela Hespanha e pela Ingla-
terra as quaea l'gam Po'tonal interesaes iaia
Consi e aveis, e com re.-peito a ellss a regiSo
ponugu-za tom a proemineocia estratgica.
A e" o coi fl et entre aqoelles doos palies
DCta o Diar.o de Noticias, a manutencao da nos
la n -uiraiuade sera talvea impossivel, norme
Do neutro qoem o qier ser. mas tmeme
qoe n o po 'i eer, como o aflirma a ligio Ja bis-
tola prupria e alheia.
Qiaoiu. era 1796 -797. o general Bonaparte
invadi o Estado de Vraexa, nao o impedirn)
Di sua marcba os protstoa de oeutralldade do>
resoeuuvo governo, a qnem respoodeo : Q >e
me impera a mim a neutral.dade de um pas
deaa'maio 1
Seten'a e uez anno8 desos, por occaaio da
guerra de 1870-1871, a Franca e Allemanba de
Clararara ao gabinete de B nxella4 qu- resuelta
ram a neotralidade e o territorio da Blgica -e
ella p*:iege reaolvida a delonder-ae e em esta-
do de o fazer.
A lato accrearenta o Universal sobre o tbema
do anhnriamosi vispaeem para bellum:
M >- para 008 Cous-'VdruJos neulroea ne
Cea^a i i qoe estojamos arroadns e bem apercebi-
dca, alim de noa podermcp manter neata poat-
Cfiv ; e por isso que nos parece que a primei-
ra cuusa que temos a faier adqairirm.'S anda
a costa dos maiores sacri6c!08, o material de
que cajrocMMW para armar o pan.
Simultneamente, e como cuaequencia neces-
sa'ii. nevemos procede' orgaoisaeao. adpta-
la ao fim ia defea do territorio, quj so noa ati-
gora exigir urna accentuada dissemiu Ca dp
Iorcas, oe loroa que em lodos os pontos de com-
moni 'irin haja um ncleo Instrs.do qne rirva
de apoio ao levajtamento em massa, que, a-
eveo'.oalidade de ama coollagracSo europ.t em
que lenhamos :e nos declarar neotraes. noa pi
rece qae deve ser decretado, para nos n:io \er
mos na contiogencia de ver violado o nosse ler-
riturio sera oppo'tnos resistencia.
-A al oaco loleroaciooal do paiz por certo
d' excepc&o : nem tem slliaacas novas, nem
pode cooiar com a antiga.
Os internases po-togucie8 na frica sao irre
Coneiliav-is com os da Inglaterra ; e ei ueste
mom. nm care esae Portogal da allianca teata
por qialqoer motivo, deveria ser ella retribuida
cusiosamente pedagoi do 3eu dominio ultra-
marino.
A qoa ira, pois, cheia de perigos ; e por li-
la, si o mioialro dos MROdM estraogeiros
Campe prevenir se contra qmlqoer eveniujli
da"e p" meio do apoto internacional emte po
procoraio, ao minist o da guerra incumbe pe
parar o exenito e modo qoe nao seja o paii
tornado despreven'do em qualquer emergencia
que o referido conflicto pessa crear.
Ass m se manifestm os oroa da opinio, a
O governo nSo ser sordo ella aem duvida.
me-mo por ter a lisio da historia como esti
anlo.
ESTADOS Di M10
SL
Baha
Daas at 7 d" D^i-mbro :
L se no Diario de Noticicu de 4 :
c N-* biKa dos Sipateiros hootem, s
5 horas da tarde, una guarda policial tia-
tava de effectaar a pnaSo de um indivi-
duo embriagado, qaando foi aggredido e
Bpedrejido por nm gropo. superior a 30
Oapadocios, salientando-se oro, armado de
Oacete, que teno Da cabes ao dito
guarda.
O aggredid defenda so cnm o aebre,
Das ae l-So appurecaase em seu socoorro
nm s< ldtdo de cavalloria, que puchando
de urna ps'ola, fazia recuar oa seu ag-
gresaores, teria sido morto a pao.
c Na occaailo do coi flicto passava um
bond para o Rio Vermelbo sendo ccom-
mcttida de um a'aque ama aenhora que
all ae achava. >
Le se na mesma folba :
c Grayas amabilidade de um diatin
Ctissimo eBtrange ro, que por lorgoa an-
Dcb residi neste paia e que acba de
cbeg-r doa EstadoaUoidos, po emos boje
adunUr algomaa intorma^Ses fidedignas
Aa noticias, que aote-hontem demos aob o
titulo cima.
Curopre-Dos declarar que o cavalhei-
ro de que ae trata, nSo e pela espeoiah-
dada de sua posicSo entre nos, como pela
bonorabilidade de seu carcter, nos apoa-
tamentos que noa ministrou, revela-an pos-
nido da maia rigorosa imparciaiidade.
i I. forma-nos elle que, sua partida
de New-York trabalhav -39 dia e noite
nos estaleiroa para conoluirem-se os ulti-
moa trabalhos dos vasos, de que fea acqai
Biclo o governo do Brasil, de sodo que
os reteridos vasas podessem partir no dia
30 do passado.
c Oa vasos sSo os seguintea :
ElrCid, magnifico vapor, de graodea
proporcSes, dir pondo de um formidavel
oanhfto pneumtico.
a O referido canhSo arremesia aeaa
projectis a 6 miibas de distancia. Oa
projectis alo preparados com dynamite,
que explode em certa e determinada dis-
tancia.
Ainia mesmo no attingindo ao alvo,
tal a quantidade de dynamite que leva,
qne pode acoarrettr a ruina doa objectos,
Alie e cooiervarem a certa distancia.
c O ouiro vaso o Briiannta, .srmado
em guerra, oom forte* oanbS^a.
c Alm dastes dona vaporea, o governo
comproa : ama lancha, da velocidad de
30 milhaa por hora, e que den excelen-
tes resoltados na experiencia a que foi
submettid; um destraidor de torpedos,
oonteodo um canblo submarino.
Este dcstra dar construido de modo
que p le mergulhar e collosar por baixo
de qoalquer navio materias explosivas.
c Esta esquadrilha veni sob o oomman
do do cspitSo Baker, offijial reformado e
que neata qualidade commandava o paqie-
te Vigilancia.
c A tnpoiaco oonta em seu aeio m>
R38 que terminaram os cursos da escola
militar dos Estados Unidos, e que aguar
davam alli acoommnda<,3e8.
c A esquadrilha recaber em um dos
ortos do Brai'l marinhagem e oomman-
dante nacin 1, para poder entrar em nos-
sas aguas.
Mostrounos o n'osso informante jornaes
de New-York, qae se occupaodo doa
acootecimentos do Brasil,T diaem que este
tem elementos para resolver por si s a
criae que atravessa, dispensando a inter-
vencan da Europa.
< E' opiniSo correte em New-York,
que s* as ng8es europeas internaren
nos egooios do Brasil, os Estados-Uoidos
s&o obngados a ae manifestarem contra
tal intervenso. >
__ A mesma folha publicou os seguin-
tes reedimentos da Alfandega em Novem-
bro ultimo :
Federal l,425:03'l=38
EsUdual 7 14:487*7 54
Municipal 7:42|806
Em ieaal periodo em 1892 :
Federal 1491.16355.7
E.tadu.1 297:5445397
Municipal 7:368343
Alagoaa
Datas at 10 de asimbro :
Por decreto o. 36, de 29 de N ivembra,
fot approvado o accordo celebrado entre
o secretario da faZenda e o representante
do Governo Foderal afirn de serem arre
cadadas as rsndis a U iao palas Recebe-
dorias do Estado.
TRVYSCH1 mi
A spliiDge
(D'O Paiz, a Kj ue Janeiro)
Alguna atfeiQoados do o-jntra almirante
Saldanha da Gama tm nos ltimos dias
procurado desvanecer a impreaa.o que a
iodos os espiritos rectos caasou a attitude
neutral do Ilustre mnnhe ro peraote a
revolta miseravei que ha pcrto de treB
meses enluta a seciedade braseira.
As oossas co'umnas tm acolhido, com
urna corto hospitalidade, algomaa dessac
teutfativas de defes, em attenjao onica-
neote ao) aijnatarios desaes documentos,
um dos quaes, cjrao os leitores viram,
am v!ente renubcano, orndor da estima
de todos os patriotas e cuja dedicaba* ao
governo legal da R*puo!ica nao pode fe-
liz nerte ser posta em da vida.
A' falta de'dadjs positivos que possam
Bitiafactoriamente explicar a attitude dj
ir. Saldanh, oa seua amigos appellam
para o futuro, confiando ogenaamente oa
j Btooafii cabal que elle exhibir depois
de terminad i o confitlo odioso que tanto
mal tem feito estabilidude e ao crdito
do rgimen republicano.
Hao de nos permittir esses defensores
offic osos que consideremos o Sr. Salda-
nha altamente culpado perante as orde-
nanzas militares, perante os sagrados de-
veres que a disciplina lhe impuoha, pe
e
rante a sua propria honra de braaileiro
de soldado.
lliul m-se lame-tavelmante os qae con-
fiara na j'iatificafao do almirante. A sua
neutral dade militar de tal maneira ab
Burda e ineuste tavel que as vesperas
das opera^Ses dicisivas elle nao tem oatro
recurBJ eno taaer causa oimium com
um dos combatentea, e tn'o >sso est nos
seus intentos que as pegas da ilha das Co-
bras to-am desencravadas e o seu crasa
dor cLiberdade est armado em gaerra
prompto p-r prestar servicos parte
beiligeraate a favor da qual se pronunciar
no momento opportano o dominador da-
quelle imperio liliputiano.
At bg>ra as ras5ea apresentadas p-hs
amigos do almirante e que elle proprio
externou em conversa oom um joroaliata
fiances, em vea de attennarem a sua falta,
tornam-n' a nosso ver mais irrisoria e
condemnavel. D:r-se-hia, a acreditar na
seriedade de taes declarabas, ou que
distincto offijial espintuosameate galbofou
com os indiscretos que o interrogaram ou
que, tocado uitim* hora de um senti-
mentalismo philaatropico, entendeu ante-
por aos seus deveres de militar a missla
humanitaria e evanglica de enfermeiro.
Declarada a r volta na madrugada de
6, S. Exc. nSo foi nem por aro nem po
oatro ; de um lado com effeito eatava o
marechal Floriano, depositario do podar,
representando a Repblica, in tituioSo que
lbe particularmente desaffecta ; de cu-
tro, o Sr. tjnatodio de Me lo, qae qaandr
ministro da laarioha dissera em vos alta
e bom som t qae lbe ha vis de tirar o-
galSes, e por occaaiSo da abri'.ada pro-
curara envolvel o no grupo dos suapaitos,
para fazal-o expiar com urna ioternacfto
noe pantanos do Amasnos a aa obedi-
encia ao governo de Deodoro.
Em via'a da qaalid&ie dos belligerans
tes, entandea me hor apossar se da ilha
das Cobras, declara'-a iadepenient*, so-
bre ella exeroer autoritariamente a sua
joriadicclo soberata, e, como l esUva
installado o hospital de marioha, pol-o
dtsposiclo dos fridos revoltosos, aob A
proteccSo da crus vermelha, symbolo de
urna asaociagSo intarnacional ainda nlo re-
co-ihec da pelo governo brasileiro.
Respondendo a um interview, confessou
o Sr. S.ldanha da G.ma que a aaa posi-
(Bo era ambigua, accrescentando, poim,
que nenhuma outra po-icto poda ter to-
mado no primeiro momento senao a qoe
lhe dictarem os seas aentimetos de hn-
manidade, iato a de se prestar a rece
ber na ilha oa feridoa da armada, priva-
dos de ambulancias e recursos de trata-
ment.
Como oa tempos mudam Doia aanos
antes, tendo Deodoro asaumido a dictado-
ra, ao rebeotar o movimento revoluciona-
rio do Rio Grande, o 8r. Saldanha da
Gama nSo heiitou em acoeitar o com man-
do de ama divislo naval para ir o sai
destrocar os insurgentes Ao dasoar as
esc das do palacio Iumaraty, onde lora
recebar instruooSaa do maraohal, na n >ite
de 21 cu 22 de Novembro, elle voltava-w
para Deodoro, qae do alto lhe avivava
amda a memoria daa aaaa promessaa e
iisia-lhe oom vos serena, como qoem nao
admitte du/idas sobre e, aua r gorosa obe-
diencia militar : saberet oamprir o mea
dever 1
Na m-nha do 23, ao rebentar a revolta
no mar, qaem se ashava a b >rdo do 8o-
limSas.t prompto a bater o cRitohaelo,
era o contra almirante Saldaaha, da Gama,
ae nessa data nao tiaha des oberto a soa
vocagao para irmS de c-tidade e como
boa q diacip'iaado marinheiro. sobrepu-
nba a detesa da aatoridade ao mrbido
sentimentalismo qae agora o teminilisa,
vedando-lhe em nooie di* espirito de clas-
se o cumpnm-nto de seu devar de sol-
dado, fial cegamente s orden* do gover-
no constituido. Nlo sabemos na verdade
como coociliar estas dua8 maneiras de
sentir tSo antagnicas.
Por maia brilhante e fainada qae soja
a intelligeacia do almirante neutro, elU
ha de esbarrar diante da formidavel seve-
ridad a deste confronto : de um lado a soa
ciragim em aarvir a mofadora, a faoilida-
de in'repida com que se promptioou a
bater os seus rmaos reivindicadores da
lei, e do outro a sua obstinado em recu-
sar hoje o prestigio do sea noma defesa
da patria deahooraia e offeadila, em no-
mo desse mesmo sentimento de frateroi-
dade qae elle na dois anuos esoonbecia,
quando se praparava para su t., car a tiro
de oanhao a revolta dos saos oamaradaa
da marinha brazileira.
E' p eciso diser se isto : em todos os
cdigos militares neatralidade equivale a
rebelda. O militar que no obedece s
ordena do giverno, qae nao reconhece a
soa autoridade, que se arroga o direi o
de discutir as iostruccSaa dos seos suoerio
. :s, um infractor da disciplina, no bossj
caso um insurgente e como tal est snjei-
co s penalidades da legisUcSo em vigor.
A attitude do Sr. Saldan*ia da Gama
mais reprovavol ainda aa attendermoa
a que elle exerce um alte oargo de con
fiaoya, o de educador da mooidade da
nossa marinha de gaerra.
Nao sem grande d que escrevemoa
phrases iSo ag das e incisivas, qae f >r-
muUmos accusacSes t-o senas. Mas o
Brasil atravessa urna qaadra espeo'anssi-
ma da sua historia, e que se fas mtater,
por parte de todos, a maior franqaesa e
a mais decisiva coragem as opini5es.
Por causa das nossaa tolas aentimentE-
lidades, das noasaa pasilaoimas condes
condnelas, estarnos a bracos com esaa
revolta, que se tnumph^ssa seria a mise-
ria do Bs il, a deatrnicSo da Repblica
a p'erda talv a da noasa in egridade oa
3o,ial J conhecemos os resultados desa
nossa eu.ermidade psychologica, e ae,
depois de tres meses de nmt Iota que
por p-rt dos reneldes tem sido desapia
dada e atros, perdermos o noaso tempo
com discussSes de oasuistie*, tentando le-
gitimar injubordinc5e8, caso de nos
todos fasermos a mala, daixarmos enfer-
rujar a penna e ir procurar a vida n'uma
trra onde se tenha urna noyao mais exa-
cta do devsr, e onde os nossoa baos, oa
nossos estorcos, a nossa segaranga pje-
aoal nao estejam a maree de revoltosos
impunes,
Pessoalmente temos pelo Sr. Saldanha
da Gama a amor symptthia e o nun alto
e justo aprejo. A conservaco da Rep-
blica es'. para nos, poru, cima desaea
sen time tos privados e son ese pinto de
vista fundamente! que oondemoamos em
absoluto, oomo um crime de lasa-patria,
a neutralizado da contra-almirante Salda-
aim-
nha da Gama, do homm a quem o no
ver no do Braail oonfou o preparo cvico
de urna geraco qoe tem da ser a defen-
sora intranaigents da honra e da aeguran
ya da patr a,
Esparemos mais una dias : a esphinge
ha de ser fatal eute deofrada.
REVISTA DIARIA
Ministerio da FzendConsta-nos
qoe ped u e ooteve exon-racao uo cargo de mi-
niatro djs negocioi da faz-oda o Sr. Dr. Fernan-
do Lobo.
Facnldade de Olrelto-Bls o resolti-
io dos a ;ius jo 4* aooo, teitos no da ti :
Antonio Vctor de S Brrelo, aporovado ple-
namente m direito civil das coasas e pleoamea
le tambero m direito commercial martimo.
J. Julio Ferraz ttendea, approvado plenamente
em martimo e s.mpieameate em cwil.
Aotooio Crrela de Aimeida, approvado sim-
plesmeni e u todas as materias.
J. Joaqom da Rocoa, simplesmente am tolas
as materias.
J. Cavbante Ribeiro da Silva e Carlos Tava
res, simple-mente em todas as materias.
Hoje coioecam os exames da 4* serie jur-
dica, para os estodantes cojos exames depeo
diam da 3a serie.
Curso annexoH ije funcionara a baen
de Aigenra m meio da. De amanha em diadte,
,i c.rmnada para O exaoe de Poriut;uei sera &a
11 borra do dia. .
Eis o resaltado dos exames feitos bontem :
Fraocez
JrfrarsoQ Firmino Rioeiro, approvado com da -
tiaccao.
Jo Caraelro de Holanda Cbacon. approvado
plenamente.
Baribjlo Leopoldo da Nobrega Dantas, dem.
Jos Gomes Lorreia de Oliveira Sobrinbo, dem.
Luis Gones Correia de Oltveira Filbo. dem.
Samuel Goncalves da Caoba FerrSo, idea.
Francisco de Araojo Lima, slmplesmente.
Pedro Oaiiio de Mello, dem.
Jos de Calatana Goagalves Peona, dem.
Keprovadoe 3.
Aritbmetlca
Osmldo Marinho Vaa de Ollvelra, approvado
plenamente.
Uario de Aluieida Castro, simplesmeote.
Faltaram a oral3.
Reprovidos i.
Levaniaram-se da banca 5.
Historia do Brasil
Trajano Caraelro de Hollaada Chacn, approva-
do com disiincc&o.
Iria.u L uaj Pessoa de Alboqoerqae, dem.
Tbeodorlco Padilha, plenamente.
Mario More ra Bastos, dem.
Fredenco Cesar Burlamaqol, idem.
Jos Roque Das da Silva, idem.
A-ibor dar le. simp esmenle.
uuirie Cocino Pontual, idem.
Franci8,,o icides Ribeiro, dem.
Jos Moreira Bastos, dem.
Roprovade 1.
Levantaramse da banca 5.
Iogles
Alfredo da Costa Barbosa, approvado plena-
me te. -
Lasialao Gomes do Reg Filbo, idem.
Maooel Barbosa de Araojo FilQo, dem.
Osear Couunbo, simplesmeote,
Joa Jerooymo .Pacheco de Albuqaerqoe Mar
I nbao, dem.
L-ioael ^ugasto ae u-ldas Braadaj, uea.
Falioa a oral 1.
Reprovidoe 6.
Porta Jlo .Francisco da Cros, approvado plenamente.
Mirii Qraciaao de Ly-a, lien
flmli Cosario a Mmo, dem.
H-rmgeaes Lilenti io de Cansino, idem.
Tue^onjro Sjarea de Vm-in, ideo.
Serapbim oares Belirao, ilem.
Pran-isco de Paur. aj n u J j no-, tdem.
Jos AQ'0 no Alvas de Assoinpca Filno.
claauente.
Joko B rtrtnur da Ca oara Sampaio. idem.
Annur Cirdeiro dos Santos, dem.
.andi io Siares ie Amonm, dem.
Pallecloaeato Faheuea oo dia 8 do cor
renta aa oma le le ftaameiras do E-ti Jo da Pa
rabyoa o ci ladso Jos Lopes Pessoa dad-u
qae alli ezeroa ba muitoa aoaos o carga de es
civSj de orpnioa.
Sacoomoio a um ataque de uretbra, soffrimso-
l qae Oa multo temoo o acaoranbava e contra
o qu I fora 11 mproticoos todos os recarsos me
dicof.
O tiaa lo era malpr 4e 60 anuos.
u i o a sinceros oesames i soa familia e eaoe-
ciaimeme ao seu digo :no D. Jo Lnpea Pea-
soa la :oata aivog 11 ta t'n deata cidade.
tremi Dramtico F*m'ltr-E sa
suCieJaie reu ese, noj-i as 6 nor^s da larde, oa
se e do Susaio Dramtico, a ra gatreita do
Rosario o. 18. andar, atm de tratar de as
aumotos aocaes.
Mercad de 8. Jos -O ir. Dr B. Moi
leiegro, vaiiau io nooi- u o mercado de S. Jas,
maodou langa- ao mar 83 v s da carne verde,
perieocentes a dive'sos marchantes, visto nSo
esiaremeai coaiisOes de servir para a ali-
U'-i .. g i >.
Vapor CorsicaSegua boje para a Bania
e Rio de Jauei.o, u ap .r Corsi a, p--lo qaal a
ano ni-nracSo oa co-'e>o nps mallas
Vanlageas d Enjinttallra- \s apoh
i:ea ue seguros da E ,ul.a.iv. to um-S6 com
pie.amante indisuiaveis ao rana de 2 anoos.
Aa uj-smas apolues coacedem lioerdade aos
seos possuidorea ao qae diz repeito A viantens e
residencia. dede oseo prin>ioio.
o.u-aJ o ua juij-t de Iuju que d s anuos
ooave gaerra en e mebaaos e oboceases.
P -r ouira ae ex e- nmarain mesaemos e lace-
demooioa.
Causou Hleaa a guerra de Troia.
Dau, por amores de Betsaoe, cboroa dia e
noite, vio reaint-io o sea unoerio, e soccambio
as iras de 8-u (i bo Salomao.
Hoiopneroes loi legolia io p r Jaiitb.
O principe de Sicheu mono pelo INsto d^
Duia.
A a in asiassioado em um baaqa-ite pala fe-
ros Tamar.
Vor causa de Luc-ecia acabaram os re3 em
Roma.
Aii-u Virginia o domimo do Liodicea por ciames asaaasiioa Aitioun.*, rei
da S D rii.
Lucul. envenena seo marido Antonioo.
Fe legenda maia o re Cnilpenco.
Crimea dd mulber dio lim ao la perlo do3 go-
dos.
Anmbal, o inveacivel, foi subjugaio pelaa
molberes.
Herclea, o vencedor das hydraa e lOes, flou
aos ps de UnpOile.
Acoilies, o eros da Miada, veatia-se de
mame- s para estar com nutras em mator inti-
mdale,
Sa-daoapalo, o devasao, sobsiitoio a coroi por
ana tooca.
Sauao, o valenle, ajoelbcu aos pea de Dj
lila.
Foi a pendo de Heradiis qae Hirodas min
don degollar a S. Jai Bapiista.
S.iomao construa 700 sjuarioS para 700 moa-
bitas.
N:no foi mirto por ordem 1e Semiram's.
M-irJO Anioulo. aoi-s de vencido por O ilavia-
uo, ji b'ia sido po' Cieos***.
0 papel corado e o allmenlos -
Nao e de uoj-i que oa iadaaina-s e os ny<.euis
t.s mota>minte se guerreum, 03 primearos pa a
oasaar contrabandos, e os segaudos para itnpe
dil-os.
Eaire as pefamaa esciramocaa acna se a qoe
se. orbate pelo papel carado, em que se em-
Dralbaa coneitos oa oairaa p-oauctos alimeo
tic 08. _
A ultima cot-cluaao a qae cnegao a Franca,
lepois do parecer dado pela couomisaj consul-
tiva de byslem publica eata : *
Pela culoracao do papel e dos cartes desuni-
dos a envolver aa puostmciaa alimeutarea nao
sao probiDias seaao aa aegu'.otea cores : Cor^s
mioefae8 ; Comoosioa de cao re : cinias azues,
azol de moniaoba Com postas de ebumbo :
maBBicot, miiiia, minerio alaraojado ; oxicnlo-
urea de cnamja, amarelio de Cassel, dito de
Turoer, e dito de Pariz. CarOonaios de cbam-
o. alvaiade, branco de prata, autimo-iato de
Cbumoo, amarello de aplesabrmalos de
cnumoo, amaretio de enromo, dito de Colonia ;
Coronaio de baritaultramar amarello ; Com-
pastos de arsenijoarsnico de cobre, verde de
acheele, dito de ScDW-iolurt.
Cores vegetaes. Gamma guua. Aconuo
mapel. .
Qaaoto ao eataobo que envolve o chocolate,
oa salamos, o qo-ijo e outros productos ahmsn-
inios, deve ser feito oin eaunbo ponasimo.
isto deve conter aom mnimo de 97 oor ceoto
de estanne e 3 de ooiras sonstancias.
Tribunal do Jury do Beclfe -II jnt--m
foi i-aouimtidoa jaigameato a'este inoan^l o reo
Alberto Kleoieno Pereira, proooociado coaio o-
corso as p^nae do art. 303 acensado de baver no Presidia de Fe-naodJ de
Norouba, onde compre senieng^,em 19 de Janei-
ro do correte aoa>>, praticaJa com urna faca de
pona ferimentos de naioreza leve oa peaaoa do
senienciado Pelro Cyp-iaoo da silva.
Presidio a sessao o Dr. Sig'amuodo Antonio
Goncslve', juiz de direito saosuiafo reciproco
do 4.* distnctj criminal.
FuocciaBaram oa conselho de sentenfia os ju-
rados :
Aotooio Ferreira Pinto.
Antonio Djmingues Cadeceira.
Jos Fehx ae Bruto Macelo.
Amo.no Barbosa Cordeiro.
Amaro Tavares Cautiono.
Hennque da Costa Carvalbo.
O nlon Caelno da Silva.
Tnomaz Mauricio de Paula Ricba.
Aoniano Bezerra Cavalcanie da Silva Casta.
P-odozlo a accosagao o Dr. Maooel dos s
tos Mirelra, 3. promotor puDllco
Dedotio a defeza o acadmico Pddro
GoinarSes.
Em face das decises do Jury que negou por
sete votos a autora do crime, o presidente do
Tribunal ab-olven o rea e coudemaou a Inten-
dencia Wonie.ipi as custa- do processo.
Massnllade da Equitativa de aega-
ros de vidaA maKui ude de qualquer in
suiuico Boaoceira avalia-se pela proporgao en
tre a Beo activo e o seo passivo. daodu ella a
josta medida pela qoal se reconbece aua mpor
taocia. ,
Son esse ponto de vista a Equitativa man
importante, do qoe qoalqaer entra de anas com-
petidoras, virto como a oroporcao do sea activo
sobre o paastvo de 117 /.- ,.
Eatrada de ferro do BrasilDo Iivro
do Dr. Crockait de S, oltimameoie poblicado,
tiramos os seriles dados oteressantes soore
as nosaaa liohas frreas :
LinAtw do Governo da Unio -Sao em numero
de 35 coupreheodeudo uuvelinhaa principaes e
J-i wrloogamentos e ramaes com ama extenrao
total de 5.178.763 kilmetros, do qoaes ja se
actiam eotreenes ao trafego i 606 997 kilme-
tros, em coBBtruccao com os pianos P0^;108
1 J50 691 kilmetros, em exoloracao 787.082 k>
lometros, e projectadas, 693 600 kilmetro-.
Todss estas linbas sao de bitola de 1",00, com
excepcao da Rstrala de Ferro Central, roja hi-
tla del" 60 at Cachoelra no ramal de S.
Panlo e at Lafajete na lmha do Centro, e do
ramal' para Peaha. da E. de F. do Rio do Ooro,
cuja bola da 0",8.
As receitas tota -s o'estaa estradas o aono paa-
aado foram de .3 25V.JM31. e as deBpexas to
taes forsm de SI.6al:67l#Ul. Aa orneas qoe
anreseniaram locros forsm as estradas de ferro
Central, qoe deo um saldo de 17U:66t1.07, e a
B de P. de Porto Alegre a Uruguayaoa, qoe den
nm saldo de 36 788W18, azeodo ludo om saldo
de L78M5SJ8ZO. As out'as linhis apressoUram
nm decit de U69:88MI96. O saldo liquido ge
ral foi de 1.611:8691781. ,,,,
A recelta da Estrada de .Ferro Cantral rol, o
Arthur
1000 i>- -a le iy 869:189*858 ea d-spex to,
de 17. 23*525.151.
Linkas estado es Sao doa., orna no Estado da
H'OU, e 001ra uo > Espi-uo Santo. C miel-
t- i-aa tolal de 197.200 k lo d-'os, do- qnat-s
36.100 (E. de Santo Amara) em trafego e 161.000
- n oo8'.ru -jao. A biioh d'esias lionas de
.-0.
Linhu ptrtictUares s estradas de ferro per
tendentes a innaannias oa a particolares eSo em
numero d-< 155. incloiodo o'est'B no nema as li-
onas orincipaes oroinneameotos e -amies. A
xtn ao total 8 671 701 k'lometros em irafeg
5 .71,970 kilmetros em canfo cao. 10 018 9.9
k lomemos exnlorados. 17 6S8 088 k louetros
a ojecados. D'estas lionas ornas osam de capi-
tal varant do pela D lao. oa importancia ae
03.710:53S*113. e ootraa de capiul garant lo
pe,) eu in na importancia de.............
172 028 8iaa-50.
A exteosao total dai lnbaa com garanta da
0 na e aob oValisafio gera de 18 .33.5 o ki-
lameiraa e a das lianas concedidas pe'<> governo
lomrt-os. A exte iaio total das llnha* qo* uazam
le -',1 amia dos Estados lo 7.2'. 261 kilme-
tros e a das lionas concedidas peloi Estados
sem gara 1 ii de 8,206,803 kilmetros.
O tyoo da garanta ae jnroa tem variado de
7 /.. Je 6 /.. de 5 /.; orna eatrada, a do Rv
c fe ao S. Krancia -o, goaa, alm da garanta de
5 "/ II >'ao a ora o capital lim'ta 10 de......
tt.418:088S89 la garanta de 2 % '1 Estado
te Penumnaca, sobre o capi'.al de............
