Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19554


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Full Text
f
"
..'
'O^MH|
ANNO lili NMEBOm
PARA A CAW1AL E LCCARES ONDE NAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados .
Por seis ditos dem......
Por um anuo deai......
Cada numero avulso, do meszao dia.
60000
120000
24000
100
29 BE MAO BE 1
PARA DEMTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados......... ....
Por nove ditos dem. ..............
Por um jumo dem. .........
Cada numero avulso, de dias anteriores. ......
13,5500
20^000
270OO?
flcO
DIARIO DE PERNAMB
Pioprictoaic i>e Jtlanoel Jigucira 6c /aria & -filljos
TELEGRMMAS
i

33371:: FA3TIC7LA3 S3 JIASIO
RIO DE JANEIRO, 28 de Maio, s 4
horas e 15 minutos da tarde. (Recebilo s
5 horas e 95 minutos, pelo cabo subma-
rino).
IVa enmara dos Depulado* foram
hoje reeonberidoN oh poderos don
Sr. Henrique de Masalhae sin <-s.
pelo 1. districto de Mina* tierae*. e
Eduardo Augoslo Hoatandon, pelo
l;. diatricto da ni" una provincia.
Km egaida.o cannelbelro Candido
de Olivelra interpellou e Ministro
do Imperio, liara de Mamar, so-
bre o <>otail<> elelioral em que fleam
ao parochiaa de Paranagu e Cor-
renten no Piauli. depoiM de terem
Mido annullada* pela Cmara suao
respectiva qualiliraR&es.
Respondis e Interpellado que o
governo nao pode nter ir em queM-
iiii'i dessa ordem. em face da lei
eleitoral.
SSSV2Q 9 AS-SISIA 247.1.
(Especial para o Diario)
PARS, 27 de Maio.
O governo aprewentou Cmara
dos Depuiados um projecto de lei
pedindo a saneco do Parlamento &
expalso evenlaal dos pretndeme*
dynasticos.
PALERMO, 27 de Maio.
Prosc;ne a erupeo do Etua.
A. lava ja devorou oo arrabaldes
da cldadp el \irii!uii.
LISBOA, 23 de Maio, s 4 horas e 25
miautos da tarde.
SS. MU. e A, vo aooiolir. boje, no
tbeatro de a. liara II. representa -
cao do drama portugus, em versos.
O DUQUE DE VIZEU.
Agencia Ha,-as, filial eai Pernambuco,
28 ;de Maio de 1886.
ISSTRDCCiO POPULAR
Jpiter antolhaodo se-lhe I xin um simples doido
irresponsavel, que h mvesse perdido o uso da razo
e a consciencia por ter bebido o nctar dos deuses,
contentou-se em explsalo do convivio celeste.
Vendo, porm, que o perverso andava por toda a
parte gabando-se de lbe ter maculado o thalamo
conjugal, fulminou contra elle um raio com que o
precipitou no Trtaro, onde as Furias o amarra-
rain com serpentes a urna roda que gyrava con-
stantemente no meio das chammas.
(Contina)
/ARTE 0FFIC1AL
Cioverno da Provincia
EXPEDIENTE DO DIA 21 DE MAIO DE 188)
Officios:
Ao Dr. chefe de polica.Tendo o seuten
ciado Ado. escravode Joo Francisco da Fanas,
requerido a esta presidencia as necessarias provi-
dencias, no sentido de serem ministrados os res-
pectivos documentos, afira de poder instruir um re-
curso de grcil, que pretende iuterpor da pena que
lhe foi imposte peloljnry de Santo Antonio da Pa-
trulba, na provincia do Rio Grande do Sul, recom-
mendo a V. S. que providencie no sentido de ser
por elle apresentada a petiza), que tem de ser en-
derezada a S. M. o imperador.
A referida petico deve ser acorapanhada de in-
formaco do administra or da Casa de Detenca.;,
a respeito da conducta d'aquelle sentenciado.
Ao director do presidio de Fernando.Re-
commendo a Vmc. que me transmitta o espolio do
sentenciado Fioravante Palermo, a que allude o
;eu ofEcio n. 140, de 16 do corrente mez, afim de
providenciar-se nos termos do art. 83 do regula-
mento desse presidio.
Ao juiz dn direito d comarca da Victoria.
Para instruir-se o recurso da graca, interposto por
Joaqaim Cavaleante do Reg Barrof, da pena de
14 annos de prisao simples, que Ih foi importa no
dia 14 de Jiilbj de 1881, pelo jury do termo de
Santo Anto, convm que Vmc. providencio no
sentido de ser transmittida secretaria desta pre-
sidencia a certido do processo d'aquelle senten-
ciado.
Portaras :
Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte, por conta do Ministerio da
Guerra, no primeiro vapor, o soldado, sem corpo
designado, addido ao 14 batalbao de infautaria,
Francisco Eurico do Sacramento, conforme solicita
o brigadeiro commandante das armas, em officio
n. 277, de boutem datado.Commumcou-se ao
commandante das annae.
O Sr. gerente da Companhsa Pernambucana
mande transportar provincia da Parabyba, por
conta do Ministerio da Guerra, no vapor Ipojuca,
o desertor da companhia de infautaria d'aquella
provincia, S"bastio Pereira da Silva e o cabo de
esquadra do 14 batalbao da mesina arma, Paulino
Ignacio Paes, que o vai escoltando
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officios :
Ao Io secretario da Assembla Provincial.
O Exm. Sr. vice-presidente da pioviuc a manda
remetter a V. S., em resposta ao seu officio de 7
desse mez, sob n. 147, as inclusas informacoes, em
original, prestadas pelo Thesouro Provincial, com
officio de 18 do corrente, sob n. 644, a respeito da
petico de Wilson Sons tSl C- e outros negociantes
desta praca, que possucm depsitos de ca vo de
pedra.
Ao Dr. ju>z de direito do 5o districto crimi-
nal.De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da
provincia transmiti a V. S. em resposta ao seu
efficio de 7 do corrente mez, a inclusa copia do
officio do director do presidio de Fernando de No- L^cul
MYTHOLOGIA
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
Pluto e as divlndades infernaes
IConlinuaco)
Resta-nos fallar da Morte e da Noite.
A Morte, filha do Erebo e da Noite, passava
por ser a inais inplacavel das dvudades infer-
naes. Representara-n'a s?utada porta, do Tr-
taro sob a forsMi de um esqueleto medonho'com
;izise envolvida n'um veo prcto que, lhe descia
pi;los hombros t arrastar no chao ; n'uma das
ns&OS segura va urna fjec ;^na outra, urna ampulhe-
ta. Nos saericius.co n que os pagaos pretendiam
aplacar a h tbitu I irneunlia d'esta divindade sa-
crifican.un Im j-tUo*. D'entre. os veg- taes eram-
Ih e tas igi i i FiOfelmc ite a N lile iv. tambsin reputada divin-
daiu J i, qu .ti io uo principio deste li-
v.-i I re-moi occasio de alludir
-N-ite ; ah, p i i :i r imol-a purameme como
;oriasy.nu*liea ciis i vas. Considerada como
divin i .i 1 -i da m n. infernal, dizem-n'a filha do
t.'h; u ; outros Jervtm-u'a d> Csa e da Terra.
i; iresentara-n'a sentada n'um curro d bano,
envo.t i q'u o v i preto crarejad de estrellas ; em
seu percudo preesdem n'a as onstellazoes, que
ie serven; de mensigeiras.
Costumam fi^urur-lhe as maos um sseptro
de chumbo. Attiibuc-se allegoricamente A Noite
un numerosa prole : as Eumenides, por exemplo,
dizi Mu-se filh is da Noite e do Acheronte ; as Par-
cas pissivam por tilhas de Erebo eda Noite, as-
sim como tambem o Somno, a Morte, Nemesis, o
barqueiro Caronte, etc., etc.
Entre us grandes criminosos, que por seus ex-
tr.iordinarios delictos e iniquidades mereceram ser
punidos no Trtaro com castigos tambem extraor-
dinarios e excepcionaes, tornam-se m.-mente ao-
taveis Ixion, SisyphD, Tntalo e as Danaides.
Ixion, rei dos Lipitas, para grangear a mo de
Clia (filha de Deioneu) hsvia promettido ao futuro
sogro magnficos presentes; realisada a boda,
potm, nao hesitou Ixion em faltar aoque promet-
t/.raioque obrigm Deioneu a pagar-sepor sua3
maos, escolhendo para si as estrebarias do gen-
ro os melhores cavallos qu l encoatrou.
Ixion soube disfar^ar o seu despeito e a sua cole-
ra ; mas a^uardou a primeira occasia > que se lhe
offerecesse para estrondosamente se vingar.
Effectivamente, urna vez que pilhou em sna pro-
pria casa incauto e desapercebido o desditoso Deio-
neu, Ixion maudou precipitase n'uma fornalba ar-
derte.
Perante um cMme destes nao houve ninguem que
nao ficasiehorrorisado. Ixion tornou-se ummons-
tro odioso, -sobre quem cboviam de todos os lados
as pragas e as inaldices. N'esta conjunetnra,
vendo jue nao encontrava sobre a trra mo com-
passiva que se lhe extendesse, Ixion levantou olhos
supplicantes para o co e recorren a Jpiter.
Este, commovido pelos remorsos de Ixion, prom-
ptiScou-se a recebel-o na mansao celeste e admit-
lio-o mesa dos deuses. Estava, porm, determi-
nado que nao findariam anda as iniquidades de
Ixion Deslumhrado perante os fascinantes en-
cantos da formosa Juno, o ingrato concebeu por
e'.la urna paulo violentissima, e teve a insolente
audacia de lh'a declarar. Juno effendida perante
urna ousadia d'aquellas, foi que xar-se immedia-
tameote a Jpiter, o qual formou de urna nuvem
m phantasma com a fignra e as fecoes exacta-
mente de sua esposa, para d'este modo observar
at que ponto chegaria o atrevimento de Ixioa.
Este encontrando-* com o phantasma nebuloso,
e fie'urando-se lbe que era a propria deusa em
pessoa, cahio na armadilha que o deus supremo lhe
preparara, e perdido de amores abracou-se com
a nnvem ; dizem os mytbologos que d este phan-
tastico abraco procedem os Centauros.
ronha, declarando haver posto em hberdado a Ma-
noel da Rocha Wanderley, que regressou para esta
capital.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. vice-presidente da provincia manda
remetter a V. S. a inclusa ordem do Ministerio da
Guerra, de 12 do crrante.
Ao director do Arsenal de Guerra.O Exm.
Sr. vice presidente da provincia manda declarar
a V. S., em resposta ao seu officio de 6 do corren-
te, sob n. 353, que a Thesouraria de Fazenda, se-
gundo informaco que prestou, ji providenciou
com relae.o ao pagamento das costureiras, de que
trata o mencionado officio.
Ao juiz municipal de Bom Coneelbo.De
ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia
transmiti a V. S-, em resposta ao seu officio de
13 do eorrente, copia do de n. 467, de hije datado,
do con mandante interino do corp>de polica, so-
bre a requbjico das pracas mencionadas no citado
officio.
- Ao agente da Companhia Bihiaua. S. Exc.
o Sr. vie--presidente da provincia muili acensar
o recebme:ito do officio rte 19 do corrate, em que
V. S. declara que o vapor Gttahy, cbegid< naquel-
le iln: da Babia c escala, rugrcssar., a 23, para
es mesmos portos, s 2 horas ua tarde.
EXPEDIENTE DO DIA 22 DE MAIO DE 1886
Actos :
O vice presidente da provincia, do conformi-
dade com o disposto no art. 1- 7- da lei n
3,033, de 20 de Setembro de 1471, resolve no-
mear o cidad Auth iliano Peiioto do Alencsr
para o lugar de adjunto do promotor publico da
comarca de Ouncury, no termo de Granito, fiean-
do exonerado o actual Theophilo da Costa Araujo
visto ter mudado de residencia para fra desta
provincia.
O vice-presidente da provincia, de oafn-
mdade com a proposta do iJr. chefe de polica,
em officio n. 514, de 20 do corrento m-z, resolve
nomear Antonio Nunes Moreno para o cargo de
subdelegado do districto de S. Castao do termo
de Flores, em substituido de Alcides de Siqueira
Ctmpos, que nao aceitou a nomeaco.
O vice presidente da provincia, de conformi-
dade com a proposta do Dr. chefe de polica, em
officio n. 514, de 20 do corrente mez, resolve no-
mear Lucio Jos dos Santos e Manoel de Cirva-
Iho Paes de Andrade para os cargos de 1' e 2*
supplentes do subdelegado do districto de S. Cae-
tano do termo de Flores.
O vice-presidente da provincia, de contor-
midade com a oroposta do DrK chefe de polica,
em officio n. 515, de 20 do corrente mez, resolve
exonerar Caetano Vidal d s Santos, do cargo de
subdelegado do 1- districto de Canbotinho.Com-
municou-spM Dr. chefe de polica.
- O vice-presidente da provincia, de conf r-
nidade com o disposto no art. 1- 7- da lei n.
2,033 de 20 de S-tembro do 1871, resolve nomear
o cidado Antonio Jus Modesto para o cargo de
adjunto do promotor publico da comarca de Ouri
c."i y no termo da mesma denominaco.
O viee-prt'ridentc da provincia, de confor-
midade com a disposto no art. 1- 7- dalein.
2,033 de 2( de. Setembro de 1871, resolve no-
mear o cidado Jos Arnaldo de Castro F tosa
para o lugar 4a adjunto do promotor publico da
comarca de Ouricuiy no termo do Ex, ficando
exonerado o actual Manoel da Silva Dias P-
rente.
O vice-dKsidente da provincia, tendo em
vista o exposW pelo inspector do Thesouro em of-
ficio de 17 do corrente, sob n. 639, resolve exone-
rar a pedido, Manoel Gomes Muniz do cargo
de esenvo da collectoria do municipio de F.o-
resta. Commnnicou-se aj Thesouro Provin-
c.al
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Manoel Figueira do Nascimento
protessor da cadeira de ensino primario de Cha
de Alegra, e tendo em vista a informaco n 102
de 31 de Marco ultimo, do inspector geral da Ins-
truecSo Publica, resolve prorogar por 30 das,
com ordensdo, a 1 cenca ltimamente concedida
ao peticionario p.tra tratar de su i sale onde lh :
convier.
O vice-presidente da provincia, attendondo
aoque requereu Jos Gouyilves dos Siut>s, pro-
fessor da caieira de ensino primario de Malhadi-
nha e tendo em vista a iuform icl > n. 142. de 7
deste mez, do inspector geral da Instrucco Pu-
blica, resolve conceder ao peticionario, a contar
de 15 do corrente. trez mezes de liceue i com or-
denado, para tratar de sua saude onde lhe convier.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao qu9 requereu Francisca Arcelina dos Santos4?
professora da cadeira de ensino primario do sexo
teminino, de Malhadinha, c tendo em vista a in-
formaco n. 142, de 7 desta mez, do inspector
geral da Instrucjo Publica resolve conceder a pe
tic i naria, a contar de 15 do corrente, trez inezes
de licenca com ordenado, para tratar de sua saude
onde lhe convier.
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o bacharel Manoel Fernandos S
Ai.tunes, professor substituto de aritheinetica e
geometra do curso annexo Faculdade de Direi-
to do Recife, resolve nos termos do art. :i do de-
creto n. 247 de 15 de Novenbro de 1812, prorogar
por trez mezes provisoriamente e sem vencimien-
to algum, a licenca ltimamente concedida ao
peticionario para tratar se.
Officios :
Ao commandante das armas.Deferind o
requerimento do sddado do 2o bitalhi da inf Hi-
tara, Deolindo Gimes da Silva, autoriso V. Exa.,
a vista da su i i iformaco n. 282, de hontem data-
da, a conceder-lhe baixa do serv'co do exercito,
mediante substituto, urna vez que este teaha os
requesitos exigidos por lei.
A) prove.br da Santa Casa de Misericordia
do Itecife.Remetts a V. Ere. certido de bap-
tismo do prvulo Jos, fillio da sentenciada Mar-
colina Mara da Conceco, assassinala no presi-
dio de Fernando de Noronha, de que trata em seu
officio, a que respondo, n. 545 A-, de 30 de Abril
fiado.
Ao Dr. ebefe de polica.A' vista do que V.
S. representou no seu officio n. 447, de 4 do cor-
rente mez, autoriso-o a transferir a 2a estaco da
guarda civica para o predio, de que trata o refe-
rido officio, sit no largo do Arsenal de Marinba,
mediante o aluguel de 4'WJOOO annuacs.Com-
municou-se ao Thesouro Provincial.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal da comarca do Recife. Declaro (a V. S.,
para os fins convenientes, e em .esposta ao seu
officio n 297, de 17 do corrente. qu9 ficam dispen-
sados do conselh de reviso da qualificaclo dos
;.;iiardas naci.iaes, 03 offijiaes G >Jtrelo de Abreu
e Lima, Thomaz Marques Vi.'ira e Ablisio de
Vasccncellos, conforme solicitarais o inspector do
Arsenal de Marinha e o Dr. chafe de polica, em
officios ns. 245, 246 e 50S, de 15, 17 e 18 deste
mez, visto serem os ditos officiaes empregados
n'aquelle Arsenal e na Secretaria da Policia, onde
sao precisos seus coinparecimentos diarios.Com-
municou-sc ao inspector do Arsenal de Marinha e
ao Dr. chefe de policia.
Ao administrador dos correios. Hvendo
difiieuldade, no municipio de Villa Bella, du encon-
trar-se pessoa idnea que queira exercer o lugar
de collector de rendas geraes, conforme declarou o
inspector da Thesouraria de Fazenda, em offieio
de 8 do corrente, sob n. 108, f.ii,;pelo mesnrn ins-
pector designado o agente do orreio daquelle lu-
gar, Joiquim Goncalves de Lavor Ayres, para ser-
vir de colector geral interino nos trabalhos da
nova matricula de escravos, de que trata a lei n.
327 j, de 28 de Setembro de 1885; pelo que convm
que V. 3. recoraraende :iqu ille funcionario toda a
solicitude no de erapenho do cargo afim de serem
concluidos convenientemente at 3^ de Marc) do
auno prximo viudouro os trabalhos da dita ma-
Outrositn," provideneiar V. S. para que o mesmo
agente, no carcter de fiscal da fasenda pnblica,
t ie i parte da respeetiva junta classificadora de
escravos, que teri de reunir-se all no dia 21 de
Junho proximn fntu.o.
Ao inspecto<" d* Thesouraria de Fazendi.
Declaro a V. S, para os fins convenientes, que
autorisei o director do Arsenal de Guerra a man-
dar satisfazer o incluso pedido, por eupia, de ar-
tigos de fardamento que, para seu uso, faz o major
do 9 batalho de infautaria, Antonio Francisco
da Costa, addido ao 2* da mesma arma.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar a Fielden
Brothers, cmpresirio da illummaco publica, a im-
portancia da subvenco concedida para lizes do
pa'acio desta presidencia, relativa ao ultimo tri-
mestre. .
Ao mesmo.Declaro a V. S., cm resposta ao
seu oicio de 8 do corrate, sob n. 308, que nesta
daia recommendo ao administrador do3 correios
para que o agente d'aquella repartico, no muni-
cipio da Villa-Bella, Joaquim Goncalves de Livor
Ayres, drsempenhe com t ida solicitude o lugar de
collector geral interino nos trabalhos da nova ma-
tricula do escravos, de que trata lei n. 3,270 de
28 de Setembro de 1884, e officios dos juizes de
direito e municipal respectivo, para que se esfor-
cero para o bum resultado do servico de que se
traa.
Ao inspector do Thesouro Provincial. De-
ferindo hoje o requerimento do Dr. Joo Mara
Seve, medico da Colonia Orphanologiea Isabel,
declaro a Vmc. que ficim justificadas as faltas
que, por motivo de molestia, deu o referido doutor
a contar de 7 a 25 de Abril fiado.
Ao director do Arsenal de Guerra. Mande
Vmc. satisfazer o inclu o pedid de artigos de
fardamento, que para seu uso faz o major do 9
batalbao de infautaria Antn o Francisco da Cos-
ta, addido ao 2 da mesma arma.Communicou-se
ao commandante das armas.
Ao director do presidio de Fernando.Para
ser convenientemente instruida a petico de gra-
ca do sentenciado Francisco Soarcs da Rocha, an-
nexa ao officio de Vmc. datado de 12 do corrente
mez, sob n. 125, convm que o impetrante declare
qual a data do seu julgamentn.
Ao mesmo. Faca Vmc. regressar para esta
capital, se j estiver completamente restabelecido,
conforme solicita o Dr. ch,-fe de polica, o crimi-
noso Manoel Vicente Ferreira de Lima, que para
ahi segua em Julho do anno pasando, doente de
bcriberi.Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao commandante interino da corpo de poli-
ca. Ao Dr. chefe de polica mande Vmc. apre-
st-ntar no dia 25 do corrento mez, ao meio dia, duas
pracas do corpo de seu commando, afim de condu-
zrem um criminoso at a provincia das Alagoas.
Communicou-se ao Dr. chefe de poliels.
Ao mesmo. Mande Vmc. reforcar com qua-
tro pracas o destacamento da villa de Sennhem,
de aceordo com a informaco constaute do seu of-
ficio n. 461, de 18 do corrente mez. Communi-
cou-se ao Dr. chefe de policia.
Ao gerente da companhia Recife Draiuage.
Coavm que Vmc. aprsente com precedencia
urna relaco dos objectos importados poressa com-
panhia, com destino ao servico da mesma, e que
tiverem de ser despachados na Alfandega livre de
direitos provinciaes.
Ao fiscal da companhia Recife Drainage.
Segundo intormou-me o Thesouro Provincial, j
foram dadas as providencias no sentido de serem
despachadas livremente na Alfandega os objectos
importados para o servico dessa companhia, de
que trata Vmc. em officio de 18 do corrente.
Tenbo a dizer-lhe que nesta data me dirijo ao
gerente dessa companhia, para que f orneca de an-
te-mo ama relaco do que em casos idnticos fr
necessario despachar. *
Ao mesmo. Declaro a Vmc, para sen co-
nbecimento e devidos fins, que nesta data profer
na petieo de Joaquim Felippe da Costa, oseguin-
te despacho: Supprima-se um dos apparelhos
da companhia Recite Drainage, collccados na ca-
sa do supplicante n. 84 ra Vidal de Negreiros,
a contar do semestre vmdouro. Communicou-
se ao Thesouro Provincial.
Ao mesmo. Declaro a Vmc. para seu co
nbe ;imento e devidos fias, que nesta data proteri
na petico de Flix Pereira de Souza, o seguinte
despacho : Supprima-se o apparelho da com-
panhia Recife Drainage collocado na mei'agua do
supplicante n. 19 ra do S. Joj, a contar do se-
mestre vindouro. Communicou-se ao Thesouro
Provin.-ial.
Ao engeuheiro chefe da repartico das obras
publicas.Providencie Vmc. afim do serem il-
luminados as noites de 23 e 24 do corrente o pa-
lacio desta presidencia e o jai-Jim do Campo das
Princesas.
Ao promotor publico de Ouricury.Respon-
do ao officio de 28 de Abril rindo, declarando a
Vmc. que por conveniencia da ordem 'e tranquil-
lidade publica maudsi transferir provisoriamente
para o termo de Leopoldina > destacamento de li-
aba ao mando do teoente Laoncio Luiz Pinto Ri-
beiro, sendo que o referido destacamento regres-
ser para essa comarca logo que lio lar a diligen-
cia de que foi incumbido*.
Ao juiz municipal de Villa-Bella Declaro
a Vmc. em soluco ao que expoe em seu officio de
20 de Abril ultimo que pelo inspector da Thesou -
raria de Fazenda foi designado, segundo me par-
tieipou em offieie'de 8 do crtente, sob n. 308, o
agente do correio desse termo Joaquim Goncalves
do Lavor Ayres para servir de collector geral in-
terino nos trabalhos da nova matricula de escra-
vos de que trata a lei n. 3,270 de 2S de Setembro
de 1885, eonvindo que v"ra;. empregue toda a so-
licitude para o bom resultado do servico de que se
trata e que dever ficar concluido em 30 de Mar-
eo do anuo prximo vindouro.
Mulalis mutandis ao juiz de direito em so-
luco ao officio de 20 de Abril.
Aojuiz municipal de Tacarat. Trans-
miti a Vmc, em soluco dos seus officios de 2 e
do corrente mez, copia do que hoje dirijo ao juiz
de direito da comarca de Taearat c au i.unican-
lhe as providencias dadas no intuito do serem
perseguidos e capturados os criminosos de que
trata os citados officios e restabelecida a tranquil-
lidade publica.
Portariai ;
O Sr. gerente da companhia pernambucana
faca transportar para a pioviacia das Alagoas no
dia 25 do corrente, a bordo do vapor S. Francisco
e por conta do ministerio dos negocios da justica o
reo de nomc Joo Gom;s da Silva pronunciado no
tejino de de S. Jos da Lage, nos artigos 192 e
20i) do cdigo criminal. Por conta do mesmo mi-
nisterio tero passagem duas pracas do corpo de
policia que vo escoltando o sobredio reo.
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande dar passagem gratuita de r, deste porto
ao da Parabyba, no vapor que hoje seguir .para
os portos do norte a Bento Martins de S.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officios :
Ao Io secretario da assembla provincial.
Dj ordem de S. Exc o Sr. vice-piesidente da
provincia remetto a V. S., afim de ser submettida
assembli legislativa provincial para tomar na
consideraco que lhe merecer a inclusa petico de
20 do corrente, em que diversos agentes e repre-
sentantes di companhia de vapores reclamam
contra a exigencia do imposto de tonelagem de-
cretado no 30, artigo 2 da iei do orcamento vi-
gente .
Ao commandante das armas.De ordem do
Exm. Sr. vice presidente da provincia declaro a
V. Exc. que autorisau-se o Arsenal de Guerra a
mandar satisfazer o pedido que acompanhou ao
seu officio n. 280, de hontem datado.
Ao commandante do cruzador Primeiro de
Marco, capito de fragata Antonio Severiano Nu-
nes.O Exm. Sr. vicepresidente da provincia
manda communicar a V. S. que nesta data pro-
ferio o seguinte despacho em seu officio de hoje,
sob n. 127, acerca do pagamento do foguista con-
tractado Antonio Manoel Goncalves e ao cosi-
nhero Caetano Francisco de Oliveira, que por nao
quererem continuar no servico desembarcaram
ueste porto: i Remettido ao Sr. inspector da
Thesouraria de Fazenda para mandar atrender.
Ao director da Colonia Isabel. -O Exm. Sr.
vice-presidente da provincia manda declarar a
V. Rvma. que teve conveniente destino o reque-
rimento aneexo ao se j offl:io de 17 do corrente
mez.
A' companhia pernambuenna.S. Exc. o
Sr. vice-presidente da provincia manda aecusar o
recebimento do officio de 18, em que V. S. declara
que o vapor S. Franciseo seguir para os portos
do sul, at a B-.hia s 5 horas da tarde do dia 25
do corrente.
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 27 DE
MAIO DE 18S6.
Bacharel Benjamn Rodrigues de Frenas Cara-
ciolo.Sun, provisoriamente e sem vencimeutos.
Coronel Decio de Aquiuo Fonseca.Como re
quer.
Francisca Maria da Couceieao.Remeta se
e3te requerimento ao Dr. juizMe direito das execu-
coefc erimiuaes do Recife, para providenciar como
coubei em suas attiibuicoes; quauto a entrega da
caderneta, a Thesouraria de Fazeuda lbe enviar,
segn lo ordenei hoje.
Alfares Jos Pereira de Barros e Araujo.Re-
mettido ao Sr. inspector do Thesouro Provincial
para mandar attender, de aceordo com sua infor-
inaco de 20 deste mez, sob d. 649.
Manoel Jos Mouteiro Sim, nao havendo in-
conveniente.
Dr. Manoel de S Barreio Sampaio Junto os
ocumentos.
Mauoel Antonio do Nascimeuto.IuLrme o Sr.
inspector geral da Instruceo Publica.
Secretaria da Presidencia de Peraambu-
co, em 28 de Maio de 1886.
O portftiro,
J. L Viegas.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 28 DE MAIO DE 1886
Maucel Jos de Paiva Pinto, Francisco Gou-
calves Torres.Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
Antonio Rodrigues de Souza it C. Firmino do
Reg Barros, Pacifico Joaquim das Virgens, Fir-
mino Antonio Rodrigues, Hilario Jos Rodrigues
LoDes e R. Drusina & C.Informe o Sr. contador.
Francisco Alvej Lourenco e herdeiros do Dr.
Pedro Bezerra Pereira de Araujo Beltro.In-
forme o Sr. Dr. administrador do Consulado.
Manoel Clemente da Cost* Santos.Registre-se
e facam se os assentamentos.
Joaquim Nones Machado Coutinho, Candido
Jordo Caldeira, Francisco Flores Leal o Alejan-
dre Jos Mara d* Ilollau la Cavalcante.Ao
Contencioso para cumprir o despacho da junta.
Vigario Francisco V. Bandeira. Entregue-se
pela parta.
Joaquim Francisco Diniz Jnior.Cumpra-se,
registre-se e fayam se os assentamentos.
Trajano Alves de Mendonca, Manoel da Cuuhn
Saldanha.Informe o Sr. contador.
Francisco G. da Silva Barroso.Certfiuue-se.
-ZSt&Z. -.-.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 27 DE MAIO DE 1886
Deodato Gonr;alve3 .Torres e Joo Goncalves
Torres.Certifique-se.
Severino Antonio da Rocha e Adelaide Miner-
vina de Moracs e Suva.Informe a Ia seceo.
Antonio Ferreira de Carvalho.Sim.
Andero LabelloA' 1' scelo para proceder
segundo a lei.
Baltar Oliveira & C Deferido em vista da in-
formaco.
Gregorio Gomes Maia & C.Em vista das in <
formacoes. os supplicantes nao podem ser atten-
didos por cota repartico.
28
Antonio Carlos Ferreira da Silva.A' Ia seccio
para attender.
Francisco Ferreira Baltar, Vicente Ferreira
Coimbra, Candido Alberto Sodr da M itta, Anto-
zio Nunes Ferreira Coimbra e Anna Marques de
Amnrim.Informe a 1* seceo.
F
PERriiMBUC
Repartico da Polica
SeccSo 2.* N. 535. Secretaria da Po-
licia de Pernambuco, 28 de Maio de 1886.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos na Casa de
Detenyao os seguintes individuos :
A oraem do Dr. jui de direito do 8" districto
criminal, Jos Joaquim de Sant'Anna ou Jos Joa-
quim Marcellinode Sant'Anna, conhecido por Jos
Ceguinhp e Agostinho Victorino da Paixo, por se
acharenrincursos no artigo 269 do cdigo crimi-
nal.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio Ma-
ximiano Pereii da Cunha, Leandro Carlos Hono-
rio e Porfirio de Santa Rosa, por disturbios.
A' ordem do do 2o districto da Boa Vista, An-
tonio de tal, por disturbios.
Pelo subdelegado da freguezia de Santo Antonio
foi romettido ao Dr. juiz de direito do 2' districto
criminal o inquerito policial que procedeu contra
Francisco de Paula t>antos, couhecido por Baca
Velha, pelo crimedefermentos praticadosnapessoa
de Mara Senhorinha di Paz, tacto de queja dei
sciencia a V. Exc na parte de 25 do correLt .
Tambem pelo subdelegado do districto (tt Poco
da Panella foi remettido ao juizo competente o in-
querito a que procedeu contra Manoel Francisco
dos Anjos, por crime do roubo
Deus guarde a V. Exc.illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chafe de policia, .Antonio, Domingvt
Pinto.
Assembla Provincial
33' SESSO EM 10 DE MAIO DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DR. JOS MANOEL DE BARROS
WAXDERLEY
Scjmario :Leitur.i e approva?o da acta.Ex-
pediente.Leitura e apiiamento de um
requtrimento do Sr. Jos Maria sobre o
Dr. 1." delegado de policia da capital.
Declaraco do Sr. Pitanga. Retirada
do requerimento do Sr. Jos Maria, sobre
negocios de Tacarat'Continuaco da
discusso do requerimento do Sr. -'olonio
de Mello, sobre delegados litterarios.
Discursos dos Srs. Solonio de Mello e
Regaeira Costa.1." parte da ordem do
dia.2.* discusso da emenda ao pro-
jecto n. 2o deste anno.Discursos dos
Srs. Jos Mana, ti lho de Moraes, Fer-
reira Jacobina e Druinmoud Filh i.Re-
querimento do Sr. Prxedes Pitanga, so
bre o projecto n. 43 deste anno.2. par-
te da ordem do dia.1.a discusso do
projecto n. 70 deste anno.Discurso do
Sr. Jos Maria. Approvaco do pro-
jecto.1. discusso e approvajo do
projecto n. 34 deste anno.Final da
sesso.
Ao meio dia, feita a chamada c verificndose
estarem presentes os Srs. Ratis e Silva, Rodrigues
Porto, Antonio Vctor, Solonio de Mello, Luiz de
Andra'L, Coelho de Moraes, Sophronio Porte li,
Barres Wanderley, Barros Barreto Jnior, Reg
Barros, Joio de S, Visconde de Tibatinga, J >.i i
Alvcs, Costa Gomes, Gomes Parr-nte, Constantino
de Albuquerque, Ferreira Jacobina, Joao da Oli-
veira, Prxedes Pitanga, e Costa Ribeiro, o Sr.
presidente declara aberta a sesso.
Comparecem depois os Srs. Lourenco de Sa, Ju
venci Mariz, Jos Mara, Regueira Casta, Rogo-
berto, Julio de Barros, Andi Dias, Drummond
Filho e Baro de Caiar.
Faltam : com participar, os Srs. Antonio Cor-
rea, Vigario Augusto Franklin e Domingues da
Silva, e sem ella os Srs. Rosa e Silva, Goncalves
Ferreira, Amaral, Baro de Itapissuma, Soares de
Amorim, Ferreira Velloso e Herculauo Bandeira.
E' lida e sem d bate approvada a acta da ses-
so antecedente.
O Sr. I* secretario proceie a leitura do se-
guinte
EXPEDIENTE
Um officio do S '. deparado l);. Jos Domingues
da Silva, commuuicando achar-se anojado p lo tal
lecimenTo de seu tio o conselhuro Francisco Do-
mingues da Silva, c nao poder por isso compa-
recer ..s sessoes.Desanoje-se.
Um outro do secretario do goveruo, devolvendo
informadas as peticoes de Aodr Jos de Almeida
Catauho c Anna Francelina do Reg Barros.A*
quem fez a requisico.
Outro do mesmo, dev.lvendo um exemplar da
resoluco sanca.nada, sob n. 1864, e declarando
que as demas referentes a assiimpro de economa
municipal, foram publicadas sob ns. 1865 e 1866.
A' i-rchivar a primeira e inteirada quanto s se-
gundas.
Urna petico do Eduardo de Moraes Gomes Fer-
reira, r equerendo privilegio por 15 annos para
fundar e crear um moinho a vapor, destinado a
moer graos de trigo e preparar a f irinha, isenco
do impostos provinciaes e municipaes, e obngan-
do-se a rec-ber 10 orphos de 10 15 anuos para
ensinar a industria.A' commisso de peticoes.
Outra de Pedro Martyr de Ponte?, arrematante
do imposto de 320 res por carga de assucar, car-
ne secca, bacalho e outros peix s expostos ven
da na teira de Cimbres, requ'rendo um abate da
5.a parte no valor da arrematacito..V commisso
de ornamento municipal.
Outra de Jos Antonio da Silva Accioly, ad ni-
uistrador da capelia de Nossa Senhora da Guia de
Paratibe, requerendo preferencia na estraeco no
corrente exercicio, de duas partes de suas loteras.
A' commisso de orcamento provincial.
Outra de Manoel Gimes des Santos, arrematan-
te de Impostos de cargas e medidas de Nazarcth,
requerendo mantona e abate no preco da arre-
matar >, mandndole que a Cmara, no acto d i
pagndote, descont o que lhe deve.A' commis-
so rlorcamento municipal.
Outra de Tneotonio Joo da Cunta, arrematan-
te do pedagio de Jabjato, requerendo abat'mento
da 4.a parte do valor da arrematadlo.A com-
misso de peticoes.
Um abaixo assignsdo de residentes no lugar C
eos de Bezerrus, pedindo a creaco de urna cadeira
do sexo masculino all.A' commisso de instruc-
eo publica.
Outro de m -ra 'ores na u tima parte da ra do
Mrquez do Harval, pedindo que seja ella calca
da, collocando-se apparelhos de. limpeza as casas
que os nao tc.a e laiop oes de illumiuaco publica.
A' commisso de obras publicas.
Sao lidos, apoiadoa^Uippravados os seguintes
pareceres:
A commisso de ul^wnento municipal precisa,
para dar parecer sobra a petico de Ma-oel de
Souza Leal, arremtame de impostos da Gloria de
Goits, que se ouca a respectiva Cmara Munici-
pal. Em 10 de Maio de I83J. liejo B. rros.
Rodrigues Porto.
A commisso de orcamento municipal, pin
dar parecer sobro a pstico de Manoel Bcraarlj
Gomes Silverio, escrivo do crime da comarca i >
Limociro, precisa que seja ouvida a respectiva
Cmara Municipal. Em 10 re de Maio de 1886.
Reg Barros.Rodrigues Porto.
' A commisso de orcameato municipal precisa,
para dar parecer a respeito da petico de Her-
minio Delfino do Nascimento Lima, escrivo do
jury da comarca do Limoeiro, que seja onvida a
Cmara Municipal d'aquella cidade.
Sala das commisaoes, em 10 de Maio de 886.
Reg Barros.Rodrigues Porto.
Sao lidos. apoiados, jnlgados objectos de deli-
beradlo e vo a imprimir 03 seguintes projec-
to8 :
N. 74 A' ommiss.o de instruceo publica foi
presente o reirularaento do profess'r publico de
instruecs primaria Antonio Mximo de Barros
Leite, reclamando contra a jubilaclo qi'.e lhe foi
dada por acto da presidencia da provincia de 19
de setembro de 1885, e considerando.que sua ju-
bilaco devia ter sido regulada pelo que determi-
na o art. 156 do regulameuto de 6 de fevereiro de
1885, o qual revogou quaesquer disposicoes espe-
ciaes anteriores sua promulgaco, relativas aos
professores publos, de parecer que se adopto o
projecto seguinte :
A Assembla Legislativa Provincial de Per-
nambuco resolve:
Art. 1." A jubilaco do protessor pubfeo de in-
struceo primaria Antonio Mximo do Barros Lei-
te, fica regulada segundo as disposicoes do art.
156 do regulamento de 6 de fevereiro de 1885.
Art. 2." Ficam rovogadas as disposicoes em
contrario.
Sala das sessoes, 28 di abril de 1886. O vi-
gario, Augusto Franklim. R^go Barros. Re-
gueira Costa.
N. 75. A Assembla Legislativa Provincial
de Pernambuco, resolve:
Art. 1." O presidente da provac:n mandar
construir dentro do futuro ejercicio, cinco acudes,
para deposito d'agua, despenden io para tal fim
at a qaantia de cem contos de res.
Art. 2. Os referidos acules devero ser con-
struidos na3 seguintes comarcas : Bom-Jardim,
Taquaretnga, Cimbres, Aguas-Bellas e Salguei-
ro, jaizo do respectivo engenheiro.
Art. 3. Estas obras djvero ser feitas por ir-
remataco, do mo lo que mais vantagens offjrecer
proviucia. '
Rcvogam-seas discos coes em ontrario.S.K.
Em 10 de maio de 188G.Joo Alves. Sopnroaio
Portella.
N. 76.A Assembla Legislativa Provincial de
Pernambuco, resolve :
Art. 1." Fioa o presidente da provincia auto-
risado a desapropriar na villa de Taquaretnga,
o predio que all foi construido para servir de ca-
deia, quartel, casa da cmara, jury e eleices.
Art. 2. Em dita desapropraco poder ser des-
pendida at a quautiit de cito contos de ris.
Art. 3." O pagamento d'essa qu mtia ser feito
Dor prestacoes de 2:0003000 animalmente.
Revogim sa as disposicoes em contrario.
Sala das sessoes, em 10 de maio de 1886.Joo
Alvcs.
N. 77. A Assembla L?gislativa Provincial
de Pernambuco, resolve :
Artigo nico. Fica creada urna cadeira de
ensino mixto no povjado Taquary da contar *a de
Bom-Conselho.
Revogam-se as disposicoes em contrario.
Etj 10 de maio de 1886. Sophronio Portella.
Antonio Vctor.
N. 78. A Ass-'mbla L?gislatva Provincial
de Pernambuco, resnlve:
Artigo nico. Fica creada urna cadeira de
ensino mixto, no povoido Mundo-Novo do termo
de Buique.
Revogam-se as disposicoes era contrario.
Em 10 de maio de 1886. Sophronio Portella.
Antonio Vctor.
Achaudo se sobre a misa Bdo e vai a impri-
mir um parecer da commisso de redaccao sobre
a do projeeto n. 60 d'este anuo.
E' li lo, apoiado e Sea sobre a mesa, afim de ser
opportunamentesubmettido discusso o seguinte
requerimento :
K .-'lueiro que plos cantes competentes se in-
forme :
1. Que razo teve o delegado de policia do
1." districto da capital para baje, perturbando a
aadi-.-ncia publica do Dr. Ju z de Direito do Com-
mercio, correr publicamente o negociante J. P.
Levy, que all se achava prduzindo ura-i justifi-
ca?o.
2.o Se encontrou em dito negociante algum
arjia e a appreh'ulea.-
3. Porque motivo aegou-se a mesma aatori-
dade a despachar urna petico que aps esse f acto
lhe dirigir L:vy, tractando desattenciosamente
a.) cidado qualhe apresentou essa petico.S.R.
Jos Maria.
O Sr. Procede* Pitanza (pela ordem)
deelara que a commisso no.m da pelo Sr. Presi-
dente para assistir a s 'sso do Instituto Archeolo-
gieo e Geographico Peruainbueano cumprio o seu
lev-r assistindo a toda a sesso magna.
O Sr. Jom Maria (pela ordem) declara
que tendo S. Exc. o Sr. Presidente da provincia
tomado as pro idencias sibri os negocios de Ti-
carat, requ a casa se concede a retirada ds
seu requerimento.
C insultada a casa, esta resolve pela affirmativa.
Continua a discusso do requerimento do Sr
Solonio sobre delegados litterarios.
O Sr. Solonio de Mello. Sr. Presiden-
te, V. Exc. o a c isa devem comprehender a ne-
cessidade que eu tnha de voltar a tribuna, depois
que o Ilustre representante di 1. districto, o Sr.
Drummond Filho impugnou o mea rjquerimento
de informaco 's.
Sr. Presidente, sinto e sinto sobre mido que S.
Exc. na deficiencia de meio3 e prova3 para fazer
urna defeza aos deleg idos litterarios, relativa aos
seus talentos e a eluc ico. hincas! '-s3 desabrida-
mente robre amuha humilde pessoa, atiraudo-lhe
doestos e expresso.es imultuisis, corno s d'esta
forma justificasse o procsdimento irregular dos
delegados litterarios do 13. districto de quem me
occnpei.'Mas Sr. Presidente, eu nao queroaeora-
panhar S. Exc. no terr -no em qu > colloeou a dis-
cusso ; n'um terreno escorregadio, onde todas as
discussoes resvalam aempre pelo lado da luconve-
e portanto *>uco m i demorare na tri-

