Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19547


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Full Text
ilIo'LII-lOlifl'US.
*r
=P



i
PARA A ClPiiU. K LlAB*;.t DE NAO SB PAGA'PORTE
Por tres meaos adiantado* ... ... "V^ 6($00
Por seis ditos dem. .... 120000
Bar ii rn auno dem. ....... A*l 24f500O
Cada numero avulso, do ni.-n dia. iJlOO
-FIA 21 DI MAIQ BE 1
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por Beis.mezes. adiantadofl......... ....
Por nove ditos idem................
Por um anno dem. ..... .....
Cada numero vulso, de das anteriores. ....

13500
20000
27OOO
l~0
Prptteirafce e JUanuel Jigurira "be Jarta & M\)o$>
TELEGRAMMAS

-
sesvico rABTicvLAn sd hamo
RIO DE JANEIRO, 20 de Maio, as 3
horas e 50 minutos da tarde. (Rcebido as
4 horas fe 50 minutos, pelo cabo subma-
rino).
>'n Cmara don Bepolado* foram
boje reconhecidoM <> podere* do
firm. : Leaadro Raiiabona. pelo 6.
dinlricto doCrari Unir. Freir, pelo
I." Hatrido de Mergipe i tnnocencio
<-!>.. pelo lUIrlcto da Babia I e
Barro* Cobra, pelo 1*. dintrlcto de
Minn*. &erae*.
Fol apreoentado o parecer Robre a
detrito do 10. diftlrlcto de Minas U <
raes, aiuiii! lando o diploma do D r.
Jnii \oKoeira Penldo e mandando
proceder nova elelcao.
Em neguida a Cmara approion
ni diwcuNMo o projecto de for-
oas de mar.
Honfem. na referida Cmara,
fol aprenentado o parecer da 1.a
eommiNtto de Inqnerllo obre a
deleito do 3. diMtricio do i'iauiv.
Eaae parecer ronclue pela annul-
larao do diploma do connelheiro
Fraiii.iin A. de MenezeN Doria e re -
conhecimento don poderes do Dr.
Javnn- Roma.
Tambem fol bontem aprenenta-
do na Cmara o projecto de repo-
ta a Fai:,i do Tbroao.
Seguio hoje no paquete nacio-
nal, para Pernambnco. o O1*. Jow
Soriano de- onza.
SSaTZgO S A&SHCU 2473
(Especial para o Diario)
VENEZA, 10 de, Maio.
O. Carlos sal o de Vene/, rom den-
tino denconbecido.
PALERMO, 10 de Maio.
O monte Etna enta em empeo.
sendo enta acompanhLda de tremo-
re* de trra nao rircumvininbancan
da vnlcao.
A lava meara a aldeia de Xicol-
noni.
PARS, 20 de Maio.
E*ronnideradaromo prxima a ex
pulsan don Principen.
E* provavel que tren pretendentes
sejnm expulnon em breve da terri-
torio fraiirez.
LISB' A, 20 de M .io.
Cneaoa l,i>..oa a Princeza D.
Amilia d*Orle- acortipanhada por
neu > pnin.
Enlao .i iskiilndon no palacio da
Uceen si Jii-m como m demain
Pri'tri ;<* O isiininlro pl-n potenciarlo do
ranal junto :t ciine le Portugal.
SMI en arres 'do le eprenentar
*. MU. o Imperador e a lmpera-
triz do .ranSI na ccal do cana-
nenio do Prinripe Duque de Bra-
eanca.
de singular, comea d'ellas c inmediatamente im-
pedido por um impeto irresistivel se precipitou as
ondas, d'onde nao tornou man a aahir por que
Neptuao o transformou em peixe e o elevou depois
cathegoria de divindade martima. Represen-
ta vam-nos geralinentc com figura humana, de bar-
ba** brancas a escorrer em agua, cabellos compri
aos e tambem encharcados a flactuarem lhe debru-
cados por sobre os hombros, bracos em f >rra* de
barbatanas, e p.-it coberto de limos e algas ma-
rinhafl.
Glauco apaixonou-se por Scylla, urna formnsa
nympha, de quem Circe teve ciuraes, e por isso
esta vingou se da sua rival empeconhando-lhe a
agua da fonte onde Scylla costumava banhar-se.
O effeito da vinganca foi rpido e medonho :
Scylla, apenas entrou n'agua, vio se repentina-
mente convertida n'um monstro tao hediondo, que
horrorisada de si propria nao cncontrou outro ex-
pediente senao precipitar s no mar, onde fcou
transformada no temivel caehopo, que ainda hoje
conserva o seu nome.
Defrone de Scylla existe outro cachopo con
hecido pelo nome de Charybdes. Collocadoi no
estreito de Messina, um da bandada Italiae outro
da banda da Sicilia, estes dous esclitos treme-
bundos, que todo o nauta deve cuidadosamente
evitar, apenas deixam entre si urna apertadissima
passagem. Singrar entre rmb)8 sem tocar u'um
nem n'outro constitua para ot povos antigos urna
das mais embaraciosaa situaeoes nuticas. Estar
entre Scylla e Charybdes ficou tendo urna locuco
proverbial adoptada para accentuar a situacao cri-
tica de quem se cncontra entre dous riscos igual-
mente difficeis de evitar.
A mythologia, que phantasira urna lenda para
o rochedo de Scylla, devaneou nutra tambem para
o de Charybdes (segundo os mythologos) havia
sido urna mnlher que por ter furtado vaccas a Her-
cules, foi para castigo transformada por Jpiter
em um penhasco.
(Continua.)
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 18 DE MAIO DE 1886
Antonio Lucio de Albuquerque e Gene-
rosa Alvcs.A' Ia seccSo para os devidos
firjs.
Antonio de Oliveira Maii.Informo a
2a seccao.
Antonio Rodrigues dos Saatos, Manoel
Tarares de Mello e Fonceea & C. Infor
rao a 1" secao.
- 19
Antonio Jos do Nascimento, Manoel
Correia do Araujo, Carlos Martina Correia
de Araujo, Julio & Irmo, Francisco Fer-
reira Baltar o Jos Ricardo da Costa. -
Informe a Ia secglo.
D. Francelina da Silva AlmeiJa. Cer-
tifique-se.
Alvaro Teixeira Machado e Joaquim
Antonio dos Santos. A' 1* secso para
proceder de accordo com a lei.
Pacifico Joaquim das Virgens e Corio-
lano do Abreu. Informe a i' seccao.
3Iaia & Rezende.Sira, de accordo cora
a informac3o.
MRTE FFIC1AL
Atl< le
Ha x. Pemambuc?,
20 ?>" M io
1
1H86.
INSTRDCCiO POPULAR
MYTHOLOGIA
(Extrakido)
O BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
Meplano e an divindaden mari-
timaa
(Contmuaco)
Para terminarmoso ^rup) das divindades raari-
inas r^sta no3 tallar de Proteu e de Glauco.
Proteu, filho da Ocano e de Tethya, era o en-
b earregado de apanceutar as phocas e outros mons-
rs mirinhos que constituiam os rebauhos de Sep-
tono. A sua habitaal residencia era as grutas
rio mar de Carp-itbia, onde iam fr-'qurntem"nte
consjltal o como orculo, porque tinha o dora de
le- no futuro ; mas ctaprazm-se em esquivar-se
a quem o consultava, e para intimidar < u Iludir
os curioso* metamorphoseava se saccr.-aivamente
em drsao, em tigre, em lei", ra porco montea,
em agua torrencial, em labareda impetuosa, em
arvore, em prdra, am cannavial, ere, etc. Era
preciso que o consultante se nao deixasse intimi-
dar por estas successivas metamorphoses, e con-
tinuasse sempre a insistir com a exigencia das
snas perguntas, para afinal Proteu se resolver a
dar a resposta que lhe pediain. Presta vara-lhe
os pagaos grande culto, e os mythologos represen-
tan-n'o sob fc figura de um velho sentado n'uma
rocha com as phocas e outros monstros marinhos
reelinados a as ps.
Glauco era pelos gregos reverenciado cerno a di-
vindade symbclica da pesca. Filho de Neptuno
(segundo alguns), havia comecado por exercer na
Beocia o miatr de pescador. Um dia, estando,
na praia, vio elle que tando collocado sobre certas
hervas uns piies que havia acabado de pescar,*
estes entraram de'prompto a reanimar-se e a exer-
cer movimentos at que saltaram vivos outra ve
para a agua. Calculando por aqnelks effeito ex-
traordinarios que as hervas tenam alguma virtn-
Coverno da Provincia
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 19 DE
MAIO DE 1886.
Bacharel Agostinho de Carvalho Dias Lima.
Justifico a falta. Dopois de notado na sessao do
archivo da secretaria do governo, rerretta se este
requerimento ao Sr. inspector da Tbesouraria de
Fazenda, para os fi ts convenientes.
Browns & C. Nada ha que deferir vista das
intormaces do Thesouro Provincial.
Candida Olimpia de Medeiros Araujo.Informe
o Sr. director da Colonia Isabel.
Franeisco Antonio da Natividade Saldanha
Nao tem luqar em vista das informacoes.
Coronel Francisco Camello Pessoa de Laeerda.
Remettido ao Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
zenda para attenderao supplicante de accordo com
a informicao de 14 deste mez, n. 321.
Gerente da estrada de ferro do Reena a Caan-
g.Informe o Sr. engenheiro fiscal.
Jos Soares do Amaral.'nforine oSr. inspec-
tor da Tbesouraria de Fazenda.
Major Francisco de Paula Cavalcinte de Albu-
querque.Informe o Sr. inspector do Thesouro
provincial.
Joo Jos Bezerra Cavatcante.Informe o Sr.
commandante superior da Guarda Nacional da co-
marca do Becife.
Tenente Jos Ignacio Ribeiro Romi.Passe
portara na forma da lei.
Marcionillo Machado da Cunha Pedrosa.Re
mettido ao Sr. regedor interino do Gymnasio Per-
nambucauo, para attenderao supplicante, nos ter-
mos de sua informacao d hootem datada.
Vicente Ferreira Raposo.Remettido ao Sr.
inspector da Thescuraria de Fazenda, para aten-
der ao peticionario, de accordo com sua informacao
de 14 do corri-nte. n. 319.
Secretaria .la Presidencia de Pernam'ou-
0, em 20 de Maio de 1886.
O porteiro,
J. L Viegas.
Reparficio da Polica
Secca.) 2.' N tl3. S-<-retana da Po-
lica de Pernaiubuco, 20 de Maio de 18S6.
Illm. e Ex ii. Sr. Participo a V Exc.
que fnram h int^m recolhid >s na Casa de
Uetenyo os s^guintes individuos :
A' minh-i orJem, Jos Joaquim de .*sant'Anna,
vindo de S. L-hip-uco da Matta como criminoso de
roobo.
A ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Amilia Fernaades CAvalcante de Albuquerque,
por off- nss moral publica; Luiza, escrava de
Franciseo Jos dos Passoa Guimaraes, requer
ment de seu senhar; Manuel Joaquim da Silva e
Mara Alcxandrina da Conceico, por disturbio.
A* ordem do do 1" districto de S. Jos, Ljz
Coelho, por disturbios.
Pelo subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio, foram n-mettidos ao Dr. juiz de direito do
2" districto os inquritoi policiaes a que procedeu
contra Aniceto de tal e Joo Francisco de Al-
rn .l i. o primeiro por ter, com' cochei.o da casa
de Deodato Francisco da Silva, atropellado e
ferido levemente na perni. direita ao menor Theo-
baldo Alvos da Silva, e o segundo p >r haver se
apresentado voluntariamente como aut >r de um
ferimento praticado em Jorge de tal, junto ao
mictorio existente ao lado aa ponte Santa Isab-'l,
facto de que j tratei na parte de 17 o corrente.
C -minunicj'U me o cidadiio Jos Luiz Fer-
nandes, que no dia 8 do corr-nte assumira o exer
cicio do cargo de subdelegado do distnc o pirito Santo.
Deus guardo a V. Excl'ra. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chrtp do poli :ia, lioti'i Domingos
Pinto.
EXTERIOR
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 10 DE MAIO DE i 886
Francisco ('. -rdeiro FalcSo Brasil e eontas do
c- minando do c roo de polica.H ij i vista o Sr
Or. procur.td-r fi-cal.
Oficio lo r. procurador di>3 fetos e R. Drusi
na & C Informe,o Sr. Dr. administrador do Coo<-
uilitrlu.
J..S Pereira da Cunha.Sat'sfaca a exigencia
da c nt-idoria
Jacimho Pacheco Montes e Joio Vicenta de
TorreB Bnndeca.Informe o contencioso.
. Manoel de Medeiros Martins e Mara Isab.l de
AlbuquerqueEntre-le-se p- la porta.
Padre Manoel F.rreira de Souza.Indcfendo e
volte esta a commissao para a rectlficaco de ac-
cordo com a informacao da secco, sendo su lis ti
tuido na responsabilidade Jub Ferr -ira da C sta,
proprietario da casa n. 118 rila di Ponte Velha,
para ser o responsavel pelo pisseio, cujo custo se
obri.
Emilio Ptreira de Abreu.-'"ertfique-se.
Antonio Francisco de Albuquerque.Escriptu-
re-s a divida.
O Scio do commandante do corpo de polica,
Antonio JosCoimbra Guimaraes e Antonia Ma-
ra de Figueiredo.lnforraf o Sr. contador.
C-mtas do Ihesounlro das Obras Publicas, Joa-
quim Candido Pereira de Lyrs, Manoel Goncalves
Agr e padre Francisco Verissimo Bandeira.
Hsj i viat* o Sr. Or. procurador fiscal.
Repnblica Argentina
Correspondencia para o Jornal do Com-
mercio, da corte
Buenos-Ayres, 9 d Abril
ScmmabioA revoluca oriental Noticias contra-
ditorias.A mvaaao. Derrota dj3re-
voltados. Arredondo fugitivo. Castro
Srisioneiro. Quebracho. Martyrios.
Dr. Gil.Honras a Santos e Tajes.
m incidente grave.De.monstraco de
800 italianos.Buenos-Ayres.A candi-
datura Manoel Oeampo. Os partidos
colligados.O rochistas. Prociamacao
official no theatro nacional. Discursos.
O ministro Ortiz.O general Victorici.
0 ministro Pellegrini. O presidente
Rocha.Correccao histrica a um diplo-
mata.
Peco desculpa da demora qu-i puz em mandar a
iiiinha costum 'da correspondencia ; mas a razao
disso que quera poder dar noticias exactas e
positivas dos factos acontecidos <-m Montevideo.
Eram tantas as versoes e tio contraeditori^s, tilo
grande a confusilo, que prefer esperar a mandar
noticias inexactas.
Parecer exquisito o que digo, e difficilminte se
poder i acreditar que em B enos-Ayres nio hou-
vesse absolutamnite nenhuma noticia de um paz
tiio vi tinho ; e, entretanto, a pura verdade. O
proprio governo e o ministro dos negocios estrau-
geiros nao sabiam senao o que b-ra queriam dar
os jomaos oficiosos orientaes ; mas, como a fontu
era suspeita, ninguem acreditava no que elles pu-
blicavam.
No dia 28 de Marco, o general Arredondo e
Castro invadiam o territorio oriental e apodera-
vam-se dos vagues da estrada de ferro da Cjnjor-
dia e dos vapores da Plat-"nse. A noticia pr-'du
zio grande enthusiasno por toda parte, porque for-
zoso confessar que 03 revoltados orientaes goza-
vam da sympathia de todos. Comecaram entao a
chover os noticias contradictorias. Primeiro, an-
nuncaram urna grando victoria alcancada por
Castro sobre o general Tajes ; depoia, essa victo -
ra, longe dse coufimar, transformou-se em com
pleta derrota des invasores, na qual nao se acre-
ditou ; finalm ele, chegou o buletim official de
Santos, que confirmava a noticia da derrota, sen-
do o numero de prisioneros e mortos de 800, fu-
gindo Arredondo e cahindo Castro no poder dos
vencedores.
E' impossivel descrever se a afflicco produzda
pela certeza dos fact >s : ainda assiin houve quem
tivesse esperanca, julgando qun era um estrata-
gema de Santos para desanimar os revoluciona-
rios ; mas pass iram as horas, e bem d-'pressa te-
ve-se a c >nfirinaci li triste caso Santos poda
pnrn-liar o celebre Vordre regne Yarsovie, que
ficou fatalm-nte e cyoicament- celebre. Era urna
vez a revoluvao oneutal Fjra despachada e ven-
cida em Quebracho, lu^tr que adquirir triste ce
labridade na histuria deates p^iizes, o mi foi im-
molado parte do ra -Ihor sangue oriental ; servir
um dia de exemplo de am ir da patria, de sacrifi-
cio e de martyrio.
E' de proposito que esersvi a f al.ivra martyrio.
Com effeito, se .-o verdaderas as noticias que
leio em alguns joma- s, como o Sud Amrica e o
Diario, jornaes bem iuformidis, principalmente
o primeiro, esto de nccoido para gritarem horro
risados contra os assassinos de Santos, porque se
esses factos sao veri deiros na > merecem eases
homens o n ime glorio-o de soldados, mas aun de
vulgares b-indi ios a asdassinos.
O Dr Theophilo Gd era um mico de n ibres sen
timentos e .ie elevadissim i carcter ; nao podeodo
ver o seu paz sujeitado ao jugo de Santos, poz se
a combater o tyr.mno no j irnil a Razn de Mon-
tevideo. Os seus artiaos '-rain vidamente lidos,
porque emm sempre justos e imparciaes, e o seu
nom- alcanjoii na patria u a aureola de popula-
ridade que tornou-o summamente iovejado pelo
govern i Santi.-ta.
Ch- gado o m m"nto da lu^a, elle foi um dos pri-
m ires a toin .r parte no movim-nto libertador e
no ilia fatal de 31 de Marco ^m Quebracho, com-
batrn lo eanM um l-.i-i, cabio f-rido, auimiudo os
ejmpanhciros e m a voz,- e mostrando o peito en
sanguentad >, gruava : Adan te. adiatite mis
a victoria nao r.-compensou os esforcos do jov-n
hroe que cahio com os amigo*, pies dos vence-
dores.... caqui a peana recBM-M a escwer as
barbaridades c mm-'ttidas sobre o pobre fendo :
bastar saber que depuis de o ter cru.-lm-nte ul-
trajado, dep iis ile lhe ter cortado as orelhas, ti
verain a Ktrocidade de mutilal-o ae um modo ob-
sceno .
O desgranado morreu nos mah atr zes t.men-
tos Couta depon 0 S'id-America que da leg o
italiana, compota de 3'JO noineus dons smente
sobreviver m, os ontruc foram degollados- U b.itall'.0 un ir" de cirrentinoe foi passa lo a fio
de rapada, e uvnt 15 hgioens poderam fngir :
em .- ii n 1111 -. t -i un> i vei ladeira h -caloine huma
na. Na sei w eaMW t ictos, narrados por jornaes
autorisad h. deverAu li ar tenl castig i, e erei > d >
d-v- r de (.ido o lorn.isri de d uuueial os fa e
domando civi iid>, pra que se bu iba d que
inod uop- |ne e intitula lepublic-, t at i na
p.-isioneiio". .. secadal ao nivel Una pov a mala
barbaras e t ose*.
Nada mais me resta a dizer acerca da revolu-
cao orieiitJ, a nao o r iiue o geneial Arredond i.
peraegu. I de part>>, p le cnegar sao e salvo
fronteira iio Brusii, i-mi os coronis Vasqaes e
Cortes e os oiiiiiianii.,nt--s do Kamirez, Or leaM B
Oliveiri.
Tem-s^ ciio-id muito a conducta do general
Arn-Jondo, .,ue i. n i sob seu commando bo n-
cleo de fiwtj i,.i Butlbe arranj ir uia boa retira-
da, salvmid > a-aiui parte das suas tropas ; e a
esse respeit lemiimn eum i em caso idntico o
general M> eslava rodeado pe ts milicias do presidente V a-
rella e do e inm .maute 'Imtorra. Nao entendo
de estrategia, i- 1 oiga de mima idi de querer
fazer comineutanos ; mas alo me parece q e se
porsa aecusar Arredond que j uo r.e hoje
que tem ado provfi da''*ua pericia militar. O
que se pode claramente dizer que obrigaram o
general Arredondo a entrar em campanha. J
haviam quasi dous mezes que se fallava des-a mal
dirigida revolucao, e que se faziam innmeros
commentarios acerca da demora que puuha o ge
neral cm invadir o territorio oriental, e en me
lembio de ter escrioto pouco mais ou menos estas
palavras : Critica-so nriito o general Arredon-
do por nao ter ainda atacado as fronteiras ; mu
creio que elle juer priineiramente disciplinar e
exercitar o seu pequeo exercito antes de accom-
metter um muiigo superior em numero e, j ie ha
muito, bem disciplinado. Desse modo teria po
dido o general esperar ainda alguns dias.
Diz se qus os revoltados estavam mal monta
dos, faltando absolutamente os cavallos, e qu no
encontr de Quebracho bateram-se durante qua-
tro horas e raeia contra um inimigo superior em
forcas e protegido por boa cavallaria e diversas
bateras de canboos Krupp, que fizeram fogo nu-
trido. De urna carta escripia por um fugitivo a
um amigo apanhoi esta phrase muito significati-
va : e ti fessemos tido um s canho, as con
sas teriam tomado outro ciniiiho.
Como so v, os revoltados estavam tambem mal
armados, e a sua intrpida coragem e o seu ho-
roismo nao serviram senao para tornar maior o
numero de victimas.
Di: seque alguns mocos depois da derrota pre-
ferirain suicidar-so no campo de batalha a cahir
cm poder dos vencedores. Entretanto confere o
con^resso honras ao seu Cesar, fazendo D. Mxi-
mo Sanios capitao geranel. Je elevando o vencedor
de Quebracho, o -general Tages, a tenente-gene
ral. Nao quero transcrevor nem os noines, nem
os discursos dos oradores na Cmara dos Dipu-
tados, porque melhor nao fallar om certas ver-
gonhas.
O dia 7 de Abril foi um trate dia para Monte-
vidci : s 5 horas da Urde nhegaraai os vapores
Villa del Salto, Jpiter e^Fortuna, trazendo a
borda os prisioneros e feridos. Urna populacao
inteira assistia, silenciosamente, ao desembarque,
saudando no seu coracao tantas nobres victimas.
Foram ellas recolhidas ao celebre quartel do ">.
de cacadores, que ter d'ora era diante triste mo-
meada, nao sendo permittdo a ninguem poder
fallar-Ihes. O proprio general Santos quiz assi3-
tir ao desembarque, talvez para gozar interior-
mente de um triurapho que nao tiuha merecido.
Do general Castro nada se saba de positivo.
Ao principio disseram que tinha sido feito prisio-
nero ; mas depois veio outra versao, que dizia
que elle fugira das mos dos assassino) do Sintas.
Seja como tor, mais fcil acreditar nesta nltima
verso -, porque do contraro os jornaes bautistas
j se teriam queixado.
Outro incidente veio destruir alegria dotrium-
phador, e amea^a tomar o mesmo caminho que to-
rnou o facto d'ora em diante celebre de Volpi e
Patron, os dous italianos raartyrisad >s, e pelos
quaes Santos teve que fazer' coafissao publica.
is o que aconteceu.
Ha ciiico mezes um it-'liano, um tal Rocca Lau-
na, foi preso por um delicto de pouca importancia
e conduzido ao quartel do 5. batalhio., onde foi
obrigado a fazer os servicos mais duros, soffrendo
quotidianamente castigos taes, que o teriam posto
Den depressa beira da morte. O desgranado
Rocca pode ver-se livre nesses ltimos dias e ir ao
consulado italiano, onde contou os mos tratos
que s.iffrera. Quiz o acaso que no consulado se
achassem alguns cidados italianos que, oavindo
o faco, foram-o contar aos compatriotas, e em
poucas horas urna demonstracao de cerca de 800
italianos marebou para o consulado, onde pedio
justica, > d'alii para a residencia do ministro ita-
liano, o Duque Licigmano. Mas o ministro acha-
va-se a bordo do Flavio Gioia, e a demonstracao
eneaminhou-se para o porto para d'ahi enviar
urna deputacao ao ministro. Neste cmenos n-
tervem a tropa, que dispersa forca a demonstra
9S0.
No dia seguinte La Nacin, com a sua costuma-
da linguagem violenta, ataco 11 a colonia italiana,
empregando termos pouco respeitoaos para o go-
verno italiano. A colonia italiana resp mdeu no
mesmo tom ao hydrophobo jornal e pedio urna re-
paraco, amea^ando telegraohar aa proprio minis-
tro -tobilian para que este tomasse uini medida
enrgica. At aqu nada ha de aineacador ; mas
o oeior que o ministro italiano, sabendo as rea-
coes que existiam entre o jornal La Nacin e o
gov.-r.io oriental, pedio claras explieacoes acerca
da maneira descortez com que aquelle jornal ata-
cara o governo e a nacao italiana.
Em resposta as cmaras orientaes propem urna
le provisoria, supprimind 1 todas as asooeiac,oes
prohibiudo de trazer em publico qualquer bandeira.
Deinnis, um deputado propoz tamb.-m urna le con-
tra a liberdal- de imprensa. N'n sei o que fr
og'V-rno; mas ocaso dse dizer: Q-tod
Deus val perder prius dementa!.
Depois de um mez de idas e viudas, 03 parti-
dos colligados puderam ebegar a um accordo, mas
deagracidainente a emenda toi peor d 1 que o so-
neto. Decidiram- 8 exactamente 111 ultimo ;r.)
ment, quando faltavam poucos dias ptraa eleici
do presidente, que deve ter lugar 110 da 11 de
abril, pncltmando a candidatura do Sr. Manoel
Ocamp, homem de bem e digno de todo o respeito
mas incapaz, no mju modo de ver, de tomar a di-
reeco do paiz, no mom-nto dificultoso que atra-
vessi. O Sr. Oeampo um honrado eidadio que
j esl com 03 s U3 70 annus e qun j de ha muito
vive aflatado da politici militante; n. sua vi la
nao tem urna s mancha. Nao o buin ;m do mo-
mento.
Os qmtro partidos qu; se oaUigaram teto cada
qua! ma frente um individualidade poltica cujo
nome j por si urna bandeira. M.s, o Sr Ooain-
po nao repre3 3nla senao um bnn homem, e pare-
ce ine qua isto nao basta para ser presidente.
Mitr Bocha, Ingoy n e Gorostia<* eram qoatro
personalida-les e co.-nprehen lia se p-rteitainente
qie, excpti llitr- qu- nao qu-ra saber disso,
cala um dellA quiz-sse a presidencia ; pelo me-
nos siguicavain alguma coust e.nqiiiiito que 0
(Ir. OeampO nio significa ab-tolut meute nada.
Foram at irmeutar aquelle 1> m nomem, que vivia
tranquillo em sua casa pensando tanto na presi-
denei -. con 1 eu, armaraa u'o e proelamaram-n'o
Augusto. m.i grado seu, eu era capaz dj apoi-
tai-, mas disaeram-lne que era nec ssario i-nlTar o
partido e que o s-u non significa va concordia.
Obom do homem inclmou a cabeea eileixm osou-
(rot fa/.erem o que quenam; a candidatura Ocam-
pifn pr -.lunada, cm eran le esp mo de quitos
doa lai-rdirios dos qnatro partaos, que nao q n-
zerain saber de s-melhante cousa que deserta-
ran das tileirao, paseando pira o inunig 1 com ar-
n a- 1 1.1 .-i_'- as aiiguieutaudo cada vez mais o
poderoso paitido de Jurez
O pr orn accordo, foi naecscario soar muito
P,i-, ,| ,.- -le tivesse liiie r-ault.ilo Os R-i-his-
U*d2 p lim a.-rsuadir seque deviam abando-
nar 11 sen semi-leus e votar por -utri li -un in e he
g t, 1 m einqiaiito nao veio a iutiinaca 1 da juut..
Ingoj uiirsla, com ame ic-. de maidar tudo pelos
ares cao .. j uta roclusta na > eresolv.-ss aeel
taro Candi lata a c iligacSo. foi ento preciso fazer
das inpaa cor Ca I e sub n tter se. para uo cor
r r o risco d* oaesar pjr turbulento e fnnatioi
parlidan- -le li-cha, voudn asoim perdido todo u
trabalho f.-it- p,ra conseguir firmar 1 ste m aico
qu- g.- cha oa o partido dos Collirfad -s E' est. a
Linaria exacta nesta ultima quinz;na
A pronlainacSo oficial do Sr. Manoel Ocamp-i
t- ve lugar d ming 1 i de Abril nu theatru niciowd.
Um visinho mu, nomem malicioso, inuruiur -u-iue
ao ou"ido estas palavras : mo principio !
Porque? pergunt- i.0 que I be par ca eniao.
resp'udi'U-ine elle, a eclamacao do futuro presi-
detl&ita 110 palco de um theatro? Que tem
isso ? disee euE' de mo agouro, coutiuuoi) o
Visinbo malicioso; no palco representam-se co-
medias, e a comedia significa ficcao. Impnz
si'.encis ao malvolo viziuho, porque no palco
apparecia a junta tomposta do presidente o
8r. Aristobolo do Valle, tendo sua direita o Dr.
Lpez, o Dr. Quintana, o general Campos e o Dr.
Varella, e a esquerda o general Mitre, os Drs. R>-
cha e Gallo, e o general Garca ; faltava o gene
ral Sarurent que estava dooute.
A junta foi sauJaJa com estrouaosos applausoc;
tornei a olhar para o meu visinho malicioso que
como se tivesse comprehendido o meu olhar disse-
me : Em todos os theatros onde nao se pi^a,
manda a boa educacao que se applauda sempre
O presidente Aristobulo do Valle deelaroo aberra
a sessao, disse poucas palavrss e proclamou a can-
didatura de D. Manoel Oeampo a presi lente da
repblica. Silencio aboo!uto. O visinho malicioso
acotovellando-me, disse : Est vendo ? o titulo
nao agrada. O Dr. Mariano Varella foi quem
prime ro faliou, lendo o discurso do general Sor-
miento.
Quando termiuou, o meu insuppcrtavel viznho,
disse-me :
n Era intil 1er o disenrso de Sarinieuto.
Porque? pefguatei: porque sao cousas que
sobemos de cor ; ha tres mezes que o excedente
genaral canta a inesma cantiga no seu censore :
toujours perdrixl toujours perdrix.
Levantase o general Mitre.
Foi urna verdadeira oracao. Ata o meu nipos-
sivel viznho applauda com furor ; desta vez tor-
nei tambem a olhar para elle, porque cornee iva a
a divertir-me com as suas interrnpfoea; mas eile
experto como respondeu- ne mmediatainente,
embora eu nao tivesse fallado :
Ah este homem outra cousa; posso na 1
compartilhar das suas ideas politicas, mas elle fica
sempre sendo urna das nossas glorias. Ah! aquelle
outra cousa I pena que su tenha mettido com
esta gente ; e continua va applaudir com furor.
Por estas palavras pude imaginar qual a sympa-
thia de que gosa sempre o general Mitre, mesmo
no meio dos seus adversarios.
Comee elle o seu discurso no meio domis pro-
fundo sileuo; mas os annos passara para todos,
nao ouco a voz do venerando general senao do vez
em quando.
O meu visinho para ouvir melhor fez urna es-
pecie de fuuil com as duas mos e appliuou ao
ouvdo. Eis o que pode perceber. Palavras se-
veras de reprchensiio para aquelles amigos que
desertaram a bandeira, para os oppressores, por
que parece que, para o general Mitre, o actual
presidente da repblica um oppressor.
Nao esta a opinio da meu visinho que me-
neia a cabeea, protestando. Mitre falla de M
reno, de Rivadava, de I,avalle, e invoca a sombra
destes bomens, porque m .stravam elles o caminho
ao cidadiio, e conclue aconselhando a uniao dos
partidos apresentado o Sr. 0ampo e dizendo :
Lutemos e trabalhemos, o triumpho ser nosso.
O meu visinho deixou cahir as mos em signal
de tristeza e disse quasi para si proprio : Que
tira levou o famoso orador das sessoes de Ju-
nho?
Levanta-30 o Dr. Jos Estrada. O meu visinho
diz-me : Quanto a este, nao quero ouvil-o, un
clerical. Mas quero cu. Fique socegado.
0 Sr. Estrada falla tambem do goverco oppres-
sor, diz que a Repblica Argentina est em deca-
dencia. Chegado a este [unto o meu visinho diz-
me : Oeixe-me passar ou faca urna das mi
unas. Eu detenho-o porque a sua colera diver-
te-me, e o Sr. Estrada contina a fallar contra o
pobre general Rocha, a quem nao pode perdoar a
cxpulso de monsenhor Matera, falla do tempo dt
Rosas e diz que aquelle ao menos tiuha a gran-
deza terrivel do animal feroz cmquanto que hoje
estamos governados por reptis Desta feita dou
razao ao meu visinho ; esta linguagem nao me
parece propria a um membro da unido catholica.
Para acabar com o iracundo orador transcre-
verei as palavras que ornara o reu discurso : Go-
verno babyieniano, vergonha, aveutureiro, animal
de preso, podrido, lama, sangue, ov-ruo sensual
que tem por Deus o ventre, injusto; 1, infamia, cor
rnpcao, assassino, covarde, marasmo do vicio, e
outras amabilidades do mesmo ,;osto para com o
general Rocha, que deve ter lado a in-ais estrou-
dosa gargalhada, porque exageraco s taes nao po-
dem senao provocar o nse.
Com effeito o meu visinho, que tinh 1 prin-ipiade
a tomar a cousa ao traic acab iu di ver-indo se
e rindo, como t idos cm geral que riun a apilan
diam.
Levanta se Rocht, o orador por c>ma de quem
vieram toi is ao theatro nacional, n espadilha do
tirneio. O* outros tres oradores que o tinh un pre
cedido tinh.m lido 03 seus discursos. Rocha porm
orador, emphatico, um tanto theatrai, mas ra-
dar. Intil transcrever as suas pal.vn-: foi a
mcsma msica com V'.riacoes diversas. Tambera
elle tirou das suas sepulturas 03 mortos Ilustres
p ira dal-os como exemplo e fa lou c m > os outros
de corrupcao. do eteruo gavernu ppress >r, e teve
urna ovaco oratoria terminaud 1 cora a phrase :
Cidados, viva a liberdade
O meu visinho que tmba escotado religiosa
mente disse-me : M-u caro senbor, para um
h mem que se propoe candidato presidencia,
parece me que um tanto violento de mais ata-
cando o actual presidente, do qu il hoiiv- um tempo
que foi ardente defensir. O seu discurso sena
muito bom para um tribuno do povo, fallando con-
tra um Cesar; mas para um futuro presid
contra um presidente como o Rocha, parece-m -
injusto e ex.gerado. nm estrangeire que o 00-
visse tallar poderla julgar qu-- estamos na Russia
debaixo do Czar, ou ento u'ura paiz livrj como o
no.sso!
To livre, respond eu, que c ida qual ple di
zer o que bem parece, e o melhor disto que us
est unos aqui! E ouvimos cousas do arco di ve-
lha, accrescentou o visinh -, mas sao palavras,
palavras e mais palavras. Com 1 dizia aquello na-
.rano de Haraleto. > Com Rocha terminaram es
discursos, levantando-se a ScaaSo no meio dos vi-
vas dos amigos.
Depois disto a junta dos partidos unidos diri-
gio-se para casa do Sr. Manoel Oeampo onde o Sr.
Saenz Pena fez-se o interprete das proclamavoes.
O Sr. Oeampo agradecen tamanha honca, acem-
centando commovido, nobres palavras; e assim
termiuou a proclaraacao do Sr. Oeampo. E agora
at a dia 11 de Abril.
O Dr. Ortiz, ministro dos negocios estrangeiros
e que tinha por nterin a pasti dos negocios in-
ternos, renuncien a este segundo posto por estar
sobrecurregado de trabalho. Em sen logar fu Ho-
rneado o Dr. Chavarria, actual presidente da com
miasfto de talubridaie, e para o lugar deste dz-
se que ser nomead o o general Victorica, actual
ministro Argentino junto repblica oriental do
Uruguay.
O partido nacional, cujo eaadidato Jurez,
preparando um grande banquete para feate) ir
a pr mulgav' do Dr. Pellegrini^ actual ministro
la craerra, a vice-presideate la repub oa.
Ni meio de toda e.-l 1 des ordem. nao posso fe-
char esta miiiha carta sem dirigir urna palayra de
elogio ao actual presidente, o general Rocha :
tranquillo, sereno, no meio dos ataqu-s os mais
violentos, elle bontiua com toda a calma o seu
e..iniiiiho, preparando se para descer do alto p 'sto
o entregar as redeas do poder ao seu successor,
-ej 1 elle quem for. D'aqui a algucs annos, quan-
do tiver desapparacido a colera que agora fer-
menta e que estiverem s..tisfeitas certas amblos
curiosas, tenho a certeza de que so larijustica ao
graeral Rocha e que a sua, figura ficar
urna das mais bellas da historia moderna deste
paiz.
Se me permittem farei algumas pequeas corre-
coes histricas a certos artigos asignadosUm
diplmala publicados n'um jornal do Rio de Ja-
neiro, artigos que a Naci d'aqui apresa ju-se em
reproduzir, julgando que estivessm destnalos a
terem grande aceitacio. 0 efti proiuzido foi
justamente o contrario, ninguem 3a ivceup ra cora
elles e aquelles qu-o 03 leramn viram Delira aa-
no um chamariz d-3 jornal. Osartigis passaraot
desappercebidos, e excepto a Nacin nenhum ou-
tro jornal nem sequer fe*' caso do les. De mais,
nao merecan) elles outra cousa, e se fallo nelles
nicamente para orrigir um erro di historia que
para mexor com 03 ervos.
Fallando da augusta imp'iratriido Brazil e Sr.
diplmala chama-a filb 1 de Pernaa io VII d ; B >ur-
bon, re de iples. Pe) lculpi aiS. diolo-
mata; mas em aples 03 Pornandis aeabiram
com FernaaJo 'I, morto eiq GiserU em 1S9, qae
foi pai do actual ex-rei, rVaneisoo II que hoje vi-
ve em Pariz
A imperatriz do Brazil filha de Fernando I e
de Maria Iaabeda e aao l"*i- ili-ia e nao toi seu pai
que foi chamad) o re Bjmba, sm porm, sen ir-
mo Fernando.
Em segundo lugir n> foi a esquadra brazi ei-
r que foi buscar i Italia a joven imperatriz, sm
a frota napilitana e a augusta senhora achava-se
sobre o navio da Imha chamado II Slonarcha, o
mismo jue hoje serve de guara porto Spezzia
e cujo nome actualmente o Rci
Quiz corrigir estes erros, porqu?, se o Sr. di-
plomata conhe^e to bem aa outras particularida-
des que narra como eonheco a historia moderna,
o caso de dar-lbe os mais sinceros parabma.
INTERIOR
Correspondencia do Diario de
Peraambneo
RIO DE JANEIRO cobtb 14 do Maio de
1886
Sumkabco.'O fri que vamos tendo deptis d*
prolongado verdo.Seus effeitos so-
bre a saude pvblicaSessfio na ca-
man dos diputados.O or^ament
pira o futuro exercicio.0 relatorio
do Sr. ministra da fazenda. r.om
S. Exc. pretende debellar o dficit
e melhorar o meio circulante.Unta.
qw8tao dos Mineiros. Resolucdo
tomada pelo g verno.Discuss&o das
forcas de Ierra. Discurso do Sr.
Candido de Oliveira. Beiliqerante
ouforagido.Resposta do Sr.Jun-
qaeira.Tremor de Ierra. ,
Ao prolongado e forte calor d< um razan excep-
cional succedeu um abaixamento de temperatura
que comecou a tornar-ae aensivel no principia
deste mez e tem continuado era crescente intensi-
dade, s commum meio da estacao invernosa.
D'ahi os resfriamentos, os defluxos, as bronchites,
as pneumonas, etc que j estilo grassar, mais
codo do que nos annos anteriores.
E' esta a causa da pn- u-nonia de que foi ataca-
do o Sr. Corr ia de Araujo, e deque o Paiz de hoje
nos d noticia de modo a causar cuidado acs ami-
gos do honrado representante do 3" districto dessa
proviucia.
Fui mais feliz, porque, accommettido de um res
framento sbito que me prostrou no mesmo dia
em que fechei a carta nnteror, posso boje deixar
o leito, ver se c nsgo udiantar-lhe algumas no-
ticias pelo Ville d'. Victoria, cuja sahda vejo hoje
annunciada para amanb.
Por fim houve- b>nt-m ses3 na cmara doa
deputadoa, e parece qne agora trao libar i ah
com rpgularidade, nao s porque tem ch-'gado al-
guns doa deputadoa ausentes, como porque aa cri-
ticas da impre isa" sempre pozer.m no animo doa
retardatarios.
A' hora annunciada, apresentiu o Sr. ministro
da fazenda o ore tinento da receita e dsspeza para
o futuro exercicio, sendo aqurlle de 132.220:1 64
e esta de 136.208 2183, c em s-guda procel u a
leitura do seu relatorio, de que os j irnaes de hoje
Jao lardos extiactis, tazeudo o Paiz e a Gaztta
de Noticias lisoag-iras apreeiacoei s >bre -asa
p -ca official, em que ae acba expos'o cem suraraa
clareza e ver.11 le o est ido das nossas finan -.al,
como n foi no relatorio do Sr L.ttyatto, quem
Cabe a gloria de iuieiii-r do -Vit na-la frau
(iieza.
O dficit de 3.983:1013 que resulta da cimpa-
raco Ja r-ceita c im al speza or linaria tem -le
ertvtaac com aa eraditos e-p-eia a p.ra -leso zas
extraordinarias lo Muiisteri i li \-,'r.oalura, que
sai calcla los en mais de 3.00 cautos, e qu-
r*nnido ai oryun n or.diu ino 1 i pira o futuro
exerrcio a deap za total d- 139.827:619 Jl.o
Calcula o Sr. Ijelis irio que este dficit p i le ser
cuberto com o augmento de renda que lie esp.-ra
obter : da revisa da tarili sr tricarla laa alf-tn-
dgts; la revisa) do inp ist do sello; angiacnto
d i imposto de bebidas eeptritu >s ts, -ti; e al :a
ilist i o sal lo li.iu 11 dos depsitos 1/3 dos 5 /.
aiJicionaes creados pe uitimt 1 li de 28 de Se-
t- uibro.
Para ch-*gar, porm, a case r.-sultado foi mister
(aaer um c e.t de tal rd-ra as desp-zas de cada
inmis" -i i -, c mu excepoao 11 de eatr tagoiraa, que,
eo.npir .do o or; un ii'i 11 excreici i c rr-ii'-'oia
o'agora apresentado, acha t neste urna differenca
pira menos de 11.626:2773479 O Ministerio da
Agricultura Coi o que mnor redaccao soffi-eu, n*
importancia de 7.756:753. 0 d.tfazeuda, com
a conversa i d is juros das ap ilice, UWS 013 suas
desyezas urna diininincio de 2.725:603.
As rednecoea noa outros inraistenns nao si-o do
grau-le vulto. A m doria dellaa do MinisCeria
da Qoerra, aa importancia d- 411:9533. A do
Ministerio da Justica de 409:6S93
O gov rao foi I-vado a este extr mo, e promntte
manter-sd uo terreno daa ee.rairaias ereluce*,
que possam ser levadas a effjito sem p -rturbaca
do s Tvicos iudispensiiveis, como meio de em pra-
zo ma3 ou menos curto, conseguir equilibrar e
ac ibar com o rgimen doa dficits, que se tem tor-
nado chronicos. O do exercicio d-i 18 U -1883,
que acaba de ser liqai lido foi de 35.033:6.113
O honrado ministro acha que malores on>mias
de que as indcalos, se p de fazer, ra s s o
corpo legslatiao as pide levaraeffito porque se
refrera despexas provenientaa d? ier?ic >s cre-
dos p >r le; es: persuadido, que no orcamento
Me i li' c ha enscjo pura maior economas at
elle for exe n resolnco firme Je poupar
03 recur.-os do Esta io.
O relat.o, | ..-, lugamente do meio circu-
ante, ae'naudo que codCm "restab leer o padrio
m i .i:.. o, mas |oe nio c pasai^el f zc > I cu i -
fre e trtidcal : a 3ubstir. ser
f-i'i gradualmente, -le mol qua h -ji quanfidade
in li.-p -iisivel d- iiiinie.r iri-i ein cireumoaJ
Ai que se v, consiste 8r. nUniatra
i'>. fazenda, em re'ir ir ano 'da irculaeaa
cinco mii > da e ':1 I" '
aottrei. as tr-n-a,\ves c o |plor do,papel iri
gradualm'nte crescendo qaanii chgarseao
Mnimum do pa-el circulante, aera tempo de pen-
s irse na exist-ncia de b.ncos c un emiso cou-
wr-iv-d, e o estado c uifi ir a um estabelecim n"o
trio, modelado pelos da I igl tterr i, d- Alle-
manba ou da Blgica, o encargo de regulariaar a
ciroulaco do paiz.
Estava na o-dera do dia da cmara a dfseus-
so ds forcas de trra, para o prximo exercic-.o
cuja pi-jposta nao foi votada, no anno passa io,
como na/ foi a de forcas de mar, por falta de tem-
po, c mesmo porque a enmata de ento, com o an-
nua .-io da thssolucao, s tratou de votar a lei do
Fcamento. De facto foi a proposta aiscutida -
approvada, mas no coa eso da seao foi a camar
entretida com um requerimento do Sr. Mascare
abas, repeticao de outro no mesmu sentido apre-
sentado ba tras dias no senado pelo Sr. L.ma
Duarte, sobre o quebiamento de bitola na estrada

