Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19557


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Full Text
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MU
I x*8tJV4* *"'
'AMO LX1X
SKJA* ?E DEZEMBRO DE 1893
NUMERO 275
4
.-


S
fe
PBOPBIKBABK DS MAHOSL FISSIBO \ SS PABIA A FILHOS
PARA A GAPR'AL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
I"
Por tres mezas adiantado!-.
Por seis mezes adiantados.
Por nm anno aiiaotado v
H
K W
81000
15000
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PJBLtAgOES NA FRAN-
^A E INGRATERRA
0 Sr Amede, Prince & C, resicenies emPtfik34 roe Ai
Provcnce
Telegrammas
jk
OfQcial
RIO DE JANiIRO Io da Deembro
do 1893.
Ao
Governador.
Reaife.
Por decreto n. 1602 de 29 da Novem-
bro, foi prorogftdo al 25 do Dezembro o
estado de sitio decretado para o Districto
Federal o Estados de Pernambuc, R o de
Janeiro, 3. Paulo, Paran, Santa Cathari*
na e Rio Grande do Sal.
Ministro do Interior.
USTmiCCiO POPULAR
EDUCAQAO
ISTSLLSIIAL, Mil S P27SICA

POR
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educa^So Intcllcctual
3. Dizer que as noBsas l'gOes devano comec-ir
peio concreto e terminar no abst-acto, deve ser
UlfAS considerado coto repeicio do primei-o
principio cae deixamos aoomado. Todaia p
urna maxim- qo de?" tVar bpm esiabelecida :
se nao coid qo-lqoer otitro Intuito, pelo treno* o
iotoilo de fe mostrar em cerioacasos o que cao
ero verd da o stmplea e o composlo.
Deeg-aca'ament anda ha moitas conrafOis
sobre eate ponto. Assim roao 33 formulas pe-
rsea foram divldilaa para reprehotarem g'unoa
es peciaes. ..Implificano as cencepcOee. synbe-
lisando nelles motios fictos, aspira se julguu t e-
cessario simplificar as concepces das enancas
por essai medicas forran! u-1.
Es}oce-aro-8e os bogeos de que nai gene
ralisacSo simples, fomente em c moan cao de
toda a m3sa da v-rlaiej que ella eorap Pb"tide
que essa generallsaco rcn't tuais cemplex
do qoe qualquer dessa* vertales, considerada
8iniuarmenteqoe sraeot depos de serem
abitas e.sas verdades s triples qoe a gene'ali-
saco facilita a rapmo'ia e t uxiita a razao, e qoe
para os e.-piri'os qoe nao possuem essa* verda-
des 3 moles a genera ItsaeSo tica seado nectasa-
riaao'-r.te um r> ysterio. Cean oico assim os
dens generes de 8impi;ric:co, os mestres leero
contionamente errado, corteando peles p-ime-
ros principios. : rnaneirade proce nienie, emborauno apparentemem--, era di re-
gencia a regra principal,fuer entrar o ea-plM-
to na espbera dos principios por intermedio dos
ejemplos, levaodo-c do particular para o geral
do concreto para o abstracto.
4 A edneacao das enanca* deve barmonisar-
se, quer co modo quer na ordetn, com a edn-
cago do genro buraam considerado histrica
mente. Por ou'ras pa av,-3s, c gnesis da io-
telligenci* no individuo. Jeve seguir o rnesmo
corso do generada inl<-ll!g->icia da raga. Lgi-
camente, este prio ipio role ser co isdt ralo
Carao j PXpreso po- impUcaco. porqoa estes
dois pro?et*OI de evolocio devem onfornar
se s rnesmas lea geraes da evoloca cima
descriptps. e. per taro concordar om:i l-om a
entra. Nao obstante. esisoaraUehsxo particular
de valor pela soa importancia como gula ra
especie. A. M. Cam'.e, c-enios nos, e qae a
socieda-ia deve a saa eoandaei* defeo-iocOi
acceitar esse artigo ta sua ph'loso- ha eem nos
compromete mo' de modo algum cam o resti.
Esta doutnna ple ser sustentadi por tinas
ra'Ses absolaUmente in iependetT.es -i qnal
qoer Ibeoria tbstrac'a e bastantes uara o seu
estabelecimeoto. ,
{Continua).
Onde, em que recan'o se ccroltou eo'do a so-
Mdarisdade da iuprensa? Ao inv di^so. re-
dobraram os aiaqaes contra tos; e, se nao fura
o feliz adventi da Repblica, rabe Dens o qoe
teria acontecido 1 Relea o Jornal do Recite, o
qne eniao se escrevea as su?s e as columnas
n'A Proiucl3, e ss convencer de qoe sobe-
jam-nos raiOea para o rctrabimenti em qoe nos
temes maotido, mas que nao tradez de modo ne-
nhum rnios seot-mentos. e antes dolorosas la
meotagOes pela aesencia dessa, agora soientes
to apregoada solidariedade.
Depioram?'1, e deploraremos sempre, todo e
qoalqner acto que iiipor'e restri.ca> f liberdade
de emltiir o pensamer-to, msxItE pela iapren-
8i, a grande e poderosa alavanca do progresso
dos povos ; mas qtizeramos tambera qoe a iti-
preoaa, entre ros, Soltrsela praii:as do3 pri
meiros lemros, isio p", dsse o esemplo do res-
peito rao uo. bise em que deve astentar a soa
solidariedade, e eoervuesse a ana lngo.'ipe n,
escoimando-a de virulencias innteis e de ove-
tivas pessoaes, cexpre mal goarnes.
Foi esse em todcs os tempes o oosso modo de
agir, pois sempre fustentimos a ttie-e de que
;o .:..- as queaio -s, al me8mo as rnsls mcandes
ceote8, podem sor discutitfao sera acrimonn,
dentro das raas do absoluto respeito momo dos
contendorei.
E erguendo bem alto es-1 lemma que nota-
mos os no'803 votos aos do Jornal do Recife e
dos demais cc-llegas do jornalismo no sentido
de cessarem qcanto antea os t-IT tos asphyxlan-
les da melida vexa'.orid usada contra A Pro
incia.
Volte esta ao sea posto e o ocrapt com bizar-
ra, certa de que, se ba iocompaliiiiade pessoal
entre os qae a di-igem e os que tcem a respon-
sabiliJade dd Diario, esto soube sempre ser
calmo, nao colmanjo em teaipo algom ver
prejudlcado8 es interessps que A Provincia
renrPB-enta, e shda b:}a. nutre esaes intuitos.
Tamos d;to, e c5o voltaremes ao assumpto.
fAlTI NflQU
SI!n iIitI da Sunllr.a e legelo*
Interiore*
Foram adiados, U olteriir deltberacao, os
examep dos divvsos caraos daa Escolas de Me-
dicina e Poiytpcnnica.
Ulnisiterio ca lndusilria e Viaro
For-iixi nomeado'i :
O nuenbeiro Jjs Antonio de A'meida Per-
namboco para a loear Ce t eaie:.he|ro da Es-
traa de Ferro CentxU de Peromabaeo.
OeogenDeirc Anistods Carvalbo Pabino para
o lugar de eng'-nneiro do porto de i" classa oo
! uistricto dos pjrtos miti.imos.
'ob n. 37. reeommeodo-vos a< oecessaria3 pro
videncias no s-n'ido ae ser obetai- a irteeola
'Idaie apoonJa em o referido offio.' om-
mun'cou-ae ao comman'ante sup-nor Interino
da guarda naco-iil *n mutilr.nio da capital.
IXPBDIBNTE do dr. 8ECKKT1BI0
Officlos :
Ao Dr. inspector to Tnegooro do E tido.
Communicn-vos. de ordem "o Bxm. Se. gf-er
nador do Estado qtw o bacharel ppd-o Ma'qoes
Cavalcante de A'boquenue, em 6 in cerrante
assumio oexercicio do crgo oe promotor pu-
blico do rounlcltlo de C rente*, para o qual M
rrcovidT por portara de 31 to mez Modo.
Ao mepmo.O Exm. Sr. Dr. governa^nr
do Estaio, manda communicar-vos que, no 4
**l Oat'-itKO Hado, o cidaffo Ari'cno Angosto de
Sousa e S asvnmio o exprci"to interino oo car-
go de promotor lutthcii do municipio de Cab o
h. para n qoal fot oomeado pelo respectivo juiz
de oireitp.
Ao mesme.O Exm. Sr. Df. governador do
Es'aao, manda com i onicar-vos qo, em 6 do
corrnnie. o cartian-l Jo5o Chacn aseomio o ex-
prcicio dn cargo de promo'or ponneo do mnni
cipio de Garanhon", p.ra o qual foi ncmeadopor
portara de 3* de Ootobro oHime.
Aotzesmo. O Kxm. Sr. D*. go't-rnador
do E'ado manda remelle:-os, em a'ditami>nio
ao ( lli -io de 19 de Agosto ultimo, os documt'O'oa
jonto, relativos ao paam'-nto se licitado porMa
ccl Ramos de Mari* Gomes.
Ao rresmo.Commumcou se de ordem do
Era Sr. D". gov-roador do Balado, que. em 6
i 1o cargo de promotor p b ico do muo c.ip'o de
B.irn Cooseino, o bacrarel Joaqom Amento da
Slvrira Jnior, vi^to ter silo oomeado ptlo res-
pectivo juiz de direilo.
Ao mesmo.Commnnl:ov"3 de ord-m do
Exn S-. Dr goveroador do Estado qoe em 8 do
c.irrente, o barbar*I Joo Antonio da SiUeira Jo
nior dcixoo o exer. icio interino do car^o da
promotor ouiioo do municipi> d *^om Cot ee-
ibo por le o p.ssumido o bacbarel Jof da Coma
Dno/adn, oomeado por portarla de 21 de Outu-
bro Sudo.
Ao me-mo0 Exm. Sr. Dr. Governador do
E tsJo, manda communirar-voa que, em 28 de
Ou'obro fido, o bacha'ei Pedro Marquen Caval-
c.;ote de Albaquerqoe assumio oexercio nter na
dn ca'go de promctijr puOlico do mu ipio de
Correnteg. para o qual foi nomealo pelo respe-
ctivo jn:s -le direito.
Ao director a Praiicagtm do Porto d'est
Capital.O hxm. Sr. Dr Governador do Estado,
mana Cjmmaoicar yos qae Mea seteats do as
umplo de vosao oflkio de noje da'ado, seb Q.
50, e ag-adecer a p^rticipaclo joe vos oignastes
faz--lhe.
EXPEDIKNTS DO DI\ 13 Di NoVEMB O DE 1893
Act.i:
governartar do Estado, reaolve pxonerar Jos
Francisco dP Almetda Doria do cargo de ama
noeose da rVparticao da Ioftruccao Publica.
F z'arn-?e ss necassarlas comma .ca^Oes..
Ofiis:
Ao Dr. Joao Ohrooh >tt de SS Pereira de Castro,
lospe -ror geral das esfadaa de ferro.Accnao o
re- oiiuent) ip uro exe piar da Carta da Reao
oIicj dos E aios-Unidos do Br?Zi! qoe enMastes
a p offe*'a.
Ai dir;c"or do presidia de Fernando da
Njroao'.Provideo iae para que na p'imeira
Opportunida le veoh t para esta capital O secten-
cinlo Joaquir.; Jos dos Sanios, condemnado pelo
M'U Can lila Tasares d Mello.-lof>rme o
inunert-ir do Tne>ooro.
Viceoie Jos Tobas.Inorme o Dr. procura
dor geral do E-Udo.
Da 30 -
Antonio RoIMgues da Coala.Reqoeira ao po-
der competeo'P.
Bi.i-hi-el B-nedtcto Teixira Pilha.-Ioforroe o
Sr. Dr. presi late do Superior Tribunal de Jua
11C.1
Clanlioo Ji"5 Falca- de Mat'o* Inrfefprido
Comoanbia P-"rnamha".-oa de Navegago.lo-
forrre o ospecier do 'r"K0uro.
Compaon L mited.Escriotore-sp.
(.ompaubia PloteaUl Ag'i:*la.-Rcr>ltu ao
Tti-'soar do Sitado a qua' ta d- 20 555405*1,
iimortsada dos joros devido pelo con;es8iooa
rio da Btlni Losiosa e volle. qner^ndo.
Francisco Correia de Mello.N'esia data r-
meito copia ilo parecer prestado em 29 do cor
renle mes, pelo Dr. procurador gerai do Estado
soore o asuro[it do primete. reqnp-im5nto ao
Dr. prnf-in do menicicio do R o Po-moso, de
quera chamo a a tjocao para o oisposto no art
12 da Contiiii'cao.
P'anclfci Pinto de Carvalho.Sim. med an'.e
recibo.
Hen-ique Angasto von Wrd a' vi->ta da tn-
fnmcSo d0 director da ''.loma S na Isabel de
28 do correot-i mez, na > tjm logar o que requer.
Jos Augusto de Mel.Jua dico.
Jos Francisco dos S?ntos, 3.Ao Sr. D:
presidente do Superior Tribunal de Juuica, para
roaodar Jorxar os docunentos a qo s refe-em
os arligos 1 s 3.' ao decreto n. 2566 de 28 de
Ks'C') de 1860.
Jo-quim Jos de Lyra Lal. ^deferido.
Jovino Roduipho de Olivetra.Escrlptu'e se
para ser nago opporianamentp.
Mana Monteiro de Mallos.Como requer.
Manoel F^lix do Naacimeoli.Informe o in-
spector do Trie-muro.
T'lo Liv o Soares Como rpqepr.
Virginio H'i-aco de Frenas. -D-ae.
Secretaria do Grverno do Estido de Pernam-
buco, 1 de Dezembro oe 1893.
O P0--r>.
Hemeterio M di Siloa.
DIARIO DE PERMIBCO
RECIFS, 2 Di DSZEMBRO DS 1893
Impresa
Posto que o -Jornal do Rer.fe parec te-
obliterada a facudad2 tia erntria, pea que
paisa par alto at fictos recentes, corno 03 oc
corridos nesta cidade em 188J, qoaodo admi-
nistrava a eotao provincii de Pernambuco o con-
selheiro Manoel Alves du Araojo, e por este, tal
vezprcpositl.e3tjaecimento oosirroga urna se-
veris::ma criticapera nao chimal a por oulro
D03ie-; acudimos telasii ao seo ap-ello de
hontem, e declrame noa solidarlos con os de
eejos t!a imp'eosa en re!at;ao ao orgo de publ
cidade coja saspeosaa f Jl exigida pe aatori-
dade.
Ha com elTeito iacomDaUbilidase pessoal entre
directores d'aqaelle orgo e 03 de3te ; mis
nos fez, cern Js-
03
essa incompatibiliiade nunca
mai8 nos fari esquer do que cs meamos
desemos e meaoa noa cbrigar a sabir do papel
que ab tnitw aauaimoa de elemento conserva-
dor, no bom Bentido do tarmo, iito coopera
dor da ordea, di tranquildade, da paz, e insti-
gador da? evolnQOea ccmpa'.iveia com o rgimen
exiatente, dentro da esphera da lei.
Importa isto dizer que, na poca que izeraos
allusao. em 1889. como em temporadas anterio-
res, em qua nos manifestamos em cpposicao ao
gov'erno, nouca eabimos dos limites de opposi-
S5o conatitocional, e jamis penetrmoa os invioa
carxinbos da rebelda, nem reqaer para acolar
as maeaas contra aquelles que aempre, em te dos
o tempes e sitca5es, n5o trepidaram jamis
em dirigir-noa oa maia groaaeiroa insultoa.
Qnando aasim iovariavelmeote procedumoa,
mantendo-noa sempre, e a despello de todaa as
provocacOe, em attUude calma e sem fazer nao
de retaliacOee, gyetematicamente taidas dos
noasos eacriptos, o Jornal do Recife. pode dar
o sea lestemunho peesoal sobre o modo como
fonos aggredidos, especialmente em 1889, qoao-
do a cidade foi alarmada e eateve ameajada f
osa propriedade.
Hniflierlo la Reiacen Exlerloree
Koram puo'.i aoaa .s segu'Otes lastrieces
para o exame dos can idatoa aos logares de 2"
secretarios de \'g*frO, exueitidaa em virio' do
decre c o. 997 A, de 4 le Novembro de 1890 :
Art- Io. S a*M isento de exame o canaidaio
qua exibir o dipl ita de bicbare formal > o a
anligos cursos jar lieos do B'asil oo os da am
bi.-s os curso de .cien :lw joridicas e scienciis
da- actnaes facoldadep.
Ari. 2o. O governo nomeara ^o principio de
cada armo urna commisso, cemoosta de tres
membros. par .ironder ao exame dos cacdida
lo^ aos lugares de 2 secretarios de iegscao, a
qual ser preida pelo mioistro de esiado das
reli-cOes exteriores.
A p-ineira commisso podera ser nora;ad3
desde j pa-a servir no resto do correle anuo
e ro p-i'xirao futuro.
Art. 3. O exame versar eobre as eegointes
materias :
t Conhecimento das linguas modernas, es
pecialraente da lofffrsa e fra cesa, devendo o
candidato traduzr, escrever e fallar esla ol-
ima. ^-.
% 2*. Historii geral e geoBfpnia poltica,
historia oaOjOoal e noticii ^fs tratados fetos
enre o Rrazi e as potencias pstrangeira?.
8 3. Principios gera"8 de\direito das gentes
e do dtraitu pablicp mcloaal > das pnncipaea
n coea estraneiraa. \
S 4. Pnucip os gprae3 de ecotromia poltica e
do svarema ccmercial des nnncipaea estados e
da produccSo. iadustria, imporiagea eexporta-
efies do Brazil.
5*. A pane do lireito civil re'ativa as pea-
soa< e onncipioa faooamentae3 em materias de
eucc-'s5o.
6o Esiylo diploma ico, redaegao de despa
obos, notas, relalorios, etc.
Art. 4. O caad'daio deber, alen disso.apre-
sentar comrai.vao de- exame quaesquer di-
piornas cu eertflcadtw de esudoB que baja ob-
lltO.
Art. 5. O exorne ter lugar publiamente em
urna das salas !a Secretaria das R'hcoVs Exte-
riores e dorar ddss horas, sendo 20 mioutos
para cada urna das materias do art. 2o.
Art. 6. A commisso deltoerar depois do
exame Serta do mrito do candidato.dechran-
d i-o hab litado ou nSo. No pnmeiro caso, se
ihe dar copia nuto-ntica do termo de exame,
no secando, nao poder apresentar-se a novo
exame "-m que baja decorrido pelo roenoa ora
anno. O ministre, que preside o acto, nao
vota.
Art. 7o. As dovdu8 qce occorrerem acerca
das demais formalidades neeessarias- para o exa-
mo serao reolv das pela commisso e sojeitaa
approvsco do miuistro daa relaces exte-
Capt'al Federa!, 17 de Novembro de 1893.
Casaino do Naaclmento.
Governo
de Per-
do Estado
nambEieo
BXPBDIENTE DO DA 11 DR N0VEM8BB0 DE 1893
A-to:
O govenador do Btalo, resolve conceder um
me de licenca com ca veneimeBtoa a que Uver
direito na forma da le ao bacba-el Pedro Kstel-
lita Carneiro Lins. promotor publico do munici
pia de Salgueiro, para vir a eata capital, ahm
de ser inspeccionado pela jua a medua do Ha
t do.
OfB 'ios:
Ao general commandante do districto mili-
ta-. _Tranamitto-voa, para vosao conbecimenio
e Boa convenientes a ln-losa copia do efli: o do
director do presidio de Farnando de Noronha de
29 de Ooloro Hndo sob n. 184, relativo ao sen-
tenciado V:cio;o dos Sanios.
Ao Dr. qu^ator policial.Tranamittiodo vos,
por copia, o officio do cidadio coronel comnnn-
din-e superior interino da guarda nacional ao
.ama cipio deala capital de 4 do corrate mei
jury a'e-ta capital, vislo baef "oacloido a pena
qoe Ibe I 'i imposta, eegnnlo informa e requisita
o Dr. joiz de oireito .lo 2.* dis ricto criminal em
ot -io de 9 io correte.Comrauntcon-se ao Dr.
juiz Je uirnuo do 2. districto eriraioil.
EXPEDIENTE DO DB. SECltBTAlllO
Cffi-ios:
Ao Dr. Inspector do Tnesooro.De orlera do
Exm. S'. Dr. Gobernador do Estado, communl-
co-voa, para os lin convenientea, qus no da l.
do corrente, o juiz ie direito do inunnioio de
Trrompho, bacbarel B liarmioo Ce^ar Gondim
interrompeu o exercino de sea cargo, por moti-
vo de molestia aasumindo o seo sanatitoto le-
gr, ci'iado Manoel de Soma Martios.
Aodrenior geral das Obras Publicas.D-t
ordera d? S. Exc o Sr. D'. Governador -lo Ecta
iio. rercet'o-vas um exemplar da Carta da Repu-
blici doj Estaios-Unilos do Brazil, qoe devol-
veren devi lamenteeti"erni8idae guarnecida para
o servico desta repanico.
Ao pre-ndeoie do Concelho Muoiclp-tl de
Correntes.S. Exc. o Sr. Dr. Gjvernad >r do Ba-
lado, reconmenda em resposta ao voisi officio
de 4 do co'rente moz, quo enviis s esta Secreta-
ria cop'a do u.timo alistameoto eler.oral proce-
dido Desse municipio.
Ao di-ector do presi lio da P.-rnaado de
Noronha.S. Exc. o S'. Dr. Governador do Es
indo manda communicar-vos, para vosso conbe
cimento, que coacedeu permisso a Martioba
Praoei*ca de Je nara ir a esse presidio.
IfetVtft! mntaudis a CompaQbia Pemaabu-
cana.
EXPEDIENTE DO DA 14 DS N0VMBBR0 DE 1893
Cth es :
a a director do Presidia de Fernando de
N.ronbaaccqho recibido o cfficio n. 153. de
28 ae Agosto ultimo, no qual expentesies e mo-
ivos porqoe eacammhastes a este goerao os
pedidos de gneros alimenticios aaasxos ao de
n. 143, do fiaqoelle mez.
Em respa ti, declaro, para vosso governo e
ol or procermente, que. le conformidade
com a diapjsigo do artigo 7 > do regoJamento
da 10 de Janeiro de 1883, poJeia consentir que
os presoa de 1* elasse mandem buscar fora
d'essa presidio couaas que nao teiibam lotenc i
de vender eem qaaritidade iodiapensavel para
sea uso, cumprinJc-voa. pO'tinta, restring .
quan io njcesaano, as relac5e3 submdttilas aa
visto, ao qae nao reservado a secretaria
do governo. coma peosastes, baseado em baver
rempre essa repartigo redozlJo laea relagOes,
por se acbarem contrarias a disposicao citada.
Qoarjt: a campelencii. q'e julgaes nao ter,
p^ra fazer rest-i.-c.5es nos pedilos as3ignadoa
peloa fuoccionarioa do me8mo presidio, declaro,
anda, que ella voa aaeiHe, urna vez que esaes
pedidos oao podem ser satisfeitos sem o vosso
victo, > que devereia recasar qoando vos pa-
recer co^ veniente.
BXPBDIlirrB DO DR. SECBETABIO
OfR ios:
Ao director geral das Ooras PublicasS.
Exc. o Sr. Dr. governador co Estado, manda
recommendar-voe que providen'leis no sentido
de serem illuminados os edificios em qoe fnac-
cocam as repaitices do Estado inclusive o
quarM da Conpaopanbia de Boraneiroa as noi-
es ue boje 6 amano, por ser este ultimo da
consagrado a commemcrago da Patria B:asi-
Itira.
^t
Q'icstnra Policial
2 S5So.-N. 270Secretaria da 'Joestora Po-
licial do astado de Pera?.mboco, l de Dtzeai-
bro de 1893.
Sr. D-. Gobernador.Pirtlcipo-vos que foram
recomidos nontem a Casa de DeteoQo os segan-
tes iodivjdoos :
A' mioha ordem, Joo Ircano Pedresa ; para
nerigaacCea.
A' ordem do sob leleeado do Recife, Bilduino
Jos de Maraes, por crime de dpflo'am0n.o; Jos
Amonio Pereira, por crime de tarto; loie Ja
de Soasa, por emhrirguez ; Antonio do Monte
Fragoso, por disturbios; Silveria Almioa 'O'i
veira, por cfTensas moral publca; e Antonio
Jos di Silva, conaecido por P-aiciaco An'o,
ac.ninpanhado de tuandado, por crime de feri-
menlo.
X4 rdero rtosnbleleg do do 2.- districto d9
S.Jos. C'a-a Miria da Contieno, por dstur-
oos.
A' rpuoisicSo do ?UDlelegada dn !. districto
da Boa /ista, a quera encirr-gm-i d proceder
as neeessarias deligencias paia deacobnmpnto
dos autore do roubo feto na noite de 16 para
17 do m'z rindo, na reaidencla do negociante
Antonio da Sila Couto. no l." andar lo prelio n.
5 >!a roa do Viiario. foram ante bootera aore-
h ndtdos peto subdelegado da fregnezla do Re>
cife, pane dos objetos roobades aquello nego-
cian!" e outrus pertencentes a diver os. os qa se achavara em orna casa no logar denominado
Forte oo Maito. onde reail' Francisco Cyonano
deOliveira. que foi recolbido Casa de D:ten
cao.
Como autor principal de-8- roubo j 80 acba
p-eso o celebre gatuno Antonio Pelro de Olivet-
ra. contra quera procede-*e nos lermos da le.
Tendo a G-icsia da Tarde, era ana edico
de hontem poolicido orna carta que Ibe f-a di
ng'da do 3.' diat'ictc da Graca, .arta na qu flirma ler ticado iraouae ama p-nq\ de cavalla-
rii que no logar hOarioho violent-a urna rae-
no-, cabe-me, cO cooteatacio, dizer vos qi* a
referida praca est detida no respectivo quartel
por miaba orden desde o da segrate ao em
que se deo o facto, em vinuie de queixa que
.ue veio dar a oHenatda. qae maior de 30 an-
uos, seaio que eatou a coacioir'.as deligencias
l"gaes sobre tal crme,aim de reme-Url-as ao Dr.
3 promotor Dabllco para os devidos fias.
~ Pelo sabieleeato da freguezia do Recife
foram remetlidas a esta repanico : 1 lima, 1
varroma, 2 pnnh es. 2 navalbaa, 2 compasaos, 5
facas e 1 caivete, apprehendidcs em poder de
diveraoa deeordeiros.
0 leen e Abilio do S Novaea, coTmandante
do deatacamento do municipio deTaearat assu
m o o exercicio do cargo de delegado daqoelle
municipio no da 29 do me Balo e nao em data
le hontem, conforme por engao dei em mioha
parte de igual dala.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jo3 Barbosa Lima,
mui digno Governador do Estado.
O Qae.stor.
Julio de Mello Filko.
Tbesooro da
DESPACHOS D3
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
46S500
331000
1100
Por seis mezes adiaotados. .
Por nm anno adiantado.
Numero avulso do raesmo da.
INTERIOR
Batatal > da Pornam-
buco
DA 1 DB DEZ MBRO DE
1893
Joaqoim I:> A'ves. Martinho Jos de Jeaus,
Maria C C. Pessoa Ceaar.Iaf.irme o Sr. Dr.
contador. _...,., i
Santoa Lima e C, Mana da LonceigSo, JoSo
Raptista Biciana Martmiana da C-nceico e Amonio Liit
de Artujo A' Recebe'ona do Estado para fa-
zer as devidas notas e devolver.
JojnnaPaes Varello.Ao porteiro para entre
garao intensado.
Genoveva Risa da Silva Correia Gomes. In-
forme o Sr. Dr. administrador da R-cebeloia.
Sociedade niSo Commercial Beoerjr:eute dos
iMercieiros, Joao Antonio Correia Lobo e Joo
Bezerra Chavea.Informe o Sr. Dr.contador.
Felippa Peregrina Cavalcanle Brrelo.Haja
vi8ia o Sr. Dr. Procurador Bacal.
Manoel doa Santos Pimentel.Certifique se.
Brnto Josda Sifva Migaln-a, Barao do Li-
moelro e Aogua'o Cesar da Cunha.A aeceo
do Contencioao para ob devidos fina.
G. Vaacoocelios e C. Informe o Sr. Dr. ad-
ministrador da Recebedoria.
logar
DESPACHOS DO DA 29 DE NOVEMBRO
DB 1893
Alexandre Hypolito e cairos.Nao tem
o qap requerem.
T'riente Joaqoim Cordeire FalcoVolte ao
Dr. juiz de direito do municipio do Cano para
informar, com urgencia.
Joo Silvloo Cavalcaute.Volte ao Dr. joiz de
direito do muocipio.do Cabo para informar, com
u-gencia.
Jos da Hora do Nascimento.Informe o Dr.
qoestor policial.
Bcharel Luiz Barbalbo Ucbdi Cavalcaote.
Como rpqaer.
Recebedoria do Estado do Pcrnaim-
buco
DESPACHOS DO DA 1 DE DEZEMBRO DB
1893
Amonio da Silva FerreiraA i" aeceo para
08 devidoa. 08. _
Sanios tma e C, hio Barpllsta do Rosario.
Mana da Conceico, Joo Domingos da Silva,
Antonio Lui de Araojo, Bibiana Martiulaoa da
-ooceicao.A.i' secgo para oa deviloa Bos.
Genoveva R la da Silva Correia Gomes, G.
Vasconcelos e C Informe > i secgio.
Manoel Luiz e CInforme a f aeccao.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
A revolta
(O Tdnipo de 22 de Novembro)
Curre i to lormeotoso o dia de hoatera cnio o
de ante-boaten. e mus saoeue inn >cente foi der-
'amado pela gente ao mando do feroz caudiloo
d> mar.
Ce ca de 8 horas da manha, o Java'y. secan
con'orne, a Jade de Nilberoy, cada vei mai'
heroica e patrio'.i'ame-.ite defendida, prefe-indo
oa >u.i pontanas a bneria do forre de G.-a-
goata, ontra a qaal ambos os navios desoejaram
a sua grossa artnberia, mas sem resallado.
O Jiary fez aso dos seas enormes caobOss
de to-re.
Tanto a batsria tle G'agoa' qa9 pirece in-
commodar sobremodo os piratas, como as da ra
ia Praia responderam valeniemeoie ao t .qu>
fazndo aBoal calar a artilheru de bordo.
A* la'de rmetio-ee esse feroz bombardeio vi
siuna cldide repondendo emp-e com galnir-
dia e enthusiasmo os canbO-'s sobre a dire_'<; >
da patritica guarmgo de Nitberoy.
Qnando sedeo o prineiro doa bombardeios
acim citados, a fortaleza de S. Joo fez fugo
certeira contra Vulegaignon, qae nao respon-
den.
A' tarde, aa briosas valentes forlalezss da
barra romp'am stinuianeo cmiioneio comra a
praca do i revotlosos, qo-* respondeu muilo espa
cidaraea'e, ni > lh le upo a reduzult guarn
i;io de carregar aa O'cia, (antas eran aa Dalas
que cablara junto das bilen a.
Apena alguna dispiroa de-ira os minnbeiros
reDel les cora as pegas da gro^so calibe em
duvida carregatas deaoteraao. Foram os peiue-
noa canboes di batera doa coqueiroj qae maia
l.'abalbaram.
O Java y al..-jou tambem algamas vezes,
tarde, con a3 uts p-^aa de torre, as fortaleza-'
legaea, m >a sen resultado. E-tas Ibe ueram as
convenientes respostas.
Qoando tarde roais cerrado se tornoo o
Ciunooeii das (or.alezis da barr, os mariub-i-
ros de Villegaignon refugiaram-so na gale ia
aboba No correr do da. e cem pequeas intermi-
tencias, as guarntgOes de Villegaigoou a do Ja-
varj. fizerara fogo te foiilaria, metralbadaras e
CanhOes le tiro rpida contra a cidade, sob pre-
texto de atacar as toreas do Arsenal de Guerra e
do Castellc
Os seua projectis assassinoi vie.rara era diver
sis ra freta-r.tnaj d'esia :apual victt uar
peaso is inermo e caaaf est'aeoa materiaes.
Crca de 2 oras da larde, oa ma.-ioheiroa
de Viilegaignoa t-naram descarregar o cao.bo
430 soltado para Ntbo-oy.
A breas do Asseoal ue O ierra, prssemindo
o mov meato. Bserata tosi de fusilara coo'-ra os
artiiaeiros reoeldes, qne fagr-ira diaue fesaas
Dalas e das granadas da fortalezis legaes, que
atiravam n'aqneiia direecfto.
Pela maa!ia atrai'.ju Armago ama lan-
cha, que fa^io pouso depois 3 balas de trra,
zarpando pelo canal da Mo.cang-.i3.
Durante o dn lenra-a-n ai amas laneras
atracar a VllUgaignan, mas fo-an sempre reotl-
'idas pela-i toj-caa :o Arseeal de Guerra e no
Castello; urna deila- oueren:lo se desviar dos ti-
ros de fozl p e buscan 1> lilulir o alvo, avaacou
at a eoseada.mas afinal leve de retroceder, sem ;
alcancar o alraejado fin. Er. s-guida an.luu I
Dore|ando o Jvary e o Aqii:laoan*,z-paa- [
do ariial para o interior da Dama.
Duracle a noite do ante hotitim hotive cora
pe-buenos intervjlb' cer-a!os tratelos entre os
piratas e es torcas legaes.
Mala um pai oe familia victimado pelas bilas
aasas-ina dos seqnaz-s 1o S" Custodio de Millo
A'si/S da trie, rnais ou menos, es erava no
largo do CaMoca u-n bond sai o legase casa o
S'. George Seaioa. sublito in-lez. quanto d*
repente aa pessoas qie ce a-hava n prximas vi-)
ram-na Cabir de bracos, fulminada e banbado,
em sann;.
Correlo a Boccorrel-o, virara tolos eolio que
o desventeradob.va sido raortalmente aaingUo
por ama bala, qu;' Ibe pra-luzo fa Imeota mor-
tal. O projestil. de carattioa, penetraudc-lbe pela
ba-e do pesclo, rompera-lbe a corotila, dier-
rataanJO logo fine beai.rrbagia, e sabira pelo
lado oppoato, no peiio.
Alguna ppala es e dois interiores do 7* bata
Ibo de infotilaria condozram-n'o immjd;ata-
meale para ap.iarmtcii Lino & Maceo, ra
Go.'.ctlves D.as. onde o mf-liz exh loa o u ti a
.lento, a speito d h aoi'.oorros mdicos que
Ibe preata'am o Sr. Dr. Carneira aua e outros
fa.-uHa.iVOS.
Seaton reaidia ra de Santo Arnera n. 39
essa de coraraodoa de que era propritario. Tra-
java pale'.ut preto, calca de casimira hstrada, e
chapeo ae c>p redocaa. labs no bolto a qaan
lia de 5aii20.
E-a csalo en segundas nupictas e nao sabe-
mos se deixa Binas. Soa prtm-.ira molner foi,
como elle, victirai ha cerca da tres anuos de
urna bala, mas esta de re.olver e disprala ca-
sual tiente por essa DBesma seubora.
Seaton era enio eaiab-iec-dj cora on'.ra C3sa
de peosc, no morro da Gloria.
O cadver foi removido para caen dos Srs.
Crabley t C, roa da Oauor o. 63, de on-
de de.ve sabir o enterro boje para o cemiterio da
iraboa :
Era resumo : mais un honrado e laborioso pal
de faOMta sacrificado pela ambico trimioosa do
aesnamano cauilbo do mar.
Sera qae as tarcas de ierra 03 provocadora
ou ame^asea de alguu tiroteio, os roarinhei-
ros da fortaleza de W;llegaigoan, feraa saogai-
nanaa, eojaulados naquel a prac de guerra,
atacaram a praia de Sania Lusia era coatiuuas e
cerradas descargas de fuzllaria.
Eram 2 1/2 da larde, bora em que urna raulti
do de maloe-ea poorea BaciBcalas pelos i_n-
tu.ioa hbertadores da revolia, eachia o saguo
do hospital de Misericordia, onde iara buscar
aoccorroa, que o governo tem feito distribuir.
Aquella aggiomercSo da geote n'am lagar de?-
cobert., bello alvo aproveiiavel para as balas da
marinhageia indisciplinada e aseassioa, desper-
lou ihes o appelite de vidas e de sangue. E en
tao, com um valor digno delles, puzeram-se a
descarregar naquella dlrecco as Krapatachek
mohadas nago.
O pnico que ae e-tabeleceu, acta coatiaao a
esse ataque insensata e croe!, fcil imagina-.
O sobresalto e o medo apoderar.m-ae das in-
defesaa e Infelizea molherea, levando as amas
gubre Outra8, atropellando 86.
Urna daa balaa alcancoo orna jans.Ua vizinha
paa'macla, qaebranio vidro8 e indo cravar-se
na porta da mesma.
Foi urna seohora acommeltida de ama aynco-
pe nesaa occasio. Oa mdicos do hospital cor-
reram solcitos a soccorrel a.
Esse tiroteio indigno e selvagem sem dar
maia forja leraaranca qoe hontem publicamos
da malanca de local para dlatnbuico de soc
corroa as vic.imsa das ambicies e do deaarlo
dos piraiaa, arvorados em revolucionarios em
no.-sa Guanabara.
Mas larde, anda praia de Sania Loza, na
falta de logar mais inoffen8vo, servio de alvo
fusilara de Wiliegaigoon.
E tal era a profaaio de balas que all caoam
qae o transita dos boaio toi suspenso.
A's 8 horas da man- 5 a fortaleza de Sana
Cruz aeu algong tiros para l-a oa narra fazeu-
dn assim a lntlmaco regolamentar a um navio
mercaule, que fondeoa para teceber as visitas
de saude e de polica.
At ao anoitecer a esqoadra revoltada man-
leve a porigao de antibootem.
O iiioll'eiisiva baiopbote da Gloria continooa
turai-te tola a noce de antebontem a sar atata-
io pe urna lancha e por Villegaignoa.
Aos disnaros do m;-r responderam com deno-
to fo'yas do liiloral.
Ura do projectis dos piratas attingio as casas
>s 7 e 71 da ra do Cattete, causando bastan-
es e^'rauoa.
U n docomeoto do mais alio valor, e qae
mestra i evidencia ama da manas pe-l lias de
qne tisoa o Sr. Custodio de M -lio para armar esta
criminosa revolta, combatidas por tolos os boos
orazileiros e todo3 oa bona republican ib, oos fot
non em confiado, com autorisago de dal o 4 po-
bltcidade.
Elle deve, porm, ser precedido do lexto de
ura cano de seo autor, tirando do referido do-
cumento o carceler reservado e confidencial qae
elle traba.
Ei* o texto do car 5o :
Exra. Sr. marechal Eneas Galvo.Na pre-
sente coniunctura auiomo a V. Exc a apreseo-
tar so Exm. Sr. vice p'esi lente 'a Reouolica a
cart que Iha "irigl a 7 de S".lembro, oii segulnle
ao que rebentou a revolta. S fo>- mist-r fazer oso
d' ella uara outro tira em b-oeli:lo di Patna, V.
Ex. t.> o direilo de pun ical-a. O ara'go, E.
Wandenkolk -Praia Verm-'lin, 8-11-93 .
Agora a carta, pira a qual invocamos toda a
atleiiCo dos leitores :
Forulea de S.na Cruz. 7 da Setembro de
1833.Exm. axiga marechal Enes Gilvo.
Prineiro que todo felicito a V. Ex pela 803
.ornmoco ao mais alto posto do ex^rcito, qae j
>e fiz-a esperar, Hontt-m fomo8 todos aqoi sor-
creneniido3 cora a revolt* da ma-raha ae goer-
ra, tendo 4 sua frente o contra-almirante Coso-
lio d eMello e eo, alera dlsio. maia do qoe todos,
cora a ordem de V. Exc, mandando fictr sem
eli'ei'o a hoerdada le passeiar no recinto da for-
taleza noa nao hivn sido por mim solicitada.
Se S. Ex\ iive-se r>fl elido omlmom-no Oaia
de coocluir quneu dirvosercomnl^iataenio alneio
ao pronen-iam-ioio $oe temos diantj dos olbos
-.lirigindo o quera o dirige 3enda impos-
-ivrl urna contili3Cio outro lado devif e.-tar convencido de que en aao
posso pensar era sahir d-qui reno pelos melos
arnrae. O procelmenlo contrario seria im-
p-opno de quem, com o ocano a eua merc,
com oa moviraentoa vrea e seobor da sua von-
tada. deixoo de seguir cora o Jualiar, para
Montev'dj. qaanlo xa retirou 4o Rio G-a ide do
Su!. O que a mariuha faz boje, osis tel-o feito
sesado a rbamei pa*a libe tarmo o Rio Grande
oo 3^1: ago-a, para mim tarde, vio depois de
um juramento sagrado. N4o teria alia o direito
de ,onUr corara go, nem cora a miaba approva-
cao. inven o et-olbiia pa'a dirigil ao bomem
ijue concorrea para a miaa refo-ma viole -ta e
inc-.n*titasionalujene e para o mea degredo em
Tbatnga. In migo pessoal e ponteo, como
de0 ser do ice presilenie da repblica, o soa
lano mas de mora a nao coacordar em juntar-
me com o Sr. cantra-al'Ttiranta Custodio de Mel-
li para -omb-t-l-o comas armas na rna. D^ve
Bappo que o mea notan fer servido para con-
qaistar a a ibesio dos bre vos marinbei-os ; elles,
roitaios, quert-ra ver o rm velho alrairanie e
0 mfc Ir en uberJaue e cjm este ac-rao ou com
hsi binncia lonam parte na revolta: ees,
por.ii. ignorara que esta liberdade om pretex-
to a que ella oculta, no fuoeo, a celebridade, 3
srm.cao, p a eodquista do paH'. O qne gaaha-
r a natria cora semelbao'.e troca ? I !
Dou Ihe sata explieacto coito desencajo de
can5Cincia e pira qne nao coaunla 03 raens
s'nnme.T.oa, sen pretender qce de molo ale-ara
revogae : or-.lum traosramida po.'O telecripao
ao co oojaodiato da fortaleza. Ella est dada e
deve mantel-a. Sita caria tem o como de con-
li lencial e ouso esperar da sua nobreza ie ca-
rcter e dos s"us elevado3 aentimentos qae ella
lito ir alera de r.<: quer isto liz rqa- V. Exc.
nSa dees servir- u del,a oara oeuhora (ira, moi-
0 moo-' em mea proveito c beneficio Cooti
ao a sab^cr-v* rm--!)- V. Exc, amigo era e-
nor craloEdnardo Wandenkdk.
Escreve-nas o n.isso estimado e iacanaatel
corre8rion:1enie de Nictheroy
A nnite de 16 foi de tiroteio continuo na Ar-
re cao, desde s 7 bo-as 33 3 da madrugada.
O* navios inicie lempo alirararam para trra.
Vai s r collacado no forte de Gragoat novo
canbao.
D-te ponto fazem os acalemicos sitrnaea para
o morro do Casiello e trracbeiras de Niclheroy.
O encarrpgado desie servigo o aenoiado
acadmico Peemhi, irmao do illastre teputado
estmoal Alcbiades P.jganba.
Una granada un Aquidaban quebroa o
pt.rto desta fortaleza.
Os projtcis qce lera attiogido oa seua pare-
des do fenram aiala senSa orna praca ligeira-
raecte.
As bateras de que disponaos acbam-se assim
jrganisadaa:
CnmTandaDt?. geral. capito C'Stro Menezea ;
1a 1 hatera, caoit&o J 's M. Moreira Guima-
res, da 2 capito A. Gaularl.
1 bat-rlsSV-ca de foga Biage, roa de*
S. Frantisco Goaroico : alumnos Antonio
Carlos Miranda Carraia, Joaqoim Fonseca Rodri-
gos e M- C. B. Jaet-o a Silva.
Libiie, ponto das barcasLommanlarcle, te*
oente R >as Soa'es.
Guarnicao : Alomaos, Araujo Filbo, Helvecio
Besoucbtt, Joo Ribas, Cy-o Daltro e Argesilao
Crsaal (ex-K-upp), roa de S Pelro-Cora-
mandante, teneote Dr. Taso Fragoso.
G la-otco : Alumnos, Hago Araripe, Pen
Teixeira, Joo do amiral e Agnenor Silva.
2'batera-Mono da Armajo, KuppUom-
mandante, leoent Dr. Raphae.1 de Menezss.
Gnarnico : Alaranos acadmica, Fernandes
Araripe, Pedro Bapt'Sta e Joo Salles.
Ponta da Arela, KruppCommandante tenen-
to Pmbeiro.
Goarntco : Pracas do 2- rpgimento.
Pona da Arela, WitawarinCommandante
capito Cato Menezes. .
Giaroicio : Alumno Beneviis, o patriota
Belga Coleas e cinco 8oidadoa do 5. regimen-
Sanl'Anna, KrappCommandante, lente Sa-
Guaroicaa : aoldados do 2- regiment e O
brava Dr. Maoiz Varelia.
E.i-tem anda dou caohes. nm na roa aa
Gona.ouiroem G-agoata (K-apo 8-^wr-
tb 32/sob o commaodo dos capttaes Gnofredo
e Cavaicanii, seBdo guarnecidos por alomaof
acadmicos.
A' noit- tidas as baten ib *o retorcidas por
tropas de polica oo da guarda nacional.
Hontem (18) noite o Intatlgavel major J.
Franca, acompanbado por alumnos da escola
militar, urna aatralha Je polica e forca de pon-
toneiroa e de linba, trooxe da Armajo orna
bocea de fogo 32, Wilbworth.
Qaizasaislir a trabalnosa execocao desta ari
ri8cadi8Sima empreza. e com estes denodados
defeoaorea da ordem para l marcneis 9 *l*
horas da coite. .
Ura loar resplaudescente marchetiva de 101
aa a^ui movedicas da baha, e euchia de floro-
-l
'-:*,
I
I

