Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19553


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Full Text

ANNO Lili IU1I10 121
PARA A CAPITAL E LlAAES ONDE NA SE PACA PORTE
/
\
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos idem......
Por um auno idem......
Cada numero arulso, do zcesmo da.
65000
12,5000
24^000
^100
SEITA--JFEIBA 28 DE IAI0 BE 1886
PARA IHMIIO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados.
Por nove ditos idem......
Por um anno dem.....
Cada numero avulso, de diaa anterior
135500
205000
27500??
5U0
^
DIARIO DE PERNAMBUCO
Proprietafre ir* Jlatwel -ftfiudra *t Jara & -fUljo*
TELEGRAMMAS
SfiSVIj: PASTICULAS SO DIABIO
RIO DE JANEIRO, 27 ;de Maio, s
6 horas e 15 minutos da tarde. (Rece-
bido s 7 horas e 30 minutos da noite,
pela linha terrestre).
>a Cantara do* Deputado* foram
boje rcconbecidoN o* poderes do Dr.
Clarlndo Augusto de Ollvelra Cha-
ves, pelo S. diMricto do Amaionai.
Honlem foi presentada unta
resolaco prorogautlo o oreante nto
vigente, ate ser votado o novo orca-
meulo.
mw da ah:;: 2A7as
(Especial para o Diario)
LISBOA, 27 de Maio.
Retiraram-Me de i.i.inia para Fran-
ca oh Principes que vieran* aasistlr
ao casamento.
Ilojc b corrida de touros. anti-
sa portuguesa, na prara do Campo
de Sant'Anna, por Jovens da melhor
sociedade de Linba.
Esta noite grande Iluminar o e
fogos de artllelo no Tejo.
PARS, 27 de Maio.
.1 comnaiwiiilo de orcantento adop-
tou unta pi-upania de lei tenden te a
separaco da Igreja do Estado .
LONDRES, 27 da Maio.
A Cantara dos Communs contina
discutir o projerto lativo Irlanda.
Agencia liaras, filia!
27 de M.iio ie 1386.
T.n Parnambuco,
IISTRUCCiO POPULAR
MYTHOLOGIA.
DA
(luxtrtihido)
BIULIOTHECA DO POVO E
DAS ESCOLAS
Pluto e as divindades infernaos
Os Sonhos passara por filho3 do Somuo, e sao
numerosos cota > aa iiBll'lllm do co ou como aa
areias do mar. Nascem-lhes das espaduas azas de
morcegj coin craa ad j.nri suavemente em derredor
do leito de sea pai e eeu soberano velando para
que este nao acorde do sea constante adormeci-
miento. O paganismo distingua duas varieda-
des ou grup id de Sonhos : os que levavam aos
mortaes ria5ea plMarreia e verdadeiras e os que
levavam apenas ta'.sas illu^es ; estes sahiam da
mans.lo das sombras' p .r um-* porta de marfim,
aquelles por uoia porta de substancia cornea. Dis-
tingu;i:r. anda o grupo dos Sonhos pavorosos c
o dos mullo extr.iordiuari is ; estes eram oomraau-
dades por Pkantaso (filho tarabem do Somno) e
aquelles por seu irm.li l'hob tor.
No livro XI das Hetamorphom descreve-nos
Or lio a gruta do Somno :
Jnnl n"m cavado monte
Jaz u;r. ''.
[m joma > gmvo.
jfos eo nt cumes
X-.:, i .adar seus raios ;
oevoaa,
di* :
nao !i im i i la aurora o gallo ;
\>. .... r napea
ici( -i caes, oa mucos pitos,
;asea inda maia, m .is presentidos.
lera, n.'u re >oho alli te escutam,
rama algum que oa '/.'pliyros erabalam,
Nem altera oa i a de voz humana ;
O calado ao;-go alli reside.
De bafxa rdta podra sabe comtodo,
J l i saM arroio,
Que pr entre os ntexidoa, leves seixos
Com murmurio suave escorregando.
Convida m lleta nte ao somno,
A" bocea da sombra, ampia caverna
Floresom nrll fecundas dormideiras ;
Innumeravus hervas l se criam,
De cojo sumo, noite, extraes os somnos
Que hmida entornas pela trra epaca.
Porta algama nao ha na estancia toda
(Volvendo se, rasgar, bate pudera) ;
Xingnem viga na fragosa entrada.
De bano um alto lefto est no meio ;
E em negras plumas que vi nngro envolve
Kepousa o deus co'a lnguida Indolencia.
Em torno, varias formas imitando,
J.ize.in os Sonhos vaos sao tantos quantas
Na loara messe as trmulas espigas,
Quantas na selva umbrosa as movis folhas,
E os graos de areia as equoreas praas.
% Uomno em tantos mil nao tem ministro
Mais deitro que Mu phcu, que melhor finja
O rosto, o modo, a voz, o traje, o passo,
A propria locuco ; porem somonte
Este augura os horneas. Oulro em fera,
Em ave se converte ou em serpete
Ioion pelos deuses chamado ;
Os humanos Phobetor o nomtiam.
Ha tereeiro tambem de arte diversa :
E I'btatasos que em pedra, em trra, em onda,
Em arvoae, e no mais, que nao tem alma,
Sbito e propriaraente se traastorma.
Vos aterram de uoite os res e os graudes ;
atros por entre o povo erraotes voam.
[Tradu^o de Bocage).
(contina)
JARTE OFFICU
Governo da Provincia
expediente do da 18 db maio di 188*
Actos : ...
__ O vicc-presidente da provincia, tendo em
vista o officio do jnix de direito da comarca de
uique, datado de 20 de Janeiro ultimo, no qual
partieipou tetem sido apurados, na ultima reviso,
S7 turados teaidentea no municipio da Pedra, ra-
aolve crear o respectivo foro civil.Communico-
is ao juiz de direito.
O vice presidente da provincia resolve no-
mear o major Francisco Vaz Cavalcante, Antonio
Al ves de L'arvalho Cavalcante Concecao e Valen-
cio Soares Vilella, para os cargos de 1", 2 e 3
Bupplentes do juiz municipal do termo da Pedra,
na comarca de Buique, os quaes prestarao o jura-
mento do estylo, no praso de dous mezes.
O vice-presidente da pioviacia, de confor-
midaie com a proposta do Dr. chefe de pjlicia,
em officio n. 49'J, de 15 do corrate, resolve exo-
aerar Lourenco da Silva Theaorio, do cargo de 3"
suppleute do subdelegado do Tora, do termo de
Buique. visto nao ter aceitado o lugar, e nomear,
para substituil-o, Joao Bernardo Bezerra.
O vice presidente da provincia, attendondo
ao que requereu Dina da Silva Coutinho, profes-
sora da cadeira de cnsino primario de Caric e
tendo em vista o attestado medico exhibido re-
solve prorogar por trinta diis com ordenado a
liceuca ltimamente concedida i peticiona; i a para
tratar de sua saude, onds lhc convier.
O vice-presideote da provincia resolve co-
mear Joaquim Jos de Moraes, para exercer o
cargo de delegado do districto litterario de Pal-
meira de G .rauhuns.Communicou-se ao inspec-
tor geral da instruccao publica.
Oficios :
Ao presidente da provincia da Parahyba.
Satisf-zendo ao pedido coostaute do officio dessa
presidencia, de 15 do com-nts, n. 747, remetto
V. Exc. urna colleccao irapressadas leis desta pro-
vincia, promulgadas no anno de 1885, entre as
quaes se acha a de a. 1,860, orcameato vigente,
um exemplar das inatruccoes baixadas em 19 de
Agosto do corrente anno, para a cobranca do im-
posto do gyro, copias do aviso do Ministerio da Fa-
zenda, de 2 de Abril ultimo, e da lei provincia! de
13 do corrente, u. 1,867, que permittem a referid
cobranca pela Alfandega, um exemplar das ios
truccoes expedidas em 26 do relerido mez de
Abril, para inodificacao das de 19 de Acost cita-
das, copia das instrucees baixadas a 14 deste mez,
sobre a cobranca do dito imposto o do de exporta-
cao pela Alfaodega e finalmente um exemplar do
Diario de Pernambuco, de 17 de Abril prximo
pastado, em que se acha publicado o projecto do
orcamento que se discute na Asssmbla .Provin-
cial.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Communico a V. S. para os fins convenientes que
cnei hoje fio civil no municipio da Pedra, per-
t-necnte comarca de Buique, nomeando o major
Francisco Vaz Cavalcante, Antonio Alves de Car-
valho Cavalcante Coneeicao e Valencio Soares
Vil lela, para os cargos de Io, 2o e 3 supplentes
de juiz municipal.
Ao mesmo. Communico a V. S., para os
fins convenientes que o promotor da comarca de
Taquaretinga, bacbarel Vicente de Moraes Mello
Jnior, em 12 d? corrente mez, n assumio o res-
pectivo exercico, renunciando parte do goso da
liienca com que esta va para tratar de sua saude.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.Ten-
do sido retirado o destacamento policial que havia
no povoado de S. Jos da Cora Grande, providen-
c e Vrac, afim de s;r paga a quem mostrar-se de
vidamente habilitado, a quantia correspondente
ao aluguel, de 19 de Deaembro a 28 de Fevereiro
ultimo, a razio de 4O mensaes, da casa que
para servir de quartel do referido destacamento
foi airendada a Victoriano Jos dos Santos.
Assim respondo ao seu officio n. 622, de 8 do
eorreute mez.Coinmunicou-se ao Dr. chefd de po-
lica.
Ao director do Arsenal de Guerra Autori-
so Vmc, confsrme solicita em seu officio n. 371,
de hontem datado, a mandar couduzir directa-
mente da Alfandega para a enfermara militar, os
tres caixoes de que trata o cita 1 > olficio, oo J ndo
em casos idnticos proceder pela mesma forma.
Ao promotor publico de Bom Jardim.Para
resolver sobre o assumpto do eu offici de 5 do
cerreate mez, recommendo a Vmc, me inLrme se
pro vine.al ou municipal o predio que serve de
cadeia nessacidade e no caso negativo se ha pos-
sibilidade de alug ir-j uuia casa mais commoda e
apropriada quclle mister.
Ao juiz de drcito.de Garanhuus.Att- utos
03 motivos expostos no officio a que respondo, de
6 do corrente mez, approvo a deliberacao pela
qual Vmc. recommenlou aojuiz muaic pal do ter-
mo de Garanhuus se transierisse provisoriamente
para o de Cjrrente.
Portara :
O Sr. gerenta da companhia pernarabucana
mande dar passagem de r desta capital da Pa-
rahyba, por conta das gratuitas u. que o governo
tea direito, no vap.ir que segu para os portos do
norte, a do corrente, a D. Maria da Penha Bek-
man.
EXPEDIENTE DO SECRET ABIO
Oficios :
Ao Io secretario da assembla provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. vice presidente, re-
meti a V. S. a informacao do inspector do Tbe-
souro Provincial, de 31 de dezeabro d- anno pr-
ximo passado, n. 417 c mais pipis juntos, afro
de serem presentes assembla legislativa pro-
vincial, para que se digne de resolver sobre a con-
eaaaio do crdito de 52200, que se faz preciso
para occorrer ao pagamento de pas >agens conce-
didas em Novembro do me*mo anno, nos canos da
estrada de ferro do Recife ao Limoeiro, por conta
dos cofres da provincia.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia transmiti a V. S., afim
de que se digne de submetter coasideraco des-
sa assembla, o incluso pmjecto de posturas orga-
nisado pela Cmara Municipal do Recife e refe-
rente collocaco de placas de numerario e dis-
ticos das ras desta cidade.
O mesmo Exm. Sr. manda declarar a V. S que
o contracto alludido pelo referido projecto, foi an-
nullado pelos motivos constantes da portara de 8
do cor ente mez, junta por copia.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Inga-
zeira.De ordem do Exm. Sr. vice-presidente
da provincia, transmiti a V. S., em solucao ao
seu officio de 3 do corrente, copia d' de n. 505, de
bontem datado, do Dr. chete de polica.
BXl'BDIENTE DO DA 19 DE MAIO DB 1886
Actos :
O vice-presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o tenente do 2 batalho de in-
famara, Joo Ignacio Ribeiro Roma, e tendo em
vista a iuformai.ao do brigaoeiro commandante
das armas e de hontem datada, sob n. 279 a o ter-
mo de inspeceo do saude a que foi submettido o
supplicaute, resolve conceder-lhe licenca por tres
mezes, na forma da lei para tractar de sua eaude.
Oficios :
Ao presidente da provincia da Parahyba.
Rogo a V. Exc. se digus providenciar no sentido
de ser prestada pelo j uiz de direito da comarca de
Bananeiras, nessa piovincia, a informacao de que
tracta oaviio circular do Ministerio da Justica
n. 287 de 23 >le junbo de 1865, a respeito do sen
tencado Luiz Jos de Freitas, que interpoz re-
curso de graca da pena de gales perpetuas, que
lbe toi imposta pelo jury do termo daquella deno-
minacao, no da^6 de fevereiro de 1853.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Remetto a V. S., para os fins convenientes, copia
do aliso do Ministerio da Justica do fi do oorr.n
te, relativo ao pagamento do ordenado da carea-
re iro da cadeia da villa de Vertentes, TOtunato
Jos da Silva Faisinho.
Ao inspector geral da Instruccao Publica.
Transmuto a,Vmc., em respusta ao leu officio de
12 do corrente mez, tob n. 149, capia do que em
19 lirigio-me a junta medica provincial, relativo
ao exame a que por ordem desta presidencia pro-
cedeu no 'profcsior de entino pnmtrio, Manoel
Carlos Vital.
Portaras ;
A' Cmara Municipal de 8. BentcPara re-
solver sobre o assumpto do officio do 12 do cor-
rente mea, cumpre que Vinos, mo informe se oa
impostos a que denominadizimo de criacao miu-
dasao os de que tracta o art. nico 23 da lei
n. 1,862 de 31 de agosto de 1885.
O Sr. agente da Companhia Brasileira faca
transportar corte, por conta do Ministerio da
Guerra, no primeiro vapor, um pequeo caixao
contendo a.tigos exigidos pela Reparticilo do
Quartel-mestre General.Communicou-se ao com-
mandante das armas.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faja transportar provincia do Rio-Grande do
Norte, no vapor Ipo/uca, o brigadeira Jos Ange-
lo du Moraes Reg, inspector da companhia de
niantar a d'aquella provincia e o cabo de esqua-
dia do 2o regiment de artilharia, Bsnto Gomos
Nepomuceno, que lhe serve de ordenanca. Com-
muuicou-se ao commandante das armts.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucaua
faca transportar provincia do Rio-Grande do
Norte, por conta do Ministerio da Marinlri, no
vapor Ipojuca, quatro voluntes medindo 261 dec-
metros rubicos, c intonlo artigos para o pharol da-
quella provincia.Communicou-se ao inspector do
Arsenal de Marinha.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Officio :
Ao commandante das armas.S. Eic. o Sr.
vice presidente da provincia manda communicar
a V. Exc. ter, uesta data, solicitado do Ministerio
da Guerra o competente crdito para a caiadura
e pintura da fortaleza do Brum e sua artilharia,
conforme pedio csse e minando em officio n. 8>
de 22 de fevereiro ultimo.
EXPEDIENTADO DA 20 DE MAIO DE J.886
Actos :
O vice-presidente da provincia, teudo pre-
sente o recurso iuterposio por Albino Cruz & C,
do julgado da junta do Thesouro Provincial que
manteve a collecta dos recorreutes para contribu-
cao do imposto do gyro commercial como coroiner-
ciaatcs a retalh \ sobre o que o Thesouro inforraou
em oficio de 5 deste mez, sob n. 614, resolve, em
vista do dsposto no 12 do art. 2' da lei do or-
namento vigente, negar provimento ao mencionado
recurso.
Resolve outro sim determinar que se remetta co-
pia d'csta portara ao Thesouro Provincial para
produzir es necesa.irios effeitcsRemetteu-se co-
pia ao Thesouro Provincial.
Oficios :
Ao commandante da3 armas.Deferndo o
requerimento do soldado de 14 batalho de infau
taria Alfredo Vctor R vbello Pessoa, autoriso V.
Exc, a vista da sua infirmacao n. 271, de 18 do
corrente e de accordo com o art. 10 do regulamen-
to n. 2478, do 28 de Fevereiro de 1859 a conce-
der-lhe baixa doservico do exereito mediante sub
sttuto, urna vez que este tenha os requisitos exi-
gidos por lei.
Ao conselheiro presidente do Supremo Tri-
bunal da JusticaTenho a honra de transmittir
a V. Exc. copia do officio de 18 do corrente mez
em que o desembargador da R'.dacao de Cuyab,
Joo Francisco da Silva Braga, participa nao po-
der reassumir o exircicio de suas funeces.
Ao presidente da provincia das Alago is
Annuoindo oque solicita o juiz municipal de
Aguas-Bellas rogo a V". Exc, sedignede providen-
ciar para que seja remettido para esta provincia
o reo Jos Rodrigues Lima, conhecido por Canuto,
a quem allude o officio incluso por copia afim de
ser submettido a julgamento n'aq elle termo.
Ao juiz de direito do 2o distrieto criminal dD
Recife Tendo o sentenciado Manoel Emygdio
dos Santos interposto recurso de graca afim de
obter commutaco da pena de 8 anuos de priso
com trabalho e multa correspondente metade do
tempo, a qual lhe foi imp >sta pelo jury d'esta ca-
pital em 2r? de Juiho do 1878, recomnendo a V.
S. as necessanas providencias no sentido de ser
transmitila Secretaria desta Presidencia a cer-
tido do processo d'aquelle sentenciado,
Tendo o sentenc ado Fiancisco Mendos da Ro-
cha interposto recurso de graca da pena que lhe
foi imposta pelo jury d'esta capital no da 18 do
Outubro de 18V7, recommendo a V. S. que pro-
videncie no -eutido de ser enviada Secretaria
d'esta Presidencia a certidao do processo d'aquelle
sentenciado.
Ao mesmo.fonvin que V. S. rrovidencien o
sentido de ser ministrada a certidao do processo
do reo Honorio dos Santos Baptista, que interpoz
recurso ae graga, impetrando perdao do resto da
multa de metade do tempo sobre a pena de 9 ali-
os e 4 mezes de prisao com trabalho, que lhe foi
imposta pelo jury desta capital, no da 2 de Maio
de 1876.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal da cemarca do RecifeO Dr. chefe de polica
em officio n. 511, de houtem datado, declara ha-
ver providenciado no sentido de que trata o officio
de V. S. de 17 do eorreute, sob n. 86 : o que lhe
fajo constar Dar os fins convenientes. i
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Remetto a V. S., para os de vides efteitos, copia do
aviso de 30 de Abril prximo passado, sob n. 1828,
expedido pelo Ministerio do Imperta, acerca do
augmento de crdito, na importancia de 473^116,
afim de oecorrer ao pagamento de gratificar; o que
compete aos lentes da Faculdade de direito, Drs.
Joaquim Correia de Araujo e Joaquim de Albu-
querque Barros Guimaraes, por accumulacao em
servico de exames.
Ao mesmo.Transmiti a V. S para os fins
convenientes, copia do officio de 18 do corrente
mez em que o desembargador do Rclacao de Cuya
b, Joo Francisco da Silva Braga, que se acha
no goso de licenca n'esta provincia, participa nao
poder reassumir as funecoes de seu cargo.
Ao mesmo.Communico a V. S., paraos
fins convenientes, que por aviso do Ministerio dos
Negocios ia Justica, de 28 de Abril findo, publi-
cado no Diario Oficial de 2 do corrente, foi pro-
rogado por dous mezes o prazo de cinco marcado
ao juiz de direito, bacharel Jcs Antonio Correia
da Silva para assumir as respectivas funecoes na
comarca d Soure, provincia do Para.
Ao mesmo. Communico a V. S., para os
fins convenientes, que em 3 do corrrente mez An-
tholiano Peixoto de Aleacar assumio o exercicio
do cargo de promotor publico interino da comarca
de Ourieury, para o qual foi nomeado pelo respe
ctivo juiz de direito.
Portaras :
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
faja transportar provincia do Cear, por con la
do Ministerio da Guerra, no vapor Ipojuca, um
caixao medindo 270 decmetros cbicos, conteni
artigos de tardamente, destinados ao 11- batalho
de infntara, alli estacionado. Communicou-se
ao commandante das armas.
O Sr. trerente da Companhia Pernambucaua
mande dar passagem r, d'esta capital da Pa-
rahyba no vapor que seguir para os portes do
norte 22 do corrente, por conta das giatuitas a
que o governo tem direito, ao bacharel Cicero Bra-
siliense de Moura.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Ao commandante das armas.De ordem do
Exm. Sr. vice-presidente da provincia, declaro a
V. Exc. que autorisou-se o director do Arsenal de
Guerra a mandar concertar a carroca do 2- bata-
lho de infantaria, egundo o pedido que veio an-
nexo ao seu officio j 276, de hontem datado.
Ao 1 secretario da Assembla Provincial.
U Exm. Sr. vic-presidente da provincia manda
declarar a V. S., em resposta ao seu officio de 7 do
corrente, sob n. 148, e para satisfazer as informa-
caes pedidas por esta Assembla, que, a compa-
nhia Te Central (Sugar Faltnos of Brasil Limi
ted, requereu em 23 de Maio de 1883, para asseu-
lir ama linha de traneways na estrada do sul foi-
Ihe concedido o favar, de accordo com a informa-
cao da repartidlo das Obras Publicas de 28, sob
n. 103.
Representando diversos propietarios e morado-
res do lugar contra a permanencia dos trilhos
n'aquella estrada, resol veu a presidencia em 17 de
Dezembro do mesmo anno revogsr a coneesso.
Replicando a companhia, foi-lhe indeferida a
pretenco por falta de procedencia, em vista das
i'if rmac'i :s da reparticilo das obras publicas, de
29 de Jan jiro e 29 de Fevereiro de 1884, junto por
copia.
Nao tendo a companhia retirado os trilhos. man-
dou a presidencia, em 18 de Agosto, que fossem
arrancados pelo pessoal da reparticao das obras
publicas, o que se effectuou com difficuldade e sem
prejuizo do material.
P; lindo a companhia para novaments assentar
os trilhos, foi indefjrido o requerimento em 29 de
Agosto de 1884, de accordo com a informacao da
repartijas das obras publicas, junta por copia, de
28. sob n. 196.
Replitou do indeferimento a companhi*, alle-
gando que por forja do decieto n. 9248, devia
tuneconar urna das fabricas no mez de Outubro
seguate, e que n5o seria possivel, no curto espaco
que lbe resta va, construir urna estrada para assen-
tar seus transways, sendo attendida em sua pre-
tenco em 29 de Setembro, de accordo cora a infor-
macao n. 221, prestada pela reparticao das obras
publica3cm 25, sob as coadicGes juntas por copia,
le que lavrou-se o comoetente termo.
Esgotado o prazo, e intimada a companhia para
levantar os trilhos, requereu para ficar sim ttftito
a obrigacilo contrahida, o que foi indeferido.
R 'quereu uovameate, sendo-lhe indeferdos os
requeriraeiitos em 2 e 0 de Junbo e marcando-se
o prazo de 8 das para a renovacao dos trilhos.
Reclamaudo, foi-lhe mandado cumprir o despa-
cho aulerior, e em 29 de Julho foi'-lhe concedido o
prazo de 30 das para o levantamento.
Tendo a companhia recorrido para o governo
imperal, foi-lhe indeferida a peticaa em aviso de 27
de Julho.
A companhia reclamou contra 03 despachos an-
teriores, e foi-lhe permitido em 15 do Outubro do
anno passado, que restabelecesse a linha de trans-
ways, mediante as clausulas, tarabem juntas por
Cpia.
O mesmo Exm. Sr. manpa igualmente declarar
a V. S., que a presidencia nao se firrxou em lei al-
gama para conceder este favor, para o qual nao
foi ouvida a reparticao das obras publieas.
Ao mesmo.O Esa. Sr. vice-presidente da
provincia manda conimunicar a V. S. que, no seu
oficio n. J 42 de 3 do corrente, ao qual veio aune-
xa a relaca) dos Srs. deputados que compareceram
s sessoes des3a assembla duran e o mez de Abril
findo, dos erapregados da respectiva secretaria, re-
lativa ao dito mez, proferta hoje o seguinte des-
pacho ; Remettido ao Sr. inspector do thesouro
provincial para 03 devidos efieitos.
Ao mesmo.De ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provin;ia dovolvo a V. S. em res-
posta ao seu officio de 15 de Abril findo, as peti-
coes de Clementino de Souza Diuiz e Jos da Gnu
e Silva com a informacao, em original, prestada a
respeito pela Cmara Municipal de Triumpho.
Ao Dr. inspector da sade do porto. O
Exm. Sr. vice-presidente da provincia manda re-
metter a V. S., para seu coahecimento, copia do
aviso de 4 deste mez, sub n. 183, expedido telo
Ministerio do Imperio, declarando q'ie, nao tendo
sido autonsada a despeza com a collocaco do ap-
parelho teleph'onico para o servico da reparticao
a seu cargo, e nem havendo verb para ella, nao
pJe ser atlendido o crdito solicitado pela mes-
ma presidencia nos oficios citados pelo menciona-
do aviso.
Ao commandante interino do corpo de poli-
ca.O Exm. Sr. risa'presidenta da provincia
manda declarar a V. S., para os devidos effeitos,
que uao pode ter lugar o adiantamento de venci-
mentas solicitado pelo aiferes desse corpo, Bel-
larmino Pinto de Paiva, a que se refere V. S. om
oficio deste mez, sob n. 418.
Ao juiz municipal do termo de Aguas Bel-
las.De ordem do Exm. Sr. vic6-pre3idente ,da
provincia coramuuico a V. S. que nesta data re-
quisitou-se da presidencia da provincia das Ala-
goas a rem-ssa do reo Jos Rodiigues Lima; de
que trata o seu officio de 11 do corrente mez.
Ao Exm. Sr. desembargador Joi) Francis-
co da Silva Braga -De ordem do Exm. Sr. vi-
c -presideate da proviaca communico a V. Ex c.
que nesta data foram feitas as psrticipa^oesj do
cstyl > a respeito do assumpto de seu officio, de 18
do eorreute mez.
Ao juiz de direito da comarca de Flores.
O Exm. Sr. vice presdante da provincia manda
remetiera V. S., paraos devidos fins, copia da
informacao prestada pelo Thesouro Provincial em
8 do corrente, sob n. 623, acerca d< pagamento
de cantas de alimentac) dos presos pobres dessa
localidad?, ficando assim respondido seu officio de
13 de Abril prximo pausado sobre o alludido as
sumpto.
Ao Dr. juiz do orphloa da Recife.S. Exc.
o Sr. vice -presidente da provincia communica a
V. S. que foi hoje submett do deliberacao do Mi-
nisterio dos Negocios de Estrangeiro3 o assumpto
do seu oficio n. 242, de 8 do corrente
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DA 26 DE
MAIO DE 1886.
Auto de medico de trras da Rogaciano Bar-
bosa Camello.Haja visto ao Sr. Dr. procurador
fiscal da Thesouraria de Fazenda.
Abaixo assignado de moradores em Bom Con-
selho.Requeiram ao poder competente.
Antonio do Carmo de Almeida.Nao tem kigar
em vista do disposto na clausula3 do regulamen-
to que baixou com o decreta n. 8035 de 21 de Abril
de 1883.
Candida Olympia de Medeiros Araujo. Nao
ha vaga.
Companhia Great Western ol Brazil Ralway
Coinpany Limited e Joo Jos Ribeiro de Ma-
raes.Informe o Sr. inspector do Tbesouro Pro-
vincial.
A mesma o Joaquim Rodrigues Pimenteira.
Informe o Sr. inspector da Thesouraria de Fa
zenda.
A mesma.Informe o Sr. engenbeiro fiscal da
estrada de ferro do Recife ao Limoeiro.
E geuheiro Henrique Augusto Milet. Entre-
gue-se, mediante recibo.
Jos de Oliv. ira Castro. Declare o preco da
venda das casas a que se refere e a ra em que
se acbam edifisadas.
Joo Rodrigues de Moura Aguarde a conces-
so do crdito pedido ao Ministerio da Guerra em
7 do corrente.
O mesmo.Sim, mediante recibo.
Monhard, Huber & C.Passe portara, julgan-
do incompetente o Dr. juiz dos feitos da fazenda
para conceder o mandado de inanutenco a que se
referem os supplicantes, e remetta-se copias de to-
dos os papis ao .Ministro da Justica, nos t< rmos
do art. 26 do regulamento n. 124 de 5 de Feve-
reiro de 1842.
Manoel Pedro do Amparo.Smente o governo
imperial poder attender ao supplicante.
Maximino da Silva Gosmo. -Informa-o Sr.en-
genheiro chefe da Reparticao das Obras Publicas.
Manoel Francisco Tavares.Dirija-se as auto-
ridades competentes.
"Conogo Telesphoro de Paula Augusto. Como
requer.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 27 de Maio de 1886.
O porteiro,
J. L. Viega$.
Reparticao da Polica
Secsao 2.' N. 534. Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 27 de Maio de 1886.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram bontem recolhidos na Casa de
Deteny3o os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do Io distri-
cto da capit .1, Jos Paulo, por crime de
furto.
A' ordem do subdelegado do Recife,
Fausta Maria da Soledade, Alexandrina
Forreira da ConeeicSo, Manoel Gandido
Bezerra e Joao Severiano Bezerra, por
disturbios.
Hontara, s 4 1[2 horas da tarde, um
carro de passcio. pertencente ao corameD-
dador Jos Joao de Amorim, atropellou na
ra da Imperatriz ao subdito portuguez
Antonio dos Santos Barreiros, na occasio
em que procurava atravessar a ra, resul-
tando d'isso car com a cabeca quebrada.
O cocheiro do carro, sendo perseguido
por dous cunhados do Barreiros, que lhe
deram voz de prisao, fez com que os caval-
los disparassem em direecSo ponte que
liga o bairro da Boa-Vista ao de Santo An-
tonio.
Pola ra do Bario da Viatoria passou o
carro desfilada, perseguido por muitas
pessoas, o que sendo presenciado pelo 2o
sargento da i1 estac2o da Guarda Cvica,
este, rcunindo algutnas pravas tomou a di-
reejao que seguio o carro, indo encontral-o
na ra de Mrquez da Oliada, com ou-
tro cocheiro e completamente deteriorado.
Naquella ra ainda o carro afropellou ao
almocreve de nome Laurindo Jos da
Cruz, em quera fez diversas contusoes.
O cocheiro que o subdito portugu?z
Antonio de tal eonseguio evadirse.
G almocreve Laurindo, cujos terirnentos
foram considerados leves pelo Dr. Jos
Joaquim de Souza, est seudo tratado
em casa do commendador Jos Joao de
Amorim, que do boa vontade a isso se
prestou.
A tal respeito prooedeu-se nos termos
do inquerito policial.
Communiccu-rae o Dr. juiz rauniei
cipal do termo da Taquaretinga, que no
dia 22 do corrente, com a presenta de um
offi ial de justiga, e auxiliado pola forca
publica effe;tuara a captura do cri-
minoso Maooel Flix do Brillo, que est
alli pr nun-i do no art. I'j3 combinado
com o 34 do Cod. Crim.
- Pelo subdelegado da freguezia de
S. Frei Pedro Goncalves foi remettido ao
Dr. juiz do direito do Io districto criminal,
o inquerito policial a que procedeu contra
os autores do roubo praticado na noite de
23 para 24 do corrente, em um cstabeleci-
meiito sito a ra Thom de Souza a. 3.
Pelo subdelegado da Boa-Viagem,
foi igualmente remettido ao Dr. juiz de
direito do 3o districto criminal, o inquerito
a que procedeu sobre o roubo de que fora
victima, era a noite de 13 do eorreute Jo
s Cavalcante da Costa Varejilo.
Foram autores de tal crime os indivi-
duos de nomes Agostinho Victorino da Pai-
xao e Joao Joaquim de Sant'Anna, co-
nhecido por Jos Ceguinho, os quaes j
foram presos por m Os objectos roubados foram todos appre-
hendidos e entregues a seu dono.
Dpus guarde a V. Exc illra. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poli:ia, Antonio Domingos
Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 27 DE MAIO DE 1886
Candido Jordo Cordeiro.D-ferido, ficando ir-
responsavel pelo debito anterior o novo inquinio
que estabe.ecer-se na casa n. 56 A, estrada nova
de Caxang, cuja desoecupaco se prova.
Joaquim Numa Machado Coutinho e Francisco
Fl res Leal.Deferido, tomando-se poi termo a
nanea offerecida.
Padre Francisco Verissimo Bandeira.Inde-
ferido, visto que na especie de que so trata, nega
o dsposto no ai'. 86 do legulamento de 2 de Ju
lh) de 1878, que rege a materia, percepeo da
penso de ina^tividade ao que nestas condicoes
aceitar nomeaco de emprego j.;eral retribuido em
quanto exercel-o.
Silva Guimaraes & C.Restitu.vse.
Vicario Genuino Gomes Pereira. Entregue-se
a quautia em deposito.
Coutas do commando do corpo de polica e do
thesoureiro aas Obras Publicas. Approvadas.
J. J. Alves da Albuquerque e Pohlman & C.
Informe o Sr. contador.
Galdino Jos de Mello Satistaca o que exige a
seceo de Contencioso com referencia lianca que
offerece.
Jco Baptista Bezerra de Mello.Archive se
pelo Contencioso.
Joo Climaco Corre'a de Araujo.Cumpra-se,
regtre-se e facam-so os assentameutos.
Antonio Nunes Ferreira Cuimbra, Candido Al-
berto Sodr da Motta o Anua Marques da Amo-
rim.Iuforme o Sr. Dr. administrador do Consu-
lado.
Aiexandre Jcs Maria i'e II .llanda Cavalcante,
Theodoro Christicnscn, Sebastio de Barros Bar-
reto, Manoel Marques Avila, Dr. Laurino de Mo-
raes Pioheiro, Bernet ce C, Camauro Jnior &
Leite, Gozende & Tavares, chantre Jos Marques
Castilba, e Julio Alleluia dos Santos Lins.Haja
vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Joo da Costa Pereira.Escrioture-se a divida.
Autouio Carlos Ferreira da Silva. lo Consu-
lado para attender.
Manoel Jos de Bastos Mello.Satisfaga a exi-
gencia.
Jos de Oliveira Castro.Certifique-se.
Aurelio dos Sastos Coimbra.Nao ha quo de-
fri.
Rodrigo Jacome Martina Pereira.Satistaca a
exig icia que resulta da informacao da 3a seceo
Aiexandre Jos Mara de Hollaoda Cavalcante.
Deferido, nos termos do parecer fiscal.
Jos Osiaa de Paula ThomCumpra-se, re-
gistre-se e facam-se os assentameutos.
Phites Adeftno da Cosa Doria, promotor pu-
blico de Floresta, Joo Jos Ribeiro de Moraes,
Companhia da estrada de farro de Limoeiro, Joa-
quim Maooel de O iveira e Silva e officio do Dr.
procurador dos Feito.0Informe o Sr. contador.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 24 DE MAIO DE 1886
Miguel Archanjo Jos Fernandes.A'
l.1 seccSo para proceder de accordo conv
a lei.
Machado & Pereira.A' 2.1 seccjlo.
25
Jos Jacintho Silveira.A' l.' secgao
para attender.
Francisco Gonjalves Torres.Cert
qne-se.
Jacob Martina da Paixao.Em vista das
informayoes, nada ha que deferir.
Joao da Silva Villa-Nova.A' 1.* sc-
elo para attender.
Miron & C. e Wilson Sons of C.In-
forme a 1.a secc2o.
Junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife.- Curapra se.
- 26 -
Dclfina Maria da ConceijSo Azevedo,
Fontes & Gomes e Thereza Christina Bar-
bosa da Silva.Informo a 1.a sec$ao.
Faria SobrinhoACA' 1.a secsao para
os devidos fins.
Luiz Antonio ie Siqueira.Deferido de
accordo com a informajXo.
Jos Je Gliveira Castro.Junte os t-
tulos do dominio.
~ PERHAMBDCO
Assembla Provincial
31." SESSAO EM 8 DE MAIO DE 1886
Pr.KSIOKNClA, DO EX3'. SR. DR. JOS M-V3OEL DB BARROS -
WASDKRLKV
1 Conclusao )
O Sr. Colbo de Morae*Sr. presiden-
te, a c .-mmisso de fazenda e ornamento deve urna
resposta ao nobre diputado pelo 1 .* districto o Sr.
Costa Ribeiro, que bjntem diguou-se pedir-lhe ex-
plicacoea a respeito de duvidaa, que oceorreram ao
seu espirito com relaco a certas e determinadas
disposicii.'s contidas no projecto ora sujeito ao de-
bate.
Foi, pois, Sr. presidente, para dar-lhe taes ex-
plicacoes que eu, alias o menos digno membro da
commissao de orcainonto (nao apoiados), pedi a
palavra, e vou por momentos oceupar esta tri-
buna.
S. Exc. fazeado algumas consideracoes geraos
sobre o projecto de crcamcutc provincial, em dis-
cusso, principiou dizeudo que a commisso nao
procedeu bem, visto que na > P z preceder este
projecto, com 1 pcaxe, de urna exposico dos mo-
tivos justificativos das disposieoes nelle contidas.
Ora, Sr. presidente, alm de nao ser essa exposi-
co o resultado de urna disposicao 1 ;gal, que obri-
gasse a commisso a assim proceder, e nao ser ella
de urna praxa to seguida, como alias affirmou o
nobre leputado, visto que no3 prjjectos de orna-
mento antaona nao se encoutra cssa exposico,
excepcao fdita dos dois ultiinos, e.n que assim se
procedeu, eu responder! que a commisso enten-
deu 6er supeiflua e desuecessaria e3Si ex,>osico,
visto como os motivos que determinaram a com-
misso a proceder como procedeu eram todos co-
nhecido, estavam todos na cousciencia, nao s doa
membi03 desta casa, como na do publico em ge-
ral.
O que poderi dizer a coT.misso. sendo que era
medida absolutamente neeoaaaria e imprescindvel
acabar por mna vea com os dficits que se tem re-
produzido nos ltimos ornamentos, a contar de
certa epocha a esta parte ?
O que mais poderla dizer a commisso seno
que o meio de conseguirse esse desidertum nao
poda dexar de ser aqueda que ella procurou por
era pratica, isto augmentar as fontes de receita
ntquillo que tosse possivel e justo, modificando as
taxas dos impostos txisteutes, ntteuta a impossibi-
lidade de crear outro?. e diminuir por outro lado
as despesas, que lhe parecessem superfinas e des-
necessarias ?
Outro alvitre, Sr. presidente, nao tinha a com-
misso a cscolher,c eu estou bem persuadido de que
isso eslava e contina a estar na consciencia de
todos aquelles que conhecem o estado financeiro
da provincia.
Em segundo lugar, Sr. presidente, o nobre de-
putado pelo I." districto. uas suas censuras ao
projecto cxtrauhou o ha ver a commisso collocado,
contra os i-stylos seguidos at hoje, a receita em
primeiro lugar, de preferencia despesa.
Ora, Sr. presidente, alm de uo ser Cambra
este um estylo seguido em todas as sessoes desta
Assembla, porquanto na lei do orcamento de
18S4 a 18^ encontra-se essa mesia collocaco,
iot,. a roceia em primeiro lugar, d.' preferencia
deapeaa...
O Sr. Costa R beiroMas a regra seguida
outra.
O Sr. !\lbo de Moraes... aciresce que o
Acto AdjKbional diz apenas que compete a As-
BF.mblas Provinciaes orear a receita da provincia
e tixar a alia deapesa, creando os impostos para
esta necessarios.
O Sr. Costa RibeircV. Exc. attenda bem para
o modo por que est concebida esta disposicao do
Acto Addieional.
O Sr. Coho de MoraesPor attender bem
que me parece ind li' rente collocar a despeaa de-
pois da receita, ou esta d-^pois d'aquella.
Depois d'isto parece-me tambem, Sr. presidente,
que na Cmara dos Srs Deoutados esta a praxe
seguida, pelo m nos em alguns ornamentos que me
tem vi 'Jo s inos tt-uho visto collocada sempre a
receita antea da despe/a.
O Sr. Costa Ribeir L%no parlamento a pra-
tca contraria. 7. '
O Sr. C lho de Mfraes Ainda mesmo, ir. pre-
sidente, quatida fosse esta a praxe invanavelmente
seguida at buje, segundo affirma o nobre deputa-
do, nem por isto deveria tornar se censuravel o
procedimcut n eommisao, collocando a receita
antes da despeaa, cerno o fez ; porquanto ninguem
contestar seguudo me parece, que mais concen-
mia saber-se primeiramente
nra poder-se gastar, do que
contrario, isto tratar-so
nhecer-se os possuidos,
particular, Sr. presidente, o
e e previdente, quo nao de-
fortuna, costuma sempre a
les de fixar a despesa qae
mente trata de consultar a
taneo com a boa 1 coi,
aquilio que se possud
rocider-so de mod os gastos astea de
Na economa mesu
pai de familia pru l-i
saja malbaratar a su
proceder assim :
tem a faaer, primeij
sua receita.
>Jas aiesmas cir imstancia?, porqus rasSo a
provincia nao ha de-proceder do mesmo modo ?
Assim, me parece que ainda por esse lado o nobre
deputado nao tem motivos justos e plausiveis para
Recusar a coramssi
Eu aqu, Sr. pre Vidente, devo consignar um
voto de agradecmentl ao uobre d> putsdo a quem
me r.-firo, pelo modo delicado por que se dirigi
commisso, pela critica maderada que fez sobre a
projecto, pedindo explicacoos a respeito de certot
pontos sobre os quaes lhe oceorreram duvdas: pro-
curando indagar dos motivos que actuaram no a-
pirito da commisso par 1 tomar certas e determi-
nadas medidas que nao 1 e pareceram convenien-
tes ; delicado ia essa, que o tiveram outros col-
legas de sua bancada, pi 'a quem o trabalho da
commisso foi tido por im estavel, e esta inspira-
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Diario de PernambacoSexta-feira 28 t Maio de 1886
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da por intareses partidarios, faltando d'eat'arte
cora a devida justica ao carcter dos memoro* da
commisso.
* Passaodo aoa diversos pontos do projecto, de
que eu occupou u nobre deputado pelo Io districto
a quem respondo, en irei dande as respostas con-
formo foram suas observaeoes feitai a rfspeito.
Em prime'ro lugar o n- bre depHtado censaron a
commisso por ter excluido do orcamento certas
verbas "U font. <'e receita, que elis se eucon
tram'ein lea anteriora.
O nobre depuf.ida eeaMmente nao eeusurtaa, e
creio mesmo, iii M oaaanter a dei de consul-
tar o orcamento d* rcaa e detpeza da provincia
fornecido uelo Tlmaoara.ftavioeial pava o eaer-
ticio de 1886 1H8JL. __
Se i> h vase eansaHado teri i visto que com
relam i a 9 a* aa*. 1* da lei n. 1860 que diz
assm : (i) 50 .eia por alqueire de sal, pagos ao
aabir do navionemannaa procedencia tinha a ana
arguiclo; porquantaVchegaria evidencia de que
nos ejercicios de 19B2a 1883 e 1888 a 18! este
imposto nada produzio, produzindo no exercicio d
1884 a 1885 a insignificante quantia de 369*360
e no Io semestre d'eato exercicio, cousa alguma.
Qinnto ao 32 que diz : 204 por escravo que
exerC'-r a protissao de magante etc., a commisso
deixou-se levar pela consideracao de quo ha urna
postura da cmara municipal d'tste muuicipio que
prohibe os escravjsexercerem toes oficios.
Ora, em taes> coudeoes, seria urna sapertlu -
dade eooservar esse imposto, Foi pois esse o mo-
tivo que levou a comuiisso a exclu o do or; -
mente da receit i.
Temos mais o 58 da citada lei n. 1860 que es-
tablece o imposto de 6004000 etc. (l) sobre cada
pessoa que vender madeira ra jos armazens nesta
cidade.
Este imposto tamben deixou de ser consignado
no orcamento, pela razio de que nao tem pro-
duzido cousa algumi desde o exercicio de 1882 a
1883, quando foi creado, at hoe.
O 61 da meaua lei citada tamb-m ieixou de
ser inneluido no orearaecio em discusso: (l)
5i sobre cada estaboleciineuto eommercial exis-
tente as cinco freguezias da cidade do Recife
para servicos de extinceo de incendios, sendo
cobrado este imposto smeate depois que se orga-
nizar a companhia de bombeiros.
Ora, nao huvendo essa companhia de bombeiros,
comprehende-se que em taes condices, nao podia
a commisso incluir essa verba de receita no orna-
mento, de cuja coafeceo estava encarregada.
O nobre deputado tratou tambem do 62 da
cusma lei: (l) 200 reis por baralho de cartas de
Ora, Sr. presidente, esse imposto, caja arreca-
daco raamfostamente inexeqnivel, razo porque
nada tem produzdo desde sua ereaco at buje,
alio podia deixar de ser eliminado do orame ito.
Como collectar se eapeeificaduru- ntc bar al nos ae
cartas, quando esses baralbos j pagam o imposto
de gyro na qualidade de mercidoria estrangeira,
que o ? quando as9m nao fosse, qual o meio
ortico e seguro ae fazer-se essa eollecta ?
Notou anda o nobre deputado cem relaco ao
impoito do J 7o isto 6 ,'0 sobre couroa verdes,
seceos ou espichados, sola e cournbos exportados
para untras provincias pelas eollicterias limitro-
phes que havia de alguma maneira falta de pro-
perco n'este imposto com relaco ao imposto de
20 % sobr; couros verdes, de que trata o 4*.
E' preciso notar que o citado 4 que trata da
exportacao de couros verdes, consigna urna im-
posico, que incide propriamente sobre a exporta-
do de taes couros para os paizes eatrangeiros; mas
este de que se trata no g 7, nm imposto creado
unicameute para prohibir que os couros d'esta
prov.neir. sejam levados para as provincias limi-
trophes, d'onde possam ser exportados como mer-
caduras de procedencia propria ; pois tendo de
pagar all provavelmente os meamos direitoa que
pagariam aqu visto que em tal caso, embra a
taxa do 7o seja tres vetes menor do que a do 4*,
todava fcaro l mais onerados, o que sem du-
vida dar em resultado a convergencia d'essa
mercadoria para nossa praca, afim de ser d'aqui
exportada.
Notou anda o nobre depntado pelo Io districto
