Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19561


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Full Text


QUINTA-FEM-7 DEUZEMBRO DE 1893
NOMBRO 279
PBOP8IJSD ABK K HAH03SL FI6UKIRO \ OS FATUA & FILSOS
PARA A CAPITAL E LOGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
- n
T
.
Por trM maze* ariiantarin?.
Por seis mezes adiantados.
Por om anno atiaotado ?
8*000
15S000
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCESIVOS DE PJBLl'iACOES ra pfiAN.
Vi E 1NG1UTERRA
0> Sn Amede, Pnnce & C residentes r in ? >ris34 rae J*
Provence
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados... i 61500
Por nm armo adianUdo 331000
Numero avulso do mesmo dia. 1100
1BST8UCCA0 POPULAR
EDUCAQAO
TSILECTUAL HOSAL E E27SIC
POR
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educajo Intcllectual
Aquellas ijut; f.ram e loca los sob a disciplina
ordinaria das e colas, que Irouxeram coinsigo a
ideia de que a educ jio r p-aticavel por
aqo-lu forma, deven) peosar que ia>pj-iel
fazer das enanca seos pro.irlo* oif-stres.
Se, tiia.ia, consideraren) que o importa Ussimo
Cunbeeimento los objjctos qoe nos rocciam, que
a criaoja recebe nos seus nn i eiros anuos, se
conqnista seuo auiil'Osh Wl 8 se lembrarem de
que a cnanj apreude r.or si mesma o oso da
lluguagem materoa3e elies apreclarem a im-
portaocia d'essa exoeriencia da vida, d'essa a-
bedona extra escolar, que lodos os raoazes
apreodem por si-mesmosse elle3 ootarem a
iuieiligencia io vulgar do garoto abandonado
de Looaren, pate-teado em toJas as direego-s
para que alo solicitadas as toas f.culdadeg. te
alera o'isso, eiles iensarem no immensu numero
dos espintoa, que tutra na loia da vi a sem
auxilio, nao f gnoraodo os n y s i e -1 s dos nos
soa sysiemas de> eosino, irraaoualmeoie plaoea-
dcs.mas airavezde loio o enero de oosiacolos,
eoio vena uo que nao ( loa de razio con. luir
qoe, se os oojecras fossem colocadoa lia te o
pu-ul s u'oma orden ju-ia, neniu u Vlles, de
ordinaria cap cidade. deixana de venct-r qoasi
sem uxi!io as suceessivas difli tolda le que
encontrase. En venaie, qaem pode vigiar a.-
abservagoes nCfSaaDtas, as mve ti^joes, os
iuiK S yue ?e pa* sam oo espirito de urna r.Maoga,
ou qaem pode esra.ar as suas ob3i-rv,ges tao
viva* sobra os oteotas qae ealio dentro da ea-
pbera das suas fai-nldanes, sena peroeber que as
fatuidades qoa ella manili-sta. sendo appiicadas
systeniaticaraeole aos s ulos que es io de 1ro
da sua eaohera,* beaj u-pressa a .overcariam
sem out-o auxilio ? Esta aeceisidade deeisioo
perpetuo resulta da a. ssa estupidez e nac da das
enancas. Arr ncamo'.-aa dos ucUs que as in-
teres9am e que a sua rciilJade de per si assi
milana fcilmente. Gollocauos dlan'e d'eilas os
factos exce sivameote complexos pira qae ellas
os compreneodau e como lies repugnam, e
iolgando que elas nan^a podero voluntaria
meot^apr^oler taea fados. qier os no espirito 4 forja de ameacaa e de castigos
Por esta fo mi, o-ando lnes os conhecimentos
que eilaa urgeotfni;nt* pe-lem e enebendo as
com eas que ellas nao podem digerir, produ
litros a dreuga das eoas facultades e conseiuen
lea.Cute o descosto pelo estado em ee'al.
(Contina).
mn hudal
CioTcrno lo Estado de ler-
ntmbnco
BXPED1ESTB DO DA 20 DE NOVMKBRC 08 1893
AoSr. Dr. presidente do E:tido da Parahjba
Accusao'o o recebimeito do vesso oftieio
n 236 de 13 do co-reo:o, reme:io-vos om ex-
emplar do Diario Offi ial en que fol publicado o
Elual a tai vos referiste? oo citado otn :io.
Ao Sr Dr. Casimiro Das Vi-"ra Jonior.
Pelo ( fficio a qoe respoodo, de 27 d Ootobro.
lindo lco stieote de terdes ass-imi lo, no ca-ac-
ter de i'vice-Gosernalor, a adaiiniarcaj.Jesge
Retri'bao vos os protestos de estima e consi-
6 Ao Dr lospector do Tbesouro do E3tadn. -
Sclenie oo qie ioforma tes em ofHoio n. 9,
de 17 do rorreote.ii proposito do pedido da Fte-
feHora Municipal de Ipojo-a sobre a entrega da
arrecadacao dos impnstos que, pela Lmo.W,
de 3 d- Acorto de 18.4, passaram a pertencer
ao mesmo monic po, recomiendo vos qoe pro-
videnciis para que, plo reactivo coilector,
3eiafornecida.com urgencia a nota discrimina
tifa coa impostas, allodila no citado oficio.
_ Sr D" Profedorda Sinti i-a?a de Mi8e:i
cordia do Renfe.-Declaro vos qoe cesta data
expeco ordera ao director da Colonia Santa ha-
bel para ser ad.nitti 'o naqo-He eetibelenrren-
to no carcter de colono gratuito, o menor Cy-
rillo Oa.-ar da Silva, a qoe se refere o vosso ofi-
cio de 3 do correle.
_ A Colonia Santa Uibel.-Atlea lendo soqoe
soliciioa me o D'. i>rovedor di Saua Lana de
Misencorlia do Recife e ten o em lat a vossa
tafor-nac&o de 7 do Ccrrente, reeonveodo qoa
mandis aimitiir nessa estabeiec.m^nta, no ca-
rcter de colono gratuito, o meoor Cjnl.o O^a-
da Silva, a qo- se refere o mesrco Provedor em
ofli:i0 de 3 do cl-ado roex.
KXPBDIBNTB DO DR. SKCRBTABIO
AoD' In-pectordo Thesoo-o do Estado.O
Kxm Sr D Goveroartor do Estado, manda
comrcunicar-vos aoe, em 13 do crreme, o ci-
da.ifio Jos Elov Pareira Lima assomio o exer-
cicio mierioo o'o cargo de promotor pobii-o do
muoijipio db Bam Jardira. para o qu.l foi no
meado pelo respectivo iiiiz de direiio.