so, na dafieienaia de meios
r a aqaelles delegados, na*
tar-me.
IraNao apoiado; nc insal-
nieucia
baa.
S.Exc, como j
e pro vas para defe
trepidou em at in
O Sr. Regueira O
ton a V. Exc.
O Sr. Solonio de 'MelloA casa testemunhou
este facto; a* e fe | contra a espectativa de to-
dos os seus c dleg .s, porque todoa me teem dito
que 8. Exe. nunca assi>a procedeu com collega al-
gum. Por cons -guinte eu deixa isto de parte. S.
Exc. pegou se em urna argola e iella nao se sa-
bio mais, que foi exnlorar urna phraae que cu aqu
tiiihe prof rido qual k de dizer que eu aecusaria
at ao meu proprw j** se elle fosse conservador
proedesse un aet> lrnenos digno contra os seas
adversarias. Disto nao se pode depreheader, Sr.
piesidente, qae eu, coto S. Exc, nao seja bom
ti h i. Disto s se podofcr'ama cousa: que eu,
como poltico, sou intrsNsig nte. Eu nao quero
pasear nesta casa como i rta-cres ; eu nao quero
passar aqu como ara i' mem bom, sendo mo;
parque, Sr. presiden*', i mitas vezes o borcem se
diz exterinroente bom filh, bom pai; porm inte-
riormente um mi filho,* mo pai.

/
| UGWH |
r
3-
\


JHwio de PernambocoSabbado 29 de Maio de 1886
!



,1
S. Exc. dase aluda que en nao tinha o cerebro
bastante desenvolvido para ciimprebeader a afio
dodever; en nao sei mesmo se terei elle desenvol-
do ua altara de eomprehender todos os ojeas de-
veres ; mas se nao tenho elle desenvolvido nesta
altara, o tenho bastante desenvolvido para com
prehender o dever de lealdade. Por conseguate,
nio estando S. Exc. na caaa, eu vou deixar aqu.
A elle eu poderia responder mais alguma cousa,
porque preciso que S. Exc. saiba que eu sei, com
muita hoinbridade, en fren* r a awealrn e 01 ho-
mens.
Sr. presidente, eu sou o primeiro a raeooheeer
que nio deixarei nesta casa urna passagam lumi-
nosa, porm, garanto easa e S. Exc., que hei
de deixar nesta ismrebla orna passagem sensata
e criteriosa. (ApoiaJos,muito bem).
Por conseguate, feitas estas eoosideracoes, vou
entrar na materia do aaeu reqneriineato, materia
que S. Exc nao iifeaou geito de discutir ; materia
que para S. Exc tinha apinhos.
Sr. presidente, V. Exc. e a casa vram o modo
pelo qual eu discut o meu requermento de infor-
macoes, e vram tambem o modo pelo qual foi elle
justificado, assim como vram que o sobre repre-
sentante do 1" dstricto nao o impugnou de forma
alguma.
Por eonseqnencia, dispensado estara eu de vol
tar tribuna, porqnanco 8. Exc. nem urna palavra
disse sobre a materia que se discuta, e kpenas li-
mitou-se a dizer que os delegados litterari&e ti-
nham obrado muito bem, com relaoio aos profes-
sores a quein defend.
Ora, se isto destruir o que aqu prove, nao
sei o que seja.destruir.
O Sr. Begueira CostaO que provou V. Exc ?
O Sr. Solonio de Melloeixei provado onde
eetavam os documentos referentes ao iacto que
aqu discut, apontei todas as repart;coea, apontei
ate i particulares .que tinham essea documentos;
logo prove o neccssario.
O Sr. Regueira CostaNio se chama prevar a
Isso, chamase indicar.
lint Sr. XtepuUdo da bancada liberalNa pbra-
3e parlamentar provar.
O Sr. Solonio de MelloS. Exc, que veio im-
pagnxro meu requermento, quem devia ter pe-
dido nessas reparticoea e a esses particulares os
documentos, e trazer as provas em contrario do
qae ou aqu disse e prove. A' S. Exc. era quem
uinpetia fizel-o e nao a mim.
O Sr. Regueira CostaA' V. Exc, que affir
moa, era a quem caba provar.
O Sr. Solonio de MelloEu afErmei um facto
cujas provas existem por esaas reparticcB u na
mi de pess,iaa particulares, e sobre esses factos
peco inforujaees ao Sr. presidente da provincia,
para saber se esses delegados luteranos podem e
devem continuar, prejudicando os direitos de urna
classe de funecionarios pblicos, por mero capri-
cho poltico.
O Sr. Gomes Parate O que V. Exc devic pro-
var, que os professores pblicos cumpriam o seu
dever.
O Sr. Solono-de MelloIsso que u V. Exc.
cabe provar em contraro.
O Sr. Gomes PrenteA presumpcao que nao
eumprem o aeu dever.
O Sr. Solonio de MelloNao presumpcao; o
factos fallam mais alto do que qualquer presump-
jlo de V. Exc. (Apartes).
Anda.hontem, se bem me lembro, estive com
dous' attestados em minhas mios do professor de
Granito, dados pelo delegado litterario, e li n'um
desses a affimativa de que o supplicante cumpria
neUncate os seas deveres ; mas no mes seguinte
dava um attestado que um horror...
O Sr. Jos Maria-E' exacto; eu vi tambtm.
O Sr. Solonio de Mello... dzia que o professor
nao t.nba cumprido os seus deveres, nao tinha ha
bilitaces e parque isto, e porque mais assim e
porque mais assado, nao podia continuar, porque
era uiu prejuico para a provincia (riso).
O Sr. Jee Manada uro aparte.
O Sr. Solonio de MelloPortante, vendo V.
Exc. e a casa, que tilo tenho em vista com o meu
requermento fazer aciusacGca ao Sr. presidente
da provincia, porque se qunese Uzel-o, fazia-o
milito descoberto e a presentara um outro requer-
manto de outra naturez* ; vou sentar-Jie, conven-
cido de que a can deixar passar o meu requer -
mente, afiui de que esses empregados nao conti-
suem preteridos no recebimento de seus ordena-
dos, e seja mais urna vez por S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia reprimido o abuso de autori-
dades, que nao se compenetrando do cumprimento
deieeus dever es, assumem a si um poder que nao
teem, (apartes) assim como os delegados littera-
riee do 13 districto, que analysim nos attestados
que do sobre a trequencia, as habilitacoes dos
professores, o que nao podem tazer, e t por abu-
so o fazem.
O Sr. Kegueira CiataPorque nao podem fa-
zelo?
O Sr. Solonio de MelloNao o podem fazer em
vista do art. 155 do rcgulamento interno das es
colas, que diz o seguinte :
Ora, ja ve o nobre deputado que o artigo que
acabo de lr, s d certas e determinadas attri-
buicoes aos delegados Iliterarios, (apelados) quao-
do tverem de dar attestados aos professores;
porm nao da-lhes competencia para reconhecer
habilitacoes.
Um Sr. DeputadoEntio e'les exhorbitam sem
pre?
O Sr. Solomo do MelloEllos analysam as ha-
bilitacoes dos professores, dizem que nao as tem e
quenada sabem, quando el les que nada sa-
b-.m.
Um Sr. DeputadoEntao foi exhorbitancia.
O Sr. Solonio de Mello O fim que os levam
a assim praticar j deixei demonstrado casa.
Era smente o que tinha a dizer.
Vozes da bancada libera!Muito bem, muito
bem.
O *r. Resueira Costa(Nao devolveu o
3eu discurso).
A discuasio fica adiada pela hora.
PScase a
1 PBUCEIBA PARTE DA OBDEM DO DA
2 discussio da emenda presentada em 3 ao
projeeto n. 25 deste anns.
' O *r. Jum1 Hara faz ligeiras considera-
res.
O Sr. Coelbo de Horac-Sr. presiden-
te, sendo um dos signatarios da emenda em dis-
cussio, corre-me o dever de dar urna resposta ao
nobre deputado que acaba de deixar a tribuna.
Estranhei, Sr. presidente, que o nobre deputa-
do encaininhasee a diaeusaio da maneira porque
o fez, visto como justificando, ha dias, a emenda
apresentada pela commissao de orcamento, eu fui
por demais franco, e se assim o fiz, foi justamente
para que por parte da bancada liberal, nao se
apresentassem argumentos no sentido d'aquelles
que acaba de fazer o nobre deputado, isto nao
se dissessa que a assembla ira conceder urna au-
torisacao em termos to ampios, que a administra-
cao, se quizesse, ,'poderia, abusando della, com-
prometter os interesses da provincia.
Mais, Sr. presidente, estava eu longe de suppor
que assim procedendo, isto c, manifestando-me
com a maior franqueza, dsse motivo para ser cen-
surado pelo nobre deputado, quando pelo contra-
rio, deveria ser louvada essa minha franqueza ;
porquanto entendo que em taes negocios nao de
ve haver segredos para com aquelles que tem de
decretar as medidas a elles attiu:utes.
E' por tto, Sr. presidente, que nao posso dei-
xar de txtranhar que o nobre deputado, conhece-
dor da operacio de crdito, que se propoe a rea-
lisar a administracao, caso seja para ista autori-
sada ; venha entretanto impugnar a emenda em
discusso a pretexto de que, sendo ella concedida
em termos tio ampios, poder a administracao
abusar, compromettendo os iutereases da provin-
cia.
Or, Sr. presidente, haver quem de boa f di-
ga isto, desde que a emenda Imita os juros que
tem de vencer o empreatimo ? (Apartes).
*Oesde que se limita os juroajpara essa operacio
de c
presidente que a
eomprehender qual
irisacao..
esreja d devidamente acautelados os iutereaae da
provincia, sendo approvada a emenda em diseua-
sV>"
' esta pois a rerposta que ligeramente tinha a
dar ao nobre deputado que me preceden na tri-
buna.
O r. Ferrelra Jacobina(Nao devol-
veu o seu discurso).
O r. fiaaipar de Drniaamoaid Finio
(Nao devolveu e geu discurso).
O kr. rerreira Jaeeblia(Nao darol-
Teu o sen diseiMo). ^^
Ninguem mata pedindo a palavra encenrael
adiacusaioeprecedendo-sea votos approyad
aemenda bem eno o projeeto am 8 discusaao.
(k>ntiniaa iaeussao do prejecto n. 43 deste
anno (oreanto provineial).
Vem a mesa, lido e appro*ado o seguiute re-
querimento :
Reqaeiro o adiamenlo da diacneaao do pro-
jeeto n. 43 deste anno por24 berasP. Pitang..
Passa-se
2.a PARTE DA OBDKH DO DA
Entra em Ia discusso o projecto n. 70 deste
anno.
O Sr. Jote Mara-Sr. presidente, nao es-
tou long de consentir sem protellacao na passa-
gem deste projecto, desde que os seus signatarios
ou quem tenha para isto eompetencia afogentem
certas apprehensoes que pairara em meu espirito.
E' este o momento psycologico, para servir-me
da parase da poca, de resolvemos este problema.
O projecto, parece-me, traz agua no bico. Abi
diz-se smplesmente : Fica o presidente da pro-
vincia autorisado a mandar proceder a cobranza
do imposto do gyro, como diapoe a circular e aviso
do ministerio da tazenda.
Pergnnto eu, para que o presidente posea dar
execucio a esse aviso neceasario autoxisacio da
Asseuibla ?
Anda mais : dada a hypotLoae de ser conver-
tido em le este projecto, como eu ereio ser cen-
vertido, em que se oceupar a seccio do consula-
do provincial que 'em por nica missao, pde-se
diaer, este servio ? x
Um Sr. Depuud Far outra censa.
O Sr. Jos Mara.Que outra cousa esta ?
Isto assim muito vago. Pode ser que mandem
os empregados tazer cousas que nao lhe agradem.
(Riso)
O mesmo Sr. DeputadoA Assembla resol-
ver.
O Sr. Jos MaraE5 ah o que me faz recetar.
Se a Assembla tem de resolver a questo amanh
ou depois, porque nao considera eate o momento
psycologico de reeolvel-a ?
Segundo creio, a 2" seccio do Consulado Pro-
vincial tem quasi por nica competencia arrecada-
co do imposto de importaco.
Um Sr. DeputadoEu como signatario do pro-
jecto, declaro que tenho ideas sobre a extinecao
do Consulado.
O Sr. Jos Mari*Eu dsejo saber, mas de pes-
soa competente,tpessoa autorisada, oque|Se preten-
de fazer do Consuldo? Ha ideas de extDgui
rem-n'o de todo ?
Nao isto poasivel, pois nesfe caso, como serio
| cobrados os impostes laucados ?
Dada a hypothese de ter-se de resumir o pcaacal,
porqne, tirado o servico de que cogita o projecto,
nao ha carencia de tantos empregados, quem sot-
frer, quaes os funecionarios sobre quem recahiro
suspensorio ? aquelles que fazem paite da seccio de
onde se tira o servico, ou aadar-se-ha catando
dedo, nesta e n'aquella seccio, os lberaes, os meus
amigos, aquelles que nio tem padriuhos, os ntde
preteccio, para serem man tidos oafilhotee, os cabos
eleitoraes ?
Esta a questio.
Eu impugno o imposto de gyro ; sou arerso a
elle ; julgo-o inconstitucional, oppaz-me com todas
as veras sua creacao ; mas urna vezexstente pre-
firo que seja cobrado pela Alfandega a ael-o pelo
Consulado, porque as pessoas entendidas me affir-
mau. ser meihor para a provincia e para o com-
mercio.
Mas se d'ahi advier o sacrificio dos meus ami-
gos e d'aquelles que devem merecer a minha pro-
teccio, porque nao a tem de outrem, porque sio
mais iulelizes que os filhotes, eu nao aequiescerei
de bom grado na pnssagem deste projecto.
Comprehenda-se-me bem : eu me conformara
com o sacrificio dos meus amigos, se d'esse sacrifi-
cio sobreviesse urna certa somma de beneficios
para a provincia ; mas se tambem na Uva fossem
contemplados, indistinctamente, os meus adversa-
rios.
O que cu nio quero que faca-ae seleccio ;
que Be procure, com o nosso eoncurao, com os nos-
sos votos, com a desidia da nossa parte, ou se nos
engaaopuodo, deixem passar a expresnao, ferir os
nossos amigos, os poucos correligionarios que esca-
paran] sanba demolidora, ficandu empoleirados,
nos lugares d elles, os nossos adversarios.
Ou meihor anda : o meu receio que, haven-
do necessidade de extinguirse urna seccio, a 2'
por exemplo, porque se tem de tirar todo o servi-
co que par ella corre, longe de stffrerem aquelles
que a compoem, sejam os conservadores removidos
para a .1', dispensando-se os lberaes que nesta
exercem lugares.
A'tendam bem os nobres deputados. Nio se
persuadam tambem que eu desejo o mal para os
conservadores, nio. Nao soffrendo os meus ami-
gos, para mm indifierente, que os meus adver-
sarios arrangem para os seus correligionarios o
seu par de botas (riso).
Um Sr. DepatadoO que quer o nobre depu-
tado ?
O Sr. Jos MariaEu quero que V. Excs. com
patentemente autorisado, oa o governador d'aquel-
la bancada, diga : temos esta ideia, pretendemos
temur esta ou aquella providencia.
Uin Sr. DeputadoPor ora ae trata da arreca-
O Sr. Jos MaraDevia-se cogitar do mais,
que medida complementar desta.
O mesmo Sr. DeputadoV. Exc na 2* discus-
so mandar ama emenda.
O Sr. Jos Mara Nesta nio caio eu. (Apartes)
Siin ; > queeu nao quero que que suppouham
os nobres deputados que o filho de meu pai se dei
xar engasopar assim.
V V. Exc, Sr. presidente, a maioria est per-
feitamente representada pelos seus chefes, pois
tsta maioria se parece muito com a nossa guarda
nacional, quasi todos sio chefes, ha um ou outro
soldado.
Se es nobres deputados tem pressa na passagem
deste projecto, se a minhi presenca na tribuna os
eocommoda, se Ibes taz mal aos ervos esta peca
de realejo, que me tranquillisem que me digam
com sinceridade, com lealdade, o que pretndelo
fazer, certos de que, se me convencerem de que nio
virio a soffrer os desprotegidos da aura governa-
meutal. eu embora votando contra este projecto,
todava nio farei tenaz opposicio, oppasicio de
morte. (Apartes)
Eu sei d'isto, e anda de cousas melbores.
Oestes logares que eu andoieata. (Apartes)
Ento estava com a vidaque peco Deus. (Apar-
tes.)
Ab I se isto succedesse, eu affirmo que no fim de
2 annos seria um dos j rime i ros horneas desta tr-
ra, porque, acreditem Ss. Excs esta trra anda
muito mal de talento.
O Sr. PresidentePeco ao nobre deputado que
se c-nja a materia.
O Sr. Jos MariaOh Sr. presidente Eu
vejo todos os dias aqui se discutir sobre alhos
quando se trata de bogalltos, e V. Exc. nio cun-
aemte que eu faca o mesmo !
Ao menoi seja V. Exc. indulgente para com os
teus colifgas durante as curtas intermitencias em
que oceupa muito dignamente essa cadeira. O
nobre Sr. vice- presidente mais complacente do
que V. Exc.
E' preciso amenisar um pouco a discussio ;
sem estes pequeos rodeos tornase o orador,
fraco como eu "(nio apoiados), impossivel de ser
ouvido.
(Ha diversos apartes.)
Ora, v V. Exc, Sr. presidente, eu j poda es-
tar sentado, consentndo que se votasse ; aaas o
noare deputado nao quer assumr a responsabili-
dade.
(Apartes.)
O que se pretende fazer ao meu amigo particu-
lar, e cujas felicidades desejo em alto grao, o Sr.
Dr. Mirabeau ?
(Apartes.)
Convencem-ae os nobres deputados de que en
me capacito de que o despedirio ? Nio, com cor
teza. (ir. presidente, ser conservado em prejuizo
de qualquer outro funcionario.
Por isto que eu digo : debaixo do capim ver
de enconira-sc cobra venenosa.
O Sr. Gomes Prente ito orcamento apresen-
tare": emundaa que se hataaeWeem com as ideas do
projeet
O Sr. Joa MaraQaero- bre qtte versaro estas emendas. Isto de harmo-
na muito vago. Depois pode V. Exe. vir com
i crdito, qualquer que seja
tenha de realisar, eu uao posa
seja o perigo de semelhante a
(Ha diversos apartas).
O nobre deputado, nao tobando firmar bem
sua argtimentacio neaae terrea, apartou-se intei-
ramente da materia em discusso ; jsto deixou
de discutir a emenda, como lhe competa, para oc-
cupar-se da idea capital do projecto, isto do
emprestimo em si.
Mas, Sr. presidente, essa Aateria j foi snffi-
cientemente discutida, ella se/cha completamente
elucidada e por onscqueacia/ieila Mi entrarei.
(Apartes). / .*
Devo pois insistir em qu/a medida consignada
aa emenda de tal oature/,a e acha se concebida
eaa termo* taes que nio pyie de maneira alguma
autorisar a adrninistracila proceder arbitraria-
mente ; porquanto tendJ a administracao um
lmite, um termo para agjl, o- qual em hj potheee
alguma poder exceder, listo nio podendo ir
alm dos juros marcad >afno projecto, que, como
sabe a caaa, sao de 7 "\, ninguem Tlir que nao IJ^ pc^a de^musica/que io me aoe muito bem
aos ouvidos, que nio me agrade, e depois a cousa
est feita, tudo arranjtdo, e eu s terei que chu-
char no dedo. Nio eou crianca que se aatiafaca
com estas metas palavras.
O Sr. Gomes Prente Nio a commissao
quem ba de resolver ; a Assembla.
O Sr Jos Maria Mas eu desejava a rarantia
de V. Exc.
O Sr, Gomes Prente Nio Ibe posso dar ga-
ranta.
O Sr. Jos MaaMas V. Exe. tam ideas, e
estas nao de Tingar. Deaejava que ate daaaeese
quaes aeiant-
" Sr. Goaae* Prente,rAioda eatou eatudando.
O .-;-. Jae Asara. Enlio qaermitta V. Exe.
a|uc, eioepnarto o- o vai reco, folguem.a eeatas
dos -ailfilo* do Coaaruludo ; quero dizer. eu
.fjrosegadiei,maaaanio Deus der-ute pnlmao e. Iiu-
gaia. Vaeaos por diaute : diaeatire o projeeto e
oppor-aeo ibci oom toiaa.6 toreas ana paaaageui,
desde ane o nobre depatado ata com aaaaba...
O Sr. Gome* Parate. Qjal pode sur a ina-
nha?
O S'. Jos llalli a Wn sei ; mas a cousa ha
de arraujar-se de modo que os conservadores fi-
quem com todos es vencimentos, e que os lberaes
vio para a ra, que o lugar fresco, e isto de
qnentura smente para os conservadores.
O br. Gomes ParanteNio isso.
O .-ir. Joa Mana.V. Exc. ni garante que os
empregados do Consulado, principalmente os libe
raes, nio soffrerio ?
(Trocam-se rauitos apartes.)
O Sr. Presidente.Peco a V. Exc. a bondade
de 1er o art. 84 do regiment.
O Sr. Jos MariaNio preciso : eu vou termi-
nar, Sr. presidente. (Apartes.)
V V. Exc.: estava em disposicea de levar ao
infinito esta discussio; estava resol vido a prote-
lar o mais posaivel ; mas o nobre depatado pelo
13." districto me tirou desta posicio, que nada
tem de agrade,vel, mas que eu aceito obrigada -
mente.
Eu a, como disse, oppor-me passagem deste
projecto, porque me pareca que havia iutencio
reservada : entretanto, acreditando, como devo
acreditar, as palavras que me foram agora se
gredadas ao ouvido pelo Ilustre relator da com-
missao de orcamento, acreditando em S. Exc, que
diz-me cousas que me agradan, que me afianca
que os meus amigos nada sotirerao, dou-me por
satisfeito.
V. Exc, Sr. presidente, podo encerrar a dis-
cussio do projecto e votal-o ; eu confio na lealda-
de do representante da ma Ninguem mais pedindo a palavra, encerrada
a discussio : e, posto a votos o prejecto, appro
vado, sendo dispensado do interatlei< a reqneri-
tnento do Sr. Barros Barrcto Jnior.
Procede-se votacio, em 1.a discussio, do pro-
jecto n- 36 deste anno, o qual approvado.
Entra em primeira discussio o projecto n. 54
deste anno.
Vem mesa, lido. apoiado. nio se votando por
falta de numero, o seguinte requorimento :
Reqneiro o adiamento da primeira discussio
do projecto n. 54 deste anno por 24 horas. Dr.
Pitauga.
O Sr. presidente levaota a seesio. designando
o-eeguinte ordem do di : 1.* parte : 2." dis-
cussio dos projectos ns 70 e 43 deste anno ; 2.*
parte ; coutinuacio da antecedente.
EMENDAS APBESEJTTADAS EM 2.' DISCUSSO
DO PROJECTO N. 54 DO CBRENTE AN
NO ('ORCAMENTO MUNICIPAL)
N. 36.Ao art 1 1 ns. 4 e 5em vez de 900*
diga se 1:000J e em vez de 500* diga-se 600*.
Jos Maria.
N. 37. Ao art. 1. Sejam equiparados os venc-
meatos do n. 4 do tt* aos do n. 3 do mesmo .
Sophronio Portella.
N. 38. Fica a Cmara Municipal do Recife aa-
torisada a pagar as custas devidas ao joiz de di-
reito do 2o distnoto criminal Dr. Adelino Antonio
de Luna Freir.Vigario Augusto FTanklim.
P. G. Rats e Silva.Visconde de Tabatinga.
N. 39. Ao art. 1 6 n. 2. Eui lugar de 1:308*
de ordenado e 700* de gratificacio, diga -ae :
1:600* de ordenado e 800* de gratificacio.Go-
mes Prenle.
N. 40. Ao 0o n. 4. Conceda-ae igual favor
aos dous guardas que servem como auxiliares na
secretaria e contadoria da Cmara 'Municipal do
Recife.Julio de Barros
ttviSTi DIARIA
AaNeanbla Provincial Funccionou
hontem sob a presidencia do Exio. Sr. Dr. Jos Ma-
noel de Barros Vandcrley, tendo comparecido 34
Srs. deputados.
Lida a acta da sessio antecedente e posta cm
discussio ficeu adiada pela hora, usando da pala-
vra os Srs. Rigueira Costa, que mandou urna emen-
da, Sophronio Portella, Ferreira Jacobina, Bario
de Itapissuma e Prxedes PiUnga.
Veio mesa e ficou empatado um requermento
do Sr. Jos Maria, pedindo urgencia por 10 miuu-
toi para justificar um requermento sobre um facto
que se dera pela madrugida roa do Bario da
Victoria, sem prejuiso da 1* parte da ordem do
da.
Paesou-sea Ia parte da orden do da.
lado proceder-se votacio do art. 2" e emendas
do projecto n. 43 deste anno, travou-se um debate
pela ordem em que tomaram parte os Sr. Prxedes
i'itanga, Barros Barreto Jnior, Regueira Costa,
duas vezes, Costa Ribeiro, Joio Alves, Bario de
Itapissuma e Jos Maria.
Tendo obtido a palavra pela ordem o Sr. Re-
gueira C'sta para pedir votacio nominal, e estan-
do tratando de materia estranba ao objecto da vo-
tacio, o Sr. presidente suspendeu a sessio por 10
minutos, por se tornar tumultuaria.
Reaberta, e quereudo o Sr. Regueira Costa con-
tinuar a fallar, o Sr. presidente suspendeu de novo
por outros 10 minutos.
De novo reaberta, votou-se e foi approvado o
art. 2' do projecto, salvas as emendas
Pela ordem o Sr. Bario de Itapissuma pedio que
se votasse a sua emenda substitutiva, n. 153; sen-
do a votacio nominal a requerimeato do mesmo
Sr. deputado e do Sr. Lourenco de S4, foi dita
emenda regeitada, manifestando-se a favor 13 con-
tra 20 Srs. deputados.
O Sr. Jos Maria pedio e obteve do Sr. presiden-
te ue se pwssasse 2' parte da ordem do da.
Votou se e foi regeitado o requermento do Sr,
Prxedes Pitanga de adiamento da 2 discussio do
projecto n. 54 dste anno (orcamento municipal)
vista do que continuou a discussio.
Sendo apoiadas diversas emendas, ficou a dis-
cussio encerrada, tendo oecupado a tribuna o Sr.
Prxedes Pitanga e nio se votando, por falta de
numero, um requermento de adiamento por 48 ho-
ras, do Sr. Jos Mara.
A ordem do da na 1 e 2a partes : continua-
cao da antecedente.
Conselbo Idtterario da Inatracro
Publica-No sabbado ultimo, reunio-se esta
corporacao, em sessio extraordinaria, para julga-
meuto do concorso a que se procedeu para provi-
mento ia cadeira de luigua ingleza do Gymnaso
Pcrnambucano.
Presidio ao acto o Dr. Ayrcs de Albuqucrque
Gama, em virtude de decisio do presidente da
provincia, cujo officio foi lido, ao encetarem-se os
t rabal nos.
Dada a palavra ao Dr. Joio Baptista Regueira
Costa, apreaentou este, na qualidade de commissa-
rio do couselhe a aquelle coucurso, o seu relatorio
sobre o mrito das provas, regularidade do acto e
oceurrencias diguas de mencio.
Em seguida, o Dr. Manoel Enedno de Reg
Valenca, na ausencia do Dr. Franco de S, rela-
tor ad hoc da 2' seccio, leu o seu parecer, con-
cluindo pela confirmacio do julgamento e altera-
cao da classificacio dos concurrentes.
Sendo submettido discussio pedio sobre elle a
palavra o Dr. Baptista Regueira, que apresentou
urna impugnacio ao referido parecer, o qual, de-
pois de fallarem os Drs. Valenca e Alvaro Uchoi,
querequ reu o encerramento da discussio, foi pos-
to a votos e approvado, ficando por isso classifi
cados em 1 lugar o bacharel Pedro Celso Uch i
Cavalcante, em 2 o Sr Jos Faustino Porto e em
3 o Sr. Lenidas Silv-.; prejudicada urna emenda
do Di. Baptis-.a Regueira, para que se mantivesse
0 julgamento da eommi-sao examinadora, em vir-
tnde da qual haviam sido classific idos em Io lu-
gar os dous primeiros e em 2" o terceiro.
Caseta da TardeEm excursao pelo norte,
at o Cear, vieram da Baha, no paquete Cear,
es Srs. Augusto Lessa e Alfredo Requio, repre-
sentantes da Gateta da Tarde d'aquella provincia,
folha d.aria all fundada em 1879 pelo Sr. Pam-
philo da Santa Cruz, que o aeu proprietario.
Agradeoendo aoa Srs. Lessa e Requiao a visita
que nos diapeuaaram e os nmeros da folha oom
que nos obsequiaran!, comprimentamol-oe e Ihes
offereeemoa o nosso preiitimo.
I'ataaamentoDizem-noa_.de Gravat que,
em 22 do corrente, all falleceu, m eaaa do Rvd.
conego Joio Serapo da Cruz, o Rvd. padre Pedro
Goucalves da Luz, digno.rmio do Rvd. vigario
de Tracunhiem.
O finado para all fdra cm .procara de allivio ao
mal que ominava, e que jlhe rouboa a existencia.
Era um bom bomem e um sacerdote virtuoso.
Impoato de tanelagemA Aseociacio
Commercial Beneficente dirigi Assembla Pro-
vincial em 27 do corratela seguate e iustissi
n reclama^io contra o imposto de 200 ria por
tonelada d barcaneesque se descirnagarem no porto do Re-
cife :
luna/ e Exms. Srs. presidente e mais siembros
da Assembla Legislativa Provincial.
A Aaaociacio Comaaercial Beneficente, in-
spirad* nes iutereases d'esta provincia e nos da
classe que representa, vean.aerante Vv. Excs. re-
clamar Nape i tusamente contra a insercio no pro-
jecto de orcamento provincial para o futuro exer-
cicio da disposicio que sujeito ao iinpost) de 200
rea por tonelada todos os vaporea, navios mercan
tes e embarcacoes de coberta euxuta, nacionaes e
estrangeira, que descarreguem no porto do Ite
cife, pagos por cada viagexa, o na occaeo da sa-
hida, e metade por viagem os vaporea que dentro
de 30 dias tocarem no porto d'esta cidad.-.
Esse tributo, Exms. senhores, em relacao aos
vaporea eatangeir-s, seria ao ultimo ponto apt-
economico, porque necessariamente embaracaria o
deseiivclviraento do nosso cominercio martimo.
Seria assim, com certeza, que cada um desses va-
pores, calculando sobre 1919 toneladas e o frete
mnimo de 9:900*000, paga hoje por dillerenf.es
tituloa nada menos de 826*001), pagos por viagem,
o que j contribuido exceasiva.
Ora, a viagar a disposicio ornamentaria con-
tra a qual esta Associacio reclama, tal contribui-
cio sera elevada, mentido o mesmo calculo, a
somma de 1:260*990. eoinma verdaderamente
exagerada, attendeudo-ae subretudo a irequencia
de taes vapores n'este porto.
Aiada quando semelhante imposto fosse eata-
belecido por exercicio para cada embarcacao, tor-
uar-se-hta mesmo assim, um onua excessivo, atien-
ta a circumstancia de que as grandes companhias
de navegacio transocenica* posauem avultado
numero de vapores que se revesam as viagen,
e as demais de sua escala no littoral do Brasil,
viudo por tal Crina o tributo por exercicio a tor-
aar-se verdadeiro tributo por viagem relativamen-
te as inesmas companhias.
o Vv. Excs. comprehendem certamente que o
augmeoto do custo do transporte eleva o prer;o da
mercadura transportada, e que a caresta dos ge-
neres necessar03 vida, de urna populacio, ca-
Umidade que os poderes pblicos devem com o
mximo cuidado evita*.
< Pois essa caresta dar-ae-ha Inevitavelmente,
quer aa mercaduras que da Europa e da America
chegam esta pri-ca, fossem sobrecarregadas com
aecrescimo de frete, correspondente a taxa do im-
posto que se prejeeta decretar, quer em vista das
exigencias do fisco peraambucano, taes embarca-
eea deixem de tocar n'este porto para ir descarre-
garfa'outros portes d'este imperio, e oude a luesma
coutribuicao nio eeja exigida s respectivas com-
panhias.
Em qualquer d'eases casos haveria dimiituic do commercio d'eata provincia em damno de seus
habitantes e com evidente prejuizo das proprias
rendas piovinciaes.
a Tudo isto pelo que reapeita as embarcacoes es-
trangeiras : em referencia as nacionaes, o impoa-
to de que ae trata nio s eufraquecera o nosso
commercio interprovincial, mas prejadi-ara tam-
bem o progresso da manaba mercante nacional,
ramo de actividade nacional, que alias deve me-
recer mais seria attencio de todos oa horneas p-
blicos d'este paiz de litteral vastissime.
A marinba mercante um grande elemento
de riqueza em todas aa naces, o que hbilmente
enteudeu o poder legislativo gcral, sentando de
toda a especie de tributo a cabotagem feita por
embatcacoes nacin es.
Em face do que deixa expendido espera a As-
sociacio Commercial Beneficente, que Vv. Excs.
se digoem negar approvacio k disporcio referida
d; psojeeto de orcamento provincial para o prxi-
mo futuro exercicio.E. R. M.
(Seguem-se as assigoataras).
Ferro va de CaianaEntre as esta-
cies de Ypotinga e Cordeiro da ferro-va de Ca-
xang, o trem descendente de 9 horas e 12 miuutos
da manhi de hontem atropellou una almocreves
que deaciam, matando um dos aninaaes por elles
guiados
Em consequencia disso desencarrlhou a locomo-
tiva, ficando a linha obstruida por algumas horas.
Honllo------Escrevem-nos ;
No domingo, 16 do corrente mez, ao findar o
Rvd. vigario a missa conventual, annunciou o pas-
samento de aeu amigo, o illustre deputado g< ral
Dr. An tonio Francisco Correa de Araujo; e convi-
dou a tedos que o quizessem a assistir a missa de
7- dia com memento solemne, na sexta-feira se-
guate, pelo repouso eterno do illustre finado; o
que com effeto teve lugar no da designado, aers-
tindo ao acto diversos amigos e tamlica.
LelluraAmanha.na ade do Club Dramti-
co Familiar, ra do Dr. Feitosa n. 37, o Sr. Dr.
A fio uso Oliudense, far leitura de urna nova pe-
ca, que escreveu, e iotitulada Avatar, comedia em
trez actos e seis quadros.
O Avatar, que se funda em um romance domes-
mo titulo, de Theophilo Genithier, urna critica
muito espirituosa das theoriaa magnticas, com
que Me8mer e Deleuse tanto abalaram a Europa
nos fina do seculo XVIII e principios do actual.
O enredo basea-se na doutrina dos acatares
hiudans, exhibindo-se em sceba todo o ceremonial
dos brahumanes e Yoghis da India.
E' cusa inteiramente nova no tneatro e vai en-
carregar-se de seu desempenho o Club Dramtico
Familiar.
Tbealro de Santa IaabelHa hoje es-
p cUculo neate theatro, consistinde em variados
exeteicos de forca e destreza pelo hrcules D.
Mximo Rodrguez e depois vistas de diarama.
JnbatKuico de nota* Foi prorogado
at 31 de Dezembro do corrente. o praso para sub-
stituido, sem descont, das notas do thesouro de
2*000 da 5> estampa, de 10*000 da 6a estampa e
de 5*000 da 7a estampa.
ANMoeiacao Commercial Agrcola
Segunda feira, pelas 10 horas da manhi, devem
reunir se, em assembla geral, os membroa da
Associacio .Commercial Agrcola de Pernambuco,
afi m de tratarem de negocios de interesse mme-
diato da corporacio.
OlindaCoi.munica-a-nos que, na segnda-
tela, 31 do crrante mez, serio encerrados os pos
exercicios do mez Mariano, no recoihimcuto de
Nossa Senhora daConceicio, pelo modo seguate :
A's 6 horas da manhi, haver missa resada
com communhio gcral, annunciada por urna gi-
rndola de foguetes.
A's 10 1/2 horas, ter lugar urna missa so-
leme, precedida de tercias, orando ao evangelho
o Revd. conego Dr. Joaqnim Graciano de Arau-
jo. Cantario o gloria e as outraa partea da mis-
sa as asseciadas do Sagrado Coracio de Jeaua,
com acompanhamento piano e harmonium. Au-
tos e depois da festa tocar a banda de msica do
2o batalhio, por obsequio do Sr. coronel Manoel
Azevedo do Sascimeuto.
A's 5 hoi-aa da tarde, haver rasoura pelo
atrio da igreja, sendo 0 andor da Santa Virgem
conduzido por meninas ; tocando anda a referida
banda marcial.
o Recolhida a pr icissio, haver o acto da cou-
sagracio Santissima Virgem, e logo depois caa-
J tar se ha um Te-Deum Laudamus, orando o Rvd.
padre Joio Marques .
Um crime a punir Escrevem-nos da
Escada :
Pelo juiz de orphios deste termo, Dr. Rats
Jnior, em virtude de provas irrecusaveis forne-
cidas pela presidencia da piovincia, foram arran-
cados ao injusto captiveiro cm que jaziam os
creouloa Francco e Eugenio, vendidos em 1879
a um proprietaiio da Eacada, mediante documen-
tos falsos.
t Estas victimas de desalmados especuladores
anda estiveram aete annos no captiveiro .'
Cumpre que a justca publica nio perca de
vista oa cujos, que sao. alias, conhecidos no lo -
gar aonde nasceram Francisco e Eugenia.
Nio fra de proposito, avisar a quem com-
petir, para que naja toda cautela na matricn.a
actual. Urna declaracio falsa pode produzir mu-
tos casos aemelbantes ao de Francisco e Eu-
genia a.
Kamola-O Sr. engenhero Ricardo de Me-
ueze?, ao retirar-se para Rio de Janeiro, deixou
em poder de um amigo, que nos remetteu, a quan-
tia de 50*00 j para serem diatribuidos* pelos po
bres em nome do Sr. Dr. CoelnoXeite :
Ficemos aasim a diatribuicio por familias ne-
cessitadaa :
A' viuva D. Miquihna, ra do Noguei-
ra n. 12 10*000
Rabello,
Prea,
10*000
10*000
5*00
5*000
5*000
5*000
A' viuva D. Amelia Cardoso
ra da Gloria n. 144
A' viuva D. Joanna Francisca
ra da Praia n. 76
A' viuva D. Maria Candida Wander-
ley, ra Marqaez do Herval n. 147
A' viuva D. Laura Victor, ra do
Mangue n. 26
A' viuva D. Hermelinda da Costa
Tesch, ra da Concordia n. 61
A' viuva D. Hermelinda Sette, ra da
Gloria
Mea MarianasoNa aagunda-feira, 31 do
corrente, ter lugar, na matriz-de Santo Antonio,
o encerramento do mez de Maria, consistiodo em
missa solemne s 9 n 1/2 horas do dia, oom ser-
mio pelo Rvd. Luiz Ignacio de Moura ; e ladainha,
acto de consagracio e sermio pelo Rvd. commen-
dador Manoel Moretra da Gama, s 5 horas da
tarde.
Na igreja de S. Miguel, de Affogados, no
mesmo dia, a 5 horas da manhi haver missa
cantada, e a tarde ladiinha e pradica pelo Rvd.
padre Grego, encerrando-se os pos exercicios do
mez do Maio.
O Demonio da Hela Voile-A casado
Sr. Vietor Prale, ra do Imperador n. 55, fe
imprimir e tem venda a valsa para piano de
Francisco L. ColasO Demonio da Meia noite.
JUIa;a Operarla PernambucanaA
25 do corrente, fuudou-se nesta cidade urna so-
ciedade com o titulo de Liga Operara Pernambu-
cana, cuja direccao ficou assim composta :
PresidenteDavid Gentil.
1" secretarioJoi Hircano.
2" ditoToclmicio Vital.
Theaoureiro Justino Leandro.
Foi nomcada urna commiaaio de quatro mem-
broa para orgaoiaar os respectivos estatutos.
aaelo entre jornaliataa Toda a im-
prensa de Paria publica pormenores com referen-
cia ao lance auscitado entre Henrique Roche-
fort e Cantillo Dreyfus, com respeito s candida-
turas de Erueste Reche e de Gautier, sustentada
urna pelo Intransigeant o Cri du Peupel, e de-
fendida a segunda pela Nation e outroa peridicos,
orgioa do radicalismo francez.
A polmica accesa desde o priucipio, nio tardou
a tomar inicio perigosa, pois na paixio do debate
chegou-se a discutir as pessoas.
O director da Sation permittio-se fazer certas
apreciacOfs aobre o guato artstico de Rochefort
Eate, julgando-se offendido, confiou a doua amigos
seus, oa Srs Vaugau e Ayrand Degeorge, o enear
go de pedir urna reparacio a Dreyfus.
Oa padriuhos do director do da Intransigeant
recebernm ordem de propor a pistola para arma
de combate, a trinta e cinco passos de distancia,
com a permissio dos adversarios avanf-ircm de
cinco a cinco pasaos e nao interrumps em sem um
dos adversarios iie.tr fora de combate.
OSr. Dreyfua dcaignou os Srs. Lyon-Ahemand,
eonselheiro municipal de Pars, e Luiz Lauaay,
para se eutenderem com 03 representantes de Ro-
chefort. A entrevista, porm, realisada entre uns
e outros nio teve ii-nlium resultado pratico. En-
tau 03 padriuhos de Dreyfua dirigiram-se ao seu
representado dando-lhe conta do resultado nega-
tiva, e diaseram que, tendo-se encoatrado com oa
amigos de Rochefort, estes reinvindicaram para o
seu cliente a qualidade de oftenddo, e, por couse-
guinte, o direito da esculla das armas. Eata -na-
ujira de apreciar o facto nio pode ser aceita por
elles, pois conside ravam que a polmica, origem
do incidente, fra iniciada por H. Rochefort.
Oa representantes de Dreyfus propozeiam cutio,
a nomeacio de um arbitro exclusivamente encar-
regado de designar quem era offendido.
Rochefort, depois de primeiro ter recuaado, acei-
tou por fim a arbtragem, eiprimindo a sua von-
tade de que se nio confiasae a individuo que pro-
fessasse ideas republicanas.
OSr. Dreyfua nio aceicou porm a nter venci
do reaccionario uo que fora combinado entre doua
republicauos, e apezar de que a sua uiyopia o col-
lucav.i em um duelo pistola em condicoea desfa-
voraveis em presenca de Roehefort, aieitou a ar-
ma proDosta pelo seu adversario.
Apezar dessa couceesio, Rochefort quiz citar
as condicoea do duelo, que nio foram admittidaa
pelos representantes de D/eyfua, oa quaea propu-
zeram que os combatentes disparariam dous tiros
a trinta pasaos, ou um s mesma distancia, po-
dendo depois continuar o duelo espada, caso a
arma de fugo nio tivesse produzido resultado.
Mas como Roehefort insistase de novo as suas
txigeneiaa de que o duelo se realisasse pistola,
apuntando, avancando e disparando um numero
indeterminado de balas, at que um dos adversa-
ros fi:assu impessibil irado de continuar, os pa-
driuhos de Dieyfus consideraran! terminada a sua
missio, por julgar que nio p >diam autorisar um
duelo em taes condices.
Por seu lado os padrinhos de Rochefort dirigi-
ram-lhe urna carta, dizendo que haviam recusado
as propoataa dos padrinhos de Dreyfua, porque,
trocando oa adversarios urna ou duas balas ape-
nas, eatea se expunham a ter qus abandonar o ter-
reno sem haver obtido resultado algum, e porque
no segnndo caso, teriam de obrigar Rochefort a
aceitar a espada, arma que elles tinham recusado
em nome do seu cliente.
Afianca-ae que, apezar d'isto, Rochefor- longe
de considerar teiminada a pendencia, est firme-
mente resol vid) a levar a questio ao campo da
honra.
tremi I.literario RecreativoAl-
guna mocos eatudantea fundaram hontem nesta
cidade urna sociedade com o ttulo cima, c cuja
directora ficou assim compesta :
PresidenteRibeiro de Abreu.
l.o vice-preadeute Eurico W. Pinto B. A.
Vxsconcellos.
2. vice-presidente Casthor T. Athelano de
Souz Lacerda.
I. secretarroAlfredo Ferreira.
2.o ditoFrenciaco Gomes Prente Jnior.
1.* adjuntoAugusto Aristbo de Souza Ri-
beiro.
2.* adjuntoFrancisco Joaquim de Souza Fi-
lho.
1." oradorLandelina de L. Freir Jnior.
2." oradorHenrique Marques da Silva.
TheaoureiroCarloa L. da Veiga Peasoa.
BibliothecarioArthur Henrique da Silva.
Commasoes : de syndicanciaFrancisco Gomes
Prente Jnior, Luua Freir Jnior e Carlos Luiz
da Veiga Peasoa.
De redaccioLuna Freir Jnior, Francisco J.
de Souza Filho e Alfredo Ferreira.
De contasF. Joaquim de Souza Filho, Gomes
Prente Jnior e Alf'edo Ferreira,
Hoje, s 5 horas da tarde, na sede social, haver
sessio.
Comit Litterario AcadmicoEaU
sociedade funccionou ante-hontem sob a presiden-
cia do Sr. Thiago da ronseca.
Lida foi approvada a acta da sessio anterior,
hem como um parecer da commiaaio de syndicau-
cia, reconhecendo como socio ao Sr. Luiz Gonzaga
Baceliar, que, achando se presente, tomou asseuto,
e igualmente o Sr. Alfredo Gama.
Foram discutidas as theses da Ia, 3a e 6a sec-
coes pelos Srs. Paulino, Paulo e Thiago.
Foram sorteadas as seguintcs, ficando adiadas
as da 2", 4a e 5a seccoes :
Ia seccioO direito um producto da cultura
humana ?
3* seccioQuaes as relacoes existentes entre
oa cdigos, as theoriaa philoaophico-poaitivas e aa
puramente philoaophieas'?
6* seccioQual a dvisio dos tecidoa quo com-
poem o organismo ?
Foram designados pela sorte para de preferencia
discutirem as thesea marcadas, o Sra. Thiago,
Baceliar e Lcite.
Foram considerados eliminados diversos socios.
Nio houve a sessio extraordiaaria por falta de
numero.
Foi designado > dia 3 do vindouro mez, s 10
buia:, para a prxima sessio ordinaria, havendo
depois de terminada esta, urna extraordinaria que
funecionar com o numero que comparecer.
Reunidea aociaea Ha hoje aa seguin-
tes:
Da Sociedade Philomatica, no lugar e horas do
costume.
Do Club Dramtico fa ciliar, s 7 horas da noi-
Le, em assembla geral.
Amanbi ha as seguintes :
Do Club de Regatas Peruambu*, s 11 horas
do da, em aasembla geral, para eleicio do novo
conselho administrativo.
Da irmandade do Senhor Bom Jeaua das Cha-
gas, a 10 horas do dia, em mesa geral, para ne-
gocios urgenfaa.
Da irmandade do Divino Espirito Santo, s 11
horas do dia, em asaembla geral, para eleicio da
nova meaa regedora.
Da irmandade de Sant' Anna, s 10 horas do
dia, na igreja da Sania Cruz, em mesa geral, para
diversos assumptos.
Crimea horrendos Dona crimea hor-
rorosos, perpetrados um em Malaga e outro na alta