i
*m


2
Diario e Pematnbue Sabbado 2 de Dezembro de 1893
T,
tras faoiasticas e coofosa a marem da estrada
por OQle oa alomos mi'iiares poxafam a zorra
ate bavia de iraser o canhao.
gramos nos oiienti ao iodo, marchando sileo
cioso e cbeos derta oqoieacao pelo descoo
nacido que nos attrabia entre t ir. t>. Fo: pro-
bib'do fumar.
Urna moda de poltcia tlDba avanzado frente
para r conbecer oa pontos descube-tos. A' pro
porc&o Quh se avangava, ia-se postando r-eati-
Dellas agachadas pela a argem do ca-s.
Succed'a as vetes a chaoon-a polar do bolo
pbole da Gloria relampejar por eobre nos od fo
oalisar se loago tempo em cima de nussos vul-
tos.
Paravaraos de aobito; ansiosos, com receto
de sermos edxergados pelos ioimigos.
A's 10 horas, porm, eatravamos no pateo da
velba (oruieaa da Armacao, boje arromada, ca-
bida, silenciosa e triste como as ruinas d'om ve-
Iho castello feudal.
One pavjrrsos estragos, feitos aMi pelo incen
dio. pelas bcmDas e pelas explases 1?... Pa
redes o* ana espessa^a descommuoal com rom
os foruitdaveis, atravaocamento de m deira,
travs, vigas, conr.elras ennegrecas com as
pontas argidas para o eo, eotalbos Dababylu
nicos de tenas de abada- n'um molno, grades
partidas, otiOes forooldaveis abatidus, ootros a
se sQgierem por am pbeaomeoo mexplicavel de
qullioiio, portas qaennadas at ao portal, eia o
qne resta do velbo forte, onde ootr'ora foram
detidoa o? priaiooeiroa paraguayos.
Apruveuaiido a illnmtoacao lvida e tristonba
do luar, eiilret na pequea capella, cojo lelbado.
borri'.i io Je fu-os e Irettis, coa va a cnamma p-
lida da loa, e todo o recinto encrm-se daquelies
pontos brancos a gaiza de fogo fatao.
Nem urna imagem I
Oa aliares, desboronados, cahiram por cima
dos caixOea de ,.,un5io espingardas ve.lbaa.
A sacnnstia deposito de refles, bayoneta*/
machados, espadas e velbos e oxidados arma-
mentos-
Mas qae desmantelo, qne entontecedora des
ordem em todo aquillo cheio de poeira e lijo
los!
O recinto do forte arruado por mootsnbaa
pesadas de bombordas de todos os tamaoboa e
eipessoras sobrepostas amas s ouiras pyrami-
dalmeote.
Qje immeoso arseoal de deatru'ca" I La vi
Orna bala enorme, de am metro e tanto de altu-
ra, maasica, rodeada de ama dezeoa de outras
pouco menores, de 450.
E' tanta a quaotuade de projectis diversos
exlslect-s nos pateos da Armagao, que ten amo
calcular, cooclo! creio que aliucinalo peta lio
preoeao pnaniaattca que lado aqaulo, ramas,
destrojos, me cauaaram, que nunca mais se ha
Ta de acabar.
Neste lempo, o in'atigavel e impvido major
Franca procorava abaixar o canhao, nm coitos
80 de ferro, a fixar apressadamente n'ama estiva
olida, onde dormtam o somoo do inanimado
na cerieoa de ouiros monatros de maior cali
bre.
Caalos, anciosos e offegao'.es, e tilos debro
jados sobre o vulto m^dooho da volamosa buc-
ea de fogo, trabalhavam
Tinbam-se estendido urna lioha ce sentinellas
fjoe, resopinaso -olo pe-quizavam a b*bii para
o lado do Mocangti, oude a Goajabara flu-
Cluava.
Honve ama hora em que o collosso de ferro
Cedeu pegadamene, e-magando a irave que o
gestiona pela cola'.ra, queoeneoa.
Senlio-se a lamina do desanimo talhar mo-
mentneamente a forja de vonlade daquelies u-
trepidas.
Mas, com psforco bercoleo, a pesada peca foi
levantada a pulso e collocada sobre outra viga
mais for e.
Tojos respiravam,oppressando, sentindo ama
angustia vaa, quasi agona, com pena de serem
forjados pelas m-traltias e bombas a nao reali
urea aquella temerosa e fascinante enpresa.
Nido, una das sentinellea dea aviso da ap-
proxim gao de orna and,a.
Passaram se cidco ramuios da palpitago qne
sempre antecede os grandes perigos iitmineo-
tes
-ules ao chao, por traz das montanhas de
balas e p-p/is, nos escures dos destrejas, espe
rou-?e que a desconfiada embarcagao ebegasse
ao pomo de atracar.
Espipocou urna descarga, ootra em seguida e
mais oulra.
Oa infeliies tripolantes nao tiveram lempo de
responder, embora eetivessem prevenidos.
Agcra, rapazes, to:a a trabalhar depressa.
que vamos tur melralha do Guanabara diaae o
major Franga.
vidos da execugao da empreza, sileociosos
ejuotos, m-tteram hombros a trela.
Um pouco cangado e comuioTi o bastante com
a imagtnagao fecunia em germinages de ren-
gos, oovuido o baque esironaeacor das telhas e
tnolos desequilibrados pelo vento fro da noiie,
O cbio Iroaxo do incendio que anda queimava
restos oe ruinas r.oceiramecte, aiht a aualysar
08 formidavea volumes de ferro por all otila-
dos em linbas parallelas.
Apjroxmeime de um daquelies monstros,
Coja culatra tmba sido desparafusada, e laBcei
a vista pelo sen bojo vazio.
La dame, no flm do tonel, o olbo branca da
DOite clara me apavorava.
E nsuoctivamtute. bem saDendo qne aqalllo,
aquelle ferro sem mov ment nao fazii mal, re
cuet com terror e fog, cooj vergonba o cidlesso
Olbando para traz re.eioso que de dentro da
qoella descommuoal pega de guerra sabase al-
goma cousa mala lernticante qne os draget
Chinezes.
f- Na hora em que o canbo Irinta e dois eotra-
va na zorra, urna lancea nos ataca va por um lado
e o Guanabara Intciava o bomoardeio.
Nao aiirem, disse o major Franga.
As bombas passavam sibilaodo, e estouravam
dentro daa roiors, que tepercutiam emistramen-
te longo lempo o reboar dos deemoronamentos
e explofes.
A't 1,4 ora, atrellaram se seis muas zorra
e sahlmos por oaixo das granadas.
A's 3 horas da madrugada estavam em frente
ao laboratorio deudos.
A carreta tioha-ae enterrado na areia, os ani-
mes la*sn e suarenio-.
Todaiii, e8tavamos -a das surprexas inimi-
gas e poda ae deixar para o la a execugao fi-
nal da empreza, o qae se fe.
Tambem, o magoiflio luar qae nos illuminoa
toda a notte sumi se rosado por trai da igreja
da Penba.
Pesa 108 arrobas o canbao.
Res am do meamo fabricante ainda outros l,
dos quaes oa revoltosos levaram as ccla'.ras.
Os alumnos militares vieram paxando os car-
riDbos de bala que la encontraram, dentro oca
quaes troexeram varios petrecboa de guerra.
Fot artiloade boje (t9) o morro do hospital.
S. Exc. o Dr. preaideote do Estado premuro-
samente, em sea carro particular, aoaou corren-
do 08 arrabaldes a procura de edificios capazes
de, ioterioamente, servir de casas de dooo.ee.
Todos os seos esforgos, toda a sua actrvidade
viram coroados de xito favoravel esta humana
e generosa surpreza Ue coilocar fra do alcance
dsi talas fratricidas 03 ofelizes doentea, alguna
pelas mesmas balas.
S. Exc. cneode presaa, de cuidado, re trin-
aportar oeate mesmo da para um repartimento
da penicnciaria os loacos, para o collegto dos
Saleziaoos a maioria dos enfermos e ooiros em
Casas particulares com os moradores daa quaes
bavia se entendido. Acompaohaodo lodo este
movimentoencbeu de"e8moiaa aos qne lintiam
familias em oecess'dade e indigencia.
Semelbante empreaa melindrora que pareca
Impralicavel foi rapidameme, pessoalmenie poe-
ta em pratica por este oomem abengoado boje
por toda a populago fluminense e coja ligara
gympathica resplandece ebeia de gloria e mise-
ricordia no.fondo negro da historia da revolta.
(O Tempo de 23 de Novembrol
O dia ue hontem foi asaignalado por urna vic-
toria ines tm-ivel para a nobre cacsa da dignida
Oe da repblica, qae a amaldigoada revjlta se
propoeem vao consporcar.
O Javary, a temtvel machina de guerra em
poder dos revoltosos, e qse com os seos medo-
nhoa caDbOes tanto aangue havia derramado e
tanta devaatagSo bavia feito desde o malfadado
da 6 de Stiembro, foi posto a p.qoe pela arti-
Ibaria das fon lezaa da batra.
A noticia corren com rapidez assombrosa pela
cidade como os loquea alegres decanos annoo-
ciando orna victoria, e lados os pellos patriotas
dllata.am se, n'ama eflusao larga de alegra e
entbusiasmo.
Os proprios n-nBeremes Ipela son do Brasil
respiraran), em urna profunda expresis de aill-
vio.
A poderosa machina de guerra nao poda mais
levar a ruina, a devastagao e a morte a fltgella-
da cidade de Nuberoy e a esta capital, oode de
tenas de victimas baviam toonaio, mauladas e
varadas pelos seas projectis assass.no8.
Em todos ,/8 pontos gaaroeci tos pelas patrio
ticas forgas legaes lavotaram-se acclamagoas
otilsjnas repuolicae ao marecbslFlorlano Pel-
xoio, festejando asaim o aasigoalado paaso qae
re a aDova de dar no caminno da prxima vic
loria.
Eram 3 horas e 35 mloutoa da tarde, qoando
desapparecea completamente no tfondo do mar
aqoelle moloaso de ferro, armado dos mais gros-
hos ca iiiO's qae possuia a nossa esqaadra.
Ha tres das jl, como temos uticiado, os ca-
nriOes Jis fortalezas da barra al eji-am o Java-
ry temo quasi consagaido aotebooteai aton-
gn-o alguna dos p-ojecia arremesaados sobre
elle.
Cerca das 10 horas da machi de hontem, a
fortaleza de a. J ao .secundada pela Lace a San-
ta Cruz, comegaram a bombardear a praga re
vji'ada de Wiuegaigoon, alvejaodo am dos ca-
uD-s da age e oo o de S- Joo especialmente
a poderosa batera flujtuauta ao servigo da tris
te empreza de Sr. Cu uodio de Helio e seus dig
nos compaoneiros. *
As baias caniam primeiramente a pouc s me-
tros de distaa;ia. Corrigidas as pontanas, ap
P'oximavam-se mais, at que ama del las, ere-
mos que partida da Lag*, atttagic o Javaiy na
poa.
Senlindo-se j fe-ido e ainda ameagado por
toJos os lados, o couragado revolta lo fez signa!
ao Aquidabao, que mandou-lbe o rebocador
Vulaoo, o qual atracn ao costado do navio
partin lo pouro depos para a liba das Cobras,
levando, ao que parece, fendos por estilhago-
de granada e balas de fczil, p rqu-; na occasio
as lorg. poodiim com reunidas deacargas de fuzlarla
aos constantes disparos do meamo couragado
para ierra.
fc>o eoto pouco mais do meio-dia.
Vieram depoia mala tres lanchas para jurto
da couragado, tomando alguna objectos de bo'-
do e marinheiros e hvaodo-se para o Aquida-
ban.
Duaa dellaa voliaram eoto e deram cabo de
rehoqoe ao Javary, afim de afdStal o do pe
ngo immmenle de qae o cercavac aa balas das
fo ta lezaa legaea.
Apoz duaa ou tres tentit vas, po*m, oa c-b >a
rebedtarao e as duaa pequeas emoarcagea
razian) novo esforgo para camprtr a eua miaso,
jmndo orna bala, eremos que mandada pe a ca-
nnao K upo calibre, 15, assestado oo morro de
S. Joio. attiogi i em cbeio o convez do Java'y.
Este igoo sigoal de aoccono e as lanchas len-
Ij'a n ae novo reDocar a medonna oatena fia
ctuaite d08 revoltoso,-, mas foi ludo motil.
Pjacos minutos depois de fendo pelo tiro de
misericordia, des(emado pelo excellente aril
Ibeiro de S Joao, o Javary comegou a d^sap
parecer, tombaodo completamente, e dep.ia,
abriodo um eaorme vacuo eaire as aguas, sub-
mergm se de lo m. nao deixan m appar-ecer nem
o meoor vestigio oa superficie do mar, qoe em
boa b.>ra Ibe servio de tmulo.
Qoando a ternvel fortaleza de ago, julgada n-
vameravel, omegou a subme'gir-sr., os trino-
lntes que estavam no convez tomaram apressa-
dam-ntd aa la CDaB e as.-im Sd saivaram.
Oui'i'3 foram vistos aggarrados aos fardos de
algodo que servan) ne trincneiras naqaella
vaso de guerra, e que. fluciuaram quando o na-
vio desappireceu tragado pelo mar.
Agarravam-se a elles desesperados, e com el-
ies rolavam Las aguas, u'uma angustia fcil de
imaginar.
Outro* ainda foram vistos nadando em dlrec-
go a Nltber y, porque i Javary eslava fon
deado no meamo pouo ue ante-noutem, entre
GrigoaU, arsenal de goerra e Ihi Fiscal, po
rm am poaoo mala prximo de Nuberoy qae
desta capital.
O espectculo fui pungente, apezar da alegra
que a todoa causaram os seos resoltados fatu os,
e as forgas de ierra, podendo alcang^r com soas
caranin s oa nufragos, tiveram a generoaidade
de respeilal-os n'aquelle 'rartse.
Secundo nos r;f jr;n .a, o Krapp 15 que dea o
Uro de misericordia no convez do Javary.,
commandado pelo t." leoetite Mmte, meo a
feliz pontana feta pelo alumno da escola mili-
tar, Landan
O Javary lSj qotr, porm, desapparecer
da scena laldna da oegregada revol'a sem cum
pri- al ao lio a sua miS8o de morte e devaa
tagc.
Comegava j a afuodar-se, e os seus enormes
caoboes de torre deram uota formidavea dlspa
roa aemo para e-ta capital, iodo os medooboa
projectis causar a destruic&o, ob ferimeotos e o
pa1 i u a qae aante nos referimoa.
O Sr. Cuatodio de'-; coamar a laso m irrer com
gloria, porque a glora dos piratas a hoje nao
lem rido senao o a.sasatnalo de ooocentea e
fracoa e a ruina.
E n&o fo-am e ea;es os projectis tangidos
pelo navio-negro nos seas oltimos mom ntes.
os caunoes de tiro rpido, a fuzilaria e aa me
tramadoras trabalharam com furia e com ancia.
a-segurando multo dignamente a agonu do
monstro com o meiralnameuto da cidale.
O morro do Castello foi varndo por balas pon-
do em debandada os pobres que all naDitam ; a
San'a Casa de Misen ordia, u azylo sagrado dos
eu'ermos, foi tamoem enva la de projectis, e em
varios poolos do centro do commercio choveram
gualmeute o ferro e o chusbo da e-quaara ne
gra.
Dorante o dia, com raras latermitlencias a
fortileza ^e Willegaiguoo e o mallorado ,'ava-
ry lizeram fogo para ea'a capital, emqaanto o
Aqoidaban e ootros navios metraibavam Ni-
ctheroy.
Aa forgas legaes re.ponderam com o costama-
do ti' r.o io.
O botrbardeio da? fortalezas oa barra para
Willtgaigoeu oarou tamben qaasi todo o da,
tibiado certeiras qa.isi todas as oalaa mandadas
contra ella, bem qae pela manb tespondeesem
oa marmhe roa insuoord,nados que compdem a
sua dizimada guarnigao.
Vi*igavam-8e, pnrem, escondido?, mandando
para a cidade os seas p ojeciis mortferos.
A' tarde, o bombardeio recrudesceu, reapon-
dendo emao, muito espagadarneute, a prga re
voltada.
O c.ntiSo vovo, 550, de S. Joao, fez, como de
eraUfBe, tiros sooerhos.
U a'elles acertoo ca batera dos coqueiros,
causando eoormes estragos.
O Guaoaoara, que pela manha auxiliava
o bembaraeto telvagem de Nictberoy, foi depois
ancorar looge da vaiente artiibaria de Niciheroy,
nalnaimente por ella attingido.
Wulegaisnon, como de cos'ome, mandn
para ISictberoy, ao cessar o bombardeio. a noile,
ama dos soas medonbas balas de 400, qae le-
vantou em Sao Dcmmgoa enorme columna de
p.
Urna daa lanchas qae delxoa o mal logrado
Javary, dirigindo-se para a liba das Cooraa,
lez fugo renbido, de paesagem, para o caes Pba-
roox.
As forgas all. destacadas deram a con veril ale
respo8ta.
A proposito do desastre influido ao Java-
ry, commonica-nos pessoa competente :
A's 3 horas da tarde, cessava um lueiro li-
roteio iniciado pela fortaleza da Lage, para con-
tinuar as 3 1/2. N'esse segundo bombardeio,
den-ae t grode coincidenc a de, dous canbOes,
commandadoa pelos alteres Candido afarianoo e
Solen, allrasaem ao meamo lempo para o Java
'y que loso pnni ioiou a levantar a proa, sob-
bergindo-se moon i lente.
Como medida ae justiga, deve-se conf asar
que o Krapp 15, e 8. Joo, executon diversos
uros com excellente pontana para o Javary,
contriboindo eficazmente para a catastropbe
final.
A artilbaria da fortaleza da Lage commanda-
r<-i pelo distincto arlilbtiro capi.ao Jos de Sa
Karp.
A's 11 1/2 horas da noite ouvimos renbido ti-
roteio de fuzi ana eotre a (orga do caes Pnaroo
e orna lancha revoliada.
O fogo, vivo, du'cu vlnte minutos.
Cessou com a fuga da lancha.
__O ultimo eepirro do formldavel Javary, a
ultima granada dos raedonhos canhOes de mrre
da teanvel fortaleza flactuante, o mais poderoso
elemento de morte do mortfero Sr. Custodio,
foi desrejado para esta cidade e causn ncal-
colaveia damuos.
da roa de Sania Luzia e cabio sobre o de o. 37,
oode funccionam o escrlptorio e officiaaa de
companoia City Improvemeuta.
Varando duas grossa- paredes,tnotllieou grao-
te quaotidade de obra felta na officina de ius
trador, ah ferindo dois offi;iaes, aendo um de
nome C >rc>030, gravemente. Foi recolhi do a
Misericordia.
No eacriptorlo de contabilidade e sala de
amostras abaten o tecto.
Nato pequeo escin'urio, ao laclo deata sala,
irabalhavam os Sra. Dr- Assis Araujo, secretario
do gerente, e Manoel Alves da Silva, ajndante
do ebefe de contabilidade, o primeiro sorgiu il-
leso dos escombros ; o aegunlo com qnatro fe-
rimeotos. felizmente sem gravidade.
Os prejaizos soiln ios pela companhia sSo ca!
colados em 6:0004000.
Os esiim gos da mesma granada, perforando
gros'' paredes, damniflcaram na eatalagem da
roa D'sembargador V'nato os nnarioa de na.
49,51, 5. 53, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 60 e 1, fe
rindo gravemente u.na senbora e levemente ou-
tras peasoas.
Um dos audllos qaartos foi complemente
dastraido.
O darr.no causado nos outros imposslvel
lescrever-se ; nm qaadro horroroso 1
Bstilbagos da mesma granada ttngirara ain
da o predio n 3 da ru D Constaaga, e a con
paoha Diatillagao Central, na ra do Passeio
o. 11.
Ah, damuiricou parte do telbalo e qaasi fe
na ama creanga qu-i ae acbava em nma ca letra
de balangoe que ficoa bastante aturdida.
Tambem foram aitmgtdos um predio da ra
Dr. Joaqnim Silva e edificio do Cisaioo Fiumi
a en se.
No predio da ra Dr- Jooqaim Silva foram fe-
ridos no peto, levemente, urna aeohora de nome
ManaJoanna do Espirito Santo, qne por en fe r-
midade gaaadaa o leito, e Yirgmia de tal, que
al i se acnava de visita, escapando llesa terceira
senbora.
E' morador nesaa casa ama praga da brigada
policial de nome Patricio Jos da Silva, aoseoie
neaaa occaaiSo.
Un dos fendos na es'alagem da rnaD'sem-
bargadnr Viria o um menor de qoatro aonos
deidade, hespanhol.de nome Thotraz, filho de
Bueno Ascurce.
Os fenmeaios. na cabe,'a e coatss, foram pro
duzidos pelos escombros das paredes destru
daa.
O estado da infeliz creanga grave.
Prestua-'he os pnmeiros soccorros o Dr. En
genio Lima.
A reben ar a granada que occaaionou tan'as
de'gragas e tantos prejulzos, immenso foi o p-
nico em toda aquella zona, mxime na estala
gec, cojoa moradores fugiram espavoridos para
a ra.
Prestaran) relevantes servigos ao se dar o la
meotavel sconiecimeoto pragas do batalao 33 de
Novemoro, de servigos oaquellaa proximidades.
Outros pomos atlingidos por balaa :
A casa da roa da Assembl-a n. 68, qae ficoa
com o teinada damnificado.
A casa n. 34 da roa de Santn Antonio.
O e-nticio em que funcciona a companhia Cen-
tros Pastori8 do Brazil, cuja p atibanda ficou es-
tragada.
O telbado da casa n. 95 da ra de S. Jos.
O eacptorio do Dr. Viveiros de Castro, na roa
do Carmo n. 65.
As :aaaa Bonido e Prego Fixo, da ra do Ou
vidor.
Orna bala que cabio, a 4 horas da tarde,
na ru do Tneatm, 'eno levemente no brago o
Sr. Mananoo Amara*.
Cahratn ainda balas nos aeguintes logare.- :
Na roa da Quitanda, canto da roa Seie de Se-
lembro ra ia U'Ogu^yanna n. 45 (bilbar) roa
Sete de Scembro, erqoma dnaOonves; ruada
Asaemoia, typograpbia dos Srs. Cayieisson & C;
na mesma roa esqaiua da travesea de S. Fran
c:s ;o de Paula ; oa roa da Guarda Velba; na ra
dos Invlidos o. 13, caf Guarany, propriedade
de Joa^uim Mana de Rezende.
Eata bla, de caobao-rtv iver, teve a genlilesa
de trazel a ao nosso escnpiorio o Sr. major Ma-
noel Berges Mooteiro, assiateo e da3' brigada da
guarda nacional, qae se acbava no caf nessa oc
ca-iao.
Oa predios na. 51, 53 e 55 da ra da Miseri-
cordia eoffrerau) lamoeo toosideraveis estragos,
caosados pelos eslilbagos de urna granada das
mu t is at radas para trra pela gente do Sr. Cus
todio ne Mello.
Entre as multas demoostragOes de jubilo
pela aobmergo do Javary compre nos men-
cionar a guiroigao do morro da Viu"a, tanto da
parte superior como da ioferior, com posta de
alumnos da eacola mi lia.-.
Os valenies mogos, ergoende enthusiasicos vi-
vas ao marecbal Fionano e tepablica, lizeram
suhir ao ar innameras girndolas de foguetes.
O distiocio 2o teoea'e Pereira Rugo, comman
danle da guarnigao da parte supe.no-, de accordo
com o nao meaos distiociu 2* teaeote Pereira J-
nior ; commacida ite da gnaruigao da parte Infe-
rior, e com oa s us bravoa com naodados, tele-
phonoa para Itamaraty camprimentando em no
me de toda a guarnigao, o Sr. vre-oresideote da
Reonolica por lao assigoalaao paaso no camiobo
da prxima victoria.
A's 6 horas da tarde o Sr. Dr. Vieira Souto,
morador na praia de Botafogo, indo ao morro da
Viuva, congratmon-se com os neoodados defen-
eores daquelie ponto, a qnem ofTerecen algunas
duz'.as de garrafas de Champagne, que para al
li tizera conduzlr por nm de sena f mulos.
Ao servir-ae o champagne, brindaram os bra
vos alomos da Escola Militar o Sr. vice-presi
dente da RepublUa.
Retirmaose o Sr. Dr. Vieira Souto, foram
pouco depois residencia de S. agradecer-lbe a
genttlesa o 2- teneoiu Pereira R -go e oa alumoos
Augusto C. da Silva e Sote-o de Meneaes, com
mtsaionados por toda a guarnigao.
Foi aovameote servido cbampagoe e ergoidos
oovos e eoibu-iasticos brindes, entre ootros a
Repblica e ao Sr. marecoal Floriano Peixoto.
Pela manb, atracn Armagao um reboca-
dor, coooazindo auatro catraias, e em seguida,
ti poia de ligeira demora, zarpou em direcgo a
Mocaugo.
Logo qne se den a snbmersao do Javary.
urna commiss&o de aiumnoa aa escola militar,
dos b-.vos qae gcarnecem actualmente o arsenal
de goerro, leve a gentileza de nos commnmcar
e*8a victoria para a santa cauea da honra na-
cional.
Escreve nos o nosso pre3timoso correspo^-
deoie de Niciberoy :
O bombardeio de boje (19) tomoa propor-
gees assombroaaa, e todo elle foi pontuado de
descargas de armas de iodos oa calibres peque-
os, desde o fozli Manulicner e Kropatcbeik at
aoa caubdes de tiro rpido.
Ouvio ae o primeiro tiro as 10 horas da manha
do Tmjano contra a forga ue guarneca a
ArmagSo.
Duas lauchas tenlavam atracar naquelle depo-
sito e metralhava tambem para trra.
As forgas legaea do alio do morro fozilavam
para o ponto de atracaga?, auxiliadas pelo ca-
nbao de Gra oat.
< Javary Trajano e Guanabara voltaram
as ooccas de fogo para a velba fortaleza de S.
Domingos e Intcaram bombardeio.
A8 baleras de trra proenra-am dialrabira
attengao da esqndra, abri to fozo sobre ella.
Picando eniao o Javary a bombardear Gra-
gnat. os outros dous navios da esquadra deram
comego ao millesimo bombardeamemo de Nic-
iheroy.
E' singular, pbenomeoalmenle singular, esta
perversidade d> ge o te insurrecta em destruir
predios e propriedades ioofeosivos I
Qual a aititnde que lbe pode advir desa bogal
maneira de faser guerra?
Que plano o desses matacos de bordo, ata"
caaos da mema de destruir propriedades, cojos
nonos falf/ons) talvez fossem at Bympatbicos a
exploragao traigoei-a--i qae vctima o paz?
Ale as 8 horas, em qae escrevo, o bombardSio
contina.
Duas lanchas atracaram na Armagfto e conse-
guirn) carregar muuiges. Pode-ae, sem gran
de perigo, conservar naquelle ponto nm elleciivo
de soldados qoe impecam o desembarque dos
manabeiros.
No fim de taotas semanas, j se poiia tomar
esta medida, que, posta em pratica, aotes, serla
melbor.
Foram feridos alguna paisanos levemente e
gravemente o de nome Joaqnim Nadador.
Era nm mogo estimado aqoi e celebre por
auei aventuras natatorias, de oode Ibe veio o
appellido de Nadador.
Por mais de orna vez a travesis a nado, daqui
receram diversos admiradores de sen folego fe-
lino.
Coaversava com alguna amigos, em ama pa
dan i da ra de S. Joao, quando o descommuoal
projectil, passando rente aos hombros dos oo-
tros, arrancon-lbe um brago.
Sea estado mortal.
Na casa em qne morava, no Beldeador, acba-
vam-se abrigadas orna dezeoa de familias po-
bres, a qoem aoccorna Da altara de tena eafor
gos, infelizmente inferiores a grandeza de sna
alma generosa e compassiva.
Em nm da deate', o Dr. Porcloncnla, acompa-
hado de alguna amigos e deputados, ao todo oi-
(0 peasoas, foi Armagio.
Desconfiada e cautelosamente visitaran) as
rumas do forte incendiado.
O silencio, se bem que os ench^sae de im
preaaea smistras, incitava-os a internar se mais
pe: abandonada const-uegao a dentro.
Snoito. porm, ouvio-sn um grito de alarma,
um reboligo singular e acto coolinno cboveo so-
bre eilrs orna uescarga de metralba e bom-
bas.
A volta d~ete passeio temerario e, francamen-
te, sem utili iale. foi, como era de espera*, ignal
a do Veloao amigo, desceodo o outeiro de que
falla CamOea nos Loziadas.
Seis horas da tare do dia 19.O bomnar-
deio recomega. craei e fral-icida, depos de ama
(reeni de dnas horas
Vejo passar nma pad ola noa hombros de
gui'daa naconae8.
Vai dentro urna pobre seohora mutilada por
estilhafos. Agoniaa, com grandes lagrimas nos
oltos tilos no co.
Maa os soldados avtsam-me de que ainda tm
oolraa.
Pssa urna changa multo ferida.
Vejo um pobre homem com a3 dnas peroas
eabaoda'malaa, o sangue a-escorrer pela roa, a
morrer dentro de ontra padiola.
As balaa comiauaram a cbover, partindo as
alvenanas, qne sao laogadas como outros tantos
eatilbag-a.
#Retiro-me impressionado: em frenle polica
mai' dous feridos g'avemente, am Italiano e o
cadete Tnodade, do 2i* baialho
Sao 7 horas. O bombardeio cessou
EST4DS Di \X\ii)
individuos qae scompanbavam aquella au-|g^hia a publico em rerlos das da semana. Em
toridade oa diligencia.
O capitSo Framcisco Henriquea cabio 80
chio, onde coutinuua a ser eipancado,
sendo o sen estado bastante grave
O Sr. delegado de pocia, a qoem foi
oommnoicado o tacto, aegnio hontem no
erpresso, afim de tomar conhecimento do
oocorrido.
Na sna passagem destruidora, e colloaaal prc-*'a essa capital, valendo-lhe esta arrojada emp-e-
jectil destelbou grande parte do predio o. 35 da Isa o gauho de um valioso premio, qne Ibeoffe-
v Paulo
atas at 22 de Novembro :
Commuaicram ao Diario Popular :
c O oonhecido industrial e mechanico
Sr. Vicente Lingutti, reaidinte em S.
Barnardo, Esta lo de S. Paulo, acaba de
uescobrir a coastrucgSo de am motor qoe
nao consom combustivel de nenhuma
qualiade e garante seu resaltado. J
fe-a aa primeiras experiencias, e no fim do
prximo mez de Dezembro estar con
atruido um com a forga de 8 cavallos ef-
tectivoa, para movimento de urna peque-
a serrara.
O autor garante mais que, em urna
rea de 10 metros em qaadro pie-se
construir um motor com a ior$a de seis
mil cava los dffectivos, forga bastante
para traego de um oouragaio de guerra
da priuaeira ordem. Tudo isto por meio
de urna combinagao de apparelbos.
Se realmente isto se verificar, como de
crer, pela habilidade de sea autor e pelos
resultados j obtilos, aa economas da*
fabricas serao fabulosas e, nesse caso, o
povo ser mais alliviado nos pregos dos
productos qje consom;
Dia a cEstrella Pelar, jornal que
ae publica em Pedreiraa :
c A floresoeote povoagao de Pjirairas
coota boje 185 predios, na sua maioria
bonitos e novoa.
Eotre eases ha 14 sobrados da archi-
teotura moderan, bellos e espacosos.
Em Deaembro do aooo paseado foram
oolleotadoa 103 predios, teodo se con-
struido em um anuo maia 81. E' muito
orogreaso.
Os italianos, verdadeiros elementos do
progreaso por tola a parte, tm contri-
buido muito para augmento de Pedreiras.
edificando, sobradla bonitos, e casas ter-
reas de aspecto lindo.
*" No bairro do Camp> Triste, muni
oipio de S. Jo3o da Boa-Viata, urna enor-
me caacavel aasaltou a nma pobre mulher,
por nome Anna Germana que andar a pus
aeio com sua filh-t Mana Qermana, de 14
annos, e outras criangaa de menos idade
Anua Germana correa com subs filhas,
peraeguidna pelo ternvel animal, que ai-
cangou a menina Mara Germana, e, en
lacando-a, den-lhe repetidas dentadas,
deixando-a em lastimoso estado.
A infeliz mog veio a fallecer horas
depoia.
Em Piracicaba, o Sr. Joao Paulo
de Almeida fea experiencia de um desca-
3ador de cuf de seu invento.
A machina off rece a vantagem de ser
muito simples ; ocoupar pequeo espago ;
exigir pouoa forga motora ; prodazir um
resultado com que o daa machinas at
aqui cachetelas nao logra emparelbar,
pois se calcula que possa el'a descascar
500 arrobaa de cat por dia.
A directora da Companhia Mogya-
na pretende inaugurar no dia 1 de Janei-
ro a nova eatagao do Serralho, no kil-
metro 245, entre aa e8tay5eB do Corrego
Funao e S. SimSo, que j est con -lu'da.
A Cmara Municipal de Cacapava,
dia um collega da capital do Estado, re-
presentou ao governo contra a paralysa-
cao das obro de reparos da ponte sobre
o rio Parabyba e o aterrado adjacente.
Achando-se Joao Bento de Soasa,
Joao Amaro e ootr s peasoas cagando as
margena do rio Tiet, comarca de Bariry,
por descuido, a arma de Joao Amiro dis-
parou, indo a carga empregar-se as coatas
de Manoel Das, que fallecen quasi instan
taen, mente.
Minas Ciernes
L se ro cPbarol de Juiz de Fra de
21 de Novembro :
c Dea ae ante-hontsm em Cfiapo de
Uvas um grave coaflicto, qae nos foi nar
rado da segointe maneira :
A's 10 horaa da noite, mais cu menos,
o capitSo Francisco Joaqaim Henriques,
ex-vereador da oaoiara municipal por
aquello distrito, sahia da casa de nego-
cio doa Sra. Ase vedo, Martina & 0,
quando resebeu ordem de pr8ao pelo sub-
delegado de polioia EYedenco Hanck Ja
uior, que all se apreaentou acompanhado
de diversos individuos, armados de foices
e cacetes.
O cupitao Francisco Henriques, desco-
nhecendo o motivo de semelbante orde-rt,
declarou nao attendel a por nSo haver fla-
grante de delicto algam, nem exhibir o
subdelegado mandado de autoridade com
ptente. Ponderon ainda qie nao havia
all offijial de patente igual ou auperior
ua para effactuar a priaSo.
Co estas palavraa enfare^eu-ae o sub-
delegado e desoarregou sobre o capitSo
Francisco Henriquea urna cacetada, que
foi seguida de outras e de foicadaa pelos
TttiiYSCRI CAES
/k Infancia do joro nllsmo
(Do Commercio de Portugal)
II
Como re paasoudos joroaea manuacriptos para
os jornaes ldipressos. oaa gaz^tilha-' as gaze.
tas ? Houve verJadeirimente t.-es generas de
traosicto.
Primeiro o Almaoach. A industria deGaen-
berg, alterna lamente protegida oa eotravarta e
perseguid pelos pnncDea, dead- p seo cornac1
qae poade ap^Jerar-se do al mana :h sem grao
des difti tuidaJes. A' arle de contar o tempo
(tradacao litteral das doaa palavas rabes il
manacn). oa calclos astro .omicea. a inrtici
gao daa (estas ecclesiasticaa, jootaram se ento
aa predicOea aatrolugicaa, aa noticias do anno,
as historias de. teiticeiras e de jadeos, aa appa-
rigOes maravilboaas, etc.. Bem dep.eassa se
Ibe reoniraoi tamhem commentarioa, dlgreifSes
exhorlagOes, de qae aa sellas relmioaas eos par-
tidos se serviram p-ira eapaihar soas i leiis ei.tr
as ina-sna populares. Era ama especie de jornal
aonaal.
SegaoJa tranaicao : bouve tambem compili-
c5es histricas relatan lo oa factoa do ann re-
digidaa de da a dia. Era a applicagao d ia>>
prejaa s amigas enroo.caa manusenpaa. Es-
tas compilares appareceram por toda a partt.
qaasi ao mesmo tempo. Na AHemaba. o Rea
tionam 'ii-tur ^a n oeotaphus, publcalo em
Coloma a partir de lo8-, e coja cbronolo^a vai
de 1576 a i609 ; o Hfercaria* a'lo heg redigio era Frjocfort. e qu^, publicado aonual-
mente a partir de liOi, ooa da da a da o nter-
vallo compi-ehendido eotre 1588 e 1609 ; em
Francfort igualmente as Relaliones-eme-'irale-
redigidas em la.tm e em all mo, e que app.ir-
ciam daas veze- por anuo na poca ui,s grdndes
fallas (1587 a 1650).
Ni I'a'ia aa iMemorie recondile de Vitlo
Siri (1601I6W). mina de uforfnac6a precio-
sas ; o M-r u io, qae 7ai de 1635 a 1655. E a
Frauga a Chi-ooologie septenoaire -ie Cayei,
danJoaa eohemeride* oo re uio de Hjiriqoe
IV, de 1593 a 1605 : este livro coniiaaava a
hronologie noveoaire- do mesmo autor, con
leudo as coujaa miiJ mjm raveis su cedidas
pelo mondo deaie 1589 at 1598; bouve em
seguida o M :r.:ure Irn or, publicado a iu.> por
anoo a partir de 1611, para servir de seiiaimen
lo, dii o titulo, a Palma Caye Dj f>cto, bouve
am iidi-e ch-onologieo. concertando o aono 1605
com o anno 1611. O Merco-e trancla
11789, a aes-iguagao jornal era forren e applica-
da as revistas t Mercarlos; a de gazeta, as fo-
Ibis de noticia?, mesmo dianas. Hojea pala-
vra gazeta Cdbio em degnso entre nos, sendo
(ubstioida pela designacaj : jornal.
A Ru38ia leve o aeo primeiro jornal em 1701.
A titulo de curio-Hade, rem-tnous com um
retrospecto das folbas peridicas mais antigs,
qoe p.md fx'>t*m na En*pa:
A Francfurter Postieitung, de qoe ja trata-
mos.
A Gazeta de France 1631, de que ba collercoes
complei-8;
A gazet-i i (Beial da Suecia, Postockinrikes Ti-
dning fonlida em tt ;
U Haartemsch Courant 1656;
A Gazeta de Leipsik, 1660 ;
A Gazett de Londres 1665. t

