Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19540


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Full Text
AMO LU NUMERO 108

P.tKA A C A PITA
L U
AUYRMH OMH: NAO ME PAGA PORTE
Por tres mozos adiantados
Por seis ditos dem......
Por um anno ideai......
Cada numero avulso, do mesmo da.
60000
125000
240000
(5100
-MBA 13 DE IAI0 CE 1886
DIARIO
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados......... ..... 13')00
Por nove ditos idem................. 200000
Por um anno dem................. 270000
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 010
PERNAMBUCO
Proprietade Ir* Jtlanucl Jtgurira i> Jara & -ftlljos
TELEGRAMHAS


#
?

mw mi::nLi ss sumo
RIO DE JANEIRO, 12 de Maio, s
4 horas da tarde. (Recebido s 4 ho-
ras e 50 minutos, pelo cabo submarino).
I%"a Cmara do Depaladon forana
hoje rcconhecidoft oh podaren lo
Srs. : .iilicrriic Cruz, pelo Para :
Felinlo Uonzagn. por A la son-: Per-
iiancli'- ila Cunha Jnior, pela Ba-
ha j nirida >ogueira. por S. Pau-
lo : contM'lbeiro Aivet Araojo. polo
Paran t Manoel Joaqnlm deLemo*.
por Mina* Ueraea s Bibelro ttobri-
nlio, !<:<> Bio (irn de do Hu.
Km Ncgu'sla a Cmara occupoa-He
rom a 3. disrusao do projeclo de
i\ :!o e forra* de trra.
ruptivel Argos, adormecendo-o previamente aos
sons harmonioaoa da san flauta m tgiea. Judo, em
aignal de sentimento e como testemunho de gra-
tido posthuma, metamorphoseou Atgos em pavao,
e nao desisti dos aeus projectoa de vnganga e
perseguieo, pois que para se destorrar da sua ri-
val (mesmo transformada em vacca) mandoullm
tavi ou moscardo. que picando-a inecaaantemen-
te obrigara a infeliz lo a andar correndo s tn des-
canso de um para outro lado.
Conta-se que n' succedeu passar una vez por junto de seu pa> ; i
nympha, para dar-se a conhecer, tracou o seu
nome no solo, escarvando com os pea na areia ;
Iuacho, reconhecendo a filha, a laucar-1 ha a mi;
porem o moscardo apressou-se logo a picar com
tao forte ferroada a pobre vaquiuha, que esta nao
teve remedio senao deitar -se ao mar, e nadando
atravessou o Mediterrneo ..t que chegou ao
Egypto, onde Jpiter Ihe restituio ana primeira
forma e delle teve um filho a que se poz o nome
de Epapho. Oa Egypcios ficarara-n'a adorando
sob o nome de Isis, e a representaran mais tarde
aob a figura de urna mulhcr com a cabeci de vacca.
(Continua.)
JARTE OFFICAL
ssara
(Especial para o Diario)
LONDRES, 12 de Maio.
A Cmara tos tonmaim adiou
para amanh a dincunnao do iull re-
lativa reforma da Irlanda.
Juisa -.'. que o projecto do Sr. (Ula-
dsiom- aer rejo liado pela Cmara
dos Commun*.
ATHEN'AS, 11 de Maio, tarde.
O novo ministerio ro constituido
NOb a previdencia do Sr. i'uparui.u
opoulo.
A**egura-*t" que o novo gabinete
mande r proceder Immedialamen-
te ao denarma ment dan tropa de
reserva.
Agen .. Havw, filial eai Pornambuco,
12 de Maio de 1886.
INSTRDCCiO POPULAR
\IYTHOLOG1A
(Extrahido)
UA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
Jpiter e Juno
(Conlmuafao)
Bepraaenta-ae Jpiter na figura de um vario
magestos). com aspecto soberano e em toda a ple-
nitude di energa viril, os olhos negros e sciotil-
lautes, sobran eelhasespeasaa, testa larga e arejada,
os cabellos di barba negros, eompridos e bastos.
Sentido em throiio da ouro ou de marfira, com o
diadema real na cabeg t, impunba coin a dextra
em vez d-: aceotro um ru. Aos ps pintam-lhe
ordinariamente ura aguia em attitude de prestes
erguer o v>.
Das arrota era-Iba especialmente consagrado o
earvatho. Entra os nuuineroa e variadnaimos
temrol . bre foi o da Oymoia (cuide da Elida) ; deram-
lhe eapecialm mi eelebridadadt) a estatua colossal
do deus c lo nsig.ie eaculptor Phidias
e os iojtoi olumpicos que de cinco e cinco .nnos
ge c ida pompa uas cercanias da
cid .
Jun filha de Saturno c de
(;,- : d la lidjses, a soberana do cu
e j, r.i doa reaos e dos imperios.
Au ,!.:. hivi.i elle pretendido
sedu':- ni indo 83 en. cuco ; Juno,
por.n, tpestr dodutaice, reconheeeu o irinao e
uio M dei -asando-so a accetar lhe
os galantei ia sen elle a desposar. Depois do ca-
sada. Juno i larfraa&a sua tendencias eiumen-
taa c ao aea genio iin>ericso e vingativo ; aa in-
fidolal-s d aen maqdo irritavam-n'a sobrema-
neira, e deaforrava-aa .'ntlo perseguindo cruel-
mente as 8uas riVaes ; p ir outro lado, como zelosa
e ciosa qu era, tratara par todos os meios possi-
eie u ui tginareis de oppor constantemente obsta
culos -> embiricos s tentativas erticas de seu
infiel marido, COJOS pastos vigiara e espreitava
cuidadosamente.
Urna das rivaes de Juno, que mais cruelmente
expiou o desgranado acaso de harer agradado a
Japiter, foi a nymha lo, filha de Inacho. Sobre
cata deaeaca leoo-ae o genio irascivel da vingatira
deusa por uina forma tenaz e perseverante. Pos-
suia a ny .npha amas feicoes lindissimas, e o rei
dos deosea apaaonara-aa loucamente por ella ;
mas lo esquivara B*. a dar-lhe ouvi io3. Urna vez
ue Jpiter corra atr .z d'ella aem p>der alean-
i-a, miginou um estratagema para obrigal a a
parar, foi este o d azer descer a trra "ima i-
vo* tto cerrada e densa, que a nyinpha teve eff -
divamente de suspender os pasaos : en tao fcil foi
a Jpiter surprehenlel-a eapanhal-H. N'iet.o, po-
rem, Juno, maravilbadissima por se lhe afigurar
l do Olympo u>n caso extranhiasimo tao conden -
sada cerracao a envolver a trra, desc>u curiosa
de saber o que significara tao extraordinario phe
nomeno.
Chegada que ioi, occorreu-lhe logo idea de que
seria estratagema inventado por Jpiter para en-
cobrir alguma das suas triviaes infidei-dadea,e,
para certificar se por seua proprioa olhos, tratou d
tazer esvaecer a nevoa. L encontrou efifectiva
monte a nyrapha, apezar de a bar ir Jpiter, por
cntela, meta norphoseado em racca. Nem mesmo
assim a desgracada nympha escapon colera de
Jnno, porque eata, aimulando grandes desejos de
pnssuir urna vacca tao bonita, pedio a Jpiter que
Ih'a dsse, e o marido nao honre remedio senao
ceder s instancias da esposa.
Juno confiot entao a vacca i vigilancia de Ar
goe o qual tinha ordtm de nunca a perder de ris-
,B .Lnreceito qu^j de resto, lhe era tacillimo enm-
prir e o conaequencia de ter nada menos do que
c(m olhoa ; d'est'arte, mesmo qnando Argos dor-
ma, d'esaes cem olhoa apenas cincoenta se fecha
vam : oa cutios cincoenta conserraram-se cuida-
oosameue abertea ; quando cancadoa, rereaaram-
se ; e aesim, debaixo d'aqnella rigoroaisaima ngi
ianci, impossirel ae tornar* a Jpiter approxi-
nar-se da vacca. K'estai circomatanciaa o_sobe-
rano d-us eoearregou Mercorio de matar o incor-
.nvt'i'Bo da Provincia
nnmaan do da 30 de ahkh. de 1S86
Actos :
vice-preadente da provincia, tendo em vis-
ta o expoato pelo inspector do Thcsouro Provin-
cial em officio de 3 de Mareo ultimo, sob n. 506, c
a proposta do mesmo inspector contida em oieio
de 2'! do correute, sob n. 588, resol ve exonerar
Manoel Pereira da Rocha di cargo de collector
do municipio dj Serinhaem, visto entregar-se
vida commercial, e nom;ar para substituil-o o ci-
dadao Deimirio Gomes Ferrara.Communicou-se
ao Thesouro Provincial.
O vice-presidente da provincia, tendo em
vista a propoBtado inspee'or do Tnesouro Pro-
vincial comida em ofEcio de 26 do corrente, aob
n. 589, resolve exonerar Caetano Lenidas da
(ama Duarte do car^o de collector do municipio
do Bom Conaelho, enomear para aubstituil-o o ei-
dadao Luiz Carlos da Costa Villela.Cominunicou-
8e ao insp ctor do Thesouro Provincial.
vice-presidente da provincia, de conformi-
dade com a propoata do Ur. chefe de polica em
officio n. 427, de 28 do corrente mez, resolve no-
mear JeroDyino Barreiroa de M ..raes Iiang.'l para
o cargo ae Io supplente do 2" delegado do termo
da Escada.
O vice-presidente da provincia, de conform-
dade com a propoata d) )r. chefu de polica em
officio n. 426 de 28 do corrente mez, resolve no-
mear os cidadaos Antonio Campcllo de Albuquer-
que e o capitao Zeferino Aurelian de f'igueredo
Mello para os cargos de 2o o 3o supplente do 1
delegado do termo da Escada, ficando exoneradoa
os actuaes.
vice-preadente da provincio. de coufor-
midade com a proposta do Dr. chefe de polica em
officio n. 426 de 28 do corrente mez, re8olve no-
mear oa cidadaos Francisco da Rocha Luna < Joao
Ramos Chaves, para oa cargos de 1 e 2' supplen-
tes do subdelegado do 1 diatricto do termo da Es-
cada, ficando exonerados os actuaes.
O vice-presidente da provincia resolve exo-
nerar, a pedido, o bacharel Graciano Xavier Car-
neiro da Cunha, do cargo de promotor publico da
comarca de Bom Conaelho. Commun>cou-se ao
Dr. juiz de direito.
O rice-preaidente da provincia, attendendo
ao que requereu Joaquim Mtuoel d; CKiveira e
Silva, profeaaor da cadeira de ensino primario da
Boa-Viagem, e tendo em vista a8 informacocs na.
108 e 58. de 2 e 20 do corrente mez, do inspector
jjeral da Instruccao Publica e do Thesouro Pro
vincial, resolve conceder ao peticionario a gratifi-
eacao de que trata o art. 116 do regulamento de 6
ie Fevereiro do anno passado, visto ter mais de
25 annoa de effectivo exercicio no magisterio pu-
blico.
vice presidente da provincia, tecdo cm
vista a proposta do inspector geral da 'nstruccao
Publica, contida em officio n. 131 de 24 do corren-
te mez, resolve de accordo cem o art. 215 do regu-
ia liento de 6 de Fevereiro do anno p .asado, 8uppri-
mir a cadoira de ensino primario do sexo masculi-
no de S. Goncalo de Ouricury.
O vice-presidente da provincia resolve nc-
mear urna commissao compoata do Dr. Prxedes
Gomes de Souz* Pitanga, commendador Jos da
Silva Loyo Jnior e Luiz Emygdio Pinheiro da
Cmara, para examinar e dar parecer sobre a
qualidade dos gneros de que trata o director do
presidio de Fernando de Noronh i em seu officio
n. 117 de 24 do corrente mez, que se ach un de-
positados a bordo do vapor G/ui, por nao trrem
sid i julgados inaceitaveia para o consumo dos sen-
t.-nciadoa do referido presidio. Communicoo-ae
aos ir-meados.
Officioa :
Ao cummandante das armas. Sirva-se V.
Exc- de tazer apresentar ao Dr. chefe de polica,
amarilla, a hora de poier aeguir nc tremd.ia 8 e 20,
urna torca, que poder regressar no da tarde, de
12 pravas '. 1 mferior afin de conduzir para esta
eapital 6 prisas que se acham oa cadeia da villa
de G*melieira. Jommnnicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Ao conselheiro presidente do Tribunal da
RelajanTransmuto a V. Exc, para que se digne
de providenciar convenientemente a reapeito, a pe-
tiejto em que o sentencia lo Joao Fraucisc > do Nos-
cimento segundo solicita ordtm de habas-corpus.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda. -
Declaro a V. S, para os fina conveniente a, que
vista da aua infonnacao n. 273, de 27 do corrente,
autorisei e director do Arsenal de Guerra a com-
prar admiuistr itivamente es artig-'S preciaos para
o expediente de sea^o das costuras do mesmo Ar-
senal, na importancia de 953000 em que foram or-
eados .
Ao mesmo.Declan a V. S. par; os devidos
fins, que, vista aa sua informtcao n. 277, de hou-
temdatado, autorisei o director do Arsiialde Gut-
ra a nandar faaor p r empreitada o enchimento
de 200 eokboes, aoeorpo do 14 batalbto de inf..li-
tara, nao exeedemio o enchimento de cada um da
quanta de 700 r-s marcada no aviso do Minis-
terio da Guerra, d.- 14 de Feveieiro de 1863
Ao me6mo.Sciente do que V. S. exp- seu .ffieio n. 279, de hontem datado, recommen I >-
lhe que faca reuietter, na primeira <>pportunidade,
para o presidio de Fernando Je Noronh.i, as qinn-
Z" mil telhas pedidas-pelo reapeetivo din ct .r. para
o reparo que le nrgen'e ir-ceafidade faZ' r-se uas
c .befas de vaii s pruprius naciona. sCo.mnuni
coi-sc ai director do presidio
Ao mesmo.Comoiiiuico V. S., para o< finj
conv>-ni' n'i'a, que.-xonere huje, pedido, o bael.a-
ch ir Graciano Xavier Cameiro da Cunha, do
cargo ie promotor publico da comarca de II m
Conaelho.
A mesmo.Mande V. S. pagar ao bacharel
Franciaco Xavier Paea Barreto, ex-p omotor pu-
biieo da comarca de IguKrassii, s vi-ncimeiuos
que lhe compelen pelo respectivo exercicio nos
mezes de Ferereiro e Marco prximo paasado, me-
diante o documento que lhe remeti e^que foi ex-
hibido pelo mesmo bacb .re em peticao, sobre a
qual essa iuspecturia inf rmou em officio de 6 dea-
te mez, sob n. 232 Declaro-lhe que nesta data
dirijo-me ao ministerio da justica a respeito do
asanmpto.
Ao mesmo. Remetto a V. S., para os deri-
dos fj.ua, copia do ariso do ministerio do imperio,
de 15 do corrente, n.1554, relativa ceisacao de
gratifieacoes extraordinarias, arbitradas aus em-
pregadoa da rcpartico da ade do porto.
Outrosim, recommendo aV. S. que ministre a
eata preaiden?ia a d- inoiist-ic-io necesaaria para
a abertura do crdito a qm ae refere o final do ci-
tado aviBO.
Ao meamo.Remetto a V. S., para seu oo
nh cimento e fina convenientes, copia do officio
datado de hontem, 8ob n 207, dirigido eata pre-
si leucia pelo aapector do arsenal de marinha, em
que me participou ter expedido titulo de 3U machi
nist; da serrara a vapor do diti arsenal, a Iri-
neo Manoel Das, de que tratou t asa thesouraria
em officio de 13, eob n. 248.
Ao presidente do iury.Em vista do expisto
no officio junto por copia, do director da eacola
normal, solicito de V. S. se sirva de dispensar dos
tribalhis do jury o Dr. Manoel Enedino do Reg
Valer.ca, professor daquella eacola.
Ao Dr. inspector da sade do pirto.Re-
metto a V. S., para os devidos effeitos, copia do
aviso do ministerio do oiperio. de 15 do corrente,
i-t I, n. 155-1, relativo ceaaacao daa gratifieacoea
extraordinarias arbitradas aos empregados da re-
purticao a seu cargo.
Ao director do arsenal de guerra.Aut iriso
V'mc, conforme solicita em aen odelo u. 274 de 26
do corrente, a comprar administrativamente os ar-
tigoa preciaos para o expediente da secQao de C03-
turaa dease arseual, na importancia de 96000, ae-
gundo o orcamento que veio aunexo ao citado of-
ficio.
Ao meamo.Declaro a Vmc, em resposta ao
seu officio n. 25'J de 18 de M irp fiudo, que pide
mandar fazei, por empreitada, o enchimento dos
200 ctdchoaa a ca-go do 14" batalhao do infante-
ra, urna vez que o enchimento de cad-i um nai
exceda da quantia de 700 ria, marcada no nv.s-i
do miniatero da guerra, de 14 de Fevereiro de
1863.
Ao n8pector geral da instruccao publica.
Concedo a cutorisacao solic tada por Vmc, para
justificar as faltas de exercicio escolar do profes-
sor Manoel Benigno da Silva, de que trata o seu
officio, a que respondo, n. 134 de 27 do corrente
mez.
Ao juiz de direito de Salgueiro. -Para cum-
primento de ordens do ministerio da justica, sir-
va-se Vmc. de informarme sobre o assumpto da
representacjlo junta em original, de Galdino Al-
ves de Araujo Maroto.
Portaras:
Para os fina c invenientes, submetlo con-
sideracio da commissao incumbida de dar parecer
sobre oa gneros depositados bordo do vapor
Gi'"i, o officio do director do presidio de Fer -
nando de Noronha e a infonnacao da Thesouraria
de Faz*nia e inspector da Sade Publica, de 24,
28 e 31 do corrente mez, aob o assumpto.
A' Cmara Municipal de Ouricuiy. Fa?o
constar Cmara Municipal de Ouricu.-y que sub-
metti hoje deliberacao da Assembla Lgialati-
va Provincial, o assumpto de seu offieio de 8 dn
corrente, relativo relevacao da multa imposta
pela falta de remesa*, no ex-rcicio passaio, dos
respectivos balancetes mesma Assembla
A mesma.Declaro Cmara Municipal de
Ouricury que, anbsistindo os motivos allegad ia por
esta Presidencia em officios de 21 de Janeiro ulti-
mo, nao pode ter lugar a approvacuo da arrema -
tacao de imp istia e da no.neacao de advogado,
conforme solicito em seu officio, a que respondo, de
8 do corrente mez.
Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recite ao 8. Franciaco manda transportar, por
conta dos passes gratuitos a que a provincia tem
direito, urna forca de linha de 12 pravas e 1 infe-
rior, que tem de conduzir para esta capital seis
presos, que tambem terao paasagena, recolhidos
cadea da villa de Gamelleira, providenciando
igualmente quauto ao regresso da referida forca.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Franciaco, airva so de mandar
conceder paaaagem de 3' claaae, que aera op ortu-
namentt- descontada daa gratuitas a que o gover-
n i tem direito, da estafao de Cinco Pontas a de
Agua Preta, piaca de polica Joaquim Pereira
dos Santos.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco sirva-se de mandar conce-
der passagens em carro de Ia classe, da estaco
das Cinco Pontas de Una, para ser opportuna-
mente descontadas daa gratuitia a que o governo
tem diroito, ao Dr. Luiz Ignacio de Mello Barre-
to e a um menor, providenciando sobre o trans-
porte da respectiva biga^em.
O Sr. gerente da Companhia Pernimbiicana,
fa^a transportar para o presidio de Fernando de
Noronha, por conta de Antonio Ferreira Nobrega,
os geueros constantes da inclusa relacao.
i:ni'i:i)h:k :i: DO SECBETARIO
Officio :
Ao juiz de orphaos do Recife.De ordam de
S. Exc o Sr. vcj-prtsidente da provincia, trana-
mitto a V. S, para os fias convenientes, copia do
aviso do Ministerio da Justica de 26 de Marco
prximo findo, declarando que nao c procedente a
reclamacao do solicitador de c.ipellas e residuos
desta capital, Domiu^os Jos Marques.
Jos Gjnyalves dos Santos e Francelina
Aroliua do? Santos. Indeferido.
Joaquina Donilla da Silra Coelho.
A menor tora idade superior marcada
pelo Regulameote.
Jacintho Pacheco Pontes. Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Maooel Luiz Antonio Cabral. Ao Sr.
Dr. juiz de direito das execujois criminaes
para prestar ao pedido a consideragao que
merecer.
Manoel das Mercs e Silra. Informe o
Sr. Dr. juiz de diraito das exacujoss cri-
minaes.
Tencnto Ursino Teixeira de Barro3.
Proridenciado.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 12 do Miio de 1S86.
O porteiro,
J. L. Viegas.
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DA 11 DE
M VIO DE 1886.
Alexandro Agripino do Nascimento.
Ecarainhe-se, d-rendo ser pago o porte na
R'.-partieao dos Corrcios.
Abaixo assigaa lo das Costureirts do Ar-
seual de Giurra. -Deferido com o offioio
desta data Taesouraria de Fazenda.
A's mesmas. dem.
Aprigto Braz de Oiiveira Lima. Sim,
medianto recibo.
Baroneza de Groyanna. Sim, satisfeitos
os direito* tiaeaes e foros em divida.
Ba harel Bcrnardino Maranhao. Enca-
miuh se.
Bcrnardino de Olireira Coragem. -Re-
raetti lo ao Sr. inspector do Tliesouro Pro-
viaiial para attender ao supplicantc, nos
termos da informarla. de 12 de Novembro
d.- 1S85, n. 302.
Bndiarel Fian seo Xavier Paea Barreto.
Justifico ai f.ltas de exercicio dadas do
dia 14 a 19 de Abril finio. Depois de
notado na s cgao do archivo da Secretaria
da Presidencia, transmitta-se este requer
ment ao Sr. insp ctor da Thesouraria de
Fazenda, pura os fins convenientes.
Generosa do Reg i Me leiros C .v-ilcante
de Albuquerque. In'eferido.
Jos Antonio de Pioho Borges. Iofor
me o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Bat harel Jos Franciaoo Ribeiro Pessoa.
R queirn. ao g iTrrno imperial, a quera
toinp-te o arbitramento da ajuda de custo
le que se traa.
Jos Avilim. Ferr ira. Ao Sr. Dr.
juiz de direito das execujoes criminaes,
para inforaiar.
l.oronel Jos Thomaz Goncalres. Re-
luettido ao Sr. director do Arsenal de
Guerra, para mandar fornecer, nos termos
de sua informaco n. >i88, de 6 de Abril
lindo, ficando uutorisado a tazer adminis-
trativamente a acquiaicfto dos artigos de
que trata este pedido.
Joaquim Firmo de Oveira. Sim, me-
diante recibo.
Ileparli-So da Polica
Sc2 lica de Pernambuco, ldeMiio de 1886.
Illm. e Exn. Sr. Participo a V. Exc.
qiio t'iiMiu hont-in r-iolhid >s na Casa de
Detenojlo os ssguintes individuos :
A' orlera do Dr. juiz de direito do 3.
districto criminal, Dimiao Cosme de Az2-
vedo, como pronunciado no art. 20 do
Cod. Crim.
A' ordera do subdelegado de Santo An-
tonio, Joao da Cunha Costa, por distur-
bios.
A' ordeni do do 1. diatricto de S. Jos,
Manoel Francisco da Paixao, por distur-
bios.
Communico'd-ras o delegado do termo
da Gloria de Goit, que no lia 4 uo cor-
rente se aprisentra voluntariamente e
ri recolbido na cadeia, o individu i de
nome Albino Severino Leite, que est alli
rjfii i 11 i> irt. 205 do Cod. Crim.
No dia 30.do msz lindo procedeu o
delegado do ter no de B irruiros a risita da
respectira cadeia, na qual foram encontra-
dos 4 reos sentenciados.
x's 10 horas da noite de 7 do cor-
rente foi espancado na ciiade da Gloria do
Goit o individuo do nome Jlo Sinio.
Foi seu offmsor um outro individuo do
nome Julio Olympio de Souza Costa, que
conseguio evadir s 3.
O inquerito a que se proceleu sobr i tal
crime j foi remettido ao juiz competente
Communicou-me o cidado Joan Ru-
fino de Mello e Silva, que em data de 4 do
corrente assuraira o exercicio do cargo de
delegado do termo de Panellas.
m virtudo de recommendacSo feita
por mira em data de 7 do corrente ao de-
legado do 1. districto da Escada, f >i alli
effectuada a captura do reo Joao Carlos
Borromeu de Albuquorquo, pronunciado
pelo Dr. juiz de lireito do 3. districto cri-
minal por ter em 4 de Ferereiro de 1883
assassinado a Jos Ferreira da Cruz.
O referido reo foi hoje recolhido na Casa
de D'.ten^'o disposigao d'aquelle juiz.
Tambem foi pr-)3o no ter no de Ca-
nhotinho, por crime de ferimontos graves,
o individuo de nome Jos Mari nno, con-
tra quem abri se inquerito, que j teve o
conveniente destino.
Em data de 10 do corrente, asiuoiio
o exercicio da subdelegada do l. distric-
ts do reforido termo de Canhotinho, na
qualidade de 2. supplente, o cidadao Pe-
dro Jos Guedes.
Pelo subdelegado da fr'guezia de
Santo Antonio, foi remettido ao Dr. juiz
de direito do 2 districto cri nina! o inque-
rito policial a que procedeu contra Jos
Antonio de liveira o Alfredo Bezerra Ma-
galhaes, como incursos as panas do art.
201 do Cod. Crim., por haver ferido a
Manoel Muniz do Amara!, pelo que foram
presos em flagrante, sendo posteriormente
postos em liberdale por terem prestado
fianca.
Deus guarde a V. Exc illm. e Exra.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
muito digno vicepresidente da provincia.
-O chefe de poli :ia, Antonio Domingos
Pinto.
Comal ando das Armas
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS AR-
MAS DE PERNAMBUCO, EM 12 DE MAIO
DE 1886
Ordem do dia n. 94
Havendo o Ministerio da Guerra, em te-
legrammade 10 do corrente, couforme com-
raunicou presidencia da provin ;ia em of-
ficio do hoje, prorofado por u:u mez a li-
cenga concedida ao Sr alteres do 14. ba-
talhao de infantaria Bellarmino Augusto de
At.iayde, era cujo gozo entra nesta data ;
assim o fago constar guarnigao.
(Assignado) O bngaieiro Agostinho
Marques de S, comuandante das armas.
i.onfonne tenente Joaquim Jorge de
Mello Filho, ajudanto te ordena interino
e encarregado do detalhe.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DA 12 DE MAIO DE 1886
Francisco Fernaudes de Faria.Satisfaga a exi
g.-ncia do Dr. contador.
Joaquim Manuel Ferreira de Soiza.Informe a
commissao liquidadora.
Joaquim Mendea Pogaa, Senhannha Mara de
Olireira Mello, Mara de Medeiros Martina, padre
Joo Ignacio de Albuquerque, Junta da Santa
Casa, Francelina Maurina da Silva Albuquerque
e Barao de Matosinhos.Haja vista o Sr. Dr. pro-
enrod r fiscal.
Bcrnardino de Oliveira Corsgem.Ao Sr. Dr.
contador p-ra conbecimentp e devi Raymundo Pereira da Silra, ofBcios do Dr. pro-
curadir dos leioa, Auna Mendes Baktoa, Antonio
Luiz Pereira, Isidoro Marinho Cesar, Victorino
Amonio de Alcntara e rigario Francisco Viris-
bimo Bandeira.Informe o Sr. Dr. contador.
Jos EduirJo de Souza Liradim.Facam-se aa
notaa na portara de licenga.
Officioa do Dr. procurador doa feitos, Jovino
de Carvalh Varejo, Cuimaraea Fonseca & C,
Joa Rodrigue8 Lipes.Informo i Sr. Dr. admi-
nistrador do Consulado.
Candida Lopes de Oliveira Monteiro.Junte se
copia da nformac/ea.
rsa&&s*------------
Consulado Provincial
DESPACHOS DE 11 DE MAIO DE 1886
Alfredo da Silva Guimaraes agate de
leilao. Satisfaga a exigencia da 2*. sec-
gao.
Honor de Mello Camello. Informe a 2.-'
secco.
- 12
Honor de Mello Camello. Sim, de
accordo com a informagito.
Ferreira Cascito & Filho. Deferido de
accordo com a informagito.
Daniel Francisco Pinheiro o G. Lapor-
t-. & C. A' 1.* secgao para os deridos
fina.
Antonio Ferreira de Carvalho. Infor-
me a 1.a seccao.
Dr. procurador dos feitos, Francisco Bei-
r o Manoel da Cunha Saldanha. Infor-
mo a 1.a secgao.
Antonio D. Estalate. Dirija-se ao Sr.
Dr. juiz perante o qual corre o processo do
inventario.
Jos de Almeida Rabello. A 1." seo-
gao para attender.
Zeferino Jos da Costa Valente, Ame-
lia Carolina de Sampaio Miranda, Manoel
Jos de Bastos Mello e Jos Nogueira de
Souza. Deferido de accordo com as n
formagSes.
Joaquina Mana da Cruz. Sim, em vis-
ta das informagoes.
Manoel Sabino. Sim, vistas as infor-
magoes.
Leandro Ferreira Muniz. Deferido, de
accordo com as informacoes.
Inspectora eral da Iustruccao
Publica
DESPACHOS DO DIA 8 DE MAIO DE 1886
Camilla do Carmo Torres, professora pu-
blicaCumpra-se e registre-se a pos-
tilla retro.
Joaquina Mafalda Alves de Carvalho,
prolessora publica. Informe o delegado
itterario.
Manoel Benigno da Silva, professor pu-
blico.Em virtude de autorisagao da pre-
sidencia de 30 de Abril ultimo, justifico as
faltas dadas do 1. de Dezambro de 1885
a 31 de Janeiro do corrente anno.
Secretaria da instruccao publica do Per-
nambuco, 12 de Maio de 1886.
O porteiro,
7. Augusto do Mello.
iilnl M
rEKRSi
tCO
RECIFE, 13 DE MAIO DE 1886
noticias da Europa
Eis o complemonto daa noticias trazidas ante-
hontem pelo paquete inglez Turnar:
Franca
Na cmara dea deputados o Sr. aesy pedio urna
arbitragem para a questao da Grecia. 0 Sr. de
Freyeiuet admittioeste principio, visto existir urna
arbitragem chamada concert europeu, que se es-
forga por conseguir a resoluco amigavel de todas
ae questoes ; e dclarou que a Franca acta em
sentido pacifico ; tendo em vista urna solucao sa-
tisfactoria para todos es interesaados.
Depo8 votou-se os crditos para a ereacao
de urna oflicina de torpedos em Toulon, e comecou
a discutir o projecto da exposicao de 1S89, deci-
dindo por 331 votoa costra 214 paaaar a discua-
sao dos artigos.
O senado adou as suas sessoea para 25 de Maio.
A "amara dos diptalos continuon hoje a d3-
cutr o projecto da exposicao de 1889 ; dep*ois de
rejeitar duaa emendas, urna pora oa expositores
pagarem o lugar que oceuparem, e outra para ex-
cluir das construegoes os materiaea e operarios
eatrangeiros, spprovou o projecto sem niodificacoea
por 350 retos contra 151. Em seguida approvou
tambem o projecto do emprestimo com aa modifi
cagues ft Has pelo senado.
O projecto do metropolitano de Paria teria dis-
cutido oepoia dua ferias da pas^hoa'
O Temps, annuncia que u tratado de ccmmercio
franco-chintz ser assignado eo dia 25.
A eleicao de 2 de Maio para snbstituicao do Sr
Roehefirt, deputado demissiona'io por Paria, oc-
cupava a attengo da imprtnsa parisiense e dos
grupos polticos.
Os jornaes intrmsigentes as juntas revolucio-
narias socialistas e alguna grupos radicaes socia-
listas escolheram para candidato o Sr. Roche, um
dos reoactores do Intransigeant ltimamente eon-
demnado pelo tribuna, de VilUfranche ; outros
radicaes socialistas, reunidos sob a dir. ceo do
Sr. Clemenceau, decidiram sustentar a candida-
tura do Sr. Gautier (um dos redactores do Prap-
pel) \ os t'pportuniatas finalm nte apresentariam
o &r. Deroulede, presidente da liga patritica.
De partido monarchico nao havia por em quan-
to reeolugao conhecida.
A condemnavao dos jornalistas Roche, do In-
transigeant, cDuc Qutrc), do Cri du Peuple, pelo
trihuual correcional de Viilcfranclie. acensado* de
afirontarem por mauobras fraudulentas a U-
berdade do trabalho, pruvocou enrgico protetto
na maioria da imprcusa radical, que v no proee-
dimeuto adoptado pelo tribunal urna mtniiesta
violacao da le de imprensa e de reuniao. Ca-
mille Pelletran diz na Justice :
O procedimeuto do tribuna! foi siuiplesuiente
tumultuario e iuiquo
O Petit-parisiens accrescenta :
n Q'iiuz mezes de priaao e custas por ter in-
citado urna greve, o imperio uo o lena teito me
lhr.
Todos concordam que a acntenga proferida nao
lora definitiva, porque nao tendo o tribunal acei
tado a excepeo de incompetencia, e recusan io-ae
a sustentar o aej-uimento e a conceder liberdade
provisoria aos aecusados, at que o tribunal de
appellacao d-cidisse do incidente, os aecusados e
os seus advogados retiraran-i-se do tribunal, dt-
pois de urna discuaaSo az a, que provocara por
parte do juizo urna pena de admocstagao ao depu-
tado Laguerre, um dos deteusores o qual se recu-
sara a retirar urnas expressoes, que o agente do
ministerio publico reputara offensivaa da sua dg-
nidade. O couselho da ordem doa advogados pro
nuncira-ae previamente de um modo favoravel
ao defensor, declarando que eate nao tinha do fa-
zer retractagao alguma s suaJ asseveracoes.
oom tudo, nao consta ai oda que os conde ainados
tiveaaem feito diligencia no aentide de ober a
anullacao da sentenca. O povo victoriou-oa
sabida do tribunal.
A attitude doa grevistaa de Decazeville coati-
na va por emquanto a mesma, apezar daa dili-
gencias empregadas pelo maire da localidade e pe-
I.) deputado Mchelin, ex-presidente do conselho
municipal de Paria. Todava eate emtte espe-
rangaa de que as suas diligencias sejam coroadas
de xito e de que cooseguira um accordo entre
aquel les e a administragao da companhia. N'este
sentido conferenciara com o ministro daa obras
publicas e com o Sr. LeonSay, presidente d'aqnel-
la administiagao. O comit doa greviataa, porm,
aem recuaar a iotervencao do maire, declara que
a aceitar o accordo depois de ter examinado as
condigoc8.
Segundo um despacho de Decazeville, a compa
nbia exploradora encetaria a venda dos miueraea
tendo -lhe sido re /ogadas t-od ,s a encommendas
que tinha, excepgo das da administragao do
cainiuho de ferro de Orleans, que pelo contracto
sao garantidas por um longo praso.
O ministro da marinha asaignou o decreto mo-
meando o Sr. Savorgnandi Brazza commissarioge-
ral do governo no Congo francez, comprehendendo
neste o Gabo.
O Sr. Ballax ser'i provavelmente nomeado seu
lugar-tenente.
Os estabelecimeiito8 fri'ncezes da Costa de Ouro
sero reunidos ao Senegal.
O tribunal da relaya' proferio o sea accordao
na causa entre o Sr. Dreyfus e a Socit Genrale
e o Sr. Prerasal que constitucm a Soc'.edade dos
guanos do Per.
O accordo em grande part favoravel ao Sr.
Deyfus e contrario Socit Genrale e ao Sr.
Preuisal, e desmtereasado causa todos 03 sub-
partieip tutes, a.gnus doa quaea aao peruaianoa.
Varo* i rnaea oceupam-seda obra do Sr. Dru-
mont La Franco Juize, da publicago da qual lo-
go uo3 primeiroa diaa resultaram dousou tresduel-
los com o autor, sendo u'umdellca eacalavrado pelo
seu contrario.
A Paix v nella o indicio de que vamos assistir
em Frang a urna agitac&O anti-aemitica anloga
da Allemanha.
O Soleil diz que urna obra dt intolerancia pe-
rgo3a.
O Journal des Dbat* faz notar que oa ataquea
do Sr. Drumont :ontra as riquezas jurdicas se ap-
plicam ao proprio capital, e lastima ter do regis-
trar que cem anuos depois de 1789 haja em Fran-
ga escriptores que levanten! grito de guerra e con-
fiscacSo contra 03 jndeus, e publico para 1er esses
escriptores e para os applaudir.
O ministro da guerra mondou licencear a divisao
que estava na frouteira de Marrocoa, por haverem
cessado alli as deserdens.
Em Pars quando se soube do caso da exploao
; na igreja de S. Luiz, em Madrid, a polici receon.
I que os anarchistas aproveitassem a engenhoaa
I idea de metter dinamita naa velas das igrejas, e
! tomou algumas providencias para evitar imitagao
daquclle odioao atti tado.
L, porm, essa imitagao difficil, porque ge-
ralmente as velas, que os fiis offerecem s igrejas
sao vendidas nessas mesmas igrejas e fabricadas
sib as vistas das juntas da parocha.
Morreu ltimamente em faria com 90 annoa de
idade o Sr. Roselli-Mollet, antigo representante do
povo na Assemblrf Legislativa de 1849.
Filho de um convencional de Belley o Sr. Ros-
selli Mollet fez parte da extreuia-esquerda daquel-
la assembla, e fui exilado aps o golpe de estado
de 2 ue Dezembro.
Desde entao abandonara a poltica.
No projecto da exposicao universal, votado pela
cmara doa deputadoa, o Sr Lockroy acaba de con-
si guir que lhe aprovassem a conatruccao de urna
torre colossal de 300 metros, que hade, por certo
ser a gran e curioaidade e o grande attractivo da
exposigao de 1889.
E.-aa torre, toda de ferro, partir do solo de 4
pilharea que ae irao approxmando segundo urna
curva, calculado de modo que offerega ao vento o
mximo de resiatencia.
As 4 areataa desta pyramede ir-se-haa assim
approxmando at ao vrtice, onde serao instal-
lados um pharol e urna cpula envidragada com
varanda para 03 visitant-s.
Por que hade ter visitantes a tona; transportal-
03-ha um ascensor plata-forma superior, donde a
vista abrauger um panorama de 130 kdometros
e t-xtensao.
A!m disso, estabelecer-se-ha um restauraut
em outra plataforma um pouco oais baixa, a 10
metros de altura: ap as 10 metroa cima daa
torrea de Notre Dame.
O gigantesco monumento nao servir, porem,
exclusivamente de curioso; tamben1 dever prestar
grandes servgos a sciencia.
No alto da torre poderao realisar-se observacoea
mcteorologica3 e de astronoma era condiccoea ab-
solutamente novas, e executar experiencias dnphy-
sica, nomeadamente sobre e movimeato de rotago
da trra, renovando em dimensoe3gigantescas as
que em cutro tempo se tentaram no Pantlieon.
O peso ta torre no exceder a 6 milhoes de ki-
logrammas.
Estao calculadas em 3 milhoes defrancosasdea-
pezaa da construccao.
Eita pyramide enormissima, duaa vezes mais al-
ta qii- a maor do Egypto, adornar a entrada
principal do t ampo de Marte.
llalla
O rei Humberto aaignou a 26 o decreto que dis-
aolve as cmaras e manda proceder a eleigOea ge-
raes em 23 de Maio.
Recrudesce o cholera em vanos pontos da italit
no littoral do Mediterrneo.
tllimaiilin
A Gaztta da Allemanha do Noite expoes do se-
guinte m .do os acontecimeutos de Sauraa, qu fo-
ram motivo de ataques das imprenaas ingleza e
americana contra a allemanha.
O re Malietos, africano, abandonou a sua capi-
tal, Mulmum, para restabelecer na parto do terri-
torio de Opio, que pertence Allemanha, e arvo
rou alli o seu pavilhao.
Reclamando o conaul ademao contra o facto, o
re reedaou-se a mandar arre o pavilhao, pretex-
tando que estava sob o protectorado inglez e oame-
ricano.
Alguna marnheiroa allemea da canhoneira M-
batros, 8"b o commando de um official, desenbtr-
cair.in e arrancaram o pavlbo, o que fji materia
paratum protesto dos cnsules americanos e inglez.
Oa repreaentantt'3 de todas aa potencias signata-
rias da eouvenco relativa ao Congo reun ram-8C
ein Berlim no dia 19 de Abril no ministerio doa
negocioa estrangeircA aob a residencia de conde
Heabert de Bisunrek, subsecretario de aau
para assiguar o protocollo conc 'mente ao deposito
dos documentos relativ a ratifieagio.
O acto geral di eonfersnca foi assignado por
todas as potencias representadas na conferencia
com excepsao dos Estados Unidos.
A nNtria-nungriM
Um enorme incendio acaba de destruir quasi
completamente a cidade de Slry, na Galicia, pro-
vincia da Austria.
Foi na noite de 16 para 17 do correute, pela
mcia noite, que o sinislro cimefou. Era menor
duas horas o fogo, favorecido por um vento bor-
rascoso, tinha iuvadido a maior parte das nas,
apesar dos esfercos empregados em combafel-
A's duaa horaa da madugtda a entagao telegra-
phica, a eatagao do caminho de ferro e edificio da
mairia, bem como a casara jpterpoata quellea1 di-
versos pontos, eatavain envolvidas n'utn turbilhao
de chammas
Foram enviados soccorroa de Lemberg; mas,
quando chegaram, era j tarde. Quande nesta ulti-
ma cidade foi conhecida a extensSo ganha pelo in-
cendio, foram enviados comboyos com mantimen-
tos e outros s ccorroa para os desgragados hab -
tantea de Stry, que haviam ficado sem pao nem
abrigo.
No fim do dia 17 darava ainda o incendio.