que o imposto de 100 reis por sacco conforme est
no $8*: (l| 100 re:s por sacco de assucar em
iazenda de qualquer procedencia etc.; mantida a
isenco do 7 da lei n. 1860 se a fabrica de fia-
co e teeidos d'esta provincia renunciar o privi-
legio eeclnsivo de que gosa, um imposto injusto
e attentatorio do privilegio, de que gosa a fabrica
da Magdalena ; o ussim taxou a commisso de in-
justa pelo facto de extinguir a isenco, de que
goaava aqaella fabrica, como um favor da provin-
cia para poderem es productos fazer frente com-
petencia dos das fabricas da Babia e do Rio de
Janeiro; eollocando de mais a mais a fabrica de
fiaco e teeidos na continencia de abrir mo do
privilegio de que gosa por urna lei que o concedeu.
A commisso nao deseja nem nunca foram seus
intuitos forcar a fabrica da Magdalena a abrir
mo d'ease privilegio; a commisso o que qaiz foi
que a fabrica que tem gosado por dous ou tres
anuos, d'esde a ereaco d'esse imposto da isenco
do oiesmo, sem que todava lenha desenvolvido
convenientemente a sua industria, e aperfeicoado j
os seus productos em ordem a satisfazer as exi-
gencias da nossa praca, nao continu a merecer ,
erae favor da provincia, qne alias nao pequeo,
pois no exercicio financeiro pasando orcou em
30:0004000 pouco mais ou menos, mxime sendo o
seo estado financeiro tal que Ihe. nao permitte ao
menos pagar os veiicmentoa de seus empregados
em dia, e oecrrrer s suas mais urgentes despezae.
Ora, em taes conJicoea como poder a provincia
de Pernambuco continuar a fazer favores da or-
dem dos de que goza a fabrica de fiaco e teeidos
da Magdalcns, quando essa fabrica nao se tem
torn ido at o presente dina e merecedora desse
favor, quando os s ns productos, alin de ai.'ii s e
insuficientes para as uec-ssidadeb do nosso mer-
cado, fio de mais a mais de m qualidade a ponto
de soffrercm a ir.-uor competencia doa seua simi-
lares de outra procedencia, como sejam osalgndoes
da Babia e do Rio de Janeiro, em tudo suporiorea
aos fabricados all.
E' assirn que, Sr. presidente, compulsando-se
os bulancetes da receita e despeza da provincia
relativos ao c-xerccio financeiro passado, v-se
que o imposto de 100 reis por aacecs de assucar em
tazenda de outras procedencias produzio a quan
ta de 80 contos, a despeito da isenco, de que
gozaram o algodo dafabiica da Magdalena.
Ora, esse facto nao deixa de ser muito sgnifi-
catiuo, viudo em desabouo aquella fabrica.
A commisso, portante, entendeu que a pro
vincia ue poda e nem devia fazer mais sacrifi-
cios com essa fabricn, que alin ae nao ser mere-
cedora delles j gozava de mais a mais de um pri-
vilegio exclusivo ; que s tem servido de enpeci-
lho exploraco e deaenvolvimento da industria
de fiaco e teciios nesta provincia, que anda por
esse lado tem sido victima das exigencias desar-
rasoadas daquella empresa.
Trocam-se apartes).
A cemmisso, pois. creou a alternativa, deixando
a e-collia da fabrica : ou a renunciar o privilegio
de que goza, ou ficar snjeito ao imposto ; mas nao
cbe3U ao ponto de estabelecer o onus do importo e
retirar ao mesino tempo o privilegio ; ao contrario
a commisso deixou, como j dase, ao arbitrio da
fabrica eacolher moa ou outra cousa.
(Apar-es).
Occupou-se anda o nabre deputado do augmen
to da contribuico dos empregados pblicos.
E' certo, Sr presidente, qne os empregados p-
blicos pagavam 5 /0 de contribuico, mas a com-
misso tendo de angmeotar diversas taxas de im-
postes para chegar ao equilibno-^reamentarlo,
alo podia deixar de onerar a todas as elasaes con-
tri bolates.
Ora, incontestavel qoe a Iasse dos emprega-
dos pblicos nesta provincia a actualmente bem
remunerada, e como tal deve' agar tambem urna
contribuico mais forte, embd a de carcter pro-
visorio, pois estou certo de qu ella desapparecer
logo que melhorarem as fiaan( a da pravincia.
Desde que a provincia coas juir restobelecer o
equilibrio orcamentario sero o m certeza pagos os
empregados sm dia e nao no fi i de 3 ou 4 mezes,
com > estacontecendo agora fie ndo el les pela falta
de recursos sujeitos imposica e usura do com-
mercio qoe em taes co jdices he ter de fazer o
fornecimeato de gneros para aatistaco das suas
aecesridades.
E demais, r. presidente, ea|a contribuico as-
a m augmentada nao permaAnte ella ha-de des
apparecer logo qne a provincia se colloque em
melhor situaco ; talvez quf no orcamento vin-
douro deixe de ter ella razio de ser; pois pre-
sumivel que, feitaa a eeonomiaa propostas no
projecto, e augmeatada como foi a taxa de alguna
impoatos, entre a provincia em viade proaperidadea
e poma conseguiutement ir amortaando a aoa
divida consolidad, podenfo igualmeate prover a
suas neceatidadea ordinaas mais de promptos e
pagar em dia e intigrafnente aos SjUB empre-
gados.
Portante ainia por ei'e lado a commiafio nao
merace aa censuras que o nobre deputado lhe
tez.
O Sr. Costa Rbeiro d um aparte.
0 Sr. Coelho de Mor tesResponderei ao nobre
deputado que essa fonte de receita foi excluida
do projecto, porque sabe perteitamente que existe
orna lei seral que prohibe o trafico interprovincial
de escravos.
(Apartes).
Em tuda o cas o que importa va esse imposto r
Urna verdadeira inntilidade.
O Sr. Costa Rib-iro d um aparte.
O Sr. Cuelh'i da MoraesA lei nao cogitou **
hypotheae, em qoe o escravo acompanba o senbor,
a dess.i laeaiaa hypothese que tambem ni > cog -
ra o nrc-mentn vige ite.
O sr. CoaU RbeiroO imposto provincial ara
nara todos os eseravos que entrassem na provin-
cia, M para negocio, oo acoinpanhando o se
nhor.
O Sr. Coelho de MoraesDiz 39: (le) 200
por escravo que entrar para a provincia
E' simplesmente por escravo que entrar para a
provincia; maa vse que nos exercicios antero
res de 1882 a 1883 e de 1883 a 1884 nada produ-
zio esse imposto.
Tambem foi este um dos motivos que determi-
non a cnmoiisso a excluil-o.
U n Sr. DeputadoVejo qne nesta trra s o
consume que rende.
O Sr. Coelho de Moraes0 defeito nao nosso,
pois que fazemoa a lei, de conformidade com as
necessidades e recursos da provincia, mas de
quem a executa, de quem arrecada os impostes.
Isto mal velho, e eumpre que o faca desapparc-
cer aquelle a quem competir esta attribuico.
Creio que neuhuma outra consideradlo tez o no-
bre deputado ierca da receita (art. Io do pro
jecto).
Sr. presidente, tendo respondido s considera-
9oet feita: pelo nobre dopatado, o Sr. Costa Rbei-
ro, ao projecto de orcamento, aproveito o en-
aejo para justificar algunas emendas que a com-
misso bontem mandn mesa. Creio que po-
derei fazel-o nesta occasio.
O Sr. Perreira JacobinaEst claro; ocea
silo opportuna.
O Sr. Coelho do MoraesA commisso mandou
ao | 13* do art. Io, o seguinte substitutivo : 10 %
sobre os direitos pagos na alfandega pelas mer-
caduras estrangeiras importadas, inclusive os ad-
dicionaes, quo tazem parte do gyro eommercial
das casas de importadlo, comprehendidas aquellas
mercadorias que, sendo despachadas as alfande-
gaa de outras provincias, vierem para aqu por
meto de Cabotagem.
Sr. presidente, a commisso estudando mais du-
ndamente esta materia, chegou ao conhecimento
de que o imposto, tal qual se acbava consignado
no 13, utferecia serias difficnldades em sua arre
cadicao e que era injusto na distribuidlo, isto ,
que nao guardava a necessaria proporfo era rela-
co aos impostes genes, atienta a uatureza e
qualidade das mercadorias gravadas ou tributadas,
que vinha a resultar que o xarque, o bacalho e
outros gneros de primeira necessidade, suffriam
ama imposico maia pesada do qoe fazendas, vi-
nhos e outras mercadorias que nao esto no mes-
mo caso, por serem consideradas de luxo.
Isso resultava do facto de ser este imposto co-
brado sobre o valor ofEcial, qoe varia conforme as
tarifas da alfandega. Portento, entendeu a com-
misso que para acabar com essa anomala e satis-
facer melhor os nteresses dos contribuintes, que
devem ser muto attendidos e acatados, devia lau-
car mo do alvitre lembrado no substitutivo em
questo, estabeleeende urna taxa uniforme que
gravasse igualmente todas as mercadorias, sobre
as quaes tivesse de incidir, isto a taxa de 10 */o
sobre os direitos geraes, pagos na alfandega, nao
comprehendidas as mercadorias que tiverem de ser
reexportadas ; por isso mesmo que estas nao pa-
gam aqu direitos geraes.
O Sr. Costa Rbeiro Sim ; a emenda sempre
um potico melhor do que o que est no projecto.
O Sr. Coelho de Moraes -laso tanto mais ra-
zoavel, Sr. pre idente, quanto nos sabemos que o
anno pasando o Sr. couelheiro Chaves, presidente
que foi desta provincia, vio se na necessidade de
ordenar, por urna portara, que o valor ofEcial de
todas as mercadorias, fosse regulado pela taxa de
30 / o que alias a le nao autorisava a fazer-ae,
nao podendo deixar de ser tasada de arbitraria essa
portara.
A commisso, portante, para prevenir um caao
aemelhante. entendeu que devia mandar mesa
esse substituto. E, como era neceasario tambem
aupprimir o 14, que vem, por assm dizer, com-
pletar o 13, mandou tambem o seguinte substi-
tuto :30 % sobre as casas de commercio que
negociarera a retalho na cidade do Recife.
O 14 cogita do caso em que a casa importa-
dora vende a retalho.
No primeiro caso, est ella sujeta taxa do
13; no segundo, est obrigada a pagar o im-
posto de 30 /0 sobre a renda da caaa ; isto 3
/o sobre a renda da casa, multiplicados por 10, o
que d em resultado os mesmoa 30 '.
A commisao mandou maia urna emenda ao
19, onde havia um e gano de numeracio.
Sobre o 12, mandou tambem a commisso
urna outra emenda, concebida nos seguintes ter-
mos (l) :em lugar de 500 res, diga-se : 3#0
ris por kl > de fumo, picado ou desfiado, que
vier de outras provincias em latas, pacotes, etc.
A commisso procedeu assm, Sr presidente,
porque chegou ao conhecimento de que os contri-
buiutea teem at h rado Iludir o pagamento desse imposte, dando-*e
at mesmo caeos frequentea de contrabando, como
notorio, nesta cidade.
Portanto, entendeu a commisso que, dimuuin-
do a taxa desse imposto, tornar -ae-hia multo mais
fcil a sua arrecaduco ; mesmo porque ella
urna taxa muito elevada, e quasi prohibitiva
Sao, pois, estas, Sr. presidente, as considera-
cues que ora me occorrem, respondendo s argu-
coea fe'aa pelo nobre de ntido, o >r. Costa R-
beiro, commisso de orcamento provincial, da
qual faco parte, por occaso de S. Exc. encetar o
debate sobre o projecto de orcamento, em segunda
discusso ; o creio ter assm correspondido ao ap-
pello dirigido por S. Exc. referida commisso.
Tenho concluido.
A discusso fien adiada pela hora.
Passa-se segunda parte da ordem do dia.
Entra em primeira discusso o projecto n. 54
deste ann
Vem mesa, lido, apoado e entra conjunta-
mente em discusso o seguinte requerimento :
R-quero o adatnento da discusso por 24
horas. Prxedes Pitanga.
Ninguem mais pedindo a palavra, encerrada
a discusso : deixando-se de votar por falta de
numero.
Entra em discusso e fica adiado o projecto n.
46 deste anno.
O Sr. presidente levanta a sesso, designando a
seguinte ordem do dia : 1.* parte : continuadlo
da antecedente e mais 2.* discusso da emenda
ao projecto n. 25 deste anno ; 2* parte : conti-
nuaco da antecedente e mais : 1." discusso do
projecte n. 70 deste anno.
esta a (teir de 11 do Fevereiso de 1880 a 28 de
Marco do mesmo anno.Ratia e Silva.
N. 161 Paragrapho additivo, onde couber :
E mais 4:0004 pira ex-cuco da lei n. 985 de 12
de Maio de 1871. Vigario Augusto rranklin,
Ritis e Silva, padre Julia de Barros, Dr. Pitanga,
Soarea de Amo.-im, Q. Prente.
N 162. Ao 5 : Depois da palavra empre-
gados, snpprima se a mais at o fiual.Dr. Pi-
tonga.
N 163. Ao L : Depoi da palavraem-
piegadna, soppritna-se o resto do paragrapho.
Dr. Pitara.
N. 14. Aa 9 : : Dpoia da paiavralei n.
1,525, aappriaat a o rea*o do parg'-'ph >,
N. lt. Aa 13 : -iappctma-so o paragraph >
Dr Ptaagi.
N. 166. Ao | 65 : Em vea da tabella da le
1,686, iiiga-setabella e.m vigor.Dr. -dtaaga.
N. 167. Ao 25 : epoia das palavraolu
1,19.1, mriritirna-e -tabella en vigor, e saon-
mam-so as palavias que so s.iguem at o final. -
Dr. Pitinga.
N. 163. Ao9n.4 conceda- -t igual _favor
aos dous guardas que servein como auxiliares na
secretaria e contadura da Cmara Municipal do
Recife.Julio de Barros.
N. 160. Onde cjuber. Fica o presidente da
provincia autorsado a uomear o Sr. Maximino
Perreira de Souza para qualquer cadeira de ms-
trcelo primara.Julio de Barros.P (J. de
Ratis e Silva.
N. 170. Onde couber. Mais3;5004000 para 30
lampeoes na cidade de Goyanna.Julio de Bar-
ros.
N. 171. Sejam restabelecidas as verbas de. ..
1:20040 ) do orcamento vigente com relaco aos
reeolhimentoe de uoyaiuia e Olinda Julio de
Barros.
N. 172. Aeii.endan. 78. Sejarr mantidas as
aulas norcturnaa. Julio de Barros.
N. 173 Onda couber. O servente do The-
sou-o Provincial que col laborar na 2 scelo da
corita Ira, fica sent do disposco na Ia parte do
7 do artigo 80 do regulamento de 2 de Jaiba de
1879.Julio de Ba'ros.
N. 174. Augmente-se na verbaIlluminaco
publicaa quantia necessaria para a coliocaco
de 30 Umpeocs ua villa de Serinhem. Louren-
co de S.
N. 175. A' emenda n. 45, accresoente-se.....
2:0004000 para concertos de acude da cidade de
Garaiihuns.Antonio Vetor.
N. 176. Subemenda a de u. 47. Em lugar de
2:0003000 dgase 4:001)4000, conforme a le n.
1,713 (aude de Santo Antonio/ Antonio Vc-
tor.
N. 177. A'emenda n. 50 accrcecente-se.....
2:000000 para a illuminaco da cidade de Ga-
ranbuns, com 30 lampeoes j concedidos por lei
anterior.Antonio Vctor.
N. 178. Emenda ao projecto n. 43. Onde cou-
ber. li:O00SO00 para construccio de um acude no
riacho Bituiy no povoado de Bello Jardim.Ro-
drigues Porto.
que
m
BhviST DIARII
EMESD4S APRESENTADA3 EH 2." DISCUSSO
DO PROJECTO N. 40 DO CORRENTE AM
KO (ORCAMENTO PROVINCIAL)
N. 154. Ao 12 aecrescente se :aupprmida
a cadeira de francez.Jos Mana.
N. 155. Fica creada urna cadeira do sexo mas-
culino no povoado de Oroc, do termo de Cabro .
Solomo de Mello.
N. 156. Ao 2 supprimam se as palavras
supprimidos ate o final.Dr. Pitanga.
N 157. Ao 61. Sapprima-se o -aragrapho
vigorando a lei vigente. -Dr. Pitanga.
N 158. Para ser collonada onde couber : Offa
reco como emenda o projecto n. 86 deste anno.
Ratia e Silva.
O projecto, a que se refere a emenda, o se-
guinte :
A Assembl i Legislativa Provincial de Per-
nambuco resolve :
Art. l.u Fi e presidente da provincia autor-
sado a conceder um anno de licenca, com seus
vencimentoa, ao coronel Decio de Aquino F. use
ca, commaadante do icorpo de polica, para tratar
de sua soude onde lhe for conveniente.
Art. 2." Revogam-se as disposicea em con-
trario.
Sala das commiseoes, 18 de Maio de 1886. -Dr.
Ferreira Velloso.Julio de Barros.
N. 159. Para ser col locada onde for convenien-
te : Fica o presidente da piovincia autori-ado a
Blindar pagar ao prof- aior da Paaaagem da M g
dalena, Cbriatovao furto, a quantia do 7504, l
determinada na lei do orcamento provincial de
lb82. Ratia e Silva, G. de Drummond Filho.
N. 160. Para sei coilocada onde coubji : Fica
o presidente da provincia autorsado a mandar
pagar a Joio Baptiato Estoves1 de Soaaa, ex em-
pregado do Consulado Provincial, o que se lhe
AMemt>l* Provincial Funccionou
hontom, sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
Man i -1 de Barros Wandurley, tendo comparecido
34 Srs. deputados.
Foi lidae approvada, sem debate, a acta da ses-
so antecedente,
O Sr. 1* secretario .racedeu leitura do teguin-
tc expediente :
Um officio do secretario do goveino, devolvendo
informada a petico de Mara Magdalena da Na-
tividade.A' quem fez a requisico.
Outro do mesmo, transmittindo um requerimen-
to do eerventuario di justica de Nazaretb Ignacio
Vieira de Mello, acompanhado de tres documento!
e da informacio do juiz de direito da respectiva
comarca.A'commisso lo justica civil e cri-
minal.
Urna petico de Cypriano Ferreira de Araujo,
requeren do um privilegio por cinco ou mais an-
uos para ter acougue no povoado de Canhotinho,
otfdrecendo Cmara Municipal d'alli a terca
parte dos reninentes A' commisso de negocios
de cmaras.
Outra de Leandro Goacalves de Souza, reqne-
rendo consignadlo da quota de 1054 para paga-
mento do aluguel de eua casa que servio de paco
Cmara Municipal de S. len .o. A' commis-
so de orcamecto municipal.
Outra do Bario de Lmoero, arrematante das
barreitas de Itapacur, Motocolomb, Magdalena
e Ponte dos Carvalhos, requerendo um abate de
40 */0 ou -eacao de eeu contracto. A' commis-
so de petices
Foram approvados : um parecer da commisso
de legislaco, indeferindo a petico de Porfiria
Jeauina Baptista da Silveira, e tres de fazenda e
ornamento solicitando nformacoes sobre o reque-
rido por Militina dos Santos Jorge, Antonio Heu-
riquo de Souza e Procopa llosa de Jess.
Foram a imprimir os seguintes projectos, sendo
o de n. 9 i precedido de parecer da commisso de
legislaco :
N. 90. Concedendo isenco do pagamento de
impostes companhia de edificaco.
N. 91. Creando urna escola para o sexo femm-
no no povoado Caboclo, de Petrolina.
Foi lido e apoado, ficando sobre sobre a mesa
afim de ser opportunamente discutido, um requer -
ment do Sr. Jos Mara, pedindo nformacoes so-
bre a priso de Primo de tal, pelo subdelegado do
1* districto da Boa-Vista.
Rejcitou-ae o requerimento do.Sr. Jos Mara,
sobro a violencia de que foi victima, em Ponte dos
Carvalhos, Jos Thumaz Cavalcante, sendo obri-
5a do a casar-se.
Rejeitou-se tambem o do Sr. Juvenc) Marz,
sobre os ferimentos mortaes da praca de polica,
Custodio, em Bebedouro, tendo orado o autor e o
Sr. Rodrigues forte e sendo nominal a votaco, a
requerimento da Sr. Jos Mana, votando pro 12 e
coirra 20 Srs. depntados.
Passou-se 2a parte da ordem do da.
Encer.ou-se, depois de orarem, pela ordem, o
Sr. Regueira C-ta. que mandou um requerimento
de adiamanto por 24 horas, Bario de Itapissuma e
Sophronio Portella, a 2* discusso do art. 2 do
projecto n. 43 decte anno, (orcamento provincial)
a requerimento do ultimo, tendo sido apoiad.is di
versas emendas. O Sr. Regueira Costa, pela or-
dem, mandou um r.-querimento pedindo que o pro-
jecto voltasse commisso recomposta e tornndo-
se tumultuosa a sesso, suspendeu-se por 15 mi-
nutos.
Reabeita, declarou o Sr. presidente que passava
2* parte da ordem do dia.
Adiou-se de novo, pela hora, a 2' discusso do
projecto n 27 deste anno (fixaco da forca p .1 cialj
tendo orado o Sr. Jos dara, que mandou 4 mesa
un requerimento, de adiamento por 48 horas, que
nao se votou por falta de numero.
A ordem do dia : 1* partecontinuadlo da
antecedente ; 2 partecontinuac.ln da antece-
dente.
tlatioaa -O paquete nacional Cear, entrado
nentem do sul, apenas trouxe folhas de Alagoas
at 26 do correte.
Eis o que ellas referem :
Co itinuava em seus trabalhos a Assembla
Provincial.
Reinavam febres de mi carcter no povoa-
do Branco, do termo de Atalaia, e na Imperatriz.
Deste ultimo ponto escreveram ao Diario da
Manlta :
O estado sanitario d'esta villa contina as-
sugtador: acham-se affectadas de febres quarenta
e tantas pessoas, aendo de notar que algumas
d'eataa lotam entre a vida e a morte.
o S. Exc. o presidente da provincia, attendendo
os nossos reclamos, dignou se man lar-nos em com-
iniss > um medico qoe, justica lhe seja feita, tem
correspondido perfeitamente a exp eriv i
Segundo autorisada opino d'aquelle facul-
tativo a causa principal de desenvolvimiento da
febre um pantano existente no centro da ru-
inis transitada da villa; pa itano esse que se con-
serva durante todo o invern, em cansequencia
de nao baver sahida natural para suas aguas p-
tridas e pestilentes, succedendo s v<-zes, com as
chovas ahondantes e fortes, transbordarem, dando
em resultado a invasao das casas de um e outro
lado, as quaes se couservam sempre hmidas
mesmo pelo vero
Nao aom is profissionaea em questdes hygieni-
caa, todava fundados na experisnuia estamos de
aeeordo com a opnio do iliustre doutor, isto ,
que a causa da febre a ja declarada, tanto maia
quanto nao ba exemplo de tal epidemia aqu em
outras pocas, aendo de notar que o clima um
doa melhors da provincia.
Esse toco de miasmas tem sido e contina a
er a origen de nossos cuidados e desgraca de
diversas familias que tai visto desapparecer para
sempre seu chefe oo um membro necessario para
ana conserraco.
Leawr no Orbe da 25 :
A enehente do rio Mundah occasionou ruinas
ferro-va da Imp-rafriz, e h mtem descarril bou
um tr-m de carga e passageros.
Hiuve ap'nas a lamentar a eonlusi) de um
fogui-m ; de alguns passageiroi.
Est proval.ceaio a opiniae do engenheiro
Calaca. *
- Fallec-ram ero Macei os negociantes Vctor
Eatuiifio le Andrade Costa e capital Mauoel Tor-
qua'o R mos.
A tropel laiaenioO aatn particular que
atanafta* ante-hontem A tarde urna pessoa na ra
da Imp.T.itri;'., que ii nt-'in no* oceup
mos, p-rtenae ao Sr cinmendador J >s Joli de
-Vio irim.
O coch-ro, de nomo Antonio de tal, vendo se
pcrsegOKi.i, poz oa ao 'iiaes galope, e, ao chegar
a paroehiH d- S. Fre PedroGoncalves, atrnuaSaa
:o.aaaent- ao i w ',, .,. ^..irnili Jos da Leja,
em qaMoa fez div rsas coaKuoo.->t na ra uo Mar-
quea da Onda.
Logo depois, o eocbeiro abandonoa o carro
tieou bastante deteriorado, e fugio.
O almocreve foi vUton'ad > I > Dr. Jos Joa
quim de Souza, que c maulerou leves os seus fo-
mentos, e depois transportado jara a casa do Sr.
commendadur Jos Joo de Amorim, onde est
sendo tratadi).
Captura*Km Taquaretnga, 22 do cor-
rente, foi capturado Manoel Fex de Brito, all
pronunciado no art. 193 conminado com o DI iU
codide criminal.
Nesta cidade foram capturados por mandado
do Dr. juiz de direito do 3" districto criminal,
Agostinho Victorino da Paixo e Jos Joaqun de
aut Anua, conhecido por Jos Oeguinho, como
autores do roubo de que f >i victima, na noite de 13
do correte, Jos Cavalcante da Costa Varejo,
facto quo opportunamente noticiamos:
Os obeject>a roubados foram aprehendidos e en-
tregues ai. seu dono.
Parata Perdido de Milln Est
aendo publicado em fascculos eeae grande poema
inglez, vertido litteralm<-ntu para portuguez por
alguetn que se oceultou sob #
O traductor justifica o seu traoalho por es e mo-
do, ante o qual nos curvamos :
A publicar* deste modesto trabalho feta
com dous fina nicos : haver o pao de modo de-
cente, e prestar um pequeo auxilio aos mocos que,
estudando iuglez, tem de interpretar oParaso
Perdidodu Mihon.
Para conseguir o primeiro dos fias que ms
proponho, entrego meu trabalho protec^o de
todos os estudantes, com especialidade os de Per-
nambuco, de quem anbello, ao menos, ucolhimento
nao inferior ao esforco por raim empregado para
bem servil osno intuito de obter o segundo.
Eucontra-se o Io fascculo, agora publicada,
na ra Duque de Canas n. 39.
It4> pula lo geralChegon honteau do sul,
no paquete Cear, o Sr. Dr. Jos Sorano de Sou-
za, deputado geral pela Parahyba.
S. Exc. veio buscar sua Ilustre familia, e re-
gressar em breve para a corte.
Diversos ain'os foram buscal-o ao bordo do
paquete, c o acompanhuram at a casa de sua re-
sidencia.
Comprimentemol-o corlialmente.
Itintteiro O paquete Cear trouxe do sul
para :
Diversos
O paquete Para Uvau para :
Alagas 2:0000(>0
Rio do Janeiro 2:000400:)
O Calvo Cenar- Informam-nos que o Monte
Po dos Voluntario* da Patria, auxiliado pelo cor-
po scenico do Club Dramtico Familiar, pretende
exhibir no theatro Santa Isabel, a 3 de Jnnbo
vindouro, o drama O Cabo Cesar, do Sr. Dr. Corte
Real, drama cuja primeira representarlo tanto
agradou.
Ciazeta Medica da Baha0 u. 98, de
Marco lindo, da Gateta Medica da Baha, hontein
receido, trae cate summario :
I. A nova organsaco do ser vico sanitario.
II. Chimica pathologica Ptomanas da febre
amarella. Pelo Dr. Domingos Freir.
III. Therapeutica cirurgica.lucalo antispti-
ca do bydrocele. Pelo Dr. Albcrt Heydenreich.
IV. Revista da Imprensa Medica.1. Formas
cliaicas do aneurisma da aorta. 2. Emprego da
espartena as molestias cardiacas. 3. Salicylato
do litbinio no tratamento do rheumatismo. 4.
Bacteriotberapa. 5. Modo anormal do comes >
da febre typhica por nevralgiaa intermitentes. 6.
Coloraco particular da pello ap*i o emprego pro-
longado do arsnico as enancas.
V. Estatstca medicaMortalidade da cidade
do Rio de Janeiro em 1885.
VI. Hygene publica.Decreto que reorgauaa
o servco sanitario do imperio.
Vil. Noticiario.1. Faculdade de Medicina da
Bahi 2. Urna carta de Pasteur. 3. Estatua a
Bretonneau, Velpeau e Trousseaa. 4. Instruc(oes
sob as precaucoes a tomar contra a tuberculose
pulmonar. 5. Necrologo.
Inquerlto policial O Sr. Henriqoe de
Almeida. subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio, hontem remetteu ao Sr. Dr. juiz de direito
do 2n districto criminal, o inquerito policial a que
procedeu contra Francisco de Paula Santos, por
alcuiihu Baca Velha, qne no da 24 deste mez,
pelas 3 1/2 horas da tarde e na ra do Livra-
mento, fizera, conforme demos noticia, cinco feri-
mentos, um dos quaes mortaes, em Mara Senhori-
nha da Paz, no estabelecimento do calcados do Sr.
Jos Francisco Pocas, at onde foi perseguida
des de sua casa na mesma ra n. 7, lo andar.
4:0004000
saberia melbor interpretar os deaejos do nosso iu-
clyto chefe, Exm. Sr. conselheiro Joo Alfredo.
. Actualmente era o Dr. Cirrea de Araujo
pres.dente da Assembla Provincial de Pernam-
buco, merecida prova deapreco da nuiora di-
quela Ilustre corparac).
ka J tinha sido deputado provincial cm dous
biennios, o eu folgo de recordar me quo tai seu
coiopanheir i de ban :ada, na legislatura que fin-
dou em 8f>, obe 1- eeu lo, wa > os dais couserva-
dores, a is seus avisados consalhos.
Logo que formn s-*, o Dr. C irreia de Araujo
aceit.ou a ^omeaco d^ juiz mnnicipal do termo de
Pao d'AIho, onde fez quatriennio ; depois a d-
juiz de uireto da comaroi de Plores, c a de chefe
de polica, tudo em Perniinbuco.
a Oe 1878 par i diante, sendo juiz de direito
avalao, mandn-.i o governo para Paeatuba, no
i.'-ir, salvo eiigiuin, e depOM para Aleaut-via. 'I
3-i eatranuia, no Maranhao, aoade nao esteve, fi-
cando avuls i de n >
E a f>zeuleiro abastado, casado com urna
digna liili i do tinado Baro da Escada, e resida
no seu eng nho Camiragibe, da comarca a > Re-
cife.
Em to p .uca idade, pois nao contava mais
le 40 aliaos, o Dr. Correa de Araujo chegou onde
p le c'u-gar o poltico de merecimento ; e gosoii
de tanta estima na sua provincia, e no paz, como
nao gosam muitos outros em longos auno--.
Duas vezes eleito deputado geral pelo 3" dis -
tricto, exerca verdadeira influencia de chefe nea-
sa eircumscripcao eleitoral, e era o preposto mais
syrapUhieo do digno chefe do partido em toda a
provincia.
Anda ao retirar me dj Pernambuco, deixei-o
na direceo de todos os negocios polticos, com
applauso geral, porqu* os seua talentos, o boui
s-nso-que o distingua, e p ineipalmeote sua de-
d cacao, sacrificios e lea Ida ae ao partido, davam
lhe direito a maior cousideraco do chefe.
Eu contava nelle um doa meus melhores am-
goa, e com franqueza lhe dg.., aalvo a intencao de
offnder a nioguem, a perda muto senaivel para
mim a todos os reapeitos.
Elle^no tinha para mim, mesmo em ausen-
cia, senli p.lavras Iisongeiras e anima Joras,
emittindo a meu respeto juzos to fivoraveis,
que s um Coiaeao de amigo sabe diapeuaar.
Diaute delle nao fazia fortuua a intriga bai-
la e mSf|Uuha que surdio-se entre dous ou tres
sujeitos contra mim em serta poca que nao vai
longe, por amor de urnas infelizea pretencoes poli-
ticas que tive, e das quaes neste momento nao
quero recordar-me, para nao perturbar sentimen-
tos mais uobres.
Eu fico de luto, a transmittindo pelo seu obse
quioso intermedio sinceros przames ao venerando
chefe, que perdeo um dos maia vaLntes dos seus
soldados, uosea provincia, e desolada familia
do Ilustre morto, convido aos honrados cavalaei-
ros com que prso-me de entreter relaces nesta
capital, para a raissa que mando celebrar pelo re-
pouso eterno de saa alma.
E' a derradeira prova de amizade que lhe
tributo, e com a qual correspondo ao abraca de
despedida que recebi delle no momento do meu
embarque para esta provincia.
Emquanto sua fineza, meu estimado redac-
tor, de mandar mostrar rae antecipadaoiente o te-
legramma, ella a rep:tico de tantas oatras, que
nio julgo necessario agradecel-a desde j.
i Entretanto, abrace o comprovinciano, correli-
gionario, amigo dedicado e obrigado criado.le-
lm do Para, 15 de Maio de 1886.Dr. Ihmocrito
Cavalcante. a
Entrada de ferro da Recife ao *.
FranriMCo Duraute o mez de Abril ulti-
mo foi o numero dos trens com o seu respectivo
percurso a seguinte :
kilmetros
166 trens de passageros percorren-
do
149 trens de carga percorrendo
2 trens especiaes percorrendo
110 treus de lastro percorrendo
15.299,4
8.795,6
48.5
2.000,0
427 trens percorrendo
Vajaraui na linha :
1.613 passageros de 1< classe.
26.143,5
2.198 1/2
12.804 1/2
2
3
Dr. Antonio P. Correla de Vraujo
O Diario do Grao-Par escreveo o seguinte so-
bre o trespaaso dess nosso amigo :
Surp shendeu nos o telegramma que noticia
o fallecmento do Dr. Correa de Araujo, quando
em urna carta que temos vista, vinda pelo ultimo
vapor, se nos dizia que este iliustre braeileiro en-
trara na primeira arganisaco ministerial.
O Dr. Antonio Francisc Concia de Araujo
era homem de 40 annos de dade, natural de Per-
nambuco, e formado em sciencias jurdicas e so
ciaes pela Fuculdade de Dir ;ito do Recife.
Pela segunda vez foi eleito deputado As-
sembla Geral pelo 3" districto de sua p:ovncia
natal, onde gosava de muito prestigio.
Era o presidente da Assembla L-igislatva
Provincial de Pernamouco, e foi eleito deputado
pela terceir i vez.
Por muitos annos redgio o Tempo, orgo do
pxrtido conservador, ao lado de Barros Gumares,
Democrito Cavalcante, Moreira Alvea e outros
jornalistas distractos.
" A sua morto nao pode deixar de enlutar o
partido conservador, que perdeu um moco de ta-
lento e de um brilbante futuro.
a Sabendo dos lacos de amizade que prendiam
o iliustre morto ao distincto Sr. Dr. Democrito
Cavalcante, digno secretario do governo, co nmo-
ncamos-lhe o telegramma, e este cavalheiro ei-
viou-noa as seguintes linhas, que com satisfaco
publicamos :
Meu charo amigo e Sr. redactor do Grdo-
Par, Joaquim Lucio de Albuquerque Mello.A
infausta noticia que V. acaba du receber por te-
legramma da corte, da morte do meu presado ami-
go e compadre, Dr. Antonio Francisco Correa de
Araujo, deputado geral pelo 3' districto de Per-
oambuco, fsrio-me cruel e rudememe I
a Longe dos meus, separado das minhas mais
charas affeicoes, nao lhe diffi.il comprebeuder
quo doloroso nao me seria maia esse golpe iaes
perado !
Posto que nenhum laco do parentesco unsse-
m^ ao Dr. Correa de Araujo, todava desde ha
milito o eonedsrava irmo, tal era nossa intimi-
dado e to bora era o p das nossas relacoes !
Ligo que eutrei i a vida pratica, ao sahir da
academia, acliri me com elle na mais perfeita cor-
dialidade, sendo seu delegado durante 13 mezes,
quando elle foi chefe de polica de uossa provin-
cia, isto em 1874.
* D'ahi para ci, sempre juntos, sempre amigos,
en contava os das pelas provas de affecte que re-
cebia delle.
Moco de to elevadas espt raneas, talhado, sem
duvida, para a futura d r ecl) di partido conser-
vador, nao haver em Pernambuco quem nao de-
plore a prematura morte de um to distincto ca-
va beiro.
Mirreu o meu particular amigo e comprovin-
ciano no seu posto de hunr.,, como poltico ; por-
que morreo na guerra, no campo da batalha :
morreo com > vveu.
Se is-!0 h raros o para aua memoria iliustre,
apraz-me declaral-o, porque nao lhe pouparia to-
tee ai demonstrarles de sincera e cordial ami-
zade.
Nem toda a emolaco, nara a campanba da
inveja, to hbilmente e a-mpre fervente em nossa
provincia, nada podia diminuir o grande mrito
do Dr. Correa de Araujo.
Fadado para as mais elevadas poaiedes, nos
esperavamos com satiafaco o dia em qoe elle tos-
ge chamado aos con elhos da corto, poiicao emque
l'j.ijl'i das 3 classes.
sendo que alm d'estes viajaram 3 por conta da
empresa constructora do proloogamento e com
passeB do governo os seguintes :
97 passageros de Ia classe.
22 a 2 classe.
77 3" classe.
196 das 3 classes.
Foram despachados 3.377 volumes de bagagens
pesando 55.397 kilogrammas, e por conta do
governo 117 volumes, pesando 2.557 kilogrammas.
Despacharais-se 309 animaes diversos.
Foram transportados 5.621,315 kilogrammas de
mercadorias, nos quaes figurara 74.598 por conta
do governo e 5,299 por conta da empresa do
prolongamento.
Doa 5.541,418 kilogrammas restantes foram
transportados:
kilogram
Da capital para o interior 1.608.219
Do interior para a capital 3.666.452
Em trafego intermedio 266.747
5.541.418
Entre as mercadorias transportadas do interior
para a capital figurara :
30.832 saceos de assucar com 2.382,472 kilo-
grammas, 2.232 fardos de algodo com o peso de
175,590 kilogrammas, 1.003 kilogrammas de fumo,
245,710 de agurdente, 161,840 de cereaes, 7,205
de_ couros, 292,000 de maderas, 18,966 de mel,
125,000 de lenha, e o mais de diversas.
Importou a receita em 68:9594786, proveniente
das seguintes verbas :
Receita Porcentagem
19:4974420 28,274 "/.
2:5074120 3,636 /
517*420 0,750 /.
45:1314520 65,416 /
Passageros
Bagagem
Animaes
Mercadorias
Transporte por
conta do go-
verno
Transporte por
conta do pro-
longamento
Armazenagem
Telegrapho
Venda do mate-
rial velho
Trem especial
486*130
704200
2034040
4614460
294076
7644i 10
0,676 ',
0,102
0,294
0,669
68:9594786
0,042 /.
0,111 /0
100,000 /.
A despeza na importancia
tou do seguinte :
de 37:8274045 resul-
Conservaco
Tracco
Reparos de car-
ros e wagoes
Trafego
Administradlo
Telegrapho
Dspezas sani-
tarias
Despeza
11:2514748
11:8604037
3:0934829
9:1574492
1:1194074
1:3294865
154000
Porcentagem 29,745 /. 31,358 1.
8,179 /. 24,209 /. 2,958 /. 3,516 %
0,040 <>/
37:8274045 100,000 >/
O saldo verificado foi de 31:1324741.
Receita media por dia 2:29846c9
dem por linha kilmetro 5524832
dem por locomotiva kilmetro 24637
Despeza media por dia 1:2604901
dem por linha kilmetro 3034249
dem por locomotiva kilmetro 14446
Despeza de conservaco por linha
kilmetro 904202
dem dem por locomotiva kilmetro 4430
dem de locomoc.o por linha kileme-
metro 1194881
dem de locomoco por locomotiva
kilmetro 4671
dem de trafego por linha kilme-
tro 734413
dem de trafego por locomotiva ki.
lometro 4350
Saldo medio por dia 1:0374758
dem por linha kilmetro 2494683
dem por locomotiva kilometra 14191
Proporeionalidade entre a despeza e a receita
total 54,854 %.
O imposto sobre as passageng produzio durante
o mez a importancia de 1:8144050.
Om Inglese* no EsrvptoO Bosforo Egyp
ci da qne Sir Henry Drummond Wolf, alte com
missario britannico no Egypto, comprou o palacio
Ohiteh por 180,000 libras sterlinaa, d'onde se
dedui que pensa fixar a sua residencia no
Egypto.
Sir Henry Drammond Wolf! receben a resposta
do seu governo, relativa ao plano da organsaco
do exercito egypco, proposta por Mukhtar-
Pach, mas nada se saba de definitivo acerca do
caract-r des-a resposta.
As autoridades militares esp->ram que, para fins
do Maio, fiquera terminadas as obras de defeza
de \V ill Halfa, o qual far retirar d'ab as
tropas britanntcas, qu.> oceupam actualmente a
dita cidade.
Jai exemplar de orillaN is costas
de ttuiu foi ltimamente cacado om gorilla temea
nu^a novo, e a i.-stes h iras j vai a camnbo da
Inglaterra, a bordo de um paquete.
Este acontecimento despertar a attenclo dos
natu.'-alistas, e o gorilla ser objecto d" verdadeira
sari roda le p..,a publico.
1U temp.') que se falla deste raro animal, como
la ve Genis* n co no do uncordio das lendas ;
o, como tato en cus fa:il admirar um cxcmp'ar
vivo, viij-.nt's e navegantes arqutetavam-n'as a
seu k m i,e ufando mil fbulas phantasticas, qual
deltas mais inverosmil.
Diaia-ae qoe rara frugvoros e carnvoros, como
o hornera, cora quem tinham grande smlhanca.
Q ic cram o terror d u aldeas africanas, porque
uo daixavam parar urna nica creatura viva aas
jroximidades dos seus dominios, a nao ser o leo, o
tigre, a pantben ea serpente ; que perseguiam os
proprios uegros nvadindo Ibes por vezes osaeam-
pam^ntis e roub'.ndo-lhes as raulheres, que trans-
portavam nos bracos robustos para os seua mys-
teriosos escondrijos, nem mais, nem menos do que
os romanos fiz ram n'outras pocas s Sa-
binas. ..
Parece provado, porm, que tudo sto nao paasa
de fieco.
O gorilla nao sanguinario nem carnvoro,
nem sequer Tenorio ; e, emb ira talvez seja em
for^a superior ao hornera, foge quando o v exacta-
mente como os outros animaes.
O estudo do gorilla femea, apanhado pelos
inglezea, desmentir por completo esses prejuizos,
se elle pod-r vi ver n> fri e nobloso clima da
Gran Bretanhi.
Receu-se, porcm, moto o contrario,
Escndalo nimia Igreja de Parla
A Defense de Pars refere ora escndalo qne se
deu na sextarfeira Santa, s quatro da tarde, na
igreja de Netre Dame.
Um sugeito de barbas brancas apresentou-se
diante do altar em qu esteva exposto o Santsi-
mo, de chapeo na cabera.
Um dos rapazes que estava de guarda observou-
Ihe que devia tiiar o chapeo O persooagem
respondeu-lhe que era livre pensador e estava ao
seu direito de ter o chapeo na cabeca ; e ameaca
que lhe fizeram, de o expulsar da igreja, re3pon-
deu que era iuviolavel.
E os dous individuos ue o acompanhavam con-
firraarara a 8ua declaraco, atnrmando que esse
houi"ra era Challemel-Ltcaur, ex-embaixador da
Repblica em Londres.
Nesta noticia ou ha engao quanto ao nome do
individuo, que mposaivel que seja quem dizem,
ou ento, o que mais provavel, quem quer que
fosee o sujeto, servio-se daqudle nome para pra-
ticar impunemente um acto de m criacio revol
tante.
Diccionario de Educaco e Eaiaino
A Livraria Franceza, ra Primeiro de Mar-
co, recebeu a caderneta n. 27 deste diccionario,
revisto e augmentado pelo capito Jos Nicola
Raposo Botelho, professor do Lyceu Central da
Porto.
La Plata Este paquete inglez da Malla
Real, teudo sabido da Baha hontem 1 hora da
tarde, segundo telegramma que receberam os agen-
tes da companhia, nesta cidade, deve tocar em
Pernambuco amacha pela maulla, em viagem para
a Euro ja.
Cieilttes.Effectuar-se-hlo:
Heie :
Pe'o agente 'into, as 10 1/2 horas, na ra Di-
reita de Afogados, de movis, loucas, vidros, etc.
Pelo agente Pinto, 1 hora da tarde, na ra
Viacoude de Inhama n. 48, do estabelecimento
ah sito
Pelo agente Modesto Baptisla, s 11 horas, na
ra do Imperador n. 75, de movis, loucaa, vi-
dros, etc.
Segunda-feira :
Peo agente iartins, s 11 horas, na ra do
Livramento n. 31, do estabelecimento ah sito.
Mhmmm fnebre*.Sero celebradas:
Hoje :
A's 7 horas, na Santa Cruz, por alma de Josa
Mara Pereira da Rocha ; s 8 horas, na ordem
3* do Carino, por akna de D. Anna Joaquina da
Scuza Aveflar.
Amanh :
As 7 1/2 horas, no Espirito Santo, por alma de
D. Anna Lelo Rbeiro ; s 7 hora*, no Pkraizo,
por alma d-i D. Camilla Mximo de Farias.
Segunda-feira :
A's 8 h-ras, na Ordem Terceira e no Carmo, por
alma do Dr. Gaspar Drummond ; s 7 horas, no
Espirito-Santo, por alma de D. Mara Jacintba
Candida da Silva ; s 7 horas, na matriz da Boa-
Vista, por alma de Manoel Tavares de Aquino.
Terca-fera :
A's 7 1/2 hsras, no Espirito-Santo, por alma de
Antonio Jos Lo es Braga.
Iperacoea clrunticaaForam pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 27 do correte,
as seguintes :
Pelo Dr. Malaquias :
Hydrocele volumoso pela pncelo e injeccao ia-
dada.
Pelo Dr. Pontnal :
Amputaco da perna dreita pelo methodo cir-
cular no lugar de eleco, indicada por artrite fun-
gosa.
Cawa de Oetencao Movimento dos pre-
os no dia 26 de Maio :
Ecistiam pr-sos 328, entraran) 7, sahiram 13,
existem 322.
A saber:
Nacionaes 289, mulheres 9, estrangeiros 9, ea-
aravos sentenciados e processados 7, ditos de cor-
receo 8.Total 322.
Arracoadoa 291, aendo : bens 278, doentes 13__
Total 291.
Movimento da enfermara :
Tiveram alta :
Amanci de Barros Cavalcante.
Joo Lopes da Silva.
Haiadouro Publico. Fora n abatidas
no Matadouro da Cabanga 56 rezes para o consu-
mo do dia 28 de Maio.
Sendo: 46 pertencentes aos Srs. Olivera Cag-
tr C., e 10 diversos.
Mercado Municipal de i. Jos.__O
movimento deste Mercado nos das 27 do cor-
rente, foi o seguinte:
Entrarara :
29 bois pesando 4.486 kilos.
463 kilos de peixe a 20 ris 94269
65 cargas de farinha a 200 ris 1340#
37 ditas de fructas diversaa a 300
.- ri8 11*1*
16 tabolcirop a 200 ris 3>20#
17 suinos a 200 ris 34409
Foram oceupados:
22 columnas a 600 ris 134209
29 compartimentos de faiinha a
i*J0 ris 144*09
24 compartimentos de comidas a
000 ris 124009
73 ditos de legumes a 400 ris 294290
16 compartimentos de suino a 700
ris
13 ditos de tressuras a 600 ris
2 talhos a 500 ris
10 ditos de ditos a 24
54 talhos de carne verde a 14
114209
4800
14009
204009
544009
Deve ter sido arrecaiada nestes das
a quantia de 2024869
Precos do dia:
Carne verde a 480 e 400 ris o kilo.
Suiuos a 560 c 8 0 ris dem.
Carneiro a 640 o 14000 ris dem.
Farinha de 240 a 400 ris a cuia
Milho de 260 a 400 ris dem.
Feijo de 800 a 14280
Lotera da provincia.Quarta-feira, 2
d e Junho, se extrauir a lotera n. 56, em bene-
ficio da igreja matriz de Agua Preta.
N > consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceico dos Militares, se acharo expostas aa
urnas e as espheras, arromadas em ordem num-
rica apreciaco do publico.
Lotera Extraordinaria do Vpi-
rangaO 4* e ultimo sorteio daa 4* e 5* serias
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:0004000, ser extrahida a 12 de Junho proxi-
m>.
Acham-se exposto a venda oa restos daa bilae-
tea na Caaa da Fortuna ra Primeiro de Marca
n. 2S\
I^tteria do MoA 2' parte da lotera m.
197, do novo plano, do premio de 100:000400,
ser extrahida amanh 29 do crrante.