J aiGtVEl [


,., i^ip m



LW

Diaria de PernainbncoSexa-fcira 21 de 'Maio de S886


limite da linha, decretada ltimamente pelo go
verno. O Sr. Pra.io, como ministro da pasta p ir
onde correu o negocio, responden mostrando os
fundamentes de una tal deliberaeo, e o fes com
maii desenvclvimeiito de que o fizera o Sr. Cote-
-ipe no Senado.
Og mineiros fizeram na sesso pisjadi qu
dsquella medida, aventada pelo eog-raheir o ch fe
das obras o acolh:.da pelo Sr. Carnero da R icha,
que vio-se toureadt' no Senado, e teve de recuar,
vista de urna emenda npreeontadu ao orcameut i,
assignada por diversos senador.'.-, inclusive o Sr.
Ribeiro da Luz que nao peatava ser brevemente
jovernDrecommendando qn* nao se alterasse'a
hitla da estrada e que se maudasse proceder a
ovos estudo3 e exames.
O Sr. Dantas qu ufo estiva em cireumstancias
de desgastar amigos,mpoz aoeen collega da agri-
cultura o abandono di idi, e os mneiros fearam
tranquillos, tanto mais suppoudo terera no actinl
ministro do justica urna garanta de qae a aseenc21
dos conservadores nao serta motivo de eoatrarie-
dade para elles nesse ponto.
Os Sra CotegipJ e Prado, porin, ni echando
razo para ssse lu > de bitola larga era nraa regia! i
toda rnontanhosa em quea eonstrueco mni" i
e tanto que s d i Caran 1-ihy I ta-
cara
a citada rego
que compense o sacrificio di desposa, e ainda por
mulitas outras raziies ; os Srs. Cotegipe e Pr.d i,
digo, tratarain de convencer o eollega di jostici
de qu elle e seus cenpr ivincwnos nao tinhatn ra-
so, e na havia por qn i hesitar.
O Sr. Ribeiro da Luz, que s tinha assigoado a
emenda, segando declarou na discusso, por con-
descendencia com os coilegas, conforme Ih-s deca-
rara. eoncordou no que'or un ir i da bitola; a ah
esto agora os bous comprovincianos a taxal-o dj
contradictorio.
Mas a cousa est feita e a opiuio doi profis3:o-
naes que o Sr. Prado fes muito b-ai.
Pn oiehda a primeira parta da ordem de dia
cora esta dscuss > e com a leitura d i velatorio da
sal rada, passou se, na segunda, a discusso foros* de trra, r impendo* debate o Sr. Candido
de 'livoira, quejustica se lho facanao se pre-
vale sendo ila largaesa que o regiment penaiUi*
o debate da materia, deixou de lado as qu i
polticas e tratou smente do que era afnente
pastada guerra. K dizer que 'lie achia
dispendiosa,
a t.-m-se despendido 11,000 coritos, ciato quaud
[itada regio nio tem nem pode ter produca,
de ferro de D. Pedro II, de Itabira at Sabara, Vasconce los, a respeito do acto do presidente da
" provincia da Parahyba, que mandou proceder
eleicao de uin membro da Assembla Legislativa
Provincial.
O Sr. Lima Duarte requeren verbalmente ao
Sr. presidente, que desse para a ordem do dia 'j
projecto que faz alteraces na lei eleitoral.
O Sr. Franco de S justifieou um requerimento
pedindo copia da consulta do eoeselho de estado
WH precedeu ultima dissoloclo da Cmara dea
Reputados, e foi este requerimento upprovaio sem
debate.
Passoo-se orden do dia. Foram sucesiva-
mente postos a votos o rejctidos os qu itre pro-
jectos, cujas discussoes foram encerradas, no da
11, a respeito da aposentadoria de magistrados.^
Continua a discusso do requ?ruieoto da Sr.
Dantas, pedindo nforraacSes sobr apianado
oito cidados em Ilhus, na provincia da Baha.
Foi apoiado um adJitamento do i;Ut rilar--
querimento c entrou em discusso conjuntamente
com este.
Oraram os Srs. AfT >U > Clso, Fernaudcs da
Cunha e Silveira M irtius, e ficou a discassao
adi ida pela hora.
Ha Cansara dos Deputad-'s, no sesmo dia,
depois de observacoes dos Srs. Tirqunio de Son-
za < 2." secretnrio sobre a acra, procedeu-s .' M
gunda leitura do projecto de reforma constitucio-
nal presentada na legislatura passad i pelo Sr.
Nabuco e outros. O Sr. Sebastio M.iscaronbas
fundam-ntou un requerraeuto sobre a queb'a 4*
bitola da estrada de ferro I). i'elruli, qaetoi
adiado.
O Sr. ministro di agricultura orou sobre o mes-
mo assumpto.
Na primeira parta da ord'm do dia toram vota
doi set pareceres roeeaheoeaih depotad >s. Na
segunda partetntrou em sogswila iliscussao o art
1." da proposta de fixacS< de for?a da trra p ira
exercici de 188*5 1887, que ficou encerrado,
dep-iis de orarem o Sra. Candido de Oliveira, mi-
nistro da guerra e Al ves de Aramio ; team !>
seguida encerradas os arta "2. e '>", nao so vo-
tan in por bita de n uero.
Vnltaud.o-i'j primeira parte di ordena do di* e
entrando en djsenaaae o parecer da cominiss.io de
poiicia, alterando o rgimen" >, foi approvado.
No Sen 11 '. no dia 13, o S-. prnl
clarou que dar para a ordein do dia de Wgnn Ia-
aira prosima, a aourinsMaia do projecto q e mo-
difica a refirma eleitoral.
O Sr. Joao Alfredo nestitun um requerimento,
qui fii app'ovailo. pedindo miii a\ttu as infor-
macoes a respeit de ne-gicios do Tacarat. na
provioea de Pernambuco.
Foi approvado o parecer da commissilo de cons-
tituicao que reconliece senador pola provincia do
Para o Sr. conego Siqueira Mmdtt.
Postos a votos foram approvaios, s";n del'ite,
dous pareceres indeferindo pretenjoes de J 5o
Jos Fagundes de Kezende e Silva.
Esgotou-se a ordem dia.
Xa Ja ira dos Deourados no mes-no dia,
deaoit de observacies do Sr. Escraeon-.ll.; Tan-
nay e presideata sobre a acta e dos Sr. Candido
Je Oliveira, P'rnandeg ,1a Cunha e Gonealv.'s
Fcrrreira sobre a demora do parecer da commisaao
de inquerito relativo a eleicao do 8o districto de
S. Paulo, o Sr. Alves de Araujo fundamentou nm
requ'rime'ito sobre a nevegacao para os port .s d
que a Sr. Junqneira, no lonqo tspafj de oito mezas,
como disse, nada tcm f'ito de bora e tnuito te'n
feito de ruim. O scu liscurso foi lingo, e na > >
acompanhar'i p >roue faltam-me ainda aaforcae
para isto. Uin dos mojvo de sua censara foi o
procediment > tdo cora o general Arredondo c sais
eompanhe r >, mostrando que o direiti de internar
ie'.ligeranles nao ee pode estender ao ponto d cus-
todial-os, ainda mesmo quando vinh-im p ira esta
capital.
O Sr. Candido de Oliveira iaesatastavelmsnte
om hoiaem ilustrado e muito competente pr*dis-
eor-er sobre questes de direito das gente? app i-
eado guerra, c de que as nossas escolas milita
res tambern se aiquirem algumis aoaSas.
O que vejo nessa questo qne nao se trata de
urna suelta entre daas nacoes. Arre I indo e aeus
eompimeiros, rebeldes no asa paiz, rm que empe-
aharam asmaJaw o governo legal -poueo nnpr
ta o motivo-s'ndo derrotados e perseguidos pela
torcas legaes, fogintea at a fronteira e entraram
o uo=s> territorio. N-s'as condicea niio Ihes
faeo ofleasa chamando-Ibes foraqidos, o que em
easoalbura Jisaiasic aobrig^cio emqu- eomo disse nota vea, de ponpsr-lhe* vaxames
desneco-ssarios, o do deixar de trtalos com a
consideracao e attencoes a qne tinham direito
pslas C".ndic6-s pessoaes de cada nm dell -s, cava-
Rjeiro* da me'hor sociedade platina, qne sehaviam
sacrificalo por urna asjaa infeliz, mas de certo
modo sympathica, pelos motivos nebres o p itrio
ticos que uctiuram no animo dos promotores da r.;-
voluciin.
E' preciso, porm, que demos a coueas os seus
ver laieiroJ ttenies. Paral tornar inais- gruve qual-
uer falta da autoridadea militara da fronteira,
bc qos'ellas as coiniAetteraai, nao preciso bap
tisarmos o general Arredondo e seus como inlijir >-
de beltigtrante.
O Sr. Junqueira na respoata que deu a esse
onto parece, pelo que \ ejo dos extractos dos jor-
aae3, qae no estava nos seas dias felizes. Deve-
se explicar o ficto pelo seu mao estado de saude.
Por fio, orn o Sr. Alves de Araujo, e foi a dis
cussa encerrada.
__ No- Senado os negocios de Ilhos e de Taca-
at toeni' dado motivos a largos debates. Nao
aosso, noren-, hoje tratar delles.
J fiz grande esf irc no qne ahi fiea, apn-os
accreseeatarei que tivemas na reg.So cortada pela
estrada de D. Pedro II e outros pontos da provin-
cia do Rio d-a Janeiro, um tremor de trra que s;
fez sentir era algins dos arrabiMes desta capital.
susto toi grande, o damno nonhum. Os jornaes
dao conta do occorrido.
Rio de Janeiro
No dia 10, no Senado, o Sr. Octaviano justifi-
cou u:a requerimento para que o governo informe
^uaes as providencias relativas aoe factos r-csaotea
aumliamaiOnil lli" Claro, provincia do Rio da Ja-
Mtro, d^nunjiados pela imprensa. Apoiado e
posto em discasso este requerimento, foi pelo seu
aut r retirado, depois de algnmas observacoes do
Sr. Ribeiro da Luz (ministro da justica).
E:n seguida o Sr. Lima Duarte motivou um re-
querim-nto, pedindo copia do aviso ao engenbeiro
chele do prol ng .ment da estrada de tarro D.
Pedro II. determinando o quebramento da bifola
da mesma estra.ia. O requerimento foi apaiado e
approvadi depois de orarem os Srs Barao de Co-
tegipfl (presidente do cunselh,), Ignacio Martins e
Ribeiro da Luz.
Ptissando-se ordem do dia, continuou a se-
gunda discustao da proposicio tornando extensi-
vas s escolas militares e de miriuha as dispo~i-
da decreto do 22 de Setembro de 187r ; orna
0 Sr. Franco d-- Si, e foi a-p-op'st* rejeiUda.
Foraan tambem rejeitadas, sem deb-itc, as se-
1 pi-op-sicoes :
' 1 s Jore alievaais de navios que nSb satisfize-
rsm as ezigeneiaa do serrioo da armidi.
2, i a nspeito da remuBveraeao de aervicea rele-
vantes prestados m guerra do Paraguay.
3.' aotorUando auxilios a companha: anony-
roas agrcolas organuid.-is as provincias.
Ficoo esg itad t toda a ordem do dia.
__ Na Cmara nao houve seisao por falta de
nuiner i legal.
No di i 11, no Sena lo, o Sr. Dantas justifi-
eou um requerimento para que o govemo informe
sobre os factos prat.cados na cidade de Campos
contra a pessoa do corainendador Carlos de Lacer
da, e que providencias foram tomadas para garan
tir este cidadao contra os que tem praticado taes
Betos. Orou o Sr. Ribeiro da Luz (ministro da
justica) e foi o roquerDeate retirado pelo s;u
autor.
O Sr. Meara de Vaconcellos motivou um reque-
rimento pedindo informacocs a respeito do acto
do presidente da provincia da Parahyba, que
mandou proceder & nova eleicao para membro da
Assembla Provincial, por haver fallecido nm
candu'ato diplomado ainda nal reconhecido pelo
pode mpetente. Depois de observacao do Sr.
Bara eMamor (miniatro-do imperio) e do autor
do req .erimento, foi este approvado.
O Sr. Joo Alredo justificou um requerimento
pedindo urna relacao dos colle 'tores demittdos no
13 districto eleitoral de Pemambuco, antes e
depois de 15 de Janeiro deste asmo, Orou o Sr.
Luiz Felippe, e ficou a niscussiio adiada.
Tratando-se da ordem do v"ia foi encerrada,
sem debate, a primeira discasso do projecto de
1885, que autorisa o governo para aposentar ma-
gistrados que o requererem por motivo de mo-
IPStIHfl
Entrtu em segunda discusso o projecto de 1859,
que marca o oraenado com que podem ser aposen
tados os magistrados impossibilitados de continuar
o exe-cico de suas fimecoes, se forem senadores.
rou o 8r. Martinbo Campos e ficou encerrada a
discuesao.
Foi posto em segunda discusso o proje t i U
1872. regulando a aposentacao dos magistrados.
Orn o Sr. M .rtinho Campos e ficou a discussio
cae rrada.
Passou-se segunde discusso do projecto de
1873 a respeito da aposentad ira dos juizes de
direito, desembarg8dores e ministros do Supremo
Tribunal de Justica Oraram os Sr-. Martinho
Campos, Ribeiro da Lu e Silveira Martins, que
rquereram o adiamento da discueBo para o pro-
meto voltar 4 comroisi&o de legislacio. Sobre
este requerimunto oraram os Srs. Corris, Marti
abo Campos e Silveira Martins. Ficou a discus-
sio encerrada e esgotada a oriem do da.
Na Cmara dos Deputados nao houve sseso
por falta de numero.
No dia 12, no Senado, o Sr. Baribde Ma-
saor (ministro do imperio) den explicac,oes, que
suscitaran! algumas observaces do Sr. Meira de
e man Ion mesa tnais d ais sobre empegados
da alfandega de Paranagu, sendo t idos adiados
por pedir a palavra e Sr. Escragn- Os Srs. ministros de estrangeiros e marinhi
Icram os seus relatnos.
Foram recoohecidos doii3 deputados e approvado
o parecer da commsseo de poiicia alterando o re-
giment.
Entrando om discnaao o parecer da eoramicsi
de inquerto sobre o 13" districto de Pernamboco,
orou o Sr. A. de Siqueira.
A' cerca do tremor de trra, sentido no di.
9, ainde escreveu o Jornal do Cominercio de 11 :
0 Sr. Marques Lisboa, chefe do escriptorio
d:is obras do novo abaateeimento d'agua obse-
qai-nr-nos com os secuiates telfgramraas, expe-
didos pelo chufe do trafego da estrada de ferro do
Rio do Curo:
n Fazenda da Conceico (ierra do Commer-
cio).Seutio-se aqu, as 3 horas e 30 miuutos da
tarde, um tremor de trra, que durou cerca do 2
segundos.
(i Reprezas do Rio do OaroHouve aqu um
tremor de trra. Ai obra* parecein nao t sof-
frid ).
OSr. Jos Luis da Costa Barros Sayo tasen -
deiro da fregawaiade Banana!, esere ve-nos emdata
de 9:
Hoje, s 3 horas e lft minutos, ouvio-se aqui
um ronco surdo, como de um trov;Io ao lonce, e
immediatamente deps comecon a oncillar o cha i,
sentindo se o movimento em nossa casa e em todas
as dependencias da nossa foseada (scnzalas, en-
gento, otaria,, etc.) As vidracas tremeram ; garra-
fas e outros objecto* que estavam dependurados
ou as pratel-iras bateram uns noi outros. Miuha
familia ficou-muito assustada.
Desde o dia 22 do passalo tem sido visto
aqui um cometa ao poentc ; ontein porm j mal
se podi ver.
Do I'assa Tres coinmuuicou-nos- o Sr. Joaquim
Moreira de Araujo no mesmo dia :
Ainda ranito assustado com o quo pre hoje s 3 horas e 10 minutos, jantamente com
outras pessoas que estavam em ininba casa, Ihe
dirijo a seguinte informacaa :
Eitindo,ei, minha familia e a de meu irmg
Fernn lo Araujo, ao todo 15 peasoas, ouvimos um
ronco s'ibterrane i qne pareca ir do naseento para
o poente, acompanhalo logo de liem sensivel ino-
vimento de trra, qu- nos tez tremer nas cadeiras
eui que estavam^is sentados, e imprimi prunuu-
a oscillaco na leuca de um armario. Fici-
mos Uidos muito assustados, especialmente duas
mocas. Corremos log para o terreiro ara obsur
var o eo. Nao vimos nen urna s nuveui e o sol
eslava b.-m claro. Durou o tremor ceica de duus
segundos.
O Sr. A. J- dos Santos Coimbra, de Simao Pe-
reir, Hirigio-nos a seguinte carta, datada de 10 :
Participo a V. S. qu houtem 9 do corrente,
pelas 3 horas e 20 minutos da tarde, estando eu
nas iinmedinces il Parahybuna, com outras pes-
sose, sentimos um tremor de trra que durou poueo
menos He um minuto, e n'uma circumferencia de
doas leguas foi sentido o mesmo tremor.
Eu estava beira do rio Parahybona. encosta-
lo n'uma cerca de ferro. Priineiramente ouvi urna
aada io longe, depois a cerca tremer debaixo
dos arena bracos e tambern a tetra;
' rto havia urna casa de sobrado, cujos mo-
radores sahiram asustados por terem s-utido o
mesmo abalo.
Do Sr. Joao Pedr.i Dinz Junqueira, da ostacao
de Pinheiros, tamb-m recebemos esta inform >co :
Tremor de trraNo dia 9 do corrente, s 3
horas da tarde, na farenda do Aterrado, proprie-
dade de Joao Pedro Dinz Junqueira, sita nas
I) ie- de Pirahy, ouvio-se um rumor semelhante
ao do trem de ferro, e toda caea tremen, cstalando
as vigas. Algnmas tenas de casi.s sem emboque
sahiram de seus lugares, eos pratise garrafas
tniam de encontr uus aos outros.
o As pessoas que estavam no terreiro viram a
trra tremer, a- gatlnhas c.s carueiros corriam
espavoridos. Isto dumu de 6 a 8 segundos ; o
tempe estava limpo ; nao havia nuvem
O mesmo phenomeno foi observado nas tazen-
d&s de Boaveutura Moreira Barbosa, Joo Baptis-
ta Soares e teneute Joo Augusto Dinz Jun-
queira
S i BStaco do Quirino, tambern se seutio forte
o moviment i no sol o, segundo nos coininumca o Sr.
Francisco Cardoso Ouimar .
Em Belm, s 3 horas e 10 minutos, foram sensi-
veis as Vi braco 8 do solo, notando-se tr*pidaclo
nas portas oos w.ig'ms e nos para-cheques.
<> guara do tunn.-l, n. 12, estava dentro d'elle
quando se do phenomeno. Ouvio um ronco
semelhante ao de urna forte trovoada.
Varios moradores de Queiinados foram declarar
na estaco que ouviram um barulho, que Ihes pa-
receu vii de d-ntro da trra e sent rain tremer tor-
tem'-nt-'o chao p aro depois das 3 horas da tarde.
Em um irmazem, sito perto da estaco, a vibraco
fez com que as garrafas das prateleiras, bataselo
unas lias outras.
E ciso Xivmt muitas pessoas ouviram uji ruido
que pareca o que se costuma produzir um movel
pesado, quando- arrastado. Durou de 1 a 2 se-
gundos.
O r. Alvim, chef- da linha da estrada de ferro
D. Pedro II, que havia partido aote-hontem para
verificaros effeitoa do tremor de Ierra, voltou hon-
tem, nao tendo encontrado nenhdm estrago nos tu-
nis, nem nm estacej ou na linha.
Pelas noticias at agora recebidas, foi na esta
cao da Parabyba lo Sul e nas proximidades que
re t rnou m lis senslrel o abalo.
Em Cas :adura e Sapopemba nada se sentio.
Tambera aqui nesta cidade onvio-se o roneo
subterrneo, acompanhado de urna rpida oscilla-
co do solo, seguud > nos informara pessoas dignaar
de f, residentes narua Aurora em S. Christovo,
na do Barao do Petropolis, no Rio Comr-rido, na
Bambina e Olinda, em Botaf-igo, na Nova das La-
ranjeiras, no Copaeabana, Andarahy, alto da T-
juca e nas proximidades da caixa d'agua de San-
ta Theresa.
O Sr. tenente coronel Luis Pimentel, encar-
regado da fabrica de armas do Morro da Concei-
co, dsse-nos que poueo depois das 3 hora* da
tarde oovio -se all um ruido, seculdo logo de um
ni iv i ment da trra, qio abalou os movis da cusa
de sua i-csidouca e os de urna casinha contigua
a oficiiaa, oode mora um empregado. A fabrica
nato soffreu, porm, nenhum damno.
O Dr. Ewb-ink director da estrada de ferro
D. Pedro II, rvmetten a S. M. o Imperador e ao
Sr. ministro da agricultura, um mappa indotado
da rea, que de 266 kilmetros, em que se deu
o treinor d torra.
S. M. o Imperador, por intermedio do Sr.
Viscondu de Aljesur, agradecen ao Dr. Ewbark
as communicacoes, e orilennu que Ihe foesem en-
viadas todas as que chegassem
Sob o mesmo tremor ac torra, escreve ci-
tada foiha o Sr. Dr. Crule, director do Olwrvato-
ri i A-tronomico :
A falta de dados seguros om retacas a cir-
eumstancias locaes onm que se manifeatoa s tremor
de trra do dia 9 e a incerteza nas liorna em que
se deu, nao deixam firmar com segranos jtiizo a
respeito nao s da direceo coin nu^ se propa-
giu o phenomeno, como la propagarlo.
Marcando em um manpa as posicoas dos luga-
res em que foi sentida o phenomeno, v-so. que oe-
cupam urna regio de mu cllip'ica, cujo cixo
amfor de cerca de 250 kil metros da extensdo,
desde Mambacaba aa Porto-Novo, acha-ec oreu-
tado na direceo N. <50" E, tendo o eixo menor
crca de 110 kilmetros, o cstendendo-se ent.r c
Rio do Janeiro e o Rio Boni'o (estrada d- Va-
lenca). A superficie desta ana elliptica de cerca
d- 22,000 kilmetros quadrados e sua orientaeo
s"iiivelmente a da serra d mar.
Para poder-si comparar a eitoasSo di zona,
f.v. que se sentio )o phenomeno, e a de nlgum ou-
tro semelhante, lembraremos o tremo'- de r.'rra na
Andaluzii, a 25 de dezembro de 1881, cujas con-
soqueneiaa foram deaastrozas. Alli B zona, em
qne miiores foram os estragos, tinha firma ellip-
tica de 40 kilmetros de comprmanlo obre 10 de
largura, era atravessada no sentid i da maior di-
inensao pela serra dflTejada. Porm. o phenome-
n i fea so sentir com intensidade menor, em nina
ext- n;rao de 200 kilmetros de comnrimei.to sobre
100 de largura.
A zona em que se deu o terremoto do da 9
foi poli maior do que a do tremor de tena na An-
daluzia; porm, aqui felizmente, se o ragto foi
grande, os estargos, pelo que consta, foram O*
nhuns.
No Imperial Observatorio, onde mo achava
coa nutra empregado na oceasiia do pbe nonr*no,
nada se sentio. Depois d-; haver recebado a noti-
cia do phenomeio, procurei verificar por dv
mein-i ss havia algum indicio da sua manifestaran
no edificio, especialmente nos apparelhos e ins-
rotaentos. Comqusnto nao ten ha por em^uunt
apparelhos sismographieos, destinados a registrar
.w tremores de torra e at mesmo as m-nores oscil -
linejdi so'o, dispunhainos de diversos IB'ios
para nos c-'rtificarmos da manifestacao de alzum
destes phcnomnos, peUs alteraces qne podem
produzir, tanto na marcha dos chronometros, depo-
sitados no observatoi io era numero superior a
ostenta, a cuja marcha diariamente regulada,
como pelas vcrificaooes muito rigorosas de que
snseeptvel a posico dos instrumentos de obser-
vacao, principalmente da luneta meridiana. L'in-
brmo-no, como cxemplo, que o terremoto da An
dalozia, a que nos referimos cima, fez-se sentir
no observatorio de Bruxellas, onde urna das pn-
dulas paron, oBtra aecnsou irrcgularidade na mar-
cha, e. finalmente, o astrnomo, que estava obser-
vando nessa occasio na luneta meridiana, notou
urna oscillaco no instrumento. J se ssacifestoii
tambern effeito semelhante no nosso observatorio,
no tempo em que era sen directoro Ilustrado capi-
to de fragata A. J.Curvcllo d'Avlla, nao poden-
do nos precisar agora a poca em que se deu o
facto.
^J Outros tremores de terra houve em que ve-
loeidade de propagacao de onda sesmica fo" muito
arsnor do que nos casos supracitados. Assun, por
exemplo, no tremor de terra do Per, em 1868, a
reloei l*de foi somente de 131 metros pir segu
e no que se deu em 1843 em Poiute- Pitre, na
Guadalupe, a velocidade foi de 185 metros. Vc-
se, pois, que sao muito variaveis as velocidades de
transmis8o da onda terrestre .ios diversos trem.
res de trra, sobre os quaes li dados cortos. A'
Vista d'isto e da incerteza sobro as uras exactas
em que se den o tremor do tm-a no diverso) lu-
gares da zona, onde ello >i werva >. seria teme-
ridade emittirqualqucr opiuio sobre o sentido em
que se propagou o phenov.'iO e sobr-; a velocida-
de de transmisso.
Eiu relavan natureza do*phenoni"no, sabi
do que, conforme a classificaco adm'-rrida por ni-
guas gelogos, os terremotos p^dem divdr-se em
micos e na o volcnicos. Gran te numero de
tri mores de trra, dos mais desastrosos, teem-se
ila I > son que fossem o effeit i de a'guna crupcao
vi eanica alen d'isto esaes psjenom-ioos msafes-
atin-se igualmente em regio -s ni l volcnicas ; as-
im foi o terremoto, na Andaluz>:l> a 20 Je Del
brode 1884.
As crupcies volcnicas nao slo '"lis do que una
das mltiplas causas que goodem Provocar m tre-
naores de tena. Na reaJidade, a crosta terrestre
acia se em estado constante de vibraco, ainda
que as oscillacAes sejam diminutissima, e se cha-
mpm por isso inicrosimicis. Os estudos de d'Abba-
dii, por meio do nivel d'agua e tambern por um
banho de mercurio, servindo de espilho. era que
se reflecte a imagem do retculo de urna luneta
apontada vertcalmente para o baiho a alguns me-
tros cima deste, ino-trara que o slo est em cu-
sante moviuienfo. Nos Anls, segundo Bous-
niar/aidbs, a oscillaco do slo, motivada por nina
enipcao volcnica, por assm dizer, local, en
qu mto que um terremot i, que pdo nv-nos appa-
rentemnnte nao est ligado a nenhuma ac?o vol-
cnica, propaga se a distancias enormes, e neste
caso, tem-se notado que as vibraco-s acompanham
de preferencia a (Brenlo das cadeias ile meata-
nh i. Entretanto, os terremotos sao insis freqncu
tes nas regoes volcnicas e em paizes montanlio-
SOS. Pelos trabalhos de Hartt n Orville Derby, a
regio oceupada pela iiossa eordilhaira martima e
DK9 no as sema mais prximas aores-ntam vest
aos de amigos volcoes e mais anda de formacoes
eruptcns recentes. Entretanto, nao nos parece
que o terremoto do dia 9 deva ser attribudo a ne
ahuma aceito de natureza volcnica ; de presar
mir que pertenca categora dos effeitos produz-
1 '- por um tn jvimento da crosta terrrstre da zona
n le se deu o phenomeno, resultado di jogo das
multiplas (oreas que se aeham concentradas no in-
terior do globo.
HCViSTA DIARIA
Por occasio de nm terremoto, que ento se
fez sentir no Rio de Janeiro, todos os eliron me-
tros aecnsaram alteraco na sua marcha, OSOSO
queocia da vibraco que se produaira no edificio
* Nenhum effeito aomelhaule se manifestou no
dia 9'do corrente. como foi verificado pelo capito
de fragata J. C. de Sonsa Jacque.s, encarregado
SO servico da hora e do regulamento dos chrono-
metros c pndolas do Imperial Observatorio, o que
c cues. Em rclaca a luneta meridiana, verifiquei
qne a sua posico nao apresentava anomala ne-
nhuina, qu nao pudesse ser attribuida,.comosem-
pre, s dilataces inevitaveis dos m 'taes e dos ma-
teriaef que constituem os pilar-s dos instrumen-
tos ; entr> tanto, pobsivel medir com todo o rigor
qualqucr desvio por menor qne seja. Qualquer al
teracao nos apparelhos. ainda que seja do urna di-
minuta fracvo de millimctro, torna-se apreciavel
Aleo, disto, os barmetros e therm"metro regs-
t-adores, que esto servindo agora no observato-
rio, e era cujo mecanismo ha urna coraprida haste-
metallica muito fl-xiv:l, que traca as curvas, nao
accuxarain alteraco nenhuma. As curvas, na oc-
casio do terremoto, nio apreseutam nenhuma