7.ill:IIUlll.
As oiiolaa variam de l "33 a 0,m80
A lioba mis extensa a da L^apoldioa, que,
rom loioa os seo* p-olongamenios e rana
iem 1 760 836 k'lometros era iraf-go; 202.131
kilomet os em Ri>ntroccaa 342,542 kilmetros
estodadoa e 75 000 k'lomeiro- p'oj- iaios. S--
guem-ine : a Mgyna, cot 915 J27 k lom-t-o*
em trafego, 217,200 em conatruegao e 315 760
kilmetros estodadoa ; a Pa reaa e Fioviaes com 744,098 k lora ros em ira-
frgo, 47,000 em ca strueca e 28 000 proiecta-
doa; a dorocabina e Iioan.i, com 6M.O00 em
trafego, 729 80O em canst-u;taj e 141,900 tilo-
metras estudados.
Das estradas ltimamente concedidas mui o
imporianiea aao as liubia da Cninpiobu la lus-
irial d '8 Estados do Brasil, que atraveasam os
gatad is d- Sima Caibarma, Pa'an e Rio G an-
de do Sol, e qae. lnnis de terminada*, tero
nma xtin a ae 2.791,731 kilonetros, dos quaes
371 6t0 kilmetro* ja eaio em coas ruiCao e
1.599,2.0 kilonatos estacados. Eata compaobia
tem garaqua de juros de 6% aoOre Cipiiaes na
xmioa qoe Hommam a importancia total de ...
83 7i4:530*O!iO.
Ascenciuntala Ingles Oa lauros do
Sr. Jaasscu uaa aemam do-mir o S-. Wiiymper,
o Celebre as;eu3 lOlsia ingiez.
Na mearuo da & qu-i o celebre astrnomo
contava no 1 istiioto de Franga oaprm-nores
da coO'trocco do o&se-vaiono do Moni" B-an-
0, e sea eaalo fazia umi oon'-rencia em Lo 1
dr^s peraote o I istnuio de Westuouroe-Place
a<:e-ca da soa asc.ea-5) 'O 'IbunDarato
Ve-dade qua o S.-. Waj uper <:begaa a sobi'
a maia de 6,000 me roa. aliara que nanea (ora
atiiigia seaao em balao.
Asiim realisoo oiii mirai'ba de fo-ca e de
coragem. exceaeodo em maia le 1,200 uniros 1
cune do MonteBraaao.
yjdt ama coosa .' attio^ir o alta de u na m n
tanba e demorar ae aii. alguna insiaates e oara
cauaa esiaoeiece- ahi om mana neata s aenu
Ijo deatlaadaa eatudar oa grand-a ptienomonos
da oa u esa.
Servlco medico da Blgica 0 arvi
50 a.Hii ario Oeiga. reorgamsada en 4880 e pro
gressivameote meino-ado depon, ela prest'* >
paasar por tranaformaco-a ixpinantea. Pelo
qoe lemos em naja f-Iba i Bros-laa. iraia a de
ape-tar aa mafias da ri" -'anita-ia, de iar--e
maia coneso ao systema exigen e e de c ea'
talvezc.mjn asO'3 de d's'.ncto, jnlgadaa dispe 1-
saveis por certoa epe ialltia. ai que palero
prestar bon* servigoe.
Tal qual existe, a orgaai-acia actual fonccio-
1101 perf-itam-iOte as pocis epil^micas de
1892 e 1891 tenda cootibuia pa-a esae bom
exit), o aa^ oe ato do ne33 tal s*nt irio. O none-
M de com oissOa ami ana. loci^a, 10* c* de
201 em 1884 uoje de 235, o o namer das de
legace, eievoo-se oese periodo de oita aunas
ae 320 a 1,152. daa qai-* 778 .lejeadem la-
comuii*80>s ineicaa e 374 das jaotaa nrovin-
ciaes de a lab ida le. Oa eemen!03 de Voiitan
ca loaal duplicirara iguaiment- lepis daqoel'a
data, aeodo a tmlmeote de 1 035. em ei de 523
qae bavia em 1S84. O p-s-oa' qae as cans.le
passou de 1,000 peaaoaa a 2,564.
O doaviment Hygiemqae, d Ostabro, qne
BtSHtaala 4o imprtame pr gresso 10 servico
saaiia-io belga. accresi;enia ao sea esta lo u na
esialistica daa variaa secgea da art de cu'ar.
O aiganamo total eleva-ae a 7 963 p-ssoas e
asaim distnnuilaa: mdicos 1801, pis^imio
aoubulan: a* 81 delies ; pnarmiceuiiaos 1,684
par.elroa 1,350, dentistas 145, droguistas 371 e
veterinarios 510.
A distnouicia tnpograpai:a desse* proflssio-
naes esn muno longe de ser prop irciooal apo,
palacio de cada provincia
draDante que amna p paloaa de todas, e
particularmeaie favre'.ida. Ainiaqa1 II in*ui
lenba me las de 60 ,000 babi ante* do que B-a
oante Cinta e*ta p-ovuci 2(9 mdicos maia e
poasae 100 d-tis'.as ; emqaanto qae Hainau'
apenas te.n 29. LiOsernaar^a 3 e Limoargo 1.
En composaglj na emH'inaoi mnor noque-
ro de p.neiras e veteriarioa do q ie em B ra-
bile, 583 pa teiraa e 11J vsierioarias. Baba
te. Hiiiuut e Liege ten respectivamente 398,383
e 343 pbarmiceoticos.
Acnam se eatabeiecldos em Brabao e 208 dro
goisias, nao tendo oenbama proviacu mas
do que elle.
nrgtene do aomno-0 opio e a morphi-
na estao entre oa oarcoiuaa mais antigoa e ser
vem admravelmente nos casos em qoe a vigilia
occasi toada por dores fartes e de diversas or
gena. Cissada a dor o deente pode dormir.
Assim como a morpbina pode lornar-ae um
vicio pengosa, visto como procura allucinaces
agraiaveis ; e boje temos u n s*s4>al atpeem
europeo e americano de morphinistas e senbo-
ras qae flagem dores e vigilias com o p-oposito
ue que hes preacrevam injeccOea saocnt-mea*
de mo- blaa, e ootraa mana* qae apphcam-naa
si proprii?, sem licenga dos mdicos.
Se algam man 10 00 amigo oo in.ao de nma
morpbinisu ler eataa paginas, com i^ta com to-
dos os meios moraes e pbisicos esta mama pe
ngoaa a felicilade do doenta e de quem o c r-
C.i.
Qaauio oma seobora todo o diaooceja.com
Uotanda de qae-er resistir a om somno. qoe .a
npprime, enmare ter camella, porque traa se
lalvez de o na morphinomana qoe esconde o sea
vicio e as anas clan destinas vnloatuosidades.
O chioral descoberto por Llsbreich um dos
sopponferos mais i nocemes e mais seguros, e
qoando osado em pequeas dozes d9 meio a
um grammo dissolvido n'agoa, raras vetes pro
doz inconvenientes.
Compre porm nao esquecer que o cblorai i
om veneno do coracao e qae pode ser perigoso a
todos aqoelles, qae teem o coragaa dbil oo de
ootro modo do te.
A soa vamagem principal consiste na promp-
tidao da acedo e no ser eliminado em poocas
otras do orgauismo.
A scieucia tem descoberto aiada oatros soppo-
rlferos.
riamri primarlos -Tiveram logar 00
da 6 do correute 08 exaraes doa alumaa3 da 3
oadira muuicipai de Santo Antonio (roa da
Palma), regida pelo professor Alberto da Silva
Miranda dando o resoltado segoiote:
{t groAmonio Lyra Gomes de Sonta, Ao-
tooio Jos do Monte, Adolpbo da Foaseca Caval-<
caote, Maooel Feodriape de Soo;a Jnior, Lino
Pereira da Silva e Aogosio da Silva Neves Jo
mor, multo adiaoiados.
Aotooio Sooes Baodeira, Jos Alves Mendes,
Pedro Julio di-s S. Fragoso, Fraocisco V. das
Naves Souza e Alberto S. Marinho Falcao, adan
1 grio Ojvraldo da Silva Aimeida Lisboa,
Loiz Frocisco de Carvalho P. de Aodnde, Ho-
racio Heraclito Campeiio de Sooi e Jallo Lopes
da Racbr, moito adiao'ados.
Joao Eatevao da Silva Torres. Olympio Gabriel
dasCbagaa. Eduardo Lacio de Figaeiredo. Za-
cbarias Barroso da Silva, Santino Dnarte Torres
Baodeira e Jos David Jooior, adlauudos.
3 graoHermimo Poljcaroo de Mello e Jos
Roteodo de Soasa Braga, diatinecao.
Walfrido Ferrelrs Lepes e Joao Bapilsta Mari-
nho Falcao, plenamente.
O acto foi presidido pelo respectivo delegado
luterano professor Fraoqolioo da Crox Bioeiro
servalo de examinador o professor Fruncisco
Marqoes da Triodade.
fon a presideocia do delegado literario
do t'distrlcto de S. Jo;, Dr. Franciseo do Re-
g apnsta a servtndo dn examinad r o profes-
sor Luis Vie'ra effe toam-se no da 4 do cor-
rete os e-ames das a umaas da 2* escola mani-
cio! de 3 Jos, regida pe a proteasora publica
Mara Tberea de Miranda, dando o seguinte re-
sallado.
1. grao
I-abel Adelaida C. ie Souza, Eogeoia Vencelo
Borgea, Ansa Msrinbo F l.4>. Dooaria Leopol-
dina de MeM j, Mara Jos B-xe-ri, Doicina
G-aade ie rala e Juanna B. Peixalo Gaima-
res. diBtinccio.
Amelia da Silva Campos e Luiii Rasa do as-
cimento. plenameLte.
1. g-o
Ma-ia Rasa da Co.ceii.aj, approvada plena-
mente.
3.- gra
Lie II1 Venceslao Ha-ge* Ma- a F'snciaca da
RicDa e Mana da Pa-;ti:i;aj da S. Barges, dis-
itoocaa.
FaHoo oma alosna habilitada no 3.- grao.
Na da t do corren-e, sob a p-e.-i ienc;a do
delegado Iliterario respectivo, prof asor T aa-
qoiuoo da C oz Bibeiro e aerviodo de examina-
dor o orofesatr La 1 M. Vieira, tiveram logar os
exames d-a alomase aa 3* escola muuioipal de
S. Antonio, regida p> a professora puoiioa Gui-
Ihermina ca Silva Miranda, senda este o resol-
lido :
1 grao
Jaliti Gaigalves de O iveira, Eatlalia Maria
de J -su Bmdti-a, Mina G m-*8 ^oimora, Fraa-
eisc de A. Pereira de ^loaiuerque, Elisa Pe-
tronila da Cru, diattnccao.
Amelia Radrigoes da Fonseca, e Eulalia de
Sonsa Per-ira, plenameme.
Deixou de comparecer urna alomna do mesmo
grao.
No dia 9 do correte ti vern lugar os
examea da 5* e-cala manii:ipal. na fregn-eia de
S. Jo*, re^'da pelo proleaaor Pnilomeno R. a-
ues oe Lima.
A'a II ras da manha sob a presidencia do
delgalo luterano Aotooio Gomes L--*l. sendo
exaon.dores o profesa ir Innocencio Meodoo^a,
iiverao comego os exames, cojo resaltado foi o
eegointe :
1.- grao
Antm'O Carlos Mendea, moito ad'actalo.
Tneotoo'O Diaai Marcilio, Manoel J is de Oli-
vara Lima. Francisco Gomes de Siqaeira. Vital
Paulo aa Oros e Alfredo Flix Liis Cavalcaale,
iduntidos.
1." crao
Jo' Ped-o Saniag Gond'm e Jis Teixeira
Ma'.iad, muito aaiaoiadoa.
Emardo Celea'ioo da Har adiao'alo.
Finio o acto o ^elegido Iliteraria fez a dis-
iribu;go de men^Oes lionrasas a tolos 03 '-xa-
iiiiQau ios votos oe louvor aoa alnmuo* Jo- Bar-
basa J)3|uimd- Sant'Ann>, Epipnania B-zerra
- Julio M giet ede m-r^cirneu o ao* a a nnoa
Joas Ba'ges la Fan*eca. Auto no Flix, Eva-
-wo denles, Francisco Ganlim, Otava Santiago
e Maooel Guedes.
En s-ui a rallaran) diversos dos ex minan-
les,e o prjfissjr da cadeira que proaancion
am lonco discurso sobre a instruya.
0 editl:io em qae fancciona a alladila scola
estava elegante nenie decralo, e foi a noite il-
u'oi ..h i a eiorna.
o jmtar qoa fui offerecldo pelo professor da
cadeira foram erguidos maros brindes as prin-
cipies aa'a-ilal-s i) Balad).
Rodil 11 do cor-ene tive-So I gir o exa*
mes ios aiu unos da esivia noblica re.ia pela
orofessara Amelia Alcofiraio Cezar de Mello.
O '.to foi p-eailldi p-la D-. Antonia JusUnode
S uza j.irvindo de examinadores o professor
CyiHo Aogoaio di Silva SaOtlag e a prafesaura
la cadeira-
0 resal ado fo! a seuiote :
!. g-ao
Lylia Aogdsti de AO'ar, Eliza Cab-al de Bar-
-os e Fra.icisco Mareira de S LHS), diatinc-
pto.
Jj) Francuco de Almda, approvato plena-
mente.
3.- grao
Joao Ferreira Diis, appravalo com dialinc-
gao.
aotoilo Cirlas Vital, approvalo plenamente.
N lia 6 da crreme, r.s 11 horas do dia,
perante a commissSo examinadora compoati do
cidaJa Auionia Games Leal, delegado Iliterario,
ao rx-uaiuaior namealo professor Mamel Caa-
diao Feraaudes Pires e da p-ofeasora da cadei-
ra priceieu se ao exame das alomna* hatnlita-
daa d esco'.a da extrema da roa 89, regida
pela prafeasora D. Antonia Clementina de Souza
Kioeuo cojo resaltada foi o segoime:
! rao
Mana Amelia de Sant'Anna e Silva. Mara Bar-
bosa de Fren.8, Isabel B'b isa de Fret*a, Ma-
na de Paola Frenas, Rolo. Ma colina Farai, Ly-
dia Mar.-.oliua Ferraz, Mara Taere-a de Jess,
Sara Gaiinermiai da Casta Mantetro, muno adi-
amadi s.
Jas Florencio de Lyra, adiantado.
2 grao
Mma do Carao Gima, H rar.Da A'v3 Macha-
do mu o adiantada-
3 grao
Enedina da Orna tibeiro, distineco.
No uu 7 do correte mez, as 11 horas da
mana, na eacola paolua maiicipal do sexo
mi-culini, no Mintiiro, pre8eite a commiasSo
rx.mindo-a, comoosti do D-. |oiz do T distri-
co nribur d'Alboq erque Mella, professor Jo3
Saotos Teixeira, examinador nomeido, o o pro-
fessor aa cadeira Ii.ihno Vera, pre-taram
exime os alorxnoi bab litados pelo respectiva
professor, daado o segaiate resltalo :
i g o
Manoel Leopoldina da Silva e H ariques Ar-
mur de Aieveio, dis inco.
Seve 100 Pacbeco Sazaeetb e Joaquim Mel-
cbiadea de Abren, pleoamente.
i* gno
Virgilio Cicero de Azevedo, distinejao.
3* gio
Francisco M Ago8inho de Mel, dUtiaccao.
Sob a presidencia da delegado Iliterario,
professor Antonio Jovi 10 di Fo laeca, p'ocedeo-
8e na da 5 aos exames das locnna da eacola
municipal 10 Monteiro, Habilitadas pela profea-
a.a D. Maria Jaanoa Wanderley Aranjo, qoe
iontamenle com o professor capit*0 Migoel Ar-
cnanjo da Suva Braga servirn de examinado-
res, daado o segoinla resoltado :
1 grao
Clemeotina Lbalo, moito adiantada.
1- graa
Amelia Vil'ares de Araujo Ferrer e Maria do
Carmo Perrett Falcao, moito aalaniadas.
Na dia 6 do corrate mez procederarn-se OS
exanea "a3 -'launas da ejcola pablic do sexo
femioo da Escada, regida pela professora em
dl-panibililade D. CUadioa Maria da OooceicSo,
presidiado o acto O Dr. promotor publico F lin-
io Fer-eira d'Alboqajrqoe e aendo examinador
o profeaBor Carlos Jos Dias da Silva.
Eis o resoltado:
1- grao
Virgiaia rsolana da Silva, Rosalina Maria da
Coo3-icao. Maria dos Saotos Lessa e Perpetua
Ma'ia da Conceifao. mallo allantadas.
Arcelina Gimes da Silva e Enedina Mana da
CooceicSo, adiantadas.
3- grio
Bernardina Gonjalves Ramos e Maria Ciernen-
tina Du'ra, anorovadaa pleaameote.
No dia 9 do torrente, na escola publica do
sexo femiotao na roa de S. Jjao do Recife. re-
gida pela prufessora eos diapooibilldade D. The-
reza Emilia de Sauza Games e sob a presiden-
cia do respectivo delegado itterario capi So Joa-
quim Saotinn Figoeire lo, sendo examinador o
professor Trao-ioilino da Crox Ribeiro, proce-
den ae o exama daa a maas di mesma escola,
cojo resultado foi o eegainte :
1- grao
Serafloa Maria do Espirito Santo, sVaMW Ba-
dr.goes da Silva. Natercta Elyaia Maat.nro de
Smza, Rozeoda Mana das Cbagas Maura, multo
adiantadas. ..
Eiyla Maria de Maraes, Lsa'a Javita de Mo-
raes, Mana da Costa Passos, adiantadas.
1- grao
Marcolina dos Saotoa Moreira, Olivia Ignei
Soares Guimares, Marta Magdalena da Silva,
moito adiantadas.
No da I do corrate, sob a presidencia do
delega 10 lllie-ario. o professor Gimioiaao A. de
Miranda, sendo examinador o professor Mame-
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Oiurfa de Pernam.ueo Quarta-feira 13 Se DfzemDro d> TCT5
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de Juan oan j doi Res e i profesora da cadeira.
Uverain logar os exatnea das alosnas da I* ca
deira muaiclpal do sexo faminioo da freguesia
da B >a-Vista, regida pela profesora Maa das
Mer< s Grela Chafes.
Foi o segal ale o resaltado :
Ia grao
Laora Emilia de Barns Falco, Mara OUodi-
na de Parias, Masnoa E Pereira de Aodrade e
Laora Bntea Temporal, distloogao.
Marta Brgida Meoezes Alte, Tne-a Cle-
meotioa da Silva e Mana Prepdigaa U. da Silva,
plenamente.
3- grao
Leonor alvos Cordeiro, distincfiSo.
3- grao
Julu Rodrigues Feroaodes, Joano Rodrigues
d'Almeida e Beruardiaa de Seooa Meaeaes Al-
ves distinccao.
Realizaran! te no da 9 do correle, peran-
te a coonmlssao examinadora composta d s pro
feseorps Francisco Garlos da Stlvar Fogoso cy-
rilio AogoA'o da Silva Santiago e Jos Augusto
Maoncio Wanderley, os exames primarios da
escola mixta pai oiar regida cela professora
D. Adosiod* Sant Rosa Revo Barros.
O resaltado foi o seguate :
i grao
Virginio Brito de Lamare. Zilmira do Reg
Araoio e Cecilia Cvrlla dos Saotos, distioegn.
Aboaoclada Gomes da Silva. Isabel Mam da
Silv, plenamente.
Procium* *e testaForam u
dos n* sexu-felra, 8 ce DeaemDro, oa matriz da
Boa Vista:
1* dmunciafiio
Alf-edo Amaro dos Saotos com Autooia Maria
da Conretcao.
Naxario Jos Antonio dos santos com Rosa ua-
ria de Mello -.,
Manuel Micbado Brandao com Carolina da SU
va Braga.
Jos G)mfs de Mello.
J. s Tn doro Lirobert.
Conaiterio Publico Obitaario do da 11
de DrzeaiDro de 1893.
Ao a Fredorloda Carneiro LeSo, Peroamooco
21 son s Bra-Vista.
Permecia Liara Nery. Pernambaco 2 aaaos
Boa-Viau
Joiia, Pernambaco 10 metes lecife
Um f-1". Peroamooco Santo Aolonio.
Mara Isabel Pernambaco 6 ai nos 8. Jos-
Jos Sevenao de Soatt, Pernambaco 97 aaaos
S. Jos
Jos Pernambaco i i metes Boa Vista.
Mmoei X vier BarDosa, Pernambaco 30 sanos
solielro Grca.
0 annos siltura Graca.
Maooel Fraoclscc dos Santos, Peroamboco SI
amos solteiro Boa Vista.
Aotooio Manoet de Jess, Peroamboco 30 aooos
casado Bc-t-Vista.
Severtao Ramo?, Pernamboco 3 metes Boa-
Vista.
Benedicto Maooel Pedro com Heleodora Mara
da Caana.
J denunciagao
Franceliao de Moraes e Silva com Ignacta Ma-
ri* do Espirito Santo. .
Ildefonso Romao de Sant'Anna com Igoacia
Mara da Ssade. .
Gsldlno Francisco do Nascimento com lsabf l
Maria do N>scimeoio.
Antonio H-nrlque Cbaves dos Santos com Ma
ra da* Mercs Garca Cbaves.
Joaqmm Gaacalv^s de Atevedo com Joaquina
de Alboqoeqoe Mella.
Manoel B-rna-do do Carmo Ferreira com Her-
mina Custodia re Olveira.
Vicente Ferreira de Barros com Adalgtza Ma-
ra Lina
3* deounriago
Osvaldo de Gasmao com Mdria Emilia de yra
Constantino Benedicto d03 Santos com Hono
rata Blr>ina dos Saotos.
Jos Manuel de Magalbaes com Antonia Lai
za do Monte
VARIEDADES
O garrafo
Cbioot, o hoteleiro d'Eprevlle, fe pa-
rar a Garrila da ote da quiote da ta.
Margarida. Era un: homemearr&o de 40
annos, vermelho e barrigudo, o qaa pas-
aava por malioioao.
Prendeu o cavallo entrada da cao-
celia, e depois entrn para o pateo. Ti
nha um.s terraa qie coooavam com a
1 quiote da ve huta e que deaajava poaauir
h vi a muito lempo. Viota veaes tiaba
iesistido para as comprar, maa a tia Mar-
ganda era obstinada na recusa
Aqui nasci, aqu hei de morrer, d<
aia a vln -.
Eocontrou-a porta da ra a depellar
batatas. Coitava 72 anooi, eatava a3ca,
- engelhada, curva, mas iatatigavel como
urna rapariga. Chicote ^ateu-lhe amigave!-
nente no hjmbro, e depoia aeatou-ae em
um banco ao p della.
Ora viva, tia Margarida, como va
moa oe aaude sempre bem ?
Meos mal, meaos mal, e voc,
sempre rijo ?
Assim assim 1 algamas dores : se
nao toase isso passava s mil marav
Ibas.
Aotes isso do que estar para ah
a ao noQie.
No acanogo 10 do corrate feram liaos na entrevado em urna cama.
mesma lat iz os Fecnintes :
1* denunciaban
Antonio Jofde Aqono cota Mia AveliDa de
Alboqoerque.
Virgilio de Moraes Bdzerra comNeomisia Mar
ca dos Prazeres.
1' denoociacao
Alf-edo Amaro dos Santos com Antonia Maria
da Coai-eifiao.
Naiario Jos Antonio dos Santos com Rosa
Maria de Mello. m ,.
Maooei M-cnado Brandao com Carolina da Sil
Benedicto Manoel Peiro com Heleodora Maria
da Caoba. .
3* denunciagao
Ma-oel Be'oardo do Carmo Ferreira com Her
mina Costodn de OliTeira.
Joaquim Gonfialve* de Aievedo com Joaquina
de Altioqoerqae Mello.
Antonio Henriqoe Chaves doa Sant03 com Ma-
a das Merc Garda Cbaves
Gald do Francisco do-Nascimento com Isabel
Maria do as Imeoto.
Ildefonso Romo de Sant'Anna com Igoacia
Maria da Sude.
Fraiv eno de Morae3 e Silva com Igoacia Ma-
ria do E pinto-Santo.
Viceoie Ferreira de Barros com Adalgtza Ma-
"a Lr"'-
CtMmcolo civil O eserivao de a
sarneuios das tregulas da Boa Vista, Graga
Poco da Panella e Varxea, affisoa no dia 12
do crreme, na reparfcao do r git-oa roa no
Imp^ndor n. 41, pnmeiro andar, e.Mtal de pro
clama de caainento dos segnioles contra-
nenies : .....
Primeira poblicacao
Joo B. p'ista e Lacerda, morador na fregu-
zia da Sra^a, com Joaquioa Maria de ulma. mo-
radora na frpco-'Xia de ia .lo Amonio soltei'os
Telegrammas retidoAcbam-ee reti-
dos Da i^iacao do Telegrapbo Nacional os se-
gaintes te!ejraroma8 :
para Vunna, da P.ranyha; para Vigano Ca-
?itolar da JSatiia; para Nielseo Progref, da
arahy'ia; para D. Lao-a Coslrim/ da Babia;
e Heliodoro Barros, de Nata'
apeciori da dliricto marl
ti muRtcife, 11 de Deze-nbro de 1893.
oletim meteoroloeico
Eoras Term. centt- Barmetro Tensao do
6 m-
9
12 >
3 t.
6
Humi
dade
71
71
68
68
73
trato ( a O vapor
26 -8 786- 60 18 57
27.7 757-33 19 87
28 '3 "58- 93 19 56
28/0 756- 87 19.24
27.2 756- 86_ 19,?0
Temperatura mioim.< 26 *50.
Temperaiara mxima 9,30
Kvaooratao em 24 oras ao sol 9m4.
Cbovs milla.
PireccSo do vento ESE e E alternados de meia
noite al 1 h. e 33 m. da manha ; E com nter
rupco sdeESe ;?NE at 9 b.ellm. ; Ee ENE
alternaiios at 0 a. e 81 m. da larde; ENE com
lBterropcow de E e NE at II h. e 10 m. ; NE
a! m<-ia noite.
Vblocidaae media rio vento 5,ml8 per sa-
gendo.
Nebulosidade media 0,28.
Boletim do porto
Pra-mar oa Dias Horas
baixa-mar ._,
p. M. H de Dezemb. 6-40 aa m 2 "2o
B. M. U de 12-50 da t. 0.-50
HoapiUI Pedr.4H-0 movimento des-e
estar-laimeolo a cargo d Santa Coa de Mi-
ericordia do Recife, ao dia 11 de Datembro foi
o segaiote-:
Etisiiam..... oo
Entraran..... ,Ai
704
Sahiram..... *3
Falleceram .... *
Existem ..... 67
Foram vi'iUdas s eofermaas pelos seguin-
te3 mdicos: ..
Dr. Moscoso, entrn s 8 i [4 da maeha e sabio
s 9 1/2.
nba e sabio s 7 l|2.
Dr. Maiaauis, eat-oa s 10 1(2 da manbS e sa-
Dr. SimSe/BarboBa, entroa s 10 da manh
Dr. Berardo, entroa s 10 1|4 da manh e sa-
hios 11 MI. .
Dr A-nobio Ma'qa?3, entroa s 8 l[4da ma-
nh e sabio s 10.
Dr. Lopes Pessa, entroa s 9 e sabio as
Dr. Vielra da Canha, entroa s 10 1/4 e sabio
s 12.
Dr. Aodrade Lima, entroa s 9 2(4 e sabio s
Pharmacentlco entrou as 8 Ii2 e sahio s
Ajndaote entrou as 6 i|2 da manh e sabio
a 5 li2 da iards.
Cmmm Oeten^fto-Movimento dos pre-
sos da Casa de Detenco do Recife Estado de
Pernarobuco. 11 e Detembro de 1893.
Bxistiam 5M,entraram It, labiram 8-exts
'"rtactonaes 499, mleres 14, estrangeiros 12.
Total 525.
Arriciados 436.
Boas 413.
Doeoies 19.
Loacos 4.
Total436.
Movimealo na enfermara.
Teve baixa:
Pedro Francisco da Silva.
Tiveram alta:
E nao deu mai* palavra. Chicot olha-
v para aquella trela. Os dedos curvos.
secos, terrosos, agarravam cas batitaa e
vultavam n'as com rapidea para deizar a
faca cortar Urgos pedamos d: caca. E
quaodj a batata f)ava na, amarella,
at ira va-a para um alguidar cheio de a^ua.
As galliobas approzimavam-aa para tirar
os restos do avental da velha, e dapois
fogiam, levando os bocados depeaduradoa
no bico.
Chicot pareca contrafeito, hesitante,
ancioso, tendo algama cousa l dentro
que dSo quera sabir. P-ir fin deci
dio-se
Ora ourja i, tia Margarida...
Em que lhe posso ser til T
EotSo a aua quinta, n3o est dis-
poata a vendel-a.
Cada vea menos. Nao pense nisso.
Est dito e es: dito, e nSo fallemos msis
em tal assumpto.
co E' que encontrei um meio que noB
nviria a nos ambos.
Qua' ?
qu (Jra 009a. Vocemec vndeme a
peinta e cntin* a fioar com ella. NSo
vircabo? Tenh-. a bjodade de me ou
r. \
A velha parou com a tarefa e encarou
o hotoleiro com os o!hos rxuitos vivos de
curiosidade.
Elle continuo') :
Eu doa-lbe cada mea cento e cin-
coeota francos Est 01 viudo: cada
mea crago-Ihe aqui, no mea oarro, trinta
escudo3 de cem suidos. E tuio tic
man
E a boa m i'ber comagou a bebsr doci-
n8o medeve*r" oousa al- mente aos gol.nhos, faaendo durar o pra
Quaodo despejoa o copo, saboreon
Que
como deites, tudo, todo, tudo
mece ae. em sua casa,
pensa em mim,
guma.