II
I
I-
t.
!

,

1
f-
I
,1

>
.
MnmiiiDO


Diaria t rciwnuH-SeKta--feira 28 de Maio de 1886
I



Os bilhetes acham-se venda oa Casa da Po -
tuna ra Primeiro de Mario.
Tambera ac'iam-se venda na praya da Indo
cia ns. 37 e 3b.
Lotera 4e lacrl de fOt*H*OfO -A 10' parte da 12 lotorin, cajo pw
de JOnXMIlXK), peio aovo p
improterivelmcntc no din 1 de Juuhj s 11 uun.B
da manila.
Bilhetes venda na Casa Folia da praya da Li-
dependeaeia ns. 37 e 39.
Lotera da corteA 1 parte da 3(54 lo-
tera 'i cor"-. '' *e 100:1
ser extrihija no :. le 'jubo.
Os bilhetw acharase i venda na Casa Felii,
prava da Ind -'7 p 39
Taino.m se a-li
ra Primeiro de Marco n- 23.
Cemilerlo publicoObituario do dia 26
do correte :
Eustaquio Glieerio da Penha Bispo, Pernambu
co, 53 annos, viuvo, Boa-Vista : beriberi.
Benedicta Maria da Conceiyo, Macei, 22 an-
nos, solteira, Boa-Vista; beribeti.
Joo Amaro, Pernambuco, 56 anco?, sclteiro,
Boa-Vista; anemia.
Miguel Pedro Celestino, Pernambuco, 30 anncs,
solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Manoel Francisco das Chagas, Pernambuco, 54
annos, viuvo, Boa-Vista; tubrculos pulmona-
res.
Antonio Smiles da Silva, Pernambuco, 58 an-
nos, viuvo, S. Jos; derramamento cerebral.
Manoel Rodrigues dos Santos, Rio-Grande do
Norte, 38 annos, casado, Graca; lesao cardiaca.
Pedro, Pernambuco, 7 dias, Recife; convul-
so es.
Joo, Pernambuco, 1 mez, Boa-Vista; gastro
enteri'e.
Maria Thereza de Jess Pessoa, Pernambuco, 60
aunos. viuva. Boa Vista; entero colite.
Jes da Silva Seraphiin, .-'ortogal, 43 annos,
solteiro, Recife; insuficiencia mitral.
Gliceria, Pernambuco, S. Jos ; spasmo.
IHDICACOES BTEIS
HedicoM
ton Hilarlo usecllro rirurjiro do Dr.
Pedro de Allabyde Lubo Momcono
roa da (.loria n. 59.
O doutor Moscozo d consultas todos os
dias uteis, das 7 a 10 horas da manhl'
Este eonsuitorio offerece a commodid
do de poder cada lente sur ouvido e es*
minado, sem ser presenciado por outr.
De meio dia a 3 horas da tarde ser c
Dr. Moscozo encontrado no torreao pr
ca do Commercio, onde funcciona a ihs
peccao de sade do porto. Para qualquer
d'estea dous pontos poder2o ser dirigidos
os enfunados por carta as indicadas horas
Dr. Miguel Themudo raudou su consul-
orio meiieo e residencia para a raa Nova
n. 7, 1. andar, codo d consultas das 12
8oras as 3 da tarde e recebe cahroados a
qualquer hora. Especialidadespartos fe-
bres, syphilis e molestia do pulinao e co-
jacao.
O Dr. Arthur Imbassahy, medico occu
lista, recentemente chogado, esta cidade,
d consultas todis os dias, das 8 s 10
horas da manhl, sendo gratis aos pobres,
no 1." andar do predio n. 53 da ra da Im-
peratriz.
Dr. Brrelo Sampaio d consultas de i
s 4 horas da tarde, ra d:> Bar.lo dv
Victoria n. 45, 2.' andar, residoncia ra
io Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advocado
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. d iar.
Hmrique Milet. Ra do Imperador n.
22, 1. andar. Encarrega-se de questSes
as comarcas prximas as linhas ferras.
Dr. Oliveira Escrela 2.0 promotor pu
blico, t3m sea ea<;riptorio de advogacia da
ua Primeiro de Marco n. 2.
Dr. Seabra. Mudou eeu escripto de advo-
gacia para a ra do Imperador n. 21.
DroSMia
Francisco Manad da Suva db C .
sitarios de todaa as especialidades pharinb
eeuticas, tintas, drogas, productos chimic
e medieamt-.ntos homceopatioos, ra do Mar-
quez de Olinda n 23.
Faria, Sobrinhn & C, drogustas poi
attacalo. Ra Mrquez de Olind n. 41.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapinv
de Fr.in:: > do3 antos Macedo. caes de
Capibari je u. 28. N'estd grando ostab e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se e venda-se madeiras de
todas as quahdades, serra-se madeiras de
conta alhoia, assim como se preparara obra:
de caiapira por machina e por pregos sem
com i.*,t*-n'*'*.
PtBLICiCOES A PEDIDO
A' 9. A. Imperial, a Merenissima
Princeza de Brasil, a Menhora
D. Isabel.
Senhora : Olbando as glorias idas de Israel,
Bu vejo o Re-Propheta a cychara vibrando ;
E para o ej mover, tornal-o inda ruis brando,
A purpura despir, tornar-se menestrel...
E Deus ?Deus, os d-gres descendo de sena mun-
idos,
Vem o Prophcta erguer dos brathros profanaos.
Aps escuto a voz tremenda de Iz.iias,
O bardo apregoador das cleras divinas,
Dos imperios marcando as hybridas ruinas,
Dos povos coutar ja findos os seus dias !
En vejo aps baixar dos impos ao dominio
O brayo vingador, a espada do extermini !
Depois, passados sec'los, vejo eisa Jadea
Sem gloria, sem esplendor, chorando solitaria,
A' Roma escravisada, Roma tributaria,
Ant- o alfange tremer da barb'r Idnma.
Syo era deserta, e a h-rpa de David
Nao mais vi brava aos hyinnos santos de Levi.
Mas, eis que l d ci para remir seu povo,
Carpindo em captiveiro o seu viver acerbo,
Manda o Eterno baixar o seu divino Verbo,
Da hasr i do J.ras purissimo reuovo :
E o mundo das paixcsrebelde, nao o entende,
Que tanto sacrificio em nin Deus nio compr'ende.
O mar da Galilea escuta Ihe as doutrinas,
A praia repsreute o ch> de sna vos...
Si segua muitido s-'dent fgue aps,
Por ouvir-lhe as palavras clicas, divinas ;
Mas, ap-5j ovaco.'s. inmenso* e o tburyb'lo,
Do-lhe a morte arontona, a morte do patbulo !
E Deus ?Deus, dVsse Calvario ingante qsie seu
(ebrono,
Inda olba coinp issivo ter .o p'ra o seu povo ;
E dos bracos da erai exclama : (earemplo uovo)
Perdoa-lbes, Pai E eidio, da morte ao
(somno
Ai palpebras ceiranlo taz j rrar 4 fl.ix
O sol da liberdade, a 1 da nova l.
Subdin" complacencia Exempln grandioso !
Ao throno claudicante, ao tbrono rfjrescente,
Ou sustenteo Davrl c'os psalmos penitente,
Ou Ilustreo Josia- -re santo e piedoso;
Pois d'eiit'arte n perdo, morrendo.um Dea ensilla,
E n'elle synthetisa a sua alta doutrina.
Agoraouvi, Senhora, inolyta Prmeea,
Si os rniiia altos trophos d'nm'aita reales
Descaniiaa 9ggm tema te psastaxW;
Si so felix um povo, nm tbrono, urna najio.
Qnando regias virtiiw i*m4k o braso
8 Al*l-rtta(to;
Si fbi do i dea eos aeeidasta moral.
To alta, tio sublime, saata divinal...
Eu que em Vos, Prioc--za Ilustre, s contemplo
Modela do virtudes tantas sub imadas,
O syrabolo fiel das erenesa ensinadas,
Do vosso p*ivo exempln ;
Veoho perante Vos, qu. sois d'esti^ Brasil
A strella do futaro, o soaho raais gazil,
A rutila esperanca, a crenca d'aureo beta ;
Venbo peranto Vos, candida Isabel,
Como o Propheta-Rci tornado m-nearr jl,
Invoc i? m.
Nao venho ante Vg enm titulo^ de grandesa,
Emb >ra mira s a na'ur
nitelligeociH e lus ;
Mas da s irte eofttotlo, lho da d rraj
Tenbo apenas na mi q jo aos anuos s'adelguc, i
A lyra unida cruz !
Senbora : Ao Vosno Pai diante o solio ;iugusto,
Ao Vosso inclyto Pai, Monarcha sabio e justo,
O mou grito da dr mandei supplce e ttnWo :
Jantai, poM, ao meu brado o Vosso alto diiffragio,
Se a estrella pollar que livre do naufragio
O nauta do infinito...
Outr'ora, na Mesia, Ovidio desterrado,
Dos seas concidadaos, da patria despresado,
Vinte annos cbora em vao rcm doce unitivo !
E essa Roma, anda boje altiva de seus cantos,
NSo teve um l se quer para enxugar os prantos
Ao misero captivo !
Mas, ah que, assentada em tlaxidos coxins,
Da vasca bacch.inal aos tbidos festn?,
Nao via ulgir-lhe a estrella da nv.nli i !...
Nao podia esoutar os hytnnos da desgruya,
Nem o travo sentir da amarga e negra taya, .
Que Roma era paga !
Nao tinha Constantino aipda a regia fronte,
Orgulbosa, abatido diante o sacro monte,
Onde um Deus, sublimando a morte,a morte teve:
E, para unificar os homens em um s pjv .
Um codigD de amur sublitn ingente e novo
Co proprio sangue escreve
Mas, boje, que o eterno sol do christauismo
Vai do alto da serra ao inais escuro abysmo ;
Que do paco do rico choya do zagal
O Llbaro de Christo, a cruz da rcdrmpcao,
0 emblema do martyrio, o symbolo do christao
Fulgura por signal,
Nao devo, nao, Senhora, crer que os desengaos
Venham curvar de dores quasi vinte annos,
Vinte annos de sofirer, de lentas agouias !...
Que st'ria descrer dos braodos seutimentos,
E altares levantar aos dolostormentos
Banir as alegras...
Pois bem, hoje, Senhora, sedo em raeu favor,
Junta Vossa aureola um novo resp'.endor,
Mais um novo florao juntai a Vossa c'ra ;
Que em jubilo no co os anjos fazera festa,
E os diademas arrojara sobre a augusta testa
Do requando perda !
Entrni no templo augusto c santo da sublime
Verdade cora que Deus, mnrrendo, nos redime,
E o manto vest dos lumes da piedaJe,
Fazei que m'irradie o sol da redeuip^io,
O sol que illuiniuou, Senhora, esta Xiyo,
O sol da liberdade !
Detencao, 20 de Maio de 1386.
GCSTAVO AdOLPUO.
Discurso proferido ssa ixr\|n raalrix
de Poirtih, en tO dr Malo de
isss pelo lenle Jone Franciisco
Paes Barreteo, por oeeaslo dan
exequias do Dr. ttitanio Francis-
co Crrela de Araojo.
Meus senhores Eu nao conheyo poltica ante
a magestade dos fluimos : ussim aqu venho ret
Jer a ultima horaenagem an cadiiver.de um dos ii-
lhos mais Ilustres de nossa trra.
Pernambuco tem aido patria de filhos que mu-
to a innobrccem, ante as demas provincias do m-
pTio : e ainda boje dubruyado sobre auas santas
iousas, chora, invocando os seus noines, com > suas
nicas glorias. Ao luzir bnlhante das estrellas de
iios.is iioit-, ao sopro macio do vento de nossas
manbas, de envolto com os canti:ns t>oaves denos
sos passaros tamben devia apparecer os genios,
que eantassem as bellezas de nossa trra ; desta ve
ueza americana, que saudosa uao esquace nunca
os noines sublimas de seus filhos, que na graul--
batalha de seus direitos, cahi.-otn n > p das sepul-
turas, bradaodo : Posteridadu snossi siin, meus
euhores. Queris saber os seus nomes ? Nada
mais fcil, p issai urna rvvista nos vros queja-
zem como os mortos na pooira do3 archivos, que
alli os encontrareis Iluminando o passado glorio-
sa desta trra.
Sao astros que fulgurara em nosso Co e que
servein de bussoia a nova gerayao que s levanta
no meio deste ocano de poeira e de la-rimas !
Assira como as lufadas do vento devastador,
passando pelas cumiadas das cerrauias e pelas
matta* virgens derrubam em sua vertiginosa car-
rera as arvores mais soberbas a frondosas ; tara
bem vai arrancando dos corayes das nacoes os
seus filhos os mais dilectos, at mesuro aquelles
que no coineyo dos annos principiara a brotar suas
primeiras flores !
Assim, pois, meus senhores, se temos que la-
menta, os desapparecimeotos dos grandes bene-
mritos da patria, temos hoje com sobeja raso
de derramar o nosso pranto sobre a loma que aca-
ba de cobrir o vulto sympatbico e proeminente do
Dr. Autonio Francisco Gorreia de Araujo !
Que fatalidade, meus senhores sempre as-
sim, a morte nao saciada ainda de haver em sua
matcha ufana ceifado a tantas existencias precio-
sas, acaba de, coui semelbante acontecimeuto,
mergulhar em um ocano de lagrimas a sociedad
peruambucana !
Pacto incrivel Mas que meus senhores, infe-
lizmente, urna verdadera readade E' realida-
de que causou estremecimento geral no corayao
de sua Ilustre familia, dos amigos, dos seus *orre-
ligionaros e o que mais admiravcl anda, ns seio
de seas adversarlos polticos!
E' que meus senhores, o Dr. Antonio Francisco
Gorreia de Araujo, era um dos ornamentos da so-
ciedade pernambucana e a sociedade pernambu-
cana sempre traja pesado luto e chora, toda vez
que d'entre si v desappsreccr os peus merabros
mais queridos. Moyo, contando apenas quarenta
annos de idade, elle bavia conquistado na curta
existencia que teve, um nome brilhante no cora-
yao do povo pernarabucano, pelos relevantsimos
serviyos que com amor, dedicayao e patriotismo
prest, u a esta provincia, ja como magistrado, j
como h'.mem de alta admiuistraya > pnblica.
Meus senhores, qua do temos a iutelicidade de
ver e para sempre fugir ds seio da familia, do
solo qu-Tido da patria um cidadao como o Dr. An-
tonio Francisco Correa de Araujo, que gastou to-
da a sua preciosa vida, em pro! do engrandec-
m uto de soa trra : entao meas senhores, o nosso
seutinvnt' se torna de inaueir.t tal que ae trans-
miltiado por toda a parte, vai cobrmdo de cons-
tetuayo e luto, o corayao dos povos, os mais re-
motos de nossa provincia. E' que meus senhores
o povo pernarabucano tem s inpre aberta a ara-
bula do seu corayao para guardar os MU nomes
como as suas mais santas e sagradas reliquias.
Asicn, pois, eu que tenho por costante rmder
homenagnm ac>s grandes vultos que tropeyaram
quando mais lutavam em deieza da patria e de
suas iustituiyes, aqu venho unir a imnha traca
voz a vossa e comvosco lamentar a perda do es
poso querido, do pai extremoso, do amigo dedica-
o do cidadao Oen>-ai>-rito, que t anoaado nooc-
eid< ule da mol te dorme o somuo eterno 1.. .
aun, meus senhores. Eu venho a beira deste
tmulo porque n'elln vejo, um dos filhos mais il-
iusires de minha provincia Aqui venho porque
em seu semlilaut'- si-reno nao diviso essa cousa
podre, que se chara i po itica, mai omento a bou
raen probi'Ude consoroiadas. Liberil, cons'-r-
v.tdor ou r.-publiciiuo o le tivestie sido, iu aqui es-
Uria eui revoroncMS as saas prewesas cinsaa, por-
qu ellas muito orgalbo rasema nossa heroica
wrra, qe Unto ufana de ter ido o seu berco
e patria ftacnbem de seas avs.
CooMf urntemente, meas senhores, de.xai f ae en
pasee; dexai que sobre a marmrea p dra do seu
tmulo eu va derramar urna lagrima e desfolhar
ama cisalpina orvalrmda do pranto da saudade,
com derradetra h eoagasn ueste mundo, ao ci-
dadao qua, cahlnao no po dos sepulchroe kgou um
nome admiravel e inmortal a sua familia e a ua
patria.
Requiataat m poce, arma grtrade, sublime o ge-
Diue.
oscursu do Sr. H. Pessoa asas aaies-
aaas eaequiaa
Eu quiz ca'ar-ine e curvar a minha cabeya ante
o Vosse soutnacnto.
Duas ri.zoes principaes me aconselVavam si-
lencio.
*'m
itinlia .-j.i;. ua fu rlig--nea, juigava-
ntr, assim como anda me julgo, sem autoridad''
para fallar-vos n'utn momento de tamanha solem-
nidade.
Segunda : turnia qoe alguem tr.iduzsse como
a,-a i i, < poltica, a ho-
Antonio Fraacisco Crrela de Araujo.
afaa, por nutro la Ir. b nh r -. refletindo mo
o i
; 1 "II I
i.i it u I o..--, BStra todos que i ijiii
exma najsscas,niogaatn p.'ia haver que Irwaaa
ni .a lib.rdade na expsnsao de seus seutimentos.
Assim ""mo pens que. pira venerar se e r> n
de'-o ubi culto mocero ..ninoria do Dr. Cor-
leia ilo Araujo, c ij mortt- euh'tou e enclieu dfl
i> anr i iilaai ito paiii iiHflir-, ninrn*Ti precias
talento, < m as ~iu i.i, t'tzcr a sua rofissao c fe
pi linca.
De certo : dSo pert uoa axetasivaaaeBta a no
nhiiin partido ehorar a p^rda do cidadao eminen-
te que, antro d I 60 r-orvador, era uiu c iracioi
distincto c inv.jave', dotarlo i!e todas essas qna-
lidades u iliiiss.m .' que cous.'itue n o verdad ;r>
hornera de bem ; cidadao que ant>-B de honrar a's
fileiras do partid > que pertenceu, enchia da) o.
gulbo a tena pernarabucaua, CMBO ura dos lilii i
mais dilvetos da sua patria.
Cidadao que, apezar d>> ser um dos mais fortes
sustentculos rjesM partido, tmha mn logai re-
aervado en todos os comeos (rerdadeiraiatiate li-
beraos.
Si-nao d.z i-ine : 0 qn I i tribuir aqui a
nca de lauto.- ,| ifl i po nica erara fraaea
cate seus advtrsnnos ?
O qu-' potle rigaifiear ?
Significa, seutitres, a c mfirraayao de raiuh .s
palavras.
Isso quer dizer que nSo smente o partido
conservador qu- lamenta a perda inaprcciavel de
ura dos seus mais extrenu >s campeos.
laso quer dizer que nos viemos aqui prestar
siraplesinent" o ultimo trihut- de adtnirayao ao
Ilustre representante Mate aistrieto cuuio ho-
mem eminente e como cidadao poltico.
Nio, seiihorea ; cima da elevada posiyao que o
Dr Correia da Arii'jo bivia conquistado p>'la sua
actividad.' initnitavel, e p.da grande influencia
que i xcrcia nest.i pr .vmci.i, est oOin davida, :i
pureza do seu carcter e as prcciusissimas qu il-
dades do seu co-ayao,
E triste de ua se a eorrupyao dos partidos ti-
vesse chegado a ponto de fazer nos recalcar den-
tro d'alma o sentimeutod.. juttiya, negando a urna
existencia preiiosa o direito que ella adquiri ao
respeito e veneraySo de todos, indistinctamente.
Entao a poltica sena repellida por todo humera
de bem.
A Provincia, orga do partido liberal, notician-
do o triste passaaicnto do Dr. Antonia Fraucseo
Correa de Araujo, disse :
Adversarios do finado nao '.he negamos o seu
mereeiinento diante do seu tmulo receutemente
fechado, e nos caudoeusos cora o seu prematuro
fallecimento.
. Si sempre triste ver desapparocer da vida
poltica os homens que deram de si quanto valam,
amigos ou adversarios, ainda mais triste ver
afondar se no seio da trra aquelle que se dedi
cando a causa publica, mal tinha aberto diante d.;
si um vasto scenario, onde poderia revelar a me-
dida de suas faculdades e o alcance de seus dotes
poli.icjs.
Em vista destas expressOes de una folha que
por ser orgo de outras ideas, estava sempre dis-
posta a fazer-lhe a msis leal e franca opposiyao,
nilo de nenhum modo estranhavel, senhores, seja
dado a mim, que nunca soube lisongear nin
guem, que nao dobro a front em face de prepo-
tencia alguma, que trago finalmente o corayao li-
vre das nnimosidadfS ou atfeicoes partidarias, o
direito de me associar a vos, no grande e justa
pesar que vos oppriine.
Se ha ueste vastissimo paiz um cantuho de
trra, onde a noticia d* morte do Dr. Antonio
Francisco Correa de Araujo tenha echoado mais
tristemente do que em outra qualqier parte, esso
cantinho de trra, senhores, a cotnarc* de Pao
u'Alho.
Pao d'Alho fo quem melhor poude avalar a ri-
queza de sna ulma.
Sira, senhores : sem fallar na dor incomparavel
de sua extremosa esposa, cujo olhar contempla
afolado em lagrimas, atriste orphandaie de seus
innocentes filhinhos ; sem fallar ua indizivel uffl.c-
aao em )ue ficaram o seus melhores amigos ;
esta comarca quera mais razao teui para sentir o
doloroso gjlpe que acaba.de ferir tao cruelmente
o corayao de Pernambuco, vendo desapparecer
para sompre, o vulto venerando d'aquelle moyo tao
cheio de vida e ao mesuro tempo de esperanyas,
que, pela nobreza de carcter, pelo seu patriotis-
mo, e pela sincera dedicayao a causa publica, oc-
cupou-se, durante mais de deseseis aunos, em le-
vantar para si, nesta trra, um eterno monumento
Iti venerayao e de refpeito,tzendo convtrgir para
elle nao so o estremeemento e affeiyao de todos os
seus amigos, como tambera as byrapathias de to
dos os seus adversarios
E' esta a v. rdadesimples, bellissima e iacon-
testavcl.
Ag. ra, senhores, agraiocendo a attenyao e bon-
dade com que me ouvistea, vou terminar.
Vos podereis mandar fcilmente a Assembleia
Geral ura outro representante, pois nao faltara no
vosso partido homens de pergamnbo e de talento.
Difiicilmeote, porem, ser preenchida a vaga
aberta no parlamento brasileiro.
E eu duvido muito, senhores, que a cadeira em
que sentava-se o Dr. Antonio Francisco Correa
de Araujo como diputado, e que l est vasia e
envolta no crep da saudade, seja tao cedo oceu-
pada por utn homem que, eorto elle, rena essas
duas qualiiUides sublimes qne constituiram na vida
a sua maior gloriaaele/ayao de espirito e a
elevayao de seutimentos.
Meus (.ez-imes portanto ao partido conservador,
e um voto de minha alma para que Deas o con-
serve na raanso dos justes.
B. Pessoa.
(Pelo sen qaadraxessimo sexto an
nitersarlo natalicio)
Minha inai, um dia o ael,
Sacodindo o brazeo manto,
Que a fra madrugada
Orvalhava no seu pranto,
Ergaera-se no Levante,
Mais bello qua de costme,
Os labios f'it"s de rosas,
Os olhos chelos delume.
Asavesinhas trinavam,
Mais mimosa' e gentis,
Por vol-o assim tao soberbo
Com olbares eenhoris.
Era a msica des ninhos,
O espayo sorria a raedo,
A matiiie era esplendida,
O azul itnraensp, quedo.
Todo era risos c flores,
Oh boa mai, ness- dia,
Havi* uraa grande festa
le paz, de lu7, de alegra.
Ides ver. Dentro da casa,
Sobre e leito, uns gritosiuhos
De crianya que nascia,
Eram pagos co' os carinhos,
Da mai que torna sorria,
Do pai que ledo churava,
No sacro efluvio d'araor
Qu'easss almas innundava.
Ao publico
A gratidlo o s- utiraento mais nobre e mais
aaato que pode natrir-ae no caraca > humano, e asi
faltara a ura rigoroao dever ae deixasse de dar
um te-.'oinnnh > publico do me'i pmfao i i r onbe-
' vo ao illostra i i pr
sor do povoado d Calende, o Sr. Bouomo Rosa de
Lima Leal, apezar de estar convicto de que vou
off-nder sua reconhecida modestia.
Cavalheiro dotadi de acyoes generosas e de urna
fina e.ducayo, tem-se tornado digno de todoB os
e ', ie til
.ua pelos seus aiurauoj, GOU o pela Can btds
e amor, com que trate aos dientes que si >
.iica a que tamb-ui .-.e dedica.
Era de teinpo que entre nos
reside, tem captado s estima de todos aquelles que
sabem >-.preear o mrito real e a inteligencia do
homem. Cnracter sizudo e indepeud-ute, nao se
curva irapor-coes de quera qner que seja, urna vea
que a sua norma de conducta h i sido firmada nos
tinneipios da justica e sincerijade no fiel cumori-
tncuto de seus deveres.
As difficeis e importantes curas, feitaa em pea-
8'.as de minha familia, e sem a mnima idea de re-
compensa, taz coas que eu aqu deixe escripto o
uome de tan Ilustre eavalheiro. que pela bondade
seo coraySo tanto beneficios tem feito huma-
ni.l i.l.' iastrucyao do lugar.
Congratulando-me cora o. habitantes do povoa
do de Catende pela vinda de tao distincto precep
tor, resta-ma pedir ao mesmo Sr. Bouomo Rosa
Lima Leal, que deseulpe as pobr s palavras qoe
ii .m escripias, visto que sao ellas filhas da mi-
nha sincera a nisade e eterna gratido.
Cateudc, 26 de Maio de 188o.
Antonio Cantillo da Silva.
Ao publico
Ao publico
Esses pas, che ios d'encanto,
Eram ireus caros avs;
a dbil recem-nascida
A. eriancinhaoris vos.
Rasife-, 28 de Maac de 188B.
Jos da Iva Coste Netto.
Andr Antonio Quirtata, estabelecido na ra
de Th mi de Soiiza n. 0 nqueacabou de sofirer
um importanto roubo, na quautia de ti contos de
res, sera fallar as joias, declara ao respeitavel
putlico i; ao corpo commercial dest. praya. que o
annunciante nada deve, nem commercial nem par-,
t i i-ul rmente.
Recife, 27 de Maio de 18S6.
Andr Antonio Quirtata.
Prulonpnienlo da estrada de
ferro de Pera mbuco
Devido aos esforyos do engenheiro residente,
o Sr Dr. Paulino Lopes da Cruz, e ao seu muito
ilguo ajudsnte, o Sr. Dr. Cantalicc, e gra-
yas energa e reconhecida actividad.' do *.
Dr. Joio Machado Portella, digno ebefe do trafe-
go, actualmente acba-se restabelecido o trafego
al Cauhotiuho ; havendo apenas orna simples
baldeayao no aterro desmoronado, junto ao ayude
.le Bello Prado.
O povo agradecido.
Mr. James Thomson, engenheiro da companhia
Drainage, ao retirar se para a Europa, onde pre-
tende d. morar-se alguns mezes c nao t*ndo te ro-
po, pela presteza da viagem, de despedirse de to-
das as pessoas com quem entretem relayoes de
araizade, pede-Ibes desculpa d'esta falta involun-
taria, offerecend.i-lhes os seus prestimos na In-
glaterra, paiz em que vai temporariamente residir.
Beeife, 24 de Maio do I88G.
Dr. Carneiro Leo
Venho do alto da iruprenaa, sammamento
penhorado, agradecer a este Ilustro facul-
tativo o tractamento delicado, zelo e uptidao
cora que so houve, jior occasiao de minha
mulher dar luz.
U astado perigosissimo em que se icha-
va minha mulier, -me impinsivel descre-
vel-o, os soffrituentos horriveis que esperi-
mentava, faziu nos desanimar completa-
mente. Mas, eite Ilustre facultativo, ten-
do por auxiliar a hbil e inteligonte assis-
tente examinada a Sr.1 D. Idalina
Claudina Leite das Trevas, ( quem tara-
bem me coofesso extremamente grato, pe-
las suas maoeiras afjv ;is,', empregou toda
a sua actividade e pericia, at quo por fim
conseguio extrahir acrianca, arrancando
assim das garras da morte minha mu-
lher e o meu lhinho.
Actos como estes, eu entondo que nao
devem ficar no silencio, ainda quj a sua
publicagao offen Ja reconhecida modestia
do Ilustre clinico.
Recife, 26 de Maio de 1886.
Al. Thyrso.
Tormentos .da cabeea
Urna impcrfelta digestao, seguida de toda a sua
invariavel comitiva, um disturbio sympathetico do
figado e dos intestinos a causa excitante das dC-
res de cabeya nervosas. Porque razo, pois, sot-
freis a sua atormentadora agona e desatinadas
dores, quando um curso, c em alguns casos, urna
s dse das pilotas assucaradas de Bristol, nao s
pode remover a causa, como tambera as consequen -
cias 1 Dores de cabeya chrouicas, de nm carcter
o mais obstinado, invariavelmentc cedem eate
remedio, de rodoa o mais brando e o mais t-fricaz
de quantos catbartcos e antibiliosos medicinaes
existem as quaes, nenbuma enfermidade proce-
dente de um estomago desxrranjado, utn estado
morboso do figado, irreguiaridade um prisao do
ventre ou as difficuldades inherentes ao bello sexo,
podem resistir por muito tempo.
Em todos os casos em que o figado se ache s -
rlamento aflectado, a satsaparrilha de Bristol, o
p'.irificador o nuil potente dos fluidos animaes que
o mundo jamis conhecea, grandemente facilitar
a cura.
Ellas acham-so mettidas dentro de frasquinhos,
e por isso a sua conservaySo duravel em todos os
climas.
Acha-se venda em todas as principaes bo sicas
e lojas de drogas.
Agentes em Pernambuco, Henry Porster &}C,
ra do Commercio n. 9.
Os abaixo aaaignados, texdo registrado e depo-
sitado as aaas marcos induitriaes e roalos das
aaas preparayos na junta commerciai do Rio de,
Janeiro de eonf rm'dade con. as prescripcoes das
leis do imperio do Brasil, dudaras n participara
aos interessados, que como uoicos proprietarios,
tem diraito exolasivo de .asar as marcas indus-
triaos e rotlos relacionados com manufactura,
tabricacao e venda das s gn es prepara.ss ;
Agoa d" Florida de Murray e Laman.
Tooie Oneota!.
i'eitor..i d' Au.c.hui:a.
Pattlhas V-rmifugas de Kimp.
O..-,, le h\- I J'l'-Lunn.n & Keini..
Emulsai le ..le. de figado de bacalho com hy-
pophosphites, de L lumara Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Extracto doplo de aveleira mgica de Bristol, e
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e qah, portento, perseguirlo a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas marcas industriaes e
rotlos, procurando que sejam castigados com teda
a severidad,; da lei.
finio mi >. n m o publico contra todos
aquelles que ntentam substituir as nossas prepa-
rayoes cima mencionadas com artigos falsincados
que levara rtulos ou marcas mdustriaes que imi-
tara as nossas.
Laiman ti: Kemp.
Xarope de lata-mata
O Hal-mat (lecythie idatiraon) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da flora
brasileira.
E' um agente therapeufico poderossimo con-
tra as molestias do peito e da astbma.
Os numerosos afi.cti.io! que delle tm feito uso
conseguiram um resultado muito satisfactorio, aca-
bando por ae rcconbo ^er que at hoje a melhor
preparayao para a cura da aalhaia. krun
chite iathaatica. e ansiara e oppres-
adeai dispensado o emprego do arsenio, folhas
de estramonio e plantas narcticas que acabara
I quasi sempre pelo abuso que delles se faz e mes-
mo pelo aso prolongado por prodazir effeitos des-
astrosos sobre a sade e em g?ral entorpecimento
do cerebro.
Vende-se na Botica Franceza de Buuquayrol Fre-
res, snecetBores de A. Cars
X. ** Haa da Oni-fl. ZZ
RECIPE
Respeitavel publico
Contina aberta a escola particular de instru:-
cao primaria para o sexo masculino, ra da ma-
triz da Boa-Vista n. 34, regida pelo professor par-
ticular Julio Seares de Azevedo.
Educa r instrue a iufaucia, pelo systema dos
principaes collegios da corte do imperio, onde es
teve por algum tempo a passeio, cujo systema
urna paciencia Ilimitada, urna vocayao intima,
guiando os seus discpulos no caminho da ntelli -
gencia, da honra e da digmdade, afim de que ve-
nham a ser o futuro sustentculo da patria, da re-
ligiZo e da le e um verdadeiro cidadao brasileiro.
Espera, pois, que o novo pcrnamtracano applau-
da e saiba apreciar o seu verdadeiro ensino pri-
mario, onde rpidamente abracara e amara de co
rayaO aos livros. as lettras, as artes e as sciencias.
Ra da matriz da Boa-Vista n. M
Julio Soares de Azevedo.
C, HeckiMnn
Usinas de cobre, lato e bronze ee d
Golitrer Ufer n. 9 Berlina S. O.
Espeealidade:
Construeflo de maehi-
nas c apparelhos
para aoi icas de assucar, destillac5es e re-
tnacSes com todos os aperfegoamentos
modernos.
INSTALLAQAO DE:
En^enhos de assucar completes
Estabelecimonto filial na Havana sob *
mesma firma de C. Heckmann.
C. e San Ignacio n. 17.
Gnieos representantes
Haupt Gebra'der
EIO DE JANEIRO
Para informayoes dijamse ai
Pohloian &C
M io Coinio 1.10
Dr. (Mo Lete
Medico, partelro e operador
Residencia ra da Imperatriz n. 48, 2.- andar
D consultaa das 11 horas da manba s 2 da
tarde.
Attande para s chamados de soa profissao a
qualquer hora.
Consultorio ra Duque de Caxias o. 59.
N 8. Na troica pulmonar a potencia
da Emulsilo Scott como remedio mara-
vilhosa. Restaura o sangue ao seu esta-
do normal. Sana as inflammacSes de gar
ganta e 'los pulmues. Calma a tosse e a
rouquidSo. D cor s faces o aumenta a
carne e as forcas.
A aula mixta particu-
lar
Francisca Martiniana L. Carneiro participa so-
pis de familia, que sua aula abrir se-ba no dia
V do crente : qnem de seas prestimos precisar
pode dingir-se ra do Viscoade de Qoyanna nc
XI, qoe entender- ae-ha com a mesma.
Casi ds saaAs o Br. Ssnto Hnior
Mudoo-ae este estaoelecimento para Ponte de
Uuh", junto da estaya> do mesmo n me.
Situado como boj.- est em um salubre e apra-
sivel suburbio e -eoi urna chae:ira com battantes
commodos para o ten fim, cff. rece muitas Tanta-
g. ns aos doentes estrangeiros, acadmicos e colle-
gaes que uo ti erem suas familias n'esta cidade,
a* qoe vierem de fOTa do Recife para ah S'.fFrer
alguma operac cirurgica e emfim aos que residin-
do n'esta cidad- pr. cisarem de mudanza de arw.
Ueoebe-oe tambem n'esta casa oonvaleacentea e
pessoas sadas que preeiaem do ar do campo, para
as qoaea ba commodos separados.
Oa doeatea p>ra o aea tratameato, indicarlo oa
mdicos qe funreas.
Nao ae acceitam doentes de molestias conta-
giosas.
Existem aa eaaja apparelbos elctricos e hydro-
therapeuticos pata oo awriberione, paralytiooa te
Telephone n. 398
OCULISTA.