anomala, e, no em'anto, sao instrum-ratos de gran-
de senai'olidade. Por todas estas provas podernos
e incluir com seguranza, que o plcn >m -n do dia
9 uo p.oduzio no alto do morro do Castello ue-
nliuin effeito apprcciavel.
N > mesmo mappa em que marcamos os pon-
tos, onde se sentio o tremor de terra no dia 9, in-
dicamos tambern as horas, em que foi notado o
phenomeno ; mas como j o dissemis no principio
desta nota, para suppor que algumas deltas n>
m-recein toda a confianca, pareeendn-nos por isso
dilficil a possiblidade do poder-se tirar alguina
conclusa i a respeito do sentido da propagacao da
onda sesmica. Com effeito, em urna z >na to pou-
eo extensa, seria indispensavei couhucer as horas
com urna approximav que nao excedess-* alguns
segundos. Ora, no caso oecurrente, parece que lia
incertezas de muiros minutos, como inostra o i xa
me do mappa em que figuramos as horas ao lado
dos pontos em que toi registrado o phenomeno.
- Em toda a zona referid, as hars variara en-
tre 3 horas (Porto-Novo, Retiro, Sant' -inn i e San-
ta F) e 3 horas e 45 minutos (Poinbal). Muitos
lugares, situados quasi n s extremos da zona, co
mo por exemplo, Ouro-Fiuo e Volfa Redonda apre-
sentam a mesma hora (3 h. 10 in.) Outros pontos
ha, entretanto, poueo afastaaoa, com i Vassouras e
Concordia, cujas horas differm consideravelmjn
te (3 h. 8 ra. e 3 h. 25 m.) Estas divergencias,
que nao podem j istificar se pela hypitnese d
varios centros de propag.-.co, tornam impossivel
quaiqner conclusa >. Coraprehende-se que n'nm
phcuomeuo em que a v-Jucdude de propagav >
pode variar entre cento e tantos metros e perto
de 4,000 metros por segando, o quo dara para o
perce.rs'i <- '.ip cto de toda a zona, de urna exteu-
lajo de 250 kilmetros, urna duracao que pdetam
liem variar entre 1 e 32 miuutos, indispcnsavel
conbeer rigon'samente as horas, para nao correr
o risco de tirar concluecs menos exactas.
Em relao-ao i velocidade de propagacao da on
da terrestre causada por um tremor de trra, lem-
br .rni s alguns algarismos dos qu sao com mais
certeza cinliecidos.
No terremoto de Vige, a 25 de Julho de
1885, a retoeidade de propaga? o da onda t.trres
tre enrre Vige e Strasburgo, foi de 872 metr-:s
por = gundo.
Nuda An laluzia, a 25 de D zembro de 1884.
a propig.ici entre drenada e Willielrashaven,
idistautes de 2,040 kilmetros) foi fcita em.....
11 m. 4 s.. s'o : razo de 2,982 metros por se-
gundo. Neste mesmo tremor de trra entre Gre-
na la e Greenwch, (distancia de l',650 kilmetros)
a propagues tez-se em sete minutos ou com a ve
locidade de 3,929 metros por" segundo.
Compreheiide-se que i a v. locidade com que
corre a onda sesmica deve depender da constitui-
ci'i geolgica do terr'm Ewug, a veloeidade theorica no granito compacto
l le m.riar de 2,450 a 3,650 metros por segando.
Tambern eveell- variar conforme a intensidade
do pb n meiio, o que s nota na propaeaco das
vibracoe nas carnadas terrestres prduzidis por
eiptosoes artificiaes O Dr. A. 'rvile Derby, na
fevitta do Observatorio, numero de Mar?o, pag.
40, jen as diversas velocidades que se notaram
ua transmisso da onda terrestre pro iuzida pela
grande expioao do 150 tuneladas de dynaraite
para a desiruico do Flood Rock, em Nva York,
e onde se venfi-a que estai velocidades variaram
de 1,600 a 7,000metros por segundo, conforme a
natureza do terreno, tende-se notado alias certas
anomalas que nao foram explicadas. Esta expo-
sao, comparada com a de 1876, tambern no mesmo
ponto, mostrou que, com urna carga seis vezes
maior, a velocidade foi de duas a tres vexes
maior.
Asmembla Provincial Funccionou
horitein, sob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jos
II inoel de Barros Wanderley, tendo comparecido
30 Srs. deputados.
Fo lida apnrovadi, sem debato, a acta da
sessSo antecedente.
O Sr. 1 secretario i-roceden leitura do seguin-
te expediente :
Um oflicio do secretario do governo, remetien-
do nina informaco do inspector do Thesouro Pro-
vincial sobre a coneesso do crdito de 52O00
liara pagamento de passagens era Novembr de
1885 nos carros da Estrada de Ferro do Recite a
Limoeiro.A' commissao de orcameato provin-
cial.
Urna petico de Francisco de Piula do Reg
Barros, 3 escripurario do Consulado Provincial,
req lerendo sua aposentadora nos termos da lei
n. 1,108.A' commissao de peticoes.
Foram approvados os seguintes pareceres da
comm3so de oreamonto provincial : dous, ndefe-
rinio as peticoes de Medeiros & C. e Adolphe
L^yret, um declarando que devm dirigir-se ao
ThosouTO Provincial os empresarios da Ilumina-
cao publica, e cinco, pedindo informaoes sobre o
requerido por Ismael Clementine Bezerra, Cmara
Municipal de Palmares, Fabio Velloso freir,
I -lirio io Marques de Souza e Antonia de llveira
Maia ; bem como lioui da de peticoes. solicitando
informaces sobre as de Theotonfo Joo da Cu-
nha e Umbelina Amelia da Silva.
O Sr. btro de Itapissuma, pela ordem, pedio
que fosse completada a commissao de fazeada e
orcamento. O Sr. Jos Maria, tambern pela i,r
dem. pedio que ft)3se cleito o membro que faltava
aquella commissao.
Depois de um debate, pela ordem, em qu to-
maran! prteos Srs. Barras Barrete Jnior, vis-
conde de Tabatinga, Sophronio Portella e Drum
mond Filho, esgotoa-se a hora do expediente, e
indo proceder-se votaco de um requerimento di
Sr. Rgueira Costa, e pedindo prorogajo por 30
minutos, sem prejuizo da discusso das lea annua-;s,
nao se votou porfa'ta de numero, havendo sido lido,
e apoado na 1* parte someate, um requerimento do
Sr Jos Mara pedindo que fosi e consultada a casa
se dspensav* o Sr. visconde de Tbatinga de
merabro da commissao de orvam^nto provincial, e
que se proeedesse eleicao do outro membro.
Passou-se 1" parte da ordem do dia.
O Sr. Jos Maria, pela o-dem, pedio que fosse
votado o requerimento de proroga$n da hora do
expediente, ao quo nao pfide acceder o Sr. presi-
dente, por ja haver declarado estar-se na 1" parte
da ordem do dia.
Tornando-se nesta occasio tumultuara a ses-
9V>, o Sr. presidente a suspendeu por 15 mi -
utos.
RoabTta, foi submettdo votaco o requeri-
mento do Sr. Jos Maria, de aiiamento da 2 dis-
cusso do art. 2 d projecto n. 43 de.te auno (or
(amento provincial) nao se votando por falta de
numero.
Adiou-se al" discusso do projecto n. 87 deste
anno.
A ordem do da : 1 parte, continuaco da
antecedente; 2* parte: cratuuaco da antece-
dente.
nlatinrtON arllita Prximamente d--
vem chegar a esta capital as artistas rausicaes
Mathilde e Viginia Sinay, trazeudo comsigo o vio-
linista Johannei Wol.
A-serca destes artistas expri ne-se o Correio da
Europa da seguinte maneira :
Virginia e Mathilde Sinay, sao irms e tive
ram por patria 0 Brasil.
> Ligo desdo os mais tenros annos, reveliram
um a isto decidido pela msica, e sen pai, chefe da
imp rtante csa Sinay Se L;vy, do -*ar, mandou
educal-as nos segredos d'aquella formosa arte,
aprovaitando-lhss as notaveis e extraordinarias
aptides, to cedo manifestadas.
Decorri I algum teinoo. Virginia era urna
violinista consumada e Mathilde urna pianista exi-
ma, rivalisan lo, no gosto e nos primores da exe-
eosoao dai msicas classcas, ".jm os concertistas
mais distintos da Europa.
Vs duas jovens virtuosi, que andam agora
realisindi urna tourne artstica pelas caoittes
europeas e americanas, e que, dentro de 13 dias,
tereraos o prazer de ouvir n'um dos theatros de
L s1' i i, sao elegantes, sympathicas e esmerada-
meute educadas, ciptivando nos logo ao prim-iro
abord pela finura c distineco das suis m ineiras
Johanncs Wolff, o elegante e notavel profes
sor violiuisti que as acompinha, an'go aluraao
dos conservatorios de Dresle e de Pariz, pensio-
nista do rei de Holiand*. e, presentemente, msico
da sua cmara. Nasceu na Haya, condec irado
com a ordem da Cora de Carvalh, da Hollanda,
e tem o grao de official da Acad-ra'a de Franva.
Wolff foi contratadofipara vr ao Brasil com
urna < scriptura de 100,000 f.-anaos.
Vo todos para o Para; mas de paesagem para
aqu, daro al,uns conertos.
Bxpo*ico Sal-americana em Ber-
lnCeno a ibera os nossos le tires, deve inau-
gurar-se em Berln, no dia 1. de Setembro prxi-
mo vindouro, urna exp.os:cao, cuj fira e intuitos
sao offereeer elementos de apreciaco aobrf a pro-
dcelo, slo, clima, riquezas naturaes, raeios de
communicafo e o mais qu'e poder coatribuir para
o exacto conhecimente da vida econmica da re-
gio Sul-Amcncaua.
Sao jalpaveis as vantagims qu? d'ahi podem
advir ao Brasil, se este se fizer representar devi-
d i mente n'r.quelle certamen de pas ; e para que
ate aconteca todoa devemos centribuir, auxiliando
o Centro da Lavoura e do Commergio na organi-
sav'io da scelo braseira d'aquella exposico, in
curabencia quo Ihe foi commettida pela Sociedade
Central de G'ographia Commercial de Berli i e
Protectora dos Interesses Alemes nos Paizes Es-
trangeiros, que a iniciadoaa da mesma exposi-
co.
Os benficos resultados que se deve esperar da
expoiicab de Berln sao em longos traeos indica-
dos nas BSgaintes circulares, que recebemos da
corte, e para as quaes chamamos a attenco dos
nossos lascares, que, fiamos, d&r-lhes-ho o devido
slki
peso e valor, certos de quo concorrero para o in-
cremento do paz.
Eis as circulares :
Centro da Lavoura e Commerc'o, 11 de M.i*
de 1836 -Illm. Exm Sr.-Sabmcttendo cons
deraca de V. Exc. a circular junta, intuito do
(.onrro da Lavnura e Comm rcio solicitar o apoio
da mprensa que V. Exc. to sabiamente dirige em
favor de um patritico empr h*u.imeuto, lo qu^i
devem advir ao paiz cons tstavats vantagens. se
todas as classes intoressadas quizerem e soube-
ram apreveitar os elementos do quo largara ate
diepv'in jara affinnirera de modo rrefragavol ua
Exposifao Sul Asseriecoa do .886, era Borlio a
maravilhosa pujanya da3 forjas productivas a a
imineiisa variedade das riqu'iSas naturaes do slo
braaileiro.
) Reveste feica i toda syrao*t,hca e falla ios
mais caros interesses dos nosa i paiz cuj maior
necessdade -populaco otclligmie e industrio
sa, urna propaganda como esta esa que prosegue a
benemrita s teiedade Central de Gcugraphia C ..n
mercal de Berln, visto serem n-.m intuitos colli-
gir e vulgarisar informaeeij fidedignas, que dei-
nam o Brasil e aprsentela por todos os seas as-
pectos, qual realmente, sem exagero nem siuiu-
lae.io.
N": i ha com effeito naelhorea armas pira com
bal 't os preconeeitos e dissi.iar as prev c3 s, qu*
infelizmente vugasa ua Alentanha contra a emigra
bao para o Brasil, como atiesta o rescripto H ydt,
alu vigente desde 3 de Novambto do 1859.
Convicto de qm os representantes da raja
germnica serio bemviudos gremio brssileiro,(
aqu sobre a egida das leic e bMtitaiooes nacio-
ua--s, que a todos garaatom g*s pacifico das
possivcis llberdades, deparara.n ecn os mais tecun
dos elera'utos para proverem ao eou bem estar
presente e futuro, sendo no mesmo totano uteis ao
paiz. qu-: os chama e aeoihe < i-n a mxima oor-
diaUdade.o Centro da'Lavonrae Commerc o spUta
de sinceramente a propagenda inicuda e eonti
nuada pela bonemerita Sociedade Ceatr- I de Cieo-
grapbia Comnaeroial de Berlia e dirige o mais ter
voroso appcllo a todos o* esraoS ia patriticos, para
que eapoaeos com devotaclo ooai causa, qne ni
ressa to intunaiacnte ao prcaoate e porvlr de
Brasil.
Tendo sempre c-ontado eom o bafejo da .n-
prensa aselareeid* e imparcial, pan dar-lhe o
prestigio de que carece e uxili.il-,. ,, cuisreuvi)
le seas pitriotieos intuitos, o Centro da Lavowa e
Commercio, anda nosa ves, recorre a > mesno pa-
trocinio, que spera nSn Ihe seja recusado por
parte do jornal, que V Exc. criteriosamente
dirige : e pede que por todos os meos de publici-
dade manifesteaos deus Mateesoa grandiosos fin,
da Etposica Sul-Americana a exporte a todas as
classes ntoreasedaS a contribuirem com os proiac-
tos e elem-ntos ao seu aleante para qne repre
sentacao do Brasil seja condigna e firme os seus
credit.os per inte a culta A!emiilia.
N'o ha voz mais au'orsada nem pal iv: .
convincente do que a da impreusa livrc e b:m in-
tenciona'la.
Anteeipando cordaim-nte, era nome do Cen-
tro da Lavoura ComniTCo, os maia cola
agradeimentos a V Exc, tenbo a honra de assig-
nar-me. De V. Exc. atiento respeitador e criado.
Honorio A"j'w''> Ribeiro. presidente interino
o C ntro da Lavoura B C'ommercin, 1" de Maio
de 1886.Illm. e Exm. Sr. Sociedade Central
de Geographia Commercial de Berlia e Protect ra
dos Interesses Allemes nos Paites Bstnoraeiros
commetteu ao Centro da Lavoura e I i mmercio a
honrosa incumbencia de superintender todos os
trabalhos preparatorios a bem da organisacolo <
Secco Brasileira oa Bxposicaa SulAmerieana,
que se abrir 1 de Setembro prximo futuro o i
cidade de Berlm; sendo seu intuito offerecer ao
publico alloma i elementos seguros de apreciaco
quanto i produceo, solo, clima, riquezas natu-
raes, meios de cimmnnieacao e tu lo mii) que pu-
der contribuir pira exac'o con he cimento da vida
ejonomca das regoes da Araeri;* Auatrtl.
Durante a exposifo, que se prolongara de Io
de Setembro 31 de Outubro de 1886, effcCLuar-
s-'-ho conferencias de carcter econmico acerca
dos paizes representados e seuj principa's pro-
ductos.
a Todas as materias primas se.ro sub nett-
da? analyses scientificas, sob a direecao de es-
pecialistas, e em seguida a experimentavoes in-
dnstriaes, confiadas a pessoal de provada compe-
tencia, colligindo-se em relat&ros o resultad das
analyses e experimentavoes .- divulgaudo-so pela
imprensa, de modo a formar-se um registro com-
pleto de segaras e nteis informaces sobre os pro-
ductos, condcoes climatolgicas e methodos agri
cotas e industriaos dos diversos paiz>s Sal Ame-
ricanos.
O programara desta exposico antes de tu-
do, eommerciil, porque visa por a o alcance das
industrias allera?ea as materias primas das vastas
regoes da Amsrica Meridional, em grande parte
desconhectdas da Europa ou incompletamente uti-
lisadas. E est no nosso interesse corresponder
bizarramente ao repto e no poupar estreos, para
que a represontacln do Brasil alBrmo mdef ctivel-
mente a vitalidade daa suas forjas productoras e
immensa variedade das suas riquezas naturaes,
porque as relaees commerciaes de dous paizes
oxpanlem-se e cousolidam se, quando cada umpos-
sue exib; elementos para constituir-se, a respei-
to do outro, simultneamente exportador e impor-
tador.
Sobreleva que, a exposico brazileira na Alle-
manha, coincidindo com o moviin'.'iito, que alli co-
rneja a raanifestar-se en: prol da eraigravo para
as provincias do Brazil Austral, para inspirar-
nos interesse todo especial.
Sero, portante, duplamente loucavis 03 es-
forces desenvolvidos em promover e garantir a
condigna representaco do Brazil ua expsito, de
que se trata.
Pelo que fica exposto comprehmidetn-se as
vantagens, que devem advir, especialmente s
classes agrcola e industrial dente imperio, apro-
veitando a opportunidadc quo, com tantas facili-
dades, se Ihes offerece, afin de coneorrerera com
os elementos, de que largamente dispoem, ao gran-
de torneio americano organisado era Berlina
O governo imperial j aasegurou o seu apoio a
b-'ra da realisacl i de projecto tan utl expauso
da- relaeoSe eominereiaea do Brasil com a Alloma
nha, recoraracadando o solicitude da3 cmaras
municipacs e promettend >, alera do tnnsporte gra-
tuito dos productos destinados exposijo nas fer-
ro-vias do Estado, ou subvencionadas pelos cofres
gr.-raes e provinciaes c isenvo dos direitos de ex
portaco, quaesquer outras providencias especiaco
e convenientes collect dos productos e orga
nisajo de inf irraaees adequadas aos tiu3 da ex-
posifao.
A nossa associavn receber nesta corte, at
10 de Julho prximo futuro, todo? 03 objectos que
se destinaron Expisvo al-Amerieana de Bar
lira, encirregando-se de sua exoedico para Ilam-
burgo entrega da Sociedade Central de Geogra-
ohia Commercial, com todas as nstruevo-s e ea-
clareciinentos fornecdos pelos respectivos expisi-
tores, cuja disp isicao fica para todas as informa-
oes c auxilios, qae estiverem ao seu alcance.
Temos a honra de ser de V. Exc. attentos respei-
tadores e criados. Visconde de S. Clemente, pre-
sidente.-Honorio Augusto Ribeiro, Io secretario.
Hermano Joopert, 2o secretario.B iro de (nar-
ria, thesoureiro. 15 nao de Araujo Ferraz.Ci'.r-
los Augusto de Miranda Jordo.Joo Valverde
Miranda.Barao de Araujo Maia.L:oooldoC'-
sar de A. Duque Estrada. -Bruno A. S. Ribeiro.
Rio de Janeiro.Ra Mu -ipal n. ll. Secreta-
ria do Coutro da Lavoura e Commercio.
Tbeatr Manta lsab<*lN'o domingo, 2.5
do corrente. o Monte- Pi dos Voluntarios da 'a-
tria c 'inmeraora o anuversario da famosa bata.ha
campal de Tuyuty, no Paraguay, batalha Ferida
:i de Maio de 1866, e na qual ficou vencedor o
exereito alliado.
Reprcsentar-se-ha, era espectculo de grande
gal 1, o drama em 1 pro'ogo e 5 altos, do Sr. Dr.
J o Bsptiata Pinhero Corte Real, 0 Cabo Cezar
do .9.0 Batalhao de Infantaria. dra^a indito, ex-
pressameii'e escripto pata a circiimstaucia.
No 1." intervillo, a banda da polica tocar a
w.lsa de Straus Vindaob Klange; 111 2." iutervallo,
uraa aria pira fliuta; 110 3." uma phantaaia pa
ton ; no 4 o galope Le Furet, de C'ndosair.
Tribunal do Jury do ReciteE-a ses
si 1 deste tribu! I dn bontem toi julgado o ri
Jos Pedro Emiliano, pronunciado n< art. 205 do
Co I. Crm. ; sendo, em vista das decisoes do jury,
absolvido por perempvo de aceito.
Patrocinou o reo o acadmico Sr. Manad G m-
Valves de Souza Pinto.
O Or. 2o promotor publico appeilou la deciso
do jury, que absolveu o leo Antonio Francisc de
Paiva.
Comit RecreativoEsta sociedade func-
ciooa boje, em s -ssa 1 ordinaria, na ra larga do
Rosario n. 10, 2* andar, e no domingo em assem-
bla ge ral para a sua natallacao.
Em bail el ramalo Em consequencia
do nascimento do Principe herdeiro da cora de
Hespauha, D Alfonso XIII, e em Ja nonstiaco
da regosijo por esse feliz acontecimento, o Con-
sulado de Hespanha embandeirou ante-hontjm, e
os navios surtos no porto, d'essa e de outr 13 na-
cionalidades, o acompinharara nessa inauife.-toco
de jubdo.
Club Acadmico Nclennco -Func-
cionou no dia lfi do aorrente, em sasso extiairdi-
aaria, este club, 30b a presidencia do Sr. Costa
C irvalbo Pilbo.
Lid e approvada a acta da leeolo fundadora, o
Sr. Dantas de Magalhes propoz que, em homena-
1 > Ulento do Dr. Sylvo Romero, sa subiti-
tnisseo vicabuloscientificopelo nome do mesms
cri'ico braaileiro.
Teudo sido approvada a proposta, ficou o club
asR-m denominado:Clon Acidemico Syi vio Ro-
mero.
Poi empossaus directora ltimamente eloH
e -eeonhecido socio offsetivoo Sr. P. Franca.
Depois de approvados os estatutos apresenta-
dos pela respectiva commis.o, proeeden-as elei-
?o para 3" ice-presidente, adjnnte de secretario
e bibliotheeano, toado sidoeleitos 03 Srs. Oliveira
Leite, Alfredo Soares e [nveneio Senna Jnior.
Foi marcado o da 23 do andante pan ter lujara
primeira sesso ordinaria.
O Erro do *r. Jnuquim fabuco
O folheto que com Bate tirulo foi ltimamente pu-
blicado na corte, e deque ja i-m e a itica, acha-sc
venda em todas as livrarias desta cidade, ven-
den do se a 200 rea cada exempiar.
Linterna MagieaDistrib ii i-se liontom
o n. 151 deste peridico livre e humorstico.
Crvela Preneiro de Narco Este
11 ivi de nossa armada, ha dias aurorado ueste
porto, seguir 11* segn la-feira prxima pan o
sul.
Ao sen digno commandaoteagradeceraos a visita
(ju" nos fez.
Boa viagoin.
Inqui-rllos policiaet Hontera, pelo Sr.
tenente Heuriqne de Almri la. niili I -l"ga lo da fre-
.-'e.na d<' Santo Antonio, foram remdtidos os in-
qneritos i qne procedeu contra Joao Fr-inei3co de
Almeida, pelo faeto constaufe do auto de pergn-
t :J. que li* diaa publicarais: e Aniceto da tal,
no, pelo erime de ferisoeutos leves, pratica ios
no menor Tbeobaldo Alves da Silva.
Kieiloen.Effectuar-je ho :
H
fe'o ag'tite i!in/o, s 11 hora:-, na ra da So-
iedade n. 84. de movis, loucaf, .-dros. etc.
i'elo agente Brito, s 11 horas, na ra da Impe-
ratriz n. 14, de movis, loi-cas, vdros, etc.
Peto agente Modetto iaptista, s 11 horas, na
ia Duque de Ca.x1.a3 n. 77 A, do estabeleciiaento
alli sito.
Befo agente Gnstn&o, s 11 horas, na ra dc-
I5oio .lesos n. 19, de movis, lencas, vidros, livros,
malas, etc., 1 te.
- Araauh :
_Pefo agente Pin'',, s 10 3/1 horas, narua Di-
reita do Afogados 11. ''>'), lt; movis, louvas, vi-
dros. etc.
Pelo agente Modesto Raptistu, s 11 horas, na
ra do. Imperador 11. 75, de pianos e movis.
Segunda-teira :
Peto agente BtrUimaqmi, ;s 11 hora,', na raa'do
Imperador a. 24. de predio.
Pelo agente Modesto Baptista, = 11 horas,
ra do Mucotolomb n. 24, de movis, c-ivi.Ho e
carnero selUdo.
Hia ruo>brea. -Sero celebradas:
- Amanh :
A'a8 huras, na matriz do Cabo, pir alma do
raijor Jos Eloy de Souza; s 7 horas, na orden
i' do Carino, por alma de Luiz Antonio da Silva
Ros.
Segunda-feira :
A's 7 hars, na matriz da Boa-Vista, po alma
de D. Pereclina Alves Rodrigues da Suva.
Pawaaffeiroa Chegados dos portes do sul
no vapor fraucez Y Ule de Victoria :
Dr. Antonio L. de Mello Vieira, sua senhora, 1
irm, a 1 criado, Femando A. da Rocha, sua se-
nhora o 1 criada, Jos Sabino de Sooaa, Fernan-
da Chicon, Miuoel G. de Souza. l)r. Arrullos Bol-
tas, Joo J. de Oliveira e Dr. Virgilio C. de Oli-
veira.
Chegados da Europa no vapor francez ViWe
de Alacei :
Domingos Romou, Ernesto Chauchet, Luiz 3.
Santos, Einili Bandoa e eua senhora, Paul Abane!,
Vctor Preatle e i filho.
r'.ahid s para os portes do norte no vapor na-
cional Espirito Santo :
Jos Leandro Barachuy, F. A. Taylor e 1 ir-
mo, Antonio Haggei, loac da Silva Salgado,
Joaquim A. de H. (Ja val cante. Roiolpho dos San-
tos Garca, Pedso A. Garca, Lafayette Maia,
Francisco de P. O. Lima e sua seuhora, Hilario
Ribriro, Joo C. da Silva, sua senhora e2 filhoe,
Jos P. dos Santos Farofe, Antonio F. Reis, Jos
M. da Costa, Zeophilo Barreros, Manoel Heari-
que, Joo de Souza, Antonio T. de Almeida, Fraa-
cisco- H. dos Santos, J03 F. de Castro, (Madoi
A. das Santos, Marques O. dos Santos, Jos Luis
Machado, N'orberto de Mello. Villariuo A. JiSl-
vs, Bento Raposo, alteres Serafim Jos do VaJJe,
sua senhora, ) filbos e 1 criado e Manoel Miranda.
Sahidos par o sul no vapor nacional Il-iliim:
Dr. Francisco de Paula Primo, Barao Ala-
i'Aucthan, Vicente F. dos Santos, A. C. Moojjei-
ro, Jesuno L. da Cunha, Francisco L G. Luna,
Eiuard M. Segenei, Carlos P. de Lima, Bernar-
do Moreira, Dr. Reynaldo da S. P. P. Primo, Aa-
tonio dos Santos Cintra, Abilio D. da Silva Gal-
vo, Antonio Mosquita, Manoel % .'ferino, Antonio
de Carvalh', Jos Oliveira, Francisco Deboog,
Francisco R. Leite, John Bering, Clemente M da
Silveira, Theresa M. da Conceico. coronel Jos
G. Nogueira c 1 filha. teneute Rayinundo P. de
Queiroz, sua senhora, 4 (ilhos e 1 criado, 6 pra-
vas e Porfirio Jos dos Sautes.
OperacoeN clrarglcaaForam pratiea-
das no hospital Pedro II, no dia 20 do corrente,
as seguintes :
Pelo Dr. Malaquias :
Extracco de corpo estranbo na eoxa esquerda.
Pelo Dr. Berardo :
Duas Tarsorraphiaa com exciso ovalar da pe
le du palpebra, indicada por trichias'.s.
pre-
cava le Delencao-Movimento dos
so9 no dia 19 de Maio :
Exiatiam presos 320, entraram ti, existen 341,
A sabex:
Saconaes 290, mulheres 6, estrangeiros 9, es-
cravos sentenciados e processados 7, ditos de cor-
reoco 9.ToUl 821.
Arracoados 287, sendo : b ns 2G4, doentes 23
Toral 287.
Movimento da entermaria :
Te ve alta :
Joaquim Travasso da Silva.
Lotera de MaceloPor telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe se que, na 8 parte
da 1 lotera extrahida em 18 do corrente, foran
premiados 03 seguintes nmeros :
22.891 200:d00000
8.097 40:000*000
17.7H2 20:000,11100
13.171 10:000*000
23.980 5:000*000
3.048 2:000*000
3 991 2;0X)000
5.736 2:000*000
11.241 2:000*000
14.352 2:000*000
20.234 2:000*000
25.584 2:000*000
28.623 2:000*000
37.295 2:000*000
Premios de IiOOOS
1.366 1.514 6.115 8.175 8.259 8.823
10.353 13.290 13.815 14.309 15.034 16.68
16.921 18.820 21.158 24.276 26.247 26.78
31.406 32.1192 34.234 36.872 39.75
Approxlnaaroen
22.890 4-000*000
22.893 4:000*000
8.096 2:000*000
8.098 2:o00*000
17.701 1:350*000
17.703 1:350*000
Os nmeros de 22.801 a 22.900, excepto o da
sorte grande, estn premiados com 400*.
Os nmeros d- 8.001 a 8.100, excepto o pre-
mio de 40:000*000, esto premiados com 200*.
Os nmeros de 17.701 a 17.800, excepto o qae
sahio o premio de 20:000*000 esto premiados ceas
100*.
Todas as centenas cujos dous algarismos termi-
nan m em 91, estao premiadas com 100*, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros que terminaren! em le
esto premiados com V0*.
boaeria da provincia.Qiiinta-feira, 27
de Mam, se extraar a lotera n. 55, em bene-
ficio da igreja matriz de Gamelleira.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceico dos Militares, se acharo expostae as
!