Ao mesmo-0 Eim. Sr. D;. Goveroador
do laudo, manda coa)municar-os que, em ti
deOutobrD nodo, o bacoarel L-iix Cavalcante
Lacerda de Almnila assuiiio o exercicio do <-ar-
go de promo.or publico do mooinpio de S. Loo-
MWo da Mana. Dar o ql tal oomeado por
Portara de 18 do menn nv-x. _.^.._....
_ Ao mesmo.--0 Exu. S-.T):. Governador
do Estado, manda commuoicar vos que em 1.i
do correte, o ba darel Fiacno de Ol.ve i Son
za delxou o exercicio do cargo de promotor po-
blico do maiicipio de Bom Jardim, fisto ter sido
removido em igoal cargo para r., de U4-
ao di eclor da E-ola Normal.S. Ex., o
Sr D-. Governador do Estado, manda comma-
nicar-fos, Da-a os dos coafeolenies, qu^ oesta
data concedeo licenc ao D'. Eoxebio Martios
Costa professo' da 3* cadeim dessa escola, para
aosentar se deste Estado doranie o tempo das
f Af 9B
-4 Igual ao Dr. Inspector do Tbesouro do Es
Ao Sr. D*. Pedro Freir.De orden de S.
Exc o Sr. Dr. Goveroador do Estado acenso o
receoimemo do officio de 28 de Ootobro Odo
em ane commooicastes ter assomido o exercicio
do cargo de director da impreosa desse Es
Apresento-vcs meas protestas de estima e coc-
s _e_ra*0j)r -o-z de driit0 iaterioo do monicl-
Bio de Saigoeiro Commoolco fos -de ordem do
Bxm Sr. Dr. Gofernador do Estado qoe, por
Port ra de 11 do corrente, foi concedido om
me de liceoca, com 03 feocimentaa a que tiver
direito, na forma da le ao bacharel Ped'o E<
tella Carociro Lln, para vir a eita capital,
afim de ser mspecelooaio pela jODla medica do
Estado.
Mota'.is Motandis ao inspector do Tbeeonro
__Ao Sr. Sabioode Socza Limera delegado de
polica do municipio de S. Joi do Bgypto.-O
Exm. S'. D Gjverniior do E-t lo reommen-
da qoe informis porqae o ;-ecibo annexo ao of-
ficio de 3 lo C0T>-ii e asesta apaas sete saces,
quandn llcaram oito em foseo poder cooforme
si v di relaja j qoe juotastes ao de 21 de Maio
oltioo.
Questura Policial
2* S-Jo -N. z7i S'<'.re:i'i4 il o^3tnra Po
liCMl lo "llal) de Perc?:nbo"o1 6 de Dieii-
ro (Je 189).
Sr. D .Gi-enador.Pirt ripo-v.^s que foram
recomaos oontm a Casa de Deteoco os segaio-
'.es inriiidoos :
A' minna o-de n. Amonta Biibioo di Silfa,
Manoel Pro opio dos Saoios e M.noel Seranm da
S.lva. como jh- rd-i'os.
A'orlem do poh e'egado do Recife. Jiao Fer
nandeg das Neves, po' crim^ de f^nmenlo.
A'ordem do sublel ado da f.-eoezia de
Sanio A.Tonlo, Boooria F- iciana di Coocigao e
Antino Joaquira de A'm por embriaeoez e, da
turbios ; J j Jiqiim de Sozi, cemo desirdei
'O, A mi'iba >ii-p m c, o
A' ordem do suoielegaio 'o 2 d's'.ricta da
Boa-Vista, Amonio Gime^ do< San'os, como
alienado, cox dpiino aoasylo da Tamarioeira.
A* ordem do ?uiielJgado ^do 3" dlsiric o da
Graga. R>que Per^. Martiibo Loureogo e Wal-
frido de (al com -lesjrleiroJ
A' ordem do sub legado da Torre, Ellas Mou
letal, cooio gauno
Pelo sobielegado da freguezia ta R'Cifd tarara
anoreheo ildos em poder do indifiduo de uome
Affon-o Pereira de Silva e remedido < esta re-
p^r'.igSo os sPuointes cbfee^Ot'. 2 cartelras, 1
<"o-reute de pkqo>'t, 1 anoel do mesno metal,
3 !eng>s e uui p-jceui quialu m diobelro,
qoe s achara deposiiidos era pol^r do tne*oo-
reiro de<'a ms na reoariigao, a*1 o da sercra en-
tregues aos < Ao Sr. D*. Aiexandre Jjsb Barbosa Lima,
raui digno Gofernata* do Rrtarfo.
O Qie^tor,
i'Uxndf. n Fko.
Ttamouro d) Knlnil d<9 Peraan
buco
DESPACHOS DO DA 5 >E DEZEMBBO
n 1893
Laoreot'no Pire3 de Carfalbo.Informe o Sr.
Dr. Contador.
JoAo B--zi*r'a Chaves e Jog Jo-qoim A'.ves,
Haja vista o Sr. D- Procurador tijcal.
Antonio Luiz du Araoji. A' Secgo do Con-
tencto-io oara 01 devidoa Hos.
Paolo Jos Alve3.^ert fline-se.
B*f.rano Pedn de Azevedo, Anonio Henrique
L sboa e b-cbarel Carlos Auguro Yaz da Olivel
-a.Informe o S.-. Dr. Contador.
Eipr-M da l'lamin^gao a Gn desta cidale.
Informe o Sr. Dr. Administrador da Recebedo-
ria.
Da 6
A'i'li'o Cele tino de, MeHonga Ao Sr. Dr.
Comador pira mandar saiisfater a exigeacia do
Sr Dr. Droo'oradir fiscal.
Fra-cisco Jo qoi n Gongalves do Cabo.Vol e
ao S* D- Coniaonr.
Jo Jorge Libo de Carvalho Al bo Soares
Raposo e bacharel Manoel Fi r-^niuo de .-tan
qoerqae uan'-en-'grc.-Infirme o Sr..Dr. Conta-
dor.
Clara Olyrapi* r!e Luoa Freir.Nada na que
d*-f rir em vista da nformagao da Contado ia
Mara Faicisra de O. Cavalcan'e.A' Secgo
do Comeo' insn para os devido3 os.
Tbereza trador da RecebeJoria,
Bi-cebedoria do R*lado de Pernam-
buco
DESPACHOS DO DIA 6 DB DEZEMBRO DE
1893
M*ba k B-nthers leado Pedro da Ne?es,
A Empr.za 'e Ulorainagao a Gaz u'esta cllade.
lofnrroe a 1.* fie. gSo.