O Dr. Barrrto Matapu I o. medioo oculis-
a, ex-ehefe de eHotea do Dr. de Wecker, d con-
sultas de 1 s 4 horas da tarde, na roa do Baro
da Vctoria n. 46, 8" sular, exc pt nos doongos
e das santificados. R-silenciara do Riachuelo
n 17, canto da ra dos Pires.
<
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 1) ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
%
Dr. 0
MEDICO
Consultorio e residencia ra do Livramento
n. 31 1 andar. Consultas de 11 horas as 2 da
tarde. Chamados por escrito a qualquer hora.
Especialidades, febres, partos e molestias de
ti jallo ii
Dr. Mello Gomes
MEDICO-PARTEIR> OPERADOR
Ra do Bardo da Victoria [antiga
ra Nova n. 37) 1." andar
Dedica-se com especialidade ao cura-
tivo das febres, molestias de peito e das
senhoras, syphilis e estreitamentoa da
urethra.
Consultas das 10 ao meio dia. Chama-
dos a qualquer hora do dia oa da noite.
T.lephone n. 259.
Di'. Ovira Leite
H I'.IIKO
Tem o aeu eacriptorio a ra do Marques de
"liada d. 53 das 12 aa 2 horas da tarde, desr
hora em dimit em na residencia ra da San
a Cruz n. !'' Kspeeislidades, molestias de ae-
horas e osisstfBS
Conultorio mcdica-cirurgico
' O Dr. Estevo Cavalcante de A&aquerque con-
tinua a dar consultan ui.-Jico cirurgieas, na ru..
do Bom Jess n. 9t>, !> andar, de meio dia as 4
horas da tarde. Parasf demas eoaaoHa vtsi
tas em sua residencia provisoria, roa da Aurr>
o. 53, 1* andar.
Ha. telephonicoa : do conaaltone 95 e resideacia
126.
Especiaidades Partos, raoleataa de coosfas,
d'dssro seas amena.
EB1TB
175
116
177
O Dr. A lelino Antonio ae Lana Freir,
(ffi i .1 da impeii 1 Or i.m meodador da Real Orden Militar Por-
tuguesa de Nosso Senhor Jess CbTisto,
e juiz de direito privativo de orphaos e
ausentes n'esta comarca do Rocife, por
Sua Magestade Imperial a quem Deus
guarde, etc.
Fayo saber que neeta data foram declarados li-
bertos, em virtude da lei n 3,270, de 28 de Setem-
hro do auno prximo pastado, sera dependencia de
nenhum titulo ou formalidade. ds escravos cons-
tantes das elayoes abaixo, sendo que aquelles qoe
j tiverem completado a idade de 65 annos, sao li-
bertos desde j para todos os (ffeitos, sem nen-
huina claaeula on obrigayo da servicos, devendo
permaneder em companhia doj iix-seohores, salvo
se preierirem adquirir, por outro modo, rucios de
subsistencia e para isto forem julgados aptos por
este juiao, devendo no primeiro .raso, os ex-aenho-
res alimentar, vestir e tratar o mesmos libertos
as snas enfermidades, usufruinc o os aerviyss que
estes poderem prestar, compativeis idade e apti-
do pbysiea. Os escravos de 60 a 65 annos, po-
rm, ficain libertos cora a clausula nica de pres-
tarem sirviyos aos ex-senhores pelo prazo de
annos, nao seudj exigida prestacjlo de serviyos
alm de idade 65 anno).
(jontinuacao da retagao dos escravos maiorts de
65 annos
171 Florencia, parda, solteira, 67 annos, de Joa-
quim Jos Rodrigues da O ata.
172 Florentina, parda, solteira. 65 annos, de Cons-
tautina de Mendonya Ferreira.
173 Fortunata, preta, solteira, 65 annos, de Basi-
lio Alves de Miranda Varej io.
174 Francisca, preta, solteira, tj'.l annos, de Fran-
cisca de Luna Freir Santos.
Francisca, preta, solteira, 65 annos, de Clo-
riudo Ferreira Catao.
Francisca, preta, solteirs, 73 annos, de Jos
Pereira de Alcntara do O'.
Francisca, preta, solteira, 73 aunos, de Jos
Cesano de Mello.
178 Francisca, preta, solteira, 73 annos, de Fran-
cis-o de l'inho Borges.
179 Francisco, preto, solteiro, 65 annos, de Ber-
nardo de Cerqueira Castro Mouteiro
180 Francisco, preto, solteiro, 67 annos, de Isabel
Carroll.
181 Francisco, preto, solteiro, 70 annos, de Seve-
rino Jos Figueira de Menezes.
182 Francisco, preto, casado, 69 aunos, de Jos
Cavalcante Figueira de Menezes.
183 Francisco, preto, solteiro, 74 annos, de C.
Starr & C.
184 Francisco, preto, solteiro, 65 annos, de Manoel
Joaqum do Reg e Albuqucrqu*.
165 Francisco, preto, solteiro, 74 annos, le Anto-
nio .os uarte.
186 Francisco, preto. casado, 65 annos, de Maria
Joaquina da Conceiyao Azevedo.
187 Francisco, preto. solteiro, 78 annos, dos her-
deiros de Diogo Jos da Costa.
188 Francisco, preto, solteiro, 66 annos, de Jos
Luiz de Souza Ferreira.
189 Francisco, preto, viuvo, 7.8 annos, de Atina
Josepba Pereira dos Santos.
190 Francisco, preto, solteiro, 73 annos, de Anto-
nio Paes .le Laceria.
191 Francisco, cabra, viuvo, 73 aunos, de Joio
Francisco de Souza.
192 Francisco, preto, casado, 73 annos, do Dr.Ma-
noel Arthur de Uollanda Cavalcante.
193 Francisco, preto, solteiro, 73 annos, de Caro-
lina Maria Cadaval Quaresma.
194 Francisco, pardo, solteiro, 67 annos, de Jo3o
Carneiro Rodrigues Campello.
195 Francisco, preto, solteiro, 68 anuos, de Ma-
nanta Francisca da Conceico.
1% Francisco, preto, solteiro, 68 annos, de Ma-
noel de Souza Tavares.
197 Francisco, pardo, viuvo, 70 annos, de Fran-
cisco da Cunh Bandeira de Mello.
198 Francisco, preto, solteiro, 74 annos, dos ber-
deiros ae Jos Goncalves da Porciuncula.
199 Francisco, preto, casado, 69 annos, de Jos*
Antonio Seraphico de A. Carvalho.
200 Galdina, preta, solteira, 71 annos, de Jos*
Roberto de Moraes c Silva.
201 (raspar, preto, viuvo, 67 aunos, de Jos Fran-
cisco de Barros Reg.
202 G-aapar, preto, solteiro, 65 annos,de Baltar,
Oliveira & C.
203 Gaspar, preto, tolteiro, 65 annos, de Manoel
Joo Gomes de Amorrar.
204 Geralda, preta, solteira, 66 annos, de Ma-
rianna Amelia Rodrigues.
205 Geralda, parda, viuva, 71 annos, de Diogo
Soares de Albuquerque.
206 Germana Rita, parda, a-.Iteira, 65 annos, da
Baroneza de I y .juca.
207 Germana, preta, solteirs, 73 annos, de Joio
da Cunha Soares Guimariies.
208 Germano, preto, solteiro, 74 amos, de Ber-
nardino Alves Barbosa.
209 Germana, prf ta, casada, 72 annos, de Maria
das Mercs de M. Licia.
210 Gertrudes, preta, solteira, 65 annos, dos htr-
deiros de Oiogo Jos da Costa.
211 Gertrudes, parla, sokrira, 83 annos, do padre
Miguel Americo Pereira de Souza.
2i2 GerVksio, preto, solteiro, 73 anncs, de Joa-
qum Salvador Pessoa de Siqueira Oaval
c inte.
213 Gonyalo, preto, solteiro, 82 annos, de Joaqui-
na Benedicta Vieira da Silva.
214 Gonyalo, preto, solteiro, 78 annos, de Jos* Ce-
sarle de Mello.
215- Gonyalo, pardo, viuvo, 69 annos, do Anna
Victoria de S e a Ibuquerque.
216 Graca, pretx, solteira, 65 anncs, de Francis-
co de Assis .M-deiros Pinto.
217 Guiberme, preto, soiteiro, 66 annos, de Um-
belina Jacintlia Pereira
218 Helena, prets, solteira, 69 annos, de Joaqum
Pereisa Arantes.
219 U.nrique, pr*"to, solteiro, 71 nnos, de Fran-
cisco de Pinho Borges.
220 Heuriqueta, preta, solteira, 65 annos, de Ma-
ria Francisca das Chagas Cavalcante Pessoa.
221 H. rculana, preta, solteira, 65 annos, de Ma-
nuel Azeved i de Andrade.
222 Herculauo, preto, casado, 72 aanos, de Maria
F anciacade Paula Cavalcante Barreta.
223 Herculauo, preto, solteiro, 70 annos, de Joa-
qum Baptsta de Araujo.
224 ilari, preta, solteira, 66 annos, do Bario
de Mnribeca.
225 Honorata, preta, solteira, 65 anuos, do Jos
r'rincisco de B .rros Reg.
226 Hyppolito, preto, solteiro, 'O ..unos, de An-
tonio Manoel Fermira dos Santos.
227 Ignacio, preto, soaeiro, ti7 anuos, de Mara
Qiementina Rodrigues da Cruz.
228 I'uez, preta, roltcir.., 73 a aaas, d-s herdeiro*
de Jos Ped Velloso da Svcira.
229 Innocencia, preta, aolteira, 65 annos, de An-
t. nio L.p.'s Braga.
230 Innocencia, preta, viuva, 68 annoB, de Fran-
cisco Gomes Perrera de S.
ih, 74 annos, do Luiza
e Gusmao.
65 annos, de Franeisoo
ira, 6:. tunos, de rsula
io Pan s Barret >.
Ira, 67 -.irnos, de Joo Jos
231 Isabel, parda, eo
Joaquina Pereira
232 lab*l, preta, aolt
K.-t.v de Lyr
233 Isab-I, pr.ta, aoll
Cndida de Cari
234 Isb I. preta, s..lti'
Li'is Wanderley.
235 Isabel, preta, viu a, 81 annos. de Joa Fran-
11 acode Barros Bgo.
236 Jariat. preta, srlteira, 68 aunos, de Fran-
cisco .1 R-g" Barros d Lacerda
237 Jhc b, (.reto, ailtair.', 66 amos, de Benedicta
Maria da Cunc-icBo.
286 Jae.b, pivto, soltA-o, 89 anuos, do Jaailg-
i.kco d'Avila. y
299 Jacb, preto. silteii*, 73 annos, de Manoel
Joaqum Mauricio Wanderl-y
240 Januaria. preta, aolteiru, 83 annoa de Hermo-
negild.. E. do Reg Moiit. iro.
241 Jaauario, preto, sotteiro, M annos, (Je Joao
Rodrigues dos ."'antes nnior,
242 Januaria, preto, soltein 71 annos, do Bario
da Mnribeca.
MS Janaario, pardo, pardo, 'hito, 19 aanos, de
Diogo Soares de Albuquo-qte.
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Diario de PcrnambucoSexta-feira 28 de Maio de 1886