l

OPD



Diario it> PernarobraiSexta-Jcira 31 de Maio de i 886
oui ta -
l
...,Y-------- ---------tm
ornas e aa espheros, arrumada* cm ordexn
rica 4 apreeiaco do publico.
Lotera Bxiraurrilnarla OO Vpl-
r a risaO 4 e ultimo aorteio dsa 4a e 5-acres
desta iraoorlaote loteria, cujo oaior presii
150:000^000, ser exfrahida a 12 de Jushoprori
no. N
Acham-se exposto a venda o* reatos ds bille-
tes na Casa da Fortuna :'i ra Primeiro de Marc
n. 2.;.
Lotera do UfoA 5* parto da lotera n.
196, do novo plano, do premio de 100.-OOUJOOO,
ser oxtrahida no dia .. do corrate.
Os bilhetes achiin-se venda ua Casa da For-
tuna rua Primeirj de Marco.
Tambera acham-se 4 veoda na praca du Inle
cia na. 37 e 3b.
Lotera de Haoelo de OOsOOO&OftO
A 9' p -' 'otaria, cujo premio grande
de 200:000tXi0, pelo novo plano, ser extr&hida
mpretrrivelmen:" no dis 25 de Maio 4s 11 !
da nimba.
Bilhetes venda na Casa Feliz da prava da In-
dpr>cude.ifia ns. 37 e 39.
Lotera la corteA 4 parte da "63 lo
teria dacorte, cujo premio grande de 103:0005.
xfruhida amanha 22 de Maio.
Os bilhetes acham-se 4 venda na Casa Feiiz,
prava da Independencia ns. 37 e 39.
Tambera se achata 4 vendana Casa da Fortu a,
4 rua Primeiro de Marco n. 23.
Slalailourw rub Ico. Forara abatidas
n j Mr.fadoaro \ Cabanga 50 rezes para o consj-
mo do dia 20 de Maio
Sendo: 40 pertencentes ao3 Srs.
tr > & G, e 10 a diversos.
Mercado Municipal de W.
moviuicnto deste Mercado nos di:'.s
rente, foi o segrate :
Knfraram :
30 bois pesando 4.421 kilos.
1.013 kilos de peixe u "_'') ris
53 cargas de farinlrt a 200 res
38 ditas de fructas diversas a 300
ris
13 faboleirof a 200 ris
15 sainos a 2O ris '
Foram occupados:
22 columnas a 600 ris
29 compartimentos de faiinha a
oOO ris
23 compartimentos de comidas a
000 ris
74T|2 ditos de legumes a 400 ris
15 compartimentos de suino a 7uft
ris
13 ditos de fressaras a B00 ris
2 talhos a 500 ris
9 ditos de ditos a 2
51 talhos de carne verde a 1 >
Miveira Cas
Jone. ;
20 do cor-
20*26
1.J6J0
1151)0
2 690
3*1)00
13*4)0
14*5tX)
114500
291800
oasoo
7*800
1*000
18*000
MJOOU
Devo ter sido aro cadada neste dia
aquantiad.- 208*1 0
Debi'os dos das 25 d Marco a 20 di
crreme, resabidos 3J500
2U*6f.
dem at 20 do cmate lgOO'J
Foi arrecadado liquido no da 20 do
corr 210*060
Prevos do dia:
Carne v I o 40) is O krfc.
.-'amos a 560 *> 11 ris idem.
Caineiro a 600 e 800 ris idem.
Farinfc i de 2S I a 410 ris a coi*
Hubo de 280 a 4(K) ris idem.
ftijao de 8i a 1*280
PIBL1C4C0ES A PEDIDO
A siissao do Instituto
O Institu) Ar iheologieo e Gcographieo
Perriambucano soleinoisou, no dia 9 do
corrente, conforme annunciara, a soasiio
rnngan, especialmente deliberada para ou-
vir o reUtOrio que o Ilustrado Dr. Jos
Hygino D tarto Pereira tioha de apresen-
tar sobre ana rasante excursiSo Hullanda.
Foi urna verdadeira fasta santifica. O
elegante sali do Instituto, caprichosamen-
te prepralo para osse fin, loogn de re
presentar o aspecto nimiamente banal das
festas publicas abert.s concurrencia do
todos, mostrava, ao contrario, a rnageatoaa
seriedade que> envolvem seroprs todas as di-
Terso.'s daquelle genero. O auditorio, po-
de-so d.zer, foi escrupulosamente selecto,
attingio o numero de 350 pesaoas. Esta-
Tam presentes diversos lentes da nosaa
Faruldade, muitos advogados, magistrados,
mdicos, houiens de lettras, sacerdotes,
jo realistas, professores e grande numero
de acadmicos.
Aborta a iomIo pelo Extn. Sr. conse
lheiro Picti Jnior, presidente do Institu-
to, que profer o urna allocucao a proposito,
tomou a palivra o erudito Dr. Jos Hygi
ns, que n'um monumental relatorio deu
conta ;io Instituto da commiasilo da que
fra por da colher nos archivos pblicos documen-
tos e papcis relativos ao periodo da domi-
nado hollandeza em Pernambuco e outras
provincias do norte do Brasil. E' um ver-
dadeiro thesauro do esclarecimentos para a
historia patria a grande colleccao de docu-
mentos que o Ilustre sabio pode trazer da
Hollanda ; e que profusao de luz derramada
sobre onosso passado, se o Dr. Jos Hygi
no, continuando o scu augusto postolado,
nos di r inais tarde, convenientemente apro-
veitados em urna obrx, os preciosos documen-
tos cora qu acaba de enriqueera bibliothe
ca do Instituto A lera de um grande numero
de gravuras, photographias, opsculos do
aeculo XVII, copias do raappas, e um im-
porlantissiino atlas contendo 57 cartas ori
ginaes, algumat das quaes foram levanta-
das p >r Jorge de Marograf Lichthart, o
Dr. Jos Hygino trouxe raais o materia!
seguinte :
Da ari liivo di compnhia das Indias o:-
cidentaesj
Colleci<) das cartas dirigidas pelo Su
preoio Conselho do Brasil Hollandez aos
directores da companhia1630 1734.
Urna serie de a* rtas em tupy, escriptas
por D. Antonio Pliilippe Camarao e D.
Diogo Carnario a"s aeus prenles da Para
hyba, que si baviam alliado aor bollan-
dez
As cetas das issemblos synodaes, que
aa rennram no Hecife.
Cartas e ataaes acerca das empresas
para exploradlo de minas nos sertSes do
Brasl.
Um registro em tres volums, contendo
os offici 16 dirig ios pelos directores da
CompanLia s :>ut>ridades civis e militares
do Brasil.
Mtalos das acias d:,s roaoiafo'es toma-
das pelo governo colonial ; irainenso repo-
aitorio do notieias toda se encontram as
deliberac^es do Supremo Conselho s 4mm
tjdos os assu ;> la adm nistra^ao civil
e militar. Acompanbam aos ntulos d-
1540 as actas da Asembl i Ligislativa qu3
funeci >nou no palacio das Torres, desde
27 de Agosto al i de Setembro daquclle
anno, convocada pelo conde Mauricio de
Nassau e composta sraenta de pertugue-
ses.
Do archivo do Tribunal de Hollanda
Pecas do proesso instaurado contra H.
Hacks e W. S'hoouenburgb, por ti
atregua a praoa do Rocife ao general por-
tuguoz Francisco Barrerlo.
Pacas do processo instaurado contra
Gaspar Dias Ferreira por crime de trai-
llo.
Do archivo dos Estados Geraes :
Colleccao das cartas que o Coude Mau-
ricio dirigi do Brasil aos Estados Ge-
raes.
Extractos das resolagSes dos Estados
G raes.
Collecco dos rcgulamentos sobre a or-
ganisaao adaiinistractiva e o commercio
do Brasil.
Do archivo particular do ra da Hollan-
da : Papis que o Conda Mauricio levou
do Brazil, e referentes sua administra-
cao, onde so eacontram cartas e pareceres
de Gaspar Dias Ferrreira : e ma8 a cor-
respondencia em francez trocada entre o
Conde a os Ministros de Luiz XIV acer-
ca ie 40 quadros ou pinturas do Brasil,
com que o Conde presenteou aquelle rei.
Do museu britnico que tambera viaitou:
Copias da um grande numero de manus-
critos hespanhoes e portuguezes acerca
do Brasil, que existem na Bibliotheca do
mesmo museu.
Depois desta enorme lista, nao convem
accrescentar mais nada. Esperamos do
InstitutD Archeologico, que aproveite devi-
damente os esforces do*eu Ilustre mem-
bro, j que do governo s devemos espe-
rar aquillo que at hoje s tem sabido dar,
o despreso a tudo quanto grande, n-
difierenca a todos os homens de verdadei-
ro mrito.
( Transcripto do Equador.)
Fibras de corafSo
SSo as fibras de minh'alma
tres creanca8 em botlo;
a raais velha Aura Celeste,
da viveza tem a palma,
c de morena o cndilo ;
qtial mio rovolta, sem calma,
o scu todo se re veste
ila mais viva aniraacao.
A segunda, mais altiva,
Maria Amelia chamada,
melindrosa sensitiva
de branca cor nacarada,
reservada, pensativa,
o typo mais ideal -
da casta, mimosa Diva,
de que falla Marcial.
A terceira
pequ
mina,
um quinquennio conta apenas ;
sao nome Maria Alcina,
salta c brinca co'as phalenas ;
d'alvi-morina cor,
engracdinha, to bella!
mimosa, qual linda tlr,
travessa como a gazolla,
Silo estea anjos do lar,
que raeu viver am^nisara,
que minhas dores sem par
com seus risos suavisam ;
que m'elovam s alturas
d'esse Pind memorando.. .,
com grabas, mil travessuras,
pezures meus olvidando. ..
Pao d'Alho, Marco de 1886.
Joaquim Elias d'Albuqutrque R.
Ao lllni. Sr. Dr. Carlos Bitlenconrt
Declaro quo soffrendo ha inuitos annos, da ter-
rivel molestia estreitamento da urethra a cui
numero de dona, a ponto le quasi nSo puder uri-
nar, tSo allantados se achavam, a procurando na
operacao do Dr. C. Bittneourt, o allivio para raeus
soffrimentos, hoje acho-me completamente livre
dcste ral, devido tao somante ao curativo em mim
feito por este inteligente clnico com o seu syste-
rai de operar, que no diminuto tempo de 4 minu-
tos passuu a teuta os dous csrreitamentos, quasi
sem dr alguma, e sem nrnhuma hemorrbai;ia, po-
dendo eu depois du operado vir do escriptorio de
8. S. para a ininha residencia, onde at hoje s te-
nho tido palavras para bcmdizer a electrolyse e o
Ilustre medico que a emprega com tao vantajosos
resultados.
Pode S. 8. fnzer de r.inha declamcio o oto que
lhe convier.
Moudego, 19 de Maio de 1886.
Joaquim lote Martins.
D. Francelioa Maria dos Prazeses.
D. Maria Candida de Freitas Fragoso.
D. Maria Christiana das Neves.
Provedores protectores os Ulros. Srs. :
Fr. Pedro da Puxificajlo Paz-j Paiva.
Dr. Laurindo da Moraes Pinheiro.
Francisco de Paula e Silva Jnior.
Jos Maria Pinheiro.
Provedoras protectoras as Exrna. Sras. :
A filr>a do Sr. Jos Rufino lorfea.
D. L Hircnca, esposa do Dr. Manoel Bar-
boza de Araujo.
D. Maria Grata da Cmara Martins.
D. Maria da C*nceiy5o Mlva espoza do Sr.
Deodato.
D, Amalia, esposa do Sr. Doraingoa Jos
Ferreira.
A esposa do Sr. Joaquim da Silva ,Sal-
gueiral.
D. Gertrudes Stiro do Bomfira Cssta c
Silva,
. Francisca Teixeira da Silva.
D. Rita Theorga.
D. Maria Bertholcsa dos Santos.
D. Maria Leobina Braga Loyo
Mordomos os lllms. Srs. :
Jos Castor de Araujo Souza.
Eduardo Curcino da Assumpclo.
Vjamede Justiniano dos Rea.
Antonio Bernardino da Cunha.
Manoel Gomes Correia.
Galdino Gomes da Cruz.
L'vino Chriatiano Prxedes.
Jos Filismino de Andrade.
Manoel Escoci do Nascimonto.
Leobino Joaquim de Lima.
Feli ano Primo da Silva.
Antonio Leoncio Ribeiro.
Epiphanio Carvalho da Conta.
Joao Francisro Alvos de Almeida.
Tiburtino Jlo Geraldo Martins.
Jlo do O' e Silva.
Francisco Rodrigues de Souza.
Alfredo Celso de Sant'Anna.
Joaquim Ramos da Cruz.
Agostinho Salermo do Carmo.
Francisco Jos do Naacimento.
Joaquim Innocencio Gomes.
Antonio Somiano das Mercz-
Francisco Xavier Ferreira.
Joao Antonio Moreir.
Joaquim Pereira do Lima.
Baltbasar Jos dos Reis.
Mordomas as Exmas. Sras. :
A esposa do irmao ex definidor Joa An-
tonio Vicira da Costa.
A esposa do Sr. Jlo Bento Monteiro da
Franca.
A esposa do irmlo Manoel Antonio Mo-
reir Leal.
A esposa do negociante Jlo de Albuquer-
aue.
D. Auna, esposa Jo alferes Antonio S. de
Carvalho eiva.
D. Emilia, esposa do Sr. Holiodoro C. de
Oliveira Coragem.
D. Paula Machado da Costa.
D. Francolna Eusebia de Sant'Anna.
D. Emilia Maria do Nascimento.
D. Maria da Coneeiclo Forreira.
D. Laurinla. tlha do tenente Francisco
Jaouario Nunes e Silva.
I). Justina Faustina Monteiro.
D. iatharina Francisca do Reg Rocha.
Barros. } D. Antonia Amelia Rosa de Oliveira.
D. Clemeatina Maria da Conceiglu.
D. Francisca das Chavas Gomes.
D. Candida Francisca da Costa.
D. Grata Francisco da Costa.
D. Francisco de Ass3 Mello.
Consistorio da igreja do Nosaa Senhora
da Paraiz3 e S. Jlo de Deus, onde func-
oiona a mesa regedora da irmandade do
Sanhor Bjji Jenus das Chagas, 20 de Maio
de 1886. |
O secretario,
Amaro Joaquim do Espirito-Santo.
O vigario desta freguezia de S. Antonio,
Padre, Joao do Reg Moura.
Atten^ao
O abnixo assignado veui do alto da imprensa
agradecer ao Ilustre advogado Dr. Antonio Este-
vao de Oliveira, pelos os estarlos que tomn sobre
sua defeza e juntamente aus dignos Srs. jura-
dos, que riconbccendo a sua innocencia no f.et
souberum lavrar a sua absolvilo; e tambem
agradece aos Srs. negociantes da rua de Pedro Af-
fouso, pelo uuxij que sempre prestaram durante
7 mezes, que se acbou detido na Casa de Deten-
cao, e vem do intimo da alma agradecer ao Sr.
Genuino Jos la Rosa, pelos esforcos com que
durante sua prii-ao trabalhou por ana libcrdade, e
a seu caro amigo tenente Antonio Marcas, offere-
cendo a todos estes scahores, seus diminutos pres
urnas.
K -cife, 20 de Maio de 1886.
Joao do Paisos da Costa Lima.
Eleifo
Dos devotos qua hao de festejar ao Se-
nhor Bom Jess das Chagas na 1.a do-
minga de Julbo no corrente anno.
Provedores por eleicao os lllms. Srs. :
Dr. padre Manoel Cavalcantodc Assis Be-
zerra de Menezes.
Dr. Luiz Francisco de Araujo.
Pedro de Fontea Ferraz
Flavio Gonjalves Lima
Provedoras por eleicao as Exmas. aras :
D. M iria Francisca do Amparo Ferreira.
D. Ui^belina Maria de Fontea Ferraz.
D. Joaquina Herraina dos Anjos Feitosa.
D. Joanoa da Paz Varslla.
Provedores por devoi;ao os lllms. Srs.:
Major Jos Elias de Oliveira.
Manoel Joaquim dos l'assos Guimaraea.
Bernardo Jos da Rocha.
Bernardino P-reir Ramos.
Privedoras por devocao ai Exmas. Sras. :
A filha do professor Gamar Antonio dos
Reis.
D. Olindiaa Samneisoa do Espirito-Santo.
D. Fulismina de Souza Lima.
serivas por < leiQlo os lllms. Srs. :
Francisco B.i8lio C^rneiro da Cunha Mi
randa.
Antonii Joaquim de Sant'Anna.
Francisco Esteves Vianna.
Jos Rufino Torres
ts'.Tivas por elricao as Exmas. Sras.:
D. Isabel Maria da Concei'jlo.
D. Joaquina Rodrigues Machado.
D. Jovina Leonor do Carmo.
L). Alexandrina Maria do Nascimento.
Es rivlea por devogao os lllms. Srs.:
Dr. padre Estanislao Ferreira de Carvalho.
Carlos Augusto Magno Rastier.
Alferes Antonio Saraiva de Carvalho Neiva.
Antonio Carlos Borromeu dos Santos.
Eacrivls por devoglo as Exmas. Sras. :
P. Felisraina Ambrosia Ferreira.
O vinho de extract J de figado de bacalho, de
Cbevrier, no qual su acbum todos os elsmentos ef-
ficazes do leo de figado de bacalho, pessue ao
mesmo tempo as propriadades therapeuticas ex-
cclientes des preparados aicoolicos.
Com o alcoot, sustenta o podei- vital, excita o c
foraaee nateriaea de primeira escolba reconsti-
tuida' orgnica ; em urna u'avra refaz a trama
animal e atiim*-*.
O seu uso poi] indicado as innmeras cir-
cnmstancias pithologicas que resultain doempo-
breuimenro do sangue.
Uei-ommeudiunol-o especialmente aos nossos
leitorcs.
(Rtvue Medcale.)
N. 2.
remedio
est se
A Eraulslo de Scott nlo um
novo, pois ha longos annos que
usando na Europa, nos Estados
Unidos o muitos 'outros paizes e tem sera-
pre dado os melhores resultados na tsica,
as moles das d? peito e da garganta e as
bronchites chronicas.
EDITAES
Conselho de niprai da repar
tico de marinha.
Supprimento de viveres, sobresalentes e materiaes
aos navios de guerra fundeados no porto desta
capital e s dependencias deste Arseaal.
De ordem do Exm. Sr. chefe de diviso Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector deste Arsenal
e capito do porto desta provincia, taco publico
qui- no dia 27 do corrente, s 11 horas da manha,
so contracta tm conselho, vista de propostas
presentadas em cartas fechadas, por tempo de
seis mezes, a contar do Io de julbo 31 de de-
zembro vindouro, o supprimento de viveres, so-
bresalentes e materiaes aos navios de guerra fun-
oeados no porto desta capital e as dependencias
deste Ar.enal.
As amostras deverao ser apr 'sentadas at a
ve pera do dia ein.que ten de se reunir o conse-
lho.
Os objectos a contrctar-se sao os seguintca :
Viveros
Agurdente, preco pir litro.
Arroz, dem por kilo.
Assucar brmico refinado, idran por kilo.
Assucar groeso, idem pir kilo.
Az ite doce para comida, idem por litro.
Azeite de coco, Idem.
Azeite de peixe, idem.
Azi ite par* iuz, ideal.
AJetria, idem por kdo.
Araiuta, id-m.
Boi vivo inc'usiv.' o pasto, ora,
Batatxs iniri'zas, idem por kilo.
Bolacha, ideas,
Bacalho ou peixe salgado, dem.
Cnf em grao, idem.
Carne secca, dem.
Carne em conserva, idem.
Carne de porco salgada, idem.
Ca, ne verde, idem.
Conservas picantes nacionaes (p;kles), idem.
Caf muido, idem.
Cha verde, idem.
Cha preto, idem.
Cangiea, idea por liti
Ei-vilhas eeecas, idem poj kilo.
Farinha de mandioca, dem por litro.
Fub de mil io, idem por kilo.
Feijlo preto ou mulatinhe, idem por litro.
L'gumes conservados ou julianas, idem per kilo.
Gallinha, ucaa.
I o hume, sfipins, abobora, cara, te., preco d'um.
Manteigaiogleaa, idem por kik.
Matte em folba, dem.
vlilhn, idem.
Po, idem.
de Hollanda, idem.
Rapadura u melado, goiabada ou marmelada, ou
outros doces, idem.
Sal, preco por litro.
Sabio, preco por kilo.
Touciuho de Lisboa ou Santos, idem.
Tapioca, idem.
Vinagre de Lisboa, idem por litro.
Vinho do Alto Doaro, Lisboa, Bordeaux ou ana-
logo, idem.
Sag. idem.
Al-tria, idem.
Chocolate, idem.
Ciela de marmello, idem.
G abada, id.im.
Bolachinha, idem.
Peptona Catillon ou outra, idem.
Lnta condenando, litro.
I arveja Guies, idem.
Vinho vclho do Porto ou Madcira, idem.
Cognac, idem.
Conservas de gallinha, de carne de carneiro, de
carne de vacua, kilo.
Extracto de carne, idem.
Queijo de II..lian la, grano.
Abastecimento do almoxarifado
A
Agulhas para bitacuh, preco d'uma.
\gulha aziimit.hal Iluminada, com caixa, idem.
Agulha para estandarte, idem.
Agulha para escaler, idem.
Agulhas com bitacula mergulhada em alcool para
escaler, dem.
Agulbas com padrao o barras compensadoras,
dem.
Agulhao. idem.
Agulha para lina, idem.
Agulha para brim, idem.
Alcaometros, dem.
Anemmetros, idem.
Ainpulhetas com armacao de metal, 15" e 60",
dem.
Ampulheta com armacSo de madeira, 14" e 60",
idem.
Amarras de ferro, idem por kilo.
Anee ras de ferro, idem.
Ancoratfs, dem.
Ancoret-s, idem.
Ancoretas, idem.
Anilhos de ferro, um.
Ditos de metal, idem.
Arrebem, idem por kdo.
Almotolias de cobre de n?. 1 a 7, urna.
Ditas de foi ha, de ns. 1 a 7, idem.
Ditas de ferro, idem.
Algemas, par.
Almofadas de marroquim. urna.
ArgoUs para maca de ferro, galvanisadas, idem.
Alpaca preta. metro.
Diti. branca, idem.
Aioazem, idem.
Azul da Pereira, kilo.
Algodao cm rama, idea.
Dito encarnado, metro.
Dito branco, idem.
Dito msela, idem.
Dito riscado, idem.
Dito americano, idem.
Dito branco, eofeatado, dem.
Dito i'in pasta, urna.
Dito em fio, kilo.
Amyamhina ou tela incombustivel para cartuxos
at 40 de largo, metro.
Azeite de sebo, litro.
Acido actico, kilo.
Dito muriatico, idem.
Acido ntrico, idem.
Dito tartrico, idem.
Dito [ihenico, idem.
Dito vitriolo ou vitrialico, idem.
Dito sulphuric'i, dem.
Dito sulphidrico, idem.
Dito de chumbo, idem.
Dito de prata, ideo?.
Arseniato de potassa, idem.
Arsenito de dita, idem.
rnica, idem
Antimonio metallico, dem.
Alcool absoluto, idem.
Ail ou flor de ail, dem.
Alvaiade de nnec, idem.
Dito do chumbo, idem.
Azougue, idem.
Azeite de peixe, idem.
Alcatrao da Suecia, barril.
Agua-ras, kilo.
Aleatihi, metro.
Alphabetos e alg irismos de ac, eoliesfao.
Agulhaa maio-palomba, cento.
Ditas de palombar, idem.
Ditas de altaiate, idem.
Algo^io de Mina?, in-tro.
Alavaucaa, unta.
Alvi5ep, idem.
Alargadeiras de todas as dimenaoes, rusa.
Alargadores, dito, dito, idem.
Alicatates de ac, redondos, idem.
Ditos de ac. quadrados, idem.
Ditos de 890 de cortar, idem.
Ac quadrado, kilo.
Dito em barra, idem.
Dito fundido S S, idem.
D-to em vergas, idem.
Dito batido, idem.
Dito fundido em vario S S, idem.
Dito em vergalhao redondo, idem.
Dito em vergalhao sextavado, idea.
Ditoim vergalhao oi'.avado, idem.
Dito em bolh i, dem.
Dito em vergalhao vitrado, idem.
Dito para molas, idem.
Aldrabas de ferro, urna.
Ditas de metal amarello, idem.
Ditas de lati chatas com ou sem cachimbo, qual -
quer dimenaao, idem.
Di'aa de latao chatas com pegadeiras, qnalquer
dimensao, idem.
Ditas de lati redondas com om sem aebimbo,
qualquT dimensao, idem.
Ditas de latao redondas com pregadeiras, qnal-
quer dimensao. idem.
rame de cobre, kilo.
Dito do chumbo, dem.
Dito de ac, idem.
Dito de ferro, idem.
D>to le lati, idem.
Dito de ferro meta, canna, idem.
Arela da praia, hectolitro.
Dita da Paiahyba, um alqueire.
Dita ama relia, idem.
Dita de moldar, hectolitro.
Argolas Je ferro, urna.
Ditas de ferro galvanisadas, idem.
Ditas de latao idom.
Arg da de metal, tuna.
Arrulas de borracha, idem.
Arruelas de ferro galvanisadas, idem.
rmelas de metal, idem.
Arrulas de ico, idem.
Arruels de cobre, idem.
Arcos de ferro, kilo.
Arcos de latao, i lem.
Arcos de rabeen, idem.
Aresti.s de ferro, idem.
Arestas de cobre, dem.
Andonea de cobre, idem.
Asseutad.'res pra f rjas, idem
Almagr*^ dem.
Azas ou pegadeiras de lato, qualquer dimensao,
idem.
Azas ou pepadiiras de lati eom cachimbo., qual-
quer diin-'naao, idem.
Azul ultrain ir. kil>.
Aumello fra ice m.
Aaehnam ai< t* Ai i pa para barril, idem.
Bandfliaa nac nal de 20 12 pannos, 1
Baiideiras de nacao de 4 pannos, idem.
B'iid.'iras de stgnaes de 2, 3, e 4 pannos, urna.
Bandeiras de guruos de 2, 3, e 4 pannos, idem.
Bnn brnnco, metro.
Bruu nardo, idea1.
Brim azul, dem,
Brin de liuho para veame, dem.
lirin do linho para bonet, idem.
Brinzao, idem,
Brin da Kussia, idem.
Baeta encarnada, idem.
Baeta azul, idem.
Baeta branca, idem.
Baetiiha ou anella branca, ideas.
Baetao, idem.
Boluca de aiadreperols, duzia.
Botoes de oseo preto, grota.
Botrs de osso branco, dem.
Btoes pequenos de metal? ideal.
Botes.^ra"nia de metal, idem.
Bandas de la, um*.
Bandas de seda, idem.
Bonete de panno completo para inferiores do cor-
po de mperiaes, um.
Barretes de algodao, idem.
Bamhas para espadas, idem.
Bambas para tercados cu redes, id m.
Bandoloiras, idem.
Barmetro de aneroyde, d'-tm.
Barmetro de aneroyde do Paget, idem.
Barmetro de Buurdou, idem.
Barmetro de Bube, idem.
Barmetros d PrenCin, idem.
Bombas de prcso completas, de qualquer dimen-
sao, idem.
Bimbas de mo para extrahir agua dos puroes,
Hem.
Balancas eom conchas 'le metal horizontaes, dem.
Balancas hydraubcas para suspender, idem.
Bataneas para mesa com conchaB, dem.
Batanea romana, idem.
Balancas decimaes de madeira chapadas de metal,
para 50, 100, 150, 200, 300, 400, 500 e 1000 k.,
idem.
Bracos de balancas, idem.
Baldeadores, idem.
Baldeadeira de folba, idem.
Bacia de ferro, tdem.
Bacia de ferro agath.i, idem.
Bandeijas de ferro, idem.
Bandeiji de pao, idem.
Barias de gal, idem.
Barris proprio para plvora, dem.
Barris de pao ferrados, grandes, idem.
Barra de pao ferrados, pequeos, idem.
Baldes ferados pequeos, idem.
Baldes ferrados grandes, idem.
Baldes de sola, idem.
Baldes de zinc /, fdern.
Baldes de ferro agatha, em.
Bancos de pao, idem.
Bancos de pao com assento de palha, idem.
Bitacula?, idem.
Barquinhas de patente, idem.
Barro commun, hectolitro.
Barro bntinga, idem.
Radames, um.
Bclmazes de ferro, kilo.
Belmazes de lato, idem.
Bigoruas de latan, idem.
Bar o commum, kectolitro.
Dito tabatinga, idem.
Badinm .-. um.
Be maze? de ferro, kilo.
Dito de latao, idem.
Bigcrnas, idem
Borracha tm lencol, idern.
Dita era lencol com lona, idem.
Dita em lencol en "amada, idem.
Dita compound, idem.
Dita em lencol vulcanisada, idem.
Dita em lencol sortida, dem.
Botoes de ferro para correias de machina, idem.
Ditos de metal para caixilhos e vidros, idem.
Borboletss de ferro, urna.
Ditas de metal, idem.
Boloro, dem.
Brocas de ac para cratacas de diversas dimen-
soc8, idem.
Ditas de carrito!, dem.
Br u, kilo.
Bicarbonato de soda, idem.
Dito de potassa, idem.
Brochas chatas, du7.i1.
Dirs inglesas de 0, 00, 000, urna.
Ditas francezas de u. 1 a 16, idem.
Ditas para caiar SS, idem.
Ditas para pintar, idem.
Ditas de ponta ns. 1 a 4. idem.
Bracadciras de bi-ouzc, idem.
Ditas de ferro, idem.
Bridas de ferro e de metal para canos, idem.
Barrotes de pinho da Suecis, metro corrido.
Ditos depiubo de Riga, idem.
Boccal de metal, um.
Bronze de fi ro, dem.
Bronze, idem.
hrunzil, grammas.
Bules de folba, um.
Bandeja de pao, urna.
Baldeadeira de folba, urna.
Bules de folha, um.
ilrav is de balanea, um.
Bagottas SS, urna.
C
Conchas de ferro para cosinba, urna.
Ditas de ferro .agatha, idem.
Cfa .raines ou tub-s de ridro para lampeoe3 de ke-
rosene ou oleo de colga, diversos, idem.
CaBticaes de balando com globo, idem.
Cascas de ceo, idem.
Cestos do Porto, grandes, idem.
Ditos, pequeos, idem.
Caixas de guerra com vaquetas, idem.
Charlateiras, par.
CordScs com paseadores, um.
Ditos com alamares, idem.
Colchates ciBieuii.-. grosa.
Ditos para correias, duzia.
Cera preta para corrame, kilo.
Dita amareila, idem.
Dita em pao, idem.
Dita cm velas, idem.
Dita virgem, idem.
Cadarco de algodao branco, peca.
Dito de dito, largo, idem.
I) ti de liiiho, idem.
Dito de dito, largo, idem.
Dito de algodao encardado, idem.
Dito dla encrnalo, Mea.
Dito de la preto, idem.
Chitas pa,i colchas, metro.
Corrame completo para imperiaes marinheiros,
um.
Corroas para capotes, terne.
Ditas par marmitas, urna.
Ditas para cantil-, par.
Dinjs para iiwxillaF, idem completo.
Cortinas de damasco de l, urna.
Ditas de damasco de liuho e seda, idem.
Ditas de damasco de seda, idem.
Carmn, liquido inglez, vidro grande, um.
Cadeiras com assento de pao, duzia.
Cera era archotes, kilo.
Cadeira com assento de palba, urna.
Dita com assento e encostu de palba, idem.
Canecos de pao ferrado, um.
Ditos de pao, idem.
Ditos ou pucaros de rarro agatha, iiem.
Camas de ferro reforjadas ; 1",52X64 e .....
lm,98X66, idem.
Colehu ae capim de 1 ",500X666, idem.
Dito de crina vegeta! 1 ,845X660 idem.
Casimira encarnada, ssetro.
Dita branca, idem.
Cal ieiras de ferro para fogo, kilo.
Capas ie almofada, urna.
Cubos de madeira, um.
Cests para papis, urna.
Cartuxeiras de cinto, idem.
Ditas para revolver, idem.
Ditas para artilhs.ria, idem.
Chrouoii.etro inglez, idem.
Cabo de Imbo branco, kilo.
Dito de mnilha, idrm.
Dito de cairo, idem.
Dito de rame, Krupp, idem.
Dito de cauro, idem.
Croks de ferro, uuv
Colheres de ferro, urna.
Coinpassos para des< nho, um.
Caivetes fiuus de Rodgers de 2, 3 e 4 folhas,
idem.
Paneta ?, duzia.
Ca;saroas de ferro estauhado, kilo.
Ditas de Krro, idem.
Ditas de ferro esmaltado, idem.
Cfa iras de forro cstanhado, idem.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de ferro esmaltado, iiem.
Ditas de cobre para graxa, dem.
Ctelos para coitar carne, um.
Cfa c in de torro, urna.
Can te! da barquiuha, um.
Cdigo interna'::, nal de biguaes, um volume.
Comete de rame galvsnisadi, kilo,
Camurca, pede.
Cachan os de latao um.
Cadinhos de patente, differentes nmeros, um.
aixas de urrac.'ia Whitcvertb, legtimos, de dif-
feent's nmeros e diversos, idem.
Catracas d" jiversas dimeiiaovs, idem.
Calmeas cem ouoiiv.illa, dem.
Cal virgem em p, kilo.
Dita om podra, derc.
Dif. de marisco,-hectolitro.
Dita brauca, litro.
Dita preta. idni.
Dita de Lisboa, idem.
Cadeado de f-rro, um.
Ditos de 1 *to, diversas dmensas, um.
CarapweafMa olhaes, idem.
Cera da trra, kilo.
Dita branca, idem.
Cabdes eom macanetas de vidro, um.
Ditos com macanetas de metal, idem.
Ditos com macanetas de porcelana, dem.
Cabos de pao tornead.; para fenamenta, um.
Cwtas azue8, kilo.
Colla da Baha, 1 qualidadt, k.lo.
Dita de pellica, idem.
Dita de pintura, idem.
Colcbetes de metal para cor.'eias, canto.
Ditos de ferro para corda d: tripa, divaraas di-
mensoes, idem.
Colhrre- de ferro para pedreiro, urna.
C impasses de farro, um.
C>mpas8os de volta, dem.
C'impassos de centrar, idem.
Ditos de mola direita, id.in.
C irreias de borracha, metro.
Ditas de sola sinceila de Tuk", idem.
Ditas de aula itobrada de Tuke, idem.
Ditas ou heiras de algodao de L 6 ou 8 dobras,
Corda de tripa, idem.
Corda de borracha, idiim.
Chapas com algarismo, colleecc.
Cunhas de ac>, urna.
Cordel para pedreiro, um.
Cobre em'cfaapas, kilo.
C)bre embarra, idem.
Cobre em vergalhao, idem.
Cobre em folha para forro, idem.
C bre 1 i ce, um.
Cobre em vario, idem.
C>.bre em f Iba, idem.
Cobre em lencol, idem.
Chumbo cm lene I, idem.
Dito em barra, idem.
Crajos de cobre para crrelas, dem.
Chaves de feuda ou paiafuzo, urna.
= de tarracha, dem.
Chaves inglesas, idem.
Cimento Portland, barrica, urna.
Ditu bydraulici, kilo.
Chapas de ferro liso.galvanisado, urna.
Ditas de dito usado galvanisado, idem.
Correntes de rame, kilo.
Cmzeiro, um.
Commcntadores, um.
Corta fio de ac, idem.
Caviibas diversas, idem.
Culhcr para derreter metal, idem.
Cabo de |. para picaretas, dem.
Careaueis, dem.
Chava* para pureas, idem.
Cadarzo de liuho branco ou encarnado, largo e es-
tulto, per;a.
Dito de la encarnado, idem.
Cabidos de latao com cabeca de louca, um.
Catracas dfferonciaes, idem.
Ditas com carritcl, dem.
Cariiuhos de ino americanos de urna roda, dem
Ditos americanos de duss rodas, idem.
Ditos de annaz'-U), idem.
Chlorato de potassa, kilo.
Chloridraco de am iniaco, idem.
Chlorureto de calcio, idem.
Dito'de iuii iiiuin. idem.
Carbonato de soda, dem.
Curvas pequeas de madeira de lei, decmetro cu-
bico .
Ditas titas d madeira de lei, no:.- forma, dem.
Curvas de lei e de peioba, idem.
DiUs de lei e de. peroha p.ir fora;a, dem.
C iroaba em velas, kilo.
Cr, idein.
Cravi-s ile forro, cento.
Canoa de eiiumlx), kilo.
Caibros de qualidade, um.
i:,;deiro de farro esUah o. ko.
Cobertores i la, um.
C ncbadu b;lauca, par.
Cdernaes broazeudos SS. um.
Corroa para a eaixa de guerra, idem.
D
Dedaea de repucho, am.
Dedeiras de camurca, i1.-m.
Depsitos de raad-ira, um.
Ditos de ferro, dem.
Duplo deeimetro, dem.
O (trina, kilo.
Dcalocadores, um.
Damasco de la, metro. A
Dito dito azul, idem.
Dito de la e s.-da, idera.
Dito de seda, dem.
Desbastadores, um.
Desamuadores, iiem.
Desbastidores, dm.
Diamante parb cortar vidro, dem
Dobraicas de ferr reforcadas de junta, eompri-
das, de qualquer dimensao, urna.
Dobrauieas de ferro nao retorcidas de junta, coaa-
pndas, de qualquer dimensao, dem.
Ditas de djt quaclradas para machina, de qual-
quer dimensao, idem.
Ditas de dito batido, quadradas, de qualquer di-
mensao, idem.
Ditas de litio e inpr'da3 de junta, com eixo^lo
mesmo metal, reforcadas, de oualquer dimensao,
idem.
Ditas de dito, corapridas ou de jmta, com eixode
mesmo metal, nao rt-'jrcadas, de joalquer di-
mensao, idem.
Ditas de dito quadradas, reforjadas, de qualquer
di me nsio, idem.
Ditas de dito quadradas, nao reforcadas, de qual-
quer diincnso, idem.
Ditas de dito quadradas reforcadas, para machi-
nas, qualquer diuienso, idem.
Diias de dito reforcadas para madeira, dem.
Ditas d ferro, idem.
Ditas de meta1, dem.
Dynair.ite, kilo.
E
Ether sulfrico, kilo,
tnxofre em p, iiem.
Dito cm pedra, idem.
Esmeril ns. 1, 1 e 1/2, 2, 2 e 1/2. 3, 3 e 1/2, idem.
Eapirit) de vm'no de 37 a 90 g os, litro.
Estanto em v.-rguinha, kilo.
Dito ee barra, dem.
Enchadas de ferro, urna.
Citas de dito calcadas de ac, idem.
i tas de po-ta, idem.
Eiigenhos ou machinas de furar, de as. 4, 5, 6, 7,
8, 9, 10, lie 18, idem. ^
Enxs para caraoraas ou doriteira, idea.
Ditas para ditos ou doriteira, com cabo, dem
Enx, para carpnteiro, idem.
Dita para carpnteiro oom cabo, idem.
Estopa da trra, kilo.
Dita de linho, idem.
Estopun, idem.
Escpulas de ferro, idera.
Dita de lati, dem.
Dita d lati com annel, idem.
Escalas mtricas, idem.
Estis con porcas, idem.
Estampas pura rebito, idem.
Escovas de ferro pura I impar limn, idem.
Ditas de rame para igual fiui, idem.
Engenbos pira catrscas, idem.
E-panaUcres de cabellos, um.
Ditos ds pennas, idem.
Escarradeiras de trro, dem.
Ditas de ferro ngatha, idem.
Ditas de louca, idim.
Ditas d porcelana, idem.
Ditas d tuina, idem.
Encerado ou oleado para mesa, idem.
Dito un oleado para o chao, idem.
Estotras de coco, idem.
E-laudarte para agulha, idem.
Dito para agota* com cpula e lanterna, dem.
E quadro de aeo, qualquer dimnaao, idem.
Estopa de *lg nao, idrm, kdo.
Dita inglesa, iiiem.
Esc ivas de rame para tubos de caldeira, qual-
quer dim,,iisio..idem.
Esc v s de e-iboi 4, idera.
Ditas ingb zas id-m.
Dit.s de mame, iiiera^
Kspuin.deiras defdha, nmi.
Encerado para encapar, metra.
Esmeril em p. kilo.
Flmulas de navio de 9 metros, urna.
Dita de -scahr de 1 metro, idem.
Pelele SS, metro.
Fita de chain .! t, preta, idem.
Dita dita preta, esireitn dem.
Dita dita preta. c m disneas dourados para na-
. uina.
Fio de vela de urna qualidade, kilo.
Fio de la, idera.
Dito de algodao, dem.
Tateixas, kilo.
T- rquetaa de ferro, ama.
Ditas de metal, ideiL
Facas para cosiaba, idem.
Fugues de ferro para navio com duas ""' llissi
volantes de 6, 8, 10 e 12 furos, idem
Fogoei de ferro macisto de 6, 8, r# e 12 foros
eom o de caldeira, id< ra.
Frgideiras de ferro esmaltado, idem.
Ditos de-ferro estanhado, idem.

_

*
1-



Diario de Pernambuco---Sexta--feir 21 de Maio de 1S6



Funil de vidro um.
Dito de folha, idom.
Faces grandes e pequeos, idem.
Fio de cobre, kilo.
Forjas prtate com ventiladores as. 1 e 2, idem.
Ditas ditas com deposito d agua na. 1 e 9, idem.
Ditas crlindrcas inglesas ns. 1 e 2, dem.
Ditas portateis para caldereiros, diversas dimen-
soes, dem.
Forjas portateis de Grofer Fils, idem.
Folha de FUndres grandos, Cbarcool, marea,-----
X.XX.XXX, caixa.
Dita dita grandes Koke, masca A,iA,iAA,
Dita dita pequeas Koke, marca X,XX,XXX,
idem. v
Dita dita, ama.
Ferro de calcar, um.
Ferro de soldar, idem.
Dito de cortar para calafate, idem.
Folbas de ac para serras, idem.
Ditas de ac para serrotes, de cortar metal,
idem.
Formoes, idem.
Furadores de correia, idem.
Fouces, idem.
Flor de enxofre, kilo.
Fezes de ouro, idem.
Feltro secco, dem.
Fogireiros de ferro, idem.
Fechos de ferro, qualquer dimensao, um.
Ditos de ferro, meio fio de embutir para fecha-
duras, em baixo e em cima com dobradicas,
qualquer dimensao, idem.
Fechos de lato simples, qualquer dimeuso, idem.
Fechos de lato de paletlo cobertos, idtm.
Fechos de lato de junta e meio, fio de embutir
para armario e portas, idem._
Fechos de lati com sargetas, idem.
Fechos de lato com ar-iha, idem.
Fechos de latao de embutir, idtm.
Fechos de latao de botao cobertos, idem.
Fechos de lato de molas de atarrachar, idem.
Fechos de latao de juntar com targetas, idem.
Fechaduraa de ferro para armarios e gavetas,
f qualquer dimensao, idem.
Ditas de ferro para gavetas, 2 linguetas e 2 vol-
tas, qualquer dimeneSc, idem.
Ditas de ferro de entalhar para portSo, com ou
sem macanetas, direita ou a esquerda, qual-
quer dimensao, idem-
Ditas de trro de caixa o para portao, com ou sem
^ macanetas, direita ou a esquerda, qualquer
dimensao, idem.
Ditas de ferro com ferrolho para eaixo, qualquer
dimensao, idem.
Ditas de ferro de bomba qnalquer dimensao, idem.
Ditas de ferro francesas, qualquer dimensao, idem.
Ditas de ferro de embutir de lanceta, qnalquer di-
mensao, idem.
Ditas de ferro com trinco e macaneta, qualquer
dimensao, idem.
Ditas de ferro de tambe-, qualquer dimeuso,
idem.
Ditas de ierro de lanceta .para portas de correr,
qualquer dimensao, idem.
Ditas d. ferro de agorja, com e sem canhao, qual-
quer dimensao, idem.
Ditas de ferro de broca, com tres chaves, 8 t
0-120, 0,080, idem.
Ditas de latao para armario e gavetas, com e sem
canhao, qnalquer diraenso, dem.
Ditas de lato de entalhar para portas com maca
utas de pao, vidro ou porcelana, direita e
esquerda, qualquer dimensao, idem.
Ditas de lato dt) entalhar para portas, sem maca
netas de qualquer dimensao, direita e i es
qaerda, idem.
Ditas de latao de caixu para portas, com ou sem
macanetas, a direita e esquerda, qualquer di-
meuso, idem.
Ditas de ato com macanetas de vidro ou porce-
lana, qualquer dimensao, idem.
Ditas de latao de duas entradas de 1 e 2 chavos,
qualquer dimensao, dem.
Ditas de Hto de embutir com caixao, qualquer
dimensao, dem.
Ditas de latao de embutir canastras, qualquer di-
mensao, idem.
Ditas de lato com trincos e macanetas, qualquer
dimensao, idem.
Ditas de latao de lamburete, qualquc- dimensao,
idem.
Ditas de lato de lanceta para portas, qualqu.r
dimensao, idem.
Ditas de lata de tgorja com ou sem canhao, qual-
quer dimensao, idem.
Ditas de ferro, idem.
Ditas de metal amarello, idem.
Ditas com macanetas (francesas) idem.
Ditas de metal sortidas, idem.
Ferro em chapas BB, kilo.
Dito em vergalbio, idem.
Dito em barra BB, idem.
Dito em cantoueiras BB, i letn.
Dito ingVz em barra, idem.
Dito inglez em varo, idem.
Dito inglez em lencol, idem.
Ditj inglez em cantoneiro, dem.
Dito Lawui.ior em chapas, idem.
Dito Lawmoor em barra, idem.
Dito Lawmoor em v. rgalho, idem.
Dito Lawmoor em cantoneiras, idem.
Dito Lawmoor em vaio, idem.
Dito Lawmoor em lencol, idem.
Dito da Suecia em barra, idem.
Dito d Suecia cm vergalbio, iiem.
Dito patente em barra, idem.
Dito patente em vergalbio, idem.
Ditos para arcos, dem.
Dito para grelhas, idem.
Dito xadrez em chapas, idem.
Ferro guza, idem.
Dito inglez em varo redondo SS, idem.
Bolsa cominerclal de Pernam-
buco
BECIFE, 20 DE MAIO VE 18b
Aa tres horas da tarde
('otace* otfiriae*
plices provinciaes de juros de 7 0/0, do valor
de 1:0001, ao par.
Ditas idem idem, de 5^.04 ao par.
Ditas idem idem, de 200f ao par.
Letras bypothecarias do banco de crdito real de
Pernambuco, a juros de 7 0/0, do valer
de 100/ a 94JO0O cada ama.
Cambio sobre o Kio de Janeiro, 60 d/v. com 1 0/0
de descont.
Cambio sobre Para, 90 d/v. com 1 3/4 0/0 de des-
cont.
Cambio sobre Lisboa, 60 d/v. 144 0/0 de premio.
Xa hora da -ola..
Venleiam-se :
2 anolices provinciaes de 1:0004-
75 ditos de 1:000*.
1 dita de 5004.
2 dita de 200 ..
25 letras hypotbccar ias.
50 ditas idem.
^ O iresidente,
Pedro Jos Pinto.
Pelo sicretaric,
Augusto F. de Leinos,
H-NDiVi.-. M<* PL'LhX-S
lie* ae Maio di 2886
ALFAN EGA
RtKDA OEBi L
Ferio ingles em varo quadrado, idem.
Ferio da Suecia em vario redondo, idem.
Ferro proprio psra grelbas, idem.
Fechos pedreses, um.
Foiee SS, um.
Frrrolhos de metal amarello, idem.
Ditof de ferro SS, idem.
ti
Ganchos de lati, um.
Dito i de fero, idem.
Graiopos de ferro para madeira, idem.
Dito) de ferro para forro, idem.
Dito, i de madeira, idem.
Garbpes com ferro, idem.
Goivas para calafates, idem.
Ditaii para carpioteiros, idem.
Ditas cbanfradas para dentro, qualquer dimensao
idem.
Goivctas, idem.
Grozns de ac, idem.
Gazstt de algodo, kilo.
Dita de linho, dem.
Dita elstica patente, idem.
Dita de algodo para condensadores, idem.
Dita patente, idem.
Giz em pedra, idem.
Gomioa lacea clara, idem.
Gues^as inglezas braucas e pre!as, idem.
Gesso, idem.
Grad; s de rame de rinco, metro.
Gadaobos de ferro, um.
Gotta percha em panno, kilo.
Dita em fio, idem.
Graminhos, idem.
Geuipapo em toros, decmetro cubico.
Dito cm tahuas, idem.
Guarda-techos, um.
Galbardetes de siguaes, idem.
Gangi azul, metro.
Grvalas de couro, urna.
Ganga amarella, metro.
Dit encarnada, idem.
Gomoia arbica em pedra, kilo
Godeto para desenbo. um.
Grize as para lampeoes, idem.
Garf i para crsiuha, idem.
Dito ce ferro, idem.
Galvanmetros, idem.
Gatos com sapatilbo, idea.
Ditos singelus, idem.
Ditos dobrados idem
Ditos de tourel, idem.
Globos de vidro, idea.
Ditos de vidro para lampeos, idem.
Grtele de folbas, um.
Giz crayon, caixa.
Dito dito encarnado, idem.
Graia do Rio Grande em bexigas, kilo.