Joaquim Ferreira de Carvalho.- Iforme a 1.
SecgSo.
O DOr'U'O,
Custodio B. da Silva Guimaracs.
EXTERIOR
EUROPA
llalla
Em om banquete que Ine foi .florecido em
Drcnero. e ao qoai assistiram 80 sena tares e 240
deputados. o Sr. Gio'itti, p-esidente do conse-
Ino de i.ioislros, prononcioo ora notavel dis-
ca'8o. qne ten ldo echo deotro e f'a do px.
Refenndo-se Exc. a poltica externa, dji-
xoo assignalado. qoe a nova poltica esraogei-
a aoprovada neta parlaraeot' e pelo paiz. as-
senta em alllaogis teodemes a asseenra: a paz.
acrescemando a ella iemo3 sido, e havemos de
se s mpre escopolosaraenti neis.
As preciosas demoiis.rag683 qu as potencias
amigas nos deram sao om eloqoente leau-mu-
oho do3 seos sentimeotos a aosso respeito.
As condiges da nossa polica esraogeira per
miitem noj consag ar os oossos esforgos a re-
solver as rifficoldaie8 internas.
Hoje a I'JMl atravessa om periodo de depres-
sao econmica do'orosa para todas as classes
sociaes. .
Tola a medida de om carcter social nao po-
derii prodnzir resoltados efficaies, se nSo fos-
se preceda o'outrag que levan'em o pali da
depress&o economa em qoa se acba .
O con le Kalnocky. priraeir.i ministro o
impelo aast'O-bungaro. edeve em Roma ; u fi-
s.tou sgooda faz o rei Hdnbetto, em seo pala-
cio de Mooza, ap-esentaodo por essa o^casiio as
soas despedidas a sua magestaie e teodo sido
a ent'efMa das mais cordiaes.
Logo aps a ebegada d'aqoelle miiislro. rea-
liso-se a eoifeiencia com o mialstro Brin e
embaixalor Nlera.
Uooram se os oootos precisos da conrereicia;
sabe se eotretanto qoe foram tratados assomp-
tos grafissimos de po'.ilica interaaclonal.
O Diritto a proposito dessa conferencia de
Monxa. ataca o ministerio, qnn eoi ai opioiao
provoca peodencias.
Alera disso, loa'a para qae a Italia deixe 'b
fazer parte da trio ice allianga.alim de estre'ar
relacOes com a Franga, senrt" qoe, alm dessa
folba, a impreosa nalima mostrase em geral
cada vez mais hostil aquella alHaoci. aconse
Ibando ao governo qoe deixe de fazer parte da
mesma. aUm de ir ao encontr da Fraoga, con
sideradacomo nagSo irmae amiga, eaqualo
povo italiano deve reconfcecimento.
Nos circuios officiosos, assevera-se ^ue os
Srs. Giolilti e Zinardelli se coocertaram para
impedir qoe na reabenura do parlamenta eem
caso de crise, o poder vi parar s maas do Sr.
Cnspi ou do marqoez di Rndini
Segundo este accordo, o S'. Ziaardelli toma-
rla a presidencia do cooseUo e o Sr, GioliM
cooteotir se-bii com urna pasta ou com a pre
sidencla da Cmara.
Em circuios officiaes, porD. e em data mais
prxima, affi-ma-ge que o Sr. Giolitti s retirar-
se ba dV presidencia do conselho no caso de ser
votada pela Cmara orna qneixa cootra os actos
do gabioete de qoe chefe.
Como qoer qoe seja, a crise toma proporges
grafes, e pelas divergencias oo aelo do giblue-
te tero--e por immlneote a retirada do m^srao
cojos di 's de flda esli contados na opioiio da
impreosa ooposicioniata.
Com ell ii i, o Sr Gulitti es)i reso'iioa
abandonar o poder, mas oiflicil acharlba suc-
cessor.
O Sr. Zioardelli n5o e-ti dlsoos'n a az'orai-
la i aih > '- ni ^r>m ud e o S". C i* w ''flfll'''
que u c i'ii,i| 11 t., ii .i rfiini.-.o 11 u pil-r, i-i-
'ol'i t> .., u, liimeris i'a dire'i'.a cora n Sr. qi
Itoiini a frente, mas as diferentes fraeges da
efqaerda. qui coostitoem amio'Uda amara,
oao Querem oovir fallar no seu regresa a go-
vernagSi-.
Nestas circuii3iani.ia3 parece qie o Sr. Go
litti se ve a oDrigado a cjus-r.-ar-se oo poder
cooira Boa vontade.
O Goveroo decretou ^ua o pigam.-nta, as
alfaodegas do retao seja fjlto em muela me
t illlca.
A esta resoeita o corambrera aosira-se de.-
coutente, temando as suis qieixas um carauer
de certa gr.tvidade.
U'U.l.iienii: d^scoohdceo o Giveroo o .1 r-t o a
Hespanna dit castigar os kitulas, constando em
rulas dinloraat ci', qae resolver tifnbfl i dr
aecrdo cora o giverno de loalararra Impelir a
todo transe a ;. 11er.. ^fi -, lo equilibrio i.o Men-
1-rraneo, o que se presume pret.. o nam a F aug
e a tto.-s.a.
I arece deci lido entre a Frnga, a Italia e
a !l-si.irii una acgaocommim para r-pnoir
O auarcismi.
A bituago da Sicilia c^da vex mai3 se a^-
grava.
Os barjliJos prosaguem as suas tentativas
criiui losas, lo rii jan lo a illa ir a vigilancia
das auiondales dopaiz, e SOlo aonaros os
assassinalos, qoe corame't'tn para roooar
A miseria tal que as mataerea propnllem os
maridos r volta, lodonaojo os adversario^ do
Sr. Cnrsdi que o vtlaj consoiralor nio estra-
nti.) ao movimaoio; mas. uas esph-iras gover-
namen:aes, nij se ous atlirraar lauto.
&' a^sim qo- crise .loanceira s preocuoi-
gies nipi juaneas que p sam soore os estadistas
italianos, jual spiram essd estado da Sicilia, onde a ugilagia
*jcialisla aitlnge a sena aguJeia, e lalvez apro-
veitarem propaganda ascoovioOes tristissimas
em que se acbam os povos da una.
O camponozes nao tem traoalhJ, e fallando-
Ibes o trabiioo, fi.ti Hi-s o pao. silaagao qaj
procede m op nio de poblicisos aarar,.-ados
das coaJigrs dunssimis da'exploragaod^s pro-
pnelades ruraes.