..
Masa
tmtm
\ vm 1




Diario de Pernambuco---(titfnta-feira 13 de- Malo 4c 188

01 (elegiamuuta de Eemboy, qne na ci
ineendisda perderam todo quinto possuiam
esas de 7,000 pessoas.
9b* rainal oram encontrado 60 cadveres
asase isados.
Ca> presos das cadeias sahiram logo para as ras
wreeram largo saque as habitacoes.
Maitos habitantes da eidade, no auge do desea-
aaoo, pozeram termo a propria existen :ia.
Cootribuio muito para qne o incendio ganhasse
aaaaib. enorme estala, o faci da ae laver epo-
4ndo da populaojle^-eMicerrivl, queosotoo
a ana* os soccorree podeaBaea ser eonvemanteoiente
asa-anisados.
A ventana aliase natnaa as enamaaaa, falta a
ana e nao baria Basteas racional na ooganiaaco
ae; meios empreadas oontra ellas.
A populaco est acampada as careaaias da ci -
Mr, e na inaij afcaolut miseria. Esa toda a Aus-
tria se abriram ssMcripQoes publicas para a aoc-
eanar. Quando chegaram a Vienna as primeiras
aetitias, o imperador enviou inmediatamente um
doaotivo de 5,000 florins.
Filla-se cm que o governo contrahio um em-
-jna:;mo de alguns milhoes de florins, para acudir
* peuaria dos habitantes da eidade incendiada c
jwriificacao da eidade.
-l oflicialuicut* averiguado que o numero de
particulares coasumidas pelo incendio foi de
Os prejuisos materiaes foram avahados em
iilhoes o raeio de rlarins, incluindo-se n'esta
, e valor dos edificios pblicos. A ladroagem
i* a saquear as ruinas, apesar das providen-
> adoptadas pelas autoridades militares, para
Jospeeir a pilhagem. Sessenta ladroes foram pre-
soe aa flagrante delicto.
lados os jomaos austracos abriram subscrip-
giaa a favor de Stry.
reatta
A Grecia, cm obsequio s instancias da Franca,
ntio finalmente abandonar sua attitude b-.'l-
Compareeem depois os Srs. Jos Mara, Gomes
Prente, Costa Gomes, R Caiar, Joao de S, Costa Ribeiro, Drummond" Pl- gues Porto
it.. i-.___i__r*..._ l > i:j .
He a noticia verJadeira, desappareceu a uiti-
aat nasa das que ltimamente estavam preoecu-
jssodo a Europa com a ameaca de uuia trema.ida
jasua no Oriente.
3st' facto deu-se exactamente ein um me
sanio ero que as circumstancias estavam sendo
isari graves e era que pareca imanneme o romp-
bhIo das hostilidades.
ite de 20 para 21 de Abril, os pastos avan-
jBdns ottomanos haviam tentado surprehender um
grupo de soldados gregos. que estavam oceupados
um Jortiicar um ponto chamado Santo Elias, ai-
taado r.os limites da zona neutra. A supreza tic n,
Meas mallograda; os gregos perseguiram us ag-
sasuoref. tomaram-lhe duas pecis do a^tilharia,
aasriparam tres poseoes que at ento haviam es-
taebea poder dos tarcos.
Chegada esta noticia a Athenas, o governo do
sai Jorge mandou logo ordem para que se eva-
ceeese o territorio conquistado e para que tudo
ibas reposto como estava anteriorment".
K Coustantinopia, quando houve eonbeeiment)
da cceurreucia, juigou-se que estavam roto3 as
aooihdadea ; passada, porm, a primeira impres-
aao, tnmecDu-s'j duvi lar da veracidade do facto
osoppor que havia apenas um boato, que se fa-
aaa circular com o intento de alienar da Turqua,
acjeeai s dava o ppcl de aggressara, as sympa-
ZOan da Europi.
A gravidude que aquella escaramuza dava si-
"na~* -, que nos dias se mos'rava j to ameacado-
evou s potencias, segundo affirmam os jer-
aaes estran^eiros, a tentar mais um ultimo esforeo
granate a brreeia, Affirmava-se que havia um ac-
enso para se rec mrcendar ao governo grega o
dnarmamcuto no praao i 8 dias, mas que havia
Bwt-rgcncia a respeito do procedimeuto que se ad-
aptara no caso de tal recommendaco nao ser at-
jajada. Alguinas das potencias entendan], que
ae devia mandar ictr r de Athenas os ministros
acreditados n'aquella corte; outros opinavam pelo
sanacio dos partos; nutras, emfim, declaravam
aao ec assoei;* a neuhum destes procedimentos.
Jwshs divergencias irio conhecidas em Athenas,
eioia com que na > se julgsne provavei que o s(>-
iasr daquelle paiz cudesse s instancias da Eu-
Ver outro Udo, a Turquia mJ3.rava-se inteira-
jatate irritada com um estado de cousas, que a
abrigara a ter o seu exercito em p de guerra e a
Saaer pesados sacrificios pecuniarios. As despezas
sritares e*to sendo o grandes que tinham pro-
Vaxirfo um longo atraso no pagamento dos venc-
amot dos empreados civis. A mortalidade no
jes esercito tstava sendo cunsderavel.
Cbogon, porm, inopinadamente a noticia do
dwartaaraento da Grecia. Oeve ter sympatbia o
poro grego pela Franca, e o modo cordial da iu-
tes-reDco 'ella eque deve ter produzido este feliz
aajajtado, a ser verdadeiro o tacto.
O Boilv Tel.egraph, de 26", er que a ultima nota
as poleadas Grecia, dar em resultado a de-
aaiaaio do actual gabinete prego, mas o novo ga-
ii;e ha de ceder vontade da Europa.
Diacm de Alhenas que em consequencia da in-
jrTvrncao especii-.l do ministro d Franca, pro
-rovfci que seja adiada a entrega do ultimtum das
jateneiiis.
Quatro couracados da esquadra internacional,
tas apparecido no dia 25, dtfronte do Pi-
*o. } se retiraram.
Birmaala
I indalay dizem para o Time* que os bir-
w bateram um deatacanMot < nglez us pr a-
rmHb; ; s d.- lili.ino. ]> Mandolay foram exprdi-
saa Mnrnedia'.amentc refor^os; mas a luta coati-
asava, inostnindo-se os rebeldes tcnazes na ress-
endo ni numero consideravil.
ii:laclo i nidoM
Bata gravemente enfermo, com diabetes, o Sr.
Alth'ir, prctiJente dos EstadOs-Uuidos.
O j-. Cteveana, presidente da repblica dos Es-
. iin.ri'i altimamente oca oem
a e jiigresso para Ihe reeomnwndar a legislaco
lolire o gravo publema do trabalhD.
o quaiqner legialacSe a aate respeito, da
dave -<;i sesana, reflecoda, sem espiritj
.
As relaco's actuacs entre a trabalho e o oa
iras, o desconteutam.Mito dos
pernrios devido em grande parta M
vidas c irr(-H:Ctidas dos pairos; m..-
o calar tambem que os operarios nein sem re
lado de evitar desordens que multas ve-
itn 1. O governo est
oraTcncido de que algaiaa Banaa se poderi Cazer
7ra impedir a freqoencia dos conflictos. O 8r.
CSevelan partidario da artttragem volnatari i.
Canit'ido, lembra a eraaet) d'uma mmisr
il i ir is mombros, quo s
acolhidos de entre es funeci /uari ;s d'i go .
Esta eouiinissao teria por lim discutir e resolver
aapndencias. E'sua opinio que u creacao de
asna tal couunissci seria o reconhecimento justo c
do valor do trcbaiho e dj s.'U dircito, a
sessepresentado junto do governo.
Dtaram n >vas .-revs em S. Luiz, li i i. I i
enfik-tos entre a polica e os grevistas. O pre-
>V'ut.e da llepablica expela urna menjag.;ji cou-
TidanJo os operarios a confiar ujs estudos a qne
x-ei procedendo lnlulna1til Icgisiacao do
Jrabalhi, e propondo-lhcsnouier urna coran;
aSoial, incumbida de barmonisar as conten das en-
tse elles e os patroes. '
Diz uin aeepaeh > de Philadeipbia p"ra o Times,
pe se revoltaram os presos da penitenciaria de
icatrial, no Canad, conserruindo apoderar-so do
iecior c dos guardas internos; mas os guardas
s exteriores con:iveram os revoltosos at
i cbgada da polica, que fez entrar tudo na or-
den.
conflicto foram feridos l presos, dous dos
aune tecm ferimentoa mjitaes. O director da
adeia ficou ferido gravemente. .
Dizem de Posen, em data de 21 de Abril, que
a polacos residentes na Prussia e na Russia, es-
3o abandonando estes paizes e emigrando para os
Ej lado i-Unidos
A p -pulacao polaca de Chicago, que cm 1830
ara de 5,536 almas, estava elevada em 1884 a
i.i econta hojea 45,000.
PEMAIBUC
Assembla Provincial
:- SErf-SO EM 30 DE ABRIL DE 1886 "
TUMDEXCIA DO EXM. SU. DR. JOS KABOEL DE BABBOS
WAaOBBXBT
Ao i mi o dia, icita a amada e verificando-se
itarem presentes os Srs. Ratis e Silva, Coelho de
Moraes, Barros Wanderley, Soares de Amorim,
Aodrigucs Porto, Solonio de Melle. Juvencio Ma-
a, Luiz de Andrada, Baro de Itapiasuma. Vis-
euude de Tabatiuga, Jco Alves, Herculsno Ban-
leira, Julio de Barros, Lourenco de Si, Sophrouio
PortelU, Amaral, Fernra Velloso, Domiugues da
a, Ferreira Jacobira, Joo de Oliveira, Barros
Sarreto Jnior, Reg Barros, Augusto Franklin e
Sogoberto, o Sr. presidente abre a sessio.
lho e Prxedes Pitanpa.
Faltam: com participacio, o Sr. Antonio Correia,
e sem ella, os Srs. Rosa e Silva, Goncalvea Fer-
reira, Constantino de Albuquerque, Antonio Vc-
tor e Andr Dias.
E' lida e sem debate approvada a acta da sessio
antecedente.
O Sr. 1" seeretario rrocede laitura ds -
gviate
Um officio da aecretario do governo, remeatasHM
o orcamento de 1S86 a 1S87, da Cantara Municipal
de TacaratLA' commiasao de orcamento nuni-
cipal.
Outro do maamo, ideea urna iciaraiafo do The-
aoaro Provincial e mais papis asmexos, aabre o
crdito de 40*600 de passagens na eetr*da de
ferro do Recite ao S. Francisco, etn Juuho do anuo
findo.A' commissao de orcamento provincial.
Outro da Cmara Municipal da Pedra do Bui-
que, remetiendo posturas additivas alim de aeretn
approvadas.A' commissao de exame do pos-
turas.
Urna peticao de Jesuinp Barroso de Mello, ro-
quereado que o imposto em que foi collectado nos
dous ltimos exercicins seja equiparado imposi-
cao do correte.A' commissao de orcamento pro-
vincial.
Outra de Cbilon Heraclito Peixoto e Silva, mora-
dor na villa de Leopoldina, requerendo ser consi-
derado prefessor vitalicio.A' commissao de ins-
truccao publica.
Outra de Pereira Maia & C requerendo con-
cesao por 20 annos para abastecer este municipio
de carne verde importada pelo systema trigori-
tero. iseucao do pagamento de iraposios provin-
ciaes e municipaes.A' commissao de legislaco.
Outra de Mara Candida Branco da Malta,
viuva do ex-lancador do Consulado Provincial,
Joao Podro de Jesm da Mattu, requerendo a gra-
tficaco a que tein direito pela lei n. 18C0. A'
commissao de legislac>.
Outra de Manoel Peixoto Pintr-, requerendo con-
signaco d* verba de 308000 para pagamento,
de alugueis do sua casa, que serve de quart-l a
pnso cm Palmeira de Garanhuns.A' commissao
de orcamento provincial.
Outra de Manoel da Motta Bastos, requerendo
ser escusado do pagamonto dos impostos do esfa
belecimento de Agostinho Ribeiro da Silva, pel>s
quaes eriv responsavel.-V commiesao do orea
ment provincial.
Outra da Cmara Municipal de Palmares, re-
querendo que se consigue veroa para o pagamento
de I:725o00, que Ihe deve a provincia do aluguei
da casa que serve de cadeia e quartel.A' com
missao de orcamento provincial.
Outra da directora d-j Gabinete de Leitura de
Gjyanoa, requerendo um auxilio.A' commissao
de peticoes.
Outra de 3ioo Augusto dos R'-is. n-gociante
matriculado, estabelecido na rua de Mxrcilio Das,
representante da firma Diogo Angust dos Rea
t C, solicitando que, na discussao do projaeto
n. 120 de 1885, se attenda ao de n. 248 de 188*.
A' commissao de peticoee.
Outra j i (Jompanhia da estrada do ferro do Re-
are ao S. Francisco, requerendo coiisgnaclo da
verba de 6:2805130 pira pagamento de trauspor-
tes por corita da proviucia. -A" commissao de or-
5 mcuto provincial
Tin abaizo assignados ao proprietarios sali-
neiros de Itamarac, pedindo a ereacXo de um im-
posto nao m-niir de 10 res por litro, s impirtado de outras provincias e do estrangeiro.
A' commissao de orcamento provincial.
E' lida, apoiado e fica adiado, por haver um voto
vencido, o seguinte parecer :
Foi presente coinnrssao de l-gislaco o incluso
requenmnto cm que Luiz Felippe Cavalcante de
Albuquerque, escrivo de orphos e annexos do
t"rmo de Gloria de Goit. pede a esta Assembla >
revogacao da lei n. 1675, que reduzindo a um s
os doas cartones de tabellio de notas do referido
termo, minlou qae tosse esse otficio exercido pelo
escrivio privatiro execucoes, que fuuccionava
como 2 tabellio.
O peticionario nao justifi :a sna pretencao, eenao
allegando que ser de muito mais regularidade
para o servico publico e de nteresse para as par-
tes a existencia de dous cartorios de tabellio em
vez de um s.
A commissao, considerando que tal allegacao
nao bastante para justificar a revogacao pedida ;
que esses termos que nao sao ricos como o de que
se trata, o servico na organisoeao do; otficios de
justica, deve ser destnbuido de modo que nao fi-
quem uns largamente aquinhados em relacao ao*
outros ; que em deatribuicao, como existe hoje, ten
em sou favor a presumpeo de ser mais justa em
relacao aos interesses dos serventuarios sem pre-
juizo para as partes, pois que no termo na Gloria
nao sao tantos os negocios e transaccoes que um
s tabellio un baste pira dar-Ibes expediente ;
Considerando finalmente quo o peticionario oceu-
pa o oflijio em que se acba prvido por troca com
outro de que era serventuario em S. Bento, e isso
nao faria se o oficio que passou a oceupar eati-
vesse to mal dotado que se tornasso justa a mo-
dificaba) que ora reclama :
E' de parecer que. s ferl 11
Paro di Assembla L 'si^lativa de Penam-
buco, aos 17 de Abril de 1886.Costa Ribeiro.
Domiugues da Silva. Sophronio Portella, (ven-
eidd). /
8a i i; apoiados e jul.rados objectos de dali-
beraeSa e vio a imorimir os .segiunt'S projectos :
;.A commissao de peticoes, tendoem con-
sideracao h da veneravel irmandade do Senhor
i ':n Jess des Passos da matriz do Cerpo Santo
da paroenia du Recife, requerendo a concessn de
urna loteria para compias de alfaias Deceasarias ao
culto promovido pela mesma irmandade; conside-
rando que digna de auxilio em razo de sua po-
breza, .de parecer que se adopts o seguinte pro-
jecto de lei :
A As3L'mb!a Legislativa Provincial de Per-
.mbue > resorve :
Art. 1. l-'ica concedida urna loteria de 120:0 )0J
a favor da irmandade do Senhor Bom Jess dos
Passos da matriz do Corpo Santo da parochia do
Reerre.
Art. 2 t r applicada em compra de alfaias
par a mesma irmandade.
Art 8 iievogain-se a3 dispos^es em contra-
rio.
- das commissoes, 2 de Abril de 1886.Ju-
lio o Barros.Dr. Ferreira Velloso.
.v .'iTA commiasao de peticoes depois de ou-
vido o Sr. lr. inspeetsz gc-al da iustrucco pu-
blica sabr i Angaat > de Mello, na qual pede um anno de lieen-
aa ljui \e:iciuientos para tratar de sua sale, de
pareeer que seja adoptado o seguinte projecto de
lei.
A Assemb a Legislativa Provincial de 'crnam-
na iv- :
Art. 1." Fica o presidenta da provincia autoii-
,i conceder ao porteiro da instrccio publica
desta provincia Jos Augusto de Mello, uma lioso-
ea d; seis meses pora iratar de sua sade na forma
das leia em vigor.
Ar'- 2. Revogadas as disposicoes em em con-
trario.
Sala das c^aimisojs, 30 de Abril de 1886.Dr.
Antonio Angosto da Casta Gomes.
S". 68.A commissao de peticao qnem foi pre-
sente a de Jos Augusto da Mello, porteiro da
reparticao da instraccao publica, 4 vista da infor-
maca) daa .spcctoria g-ral, e considerando que o
supplicaute tem em seu favor a lei n. 1.730 de 1
de Maio d.j 1883 de parecer que se adopte o
seguinte pr jecto de lei :
A Assembla Legislativa Provincial de Pernam
buco resolve :
Art. 1. Fica o presidente da piovincia autori-
sado a conceder ao porteiro da iustrucco publica,
Jos Augusto de Me.lo. seis mezes de licenca com
todos os veucimentos, para tratar de sua sade
onde Ihe couvier.
_ Art. 2.' Revogam-se as disposicoes em contra-
rio.
Sala das commisses, 28 de Abril de 1886
Julio de Barros.Dr. Ferreira Velloso.
X. 59.A Assembla Legislativa Provincial de
Pernambuco resolve :
Artigo nico. Ficam concedidas tres loteras de
12 '.-O'JO/000 cada uma, para as segnintes ma-
trices : de Nossa Senhora do O' do Altinho, de S.
Caetano da Raposa, e da fregueuia de Bello Jar-
dim.
Revogadas as disposicoes em con'rario.
Sala das sesses, 30 de Abril de 1886.-Rodri-
gues Porto.
N. 60.A Assembla Legislativa Provincial de
Pernambuco resolve :
Artigo nico. Ficam creadas duas cadeiras mix-
tas, sendo orna no povoado Mandassaya e outra no
lugar Fasenda Nova, ambas na comarca do Brejo
da Madre de Deus.
Revogam-so as disposicoes em contrario.
Sala dis sesses, 30 de Abril de 1886.RodriT
V lido, apoiado e fica sobre a mesa, afim de ser
opporto mente discutido, o seguinte requer-
ment :
Requero que pelos canses competentes se in-
forme :
1. Se o Exm. Sr. presidente da provincia j
tem sciencia do procedimento que tm tido os de-
legados litteraries de Cabrob, Leopoldina, Gra-
nito a Ex, contra diveraos profeasores paWicos,
aegaaate-UBa-atestados de freauenoia.
2. Sd caso affirianrivo qne provJeucias tea
sido dodas---Satano da Mello.
O sor JDs Mnsiisi (pelo ordem) Ped a
palavra para ama ligeira explicacio.
No Dimrio da casa, aabre o ttulo Expediente do
Govenm. 10 seqoe nao ae aca atrasada a pabli-
oae.io daa actos oficiaos, como ao diosa n'eata As
sembla, lancaado se censuras n-radaeeio da ases-
ino Diario.
0*Sr. Regueira CostaNao ha tal: ninguem tez
censura lguma
O Sr. Jos |MariaDe aecordo ; en estou me
relerindo ao que diz o Diario.
Accrescenta anda o Diario da. casa que, para
e julgar do criterio com que foram aecusados os
seus redactores, basta que elles digam que boje
publica-se os extractos dos actos officiaeR de 15 e
16 d'este mez.
Primeiraraente nao me consta, Sr. presidente,
q'ue se tivease levantado u:eate recintaa mnima
aecusscio aos illastres redactores do Diario pola
demora na publcacap do expediente do governo.
Mas se isto tivesse succedido, nao era motivo para
que os redactores do diario oficial, do diario da
casa, se manifestassem por esta forma com relacao
ao deputado que por ventura houvease feta a cen-
sura.
Eu euxerga uma certa offensa nesta phrase :
para que se julerue do criterio com quo fomos ae-
cusados, etc. D'abi se segu que os redactores
do Mario julgam increteriosos os deputados que
'or ventura lhes tacam qualquer aecusaco ; e en-
tretanto, pelo contmeto firmado com aquelles il-
lustres redactore, elles nao podem avancar propo-
sicoes destas com relacao a deputado alguna
Fu! eu qnem se oecupou com a publicaco do
expediente do goveno ; mas nao levanteicensura
re laecao do Diarlo, nem a quem quer fosse, pelo
atraso de3sa publicac >.
Entretanto, poderia fazel o, porque um facto
que a publicacao dos actos officiaes est em atraso,
como o propro Diario se enearreirou do demons-
trar, disendo que someute hoje publica os extra-
ctos dss dias 15 e 16.
Se alcuma censura, entretanto, envolveram mi-
nhas palavras, nao foi certamente redaeco da
Diario, mas &. admioistracao da provincia ; por-
qnaoto eu dase claramente : as notas nao sao rrt-
nwttidas paraaempresa incumbida da poblieacio,
-ni > 15 e 20 4'as depois de consummados 09
actos, e a prova de que eu disse a vardade, est na
propria noticia do Diario de Pernambuco, quando
assim Bfl exprime : ( )
V-se d'aqui ona o oxpedieote est atusado.
Mas anda assim mesmi. nao fiz censura ad-
muistracao da provincia por ate facto, isto or
seresa semettidas tardiassasite empresa do Dia-
ria as notas de expediente. A censura bseou-se
no facto de naa enviar a secretaria imprensa,
immediatamente depois de lavradas aa portaras
de nomeaco. remoclo ou demisaao, nao as notas
para serem publicadas, ua parto oficial, o que s,
pode ter lujar muitos dias depois de pracados es-
ses act^s. mas simples noticias, noticias succintas,
como se suceeder eoon os despachos, afira de po-
deram os orgilos diarios informar o publico logo
no dia seguinte, como foi sempre praxe.
Antigamento esses actas eram publicados om
differenca de 15 e 20 das no expediente ; mas del-
[esj a imprensa diaria havia dado conhecimento
aos ama Iritores, muitos dias unte?, logo que eram
assignadas as portaras. Nao aecusoi ; mas autos
pugn-i aor um direito de imprensa.
O Diario, portant>, de u, para proieder com
criterio, investigar d* pessoas fidedignas, ir toute
pura para colher intormacoes; mas nao fascr uma
declaraco destas e principalmente pela forma,
p;!o modo porque o fez, pois desobre-se offensa,
en.bora leve, no modo porque foi redigida esta no
ticia, deixando transparecer prevencao scnoodio-
sidade aos raembros da minara desta casa. O
Diario de Prrnamburo pode ser poltico, adheso ao
partido conserva ior, Destentar e defendrr este
partido, menos quando tiver de se referir a e*ta
casa, por isto que. quanto Asaemblsa, elle nao
mais do que orgo da mesma.
Se.eu quizsse retaliar, dira que menos crite-
rioso foi o Diario de Pernambuco, pois que apa-
nhou noar, sem mais exaure, uma informaco in-
exacta que Ihe deu, sem duvida, seu reprter, que,
por nao ter o necessario criterio, incompetente
para bem desempeuhar esta missao. Mas eu nao
quero retaliar e me satisfaco em tornar publico
que inexacta a noticia publicada no Diario, e
appello para o nobro deputado pelo !) di-tricto,
que comigo discuti esta materia. S. Exc. d tes-
temunbo de que censura alguma foi levantada ao
Diario de Pernambuco pela demora na publicaco
dos aatos offieiaea.
Tenho concluido.
Con'inua a liscuaso do reqnerimento do Sr.
Jos Mana pedindo informacoes sobre as nomea-
n&ea de professores.
O Sr. Jos Mnria Sr. presidente, venho
pressuroso tribuna responder ao brilhante dis-
curso b-mtoin prodazido pelo nobre deputado, que
galhardamente mantem o basto de leader na ban-
cada opposta, a despeita de constantes e repetidas
investidas de seus proprios correligionarios para
arrancarem-lbe esse bsto.
S. Exc. propos-se a defender o administrador
da provincia de act03 de que, diz, fra aecusado,
ni is n.". i o couseguio, a despeito do seu bello ta-
lento
.-. Exc. nao encamnhou a questo eomo devia
fztl-o e, r"couheeendo que era improba a tan-f.i,
procuron nin verdadeiro derivativo.
Xa imtiti aco do meu requerimento usei de
uma certa tctica.
Nao firmei a nccusaco que levante sobre pe -
soa alguma ; iras ao contrario, eixei-a suspensa,
atim de que qualquer dos nobres deputados da
bancada opposta, que tivesse de discutir esta ma-
teria, collocasse acarapuca nacabeca de quem ella
mclLor coubessu.
Eu estabeleci o aaginte dilemraa : ora, a ad-
niustracaa da provincia nao reconhece que por
deinais precario o estado financeira da provinnia.
e enlo bem procedeu fazendo as noineaccs que
t ni faitO, ou S. Exc. recouheceu esse ma es-
tado fiuanceiro c n'estc caso nao devia prcencher
as cadeiras que por ventura vagam.
Ni primeira bypothese est S. Exc. cm com-
pleto di-saccordo com a Ilustre commissao do or-
camento provincial, que incossantemente clama
contra o estado precario da provincia, e que para
fazer economas nao trepidou tirar a instrueco do
povo, trocar a luz pelas trvvas, mandando fechar
o Gymnasio quo d guarida meninos pobres, que
procuram cultivar o espirito ; no segundo caso
incoherente comsigo mesmo, procede malfazenio
essas nomcacoes.
O nobre deputado, portaas, dereria defender o
Sr. presidente da provincia, afirmando que S. Exc.J
estava fazendo essas nomeaces por emender que
o estada fiuanceiro da provincia, nao to pn-ca-
rio qnanto o pintara a Ilustrada commissao de or-
camento provincial. Mas, 8. Exc. fuglo comple-
mente deste pouto, que era o principal, que era
O Oaoaneial, que era o nico.
Anda mesma que as cadeirss que vagavam, e
pira as quaes o Sr. vice-presidente da provincia
e os 8*^8 antecessores nomearam professores, an-
da mesmo quando cstivessem em condices de nao
poderein ser supprimidas, em outro meio cenviria
a S. Exc. e era remover para essas eadeiras va-
gas e necessanas, professores de igual entrela,
que regessem outras consideradas desnecessarias,
supprimin lo estas.
O Sr. Ferreira JacobinaMas assim procedan-
dn nao satistariajaos amigos,
Ha muitos apartes),
i Sr. Jos MaraOra, S. Exc. nao o fez e
partanto reconheceu que o estado fiuanceiro da
provincia nao to dimeil como por ahi se apre
goa ; e, sendo assim, acha-se cm completa diver-
gencia com a Ilustre commissao de orcimento
provincial, a qual devia se inspirar na adminis-
tra cao da provincia.
(Apoiados e apartes).
Dase o meu Ilustre amigo, o Sr. Regueira Cos-
ta, que a despeza feita com a inatrueco publica
uma despeza productiva. S. Exc, com aquella
linguagein que Ihe peculiar, demonstrou clara-
mente que o povo carece para ser allumiado, do
facho da instrueco e porgan toa-me se eu concor-
da va ou nao com S. Exc., ao que eu respondi af-
rirmativamente.
O Sr. Regueira CostaPortanto, justifique! o
procedimento da presidencia da provincia.
O Sr. Joip de Oliveira d um aparte.
Sr. Jos MarisEu estou de pleno aecordo
comid. Exc. ; mas, S. Exo*ba,.de ap%vir tambem
em que o grito qne se levaalot por parte dos meus
illastres adversarios, por -occasio da confeceo
do regulamento de 6 de Favereiso, nao era uma
grita justa e raspare), mas aquelles que assim
procediam ..eram inspirados pelos espirito parti-
dario. ,
O Sr. Regueira CostaV isso com vistas ao
Dr. Lourenco de S.
O 8r. Joe MaraMas on fallo para- a banca-
da opposta e nao para es'.a e V. Exc. nao sabe
anda qaal boje a opimao-do Sr. Lourenco de
Si. O que quero provee cau isto a incoheren-
cia dos aobres deputados.
O Sr. Lourenco de S- -A minba opioio nooce
tempo era contraria c boje continua a sel-o.
O Sr. Jos MariaMas com o nobre deputado
nao ae d isso; bou tem atroavam os ares com
urna-grita descompassada costra, o numero de pre
fesaorea que diziam excessim...
O Sr. Regueira CostaEu nao disse uma pala-
vra a respeito, nem vote i.
O Sr. Jos Maria...boje, vacando cadeiras
para cuja supresso encontra-se meio no regula-
mento de 6 de Fevereiro, aquelles prpprioa que
atacavam o acto do presidente da provincia de
ento, porque tinha gravado r.s cofres pblicos
com a creaco de novas cadeiras, clogiam o presi-
dente que b je preenche estas cadeiras quairdo
vagas.
(Trocam-se muitos apartes).
Sr. presiente, se o estado 'das nossas finanzas
tal, que preciso apagar o facho da instrucco ;
se o estado das nossas mancas chegou a tal pouto
que preciso trocar a luz pelas trovas, mandan lo-
se encerrar um estabelecimento de instrueco se-
cundaria, que d guarida a um grande numero de
meninos desvalidos, moyos pobres, que procuram
cultivar o seu espirito e que adquenram o direito
a drsga instituido utilisar-se por uma permis-
sao d'esta casa ; se o estado de nossas financas
chegou ao ponto de expulsarse mesires, que n'um |
futuro mais ou ineuos remoto hao de fazer valer o
seu bom direito, e entilo tora a pobre provincia
anda uma vez de pagar oserros d'aquelles que a
dirigein ; bc o estado das nossas financas tal
N. 9. Ao g 38. Diga-se 503000 em vez de 10.
Jos MaraJoao de Oliveira.
N. 10. Ao 46 Em vez de 10 por cento diga-
se 5 por cento.Jos Maria.
N. 11. Onde c^nber : 200^000 por casa ou in-
dividuo que receber ou veuder cal da Lisboa.-
Luiz de Andrada.G. de Drummond Filho.
N. 12. Onde conber : OOJOOO por cada pessoa
que mascatear fasendas ou miudezas em qualquer
dos municipios da provincia, exceptuando-se nos
do Recife e Olinda.Solonio de Mello.
N. 13. Subttua-se o 8 pelo 7 artigo 12 da
lei n. 1,860 de 11, de Agosto de 1885. G. de
Drummond Filho.Ratis e Silva.Luiz de An-
drada.Roguberto B. da Silva.Vctor Correia.
Joao Alves.Joao de S.Regueira Costa.
Rodrigues Porto.Constantino de Albuquerque.
Sopbronio Portella.Visconde de Tabatinga.
Juvencio Maris.JoSo de Oliveira.Solonio de
Mello.Ferreira Jacobina.Dr. Pitonga.Cos-
ta Ribeiro.-Baro de Itapissuma. Baro de
Caiar.
N. 14. Ao 46. Contribuices. Depois das
palavras sello do heraucas diga-se: Sendo de 3
por cento para os empregados publicas que perce-
berem at 1:000000 de ordenado ; de 5 por cen-
to para os quo perceberem mais de 1:0003000 at
2:0*103000 ; do 7 por cento para os que percebe-
rem mais de 2:0003000 at 3:0003000 ; 9 por
cento para os que perceberem mais de 3:1003000
at 4:OJ03000.Dahi para cim+ pagarao 10 por
cento. -Ratis o Silva.
N. 15. Ao54.Supprimam-se as palavras
Colonia Isabel at o restante. O mais como
est.Ratis e Silva.
N. 16. Ao 46, uo final. Em vez de 10 por
cento diga-9c 5 por cento.G. de Drummond Fi-
lho.Rtgueira Costa.
EMENDAS APRESENTADAS AO ARTIGO 2" DO
MMBIO PROJECTO EM SESSAO DE IION-
TEM.
N. 17. Ao 9o do art. 2 .- Gymnasio depois
las palavrasde liugui nacional accrescente-se^
quando vagar.Ratis e Silva.
N. 18. Ao 10 do art. 2o : Gymnasiono fim
que chega a este ponto, como senbores, que se do paragrapho accrescente-se : ficando a conser
vi cao do muscu aos cuidados do 2 contiuuo que
ja servio este lugar, com uma gratilicacio de
3005Ralis e Silva.
N. 19. Ao 28 do art. 2 Obras publicas
Accrescente-se no fim do paragrapho, e 15 contos
de ris para a eonclusao do 2o raio da hospicio de
alienados.Ratis o Silva.
N. 20. Ao 65 do art. 2o, arrecadacao de ren-
das, depois das palavras de dous lanzadores, ac-
crescente-se : proporco que forem vagando
esses lugares.Ratis e Silva.
N. 21. Illumnacao publica 5 novo, da eidade de
Bsenos com l lampones.Ratis e Silva
N. 22. Art. 2"Auxilios diversosNovo i;A'
acba razoavel o acto do Sr. presideute da provin-
cia nao suppriinmdo cadeiras, que, seguudo diziam
os nobres deputados em opposico, eram inteira-
mente desnecessarias ?
O que eu quiz tornar saliente, foi isso: que nao
havia aecordo de vistas eutre a admioistracao da
pro mcia e a commissao de orcamento, que repre-
senta o psnsamento da maioria desta casa.
0 Sr. Regueira CostaV. Exc. me d licenca
para um aparte ?
O Sr. Jos MariaPois nao.
O Sr. Regueira CostaEsqueceu-rae responder
a esse argumeut > do V. Exc. mas V. Exc. nao foi
leal commigo. Quando occup*va a tribuua, per-
guntei ao nobre deputado se faltava responder al- colonia Orphanologica Isabel 30:0005.Ritis e
guoiii coasa e V. Exc. disse-me que nao.
O Sr. Jos Mana Porque ua occasio esca-
pou-me.
O Sr. Regueira CostaMas fique certo o nobre
deputado de que nao ha desaceordo entro o presi-
dent da provincia a a commissao de orcamento.
O Sr. Joo de OliveiraHa vemos de ver sso.
0 8*. Jos MariaDisse o nobre deputadi, Sr.
lente, que o meu requenmento ora doonfl -
sari i, porqnanto referia-se a factos por mm cnih--
eidos o deuuucados aqui.
Mas. senbores, os tactos podem ser de mim co-
nbecidos o nao o serem dos nobres deputados e
nem todos poderoaceitar como verdodeiraa as pro-
posicoes por mim omittidas nesta casa. E se Ss.
Silva.
N. 23. Para ser collocada onde convicr.....
30:0003 paia a enstruceo de mais um raio pa-
ra casa des expastos. Costa Ribeiro. Dr. Pi-
tonga.
N. 24. A> ^ 28 aecroseento-a i d i> is 'ios pala-
vras agente pagador : o iniis 4:00030*0 para as
obras da matriz de Itamb. -Soares do Amorim.
Julio de Barros. -Ferreira Velloso L iurenc>
(ie S.Ratis c Silva.Rogo Barros.Augusto
Franklin.Domingues da Silva.Rodrigues Por-
to.
6t. 25. Para sei enlloca lo ondi cenvier50 I i
para auxilio da casa de cdncacilo do vigario Joo
Evangelista, para roupa dos orphos a seu cargo.
Exea, teem que votar o orcamento provincial, onde Dr. Pitonga.
grandes cortes sao feitos, earecem saber efectiva- : N. 26. Ao S secretaria do governosup-
nente se as ultimas administracoes da provincia i prima-ae o respoctiro depois das pilavras 2'of-
toaaj nomeaao grande numero de professores, por-, ricial.Ratis e SiIvr.
N. 27. Ao j 47 accrrsccnte-se : igual quota'
para a illumiuacao da eidade de Boji Jardim.
quanto decorre dessa verdade uma cousideracao e
quo esse supposto estado precario de nossas fi-
nalizas falso. Sendo assim, esta assembla nao Dr. Costa Gomes.
pode cancorrer enes os seus votos para a suppre-: N. 28. Para collocaco dos 40 lampeos na ci-
so dJ. divorsos lugares, que polo orcamento eo dade de Pesqueira 6:0005-Dr. Pitonga,
raindados supprimir, sobre o pretexto de ecouomia. N. 29. Para as obras do rcbaixamento d i la-
I i v V". Exc, que o meu requerimeufo nao encer- deira do Triimpho 5:0005 Dr. Pitanga.
em si uma idea de hostlidade. Nao o confec- i N. 30. Ao S 20Em lugar c
ciouci debaixo deste ponto de vista, absolutamente.
Naa hi da minba parte pensamento hostil ao ad-
ministrador da provincia, tanto maia quanto eu
nao estou muito longe de concordar cora S. Exc,
que o preenchimento das cadeiras necessario. O
meu fim que fique bem saliente da que lado est
a razo : se efectivamente o estado das financas
precaria. S. Exc. nomeando esses professores para
diversas cadeiras, commette um erro administra-
tivo, pois concorre assim para mais gravar os co-
fres pblicos ; se, porm, esse estado fiuanceiro
nao precario, naa procede bem a nobre commis-
sao de orcamento, quando mauda trancar o Gym-
nasio Purnambucano.
O Sr. PresidentePeco ao nobre deputada que
posan i o seu discurso.
0 Br. Jos Mara Termicou a hora ?
O Sr. PresidentePassam 5 minutos.
de 5:0005 diga-se
8:0005.Dr. Costa Gimes.Rodrigues Porto.
N. 31. Para concert do acude do Calde:ro de
Alagoinha 2:0003.Dr. Pitanga.
N. 32. Para as obras da matriz de Cimbres...
1:0005Dr. Pitanga.
N. 33. Para concert do acude de Vertentes....
2:0003.-Dr. Pitanga.
N. 34. Para construeco de acude em Pesquei-
ra 6:0005 Dr. Pitanga.
N. 35. Serao tambem supprimidas as cadeiras
de allemo, historia natoral o italiano no Gym-
nasio Pernambucano. Julia de Barros. Dr.
Costa Gomes.
N. 36. Ao 49 : em vez de 4:0005 diga-se. ..
6:0003.Sopbronio Portella.Constantino d'Al-
buquerque.
N. 37. Ao 5 supprima-se as palavras : e a
potcentagem ao porteiro pela arrecadacao de emo-
0 Sr. Jos ManaV. Exc, Sr. presidente, ac-: lumeutos. Sophrouio Portella. Rogoberto.
ba de annuuciar-me que est terminada a hora e Constantino de Albuquerque.
eu nao quero prolongar este debate. Creio quo | N. 38. Eleve-se a verba com a quantia de___
respondi aos pontos principies do discurso do no- 2865 que se deve ao professor Gaspar Antonio
bre deputido. Demonstrei que nao foi minha in-< dos Res, proveniente de expediente da escola
teneo, apresentando este requerimento, fazer hos- nocturna de Allianca.Dr. Costa Gomes,
ttlidade ao actual presidente da provincia. O meu N. 39. Ao 73 accresesnte-ee : e rtais a quan-
fim foi outro: ver quem tinha raza. tia de 1835332 que se deve ao professor jubilado
O Sr. Sophronio PortellaAmbos tecm razo. na cadeira de instrueco primara de B-bedouro,
11 Sr. Jos MariaNao possivel ; ou bem ma- Juvencio de Barros Correia, proveniente de seus
cho, ou bem femea, (riso) salvo o cago de herma- ordenados de Mato a Junbo de 1885. Juvencio
phrodta. Isto de terem razo ambos, quando um Mariz.
f iz urna coasa e o outro cousa diversa, o que nao '. N. 40. Oftercca como emenda o projecto n. 80
posso comprehender. O que vemos que ao passo de 1885 para ser callocado ond melhor canvier.
que o pre ddo.nte da provincia nomca professores, Juvencio Maris.
a nobre commissao de orcamento manda supprimir O projecto a que se refere a emenda o se-
o Gymnasio Pernambucano.
O Sr. Gomes Prente Quem disse sso?
O Sr. Jos MariaA nobre commissao que
manda supprira ir diversas cadeiras do Gymnasio
e o internato.
O Sr. Gomes PrenteO nobre deputado est
confundido.
guate :
A Assembla LegialairVB Provincial de Per-
nambuco. resolve
Art. nico 1.a Fica o presidente da provin-
cia autora ido a mandar desapropoiar para ser-
venta publica, a ponte construida sobre o rio l
tury, no povoada de Bello Jardim, pelo capitao
O Sr. Jos MariaNao estou tal, seno veja- Gaudencio Rodrigues de Araujo.
aot de aecordo com o presidente
nao posso discutir
mos : V. Exc.
da provinci i '.'
O Sr. Goin-s PrenteEu
por meio de apartes.
O Sr. Jos MariaMae quem deu o aparte foi
V. Exc. e agora vero dizendo que nao discute
por meio de apartes ; esta boa !
O Sr. Gomes PrenteSe o nobre deputado
ach conveniente o dialogo, eu nao acho.
O Sr. Jos MariaV. Exc., nao itteat i I. ni
P u.i o carainha que se vai dando a discuss):
V Exc. conversa com os seus amigos, nao presta
atteueao e depois sahe-se com um aparte que
mo3tra nao estar senhor do pensamento do
orador.
J0 anno p assado, nesta mesma casa, os conser-
vadores le vaitavam uma grita enorme contra o
regulamento de 6 de fevereiro, porque creara ca
donas, consideradas ento desnecessarias; hoje
Ss. Excs. elogiam o actual presidente, que man-
da prcencher essas mesmas cadeiras .' De duas
uun : ou eram falsas as accusacxJes levantadas
^ 2." Pura tal fim poder o presidente abrir
o crdito'necessario nao ercedendo este de 1:5005-
Revocadas as disposicoes om contrario.
Em 30 de Abril de 1885.Juvencio Mariz.
Adelino A. de Luna Freir Jnior.
N. 41. 4:0005 para construeco de uma cadeia
na villa de Correntes. Sophronio Portella.
Constantino de Albuquerque,
N. 42. 1:0005 para construeco da ponte sobre
o riacho Gravata na villa de Aguas Bellas.
Sophronio Portella. Constantino de Albuquer-
que.
N. 43. 4:0005 para a construeco de um acude
em Pao Ferro, fregnezia de Aguas Bellas. So-
phronio Portella. Constantino de Albuquerque.
N. H. 1:' 005 para conttrueco de um acude
em Buique.Sophronio Portella.Constantino de
Albuquerque.
N. 45. 4:0003 para construeco de um acude
cm Mueambo do Aguas Bellas ^ophrouio Por-
tella. Constantino de Albuquerque.
N. 46. 1:0005 para construeco de uma ponte
pelos nobres adversarios na ecssSo passada, ou na barra do riacho Gravat na villa de Aguas
S. Exc. o actual vicepresidente tambem quer in
correr na mesma censura emque incorreu o presi-
dente de ento.
O Sr. PresidenteRenov o pedido que ha
pouca acabei de fazer ao nobre deputado.
O Sr. Jos ManaEu j estara sentado, Sr.
presidente, se nao fosse obrigado a responder ao
aparte que me foi dado pelo nobre deputado re-
lator da commissao de orcamento. Eu nao podia
dcixar de responder a S. Exc. e termino fazendo
sentir ao nobre deputado que, se est de aecordo
com o pensamento da admioistracao, est em
perfeito desaceordo com o seu partido.
O Sr. Gomes PrenteE' o que lbe parece.
E' lido, apoiado e approvado o seguinte reque-
rimento :
Requeiro prorogaco da hora do expediente
por 15 miuutosRegueira Costa.
(Continua).
-------eeeee
EMENDAS APRESENTADAS AO ART. 1." DO
PROJECTO N. 43 DE 1886 (ORNAMENTO
PROVINCIAL) E CUJA DISGUSSAO FICOU
ENCERRADA :
N. 5. Ao 10. Supprimam se aa palavras sen
do a cobranca at o fim do paragrapho. So-
phronio Portella.Joao Alves.Joo de Oliveira.
Barros Barreto Jnior.
N. 6. Ao 21. Depois das palavras Recife
leia-se .- 4 por cento quando fra della, o nao 8
por ceuto, como est no projecto.Juvencio Ma-
riz.
N. 7. Ao 30. Em ves de 503000 digs-se 1003
e em vez de 753000 diga-se 1505000.Jos Ma-
ria.JoSo de Oliveira.
N. 8. Ao 35. Accrescento:se no fim do Em
Bellas.Sophronio Portella.Constantino de Al-
buquerque.
N. 47. 2:0003 para construeco de um acude
em Santo Antonio da Peira.Sophrouio Portella.
Constantino de Albuquerque.
N. 48. Ao 9 do art. 2 Supprimam-se as pa-
lavras de : latim ou;ra.Sophronio Portella.
N. l. 3:0005 para a compra de uma casa na
villa da Pedra a qual sirva para cadeia e quartel
do destaca ment. Sophronio Portella.Constan-
tino de Albuquerque.
N. 50. Onde couber. Illumnacao da eidade de
Jaboatocom 25 lampees 1:7755000.Sophrouio
Portella.Constantino de Aibuquerque.
Sociedade Auxiliadora da Agricul-
tura de Pernambuco
ACTA PROVISORIA DA SESSAO EXTRAORDINA-
RIA DO CONSELHO ADMINISTRATIVO HA-
VIDA NO DIA 10 DE FEVEREIRO DE 1886.
Presidencia do lllm. Sr. Jovino Bandeira
de Mello
Aos 10 dias do mez De Fevereiro de 1886, achan-
do-se presentes, 1 hora da tarde, na sede social,
rua estreita do Rosario n. 29, os Srs. membros
do conselhoDrs. Panlo de Amorim Salgado e
Ignacio de Ba.ros Barreta, engenheiros Henriquc
Augusto Milet e Antonio Pereira Simos e agri-
cultor Jovino Bandeira de Mello, assim como o so-
cio Dr. Ignacio de Barros Barreto Jnior, estando
ausente o presidente do conselho, Baro de Seri-
nhem, convidado o Sr. Jovino Bandeira de Mel-
casas habitadas por seus donos, que nao possuirem lo para assumir a presidencia e declara aberta a
outras.Ratis e Silva. I^esso, identificando o conselho que pode delibe-
rar com os membros presentes*por terem sido
preenchidas as formalidades do art. 39-,
E' lida a acta da sesso precedente (4 de No-
vembro de 1885) e om seguida approvada, tal qual
fra publicada no Diario de Pernambuco di 5 de
Janeiro, depois de algumas observacoes do S Dr.
Ignacio de Barros, protestando contra a qualifica-
co de indecente, applicada na sesso precedente,
pelo Sr. secretario geral, a inserco por elle pedida,
na acta da sesso, de um voto de regosijo pela pu-
blicaco da novissima lei do 28 de Setembro de
1885, deste acto legislativo, votado por.'grande
maioria em ambas as casas do parlamento, a des-
peito daa influencias propriamente partidarias.
Findo o incidente, o Sr. secretario geral, dando
conta do expediente e ocenrrencias posteriores a
sesso de 4 de Novembro, participa terem sido en-
viadas presidencia da provincia, no dia 24 de
Dezembro, as informacoes por esta solicitadas, em
officio de 9 de Setembro, acerca da molestia da
canna, e apresenta ao conselho 6 amostras de as-
sucar concreto de diversas procedenciasPer,
Egyplo e America Central, remettidas pelos socios
Cardoso & Irmo, com a indicaco dos precos res-
pectivos na praca de Londres (de 11 at 15 shil-
lings por quintal ingles) e o orcamento do machi-
nismo necessario para fabricar, em 12 horas de
trabalho, 8 toneladas ou 106 spccos de assucar da-
quella qualidade.
O Sr. Pereira Simes aproveita a occasio, para
chamar a attenco do conselho sobre as vant> gens
que talvez resulten da aiopco de semelhaute pro-
casso de completo aproveitamento do assucar con-
tido no caldo da caonu, visto serem os preco3 ob-
tidos pelo concreto pouca inferiores aos dos nossos
brutos e masca vados e a despeza total, com a com-
pra de apparelhos, nao exceder de seis mil libras
sterlinas.
Em seguida, o mesmo Sr. secretario garal leva
ao conhecimento do conselho, que em virtude da
deliberico tomada pela superintendencia, em 15
de Julh? do anuo prximo passado, de considerar
como teudo pedido elimiuuco os socios mais atra-
sados cem o pagamento das respectivas quotas tri-
mestraes, ou antes semestraes, que nao respondes-
sein a carta que lhes havia dirigido o Sr. thesou-
rero da soc.edade, ficou o numero dos socios acti-
vos reduzido a 44, represontando 70 assignataras,
os quaes ne.u todos ocaoham em dia, pela que, nao
podeudo cm caso algiim as-despezas ordinarias da
sociedade, a despeito das economas rcalsadas e
suppress) do amanuense, desearan abaixo de
1:2005 por anno, ser preciso, caso nao apparecam
novo socios, restaurar para o prximo anno social
a quota triwicstral do 5 por assignatura.
Accrescenta, que dos socios morosos, considera-
dos como tendo pedido elimiuuco, at aquella
data apenas 3, os Srs. Bara > de Araripe, tenente-
coronel Jos Henrique ac Salles Abreu e capitao
Ignacio Xavier Carnciro de Albuquerque manda-
ram ltimamente satisfazer os bous dbitos e se
acii.im quites com a sociedade, nao se tendo po-
dido dar principio a-o procedimento judicial centra
03 mais, por nao ter sido anda possivel tirar as
contas de todos e remettel-u ao3 interessados
como mister.
O Sr. Dr. Ignacio de Barros Jnior obtendo a
palavra observa, que oinbra autorisado pelos es-
tatutos, o emprego de meios judiciaes applicado a
cobran; i Jos quotas atrasadas sobremaneira
i c nao lh" parece caadunar-se com a ndole
de orna Sociedade, filha da iniciativa individual,
que n.io tem outr.i base alm da cooperaco volun-
taria de seus socios,
O Sr. Secretario Geral responde Ihe, que ques-
to vencida, visto ter sido approvada pelo conse-
lho a deliberaco da superinteu leucia, a quem naa
podiam escapar os inconvenientes do semelhaute
medida, a s recorren a ella por absoluta uece3si-
dae. A Sociedade, para faaer face aos gastos
avnltadoa occasionados pelos cong.-essos de 1878 e
de 1884 e publicaco dos respectivos traba!hos,
assim como alo tentativa do realisacio do Banco
Auxiliador da Agricu.tura e mais despezas.auto-
risudas pelo conselho e pela assembla geral,
vio-se obrigaia a contraliir emprcstimos, dos quaes
apenas o pnmeiro acha-se Inje completamente
amortisado; os outros, embra nao obrigutm a pa-
gamento de juros, e por isso mesmo, conetituem
ama divida sagrada, que a Sociedade contrahio,
fiada na obrigacao tomada pelos seus socios e
firmada pelas assignaturas dos mesmos, de sats-
fazerem as quotas fixadas de conforraidade com os
arts. 11 e 12 dos nossos estatutos e que nao tem
outra garanta alm do pagamento de ditas quo-
tas.
E' certo, contiauou elle, que as que se acham
em atraso represcnsKoi quantia mu superior a im-
portancia da divida, mas nem por sso pode a So-
ciedade descudar-se de promover por toi ,.s
meios a sua arrecadacao, sob pena de perder o seu
crdito e faltar aos seus de veres.
Admitte, que antes de chegar a citaco judicial,
possa ser conveniente experimentar outro meio,
como sei* a publicaco p dos devedores nmissos. mas, nao dando este resul-
tado, nao se poder prescindir dos meios judiciaes.
Passacdo a tratar da publicaco em folheto, or-
denada pelo conselho, dos trabalhos do 2 Con-
gresso do Recife, documentos e discussoes a elle
relativos, desde o convite para os festejos de 25
de Mareo at a votaco do manifest ao corpa
eleitoral, diz o Sr. secretorio geral, que s tendo
produzido 5'I5000 a subscripeo aberta para este
tiin, e n> deveudo a publicaco importar cm me
nos de 600 ou 7tX)000, a seceo de superinten-
dencia destinara para ella a quota que caba aos
clubs da Escada e de Ipejuca as despezas do
Congresos de 1884 : e nao tem podidojeumprir
n'esta parte a deliberaco do conselho, p""orque, s
o Club do Ipojuca prestou-se promptamente a sa-
tislazer a importancia que Ihe caba, o da Escada,
que alias fra o principal promotor da convocace
do Congresso e das desperas que occosionou, anda
nao teve animo de fazer honra ao compromisso
tomado em seu nome pelo seu eut i presidente o
fallecido major Joo Manoel Pontual de saudosa
recordaco ; e a sua directora nem se quer dig-
nou-se de respoonder aos ofiicios que Ihe foram
dirigidos acarea do assumpto.
Em seguida, passando o conselho a continuar
com a discusso encelada na sesso precedente
das propostas do Dr. Ignacio de Barroso e enge-
nheiro H. A. Milet, o Sr. Ignacio de Barros diz.
que o Sr. secretario geni nao podia qaalifiear- de
indecente a sua proposfa e ainda menos p.-lo modo
po. que o fez, procuran lo basear se n>s preceden-
tes da Sociedade, quando de modo algum Ihe au-
torisam semelhaute aflirinscb as solemnes deli-
beracoes da Sociedade, que foram todas publicadas
pe! imprensa. Diz, que comefi'eito, dos trabalhos
do Congresso e de tudo que os nrecedeu, v-se,
que a attitude, assumida pela Sociedade Auxilia-
dora em presenca da agitacao abolicionista, hao
foi especial nem directamente motivada pelas dis-
posicoes do proiecto R. antas, e siin elo papel
entilo representado pelos poderes pblicos, de fo-
mentadores de uma propaganda anarchica e revo-
lucionaria, que na respeitava nem as leis patrias
nem a propria C nstitiico do Imperio. Foi moti-
vada relo estad,, de angustia em que 83 achava a
lavoura, pers> fjuda pelo espectro da insurreicao e
privada de todo crdito, em consequencia da brus-
ca depreeiaco de seus instrumentos de trabalho,
tudo adrede fomentado pelos joprios agentes do
governo.
Continuando diz, que a Sociedade manifestou-se,
verdade. contra algumas das disposicoes do pro
jecto P. Dantas, que foram conservadas no do Sr.
Saraiva c sao hoje lei do imperio; mas ao desap-
proval-as, teve o cuidado de declarar, no projecto
de representaco que foi ado-tado pelo Congresso
e dirigido no Poder L'.gislntivo, que Lavoura
Pcrnambucana nao era iufensa ao pensamento da
extineco do elemento servil ; desejava vel-a rea-
lisad.i to de pressa como fosse possivel sem otteu-
lireito positivo de propriedade nem a consti-
toicao c aceitara sabmissa e resignada qualquer
deciso que partase do nico poder competente
os Angustos e Dignissimos Srs. Representantes
da Nacao. pois reputava uma soluto lega!, tosse
qual fosse, prefervel a coutinuaco da anarchia
ento existente.
Continuando dizmais, que com effeto, dada a ap-
provacodoprojectoSaravaesubs quentemudanca
da stuacao poltica, ceseou aquella anarchia; as
leis retomaram o seu imperio ; o governo reassu-
mio o sou papel de protector de todos os direitos
recanhecidos pe.a legislaco ; reappareceu a con-
fianca na estobelidade da ordem legal e a lavoura
mais desassombrada tem podido eutregar-se aos
seus trabalhos ; que a soluco dada a questio do
apressamtnto da suppresso do elemento servil
pode nao ser a melhsr possivel e prestar-se a jus-
tas criticas, mas nma soluco que tranquilisou o
paiz, e to auspiciosos resultados constitucm sem
duvida alguma motivo de regosijo para a la-
voura.
Dadas estas explicacoes, o Sr. Ignacio de Bar-
ros offerece para a votaco de sua proposta a re-
daeco seguinte i
Proponho que esta Sociedade, de aecordo com
as suas manifestacoes solemnes, desde o primeiro
i
1
I mam i