Nao faa aenSo receber dinheiro.
lhe parace o negocio ?
Olh*va-a com um ar alegre, com um ar
de bom humor. A velha escutava o com
deacorjtianca, precjrando a ratoeira.
Vooemec nao se asauate. Fica na
sua quinta emquanto Dio* lhe comervar
vida e aaude. Nao tem que sabir da su 1
casa. Smente i>segua-ie am ppellito
em c*sa do tabelliS > para que depois de
aua .norte tu lo isso me perteng*. Vo-
ceTec n5o tem filbos, apenas sobriohos
com quem pouso se importa... Ccn-
vem-lhe ?
Guarda as s^as trras at ao fim da vi-
da e eo don-lhe ti iota cacados de cem
Altara soid08 todoa os meses. O ganbo todo
para vocmece.
A velba ficou snrprenhendida, inquieta,
mas tentada. E repl3a-!he :
NSo lhe digo que u8o.
Smeoto quero dormir sobre o negocio.
Venba-me fallar l para meiados da sema-
na que vem.
EatSo lhe drei ama resposta.
E o botalairo Chioet foi-se embora,
contente como um rei que acabasse de
joquistar um imperio.
A tia Margarida fioou pensativa. NSo
loude dormir nessa n ite.
Durante quatro diae esteva hesitante.
com e le iosiatissa, lodicou as suai pre-
teocCes.
O hoteleiro tova um sobresalto e re-
OUSOB.
Entlo, para convencer, comeoou a fal-
lar do tempo que ella anda tinha para
vivar.
=* lasa aia nSo tenho para mait de
cincoenta annos. J too a oamioho dos
setenta e quatro, e cada tob mais acaba-
da. A noite paseada at julguei qua ia
morrer.
Per i todas aa torcas e foi preciso
levarem-me em bracos para a cama.
Hiatoriaa i Vocemac est mais ri-
ja maia duradoara que a torre da
igreja*
Ha de vivar pels menos canto e dea
annos. Anda vocemec que me ha de
enterrar.
Todo o dia se pasaoa em disc ias3ss.
Maa como a velba oto qaiaesse coder, o
btele ro, por fim, oonsautio em dar os
oioe.enta eacudoa.
Asaignaram a eacriptara no dia se
guinte. E a tia M.rganda anda exigi
dea eaoudoa como alvioaras.
Paasaram se tres anuos. A boa velha
ootitinaava s mil maravilbas. Pareca
que n&u tinha eovelheoido um a dis, e
Coioot deaeaperava. J lhe pareoia que
pgava et* renda ba mais de meio aeou-
1j, c,ue tinha sido engaado, que o ruub .-
uam, que o arraioavaos, ia de tempoa a
tempoa visitar a propriataria, oeo o ao
vai em julho aos campos para ver se
foioe.
Reoabia o com urna certa malicia no
olbar. Dir-se hia que se dava os para
bens pela partida que tinha jogado; e
elle suba depressa para o oarro resmuo-
gando:
Quando que rebeafars, minha
ourcassa !
E nao sabia o que havia de faaer.
Urna vea ao vel a eateve p ra a estran-
gular I
Odiava-a com um odio de oamponez
roubado.
Traoa de desoobrir varios meios.
Um dia veio visital-a. esfregtndo de
contentamente as mos, como no dia em
qoe concluio o negocio.
E depois de ter conversado alguna mi-
natos :
Olhe l tia Margarida, porque que
nBo vai jantar l casa, quando foi a
Epreville ? Murmura se, dia se por ah
que j 081 somos amigos, e isto faa-me
pena. Vocemec j sabe, olhe que l em
esa nSo paga nada. N80 olho a um jun-
tar. Todas as vezas que estiver d'sposta
venha sem reoaio, porque me dar muito
p.'aeer.
A tia Ma'garida nSo esperou que elle
repetisse o offerec'mento e dois dias de
mar iemelhates hbitos 1 Urna oreatu-
ra que era um gosto vel-a tSo rija e tSo
aaudvel... Anda acaba mal 1
E aoabou mal, com effeito 1 Morrea
no invern seguate, pelo Natal, tendo
oahid) ebria sobre a nev.
E o hoteleiro herdou a quinta excla-
mando :
Aquella infelia!... Se n5o lhe
tivesse dado para a bebiia anda teria
vivido uos baos dea annos I
Outf de Haupasiant.
MUSICIANA
EPHEMERIDES LYBICAS
13 de Dezembro
1794 -No theatro Feydeau de Paris vai a
sceoa a opera Clisa de Cherubini.
<888 -Canta-se em Ancona o < Fra Diavolo *
de Auber.
1891Em Barcelona vai a acea a Lucre zia
Borgia de Donizetti.
pois
come fosse feira na aua oarriola
conduada pelo creado, o Celestino foi
logo metter o cavallo na cayallari^a do
Chioot, e reclamou o jantar promettido.
O hoteleiro, radiante, trato i-a como
urna seohora, deu-lhe urna gallina*, bom
chounco. boa carne assada, a presunto
c.itn couve
Mts ella poaco comie, sobria desde a
intincia, tendo sampre vivido com urna
aSpas e um bocado de pao cjra man
teiga.
Chicot insista desepoatado. A ve
Iha tambem n8o beba. Baousou toaiar
caf.
Perguntou-Ihe :
Mas n8o recusa um oopinho ?...
Ah a isto n8o direi que nSo.
E gritou com toda a torga dos seas pal
moes strave a hospedara :
Risalina, traz cogaao com um 1 gar-
rafa de rutilo verde e dourado.
Eccheu deis copos.
Ora prove, ta Margarida, do me
voce- Ibor que se fabrica !
nr Barros Sobrinho. entroa s 6 li2 da ma- Descoufiava que naquelle negocio havia o
*"' m a ____ C_____J. _<( n..o alia maa a
nuer que fosse de mo para ella, mas a
idea de 'rinta escudos por mea, deste bel-
b diobeiro aooaata qu vera correr no
sen avental, que lhe oabira como Jo co,
sem trabalho algn, tantava-a debers.
E toi ter com o tabeltiSo e contar-lhe a
sua vida. Acoaae'hou-a que aceitasae a
proposta do Chicot, maa que pedisse
cincoenta ( udos de cem sidos em vea
de ti inte, pos que a sua quinta valia,
pelo menos, sess<*nta mil francos.
Sa voc vive qaiose annos, disse
lhe o tab,lli8o, elle s a paga qoarenta e
cinco mil trancos
A velha estremecen com esta perspscti
va de cincoenta escudos de cem sidos
por me, maa deaeonfiava sempre, re-
celando mil cousas imprevistas, tross,
oocoltea; e ficou at ao aooitecer a faaer
perguntaa.
Porm, mandn preparar a esoriptura,
e entrn perturbada como ae tivesse bebi
do alguna coprs de vinho.
Quando Chicot voltou para saber a rea
posta, fea-se .rogar durante muito tempo,
diaendo que nBo quera, mas sempre oom
I me do que ella nBo quiaesse dar as cin
aer. vuaauo ueapejou u iuu,
e disse .
Sim, sensor, o melhor que tenhi
bebido, em dias de mioba vida !
Ai oda nSo tinha concluido a phraae e
j o hualeiro 'he enohia um outro oorpo.
i^uis anda resuaar, mas era muito tarde,
e saboreou-o lentamante, como o pn-
meiro. -
Elle anda quis que ella bebesse mais
outro copo, mas a velh i rosiatiu. E o
hoteleiro, para a onveocor :
Ora, ora. Isto como se fosse le-
fe j eu a minba parte bobo dez, dose, sem
difnculuade. Pasaa como assucar. Nada
no estomago, nada na ^^b85 ; at pare
ce que foge pela liogua. Nio ba nada
melhor para a suude I
Como lhe sabia bem, a velba cedeu ;
maa s tomn meio copo.
E01B0 Caicot, em um rasgo de ganero
sidade, exc'amoa :
Olhe... pos qae a pngoita Ib
agrada, nei de iba dar um garrafSo que
tenho l deotro, e para lhe provar que
somos sempre amigos como dantas.
A boa ulher nSo dase que nSo, e
foi-se embor.", um pouoo turva.
Ni dia seguinte o hoteleiro entrava na
quinta da (ia Margarida ; tiren do oarro
um garrafSo mettido em um cesto de pA
Iha e, depois, fea lhe provar o contedo,
para qae visee que era bem do mesmo ;
e, quando beberam cada um tres copos,
o hoteleim disse lhe a despedida :
t& quaodo nBo bouver mais, ainda
ha mais l em casa ; nBo faga ceremonias.
Nao aou homem que olhe a easas oou-
sa Qianto maia cedo eativer eugotado,
mais coatente eu fioo...
subiu para o sarro.
Voltou quatro diaa depois.
A velha esteva sentada porta, oceu-
pada a cortar pao para a aopa.
Approximou se, deu-lhe bons dias, fal
lou-lhe mesmo ao p do naria, para lbe
sentir o balito. E senta um chairo a
aloool. A sua physionomia illuminouse.
DA-ae vocemec um copo de co-
gnac ? disse-lhe elle.
E beberam duas oa tres veaes.
Pouco tempo depois disia-se pelos ca-
saea vi ai anos que a tia Margarida se em-
briagaba. Ora a levantevam na cosinha,
ora pelos oaminhos prximos, e era pre-
ciso leval-a em b;ajos, inerte oomo um
cadver.
Chioot deixou de a visitar, e, quando
lhe tall-ivam na velba, murmurava oom
urna pbyaionomia bem triste :
me do que eite nao quiaesse uar .------r-,~---------------------~ .
'coontas pecas de oom loldot. Por fim, Qae desgraca, naquel.a idade, Uh-
CHR01ICA JUD1CIAR1A
Hopea los* Tribunal de fustlca
SESSAO ORDINARIA EM II DE DEZEMBRO
PS 1893
PRESIDENCIA DO 8B. DR. FRANCISCO L.DIZ
Secretario interino Dr. Alberto Coelho
A's horas do costutne presontes os Srs. janes
em camero legal e o Dr. procurador eral do
Est do, foi abertaa sea^o, depois de lida e ap-
orovada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadosos feitos, deram-se os
eunuatM
JDLQAMaNTOS
Recurso crime :
De GoytooaRecorreote o iuuo, recorrido
Bsievo lio oes dos Santos. Relator o jaiz Caldas
Brrelo.Nagou-je provimeato, aaaatmemeate.
Aupellagao crime:
Di ViuiO'ia -appellaote Lacle Celestino de
Tsirrea, appellada a instiga. Relator o jais Cal-
das (B,irr-t.MaaJoa-se a aovo jary, anaai-
mmente.
AppellacOes civeis :
Dj R efeAppellante Joao Antonio da Costa
Slorei naio u-ltrao Relator o jaiz Almeila Reviso
res os junes Galvo e osU Ribeiro.Foram
espresa ios os eanargos, coaira o voto do Sr.
Costa Ribeiro, em par e.
Do RecifeApp liante P ancisco Joaquim da
Costa Gaedes, appellad i D alaria TOeoiolioda de
Macelo R-uto ojutCosta Ribeiro Rev:sorse
os juitei Teixeira de i e Caldas Brrelo.Coa
lirai.10 se 1 seateasa, coaira o voto do Sr. Tei
snra de Sa.
Do Rio Fo-mosoAppillaote Joo Baotlsta
C staoba, apoellado o Viseada do Rio Formo
o. Rehtor o jan Carlos V n. Revisores os jalte'
Galv&o e Teixeira de S.Foram despresados
5 embareos. nnminem^nte.
Embargos iafriagentes:
De S. L>uraacoEubirgante a'Companhia
TO' Jiortti Ura^iliau Sjua-, emb'gado, Am-nco
da S1 Albaqaarqua Relator o j'z Galvo. Revi-
sores o juites Costa Ribei-o e Teixeira de Sa
Foram despresados os enbirgoj, unnime-
mente.
PA8SAQEN3
Do juix Gil vio ao jaiz Cosa Ribeiro :
Appeilaces crtmes:
D- Goyauui *uueilanta o promotor publico,
appelUdj Ij hu u Jo- da Saot'-.nna.
Dj Glo-ia de GonAopelUote Pe ro Ferrei
ra do jascimeato. app-liaJa a juatifi.
Dj ju i Cosa U.ue.rj ao juu Teixeira de
51:
Aopelbgao crime :
De Gim'-lleiraApoellaote Silvestre Jo3 do
Nii'V-ui'iii.i, app-H*-i* a justlQa.
Appellafo commercial:
D kij Fjrmosi-Appel^inte Manoel Rodri-
KU-s Co rea ue M-odjuq >, appellados a viuva e
ii" leiroi de J i- Joaq nua Alves Silva.
Do jaiz Teixeira de S ao juiz Caldas Bar-
reto :
A ip-llagSo crime :
Da Vtcioru -Appellante Francisco Jos de
Si li'A'i a, appellada a jastlga.
D>ju'z CiUa.H Birreto aojuiz A'.maida :
Appellasao crme:
U Oiu ia-Appellante O piomotor publico,
app-Liado Pe ir 1 Vitaio da.Silva.
Appelago civeh
Do Recife -Ap.nsilaote D. Francisca Pbiladel-
oha 1.1 .o u > i Iva appellado Oacbarel Abilio
Pe'eira de S'un Luna.
Embargos infringeates:
Uo KeofeEmi raii-'i Johnaton Pater C,
embargados a viuva ie U. F. M.rques A Filho.
Do ju 1 Almeidi ao juiz Carlos Vaz:
AppollacOes civeis :
Da Jioo'oAppellante Tnomat Tneopbilo
Pioto 'and ira. appellad > Alfredo A'ves Manios
De Barrt-i-ja .V'-llanie. o Dr. Aatooio Bap
isla de Moraes, appellada D. Francisca Dutra de
L'm. _.
Oe S. Lou engoAppellante Jos iVictoriao
Cj'rea de Amoia, appellada D. Francisca Joa-
quina Civalcaote.
01 juiz Carlos V"iz ao juiz Galvo:
Appetlaoes crtmes :
Do tfrejo daM.dre de DusAppellante o
promotor publico, appellado Maooel Olympio de
M"ora. ul.
Di Victoria-Appellante o promotor publico,
appellado Miguel Joa Leandro.
De Pesqueira-App'-llanta Vicante Ferreira de
Mlrand a (pellada aju-tn;a.
AppellaQo civel:
De Taqu re-io Appellante Marcelino Jos
Vicente, appeliaJo Flix Jos P:ixoto.
UILIQKNCIAS
Com vista ao Dr procurador geral do Estado :
Appelago crime :
DjTriujjpbo.*ppel!aote Antonio Alves da
Silveira appellada a jastiga.
Com v sti ao curador do appallante.
Appelago crime :
Do Brejo Appellante Lino* Jo3 Googalves,
appellada a jasliga.
oisraiBnigSss
As'ivo de instrumento :
Ao juit Costa Ribeiro : _____ ..
Do Ro FormloAggravante Carlos Ro-
berto Tiat, aggravado Luis Francisco Cavalcan
te de Alboquerqua.
Ao juiz Teixeira de S:
Do R o FormosoAgravante Carlos Robarlo
Tos'.. aKg-avado Lait Francisco Cavalcaote de
Alouqi rque.
Appellag5"8 crimej:
Aojuit Teixei-a de-S:
De JaboaUoAppellante.o promotor publico,
appellad s Maaoel Jji Googalves, vulgo Qointi-
n > e oatros.
Ao juit Caldas Brrelo :
De- PjnelUs-App*ll*ote o juito, appellado
Fraacisco Naaes de Doraes Cavalcaote.
Ao juit Almeida :
De Jaboaio\ppellaote o promotor publico,
appellados Joo Pe x de Souia e oatros,
Ao jan Cario Vai: -
De 'a. BeotoAppellante Fehppe Manoel da
Silva, appellada ajostiga.
Recurso municipal:
Ao jaiz Caldas Brrelo:
De Manees -Recrreme Anna Pires Marques
Pessoa. rcorrido o Concelho Manicipal.
Appellagao civel:
Ai jais Caldas Rarreto:
Do RecifeAppellante Antonio Carlos Borro-
mea, appellada a laieod-ncia Monicipal.
Eocerroa-ae a sesaao i Hora e W miootoB
da tarde.
SPORT
IlIppotlrosHO do Campa Grande
Eia a nscnpgao da corrida do Hippo-
dromo do Campo Grande a realisar-se no
domingo 17 r'e corrate :
3* pareoA' Armada1.150 metros.
Traquino MalaioRegente Collotso
Pirata e Pootable.
4 pareoPrado Pernambocaoo1050
metros. Feoiano -TiberioNicthe-oy
Pira'-yVingador Sceptioismo Toulon
e Chele.
5.' pareoAos Sportivos 860. me-
tros. MalaioGallet= TiberioJoloaso
e Pirata.
6.4 pareo General Leite Castro14 0
metro*. Tudo Dubl n Aveotureiro
MaraLguapeTurco 2. e Ally Stopar.
8. pareo17 de Oesembro. Limeira,
Gallet Uingo T-ulonCoefe e Ja-
pooea.
NSo tendo sido realisado os pareos 1',
2 e 7a ficam abortas as inicripcSes para
os pareos segnintes :
o Ezercito 950 metres. Anirxaes
de Prna-obuco. Premios : 250S ao Io,
b04 00 2 o 256 ao 3.
Art. 5 Pramor, Pirylampo, PlutSo e
Maority.
Supplementar1000 metros. Aaimaes
Trapiche Moelinho
parlicipa-se o publico
e ao commercio que uesta
datn deixou de ser empre-
gado do trapiche acim, O
Sr. Joao Baptista dos San-
to?, por faltas commettidas
em seus devere?.
Recife, 9 de Dezembro
de 1893.
Jos Mariz.
Descobrio-se um
thesouro!
Havendo pequea distancia de Pe-
lotas (estado do Rio Grande do Sal)
urna aerra procurada com pro ve i lo pelas
pessoas que aoffrem de affeccSes broncho-
pulmonares, e abundando ahi a planta 00*
nbecida pela denominacSo de Cambar^
pensou o Sr. J. A. de Souaa Soares que
essas virtudes poderiao. aer attribuidaa
de Prnaasbaco qu "nSo teuhem aaho" TMo do ar impregnado de partionlas me>
d cinaea d'ella, oomo ainda pela absor*
pso da agua, porventara sobreearregad
dos meamos principios em sua passagem
por entre aa suas raiaes.
Suscitada esta idea, procurou estudar
as propriedades da planta em qaestfio,
d'ahi reeultando o preparado a qae de*
oomiaoiiPeitoral de Cambar.
( D Unilo Medica, do Rio de Janeiro.)
' nico agente a Companhia de Dro-
gas.
Maria Antonia
As dores de ha t ritos annos na perna
e no braga esquerdo, e urna bola qae tinha
na barriga, e oue tudo eosioava remedios,
mas nioguem curava ; sarou agora oom
alguna vidros do remedioElixir M. Mo-
rato.
Deus ajude o inventor.
Jaoareby.
Maria Antonia de Sonsa
Agentes em Pernambuc : A Compatible.
de Drugas. ,
Ra Marques de 01 inda 24.
nn prados do R -cite. Premios 2509 ao
1, 50* ao 2 e 250 ao 3o.
Encerrar se nsoripofto hoje ao meio
dia neata aeoretaria.
O pareo supplementar nSo centa vic-
toria.
PlBUCUjOES A PBBIDO
Pemambucauos!
Sa 96 dias, qae a revolta de nona parte da a r
mada enluta o co da nossa patria e derrama a
viuvez e a orpbandade 00 meio de nossos ir
ruaos.
At bootem, pernambucanos, vos o sabis, era
s ebele conbecido d'essa revolta o es-contra al-
mirante Cuitodio Jos de Mello e a soa bandera
era a vineanga pessoal, a ambico.crimiaosa e a
sede de mando.
Esse b-az'leiro degenerado traa a nag5o, men-
talo cynicaaneate em seas maniremos e meniia
a saa propria consciencia, se que o contra-al-
mirante aleda.tem alguna rest.-a de conscien-
cia.
Hoje por'-ni mis traidor que bontem, mala
vil, mais aojecto, e-o, elle, o nltimo dos marl-
obeiro3 braztleiros, de parceria com ouirj nao
menos traidor, nao menos vil, nSo menos ab
jer.to, com Saldanhi da Gama, o neutro malca-
rado, correndo ao aceoo da Iiglaterra, a desfral-
dar aoa msstros da esqaadra pirata a ridicula
bandeUa do ant gj 1 npeio 1 ,
Ab I judas de todas as epocbas i Ab I traido-
res I 0 tea sabbsdo de Allelala nao tardar
irjoiio/
E^ti pois, pernambucanos, sellado o plano de
traijao Repblica.
Custodio, Saldanba da Gama e Silveira M>-
'i 13, com o diobeiro iogiet, qoerem aspbisia-
a R^paolica, bu ailbar a u os republicanos.
E nos pernambucanos e rc-s os descendentes
de Pfd'O Ivo, de Caneca, de Tiradents, de No
as Machado, na os Glbos deste pedazo de tr-
ra regido tojo o dia pelo sangue de tantos pa.
triotas. cruzaremos os b.-agoi deaote da desgrana
aa patria ?
Cerraremos os ouvido3 aos gemidos da ima-
gem bella, santa e sublime da Repblica ?
Coospntiremosqae, salteaio-es, das nossas tra-
di^ces, que trairam a patria e se venderam ao
est'.ingeiro, destruam com mos sa:I-.-gas a obra
grandiosa de 15 de Navetmro?
hjar-mo qu los deante da entrada trium
pbal de am Bjurbon, exporta lo pelo estrangeiro
rapia.
O Peitoral de Cam-
bar
Sampre foi e ser o principal re-
mediogarantidopara as molestias de
laryage, bronchioB e pulmSes.
A bronchite, astbma, mal do peito,
rouqoido, laryngite, coqueluche e quai-
quer toase, por mais grave e antiga qua
aeja, curam ae com o Peitoral de Cam-
bar, medicamento approvado pela Junta
Central de Hygiene Pubi ca, premiado
com du's medalbaa de ouro de 1.a olasse
e rodeado de valiosos attestados mdicos
e de inuumer >s de pessoas curadas. Exi
jase a firma do autor :
J. Alvares de Souza Soare.
' uni'io agenta oeste Estado a Com-
panhia de Droga. ____ .
Curso de ferias '
Geographia e Historia
PELO
Bacharel Julio Pires Ferreira
NO BlHFI ;i OO INSTITUTO 19 DE
ABRIL
A asthma
Cura efflcaz e econmica
NJo pernambucanos, eu nao o creio; po'qae
apezr dos meus |l annos eu sino-trie forte e
encorajado para a lula rmala pela Repblica,
eu sinto em mim urna fo-ga qae me impelle para
o meio d'essa pen e de mops ju. aesodsm eo
tbasiastas aos ge ni (os da patria trabida.
Es'.a forca, pernambucanos o patriotismo e
todos v, que oascesjes n'esta trra, que nunc
soube 3er covarde o pessuis en po-rao bastante
pare nao Bcardes qoios en vano lar.
Ponbamo-nos todos ao lado de Planano Peixo-
ti, d'esse bravo que, se tem errado, bem mere-
ce o esqnecimeoto de seos erroa pela muita som-
ma de patriotismo, qae est pondo em prova Ba
heroica cap tal federal.
Vamos, pe-nambacanos, sob as suas orderas
bateremos os marinbeiros desnaturados, que trai-
ram a patria para retalbal-a entre os estrangei
ros que Ibes do diobeiro ste-lmo.'
a patria talo aos dea, pernambacanos, ella
a nossa primeira mi. nSo coosin'amos, que um
Bourbon veob dentro d'ella erguer am peloari-
nha para os repabli^aaos e am capitolio para os
raidor68.
Nao consiotamos jmais dentro d'ella ama co-
rda imperial, simbalo ridiculo d'essa rafia de san-
gos df generado, d'essa rafia de sangue corrom
pido pelo na8Cimeuto n'um bergo monarebico.
Morramos muito embora; porm, ainda que a
prefio da atUma gota do noaso sangue, conserve-
mos ama patria republicana para nossos Albos.
Partamos e paptamos com a imagem da Repa
blica deaote de u, com a creafia e a f evange
14 de Deaembro prximo
ticas no concho enoaaas esposas e nossos Albos, ^^ nte aeclar,r que em di-
n____a. -- :__lu,, jnnnln An nlt^ At ma ^~- ...__*. A.. \-.-*
Nesta p mi.isa
molestia to ufijil de
curar o Peitoral de ambara, di iiis
Soares tem sido de urna eficacia a toda
a prova tomado s colherea 3 ou 4 ve-
zes ao dia, nos casos agudos, e 2 noi
chronicos, de mc>nh3 e la noite.
Declarando se accesso use-se de 1|8
de 1 ou de 2 em 2 horas at alliviar.
O doente evitar a humid^de e o ar
da noite, e a sua alimentadlo ser sim-
ples e de fcil digestSo.
E' o uni.30 age te a Companhia da
ggogas, ra M^rquea ds OUnda n.
Dr.
MJMA PCMPILIO
iiru'giao dentista
Continua cora o sea consultorio ra Bario
da Vicio-ta n. 5i. _
Consultas e operafioes das 8 horas da manbS
s3 da larde.
Dentaioras pelos svatemas mais molernos e
apereifioados. ____
O Peitoral de Cambar
Cura a bronchite, a asthma, as affec-
cSea nulmocares, a laryngite, a rouquidSo,
o defluzo a coqueluche, e a toase por
mais grave e rebelde que seja !
O agente a Companhia de Drogas.
Propriedades Lages e Serijo
Protesto
Deparando no Diario de Pe'nambuco
com um eiit-1 do Ulm Sr. Dr. Inspector
da Alfandega annuociando O arrendft-
mento das propriedades Lages e Se-
rijo, mediante propostas em cartas sel-
ladas e techad-s, recebidas at o da
vindouro,
qae qaem, de joelbos deante do altar da oi&e
de Deas, oraodo por nos, pelo futuro da Rep-
blica, que a Victoria sera nossa e a volta sera
breve.
Partamos, pernambacanos, parlamos.
Recife, H de Descubro de 93.
Soares Guimaraet.
O cabello dan formoaa* mumeres
orl> utaes tem fama em toda a redoooeaa do glo-
bo por saa belleza, flexioilldade, profuxao, bn
Ino e perfume, e todas estas qoalidades podem
ob er-se fcilmente com o aso cens'ante do afa
mado Tnico Oriental rara o Cabello; a mais
exquisita das 4preparai6es do toocador para o
augmento, conservarlo, soavldade, limpexa e
emi'fllecimento do cabello.
S calvicie da senilidade resiste a sua pode-
rosa acfiSo. **
tas propriedades tenho imporUntes bem-
feitorias, aa quai>a j foram avalladas por
ordem do Sr. Dr. joia dos Feitw da Fa-
senda e sen que eu seja dellaa previa e
integralmente indemnisado, protesto nSo
despejar ditas propriedades senSo depoil
de es^oUdos todoa os reouraos legaes.
Fique, pois, eate meu protesto de so-
bre-aviso aqueles qae jretenderam arren-
dar as referidas propriedades.
Eogenho Lages, 27 de Novembro do
1893.
Luia Quedes Correia Gondim.
Dr. Goelho Leife
Participa a seus clientes que medoo cjwj*
orlo para o !. andar do predio n. 36 diiraa
Mrquez d'Ouda, antiga da Cadela do BeJtt^

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aubttco Quarta-feira 13 de Dezembro He 1893
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EDITAES
1.* Secc3o Sacretara da Governo do
Estado <*e Pernambuco. 21 de Novem-
bro do 1893.
EDITAL
De ordemdeS. Exc. <> Sr. Dr. G>ver
nador do Estado fago publico para cunbe
cimento dos ir.teressados, que e acbs
aberto o concurso ptra o caro do juis de
direito do muricipio de Ourcury, visto
nao ter magistrado olgum requerido re
mrc?o pera esse mucicipio no prsso mar
cado em ediUl de 11 de Setembro ultimo,
conforme detarmioa o Regolumento de
23 de Janeiro do corrente aono, expedido
para execucSo da lei n. 15 do 14 de No-
vembro de 1831.
De record com o a-jto de 12 de Agosto
tambera do corrento anco, tica marcado o
praso de 90 d as a contar desti data, para
a inacripcSo cesta secretaria, dos candi
dados ao referido csrgo.
O concuo ter lugar no edificio em
que funeciona o Superior Tiibunal de
Justico, perante a commissSo examinador-
composta do j z do mostr Tr.banal, Dr.
Francisco Teiseira de S, servindo de
presidente, dos lentes da JTaculdsde de
D reito, D:s. Augusto Carlos Vas de
Olivar?, Henrique Augusto de Alboquer-
qne Milct e dos advogados Drs. Vcente
Ferrer de Barros Wanderley Aranjo e
Ant- nio EstevSo de Oliveira, devendo ser
observadas as disposicSas do citado Regu-
lsmento de 23 de Janeiro e IostruccBes de
12 de Agosto.
0 secretario.
Jlo Augusto Ferreira Li-r>a.
I.* SercoSecrflaria do Governo de E de PerDiTDDnco, em 4 de D^mbro de 8J:i
Bdltal De crdera do Exm. Sr. Dr. goverr 'o
do Estado, fajo pubico para es devi os tff ios
e t ru observancia ao art. 25 do Regulamnoto ex
pedido em 23 de Janeiro ulimo, para exeroejao
da l< i n. 15 le tice Novembro de (891. qoe se
acba vago o cargo de joiz de dinit i do mu ici-
pi de Sa'eceirp, em consequencia da reroocao
do n-aii.-t a io qce o oceupava. barbarel Be'-
Dardioo Maracbao, para o i ut lclpio de Aguas
Bellas.
A vaca de que se trata ser nreenebida pelo
joiz de direito m is amito, 'eoire os qoe re
quererem remrcao no prazo de fessenii das,
cootados da data d > psente ditdl ; se cenhuoi
a-reqoerer, ?era fetn o provimento pela ?-oa
df tera inada pelo art. 24 do l'PKolsmeuto citdo.
de accordo com o acio e ostruccOes de 12 ae
Agosto do correte aono.