A propriedade rural na Sicilia esta snjeita a
om systema ue arrendamento peta qu l o atdeiio
mal gauoa oara vive'.
Os grmies prop-iea'ios alugam a soas ter
ras a especoiadjreg qoe as sub arreodam por
seu turno 1-ra pequeos lotes a lavrado'es loe
especulam/atroz neme com os irabalhadores :
o t'ab^lno dos verdadeiros lavradores ln de
susteniir essa rLu tido de paraaitis.
Tal sitoagao nao era alas deiconbecida dos
borneas poniuos itillaoos, pois Qa vinte annos
oo mioirteriu Lanza, o parlamecto ordeoa'a ura
inquiTiio soprc a sitotgao econmica e moral da
6ic.na.
O thlor da comm83'o, p Sr, Bmfalini, de
screvera no j-u parecer o estado de cuu-aa a que
adma aos referimos, pondo a nu o cruel sjif-i
ment un proletaria lo agrcola tiaiju 'lia ri-gr o
do reino; mas essa sobits revelago de om es-
lado ie narbaria, indiguadeum povo civilisado,
aeixou n' .rentrs os legisladores, que nada
ti?er. ai para curar o mal
Uinmaueote novo assurapto de descontenta
menio oggravou a crise.
O gv.-roo cemraetteao er*o de ferlr mais du-
ramente aioda a industria sulfanna, que om
dos principaes meios de t-abalno da una e qo-
p r.n :i a subsistencia conslderavel popula-
gao operara qae al i i existe; de sorle qoe oj
propietarios das ramas ds enxofre, ji cruel
mente oneradns, ti -arara na impossibililade de
supporlar os novos encargos e grande numero
de minas foram fe hadas.
E'-a parada fo-giJa de trabalbo alargon o
carapo de acgo das agitadores socialistas, cu-
jisdooirloas ss propagaram com terrifal rani-
dez, sendo a propaganda dribla por mogos de-
fotaCos a causa, instruidos, chelos de zeto e de
bda fonlade e dotados de eloioencia persuasiva
propna dos mendioaaes e que ferio 1o a Imagl
na^o popular, toma mais acre e mais sogges
tifa a lgica doi (acta?.
O que e-'i a frente da orgaaisagio, Garibaldi
Bos.'.o, (em apenas 27 annos de idade, e nao eo-
contraoda as I08tiioig0e3*8ocialistas i exisieo-
tes no norte da Italia, o ideal applicafel a re-
gido 6iciliaaa, dingio-se a Pars para esiudar a
ferma orgnica da Boi-a do Trabalbo parizieose,
que pi'ece.lhe mais adequada as oecessidaes
da pj u -;gi) insular. Foi, p i's, a Bolsa do
Trabalbo oanzienss que ser-vio di modelo aos
Fasci socialistas da Sicilia, que palo que se re
tere ao metbilo de arg-o, de-couceotrag) e
de coibate, aiop-aro multo do regulameoto
daL'gi dos Pair.elaa, outr'orr presidida pelo
Sr rj-roi'da.
Hi boje 130 Fasci. ni ioclniodo-se nellea at
aub coraratssOas das pequeas povoagSss e os
qoe age.o livremente.
Na previo;ia de Palermo contara se 30 delles,
na de Catacia 35, na de Messina 15. na de Sy
racoaa 8, na de Trapani 9. na de Catamsetta 12
e na de Gi geati 12, iodos inspirados e recebeu-
do instrucges da msa cant-al de Palermo.
Calen ara-so em 300,000 associados Inscriptos,
iodos campjoez?s e operarios, que incorpralos
por ofbcios oo mistares, 6 moda amiga, traba
Iham todos para o Ura commam qoe a remo
diticagio do direito do trabalbo e podem em mo
ment dad; obedecer a oraa* s senha.
A qoota oo cootrtbo'g*io 9e cada associado
de um franco 50 ceot. (cerca d UWW) por an-
no, e o espirito de solidanedade e o principio
de motualidade praticado por elles iao rigoro-
samente que qiaodo um dbs associados perde
nraa mola, ora boi, orna vacca, os seos corapa
nheiroa comprara I he ootra por cotiaajS j entra
si, dispondo cada Fasci de una banda de instu
mentas de coure, naa sala de leitura e nm saiao
de reumao.
Foram b8t9n:es dous annor para crear-se
essa orgaaisagao compacta e formidavel, q>e
ahraoge om excercira de 300,000 bomeos e qual
rle, sab ament ira na>a, cob e toda a Ubi.
Ji em monas cidades os '-aodidatos socialistas
occopam m:ltas logares as repartigfJes coraran
naes, mas at ag ira Os Fasci nao julga'am
o portano descer a liga eleitoral. Em ponco,
porm, estars em sitoagio de sabir couquisia
de todo3 03 collegioa eleitoraes da ilb i.
O mais digao de notar que as molberes eo-
tram no moflmento, aoxiliam n'o com todas as
suas forjas excitara os maridos a traoalbar mais
actifameote, quando eoteodem que o seu telo
revolucionario se eotibta ; e multas dellasjase
tornarara noiaveis pelo ardor do seo fa atismo,
fallando era publico, com multa coragem e qoa-
si sempre com conicgao e eloqoencla.
Hi pois, na Sicilia um pnenomeoo social s'-a
agu'oe tal vez urna refolog&o, tanto mais io-
qoietidora qaaodo oo se deve esqnecer qm
cada vez qoe ten bavido na Italia, grandes ag
tsjOis a Sicilia qde ataca fogo;a plvora, come,
gando sempre as revolacOea Italianas aquem do
esiretto ie Messina.
as regiOes offi:iaes tal estado de coasas sos-
cita graves apprebeosOes. *
Os graodes proprietarioa da liba deprecam do
goveroo medidas ^enrgicas, soppllcando lhe
luebre, por om acto de forc, tao formidavel
organiHago ; e o ministerio, cora etf'lto, coi-loo
de eliminar o e go por ama rapressio e S"ni
piedade. mas esse meio nao isempto de diffi
coldades e de pengos. No eoiretaoto, para ga
obar lempo, resoiveu o governo euvisr a nba
com o orami'Sirio, o S'. Seojole, direcor o a
ftearanc nobiica no Mioisterio do laiero-,
faaeeionarlo que tem looga exoerieocia admi
ntolnuvi; provaolo tal es olba ha idea de sua
primir sa os 'Fasci.