<



2U Jeronymt, preta, soltara, 65 annoe, de Ca-
rolina Libauia de Lerno Rea.
245 Jesuino, preto, eolteiro, 67 annos, de Maria
Luisa de Mndonca Paes Barre to.
246 Job, preto, solteiro, 74 annoe, de Jos Gon-
calves de S.
247 Joanna, prela, solteira, 65 annoe, de Bernar-
dina Brito Mais.
248 Joanna, prta, caaade, 69 annoe, de Manoel
Marqaee da Costa.
249 Joanna, preta, eolteira, 65 annoe, de Antonio
Jos Ferreia Refinador.
250 Joanna, preta, eolteira, 65 annoe de Mana
Candida da Trindade.
551 Joanna, patda, eolteira, 73 annoe, de Anto
nio Paee de Lacerda.
252 Joaina, prelA, eolteiro, 73 annoe, de Anna
Joaquina M unci Wanderley.
253 Joanna, parta, viuva, 69 annos, de Jos Pe-
dro de Mello.
254 Joanna, preta, eolteira, 77 annos, de Jos Ro-
drigues do Paseo.'
255 Joanna, preta, solteira, 78 annoe, de Jos de
Preitas Barbosa.
256 Joanna, preti, solteira. 67 annos, de Josepha
Justina de Jess Goncalves.
257 Joanna. pretn, solteira, 76 annos, de Idalina
E. de Barros Reg.
258 Joao, preto, nolteiro, 65 annos, de Joao Her-
mano tonino. .
259 Joao, preto, casado, 68 annos, de Mana Oar-
neiro de Souza Laceida Villa becca.
260 Joao Miguel, preto, eolteiro, 72 annos, de
Thomaz de Carvalho Soares Brandao.
261 Joao 1, preto, solteiro, 65 annos, de Anto-
nio Jacinlho Borgts.
262 Joao, preto, solteiro, 65 annos, de Manoel
Gomes Loureiro.
263 Joao, preto, solteiro, 74 annos, de Francisco
Monteiro Goncalves ia Luz.
2C4 Joio, preto, casado, 66 annos, de Jeronymo
Baptista de Arauj o.
265 Joio, preto, solteiro, 65 annos, de Firmino
dos Santos Vieira.
266 JoSo, preto, solteiro, 79 annos, de Ciandina
S. Vieira de Carvalho.
267 JoSo, preto, sjlteiro, 73 annos, de Joao Pau-
lo de Souza.
268 Joo, preto, solteiro, 78 annos, de Francisco
Antonio de Sousa.
269 Joao Chrysostomo, preto, solteiro, Id annos,
de Maria Candida da Trindade.
270 Joao, preto, casado, 71 annos, do Brao de
Muribeca.
271 Joo. preto, solteiro, 68 annos, de Maria Lu-
cia de Mendonca Paea Burreto.
212 JoSo, preto, solteiro, 69 annos, de Ignacio
Alves Monteiro.
273 Joao, preto, solteiro, 73 annos, de Manoel
Joaquim Mauricio Wanderley.
274Joao, preto, viuvo, 73 annos, de Diogo Soares
de Albuquerque.
275 Joao da Matta, pardo, solteiro, 69 annos, de
Pranciseo Barreiros Rangel.
276 Joao, preto, solteiro, 67 annos, de Americo de
S e Albuquerque.
.277 JoSo Ventura, preto, viuvo, 77 annos, de Rosa
de Albuquerque Paes de Mello Barrete
(Contina.)
O Dr. Adelino Antonio de Luna Freir,
offi;ial da Lnperial Ordena da Rosa, coaa-
men dador da Real Ordem Militar Portu-
gueza de Nosso Senhor Jc-sus Christo e
juiz de direito privativo de orphios e
ausentes nesta comarca do Recite, por
Sua Magestade Imperial e Constitucio
nal o Sr. D. Pedro II, a quena Deus
guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem cu
delle noticia tivercm, que depois da audiencia do
dia 8 de Junhodo (torrente anno e preenchias as
formalidades da lei e do estylo, ir a prego
quem mais der o arrendamento di engenbo Tilinta,
asente na freguer.a de S. Lourenco da Matta, e
que tem casa do vvenda e 11 casinhas, que ser-
vem de sensata, dr: pedra e cal, a casa de morada,
de purgar e de cncaixamci to, sobre pilares, a de
bagaco, capclla, es.ribiria, cafa de destilaco com
os respectivos pertences ; cujo arrendamento por
spavo de 3 ou 6 annos, servindo de base para a
referida praca a quantia de 2:000 por anno
vai praca o alludid > arrendamento a requerimeL-
to de Temoleao Duarte de Albuquerque Marsnbo,
-tutor das menores consenhoras do referido enge-
nho, devendo dito arrendamento ser contado de
Maio do corrente anno. O referido engenho echa-
se contratado com o eogeaho central do in<-smo
nome.
E para constar roaudoi passar o presente que
ser publicado pela imprensa e affixado no lugar de
costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 24
de Maio de 1886.
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escritao, o fiz e3
ere ver e subscrevo.
Adelino Antonio de Luna Freir.
Edital n. 19
O administrador do Can >ulado Provincial faz
publica a queu interessar possa, que ns periodo
de 30 dias uteis, contados do 1 de junbo prximo
futuro, sera effectuada por esta reparticlo a co
branca, livre de multa, dos impostos da decima
urbana e 25 0/0 sobre a renda dos bens de raiz
de corporaces de mao mora, relativos ao 2* se-
mestre do exercicio de 1885-86.
Cunsuado Provincial de Pernambuco, 26 de
Maio de 1886.
francisco Amyntas de Carvalho ioura.
.al*a comtntircla! de Pernam-
buco
RECIPE, 27 DE MAIO ?E 18b
As tres horas da tarde
Catacvci otficiaes
Cambie sobre Para, 60 d/v. con: 1 1/2 0/0 de des-
cont.
Cambio sobre Lo d.-et, 9 d/v. 21 13/16 d. e do
banco 21 3/4 d. por 1*.
Cambio sobre o Porto, 90 d/v. 143 0/0 de premio,
Descont de letras, 7 0/0 ao anno.
O residente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforade.
tUNDlMENTS PBLICOS
M ae Maio de 1886
ALFANOEGA
Ruda obu.
De 1 a 26
dem de 27
RCHD PBOVHCIAL
De 17 a 26
dem de 27
581:415*389
32:134*182
36:428*073
3:741*216
613:579*571
40:169*28:1
O Dr. Thomaz Grarcez Paranhos Monte-
negro comrrendador da imperial Ordem
da Rosa e juiz de direito especial do
commercio d'esta cidade do Recife, ca-
pital da provincia de Pernambuco por
Sua Magestade o Imperador a quem Deus
Guarde, etc.
Fas saber aos que o presente edital virem ou
d'elle noticia tiverem, que se ba de arrematar por
venda a quem mais der, em praca publica deste
juizo, depois da respectiva audiencia do dia 17 de
Junho do corrente anno, o seguate :
Urna casa tertea sita ra da Amisade, de n.
42, freguezia da Graca, com duas janellas de fren-
te, pequeo parti de ferro ao ado, porta no oitSo,
2 salas, 2 quartos, cosinba fra, cacimba meeira,
medindo de frente quatro metros e cinco centme-
tro- e de fundo doze metros, avallada em 1:000*.
Outra sita ra de Fernsndes Vieira- fregue-
zia da Boa-Vista, n. 42, murada na frente e um
portSo de mideira, a casa tendo tres janellas de
frente, porta no oitao, duas salas, sete quartos, co -
sinha fra, cacimba propria, grande quintal com
biixa de capim ; a casa de um tij .lio com pilaros,
precisando de bastantes concertos, avaliada cm
1:500*000.
"JVo praca por execucao que move Antonio da
^ilva Parias, contra Jos Nunes de Oliveira e ou-
tros. E nao havendo Iancador que abra o preco
da avaliaco, a arrematacSo ser feita pelo preco
da adjudicado com o abatimento da lei.
E para que cheguc ao conhecimento de todos
maudei pasa ir o presente edital que ser pela im
prensa publicado e affixado nos logares do costu
me.
Dado e pisado nesta cidade do Recife capi-
tal da provincia de Pernambuco, aos 21 dias do
mez de Maio, de 1886.
Eu, Ernesto M chtdo Freir Peralta da Silva,
escrivSo, o subscrevi.
Thomaz Garcez Paranhos Montenegro.
"Edital n. 18
O administrador do Consulado Provincial faz
publico a quem interessar possa, que no periodo
de 30 dias uteis, contados de 15 deste mez, ser
ctT-ctuada por esta reparticSo a cobranca, livre e
multa, dos seguintes impostos, relativos ao se-
gundo semestre do exercicio corrente de 1885-86.
Imposto oe reparticSo.
10 e 20 % sobre estabelecimentos commerciaes
fra e dentro da cidade.
20*000 por esc, avo empregado em servico me
chanico.
2< O rs. por baralho de cartas de jogar.
12 /0 sobre consultorios mdicos e cacriptorios
de advogados e solicitadores.
Consulado Provincial de Pernambuco, de 11
Maio de 1886.
Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
Edital n. 103
De oidcm do Ilm. Sr. inspector se faz pubc
qu-, achando-se as mercaderas contidas nos vo-
luines abaio declarados no caso de seren arre-
matadas para consumo, nos termos do cap. 6", tit.
3 do reglamento de 19 de Setembro de o60 (tit.
5o, cap. 5 da consolidacas) e ait. 18 d> Dec. de
31 de Dezembro de 1863, os aeus do'ios ou con-
signatarios devoiio despachal-as e retirai-as no
prazo de 30 dias, sob pena de, fin lo elle, seren
veiidld-.s p'T sua cont-t, seu. qn lhes fique direito
algum de allegar contra os etfeitos dcsta venda :
Armazem n. 1
Marca DB Urna caixa, n. 559, rinda d i II .vr
no vapor franca Ville de Santos, entrado em 23
de Setembro de 1885, consignada ao Dr. Britto.
Armazem 2
Marca SN&CUin cesto, n. 922/926, idem de
Liverpool no vapor inglez Atice, dem em 33 idem,
idem, idem a Souza Nogueira & C-
Marca PM&C, contra marca THUrna caixa,
n. 6121, idem, idem, idemem 29, idem, idem, idem,
ordem.
Marea diamante RB&C no centroTreB caixas,
ns. 1 3, id m, idem, n> vapor inejiez ChancelUr,
idem, em 19 e 21 de Marco de 18S1, dem, or-
dem.
Marca diamante MV no centro e V ao lado
Um cest", ns. 170/173, idem, dem, no vapor inglez
Sculptor, ideui, em 27 da Janeiro de 1835, na i
consta do manifest. ,
Marca DL-'S, e contra marca dianute B no
c-mtroUrna caixa, a. 793 A, idem, idem, na va
por inglez Author, idem, em 21 de Mu,) idem,
idem a Domingos P. da Silva & C.
Arm tzem 7
Marca A-L'rai caixa, sem numero, idem, idem,
no vapor iu^lez Crysolile, idem, cm 27 de (lucubro,
iJem, idem a Xavier Ferreira 4 C.
Marca TDezoito caixas, ni. 1/18, idem. de
Londres no navio francs Emilie, idem, em 10 de
Abril de 1883, idem ordem.
Marca SPJUrna caixa, n. 1, idem do Havre
no vapor francez Ville do Para, idem cm 10 de
Setembro idem, idem a S. P. Johnston & C.
Marea JClAC. entra marca HUm barrril, n.
2510, idem, idem, no vapor francez Baha, dem
em 11 de Abril de 1882, idem a J. C. Levy & C-
Marca MVAcC, contra marca SUrna caixa, n.
o, idem de Hambnrgo no navio alternas Magnet,
idem em 15 de Setembro idem, dem a Feliciano
Silva & C.
Marca AP.V1Urna caixa, se n numero, idem de
Soutbampton no vapor ingles Tagus, idem cm 27
idem, idem, nSo consta do manifest.
3' seecao da Afandega de Pernambuco, 26 de
Ma:o de 1886.
O ebefe,
Cicero B. de Mello.
O Dr. felino Antonio de Luna Freir,
offioial da Imperial Ordem da Rosa,
commendador da Real Ordem Portu-
gueza de Nosso Senhor Jess Christo,
e juiz de Direito privativo de otpbaos e
Irmandade do Senhir Bom Je-
ss dasChagas
Pelo prsenle, convido aos carissimos irmSos
" J "*__ ",*"' I "n "' t'"<*vl "i para s 10 horas da msnhS, do dia 30 do torrente,
ausentes nesta comarca do Recife e seu 5ignarem-se;comparecer no respectivo consistorio!
termo, por S. M. o Imperial e Constitu-
cional o Sr. D. Pedro II, a quem Dsus
guardo, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle tiverem conhecimento :
Primeiro, que D. Francel ina Maria de Jess
Cardoso, casada com Antonio da Costa Silva Ma-
duro, dirigio-me peticSo, afna de ser declarado in
terdicto seu predito marido, Antonio da C< sta
e Silva Maduro, peticSo que fot instruida com dous
attestado: firmados pelo dontor em medicina, Er-
ttirio Cesar Coutinho e Joaquim Tneotonio Soa-
res de Avellar, director do Ho spicio de Alienados,
onde se acha recolhido.
Segundo, que tendo ido o procesio crin vista ao
Dr. curador geral, opinou este pelo deterimento da
nllulidii peticSo.;
Terceiro, qu subiodo o referido processo mi
oha conclusSo sellados e preparados, nelles profer
a sentenca do th< Estando provado com os documentos de fla. 3 e
4, que Antonio da Costa e Silva Maduro acha-se
soffi-endo de alienacSo mental, e que portauto nao
pode administrar sua pessoa e bens, julgo por
sentenca a sua interdiccSo e nomeio curadora sua
mulher, Francelina Maria de Jess Cardcso, que
prestar juramento. Publique-se esta sentenca,
pagas as rustas ex causa. Recife. 26 de Maio de
1886. -Adelino Antonio de Luna Freir.
E para constar, mandei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa c affixado no logar
do costure*.
Dado f iafsado nesta cidade do Recife, aos 29
de Maio o 1886.
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escrivao, o fiz cs-
crever e subsc^-evo.
Adelino Antonio de Luna Freir.
DEGLR1C0ES"
Club de regatas per-
iiambiieano
De ordem do Exm. Sr. Dr. presidrnte, convido
os seahores socios que estiverem quites com o co-
fre social, a se reunirem em assembla geral, do-
mingo 30 do corrente, s 11 horas do dia, na sede
deste club, afim de proceder-se a eleicao para o
novo conjeiho administrativo.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
em 26 de Maio de 1836. -O 1 secretario,
Osear C. Monteiro.
afim de tratar-se em mesa geral sobre negocios
urgentes inherentes indicada irmandade.
O secretario,
Amaro Joaquim do Espirito-Santo.
THEATR0
(OMPANHIA
:C:
Imperial
DE
De ordem do Illm. Sr. inspector, faco publico
que a junta administrativa da caixa de amortisa-
rjSo, resolvou prorogar at 31 Je dezembro do
corrente anno, o prazo para a substituicSo, sem
descont, das notas de 2*010 da 5a estampa, 10*
da 6' e 5* da 1\
Thesouraria de Fazenda do Pernambuco, 27 de
Maia de 1886.O secretario,
I.iiz E. Pinheiro da Cmara.
Oiiipanhia
Os senh res accionistas desta eompanbia quei-
ram vir receber o 76" dividendo un raza de
4409 por accSo, c cuj'i pagament.) te effectuar
diariamente at 31 do eorrente mez, e ao depois
nos sabbados, mas semprc das 10 horus da ma-
nha 1 hora da tarde
Escriptorio da caiopanliia do Buberibe, em 15
de Maio de 1886.O director secretario,
Jos Eustaquio F. Jaohina
ToUl
Rbcbbedoua D 1 a 26
la jib do 27
Consulado pbovihciai. D
dem de 27
653:748*860
31:323*272
51UV028
1 a26
k
Rscn deathaub 'Jo 1 a
dem de 3*7
ai',
31:833*300
90:486 Js$7
472*037
90:95b; 544
17:290*848
104-195
17:395*043
Carga do Rio de Janeiro
Cervejal5 barra or.lero.
Cacados 1 eaixao a Cesar Lsopoldo, 1
a Machado & Cruz.
Chapeos i caixSo a Adolpho & Ferro.
Caf 633 sacciss a Domingos Cruz di C,
331 a Joaquim Ferreira de Carvalho dt C,
273 a Caiva Valento C, 120 a Ferreira
de Carvalho di O, 105 a Mend-s Lima &
C., 94 a S Bastos Amorim & C, 81 a
Paulo Jos Alves & C, 60 a Baltar Oli
veir* d C, 70 a Justo Teixeira & C, 60
afi. Jos Correia, 65 a Alberto Rodri-
gues Branco, 51 a Araujo Castro & C,
50 ordem, 45 a Gomes Maia & C, 30 a
Lopes Iraiao, 27 a Moreira & Braga, 25
a Joaquim D. Sim5es & C, 24 a Antonio
Jos Soares & C, 25 a Oliveira & C.
Drogas 12 volume3 a F. Manoel da Sil-
va & C.
Fumo (7 voluraes a Sodr da Motta &
Filho, 37 a Joao V. Alves Matheus & C,
9 ordem.
Fazendas 1 caixa a L. A. Siqueira.
Farinha de mandioca 419 saceos a Mar-
cellino Rosa.
Mate 1 voluaac a Paulino de Oliveira
Maia.
M- r^adorias diversas 13 voluraes a Pre-
sidencia. 4 a Simas & S, i a Mcndes &
Oliveira, 1 a A. Duarte Carneiro Vianna,
1 a Oliveira Bastas & C.
Panno de algodo 10 fardos ordem, 5
a Almei la Machado & C-, 48 a Rodrigues
Lima C, 10 a A. Lopes DESPACHOS
Vapjr nacional
tos do Bul em 27
o Visconde de 11
toa :
--
)E IMPORTACO
year, enirado dos por-
to corrente e consignado
[qui do Norte, manifes-
Ferreira & Irmao, 33 a Machado & Pe-
ro ira.
Queijos 10 volumes a Antonio Jos Soa-
res & C.
Sola 5 rolos ordem.
Xarque 142 fardos a Baltar Oliveira di
C, 40 a F. Jos Rodrigues Praga, 30 a
JoSo Pereira.
Vinho 30 barris ordem, 10 a Paiva
Valente d C, 5 a Zeferino Martina.
Carga da Bahia
Chapeas 2 caix5es crlera.
Charutos 2 caixSes a Almeida Machado
d C, '. a Joaquim Bernardo dos Rcis &
C, 1 a Manoel Antonio Pereira.
Caf 100 sascos.
Fio dn Algodao 20 saceos a Joao F.
Leite & C.
Papel caixa ordem.
' Panno de AlgodSo 25 fardos a Feireira litros
(real Western o Brasil tailvav
PeiO presente juo convidarlos os senhores accio-
nistas di-sta compsnhia virem receber no cs-
criptorio central, na estacao do B.um, a decima
quarta distribuicao das cauteilus do dividen o
interino, corr spondente ao semeslie findo em 31
de dezembra di 188 .
Jas n Rig!<-y,
Representante da compan'iia.
4rsenal de Guerra
QDa ordea da Illm. Sr. majar diiector, distribue-
se costuras nos dias 26. 27 e ?8 do corrente mez,
s costurcii'as de ns 411 473, de eonformidade
com ai disposicoes das annuucio Biiteriarcs.
Pungn de costuras do ars.'nal de guerra do
Pernambuco, 2") de Maio de 18S6.
Pelix Antonio do Alcntara,
Alteres adjunto
Gompanild Santa Tereza
Ecuprostaria do abatterimeato il
ngua < k;". ;' cidade de Ollnda
DEVEDORES EM ATKAZO
Tendo a directora, em sessao de 15 do
eorrenta, resolvido rebeber p^r intermedio
de um sollicitador todas as cont&s de con
surnmflor>s d'agua c gaz em atrazo, a
contar do anna de 1876, resolv n'esta
data encarregar de tal cobranca o Sr.
Diogo Baptista Fernandes, a quem espero
attenderao desde logo os inesraos devedo-
r"s, cortos da justica o equidade de sitni-
Ihanto reolu9ao.
Escripiorio do gerente 28 de Abril de
IS86.
Antonio Pereira Simues.
& Irmao, 26 Olinto, Jardira & C, 10 a
Narciso Maia & C, 10 a Almeida Duarte
& C 12 a Machado & Pereira.
Patacho nacional Osear, entrado de Ma-
co em 26 do corrente c consignado a An-
tonio de Oliveira Mua, roanifestou :
Sal 2,b32 alqueires ao consignatario.
)B$PACrlUS DE BXPKTAClO
a 26 de Maio de 1886
Para o exterior
No vapor inglez La Plata, < :.rregarm :
Para Lisboa, A. O. da SJva Rodrigues 1 sacco
com 60 kilos de caf, 1 liarrica com 9 ditos de
Kssucar branco e 3 barricas com 180 dito* de fa-
r.uha de mandioca ; Travasso & C. 402 saccas
com 29.315 kilos de algodo.
No brigue portuguez Armando, carregou :
Para Lisboa, J. da Silva Carneira 300 couros
salgados com 3,600 kilos.
Para o Porto, J. da Silva Carneiro 200 couros
salgados com 2,400 kilos.
, Para o interior
No vapor nacional Para, carregou :
Para o Rio de Janeiro, T. de Azevedo Souza
300 saceos com 18,000 kilos de assucar branco e
100 ditos com 6,000 ditos de dito mascavado
No hiate nacional S. harlholomeu, carre-
gou :
Para Mossor, H. C. GuimarSes 10 barris com
960 litros de agurdente, 10 barricas com 750
kilos de assucar branco e 10 ditas com 600 ditos
de dito refinado.
No vapor nacional Cear, carregaram
Para Mauos, Maia & Rezende 25 barris com
2,400 litros de agurdente ; H. Oliveira 50 barris
eim 4,800 litros de agurdente e 70 volumes com
3,800 kilos de assucar branco ; H. Burle & C. 40
barricas com 2,750 kilos de assucar branco ; J.
M. Dias 2 caixas com 110 1/2 kilos de rap.
Pata o Para, F. de Macedo 250 volumes com
13,053 kilos de assucar branco ; F. A. de Aze-
vedo !>0O barricas com 28,520 kilos de assucar
Irmandade do Divino Espirito-
Santo do Recife
Elel;5o geral
C< lvido a todos os nossos irmaoa comparece-
rem 1 m notso consistorio, no domingo 30 do cor-
renti', pelas 11 horas da maah, para em assem-
bla geral proceder-se a eleicao dos imcmbros
para a meta regedora do exercicio de 1886 a
1887.
Cuiisi--t' rio da irmandade do Divino Espirito-
Santo do Recife, 27 de Maio de 1886.
O escrivSo,
Julio Ferreira da Costa Porto.
Venera-el Irmandade da glo-
riosa Scnhora SantMnna da
igreja da Manta Cruz.
De orden d.i iresa regedora desta irmandade
convido a t dos oajiossos irmaos (a comoareeerem
em nosso ecncistorio, domingo 30 do corrente, pe-
l.s 10 horas do dia, afim de reunidos em mesa
geral, resolvermos sob construccojde catacumbas,
no Cemiterio, para os nossos irmaos, e outros as
sumptos a bem de nossa irmandade.
Consistorio, 28 de Maio de 1886.
O secretario.
Manoi I Jop de Sant'Anna Araujo.
Circular n. 0
TlioMouraria de Pernamiaco, S de
Maio de IHHti
O inspector communiea aos senhores collfctores
dss rendas geracs (esta provinei pra su co-
nhecimento e firis convenientes, que segundo par-
ticipou a esta th- toiiraria o inspector da caixa de
am< rtisacao, em oflieio de 13 do corrento, a junta
administrativa daquella reparticao resolv u pro-
rogar at 31 de dezembro pr limo fu'uro, o prazo
para a Bobstituicao, sem descont, das notas de
2#000 da 5' estampa, 105 da 6 o. 55 da 7".
Antonio CaitMio da Silva B-lly.
Correio {eral
Halas c expedirse hoje
Pelo vapor nacional Cear. tu :i':ri:i3tracao
i xpede malas para os portos do nort-, receben-
do imprecifs c obj : registrar at 2 horas da
tarde, e cr.: as urainarias at 3 horas ou 3 1/2
com porte d
Administrad i di a eorrcios do Pc-rnambu 'o 2"?
de Maio de 188';. O administrador,
Affonso do Reg Bcrrct.
Assofiafo lomRiercial Agrcola
de Pernambuco
De ordem do Sr presidente convida-sn aos Srs.
srcios djsta isfociacio para cnmpareeerem na Fde
da meema Sociaca<1, no dia 31 do corrento pelas
10 horas da manila, afim de tratar-se de negocios
atfinentes Msoeincio.
Recife, 1S de Uni de 1686.
Sebastio Manoel do Reg Barros,
i" secretario.
Mans Casa de XSiserEccrdla di
Recife
Na secretaria da Santa Cnsa de Misericordia dt
Recife arrendam-M por espaeo de um tres an-
nos, as nas San declaradas :
Ra da Hoeda n. 45, 240(KX)
Idem -dem n. 4'.' 'J4DHKKI
KuadoBom Jess n. 13, V andar 3 05(KMi
dem n. 29, toja 216400.'
dem idem n. U9, 1 andar 240< (X>
Ra dos Burdos n. 27 216000
Ra da Madre de Deus n. 10-.*- 1804000
Caes da Alfandcra armazem n. 1 1:6004000
Ra do Marqscz de Olinda n. 53, 2o
andar
lua da Guia n. 25
BVcco do Abren n. 2, ioja
Ra do Visconde de Itr.parica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2 audur, por 1:6005000
Ra das Ca'cadss n. 32 20O00O
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 6 de mveiwira de 1886.
O escrivao, Pedro Rodriaues de Souza
Sabbado, 29 de Maio
D.MAXIMORODRIGUEZ
O invencivel SANSO do seculo XIX levar
algum dos seus inimitaveis trabalhos pelos quaes
merecen de publico e de todos oo paizes por onde
tem passado, os maiores applausos e o titulo do
Primeiro Hercnles do Hondo
Grande desafio aos Hercules
O primeiro Hercules do mundo desafia a qual-
uer pessoa e aos que se teem apresentado como
[ereules, a fazer com a sua 8ENGALINHA
DE FERROa que elle fizer, apostando.
Ordem do espectculo
PRIMEIRA PAUTE
A Bengalioba de Ferro.Trabalho ex-
traordinario com urna grossa barra oe ferro, con
tendo duas grandes bolas de chumbo as extremi
dades. Depois de alguns exercicios, o Hercules
deixando-a cabir sobre as curvas dos bracos, a fa
r pitar por cima da cabeca, pelo impulso gigan
tosco de seus msculos de ac, e em seguida, com
o dorso sobro o chao e os bracos para trart a le-
vantara.
O Torno de Pluto.Trabalho deslum-
brante com quatro ferros de 22 ou 24 millimetros
de grossura cada um. Dobrar os ferros com os
dentes, servindo a bocea de torno e com o? bracos
servindo estes de bigiria. Esses fenos serao
presentados aos espectadores pidos empregados
da companhia.
SEGUNDA PARTE
O Ai-Jor dan Itpssjto.Espantoso tra-
balho levantar com os dentes urna pipa, tendo
em cima dous meninos sentados, sendo um em urna
cadeira h sustentar mais cinco m nios eai diver-
sas posteos, tud ) ao mesmo temp>.
A Ainvanca de Arrliiinctlc*. Sm -
prndente trabalho(ostentar O carpo sobre um
alavanca e de cab cu para baixo sustentar com os
deutes um trapesio e cm os bracos mais dous tra-
pesios, tendo em caila um, una poosoa.
TERCE1RA PARTE
A empresa tem a honra do participar que, afim
deque o respeituvel publico possa apreciar c
veiiieiitecieii'e os trabalhos >o celebre e sempre
applau ido Hercnles, mandari expdf uj theatro
sua disposi.jao as pipus, barras, peaos e todos es
kpparelhos.
T-.mbjni f...-: seidnte que o propria Hercules
con8ctiie que o ex nniaeoB s'* posono algum aupa-
ro!ho occuito ou se ti seoufii na excepcional roi-
ga muscular que passue.
De lis ser apresentada n n p.r-'ci (,-:V publica,
a iinj) rt-.nte. machina ELCTRICA, afim deque
pissain apreciaros cffinftos de sua grauie luz elec
inca equivalente a 2,600 veia.-.
Em seguida! i elo Huido da mcsmi luz apresen-
tar-ee-lni a importante colksofao d
7ISIAS DISOLUTIVA
U
os nfflktos Ab maeascoDis egysciaco
Prograinm das vistas
1 Porto de Portugal.
2 Panorama do entro de Portugal,
i) Torre de Belm em Portugal.
4 Couihre de Portugal.
5 Cloitre do convent- de Portugal.
C Harinbo do porto era Portugal.
7 Panorama de Cintra em Portugal.
8 Torre do palacio de Ciatra.
1) Lisba c Portugal.
10 Ceiinbra e Portug :1.
11 Porto de Lisboa.
12 Panorama de Libb a.
13 Os navios do porto de Lisbaa.
11 1 orto do peixe de Lisboa.
15 Mares de Lisboa.
16 Porto de Guia.
17 Marinha do porto de Lisboa em paz.
18 Napolcao cjiii sen estodo-maior.
10 Tomada de Ardaliam pelos rus.os.
2) As tropas ce Versalhes.
J\ Batalha de Waterloo.
22 1! itallia do rei Guilhenne.
23 Corte de Balhala, PortuSal.
24 Copella impcrfeiade Bsshala.
25 Saccada do convento de Balhala.
26 Frente, da corte de Balhala.
27 Frente da (rte de Betm.
28 Frente da Sala Capital.
2l Porta do coavento de Thoinar.
30 Castello de Luiz de Le-homeiu.
31 Cidade de Alcobaca em Portugal.
SEGUROS contra FOGO
EST: 1803
Edificios e mercadoriai
Taxas baixas
Prompto pagamento de prcjuixo*
CAPITAL
fis. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
5 N. Ra do Commercio N. 5
SEGUROS
CONTRA FOGO
fhe Liverpool & London & Glob
INSIRRANCE GOVANV
Saiuiliirs_Brottej[ c.
TI
(0\TK1 FOGO
Xoilb Britisb & Mercantile
CAPITAL
t:000.000 de libras scHias
AGENTES
Adomson Howie & C.
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenix Per-
naiubucana
Rtiado Commercio n.
1
Gompanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabclcida em ls55
CAPITAL l,000:000|i
SIXISTROS PAGOS
Ate 3 i de dezembro (3e lS4
ladinos..... U10:000$000.
Terrestres,.. 316:000$000'
41-Hua do <'oiuiiiereio
A directora da companhia da estrada de
ferro de Ribeirao Bonito, convida todos os seas
subscriptores para una reuniao extraordinaria no
dia 2 de junho, s 10 horas da manhil, ra Du-
que de Calas n 70,1- andar, afi. de tratar-se
do augmento do capital social. Recife, 15 de Maio
de 1886.
Pederneira.
Barao de Serinhem.
Jacobina.
MARTIMO
brance ; B.irlholomen i C. Succcssores 25 caixas
com 600 kilos de oleo de ricino.
Na hiattt nacional Deus te Guie, carrega-
ram :
Para Mossor, E. C Beltro & Irmao 13 voln-
mes com 975 kilos de assucar branco e 100 saceos
com farinha de mandioca.
Na barcaca Flor do Passo, carregou :
Para o Natal, M. J. Pessoa 1,100 saceos com
farinha de mandioca.
Na barcaca Pedro Americo, cirregaram :
Para Maeahyba, Amorim Irmaos & C 1,200
saceos com farinha do mandioca.
Na barcaca Feliz Detlino, carregaram :
Para S. Miguel, Pero andes & Irmio 2 barricas
com 210 kilos de assucar refina -o.
Nc barcaca Mercidona, carregou :
ParfeP. de Alagoas, P. J. de Almeida 15,000
sal.
MOV MENT DO PORTO
Navios entrados na dia 21
Rio do Janeiro por escala 7 diss, vapor
nacionul Cear, de 1,999 toneladas,
coro mandante G. Paobeeo, equipagem
59, carga varios gneros ; ao Visconde
de Itaqui do Norte.
New-Port45 dias, barca franceza Lutiz
A. Maria, de 368 toneladas, capitao
A. Lernerte', equipagem 10, carga car-
vilo de pedra ; a Johnston Pater & C.
Antuerpia e Londres -22 dias, vapor in-
glez Lykus, de 820 toneladas, cora man-
dante William Phillisberk, equipagem
20, c.irga varios gneros; a Lidstonc
& C.
Cadix48 dita, barca norueguense Ma-
ana, de 462 toneladas, capitao F. Pe-
dersen, equipagem 10, carga sal; a
Hermana Lundgria & C.
Tamandar e Rio Formoso 5 horas, vapor
nacional Giqui, de 223 toneladas, com-
mndente Lourengo J. de Souza Lobo,
equipagem 29, em lastro; Companhia
Pernambucana.
Navios sahidos do mesmo dia
Mossor--Hyate nacional capitao Jos Antonio de Moura, carga
varios generas.
Araeaty Hyate nacional D. Antonia, ca-
pitao Vitaliam da Rocha Picado, carga
VAPOR KS E3PERADOS
Portuense de New-York hoje
La Plata do sul amanhit
Jacuhype do sul amauh
07000 .
2005005 Prente do eonvento do Alcobaca.
48*000 I 33 Estatua de Venus Baritheee cm Roma.
34 dem de Faune de nympha Pctersbourg.
35 dem da Nympha do musea da Russia.
35 dem de Venus de Canora em Piorenca.
37 Estatua equestre de Jos I, Lisboa.
38 Estatua de Nicolao I, S. Petersbsurg.
39 Gregorio em Roma.
40 O centro da C-.'sta d'frica ou a cafada do
clephante pelos africanos.
41 O rct;ato de Napoleo.
42 Ricos e importantes camelleoes elctricos.
FIXALTSANDOCOM A APPARICAO DA
BOA NOITE
s /* Horas..
PRFQOS
Camarotes de 1.a ordem 8000
Ditos de 2. ioooo
Ditos de3. 65000
Ditos de 4.a 3*000
Cadeiris de 1. ordem 3*000
Ditas de 2.a e galera 25000
Plateas UOOO
Parasos 500
Finance
Manos
Gironde
Orator
Marinho Visconde
Aconcagua
Vle de Cear
Bahia
Ville de Santos
Colorado
Mbt
Espirito Santo
Tomar
Para
Hamburg
Jpojuca
Cear
Neva
Congo
Tagus
Junho
do sul
do norte
da Europa .
de Liverpool
da Bahia
do sal
do sul
do su i
da Europa
de New-Port-News
da Europa
dj norte
do sul
do sul
de Hamburgo
do norte
do norte
da Europa
do sul
do ral
3
3
3
4
4
6
6
7
7
7
9
13
a 14
a 17
a 20
a 20
a 23
a 24
a 26
39
Quinta-feira, 5 de Junho
O C/VBO CEZ4R
O MONTE-PIO DOS VOLUNTARIOS DA
PATRIA, em virtude de muitos pedidos, resolveu
levar pela segunda e ultima vez o applaud'do dra-
ma de grande espectculo, que to immensa acei-
taeao teve por parte do publico, no dia 23 do cor-
rente.
Aviso
Desde j reeebem-se encommendas na Enca-
deraacao Commercial, ra Duque de Caxias
n. 39.
N flP SG
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N. 7
Seguro* martimo* e lerrentres
Ne.-tos ltimos a nica companhia nesta praca
que concede aos Srs. segurades isempcaode paga-
mento de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont de cerca de 15 por canto em
favor dos seguradas.
C-OMPA.\'IllE DEN EMftAUIi-
RIE HAKITIHGSI
LINHA MENSAL
0 pajuete Gironde
Commandante Minier
Espera-se da Eu-
ropa no dia 3 de
Junho, segun-
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Mnte-
le vade
Lembra-sc nos senhores passageiros de todas
as classes que ba lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se ao ssenhores recebedores de merca-
dorias que s 6eattender as reclamaes por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
sio da descarga.
Para carga, passagens, eucommendas e dinhoiro
afrete: tracta-secom o agente
4nguste Labille
9 RA DO COMMERCIO-9
(jimed Mas & Brasii M\ S. S. C.
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 3 de Junho
depois da demora necessaria
seguiri para
Vlaranho. Para. Barbados, S.
Thomaz e Xew-Vork
Para carga, passagens, i eucommendas tracta-
c com os
O vapor Colorado
Espera-se de New-Port-
Xcws, ate o dia 7 de Junbo,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, eucommendas e dinheiro
afr ete, tracta-se com os
AGENTES
enry Forsler & C.
N. 8 RUADO COMMERCIO.-N. 8.
! andar
sLondon and Brasilian Bank
I.IiuIUmI
Ra do Commercio n. 32
S&cca por todos os vapores sobre as ca
zas do mesmo anco em Portugal, sendo
Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Ingleze.
CHARGEl'RS REUIS
Companhia Franceza de Xavcga-
co a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro a
Santos
StewViJlB i
E' esperado da Europa at
o dia 7 de Junho, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para i Ba-
bia. Alo de Janeiro
e Santos.
Roga-se aoe Srs. importadores de carga pilo
vapores desta linha,auciram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng:; qual-
quer reclamacao concernente a volumes, qu po-
veRtura tenham seguido para os partos do sul,afim
de se poderem dar a tempo as providencias necea-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageirof, para
es quaes tem excellentes accomodaces.
Augusto F. de Oliveira & C
AGEXTEs
42-RA DO COMMERCIO -42

"
}



A
)