Diario >-



vjasinia le de W da seteenhro, nao pela sisas di,
pusiyes no sentido do abolicionismo ou contri ellf
mas pir encerrar, solame reprovacao da anarchia
I fomentada pelo propno poder publico.
Q Sr. H. A. Milet diz, que com a redaccao ac-
tual e ficaudo entendido, que o voto de regosijo
pela publicacao da le de 28 de setembro de 1885,
nao implica approvaco das medidas revolucio-
narias e ofl'ensivaa do direito de propriedada que
ella conten, nao ter duvida alguma em concorrer
para que dito voto seja eotainpado no livro das
actas do conselho. Nao apprava e antes reprova
certas disposiees da nova lei, mas regosij a-se
com os seus resultados, que rebuta de mmenso
aleance para o pais, levado pelo Sr. Dantas as bor-
das do abysmo, e que alm disto lhe tem propor-
cionado, com o eclypse do abolicionismo pela sim-
ples suppresso do bafejo ministerial, a satisfuc/io
4c ver confirmada pelos factos a apreciaclo que
repetidas vezes exteroou deste movimento art.fi
al, tido por tanta gente em conta de torrente ir-
resistivel, e que nunca teve outra base alein da
propaganda official.
O Sr. Pereira Snnoes obteudo a plovra e apre-
ciando a nova forma dada ao projecto do Sr. Dr.
Igua to de Barros diz, que aiuda assiin votava
contra ella, ratificando o protesto que se acha
inscirpto na acta qne acaba de ser approvada.
Firmado as dispisices orgnicas da Sociedade
Auxiliadora, que se fundara aps a decretaciio da
lei Rio Branco, com o fin: exclusivo de auxiliar a
agricultura de Peruambuco, amoldando se a re-
soluble que tomaia ogoverno de abolir o trabalbo
escrav i, s vencido, do que sao testemunhaa os
seus collcgas de superintendencia, assign ira a re-
present* cao dirigida pelo 2 Congrcsso do Recife.
onde alias, se verdade que se dizia aceitar a
Agricultura ua Peruambuco qualqucr resolucao
do poder legislativo, que tendease a dissipar a
duvuia e as apprebensea em que se acha va rner-
gulhada a lavoura inteirn. curto tambem, que
era sata rapresentacao dirigida a tim governo que
havia arvorado a bandeira da aboliciio da esca-
vana e que neste sentido nada resolveu a lei
Saraira, inulto brevemente -ujeita a discussao e a
capitaes alteraces. Diz, que se anarchia existia
agitada pelo abolicionismo, contra o ue pro-
test- cora todas as lina toreas, perdurar a uies-
ma anarchia at qac se i Seetae a abol cae, pois
s ento ser resol vida a questao. Por isso nao
pode comprehender i|iial o regosijo que a lei Sa-
raiva poler inspirar aos agricultores. N i ana
opiuio, neste assumpto, boje como houtein, at a
almeno real do problema, su caminhar ieatpt6 de
leaceao para reaccao. Nao retira pois o scu pro-
testo e o seu voto tica de p.
Nao haveudo mais quem .prora usar di pala-
vra encerrada a discussao e a proposta do Sr.
gerente Ignacio de Marros approvada por todos
os membrns presenten, con uxcepcao apena
Sr. engenheiro Pereira Kimona.
Em seguida, prrsegue-sc na discussao, adiad::
pela tura na seesao precedente, da proposta so
bre coloni.iae.ao api pelo Sr. engenheiro
H. A. Milet
O Sr. Pereira Simos pede a palavra para ama
. i e diz, que ao declarar na aeawn ante-
r. r, a aceitara a propoata en discussao, diaae
que o fazia orqoe tambem era de opiniao ser
iii"V) -'in-, a fin estrangeira e ato -l-
mente digna il aas noaaa
tunes condices, a colonisacao nacional: e qne
ar a sssigniria, -i nof ssem certas expn
de redacoSo, como por exemplo quando dia
que 6 impratieav. I entre nos o. n .amento !
canea i qn un lar lugar a alguem ao]
que anprovando a cooclaaao julga aceitavel
gajamento de africanos caso toase praticavel, ao
paeso qne a sua opposicao a immi tran-
geira, as aetuaea circumstancias ii pais, basea-
se exclusiv imenr-' na o inviccao de que nein aqui
nein nas miis provincias, ha l'i.ta de bracos na-
c m i- p ir i, d ir lo e rn .-:.- exigeucias i
- i agricultura, su
bracos eacr
Diz, que tic mal entre noa rata abua inei i
de bracoa, qne o jornal do trabalhador agrcola,
de i da lera i
tem b i a 800, 640 e ltima-
mente a 500 ra., quan lo cada rea est aend i
procurado o trabalbo livre; qne eate facto incon
testav. I. a levido a abundancia de bra
jos que se 1 fferee m para o trabalbo, in licaria es-
capital agrieola nas grandes explora-
... mn un a imoai-
pois nao ha immigrant* al-
Do o chinea, enj 1 trabalbo pn I
ti h) iqui por tai bnto precj; e a conse
1 de taaa colonos nos
litros de populaco, onde desputariam
M n ici mal eaa e tcanhadaa industrias. Quanto aoengsja-
meato de africanos, anda quando foaae prai
ve!, seria ioeonveniente e at immoral, Bacal e
indolente, etimolgicamente tallando, o bornea da
raca negra no sen pas natal incapaz de com-
preheuder o que seja um contrato a i apprende
a trabalhar com asedo do caatigo. Quasi uas mes-
mas c ni lices, a deap l 1 de ana grande auperi
albo, oude sao earactert-
gadu etivid i-ie, eatao oa ama:
chins e que apealar de pertecce-
rem a urna .ac civilisada, ne.n por ato, qua
imp irtadoa como colimes, !:n escapado a d
cada eacravido. Neuham d'ellea 1 irna-
lisar o verdadeiro trabalho livre.
Diz que, visto nao termos pnr ora preciiao de
bra9>s eetrangeiros, nao tetaoe qne preoecupar-
nos com a possibilidade ou impoaaibilidade da co-
dia de sua orgknisacao, lance em o livro de anas tara tenha constantemente abundancia de bracos eseolhidas e morigeraaias, como aiaan lioje prati
actas um voto dja regosijo pela decretacao da no- e jornaes relativamente pouc elevados. cam as colonias di Australia.
Nao comprehendo ;omo se possa pot em prati-
ca- semelhante thema, aera que viutagem na rea
lidade possa ter.
Porgunta: como se crearao taes ncleos? os
trabalhadores nacionaes sera obrigados a residir
oelles? lato inconstitucional : absurdo!
Podero residir onde bem Ihes parecer? At
mesmo a/ cidade ? Eato para que taes ncleos ?
Para a agricultura ter braco! Ento os traba-
Ihadores nacionaes dos ncleos serao obrigados a
trabalhar nos engauhos ? Sim : insustentavel,
nao; desnecessario, porque o que .temos
hoje. Os salarios sero fixoa ? Marcados por lei ?
Sim : offendem-ae decretos : nao ; el les variaro
segur-da a offerta e a procura, segundo as lea ge
raes reguladoras do salario.
Reaumindo, o orador torna saliente o resaiho
socialista que se nota da indicaco que se discute,
resaibo qne incontestavelmente tai lembrar as
theorlas de Louis Blanc ou os phalansteros de
Fouri t.
Diz, que como essas theorias, como em geraLto-
dos os systcmaa precouceoidos sem attenc-ao s
leia naturacs do mundo econmico e social, sem
atteneao s circumstancias, pocas e lugares, as
ideas cuntidas na indicaco nao podem dar, postas
em pratica, resultados vantajosos, pelo que nao lhe
parece deer ser adoptadas.
O Sr. H. A. Milet, respondendo ae Sr. Barros
Barreto Jnior diz, que a sua proposta tem tres
pontos capitaes : Io a inconveniencia universal-
mente reconhecidade qualquer introdcelo arti-
ficial de bracos estrangeiros nesta provincia, onde
os bracos 11 acin es, convenientemente aprovei-
tado?, cligam de sobra pura as actuaes precisse
da lavovra ; 2o a conveniencia de nao ser gasta
exclusivamente em proveito das provinciaa do sul
a avultada quota votada annualmente, sob a ru-
bricacolouisayao, para promover o incremento do
trabalho livre, e de Pcrnarabuco ser contemplado
na partilba com um quinhao prooorci nal a sua
populaco ; 3* a conveniencia de ser applicado
este quinhao a colonisacilo nacional.
Diz, que de taes pontos o orador precedente ape-
nas tocou de leve no primeiro, despresou completa-
mente o segundo e s se oceupou com o terceiro
o da colonisacao nacional, cuja filiacao jnlirou
descortinar nas theorias de Lokx Blanc e do Foa-
r'< r e comprchcnd'eu no anathema, com que as
fu'minou em notne da escola do Laituez faire, da
ii.il vungloria-sn do ser adepto ; que para che
gar a este resultado phantasiou, que nas colonias
indicada! como devendo serestaholecidas na zoua
dos cnirenhos, os colonos aeriam constranidos a
residencia e a trabalhar nos eugenhos por proco
tiro marcado por le. o que com eleito seria, como
cllj' diz, inconstitucional, e isto sob puna de serera
taes colonias desnecc-sari 13 visto, na opiuiao del-
le icrem actualmente todo-i os aenAorea d etgenho
brato* suffi trios regulado*
l'i du ojferta e procura.
Diz, que, si com effsito fosse real tal abundan-
cia de bracoa e dereeae permanecer, a despeito do
augmento progressivo da procura devido s em.111-
eipaedea, seriam dcsr.i'cessanas, pelo menoa no
ponto de vista das preciadas da grande lavoura,
Imias que ternera vista a proposta ; pois o tim
loniaa, constituidas pir (aukiliaa a que
aeriam dadas por iforamento perpetuo lotes de .5
011 4 hectrea de ierra con umacasinlia e algumaa
rea trnetiferae, in.-iaar. por entre ai gran-
. ncleos de icquenos
proprjetarioe, que oaoi 1 saaa e trra pro-
pna nao tero ioc ntiv i jiara abandonal-oa, e ti-
rando d'ahi oa prudnetoa agrieolaa neceaaarioa a
ana snbaetenciM, preeiaa-a? coan tudo trabalhar
das do inez ou uiesino da
ina, para adquirii roupa maia alguna dos
eonfortoa da vida eiviliaada epor isso otF.-rocer-se-
eng 'oh is riainboa.
Diz. que tinnido ua longa experiencia que tem
de trabalhos bracae?, agrcolas e outro3 nesta pro-
vincia, on s-rvi 1 c -r -a de 15 annos nas Obras
P iblicaa a foi aenhor de engento por etpaco de 12
simes, neg* redondamente eeta abundancia de
-:. qneoacso amigo > Sr. Pereira Simoea en-
contra com effe 1 a al 1 cidade e aubnrbi a, o Sr.
Barros Barreto Jnior na Varsaae uniros agrieul-
nas propriedades collocada na riainbanca
loa ou proximi la lea da maa,
que exceptuando 1 oecaalo lias aeccaa, conal
1a nina excapcao neata provincia.
N2o pode exteoder-ae sobra o assumpto: maa
1 digno consocio, que leia oqo
. de 1878 V. livro do Con-
.. pa. li; :1. 315, 316 e 399) tam-
bem o qne esereveu no Jornal l, Recife, em
a colonisacao em geial a acache reprodo
nas paginas de21 a "-'7 do seu folheto O Al
N itavel.
Pareee-lbe, que naabae--8 cima indicada! ;
miaaca 1 na lional, a m la eaerupuloaa ortbo-
doxia manebeateriana n ida pode acbar que tenha
cheir 1 de herwia, qnaato mais parentesco com o
pbaianatero ou a organaacao igualitaria do traba-
lho de Louis Blanc, e que a divergencia de apro-
t, acercada falta ou abundancia d-i bracos
lOniyeia, poda, quando muito. motivar a exi
;. neia de urna modifiencao da ultima parte da pro-
. a aubatituicZo do para er applicado a
ni.inco naciowtl. por para ser applicado ao tlcs-
ein-',:' tmoaMe livre, mas nunca a sua
re.'eicio c impleta.
Diz, qne o deaenvolvimonto i) trabalho livre
li:n ao qnal tendeu as dt3pczas que se f*zem com
a immigracio estrangeira eata, porem cao
era o nico meio, ncm o mais conveniente nas
provincias do norte para alcancaro desejado resul-
tado ; outros existein sem duvida alguma e nao
loniacao europea n'eata parte do imperio. En-i justo que as provincias o sul do trpico do Capri-
tiet nto en-, que o ficto de pertencermos a zoua
trrida nao suffieicte para eliminar completa-
in ate do rol das hypotheses positivas a de seme-
lhant'i immigraeSo.
Physiolcg'camente fallando, certo que o eu-
ropeo encontrar no noaao clima e ardor do nosso
aol obstculos que talvez prohibam lhe entregar-
se aos trabalhos permanentes da agricultura ; mas
esta ptohibicao, :iao existir man para os seu3 fi-
Ihos e netos.
Por assim pensar, foi qne nao assiga:u a pro-
nosta de seu respeitavel coega, emhora appro-
vasse plenamente a idea fundamental da uiesma,
c hoje pede lhe que para barmonisal-a com as di-
versas opimoes, modifique a redaccao, supprimin-
do o prembulo e limitan io-se a protestar contra
qualquer despeza com immigracao estrangeira e
pedir, que a quota a que esta provincia tem di-
reito, lli seja'entregue para applical-a a coloni-
sacao nacin .i.
O Sr. Barros Barretto Jnior diz, que nao pu-
dendo votar, por nao ser nembro do conseibo, nao
toinava parte na discussao, se nao tivesse sida con
vidado a isso ; e temi de manifestar a sua opi-
. pede liseaQa para fazel-o com toda a fran-
queza, tanto mal? qnaato confessa ser ella abso-
lutamente contraria a em geral aceita.
Declara pertcnc r a aquella escola econmica,
que considera um erro e t- economa poltica, erro
em seiencia social e erro de fuuestissimas conse-
qnencias, a theori da interveneao directa do Es-
tado oa (OVernO na vida intima das indus'
por modo tal, que nem ao menos Ihes deix-i al^um
pe a'oerto 10 livre desenvolvimento de n 1
tivida le, por m 11 tal. que nem ao mecos se e 11
tiatencht dcllai sem o placel governa-
ment .
Kcp.12ua-.I11 sobremodo esta tutela constante e
impertinente. Dsixemos ao governo o cumpri-
mento de seus altos unvraa. Elle nuc os cumpra
deixe e:n paz.
Passando a tratar di emigracio <* col >nia
o orador, f*zeudo appUeacao dos principios da j
cola a que p' rtence, diz que basta att nder a hs-
n lusso p .z,
% elouuencia dos tactos e dos numer s, ,
seguint 1 g p o Bal I
. ir '. dar dmheiro a
quauto eapecul .i r h*uver, a qo mto aCIhad fe z
daijui e dalem-mar quizer, pJe em aaaa palavra,
sob o pretexto de criar e encamiuhar ama larga
correte de emigracao para o paiz, derramar o
, s m.os conseguir o e
mas se CXI in kl de con tas a nao
outro resaltad
- as iminunJieies e escorias dos
paizes estrangeiros.
Respondendo ao aparte do Sr. eogenheiro .Mi-
let, que obaerva-ihe nao ser disto que ae treta,
mas sim da co! nal, diz que lchega.
Teramu'.to ando anta palavras bonitaa; nao eom-
prehende mesmo bem o que seja c a-
ue nao se trata ue colonias peniten-
ciarias, nem mesmo de colonias 'em lugares anda
povoados ou puteo conliecidos. Do que p le
colligir da expo3icao do dizno -r. engenheiro Mi-
let, er que com a tal colouisaca 1 tem-se por fin
crear ncleos de trabalhadores nacionaes na zona
dos engeahos de aaencar, attrabir para o campo
corno sejain as nicas habilitadas, a custo dos iin-
postos pagos pelo Brasil inteiro, a promover o al
ludido desnvolvimento
Poderia parar ahi ; nao quor, entretanto di ixar
correr, sem llljlllglial SI, aigumas aflinnac V's, por
de mais absolutas, qae o seu digno consocio, leva-
da pelo impulso de mpsidade, avunturou acerca da
colonisacao estrangeira, nemdeixar passar em jul-
gado a condemnacao por elle proferida, em nome
Ua escola h qne se diz filiado, de urna ingerencia
dos governos na vida das industrias, levada a pon-
to de nao se eonceber a existencia deltas sem o pa-
cet gorernaiuental.
Nao suspeito de parcialidade a favor da irami-
gracao estrangeira ; pois tem feiio na imprensn,
e pela patarra no ultimo Congresso, a maia deci-
dida guerra a qualquer introdueco de colonos que
nao tragara corasigo algum capital, e com maioria
de razo a colonisacao inteirainente official e ar-
tificial ortica la pelo nosso governo, alcunhando-
a de ruinosa, por nos ter custado mais de um
cont. de ris cada colono hoje cstabeleeido no im-
perio, de poitco facoravel a moralidade. publica,
po s, di incremento que se lhe tem dado uas pro-
vincias do sul, data correspondente augmento nos
crimes contra a propriedade e especialmente do
aesassinato tanda por movel o roubo ; de punco
ou nenhuma utilidad? para a subsli'uico do traba-
Uto livre ao servil na grande lavoura, p irque os co-
lonos nao se sujeitam ao salariato, e o systema de
parecria nostra-se quasi impraticavel com pes-
bosm que ignoram inteiramciite as condices da
agricultura do aiz ; emfirale periaosa para a
iniearidade do imperio em quanto tivermo* ri'ijiao
todo, por causa da deatgualdade de direitoa
que esta inaiitem. em DVeaonca da forte propon;ao
"e colonos que na 1 prorVasam 0 eatholiciarao.
D7, que entretanto, dahi a affii m ir -que o nos _
so oo'-rrno pode derramar ouro a naos cheic-
conseguir criar um miseraed cano de esgoto para
as immundicies e escorias dos paizes estrangeiros ha
inmensa distancia !
l'i rgunta : t.: semelhante affinnaeSo, evidente-
mente exagerada, uoaer aobremaueira.ffensiva
0 ou 60 mil colonos ou fili ie de eo-
lonos, i'Stabelecidos nas provincias do Rio Gran
|.. danta Oatharina e Parama, que coacorrem com
trabalbo e as renes com o proemio snagne
p,r:i o en) ,ento i'.e aossa patria cbinmum
c p 1 certo 11"' uierecem a qualifieacSo de immun-
dieie 1 eSC ri 1 V
Diz, que, a amata das passagens pagas pelo go-
verno, vieruii, sama duvida, numerosos Tadi
reos de polica : mi 1 vio tambem muita g
boa, morigerada e trabalhadora; qae esbanj
muitodinlie.ro com colonias que uVaaipa ceerain
- i 1 p .1.1 133.1; maa outras rxistem na mais
. e deven- he as pr. vincias,
,idas e d-seiivolvcram B pe-
qnena lavoura, o podi r encarar 81'in multo reeeiu
o prximo dcaappareoimonto do elemento servil :
que gastaranvas lonnuae eajorm"W e os resultados
orrespondem aos sacrificios feitos ; mas con-
seguio-ae aempre alguma cousa proveitosa e nao
eTiateria a despioporc-o de que acaba detallar,
se o nosso governo ae houvesse limitado, com o
doa Estados-Uuidos da America do Norte e a,da
Columbia Britauniaa, a demarcar trras aervidaa
por facis meios de transporte, para cedej-as a im-
inigrautes espontneos por mnimo preco, ou mes-
parte desta popular) valida e ociosa que se agglo- I mu A titulo gratuito, oo'mo aUi paaitt o home
mera nas cidades c faier assim com que a agricul- sea^ 0^l e ^ tivesee pago passagens a familias
Passar agota a diser maia dnxra de palavras
acvrca da tutela gtvemaniental applicada a indus-
tria.
Diz, que, salvo para qaem perteace a escola de
Bakonnioe e proclama com elle b laissemfa'ire ab-
soluto, a suppresso do estado e ds qualquer au-
toridade, n'uma palavra a anarchia, cora toda a
extensilo-stymologica da.semtlhaate vocabulo, nao
ha economista, por mais amigo que seja do laissez
/aire, por mais orthodoxo que se proclame, que ne-
gu a indispensabilidade do um poder, que no-
campo da industria Como nos mais, obrigue o indi-
viduo a nao orlender a direitoa doa mais no uso
de sua liberdade propria ; que o actual pontfice
da orthodoxia econmica em Pranoa, Mr. G. de
Molinari, incumbe ao estado o dever de reprimir
taes offensas. a qtfe deu o nome de rtiisance* e
cujo numero nao pequeo, e citar alguas exeas-
pos.
Descobrio-se, nao hi muito, na Gr4-rmMmnamms
alm do trafego das vir'indades, que tanta bulha
fez quando posto em pratos li rapos pelo Pa-Mall,
outra industria anda mus immorala de fabricar
phenomenos, isto monstruosidades, por meio de
operacoes cirurgicas praticadas, as vezes com o
concentiraento ou a pedido dos proprios pais, em
miseraveis criangaa, com o fim de expl as ao de-
pois a curio3dade publica mediante a competente
esportilla.
Ha as industrias que consistem na falsificacao
das substancias alimenticia) e medicinaes, na sup-
presso das consequeucias immediatas da fraque-
za feminina etc., que o estado niio pode tolerar.
Ha outras mu tas, que erobora nada teuhim de il
licito, precisam ser sujeitas a estricta regulamen-
tacao, a bem da sade publica e protec^ao a vida
dos cidadaos: a cxploracilo das minas, onde
qualquer descuido ou omisaao das precauges re-
commendadas pela seiencia pode oecasionar a mor
te de centenas de operarios ; a construccao das
casas, principalmente das destinadas s pessoas
menos favorecidas da fortuna que devem ser su-
jeitas as prescripcoe* da hygiene, sob pena de tor-
uarem-se focos de epidemias ; a compra e venda
de substancias alimenticias ; as fabricaa de ina-
teriaea explosivas; as que empre^am substancias
venenosas, como bem o alvaiade a o mercurio, ou
usaw de machina vapor, etc., etc.
l/utros muitos poderia citar o orador; julga,
cntrelante, que 03 cxemplos cima enumerados
bastam para justificar a impugitida tutela do Es
tado. Claro que dita tutela nao deve ir alera do
indispensavel para evitar aa nuisaitces : mas dentro
d'aquclles limit.-s perfeitamente legitima e at
indispensavel, principalmente no que diz respeito
s aaaociaeoea, ponto que lhe parece ter visado o
Sr. Dr. Barros Barreto Jnior, quando fallou de
placet govemaracntal, pois, si as mammsea indi-
vi- lua-s nao poden tomar grairdo vulto e prejudi
car muito a grande associaco que constitue a
eommiinho social, nao si d o mesmo cora as que
pdem alisar as associacoes, porque estas elevara
ao cntuplo e mais ainda aa forjas individ.i
p ir isso exigen do Estado, quer em relaja) a seus
fius, quer aos meioa do eonaegnil-os, a maior at-
tencio e vigilancia, o que justifica plenamente a
obrigacjl > do placet oa de prescripnoes lgaos que
un sobsttoil-o.
Diz, que ainda poda discursar lougam mt 1 1 1
bre tal assumpto, mas niio. o faz, pir j ser tarde
e p" e disculpa de ter oceupado p ir tanto tempoa
att meio do conselh 1.
>> ir. Pereira Sondes diz. que nao pode ficar ca-
' das theorias pr i !8*a bu pe 1 Sr. Dr.
Barr s i! irreto Jn se noi I.....a
Beguintea 1
Bou tambem de opima', que o governo nao
Sgurar como cooperador constante na evota
trial; entenlo, porm, que ha
casos em que esta eooperufo indispensavel
para manir. n;a .11 ordem publica e garanta do
individua e d propriedade, e ueste caso est o
assumpto da presente discussao. Qa ogiverno
cruzo os bracoa, pronunciando ofatidico {atases fai-
re laisser passer, a vi levas de homena
som trabalho e por conaegointe aem aalario rana
rituindo perfeito elementa deperturbacSo da or
dera publica. E' restricto dever do governo am-
os traeos, para que sejain respetados OS for-
tes ea actual q testlo da tranaformaco do traba-
lho nacional,-maia qu; todas que prasentemente
-11 intera rcsponsabili lade.
Nao deix o--- cm paz o qua ao governo d v
dzcrai s agricultorea. O que todo o brasileiro tem
o direito de disor-lhe, 1 opa ;e para isso
jue salve a agricultura, base de toda a
nossa actividade. O que o goveruo nao deve
pro.'er sem prever, memorar sem conhee.-r. A 3
dsdes cuno a nossa assista o direito e incum-
be o dever de levar a presenca desse grande di-
rector dos neg 1 ios pnblicos, aempre que jilgaram
necensario, aeni protestos contra qualquer arto
impensaio, saos raclamaouee em vista de possi-
ves providencias.
A So;:ie lade Auxiliadoura est noaeu direito
1111 abo de seu papel, protestando contra a
im.ni^.ael' europea e tazendo propaganda em
vi.-ta da eolonisaeSo nacional.
O governo eumprir seu dever attendende-a,
morme.-ite quando se trata da partilba da urna ver-
ba Ua quai, como auxilio a tttmigracao estrangeira
jamis nein "ernambucj nem as suas irmas do
norte recebiam um real s quer, sob O prexto j i tan-
tas venes allegado, que nao ha para o noaao clima
immigracio europeo possivel e 13 mais seriam 111-
coavenientes.
O Sr II A. Milet, usando novamente da pala-
vra, diz que por causa da impuguaco que meceee-
ram da parte de seu Ilstralo eotlega o Sr. ge-
rente da sociedade, as consideracoss geraes que
servem de frojmio sua proposta, e aceitando em
parte oconselho de seu amigo o Sr. Pereira S-
uioes, pele liecajea para uioJifical-a e conta que
sob a ana nova forma elle granjear o asseuti-
mento de todos os membros do conselho : em con-
-equencia propoe a seguinte redaccao :
Sendo o fim principal do legislador, ao desti-
nar annualmente urna quota miis ou menos avulta-
da a colonisacao, coadjuvar a substitualo do tra-
balho livre ao trabalho servil, e nao sendo a im-
migracao estrangeira, com esptciali lade a euro-
pea, o nico meio de conseguir este desidertum,
uem o mais acertado na zona intertropical, cujo
clima afugenta dos trabalhos permanentes da agri-
cultura os filhos das zonao temperadas, e com es-
pecalidade n'es'.a provincia, onde os bracos livres
existentes, convenientemente aproveitados, che-
giin desde j, sem dependencia de previa acclitna-
tio, para as precises da lavoura, proponho, que
eata sociedade represente ao governo imperial, em
ordem de obter, que da verba.aunual destinada
colonisacao, e at b je empregada exclusivamente
na parte do imperio ao sul do trpica do Capricor-
nio, seja entregue a esta provincia de Pernainbu-
co, como dejustica, um quinhao proporcinala
sua populaco, para ser aili affecto colonisacao
nacional, sto ao incremento do trabalho livre,
c'iamaudo-se para elle os bracos ociosos por meio
de incentivo da propriedade e proximidade dos
centros de produccao.