O S S^03oles tem por niiso esiudar a' me
didas a adoptar para saber-ae le coovm pro
celer a ama dissoiugao era massa ou exeog-s
parciaes e occessivas. A em reza. porSm,
lii delicada rcrao pengsa.oraa.vez que apreciar
se mo #{r4o de poder a qoe chearara juotas so-
cialistas, basta saber que an'e jiesuio do Sr.
S'osoles ter desembarcado era Pae mo. os che-
fes da mesa crairal estavara nn-tunen'-e ufo--
mados de todo qoan'o elle bavia dno dj ir.jecto
de iples a R ma.
Todo o pessoal da Compa itiia de Navegagai
esti alistado nos qaadros das cojsoi-cgis *o
cial stis, cnj.js cn-fes alli-mara de Boje a -dian-
ie nada tem de recejar, dizem:
Se o gov-rno 83 dacide a querer dltsoWef
os Fasci. era m-S'a. pnvo.-.ara um aob'evagio
ger.l. Se prender aos ch-sfes notorios, dar nraa
espadeirada na agua, porque estn to O'evii o o
caso, rieswoaraos a novos cnefes coj >s njioes
cooseraraos era segrelo, e qoa n< praso oos
uos'itu rio i testa do raovimeato. No ponto era
qae se ach a orgaotsagio* do proletaria lo i a
llano, nada lera a teaer dos poderes offi naes,
A repressao i nmediala 86 fa-ia desesperar os
adheremes e toroar nevitavel a revoiujio. A
osp ra li aoproli-tariado agrcola e aos opera-
riis o le upo predio para corapl-"iar os seos
jual'os e torna a sua orgaaisngSo anda mus
te ulvel.
E' o qae dixem os directores Jo mov:mento se
ciano e os qoe coabecen a sitoagSo da ilha al-
nitit-in que Qa molla cerdada oos seos argumen-
tos.
O depuiado Crisp, ex pregid ote do coa
s-Mho de ministros Jisse que a alliaog franco,
rassa pertobara a az eoropi ; e acerca la si-
taagio actaal do pan soo a reUgio 1a poli ica
interna externou a dapotados q ie procurara n
ouvil-o, que o ministro Giolitti d-ixari leviana-
mente organisar se oa Secilia forjas refolocio
nanas o-a- representan* orasraale periso se
o exerapl> fosse seguido em toda a pennsula.
Com re jio i pol-l'ca externa, o Sr. Gnaai
eoteode que seri preciso ora enorme trabalbo
para reoniioistar para a I alia a estirase o pres-
tigio que roleiavara o aeu norae no esirao-iro.
A respeito da qoesiio Hoaaceira, o Sr. Crs.i
dit ser um erro querer fazer acre litar ao paix
10^ elle mais poore do que realraeote; a a
seo ver. a salvagao na interveogio de ora ea'.a
dista estimado e aodacioso, qoe saibi ps i ao
paiz o qoe nec ssario.
O aeoa-lor Giodice fol condemnado a 39 an-
nos le prlsio, tenlo sido preeos Ciaovet, dir
ctor do jornal Poplo Romano e Fallioa. laspe-
co- da alfaadega, cmplices na qaehxa do Ban-
co R 'mano.
E ti resolvilj qoe em Milio Ievaotar-3e-ha
ura monnmpnto ao marechal Sfa'-Mohon.
O Vtsovio es i em acividade.
Fsz se itir a pnm8ira copeco.
WJtimaraeate cahirara era Naooles chavas lor-
reociaas, inoadao lo moitai pomos dos arredo-
res d i nidada.
Kossut. o pat'iota bnngaro, qae estafa em
Torim era tratameoto, soflrea orna recada.
Ce'sou paame'itos o Bioco Vagmere.
Dz-se qae o'esta falleacla o Vaiicaao perde
afoltadissimo deposito em dinbeiro.
Urna borab 1a dyaamue, langada Dor om
a-arcb'sia, fex exolosao oo qaartel miliUr da
cidade de Villanuefa.
Nio bonve victimas a lamentar.
O effeiras daexplosan Um tiram sea estragos
mi'eriaes de pouca importan ri.
E n Turim, porra, foi destraidoao qairtel de
Honc"liaa por um incendio. qo todo aniqnilou.
Por ecasiao do /ve dock tea o&Vecid o
oela rauicipalldade de Tarenio ao almiMOte
Srj-cour. o reapectifo maire comprlmn-oo o
al uiraute e disse: V
A cidade sent fiva graiidio por tuto qoan-
to a hvre laglaterra tem feito pela uoidade ida
llalla. ^
Os tareminos oaa eaqnecerao o dia 18 de Ou-
moro de 1893. ., .
O vosso acolhiraento omi maoife3tagao de
seolimentos affectuosos e de gratidio.
B--DO i< duas oag6es, a raiohi Victoria e ao
re Hdraoe-iu.
O almirante Seyraoor responden :
Sinto-me orgulboso por ter commandado a
prin-ira esqaadra mgleza que eatrou no porto
de Tareoto. ,
Conservare! recoahectda lembranga deste ac-
colbimeoto e d'esias testas, e )ul2ar-rae-hia fe
liz, se isso fosse possivel, voltar om da a aper-
lar-vos a mao.
O almirante ioglez tendo agralecido em se-
guida ao maire de Tareoto e a popalagao a soa
hospitslidade.o Sr. Dalala, responden com estas
palavras:
i Em norae da populagio, de qae sou repre-
sentante, cnraprimealo os illastres represeotan
tes da oagao ingicza.
Qjando vierara para nos, demo8-vo3 a certeza
da oossa amixade, porque perteaciam a urna aa
gio amiga d)8 nossas tradig5es, lo nosso ideal,
raas a oossa nospitalidade oio ple comparar-
se, e oio nada em vista d'aqoella qae a livre
Inglaterra dea aos nossos patriotas exilados.
O Sr. Dalala recordou a oda i parte tomada
psla marioha inglen na proteejio dada ao des-
embarque doi Hit era Maraala, e accrescenton :
A oo aa orgiolsajao militar defeosiva e as
nossas asplracoes o paciticas. A nossa poluta i
i polica de paz e de progresso.
Tres seolimentos nos uoem : o amor da dyoas-
lia, o amor da liberdade e o amor do mar.
En oorae d'estes seolimentos, aperto voi a
mi; e como represeataote do povo, bebo a
sale da raioba de laglaerra e do nosso rei.
Bebo p*osperidade das doas manohas.
0 almirante Seymour responden com agrade
cimentas, terminando com estas palsvras :
< Deaejo qoe a amlzala das duas nagOes se
mantenha forte como no passado.
__Diveraas bateras de maaianba segoiram
para Veiotimilia, na frontelra fraoceza, e all es-
to seodo coocadas.