Diario de PernambucoSexta--feir 28 de Maio de 1886
ROMIAILSTEAM PACKET
COHPANY
Vapor La Plata
esperado
do ni no dia 29 de
correte seguin lo
liepois da demora
necessaria para
Lisboa e Southampton
Para ijassaeens, fretes, etc., tracta-se oom
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
gar denominada Caboc, com 10 metros de
frente e 6 de fundo, 2 salas de frente, 2 quartos, 4
janellas de cada lado, menos no do norte onde est
enllocada no lado de fra urna escuda, andar ter-
reo, quartos de lado e urna sala no centro, tendo
o sitio diversas arvores fructferas, 4 quartos no
fundo, servindo um destes de cosinha.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Leilao
LE1L0ES
Hoje, 28, s 10 horas e 20 minutos, deve
partir o bond da linha dos Afegados que dar
passagi'm gratis aos concurrentes ao leilao dos
movis da casa da ra Jireita n. 30.
A' 1 hora da tarde, do mesmo da, leilao da ar-
maco da loja da rua do Rangel n. 48.
Boin emprego de capital
Terca felra, de Junho
A'a-41 horas
A' RUA DO IMPERADOR N. 75
O agente Silveira por mandado a ern assisteno
cia do Exm. Sr. Dr juia de orphaos levar lei-
lao o engenho Penedo de Baixo na freguesia de 8.
Lourenco da Matta, comarca do llecife, espolio
de D. Anna Mara da Rocha Falcan, sendo o en
gmho edificado ja margem do Cap bar i be, moente,
com bom cercado de pasiagem e excellentes matas
virgens.
Os Srs. pretendentes podem examinar o referido
engenho.
Leilao
De 1 curte ira, secretaria com segredes, 1 sof
2 bancas e 8 cadeiras de Jacaranda, 1 piano, 1
candelabro, e curros movis.
Leilao de joias
Sexta felra, 8S de corrate
A' 1 hora da Urde
Na rua do Rangel n. 48
Agente Pinto
Por occisio do leilao de uma armacan.
Leilao
Da armac3o envernisada e enviJracada,
baleao, fiteiros, cantlieiro3 a gaz e mais
pertences da armado da loja da rua do
Rangel n. 48.
Sexta felra S do eorrente
A' 1 hora da tarde
Ag-ente Pinto
referida
Na
loja da rua do Visconde de
Inhaurua n. 48
ieilao
De 1 mobilia com 1 tof, 1 mesa redonda, 2
censlos, 2 cadeiras de bracas e 12 de guarnicao
2 ditas de bataneo, 2 espelhos dourados, 4 casti-
cecs cem manga;, 1 caudiuiro a az carbnico de
crystal con 2 bicos, 2 escarradeiras, 2 jarros, 2
bolas. C figuras. J relogio de parede.
Urna cama francesa, 3 cemmodas, 2 cabides, 2
marquezocj, 1 lavatorio.
Uin me3a elstica, 1 guardalouca, G cadeiras,
compoteiras, garrafas, louca para cha e jantar e
outros objectos.
Uma machina de costura, I berco c 2 bandejas-
Sexta felra, 2 do eorrente
Na rua Direita dos Affogados casa n. 30
Jcs de Souza Nunca raga, tendo-sc retirado
para Europa, faz leilao por intervenco do agente
Pinto, dos movis c mais objectos existentes na
casa em qne resid > rua Direita dos Affogados
a. 30.
A's 10 horas e 20 minutos partir o bonl que
dar passagem gratis aos concurrentes.
Leilao
De 1 piano forte inglez, 1 dito bamburgo, 1 mo-
bilia de Jacaranda inedalbao, 1 dir de Jacaranda
Luiz XV, 1 dita de junco quasi nova, grande
quantidade de cadeiras nvulsas, guarda-loucas de
amarello, 1 fiteiro grande para porta, marquezocs,
importaute.-j arros, eryataes, grande quantidade de
perfumaras, copos, haleteras. colheres de sopa e
cha, aromatisadoree, compoteras de crzstal, car-
rafas para vinhos, bahs de Flandres, fundos de
inadeira para bacas, bab.s, commoda de amarello,
todos os objecto sero vendidos seai limitos e ao
correr ao martello.
Na mesma oceasio vender-se ha 1 importante
ca vallo.
Sexta-felra ? S II horas
Na rua do Imperador n. 75.
0 agente o far leilo dos objectos como cima se deca.
Leilao
No da .'1 do eorrente ser vendida em leilao,
com todos os seus pertences, ein Poota Molina,
onde se acha ancorada, a barca norueguense
Azov, de que capitao M. Tenensen, naufragrada
no Rio S. Francisco.
Grande leilao
De perfumaras para miudeza?, flores, jarros,
cofre inglez prova de fogo, armaeo, fiteiros,
prenca para copiar, carteiras e tudo mais que faz
parte d\ conhecida loja da Boa Pama, sita rua
do Duque de Caxias n. 77 A, em lotes a vontade
dos compradores.
Segunda felra, 31 do eorrente
A's 10 1/2 horas
POR INTERVEN^ O DO AGENTE
Gusnio
O comprador da armacao tem garanta da casa_
Leiio
Da armayao do amarello, envernisada, cal
yados de diversas qualidades, tamancos,
pelles de marroquim, ditas de bezerro e
cordovSo e mais pertences da loja de
cacado da roa do Livramcnto n. 31.
Seganda-feira 31 do eorrente
A's 11 horas
O agente Martina, far leilao per mandado do
Exm. Sr. Dr. juz de di'eito do civel em soa pre-
senta, da armaeo e mercadorias da loja de cal-
cado cima, penhoradas a Narciso & C, a requeri-
mento de Alfredo Baptista de S, por si e como
tutor dos menores filbos de Augusto Frederico
dos Sanfris Porto.
Leilao
cora hacalho
de Malo
De cerca de 400 barricas
f Segunda felra. 31
A's 11 horas
POR INTERVENQaO DO AGENTE
Alfredo GuiMaraes
Na porta do armazem do Sr. Ihomaz Times
geme Siheira
Leilao
DE TERRENO
Terca felra Io de lunho
.-vo meio dia
O agente Silveira por mandado e com assisten-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos e ausentes, le-
var a leilao uma parte do sitio denominado
Hospital, freguezia da Vanea, todo arborisado
en) terreno proprio.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
Agflnt
Silveira
o
Leil
De predio
Terca-feira 1. de Junho
A's 11 1/2 horas
A' rua do Imperador n. 75
O agente Silveira, por mandado e com assislen-
cia do Exm. Sr. Dr. juis de orphaos e ausentes,
levar leiio o espolio inventariado de Francis
co Antonio Alvea Mascarenhas, a requerimente do
inventariante, o seguinte :
Um eitio com um sobrado do um aadar, no lu-
Estc estabclecimento far leilao no dia 8 de Ju-
nho viudouro, por inteivenco dw agente Martina,
rua do Bom Jess n. 32, s 11 horas da munb,
dos objectos que nao forem recatados al ves-
pera, das seguales cautelas a dnheiro de con-
tado.
Estarn eipos icao tres das antes.
10.070 Uma salva nitavada e tres colheres para
spa, peixe e arroz, prata de lei.
10.116 l'io annel de ouro, cora brilhantes.
10.118 Deienove colheres, prata de lei.
10.156 Um par de rosetas de ouro com brilhan-
tes .
10.137 Um annel de ouro com brilhante.
10.784 Duas salvas de prita de le, 25 colheres,
12 garfos, 12 cabos para tacas e um pale-
tero de prata.
10.786 Urna salva e duas colheres, prata de le.
10.8'j7 Um annel com brilhante e cinco botoes de
ouro.
10.Sil Uma eorrente e medalha para relogio e um
relogio, ouro de lei.
10.817 Dous pares de brincos, dous broches, um
annel de ouro com um pequeo brilhante
e. um trancilim, ouro de lei.
10.829 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
uma pulceira, um alancte, um par de brin-
cos com perolas, uma medalha, um annel,
seis botoes e uma fivella, ouro de lei.
10.830 Uma eorrente e cioete, para relogio, ouro
de le.
10.831 Duas pu ceiras, um broche com coral, uma
volta de tranceln) com perolas, um annel
e una eorrente, para relogio, ouro de lei.
10.839 Um par de brincos di ouro com pequeo
brilhante, uma par de rosetas e um tran-
celn), ouro de lei.
10.sil Uma pulceira, um broche e um tranceln),
ouro de le, um tranceln), ouro baixo.
10.842 Um broche de ouro com perolas, uma pul-
ceira e uma eorrente, para relogio, ouro de
lei; um alfioete era vejado de diamantes.
10.843 Um trancelim e dous ann'is, ouro de le.
10-844 Um annel de ouro com um brilhante, gran-
de, um dito com um dito, tres botoes com
ditos, uma par de rosetas com dito, tres
cruzes, uma pulceira com ditos, tres fios
de perolas e uma eorrente para relogio
ouro re lei.
10.846 Um par de rosetas de ouro com diamantes,
um par de brincos, uma pulseira, um tran-
celim e uma medalha, ouro de lei; uma ti-
jella, prata de lei; uma salva c um copo,
prata baixa.
10.853 Um paliteiro, prata de lei.
10.855 Uma eorrente e medalha para relogio, ou-
r> de lei.
10.867 Um corrento de ouio, um trancelim, tres
cirdoes, um par de brincos, duas pecas de
dito, ouro de lei ; um par de cabticaes, 12
colheres para sopa e 12 ditas para cha,
prata de le.
10.869 Uma eorrente para relogio, um trancelim,
um broche, uma loneta e um relogio, ouro
de lei.
10.885 Um boto de ouro com brilhante.
10.887 Uma corrate e medalha, para relogio, ou-
ro de le.
10.889 Uma pulseira, um trancelim, quatro au-
nis e uma moedinha, ouro de le.
10.891 Uin broche com brilhante e diamantes.
10.901 Uma eorrente para relogio, curo de lei.
10.905 Tres correntcs e uma medalha para re-
logi.., curo de lei.
10.910 Uma correte e medalha para relogio, e
um trancelim, ouro de lei.
10.914 Uma pulceira de ouro com brilhantes.
10.921 Dois anneis de ouro com brilhantes, uma
eorrente para relogio, um par de brincos,
dois ditos de rosetas, tres alfinetes, am
par de botoes e ires aunis, ouro de le ;
um traacelim, um par de brincos e um al-
finete, ouro baixo ; dois relogioe. ouro de
lei; e treze colheres de prata.
10.922 Uma eorrente para relogio, um resplandor,
cinco coras para imagens e um relogio
pequeo, ouro de lei.
10.930 Dois anneis de ouro com brilhantes, uma
volta de ouro com medallri, um trancelim,
urna moedinha, duas medalbas, dois pares
de brincos e um relogio, ouro de lei.
10.940 Uma eorrente para relogio, ouro Je lei; e
um relogio de ouro.
10.942 Dezenove colheres e um par de fivellas de
prata.
10.943 Um par de rosetas de ouro com dous bri-
lhantes, urna pulseira e um par de botoes,
ouro de lei.
10 946 Um trancelim, uma medalha, uma corren-
te e sinte para relogio, e um relozio, ouro
de lei.
10.974 Uma eorrente para relogio, um trancelim e
uma medalha, ouro de lei.
10.997 Um relogio, ouro de lei.
11.006 Um par de rosetas de ouro eom brilhan-
tes.
11.015 Um tranceln, oure de le, uma pulseira,
ouro de lei.
11.022 Uma pulseira, ouro de lei.
11.032 Uma eorrente e sinte, para relogio, ouro
de lei.
11.061 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes, uma volta de ouro e uma me-
dalha, ouro de lei.
11.062 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
um annel com dito e rubins, um alfiuete,
dois botoes e um relogio, ouro de lei ; um
alfinrte da ouro com brilhantes, dois pares
de rotas cravejado de ditos, um annel e
uma cruz com ditos, im fio de perolas, um
tranceln), um collar e uma cerrente, euro
de lei; dois cordes, uma cruz, um cora-
cao em ouro, ouro baixo.
11.068 Urna eorrente para relogioe uma meda-
lha, ouro de lei.
11.092 Um par de brincos de ouro, contendo bri
Ibantes.
11.102 Urna eorrente para relogio, nma volta de
ouro e um relogio para seubora ; ouro de
le
11.108 Um broche, ouro de lei.
11.117 Uin annel de ouro com um brilhante.
11.118 Uma eorrente para relogio e um relogio,
ouro de le.
11.128 Seis cistlc,ae9 pequeos, prata baixa.
11.129 Um annel de ouro com brilhante.
11.138 Uma pulceira de ouro.
11.139 Um relogio, ouro di lei.
11.146 Urna medalha, urna volta de cordo, dois
anneis, duas pecaE para pulseira e uma te-
ta de ouro.
11.151 Duas puUeiras, um par de brincos, um dito
f. botoes e dois anneis, ouro de le.
11.168 Um cordo, ouro de lei.
11.177 Uina eorrente e medalha para relogio e
um par de brincos, ouro de lei; uma pul-
seira, curo de lei.
11.192 Uma pulseira, uin trancelim, um meda-
lho, um broche, qu'itro rcoedinhas de uu-
ro em boto s, ouro de lei.
11.493 Um trancelim, uin par de brincos e uma
pequea teta, ouro de lei ; um broche, un
par de botoes e um annel, ouro baixo.
11.198 Ua relogio, ouro do lei.
11.210 Um relogio, ouro de le.
11.212 Um alfiuete de ouro com brilhantes pe-
rolas, ouro de lei.
11.216 Duas cerrentes e uma medalha, ouro de
lei.
11.242 Um annel de ouro com brilhante, ama eor-
rente e medalha para relogio, ouro de
lei.
11.213 Um par de brincos, um dito de botoes, um
alfiuete, duas cruzes, oito anneis e um
habito (eomleceracao), ouro de lei.
11.247 Urna moedinha de ouro com laco de ouro,
dous pares de brincos, um dito de botoes e
tres anneis ouro de lei; um alfinete, um
cordo, dous pares de rosetas, uma feteia,
uma figa e tres anneis, uro baixo.
11.250 Um cordo e uma en ouro de lei; um
cordo ouro baixo.
11.257 Um par de brincos cravejados de brilhan-
tes em prata.
11 260 Uma eorrente e medalha para relogio, ouro
de lei; uma salva e doze colheres para
sopa.
11.261 Um annel de ouro com brilhante, um dito
com ditos e esmeralda, uma pulseira e uma
eorrente para relogio, ouro de lei.
11.273 Um relogio de ouro para senhora.
11.299 Uma pulseira, um par de brincos e um an-
nel, ouro de lei.
11.303 Seis botoes, ouro de lei.
11.309 Uma volta de ouro, um cordo, dous an-
neis, um dedal, ouro de lei.
11.326 Uma pulseira, uma volta de ouro e um par
de resetas, ouro de lei,
11.330 Um relogio, ouro de lei.
11.334 Tres pulseiras e duas pecas de brincos,
ouro de lei.
11.346 Uma corrento p-ra relogio, 1 phosphoreira
de ouro o uma volta de trancelim, ouro de
lei.
11.352 Umacorade ouro para imagem, um cor-
do e um emblema do Espirito-Santo, ouro
de lei.
11.356 Uma eorrente com medalha, oura de lei.
11.372 Um annel de ouro, com brilhante.
11.377 Uma volta de ouro com medalha pequea,
um alfinete, um aro de ouro e um annel,
ouro de le.
11.380 Duas moedas de ouro (libras) em botoes.
11.383 Uma eorrente para relogio (faltando cha-
ve) ouro de lei, tres moedinhas (dollars),
uma pulseira, ouro baixo, e um relogio de
ouro.
11 381 Umi pulseira, um par de brincos e uma
cruz, ouro de lei.
11.386 Uma escrii aoinha do prata de lei.
11.388 Um cordo, um par de rosetas e uma cruz,
ouro de lei.
11.392 Uma eorrente para relogio e um par de
brincos, obro de lei.
11.401 Um relogio, ouro de lei.
11.409 Um relogio, ouro de lei,
11.412 Um alfiuete de ouro com brilhantes e um
relogio de ouro paia senhora.
11.419 Uma pulseira, ouro de lei
11.429 Uma eorrente para relogio, ouro de lei.
11.436 Urna pulseira, um broche e um par de ro-
setas, ouro de lei.
11.437 Um relogio, ouro de lei.
11.443 Um par de rosetas de ouro cravejadaa de
brilhantes c uma eorrente para relogio,
ouro de lei.
11.450 Um alfinete e um par de rosetas, ouro de
lei; uma salva, prata de lei ; e doie co-
lheres, prata baixa.
11.453 Urna volta de ouro com diamantes, ouro
de le.
11.454 Um lh(o de ouro cravejado de diamantes
e duas pulseiras, ouro de lei.
11.472 Um relogio, ouro de lei.
11.475 Um alfinete de ouro com brilhantes.
11.485 Um par de brincos, um medalbao, uma
volta de trancelim e cinco anneis, ouro de
lei.
14.492 Uma volta de trancelim, uma cruz, dous
pares de brincop, um dito de rosetas, ouro
de le.
11.497 Sete colheres de prata.
11.511 Um cordo, uma moedinha de ouro com
laco, uma moedinha de valor de 5 e um
annel, ouro de lei.
11.513 Um cordo, ouro de lei.
11.521 Um annel de ouro com um brilhante e uma
pulseira, ouro de lei.
11.523 Uma eorrente e medalha para relogio, ouro
de lei.
11.534 Um annel de ouro com brilhantes.
11.538 Duas salvas, duas colheres pira sopa e
arroa e quatro garfos de prata.
11.514 Um par de rosetas de ouro com pequeos
brilhantes e um annel com numero em cir-
culo.
11.548 Uma eorrente para relegio, ouro de lei, um
feixe de ouro baixo.
11.551 Uma salva de prata.
11.552 Uma pulseira, um par de briness de ouro
de le.
11.553 Uma pulseira, um broche e um par de ro-
setas, ouro de lei.
11.554 Um relogio de ouro do lei.
11.557 Um volta de trancelim, uma cruz, dous
pares de brincos pequeos, um dito de ro-
setas, um dito de argoles, cinco botoes,
uma moedinha, dous pares de colxetes, duas
pecas de brincos e um annel, de ouro.
11.562 Um corrento, ama gargant'lba, uma pul-
seira, tres pares de brincos, um alfinete,
uma moeda de ouro com laco, e tres botoes
de ouro de lei.
11.562 Uma volta de ouro com medalha, duas pul-
seiras, dous cordoes, um trancelim, tres
pires de brincos, um alfinete, dous anneis
e quatro moedinhas de ouro de lei, uma
salva de prata.
11.566 Um annel de ouro com brilhante.
11.579 Um per de esporas de prata baixa.
11.589 Um par de rosetas de ouro com brilhantes.
11.590 Um tranceln), uma medalha e um collar,
ouro de lei.
11.593 Um par de rosetas de ouro com brilhantes
e perolas.
11.600 Um annel de ouro com brilhantes.
11.601 Uma eorrente de ouro para relogio, uma
dita com medalha, ouro e platina, e um
paliteiro de prata de lei.
Recite, 15 de Maio de 1886.
O gerente interino,
Felino D. Ferreira Coelho.
Manoel Jos Ferreira Crui participa ao res-
peitavel publico e especialmente 'a todos que eom
elle tem transaeco s, queseguindo para Portugal,
d'onde em breve regressar, deixou nesta pra;a,
como seus procuradores, oV Srs. Sebastio Manoel
do Reg Barros, Dr. J.>o Augusto do Reg Bar-
ros e Bernardo Jos Corris, com quem se pode-
rao entenper, para o que lhes deixou os mais am
pos e Ilimitados poderes.
Perderam-se as cadernetas da Caixa Econ-
mica de ns. 2,402 e 2,403 : quem as tiver achado,
far o favor de eutregal as na rua da Aurora nu-
mero 79.
Na qualidade de herdeiro de Joaquim Igna-
cio Ribeiro, protesto contra a declaraco feita por
Fiosculo de Almeida Magalbes no Diario de
Pernambuco de boje, acerca de uma bvpotheca a
que diz estar sujeito o predio do Campo Verde.
Tal hypotheca se existi, o que ignoro, deixou de
existir ha muitos annos. Recite, 26 de Maio de
1886.
Joaquim E. Ribeiro.
m Precisa-te de um caixeiro com pratica de
molbados : na rua de Pedro Alfonso n. 2.
PrecUa-se de um menino para caixeiro, que
tenha pratica de molhddos : na rua da Unio nu-
mero 64.
Aviso ao commercio
Nesta data deixou de ser empregalo dos abaixo
assiguados, o Sr. Guilherme H. Carroll
Recife, 25 de Maio de 1886.
Adamson Bwie C.
__________William M. Webster.
Ama e eriado
Precisase de uma ama, boa cos nheira, o um
criado : tratar na rua do Baro da Victoria n.
61. 2o andar.
Triado boleeiro
Aluga-se um escraviuho pardo, o qual sabe
bolear : trata-se na rua de S. Jeo, casa o. 27.
Para evitar diividas
Eu abaixo assignado declaro que nada tenho
com os escriptos publicados nesses jornaes que se
vendem pelas ras, e nem tambem sou dono. Se
faco esta declaraco porque alguem eutende que
sou o proprietario de todos elles, poia apenas te-
nho um jornalA Ideaque sahe para os assig-
nantes. Recife, 26 de Maio de 1886.
E. A. Ferreira de Moraes.
Novo regulamento
DO
Grande Kestaurant Francez
Este importante estabelecimento, estar aberto
todos os das at 10 horas da noite e ter sempre
um bem confortavel disposico do publico.
Todos os sabbad"s estar elle aberto at 11 ho-
ras da noite e servir mo de vacca. peixe, dobra-
dinha franceza e outras variedades de comida.
Recebe assignaturas mensaes 35000.
'SRua do Baro da Vleoria $
./. A. Francis.
Ama
Prfcisa-se de uma ama para cosinhar : na rua
larga do Rosario n. 46.
Caixeiro
Precisa-se de um menina com pratica de taver-
na e de conducta afianfavel: no pateo do Carmo
numero 13.
Furto
Furtaram bontem, 27, da casa n. 244, da rua
Augusta, um panno de crochet, para piano; quem
o apprehender pode dirigr-sc mesma casa, que
ser gratificado.
Manoel Talaren de Aqnlno
Ermelinda Tavares de iquino. seu filhos e
ora con -idam a todos os seus parentes e amigo'
assistireci as missas que mandam resar pela
alma de sen fallecido esposo, pai e sogro, Manoel
Tavares de Aquino, na matriz da Boa-Vista, uo
dia 31 do eorrente, s 7 horas da manb, stimo
dia do seu passamento ; pelo que se confessam
eternamente agradecidos.
Dr. Ciaupar Drommond
Gaspar Drummond Filho e seus irmos, com-
pungidos pelo doloroso g )lpe que aeabam de re-
ceber, agradecen) a todos os seus parentes e ami-
gos que acompanharam os restos mortaes de seu
sempre chorado pai, Dr. Gaspar Drummond ; e
de novo os convida assistirem as missas que
mandam celebrar segunda-eira 31 do eorrente,
stimo dia do seu fallecimento, s 8 boras da ma-
nb, na igreja de N. S. do Carmo ; pelo que des-
de j se confessam gratos.
A Loja das Listras
N, ffl-Bni Diiii fle Caxias-N. 61
i: a que vende fazendas mais
baratas e d descont
em qualqiier compra su-
perior
Admiren) osprepos
Mirins de todas as cores infestados superior qua-
lidade, a 800 ris.
Mirins com bolinhas de todas as cores a 700 's.
Setim de Maco a 800 rs.
Percales e chitas finas a 200 e 240 rs.
detones finos largos cores seguras a 320 rs.
Zephiros de quadnnhos a 160, 180 e largos a 200
e 240 rs.
Renda da China, fazenda aberta, a 240 rs.
Fusto branco a 320 e 400 rs. e infestado a 500 rs.
Casacos bordados, tecido de malha a lOjOOO.
Pecas de babados bordados finos a 900 e lOOO.
Meias lisas, e com listras toaas de cores, para se-
nhora e meninas a 500.
Luvas escossezas com fios de seda a 320 rs.
Espartiihos fiaos todos os nmeros a 4,
Failes com bolinhas, cores liadas, a 500 rs.
Cobertores de la, hespaohes a 2.
Colxas de fusto de cores a 1500.
Mirn preto, qualfdade fina, a 800 rs.
Setim preto a 1.
Cortinados bordados para cama e janella a 6.
Leques de fantazia, lindos desenhos, a l{.
Lencos brancos a 2i a duzia, s a caixa vale a
importancia.
Madapolo muito fino a 6 a peca com 20 varas.
Algodosinho do melhor a 4500 e 5000.
E militas nutras fazendas que se vendem mais
barato na loja das LISTRAS A/UES.
USA FELIZ
4os4:000$000
Hii.iii:n; <. %ft%-vTii>0
t*ra cia ns. 37e 39
Achatn-se a venda os felizes bilheteB
garantidos da 5fa parte da lotera a beneficio
da matriz d'Agua Preta, que se extrabir
no da 2 d Junho.
PRECOS
Bilhete inteiro
Meio
Quarto
%m poreSo de 1005000
cima
Bilhete inteiro 30500
Meio 1,5750
Quarto 875
Antonio Augusto dos San/ Porto.
40000
20000
10000
para
'A
SAD00VR0
ios AOOOSOOO
Dr. Gaitpar de Drammond
Manoel Peres C. J. da Gama, sua mulher e fi-
lhos convidam aos seus parentes e amigos e aos
de S2U finado cunhado e to, Dr. Gaspar de Drum-
mond, para assistirem a uma missa que por alma
delle mandam celebrar no dia 31 do eorrente, s-
timo de seu infausto passamento, s 8 horas da
manb, na ordem terceira do Carmo, confessando-
sc desde ja agradecidos.
AVISOS DIVERSOS
Iiiilza Mara de Ollveira
Thom Joaquim de Oliveira envida os seus
parentes e amigos para assistirem a missa que
manda rezar por alma de sua sempre lembrada
irm Luiza Maria de Oliveira, na capella di en-
genho Cabeca de Negro, s 10 horas do dia de
hoje 28, stimo dia do seu passamento e contes-
sa-se muito agradecido a todos por este acto de
relign e calillarle.
Faz se negocio com quem pretender comprar
a hypotheca da easa do largo do Paraizo a. 15 :
na rua Nova n. 12, loja de chapeo.
- Pede-se aos abaixo assignados o favor de
virem ou mandar rua do Marqe.cz de Olinda n.
51, a negocio que nao ignoran.
Francisco R-iymundo de Cwvalho. (commandante
Tenente Manoel 'Antonio Viegas, camarista
do vapor Pirapama.
Precisa se de um menino de 12 14 annos
de idade, para vender na rua, dando fiador de sua
conducta ; a tratar na rua de S. Joo n. 26.
Precisa-se de uma ama para servico de casa
de pouca familia : a tratar na rua da Conceico
numero 9
AMA. Precisa-se de urna, para casa de fa-
milia : na rua Nova n. 15, V andar.
Aluga-se o sitio do Pina, com boa casa para
morada, contendo bastantes commodos para nu-
merosa familia, grande quantidade de coqueiros,
seis grandes viveiros, duas cacimbas com excellen-
te agua : a tratar no caes de Apollo n. 45.
D. Mara Jacimba Candida
da Silva
Jos Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da
Silva e Caetano Ferreira da r-ilva, tendo recebi-
do no dia 25 do eorrente mea a infausta noticia
de ter fallecido em Portugal no dia 21 de Abril,
sua presadissma mii, D. Maria Jacintha C. da
Silva, convidam seus parentes e amigos para as-
sistirem a missa que p r alma da mesma finada
mandam celebrar na iereja do Divino Espirito
Santo, segunda-feira 31 do eorrente, s 7 horas
da manb, pelo que desde j antecipam seus eter-
nos agradecimentos todas aquellas pessoas que
se dignaren) coinDaie^fir to caridoso seto.
A RevoluQo
0 48
a rua Duque de Caxias reduzio as vendas
a 25 0o de menos de seu valor
Ver para crer
Setin maco a 800 rs. o covado.
Merino de bolinhas 900 rs. o dito.
Lindas alpacas de cores 360 o dito.
Setinetas lisas 400 rs. o dito.
Ditaa escossesas a 440 o dito.
Chitas finas modernas a 240 c 280 o dito.
Cretones finos a 320, 360 e 400 rs. o dito.
Fusto branco a 400, 440 e 500 rs. o d;to
Linn branco a 500 rs. o dito.
Mariposas finas de cores a 240 o dito.
Linhos escossezes de quadrichos a 240 rs. o dito
Renda da China 24C rs. o dito.
Seda de listras 1*000 o dito.
Damasco de cores a 500 rs. o dito.
orim pardo liso 300, 360, 400 e 500 rs. o dito.
Verbutinas de todas as cores a 1000 o dito.
Fichs a 1-5, 2J, 3. 4 e :>000 um,
Casemira inglesa de cor a 3 e 4000 o covado.
Dita diagonal a 2 e 25500 o dito. .
Dita de cores a 1800, 25 e 2400 o dito.
Flanella americana 1 '200 o dito.
Toilette para baptisados a 95000 um.
Pnnbos e collarinhos para senhora a 25000.
Espartiihos de coraca a 4, 5, 6 e 85000 um.
Camisas bordadas de linho a 305000 a duzia.
Camisas para senhora a 305000 a dita.
Ditas de meia a 800, 15000 e 15400 a dusia.
Timoes para meninos a 45000 um.
Casacos de laia 125 um.
Bramante de 3 larguras a 900 rs. a vara.
Dito de 4 larguras a 15200 a vara.
Lencos com barra a 15200 a dusia.
L-nc-s brancos a 15800 e 25000 a dusia.
Lences de bramante por 15800 um.
Cortes de casemira de cor a 35. 35500 e 45 um.
Toalhas felpudas a 45 e 65000 a dusia.
Ditas alcochoadas de 205 por 125000 a dusia.
Meias para homem de 3$, 4J, 55 e 65000 a dusia.
Meias para senhora 35, 45/ 55, e 65000 a dita
Colchas brancas e de cores a 15800 urna.
Colchas bordadas a 55000 e 755 0.
Cobertas forradas a 25800 e 25900 uma.
Madapolo gema e pelle de ovo 65600 a peca.
Redes hamburgtiezas a 10500.) uma.
Brim 'caneado a 700 rs. o covado.
Cambraia de forro a 125000 a peca.
Zefiros lisos a 120 o covado.
Cortes do casineta a 15000, 15600 e 15800 um.
Anquin as a 25000 uma.
1.U UJUI
Rua do Baro da Victoria n. 40
e casas do costume
O abaixo assignado acaba de vender
en seus felizes bilhetes quatro quartos de
n. 3269 coro a sorte de 1000000, e diver-
sos premios de 320000, 160000' e 80000.
O mesmo abaixo assignado convida os
poBSidores virem receber na conformi-
dade do costume, sem descont algum.
Acbam-ae venda os felizes bilhetes
garantidos da 2.a parte das loteras
jeoeficio da matriz de Agua-Preta (56,*)
que se extrahir quinta-feira, 2 do cor-
rente.
Precos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarco 10000
Gai porco de loo#ooo
cima
Inteiro. 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Joao Joaquim da Costa Leite.
para
Quein precisar d sillar em casas particulares primeiras lettras,
francez, um pouco de italiano e todos os bordados
de tapessaria, dirija-ce ao Cammho Novo n. 128.
Ha mesma casa se dir quem vende um xarope
para molestia dcp.'ito e para asthma, assim como
um remedio para nauseas do estomago, debiliiade,
anemia c fraqr.esa de senhoras-
Alu^a-se no Caldeireiro uma casa muito
aprasivel, com sitio, banheiro, cacimba, etc., etc. :
a chave pode ser procurada no sitio do Dr. AIco-
fjrado.
- Precisa se de um mi para comprar e eo-
sinbar, para pDuca f iinilia : na rua Augusta n.
180, 2- andar._______________________________
Urna s nhora viuva, honesta, moradora na
rua da Gloria n. 141, deseja encontrar uma pes-
soa que Ihe glugue metade. da casa, sendo pessoa
de bom cmportamento e nao tenha filhjs meno-
res.
Precisa-se alugar uma preta ou um menino
para vender un rua : a tratar na rua dos Marty-
ros n. 148, 2o andar.
Ludgero Francisco de Souza Pinto, segundo
tabelli&o do publico, judicial e notas, e escrivo
das executoes cives do termo de Gravat de Be-
zerros da proviucia de Pernambuco, por motivos
particulares, permuta com qualqucr collega seu
cartn.;, cuja lotajo de 6005.
Luisa Maria de Ollveira
D. Josepha do Carmo Oliveira e Silva, Jos
Diag da Silva, Manoel Thom de Oliveira, Fran-
cisco das Ch .gas Oiivcira, Thom Joaquim de
Oliveira e Joo Hermino de Oliveira, mi, padras-
to c iimus, agradecem a todas as pessoas que
acompanharam os restos mortaes de Luiza Maria
de Oliveira o de novo convidam a todos os paren-
tes e amigos para assistirem as missas que man-
dam rezar na igreja do Livramcnto em Sa ito An-
to e matriz da Eacada, hoje 28, s 8 horas do dia,
pelo que fe onfessam eternamente agradecidos.
MMMM ........IIMitXMMgM
-, Camilla Mxima de Farla*
ESA Viscondessa d<> Tabatinga manda celebrar
uma missa pela alma de sua presada comadre e
amiga Camilla Mxima de Parias, no dia 29 do
eorrente, s 7 horas da manha, ua igreja do Pa-
raizo.
E' infallivel
Largo de S. Pedro n 4
Tudo *c vende pelo menos pos-
STel
Neste estabelecimento sempre ha venda o es-
pecial licor de maracuj, em lindas garrafinhas,
propnas para toilet, compotas de mangaba e
manga.
Tambem se eneontra um completo sortimento de
gaiolas de todos os fabricantes para toda diversi
dade de pasearos, at preprias para viagem, por
terem cinco compartimentos cada ura.
Encontrase anda um grande sortimento de
passaros nacionae. e estrangeiros, entre elles ca-
narios ailemes nascidos aqu no Bra-il. rolas de
todas as qualidades, at cruzadas, propr.as para
viveiros de jardins.
40S 4:000*000
ILHS1ES &ABJTTIDOS
Sua Primeiro de Mareo n. 23
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 2001 com a sorte de 1:0009000,
4 qnartos n. 1852 com a sorte de 1000000,
alm de outras sortes de 320, 160 e 80, da
lotera (55.*), que se acabou de extrahir,
convida aos possuidores a virem receber
na conformidade do costume sem descont
a (gura.
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 2.a parte das loteras
a beneficio da matriz de Agua-Preta (56.a),
que se excrahir quinta-feira, 2 do cor-
rente.
Precos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
em quantidade maior de 1004
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Mar*ins Finta.
Tricofero de Barry
Garante-se que faz nas-
cer ecrescer o cabello ainda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co Ja cabeea. Positivo-
mente impede o cabello
de cahir ou de embranquo-
cer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
os 4:000#000
1:
Antonio Jun Lope Miaga
^Vicente Lopes Braga, tistamenteiro inven'.'!-
rante de seu fallecido irmo Antonio Jos Lopes
Braga, convida a seus parentes e amigos e aos do
finado assistirem a uma missa, que pelo eterno
repouso de sua sima, manda celebrar no trigsi-
mo dia de seu passameuto, tprca-feira 1* de junho
s 7 1/2 horas da manh, na igreja do Divino Es-
pirito Santo, antetypando desde j seus profundos
agradecimentos.
16-E.ua do Cabug-16
Acham-se venda os venturosos bilhe
tes gar ntidos da lotera n. 56a em beneficie
da matriz de Agua Preta que se extrahir
na quinta i'eira 3 do junho.
Precos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Sendo quantidade superior
a 10 0:000
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
*QJoaquim Pires da Silva.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
E' o nico perfume nomun-
. do que tem a approvacao official de
um Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia qne qualquer ontra
ednraodobrodo tempo. E'mnito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mnis permanente e agmdavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
cante no banbo e no quarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
dosmaios.
Xarope fle Vifla fle Beiter No. 2.

'i
ANTES DE Vi
Cura positiva.
escrfulas, Sypl
Affec9oes, Cul
ludo com perda
eneas do Sangpej
que potinca, ei
e restanra e reni
DEPOIS DE tJSIL-O.
idical de todas as formas de
Feridas Escrofulosas,
as e as do Couro Cabel-
l Cabello, e de todas as do-
Figado, e Bins. Garntese
tiquece e vitalisa o Sangue
, o systema inteiro. .?
SabaoMatiYOdeReuter
Para o Banho, Toilette, Crian-
9aa e para a c ira das moles-
tias da pelle de t das as especies
e em todos os eriodos.
Deposito em -Pernambuco casa^de^
Francisco MUnoelfch Silva


[
Ir



I


l-:



6
Piaiio e PeriiamunniSeita-feira 28 de Mato de 1886
i
ris.
%
Prenaracao de Productos Vegetaes
EXra?(fDAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
fA ARTI N8&~BASTOS
Pernumbttco
Eiigcnho
Arrendase o engenhe Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a tratar no escriptorio de Sebastian de
Barros Barreto, ra do Commercio n. 15.
EMULSAO
SCOTT
J)E OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
lypopliospliitos de cal e soda
Vpprovada pela Jimia ce JHy
glene e autorizada pelo
overnn
E' o melhor remedio at hoje descoberto para a
tlftlca bronchlle, eacropbula*. ra-
htfi*. anemia. eblllnadc em eral.
defloion. tosrne en ron lea e aiTeceoe*
do pello e da garganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalbo, porque, alm de ter chiro e sabor agra-
dareis, possue todas as virtudes medicinis e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas
reconstituinti s dos bypophcspbitos. A' venda na
drogaras e boticas.
Deposito em Pcrnambnco
Francisco lanoel da Silva 4C.
,3RA MRQUEZ DE OLINDA- 23
RECLAME
Nindezas Tinas e de gosto
VENDIDAS A PREQOS SEM COMPE-
TENCIA
LO JA FLORIDA
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 103
Barboza & Santos
Artigo eapeclaesi
Esplendida sortimento em jarros de crystal, por-
celana, alabastro, vidro e louca de diversos tama-
naos a precos que admira .' 1
Candieiros de div. rsos tannos para sala,
quartos c toillet.
Porta retrato de metal fino prateado, do arado o
de velludo.
Albuns para rctr: to de velludo chagrn e de
pellucia.
Para aeabar
Bico valeneiene a 14500 e 2000 a peca.
Plisss a 320, 400 e 600 rs. o metro.
Lencos de linho a 150G a duxia.
OTERI*
.O.A.S
ALAdOAS
CORRE NO DA 1 DE JUNHO
INTRANSFEEIVEL! INTRANSFERI7EL!
O portador que possuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar........
10:0061,000.
Os bilhetes acham-se a' ven-
da na Casa Feliz, praca d: In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 1 de Junho de
1886, sem alta.
Ama
Precisa s de urna de meia idade, para
comprar e cozinhar para casa de familia,
a tratar na ra da Matriz da Boa Vista
9.
n.
Ama
Na praca do Conde d'Eu n. 7, 2 andar, preci-
s'i se de urna ama que cosinbe bem, para casa da
pequea familia.
Ama
Precisa se de urna ama para
daria da ra do Brum n. 62.
cosinhar : na pa-
Ama
Prccisa-se de urna ama para cosinhar e que nao
saia ra : a tratar na ra Velha n. 75.
Ama
Precisa se de urna ama psra engommar e mais
servico interno : na ra da Santa Cruz n. 74.
qu
urna importante taverna, que das memores Ioca-
lisadas que ha para rctalbo, 8 tem bons commodos
para morada.__________________________^^^___
Novo porto do carvo
*7Roa do Haronea do Henal-97
Vende se carvo a 720 rs. a barrica, e quem
tivr comprado 30 barricas, ter urna de gratifi-
cacao. Mais catro ofen cimento vantajoso : o
consumidor que houver recebido dez barricas gra-
tis receber um quarto de bilhetts da lotera de
4:000^ da provincia ; se .-m dito quarto sabir a
sorte grande, ser enrregoe ao portador 20 vig-
simos da lotera do Rio de Janeiro, 20 ditos da
curte, oO ditos da importante loieria das Alagos,
e 20 quartos da lotera de 4:000 da provincia.
Portanto, o possuid' r dos cem nmeros est habi-
litado a tirar mais de 22O:O0Oil.
N. B. O potador s ter direito apresentando
os taloes c recibos fornecide-s pela casa.
Ag 46 Jim
Em quartcs e meias garrafas, v sobrinho &. C, ra do Mrquez de Olinaa i. 41,
DEPOSITARIOS
PARA COSINHAR
Precisa-se de urna
ama que saiba cosi-
nhar bem; no 3. an-
dar do predio n. 42
da ra Duque de Ca-
xias, por cima da ty-
pographia do Diario.
Ao commercio
Alfredo Antonio Fernandos, retiratidn-se tem
porariamenU para Europa, deixa como seas ro-
coradores: Manoel Joaquim da Coala Carvaiho,
Joaquim Pereir de Fre'tas < Basilio Lopes Pe-
reir. Recite, 25 de M*io de 1886.
Ama
Precisa-se de urna ama para andar com criaa-
9as l a tratar na ra da Cruz n. 32, primeiro
andar.
Ama para meninos
Prcc sa-se de urna ama para acompanhar orna
familia qoe se retira para a cVte.
Na travessa das Pernambucanas n. 3
Cosinheira
na ra da
Precisa-se de urna boa cosinheira :
Aurora n. 31.
As Tragedias do Km fe
Romance pernambucano
DE
Carneiro Vilella
Fascculos grandes de 16 pi ginas com estam-
pa a 200 rs. cada um. A asigna se e vende-se :
no escriptorio ra Duque de Cazias n. 75, 1-
andar ; cas livranss Franceza c Industrial ; na
typographia Central ; na pharmacia do Terco ; e
na fabrica Glooo, ra larga do Rosario.
ASA
Aluga-se a casa n. 77 ra de Santa Rita, tem
3 quanos, cesinba, qnintal e portio com sabida
para a praia nova de Sauta Rita, e fica perto do
mercado : para ver, a chave est na casa n. 79, e
trata-se no Reeife, roa do Bom Jess n. 59.
Aluga-se
o segundo andar ra do Barao do Triumpbo n.
80 : a tratar no armazem.
Mudanza de escrip-
torio
O advogado Francisco do Reg Baptista e os
solicitadores Diogo Baptista Fe mandes e Anto-
nio Machado dias, mudaram seu escriptorio para
a ra do Imperador u. 22, 1- andar, lado de de-
bsjj onde sero encontrados das 10 horas da ma-
nha s 3 da tul de.
Transferencia de aula
A aula primaria e secundaria (diurna e noc-
turnal da ra de S. Jorge, mudou se para a de
Bom Jess n. 47, 1 andar Preyo mdico a sa-
ber : priioeiras lettras 2*000 mensaee, e prepara-
torios 3*000.
AlH-H
um pequeo sitio murado, com urna excellente
casa, com muitas arvores fructferas, excellente
cacimba com agua encanada para casa, com bo-
nito jardim, ra de Nunes Machado n. 1, na es-
trada de ferro de Olinda, muito perto da estacao
do Espinbeiro ; no mesmo sitio tem quem o mos-
tr : a tratar na roa da Praia n. 70.
Ao Sr. Benvenulo Buarqnc
Pede se
Victoria n
esee.
o obsequio de vir ra do Baro da
10, a negocio de seu particular inte-
Aluga-se
ir do sobrado ra t
: a tratar no mesmo,
Alagase barato
o primeiro andar do sobrado ra do Brum n. 62,
com agua, etc : a tratar no mesmo, padaria.
O 3.* andar da ra do Bom Jess n. 47.
A casa n. 107 da ra Vis-onde ue Goyanua.
Trata se no largo de Corpj Santo u.l'J. 1* andar
Cosinheiro
Precisa se de nm cosinheiro : a tratar na ra
da Uniio n. 11.
0 Sr. Manoel Farsira da Gnnba
Magnifica morada
Aluga se o 2- andar da caca D. 138 ra de
Domingos Jos Martina, por detraz do armazem
do Carneiro Vianna, todo pintado e caiado de
novo, muito fresco, com jaacllas de tres lados,
com commodos para grande familia, e por preco
muir" barato ; a tratar na ra do Mrquez de
Olinda n. 54.
Ao publico
Antonio Botelho da Cmara, tendo encontrado
outrn de igual nom, dcsta data cm diante assg-
nar se-ha Antonio Botelho da Cmara Braga.
Afogadas, 7 de Mio de 1886.
otcl Petropoles
,
Os
Em Palmares, Junio a ewlacao de
passageiros dos tren* teem teinpa muito
( suficiente para al mocar. O trem que sobe demo-
rarse 50 minutos, e o que desee 1 hora. Hospe-
Qucira ter a bondade de vir roa do Bario da dagem smente familias e pessoas moralisadas:
ictoria n. 10, receber urna carta que Ihc diri-
gida com urgencia.
Copciro
a tratar na ra do
Precisa se de um copeiro
Commi rcio n. 44, escriptorio.
Joa Mara Perelra da Boclaa
Uirbelina da Souza Rocha convida a todo < os
seus pi-rentes e amigos de seu finado marido Jos
Mara Pereira da Rocha, para assistirem as mu-
sas que por sua alma manda esar na igreja da
-anta Crus, no dia 28 do crente, s 7 horas da
manbS, 1' anniversario de seu fxlleciment >, coa-
tessauaose grtta a quem assistir a este acto de
religiao e caridade. _________
Cosinheira
E' chegado D. Mariannn Rj
hemles do mundo. T- ndo ne
ca trabalhado e tido a flieida
lhido, se ui seguir j, dar ti
culos.
,lri;rnes, pr meiro
|a heroica provin-
de ser bem aoo-
vez uaa psstn
.
r d'Alio
Pede-se a Sr. Epi^.nioda Rocha Wander'ey,
ebefe d> estafio, que manda mah aati f&zer
o que ba mai da um anao ptaawfttc, sat? tazendo
dir-se-ha o nogsain.
praawte, mi^
fhifttsda if)
na Nava Wse-a
Agua de Seis natural, p*to ultimo vapor.
Itenadjfi'kvjr
aa Nava afli
Cha preto tafeciaL
!
lero *6
Camilla Mxima de Parlan
Canuto S'-rcio de Furias e seus irm<>s agrade-
cem ao fundo d'alma aos seus amigos e as demais
pessoas que fizeram a caridade de ac mpiinhar
ultima morada os restos morhtes de su sempre
chorad esposa e cunh da. Camilla Mxima de
Parias ; e d- novo os con.idm para compurice-
rem i uissa, que por al na da mesma fallecida,
mandam resar na igreja do Paraiso, s 7 horas da
manh do dia 29 do torrente.
nwaisam *t
lana Leo Ribf-iro
Francisco Rib. iro GuimarSes, sua mulher e fi
lbos, traspassados do mais doloroso sentimento
pelo pasHameato 4* sua sempre pranteada mal.
S'gra e av, a Portugal, convidara a todos os
seas psrsotes e amigos para assistirem as soissas
que mandam resar por alma da finada Anna LeSo
Kibciro, no dia 29 de Meio, s 7 1/2 horas da
aanbi, u igreja do Espirito Santo, desde j
anteeipam todos que coacorrerem a esae acto de
caridade os seas eternos agradecimentos.
Piecisa-se de ama cosinheira : na roa de Pay-
sand n. 19, Passagem da Magdalena.
TflFiilIfluTlIiS
Cura certa em 48 horas das flama^Ses
recentes dos olbos, pelo colyrio prepara-
do por Jos Pedro Rodrigues da Silva.
Emprega e este poderoso colyrio sempre com
grandes vantagens, oas Kgnintvs molestias :
Opbtalmias agudas, purulentas e chronicas, cen-
unctivites, etc., etc.
Deposito ^eral, na drogara de Faria Sobrinho
iS C. ra do Mrquez de Olinda a. 41.
Para informacoes, sedirij^m librara Indus-
trial ra do Baro da Victoria o. 7, ou resi-
dencia do autor, ra 1a Saudade n. 4.
Aos senhores logisfas ealfaiates
Mara Magdalena e Feli-inina de Miranda, re-
sidentes ra de S. Juao n. 26, cos-m com pres-
teza s pir pre^o eomuiodo camisas, ceroulas, cal-
cas e paletota. Os seohores legistas e nlfaiates
podem se informar do mgociaut^ Jos de Ar ujs
Vsiga, ra larga do Ros rio, que est habilitado
a dar .jukiqu -r esc ar< ciment).
Experimentiin
K digan o |uo ncham
Os especiaea licores de geaipi po c caja que s
acham venda : o largo de S. Pedro n. 4T
la
ALGATRO DE GUYOT
mmm m guyo
O Aleatro de Gnyot serr para preparar urna aga de alcatrao, muito efflcaz e agradavel aos
mais delicados estmagos. Purifica o sangue, augmenta o apetite, levanta as forcas e efficaz em todas as
doenear-dos ptiliimf's. cntnrrhos da bexigDa e affeccofti das mucosas,
Aleasra de iiuyot l'oi exprnnu-niado com vantugein real, nos principaes hospitaes de Franca,
da Blgica e Bspanba. .
Durante <1s calores e em lempo epidmico urna bebida hygicnica e preservadora. Um s vidro basta
pin preparar doM litros d'uma bebida salutnrissima. -
0 Alcatrao de no rotulo e com trez cores a ssignttora :
leuda a varejo na umoT parte das E*barsnacia. Fatoricacao em
atacado : Casa L. IKCiRE 19, rae Jacob, Parla.
* t1-tt.,|'1t*'J *
ti *..x.,*.-X *
EPILEP
HYSTERIA
COWVULSES
MOLESTIAS
NERVOSAS 1
w
Alhvi* 38mpi*f
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Bepoaltarlos ein Pernanibuco
vfnd em txoaa
tm, 7, Bsultwa Daj)c, t, m&
PHARMAC1 SUBIl
ntAr- se. d an.Tra a o*-
? t x x
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As PHulas purifleao o Sangue, corrigen) todas as desordenas de Estomago e
dos Intestinos.
Fortalecem a saude das coostitupoes delicadas, e sao d'um valor iacnvel para todas as enfermidades
peculiares ao sexo feminiao em todas as edades. Para os meninos a-sim como tambem para as
pessoas de idade avanzada a sua efficacia e incontestavel.
Essas medicinas &3o preparadas sement no Estabelecimcnto do Professo*- Hollowav,
78, NEW OXFORD STSEET (antes 533, Oxford Street), L0HSBES,
E vendemsc em codas as phannacias do un veno.
' Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caiga e Pote se nao teem a
direegao, 533, Oxford Soeet, sao falsificado*.
Cuidado com
Falsificacss.
iAGUA de MELISSAl
dos Carmelitat
BO
PARS, 14,
nico Successor dos Carmelita*
Ra de l'Abbaye, 14, PARS
Cata 1 Apoplexla, o Cholera, i En)oo do mar, os Flatos, s Clica*. Indi-
I (jaat&M. 1 Fobra amarella. ttc. ter 9 orospec lo no qual tai antolrldo cada ridro.
D seja qual f6r o tamaito, < in:o ta:iLcm a assignatuirj :
Depsitos cm '.odas a I'liarmacias das America.
nwUkiKgmmmmmmwKsmmakWBmmmmmmwamm
Admlilttrafio : >ARIZ. $, louftird Montmartn.
-Affecca J lytnphi!lc*s,(lo*n-
tistro* ^c; a'> ncado
GRANEE aiUZXE.-
easdas ras JijesTas.ohstn 4" ficado f do ba obstrnccoei .isce-ac?,eoDCrsc#e ralcnlosasda biU.
HOPITAX. Aff'T';'T5itas Tia di Motivas incamroc-
dot do estomago. di^'Sto ditLiril, i!iappelenri:i,
gastralgia! }tcpsu.
CXESTsNS.Affc^csdosriBS, '*' 'liza irai.i.
CoucreiVn' ,.i;isounia-. ; u,-.'i 1 !><:*,^bumtci-j.
HAUTER1VE.,'. o. da lliga,aro!a..
euacrsoScsdsKO inu.t ,>-o:a. t' ai-ete-, albui/iinoria.
IBJA-SS o RQK U FME na CAP3BU
Etn Pr-anmliuco, ',fc''t -i^s ronlei ^ .
MJOMSfiS ~l i 'a du CniUMtt;
. SI ... nu JCnu.
''QCXP<
PILULAS do 0r GROlfM
de tominen TTUKTA xVJtNOS ttboni xito temdeaoD^ ule
tvfflracLai rorttestare' d'esttu Pilnlas, qtMsu-.cr t
todo o tl*r*rnfoi rrci*-% para a -*?en*~*cdo A juj^rut
Pola* las propried&dM fnica* 0 *rpuraHe*j,
o zoBtrasro hvwmmav a Qtrrxsr a
o mAdioamoDtr. -\otivo coatm M
0m s lisfoirago Oft/oroar ientlM
Psra di aparate
C&mat o mpiorM/mnto to SansiM
Affoczoei eter-ofulotaM, et.
Dtfi*t Ssral: 0, raa C->B!lli-Saiat-flf?iaa.'e, rld
Ib ajnuwtaso: tiiak- H. a siLT 6 cn
AU BON MARCHE
MO- Casa tr'stide Boucicaut-PABII
Sedas, Fazendas novas.
Trajo, Confecco, Toilettes
novas para Senhoras e Crlancas,
Modas, Flores, Rendas, Fitas,
Xiuvas. Loques, Perfumara,
Xtencaria, Ronpa de Mesa, Tapetes,
Mobilias, Umbrellas,
Cnapeos-de-Sol, Barretaria. Calcados
para Sennoras e Criar as,
rticos de Vlagem. Artigo* de Pariz,
etc etc.
As lojas do BON MARCH, sao as
maiores, as mais bom dispostas as mais
confortaveis e as mais bem oreaasadas*
Encorreo tudo quanto a experiencia tem
podido produzir de til, commodo o con-
fortavef o sob esto titulo sao urna das
curiosidades de Pariz. Os encrandeci-
mentos recentemente inaugurados lovSo
a 10,000 metros quadrados (um boctare) a
superficie do ediVin.
O BON MARCH unioo no mundo.
O syutrmu de vender tudo 0111
ifi/i pratirn beneficio e intetrtt-
tnente de confianea absoluto no
Armatetm do B0N MARCH.
QuaUjuer mereadoria que nao
responder garanta dada sem
di/Jiculdade trocada ou roeinboi-
satta cotno o en teiuler o compra dor.
Estes principios slneera e leai-
tnente appllcados ralero-lhe. um
succejtso atnoje sem pre<-edentce
m?ue no tem experimentado nter-
rupedo.
OsAnnazensdoBON MARCH nao
teem nem suecursaes nem representares
fuer em Franca quer no estrangeiro.
DYurarra paha todas as uigdas
9999Q99m0099ff
EXPOSIQAO Jg^ UNIVd 1878
[daille d'Or.^P'Croixa.Cheialier
LES PLUS HUTCS RECOMPENSES
Nova Croa$o
lPRIMAVERAl
E.C0UDRAY
Alimenta<;o racional
dss mes, crianqas, amas t, convalescentes
Por su, da PHOSPHATIXA Falleros,
PARIZ, 6, Avenue Victoria, 6, PARIZ.
lassiurios aa PtmtmbtKO : FRAN- m. da SILVA fe G*.
S MBLH0R
PERFOMABJA ESPECIAL de LACTEINA
To aprtaaao do alto mundo.
Sabonete........ PRIMAVERA
Oleo............ PRIMAVERA
Agua de Toucador PRIMAVERA
Essencia........ PRI >IAVERA
P de Arroz...... PRIMAVERA
FABRICA E 0EP0SIT0 :
PARS 13.RudEnghien. 13 pars
leba-si i reda ea tulas as princijes Peruuurias
ioaeeeQtHpgii>