O Sr. Igna:o de Barros diz, que pelo3 motivos
expostos na sessao antecedon'e, ainda sent nao
poder votar pela proposta do Sr. secretario g
emhora a nova forma que agora revestio.
O Sr. Paul) de Amorim Salgado diz, que con-
corda cora a proposta e vota por ella, propondo,
entretanto, que lhe seja accrescenta la. topoil das
pa!avra3 Centros da produecu, a segiiute addi-
Vao :
e an^men'an lo o numero dis brifis livres
com a liberta'yito, por metade de seu valor, das
faln icas dos agricultores, que nisto consentirem,
pela forma e condices estab decidas na novissi-
sima lei de 28 de Setembro.
eos livres de naamanea ou educados no gozo da li-
bardade..
Nao bavendo maia qaem peca a palavra, o Sr.
preaideate pe a votos a propoata e o additivo,
sendo approvada aquella, contra o voto do Sr. ge-
rente Dr. Ignacio de Barros e empatado este por
nao ter a mesmo Dr. querido tomar parte na vo-
tacao.
Levantou-ae a aesao, a 4 horas da t&rde. fi-
cando marcado o dia quamta-feira 22 para a ses-
sSo ordinaria do correntemez de Fevereiro.
KtViSTA DIARIA
Ann^mablcSa Provincial Funecionou
hontera, aob a presidencia do Exra. Sr. Dr. Jos
Manoel de Barroa Wanlerlcy, tendo comparecido
W Haa> denotado*.
9m Iida a approvada, sem dobate, a acta da
seaslo antecedente.
O Sr. secretario procedau lcitura do aeguin-
te expediente :
Um officio do secretario do governo, devolvondo
informado o abaixo asslgnado de mercieiros desta
cidade.A' qaem fez a requsicao.
Umo pet cao de Francuco Eraygdio de Gusmao
Lobo, propondo-ee a estabelecer nesta provincia,
com n concesao de 12 anuos, urna fabrica a va-
por e moinhos para fazer iarinha de trigo e fa-
rello, dando-se lhe isencao de impostos provin-
ciaea e municpacs, e obrigando-se a enanar e
sustentar Gorpho1.A' commissao de petieos.
Outra de Manuel Olavo do Reg Barros, reque-
rendo o pagamento de 3:2.005, que lhe deve a C-
mara Municipal de Pao d'Alh 1, pe 1 construccao
da Ponte sobre o rio Cursaby em ljnjidor.A'
commiaaao de, ornamento municipal.
Outra de Mari-iuna Teixcir 1 d 1 Costa Coelho,
prnfessora publica d Duarte Dias, requerendo
entramo quadradas de 3' entrais, em vista da
le n. 1592.A' commissao de instrueco pu-
blica.
Outra de Manoel Gomes dos Saltos, requerendo
pagamento de 400 que lhe deve a Cmara Muni-
cipal de Nazareth.A' comraisaao de orcamento
municipal.
Outra de Thomaz Antonio Macel Monteir,
profsssor publico de Timbauba, requerendo san-
siguacao da verba de 40;' de gratifica.-ao pela
1 _--'.ieia di cadeira oocturna.' commiseo de
iaatrneeio publica.
Foi a imprimir, sob n. 80, um projecto trausfe
rindo a sede da rregonaia do Peco da Panfltla,
pira o Monteieo, aervindo de matriz a igrja de longe bem longe, corrida p r um Mvernou oalenU,
S. Pantaleo. a continuar pr mais dol ine-zes trar, seguu-
rlegeitou-.se o requermento do Sr. Solonio de 1 ao prophetisa o Sr. vigario, completa felieidade
Mello, pedindo iuforra icocj sobre aekgados litte- I aos habitantes de Aguas Bellas.
rarios. .. Ku i creio, mesas sem o soccorro do nosso
Adiou-se pela hora e depo s de orarem 03 ?rs. : pastor, po?8, como diz:;n na sertanejoi cm sua lin
Jnveneio Mariz e Rodrigues Porto, a discnaaao do guagem rn 11 aavai por este mundo fo-
requeriraeuto do 1" sobro a Can ira Municipal de ra um Vcrd&O bruto.
memntme* nociaten Ha boje as seguin-
tee;
Tfb Instituto Archeologico, ao mio dia, em sea-
sao ordinaria.
Di* Comit Litterario, ao meio dia, na ra da
Soledade n. 80.
IacfmrlSo B>oltcsUO fSr. t mente Hen-
rique Cecilio Barreto de Atmida, subdelegado da
paroehia de Santo Antonio, remetreu hontem ao
Sr. Dr. Adelino Antonio (te Lae, Freir, juiz dg
direito do 2- districto criminal, o inqnerito poli-
cial a quo procedeu contra Alfredo Bezerr da
Magalhaes e Jos Antonio de Oliveira, como in-
curro nas penas do artigo 201 uo cdigo criminal,
par haverem, conforme noticiamos na tarde do dia
2 do corrente, ferido a Manoel Muniz do Ama-
ra'.
O3 delinquentes que foram recolhidos Casa de
Defmelo por torera 3id presos em flagrante de
licto, prestaram franca e por isto foram postos em
liberdade.
Proclama* do eaianiMto-Foram li-
doa na matriz da Boa-Vista, cm 'J do correute, 03
seguiotes :
Feliope Aaguato de Aievedo Sonsa com Anto-
nia Amalia Pinto.
Marcelino Vital Ribeiro com Leocadia Antonia
Vieira.
Joa Francisco Alve8 com Felisraina Mar das
Neves.
Esteviio Cordeiro do Nascimento com Paulina
Pereira Martins.
Jos Caetano de Lima com Joaquina Baptista
de Amorim.
Jos R lymuudo Ferreira de Arauj o Sal< au'ia
com Elvi -a dos Cumiantes Peixoto.
Joo Guilberme Gomes Tavares com Maria
Justina Brandan doa Santos.
tguat Bella- Eicrjvem-nos era 4 do cor-
rente:
Nao ba quem ignore a diffieuldade em que se
encontra um miseivista para dar noticias de urna
localidade sertaneja de hbitos pacatos, quaudo
nella domina a legalidade, e a polticafonte
quasi perenne de discordias,se torna apenas o
in itivo de palestras superfluas chegada de ca-
da correio.
Neste caso me vejo eu agora : carencia abso-
luta de u:n assumptosinho sequer para tr .11; mittir
ao Diario, avolumando-o (o assmnp'o e nao o Dia-
rio) fase do-D dar de si e tomar proporces capri-
eh igai atravez s nuances de um estylo castiga-
damente ansagosaeo.
At a seecathema surrado de todas 113 mis
aivas que tea descido desses sertoes [iira as fo-
Ihas da capitalit a pobresinha da s
Caruar.
Passou-sa I-1 parte da ordem do da.
Approvou-se era 3' discussao, sen-!o ren-.etti lo
eoutmiasao de redaccao, o project" 11. 70 d
anuo (eobranea dos impostaa de gyro e do expr-
ta.oi ni 11 Alandega).
Toda a comarca e:n plena nz; o et.ido sani-
tario dos maia h- mgelros.
A' 2I do prximo pansa lo procedeu-se ao sor-
teio Jos ] ira i H quo tecra de tunecieuar na proii-
ma ae-ao d > jury
L na Provincia de 17 1 mez passado, urna
Encerrou se, depos de orar o Sr. Joa Maria, a noticia que diz resp-'ito ao extin
2' discussao do art. Io do projecto n. II deste djlpanema.
it i a occasiao para dizei
auno (orcamento provincial) sendo apoiadas di-
versma em u las, que foram, a rnqneriment 1 do Sr.
F.-rreira Jac ibina, a imprimir n i jornal da casa.
Submettido a discussao o art. 2* 11 meam 1 pro-
j teto, foram apoiadas diversas emendas e a Ua la
a discnaaao por 21 horas a requerimento do Sr.
'.; mes Prente.
Paas ni-.e ;'i 21 pirte da ordem do dia.
Nao se votou, por faltado numero, o prrjecto n.
i em 2a discussao e adiou-se a la do de 11. 29, am-
bos deste ani o.
A ordem do dia : 1' parte a 2' discus
projecto n. 4-1 dest-f anno ; 2a parte, eontiua
da antecedente e maia -i-1 diseuaaao do projecto n.
151 de 1884
Aprove
sobre esse assnmpt 1:
Extioeto o aldeiamcnto e o 1875, f i logj anos
incumb lo um engenheiro de me lir o territo
rio,dividil-o em lotea edeatribuir parte de-tes aos
indioa exiatente .
destnb licao, porm, foram f.-i-
tas de tal modo que, mesmo naquella poca, po-
der se bia j i eonei ferar perdidos tolo o trabalho
feito e dinlieiro ga
De facto, um preposto do commissario, tendo
de medir, a partir da matris desta villa, urna le-
para o poente, foi sustad 1 1 m ana marcha
aaseacaa de um tslT. Gallando; quando te-
de medir Unta outra era direccao uo nascente,
JTrribanai lo Jury lo KecifeForam compauou a desfalqae da prneira. Tendo-aa
hontxmaabmettidoa a ulgamento ueste Tribunal dado i_-u.il irregularidade nas dircecee de norte
os reos Jos Soares, conhecido por Jos do < ia- -el. ~-'_-u .- iruinada como a do
.!--. pronnncia io 111 art. 269 e Clau liano Fran- p itrimoni 1 da aldei 1. nao a vei dadeira,
de 8 ur'Anaa, nrouunciada no iit-> artigo, '' patrimonio da matriz desta villa, qn
combinado com o art. 3.j do col. crim. ravado no tnnio do da aldea, fi Amb >s tiveram por patrono o D-. Jeranymo i do; porque, tendo por um de seus limite a estra-
da que desee do eertao s ten lo esta sido ha muito
tempomudad 1, nao foi atteudi!-. asta eircumstan-
cia.
Pereira de Carvallo e foram abaol-
\f ate rao
vid s.
Tbenlro Manto InlimioR-pete-se bo-
je neste Theatro a intaresaante magiei A Filha
i Aren A Frinceza Azulina, to vivara ote ap-
plaudid t nas duas anteriores exhibicoes.
Club CnrloM Uomea-Depois d'araaoha,
> De sorte que part dos proprietari le
dios na principal ra desta villa, pairara igreja
um fdrj indebito.
Na demarcaeao e diviso nao foram respeita
dos cam feridaa verdadeiramente horriveis. Sa-
ta vamos, eu. medico italiano, alguna medieva>
glezes, hngaros e heapanhea alm de ommtae
russos que oa tinhara acompanhado e fados tc-
nham conduzido docntes a Pasteur das vaaaac.
partes da|Europa. Eu me puz a medicar oaacna
russos aquella pobre gente vestida de pek\ecan
pittorexco coataae dos camponezes da Siberiaa
que nos olhava maravilhada nao ousaade-ateni
mesmo gritar pela dor que certameate lhee eaa>
8ava. Eutre eates russos havia um Pape, qaeat-
tava mordido na eabeca, tao gravemente queac c
obrigou a estar 110 le ti >
A byaiene e a luz elctrica O ttr.
P. Reuk, protessor no Instituto Hygienicodel
naco, ha pouco publicou oa> resultados de iat
santes experiencias por elle ejecutadas no 1
t.o real d'aquella cidade, Uluminada por ,9I&
lampadas e eucadescencia de Edison. O Sr. Befr
couseguio determinar de modo exacto a illTnaa
ca doa efleitoa produaidoa sobre a athmosnhssn.
da sala pela luz elctrica e pela do gaz e rnnm
eialmente no que diz reapeito a sua temperatvex.
e a produecaio de acido carbanio.
08 resultados obtidos durante urna repreaenfnv-
co das 5 1(2 s 10 lj, a qnal assistiam .7K
pessoas, torain taes aue deram toda a prefena-
cia luz elctrica. De facto. o augmente da.seta-
peratura ua platea era de 11.1 graos centgrada*
com o gaz e de 7,7 graos com luz elctrica, v t
galera superior de 10,7 graos com o gaz, e esa r.
luz elctrica de 7,4.
Mais importante ainda a eonfrontacao d um
emento de acido carbonizo que na platea era t
2,17b" com o gaz e de 1,221 com a luz efectese
na gatera superior era de 2,855 com o gaxdt
,43o com a luz elctrica.
Urna causa ds alcooliamo0 Ofc
II. (Jl. Loinbard Seniore, discorrendo na aoeieaT*-
dc medica de Genebra sobre a conscripcjto aMSt-
tar suissa secundo os mais recentes documenten
c sobre as causas das isempces, fez notar a ai-
iiistra influencia do alooolismo que por meiri
heraoca se manifesta sobre a estatura c o systo
in 1 n tvoso, da modo que os filhos dos alcoolia
sao maia pequeos do que os genitores, e 1
dispost03 a epilepsia, a estupidez e ao creteuis
Entre as varias circumstancias que ineitaar aa
abas > das bebidas espirituosas hatamb.'in e ?oa-
de c.usmno de Ieite tanto pira fazel-o condensa-
do e mandal-o assim aos paizes mais remotas,
quanto no adoptal-o na preparaco das fariukic
lcteas E nao obstante os numerosos rebachoa, c
Ieite tem & tornado na Suissa urna mercadaria.
ron e cual a, de manekaqua em muit-ss lugutwt
substituido pela schnaps na aluneutacio d*t
tambem dos meninos a quem se i<
sab nado, 15 do crrante, o Club Carlos Gomes faz ( ds direitoa de quem possuia trras confinantes
O Pr. Fer ira Simos diz. a plenamente
o complemento addi'lo pelo Sr. Dr. Amorim Sal-
gado proposta de seu amigo o Sr. Milet. Di-
minuir o numero dos escravos pira ampliar o dos
tiabalba.iores livres na sua opinio o meio m lis
positivo de se chegar a realisar a coloniaaeXo na-
cin al. Com auxilio a agricultura, que de dia
em uia se defiuha por falta de br n. quer a co-
lonisacao nacional ; mai para que esta tamba um
caracterstico positivo, que cornea por palir a
abilicao dn cscravaria. Nada, pois, mais oppir-
tun e almissivel que o mesmo additivo, a favor
do qual ecnt 1 sincera 1 ente anopol 1
miioria dos votos do COmsetbo para appr val-0
O r. 11. A. Milet respoude, que sent muito nao
poder concordar com o additivo do sen presad)
amigo e consocio o Dr. Paulo de Amorim, mas
fem plena convieco de que os libertos nao ho de
fornec r sanse confingeote ao trabalho livre e
reputa a disposicao da lei S ir .iva, a que allude
o mesmo senhor, como urna das mais infelizes que
se eneontrem n'aquella lei; pois, para apreasar a
liberdade de individuos, cuja immensa maioria de-
sertar os arraiaea do trabalho logo que eessar o
cOQstranguneuto pUysico, desvia importante ca-
pital, que com mais proficuidade pode ar appli-
cado ao deseavolvimento de trabalho livre por bra-
o seu aaro musical e dancante do corrente mez.
Club de Resala* Peraamftucane-
E' no pr.iximo domiug?, 1.ti do eorrente, que este
Club faz a sua 8." regata, que n'n po le eli.ctuar-
se no dia 2, em cousegueucia da chuv.i copiosa
desse dia.
Ferro via do CaxiingA' partir de 15
do corre .te, e at novo aviso, ficam aupprimidos 8
trena diarios na frrro-via do Caxang, 3 ndo : do
l cife ao Caxangi, das 10 h. 18 m. da manha e 2
h. 18 m. da tarde; do Caxang a> Recife, das 11
h. 12 m. da mmh e 3 h. 12 m. d 1 tarde ; do Re-
etfe Apipucos, das 10 h. 45 m. da maani e 1 h
45 m. da tarde ; de Apipucoj ao Recife, Jas 11
h. 15 iu da manha e 2 h. -15 m. da tarde.
.simas do Arsenal de Guorra
Aiaanli, s 10 horas do dia, no Arsenal de Gaer
ra, paga-se os bilheiea de eosturas Caitas para
esse estabelccimento nos m-zes de marco e abril
finitas
EapancamcnloA's 10 horas da noito de
7 do corrente, na cidade da Gloria do Goit, Ju-
lio Olympio de Souza Costa espanecu a Joo Si-
mo, evadindo-ae depois do enraft.
CapturaForam preaos :
Na Escadu, 7 do corrente, Joo Carlos Bor-
romeu de Aibuquerquc, pronunciado por crime de
morte ua cidade do Recife.
Em Canhotinho, Jos Marianno, por crime de
ten atento! grave3.
FAllecimentoFalleceu hontem, na fiar
da idade e victima de tubrculos pulmonares, D.
Mu i* de Albuquerque Mirtina Pereira, til ha do
Sr. Dr. Luiz de Albuquerque Martina Pereira.
Era a finada urna menina prendada e urna alma
candida e anglica, e po8 nao admira que voasse
para o cu, embora emlutando seus pais, que a
idolatravam.
R vebam elies 03 nossos pezames
Paqnele Trenl-Este paquetJ inglez, ten-
do sabido hontem da Bihia, deve tocar amanh
em Pernambuco, em viagem para a Europa.
Paquete BabiaSane hoje do Cear o pa-
quete nacional Bahia. Deve amanh tocar no
Rio urande do Norte, aabbado na Parahyba e no
domingo em Pernambuo, em viagem para o sul.
da estrada de ierro de
accidenteO tases
Caruar, que hontem, s 8 horas e 10 minutos da
inanli, seguio d'aqui para J&boao, ao chegar
curva 27, no 14e kilmetro, encontrn urna mullier
branca e i losa, que seguia pela estrada e nao ou-
via os siguaes que dava 0 machimsta apitando,
para que se retirasse.
Cuntida a marcha do trem a tempo, ainda assim
nao se pode evitar qne a machina batease na mu-
Iher, que cabio sobre urnas podras, ferindo-se no
rosto e na perita esauerda.
Rcolbida pouco depois, quando regressar* o
trem para o Recife. a infeliz raorreu a ebega*
cataco, sendo soccorrida plo Sr. Dr. Santa Rosa.
Segundo so verificon, estava ella docnte e tinha
os ouvidos tapados com algodo.
Providencia policialA03 Drs. delega-
dos dos d ius dhrtrietoi da c ipit U subdelegados
das fieguezias do Recif-, Santo Antouio <: Boa
Vista e ao coram.mdante geral daguar;a civiea,
airigio era dada de hontem o Sr. Dr. chefe de po-
ainte circular :
Conviudo evitar a pratica abusiva de pessoas
qn : veudem bortalioas, Eructas, etc., c illocaranvae
noa paaseios das ana indietWtamratn e maa en-
Iradas dao pintes, com prejnizo do transito publico
e dando lugar a njuiitamento de vadlen, que pro-
movein rixaa e disturbios, reeommendo a Vmc. que
raen eumpnr o que d termina u art. 204 I ta poa-
turas mumielpnes! ip r vadas pda lei n. 1,129, do
2! de Julhode 1873, onde estilo designados oslu-
e:n que se devein collocar essas pessoas, fa-
cilitando tambem aos agentas da municipalidade o
auxilio de que precisarem para observancia das
mencionadas posturas.
A>> comaiandante geral da guard 1 cvica dirigi
o Dr. anafe de policia, era data de hoje (12) o olfi-
cio seguiute :
Recommendo a Vmc. que fac> observar pclo3
guardas de ponto, patrulhas e quaesquer outras
pracaa de seu commando, o art. 147 daa posturas
municipae approvadaa pela lei a. 1,128, de 26 de
Jnlho de 1873, que prohibe andarem aobre 03 pas-
seios individuos carregados com fardos, caix '3.
ou outra qualquer coasa que pelo seu volume possa
incimmodar os traseuntes.
com as do patrimonio, c o que peior nao foram
exacutadaa todas ai instrneces tranaraittidas ao
co misaario pelo minieterio da agr altura.
Assim 6 qne os 127 lotea
perfeitamente daacriutinado!, de maneira qa
11 io po ie di?- : s :.es n-
aios dos pertencentes ao E< 1 i 1
O juiz eommtaaari -, ao deatribui com oa in-
dios oa seus lote, em numero Je
Ihes apenas una conpons, que : 11 :
Itote n.. (est escripto o uuracroj ; bracas \p
numero idemi. Perlence a F.
Mas, nada indica e B cada lote demarcado qual
a sua nuraeraeo; de modo que um lot-- qualquer
pe le ser tant 1 o 11. 2, p r exentlo, como o 11. l,
ere., e perte-icer tinto ao indio A, como ao indio
B, como ao Estado.
Dahi um 1 confuso completa e nas quastes
agitadas entre indios p isoiros e os pouco que se
arn-arara aforar trras taes, o juiz de orpli 1 la
se v na absolaCa impoaaibilidade de decidir. O
proprio estado leaado, porque nenhuma provi-
dencia noaaiveJ, gnorando-se em que posiyao
ficam 3uas trras: aquelles que as usufruem fa
zem muito bem em nao pagar.
Ningue 1, portento, se tem abalancado a be-
nefiear trras do patrimonio, porque de momento
oode perder o seu trabalho; o resultado se acba-
rein incultas tama de urna uherdide extraordi-
naria, pois, dos indios nao ha que esperar outra
especie d" trabalho que 89 nao traduza em furto.
Actualmente sao raros 03 inarcoa divisorios
existentes.
Do que fioa exposto do modo resumido para
nao tornar louga esta niissiva, conclue-ae que os
trabalhos aqui feitos em 1877, foram como pi-
carescamente os chamara 03 aguabellenses, urna
chucoca, neologismo este cora que exprimem mine-
monicamente qualquer arranjo pouco deceote.
Para que sejim aproveitadas as trras do al-
deamente ser preciso ludo fizer-se de novo.
E descomunados perfeitamente os lotes para
que sejam distribuidos aos indios, visto se persis-
tir na mania de tornar laboriosos propietarios a
entes degradados que faxem consistir toda sua in-
dustria no roubo. Viciosoa, indolentes, irapresta-
veij para o bem, elles vender. logo por mais ou
menos, aa trras que lhe coubereru, a OUtros que
rot. a ido-as d'ellas tirem todo truct; ue p>dem
prod zir.
O mclhor seria pol-as cm basta publica ou
dal-as como patrimonio a Cao ara quo
sj achuru assim enriquecida e habilitada a r-a-
lisar todos 03 beneficios de que esta villa carece,
sem esperar pelo costuineiro systema financeiro das
loteras.
Sao duas soluces estas, que orF-recri gratis,
quem coubjr o dever de resoiver sobre a mal
Eu podia me estender sobre esss rasumpto;
fac 1, porm, ponto para nao abusar da condescen-
dencia da re Iaee 1 desse Diario.
4 de Maio de 1880.
-Do Mkrcamtie de Ge-
que a
Medci-
oque
sarvenI
sopas, n is qa es o pao banhado com agsif
de nte !
LeileN.Efi'.'C'.uar-8e hao :
Amanh :
Pelo agote Pinto, s 10 1/2 horas, na BU it
Imperatna n. de movis, lou^as, vidros, --te.
l'elo agente Martins, as 11 bnras, na rii it
Cabug 11, de movis, laucas, ele.
Pea agen'e Pestaa, as 11 horas, na raa
gario n. 12, !. predies.
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, aa raa */.
Hora Jess n. 4'J, de copia e terragen3 para esmi-
nha.
Sabbado:
Pelo agent". Pestaa, in 11 horas, no ari2Z
mineraes.
IHmnum fuueiirei. Serio celebradas:
Hoje :
A's 8 horas, na matriz da Boa- Vista, p.
11 m-ijor Paulina Pina FmJcZo; s 8 luraa,
mal tis de Sin: Antonio, por alma de Firmiao la-
touio Souto Maior Bao
Amanh :
A's s h ira nas matrises <11 Boa-Viata c de
Lo'riivO da Hatta, por alma de D. Anta Ja*-
quina Mauricio W;: > 7 horas, a
m por nlina de Secuudiuo Jos de Fari
mea.
Sabbado :
A' 8 horas, em S. Francisco, por alma do 3r.
Flix de Figueira Paria | raa, na. mar
la Boa-Viata e do < ngenho Timb-Ass em tam-
b-, 1 D. Maria da 1' una Siqueira Ct-
valcaut : '- B lloras, na ma'rizda Boa-Vista, par
: Fcanciaco Domingues 4c
S Iva.
Operardea cttrmMrsBlsf Fowm puaritiia
daa no hospital Pedro II, no dia 11 do correase,
as seguint.
i'eio Dr. Pontual :
AmpotaeSo por deeartieulacao do dedo gr&saa
I p, indicada por ulcera e necrose da jfc*
lange.
'el 1 Dr. Berardo :
EnocleaeSodo globo ocular, rec'amada poh c.i-
talmu sv.npathiea e alteraco do olbo.
12
Pelo Dr. Malaquias :
Castraco do testculo esquerdo, reclamad* par
fungus syphiliticoj do mesmo testculo ; ligaderx
do cordao em quatro peles catgut.
Pelo Dr. Pontual :
Kxtirpicao de kisto sebceo da regiao supa-
uar dircita.
Catas de Helenco-Movimento dos jos
sos no dia 11 de Maio :
Existiam pr?soa 315, entraran o, sahirioi i
existe.m 310.
A saber
Nacionaes 27;). ranlheres .'i, estrangeiros 12, se-
/ravos eeutenciados e proeessados 7, ditos de eor-
reeeSo 9. -real 31/>. '
Arncoadoe 2S, sendo : bous 287, aoentes V.
total 281.
Movimento da enfermara :
Teve alta :
Francisco Jos de Oliveira. conhectdo por Moov
Mara Lourenca da Silva.
Themoteo, eacravo de Antonio Francisco Corseta-
Hercado llunlcfanai de M. Joie.U
movimento deste Mercado nos dias 12 do car-
rente, fia o seguinte:
Entraram :
26 blis pesando 3.712 kilos,
i .035 kilos de pcixe a 20 ris 21f 7tt
37 cargas de farinha a 200 ris 7*4
24 ditas de iructas diversas a 300
ris HH
14 tabolcirop a 200 ris 2ge*
15 suinos a 200 ris SJtOt
Foram oceupados :
22 columnas a 600 ris 13 23 compartimentos de farinha a
OUO ris 14|0
23 cmpirtimentos de comidas a
bOO ris 111509
70 ditos de legumes a 400 ris 28*0*8
17 compartimentos de suino a 7(X)
ris 11
12 ditoa de tressaras a 600 ris UM
2 talhos a 500 ris 1 fM
9 ditos de ditos a 2* I8009
51 talhos de carne verde a 1 j 51^008
Deve ter sido arrecalada neste dia
a quantia de
Dbitos dos dias 25 de Marco a 12 di
corrente, recebidos
dem at 12 do corrente
Foi arrecadad) liquido no da l'
corrente
201*3C
do
lfNi
199JtM
Inwlifuto Faalenr
nova de Mar^o .
De um reiatorio que o Dr. M
panbou a Paria seis pessoas de Bu Ir
na mordidos por c s lamuados, exrr.iiim ^ ^s .
..-ue :
a Para ixplicar-to em pencas palavras como
procede acora, te direi que aos nassoa m
dos se faz IC todos OS dia- ill
rus rablicj tirado do um velho enraivado morto,
e estas uuculaees come^am p^r urna mais traca
e vilo pros"guindo serapre de modo quo de c.
oito dias taz se urna que se fosse feita em mira ou
em ti, nos fara indubitavelmcnte morrer enrai-
vado ao cabo de dez oa quinze dias, eutqoanto
qu" a el ni causa nem inesmo a febre, to re-
iva, "arios se teem to*matV> ao desenvolviment
hydrophobia das innoculayes preced
Na verdade, se esta descoberta como ti
crer e como eu estou convencido, for confirmada
i> sanecionada pelo tempo, nos tornara'
te orgulhosos de ter participado dis primeiras ap
plicaces, e Paateui vira a collocar se ao lado ae
Ieiiuer entre os maiores bemfeitores da humani-
dade.
Esta manha o modesto laboratorio de Pasteur
pareca urna ambulancia depois de urna batalha :
Figura-te que tiiiham chegado vate e dois cam-
pojtezea ruases de Samolenako todos mordidos por
um lobo rabioso, qu; tinha entrado na cidade, to
Procos do dia:
Carne verde B 190 40') is okib.
a 560 < 80) res idein.
Carneiro a 600 e 1 OO) ris idem.
Fanoha ) rea cuia
Milbo de 320 a 411 rie idem.
Feijaode 900 a 1*280
Molerla da pro*ircia.Quinta-fei
le Mai 1, se extrahir a lotera n. 53, em bene-
ficio da igreja de Jatob.
No consistorio da igreja de ^ossa benhora di
Conceicao dos Militares, ae acharo exposta
urnas e as espheras, arrumadaa em ordem num-
rica apreciacSo do publico.
Lotera do RioA 3' parte da loteri. s
19, do novo plauo,^do premio de 100:000*000,
ser extrahida amanh 14 do corrente.
'.hetes acham-se venda ua Casa i
tana ra Primeiro de Marco. t
Tambem acham-se venda na praca da Inde-
;ia ns. 37 e 3b.
Lotera de Rcelo de 200*090$tHW
-A 8' parte da 12 lotera, cujo premio grande
e de 00:000*000, pelo novo plano, aera extrahida
impreterivelmente no dia 13 de Maio s 11 horas
da manha.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da la-
dependeaeia na. 37 e 39.
Lotera Extraordinaria do Yji-
rangn-0 4 e ultimo sorteio das 4 e 5 aerase
I mBvn y