Termiooa deflnllivamente a greve dos em-
pregados dos telegrapbos, cojo gervigo contina
regularmente feito, gragas ia promptas medidas
eropregadas pela direcoria.
Foram demittldos todos os telegraphistas elvis
qoe teram greve.
A pollcia prenden os anarcbtslas ebegados
a Roma e qne baviam sido expnlsos da Haapa-
nba, teudo-se dado na capital graves conflicras
do dta 27 provocados pelos socialistas ; de modo
que a pocia leve qoe iotervir, di'persaado os
raaaifestantes e effectuando numerosas pri-Oes-
Desde o 1. de Novembro, a marcha dos ca
ralobos de ferro itallauos em vea de ser regulada
pela hora nacional de Roma, passon a sel-o pela
ora da Buropa Central, ji em vigor na Snecia,
AWemaoha, Aoetha-Hontria, Boroia Hervegon-
oa, Servia, e mesmo na Macedoma at Salnica.
O exemplo da Italia ser seguido pela Dina-
marca a partir do 1. de Jaoeiro prximo, em
virtode d'uma lei recentememe votada.
0 tbesomo nacional pi em circulajo DI
Ihetea de um franco, em supprimento I falta de
moeda divisionaria que Blll.^e o commercio de
to >a a I alia.
U tima hora :
Volioo de Minzi a capital o rei Hiran -rto, qoe
deseranarcou entre mtiosas acclam^ges popo
iar^ ; e logo iraosnino que. em resul'ad- le
coobreacla emra S M. e <>s S-s. Giolitti e Zi-
o rdelli, o ministerio deniltir se hia collectiva
meme.
Cora tff.'i'.o, notava M antes cr-rta aniraaca>
nos corredores da Caraira por causa de questes
c-i) i li veirio a commissao nnmeada para
io apresentado o seo re arar o acca*aodo os como
cumpliera do* asendolos bancarios.
Tu lo o que fazia a so te to gabinete leal
gira modo duvidosa, e como qna e tto, qoe quebrou-se perante a s-s>ai innuitno-a
da Ca-oara, havida oo da li
As galeras apuparam e insultaran) o nvniste
rli. or causa do rnlatorio da ques o bancria ;
e oo recluta os depu'ados -la opp -3 ga) pelo or-
gia de lraorlaoni requererara a a:cu*agtado g>
verno, nada eeodo resilvilo sobre tal indicagao
Mas a esqaerda va> exommar o pa-aaiodoga-
oineie deraissiooano. aflra de ^ccoaal-o.
En face de laes soccessos, o ablacte dea de
missao collectiva ; eo rei aceitando npedno,
a ccofareocioa cora os Srs. Cnspi e ZinarJelli
sobre a nova orcani agio.
A ace ligio do peii locorannoirala a Cauara
pelo Sr. Giolitti, produzo ani uranie mnulto,
seodo a sesso Iraraediataraent suspensa.
A moltidia qoe sjagruaava oas proximidades
do parlamento prororao-'O em aoapoi ; e acor
reaqo a pohcia, iis-oueu ura grupo ie socistis-
tas qu-* e o freir ao palacio do mesmo parla-
menta grima aba'ixo ns ladroei I
EiT-vinarara-.se mullas prisde<.
- A crise miolsiencl anda oao est res l-
vida.
Cutifiua a inceneza sobre uera spjioi gi
nisaior do novo gabinete e o pessoal de qae se
e'le compori.
N is ci culos offi'iaes falla-se no nome do Mr-
quez de ftiiol para organuar o novo gab nete,
sendo tambera lerabrados os noraea dos Ss
Cnspi n Mirdini, depmado.
Ao zit de ter corrido qoe o S'. Z nardelli, qoe
hivia sido ibamalo pira or^an desisti dessa missio, de mis da tangas coaf---
reocias com o h-fi do S tata ; e assim suppor
cora oa meihorns fundimeotosque se-i .ham.do
pa a sab3tiiuil-o nessa impo tn'-e commJ'*sao o
general Rico'.ti, com talo -is noticias colbida1 i
ultima hora, permitnra alrmar-3e qoe o &>. Zi
oardelh sari en:a-reaio ia orginisago do
novo gabmie. qae ji lhe foi inciiraoi la, s a qual
dar solago, comanda com o apota de C-ispi uo
desempeuno de sus <-orarai-' anta S
S. 8. que bvia eofe.mtdo, insiiranta algara
cuida ra o seu es'.ado. tem experi nealido sensi-
vea ra- loo-a".
Os 8*03 in-dicos assisteoles cootam ve!-o bre-
vements restabelecidc.
O papa felici oa o!fi:ialrajate os gofsrnos
francez e rosso petassu:eessos das feiai fraaco-
russas.
Parece que algons mimbro? do Sacro Coleg >l
reoresentirau ao Pa >a no sao i lo de st>r m Mo-
fleada a politi'*a*do Vaticano o a aioogii eurai
poltica maios nos ii a 'Italia, e qu' em vista
deatas maoifes'agrj) o cardeil Vimnolla ap e-
ssmra a -oa d^-missao. que O Pana ni aceita.
Fa'le.eu oa m nh.i de 1 de N vemri'o o
sardeal Laarenti, ara.io pirlicolar dn L-ao XIII.
Sasoe dea a sai publicajio o Uonitore Ji
Roma, um doi orgim do papado.
D.z--e qae Lila XIII lhe -eliroo o subsidio.
Hi poneos das receoen o Papa um oere
peregrinagio nuraeros'ssima de loranaraos e ve-
nezianos, celebraudo por essa o;casio missa em
S Pedro para elle3 ouvirem.
as Inhuma viam-se a gri duqoez Catlarlna
da Ros iia e saa V.a.os embaixadoras da Aas-
ina, Portugal e Hespanba e o eDCarregado dc-s
oesoclos da Fraoga.
No seo discurso, Leao XIII, denoie de mostrar
a sua satisfajio pelos leftamuobos de delidade
da Italia cata lica. manifestou o seu pezar por
haver manos italianos qae nao oovam a sua
vos; iaraentou as ca'uraoiaa dirigidas conta o
papado, confa o clero e contra os caholicos e
recordou osados do seu pontificado que favore-
\ceram as sciencias, as lettraa e as artes, aceres-
contando por (im :
Qoenamos tamben oa orJem social e poltica
fazer experimentar a Ila'ia os beoeticios das so-
brenataraes vinodes do papado, se aos nossos
cooseioos cjrrespondesse urna leal contianga ; e
ver se-hia mais celo realisada a oaz e a gloria
da Italia, renovadas uerante as o gO-sj
lnsialorra
A vida poltica, suspensa em tono o paiz. ro"
assim dizer, derde 23 de Seemb-o, qnando se
en "erraram as cmaras, a liadas para 2 de No
vembro, comegou a reaDimar se com a approxi-
magio desta data.