o A site gv-js vk%fi*t
extra/) ido a f'o
cj^aut
* fcnca, ptrto Nice (Pf&j>
rnib~wi an todas as naiu*
* -meva e amados to efxi t?
xztam o ro/aJtf>
chel & Loque
MHB|
[I Wi L\
I :': ir ai
',p!.hisi;n ,-. ,. :-,{
/vt-ftdi ir,.-*
rio" coi :: i. Kobra]
-~
I Boa i !r:! r.......I di* !yp in'"/3}/,i,ri
'. minu,
'; :, tO(ll (>; ': Ro.j
c c doi nte pa >> usa h
i (' lera
tf^dns i- :
de fal-
l, n
net
'V CHDRCHI1
i >n ntt ,
I i-rei,,i -s f- ik > em rfaues
' Ttai.
tWAfl :.;
fistcbirttcl
iva*
J
Engenio
COsiPira a vapor
Suprimeato para o vapor Jaguaribe
N. !)27:1TO
O Sr. Francisco Alvcs da Costa, commandante
do vapor Jaguaribe, pala segunda ves rogado a
vir i rs do Marque- de Olinda n. 50, dar cam-
priaieoto ao naasero iicima. Pede-se ao digno
gerente provipicis s a respeito.
n^enho Santa
o.i eata^ao de
Tri spsssH se o arrriidainen'" do
Hosa, ii fregnecia da Luz, perto
3. Lourem,-", na via terrea do Liin eiro, msim
Jomo de Jabuatao, uh va t'i-i rea de Caruar. O
terreno dA para safrejar-se annua'mente de doui
tres mil pV s be nssiicar. Alcm de muitas var-
zeas Um mat-i virgfin pra aorir-r dos, me a vapor, tendo urna machina nova, da
muita fores, e moondas novas e grandes : quem
prttradel-o dinja-se ao mesmo engenho ou ra
do Iapasador n. 73.
CUIDADO COV
AS FALSIFICACOeS,
P/.RA
O LENCO O TOUCAM8
E O BANUO,
M
ercearia
Taaspassa se urna casa de molhados em urna das
principaes ras desta cidade, muito afreguezadi,
llVre de impostos e de quaesquer dfbito?.
Quem pretender dirija se ra da Madre do
Deus b 22, das 9 horas da manha s 6 da tarde.
Un
Joaquim Sslguciral Se C., proprietarios da refi
nacao rmt Direita n. 22, tendo reformado coa-
pletam-'nte o seu estabclecimeute, scieunficam aa
publico i m i;cral e especilmeate ao coinmercia,
que teem sempre um completo sortimeuto da assu-
eares, tanto em can'vo como retinados, de 1', 2* e
3a sorte, e especial refinado com ovos, o melhor
que se ei.cmtra no mero-do, e podem de prompto
satistzer qualquer pedido que Ihes seja feiro, pois
para isso teem sempre um grande deposito. Ga-
raatem a boa execucao e limpesa dos seus pro-
ductos.
Homero lelephonlce
(
Leonor Porto
Ra do Imperador
andar
n. -2-i
1
rrimciro
II
C-iitiua a exeeutar os mais dilliceis
figurinon .rkcebidos de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima cm perfeicao de costara, em bre-
vidade, modicidade en procos e fine
gosto.
Piluias purgativas e depurativas
de Campanha
Estas i lulas, cuj- prepars;ao puramente ve-
getal, te< m sidj por mais de 20 annos pr iveitadas
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affecgoes da pelle e do figado, syptu'lis, bot-
bes, escrfulas, ehagaa inveteradas, cry.-ipelas e
gonori has.
Moslo ele osal-as
Como purgativas: tom--se de 3 a <> per dia, be-
bendo-se aps cada dso um pjuco d'agua aboca-
da, cha ou caldo.
Como regaladoras : trme-se nm pilula ao juntar.
Eetac piluias, de invenco dos pbani:.:.eutcoi
Almeida Andrade 4c Filbos, teem veridicUim dos
Srs. mdicos para sna mi-lhcr garantiu, t'-ruanda-
se mais rcc<:mmendavis, por serein um pegara
purgativo e de pouca dieta, pelo que p ie:n ser
usadas em viacem.
ACHAM-SE A' VENDA
Ka drogara de Faria ttobrinbo t& C.
41 RLA DO A1ARQUKZ DE OLISDA 41
Ama
Precisa se de urna
do Mrquez do Herv
tUILL
ama pira cosinhar : na ras>
I n. 20
E!LBaMSr *.'"
QUILL BU7TON-KOLE TWIST,
(Rctroz oe ScCa para Cascar.)
Juli^ndo ser de grande otilidade dos negociantes da
America do Sul, terem fios de seda c retroz prepara-
dos em material mais leve do que sejare carreteis de
pao, estamos promptos a fomecer para on>criac^o
(ios de seda, retroz de seda e seda de bordar, ce
todas as quahdades, pseparadas em laacedetraj de
papel ou de peanas como cima representado.
Temos todos os lamanhos de fio preto e mais de
quinhentos cores. *
Dir.ja-se ;i "Brminard & Armatrong Co.'"
6ai Market Street, 469 Broadwav,
PhikdelDhia, U. S. A. New-York, U. S. A.
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envia-se pelo correo pelo preco do coatome.
Dria-se a "Hnmphrey's Hom*Hpat*Jo
Madtol Co." 100 ruliom SU Nw-V rib
VENDAS
(hiciD tem
nur e praia : compra se uro, prata
jedra precii>H8. por maior preco que m otitis
ina.quer parte ; no 1 and ir n. 22 a ra larga do '
osario, autiga dos Qimrteis, das 10 horas s 2 da
arde, das Atis.
Avise
0 procurador Borges Tavora pode ser procura-
do em seu escriptorio n. 50, ra do Qoeimado,
oade esteve o directorio liberal.
Vende se o ent-enh f'umbeba, tit) na eo>
marca de G jnnna reguesla de N. fl d i O*,
moente e e rrcBtr con ;.tra para 1,500' 00t
pies de ssaaesr, eom irinia animaes de rod-i, oito
bois mansos e dona carros : quem o pret n ler di-
rija-se nes'a praca Man el Paulo de .A Ib' quer.
quo, 4 ra do Bario de S. Borja n. i, MI sea
pripnetario uo irrsino n^echo.
Carne e queijo do serillo
Vend-s- carne e qu-;ijo do sertao do Serid,
por prpeo baratissimo : ra ra do Bom Jess nu-
mero 38.
MWim olanilir
Vende o Vasconcellos a roa
corrara a ella I
da Aurora n. 81
miMO
riia8B~i


Otario de PftraambucoScxta-feira 28 de Maio de 1886
Bom negocio
Vende-se u^na pe-
quena taberna, pro-
pria para principiante
por ter pou eos fundo.
Na ra da Roda, n.
48, daroinformaces.
WHISKY
ROYAL BLKND .narca VlAlX)
Este ezcellente Whisky Eaceasa preferiv
o cognac oa agurdente de cauna, para fortifiei
o corpo.
Vendese a retalao nob tu iheres armasen*
Bolhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADOcajn,
me e emblema alo registrados para todo o Bra
BROWKS fe C, agentes
Importante liquidado
PA
Loja das estrellas
Ra Duque de Caxias n. 58
Merinos de todas as cores, duas largaras, a 800
IB. o covado.
Sedas, ricos desenhos, de 2* a 800 rs. o co-
rado.
Fustoes de fodos as cores' a 400Jrs. o covado.
Ditos de ricos descubes, para coberta, de 1*200
320 rs.
Leonesas (novidade) a 240 e 320 rs.
Jlephir de quadros, 120 e 160 rs.
Setineta lisa da todas as cores, 400 rs.
Dita estampada, 320 rs.
Estamnea imperiaes, 400 r.
Bramante de hubo com 11 palmos de largura a
1*800 o metro.
Dito de algodao trancado, 800 rs.
Meias inglesas paia bomem, 3* e 4* a dona.
Vestidos a Jersey para menina de 2 8 anuos,
a 6*, 8* e 10*.
Chapeos de sol de seda para hornees e senheras
a 2*, 2*500, 3*, 3*500, 4*, 5* e 6*.
Vestiarios de casemira para menino de 2 8
anuos, a 8*, IOS e 12*.
Maiapolao, pelle de ovo, 6 a peca.
Algodao marca T, 5* a peca.
Lencos com barra de cor, 1*200 a duzia.
Assim como um variado sortimento de porcclla
as douradas, crysta ?s, artiges de phantasia para
toilette e mnitos outr >s artigos que se Vcndem por
enes 50 V./O do que em outra qualquer parte.
GRANDE"
Lllllll
Exposii'o central roa larga do
Rosario n. 58
Datuia Lima & C-, nao podendo acabar om a
grande quantidade de mercadoria?, resoHeraai
anda nma vez convidar as Ezmas. familias e o
respeitavel publico em geral, que com certeza nin-
guem perder seu tempo, fazendo urna, visita
Eiposlco Central
Pecas de bordados a 200, 400, 500 e 600 rs.
Punhee e colarinhos bordados para senhora s
2J0OO.
. Ditcs ditos lisos, 1*500
" Ditos para homcm, 1*500.
t Um plastrn de 2*000 por 1*500.
_Invesivei grandes por 320 ra.
La coa para senhora por 1*500.
Macos de 13 para bardar, 2*800 e 3
Luvas de seda arre miadas a 2*500.
Ditas lisas, 2*200
Ditas de fio de fcacoaeia, 1*CC0.
Broches para eenh.ru (inodi'rnos) 1*500.
Um par de muiua para senhora (fio de seda
600 rs.
Dito idem liso, 400 e 500 rs.
Dito idem (fio de sed.) 1(200.
Duzias de balria* a 360 rs.
Carretela de 200 jardas a 80 rs.
Metros de rrqsjonas a 160 e 120 rs.
Um par de irouhas de lubyrintho, 1*500.
Macos de grair.p s a 20 ra.
Metras de plisas a 400 rs.
Lindos passariuh^s dr seda para chapeos de
senhwa, de 5(0 rs. a 1*000.
Um pente com inscripcSo para senhora, 1*.
Um leque de 16* per 9*.
Brinquedos para enancas, leques de pape], fi-
tas, buOb de nh", quadroB para retratos, I neos
tspartilhos, bicos, gal6-s, franjas com vidrlhoa,
eutr-s muitos oojectos de phantasia per precot
sem competencia: na ezposicao Central, rus
larga do Rosario n. 38.
Gtaifh' o Norte
Em vista dos grandes procreases da idea de que
se gloriam as nacoes civilisadas, o commercio
deve acompanhar esse progresse, visto que ell*
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
nacoes ; em /ista do que annunciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra estreita do RoBario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es -
colha dos qoaes, os annunci&ntea teem sempre
maior cuidado, para bem servir os aeus numerosos
fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Qucm nao experimenta, nao sabe.
Vensuun ver, pois :
Qneijos, flamengo e de Minas.
Fiambres ingleses.
Chocolate francez Menicr.
Dito do Maranbao.
Fructos seceos, como :
Paseas, smendoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Sements novas de hortabeas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermonth, etc.
Licores de todas as qiui'idrdee.
Champagne.
Orvej* de diversas mareas.
Bem assim :
Araruta fina em pachtes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte do Paran, en pe
Anda mais:
Ovas de peize.
Sardiahas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martina Capitao & C, ra estreita d
Rosario n. 1.
AS AGRICULTORES
Formicida capanema (verdadeiro) para eztinc-
cao completa da formiga saura. Vendem Martins
Capitao & C, ra estreita do Rosario n. 1.
Fazendas brancas
SO' AO NUMERO
lo rna da Iniperatrlz = lo
Loja dos barataros
Alheiro & C, rna da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estns (azendas
abaizo mencionadas, sem competencia de preces,
A SABER:
AlgodaoPecas de Igodaozinho com 20
jardas, pelo" barato preco de 3*800,
48, 4*500, 4*> 0, 5(, 5*500 e 6f50t
MadapoloPecas de madapolo com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at 12*000
Camisas de meia com hstras, pelo barato
prreo de 800
Di al Vane Creguell franoeza, faslmta uiuito encor-
pa la, ptopria para lences, toalhas e
cfli-oulas, vara 400 rs. e 600
Cerouiasda mesma. muito bein eitae,
a 1*200 e 1*500
Colletuhoi. <'a mesma 800
Brama nt- francs de algndio, milito ea-
corpaus com 10 palmus de largura,
Meo 1*2
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 20801
Atoaihado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1(800
Crt-tcuet! c chitas, claras e escuras, p.t-
drooa delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha d. mais delicn Jo do
mercado, rs. 200
Todas estas fazendaa baratisaimas, naconhecida
loj.i de Alheiro & C, equin do becco
doa rYrreiroa
Algodao entestado pa-
ra eiitocs
A OOo raj. e 1loo o m- i i o
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
ndao paru lences de um s panno, com 9 pal-
a de larguras 900 ra., e dito com 10 palmos a
t0 o metro, assim com dito trancado para
ma ibas de mi sa, com 9 palmos -ie largura a 1*200
o n otro, ltto na lja de Alheiro c C, esquina
do ecco des Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*209, 1*400, 1*600, 1*800 e 2* o covado
A heiro <& C, rna da Imperatriz n. 40, ven
dem gnito bons merinos pretos pelo preco acinu
dito. E' pcehincha : na loja da esquina do bec-
co di s Ferreiros.
lspartllhoj
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-ae
muito bona eapartilhos para sentaras, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brius, etc., isto na loja da esquina
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 31 o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
zas, de duas larguras, com o- padroes mais deli-
cados para costme, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e i>( o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fazer costumes de casemiras
303, sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande peeh ncha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 820 ra. o covado
Oa barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 321
ra. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOO ra. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-ae pecas de
bordado, doua metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 ra., ou em cartao com 50 pecas, aorti-
das, por 5(, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Fus loes de setineta a 500 rs e
covado
Alheiro & C. rna da Impcratri ven-
dem um bonito aortimento de fuatiea brancos pelo
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetaa lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
ovado n loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
para
UQIDAUO DE CHaPEOS PAEA
Vende se pelos segalntes pre
eos de IA60< at 204000, a
rna do Crespo n. tJ Madama
eqnellna.
Ra Uuqne de Caxias n. 5
FuatSea de cores para vestidoa a 240 e 320 rs.
0 covado.
i hitas claraa e escuras, 200 e 240 rs o dito.
Sargelina diagonal de todas as corea, 240 ra. o
dito.
Alpacas de seda idem idem, a 360 e 400 rs. o
dito.
Las cou bolinhas, novidade, 560 e 700 rs.
dito.
Setiuatas superiores, fa&enda de 600 rs., para
liquidar a 400 rs. o dito.
Damascos superiores, duas larguras, 1*800 o
dito.
Popelina branca de s^da, 480 rs. o dito.
Setiue macrjde todas as oocat, 600 rs., 1*000,
1(200 e J*400odito.
Vi'IIudilh.is de listrinhas, novidade, 1*600 o
dito.
Sedas japonesas, 4"0 rs. o dito.
Esguiao para casaquinhos de senhoras, a 4* e
4(500 a peca
Bnm pardo fino para vestido, 500 rs. o covado.
Faites ae oovos gostos, a 500 rs. o dito.
Camisas para s?nhoras, as mais lindas que tem
vindo, a 4*5(10 e 5*.
Saias riquissimas, para todos oa precos.
Cortinados bordidos, 6(500 e 9* o par.
Guaruicoes de crochet para cadeira e sof, a
8*000.
Camisas francezas superiores, a 30( e 36*.
Bramante de algodao, o melhor que tem vindo,
1 *500 o mitro.
Id-m de linho puro, 2* o dito.
Colchas de cores, francezas, 1*500 e 2* urna.
Lences de bramante muito grandes, 2* um.
Cobertas de ganga, idem idem, 3* urna.
Meias arrendadas para senhora, a 8* a duzia.
dem cruaa, idem, 8* e 12* a duzia.
dem inglezas para homem, 3*500, 4* e 5* a
duzia.
Ceroulas de bramante bordadas, 12*000 e 18*
a duzia.
Lencos de linho a3i duzia.
Casemiras de cores, inglezas, 1*400 e 1*600 o
covado, com duas larguras.
dem pretas diagonaes, 1*800, 2* e 5*400 e
covado.
Cortes de ditas decores, proprias para invern,
a 2*500 e 3*.
dem inglezas, superiores, a 4*500, 5* e 6*.
Cortes d- fusto pari colletes, lindos desenhos,
a 2*500 e 3*.
dem de gorgorito preto, a 2* para acabar.
Deposito de algodes, tanto nacionaes como es-
trangeiros, superiores madapoloes, brins, casemi-
ras de todas s qualidades, cheriotes e merinos
para luto.
Veodaj em groBSO, descont da praca.
Garneiro da Cunta & C.
59 Ba Duqne de CuxiaM SO
Engenho a venda
Vende-ae o engenho Murici, com safra on aem
ella, situado na freguezia da Escada, distante da
respectiva estacSo um quarto de legoa, podendo
dar seis caminhes por da, moente e correte,
tem duas casas grandes e duas pequeas para mo
rada, e outra para farinha com suas pertencaa : a
tratar na ra do Imperador n. 65, 2* andar.
Frnclas maduras
Vendc-se diariamente especiaes laranjas para
mesa, mangabas, apotas, e outras muitas : ao
largo de S. Pedro n. 4.
7*001
10*001
12*001
12*00)
>*50>
6*50"
8*00(
3*001
1*601
1*00
Roips mimm
*** *a Imperairli-Jt
Loja de Pereira da va
Neste estabeleeimento vende-se as ronpta aba>
zo mencionadas, que sao ba- ..
Palitots pretos de .' acolchoadoa, senuo tazenOas muito en-
corpadaa, e forrados
Ditos de casemira preta, de cordo muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul sendo inglesa ver-
dadera, e forrados
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
sendo faz. nda muito encorpada
Ditos de casemia de cores, sendo muito
bem fritas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitaa
Ditas de brim de Angola, de mnleakim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulas de gruguellas para homens,
sendo muito bem feitaa a 1*200 e
Colletinhoa de greguella muito bem feitos
Aasim como um bom sortimento de lencos d
linho e de algodao, meias cruas e collarinhee, etc
Isto na loja aa ra da Imperatriz n. 3i
Risea dos largos
a 900 r. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem st
riscadinhos preprioa para ronpas de meninos
veatidos, pelo barato preco de 200 ra. o covade
tendo qaasi largura de chita francesa, e ssi'
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas es curas a 240 rs., pechincha
loja e Pereira da Silva.
FiiMtocN. etloelaii e iu/iunai a SO
ra. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 82, vende-s
um grande sortimento de fustoes brancos a 501 i
ra. o covado, lzinhas lavradaa de furta-corea
fVzenda bonita para vestidas a 500 rs. o covado
e setinetaa lisas muito largas, tendo de todas ar
cores, a 500 rs. i covado, pechincha : na lojk
do Pereira da Silva.
MerlaAN pretosi a lt
Vende-se merinos pretjs de duas larguras par
vestidos c roupas para meninos a 1*200 e 1*66*
o covado, e suoerior setim preto para enfeites t
1*500, arsim como chitas pretas, tanto lisas com
de lavoores brancoa, de 240 at 320 ra.; na novt
laja de Pereira da Silva ra da Imperatriz nu-
mero 32.
11 ocla o* i ii h <> francs para le neo*-
a OOOras.. 1 e lOO
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-s.
superiores algodaozinhos francezes com 3, 9 e K
palmos de largura, proprios para lences de un
so panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 i
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, a-
sim como superior bramante de quatro largura.
para lences, a 1*500 o metro, barato ; na lojt
da Pereira da Silva.
para meninos
A *. 4SOO e 6*
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, t>
vende um variado sortimento de vestuarios pro
prios para meninos, sendo de palitosinho e calct-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*0GO, dito>
de moleequim a 4*500 e ditos de gorgorao pretc
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; na
loja do Pereira da Silva.
Ao 03
Plvora
Aproveilcm
!
Vende-se urna armacao superior para qualquer
negocio, menoo molhados. em bom rmazem nove
e em urna das melhores ruaa,tem agua e paga m-
dica aluguel : informa-se, por favor, na rna do
Bangel n. 49, taverna da esquina.
Vende Candido Tbiago da Costa Molla, em Beu
deposito ra Imperial n. 322, olaria, onde tam-
bem vende ti jo los e telhas. Telephone n. 221.
Massa de mandioca
Vende-se massa, especialmente preparada, para
bolos de Santa Antonio, 8. Joao e S. Pedro, a 506
rs. cada paeote de meio kilo : no largo de S. Pe-
dro n. 4.
Bonitos leques de gaze para senhora, ^**
8*e 10*.
Ditos de setineta, de 1*500 a 2*500.
Ditos de papel, de 300 rs. a 1*.
Ent eontinuaeSo
Cintos de couro a 1*500 o 2*.
Babadea bordados largos e estreitos, a-1*0 n
a peca.
Chapeos para baptisados, de 1*500 a 8*.
Ditos de palha para enancas ie S a 4 aUM, a
2*500.
O Pedro Antones- ft C. quem tem pasa Ha*-
daco.
Belleza, frescura, juvenlude
Pos branca des trace, para asaa-
clar a pellt-
Estes pie, de um fineza extrema, espeauUjaes-
te preparad' "> aformosear a pelle, sem alte-
ral-a.
A' venda, um :-*a do Pedro Antunes a G., aa
do Duqne de Canas n. 68.
Igualmente o bem conhecido leite de rosaswwa
extinguir aa espiabas e pannos, os mais assecif ro-
sos inimigos de urna assetinada face, restitBlBo-
lhe a belleza antiga.
Em ultima analyse ser bom nao e3necef o
crme rosado para es labios !! S a Nova JSbb*-
ranca.
til e agradan el
Fazer um delicado trabalho ele crochet cam
novelloa de la e aeda de diversas cores, se teem
o Pedro Antunes & C.
Linhae de diversas cores, dita, branca dlas*
para aaer trivolit, me Jaibero tran<;a besa conhe-
cida para o mesmo.
Um bonito desenho colorido tara mea bonita
almofada.
Ao 63Ra Duque de Caxias
O tempo proprio
Boas meias de la para homens e senhoras, lavas
de dita para quem soffre de rheumatismo.
Ao a kii tuque le caxlaa
Cabriolct
-
Vende-se um era perfeito estado e pea
rommodoj tratar na ra Duqu<) de Casias'
Hltar
Vende-se um bilhar francez em perfeio estado
com tres jogos de bolas e seis tacos : a !ra*ar m*
antigo largo do Pelourisao (corpo Santo) n. 1, es-
criptorio.
---------------------------------------------------------------------------------,..
Camisas nacionaes
a s.-.oo. aaooo e a*5oo
32=^ Loja ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste nov estabelec imento um gran-
de sortiapnto de camisaa brancas, tanto de aber-
turas e pjnhos de linbo como di; algodao, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*, sendo ia&enda
muito raelhor do que as que veem do esirangefro e
muito mais bem feitae, por 8erem cortada* por
um ben artista, espesialmente camiseiro, taaabem
ae manda fazer por encommendae, a vjatade dos
freguezes : na nova loja da ra da Imperatriz n.
3.', de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
%2 Ra da Impentriz = '*
DE
FERREIRA DA SILYA
Saste novo estabeleeimento eocantrar o ree-
oitavel publico um variado sortimento 4e faaea-
as de todas as qualidades, que se vendem,por
re<;oe baratissimos, assim como um bom tora-
meato de roupas para homens, e tambem ae man-
da tazer por enooatmendaa, p r ter una bom mea-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finoa>
casemiras e brins, etc
PPSrV
6'
LISTA GERAL
N B.O premio preacraver
um armo depois da oxtracgSo.
55:
DOS PREMIOS DA \) PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 593 EM BENEFICIO DA MATRIZ DE GAMELLEIRA, EXTRAHTDA EM 27 DE MAIO DE 1886.
s. prems.Ins. PREMS. MS. PREMS. NS. PREMS US. PREMS. NS. PREMS. tS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMfc NS. PREMS
5 4,) 263 4d 459 4* 680 4 911 45 1194 4$ 1487 15 1706 45 2003 45 2210 45 2409 1 2600 45 2813 45 3066 45 3325 45 3547 45 3780 164
1 16 68 75 4 :ooo 81 _ 47 95 89 45 11 6 13 10 45 6 14 67 27 54 81 45
17 a 79 __ 76 45 82 56 1201 95 19 12 15 11 - 8 17 - 70 30 5b 82
18 ^^ 88 _ 77 * 84 H 60 12 96 28 20 19 24 10 20 71 35 04 85
24 ^^ 94 _ 79 3* 85 _ 62 1 17 99 31 24 - 22 25 - 12 24 72 36 V4 89
25 SBS 96 _ 90 4* 89 63 45 20 1507 32 25 lo 30 1 15 25 80 43 3*5 78 91
35 I, 98 m^ 92 96 __ 68 23 _ 10 35 35 45 32 32 18 - 29 89 47 45 80 94
41 as 305 __ 98 710 ^-^ 69 85 24 27 45 37 33 33 21 32 92 55 81 98
42 paasja 7 ... 99 IMS 16 _ 70 45 29 _ 30 57 40 40 34 __ 23 34 85 99 59 91 . 3801
47 sjss. 19 __ 505 17 ^^ 73 45 31 68 46 42 38 35 41 45 3107 61 85 97 3 _
54 _ 26 MW 15 _ 20 _ 75 47 34 78 56 46 42 41 50 16 62 45 3600 5 ._-
58 8 28 _ 17 _ 28 _. 76 56 39 81 57 48 49 42 51 24 63 1 _ 7 mm
62 U 30 _ 23 _ 30 _ 77 65 44 89 . 73 5 59 52 44 52 27 92 9 8 ^mm
74 31 _ 28 43 _ 78 66 45 99 75 45 68 53 45 53 32 93 20 11 _
78 mm 32 m^m 32 oo 44 ^m 80 70 48 1809 76 70 165 56 49 60 41 94 33 24 __
79 ^ 33 _ 36 U 52 . 81 89 98 1001 3 14 15 16 33 39 43 49 60 69 71 84 73 51 19 80 77 45 60 53 67 50 98 41 27
83 _ 36 _ 41 ^mm 56 ^ 74 52 22 82 80 61 55 77 52 3403 43 31 8#
84 _ 37 44 H 58 m 85 45 95 56 30 83 82 67 85 56 79 59 17 49 37 45
86 40 47 4 61 __ 97 57 36 93 86 70 45 59 81 67 18 57 39
88 mm 41 mm 55 64 wm 1317 62 37 96 - 87 71 79 94 72 21 58 3*5 46 _,
95 wm 45 __ 57 __ 71 22 66 43 97 92 - 76 __ 82 2907 73 _ 27 66 45 52
103 _ 56 61 _ 73 24 67 45 - 2105 2300 78 85 17 - 75 _ 29 69 - 59
4 m 57 63 ^^^ 74 --- 29 68 49 - 8 1 mmm 84 _ 2705 21 78 33 70 61 t
12 44 58 67 78 31 72 52 loe5 18 6 mm 87 mm 7 26 87 34 76 63
25 69 76 79 --- 40 73 57 45 20 10 89 , 9 85 27 92 43 80 71
32 mmmm 70 82 ^^ 86 --- 58 74 85 72 22 11 85 92 mmmm 11 45 32 - 96 57 82 78 __
46 s 73 83 ^^ 91 --- 65 76 45 76 25 23 45 97 mm_mmt 12 t5 40 . 98 59 88 82 mmm
48 4 74 85 f) 94 76 83 81 27 l 24 * 2504 _ 16 45 41 - 3213 85 63 93 - 88 ..,
51 80 89 4|5 97 --- 77 89 85 30 45 27 ^~" 7 85 17 48 29 45 66 85 97 85: 92 M
55 85 91 99 81 _ 92 1900 31 29 ^* 12 44 19 53 30 67 45 98 ^ 93 _
63 90 99 _ 808 86 96 ^M 1 32 36 41 14 24 55 34 74 3.01 3904 ^^
- 8 mmmm, 91 600 e= 9 O """ 88 1401 97 _ 6 40 85 16 25 - 70 35 77 3 ~ 8 ^_
' 69 92 12 _ 19 90 7 1603 _ 10 41 25 28 74 38 84 ] ~ 14 a^m
82 95 13 _ 27 92 16 10 mm)t 13 43 48 U 29 31 76 40 87 4 "" 17 _
86 96 20 ^mm 30 93 _ 17 17 17 44 51 30 36 80 59 92 I "** 24 _
87 405 21 ^^ 32 97 _ 23 21 21 48 57 41 50 87 61 95 : 1 27 _
91 8 1^ 25 ^^^ 35 99 28 37 29 49 ^_ 58 - 42 52 95 64 165 3507 2.1 28 _
94 11 __ 35 ^. 49 1106 ^mr 37 1005 40 31 51 66 50 54 97 " 69 1005 8 2-j 84 30 m
'; 95 13 __ 39 _ 52 8jS 11 _ 42 45 44 35 56 mm 67 5i 63 3003 72 45 10 3J 35- 45 48 wm,
205 ' 16 jmm 40 mm 55 4 21 _ 43 46 <_. 36 r 58 _ 68 64 71 26 84 75 12 49
1 7 mm^ 19 _ 43 --- 56 ~" 25 49 l 53 _ 45 61 70 66 72 29 44 81 19 42 52 J
1 11 _ 25 _ 48 61 27 . 53 u 67 _ 46 62 71 67 - 76 3f 84 21 44 amasa 67 -
13 * 31 _ 53 *.& 67 49 aaa.1 56 68 pgjj 47 66 72 69 84 38 85 25 46 77
28 * 44 39 55 45 71 8i5 64 KmmK 58 _ 78 _ 51 67 75 1*5 70 90 41 88 85 26 53. 85 78
32 40 *fi 58 76 45 67 mmmm r 59 __ 80 _ 72 69 84 45 73 93 47 - 91 45 27 57 45 80
41 _ 43 u 64 79 76 SBBSS 70 ... 90 74 73 88 79 2800 m% Kj 84 98 33 60 """ 85 15
f 45 53 67 86 79 gsjaj 71 93 . 77 77 90 82 8 --- 51 45 3308 34 63 87 41
55 i 54 _ 68 87 82 asasa 73 _. 98 II 83 90 95 92 85 9 --- 53 - 12 35 70 88
56 H 55 m 70 . 92 87 ^.^ 75 _ 99 assa> 89 92 2401 93 45 11 --- 59 8*5 15 40 VI 92
I 59 58 79 906 t( 88 85 85 1704 --- 2001 l:ooo5 2204 2 94 V 12 --- 65 45 18 72 i - 4000
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v
8
Diario de PernambucoSexta-feira 28 de Maio de 1886