Italia, noa referem os jornaes eatrangeirns e-
que apresentam entre s grandes analogas.
O primeiro o Diario de Murcia que o narra ;
< Quasi que nio deviamos dar aos nossos lei-
torea a noticia.
E' to repugnante, to horrorosa, tio inconce-
bive.l |ue, a nao terse visto a victima e saber-se
que o monstro est no carete, nio te poderia
acreditar.
Hontem do manhi (23 de Abril) via-se hirto,
na mesa de autopsias do hospital, o cadver de
urna criauca de menos de doua annos de idade
que apresentava varias punhaladas no eorpo,'
urna das quaes lhe atravessara o coracio. O au-
tor de to brbaro attentado era o proprlo pai da
crianca.
Dia-ae que o criminoao aofiria accessos de
loucura e que alem disto estava embriagado quan-
do commetteu o crime. Nio aabemos ao certo o
que ha de positivo niato ; mas o que certo que
temos necessidade de acreditar cm quaiquer destaa
duas cousas para de algum utodo eomprehender o
horrivel delicio, dado em crcumatancias anda
mais horriveis.
O desnaturado pai ferio a pequeaiaa victima
por varias vezes e j quando mnrtalmente ferda
quando a critncinha derramava lagrimas e escur-
ra sanguf, manchando o aasaasiuo, este atirava
o corpo da filba para o ar e o aparava para
tornar a atiral-o, at que, afinal arremesaou o ca-
dver a urna sementetra da trigo.
i D'alli o recolheu um irmio da victima da
idade de quatro annoa, o qual tomando-o noa bra-
cos entrou na povoacio da Eralta, chorando e gri-
tando pedindo auxilio aos viainhos, os quaes ae
sabereui do occorrido sahiram em procura do
desnaturado pal, que fugira de casa e qua foi de-
tido pelo guarda civil na eatacio do camiuho de
ferro.
O outro crime tevjpor theatro Volta-Montana,
(Italia).
Um pobre bomem de nome Bianchera estava
sentado porta de sua casa contemplando um
sacco que gotejava aangue.
Um transente, sorprehendido por este espe-
taculo, perguutou-lhe :
Que tena no sacco ?
Ah replicou tranquillaraente Bianchera,
que querva .' Estou perturbado. Devia matar mi-
nha filha para que voaaae ao paraso, e por engao
acabo de matar meu filho. Mus vou remediar o
erro : vou matar a rapariga.
O interlocutor julgou que Bianchera manga va
cem elle, laudo urna semelhante expcacio ; mas
depreaaa fie convenceu da espantosa realidade,
quando ao abrir o aecco, vio, baahado em aangue,
o corpinho de urna crianca de 3 annos com a ca-
bera separada do tronco.
Eis o que auccedera.
Bianchera era um pobre diabo que nunca ha-
via feito mal a urna mosca. Ha annos que so fina
de urna eryapela, viven-i) sua inulher e filboa na
maior miseria. Durante bastante tempo alimentou
a familia com a comida que urna cosinha econ-
mica lbe facilitava, mas quando esta ge techou,
vio-ae apenaa reduzido a dez liras por mez, para
occorrer as deapezas da famil'a,
Uina tal miseria lhe perturbou, ao que parece,
as suas faculdades meataes, a ponto da cua inania
predominante aer a de matar aoa mulher e filhos
para desfructarem todas aa doeuras do Para80.
Mas nunca deu motivo, pela sua conducta, para
que ae podeaae acreditar que 03 factos se aegui-
riam s palaviaa, quando, achando-se auaentJ a
mulher realizo-.! o assasainato de seu filho, ac-
Ihendo -o noa bracoa com a maior natura,idade
cortando-lhe a cabeca. A' circumstancia de pas-
sar por all aquelle individuo que se deve o
nao ter morro tambem a filha, deixando eata de
voar ao Paraso como pretenda o seu feroz pro-
genitor.
LeNdea.Effectuar-se-ho:
Hoje :
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
ra do Imperador n. 75 de movis.
Segunda-feira :
Peio agente i/lartins, s 11 horas, na ra do
Livramento n. 31, do estabelecimento ah aito.
Pelo agente Gusmao, s 10 1/2 horas, na ra do
Duque de Cxas n 77 A, do estabelecimento ahi
sito.
Pelo agente Alfredo Guimaraes, s 11 horas, na
porta o armazom Times, de bacalho.
Ter$a-feira :
Pelo agente Silveira, s 11 horas, na ra do
Imperador n. 75, de predio, terreno e engenho.
Miaaaw funebrea. Serio celebradas:
Hoje :
As 7 1/2 horas, no Espirito Santo, por alia de
D. Anna Leo Ribeire ; s 7 horae, no l't raizo,
por alma de D. Camilla Mximo de Farias.
Segunda-feira :
A's 8 h-ras, na Ordem Tereeira e no Carmo, por
alma do Dr. Gaspar Drummond ; s 7 horas, no
Espirito-Santo, por alma de D. Maria Jacintha
Candida da Silva ; s 7 horas, na matriz da Boa-
Vista, por alma de Manoel 'lavares de Aquino ;
a 7 horas, no Espirito-Santo, por alma deD.
Joanna Mara Simoes.
Terca-feira :
A's 7 1/2 eras, no Espirito-Santo, por alma de
Antonio Jos Lopes Braga; s 7 1/2 horas, na
Ordem Tereeira de S. Francisco, por alma de D.
Francisca Brasilina Lima Amoral.
operaro ctrurglcaFoi hontem prati
eada na enfermara militar pelos Srs. Drs. Motta,
Virgilio e Imbassahy, a extirpacio de um tumor
canceroso do anus.
O trabalbo operatorio correu bem e promette fe
lis reaultado.
Caaa de DetencaoMovimento des pre-
sos no dia 27 de Maio :
Existiam presos 322, entraram 6, sahiram 7,
existem 321.
A saber:
Nacionaes 288, mulheres 9, estrangeiros 9, cs-
eravos sentenciados e processados 7, ditos de cor-
reccio 8.Total 321.
Arracoados 294, aendo : bens 283, doentes 11
Total 294.
Nao houve alterac'o na enfermara.
Maiadonro Publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 78 rezea para o consu-
mo do dia 29 de Maio.
Sendo: 65 pertencentea aoa Sra. O i reir Ca-
ti C, e 13 diversos.
Mercado Municipal de H.
morimento deste Mercado nos dias
rente, foi o seguinte:
Entraram :
22 1 [2 bois pesando 3.100 kilos.
1.330 kilos de peixe a 20 res
54 cargas de farinha a 200 rts
28 ditas de fructas diversas a 300
ris S40t
16 tabolcirop a 200 ria 3 20
16 suinos a 200 ris 2 *' Ot-
Foram oceupados:
22 columnas a 600 ris 13f 208
27 compartimentos de faiinha a
oOO ris 13*500
24 compartimentos de comidas a
500 ris 12009
75 ditos de legnroea a 400 ria 3000*
13 compartimentos de auiuo a 7u0
ria MO
13 ditos de treasoraa a 600 ris 7#8g
2 talhos a 500 ris l<00t
5 ditos de ditos a 2* OJOOO
">4 talhos de carne verde a 1 54*000
i
Jioae. O
i cor-
2CJ60
1080
Deve ter sido arrecadada nestes dias
a quantia de 201*698
Precos do dia:
Carne verde a 480 e 400 lis o kc
Suinos a 560 e 7t0 fis idein.
Carneiro a 640 e 1*000 ris idem.
Farinha de 26'J a 400 ris a cuia
Mitho de 280 a 320 ris idem.
Feijo de 800 a 1*400
l.oieria da provincia.Quarta-ftira, i
de Junh >, se extrabir a lotera n. 56, em bene-
ficio da igreja matriz de Agua Preta.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicio dos Militares, se achario expostas as
urnas e as eapheras, arrumadas em ordem num-
rica apreciaciu do publico.
Lotera Extraordinaria do 'pi-
ran araO 4 e ultimo sorteio das 4a e 5 series
desta importante lotera, cojo maior premio de
150:000*000, ser extrahida a 12 de Junho prxi-
mo.
Acham-ae exposto a venda os reatos dos bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marea
u. 23.
Lotera do aloA 2* parte da lotera n.
197, do novo plano, do premio de 100:000*009,
ser extrahida hoje 29 do corrente.
Os bilhetes acham-se venda aa Casa da For
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham-se i venda aa praca da Inde-
cia ns. 37 e 3V.
I