Lo-d Silisbnry pronuncrau em Presin um
rigoroso discurso de opposig5o, emquamo o
raioistro do interior Asquiih deMadii a poltica
minisierial em Glag(-w e lord Cnurcbill procu
rava em Bedford in itar as divergencias era M
Gladstone e o elamnta irlandas da sua matarla.
A qaesio do homi rule, era indo isxo nao foi
posta em^'ilencia. qaestio >ie que como sbe-
se, a cmara dos lords s se podera occuoar
novamante na sassao de I89i ; o nesre imer
vallo. M. GlaiBtone precipitara a discussao das
refirmas libearsde tatereaae b-i aonico, es-
CG8sez ou gllense, alim de crear novos ltalos
ao recinh-draeoto dos el-llores antes do supre-
mo referendum popular a que dar mareem o
home rule qiando rejeitaoo seganda rtz pela
cmara alta.
F' u o pouco para contraminar a tctica de M.
Gladstane qoe os leaders da opposigao affisiam
a quesiio irlandeza e dlrlgem principalraenie os
eus aiaqoes para as reforraas deraocraticas que
fio preoccopar csoecialmente tata o paiz.
Dos discursos de lord Sal sbo-y e de lord
Courcbiii re3nlta, qoe, neste campo, a opposi
gao em fez de sosteotar as medidas radicaes
projectadas pela goferoo, ir mudo adame no
rancalismo, de mota qae posaa conrencer os
ele torea de que a qaeda de M. Gladstooe em
nada preodicar as justas aspirages da demo-
cracii liberal, e lord Salisbnry, sobre todo, o
que qoer faz;r acreditar ao povo loglex qu"
nm governo conservador satisfar malta mais
as aspiragSes dos liberaos do que um goferno
lib ral propriamente dito, acoando-sa disposta
a fazer todas as con:essOes democracia, loeo
qae ella se associe resistencia contra o home
rule.
Tem a palafra, porm. M. Glodstone, le nos
franca e lealmoote, apesar de tno, fanoa por
elle, o glorioso od greil man, a pesar de adiar-
se iocommodado em saa saude, mesmo seria-
mente, como propa'o.
A Cmara dos Commans electivamente re-
comejou a 3 do corrente o curso das uas ees-
iea, interrompido a 22 de Setembro; e como
podera at as ferias do Natal, funeciooar 33 dias,
a sesso de 1893 attingir prorafelmeote o nu-
mero de 202 Bes'Oes, qu; excede o total mais
conslderavel alcanjado por om parlamenta la-
giex.o de 1838, que funecionou 176 das consecu-
tiro. ___
No com etleita, propriamente fallando, urna
nova sesillo qae corneja, e, como nao hoove pro-
rogacSo a 22 de Setembro, nSo hoove a 3 do cor-
rente falla do lorono; e pela mesma raio a Ca-
ma a tde coolinoar a oi-.- uscao dos projectas
de l-i airzados e oao oeceEsario qae sejam
nnvaraeme apes-n ados.
Assim, o ir. F^wler, presidente do gabinete
lo governo local, pode pmpor qoa-i iramediata-
raenie a seg inda letra-a do p .nsn aal ntrict
Cucncils mi!., projecto que, como se sane, tem
por lira dar ura orgao e;rese tativo s commn-
nas ruraes da lot-iaien e o paiz de Galles, que
es.avara al boje sob a autocracia do squire
p-oprietario territorial) e soo a geoio dos con-
seihos de condados eleitos e das quarters ses-
aioos (r-uu o dos maeisiradog i-s, o Indos igual'
ra-'ii'! uaclasssa dos landlords).
Nos termos do b II do Sr.JJA.wler, cada paro-
cha de mais de 300 alias ou cJa grupo de pa*
roi'i is ue menos de 300 alm s tera o seo conse*
Iho monupal eleito ; cada dist'icio teri mente o seu (onseibo de circamscripgo eleito ;
o qoe completara cora os cooselhos de condado
a subsinoigio da doraioagio da aristocracia ru-
ral peta remm"n electivo.
A discussao a'esse proj jco, qoe coostltoe urna
reforma orgnica da mamr importancia pa-a o
regirea u -ai briiaooico, fii adala com i e neo-
da do d-putado liberal uuraois.a Heueage que,
cora (nonio approve em pnnciora ai a de orna
exlensao do self goveroraeni ;-os campos, pro
testa contra os meios com os quaes a adminii-
l'aeao liberal prtteade real-sar es3- Mea.
A'sua ch-ga.ia ao pilado de W-stmiaeter,
nVssa sesso, o Sr. G'adstooe foi acciamano, tan-
to p-la muludio, corao Da -ala d>s sessOes pelos
depatatas radicaes e nac raalistas que, pelo ca-
lar de aeu aciloi nenio, qoizeram prol- con-
ta u u discurso no qual o duque de A .y l irro-
ga ao pira- ir o id di ira esta censura : ler 8a an-
nos.
O St odard .-segura que o goveroo ten-
cioaa id* era lioerdade vanos p-esos polticos
iran ii-z-s
O Spe.-k.3-, om dos graodes orgSo3 do
part o Itaeral pubcoonn importa; t; artigo re-
farentii ao accordo fraacj-rugso.
E' a neutral! la le i idependeote da Inglaterra,
diz ello, a principal garanta da paz eurapea ; e,
ra s-u ) ir-o le vista individual, esta poltica,
que f i sua ra historia, aioda mais importante.
Ni ni la temos a gaohar, e temos todo a per-
der eem e-sn alliaogas enr peas.
S a paz nu contraenia fosse comprometida,
z nossa niis-i i so'ia salvaguardar os oossos
proprios interesses e cont-ibuir pela aotaridade
tas ndssos con-t-iuos para uraa pacilicaja defi-
nitiva ; e agora mala do que nunca visto qae
moovos iTpreviatos d- re.-f-iameo'.o sorgiram
entre a Franja e a loglaterra, esseni.ial o3o
perder de vista esta pnii.ica e declararmos fraa-
caraeme qoe o momelo actual de tal ordem
que a oossa diplomacia deve fazer nm e forjo
suprevo e uredo para cb-gar a nm aecurdo ge-
rai cora a Franja e cura a Rossia.