Hy Dito de metal, idem.
Dito de Sausure. idem.
H.uzoute artificial, idem.
H'-Slias, urna.

Indicadores de vidro de qualquer compriinento de
0,01 0,' 13, 0,016, 0,19, 0,022, 0,02', 0,028 e
0,032 de circumfi reucia para caldeiras de ma-
china, um.
Indicadores de Richards, de qualquer com,ri
ment e espessura, idem.
ndices alphaoeticos, de 25 a 100 folhas, idem
[Uto* de metal, (luzia.
ndigo inglez, pao.
Dito brauoi-, idem.
Irlanda ou bolla-.da, metro.
I
Jal de cri'W. kilo.
Diio d.; Sap.les, idem.
Ju iccoes de barro, diversas dimentes, um.
Jacaranda, pranchoes, decimetros cbicos.
Diro violeta, dem.
Jarras de madeira para agua, urna-
Ditas de ferro agatha, idem.
Ditas de ferro, ilcui.
Ditas de folh", idem.
Juntas d.; metal para mangotes e mangueiras, de
qnalquer iimcnsi. idem.
Kerosene, lata.
K
Ii
La de earueiro, peile.
Le tos de lato, um.
Lixa de [-.uno branco, dem.
Dita de papel, idem.
Dita de peixe, idem.
Dita de. vidro, idem.
Dta esmeril, idem.
Lubrificadores, um.
Linda d coser, kilo.
Dita de crivo, idem.
Hita crua, idem.
Dita para i armo. idem.
Dita canhamu, idem.
Dita aleatroada, idem.
Dita de barca, idem.
Lata em chapas pira todas as dimcubes, idem.
Dito em vvrgalhoe.-1, idem.
Dito cm folha para forros, idem.
Dito em lencol, dem,
Limas inglezas quadradas de f,101 a 0,550,
duzia.
bitas inglezas chatas 1/2 canoa, speras e abas-
tardas de 0,101 a 0,550, idem.
Dita* inglezas parallelas bastardas, de 0,101 a
0.550, idem.
Ditas de 3 quinas bastardas e speras de 0,101 a
0,550, dem.
Ditas ingl -zas maurcas chatas 1/2 canna de 0,ll>l
a 0,550, idem.
Ditas inglezas maurcas parallelas de 0,101 a 0,550
idem.
Ditas de quin>s m>iurc"8 do autor P. Jachson de
0,100X0,02, 0,200 X 0,100 e 0,200X0,016,
idem.
De 1 a 19 dem e 20 Ruda fmovucial De 17 a 1 dem de 20 4( 7 1994609 2:377*71 429:5774580
17:749/403 2:745*979 20:4954382
. Total 4o0;724962
/ ftscuut noaiA 1 i 1 do 20 a 19 22 312.1-31 1:071.620
23:382^761
Coasuiano Paovisc dem de 20 :al D 1 a 19 73:91'. 609*108 74:6t 2.469
Raer dhyxiob ao eljal 13:788.402 373: 91b 14:1624318
DESPACHOS DE IMPORTACAO .
Vapor nacional S. Francisco, entrado da
Baha e escalas no dia 19 do correnie, c
consignado a Cumpanhia Pernambucana,
munifestou :
Assucar -JO saceos a Joaquim da Silva
Curvaiho.
Bar-ii-as vazias 10. a Amoricu IrniSos
& O-, 475 atados ordem.
F:rinha de mandioca 1,400 saccas a
BalUr Olivcira & C, 334 ordem.
fliate naciontl Deus te Guarde, entrado
de Mossor, no dia 19 do oorrente, e con-
signado a B. Lourenyo, manifestou :
AlgodSc 440 saceos ordem.
Mel 2 barris a JoSo Vctor Alvos Ma-
tbeus.
Sal 200 alqueres ao consignatario.
Lngra norueguense Sophie, entrado de
Rio-Grande do Sal, no da 19 do crrante,
e consignado a Pe-reira Carnero & C, ma-
nifestou :
Grasa 111 pipase 710 barris aos con-
signatarios.
Lugar sueco Ilildur, entrado de Pelo-
tas no Ola 19 do c-om-nte e consignado a
Mai t & Rzende, manifestou :
X rquclGS, 915 kilos orden).
. :, 8 f)E EXPORTADLO
'.t 19 de Maio de 1886
Para o exterior
N i pataebo inglez Trust, carregaram :
Para New-York, P Carneiro S C. 217 saceos
e ir, 16,275 kilos de assucar mascavado.
No vap-jr francez \le de Victoria, carrega-
ram :
Para Hamburgn, H. Nu'-3ch & C. 69 couros
salgado* com 828 kilos.
'No brigue sueco Alie, carrerea :
Para HjII, C. P. de Lemos 10,000 kilos deossos
do boi.
Para o Interior
No latacho nacional Maia 2, carrega-
ram :
Para P. rto-Alegre, T. de Azevedo Soasa 250
M com 18,7:0 kilos de assucar braaco e 50
ditcs c.-m },750 ditos de dito mascavado ; P. A.
de As'-vt'do 30-' accos com 22,: 00 kilos de assu-
car branca e 50 ditr s c m 3,750 ditos de dito mas
e-.vado.
Di tas amendoinan maurcas do anestno autor de
(1,100 X 0,009,0,200 X 0,011 ,200 X 0,01 ,
idem.
Dirs cylindricaa maurcas do Mecano autor 0,103
X 0,200, idem.
Ditas lancheiras maurcas do ana* aator de 0,25)3
X 0.125, idem.
Ditas curvas de 0,101 a 0,550, Vaa.
Ditas de 3 quinas do autor W. Wales de 0,101 a
0,550, idem.
Ditas de 1/2 cannas chatas e bastardas do mesmo
autor, 0,101 a 0,550, denu
Ditas parallelas maurcas e bastardas do mesmo
autor, 0,191 a 0,550, idem.
Dit is speras do mesmo auter, 4* 0,101 a 0,550
idem.
Ditas amendoeiras do mesmo antor de 0,101 a
0,550. idem,
Ditas de ac, urna.
Liuiatoes ingleses quadrados de 0,101 a 0,550,
duzia.
Ditos ioglezes redondos de 0,101 a 0,550, idea.
Ditos cylindricos de 0,2CO, ideas.
Ditos, um.
Llames de cmara direitos, dusis.
Ditos de cmara cu: vos nela fufa, iuenj.
Ditos curvos a pegar, idem.
Dit s de sicupira, um.
Lona da Kussia larga, metro.
Dita estreita, idem.
Dita ingleza, larga, idem.
Dita estieita, dem.
Dita de algodo nacional, idem.
Latrmas de patente, idem.
Ditas de Sti-in & C dem.
Ditas de Taylor, idm.
Linternas de patente, urna.
Ditas de rede-vidro, idem.
Ditas para m chinas, idem.
Ditas com n fl.-etores, idem.
Di.asp-i a-fugo, idem.
Ditas n 'angulares, idem.
Lampeo.- do cobre para machina, idem.
Dit-.s nichelados, idem.
D;tos cun 4 velase mangas, idem.
Ditos de capsula, idem.
Ditos redundjs, idem.
Ditos de rede e vidro, dem.
Ditos de vistas, idem.
Limparinas de soldar, idem.
L ivatorios de f-rr >, um.
Mealhar braaco para gaveta, kilo.
Dito alcafroado, iden.
Mangotes de borracha para bomba, completos,
um.
Ditos de lona para bomba, completo, idem.
Mangueiras de lona cum eseuiocho e competente
tarracha para bombas, idem.
Merliin, kilo.
Moinhus para caf d.i Fry, de 6, *, 10, 12, 14, 16,
18 e 20 kdos, um.
Machado para cortar carne, um.
Medidas de ferro decimaes para seceos, jog-i.
Me odas de ferro decimaes para lquidos, idem.
Medidas de estanho para sececs, idim
Metidas mtricas de folha, temo.
Meias graduadas, urna
Manmetro dt Bourdun, idem.
Manmetros de outros autores, idem.
Mcehrometros de qualquer autor, idem.
Morim, metro.
Metros de madeira, um.
Mr-canelas mi in ilutas de lat ', duaia.
Macanetas un moletas de vidro, ideac.
Mueanet*' ou moletas de lonca, dem.
Macanetas na moletas de porcelana, idem.
M canetas de madeira, i4aa
Macacos ny i. .irietrs, dem.
Macacos ui-eli-.nico:, idein.
Machad.>, dem
Machado osas cabo, idem.
Marretao de. ferro, id-'in.
M rretSea ealeadus d-? ac idem.
Magos de ferro, idem.
Mac"s de f-rro ca'ctdos d-; ac, idem.
M dhos de ferro, dVm.
Malh.i de chumbo, idem.
Maujoe, idem.
Martello de carpiuteiro, idem.
M-irt Martello de cubr>-, idem.
Martello de machiuista, idem.
Metal innntz, kilo.
Metal patente, id-'in.
Metal em lira, liein.
Mtal cm folha, idem.
Massarics. um.
Mordente, kil".
Molas ou ti-chos de ac, um
Mandril, i-lern
Mequeirb, kilo.
Manilhi.s ile barro, urna.
Macctcs de ip, idem.
Ma'boh de ip, i-jem.
M no. s biMiizeados, n'ein.
Mochos com assiuto de palhioha, idem.
n
Ntvispliei ie, uro.
Nnvalha para marinheiro, omi.
Niveis de lati, idein.
Nink n ingles liquido, vidro.
S'ank'ii ni pau, 2 dragues, prmeiraquaiidade, pao
Nuroeracao de metal, jogo.
Niveis de prumo, um.
O
Oleo de cr.-iua mineral, litro.
Oleo colza, idem.
Oeulis d- alcance, um.
Odinetros, idem.
Oleo de linhac, kilo.
Ocre, idem.
Ou"0 do P-irto; milheiro.
Ouro em pao, livro.
No vapor francez Ville de Macelo, carrega-
ram :
Para o Rio de Janeiro, Burle & C. 116 saceos
com 8,700 kilos de assucar branco e 2'5 ditos com
12,90.) ditos de dito mascavado ; H. Burle & C.
400 saccas com 31,090 kilos de algedao.
No vapor nllemilo Detterro, carregaram :
Para Santos, P. Carneiro & C. 3,000 saceos com
180,000 kilos de assucar branco e 2,500 dit s com
150,000 ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Ipojuca, carregaram :
Para I'aruahyba, E. C. Bellra> V Irinao 46
volumes com 1,515 kilos de assucar branco
fara h Natal, B. C. Beltro & Irrno 12 barri-
cas c-in 6.2 kilos de assucar mascavado
Para Acarahu, E. C. boltrao & Irmao 6 barri-
cas com 2 3 kilos de asu.-ir inasenv. do.
No hiate nacional S. BartlwUimeu, carrega-
ram :
Para Mosaor, P. C.rncirc di C. 5,00(> saceos
com riuha de mandioca.
Na barcaca f Jco, carregaram :
Para Macahyba, Amorim Irmaos & C. 600 sac-
eos com farinha de mandioca ; M. A- Senna & C
5 barricas com 314 kilos de assucar r finado.
Para o Natal, W. Rocha & C. 50 saceos com
farinha de mandioca.
Na barcaca Flor do Jardim, earregar m :
Para Aracaty, Pernandes t Irmao 260 saceos
com farinha de mandioca.
Na barcaca Loquinha, carregaram :
Para M.ssor, J. J. da Costa Medeiros 500
saceos com farinha de mandioca ; M. A. benna &
C. 5 barricas com 410 kilos de aasacarr branco
MOVIMENTO IX) PORTO
Navios entrados no dia 20
Rio Grande do Sul-17 das, escuna nc-
rueguens".,Ilapnces, de 71 lonetadas, ca-
pitto T. T. VVig, equipagem 5, e.irga
xarque ; a Bailar Oliveira & C.
SantCathanna 13 dias, lugar nacional
Ral, de 229 toneladas, captao Jos
Gomes Netto, equipagem 10, carga fa-
rinha de mandioca ; a H. Lundgri n
dC.
Navio suhido no manto dia
Havre e escala- Vapor francs Ville de
Victoria, coramandante G. Simone, car-
ga varios gneros.
VAPOlibS ESPEIiADO^
Desterro
Para
ValparaLo
Tagus
Senegal
Cear
Portuense
La Plata
de Trieste boje
de Hamburgo boje
do norte a 23
dO pin a 24
da Europa a 24
do sol a 25
do sol a -J6
do New-York a 28
do sal a 29
Oleado para mesa, metro.
Oxido d ferro, kilo.
P
Pas de ferro, u-na.
Ps de ferro com ponta, idem.
Ps de seo, idem. g
Ps de ac com poeta, idem.
Panellas para derteter chumbo e breu, idem.
Palmatorias de tarracha para parafusos, idem.
Pedras de afiar, idem.
Pedras de amolar, dem.
Pedia de rebolo, idem.
Pedra de moer tintas, idem.
Pedra para limar serras, dem.
Picoes de seo, idem.
Pucbadores de madeira, idem.
Pucgadoaes de metal, idem.
Pucbadores de vidro* e louca, idem.
l'eneiras de rame e ferro, idem.
Pi neiras de rame de ferro galvantsado, iiem.
Prneiras de rame de latc, idem.
Penetras de cabello, idem.
Peneiras de palba, idem.
Pineira de seda com tainpo, idem.
Pendra de rame, dem.
Penetras de seda sem tampo, idem.
Pedra pomes, kilo'
'e ira padre, idim.
(..il.a para a mob.lha (amarilho preto) 1 qaalida
de, ns. 1, l liV, 2, 2 12, S, 3 1[2, 4 e 5, idem.
Parafina, folha.
I'loinlagina, idem.
Patassa em pedra, idem.
PlXe da Slecii. litro.
Pruriius de p dreiro. um.
i-'ioeeis, duzia.
Ditos encastoad. s, idem.
Ditos escopirn, idem.
Ditos para cesen nos, idem.
D.tos para aquarella, idem.
Prumo patea es, idem.
Ditos de chumbo, idem.
incei i seperos, idem.
F's de tv.lira, mu.
P de inailini, kilo.
Dito de tapeto, idem.
Pos leves, dem.
Ditos p.ct", idem.
.'. i de iji para cabos, um.
Ditos de quiri. idem.
Piearetas de ferro, dem.
Plantas, idtm.
Pas completas, idem.
Puntas de paos com cabeca, kilo.
Ditas de pao, ecm cebeca, idem.
Pregos de cobre batido, idem.
Ditos de cobre de embutir, idem.
Ditos de bronze, idem.
Ditos de cobte para firo, idem.
Dit.s de cobre de ta'hamar, idem.
Ditos de ferro para forro, idem.
Ditos de ferro de p-'so, idem.
Ditos de trro, grandes, mato.
Ditos de. ferro, pequeos, kilo.
Ditos batelliuhos, dem.
Ditos de ferro, de batel grandes, idem.
I-Mtos de ferru, de batel pequeos, idem.
Diios de Ierro, npaet, idem.
Ditos estopares, dem.
Ditos de ferro, caihraes, idem.
D.ios de enhocar, iiem.
Ditos de z neo, ateos.
D.tos de ferro de ealvanisados, idem.
Ditos de cobre, rip iL
Ditos l>linaze, idem.
Ditos de f-rro, de costado, idem.
Diios de costados, .'alvainsados, idem.
Dit.is de cjIi.i- de b .tel, idem.
Ditoa de cubre, de costado, idem.
Ditus de cobre para forro, idem.
Ditos de ferro, de guarui^io, idem.
Ditos franceses, id m.
Ditos de ferro, de suulho, cente.
Diios cabeca de pon olla ae, um.
Ditos cabrea d-'urada, idem.
Pivote de ferro, um.
Dltj de lato, idem.
Punccs, idem.
l'ar-.fusos de ferro com potcas, qualquer dimeo
tao. iden..
Ditiis de porc com rspelhos, idem.
Ditos de ferro de oabeca chata, difFer-'n'.es dtmen
toes, grosa.
Ditos de ferr, en beca redonda, difFerentes dimen-
tC-s, idem.
Ditos de laido, de cocea chata, differentes di
ment idein.
Ditos 8S, un.
Ditos de m tal i.in.iiello, idem.
raimo tino verde, metro.
Papelao asbert, idein.
Pmceia da Malta, um.
Di t'>s de sed i, i -em.
Platina em baira,klo.
Parallelepi;'edos de pdrx, eento
Pranehes de cedro da Baha, decmetro cubico,
Pilos eur.os de p'-rcla vertnelha, idein.
Ditos de perula branca, idem.
Pecas de pinho de Riga, de diversas espessurus.
metro errrido.
Panno de la. damasco para mesa, metro.
Dito de linho, damasco, idem.
PaMes para caita de guerra, idem.
Pesos de ferro, jogo.
Ditos de mct.l. idem.
Pratos fundos de ferro agatha, um.
Dit. a traveesos de ferro dito, dem.
Panellas de ferro laladc, kilo.
Ditas de ferro, estanuadas, idem.
Ditai de ferro, esmaltadas, idem.
Ditas de folh-, urna
I'iassava. kilo.
Pluvimetro, um.
Panno fino verde e de outras cores, metro.
Panno de brim para esealercs. um.
pharol para paioi le fiolfora, idem.
DitcS para tupes, i lem.
Dito para os ladus, verde e encarnado, idem.
Passadiirus, urna.
Patetas* de pao SS, idem.
Pannos para mesa, meti.
Pelledemarroquiai, urna.
Phosph..ros de seguranca, duzia.
Pue-ru de folha, um.
Prato travesea de folha, idem.
Dito redondo de folha.
Pavios para limpees, kilo.
Pelle de earueiro preparada, urna.
ti
Quaitelas para ffcal r, nica.
Ditas j ara liquidos, idem.

Rrgii&eutj d.: tiznaos para navios, um.
Dito de aifttmea para cscaleres. idem.
Dito do cdigo internacional, idem.
Remos de fina SS, iden.
Regu&s de .i adeira, idem.
Keiogios de p&rede americanos ou inglezes, idem.
Itegua mtrica de n etal, idem.
Rip .8 de coco, duzia.
Rebotes de ferro, kilo.
Ditos de ferro galvanizado, idem.
D.tos de ferro galvanisado em amarello, idein.
Reliti s de cobre, idea.
Reblos com caixa de madeira, idem.
Ditos com caixa c veio de m, idem.
Raspas de f-no, idein.
Remancbadores, dem.
Repuchos, idem.
R-.idanas com rodizio de lato, idem.
Rouge, kilo
Roxo rei, dem.
R gistro de latao, im.
Registro de metal amarello at o 330 de dime-
tro inteiro, dem.
Ii.!o;iras, urna.
S
Saccss do Conducco, um.
Dit Saboueteiro Je ferro agatha, idem.
Salinmetro, idem.
Sapattlhos de terr >, idem.
Ditis de bronze, idem.
Ditos de metal, idem.
Sextante, idem.
Si.bao em pa >, kilo.
S bo im vclaf, i lem.
Dito coado, dem.
Sicariniii em veas, idem.
Ditas em ardiles, idem.
Sondureza, idem.
Serras sem fin, urna.
Ditas bri.c-cs, dem.
Ditas circulares, idem.
Ditas de mu, idem.
Ditas de vopear, idem.
Ditas mechauicas, idam.
Ditas de desdoblar, idem.
Serrotes bracaes, idem.
Ditos de costas, i em.
Ditos de ponta, idem.
Ditos de tracar, idem.
Dit>s de cortar, idem.
Ditos de mo, idem. '
Ditos riara cortar carne, idem..
Sola preparada e grosada, meio.
Dita bruta, idem.
D'ta preparada da Praia Grande, idem.
Dita preparada ingleza, idein.
Dita preparada & francesa, idem.
Dita ingleza, idem.
Dita da trra, idem.
Dita preparada a Lavall, idem.
Sulphato de potassa, kilo.
Dito de soda, idem.
Sulphureto de amonio, idem.
Dito de antimonio, dem.
Dito de extramonio, idem.
Soda caustica, idem.
Sndalo, dem,
Sal amoniaco, idem.
Sombras da colonia, idem.
Sa. gne de drago, idem.
Seccante de zinco, idem.
Dito de chumbo, iiem.
Seccanti brilhant-e, idem.
Sida forte, idem.
Dita iraca, idtm.
Servidos para feges, um.
Saceos de lona. dem.
Seccante de ouro, kilo.
Safras de ferro calcadas, urna.
Sebo em velas, kilo.
T
Tramelas de ferro, urna.
Ditas de latao. idem.
Ditas de lati com chapa e pegadeira, idem.
Trincos de ferro, idem.
Ditos de latao, idem.
Trincos de lato oom macanetas do mesmo metal,
com molas de altanchas, idem.
Ditos de lato com macanetas de madeira, dito, di-
to, idem.
Ditos do latao com in-tcaneta de bofa, dilj, dito
dem.
T->lhadciras de aQo, idem .
Tarrachas de madeira, idem.
Ditas de 20, 30 e 60 furos, idem.
Talhas ou apparelhos de ferro para suspender, do
autor Weaton, de 50<) a 5,000 kilos, idem.
Thesourus para cortar metal, id-tn.
Thesoun de trinch-iro, idem.
Tornos de ferro de bancada, kilos.
Tornos de mesa, um.
Tornos pequeuos de uiao, idem.
Ditos de mesa e machinas de furar, kilos.
Ditos mechan icos, idem.
Dito- paral Icios, idein.
Ditcs de mesa americanos, idem.
Torquezes, urna.
Trados de roscas de todas as di menso s, dem.
Ditos de eolber de todas ^3 diineusoes, idem.
Traiiquetas de lato de nulas com mact netas de
pao, louca ou metal para atarrachar, idem.
Ti.anquetas de ferro, idem.
I htH dt metal, idein.
Tren.i mtrica, idem.
Trinchas para earpiut.-iro, idem.
Ditas para pintor, dem.
Tranchas, dem.
Telas d,? rame, metro.
Telas metailicas, i 1,-m.
Tubos de barro, idein.
Tubos de ferro, dem.
Dito- de ferro para ea'.d-ira", ideas.
Ditos de i'eiro para eataea do o.I eir.is,. idein.
Ditos de latao .ara caldeiras. idem.
Ditos de lato para estis de c ildeiras, kilo.
Ditos de. cobre, idein.
Ditos de chumbo, idem.
Ditos de metal, idem.
Ditos de borracha, dem.
Ditos ou maugueira de borracha sem rame, me-
tro.
Ditos ou inangueira de borracha com rame,
idein.
Tubos oa inangueira de lona de O",001 de dime-
tro interno e metro corrido.
Tellus de vidro, una.
i'elhaa nacionae^, cuto.
Telhas francczai-, idem.
Ditas de bario, dem.
Ditas de zinc.i .-S, nina.
Tijolos de alveuari", eaato.
Ditos refractarios, idein.
Ditos de ladrilho, idein.
Ditos mosaicos, quadro.
Ditas p^eusadores, eento.
Ditos inglezee, um
Tachas le ac, kilo.
Ditas de bomba, idem.
Ditas (le zinco, idem.
Ditas de cebre, idem.
D.tas de ferro, idein.
Triucal, dem.
Terra de sene, crua e qu.-imada, idem.
Tubos de tinta, franceses, bisnagas, um.
Tinta azul ultramarina, kilo.
Dica amarella preparada, idem.
Dita branca de zinco, idem.
Dita branca de chumbo, idem.
Dita palha, idem.
Dita preta preparada, idem.
Dita ver Je preparada, idem.
Dita encarnada preparada, idem.
Dit- azul preparada, idem.
Dita roxo-ter.-a, idein.
Torne i ras de estanho n. 1 a 10, umi.
Ditas de madeira, urna.
Ditas de metal cu/' as, idem.
Ditas de ue tal, idem.
Transferidores, idem
Torradores para ci de 6, 3, 10, 12, 14, 16, 18 e
20 kilos, idem.
Tinta sardiuha, idem.
Dita ingleza, dem.
Torcidi-8 frapcezaa, metro. .
I'ratiquetas, caixa.
Tmas para baldeadlo, idem.
Themometros, idem.
Ditos de Caisell cun caixa de cobre, idem.
Thermometros centegrados, conforme o autor,
idem.
Terrina de fero agatha, idem.
Terrina de folha, idem.
Tapete de la, idem.
Tapetes para escaler, metro.
Tafet, i dein.
Travesseiros de capim ou de crina, um.
Traer-sseiros de palha, idem.
TrasUdos de ealligraphia, duzia.
'Fallieres de ferr.;, idem.
Tinas \ ;i soadureja, urna.
Tinas para baiquinha, idem
Tinas para baldeaco, idein.
Tigelina de folha, idem.
Travs de qualidade, idem
Talhadeiris, idem.
Tintein s de estanho, idem.
Toros de genipapo, dem.
Tabeas de pinho amaricano differentes espumas
metro quadrado.
Taboa de pinho da Suecia, metro corrido.
Taboa de pinoo de Riga, dito, dito.
Taboa de cedro da Baha, dea cub.
'lab .a de amarello de atsoalho, idsm.
Taboa de costado de pao carga, idem.
Toboa de coetadinho, dito dem.
Taboa de cedro para forro, idem
Taboa de cedro de 0,025, dem.
Taboa de cedro de 0,019, dem.
Taboa oe louro para assolhn, idem.
Tahua de pao carga da 0,013, idem.
Taboa d" pao carga de 0.025, dem.
Taboa de pao carga de 0,037, idem.
Taboa de pao costado, idem.
Taboa de pao costadinbo, idem.
Taboa de amarello, para forro, idem.
Taboa de amarello de 0,025, idem.
Taboa do amarello de 0,019, idem.
Taboa de amarello de 0,087, idem.
T.-iboe de amarello de costado, idem.
Taboa de amarello de costadinbo, idem.
Taboa de pinho da Suecia de 0,019, idem.
Tab a de pinho da Suecia de 0,025, idem,
Taboa de pinho d* Suecia de 0,035. idem.
Taboa de piho da Suecia de 0,075, iiem.
Taboa de louro para forro, idem.
Taboa de pao carga de 0,019, idem.
Taboa de pinho de Suecia de 0,037, idem.
Taboa de pinho da Suecia de 0,050 idem.
Toros di-e.-nipapo de 2,64 a 2,30 de comprimento e
de 0,55 a 0,65 de dimetro no topo mais grosso
e que nao teuhain no, um.
Verrumas de roscas para calafate, idem. >
Verrumas de colher, idem.
Verrumas para carpinteiro, idem.
Vaquetas de sola, um.
Verniz branco de boneca kilo.
Vernis de colher, idem.
Verniz branco francez, encorpado, dem.
Verniz amareHo, idem.
Verniz de pincel branco e preto, vidroa grandes.
Verniz de queimar nos, kilo.
Verniz de alambre, iaem.
Verniz branco e preto de S. Freir, vidro grande.
Verniz seccativo ingles, kilo.
Verniz copal, idem,
Verniz metallico, idem.
Verniz crystal. dem.
Verniz Bert Blank Japn, lata.
Verniz Bert Weamirag. idem.
Verde Pars, kilo.
Verniz de coaltar, idem.
Verde composto, idem.
Dito nativo, idem.
V. rde francez, idem.
Verde Ingles, kilo.
Vermellio dt China, idem.
Vidroa para vidracas de 0,0020. 0,004, um.
Ditos inglezes de 0,0620 0.0U5 idem.
Ditos da Bohemia, idem.
Ditos lavrados, idem.
Dit m estrellados, idem.
D.tos de cores lisos, idem.
Ditos de cores enrvos. idem.
Ditos opacos, idem.
Ditos para es pe los, idem.
Ditos musselma, iiem.
Ditos redoados para vigas, dem.
Vlvulas de borracha, idem.
Ventiladores para forjas, idem.
Vigas de guarab, massarauduba e de outras ma-
deira; de lei, dec. cub.
Z
7. rc-o, kilo.
Zinco em barra, dem,
Zinco em folha, idcm
Zinco rendado, idein.
Ziceo inglez em barra, i.lem.
Condicoes
1. Todos 08 artigos sero de primera qual -
dade.
.' Serio entregues pelos fornecedorea as
porces que Iho torem pedidas pelo alinoxarifado
e pelos navios de guerra, no praso de tres das
contados da data em que os pedidos foreiu despa-
i p -lo Ex..i. Sr. inspector.
3" Os gneros fieaio sujeitos approvacao ou
reprovaco do perito qus for designarlo para exa-
minal-aa.
4 Os torne dores pagaro as multas de dez
por cents di valor ds gneros nociso de demora
as entregas e de ute, por eento no de falta de
entrega, ou rej.ico por imi qualidade, indem-
niaando ueste caso a faz- nda nacional da ditfe-
rfnea que s* der entre os precos ajustados e os
por que torem comprados os gneros nao forne-
eidos ou r eit-idos, salvo se fo-em iminediata-
me.ite substitu ios por outro da qualidade con-
u-actada
5.a O pigamento da i nportauca dos forneci-
mentaa ser teito pela Thesoararia de Fazenda a
vista dos documentos que obtiverem os tornece-
dores, e riopiis de sat-steito o sello provincial.
6. Contorme o aviso circular do Ministerio da
Mariiiha n. 172 ce 28 de Janeiro do corrciite anno
o forneeedor lie.ir sujeito a mais sessenta diaa de
snppiimento, alm do praso estipulado no con-
tracto, sea que esta drcuitancia lhe d dircito
prorogafio do ajuste.
7. Os ubjectos fornecidos s serio pagos no
inez teguinte:
Observacoes
La Nenhuma proposta ser recebida sem que o
proponente della declare por extenso, sem claro
igiiin, emenda, entreliuha ou rasura, o preco de
Cada genero.
2.* Nao ser aceita proposta sem que o nego-
ciante declare que se sujeita. ao pagameot} da
multa de cinco por eento do valor provavel de for-
noeiinento durante o praso para ^ue este aunun-
ciado, se nao comparecer nesta secretaria pira
assiguar o contracto, no praso de tres das, con-
tados d'aqielie em que fr notificado pela im-
prensa, como determina o aviso de 28 de, Dezem-
br.. de 1871.
3." Conforme o recommendado em aviso de 11
do Maio de 1880, no sero admittidas as propos-
tas dos negociantes ou firmas sociaes que nao
apreeeutarein os documeutos seguiutes':
Certido da matricula da junta coinmercUl:
Buhte de pagamento do imposto de iudnstria
no ultimo seu.estre.
Certido de contrato social exhibido do registro
da junta commercial.
4- Nenbuuia proposta ser recebida depois do
dia e hora designados neste annuncio.
5- Os proponentcs apresentarao os documentos
exigidos pelo aviso de 11 de maio cima referido
tres das autes do praso marcado para o receb-
metito das propostas, para a necessana verifi-
caco.
Secretaria da inspeceb do Arsenal de Marinha
de Pernambuco, 17 de maio de I8b6.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Vidros para espelho, um.
Vidrog curvos para phares, brancos e encarnados
idem
Vidros de vidraca brancos e de eores, idem.
Vidro olho de boi, idem.
Vistas de osso, idem.
Vistas de madreperola, idem.
Vassour is de piassava com cabo, idem.
Vassouras de palha, idem idem.
Vassou.as de faxinu, idem.
Vestidores, idem.
Vaquetas para caixa de guerra, idem.
Veio de m, um.
Carta precatorin e rogiaturia que
mal liriuilla (lo juixo de orpboN
ao laapeclor da Thesoararia de
Paseada para o llm abaixo decla-
rado.
Ao Illn. Sr. Dr. inspector da Thesouraria de Fs
zenda ou quetn legalmeute suas vezes fizer
O Dr. Alelino Antonio de Luna Freir,
offi:ial da Imperial Ordem da Rosa,
commendador da real ordem militar por-
tngueza de Nosso Senhor Jess Christo
e juiz de direito privativo de orphilos
e ausentea, nesta comarca do Rcife, por
Su i Magcstade Imperial e Constitucional
o Sr. D. Pedro Segundo, a quera Deus
guarde, etc.
Faco saber a V. S. que a este juizo dirigi D.
Auna Ediburges dos Santos Lima a petico do
tb. or seguiute :
Ilim. e Exm. Sr. Dr. juiz de orphos. Arma
Ediburges dos Santos Lima com certido junta
prova achar-se de maior idade e portanto habili-
tada para reaer sua pessoa e bens e por isto vem
pedir a V. Exc. para que se digne mandar expe-
dir carta precatoria para a repartico respectiva
lhe entregar a quactia de 86088 rs. e os juros,
dinheiro que all foi rccolhido em virtude da or-
dem leste juiz de Junho de 1884, cujoseonheci-
inento acha-se no cartorio e tem o n. 1255. Xes-
fes ermosPede a V. Exc. deferimentoE. R. M.
Rccife, 19 de Abril de 1886. Anna Ediburges
dos Santos Lima.
Estava sellado com urna estampilba de 200 rs,
nutilisada na forma da lei.
E nada mais se continua em dita petico aqui
fielmente copiada do proprio auto e depois do que
se via e mostrava o despacho do theor seguints :
os autos. Recite, l de Abril de 1886.Lu-
na Frene.
E nada mais se continba cm dito despacho aqui
fielmente copiado dos proprios autjs e depois do
que subiram a nrnha conclnso, profer o interlo-
COtorio do theor segointe :
Vista ao Dr. curador geral. Recife, 27 de Abril
de 1886 Luna Freir.
E ruda mais se contnha em dito meu ioterlo-
cuto io copiado dos proprios autos depois do que
foram estes com vista ao Dr. curador geral e dea-
Ibes o parecer do theor seguinte :
Est no caso dt? ser deferida a pati;ao folhas
2. A supplicante a folhas 26 ain Ja contina sob
o patrio pider, pois que anda u cotnpletou 21
annos de dade. Recite, 12 de Maio de 1886.
Oliveira Fouseca.
E nada mais se continha em dito parecer aqui
fielmente copiado dos proprios autos e depois do
que sub- am a minha concluso, nelles profer ia
seutenya do theor segninte :
H-i por emancipada a herdeira Anna Edibur-
ges dos Santos Lima, para que possa administrar
livrem.-nt sua p-'ssoa e be.ns ; pague as custas.
Fica indeferida a petico d^ folhas 26 por nao ter
a supplicaate completado a idade legal. Recife,
15 de Maio de 1886. Adelino Antonio de Luna
Freir.
E nada mais se continha cm dita sntenca aqui
fi Imente cepada dos proprios autos e depois do
que ie via e mostrava a conta que do theor se-
guinte :
Do eouheciirento n. 1255 consta que em 18 de
Junh > de 1884, foi recolhido por emprestimo aos
cofres da Th-souraria de Fazenda pertencentes
aos menores Anna, Maa, Oljropia e Rita a quan-
tia de 344*352. Esta quantia dividida pelos qua
tro herdeiros cabe a cada um 64088. Levanta a
herdeira Anna de principal 86508. Juros de 5
por eento de 18 de Junho de 1884. Nao tsm di-
reito a juros porque completou a maioridade em
I
n
C MD