m. r
J
l jfflSD


Diario. de Pernambneo*-Sabbado 28 de Maio de 1886
i

Lotera de Macel* le *OOiQ0O40O0>
A 10* parte da 12 lotaria, cujo premio grande
de 300:0004000, pelo Bonn- pinna, aera extrahida
impreterivelmente no dia 1 de Junho t 11 horas
da manh.
Bilhetes venda na Casa Felis da praca da In
dependeaeia na. 37 e 39.
Lotera da corleA Ia parte da 864 lo
teria da corte.cujo premio grande de 100:0004,
ser extrahida no dia 2 de Junho.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia na 37 e 39.
Tambem se achara vendana Casa da-fortuna,
/fua Pritneiro de Marco n. 23.
Cemlterio. publicoObituario do dia 27
do correte :
Joanna Mara Alves da Fonseca, Pernambuco,
49 bduos, casada, S. Jos; gaatro interite.
Davina, escrava, Pernambuco, 33 annos, soltei-
ra, S. Jos ; nepbrite.
Romana Mara, de Joans, Pernambuco, 90 aaoos,
solteira, Graca ; deerepitude.
Euzebia Maria dos Anjos, Pernambuco, 27 an-
nos, casada, S. Jos ; paralysia.
Jos Franciscoda Silva, Pernambuco, 24 annos,
solteiro, Brt-Visa : tubrculos pulmonares.
Manoel, Pernambuco, 6 dias ; espasmo.
Um feto, Pernambuco, S. Jos ; nasceu morto.
Annunciada Peretti, Pernambuco, 29 annos.
casada, Boa-Vista; beriberi
Apolinaria liara da Conceicao. Pernambuco, 58
annos, viuva. Boa-Vista ; anazarca.
Carolina, S. Jos ; espaemo.
Mmes
O abaixo assignado convida -. todos os seua
amigo politicca ds comarca de Palmares a se
reaoiretn no dia 12 de junho prximo, *na cidade,
na casa de aua residencia, par trtar-ae da or-
gtaasaco da chapa de camaristas que devem
concorrer aleico municipal em julho do corren-
te anno.
Palmara, 28 de maio de 1886.
Ao publico
PIBLIC4C0ES A PEDIDO
llontem e Iiojo
Se m:is do q.iVu te amei eu nao te amava
E' porque mais do que amar eu nao poda.
Luiz Murat.
Eras a aurora pura dos meua ditosos das,
Eras a imagem plstica do meu primeiro amor,
Hoje fojes de mim (cercada do alegras)
Bem como a borboleta despede-se da oi.
Hontem eras p'ra mim da madrugada a cor,
Um jardim salpicado de rosas e ambrosia,
E boje, nada mais que a crecante dor
Que corta do meu peito as louras phantasias.
Bem tarde compr'endi teu negro coraco !
Oh er, nunca julguei que a tua casta roo
Serviese outro homcm de lo para esposa !...
hoje que mudaste meu riso en? pranto agudo,
Formula um verso em lagrimasum verso heroico
mudo,
Que sirva de epitanhio p'ra minha branca lousa.
Maio1885
Odra.
>o 9- dia do infanito lrenpa*o fio
lar. Antonio FrancUro Crrela de
Araujo.
Tu nobil'alma la tua, omico mi !
Anzi... nel cielo guardo-hi Dio !
Ifotret moirer quando a ventura a nos sorrh-
R->ae >s horisontes antev no porvir !...
E' mais que triste e doloroso, compungente
No chaos... no desconhecido afogar-se a mente !
Cale-se a poltica, quando a patria chora !...
Anda que adversario poltico do Ilustro finado,
um dever de gratuito, de sympathia, de christo,
e at de pareutesco, ohrga-mc hoje a aqu estar.
Porm, senhore?, nao de esiranharque eu,
que em poltica, do passado j me nao record,
que do presente nw descuido e afugento, e que,
apezar dos meus 45 Janeiros. s o futuro antevi;
jo e aguardo esperancoso e lodo, venha, por mo-
mentos, em di'3conchvadfis phrases, oceupar a
vossa esclarecida attenco.
O Dr. Antonio Francisco Correia de Araujo,
meus senhores. por seu llibado carcter, por seus
honrosos procedentes, pela sua lhaneza e iustra-
co tornou-se digno de respeito e consideroslo de
seus adversarios, e da homenagem e gratidao de
seus concidadites !
Era um poniainhucr.no por muitos ttulos, dis-
tinctissimo !
Como autendade, como magistrado, e mesmo
simples cidado, ninguem o exceden em probida-
de, em justica e equidade !
Tudo eeperava a patriade suas luzes, civismo
e dedicacao !
Ma9, eil-o que d'entre nos desapparece... como
no espaco o meteoro !
Nada mais direi, senhores, porque na eonscien-
ciade todos vos, est, quem fu o nobilasmo va-
rio que, entre nos, denominava seAntonio F.
Corroa de Araujo !
Tinha eu, para com ello, urna divida de honra e
gratidao; eil-a, anda que em bem pallido eaboco,
de alguma sor", era parte obrigada.
Requie e pace !
Po-d'Alho. O -lo Maio do 1886.
Joaquim Elias de Albuquerque Reg Barros.
A' minha prima D. Oelmira
SONETO
Consumida de dor inda carpa
Delmra, o tristafim do seu esposo,
Tendo por lenitivo, e nico gozo,
Das filhae a to doce corapanhia ;
Mas a sorte cruel, a sorte impa,
Julgando o seu estado inda ditoso,
Outro golpe peior, mais doloroso
Lhe Vibra, pela mao da morte fra.
As filhaa, sea amor, seu bem, sua graca,
Occultas jazem sob escura lousa,
S restando-lhe a dor, que a deapedaca ;
Mirando a eternidade onde repouza
Tndo que lhe rcubou crua desgraca,
Gemj, esposa infeliz, mi desditosa.
V. M.
15 de Maio de 188G.
Ao publico
Neata fo'lha foi boutem publicado um artigo em
quo al/rumas pesaoas de Mamanguap?, sob a ru-
brica Pezames, vieram no fim de seis mezes darem
familia do fallecido Regadas os seua sentimen-
tos !
Pois s no fim de seis mezes toi que eaaea so
nhores se apressiiram era vir dar uas pezames sel-
ladas e reconhecidas as firmas ? Para uns peza-
mes precisa-so do sellos de tabellies ?
Os taes pezames nao teem por fim o seu devido
destino, e sim uin outro. Quer se f.zer presso
sobre um infeliz, que se acha preso na Casa de
Detencao '.esta eida le, e que sendo, como ho-
rnera de verRenha, nao qui. supportar insultos.
Mas nao antecipemos nosso juizo a respeito de
nm facto, que tem de sor submtttido ao jury desta
cidade.
Temos certeza qu o jury far justica, nao pre-
cisando de pezames dos mamanguapenses para fa-
zel-o. At ess: cpoc esperemos.
A Justica.
AoEisi. ur.Dr.Iiiz inn
O abaixo assignadp vendo hoje publicado no
Diario de Pernambuco, por ordem de S. Exc. a rc-
la^o d is esoravos, que em virtude da lei n. 3270
de 28 de setembro do anno passado, acbam-se li-
bertos ; deparou com a de sua ex-crava Joanna,
qne o mesmo abaixo assignado libertara desde
1885, aera coadiyao alguma ; portante) pao foi pre-
ciso mesraa ex-eacrava o favor da lei.
Recie, 28 dj maio de 1886.
Anta/iio Jos Ferrat Refinador.
Itamarac
O abaixo assignado aprea- ata seua seotimeatos
de condoiencia a Exma. Sra. Ijiuoaeaa da Etcaila
e a aua Exma. filaa, inconsolavel viuva do sempre
por mim chorado Drr Antn Francia Correia
de Araujo, seu eapacial e prestimoBO amigo, e
igualmente a todos os seus parentes e amigos, e
coti.partiouliu-i(ia Alfredo e Dr. Joaquim Correia de Araujo, primo
e cunbado do lloatre marto.
^Macaxeirs, 20 4a ota* **.
Francisco Cordero Xa^earde.
Frei Meraflm de Ltanla
Foi em Maio de 1874 que obegou a esta cidade
o Rvm. Frei Serafim de Catania.
Como todos oe homens wipatiorea ane manifes-
tara o seas elevados intuitos *agreso do povo, o
illustre eapuchinho, confessando que aqu viera
com o nico fim da levantar um templo a 8. Be-
nedicto, despertava nos mais prudentes a descon-
fianza, nos incrdulo o riso da galhofa.
Pois que possivel que este velho envolto em
manto da pobreza e humildade, sem o auxilio dos
poderes pblicos, leve a efieito urna idea to mo-
mentos ?
Esta interrogacao doaanimadora aurgia a todos
os espirites anda os mais emprehendeuores e au-
dacosos.
No entanto, o velho frade, que entao contava 64
nnuos de idade, edieava urna enorme barraca
defronte do actual quartel de polica e arengava
ao publico no inabalavel proposito de movel-o ao
trabalho colossal que havia de immortalisar o seu
nome na historia do Piauhy.
Collocado em um simulacro ds pulpito, d'onde
podesse ser visto e ouvido pelo auditorio immenso
que o enfrentava. exhibindo urna barba longa c j
encanecida, explicava, posto qu em Jinguagem
tosca e eivada de barbarismos, alguns raysterios
da religiao christa e exhortava as fiis pratica
da virtude.
A afluencia era enorme: os habitantes da The-
rezina (honra lhes seja leita), daininados pelo
verbo persuasivo do pvadino da religio, escutava
com profundo respeito as verdades fecundas que
rebentavnm-lhe dos labios.
A 13 de Junho de 1874 collocou a primera pe
dra nos alicerces da grande obra que projectava
realisar.
Era de ver a solicitnde com que o povo da ca-
pital, do centro e mesmo das provincias vizinhas
corresponda aos chamamentos do vineravel an-
ciao.
Conduziam-se madeiras, aplainuvam-se lnhas,
chuviam as esportulas; tudo gracas aoa esforcoa
de urna vontade nica inquebrantavel.
Pois bem : aps 12 annos de um trabalho per-
severante e quas sobre humano, ergue-ie hoje
esplendida e magoatosa a obra architectonica mais
bella que exiate na provincia a igreja do glo-
rioso S. Benedicto.
Se o governo int ratasse fazel-a, teria despen-
dido una 300 contot pelo menos, ao passo que uns
30 apenas liberalisou como auxilio ao velho eapu-
chinho.
A grrja mede 170 palmos do cumprimento (na-
ve e capella-mr), 46 de largura e 86 de altu-a ;
duas torre- na frente cora um nicho no centro,
onde se acha collocada a imagem do santo que lhe
d o nomo.
Urna porta na fachada e quatro lateraes : essas
portas sao um trabalho esthetico de inapreciavel
merec mente, devido ao talento rarissimo do piau-
hyons! Sebastiao Mende?, de saudosisima me-
moria.
A vasta e ampia nave compoe-se de duas oidens
de architectura, ambas toscanus. O exterior
aprsenla as inestnas ordena.
Doua arcos plenos, um sustentando o coro, outro
abrindo a capulla-mr, dao grande brilho ao inte-
rior do templo.
Esta gigantesca obra aera definitivamente con-
cluida em Maio prximo viodouro, quando o bene-
mrito da provincia, Rvm. F.ei Serafim de Cata-
nia, pretende retirar-ae para o aeu convento em
Pernambuco.
Superior aos soffrimontos pbysieos produzidos
por grave enfermidade o s torturas montes oriun-
das da calumnia e buixas intrigas, vivendo cm
urna humilde choupana urna viua de priva^es,
elle chegou finalmente ao termo do seu grandioso
plano, erguendo um monumento secular religio
e ao trabaiho.
Um dos ltimos representantes de urna clasae
quaai extineta pelo progrosso das ideas e das ins-
titui^oes consequentes, Frei Serafim de Citaoia
honra as bellas trudicoes da sociedade christa,
deixando no Piauhy um exemplo de quanto pode a
vontade invcncivel de um apostlo da f.
E\ pois, de justica que os piauhyenses, em sig-
nal de reconhecimento, mandem enllocar em uina
das sacristas da igreja o retracto do incancavel
luctador que a constru.
Elle digno di*s. nao s pelo que vimos da ci-
po r, como pelos mmonaos servicos que prestou
a esta cidade durante as pocas de desolacao em
que a secca ou a peste ameacava consumil-a.
Esses servicos estilo na memoria de tod >s e
ninguem poder obacurecel-os sera pungente in-
gratidao.
Thompson.
(Da Imprensa, de Therezina).
Andr Antonio Quirtata, eatabelecido na ra-
de Thom de Souza n. 3 o que acaboa de sjffrer
um importaste roubo, n quantia de t contos de
re ia, aem fallar naa joiaa, declara ao reapeitavel
publico e ao carpo commercial desta praca. que o
annunciante nada deve, nem commercial nem par-
ticularmente.
Recife, 27 de Maio de 1886.
Andr Antonio Quirtata.
A* plalas assucacadaa de BtInioI
n. 434
Nenhum remedio cathartico para o uso das fa-
milias, tem merecido) ou reoebido oalouvoros que
teem sido outorgadda s pilulas asauearadaa de
Bristol, tanto dos mdicos como dos doentes.
Os testemunhos tendentes sua efScacia c a sus
perfeita exempcao de toda a casta de compoaicao
estranha e offensiva, a5o das mais elevadaa auto-
ridades medicas. O seu grande mrito, segundo
estas teat*munhas, consitte em que. ellas nao s
lirapain e pnrificam o estomago e os inteatinoa, co-
mo tambera obviam a neceaedade de urna purga-
co continuada. Alm disao ellas nao enfraquecem
a forca geral, como acontece cora todos esses pur-
gantes mineraes, nem to pouco causara a maia
leve dr ou nausea durante a sua operacao fune-
cional, e por isso mesmo ae toraam inapreciaveis
para as mulheres, criancas e horaens idosoa. lato
nm assumpto de vasta importancia, quo todos
devem estudar, principiando por experiroentarem
em suas pesaoas aa grandea e incontestaveis vir-
tudes das pilulas assucaradas de Bristol.
Ellas acbam-80 mettidaa dentro de frasquinhoa,
e por isso a aua conser vacio duravel em todoa os
climas.
Em todas as molestias aggravadaa ou prove-
nientes de impureza de sangue, a aalaaparrilha de
Bristol, deve de ser tomada conj aeramente com
us pilulas
Acha-ao venda em todaa as principaes boticas
e lojaa de drogas.
Agentes era Pernambuco, Henry Foratei St C,
ra do Commcrcio n. 9.
N. 9. A Emulsao de Scott fortifica e
desenvolve o systema osseo e nervoso das
criancas debis c rachitic&s, e nao ha nada
que possa He comparar este remedio t>
agradavel o reconstituinte para a cura das
doenfas dovidas a m condicSo de sangue
e debilidad do corpo.
A aula mixta particu-
lar
Francisca Marihuana L. Carneiro participa ao.
puis de familia, que sua aula abrir se-ha no da
12 do cjrronto : qnem de seus prestimos precisar
pode dirigir-so ra do Viaconde de Goyanna nc
21, que entender- ae-ha com a mesma.
EDIT1ES
pARA O a^KO DE 1887, DA FESTA DE NOS-
SA 8ENHORA DOS PRAZEBES, DE MARAN-
OUAPE.
Juiz pir eleicao
O Illm. Sr. capital Jos Gonctlves de Andrade.
Juiza por eleicao
A Exma- Sra. D. Maria Emilia Cavalcante de Al-
buquerque.
Juizes por devocao
Oa Illma. Srs. :
N'ogociante Jos Carneiro da Silva.
Dito Antonio Evaristo Monteiro.
Luiz Andr Cordeiro.
Dito Joaquim de S Cavalcan'e Filho.
Juizas por devoco
Aa Lxmas. Sraa :
D. Idalinade Senna Leite.
D. Mana Jos Ramos de Andrado.
Felippe Soares de iqueira.
Mordomoa
Oa Illma. Srs :
Jos Ferreira da Silva.
Ilenriquo Gibson.
Dr. Antonio Pereira Smoea.
Epiphanio d- Franca Mello.
Silvano Ferreira Calaca.
Antonio Joo de Barroa.
Mordomas ,
As Exmas. Sraa. :
D. Senh.rinha Matia da Conceicao Torrea.
D. Generosa. Mrria da Conoc cao Lina.
B. Maria Carloina de Almeida Bello.
D. Conatanca Jeronyma de Souza.
D. Francisca Ana-nina da Conceicao.
D. Antoaia Barboaa de Jess.
Escrivo
O Illm. Sr. Manoel Ignacio Soares Pessoa. '
Escriv
A Exma. Sra. D. Anna, viuva de Antonia da
Silva.
Procuradores
, O Illma Srs. :
Capito L tunado de Senna Leite.
Capitao Antonio Pedro Lias da Moraes.
Capito Joaquim Raymundo Pereiri Bello.
Thesonreiro
O Ilim. Sr. Jos Malaquiaa Torrea.
Mar inguape, 16 de Maio de 1886.
Encarrcgado desta fregueziaO Vgario do Olin-
da, conego Ji-si Vaz Guiterre.
Mudou-ae este eatabeleciptento para Ponte de
Uch", junto da eataco do mesmo nome.
Situado como hoje cata em um salubre e apra-
zivel auburbio e em urna chcara com bastantes
commodoa para o aeu fim, offereoe muitaa vanta-
gens aos doeutea eatrangeiroa, academicoa e colle-
giaes que nao t /erem suaa familias n'eata cidade,
aos que vierem de fra do Recife para ahi soffrer
alguma operacao cirurgica e emfim aos que reaidin-
do n'eata cidade preciaarem de mudanca de rea.
Kecebe-se tambem n'eata caaa convalescentes e
peaaoaa aadiaa que preciaem do ar do campo, para
aa quaea ha commodoa separados.
Oa doentes para o seu tratamentp, odicaro os
mdicos que qpisereai.
Nao ae aceeitam .doentea de molestias conta-
gioaaa-
Eziatem a oasa appavelhoa elctricos e hydro-
iherauuuticoa par w bertberio**, pacalytiooa fia,
Telephone n. 898
O Dr. AdelDo Antonio ae Luna Freiro,
official da Imperial Ordem da Rosa, oom-
inendador da Real Ordem Militar Por-
tugueza de Nosso Senhor Jess Christo,
e juiz de direito privativo de orpbos o
ausentes n'esta comarca do Recife, por
Sua Magestade Imperial a quem Deus
guarde, etc.
Paco saber que nesta data foram declarados li-
bertos, om virtude da lei n 3,270, de 28 de Setem-
hro do anno prximo paaaado, aem dependencia de
nenhum titulo ou formalidade. oa escra7os cona-
tantes das reli-.eoea abaixo. sendo que aquellos que
j tiverem completado a idade de bannoa, sao li-
bertos desde j para todos os effeitos, aera uen-
huraa clausula ou obrigac^o do servicos, devendo
permaneder era corapanhia dos ex-senhores, aalvo
ae preferrem adquirir, por outro modo, ineios d
subsistencia e para isto forem julgadoa aptos por
este juizo, devendo no primeiro caso, os ex-senho-
rea alimentar, vestir c tratar os meamos libertos
as suaa enf^rmidadea, uaufruindo os servicos que
estes poderom prestar, compativeis idade e aptL
do physica. Os eacravos de 60 a 65 annos, po-
rm, lieam libertos cora a clausula nica de pres-
tarem servicos aos ox-seuhores pelo prazo do
anuos, nao sendo exigida prestaco de servicos
alm de idade 65 annoj.
Continuagao da relacao dos escravos mador de
65 anno
278 Joaquim, preto, solteiro, 66 annos, de Campos
& Moreira.
279 Joaquim, preto, solteiro, 72 annos, de Joo
Jacintho de Medciros Rezeude.
280 Joaquim, preto, aolteiro, 68 anuos, de Candi
do Alberto Sodr da Motta.
281 Joaquim, preto, solteiro, 76 annos, de Fran-
cisco da Silva Reg.
282 Joaquim, preto, solteiro, 77 annos, de Joa-
quim Joa de Lima.
283 Joaquim, pret.', aolteiro, 66 annoa, de Rosa de
C Fmitas Cavalcante.
284 Joaquim, preto, aolteiro, 74 annos, de Joo
Rodrigues dos Santos Jnior.
285 Joaquim, preto, solteiro, 65 annos, de Anna
Mana da Silva.
286 Joaquim, preto, solteiro, 74 annos, do Joa-
quim Francisco dos Santos Maia.
287 Joaquim, preto, solteiro, 66 annos, de Justino
Pereira de Paria
288 Joaquim, preto, solteiro, 77 annoa, de Fran-
ciaco Antonio de Figueiredo.
289 Joaquim, preto, casado, 67 annoa, de Maria
das ili'ni) Mendonca Luis.
290 Joaquim, preto, aolteiro, 78 annos, do Baro
de Muribeca.
291 Joaquim, preto, solteiro, fi8 auaos, do mesmo.
292 Joaquim, preto, aolteiro, 73 annoa, do mesmo.
293 Joaquim, cabra, casado, 65 aanoa, de Maria
Carneiro Freiro de Moraes
294 Joaquim, preto, solteiro, 8 annos, de Domin-
gos da Motta Neves.
295 Joaquim, preto, aolteiro, 65 annos, de Manoel
Fernandes da Costa,
296 Joaquim, preto, solteiro, 85 annos, de Jos
Roberto de Moraes e Silva-
297 .loaquin, preto, solteiro, 81 annoa, de Joo
dos Santos Coi-lho.
298 Joaquim, preto, solteiro.
Braz de Souza Oliveira.
'.19 Joaquim, preto, casado,
Siares de A'buquerque.
300 Joaquim, pardo, casado,
Mniiiz de Almeida.
301 Joaquina, preta, solteiaa, 65 annoa, de Joo
Francisco Paredes Porto.
302 Joaquina, preta, solteira, 65 annos, de Jos
Lucio Lina.
303 Joaquina, pret*, viuva, 74 annos, de Anna
Mana Francisca do Paula Cavalcante Brrelo
304 Joaquina, preta, solteira, 65 annos, de Tho-
maz Fernandos da Cuaba.
305 Joaquina, prota, solteira, 65 annoa, de Luiz
Leopoldo dos Guimarea Poxoto.
306 Jos, preto, aolteiro, 65,aunos, de Manoel Jos
Gue.dea Guimares.
307 J-is, preto, solteiro, 69 aqnos, de Manoel Luiz.
Ribeiro.
308 Jos, preto, solteiro, 82 annos, do Dr. Deodo-
. ro Ulpia.no Coelho Catiuibo.
309 Jos, preto, aolteiro, 65, annoa, de Jjaquiui
Lopes Machado.
;10 Joa, preto, solteiro, 70 aanoa, de Amoriui Ir
moa & C.
preto, aolteiro, 68 annos, de Joanna Ma-
Jeau8.
31is i preto, solteiro, 67 annos, do Dr. Luiz
Lopes Caatello Crneo.
313 Jos da Costa, solteiro, 74 aunes, de Jos Joa-
quim do Rijo Barros.
314 Jos, pret j, aolteiro, 66 anuos, dos herdthos
de Joo Henriquea da Silva.
315 Jos, preto, solteiro, 74 annos, de Jos Duar-
te Pereira.
316 Jos, preto, solteiro, 69 annos, de Francisco
Augusto de Araujo.
317 Joa, preto, solteiro, 65 annos, de Carlota Ca-
tharina Mafra.
318 Jos, preto, solteiro, 69 anuos, Manosl Alves
Ferreira.
319 Jos, preto, aolteiro, 75 annoa, de Maria Ama-
lia de Barroa Lima.
320 Jos, preto, aolteiro, 73 annos, do Baro de
Muribeca, ,
321 Joa, preto, aolteiro, 67 annoa, do Viaconde
de Camaragibe,
323 Jos, preto, solteiro, 68 annos, de Luis, Anto-
nio Pereira.
323 Jote, preto, solteiro, 73 anpos, de Joo Fran-
cisco do Reg Maja.
66 annos, de Jos
72 annoa, de Diogo
71 annoa, de Jee
324 Joa, preto, aolteiro, 68 araos, de Jos da Sil-
va Loyo & Filue.
835 Joa, preto, caaado, 73 annoa, de Jos Joa-
quim das Chagas.
326 Joa, preto, aolteiro, 82 annoa, de Luiz Gomea
Silverio.
327 Jos Franciaco, casado, 78 annoa, de Tibun-
cio Valeriano Baptista.
328 Jos Cabinda, peto, csalo, 84 annos, de-
Paula Zedia da Coata Monteiro.
339 Jos Franciaco, preto, casado, 72 anuos, de
Diogo Soares de Albuquerque.
330 Jos dos Ramoa, preto, caaado, 85 annos do
Baro de Muribeca.
331 Jotepha, preta, solteira, 65 annoa, de Manoel
Joaquim do Reg Albuquerque.
332 Joaepha, preta, solteira, 68 annos, de Anto-
nio Leonardo de Meoezea Amorim.
333 Josepha, preta, sulteira, 94 aanoa, de Ther.-za
de Jess Figueirfla de Faria.
334 Josepha, preta, viuva, 73 annos, do Viaconde
de Camaragibe.
335 Josepha, parda, solteira, 73 annoa, d Jos
Fortunato dos Santos Porto.
336 Joaepha, preta, solteira, 65 anuos, de Pedro
de Albuquerque Autran.
337 Juliana, prata, solteira, 70 annoa, do padre
Agoatinbo de Lima Cavalcante de Lacerda
338 Julo, preto, aolteiro, 74 annos, do Manoel
Joaquim do llego Albuquerque.
339 Julo, preto, aolteiro, 74 annoa, de Manoel
Joaqais* Mauricio Wanderley.
340 Julio, preto, solteira, 65 anuos, de Domingas
Jos da Cunha Lagos.
341 Julio, preto, aolteiro, 65 annoa, de Bernardino
de Miranda Albuquerque.
342 Lzaro, preto, 8olteiro, 65 annos, de Maris
Carneiro Freir de Moraea.
343 Leandro, preto, aolteiro, 67 annos, de Floris-
iniindo Marques Lina.
344 Leonor, preta, aolteira, 74 annos, de Mara
Rosa de Lima.
345 Liberato, preto, aolteiro, 60 annos, de Jos
Franciaco da Coata.
346 Liborio, preto, aolteiro, 68 annos, do Viacon-
de de Camaragibe.
347 Lourenco, preto, solteiro, 68 annoa, de Gui-
Ihermino Engracio da Cruz.
348 Lourenco, preto, aolteiro, 67 annos, deManol
Joa da Fonseca Mariz.
349 Lourenco, preto, aolteiro, 78 annos, do Baru
de Muriocea.
350 Lourenco, preto, caaado, 73 anuoa, do Jos
Bezerra de Barros Cavalcante,
351 Lonrengo, preto, solteiro, 75 annos, de Jos
Ferreira Daltro.
352 Lucaa, preto, aolteiro, 65 annoa, de Rita Fe-
licia de Menezes.
353 Luciana, preta, solteira, 65 annos, d Alfredo
& Barbosa Jnior.
354 Luciano, preto, solteiro, 68 annos, de Jos da
Silva Loyo & Filho.
355 Ludovico, preto, solteiro, 66 annos, de Dina-
raorico Augusto do Reg Rangel.
356 Luiz, preto, solteito, 74 annoa, de Julio da
Costa Ribeiro.
357 Luiz preto, aolteiro, 65 annos, de Francisco
Alvos Monteiro Jnior.
358 Luiz, preto, solteiro, 66 anuos, de Amorim Ir-
raoa & C.
359 Luiz, preto, 8olteiro, 69 annos, de Luiz Gon-
calves Ferreira.
360 Luiz, preto, solteiro, 69 annos, do Jos da
' Silva Moraes.
361 Luiz, preto, solteiro, 65 annoa, de Luiz Jos
Gencalves da Silva.
362 Luiz Macei, preto, solteiro, 69 annos, de Ma-
noel Joaquim do Rogo Albuquerque.
Luiz Rodrigues, preto, solteiro, 67 annos, de
Jos Rodrigues Pinte.
Luiz, preto, solteiro, 68 annos, de Augusto
Cesar de Azevedo Guecks.
Luiz, preto, solteito, 71 anuos, do Baro de
Muribeca.
366 Luiz, preto, solteiro, 86 annos, do Baro de
Muribeca.
367 Luiz, preto, solteito, 68 annos, de Ignacio Al-
ves Monteiro.
368 Luiz, pardo, cssdo, 71 anuoa, de Luiz Fran-
cisco de Barres Reg.
Luiz, preto, solteiro, 77 anuos, de Joo Ber-
nardo do Reg Valonea.
Luiz, preto, solteiro, 73 annos, de Adelaide
M. de Siqueira Salles.
{Continua)
Juizo dos Feitos da
Fazenda Nacional
O Dr. Jos Manoel da Freirs, desombar-
gador honorario, official da Imperial Or-|
dem da Rosa e juiz privativo dos foitos
da fazenda d'esta provincia de Pernam-
buco, etc. ,
Faco saber a todos que o presente edltal virem,
ou d'elle noticia tiverem, que pe* Dr. procurador
fiscal da Fazenda Nacional me foi requerido, na
execuco de sentenca contra o ex-thesoureiro da
estrada de ferb do Recife Cartrsr e do prolon
gamento da d > Recife S. Francisco, Br.as Bar-
retro Carneiro Leo, que fosse o mesmo intimado
poredital, visto achar-se ausente em lugar nao sa-
bido, para no prazo de 24 horas pagar a quantia
de 32:666^754 de aeu alcance, juroa e custas, sob
pena de proseguir-so na referida execuco sem ser
elle mais ouvido nem citado.
E para o fim requerido mandei pasear o pne-
sente, que, indo por mim assignado, ser affixado
no lugar do eoatume e publicado pela imprensa.
Dado c passado n'eata cidade do Recife e no
eftrtorio dos Feitos da Fazenda Nacional, aof 27
de Maio de 1886.
Jos Manotl de Freitas.
Escrivo, Torres Ban-
deira
praca, por
penhorados
263
361
365
360
370
Edita! n. 19
O administrador do Can otilado Provincial faz
publico a que'o intereesar posaa, que no periodo
de 30 dias uteis, contados do 1 de junho prximo
futuro, aera efiectuada por esta repartico a co-
branza, lvrc de multa, dos impostes da dcima
urbana e 25 0/0 sobre a renda dos bens de raiz
de corporacoes de mao morsa, relativos ao 2* se-
mestre do exercicio de 1885-86.
Consuado Provincial de Pernambuco, 26 de
Maio de 1886.
francisco A myntas de Carvalho Moura.
O alferes Affooso Moreira Temporal, 4-
juiz de paz da freguezia do P050 da Pa-
nella, em virtude da lei, ete.
Faco saber a quem nteressar possa, que s au-
diencias deate juizo sero as quartaa feiras s 9
horas da manha, era caaa de minha residencia n. 1,
na Ilha do Temporal, antiga dos Ratos, no Mon-
teiro.
E para constar mandei pasaar o presente, c af-
?xal o nos lugares mais pblicos desta freguezia,
e publical-o pela impre isa.
Freguezia do Poco da Paaellsj 27 de Maio de
1366.
Eu, Manoel Franciaco Coelho, escrivo que o es-
crevi.
Atfoiuo Moreira Temporal.
O Dr. Adelino Antonio de Luna Freir,
official da Imperial Ordem da Rosa,
commendador da Real Ordem Portu-
gueza de Nosso Senhor Jess Cbristo,
ejuiz d Direito privativo de. orphSos e
ausentes nesta comarca do Recife e sea
termo, por S. M. o Imperial e Constitu-
cional o Sr. D. Pedro II, a quem Deas
guarde, etc
Fuco saber aos que o presente eait.il virem ou
deilo tiverem conhocimento:
Primeiro, que D. Fraucelina Maria de Jeaua
Cardoso, ca8ada com Antonio da Costa Silva Ma-
duro, dirigo-me petico, afim de ser declarado in-
terdicto aeu predito marido, Antonio da Costa
e Silva Maduro, petico que 01 instruida com doua
atteatado* firmados pelo doutor em medicina, Er-
ttirio Cesar Coutinho e Joaquim Tneotonio Soa-
res de Avelisr, director do Hospiek) de Alienados,
onde a acha recolbido. ,
'7JSegundo, que tendo ido e procesjo coin vista ao
Dr. curadpr geral, opinou eete pelo deterimento da
alludida petico.J
Tercoiro, qu.-i subiodo o referido proceaao mi-
nha coucluflo sellados e preparados, nellea profer
a sentenca do theor seguinto :
Eatando papvadQ cun os docunestos de o*, 3 e
4, que Antonio da Coata e Silva Maduro acba-ae
aoffrendo de alienaco mental, e que portante nc
pode administrar sua pesaos e bens, julgo por
entonga a sua mterdieco e nometo curadora aua
mulhor, Francen* Mapa de Jeaua Cardoso, que
prestar juramento. Publique-ae esta sentenca,
pagas aa cuBtaa ex causa. Kecife, 26 de Maio de
1886. -Adelino Antonio de Luna Freir.
E para constar, mandei pasaar o presente, que
aera publicado pela imprensa e affixadj jio lugar
do costme.
Dado e paaaado nesta cidade do Recife, aoa 29
do Main de 1886.
Eu, lavo Antonio Ferreira, escrivo, o fis.es-
crever e subscrevo.
Adelino Antonio de Luna Freir.
Editaln. 18
O administrador do Consulado Provincial- fas
publico a quem intereswr posaa, que no perodo
de 80 diaa uteia, contados de 15 deate mes, aera
efiectuada por esta repartico a cobranca, Uvro de
multa, dos seguiutea impostes, relativos ao se-
gundo semestre do exorsicio corrente de 1886-86:
Imposto oc repartico.
10 e 20 % sobre estabelecimentos eomraeroiaea
fr e dentro da cidade.
20#000 por eso.HVO empregado em ser vico me-
chaoico.
2tiO re. por baralhp de cartas de jogar.
12 e/t sobre cnsul torios mdicos e esotiptoiWS
de advogadoa e solicitadores.
Consejado Provincial' de Pernambuco, de 11
Maio.de 1886.
Francisco Amyntafde Carvalho Moma.
No dia !1 de junho prximo rao
venda, oa predios, abaixo declarados,
por execuco da Fazenda Provincial.
Recife
Casa terrea ra do Areial do Forte n. 4, com
6 metros a 40 centmetros de largura, 6 metros c 5
centmetros de fundo, 1 port*e 2 janellaa de fren-
te, 1 sala, 1 quarto, cozinha interna, apparelho no
fundo, onde ha 1 porta que d sabida para um pe-
queo quintal murado, e cacimba tneeira,^|ava-
liada em 4004, pertencente a Joo de Souza Pe-
reira.
Sobrado 4 ra de Domingos Jos Martina n. 82.
com 8 metros o 45 centmetros de largura, 15 me-
tros e 50 centmetros de fundo, pavimento terreo
3 portas, urna della-i d entrada para o pavimento
superior, divididos em 4 aaletas e 4quartos sepa-
rados, tendo cada saleta seu quarto e apparelno;
pavimento superior, 4 portas que deitam aobre va-
randa de ferro, 2 salas, 4 quartoa, coanha externa,
com (pparelho, quintal murado e um telhtiro, ava-
liadoem 5:000 j pertencente a Candido Alberto
Sodr da Motta.
Sobrado de 2 andares ra de Domingos Jos
Mar'ins n. 36, com 6 metros e 60 centmetros de
largura, 17 metros e 40 centmetros de fundo, o
pavimento terreo dividido em 2 compartimentos,
1 tem 1 porta de entrada, 1 s da, 2 quartos, cozi-
nha interna e quintal, outro de um s vo, porta
e janella na frente e quintal; no Io andar 3 janel-
ls de frente com varanda do ferro, 2 salas, 5
quartos, cosnha interna; no 2 andar os meamos
coraicodos e soto com 2 quartoa, avaado 3:5003,
pertencente aos herdeiros de Joanna Maria da
Trndade.
Santo Antonio
Casa terrea rita de Paulino Cmara n. 4 com
3 portas de frente, 5 metros e 55 centmetros d>-
frente, 20 metros e oieio de fundo, 2 salas, 2 quar-
tos, 2 corredores, sendo 1 independen!, cozinha
fora, quintal, com cacirab.i, tendo no soto que
ipter. o na fr-rate, e atraz urna gatera, 1 sali, 2
quartos e 1 janella em cada oitSo, em bora estado,
avaliada em 3:000j pertencente a Joaquim Pe-
reira Arantes.
S. Jos
Sobrado de um andar, ra de Domingos Theo-
tono n. 12, com 4 metros e 33 centmetros do lar-
guia, 14 metros e 25 centmetros de fundo, tendo
no pavimento superior varanda de ferro, 2 portas,
2 salas, 2 quartos, corredor independeute. coainha
externa, soto interno, onde ha um salo; pavi-
mente terreo 2 salas, 3 quartos, 2 cacimbas,2 quin-
taos e 2 quartos, avaliada em 3:000$ pertencente a
Juviniano de Souza Pacheco.
Casa terrea, travessa do Lima n. 7, com 4 me-
tros e 20 cen metros de largura, 11 metros e 9
centmetros de fundo, 2 salas, 2 quartos, cosnha
fra, quintal murado, avaado emlOO pertencente
a Manoel Pereira Mngalties.
Boa Vista
Casa terrea ra do Viaconde de Goyanna n.
66, com 2 portas de frente, 3 metros e 90 centme-
tros de frente, 10 metros e 15 centimetroa de fun-
do, com 2 salas, quintal murado e cacimba, em
solo propio avahada cm 6001 pertencente irman-
dade da Conceicao de Beberibe.
Poco
Casa terrea uta do Rio n. 3, com 9 metros e
45 centmetros de vo, 10 metros e 45 centmetros
de fundo, 2 janellas e 2 portas de frente. 2 salas,
4 quartos, cosnha externa, quintal murado, portio
de ferro que d para o oto da matriz e cacimba,
avaliada em 500 pertencente a Jos Jacome
Tass 1.
Pedra Molle
Casa terrea n. 7, com 5 metros e 40 centmetros
de freute, 9 metros e 40 centmetros de fnndo 2 por-
tas de frente, 1 dita e 2 janellas nos oitoe--. 2 salas,
1 quarto, cozinha interna, por 305, oertenc-nte it
Tertuliano Grangeiro de Lima.
A ipucos
Casa terrea no largo de Apipucos a. 28 com 3
metros e 90 ceatinvtros do trente, 8 metros e 60
centmetros de fundo, 2 salas, l quarto. quin' d,
avahada em 4005 pertencente a Jos Alfonso Fer-
reira.
ALUGEL
Santo Antonio
Sobrado de 2 andnrea e loja ra das larangci-
ras n. 12 se ido a luja por 10 mensaes, cornos so-
guintes commodos ; 1 vo dividido por um tapa-
mente de madeira, quintal murado; o 1 andar per
20* mensaes, com 3 janellas, varauda de- ferro,
2 salas e 2 quartos; o 2o andar por 155 tnenaaea,
com 3 janellas de frente, viranda do madeira, 2
aalas, 2 quartos e soto cora cozinha.
Caaa terrea Travessa do Cauno n. 4, por 155
mensaes, com os commodos segrate*: porta e ja-
nella, 2 salas, 2 quarto--, soto interno, quintal cu
1 quarto, ambos os p; odios pertencentes a Jos
Moreira Fragoso.
Casa terrea ra do Coronel Suassuna n. 85
com porta e janella de frente, 2 salas, 2 quartoa
quintal e cacimba por 15 mensaes, pertencente a
Fraancisco de Souza Reg.
Recife, 19 de Maio de 1885.
Pernambucans n. 25. Dr. Antonio de
Araujo Perreira Jacob i ns
Travessa do Payaand n. 1. ADtonio
Auguato de Lomos
dem n. 2. O mesmo
dem u. 3. O mesmo
dem n. 6. O mesmo
Ponte ds Uchda n. 59. Dr. Antonio
Bruno da Silva Maia, 2/8
Ra da Hora n. 25. Antonio da Coata
Rea
Crioulaa n. 17. Antonio Francisco dos
Santos Falcao
Amelia n. 4. Antonio Joa de Azevedo
Becco das Crioulaa n. 2: Antonio Jo
Pereira Baat-s
Llera n. 4. O mesmo
dem u. 6. O mesmo
dem n. 8. .O mesmo
Segundo becco da Ventura n. 4. An-
tonio Mara de Miranda Leal
Baixa Verde n. 24. Antonio'do Paiva
Fe reir
Estrada de Belm n. 2. Antonio Ray-
mundo Lina Caldas
Baixa Verde o. 10. Antonio Paulino
da Silva Pontea Guimarea
dem n. 9. Dr. Antonio Veemte do
Nasciinento Fe tosa
Ra das Pernambucanas n. 20. Ar-
minda Araea Davin
dem b. H B. Arthur Lopes de- Oli-
ve ir i.
Burilo ce .marac n. 9. ArceKtto der
Oliveira Souza
Jao de Barros n. 4. Dr. Ayrea de
Albuqurqne Gama
dem u. 8. Dr. Antonio Annes Jacome
Pires
l'aya.ui l n. 22 A. Baro de Bemica
dem n. 24.0 mesmo
dem n. 18. O mesmo
Ponte de Ik-bOa n. 2f> O meanao
Ventura n 21. O mesmo
Travessa daa Percambucauas n. 13. O
mesmo
Ponte do Ueha n. 30. Baro de hi-
vratnento e outro
Aflictos u. 23. Bartbolomeu Francisco
de Souza
Hora n. 15 A. Benedicto Antouic- de
Almeida
Coronel Aoolouio n 2. O mesmo
Primeiro becco da Ventura n. 2. Ber-
nardina Mara Scbopler
Pernarabucanas n. 25 A. Bernardino
Moreira de Mattos
Crioulas n. 12 C. Bernardo Jos Cor-
DECUKACOES
O procurador dos Feito6 da Fazenda
Provincial, tendo recebido do Thesouro
Provincial a relacilo abnixo transcripta dos
contribuintcs do i'itposto da decima do
exercicio de 1884 a 18"<5 da freguezia da
Graja, que deixarain do pagar o mesmo
imposto no tempo compatento, declara sos
meemos contribuintes qu lhes tica mar-
cado o prazo de 30 dias, a contar da pu-
blicado do presente edital, na conformi-
dade do dispostj no nrt. 33 da le n. 891,
para recolberem a importancia de seus d-
bitos ao Consulado Provincial, certos de
que, findo o referido prazo, se proceder.
executivament" a cobranca.
Recife, 27 de Maio de 1888.
O proourador dos Feitos,
Migu-l Jos de Almeida Pernambuco.
Relacao da decuria da freguezia da Graca do
exercicio de 1884 a 1885
Ponte de Uefaa n. 47. Alberto Mo-
reira Loqe 12#360
Becco de Santo Amaro n 8. Alfredo
de Lento Araujo 30*901
Nuuoa Machad n. 1 A. Antr da Sil-
va Dutra 124360
Graca n. 11. Anna' Franciaea Lias
W.ndarky 305901
Bsoeo do Santo Amaro n. 14. Abo
Joaquina Ribeiro Machado 19588
Baixa Verde u. 21. A Mesan 14488
CriouiMu. I81 Anna Mareoiina Borges
inia 24*729
Ponte de UehH ik 22. aiasii J' *
da Brito Tabsrda, (I/fy7 20*601
Travesea de Fkraandes* Vi ira. n. S.
Antonio, parto 12*016
Primeiro becco da Tamarineira n. 4
Aitooio-Alves Lebre 1**450
rea
Becco da Crua daa Almas n. 4. Dr.
Cl .u lino d* Araujo Guimares
Travessa das Peruambucanas n- 1.
C. C. Duprat
Ventura n. 20. Candido da Costa Dou-
rado
dem n. 15. Candido Goncalves Tor-
res
Pernambucanas n. 50. Carlota Vieira
Ribeiro
Hora n. 4. Carpinteiro Filho & C
Baixa Verde u. 1. Catharina Tolen-
tina e outros
ViecQnde de Goyanna n. 219. Celes-
tino Carpinteiro de Souza, (1/2)
dem n. 21?. O mesmo, (1 Bl
dem n. 215- O mesmo, (1/2)
Idera n. 211. O mesmo, (1/2)
Ide;n n. 21. O mesmo, (1/2)
Ponte de Ucho u. 9. O mesmo, (1/2)
dem n. 1. O meamo, (1/2)
Segunda estrada de Ctmpo Alegre n.
4-B. Cunstovo Jacintho de Lima
Flores
Ponte de choa n. 19. Claudina Se-
nherinha V. de Carvalho
Afietoa n. 2. Clorindo Ferreira Ca-
to
Nuaea Machado n. 23. Custodio Jos
Alves da Silva Guimares
Ventura n. 24. Candida Senhornba
Vieira Lassere
dem n. 8. A mesma
dem n. 30. A mesan
dem n. 32. A mesma
Joi< de Barros n. 6. Dr. Deodoro
Ulpiano C Catsnho
Travessa la Peitosa u. 4. Diogo Bap-
tista Fernandes
Pernabucanas n. 3S. Domingos Ber-
nardino da Cunha
Beoco da Crus das Almas n. 8. Eleo-
nora Maria de Albuquerque, filha da
Eustorgio Jos de Albuquerque (1/2)
Becco tic Itamarac n. 20. Elias Ave-
lino de Barros
Ventura n. 12. Emilia Joaquina de
Med-iroa
Segunda estrada de Campo Alegre n.
2. Ernesto Se Leo.odo
Travessa do Feitosa n. 7. Estevo
Rodrigues C unpanha
Bario de Itamarac n. 12-A. Fran-
cehna Aureliana Alves e outros
Segunda travessa de Campo Alegre
n. 10. Fabio da Costa Almeida
Martina
Travessa da ra Amelia n. 1. Fabio
Antonio Joaquim da Silva
Joo de Barros n. 2. Fabio de Albn-
querque Gama
Rosarmhon. 1-A. O mesmo
Hora n. 11-A. Felippe Benicio
Kosannho n. 4. Felisbino de Mendon-
ca Vasconcelloa
Belem n. 7 K. Flix Francisco da
Cruz
Travessa de Campo Alegro n. 4 A.
Florencio Jos dos Santos
Iden das Pernambucanas n. 2. Fran-
cisco Antonio Tavares
Baixa-Verde n. 17. Francisco Avila
de Mendonca
dem n. 19. O mesmo
Dr. Feitosa n. 5. Francisco Basilio
de Aramia
Agua-Fria n. 4. Francisco C ampello
Pirea Ferreira
Travessa das Pemamoucanas n. 11.
Francisco Carneiro Machado Ros
Coronel Francisco Jacintho n. 1.0
mesmo
Nunes Machado n.
cilio Fernandes
raes
dem n. 18. O mesmo
Travessa do Feitosa n. 19. Francisco
Furtodo de Menflonca
Opunga n. 11. Francisso de Freitas
Gamboa
dem n. 19.
Idemn. 21.
11 m n. 23.
Baixa-Verde n. 15.
vea do Sexas
Travessa do Feitosa a. 9-D. Francis-
co Jos de Brito
dem d< s Aflictos n 4. Francisco de
Ol veira
Pi metro becco da Tamarineira n. 2.
Francisco Por.-ira Barbosa
Crioulas n. 35. Francisco Pereira
Bastos
Viscoada de Goyanna n. 191-D.
Francisco Pinto Magalhes
dem n. 191-B. Francisco Pinto Ma-
galhes
Dr. Feitosa 11. 1-A. O mesmo
16. Francisco Ce
da Silva Guima-
0 mesmo
O meamo
O mesmo-
Francisco Goncal-
TrnvesBBv de Carado
Francisco Xavier de i
legre n. 2
buquerque
ico Chaves e
Ferreira
AfHictos 11.
outros
Amisade 11
da Silva
Idera u. 31; O meamc
dem n. 33. O mesmo
Amiaade n. 35. O me mo
Travessa do R'satinhcn. 11. Gabriel
odopiano Gorgonio
Petwnbuefcnaa n. 33. Gaicanodov
quiui Nazario
dem n. 35 O mesa!
dem u. 37. O raeanx
Crioulasn. 6. GujlheittV Pereira Uta-
tos'e outros
dem ?. 8. Os meamos
Idemn. 10. Os meautoe
dem n. 12. Oa meamoa
Creoulaa n. 12 A. GuilbW* Pereiaa
Bastos
Id Ventara *. 28 Heasja LlMerm
Viaconde de Goyanna n. 16t Heara-
queta A. de B. Burbwtaqur
i
49*442
15*458
24*720
49*442
*7*081
41*202
9*908
24*720
10*300
4*954
4*954
9*908
9*908
24*720
12135': ,
12*360
41*202
41*022
15*450
166
4*760
82*40*
24*721
103*905
20*601
12*360
72*103
20*601
4MU5J.
82*404
36*051
6*1.80
7*416
9*908
30*901
18*510
21*630
12*360
20*601
41*302
43*262
9**16
30*901
1O5SO0
20*001
25*750
10*300
10*300
8*651
41*202
6#10
**soc
30*901
24*721
12*36C
18*340
13596
12*360
11 202
14*832
21*630
10*300
19*816
14*832
7*416
18*5HG
12*360
6*180
41*202
24*720
3*708
24*720
12*360
9*908
12*360
7*416
7*116
9*998
125360
185540
37*081
13*596
15*450
14*832,'
55*622
30*901
30*901
30*901
9*908
12*360
9*9.:8
95908
14*832
42*025
125360
22*248
12*360
72*108#
9*a
61180
6518
12*360
7*416
9*808
8*651
8*d5
12*360
12*8 0
12*3Wf
95908
9*908
98*891
614*02