ASSEMBLEA GERAL
CMARA DO DKPITADOS
SESSO DE 17 DE MAIO DE 1886
PRESIDENCIA DQ SR. ANDRADE EIGUEIRA
O r. Comes de Castro julga-se
autorisado declarar ao Sr. Csndidode OH
veira que o governo n2o precisa que lhe
lembrem o seu dever. O nobre deputado
fiassou em revista todo o Imperio para co-
ber factos criminosos, quo quer lanzar
conta do governo. O orador nao cr que
se possa tomar o crime irapossivel. Mas,
ainda quando tudo quanto disse o nobre
deputado fosse verdade, qu responsabili-
dade cabe ao governo ? Esses factos pro-
ceden da nova organisajao dada ao paiz ?
O orador recorda o assassiuato de Apul-
chro de Castro, ao qual a polica foi convi-
dada paisa assistir e assi.-tio impvida, no
dominio liberal.
O inquerito a que se procedeu disse que
nao se conhecia os autores do attentado, e
depois a justija declarou que nSo houve
criminosos, coraquanto tivesse havido cri
me. Recorda o que se passou na igreja
de S. Jos, em Pernambuco, onde um ci-
dado foi assassinado; entretanto nao res
ponsabilisa o governo liberal por esses factos
e o nobre deputado nao devia responsabi-
lisar o conservador pelos que citou.
Cr quo ha muito que fazer; mas a re
forma das -4eis ser ineficaz, emquanto
n2o bou ver educajilo moral no paiz. Iq-
dica deteitos no projecto de reforma judi-
ciaria apresentado pelo partido liberal; mas
entende que pode servir de base para um
projecto novo, apressando assim a sua pas-
sagem.
Acrexta que os ministros estao gover-
nando, e que quando o governo entender
que de ve ser oso aneado nao lhe faltar a
resolujao re^asaria.
Justificase de haver indicado o nome
do Sr. Araujo Costa para presidente da
assem'ulea provincial do Marauhf.o. D isso
o governo nao tem nenhuma culpa, e se
tivesse querido int>rvii-, o orador teria se
opposto. Recorda que, quando miuistro,
o Sr. Jos de Alencar recommendou aos
presidenta^ de provincias que procurassem
obstar *-.ttfeajao de comarcas novas, isso
levanton censuras acres, allegndose que
era urna interferencia as aitribuijo'as dos
poderes provinciaes.
Entende o orador que a vergonha est
n.0 crime e ua no processo nem na pena;
o o Sr. Araujo Costa nao commetteu ue
nhum delicto, foi sujeito a um processo
clandestino, promovido pelos seus iuimigos.
Em Grajali os seus aiversirios sabiato
que o Sr. Araujo Costa era innocente, por
isso o orador pude ao nobro deputado que
nao o lamente por terdado sernelhante con-
selho.
Nao deve o Sr. Candido de Oliveira
admirarse do triuapbo do partido conser-
vador as ultima* leicoes, porquanto vie-
ram 57 deputado; 6, pai, patural qu vencessera quando o
govaHi'era cousa seria.
Quanto A1 j do sorteio militar, pode o
nobre deput ido licar certo que o governo
conservador costuma exacutar as leis.
A exonerajodo ajudantegeneral da ar-
mada, official dos mais distinctos, ser ca-
MiiowS6 explicada pelo nobre minitro de
marinba.
O orador diz que ignorante em
assumptos de marinba e guerra ; mas pen-
sa que se pode extinguir algumas repar-
tieres da marinha. Pergunta por que o
Sr. Candido de Oliveira, quando ministro,
nao pedio ao seu collega que supprimisse
alguns arsenaes do marinha.
O Sr. Alcoforado Jnior : Nao ha ra-
zio para supprimir.
O Sr. Gomes de Castro diz que nao ha
razao para conserval-os.
Porque nao acabou o Sr. Candido de
Oliveira cora a intendencia da guerra?
O Sr. Candido de Oliveira : Est no
meu rclatcno.
O Sr. Gomes de Castro entende que
era urna occasiao de dar o exemplo de eco-
nomas. Pede ao nobre ministro quo nao
deixe de maadar fornecer aos menores do
Maranhao roupa feita l, porque l tambem
ha viuvas que vivem de costuras e o Im-
perio nao acaba era Gabo-Frio.
Chama a attenjao do Sr. ministro para
a triste sorte dos pharoleiros, que pelo or-
denado de 60-j njonsaes vivera sequestra-
dos da sociedada e nSo teem nenhuraa ga-
ranta : parece conveniente regular a sor-
te destes funecionarios.
Conclue pedindo ao Sr. Candido de Oli-
veira que nao seja tao soffrego e que crea
que ha grando difiera nja entre governo
liberal e governo conservador.
Esta discussao fiea aliada pela hora.
FOLHETIH
ANGELA
POP
\mu aa 13:12?
(Continuas 5 o do n. 120)
XXXII
cerca de quarenta
forma de folha de
z breve e palavra
moga esteja em es-
palavras, pre
se elle. A justija
5088, E" preciso
o mais cedo pos-
Era homem baixo,
annos, com a cara
faca, de olhar duro,
ucea.
Por pouco que-
tado de arti:ular qua
ciso intcrrogal-a.. .
tem preciso de infor
que yeja com clareza,
si re, este negocio, singularmente embru
lhado e rnysteoso... Aqui nao temos
nada que fazer... Compriment o Sr.
chefe da estacao, pelaromptidao com que
informou a justija, #rogOnlhc o favor de
nos fazer conduzr, Cor nm dos seus era-
pregados casa da era. Dharville.
Nao seria raelhor, disse o chefe de
segujanja, que o f>r. chefe da estacao ti-
vesse mesmo a fondado de nos acompa-
nhar ?... Creio/que nos seria muito til,
no inquerito a qa/ vamos proceder.
Estou inteiamente s suas
replicn o chefe la estajo.
E' lido e vai a imprimir, para entrar na
ordem dos trabalhos, o parecer n. 105 da
!.* commissSo de inquerito, reconhecendo
deputado pelo 5.4 districto da Parabyba o
Dr. Francisco de Paula Primo.
O Sr. Presidente d a ordem do da a. 18 :
SESSAO EM 18 DE MAIO DE 1886
PRESIDENCIA DO SR. ANDBAsfi8||GCEIRA
E' lida e approvada a acta daWssao an-
tecedente.
Acbando-se na ante-sala o Sr. Lucena,
deputado eleito pelo 7. districto de Per
carabuco, introduzido com as formalida-
des do estylo, presta juramento e toma as-
sent.
O Sr. 1. secretario d conta do ex-
pediente.
o Sr. Escragnolle Taiinay re-
corda que se forraou n'esta corte o Centro
Catharinense, comporto de filbos da pro-
vincia de Santa Catharina, que se oceup*.
dos interesses e do desenvolvimento d'a-
quella provincia: applaudindo esse erape-
nho, v (omtudo na acta da ultima sess.lo
desse Centro urna censura ao rao io porque
tem sido tomadas providencias para debel-
lar a epidemia da febro amarella que se
desenvolveu na cidade do Desterro e em
outros pontos n'aquella provincia ; entretan
to, se o Centro Catharinense consultasse o
jornal efficial da provincia, acharia enume-
rados os actos da administrado a res pe :o
e as providencias qno tra sido solicitadas
pelo respeectivo presidente o Sr. Dr. Fran-
cisco Jos da Rocha.
Julga que a epidemia agellou desta vez
com raais intensidade a cidade do Desterro,
do que o fez em outras poca3; ora todo o
caso, nao pode deixar passar sera reparo
a censura, po~que um dos deveres dos
representantes das provincias darera ex-
plicajoes dos factos que n'ellas se pas9am,
de modo a satisfazer a op.nio publica.
Cr que basta este pretesto para que o
Centro Catharinense se convenga de que o
Ilustre presidente da provincia de Santa
Catharina, embora cora o espirito acabru-
nhado por molestia em pessoa do sua fa-
milia, deu todas as providencias a seu al-
cance e requisitou as que dependiam do
Governo geral, acbaodo no Sr. ministro do
imperio a prova do interesse e attoncSo que
S. Exc. presta aos negocios da sua pasta
O Sr. andido de Oliveira te-
ma a palavra para fazer urna declarajo e
urna reclamajao : nao costuma rever os
seus discurtos, nSo sendo responsavel por
qua?squer inexactido: rajam na sua publicajiio, como aconteceu
ao que hontera pronunciou: afianja, po-
rra, quj nao ouvio um aparto dado por
um representante da Babia ; se o tivesse
ouvido teria reclamado a observancia do
regiment, que lhe d direitos na tribuna
contra qualquer insulto quo lhe seja ati-
rado.
O Sr. Presidente declara que, em rcla-
$o revisao da publicaso dos trabalhos
da Cmara, assurapto de que a mes i se
oceupa presentemente; quanto phraso
preferida, pelo nobre deputado pela Babia,
a mesa nao a ouvio, alias teria chamado
ordem esse nobre deputado.
Recorda, porra, que a reclamoslo do
orador das que devem ser teitas por es-
cripto. reraettidas mesa, c nao podera ser
formuladas na tribuna.
O Sr. Feruandcs da Cimba Fi-
IllO (para uraa explicado pessoal) estra-
nha a censura do Sr. Candido do Oliveira
irrogada a u na phras3 proferida nos ter-
mos mais coraediios e sala as socieda-
des as mais distiactas e na3 nagoes mais
civilisads; talvez nao se queira ouvir tal
pliras*; n'uraa cmara onde nao se respei-
tara os in lividuos e ranoj a dignidade do
Governo e da propria Cmara ; no pre-
cisa de lices, poique sabe respeitar-se a
si proprio o depois Cmara; usou de
urna expresaSo enrgica ecn defesa de um
merabro do gabinete, que um ornamento
do partido conservador. (Apoiados.)
O Sr. Pr-isidente convida as eommissoes
de verificacao de poderes a adiantarem os
respectivos trabalhos, afim de se constituir
definitivamente a Cmara e a mesa poder
nomear as eommissoes da Cmara que ain-
da faltam, o que nSo faz porque ainda
existem 22 Srs. deputados para reconhe-
cer; pede igualmente nobre coramissao
do ornamento que adiante seus trabalhos,
porque a mesa no tem projectos para a
ordera do aia.
Noma em seguida o Sr. Lucena para a
lOmmisso de resposta falla do throno,
pela vaga que existe em razao de fallec-
ment do Sr. Correia de Araujo.
ORDEM DO DA
FOSCA DE TERRA
Entra em 3." discussao a proposta fi-
Entilo, venha comnosco, senhor, dis-
se o procurador da re-publica, de Joigny,
e, emquanto vamos, pelo caminho, pedirei,
ao Sr. juiz Lrraaior da culpa, de Paris,
que tenoa a bondade de me por ao facto do
inquerito comecado por ello e das particu
laridades notadas no primeiro interrogato-
rio.
Dirigiram-sa para casa da Sra. Dhar-
ville, situada, como sabemos, ura tanto lon-
ge da estacao.
Durante o trajecto, o-Sr. de Gevrey
contou rpida e claramente o que sabia dos
acontecimentos quo os nossos litores co-
nhecem muito melhcr do que elle.
O procurador da regublica, de Joigny,
ouvio o com niuita attencio.
D'entre as cousas que acabava de ouvir,
duas logo lhe charaarara mais particular-
mente a attcr.-;ao.
Antes de tudo, era a recusa de Angela
Bernier reconhecer seu pai, a priraeira vez
que se encontrou na presenca do cadver.
Em segundo lugar, era a perda da carta
escripta pelo ex-armador sua filha legiti
raa Cecilia, perda acontecida exactamente
no dia da visita feita bella hervanaria,
sua irm, que ella cao conhecia.
Estas cousas nao lhe fizfram impos
85o, como a mim, roeus senhores? pergun-
tou o magistrado de provincia aos seus
collegas de Pariz.
Fixarara a nossa attengao, como a
sua. Oecupar-nos-hemos disso por modo
inteiramente especial, quando voltarmos a
Pariz... Por agora temo" outra cnusa que
fazer. O objectiro de nossa viagem a
Saint-.Julien du l^kra saber da filha de
Angela Bernier se-HUa vio o rosto do as-
sassino... se ella o reconheceria... ese,
poderia dar-nos alguns signaes delle, pelos
quaes possamos por a polica na pista do
xando as for^a de trra para o exercicio de
18861887.
O Sr. Candido de Oliveira lem-
bra que o Sr. ministro da guerra, na pro-
posta que apresentou para o exercicio de
1887 1888, pedo Cmara autorisacSes
para reformas importantes na administra-
cSo da guerra, que nao se podera amoldar
aos precedentes da Cmara e menos eco-
noma que preciso effeetuar-se; a reor-
ganisagSo do exercito importa nao s gran-
de despeza, como demanda de acurado es-
tado no modo porque deve ser desempe-
nhado sernelhante servico.
Recorda o tempo em que o Sr. Andra-
de Figueira, quando foi apresentada uraa
emenda por parle da coramissao de marinha
e guerra estatuindo normas para a reorga-
nisacao do exercito, t. Exc. fallou contra e
propoz a separagilo dessa emenda do pro-
jecto de forgasde trra para formar projec-
to separado, achando-se este pendente de
discussao na Cmara; poda servir de base
s emendas que actual maioria enten-
desso fazer-Ihe ; entretanto o ministro da
guerra propSe urna autorisacjlo que derroga
aa regalas parlamentares e isto quando a
mesa annuncia que nilo ha trabalhos para
serera dados para ordem do dia.
O Sr. Presidente adverte o orador que
a 3.a discussao restricta ao assurapto de
quo se trata.
O Sr. Candido de Oliveira observa que
o 7. batalhao de infantaria nilo pode con-
tinuar no quartel era que se acha, que nilo
tera as condicoes hygienicas precisas e
de accesso difficilirao, que j tera causado
molestias as pracas e reclama mudanca
immediata.
Julga que o governo deve ter conhoci-
mento do rao estado era qu3 se acha a fa-
brica da plvora, que Relama providencias
urgentes,
lusiste na conveniencia da supprrairem-
se os arsenaes de guerra da Baha e de
Pernambuco ; agora que tan|p se falla em
economa; quando se apresenta o orcamen
to cora grande dficit, occasiao de se sup-
prrairem as repartieres julgadas dispensa-
veis; esta idea o orador apresentou era seu
relatorio quando merabro do gabinete 6 de
Junho e ten^ionava apresentar uraa emen-
da neste sentido ; o que nilo pode realisar;
roas hoje o ministerio se quizer, pode con-
seguir essa grande economa; a masraa
uppressSo se deve realisar reduzindo a
ura ou dous laboratorios pyrotechnicos da
marinha e Jo exercito.
Pergunta se nJlo occasi&o de fazer
passar o projecto do cdigo panal militar ;
e se o governo desoja raanter o numero de
pracas decretadas para o exercito.
Entende que a intendencia da guerra
tambera pode ser dispensada.
De3eja sabar so sa trati de um projecto
de ordeoanga para o sarvici do exercito
em campanba.
Mostra a inconveniencia de se conservar
no Amazonas o 2o batalhao de artilharia,
quo se tera tornado um elemento de desor-
dem e anarchia; o Sr. ministro da guerra
fazeado recolher quolle corpo os respecti-
vos offi'iiaes, nao fez mais do quo ejecu-
tar as ordens do3 seus antecessores ; julg*
conveniente a mudanga dcste corpo para o
Recife; tambera conveniente a mudanga do
15 corpo de infantera, que se auha ha
Iigos annos no Maranhao, onde j tara
comraettido mut)3 actos de indisciplina:
(Apoiados.)
Como tera a discussSo da proposta de
forjas para o exercicio de 1887 a 1888, li-
mt.i-se a estas consideracoes, afim de que
este projecto seja reraettido ao senado.
O Sr. Coelho de Rezende vai
apaas oceupar se da ne essidade do aug-
mento da forja publica na provincia do
Piauhy, que j teve ura corpo de 500 pra-
cas, mas que, pelas rezoes que apresenta,
est hoje reduzila essa forca a 23 pra-
cas.
Mostrando a exten3o dessa provincia e
as suas n^cessidades de ordem publica, pe-
de ao nobre ministro da guerra que na dis-
distribuicao das forjas ontemple o Piauhy
com 400 pracas.
Nilo sendo profissional, o orador pedio a
um distiocto official da sua proviacia que
que lhe fornecessa apontamentos que de-
monstra8sera a necessidade do augtneuto
do forja no Piauhy e passa a 1er o traba-
Iho que lhe env.ou aquelle official.
Alera do que a Camr.ra ouvio, afianja
.o orador que o corpo policial insufficien-
tissimo para as condijdes da sua provincia,
como demonstra.
Conclu, nilo mandando emenda no sen-
tido do que pede, confiando que o Sr. :ni
nitro da guerra ha de attender a tao ur
gente necesaidade.
O Sr. Canto nao pode deixar de
raiseravel, cara esperanja de que no nos
escape.
Serapre conversando, chegaram porta
da casa da Sra. Dharville.
- E' aqui, disse o chefe da estajeo.
Pararain. -<
chefe da seguraDja bateo.
Um criado veio abrir e ao mesmo tempo
que elle, Renato appareceu.
O barao Fernando de Rodyl, quando
chegou em frente da casa sentio se incom-
modado por um mal estar moral.
O corajilo palpitava-lhe, que pareca des-
pedayar-lhe o peito. Estava terrivelmente
paludo.
O Sr. de Gevrey notou logo aquelle es-
tado de absoluta desordem de espirito, ap
proximou-se do amigo e poz-lhe de leve a
raao sobie o brajo.
Fernando estremeceu e olhou.
Em nom<) do co, fiqm senhor de si! I
murraurou-lhe baixinho ao ouvido o juz
firmador da culpa. Parece que vai des-
raaiar!... O que diriam ?... O qua pen-
saran! ?
O Sr. de Rodyl respondeu com um sig-
nal de cabeja, que significara claramente:
- Vou reagir.
O chefe da estacao toraou a palavra.
- Senhores do tribunal de Pariz e do
de Joigny, o Sr. Dharville... disse elle a
Renato.
Queiram entrar, sanhores, respondeu
o mojo. Acharao reunidos minha mSi e os
hopedes de nossa casa.
Os magistrados entraram.
A Sra. Dharville recebeu-os no vestbu-
lo e levou-os para a sala.
Angela Bernier, a Sra. Fontana, Leao
Leroyer e o doutor esperavam em silen-
cio.
A'#sta do BarSo de Rodyl, a bella her-
vanaria nao ficou senhora de si para re-
acudir ao apello do Sr. Candido de Ove-
ro, respondendo a S. Exc. em nome da
commissSo de marinha do guerra, sendo
muito breve, porque reserva-se tratar do
assurapto largamente na discussao da pro-
posta para o exereivio de 1887-1888.
Acha que nSo ocaasiSo de tratar-se de
reorganisajo do exercito, porque trata-se
ainda de urna proposta que toi apresentada
pela situajSo liberal e que nilo cuidou des-
se assurapto; por isso o nobre deputado
nSo poda aecusar o ministro da guerra
actual ; domis o assurapto de muita im-
portancia e merece profundo cstudo, de
qua se oceupa a coramissao.
Quanto ao aatual quart4 do 7o batalhao
de infantaria, afianja qua o gov rno j
mandou fazer o oxjamento dos reparos que
necessita o qualtel do largo do Moura afim
da serera feitos e voltar para all o corpo,
nSo tsndo o governo actual a responsabi-
lidad* do mo quartel era qua elle actual-
mente se acha.
Em relajo ao deposito da plvora, es-
t certo do que o Sr. ministro da guerra
tomar as medidas convenanos.
Demonstra que a que3tilo dos arsenaes
da guerra da Babia e do Pernambuco nlo
nova, a situajSo liberal nada fez a res-
peito da sua suppressilo, todos os gover-
nos tem lutado com dtfnculdades nesse
affntido; julqa, porra, qua nao ha necessi-
dades desses arsenaes, desde que o gover-
no incumbi ao arsenal de guerra da cor-
te o forneciraanta para os corpas das pro-
vincias com desperdicio dos cofres pblicos.
Respondo a apartes qua se ha arsenal
quo deva ser conservado o do Para, pe-
los motivos que descreve: entretanto, a
conservar-se no estado em que se acha,
melhor supprimir aqielle arsenal.
O Sr. Presidente lerabra ao orador qu^
essa discussao propria do orjamento da
guerra.
O Sr. Canto nao faz mais de quo res-
ponder aos pontos em que o Sr. Candido
de Oliveira tocou.
Reb.;t< a opiniao do nobra deputado,
quando disse que as provincias do norte
nSo ha industrias, por isso que concorrera
para o exercito ora grande numero de vo-
luntarios, dzendo que o tacto deviJo a
haver nessas provincias mais patriotismo o
mais vocajo para a vida militar do que I
as provincias do sul, principalmente na
de Minas-Gcraes.
Atfirraa que a indisciplina do 2" corpo
do artilharia no Amazonas devida de-
si lia dos governos libsraes, quo dcxrfim
aquelle corpo era abandono, nao lhe man-
dando officiaes, chegando a wr coraman-
dado par um tenente o dous alferes, vend-
se o presidente da provincia obrigado a
nomear ura official superior da guarda na-
cional para coramandar aquella corpo, mas
o aetual Sr. ministro da guerra fez re
colher ao corpa os offi:iaes, mandou lhe
ura comraandanta que ha de fazer restabo-
lecer a disciplina ; nota, porra, qua a re
luctancia dos offioiacs era servirem no cor-
po devida a ser no Para a vida muito
cara e preciso augmentar a etapa dos
officiaes, mesmo porque j tem sido aug-
mentada'a das pracme.
Termina prometiendo em occasiao op.
portuna confrontar o procedimento do ac-
tual do ministerio, em relajlo aos serv.jos
militares, cora o dos ministerios da sita
jilo desalada.
Ninguein mais pedindo a palavra en-
cerrada a discussao, julgada fiada a ?>' dis-
cusssao, adaptada a proposta e remettida
csramissilo do relajo.
FOR9A NAVAL
Continua a 2' discussao da propastv fi-
xando a forja naval para o exercicio de
1886-1887.
O Sr. Belirao aproveita-se da lar-
gueza do debate para fazer algumas coa-
sid' rajoas sobre poltica geral e oceupar se
especialmente as eleijoes geraes da sua
provincia.
O modo par que o nobre deputado pal
M iranho contestau as graves accusau3es
levantadas pelo njbra deputado por Minas
contra a poltica dominante, deviam derao-
ver o orador do proposito de voltar ao as-
surapto, pois v que a irameasa maioria da
cmara nilo quer discutir os actos do gover-
no; por mais grave que seja a aecusajao
levantada pela pouco numerosa opposijo,
a immensa maioria responde com a retalia-
jo.
Por isso nao se oc'cupar com factos gra-
vissiraos oacorridos era todo o imperio por
occasilo das elejoas garaes ;limitar-se-ha
a ser o eco dos inditoses liberaes do sua
provincia, sera fazer menjS) da completa
derrubada que se oparou cora a substitu-
jilo de funecionarios era todos os ramos do
servjo publico.
prirair ura movimento do desprezo ranco-
roso.
Na sua qualidade da substituto do pro
curador da repblica, foi Fernando quara
toraou a palavra.
Pe'rdoar-nos ha, raoha senhora, in-
vadir lhe a casa... disse elle, dirigindo se
dona da casa. Sabe que o dever que
aqui nos traz... Foi comraettido ura duplo
crime.. O autor desse crima dcsconhe-
cido... estamos inteiramente s escuras:
esperamos, porra dissipar essas trovas, in-
terrogando a menina a quera tao generosa-
mente deu hospitalidade.. Somos impor-
tunos ; mas sa'o-BOs desculpa a obediencia
lei o o amor da justija.
Como os senhores, respeitamos a lei,
e como os senhores amarnos a justija, re-
plicoua Sra. Dharville. Sejam, poi3, bem-
vindos a esta casa e cumpram o aen de-
vor.
Fernando de Rodyl, depois de se haver
re8pi'it03araente inclinado diante da dona
da casa, perguntou :
O Sr. doutor est ahi T
Aqui estou, respondeu o medico, ap-
proximanlo-se.
Foi o senhor que prestou os primei-
ros cuidados menina fenda ?
Sim, senhor, e espero continuar a
prstalos at seu completo restabelea
ment.
A ferida recebida por essa menina
grave ?
To grave que, a principio, causou-
me serias inquietajSes.
Essa ferida provra, naturalmente, de
um golpe dado por .urna arma qualquer ?
NSo, senhor, mas de um choque vio
lento de encontr a um dos marcos kilo-
mtricos do camiuho de ferro.
Inierrogou a doente acerca do que',
lhe aconteceu?
Mauifesta-se contra a corapressSo exer-
cida pelo governo as eleijoes de Dezem-
bro, mez era que se ostentou na litoral de
Pernambuco ura aparato de forja naval
nunca visto all, distribuindo-sa cartucha-
a>e e destacando-sa forja para as diver-
sas secj5es dos collegios eleitoraas; e
no serto nomoando-se delegados e subde-
gados, com ordera franaa para permittirera
que os capangas perturbassera as eleijoes,
em prejuizo dos Iberae9,
Refere as violencias e arbitrariedades
contra os seus amigos pratiaadas por auto
ridades conservadora3 no seu districto, e
principalmente na comarca do Bora Jardim.
Entretanto deve diaer que relativamente
foi esta uina da3 eleijoes que mais placidas
correram era Pernambuco ; porque na do
2o districto toda3 as forjas se congregaram
para a derrota do candidato liberal.
Entende quo e3sa eleijo o resumo das
aspirajoas de todo o seu partido, e contra
ella ainda agora mais recrudescem os es-
forjos e manejos ompregadoa por seus ad-
versarios.
Lamenta quo at hoja nao tenha es ja
cleijilo merecido uraa palivra da honrada
1* coramiss.'o de varificajo da poderes ; e
at j ouvio dizer qua est exposta a ura
terceiro escrutinio, no qual so devem le-
vantar du vidas at hoje nao cogitadas nem
argidas. NSo coraprehende o erapenho
que ha em demorar o julgamento dessa
eleijo.
O Sr. Presipente adverte ao orador qua
d3o est em discucso a eleijao do 20 dis-
tricto do Pernambuco, sobre qual ainda
nem ha parecer. Portanto, essa discussao
agir nao tera cabimento.
O Sr. Ba.tro diz qua toraou a palavra
para oceupar-se cora as eleijoes geraes da
sua provincia, por isso que o governo es-
cusava-se a responder s aecusajoes de
que ora argido. Assira, julgando iouti
tratar do assumpto em discussao, o visto
que o Sr. presidente lho observa nSo po
der continuar a oceupar sa com a materia
sobre que descorra, sonta se.
O Sr. A y res funquelra dirige
palavras de acatamento e homanagera
cmara actual, por ver qua a nova situa-
jao, que ella symbolisa, poa todo o esforjo,
toda a de.iicajlo e todo o erapanhoera con-
correr para o engrandec ment da patria.
Nao lha foi dado ouvir o discurso do Sr.
Caudido da Oliveira, hontera pronunciado,
mas da sua publicajo, e do extracto que
delle leu hoja as diversas folhas, vio que
S. Exc cousideron acephala a pasta da
guerra, fez a sumraa de todas as aecusa-
jo.'s qua ao governo se hilo dirigido a pro-
1 psito de intervir as eleijo 's, e tratar dos
I negocios da marinha, a respeito de cuja
I raioistro commetteu agrava injustija Je
'dizer quo S. Ex:, representava apenas a
gloria de ura norae. Essa injustija se ha
de accentuar quando o nobre ministro da
marinha disser a ultima p.ilavra sobre o
debate.
Quanto acephalia da pasta da guerra,
a que sa referi o nobre deputado, aliudjn-
do iocorapatibilidade physica do respec-
tivo ministro, sera adduzir acto algura quo
I deraonstrasse tal iniorapatibilidade, liraita-
I sa a dizer : o paiz deciina da competencia
j medica do nobra deputado para julgar ca
I sos desta orlem.
Na) pode, parara, deixar do observar
qua o nobra ministro da guerra nilo faz
questilo do lugar quo oceupa ; o paiz deve-
llie respeito pelos seus servijoa, e o ora-
dar devc-lha reconheciraento eterno, mas
nao lh deve favores de um tutelado in-
consciente.
Julga que a opposijilo deve procurar ou-
tros motivos para guerrear o nobre minis-
tro da guerra, maxi ne quando S. Exc. nao
provou que os actos do nobre ministro sa
filiara o estada da sauda a que S. Exc.
alludio.
Queixou-sa o nobre deputado da que o
Sr. ministro Ja guerra durante o terapo da
sua ad ministra jilo tivesse removido 1G2
otfi:iaes; entretanto o nobre deputado
quando ministro reraoveu em 20 mezes 350
officiaes.
Accusou tambera o dobre deputado ao
ministro por nao ter propasto a extinejao
dos arsenaes de Pernambuco ; mas parece
injusto o estar-se exprobando uraa sitnajao
por nilo fazor 8 mezes aqnillo que putra
nilo p le fazer em 8 annos.
A phrase da audaz invasor, profe-
rida pelo nobre ministro da guerra em re-
lajo ao general arredondo, j foi explica-
da satisfactoriamente pelo Sr. Bar.ao de Co-
tegipe no senado. Por isso o orador se
abstm Je discutir este panto.
O nobre deputado dissa quonto lhe ap
prouve dizer era relajlo s candidaturas, a
que charaou do senado. Mas oorafor, bem
ao contrario do que pensa o nobre deputa-
do, entende que o facto de qualquer indi-
viduo trazar um noraa que o nobilite nao
um ferrete de ignominia que deva tolher
as suas aspirajoas e apagar os seus mere-
ciraentos.
Referise o nobre deputado a varios ar-
tigos publicados na imprensa da Baha, os
quaes propunham se demonstrar estathese:
que a eleijao do sobrinho do ministro da
guerra a barbarsar o sertSo.
O orador fazendo o histrico da sua car-
reira po itica, desde que a inicou, diz que
nao deve a estra dessa carreira genero-
silade e proteo jilo do nobre ministro da
guerra, mas generosidade do directorio
conservador e de todos os seus amigos da
Bahia.
Os insignificantes triumphos que alcan-
jou na assombla provincial da Bahia, eram
encarecidos pp* seus adversarios, que en-
tretanto mais tarde vieram negarlh'os.
Os seus contrarios moveram a maiscrua
guerra candidatura do orador; mas este
affirraa qua so venceu nao foi porque o
governo interviesse de qualquei modo na
eleijilo ; foi eleito pela forja real do parti-
do conservador no seu districto.
^Trata detidamenta da sua eleijilo, e es-
pecialmente do que occorreu na comarca
do Lonjees, a respeito da qual se disse
que muito sangue liberal se derramou, o
quo inexacto, porquanto no dia da elei-
jlo no houve all assassinato algura, e
sim no dia seguinte, o desse mesmo foi
victima um conservador.
Espera que o nobre deputado por Mi-
nas, compenetrndose melhor do seu pa-
pel de opposicionista, nao faja urna guerra
de guerrilhas em torno das ideas ; e para
Synthetisar tudo quanto lhe curapria dizer
era relajo a S. Exc. bastar-lho ha lem-
brar o dito eJoquento do nobra deputado
pelo Maranhao : O paiz tem muito que
fazer.
O Sr. I.,Cilios vai fazer algumas ob-
servajSes nao s relativas proposta de
fixajao de torjas de t"rra_, mas sobre ou-
tras questoes j discutidas na cmara.
Nao tem dircito de queixar-se das de-
missoes de SCU3 amigos de empregos p-
blicos, mas tem o direito de exigir que
para as vagas sejam nomcados horaens de
inoralidade conhecida, o que nao se tm
feito.
Passa era revista os criraes coramettido3
era varias localidades durante o pleito elei-
toral.
Tratando de assumptos da marinha, diz
aue nao v motivo para se mauter es arse-
naes da Bahia e do Pernambuco, que s
servera para onerar o orjamento.
Pensa que o Sr. ministro da marinha-
procedera bara se mactivesso apenas as
corapanhias do menores que fossera indis-
pensaveis para a aprendizagera do mari-
nheiro da marinha da guerra/
Pergunta se nao ser dispensavel a in-
tendencia do marinha, que repartijo
auxiliar. Tambem parece lhe dispensavel
o conselho supremo naval, que custa.....
22:000:5, que podiara ser poupados se c-
Sr. ministro da marinha pratendesse fazer
economias.
V pelo relatorio que o Sr. ministro jul-
guu conveniente dissolver a esquadra da
evolujoes e fazer duas divisoes, o que nao
achou acertado, e cr que a economa as-
sira pro iuzia nao compensa o sacrificio
que so fez de outras vantagen3.
Observou que n3S ultimas experiencias
com a artilharia dosencourajados os grandes
canhoes nao funecionaram satisfactoriamen-
te, o deseja saber o quo o Sr. ministro da
marinha pretende fazer, para qua desappa-
rejam os graves inconvenientes apontados
em pareceres da officiaes de marinha.
Pergunta quo providencias tomou S.
Exc. quanto aos reparos importantes de
qua care em o encourajados Riachuelo e
Aquidaban.
Nao contina a analysar o relatorio do
Sr. ministro da marinha por estar a hora
muito adiantada.
O tr. Alcoforado Jnior contesta as as-
serjoes do Sr. Beltrao, quanto interven-
jao do governo no pleito eleitoral na pro-
vincia de Pernambuco. O seu fim princi-
pal, tomando a palavra, foi lavrar ura pro-
testo contra o arsenal de marinha do Per-
namuuco, do que alias suppoe que o Sr.
ministro do marinha nilo cogita.
Esta discussao fica adiada pela hora.
SSo lidos c vilo a imprimir os pareceres
ns. 106, 107, 103 e 100 das eommissoes
de inquerito, reconhecendo deputados pelo
1 districto da Sergipa, o Sr. Freir ; pelo
'.Io da Bahia, o Sr. Araujo Ges ; pelo 1'
de Minas, o Sr. Barros Cobra fo pelo '
do Cear, o Sr. Ratisbona.
Por modo nenhura.
- Por quo ?
A pobre menina no estava, a princi-
pio, era estado de mo responder, e quando
lho volt,.rara u'ii pouco as forjas, tive medo
de lhe fatigar o cerebro.
- V algura perigo era qua a interro-
guemos agora.
Nao, so as porguntas dirigidas forera
era pequeo numero e de natureza que nSo
deterraiaem nella uraa coramojio vio-
lenta.
Sabemos perfeitamento o que deve-
mos fazer, senhor, disse cora sequidao o
procurador da repblica, de Joigny.
E eu, senhor, replicou o doutor com
energa, sei o que mo impoa o dever pro-
fissional. .. A menina ferida est-rae en-
tregue... respondo pela sua vida... sei
que est fraca e nilo posso, seaa protestar,
deixar comproraetter a cura com uraa im-
prudencia.
Fernando de Rodyl nterveio.
Essa imprudencia, senhor, esteja cer
to quo nao coramettereraos. Tomamos em
devida conta as suas observajias... Ser-
vir nos-hilo de regra.
O medico disse:
Agradejo, senhor, e tenho um favor
a pedir-lhe.
-Qual?
Dado o estado de fraqueza da ferida,
oppoe-se a le que eu flssista ao interroga-
torio que lha v5o fazer ?
De modo neohum.
Eatao autoriaa-me a acompanhal os ?
Autoriso.
Vou os conduzir.
D'aqai a um pouco, disse o Sr.de
Gevrey. Tenho primeiro que fazer algu-
mas perguntas ? senhoras que aqui estao
presentes.
Accrescentou, dirigindo-se professora
de Laroche :
E' sem duvida a Sra. Fontana?
Sim, senhor, respondeu a excellente
rnulher, e apresen?o-lhe meu sobrinho Leao
Leroyer.
Queira dizer-nos, Sr. Laroyer, como
que Li,bera como o seu amigo, era soc-
corro da menina Emma Rosa ?
Lelo contou rpidamente por que modo
so tinharn passado as cousas e invocou o
testeraunho de Renato, que confirraou em
todos os pontos as narrajoes do amigo.
O Sr. da Gevrey perguntou :
Nem um, nem outro vio abrir-se a
porta do vagao ?
Nilo senho/, respondeu Renoto Dhar-
ville... Como que poderiaraos velo? Era
noite, o trem caminhava ora grande velo-
cidade... O vento soprava com violencia,
e a nevo cahia em ffcos continuos.
O juiz formador da culpa voltou-se para
a Sra. Fontana.
E' agora senhora que me dirijo,
disso elle.
Estou prompta a responder-lhe.
Acorapanhou a menina Emma-Rosa
estacao, onde devia tomar o trem que se
dirigia a Parip, passando por Larache 3
cinco horas e alguns minutos da manha?
(Continuar-1e-ha)
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Typ. do Diario, ra Duque de Casias n. 42.
S.
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