Diario de PernambncoSexta-feira 31 de Malo de 1886
< i .. -. -i
1883. Conta 2i. Recife, 19 de Maio do 1888.
O contador, Horacio Pires.
E nuda mais se contiuba cm dita conta aqu
fielmente copiada dos proprios autos. Rogo pois a
V 8 digne-a* botar o aeu respeitavel CaaipMr-
e ., digne-se eumprir ou fazer cnaiprir afim de
qesej* a referida quantia entregue a D. Ana
diburges do Santos Lima, fase*lo aesxn justic*
*s partes e a mim merc. Desde j me cfferea
a cumpni e a faser eumprir outras iguaes carUs
quando forem deprecadas por V. 8.
Dada e passada nesta cidade do Recite aos 20
de Maio de 1886. Eu, 0 escrivao o fiz escrever e subscrevo.
Adclino Antonio de Luna Freir.
O ~Dr. Adelino Antonio ae Luna Freir,
offi-ial da Imperial uniera da Rosa, com-
iiieodador da Real Ordem Militar Por-
Mgueza de Nosso Senhor Jess Christo, I
e juiz do direito privativo de orphaos el
ausentes n'esta comarca do Recife, poc
Sua Magestade Imperial a quera Deus
guardo, etc.
Faco saber que estando arrecadado por este jui-
io o espolio do sentenciado Antonio Leoncio de
Mend. nca, que faliec-eu no presid o de Fernando
de Noronha: pelo presente sao citados seus legti-
mos suecssores a te habilitaren a herancaperaate
este mesmo juizo, na torma da lei, visto como dito
Ant' uio Leoncio de Mendonca nao deixou testa-
mento, nein berdeir.'S condecidos.
E para constar maudei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa e affixado no lugar
do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 12
de Maio de 1886.
Eu, Francisco de Siqueira Cavalcanti, escrivao,
subscrevo.
Adelina Antonio de Luna Freir.
O Dr. Antonio Henrique de Almeida, juiz de direi-
__ to da comarca de Jaboatf.o, por Sua Magestade
o Imperador, a quein Deus guarde, ele.
Faco saber tos que o preseute edital virem que
no dia r> do mez de Junho do corrente anno, s 10
horas da mauh, tem de ser arrematada em praca
publica na sala das audiencias, per quem maior
lango < florecer, renda trmensal do eugenho Ca-
massary d- sta comarca, atente e corrente com
agua, e cora todas as suas ebras e bemfeitoria?,
erviiiii. de base. A arretnatacao a quantia de___
3:000a000 por safra, dando o arrematante flanea
idnea, que garanta nao s o preco do arrenda-
mento, como a couservaco das obras e bemfeito-
rias.
Mando, portanto, aoulncial porteiro do juizo, que
affixc o presente edital no lug r do e stui;e e pela
humosa, e que passe a respectiva certidao.
Dado e passado nesta cidade de Jab.atao aos 11
dias do mez de Maio de 18>;<).
Eu, Joo Evangelista de Souza, escrivao in:e-
rino, o escrevi.
Antonio Henrique de Almeida.
THEATRO
SANTA ISABEL
Domingo, 23 de Maio de 1886
Espectculo cm GRANDE GALA ao 20." anniversario da batalha campal de
promovido pelo
MONTE FIO DOS VOLUNTARIOS DA PATRIA *
honrado pelos Exms. Srs. Dr. vice-presidente da provincia, general commandante das
armas e Dr. ebefe de policia.
Dspois que o Exm. Sr. Dr. vicepresidente tiver oceupado a respectiva tribuna
ser pela excellente banda de msica do corpo de policia, sob a regencia do maestro
executada a brilliante ouvertura
A BATALHA DE AVAHY
Seguir-se-ha pelos illunstres socios do corpo scenico do
CLUB DRAMTICO FAMILIAR
que generosa e dcsinteressalamente se dignaran) auxiliar o Monto Pi dos Voluntarios
da Patria ne3ta fusta de regosijo nacional, a exhibicao do drama militar de grande
aparato, de proposito escripto para esto dia pelo autor do
Y(!LL"\T.\RI0 D4 P4TRI4
tao bem aceito pelo nosso publico, no anno passado, o Sr- capitao Dr. Joao Baptista
Pinheiro Corte Real, era, ura prologo e cinco actos :
O CABO CEZAR
Consulado d eltalia em
Pernambuco
Procedendo este consulado a liquidacao do es-
polio do subdito italiano, Chiaffredo Bricco fal-
lecido na Colonia Isabel em Marco nltimo, sao
convidados os credores do finado apresentarem os
seus ttulos no prazo de 15 dias desta data, depois
do que nao sero mais attendidos. Roga-se tam
bem quelles que ficaram devendo ao mesmo finado
de querer eumprir cora o dever de declarar os seus
dbitos.
Recife, 18 de Maio de 1886.
O cnsul da Italia,
P. Petraccone.
Irmandade do Divino Espirito-
Santo do Recife
.secunda eitafio ordinaria
De conformidade con o art. 68 do nosso cem-
promisso, convido todos os nossos charissimos ir-
mos, ex-juies e bemfeitores, para reunirem-se
em nosso consistorio, no domingo, 23 do corrente,
pelas 11 horas do dia, afim de tratar-se da ultima
parte do art. 83 do mesmo compromisso.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito -
Sauto do Recifs, 20 de Maio de 1886.
O procurador gera.
Jote da Costa Bahtu
MARTIMOS
t'OHPAXIII.t PER\A||tCI\4
DE
*avegaco Costelra por Vapor
PORTOS DO NORTE
Ptrahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
Commandante Baptista
Segu no dia 22 de
Maio, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 21.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Per^ambucana
n. 12
Pacific Sieam tagation Companv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Valparaizo
Espera-se dos portos
do sul at o dia 24 de
Maio, seguindo pa-
ra a Europa depois da
demora do costume.
Id
Club Internacional de Regatas
Em irtude de nao se ter reunido numero legal
de socios pura constituir a assembla geral, que
devia ter lugar uo dia 16 do corrente, de ordem
do Sr. presidente couvido de novo aos Srs. asso-
ciados pura compirecerem na sede do mesmo Club,
o domingo 23 do corrente, pelas 11 horas do dia,
para rmnil s em assemlbi geral tratar-se de
negocias argentes ao aiesmo.
A nsseiiibla -c ral ser constituida com o nu-
mero que comparecer.
Secretaria do Club Internacional de
18 de Maio de 1856.
O secretario,
P, C. Catanova.
I
O
DO
O conde de Lipe
A voz do sarjgue
O perdo
Regalas
c. C. E.
Club (iimniertlal Ealerpc
Sarao em 12 de Junho
Est drsigna -para ter lugar o sarao que este club off-rece aos
seus associadoe. Oa senhores socios podein dar
suas ii'w.-i de convites ao senhor director, na ra
do Mrquez de Oiinda n. 28, on na secretaria
dest- club, das 7 s 10 horas da noite.
Secretaria da Club Coinmerciul Euterpe, 15 de
Maio de 1886.O 1- secretario,
Francisco Lima.
Emprennria do nbaateeimenlo d
agua e gas a cidade de oiinda
DEVEDORES EM ATRAZO
Tendo a directora, em sessao de 15 do
corrente, resolvido rebeber por intermedio
de um 8ollicitador todas as contas de con-
summidores d'agua e gaz em atrazo, a
contar do ann > de 1S76, resolv n'esta
data cncarregar de tal cobranza o Sr.
Diogo Baptista Fernandes. a quem espero
attenderao desde logo os raesmos devedo-
r*1., cortos da justi ;a e equidade de simi-
bante resoluco.
Escriptorio do gerente 2S de Abril de
1886.
Antonio Pereira Simdes.
ica
PROGRA3IMA
DO
3. sarao musical em t de Halo
SOB A DOtBCClO DO SOCIO
marcsluto clsto
l'KIMEIRA PARTE
Sessao magna de distribuicao de diplomas aos
: wios.
Intervallo de meiahora.
SEGUNDA PARTE
Semlramiw.Ouvertura grande orchestra
e piano, uistrunentada pe) socio Joao Alves.
Rossini.
Arla variada para rlarinelo. Pelos
Srs. Claudio Leal Fiihoe socio Galdino Firos.
Pedro Soler.
I,a Harpe Eollcnne.Morceau de saln
pour piaiu, (Op. 11) pela Exma. Sra. D. Maria
Anglica Ribeiro.Smit.
lo vivo ol l'anso. uetto para tenor, e
bartono pe js Srs. Claudio L:al e socio Sabino
Freir, ene iinnanhado a piano pelo Sr. Claudio
LealFilbo.,
Linda de Cnamonix Fanta-i para
fltuta e piano, pelo* Sr. Elias Pompilio e socio
Joao Alves.Ribbmi.
Lucrecia Borgla Fantasa para orches-
tra e piano, amusjada e instrumentada pclu Sr.
Jos Coelho.
Ciullbcrme Tell. uett pnra piano Je
clarineti rvlos Srs. Elias Pompilio esocio Al'redo
GamaE. Cavaliini et Bona.
IVormaFantasa pira piano, (4 mitos), pe-
los Srs. Claudio Leal e Claudio Leal FilhoBil-
lsma.
La Travlatn. Fantasa para viulioo e
piano, (Op 38), pela Esma. Sra. I) Mari An _-c-
lica K;b oro e o so:io Marcelino Clcto. Delphm
Alard.
VsUcr A more. Aria pra tenor e piano
!osSra as Pompilio e soci Sabino Freir.
*uy Blam Fantasa para claiintto o pimo,
i n Anionic Martus e Claudio L< al Fi h ..
T. CnVallini.
ivolueo. 0:;vcrtura a grande orchestra.
..larciho*. Ulete.
Principiar a 7 horns da noite.
Em 0 Obras Publicas
Da srflem do Illn. Sr. togeaheiro chee da re-
particao tea obras publicas, faco puhlcj qoe no
dia ii '--se nc'sta
etaria pro .-
dap
mo, r.ic;d
?co-s se ac :>< *0 du3 senhores jire-
8Seci reporticio das Obras Pnbe
de Maio de 18c.
O secretario, ^_
Ju'xo Jvaqtim de Siqvera Tu.r/uu
DENOMINAQAO DOS QUADROS
Prologo..... A Catastrophe 3. acto. .
1. acto..... A revelajao 4. acto.
2. acto..... O Crime 5. acto.
Personagcns
O general Osorio.
O general Campello.
Coronel commandante do 9. batalho de infantaria.
U major do mesmo.
Genuino Sampaio, commandante do 21. corpo de voluntarios da patria.
Valcancar, major do mesmo.
Grazina, capitao do dito.
Porto, capitao do dito.
Torres GiJlindo, alferes do dito.
Capitao Paulo, filbo do general Campello.
Zulmira, mulher do di'.o.
CEZAR, cabo do 9." batalhao de infantaria.
Maria. tilha do mesmo.
Valentim, ordenanza do general Campello.
Sargento Gusmao, do 21. batalbSo.
Um capellao do exercito.
Thnmaz, velho soldado amigo de Cezar.
Pedro, rapaz, sobrinbo do cabo Cezar.
Offlciaes do 9. batalhao de infantaria.
OfBciaes do 2. corpo de voluntarios da patria.
Soldados do 30. batalhao de infantaria.
Ajudanto de ordens do general Osorio e do 9.* batalhao de infantaria, m-
sicos, etc., etc.
O prologo passa-so no Paraguay, em Tuyuty, na memoravel batalha de
24 de Haio ia 1866
em que o exercito brasileiro, depois de urna renhida luta de seis horas, ganba a vic-
toria colhendo os louros
O IM3IORTAL GENERAL OZORIO
Em scena aberta, vista dos espectadores durante o combate, ao sibilar das
balas, ao troar dos canhoes, ha a horrivel explosao de um armao repleto de munico.
O drama passa se na Corte.
A excellente banda de msica do corpo de polica tocar no intervallo do
acto a walsa de Straus.
1.'
No do 2. acto, urna aria para nauta, composta pelo maestro C. Filho.
No do 3. acto, urna phantasia, a pistn.
E no do 4., o galope, por Clodomir,
As bandas marciaes do 2. e do 14 batalhao da infantaria, durante os inter-
vallos do espectculo, tocarao nos salces do Theatro diHerentes e bem fs.-olhidas pecas
de seus repertorios.
A banda de msica do Ars nal de Guerra, auxiliar o movimento, que em
scena demandar o drama.
O Monte Pi dos Voluntarios da Patria espera ser coadjuvado pelo povo per-
nambucano nesta festa de regosijo nacional.
Desde j apresenta elle seus votos de gratidao aos Exms. Srs. Dr. vice-presi-
dente da provincia, general commandante das armas e aos Ilustres membros do corpo
scenico do Club Dramtico Familiar pelo valioso e desinteressado auxilio, que lh9 tem
prestado para eumprir sua missao, e se confessa grato todos quelles, que o auxilia-
rern no desenipenho de sua tarefa.
O producto do espectculo ser em beneficio do Monte Pi dos Voluntarios da
Patria e para compensar os direitos do autor do drama.
Camarotes de 1.a ordem.... 10^0001Cadeiras de 1.a classe......
> 2.a ..... 12000' 2. ......
> t 3. ..... 8KX30 Galera .................
4.a
60000! Plateas
36000
25000
26000
16000
Paraizo.................. 6500
Aceitara-8e encommendas de bilhetes na EncadernacSo Commercial de J. M. de
M'randa, rua Duque de Casias n. 39, o no dia do espectculo na bilheteria do Theatro.
Trens para Apipucos e Oiinda, e bonds para todas linhas.
Principiar s 8 horas em poni
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. en^enheirb chefe, faco
publico que no dia 2-1 do c>rieiiL'-, ao meio dia, se
recebe na secretaria di-sta reparlici, propostas
para a pintura rio gradil e estatu s do jardn do
CamoC' das l'rineezas As eoudicues di contrato
a:h;im se disposico dos seulior s preti ndriit s
para serem examinadas.
Secretaria da Rep>irticao das Obras Publicas, 18
de Haio du 185G.O secretario,
Joo Joaqtiim de Siqueira Varejao.
Club Carlos Gomes
Assembla geral
Sao convidarlos 08 Senhores socios de te club,
Hjb Bill" un iMr fo ilnt g nipai -
ei-rem domingo 23 d> Curreute, na fd.- do mesmo,
s 11 hors da noanbi, alini He elcgenssa funecio-
narios para os cargos que esto vagos
Kccife, 20 de Haio de 188G.
Angusto Maia,
2" secr* tarto.
Companhia
Consulado de Italia en
i'erimnsHico
j JC* JC3 JTy*K. JQ JC
Os senh res accionistas desta companhia quei-
ram vir receber o 76 dividendo na razo de
41400 por aceito, e cuj pagamento se effectuar
diiriament'! at 31 do corrente mez, e ao depois
nos sahb idos, mas sempre das 10 horas da ma-
ohi 1 hora da tardo
Escriptorio da companhia do Baberibc, em 15
de Maio de 1886.O director secretario,
Jos Eustaquio F. Jacobina.
Assoeaco Commercial Agrcola
de Pernambuco
De ordem do Sr presidente cflnvida-se aos Srs.
i" cios drsta Hsoeia^e para cemparecerem ua sede
da mi:ina BSSoeiacSo, nu da 31 do corrento pelas
10 bona daSMoha, afim de Ira'ar-se de negocios
attioeates assoeisci <
!! fe, 18 de Maio de 188G
Sebatio Manuel do llego Barros,
Io secretario.
Club de regatas per-
nambucano
Tendo-sc extraviado nina l ira d 1:0 OSOO) do
principal, sacada pelo I to Uliaoo
Chiaffredo Bric pelo Sr c >nid Franco,
morador em Pnlioaraa. t i ''-
posto a png..l-a sem a apres* lo titulo, o Dj crpem do Exm. Sr. Dr. presidente, convido
ubaii> assiguado qm .liquida- qs senhores socios a se rennirein em aiscmbla
ci di espjlio di dito Bri a qoen inte- g'r.l. c un > d : rmin o art. .'JO dos atatutos, do-
b r reclamacO 3 em c iflt do corrate, :'.s 11 horas do dia, na scte
t procedimento so at 15 das da presen'..- da a. dest; club.
1 :if.', 18 ae Maio de I Secretaria do Club de Regatas Pernambncano,
0 consol da It n 20 de Maio de 18d6. -0 1 secretario,
P. Petraccone.

Osear C. Monteiro.

J
i owjcaviiii: deh ni ssu i:
res ii tm uns
TJNHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul at o dit 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeauz,
tocando em
Dakar. Lisboa e viso
Lembra-se aos senhores passageiros todas de
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
_Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepciio os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se dae at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tract-se com o agente
ugnste Labille
Xstc
Compa^Ea Bra.llelra de
cao a Vapor
PORTOS >0 NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1." tenente Quilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do sul
at o dia 26 de Maio, e
seguir depois da demora in -
dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommendas valores
racta-se na agencia
11Ruado Commercio11
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante o 1 tenente Carlos
tonio Gomes
E' esperado dos portos do
norte at o dia 23 de Maio,
e depois da demora in
dispensavel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas eRio Grande de Sul, frete m-
dico.
Para carga, passgens, encommendas e valores,
trata-se na agencia
N. 11 RUA DO COMMERCIO N. 11.
Este paquete e os que dora
em (liante seguirem tocarao em
Plymouth, o que facilitar che-
garem os passageiros com mais
breviilade a Londres.
Haver tambem abatimento no preco das pas-
sagens.
Para carga, passagens c ene o mnendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
v* ilson Sons & C .. Limited
N. 14 RUA DO COMMERCIO N. 14
COMPANHIA PtlRIlMBlil A
DE
tfavega^o Costelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaiu' e Babia
0 vapor S. Francisco
lavatorio de Jacaranda, 2 guarnirles para lavato-
rio, 1 toilet, e 2 jarros e 1 forro de esteira
* qunrlo
Uaa mobilia de pan carga feita a ei^pho
constand* de 1 cama, 1 secretaria, estante, 1 tei-
let, 2 adeiras, 1 meza de cama el cabide, 1 fcst-
teiro, 2 qaadros, 4 vasos e flores, 2 figuras de
porcellana, 1 guarnico para lavatorio, 2meas}MS
de fantasa e 1 linda alcatifa, forro de quarto.
S.* quarto
1 Cama francesa, 1 meza e estante, 1 lavatorio,'
1 guarmcao c 6 cadeiras, 1 cesta para roup; 2
balaios, 1 banheiro, 4 arandellas, 2 casticass, e
4 bolas de cores.
Corredor
1 Candieiio a gaz, 2 jarros com flores, 4 i
de coco, 2 quadros, 1 resfriadeira, 1 quartin
1 poita chapeos, e l forro de esteira.
j Hala de jamar
1 Mezi elstica, 1 guarda loucs. todo envsjra-
eado, 1 apparador cem pedra e eipelhos, 6 qsu-
dros, 4 jarros, 1 lavatorio de psrede, 1 cadeira/i
carro para crianca, 1 relogio de parede, 2 caadi-
eiros para kerosene, 1 dito para gaz carbonics> e
i tapete de coco forro da sala, e vinhos.
2 Ai parelhos de porcelana para cha e jaatar.
1 licoreiro, copos, es tices, couipoteiraa, garrafas,
jarrinhos para a meza, tacas de crystal, 1 aypa-
relbo para cha porcelana branca, canecos para
caf, clices de cores e 20 globos.
1 Fogao amerieano de ferro, mezas, e treai de
cozinba.
Kolao oa I andar
1 Guarda vestido com espelho. 2 camas de
Jacaranda,! lavatorio e toilet, guarnicoes, 1 es-
tante envidracada para livros, 1 meza para
jogo, 1 papeleta, 1 guarda roupa le amarella e
1 quartnheira.
Mala
1 Commoda com armario, t lindo aanctuario de
ac randa, 2 quadros, 2 espelhos, 1 cama para me-
nino 2 camas de lona e outros objectos.
Afkw
Os referidos movis achara-se em bom estado de
conservacao. O leilao principiar as 10 horas em
ponto por serem muitos os lotes.
Leilao
Segu no dia 25 di
Maio, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga tt o
dia 24.
Encommendas, passag,. ..s nheiro a frete at
s3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Perrambucana
n. 12
Sexta-felra, 91 do corrente
A's 11 horas
Na rua Duque de Casias n. 77 A
O agente Molesto Baptista, por mandado e com
assistencia do Exm. Sr. Dr. jniz de direito especial
do commercio c a requerimento do Dr curador
fiscal da massa fallida de Pedro Maia & C, far
leilao da armaco, utensilios e mercaduras exis-
tentes na luja de dita firma, rua do Duque de
Caxias n. 77 A, garantindu-se ao comprador as
chaves da casa.
Leilao
Aracaty
Para esse porto segu com brevidade o hiate
Flor do Jardim, recebe carga a frete mdico : a
tratar no caes do Loyo, a bordo, com o mestre.
An-
Lnued States & Brasil Mal S. S. C.
0 paquete Finalice
E' esperado dos portos do
sul at o dia 3 de Junho
depois da demora necessaria
seguir para
maranho, Para, Barbados, S.
Thomaz e New-York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
se com os
Agentes
O vapor Colorado
Espera-se de New-Port-
News.at o dia 7 de Junho,
o qual seguir depois da de-
mora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
. 8. RUADOCOMcitiClO ~ N.8.
! andar
Lisboa o Porto
O brigue pertuguez Armonio segu para es
portos cima: para o resto da carga que lhe falta,
trata-se com os
Loyo Filhos.
consignatarios, Jos da Silva
LEILOES
Quarta-feira 26, o de mov-is, electro-oate,
crystaes, alcatifas, forros de salas e mais objectos
da casa em que reside n Sr. Haynes, a rua de Fer-
nandes Vieira, para onde partir um bond que
dar passagens gratis aos concorreotes.
Sexta-feira 21, o dos moveis^e mais objectos
da casa de residencia do Sr. Ricardo de Menezes,
a la da Soledade n. 84 de conformidade com os
cathalogos distribuidos.
Leilao
De bordados e fazendas limpas
De 1 msbilia, 2 cadeiras de balanco, 2 espelhos
grandes, casticaes com mangas, 1 lustre para cen-
tro de sala, 2 escarradeiras, 2 quadros, 4 jarros, 1
mesa elstica, 1 guarda-louca, 12 cadeiras, 1 reo-
gio oval, loucs, vidros, bacas e 1 almofariz.
Urna cama franceza, 3 commodas, 3 cabides, 1
berco, 6 cadeiras e outros movis de casa de fa-
milia.
Sabbado, 99 do corrente
A' rua Direita de Afogados, casa n. 30
Jos de Souza Nones Braga, tendo se retirado
para a Europa, faz leilao por intervencao do agen-
te Pinto, dos movis e mais objectos cima men-
cionados, existentes na casa em que residi rua
Direita de Afogados n 30.
A's 10 horas e 20 minutos, partir o bond da
linha de Afogados, que dar passagem gratis aos
concurrentes, O leilao principiar s 10 horas e
ties quartos.
Leilao
Sexta-felra, 1 do corrente
A's 11 horas
POR INTERVENg^O DO AGENTE
Alfredo Guimares
Em sua agencia rua do Boro Jrrrs n. 45
Leilao
De alavancas, picaretas, ps, soquetes de
ferro, martellos, targentes de ferro, ma-
caco, serrotes, trados, chave ingleza, ni-
vel e outras ferraraentas
Sexta-feira 91 do corrente
A' 1 hora da tarde
No casa da rua da Soledade n. 84, por occasiao
do leilao de movis, louca, vidros e crystaes
Em contlnuaco
No armazem da rua do Imperador n. 75
De 1 piano, mebilias de Jacaranda, sendo 1 de
medalho, de junco nova, cadeiras avulsas de di-
versas qualidades e outros movis, vidros, jarros,
talheres e colheres de prata e de metal, chapeos e
outros artigos que estaro a vista dos concur-
rentes.
Sabbado 22 do corrente
as II horas
Agente Modesto Baptista
Leilao
Companhia uahiana de naves*
Cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
O vapor Guahj
Commandante Martins
Segu impreterivcl
monte p ara os portos
cima no dia 23 do cor-
rete, s 2 horas da
tarde. Receba carga
'at ao meio dia do dia
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
i fret1; racta-se na agencia
7tiuo. do Vigario -7
Domingos Alves Matheas
Be importantes livros de direito e litteraturas,
mobilias, piano, camas francezas, guardas-loucas,
guarda vestidos, secretarias, carteiras, marque-
zocs, commodas de Jacaranda, cadeiras de gnar-
nico, ditas de bracos, sof, mesas, machinas de
costuras, caixas com vellas Apollo, copos, ricas
sortes, jarros, facas e garfos, colheres, 6 fiteiros
para amostras, aparadores, mallas para viagem z
muitos outros artiges, que estaro no acto do
leilao.
Sexta feira, 91 do corrente
A's 11 horas
No armazem da rua do Bom Jess n. 19
POR INTERVENgAO DO AGENTE
tusmo
K0YAL 1.4IL STEAM PACKET
COMPANV
0 paquete Tagus
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente,
depois da
ra para
seguindo
demora necessa
Rahia, Rio
video
de Janeiro. .Uonte-
c Bncnos-Ayres
Este vapor traz simplesmenle
passageiros e malas e immed a-.
lamenttveguir depois do desem-
barque dos niesnios.
Leilao
Agente Britto
O agente vender o eeguinte :
Un. lustro de 2 luzes, de vidro para gaz carb-
nico, 1 mobilia com 1 sof, 2 consulos com pedras,
2 cadeiras de br:ic->, 2 de balanco c 12 de guarni-
co, de pao carga, nova, 1 toilet de Jacaranda, 1
lavatorio de mogno com pedra, 1 commoda de
amarello, 1 cama franceza, 1 sof, 1 quartnheira,
1 guarii-i-Luica, 1 cabide de columna e 1 de pa-
rede, 12 cadeiras de amarello, jarros, 1 candieiro
para kerosene, 6 outros movis, 40 garrafoes Ta-
stos, maroielada e alguna gneros de estiva tudo
ai coirer do martHlo.
Sexta-feira, SI do corrente
A'' 11 horas
Rua da Impertiz n. 34
Leilao
secunda -feira 81 do corrente
A's 11 horas
Em Afogados, na rua do Mocotolomb
n. 24
De 1 cavallo sellad) bom andador, 1 cabriolet
com 1 carneiro c oc competentes arreios, 1 sof, 4
cadeiras de braco, 6 ditas de guarnico, 2 ban.
qumbas, 1 espelho grande, 1 candieiro para gaz
carbnico, 1 relogio de parede, 1 marquezo para
casal, 1 mesa grande de amarello, 1 quadro pe-
queo, 1 meia commoda, 1 cabide, 1 berco, 1 utar-
queza, 1 baca grande, 2 ditas pequeas, 2 jsrr*s,
2 mesas de pinho, 1 taxo de|ccbre, garrafoes va-
stos, e diversos objectos de cozinha.
Agente Modesto Baptista__
A gente Burlamaqui
Leilao
Segunda feira, 94 do corrente
A's 11 horas
No armazem da rua do Imperador n. 24
(escriptorio do referido agento)
Por mandado e assistencia do Illm. Sr. Dr. juiz
do civel, vender em leilao com assistencia do
mesmo urna casa terrea n. 1, no lugar Casa Forte,
com commodos para familia, quintal mnrado, ca-
cimba, porto, etc. Os Srs. preteadentes podem
examinar a referida casa, cujo rendimento de
2O00O mensaes.
Leilao
espelhos, vasos e jar-
chrystaes e bons mo-
Leilao
l'ara passagens, ir i.icta-3e com o
0ON3IGNATARJ
Auaitisoii llowie&.
De bons movis, finos cryr-tacs, porcelanas
quadros, fsp'lho, electro e rinhos
\G1LXIF, Pl\TO
Rua ti Woltdatie n. 8-1
8 x' i-t'na 21 di corrente
O eng ii:> Uro Ricardo de M nezes, tendo de mu-
dar de residencia para a Corr-, far leilao por in-
tirveieao do g Ote Pinto, dos movis e mais ob-
i-xist-'. tes ideada arua
oa Soledade n. 84
Const
Urna mebilia de Jacaranda, quadros a oleo, espe-
lhos, 1 piano torea de H Kera, 1 eadeira 1 es
taote pnra BW jarros para fl-re-,
escari e cortinados alca
tifas, forro .da sala i tapetes de 6of e de
p.jrtas, e candieiro h gaz.
1.* quailo
Urna eam'i de Jacaranda e copul i, 1 toilet t 1
De quadros oleo,
ros para flores,
veis.
A SABER
Sala de visita
Urna mobilia do Jacaranda a Luiz XV, 2 dun-
cherques de Jacaranda com pedra e vidros, 1 piano
forte, oadeira para piano, 1 estante para msica,
2 espelhos dourados graudes, lindos capi:eise ri-
cos quadros a crystoleum, figuras de biscuit n por-
celano, 1 relogiu cin redoma, muitos e difftrea-
tes artigos da phantasia e um lindo tapete para
forro de sala.
Sala de entrada
_ Urna mobilia de Jacaranda, i mesa de sef, 1
dita oval, 1 relogio de pedra, quadros oleo, va-
sos e jarrinhos. capiteis, laucas c cortinados, ca-
deiras de balanco americana*, 1 estante e livros.
Gabinete
Um sof, 2 consolos, 1 mesa redonda, 6 cadeiras,
1 espelho, 1 lavatorio. 1 guaruicao dupla, 1 com-
moda e 1 armario.
Sala dAt-in ir
Urna mesa de jmtar, l^uarda louca, 4 appara-
dores, 1 relogio de parede, 12 cadeiras de guarni-
co, 4 quadros 1 mesa elstica, 1 guarda cuntida,
1 armario para vinho, apparelhos de porcellana
para cha e jantar. 1 apparelho dessert, copos,
clices, camp teiras, tructeiras, porta-gelo de
crystal, galheteiros, 1 appareih, do electro plato
para cha, mesas cadeiras, trem de oosinha e 1 ta-
pete para forro de sala de jantar.
Sota <
Canu s de ferro com colehoes, guarda v< stoa-
guarda roupa, Ktastorics, gU uta-ttes
Ibas, mezas, cadeiras, espelhos, rabides, tap^rro
-alas, tapetes de c^o e 1 tapete psra f'ido,
de sala.
Quarta feira, 36do corrente
Sa casa da rua de Fcrnaades Vieira
m. 32
W. J- Hiynes, tend do retirar so para Porta-
gal, faz leao por i agento Pinto,
los movis e mais objectos ajama declarados 3xis-
e siut lajadeiieia rua de Fer-
nandes Vieira n. 32.
A's 10 h' ras e 2 partir da estacao
da rua do Brum e boni d i linba de mandes
Vieira que dar passagem gratis aos concurrentes
ao leilao.
O leil*o principiar s 10 3/4.
f IttHH r
s.


3




Diario s e PernimliucitSexta-rcira 2 i de Maio de 1886





____AVISOS DIVERSOS _
- Alugam-se casas a 8^000 no becco doa Coe
Ibas, jnnto de S. Goocalo ; a tratar na ra da Jm-
eratiiz n. 56.
Faz se aegocio com qurm pretender comprar
a bypotheca da km do largo do Paraizo a. 15 :
na ra Nova n. 12, loja de cbapob._____________
- Precisa se de urna ama que cngomme c com
pro : na ra rio Imperador n. 43, Io audr.
Pede-se aos abaixo asaignados o favor de
virem ou n.undar a ra do Mrquez de Olinda n
51, a nigocio que nao ignoran
Dr. Candido L.inygdio Pereira Lobo.
Pedro JUanoel Costa Lobo.
Francisco Raymundo Carvalho, (commandaute.
Companbia Pesnambucana).
Umamo.a habilitada participa aos pais de
lanillas que eiisina portugus, francez, arithmeti
ca e trabalhos de agulha : .. tratar no Corredor
do Bispo n. 81. _______^^
Precisa-se d- uin can iro que te.ilia prati-
ca de molhados, de 14 16 annoa ; a tratar no
becco do Campello n. 4- _______________
Aluga-s^ o pavimento terreo, 1 andar o
sotao do predi i n. 25 da roa do Visconde do A -
buqaerque : a tratar na ra do Vigano numero
7, loja. _________
Aluga-se urna casa na ra do Onde da Boa
Vista n. 17 iCaminho-Novo) para pequea fami-
lia : a tratar c ra do Commercio n. 15, primeiro
andar.
O advogado Joaquim Xavier Coeltio Buten-
court cncarrega-se de previlegios, conces'oes,
cobranca de es rcieios ruidos no Tbesouro Nacio-
nal, habilitares ao cargo de juiz de direito, revis-
tas no supremo tribunal de justica, recursos ao
poder moderador de qualquer pretencao perante
a reparticoes publicas e secretarias de estado, na
corte do imperio. Eacriptorio, ra do Rosario n.
66, 1* andar, corte.
PrecisB-se de urna ama para cosiuhar ; no
pateo do Paraio n. 16, taverna.
Aluga-se o 2' andar da casa ra nova de
Santa Rita n 31, tera bsns commodos, agua e
gaz : a tratar na mesma casa.
Precisa-se de um crisdo : na ra do Bario
d- Victoria n. 39.
O abaixo assir.nadc faz publico que nada
deve nesta prava nem fr iella, quer seja em seu
mine individual, quer da extincta firma Marques,
Lima & C, pelo que pede quem se julgar eeu
credor, aprsente s u titulo cu cunta no prazo de 8
dias.
Recite, 20 de Maio de 1886.
Manoel Marques de Oliveira.
Manoel Francisco da Silva, morador na Es
trada Nova, casa n 64, com taverna. por encon
tro de seu nonio, chamar se-ba d'ora em diante
Manoel Francisco d i Silva c Souza. Recife, 20 de
Maio de 1886.__________________
Precisa-se de urna ama para casa le fami-
lia ; a tratar na ra do Gervasio Pires n. 53, ta
verna.
Casa do srt flo Df. Sonto lito
Mndou-se este "s'abelccimento para Ponte de
L'clu'i'i, junto da estaco do mes moni me.
Situado como boje est em um salubre e apra-
zivel suburbio e em nma chcara com bastantes
commodos para o seu fim, offerece muitas vanta-
gens aos doentes estrangeiros, acadmicos e colle-
giaes que nao ti erem suae familias n'esta cidade.
aos que vierem de fra do Recife para ahi soffrer
alguma operaco cirnrgiea e emfim aos que residin-
do n'esta cltfad" precisaren) de mudenca de ares.
Recebe-se tambem n'esta casa convalescent.es e
pessoas sadias que precisen) do ar do campo, para
as quaes ba commodos separados.
Os doentes para o seu tratamento, indiearo os
mdicos que quizerem.
Nao ee acceitam doentes de molestias conta-
giosas.
Existem na casa apparelhos elctricos e bydro-
tberapeuticos para es beribericos, par^lyticos etc.
Telephone n. 398
Engcnlio
Arrenda-se o engenhe Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a tra'ar no escriptorio de Sebastiao de
Barros Barreto, ra do Commercio n. 15.
Mercearia
Traspassa-se urna casa de molhados em urna das
Kincipaes ras desta cidad-, muito afreguezad i,
re de impostes e de qnaesquer dbitos.
Quem pretender dirija-so ra da Madre de
eus n 22, das 9 boras da maulla s 6 da tarde.
Cosfuheira
Prccisa-3e de urna cosiuheira : n.i ra do Pay-
sand n. 19.
Aluga-sc
a casa terrea da ra do Calabouco n. 33 ; o so-
brado do um andar a ra das Larangeiras n. 26 ;
a casa terrea da ra das Trincheiras n. 22; a da
ra de Santa Thereza n. 13 ; todas na freguezia
de Santo Antonio : a tratar com c Pinheiro ra
Duque de Caxias n. 66, loja d* miudezas.
Aos amantes d;i boa pinga
O pequeo urmazrm de Jos Gomes Ganches,
rna da Imperatris n. 26, acaba de receber do ul-
tioio vap-r o vrrdadeiro vinho de pasto ; elle,
pntes que se acabe. Telephone n. 268.
NIOO
/