{
}
\


Diario de PernambncoSabbado 29 de Maio de 1S6
Herdeiros Alfredo e
de Isabel Alheiros
-
Capunga n. 6.
Idalina. filbos
Machado
Affiictos n. 14. Herdeiros, viuva do
Dr. Joao Dommgaes da Silva
Corcunda u. 2. Herdeiros, Albos de
Joaquim Elias de Moura
Ventora n. 9. Herdeiros filbos de Joa-
quim Jos da Costo Fajoles (me-
tdJ) ,
Paysand n. 46. Herdeiros de Jos
gydie Ferreira (parte) ....
Affiictos n. 33. Herdeiros de Jos de
Magalhes da Silva Prieto (parte)
Ponto d'Ucha n. 47. Herdeiros de
Mara Baptista
Travessa do Fetosa o. Honorio
Jos Ferreira
Hora n. 2 C Ignacio Mrques
dem n. 31. Innocencio Jos de bailes
Conde da Boa-Visto n. 128. Isabel
lgnacia de G. Villela
Pernambucanas n. 24. Isabel Maria
Ferreira da Silva
Isabel Maria Baptista Fragoso
Travessa dos Affiictos n. 2. Jaciutho
Fernandes da Silva
Coronel Apolonio n. 6. Jacintho Mar-
tin8 de Oliveira
Segunda estrada de Campo Alegre n.
4 C. Josepba, filha de Fran:isco
Pinto de Assis
Ventura n. 16. Dr. Jos Zeferino Fer-
reira Velloso K.
Baro de Itomarac n. 12. Josepba
Ferreira de Jess
Segunda estrada de Campo Alegre n.
4 A. Joao Antonio alendes
Portelia n. 13. JoS)
Pernambucanas n. 22. Joo Alves Fer-
reir* Gama
Coronel Francisco Jacintho n. 11. Joao
Baptista de Castro e Silva Jnior
Travessa do Feitosa n. 17. Joao Fran-
cisco dos Santos
Ventura n. 14. Joao Ignacio de Avila
Hora n. 21 A. Joo Joaquim Alves
Travessa da Baixa-Verdo n. 3. Joao
Joaquim de Siqueira Vareiip
Ponte d'Ucha n. 6. Joao M^el Pon-
tual Jnior
Afflictos n. 7. Joao Martins 4o Rio
Becco do Jacintho n. 2. Joo Pereira
Bastos i ,
Affiictos n. 12. Joo do Reg B. Fal-
cao
Capnnga n. 7. Joo Rodrigues de Mou-
ra
Campo Grande n. 10. Joo dos San-
tos Coelho
Creoulas n. 37. Joaquim Antonio Pe-
reira Bastos
Rosari aho n. 13. Joaquim de Barros
Lina Wanderley
Amizade n. 2 A. Joaquim Francisco
das Chagas e Silva
Hon n. 22. O mesmo
dem n- 24. O mesmo
dem n. 20. O mesmo
Rosarinho n. 6. Joaquim Francisco
Lavra
Pa ysand n. 20. Dr. Joaquim Jos da
Fonseea e outro
Hora n. 3. Joaquim de Oliveira Mello
Ponte d'Ucha n. 16. Joaquim Pinto
Lapa
Primeira Travessa de C*mpo Alegre
n. 1. Joaquim Rosa da Silva Fer-
nandes
Pouie d'Ueha n. 24. Jorge Jaoome
lasso
AmUade n. 45. Jos Antonio Fe reir
Vinbas
dem n. 47. O mesmo
Travessa da Baixa- Verde n. 4 Jos
Bernardo de Senna
Pernambucanas n. 3 A. Jos Dativo
dos Passos Bastos
Creoulas n. 2S A. Dr. Jos Diaiz da
da Silva
dem n. 90. O inesmo
Estrada nova de Beberibe n. 2 A.
Jjs ielippe da Fonseea Tava es
Hnnes Machado n. 12 A. Jos Fer-
reira de Mianda
Travessa do Paysand n. 5. Jos
Firmo Xavier
Amiaade n. 40. Jos Francisco de S
sitio
Ideaf n. 28. O mesmo
dem n. 30. O mesmo
dem d 32. Jos Francisco de S Lei-
to
Ideu. n. 34. O mesmo
Travessa das Peruambucanas n. 3 A.
Jos Grogeao
Amisade n. 18. Jos Jacomj Tasso
Belm n. 1. Jas Joaquim Antunes
Santo Elias n. 14. Jos Joaquim Pe-
reira Pimentel
Idom n. 16. O mesmo
dem n. 18. O mesmo
dem n. 26. O mesmo
Paysand n. 46. Jos Joaquim dos
Santos (parte)
Pernambucanas n. 18. Jcs Lopes Da-
vin
37/08
244720
30/901
30/901
27/463
23/175
23/004
6/180
9/908
12/360
24/720
22/248
46/351
4/325
18/540
72/103
18/540
14/832
7/U6
24/720
GUMB
14/832
49/442
7*776
17/304
12/360
12/360
66/745
49/442
41/202
14/832
18/540
24/720
37/081
19/816
19/816"
19/816
37/081
51/502
30/901
19/816
aofMo
154/507
9/908
9/908
6/180
4*943
20/601
37/081
7/416
21/720
9/908
14/832
17/301
14/832
17/304
17/304
245720
4U-'0J
37/081
17/304
14S832
14/832
13/734
51/502
Afllictosn. 1 A. Jos Marques dos
Santos Agoiar
Agua Fra n. 3. Jos Martins do Rio
Baita Verde n. 28. Jos Maria Scho-
flar
Pernambucanas n. 40. Jos Nones de
Oliveira
Anisade n. 42. O mesmo
dem n 44. O mesmo
Baixa Verden. 8. Jos Pereira Bas-
ts eoutros
Belm n. 10 C. Jos Ribeiro da Cruz
Poi tolla n. 7. Jos Pereira Doarte
Pernambucanas n. 31 Jos Rodrigues
lleirao
Ponte de UchSaJn. 17. Jos da Silva
Loyo
Afflictos n. 15. O mesmo
Ponte de Ucha n. 15. Jos da Silva
Loyo Filho
dem n. 14. O mesmo
Joo de Barros n. 6 A. Dr. Jos So-
riano de Sonza
Peruambocanas n. 56. Jos Vital de
N-'greiroj
Bario de Itamarac n. 2. Josepba Ma-
ria de Jess
dem n. 4. A mesma
dem n. 6. A mesma
Ventura n. 5 B. Julio Cesar Vieira
de Amoiim
Feitosa n. 3. Justino Francisco de
Assis
Baixa Verde n. 26 A. Jos Maria Scho-
fler
onte de Uchoa n. 3. Libanio Candi-
do Ribeirc
Pernambucanas n. 64 Luiz Lopes
dstello Braceo
Rosarinho n. 7. Manoel Bartholomeu
de Lima (1|2)
dem n.7. Maria Francisca de Lima
(dem)
Travessa do Feitosa n. 6. Manoel An-
tonio de Albuquerque Machado
Travessa das Peruambucanas n. 2. Ma-
noel Cavalcante Coelho
Ider n. 4. O mi sino
dem n. 8. O mesmo
dem n. 10. O mesiuo
dem n. 12. O mesmo
dem n. 14. O mesmo
dem n. 16. O mesmo
dem n. 18. O mesmo
dem n. 20. O mesmo
dem u. 22. O mesmo'
Affiictos n. 29. Manoel daCunba Reis
lleco de Santo Amaro n. 10. Manoel
Antonio Ferreira Gomes
Joo de Barros n. 26. O mesmo
Visconde de Goyanna n. 219. Manoe
(arpinteiro de Suuza (1|2)
dem n. 217. O mesmo (idem)
O mesmo (dem)
0 mes no (dem)
O mesmo (idem)
O mesmo (idem)
O mesmo (idem)
O mesmo
COMERCIO
ttolsa coaucrclal de Pcrnam-
Imco
RSCIFE, 28 DE MAIO VE lSb
As tres horas da Urde
1 Vacie* ujicia.es
Cambio sobre Lodrt 90 d/v. 21 11/16 d. por
1/000,
Dito sobre dito, vista, 21 9 16 d. por 1/000.
Cambio sobre Lisboa, vista, 150 l/ de premio,
de bance.
O -residente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
U-ii..iAit/S PLIC0S
M x ce Maio do 1886
ALFAN-jEGA
dem n. 215.
dem n. 213.
dem n. 211.
dem n. 102.
tem n. 101.
Ponte de Ucha n. 9.
dem n. 1. O mesmo
Pernambucanas n. 16. Manoel Caval-
cnte Coelho
Idi m n. 46 A. O mesmo
I'arnamcirim n. 3. Manoel Duarte de
Figueirdo
Joo de Barros n. 10. Manoel Ferrei-
ra Pinto de Aranjo e outros
Travessa do Portelia n. 1 A. Manoel
de Figueirdo
Ponte de Ucba n. 37. Manoel Her-
menegildo G. da Silva
Baro de Itamarac o. 3. Manoel Jo-
vino do Carmo e Souza
Visconde de Goyanna n. 185. Manoel
de Jess Ferreira Fianca
Crioulas n. 53. Manoel Marques
Avila
Amizado n. 4. Manoel Merques de
Oliveira
1 Becco da Ventora n. 8. Manoel Pi-
nheiro da Silva
Baro d-j Itamarac n. 5. Manoel Sa-
uino
Xuues Machado n. 6 A. Marceoo da
Silva Lima
dem n. 6 B. O mesmo
dem n. 10. O nn sino
dem n. 2. Maicos Ribeiro Pires
Feits n. 2. Maria Adelaide do N.
Feitosa
Travessa de Fernandes Vieira n. 8
Maria Amanda, (parte)
dem u. 8. Maria Anglica, (parte)
Becco da Cruz d.s Almas n. S. Ma-
ra Annunciiida de Albuquerque
Crioulas n. 20. Maria Eutrazia de A.
M ria
Capunga
Piuto
Paysand n. 5 L Maria Gertrudos de
J. Xavier
T.-avt-ssa do Pi.ysand n. 5 B. A mes-
ma
Belm n. ICE. Maria Isidora
Vicoode de Goyanna n. 165. Maria de
de J. Texeira Franco
1 ravessa de Fernandes Vieira n. 8.
n. 27. Maria Felismina
24/720
12/360
12/360
34/720
18/540
18/540
10/715
9/908
3/708
41/202
77/253
20/601
41/202
10J715
20/601
43/262
21/430
20/001
24/J2J
17/304
14/832
7/724
7/416
49/142
15/150
15/450
6/180
9/908
19*860
7/416
7/416
6/180
9/908
9/908
7/622
6/180
12/360
61/802
3u/90l
41/202
10/300
20/60!
25/750
0300
10/300
12/360
12/360
8/651
41/202
24/720
18/=-40
41/202
20/601
9J908
24/509
18/510
37/OSO
49/140
9/906
18/990
3/708
12/360
125360
12/360
9/808
14/832
12/016
12/016
5/149
24/7J0
9/908
9/908
9/908
12/360
61/502
Maria Luiza, (parte) 12/01
Amizade n. 1 A. Maria do P. da Por -
ciuncula Amorim 8/651
Crioulas n. 33. Maria Pereira Bastos 19/816
Tamarineira n. 9. Maria Rita da Con-
ceicio 24/720
Estrada Nova de Beberibe n. 1. Maria
Victoria de Souaa 12/360
Belem n. 24. A mesma 7/416
dem n. 26. A mesma 7/416
Idom n. 28. A mssma 7/416
dem n. 30. A mesma 37/080
dem n. 18. A mesma 8/651
dem o. 20. A mesma 7/416
dem n. 22. A mesma 7/416
Eocruzilhada n. 6 Maria Victoria de
Souza 14/832
dem n. 8. A mesma 9/90 i
dem n. 10. A mesma 12/360
dem n. 2. A mesma 14/832
dem u. 4. A mesma 12/360
Belm o. 16. A mesma 8/651
Becco da Cruz das Almas n. 6. Mathis
Gomes Fernandes 21/630
Idemn. 2. Melani Schlosser 30/901
Pernambucanas n. 2. Maximino la
Silva Gusmo 7/416
dem n. 4. O mesmo 4/954
dem n. 6. O mesmo 72416
II ira n. 12. apoleo Olympio Pe-
res 12/360
^onte de Ucha n. 34. Nicolao
Harly 61/803
Travessa de Fernandes Vieira n. 8.
Octavio, (parte 12/016
Afflictos n. 1 A. Olympio Francisco de
Miranda Silva 4/325
Bdem n. 12. Olympia Cavalcante Pes-
soa, parte) 6/438
Travessa de Fernandes Vieira n. 8 A
meitn- 12/016
Hora n. 15. Pedro Rodrigues da
Silva 6$ 180
Camp. Grande n. 2 B. Reeolhimento
da Gloria 6/180
2" Travessa de Campo Alegre n. 2 A .
O mesmo 6/180
Ponte de Ucha n. 57. Rosa Candida
GoDcalvea Ferreira 6/803
Pernambucanas n. 66. Rosa Fran-
cisca de Souza Coelho e outros 49/440
Ponte de Ucha n. 59. Risa Goncal-
ves de Jess 37/080
dem n. 61. A mesma 82/404
Crioulas ii. 65. Rufina Maria da Con-
ceico Leinos 72/103
2a Lravessa de Campo Alegre n. 2 A.
Ricardo 6/130
Campo Alegre n. 4. Sa'ustiano Fran-
cisco de Souza 6/180
Jto de Barros n. 12. Sebastio Jos
da Silva Braga 61/803
1 Bec;o da Ventura u. 5. Serapbim
Jos Lopes 20/610
Crioulas n. 25. Sil vino de Paula Ro-
drigues 30 901
Amisade n. 11. Silvino Cavalcante de
Albuquerque (doutar) L'7/192
Santo Elias n. 28. Tbeodora Joaqui-
na de Suuza Braga 12/360
Francisco Jacintho n. 7. Theotonin
Jos de Souza 18/510
Travessa da Baixa Verde n. 2. The-
reza Joaquina Jesuina 12/360
Belm n. 6. Thomaz Alvee Maei.l 41/202
Pernambucanas n. 25 B. Thomaz Ja-
cintho de Souza 9/270
Travessa do Feitosa n. 2 A. Ti ajano
Sabino da Cunha 9/908
Travessa das Pernambucanas n. 3.
Viente Antonio do Espirito Santo 41/202
Ctpunga n. 13. Vicente Ferreira do
Espirito Santo 24/720
Ventura n 23. Vicente Ferreira Pinto 37/080
Graea n. 1. Vicente Ferreira de San-
ta Anna 12/360
Dita n. 1 A. O mesmo 145214
Diton. 3. O mesmo 19/810
Dita n. 15. O mesmo 12/31)0
Pernambucanus u. 25. O mesmo 14/832
Dita n. 25 D. O mesmo 14/832
Dita n. 26. O mesmo 14/832
Diton. 28. O mesmo 7/724
Ponte d'Ucha n. 37. Virginia Leopol-
dina G. da Silva 24/509
Belm n. 12. Visconde de Utinga
(parte) 45/064
Ponte d'Ucha n. 4. Zeferino Velloso
da Silveira 51/502
Companhia
Jo Jc>JSfcXjQ jB
Os senhorea accionistas desta companhia qoei-
ram vir receber o 76 dividendo na razo de
4/400 por aeco, e coja pagamento se effectuar
diariamente at 31 do corrente mez, e ao depois
nos sabbados, mas sempre das 10 horas da ma-
cha 1 hora da tarde
Escriptorio da companhia do Ba'bcribe, em 15
de Maio de 1886.O director secretario,
Jos Eustaquio F. Jacobina.
Emprearla do abantecimento d
agua e gas a cldade de Ollnda
DEVEDORES EM ATEAZO
Tendo a directora, em sessao de 15 do
corrente, resolvido receber por intermedio
de um soliu itador todas as contas de con-
suma i do ros d'agua e gaz em atrazo, a
contar do armo de 1876, resolv n'esta
data encarregar de tal cobrarla o Sr.
Diogo Baptista Fernandes, a quem espero
attenderao desde logo os mesmos devedo-
r<*B, certos da justica e equidade de simi-
lhtnte resolucilo.
Escriptorio do gerente 28 de Abril de
1886.
Antonio Pereira Simdes.
Irmandade do Sonln r Boni Je-
ss das Chagas
Pelo presen e. convidj aos Carissimos irmos
para s 10 huras da manb, do dia 30 do correute,
dignarem-se comparecer no respectivo consistorio,
afim de tratar-se em mesa geral sobre negocios
urgentes inhereatri indicada irmandade.
O secretario,
Amaro Joaquim do Espirito-Santo.
De orden do Illm. Sr. inspector, faco publico
que a junta administrativa da caixa de amortisa-
eo, rcsoheu prorogar at 31 .le dezembro de
corrente anno, o praco para a substituic.au, scoi
descont, das notas de 2/0C0 da 5a estampa, 10/
da 6- e 5/ da 7.
Thesouraria de Fazenda dj Percambuco, 27 de
Maio de 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
Irmandade do Divino Espirito-
Santo do liedle
i;l O vido a todos os nossos irmos comparece-
n m i ni n i i.sistorio, no domingo 30 do cor-
renti-, pelas 11 huras da inanh, para em assfin
b:a geral proci-r.cr-se a eleieSo ds ineirbros
a mesa reg-'dora do exercicio de 1886 a
THEATRO
Sabbado, 29 de Maio
D.
O invencivel SANSO do seculo XIX levar
algom dos seos inimitaveis trabalbos pelos qoaes
meroseo de publico e de todos 0:1 paizes por onde
tem passado, os maiores applausos e o titulo de
Grande desafio aos Hercules
O primeiro Hercules do mundo desafia a qual-
guer pesaoa e aos que te teem apresentado como
Hercules, a fazer com a sua BNGALl DE FERROo que elle fizer, apostando.
Ordem do espectculo
PRIMEIRA PAUTE
A Bcngallaba de Ferro.Trabalho ex-
traordinario com urna grossa barra ae ferro, con -
tendo duas grandes bolas de chumbo as extremi-
dades. Depois de alguns exercicios, o Hercules,
deixando-a cahir sobre as curvas do3 bracos, a fa-
r saltar p^r cima da cabeca, pelo impulso gigan-
tesco de seus msculos de ac, e em seguida, com
o dorso sobro o chao e os bracos para traz, a le-
vantara.
O Torno de Plulo.Trabalho deslum-
brante coin quatro ferros de 22 ou 24 millimetros
de groseura cada um. Dobrar os ferros com os
dentes, servindo a bocea de torno e com o) bracos
servindo estes de
Eases f-iios sero
espectadores pelos empregados
C
KEKD GSBil.
De 1 a 27
dem de 28
Renda pboviscial
De 17 a 27
dem de 28
613:579/^71
20:268/902
40:169/289
2:443/619
633:848/173
42:612/P08
Total
RecBBBDORU D 1 a 27
... ,. de 28
676:461/381
31:833/300
1:889*922
CoBSCLADO I'BOVIMCUL
dem de 28
-D 1 a 27
33.72d222
90:958544
4:942 834
Cevadinba 15 garrafocs a Rosa & Queiroz-
Cimento 200 barricas a AfFonso Oliveira t
100 a Prente Vianna & C, 1,210 ordem.
Cade i ras de vime 36 volumes a A. Duarte Car
r.eiro Vianna.
Cerveja 39I'caixas ordem. 150 a H. Nnescb
& C, 30 a Costa & Medeins, 30 a Joaquim F. de
Carvalho ft C 41 a Rosa & Queiroz.
Chas de marmore 1 caixa a Manoel da Cunha
Lobo.
Genebra 85 caixss ordem, 50 a S. Basto,
Amorim & C.
Ervilhas 15 garrafocs a Rosa & Queiroz.
Louca 15 caixas a Costa & Medeiros, 1 22 har-
nea e 62 grades ordem 6 a Deodato Torres &
Companhia.
Lamparinas 1 caixa a A. D. Carneiro Vianna.
Mobilia 1 caixo a Manoel da Cunha Lobo.
Machinas de costura 18 caixas a A. P. de Souza
Soares.
Mercaderas diversas 17 volumes ordem, 3 a
H. Vogely.
Madeira de pinho 300 pranchoes ordem.
Pcrtencus para machinas de costara 2 caixas a
A. P. de Souza Soares t C.
Pimenta da India 20 saceos ordem.
Parafina 10 caixas ordem.
Phosphoros 180 caixoes ordem, lfcl a Rodri
goes de Faria & C, 50 a Ferreira Rodrigues &
C., 10 a Domingos Ferreira da Silva & C, 30 a
Joao Fernandes de Almeida.
Papelo 20 fardos a D. A. dos Reis.
Papel de embrolho 846 fardos ordem, 510 a
Jos de Maeedo, 250 a S. Basto.Amorim & C, 200
a Afionso Oliveira & O, 25 a Rosa & Queiroz.
Sag 10 garrafoes aos mesmes.
Sebo 15 barricas ordem.
Stearina 10 caixas a Casemiro Fernandes & C.
Vidros 9 volumes a B. Duarte Campos t C, 5
a Otto Bohers Successor
Velas 50 caixas a F. Goedes de Araojo. ,
:)ESPACHS HE EXPORTADO
.;a 27 de Maio de 1886
Rbcitb dbavvmw De 1 a
dem Je t
95:901378
17:395/043
439*841
17:834*884
DESPACHOS DE IMPORTACAO
Barca franceza Lux e A. Marte, entrada de
Xew-Port no da 28 do cotrente e consignada a
Johnston Pater & C, maaifeston :
Carvo de pedra 550 trfisladas ordem.
Barca niroepuenae S'adona, entrada de Cdiz
no da 28 do corrente e consignada a Hermann
Lundgren & C, manifsstou :
Sal 295 lastros or/em.
lanifs
or/e
Brigue aMemlo Vera, ehegado de Hamborgo no
da 28 do torrente e consignado a Fosocci Irmos
* C, manirestou :
Barras de ferro 300 e 250 feixes a A. D. Car-
neiro Vianna.
Para o exterior
Nao houve deipacho.
Para o interior
No vapor nacional Ccar, carregaram :
Para Manos, P. Alves & O 35 volumes com
1,365 kilos de assucar brancu ; Baltar Irmos 4c
C. 60 volumes com 2,803 kilos de assucar branco e
30 barris com 2,880 litros de agurdente ; P. Pin-
to & C. 50 barris com 4,800 litros de agurdente ;
M. J. Alves 40 latas com 900 kilos de assucar
branco.
Pata o Para, M. J. Alves 130 barricas com
8,879 kilos de assocar branca; Amorim Irmos .v
C. 100 barricas com 6,464 kilos de assocar bran-
co ; 8. G. Brito 500 volumes com 28,000 kilos de
assocar branco ; V. da Silveira 200 volumes com
10,800 kilos de assucar branco ; Baltar Irmos &
C. 4 barricas com 141 kilos de assucar branco ;
J. J. da Fonsera 500 saceos com 31,000 kibs de
miltio i E. F. Saboia 2 caixas com 140 kilos de
D. Saldanba 1 caixa eom i0 kilos de
H. de S. PerelB Saccessores 14 caixss
30
Seccao do Contencioso do Thcsourc Provincial,
26 de Maio de 1886.
Manoel do Nutrimento Silva Bastos,
1 orficial.
Club de regatas per-
nambucano
De urem do Exm. Sr. Dr. presidrnte, convido
os senhores socios que estiverem quites com o co-
fre social, a se reuoirera em assembla geral, do-
mingo 30 do corrente, s 11 horas do dia, na sede
deste club, afim de proceder-se a eleico para o
novo conieiho administrativo.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
cm 26 de Maio de 1886. O 1 secretorio,
Osear C. Monteiro.
Pra o Cear, Balta- Irmos 4 C. 20 saceos
com 1,500 kilos de assucar branco.
No lugar noruegoenso Sophie, ^arregaram :
Para Maco, H. Lundgrin i C. 800 saceos com
farinia de mandioca.
No hiato nacionai lres, carregoo :
Para Mossor, J. J. de Caitro Medeiros 500
saceos com farinha de mandioca.
Na barcaja Conceirao, carregou :
Para Maco, M. Gonc>l\es da Rosa 520 saceos
com farinha de mandioca.
Xa barcaca Para Macahyba, Am>riui Irmos ai C. 1,060
saceos coin farinha de mandioca.
No cter nacional Colombo, carregaram :
Para o Natal, Fernandes & Irmo 534 saceos
com farinha de mandioca.
Na barcaca Fez Destino, carregou :
Para S. Miguel, C. J. da Costa 10,000 litros
de sal.
No hiate nacional Correio de Natal, Catre-
gar m :
Para o Natal, P. Alves & C. 4 barricas cora
300 kilos de assucar refina o c 4 ditas com 300
ditos de dito mascav&do.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios sahidos no dia 28
Manos por escalaVapor nacional Cear,
commandante Guilherme Pacheco, carga
varios gneros.
Rio de JaneiroBarca norueguense Ma-
dona, c^pitao T. Pederaen, carga sal.
Rio de JaneiroPatacho nacional Osear,
capitao Jos dos Reis,'carga sal.
AntilbasBarca a-noricana Qamaliel, ca-
pitao D. E. Oroktte, em lastro.
BarbadosLugar inglez Viola, capito Ja-
mes Jalliffe, em lastro-
Observacdo
Nao houve entrada.
para
1887.
Consixtorio da irmandade
Santo do Rccife, '-1 de Maio de
O CscrivZo,
Julio Ferreira da Costa Porto.
Venera el irinaucl;>de da glo
Hosa cultora Mant'.lnna da!
igreja da Wanla Cruz.
De ordem da mesa regedoia desta irmandade
envido a t .d''s os'ii.)8sos irmcs a couiDareeerem i
em n^sso cmcistniio, domingo 30 do corrente, pe- ,
Ins 10 horas do din, afim de reunidos em mesa
geral, rr8olverii''8 s b construcQao de Cataeuinb.i.s,
no Cemit'ri, para os nossos irmos, e outros as- '
sumptoB a bem de nossa irmandade.
(Diiatorto, 28 nv Maio de 1886.
O secretar.
Maii'i. I ar de Sant'Anna Araojo.
Circular n. 9
TIioMourn ia de Poriinmhuco. '7 de
Halo de !
O inspector enuinunica ac s tenhores collfctorcs
das rendas geraes desta provinei pura seu co-
iihcciiiicntii e litis convenientes, que segundo pa-
tieipo a esta th' sooraria
ami rtisaen, em officio de 13 do crrente, a junta
administrativa daquella repiirtico resolv u pro-
rogar at 31 de dezembro pr< limo futuro, o prazo
para a subs'.ituico, s ni '< se uto, das notas de
20O0 da 5- estampa, 10 da 6' e 55 da 7.
Antonio Cartaoo da Silva Belly.
apresentados aos
da companhia.
SEGUNDA PARTE
O Andor da* \ace.-.Efpaatw tra-
balho levantar com os den tes urna pipa, teud'
em cima dous meninos seatados, sendo um em urna
cadeira e sustentar muis cinco meninos eai diver-
sas posi^oes, tudo ao mesmo ti'inpo.
A AlnvniK-a de Are biiaedcM. Sur-
preudente trabalhosustentar o cirpo sobr alavanca e de cali -ca para baixo sustentar com os
deotes um trapesio e t m os bracos mais dous tra-
pesios, tendo em cada um, u na pess a.
TER0EIRA PARTE
A empresa tem a honra de participar que, afim
de que o respeitavel publico possa apreciar c m
venientement os trabalho* do celebre e sempre
upplaudid) Hercules, mandar rx.r nj thratro
sua dispooi;o as pip.s, birras, pesos e todos os
mais spparclhos.
Tnnbjn faz (ciento que o proprio Hercules
consente que o exuniuein possue algnm >ppa-
re}bo oceulto ou se s<5 se confia na excepcional fot-
ca muscular que possue.
De v'\3 ser npreser.tada apr<'cii.c;1) publica,
a iuip rl.-.nte machina ELCTRICA, afim de que
possain apreciaros eft'-iios de sua grande luz elec
do Divino Espirito- *" '-q"valeute a 2.600 vela..
j^q r hm segoida i elo flma.i di mesma luz apresen-
tar-se- bi
Circular n. 10
Thesouraria de Fazenda de Per
nambueo. ** de Malo de SO
O inspect or declara aos senhores co lectores das
rendas geraes da provincia, que achaido-sc con-
vertido em sello os emolumentos da tabella anne-
xa ao decreto n. 4553 de 24 de Abril de 1869, em
virtode do 3" da lei n. 2940 de 31 de outubrode
1879, devem cobrar 1000 de sello das certidoes
de matricula de escravoe que forem requeridas,
de accordo com a tabella B | 1 n. 15 do doereto
n. 8946 de 19 de Maio de 1883 ; e que de toes
certidoes nao se cobrara buscas, em consequencia
de estarn os livros de matricula de escraoos
ai i da em andamento.
Antonia Caetano da Silva Kelly.
de
a imprtame colieeoao
VISTAS DISSPIWIVAS
ou
itosfle
Prograinnia das vistas
1 Porto de Portugal.
2 Panorama do e ntro de Portugal.
'J Torre de Belm era Portugal.
4 Combre de Porto^ul.
5 Cloitre do convento de Portugal.
(i Marinho do porto ere Portugal.
7 Panorama de Cintra em Portugal.
8 Torre do palacio de Ciatra.
9 Lisboa e Portugal.
10 Ceimbra e Portugal.
11 Porto do Lisboa.
12 Panorama de Lisboa.
13 Os navios do porto de Lisboa.
14 Porto do peixe de Lisboa.
15 Mares de Lisboa.
16 Porto de Gaia.
17 Marinha do porto de Lisboa em paz.
18 apoleo com sen estado-maior.
A$soci8o Coniiercial Agrcola
de Pernambuco
inspector da caixa de,,9 Tomadi de Ardaham pelos rus.os.
20 As tropas de Versal bes.
-'! Batalha de Waterl.o.
22 Batalha do rei Guilherme.
23 Cor!c de Bullala, Portu8al.
24 Copella iraperfuua de Bilhaia.
25 Saceada do conveato de Balhala.
26 Frente da corte de Balhala.
27 Frente da corte de Belm.
28 Frente da Sala Capital.
29 Porto do coavento de Thomar.
30 Castello de Luiz de Le-homem.
31 Cidadu de Alcobaca em Portugal.
3 Frente do eonvento de Alcobaca.
33 Estatua de Venus Barithese em Roma.
De ordem do Sr presidente convida-se aos Srs.
socios d?sta associacao para eornpareccrem na sede
da mesma associacio, no da 31 do corrente pelas
10 horas da manha, afim de tratar-se de negocios 34 Idem de Paune de nympha I etersbourg.
iittinentes assoeiaco. p 1^ Kecife, 18 de Maio de lbS6.
Sebaitio Manuel do Reg Barros,
1 secretario.
Maranhao, L. G. da Silva & Pinto
barricas cen 3,6*5 kilos de assocar branco.
VAPORES ESPERADO*
PorKense de New-York hoje
La Plata do sol boje
Jacuhype do sul Junho hoje
Pinance do sul a 3
Alonaos do norte a 3
Gironde da Eoropa a 3
Orator de Liverpool a 4
Marinho Visconde da Bahia a 4
Aconcagua do sul a 6
Ville de Cear do sol a 6
Baha do sol a 7
Ville de Santos da Eoropa de New-Port News a 7
Colorado a 7
Elbe da Europa a y
Espirito Santo do norte a 13
Tomar do sol a 11
Para / do sul a 17
Hamburg de Hamburgo a 20
Tpojuea do norte a 20
Cear do norte a 23
Neva da Europa a 24
Congo do sul a 25
Tagus do sol aay
Thesouraria de Fazenda
De crdem do I lm. Sr. inspector, faco publico
que no dia 5 de JulbT prximo vindouro, perante
a i-essfio da junta, recebem se propostas cm cartas
fechadas para o tornecimento dos artigos de expe-
diente abaixo declarados, que sefazem precisos ao
Arsenal de Guerra, no semestre de Julho a De-
zembro do corrente anno :
Caderudas em branco de papel fiume, pautado,
com 50, 100 e 150 folhas, uuia.
Canetaa finas, duzia.
Ditas entre finas, idem.
Caivetes finos, um.
Envelopes para oficios timbrados, cento.
Esptulas d osso, om.i.
(rampas para prender papel, caixa .
(on.ma arbica, frasco.
Lapes de Faber, dozia.
Ditos de duas coree, idem.
Ditos de borracha, idem.
Lacre encarnado, pao.
Livros em branco de papel fiume, pautado com
100, 150 e 200 folhas, um.
Ditos dito de dito Hollanda, pautado, formato Ca-
roue, com 50, 100, 150 e 2u0 folhas, um.
Ditof dito Lt-t, com 50, 100, 150 e 200 folhas. um.
Ditos dito Carret, com 50, 100, 150 e 200 folhas,
um.
Ditos dito Raisin, com 50, 100, 150 e 200 folhas,
um.
Ditos dito formato Jesti, com 50, 100, 150, 200 e
250 folhas, om.
Ditos dito dito Colombier, com 200, 250 e 300 fo-
lhas, om.
Ditos dito de todos 03 formatos e nmeros de fo-
lhas, com encadernaco inteira de cooro, um.
Papei fiume pautado, rtsma.
Dito dito liso, idem.
Dito ingles rosado e branco, para cfHcio, idem.
Dito dito dito dito timbrado, idem.
Dito Hollanda, formato Corone, Ec, Carri, Rai-
sin, Jesei e Colombier, caderno.
Dito mata-borrao, folha.
Dito dito cartao, toiha.
Pcnnas de ac Perry, caixa.
Pastas de oleado de diversos tamanhos, urna.
Kaspadeira par papel, orna.
Tinta ingleza para escrever de J. A. Sardinha,
buio.
Dito preta para o mesmo fim, garrafa.
Dita carmin, frasco.
Thesouraria de Pernambuco, 28 de Maio de
1886.
O secretario,
Lu* Emygdio linheiro da Cmara.
f lub Carlos Gomes
Tendo a assembla geral deste club resolvido
na reuniao de hontem espassar para domingo 30
do corrente a eleico qne devia ter logar nesse
dis, em virtude de ter comparecido poneos secios,
o conselho administrativo convida a todos os se-
nhores bocios que estiverem quite para com o
cofre social, comparecerem na respectiva sede
s 11 horas do referido dia 30 para o fim indicado.
Recife, 28 de Maio de 1886.
Josquim Alves da Fonseea,
1 secretario.
| 35 dem de Venus de Cauora em Pioreue,a.
37 Estatua eqoestre de Jos I, Lisboa.
3S Estatua de Nicolao I, S. Petersb9urg.
39 Greg rio em Roma.
40 O centro da Costa d'frica ou a cacada do
depilante pelos africanos.
41 O retrato de NapoleSo.
48 Ricos e importantes camelleoes elctricos.
FINALTSAN'DO COM A APPARigO DA
BOA NOITE
8 1/9 llora..
pitreos
Camarotes de 1 ordem 85000
Ditos de 2." lOiuOO
Ditos de 3.* 6000
Ditos de 4. 35000
Cadeiras de 1.a ordem 3000
Ditas de 2.' e galera 2000
Plateas 1*000
Parasos 500
Nos termos dos arto. 5 e 6 dos estatutos, sao
convidados os senhores accionistas rcaiisarem
at o dia 30 de junho prximo, na sede do banco,
roa do Com oercio n. 34, a segunda entrada de
dez por cento do valor nominal de cada aeco.
Recife, *8 do Maio de 18-i.
Os administradores,
Manoel Joo de Amorim.
Jos da Silva Loyo Filho.
Loiz Duprat.
Companhia de Edificares
O escriptorio desta
companhia acha-se in-
stallado na pra^a da
Concordia n. 9, conser-
vndole aberto das 7
horas da man ha s 5 da
tarde, em todos os das
uteis.
Incumbe-se de cons-
trueces e reconstruc-
9
Qes.
Recebe-se informa-
Qes acerca de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da mesma
companhia.
Mana (Casa de Misericordia d.>
Recife
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife air-'iidam-se por espaeo de um tres an-
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45,
dem 'dera n. 49
Kua do Bom Jess n. 13, 1 andar
dem n. 29, loja
dem idem n. 29, 1 andar
Ra dos Burgos n. 27
Ra da Madre de Dos n. 10-A
Caes da Alfandcca arraazem n. 1
Roa do Marqsez de Olinda n. 53, 2
andar
Roa da Goia n. 25
Becco do Abreu n. j, Oja
Ra do Viscond? de Iteparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2* audar, por
Ra das Calcadas o. 32
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de fevereiro de 1886.
O escrivo, Pedro Rodrigues de Sonta
240*000
240*000
310*000
216*000
240*fOO
216*000
180*000
1:600*600
07*000
200*005
48J000
1:600*008
200*000
Quinta-feira, l de Junho
O C/U30 CEZAR
O MONTE-PI DO 3 VOLUNTARIOS DA
PATRIA, em virtude de muitos pedidos, resolveu
levar pela segunda e ultima vez o applaudido dra-
ma de grande espectculo, que tilo immensa acei-
taco teve por parte do publico, no dia 23 do cor-
rente.
AGESTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N. 7
Seguro* marltimoa lerreNtrea
Ne-tes ltimos a nica companhia nestopraca
que concede aos Srs. segurades isempcaode paga-
mento de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont de cerca de 15 por cento em
favor dos ser;r,rados.
sLondon and Brasllian Baak
Umlted
Ra do Commerci? n. 32
S.icca por todos os vapores sobro as ca
xas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezea.
(JOMPANHIA
Jmperial
DE
Aviso
Desde ja recebem-se
dernacao Commercial,
n. 39.
encommendas na Eoca-
rua Duque de Caxias
Secretarla da Presidencia de Per-
nambuco, Cttde Halo de isst;
Ia scecSo.
De ordem do Eira. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, se fas constar a quem interessar possa,
que o Ministerio da Guerra, em avi=o de 17 do
corrente, dsclarou tornar se neeessario que D.
Januaria Carolina dos Anjos prove ser mSi do
fallecido 2o cadete do Io b talhao de artilharia
a p, Alfredo Hemeterio Ribeiro, e como tal sua
legitim berdeira, afim de ter logar a remessa do
titolo de divida de fardamento e do respectivo
espolio, correado as despesas de transporto poi
conta da mesma senhora.
Servindo de secretorio,
Emiliano E. de Mello Tamborim.
CLUB ACADMICO
Sylvio Romero
De ordem do Sr. presidente, taco poblico qoe a
sede desta sociedade foi transferida para a roa da
Matriz n. 25, onde continuara a fuecionar raaa
sescoes. Recife, 28 de M> io de 1886.
O Io secretorio,
inuocencio Serpa.
SEGUROS coxtea FOCO
EST: 1303
Edificios e mercaduras
Tazas baixas
Promplo pagamento de prejuitot
CAPITAL
lis. 16,000:000*000
Agentes
BROVVXS & C.
N. Ra do Commercio N. 5
SEGUROS
CONTRA FOGO
Fhe Liverpool & London & Glob
IWlill \\0: GOMPANY
&G.
SEGUROS
martimos contra fogo
Companhia Phenix Per*
nambncana
Ruado Commqrcio n.
i mam i
i!