r*


4
Diario de Pernambuco---Quinta feira 13 de Maio de 1SJT6


.

.





68
deita importante lotera, cujo autior premio de
160:000*000, era extrahida a 12 de Junho proxi
xoo.
Acbam-se exposto a venda os restos des bilhe-
tes na Caaa da Fortuna, 4 ra Primeiro de Marca
n. 23.
Lotera da corteA 4 parte da 364 lo-
tera dacorte, cujo premio grande de 100:000*,
era extrahida no da de Maio.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Felis,
praca da Independencia ns. 87 e 39.
Tambem se acham vendana Casa da Fortuna,
a roa Primeiro de Marco n. 23.
aiadooro publico. Foram abatidas
no Matadouro da Cabanga 75 retes para o consu-
no do da 11 de Maio
Cemlterlo qubllcoObtuario do dia 5 de
Maio:
Manoel Fraucelino, Pernambuco, 25 annos, sol
teiro. Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Manoel Jos Rodrigues de Sant'Anna, Pernam-
buco, 18 annos, Boa-Vista; insuficiencia ni-
tral.
Francisca Mara da Trin^ade, Pernambuco, 85
annos, solteira, Boa Vista; esmagamento da
perna.
Josepba, Pernambuco, 5 meies, Santo Antonio ;
athrepsia.
Narcisa Maria da Conceicao, Pernambuco, 80
annos, solteira, Poco; dilataco artica.
Mana da Hora, 8. Jos pela subdelegacia.
Manoel, Pernambuco, 6 mezes, Graca; bron
chite.
Pautilia, Pernambuco, 2 annos, S. Jos; in-
flammacao intestinal.
Caetana Quintino Galhardo, Pernambuco,
annos, catado, Graca ; apoplexia.
Pedro Duarte Rodrigues Franca, Pernambuco,
2o annos, solteiro, Santo Antonio ; pneumona.
Chrispiniana Mana da Conceicao, Pernambuco,
30 annos, viuvo, Boa-V sta; f.bre perniciosa.
Jeremas, frica, 60 annos, viuvo, Boa-Vista ;
bypsemia.
Antonia Maria da Conceicao, Pernambuco, 18
annos, solfrirs, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Laurndo, Pernambuco, 50 annos, solteiro, Boa-
Vista ; homorrhaga cerebral.
Maria do Carino Leonor Lcmos, Pernambuco,
30 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
p Gabriel, Pernambuco, 1 anno, Afogados ; ente-
ro-colite.
Fernando, pelo subdelegado.
6
Maria, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos; convul-
soes. .
Alfredo, Pernambuco, 14 mezes, Recite; ente-
rite.
Gertrudes Gomes, Pernambuco, 14 mezes, S.
Jos; anazarca.
Severina, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista; en-
tente.
Melchiades Francisco da Costa, Pernambuco,
37 annos, solteiro, Santo Antonio; gastro-hepa-
tite.
Antonio Joaquim de Sant'Anna, Pernambuco.
40 annos, viuvo, Boa-Vista ; ascite.
Jos Pereira da Silva, Rio-Grande do Norte, 55
annos, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
aes.
Josepba Maria da Conceicao, Pernambuco, 22
annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
CHRONICA JDDICIARIA
Tribunal da Kelaeo
^.SESSO ORDINARIA EM 11 DE MAIO
DE 1886
PRESIDENCIA DO EXM. SE. CONSELHEIRO
QUINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Codito
As lioi as do costume, presentes os Srs. desem-
bargada es em numero legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente
' Em seguida o Sr. desembargador Alves Rbei-
ro, pediodo a palavra p-'la ordem, propoz que se
mencionasse ni acta um voto de pesar pelo falle-
cimento do Ezm. Sr. conselheiro Francisco Do-
mingues da Silva, que teve lugar no da 9 do cor-
rente, voto de homenagem ao magistrado que tan-
to bonrou a sua carreira, deizando neste Tribu-
nal provas inequvocas de seu carcter publico e
particular, o que fui unananimemeute approvado.
Distribuidos e passados os fetos, deram-se os
seguiutes
JLGAMENTOS
Jabeas corpus
Palente .
Manoel J s da Ressurrecao.Mandou-se sol-
tar, contra os votos dos Srs. desembargadores Pi-
res Goncalves, Monteiro de Andrade e Pires Fer-
reira.
Jos Joaquim da Silva e Jos Antonio Montei
ro da Silva.Mandou-se informar o juiz de drei-
to do 2o districto.
Antonio Tiberoio de Mello. Negou- te a or-
dem, unnimemente.
Recursos crimes
De Iguarass Recorrente o juizo, recorrido
Manoel A. V. da Cunba. Relator o Sr. conselhei-
ro Queiroz Barros. Adjuntos -os Srs. desembar-
gadores Pires Ferreira e Toscano Barreto.Con-
verteu-se o julgameuto em diligencia.
Do Pianc--Recorrente o promotor pub'.ico ba
charel Joaquim Theophilo Ayres da Silv, recor-
rido o juizo. Relator o Sr. conselheiro Queiroz
Barroa. Adjuntos os Srs. desembargado es Pires
Goncalvs e Buarque Lima.--Deu-se provimectu
ao recurso, unnimemente.
Do Rec'feRecorrente o juizo do commercio,
recorrido Duarte Lins Machado. Relator o Sr.
desembargador Buarque Lima. Adjuntos os Srs.
desembargadores Alves Ribeiro e Pires Ferreira.
Sao se tomau conbecimento, unnimemente, por
nao ha ver recurso de recurs.
Aggravos de peticio
Do comraercio d> Recife--Aggravante Luduvi-
eo Gom;s da Silva, aggravado Marques Gomes
Pedrosa. Relatar o Sr. conselheiro Araujo Jorge.
Adjuntos os Srs. desembargadores Monteiro de
Andrade e Toscano Barrito.Negou-se provimen-
to ao aggravo, unauimemeute.
Do Recite Aggravantes Tavares de Mello,
Genro & C, aggravado Francisco Manoel da Si-
queira Cavalcante. Relator o Sr. desembargador
Monteiro de Andrade. Adjuntos os Srs. desem-
bargadores Buarque Lima e Toscano Barreto. -
Nao se tomou onheeiinento do aggravo, cooira o
voto do Sr. desembargador Buarque Lima.
Do commercio do Recife Aggravaote Jos
Prxedes dos Santos Cavalcante, aggravado Jos
Carneiro da Motta Silveira. Relator o Sr. dea
embargado! Pires Goncalves. Adjuntos os Km.
desembargadores Toscano Barreto e Pires Fer-
reira.Deu-se provimento ao aggravo, unnime-
mente.
Do commercio do Recife -Aggravante Luiz de
Paiva Lopes, aggravado P. H. Tmermann. Rela-
tor o Sr. desembargador Alves Ribeiro. Adjun
tos os Srs. desembargadores Monteiro de Andra
de e conselheiro Queiroz Barros Negou-se pro-
vimento ao aggravo, unnimemente.
Aggravo de instrumento
De Atalaia tggravante Bellarmino Curris
de Souza aggravado Paulo Jacintbo Tenorio. Re-
lator o Sr. desembargador Monteiro de Andrade.
Adjuntos os Srs. desembargadores Pires Ferreira
e Alves Ribeiro.- -Converteu-se o ju'gamento em
diligencia.
Appellacoes crimes
De GoyannaAppellante Francisco Flix dos
Santos, appellada a justica. Relator o Sr. des-
embargador Pires Ferreira.Confirmou-se a sen-
tenca, unnimemente, e decretou-se a responsabi
lidade do escrivao do jury.
Do Brrjo--Appellantes Jos Pereira de Barros
e outro, appellada a justica. Relator o Sr. des
embarcador Pires Goncalves Deu-se provimento
a appellacao para se annull.ir o processo da for-
macao da culpa, unnimemente.
Do RecifeAppellante o juiz de direto, appel-
lado Albino Antonio D;as. R lator o > r. desem-
bargador Alves Ribeiro.Mandou-se a novo jury,
contra o voto do relator.
Da Parahyoa Appellante o juiso, appellado
Capitulino Jos Rodrigues dos Santos. Relator o
Sr. des mbargador Alves Ribeiro. Mandou-se a
novo jury, unnimemente.
PASSAGENS
O Sr. conselheiro Araujo Jorge, como procura-
dor da cora e promotor da justica, deu parecer
nos seguintes feitos :
Appellacoes crimes
De Palmaies Appellante o juizo, appellado
Antanio Goncalves de ^iqueira Granja.
Da Palmeira dos IndiosAppellante Bernar-
dino Alves de Souza, appellada a justica.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Tojcano Barreto :
Appellacao crime
De Bom Jardim Appellante Munoel Muniz
Falco, appellada a Justina.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrde :
Appellai;ao civel
De Alaga do Monteiro--Appe lante o tenente-
cor nel .Miraoel ordeiro dos Santos, appellados
Vicente Ferreira la Costa e outros.
Do Sr. desembargador Pires Goncalves ao Sr.
desembargador Alves Ribeiro :
Appellacao crime
De Palmares Appellante o juizo. appellado
Joao Mendes de Barros.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
conselheiro Queiroz Barros :
Appellacoes crimes
Da IndependenciaAppellante o juizo, appei.
lados Candido Thomaz da Silva e outros.
De Asseutbla Appellante Antonio Henrique
de Faria, nppel.ad- a justica.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. conselheiro promotor da jus
tica :
Appellacao crime
De Goyaona- Appellante Villardo Justininno
Carr.t iro da Cunha, appellada a justie-.
Mandou-se promover a babilitagao na
Appellacao civel
Do Recife Appeilante J lo Alves da Silva
Guimares, appellada a junta administrativa da
Santa Casa de Misericordia.
distribuicOes
Recursos crimes
Ao Sr. desembargador Toscano Barreto :
De CamaragibeRecorrente o juizo, recorrido
Francisco Antonio de Mello.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De CamarkgibtRecorrente o juizo, recorridos
Jos Francisco Ferreira e outros.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Bom Jardim -Recorrente o juizo, recorrido
Man >el Marinho de Souza.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De Cimbres Recorrente o juiz?, recorrido Igna-
cio de Paiva Mello.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
Do RecifeRecorrente o juizo do commercio,
recorrido Joao Pereira de Siqueira Braga.
AoSr. desembargador Alves Ribeiro :
Do Recife Recorrcntes o juiso do commercio e
Jos Cini, recorrido c juizo.
Aggravo de peticao
Ao Sr. conse'heiro Queiroz Barros :
Do !'ccifc--Aggravante Bemvinda, liberta, por
seu curador, aggravado ojuizo de orphaos.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
Do Recife*ppellante o bacburel Aureliaiio
Augusto Pereira de Carvalho, appellado Jeto Al-
ves Pereira Lima.
Da Gloria de Goit -Appellante Joo Goncal-
ves Pereira, appellada a jnstic*
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Dr Bom Jardim -Appellante Jeaquim de Al-
buquerque Grada, appelli-dos Joao Barbosa da
Silva e i utros.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
De SerinhaemAppllante o juizo, appellado
Luiz Franc seo da Silva.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
De S. MiguelAppellan'e Antonio Bernardo
dos Santos, appellada a justica.
A o Sr. desembargador Aves Ribeiro :
Da Parahyba-Appellante o juizo, appeilado
Manoel Vicente da Costa.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Do Recife -Appellante o promotor, appelludj
Migue) de Torres Gilindo.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De TimbabaAppelllante Manoel Goncalves
de Souza, appellada a justica.
lo Sr. desembargador Toscano Baireto :
Da Gloria do Goit Appellante Bellarmino
Jos dos Santos, appellada a justica.
Fsi distribuido ao 8r. conselheiro Queiroz Bar-
ros o processo de responsabiiidade contra o ex-
juis de direto da comarca de Traip baeharel
Antonio Euclides da Silveira.
Appellacoes civeis
Ao Sr. desembargador Oliveira Mauiel :
Do RecifeAppullautes Alberto Ya* C., ap-
pellado Antonio Machado dos Santos.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Du Rcife- Appellante D Maria Jos Pereira
Rosado, appellado o juiz i dos futo.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
D- P.nellas Appellante Flix Pestaua da Cos-
ta Jnior e outros. appellado o juiso.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
De C-tmaragibe--App-'llame ojuizo. appellado
Joaquim l'asimiro de Mello.
Bncerrou-se a sessao as horas da tarde.
11'BLiaCOES A CEDIDO
peetos. Todas as verbas de despeza foram
rigorosamente apreciadas, e reduzidas ao
indispeneavel, de modo que nao se pertur-
bassem os servicos pblicos. Foi revista
radicalmente a previb&o da renda dos im-
postas, fazendo-se novo calculo para cada
urna das fontes de receita, de sorte que ti-
cass8e sempre inferior ao rendimento de-
nunciado pela media dos ltimos exeri-
cios liquidados. Crea rara se novas fontes
.de receita, tendo-so em vista o principio
capital de que nao convioha prejudicar as
forjas productivas da provincia. Atten-
dendo se, alias, a todos esses escrpulos,
fii-ou a deeptz* pra o anno corrente rix i-
d em 49 :046)57y9, e a rece.ta em ....
553:l5l5799: tomou se, pois, evidente o
saldo de 62:405|$000, baseado em solidas
probabilidades
Accrcsce que o projecto de orcamento
subi i sanecilo, sera nrnhama emen-
da ; todos os proj'-ctos delles desligados,
dunnte a dis.iussSo, subiram para a sanc-
j5o, cora a forma facultativa de autorisa-
c5es.
E' sabido que todo esse trabalgo fez se
sob a direccSo do Ezm. Sr. Dr. Bandeira,
o qual encontreu, por paate da raaioria
conservadora da nssembla, a melhor von-
tade para acompanhal-o, prestando-se a
Comparecer em repetidas reuni5es que se
celebraram no pala;io da presidencia.
Comparando-s o altual ornamento com
o que foi votado para 1885 v-so que
houvc, na despez, urna differenya pira
menos de 82:181^177 ; ao passo que, na
receita, houve tira augmento do........
26:408^799. Comparado o orcamento vo-
tado com o projecto em diseussto, nota sk
na despeza a diiomuicao de 9:300)5279, e
na receita augmento igual aquello, porque
o projecto nao era mais do que urna copia
da lei do orjamento de 1885, na parte re-
ferente receita.
Cumpre aqui assigaalar que, no obstan-
te ter havido diminuijao na d'speza orja-
da foi meiburali a dotucao da verba des-
tinada forja policial com 20:000;>000, e
creou-se a verba especial de 10:0 J0;50U0
para a illuminacuo da capital, benofi. io
inestiraavel para a priraeira cidade <\.. pro-
vincia, que passava pela vergonha de ser
talvez a nica capital que nao guzava da-
quelle importantissimo iiiulhoraiuento.
A apreciajio -riteriosa da ri-nda prova
vavel dos imposto* um trabalho iinpor
tanta, que poder servir ds base para o
roullinramcnto progressivo dos ornamentes
futums da provincia. Sobr>i a base dos
trabalhe'S orgaiiisadnn no th'souro, aquel!
calculo foi elaborado, de aceorlo com S.
Exo., pelo administrador do eontula io e
p^lo 1* csciipturorio noel Evangelista, dous Fiinccionarioa z i >
sos e ir>telligei;t"s colluboradorcs do S
Ex-. Atada que. pussa u filiar il";iiin..s
das picviso-s, fui to larga a inarg-m que
deix.)u-s* para o saldo qu ih-uii> u hy
pothese de diminnijai) notavel n-i r-cci'.i,
perraanec.cr o equilibrio entre olla e ais-
peza. Deve-se, entretanto, ponderar qae
algitns imposios d trie nce8aarinenta ren-
ully ignora querai seja Tabyra & Pery o la- ,l;l cuperior ore uU, e,n vista da boa ar-
nta ate nao poder igualal os no e*iylo e no ta- ._ i__ -c
Cartas ao presidente da pro
Tela
V 4
Eis me, Sr. redactor, anda urna vez solicitando
um cantinhonas columnas do seu jornal, e se isso
faco nicamente para honrar o illu-trado Y. que
appareceu boje respondendo aos meus despreten-
eiosos artigos publicados sob a epigrapbe supra.
Atravez das bastes d'aqnella singela letra pa-
receu me lolingar a figura sympathica de um dis-
tincto cavalhi-iro a quem nunca sern demais as
as provas de eortezia e de consideraco.
Y. pri.vou :unda urna vez quito fraca a causa
que lentou defender.
Seu estylo sempre Huente, seus argumentos
sempre cerrados, dcsta vez atraicoaram-n'o e S. S.
mais pareceu im lorai a compaixSo do publico
para a causa que tentou defend r, que provocar
um juizo severo e imparcial.
S- S. chama em seu auxilio, ora a assnciacao com-
mcrcial, i ra o proprio commercio, e esquece que
esta fui justamente quem tem tudo a perder e
quem mais queizas tem levantado contra o mo-
roso, complicado e violento modo porque procedeu
sempre o Consulado na arrecadacao dos impostos.
Nao era raro annuir-sc sempre, no Consulado,
invertido o axioma jurdico da odiosa restringetf!a
e portanto em gyro o excesso de zelo de que fallei
em una das minhas ultimas cartas.
Appella Y. aind>; urna vez para a inconstitu-
cionalidade do antigo imposto de consumo e quer
fazT assim esqueeer que S- S. sempre negou essa
inconstitucionaiidade, e se assim, porm, nao acon-
teceu, S. S. oara ser lgico deve combater com as
mesmas armas o actual imposto do gyro porque
elle nada mais que o m*smo aitigo imposto de
consumo apenas mascarado e com a rara virtude
de ser miis vexatorio na sua arrecadacao.
No fiz carra ao iligno Sr. administrador do Con
sulado, como Y. insina, nem de ignorancia dos
regulsmeutos da Alfandega, nem de co-participa-
cio nos regulamentos ltimamente expedidos, e si
em outros tempos a 1* va de despachos, antes de
paga, ia ao Consulado para nella ser lancada a
nota do pagamento do imposto provincial, isso foi
expressamnntj prohibido pela ordr-in do Thesouro
de 25 de Outubro de 1878.
Julga aiuia Y. dedaro80 para a provincia, que
seja'n pela Alfandega arrecadados os impostos
provinciaes, entretanto a provincia da Buhia, de:-
de a benfica e inulvidavel presidencia do Dr. La-
cena, eoinmetieu esse servido sua Alfandega, que
anda boje arrecada os direit >s de ioiportac^lo .
exportaco e, 8. S., creio, nao querer dizer que o
Dr. Lucelia pretendeu deslustrara provincia que
com tanto hrilho administrou.
Terminando, Sr. redactor, nao passo dexar de
reeti;'car engao i.m que labora Y. qoaudo sup-
poe que Sully, Tabyra t Pery sao um e o mesmo
individuo.
Sr, Dr. Benevides mereceu,. portan
approvacSo dos amigos do adminUtrajao.
Esse imposto do 3 "\0 alias menor
do que o cobrado, pelo mesmo titulo" era
slgumas provincias visinhas, sob o titu-
lo de imposto de giro.
Exposta em synthese a historia do ac-
tual orcamento e o pensamento *iue pre-
sidio sua confeccSo, tornase manifest
que o Exra. Sr. Dr. Bandeira assignalou
o cornejo de sua adra nistrajo com ideas
pratieas e cautelosas providencias, no sen-
tido de tornar proveitosa a gerencia das
financas, reduzindo- a urna redidade. E',
com ofF'-it", o orcamentn a medida por on
da se p ie aquilatar a scriedade da um
govorno. Quanto maior o cuid do que
so poe na sua confeejao, e mais rigorosa
a sua observan ia, tanto mais se -e Ija o
mrito da administrajao. Por esse lado,
nenhuraa censura apreoiavel se pode le-
vautar contra o actual administrador.
l'ma lagrima de saudade
D. MABIA DA PKNHA DE SIQEIRA CA-
VALCASTI
Ma's urna flor crestada pelo voraz sopro
do destino I.....
Mais urna lira pida luz que se extingue
pelo vendaval da mmeosidade '.....
Mais uma vida preciosa nos c arrancada
prematuramente do seio do sua desditosa
rai e do tantos parentes que a apreciavam
por suas nobilissimas qualidades e os quaes
anda com os corac5-s maguados pelo ter-
rivel golpe que, ha pouco mais de ura auno,
soffrerara com o passamento de Anna C.
Cezar de Anirade, o verdadeiro anjo do
lar, p)r ter sido esposa carinboaa, filha
obediente o mili estremecida a ex'remosa,
acabam de receb-r mais este cora o desap-
par^oimento de Maria da Penha de Siqu-i
ra Cavalcn:i, quo era o consolo e espj-
ranja de sua inconsolavel m; I.....
E 'n que oecasiio ?
Aos 21 annos de idade, na primavera
da vida e quando o porvir se lhe apreseu-
tava ridente e esperancoso !... Ol fata-
lida le! qiao dura o terrivel s !....
Por mais quo pensemos a razao de tua
nareba, mais obscuros ficatnos; pois te
aobantoa fria e mpanetravel cuno um do-
gma mysterioso 1. Por ra is que pre-
paremos o espirito para sondar a eam do
.l-str j is que faz-s em tu i carreira, ne-
nhnma jusifi ativ i le en ontramos!
Picamos intcram--nie deserentea o s
es r*ataa dfir; pota at a r*zAo nos fal
lace, e sem olla tu-lo a-- dfinha !........
Sin cra.iiiente commovidos, desfolhamos
goivos e s.iuda les n laemoria do arijo qu-
acaba de deeapparecer, e sua inconsnla-
vel aifti a r.'s ntamos nossoa ordiiespe-
zuu-s..........................
Bequicsi at in poce.
..^^TgMB&SC-*
menta at nao poder igualal
lento.
Anda Y. fui injusto quando pretende que Suliy
nio 'e'" sincero, nem de boaf, s Y. soubesse quem
seja Sully u=t ni certo nao arriscara tal enaceito,
porque sena cruel para quem v no Dr. adminis-
trador do C'nsulad", lypj do funccionario hon-
rado e ntelligente, apenas detcndenJo uma causo
m c de antcmao perdida.
Suliy.
iCoha coiamereial de ernan
l>uco
EECIFE, DE MAIO ^)E l8t>
As tres horas da tai de
OofaeSe* uif.ciaes
Cambio sobre Lo. i:^., 90 d/v. 2 d. por 1$. do
nano.
Dito sobre dito, vista, 21 3 4 d. por 1000, do
banco.
Cambio sobre Pars, a vista, 437 rs. o franco, do
banco.
Cambio sobre o Porto, 90 d/v. 142 0/0 e premio,
do banco.
Cambio sobre Lisboa, vista, 141 0/0 de premio.
Pelo presidente,
Candido C. (i. Alcofnra e.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lcmos,
i publ; s
Mea e Maio de :886
Al^FASDEQiDu 1 a 11 dem .e 12 226:5 3^044 22 115.039
- ^ i 248 668A083
Recebedobia !)- 1 a 11 u de 12 16:281906 1:361.176
17643,082
Cossulado PaOVWOIAL D: 1 a 11 dem de 12 55:166-760 3 657709
.''8:824469
Rbcfb dbatxaob -r>e 1 a 11 dem Je 12 8:505*753 1:989
10:195.049
iKSPACUS DE BXPuKTA(,iJ
:'^i 11 de Maio de 1SS6
Para o exterior
Xo brigue portuguez Armando, carrega-
ram :
Para o Porto, M. Lima it C. 636 couros salga
dos com 7,632 kilos.
Para o interior
No brigue inglez Haabet, carregaram :
Para o Rio Grande d> Sul. P. Carneiro 4 C.
600 saceos com 4"i,00H kilos de assucar branco e
500 dits c m 37,OO ditos de dito mascavado; P.
A. de Asevedo 100 taceos com 7,500 kilos de as-
sucar branco.
Na barcaca Nazinlta, carregou :
Para Mamanguape, F. L. Meira 40 ssccos com
ferirha de mandioca.
Na bsreaca Silvira, carregaram :
Para Mossor, E. C. BeltroiC. 5 barricas
com 186 kilos de assucar braceo e 1 pipa com 480
litros de agurdele.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios tc.hidns no 'Ha 12
X w York-Barca norueguense Pr ducent,
c pitito J. T. Ivcns, carga assuear.
IIullLugar norup^uense Correo, capit2o
(). Iversen, carga .Igodao.
Barbados -Patacho ing z Altee Ada, ca
pitSo David Cassey, era lastro.
Observacdo
NSo houve entrada.
VAPORES ESPERADOS
Ipojuca
Gnaly
Trent
B Ktmeny
fala
Espirito Sanio
Finance
ViUe de Maoei4
S. Francisco
Desterro
Para <
Valparaso
Tagus
Senegal
Ceor
Portuense
La Plata
do norte boje
da Babia .manha
do sul amanb
de Trieste a 15
do norte a 16
do sul a 16
do n.rte a 17
da Europa a 19
do sul a 19
de Hamburgo a-20.
do norte a 23
do sul a 24
da Europa a 24
do sul a 25
do sul a 6
de New-York a 28
do sul a 29
I'arahyha. 3 ec Abril
FIXAXgAS PEOVISCIAES
(Do Jornal da Parahyba)
II
Quanlo se inieiou aajtual administrajao
approximava-se ao seu termo a 2* secjao
da legislatura provincial que iindou. Fal-
tavara apenas dez diis pora o encerramen-
to dos trabalhos, e anda nilo eetava ulti-
mada a Ia discusso do projecto do orja
ment. O raesrao co-n as outras "leis an-
nuas. Tendo se inaugurado a nova situa-
jo poltica a 20 Ju ag,sto ilo anno passa-
do, adiando se apenas comejadosos traba-
lhos da assembla provincial, pareca mais
natural que o presidente liberal usasse do
recurso legal do ac'iaint'nto, para que seu
su -ceasor podesso entmderse de'i-orada-
naente coiu a raaioria conservadora. Entre-
tanto, no se lanjou ni5o desse recurso, e
quasi dous raez3s foram estrilmente pfr
didos.
Niio preteQdera.>s irrogar ao Ilustre an-
tecessor do Exm. Sr. Dr. Bandeira a cen-
sura de que assim procedeu inteocional-
raente, atm do crear diffi :uldades ao seu
successor. O c?rto que, asaumindo a ad-
imnistrajao de uma provincia onie chega-
'a pela priiueira vez, e cujos neg ios
nunca havia estudado, com a attenjao so-
licitada para as mltiplas exigencias poli-
ticas, oriun las da necessidade de reorga-
nisar a administra;ito no sentido da nova
litnacao pela snbstituijao da polica e dos
unccionarios dj iaKBediata confianja,
achou-se o actual presidente na contin-
gencia de, dentro do pouuos lias, entre-
gar-se a trabalho improbo, no intuito de
analysar o proje,-to de ornamento que se
discutir em 1886, sem prejuizo dos ou-
tros encargos da administrajao.
E' corto que S. Exe. encontreu auxi
liares prestantes que rauito o coadjuvaram;
mas foi m ster extraordinaria actividade
para refazer na for.ua e no fnndo o allu-
i lo projecto, conso^undo qae a assem-
bla se encerrasse cora uraa prorogajo de
pouco mais de uma semana.
O proje to fixava a despeza em......
500:317^073, sera incluir quota para o
pagamento dos juros da divida do Banco
do Brasil. A desp -za s fora orjada por
parodias, de sorte que nao se fazia idea
exacta sobre a maneira por que seria li-
quidado o exerci.io. A receita provavd
som nava 527:0430000. O sallo era intei-
raniente Ilusorio, porque uem o projecto
de orjaraento confor nava na parte da des-
peza cora os documentos apresentados pelo
thesouro, por havsrera sido excluidas des-
pezas era exeUjSo, sera fallar da que as-
signalamos; nem o orjaraento da rejeita
poda passar sem reparo, havendo mani-
fiesta equivoco na apreciaco da renda dos
diversos inpostos, calculados uns muito
abaixo, outros muito cima da media do
rendiment) nos t es ltimos exercicios li-
quidados. A confusito do projecto n3o per-
raittia, de resto, dassifi.-ar os impostos
para facilitar a discusssao.
recadajao qm udo.
Para faaer faca aos grandes encargos
que pjsam soore o thesouro, em uraa pro
vincia oade a maior parte da despega c
absorvida cora O pessoal, que nit pode
sem injustija ser dispensado, tornou-s B"-
ci ssario augmentar algumas fontes de ren
da cercar novas. Nest<; pontio patriotismo
da !issorr.b!i provindal foi digno de tio
Ilustre carporajilo. J o pr-si lento lib
ral reconhecera a nncesaidade daqu^ila
providencia no relatorio que leu pirante i
assembl'. Des le qua o crdito abalad
da provincia nao lhe permittia coutrahir
e.uprcstimo, nem tentar quilque operacAo
financeira, era forjoso fazer o sacriticio d
augmentar as irnposijSe*. O Ex u. Sr.
Dr Bandeira coll.cou-so no mcs'iio pouto
de vista do seu antee s=or, o fd o s:n
embargo de estarem prximas duas cl-i-
joe8, a provincial e a gral, e t-ndo alias
a certeza de qu qualquer augmento seria
explorado contra o s-u partido, cono ins-
trumento de opposicSo ou arma deitoral, o
que effe.ctivamente suuceiieu.
Entretanto, o* noss >s adversarios nilo
advertiran qus o actual pre*iid-c,t pedio
aos seus amigos poli ti -n>s ra^nos do qu o
Kxra. Sr. Dr. BdtrSo havia p-di lo aos
seus adversarios.
Lo obrara o Kxm. Sr. Dr. BjtrSo: Io
o attgraento at o dobro da taxa do diciinu
de gado ; 2o mais roci por cento sobre o
assucar; o i l'-ra sobr o algodlo j 4o a
tex addicional le 10(0 sobre renda
dos impostos ; 5o a elevacXo
o
*Mi0aWls2BUlm
Agr O. D-linira II.ilini de Siqu>'iri Cavalcaite e
leus par. lites, (iesagradavelm ote iinpressionados
pelo paasaaMato premituro de sua inditosi e nun-
ci ;.s. .1 .-horada Silla e p-ircnta, D. Maria da Jc-
alia Siqueira Cav.i'caiiie, .in Itamb, nil i pode.n
drixtr de agradnenr protundamente aos que, na-
([oella cidade, a ac 'inponb .r .m em transes tilo
.lolorosos, quacs os da tcrvel ni. 1 ;sti i, qu-! to
cedo c.vou lhe a sepultara.
Aos lnoitant-s aquella circuinserpca), pois,
c especialateata ao Lusa. Sr. Dr. Caroliao, Sr
Candido (. ncalves e suai Exinas f nni'ias, ao Sr.
m.j Balduino, fue to ineansavel foi no einpre-
TO de laedica&taat > attinent.'S a debellar a mo-
featia, savia-Ibes a ini lufcliz a sua eterna gra
t:dio.
a
;cs[o
da
taxa subrj couros; 6o ama dedaccao so
bre os vcnciineu'.)S dos empregados pro
vin iaes. De todas esaas meiidas extraor-
dinarias s foram aoopta a 4* e a Ga, reando-se ura imposto ad 'i-
cional de 10[0 sobre a arre --adayao pro-
vincial, -e clcriiizindo-se 5 [0 dos ven'-i-
mentos dos empregadoB. A primeira me-
dida offerecia a vantagem de ser fcil e
inmediata cxscujao; a segunda era um
sacrificio que se exiga dos servidores da
provincia, em favor dos quaes se tera pro-
curado envidar todos os estorbos para que
sejam puntualmente pagos os seus venci-
llentos. Quanto taxa sobre couros, foi
apenas augmentada com 4 [0, em vez de
eer elevada r.o dobro, como propunha o
presidente liberal.
Alera destas alterajoes na receita, pe-
queas modificajoes foram adoptadas que
concorrem para augmenta) a, por '-xoraplo,
a suppressSo da xcepgao em favor dos
pastos cercados para o gado que se refaz,
a supprcssao da isenjao da decima para
os proprietarios que habitara as -asas, e
outras.
De todas as medidas novamente adopta-
das, uma nSo entrou no plano que apre-
sentara o Exm. Sr. Dr. Belt-So ; foi a ele-
vaj3o a 3 [0 do imposto cobrado sobro o
prejo das facturas de mercaderas trans-
portadas por mar para esta provincia. A
iniciativa desta proposta parti de ura dos
Ilustrados merabres da opposijao, o Sr.
Dr, Benevides, o qual, sem se deixar
dominar por qualquer pensamento partida-
rio, aoxiliou em alguna pontos a disrassao
co orjamento. Sendo um imposto de fa
ciliroa iirrecadajSo, e que vem pezar igual-
mente sobre os contribuintes, porque os
negociantes que o pagam sao inderanisados
depois pelos compradores, era prefer ve!
aceital-o, a sobrecarregar com o augmento
To o projecto do orjamento foi refundi- da taxa de exportajSo a tao agorentada
do. Deu-se classiScajao regular acs im- produejao da provincia. A proposta do
Que molcsli i teatles ?
H. n.t
Centenares de variedades de molestias podem-
se attribuir ao mtontsgo Para cala um ou touas
ellas, o senso c^minuin nos demonstra, que a me-
dicina qoc restaura aqu^lle orgao a- seu estado
natural le vigor, o verditeiro r.'iiieli). Seo
viis i cooinu.n des-ja sber qu-- r.'ineii i esse. a
experiencia r pxxtde : sao as pullas asqueara las
da Brist-il. O qu- nao faltain sao ca'.harticos, po
rin a a .n .-.iscnna porta delles sao produzem um
allivio pissageirr e moitoa di-Mes sao peri^osos.
K' ir;! vi-sat melbor dixar o livre carso dis-
p-psia, o que tentar cu ral-a com meren.-io. Esses
re:n.iln> assim intitula tos arrmnwn o doente-sin
da muito rntis rap-dam-'ute, d> que a projria mo-
I- SUS -l nao aeoatees assi-n com as pilula-i assu-
cnraliS i- Bristol, iis quaes devem a sua grande
eficacia aos extractos fegetaas.
Ho o ngado nao est em ordem, ellas prompta-
incot refOlaiD seos intestinos se achara obs-
Straidos, ellas r-inov.'in as obstruego 'S ; se o esto-
mago est iasapas da u na pcif-ita digestao, ellas
lhe dij o ueaessario tun s ivaeidads.
Ellas acbam-SO mettidas dentro de fr.i.-qiiiiib is,
e por i -o o sui coii3trv-ac,io durav.l em todos os
clima i.
E a todas ;is molestias aggrava.las ou prove-
uieatcs de impureza do sangue, a sisaparnlha de
Brst I, deve de ser tomadu conj ruciamente uom
as pillas
Aeon-se i sends en todas as prineipaes boess
c I.'jas de irosas.
Agentes sm Pernamboeo, Ilenry Porstei & C
na ilo Commereto n. t.
X. 7. \ GmoJaloda Ssott o methor re-
medio at boje descob-rto para a cura da
tiuca, bronohites, escrjfulas anemia, ra-
cliitis e debilidade era geral ; tainb:ra o
ura curativo infallvel para os defluxos,
tosse ebronica e :.fFV:jois da garganta.
SifillO COMBA 0 FIM.0
Comiwciantet responsaueis e outras pes-
soas que desejarc-ra segurar as melhores
Coinpanhia Britnicas e Europeas dev.;-
r2o dirigir-se aos Srs. Atkinson & C, cor-
redores de s?guros, N. 23, Cornhill. Lon-
dres. Inglaterra.
As ordens deverSo ser a :ompanhadas do
plano !o e icios, indicando a chsse de
nateriacs de que sao construidos e tara
bein as seguintes particularidades a clas-
se do propriedade proposta para o segurb-
ro valor total do raesrao e detalhes de ou
dos seguros sobre propriedades da mesraa
escripeo.
A aula mixta p articu-
lar
Francisca Marriniana L. Carneiro participa asa
pais de familia, que sua aula abrir se-ha no dia
12 do corrente : qnem de seus prestimos precisar
pode dirigir-se rna do Visconde de G> yaona a
21, que entender- se-ha com a mesma.
Ao publico
_ Os abaixo assignados, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas industriaes e rtulos das
suas preparai;oeH na juuta commerciai do Rio de,
Janeiro de conf rm'dade con. as prescripees das
leis do imperio do Brasil, declaram e participan
aos ntercssalos, que como nicos proprietarios,
tem direto exclusivo de usar as marcas indus-
triaes e rtulos relacionados com manufactura,
fabricado e venda das s-guines prepara.oes;
Agua de Florida de Murray e Laman.
Tnico Oriental.
Peitoral de Anacahuita.
Patilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Lanman & Kemp.
Emulsao de oleo de figado de bacalho com hy-
pophnspbtes. de Lanmam & Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira marica de Bristol, e
ungento de aveleira marica de Bristol,
e que, portanto, perseguirao a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas marcas industriaes e
rtulos, procurando que sejam castigados com teda
a severidade da lei.
Tambem acautelamos o publico contra todos
aquelles que intentam substituir as nossas prepa-
racoes cima mencionadas com artigos falsificados
que levara rtulos ou marcas industriaes que imi-
tara as nossas.
Lanman & Kemp.
c,
Usinas de cobre, iatiln p. bronze ee d
Golitzer Ufer n. 9 Berlim S. O.
speealidade:
Construcpo ile machi-
nas c apparelhos
para frnicas de assucar, destllaj3es e re-
finajoes cera todos os apcrfsjoamentos
modernos.
INSTALLAQA DE:
Engcnhos de assuear completos
Estabelecimont.i filial n. Havana sob a
mesma firma de C. leckmann.
C. e San Ignacio n. 17.
nicos reprcsenianles
Haupt Gebra'Jer
EIO DE JANEIRO
P.ira inforinajoes dijijarasp ai
Pohlman &C
M ilo Goumio 110
Collc^io Parthenou
Ra Voltin ii. IO
As aulas dcsie collegio esto fuuccionando, ad-
mitte alumnos internos, externos e meio pensio
nistas.O director,
Ovidio Alves M maya.
COLLEGIO
OE
\ossii Senhora das Victorias
RIJA DO HOSPICIO N. 10
Directoras:
M o.;. Blan-he d'Herpent Crgo.
Baroneza V. d'Herpent.
Este collgio tem ptimas accomnodagoes para
uluinaa- internas e um eorpo docente de r-conbe-
cida capacidade.
\aropc de M;il-niat
O Mat-mat (lecyth ? idatimon) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da flora
r-r.isileira.
E' um agento therapeutico poderosissimo con-
tra as molestias do peito e da asthma.
Os numerosos aSectadoi que delle tem feito usa
conseguiram um resnltado muito satisfactorio, aca-
bando por se reconheier que at hoj-; a melhor
preparacao para a cura da asCiaia, bron
cbite anthatattca. e anliga o oppren-
nciMt dispensado o emprego do arsenio, folhas
de estramonio e plantas narcticas que acabam
quasi s"mpre pelo abuso que delles se faz e mes-
mo pelo us > prolongado por produzir efiitos des-
astrosos sobro a sa ie e em geral entorpecimento
io cerebro.
Vndese na Bo'.ica Franceza de Riuqnayrol Fre-
res, successores de A. Caors
X. -i-llua da Crus-\. 5
ItECIFE
Licor depurativo vegetal iodado
1)0
Medico Quinte)la
Este notabilissimD depurau'e que vem precedi-
do de tilo gran le fama infallv I na cura de todas
as djcncas syphiliticas, escrofulosas, rbeumaticas
e de pelle, eooM tumores, ulceras, dores rbeumati-
cas, osteocopas e nevralgcas, blennorrhagias agu-
das e chronicas, cancros syphiliticos, iuflamma-
yoes visceraes, d'olhos, ouvdos, garganta, iutes-
ruos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
ou diathericos, assim como na alopecia ou q i da
do abeiio e as doencas determinadas por satu-
raein mercurial. Dao-se gratis folhetjs onde se
encentrara numerosas experiencias leitas com este
especifico nos hospitaes pblicos n nuitos attesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Faz-se
descont para revender.
Deposito em casa de Faria Sobrinho & C.
Ra do Mrquez de Oliuda n. 4!.
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meio da. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
OCULISTA
O Dr. Barreto Sampas. ra dico oculis-
a, ex-chefe de clnica do Dr. de W icker, d con-
sultas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Bario
da Victoria n. 45, 2o andar, excepto nos domingos
e das santificados. Residenciara do Riachuelo
n 17, canto da ra dos Pires.
Dr. Coel Lfiile
Dr. Mello Gomes
MEDICO-PARTEIR) OPERADOR
Ra do Barrio da Victoria [antiga
rita Nova n. 37) 1." andar
Dedica-se com especialid.ide ao cura-
tivo das febres, molestias de peito e das
Benhoras, syphils e estreitamentos da
urethra.
Consultas das 10 ao meio dia. Chuma-
dos a uualquer hora do dia ou da noite.
Telephone n. 259.
Medico, parteiro e operador
Residencia ra da Imperatriz n. 48, 2.- andar,
D consultas das 11 horas da mauua s 2 da
tarde.
Attende para es chamados de sua profisso a
qualquer hora.
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
I
m-
.
SJc^C^c
MKDICO
Consultorio e residencia ra do Livrameato
n. 311 andar. Consultas de 11 horas as 2 da.
tarde. Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades, febres, partos e molestias de
i vm y
\