O ecreUro.
Joao Augusto Ferreira Lima.
Srcrcinrift da In>lrnrro Publ'cn do
EstBdii de Pernnmbucu! 1 9 de De-
sembr de 1 st:i.
ElirAL N. 2o
De ordem do D-. Inspector Gersl, fajo pu-
blico a quen int-re-sar possa que em vista da
cornmuotcajao de 6 do correte do Exm &'.
Governaaor do Estado, foi designado o da 16
viniou'o, pelas 12 boras da manha, para neeta
Secre'ana proceder-se ao exame a que tem de
ser sabme:tido o cida ai Bal domiro E-i iox'0 de
Bruto Uacedo, rnos termos do art. 206 do De
creto n. 9110 de 28 de Abril de 1885.
N impedimento do SecretarioO cfljcial Jco
B. Fox.
Salsa C i aa aso re a I de Pe nanita
bneo
OOtacOes officukb da junta do cok
v KKTOBE8
Prosa do Recife, 12 de Dezembro de 1893.
Nao boa ve coucao.
O presidente,
Candido C. G. Alcoforado.
0 fecretario,
Eduardo Dubeux.
Cambie
PSACA DO BKC1FB
Os btncos abriram com a tasa de 10 i/8 obre
Londres a 90 dias.
De tarde, porm, eleva am a tsxa para 10 3/16
realiando-se Eeeocios regalares.
Em papel particular fccnve negocio a 10 5/16
Golaffies de gneros
Para o agricultor
ASSUCAft
Cri8tali83d0......5*000 a 8*300
Usinas por 15 kik8. 5/000 a 5/500
Branco dem dem .... 4/6U0 a 5/401)
Somenos, dem dem. 44200 43 J
Macavddc dem dem 3/200 a 3*31!
Bruto idem idem.....2/900 a 31100
Broto melauo......2/700 t 2/90'J
Rtame idem idem .... 2/209 a 23Mi
Algode
CoUmo3 a 11/400 por 15 k'Ioa de boas proce-
dencias.
ftleool
Por pipa de 480 litro* 270/000 renda.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1504000 venda.
Mel
Colamos nominal a 80/000 por pipa.
Carnauba
Cota-se de 11/ a 17/000 por 15 kilos nomi-
nal.
Braeha
Cota se a 22/000 por 15 kilos.
TABBtXA DAS IBTNADA8 DS SSCCAR E AL-
GO r>2o
Mes de Deeembro
5'. seo&o Sscreur a do Governo do
Estado de P rnambuco em 17 de Novera
bro de 1893.
EDITAL
Da crdem de S. Es3. o Sr. Dr. gover-
oador do Estado fa$o pub'car, para co
nbecimeoto dos iote-eisados, o edita! abai
zo transcripto, chamando concurrentes
apresentacSo de pro postas pira o aervioo
de enoanamento Q agua, esgoto e llumina-
980 do estado da Paribyba, coniorme so-
licitoa o presidente do mesmo estado em
cffioio d. 236 de 13 do correte.
JoSo Augusto Ferreira Lima.
EDITAL
De o/lem de S. Ezc o Sr. presidente
do Estado, fsz se pjtMico que dentro do
praio de 90 dias, a contar de boje, rece-
be-Be propostaa n'esta secretaria para aer
contractado com quem melhore vantagens
offrt. tc:r, o servido de encanameoto dagna
esgoto e llumins(9o n'ect* capital sendo
preterivel o Bjsteaia de la elctrica no
respectivo contracto de illuminaQSo.
Os contracantes ficar'o onigados a de-
positar 00 cofre uo Tbeaouro do Estado,
no acto de firmar os contractos, a quantia
de 5.0U. (5U00, em mor da correte 00
apolices da divida publica, por qoalquer
da* empresas, como garanta dos meemos
contracto*, que serSo intransmissiveis, a
es.ipular os prasos improrogaveis de seis
mezea para cornejo de aeus tiabalhos e
de um anno para ana inaogaracSo, oso
cumpriJss estas clausules perderSo o di
reito q-.e !a somma, a qaal fcar porten
cente ao Estado.
Secretaria do Estado da Parabyba, 8 de
Novembro de 1893.
O Secretario.
Ltndolpho Corr$ia.
Secretarla do i-overoo do Es
lado < e feraamiiubo, em 9 de
Dezembro de 1 ftVS
EDITAL
5* SergfoPo' e ta Sectaria ee faz publico,
de o dera de S. Exc. o Sr. Dr. goveroador lio
Estado, que Oca aDerta, por eppaco te 8 dias, a
oitir oe boje, roocorren:is atim de serem
apn 8' ntadas propostis em carta fecbada, para o
turnea ment, dete o anuo pioximo vindoo-
ro, dod artifo<) Or.ixo declarado*, necesearios
ao expediente e cooeumo da mesma secretaria:
Aicool a 40.*
Bacas de agatba para mao.
Brabante erosso e Iqo.
Colcnetes de metal.
Copos de vidros lino.
Co os de apatba.
Cortas de ? ni" para papis.
Caivetes de diffe'entes qualidades.
Canelas dem dem.
Envtlopes brincos de differentes tamanbos, for
matos e qualtdades, com e sem ascrip^ao
p. -a rara* e olcios.
Eacaderoa(,0es
E*carradtirs8 dergatba.
Eapanadores peooas o de palha.
Escovas para limpar mesas.
Fio de is crep.
For dores de ajo.
Gcmma ; r b Dita em cai;o.
larr.s de barro de dirTereiles lamanbos.
Lipis prcios de Faer os. 1, 2 e 3.
Ditos de doae -es, azul e encarnada.
Ditjs de cma c cdr.
Ditos de barraiba, Faber.
Lacre vermeibo, Maurin.
Livtjs em n-ai.co numerados,, de papel pauta-
do de ii'II'-n'nies qoalidades e formatos, con-
tendo 50 a 500 folbas.
Dnos de popel >e liobo, branco oc azol, pauta-
do, ce 50 a 300 ro'bas numerarlas.
Peona de ac ae aiQerentes fabricantes.
Pas as de oiiadc.
Ditas de cooro parr condueso de expediente.
i' 1 de agatha para cisco,
Papel rozado paoUoo *e dirTerentes qoalidades,
com 00 sem iascripiSo.
Dito branco dem dem.
Dito ; l;i,.(,'o uau>ado. rara copias.
Dio e.Ti p.iolj.
Di o braccj pautado, de diflerentes qualidades,
para map^as.
Do da meema c-, ca'tooado, para patentes.
Dno (te iiniiu, branco ou azul, pautado, com 00
pero iu8ciii>c&o.
Dito de Imbu, ioglez, para litlos, com on sem
nscn pea.).
Ditj branco de diferentes qualidades, para car-
ias.
Dito pardo on verde, para envoltorio.
Q.iartinhas de barro.
Ha-padeiras de ago com cabo de ma;Gm, osso
00 m-fteira.
En'.radas
Barcaca ,# .
Vapores. ."....
Aoimaes.....
Estrada de Farro Central.
dem de S Francisco .
dem de Llmoelro. .
Somma '
Assa- A'go-
car dao
Dias Saceos Saccas
1 a 9 87288 1418
1 a 9 6008
i a 9 3664 2258
1 a 8 5042 1612
1 a 8 37717 194
i S 28101 5546
161792 17036
Vonroc
Seceos salgados na base de 12 kilos a 80Oris
ooiiiual.
Ver J- s a 4G3 reis veoda.
EiportaeSo
RECIFS 11 OS DEZEVBSO DS 189S
Para o exterior.
"\
do vapor ioglez Arabiaa Priaa, para
NtwYoik. carregaram :
J. e^trit C. 10,000 saettos com 730,000 kilos
de assucar masca vado.
Para Estados Unidos, carregaram :
CaSCSiO & Barbosa, 1.000 saceos com 75,000
kilos de asentar mascavado.
No vapor ioglez EJictor, para Liverpool,
carregoo :
G. de ilait '3 I-mj, 661 saccas com 5J.866
kilos de algodo.
No vapor iaglez Ubiliac, paraAew-Yoik,
carregaram :
P. Caroeiro & C, 225 saceos com 16,875 kilos
de assocar maacafado.
Julio & C, z.OOO saceos com 150,000 kilos de
assucar masCdvado.
Para Esiadoa Cuides, carregoa :
j. ktQZon.bo. 2,100 8tecos com 1E0.C00 kilos
de assucar u-ascavado.
Para o interior
No vapor alltao T.cy., para Pelotas,
carregaram :
Amo:im irruios tt C, 10 pipas com 4,700
litros de agoa'dente.
J. S. Carnro & C. 20 pipas com 9,400 litros
de agurdente, 2 d.:a.- com 940 ditos de alcool e
200 sueco* com 18 750 kilos de assocar branco.
Para Porto Aleg'e. carregaram :
A. lrmaos A C, 210 saceos com 15,750 kilos
de assocar mascavado. 970 ditos com 72,750
ditos de dito Dron:) e 10 pipas com 4,700 litros
de alcool.
Para Rio GraoJe do Sul, carregaram :
Amorim lrmaos & C, 20 pipas com 9,400 litros
de agurdente, 4 ditas com 1.880 litros de alcool
e 50 saceos com 3,750 kilos de assucar branco.
J. S. Carnero & ., 300 saceos com 22,500
kilos de assocar brauco.
No vapor francs Corsica*, para Rio de
Jtneiro, carregaram :
G. P.ulie, 300 saceos com 18,000 kilos de
assu-ar tr neo.
P. de Oliveira Maia, 40 pipas com 18,800 li
tros de agurdente.
No vapor aliemao Capna, para Rio de
Janeiro, carreearam:
M. da Costa Moreira, 300 sa^os com 18 000
k los de assocar mascavado e 500 ditos com....
30,000 ditos de dito braaco.
P. Csroeiro & C, 300 saceos com 18 000 kilos
de assucar branco.
Ko patacno noroegoenee Aagot, para Rio
Grande do Sul, carregaram :
P. Caroeiro & C, 23 pipas com 11,750 litros
de alcoo e ICO ditas com 47,000 citos de aguar*
dente.
No Patacho dinamarqus Catherlce, para
Parauagoa, caneearam :
E. C. BellrSo & Irmo, 800 saceos com 30,000
kilos de assucar mascavado e 230 ditos com...
13,800 ditoi de dito branco.
Regoas de bano, cbat.s, oe differentes tama
otios e nalidade?.
Ret-adcres de Faodres.
Saboneies fios e extra-finos.
Tima p eta e de (Ores, de diversos fabricantes.
Tioteiros de differentes qoalidades.
Tmpanos.
Te<*ours de ac pan cortar papel.
Ti albas felpudas para naoe.
Vassiura8 americanas.
O furoecedor, alen das obrigacfrs estipuladas
na legislacaoem vigor. Oca icjeiio m segoiotes:
t) Os pedidos rerio promptamenie aviados.
b) Os artigoa de qoe trata o preieote edital
deverao rer de boa qoalidade.
r) S ee aceitaro os objectos qoe forem Idn-
ticos as amostras e pad'oee : presen ados, os
qo.es fleatao archivados oesta stcietaria.
o) Organisando-se os diversos ramos de ser
vico do Ertado, o forne intento em questao pae-
rera a ser (eiti s Secretarias de Joaiica. los-
truccao Pobli-a e Asncol'ura. O meemo en>eo
der-ee ba com re sedo a Secretaria das Fie aucas
se r.iBSO cckiviero respectivo secie ario.
O ecreurio,
JoS oAvguslo Ferreira Urna.
O cidadSo Jos Beoedcto Buarque 1
soppleDte do juie subatitu o do Or. jais
de direito, em esercicio na presente ca
*a pelo impedimento d'estes.
Fayo saber a todos qaaocos interesear
possa, que por D. Maria Barbara de Men-
donya e seos flhos, Ibe foi dirigida a pe.i-
9S0 do tbeor seguinte:
lllm. Sr. 1*. aappleote do juii substi-
tuto do munici io de Porto Calvo. Disem
Maria Barbara de Mondonga, Oympia
Afra de Mendooca,obacharel Bernardo Lin-
dolpho de Mendooya, Emilia Amaailia de
Mendonya, Antonio Peregrino de Meo
oon^a e Jos i Ernesto Po de Men-
donja, senheres e pessuideres do En
geoho Cono-iySo sito n'eate manioipio,
qae teudo disidido ao meretissimo Or
iuii de direito do municipio a peticSo
nata reqoerendo as otacjSeg dos boos he-
reos e maia intereasados, para a aviventa-
9S0 da demrcaos de sua propriedade,
ubteve o despacho coost.ote da mesma
peticto mandando reque.-er perante o juis
substituto, o qoe feto, este declarou-ae
suspeito, como se v do respeitavel dea-
pacho lsngedo na mesma ceti^So, pelo que
o mpete a V. S. funeciocar do taita, e
por sso, os supplicaotes requerem que ae
digne, attendendo ao requerido, deferir
como f6r de direilo. E. R. M. Porto
Calve, 11 de Setembro de 1893. O ad
v/ogado, Bernardo Lyndolpho de Mondon-
ga. KaUva competentemente sellada a
preeer te peticSo na qual foi preferido o
despacho do theor seguinte : Fayam-se aa
citacSea e passsm se os editaes na forma
requerida. N moio curador a hde dos
menores e meit:c-pto ao oidadSo Ludgero
Jorge da SilvaPorto Calvo, 11 de Se-
tembro de 1893 Joe Beneaicto. Acom-
panhou a peticSo cima transcripta, a pe-
ticSo inicial a qu_l do theor seguinte :
lllm. Sr. Dr. joiz de direito do muni-
cipio de Porto Calvo. Dizem, Maria Bar-
bara de Mondonga, Olyropia Afra de Mon-
donga, o bacharel Bernardo Lyndolpho de
Mondonga e Emilia Amaailia de Mondon-
ga residentes na cidade do Recife, Jos
Ernesto Julio de Mondonga e Antonio Pe-
reg ioo ie Mendonca, residentes n'este mu
nicipio.viuva e filhoa do finado coronel Jos
Ignacio de Mendongs,senheres e possuido-
res do engenho Conceigo, sito n'eBte rou-
nicipio e antigamente coohecido por Mor-
ras, sob a invocsgSo de Santos Cosme e
DamiSo, que houveram por berenga de
seus tallecidos paea e avs o tenente-corr.
nel Bernardo Antonio de Mendnnga e D-
Anna Barbosa de Mondonga, e desde min-
ios annoB habitado e cultivado pelos sup.
plicantes e seus antecessores, com plair-
de c neta e outras lavourae, e onde teem
conveoient mente montada fabrica de facer
assucar e autras muitaa bemfeitonas, que-
r.m a vi ventar a demarcago antiga de
saa meocionada propriedade, pelos mes-
moa marcos e rumos antigus em vista das
confrnteles e limites dns respectivas es-
crituras juntas a esta como prova do jut
in r doB supplicantes e seus antecessores
requerdna a V. S. se digne passar mas
dado para serem oitaces es he reos
confrontantes Gongale Lencho Buarque
pos Rea, por e oomo tutor dos seas
glhos menores Amaro e Pedro, todos se*
.ohorea o to-posmidores dos engenhos ti
Oaetaoo, coohecido por Duas Boceas, Pr
mavera e F ores ; coronel Mi nervio o No-
minando de Ouamao Lima, Manoel da
Caoba Pereira e Francisco Pereira da Cn-
oha, conaenhorea do engenho Florea Ma-
noel Tbeodoro Aooioli Lio, Joaqoim Es
tevSo Aocioli Lios, Jos Ambroaio de
Mello, marido de D. Maria daa Mercs
db Gusm o Lima, o c8nhores doa euge-
ohoa Primavera e Flores ; Antonio Buar-
que de Qoamao Lima, MintrvinD Boar
que de Guarni Lima, conaeohorea do
engtnho Primavera ; Gaspar Salgado de
Albuquerque M*ranhao conaenhor dea en-
genboa Minas e Florea ; J0S0 Ol.vo Bar-
bota Maciel, Geruioo Bvrboaa Maciel,
Bellarmino Barbosa Maoie', o^nsenhores
do aitio Roncador e do eogenho Doia I -
mSoa ; Laorentioo Barbosa Maciel, Au-
gusto Barbosa Mee el, 1). Esmera dina
barbosa M-oiel, D. Jetuina Barbosa
Maciel, Padre wos Prudente Telles
da Costa, oonsenhores do engenho Do s
lrmaos, Dr. Francisco de Aaais Men-
donga, oons-nhor do engenho S. Fran-
cisco ; Jos Zj ferino da Barros, senhor
do en^enhj Japaratubi ; Francisco Af
tonao de Mello, aenbor do engenho Eape
ranga cochee do por Periquito ; Jacintho
Pino de Vssconceiics Lina, senhor dos
engenhos Ferrao e LaaOi-Redonda ; Dr.
Jacintho Paea de Mendonca, aenhor do
engenho Novo e cooaenbor do S. Francis-
co ; F. da Rocha Wanderley Netto, conse
nhor do engenho Solidado ; SebastiSo Ac-
tonio da Silva, aparte em que o tnge-
oho Patente se possa limitar com a pro-
pritdade dos supplicantes, e o curador
geral de orphSoB, todos reaidentea Late
municipio, o bt-m BBaim que mandei isa-
pedir e aixar editaos com o praso da le,
liara serem ciudos, dos municipios, da
C marsgibe, Gongalo de Barros Wander-
ley, consenhor do engenho Minas,- de
M*ragy, o msjor Francisco de Paula Ca-
valcante de Albuquerque, Francisco Ar-
gobhato de Paula Cvale ote, conaenhorea
do eogenho Solidado, e o Or. Anastacio
de Paula Caralcante, consenhor do enge-
nho Ferrao; do Quitunde, Dr. Jeronymo
Aecioli Lins e O. Clara Maria de Gus-
mao, Con:echores do engenho Primave-
ra, todos deste Estado ; e do Es'ado
de Pernambuco nos mm icipioi, de Pal-
mares, Jos Antonio Alves Mactol, Ari-
to i) Alvea Maciel, Frncisc > Alves ftia-
oiel. os B. Maciel, D. Maria Augusta B
Maciel,coo8enboies do engenho Deis lr-
maos, e residentes no engenho Monte Po;
de S. Beoto, Jofio Barbosa Mas e', \ugusto
Barbota Maciel. co-s-nhoies do eogenho
Dois lrmaos ; de Agoa-Preta, D. Leopol-
dina Barbos Mai iel, JuSo Barbosa Ma-
BJel, D. Mara Barboaa Maciel, Antonio
Barbara Maciel, D. Theotmia Balboas
Maciel, Arrhur Barbosa Maciel, Antonio
Barboaa Mtciel, Eugenio Birbosa Ma-
0 el e seu p .i Jos 3eaerra Cavalcante
Maciel, por si, e como tutor dos meamos
seus filos menores, todos conBenhores do
eogenho Dois lrmaos, e residentes no
engenho Pirangy ; de Barreiroa Joaquim
Simpbi'onio de Mello senhor de enperho
Boa Sorte, condecido por Mumbuca e
Jos Martina de M randa, na parte em
que pessa lircitarem-se os engenhos Bom
Jess e PromogBo, de que se dis consenhor
com a proprieddodsa suqpplicaDtes ; io
cluindo-se no memio edita! citagao a todo
osber >s eintaresiaisinsertse d s.iu 1
cidos (na poasam, existir sem sciercia doa
supplicantes, para na prmira audiencia
oeste joito, depois da entrega dos manda
dos e recolhimento das certidoes dos ed-
taos no cartorio competentemente cumprf*
dos com as formalidades legaes, virem
louvar-se em agrimensor que preceda
av venttgao requerida, em arbitradores, e
verem nesse acto assignar-se-lhes o prazo
da lei para a con'esUgao da acgSo, sob
pena de ser todo feito a revelia dos sup-
plicadoa na forma da lei.
Outro aim reque em a V. S., que man-
de paaaar mi ndado 1 fim de serem citados
para o fim requerido a Manoel Iaidoro da
Cunha, Francisco Gomes Pereira Guerra,
intrusos que illicitamente se achato na
propriedade dos supplicantes, e tambem
para restituirem depois da aviventagSo, os
terrenoa de que, com m f, ae qoerem
apoaaar ; e finalmente requerem que vos
digneis nomear curad r Ztria dos u ene-
rva e orphaos fiihos de Gongalo Lerico
Buarque dos Res, de Jos Beserra La-
vale-nte .> aciel, de D. Maria das Men.es
de Guama 1 Lima, e do interdicto e men
tecapto Franoiico Alvea Maciel, am de
repreaentarem a aeus curateladoa em todos
oa termos de acgSo, preatando o devido
juramento.
Os auppiioaotes avaliam a presente oso-
sa em 20:0005 ; e P P. V. S. que an-
toada st-jaoc oa sopplicadoa citados para o
fim especificado, a assistirem a todos os
termos da causa e sus execug&o, e igual-
mente, para proporcionalmen.e abooarem
88 desjiesp.s da mediyao.
Porto Calvo, 9 de Setembr j de 1893.
O advog, do Bernardo lyndolpho de Men-
douga.
1 stava iguameute sellada e despa-
chada.
E mais se nSo continha as petigSes e
despachos aqui transcriptos, em virtude
do que mandou o juie passar o presen.e
edital com o praso de 30 dias, para os
que residirem ueste Estado, e de 90 das
para os que rssidirem nos outros Esta-
dos : pelo que sao pelo presente citados
uSo so os heros con'r n antes aou.a de
clsradosi como aioda todos os incertos e
desconhecidtB, e clmente todos os inte-
reseadoa em geral, para depois do ultimo
praso ae louvarem em agrimensor e peri-
tos, que procedam a aviventagSo reque-
rida.
E para qne chegoe ao onheoimento de
todos os interessEdos, mandou nSo s paa-
rar o presente que ser publicado e tffixa-
do no lugar do costume, como remetter
outros de igual theo. para serem ffisadoa
eos mnnicip os em qoe residirem oa citac-
eos e publicados pela imprensa da capi-
tal.
Dado e pasaado cesta cidade de Porto
Calvo do Estado de Alagoas, em 25 de
Setembro de 1893.
r-u Emiliano Jos Velho, escrivao o fiz
escrever e subscrevi.
Jos Benedicto Buarque.
Est conforme.O escrivio Emiliano
Jos Velho.

Sil
No lugar portugus Costa Lobo, para
Pelotas, carreeou .
J. G Magalbaes, 8.C00 cocos frocU.
o biate D. Jolla, para Macao. carrega
ram :
t. de Mattoa Irmao, 1,0D sa:cos com farinha
de mandioca.
M. Vipgas, 3 barricas com 270 kilos de assu-
car refinado, 2 ditas com 180 ditos de dito brac-
eo, i barril com 80 lit os de vinagre e 8 c&ixas
com ICO kilos de satao.
Compantiia de Estiva, 2 meias barricas cam
fOO kilos de a8focar reina o e a meias ditas
com 2U0 ditos de cito branco.
Para alofsor, carregaram :
L. Albeiro a C, 6 aliados com 180 litros de
genebra, 6 des com 260 kilos de abo, 6 bar-
ricas com 120 ditos de astccir branco e 1 dita
com 60 ditos de dito n-tioa 10.
D. L. Crus, 16 caixas com 120 litros de ge-
nebra
Na barcaca Espadarte, para Parablba,
carregaram :
F. Rotas, 30 caixas cem 210 litros de ge-
nebra.
J. Sooza, 215 caixas eom 1 380 kilos de sabao.
Na barcaga 13 de Mala, para Villa da
Penba, carregacam :
Bordes C, 19 caixas com 120 iitros de ge-
ne ora.
mtulm-tum pfell#s
VJ DB OEZBMBB0 D2 1893
Alfandeg
fiecdi geral
Oodia t a 11 531 83,1321
dem d 12 79:8S9al6'S
grm 6 carga varioe genercB a Pereir"
Crn iro e comp.
Macan7 dias, hy ato nacional (Barroso*
de 60 toneladas, mestre Antonio Alte-
as Silva, equipagem 6, carga varios
generes a Manoel Joaquim Pessoa.
Marselha 51 dias, brigue dinamarqus
dna Robl de 248 toneladas, capit&o
N. Sarrer, equipagem 9, carga tolhas
de barro a H. Lundgren.
Cardiff 33 dias, lugar irglea (Altona
Arsenal de Guerra
A commissSo de compras deste Ar-
senal reueber propostas no dia 14 do
corrente, at 11 horas da manb?, para a
compra des artigoB destinados ao provi-
mento do slmozaritado deste A.sent,
d"ran e o semestre de Janeiro a Junho de
1893 1894, a saber :
Tintura, drogas, e'c.
Alvaido de zioco, kl->g.
Alvaide de chumbo, idem.
Aaul ultramar, dem.
/Vmirellu francs, dem.
Acido n ti ico, idem.
Acido Bulphurico, idem.
Acido hydroclorico, idem.
Agca nz, idem.
Dreu, id'm.
Bn cha paiapintsr de differentes nme-
ros, om.
Oolla da Bahia, kilog.
Ci. idem.
Cxpairosa, idem.
Espiri.o de viuho, litro.
tialha, kilog
Gomaa lucen, idem.
Oleo de li haga, idem.
Ocre, idem.
Piuoibto ucarello, idea.
Pinceia para pintores, na. 4, 5, 6 e 1,
nm.
P Pincela para caiar, bortidos, idem.
Pixe, caada.
Pos pretts, kilog.
Rozo trra, dem.
Secoante (tezas de ouro), idem
Seccaote branco, idem.
Trioca', idem.
Terra scene, idem.
Verde chrom idem.
Verde francs, dem.
Verme'bao francs, idem.
Ver ib copal, idem.
ZarcSo, idem.
Ai tigra para I uses, etc.
Aceite de ctrrapato, litro.
Azaite de coco, idem.
Aseite Plagciol, idem.
Aseite de peixe, dem.
Fio de a'goiao da trra, kilog.
Fio de vell;<, idem.
Keroaene, lata.
Seb grasa do Rio Grande do
kil.g.
VelB de carnauba, orna.
Velas steannaa, mago.
Artigos para fachina, rancho, elo.
Bandejas uara copos, urna.
Baca de fero sgatha, idem.
Baoia de metal, idem.
Bacia de loocs, idem.
Bilna de barro, idem.
Caneco de metal branco, idem.
Caneco de metal com conecte, idem.
Concha gr nde de ferro, idem.
Ciacador grao de de ferro com cabo,
idem.
Chamic para candieiro, idem.
CSoo de ferro estachado, idem.
Cesta de vime, idem.
C >po de vidro par. agua, idem.
tCoxada sem c b >, idem.
Enzada cem cabo, idem.
Espanador de palha, idem.
h'epanadnr de pennas, idem.
Fouce-en cabo, idem.
Fouce com cabo, idem.
J-r o do ferro a^atha. idem.
J:ro de louca, idem.
M'.nngues de barro, idem.
Mtchado sem cabo. um.
Machado com c-.bo, idem.
Machadioha c m cabo, idem.
P de ferro, idem.
Pav o para candieirc, eorido, idem.
SbSo axarello, kilog.
Ti} .lo para areiar facas, nm.
Vassouraa de p.-ssava chapeadas, idem.
differentes tama*
De Porto Alegre
Barca noroegoeose Arctic.
Logar in?iet Francia.
Patacho fcoanrlez Regnera.
Escooa allema Herrme.
De Pelotas
Logar ingles Mirarwy.
Patacho nillandez Arime,
Patacho bollandez Hargaretba.
Lgar noroegoenee Cbanre.
Patacho sueco Hilona.
Patacho nacmoal Ua-iDbo 6*.
Patacho nacional alariobo 2.
Do Porto
de 491 toneladas, capitao P. A. Mar-i Patacho nacional Rival.
Renda do Estado
Dj da 1 a 11
Idtm da 12
163:i3!365
27:583*373
611:693*489
191:018*738
Scmma total 802:712*227
Sagvjrda seccao da Alfandega da Peruamouco
12 de Dezembro da 1893.
O ebefe da scelo,
Jos Gomes 4a Silva,
o ibesoorelro,
Lmx Manoel Rodrigues Valenca.
RECRBEDOPilA DO ESTAD:)
Do da 1 a 11
dem ds 12
AECIFE DRA1NAGE
Do da a 11
dem da IX
80:988*596
17:361*388
98:319*981
1:159*620
2t5*o7i
l:376*i94
Movlmento do porto
Navios entradoa no dia 12
Bahia e eaoala 2 dias, vapor nacional
cS. Salvador de 1999 tonelada!, cox-
mandante Jlo Mara Pessoa, equipa
ters, equipagem 10, carga carvao de
pedra a Wilson Socs e comp.
Observadlo
0 brigue dinamarqus c Ins Rohl ,
acha-se tundeado no Lamarao, nSo tendo
seguido para a Ilha Grande como por en-
gao foi publicado na parte marisma do
dia 11.
Mercado Municipal de S. loa
u movimento oeste mercado no da 9 de
Deiembro foi o segeinte : Entrcram.
32 hois pesando 5,432 kilos.
520 kilos de peixe a 20 rs. 10*400
4 compart. com mariscos a 100 rs. UO
2 ditos com camarOes > 100 ra. J2U0
30 columnas a 600 rs. 18*300
4 cargas com galliohis a 500 rs. iA 00
1 cassoaia com gailiobas a 300 rs. 300
4 cargas com batatas a 300 rs. 1*208
1 carga com macacbeiras a 300 rs. 300
( carga com ceboliobo a 300 rs. 300
4 cargas com genmum a 300 rs. 1*200
2 carga com bananas a 300 rs. *600
3 carga com laraojas a 300 rs. 900
7 cargas com melancia a 300 rs. 2ioo
5 cargas com loucas a 30 rs. 15>0
6 cargas com (rucias a 300 rs. 1800
12 cargas com farinha a 200 re. 24tK)
5 cargas com mho secco a 200 rs. l00il
2 cargas com fejao a 200 rs. 400
55 lugares a 200 rs. 1U00O
21 soinos a 20U rs. 4*2 0
11 comp. com suioeiros a I* 11. 00.)