i




IHMMMOT
Diario de PernambucoSabbado 29 de Maio de 1886

tf

>
GOMIIAfflSElOS
CONTRA FOCO
Norlb Brilish k Mercantilc
CAPITAL
4:000.000 de libras stcrllnas
A O EN JES
Adomson Howie & C.
I!
(ooipanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelclda en li&5
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de l4
Marinos..... I,H0:000$000
Terrestres,.. 316:000^000
44Ra do Commerelo
"empreza diTgaz-
Pede-se aos Senho
res corisummidores que
-queiram azer qualquer
comuaicaco ou recla-
mar ), seja esta feita no
escriplorio desta empre-
za ra do Imperador n
29, onde tambem se re-
ceber? qualquer conla
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
HermUlo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
Ios Carvalho.
Todos os recibos dessa
empreza devero ser pas-
sados em taloes carimba-
dos e firmados pelo abai-
xo assignado yem o que
nao tero valor algum.
George Windsorv
GHARGEtRS REUNS
Conpaahla Franceza de Xavcga
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
VJle L
E' esperado da EuropH at
o dia 7 de Junho, Be-
guindo depois da indispen-
aavel demora para a Ba-
ha. Rio de Janeiro
e Santo.
Roga-ae aos Srs. importadores de oarga p lo
vapores desta linha,queram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng:.
quer reclamacao concernente a volumes, que po-
veatura tenham seguido para os portos do sul,afn>
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia n&o se
responsabiiisa por extravos.
lccebe carga, encommendas e passageir par
es quaes tem excellentes accomodaces.
Augusto F. de Oiiveira & C
AGENTE
42RIJA DO COMMERCIO-42
KYALMA1LSTEA31 PACKET
COIPANY
Vapor La Plata
esperado
do sut no dia 29 de
corrente seguin lo
depois da demora
necessaria para
Agente Silveira
Leilao
Lisboa e Southamplon
Para passagens, freles, etc., tracta-se com
CONSIGNATARIOS
Adamsoii Howie & C.
Pacific Sieam Navigatioi Companj
STRAITS OP MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
ARITIMOS
i-o.mvxii: DE ni:**ave
res haiiitihkn
LINHA MENSAL
O paquete Gironde
CoTimandante Minier
Espera-se da Eu-
ropa no dia 3 de
Junho, seguin
do depois da de-
Imora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte
tevido
Lembra-se sos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca
dorias que s se attender as rcclamscoes por fal
tas nos rolumes que forem recouhecidas na occa
sio da descarga. .
Para carga, passagens, encommendas e dinheir 5
a frete: tracta-se com o agente
fugaste Labille
9 RA DO COMMERCIO-9
E' esperado da Euro
pa at o dia 6 de Ju-
nho, e seguir depois
da demora do costume
para a
Bahia, Rio de Janeiro, Monte-
video e Valparalzo
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wllson Sons A C, Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N. 14
DE
^avegaoo Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
catu, Cear, Acaraku e Camossim
O vapor Pirapama
Segu no dia 5 de
Junho, as 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 4.
Encommendas passagens e dinheiros afrete at
as 3 horas da tai de do da da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambwstia
n. 12__________________
CO TI I % H1%. PER* A UBICAD .%
DE
\avegaco costeira por vapor
Fernando de Xoronha
0 vapor Giqui
Co va m an da n te Lobo
Segu no dia 10 de
Junho, pelas 12 ha-
ras da manha.
Recebe carga at o
da 9, e passagens at
las 10 horas da manha
do dia 10.
ESCRIPTORIO
caes da compaotiia Peruata
cana n. 1
Hile. SUtes & Brasil ailS.S.C.
0 paquete Finalice
E' esperado dos portos do
sul at o dia 3 de Junho
depois da demora necessaria
seguir para
Maranho, Para. Barbados, S.
Thomaz e Sew-Vork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
se com os
O vapor Colorado
Espera-se de New-Port-
News, at o dia 7 de Junbo,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Bahia e Rrb de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheirc
ete, tracta-se eom os
AGENTES
enry Forster & C.
N. 8 RUADO COMAU.RCiO.--N. 8.
! andar
LEILOES
Leilao
Em conUnoafaO
Na ra do Imperador n. 75
HOJE, 29 DO CORRENTE
A'* 11 horas
De mobilias, pianos, cadenas svuleai e para ca-
beireireiro, cama?, raarquexoes, quadros, jarro?,
copos, colheres, fundos para bacas e bahs, de
rlandres, e ou'ros objectos.
Agente Modesto Bapsla___
Leilao
No dia oi do corrente ser vendida em leilao,
com todos os seus pertences, ein Ponta Moflna,
onde se acba ancorada, a barca norueguense
Azov, de que capitao H. Tenensen, naufragrada
no Rio S. Francisco.
ipaafcia Braiileira de XaTt>
gzeo a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Ouilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do
nortate odia 2deJanho,
e depois da demera in
[ dispensavel, seguir para
.os portos do sul.
' Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas eRio Grande de Sul, frete m-
dico. ,
Para carga, passwna, encammenda e va.ores,
N:V-nRTDOCOMMER(3IO.N.ll.
Grande leilao
De perfumaras para miudezae, flores, jarros,
cofre inglez prova de fogo, armacao, fiteiros,
prenca nara copiar, carteiras e tudo mais que faz
parte di conbecida loja da Boa Fama, sita ra
do Duque de Caxias n. 77 A, em lotes a vontade
dos Compradores.
Segunda feir, 31 do corrente
A's 10 112 horas
POR rNTERVENg O DO AGENTE
(lUsnio
O comprador da armacao tem garanta da casa.
Leilao
Da armacao do amarello, envernisada, cal-
cados de diversas qualidades, taraancos,
pelles de marroquim, ditas de bzerro e
cordovo e mais pertences da loja de
cacado da ra do Livramento n. 31;
Seguoda-feira 31 do correnta
A's 11 horas
O agenta Mrtns, far leilao por mandado do
Exm. Sr. Dr. jniz de di'eito do civel era sua pre-
senca, da nrmacao e merendonas da loja de cal-
cado cima, peuhoradas a Narciso & C, a requen-
mento de Alfredo Bsptista de S, por si e como
tutor dos menores filhos de Augusto Fredenco
dos Santos Porto.___________
Leilao
De cerv de 400 barricas com bacalho
. segunda feira. 81 de Malo
A'a 11 horas
POR INTERVENQaO DO AGENTE
Alfredo (iuioares
Na porta do armazem do Sr. Thomaz Times
i.
1
DE TERRENO
Terca feira Io de Junho
ao rneio dia
O agente Silveira por mandado e com asisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orpbos e ausentes, le-
var a leilao urna parte do sitio denominado
Hospital, rreguezia da Varzea, todo arborisado
em terreno proprio.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Agente Silveira
Leilao
De predio
Terca-feira 1. de Junho
A's 11 1/2 horas
A' ra do Imperador n. 75
O gente Silveira, por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphos e ausentes,
levar leilao o espolio inventariado de Francis-
co Antonio Alves Mascxrenhas, a requerimente do
nv.ntariante, o seguinte :
Um sitio com um sobrado do um andar, no lu-
gar denominado Caboc, com 10 metros de
frente e 6 de fundo, 2 salas de frente, 2 quartos, 4
janellas de cada lado, menos no do norte onde ist
collocada no lado de (ora urna oseada, andar ter-
reo, 2 quartos de lado e urna sala no centro, tendo
o sitio diversas arvores fructferas, 4 quartos no
fundo, servindo um destes de cosinha.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Leilao
Bou. emprego de capital
Terca feira, f de Junho
A's 11 lioras
A' RA DO IMPERADOR N. 75
O agente Silveira por mandado e com assisteno
ca do Exm. Sr. Dr juiz de orphos levar lei-
lao o engenho Penedo de Baixo na fregueza de S.
Lourenco da Matta, comarca do Recife, espolio
de D. Anua Mara da Rocha Falcan, sendo o en
gi-nho edificado ^ margem do Capibaribe, moente,
com bom cercado de pastagem e excellentes matas
virgens.
Os Srs. pretendentes podem examinar o referido
eugenho.
Leilao de joias
Este estabelecimento far leilao no dia 8 de Ju-
nho vndouro, por inteivencao da agente Martins,
ra do Bom Jess n. 32, as 11 horas da manha,
dos objectos que nao forem reegatados at ves-
pera, das seguiotcs cautelas a dinheiro de con-
tado.
Estaiao exposicao tres dias antes.
10.070 Urna salva ntavada e tres colheres para
sopa, pexe e arroz, prata de le.
10.116 Um annel de ouro, cora brilhantes.
10.118 Dezeuove colheres, prata de lei.
10.136 Um par-de rosetas de ouro com brilhan-
tes.
JO. 137 Um annel de ouro com brilhante.
10.784 Duas salvas de prata de lei, 25 colheres,
12 garfos, 12 cabos para tacas e um pale-
tero de prata. *
10.786 Urna salva e duas colheres, prata de lei.
10.807 Um annel com brilhante e cinco botoes de
ouro.
10.811 Urna corrento e mealha para relogio e um
relogio, ouro de lei.
10.817 Dou8 pares de brincos, dous l-roches, um
annel de ouro com um pequeo brilhante
e um trancilim, ouro de lei.
10.829 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
urna pulceira, um alanete, um par de brin-
cos com peroas, urna medalba, um annel,
seis botoes e urna fivella, ouro de lei.
10.830 Urna corrente e cioete, para relogio, ouro
de lei.
10.831 Duas pu'ccras, um broche com coral, urna
volta de trancelim com perolas, um annel
e urna corrente, para relogio, ouro de lei.
10.839 Um par de brincos de ouro com peqneno
brilhante, urna par de rosetas e um tran-
celim, ouro de- le.
10.841 Urna pulceira, um broche e um trancelim,
ouro de lei, um trancelim, ouro baixo.
10.842 Um broche de ouro com perolas, urna pul-
ceira e urna corrente, para relogio, ouro de
lei; um alfinete cravejado de diamantes.
10.843 Um trancelim e dous aunis, ouro de lei.
10.844 Um annel de ouro com um brilhante, gran-
de, um dito com um dito, tres botoes com
ditos, urna par de rosetas com dito, tres
cruzes, urna pulceira com ditos, tres fios
de perolas c urna crrente para relogio
ouro de lei.
10.846 Um par de rosetas de ouro com diamantes,
um par de brincos, urna pulseira, um tran-
celim e urna medalha, ouro do le; urna ti-
jella, prata de lei; urna salva e um copo,
prata baixa.
10.853 Um palitero, prata de lei.
10.855 Urna corrente e medalha para relogio, ou-
Ti de lei.
10.867 Um correntio de ouio, um trancelim, tres
cordoes, um par de. brincos, duas pecas de
dito, ouro de lei ; um par de canticaes, 12
colheres para sopa e 12 ditas para cha,
prata de le.
10.869 Urna corrente para relogio, um trancelim,
um broch.', urna loneta e um relogio, ouro
de lei.
10.885 Um boto de ouro com brilhante.
10.887 Urna con ente e medalha, para relogio, ou-
ro de lei.
10.889 Urna pulseira, um tranceln, quatro an-
neis e urna moedinha, ouro de le.
10.891 Um broche com brilhante e diamantes
10.901 Urna corrente para relogio, ouro de lei.
10.905 Tres crrenles e urna medalha para re
logi', curo de lei.
10.910 Uina corrente e medalba para relogio, e
um trancelim, ouro de lei.
10.914 Urna pulceira de ouro com brilhantes.
10.921 Dois anneis de ouro com brilhantes, urna
corrente para relogio, um par de brincos,
dois ditos de rosetas, tres alfinetes, nm
par de botoes e tres aunis, ouro de lei ;
um trancelim, um par de brincos e um al-
fiucte, ouro baixo ; dois relogioe. ouro de
lei ; e treze colheres de prata.
10.922 Urna corrente para relogio, um resplandor,
cinco coras para imagens e um relogio
pequeo, ouro de lei.
10.930 Dois anneis de ouro com brilhantes, urna
volta de ouro com medalhi, um trancelim,
urna moedinha, duas medalhas, dois pares
de brincos e um relogio, ouro de lei.
10.940 Urna corrente para relogio, ouro Je lei; e
um relogio de ouro.
10.942 Dezenove colherA e um par de fivellas de
prata.
10.943 Um par de rosetas de ouro com dous bri-
lhantes, urna pulseira e um par de botoes,
ouro de lei.
10 946 Um trancelim, urna medalha, urna corren-
te e sinte para r.-logio, e um relogio, ouro
de lei.
10.974 Urna corrente para relogio, um trancelim e
urna medalha, ouro de le;.
10.997 Um relogio, o*o de le.
11.006 Um par de rosetas de ouro eom brilhan-
tes.
11.015 Um tranceln, ouro de lei, urna pulseira,
ouro de lei.
11.022 Urna pulseira, ouro de le.
11.032 Urna corrente e sinte, para relogio, ouro
de lei.
11.061 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes, urna volta de ouro e urna me-
dalha, ouro de le.
U .062 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
um unuel cem dito e lubins, um alfinete,
dois botoes e um relogio, ouro de lei; um
alfinete da ouro cora brilhantes, dois pares
de roletas cravejado de-ditos, um annel e
urna cruz cora ditos, um fio de psrola, um
trancelito, um collar e urna corrente, euro
de lei; dois cordes, urna cruz, um cora
Cao em ouro, our baixo.
11.068 Urna corrente para relogioe urna meda-
lha, ouro de lei.
lk,092 Um par de brincos de ouro, contendo bri
lbantes.
{1.102 Urna corrente para relogio, na volta de
ouro e um relogio para sruhora ; ouro de
lei.
AVISOS DIVERSOS
Faz se aegocio com quera pretender cotnTjrar
a bypotheca da .-asa do largo do Paraizo a. 15 :
na ra Nova n. 12, loja de chapeo.
- Pede-se aos abaixo assignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
51, a n*gocio que nao ignoran.
Francisco Raymundo de Carvalho, (commandante
do vapor Pirapama.
Tenente Manoel 'Antonio Viegas, camarista
Precisa se de um m 'nio de 12 14 annos
de idade, para vender na ra, dando fiador de sua
conducta ; a tratar na ra de S. Joo n. 26.
Precisa-se de urna ama para servico de casa
de pouca familia : a tratar na ra da Lonceicao
numero 9 _________________________^__
__ Aluja-se no Caldeireiro urna casa muito
aprasivel, ora sitio, bauheiro, cacimba, etc., te. :
a chave pode ser procurada no* sitio do Dr. Aleo-
forado.
__ Preoisa.se alugar urna prtta ou um menino
para vender an ra : a tratar na roa dos Marty-
rios n. 148, 2 andar._______________
AMA. Precisa-se de urna, para casa de fa-
milia : na ra Nova n. 15, 1- andar.
11.108 Um broche, ouro de lei.
11.117 Um annel de ouro com um brilhante.
11.118 Urna corrente para relogio e um relogio,
ouro de le.
11.128 Seis cstlcaes pequeos, prata baixa.
11.129 Um annel de ouro com brilhante.
11.138 Urna pulceira de ouro.
11.139 Um relogio, ouro de lei.
11.146 Urna medalha, urna volta de cordo, dois
anneis, duas pecas para pulseira e urna te-
ta de ouro.
11.151 Duas pulseiras, um par de brincos, um dito
de botoes e dois anneis, ouro de lei.
11.168 Um cordo, ouro de lei.
11.177 Urna corrente e medalha para relogio e
um par de brincos, ouro de lei ; urna pul-
seira, ouro de lei.
11.192 Urna pulseira, um trancelim, um meda-
lho, um broche, quatro moedinhas de ou-
ro em boto, s, ouro de lei.
11.493 Um trancelim, um par de brincos e urna
pequea teta, ouro de lei ; um broche, um
par de botoes e um annel, ouro baixo.
11.198 Um relogio, ouro de le.
11.210 Um relogio, ouro de le.
11.212 Um alfinete de ouro com brilhantes e pe-
rolas, ouro de lei.
11.216 Duas correntes e uma medalba, ouro de
lei.
11.242 Um annel de ouro com brilhante, uma cor-
rente c medalha para relogio, ouro de
lei.
11.213 Um par de brincos, um dito de botoes, um
alfinete, duas cruzes, oito anneis e um
habito (condeceraco), ouro de lei.
11.247 Uma moedinha de ouro com laco de ouro,
dous pares de brincos, um dito de botoes e
tres anneis ouro de lei; um alfinete, um
cordo, dous pares de rosetas, uma teteia,
uma figa e tres anneis, ojro baixo.
11.250 Um cordo e uma cruz ouro de lei; um
cordo ouro baixo.
11.257 Um par de brincos cravejados de brilhan-
tes em prata.
11 260 Uma corrente e medalha para relogio, ouro
de lei; uma salva e doze colheres para
sipa.
11.261 Um annel de ouro com brilhante, um dito
com ditos e esmeralda, uma pulseira e uma
corrente para relogio, ouro de lei.
11.273 Um relogio do ouro para sen hora.
11.299 Uma pulseira, um par de brincos e um an-
nel, ouro de lei.
11.303 Seis botoes, ouro de lei.
11.309 Urna volta de ouro, um cordo, dous an-
neis, um dedal, ouro de lei.
11.326 Uma pulseira, uma volta de ouro e um par
de rosetas, ouro de lei,
11.330 Um relogio, ouro de lei.
11.334 Tres pulseiras e duas pecas de brincos,
ouro de Vi.
11.346 Uma corrente pra relogio, 1 pbosphoreira
de ooro e uma volta de trancelim, ouro de
lei.
11.352 Umacorade ouro para imagem, um cor-
do e um emblema do Espirito-Santo, ouro
de lei.
11.356 Uma corrente com medalha, oura de lei.
11.372 Um annel de ouro, com brilhante.
11.377 Uma volta de ouro com medalba pequea,
um alfinete, um aro de ouro e um annel,
ouro de lei.
11.380 Duas moedas de ouro (libras) em botoes.
11.383 Uma corrente para relogio (faltando cha-
ve) ouro de lei, tres moedinhas (dollars),
uma pulseira, ouro baixo, e um relogio de
ouro.
11 384 Um* pulseira, um par de brincos e uma
cruz, ouro de lei.
11.386 Uma esernaninha de prata de lei.
11.388 Lin cordo, um par de rosetas e uma cruz,
ouro de lei.
11.392 Uma corrente para relogio e um par de
brincos, ouro de lei.
11.401 Um relogio, ouro de lei.
11.409 Um relogio, ouro de lei,
11.412 Um alfinete de ouro com brilhantes e um
relogio de ouro paia senhora.
11.419 Uma pulseira, ouro de lei
11.429 Uma corrente para relogio, ouro de lei.
11.436 Uma pulseira, um broche e um par de ro-
setas, ouro de lei.
11.437 Um relogio, ouro de lei.
11.443 Um par de rosetas de ouro era vejadas de
brilhantes c uma corrente para relogio,
ouro de lei.
11.450 Um alfinete e um par de rosetas, ouro de
lei; uma salva, prata de lei ; e doze co-
lheres, prata baixa.
11.453 Uma volta de ouro com diamantes, ouro
de le.
11.454 Um laco de ouro cravejado de diamantes
e duas pulseiras, ouro de lei.
11.472 Um relogio, ouro de lei.
11.475 Um alfinete de ouro com brilhantes.
11.485 Um par de brincos, um medalho, uma
volta de trancelim e cinco anneis, ouro de
lei.
14.492 Uma volta de trancelim, uma cruz, dous
pares de brinco?, um dito de rosetas, ouro
de lei.
11.497 Sete colheres de prata.
11.511 Um cordo, uma moedinha de ouro com
laco, uma moedinha de valor de 5J e um
annel, ouro de lei.
11.513 Um cordo, ouro de lei.
11.521 Um annel de ouro com um brilhante e uma
pulseira, bur de lei.
11.523 Uma corrente e medalha para relogio, ouro
, de lei.
11.534 Um annel de ouro com brilhantes.
11.538 Duas salvas, duas colheres para sopa e
arros e quatro garios de prata.
11.544 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilbantes e um annel com numero em cir-
culo.
11.548 Uma corrate para relsgio, ouro de lei, um
feixe de ouro baixo.
11.551 Uma salva de prata.
11.552 Uma pulseira, um par de brnc*3 de ouro
de lei.
11.553 Uma pulseira, um broche e um par de ro-
setas, ouro de lei.
11.554 Um relogio de ouro de lei.
11.557 Um volta de trancelim, uma cruz, dous
pares de brincos pequeos, um dito de ro-
setas, um dito de argoles, cinco botoes,
uma moedinha, dous pares de colxetes, duas
pecas de brincos e um ennel, de ouro.
11.562 Um correntu, ama gargant'lha, uma pul-
seira, tres pares de brincos, um alfinete,
uma moeda de ouro com laco, e tres botoes
de ouro de lei.
11.562 Uma volta de ouro com medalha, duas pul-
seiras, dous eordoes, um trancelim, tres
pares de brincos, um alfinete, dous anneis
e quatro moedinhas de ouro de lei, uma
salva de prata.
11.566 Um annel de ouro com brilhante.
11.579 Um psr de esporas de prata baixa.
11.589 Um par de rosetas de ouro com brilhantes.
11.590 Um trancelim, uma medalha e um cellar,
ouro de lei.
11.593 Um par de rosetas de ouro com brilhantes
e perolas.
11.600 Um annel de ouro eom brilhantes.
11.601 Uma corrente de ouro para relogio, uma
dita eom medalha, ouro e platina, e "um
paliteiro de prata de lei.
Recife, 15 de Maio de 1886.
O gerente interino,
Felino D. Ferrara Coelho.
Manoel Jos Ferr ira Croa participa ao res-
peitavel publico e especialmente a todos que eom
elle tem transa eco s, queseguindo para Portugal,
d'onie em breve regressar, dexou nesta prac,
como seus procuradores, os rs. Sebastio Manoel
do Reg Barros, Dr. Jjao Augusto do Reg Bar
ros e Bernardo Jos Crrela, com quem se pode-
ro entenper, para o que Ibes deixoa os mais am-
pios e Ilimitados poderes.
Perderam-Be as cadernetas da Caixa Econ-
mica de ns. 2,402 e 2,403 : quem as tiver achado,
far o favor de eutregal as na ra da Aurora nu-
mero 79.
Na qualidade de herdeiro de Joaquim Igna-
cio Ribeiro, protesto contra a declaraco feita por
Flosculo de Almeida Magalhaes no Diarto de
Pernambuco de boje, acerca de uma bypotheca a
que diz estar sujeito o predio do Campo Verde.
Tal bypotheca se existi, o que ignoro, dexou de
existir ha muitos annos. Recife, 26 de Maio de
1886.
Joaquim E. Ribeiro.
Precisa-se de um caixeiro cora pratica de
moldados : na ra de Pedro Alfonso n. 2.
Precisase de um menino para caixeiro, que
tenda pratica de moldados : na ra da Unio nu-
mero 54.
Quem precisar de nma professora para en-
sinar em casas particulares primeiras lettras,
francez, um pouco de italiano e todos os bordados
de tapessaria, dirija-se ao Caminho Novo n. 128.
Na mesma casa se dir quem vende um xarope
para molestia depeito e para asthma, assim como
um remedio para nauseas do estomago, dsbililade,
anemia e fraquesa de seoboras
Ama
Precisa-se de orna para casa de familia ; na
na Nova n. 15,1 andar.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar : no Ca-
minho Nova, confronte a estaco, tu 121.
Ama
Na ra da Unio n. 9, se precisa de uma ama
para cosinhar.
Precisa-so de uma nma que s< ja boa cosinheira :
na ra do Cubug n. 16, 2- andar.
Aluga-se
Aluga-so o sitia do Pina, comjboa.casa para
morada, contendo bastantes commodos para nu-
merosa familia, grande quantidade de coqueiros,
seis grandes viveiros, duas cacimbas com excellen-
te agua : a tratar no caes de Apollo n. 45.
Precisa-se pe uma ama para cosinhar; na
ra do Bom Jess n. 50.
Vende-se na cidade de Olinda uma taverna
ra de Femandes Vieira n. 53, com armacao
poueos fundos, muito propria para principiante, e
boa localidade,
Precisa-se de um menino com pratica de ta-
verna ; trata-se na ra do Caldeireiro n. 39, ta-
verna.
ltenlo
Previne-se que ninguem faca negocio com a me-
tade da casa n. 45 da ra do Nogueira porque essa
casa pertence a Marcolina Henriqueta da Concei-
$o. ______________
Costo reiras
Precisa-se de boas costurciras
rora n. 29, 1 andar.
na ra da Au-
Ao commercio
O abaixo assignado scientifica ao commercio e
ao publico em geral que o Sr. Manoel Esteves
Narzea dexou de ser sen caixeiro desde esta data.
Recife, 28 de maio de 1886.
Joao Baptta Pinheiro.
Sitio
Aluguel muito barato
Com casa para familia, tendo muitos arvoredos
dando f ructo, e logo junto excellente banho sal-
gado, na travessa do Motocolomb n. 4 (Afoga-
dos), perto dos bonds e do caminho de ferro ;
junto do Illm. Sr. chefe Lima : a tratar na ra
de Santa Thereza n. 38.
A VENTUROSA
Los 4:000000
1:
16-Rua do Cabug-16
Acham-se venda os venturosos buhe
tes garantidos da lotera n. 56a em beneficie
da matriz de AguaPreta que se extrahir
na quinta feira 3 de junho.
Preeos
Integro 4#000
Meio 20000
Quarto 15000
Sendo quantidade superior
a l<> 0:OOO
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Joaquim Pires da Silva.
FELIZ
AosMOOSOOO
BILUETE* CABiWTIDO J
t^ratja da independen
cia ns. 37e 39
Acham-se a venda os feiizes bilhetes
garantidos da 56a parte da lotera a beneficio
da matriz d'Agua Preta, que se extrahir
no dia 2 de Junho.
ICOS
Bilhete nteiro 40000
'Meio 20000
Quarto 10000
en poreo de 1005000 pan
cima
Bilhete inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 875
Antonio Augusto dos Sant* Porto.
ciiiiiimi
Aos MOOSOOO
BILHETS3 SABABTL90S
Ra do BarSo da Victoria n. 40
e casas do costume
O abaixo assignado acaba de vender
exi seus feiizes bilhetes quatro quartos de
n. 3269 com a sorte de 1000000, e diver-
sos premios de 320000, 160000 e 80000.
O mesmo abaixo assignado convida os
possuidores virem receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acham-se venda, os felices bilhetes
garantidos da 2.a parte das loteras
aeaeficio da matriz de Agua-Preta (56,*)
que se extrahir quinta-feira, 2 do cor-
rente.
Precos
40000
20000
10000
de 1004000 pan
cima
3*500
10750
16
Inteiro
Meio
Quarto
poreo
Inteiro
Meio
Quarto
Joo Joaquim da OvsUt Leite.
MW
"**.
por preco commqdo as casas : Pocinho n. 55, .
67,1 andar, becco do Veras a. 8 : a tratar na
ra larga do Rosario n. 34, pharmaeia.
Aluga-se barato
as spguintes casas : Pocinho n. 48 ; Caes do
Apollo n. 75, 1 e 2o andares; Bfum n. 84, arma-
zem, 1* e 4 andares : a tratar na ra largado
Rosario n. 31, pharmaeia.
AttenQo
Tenho em meu poder tres cartas para serem
entregues aos abaixo assignados, que pedem ur-
gencia e se acham na ra do Barao da Victoria n.
48, 1-ja de alfaiate de Carlos Sinden.
Pelippe da Costa Pereira (pratico).
Leoncio Francisco dos Passos.
Jos Borges Dias de Brito (estudante).
Recife 28 Blaio 1880.
Joo F. Oiiveira, por Caries iSnden.
Curso livre
uE
Dlreito natural e romano
O Dr. Clodoaldo Lopes lecciona ai materias re-
feridas ; e pode ser procurado em seu gabinete de
advugacia, ra estreita do Rosario n. 32, pri-
meiri andar.
\ssnnir especial
Joaquim Salgueiral & C, proprietarios da refi
nacao ra Direita n. 22, tendo reformado com-
pletamente o seu estabelecimente, scientificam ao
publico em geral e especialmente ao commercio,
que teem sempre um completo sortimento de assu-
eares, tanto em caroco como refinados, de Ia, 2a e
3 sorte, e especial refinado com ovos, o melhor
que se encontra no mercado, e podem de prompto
satisiazer qualquer pedido qoe Ibes seja feito, pois
para iiso teem sempre um grande deposito. Ga-
ranten! a boa execuco e .'impesa dos seus pro-
ductos.
Harnero (elopbonico
los pais de familia
A abaixo assignada, acbando-se habilitada a
abrir um curso primario em sua casa, r*a do
Coronel Suassuna n. 72, pede a valiosa proteccao
dos pais', de familia, garaniindo todo o esmero
possivel no desempenho de sua missao.
Donatilla Pacifics de Salles Dutra.
IOS 4:0004000
ILHSIES ^SAUDOS
itoa Primeir de Marco n. 23
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2001 coui a sorte de 1:0009000,
4 qnartos n. 1852 com a sorte de 1OO0COO,
alm de outras sortes de 320, 160 e 80, da
lotera (55.a), que se acabou de extrahir,
convida aos possuidores a virem receber
na conformidade do costume sem descont
algura.
Acham-se venda os afortunados bi-
l etes garantidos da 2.a parte das loteras
a beneficio da matriz de Agua Preta (56.*),
que se exirahir quinta-feira, 2 do cor-
rente.
Precos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Km quantidade maior de 1 oo
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Martins Finta.
.w jttismjr. mlk;
QUILL BUTTOH-HOLE TWIST.
^ ) Repta de beda paralasear.)
Julgando ser de grande utilidade dos negociantes da
America do Sul, torem fios de seda e reina prepara-
dos em material mais leve do que sejam cirreteis de
Eo, estamos promptos a fomecer para czportacao
0% de seda, retroz de seda e seda de bordar, de
todas as qualidades, preparadas em lancedeiras de
papel ou de pennas como cima representado.
Temos todos os tamanhos de flo preto e mais de
quinhentos cores.
Dirija-se "Brainard Arautrong Co."
6ai Market Street, 469 Broadway,
i>hiladdphia, 5. A.' New-Yorlt, U. 5. A.,
OS especficos veterinarios
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Tem sido usado com feliz resultado por
Fazendeiros, Criadores de gado, Car
ros-ferris, etc., etc.
Certificado e usado pelo Governo dos
Estados Unidos.
ry Enviase Folhetos e ('artifes gratis.
Dirija-se a
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109 Fulton St. New-York.
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ano.
-oDos os Drogcts'-as. Tambeir.
.__pelo preco do costume.
Hnnwhrey'a Homeopat'jlc
iOO Fujto-J St. New-yot*.
.St.1
1>. (ieiVencia ftreuil
Henriqut Br. uil e la senhora mintam celebrar
uma aissa per alma Te saa prt*sada rali e sogrs,
D. CIcoH-ucia Brouil, na i ruja do Cor, o Santo,
as 8 hoi *> corrente, aniver-
sario do anuiiiinaHKil., couvidatn us pessoao
de sua amiaade a assititiieu), couressando se sum-
mamente agiadeeidoa.______ _
1


..-.


6
trio de
o- Sabkado 29 de Maio de 188C
V









srico
Preoaracao de Productos Vegetaes
PARA
EXTINGO DAS CASPAS
e outras Molestias Caplares.
JMARTINS & BASTOS
Pernuntbtuio *
Engcnho ~~
Arrenda-se o engenho Estiva, sito na comarca
do Cabo ; a tratar no escriptorio de Sebastio de
Barroa Barreto, ra do Commorcio n. 15.
EMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fiffado de hacalho
COM
Hypofibosphitos de cal e soda
Vpprevada pela Junta de lly
lene e autorizada pelo
govern
E' o inelhor remedio at h. je descoberto para \n
Hatea bronenilcs, mcrophulaii. ra-
<-hit*.nne*nia. i 'bilitiadc om eral,
deflaxon. loNwe rbronica e aiTec^Se*
do pello e da gar&anta.
E' muito superior ao oleo simples de ligado de
bacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnica
reconstituintes dos hypophosphitos. A' venda na4
drogarias e boticas.
Deposito em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva 4 C.
53-RUA MRQUEZ DE OLINDA 23
Na ra da Concordia n. 73 se dir quem vonde
urna importante taverna, que das meihores Ioca-
lieadas que ha para rctnlho, e tem bous commodos
para morada,__________________
New porto do carvo
;:-Rnn do Mrquez do Herval**
Vende se carvio a 720 rs. a barrica, e quem
tiver comprado 30 barricas, ter urna degratifi-
cacao. Mais ostro offerrcimen'o vantajoso : o
consumidor que houver recebido dez barricas gra-
tis receber um quarto de bilhetea da lotera de
4:000# da provincia ; se em dito qnarto sabir a
sorte grande, ser entregue ao portador 20 vig-
simos da loteria do Re de Janeiro, 20 ditos da
corte, O ditos da importante lotera das Alagis,
e 20 qu&rtos da loteria de 4:000 da provincia.
Portanto, o possuidor dos cem nmeros est habi-
litado a tirar maia de 220:0004.
N. B. O portador b ter direito apresentando
os taloes e recibos fornecidos pela casa. _____
Em quartcs e meias garrafas, v. ? Paria
Sobrinho & C, roa do Mrquez de Ohnaa 1.41,
DEPOSITARIOS______________
PARA COSIMAR
Precisa-se de urna
ama que saiba cosi-
nhar bem; no 3. an-
dar do predio n. 42
da ra Duque de Ca-
xias, por cima da tj-
pographia do Diario.
Noticia
E' ekegado D. Marianno Rodrigues, pr meiro
hrcules do mundo. Teudo nesta heroica provin-
cia trabalbado e tido a felicidade de ser bem aco-
lhido, se nao seguir j, dar talvez uus espect-
culos .
Pao d'Alho
Pede-se^o Sr. Epiphanio da Rocha Wanderley,
chee dr estacan, que mande ou venha sati.-fazer
o que ha maia de un anno promette, e nSi faxendo
dir-se-ha o negocio.
Pharmscia Levy
lua Kova numeo 23
Agua de Sel natural, pelo ultimo vapor.
Pharmacia Le\j
Ra Vova
Cha preto especial.
numero 23
1}
Leonor Porto
u. -8.
Una do Imperador
Primeirj andar
C-ntina a executar os m.ia difBceis
figurino r'eebidos de Londr>s, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perf'"ieao de cost.'-ra, em bre-
vdade, modicidade em preces e fine
gosto.
1

I
Pitlas purgativas ^ depurativas
de Campaba
Estas pilulns, caj j-reparac jfurmneute ve-
getal, teem sidj por mais de 2lniios aproveitadas
com os melbores resultados nal segnintes moles-
tias : affeccoes da pelle e i fiado, sypnili", bou
bies, escrfulas, ehagas inveteradas, erisipelas e
gonorrhas.
Modo de natal ao
Como purgativas: tome-ae de3 a (*> por da, ie-
bendo-se a pos cada dse um pauco u agua adpca-
da, cha ou caldo. #
Como reguladoras : tome-s/om pula ao jantar.
Estas pilula, de invenga dos pbarmaueuticos
Almeida Andrade Filbc teem veridictum do
8rs. mdicos para sna melh r garanta, tornsado-
so mais recommendaveis, por serem om seguro
pwgatiro e de pouca d,ta, pelo que podem er
Piadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
.a drogara de Paria SobrinMo dk C.
41 -BA DO MABQUEZ DE OLiJDA 41
LOTERA
JLJv\,o
ALAGOAS
CORRE NO DIA 1 DE JUNHO
INTRNSFERIVEL! INTRANSFERIVEL
O portador que possuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar........
10:006^000.
Os bilhetes acham-se a' ven-
da na Casa Feliz, praca db In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 1 de Junho de
1886, sem falta.
Ama
Precisa se de urna de meia Hade, para
comprar e cozinbar para casa de familia,,
a tratar na ra da Matriz da Boa-Vista
9.
n.
Ama
Na praea doCond'e d'Eu n. 7, 2- andar, preci-
sa se de urna ama que cosinhe bem, para casa da
pequea familia.
Ama
Precisase de urna ama pira cosinhar : na ra
do Mrquez do Tierral n. 20
Ama
Prrcsa-se de urna ama pa'a cosinhar : na ra
larga do Rosario n. 46.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e que nao
saia ra : a tratar na ra Velha n. 75.
lia
Precisa-ae de urna ama para andar com crian-
cas : a tratar na ra da Crnz n. 32, primeiro
andar.
Ama e criado
Precisa se de urna ama, boa cosinheira, c um
criado : tratar na ra do Burilo da Victjria n.
61. 2<> andar.
Ama para meninos
Prec sa-se de urna ama para acompanhar
familia que se retira para a corte.
Na travessa das Pernambucanas n. 8
Aliiga-se
o segundo andar ra do Baro do Triumpho n.
80 : a tratar no armatem.
Alia-sil
ASA
Aluga-se a casa n. 77 ra d Santa Rita, tem
3 quarros, rosinha, qnintal e port&o com sahida
para a praia nova de Sauta Rita, e lica perjo do
mercado : para ver, a chave est na casa n. 7'.', c
trata-se no Recife, ra do Bom Jess n. 59.
Mudanza de escrip-
torio
O advogado Francisco do Reg Baptista c os
solicitadores Diogo Baptista Fernaades e Anto-
nio Machado dias, mudaram scu escriptorio para
a ra do Imperador n. 22, andar, lado de de-
traz, onde serao encontrados das 10 horas da ma-
nli As 3 da tai de.__________________________^_
Transferencia de aula
A aula primaria c secundaria (diurna e noc-
turna da ra de S. Jorge, mudou se para a de
Bom Jess n. 47, 1- andar. Proco mdico a sa-
ber : priineiras ltttras 2jS000 mensaes, e prepara-
torios 3000._____________________________
Ai) Sr. lienveiiiilo Biiarqne
Pede se o obsequio de vir ra do Barao da
Victoria n. 10, a negocio de seu particular cte-
csse. *_______________________
Magnifica morada
Aluga se o 2- andar da caca d. 138 ra de
Domingos Jos Martius, por di-traz do armazm
do Cameiro Vianna, todo pintado e caiado de
novo, muito fresco, com janellas de tres lados,
com commodos para grande fam'lia, e por prefo
muits> barato ; a tratar na ra do Mrquez de
Olinda n. 54.
Ao publico
Antonio Botelho da Cmara, teudo encontrado
outro de igual nome, desta data em diante assig-
uar-se-ha Antonio Botelho da Cmara Braga.
Afogados, 7 de Maio de 1886.
um pequeo sitio murado, com urna excellente
casa, com muitas arvores fructfera, excellente
cacimba com agua encanada oara casa, com bo-
nito jardim, raa de -Sunca Machado n. 1, na es-
trada de ferro de Olinda, mnito perto da estaco
do Espinheiro ; no mesmo sitio tem quem o mos-
tr : a tratar na ra da Praia n. 70.
Aluga-se barato
O 3. andar da ra do Bom Jess n. 47.
A casa n. 107 da ra Visconde de Goyanna.
Trata se no largo de Corpo Santo n.19.1 andar
Cosinhciro
Precisa se de nm
da Uniao n. 11.
cosinheiro : a tratar na ra
OSrJwlPsriaiWiba
Queira ter a bondade dtj vir ra do Barao da
v ietoria n. 10, receber urna carta que Ihc diri-
gida com urgencia.
Copeiro
Precisa se de um copeiro
Ci.ramcrcio n. 44, escriptorio.
a tratar na ra do
Novo regulamento
DO
Grande Kcstaarani Francez
Este importante estabelecimento, estar aberto
todos os dias at 10 horas da noite e ter sempre
um bem conforta ve 1 disposiciio do publico.
Todos os sabbad^s estar elle aberto al 11 ho-
ras da noite o servir mao de vacca. peixe, dobra-
dinha franceza e outras variedades de comida.
Recebe assignaturas mensacg 35^000.
9 s Ra ilo Baro da Vietoria 2 8
J. A Francis.
E' infallivel
Largo de S. Pedro n 4
Tndo >e vende pelo menos pos
s ve I
Neste estabelecimento sempre ha venda o es-
pecial licor de maraeuj, em lindas garrafiuhas,
propnas para 'oilt, compotas de n.angaba e
manga.
Tambetn se encontra nm cernpleto sortimento de
gaiolas da todos os fabricantes para toda diversi
dade de j.tassiiros, at proprias para viagem, por
terem einco ompartimeatos cala u rs. *
KucoDlra-i) anda um grande sortimento d*
pastaros naci-_aes e estrangeiros, entre elle* ca-
narios ail^nfea nascidos aqu no Brasil, rolas de
todas svdNidadte, at cruzadas, propr.as para
viveiros t jtrdins.
Hot^l Petropoles
Em Palmares, junio a roanlo de
Una
Os passageiros dos trena teem tempo muito
suficiente para almocar. O trem qne sobe demo-
ra-te 50 minutos, e o que desee 1 hora. Hospe-
dagem smente familias e pessoas moralisadas.
Cosinheira
Piecisa-se de urna cosinheira : na ra de Pay-
sand n. 19, Passagem da Magdalena.
AosSflis dos tita
Cura certa cm 48 horas das ioflama^oes
receptes dos olhos, pelo colyrio prepara-
do por Jos Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega e este poderoso colyrio sempre com
grandes vantagens, lias aeguintes molestias :
Ophtalmias agudas, purulentas e chronicas, con-
unetivites, etc., etc.
Deposito eral, na drogaria de Faria Sobrinho
& C. ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Para informacoes, sedirijam livraria Indus-
trial rus do Barao da Victoria n. 7, ou resi-
dencia do autor, ra da Saudade n. 4.
Aos senhores logistas e alfaiaies
Mara Magdalena e Felismina de Miranda, re-
sidentes ra de 8. Joo n. 26, cosem com pres-
teza e por preco commodo camisas, ceroulas, cal-
cas e paletots. Os senhores logistas e alfaiates
podem se informar do m gociante Jja de Ar ujo
Veiga, ra largado Ros rio, que est habilitado
a dar qualqu:r esc an cimento.
Experimentem
E diKnm o que ncham
Os especial-s licores de geaiprpo c caja que se
acham venda t o largo de ti, Pedro n. 4?
a
te
CONtelra a vapor
Suprimento para o vapor Jcauaribt
N. 927:170
O Sr. Franeisco Alvos da Costa, commandante
do vapor Jaguaribe, pela segunda vez rogado
i vir ra do .Marque- de Olinda n. ~>0, dar cum-
' priroento ao numero cima. Pcde-se ao digno
' gerente providencias a respeito.
Aviso ao commercio
Nesta data deixnu de ser emprega lo dos abaixo
assiguados, o Sr. Guilhenoe H. Carroll.
Recife, 25 de Maio de 188.
Adamaon Howie & C.
________________William M. Wbstcr.
, Para evitar duvidas
Eu abaixo aesignado declaro que nada tenho
com os escriptos publicados nesses jornaes que se
s-t-s pelas roe*, e nern tambem sou dono. Se
faco esta declaraco porque alguem eritsnde que
sou o propietario de todos elles, pois apenas te-
nho nm jornalA'Ideaque sahe para os assig-
nantes. Recife, 26 d Maio de 1306.
E. A. Ferrfira de Moraes.
sg~_%g_<-r_~C>sy_l
VINHO be SEGUIN
FEBRFUGO FORTIFICASTE ipfwdo pila Academia de Medicina de Ptrit
Sessenta annos de Experiencia
e de Dom xito tem demonstrado a eficacia inoontestavcl desie vt__0, qur Gomo onti-
perioUico para cortar as Tabres e evitar o scu reappareclmento, qur como fortificante cas
Ooaralesoaneaa, _eMUdade do Bangve, Falta de Menstruaco, Xoappetencla, Blces-
tftea dlfflols, anfermidades nervosas, XtebiUdade causada pela edade o* por exceasos.
( WMho, que yntm mal principio activos do a os p-tpandos tlmllana, nndt-te por prt
otaco mal elertio.Mlo a dan ohjactar contra o praco em vllta 0a rtconhecida elcacla do medlmmento.
P_arn_c_ C3-. S_CC_ T_r__B", 378, ra Satnt-Hoaore, PAfUS
Depositarios em Pernaml*co : TttAH" M. da SILVA e C.
TATT_ *_
e -fc.
tormm Tlcteri >_er^
la Ptrnaotuco:
IJUsVetmM*
Este MJBSXCABUrarro de um tusto agradavel, adoptado com erande xito ha
mais de 20 annos pelos melhores Mdicos de Pariz, cura os efluxoe, Grii*, losae, ~"^j_Jy~
Hajre d (Juroanui. Curc outmwnof. lrrllusoea o vnlo. das Vial urma--iv ntxi'ja. ^*m
SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETTE, OS EANHOS B COlDADOS A DAR As G&IANCAS
Este 9ABONETE, rerriadeiro antiseptiem, 6 o maz efflcaz para a cura de todas as
IIOLE9TIA9 DA PELLE
SAPO CARBONISDETERGENS
/.ara vossas enanca com o SAJPO 1 AKitOMS l>ETERVt:ss aflm de protcgel-ot contra
o 5RAMPO, a. VARILA a FEBRE ESCARLATINA
Kstes SABOXETES sao reeommendados pelo Corpo medico inteiro porque previnem as
MOL-6TIA8 EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e se adapta* a qualquer clima.
MARCA DE FABRICA SOS KNVOLUEBOS R NOS PES
_>ex>oslto geral: "("T. "V. WRIOHT __ C, Southwar-, LONDRES 4
Em. _?ei"3_a._al3 _co : Fran10 __. da S_X,"VJ_ i
ias_i_ii*__a_st>.......
jlST_i_il_il_l5l_i___i_i_i_ii_n_T^
fifviNHO E GRAGEAS *% VIVIEN
rs
Ifl
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiado com medalaas de Duro e Prata
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenados nos hospttaes de Franca, America, Inglaterra, Boisls, Ailministrar sob forma mui fcil e agradavel todos os elementos curativos do leo
evitando assim o cheiro e sabor nauseosos d'este; alem d'isso esia preciosa preparad
tem urna superioridade incontestavel sobre o oleo porque pode ser usada durante ea
grandes calores em quanto o uso daquelle impossivel, tal 6 o eminente serrieo prest**
pelo Doutor VIVIKN; a experiencia tem confirmado o bom xito d'este producto.
Exitrir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cres ao redor do garoaJo
garrafa com o Sello de uniao dos Fabricantes o, boulevard Strasbourg, em t
Ll_=_s__515!
OPPRESSO
_r_aHs'iau
Peloj ClGAiliSS ESWC
_iplra-ee a f-imaca que penetra no pelto au-.uina o sytnptoma nervoso, cdlta
a expector^ao e favorisa as funccOes tos orx?os respirator.ns.
Te_a sa aacaaa tai eaaai -e J HC, s rm, ra <-l_s_re. esa .arta
^_ HtfQei tartos em r*rrHimt>-*: fliJC* _. aVs MILI A _C\_____
fti--*
XAROPEi reinvillier
Co
'tl
^^(
Laureado pela Academia de Medicina
Caa/he/ro da teg/o de Honra rfl-^
o*
'ATOdaCAL C3--S-
O Pnospliato de eal a substancia mineral mais abundante do organismo e toda ves que sua
quantldade normal dlmlnue resulta urna alTeccSo oreante grave.
Mais de cinco mU curas, a mor parte justlllcada polos Professores c Mdicos das Faculdades
forao obtldas ltimamente e flzero com que o Xarope. ao D' Beinrtllier ros.se classllcaao
como o especifico mais seguro contra a Tisiea anlmonar, Bronchlto ^-irnica. Anemia,
SacnltlBiao, Sebillode do Organismo. 0 Xarope diariamente as criancas facilita a denilco e o crescimeato i as maes e amas de ielte torna o
/lclte oulhor; impode a carie e cueda dos denles Uo frequentes depois da prenlies.
Deposito: Pnarmasla VX_-NO;tr_, 8, Plaoa do la Maodalelna, FASX
Em Pernambuco: FRAX- M. ita SILI'A b C, a nm principan Pharmacia! e Dnterlli.
PERFUMARA DO MUNDO EUGANTEs
DELETTREZ
54, 56, Ra Richer, 54, 56
CREAQ0 PARIZ NOVA
concoi-tr-Qao
CftEME OSMHEOIA,
SABO.VETB, EXTRACTO]
AOA O T0UCAD0S
POS de ARROZ
COSMTICO, BRILHANT1KTA
OLEO, POMMADA, VINAGRE
fc.
A Periumaria 0SMHEDIA assegura aos
pLIBNTBS flEIS
Jurentnde tttrna t Cor sim Igual ,
-'-; .::*: ni AnI Bata* FRAN'-M.daSlLVA 4C
f*w*:
I^BCH'
'$ ADL
'OS A AS
MORSO
Renudlo
3[rj'T:
ABA fflBATTIll A m
INDIGESTA0
Sob a forma de
raascos, pos
M CL0BUX08.
VNDESE no MUHDO INTEIRO.
PRF.PAIIADOS DE
Pepsina Morson
Muito recommendadas
pelea principies Mdicos.
MORSON & SON
SoatiinptoD Sow, Russll-Square
lonqon
UmiUraimPernambuco :Fr_C_.ltSILVA