%
Prenaraco de Productos Vegetaes
ITINvl0'DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JVIARTI NSTBASTOS
Pernambiwc
Ama
Precisa-se com urgencia, para eosmliar em casa
de urna pequea tamilia, residente na provincia
do Para : a tratar na Capunga, ra das Pernam-
bucanas n. 18.____________________|
Ama
Precisase de urna ama : na ra do Cabug n.
16, 2- an lar.
Ama
Precisa-se de una ama que cosinhe, para casa
de amilia : na ra de Pedro Alfonso n. 34.
Ama
Precisa-se de urna ama que compre, cosinhe e;
engomme com perfeigao ; tratar na ra Duque
de Caxias u. 3(, 2o andar. _____________ I
Ama
Precisa-se de urna ama'para casa de duas pes-
sr.as ; na ra Formosa n. 39, esquina do becco
Jos Fcrreiros.__________________________________
Ama
Preclsa-se de urna boa cosinboira ; na ra do
Mrquez de Olinda n. 6.
Na ra de Paysand n. 20, precisa-ee de cosi-
nheira e engommad-ira, paga-se bem agradando.
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinhar e mais
seivicp de casa de familia ; na ra do Mrquez
do Herval n. 33, Io audar, defronte do Instituto
Archeclogco.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiuhar e que nao
aia ruaa : tratar na ra Veltia n. 75.
Ama
Na ra do Cotovello n. 46 precisa-se de
ama ama para casa de familia.
Ama
Precisa se de urna de meia idade, para
comprar e cozinhar para casa de fatoilia,
a tratar na ra da Matriz da Boa-Vista
n. 9.
al
Precisa-se de urna ais para comprar e cosi-
nhar : na ra aaAurora n. 85,' taverna.
Ama e criado
Precisa-se de urna menina de 10 a 12 annos para
entreter nma enanca, e um criado ae 12 a 14 an-
nos ; na rua d Mrquez do Herval n. 28.
Aluga-sc
o Io andar do sobrado rua do Rangel n. 44,
caiado e pintado ; tratar na rua Direita n. 3,
3o andar.
Alu
Armar o
Vende-se urna armacao envidraba, propria
para qualquer negocio : a 'ratania rua Direita
numero 32.
dra amamal
Vende-se um carr americano com quatro as-
sent s e aneios para um cavallo ; a tratar na rua
da Roda n. 45.
ga-se
excedente casa pequea, na travesea da Campia
n. 8 (freguezia da Boa Vista) com 2 quartos, salla
cosinba e quintal com cacimba ; a tratar na rua
de Santa Thereza n. 38.
AJuga-se
um pequeo sitio murado, com urna excellente
casa, com muitas arvores fructfera, excellente
cacimba com agua encanada jara casa, com bo-
nito jardim, rua de Nunes Machado n. 1, na es-
trada de fen-o de Olinda, muito perto da esta ci
do Espinheiro ; no mesmo sitio tem quem o mos-
tr : a tratar ni rua d* Praia n. 70.
Aluga-se baratt
t
Taverna
v ende-se urna taverna bem localisada, cem pou-
cos fundos, propria para principiante, tem com-
modos para morada : a tratar na rua do Boui
Chisto n 4>, confronte a capella de Santo Amaro
das Salinas. *
Vende-se urna canda em perfeito estado : a
tratar na rua da Ponte Velha n. 118, sobrado.
ia
COetra m vapor
Snprirr.ento para IH r Jaguar
N. 927:170
O Sr. Francisco Alves da Coste, commandante
o vapor Jaguaribe, pela s vir iS rna ri.j Marque, de Olinda n. 50, dar cum-
primcnto o numero cima. Pede-M ao digno
gerente providencias esperto.
A Illustra^ao
EEVISTA DE PORTUGAL E DO
BRASIL
Dlrecior-proprielr.rio
Miriam Pa
Esta reviata impreca coa Pari?, distribuida
regularmente duas vezes por mz, formando no
fim de cada aniw mm rac''itco v. lume de cerca
de 400 paginar, i -udo prximamente cerca de 260
gravuras.
Prefos da assignutu-a
Acno 12*000
Seme tro 6JO0O
Assigna se na ivraria Fluminense, rua do
B..rlo da Victoria n. 9.
Casa paraalngar
2- e 8- anda' da roa larga do Rosario n. 87 ;
a tratar na tabacaria do pavimento terreo.
1 andar e aimazem na rua do Uom Jess n. 18,
e 2* andar e armazem na rua da Restauracao n.
31 : a tratar na rua do Boui Jess n. i'2, cscrip-
torio.
Aluga-se barato
O 3.a andar da rua do loin Jess n. 47.
Trata se no largo de Corpo Santo n.19.1 andnr
lmportaute iii|iiiilacao
A' rua Duque de Caxia n. .'II
Bas9uaiiM:s 6 latirle
DE HOJE EM DIANTE
Constando de um lindo e variado aortimento d-
sedas, .-etins, merinos, alpacas, las, linhos, cam-
braia, chitas, madapoloes, algodoes, brins bran-
cos e de cotes, casemiras, eap trtilhos, pinteado-
res, saias, cjstumes de casimiras para meninos,
meias brancas e de con s para hnmens, senbiras
e meim.os, chapeos de sel para horneas c srnbo-
ras, um grande aortimento de prcellanas e cry- -
tac", e muitos outros artigos de navidades que t
ctm a vista.
Aproveitem o bom e barato
*.#..____________ _____
Acfftes enire cavalleiros
Cene com a primeira lo'.eria 'la provincia que
se eTtrnhir no mez de junbo, as acces entre ca
valleiros do sitio cin U b rihe, rua o'Agoasiuh i,
e das casas rua da Palma.
Atten^o
.Nadadero ao Sr. Francisco A villa de Mendon-
ch, e por so provoco a mesmo enhor a vir, ecm
peda de tempo, provar o seu direito em juizo
Kecife, 1 de Maio de 1886.
Jo (oii^nlves Torres.
Ao publico euperiRlmrnie ao cor-
po do 'inunierrlo
O aba'*0 aBsignado declara que Ihe ficou per
tencendo, por convenci entre elle- e o sen socio,
o estabelecimeuto de molhados, rua do Conde da
Boa-Vifta n. 143, que gyrava sob a firma Pimen-
tel & Teixeira, bem como qne acham se pagos e
satisfeitos todos os denitos da extinet rma. Be-
cife, 18 de Maio de 18S6.
Ignacio da Silva Teize "PtinnnTTOiTiitiTBiiTr^
ANEMIA AS VERDADEIRAS CHLOROSE
PILLAS DE VALLET
NAO SAO PRATEADAS
O no me VALLET impresso em preto sobre oada pilla.
A maior parte do mdicos concordio con a Academia de tnedecina em que,
ellas mererem a preftrencia quo se lhi?s d sobre os outros torru(B*nosos.
__-53\ Existem numerosas imilaces das
e.**~~T\ PILIILAS DK VALLET
cchrt en mjj. (JsJ co um sillo impresso em .vatro cores.
fofUM
du prodmt.
DEVE-SE
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1 gort;Ifamento das pernos iok potros, ele., ~-n
casionar nenhuma chaga, nim qut
BSmo (airante o traan:
ica Pars: Pbanassia Cr~lJSJ=^JTT. Ka
Gavallos
os
, malcr xito as cavolharipas reaes de SS. UM. o J.riporr.'.or do Brxii!, o P.ci da '
Bolgicj, o Rei dos Paiz^-Baixjs e o Rei da Saxoaia.
uppresuh do (ogo
E DA QUEDA 3 >Q PELLO
35 (Annos da (Ezito
3 SiL/L
K. I ^rj*.
. o ;>te l^'-'.i'
obtldo nas divcr.~a~ ABTeecae do j
' it:>, ^s Ott-tnrriyo. Z1roaob>ti('
ItteF Ir. rargast* OptitaS- i
dio logar c <'fincur:c!:cia.
A ei- fiase com i i.iao em 3 cftf.j, sem'
ttor e -son cortar, nem raspar o pello. i
St.-Konor*. 275. c en Ii^js as Pnar'asiss.
^ D* SLAUD
Posee*' preparados ferruginoso* podtia preaantar-ee i coa/heica den Km
9 Ootaiei apeados na documentos to authemtcos covto os aoariatea:
3to empreada* rom c methor crito. ha mala a i uau. K* ziutot parte Qoe I
pare cwrar Aswsri, oasoreee (Oorn eaUMai), e acllltar a formae&r} '-" Tiinarinmm
Se ten quea Inserrin dc-Us Pilu'as nerjivo ceder, fratati vh
nos UsJUrenion a mbi nica <^Uoao, s du v tutvaz.'o .
m 3*asca- S usi qn ezereo a meaiCao, aiz ette, reconn1' nas JNimeu* KUetuS
TSaSavene taceotesterota rjestre o* oati-oe feairsgkoaoe, e aa emeaMeve cerno
* e aaeaio*: eaettettleealleei o> doubli
SB>3SBst)a4e qne oseo nomefeeiej* eravaao otr cada Pilla coato fe irrgem j
3KWC DESCONFIAR DA *^TTACES
fiUiS.raPajecM. 8.--Pe/ 9mm*emmws~9***mt*mmaatwtamsv*ii**'m!imm
2 EXPOSinOM ^ UH!V':M878 |
tililk '0r^^Groiid,Cke?iIkr!
* PLIit hiirES tC0MPNSrZ
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ESPEfiaieENTE PREPARADOPAIUHfOBM0SUCOfcUELL0 _f
Reconunf "damos e irod^to,
i.onsierado puis celebridades medica*.
peUjs seos prirj]t;os ds quina,
como 9 rasu xnii'.^M i'egea-H-ador 'que seconheo*.
RTISOS RECOMMf.NOAOOS
PERFUMARA Di LACTihA
KronmtaAdU f-la> C^lelriJades IttUos.
duiAS CONCENTRADAS para u ir>o.
ftGDA DIVIMA diti -_ua de Mu
EKTES ARTIGOS ACHAM-SE HA FAMMA
PRIS
d'Engbien. 13 pars
l iRGEfi 9 ^TRAHIC
Cepositoi en tm$a 3> PcrnKHMI, Pbarmacias
e Cabellenr n '.i Amerita.
i
ftftft* *.i**\**a.****ewa.^4
s PEPSINA
Remedio naiilrel e agradare
PVBA COHBATTkR A m
INDIGESTAD
Sob a forma de
FRASCOS, 7S
01 OX.OUTri.08.
YENDE-SBr.it/UUDO INTEIRO.
i-t'.i t-.uiAhcw nn
PeiHia .llaf:; Muito ricoiimenditi?.!
pelos principia Ueicos.
HORSON & SOR
SoaUapUt Sai, lassell-Squari
LONOON
. I H M 11 ii(i*4<
SaposiUriomPerna-nCiico : FrJ0rM.faSILVA & (
S W: CSJW MICHEL uO&rsrz l
{ SOI f-ernamii-uo :
Jk. SUI2ER A MiVAil." S-,
fizirjir o roMto
^KICHEL & LOQESr
_-.,
ypOPHOSi ;-nos
-
O i"
unretiva
putanon&r;]
rao iIjo8
per ellej
8o >8 ,' .- ra. phar-'
aaeutteo. \1. na Oaiiirliene, l'anz.
Os Xan, jes de Hvpc '"-spaJtOB de;
Soaa, Cal o Ferro vc,iile.j--r- ,>m
quartrados tondo o noms '.o T CllsrcliilJ
o vidro sua :: no envoltorio
na tira de p.'.pel rv.araado que coore a rol ha.
Cada (raseo erdadeiro leva alem dieloaj
marca de fabrica da Harmacla Swa,nu.'
(Ce COKIHA e 761U)
O Sarops Sed er.; ega-se contra as
Irritofoes ioT'eito, Tosse des Tsicos, Tosst
eonvulsd \Conelucl::), Uroiichitet, Constituida,
Catarrhos e Insomnios Hervientes.
FABfB, la Dreno', 22, o em Fbarmaota.
CUIOADO CCT.'
AS FALSIFICACC'3.
PARA
O UBMCO O TOUCADO;
E O BAKI40.
Cos nb eir
Preiisa-se de una eosinbeira : na rna de Pay-
tand n. l>, Passagem da Magdalena.
Cura certa em 48 horas das inflaini^oes
recentc-s los olhos, pelo '-lyrio prepara-
do por Jos Pedro Rp'.'r'gues da 8lva.
Empregapeste poderoso colyrin sr-rnpre cora
grandes vautagens, uas BOguiotef molestias :
Opbtalmias agudas, Duruknt.,B e ebrooicas, con-
juuetivit-s, etc., etc.
Depoaitii _. ral.' na drogara du Farm Sobrinhe
fi C. rna di. Mrquez d.' 0!ir?ua n. 41.
Para inf rrjam liwraria Icdus-
Irial rua do Bario da Victoria n. 7, ou resi-
dencia do autor, rua -la Saudade n. 4.
Aviso
O precuredo Borgcs Tavora pode sor procara-
do em 3i'u escriptorio n. 50, rua do Qucimade,
onde csteve o ireetoriQ liberal.
Monte de Koccorro
O possuidor das camellas ns. 11,139 11,386,
previne que as referidas cautelLs se desencami-
nharaui do poder do mesino possuidor.
Atten^o
Por conamodo preco arrendase orna boa baixa
de carjlro perto da cidde : a tratar com o Sr. Ma-
galhat-s na casa do vigia da estrada de fi-rro ao
Limociro, na encruzilhada de Hidein,
Experiment^m
K tiiii>m o que acbam
Os especiaeg licores de gcniprpo e caja que se
acbam venda i o largo de S. Pedro n. 4?
Ac$es entre amigos
De nm relogio patente e urna botoadnra le bri-
ihante3 s ter direito receber o referido pre-
mio, pagando antes da rxiracco que ser'juinta-
feira 20 do corren :
Lifdes de in^lez
P. Lorer, tendo deliberado ensinar a lingua in-
gleza, pd* ser procurado para um tal fim, das 10
horas da manb As 2 da tarde, e das 4 s 8 da
imite, em o 1 andar do sobrado rua Primeiro
p Marero n. 18, salla de detraz.
Alugnel mnito barato
Com casa para familia, tendo muitos arvoredos
daad trncto, e logo jnnto excallente banho sal-
gado, na travesa do Mutncolomb n. 4 (Afoga-
dos), perto dos bonds e (o caminho de ferro ;
junto do Illni Sr. elide Lima : .-. tratar na ru.i
de Santa Thert za n. 38.
Gaixa Econmica n. 40S
O Sr. tente Ma-
noel Jos de Castro
"Villela, 3juiz de paz
em Olinda, rog ido
a vir a eidade de Pal-
mares, satisfazer o que
nao de ve ignorar, era
por oito dias,j fazem
tinco meze.
X
Joaquim Salgueiral & C, proprietarics da refi-
na cao rua Direita n. 22, teudo reformado com-
plt-tami-nte o seu estabelecimente, scientificam ae
publico tm geral e especialmente ao couun. rcie,
que teem sempre um completo aortimento de asse-
.-a/es, unto em caroco como refinados, de ]', 2 e
3" sorte, e eapeuial refinado com ovos, o inelhor
que se eneontn no merend, e podem de prompte
^atioliz^r qualquer pedido que Ibes scjaf.iio, poia
para iic ttiin sempre um grande dcpusito. Ga-
rautem a boa execo$ao e licipc-sa dos si ni pro-
ductos.
4S
humero lelograpliico
Ciieiro
Precisa-se de nm no Instituto Acadsmico, rua
dD Visconde de Goyanna n. 153.
Engoniiiiadeira
Precisase de ucaa rngommadeira qoe execute
bem o sc-rvico : no pateo do Conde d'Eu n. 3#,
erceiro andar.
Mleiicao
Murifocas e maruins
O anti-monstique (m'rr aoeba com estes bij
nhos : vendem i m gros 'o ou a retelbo
G. Laporte k t
4Una do I a pe radar 4
A viuva de Valdevino, da plvora, avie i ae
respeitavel publico e especialmente aos sena fre-
uezes, que contina no mesmo ramo de negocia
io seu finado marid -, para o que tem mu .oiple-
ts aortimento de fogos, e tudo mais qoe diz rr-la-
tivamente ao seu ramo de negocio. A;\ welho
telephonico369
tEaHKaHHHHHHMaaalaHi
l.uix Antonio i!a Milva Rio*
Obacliarel Manoel Antonio da Silva Riis (au-
sente), J jaquim B de Castro rtios, Francisco A.
da Silva Ros, Manoel Vicenta na Silva Ri e, An-
na l. Hios Vaaconcclljs, Maria J. Kios A-niral,
e Bento M. de Castro Amaral agradecem todas
as pessoas que se dignaram acompanhar aocemi-
teri i publico os restos mortaes de seu caro irma
e ennhade, Lui: Antonio da Silva Rios ; e de noTe
convidara a tedos os seus parentes e ami? >- para
assistirem us missas de stimo dia, que t -r lugar
na ordem tercoira do Garu, s 7 lloras da mena*
de sabbado 22 do corrente, pelo que se cr;:ifessaal
desde ja summmente gratoB por este acto de re-
ligia" e earidade.__________
- .-
Hanocl c Almeida Magali^s*
1" anaiversario
Anua Varejao Magalhes convida aos seus pa-
rentes e i.migos de ai'ii fallecida esp);-". para a
'mise rio Io aBoieersario, que manda lesai aa
igreja di. N. S. da Greca, s 7 l ti horas da ma-
:ihl do dia 25 do corrente ; por i.-ssa prov... :ute-
uipa seu eterno agrade cimento. |
En.-enio Antinio da Silva, seus irmao-; i eu-
nliadoa agradecem eoniialmiite todos aquoUea
; que se dignaram acompanhar u.tima morada o
! restos mortaes de sua presada esposa e cuohada,
Peleclina Alves Rodrigues da Silva ; e de nove
os convidara para assistirem a missa que, p ir sus
alma, mandam resar na matriz da Boa-Visea, s 7
horas da inanha d > dia 24 do crrante, stimo do
su passamento ; pelo que desde j aeonfcoSUl
eternamente aradc-Hos.
Hii.jor Joe Kloy (le Palea
Constantina da i ostu Paiva, Isabel Ferreira de
Paiva, Antonia Ferreira de Paiva, Maria E. de
Paiva, Ignacia Ferrrra de Paiva, Anna Eudocia
de Paiva, Job i Rufino Ferreira, Francisco Rufino
Ferreira, Jos Gi-nuir.o Ferreira e Jo) Rufino
Ferreira Fho, agradecem s pi-ggnas que se preB-
tnram a -tcompanhar ultima morada os restos
mortaes de seu presado esposo, pai, genro e ca -
nbado ; convidara os prrentes e amigos para as-
sistirem a missa do stimo dia, que ter lugar ne
dia 22 do corrente, s 8 boras da m-nb, na- ua-
|rtz do Cabo,
Serrara a vapor
Caen do Capibaribe n. 28
Nesa serrara enconlrari os senhores fregue-
zes um grande sortimenlo do pinho ds rezina, du
5 a 10 metros de coraprimento, e de 0,08 a 0,24 de
etquadrios ; garai.te-se preco mais commodo do
H em outra qu.,lquer parte. f
Para engonimar
Precisa-se de uma m a para cDgonjnjar 1
e outros n.ister'-s de casa de familia ; a i
tratar no 3- andar io predio u. 47 da rua i
Duqne de Caxias, por cima da typogra-
phia do Diario.
' Aluga-se a casi, com 3 quartos, quintal e cacim-
ba, rua do Nascente n. 24 (prximo matriz de
S. Jos), e 42 e -r6, rua da Matriz da Boa-Visti;
a tratar na rua do Filar n. 5G. taverna, at s li
bor&rj, ou depois das 4 boras da tarde.
Casa
A ugain se as eaeaa ii. 4 da na do Uiacbuello : A pimenta especialmente preparada na Europa
e 51 da estrada do Mon eiro. cujas chaves eitao em bonitos frasqumhos e que se vendem p< lo di-
na casa n. 84 dama do dreeibbergador Nunes minuto pr*co de itl) ris cada um, no Largo de
Machado, antiga da S l.dade. 8. Pedro n. 4.
Ao publico
O abaixo assignido para evitar duvids fu
sciente que desde 2 de Abril de 1884, enea de ge
assignar por Jos Pereira de Meirelles.
Recite, 20 de Maio de 1886.
Cadete Jos Meirelles dos Santo,
Ama de leite
Precisase de uma, sein filhos, tratar na rea
do Barao da Victoria u. 61, segundo andar.
Ama de menino
Precisa-se de duas amas de conducta afianeada,
para audarem com dous meninos de 3 e 2 annoa.
tratar na casa lo Coiubra, defronte da es-ac
do Entroncamento. no Mantruinbo.
Commercio de cha
Chamamos a attencao do Illm. Sr. inspector da
sande publica, para uracommunieadosob a e.-igra-
phe cima, publicado no Jor;ia do Recife do dia
19 do andante, afim de t-.mar em censid-..- co
mandar deitar ao rio Capibaribe todo o cha qpa
encontrar no mercado de Peruainbuco e~cep-
oio do que for introduzido no nosso mer.-.-'l por
intermedio dos Srs. Permann & Guimaraes '.
consignado a estes Srs p>los honrados negoe.antei
de Londres, os afea E. J. Daniels & Nichel'On.
Um Ingres.
E' o iBGlbo fa malaa!
LA,"
OBRAS ]JE JULIO VERNE
^i 800 rs. v I d hrochura, illustrdos com 2 gr .vuras a 10200 0 vnlnme,
encadernado em piro lina, com chapas especiaes.
Edir-cSo ntida ei:> magnifico papel puba-s' u:n vuliime por mez.
Acabam de obffgar para a LIVRARIA FLMIN8NSE, os dous pr m iro
volumes:
DA TERRA A LA, E A RODA DA LA, os quaes sr achara desde j
venda, ao prego de 800 rs. o volume brochado, o 10200 o volunte encadernndo.
As pessoas que assignarem a colleccSo das obras de Julio Verne, da oiLcJle
popular, re-'eberao do lira de cada serie de 0 volumes, nm romanee do qualquer outre
autor no valor de 20000 para as assignataras08 volumes brochalos, e de 30^^ pira
as dos volumes cncadernados.
Lvraria Fluminense
N. 9-RUA DO BARAO DA VICTORIA -N. 9
v
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y

i lama i


mMHI^iM


I
Mario de PfettiionbncoSexta-ftra 21 ci Maio de 1886
GRI4D0
Preeisa-sc de uin me
nio de 10 12 annos
para criado, dando fia
dor sua conducta; no
3. andar do predio n.
42 da ra Duque de
Caxias, por cima da ty
pographia do Diario.
Banco de crdito real
a ra ,do Crespo no l" audar do sobrado n.
2, ha quem se encarregue de prepara o do-
umcnros ncci seanos as pessoas que ;uizerei
cont::.liir emprestimos nessa utiliesiuia tiliiifi
e crdito. Uaraute-t>e promptidSo no trabalho e
modieidadn uo prec.
l' f'TH i' '*>*'
Ero quartcg e meias garrafas, vendem Furia
ebrinho & C, .-i ra do Mrquez de Olmda n. 41,
DEPOSITARIOS
Jems e prat
O Muzeu de Joias, ra do Cabuga n 4, rece
heu pelo ultimo vapor fraucez um esplendido sor-
timento. Presos muitn moderados.
Leonor Porto
Ra do Imperador n. 45
Primeiro andar
Contina a execut:r os mais difflceis
figurinoe recebidos do Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima emperfeico de costura, em bre-
vidade, modicidade en precos e fino
gosru. .
}{
Ao publico
Antonio Botclho d Cmara, tendo eoeontrado
tro de igual nome, desfa data em iiaate assig
nar-se-ha Antonio Bot- lho da Cmara Braga.
Afogados, 7 de Maio de_1886.
L. E. Rodrigues Viaona mudou seu aeriptori
de advogaeia para o 1 andar da ra larga do Ro-
sario u. 10.
Ewsip Csia
Ba larga do Rosario a *
Bicos de cores.
Loques a regatas.
Ditos J). Joxnnita.
Ricas sortes para presentes.
Bitas para fachas n. 80.
Damiao Lima & O.
Movissimo compendio de sort.'s cin versos para
as fesejadas noites de Santo Autonio, S. Jrao e
S. Pedro, contendo uuia cscolhida colleccio de
jogos de prendas e poesas.
Preco1*000
Livraria Universal, rus do Imperador n. 52
O Sr. Francisco Alvos da Costa, commandante
de un dos vapores desta eompauh:a C rogado
tt ra qj Mrquez de Ohnda n. 50, afim de
ooc-luir corto negocio que nao ignora.
lolas purgativas c depnrativas
de Campanha
Estas piluliis, cuj.i preparacilo puramente ve-
getal, teem 8id> por mais de 20 annos aproveitadas
e*m os melhores resultados as seguinte? moles-
tias : affeccoea da pello e do figado, syphilis, bou
Mes, escrfulas, i-hagas inveteradas, erysipelas e
gonorrhas.
Modo de iikrI a a
Como purgativas: fome-se de 3 a t! per dia, i e-
bendo-se aps cada dse um pjueo d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Estas pilulas, d* inven cao dos pbarmaceuticos
Almeida Andrade & Filhos, teem veridictum dos
f rs. mdicos para sua melhor garanta, tornndo-
se mais recoounendateis, por serein um seguro
purgativo e de pouea dieta, pelo que podem ser
asadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
Na drogara de Varia Sobrinho A C.
41 RA 1)0 MRQUEZ DE OLIKDA 41

as
PASTILHAS
De AN6ELIM & MENTRUZ
Engenho
Tnspussa se o arrendamento do engenho Santa
Rosa, na freguezia A Luz, perto da estscio de
S. Lourenco, na via-ferrea do Limoeiro, assim
orno de Jaboatao, na via-ferrea do Caruar. O
terreno da para safrejar-se annualmente de dous
tres mil pSes de assucar. Alem de muitas var-
eas tem mata virgem para abrir-se novo* parti-
dos, me a vapor, tendo urna machina nova, de
naita furca, e moendas novas e grandes : quem
pretende!-o dinja-se ao mesuo engenho oo i. raa
lio Imperador n. 79.

a
i?s
es
m
m
"-
s*
Precisa-se
de ama pessoa para vender
raa Imperial n. 112.
na ra : a tratar na
O Remedio mais efficaz e
Seguro que se tem detcoberto ale
hoje para expellir as Ion brlgas.
ROQIAYKOL FUERES
____________________________________-. _
Vagens ao centro
De Olinda parte todos os sabbados, s 4 horas
da tarde, para Itamb por Iguarass e Gryanna,
utna diligencia ; passagetu a tratar na ra 1* de
Marco n. 1, no Becife. Viagens avulsas em qual
quer dia, e para quslquer parte a trata oo mesmo
lugar.
Lio de inglez
F. Lover, tendo deliberado encinar a liagna in
gleaa, pode ser procurado pura um tul fin, d;is 10
horas da manha s 8 da tarde, e das 4 s 8 loras
da noite, en o 1 andar do sobrado da ra Pri-
meiro de Maree n. 18, sala de detraz.
Caixeiro
Precisa-se de um menino de 12 14 annos de
idade, con pratica de taverna e qae d fiador
sua conducta : na ra de Fernandos Vieirti nu-
mero 68.
Engommadeira
Precisa-se com urgencia, para casa de familia,
a tratar na ra do Visconde de Goyanna n. 207.
Ens>eulio
. Vende-se por 20:00X14 a quinta e ultima parte
I dos engeuhos Amaragi d'Agua, Santa Luzia e S.
Vicente, do ter tfo de Gamelleira, meia urna le-
goa disunte do engenho central de Rioeirao, bem
orno por preco commodo, um granJe sitio que foi
ngenho, no Iguarast : a tratar na ra do Ln*
erador n. 50, torceiro andar.
Pioho
Aviso
Muuoel Marinea de Oliveira o J Lima, tui uesta data dissolvido amigavelmente a
sociedade que gyrava uesta praca sob a firma de
Marques Lima & C, fio.ando o socio Joan i R:-
go Lima pago integralmente du seu capa... < lu-
cros, o pertencendo exclusivamente ao socio Ma-
noel Marques de Oliveira iodo o activo e pjssivo.
Reoife, 17 de Maio de 1886.
Manocl Marques de Oveira.
Joo do Rogo Lima.
(Dosiiiheira
Precisa-se de urna boa cosinheira na ra da
Aurora n. 31.
eriga
Vende-se em casa ae Matneus Austin iG, i
ra do Cummercio n. 8, 1- andar, da melhor
qualidade e diversa! dlmensoe-.
Cidodeda Escala
Vende-se nesta cidadei aa propriedades abaixo
meneoiiadas, um sitio denomiuao Huraco fundo ou
Jaguariinha, a 500 kilmetros de distancia do
centro d cidade, com 11 catas de taipa cobertas
de telhas puraiiluguol, e uin dita muito boa per-
tencente ao mesmo sitio, com urna grande baiza
de capim, com terreno para plaotacito, e j parte
plantado com lavoura, fruetiiras e tres mil ps de
caf, j pegados ; urna casa do ti julio com forno
para padaria e urna grande estribara, tambem do
tijollo, na ra do Bario da Escada n. 17, urna
grande casa de tijollo, a ra da Barra n. 60; urna
dita a ra do Dr. Jos Cndido Das n. 17, de tai-
pa ; urna dita a ra da Matriz n. 45, de tijollo ;
e outra a ra do Curral, tambem de tijollo e pro-
prias para familia, e com 100 palmos de terreno;
o motivo da venda o proprietario ter de retirar-
se do lugar ; a tractar com o abaixo assiguhdona
cidade cima, ou nesta pracu com os Srs. Andrade
Lm.. & Irmao, a ra do Dr. Feitosa, n. 4 A.
H mo Populo de Andrade Lma.
Prcciea-se d um eriadu para casa do pouca
familia : a tratar na ra do Mrquez de Oiinda
numero 6.
Cosinheira
Precisa-ss de urna qu soja muito boa para casa
de duas pessoas estrangeiras. Informa-se na ra
do BarSo dr Victoria n 9, livraria.
Veode-se
VERBAS
Vende se porloes de ferro, gradeamentos
para cima de muro, baadeiras de ferro para por-
tas exteriores, de arcos, bandeiras de ferro para
portas interiores d todas as qualidades, gal,.
nheiros de frro, carrocaa para bois e cavallos,
carrinhos de mao e roda3 para carrocas, por pre-
co ccmmodj : nj largo do Forte n. 4, oficina de
ferr iro.
Veudese urna excellene taverna uo larg
de Santo Amaro das Salinas, linha de Limoeiro, propria para qualquer princi-
piante : a tratar na mesma.
Vende-se a casa terrea sita travessa do
Lobato n. 13, freguezia de S. Jos : a tratar com
Antonio Bezerra Cavalcante de Albuquerque
ra do Hospicio n. 29.
o hotel do R*cife, sito ra do Bom Jess n. 8
est funecicnando e bem montado, e garante-se a
casa : a tratar no pateo do Tere,.) n. 40.
Fumo do Para
Vende-se na fabrica Vendme, em latas dr 50
e 100 grammas, a 500 rs. e 1';00 a lata, espe-
cial.
Ra da llaio da V doria n. 39.
Froctas maduras
Vendc-sc diariamente especiaes laranjas para
mesa, mangabas, fap: tas, e outras muitaa : no
largo de S. Pedro n. 4.
Cabriole!
Veide-se por baratsimo preco e em muito bom
estado um cabriolet d dous assentos, quatro ro
das e arreios para um cavallo ; a tratar na co-
', cheira do Candido, ra da Roda.
Cabriolet
LIQUIDADO DE CHPEOS PARA
Vende-se um ero perfeito estado e por preco
commodo; tratar na ra Duque de Caxiaa n. 47
Cofre de ferro
Vende-se um cofre de ferro de duas portas, no
caes da alfandega n. 7, armazem da esquina.
Engenho venda
Vende-se o engenh > Murici, com saf-a ou eem
ella, situado na freguezia aa Escada, listante da
respectiva esta^ao um quarto de legoa, podeudo
dar seis caminhas por dia, moente e corrente,
tem duaa casas grandes e duas pequeas para mo-
rada, e outra para farinha com sua* pertencaa : a
tratar na ra do Imperador n. 65, 2* andar.
Vende se pelos seguiotes pre
fos de f 56*o at o*ooo.
ra do Crespo n. f.7 madama
Megnelina.
Excellente casa no
Monteiro
Vende-se ou arrenda-se annualmenta urna boa
casa com bastantes commodoa para familia, tendo
aguae gaz encanados, com um bote quintal todo
murado, com algumaa arvores fructferas e com
sabida para o rio, por preco muito i azoavel : quem
precisar dirija-se ra Duque de Caxias n. 117
que achara com quem tratar.
6
4
SO' AO NUMERO
ra da Imperatrlz = Loja dos baraleirot
Alhero & C, na da Imperatiiz n. 40," ven-
dem um bonito sortimento de todas estns fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia'de precos,
A SABER:
AlgodSo Pee" godaainho com 20
jardas, pelo- tprevos de 3^800,
4J, 4*500, U ', ty', 5*500 e
6S50,
12*000
MadapolaoPecas de madapol2o com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at
Camisas de meia com listras, pelo Barato
pre$o de 800
Ditas branc is e cruas, de 1* at 1*800
Creguella franceza, fazenda muito eucor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
C'-roulas, vara 400 rs. e 500
Ceroulaa da mesma, muito bem fetas,
a 1*200 e 1*500
Colletinhos ca mesma 800
Bramante fraucez de algodio, muito en-
cornada com 10 palmes de largura,
m-crj 1*2
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 5J801
Atoaihado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1J800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
dres delicados, d. 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas blfltiniBlss, ;naconhecidu
loja de Alhero & C, esquin. do becco
dos Ferreiros
tlgodf entestado pa-
ra lenfoes
A aoo rn. e iSooo o metro
Vende-se na loja dos barateiros da iioa-Vista
a r.odao para lencoes de um s panno, com 9 pal-
m s de arpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
1) 10 o ii.etr assim com dito trancado para
oa Ibas de mesa, com 9 palmos ce largura a 1*200
o n otro, lsto na b-ja de Alheiro & C, esquina
do ceco dos Ferreiros.,
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*600, U800 e 2* o covado
A heiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem muito bons merinos pretos pelo preco acim>
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co di s Ferreiros.
EspartUhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhora*, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brius, etc., isto na loja da esquiua
de becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
sas, de duas Urguras, com o- padres mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 30 o covado ; assim como se encarre-
Eam de mandar fazer costumea de casemira a
OS, sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pech-ncha ; na loja dos barateiros da Bo
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
I Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
; por$o de brim. pardo lona, por estar com prinei-
po de toque de mofo, pelo barato preco de 32('
i rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a i oo rs. a poca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada pe$a, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sexti-
das, por 5{, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Fustes de setineta a 500 rs o
covado
Alheiro 4 C. 4 raa da Impcratri ven-
dem um bonito sortimento de fust3cs brancos peJp
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas,^udo de todas as cores a 500 rs. o
ovado ; na lo^Jkia esquina do becco do Fw-
reiros. ^^^^
WHSK
ROYAL BLEND marea VlADO
Este exeellente Whisky Ssc9ssez preferrf?
ao cognac ou agurdente de caniia, para fortifica-
o corpo.
Vende-se a retalho nos h. Iberes armaren
do! hados.
I'ode ROYAL BLEND marca VIADO cujo Do-
me e emblema sao registrados para todo o BraSl.
_________BBQWftS 6r C, agentes_______
Taverna
Vende-se a bem afreguezada taverna da ca
larga do Rosario n. 1, propria para principiaaie
por ter l.ans commodos ; a tratar m. ra larga do
Rosario n. 14.
Carrosa eboi
Vende-si urna carroca de duas rodas, pmytiu
para boi e cavallo, e nm bonito boi muito novo e
manso : para ver e tratar ra de Pedro Afltai*
n. 68, autiga ra da Praia. ________^_
Casa em Afogados
ptVende-se urna casa na ra do Mot eoiomb a.
57, com 2 salas, 2 quartos, cosinha fra, quintal e
! cacimba, em chao proprio : a tratar na praf* da
: Independencia n. 40.
Ao 65
Bonitos Jeques de g.txe para senhora, a 14.W,
8* e 10*.
Ditos de setineta, do 1*500 a 2*5lX.
Ditos de papel, de 300 rs. al*.
Em continuaco
Cintos de couro a 1*500 e 2*.
Babades bordados largos e estreito, a lltta.
1 a peca.
Chapeos para baptizados, de 1*500 a 8*.
Ditos de palba para enancas de 3 a 4 tmmm, a
! 2*500.
O Pedro Antunca & C. quem tem para fMfi>-
1 ilai;o.
Belleza, frescura, juvenlude
i'* branco den tir-acon para
ciar a pollo
Estes pos, de urna fineza extrema, especialmea-r
te preparado para aformosear a p:lle, sem altt-
ral-a.
A' venda, em casa do Pedro Antunes & C, raa
do Duque de Caxias n. 63.
Igualmente o bem conhecido leite de rosa asa
extinguir as espinhas e pannos, os mais assosabra-
1 sos inimigos de urna assetinada face, restittindo-
lhe a belleza antiga.
F.m ultima aualyse ser bom nao esqur
erme rosado para ts labios !! S a Nova Espe-
ranza.
iiil e agrada*el
Fazer um delicado trabalho de crochet sat os.
novel los de la e seda de diversas cores, que leen
o Pedro Antunes & C.
Liuhas de diversas eOres, dita branca de link* .
para fazer trivolit, medalhro, tranca bem conhe-
cida para o mesmo.
Um bonito desenho colorido para mesa, beaiht
almofada.
Ao 63Ra Duque de Caxias
O lempo c proprio
Boas meias de la para homens e senhoras, lavas
de dita para quem soffre de rheumatismo.
Ao ea-Bna iiuquo de C/axIaa
Plvora
9
;.:>
Vende Candido Thiago da Costa Mello, eo aea
deposito ra Imperial n. 322, olaria, onde tam-
bem vende tijolos e telhas. Telephone n. 221.
r
GERAL
N B.O premio prescrevera
um atino depois da extraed-So.
54a.
DOS PREMIOS DA i PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 47* EM BENEFICIO DA IGREJA DO AMPARO DE OLINDA, EXTRAHDA EM 20 DE MAIO DE 1886.
asm. US. PttEMS. NS. PREMS. N8. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMb NS. PREMS.
4* 213 4 458 4 709 4 987 4 1239 4? 1495 4 1762 4 1988 4 2205 44 2399 44 2624 4| 2807 44 3041 44 3276 44 3525 44 3767 44
7 3 14 67 20 S 93 __ 40 _ 96 - 64 92 6 2408 27 8 44 95 - 28 70
13 S n ^M 69 _ 26 4 97 43 1502 - 74 94 7 14 e 29 12 48 3300 29 74
JO 4,5 32 ... 71 S 29 99 45 7 79 96 9 15 44 35 14 57 3 33 80
26 37 80 4 33 1003 46 21 - 81 2000 14 19 - 36 25 62 0 39 96 84
m ^^m 38 _ 89 36 5 47 26 85 3 18 20 44 l 30 - 14 43 3802 44
35 ^^ 39 __ 97 37 _ 6 51 __ 28 S 90 6 20 22 46 44 43 72 18 44 3
43 ^_ 42 __- 98 - 44 f 7 S 57 ._ 40 44 1801 . 29 26 49 49 73 20 45 _ 5
45 __ 53 _ 501 45 40 23 4 ; 58 42 6 12 33 37 50 52 77 24 47 9
49 ^m 54 *J 2 59 35 59 44 16 S 17 34 46 55 S *3 S 78 25 53 _ 14
M __ 56 0 4 67 _ 37 73 49 17 S 18 36 47 56 44 63 4 80 30 59 _ 17
56 mmm. 58 4* 7 71 _ 41 76 60 24 4 20 44 51 59 64 84 37 S 66 20 _
9 -_ 60 24 _ 80 _ 50 81 65 25 23 46 54 61 82 88 41 44 69 21 _-
60 --- 64 m^m 28 - 83 S 64 82 66 29 25 49 63 mmm 65 8o 89 S 42 73 29 _
68 _ 72 _ 29 84 4 74 87 67 30 26 51 65 __ 67 88 90 S 43 75 33 mm.
74 84 M 37 86 81 83 86 87 88 73 44 27 52 72 --- 75 91 91 4 47 83 35 _
75 __ 92 60 _ 93 _ 90 74 46 39 54 76 _u 85 1G 93 92 52 85 40
0 ttm 95 __ 62 M 94 92 98 54 ioo 42 65 77 S 91 4 2900 93 __ 57 86 44 ---
88 _ 304 mmm 65 ^M 9 mm 93 1605 56 44 45 69 79 4f 94 3 94 a 66 3600 - 45
3 _ 6 __ 68 _ 801 t 1310 14 57 48 72 80 95 5 96 _ 68 2 - 46
95 a 8 __ 70 ,_ 8 4* X) i:oooo 14 22 __ 63 49 73 - '82 _ 2703 Ott 8 98 B 69 6 32 56 __
96 9 71 M* 9 9 11 13 21 26 36 43 46 59 63 *Q 21 23 68 - ' 67 77 83 , . 6 4 11 - 3116 _ 70 10 - S 57 __.
99 _ 14 --- 80 14 31 25 71 i 70 - 83 85 , 10 12 19 T-- 73 16 44 58 __
101 ,, 17 --- 81 _ 18 36 33 78 4 75 89 86 _ 14 15 30 ... 74 20 67 tmm
4 _ 21 86 ... 36 37 35 82 83 90 ~ 91 S 17 19 32 --- 75 23 70 1M
9 ...... 22 --- 87 ^^ 42 38 40 85 97 92 mmr 99 44 18 27 39 _ 76 3*4 24 - 92 44
11 ^_ 27 --- 88 , 47 66 49 94 2102 93 mmt 2501 20 - 29 41 S 78 44 25 ltt 93
13 _ 28 ie 93 - 72 70 50 96 7 94 9 _ 21 30 A 45 4 87 54 ^ 3901
24 29 4* 88 ._ 75 82 52 97 10 95 14 _ 22 35 46 3403 65 - 3
25 ^^ 37 604 . 82 84 _ 53 1924 12 2300 9 10 14 ^ 15 __ 25 37 -- 63 15 70 11 9*
30 _ 41 10 83 86 55 _ 25 14 23 | 27 38 75 21 75 12 44
38 w*m 45 11 S 85 64 87 56 RM 36 16 Mk 31 28 - 48 81 28 79 - 14
39 52 14 4 90 65 97 61 _ 39 19 35 32 49 82 30 88 92 17
40 58 s 27 98 67 1419 63 __ 41 20 S 20 36 35 55 83 33 23
43 _ 61 8 30 m^$ 99 71 30 . 65 __ 46 28 4 26 38 38 72 3209 40 95 26
46 65 Mi 36 _ 906 74 _ 33 71 _ 47 e 36- 8* 28 43 41 80 10 52 96 30
50 68 4 39 13 75 34 76 _ 48 S 38 4 30 - 54 45 83 22 53 3704 37
51 79 46 16 S 81 48 79 51 4 45 36 55 49 90 --- 30 ._ 66 8 38
54 89 47 _ 17 4 82 55 81 57 66 _ 38 62 51 94 --- 32 . 68 21 - 41
61 90 *:ooo 49 _ 27 83 _ 57 82 62 73 __ 41 64 58 3004 - 34 ^. 69 23 S8 4 53
63 -. 94 u 61 __ 43 85 _ 62 _ 91 67 74 45 71 62 6. 39 __ 74 25 54 -
70 mm 96 67 -- 46 1200 _ 66 mmmim. 96 73 75 52 72 IOO 67 7 ioe 41 _ 80 l 27 55
74 +m 413 __ 74 52 2 _^ 68 Oa* 97 74 77 53 86 44 72 11 4 45 86 44 30 31 70
77 __ 14 , - 77 54 3 * 71 .. 1709 75 80 56 92 77 12 46 99 S 72
79 __ 21 ^. s 78 56 4 72 _ 13 _ 77 83 63 96 S 81 14 49 3503 40 4 80
84 __, 28 _ 99 -- 59 5 _ 78 _ 20 78 91 76 s 98 44 . 82 15 54 5 46 *! 17
92 29 701 61 6 m^rmm 82 tH 23 _ 80 96 77. 44 2600 83 16 01 6 49 89
200 L - 32 aa 2 74 24 OBm 83 *, 41 _ 82 99 80 15 87, S, 24 65 84 14 ttt 5 ^ 95 -
3 33 m 7 79 29 93 55 _ 83 S 2200 83 20 91 u 36 68 44 15 4 63 ! 6.
8 49 8 81 38 94 56 1 87 44 2 88 -23 2802 * 35 71 22 66 4000
L J OTI nnn ) i II ce fin J^
1 /