Em Portugal segundo a? ioveligar6j8 deli-
nocencio, a Gazeta em que se relatam as novas
todas que houve nesta corte e que vie am de varios
pontos, ele romecou en Novembro de 1641,
hean io nie 1647. Em 1661 enmcou o Mercu-
rio Fortuguez, sablndo ate 1667. E n 1715 co-
megaram as gaietaa de Jjs Freir de S ntar-
r'-y-' Mi'CarenroHB. f Bdo por tltnln ao prin^i to :
llistorta annual, chrnologtca e poltica do mundo.
K ii 1718 i cei; r: r, a Hf privilegio real, du-
ranie ate 1860, aano em qae a- Gazetas de Mon-
tarroyi acaharara com a mo-te do uroprietario.
H>av9 ooo privilegio da Gazeta concedido aos
offkites do mtniste'io doa ealraog-iroa e da
guerr., sendo reJig'da peo poeta Podro Alto-
nio Co'rea Garcao. E tjv suspensa a pobli-
^acio tesi Jaoho de 1761 ate Agost) de 1778,
em qoe, redigila por Felu Aoooio Gaatnoto,
conegoo a aahir regulameote com o titulo de
Gazeta de Lifboa. En Agosto de IHiO moln
de forijato e de titulo, pas ando a ser D'firio da
Regencia, c, dBpms da chegada de D. Joo VI,
Diario do Governo.
Durante o tempj da oceupacao franceta de-
pon de 1808, a Gazeta foi rengida em f anees
pelo lolendente de polica P. Lagarde. semo os
a-ti.'os tradozidoa para po-iugoez pelo offi nal-
maior da meima ioieodeocia Jeronymo Este-
ves.
(1) Tivmos entre nf3s o exemplo no
ru. jornal de utiUdade publca.
Des
Richelien e Luiz XI / commuma'am documen
toa de alta valia, conti-uou at 1638. Foi redi-
gido primeirinente pelo fundador, o laipreasor
Jean Richer; dupns or O ivier de Vergennes ;
depois, a partir de 1635, por TbesphraMe R-naa-
dol, qae acabava de fundar a Gaasite*. Ficcu
de memoria o luulo, que, retomado por Vis em
1672, veio a dar o famoso Mercare galait.
Houve tambem urca pub'i;: k;5o na mesma or-
dem de i leus, em que vanoa correios ti .rra-
vam em verso os successes do aono precedente.
Terceira ordem de iraasico : o* papis de
noticias ; de crer que apparecessem ao raea-
mo temoo qje os almau *ch<. Era o mala mais
natoral para mpresaionar as imaginagOea, para
exiorqutr dioheiro a carioaiaade popular, a pu-
blic-co de pormenorea 60bre quilqoer acooteci-
menio de gera, crime, roobo, etc. E' o que
anda boje se faz sob a -m* de narrac<3i8, ver
aoa, dilogos, la neotagOes, fa^oa, etc. ; este oso
vem dfsd os Boa do secle XV.
Em Franca eocont'am-ae tuoliacO-rS popula-
res deade 149. narrando a "airada do re aoj-
so senbor em Roma, a batalha que se dea em
aples ,et:.; na Allemanba. o d"-fc:b'imjoio
da America, guerras ejire francezeae allemaes;
na I:alia, terremotos, tempestades, ioucducoe*,
milagrea, aaaasainatos crois de creaocas bttri-
buido3 aoa jodeus, historias de feticera, o sobre
todo apresaos oaa guerras com os turcos.
O titulo ob que e-tas "-eiagOea se apreseniam
mais vezes o de Neue Zeiung (novos acontec
mentos), ata ultima p,lavra >m alie ni.o do or
te, Tneiding, en flamengo Tydoge, em nglez
Tnt litiga, serve ainda de titulo a muitos jornaes
d'aqoel'ea p >iz"8.
Um doa numerosos eacr po rte Luttero tem
nm titulo semelbante: JVue Zeilung vom Rein
1542.
Entre T6i eate genero de papis, avulsos 03
em ordem seguida, dedicados as massas popu-
lares tomaram o titulo de relagOes, u t'cia.
nova lnatoria, verdadeira bisto'ia, etc.
Sao bstanle notaveis as relacoes que no ae
culo XVII viram a luz em Portugal e oa Gatalu-
nba escripias na lingoa destes dona pajzes,
qoando ambos loctavam para sacudir o jogo
nespanbol; a Igua'dade de circamstancas tar-
nava Bympathicas entre si as duaa nogea e era
necesaano fazer coabeudos da popalacao o<
acontecimentoa congeneres que a Borle da guerra
la desenrolaode.
Nao era, de crto, esta urna arrna pa^a s*r
deaprezada pelos partidos polticos que u-.-ce.-si-
tavam eatabelecer propaganda.
Oa cavalleiros huguenotes eram mnitaa vezes
intrepldo8 portadores desta me*cadoria. Occol-
tas eotre a sella e o ca vallo, cozdas no forro das
capas, estas folbas circulavam ea Alleminha, em
Franga e na Italia, de envolta com oa pampble
tos, oa libelloa, os sermes, os rsalmoj de Ce
ment Marot, e serviam de correspjnde cia en-
tre oa Reformadas dos diferentes paizes.
Por vezes a gravara Ins p-eeta auxilio As
sim, por eienplo. aa estampas publicadas em
Genebra por doas lyonensesTo'torel e Parrsain,
"xemplares boje prJido?, porm reeditadoa la
xaosamente em tempos modernos, e qne outr'
ora levaram aos qualro cantos da Europa, com
sua legenda explicativa o supplicio ae Aduo
in Boarg, a caroificina de Vasjy, a batilha oe
Dreux et.
Na Flandre8 os calbolicos conirapunhara-lhea
por meios ?nalogo8 o Theatro daa p'incipaes
crueldades bereiicus .
Para dar aos papis avulaos o carcter do ver-
dadero jornal (aliava Ic.e apenas a idea de se-
quencia, o titulo uolfo-mo e a nome-acSo segui-
da. Foi em Aoven que eata invenjo se reali-
aou.
Oimpreasor Abraham Verhoe7en foi autorisa-
do pelos archidaques Alberto e Izabel, a i .tar
de 1605, com o privilegio de imprimir oa gra
v.r para vender todas as noticias (Alie de niewe
Tydingen), comprebendendo as victorias, eercoa
e conquistas ue cidades qn.e os ditos principes
uzessem eu anhassem. Coa.n se v, sao exce-
ptLaios os revezes. Ei3 o verdadeiro jornal,
cuja patfiafoi a Blgica.
No dominio h^pannol, cada commuaa leve a
sua gazeta.
Em 1615, um livreiro de Francfort, Egenolph
Exmel, publican semaoalrnente folhas numera-
das, a' imitagao desle, Jacqu's de Bl'gbden.
ento administrador das poetas imperlaes, fon-
dn no aauo seguate o Francforter Oberposta
miszeilung, ou gazeta dos crrelos de Francfort;
este titulo dama at 1652, poca em que passou
a ser Francforter Post Zeilung.
Laucada a idea, em poucos annoi se eslentfeu
pr-r toda a Europa. Em 1617,1619 e 1622 as
pnmeiraa gazeta8 de Hulanda appareceram em
Amslerdam, Ley de e na Hiya.
Em 1622 appareceram em Inglaterra, as Wee-
kley Netos. tralnccSo das gazetas hollaodezas.
Eti 1626 a Gazeta d'Hespinha. Em Franga, a
Gazette, de Renauaot, em 1631.
D'onde vioha eta pa'avra desusads at eo-
to? Ainda de Veneza.de Veneza onde desi-
guava urna pequea moeda, a gazetta, cuuhada
em 1536, e que era, diz-m oa lexicographos, o
preco ordinario de am caderno de noticias cor
rentes. Este n'rae, segundo Menaje, pasaou
depoia a desi;nar a prop-10 caderno (1). Os ve-
lbos dicciooar oa accreaceotam : Chama or-
dinariamente gazetta orna mulher que sabe to-
das as novidades do bairro, e qae vai publica! aa
a todas aa pessoaa do sea coabecimento.
Por muito lempo hauve dlstinccSo bem sensl-
vel entre o jornal e a Gazetta. O jornal, se-
gando o Diccioaarlo da Academia Fraoceza (ed.
de 1672) imprimla-se todos os mezes, para dar
coot- dos livros novoa e noticias publicas, a ga
zeta, no uiser do mesmo diccionario e de outros,
REVISTA lAKIA
Submermao do lavary R a o qae
acerca do Javary es-reven Gazeta de Noticias
do R;o de Janeiro 23 de Novemo-o :
Na meij do da o Javary. a Trajanc e a
Guananara travaram cinhoueio com aa bate-
ras de Nictberoy e com o forte de G-agoat,
reapaudendo estes seguidammie aoa disparoa da
esqu. dra.
Deveria ser 1 hora da tarle, viu-ae de trra
rep^atinameote qae o Javary fazia signaos pe-
dindo sociorro, e effecitvameote, de.ntro de pou-
co, de junto da esqaadra inniram trea reooca-
aoqual dorea oa lanchas, que debnxo do fogo "e fazi-
lana do li toral ae aporoxirnaram d'aquelle vaso
de guerra eatraciam a elle.
Hivia de certo qualquer accideaie grave,
porquanto os renovadores, depoia de passarem
aseslas ao Ja?a-y fo*cejaram portiral-oda
poaiao em que ae acbava e conuuzl-o lalvez a
iuga'em que podesse encinar.
Ma a 'uarde vasaote era fdrttssima e op-
punha embarazo insuperavel ope-af), e o
Javary mergalhava a olooa vistos, como ae ea-
tivease a faz-r mura agua.
Aa lanchas procederam eoto baldeacfto
de m-tralbadoraa, mujlcoes e gente, pare'eudo
perd la toda a esperaoca de salvar o navio em
grande pengj.
Effeciivmete a catastropbe catava immi-
neote.
A proa do navio mergulhiva maia accentaa-
damente. e a agua, passando pelo cont), dava
ja pelas pernaa dos poneos ratrinne.ros qae
amia al 1 ae achavam. Estes no ultimo momen-
to anda qnizeram lar o derradeiro sigoal d
r.-.-; leo 01. e diapararam os dous groseos canbOes
qae se acnavara carregadoa.
A hora trenenda soira.
Eram 4 da arde.
A pri mergolhoa anda mais, a p ia do
eocouragado soerguea-se, elleem seguida ador-
oou nm pouco e samia-se as aguas da ba-
ha, deixando a fluctuar no sitio do desastre os
fardos de algod&o qoe tioba no coo?ez como ga-
ranta contra a metralba doa adversarios.
Oa rebocadores e lanchas que o baviam soc-
corndo, e que segundo parece, silvaram toda a
guarnigao do nata, assim como alguna pet*e-
cnos bellicos mais leves, artiram em a>guida a
todo o vapor para junto do AiUdahan, despe-
jando para Ierra as saas metralbadoras e ca-
nhOes-revolver e travando com as forgas do litto-
ral um tiroteio reobidissimo e medt-nho.
Seria difficll precisar a causa deste desas-
tre, e as verefies varlam muitiasimo a semelhan*
te respeito.
Oa ohaervadorea do Caste'lo as'eearam qoe
o Javary acabava de receber oa prfja urna ba-
la a tirada pela for ia eza de S. J o, quando fez O
primeiro egoal de que soffrera avarias gra-
ves.
Outrn3 sao de parecer, v3ta da posicio do
navio, que elle nao pade'a ter receido n'esse
lugar ama bala de S. Joao. e que foi o caahao
Bauge das bateras de N:c li-rcy 0 causador do
uDihii que Ibe abra agua
Ha ainia qoem Ibe acredite que, atienta a
fortaleza da couraca dease vaso de guerra, ecou-
side-ida a distaocia em que elle se achava, Quer
da S Joo, quer de N cteroy, nao poderia um
oroje:ti! cac8?r-lbe tamanbo damno, e explicam
o facto. cu por dcsaranjo grave das vlvulas de
suhrr eraso, ou por desconjunctamento das cha-
pas do navio, ja velbo e e.-tragado,desconjun-
ctamento aggravado pelo abalo dos gossaa uros
que disparen oestes ultimes das.
Ja se v" que nada podemos bfl-xar sobre a
verdadeira c uaa do eimstro.
Faculdade de Direito Comecaram
hontem as provas oraaa da 2" serie, jarnici e
do 5- anno, continuando as da 3* seria jn-iica,
da 2* social e do 4- aouo.
Eis o resultado os actos hoot'm realiaados :
3 sene jurdicaAogasto Silvio Brrelo e
Joi) Duarte de Barros, plenarce?! erj) tolas as
cadeiras ; Alberto da Silva Miranda, plenameate
em direito civil e slmnleamente oaa oirras ca-
deiras', Ambrosio Machado da Caoba Grvalcante
Jnior e Maaoel Al/es Prea Togal, simplesmea-
te era todas as cadeiras.
2 serie socialPedro Alexaodriio de Gas-
m), d 3tinccaj em direito internacional e ple-
namente as out ascadiras; Pedro [nacia Tne-
modo L8sa, plenamente em todas a3 cadeiras;
Genuino Ama:onae, dem ; Jos Luiz da Silva
Tava-e?. simpleamente em tolas a? caleiras;
Libanlo Siquira Santos, ideo.
Companhia de Trilbon Irbanos do
Recire a Olxada e lieberibe.1 come.ar
do da 3 do corrente, o irem do rama! de Bebe-
ribe, parar entre as estacGes da Estrada Nova e
Eocruzlhada no ponto indicado na tsboietaPa-
rada, sempre que houier para sallar cu subir
pasaageiro.
Curso annexo-Nes'e cersj bavera boje
exame oral de geograpbia e de anth.metlca as 9
hars da manha.
A's 11 no-as aera chamada a segunda tnrma
dos eatodantes inscriptas para prova escripia de
geog'aphia.
A nanea d<- geometra come^ara a faoccioaar
a 1 ho'a da tarde.
Es o resultado dos exames feitos hontem nes-
le corso:
nglez
Sebastiao d'Apparicio David Meaeira. plena-
mente.
Franciaei de A'aujo Lima Sohrlob-. idem.
Osear Doarte de Barros, dem.
Julio Gesano de Mel, dem.
Miguel Aigelo Peregrino, idem.
Mamel Hygino deOMveira, id^m.
Pedro Baptsita de Oliveira, idem.
Alcidea Joai de Barros Falcj, ideme
Alipio Talles de Meoexes, simplesmente.
Luiz Villares Fragoso, idem.
Manoel de Mello C>rdeiro, dem
Jas Peto, dem
Beoda da Alfandega do Rio de la-
neiroA Renda dessa repirtigo (01 :
de 1 a 16 de Novembro de
91 3:628:9761954
em igual periodo de 1891 3:5,9:803416