8 comp. com soionros a 700 rs. 5C00
11 comp. cim fressuras a 600 rs. 6*600
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
48 comp. com fazeodas a 600 rs. 28*800
50 comp. com verduras a 3U0 rs. 15*000
71 comp. com farioba a 400 rs. 28400
4 comp. com talbos a 2* 81*000
De SwaDse
Barca Ingltza Starry.
Barca Doroega Frey.
Da Liverpool
Barca noroeguense Fanny.
De Antuerpia
Barca din. A. B. Bol.
De Terra Nova
Logar ioglez Rosioa.
De Londres
Lugar i.giez Harnpi.
De New York
Lugar americano Emite.
De CardiU
Lugar ioglez Do-a.
Bit-a noroega H'l.
Barca iogkza Huno.
Barca noroega Fanny.
Da I a G-ande
Logar ioglez ;uoet.
Bngus dinamarquez Ins Robl.
De Sbields
Brea allem Semmy Ceba.
Vapores a entrar
Mes de Deiembro
Rendlmentos do da i a 8
263*100
2.180*000
2.443*100
Precos do dia :
Carne verde de 400 a 800 rs. o kilo.
Suioos de 800 a 900 dem.
Carneiro de 900 a l idem.
Farinha de 400 00 rs. a cuiu
Milbo de 500 a 600 re. a cuia.
Feiao de l40 a 1*500 a cala.
Mavlosa aperados
Do Rio de Janeiro
Barca portuguesa Yenlaroxa.
Sol..........
Ntw-Yark.....
Sul..........
Norte.......
Eoropa.......
Dordona .
Pa'aense .
Entre-Ri08>
Onoda...
Trent
New York..... Lubtntz.
Sol.......... Beluranu
Sul..........
Europa.......
Liveroool.....
NtwYork.....
Sol...........
Sol
Tijoca
Villa de Rosario..
Mariaer.........
Delambre*.......
Tamar.........
H^rscbei........
Ntw Yotk..... Lisbonense
13
13
14
14
16
17
17
18
18
19
19
19
19
23
Vapores a sahlr
Mea de Deaembro
Norte....... Beberlbe........ 13 as 4 h.
Sai.........Troja........... 13 as Ib.
Sul......... Corsica......... 13 < 2 b.
Norte....... S. Salvador......13 as 5 b.
Sol.........Una............14 as 3 b.
Sol.....i... Ollnda.......... 15 as 4 b.
Sol......... Trent............ 16 as 1 b.
Sal......... Eotre Ros...... 16 as 4 b.
Europa.......Balgraoo........ 18 as 3 b
Europa... .. Tamar.......... 19 as 2 b.
Sul..........He schel .. .....19 is 5 h.
Sal.........Ville de Rosario.. 19 as & b.
Sol......... Tijuca..........19aj ib.
Vassoura de timb na matte, ciispaadas
.em.
Vassourinha de timb ou matto para va-
silhame, idem.
Vf.s8ou.-iuha ds piassava para vasilEame,
idem.
Vassoura de timb on matto, idem.
Parfcfasos, pregos e tachas
Cravoa de ferro, serados, kilog.
P-.r>usos de latSo de differentes tama-
nbos, um.
Parafusos de ferro de
nboB, dem.
PregoB bateis, kilog.
Pregoa ripi.es, idem.
Pregos caibraes, idem.
Pregos frasceaea aortidos, idem.
Tnchaa de ferro, sortidas, i em.
Tachas de cobre, sortidas, idem.
Madeira
Barretes de pinho de diversas qualidades.
um.
Ba.rote de amarelfo, idem.
Barrote de louro, idem.
Costado de amarello, idem.
Costado de looro, idem.
Coatado c'e pao carga, idem.
Coatado de secupira, idem.
Costado de amarello, idem.
Costadinho de lonro, idem.
C> staiir.ho de pu carga, idem.
Contad i ho de acupira, idem.
Enchumeii de qualidade, idem.
Prancl.o-3 de aicupira, idem.
PrancbSes de pinbo, idem.
Prancbcies de amarello, idem.
PrancbSea de pau-carga, idem.
Querie de diversos tamaDhoa^e grosuras,
idem.
Tabo* de p'nho da Suecia, de diversas
dimecsSes idem.
Taboa fie pinho americano, de diversas
dimento'ss, idem.
Taboa de pinbo de riga da I[2 1 polle-
gada, idem.
Taboa de pinho de 1 pollegada, idem.
T"boa de pioha de 3,4 de pollegada,
idem
Taboa de pinho para fjrro, idem.
Tabea de amarello, de soalbo, de 0,"'35
a 0,nl40 de largura e de 5 6 metros
de comprimento, idem.
Tboa de amarello, de forro, de 0,m35 a
0"45 de largara e de 5 6 metros de
comprimento, idem.
Tabo- de amsrello, de 1 pollegada de
grossura com as dimensSes cima,
idem.
Ta'-oa de amarello, de 3|4 de grossura
com a? mesmas dimet-sSes supra, idem.
Taboa de louro, de soalbo, de 0,ra30
0,"35 de largura e de 5 G metres de
comprimento, idem.
Taboa de louro, de forro, com as dimen-
oas cima declaradas, idem.
Taboa de 1 -oro, de 1 pollegaaa da gros-
sura com as mesmaa dimensSes supra,
idem.
Taboa de pau carga, de soalbo, de 0,~30
0,m35 de largura e de 5 a 6 metros
de comprimento, idem.
Taboa de pau-carga, de forro, com as di-
menso***.* supra, idem.
Taboa de pao carga, de 1 pollegada de
grossura e oom as mesmaa dimemSCa
Bupra, urna.
'Dita de pao carga, de 3(4 de gressara.
cem a* mencionadas dimentdes, idem.
Metaes diversos
rame de latSo aortido, kilogrammas.
Dito de cebre idem, idem. .
D.to de (erro idem, idem.
Ac fundido quadrado, de diversasjjespes-
su'ss, idem.
Dito dito sextavado de diversas espesan
raa, idem.
Dito dito redondo, de ;dverf aa espessaras
idem.
Dito batido aortido (em barr8 e varJJe),
idem.
Aros de ferro, de diveriaa dimens3es>
idem.
rame em vergainhat, idem.
Chumbo em lenc,ol dem.
Estanho am vergninha, idem.
Ferro ingle redondo, quadrado^ e em bar-
rsde differentes dimentSes, idtm.
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Darn d* Pornnmhn<*o Qnari fei>a 13 d Dezembro <*e 1893
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Forro Bueci redondo, qnadrados e
barr de differrnles dimensBos, dem.
Ferro ingle em lecool, idem.
Ferro de cntonoir. dem.
Ferro de varnnda, dem.
Folhsa de flandre sngelss e obradas,
orna.
LttSo ora lencol, kilrg.
Prata de lei, gmturca.
Ziaoo em folha, kilog.
Ferramentaa e outr< artigos
Arooa de pa oom os respectivos ferros,
oro.
Alicate chato e redondo de ferro, idem.
Alicate de ano cha*o e redondo de 5 a 6
polleKtdtp, idrm.
A'drabaa de ferro portid-P, dem.
Ditas de d to podidas, sortidps, dem.
Dirs d UtSo sortidas, idem.
B-'damea sortidop, idem.
Chave indicia de diverso* tftmaohos,idem.
D'ta em bruto sor'idaa, idem.
Chdeadoa de ferro sortidos idem.
Cadioho de d Aferentes nameroa, dem.
Compaa'oa a rtidos, idem.
C; mpats's de ac direitos e de volts,
com molas de 4 a 6 pollegadas, dem"
Claveadorea, idem.
Dobradigas de ferro, de crut, sortida,
par, idem.
dem de latSo aortidaa, idem.
Ditaa de ferro qaadradas, aortidaa, par,
idem.
Desbastadores sortidos, dem.
Ettopa da atgodSn, kilog.
Estrados od desempenadeiras de fe ro,
nm.
Eodtaa de fuii', idem.
Fecbaduras de ferro, francesas, polidas,
soitidaa, idem.
Ditas de ferro para armarioa e gavetas,
ideu .
Ditaa de lati para armarioa e gavetas,
idem.
Ditas de ferro, de bocea, para portas de
diversos taroanhos, d-m.
Ferrolho pedrez, de ferro, de diffarentes
tainan os, idem
Ferrolbo pedrez, de Iat5o de differentes ta
roarhos, idem.
Ferrolho de lati para armarioa, aortidos,
idem.
Ferrolho de ferro para armario aortidos,
idem.
Ferrolhoa de ferro oom cando, sorti-
dos, idem.
Ferrolho pedrs policio, nm.
ForzcSes de seo, aortidos, idem:
Guilberme com furos, idem.
Furoa para desbastadores, idem.
Faros com capa para planias, idem.
Ferros p-ra garlopas, aortidos, idem.
Garlopas Bortid>s, idem.
Ooivas sortidas, idem. J*
Petra sortidos para pa, jugo.
Grosca aortidaa, urna.
Groaas acias esnnas sortidas, idem.
Limas ingleas triangolires, bastardas,
sortidas, idem.
Limas inglesas triangulares, murgas de 6
8 pollegadas, idem.
Linu-s inglesas chatas, bastardas, de 4
16 pollegadas, idem.
Limss irglizas, meiar-3annas, bastardas,
de 4 18 pollegadas, idem.
Limas inglesas, meias-canoss, margas, de
4 16 pollegad-B idem.
Limas inglesae chatas, murgas, de 4 lo
p'illeg.idas, dem.
Lim. t'es irgl sas, bts'ardos, qaedrados,
idem.
LimatSes ingleses redondos, idem.
Lisa de esmeril sortida, folha.
Lixa de areia sortida, idem.
Msrtelloa coro caboe, sortidos, de ajo,
idem.
Purafuso c m poroa, idem.
Plainas sortHis, idem ^ .
PJha de junco de us 1, 2 e 3, kilog.
Palha de jonco especial, idem.
Pedrrf dn amolsr, orna.
Pedra de rebolo com 0,n80 de dimetro
e 0.mi de espessura, urna.
P Safras de sgo. diversas, ama-
Serrotes do fixas, um.
Serrotes de prnto, um.
Serra bragal, orna.
Serrote para carne, um.
Serra do volta, orna.
Serrote de tragar, at 1
Tarracha de palmatoria, de
chos, uros.
Tarracha inglesa para tubos, do
pnllegads, urna
Tornos pAtertes para bancada, um.
Tornos de niSo, de sgo, de 5 a 6 pollega-
das, nm.
Travadeira de ac, orna.
Terquez, sortidas, urna.
Verrnmas sortidas urna.
Ias'gnias
Beardina naiional de filelle, com 2, 3, 4,
5, 6, 7 e 8 pannos, urna
Artigos diversos
Cabo de lioho fino, kilog.
Cabo di Imho branco sortido, idem.
Cabo de linho alcatroado, idem.
Carvao de pedra para forji, idem.
Caivlo cck, idem.
Driea para baodeira, idem.
Areia para moldar, barnsa.
Esteir^s da tabira, ama.
Vidros para vidraga, sortidas, idem.
Folio at 30 pollegadas, idem.
Artigos para fardamento
Cordlo de al carmesim, metro.
Co dao de la branco,
zi idem.
Colchetes da metal para c, par.
Col^-hetes preto para gola* par.
Colchetes pretos para gorroB, par.
FivelaB de metal para arreiatas, utoa.
Humeros de lati para gorros o fardas,
nm. ..
As propostaa deverlo ser em duplica a
ero rolaglo a cada eapeoie do artigo traaer
no alto o nomo do propononto, a .odeselo
da casa ctmmercial, o numero e marca das
amorras apresenUda, a declamlo ex-
presa do se Bojeitarem a mulla de 5 Ojo
e ai. ntaltea do regnlamento vigente.
Os proponentea mencionarlo no sobs-
cristo de auas propostaa, a eapecio do
artigo proposto, numero o marcas das
amostras que apresontarem o data da sei-
gSo do cooielbo.
Todos os artigos serlo postoi no Arse-
nal por cents propria, do conformidad
oom os pedidos que Ibes forem feitoa, da
primeira qualidade e oom a mxima
promptidlo.
Seoretaria do Arseoal de Guerra
Foraambaoo, em Deserobro do 1893.
aetro, um.
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A Companhia de Servidos Waritimos de Pernambuco
avisa ao commercio que de 1 de Janei #o de ] 894
emdiante vigorar a segunte
TABELLA
D08 FBETKS DA8 EMBABCAgOBS EMPBKQADAS NA DESC1BGA E CARGA DE NAVIOS
AlTarenga deiroberta reqoena.
> dobrsda. .
grande
cooerU peqoeoa ". ...
Cobrada. .
(randa ...
Assncar.sacco de 7f kosR-cife.
75 Cinco Ponas.
GJ Recite .
> barr ca......
mtia barrica.....
qoano de barrica ... *
Algodao sacco.......
* fardo g'ande .....
pequeo .....
A- uardfole oo alccol, pipaRecife.
Cinco Pontas
Arroz, sacco........
Breo, barrica.......
Bacalhio idem......
rxeia tdem.....
Calderas, lorelaia......
Carocos de aleoaio, sacco.....
Caf, sacco.......
CtrvSo tonelada......
i Cimento, barrica ......
> neio idem.....
qoarto de idem ....
Cantara oo lagedo, tonelada. .
CoDros eeccos e verdesRecife
a a Cabanga ...
Dormer.tee to solipas, una ....
Farioba de mandioca, eacco ....
a > trigo a 90 kilos.
n barrica
a a a acia dem .
Feno, fardo.......
Ferro, trilbcs e laxaneos, tonelada.
Fogo da China, calta.....
Farello, sacco......
Fejao, idem.......
Karoiene, caixa .....
Lastro de pedra, custo e frele, no ancoradouro, toneladas
, a a a a na franqua, idem -
a a arreia de escavsjSo, no ancoradocro, idem
a a a a na Franqua, idem
> a a C'Oa 00 SDCOradOOrO. ISeBS
a a a a na Frar.quia, idem
a do navio para (erra no nricoradooro, idem
a a a a a rjb Franqo'a, idem.
Meio de sola.......
Macbinimos, tsebas e mnendas, tonelada
Wadeira de pitibo, cada ICO pea qoadrads. .
Miibo, sacco........
ssos, tonela. .....
Penes, fsrdo. ......
PoUora, barril de 2o libras.....
Sebo en grasa, pipa
a a a barril ....
Xtrque, fardo .' .
e
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Ccndigoes
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80
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500
350
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10*000
500
2*fC0
450
2*'iC0
6G0
EOO

ensarnado e carmo-
0 Dr. Jo3e da Silva Ramoj, Jais Substituto do
c.vel na jnrisdic(o parcial deste Honicipio
do Recife, Capital do Estado de Pernambuco
em virtude da Lei.
Paco saber aos que o preseate virem on delle
noticia tiverem que riidos os dias da Lei e de-
pois d'aodieocia deste Joiso dia 17 do correte ira pela terceira vez a praja
e cora .. abatimento le^al alim de ser arrema-
todo a ejuem mai der e raaior lance offerecer o
immovei segoinie: Um terreno na ra impe
rial coof ooip ao predio numero 232 o ejoal ter-
reno tem os fundos para a esirada da ferro do
Recife ao S. Francisco, corn um caixo para
casa na altara de seis palmos mais ou meos,
rjnd ndo eeis metros e noventa centmetros de
larguras desoito metrose viotecincocentimetros
de coreprimeoto av-liado por dnzentcs mil res ;
ei tendo ido a praga pelsseetnta vez com aba-
limento de 10 Vo 's'0 180*000 val agora com
novo abatimento de 10 % que vem a eer pela
qnantia de coto e sesseuta e dois nil res
((62*000). Penhorado para pagamento da ese
crjc&o que promovem Tomez de Carvalbo &
Compaobia contri Joo hodigues da Silva Do
arlee soa mulber. E oo bavendo licitante que
cubra o prejo da prtc ser eutregoe a qoem
raais offerecer. E para q-ie ebegue ao conbe
cimento de todos maudei passar o presente que
sera publicado pela imprensa e tffixado no lo
car do costme. Dado e pascado oeste Huoi
cipio de Recife aos seie de Dezembro de 1893.
SubscievoEa Pedro Tertuliano da Cunea,
Jj3' da Silva Ramos.
de 200^00 que ftr&o na Theeour&rta da
Estrada.
O carvSo ser de 1.a qoadade, tres
vezes crivalo e posto p lo cootractantc
em Cinco Pontas deDtro dos carros da es-
trada de ferro do Recife ao S. Francisco,
oorrendo por soa oonta todas as despezas
at e-qoelle ponto.
Os foroecimentos serSo feitos por pedi-
dos BBsignados pelo almoxarire e rubrica-
dos pelo rector engenheiro ohefe e den-
tro do praso mximo de 10 dias.
O cdtitr- ctsnte fcar sojeiio presta-
dlo de urna fiaega que, para garanta do
contrasto, ser usada pelo director enge
nheiro em chefe.
Os pagamentos serSo fe'tos mensalmen-
te vista de canta em 2 vas epresentada
tj-lo oontractante.
t pretera da Estrada de Ferro Snl de
Pernambnc", Palmsres, 11 da Dezembro
de 1893.
Alfredo de Albuquerque Gama.
Seoretano interino.
de
Estrada de F-rro Sal de Per-
nambaco
Fornecimento de carvao
EDITAL
De ordem do Sr. director engenheiro
chefe fago publico que at as 2 horas da tar-
de do dia 20 do correte, reoebem-ae pro-
poat?B na Secretaria d'ests Estrada para o
fornecimento, por contracto, do carvao de
Curdiff, necessario, ao servijo da mesma
Estrada dj semestre de Janeiro a Junho
do anno Tindooro.
Os propeneates bSo obrigados a apr. sen-
tar bobs propostas em carta fechada dev>
damento sellada, e aoompsnhando oonbe-
. oimento de depoiito d OJ-iglo proTom' dt roda publioai do Thefoaro Fsderal,
DECLARARES
A, M. 3P.
Athenea MhsciI Penaambcjoo
Aseembla geral
De ordem do conseibo administrativo, coovdo
aos Srs. socios a comparecerem em nassa (de
i 7 oras da noote do dia 15 do correte, aflm
de reuDldo" elegerem os novos fonecionarios do
aooo de 1894.
Sala das sessOes do Atbeoerj Musical Pernam-
bucaoo, 11 de Dezembro de 1893.
O 1." SECRETARIO,
Odorico A. C. Ferreira.
Alandega
Propriedades Lages e
Serijo
(arrendamento)
De ordem do Sr. Dr. Inspector e em
cumprimeoto da ordem da direotoria geral
sob n. 14 de 15 de Setembro prox'mo
pretrito, fago publico que esta reparticS^
receba propostaa em cartas selladas e
recudas, at o dia 14 de Dezembro deate
auno, para o arreodameote das propieda-
des nacionaes denominadasLages e Se-
rijosituadas no municipio de Lambe
deste Estado, as quees sao destinadas
principalmente ao planto da canoa e ta
brioo de assacar.
0 arreadamente o2o se faraVpor tempo
excedente de nove annos e para elle ser-
vir* de base o arbitramento de 2:500)$O
aooiaes, dado ao respectivo aloguel ven-
cido e ora commuoicado ao Thesouro Fe-
derfl.
Em 13 de Novembre de 1893.
M. Aotonino da O Arsoba
Faeuldade de Direilo
Odiractor da Faculdade de Direilo do Hecife
mana fazer publico por esta secretaria qu<>,
atteidendo ao pedido qae lee foi feito por moi
tos dos Srs. bacbarelandos e a que eai em
obras o respectivo edificio, reeo.veo, na frica
do art. 379 Jo decreto n. 1232 H, de 2 di Janeiro
da 1891, realisar parcia.meo'e a collacSo do
grao aos alunos que terminaran) o corso aca-
demeo, sem a preeoca da cugregacio ou
qnaliuer entra solemnidade.
Secretaria da Faeuldade de Direito d) Recife,
II de Dezembro de 1893.
0 secretario,
B. AragSo Fsrla Rocha.
Companhia explora-
dora de prductos
calcreos
i* chamada de capital
De ordem da directora eSo convidados os Srs.
accionistas subscrip'ores ds segunda serle do
capital deita compaobia a realisarem a quarta
entrada de 10 0/0 ou 20* por ac)o al o dia 26
do cerrente, no escriptorio da cotupanbla, caes
do Acollo o. 73.
. Recife, 11 de Dezembro de 1893.
Rodrigo Carvalbo
Secrc'tri. loteiioo.
!. Ofretetendo por unidade a alvareoga s tea lugar quanose tratar da mercadorias
cao mencionadas uetta 'abella.
2 As alvarergas lerSo i dias uleis para carreear f m Ierra e descarriar a bordo "U vice-
versa, rxas quaoflo se tratar di- descarga ^ fc-rragens e machinigmos terao 0 dias uieis, e exce-
dendo esses pasos venceao diariarceote mais rxetade do frete.
3 Asalvareogar que tiverem de seguir pjr. fra "os pontos fiscaes cooiprehendidoa en-
tre o trapiche Barbcsa e o d.prsito d. kerosene, no bairro Recife. e entre os caes do Ramosi 22
de Novembro, no bairro de Stuto Aolonio, vencerao novo frete, peo qoaiserac ebrtgadus os denos
88 m 4., as varcogas sero pedidas por fscripto, Gcando o solicitante sempre tejeite ao que
se achar eptipuladonefta tabella e soas cor dijes.
5 A Ccmpanhl? de Servicn8 Mariilmos de Pernambuco nao se responsabilisa por faltas,
extravos oo avarias que so deiem quer no embarque, quer ca descarga das mercadorias.
6 O servifo da polve-a sera feito, nos termos da clausula 2', at onde m embarcatOea
poderem cnegar e qutlquer raldecSo ser por cenia da mercadera. aAi^lo nra,n
1*1 deacarea das alvarengas a bordo dos vapjres caciooses ser feta mediante previo
aicste podendo o dono da mercadera mautr fazer o servic por quem ibe convier.
8 A rontiiKcSo "as aUarengas aera f. a p. r coota da mercadona oo navio, reste ndo o
rebeque de cada un a BCGO. deDtro dos pontos fiscaes j mencionados, e fora delles o duplo _
9." A Companhia psrcebera ai-riamtnuie uas descargas l#cG0 pelo aluguel ae cada sn-
ppfsnf
10 O ervico com serventes f re refere ao de ec barque, correlo po-tanto por co?ta
da mercadona toaa e qoalquer despeza com a descarga das alcarengas, quer aburdo quer em
11 Os vapores, navios, coDsioatarios ou agentes dos inesmcssSo onrigados a v lar pela
seturanca das alvarengas desde o momento em que til s forem eotre^oes a bordo, asi :j romo
sao responfave'S p> la amarr gao e por todo e quaiquer risco, da;jno ou avaria que poeato Btff er
as alvarenean enqoaDio estiverem oo costado eos navios
12. As ilvareogas nasdescargas de carvao .terao pa:r. rtceber a deixar eca'ga 03 se-
tUintea pros: .
Alvarenga de 3S toneladas 2 dias uteis
60 a 3
a a 80 a 4
a de mats de 80 a o
Recife, 4 de Dezembro de 1893.
Alfredo de Araujo Santct.
Direclor-gerente.
Edereco telegraphico
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Quarta-fefra f 3 de Dezembro de 1893
de Ferro Nul
PTD Mil bUCO
Foroerlmeato de anciro a
lucho ti 14
De ordem do Sr. director geDheiro
ehsfe se fas publico que a' as duae horas
da tarde de 18 do vindouro recebem se
proponas oa secretaria desta estrada pre
e orn"'iuento, por contracto, m sernos
Ir de Jireiro a Jucho do anno vimour
dos srtr a constantes da relaclo que ser
fscolt. da ao ixtme dos iotereasados do
esonptorio desta mesma eitr. a oa ra
do Crespo n 18.
Os proprneotes deverlo epreaentar-se
BsN Repart'c&o a hora cima indios a
fraseado soas propostas em carta fect-ad*
devidameo e sellada, datada e aesignada
oom os prec< s efenpt-s por extenso e Bem
emenda, raauraa ou coina que duva fae^
CorrpHiihaDdo-sii, tanto q ant > pnBSive 1,
dfs respectivas amostras, pnrcip Imente
dos artigos cuja qu lidade nBo enteja ex
pri's- na reluQBo a urna re erida.
Para ter admittido a concurrencia cada
propouente ter i m deposito de lOUtfl 00 perdeudo o di-
reito de 'evaDtal o aquella que, preferido
para o 'nrneoimento de qualquer artigo,
reces ir-ae asignar o contracto dentro
do pmso de cito d em o"< bouver receido o aviso que para
tal fim Ibe lr expelido.
N-i agencia desta Estrada na ra do
Cre-po d. 18, eucorrarSo os proponente
OS mdelos dns impress e, livr. o etc., e se
pre UrSo aa iof .rmacoea necessarias
Pra g raotia da boa execuyao do con
tracto iposit-rSj os coutractautes do co
fre os Ettr da uma cuar.ti fxada p<-I
Dir t r, de sccordo con a importancia
do foroecimenlo cootraotado.
Secretaria da Fstrada de Fen > Sul de
Peri'mbuco Palmares, 29 de Novembro
de 1893.
Alfredo de Albuquerque Gama.
Secretario, m.erino.
Compaubia uacinnal tie ca-
nil-as e rouj>a> brancas
A ffmbia peral extraordinaria
De o'"fOi ayl. i4 dos ei.tatD'o. sai convdalo* os Sr..
celo:' s pra reooirtm te pra aa>euiblea geral
tir;,o' 'ii ana Da lerca-feira 26 do corren
le -t;z a.' ldmo da, ca seceiar a a roa I; rga
do Ft 'Sarto D. 16 afim i-ctem; r, ni?o. nh.cinini
esilofvnjieoto de uma exposiro que sera fena
pela drectori pa soDre ol., r M.ivtrem.
S rela na, 9 ce Deztmb-o de 18 3
O Secretario
Augusto SiUa.
Obturas do Arsenal
de Guerra
D- c-ieo do cirlartao maor director sSo con-
vidado' a contar desia dala ai 3i de Janeiro
lindtrj o, as o lureira de.-le arsenal a vireuj
lefori :, ii^ respecuvas caria r*e ti^oca para ;.
2v, .,. trcala a qu? se val proceier.
Brtcao ae rostura. do Arsenal <" Guerra de
Ter: l,;. idi i de D'iembro e 1893.
O ercarrfg^nu
J.o Tibu'io R'Qeiro,
Alferes arnrMO.
DerbyClubde ter-
nero buco
A ." t liria de.-ia ociedarte contrata
? R lsol> Ra* ca id nea, a caiagfo t pintara i
Piad.- oa K Unca e soas dPD-oJrn is, p ra
(. j flrii i'.-b' prt-pj*t*a at o da 15 4o '
reo"-,', i- pecii'.a'f(,'e;ar-. ft 'i Dnqoe de
Ca a- r. W, onde aerftu dadas si icetaarlsf
jt Dt{fl "
/s p'Of'O-Ua fero aberiae ao n.eio di?, dlan-
te do- ('"nenie que se soreenisre
Secretaria do Der y Club de Pe Mrmbueo,
de DtatiLbro de 1893.-0 ili sjo-o
Jiaquim Lau T-ixeira.
CoiBpanhia
Itlaa^n rcanlll Assoea-
rtifi
O'tava llamarla
De D'. irdo cora o qce d'si3 o art. 8* dos
ri rompanhia. sto conviiialcs osSrs.
jri".' f ft rpsltaarem a 8 nwin^da sob-e o
cpiil n'to, a r, zao d (0 0/0 o iOt POI
. ,. ia do mez Vinrru'o, DO f8'Tirti-
:. psBhfa ra da Dr. JorMjrianrjc
oi.
Re lie, 1 de Dpjeral.'o de 1893.
Mj'I^I J Ft^reira Cruz
D'reci.r (rente.
Tiiohouro tio Estado do
Amaz' as
VavtoIo a vpcb xktbe Manos
foutaleza
' K. 5r'l -De ordem do 8r. Dr. iospeetnr
esta i articSo, e em virtuda do fH-io
de S. ?:c. o Sr Dr. G-verD'ljr do Es-
tad., sob 59 de hoDtem, chamo con-
., pilo prAso rie 60 dise, a contra
deg! i' '. (.ara o cotre.cto de i>m i li
aLi. -: ep-cSo fi vi-p.r etre esta oa
di al e ; do Estado ^o Oear, de acoerdo
eom r. lei p. 46 de 30 de Agosto ultimo,
b*'xo trarscripta cando ao G'Veroo t
faeulJ-de de fser as roodificaycjea que
forcD.1 eonveri-ntes oom relerencia aos
po-!. d > escala, conforme Ihe eutorie;. o
j 7. d lei o. 62 de 18 da Outubro pro-
xiiu.! uo. do.
a f.r.p neotes deveiSo previamente
dtp ii t o eof-e diste Tt esc uro a q- an
tia <' seis cintos de res, para garanta
de s'ja respoosabi'ioade ppla multa em
oue iiic.rnrem qo; nHo, AFerecendo cod-
dicSta reputadas as mais ventajosas, re-
eusarem-oe a assigner o contracto.
Ae pioportaa aerSo recebidas nesta se-
cret ra at o dia 30 de Dcaerxbro vin
douro.
Secretaria do Thesouro do Estado di
An z < *, 1.' de No7e.mbro de 1893.
C raoripMnaio de Ia olr.ss,Irineo
Altes Mu"iz,.servi^do de secretario.
Le d. 46 de SO de Agosto de
1893
Autori'sa o Qove a contractar uma Vnha de nuvega-
c2o entre etta capital e a do Es-
iadj do Ceard.
Eduardo () ncalves Ri^eiro, Bacharol em
Mathematica e Scieucias PbysiCas, ca-
pitao do eat>do maior de 1. classe o
Governadur do Estadj do Amtzooaa
etc.