ED1TAES
ir
Diario de PernambucoQuinta-feira 3 de Maio de 1886
Sebastian Muniz Basilio Pyrrho, rabit^o
< ommandante interino do 6' b .talho da
guarda nacional deste municipio e pre-
sidente fo conselho d* revisao da quu
liti< acao 'in parochia da Nossa Senhora
Ui S '> Poco da Pan- II, etc.
PC" s .b r oue, no lia 1G do eorr. nte, 4a 9 ho-
ras da maulla, s>- reunir o eonselhi it revisto
da qualifieac.. los guardas nacionaes, como detei -
minam Hb inetiuccoes n. 72a de 25 de Outubro de
1850 e regolMnenW n. 1130 de 12 dp Marco de
1653. do eoaaMtocio da iyr> ja mat-iz de NttaM Se
nh ra da S;-. le da dita parochia. en. "baarran-
c, da dwp -: o S 7 art 1 da le u 2395 de 1(1
de Seti'inbr de 1073.
Qui.rM do emmuando do 6 batalho, uo Pucj
da Pan. lia, en B de Maio de 1386.
ebastio Muniz Basilio l'yrrho.
O Dr. Adelino Antonio de Lunar Ftra,
official da Imperial Ordem da Rosa,
commendador da Real Onlem Portu
gu< za de Nosso Senhor Jess ('hristo,
ejuiz de D:reito privativo de ophaos e
ausentes nesta comarca do Rccifr, o seu
t(-rio por S. M. o Imperial e Constitu.
3MMM1 o 8r. D. Pedro II, a quem Dsus
gUard""-, etc.
Paco saber ais que o presente edital virern ou
d'elle tiverem conhvcimento, que na audiencia de
25 do Maio do c irr.-.-ite anuo, ir a praca a quem
mais der servtndo de b*se o preco da avaliacao a
parle do sbralo de 1 andar, ra do Hospicio
na fregmzia da Boa Vista, sob n. 71, ein solo pro-
prio, ero mo estado, e onde funccmnou a Facul-
dad; de Direito d'esta ci.U !, cora 26 metros e 70
centmetros de vio, "-'j metros 30 centmetros de
fundo, 8 janellas 1 porta, c-cheba uo pavimento
terreo, onde h i 5 salas, snguac e pequeo quintal
murado; 9 p irtas sobre varandis de ferro que
descincum obre saccadss de ferro t dentre as
qua-s uiaior a do teatro no 1" andar que tein 6
lt inte, as e 2 externas, graude eitio, que de-
vide can os que furain dos liuad >s Pinho Borges
e senador Manoel de Can-albo Pes de Andrade,
e em pirte de cnjo terreno passam es trilhos da
via-ferrea d'esta mcsina cidade de Cunda e a
Beberibe, 30:00000; rato que causa, para
que o da metade, possuido pelo casal inventariado
seja de lf>:00000<>, valor qae anda causa para
que a part ah potauida pela menor Sophia, soja
de 2505000 E vai a praca esta referida parte a
requenuiento da tutora da alludida m or e coto
autorisacao este juizo.
E para constar, mandei passar o presente que
ser publicado pela imprensa e atusado no lugar
do costume.
Dado e pafsado nesta cidade do Recife, aos 10
de Maio Je 17
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escrivao, o Cz es-
crever e subserev...
Adelino Antonio de Luna Freir.
i Vctor Alves Matheus, capito commandante
iut> lino do 7 batalho de iufantaria e presi-
nte do conselbc de reviso da qualificaco da
guarda nacional da parochia de Afogados, em
virtude da lei, Itc.
Psji constar quem possa interessar, que no da
lt do correte, s 9 horas da maubJ, no consisto-
rio da raatrii de Afogados, se reunir o conseibo
afiuj de proceder se a qualificaco dos guardas
ao -rvjgo activo e i'a reserva desta
*.r(>.. ; oaft-raaidade e-m as inatruccoes u.
722. Y Ontohro de 1880, Reg. n. 1,030, de
12 de Marco a~ 1853, e o disposto no g 6 do art. i
i Ui 8,695, de 10 de demoro de 1873.
E para oouatar mandou passar o presente, que
ser affixado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Quartel o o mmando do 7 b talhSo de intan-
taria Ja guarda nacin-. 8 d- Maio de 1886.
Joao Victor Alves Matheus.
Thesonraria de Fazcndu
A Thesouraria de Fazenda precisa de um pre-
cio para a recebedona de rendas internas : quem
tiver e quizer arreodal-o, aprsente na mesma
reparticao u sua proposta em carta sellada e fe-
chada, no da 20 do correte.
Thesouraria do Paseada do Pernambuco, 10 de
Maio de 1886.Cooforae. O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
O Dr. Tfaomai Garcei Prannos Montene-
gro, voruraendador da Imperial Ordem
da Rota, juiz e direito especial do core-
rnercio desta cidade do Recite de Pcr-
nainbu<:o, por S. M. o Imperador, a
quem Deus guarde, etc.
Faz saber aos que o presente edital viiem ou
delle uoticia tiverem, que se ha de arrematar por
venda a quem mais der, em praca publica deste
juizo, depois da respectiva audiencia do dia 13 de
Maio do Crrente auno, o seguinte :
Urna casa terrea de tijolo e '"'al edificada em
solo proprio, sita ra ca Conquista n. 14, fre-
guezia do Boa Vista, com porta e janclla de fren-
te, medindo quatro metros e setenta centmetros
de largura, deze metros e trinta centmetros de
comprimeiito, duas salas, dous quartos, urna pe-
quena sala para engommado, cosinba fora, quintal
murado e cacimba meeira, tudo em bom estado,
valiada-m2:t>a.iO(X).
Uroa casa terrea de tijelo e cal, edifica ;a em
solo proprio, sita ra do Progres-o n. 23, na
mesma treguezia, com duas janellas, entrada por
om p-queao portao de tnboa, mediodo quatro me-
tros i-..itenta centmetros de largura e treze me-
tros e oitenta centmetros de comprimento, duas
salas, dous quartos, cosinba fora, quintal morado,
com tres arvoredus de fructos e mais nm pequeo
terreno ao lado direito, carecendo de um pequeo
reparo, avahada por 1:800000.
Vao a praca por execucao que moe D. Ale-
jandrina Guilhermioa dos Santos Dias, represen-
tada pelo seu curador Manoel Francisco dos San
tos e S Iva. contra os herdeiros Cysino Rodrigue;
da Silva C'amp s ; e nao havendo lancador que
cubra o preco do avaliacao, a arrematacao ser
feita pelo preco da adjudicaco, com o abatimento
a lei.
E para que chegue ao conhecimeuto de todos,
mandei passar o presante edital que 6er publica-
do pela imprensa e atusado nos lugares do costu-
me.
Dado e patsado nesta cidade di Recife capital
da provincia do Pernamouco, aos 6 de Abril de
1886.
Subscrevo e assigno. O escrivao interino, Sa-
lustio Lauenha Lina e Souza.
Thomaz Garcez Prannos Montenegro.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Recife da
provincia de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
Paco saber acs que o presente edital viren oa
d'elle noticia tiverem, que rindo o dias de pre-
gues e as pr.cas da lei.e na audiencia deste juizo
do dia 5 de Junho uo correte anno, ir a prac
por venda a quem mais der o bem constante da
avaliacao do theor seguinte:
Uuia asa terrea de pedra e cal joro, a frente
para a estrada co Bongy, no lugar Remedios, da
fregnezia le Afogados, com 1 porta e 2 janellas
de fren-e, 2 janellas em cada oitao, medindo de
largor-: 5 n.< tr>s e 50 centmetros, c 12 metros e
5 centmetros de ci.in)rimento, contendo 2 salas,
2 quarti.s, cosinba fora, pequeo sitio eaa abei-to
2om alcana arvoredos fructferos c cacimba, aehaa-
o-se dita caaa era nao estado, avallada em
00*000.
Cojo bem i rali ido ser vendido em praca pu-
blica, depois da audiencia deste juizo do dia cima
dito e a qoem mais der e malor lance cFeiecer, o
qual foi )> nhorado | ara pagamento do principal
juros e distas da ex-cucao que, por este juizo e
sartorio do eaerivio, que este subscreve, move
Francisco .le Assii d Poaaeea Basto, contra Cae
tao Baptista do Mello c sua mulher l). Caetana
Alejandrina de Albuquerque Mello.
E p -r- que ehe^in- a noticia a todos, se passou
O presente | >' ser aiado no lugar do
costume c publicado pela imprensa.
Ij i eidade do Recife, aos 16
dias d i ni de Abril de 1886.
Eu, Fecissimo d Aaen lo Mello, o fiz escre-
ver c .
Joaquim da Costa Ribeir
0 Dr. Adelino Antonio oe Luna Freir,
offi :al da Imperial Ordem da Rosa, com-
| Ol i -Militar Por-
tagneza le N i 8 inhor Jesna Chriato,
e juiz de direito privatTO d i rpnaos o
ausenti s n'eata oraarca do R-cife, por
Sua Uageatade Imperial ;\ quem Deus
gO '; te.
ic ) Bab v ''> que o presente edital virem ou
deste tiverem nofflcia que na audiencia de 18 de
Maio do c irrente anno, ir a praca a quem mais
Joao Rodrigues do Moura, c^pitlo comman-
dante interiuo do .'! batalho de infan-
taria e presidente do conselho de revisas
da qualitcacao da Suarda Nacional da
parochia de S. Jos, em virtude da lei,
etc.
Faeo constar a quem possa interessar que no
dia 16 do corrente. s 9 horas da inanh, no con-
sistorio da igreja matriz, se reunir o conselho,
afin de proceder se a revitao da qualificaco dos
guardas nacionaes do servico activo e da reserva
desta rarochia, de conformidad.! com as instru-
ccoes n. 722 de 25 de Outubro de 1850, regula-
mento o. 1,130 de 12 de Marco de 1853, e o di.-.
posto no 6 do art. 1* da lei n. 2,395 de 10 de
Setembro de 1873.
E para que conste mandei passar o presente, que
ser afHxado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Quartel do craimando do 3o batalho de iufan-
taria da Guarda Nacional d. Recife, 8 de Maio
de 1886.
Joao Rodrigues de Moura.
Joo Brindslcy V.ix, capito commandaote inte-
rino do 5- batalho de iufantaria da guarda na-
cional do municipio da Recife e presidente lo
cooselbo de qualificaco da parochia de Nossa
Seuhora da Graca da Capuoga, em virtude da
lei, etc.
Faz saber a quem interessar possa que do dia
16 do correte, s 9 horas da mauha, no consisto-
rio da igreja matriz da treguezia de Nossa Senho
ra da Graca, se dever reunir o conselho para pro-
ceder a revisao da qualificaco dos guardas nacio-
naes para o servico activo e da reserva de confor-
midade com as iustruccoes que baixaram coroNs
decretos ns. 722 de 25 de Ouiubro de 1850,1,130
de 12 de Marco d 1853, e o disposto no artigo I,
6 da lei a. 2,395 de 10 de Setembro de 1873.
E para constar fiz o presente edital que ser
publicado pela imprensa e affisudo na pirta da
igreja matriz.
Quartel do 5- batalho de infantaria da guarda
nacional do municipio do Recife, 8 de Maio de
1886.
Joo Brindsley Fox.
Capito commandante interino.
Empresa Dramtica
Cornpanbia dramtica, dirigida pelo actor
XISTO BAHA
QUISTA FEIRA 13
Quinta represei.ti.cao |da grande mag>ca em 1
prologo, 3 actos e 6 quadros, toda ornada de m-
sica, visualidades, traosfbrmatoes, figos, etc., etc.
A FILHA DO AR
CTCEZA AZULINA
Ranilla do Filha do ar Breas Zephiro Leandro i'i;nsiiM(.i:\^ D. Apolonia D. Edelvira Sr. Baha D. M. Baha Sr. Lyra
Assucena Martha To Mathias Willis D. Herminia D. Felismina Sr. Teixeira D. Lucia
Srlphides, genios, camponezes de ambos os se-
xos, diabos, pbantasmas, etc., etc.
I iinios iios qaadroa
Prologo Eotre-nuvens
1. quadro O talismn
DECLARACOES
Club Carlos Gomes
(Sarao de Maio)
O sarao deste mez teri lugar oa Doite de 15 do
correte. Os senhores socios s tero ingretso
vista d > tartn, o qual ser entregue pelo thesou
reiro desde quarta-feira, na sede do club, das 7 s
9 horas da noite. Os cartoes de ingresso s terSo
entregues aos sociTs quites ai ao mez de Abril.
Recife, 9 de Maio de 1886.
Augusto Mata,
2- secretario.
2. dito A derrocada
3* dito Osbeijos dodiabo
4. dito O cemiterio
5." dito A gruta do diabo
6. dito Apotheose
25 NMEROS DE MSICA
1. Ci-o de Sylphides.
2. Harmona, entrada de Zephiro.
3.a Forte, entrada de Breas.
4. Duettino de Zephiro e Azulina.
5. Coro de Sylphides.
6. Aria de Leandio.
7." Ensemble da Martha, Mathias e Assucena.
S. Forte na orchestra, entrada de Azulina pela
nella.
0." larin na.
10. Coro de camponezes.
H. Coplas de Breas e coros.
12. Cancao de Mathias.
13. Tercette, Martha, Mathias e Assucena.
14. Meloda.
15. Porte na orchestra.
16. Aria de Azulina.
17. Tercetto, Azulina, Zephiro e Breas.
18. Coro de Willis, phautasmt>s, Breas, Zephi
ro c Azulina.
19. Coro de phantasmas.
20. Galope infernal.
21 Coplas de Leandro e Breas.
22. Forte na orchestra.
23 Coro de Camponezes.
24. Bolero e danca por Azulina, toreas, Zephiro,
Assucena, Leandro, Mathias e corpo de coros.
25 Harmona final.
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS -N. 7
Begurem martimo e lerreatrea
Ne^es ltimos a nica companhia nesta praca
que concede aos Srs. segurad, s sempcao de paga-
mento de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao f vonto de cerca de 15 por cento em
favor dos s- a adea-
SEGUROS"
>LUUTIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenix Per-
nambucana
.Ruado Commercio n. 8
"GiMiaiiuieF
covnt % FOCO
Norlb Britisli i Mercantile
CAPITAL
t:OOO.OOQ de libras sterllmu
A GEN JES
Adomsoii llowic & C.
MARTIMOS
Instituto Archeologice c Geogra-
phico Periiaiubucano
Quinta-feir. 13 do corrente, ao meio dia, bave-
r sessa i ordinaria.
Secretaria do Instituto, 11 de Maio de 1886.
Baptista Regutiira,
1- secretario.
S. R. J.
Seire bmensal em 6 de junho prximo futuro
Previno a todos os senhores socios e convidados
que esta soire priocipiar as 7 horas da ouite. Os
ingresaos eocontram-se a a ves pera da soire
em poder do senhor thesoureiro, e os convites uo
do Sr. presidente. Becommenda-se toda a sim-
plicidade nos toilettes e scientifica-se que nao sao
admissire aa;gregsdos.
Kecife. 10 de Maio d 1886.
Luiz Guedes de Amorim,
2- tecretario.
Club de regatas per-
nambiicano
3 REGATA
Havendo o cotsclho administrativo emittido
mvos bilbetes pa*a ingressos de socios, tornando
por consequencia sem nenhuin valer os que fo
rao distribuidos para a regata que noo poude
effectuar-se no dia 2, convido os senhores socios
| viretn receber, nos dias 14 e 15, da 7 s 9 ho-
ras da note, na sede deste club, das maos do Sr.
thesoureiro, os bilbetes a que tiverem direito,
no dia da reg-Ua, 16 do cor.-ente, cas do cobrador.
Secretaria do Club de Regatas I'ernanibucano
em 11 de Maio de 1886. 0 1 secretario,
Osear C. Monteiro.
der, servindo de base o pr i da casa
terrea, coi iteruo, s b n. '7, roa do Pi-
lar, fregu zia de S. Frei Pedro Goncalve do Ke-
cife, em solo proprio, com 5 metro? e 80 centme-
tros de largura .- 19 metros de comprimento, cor-
redor indcpeiii--ute, .l:i.:s sslas, tres qoartos, no
pavmcr.l ai para a
mesma ra, duas ja ellas i, que
deitam para a ra da Pharol, dous quartos, du-.s
salas, e cosinba interna no Bot2o, qaiotal murado,
cacimb eaclnsiva portao cora om telheiro para
referida ra do Pharol, avaliada por 2:"
vai a prr.e .venaiiaute dos
bens da fin-la !> Ponseca.
p3r-l pagamento de ci,
,, r mandei passar o prciente que
ser publ. "isdo oo lugar
do costu'n .
Dado e pasado nesta cidade do Itccite aos 20
de Abril de 1886. .
Eu, Olavo Antonio Fcrrcira, escrivao, o fiz es-
crever e subsrrevo.
Adelino Antonio de Luna Frare.
Companhia de EdiGc;io
Coinmuniea >e aos Srs. accionistas, que por de-
Iberaca da directora foi r.-sdvid.. o r^colhimen-
to da segunda prest .eio, na razio de 10 por cento
do valor de cada accao subscripta, o que dever
realitar-se no Lundi.n Braailisa Bank, at o dia
10 de Maio pr simo futuro-
Recite, 24 de Abril de 1886.
O secretario,
Gustavo Auiunes.
Obras Publicas
Di ordem do Ulna. Sr. tngehero chefe da re-
particao das obras publicas, faco publico qne no
dia 21 do (irrente, ao B06o da, recbese nesta
secretaria propostas para a execucao dos reparos
da p-iite sobre o rio S-riiiliilem, n i engenho rio
_-ne, oreados e;n 'J:\00t. O oreamento a mais
coadic -s be seham dispos cao dos scuhores pre-
tendentts.
Secretaria da reparticao das Obras Publicas, LO
de Maio de 1886.
O secretario,
Ji>ao Joaquim de Siqueira Va.
Ddii
Ciujiresaria do aliaalvrimcnto d
agua e :;nr. cidade de linda
DSVEDORKfl II Ai'AZO
Tendo a directora, i i do 15 do
corrente, resolvido re-eber per intermedio
do um Bollicitador todas as contal de con-
summidores d'agua e gas ero atrazo, a
contar do ann i de 1876, res
data en arregar de tal cobranja o Sr.
Diogo B-.ptista Fernandes. a quem espero
attenderao desde logo os meamos devedo-
r>s, cortos daiaatica e eqtiade de m-
- resolur
Eacriptorio do g :'il ^e
1886.
Antonio Pereda Sin
18
De ordem do Illm. Sr. inS| PCtor, vnn ncio que
no dia 14 do corrate, pelas 10 horas da maaha,
oaga-se no arsenal de guerra os bilhute* de cos-
turas referentes aos mezes de Marco e Abril l-
timos.
Thesouraria de Fazenda de Pernsmbuco, 12 de
Maio de 1886.O secretario.
Luiz Einyg'lio P. da Ca.naia.
MA MSICA composifao dos distinctos maestros
RARCEL1NO CLETO E ROBERTO DE BAR-
OS.
QUARD&-ROUPA explendido! 16 roupas cob-
p.etamente novas e feitas a capricho.
'CENARIO novo em parte.
MACHINISMOS novos feitos debaixo da direc-
cilo do hbil machiuiata da empreza o Sr. Cor-
de i ro.
ADEREQOS pelo aderecis'a e contraregra da
companhia o Sr. Caries d'Azevedo.
Fogos cambiantes, chuva de prata e de fogo.
MISE-EN-SCENE do actor
vi.ro ah i
A orchestra esta augmentada a debaixo da re-
gencia do maestro MARCELINO CLETO.
PREQOS
Camarotes lOjOOO
Cadciras 2*000
Galeras 2^000
Geraes 1000
Os espectculos sao iutransferiveis.
A's horas do costume,
Manta Casa de Misericordia dj
Reeife
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Recife arrendam-se por espaco de um tres an-
uos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45, 240*000
dem -dem o. 49 240*000
Ra do Bom Jess n. 13, 1 aodar 3< 0*000
dem o. 29, loja 216*000
dem idem n. 29, 1 andar 240*1 (X
Ra dos Burgos n. 27 216*000
Ra da Madre de Deus n. 10-A 180*000
Caes da Alfandeca armazem n. 1 1:600*900
Ra do Mrquez de Olinda n. 53, 2*
andar 07* 000
Ra da Guia n. 25 200*005
Becco do Abren n. 5, loja 48|000
Ra do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1 e 2 andar, por 1:600*009
Ra das Calcadas n. 32 200*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Kecife, 6 de fevereiro de 1886.
O escrivao, Pedro Rodrigues de Souza
Londoo and Brasillan atank
Limited
Ra do Commerci? n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
aas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezei.
CHARGEIRS REIMS
Companhia Franceza de Navega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Steamer Filis fle Macelo
E' esperado da Europa at
o dia 20 de Maio, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ha-
bla. Hio de Janeiro
e Mantos.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p->loe
vapores desta Inha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.
quer reclamacao concernente a volumes, quo po-
veatKra tenham seguido para os portos do sul.afini
de se poderem dar a tempo as providencias oeces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
ltecebe carga, encommendas e passageiro paxs
es quaes tem excellentes accomodacoes.
Augusto F. de OiveiraH,
42 .-RIJA DO OOMMEROIO-t_
Companhia Bahiana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O vapor Guahy
Commandante Martina
E* esperado dos oo.-tos ci-
ma at o dia 15 de Maio,
e regressar ,iara os mes-
mos, depois da demora do cos-
tume.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete 'racta-se na agencia
7Ra do Vigario 7
Domingos Alves Matheus
ftOYALMAILSTEAI PACKET
COMPANY
0 paquete Trent
esperado
do su! no dia 14 de
corrente segaio >-
iepois dademura
oecessaria para
n. Vicente, Lisboa, Vigoe Nou
(hampton
''ara passagens, trefes, etc., tracta-se com c i
CONSIGNATARIOS
Adamsuii Howie &C.
tnud States & Brasil MailS.S.C.
* 0 paquete Finance
Espera-se de New-Port
News.at o dia 17 de Maio,
o qual seguir depois da de-
mora oecessaria para a
Baha e Rio de Vaneiro
Para carga, passagens, encommendas e dinbeirc
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
N. 8. RUADOCOMJMt-RGlO
Agente Pestaa
Leilo
De 8 caixas com 48 garrafes com anua mas TU I
e diversas gigas com agua de Settt
8abbado 1 > do corrente
A's 11 buras
No armazem do Sr. Aunes, confronte a M-
fandega.
Leilo
do
N.8.
. and ir
Para
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
tacho portuguez D Eliza : para o resto da carga
que falta, tratase com Baltar Ohveira t C, ra
do Vigario n. 1, primeiro andar.
Lisboa e Porto
O brigue .portuguez Armando segu para os
portos cima: para o resto da carga que lhe falta,
trata-se com os consignatarios, Jos da Silva
Loyo i Filhog.
Hio Grande io Sol
Segu com brevidade para o porte cima o pata-
cho nacional Maia II, prompto carregar, a tra-
tar i ra do Mrquez de Olinda n.6.
LEILOES
De urnaCarta de Sentenca Cweloa impo;
ca de 30:520*594 e mais 4:678*090 de
accrescidos desde Fevereiro de 1885 2
Maio do correte anno.
Total 35:09S6&.1
a serem cobrados xecutivameote de Jos Sancho
Bezerra Cavalcante e sua mulher, senhoreado
engenho- Alegra,na comarca da Escada, e%e-
i ho que sobejamente garante o pagamento d di-
ta divida, proviniente de urna hyp- theca.
Qnarta feira 19 do corrente
A's 11 boras
No armazem da ra do Imperador n. 16
O agente Martins, autorisado pelo Ilim. e Etm.
Sr. Dr. juiz do civel, far leilo em sua preseoca
e a requerimeoto de D. Bernarda de Souza Maga-
Ihaes e Silva, iuventariante do espalio de seu fina-
do irmo coronel Jet Antao de Souza Magalhes,'
da divida proveniente de urna carta de sentenca
obtida em 12 de Fevereiro de 18S5, contra Jos
Sancho Bezerra Cavalcante e sua mulher, senho-
res do importante engenhoAlegra, para paga-
rem ejecutivamente e por carta precatoria ejecu-
toria que ja se > cha passada a quantia de......
30:520*594 de principal, juros e custas, alm de
4:577*090 de juros accrescidos de Fevereiro do
anno passado at hcje.
Os Srs. pretendentes pudem examinar a referi-
da carta em mo do agente.
O de movis annunciado por int'-rvenco do
agente Pinto, para sexta-feira 14 do corrente, deve
ter lugar do 2 aodar do obrado da ra da Impe-
ratnz n. 7.
Leilo
De bons movis e toncas
Sendo :
Urna mobilia d junco, com consolos de pedra.
Urna dita de phantatia com 1 sof, 12 cadeiras
de guarnicao, 2 cadeiras de bataneo de Jacaranda,
2 ditas de junco, 2 pares de jarros finos, 4 quadros,
1 cama franceza de Jacaranda, 2 marquezoes, 1
marqueza, lavatorios, 1 lindo telescopio com vistas
1 cama para aulteiro e 1 guarda vestidos.
l.'m- mesa elstica, 2 guarda loucase2 appara-
dores,
Urna mobilia de Jacaranda, cadeiras, marque-
zoes, relo uso, de urna familia que se retiroj da provincia.
Sexta-feira 14 do corrente
As 11 horas
No 1- andar do sobrado n. 9 da ra do
C&bug, entrada pela ra das Trin-
cheras.
O agente Martins far leilo dos movis exis-
tes no referido sobrado, por ordem de urna familia
que se retirou para tora da provincia.
AVISOS DIVERSOS
Alugatn-se casas a 8*000 no becco dos Coe
ihos, junto de S. Goncalo ; a tratar na ra da Im-
eratriz n. 56.
Faz se negocio com quem pretender comprar
a bypotheca da casa do largo do Paraizo a. 15 :
na ra Nova n. 12, loja de chapeos.
Em casa de Juseph Krause &. C. a ra Pri-
meiro de Margo o, G, se precisa de um bom cosi-
nbeiro ou cosinheira.
Compra-se urna pequea casa nos bairros de
Santo Antonio ou S. Jos desta cidade ; a tratar
na ra de Santa Tbereza o. 20. Tambem se ven-
de un bom sitio com casas oa es-jada nova de
Casanga, muio prximo a estacao do Zumby.
Precisa se de tima ama qae engomme c com-
pre : na ra do Imperador n. 43, l3 aodar.
Pede-se aos abano assignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n.
51, a ntgocio que nao ignoran.
Dr. Caodido Emygdio Pereira Lobo.
Pedro Manoel Costa Lobo.
Francisco Raymundo Carvalho, commandante
Companhia Pesnambucana).
Aluga-se urna casa na ra do Conde da Boa-
Vista n. 117 : a tratar na ra do Commercio nu-
mero 15.
de urna cosinheira
anear.
na ra da
DampschiflTahrls-GeselIschafl
0 vapor Desterro
Esperase de HAMBURGO,
via LISBOA, at o dia 20 do
corrente, seguindo depois da
d. mora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas, tracta-
se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RUADO VIGARJON. 3
1* andar
Leilo
De
movcis
Gompanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
l^stabelcida em 1 ..">
CAPITAL 1,000:0001
SBJISTROS PAGOS
Al 3 i de dezembro de 1884
.Uarilinios..... ,1.0:00$000
errcslres,.. 516:0008000
41 -Itua do (ouiniercio
fe*,
Companhia
MPERIAL
DE
N2;i"R CONTRA foco
EST: 1803
'fieiot e mernadorioM
Taxas baixas
Promjito pagamento de prejuizot
CAPITAL
fts. 16,000:000*000
Agenta
BROVVNS & C.
> N. Roa do Commerci N. 5
ONTRA FOGO
Fhe Liverpool k London 4 filob
tNSIRBANGE C0MPAW
Companhia lira ileira de \ate-
<::\-\t* a Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mana Pessoa
E' esperado dos portos do sul
at o dia lt> de Maio, e
seguir depois da demora in
dispensavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens, cncommenda valores
racta-se na agencia
11Ruado Commercio 11
PORTOS DO SUL
0 vapor Bahia
Commandante 1- tenente Aureliano Izaac
E' esperado dos peftos do
norte at o dia lt de Maio,
e depois da demora in
dispensavel. seguir para
os portos do sul.
Recebe tamoem carga pa-
ra Mantea, Pelotas o Rio Grande de Sul, trete m-
dico.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
trata-se na ageocia
N. 11 RIJA nOCOMMSROIO-N. 11
COHPAXHIG OEM BAJB
RE HAItITIMEN
UN HA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sil at o di.-. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando iin
Dakar, Lisboa e vigo
Lembra-se > os senhores pa6sageiros todas de
as classes que lia lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias composta de 4 p*ssoas ao m< uos e que pa-
garem 4 pasfngens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem u'este abati-
mento.
Os vales postaes s se d2o at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, eiicommeii.i s e dinheir j
afrete: tracta-se com o agente
4ngusle Labille
9 RA DO COMMERCIO
lotiQa, vidros, jarros, espelhos
e quadros
A saber :
Um piano e cade ira para o mesmo, 1 mobilia de
Jacaranda com 1 sota, 2 consolos, 4 cadeiras de
braco e 18 de guarnicao, 2 espelhos, 4 casti;aes, 6
jarros, 2 escarradeiras e tapetes.
1 guarda- vestido, 1 guarda roupa, 1 cama fran-
ceza, 2 marquezas, 1 commoda de Jacaranda, 1 la-
vatorio, 1 meia-commoda, 1 toilet de Jacaranda, 6
cadeiras e marquezoes.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca envidraca-
cado, 2 aparadores, 1 quartinheira, 1 relogio, 12
cadeiras, 1 machina de costura, quadros, cadeiras,
mesas e muitos outros movis de casa de fami-
lia.
Sexta-feira 14 do corrente
No 2o andar do sobrado da ra da Impera
trtz n. 7
O agente Pinto levar a leilo< s movis e mais
objectos existentes oo 2 andar do sobrado da rus
da Imperatriz n...
O leilo priocipiar s 10 e moia horas.
Precisa-se
Aurora n. 81, Io
Umamo.a habilitada particijia aos pas de
familias que ensina portuguez, francez, arithmeti
ca e trabalhos de agulha : u tratar no Corredor
do Bispo n. 18.
Offerece-se urna seuhora para cosinhar em
casa de homem Bolteiro, preferindo estrangeiro,
nao excedendo de quatro pessoas, a qual desein-
penha bem quaiquer qualidade de comida : quem
precisar dirija-se ra do Fogo n. 56.
Aluga-se o 2- andar da sobrado n. 28 ra
do Visconde de Albuquerque, muito fresco, tem
agua e banheiro, e est limpo : a tratar ra do
Conde d'Eu n. 19, botica.
Preciaa-se de urna senhora de idade e bons
costumes, para fazer companhia a duas enancas,
lavando e engommando, e bem astiui urna ama
para cosinha e comprar, para du.is pessoas : a
tratar na ra do Oonselheiro Peretti (outr'ora ra
da Roda n. 52, 2- andar, dai 7 is 9 horas da
manh e das 4 s 7 da noite.
Precisa-s de urna
lia, prefere se escrava :
mero 46.
ama para casa de lami-
na ra do Cotovello nu-
Preeisa-se de oniciaes
na estacao de Pao d'Alho.
de canteiro : a tratar
Precisa-se
Florentina r. 2.
de um cosinheiro : na ra da
Ao publico
Agente Pestaa
Lei I a
Sett;i feira 11 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
De 7 cusas terreas livirs e desembaracadas de
iodo e qualquir oeus, as quas, pelo seu bom esta-
do di' conservacao e excellentes rendimentos, cha-
mam a attencao de quem pretende!-as.
Urna excellente cara na da Ponte Velha1
3, Com duas salas, corredor sepaad", 4 quart
coziuha, quintal, e pi-nna d'agua. b mh-iroe [ i.'
to para criados, rendand i 'i' 105"00 annuaes.
Urna dita ra do Visconde de Pelotas n. 11,
outr'ora do Arago, com duas grandes salas, 2
quartos. c.cimba, quintal com apparelho, renden
do 3605000.
Urna dita sita rtn do Viscends deGoyanna
n. 107. outr'ora Ootovllo, com duas satas, 2 quar-
tos, cozinha, quarto com apparelllJ, cacimba, ren-
dendo 360^000.
Urna dita ni-sma ra n. 79, com i salas, 4
quartos, quiutal, coainga quarto para criados, dito
com arparelbo, cacimba com boa agua, nndendo
100.
Urna dita travessa de S Jos n. 3, com 2
sala?, 3 quartis, eosinha, quintal grande, quarto
com apparelho e cacimba, rend.ndo SOt.'OOO.
Ulna disa no Corredor do Bisp? n, 18, com 2 sa-
las, 2 quartos, c.^sioha, quarto com apparelho.
quiotol < cacimba, r ndendo 300-5000,
E finalmente a "randa casa ondo so ae!::i ::
grande fabrica de licores do Sr. Lanatt ru do |
Coionel Sumssii a n. 141, que ser estraga
quantia de 2:500000 ao Sr Man el Joaquim Pe-1
reir da Silva, caso nao se obtenha maior i :'
Jos Antonio Ramos, subdito portuguez, em-
preado no commercio, tendo deparado com eutro
individuo de igual nome, para evitar duvidas fu-
turas, assignar-se-ha de boje por diante
Jos Maia Ramos.
Recife, 12 de Maio de 1886.
Aluga-se
o Io andar do sobrado ra do Rangel n. 41,
caiado e pintado : tratar na rna Direita n. 3,
3 andar.
Registro para gaz
Vende-se deus e trej candieiros na travessa da
ra de S. Joao n. 5
Aviso
Oab-.ixo assicuado previne ao publico de que
consenhor de tres pequeas psrtes do engenha
Goit, situado em Nazareth da Matta. por permu-
tacao feita em fins de 1883, eom Jos Francisco
da SUreir Cavalcante e sua mulher, e faz este
aviso para evitar sorpresa por parte de quem
quer que pretenda Comprar algum lote de trra
do dito engenho ou acetalo em bypotheca ; as-
sim como protesta propor accao de nullidade das
vendas de alguns lotes feitos a difidentes pessoas,
na imporancia de 10 12 contos.
Jo Francisco de Barros Reg.
Aviso
O procurador Jorges Tavora pode ser procura-
do em seu eseriptorio n. 50, ra do Queimado,
onde csteve o directorio liberal.
Cosinheira linipa e fiel
Precisa n'uma loja para cjsiuhar somente nos
dias uteia e dormir onde quizer : na ra Nova nu-
mero 13.
\
i Si
Aos 4:
Ful!
Leilo
De 400duzias do copos tinos, 150 caldeiroes es-
tanhados, 90 dnsiai de sortes sortid s .e din
qualidads. duzias de garf>s e facas, eolheres pa-
ra cha, 1 rica factura de jarro, mobilia*, piano,
camas, aparadores, guarda-vestidos, gnaida-lou-
cas, lavatorios, beic/is, diveisos livros de direito.
grande quantidade de movis avulsos, 12-> resfria
deiras obra da Bahia e muitos outros objectos.
Km conlinuaco
De um teireno com luO palmos de frente e 6i'0
ditos de fundo em eUo propiio e contiguo casa
junto a estacao do Porto ua Ma.ieira em Beber
limitando pelo lado opposto coui a casa e sitio do
Sr. Francisco de Oliveira Le'te Guimaraes.
*e\la felra. 15 do corrente
II Hora
No armazem da ra do Bom Jess n. 15
POR INTEKVENCO DO AGENTE
Gusmo
1:0009000
raga daindependen-
cia as. 37e 39
Acham-se a venda os feses bilhetes
garantidos da 53a parte da loterin a beneficio
da igreja de J toba, que so extrhir no
dia 13 de Maio.
Preco
BiBtete inteiro 4^000
Meio 2^000
Quarto 15000
:m porco de oo^ooo par*
cima
Bilhete inteiro 31500
Meio 1)5750
Quarto 875
Antonio Augusto dos Sant Ptrto.
1 itaiia \
j_