-
V
"
1' I
-

Maia em 1992
79:173*538


Diario de Pernambuco Sabbado 2 de Df zem&ro 3
v
*
Guarda NeionI-No Diario Oflicial de
18 ae Ooeinno al uoo, bootem caeaauo, l se
que por decreto de 6 foram noroeados pra a
Guarda Niciooal do Eslavo de Pe-narnbocj :
Comarco da capital. 2o batalbao de intacta
rii T-ceote-co'onel com nsniant-1, b cbarel
Beoto Borgea da Fo seca Pilbo
6 batalnao de infamaraTeneote coronel
coromandante. Austrecliano Pes Brrelo
I* corp manante, Jos Oltoni Rioeiro Praoco.
Estado maiorMojor-oscal, Abilio Gomes de
S Noae.
B'igada de artilhariaCoronel commmdaote,
Dr. Alexan.re Soasa Pereira do Carmo.
Poi refrmalo no mesmo posto coronel-
Commandinte da brigada de art:lbara da guar-
da i ic-ional da capital do Estado de Peroamba o
Antonio da Conba Peral a Ballbar.
__Poi decla'ado pern effeito o decreto de iO
de Fevereiro do correle anuo, na parte em qu*
nomeua o eidado Sebasti&o Maooel do R-go
Barros para o posto de tenenie coronel com-
mandante >'o ? corpo de cavallaria da gaardi
nacional da capital do estado e Peroamba'0.
A Equitativa As apolices dotaes desta
8ociedaae seg iros de vida. d>- New York, rea-
deram no anoo de 189* de 6 e 3/k a 7 /. de ja-
ros, alm da devolocao do* premios pagos.
Pcilru-ii brande na Surbonne-Oi
rnssos no sea passeio atrave de Pars pararam
na Sorbonne em plma febre dos irabalios de
traosfo-maco e eograadecimeoto.
Eoconuaram or tola a parte vestiiios da ao-
tiga Sorbonne que Pedro-o Grande visitn cor
occasio da soa viagem a Pars em 47*7. O im-
perador da Moscovia, como entilo se cbamava ao
Ca', tirba Acido maravilhado as suas visiias
Academia real de pintora, aos Gubelios, aos
Invlidos, aa Jardlm das plantas medicioaas. ao
Palacio das moedas. etc. Mas a Sorboone reser-
vav.-ibe ama surpreza.
Os doctores diligenciaran! nada menos do que
abalar a sua -eiiiao e faser-lbe acceltar nao
compromiso tendg como resltalo reunir em
ama s a ig'eja latina e a igreja grega.
Foi entregue ama memoria ao czar. Pallava
se alli das liberdades da igreja gaoleza, da sob-
miseao deviJa aos coocilios e da medida le obe-
diencia que podem eligir os julRamentos dos
pap-s. que oo -o a'ligos de f.
Os autores nao coosegai-am seoao desagradar
a Roma sem ao meos ioleressar o czar.
Htm n'es'.e plano, dii Voltaire; assn rpt03
de poltica qua elles nSo enteod-am, e pontos de
controversia qao diziam enteader e que cada
partido explica como Ibe aprat. T.-atavi-se do
espirito Saato qoe procede do Pai e do Filao, se-
fondo os latinos e que p-ocede boje do Pai pelo
libo secundo os greos. depois de nao ter pro-
cedido por mono lempo seno do Pal; cit?vam
Santo Eidplunio que diz qae o Espirito Santo
nao pai no Filbo, nem neto do Pai
Pedro o Grande, que s nana uin tim : fazer
do seo povo anda no estado brbaro, urna g'ao-
de naca) civilizada, o5n se deleve a discutir San
v to Epiphaoio Agradecen com boodade aos don
^ares e disse-lbes que fallara no assnmpto aos
seas bispos, resolvido ofioil a oo dizer urna pa-
labra a tal respeta e a nao perturbar a paz re-
ligiosa do seu pati-
na os autores da proposta nao espenram se
quer a volla do zir aos seos estados pa-a oiri
girem a sua proposta ao clero rosso, que ib'a de
volveu deiicadameate.
Voltando Ruasia, Pedro o-Gande para Boce
gar o seu cirro, insiituio a festa eomica do con
clave.
m tal Sotof, cslligrapho, de cerebro daeiqui-
librado, que liona en qo* j :lgava por est^ facto bauer merecido as
BMM alias boor.s, foi escolbido por Pedro para
desempenbar o panel enneipsl da comedia.
Sotof foi feto laness papa, com d.)us mil ra
blos de pen*a ; urna casa em Pevrsburgo, bo
bairro dos Ta taro?, ibe foi dada como residen
c;a.
Os bobos installaram n'o com grande ceremo-
nial e qoatro gagos dicassaram. Os c.rdeaea no
meados por Sotuf paruram em procisso, levan-
do o -. u pipa freote do conejo.
O alcool tioha-lbes si o dado a larca e a pro-
Cissao embriagada, provocava ailaridaie dj nal-
tido qu-j se agglomerava sobre a sua passa
gem.
Sotof tese dous succesore*; depoi- esie cos-
tnm.\ nao ionio razao de ser, cabio no esqueei
ment.
Societlnde I inio Commerclal-Es
ea BOCieaa le iromov para amaub urna fesia
em soa afde social que se couipora dfl urna ker-
messe e am rereio dcplo.
Angommos urna noile espiendida para socios
e convidad s.
Somos gratos ao delicado convitj que nos foi
enviado.
O lildador Recebemos o n. ii dess9 pe-
riouico da ci lade da Victoria.
Laolorna Uagica Distriboio-ae o
412 dure pe-iodico livre e homorHco.
Saiular remornoL-36 no Joroal
Comrne'il) le L sboa :
saluiar e... restitni ivo remorso : y
Hacuisa de treze a in8, pouco mais ou me-
dop, fjram roubados vanos e arih-ti^os ooje'tos
de ou'O ao sr. D M noel P.-ro de Foys de Val-
ladares e Mala, com solar prximo '-ojt'o CAfii;
fo: calculado o valor do roubo em 3:i3000.
Dada quena as autoridades eniraram es
tas Las competentes investigagOe*, mas, como
nao kh paasasses do camoo das nusoeilas, f j de
opin.oo mostree preclaro (id Igo qoe a juslg
houve-se oo- bem Batatar seus trabalbos aBm da.<
sospeitas n-io Kem mo estar p-sso^s que co u
ellas nada UVrSseo e que. coiLtilo, por e.-t Cessidade ,> estenler a re e, poJessera uano
bem .-er apnmiadas. Proceder oblissimo, e ^e
elle se iem ligar a lidima es'irpe de sua Exc.
ella qae se liga a elle e nao e'le a ella.
Un da erura, porra ao regrs:.r de uooa
cacado o oobre Hdalgo, procorado pelo pres-
bjtero sr. jTonymo Jos M^rt nho, que Ibe en
trega os o jestoa r abados, .acrele ctia o '4:e
Ibe tinham sido enviadja por nm wi collega,
parocbo &e ama das fregus' :s de Villa do Con-
de, o qual o* rtcebe-a le am seu paro-buno
que le cjnfessara o roubo e a qa--m aonsetia-
ra a restituigSo. O mais : o divino e irredactl
Til sigilo de confisso, para quem comprenende
estes casos le coosciencia, qoe aQaal, sao lam-
bem de bonr .
E'claro qo a b'zarna do Qlalgo nao nodia
faltar a soa loeica : D. Manuel maodou eotregar
metaie ios oojectosao arrependilo, ma'.dand !
fazer com a oott, a um oorives de Braga, ama
coroa para Soasa Sentiora do Resgate, de Villa
do Con 'e.
Ab bellos 'reos estes da boa, da pidos
e da antiga al na p utugneza I
Fallec meato Ap* longos aoffriaieatoi
fallacen bontem Carlos Augusto Carn-iro Moo
teiro, qne po 26 annos exerceu o logar de guar-
da da Alfandega.
O finado g)-ou sempre de bom cooceito, quer
dos ebefes com quem servio quer dos amigos
com quem conviven.
O enter'ameoto ter logar boje = 3 4/2 horas
da tarde, S'ibiodo o fretro de saa residencia a
roa BarSo da Victoria n. 21
Telegrammai retido*Acbam-se reti-
dos na estagio do Te.legrapbo Nacional os es-
gnlntes telegrammas :
De Macahjba. para Francisco Tinoco, por Dio
ser conbeoido; de Natal, para Uario Baretto, por
ser descoohecido oo logar indicado ; e am aviso
para Adolpbo T.qaes.
Enrola PropagadoraBis o resultado
dos exames do Curso Preparatorio dessa es-
cola :
Portuguez
Anna Margarida de Sooza Costa, Amelia Ce-
mentlna Pereira de Carvalbo, Zolmira Gomes da
Fonseca, J .-epbina da Silva Campos e Hara
Caerobioa de Accioly Cavalcanti, approvadao
com distiaegao,
Argf mira Ciementina de Cassia Soares, Jos
pba Au-elia Cirneiro da Conha, Mana gueda
Pereira de Britto, Sebastian Nogueira da Silva,
Maria Paulina Crrela de Mallo, Jua Augusta
Feroandes Dantas, Mara Bolina Pires Perreira,
Ada'gisa Soares da Costa e Silva e Lourentioa
Esmeralda Je Albaquerque, approvadae plena-
mente.
Lydia da Motta Siiveira Ramoa, Antonia Leo-
Soldtna de Mello, Josepba Pe tosa de A'meida
arroa, Alice Ignex Poggi de L?mos, Cscili
Ero'bildes Soarea, Hercllla Antinla de Soun,
Carolina Martba de Mello R>biro, Rita Alvea de
Assompjao, Leopoldina Severma de Oliveira,
Flavla Alvim de Madeiros, Maria Luiza Po*to,
Maria Petrooilla Porto. Albertina da Motta Ri-
beiro. Camilla Carmella de Mello Leite, Maria
Heariqaeta de Alcntara Barroa, Jolina Mara do
n.
do
Nascimeato e Mana Soter Colombiei, approva-
das.
lobabiiitadaa 7
Reprovkda 1
Nao respoolea chamada 1
Anthnutica
Aona Margarita ae Soma Costa, A-geoi-a
eoaeotioa de Gassia Soarea, Ly la da Motta Sil-
veira Hamos. A ic- Poggi de L- nus Hercilia Ao
'onina de Sooza. Josepba Aurelia Carne ro da
Caoha Amelia Clemenina Pereira rfe Garvalhn,
Mana A.'ueda Pereira de Biitto e Zoimira Go-
ne, da Fonseca, e Jolla Aooaia Pernandes
Dantas, approva! s rom distiocgSo
Pnlomena Mana Monteiro Lds, Maria Ealina
Pires Perreira, Adalgisa Soares da Costa e Silva,
Seoagliana Nogueira da Silva. Laereolma Esme-
ralda de AlDuqu-rqoe. Albertina Maria da Mola
Ribero, Marta Cberaotoa A:ci iy Cavlcante e
Joaooa Carolina da Silva, approvadas plena
mente.
Maria Paalioa Cnrreia de Mello, Maria dos Sao
tos Oliveira Saita Rosa, Prancisca d Sonta Per-
reira, Josepbioa di Silva Campos, Rita Alves de
s-UDpg4o. Leopoldina Severioa de Oliveira,
Flavia Alvino de Medeiros. Francisca das Cbagas
Ribeiro M^ria Rjsaliua dos Praieres Alcntara,
Maria Heriqueta da Ale otara Barros. Camilla
C. de Mello Leite e Iaalina de Araojo Lobo, ap-
provau'as.
Inhabilitados 3
Faltaram 9
Calltgraphia
A'.m Margarida ue s.juzi Casta, Argemira
Clemenlina da Cassia Soares, Lydia da Motta
Silveira Ramos. Josepna Aarelia Caroeiro da ,a-
nba, Amelia Clemenlina Pereira de C Maria Age >a Pereda de Bntto, Mana Paulina
Crrela de Mello, Z .luir Gomes da Poos^ca
Josepbioa da S-lva Csmpos, Pbilom na Mara
Monteiro Lias, Maria Laiza Polo. Ltareatiaa
Esmeralda de Albuqa-'eqas, Alberilaa Mana da
Mitta Rioeiro e Mam Cberobina Accioiy Caval-
canti. aDprovadas com distmcgio.
Alice Iq-z Pogei de Le no,, Hercilia A. de
Sooz*. Sebastiana N da Sl gao. Mirla E. P. Fereira, Flavia A. e Meoeiros,
Mana Petronilla Po t) aporovidas plenamente
Carolina Manha de Mello Ribeiro, Mana do
Carmo de Barros Brrelo, Camilla Carruella de
Mello Lene e Josioa Mna do Nascim^oto, ap-
provadas.
Faltaram 8
Dezenho
Aooa Margarida de s. Costa, Argemira C. de
Cassia o?res, Lylia M. S. Ramos, Aice I. P. de
Lemos, Amelia (i Pe-ei'a de Carvalbo, Zolmira
Gomes da Fonseca e Laorenrtna E. de Albu-
qaerqoe. aoprovadas com distiocgao.
Hercilia A. de Sooza, J>sepna turelia Caroei-
ro da Cooba, Sebastiana N. 'a Silva, Mana Pau-
lina Correia de Melln, Josephia da S. Campos,
Mara Laiaa Po-to. Miria Cnerubiaa Accioiy Ct-
valcinti, app"Ovados nlenamntj.
Maria A. P. <*e Britto. Anna dos Aojos Cr-
rela de Mallo, Mara Eolina Pires Fer-eira, L-o-
poloiua Aagelica de Azevedo, Rila Alv-s d'As-
sompgao.PlaviaA.de Melei'os, Alalgna Soa-
res da Costa e Slva Marfa P. Porto, Aloertina
M. da Malta Ribeiro. Mara da Piedade Tavares
de Oliveira, Cam Ha Carmella de Mello Leite,
Joslna Man do Nascimeoto e Mara Soter Co-
loojbez, aparovadas.
inhabilitadas 3
Faltaram 3
Msica
Pmlomeoa M. Monteiro Luis. HerciliaA.de
Souza, Aren iira Clemeotioa de Cisa>a Soares,
Amelia C. Pe-eira de Carvalbo, Zolmira G. da
Funseca. Anoa M. de Soua Loata Lydia da
Moita Silveira Ramos, Altee Ignez Poggi de Le
mos, Mana R.>s.tlioa dos Pazeres Alcntara e
Maria CberuDioa A. Cavalcaot., approvadas com
ditincgao.
Josepaa F. de A. Barros, Josppha A. C. da Cu-
nh i, S-haitiana Nogeira da Silva Mara E. Prea
Perrera. Adalcsa Soares da Costa e Silva, Jo-
slna Maria do Nascimeoto e .Mi n .Soler Colom-
bif z, app'ovadas plenamente.
Mana gueda P rera de Britto, Maria Pauli-
na Crrela de Mello, Josepbina da Silva Campos.
Ma*ia do Carmo de Barbos Ba'reto, Leopollioa
Anglica de Azevedo Flavla Alvino, ^e tedeiros.
Albertina Mara da M ;l a Ribei'O. Maria Henri-
qoea de Alcntara Barros e Camilla Carmella
de Mello Leite, approvadas.
1: -l i l.lid (
Faltaron 3
Paga se em comalia-is apolices
de seguru da Ejuita.iva sao pagas sem con-
sulta previa osa matriz, immediaiameate
ios o recolhlaeiito das provas do bito do ee
gu-ado
liii'-ni'ii Hunical ?ernambucanu-
E' hoje que tem lugar o sarao musical o dan-
gante d'essa sociedade.
a parte musical constara do prograrama que
em seguida enseriruos :
1.* Heimann. huvalicr "relon, ouvor'ura pela
orchestra sob a direcgo do Sr. Santino
Pinto.
2. C. Gomes -11 Goarany, cango del aventu-
reiro, pelo Sr. Siiut Albos
3. Serenata de Br>g- para violinos pelos Srs.
Orlando Paiva c S. Pinto.
i. Marche H -y 5/a-balata pela Sra. Desde-
mona.
o.'Aucar de li lune -quar e to de violioo,
aua, cliuini'tte e piano, pelos Srs.
Santino, Joao de Albuquerque, Bandeira
Filho e Elias Pompilio.
6 MassenH -II re de la hora romanza de ba-
rytono pelo Sr. Sant Atlios.
7" Sarosite Les adieux, melodie de violino,
oelo Sr M. Cielo
8. KtJi*-Ii Trovatore Qual voce do de ba-
ry ono e soprano pelo Sr. Allios e a Sra.
Desdemona.
9." Fte. Carnaval de aples, pliantazia de
II iu a pelo Sr. Joio Alves.
10. Verii -Geovana d'Arco, ouverlura pela or-
elies ra.
Os acompanliamen os piano elo a cargo
dos consocios ^andeira Filho e Elias Pompilio.
A festa ter comeco s 8 1/2 horas da noite.
Secreto Fnniiar da Torre & t
couvoca la ama seasio ordiuana dsssa socieda
do para miQba, as 11 n.r .s da maoba, na res-
pectiva -ele. atlm de seem resolv los a (.sum-
los mDortantes, referentes ao sa-ao que se acba
mari-ad^ pa'a o da 7 do orrenie
E' le prseumir qae comparegam lados os ao
CloS.
Alfandega Hoje ser'io nagis nesta reoar-
tigao as lolbas de junga fsderal. repartigao de
saude dos portus, aposentados, capatazia e olli-
ciaes rpfrmados.
i crlanca no um povo alegre, pjhio, amavel, benevolente e
ameoo, e, o que val bem com com essas qoali ia-
des. amando a infancia cima ae todo; ple di-
z.;-"--e om razio que o imperio do sol oasceute,
o Paraizo das cnangas. No Pooular Ssien-
ce Montnly. pnoli-oa o D Eastlaka um es ulo
dos mais ioteressantes sobre a v, la no Japao,
no qoal se encoatr.im maltas inforoiagOes sobre
as c langas naquelle p rz
lo si-o coooego da vil da crianga manifesa-
ae o amo- que cada um tem por ella, qae a
preocmpjgao de todos os iosanies. Quandocbe-
ga os cem das de Hade, un dlvertimento e
occasio de ama fes'-a de familia, em que ella
tem o primeiro logar. Os pareotes, os amigos
vn le cajoler* trazer-lhebrioqaedos, vestidos,
pistis, preseates em dlnbetro E' a idade em
qae as classes pobres ae considera que o bp
ple ser levado amarrado as costas lo irmo
oa irma, desta mais freqnentemente, emquanto
ella esta desoccopada, para ir assim gozar do ar
livre,
B' necessano aotar que a aaade da cianea
obecto dos maiores cuidados. N5o s o aleia-
mjotO multo prolongado, tanto qae se v a to-
do o momento cnangas de qaatro aonos deixa-
rem o bnoqoedos em procara do sen materno,
como na poca da dentiga > faaen as criangas
comer peixes e pequeos crostaceos oara forne-
cer-lbea a ral de qoe precisam. H empeahoem
desenvolver a aaa masectatara: para aa crian-
gas daa familias pobres palo menos, desde qoe
ettio bem Armes, se babitoaoo a traxer om pe-
queo fardo amarrado as costas, fardo propor-
cional sua estatura, e co|o peso se augmenta &
prooorgo qoe creacem. Tornara se assim vigo-
rosos carregadores qoe admira encontrar sob a
deoil coosiuu gao dos japonezes. As pratlcas ja-
ponezaa, em 'ela.aoaoB cuidados dispeosadoa
aa cnangas, tem sido largtmeoie demonafadaa.
Se ae allode ao qua diz Purakami oo gconomis-
ta fraacez*, v ae qoe a mortalidade mfaui1
extraordinariamente pequea no Japao, o qne
faz com qae a populagto ab! augmeoie mais r-
pidamente do qoe em qualque: oo'ro paiz do
mundo ioteiro. Nao oasiem aeoio 30, 2 crian-
gas por mil habitantes, mas nio se ooiam se-
uko 276 morios em cinco annos ecbre mil, em-
Jaaoto (jo- em lempo anlogo da 34(2 em
ranga, 235 na Prosaia, 113 oa Rass a; por ou
tra parte all o&o ae coott aeoko 20,2 ensogas
mortaa em mil casos de bitos, quando em
Frang i esse nrmero e de 23 8 e na Rossia 35,7 -
Por piuca intimidada oa vi la qootldlana do
Japao. v se immediatameots qae lagar impar
tanie celia lm aa c-iaocas e q amo se interes-
san pelas suas distracgOes e pequeas alegras.
Em toda a cidale, ha umi aene de negociantes
e mercadores qae lm por aicos clieates as
criangas. Ha especialmente ama c rta ciasse
qoe ae encoatra pelaa ras levan lo nos bombroa
a moda japoneza oa cbioeta, iato as doas ex
tremidaaes respectivas de am bamb honsontai,
doos (orno8 em que queimam carvao de ma-
dera.
Cbegados ao centro de ama roa em que teem
clientella, Ucam logo cercados de criangas. Pela
pequea quaona de um ou doos rea (o ris va-
le o dcimo de um soa oa 4 centi nos) cada om
..'eiles ple lera sua disposigloama massa per
famada e urna colber, e tem tambem o direUo de
fater coziooar essa massa sobre urna placa de
ferro liso que corj o forno, dar-lbe a forma
qae Ibe approuver e a comer depois de bem dou
rada e em torrada.
O 'un lo do commercio cooata de tubos de ta-
quara e orna eso-.ce de ma-sa de cevada e para
saiUfaxer os bpob cuentea, o marcador, o a'tiata
(porque o ga 11 eerteiro se eocootra oo mais
mfe-ior horoi-m do povo) pQa um pouco da mas
sa oa ponta da laquara, sopra-a para dar Ibe a
forma a gesto do comprador.
Este explica o qoe qner. b-vbole'as, flres e
ootroa ob)ectoa e deoois de admirar a obra na
anal se maoifesta o malor go to artstico, devo<
ra a, sagorado-a pela taqoara e assim nao ea-
gordura oa oedos.
Aa criangas, f*a das feataa ordinarias rell
gicsas, em qae ba sempre jogos a ellas desti-
nados, barracas de mercadores de brinque los,
ic., teem cada anoo duas fe-tas especi es Ua
o Sekou oo o dia dos rapases, celebrada a 5
de Maio. Cala um dos rapazes recebe mesen-
les e ig-a-se para cada om delles, em orna gran-
de vara a o tecto, orna enorme carpa em papel
e cores vivas. A festa das meninas a *Onl-
nasaoa oo a gloriosa densa daa meninas, e rea-
liea se a 3 de Margo. Pode dizer-ae que o
g-ande da daa booeoas: com os seus mais bel-
los eofeitea tambem preparam a soa casa e do
am coa.
Apezar da profunda affeigo dos japonazes pe-
las cnangas. elles a nao demonstram cono oo-
tros povos; maito raro ver orna mae japoneza
oeijar om I h.o, anda qae elle sejamait>pe-
queno, irmaos e i-ms nu ae abragam. oo se
acariobarr, as Irm&s aviatam-se a certa distan-
cia dos irm&os.o qoe nao Impede de se banba*
reno juntos, sem que ninzuem os posea cen
eorar.
Os p-incipaes annos de orna menina ?3o o
tercriro, o stimo e o dcimo quinto, em que a
coosideram como mu'her ; oa de om menino
rao o terceiro o quinto e o decima quinto, era
qae eolio am bomem.
As cnangas vo as escolas em commum al
aos seis anooa, aa mogas eatodam oito annos de
grammalica e loas oa trez Da escola normal
supplementar, os rapazes continan as escola
espe'iaes. Na edacagao mora! e praiica a ma-
neira de Dilerot, fasem conbecer s raparigas e
aos rapazes grande numero de cousas qoe on-
tros povos tratam de occoltar-lbes cuidadosa-
mente.
Pharmaceatico entrou as 81/4 da mauba e sa-
bio ?s I da tarde.
ajodante, en.roa s 6 1/1 horas da maoba e
sabio s 8 t|fc da urde.
Cemiieno PublicoObituario do dia 3o
de Novembro :
Bsllarmioa do Mooie Donata, Parnambuco, 20
anoos, soUeira, S. Jos.
Clemeotioo, Pernamooco, 8 diis, Santo An-
tonio.
Jos Baptiti do Reg, Babia, 40 aonos, sol-
t ro BoaVisia.
MaMa da Coaceigao Branca, Pernamboco, 2
aonoa. Grica.
Aotoni i Faijo de Oliveira, Pernamboco, 30 an-
nos, cafada. G aga
Enobrcfin Alves do Nascimeoto, Pernambo-
co. S das, Boa-Vista.
m feto do aexo remeoloo. Recito.
Ciaudioo Jos de Miranda, Pernamboco, 70
anoos, casi io, Vanea.
PERNAMBCO
Gaixa Econmica e Monte de Soc-
coi i o de Pernambuco
nalanceies em 31 de .V'oemhro
de 1S93
CA XA ECONMICA
Activo
Alfandega de Pernamboco 4.12:302130
Monte de soccorro c/ de passagem 15:071 >90
Caixa 816*000
4.138:189*920
Posstco
Depsitos em contas correntes 4.138:189*910
MONTE DESOCCORBO
.Aerx
Emprestimos sobre penhores 97:67?*716
Movis 6:126*627
Apolices do Estado 1:000*000
Despezas geraes 23:293*690
Caixa 4:109*330
Do Rec feAggravaoies B.-cwos & C, aggra-
vado Raobael N m Camello Pessoa.
Couflicto de iorisdicgaj :
Ao jois Galvo :
aotre o ju z de direito do civel do Reclfe e o
inspector da Alfandega.
Appellagoes crmea :
Ao jota Almeida:
Do R8ClfeAppellante Manoel Candido Bezer
aa, appellada a jostlga.
Ao joia Carlos Vaa :
De TimbabaAppellante Joaj Seraflm do
Esnirjto Sanio, app-liada a jastiga.
Appellaco commercia!:
AojoizTeixeira deSa:
Do Recife Appel ante Manoel O'ymnio de
Barros Costa, suc essor de Jos Joaquina Perrei-
ra de Sooza, appellado Pe (ro Emilio Roberto.
Eocerrou 8 3 a sesso a 1 hora da tarde.
SPORT
prog-
132:20**363
Ciaameai* civil O esenvoo de a-
sameoios oas (regaexias da Boa-Vista, Graga.
Pogo da Paoella e Vanea, affixoa oo da i do
correte, na repartigao do registro a roa do Im-
pe.rtdor n. 41, primeiro andar, edita! de pro
clama de calamento dos seguales contra-
nentea :
Primeira publicagSo
Jallo Francisco Regs, com Lilia de Siqoeira
Bastos, solteiros e moradores na fregaezia da
Boa-Vista.
O escrivSo de casimentos que faneciona
noa districtos do Recife, S. Jos e Aiogadas, afli-
xoo oa repartigio do registro de casa-nentos, a
roa do Imperador o. 75, primeiro aniar, edi-
taes de pruclamaa de casamentos dos segoiu
tes contrabent-s :
Segunda poblicagio
Jis Das de Almetda, naiaral de Portugal,
commerciaote, rom Felismioa Monteiro da Silva
F gueiredo, naiaral (teste Estado, vtavos e resi-
dentes na freguezii de S. Jos.
Jos Mariobo dos Santos, artista, natural des-
te Estado, com Tne-exa de Albuquerque Su-
ruagy, natural do Estado da Parabyoa, eolteiros
e residentes na fregaezia do Recife.
Jacob Fraa^lsco de MelL, viuvo, sapaleiro,
com Mmervina Maria da Conceigo, soUeira, na-
tarFes deste Estado e residentes na fregaezia do
S. Jos.
Primeira publicago
Joaqaim Googalves de Azevedo, natural de
Portugal, commerciante, residente na fregoeiii
do Recife, com Joaquina de Albuquerque Mello
natural d"s 6 Estado, residente no municipio de
Dunda, solteiroa.
Alfredo Diamaotlno do Torres Bindei a, nalo-
ra'desto Es'.ado.encrivao, resileote na freg.-
zia de Santo Antonio, com Felismina da Fonseca
Galvo, natural do Estado de Santa Catbanna
residente na fregaezia de S. Jos, solteiros.
Cuaco Esse paquete da Companhia des
Meisagenes Martimas, devia ter sabido boa en
8 3 hora- da tarde do porto da Babia, conforme
commuacago] talegraobica recebida pda r< s-
pe'-tivi ageuuia oeste Eslado.
D 've a aanti -ci r em noaso porto amanb.
peeiori* da *. diairieto mirl
II noBecife, 30 de Novemb'o de 1893.
Boletim meteorolgico
floro Tero, centt- Barmetro Tenso do
Passivo
Capital
Caixa econmica c/ passagem
Saldo> de penhores vendidos em
leilao
Saldo de penhores proscriptos
Lucros e perdas
Juros
71:192*241
15:07l*o90
8:341*252
275*450
28:883*170
8:438*460
132:202*363
S. E. & O.
Pernambuco, 2 de Novembro ri 1893.
O gerente,
Felino D. Perreira Coelho.
CKR0S1CA ID1CIARU
Sapeilor
SESSAO ORDINARIA
Tribuaal de Vustlea
i DE DEZEMBRO
grado
6 m. 25,'5
0 27,4
42 28,'3
3 t. 27/8
6 > 27.8
Humi
dade
76
71
70
68
68
(a O i vapor
757-30 18,73^
758* 8o 19 44
760-23 19 56
758-.2S. 19 56
758-,99 18,92
Temperatura mnima 2i.'00.
Femperaiara mxima 30,00.
Evaporagao em 24 oras ao sol 9.m4.
Cbuva uulla.
'"irecgSo do veato ENE com interrupges de E
e NE de meia noile a' 9 n. e 05 n. da manoa ;
E e ESE alternados a meia noite.
Veocidade media do vento 4,m07 por s.-
;uolo.
Nebalosidade media 0,27.
Boletim do porto
Pra-mar oa Das Horas Altara
baixa-mar
P. M. 33deNovemb.lO-00 da ro. i "90
B. M. 30 de 4-10 da t. 0,-90
Cita de Detene&oMoviraento dos pre-
sos da Casa de Deteogao do Reclfe. Estado de
Pernamboco. 30 .e Novembro de 1893.
'xiatiam 496,entraram 8, sabiram 14exis-
ten 490.
Nacionaes 461, molberes 17, estraGgeiros 12.
Total 490.
Arracoados 424.
Bons 409.
Doeniea 14.
Lonco I.
Looca 0.
Total-424.
Nio beave movimeoto na enfermara'
Hospital Pedro IIO movimento dessa
estable nmeoto a cargo da Santa Casa de Mi-
eencordia do Recife, oo dia 30 de Novombro fe;
o segoiote :
Existiam.....669
Eniraram..... U
Sabiram .
Falleceram
Existem .
683
11
1
871
------683
Foram visitadas as enfermarlas pelos segla
tes mdicos:
Dr. Moscoso, eatroa s 8 da maah e sabio s
8 2/4.
Dr. Barros Sobrinbo, entrn a 7 da manbi
e sabio aa 8.
Dr. Malaquis, entrn 4a 9 1/2 da manbi e sa-
bio s 11 2|4.
Dr. Berardo, entrn s 11 1|4 da manbi e
sabio 111|2.
Dr* Aroobio Marqaas, entrn ia 91|4 a sabio
a (1 2,4.
Dr. Lopes Pesada, eatrou s 9 e sabio 4a
10.
Dr. Vielra da Cooba, entrn ia 10 1/4 e sabio
a 11 3/4.
Dr. Andrade Lima, entrou s 10 1/4 e sabio
a 111/4.
EM
DE 1893
PRESIDENCIA DO 8B. DB. FBANCI8CO LIZ
Secretario interino Dr. Alberto Coelho
A's boras do costume prsenles os Srs. jaizes
em numero legal e o Dr. procurador geral do
Est do, foi abertaa sesso, depois de lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadosos feitos, denm-se os
seguintes
JDL.GAMHNT03
Ageravo de instrumento:
Do LimoeiroAggravaote Antonio Candido da
Oliveira, aggravado J. Rosado da Silveira.
Kelaior o ioiz Carlos Vaz. Adjuntos os juizes
Caldas Birreto e Teixeira de S.Negou-3e pro-
vimeoto, ouanimemente.
Recursos muoicipaes :
De Olioaa Recorreote o bacbarel Emilio de
Miranda Rosa recorrido o Coocelho Mumcpal.
Relator o juiz Costa Ribeiro Adjuntos os juizes
Caldas Barreto e Galvo.Nio se tomou coobe-
cimeut). onanimemente.
De Gorannns Re'orreote Jos Pau!ino Rod'i
gues de Barros, recorrido o Coocelho Muoicipal.
Relator o juiz Teixeira de S. Adjuntos os juizes
Carlos Vaz e Caldas Barreto.Nio se lomoa co-
nOH:iro-oto, un mi emente.
Prorogago de inventario :
I npetranie D. Mar i da Conceigo Cavalcante
'.Van le'ley Los.Conceden se o praza pedido.
IoopetraoieD. Francisca de Masqaua Wan-
derley Los. Cmcedea se o prazo de 6 mezes.
Appeliagoes civeis:
Do rl-cifeAppeilantes Jos Harmioo Pontaa
e D. Nympba Ne-y Pontoal, appellados os ber-
deiros de Francisco Aatonio Puntual- R-dato* o
juiz Caldas Brrelo. Revisores os juizes Almeida
e Carlos Vaz.Julgou-i por seoteoga a babili
taco
to RecifeAppellante Jos Soares do Amarai.
appillado Aoioo'0 Jo= Machado. Relator o juiz
Caldas Barreta. Rev:sores os juizes Almeida e
Galvo. Cooflrmou se o Acorjo embargado,
uuaoime ente.
AppellagOes commerciaes:
Oo RecifeApjeilaoie Jo.quim Nioolo Fer
reir, appellado Joo da Cu-ta Bastos. Relator o
jii-z Alm-ida. Revisores os juizes Carlos Va: e
Galvo.Foram despresados os embargos, oni-
nimemente.
Do Recife Appellante a Companhia F-rro
Canil, a ipellado Antonio F.ede-rco Supra. Rs-
luor o jo z Teixeira de Si. Revisores os juizes
Caldas Barreto e Almeida.Foi conrmda a
senteoc, unnimemente.
BKCTIFICAgAO
Appellago civel :
D- Pao .'AlboAppellante Joaquina Candido
C-meirj da Sliva, aopellado Manoel Barbosa
Camello, delator o juiz Teixeira de Sa. Reviso
res 08 juizes Galvo e CostaR ibeiro.Foram
racebidos os embargos, contra o voto do rela-
tor.
PASSAQEN3
Do juii Galvo ao juiz Costa Ribeiro.
Appellaco civel:
Do RrcifeAppellante Joo Antonio da Cosa
Moreira. appellados D. Constancia Perpetua Ma
Cbado Bel rao e outros.
Do juiz Costa Ribeiro aa juiz Teixeira de
S:
Appellago civel:
Do RecifeAppellante Francisco 'Joaquim da
Costa Gaedes, appellada D. Maria Tbeodolinda
de Macedo.
Do juiz Caldas Barreto aojniz Almeida :
Appellago crime:
Da Victoria Appellante Lacio Celestino de
Farias, appellada ajastica.
AppellagOes civeis :
Da PalmaresAopellantes Ta7ares de Mello
Georo C, appellado Pedro do Reg Mello.
Do RecifeAppellaotes Eraesto & Leopoldo,
appellados Papoala Irmios.
Do jmz Almeida ao juiz Carlos Vaz:
AppellagOes crimes :
De PesqueiraAppePante Vicente Ferreira de
Miranda, appellada a jostica.
Do Brejo da Madre de DeasAppellante o
promotor Hublco. appellado Manoel Olympio de
Moora.
Do juiz Carlos Vaz ao joiz Galvio:
Appellagoes civeis:
Do Caoo Appellante Joo Rufino Ferreira
Coelho, appellado Francisco Maooel do Reg
Barreto,
Da S. Lourenco-Appellante D. Idalina Er-
melinda de Barros Reg, appellados D. Emilia
Adelalde Natto e ootroa.
Appellago commercial:
Do Rio PormosoAppellante Joo Baptista
Castaoba, appellado o Vlscoode do Rio Por-
moso.
DILIGENCIAS
Com vista as partes:
Appellago commercial:
De PalmaresAppellante Domingo' Marques
de Freitas, appellado Severino araiva de An-
drade.
DI8TBIBICOK8.
Recurso crime :
Ao jais Almeida :
Da Ractfe Recorreate o jalao, recorrido
Jos Bstoari Barbarela.
Aggravo de petigo:
Ao jau Galvio:
Prado Pernambaeano
O prado do Lacea amanhS realisur a
sua 8* corrida.
PALPITES
Deada j offerecemoa oa nossos,
nostiooa.
N2o aerSo a ultima palavra, porqa:
esta ser dada pelos mais competentes no
theat-o dos acontocimentoa; com tudo
poderSo acertar.
1* pareoMalaio.
2" pareo Viogador Nictheroy Ma-
langa.
3* pareo DooradilhoRadamsRus-
tioaoo.
4o pareo Tada Sana-Souoi AUya-
topper.
5o pareo SiroocoPetropolis Napoli-
tano.
6o
7o
rity.
8*
pareoPontableColoco A.Talaio.
pareoPyrilampoTurco 2oMaa-
pareo Traquinas.
MEMORIAL
Cha especial
Marca Bull Dog
O chi especial, qoe recebe mensalmente
Bazar f"a Boa-Vista a roa da Imperatnz n. 88
i melhor qoe vem ao mercado, e, vende-se
uoO a libra.
Sen eootestaeSo
Chapelaria Rapbael
quem maior e mais mederno sor'.Imeuto tem de
Chapeos do todas as qualidades.
Capotas de seda, palba e llores;
Toncas e chapeos phantasia para creangas.
Gravatas, flo'es, plomas e passaros.
Algrtes pbantasia para penteados.
Gaze8 e veos de todas as cor^s. etc., etc., etc.
SRoa do Bario da Victoria2
BAZAR
BOV-VISTA
RA DA IMPFRATRIZ N.88
Acaba de receber a ultima novidade em
6BAV4TAS
GRAVATAS decambraia branca.
GRAVAT4S de cambraia de cores.
GKAV^TAS de si da de cores.
GRAVATAS de seda branca.
GRAVATAS de 8 da preta.
GRAVITAS de seda crepon.
GRAVATAS mantas escocers.
B1SCITS
Liado sortimento de objecto- de biscuits pro-
orios para ornato de salas, enfeitea da toillet
especiaba para nresentes.
OBRAS DE ELEGTROPLET
sgRvicos para ca.
bandejas pora copos.
aALVAS. LICORBIROS.
bandeja* nara nao.
pokta-cart5ss, MOLHCiaos, posta bbtbactos,
ricos tihtbiros e diversos objectos para prests-
ESPARTILHOS
E?oartilb03 ta metuor lairicanta, em seia t
algo lio.
MEIAS preia e de c0r93 paraoomeos. sa-
nbora e enancas.
LEQUE^se ve.taro'as.
BENGLAS or h-r>eT4 e meninoa.
RENDAS
Grande sortimen!o de bic^screoo.es, brancos
a de r6"s.
Guios, fitas e bordados bradeos e do
corea
PERFUMARAS
Grande sortimento de pjrfumarias Jas melho
33 fabricantes.
Espelhos
fabri
Ejpelhos grandes para salaBlzotdo
can-e H. MARTIN.
LENCiS de cambraia de linbo e seda.
CHAMBOS e CAPOTAS para senboras a......
305000 i- nm.
TOALHAS, BONECAS e outros BRINQEDOS
oara cnangis.
ESTOJOS para costaras. CARTEIRAS, THE
SODR.AS linas nara costaras.
PUNTES de travessa em ta-taroga.
BSCOVAS pira cabello, roupa, uubas e den-
tes.
PUNHOS E C0LLARIM10S=LIM0
JARRoS de I a Biscnit.
coboas uonn ikhs
Linda* -an-iias e cruzes mortoanas.
VELO^IPEDBi e CARROS para criangas.
\lfred o, Ganchss & C.
PLBLC4C0ES 4 PEDIDO
cContos do meu tenepo de
O. Leal
ii
A proposito das prodoccSes Iitterariaa
do aoctor dos *Contos do meu tempo en-
contra-ae na Lucta tolha portuguesa a se-
goiote apreciado do eminente joroalista
Aievedo RamosOs contos de Osear
Leal cb3> escriptos la diable, simile
de ruidosa palestra da oafe entre boba
rnios, na motacSo do inpresadas palpitan-
tes, oode o bom humor ae aootovela com
0 scintillar daa ideias a a igargalhada ex
plue sonora a franca evidenciando aaade
e vigor.
...... Erafim o auctor pela feiroSo de
aaa carcter, pela aaa actividade a pelo
profundo amor ao estado, honra ao sen
paii. >
N2o entender assim oa oollaboradorea
anonjmos da Gaieta da Tardei am dos
qaaea eeaSo quir, melhor provoa o seu
des(.eito, porque alm de Be occopar co
o. 26o d'aqoella folha de cNotaa Lit
tararas oom o manifest fim de ataaaa-
1 oar oa qoe trabalham de fronte deseo-
berta, moatra a prevengo oe qoe aat
posaaido quinao di que j era mo o
joiioqua aoteoipadamente faaia o auctor
pela leitura da cViagem aa Terrea Goyau-
aaa.
E nSo ae lembra o malioioao qae essa
obra foi bem reoebida por toda a impreca
peroambocana e que elle agora tarda'
mente n uoico a encontrar qae diier ? A
imprens traiileira reoabea-a urjanime-
mente com agrado e basta ver sa o qae
acerca d'essa obra dia Pinheiro Chajcaa no
prefacio, assim como aa folh de Lisboa
oode ja eatraohos gosam de mais estima,
porque po repellidos sempre aquellos que
oo possoindo merecimento, desejam ele-
var-sa tentando deprimir os qae o tem de
sobra.
A cFolha do Povo, Diario Popular,
Universal, Rsporter, Antonio Maria,
(Correie da Noite Diario do Oommer-
oio, Sculo, Diario Illast'ado, ato.,
todoa ll.e teoem elogios, reoonbeoendo
em O. Leal as qaalidades que distin-
?oem am escriptor.
A obra antea do autor aqoi chegar e estaba-
leoar o seu consultorio, transcreveo era
aeu numero de 23 de Agosto do aun*
paasado honrosa noticia d'oma folha de
Lisboa, faaendo depois refereocias en*
comiasticas ao autor.
Quando Osoar Leal reoreaaotaodo o
Qmzil orna ao lado do turnlo da Elias
Garca a parante oito mil pessoas em 24 de
Abril de 1893, a imprensa lisboeta festa*
joa-o mais nma ves a elle vir -se retracta-
do em cinco fornana illustrados dalli.
A sociedade de Geographia do Rio de*
pois da conferencia qoe l raaliscu, 0O
b. io-o de palmas e elgeu-o incontinente
sea membro correspondente, como sacoo-
dea o .m a de Lisboa.
Entre outros aasumptos, Oscr Leal dei-
xava o auditorio impressionado provaodo
qae o velho mando a America e nSo a
Europa, que o Tosantina nonos foi tribu-
tario do A aaonas, nem Marsj orna ilhs
mas sino um graode archipelago qne conta
dus mi! ilhaa !
O Congresso Geographioo de Madrid
por sea presidente o general Arroqaia.
oonvidou-o a tomar parta noa trabalhoa do
Coogreaao qoe o premeoa com ama dil-
tinecs > honrosa.
Finalmente s os iovejosos anorymos
desta trra, qae entender tentar ames-
quintal o no oonceito publico.
Km todo isto diviso om dente de coe-
lho e bom seria que o autor dos Con*
tos do ni'u tempo antea de partir pr
a Europa pablicasse o Parteiro onde
em es'ylo realista v3i ser postas loS
da evidencia verdades nnas e desde j
podemo garantir que o succasso vai ser
completo.
Osear Leal nSo est s foai cortos.
Elle tem defensores e amigos... Nada
ha como dar tempo ao tempo.
Os despeitadoa e oa anonymoa occopam*
se, por motivos ocoultos, daqaelles que
tem merecimanto e honradez a olvidan*.'
se que essea riam hnje daa audacias prati
cadaB por quem nada tem que perder. As
consao mudam quando menos se espera.
E oa anonymoa que encontram acolhi-
meito, continuem c e l a mudar de
ps-udonymo porqut s terao o despreso
dos que se distinguem e da gente san*
sata.
R-pro iuzo as transcripess que se se-
guem por terse hontem dado casual omis*
slo de plavraa e agradeco ao auctor dos
Contos do meu tempo, o favor qre fea
d-i ceder-me as suas collecc.5eB jornalisti*
cas, desculpando-me cSo satif-eel-o no
que desejava. Vejamos qae conc'.ueSis se
pode tirar destas noticias :
..... sem pretencSas a romancista o Sr.
Dr. Laal moatra-se um cont r muito
estimavel, pois dia com espirito o que
quer referir a por vf-ses captiva inteira-
mente o leitor. O livro..... merece ser
lido a no deat dos crditos conquista-
do1 pelo auctor em Portugal onde publi-
coa oat-as obraB lit eraras, (Q'oacto aos
versos diz qua nSo verso) no bom sentido
do termo ),
Do Diario de Pernamboco.
..... aseado am poaco eg'adave! a le
tura dos contos, o mosmo nSo p demos
dizer dos versos que bSo defeituosos .
Da Gazota da Tarda.
..... Comprnheode esta ob-a contos
versos a exc.r.-oes qae revelam malta ba*
liilidade no auct r incontestave!mente in-
telligente .
Do Commercio de Pernambuco.
..... nenhum outro merecimento tem
sena"o revelar em sea aactor -....<> aadaoia
desmedida
Da Provincia.
Qual a conclasSo a tirar ? Qaa o lrro
deva ser lido.
Afora os Titos quo esparem se ver re-
tractad's na reproduce, o dos seus folhe-
tlns e at ootra vista.
1 de Dosemoro da 1893.
Jayme de S.
Attengo
Exm. Sr. Dr. Governador do
Estado
Ai oda pela segunda vea, procuramos
oceupar as colamnaa deste Diario e pe*
dimos V. S. que lanca aoas vistas
para aa celebres csaaa da jogo da ro-
leta.
Exal. Sr. estas casas de jogos, tea
f ito um deaarranjo enorme no aeio da
familia pernambacana, pelos prejnisos
que tem causado aos aena chafes, arras-
tando-os a commetterem toda a sorte de
desatinos, o qae lhe podemos asseve-
rar.
Por conseguate
V. Exo. qae nSo
tas malditas casas
tara V. Exy a
toroamoa a pedir
consinta t ais qae es-
centi uem, pois, pres-
familia perna- 'bacana
am mmenso favor, evitando emquaoto
tempo desgragas qae por ventara posss
apparecer, a punindo oom todo rigor seas
autores segando as dispusieres uO Cod.
Penal.
Abaixo as roletas ? ?
As victimas.
v
Queris curar-vos?
NSo percaea tempo. Usai do Peitora
do Cambar do Sr. Sonsa Soares, de Pe-
lotas, que remedio garantido para ai
enfermidades pulmonares, bronohites.
asthmas, rooquidSea e qualqaer toase or
mais grave e impertinente qae seja.
O agente Companhia da Drogas.
I
-
-
I


;-!>-'