Faco saber a todos os sena habitantes
que o CoDg esso dos representantes do
Estado do Amronse decretou e eu sane
eionei a s^goyite lei:
A t. 1. F.ca o Governador do Estado,
iitorisado a cootrao'ar cora quem mais
vantsgeos offereoer nica iinha do navega-
9*o vapor e tro a oidado de Manoa e a
capital do C**ra, eom escalas por Itacoa-
iftra, Pariotips, Belm, S L-iii, Faros-
r.ybH, Acara!., Grarja, (Jamocim e Mon-
dah, mediante a aubvengto anoual de
eme lenta oootoa de rcii (50:000^000).
Ar*. 2 Os vaporea aerfto de oapaoi
dade suffi< i^nte para o movimeoto de car-
ga nos pootoa intermediarios e accomo-
laques para passageiros de r e de pi*.
Art. 3.* Convm atteoder no contracto:
1.a Que a serie da Companhia cera em
Mauoa e oa vaporea obrigadoa a duas
vugeos por mes, no prximo bienoio e
oo* aeirontes 3 ;
2 o Qu* o Estado tora dieoito a 3 pas-
a^ena de r, 10 de prda e 5 toneladas
de carga em cada viagem dos vaporea ;
3 Q'in tau bem ter preferencia sem-
pre que precisar no embarque e oonducfao
le animaos vacoum ou cavallar e de ma
teriaea para suas obras ;
4.' Que o exoesso de tonellads sof-
frer sbatimeto de 30 *|. triota por con-
t ras tabellas de fretta aempre que se
tratar de carga ou transporte de animaea
oo matenaes por cunta do governo
5* Que as tabal.as de fretes e pas-a-
gena e o horario da sabida e entrada dos
vapo'83 serio spprovadaa pelo governo do
Batedo e rei de ccordo eom a emp'ea ;
6 Q te o contracto (larari ai ia ancos,
podeodo aer renovado se aasim entender
o Oongreao ;
Art. 4.* Quando o Governador, foroa
do por c precisar do material fljetuante par tran
eporte de tropas, a emprea ceder im-
mediatameote un oa maia vaporea eom o
abat ment de 40 (. (quarenta por canto)
sobre a tabella de fretes.
Art. 5.* O ve.nad.r tambera fie a
aut. risado a adoptar as medidas que jol-
gar convenientea para a boa ezeoucSo do
oontrac'o, estabeleoendo multas por qual-
quer iot'sccSo de Buaa lausulaa.
Art. 6. Bevogam se as dispos95aa em
contrario.
Mando, portanto, n todas as autorida-
des a quem o coobecimento e execugSo
da preaante 1-i perteDcer que a cumpram
e fagam cuiopril a feimene.
O secretario do Estad- a faga imprimir,
publicar e correr.
Palacio do Governo do Estado do Ama-
zonas, err. Mnoa, acs 30 das do mea de
Agosto de l-93 5- d< Repblica.
Eduardo Oonqalves Ribeiro.
Jc> yaria torre>a.
fraila namboco
EDI < AL
Je ordem do Director fa90 publico,
para coDBtar aos iutereasados, que at i-a
2 hors da tarde, do di. 18 do correte
rec bem-ae na secretaria desta Ea'rada
propostas ero carta fechada para o torne-
eimento de jolos de alvenaria grossa. aob
as co di^Ss seguintes : Os lijlos ser&o
postos re explanada das nfdoinaa, no local
deuipnado, correndo por c tante 'odas as despenas at alli, aerS. dr
tos quadate, tSo se acceitaado es que-
6rads, crus o foroa9adoe.
As propostaB devem conter o preco por
milheiro e d- veao vir acompanhadaa da
competente amostra.
Cada p oponente, para srr almittido a
concurrencia, depositar nos cofres da
Esireda a qusntia de 1C< SOCO. O pro-
pone-.te, pretendo recolner a quantia de
yOOaOO'J p ra garanta da fiel execugSo
i! seu contracto, perdendo o direito a
jduyo ele h-bilitagSo o que nao vie-
assignar o contracto no prato de 8 dia -
contaous da data do aviso que par
m Ihe t6"r enviarlo.
Os UruBt.L.e..ii-s rerao fo'toa por pedi,
do de acecido coia as necessidade sdos
aervioo.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de
Pernarjboc" 2 de Dezembro de 1893.
Alfrtdo de Albuquerq e Gama.
Secreta, i interino.
Estrada de ferro Sul de Per-
naoQburco.
D? ordem do Sr. Decio' Eugeoheiro Ch^fe ee
faz publrot que al as 2 Utra* da urde do da 19
.'o corrent, ceb--:.-.-'' n'etta .--creiaria pro-
lO'ifst-m artas fecbsdas. nevidmeDle EeHa-
d.s. para o 'oruecimeoio por contracto daa ma-
deiraa Decersa'ias ao terjg siesta Esirads, ae
v. aeo ser o prego por metro cubido qo-ndo fur-
I Isa em p-iD'Cea e per n.Giro quadrade
qoanda em taboa. os.
Para se a miitido a contorrencia depositar
caoa pr prn.n e, lcs cofrcH da Entrada, a qoan-
(li oe (OJ000 que perder se convidado para
a*iifn,r o eotrai t. iS o fizer dent de 5 das
ooii dos da >iata em o.u<- huuvrr recebido o avi-
so que. para Ul liu Ibe fo exp-dido.
0 pegos oev, m ser per qualidade, coaforme
a tabella srmete :
Primeira claaao
Arnarello vinhaiieo. iitu turro, s'coplra rri-im
barcaa, po a/arco ioo, arueiia eoiiitica.
S;(DG0d Clase
Angelim amargo ia e pao d'arco arnarello.
Te'ceira classe
Looro cbelroio. pu eurga e pan saoto.
~0 p'eco do aeiro qoadrado do boado deve-
ra 'ffirir tombem Com a expeatnra.
Ocontraciaeieobrlga-ae a entregar as offici
oas da Es.ra-ia as madeira- dentro de 30 das
ccotsdos da daia em que Ibe fo entregue o p
i ido ci m a reaptetiva aotonsacao de compras.
0 ci Diraciaote depos-iarS na Jbeiooraria da
estrada a quautia re cOGO^OOO m oiobeiro ou
p. li e da divida publica federal, pa a garanta
da 6 I ejeco(8o do contracto.
A directora da E'iraua nao recoDOecer direi-
to ue rever?ao do contracto a berdeiros, caso ve-
uba a fdli-cer o cooiraciaole.
4a p-cpoataa serSo sbrrtia e lldas, em vos al
ta, Da p-e.-erg dos propo1 entes, s S borss da
tarde do da cima declarado, do Escriptono
Central em Palmares]
SeaeUria da Estrada de Ferro Sul dePemam
boco.
Palmates, & de Dezembro de 1893.
Alfredo de Albuquerque Gama.
Secretario inunno.
Ooipo policial
0 cldada^ teneoie Coronel commaodaate do
corpo policial fas pob'ico que foi pelo Exm. 8r.
Dr. GoverDador do Balado prorogado al 7 de
Janeiro dosnoo vlDdouroo prsso do indulto con-
cedido pelo mesmo Exm S-. a tod i as prscas
desie corpo que ae aih m desertadas.
Socrets'ia do Corpo oilcial de Pernsmbnco
em 7 de D-zembro de 1893.
Jos 6 .mes Perelra da Silva,
^___________Tepepte-gecreano
Companhia
Se-Tar.a Pernambacana
Convido aos Srs. accionistas a reonirem se
em assemblea geral ordinaria ao dia <4 de Da
sembr, i 1 bora da taroe, na ede da Compa-
nnia a roa da Imperairls n. 37, para tomarem
caobecimeLto do relitorio e coatss referentes so
anoo fiado em 3o de Agosto e nomearem 08
membros da commisslo Hcal.
Al. aro Poto Al vea
Director secretarlo.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Sr. Dr. Ioapeotrr do
Thesouro do Estado de Pernambuco de-
claro que pagarae-ha amanb& 13 do cor-
rente s>n nesta Repart cao aoa profeaao-
res de 2.a entrancia.
Tbeaoararia do Th-souro do Estado
de Pernambuco, 12 de Deaembro de 1893
O eaorivfto da deip za,
Alfredo Gibson.
Veaerdvel ^oufraria Je San-
ta Rita de Cassia
De ordem do carisaimo irmao regedor de
novo convido a todos os no.-aoa cansslmoa ir
mina para comparecen m em o Doaao consisto-
rio qoiuta fer.i 14 do correle, as 6 1/1 ho-aa
da tar e, para em sesao do collegio represeo
tativj, lomarmoa coDbecimento do parecer da
ommiasdo oomeada, para podernos responder
o officio q ie nos fol dirigido pela de>oc, N S. a CooceicSo do conveoto oe S. Francisco
esta cidade.
Consislorio, 11 de Dezembro de 1893.
Miguel dos Santos Coala Jnior
Secretario.
paiMia hmihiaii de Na
WM
PORTOS DO SUL
lecel, Penodo, Araeaju' e Babia
O paquete Una
Commandante Csrvalbo
Seguir p ra
os oortos cima
inni^artod rjo dia
II de Driepibro
s 4 horas de
1/i^B.lTllCZS
Para o Porto
Barca pltW)si w
cNova Lide
R c be carea a (rete para sabir o mais breve
posaivel, visto que ja tem engajada a maior
parte ; tratar eom Amorim Iroim & C
W Mail Slean MU uom
O paquete Trent
Commandante W* H. Milnei
carde.
Recebe carga, eocommendas, pasiagens e dl-
oneiros a fre te at 1 hora da urde do dia d
partida.
ESCRTPTORIO
Ao Caes daComoanhia Prnambcana
_________________n. 12________________
Juvd firai'ieird
PORTOS 1 O NORTE
O paquete Olinda
Oommandaute o oapit2o de fragata Gui-
Iberme Waddington
Es pera-se dos
por.oa do norte
a' o dia 14 do
orrente segnn-
uo depois da c-
mora iuuiat>ro.avj| par
Macei e Babia
As 6ncommendag serao receuidasal 1 bora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barbosa
ao Ifrgo do Corpo Santo o. II.
Aos Srs. carregadores pedimos a aoa attencao
para a clausula 10* dos coobecimeotos qoe :
No caso de baver Igoma reclamssao contra a
companhia, por a vana oo perda, deve. ser tena
por eseripto ao agente respectivo do porto oe
descarga, dentro de tres dias depois de fioali-
sada.
Nao procedendo esta formartdade, a coa>p-
obia rica iaenta de Inda a respoBsabilidade.
Para passagens, fretes e eocommendas tra
.a-se eom os
AGENTES
Pereira Caraeiro & C.
6Ra du Co e*cio(
Io andar
LEILOES
E' esperarlo
o da i
da Eu*opa at j
de Dezembro!
Quarta-feira 13 deve ter logar o
leilSo de boas moveia, loucas e vidre lo
2. andar do sobrado da ra 15 de novem-
bro n. 71 por cima do escriptorio da Com-
panhia de Beberibe.
Leilo
De saceos eom cominbos e ervadoco
Hoje 13 do corrente
Leilo
De orna linda parelha de cavalloa rnsao
pombo e um ca vallo rodado apataoado an-
dador.
0 iarla-feira 13 do correte
Agente Pinto
/Al HORA
P r occasiAo do leilo de movis da ma
do Imperador n. 71
Agente Oliveira
Leilo
De 1 peqin a parte do aobrado de 3 an-
''rea e aotio aito a ra do Boa Jssus n.
45 oom 3 portas de frente varanda de
farro corrida etc., ama outra pequea
parte oo aobrado n. 37 sito na meama ra
e de 2 andares, um terreno no le ar Ar-
raial eetre a ra da Matanoa e a via frrea
de Liaioeiro medindo 123 metroa e 80
centmetros de oomprimeoto, e 118 me-
tros e 30 centmetros de largura, e 2
apolnea da divida publica geral do premio
de 5 [. do valor pomioal de 1:0000000,
ob os ns. 102.321 e 102.322.
Quinta-feira 14 do corrente
AS 11 HORAS
No armazem n ra do Imperador n. 39
O ageita O iveira por mandado do
Esa). Sr. Dr. juis de ausentes e a reqne-
nmeato do inventronte dos bnns deiza-
dos ptlo ausente Joaquim Francisco Te-
zeira levar a leilSo s 2 pequeas partes
dos s brados cima, aasim cerno o terreno
e apolicea.
Os S a. pretendentes cesde ji poderSo
examinar oa referid s predios e terreno.
Leilo
De cerca de 1.000 kiloB de capeado
estopa
Qunta-feira, H do corrente
* AS 11 HORAS
Na prensa de a|g>d3o dos Sra. Boawell
Willians & L* a raa do Brum.
Por intervi c^o do
Vende se nma casa na Vanea, roa das
Ls'SDgeiras n. K, eom dosa ulai, 6 quariosl
o loba, quintal gande ; a iraiar na roa do So
1 do mesmo pooa o.
Amas
Precisa se de tres anas, feudo nma para co*
siobsr, outra para lavar e eogom oar, e outra
para tratar de doas crisocas, t qoe d rmam em
rasa de sena pat 6a ir a.a' ua roa do Hospi-
cio o. 43.
Ama
Precisa se de ama molher de btns eostemea
para servir de ama a nma crlaoca ; a t-atar na
roa do Caongs n. U. de meu dta atz horas
oa na Casa Porte n. 5.
Ama
Precisa-se de ama ama para comprar e
c.sinbar, na roa da Imperatria n. 24,
1*. andar.
Ama de co-i a ha
Precisa se de ma qoe cosinne bem, dnrma
em casa dos p.irOes e queira Ir pira Casa Porte ;
a t-atar na roa la Matriz da Boa Vista, n, 18
agudo andar.
Ama deleite e piracosinhar
P-ecisi-se de urna ama de leile para acabir de
criar ama criaoca de 5 metes, ass m como de
ooira para roeiobar, casa de daaa pesaoas :
tratar na Bnxa Verde n 26 Capuoga, cono
Lirgo do Corpo Saoto D. 17 3* andar.
Agente Gusniaii
aS 10 HOR.-\S
Decea8Dadr,aapaTa8 ****** \No *** '" ^ Marque* de Olinda
n 48
Por ittirvencSo do agente
Gosffi
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos- Ayres
Para carga, passagena eacommendaa e di-
iQeiro a frete : trata-se eom os AGENTES.
O paquete Tamar
Commaudaote T. K. Ezham
S. Vicente. Liabou, Vigo
ton
E' esperado dos
portoa do sol at
o da 1 ie De-
zembro segoiDdo
d- mus da demora
opcessaria para
e SontbaTp-
N. B.Previoe-se aos Srs. recebedores de
mercartonas, qae a Compaohia Mala Rsal logle-
za, coDtractoo eom aG-ceral Steam Navigation
ompaovum servicode vapores semauaes qoe,
partindo de Bordeaos, Cognac,Cbareot, etc.de
vem ebegar a Sjutbamptor a lempo de baldea-
rem as cargas destinadas America do Sul
para os vapores (esta compaobia.
Reduc5.R0 nos precios daa paasagena
14a 1M 4 volto
A Lisooa i* classe 30 a 30
A'SoalhamptoQ 1* classa < X8 i 42
Camarotes reservados para oa pa3sagoiro; oe
Pernambuco.
Para passagens, fretes. eocommendaa, raU-
cem oa
AGENTES
ImorimJrmoH & C
. 3Raa do Rom Jaoaa--N. 3
;H4GtURSnEOIS
tou|iaubla Francesa
OE
Xaveg fo
Licha regular
Pernambuco,
tos.
a vapor
entre o Havre, Lisboa,
Rio de Jaaeiro e Sin-
Alfandega
Intimacao
De orrfem do Sr Dr. inspector e em vista da
comame, gao couda ooiffiiode 16 de No-
vembro ultimo, do Dr. fiscal aoa eugenhos ceo-
rae*, fies marrano o praso de oiio Has para o
Sr. gerejte da fab-ica central de S. Lourenco da
Mdt>a vi' recolber sos cofres pnbliccs a quaotia
d>- :800#0o0. importanclc de mais od a moita
que ihri lu imposta pelo referido Dr. Bacal por
oavtr despresado disposicOea legaes de aceordo
eom as qoaes ibe foram t-ipedldas certas deter-
mina0es otfo-me de lar aquelle tffi:io.
Em 0 de Deiembro de 1891.
M. Antonino de C. Aranba.
O vapor Entre-Rios
Commandante Richard
E' esperado dos
portos do su' at
o dia 14 leD'-
zembro segando
depois de pefae-
?a demora para a
Bahia e Rio de Janeiro
Entrar no porto
Recebe carea atratar eom o AGENTE.
O vapor
Ville de Rosario
Commandante Praad
E' esperado dos oortos da
Europa at odia 18 de De-
sembr aegoiooo depois da ae
mora iadispensavel para
Macei, B.h.j, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor entrar no porto
Roga-se aos Sra. importadores de carga palos
vapores desta linba, quei/am aprsenlar de 1 tro
de 6 dias, acontar do da descarga das alvaren
gaa qualquer reclamacao concernente a volomes
qoe porveninra teobam seguido para oa portoa
do sul. abm de se poderem dar a lempo aa pro-
videncias neceeearias.
Expirado o referido praxo a companhia ait se
respoDaabiljsa por extravos.
Re:ebe carga, a tratar eom o
AGENTE
Auguste Labille
9 Rna do Commercio9
Leil o
Da arm&cSo da amarollo enveroisada
cofre, gneros e ma'a utenjilioa do atabe
lecimento de molbados da raa da Aurora
n. 81,
Espolio de Arthur Goncalvas MacSes.
Qiirti-feiii <3 do corrente
AS 11 HORAS
O egente Martina far leilSo por man-
dado do IHm fcr. Dr. jus de :usen'eB em
usa presenjs, a requerimento do Il'm.
Sr. Dr. Cnsul de Portugal do estabele-
cimanto cima perteucente ao referid
espolio.
4 Leilo definitivo
Da excellente ca;a terrea sita na la-
deira da Misericordia n. 17 em Olnda,
eom 2 portps e 2 janellas de frente, onde
tem nm terrt.g3 eom g ade de ferro 2
sallas, 1 gabinete, 4 quxrtos, dispensa,
coainha externa, quinta! murado eom por
tSo que d para a ra do Boa Fim e
muito per.o dos bachos do mar, oacin ba,
qaarto de baoho e arvoredoa de fructo.
Quarta-feira 13 do corrale
A 1 hora da tarde
O agente Gu mSo aatorisado por man
dado e assistencia do Exm. Sr. Dr juia
de direito de orphSos do municipio de
Oada e a requenmento da viuva inven-
tarjante do 6oado professor Liberato Ti
burtino de Miranda Maoiel da Rocha Pitta,
levar ao 4. e ultimo leiUo definitivo a
casa cima mencionada aervindo de base
a oferta do 3 5000000.
0 leilSo ser effeotuado em Olinda na
referida casa.
leilo
De bona movis, porcelanas, cristaes,
objectoa de eleto-plate, loujaa, cortina-
dos e carneiras.
1 mobiha de Jacaranda a Loia XV eom
1 sof, 2 conaolos, 4 oadeiraa de brago e
12 de guamic3o, 2 eaoelhoa donrados,
2 quadros. 4 figuras, 6 jarros par flores,
4 castic es eom mangas, 3 mesas pequeas,
3 amofadas, 4 desoauoos de pea, 1 apele
de sof, 1 thereoscopio oom lindaa vistas,
2 albuna, 1 porta oarlSes, cadeiras de
bataneo, 2 caixinbaB para lavas e tent .a,
5 laucas diaradaa, 5 parea de cortinados,
4 etagerea e lindaa carneiraa.
1 mesa elstica oom 6 taboas, 1 guarda
lonca envidrcado, 2 mesan redondas, 1
lavatorio, 24 cadeiras de junco, 1 apare-
lbo para cb, 1 dito p-.ra jantar, bandejas,
copos, ca ices, garrafas, oompoteiras, fruo
teiraa, 1 g>,lueteiro, 1 paliteiro, 1 porta
queijo, pratos de vidroa e porta licor.
1 cama francesa, 1 toilette, 1 lavatorio,
1 guarda vestido, 1 guarda roapa, 1 eom-
moda, 2 niBuhinaa de costura.
Daaa camas de Erable novas e boaa
eom colxSes 6 cadeiras, 1 copula e muitca
outros objectoa de casa de familia.
Qaarta-reira .3 do corrente
AS 10 HORAS
Agente Pinto
No sobrado da roa 15 de Novembro n. 71
(por cima dn eaoripterio da Companhia
de Beberibe).
O leiiSo principiar aa 10 1[2 horai.
Agente Mlveira
Leilo
De movis, ]oias e um cofre.
Sexta-fera 15 do corrente
AS 11 H0RA3
No 1.' andar a sbralo sito ruado Ba-
rSo da Victoria n 60
O agente Silveira por mandad3 e eom
assiatencie. do Eam. r. Dr. jun da prc-
Vedoria a requerimeoto do inventariante
i a bens do fi->ado Maooel Augusto Can-
tlid Pareird, levai a leilSo diversas jolas,
rcoveis, loucaa, qaadroj e u_. cofre de
trro.
Leilo
De 25 caixss cm cebollas
Sexta-feira i do corrente
AS 11 HORAS
>> largo da Alfa dega
Por iDterveuyo do
Agente Cnsmao
Agente Pestaa
Leilo definitivo
De uma boa ca-a t-rrea sita no Pombal
n. 2 A e mais 15 meias ae-ins n. 12 B
1 J e < s 14, 16*. 18, 20, '2 e 24 edificadas
em torrero propiio na Eatrada Ve h. de
Shnto Amaro rendendo todus 135$' 00
mer.taes as quaes serSo entregues pela
ff rta do 1. leila) c5o ap^recendo quem
melhor Unce offereca.
Sexla-f ira .S de Dezembro
AS 12 HORA EM PONTO
No armazem a trauessa do Corpo Santo
_______________t. 27________________
Asente Pe.-tana
Ama e criado
Precia-8J de ama ama j>*t cosinbar e de
um c-:j<1o ; iratar na Irja das B8lreila8 roa
Doque de Caxiaa oa. &6 e 58.
Ama
Precisa-ae de orna am- qoe coainbe bem ; na
ra D. qu 'i'- Caxiaa n. 97
Ama
Precisa se de ama ama qu entenla e cosi
ooa e compre : na roa do b.ro da Tictorla nc-
mero 15. 2- aodar.
Ama
Precisa-ae de om? una para oinhnr : tra-
tar i rna Duque dp C*iia n. 88 Pb*'ma"la.
Cosi n he ira
Preciso-s de ama coeinbeira para casa de
familia : na ra do Imperador o. 31, loji.
Cosinheira
Precisa-ae r>e ama qne co8i he b-a. para
caea de pequea lamilia, para ir pra o mato ;
n> ra da Solelide o. 23 entra-ia i. lo Olido.
Sernentes Novas de
Hortalizas e f ores
Recebemos por este ultimo vapor um
completo sortimento de sernentes de Hor*
taligas e lind-s flires.
Po?r-s Meodes &: C.
Ra Estrt-ita do Rosario a 91
Vinho da Serrada strella
Nao tem rival eeta cualidad^ de "inho
proprio par wesa. uma espec alidade.
PCgAS MENJES & C.
Ba Es relia da Rosario p 9
Obras de Y me cuido sejm
Saetas para compras (Tamanhos diver-
sos.)
Berros
tialaios par.-, paoel.
ROUPEIROS.
CADEIRAS o que se pode
desojar de tnai perfoiodo.
RA ESTREIT* DO R'WARIO N. 9
Pocas Mendos & C
Leilo
Completo B.>rt uiuiito da gecoroa de 1*
qualidade e prejoc os maia res imidos.
Ra Estreita do Rtsar'o n. 9
Pocas Mendes C
Roda dV^rua (ie ferro
Com^ra-ae uma roda r.'aiuade f.'rro fm bom
eftado, qce repule de 28 a 30 palm de raio :
t'aiar na ra Baro d< Viciona n. i7.
Criado ou feitor
Precisa-se dp um ciado ca fei or : roa de
Santo Elias n. 10 E-"pinbeiro.
Di um excellente terrsno arbr.iisado
eom 100 palmos de frente e 1600 do fuodo
no qual tem boa baixa para uapim, no
ir-port nte e Silubra arre ba de rr-yal,
2 minutos da Estaca" da Casa Amarella,
podendo tambem turnar o trem da va de
Lirooeiro por fio*r nos fundos as officnas
da mesma via.
Sex-fira 15 do corrate
AS 12 HORAS EM POrJ
No armaaem a travessa do Corpo Santo
n, 27
Terreno proprio, para qualquer imfor-
mavao eom u mesmo agente.
Leilo
D* cerca de 3u0 volomea de diversas
obras de medicina e cirurgia m francs.
allemSo etc i iveraas caixas eom impor-
tantes ferramentiia de cirurgia e olhoa,
carteiraa para boleo eom ferrameotaa e
diversos ferros avolaoa, pertencentes ao
espolio do Dr. Cyrilioo Piato de Almeida
e Castro.
Segona-era 18 do correte
AO MEIO DIA
No 1."andar do sobrado a raa da Madre
de Deua a. 34
O agente Qusm&o, auterisado pela
Exma. Sra. D. Tbeodelina Lina de Al-
meida, viuva do mesan Dr Castro, far
leilo doa livroa e ferrameotaa cima
mencionados, para o qae ohteve a mesma
Sra. liceoca do Illm. Sr. Dr. juia de di-
reito de orphSos do Rio Formoso.
Doce de
caj
Veade-se excellen-
te doce de aj seec,
feito a capricho. Na
ladeira da Ribeira so-
brado n, 28, na cidade
Je Olinda.
Nao se vende a r-
talho.
AVISOS DIVERSOS
Alaga se ama casa cam commodoe para
grande familia, e filio eom baalaa es frncteiraa,
na travessa Fernn es Vieira, peno da esiacao
do Caminbi Novo e da lloba de boeds e Fer
nandes Vieira ; a tratar no ollio do Corpo San
lo o. 2o, eom Ferreira & Irmto.______________
Precisa se de um bom coainbeiro e do um
copeiro : i Ira'ar no Largo do C'Too S*o'o o 8..
Alaga se nm dos para familia, oa cMade de 01 oda, raa Bario
de Taca runa e pertj doa baoboa salgados, no
Carino ; ft tratar no largo do Corpo Santo qq
mero 17,3.* andar.
(sixeiro
P-pcisa-se de um rapaz que tenha r'tica de
fazeDdas e dando atstalo de seu bom compoe
tameolo ; Iraiar na loja de fazeDdas ero Afo-
galos^_________________________________
Pharmacia
Ven e-se uma pbarmacia na cidade de Pes-
qu> ira, daodo-se descont soperior a 10 /
queu pretender dirija ae pessoalroenie ou por
e..--cripio na cidade de Pesqneira a A tbur de S
Cavalranie de Albuquerque.
Para cos-
nhar
Precisa-se de ama ama para cosi-
nbar, no 3. andar do predio n. 42 da
ra Dnqus de Caxias, /)or cima da
typographia do Diario^________...
fende~se
Uma parte da caaa sita i roa do Arsgfto n. 13 :
tratar na prsca da Independencia ns. 37 e 28
loja de calcados.__________________,_____
Tainhas
Acaba de ebegar do Rio Grande, e vende-ae
ft roa do Commercio a. 7, a tratar eom U. 8.
Mala.______________________________
Caixeiro
' Precisa-ae de om meoiDO portuguex eom pra-
tica de molbados *, ft ma de PajsaodA n. 1.
V

:
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t
-
^P^WP


/
*
%L
Piaro de Pernamnuco Quarta-feira 13 de
o de *893
ETTORAL ra CEREJA
Do Dr. Ayer.
Ai eaermidoa O |MiuSea, ordinaria, seate de">avo;v'_m-**
lando por principio b&aee (oaenaa, cjoa riUu.
dn* nao e*ao difliois de curar 9* promptamei.te 4
tratao com o remedio ocnyeniente. Oa BmM
oi *aToaae dio nc'.piucaini nteo resultal.
de i*rlnil Anthrna, Ctncbitli, Aff
o Pulmonar e a 1'iklca.
Todas aa familia- ,;u<. tem a^u derem ter
Pe toral de Cereja do Di. Are
ea sa para o osar em caso de necceuaad;
A j -di. de um sd dit, pode em mullos case
car. .*r serla* copeqaenclaa. Por 'anto nac
e de> perder tempo precioso, experimentando
remedioe Se Acacia duvlosa, emquanto qti
a enfermidade se apodera dn -J8eme*^irrai:
firciBidameat", entao que e necesslta toe!
eaee nstame, o remedio mal oerto e actlra es
leu eJetf?, e ete remedio em JuvMa algsa
ornrue^: tt Cereja do De. Aria.
PRBPAH\DO PBLO
DR J. C. AYER & CA,
Xpwc, Mam, Esto-Uaidoe.
mis pip muKiu cut
3e atracas 3FX3Nrs
LIDGERWOOD
Bodas d'agaa
Torbinas
Engenho de Serr
Moendaa de Caqui
Moinhoi de Fa
Debalhadores
Separadore
Machinai a vapor
Prtete
Lavadores
DeapolpadoroB
Descaacadores
Vengadores
Mambqaea
Barro
Comura-re om terreno rom 30 palmos de fren
te e nunca enns de 200 de (ai.do ; tratar Da
10 de Sa-t R 'a n 55.__________________
"FZlNDASMiiAS
Sortuncnto i possivel do dtaorever-ae
tem recebido de Paria
Aa Paradla des I a ni es
Iguarassu'
Nesta e> pe ngo-'a villa, urra da? roelbores do
Esta- o r-'a poa pnoca distaora da de Itaroa
rac e desta c?piiai, a qral Bcr brevemente
ligada po- estrada de fr'o, tornando se por
6Bte me 1o dt dos sena melbores arrabales, j
pela p. Ichridprip de ppu -lima e j pela abun-
dan la de froetss. peixe, aeua pcl&v I, etc.. e
once o enromercio prometle desenvolver se.
vendem-.-p p r baratsimo preco seis casas,
sesdo qeatro prtp-'as para residencia de fami
lia e finas para corrmercio, orna das qnaes com
armacao. corbeira pera estabtlecimeitio de di
f encas, ba'ia e cap'm e cercado : a tratar na
rae* no Herval n. 3. annaiem *e materiaeg.
onde sera encontrado tamh-m eraede sortimen-
0 de todo qiaito necessario para edifica
COes.__________________________________
i,' o aortime.Dto que em cortinados para
carnes e j&nellss e colchas de teda e de
reod* tem
Au Paradla des Iranes
Vende-se
Urna taverna n'om do" melhores pontos da
Boa Vid?. : para informacSes no pateo do Lt-
Trmenlo n. 11.