WttllMl-
I Gawro cfiro/Uoo da tssxiga,
trrltavs to canal de uratra
i Molestias de orostata,
incontinencia da Urina,
Arela na urina, etc.
'SWANN, Ph3rrP3csut:co-Chimi.oo,
rAM3, <. :i* cmtisuom, 1?, PAH13
Ul (-lLU)OL
WSTANTANEAptn. -Mrba. j
8 um i"?. lem prepara-.
cm Uvagem.
- i-lLUi.
ROSADA rs". -:sr sos c*f-_<.
b. ancos
sua C6* primitiv;:
*pll*)p;ral en Pariss F7X.ll.T91.,47, ra Tirase, PARS
e\m Jernam0..cO : FAAMn KA. _a SILVA e O.
'>ir*ef*f***r*m*Ter*er*ar*f*ar'*eri**m**e^^
PANCREATINA DEFRESNE
Adoptada offficiotmente nos Hospital! e Paris
e na Marmha Francexa.
O mais poderoso d'entre todos os asales
digestivos conhecldos. a M'ancrrmtim le-
frrmte emprega-se sempre com resultado
provado contra:
Fantio Oastrltes
KSi dlsestoes Gastralgia
riatulenclas do estomago
Somnolencia api tvs rcfelpoes
Vmitos determinados pela grvidos
Bnferml dados do ligado
Tomada depois das refeicOes desperta e escita
oappetlledosconvalescentes, combale e de tem
o emagrcciniento dos liseos.
A JPuncreatina Miefresne em Vi O em
Vulns vende-se cm todas as pharmacias.
A^A A^A^_^j__ww^jfc .r^v^j^KJ^w>^A"s
eeyW A*

* 4>
V *
Mercearia
Taaspassa-se urna casa de molbados em urna das
yrincipaes ras desta cidade, muito afreguezadi,
livre de impostos e de quaesquer dbitos.
Quem pretender dirija se ra da Madre de
Deus n. 22, das 9 horas da manba s 6 da tarde.
Caixeiro
Preciaa se de um monin^ com pratica de taver-
na e de conducta bfiancawl : no pateo do Carmo
numero 13.
Furto
Furtaram bontem, 27, da casa n. 244, di ra
Augusta, um panno de crncht, para piano; quem
o apprehender pode dirigir-sc mesma casa, que
ser gratificado.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro : na ra di Principe
numero 1.
15, RV, de Poitci, 15
PA R I S
OLEO
FIGADO \\i\WM
Natural
Ferruginosoe Creosotado
Bu Bri-ctti-s PuAi'arriis
0ER0C0UE
3EROC0UE
9ER0C0
___*.
lajBaJf
f
Hanoel Tavares de Aqulno
Ermelinda Tavares de \quino, sem filbos e
ora con lidam a todos os seus parentes c amig03
assistireu ns missas que mandam resar pela
alma de sen fallecido esposo, pai e sogro, Manoel
Tavares de Aquino, na matriz da Boa-Vista, ua
dia 31 do corrento, s T hras da manba, stimo
dia do seu passainento ; pelo que se confe-asam
efernam<,nto agradecidos.
a
P
Dr. tas-iar Drnmmond
Gaspar Drummond Pilbo e seus irmaos, com-
pungidos pelo doloroso gilpo que acabam de re-
. Beber, agradecem a tudoi os seus parentes o ami-
! gus que acoropanharam os restos mortaes de seu
sempre chralo pti, Dr. Gaspar Drumm-nd ; e
I de novo os convida assistirem as missas que
mandam celebrar segunda-feira 31 do corrente,
stimo dia do sen frtlleeimenio, s 8 horas da ma-
nb, na igreja de S. do Carmo ; pelo que des-
' deja se coufessam gratos.
. ...
Dr. .ipar Drummond
Manoel Peres ''. J. da Gama, sua mulhcr e fi-
lbos convidam aos seus parentes e amigos e aos
, de ssu finado cunbado e tir, Dr. Gaspar de Druns-
1 mond, para assistirem a urna missa que por alma
delle mandara celebrar no dia 31 do corrente, s-
timo de seu infausto passamento, s 8 horas da
manhit, na ordem terceira do Carmo, confesndo-
se dsde ja arrad*T-idns.
Joanna Mura simii-
Jos Joaquim Samarcos, teudo recebiJj a in-
! fausta noticia de ter fallecido em Portug.il, uo dia
J10 deste mes, sua sempre choradi inii, Joanna
I Mara Siney, convida seus amigos par., assiati-
! rem misss, que pelo eterno repouso de sua alma,
j manda celebrar na igreja do Divino Espritu San-
to, segunda-fi-ira 31 do corrente, s 7 h ,ras da
| inauhS, e desde j antecipa 3eus profhtidos agra-
decimenes a todos, por esto acto de religi.io e ca|
ridade. _______________
flafVniT T
DAY& MARTIN
Fornecedorn de Sua Majestide a Rilnha da Inglaterra,
do Exerclto e da Marlnha britannlea.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXA_PH3T*UNCTU0SA
OLEO para ARREI0S
i tsso oqse i n ceirlo sin 3 rainulgn^o do esirt
sst Mn rs torsm.
DEPOSITO OBRAL KM LONDRIS:
', Mtmh Itoletorn, 7
Js^Wtt-Ewian.r,,
r

5

D. Hara laciuiha Camlitia
da Silva
Jos Perreira da Silva, Antonio Ferreira da
Silva e Carta no Ferreiri da >ilva, tendo recebi-
do no dia 25 do corrente m a infausta noticia
de ter fallecido emPitugal uo dia 21 de Abril,
sua presadsima mai, L). Maria Jaciutba C. da
Silva, convidam seus parentes e amigos para as-
sistirem a missa que p r alo a da mesma tinada
maodam celebrar ua igrejn do Divine Espirite
Santo, segunda-feira 31 do curente, s 7 horas
da manlia, pflo que desde ja au;. eipam seus eter-
nos agradecimentos todas aquellas pessoas que
se digna rem ormipim' -er til o ewridofo aefo.______
Caiuiliik ll.xmu tic Hua
A Viscondessa df TaOatitga manda celebrar
i urna missa pela lina desna presada comadree
amiga Camilla Maxim de Parias, no dia 29 de
correte, s 7 horas da manila, aa igreja do Pa
raiz >.___________
^MaBMi^^^BMeB^^^^^BZaKSaa^^BBMHSBBl
sa_n^na^na_B_MB_s>_MBBajsHB_B_^nKSSaBV
Antonio Jos' tiopcn liraga
Vicente Lopes Braga. t:stamenteiro inventa
rante de sen fallecido irmiiu Antonio Jos Lopes
Braga, convida a seus parentes e amigos o aos do
finado assistirem a urna missa, que pelo eterno
repouso de sua lma, manda celebrar no trigsi-
mo dia de seu passamento, terca-feira 1 de junhe
s 7 1/2 horas da manha, na igreja do Divino Es-
pirito Santo, antecipando desde j seus profundo*
agradecimentos.
- i-------TK*
Anisa _eo Rbeiro
Franeisco Rlxiro Guimares, sua mulher e fi-
lhos, traspassados do mais doloroso sentmento
pelo passamento de sua sempre prantcada mSi,
sogra e av, em Portugal, convidam a todos os
seus p.irentrs e amigos para assistirem as missas
que mandam resar por alma da finada Anna Leao
Ribeiro, no dia 29 de Maio, s 7 1/2 horas da
manha, ni igreja do Espiria Santo, e desde j
antecipam todos que c >acorrercm a esse acto de
caridade os seus eternos acradecimentos.
fl_-i^~'*saSja>aaaaaaajajaaajaaaMaaaM
Francisca Brasilina _insa
A mural
Joo do Reg Lima e sua mulher mandam rasar
missas por alma de sua presada filba, Francisca
Brasilina Lima Amara!, cojo acto ter logara
igreja da ordem terceira de S. Franeisco, terca-
fetra Io de junho, pelas 7 1/2 horas do dia, trig-
simo de seu faltecimento.
asa_saaaa_sa_sBB_sasa_a__
/
[
]





;







>
i


''I


I
Diario de PernambueoSabbad 29 de Maio de 1886
R. DE M!SNA & C.
a Marqncz de ollnda m. 18
(Artiga da Cadela)
Casa de coiiimissoes
Grande e variado sortimanto de mo
tras e catalogoB de prodceles da AMnirA
aha, Franca, Inglatem, Austria, Heepanlaf
Italia e Estado-Unidos.
N. B.__Informacoes sobre machinismos
ricaaa, ditas para engenhoa centraos
timbas, etc. para incendios a oatras m*.
ooinaa c utensilios
^Triado boleciro
Aluga-se um eecraviuho pardo, o qnl uk
balear : tratase na ra de S. Joto, casa n. 27.
Ete remedio precioso tem gozado da aeceila.
(ao publica durante cincoenta c sele annos, com-
ecando-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua popularidade e venda nunca forjo to nan-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
fferece a mclhor prova da sua eficacia maravB-
hosa
Nao hesitamos a dizer que n5o tem delicado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em adunes, que se acharo afilie-
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantemente
attestaces de mdicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsiicaces, d
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nomc inteiro, que devia ser
VenmBirc fle B. A. FAHNEST9GK.
Engento
Trs spassa-se o arrendamento do engenho Santa
Rosa, na freguezia da Luz, perto da estacao de
S. Lonrenco, na via-ferrea do Limaeiro, assim
como de Jaboatao, na via-ferrea de Caruar. O
terreno di para safrejar-se annualmente de dons
tres mil paes de asBucar. Alera de muitas ver-
seas tem mata virgen para abrir-ae novo* parti-
dos, me a vapor, tendo urna machina nova, de
muita forca, e micnas uuvhs e grandes : quem
rtendel-o dmja-se ao mesma engenho on a raa
Imperador n. 79.
: '4 Loja das Listo
i, 61-Raa Dope fle Ouiu-K. 61
E a que vende fazeadas oais
baratas e da descont
en qualquer compra su
perlor
Admiren) os prCQos
Mirins de todas as coces infestados superior quu
lidade, a 800 ris.
Mirins cum boflnhas de todas as cores a 700 '8.
Setim de Maco a 800 rs.
Percales e chitas finas a 200 e 240 rs.
Crotones finos largos cores segaras a 320 rs.
Zephiros de quadrinhos a 160, 180 e largos a 200
e 840 rs.
Renda da China, tasenda aberts, a 240 rs.
Fustao branco a 320 e 400 rs. e infestado a 500 rs.
Casaeos bordados, tecido de malha a 104000.
Pecas de babados bordados finos a 900 e 14000.
Meias lisas, e com listias tocas de cures, para se-
nhora e menina a 500.
Lencos escessezas com fios'de stda a 320 rs.
Espartilbos finos todos os nmeros a 44,
{Viles com bolinbas, cures liadas, a 500 rs.
Cobertores de 15, bespaohes a 24.
Colzas de fustao de cores a 145 Miriu preto, quardade fina, a 800 rs.
Setim preto a 14.
Cortinados bordados para cama e janella a 64-
Leques de fantazia, lindos desenhoa, a 14-
Lencos brancos a 24 a duzia, s a caixa vale a
importancia.
Madapoliio muito fino a *> a peca com 20 varas.
Algodao6inho do inelhor a 44500 e 54000.
E muitas outras fazendus qne se vendem mais
barato na loja das LISTRAS AZUES. ^_^
Oiiem tem
}
Oartt e praUa : comprase onro, prata
pedras preciosas, por maior preco que em outra
aualquer parte ; no 1 andar n. 22 a rna larga do
oBano, antiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
arde, dias nteis.
Aviso
Cabriolet
Verjde-se nm ero perfeito estado e por preco
rommodo; tratar na ra Duque de Caxias n. 47
Imprtame liquidado
A
Loja das estrellas
Ra Duque de Caxias n. 56
Merinos de todas as cores, duas larguras, a 800
rs. o covado.
Sedas, ricos desenhos, de 24 a 800 rs. o co-
vado.
Fustoes de lodos as cores a 400rs. o covado.
Ditos de ricos desenlies, para coberta, de 14200
320 rs.
Leonesas (novidade) a 240 e 320 rs.
Zepbir de quadros, 120 e 160 rs.
Setineta lisa de todas as cores, 400 rs.
Dita estampada, 320 rs.
Estamnea imperiaes, 400 rs.
Bramante de liuho com 11 palmos de largura a
14800 o metro.
Dito de algodSo trancado, 801 r6.
Meias inglesas para bomem, 34 e 44 a duzia.
Vestidos a Jersey para menina de 2 8 annos,
. 64, 84 e 104-
Chapeos de sol de seda para horneas e senhsras
k U, 24500, 34, 34500. 44, ^4 e 64-
Testi arios de casi mira para menino de 2 8
annos, 84, 10g e 124-
Madapolo, pille de ovo, 64 a peca.
Algodao marca T, 54 a peca.
Lencos com barra de cor, 1420C a duzia.
Assim como um variado sorrimento de porcella-
as douradas, crysta ?s, artigos de phantasia para
toilette e muitos outr >s artigos que se vendem por
menos 50 li/O do qne em outra qualquer parte.
"GRAxNDE
O procurador Borges Tavora pode ser procara-
alo em seu escriptorio n. 50, ra do Queisoad,
ode esteve o directorio liberal.
VENDAS
Vende-se o engenho Cumbeba, sito na co
marca de Goyanna, -reguezia de N. S. do O',
mente e corronte, com satra para 1,500 i 2,000
paes de assucar, com trinta animaes de roda, oito
bois mansos e dous carros : quem o pretender di-
rija-se nesta praca Manoel Paulo de Albuquer-
cjno, ra do Barao de S. Borja n. 16, ou sen
pr-prietario no mesmo 6ngenho.
Carne e queijo do serian
Vende-S carne e queijo do sertao do Serid,
por preco baratissimo : ra ra do Bom Jess nu-
mero 38.
Bom negocio
Vende-se urna pe-
quea taberna, pro-
pria para principiante
por ter pou eos fundos.
Na ra da Roda, n.
48, daroinformae,es.
A Revoluto
0 48
i rna Duque de Caxias reduzio as vendas
a 25 0]o de menos de seu valor
Ver para crer
Setin maco a 800 rs^covado.
Merino de bolinhas ^OO rs. o dito.
Lindas alpacas de cores 360 o dito.
Setinetas lisas i 400 rs. o dito.
Titas escossesas a 44Q> dito.
Chitas finas modernas 240 c 280 o dito.
Cretones finos a 320, 360 e 400 rs. o dito.
Fustao branco a 400, 440 e 500 rs. o d;to
Linn branco a 500 rs. o dito.
Mariposas finas de cores a 240 o dito.
Linbos escossezes de quadrichos a 240 rs. o dito
K'.-nua da China 240 rs. o dito.
Seda de lastras 14000 o dito.
Damasco de cores a 500 rs. o dito.
orim pardo liso 300, 360, 400 e 500 rs. o dito.
Verbotinas de todas as cores a 14000 o dito.
Fichas a 14, 24, 34, 44 e> f>4000 um,
Casemira inglesa de cor a 34 e 44000 o covado.
Dita diagonal a 24 o 24500 o dito.
Dita de cores a 14800, 94 e 24400 o dito.
Flanella americana 14200 o dito.
Toilette para baptisados a 94000 um.
Puiilios e collarinbos para senhora a 24000.
Espartilbos de cora cu a 4, 5, 6 e 84000 um.
Camisas bordadas de linho a 304000 a duzia.
Camisas para senhora a 304000 a dita.
Ditas de meia a 800, 140)0 e 14400 a dusia.
Times para meninos a 44000 um.
Crneos de laia 124 nm.
Bramante de 3 larguras a 000 rs. a vara.
Dito de 4 larguras a 14200 a vtra.
Lencos com barra 14200 a dusia.
Lnc s brancos a 14800 e 24000 a dusia.
Lencoes de bramante por 14800 um.
Cortes de casemira de cor a 34. 34500 e 44 um. Especialissimo matte do Paran, en. po
Expsito central roa larga do
Rosario n. ,8
Damia Lima & C, nao podando acabar com a
grande quantidade de mercadorias, resolVeram
anda orna vez convidar as Exmas. familias e o
respeitavel publico em geral, que com certeza nin-
goem perder seu tempo, fazendo urna visita
ExpoMlco Central
Pecas de bordados 'a 200, 400, 500 e 600 rs.
Punhes e colarinhos bordados para senhora a
24000.
Ditos ditos lisos, 14500
P Ditos para h orne A, 14500.
Um plastrn de 24000 por 14500.
Invesiveis grandes por 320 rs.
Lacos para senhora por 14500.
Macos de la para Urdar, 24800 e 34
Luvas de seda arrendadas a 24500.
Ditas lisas, 24200.
Ditas de fio de Escossia, 14CC0.
Broches para senhora (modernos) 1450.
Um par de moias para senhora (fio de seda
600 rs.
Dito idem liso, 400 e 500 rs-
Dito idem (fio de seda) 1J2O0.
Duzias de baleias a 360 rs.
Carreteis de 200 nudas a 80 rs.
Metros de arquinhas a 160 e 120 rs.
Um par de fronhas de labyrintho, 14500.
Macos de gramp< s a 20 rs.
Metros de plisss a 400 rs.
Lindos pasaariuhos de seda para chapeos de
senbara, de 500 rs. a 14000.
Um pente coro inscripca* para senhora, 14-
Um leque de 164 per 94-
Brinquedos para enancas, leques de papel, fi-
tas, bicos de linho, quadros para retratos, lencos
tspartilhos, bicos, galo.s, franjas com vidrilhos,
etrs muitos oojectos de phantasia per precos
sem compatencia: na eiposicio Central, ru
larga do Rosario n. 38.
Toalhas felpuda* a 44 e 64000 a dusia.
Ditas alcochoadas de 204 por 124000 a dusia.
Meias para hornero de 3$, 4g, 54 e 6400o a dusia.
Metas para senhora 34,44/ 54, e 64000 a dita
Colchas brancas e de cores a 14800 urna.
Colchas bordadas a 54000 e 745 0.
Cobertas forradas a 24800 e 2490 urna.
Madapolo gema e pelle de ovo a 64600 a peca.
Redes hamburguezas a 10400!) urna.
Brim trancado a 700 rs. o covado.
Cambraia de forro a 124000 a peca.
Zefiros lisos a 120 o covado.
Cortes de casineta a 14000, 14600 e 14800 nm
Anquinbas a 24000 tuna
Em vista dos granc'es progressos da idea de que
se gloriam as nacoes civilisadas, o commercio
deve acompanhar esse pro^resso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
nacoes : em asta do que annurjciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es-
colha dos quaes, os annunciantes teem semprs
maior cuidado, para bem servir os aeus numerosos
fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Venbam ver, pois :
Queijos, flamengo e de Minas.
Fiambres ingleses.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranhao.
Frnctos seceos, como :
Passas, amendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de hortalicas.
Espectalidade em
Vinbos finos do Porto, Madeira e Shery
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinbos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth. etc.
Licores de todas as q'ialid; des.
Champagne.
Ccrveja de diversa: marcas.
3em assim :
Ararat a fina em pachtes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Anda mais :
Ovas de peixe.
Sardinhas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martins Capitao & C, ra estreita di
Rosario n. 1. _____
AOS AGRICULTORES
Formicida capanema (verdadeiro) para extinc-
co completa da formiga saura. Vendem Martins
Capitao & C, raa estreita do Rosario n. 1
Fmzendas brancas
SO' AO NUMESO
AO raa da Imperatrlz = 4o
Loja dos barcUeiro^
Alheiro & C, a ra da Irnperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estis fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
AlgodoPecas de lgodozinho com 20
jardas, pelo- borato proco de 34800,
44,44500,44 !, 6f, 54500 e 6J501
MadapoliioPecas de madapolo com 24
jardas a 4,5500, 54, 64 at 124000
Camisas de meia com hstras, pelo barato
preco de 800
Ditas branca e croas, de 14 ate 14800
Creguella fraaceza, fazenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
c-roulas. v*ra 400 rs. e 500
(^eronlaa da acuna, muito bem fetac,
a 14200 e U00
Colletiuhos r'a ciestcc. 800
Bramante fraocez de algodo, muito cn-
corpada, com 10 palmos de largura,
tQ'-tru 142
Dito de linho inglez, de 4 larguras, p -
tro a 2450O e 2|80C
A toaJhado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1J800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, 'na conhecida
loja de Alheiro & C, esquin.. do becco
dos Ferreiros
Algodo entestado pa-
Firiiiii fall oMuRiitiuB
Vende o Vasconcellos ra
corram aella!
ra icnfoes
UOo t*. e AOOO o metro
Vende-se n: loja dos barateiros da oa-Vista
0 :od;o pora lencoes de um so panno, com 9 pal-
s de lart-nraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
OOometri, assim com dito trancado para
na [has de nx-sa, com 9 palmos de largura a 14200
i: otro. Isto na leja de Alheiro ce C, esquina
do ceco dos Ferreiros..
MERINOS PRETOS
A 14209,14400, 14600, 14800 e 24 o covado
A heiro & C, roa da Irnperatriz n. 40, ven
dem muito bous merinos pretos pelo preco acim
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co di s Ferreiros.
Espartilbos
Na loja da ra da Irnperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilbos para senhora, pelo preco
de 54C00, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brius, etc., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 24800 e 34 o covado
Alheiro & C ra da Irnperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas L.rguras, com o- padrdes mais deli-
cados para costuro, e vendem pelo barato preco
de 24800 e >$ o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer costumes de casemira a
30, sendo de paletot sacco, e 354 de traque, -
frande pech noha : na loja dos barateiros da Boa
ista.
BIUM PARDO LONA
A 820 rs. o covado
Os barateircs da Boa-Vista vendem urna grande
porco de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 320
rs. c covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bardados a lOOrs a peca
A ra da Irnperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
cede 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
das, por 5f, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
lusies de setineta a &00 rs o
cevade
Alheiro & C. ra da Impcratri veu-
dem um bonito sortimento de fusties brancos pele
baratinbo preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 ra. o
ovado na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
LIPACIO DE CHAPEOS PARA
vende-se pelos segufntes pre
eos de 15ooo at %04000.
rna do Crespo
Heqaellna.
n. 1? -Madama
para
Hita tiuque de Caxias 11. 58
Fustoes de cores para vestidos a 210 e 320 rs.
o covado.
Chitas claras e escuras, 200 e 240 rs o dito.
Sargelins diagonal de todas as cores, 240 rs. o
dito.
Alpacas de seda idem idem, a 360 e 400 rs. o
dito.
Las cou bolinhas, novidade, 560 e 700 rs.
dito.
Setinetas superiores, faaenda de 600 rs., para
liquidar a 400 rs. o dito.
Damascos superiores, duas larguras, 14800 o
dito.
Popelina branca de seda, 480 rs. o dito.
Setins maco de todas as cores, 800 rs., 14000.
1(200 e 14400 o dito.
VelludilboH de listrinhas, novidade, 14600 o
dito.
Sedas japonezas, 400 rs. o dito.
Esguio para casaquinhos de senhora?, a 44 e
4|50O a peca.
Brim pardo fino para vestido, 500 rs. o covado.
Failes ae novos gostos, a 500 rs. o dito.
Camisas para s'-'nhuras, as mais lindas que tem
vindo, a 44500 e 54-
Saias riqusimas, para todos os precos.
Cortinados bordidos, 6J500 e 94 o par.
Guarnicpes de crochet para cadeira e sof, a
84000.
Camisas francezas superiores, a 30 e 364-
Bramante de algodo, o inelhor que tem vindo,
14500 o meti.
dem de linho puro, 24 o dito.
Colchas de cores, francesas, 14500 e 24 urna.
Lencoes de bramante muito grandes, 24 um.
Cobertas de ganga, idem idem, 34 urna.
Meias arrendadas para senhora, a 84 a duzia.
dem croas, idem, 84 e 124 a duzia.
dem inglezas para homem, 34500, if e 54 a
duzia.
Ceroulas de bramante bordadas, 124000 e 184
a duzia.
Lencos de linho a 3* a duzia.
Casemiras de cores, inglezas, 144O0 e 14600 o
covado, com duas larguras.
dem pretas diagonaes, 14800, 24 e 54400 o
covado.
Cortes de ditas de cores, proprias para invern,
a 24500 e 34.
dem inglesas, superiores, a 44500, 54 e 64.
Cortes d-- fustao para colletes, lindos desenhos,
a 24500 e 3J.
dem de gorgoro preto, a 24 para acabar.
Deposito de algodOes, tanto nacionaes como es-
trangeiros, superiores m&dapoloes, brins, case..li-
ras de todas s qnalidades, eberiotes e merinos
para luto.
Vendas e grosso, descont da praca.
Carneiro da Canha & C. ,
5 Ba Daqne de Caxlaa SO
Engenho a venda
Vende-se o engenhj Murici, com*af"ft ou sem
ella, situado na freguezia da Escada, distante da
respectiva estaco um quarto de legoa, podeudo
dar seis caminhss por dia, e moente e corrente,
tem duas canas grandes e duas pequeas para ino
rada, e outra para farinha com suas pertencas : a
tratar na rna do Imperador,n. 65, 2- andar.
Fruclas maduras
Vende-se diariamente especia** laranjas para
da Auroran. 811 mesa, mangabas, eapotas, e oatras muitas: no
largo de S. Pedro n. 4.
(mi
11.,
3CRaa da Imperatrlz-rt
Loja de Pereira da Suva
Mate estabelecimento vende-se as roupts aba
xo mencionadas, que sao ba~ 1 ~.u.a*.
Palitots pretos de (.".'.. atagonaes e
acolchoados, sendo tazendas muito en-
corpadas, e forrados 74001
Ditos de casemira preta, de cordo muito,
bem feitos e forrados 10400"
Ditos de dita, faaenda muito inelhor 124001
Ditos de flanella azul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados 124001
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encorpada 64&0<
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas 645
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitas 84001
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 24, 24500 e 34001
Ceroulas de greguellas para horneas,
sendo muito bem feitas a 14200 e 14601
Colletinhob de grcguella mnito bem feitos 140Ut
Assim como um bom sortimento de lencos d<
linho e de algodo, meias croas c collarinhes, etc
Isto na loja da -na da Irnperatriz n. &
Riscados largos
a SOO ra. o cavado
Na loja da roa da Irnperatriz n. 32, vendem s<
riscadinbos preprios para roupas de meninos 1
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado
tendo quasi largura de chita francesa, e ssir
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas es curas a 240 rs., pechincha
loja do Pereira da Silva.
Fusttae). Metlnelaa e lziniia a SO
ra o covado
Na loja da ra da Irnperatriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a OOt
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-cores
fazenda bonita para vestidos a 500 rs. o covade
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ar
cores, a 500 rs. > covado. pechincha : na loj.
do Pereira da Silva.
HerlnN preliin a I i
Vendc-se merinos pretos de duas larguras pan
vestidos e roupas para meninos a 14200 e 1460*
o covado, e sunerior setim preto para enfeites t
14500, arsim como chitas pretas, tanto lisas com
de lavoures brancos, de.240 a' 320 rs. ; na nov>
laja de fereira da Silva ra da Irnperatriz nu-
mero 32.
Algodoefnno franco para lenre
a OOOra., i* e i?oo
Na loja da ra da Irnperatriz n. 32, vende-s-
superiores algodaozinhos francezes com 8, 9 e K
palmos de largura, proprios para lencoes de un
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 14000 1
metro, e dito trancado pa a toalhas a 14280, a
sim como superior bramante de quatro largurai
para lencoes, a 14500 o metro, barato ; na Ion
di Pereira da Silva.
Boupa para meninos
A lS. l*50 1- A
Na nova loja da rna da Irnperatriz k. 32, s
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci
nha curta, feitos de brim pardo, a 44000, dito*
de moleeqvmr. a 44500 e ditos de gorgoro prett
emitando casemira, a 64, sao muito baratos ; ai
loja do Pereira da Silva.
Plvora
Vende Candido Thiago da Costa Mello, em seu
deposito ra Imperial n. 322, olaria, onde tam-
bero vende fijlos e telhas. Telephone n. 221.
Massa de mandioca
Vende-se massa, especialmente preparada, para
bolos de Santo Antonio, S. J0S0 e S. Pedro, a 500
rs. cada pacote de meio kilo : no largo de S. Pe-
dro n. i.
4o<3
Bonitos leques de gaze para senhora, a 34, 4
84 e 104.
Ditos de setineta, de 14500 a 24500.
Ditos de papel, de 300 rs. a 14-
Em eontiDuacio
Cintos de couro a 14500 e 24-
Babades bordados largos e estreitos, a 100 rs
a peca.
Chapeos para baptisados, de 14500 a 84-
Ditos de palha para criaueas de 3 a 4 annos, a
24500.
O Pedro Antunes & C. quem tem para Mqui-
daco.
Belleza, frescura, juventude
Pos branco den tracen para ama
lar a pelle
Estes pos, de urna fineza extrema, especialmen-
te preparad ~. aiormosear a pelle, sem alte-
ral-a.
A' venda, t... .asa do Pedro Antunes & C, rus
do Duque de Caxias n. 63.
Igualmente o bem conhecido leite de rosas para
extinguir as espinhas e pannos, os mais assombro-
sos inimigos de urna assetinada face, restitirindo-
lhe a belleza antiga.
Em ultima aualyse ser bom nao esquecer o
crme rosado para es labios !! S a Nova Espe
ranea.
n til e agradan el
Fazer um delicado trabalbo de crochet cem a
novellos de la o seda de diversas cores, que teem
o Pedro Antunes & C.
Linhas de diversas cores, dita branca de linho
para fazer trivolit, medalhro tranca bem conhe-
cida para o mesmo.
Um bonito desenho colorido para mesa bonita
almofada.
Ao 63Ra Duque de Caxias
O tempo proprio
Boas meias de la para hoinens e senhoras, luvas
de dita para quem soffre de rheumatismo.
Ao 63 Ra Daqne de Cavia
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escosscz preferivt
ao cagnac ou agurdente de canna, para fortifica
i corpo.
Vendc-se a retalho nos h. Iberes armazens
no'ha-tos.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo n.
me e emblema sao registrados para todo o Brazi
BROWNS & C, agentes
Camisas nacionaes
A ?500. a4MH> e a4500
32= Loja a roa da Irnperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortironto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pannos de linho como de algodao, pelos
baratos precos de 24500, 34 e 44, sendo fazenda
muito melbor do que as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortada* por
um bom artista, especialmente camiseiro, tamben
se manda fazer por encommendas, a vontade dos
fregueses : na nova loja da ra da Irnperatriz n
3.', de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
%2 Raa da Irnperatriz = 3*
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
oitavel publico um variado sortimento de tasen-
as de todas as qualidades, que se vendem por
recos baratissimos, assim como um bom Bati-
mento de roupas para honiens, e tambem se man _
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos fino*,
casemiras e brins, etc
Buhar
Vende-se um bilhar francez em perfeito estado
com tres jogos de bolas e seis tacos :, a tratnT no
antigo largo do Pelourinho (corpo &mtoj n. 7, es
criptorio.
TOTO
5

Z*l
OC
I



Chapeos e chapelinas
36 A40PRAQA DA LNDEPEMDEIA.....36 A O
*
. B. S. CARVALH0 & C.
Proprietario8 deste bem conhecido estabelecimento paaecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes casas em Paris e Manchester o que de melhor e de
apurado gos'.o ha em chapslinas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de H&mburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens c crianjas, e muitos outros artigos concernentes
chapeiaria.
Flores artiiiciaes para ornamento de salas.
0*2
r
Ans i.ooo:ooosooo
200:000$000
HMfcOIIOSOOO
lilM^III LOTERA
DE 3 SOBTEIOS
Em lavf r dos ingenuos da Colonia Orphanologica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
Extraccao: no da 8 fie Jaltio de 1886.
FAZENDAS BARATAS
Na bem conhecida loja da ra Primeiro de
Mar?o n. 0
JUNTO DO LOLVRE
Grande sortimento de madapolSes de 4^500, 5, 5#500, 6#, 6fM0
7*500 e 8,5000
AlgodSes brancos, superiores qualidades, de 4(5, 4^500, 5|, ft#500, 64
6500.
Saperiores cretones de 320 a 500 o covadu.
Batistes, lindro padr3es, a 200 e 320 rs. o covado.
Fustoes brancos de novos desenhos a 440 e 500 rs. o covado.
Cobertas de ganga, forradas, de dous pannos a 3^500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padr3es, a 35000.
Lencoes de bramante, de linho de 2)5 a 4-5000 a um.
Ditos de algodao de 1,800 a 2,5500.
Toalhas felpudas, de tamanho regular a 54000 a dazia.
Ditas grandes para banhos a 2,5000 urna.
Lencos de algodao de 14800 a 24200 a duzia.
D'tos *<) algodSo, com barra, a 25400 a duzia.
liiiin pardo, claro, a 300, 400 e 700 rs. o covado.
Dito traajado, loaa, a 14, 14i00 e 14200 o meto.
Uortes le vestido de cretone de 204 por 84000.
G iiurdanapos de linho de 34500 a 64 a duzia.
Grande variedade de anquinhas de 24 a 54000.
Meias cruas para homem a 54, 64, e 74000 a duzia.
Chambres muito bem preparados, para homem, de 54 a 104009.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 24500 o covad.
.Algodo-trancado de duas larguras a 14300 a vara.
Bramante de algodao, de qnatro larguras, de 14500, 14800 e 2000 a rara
T)ito de linho idem idem de 24, 24500 34 e 44000 a vara.
Leques de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 o 14000.
Merino preto e azul a 1440C rs. o covado.
Setinetas Usas de todas as cores a 440 rs. o covado.
Velbutinas de todas as cores a 14000 o covado.
Molesquin de cores, bonitos padrBes, a 600 rs. o covado.
Chales de algodSo a 14200, 14400, 14>>00 e 25000.
Guarda p de brim de linho pardo a 44, 54 e 68000.
Oxford p*ra camisas, lindos padroes, a 280 300 e 340 rs, o eovado.
Costumes para banhos de mar a 84 e 104000.
Cortinados bordados para cama e janellas a S> 104, 12, 14 e 164000 e pa*,
Grande sortimento de roupa feita para trabalhadores de campo.
Encarregamo-nos tambem de mandar fazer qualquer roupa para homem e
meninos, para o que temos um hbil official o um grande sortimento de pannos, brins,
casemiras, etc.
Quem precisar de algum artigo bom e barato, dever visitar de preferencia
este antigo e acreditado estabelecimento.