.--__,.-.
'*fcl*.3lfr' gf'>
Diario de Pernambuco Sabbaao 2 de Dezembro de 1893
A pura verdade
^ttesto que tend acoaseltudo a mals.de qna
venta pesaoas as plelas anti-ayspepticas do Dr
HelD*lmno. todas se curaram e tioram sea
acomiuodo aigum, tsato em gastro eotere
Como cyapepnia.
Peroambor-o, 5C de lalo ue 1893.
fina Ma-cilio Das o. 91.
Fraociscu Ferreira de Almeida Cruz.
Vii'o 2*300. Djiia 20*000. Meia dii
io#ooo.
Vende-ae em iodos as pharroacas.
DEPJSITO GERAL.
Pharinacla Maraahao
Ka Maruiho Das u. 5
Podemos garantir
O Feitotal dfl Cambar, grs-de remedio
rio-grandenso, do Sr. Souaa Soares, cora
perfectamente a bn nchitfl aguda o chroni-
ea; cura a asthma por ciis antiga que
teja ; c:ira de urna forma admiravel a
coqat luche ; cura ioccntestavelmente a tu-
berculoso pulmonar ; e cura tSo fcil e
rpidamente as toases ampios, rouqnidoes.
defluxo-'s, etc, que aa proprio doente
Causa admiraco !
O pgeote Companhia de D.-oas.
Grabas a Deus
Atiesto que me acbava prosuda da cama a
ma>8 de 5 mas uu urna dr de clicas, usando
de mnitos iceJicarc ntos et-m emboa debes pro
dotir fffelto semelbante scflVimemo ; paese
aoiao a lomar as pimas anti oytpepiicas doDr.
Heiniemann accosclr.aas pela Exma. Sra. D
Leocadia de Jeens Eola, e na 1'_di.se uue osr'
pisson-me radie;:'mente es'.e mai que la.to im-
possibiincc-me eos meo? iraralhos.
Sirva o presente attestadodoveroadeira prov
a lodos que soffrem do mesmo mal, edeaiibs
cando-me com miDba verdadelra gratido ac
celebre inventor cas marawihoaa pillas.
Pernarxboco, 26 de Malo 1893. iua da Concor-
dia n. 228. ,
Panla Mana da Cooceicao.
Vidro 2C0). Duzia 20/000. 4/2 duz'.a 10*000
VENDE-SEEM TODaS AS PUARMaUIAS
Deposito geral
Fbarinariu Maranlio
l.Uc> Murciliu Das o- <35.
Candi tinha
Desta lecalidade do Rio Grande do Sul
escreve una respeitavel eataceieiro, decla-
rando o seguiote :
c O ab-izo assignaoo declara; que sof
frendo, a om anoo, de orna toBae Bufio>.
cante e COO! fortes dores no ldo esquerdo
do peito, e j desanimado por luctar em
vao com o ufo de medicamentos, tem pro-
veito, fci radicalmente carado, o em pooco
tmpo, ceta o Peioral de Cambaia, do
Sr. Souza So&res, de Pelotas.
Antonio f. Velleda Filho.
Afirma ebt re ronbecids).
" nico agente a Compaobia de Dro
gH'
Curso de ferias
Geosrapkia e Historia
PELO
Bacharel Julio Pires Fcrreira
NO EulFI vlO LO INSTITUTO 19 DE
AbKIL
Cura de feridas
Foi cota o uso do Elixir M. Morrto,
qae corei me de ornas feridas de mao
carcter que t:ve maito tempo, lem pode
obter icelhoras cota rnuitca medicamentos
que tomei.
Hoja grscas ao grande depurativo
E.ixir M. Morotopropagado por D. Car-
los, estoo completamente boro.
Mvodem publicar esta para bem da bu-
manidade.
Araras.
F. de Andrad Cotta.
Ageutes em Pernambuco: A Companhia
de Droga.
Boa Marques de Olinda 24.
Propreades Lagos e Serijo
Frotes to
Depurando oo Diario de Pernambuco
com nm elit-1 do Illm Sr. Dr. Inspector
da A'fandega annuociando o arrenda-
mento d*s propnedades Lsges e Se-
rijo, mediante propoetas em cartas sel
ludas e tecbadss, recebidaa at o da
14 da Dezembro prximo vindoaro,
venho pelo presente declarar qae cm di-
tas propriedadea tenho importantes bem-
leitorias, as qna j foram valisdas por
orden? do Sr. Dr. juiz d. s Feitos da Ft-
zenda e seo qae eu seja celias previa e
integralmente indemnisado, protesto nSo
despejar ditas propriedadea senSo depoii
de escotados todos os reoorsoa legaes.
Fique, pois, eate mea protesto de so-
bre-aviso quebes qae pretenderam arren-
dar as releridas ^ropriedades.
Engenho Lagos, 2< de Novembro de
1893.
Luia Guedes Correia Gondio.
Illm. Sr. Dr. Antonio
Molinari Laurin mui digno
gerente das Succur^aes de
Bahia, Pernambuco e Para
da New York Life Insu-
rance Company.
n a Companhia a piompti
dao e boa vontade com
que acaba de liquidar este
sinistro com urna lettra a
tres dias de vista, contra a
Caixa Matriz da New York
Life de dez mil dollar que
paga ao cambio do dia re-
presentar em nossa moe-
da reis guarenta e oitocon-
tos e oitocentos.
Senuode grande alcance
o fiel cumplimento de fuas
promessas e promptidao
as suas liquidaces, torno
publico O criterio da New
York Life Insurance Com-
pany para que assim possa
ter ella o maior incremento
possivel e fique patente o
quantovale um seguro de
vida i.
Com alta estima e coa-
sideracao de V. S. Alt". Am
Cbr.
Assignado, Antonio Do-
mingos de Lima.
Procurador do
Dr. Bernardo Jos da C-
mara.
Recife, 27 de Novembro
de 1893.
nhecimento a V. S. e a illustre amioia-
tracSo da New York Life ama vea que
represe tando illa o verdadeiro futuro
das familias, fago votos pela aaa sempre
relia prospendade.
De V 8.
Atteociosa raspeitadora.
Candida da Fonte Moreira.
por si e como tutora de auas fihas.
Tosse simples
Cara efDcaz e ecoaomica
Nao oonvm desprezar orna tosse por
mais simples qae parees. O Peitoral de
Cambar de Soasa Soares, qae o prin-
cipal remedio, deve er asado s colbercs
das de eba ou das de sopa, conforme a
idade do doente) 3 ou 4 veees ao dia, e
nos casos mais obstinados de 2 u de
em 3 horas : assim o peque io incommodo
desapparecer promptameote levando com
sigo, lalves, ama gravissima eofermiade
pulmonar !
A alimentacSo ser simples e o doente
guardar o leito achando-se febril.
E' nico agente cesta Estado a Com-
panhia de Drogas.
Am\go e
Sr.
COMMERCIO
Stoiaa CttUBHiereial de Pera^xa-
btaco
ootacOks offgiakh i>a jobta ooa co-
BKTOKE8
Praja do Rcci/e, 1 de Ltzembro de 1893.
Nao douv. ebugao.
O presidente,
Csnido C. (i. A!ci forado.
O recrettrio,
Btfaaroo Dubeux.
Caaabls
Og bancos brri.m com a laxa de 10 5,8 scibr*-
Loodre6 ; 90 dls, t- ro*lo ame o London Biiik
effrCDuu ai^airt Irarsaccoes a 0 3;8 baixand
em e^oifi para 10 5/16, fr-t^rido o mercado
mais froi.xo e os bancos E.ccavarc Romate a 10
Em papel partieols: f.-z-se negoc03 a 10 7/16 e
10 3/>.
CeCafSea geeiepoa
Para o agricultor
ASSUC/R
Gristasado......
UsLas prr 15 kilcs.
Branco idem dem ....
Scmenc?, d'miteni.
ladTjco c^ci idei .
Froto ideri! Uem.....
Broto mel3 o......
Betame Idia dem ....
Na qualidade de procu-
rador do Sr. Dr. Bernar-
do Jos da Cmara, Ler-
deiro io3 bens deixados
pela sua tallecida esposa
D. Joaquina Wanderley
da Cmara segurada na
New York Life ob apolice
n. 639.465, cumpro um
grato dever de r^conheci
ment agradecer.do aV. S.
e a administrado da mes-
Barca Dorueguet.ee tCarmel, entrada
a l!b Grande om 29, e conaigeada a
Lopes Guim.r5ea IrasSos.
Carvao de podra B9I tjneladas a or-
dem.
EDITAES
I.ag r ing'az
5 4;) i a
attw
4oo a
.
27iK) a
520D a
4i3'>'
3*30
3a<00
JW9uD
2/8 i"!'
por 15 kiljp, de
Cotamca nomina! z il409
boas procedeoclas.
lleoof
Por pipa de 4?0 Htros 275003 randa. .
Por pipa e 480 Ittroi 1S3/C00 veada.
19 el
Colamos nomiDa! a 80OOO por pipa.
Cola-se de l! a 17000 por 15 kilcs Dcmi-
cal.
ESo*'raelia
Cola se a 22/OCO por lo kilos.
Cmtm
Seceos salgados na base de 12 kilos a790 ris
Mblsal.
Verdea a 465 reis venda.
TBKU A D4i N7SADA8 DB ASSCCAR B AL-
GO >AO
Mr-a de No'flmb'O
En.radas
Barcacas.....
Vapores......
Aomaes
Estrada de Ferro Cent'al.
dem de S Francisco .
dem de Limcelro
Somma -
A ase-
car
Sarcos
76471
3J50
8793
817
1234^8
29 100S1
A'RO-
oao
Sscca*
3di8
9890
4439
2534
1H67
20964
f3240; 423IS
lmport':?5o
3arca allemS tBsrtha entrada de
New-Port, em 2b do paasado e consigna
do a orden?.
CarvKo de pedra 869 toneladas a or-
den.
Barca ooraegaense tHymrxe-, entrada
dfl Liverpool, em 24 do paasado e con-
aignada a Compaobia do Gas.
Carvao de pedra 541 toneladas a cr-
4em.
tVioIa t entrado de Ter-
ra Noa em~28 do paseado e conagado
a H. J. Perm*n.
Bachau 2269 barricas e 1514 mei.s
ditas a ordeui.
Barca portugaeza NivaLida. entra-
da < o R o de Janei.'o, em 24 do pssado
e consigoad* a Aaioria IimaoB e comp.
B.rrusb 200 a Francisso Ribeiro e
cump.
Baris 200 a Pereira Pinto e comp.,
200 a jas U Coftt* Fcrreira.
3tqaa 100 br^rricaa a A. D. SimJJeB.
Fcrello 5000 M3Q Estiva, 1000 a David Ferrcira Porto Bal
iar, 1000 a Forreara R) rimes e comp-,
250 u Gaitrar3'8 ft Vlente*
Pipas 50 a Jos da Cut Ferreira.
PiUchi iaglos tMary Jjhas, entrado
rieT r;a N-iw em 30 do paasbdo e coc-
i r.a-lo a H J PafmMl
Baealbio 2,520 tn3M e 1,055 1L2 di
. erim.
Vtpor aostriac cMat'fckocrit,entra do
do F.ujje e eaealas em 33 d< pissado e
conaigoedo a J. P.tcr & C.
A;ia minera! 5") C'jchs ordem.
Faricha de tngo 716 barrica a Corx-
panhia de Panifi8aao. 1500 a H. Fcrs'er
& C I00 a Madh do Lapes & C.
Mereadoriaa 21 vulumes ordem.
Macbicisino 17 cais^s a ordem.
Msrcsore 76 clisas a C.'Junior A Lei-
te 115 ordem.
P.^pel 2 caixas a Aze?eio e comp., 7
a Moriira e comp.
Tecidoa 5 oateM a Cramer Frey e
comp i a Mulicr e coap.
Vioho 4 barra e 2caixss ordem-
Vermouth 20 caixas a. Ferreira Rodri
gaes e comp.
Prfrahyba vapor nacional Jecubype,
entrado em 28 do paasado e consonado
a Companhia Perrambncana.
Assuoer 3S47 stecos ordem.
Agurdente 50 pipss ordem.
Algo'aj 6Q0 saceos a Rodrigues Lima
& C, 350 a ordem.
Bagas de mamosa 159 B?ceas a R. de
Caivalho e comp-
Vapor nacional Beberibe, entrado des
porto do corte em 29 e consignado a
Companhia P-irasnibacana.
A'godao 140 saceos ordem, 289 a
Sousa Nogneira e comp., 700 Amoriro
IrmSos, 430 a Roirigaea Lima e comp.,
255 a Gor9alves Cunho e o-imp, lGl a
Companhia de Estiva, 84 a G. de Mattoa
Irm2oe.
Chapeos 3 fardos a Manoel b. Iranco,
1 a J. A. C. Vianna.
Cera 50 saceos a J. A. C. Vianna, 20 a
ordem. __
Couros 10 a G. de Mattoajrmao?, 2b a
Sousa Nognsira e comp.
Eateiras 7 volumes ft ordem.
Gomm 40 saceos ft ordem.
Mercadonaa 7 volamea ordem.
Illm. Sr. Dr. Artomo Molinari Laurin,
mui digno gerente das s.iccarsaes de Ba-
ha, P^rcambuco e Para, da New Yoik
L:fe Insurance C< mpany. Rscife, 27 do
Novembro da 1893.
I'lm. Sr.
Do alto da imprensa veoho tornar pa-
tento o criterio e p ntaaUdade da N Yurk Lita Insurance Compaoy aqu re-
presentada por V. S como sea digno Ge
rente pela pr mptidao com que acaba de
liquidar o sioisiro da pulica numero qua-
tro-centos mil treaeotos e onxo pertencente
ao me-< tallecido mando Antonio da Costa
Moreira-
Reckbando boje per intermedio de V. S.
nma letra contra a Caixa Matria da HeW,
Y-.rk Lite a 3 dies de vista no valor d
9769.90 dollara que pago ao camoio do oia
ceria em nossa moeda quarenta e oito
cont* oito cantos mil reis, divo tornar
publico o mea verdadeiro e natnal reco-
O Doutyr Jote Julio Regueira Pinti de
Souza, jwz dos Frito* da Fuzenda do
Estado da Perttambxco.
Fax saDer pflo prestnie que no dia 7 da Df-
zembro ao crreme auno se ba de arrematar po'
veoaa e qoem mais der en leilao publico do
ant-Q'e Gu^rnao a casa n. 2 ra do Mrquez H-
(o m Travesaa de loao de Barros, fre^oesia da
Hoa Vista, cem 1 jaoellas de frete, 1 por.a no
oiiao do lado direiio, 2 salas, i quarlc, coamba
tora, sino grande com srvoiea frecliferss, t>-rre
o (orelro. ero mo esta io, meduiio d* frente 4
meiroa e aOccourcetrus e de fonno8 mtlro. e 80
centmetros, avahada em EOOiODO. Pc-rtence a
JoeMorira da Siha e val a prapa por execoo
la Fieuda do Estado.
E para que cooste, passeu se edita! na rorm?
da le. ., ao
Dado e passsdo nesta cidade do Re:ife aoa 28
de Novembro da 1893.-EO Joa da Costa Reo
L.ma.eiinvSo ?oD revi.
Jote JuliSo R. Pinto de Souza
A cas? o. I ra do Brom, freguexia da Var-
xea, com qoatro ]aoellas e ama porta de (reme,
duss jaoellas em cada oiiao, doas salas, doas
lisDioeies, cinco qasrtos interoo e don* eiter-
non. coaioba interna, terreno proprio, mediodo
de trente nove metros e vio'.e e cinco centime-
ros, ede faodo qaloie metros e sessenta seoti-
raetroa qni- t-il ranie em aberio, avahada em
2.000*000. Peit-nce a Tberea CasMna Lias e
se acba peoborad:; por execocao da Faseoda.
A casa terrea u. 16 A ra do Are al, freRoesia
do Hecile.com porta e jaotlla de frente, doas
saias, tres qaartos, co.iotia (ora e quimal mora
do, medindo de (reme ires metros e qoarenta
centmetros e de (un o detoito metros e Qoa'en
ta e cinco cemmttros, avallada em sOUOOO
Penei.cea Uarcolioo Pereira Saliese pennoraaa
por execegao da Frzeoda.
A casa larrea n. 41 a Traversa do Pelxoto,
(resuena ce S. Jos, com pona e janella d*
(reote, doaa salas, roos qusrtos, cotiona lora-
um qaario e quintal murado, medindo de ren,
le quat o menos e setenta e cinco centmetro
e de (a-do t ere metroc avahada em t:t;00000.
Penence a AuKOto Csvaleaota de Meliu a pe
nboruda por execogao da Fazenia.
A casa terrta n. 2 a roa (lo Major Agosliobo
Bezerra, (ret uesia de Santo Aotcnio, com porta
e janella de (rente, orna sala, om qoarto, cosi-
nba lora e pequeo qu:otal murado, medindo de
('ente sete meires e oitenta ceiiumetros e de
fondo treie mftros e oitetta ceolimjtros, ava
n-.di em 500*0 0. Penence a Manoel Mana
Kod-igues qu Naacimenio.
O sobrado re dous andares n. 16 roa da
Companbu Pernambccana, Erecseaui do Rec( ,
tem o pavimemo terreo qratro portas, sendo
orna da etcaca,s>lao e pequeo qoin'al mura-
do ; o (avimi-no sopenor com tres qoarios,
unas salas, cisiona Uileraa, duas ponas ae (reo
ta, etca vuranda ; o segundo an iar ctm cuas sa-
las, dona quarios, cosioba, :rea j'uellas de (reu
te, mediado seis antros e auarcaia centmetros
te Iraite, onza me'-oa e noventa centmetros de
fondo, em completo estade de roloas, pela qoan-
lia de 90OA0OO. eito ]3 o ah ttmecto legal, VlttO
como fr- av.liado eu l:00A(03e esta a .egon
aa praga- Pettence a Aotunio Diogo da Silva e
ue acba pentiorado por execccSo qce Ibe move a
Fszendb.
E para qoe conste, rasaoo-ae edital n forma
da le.
Dado e pascado n^ata cidade do Kecife aos :8
de Nov> moro ot-1893.
to, Jote da Cosa Reg Lima, escrivosub-
screv!.
Jos Joliao Reeneira Pm'o de SJtiia.
Giqci Jjtboa'So freguezia de Afoga*
doi, com duas janellas e ama porta de
reate, duas sallas, qoatro qusrtos, coii-
oha extorna, terreno proprio, doas gran-
des viveiros, mediodo dito predio 8 me-
tros de largura e de fundo 12 ditos e 10
centmetros, em boto estado de conserva
cao, avahada em 2:500(5, pertencente ao
Dr. Bilbino de Moraea Pmbeiro, e ao
acba peoborada por execoclo da Fazenda
do Estado.
E para constar paasoa se edital aa (r.
ma da le.
Dado e paaoado nesta cidade do Kecife,
aoa i 8 de Novembro de 1893.
Eu Jos da Costa Rege Lima, eservSo
o aabscrevi.
Inspectora geral da .nstrocgao Publica de
Peroamboco, 29 de Novembro de 4.893.
EDITAL N. 24
Aos Sra. delegados Iliterarios
Segoodo consoltar ate me teem sirio dirigidas
pelos delegado? Iliterarios sobre ae deve en nSo
P'oceder aos examea oaa escolas primarias do
Eatado, isto sqoellas. cojos professores em
dlsponibilidi.de aciiam-se gratuitamente leccio-
oando, pelo vigente ou sntigo programma de
examea de 22 de Ou obro de 1884 ; de accordo
c a o Exm. Sr. l>r. governador do Estado, te-
iho resolv o que sej^m (eitoa por eate olilmo,
orna ves qoe es retenaos pr jfes.-ores por elles
prepararaic oa'feus alumnos; Meando entretanto,
desde ia scrtLtes de qoe esta concesao limi'a-
sj ao floente anno, para o que chamo a atlengSo
dos metmos Sr*. oeiegaoos nter: nos.
O mspecior geral
Felippe Figcena de F. Sobrinbo.
Palles 8 tard.B ordem, 7 a Rorabarck
Brothers e comp.
Peonas de emma 6 caizas ordem.
Sola 9 roios ordem.
VelUs 9 caixaa ordam.
Vassouroa 6 fardos a Manoel da Souz*
FranCJ, 20 crdero.
Roiip3 8 volume ordem.
Eiporo?o
RECIFB 30 DB NOVEKBBO DE 189S
Para o exterior.
o vanor agle* Portugnensa P.ince.
cara-W-Ya'k, carregaram :
J. Faer & ., 10,000 suecos com "50,000 kilos
de assocar mascavado.
Ni vapor iofclex .BasctQ, para xiuw \o-k
rafretaram i
" E. C. R^me'den, 35 fardos com 8,130 pelles
de can e 1 460 ditas de carneiro.
Aba Sido 4 C, 30 fardoa cm 8 000 pellas
de cabra e 25 ditos com 5,000 dr.aa de ca.-
neiro. .
/.ovjpo* in'ez Arcbitacl, para L-.ver-
pool, carregartm : .
C. Coi ba 4 C, 20 saceos com 1.360 silos de
ccade car.iauba. -
R. Corvolno & C, 310 eaccos com 2t,5C0 k:los
de carogis de algodao.
Ptiluian & G 74 saceos com 4,280 silos de
cacao.
BUikbom & C, 525 kilos de borrseba de
oaogaotlra.
Nj barca portagueza Tentadora, para
Lisboa, ca regaraoi :
E. 0. Helirao & Irm.io, J.0J saoco3 com 7 eo
kilos de asquear mascavado.
Para o Pono, car etaram :
A-norim Irmaoa & C, 500 saccas com 33,903
koa de algodao.
Na baeaiogleza Atlsutic, para Esta*oa
'Jnidoi, cae aram:
C. Lia-a & C, 862 blccos coa 66,C0 kilos
de assacar mai:vado.
Na barca nameguense Lenilmaade. para
Iuelaier B^rsielmaa & U.. 300 fardos cjm 30.5G5 kilcs
de ulgodao.
Para o interior
No vapor nacional, tJatoai&j, pira Ceara,
carregaram : ^
P. Alves C, 10 barricas com 1.8S2 kilos de
aasocar r'oarto.
Beltro oe Mooteiro, S0 barricas com 2,iUi
kilos de asaocar bra:co.
Para Aracaty, carrejaram :
P. Alves & C, 0 barricas com 552 kilos de
assucar reunido e 7 ditaj om 745 ditos de dito
branco,
P. Gi'neiro 4 C 30 barricas com 1,810 klloe
de assucar branuo.
Para Maco, carretn :
A. Mendes, 20 caixas com 410 kil03 de gabn.
A. F. T-1 xeira, 10 barricas cam 700 kilos de
aaautar branco.
Para Mossor Cirreg)a :
M. Viegas, 10 barris com 460 litros de vi-
nagre.
No vapar ingle! Baeuto, para Para, car
regaram :
E. Kamback 4 G, 100 volemes com 7,900
kilos de assucar brauco.
J. Pi-es, 4 pipas com 4,880 litros de alronl.
M. Corieiro le, C, 150 barricas com 10.0.9
kilos de assocar branco.
Gompanrjla Pro Jacto* Calcreos, 1,600 saceos
com 98,000 litros de cal.
No vapor ingles Euclide, para Santos,
carreearam :
C. Gmmaraes Jaoior, 200 sa:cos com 12 000
k los de assocar branco e 200 ditos coa 12.000
ditos de dito mascavado.
A. l.-mos & C, 50 saceos com 30.000 kilos
de assocsr branco & 1,500 ditos com 90,000 ditos
de dito mascavado.
S. Gaimarae* & C., 60 pipas com 27,900 litros
de alcool. iOO barris com 9,000 ditos de agur-
dente 1,050 sacos com 63.0CO kilos de aisucar
mascavado el.030 ditos com 69,t00 dilos de dito
branco.
E. Kanlback 4 C., 300 saceos com 18.003 kilo
de isaacar branco e 150 ditoi com 9,000 ditos
de dito mascavado.
O Dr. Jos Jaliao Keguoira PiuIj ae
Souea, juiz doB Feitos da Faaenda do
EsUdo de Pernambuco, etc.
Fago saber pelo presente qu* no oia 9 de De-
zemoro do correte anno se bao de arrematar
por venda e qoem mais der era prag publica
desse juiaoo be s segointas : .
A armato da pmbo resiaa toda envernisada,
com balciu da mesma maaeira, iistentes do
estabelecimento n. 18 a ra Visconde de leba
m^, avallados em 200*. Peneocem a Lollago *
C e vao a pr ga por exerugan da Faienaa.
A ca^a n. 15 a rea oa s. JoSo, fregcezta de
S. Jos, com p-rla e janella de (reme, duas sa-
ta-, d.ios qu nos, toaioba (ora, quintal Horado,
cacimba, mediado de frente quairo inetr..s e o
ien:a cemitmfcB e de fundo dOMijjrtrjH en.
venta Olla eiros, avaluda em t:i00000. Per-
tence a Jnooymo da Moita Monteiru, paonorad..
pur execugo >ia Faieona.
A casa n 36 a roa do Mrquez do Herva', com
duas po tas de frente, nm" sala, omqc-arto. co-
sintn interna, sem qainlal. mediodo de (rente
iresraetres e oiuma "entimetros e de fundo
cinco metroa a noventa centmetros, avallada e
)00000. Periencf'a Jos Pedro de Souza eb:l
va e peoborada por execogao da Fazenda.
J. Pires, 200 barra com 17.60J litros de aguar
C".CCaroeiro 4 C.. 500 saceos com 30,000 kilos
da assocar branco. ,,rn~ ,-, j
C A. Burle, 2O0.sacco3 cora tz 10 kilos d*
aasu:ar branca e 1,000 dttos com C0,000 dito?
ae diio maecavaio.
No vapor francer Eotre R'.os, para Rio
de Janeiro, carregaram :
S. Ga'maraes 4 G 20 saceos com 11,000
kilos de asacar branco e 30D ditos oca !8,ib0
ditos da duo masanvarlo. .ant-.
L. M. de Araojo, 500 sacos com 30.C0O kilo3
de asucar branca.
Para Santos, carregou :
G. de A M. Pereira, 2o pipas com 11,/o0
litros de agurdeme.
No vapor franeez concordia, p:ra Rio ue
'TSrSto 4 c!3i .cosaoo 30.010 kiloi
dd assocar branco. ... r
Nj vapor nacional Jacnhipe, para Pene
'1D?,'rsegSir'L5e3 4 C., 10 caixas com 80 litros
de-aN..bacaga Crrelo da Natal, para HMt-
b'T. T^S Lapa. 30 raixas com 20 litros de
genebra e 8 aiUB com 80 i tros de cidra.
Para Natal, carreturam :
Oliveira 4 C, 5 bamsas com 300 k los da
assucar reua.o e 4 ditas com 449 MtoB ae dita
No blate Deus te Salve, para Cear, car-
p Alv-s 4 C. 95 barricas cora 6 200 kilos ce
aasccar refloado e 15 dius com 1,595 oos ae
dito blanco. n ,h
Na barcaga .Flor do Passo, pa Prab-
ba. carregaram : i*..-,.
G. Pinto 1,43' litros oe genebta
.,o biate 'D. Jola, pira Ma:.o, car;
r3L."M^ga!bSes & C, 50 sacros com fcrinha de
maudioca e 25 C3ixa6 cora 320 kilos de Bttao.
esteta ia ..IIaa nUAKA DR 27 DE NOVEMBRO A 2 Da DEZBHSBO
BE <893
Vgaarento (!ltro).....
Atcool (Otro. ;
c em rama ikiiol ....
Arroz cotjj casca ai.o)
asnear refinado (silo) ....
Aasacar Branco ('/.i?) ....
As^PCir mascavado (kilo)
ba>;as de mamonas CiC)
Brracbade Ipiteta ma'jgab. (Silo) .
Cachaca (lltrc)......
Cauros s3".co?. espicbado filn)
Goaroa seeaoa segados (kilo)
G ."ii.-ca verdes (kilo).....
Cirogos de algod.60 (kio)
Carraoatatra (sement) 'lc!o)
Cico t'iio).....
Cie Dom (Kiio> .....
Gil: rartoiho (i-.ilo).....
Cali moido (rilo) ... .
aftba (cera ve^et^l) kilo) -
G-ira v gata I (e-.lo!
Gaona (agaardente (litro) .
i;ti (litro) ....
Carvocardff .......
Gudriuno (um).......
Gocos sem casca (cetito) ....
Go>:o3 com casca (cento) ....
Fartnns '3 mandioca tkilo> .
Folibas uiedlcioaes *le qaaiqaer qcs-
idsda (kilo)......
Genebra ittrol
Graxs (rsbo era rama on coado) (kilo)
Mel Ai tanque (litro) ....
MilOo (kilo........
Pelles de cabra cortidas ....
Pelles de caba em cabello (carato. .
Pelles de carneiro em cabello
Sabao........
Seoo ... ......
ieiaente carnauba (kilo)
Sola (mel)......*
Stearlna em velas (kilo) ... *
Tatajnb* (kilo) :
Taboas de amarello emprancnoM
idm'.a) ......
Vinagre (litro)-......
365
56
7<0
10 J
46
3i6
190
246
ib)
312
762
702
414
40
120
8J0
i.,5 -
1/3
l#70(l
9
9U-.I
580
2M0i
*8'X>
8AOO0
6/000
100
3 0
480
800
170
95
190/OU)
2OOA000
140/000
320
650
0
71000
U0O0
40
150/
120
O Dr. Jos Juliao Regueira Pinto de Sou-
za, juiz dos feitos da fazenda do Estado
de Pernambuco.
Faco saber pelo presento que to dia 7
de Dczaubro do cerrente anoo o agente
Qusm?.o vaciera fd publico le.12o a quem
mais der o balcao e a armacSo envidra-
cada de maleira de amarello, aesim como
tie.irc tambem ecvidrcado, exiatentes na
caBan. 36 a roa da Jo2o do Reg, ava
tiadot em 100$G00 Pertencem^ a Ama-
ra! Vietra & C. e vSo Bar vendidos por
..ieiujSo da fcWnda do Estado.
E para qua conste passou se edittl na
forma da lei.
Dado o rassado nesta cidade do Keci-
fe do Perotmbuco, aoa 28 de Novembro
de 1893.
Eu, Jos da Costa Rago Lima, escri-
vo aubscrevi._________________
O Dr. Jos Juliao Regueira Pinti de Sou
za, juiz dos feitos da fazenda do Estado
de f ernambco, etc.
F-z saber pelo preaente qaa no da 7
do Di/embro do torrente a^no, o agente
Qubcd5o ven cr a quem ma:s der em
publ;co laill, a c^s 1 a. 9 n errada d,>
3eB VCS DE DEZBMP.E.' DB 1333
Alfandegc
Do dia l 50:031/056
..nu do i.i i'.i' :
Do dia l 9 216/902
ye.nni secco da Alfandeei no Pernambuco,
2 d Dezemnr '.!? 183S
O rhefe da specao,
los Gomes a S.iva.
o OMnoareiro.
Lniz Mauoel Rcdn^ues Valenca.
Do dia l
RSCSaS-A DO ESTADO
RECITE DBAINAG1
Do dia l
t2ercado uulclpaj de S.
O movimento deste aereado no
Novembro fci o eeeHnte : En:.- ram.
36 neis pesasdo ii,2l5 kilos.
S05 kilos oe oeise a 20 re.
2 compart. com mariscos a 100 re.
2 ditos com ca-nai-Oes r 100 rs.
31 coluoinas a 6u0 rs.
6 cargas com llliab-s a 5C0 r3.
1 casoais c >m aalliouas a 300 ra.
2 cargas com batatas a 300 r*.
1 carcas com geriujura a 300 rs.
2 carga com b lOaoai a 300 rs.
1 carga coto braojaa a 3J rs.
6 cargan coai cielaocia a :CO r -.
0 cargas cote (meas a 30 -;.
55 carcas com farinba a 200 r^.
la cargas cora miiho secco a iJ rs.
8 rgaa com fejo a 200 rs.
48 lagares a 200 rs.
7 siiiuos a 20J ra.
II comp. coro polneiros a 1/
8 comp. con. scoi-iros a 7i"0 rs.
11 cump. c m fressam a 600 rs.
34 cump. com comidas a 700 rs.
48 comp. cora fazenda' a 600 r.
50 comp. cora verduras a 3* 0 rs.
7 comp. com fariona a 400 rs.
44 comp. com talbos a 2/
Rendimentos do dia e 27 <
2:101/488
198/113
Joa
da 23 de
6/O
#200
/HO
18i900
3/0 0
/aoa
/6riO
/30)
/600
/300
l/80>
1/SOO
II /'.IOO
3/U 0
1/600
96.K>
1/4 0
ll.;)
LO
6/6O0
235800
88ii0
15/000
28/80.)
t.8/000
268/3
231/6 0
4999:30
PreQos do da :
Carne wrde de 500 a 800 rs. c kilo.
Sainos de 800 a 900 idem.
Carneiro de 900 a l/idera.
Parraba de 100 500 rs. a cniL.
Milbo de 500 60J rs. a cuia.
Feiiaode l/iOOaS/ a caa.
HoTlmeato lo i orto
Navios eotrados no di* 1
Ro-Grande do Sal -28 dias, patacho ar-
geciiao cGondeia, de 169 tonalad-e,
capitSo Francisco Dias Costa, equipa-
gem 9, org xarqao ; a Amorim Ii-
m5oB (SO.
Liverpool escala pefa liba Grande 34
dias, vapor inglea tEditor, de 1026
ronaladss, commandante James Turuer,
equipagem 27, carga varios gneros ; a
Blackbura di C.
cala pela Una Grande41
trances Concordia, de
1615 tonelada, commandanta A. The-
baot, equipegem 41, carga varios ge-
neras; Angosto Labille.
Montevideo e escala-20 dias, vapsr alia-
m8o tPelotsB, de 1559 ton^ladaB,
commandante H. Hsasen, equipsgem
32, carga var.os geaeros; a torstel-
mnn & C.
Machio 9 diaB, lagar noraegaense
cSnar, de 513 toneladas, capitSo M.
A. Oleen, eqaipagem 9, em lustro a;
William Boawell C.
Rio da Janeiro18 dias, barca norue-
gaeose Latoaas de 543 toneladas,
Secretaria da Ios'roccao Boblica do Eslalo
de Percambeco, 29 EI'ITaL N. 23
Apuragio da eleijao para nm membro do con-
seibo luterano.
De orcem do Dr. iospec'or geral, (ac eaber
a quem mieresaar prs-a, qne foi designado o
p-oximo dia 2 de Dezembro, ao rr.eio da. para
28 sala em que func loca o conseibo Iliterario
uroceder-te a por cao dus votos para a eleijao
de om pr fesaoi que, no mesmo cooeelbo, re-
pr eente a tlasse.
Outro8im, poden asfisr a este aclo, mas
fem nelle ictemrem quaetqaer proleseor publi-
co que presente ee acuarem.
Nj impedia.eaio do steretario, o cCQcial
Joao B. Fox._______
ODr. JoJuliao iegueira Pinto de. Sou-
za, juiz dos feitos da fazenda do Estado
de Pernambuco.
Faz s.ber pelo presente qae no da 7
de Dezembro do Cvrrente anno pelas 11
horas da manha o agente Thtmaz Jobo de
Gubaao vender em ana gencia a quem
mais der em publico ltilo a casa de pe-
dra e esl n. I O. na Estrada Velba de
Santo Amaro, com 2 salas, 2 quartas,
cosinha tora, quintal em aborto e sotSo,
bastante estragad*, tsoJe de largura O
metros e 10 centmetros e de fundo 10
metros e 25 centmetros avaiiada em
3006LCO. Pertocce a Jo5o Bapiista da
Mello e se echa pecboiaia por execogao
da Fazenda do Estado.
E para que conste pasteu-se edita, na
forma da le.
Dado e pasnsao nesta cidade do Kecita
de Pernaicbuco sos 28 de Novembro de
1893.
Eu. Joe da Costa Reg L'm vao subs.Tevi.
capiao G. G-breo, equipagem 11, em
lastro a Nierce/er Cban & C.
Santos 7 diaa, vapor icglez tabley
de 1500 tonelada, commandfcnte R.
Htll, equipagem 22, em lastro a Nie-
meyer Cban & C
Terra Novi.=41 das Iu>;r inglez timo-
gene de 176 toce adas, capitso A.
Be.vis, equipagem 9, carga bacalho a
Blaekborn & C.
Terra OV5-36 diss, lugar irglea Gol-
dan3 Weddirg do 215 toneladas, ca-
pitia D vid Raes, equipagem 9, car^a
bacalho a Johoeton Paer S; C,
Penado12 horas, vapor nacional Si-
Babi* de 155 toneladas, commandan-
te Lobato, eqnpg*m 19, em lastro a
Oomoenbi Feroambocana
Navios sabidos no mesmo dia
Macatvapor irgla Architect, com-
o andante J. Tboirpsou, carga vaiics
f
gneros.
Babia e cBColavapor nacional Jacuby-
pe, cocmar.d.-r.ta Alfredo Mont-iro,
carga varios {eneros.
Estados Unidoslogar ingles tUernl,
c*pituo W. M. QillBBore, carga assu-
car.
Rio Formoso e T*maadar-vapor na-
cional iBeberiboi, ciiamaDdaii.e F.bio
Rsao, carga varios geaeros.
?Sav5os esperado!
DoRiodeJ.nero
Pa'acbo inglez Ora.
D^ Porto Aleg.-e
Encona llemS Hermano.
De Pellas
L'iar ingles iracwj,
Psirho hllaodei Ati oe.
Patacoo bollan iez Hargaretna.
Lctrar ingles Ni-w D-y.
L gr no^oe^uen-e Coanre.
Patacbo su-co BHona. *
Patacho nacmal Hermano?.
Paiacbo nacional aa ioho 6'.
PiDcho naiooal Marinha 2o.
P.ucbo nacional Annra.
Da G.rdiff
Bi-.rca lofiiesa l'ogo.
Sirc- norn goensa Kfarl.
Lugar infles Dora.
Do Porto
Pjiacbo nacional Rval.
De Svfiose
B^rea inglesa Starry.
Brca "TSrJ^ri pela Hha Grande
Barca noruegueufe O rme.
D? Liverpool
Barca ncruegaeoae Faony.
De Te ^ra Nava
Lugar inglez Rcsira.
De Londres
Lugar i giez Hjrnei.
Havre 'fi eB
das, vapor
Europa.
Sul ....
Sul....
Sol ....
Sal ....
Norte..
Earop-i.
Europa.
Sal-----
Earopa
Sal ....
Enrona...
Sol......
Europa...
Earopa-
Norte ....
Snl......
Sol......
Sl......
gurora--.
Vapores a entrar
Maa de Des mbro
...... Fnt'e ?C=......
...... Campioa.......
...... Pernambuco.
.. .... 'longo.........
...... Nile...........
...... Manaus........
...... Canoa..........
...... RuDeas.........
...... DorrlOQa*.......
.".'___ Corsica.........
...... Naooll.........
Vapores a sahlr
Mes de Dezembro
"ometi...........
Campia.........
Congo ..........
Nile.............
Pernambaco...-
Maana..........
Capas ..........
Concordia........
Napoli..........
2
2
2
3
4
5
5
6
6
9
12
4 h.
4 b.
4 h.
4 b.
5 h.
6 aa 4 b.
7 as 11 b.
7 aa 2 b.
12 as 4 b.
I
.