Bruidores, Conductores, Catadores, Evaporadorea a vapor Defecadores e
triple effeito, Vacutos e todos os macbiniemca perlencentes ao f brico do aa-L-uar, ca-
deira Multitabular para queimar bagseo en casca de caf. Prensas Hyorauicas,
bombas de todos os tamaoboa, Croeiros Hydraolicos para levaoter agua, Arados ae
plantar roilho, etc. etc. Engenho completo de tabric-r farinha e engenho completo
para bjneficiar arroi. m _..,
Correiaa de sola e de borracha de qnalidade superior. Ole especial
machinas. Pertencss o per;f i avr.lsaa para as machn is.
EKCRITTOaO
95RUa do Ouviilor95
para
13*
BEP0S1T8
e 136Ra da Sade134 e 136
Lidgerwood Mfg C. Lima
SBS/.S
lisas e la-
Brancas, preiMB e Ce edres,
vrad&s, grande varied&de.
An Paradla des Dame
38Ra Br2o da Victori38
Mas^a para sopa
Vende a> macarrao alftria e tiilharim a 1000
O kilo ; no pateo do macado n. 12^_________
LirCQSEDS
Lisas e em traa Changeaiitt, ultima no-
Vdade.
Mu Paradls des Pames
Loja do Ooelho
ggBoa b Imperatriz56
Receben o que ba de melbor em
Eedap pretas.
Sedas de i o*.
C'poosnovtdade.
Ph^n'sz'ss.
Gnarni(0-s preas.
Gnarni^O-a le i0".
Ga 6es prt0^.
G-tljs de 'dr.
Fitas d-> vedado.
E mnitos outros a'tigos especiaes de modas
e escolbidas a capriebo pelo ebefe de nosa
casa. ______________
GRANDF
HOTBI. BfllMBBIAL
Ros Larga &o Rosario as 29 ( SI
Telepkone n.J5
Manoel Garcia, conbecendo a inadiavel necessidade de que escectia est'
grande capital, sem ponpar sacrifico' e depesas, .caba de fnodir ntigos hotei
OOMMEBCIAL E CONGRESSI8rA em nm grande estabelecimento om hospedan
nominando o
Grande Hotel Commercial
All eccoctrar o publie3 pernambaceno e os Ilustres vKJantea, alm de bem
reparadas comidas, beb as finas o t seolhidi-s, orna bem moneada e desente hospe
aria, com tojaa aa preacripcBea hygienics, a par de nm servico completo
o grande pessoe.l de que disp5e eaao imperante estabelecimento, hoje o pri
ea genero =sta oidade. ^ rmcr
Montado com a mxima ^ escancia, dispSe o GRANDE HOTEL
CIAL de nm salSo de recreio artsticamente preparado, onde podem 1er
soquetes. 3 m
O proprietario deete estabelecimento pede a visita do pnbho
por parte
meiro em
COMMEB
realisados
Pernambacano,
GBANDE HOTEL COMMBRCIAL
Ra Larga do Kozario ns. 21) e
31
Taverna
IMS PD
: Vende-pe a taverna sita 'na Imperial a. 8
llvre de qua qoer onns, e pronria para priuci-
plan'e. por ter ponco caplia', a Cusa tem com
modas para morada ; a t atar ua meama.
oruarda-livros
Ensile tbeorico e prati'O. em ciocoetta Oes;
a tratar n? rna 7 de Setemb-o (b?cco do* Per
reirc-) n. 6. da* 9 horas da manb5 em iaote.
CORTES DE VESTIDOS
Em seda, IB e cambraia bordada, o qne
ha de ra is chic.
Au Parad's dfc Pames
Regulador
Automtico de p r e s s ao
PARA
Moendas decannas
Cardoso Irmao, nicos representantes neste
Estado dos eogeoheiros L. de Castilho e E.
Botheiboi^. para a introonccSo do REGULA
DOR AUTOMTICO de PRBSSAO, pedem bos
gees amigos e fre^oeses a finesa rf< virem ao
seo escrtptorio a rna do Biro de Trhmpon n.
J, am de examinarem o dito apparelbo qne
resolve perfe'bmente o problema da completa
axpregro em perlgo d*1 especie a'goma por
passagem de corno estrantu entre os cjliodros.
O apparelbo pode ser appltcado a todas
tooendaa qoalqner qne eej* o Bystema e tama
ddo, e-pode ser montado sem nterrnpcao da
moagem.
Os abrixo acsignados com looga pratica de
montageo e trabalbos de asina, garanten) aos
seos nnmerosos fregoeses eL^',"08,??,6,,8^?:8
vac'agens ennjntrarao no REGULADOR AUTO-
MTICO de PRESSA0. o qne oSo fariam Be por
vei tura d&o estlvessem perfeiUmente certos
"rencommenda do REGULADOR sendo fei-
tas com urgencia podem preslsr anda aa pre-
ente saf'a grandes serviros, sendo tres ou qoa
ro wies pago o seo costo s com o augmento
da extraejo que elle permitte.
Recife, 17 de Ontobro de 1893.
Cardoso 4 Irmao.______
Caixeiro
Precisa se de om caixeiro com pratica de ta-
verna e padarla, de U i 18 anuos, qae d fiador
de sna ctndact ; i tratar na roa Imperial do
aero 31,
DEPURATIVO MADURE RA
PHBPAft^DOPOR
. ANTBRO DE PAULA MABEIRA
E' de ama eficacia admir-vel no tr-tamento ohb inferes s7p0.Ii-c.b. cancros, tumores
rbeumatismo. danhros, bonbas emrigens, I nra e em toda a* mole-lias da pe"e.
O valor theapeoticc d, LICOR DE JANECtN A IODRABO tem se firmado cada vW sarta
no conceito publico, peks resoli ons soro endentes obndos com o sen us,mal8 de m l attestos
dos de mdicos notaveis, fazfndrircs, innostriaes e comroerciantes cnflrmai Oque aseverancia,
e estao dlspjsic&o do 8 incrdulos em c:i?a do autor, es auno as firmas devldamente recoobe
lda8' Este mediramfn'o. alem dos honrosos aestados que tero merecido, alcancoa a spprovagao
A> Exm. Joma Central de Hjgiene Publica, e tol premiado na Expostc&o da Iodosina Naclooal em
1882.
' Deposito geral no Rio em casa do fabricante ra Ajuda 18, nicos agen-
es para todos os estados do Brazil
MATTOS k 0.
DROGRl mWll
45 BA 838TK B181TS
rio de Janeiro
15
-------):o:(---------
RA LARGA DO ROSARIO N 34
PEHN AMBUCO
* A TOSSE E
S 8 O 1 PEIT0HAL DE
ANACAHUITA PREPAJtADO POR LANMAN E KEMP a> t O H 0D ?d o 9
a NEW YORK
0 BALSAMO MAiS EFFICAZ B
PK)DUZ CURA ADMIRAVEI8 E TEH CQ
TRIUMPHADO EH MUIT06 CASOS DE #
PHTM18.CA INCIPIENTE,
^ NFALLIVEL |^
Licores de Marie
Brizard
anisete, coracSo, cacan a la vaoi le creme
de Th-Murrasqaino etc., COGhA JS de
diversas marcas e procedencia vende-ae
na
Allega Porlogaeza
Ruadas L^rangeiras n. 4
Vinhosdo Porto finos
em 10 e engarrafados vjnde-se por pre-
sos rasoaveis na
ADKGAPOlaTGKZl
Ru i das Larangeiras n.
^inh s tintos d^ mesa
follares, Pal hele e Alv*ralbo
e ea tas ontras acreditadas marcas acaba
de ch-gr pra o j bem condecido ar-
maaem de vinhos
.. Adega Poitugueza
Rna dasLiritngeiras n. \
Correio Geral
Malas a exped r-se boje
Pelo vapor [r,nr.iz Corsea, e?ta adroiair-
traclo expede malas para os nonos di R-hn e
Rio ne Janeiro, recebendo loip"e.'so e or-jectos
a registrar ate a hora do oa, cartas mina
Mas at a- S, on at a entrega das malas com
porte dapio.
AdminjgtracSo dos Correins dn Estado de Per-
oambuco, (3 jp Desembro de 1893.
O adsnioiBtr dor interino
________________Deoflam P dos Santos.
C<>mpa nli i a
Indusf.id ero? mhacana
A'S>mbla geral ord'uana
A administ-i jao derta comianbia convida os
Srs. aroonistas a renolrem Be po ra'ao d '?si-
citcso G-mmeri-ial BDeficrote, i 1 hora da lar-
de d da 28 leitora do parecer fi-ral, dei-berarem sobre ">
balango e contar, e proceiWem em fegna a
norrei-go dos tis-ars eeopplentes.
Recife. 11 de Deierxbro de 1893.
furo azeif.e de Ol-
yeira
Superior de 1.a serte
vende-se em j^aTINHAS de litro o TN-
GARRAFA DO na
Adega PoTtigueza
Ra d s LaransHras n, 4
Cal Virgem de
Jaguarbe
Em barris para o fabrico
de asquear vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calca reus.
Preco 6.&000 por
barrica
Caes do Apillo n. 73
Bandolins
Instrcmentos rovo 11
Helio e rico Bornmeoto
Na Irja de mosi as e instrumentos do Paiva
roa Nova n. 3__________________
Casa e sitio
Vende se a ca-a de laipa reta um sitio da roa
de S. Joao n. 6, no Encanaur-nt fr.-.'u>-z a do
Pojo da PaneUa, t Mb o i io tOO palmos le
fred'e e J*0 de fundo ora aUo'>a es "p fruc-
las : qnem pretender di ih-.-h a roa do Ea'a
mente n. *l. one cr>arA ram ij prt. ta'ar.
Engenho
Vene>se na envenh* a menos de legua e
mela da e>t c&.i de Tuii o-.^-Q com c^pacidade
para 2,00 paV^ aonoalmenie, Ierras fertihfgi
mas, moente e rorrete, bom maibioismo e
obras em bom eah ?o de seg<^nca, mu>to beni
i o'i'a-io. diBiilHCJ. 2 cercado sendo m de
aliado, mattaa, etc etc veodenoo-se a st-fra
ni'p-riora 30 0 oa>< : qo^m o pretender diri
ja se .-os Srs. Lei-1 A IrxSo. no Recife, ua Mar-
qri-z de ("linda n 56, qoe se acba devioamtnt-
aotonsado a tffVtua- a venda.
especficos
do casual
Dr. Humnireys de Nova Yorfc-
F.miP*> mili do 90 annos, himples, aegurm, "fH.
ai--*e baraloa. Arnd^ mi lirogarla? e r**ia0
na >" Cl'BA
I. 'I. F?bro<-Colicuc:iiiviil;..siflrLnir.trlja. .
' .ajoroe Ii'SOTnnladasCrlan^i. ..
. Colll-M, Oh
L lliarrjea
i llyaralrrt
jea de Ciia&^a e Adultos ..
llyii-nlerla, Trende Barriga, Colicnbllloaa
Culrriu-', Colera-Mortio, Vomlum
7 Tone, Cooattpa<;o. RouqnldaO, R.-mchlle..
8. I>..r di" Dente1 o de Cara, o Neuralgia.......
9. Our do Catee, Kr.chaqueva, Venucra.....
".. Il r>sin, ludlst !', l*rlslo do Vontrn.....
ti. !SuppreasHO d-i Krarc. K-^-;u^aou .tti^o-
r..da..................................
K. l.i-ni-orrhfn, Flores Branca. Hexia i>rofu*ti
13. 'rii. Tos* kocca, rinieiil-larleaeHespir
li. ll.-1-i..-H, rrui-;OLii,Krysl|iela ... ...........
- 'eiieuni:iiiiiiQ) tMrerIjeanjtli .-........
.. SoSHlea, Mah-ll.-l, Ftl:,' In^-rinMU-nl.-.......
17. IlemorvholdoN Almon-elmas. luturaasd
exlernas, biHiplea ou auii^vDtas.........
18. Oplif bnl-uin. Olhoi traeos aa lnflar:cicdo5
:". ('marro, asudoon el.-onlco, Oeuzo.......
< .one'.i''hc, 7'" .-r'-sposrr.odlca............
. Si.-aa, -oiraciodlillealtosa..
i
V. Opbilid iie ireki-.. .' (*h\>K;i...-
J>. HT liWNuat A'Tjnuldr^oewfloldw. .......
al Kii.ro de Mar, .Vo-js^a. Von-UoB...........
27. M* ltstin h nt'rixiii'ias, t'uleulos ou I'e'J^
na BexJfa..........................
Iiupolfliri, iX'l..'I nli' DOTVOSm ici:.i-.J
ou Ad~
'iriiuiT-w M
srua. "VaCiOiU.li 'Ulio.-r................
iiiTurbv,ioiu:. ff" o. sur,!*z............
-*( rol*i';iK, *', 'tipropt ( UIcTos.........-
S. 4''iiiun>ulias ua Jorca, ou Apht
-0. iui-oiiilpt'U'la do Ourlua*
CHIOa. .....................................
\. rHen-: '-une.'. *olorosa.. Prurito........
*i 'ol-iinf. da Coracfto. Palpicoefi, etc..
33. Epyloptiia^alcaaurfo. Gottacoral. Bu'.:e s. \ :o...........................
' O:L Urlirriu, Mal mnllgno -1 >arnMa.....
*5- lUiuvc ?<;e*Croiiico, LrdeCab^; ..,
00 Dr. flum-.hicy-i. tA oaglaac ioftf1
. u aot >j"_ yak
.ti huUpu Street. KW Uf&tt.
UNIOS AGENTES
abaco
taris ^Mhfl 4 fu
KEROZENE INEPL'IZ 7L
Cordolina Lnsne Moars do
Olive Ira.
Seei.n mi nnive sario
Antonio Sia'es F-inn'e- d> Ol'.veira, Maria
Amelia La.-ne Stares le OH 'eir, Rosa Amelia
Lifoe Soare* dt Oliveira, convidtm a.19 Beur
pjteotes e arr igo na ti isa a sna p-an'eada es-
iioa e rtai, C rdohna La'ne Si ares de Oli eir,
para assistir as '8;a qne mandara ruar na
igr ja do D-v.ti E.-.i i-o Sar.'.o. no da 44 do
ror'en'e. 7 horas do da. agradeiendo do in-
timo d'a'ma a toda* as in'ssoa* qne 8- digoar
8 '8lir a este ?pin dp rpiipiS p ariiade.
CRIADA
Precisa se de utra que
seja preta para andar com
urna criane^, ma do
P* y-tandil n. 19.

Alug"a-se
A casa terrea da roa Cxpii&o Antonio de Lima,
n. 26; a tratar roa Mrquez de (Moda n. 8,
Litbographia.___________________________
Oriado
Precisa-se de i m criado copeiro. para ser
vi^o interno e externo que teoba bab de ervigos em casa de familia e qoe o conneci-
mento de sna coLdacta : a tratar a roa Mrquez
de Olinda n. 56.
LOJA DO TOKRADO
43 Ra Duque de Caxias43
Vendas em grosso earetalho
Os proprietarios deste mnito acreditado estabelecimento fizem publico a todos seusfregoei
tes e amigos e as Excmaa. familias que acabaos de receher nm completo sortimento de faxenda
o qae ha de mtiis chic e moderno s ao ..
Torrador
Ricos vestidos em carto bordados a .da, lindas carbto.tras lavradas e com ramagems
bollas de e a, lindos desenhos, m completo soriimeoto de eiaa com ramagem e llstras bonitos
padrOes e precos baratos em grande soriimeoto de tecidos arrendados braceos e corea, sedas
escocesas de muito gosto em cores diversas, om grande sortimento de tapetes, lindos desenbos
para soph e cama de alcatifa e avelndadas. mantilbas de seda e de linhopretas e de cores, meta,
para hornero e senboras, de s a e Ho de escocia espartilbos pretos com teda, brancos e de cores
fechtsdesda e linho (indas cores, camisas para bomem. de dormir e camisas par aenhoras
salas bordadas, camisas de metas e serouUs para homeni paralticos e renmathicos, cortinados
nara cama, toalhas de linbo e algodSo, brancas e de cores, ceroulas de linho e de meia, vlstnarlos
para creancas, grinaidas para casamento, Uquei, aioalbados de linho para mesa, brancos e de
corea, aoardanapos idem, dem, bramantes de linho e de jeodio, faiendwhas de phantasla,
camisas de linbo com pello bordado, madapolo Boa-Vista JJJOOO e multas ootras qualidades que
vendemos por presos baratos.
Um completo sortimento de camisas, lindos padroes.
Tambem tomamos encommendas com brevidsde e perfei'cao,
Depsitos de ronpaa e mnitos outros rticos qoe difcil ae descrever
S ao Torrador
Lima Coutinho & C.
Jaboato
33.200
Pede se ao Sr. Sebas iao Carneirode Barros
Campello onbecido por Baixa Oran le o favor de
vir on mandar liquidar o negocio que nao igoo
ra a roa Nova n. 16, pou ja fasem annos.
Aos proprietarios
Qoe desejam lazer ca'cedsa e ladnlbos no in-
teiiur das casas e rmateos, avisase qoe acba
r&o nm gran-iesortiteno de pedra rpropria
das, no armasem do Caes de CapibaMbe n. 3tf, e
amostras na rna da Gru n. 18, armasem.
Caixeiro
Precisase de menino qne teoba pratica de
molbaios. dando fibdnr de sua conducta; 4
trstar na Casa F rt" o 17 A. ^^^^^
Antonio l'r.-.nil o dos tjanloa
rimo
Mfia Cr 1 na da Costa Santos e
reos fllh.fi (;u>-eniPF)i Antonio F.
eos aritos, Aii'-a R Garca dos
Santos. A'i odio Francisco da Coa
la. sna rr-ulher hise gen'O (-0
seo es). J ir Enic-hamo do? Ssn'o-
eBO- molhe (..oseles) Manoel L
ouza Santos. M .'la D cilla 'os Santos, de-
se'i-bargador Ua-Smza Garca, SO* BM-
ler, flihcs e genros (ansopier), agrad cen sin
cera mente a tudas as reta ai- que se di nanm
a'-orr-p rbar ao ceniit>-rio do pov ado de Cha de
Alegra un restos mo ta-B de su pranteado es
poso. pi fllho, en lado genro. irmao, conha o
Bnh'ioboe primo, AO'-nio Franc seo dos Santoe
F Ibo, e de novo convidara aos sjus amigos e
aos do fa'lecido a-sistirero as mirsas qoe ser.
rel 8 horas do dia. na ier>j do E-niro S n.o, con-
|pfnandn pe desde j -omm" en'e era'os
Htrirt on Ui-rcs Cynneiro
HiillUc ru }
Dr. Huo-l Cy iit.i W-inde-l.y, feo
i-raaos e tu baos mao-ioui evlebrsr mis
sas por alma de sna o ez ua mSi sogra
D. Maria das Mercs Cy neiro W-'uder-
I. y, na matriz da Boa Vnt* t igreja dn Peo a
no da la do correte 7 boras da manh s-
timo da do sen t.assamen!o, para o qne coo
dam aos rareutes e araig s para assis.iiem c
este acto de cannr.de
t
lUBREDEl
ESPMWliP................
Fabrica de gt-a
im% e tooosdes gasesss de
todas m ^nah Suda water (jmge-, ale, limfto, tar>nju, cor*
cao, .i/aCiia vraiiaiiina. grc.iellep traobusa
04dultn>, borte.l- piuieau etc., te.
_'*t<9 rn r. piRAR v\t A
Stfs&taiga pura
queris ter em vosa mesa mantei^n a-
uFpcii de acido brico ou de a>argrna>(
isai uoicarcente da manteiga Bretol Fro-
-en, latrs eri^arradra ou verdea, qno pela
sua s.iperior quahdade conta nm i.ucceaBO
do 16 annos, e qu sendo a preferida ena
todos na mercados, s no Rio de Janeiro
o cor-sumo desta acreditada maclaiga at-
tinge ar.nc- m;nte a deis milhSes trosaa-
loa mil kilos.
Vercr.-sa em todos armazena do cativaa
as de retalho, desde 1876.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro dn 12 14 annos :
na rna Visco de de Gova^na n. 97. p:da".i.
jiimmuniHiiiBiHijg
Cigarreiros
Precisase de .igarreiros qoe trabalhem em
fomo desfiado ; na fabrica ^ourgard rna da
Imperatris o. 84.________________________
Fabrica de ge.o
Henri Feoqoean participa aos aeus amigos e
freguezes que oo da 18 de Dezemb o em diante
o gelo sera vendido a 300 rs. o kilo, o qoe fax
devtdo a caresta da materia prima e o augmen-
to de despees.__________________________
Feitor
Precisa-se de om, a tra'ar oa roa do Cammer
sio n. >4._______________________________
Cosinhetra e criado
Precisa aa oa roa da Palma n. 40.
Caixeiro
Precisa-sa do nm caixeiro com pratica de mo-
Ibados ; na roa de S. Francisco o. 78.
I iseriifinneu
Agua thermal e natural de Aquiujran
Afamada pela sna efficncii. em
adiaatar a cii-ta e o epetite
Os medidos mais reputadoa a
recommendflm s pe soss que o -
d-cem dn rigado, d* g"ta, de d:-
rea rbecroaticas, de doetjss p ti:-
ti s de ataquta de retpir-.'.u
oppiimida e de digestSo Ibbmi >.
Acha-se a venda na casr de :
J So Fernandos de Alrcida,
trnvessa da Madre de Deus n.
21 e ru da Cruz n. 18.
I LUZ !
DIAMANTE,!
LONGMAN & MARTNEZ, w
Jj NEW YORK. ^
U Livre de Exploso, Fuma9a Mo Chelro r
A venda em toe os
C armazems de seceos e mo
ajijouuaciuiiLi
Vende-se
Um bom terrono no arrabalde do Cbacon, com
duas frentes e aliceroea para 3 casas, nma bo
dacimba com excellente agoa, perto da estacao
ea Casa Forte, tres minutos pa'a tomar o trem.
n perto do lio ; 4 tratar na rna da Imperatris
omero H._____________________^____
Pulseira perdida
No domingo 10 dn correte perdeo se orna
pnlseirs de ooro, de 6 s 7 horas fa noote, des-
de as rosa Viscoode de Albuquerqoe, eses Ca-
plbanbe, Parlo da Victoria, Cabana e Grespe;
qiem s achou, qaerende restitalr, pode fazel o
na fabrica de cerveja Phenlx, que ser gratifi-
loado.
i
I




DE
Ladrilhoa e'Mo-
zaicos de
Emaioele Cresta i C
Rio de Janeiro e S. Paulo
Esta fabrica perfeit*mente montada,
executa o mais exigente pedido qoe Ihe
aeja feiv>, por qoem qner desejar, nma
sala, corredor, quart, terrajo oa paaaeio,
perfeiUmente limp e de darJL l t'iits
O mosaico nacional da casa Cresta olo
trio e tem sido proferido a outroa la-
drilhos, porque bygienioo, licpo, evita
tapete* oa esteiraa e eterno I
Chama-se.attencfio dos Srs., oonstro-
ctores para o catalogo e amostras em
casa de PAULINO MAIA, roa do Com
mercio o. 22, 1." andar.
Prooaa quadades, sem oompetenito
Para engenhos
e usinas
Gniaarftes & V. lei.te 0, tmam
a manter em aeua arm&zera grarde e psr
manante deposito doa artigoa abaixo dea
oriminadis, os quaea sao importado*
rectamente e vendem a presos
Sem competencia
Cal d Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portland Hsmoor
Pirarryd.
Olee de mocot.
Dito de ricino,
DitO mineral, para macLinas m
barra e Utas.
Azeite de carrapato.
Dto de peixe.
Dito de Coco.
Potagsa da Russia em itai
caixaa e barricas.
Graxa do Rio Glande
em bexigas e barricas.
Peixe em latas e barra.
IMadea
Gaxeca" ^r"' *
Trisulphito de cal para o.
rificar aasnoar.
Furro cida capanema
o remedio mais efficaa para a completa
extioclo da
M-Largo do Corpa Siito-4 el
mmm

nmn
*


8
. Diaro de Perrambnco Qarta-feira 13 de Dzcmbro de !8)3
DOCUMENTOS EM FAVOR
DO
PROPAGADO POR D. CARLOS
I* M r E.
fio sem rival para syphiles em todas as suas manifestares para o rhenma
tismo e para a morpha!!
a
/-^Sx
v2g^.

dico a-ljuncto do hospital da' Socledade Porta-
gueza de fieneflceuea.
Atiesto soD f do m"U grao, que teoho apph-
cado e mioDa dioica o E.l'XJr M Moralo
propigado por D. Carlos, com grande prcfeito
nos casos de sjp is tarsuna, eepecralroeote
qoaolo cnroai'ia.D- A tomo Sfevero Wenees
ISo.Rio de Janeiro, 2i da Jmeiro de 189.
CASO DESESPERADO
Jaman vivente algn ier suffrido de cypb-ilis i nern
e soascousequeoclas como eo, e Da moitoteta>pr>[XIR
DR.BEZ3RRA DE BURNAY
lus'.rado oro'go e Sr. D. Carlos Depois de
mu'.ias txpe lencias e aruaio estodo soore o
acu g ame emedio oelixir U. Morato, -cui
tenlio auni-t ado nos fiospilae3 e em minaa cl-
nica par titular, resolvi, de accordo illa tres colicas, o D\ Medeiros. Dr. Lfreve e
Dr. Sa Mendes. applical-0 pela seguiote forma,
seodo c sos de fypbiln iaveterada, rbeumatis
mo chrunico e biabas.
Tenbo tilo o melbor succeaso com o elixir M.
Mora'.o,e aUunB dos uaeus niegas chimara
Ihe com raiao de salva vida O eeu remedio
um tradicto e nico como amieyphilico e an-
ti-rbeuma'ic ;
Rio de Jneiro, Margo de 188.-D'. J. Puta
Bexerra de Hornay.
DUAS CURAS
Sr D. Cirio?.As miohas Bina? Elvira e Leo-
nor, sclf-eram oastaute lempo de humores, sof
(rendo umi .id'es nos 09sos oa des rbjuma i
cas, eooirt de molestia de pelle. Nada poupe
para coral-as, porrn, semure em vio. Acaoo
fioaluMmle de obier a cora de ambas com o uso
que hzeram do seaelixir M. Morato e tal a
miara saiisfago com o effeito de to bom eii
cameoto, que le escrevo esta com o nm de elo-
gial o em >ua descoberta.
Son fo rjsneito e coosideragoAntonio Al
Tea de Csinargo.S. Paolo.
DR. EDU vP.DO GUIMARAS3
Dr. E: -j -ri j P. Guimaraes, (orinado em med
Cioa pela F.icoi ia te da Bab'a, etc.
Atie.-io m pie gmni, que tenho enpr9jalo
com feliz >e?ui auo em todas as alT-cgo*3 sjpbl
llCM, oehxir M. Morat?,exctl eote prepara-
do oo S D. Carlos, o que tfliraio com o jura-
mento se f(J- poeciso.
Rio oe Janeiro, i ds Fevereiro le I89.Dr.
Eduardo P. Guimaraes.
: DBA DE aiIEUMATHHO
Illm. Sr. D. Carina,Mea tilbu, de 21 annos
de Idaris- esleve quitro mezei eoirev.do das pea-
nas e sos bracos, cometido por maos Je oot-os
ei' Din tetado lastimoso. Prircaiou a >zer
uso Ooelixti H. Moraopropaga to por D. Car-
los, e lo o aos prme'nos vidros de. uso. levan-
teu-be e irincipiou a ser r-se de uas p.-opriis|
maos. E' em verdadei o milagr ease reaeJio
fano.
Autcnio Urt.ns de Slqaeirt.Saota Rita de
Pasen Quairo.
DR. JOAO NBPOMOiaSO
Dr. J:o Nppomuwno de Oiiveira Bello, don-
Ion i. na pela FutuUade do Rio de Ja-
neiro, caVoldtiro da Oruem da Rosa, etc.
A; to qne te.nbo empregado eui minnaclini
ca civil oelixir Mralo,propagado pelo Sr. D.
Car'cs. com retaliados va 1 6ypb.;t:cas chronu-a^. subreiuJu no r-ieomatic
Co codi.80. t qao illi'uio 800 f de m-*u grao
l ...Ic-ailco e rom o jjiamen'o se for preciso.
'" opiaas, 2 J- Fev-reiroae 189.Dr. Jjao
N.. me oo ue Oliveira Btlio.
CURA DA MORPHEA
Sr. D. Carlos isooodo jt meios, gragas a
Deus i Bof.eodo ba tempo de morpt'a, i-stava
deseeper* :o per nao acir remedio que me cu-
raase, p U tcmei tuJo que otlrt-ecem pru esie
mtl; grecas a t ovid'otia, pode obie omi cu
dado seo elixir M. MaraiO. b em So boa bo a,
qu. me sebo coovaiescendo. Os bobOes de^appa- ---
neeram ; grosieira do ros.o e das ma>s. a.a- visos para o m
bou. a pclle tomoa a sua devida cor, e as o
Btaoceinas esiJo crescendo de novo, consideran
do me sao, e oou graca3 a Deui p^la descooerla
do san o ro oedio eiixirM. Moraio, qoe aquem
devo u mloaa aaTsio.
Pode manda.* puoiicar eta para que qaemsof
frer, n i ,:jc oje se cura a mopba, icmindc
elixir i! aralo. Deus guarde a V. S.JosCj-
tim da Suva. Cldade -0 Amparo.
plptatrenie boro. A qaem alada n5o conhce
ELIXIR M. MOUTO,eo deca o que este re-
medio santo, porque faz mlUgrei.Andr Ba
niy.-Pono Pelix.