Terao? a convicjao de qae ajosr Ion lo a de-
larmiaajao lnal da noBsa posigao m Belgua, aa
o j; "iii'i-a" com a Franga em Siam, na
T-r-a Nova e era Madagascar podem runente
resol ver-se.
Aosa divsi deve ser ; vigilancia e couci-
liacao, roanieado a nossi marinba ao sen mais
el'vado rao de fo-ga e de valor.
Se a Bas-ia e a Alleraanha estabelecem pos-
ios decarvao oas costas do Mediterrneo,creamos
uraa e*i;-gio semelhaBt-* em G bralial. Mas demos
oftn a eateoder i Bassla e i Alemanba, qae oe-
.- u n i i-oooD-tr ';oo de frateraidade enira ellas
e os 3I-U3 ahiadi'8 nos levar a tomar, de um la-
do ou d* auto, parle nos seus accordos.
Todava, levanti se na imprensa nraa grande
campauba cont-a o goveroo pnr inar respondi-
do as manifestages franco ru'sa3, augmemando
consideravelmenlo a esquadra inglea do Med-
erraopo.
O Daily G-aphic t*m publicado a e3te res-
peno ar igra* mnttos ootivei .(firmando qae a
prop-ia extienda do imperio bru^nnico depen-
de ia .'onremacia absuloa da Inglaterra QO
Medi erraneo, sopreraacia que permitte-lbe man-
tr-se abi como orna araeaga cojis'.ante nos flan-
cos das nagOe-', qae estarum dispostas a atacal-a,
ou pelas raas tradigOes ou pelos seas interesses.
E iquanto a loglaterra (- forte no Mediterr-
neo, oem a F anga. nem a Bassia. o.m a Hes-
piaba podaram empregar as auas torgas para lhe
fazerem mal em qu-ilquer outro pouto.
A suoremacia da I iglaterra no Mediterrneo
faz d'ella arPiro da paz.
E aioda o Daily Graphic cootinoando na sua
p-upaeanda pessimisia, exagera os recursos das
rxarmhas fraoceza e rnssa, e a imporiaocia das
soss estages carvoelras, dos sius portas de re-
fugio, dos seos torpedeiros, etc., etc., conside-
ran lo iraptssivel a qualquer e-quadra, por mais
poderosa qub seja, tomar Touloa ou rndela
pela 'orne.
A Franja, accresceota elie, tem 122 navios, a
Inglate-ra disioe de 137, o qae e. anormal e bu
m Ihaate, entendendo qae, para assegnrar a su-
premaca absolu a da Inglaterra no Mediterrneo,
faz se preciso a remessa de mais 6 courajados e
6 !orpedeira3, a constrac o de 12 cootra-iorpe-
deiras por anao em Malta, a constrocgo ou
acqoisijio df> g ande numero de docas, a obten-
ga) de ponras prximos do Mediterrneo para
construir depo-iras oe carvo evocas
O con-agalo Rimillies foi o escolhido
para sobstituir o Victoria na esqaadra do
Mediterrneo.
Tem mais de 3,800 taoeladas de deslecamen-
to, e comraan 'ado pelo camuflo de mar e guer-
ra' Brilgeman Sirapson.
Circularam boatos alarmantes acerca da
sitnajo do Bnco da Inglaterra.
Alloda se i descobeiti de graves irregulari-
dades, qae det .rmnar.am a sabsltiu jio de todo
o pB8oal.
Lorgamente oc:upou-se o r.ms do assarapto,
fazendo -o no eotretanto em forma pouco preci-
sa pois al diz que as perdas sao mullo meno-
res do qoe suppnnba-se.
Parece qoe as irregularidades eram praticadas
nos emprestnos sobre timlos, teodo se consen-
tido oa uostitoijao de valores de pnm-*tra or-
dem por oatros de secundaria impo-tancia.
Depols aa krack Barmg comprebende-ae a im-
portancia qae tem lanjado a descooflanja sobre
a integrdade da primeira insutuifiao naneara
de loglaterra. ...
O alarmunte que se attnbnio sltuajao, fol
desmentido.
Clareford fol nomeado embaixador jonto ao
Qairioal, corando que o goveroo esti resoivido
a eolendei se com o Lobeogula para a ccnclu-
sao de um tratado da paz em condiges extre-
mamente favoraves pora o re dos matabelles.
O Times publica, porm. qae as duas colum-
nas ao forte Victoria e do Cnarter, da Gompa-
nbia da frica do Sul, esli regatado pa,ra o sal
em direcjo dos Mootes Maloppo, evita .do as-
sim o atraves,rem rio3 e florestas ; e que a do
comxaodo do major Goold-Adam segu para no-
roeste em direcjio as visiobanjas de Bnlowajo,
onde espo.-afa cegar no flm de NovamOio.
Despachos recebidos por Cecil Raodes. do Dr.
Jameion, dizem qoe a columna do fone Victo-
ria tire a um encentro com 2 000 matabelles,
mataodo e ferindo moitos, mas por Gm nao des-
cera s montaabaa e levo de retirar.
As columaasuoidasapproximavam eedamon-
taoba lodaima, Indo a-fren^e qnatro regimentos
do exercito; e o capttao White, com 60 bomens
escomidos, andava em descoberta do campo iui-
migo.
A imprensa ataca o Sr. Sagasta pela ex-
paUao dos correspondentes de Malilla.
-rConcedeu se a exlradicj5o pedida pelo go-
?; i
i
--

.- :

.-'.
i

I


MM

2
DhriA de, Pernambuc Quinla-Mra 7 de Dezenibro dV 1898
<.
\
/

veroo d*,Itiiia pan a priaao de Aiuoiu Mooml.
j oIBcihI >io ministerio do commercio daquelle
reino. i'Q'uulue nos tscaudalos baocarios
grande temporal qoe <*abio na- costas
do reioo. com hihoho ^ de Franga e Blgica,
e que ja t-rjj aimiooido seasivelmente de nteo-
sida i-, cansn iocalculavels damoos ao littorat
que percurreo violentamente.
Notictas-lB diversas estabas meteorolgicas
do R-ino Unido informam que elevase a 200 o
Dpm>ro de uaafralos, no liltoral da scosaia,
Irlanda e Iu aierra.
As coilas 10 1 k-taire eatSo cb?ia8 de destro-
C08 fle uaufragios, e igual noticia cheea da or
maudia, coustaado-se enire as embarcacSes per-
dida, jarros de pescadores e os vapores River
Garrv, Piiuce Samue' e Landann.
So'decies oavios ujurreram 78 tripulantes e
- passai.nr.:.