-
rio de PcrnambacoSexta-fe-ra 21 de Maio de 1886


-N
-


CABAR.1 DOS DEPITADOS
SESSO DE 12 DE MAJ#DE 1886
PRESIDENCIA DO SB. ANDBADE FIGUEIRA
Ao meio-dia, achando-se pieseDtc, 66
Srs. deputados, brese a sesso.
SSo Udas e approvadas as actas dos dias
7, 8, 10 e 11.
O Sr, Tarqninio Auiarantho
declara que tonteo compareceu sesso,
entretanto o seu doiod nao vera menciona
do no Diario Oficial, n ;m como pres ut.
nem cerno ausente.
Parece-lhe que a omissSo pro v ni da re-
revisio, pouco cuidadosa, d'aquella folha,
por is8o que sahio um parecer aeu ngado
de erros.
O Sr. Cockrane (1. secretario) iotorraa
que na acta acha-se mencionado como pre-
sente o norae do nobre deputado.
O Sr. Presidente declara que as obser-
vagoes do nobre deputado serao tomadas
em consideragilo, para serem dadas as ne-
cessarias providencias
O Sr. 1.* secretario d conta do ex-
pediente.
Procede-se, na forma do regiment, a 2.a
leitura do projecto sobre reforma da cons-
tituigo, apresentado o anno passado pelo
Sr. Nabuco e outros sfnhores, o qual con-
tina sobre a mesa, para em tempo compe-
tente a Cmara deliberar sobre a materia.
O Sr. Presidente, declara, que a mesa
j deu crieto na secretaria para seretn
distribuidas com brovidade as tabellas ex-
plicativas do orcamenio.
O Sr. Sefoastao Masearentaas
lamenta que a Cmara nao se tenha reu-
nido em numero sufficiente para funecionar
nestes ltimos dias, o nao 8i.be a que at-
tribuir este desperdicio de tempo por parte
da maioria.
Mas como nao disto que quer tratar
agora, vai exclusivamente referir-se ao as-
sumpto que o trouxe tribuna,a reduc-
go de bitola da estrada de ferro D. Pe-
dro II.
Occupando-se d'esta questao, disse no
Senado o Sr. presidente do conseibo que a
reduccao da bitola dessa estrada nao foi
realisada por espirito de economa, mas
nicamente para attender se parte techni-
ca, da qual S. Exc. confessou nao enten-
der.
Accrescentou S. Exc. que esta questao
careca ser estudada, e que nao poda ser
resolvida levianamente pelo nobre ministro
da agricultura.
O que o orador v, que se ella nao foi
resolvida levianamente, o foi, pelo menos,
apressadamento, porquanto o nobre minis-
tro limitou-se a ouvir apenas um profissio-
nal, embora distincto, mas cuja opniao nao
-poda valer mais que a de muitos outn.s
profissionaes, que a respeito deixaram de
ser ouvidos.
Nao comprehende que a reduego da bi-
tola fosse decretada "para um pequeo tre-
cho da estrada da provincia de Minas,
quando alias existem tantos ramaes de bi-
tola larga. Espera que o nobre ministro
da agricultura explique Cmara os moti-
vos que o determinaran! a effectuar aquella
redocco.
Mostrando a conveniencia de tornar na-
vegavel o rio das Velhas, cita a opiniao de
um engenheiro notavel, que, insinuando a
conveniencia de aproveitar os progresos e
recursos da udustria moderna, acha possi-
vel a navegabilidale d'aquelle rio, apenas
com a profundidade mxima d'aquella rio.
apenas coto a profundidade mxima de 75
centmetros.
Desejando ouvir do nobre ministro da
agricultura os motivos quo o induziram a
reduzir a bitola da estrada de trro D. Pe-
dro II, vai mandar mesa um requeri-
mento.
Vem mesa lido, apoiado, entra em
discussao e adiado, por pedir a palrvra
o Sr. ministro da gricultura, o seguinte re-
querimento :
t Requeiro que, pelo Ministerio da Agri-
cultura, informe o Governo que motivos
influiram para a reduccao da bitola da es-
trada de trro D. Pedro II.Sala das ses-
s5es, 12 de -Maio de 1886.S. Mascare-
nkas. >
O Sr. Antonio Prado (ministro
da agricultura) diz que o Governo, toman-
do a deliberado de redozir a bitola da es-
tragada .de forro D. Pedro II, raspin-uase
no Hesi-jo d latisfczfcr a urna n leBsidade
publica.
A questao de reducc&e de bitola nao 6
nova : j foi tratada por seus antecessores,
que-, pendo iihnau con urr n la para re
cluzir n bitola da estrada o Itabira a Sa-
bara, suht verno roaolvesso de uovo.
Nao exacto que o Govemo procedesse
precipitadamente n'esta questto, porquanto
nilo s ouvio a respeito os empregados cotn-
petetentes, como porque urna questao
muito estudada no paiz e ventilada na im-
prensa.
E' claro que por si no podia o orador
resolvel-a: mas, percorrendo parte do tra-
gado, convenceu-se de que a redcelo da
bitola era de necessidade sensivel e evi-
dente.
Esta estrada considerada por muitos
como urna estrada de 1.a ordem; mas a
verdaJe que de Entre-Ros por diante
no passa de estrada de 2.a ou 3.a orden.
Dcsse ponto em diante sao to fortes as
curvas quo nao admittem grande velocida-
de: esta apenas de 55 kilomelros. Por
aqui se v quSo oneroso nao se torna o
trafago; e para prova bastar-lhe-ha consi-
derar que a estrada do Caraudahy Ita-
bira j. custou ao Estado 11.000 e tantos
contos de ris, o que equivale a 100:000)5
por kilmetro, approximadamente.
Construida de bitola estreita de Lafayette
em diante, ser urna estrada de bitola es
treit de 1.a ordem, para o transporte das
mercadorias, e quando nao tenha outra
vantagem tem pelo menos a da velocidade.
Quanto navegabilidale do rio das Ve
Ihas, questao para a qual o nobre deputa-
do charaou a attengo do Governo, tem o
orador a declarar que o Governo presta o
maior attengo a este assumpto, e por issa
dar o seu voto ao requerimento apresenta-
do por S. Exc.
Agora nao se acha preparado para en-
trar desenvolvidamente na materia do re-
requerimento; mas promette apreseutar,
em occasiiio opportuna, dados positivos com
i relagao s vantagens econmicas e conve-
jniencia publica que resultan da redugo da
I bitol da estrada de ferro D. Pedro ti.
ORDEM DO DA
1* PAKTE
\'trificacao de poderes
Sao r.p pro vados os seguintes pareceres :
Reconhecendo deputado pelo 8 districto
i do Para o Sr. Guilherme Francisto da
G ruz.
Reconhecendo deputado pelo 5 districto
i do Rio-Grande do Sul o Sr Joo le Mi-
rauda Ribeiro Sobrinho.
Annullando os votos dos eleitores da pa-
rochia de Santo S e Joaquim Jeronymo
Fernandes da tiunha.
Annullando ss eleigoes de Buquira, Re-
derapcao e Jarabeiro, e reconhecendo de-
putado pelo 2" districto de S. Paulo o Sr.
Jos Luiz do Alnieida Nogueira, sendo
rejeitada urna emenda do Sr. Candido de
Oliveira, mandando proceder nova elei-
go.
Reconhecendo deputado pelo 5o districto
de Alagoas o Sr. Felinto Elysio Lemos
Gonzaga.
R-conhecendo deputado pelo Io districto
de Minas-Geraes o Sr. Maaoel Joaquim de
Lemos.
Reconhecendo deputado pelo 2" distri-
cto do Paran o Sr. Menoel Alves de
Araujo.
Sao introduzidos com as formalidades do
esty.o. prestam juramento e toraam assen-
to os Srs. Jos Luiz de Almei'ia Nogueira,
Manoel Alves de Arauj-i, M moel Joaquim
de L'-mos < Miranda Ribiro S brinho.
rOLHETIH
ANGELA
POR
IA71S2 ss iiaiririv
(Continuaco do n. II )
XXIX
Por Cecilia Bernier, ou, quando me-
aos, pela carta dirigida a Cecilia e perdida.
Angela soube que o pai estava em viagem.
A vista daquella irra, mais favorec
da do que ella, visto que era filha legitima
e ia possuir urna grande fortuna, desper-
tou lhe no fundo do coragilo o odio adorme-
cido contra Jayme Bernier.
Nao sabemos o que se passou entre
ambas, e as reticencias de parte a parte
permittem-nos suppOr que tm serios mo
ti vos para cercar da roysterio sua entre-
vista.
Angela Bernier, vendo de improviso o
cadver do pe, recusou a principio reco-
abecel o.
Por que ?
Devo contentar-mejCNJn as razoes da-
das pr ella, afim de e^liear o -seu mutis-
mo, ou, antes' a saa mentira do primeiro
moiinto ?
Mil vezes nao.
A visgem de sua filha a Pariz devia
ornecer lhe pretexto para se dirigir es-
taclo do >aminbo de ferro de Lyn, na oc-
casiao da negada do.trem, para mais de
prssa saber o que ss tinba passado du-
rante o trnjecto. ..
- Mas tudo i?so insensato ; porque sua
filha tambem foi victima I replicou com
violencia o substituto.
Simples acaso, que pz, para Ange-
la B-rnier, o castigo ao lado do crime I
Reco i mendou professora de Laroche,
que tiz' sse viajar a filha no compartimento
reservido s serbora*. Podia a mai adi-
vinhar que este compartimento estaa cheio
e qu< a lha tomara lugar entre o assasi-
no e o homem assassinado ?... Beto sabe
que nao. 1
O criminoso, r-pito, um iniaeravel p^
go por Angela B-rai>r.... um miserVel
pgu por ella, quer em dinheiro. .. quer
em beijos !. Talvez que seji atual.o n
te s--u amantH I
O Sr. de Roilyl encolheu os hombros t
ex< lamou :
Mus tudo isso s^o supposi^oes infun-
dadas !... *
Creia-o, meu caro Fernando, prose-
guio o juiz forma lor da culp*, o instincto
u&o rae engaa Estou cora a lgica e com
a verdade. Autes de proseguirraos as
nossas pesquizas, quiz conhecer o seu pen-
samento, quiz sao-r qual s.ria a sua atti
tud-- era face das preaumpeoes que acabru-
nham a mai e a sua filha.
O substituto fez um gesto de terror e de
angustia.
Meu Deus. meu D^us ; por que
depois de tantos aunos de esquecmento ras-
pn es aquella mulher era face de mim
em semelbantes condi^S -s ? E' a punicao
do erro que comraetti outr'ora que rae que-
pis inflingir ? Entilo a punicao terrivel e
superior s minhas forgas. Nao, Ang la,
Bernier n3,o t nao pode ser culpada Res-
pondo pela sua innocencia como pela mi
nl'a.
j Entao, procuremos a prova dessa in-
nocencia, respondeu o Sr. de Gevrey. Ella
ser tanto mais evidente, quannto ha de re-
sultar de um inquerito investigado escru
pulosamente.
XXX
Fernando de Rodyl levantou a cabega.
De certo, respondeu elle cora voz
que se esforcava por tornar firme, nenhu-
ma transaeco possivel cora o dever. E'
preciso quo o inquerito seja severa. Creio
que Angela Bernier inno:ente : mas, se
rae engao, se ella cumplioe do crime,
deve cahir sob o rigor da lei Por tira de
cont.is, que me importa essa mulher ? Po-
der-rao hia ter inspirado alguma pieJad",
gragas recordagao do passado ; mas au
lhe vi nos olhos senao odio ; no lhe vi sa-
bir dos labios aralo palavras amargas !
- Mss sua tilha tambera sua, inter-
rompou o juiz formador da culpa.
Essa menina nao tem o meu nome.
Nao coramotti a loucura de a reconhecer...
Nada lhe devo... Sou responsavel, por-
ventura, depois de tantos annos passados,
pelas consequencias de um erro de moci-
dade? Alm disso, o homem particular de-
ve dar lugar ao magistrado. Que o procos-
so siga o seu carainho.
EntSo, disse o Sr. do Gerrey, vou
mandar prender Angela Bernier.
Entre em discusto o parecer n. 45 da
comraissSo do polica alterando o regimen-
t e fica a diseus'iao adiada por ter dado
a hora e ter pedido a palavra o Sr. Can-
dido de Oliveira.
O Sr. ministro da fazenda introduzido
com as formalidades do estylo e l a pro
P'igta e relatorio que damos em outra
parte.
SEGUNDA PARTE
Entra em 2' C Io da pr )-
l> >xrV-i) :887.
i 8r. n.initro H guerra oc-cupa a sua
oadiira.
O r. Candido de Oliveira
ten te que, antes bro a materia su adiara -nto visto como foi o projecto apre-
sentado pelos roembroB do ultimo gabinete da
8tuag.lo passada c natural a divergencia
de ideas entre aquelles ex-ministros e os
ratfmbros do gabinete actual; mas nilo o
far para ni i demorar a passa^era de urna
l'i de torgas quanlo est a finalisar o ac-
tual exerdicio financeiro.
Assim, dcixa de inquerir dos vastos pla-
nos que sabe tem o actual ministro -ia
guerra sobre organisagSto militar; e de
passagera queixa-se da demora que houve
na discussilo desta proposta, porquanto o
gabinete de 20 de Agosto podia ter apro
veitado nesse trabalho os diss de sessSo da
cmara dissolvida, e apressar a passagera
da le. Dest'arte nao sa veria obriga o a
vir agora pedir ao parlamento a votago,
de afogaliiho, do urna medida t.lo neces-
saria.
Cede, portanto, presso do tempo e
forga das circurastancias : todava vai le
vantar duas questo-'S para as quaes chama
a attengao do nobre ministro da guerra,
deixando de tratar por agora da questo
poltica, em attengao ao nobre ministro,
que acha-se visiveiiuente incommodado.
Lamenta que o nobre ministro se de-
xasse dominar, na administragao da sua
pasta, pela paixao partidaria, sempre no-
civa disciplina do excrcito. E' assim
que todo o paiz notou a grande revolugo
quo soffreu o exercito as transferencias,
remogSes e dem3s3os de officiaes, decreta-
das desde o periodo do 20 de Agosto at
31 do Dezcrabro do anno passado, 15 dias
antes da ultima eleigao.
Nesse periodo do quatro raezs nada
menos de 162 transferencias de coronis,
tenente-coroneis, majores, capitaes o alfe-
res foram decretadas pelo nobre ministro
da guerra. E' evidente que estas transfe-
rencias trazem despezas e indisciplina.
O orador nao infenso s transferen-
cias, nao do oflLiaes smente, mas dos
jorpos inteiros j e nlo comprehende como
a nobre ministro mantera no Amazonas ura
batalho de artilharia completamente indis-
ciplinado, em vez de o remover para outro
lugar.
A seu ver, as domiasoes e transferencias
realisadas, e a substituigo de todos os
comraandantes da fronteira do Ro-Grande
do Sul, significara urna reag5o poltica ope-
rada no paiz pela situaglo dominante, com
o fim.de fazer triumphar a eleigo do lo
de Janeiro ao corrate anno.
At ajudantes de ordens foram demitti-
dos I Considerar estes empregos como de
eonfianga poltica cousa que nan-a vio.
Ura Sr. Deputado : Mas nunca o paiz
foi ameagado de revolufo, como foi lti-
mamente pelo Sr. Viseonde de Pelotas.
O Sr. Candido do Oliveira observa que
a ser assim devia o governo tomar as pro-
videncias necessarias.
Vozes : Po8 foram essas justamente
s qu* se tomaram-
O Sr. Candido de Oliveira nota que a
aego arbitraria do governo nao se limitou
a demittir e transferir offi daes : fo tara-
bem aos estabelecimentos technicos e inu-
oou-lhes o pessoal. E' assim que o cora-
mandante d es ;ola do tiro foi transferido
para a escola de aprendiz -s raarinh iros, e
o diretor da bri-a de plvora da Estr lia
O substituto calou-se, por alguns raiuu
tos, reP-ctindo
- Nao o acons lho, replioou elle, em s--
guiia. Friced.-rassim ;ilo preaipitadamen
te seria imprudencia rara. At agora, o
^enhor nao te n sena > susp-itas ; esp re,
p.ra dar o golpe decisivo, pelas pelas pro
vas. Angela B-irnier nao lhe p le esca-
par. Faga-a vigiar d i perto, se lhe pare
cer, mas receie as funestas consequencias
de urna prisao mai justificada. Essa mu.
ih-T pronunciara o meu nome ; dira bcw
alto que foi outr'ora minha amante. Sabein
que o senhor ra<;u amigo.. nao faltara
juera affinuasse que, procedendo leviana-
mente contra Angela Bernier, o senhor era
o instrumento dos meus antigos odios ..
Nao proceda, pois, seoo cora suffici rate
conheciraento de causa. Se rae quer acre-
ditar em tulo isto nilo devemos dar, nem
u n nem outro, ura pa3so pa diante, seu
nos termos prviaipente posto de accordo a
respeito do caminho a s guir.
Est con binado.
Nao pego que abafein e3to nego-
cio... proseguio Fernando do Rodyl. Nao
sou por modo nenhura responsavel p lo pro-
cedimiento actual j^.e urna mulher que est
separada de mim ha dezeset; annos.. Re-
clamo nicamente muit prudencia e rauita
circumspecgSo; tanto mais que, t provas
do coi'trario, estou absolutaraeuie persua-
dido da innocencia de Angehv Berni-r...
Tudo ouanto se passa raysteroso, e seria
loucura foritar urna cooviegao antes de ha
ver si io interrogada a moga, victima tan
bera do ass-ssino. Nao essa tarabita a
sua opinio ?
Naturalmente.
Ento que devemos faz-r T
Tel-graphar inmediatamente ao pro-
curador da repblica de J >igny, para lha
pedir que se actie a au ha em Saint Julien
da Sault, p .r.i onde nos transportarera >n
tambera e obrronos do coramura accordo.
Muito bera. Eu raesrao vou enviar
ura tel-grararaa ao meu colleg do Joigny
Varaos ver a que hora sahe o primeiro
trem, que nos pode conduzir ara-nh a
Saint Julien du Sault.
O Sr. de Gevrey consultou una .indica-
dor, collocado sobro a secretaria d substi-
tuto e respondeu :
Tomando o trem das seis horas o
trinta da manhS, chegaremos o nosso des-
ti o s unii horaae meia. A nossa demo-
ra em Saint Junen du Sault nao deve ser
grande. Pode ser mesmo que possamos
amanha de aoite estar de volta a Pariz.
Emquanto aos nossos collegas de Joigny,
foi demitti.'o, dando-se lhe por irona, urna polticos, prova de que o partido conserva-
dor se apresenta forte o pujante sahidodas
urnas.
Folga que, despois de tantas anomalas,
erros e Ilegalidades commettidas O8los go-
vernos lheraea> o Sr. Candido de Oliveira
penas acbasse aecusagoes fantsticas, pro-
vando que nada de real podia articular con-
tra a actual situagao.
Demonstra a necessidade que houve
de transferir ofB -iaes superiores, p los eraba-
racosque ao .pr -sentarara era ilguns pontos
do Imperio, afim de so manter a ordera pu-
l)!i a, i sobretudo na provincia do Rio
inspeceo nos corpos do norte. Mas, o que
estrenba mais, a demisso do amanuense
dessa fabrica, mogo pobre o que servia
com zelo e a contento geral.
Nada mais pernicioso disciplina mili-
tar do que estas transferencias e derais-
soes om massa, nem mais contrario s
conveniencias publicas pelo dispendio de
dinheiro que ellas determin un.
Mis se por um lado v t .nto agO lamen-
to era transferir, por outro lado nota gran
de demora, por parte do governo, era pro-
mover.
Ulti mente as promogS s as torgas tem
s iftrido del ragas Ora, tendo urna experien-
cia de vinte ennos condemoa lo as prorao-
c3e8 geraes, nao comprehende que so dei
xo de promover os ofB;iaes medida que
os lugares forera vagan io.
Ha muito que as armas de infantaria e
artilharia nao se dito promngoes. E desta
demora j a offiualidade dessas armas se
tm queixado pela imprensa. Cumpre ao
governo remediar esta falta.
Deseja sabir so o nobre ministro 03t
disposto a pedir a Cmara a raanutengilo
dos arseuaes de Pernambuco e da Bahia,
dous estabelecimentos que o orador consi-
dera inutes por ejtarem collocados a pou-
co8 dias de viagem da corte.
Pergunta tarabem a S- Exc. se nilo pre-
tende pedir a suppressao da intendencia e
a sua incorporago ao arsenal de guerra.
Trataado-se de urna repartigao de mero
luxo havia vantagem para os cofres pbli-
cos na sua incorp iragao ao arsenal.
Julga desacertsdas as providencias to-
madas pelo nobre ministro em face das
ultimas oceurrencias do Estado Oriental
O papel que convinha ao Brasil assumir
em frente a essas oceurrencias era o da
mais estricta neutralidade ; mas para man-
tel-a era desneeessaria tito grande agglo-
meragilo de forgas na fronteira. Foi um
apparato intil e dispea lioso o collocar-se
all urna divisao de observagao.
Nao se aehaado rt guarnecida a frontei
ra do Rio Grande do Sul, era suficiente a
forga alli existente para eompellir os refu-
giados da revolugo a interniram-se no Im-
perio.
E muito mais cscusada julga qu era a
medida que tomou o governo, do maudar
para aquella frouteira dous offi daas gene-
raos, quando l estavara militares que po-
diara perfectamente deserapenhar a eom-
missao. tilo perf-itamente como os que da-
qui foram. Isto demonstra ou que o go-
verno nao tinha eonfianga nos offieiaes su-
periores que l se aehavara, ou entilo que
mal con?ultou as conveniencias publicas.
Quanto ao general Arredondo, mostra
que o direito do internar belligerantes nao
se pode estender o ponto de pl-os de-
baixo ile custodia, at mesmo era dicecgo
a esta corte j j or isso nao o satisfez a de-
fesa do governo a respeito, publcala ao
Diario Oficial e feita no Senado.
Entende que o staiu quo nao se pode
m nter no exercito, mas o governo nio
tem direito de pedir ao parlamento autori-
sagao ampia para reorganisar o exercito,
sera d seer a detalhes ; recor la o quo j
disse o Sr. Andraie Figueira contra urna
proposta anterior, que alias era p -rfeita-
mente rainu dosa, sobre reorganisagilo do
exercito.
V que a administragao censervadora j
conta oito mezas de existencia e nada tem
adiantado quanto extinegao do rceruta-
raento; a ponto do proprio Sr. ministro
da guerra confessar no Senado que de
Ilhos vieram alguns recrutados, entre es-
tes dous csalos, que S. Exc. isentou.
Nilo quer prolongar o debate, ter occa-
siao do discutir largamente o assumpto e
apenas neste primeiro encontr externou as
maguas de que est possuido por nao ver
a administragao militar isenta de precon-
ceitos.
O Sr flinquelra ( ministro da
guer-ra ) f lioiU-se cUpoia de ura longo
periodo, por se ver rodea lo de seus amigos
Grande do Sul, que era preciso qne guar-
d .sse a mais p -rf'eita neutralidade diante
da invasao do Esta lo Oriental pela forga
revolucionaria, e para se manter essa neu
tralidado eram precisos alli officiaes supe-
riores da eonfianga do governo. ("Apoia
dos.)
Expoe como se achavam quasi abando-
nadas as frontoiras do Imperio, elogiando
o procediracuto dos presidentes da provin-
cia do Amazonas o de outr.-.s provinoias
que trataran) enrgicamente de tranquilli-
sar as diversas povoagoes, sera arbitrio,
era disppndios.
Admirase de que o Sr. Candido de Oli-
veira, es-ministro da guerra, aecusasse a
falta do projecto de reorganisagilo do ex-
ercito, quando essa urna questao das
mais importantes, que precisa de muito
estudo e sobretudo de opportunidade.
E aindamis se admira de quo S. Exc.
aicusasse a substituigo do coramanlante
da fabrica da plvora da Estrella a quera
o governo deu outra comraissao, maulan-
do para alli iin^rfficial muito distincto ; o
aobre deputado quera que o goverao coa-
servasse as posigoes de eonfianga todos os
amigos de S. Exc.
Elogia o procediraento dos offi daes e do
presidenta da provincia do Rio-Granda do
Sul na emergencia por que ltimamente
passaram : frisando tarabem o comporta-
ment do governo, sobre tudo do Sr. pre-
si lente do conselho, que se mostrou na
altura da mais rigorosa previsito.
.-inanga que o general Arredoado ja-
mis foi considerado como prisioneiro, teve
sempre perfeita liberda la ; foi acompanha-
do at certo ponto com alguna vigilancia,
para nao Iludir a sua intemagito, mas de-
pois foi apenas guiado como um offi.-ial
que deseonheda o paiz.
Historia os aconteeimentos de Ilhos, so-
bre que houve um grande proeesso, a que
respondern! 58 individuos; se houvesse
i li de reerutal os, erara todos os 58 e nao
apenas oito; estes vieran por sua voatade,
como demonstra lendo ama parta do rela-
torio do commandant* das armas da Bahia;
aqui foram muito bem tratados, cinco persis-
tirn) em sentar praga e dous deelararam
ser casados, por isss. os maadou embora.
Quanto s promogoes, mostra que o go-
varno foi autorisado a fazel-as dentro de
ura anno e este prazo anda nao findou;
entretanto que o servigo mais diffieil do
rainist'rio da guerra.
Analysando diversos factos concernentes
proviacia do Rio Graude do Sul, raostra-
que o partido coaservador mais urna vez
provou aehar-se ua altura te conduzir a
bin termo qualquer diffiuldade, ssm alar-
ma e sem despezas extraordinarias.
Quanto a recrutamento, declara que,
depois que assumio a administragito da
guerra, tem reeebido da todas as provin-
cias participagilo de que o n-imero de vo-
luntario sup'-rior s necessidades do ser-
vigo ; pois falsa toda a intormagao que
diga ter se feito recrutamento.
Conclue certo de ter dito bastante para
tn is'rar que o governo tem procedido de
modo digno (apoiados), que os negocios
internas e externos tm sido sonduzidos
cora sumraa prudencia, sem jamis se apar-
tar dos principios da legalidade e da cons-
tituigto.
O fir. Alves de Araujo estava
longe de pensar em intervir neste debate,
mas to estranhas foram alguraS das pro-
posig3es emittidas pelo Sr. .ministro da
guerra, que prefdre acreditar nao terem
tido o alcance que S. Exc. lhe emprestan.
Repelle o epitheto de anarehico que S.
Exe. atirou ao exercito brasileiro, cuando
S. Exc. removeu grande parte de olficiaes
de urnas pgra outras provincias som encon-
trar a menor resisteaca.
Vozes : Quaa lo tallou era anar hia,
nao se referi ao exercito, mas a algamas
localidades.
O Sr. Alves de Araujo julgou ouvir ess;i
referencia feita ao ex*reit >.
Ouvio, porem, distinctamento que entre
03 recrutados era Ilhos, que S. Ex cha-
atoa voluntarios, haviara quatrj cr raino-
sos; si assim o lugar delles n3o era no
exercito, mas ante, os tribunaes.
Nao tem tengSo de discutir o quo se
passou na comarca de Ilhos, nem resis-
tencia ordem de habeas-corpun, por isso
passa a outro ponto.
Acredita que S. Exc. nao tinha o direi-
to de tratar como invasores do nosso terri-
torio ''aquelles que apenas vieram pedir
abrigo para nao serem prisioneiros pelas
forgas orientaea que o perseguiam.
Hesponie a apartes, que conducta do
governo nSo tradni o resultado da neutra-
lidade rigorosa que um paiz deve manter
em taea condigoos.
Nao que: prolongar o debate ; s deseja
que o Brasil conserve relagoes amistosas
cora os paizas visinhos ; por isso se refe-
ri a esta ponto, para que nilo se prepare
no futuro quaesquer coraplicagSes.
(Continua)
:
YAfilEMDES
RR
pi derko cliegar ao mesrao t<*mpo que n.s,
w partirem no trem d .s d^z horas e qua-
r. uta o dous minutos.
Ura telegrararaa explicar tudo ase
Eiito, perguntou o juiz formador da
culpa, olando para o amigo, n2.o recia es-
ta rtag*era, meu .aro Fernando ?
Por que a bei de recejar ?
Vai encontrar so na presenga dessa
mulher ed filhi d lia o sua Nao teme
que essa situ igao, pelo menos estrantia, lhe
faga faltar o sangua fri, como lhe f.Jtou
esta mauha *
Esta raanhil fui sorpr hendido, con
fesso, p.-lo encontr que eu estava bem
longe da esperar Agora estou encoura-
gado.
Est bem certo disso? Julgarao-nos
muitas vezes encouragados e a couraga 'era
as suas fallas.
Estou seguro da minha... Se exista
anda no mea coraco urna fibra viva, An-
gla paralyoou-a, esta manha, cora a sua
attitu te rancorosa e cora s sua palavras
otfensivas. A seu respeito, da hoja e a
diante, o meu eoragRo est ra orto o bera
mirto A minha perturbagao desta manha
nao tornar a appareci.r. Mas j nos es
taraos oii-upando domis com o que me
respeita. Ainda nao lhe perguatei noticias
de sua mai.
As noticias so ms : minha mai es-
t desanimada... O mal tem feito progres-
sos ripiaos, e a vista est quasi completa-
mente extracta.
- Fica cega ? Que catastrophe !
E' ao quo ella nilo se pude resignar.
i-, que dizera os oculistas ?
Nao esto de accordo Dou3 d'eatre
e i s deelararain-rao que nada poderiam
f. z r e que nao liavi* nenlruraa prob.bui-
da te de cura... O terceiro deu-rae algu
mas esper ingas. nao partilha absoluta-
mente a opinio dos seus collegas, visto
qi.i tenciona operar minha mai.
- Quem esse especialista ?
Ura polaco chama lo Grisky, norae
que cauheeido no mundo inte ir j : um
sabio que me tnspira a maior coufiang.i. ..
Tem estaoeleciraento ?
- Tem, e muito uotavel.
Era que bairro ?
Ra da Saudo. Devo levar l mi-
nha mai. Elle teneiona operal-a.
Dous queira que seja feliz.
Pego-lhe com toda a minha dina.
E eu desejo-o de todo o corago.
Os dous amigos apertaram-se as mos, e
o juiz formador da culpa dirigise para o
eu gabinete.
-:u todos os ir e
(Coacluso)
-Mas o que eram esses ff a rr, q e o sa-
bio doutor empregou com tanta profusao
no seu arrazoado ? Vou dizel o acs leitores,
confessando-lhes que nilo minha a os
plicagilo; raas do profundo Geroncio, a
quera consultei pelo telphono. Devo aqui
d clarar quo pronuncio telphono e nao
telaphono ; porque o mesmo Sr. Geronsio
me corrigio desta erro, que eu comraettia,
repetiado o vocabulo, como geralmeute o
dizera, que uo certo, porque dissa-me o
graude paleographo, que em grego se es-
creveria com -o breve; (omicron) tan-
to que em portuguez todos pronuneiam
homphoao a ao homophno; palavra,
era cuj i coraposigao entra o raesrao elemen-
to que frraa o vocabulo tslphoao.
Vamos porm explicago dos // e rr
dada pelo philologo. Eis o caso contado
ab ovo. .
Tyro, liberto de Cicero, compoz urna
obra, qual, por tratar de diversas mate-
rias, pz o titulo de Pandectas, palavra for-
mada do dons vocabulo3 gregos, quo sigai-
fiearatudo e tomar O imperador
Justiniano, em Roma, incumbi ao seu
chancellar Tribuniano de escolher urna com-
raissao dos horaens raais notaveis era juris-
prudeacia para fazerem urna corapilagao das
melhores opin;oes, e sentengas dos juris
consultos antigos: esta compilago se in-
titula Digesto; que os Gregos chamavam.
Pandectas romanas. Os copistas, que
ignoravara o grego, tomavam a letra gre-
gi piquando minscula, por dous//,
e assim a escreviara. Tudo isto quanto
parte histrica; raas a respeito da ex-
pli'jaco dosf fer r,o caso este. Quan-
do os advogados citara e allegara pedamos
do Digesto, oscrevera adiante dos pedacos
citados as letras Fr., que qu rom dizer
fragmentos, e sendo raais de ura o frag-
mento citado, ho de escrever se e ler-se
// e f >'
Eis o que urna explicagao dada com
todos os }f e rr! !
Este meu amigo Geroncio vale mil ve-
zes raais do que aquillo que pesa I Nao se
como lhe hei de agradecer tantas finezas...
Como urna simples lerabranga raandei-lhe
hontem um pao de l dos anjos. Da. Cas-
tro Lopes.
[
1
O Sr. de Rodyl, depois de ter telegra-
plia lo para o tribunal de Joigny, dea as
neo-ssarias ordens para a viagem do dia
Seguinte.
A's seis horas e trinta minutos o substi-
tuto e o juiz formador da culpa entravam
u'ura compartimento d priraeira classo do
trem que devia deixal os s onze horas e
meia era Saint Julien du Sault.
Os dous agentes de s 'guranga, Caseneu-
ve, denominado o Vagalurae, o Roberto
Flogay, chamado o Phosphoro, tomavam
lugar n'uraa earruagtn de segunda classe
to raesrao trem.
Nao tardar rauito que os tornemos a en-
contrar.
Voltemos agora a Angelo Proli, o mi-
seravel assas*no de Jayme Bernier.
Ao deixar o estabeleciraento da ra da
S.u le, de quo elle j era o feliz proprieta-
rio, o suecessor do palaco Grisky dirigi-
se inmediatamente para o seu domicilio da
ra de Courcelles.
Tiaha.preesilo do se achar s, afim de
r.flectireom a cabega descansada e esta-
beleear a liaba de conducta que devia se-
guir para o futuro.
italiano comegou por fazer as contas
sua fortuna.
Restavam-lhe noventa e poucos mil fran-
cos.
Era exactamente o necessirio para to-
mar poss da casa de aau ie, de que ficara
director, porque era preciso urna quantia
disponivel para cos'.ear as despezas dia
rias, emquanto se esperava pelos reeebi-
mentos.
Angelo Proli'possuia essa quantia, mas
arhava-a insuffi iente, porque se'propunha
renovare :nodifi-ar inteir imente o estaoe-
leimento do velho Gri?kya de fazer lelle
ipa das casas raais elegtutes da grande
ci'.ade, ao mesmo temp> que urna da raais
serias.
O raiscravel nao se resignava a vegetar.
Quena abrir as azas, subir n'um vo
rasgado at ao pincaro das raontanhs,
mauejar ouro s moa cheias, admirar e
desluiubrar Fariz.
Para ehegar a esse fim, era necessario
possuir o milhto que Jayme Bernier deixa
ra pela sua raorte e de que fizera duas
partes desiguaes, como se via p.-lo rascu-
nho do testamento, cabido as raaos do as
saesino.
Pan 'i quera essas duas partes.
Era para pensar nos meios de se apode-
rar deltas que o vimos entrar no sea quar-
to e nelle se fechar.

Innmeras diffieuldades surgiam natu
ramente diante delle.
A prmieira, talvez a mais nvencivel, era
tazer de Cecilia Bernier urna alliada, urna
curaplice inuoasciente.
Corao ehegar a tal ?
Proli nilo conheeia Cecilia.
Se conseguisse ser-lhe apresentado, per-
sa em relagao com ella, conhecia que era
rapaz bastante bonito e bastante hbil para
conquistal-a e encadoal-a a si.
Antes de tudo era prsciso que Cecilia
Beraier fosse sua mulher.
Urna vez de posse da primeira e da mais
importante parta da fortuna cobigada, con-
seguira deitar a mSo segunda.
A idea de desposar a filha de Jnyme
Bernier, assassinado por elle, nao causava
a menor repugnancia ao italiano.
Nao recuiva dianto de mais esta infa-
mia, como nao tinha recitado diante do cri-
me.
A audacia do miseravel era sera limites,
como o era a sua perversidade.
O primeiro resultado qu? cumpria con-
seguir era entrar era relagao com Ceeilia.
Emnuanto lho fizesee a corte seria ne-
cessariarante informado por ella, a res-
peito do iuquerto e de tudo quanto se pas-
sava no tiibunal e na prefeitura de poiicia
relativamente ao mysterioso facto do P.
L. M., e achar- se-hia assim prevenido pa-
ra poder aparar os golpes quo podessem
aeacal-o.
Mas como e por que intermediario en-
trar era relagoes cora a filha do ex-arma- .
dor ?
fc' ahi que batia o ponto.
Durante perto de urna hora o italiano t-
cou itDinovt-1, apertando a testa ardene
entre as mos e procurando urna solugSo.
De repente estremecen e levantou-se
n'n u pulo.
Tinha achado.
- Nao arrisco absolutamente nada, dis-
se elle comsigo/ encarando sob todas as
faces o pensamento que lhe occorna....
O raeio parece me bora, e empregal-o-hei...
E' ura golpe do raeatre que deve dar bom
resultado; raas oonvm no^precipitar es
factos.. Esperarei que seja assignada a
minha es'riptura com Grisky, o que nae
tarda rauito, e depois pre maos obra.
(Continuar-sena)


J

Typ. do Diario, roa Duque de Caxias n. 42.
OPO


Full Text
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