Dt>F> ANiXOS DE SOFR^'MENra
Dlm. Sr. Dr. Ca-b.Doi8 ,3100 om una
pero* in<*bada e urna eru cao nu oda m men-
ina, cjm tjios os ru-anvos a te idos e Doras,
-em sentir melnora* ; para descoronar. Bf-
rtermeani o novj remeiio iodigeoj o'ELl
nwtXIR MOR\TO-r-prooaad) par 0. C-rlos. e
que deseHva a raorie, pela vi '* atro que eotio 'sentm lo melboras coouooei a usal-o at1 Bca-
levado. TaJo qjant- ha de sypnilis oareje qoejcomplria aente carado com eetau. ADeofioadj
eslava em mim. Es:oo boj- carado, e carado
develas, pelo remedio novo chamadoElixir S.
Morato.
Foi a Proidncia Divina aaem fez deseorvrir
ete grande e ma^oilico depurativo.Vctor M1-
relles de Mala -CiJade de Saatos.
CURA DS FTIDAS
Foi com o uso doE:ix r M. iJoratojue ca-
rei-me de umis feridas dd mao ara-.ter que ave
ramio lenpo, sen poder oo'.er mel ra com
munos medi'-ame iios que uin-i. II >e, gragas
ao grande depurativoEim M. Moraopropa
gaiio or D. Carlos, que se ven le em S. Paulo na
casa Peixato Estfll* A C. a rui io S. Beoto, II,
estoa oompleameute oom. M'Oeiu puolicar
esta para bem da bumanidade.F. de Auifade
Co;ia.Araras.
DR. MEOEHuS E CUNIIA
Dr. Joo .Aioerta de Hedeiroi e Cuaba, douts-
em meJioa pela Faculiaie do Rio de Jane -
ro, cav ihe'.ro conmeidaio- di Orden Militar
Pouogueza :e Nasa Seotiora da Conceisao de
Vi'li Vigosa, eic.
Certifico em P- dJ m^a gra que teoio empre
ga'o em m'dstias fyjmiiticas e rheamancas o
El>i' M Moratojropagido por l). Carlos,
colnenlo semo eoi inehorea resultados. D".
Jnao Alaerto ^ Mediros e Ca ida.CapiUI do
Ejiaio de S. Paulo, 1 de Margo di 1892.
medicamento. P>d* osar ono convier-De
v*. S. Augusto Cabeiros do-Miraoaa.S^ Pau-
lo.
PADRE JACLNTHO
O eu vijiobo RouertoDia8 de Anarade, eate-
T3 enfc'.-mo er a oe om anoo, e, ealauo eu ca
mo squeiles que o trataram, ]Ulga>-am oo per >i
de po moruheiicj Desillodido por alguna tomen
com ia-1-imotia o elixir M Mo-ato, propsalo
por D. Carlos e sarna. Dos me pdrJoe em diier
qoe se i ao fjsse eu tesiertunraa oceular deste
cto, p.- c-.ua em davida.
O tlixir M. Morato cura a morpba.
Beoiuiia siobor o Senbor Paare Jacintho E.
TorreeS. Paulo.
D0Z2 ANNOS
Faiia roa 3 de doxe anuos qne era ?ictima de
rm q ame iheum.t amo qo me tolbia para ludo.
Poroj, a conceibo de meu collega major Moara,
de u=ar do novo mediesmefito mii.eoa chamado
elixir M Morato, foi o qoe me fe ficar como oa-
tr'ora tao, forte, rijo e vaiente, e prompio para
'.-do.
RecornmeDo a qoem precisar que tomo, para
ficar boro, s Elmr M Morato, e mais nada -
major Tito Alves Ramos.Rio de Janeiro.
DR. ANTONIO SEVERO
Pr. Antonio Severo Weacesian. formado em me-
Ci;ina pela Facoldaae do Rj de Janeiro, me.
UA MOQ\ FEL'Z
O laborioso lav ador '. Jj Leandro de Aa-
d'ade, prente oo S\ Lu z G ni\ Je Oliveir*,
jai: d paz em S. Paulo, >eve aua esposa e a
nina mala velna gravemenie i-ff tnas da ter.-i-
vel morpbea A va lesna, zomoaado do mai<
e cupuioso traumento med o, ceifua a e\.e-
teocia da indiio-'a esoaa da Sr. A'aJ-alee moa
trava-se ?in a iiuoasta a exec-r sai fatal io-
Dueada eobre a posre mcgi. O d sespero do
pal exiremosi mspiroa ao Sr. Acarado urna re
solucao acertada, l-vanlo o -i fai-i experieoc
doSI xir M. Marato.O 1T i oa des prim-iros
irascos til iram su-tar o cuso da molestia Mal
e a cooiiu jagao do meci; .mejio operou a mm
orilhaate cora.
Eote fado deo s= em 1895 e boj* completa-
mente toira roDUti e forte, j casada e cam ri-
iho, nao apres^nta o menor Incndi euf^rmi-
da Con emos ao proor o Sr. Jos Leaudro de Ai-
drade, a narr-gao aeete caso imprtame, tiel-
lueuie es-'voivida na seguiute '-arla :
Inm. Sr. Dv Carlita.tata n hoja ,o annos
que faiieceu minha njuler, de morpba. P.u
co* meies denois d-cte lat"<:imeato, m nha ti-
Da maia veina, de tone Clotilde, deelarou se
com a mesma eoferruidaie da mi. Recorr a
todos os matos acjuaeinaios por mdicos e riaso pira a cura de rumba Ulna asim como j
iinbi fei'0 para a fallecida me, e o resultado era
-empre o m-suu. a no e.uia cam-aDava a olbo,
parete e
o S-. Laz toozag de uiivelra. acma'
Tuiz de paz em S. Paulo, e multas p^s >as u bi
saoem d.ste aasj desesperaor. Desanimado e
Sos sao^r mais o qie fxer, fui instilo por om
araeo a dar a miuna doeote o seo eiogudo
ELlXl.i M. Mi R tTO,e corifea-o qae ouaca v,
rt-tn.-di nSa maravilhoso, pti< foi o qae salvaa
uiiiiba fiir;a de urna mo-e zer qae a morpnea t> urna mo esla
qoe zomba da todo3 os mems
niedtcioa.
Doa Ibe os meu parabeus por esa grande
descooena, e Dea- o recompensa p los beaeti
Co que della lem reaol-adu borxaaid
fredora. De V S. Jos Leaioro de
. Paulo.
DR. SA" MKTOES
CertiRco em s de meu grao qai tDho Mnli-
eado em molestias syoD'iincas cDrouicas o uo
vo prepara lo-ELlXlrt M. MNRaTO prooa -o
oor D. Cartoa oo.eo'iJ sempre js memores e
cava siti-fnvonoa resultad h.Dr. A tr*&o
Alm de aa Meades.Vassoorae.
GRMI3SW0 ESPADO
Sr. D. CarlosMmba raae,D- Mara Ismraia,
ficen depois de diversos mcommodos, cero a
morpnea, ticaolocom o rosto agre'alo ere. om
eslado deploravel^a polio- e tolo o meado
fair d'ella. cjuaia. O facoltattv-js que na-
de! vel-a, iineram-ne que o4i perdesie temoo.
E'a um hirro". AbMixo de laViaa, aoLI-
XIR M. MRATfr-propagado por V. S. qj-
de'j a ver a miaa na oji, e a guasa de Mita
de viag-m muuo demjraii. acoiemsa gas ?migas a ve!-i e a felictala. Rbfovb. c
ja-o s, prenso for qieo-SfclXH M. MOR TO
cora a mir.ibiFag o uso jue coivwJ V S. Fraacisca beaia da Cjnceigao.3otu-
ra'u.
CRi DE R11SU4ATISM0
Tendo ido a P>gos de Calina na sei> annos
seguidos, pelo raeamatisma a p'ova do pju-
co pov-im 6 a oecessidade-a-m'-a1 que aj" m?
l-mlevaio. Tonel agora o ELIXWl M MOGA-
TO propagiJo por D. Cario'', b i iu p^y hnda *
vis ta s agua, porque oELIXIR M MORATO
enroa m-raiiialrneute. E' tai a miuna .u*
fagao qae olTe-regj de mota p oprio esti as
testado recoinecjdo plo labelliao Alfredo Ne-
bias da SllveiraJampinas.
MARA DAS DOSaV ior V. S a pela tstranbeza i& Jacto, teta dous
HMlDba nro'ber D. laria das Dorev, fsta com-ldoeoies orais abfflt uso e coi aiau oas satlbn
pleamenti carada di terrlvel n>oli*8tf* aoroha
que so rea qaasi quiiro a-mos, tom-iulo mi ,s
renedi a, o oai o nedicamentj fui H deu a
e^onat ta gao d< aaule e a felicidad, cbama se
Snxir Ma ate pnpagado pr Bt. Ca'loi.
Poiem fav-r o ui-o iue cunver. auijcmo-Sou-
lan de Soasa.Hragipi.
MS Ba penaei qaemjrna pfld'O da Unloa boroo-
res que suffn e-d- feridas anngas qoe tantas lo-
res me deram. Hjje gragas ao remedio indine
la, o-Elixir M Morato^rop ita, estija cor.do e tioao taode qae fa'te, para
viver feliz. Atsengulo remedio oElixir*.
vjjraio. ManaeJ di Caata Aoreu.-'JauDat.
ras ja, aoeav temado. Q'K inoo'f joie, qae boas que o Eli
:-r M. Mora-of !-'fiaarcio Naskaento.m
pzro.
PAG B FJLUO
Sr,D. Garlos^-M'U' r?bo Jos, esl completa
meaie sao da ftroseeira 'i rosto e das mancb i
do corpo. que lodos diziam ser morptii, e, foi
e om o uso iKveeu reme-ilo o Eliar M. Mora-
to qa mandei ir do Peisoto Esella & C, df
S Paolo. roa de S. Beo o, 11. RealmeMe urna
Doa deacoDerta e3te santo re i edio, 6 consMera-
do oir-o o melbor dos depurativos.Ctntinliuo
d9 Aorta Silva.d-. Roque,
G11AUA-&3
RHEMA1MM0
saabflo qoo-eo rneomaiismo qoenoem c-y
uev o sses dedaro qoe soffn 11 an?t,.e peiMj Elixir M': Moratst.oropagado pi.r D. .arlos, o
a Deui, a morte monas vsse. U-ei e-oavo re- remedio qae cura a morpDea ;. eate DOdOVMO re-
ncuravel
aMUelnados em
iQdrade.
, DR GUIL'iERilE VILLIOT
Sr. D. Carlos .oasnudJ-xe, i>a temaos, qoe
varias pe-soas desta cidade e seos arredores
lm fei'0 us", om rauia vaniag-m,. de sua p-e
pa ajao-ELIXIR M. MORATO-fai ltimamen-
te obrigano a Ungar raao della en mi iha dial
<-aeialgo-me boje bamiitado pira .ffi-roar a
bem da bumaoidade, qie am dos m Ibores re
medios qoe tenho counecido para tnfermidades
de By,b as.Dr. Gailnerme Vllot.R.o do Ja
oeiro.
GRAVE ENFERMIDAOE
Declaro que fui mordido de urna cascavel, cu
rei-mi- aem ceisar mais de qoatro annos, flean
do-'me nos brico* cbaguaos nos pi que se sa
rava om, abra oolro immediatamente ; Bcando
amia m paralyaia em una iuSj tiesde qoe foi
mordido : Ar-nn-eUado a f-ze uso do novo re-
medio o-EL'XIR M. MORATO-propgalo por
D. Cario?, tomei o bastante tempo e qaei com
FELIZ RESULTADO
Miaba ilba Malina Prospera de *ouza, eaieve
multa lempo comolelamenle entrevada, pelo
r. eumausmo tendo sido impotente lodo o medi-
camento dequi aacei mo. Foram doas m^ies
e o.) sem lownnneocias do aovo remed*
ELIXIR M M R TO prep tado por D Carlos
asa poze-am imana flna completamente re- a
nele;ida. ReCunuego como verdaaei-o prodigio
este medicamento indi<--i a Tibarcio Poapero
de SouzaRio de Janeiro,
MARA ANTONIA v
As dores de ba tantos aunos na n?roa e no
Ora'.o esquerdo, e urna bola que tinba na barri-
ga, e !>ue tudo ensinava remedio^, mis nioguem
norata; sirou agora com algaos vrlros do re
medioElixir M. MoraiuDeas ajuieoiaven-
tor.Mana Antonia de SouzaJacarcby.
GRANDE CURATIVO
Ilim. Sr. D. Carlos.Logo que ebeguei da Eu
ropa, n ti-ram-ma as pernas e appareceu urna
ceroerlade coomua e que era hmida e escamo
sa, co ii a agitravau'.e de ams dores nasos-os
dos ps e om pernas que me zeram ^oSre'
afozmenle por mais de quatro mezes. Fui Ira
tado por tres mdicos de uomeada, tendo ous
destes progaorticado a moUst a de rbeuuiatici,
tofo o callado pelo temoo referido, pet re,
sempre apexar uo traiameoto, e, oo lastimoso
cr-lado em qoe jaaia, Uz juo.a dos tres facoliati-
vos par deciiiren me. O resultado da jauta
foi atMUselDarem me a entrar eu un Do^pi'il
para sere.ua m- applicadas inje gOes de mouDiua
Desanime1, e t ona razo para isso. Visua me
u'cs'a oeca-iao um amiio e acounelna-me a qae
lome o gloriosoEL'XH MORATJ propaga lo
por D. Carloa, aceitei pea telina e elog(03 fetoa
aos p-odiicos deste remedio, e co u o oso de ti
fratcos acho me carado. S alo alti 8atsfag4o
su co omouicar Ibe esta ca'a qae acno maravl-
ibosa, e aitestar a multas pessoai que me. conbe
cem, qae salvm -me de morte certa, gracia ao
ELIXIR M. MORAO Para beantio da huma-
oidade mande publicar este arenado.-De. V.
S. Fraoiisco Peres y HerreraS. Paulo.
A Ml
Son obruada pelo reconhecimeoto a vir de-
clarar qoe tioba mea- finios i milisa jos pelor
mottos honores qoe rol! inm, e qoe estava det-
eaperada de (er app icado muitos tratameuto.-
qne me acouselhavam, eqae nunca tlrei rebul-
tado, lio]; esao meus H bos, iivres de perig e
com o corpa limpO de humor -s, emOm cum sa
de perf-na, e et) s acaneceu depols de Iber
faier osar aiKUoa tempo o glorioso remedio
LIXIR M. MORaTO-propagado por D. Carlos.
K-inii o seja, tto fel'S acbaioMana Etelvioa
da Con ego.-Tatuby.
ued-io indieeoa oElixir Moraiopropaga-
o por D Ca'loa,.e eatou bem livr&io perico,
levea.io a vida exciuaiTiroeuie a e-< -sanio re
medv..SeDastioaPereira e Agolar-Campi-
Mt.
ALABRTO DA MATTA
O Sr. Albe-io vtj co Rio de Jasero, ofSria muit> e ba lempo-
I iiiniaado a po.ito de julgarara-nj perdido. Tj
nar.d o graude-aate-syp0'>iiticj oelixir M.
Moran8-oa rc&os.o e tortocausando eniranb^- .
aa aaa.-meos amigjs. BicoUmoi o qu-- e: e ci
Ma. Sr. D. Canos. Ea>Moagreci ii. i-';n < i
esia parte, e lato- prjgreasiyamenie a pono de-
par*.;e.r um veraadeiro e-qjvl-'io P-rui u ap
ueiite, a alegra natural, & a consol. sb esalc
lo sempre um ceno mao estar. C>ocei de tra
lar me por naja p ovenar. Tome, par uitiea
;jm malla recommendagij o famoso rtepura'i/o-
indgena EirM. Mor. e, cemespinu.
mea e de meta amigos, restabelec; a aauae da-
patipera la/I Hoj como com apf>eiiie, 8i>u.'
lm%n% curagem, animo e-aptidao pa/a o quo me
for mister. Era sypbMi-<.o qae ea atnOa, no era.
lano qua todos atiriDuiam a' ostrant molestias,
devido a vida seaentana que lenba do tscnpvs
no-
Parbaos pois A hnraaoidado pela felicidad
que i le boje uiufr:ir com o app-recimeuto de
toberaao deoarativi oElixir 34. Mj.-alopro-
pagado pot D Carlos Use coaio c;avier.
Aiberio da Mai"a.B_o de Janeiro.
remedios conhecios sera prattito oerbum e 8^-
qnei completamenie descorHgoadr, por ver-me
isolad, e mono ta vida. &ra;as a irovideoci
ive caobecimento do seo remerii de nomo-
Enxlr M. Morato, e manae) I tascar, fiz aso. o.
queaiatfa esion fazenCo, acbaaao me completa-'
m-nte sao '
Nao aei corro posfO'agratfeeer a V S. o brm
qoe fez a horau cid.'de com eeie remedio, porm
rreio qoe ru consolo em gritar btm aMoqueo
'remeoioi que iura a mornhea. u que E'agoia foi
;descoberlo, cbama-se Elixir II. Moralo, pro-
jpegado por D. Carlos.
Ace,te os preiesios e eaima.De V. Sv cria-
do e abrigado, Emydio Peacoa.S. Jos.
NORMALISTA
Illm. Sr, D. CariasSabindo-me em ama
nema urna ierida. fiz uso de diversos regedlos
liara coral-a, porm sem resultado algnm. f j-
i.i-i depois Exir M. Morato. propagado por
D: i;irlos, e riquei compietameote uom.
Use V. S- des e como Iba couvi*r.~De T. 3.
criado e objrgado, Antouio Farraai, prefsosor
piblioo.Casa Braoca..
mello descooerto agora e cotoposio com veget
qoe tana viriudei e^cepciona-es, e as ccraa qui-
tea f"H0-e, eia faz- cu todos os das pFvam o
sen effei ceno. CURA CERTA
O Sr. Cnstodio Moiadinbo, d>-a qae lonnno o Declaro que desde quo vim de Hia-ga (K;-
Eiixir M Moralo -, propagado por D. Carlos oa ha) teuho aido viel'u do rhenmatismo per
ALBERTINA E AUCE
Illm. Sr. D. Ca los.Venno enna de cralidJo.
lecurar-lbe que muiha filfa Ah-riina, .11' ia
mu t j do vent e, laudo ama, bola na narnga.
;om malas-.teres, o d'ea agudas na pe-Mes
iae; ia e oas cusas. E minia ttlb Alkta, sef-
frru sempre desde cnang^de muims bumon s
por lodo o corpo, teodo d- vez en qa.udo 10
fiamm-<,Oes oa gargaala. Foi D-us que fez v\
Ex--, descob ir o sauto rerjiedioElixm M Mo
tatapois que minnas limas usarana detk) e sa
raram. M^s laota remedio qae g;S!e', tinta vi-
sua, e tan o IraOolno com a uottea >u 1 a fai a 6;
i nico que curou a ambas, que a'.r m-' pare e
milagro de Deas foi o sea Elixir M. loroto.-r.
Ku oem sel como oossa agradec nV S. e a?-
-un como i pfg> a Deas que Ibe c inultos ao
ios de vida e ebie por ter aeando '5j rau i*
ousa como 6 o icmedio saoto Ensi-M. Mo
alo.D. Elisa de Sjoza Cuteipo.-S. P-ulo.
A REALIDAD^
Cinco annos de t aclameuo a sidno de urna
olitera na perua, nao uve re allano al.toroape-
zar do dispendio exi'aordinarlo. Tr z mete
de t'actamenio exclnsivame ite peloElixir M.
Moratoprapagado por D. C ros, d-a e n re u>
la^Oarar. Poieroso, exiraordniario o d pu-
rauvoElixir M. Morato.Jos AlVM Pacheco.
S. Pao:o.
MORPH&'A
Illm. Sr. D. Cirios.-Foi i epeis re urca gran-
di co'i8t pig"to que se me deseuvolvora n todos
ossyiipiiima8 aessa borroroja enfermiiade a
morp a, e ap>zir do rgimen diettico, e certo
iraciamento que observe, desenvolveu se com
insiesa da miaba parte, todos oa sigoaes caracte-
nsiicos.
Ja votado ao ar^qoiiameato pala aocieiade foi
qa- principie! a tomar o sea preparadoElixir
M. M.ratoe, comqaanto a principio seotisa-
mi l toras apeoas Inoiamentej e veroade que com
a constanca do usu me acho completamente ea-
rado.
Foi rem creoga que lancei mao deste m^dica-
mecto, por ter tomado tanta cousa, lnf'ucufera-
meoie ; no eminnlo que buje dec aro e reconoego
m- h je cu a- a morp< a, ama vez qae se uae
ao-Elixir M. Morato.R-ndo preito e hnmena
em ao poderoso e portentoso medicamento, o
Elixir M. Morato.k.' tal o p>der mauestanco do
iocom.aravel depurativo oElixir M. Morato
jue, se bi milagros, el'e milagroso. Crea-me
sempre. etc., etc.Antonio Augusio de A'meida
Rio Claro.
MORPHA
Illm. Sr. D. Carlos.iaroo a mnlber morpb-
tica a qaem dei oElixir M. Morato-progagado
sarou, es^eranc/aa ijue nao tSNha roai*pr le'
sido deseogaJo pelos mdicos.
Toda a rxssoa atacada d'ejle terrive- mal, a
morpba, aira comr)l*tameo;e lomando o^graade
i e ueiio .ii!'j iiesec-ierto oSiuif M. Mcalo,
propasado por D. Crio .
RHSilATSlM)'
Declaro er-m- carado ridiralmerite ri9-Jortis
simo rbeocaaiismo cana o ujo por alguna tempo
lo novo remedio decurninadoElixir M.Morato,
-pro agado por D G irlos, rni-udoado. eo que
<) r fendo meaicaaenio, o aelhor aBii-rb'O-
uaticj que existe c>a O uoico- remedio ryie cura
n^u natiaino.E iatarto Garoso de Atatedo.
Capivarr.
CASPOS NOVOS
De Campos Novas, o Sr. 3-llia'rfo h. Mattns,
commuitica-ns qce sua mu ner que ost aparta-
di ta Umpos por morpheuca, fez uso-do graodr
rrmjdio novo o 3:xir M Mo-ato-, -aropgal.
por Carlos, e alia nao ;-vsaroa, cuino acaba
de inuUr-ae ao mando.
U 5* Fel.za-do A. de Maitos, no eupdr as eir-
cums a^tias, expinde-ae de ama maaeira ex
traorCioaria a favor do r9mt dio quo Ido salvia
a mutaer.
Teta feto prodigios de espantar aaa de-cober
la coElixir M. Morato, sendo realceme ti-
goo de todo o aprego.
0Sr. Feliaardo diz rcaia qoe dsfwis de oa-
mulb-r sarar^ ji tres paesoau uaqi-.He lugar ern
ap eseDiado. mu tas muii.oras de morpna com u
uso uo mesmoEl..\i M. M .uto.
S. PAULO
FoZia niai'.o tempo qne sjfria desyphilis^e de
ua- coo3equeoi;ia.s, u o mea sol i.ueto a de
veras sorio, porqqo alm oo toff-imenio foran,
sempre impotentes lodos os medicameaas que
UriHl.
Excwimentei o reme lio uovj indgena deno
T.iuadoElixir M. Moralo, propagada por D
Carlos, em tao faliz momelo que abo-me con.^
pietamente cura !c. B* digna doa malotes enCi.-
mtH a desCi'ioeria ex'.raurdintria dQ3ie menea
ment, o qual oura tao eOitazmenta qae assom
Dra os que so&Veraja e estavam corogmdus
orno eu. Paulino Neves da Racoa.S. Paulo.
NORMALISTA
Illm. Sr. D. Carlos.ttemeits hoje a V. S. o
atestado que procietti civ:_r l.go qae sa-
rasse.
Depois doa viiroa quo V. S. teve & bondaie
le mandr-me, maniei coaurar a;nda em S
Paulo mais seis vidros que tomei tirando co u
lulamente b^m da fenua da perna e oo encbn
*a dos ps. Nao man U-i o atlesljdo logo po -
que quera espejar para ver Oem. como paSV*
e felizmenia poseo diz.-r a V. S. qua estoa con
.>e-.i(ii -ate Dom.
(inje posso colgar tulinas, o qae nao fazia ba
mui'O tempo.
Por conseibo mea, diversas pessoas ten fe to
iso desse Elixir M. Moralo, teodo mulo bom
resultado.
Agradego, pois, a V. S. e pego a qua me coate
sol os seos orlados.
e V. S. criado e obrigadoAntonio Farran,
professor publico, Casa Branca.
FER1DAS
Usei com persisteocia do remediotngec& de-
nominado Elixir M. Morato, por D. Ca los
que me coroa completimeme de cinco ferid-s
b av>8 e feras qne Da multo tempo oao ha-i-
qaem curasse. Abengoado remedio o Enxlr M
M .rato.Marcolino Gaapar de Oliveira.Tau
bate.
MORPHEA
Illm. Sr. D. Carlos.Tea? esta o fim de par
licipar-lbe qoe estando Da doas annos suHrendo
da terrivel molestia a morpba, tomei todos os
urna forma ex'raordioaria licando per vozes pre-
.-o ao lelo em um estado lastimoso..
IVaiei me com-bou* Drs. era Campias e em
S. Paulo, estando nesta cidade, por- orna vet,
luis mezes em ho pilsk pago coro assistsote
coallooo, nunca ap-oveilaouo em beaefitio ape-
zar do ceri iraiameuir..
3-ije eatou tio devra',.porm foi unicaoiente-
can aproveiiar os conselbos qu-1 re neraa de
lomar o grande deo irationxir M Morato
pttpagado por D. Carlos. Cinc ir.ezes sem-ln-
t rrupgo uae) este medicarn^oto aproveitaod &
t-'iamenie peus hen-fit s elJnoe. Use corso
coavler.Joto Mor.tijo as AiDuquva*que.Saro-
caM.
RHBU^TISMO
... TolC3 ca ann s ki s vivia. nove H:oze3N
pela que tena m>zea peto menos aro caria anoo
'a para gemer com agodiisimo rreumaiisuro e
pasear coreas jnnias mochadas a ponto de iauti-
'zar-mo por esje temj. Hoje dsvido sto>re-
cedic iongena o Eltxi- M. Moralo, prop-
galo por D. Carlos, eston perleiio, e vivo oa
io-e mezes de c.da aono, cono acabo de ter-a
prova. .''celebre a acg&o me*l camentaca do
Elixir t. Morato.Cesario Rodrigues de 3i;n
douga.Bragangi.
D. ESCOLSTICA,
Voo faar-te doEltx'r M Moratopropaga-
do po- ) Carlas, ?. maravilhaso, o loeamnara-
vel, o santo 'emedio que me Jen vida dpois de
udcs me desanicoarem e darem-m1* como sam
cora da paralyjia de ama p?Hia, gra33eira em
todo o corpo, moitas dores .>p venire a rregu-
larMade.
O q^e eu a. T i f Deus o pabe, foi de mais,
era oe mais, e cien para ecusar meas prenles,
que -odcs julg.i.-nm nao t?r cora as. miobas en-
lermidadi s.
O grande KBe4le c.ha2DadoElixirM. Morato
propagado por D. CarSus f ji que me deu Vi-
la, foi o qno me cursaD. Ii::o!'.s.a Mara.
Perpttja.Lidaiaja.
MU1T0 GRAVE
Atiesto qu a: Un por mu'to temen urna r;,va
igudas nos ossos fjue conforma o tempo se lo-
cnlisavam aqui e all, lioba om ado-m n:.>n'o
no p e mao esquer ia que resis'ia a monos, re-
medio! sem p-ov tj e orna reguari lado na
barriga, que era urna eoB*a por demais. Com
atea 8ofl>imentos, ctm muitoa remelios que to-
nei e com a t a qae me i'e-a n, de g&*da qne
sempre foi, fiqu i magra qoe era umatlfetesa ;
e lepois um fas i que me eiifraq-jecu a ponto-
le qnasi Bear entrevada. Atiesto mais que to-
mei oElixir Moratoompagado por D. Car-
los e qne snre de tudo, ficaodo como estou de
oraniela saie, forte e robusta.>. Leonor A.
Titira-S. Paaio.
MILiGRE
Urna terrivel moles'ia sypbilitica, inutilizon
tj : para a familia, para os amigos e para a so
iedade. Scflrer quotidiaao, lastimoso e disp^a-
dIOSO.
r-a'.ei me com muitos especiatislas da cap.
tal, Gz uso das aguas tbermaes. e ouaca ebegoa
i vez de utilizar o tratameoto, que nao pr duzjo
o efleito desejad". Os conselbos lizora a-rue
iangar mao do remedio novo oElixir M, Moralo
p-opigado por D. Carlos, e com certo aso effec-
'ivo 8arel.
E' verdadeiramente miracaloso este superior
depnratlvo, o sua ar-gSo aoli-ayobiliuca tal qoe
-ansa espanto a qaem como ea ebegoa ao nldmo
estado o'esta enfermidade. Para mira est re-
volvido que a imootencia de todcs os depurati-
vos para as molestias de irpu-eza do saogue,
essa. com a preaeoga do soberano a?li-?yphi-
litico. o infallive, o milagrosoElixir M. Mora-
lo. Para beneficio d'aqaelles qae p-ecisa-ero,
aotoriso a que pabliqaem esta.Julo D^miDgaes
PillarCampe Largo.
Todas as
ezi. i j- B -y^si
firmas cima acham-se recoahecidas na forma da lei
de pessoas muito coxiheeidas e
& sao
\0Hnaw ^mw ^a^w^*mw ^ www -------------------------- ------------
ELIXIR M. MORATO, soberano remedio para as molestias syphiliticas e rheumaticas, acha-se approvado pela Impectoria de Hygkm Publica
do Brazil, autorisado e licenciado pelo C'overuo Federal, e elogiado pelas entidades medicas scienificas
Agentese depositarios emPerDambuco: <.
A Compaa de Drogas,~-Rua Mrquez de Olinda n, 24
A
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