\


D;ro d* Peruambocn Sabbado 2 de Dezembro de 1883
l
-
a
*
.
U
\
O cidadao Jos Benedicto Buarque 1
upplente do jais aabstita'o do Dr. jais
de direito, em ezeroioio na presente oau
mi pelo impedimento d'estes.
Fago saber a todoa qasntoa intereaaar
possa, que por D. Mara Barbara de Meo-
doea e aeoa filhos, lhe foi dirigi la a peii-
5S0 do theor seguiote :
lllm. Sr. 1*. aaoolente do jais sabsti-
tofo do munichio de Porto Calvo. Diaem
Maria Barbara de Mendonc, Oympia
Afra de MendoDCa,ob8charel Bernardo Lin-
dolpho de Mendouca, Emilia AmaBlia de
Mendoo^a, Antonio Peregrino de Meo
don?a e Job i Ernesto Po de Men-
donca, senheres e possuidere do En
genho CoocicSo sito n'eate maricipio,
qne teudo diiijido ao mere ti taimo Dr
jais de direito do monicipio a peti^ao
junta reqnerendo as cit c5es dos seus he-
ros e mais interessados, para a aviveota-
980 da dea>.reeca> de sua propriedade,
obteve o despacho oonst.ote da neim
peticSo mandando requerer parante o juia
snbatituto, o que feito, eate rleclarcu-se
suspeit ', como se v do reepeitavel des-
pacho Uncido na mesma peticSo, pelo que
Compete a V. S. uneciorar do toito. e
par isso, os eapplicantes reqaerem qae se
digne, attendendo ao requerido, deferir
como 6r de direito. E. R. M. Porto
Calvo, 11 de Setembro de 1893. O ad
rogado, Bernardo Lyndolpho de Mendon-
9a. Es Uva competentemente sellada a
prese, te petizo na qusl foi proferido o
despacho do theor e-Jguinte : Facam-se as
citatSes o passem se os editaes na forma
requerida. N< meio curador a Id dos
menores e mett^c-pto ao cidadao Ludge.ro
Jorge da SilvaPorto Calvo, 11 de Se-
tembro de l>3 Jos Beneoicto. Acom-
panhou a petijao cima transcripta, a pe-
ti95o inicial a qa:l do theor seguinte :
lllm. Sr. Dr. joiz de direito do moni
crpio de Porto Calvo. Dizem Maria Bsr-
bara de Mendoo9a, Olympia Afra deMen-
donga, o b*cbarel Bernardo Lyndolpho de
Mendoza e Emilia Amasilia de Mecdon-
9a resideutes ca cidade do Recito, Jos
Ernesto Julio do Mendoza e Antonio Pe-
regrino de Mondones, residentes n'eate mu
nicicio.viuva e filhos do finado coronel Jos
Ignacio de Mendonc*,seraberes e possuido-
res do engenho Conce9o, sito n'este mu-
nicipio e anticamecte c.onbecido por Mor-
ras, sob a invocecao da Santos Cosme e
Damiao, quo bouverm por heraega de
saos tullecidos paes e avi o tenerte c;r'
nel Bernardo Antonio de Mend^c^a e D-
Auna Barbosa d* Mondonga, e desde mu-
tos ancos habitad e cultivado polos aup
plicantes e seos ant->ces- res, cm planti-
de aranas e outras lavourae, a onde te.m
convecient mente montada fabrica da faaer
agsuoar e outras muitss bemleiloms, que
rtm aviventar a deroereasao antiga de
sua mercionada propriedade, p&los m e-
mes mareos e rumos antigos em vista das
confr:nj^o=s e limites d\tt rejpecbvas es-
cnpt'iraa juntas a esta como prova do jus
in r di a supplicantea e ieiU antecessores
requer.m a V- S. se digne pastar rose-
dado para serem citac'es ob hireos
cocfron'.antes Gon9alo Lennho Buarque
pos Res, por s-, e como tutor dos seus
nlhos menores Amaro e Pedro, todos se-
.nhores e co-pos^-uidores dos eng.ch-.s S
Caetano, conheeido por Duas Buceas, Pri
niavera e F ores ; coronal MmerviBo No-
minando de GsmSo L.iioi>, Uamusl d-
Cui-ha Pereira e Francisco Pereira dV Or-
Ehs, consenhores co engenho Flores M>-
noel Tbe;;doro Accioli Lin, Joaquim Es-
tevo Accioli Lins, Jos Ambrosio de
Mello, mar-do de D. Maria dan Werca
do Gusta'o Liaa, c ns^nhore.8 des go-
chos Primavera e F!ore3 ; Antonio Bu: r-
qce de Gusmao Lima, Minerv no Buar
quede Gubmao Lima, consenhorea do
eng'nhn Primavera ; Gaspar S:i!;r"io.do
Albuquerque M>-ranbao cocsenbor deseo-
genhos MinsB e Flores ; JoSo OUvo Bar-
bosa Maciel, Gavuino Barbosa Ifaetel,
Bellarrsiio Barbosa Msoial, cjnsonbores
do sitio Roncador e do engenbo Dds I -
mSos ; Laurentino B^rbcsa lfeoiel, Au-
gusto Barbes- Mcelf- >. Eswaratdies
Brbosa M-ciel, D. Jetuina Bsrbosh
Ifaetel, Padre -os Prudente Te I (es
da Cos's, coef-nbores do engeabo oe
rmeos,. Dr. Francisco de Asaia Men-
don9a, ?.'^-nhor dj eogaosa 8. Frso-
cisc ; Jos Zafera* di Barros, seohor
doene-nhi Japaratubi ; fraBeteeo
tonso de Mel, sentuir da engeahe Espe
ranga ooobeoldd por Periqnitj ; Jacmtbo
Pino de V.soncell.s Lins, senhor dos
ensenh<.a Ferrfe)"% LauSi-Radondu; Dr.
JscintboPaes de Mecdonr,*, s-nhor do
aogeeho Novo e crnsenhor do 8. Francis-
co ; F. ds Bocha Woderey Netto, cor.sa
nhor do engenho Sodade ; SebneJao Ai-
tonio da Silva, na parte era que o nho Patento se p.ssa limitar coro A pra-
priidade dos su aplicantes, e o curador
geral de orphaos, todos residentes ueste
municipio, c b-m ess m que raandis ^-
pedir e rfn<.r editaes cam o praso oa le,
vara serero citr.das, nos municipios, ia
C rosr^ibe, Gongalo de Bsrro rF^cdei-
ley, conssnbor do engenho Minas; de
a*ragy, o mij r Francisco de Paula Ga-
valcante de Albuquerque, Franjeo Ar-
eob^sto de Paca Cvale nte, consenhores
So engenho Solidado, a o Dr. AoaBtaao
de Paul Cavalcante, consenbor no engt-
tho Frrrao ; do Qununde, Dr. Jeronymo
A-cioli L-ns e D. Clara Maria de Gas-
m5o, C3menteres do ecgenho Primave-
ra, todos deste Estado ; e co fcs'ado
de'Paroarobuco no mnoioipot, de P*'-
mares, Jos Antonio AlvtB Macial, Au-
tcsio Alves Maciel, Frao^so Alv?s ls-
ciel, "osB. Maciel, D. Mara AogustaB-
Maciel.cooseohoiea do engenho Deis li-
maos, e rrsidooteB no engenho Monte Po;
de S. Becto, Jo5o Barbosa Mace!, Xugusto
Barboa Maciel. consanhores do eDgeDbo
Doia Irmaos ; de Agoa-Pret*, D. Leopol-
dina Barbos* Maeiel, Joo Berbosa Me-
ci' D. Maria Barbosa Maciel, Antonio
Barbara Maciel, D. Theotania Barbosa
Maciel, Anhur Barbosa Maciel, Antonia
Barbosa Maciel, Eogemo Barbosa Mf>
oiel e seo p i Jos Beserrs Cavalcante
Maciel, por b, e como tutor dos meamos
seos filos menores, todos consenhores do
engenho Dois Irmlos, e residentes no
engenho Pirangy ; de Barreiros Joaquim
Sirophronio de Mello senhor do enjreDho
Boa 8orte, conhecido por Mumbjoa a
Jone Martina do Miranda, na parte em
cae possa liroitirem-io o engenho Bom
Jess e PromogSo, de qae se dis oonseohor
om proprieiMe dos Bipphoantas ; n-
cluindo-e no menmo edita! cita9o a todos
osher >s einteressados incertese deaconbe-
cidos (,ua possam, exist r aem scieroia dos
supplicantes, pera na primira audiencia
oeste juico, depoiB da entrega dos manda
dos e recoihimento dts certidoCB dos edi-
taos no ctrtorio comppteLtemente cnmprf
dos com as formalidades legues, virem
louvar se em agrimensor que proceda
aviventi-gSj requerida, em arbtradures, e
erem nesse acto assignar-se-lheB o praso
da le para a o^n'esUcSo da acgSo, sob
pena de ser tudo feito & revelia dos snp-
plicados na forma da lei.
Gutro 8m reque em a V. S., qne man
de passar mi ndado 1 fim de serem citados
para o fim requerido a M&noel Isidoro da
Cunha, Francisco Gomes Pereira Guerra,
intrusos que illicitamente s acharo na
propriedfde dos Bupplicactes, e tambero
pera restiiuirem depuis da sviventagSo, os
terrenos de que, com m f, Be querem
apoasar : e finalmente requerem que vos
digneis nonar curad r lide dos n.eno-
rn e orpaoH filhos de Gongalo Lerioo
Buerque dos Res, de Jos Beserta C-
vale-nta vciel, de D. M-ria das Mar. es
de Gusml > Lima, do interdi.to e roen
tecapto Francisco Alves Maciel, am de
representaran a seus cnratelados em todos
os termos de p.ccSo, prestando o devido
juramento.
Od snppiicantes avalinm a presente cau-
sa em 20:0005; e P- P. V. S. que an-
toAa sejaw os supplicados citados para n
fim eapec fisr.drt, a assistirem a todos os
tarmus da causa e sua esecugao, e igual-
mente, para proporciorialmen:.a bocarem
ks d^spesaa da roedigan.
Porto Calvo, 9.da SetemiD de 1893.
O advcgtido Bernardo Lyadolpbo de Men-
dooea.
t stva igua meute sellada e despa-
chada.
E mais se nao continua naa peticSes e
despachos aqui transcriptos, em virtude
edital cora o praso de 33 ci:. s, para es
que residirem neste Estado, e de 90 das
para oa quo resiftirem nos outros Esta-
dos : pelo que sao pelo presente citados
uSo e os her-is confr n antes acia.a de
clsradosi como ainda todos os ncertos e
desconhecid' s, e finalmente todos ob inte-
resados em geral, psra depois da ultimo
praso se lo':.'arom em arnieT9or e peri-
tos, qne procedam a avi'recta^ao raque-
ridf-,
E para que chegue ao c;nba--.imento de
todos os interfSBsdos, xoandou nao s pas-
-ar o prea-nte que ser publicado e atusa-
do no luirar do costuaie, como' remetter
outros de igual theo. para serem tfnsados
tos mumcip os ero qua residirem os citan-
Oos o publicados pela imprecsa tal.
Dado e passada nesta cidade de Porto
Calvo do Estado da Aiagoas, em 25 de
Setembro da 1893.
fca Emiliano Jos Volho, escrivaa o fiz
escrever e subscrevi.
Jos Benedicto Baarque.
Est contarme.G escrivao Emiliano
Ja Velho.
De ordem do IHm. Sr Dr Procurador
F seal dests Taesouro tai canvidado- os
Srs. pr. prietarios das freguez as do Re
Cite, Santo Aoto :to, S. Jos e B-a-Vi.-ta,
a virem Dtgtr o que devem pelo cly-
acato feito era fcente de sns casas no
praso da 30 di .3 a cantar do' *a data.
Sec9ao Co C ntencioso do Thesouro du
Estado, 3. de Nombro do 893.
Manocl do Na&cimmto S^lva Mallo
1 oifieial.
pjr esta Bepsrtiyfto, e d wdni da S
Dr. Q.iestjr Poleia!, fa9a ubhco que
forana bpprehendidos, e se i-cham depj-
stidas us 8abdbcgaaa co Reeift 3 c
rallos, q'ie serio ei.tregoas qaam apre-
sentar dccuroen'.os probatorios de leg
tiroo coninio.
Sejietv.ria da Qiestnra P..1 cial do E;
I da da Pemambuuo, 29 de Kovem.uro.de
8S3.
G secretario,
Cassi'ino Lopes.
Corpa ptlich!
Do ordem do Sr. taneoto coronel com-
mandaae sao avisadas to-aa as pra9as
que B4 Svih^m disertadas de qaa na da 1
de Deftabro termina o praso do indulto.
Tods qne te ..presentaren dentro desse
praso BerSo consideradas iode4tadss.
Pr que cfeegae 80 co>~hecr:ento de
todas manda publicar o pretent.
cretaria do corpa policial <** Percarn-
br.co em 2- de Novembro d 1893.
Jo Qcms3 Pereira da cilva,
Tenente secretario.
Alaaleg
Pr-priedades Lr.ges e
oenjo
( Arrend meato)
Do ordem do Sr. Dr. Inspector e ero
curoprimeato da ordem da d.-ectoria gernl
das randas publicas do Taesouro Federal,
sob n. 14 de 15 de Sctembro preximo
pretrito, fa90 publico que esta repartila
recebo propoitas em cartaB eelladas e
fecbadss, at o dis 14 de Dezembro deste
ai:no, p'ra c arreodametta das preprieda-
des naeionaea denominadas Lages o Se-
rijo situadas no municipio de I'amb
deste Estado, as quea sao desusados
principalmente ao piantio da canna e ia
brico de assaerr.
O arrerdamants nao se far por tetnao
excedente de nove ancos e para e'.le ser-
vira de base o arb.tramento do 2:5005000
annaaes, dado ao respectivo aluguel ven
cido e ora oommaaicado ao Thesouro Fe-
deral.
Em 13 de Noverobre de 1893.
M. Aotonino da C A*anha
Ccmpauhia Exploradora de
'rodados Calcreos
3.a chamada de capital
De o dem da directora, sao convidados os
senhoreB accion-stss fo&scriptores da 8e)?nnds
serie dj capital de ta roropanbla, a realisarem a
terceira entrada de O / 00 20*000 por aegao
at o di 25 do crreme, no Baoco Popular.
Reclfr, 10 de Navembro de 1893.
Roirleo CarvalhD.
Secretarlo loterino.
PRADO
ERMMBICAKO

QUE SE REAL1SA.RA' NO
Dia 3 de Dezembro de 1893
DERBY-CLUB
DE
Somes
Pello
atur
lid.
0
Cor da v-U
Proprietarlo
l. PareeConsiolacao800 metrosAnimaes de P>>-niiuibnro au- nfto tenharjj ganbo
premio. Premios : 23O0UO Bims'k II ..
Poutaoie.....
u.a',,1.......
Rodarlo.'..... Pernanib.. Ki
Caslaario.... Si
54
Eoc. eanl.........
Encarnado e bonet pr
Verde e amarello.....
I. C. Rpzcnde.
U. f. Macbado Jaalor.
J. Moraes.
2. PareoLiberdade-1:000 metrosAnimaes rl Prnarnba;o Premios: 25OC0O ao
!. 60*000 ao S. e 25*000 ao 3-
TVoor 2 .
rlegcnte...
Vivaz.....
Malaoge...
Cheff.....
'a'cbouly.
Vwgador .
Peniano. .,
AitOToy...
Alazo....
Castanho
Kusso.......
Ruseo claro.
RuS40.....
5 iRodado......
4 Ksio.........
5 ICastanho....
Pernamb..
5i
56
52
56
54
54
58
5
5G
Amarello e rexo....
Azul e onro......
Preto ene. e oo'o..
Eocaroado e aznl...
Encarnado ........
Preio e encamado...
Azule encaroado...
Preio eooro......i.
Axevedo 4 C.
Cond. Crozetro.
. Rom Fim.
*. C Rrsende.
U. Slrr>0e8.
A. Alvc-.
Oond. 1 de Junho.
P. 0. Recode.
J. S. Merced.
3. PareoConclllaco 1.000 metros.Animaeo pongas p pellodos.
ao l.\ 60*000 ao 2. t 30*000 ao 3.
Premios: 300*000
tinouralilho..
2|ltadamP8.....
3Rujiic.ino....
4 Bonina......
Donradilbo.
Z no......
*lazDO.....
Zuo......
Pernamb.
54
5t
4
Azol e crfitne.......
Verde oaro e D'-n. pr..
G.-eoat e onro........
Ama.ellj e verde....
Coud. Colombi.
Cond. Brazileira.
Oood. Pelotese.
C P. dos Santos.
4. PareoMippodrum j do Campo Grand*-tOO metrosAnimaes de Peroambn-
co. Premios : 310*000 ao 1.*, 60*0:0 ao 2.a e 30*C0 ao 3.
Pigmeo......
Tuto .....
sans-Souci...
II'KUeliu'. .. .
Ally-Stopper.
Zaino........
Baio........
Preto...
Rodado.
Pernamb.
52
51
52
52
52
Oro e p-eto......
Verde e amarello..
Azul e 'Teme......
Amarello e ruxo...
A M. A.
J. Mo-aes.
Cond. Coiombo.
J. N. da Silva.
C. Campos.
o. PareoPrado Peraambucano-1 550 metrosAnimas N cimaes Egua estrangeira
Premios : 400*000 ao 1.', 8J*000 2. e 40*000 ao 3.
Scirocco.....
Petropolis...
A'laote......
Napuluano .
Alazo-.
R. de Jan. 56
Pernamo.. >6
56
S Panb.. 56
Azol t our......
V' rde e amarello..
Verde e arrarello.
Azule encarnado.
C. Internacional.
Oood. Iuippeodencc.
Cood. Iodependensia.
F. C Resende.
6.* PareoEstimulo1:200; m?tro3AnimaeJ d* Peras nbuco.
1.", 50*000 ao 2. 25*000 ao 3."
Premios: 250*000 ao
Malaoge ...
I'enldiio...
k>U>B80___
Po i.ible...
Ualaio......
SepU'is'no..
Kencuts....
iRusso....... Pernamb.. 81
lltaio........ # 5
R dado...... B 52
,Caa'aooo -.. * 5*
Mellado...... m 52
'Castanho----- 5*
52
Azul e encamado...
Encar. e azol......
.sol e oa o........
Rae. e bonet. rreto.
V^rde e an>relb...
Oaro e preto.......
Azol e ouro.........
\. C. R^zeode.
P. O. Res-nde.
;>u.1. Crczeiro.
V L. V. Jomor.
J. Moraes.
A. M. de Almeida."
Coud. Cruzeiro.
7 PareoBerSy ""luf* da Peraambaco-1.500 rastraVnimae^
Premios : 300*OJO ao f. 60*0J0 ao 2o o 30*JJ0 ao 3.
de Pdraambn:o.
ipy.-ilampo...
SlTureot*....
33e-liii.....
UiaaniT
TorJilho.
Mssao...
Zmoo ...
Castanho
Peroamb.
52
a!
52
58
Iranio o azul.
G e iat e aul..
Azul e braaco.
G.-eoat. e azul.
8* Par-o-niprcnsia1,0)0 metrosAnimaes de Pernamnacj.
50*COO ao 2, e 23*000 ao 3.
A .Silva.
J. O. Fe-reira.
A SU a.
A. Tiques.
Premios: 250*000 ao l.
C lTflO...
Plra'a .
Tra;u'Qj.
Roalo.
P'OtO...
JilO....
Pernamb.. j 6* rV'.nl e oaro....
I 54 iTJirelb e rerd
I 56 ij.'caai e azul ...
Cml. C-ai'iro.
"it g.l-'.'lM & C.
Frcttai & .
Ste^a
Os animaes inscriptos para o.l. parco deverao achar-se no ensilhameato
as 9 l|2 huras (ia manila.
Os forfaits serao recebi.los al Sabbado 2 do Djzembro s 3 horas da larde
na Secretaria do Prado.
Os jockeys qoe nio se apresent.rem convenieiiloraento [rajados com as
cores adoptadas no programro por seas pairos, Dio serao idmildos pesa geni
e serao multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
rrevinc-sc aos senhores accionistas do procuraren! os seus ingrossos na se-
crelaria do prado ra da Imperatriz 11. 26 I ."andar.
A Directora chama a altenco dos Srs. proprietarios e jockeys para o art.
20 e seus ijij e o art. 46 que sarao restrictamente observados e o horario que for
mareado na pedia ser rigurosamente cumprido.
Chatna-se alinelo dos Sis. proprietarios, c jockeys, para procuraren) os
seus carios, e caderoetas na Secretaria do Prado alitn de serem entregues aos
ooiteitos no dia de corrida.
O portao do ensilhamcnlo s d entrada as pessoas qua vier sem animal.
O
1
A archibaacada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres,
autoridades civis e militares e imprensa.
PKECOS
Entrada Geral ...... I^QOO
Entrada com direito a archiban-
cada e ensilhamento.....2^000
Secretaria do Prado 30 de Novembro do 1893.
O secretario,
Jos G. S. Gouveia.
Alfaadega
Terrenos da praia dos Milagres
em Olinda
De ordem do Sr. Dr, inspector, sSo
convidados tores os propriotarics de ter-
renos contingoos sos a praia dos Mila-
grea em Olind, a virem requerer, no pra-
so de 30 das, qoe Ibes tico marcado, o
a?ormento destea ultimes, c.da uta na
parto correspondente testada do sua
propriedade ; fijando, porm, os meamos
proprietarios advertidos de qae 15ra d'a-
quelle prazo us 'ludidos terrenos pode
rao ser livremonte ocnoedidos a qaem os
pretender e satisfiser as exigencias lo
gaes, vito qoe o pensamento da loi, It."
vorecondo taes annexk^Ses, adoptar um
meio mais coedaceota a coasecogSo do
fim da empbyteuse, que sem davida
utiliaar o valorisar ^s terrones^ e por con-
segointe o d:reito de preferencia dos con-
finantes, tal enmo se seba consagrado no
decreto o. 4C5 do-22 de Fevereiro de
1868. jamis poder coarctar o procedi-
meoto desta repanicSo, a qaem cabe ze-
'ar os intereeses ficcies, n3o permitliad
-i8 conicem os referidos terreos a se
rcm il'egalments ntilisados por acuellea
proprietarios como se fossem de dominio
proprio, conforme conata.
3 3 seccSo da Alfandega de Parnambu-
co, 6 de Novembro de ] 893.
M, Antonino de (~arv?Mo Aranha.
PR0JECT0 DE iNS Para a 17a corrida a realizarse no dia 10 de
Dezembro de 181i3
DO ^
m DA ESTANCIA
Fero Carril I O'wO ni. tros. Animaes aa Pernsmbuco qi.o nS
tnbm ganbo no3 prados n Re:ifa premios : 300^000 co prirceiro^
6OSOO0 ao segundo e 305000 to t^rc^iro.
Prado PernaiahucaiTO 9J5 metros. Animaes do Pe^nam-
bnco. PEKatos : 30050^0 ao primeiro 60f5OOO ac segundo e 30QQQ
ac tereeiro.
GRANDE PREilIO-lm>roasa Cera^oibusaaa = Banda?.
Animaes de Pemi.mbuco. peemios : 800(5000 ao primeiro, 3D#L9
ao segundo ]2C$000 *o te'C-iiro.
Ilippetdromo da Campo Gracdc 1.050 metras. Animiet
de Pernsmbnco. peemios : 3.0000 ao primeiro, 60^00 ao eisgcta-
rlo e 305C00 ao tereeiro.
-GUINDE FBSMIQ Cerby -Vlssb de Pernambnco Bandear
de limites. Animaes da q-a'quer p*ie. PKEilios : 2:000^000 ao prt
m iro, 600,5000 ao segundo o 3005000 eo tereeiro.
Trllhos Urbano* do fSccifc a Caxaag* 1.450 metros.
Animis de Pernamouco. FEKMI08 : 4C0500 ao prime ro lOOjGOG
so segundo e 485(J0 a'> te ce' Turf Pernaaihucaao 1.250 metros Animsej de Peroambcj-
co. PBKMI08 : 400^000 ao pr.meiro, iOO^oOO ao segundo e 48$00t
ao tereeiro.
IO de DeCGlbro 1.100 metros. animaes de Pernambaco,
pbsmios : i5O$'J0 ao primcuo. G05C00 ^0 segundo e 30|50Q0 ao ter-
L* PAREO-
2 PAREO-
3. PAREO-
4. PAREO -
5. PAREO-
6. PAREO-
7. PAREO-
8. PAREO-
ceiro.
OhserTaces

De acoerdo com c trt. i>. do ctgo de corrijas no podorSo ser asciptoa
no pareo Fr^o Ptrt-imbu^aao os auicanes .Mauri'.y, Piramoo, Pyrdampo, Plutlo,
Huguencte e Avenrureirj, no pareo ippodrimu do Ci-npo Grande os anicnc*
Pyrilampo, Maurity, PiutSo o Piramon, no pareo Tiilbos Urbanos do Racite a Ci-
xang os auimties do pareo Prado Peronaibusaio e m^is Ida, Todo-, Pysinea(
Turco 2.. Sans Su->ci, Marant;uaue, AUy Siorpcr, Berlim, Mouro, Talirpber, Dabhma
Boccacio 2., no pr.i Turf Peroambujno 03 raesmos do pareo Prado Porna-abaoBoo
Trilhos Urbsnos da Caxing e inoi Saeta F, Malango, Uolosso, Bismarck, Po ata-
ble b Pirata, no pareo 10 da Dasembro os a'naes no pareo Sao' F d>: cornil
passada e mais Malaio, podend3 entrar os aniruies lascte Rio Grande e 807
Blaa,
A in8crip?rTo encerrsr-se-b tercR-:'eira 5 da Dermbro a 6 hors da farde
na secretaria do iJerby-Club a roa Duque da Cxas r. 20. ^S^,
Nenbuma proporia ser aceita sem o val ir da ioscripco.
Secretaria do Derhy-Ciob 30 daNivorabro de 1S9*.
O secretario,
J, Benigno da Silva,
Endercp telc^raphieo-Fiuza
ggj u opiioo 0|
Alfandega
Companhia Trilhos Uiba-
o* do Llec fe Olinda e
Beberibe
Assembli grsl extraordinaria
A requi8co do presiJeuie da directora e por
ordem de prestieotn di n^sembli eral. 1A1
convidados os Sr. >e;lonftU a rroDireoj Fe nr
dia 7 do mex prximo em asnembla geral ex
irsordioaria para ouvir orna exposi.cao aa direc-
loria e tomar provideacias relativas ao aa
fnmpto,
A reoniSo fffictosr-Be ha ao rreio ca no sa'o
das reamoes da compannia, na esiaiao da io-.
da Aorora, e para tttVctnaree de?e ler a repre-
seniac&o de dona tercos do capital.
Eacrip'.orio do carente da compaofcia, 25 de
Noembro de 1893.
A Ptrcira SimOea.
Aforotrjeoto de irrren de Marioba silo a ra la
periai freftKPM de S, Jc dee'.a cidade.
De ordem do Illrr. Sr. Inspector des'a repar-
Itcaotendo Kvard Collier Leiih. requerido por
xfursoienin um lerrrr.o de ma:ioba ho a roa
Oi'.enia e Nove (;u,tif;a upcrial; da fegtes'a de
S. Jo.c desia cltfade, cum oitcnta e oito EPtro
de frente e cen'o e enfrenta le fondo, o qusl
.:onrtna so norte com orto Cap baribe. ao sst
c-. m a roa Oiieota e Nove a leste fa o terreo
ae mancha devclaio cora deza cetro-; de frente,
con'sdos no s!i!hj;nen!o da 'ua Oilenta e riovea
eneont-ar cem as cafas de Pedro Jope da Silva, 9
a Oeie rom o leritco laabem de mariuna cota
dese metros de frente cornados no mtsmo alt-
nhameoto a encontrar com a asa de Ai-lonio
More ra Kcf, chamado aquelle qae se jolgar
pr'jadlcado ..lioi de prevar no praso de 3 Miago
di re o quo tem com ielsao ao aforamento do
referido terreno.
3* eecgao da AUandega de Peroa-ibaco, O X.v.rcbro de im.
Macoel ar.torair.0 de Carvalbo Aracba,
i
*i
tamans*.
mtm
tmm