6
Diario
Maio de 1S86
Ama
Precisase do orna ama pan casa de daaa pea-
na roa Formes* n. 29, esquina do becco
docFeireiros.
Ama
Preclsa-se de ama boa coainheira ; na ra do
Mrquez de Olinda n. 6.
AMAS
n. 20,
a, p*ga
Al
Na ra de Paysand n. 20, precisa-ee de coai-
nheira e engommadeira, paga-se bem agradando.
Raoeisa se de urna araa para todo serrico de
casa, de pequea familia : na ra de Riachucll
n. 57, porta de ferro.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e mais
serTico de casa de familia ; na ra do Mrquez
do Herval n. 33, 1 andar, defronte do Instituto
Archeclogico.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar : s tratar ua ra do Ba: So da Victoria n. 58,
segando andar.
Ama de leite
Precisase de urna
Livramento n. 19.
ama de leite : na ra do
'recisa-se
de ama pessoa para vender
ra Imperial n. 125.
na ra : a tratar na
Ca Vi lio
Compra-se um cavallo que seja novo e bom an-
dador : a tratar na ra Duque de Casias n. 54,
loja.
Ama para menino
Precisa-se de urna ama para acompanhar urna
familia que se retira para a corte : na Graea, tia-
vessa das Pernambucanas n. 3.
Al liga-
se
para escriptorio a Bala de detraz do Io .indar *.a
na Primeiro de Marco n 18, muito propria para
escriptorio de qualquer natureza ; a tratar na loja
do mesmo predio.
Aluga-se barato
1 andar e aimazcm na ra do Bom Jess n. 18,
e 2 andar e armazem na ra da Restaurarlo n.
31 : a tratar na ra do Bom Jess n. 12, escrip-
torio.
Aluga-se barato
O l.o e 3." andar ca ra do Bom Jess n. 47,
A casa n. 143, ra da Coronel Suatsima.
Trata se no largo de Corpo Santo n.19.1" andar
56
um pequeo sitio murado, com urna encllente
casa, com umitas arvores fructfera g, soliente
cacimba com agua encanada ?ara c^sa, com bo-
nito jardim, 4 ra de Nnnei Machado n. 1, na es-
trada de ferro de Olinda, muito perto da < sta<,ao
do Espinheiro ; no mesmo sitio tem quera o mos
tre : a tratar na ra da Praia n. Tu.
/
NICO
Aluga-se
Para morada ou estabelecimento. o andar ter
reo do predio na esquina da ra Formosa n. 29,
tem agua cgaz : a tratar na ra do Bom Jess
n. 57, I andar.
Aluga-se
a frente do 1* and r do
-ommercia, muito proprio
Por commodo preco
predio n. 11 ra do
para um escriptorio coo,mercial, a tratar no mes-
mo predio.
Cosinheira
Preciea-sc de urna, a tratar na ra da Uniao
n II.
Cosinliciro
Precisa-ss de um cosinheira
titio do commendador Barroca.
ni Magdalena,
Precisa se de um menino :
mero 48.
;eiro
na iua da Roda nu-
Preoaraco de Productos Vegetaes
PARA
EXTINGO DAS CASPAS'
e outras Molestias Capillares.
JW ARTI NS&~BASTOS
Pernmnibueti >
Gompanhia de EdiOcacOes
0 escriptorio desta
companhia aeha-se ins-
talado na pra?a da
Concordia n. 9, con-
servndole a b e r t o
das 7 horas da manh
as 5 da tarde, em todos
os dias uteis.
Incumbe-se de cons-
trucfdes c reconstruc-
foes.
Recbese informa-
?o^s acerca de terrinos
na cidade e suburbios,
ca respeito dos quaes
queirain os respectivos
(hnos fazer negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amost as dos produc-
tos da olaria niechani-
ca dof aquary.proprie-
da?c da inesina Com-
panhia.
Leite puro
Forueco se leite puro, garantido ppla sua pureza
e bom aumento das vaccas, Jevundo-se em casa.
Informaeofs, por fav-r, dau-se na ra da Madre
Deus n. 34. escriptorio.
Josas de nrata
O Muzi'u de Joias, ra do Cabug n 4, rece-
beu pelo ultimo vapor francez um esplendido sor-
timento. Pr< eos muit moderados.
CRIADO
Precisa-se de um mc
nio de 10 12 anuos
para criado, dando fia
dor sua conducta; no
3. andar do predio n.
42 da ra Duque de
Caxias, por cima da ty
pographia do Diario.
Plvora
Vende Candido Thiago da Costa Mello, em seu
deposito ra Imperial n. 322, olaria, ende tam-
bera vende tijolos e telhas. TYlephone n. 221.
O Sr. Francisco Alies da Costa, commandante
de um dos vapores desta companh'a rogado
vir ra do Mrquez de Olinda n. 50, afim de
concluir certo negocio qne nao ignora.
Miflaica "DelscriFloflF"
L. E. Rodrigues Vianna mudou seu escriptorio
de advogaeia para o 1 andar da ra larga do Ro-
sario n. 10.
Experimenten.
i: diicam o que ailiam
Os especiaos licores de genipi po e caja que se
acbam venda o largo de S. Pedro n. 4?
Engenho
9
I)
i
i)
II
Leonor Porto
va-
Ra do Imperador n. 45 ','
Primeiro andar I I
Centina a executar oa mais difficeis }
figurinos rocebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfi ostara, em bre-
vidade, modicidad'- em piecos o fino
gosto.
H
Lembran^a
Arrenda-se o engenho Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a tratar no escriptorio de Sebastiao de
Barros Barreto, ra do Commercio n. 15.
Cosinheira
Precisa-se de urna que seja muito boa par* casa
de duas pessoas estrangeiras. Informa-se na ra
do Barao dr Victoria n 9, livraria.
Precisa-se com urgencia, para casa de familia,
a tratar na ra do Visconde de Govanna n. 207.
Engommadeira
com urgencia, para casi
ua do Visconde de Goya
Ao publico
Antonio Botelbo da Cmara, tendo encontrado
outro de igual nom->, desta data em diante assig
narse-ha Ai.touio Botelho da Cmara Braga.
Afogados, 7 de Maio de 188G.
I
P*" LAROZE "O
Xarope ie Casca de Laranja amarga
d IODURETO de POTASSIO
APPROVADO PKLA JUNTA DK HY0IKNB DO BRAZIL
Todo o mundo conliece as proprieda-
des do Iodureto de potassio. Os mais
distinctos mdicos da Faculdade de nnili-
cina de Paris, e principalmente os Srs
DreS RlCOHD, BtANCIIB, Trousskau.
Nlaton, PiORRr, Kogbr, obtinero os
melhores resultados no tratamento das
affecedes escrophuloaas. lymphati-
caa, cancrosas, tuberculosas, nos da
carie dos ossos, dos tumores bron-
cos, da papeira ou bocio, das mo-
lestias chronicas da pelle, da agrura
do sangue, des accidentes secunda-
rios teroiarios da syphilis, eto.
Este agente poderoso administrado em
solucao com agua, tem por inconveniente
o irritar a mucosa do estomago e deter-
minar accessos gastralgicos.
Em vista d'islo, os mdicos cima men-
cionados fseolherao por excipiente 'este
famoso remedio, o Xarope da casca
de laranja amarga de Laroze, o mal,
por sua aeco tnica sobre os orgcis do
apparelho digestivo, facilita a absorpc&o
de iodureto de potassio, previne Qual-
quer irritaco e permitte que se continu
o traiameio sem temor de nenhum
accidente at completoresiabelecimento.
XAROPE SEDATIVO.F&~ i
Nos meamos depo3it03 ach&o-se os seguintes productos de J.-P. Laroze:
XAROPE UROZE.aftffSia.TOHICO, ANTI-NERVOSO
Con t u Gastritea, Gastralgias, Dyapepsia, Dores e Caixnbraes d estomago.
BROMURETO DE POTASSIO
Contri Epilepsia, Hysterloo, Dansa de S. Guy, Insomnla das Crlancas dorante a dentaoBo.
XAROPE FERRUGINOSO^^^TaoPROTOIODURETO-.FERRO
Costra a Anemia, Cnioro-Annmla. Corea paludas, Flores brancac, Baohitisma.
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geposit m tedas u bou Drogaras do Brazil
Pars, J.-P. LAROZE e Cia, Pharmaceutlco
, RU DES UONS SAWT-"AUL, I
MEDALHA DE HONRA
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a daVlnlect.ido ;/o Alcatifo,
torneo bjffa/n:o, o qu* muito
jugmentt 19 p'OprieAdea ao
He.
0 OLEO de FIGAC9
DE BACALAO TERRUGINOSO
t pn/ca preparaclo qut perm.ttt
tdm.n ttnr o Ferro em pro-
iiitr Pnso da Ven tre, mtm
iDcommvdo.
MWSITO ?-ra! el PiRIS
21, na dt Fiab-'Iontnartre, 21
DIPLOMA DE BON1

tfgio de Ho*r,~7~L\ *
BECl^ITADO POR TODAS A
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A BELLEZA ETERNA c PELLE obtida pela asa &s
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mramo na msit inaaatfi
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OBCC1TFIA.R da.3 rALsrpicAGoBo 2rcr:.rr;^io3Ai.
CC'i: MTl UQVlSO
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Gotta, Rheumatismo, Dores
Solucao do Doutor Clin
o
Laureado da Faculdade de Medicina de Paris. Premio Uontyon.
A Verdadeira Solucao CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As Affeccoes Rheumatismaes agudas e chronicas, o Rheumatismo gettoso.
as Dores articulares e musculares, e todas as vezes que c necessario calmar os
soffrimentos occasionados por estas molestias.
A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Gotta e as Dores.
1123 Um axplicaco detalhada acompanha cada frasco.
Exigir a Verdadeira Solucao de CLIN & Cie, de f*ARIS,
. _________________ casa dos Droguistas e Pharmaceuticos.
que se encentra em
0l<- tW*
16,600 RECOMPENSA NACIONAL 16,600
ELIXIR VINOSO
A Quina-Laroche contem todos os
principios da quina, tem um posto muito
agradavel, e superior aos outros vinhos
e xaropes de quina; contra o descai-
mento das forcas e da energa, as affeccoes
do estomago, as febres inveteradas, etc.
^.r0 FERRUGINOSO
a feliz combinaco de um sal de ferro
com a quina. E' recommendado contra
a pobreza do sangue a chloro-anemia, as
onseqwncias do parto, etc.
Paria, 22, ru Drouot. e as principa** Pharraacias do Mundo.
FUNDA-HERNIARIA ELECTRO MEDICAL
INVENCAO COM PRIVILEGIO POR 15 ANNOS
Das luufo MAULE, mdicos iDventores para curar radicalmente as Hernias, mais ou menos carac-
" m. Ate agora ai (nndas-beraiaria! teem sido apenas um simples meio para conter as heroias. Oa
MARIE, rssolverSo o problema de conter e corar por meio da Funda-herniaria electro-medical
i contrahe os narros, fortiflea-os sem abalo nem dfires e parame a cura radical em pouco tempo.
PARS. 46. HL-A db l'Arbrb-Src. Deposito em Pernambuco : A. CAORS.
OPPRESSAO
UTABfiEO-yifLDXO
r!VBU.G!AS
Pales CiSASEUI SI
^splra-sc a f'Jir.aoa que penetra uo peilo acalma u s^mptoma uervuso, facilita
a expectorado e fvonsa as fuceces aos orgtos resplraior: w.
7eada coa .iluto* esa caaa le _ trtVfUartot em JVnwmfttK i-_KAS4J~at. te m'L YA *c C.
Aeneslo
Para qnec preciBar estabelecer-ae tomos
da ra da Florcntin:.
Paraizo n. 14.
t

Ao publico
O abaixo i retirarse tempo-
rariamente para o interior :i providneia deixa en-
tarregado de qualqner negocio ine lhe pertenea,
Jos ae Souzu Jir:iz. Recifc, 10 de Maiu de
1886.
______ Praaciso nands Marcos.
PILULAS
!rrugin.os
JURUBEBA\
BARTHOLOMEO & Ca
Pfiarm. Pernambuco.
Curao a Anemia, Florea brancas
Falta de Menstraaoo,
PebUi'ladcap Pobreza de snamej
Eacigir a assignatura,
StJa*rfp"rrt**+ >
'2?j
A viuva de Valdevino, da plvora, avisa ao
respeitavel puWn-o especialmente aos eeus fn'-
;uezes, que cootin i no mesmo ramo de negocio
1o eeu finado marid para o que tt in um comple-
to sortirnento de ibg^s, e tudo mais qne diz r. la
tivamentfl no seu r.'.mo de uegoeio. Apparelho
telephonico-26'.'.
Pilulis purgativas c depurativas
de fmipanha
Estas i ilu'as, cuj ; > paramente ve
gotal, teim sidj pul- mais de SU asnos aprortitadas
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeccoes dapeU ido, syphilis, bou
Loes, .escrfulas, c as, erisipelas e
gonorrhas.
Modo de iial-aa
DM purgat:- a G per dia, i e-
bi ndo-se aps cada d;e um pjueo d'agua adoca-
da, cha ou eald'i.
Como reanlad nm pilla aojantar.
Estas pilulas. de invel iiharmaceutie^
lmeida Andrade Se Filhoa, I .'etnm dos
firs. mdicos par r^I^a| tornndo-
se mais re* Berem um seguro
purga ti 7o e de poma c.iet;:, pelo que podem ser
usadas em viagem.
ACHAiMt-SE A' VENDA
To. trocarla de Farla Kobrinlio *V C.
41 BA DO MARyKZ DK OLINDA 41
CREMEdeVOGEOT
Espeeialidade de Cassis
C JUSTIH DEVILLEBICHOT
DIJON (COlwTflr) Franga.
M
:
^
* JX'-mnihaa naj fipot/eS*s da ;
PiBR 1855, 160, 1867 (Eiposlui Cllieru!)
DOS 1855 (Medalba de Honra), 1163
LODRES, MACOH 1858 BORDEAD! 1859. 1865
BODBG 1859 BESAHCOH, TROTES 1863
a i mPTnn-bi^o iFruC'M.daSn.VAAC11
mhattoDi* iPdii&stier
:i dina lemCioso Os Caacas s Larais amarga.
TNICO RECONSTITTJINTF
.Hemedio soberano
COSTRA A
CHLOP-1SE, ANEMIA, CARIE OOS OSSOS.
A?f _jQ6ES das vas digestivas,
DIARRHEA.- CHBONtCAS, RACHITISMO,
ESCRFULAS, DEBILIDADE,
CONVALESCENCAS DE FEBEJ VYPHOlDrAS
E DE MOLESTIAS GRAVES, ETC.
AS
ieasles k
Alnga-se nma boa sala de frente, com 2 auar-
toa, lngar fresco : a tratar no caes da Companhia
Pernambncana n. 6.
&L&NORRHAQIA8
irtORB BRANC
rtaeiitcir, es i.ntigoa sao c ,poo=o<- gtfaa em secreto, sem s ifji.
'MMiitAf .:- orgAucr di
9 iajecgc


tT. Si. RoftTetlov
.tCi.
bnoo

(
0

Cus
IOmmttlttm toa tahrlos e a limrba
a fur iialu, ,;
TO
.'. Hucccssor
. '.".IZ
jaaSS iTOf mRms
'
COKTRA
Dafluzc*, Urlppe. Bror^cblte.
rrrieac** el lo, < 2JUROP; e a PASTA ti-1
| tora.' U tiSSt, d* 0ELANGR;JIJ IER ito .1* qn "
jffla,c'.^ otrU nTlCcAd por H'.ir.Uroi J, i~*A^t~ <
i 'i* Aladlrla* d Fnaa.
" 8am O^o, UtrpUna nem (Milu d-n sea terti'-
| i* oteBfu *a*otadu da Tona* oa Cocraelaoiie.
pAR SI, ra* Vra>1*nne, U PAHiS
ai*V wJf.u^ las,
, auMMlfa:
9MPI a t*a ,
k--la *?*. vr
Tnica
Oriental.
;'
/y' ^


Engommadeira
Precisase d urna engommadeira que execute
bem o servico : no pateo do Conde d'Eu n. 30,
terceiro andar.
BMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fig^ido de bacalho
COM
Hypopliosphitos de cal e soda
Approvada pela Junta de Hy
giene e autorizada pelo
governo
E' o melhor remedio at hoje descoberto para a
lisia-a broncbilew. eaicropiiilaM. ra
chiliM. anemia. <-!>ilidat< em eral.
defluxon. loMxe rhronira e alTeecoe
do peilo e da garganta.
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalho, porque, alm de ter elieiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas!
reconstituintes dos hypophospbitos. A' venda na.
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Francisco Manoei da Silva & C.
23RA MRQUEZ DE OLINDA-23
Viagens ao ceotro
De Olinda parte todos os sabbados, s 1 1 ras
da tarde, par Itamb por Iguarass e O' y.inna,
urna diligeni o0113 a tratar na na lu de
Marco n. 1, no Beeife. Viagens avulsas ein qual-
quer dia, e para qualquer parte a trata no mesmo
lugar.
Olinda
Aluga-se pr.r liOOO mensaes a casa terrea n.
~2' ladcira oro, tu 2 salas, 3 (piar-
tos, coainha fra, cac.oiba.e portl i ara o becco
da Poeira : a tratar do Beeife, raa do ragaV u
36' sob:
imana \
(Diurna e norluriin
Cantinea a tuuecionar na na de S. JcgB n. 35,
bar 0 do Reeife, nina aula primaria e secundaria
que ahi ebrio o abaixo assigualo, que alem de se
acliar C liuyetentemente habilitado a leccionar o
faz mediante pequea paga, como aqu se vi".
Prim. iras kettraa 2000 mensaes
Preparatorios 30C0 >
Incumbe se tambem de leccionar em casas par-
ticulares.
Pcdra Estellita.
Casas
A ugam-se as casas n. 4 da ra do Riachuell*
e 51 da estrada do Mon eiro, cujas chaves ctao
na casa n. 81 da raa do desembargador Nunes
Machado, antiga da Soledade.
mwm m mu
Sem dieta esem modif-
cafoes de eostumes
Laboratorio central, >-u.i ?lo Vionde do
Rio-Branco n. 34
Esquina da ra do lieqente .Rio de
Janeiro
Especficos prep irados pelo pinar
niaceuco Eugenio Marques
de Hollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de irnbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeecoes difiicies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemia
intertropical, rtconstitue os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommt ndado na bronchite, na heinop-
tyse e as tosses agudas < u rhronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
nbuio, na fysica.
Pilulas ante periodeas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubba simples e ta.nbem fer-
ruginosa, preparados am vinho de caj
Efficazps as inflammacoes do ligado e baco
aguda? ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
ado as convalescencas das parturientes
un-tico anteiebril.
Depwsifn : Francisco Manoel da Silva & C.
/
Compra-se urna pequea casa na frg iczia da
Boa-Vista, as seguintes ras : Ponto-vel ha, Vis-
conde ae Albuquerque, Visconde deOoymna, S.
Goncalo, Jasmiin, Prazeres eu cm suaa imedia-
coes : a tratar na rna do Visconde de Goyanna
n. 1, taverna.
Jardineiro
Precisa-se de um jardineiro com habilitacao
para tratar de um jardim em um engenho pert*
d cidade e da estrada de ferro de S Francisco :
a tratar na ra estreita do Rosario n. 8.
Aon. 17
Participo aos fregueeeo e aos apreciadores, *j*
acabo de engarrafar o especial vinho verde, ft-
eoeira e particular ; vinhjs finos do Porto, BB-
deaux, coemac, o verdadeiro vermouth de Cinzano,
vinagre branco de Lisboa, conservas, manteiga
ingleza superior a 900 rs. a lata de libra, qseijo
do sertao inulto superior, cipos finos a 3i200 a
duzia, sardinhas de Mantea a 300 rs. a lat, e ou-
tros muitos gneros a precosem competencia : na
ra de Hurtas u. 17.
Jos Goncalves Dias.
E'infalivel
Largo de S. Pedro n 4
Tudo *e vende pelo menos pos
Neste estabelecimento sempre ha a venda o es-
pecial licor de maraeuj, em lidas garrafinhas,
proprias para toilet, compotas de mangaba e
manga.
Tambem se enontra am completo sortirnento de
gaiolas de todos os fabricantes para toda livcrsi-
dade de passaros, at proprias para viagtm, por
terem cinco compartimentos cala usa.
Eucontra-se anda um grande sortirnento de
passaros nacionae. e estrangeiros, entre elles ca-
narios allemaes nascidos aqui no lra-il, rolas de
todas as quaiidades, at cruzadas, propr.as para
viveiros de jardins.
Ama
Precisa-s de urna ama para cosinhar e que nao
saia ra : a tratar na ra Velaa n. 75.
Ama
Precisa-se de ama para lavar e engommar : na
ra do Bangel n. 9, pa laria.
Ama
Precisa-se ce uir.a mulhcr de dada para cosi-
nhar : na ra Imperial n. 123.
kinmm
No Caminlio Novo, defroute da pr.>fes3ora, la-
ra-ao e engomma-ae com mnita peraeieao ; as pes-
soas que qoizereai dirij im a e u i n. 36 ni mes-
u.o lugar.
Attenqo
Por commodo prec > arrenda-se uaia boa baixa
de capim p.rto da eid ide : a tratar com oSr. Ma-
galhiea na caaa ii > '_ -:i!i di ferro
Liimoeiro, na eneraailhada de i'
Criado
Freeiaa-se de um ii ido para s irvioo domestico
de um homem solteir i. m irador i m eng abo, prn-
fere-se algam la de cosioba ; a tratar
na ra ao Impeador u. 81, das 10 hiris s 3 da
tarde.