Raa Primeiro de Harto 120
JOSEPH KRAUSE &
Acaban, de augmentar o sen j bem conhecida
mportante estabelecimento una Io
de marf o n. 6 com mais
'U! salo no. andar Inxnosamente popar-
rado e prvido de nina exposi-
*f f m de prat* de Porto eMnfliilf
dos mais afamados fabricantes [do
mundo inteiro,
Convida, pois, as Exmas. familias, seos nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren.
o sen estabelecimento, afim te
apreciaren! a grandeza e bom goslo coa qne
nao obstante a grande \
despeza, o adornaran), em honra
desta provincia.
CHASE ABITO DAS 1 8 DA NOffB
v
*.
}


8
Diario de PernamboeoSabbado 29 de Maio de 1886

ASSEMBLA GERAL
CAVARA DOS BEPLTADOS
SESSAO EM 19 DE MAIO DE (886
PRESIDENCIA DO BR. ANDBADE FIGEIRA
Ao meio-dia, feita a chamada, responden!
79 Srs. deputados e brese a sessao cinco
minutos depois do meio-dia.
E' lida e approvada a acta da sessSo an-
tecedente.
O Sr. 1. secretario d conta do ex-
pediente.
O Sr. ornes de Castro pede
licenga par* tratar de factos occorridos na
sua provincia e que na Cmara j foram
mais de urna vez trazidos ao debate.
Sent necessidade *e vir hoje explicar
esses actos hontem expostos no Senada
pelo.Sr. conselbro Franco do S, que sa-
crificoo a verdade e pintou o orador como
homem pouoo sensato, atrabiliario e eivado
de espirito partidario.
Relata minuciosamente as ocurrencias
havidas antes e depois iaseleiS3es de I>-
zembro as comarcas de Gra)hu e Pastos
Bons e no termo de Mirador, s quaes se
havia referido o nobre senador, accusando
injustamente as autoridades conservadoras
de terem promovido conflictos de que re-
sultaram mortes e ferimentoa graves, sso
c'om o intuito de vencerera as eleigSes a
todo o transe. .
Defende os seus amigos e eo religiona-
rios das aecusagea que lhes fazem, affir
mando que as elegoea em toda a provincia
do MaranhSo correram librrimas, e que
em tempo algura governo nenhum pode im-
pedir os crimes gerados pelas paixoes par-
tidarias. ,
E' lida, posta em discufleao e sem deba-
te approvada a seguinte
REDACgXo
Projecto n. 1 de 1886
Emendas feitas e approvadas pela C-
mara dos Deputados propesta do poder
executvo, que fixa s forgas de trra para
o exercicio de 18861887.
Accrescente no lugar competente :
Assembla Geral decrete :
Art. 1. (Como na proposta.)
Art. 2. (Como na proposta)
Art. 3.o (Como na proposta.) ->
Sala das OommiJ85es,era 18 de Mato de
1886. Antonio Coelho Rodrigues.Fran-
cisco deAssis Rosa t Siloa. Joaquim
Mattoso buque-Estrada Cmara.
ORDEM DO DA
VERIFICAgAO DE PODERES
E' approvado o parecer n. 105 reconhe-
cendo deputado pelo 5." districto da pro-
vincia da Parabyba o Dr. Francisco de
Paula Primo.
O Sr. Presidente proclama deputado pelo
f;. districto da Parabyba o Dr. Francisco
de Paula Primo.
MONTE-PIO DOS OPERARIOS DO ARSESAL DE
MARI SI i \
Entram em discusaSo as emendas do Se-
nado ao projecto n. 53 sobra Mqpte Pi dos
Operarios do Arsonal de Marraba Ifc Corte.
O Sr. Coelho Rodrigues recaer e a C-
mara approva que as emendas sejam dis
cutidas englobadamentc.
Ninguem pedindo a palavra, a discussao
encerrada e as emendas approvadas, sen-
do o projecto remetudo commissao de
redacgSo.
JCBILAt,AO
Entra em 1.a discussao o projecto n. 52,
concedendo jubilado ao lente de theologia
dogmtica do seminario de Cuyab, proto-
notario apostlico Ernesto Cimillo Bar-
reto.
O Sr. candido de OllTelra diz
que a ordem do dia de hoje bem mostra o
que o Sr. presidente doclarou ha das, isto
, que a Cmara nada tem qne faier.
Anda nao se conseguio a cleigSo das
commiss3es permanentes ; o projecto de
reposta falla do throno nem o orgamento
foram dados a -scussSo. Entretaato, Ju
lho bate porta e necessario ser a profo-
gativa d um osamenta j duas vezes pro-
rogado, medida contra a qual tanto se pro-
aunciaram os nobres deputados quando es-
tiveram na opposigSo.
O governo ver se-ha fatalmente obrigado
a discutir a piorogativa, porque o tempo
lhe vai altando para descutir o orgamento.
E' por isso que censura a organisagao da
ordem do dia tal como est, c na qual, se
nSo conhecesso a lealdado do presidente da
cam ra, poda at enxergar um plano de
oppogSo ao governo.
Dijse-se que o paii nao comportava mais
prodigalidades ; entretanto inicia-se a aitua-
gSo por urna prodigaldade, qual a sufra-
gada pelo projecto em discussao, porque
outru cousa nSo a concessSo de aposenta-
dona, que so deve ser decretada em cir-
cumatancia excepcionaes. De8t'*rte 1ue"
bra o governo o seu programma de econo-
mas.
Sustenta que o protonotario Camllo Bar-
reto, a quem o projcto favorece, nSo est
no caso de mereer a graga que solicita,
porque era est inralido, ao contrario, se-
gundo lhe informara, acha-se nedio e ro-
busto; nem a molestia de que elle sofre
est documentada junto ao parecer, nem
tem servigos relevantes que o recommen-
dem gratidSo nacional e que autorisem
e-t* lei de excepto.
Vota, portanto, contra 1) projecto, cuja
inclusSo na ordem do dia censura, por
entender que antes devia voltar a commis-
so para es tuda lo.
O Sr. Presidente observa que a censura
feita pelo nobre deputado relativamente
organisagSo da ordem do dia improce-
dente,, porquanto, alm de nao ter sida pos-
sivel nomear todas as commissoes perma-
nentes, em consequencia de nao estarem
ainda reconhecidos todos es deputados,
nio tem faltado na ordem do dia, no curto
periodo decorrido desde a abertura da ses-
sSo, materias importantes a descutir, como
sejam os projectos de forgas naval e de
trra.
A mesa nSo poda deixar de dar para
ordem do dia o prefecto projncto, que se
acha com parecer e j foi sujeito aprecia-
do da Cmara. Esta decidir sobre elle,
sem quo em caso algum se possa
inferir
dssesse entilo quo eate tuneconario nlo ae
achara em condiges de poder funocionar,
nlo ae sabe boje so essas condicoas ainda
perdnAm.
O Sr. Presidente diz que ha iuformagSo
de que o peticionario se acba completa-
mente eego (apoiados) e fui por isso que
deu o projecto para a ordem do dia.
O Sr. Lsmoi faz outras considaragBes, .
justificando o .idiaraento para o projecto otros.

deve concorrer para, que o projecto em
discussao seja transformado em lei, antes
de principiar o exercicio a que destinado,
e porque ainda na presente sessSo tem de
ser discutida igual proposta par o exer-
cicio de 1887-1888 ; por isso liraitar-sa-ha
resposta que tem de dar aos Ilustres op-
posicionistas, que ouvio com attengSo os
que julga sorem a reproducgSo un3 e dt
FOLHETIM
ANGELA
d'aqui que baja quebra do programma do
Governo relativamente a e;onomia. Quan-
to a entender o nobre deputado quo o pro-
jecto em discussao nao poda ser dado para
a ordem do d* sem voltar comraissSo,
isto assumpto que s a Cmara pode de-
cidir. A mesa que nSo podia deixar de
contmplalo nos trabalhos
O Sr. Coelho Rodrigues declara
que vindo tribuna nao tem por fim de-
fender o projecto em discussao, porque os
seus precedentes em sessSes anteriores nSo
lb'o autorisam a fazer. Portanto, em
principio, vota contra; mas nao pode dei-
xar de ponderar que o peticionario Camillo
Barreto pelo seu rao estado de sade me-
rece que se atienda sua pretengSo, e que
se ha casos em quo urna lei de excepgSo
possa ser justieada, este.
O Sr. Alvos de Aranjo nlo v o
a cmara suficientemente esclarecida so-
bre o assumpto do projecto.
O Sr. Presidente : Os documentos que
instruem esta pretengao acham-so na se-
cretaria do governo.
O Sr. Alve3 de Arujo nao deseja op-
por-se syatematicamente ao projeeto que
se discute ; mas julga que a cmara tem
necessidede de achar-se habilitada a dar o
seu voto nesta exccpgSo, afira de que nao
se torne em regra geral.
sustenta portanto a conveniencia de
adiarse a discussao por alguns das at
quo a nova coramissao de pensoes e orde-
nados d parecer a respeito.
Vem mesa, lido, apoiado e sem dis-
cussao rejeitado o seguinta requerimiento :
o Reaaeirj o aiaraento do projecto por
tres dia. Alves ds Araujo.
Contina a discussao do projecto.
O Sr. Olympio de Casti-o cum-
prj um dever de conssiencia sust ntando
o projecto em discussao; sentindo tnst iza
por ver o Sr. Can *ido de Oliveira pronun-
ciarse contra o parecer de urna comrais-
sao coraposta dos amigos de S. Exc.
O Sr. Candido de Oliveira declara quo
ento pronunciou se do raesmo modo, pro-
metiendo votar coatra.
O Sr. Olympio de Castro sustenta a ne-
cessidade de urna lei que conceda aos lunc-
cionarios ecclesiasticos as mesmas regalas
que tm os funecionarioo civis.
Depois de outras observares,
que vota pelo pr.jecto.
O Sr. LeiUOS nao contrario em ab-
soluto s aposentadoras porque entende
que em casos especiaes deve o poder legis-
lativo fazer excepgo a funecionarios que
della se tenham tornado dignos ; mas v
que este projeeto a 1884 e embora se
Quem foi que lhe pedu par levar a
menina Emma Rosa estasao s cinco ho-
ras da manha ?
Nao oi a Sra. Fontana quem respon-
deu.
Angola approximou se.
Eu, senhor, disse ella com arrogan-
ser enviado respectiv ooamissao.
?era mesa, lido, apoiado e sem dis-
cussao approvodo o seguinte requorimento :
Requeiro que o projecto v com
mssao de pensoes e ordenados, para dar
parecer. Limos.
Continua a discussao.
Ninguem mais pedindo a palavra, encer-
ra-se a discussao.
O Sr. Tarquinio de Souza (pela orlem)
reqaor e a cmara approva dispensa de in-
tersticio para que o projecto entra im.ne
diataraente em discussao.
Entra em 2' disjussao o projecfo, que
encerrada por Dinguem pedir a palavra
Posto a votos, approvado o projeoto.
O Sr. Escregnole Taunay (pela ordeno)
requer e a cmara approva dispensa de
impressSo pera que o projecto entre ama-
nhj em 3a discussao.
APOSENTADORIA
Entra em 1" discu3sao o projecto n. 65
de 1885, concedendo aposentadori a For-
tunato Jos dos Santos, porterro da fasul-
dade do direito de S. Paulo; quo appro
vado sem discussSo.
O Sr. Duartj de Azevedo (pela ordem)
requer e a cmara concede- dispensa de
intersticios, para que o protecto entre ira-
mediatamente em 2* dizcusslo.
Entra em 2a discussao o projecto que
sem debate approvado.
O Sr. Carlos Castrioto (pela ordem) re-
quer e a cmara consete dispansa de im-
pressSo para que projecto entre amanhii
em 3' discussao.
FORCA NAVAL
Continua a 2a discussao do pr jacto fl-
xando as forcas do mar para o exercicio
de 1886-1887.
O Oliveira Rlbefro entende nao
dever encerrar-se esto debat; de to am-
pias proporfSes, sem ter ensejo de pronun-
ciarse contra o discurso do Sr. Candido
de Oliveira, especialmente % parte refe-
rente ao3 acontecraeutos da cidade de
Ilbas, na provlneia da Babia, em que o
digno chefe da opposijo, no sou afn de
fazer desapparecer os reductas da actual
situaciio entra as victimas innocentes de
Bas arguicSes escolheu o digno chefe de
polica da provincia da Baha, alias um
illustrado magistrado, espirito isento das
paixSes partidarias (apoiados), e de envol
ta entr ju o presidente da mesraa provin-
cia, que j foi membro da cmara e que
tambera um dos ornamentos da magistra-
tura. (Apoiados.)
V nesses funecionarios dous notiveis
delegados do* gabinete de 20 de Agosto,
que tm empenhado esforcos hercleos
para levantar o crdito do Estado e erguer
o pr-stigio da autoridade, a par da lber-
dada do'cidadao e que, por isso mesmo,
nSo erara capazos de commetter os atten-
tados de quo o nobre deputado os aecusou,
Bem apresentar a rainima prova.
Passa a historiar os aconteeimentos e
morticinios de Ilhos, o alarma que elles
produzirara e o procelimento do presiden-
te da provincia da Babia e do respectivo
chefe de polica ; bem como affirraa que
os oito cidadaos implicados nesses aconte
cimentos, e que declararam quererem as-
sentar praga, foram remettidis ao com-
mandante das armas, e depois de terem
praga que se exigi que fossem apresen-
tados ao tribunal da relacao, o que j era
irapossivel.
Faz a resenha do grande valor do habe-
as corpus era diversos paizes, mostrando
quo jamis pode elle ser executado em fa-
vor do individuo que j tenha praga no
exercito.
declara
POR
2A7ISS 22 Mi M
(;ontinuag,o do n. 121)
XXXII
Sim, senhor.
NSo tendo podido encontrar lugar no
compartimento reservado s senhoras, re-
commendou a moga ao chefe do tren, por
intermed;o do chefe da estagSo.
Com effeito, senhor, e recommendei-
lh'a eu tambera.
Estava perto da menina Emma-Rosa,
qaaudo ella' subi para o compartimento
de primeira classe ?
Sem duvida.
Reparou se es3e compartimento esta-
va oceupado por alguei ?
Vi duas pessoas.l
Dous homens ? f
Dous homens, s|n, senhor... Um
delles esteva de p perto da portaj quando
a abriram. parec i qua se preparaba pa-
ra sabir.
Nao lbe attrabio a attengSo nada de
particular ?
'Absolutamente nada.
Vio o rosto do iajanto que se acha
va em p, quando a sua pensionista subi
o estribo do vagao '
Mal o vi. L.
Se se encomrasse de novo em tace
desse viajante, reconhecel-o-hia ?
Com certeza que nao. NSo pensei
em olhar para elle... O tremolen disse,
ia atrazado e demorou-se apenas um minu-
to em Laroche.
I
cia, eu, p. mai.
bella
O Sr. de Gevrey voltou-so para
hervanaiia :
Nao a senbora que eu interrrogo,
disse lhe elle com voz seeca, a Sra. Fon-
tana. .. e repito a minha pergunta.
__Obedeca a urna ordem da Sra. An-
gela. .. murmurou a professora.
Ordem verbal ?
Nao, senhor, recebi urna carta.
- Tem cssa carta ?
Ouvindo essa pergunta do magistrado, a
filha de Jayme Bernier sentio urna surda
colera revolver-lhe o fundo d'alma.
Como em Paria, per<-ebia a suspeta e
essa suspeita causavalhe urna irritagao vio-
lenta.
Entretanto te ve a forga de conter se ;
mas roordeu os beigos at deitarem sangue
e enterrou as unhas as palmas das raaos.
A professora respondeu :
Sim, senhor, tenho essa carta.
Comsigo ?
Sim, senhor.
Tem a bondade de m'a confiar?
A Sra. Fontana tirou um livrinho de
lembrangas do bolso, abri e tirou de den
tro urna carta, que entregou ao Sr. de Ge-
vray, dizeudo :
Eil-a aqui, senhor... tinha-a collo-
cado, para o que dsse e viesse, neste li-
vtinbo, quando sahi de Laroche.
Angela estava branca^como uma morta.
Fernando de Rody nit o tirava os olhos
della.
Reparou naquella pallidez e como nao
podesse explicar-lhn o motivo, t2o natural
e to legitimo, pensou :
__ Ricardo de Gevrey ter porventura
razio? Sera ella cumpliee do assassino ?
O juiz fotmador da culpa tinha lido a
carta.
Depois de outras consideragoes, conclue
que sendo magistrado nao podia deixar de
correr era defeza daquelles dous distinctos
magistrados, c retira-se da triouna certo
de have" dasempenhado o seu dever.
(Apoiados.)
O Sr. Alfredo Chaves (ministro
da marinha) nao pode demorar a sua in-
tervengan obrigada neste debate, porque
Nota que o Sr. Candido de Oliveira pai-
ro sempre na scena vastj da poltica ge-
ral, fazeodo opposigao systematica e por
isso injusto e s vezes violento. (Contesta-
cao do Sr Candido do Ovaira.)
Deixaria de referirse 1' put< do dis-
curso do nobre deputado, queja tavo res
posta eloquente; se nito houvesse um pon-
to em que foi envolvido um dos mais proi
minentes membros do gabinete actual, ao
qual o orador dedica o raaio:- aprego e res-
peito pelos sarvig03 prestados patri* e
que o recommendam a todo o Imperio.
(Apojados).
Obs-rva qua alguns desaffectos do gabi-
nete procuraran) todos os meios de censu-
rar os seus actos, e como nao encontram
o que dosejam, dio tam escrpulo de ata-
car os membros mais proaminent;s do ac-
tual ministerio n'essa guerra surda de qui
tem sido victima o honrado ministro da
guerra ; tornando-se echo desse boatos, o
Sr. Candido de Oliveira afiirmou em tom
dogmtico que a pasta da guerra estava
acephala porque o Sr. Junqieira estava
doenta e nem conhecia o seu estado.
Acha que por eses raeio qualquer dos
membros da Cmara, at mesmo o Sr.
Candiio de Oliveira, poda ser considerado
inutilisado para o servigo publico.
Nao er que fosse esse um recurso da
opposigo para combatir o g>verno.
O Sr. Candido de Oliveira : Nao foi.
O Sr. Alfredo Chaves (ministro da ma-
rinha) responde que entao S. Exc. nito
podia avangar tal proposgao sem dar im
mediatamente a prova della : mas o nobre
d-putado afastou-ae desse terreno porque
sabe que nenhum dos actos praticados pelo
nobro ministro da guerra poie justificar se-
melhante juizo.
Responde a umn interrogago do Sr.
Candido de Oliveira : o Sr. conselheiro
Junqueira, se se acha por aecaso doente,
essa molestia de nenhum modo tem aflautado
o cumprimento de seus deveres, antes tem
S. Exc. prstalo relevantes servigos ao
seu paiz (apoiados), pelos quaes merece
antes ser louvaio, do que aticalo p;lo no-
bre deputado, portento nao procede a cen-
sura feita ao governo nest ponto.
Era outro ponto do discurso do nobre
deputado referente a eleigocs, o orador
obrigado a dizer algumas palabras; o go
verno n5o interveio na eleiglo de 15 de
Janeiro senao para garantir a liberdade da
eleigao, e se este foi contraria opposigilo
toi devido ao procedimnto da situagao li-
beral, e a oagao desde que pOie respirar,
condemnou essse procedimnto.
Pergunta porque o nobre deputado nao
indicou quaes os candidatos ofnciaes que sabi
ram eleitos qnando S. Exe. atirou a cmara
proposigoes que ferem a todos, sem deixar
direito de deiesa.
Passa a responder ao que dissa o nobre
deputado, era relagiio ao ministerio da ma-
rinha a respeito do ajudante-general da arma-
da o orador podia responder que essa de-
missilo foi dada pedido, ou que'.esse car-
go do confiauga ; mas prefere, protesten-
do, expor o facto ; na armada os Io teen
tes do antiguilade superior a oito annos
sao obrigados a frequentar o curso da
aula pratica de artilliari.i e de torpedos;
tratando se este anno dos offi-iiaes que de-
vem desempeokar esse dever, um dos de
signados pedio que o dispensasso, o orador
fez lhe ver que era isso irapossivel, entilo
este offieial requereu dous mezes de licen-
ga para tratar do sua saude, o que foi iu-
deferido.
Le os officios trocados entre o miuistro
e o judante-general, mostrando que este,
apesir daquello indeferimento, deixara com
licenga o referido ofli tal ; e afinal l o pe-
dido de demissSo do ajudante general.
Cr que o ministro nSo merecedor de
outra censura*senSo pela frousidao com que
procedeu, mas esta justificada attenden-
do aoi servigos desse general. (Apoiados:)
Quanto &uppressao da intendencia de
marinha, do conselho n.ival, e dos arsenaes
da Baha e de Pornambuoo, nao esperava
o orador semelhante pergunta do nobre de-
putado, que acabou do deixar o poder, on-
de o seu partido esteve por espago de oito
annos e conservou todas essas repartigSes
que boje S. Exc. julga inuteis.
Entretanto dir que para fazerem-se eco-
nomas nao basta supprimir repartigo-s, de
que muitas vezes resulta nao economas
mas raaior depeza, como exeraplifica, tra-
tando de cada uma daquellas repartieres
-) O orador nSo d'aquelles que propSem
reformas sem as ter estudado, apresentan-
do o modo de realizar o mesmo servigo
com maior economa ; ma* no espago de
oito mezea xAq era possvel que tivesse fei
to esse eatudo iaportantissimo e se julgas-
se habilitado a vir propor as suppressoes
indicadas pelo nobre deputado. (Apoia-
dos.) '
Affirraa, porra, cmara que o seu fim
estudar com o maior cuidado os meios de
fazer economas, sem transtornar o servigo
publico.
Ain la ha outra consideragao e que em
tempo do paz n2o ha eraprego de embar-
que para officiaes-generaes, que se empre-
gados no conselho naval, e o governo apro-
veita es seus conheciraentos profissionaes.
Fallou tam bem o mbre doputedo sobre
a dstribuigao de costuras no arsenal de
marinha. Logo que o orador tomou conta
da pasta da marinha vio qua havia nume-
ro illirattado de pessoas matriculadas, e o
trabalho nao aproveitava s familias neces-
8t*das; remediou esse mal fixando em
300 o numero de costureiras, dando pre-
ferencia s viuvaa e familias de ofnciaes a
ompregado3 pblicos; asaira desapparece-
rara as queixas juste* que havia.
Respondondo ao Sr. Gomes de Castro,
diz que estao dadas todas as providencias
para quo o forneciinento de tardamente s
provincias seja frito l mesmo.
Cr ter trtalo de todoa os pontos em
que os nobres deputados tocrao; nao lhe3
deu maior desenvoluimento porque ter oc-
casiao de ser mais extenso quando se dis-
cutir a forga naval para o exercicio de
1887 -1883.
Promet eu ser breve e cumpre a prmes.
O Sr. Alvos de Araujo pede
cmara que nao leve a mal tratar o orador
em hora tito aiiantada de assumptoa relati-
vos marinha do guerra. Penaou que o nobra
ministro so oceuparia de. um assumpto, que
preocupa a marraba de gmrra de todas as
afiangar a seguranga individual o a recta
administragao da justiga, fundamentos prin-
cipaes da ordem o tranquillidade publicas
nlo alteradas, nem menes diligante ser
aconselhada por ,alguns factos criminosos
occorridos durante a/ultiraa eleigao, apezar
das repetidas recoramendaco'es e ordons do
goverao, em examinar, se por meio de al-
t8ragoes da lei eleitoral, pode ser cortada
'a reproducido de semelhantes factos.
Em uerdade, Senhor, o estado do ensi-
no, em seus diversos graos, reclama prorap-
ta reorganisagao, e a cmara dos deputa-
dos dar prova de sua so icitude nesso im-
portante ramo do servigo publico.
Para tornar mais prompta a aegio das
cmaras municipaes nos negocios peculia-
res do municipio, adispensavel dar maior
amplidSo e independencia s suas attribui-
goes e neste sentido reconhecida a urgen-
te necessidade de reformar a lei orgnica
das mesmas cmaras.
Proporcionando aos im migrantes meios
de empregarem-se como tradalhadores
agrcolas e pequeos proprietarios do solo,
alm de so facilitar a introducgao delles,
menos senaiveis serao os efl'eitos da lei de
28 de Seterabro de 1885 que vai sendo
fiel e lealmente executada.
E porque para conseguir este fim, V.
M. Imperial reeommenda a revisto do de-
creto de 15 de Margo do 1879 sobre loca-
gao de servigos e da lei de torras de 18
de Setembro de 1850, a cmara dos depu-
tados tomar nisto particular cuidado.
E' agradavel cmara dos deputados,
saber que os dous emprestim03, um exter-
no e outro interno, contrahidos no intuito
de consolidar a divida fluctuante quo ha-
via attingido a soraraa consideravei, mais
uma voz provaram o elevado crdito que
justamente goza o Brasil, habilitando o ulti-
mo destes emprestimos o governo a decre-
tar a conversao para 5 [0 das apolices da
divida interna do juro de 6"[ como for*
autorisado, assegurando seu bora xito a
opportunidade e conveniencia da medita.
A cmara do3 deputados, corresponden-
do confianga de S. M. Imperial, auxiliar
o governo na reduegao das despezas pu-
blicas e o habilitar com recursos que fo-
rera indspensaveis, se a revisao da tarifa
provisoria das alfandegas nilo os der suffi
Joigny, que a entregou depois ao Sr. de
Rodyl.
As poucaa linhas dirigidas por Angela
Sra. Fontana nao continham uma palavra,
como sabemos, que podesse esclarecer a
justiga e f.zer nascer urna sombra de sus-
peita contra aquella que as tinha escripto.
Era o bilhete la inico de uma mai terna
que deaejava abragar a filha, o mais breve
posaivel.
Angela teve a idea de arrancar das raSos
dos magistrados aquella papel, onde ella
tinha langado uma parcella d si mesma.
Senta-se humlbada, ferida, magoada
at ao recndito do sau ser.
Mas de que servia essa raanifeata'gao
violenta, cujo reaultado nico seria provo-
car um escndalo ?
Comprehendeu-o e resigaou-se.
Fernn lo da Rodyl entregou a carta ao
juiz foj;mador da culpa.
Este ultimo disse, dirigindo-se Sra.
Fontana :
Guardo este documento. .. Tem de
ser junto aos autos.
A professora de Laroche inclinou-se, sem
responder.
Nenhum dos assistentes, com excepcao
da bella hsrvanaria e do Bar3o de Rodyl,
adivinhava o fundo do pensamento do juiz
for mador da colpa.
Os magistrados levantaram-se.
Agora, senhor, disse o Sr. du Rodyl
dirigndo-se ao medico, pego lho que quei-
ra ter a bondade da nos conduzir ao quar-
to da doent:.
D-me licenga que v adiante, para
prevenir da sua visita. replicou o dou-
tor.
E voltando-se para Angela, accrescen
tou :
Venha, minha senhora.
XXXIII
A bella hervanaria seguio o medico.
Logo que ambos sahiram da sala o Sr.
de Gevrey disse a Lelo Leroyer :
O Sr. chefe da estagSo informou-nos
Passou-a ao procurador da repblica, de' que o senhor conhecia a pessoa assassinada
nagoes, nito devando o Brzil ficar atrs. Re-
fere-se as torpedeiras que estilo tazen lo una
verdadeir.i revolugo as evolugoes da
guerra e cora as quaes tem-se conseguido
prodigios, acompanhando ellas as esqua
dras durante dias em alto mar.
Cre que as torp;deiras silo machias nde
guerra rauito superiores aos grandes coura-
gaos, e pede ao Sr. ministro da marinha
que presto attengito s experiencias que es-
tilo tezendo outras nogoec. eora as terpedei-
ras, que custao muito menos dinheiro do
quo os couragados e silo mais efEeases.
No seu relatorio o nobre ministro falla
na economa que conseguio, dissolvendo a
esqu idra de evougoes ; o orador de-sejava
saber quanto se despenda cora o estado-
raaior da esquadra da evolugSes e quante
se g.ista cora 03 das duas divisoes creadas
pelo nobre ministro..
A respeito da iemissao do ajudante ge-
neral da armada, o orador vio as palavras
do nobre ministro a condemnagilo da jun-
ta de saude, pois deu S. Exc a entender
que a despeito do parecer dessa junta, o
offisial estara de perfeita saude, bora e ro-
busto.
Vem mesa, lidae vai imprimir para
entrar na ordem dos trabalho3 o seguinte
projecto de reapoata falla do throno :
Senhor. A cmara dos deputados acei-
tando com reconhecimento as congratula-
goea de V. M. Imperial pela presente reu-
nido da assembla geral, faz seua os teste-
raun^os d affecto recebidoa por V. M. Im
perial o sua familia que tao profundamen-
te penhoraram a V. M- Imperial por occa-
siao do accidente que era o dia 20 de Ou-
tubro do anno passado, soffreu S. M. a
I np^ratriz, muito amada esposa de V. M.
Imperial e de que se acha felizmente res-
tabelecila.
Se para o aperfeigoamonto da reforma
judicial, for necessaria a intervengao da
cmara do3 deputados, nao poupar ella
estndo e discuasilo no intuito de melhor
na noite atrazida c no vagao, para onde ti-
nha entrado a moga que lbe deve a vida.
L' io repeou :
Se essa pessoa se ehamava, cora ef-
feito, Jayme Bernier, como se affirraa, pos-
so dar a seu respeito algumas infor,na-
guas.
Que ira fazel-o.
tionhecia rauito pouco pessoalmente o
Sr. Bernier, mas existia entre elle o meu
pai gagilo rauito aatiga e muito intimas.
O senhor seu pai entretinhacora Jay-
me Bornier, alm de relagoe3 da amizade,
relagoes commerciaes 1
Sai que o Sr. Bernier tinha capitaes,
empregados por meu pai.
Capitaes impotentes ? *
S meu pai lhe poderia responder.
NSo me oceupo, absolutamente na la, com
os negocios do cartorio.
Sabe se Jeyrae Bernier, indo de Mar-
selha para Pariz, tinha parado em Djjon 1
Igniro-o... Nao se talla va na su*
visita quando sahi de Dijon, ha alguns dias,
para vir casa de minha tia era Laroche e
em seguida a Saint Julien du Sault, casa
de meu amigo Rcnaio Dharville.
Nao telegraphou a seu pai, coramu-
nicando-lhe a morte trgica do seu amigo?
Quera fazel-o-.. mas nilo o fiz.
Qutsrn o impedio ? ,
Foi por conselho do Sr. chefe da es-
tagSo que rae abstive... Julga va elle que
era melbor esperar pelos magistrados antes
de espalhar a noticia do crime.
-a- NSo vejo nenbum inconveniente em
que seu pai fique sciente, sem mais c'emo-
ra, dos factos acontecidos. Envie-lhe, pois,
um telegrammn o pega-lhe para responder
telegraDhicamsnte se, como tudo leva a
crer, foi visitado por Jayme Bernier, quan-
do este passou por Dijon.
Queira ter a bondaie de redigir o se-
nhor mesmo o telegramma; eu irjy leval-o
ao telegrapho, e se meu pai nSo estiver
ausente do cartorio, teremos resposta em
menos de uma hora.
Perfeitamente.
O juiz formador da culpa agarrou em
uma folha de papel e escreveu o seguinte
telegramma :
O Sr. Jayme Bernier morreu no cami-
nho do ferro ha quarenta e oito horas. Pe-
dido de dzer inmediatamente para Saint
Julien du Sault se o visitn em Dijon, no
dia 11... Urgente e muito importante, pa-
ra inquerito comegado pela justiga.
Queira assignar esto telegramma,
disse era seguida o juiz formador da culpa,
e, como me offereceu, expega-o inmedia-
tamente.
Vou j.
L So L.'royer agarrou no telegramma
que acabava de assignar e sahio.
Eraquanto se trocavam entre o mogo e
o juiz formador da culpa as palavras que
acibaraos de reproduzir, Angela e o medi-
co tinhara entrado juntos no quarto de Era-
ma Rosa.
A moga sorrio-lhes.
Como se acha, minha menina ? per-
guntou o doutor.
TSo bem quanto possivel, respondeu
Emma.* Parece me que me voltam as for-
gs.. S me causa irapressSo uma cousa.
Que cousa ?
Deslumbramenios frequentes.
O medico franzio as sobrancelhas ; mas,
sem parecer ligar importancia ao que aca-
bava de ouvir, continuou :
Os magistradoa de Pariz e de Jogny
acabara de chegar ; estSo l embaixo com
a Sra. Dharville. Tem tengSo de a inter-
rogar.
Interrogar-me 'i repetio a moga com
viva commogSo. A que respeito ?
Querem saber sa se lembra dos fac
tos que precederam a catastrophe de que
foi victima.. .lato era nada a deve inquie-
tar. .Pode lhes responder sem se cansar
muito ?
__Creio que sim, doutor... nicamen-
te tenho um pouco d raedo.
__ Sr. doutor, diase Aogela com tom
8upplicante, pego-lhe, em nome da huraa-
nidade, so esse interrogatorio pode aggra-
var o estado da minha filaa, que obteaha
que seja adiado para mais tarde Sem du-
vida, essa gente da justiga nlo tem cora-
cSo de pedra... consentirlo em esperar.
Mas eu vou bem,'mamS, asseguro-
te. ..replicn a moja. Posso rssponier
oientes, pois qu^, o no V. M Imperial
pensa, que para estabelecer a regularida-
de da fazenda publica nao bastara as opi-
nioes realisadas ; mister que se consiga o
equilibrio dos orgamentos, obrigagSo pri-
mordial de todos os Estados.
Reconhece igualmente a cmara dos de-
putados a necessidade de assegurar o m?-
Ihoraicento do meio circulante, j comega-
do eora as ultimas operagoes de crdito,
por providencias permanentes e effi.'azes
at firmar o nosso padrao monetario. A
cmara dos deputados coadjuvar o gover-
no imperial as reformas consenteneas com
os progressos que ltimamente tem tido a
sciencia da guerra e das quaes ainda con-
vm o exercito e armada e inspirada no
desejo de prestar o as3gnalado servigo lem-
brado por V. M. Imperial tomar -m con-
sideragao os projectos pendentes de sua
decisSo, para acudir co/ivenien:ia de do-
tar o exercito de cdigos pen d o do pro-
ceeso, adequados civilisagao do seculo e
em harmona com 03 principios, que presi-
dirara a decretagSo da lei de 26 de Stem-
bro de 187^.
Com V. M. Imperial cmara los de-
putados so felieita, porque nenhuraa alte-
ragSo tem soffrido as relagoes de amizade,
que cultivamos com as outras nagoes, e lhe
doc ponsar que esta situagSo de paz
continuar como coqdigao necessaria do
nosio progresso.
As palavras de V. M. Imperial nos dao
a esperanga qua do tratado concluido em
28 do Setembro prximo passado e pro-
mulgado era 6 do Margo do corrente anno,
pelo qual o Brasil e a Repblica Argen-
tina concordaram em fazer, por raeio de
uma coramisai) mixta, o reconhecimento
ou exploragSo do3 rioa era litigio e do ter-
ritorio entre elles comprehendido, resulte o
ajuste satisfactorio e definitivo da antiga
questao de limites.
(Contina)
perfeitamente desde j a perguntas quo
me tizerem.
Alera diasoj* estire! aqui para tomar
conta accrescentou'o medico. eteja per-
feitamente tranquilla, minha seifiora.. .Se
o interrogatorio sa tornar muito longo e
puder fatigar a nossa querida doente, eu o
iuterromp;rei... nao soraente ura de-
ver meu, como um direito.
Doutor, deposito toda a minha con-
fianga no senhor.
Fique certa, minha senhora, que a de-
posita era boas raaos.
O medico deseeu, deixando Angela jun-
to de Erama Rosa.
L A pobre mai envolveu a filha nos bragos,
e s com ella pela primeira vez desde que
chegara a Saint Julin du Sault, pode co-
bril-a de beijos sua vontade.
Um barulho de passos na escada veio
por tormo s suas expans5es maternaes.
ngela tratou logo de metter os traves-
seiros por debaixo dos hombros da filha,
afim de qoe ficasso assentala mais com-
raodamentefce conservou se de p, cabe-
ceira do leito, esperando a chogada dos
magistrados.
Estes entraram guiados pelo medico.
O Sr. de Rodyl ia na frente.
Entrando a porta, olhou rpidamente pa-
ra o leito e poi debaixo do rosto fri edes-
denhoso de Angela vio nos travesaeiros o
rosto adoravel e pallido de Emma Rosa
cercado pela aureola dos seus cabellos loa-
ros.
Durante ura quarto do segundo o olnar
dos dous antigos amantes cruzou se como
se cruzara as laminas da espadas no co-
mego de um duello.
Os olbos de Angela estavam carregados
de odio e de desprezo : os do BarSo de
Rodyl estavam perturbados o varillantes.
Aqui ost minha filha, senhor-----
disse ella com voz breve e que vibrara
como metal. Interrogue a, visto que as-
ira preciso, mas queira recordarse de
que ella est ferida, de qua est enfraque-
cida e de qae qualquer commogSo lhe sera
funesta. Poupe-a. (Continuar-se-ha)


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Typ. do Diario, rn Duqu d Caxias d. 42.
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