------------------, fc,^ 1 ^ .t
^^^^^^^H



Diario de Pernambuco Sabfaado 2 de Dezembro de 1893
if
lfandeea de Peroambuc L'0 P'ot*do" p*** "w1 eom 80
_ ..O o'.ha, om.
O cocselho para forneoimento de geno
ro pracas, rorrgeos a oavalhadas, nie-
tas ao Hospital Militar, recebo propoatas
no da 6 de Desembro prozimo vind.uro,
pelaa 10 hiras da manhS, do qaartel ge-
neral do commaodo do 2 disirioto mili-
tar, ocdo funccionar para contratar o
fornecimento do ta a gneros a maia ar-
tigoa constantes da relacSo infra, dorante
o 1.* f 'mostr do aono de 1894 :
Ale
na
kilo.
Agurdente de canoa, litro.
Araruta, kilo.
Arrea piladc, idom.
Amaizas psasadas, dem.
Aaeita doce de Lubua, idem.
Dito, idem idem litro.
Aaaucar refi lado aoperior, kilo.
Dito refinada da I.' qualidade, idsm.
D>to de 2.a dita, idem.
Alfafa i -i* m.
Bacalho, idem.
Bo-raehcs, um.
Batatos iogleaas, kilo.
BoUchDbas inglesas, idem.
Bulen, s, idem.
Biso i:...-, idem.
Barba de porco, idem.
Bolachinbas, idem.
Caree verde om osso, idem.
Dita idem sena osso, idem.
Cb verde Bisaom, dem.
Dito preto Ilisom, idem.
Cal em grao, idem.
Dito moido, idem.
Carne secca do Rio Grande, idem.
Dita ec meiro, .dem.
Dita de poroo. dem.
Cog8nc rjn i Cbampanhe, idem.
Chocolate, idem.
Capirr em feix-s de 3 kilos, om.
Cu. i l. 1. k, kilo.
Dito vegetal, barrica.
Fe i'i niulatiaho, kilo.
Dit>> mu!..tDho, litro.
Dito preto, kilo.
Dito preto, litro.
F. : h.i de mandioca saperior, kilo.
Dita di ra idem, li'ro.
Dita idem di 1.' qnalidade, kilo.
Dita idero de 1.a jualidade, litro.
Frange, um.
Frontes, 2 bananas ou 2 laranjas, ragSo.
Gol il.-, 110)9.
Gel a, kilo.
Gcij.bbdts em latas, idem.
Le te. .dtm.
Dito, litro.
Lecha em achas de metro, orna;
Dita, i.m turoB, um.
L.rC'3, ma.
Latagem o concert de roupa, pega.
MacarrSo, kilo.
M j n, idi-m.
Malte, d ro.
Manteiga 'o^leza, idem.
Marueg:. francs-*, idem.
Mermeladas, idem.
Mi^j a.>.ido, idem.
Ov08, '. i..
VI ki.o.
Plod
Paseas, des.
Pe fresco, idem.
Que ) i .Minas, dem.
R s
oriado, k!o.
a. id' c3.
i'l'O
Sal : m.
Tapioca, idem.
Talbarim, dem.
Toucicho de Minas, idem.
Vic?gr tinto de Lisboa, idem.
Dit idem, li?rn.
Dito braceo de Lisboa, idem.
Vi .. kilo.
Dit.i dem, iiiro.
Dilo Flgoeira, kilo.
Da idem, litro.
Dito do Poit> auperior, kilo.
Dito idem idem, litro.
Dit< sto saperiur, kilo.
Dit : leas, litro.
v'erdurai e temperos
V. a-pim oa cara,
Bard____- Agrillo ou out.a especie,
Coi i>u i' p Traperos Ceboll nho ou sa'sa, .
PimeU vrde
T< t. troca oa massa,
Abobora smarella
Uutro s gneros
Alvaide, kilo.
Azti o tramar, dem.
Amar Un 'ranees, dem.
Cola da Bi'ia.
C' W> cento.
CJ a, -:!queire.
C "to,
Ferrr ;':ra8 orna.
Go i > .i. 1 civ, kilo.
L^x t dusia.
ieo ue ., i <;*, kilo.
'Medio mi otea para cava'ior, umero.
Pix kilo.
Pn | ... caiar, oro.
Pineal para pintura, iiem.
Pbospnon s. duzia.
Fs kilo.
Rap, idem.
Roso torra, idem.
fcabao aziarello, idem.
Seconte feaes d'ooro, idem.
Sec sata de sinco, idem.
Sap.'io, idem,
Tij p-.ra limpar faca, um.
Veis a St. te, libra.
Ditts de cera, idem.
Verde fracces, kilo.
Vasa uuras do pisca va, dusia.
ZarcSo, kilo.
Objectos de ercriptoracSo
Atlas impressos. cento.
BaixRs iwpreasas, idem.
Bra! ante pardo, novello.
C etes finos, om.
Certificado de bito, cento.
Ci.rt:;reir?8 para officiop, ama.
Encaderracao de diarios ofiiciaes, por tri
mestre, volume.
Encadeinaci de ordena do da por anno,
idem.
Enveloppes para offioica eom 0,35240x'
cento.
Ditos para ofScioa eom 24 H M""-
Ditos para cffijios oomO,22 M 0,09 idem.
Ditos para oficios eom 0,40 M 0,15.
Gr ampos de metal de na. 2 a 7, idem.
Gomma arbica em grao, kilo.
Livro pautado para pharmaoia eom 200
iolhaa, idam.
Livro de ptpel Carmen eom 200 tolhas,
ideo.
Lapis preto Faber na. 2 a 3, duzia.
Ditos de dota corea, idea.
Lirrancaa impresa**, cento.
Livro pastado para o almoxarifado eom
200 tolhas, um.
Livros de papel Carra eom 200 folhaa
om.
Livroa de papel almaco pautado eom 100
tolhas, om.
Mattt-borrao, iolna.
Ma, pal eeraes de dietas, ceoto.
Mappa parcia de dietas, idem.
Dito de movimvnto diario, idem.
D.'.o de Pharmacia, idem.
Dito Ni s ilgico, idem.
Obliterador, una.
Obreiaa grandes para sello, orna.
Papel roseo t mbrado para oficios, resma.
Papel Imperial, caderno,
Papel para mappas eom 45, 50 e 60 li-
nhas, tolha.
Papel p rdo de hoho para embrolho, mSo.
Peonas d'*90 Perry, caixa.
Dtas d'afo Mallat, idem.
Ditaa d'5o Talan, Idem. ^_^.
Papeletas impresaas, oento.
Paeta para carteira, umy
Pasas com pont ,4dinT
Papel almaco liso, resma.
Di o pra cartaa cffisiaes, caixa.
R g'ias cnatas de 0^69, orna.
Ditas chatas de 0,80 dem
Tinta Blue Black, boiSo
Dita carmin, iraaoo,
Dita escarlata Stpben, idem.
Vales impressos diarios, cento*
CondicSes
1' Todos os genero* serlo de primeira
qaalidade, e os toroecedore deverSo aa-
tisfaser i s pedidos dentro dos prasos mar
cados nos respectivos contractos, entre-
gando os gneros nos qoaiteis e hospital,
e depositando na Alfuudega, ama quantia
como caucSo, que ser arbitrada pelos
corselhos de tornecimentos.
2' As propoatas deverao conter a decla-
racSo ezpressa de sujbitar-se o proponen-
te a multa de 5 |. da importancia que
montarem os nmeros de artigos que to-
rera acceitoa, Be dsixarem de comparecer
para assignar o respectivo contracto den-
tro do praso que lhe f?r marcado pelos
jornaes.
3* S pode-2o concorrer ao fornecimer-
to os candidatos que se hahilitarem na
(rma do art. 18 do decreto n. 7,685 do
6 de Maico de 1880.
4 Os foruecedorea serSo obrigadoa a
vender gneros pelos precos do contracto
que a*sigoa'ero, nos ofBciaes dos respecti-
vos corpoa e Fortalezas-
5' Da Lita de fiel comprimeoto de
qoalqoer Jas obrigajoas contrahidas, oa
furnecedore8. fiearj sujeitoa a pagar a
multaa de 25 i. do valor doa gneros e
crtigos rejeitadoa, por m qaalidade oo
cSo recebidoa em tempo, obrigando-se
alera di. so a sulstituire: -a'o ou pagar
incont tiente os que forem comprados pelos
corpos, sob peca de multa de 10 j- do
respectivo valor
6. Oa concurrentes So obrigadoa a
apreseot.r as amostras dos gneros ea ar-
tigos que forem ju'gados precisos pelo
Conselho.
7. Aa propostas serSo apresentadas em
dupiieata at s 11 horas do referid dia,
em que alli 8 rfic abertaa o aparadaa em
preaenca doB proponeotes.
8 Os torotcedores que requererem a
resi-ic3o do contrac .o e forem attendidos,
ficarSo sujeitos a multa de 10 #|. sobre o
total do tornecimento do semestre do aono
atanor.
9. Finalmente nSo seao asceitas as
propoataB qne nSo contendo as quantida
dea e qutluades d s artigor pedidos, se
iff .-.t rt tu deste edit.l, nem tambem
aquellas enj a piuy 3 ettiverem sujeitos a
abatimeoto ou d> bcolIo, por isso que os
mesroos precos devem ter invariaveis.
Aifai'dega de Pernambuco, 22 de No-
V mbro de 1893.
O iospec'or,
Altx ndre de Souza Pereira do Carmo
aoompanhaodo-as, tanto quanto possivel, nha de navegaclo a vapor entre esta oa- ta Directori
Alfandega
Aforau^nto terreno fie Manotu sito no Hos-
picio fr D' ordem do IHm. Sr. D-. inspector desta Re-
pari'tu, temo Eivan Collier L-iti. requemo
por aforamaot-j una ti'"i'pno de manufa silo no
H.japicio. frewy- sia Oa Boa Via a denla cidade,
com cento e ciccoenii e dois iLeiros de frente,
cento eoiienta e ire metros de fuodo, o qaal
cootina au norte coa. a ra proj'ctada D. Vital,
ao sel cen a roa Doa e pone 00 HospuTo, a op"e com a estrana
do P mbil, chamado aquelle qoe ae julgar pre
jo^ic do alim de provar no praso >'e 31) mas o
di-i 10 qr.e tem com relacao ao aforumento do
re| ,. i^preoo.
3* Sercao a A far.dega de Pernambuco, 10 de
Novembro de 1^93.
Uanoe. Antomoo de Carvalho Aranba.
A gencia S i coovida'Joa os Srs. posauiJo- s das cau
g6>s abano descripte* a virem refermal aa ou
reaeata! as fiesta data a 30 das, od peoa dt
serem vensidas conforme determina as cmii-
c6es assiina las pelos Srs. empeobaoies.
Nome'os :
451, (64. 169, 174. 216, 533/237, 243,251,
26, 286. 274, 2 7, 3u8. 311, 3-i 31S.3S9,
3/4 386, 387. 395 48, 516
Becile. 2 de Novembro.de 1893.
Luu Vernet.
Companbia
Serrara Pernambaeana
Convido aos Srs. accionistas a reanirem se
em ai sembr, i hora da larde, na ,-de da Compa-
nhia a roa da Impera ni n. 37. para tomarem
conbet'imecto do rehterio <* contas referentes ao
aoDO tindi) em 3 de Agosto e nomearem os
membros da commissSa Ot-cai.
Alvaro Pinto Alves
Director secretarlo.
Estrada de Ferro Sal de
Pernaminco
Foroeelneoto de Janeiro a
Tunho de 1894
De ordem do Sr. director engenheiro
chefe se fai publico qoe at as duas horas
da tarde de 16 do viedooro reoebem-se
propoatas na secretaria desta estrada para
o fornecimento, por contracto, no semes-
tre de Janeiro a Junho do anno viniouro
dos artigoa constantes da relacSo qoe aera
facoltada ao exame dos interessados do
esoriptorio desta mesma estrada na roa
do Crespo o. 18.
Oa proponentes deverlo apresentar-ie
nesta Reparticio a hora aoima indican
traaesdo saas propostas em carta feobada
devidameDte sellada, datada e
das respectivas amostras, principalmente
dos artigos cuja qmlidade nSo esteja ex-
prersa oa relaylo aoima referida.
Para ser adnttido a concurrencia cada
proponente ter na tbeaooraria da Estrada
om deposito de 100COO perdendo o di-
reito de levantal o aqoelle qoe, preferido
para o forneoimento de qoalqoer artigo,
reosar-ae a assignar o contracto dentro
do praao de oito das, contados da data
em que hoaver recocido o aviso que para
tal fias lhe fr expedido.
Na agenoia desta Estrada na ra do
Oe.po n. 18, encontrarSo os proponentea
os modelos dos impress s, livroa etc., e se
prestarSo as informacSes necessarias.
Para garanta da boa execucSo do con-
tracto depositarla os oontractantes no co-
fre da Eatrada ama ouanti fizada pelo
Director, de acoordo com a importancia
do forneoimento oootraotado.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de
Pernambuco. Palmares, 29 de Novembro
de 1893.
Alfredo de Albuquetque Gama.
Secretario, interino.
Alfaadeg-a
De ordem do Illus're Sr. Dr. inspector
i teodo em vista o reqaerimnto devida-
mente informado e abaixo transcripto, fica
marcado, a D. Uasparina dos Santos
Coria de Aran jo, o praso de 30 das
para vir provar o direito que tem sobre o
terreno em que se acha edificada a casa
porteoceate ao signatario do mesmo re-
querimeoto, visto que essa casa, a jolgar
pelo respectivo numero, est situada no ter-
reno de marinha alorado ao bacharel Pedro
Francisco Correa de Araojo, nSo constan-
do, alem disto, que a referida D* Gaspa-
rina seja foreira de teireno algcm.
O referido requerimento, documento e
informacSes poderSo ser consaltados nesta
Repartido pela mencionada D. Gaaparina
oa sea procarador.
Illm. Sr. Dr. Inspector da Alfandega
Raymundc Nonato de Olivetra, tendo
comprado em 7 de Maio [de 1892, a casa
terrea r. 135 a roa 89, antiga imperial,
pelo prego "^e 2:5000000 ajoao QunQalves
da Ctub e soa malher, como edificada em
Candido Goncalvea de Olivei*
terreno ioreiro a D. Gaaparina dos Santos
Cona de Aranjo. a cojo procurador Dr.
Joaqnim Correa de Aranjo, foi pego pelo
vendedor o respectivo laademio de 2 21 [
por cento sobre o yabr da compra, em
viata ao documento inolase, acontece que
o upplicante com bona fundamentos, sabe
que o slo em que est edificada dita casa
e mais as que lhe aervem de limites,
de marinha, tendo a dita D. Gaaparina o
dominio til ; e como queira legalmente
Lear na pesse do terreno, que em boa f
tes acquisicSo, requer a V. S. que lhe
mande pasear o respectivo titulo de fora-
mer.to perpetu, comoo 6 de lei.
Assim pede deferimeatoE- R. Merc.
Recife, 19 de Outubro de 1893.R^y-
muo Nonato do Oliveira.
Em 6 de Novembro de 1893.
M. Aotonino-de C. Aranha.
Alfandega
De ordem do Illm. Sr, Dr. inspector
desta alfandega se fas, publico que fica
marcad" o praao de '8 diaa contados da
data do presente edit.I, para oa abaixos
declarad b, devsdores do imposto de in-
dustrias e profsaSas relativo ao exercicio
de 1886 a 1887 a nSo pago na poca pro-
pria na colL^toria de Ita ab, virem pa-
gar seua dbitos amjgavclmente, certoa de
que Be o nSo fize-em, serSo as respecti-
vas cert'dSes remettidaa ao Dr. procura-
dor da repblica para promover a cobran-
c; executiva.
h s Fernsndes de Almcida 26(306
J <> Nepomoceno Fsco el 32^602
Jos Mauricio de Saot'Anna
Peesoa 261806
Hermenegildo Gomes de Son-
sa Bastos 1.-.J--14
Manoel Clemente do Reg Ca-
valcante 28f290
Jos J>aquimda Rocha Furias 2 ra Filbo 25357
Bellarmmo Francisco Monteiro 250357
Jos Ferreira de Mendonca 2^3r>7
Aotor.ii) Tmvares 25A357
Jos Fr^nciaco PesBsrra 10S8 '7
Juaquim Aracagy 25357
Joaquim J s de Saot'Anna 2o2iJ57
Igna.-.io Jua Felippe 18)5 i2
Pe 'ro Justino Cavalcacte 78(jl 12
Antonio Gomes de Mello 180112
Candido Soares 1851l2
Antonio Gomes Cordeiro 2> (58u6
Vicente Alves Ferr ra 2^8(>6
Vulpii no Vieira Magalblea 25^357
Aiti n;o Joaquim de Albaquer-
que Uchoa 25(5357
Antonio Cordeiro de Mello 12$765
Csndido Soares 8625
Ig acio Joi Felippe 90i5
Jos Silvestre ae Arsujo Silva 6520
J >ao T. do A.aqUurque Mon-
tenegro 135402
Joaqnim Vieira Magalhies 125678
O memio 12^678
Jos Vicente de Araojo 101867
Jiaquiro Jos de Sact'\nna 12^678
Jos Vicente de Araujo 55 3 i
Jos Felippe de Fontes 9)J055
Manoel Barbosa Alves de Oli-
veira 14|8l
Manoel C. do Reg Civalcan
te
Miguel Lacynete
Manoel Francisco Gomes
Manoel Taoiano de B ir ros
Manoel Joaquim de Andrde
Manoel Jos Plaugene
Thom Rodrigues Chaves
Vulpn.no Meira Ma^alhSes
Vicente Alves Ferreira
Pedro Justino Cavaloante
pial e a da Estado do Ceara, de aooordo
com a lei d. 46 de 30 de Agosto ultimo,
abaixo transcripta, finando ao G >veroo a
facoldade de faaer aa modifica^Ses qoe
forem converi otes eom referencia aos
pontos de esoala. coaforme lhe autorisa o
% 7. da lei n. 62 de 18 de Outubro pr-
ximo p8Si do.
Os proponentes deveiSo previamente
depositar oo eofe deate Tbeaouro a q* ao
tia de seis contos de res, para garanta
de Ba responsabilidade pela malta em
qoe incorrerem quando, tfferecendo con-
dicSes reputadas as mais ventajosas, re-
cusarem-ae a assignar o contracto.
As proportas serSo recebidas nesta se-
cretaria at o da 30 da Dezembro vin-
douro.
Secretaria do Thesoaro do Estado dj
Amazonas, 1.* de Novembro de 1893.
O escriptarario de Ia olasse,Trineo
Alves Muniz, serviodo de secretario.
Le d. 4 de SO de Agosto de
1893
Autorisa o Ooverno do Estado
a contractar urna linka de navega-
gao entre esta capital e a do Es-
tado do Cear.
Eduardo Goncalves Ribeiro, Bacharel em
Mathematica e Scieacias Pbysioas, ca-
pitSo do estado-maior de 1.a classe e
Governador do Estado do Amazonas
etc.
Fsco saber a todoa oa seos habitantes
que o Cong osso dos representantes do
Estado do AmaronaB deoretoa e ea sane
cionei a aeguinte lei :
Art. 1. F.ca o Governador do Estado,
autoriaado a contractar com quem ma-s
vantagens offerecer orna linha de navega
co vapor entre a cidade de Manaes e a
capital do Caar, com escalas por Itacoa-
tira, Pan o t ir, 8, Belm, S. L iz, Parna-
byba, Acaraba, Granja, Camocim e Mon-
daba, mediante a subvencjto annual de
oincoenta contos de reii (50:000)5000).
Art. 2 Os vapores serSo de capaci-
dade sufiiciente para o movimento de car-
ga nos pontos intermediarios e accemo-
dacSes para paasageiros de r e de pida.
Art. 3." Convm attender no contracto:
1. Que a sede da Companbia aera em
Manos e os vapores obrigadoa a duas
vugeos por mes, no prximo biennio e
nos aeguintes 3 ;
2." Qw o Estado tora dieeito a 3 pae-
at,eoa de r, 10 de proa e 5 toneladas
de carga em cada viagem dos vapores ;
3 Que tambem ter preferencia aem-
pre que precisar no embarque e conduccSo
de aoimaea vaceum ou cavallar o de ma
teriaes para saas obras ;
4.c Que o excesso de tocelladas sof-
frer abatimeoto de 30 ". tri ota p reci-
to as tabellas de fretes sempre que se
tratar de carga ou transporte de acimaes
ou materiaes por conta do governo
5.* Que t.8 tabellas de frotes e pasaa-
gens e o horario da sabida e entrada doa
vapores serlo approvadas peio governo do
Estedo e reviitaa de tres em tres annes,
de accordo com a empresa ;
6." Que o contracto durar s<. is ancos,
podendo ser renovado ae assim entender
o CorgreB.i ;
Art. 4.* Quando o Governador, torga
do por Conveniencia do servico publico
precisar do material fijetuante ptra tran
pporte de tropas, a einprez* ceder in-
mediatamente um ou ma:s vaporea com o
abat ment de 49 [. (quarenta por cento)
sobre a tabella de frotes.
Art. 5.a O ti venad.r tambem fica
auturiaudo a adoptar as medidas que jol-
gar conveuicotes para a boa execucSo do
contracto, et>tabele2endo multas par qual-
quar iotrao^So de auaa i lausulaa.
Art. 6.* Revogam se as ciisposicOia em
contrario.
Mando, portauto, a todas as autorida-
des a quem o conbecimento e execucSo
da preaeute l-i pertencer que a cumpram
e fsuam cumpril a fielmente.
O secretario do Estada a faca imprimir,
pnbli^ur e correr.
Palacio do Governo do Estado do Ama-
zonas, aira Mimaos, aos 30 das do mes de
Agosto de 1893, 5' d* Repblica.
Eduardo Gongalves Ribeiro.
Jos Maria Correia.
ra, cumprir a datermioagSo de
Exm. Sr. Governador do Estado, refe-
rente distribuios de imposto da classe
n. 8 (eereaes caf e fomo) da lei o. 33
do 10 de Deaembro de 1891, orna a
que esta Directora nSo qoiz appreaentar
om trabalho mperfeito e desproporciunal
como o que est feito pela respectiva
reparticSo, deilaro aos nossos referidos
collegas que est pie dente de deoisSo do
Exm Sr. Dr. Governador, urna peticSo
em qoe se pede como de jostica a rele-
vado do pagamento de 20 (0 de multa
imposta aos oontribaintes que deixaram
de p-gar este imposto que est em letigio
deade a data da respectiva colecta, e que
portanco devem aguardar a aolucSo de S.
Exc, que Ibes ser opportunamente oom
mooicada.
Recife, 22 do Novembro de 1893.
O 1., secretario
A. 8. Castro.
Veneravel
THEATRO
1^678
23Sv08
22)52H5
12r5678
95055
9| 55
5>5 33
221578
135402
9(5055
de Pernambaoo,
ndega do Estado
24 Novembro ee 1893.
O chefe de scalo,
Manoel Antonino H. Aranha.
Thesouro do Estado o o
Amazonas
N4VEQA9S0 ? tapcb xntrr Manos
Fortaleza
N. 21.De ordem do Sr. Dr. inspector
desta reparticBo, e em virtnde do officio
Sr. Dr. Governador do
Arcadia Dram tica Julio de
Sant'Anna
Espectculo social si b sob direccSo do
conscio A. FIGUKIRA.
Uomiugit 3 de Dezembro de 1893
Priineira Parte
G'ande ouvertura pela 'Cdestra, regida Dlo
dis Silva,
Segunda Parte
Represe i Ucau da rograj d si .a e bella ope-
reta m 1 acto
A Gata Borralheira
Cjnfraria de Nasa Sei h >ra da Soledade
da fregaeaia da Boa Vista
De ordem do irmSo prenideote. convido a
tolos os irmaos desia veoeravel confrBna
reomrem 8a em nos*o coosi'torio pelas II bo
ra' da maob do da 3 de c< rreote mez, aHm ae
p-oceder-se a eleicSo dos oovos fuoccicBaries
que tepm de administrar esta contraria oo anuo
de t89i. coaforme determina o art. 39 do nosso
ron. prora < aso.
Secretaria da venTsv! contraria <>e N. S. da
Soledaie da Boa Vista, t- Dezembro de 1893
O secretario
Joao Sabino Perei-a GiraldPS.
O orefeito de munioipio do Recite,man-
ea faser publico a quem interesaar posea,
que durante o mes crrante recebe-ae sern
multa o imposto de revisSo de pesos, b .-
1 ocaa e medidas dos estabeleoimentos
commarsiaes das fregueaias do Poc > e
Versea deste municipio no Pago do Coc-
celho Municipal, das nove e meia horas
da minbS as 3 da t-rde.
Paco do Juncelho Municipal do Recita,
1 de Deaembro de 1893.
Joaquim JosS Ferreira da Rocha.
Secretario,
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordem do Sr. Dr. Ioapector do
Thesoaro do Estado de Pernambuco de-
claro que psgar se-ha no dia do cor-
rente mez nesta ReparticSo a classe de
empregadoa da Recebedoria, Obras Pi
blicas, InstruccSo Publica e Bibliotheca.
Tbesouraria do fhsouro do Estado
de Pernambuco, 1 de Deaembro de 1893.
O escrivSo da deap-za,
Alfredo Gibson.
Companhia
Telhjs de segaros martimos e
terrcslrs
Assembla geral
Sao convida es us Srs. colonistas compa
recerem a .-es S) da assembla geral coostuoti
va desta compaobia, a qual ter !uar no l*
andar do palacete ra A^sociaco Cjmmercial
"eneliceote, a i hora da tarde ^o dia 6 do cor
re te. em cu a occas So se proceder a eleico
do presidente e secretaros da asseuiblj geral
do pnmeirc aDOO social.
Recife, de DereraDo de 1893.
Oj iacorp'radoces
Pereira Carnrlro it C.
Viti;.,e L'ma 4l C.
Fonseca Irmos & C.______
Alfandega de Pernam
buco
H>je serSo pagas as regointts flbas :
Jostica Federal. R p ;rt:c-u da Saude do Porto,
Aposeaiados, Capitana e Officiaes reformados
mero e marea das amostras, o prate im-
prorogavel da entrega e a declaraoSo ex-
pressa de sajeitar-ae as panas do Regala-
ment em vigor.
Oa propooentes mencionarSo no subs-
cripto de auaa piopjstes, a especia do ar-
tigo proposto, marca e numero das amos-
tras que apreseotsrem lita sessSo.
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Kernambaoo, 1 de Desemoro de 1893.
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Secretario.
Estrada de Ferio Central de
Pernambuco
Fornecimento de Janeiro
Junho de 1894
Oe ordem do Sr. director engenheiro
chefe se fas pi:bliC3 que at ama hora da
tarde do da 12 do mea correte, reoebem-
se propoatas ua secretaria desta Estrada
para o fornecimento, p r contrete, no
semestre de Janeiro Junho do anno
viodouro dos artigos constantes da relacSo
que ser faoultada ao exame dos inters-
aadoa na mesma secretaria.
O proponentes deverSo apresentar-ae
nes a reparticSo hora cima i diada
trasendo saas propostas em carta techada
devidamente selladas, datadas e assigna-
ds, com os prey:s escripios por extenso
e sem emendas rasuraa ou cousa que da-
vida faca, ajompaohando-ss as respectivas
amostras, priocip lm-:nte dos artigoa cuja
quahdade So estejt expresa a na relagao
cima referid*.
Pra ser admittido concorrencia, cada
propooente Ur n thaanorara da E.trada
um deposito de 2OO0OCO perden.o o di-
roito de levanta'-j aquello que, preferido
para o fornecimento de qualquer artigo,
rocusar-se astignar o contracto dentro
do pr-zi de 8 dias, contados da data am
que houver recebido o aviso qua para tal
fim >be for expedido.
Para garanta da boa execucSo do con-
tracto depositarSo os con'ractaotes no co-
fre da estrada urna quantia fxada pelo
director, de accordo com a importancia
do fornecimento coctractado.
Sdcretaiia 1 de DZembro de 1893.
V P. Ribeiro ae Souza
Secretario.

Terceira Parte
Por om con-ono aujaoor -era cantado
plaudido monologo original
O Pao Fresco
o ap-
de S. Ese. o Sr. Dr. Governador do Es-
aaaignadai tado sob n. 559 de hontem, chamo ooo-
oom oa precos escriptos por extenso e seno I currentea pelo praao da 60 dias, a contar
emendas, rasaras oa cois que d vida faca desta data, para a contracto de orna li-
Quarta Parte
Subir sceua a le.-u-lam- ma opereta de eos-
tomes portugueses em actos.
Intrigas no Batrro
No tntervallo do Io seto das INTRIGAS ser
esotado pela 1" vez, o lindo monoioeo produeco
de A. F'goeira e dedicado ARCADIA
Joaosnho Aulet. ..
Principia s 8 horas em ponto
AVlsuOs Srs. socios poiem proco ar os seos
ioire gel o. 31 at domingo ao meio dia e no ibeatro
las 6 Otras em diante do referido dia
Fica reservada a 1* fila de cadeiras de Ia or-
dem cojos bilbets >i nomerados.
Bavera bonds para toda- as liabas.
A classe dos Mer-
cieiros
De ordem do Sr Director da Sooiedade
UniSo Commeroial Beneficente dos Mer
Oompanhia
DE
Trilhos UrbaDos do Rectfe a Oiin-
da e Beberlbe
Nova parada
A com car no dia 3 do frrente para' sem
pre qu- tiver n- trem do ramal de Bebenbe n. t-e as estuc s da
Esirad i Njva e Eacrnai bada, no ponto indicado
oa taboletaParada.
E3crptorio do gerente da compaobia i' de
Deiembro de 1891.
a. Pereira SimOes.
Arsenal de Guerra
O c.nse'h) econmica das oompanhias
de 8preadise8 a ti'ices e operarics milita-
rea receber propoatas, no dia 9 do cor-
rente s 11 horas da m&nhl, para a com
pra di a artigos ab-ix, destinados ao ran-
cho das duaa companhias no semestre de
Jiueiro a Junho de 1894.
Arros pilaio, kuos.
Aaau -ar mascavinho, dem.
Bao ha do poro, idem.
Carne verdj, idem.
Carne secca (xarqu )t idem.
Carne de perco, idem.
Doce de goiabs, idem.
Fejao mulaiaho, litros.*
F rinha de mandioca, dem.
Q'ieijo flrxeigo, kilos.
Maoteiga inglesa, idem.
Toi cicho, idem.
Vinag;re, litros.
Sai, idem.
Lenha, achas.
Batatas inglesa, kilos.
Esoovaa para sapatos, ama.
Graxa para sapatos, lata, idem.
Caf em grao, kioS.
Paos de 125 grata mas, um.
Lavaeem c engommado de roupa, peca,
ama.
Sapato de couro, pares.
Chinellos de couro, pares.
ObservacSes
Todos os geaeros serSo de primeira
qaalidade e postos no arsenal por conta
do contraotaote, o oaal ficar sujeito
: alta de 5 q0 se reousar-se a assignar o
oontracto e ser ob: igado a entrar oom os
gaeron que lhe forem pedidos no praso
de 2 horas, fiadas as quaes serlo compra-
das no mercado e pagos por conta do
mesmo.
As propostas deverlo aer em dupiieata
oom relacSo a cada espeoie de artigo de-
Brigue Prazerea
Vende ?p o brigae nacional *Prazeres ancon-
'ado no qua iro aa caroe secca. Este brigne
'onji:oi<'o com ptimas madeiras, e acba-se
lerfeitameute conservado: a tratar^ com Amo-
riru l'mo C. pna -io Boro Jess n. 3.
Johnston Pater Se
Ce consignatarios do
vapor austria ^o ^Wat-
teto vits previne os
recebedores de carg*a
por este vapor, que
tendo sido o uto va-
por forcado a seguir
para a Ilha Grande
a fazer quarentena,
procedero na co-
brnt^a de 25 V sobre
o frete exarado nos
conheeimentos.
iwi Manes
LINEA MENSAL
O paquete Congo
O remandante Kossigool
E' esperado
a. o dia
dos pjrt03 do sul
cieirop, cemmunioo i todos os nossos colle-
gas em geral, que nlo tendo sido possivel 1 vendo traaer no alto o nome do proponeo-
por falta de basa oa dados estatistioos, es:'te, a indioaslo da casa commeroial ^na-
3 de Uezembro de 193
sezoiodo depois da necesaria demora oura Bo;-
deaux com es- --la por
Dakar e Lisboa
Este paqoete iilomioado loz elctrica.
Pravine-se sindaaos Sra. recebedores de mer-
cadorijt: que se attender a reiamac6es por
'al ^5:, que lorem reconhecida" ua occasio da
l8carga dos voiumes ; e qne deolo de 48 bo-
as a contar do dia da descarga da.- a.varangaSa
deverao faser qoalqoer reclamaco cooceri.ea-
ie a voiumes qoe porventnra tsnham seguido
para os portos do sol, am de serem dadas s
ernpo as providencias necesjarias.
Roga-se aos Srs. paasageiros de se apresenta-
em oa vespera da ebegada do vapor para loma-
rem as aoas passagens.
?ara carga, passagens, encommeDdas a di*
abeiroa rr?te: trata-se coui os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commurcto42
CiUfiTOIS REUNS
Companbia Francesa
OE
Mayeg'cSo a vapor
Linha i trillar entre o EUvre, Lisboa,
Pernambuco, Rio de Janeiro e San-
tos.
O vapor Corsica
Commandante Einol
E' esperado dos portos da
Eoropa at o dia 9 de No-
zembro segoinao depois da de
mora iadispenssvel para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
iIk
Eate vapor entrar no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta liaba, qaeiram spresentar dentro
de 6 das, acontar do da descarga das altaren-
gas qoalqoer reclamaco concernente a voiumes
ijue norveoiura lenbam segoido para os portos
do sul, am de se poderem dar a tempo as pro-
videncias necessarias.
Expirado o referido preso a companbia oto se
respoDsabilisa por extravos.
Re:ebe carga, a tratar com o
AGENTE
A-Uguste Labille
9 B?a do Commareio9
1
1
' l
I l






!
i.
&

I
1
,
.}

Tiario de Pernamtinco Sabbado 2 de Dezembro de 1893
Bial lu Slni Mil lu-
an?
O nove e esplendido paquete
Nile
Commacdante J D. Spoener
E' esperado do
porto rio 8ul al
o da 3 ne De
zembru segoindo
depois da demora
oecessaria para e
Lisboa. v*lg e Novl nan'<>-
H. B.Previae-se aos Srs. recebedores de
mercaduras, qc a Companhia Mnla Real Incie
sa, cootractoa com aGeneral Steam Navigatton
ompanyum servipode vapore- semanaesqoe.
Cartinio e Bordeaux, Cognac, Charect. etc, de
vem ebegar a Sjuthamptor- a icmoo ne baldea
rem as cargas destinadas America do Snl
para os vapores cesta companhia. .
Reducto dos precoa das passagens
lia la voltc
A Lisboa 1 claso* JO 30
A'Soatbautpton i* clas J J i U
Camarotes reservados para os passazo'ro* < e
Peroambnco.
Para passagent, (retes, eDcommandu, irata-H
com os
AGENTES
4niorim Irmao .& C.
w. 3 _n Ar. Knn JessV. 3
Agente Pestaa
Leilo
Da ariiacSo, balean e m-is otenoilioa
existentes na ossa r. 83 sita na Estrada
Nova, freguesia de Afolados.
Terc-fira 5 de crrente
A's 11 HOKAS NO MESMO PREDIO
O agente Pestaa vender por mandudo
do Exm Sr. Dr, juis da faaenda a arma-
co cima menciooada.
Importante leilo
De fazendas limpaa e avariadaa
Moyd Braziieiro
PORTOS DO SUL
O paquete
Pernambuco
Commactdante R. Ripper
E' esperado dos oortos do
,'ol ai o '.'.a 3 de De-
zembro seguiodo depois
oa demora do costume para
Parabyba, Natal, Cesr, Amarradlo Mar.
ribao Para Obidos e Masaos
As encom' endas serio recehldasst 1 hora
da tarde do da da sabida, do trapiche Barbosa
00 l?rgc do Corpo Saoto o. II.
Para .arga, pasteen*. pocommeDas e valo-
res tarta se rom os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete Manos
Commardsnte F. A. A'meida
Espera-se dos
porios do norte
ai' o da 5 do
rorrete segnia
Jo depon da <_
mora ntuM^-navel para
Macei e Bahia
As eocnmmendas serao recebidas at I hora
da tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa,
no largo do Corno Santo o. II.
Aos Srs. carreteadores pe-imos a soa attenjo
para a clausula 10* dos conbecitnentos qoe:
No caso de baver ilgoma reclamacao contra a
companhia, por avana ou perda. deve ser lena
per eacripto ao agente respectivo do porto oe
descarga, dentro de tres das depois de Bnall-
sada.
Nao procedeodo esta formalidade, a compe-
nhia tica isenta de toda a responsabilidad.
Para passagens, fretes e eocomroendas tra-
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro 8t C.
6Ra cL Co mfcw6
Io andar
O vapor austraco
Matlekwits
E' eaperrac da
liba Grabde e se-
lO'ndo depois da
*lndispecsavel de-
mora para
Rio de Janeiro e S&ntos
Para cnle recebe carga e dinbelro a frete m-
dico a tratar com os
Consignatarios
JohnsloQ Pater &C.
15-Raa do Goromeriio15
Companhia Rob. M, Stoinjns Line
Vapor Capua
E' PSDeradc de
New York a'e o
dia 5 de Dezem-
bro =egnndo de
po8 da demora
ece3sana para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, eocommenuas e dinhei-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6Ra do Commercio6
! andar
De fazendas iimpaa
Constando de :
Urna caixa marca N D com 103 pee/a
de tlaoeleta com toqoe de ava-ia desear
regada de bordo do vapor iEdictor.
Urna caixa marca Salazar n. 26 con
tendo 50 boneea, com avaria d'gna do
mtr deacarregada de bordo do vaper al
fen-5o tSa-tof e vindas de Hambargo.
Urna caixa com 12 doziaa de gravatas
sortidas.
Urna caixa com .... pegas de s rge-
lim.
Cirtea para caigas, hrim, tlanella de
algodSo, g*nga, m-rir, cachemira e
moitas outras fasendas qie serSo vandi
das para fe chtmento de contas e ao cor-
rer do marteilo.
Ter^a-feira 5 do corente
AS 11 HORAS
Agente Pinto
-\o armazem da Rna do Bom
4csi!S n. 45
Em c"-tTi'js^i> :
Urna barra cofre, 1 piano, 1 realejo
grande com lindas music-s e candiei-
ros.
LOJA DCPOYO
11HH 1. B HIRCO11
Liquidago
O liquidatario, tendo resolvido acabar
f
Padre Joiqnlm Pcreir Freir
A familia do paar Joiquim Peni-a Fre r-
convida os pareles a amigos ao mermo Uado
para assistirsu. -smissas qm masdam rezar no
ca 4 do coTeote (seeondt-feira) as isreas de
S. Francisco e mar z de A ogador, tricsimo
dia de seo passamento, hcaoio eiemasenie
agradecica a todas as peesoat qa. so digoarem
a*aitil .
Olinda
Precisa-se de urna ana
comas iazrndas existentes na toja cima, con- |e jete (e uma COpeira e
Je uma c iada para tratar
Leilo
Oe 1 m-.bilia de amarello completa com
tkmpo de | edr>i,l espe'ho, 1 candiairo bel-
ga,2 pares de jarros, 3 q-iatr^s, 2 etsgeri
2 figuras, 3 pares de carinados, pannos
de crochet para uadbiraa e sof, 2 es-
carradeiras de porcelana, 1 tapete para
8< f, 1 cama franceza de amarello com
ColxSo, 1 to let de amarello, 1 banca ca
beceira de cama, 1 cabido de colamns, 1
guarn So de porcelana par. lavatorio, 1
tapete 2 marquezoes, 2 cabides, 1 jar-
dineira, 1 espelbo, 1 qaadro, 1 commoda,
1 sof lconsulo 1 meza de ama>ello com
ps torneados, 2 sppartidores,;') cadeiras de
pao carga, 1 marquen, 1 relogio de pe-
rede, 1 lavatorio, d i amarello, 1 espelbo,
1 map a doBrazil, 2 qaad^os, 1 macSina de
costura, 1 ianterna americana, 1 jarra com
torneira, 2 candieiros, louga para aleoco e
jnntar, copos, g> rratas, clices, compotei-
ras, licoreiro, talheres, colheres, b ndei-
vda o respetavel publico para fazer snas
compras, visto empreo nao havercompet
dor como abaix-3 prova:
axnt tamines ndados, cavado 160 rea.
Nacaock de cores fixas, o ovado a 240 res.
FUnellas para vestido, o covado a 480 re8.
Voile amatisado de 12, o covadn a 1(5000
dem gargorina, o covado a 800 reia.
Linn com bol Us, pbantasia, o covado a 800 reia.
Linhoa de erres lisas listas, covado a 400 reia.
EsquSo de linbo pardo, covado a 500 reia.
Lencos de phanUsia a 2(9500 res a duzia.
Ricas fronh^a para noivos, par 65(00.
Fecha do 1S a 2f000 am
Grande sortimento de chitas, covado 320 reia.
Brida fiaoa de cores, a 600 reia o covado.
Camisas de flanella, orna 5<9>0OO.
Ditas brancas, ama 5iS0C0.
Araim como muitos ontros artigoa que sa vista.
Setim averiado, b-anco a 240 rs o aovado, prchincha.
Ricas cortes de vestido, em caximira a 250000,
dem em Zeferoa moito elegantes a 15($000.
Lencos de corea a 2(5003 a duaia.
Pa no fino para roupa a 2(000 o covado.
Apn veit> m est So acabando.
Aproveitem, a liquiday'iu est a fir dar.
LOJA DO POVO
da
di
roupa ue crearlas,
tratar na Capungara
Joaquim Nabnco n. 61.
Ama
Alaga-se urna casa nos
Milagres n. 31 com comino-
dos para familia regal r, e
deitando os undos para c
mar toda reedificada de
novo, caiada e pintada,
quem quizer pode ir ve!-a,
e a tratar naladeira da Pi-
bera n. 28.
Sitio
Precisa-se de uma ama
{ ara engoinrr.ar e tratar de
quartos ; no 3o andar por
cima da tvpographia do
(DiarioB.Ba ra Duque de
Caxias n. 42.
>uqu<
Ama
Precisa se dt uma mo!hr de brns costemep
para servir de atea a cmi criaoca ; talar oa
roa do Cabos o. U. de meij da at 2 boras.
oo oa Casa Forte o. 5.
Amas
jas
u
troa o-
T
1 l
Na
aa para jardim e muiti s oa-
.ios de CkS de f->milia.
(ja-feira 5 dojeorrente
AS 11 EOB.^
casa dita a ra de Santa Tr.erera
n. 48
O agente Gasmlo aitorisido por ama
familia qae retirarse para f far leilo doa moveia e mais objectos
cima mencionados.
AVISOS DIVERSOS
Precha-se de doa*
lee e ostra para cosiaba
mer > 28 A.
.ni-', heudo orna de
roa da Saudade na
LEILOES
Leilo
Agente B ito
De um sobrado de 1 andar com 1 ter-
rajo, raa dos Quararapes n. 49 A, ten-
do no andar terreo, 1 armaaein qae tem
aempre sido occaoado p"r taverna, tendo
mais no fondo deate armsZjm, 1 Tcssint-H
qoe se alnga separadamente, edificada em
terreno proprio, rmdendo 5">50OO men-
aaes, Os Srs. pretendentes podem qae
rendo ir vel-o.
EM SEGUIDA
Vende-se, 1 boa vacca e 1 novilfaa de
rafa e I cavallo andador.
Sabbado, 2 de Dezembro
de 1893
AS 11 HORAS
Armazem da ra da lmpeatriz n. 48
2. leilo definitivo
DaarmacSo de amsrello envidracada, res-
to de gneros e utenoilioa existentes
na taverna sita na travessa da roa dos
Guararapes n. 2.
Sabbado 2 de Dezembro
aS 11 HORAS
O agente GasmJo aatoriaado por man-
dado d Illm. Sr. Dr. Jais do 1- distri-
to municipal e a reqoerimento de Fraga
Bccba (fe O. e Costa um> 2.' leilo o estabelecimento cima parlen-
oente aos execntadea Barros 4 C, o qaal
aera vendido em lotea a vontade doa com-
prador ea.
BOA MORADA Aluga se o i- aodar u roa
de S. Jorge n <39. com ;(o.
Uma familia esirrngii'a precisa aluffar
orna boa casa com sino ms arredires de dade ; nejia typograpbii se faz o favor d9 in-
formar.
Precisa-se de orna ama pira cosinhar ;
roa da Matriz aa Boa Vista n. 28, 2- a- dar.
Kreciea se e uma pesoa para tratar de
animaes; no beceo oas Almas, casa do Sr, Ho
r^ira.
Veudem-se saceos de arroz, vastos, to
moito bom estado ; oa pr-n-a de algodj no
Caes do K una-.
Alona-S" ooia casa Cjui commodos pa'a
grande familia, e sitio cota bislan es frocteiras,
oa travesea Fernn es V:eira, perto da estacao
do G-mirhn Novo e da Imtn de bonds ie Fer
nanies Vietra ; a tratar no oii&o do Cor-po San-
io o. 25, com Ferreira & Irroao.
Precisa se ae urna iua para toembar o
tra para lavar e engommar ; do amioh
Novo n. 120.
Urn senbora baniliia'-a auensioo prima-
rio e eecondario, mostea, canto e piano, se pro-
pde a i-i s'.na- em algum collegii) e mesmo em
alcom eogenho perto da pr*ga e. liaba ft-rrea
Para imform<$ao na roa i. de Marco, 1 ja Gra-
ciosa.
Precisa-se de om criado de 11 a 14 annos
de idade para mandados, na roa doDr. Epami-
nendas de Mello n. i.
Precisa-se de nica ama Dar menmo ;
trat r na roa oa Imperatriz n. 16, 1- andar.
Vtndm-?e oe. predios n. 5 a in t do Tnyuti,
e 18 rna da Compaobu Pernamba una. estan-
do es'e com as paredes internas arromadas :
falla-rom o Sr. Antonio Fnostinr>.
Ao commercio
Os a. vxo asBoado> declaram ao comme'cio
e a qoem interessar possa. qae de'de o da 31
de OoiODro p- xirro paseado, dissolverem entre
si e amigavelmente a so tedait qoe gy-ava nes-
ta praca son a raz3o social oe C--i.pu-> & Costa,
com -siabelecim*1' t> de seceos rna do Coose-
lh. i'o Peretti n 48, retirando-se o socio Albino
TVixeira Campos, e Orando ac>rgo do socio
Francisco Ricardo da Costa o activo e passivo
da Ne.-ma flrma.
Recife, 29 de Novembro de 1893.
Albino Teixeira Campos.
F-ancico Ricardo ria Costa.
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Sendo fim de anno resolvemos vender rom grande dif-
frenla eoi piecps os rticos seguintes :
MADA?OLAO AMERICANO, sem confac95o a 10IOCO a peja.
SARGEL1B1 DIAGONAL, todas aa ceros, 240 rs. o covado.
VOILKS DE CORES, i ndos desenos, a 200 rs. o covado.
CHITAS CLARAS e escaras, boa qualHade, a 240 e 320 o covado.
TOALH4S Dti LINHO adaamacado para mesa, a 8JO0O e 10 ama.
PAO DA COSTA para mesa, a 1,5600 o covado.
CASIMIRAS PRETAS e de edrea, para 18, a 31500 e 40000 o covado.
BKINS DE COKES americanos, lindoa padrSaa, a 800 e 15000 o covado.
BRIM BRaNCO de hnho a 20500 a v.ra.
METTON ENFESTADOpara coatomes, a l|600 ra. o covado.
FLANELLA DK A^GODAO e 13 daede 5C0 a 1$200 o covado.
GANGAS ENCARNADAS oara cobertss 240 ra. o covado.
CKETONES LINDOS pdr5ea psra coberta, a 500 e 630 ra o covado.
FAILE DE VICHY, padrSes claroa e modemoa, de 800 a 400 ra. o covado.
CRETONES DE 1 QUALIDADE ricoa nadrjea 500 e 600 ra. o covado.
C JRTEd DE LINN com todos seas p-rtences, de 180000 a 120000.
LANS DE LISTRAS de 400 a 240 o covado.
LANS ESIOSSVZAS claraa e eacuras, de 10OOOTr9OO Wo covado.
GUARDANAPOS a ;j .000 a duaia.
Btt^'TANHA FINA a 60000 a pe a.
BRAMANTE TRANCADO 4 larguraa a 10400 rs. o metro.
VELLUDO DA RUSSIA, ultima moda, a 1$200 o covado. /
SETINS LISOS de t>ds as cores, a lfOOO e 10200 o covado.
CORTES OE CASEMIRA para homem. a 70000 cala ama.
VOILKS DE LA. lindos padr5ea, de 10500 a 800 rs. o covado.
LENC SDS SEDA do JapSo, a 20400 a duaia. \
LUVaS DiO SEDA de cSres, a l$0CO, 10500 e 20000 o par.
RENDAS HESPANHOLAS do seda e algodSo, todas ai cores, de 38000 a 80000 ra.
o metro. .
TOALHAS para rosto a 7O0O a daaia.
RENDAS com vidrilhoa, preta e de corea.
LENQQS Drancos rendado*.
BICOS bracos e de cor GUAR^ICfiS de vidrilhoa para vestido, a 2$000 e 38000 ama.
VESTIDOS ptra menina, jersey e cachemira.
Alm das mercaduras cima mencionadaa possue mais a LOJA DaS ESTffEL
LAS nra grande deposito dos seguintea artigoa :
Mallas grandes de todos oa tamanhos.
Ditaa de Carneira para viagem.
Manequins aroericanoa.
Moaqutteiros de todos os tamanhos, brtnoos e de corea.
Eateira da India, qaalidade ptima e padrSea inteiramente novoa.
Aljatitas, tapetes, jutas etc.
Cortinas de cores para J4cella.
Coronados brancoB de crochet.
Tocidos de corea arrendados para cortinss de janells, lindiaaimoa desechos, a 10200
18600
Todos esaea artigoa vende a Loja 9 Armaaem das Estrelaa por prego sem com
potencia.
56 e 58 Rna Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
Precisa se de tres anas, serado uma para co
sinhar, oolra para la-rar e eogom oar, e oatra
para tratar de doa~ criaoas, que d.irmam eoj
casa de seos pat 0 j a ttWV ua ra do Hjspi
co o. 43.
Ama
Preciea-e da uma ama para comprsr e
coainhar, na ra da Impcratria n. 24,
1-. andar.
Ama deconha
Precisase de tea qae cosirhe bem, dorma
em casa dos patr6es a quetra ir pira Casa Fore ;
e tratar na roa Ja Miiriz da boa Vista c. 18
segando andar.
Precisa se
iano n. 6.
Ama
de orna ama ; roa do Padre Fio-
Ama
Prerisa-se de orna sma para co inbar
da Imperctriz n. 41, padaria.
oa ru i
ma
Precisase de ama cosiDbeira, tratar a
liara i a Vctor. 3i, na jntga ageocia dee
movis.
Puro
Ol,
azeite de
veira
Superior de 1.* serte
verde-se em L.ATINHAS de litro e FN-
GARRAFADO na
Adega Portugueza
Ra d s Larangeifas n, 4
^inhos tintos de mesa
Collares, PalheteeAlvaralho
e muitas outras acreditadas marcas acaba
de chegar para o j bem conhecido ar-
maaem de vinbos
Adega Portugueza
Una dastongeiras d. 4
Vinhos do Porto finos
em 10 e engarrafados vjndo-se por pre-
908 raaoaveia na
ADKGAPOKTGEZV
Ru i das Larangeiras d. ti
5ABAO CURATiVO DE 1E0TI
Temores, cravo. pelle vermelba, spera e oleosa impidido on corado
por o mais grande de todos os afonnoseadores da pelle, o Sabio Curativo de
"ecter. Prodoza a pelle 'ormosa, branca e clara e mos brandas; abcolnta-
mente pnro, delicadamente medicinado, extremamente iotromparavel como
aabao para a p> lie bem como do toocador, do banho e do qnarto das criancas.
CACITEIA.N5o e genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclajr & Co, New-Yurk.
ICINAIi
B PiBA
TOZTE
Licores de Marie
Brizard
anisete, cur&cao. cacan a la vani la creme
de Th-Murrasquino etc., C0Gj>AJS de
diveraaa marcas e procedencia veoie-se
na
AdegJi
Ruadas
P<*rtagueza
Larangeiras
D.
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro de 12 a 14 annos,
com pratica de molbados e qne d Hador ; a
tra'ar ua rna do Capita Lima o. 15. Santo
Ama-o.
Criado
Precisa -se de om ciado para compras e man-
dados, jar ineiro e mais servico de casa da la-
milla ; na roa da Soledade n. 29, cbalet, entrada
pelo oitao. _____
Aluga-
se
0 sobrado do Poco na Panella roa da Ma-
triz, com accommodfcOes para grande familia :
tratar com Kanoel F.-reir dos Santos Braga'
ras do Lamario, (averna.
Caixeiro
Precisase de om caixeir > de 16 20 annos de
idade, com pratic de molbados ; tratar a roa
do Raogel n. 53._______________
Auencao
Ho becco dos Ferreiros o. 6 precisa-se de per-
falUa costareiras.
XAoPE E REUTER W 2
Como remeoto da Estacao Calmosa, Pnrificador dosaogoe, diurtico,
aperiente, nenbum ooiro appellidado depurativo oo saisaparrilha se appro-
ima seaoer ao Xftrope de Reoter o. 2. Combina qoatro grandes proprieda-
xee em nm sO "emedio. operando a nm tempo sobre os orgSos digestivos, o
dangne, oa nns e os intestinos.
Absolutamente neotrallaa xpolsa pelos causes intestinaes, rlna e
oros fia pelle, os germens nocivos, i|0e flntoam no sangne, na orina e na
nspiracao
O MKLHOB
PURIFICADOR
PAJU O
AIOIJE
PEQUSfVAS PULULAS DjE RETER
Flgadn entorpecido cura-se positivamente com estas plelas. Ellas
ao om remedio purgativo livre de perigopara o bomem mala fraco, tao bem! PARA
como bastante activo para o bomem mais tone, e uo constipan depois; pas
dcc&o geral agrada a todos qoe aa osam. Sao as nilulas estndar! da
riasio medica dos Esiaaoa-Unidos. Sao aa menores e mais facis a to .
Quarentaem a
F1G4D 0
TRICOFCRO DE B RRY
Uma preparacaoelegante, extremamente perfumada, remove todas as im-
:areias do crneo, preS8*Va'.)7ocontra calvicie e cabello cinseoto; Tai o cabel-
o crescer espesso, brando e a;-.: cbo. Infellivel para corar ernpfes, doencas
da pelle, glndulas e msculos,e cura rapidam- cortaduras, qoeimadura3,
eridas, torcedoras, etc.;
CAUVbUVA.Nao amo sem cada rasTo ti marca registrada
PARA O
CABELLO
4 PELIE
BIOS DE8TCS pboddctos.A companhia da Droga* productos obimiooa
Roa Marque de Olinda n. 28.
Para cosi-
nhar
Precisa-se de uma ama para cosi-
nhar, no 3. andar do predio n. 42 da
ra Duqus de Caxias, [)or cima ca
typographia do Diario.
CRIADA
Precisa se de un" a que
seja preta para andar com
uma crianza, ma do
Paysandd d. 19.
Caixeiro
Precisa-se de om rapaz qoe tenba prattea de
fazendas e dando o'.test ...o de seo bom compoi-
tamento ; 4 tratar os loja de fazendas em Abo-
gados.
Bom n:goio
Traspassa-se a venda e rancho sito Estrada
Nova o. 85, Zornbi, cnbecido pe)i rancho da
viova Villa seca, por motivo de feo dono etar
doeote, bom oes >cio ; a tratar no negcno.oo
i roaoo Cabog o. 11.
Feitor
Precisa-se de om (eitor ; a tratar oa roa Mr-
quez de Olinda n. 27, loja de cigarros.
Kn^ommadeira,
Precisa-se de orna engemmadeira para lavar e
i ngoxmar, para casa de familia de dnas pes-
s-as, paga-se bem ; a tratar na rna co Livra-
meoto n. 28.
Aloga-se ou vende-se, com barbo salgado
jnrto, teuj asa para fimilia, o qoal lem rnolto
terreno com 37 ps de ccqueircs, aa io fructo e
incitas (otras frt t-'iras, moito per de bonds e
do cammbo de fer^o para o Recife : a tratar
roa de Saota Tbeieza n 38.
Cai eiro
Precisa se de nm caisetro Je 12 16 annos e
d fiador ; tratar co nilbar de Afosados.
Cosiaheira e criado
Precisa-M de urna ama cosinhei-a e de um
enado tratar na rna Doqne de Caxijs n. 56 e
58. loja.
Criados
Precisa-se de criados qoe saibSo ler e escre
ver uara trsbalho de fabrica e a-mazem ; tra-
tar oa fab-ica oe vtoho de caj' a rnv da Aurora
mn.ru 111.
Destillador
Precisase de om com bastante prslica, i tra-
tar na fabrica de Vmho ri" C j. em Olinda, da
Madeira & C, on roa de Maris e Ba-rcs n. 14.
Jaboato
33.200
Pede se ao Sr. Stbas o Carneiro de Barros
Campello (oobecido por Baixa Gran le o favor de
vir oo mandar liquidar o negocio qce nao igno-
ra a roa N'.va n. 16, pois j fazem annos.
Ainga-se
O 3." andar da sebrad roa do Im-eracr n.
26, com agua, e tambem a casa tema da ras
CapttSo An onio de Uma n. 26 tratar aa ma
Marqoxrte Olioda n. 8. lithovracbia.
Oficina de
gravura
P- MACHADO
Faz quaquer trabalho
concernente a arte de gra-
vara; como cunhos para
medalhas, blocks para pa-
pel, clichs, etc., etc.
Ra das
Larangeiras n.
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o S 13 V GE M
a.
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5 -a
Roda d'ggua de ferro
Compra-se uma roda d'agoa de ferro em bom
estado, qoe regnle de 28 a 30 palm >s de raio :
tratar na roa Barao da Victoria o. 17.
A o commercio
Os abafxo assignadoc declaram qne de com
mum arco-do extiogutram a sociedade qno gy.
rava ob a firma social de GoimarSes P-iga c
C, retirsnd"-se o so io A. P. Braga G:i marSes
na.-o e satlsfeito de seo capital e lacros ticaado
o socio Romoaldo di Silva GoimarSe3 'raga
responsavel pelo activo e passivo da aesnia
firma, gyrando com a mesma em seos nlterlo-
'es ne Recife, 30 de Rovembro de 1893.
Romoaldo da Silva Gjimares Brega.
Antonio Pereira Braga GoimarSes.
Fabrica de gelo
ktm t limonadas gasosas de
todas as cualidades
Soda water, ginger, ala, liroio, laranja. cora
C&0, aoacaxis, granadina, grosalle? Iraiit>uad.
baun Illa, noTtela-pimenta etc., ate,
ma
Koyal Blend marca VHDO
Eate excelleute Whisky Eacooea pro-
arivol o cognac on agurdente de -mam
para ortifioar o corpo.
Vende ae a retalho nos a ores ansM*
asna de molbados.
Pede Hayal Mead aro v~j*4
sajo nome e emblema abo regia tradoa ftf
o. do Eraail.
BSOWNS 4 C.
1 f
Si

I I





8
Diario de Pmambuco

de D zembro e 1893
IU WX
lilil i ii?i Um
^idgerwooi
Rodas d'agae **. Machio! vpor
Torbiuaa /-^85&___ T1rf Po't1"
Engenho de Serr IWW Lavadores
jtloeada do Canu
Moinhos de Fu
DeboBhviares
Separadores
Despolpadores
Descascadores
Ventiladores
Marabiques
Bruidores, C-nductorea, Catadores, Evaporados a vapor Defecadores
irip'e effeito, Vacotos e todo os macbinismca i>erter.centea ao f briCD do a*.--sr, oa
deira Multitabulsr para queimer bga5o ou cosca de otf. Prensas Hyoraulicas
kombaa de todos os taraaobos, Crneiros Hydranlieoa para levantar agua, Arados <
plsntsr milhc, etc. etc. Bcgenbo completo de tabricir farinha e engeoho completa
para bioeficiar arrea. .
Corroias de sola e de borracha de qaalidade superior. Ole especial pan
siicbinas. PerteBcea o per;fs avr.lsaa pnra as machima.
ESCRIFLOBIO
95Ra do uviilor95
BEFOSIT
3& e 1362&E3a da Sade136 e 136
Lidgerwood Mfg O. Lima

I08I0! GOBISA! talMlO! uta)! t
jtsull^rio verdaderamente apsomi-roso 11 .__ --- -------.
0 Momo, roryaa, hronchiles, esponjas marqoeiras, turnees. ]*a'V****"%&a
ri lods e'us rooiesia* lia freqaentes no Brasil,equea **"S-aafiflas !5
eu^veis I I A MORVINA velo Oemoostr.r pra icmerle a ^M^MStts^ M
liudo por si ums botica veerinar a. com a van.agem de corar todas es molestias propripraee
nicos agentes neste estado
MATTOS& C
DBOGMIA IMFOftTAOOHi
RA SETE DE SETEMRRO N. 5
RIO DE JANEIRO
O!ItBftlI & 6.
DA LARGA H'O ROSARIO N. 3
PEKNAMBCO
* _
GRANDF
escecia est
activos hoteia
om hopedan*
Sua Larga o Bosario &s
Telephone n.
Macoel Garcis, coobscendo a ioadiavol ressssidada de que
MSBtle opital. sem poopar sacrificios e depezas, s.caba do fundir
COUMEBCIAL E CONGRfSSISfA em um grande estabebeimento
Grande Hotel Commercial
All e-coctrsr o publica pernambncsoo e os iliuatres viajantes, alm de berc
/eparsdr.s comidas, beb S finaB c ssoibidi-s, ama bem montada o desente hospe-
s*is oom todas os prfscnpcoes hygienic*B, a par de vm servido completo por parte
9 grande pessoal de que dispSe esse iroperiante estabelecimento, boje o prmeiro em
"" ^i'o3tadTcom a mezima descencia, diepoo o GRANDE HOTEL COM WEB
OL de um s&lSo de recreio artsticamente preparado, onda podem ler realisadoi
volea. .
\j -roorietario deete estbrslecin ' 'GRANDE HOTEL OOMMBRCAL
Ra Larga do iozario ns. 29 e 31
mim piplusim

Para a cjra ejflcan e prompta da
Molestias proveniente de 4m
6 pureza do Sangue.
E' urna \oucnra andar a fazer expe-
riencias tro- misturas inferiores com-
postas ce bdisents c '.i ciflcacla uo conflrraads
pe '"'' a, tir.quauto que a molestia
c.i.1- janhodo terreno.
. pin nio, sera demora, de un re-
c .'ir- ^:\r.-intiilo ci'ja edlcacia seja faetc
fcsi^i.al:i O BxthaCTO Composto Concentrado
dk SalsapaIkiiua de Ayek 6 couhecido
e rccoicmcudado pelos mdicos mais in-
teIU{rente9 los paizes adiantados, J
iiraiilc 40 mnio,
OnDiteniM do milharcs de doenta
X-\ euUildo beueitcfaM d> seu finurejo i
o outras tnnbis testemiinhas da sut
siEcacia positiva e uinompuravel.
rau*ARAi*o itxo
R. J. C. AYER & CA./
!,owe!i, Mass. Eat.-fTttH.
Caj*, abacaxis ejani-
pabo
Compra fe o*a qcHlqner quanticadn lestes
freelo ; na carnie laNrm iie vinb'<8 Dtoraes
de rocas, em Olind?d Maneira & C ,
Vende-se
Urna laverna d'doi do* melbores pontos da
Bna Vibia : para oFormsgOes oo paleo do Li-
vrarnfolo o. II.
Iguarassu
Nesla espe'fnco=a villa, orna das melho'es do
Estado, prla soa puoca distancia da de Itama
ac e desla capnai, a qnal sera brevemente
lieada por estrada de f> r-o, tornando se par
e-te modo an dos seos melbo*es arrsbatdes. ja
pela 8*lobridarte de seo "lima e ja pela aboo-
danria de froctas, peixe, aeua pctavrl, ele. e
ooie o commercio promette dtfenvolver se.
vendem-se pir baratiss.mo preco feis rasas,
sendo qcatrj prcp,4ss para resioencia de faui
lia p doss para commerc), orna das qnaes com
arrracao, coebeira para estabclecimento de dtli-
U' ciae, ba Praja do Herval o. 3, finara -e materues.
onde sera encontrado tamil m traode sonimeD-
o de lulo qaaato ne essario para eiitica-
l6es.________________^_________
giiiiiiiniiiiiiiiiiiiiiiv
DELAFABRICA.
A TOSSE E
iLIBREDEl
mamemam
Vendem
Fondea Irmios
Esplendido
Grande deposito d^
relogios de todas as
qualidades.
Esplendido soi ti-
ra ento.
Vendas em grosso
eare alho.
Modicidade em pre-
sos.
U ]m ilo Bosarii el 9 e 11
Regulador da Ma-
rinha
A, J. C Araijo & t
LUZ
DE
Ladrilhos
zaicos
e Mo-
de
m
Hua do Vigano
Trnorm
N. 19 fea'fe
So e nico fa-
iricanle sro-
(ixuonal (Jo
^inetesdeborra-
lia no Norte do
Brazil e nicos
que fornece r;i
rimbos nV '
rach
H
a
Espcchil'dades, Numeradrcs de metal carim-
bo; com e sem dala, excelsior. marcando com
2 cores, lapiseiras, automalos, relogios etc.
A casa nao tem agentes que percorrem as
ras.
Pastas de prgaminho, que ervem de calco
para escrever e que terna grande utilidade de
no deixar iur ruao, sobre a qual se po-
dero- lomar notas e fcilmente limpal-as
3*000 cada urna.
lequenas lampadas inslantaneaes de algibeira
(fem preciso de fsforos) com spoletas de re-
serva systema modernissimo i iOOO urna.
Vende-se Ra do Vigaiio n. 19 L* andar
Rccile.
Farateira Philioson, Apparelho
de !> gs" B r i e outros in
sectos.
I' lente tiradle r n......
I.r.5.>. I'iil- (> Argrnlinii
r. ssoo. Kegistrado em quasi
todas as repblicas da
America do Sul. Prego
de cada um 3*000. S
c i mea venda em
ltosso e a retalho para
i > o Brt. si c Re-
pblica Argentina.
mannele Cresta & C
Rio de Janeiro e S. Paulo
Esta fabrica perfeitamente montada,
execnta o mais exigente pedido que lbe
seja teif, por queai quer dosejar, urna
sala, corredor, q-artr, terrado ou pesseio,
perleitamente limp e de dnrscSo eterna
O mosa-co nac'ooal da cazs Ciesta n8o
'rio e tem sido preferido a outres la-
drilbos, porqun lygienico, hmpo, evita
tapeter oa esteiras e eterno !
Chams-se attentSo dos Srs.. constru-
ctores para o catlogo e amostras em
cssa de PAULINO MAIA, a ra do Com
mercio o. 22, 1." urd-r.
Pr-c* onu'irlnHpa, comtwt',"'>
B
1 m
LOKGM&N & MARTNEZ, S
2 NF.W YORK.
iaa Livre '-c Erploso, Famaca Mo Cht!-
A venda em toe' -s os i>
arrcazems de seceos e mo
3 MIDI II SOS Bill III
Biwrto k Yalnto
4 e 6 Largo do Corpo Santo 4 e 6
Caaa aviadora
em gr< fso e a retalho, especialista em
Yinfcos, e e manteiga
importsm todos os gneros directamente e
vendem a presos mais raaoaveis do que
qUBlqocr outra cea
Vinhos para mesa
Figueira especial, pasto, Collares, Alv
islbSo o lcroe us
80BHB MESA
o j muito conbecido e acreditado vinbc
do porto de
.a.:o:r.x j^ssco
proprio par convaleseentes ; e outrat
marcas toes como ADEG. DO FRADE e
quinta de BEMFI^A
IIAITTSIGA
Bretel Frros, F. emsgny e F. Heyms
o (Dinamarquesa).
Cha
preto e verde, o que ha de melbor e maiB
especial no aereado
Copjplet) sorliaealo
de crgn.es, cervejas, champagnes, licoret
boUxinhas, conservas e doces
Conslanle deposito de arroz de cas
ca. alfaf flor, millio, farinhae lcer-
gaz inexplosivo, luz diamante.
4 e 6 Lrt-90 do Corpo ^cnto 4 e 6
ESPECFICOS
PO CU 2BT.B
Dr. Hmnhrsvs tle Nava YoI
Emusn mnl!< uw .simnl:'. -uros, (fll-
nzeflf i':i! > A v ii''.' i'- Urugaru e i "or-
. ,'.-i:_. prli :. toa ".io.
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S. 1''"bre; 'i'oin-ai-i'W'V" i" '' '-,"'' : ;a3 "
b. Cnliiii.(":i"roe!i-so!nnad:( ran?o. ..
4. Iliu<-.-.-!; l('rlana?)AoulKa.......... -
5. lv(!i:iTn. i>.-rcif!cInrri::r',Cn..ril-.lr-;5
;. l'olerin-\. Culora >ic '. yomlu.....,
7 T<.--'-. a. RonquWio, Brmchltft.
8. |i..r 1!" Domo* *5 Ca, o Sorralii.......
. I)..r C'nli.'C. Enctoaooeca. Vertlgcni.....
(0. |!'i<. lT,-i: i '-- ''-' <>
. .. -,.. tt .i i\'".-.^ 11.1 .t.'n.r.-
PEITORAL
DE
A1TACAHTJITA
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PREPARADO *
LANMAN Z KEMP
NKW YORK
0 MLSMSO r.V.i5 EFHCAZ
PRODUZ CURAS AOVIRAVEIS E TEK
THIU*.->HMX) E yutTOS CAAOS 0
PHTHlSiCA IV-|P!ENTE.
NFALL1VEL
s
las ::,: mil
Lisas e em cores Changeant$t ultima DO*
ridade.
Ad Paradla des Dante
Caj
Comp'3-se diariamente qoalqoer porcSo ; na
s, do An-orm n 60.
CORTES DE VESTIDOS
Em soda, IS e cambraia bordada, o que
ba de mais chic.
A11 Paradla des Dames
Merceari^
Ver.de-ee Bma mercea>ia em boa Iccalidade,
a aubl f?.z um moTimento mao regular, o mo-
tivo de se vender seo pr< prietaro ter de se
dedicar a nolro mojo de commercio ; para in-
forrf3(6es roa Viscoode do Rio BraDCo come-
ro f13.
E' o sortimento que em cortiosdos para
camas e janelUs e colchas de seda e de
recd tem
An Paradfs des Dnmes
Ksiserbrp.nncu
Agua thermal e natural de Aqw'sjran
Afamada pela saa efficciu em
adiaotar a dieta e o tpetite
reputados t>r
Os rcerli( 3
recommendam a pe soas quo p
deoem do figaac, d* gota, de d< -
res rheemstieas, de doeucss pitui-
tcafs de ataques de retpiracJIo
oppriraida e de digestio laboriosa.
Acha-se a venda na car de :
Jato Fernanoes de Almeida,
travessa da Madre de Deus n.
21 e ron da Cruz n. 18.
do Vigario n. 19 i. andar
PERXAMBtCO
II PHILIPSON, INVENTOR
l..|F (Ii* lilil.-" *........----
i:. S.uiw ao4 di ICrsrr.. lj^-assioa ui-n.o-
W. Irf-ncr'fai (,'K^res!ranw Itoia .n.fv..
i. (roa", o .. Rone.r>lfflcuJtal
eumaUcw- .......
VenHIe-se
FOLHETiM
16
M&
iostahara, devia aquella ooite realisar-se ImSo acanciava 8 'aoes rosdaa da campo-
uira fe.8ta. Camponezes vinbsra danaar [ Deza.
Ess ftsta dov:a, rataralmente, deixar
nma Ific-b.-anja sgradavel no espirito de
Mario e de saa noiva.
No dia seguinte, om desses dias de oo-
5
DE
POR
SUP.TILL
SEGUNDA PARTE
III
(Conticcajao)
O gei?rs seas uiforms^Ses. Despedio se lacrimoso
de estirado sobrinbo, ao qual prometteu
referir tnd j o que se pas&t-sse em Roma,
relativamente a qaes5o que tanto Ibes \a-
lerssa<5r-x
Ao cbeg-rY Sorrcnto, es?revea o d>
ptomata ama loog^ carta ao pai, car-taque,
segundo t;nbam coavecoionado, foi envia-
da ao Sr Alberto de Biran por itermedia
io Sr. d'Ambert.
Todo os que tea visitado os arredores
de Nap- les conbecem eesa deliciosa aldeia
de Sorroato, situada na extremidade do
gelpho, e de onde se descortinam Capri
tajos roebedos miados se confundem com
"firmaun'o, Ischia, o cabo M sena e lo-
das as oatra ilbas que se lbe seau^m,
oso coatas de om collar, ao redor d*
BBJensa babia, dominada pelo veauvoe
aec e!?jj."rte pennacho de fam$a.
Trea das j se tinham passado depois
i partida dos fugitivos, quando o enge
akeiro loobe que do hotel em que se
tarantella ; o Sr. t'Alby e Y landa de-
vinm E88stir a essa festa, e, tffsetivamen
te, s oito h ras, j se acbavam na grande
sala do hotel.
O actores deEaa representajao nZo se
fseram esperar.
Os homens, de, barrete phrygic, veBtini
ama ca!^ ciezen'a, presa cintura por
ama faba de seda de cores vivas, que fa-
aa destacar a brancura da camisa, fixa ao
pescogo por cm slfinete de ouro.
O vestoario dts malhers, maB compli-
cado, se oompunha de ama sais branca, de
om corpinho bordado a ouro e de orna
maotiiba de gaze ; os bracos ns at o
cotoveil-;, e na cintura ama faoha seme-
Ibante dos bomens. Os sapatos de se
tim preto eram ornados de utas encBr
nadas.
Os pares enlac^dos entraram em gracioso
cortejo.
Nao mSos tratiam osstanholss, oe or-
dinariamente acompanhavam a mmica das
tarantellas.
Leves como sylphides em soas evolusSes
rpidas e barmooiosas, deslisavam os pares
no meso dos espectadores, que, maravilha-
dos, os applaudiam.
No fim ds primeira figura, oa campona
zes vieram XHP*r~Be ao redor de um rapa
que roflava'(tambor, caja marcaoao verti-
ginosa indiclVa o rytbmo de cada orna das
partes da tarantella.
Este, que era o chefe, alternava o tam-
bor com a guitarra. Depo-a da dansa,
caatoa o Addio a Napoli e a Sorrentina,
qoe eothosiasticas palmas provooaram.
Cantn esas canooneta oom ama ea-
pressSo tanto mai sentida, qusnto tinha a
sea lado ama menina encantadora, cujas
adora veis perfeicoes pareoiam deso ever as
palavraa da 8om*tina, emciaanto '
tm attra-
povos do
oa
tomno, que, sob ajuelle cli
ctiv- s -"escoonecidos para oa
norte, o Sr. d'Alby, Yolanda e o dipioma-
ta sabiram os rudes atalhos que condazem
ao lugar denominado Deserto.
Aa ovriras, as lararjeiras em fl'>r es-
tendiam os seus ramos sobre os caminhos,
de cujas d fficuldades se esqaecein os via-
jantes, quando che?am ao cimb da monte-
nhs, de onde se pode admirar urna vista
maravilhoia do golpho o de seas arre-
dores.
A' direita ee avista aples ; a esqaer-
da, eotrev-se a bania de Salernok de
aguas verdes, qoe oootrastam com as va
gaa a nes que a brisa morca moemente
embala ao ps do vesavio.
Qanndo u sol oomegoo a desappsrecer
no horizonte, os viaj'otes de^idiram des-
cer. O guia acoselbou-os a tomarem om
aovo atalho, atra/s da floresta.
Desciam rapidameote, pois as sombran
da noite j iuvadiam a aldeia. De repen-
te ouviram doas vozes.
Foi grande a sorpreai do tres estran-
geiros, a? reconbecerrm o mesmo per qoe
na vespera tinha cantado depois da taran-
tella.
Era nm idyilio amoraso. Mario, nSo
podando dominar aua emcoSo, apertou a
mBo de Yolanda. E janto ao sea oavido
marmoroa o doce nome de Rosita.
Rosita 1 adorada evoaacSo, que resuma
uro poema de amor 1 A preseoca daqaelles
dous camponezes recordava a ambos a
sombra'floresta dos lenhadores do Tyrol.
IV
Hsvia nvaii de ama semana que oa vis.-
Um bom terrano no arrahzlde do Chacn, com
duas frtDtes e alicerces para 3 casas, urna boa
cacijba com exrelhnie agoa, perto da es'ac'in
da Caea Forte, tres minutos pa"a tomar o trem
e perto do lio ; tratar na ra da Impcrbtriz
numero 12
jantes tinbam deizado a cidade dos Cesa
res. Mas to depicssa passava o tempo e
:5o profunda era a paz de que gizavam,
que do mundo exterior nam mais se re
cordavam o noivos. I-felizaeoto, nin-
eoem pode escapar s realidades da vida,
que, t. despeito de nossa vontade, nos ar-
rarjcim brbaramente c'e nossos sonbos.
Sabemos que o addido do legagao bavic
escripto ao Sr. Alberto de Biran.
Nao tendo ainda recebido a reaposta so-
licitada, chegou o diplcmata a suppor qoe
o pai ti"ha commnnic&do suas confidencias
a Margarida.
Mario r5o e enganava. .
A carta qae o general o'Amberte trans-
mittio ao sobrinho, oontinha uob recasa
formal.
a Mea caro filho, 6screvia o pai do en-
genbenheiro, li toa loDga misBva com a
atteocao qne ella merece, e, com grande
pezar, vejo me f. rcado a diser-te que, atra-
vs dos acontecimentos dessa narrafSo, re
conheco que tua imaginaclo desvia do bom
caminho os teas sentimeotos. Ninguera
desposa ama rapariga que passoa a sua
infancia entre bohemios, qualquer qae seja
a sua origem. Parece-mo tambem que, no
tea desejo de ver reabssdo am projecto
qae te era Uto caro, foste victima de toas
proprias illocSes.
O romsnee qie me referes inveros-
mil ; no posso nelle acreditar. Como
possivel admittir, que esse pai infeli te-
nha podido reconhecer, depois de tesesete
annos, a filba raptada, aos dous meses de
idade ? Esse medalho de que me fallas
como ama prova irreonsavel, pode ter
passado de mao em mo antes de rer pos-
suido por aquella que julgam ser Mlle.
d'Alby. Tenbo a conviccSo de que, nessa
ciroamstanoia, s victim de orna aventu-
rera, que toa sentimentalidade ingenua
ij. lien I '"<'- '
15. titear. m-.ii.i. '
A s.-i-.c-, Uuciia.lt; .
i. licmerrkoMfaa AlmorrHm*. ni ru^oi
'-......:
'. Jriili :-. = -> -<}.-r-.zdm
19. ( 'UUXO ......
(,.;;- rr^Kllca.............
j|. '. "-" ...........
i. s.-. .. en l r '- .........
1 .1 ri 1 Iceraa...........
:. i>cUi... .i- t<-i '.'- '>:'},...........
K.M, : .i-i,:aria, 1 aleukMOuPws
3? |mi>OI ,,: 1 I 1,.,->..:!, rU-mlmJ .
Vi. (IhacninliaKsa )5m-in, ou/j.hta _
JS. iBeratiMMlai rf Oiiriua.ouriiiar*-!
't. "*',,..,..' i l dolpTOBA. i :,":' -"
S ;;, ,Hal i l:i. Iit.-'v .i. V ,' -r>Si>- .- ;';
K. '...:::..' :':- l-"- (-' -'"C\e
C ::>- 1 Dr. Boa *
^ ,. .,& _- .-.
- -._ -
.^ faitea Btreeta IcsV HQ&
D]HOOB A8SNTE8
' ira TaD9 osa f^ssaa zb P-*
BaBafcato
hrit Sebriaho C.
fymdfrse
Um bii tocino, novo e de boa rara, e algn-
inaa vacras preobes e prximo a p-.rir; i tratar
na rea de Luiz 00 Rc-^o n. ?4, Santo Amaro.
Cal Virgem de
Jaguarbe
Em barris para o fabrico
de assucar vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calcareis.
Pre9Q 6^000 por
barrica
C'aeF uo Apollo n. 73
FAZhNDA8fcM0:rAS"
Sortimento iirpossivel de dtscrever-se
tem recebido de Pris
Au Pairad! des Pames __
Regulador
Automtico de p r e s s ao
PAFU
Moendas decannas
CardcBo lfao, nnico repr^aentantes neate
Esiado dos entehfiros L. Kotherhoiil. pa'a a mironocC"0 do REGULA-
DOR AUTOMTICO de PRESSAO, Dedem aos
seis anillos e frfuex" a tioea ri" virem ao
fea escritorio n* do Barao de Trt> mpbo n.
2, arim de esamioarenj o dito apparelho que
resolve perfe'tamente o problema da completa
expresrfij ieui perigo d e.-pecie a'turra por
P38agem ce corpj estran entre oa ejlindros.
O apparelho rod ser appheado a todas
mce.iiiaa qualquer qoe fej o f jaii-roa e lama-
Dbo, e pode ser montado sem laterrupjSo da
moafim.
Oa abiixo ar8iB'ados com looga pratica de
acotageca e trabalhos de uioa, garaDtem aos
ters ourc r.;foa tfegoezes e amipes qoe secaras
Taciaaers MTICO de PRESSAO. o que oo farium se por
?c inra nao eetivessem perfeitameote certos
dieso. .
Aa eccoffimendas do REGULADOR sendo fri-
tas coro urcencia podem prestar anda Ba pre-
eecte safra graedes servicoe, sendo trs oo qoa-
ro veice pago o sen costo f (om o segmento
a extraced qne elle permilte.
Recite, 17 de Ootobro de '.893.
Cardoso 4 Irmo.
Massa para sopa
Vende s- mararra. aRtris e talharim a 1/000
o kilo ; no pateo da mrcalo n. li.
ejsaa bohemi s nos occoltam, moitas ve-
aes, sob arj resto de om arjo, cma alaaa
de demonio ? Quando se trata de ama
questSo tS> grave como o casamento, o
ecto mata serio que pode occorrer na vida
de um hornea, a prudencia de um pai
deve salvaguardar a felicidade de um
filho.
Mais tarde cgrsdecer me has ter eitado
a realisagSo desea loucora. A bohemia,
que te coota urna historia coromoveote,
que te tem seguramente feito derramar la-
grimas sentidas, urna orphS qne precita
de um protector.
Novo D Quixote, to te declaras cava-
Iheiro des-a Dulcinea, e, apaisanado, nSo
vs que a tua noiva ideal ama intehs
que procura ama posiclo.
Reflecte, mea caro Mario, sobre as con-
aeqaencias dessa oniao; e vers que os
mean consf !hs tm por objectivo evitar
urna vergonha para nossa familia, Sera
um dia embaixador oa ministro. Orno
pieleras tu receber em tea salSo a socie
dade elegante e nobro que aos teas janta
res oo aos teus bailes deve ooncorrer ?
Nenbuma seobora respeitavel querer
tranapor as toas portas, e o isohmento em
que vveres, muito comprometiera a tu*
oarreira. Sapplico te, mea filho, qae re-
nuncies a essa chimera. Fa9o um appelio
a toa raaSo, e espero que os sentimentos
affeo'.uisoB, que sempre me testemunbsste,
farSo esqoecer essa paizao fanesta. NSo
me escrevas immediatamente; pede ao
tempo a calma precisa para que me poisas
dar ama reaposta.
Acredita que me causa grande desgosto
centrariar-te; ouropro, porm, am dever,
qae nm da recouheceris cumo tendo sido
dictado pela amiaade qae te consagro.
Alberto de Biran.
Ao terminar a Ieitnrs. desia carta, Mario
b Brancas, pie.tbS e ce corea,
vradiB, grande varietado.
Aa raradSs des Mames
38-Rii B^rao da VicoMa 38
lisas e la-
__ Devo ieso miuba madrasta Foi
ella cuera prfidamente insinooa a mea
psi essa objc9Si ao mea casamento. .
Juntamente com a missiva do pai, vinba
no mesmo enveloppe urna do Sr. d'Am-
bert.
O general nsrrava ao sobrinho ama
ecena terrivel, que em sua caaa havia feito
na vespera Mae. de Biran. Em termos
pouco amaveis, alludira el,a ao diplo-
mata.
c O que recelavsroos, diaia o militar,
aoaba inicuamente de realis -r-sa : tua ma-
drasta leu a car a que dirigiste a tea pai,
e o edio ds Margarida contra Mlle. d'Alby,
contra a bohemia, como ella cbama tua
graciosa Yolanda, pode aconselhar a essa
mulher perversa verdadeiros actos de leu-
cura. Tenbo serios receios.
t Se toa inimipa aoober que te ac
em Sorrento, diante de couss alguma re-
cuera Mme. de Bir-n para atastar de ti
aqnell i a quem dsto o tea corssBo. Cui-
dado, meo querido sobrinho.
c Margarida acidio-se ficar em Roma,
onde, pacientemente, segundo ma diese,
eaperar a toa volt*. Aoho prudente que
deizea oa arredores de aples ^porque
no prolongas o tea pasaeio at Vieras '
Oeves fioar to longo quanto poasivel de
toa madrasta, que en vejo decidida a todos
os ezceasos. Escreve-me, communicando-
me o que resolveres. >
(Contina).
reir, que ma seniimomaiiua^o .~B------- ,
Bupp5o filh. de om conde. Nao s=ibes qae ezcUmou encoler.sado :
Typ. do Diario ra Dorae de Cazi n. 42
I
V
f-
I
-
--
j
. <.
- I
MsllUDO

i.
\ HHsTB \


Full Text
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