Si'cuuiiiiio Jote de Fsrta Simiie
Laurentino Jo -Mana Fe-
lisu ina d-- Joao Ferrera Dmiz. Man el Ferreira DinizeJcs
Joaquim de Sant'Anii irmos, sobrinhos e cu-
uhado do fallecido Secondino Jos de Faria Si-
moes, convidam os pnent s A amigtM pira asgis-
tirem a urna missa que mandam celeorar no con-
vento d N. S. do Carino, s 7 horas da manni da
14 do crrente, trig-simo de 8 que se ronfr- un nt' Trato-.
>"
liara da Penlia **iqueira Ca-
vali-anle
T?. Delmira IJalina do Siqueira e Augusto Cesar
de Andrade, traspassados de dor pela moite pre-
matura de sua cara e nica filha e cunhada, Ma-
ra da Penha Siqueira Cavalcante, na cidade da
Itamb, no dia 9 do corrente, pedem aos seus pa-
rentes e pessoas de sua amizade o earido-o obse
quio de ouvirem algumns missas que mandam
resar na matriz da Boa-Vista, s 8 horas da ma-
nila, no engenho Timboass e em Itamb, no dia
15 deste nu-z, pelo que desde j se confessam gra-
tos por esta obra de caridade.
Anna afoaqainn Unurlcio Han-
derley
O major Jos Francisco de Barros R^go. Idali -
ua Krmelinda de Barros Reg, Carlota Guilhermi-
na de Barros Reg, Barao de Caiar. capita
Cbristovo de Barros Reg e su-is familias agra-
decer s pessoas que se prtstiram a acompanhar
ultima morada os restos mortaes de sua presada
mi, sogra, av e bisav. Amia Joaquina Mauri-
cio Wanderley, e convidara os prente.! e amigos
para assistirem as missas, que pelo repouso de sua
alma, mandam resar na matriz da Boa-Vista, s
8 l/ he ras da manha, e n i matriz de S. Loureo-
fo da Matta, no dia 14 do corrente, stimo do seu
fallecimento ; pelo que se contessam d<-sde j
agradecidos.
Registro para gaz
Comnra-ae vtn, e tambem dons candieiros :
frutar na ra Duque do Caxias n ">!, loja.
Quero lem?
Onro e praia .- c.mpra se onro, prata e
ledras preciosas, jyr maior preco que em outia
jua.quer parte ; no 1 andar n. 22 roa larga do
ioaano, antiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
'Urde, dias uteis.
Major Paulino Pire 'aleo
Theodoro Just. sua mulher e filhos, D. Rita
Pires Falcad de Loyola, seus genros c filhas, e
J' .quim Custodio Duar:e de Azevcdo, sua mulher
e fi>h >s, pedem aos amigos e parentes do seu pre-
sado aogro, pai c ave, maj >r Paoliao Pires Fal-
cio, a caridade de aaaistirem a missa do trigsi-
mo dia, qn- p ir ana alma mandam re.-ar na ma
rris 'li Boa-Vista, < n capelia do engenho Mas-
loa, no dia 13 do andante, s 8 horas da
manh>.
I'irminu Anloi:io liuiiai amor Hnpono
D. Maria S.verina Sotto Maior Raposo, au-
:>nte, e Manoel Joaqnim Pereira, irmlo e amigo
de Firminc Anti-mo Sotto Maior Raposo, agrade^
cendo vivamente a todos quantos se dignaram
acompanhar a sua ultima jazida, o roesuio seu irmo
u amigo, pedem Ibe aini a o caridosa obsequio de
assistirem a missa do 7 dia, qnc ter lugar, qninta-
f.ira, 13 do corrente, as 8 horas da manhi na
igrt-ja matriz do Santo Antonio,
Connelbeiro Pranciaco avoanim-
gue* da <*ila
O irmo, cuahados e sobrinhos do consHheiro
Francisco Domingues da Silv, mandam celebrar
algumas missas na matriz da Boa-1 ista, no sab-
bado 15 do corrente, s 8 horas_ da manh, em
suffragio de sua alma, e para esse acto convidam
seus parentes e amigos do finado.
| afHVH I


Diario de Pcroambucotyuinta-feira 13 de Maio de 1886
Grande e bem maulada oflicina DE


PEDROZA & C.
N. 41Ra do Barao da VictoriaN. 41
Neste bem conhecido estabelecimento, se encontrar uro lindo variado ser-
timento de pannos, casemiras, brins, camisas, punhos, collarinhos, raeias, gravataa,
tudo importado das melliores fabricas de Pars, Loodres e Allemanha; e para bem
servirem aos seus amigos e fregueses, os proprietarios deste grande estabelecimento
jm na direccSo dos trabalbos da ofBcina babeis artistas, e que no curto espajo de 24
horas, preparam um terde roupa de qualquer fazenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PRESOS SEM COMPETENCIA)
Agaa ile Viflago
Em quartcs e meias garrafas, vendem Faria
Sobrinho & C, ra do Mrquez de Olinda n.41,
DEPOSITA RI08
proprietarios
estabolecimento denominado
MSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que receberam un
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como taro
bem i-elogios de todas as qualidades. Avisam tambero, que continuam a receber poi
todos os vapores vindos da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que en
outra qualquer parte.
N.
MIGL WOLPF & C.
4 RA
DO CABUGA
----N. 4
Compra-se ouro e prata vclha.
JOSEPH KRAUSE fr
Acabara de augmentar % sen j bem conhecido
niportanle estabelecimenlo roa Io
de marco n. 6 com mais
i saldo no 1 andar luxnosamenle pepar-
rado e prvido de urna exposi-
ftefettas deprala id Porto e efetrfrfi
dos mais afamados fabrcafiics do
mando inteiro.
Convida, pois, as Exilias, familias, seas nume-
rosos amigos e fregnezes a visilarem
o sen estabelecimento, aflm de
apreciaren) a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desla provincia.
GHA-SE ABERTO DAS 1 'S 8 DA MTE
O capricho da moda
I crianeas
praqa da independencia n8. 24-26
(abbr se iicje)
N'este eatabecimento encontrar o respeitavel
publico, um grande sortimento do que ha de mais
gosto e mais moderno no genero, bem como flas
plumaB, floree, te.
Precos sem competencia.
Edgardo Mlgllorlnl & C
' O DOlItO da Mlata!
A pimenta especialmente preparada na Europa
em bonitos fmsquinhos e que Be vendem pelo di-
minuto preco de 160 ris cada um, no Largo de
8. Pedro n. 4.
Serrara a vapor
Cae do Capibarlbe n. 2S
Nesa serrara encontrarlo os senhores fregue-
zes um grande sortimento de pinho da rezina, de
5 a 10 metros de comprimento, e de 0,08 a 0,24 de
esquadrios ; garntese preco mais cammodo do
que em outra qulqucr parte.
Engento
Tnspassa se o arreedamento do engenho Santa
Rosa, na freguezia da Luz, perto da esteco de
S. Lourenco, na via-ferrea do Limoeiro, assim
como de Jaboatao, na via- frrea de Caruar. O
terreno d para afrejar-se annualmente de dous
tres mil pa>'8 de assucar. Alem de muitas var-
zeas tem mata virgem para am-ir-.-ie nuvo.s parti-
dos, me a vapor, tendo urna machina nova, de
muita fores, e moendas novas e grandes : quem
pretendel-o dirija-se ao mesmo engenho ou ra
do Imperador n. 79.
Octavia Molulo, titulada pelo instituto normal
da provincia do Espirito Santo, offerece-fe para
leccionar portugus e francez em collegios parti-
culares : pode ser procurada na ra Velha n. 108,
e para uormacoes na ra do Torres n. 6, escrip-
torio.
VENDAS
Vende-se portos de ferro, gradeamentos
para cima de muro, bandeiras de ferro para por-
tas exteriores, de arcos, bandeiras de ferro para
portas interiores, de todas as qualidades, gaWi-
uheiros de farro, carracas para bois e cavallos,
carrinhos de m3o e rodas para carrocas, por pre-
co commodj : u> largo do Forte n. 4, officina de
ferreiro.
Vende-se ama ezcellente taverna no larg
de Santo Amaro das Salinas, em frente para a
linha de Limoei'O, propna para qualquer princi-
piante : a tratar na mesma.
Vende-se a casa terrea sita ra Imperia
b. 9 : o tratar na ra do Imperador n. 3| 1 aa
ar, com Antonio Bezerra Cavalcante de Albu
uerque.
Casa no Monleiro
Vende-se ou a luga se urna casa no
Monteiro, ao p da igreja, tractar na lo-
a de livros junto ao arco de Santo An-
tonio.
Fazendas brancas
80' AO NUMEEO
roa da Imperatriz

Casa cm A togados
Vende-se urna casa na ra do Motocolomb n.
, com 2 salas, 2 quartos, cosinha f.-a, quintal e
cacimba, em chao proprio : a tratar na praca da
Independencia n. 40.
Carrosa eboi
Vende-se urna carroca de duas rodas, propria
para boi e cavallo, e nm bonito boi muito novo e
manso : para ver e tratar ra de Pedro Affonso
n. 68, antiga ra da Praia.
Aprovcitem
Vende-se tima boa armaco, nova, para fazen-
das ou qualquer outro negocio (menos inolhados),
j collocada em bom armazem novo e em urna das
principaes ras do commercio ; para inforraaeoes
na ra do Rangel a. 49, esquina.
REGUL AMENTO
DO
28RA DJ B80 DA viuTOBIA28
PRESOS
Um almoco contendo tres prato, 0 sobremesa 16000
Um jantar constando de sopa, tres pratos e sobremesa 1)J000
Lunch constando de um prato, quejo, doce, fractas e caf. #600
VINHOS-Bordeaux, Figueira, garrafa 5800
i meia garrafa. 400
ASSIGNATURAS
Por mee..... ... 40000
, > com vinho (urna garwapor dia) Bordeaux ou Fi-
fiSueirah........605000
Pagamento adianlado por quinzena
A. G. Francia,
i
GRANDES NOVTOADES
Fazendas finas e modas
2 A Ra do Cabug 2 B
J.BASTOS&C.
Para este estabelecimento acaba de chegar um primoroso sortimento de arti-
gos do modas destacndose os que aqui indicamos :
Vestidos meio preparados, de cachemira, ricamente enfeitados ao rigor da
moda.
Fantasa rica, bordado a missanga.
Fil e missanga, alto desenho em 13 e seda e 13, bordados a retroz, etc.
Cortes de vestido, la florettes unie, combinac3o de fazenda lisa e bordada e
qne modernissima.
Cortes de vestido em toile d'alsace com bordado a agulha, cores lindas e de
go4o apurado.
Lindissimos oortes de vestido da etanione, com bordado a seda, novidade pal-
ptate.
Etamines, suratos, faillea, sedas, setins, cachemiras de todas as cres, creto-
nes, setinetas e toile d'alsace, sortimento grande.
Leqties transparentes especialidades e os primeiros ebegados aqui. Recom-
meudamos ao bello sexo.
Ditos de setiai, opulentosorti ment.
Ditos de madreperola, brancos e de cores.
Para as Exmas. noivas :
Setim branco Duchesse.
Sor ato e gorgurac.
Guipour branco de seda, fil e rendas para enfeite.
Capellaa de cera e de pellica.
Veos de blond, ampios e finas.
Meias de seda e saias bordada.
Colchas de damasco de seda e de crochet.
Cortinados de crochet e cambraia.
Lenjos de cambraia de Linho, lisos e bordados.
Sedas, setins e merinos pretos de todas as qualidades.
Para todos os artigos que referimos, os precos sao sem competencia.
(Telephone n. 33)
BEiMof ila Hriih
Este i i portante estabelecimento de relojoaria,
fundado cm 18G9, est funecionando agora rua
larga do Rosario n. 9.
O seu proprictano, encarrvgado do regulamen-
to dos r elogias do arsenal de marinba, da compa
nhia dos trilitos urbanos do Kecife Ulinda e Be-
beribe, da do Recife i Casanga, da estrada de
ferro de Carua da compauhia ferro-carril de
Pernambuco, da ass jciacao commercial beneficen-
te e da estrada de ferro do Limoeiro, cercado de
ctelligeulcs e habis auxiliares, eoncerta e fa-
brica qualquer peca jara relogios de algibeira,
de pared?, de torres de igreja, chronometros ma-
rtimos (dando a marcha), eaixas de msica, ap-
parelhos elctricos telegrapbieo*.
O mesmo acaba de receber variado sortimento
de relogios americanos que vende de 7 a 20
par parede, mesa e despertadores de nikel.
Contina a exercer a sua profissito com zelo e
nteressa de que sempre deu provas ao respei-
tavel publico e aos seus collegas, e vende forne-
cimento de qualquer qualidade.
Em frente de seu estabelecimento se acha col-
locado um relogio, eujos mostradores tambem po-
dero ser vistos pelos passageiros da ferro-carril,
tendosempre aHORA MEDIA DESTA CIDADE,
determinadas pelas suas observacoes astronoma
as. Ra larga do Rosana n. 'J.
Antonio da Costa Araujo.
K sem competencia
Na ra da Imp-ratriz n 78. nova pbotographia,
tira se retratos porcellana 7000 a duzia, ditos
simples a bf< ("
Mkm o irte
Em vista dos grandes propressos da idea de que
se gloriam as nacoes civilisadas, o commercio
deve acompanhar esse pro?resso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
nacoes ; em /ista do que annurjciam
MART1NS CAPITAO Se. C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, eB-
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem no experimenta, nao sabe.
Venham ver, pois :
Queijos, flamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranho.
Fructos seceos, como :
Passas, amendoas, ligos, etc.
Ditas iiacioiiaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Sementes novas de hortalizas.
Especialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas as qnaMdrdcs-
Champagne.
Cerveja de diversa: marcas.
Bem assim :
Aramia fina em paestes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte do Paran, em p.
Ainda mais :
Ovas de peize.
Sardinhas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martins Capitao & ('., ra estreita d >
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Foruiicida capanema (verdadeiro) para extinc-
cilo completa da formiga saura. Vendem Martni
Capitao & C, ra estreita do Rosario n. 1.
ihery
4 rna aa imperatriz = 4o
Laja dot barairo
Albeiro & C, ra da Imperatriz n. 40,1 ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de precos
A SABER:
AlgodaoPee9 a godaozinho com 20
jardas, pelo- tpreeos de 8J8O0,
4J, 4*500, Ai' f; b$, 5*500 e 6|5(K
MadapolaoPecas de madapolao com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at 12*000
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de 800
Ditas brancs e cruas, de 1* at 1*800
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
ceroulas, vara 400 rs. e 500
Ceroulas da mesma, muito bem fetac,
a 1*200 e 1*500
Colletiuhos da mesma 800
Bramante francez de algodao, muito cn-
corpada, com 10 palmes de largura,
m-.tro 1*2
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e 280C
Atoalhado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1S800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
drees delicados, d- 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mai* delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
loja de Alheiro & C, esquina do becco
dos Ferreiros
Algodao entestado pa-
ra lenfoes
A 90o r. e IOOO o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
a iroduo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
m s de larpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
1 k X)Q o metro, assim coma dito trancado para
toa Ibas de mesa, com 9 palmos de largura a 1*200
o u otro. Isto na leja de Alheiro & C, esquina
do ceco dos Ferreircs.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e 2* o covado
A heiro <& C., ra da Imperatriz n. 40, veo
dem muito bons merin3 pretos pelo preco aemi
dito. E' pechincha : na loja da esquina do bec-
co di s Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhoras, pelo preco
de 5*U0O, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brin, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
zas, de duas larguras, com o padrees mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar tazer costumes de casemira a
SO1?, sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pech>ncha : na leja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 321-
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado* a IOO rs. a pera
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
das, por 5J, aproveitem a pechincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreircs.
Fnstes de setlneta a 500 rs o
covado
Alheiro & C. ra da Impcratri ven-
dem um bonito sortimento de fustSes brancos pele
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. c
ovado na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
Cabriolet
Vende-se um em perfeito estado e por preco-
eoinmodo; tratar na ra Duque de Caxias a. 47
Camisas nacionaes
A 500. a^OOO e 8*500
32= Loja ra da Imperatriz *= 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e panhos de linho como de algodao, peles
barates precos de 2*500, 3* e 4*, sendo fazenda
muito melhor do que as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortada* por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vontade dos
freguezes : na nova loja da ra da Imperatria n.
Si, de Ferreira da Silva^KQ-
Ao'32
Nova loja de fazendas
48 Ra da Imperatriz = 3t
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o rea-
eitavel publico um variado sortimento de faaen-
as de todas as qualidades, que se vendem por
recos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para houiens, e tambem se man-
da fazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre aifaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras e brins, etc.
7*000
10*000
12*000
12*000
5*500
6*500
8*000
3*000
1*600
1*000
Engealio
Este remedio precioso tem gozado da acceft
t3o publica durante cincoenta e sete annos. com-
ecando-se a sua manufactura e venda em 1827.
Sua popularidadc e venda nunca foro to exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova la sua fficacia maravit-
hosa.
NSo hesitamos a dizer que nao tem deixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer em
creancas quer em aduMcs, que se acbaro atflic-
tos destes inimigos da vida humana.
Nao deixamos de receber constantcmentu
attestacoes de mdicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificarles, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nomc inteiro, que devia ser
^emiftec fle B. A. FAHNESTOCK.
1-^
PASTILHAS
De ANGELIM & MENTRUZ
5
ae
VQ
S9
=~
=


^S
O Remedio mafs effcaz
Seguro que se tem descoberto ote
ho/t fiara expe'/rr as Ion tingas.
ROOIAVKOL FUERES
m
c.
C
9m
riiiniiscia Lcvy
Ra >o\ nunir'o 15
Agua de Bclasatnral, p^la ult'ino vapor.
Pliaruiacia Lcvy
ua \oa
Cha preto especia!.
numero 8."
Cos n heiro
Precisa-se deum bom cosinheiio, que de abono
de sua conducti : a tratar na ra do Mrquez de
Olinda n. 03.
Vende-sc por 20:000* a quinta e ultima parte
dos engenhos Amaragi d'Agua, Santa Luzia e S.
Vicente, do ter.no de Gamelleira, meia urna le-
goa distante do engenho central de Riaeirao, bem
como por preco commodo, um granJe sitio que foi
engenho, no Iguarast : a tratar na ra do Im-
perador n. 50, terceiro andar.
Pinho
enga
Vende-se em casa ae Matneus Austin i C,
ra do Commercio n. 18, 1 andar,
qualidade e diversas dimeneoes.
Cabriole!
Veide-se por baratissimo preco e en muito bom
estado um cabriolet de dous assentos, quatro ro-
das e arreios para um cavallo ; a tratar na co-
cheira do Candido, rna da Roda.
Taverna
Vende-se a bem afreguezada taverna da ra
larga do Rosario n. 1, propria para principiante
por ter 1 ens commodos ; a tratar ua ra larga do
Rosario n. 14.
da
a
melhor
para
Ra Uiiqiic de C'axJas n.
Fustoes de cores para vestidos a 240 e 320 rs.
0 covado.
("hitas claras e escuras, 200 e 240 rs o dito.
Sargelins diagonal de todas as cores, 240 rs.
dito.
Alpacas de seda idem idem, a 360 e 400 rs. o
dito.
Lis coLi bolinhas, novidade, 560 e 700 rs. o
dito.
Setiuetas superiores, faaenda de 600 rs., para
liquidar a 400 rs. o dito.
Damascos superiores, duas larguras, 1*800 o
dito.
Popelina branca de seda, 480 rs. o dito.
Setins maco de todas as cores, 800 rs., 1*000,
1S200 e i 400 o dito.
Velludilhos de listrinhas, novidade, 1*600 o
dito.
Sedas japnnezas, 400 rs. o dito.
EsguiSo para casaquinhos de senhoras, a 4* e
4S5O a peca.
lJrun pardo fino para vestido, 500 rs. o covado.
Failes ae novos gostos, a 500 rs. o dito.
Camisas para senhoras, as mais lindas que tem
vindo, a 4*500 e 5*.
Saias riquissimas, para todos os precos.
Cortinados bordidos. 6J500 e 9* o par.
GuarnicGes de crochet para cadeira e sof, a
8*000.
Camisas francezas superiore?, a 30$ e 36*.
Bramante de algodao, o melhor que tem vindo,
1*500 o m^tro.
Ia>m de linho puro, 2* o dito.
Colchas de cores, francezas, 1*500 e 2* ama.
Lencoes de bramante muito grandes, 2* um.
Cobertas de ganga, idem idem, 3* urna.
Meias arrendadas para senhora, a 8* a duzia.
dem cruas, idem, 8* e 12* a duzia.
dem inglezas para homem, 3*500, 4* e 5* a
duzia.
C* roulas de bramante bordadas, 12*000 e 18*
a duzia.
Lencos de linho a 3* a duzia.
Casemiras de cores, inglezas, 1*400 e 1*600 o
covado, com duas larguras.
dem pretas diagonaes, 1*800, 2* e 5*400 o
covado.
. Cortes de ditas decores, proprias para invern.
1 2*500 e 3*.
dem inglezas, superiores, a 4*500, 5* e 6*.
Cortes d- fusto par* colletes, lindos desenhos,
a 2*500 e 3*.
dem de gorgorito preto, a 2* para acabar.
Deposito de algodoes, tanto nacionaes como es-
trangeiros, superiores madapoioes, brins, case-ai-
ras de todas s qualidades, cheriotes e merinfi
para lutj.
Vendas cm grosso, descont da praca.
Carneiro da Cunta & C.
s Roa iiuqne de Casia* 5
Excel lente casa no
Monteiro
Vende-se ou arrendase annualmente urna boa
casa com bastante) commodos para familia, tendo
agua e gaz encanados, com um bom quintal todo
murado, cem algumas arvores fructferas e com
sabida para o rio, por preco muito 2 azoavel : quem
precisar dirija-se ra Duque de Caxias n. 117
que achara com quemtratar.
A Revoluco
0 48
a ra Duque de Caxias reduzio as vendas
a 25 Ojo de menos de seu valor
Ver para crer
Setin maco a 800 rs. o covado.
Merino de bolinhas 900 rs. o dito.
Lindas alpacas de cores 360 o dito.
Setinetus lisas 400 rs. o dito.
Ditas escosst sas a 440 o dito.
Chitas finas modernas a 240 e 280 o dito.
Cretones finos a 320, 360 e 400 rs. o dito.
FustSo branco a 400, 440 e 500 rs. o d;to
Linn branco a 500 rs. o dito.
Mariposas finas de cores a 240 o dito.
Liuhos escossezes de quadrinhos a 240 rs. o dito.
Renda da China 240 rs. o dito.
Seda da listras 1*000 o dito.
Damasco de cores a 500 rs. o dito,
nrirn pardo liso 300, 360, 400 e 500 rs. o dito.
Verbutinas de todas as cores a 1*000 o dito.
Fichs al*, 2*, 3*, 4* e 5*000 um,
Casemira inglesa de cor a 3* e 4*(J00 o covado.
Dita diagonal a 2* e 2500 o dito.
Dita de cores a 1*800. 2* e 2*400 o dito.
Flanella americana 1*200 o dito.
Toilette para baptisados a 9*000 nm.
Punhos e collariuhos para s-'nhora a 2*000.
Espartilhos de coraca a 4, 5, 6 e 8*000 um.
Camisas bordadas de liuh a 30*000 a duzia.
Camisas para senhora a 30*000 a dita.
Ditas de meia a 800, 1 OH) e 1*400 a dusia.
Timoes para meninos a 4*000 um.
Casacos de laia 12 um.
Bramante da 3 larguras a 900 rs. a vara.
Dito de 4 larguras a 1*200 a vara.
Lencos cem baria a 1 *200 a dusia.
Lencas brancos a 1800 e 2*000 a dusia.
Lencoes de bramante por 1 *800 um.
Cortes de casemira de cor a 3*, 3*500 e 4* um.
Toalhas felpudas a 4* e 6*000 a dusia.
Ditas alcochoadas de 20* por 12*000 a dusia.
Meias para homem de 3$, 1S, 5* e 6*000 a dusia.
Meias para senhora 3*, 4& 5*, c 6*000 a dita*
Colchas brancas e de cores a 1*800 urna.
Colchas bordadas a 5*000 o 7*5 0.
Cobertas forradas a 2*800 e 2*900 urna.
Madapolao gema e pelle de ovo 6*600 a peca-
Redes hamburguesas a 10*00J urna.
Brim trancado a 700 rs. o covado.
Cambraia de forro a 12*000 a peca.
Zefiros lisos a 120 o covado.
Cortes de casinete a 1*000, 1*600 e 1*800 um.
Anquinhas a 2*000 urna.
Fructas maduras
Vendc-so diariamente espeeiaes laranjas para
mesa, mangabas, rapetas, e outras muitas : no
largo de S. Pedro n. 4.
31ua da Imperairlc39
Loja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as roupas abai
zo mencionadas, que sao ba- -:u.as.
Palitots pretos de gorg-ta aiagonaes e
acolchoados, senco tazenas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de eordao muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgorao preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encorpada
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de mulcskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e
Colletmha de greguela muito bem feitos
Assim como nm bom aortimento de lencos de
linho e de algodao, meias cruas c collarinbes, etc.
Isto na loja aa *ua da Imperatriz n. 3i
Riscados largos
a too rs. o corado
Na loja da ra da Imperutriz n. 32, vendem se
riscadiuhos preprios Dar roupas de meninos e
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado
tendo quasi largura de chita franceza, e ssp*
como chitas brancas miudinbas, a 200 rs. o
do,e ditas es curas a 240 r3., pechincha
loja do Pereira da Silva.
FuMtOcw. sclin.las e lazinha* a SO'
m. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a 500
rs. o covado, lzinhas lavradas de furta-coret,
fi-zenda bonita para vestidos a 500 rs. o ce vado,
e setiuetas lisas muito largas, tendo de todas a*
cores, a 500 rs. > covado. pechincha : na loj
do Pereira da Silva.
HerinN prelom a 1 %Z
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos c roupas para meninos a 1*200 e 1*60C
o covado, e superior setim preto para enfeites a
1*500, a?sim como chitas pretas, tent lisas como
de lavoures brancos, de 240 at 320 rs.; na nova
loja de Pereira da Silva ra da Imperatriz nu-
mero 32.
Algodaozlnho francez para lence
a ! Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
superiores algodozinhos francezes com 8, 9 e Ib
palmos de largura, proprios para lencoes de na
s<5 panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 o
metro, e dito trancado pa-a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro largurai
para lencoes. a 1*500 o metro, barato ;
do Pereira da Silva.
na loja
Ronpa para meninos
A 1S. $500 e
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, se
vende um variado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dito*
de molesquim a 4*500 e ditos de gorgorao preto.
emitendo casemira, a 6*, sao muito baratos ; n*
loja do Pereira di Silva.
GRANDE
Exposicao central rna larga do
Rosario n." S
Damiaa Lima & C, nao podendo acabar un a
grande quantidade de mercadorias, resolvcram
anda urna vez convidar as Exmas. tamilias e
respeitavel publico em geral, que com certeza nia-
guem perder seu tempe, fazendo urna visita
Expottiro Central
Pecas de bordados'a 200, 400, 500 e 600 rs.
Punhas e colarinhos bordados para mmk a
2>000.
Ditcs ditos lisos, 1*500.
Ditos para homem, 1*500.
Um plastrn de 2*000 por 1*500.
Invesiwio grandes por 320 rs.
Lacos para senhora por 1*500.
Macos de U para bardar, 2*800 e 3*
Luvas de seda arrendadas a 2*500.
Ditas lisas, 2*200.
Ditas de fio de Escossia, 1*GC0.
Broches para eenhora (modernos) 1*500.
Um par de meias para senhora (fio de seda)
600 rs.
Dito idem liso, 400 e 500 rs.
Dito idem (fio de seda) 1J200.
Duzias de baleias a 360 rs.
Carreteis de 200 jardas a 80 rs.
Metros de arquinbas a 160 e 120 rs.
Um par de froahas de labyrintho, 1*500.
Macos de gramp> s a 20 rs.
Metrr.s de plisss a 400 rs.
Lindos passarinhos de seda para cbjtp^s de
senhora, de 500 rs. a 1*000.
Um peute com inscripcao para senhora, 1*.
Um lcque de 16* por 9*.
Brinquedos para crianeas, leques de papel, i-
tus, bicos ae linb 1, qiiadros para retratos, lancea,
tspartilhos. bicos, galSes, franjas com vidrilhos,
futras inuitos oijectos de phantasia por prafas
em competencia : mr exposicao Central, a hm
larga do Rosario n. 38. ^^__^
WHISKY
RYAL BLEND marca V1ADO
Este ezcellente Whisky Escosscz preftrivO
ao cognac ou agurdente de canna, para fortificar
o corpo.
Vende-se a retelho noa tu horcs armasecs
nolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADOcujo ne-
me c emblema sao registrados para todo o Brasil.
BROWNS <5t C, agentes
Vacca de leite
Vende-sa urna bonita vacca tourina n **
real da Torre, engenhoca Lasserre. ____
lIIaIodeciapeopaba
Vende se pelos segulntes pro-
cos de i&*o at 00 ra do Crespo n. I? Madi
Mequellna.
H muim r
'*' .


8
Diario de PcrnambucoQuinta--f eir 13 de Maio de 1886
i
i


SCIEJCIAS
Arte Militar
AO 8EBVI9O DE SADDE DO EXE BCITO
CEZ EM 1586
FRAX
de medica, sempre presente, substituir altivos j incompletos, o pessoal inlispensa formou agrande maioria de nossos mediios
(Concluso)
IX
As commissoes eucarregadis de redigir
os regulamentos para o servigo enfrenta-
ran) com normes difficuliades assignaladas
nos relatnos e provenientes da participa-
eo que a lei deixa ao servido da intenden-
cia no que diz respeito ao servigo da ad
ministradlo e fornecimento do material >
Ellas acautelaram-se tanto quanto pude-
ram ; mas a prego de complicagoes de bu-
rocracia, que se traduziram na pratieaeni
urna perda enorme de tempo. O que se
passou por esta occasiao da installago, no
Pas-des-Lanciers, da divisilo de reserva do
corpo expedicionario de Tonkin, demons-
tra bem que o resto de dichotomia que a
lei deixou subsistir eminentemente pre-
jgttcial aos doentes, que nunca poderam
aWmraodar-so com as delongas administra-
tivas. A organizagZo da divisao comporta-
va urna ambulancia : os mdicos e os phar-
maceuticos foram noraealos pela 7 direc-
tora do ministerio (directora do servigo
de saude), que forneccu tambera o mate-
rial de que dispunb.
Quanto aos ofliciaes de administracao e
aos enfermeiros que depmdem da i>" di-
rectora (dirjetoria da intendencia), foram
pedidos a esta reparticilo, que d'signou
pessoal ento na Argelia. Emquanto esse
pessoal, ofliciaes de administracao e enfer-
raeiro; reeeba ordens e punha-se a ca-
minho, urna epidemia de febre typhoide
manifestou-se no campo, cuja ambulancia
era incapaz ie armar as tenda e os leos
por falu da ofliciaes de administracao e
de enfermeiros. Traasportarim-se os doen-
tes para Marselha e, quando os enfermei-
ros, vindos da Argelia, des trabar-avain
nessa cidade, a intendencia datera 03 all,
dizendo sem duvida : Para que enva-
los ao Pas de Lanciciers, si os doentea es-
tilo aqui? Tanto que, no campo os pri
meiros soeaorros, tao ute3 em tempo de
epidemia, falharam, em razao do um vicio
Be fut'cdonamento estabaleeido por lei,
A poiicuo dos offi es de adminst-
rao nos hospitaes c tao peuo3a para as j nos mais prudente proceder por experien-
autoridade, omitas vezes afastada, da in-
tendencia, e que esto promptos a facili-
tar ao intendente a abertura da porta que
a lei de 15 de Marco procurou deixar en-
treaberta ?
Devemos crer tambem que alguns offi
ciaes de administrago teriam experimen-
tado dissabores pessoaes por se terem mos-
trado evidentemente dedicados organisa-
da comraisso classificadora dos servigos
administrativos, ser bem considerados
pelos mdicos ? Propor estas questSes
provar a indispenavel, necessidade da
revisao da lei de 16 de Marco: importa
que, sem mais demora, os ofliciaes de ad-
rainistrago dos hospitaes assumam o lugar
que lhes cabe no servico de saude, entre
09 mombros do respectivo corpo e a tropa
sanitaria.
As secgoas de enfermeiros nao teem
mais lago logio com o servico da inten-
lencia o chegou a occasiao do fazel-as pas-
sar pela alta superintendencia dos directo-
res do servigo de saude. Ellas seriam
commandadas, como j o sao, pelos offi
eiaos de administrago dos hospitaes, do
ora avante assimilados aos postos do exor-
cito e pertoneia ao comraandante nomear
para os postos e erapregos ^e cabos de es-
quadra ou de offi :iacs inferiores, sob pro
posta dos mdicos directores, infirmado
do valor dos homens pelos medicos-chetes
que os veem funecon indo no servico dia-
rio.
X
A raviso da lei de 16 de Mtrco far
des ipoarecer ainda outras animabas. Co-
mo o servico da artilharia e e de eng^nharia,
o servico de saude caree3 pertencer se para
funecionar bem.
Nao se comprehende por que, a serae-
Ihanca desses servidos, elle nao ordraaria
suas proprias despezas e por que a inten-
denci nao deix aria de ser
de fornecer o material e os ab istecil
tos neeessarios aos hospitaes e arabu
cias. !> O que nao se dira si as muui-
cos c os modelos de canhoes fossem for-
neeido3 arrullara por outra qualquer re-
particao do exercito ? O material medico-
militar ser menos especial que o da arti-
lharia ? Esquecer-se-ha que a iniciativa
de una corporacSo, assim como a iniciati-
va de um individuo, d resultados tanto
m Chores quanto sua libcrdade maior 'i
Em um rclatorio apresentado ao Sena-
do, disse o Sr. de Freyeioet : Parece-
vel para garantir o servico na TuniBia e no
carregada
gacia
mmn
ala
Tonkin. Nao se dir que o grao de elasti-
oidade nos quadros da medicina militar
considerado como n2o tendo limites, por-
quanto a cmara dos deputados votou o
anno passado, em primeira discussSo, urna
lei sobre oexercito colonial pela qual o ser-
vigo de saude seria garantido, nesso ex
ercito, pelos mdicos do exercito de trra
sem augmento de seu efectivo.
Tcm-sa desprezado at boje appellar,
quanto ao servigo do Tonkin, para a
boa vontade dos rae lieos do reserva ; en-
tre elies se encontrariam sem duvida man-
cebos que voluntariamente mam auxiliar
os mdicos' militares do corpo expediciona-
rio. Este mode de augmento de pessoal
nao se deve desprezar hoje, comquanto
urna reforma mais radical se imponha ener
gicaraente.
O corpo do saude comprehende, pela
lei de 16 de Marco de 1882, 1.300 mdi-
cos e 185 pharmaceuticos. Si quizer-so con-
siderar bem que, nos regimentos, a phar-
macia Lita pelos mdicos ; que em cam-
panha o; pharmaceuticos nao tiguram no
pessoal das ambulancias, onde seriam abso-
lutamente inuteis ; que nao ha lei alguma
que obriguo a ter pnarmaceutioos nos hos-
pitaes que n3o vendom medicamentos ; que
os mais eminentes pharmaceuticos do exer-
oite, 08 Poggiale, os Jeannel, os Jall ard,
os Diraortain, os Coulier, etc., no tive
ram nunca outro diploma sinilo o do dou
tor em raedi -ina, perguntar-se-ia si uao Va-
leria antes substituir os 185 pharmaceuti-
cos por 185 mdicos. Evidentement3 ha-
ver sempre necessidade de um aervio de
pharmacia annexo a pharmacia central dos
hospitaes, nos depsitos de medicamcatos e
nos hospitaes ; mas, visto que os mais dis
tinctos entre os pharmaceuticos militares
foram mdicos, mdicos cuja vocagao os
fez pender para os estudos chimicos, sero
no futuro, como foram no passado, japazes
de dirigir, onde quer que seja nicessario,
o servijo pharrjae.cutico que, em todo caso,
est longe de exigir pessoal tao numeroso
como o que comportara os quadros ac-
ta es.
O legislador anda commettm um erro
militares, nesta occasiao era actividide de
pessoas quanto contraria ao servico nor-
mal. O pagamento est sob as ordeDs do
medico chefe do hospital, mas receb?, de
accordo com a lei de 16 i Mar;o de
1-^2, ordens directas da intendencia. A
quera ob;deoer elle si as ordens sao con-
tradictorias ? O raedizo chefe est arma-
do para punir o pagador, -mas est des
armado para recompen~d-o porquanto,
si o medico chefe tera a iniciativa das pro-
postas para a promo$o cu condecora,ao
do pagador, ao lado das notas do medico
ebefe, director e inspector, inscrevera-se
as notis do subintendente, do intendente-
director e do intendente-geral inspector, e
principalmente as decisoes da commissao
classiticadora dos servidos administrativos.
Salvo levando o desinteresse alm do que
comporta o carcter da maioria dos ho-
mens, o official de administrara} inclinar
se-ha, em caso do desavenga, para o lado
do sub-intendente, e o servigo administra-
tivo do hospital, grabas forca de inercia
do pagador, podera escapar ao impulso
do medico-chefe, cuja responsabihdade
real ficar assim de 'acto abdida. Con-
vir accresentar que muitos offiuaes de
administrado, principalmente os mais an-
tigos, que tinham adquirido, sob o antigo
rgimen, o habito de considerarse omni-
potentes nos hospitaes e de julgar-se os
directores virara com pezar, a autonda-
F0LHET1M
ANGELA
cias successivas e, se o corpo de saude de-
ve algum dia rebeber as vastas attriluico 'S
ambicionadas, coraecar por conceder-Ibes
as que poderao primairaraenta 83 poderao
counar-lhe. Quando elle as tiver exerddo
cora bom xito o que nao pode deixar
de acontecer -ex iminar-se ha si convem
ir alen e dar-lh3 o ultimo gr do auto-
noma.
A hora prevista palo Sr. de Freycinet
de 1886 cahe aper-
pelo de 1882.
servico. Desde a pirda de Sti-asbnrgj, o
recrutaraonto do corpo de saude variou nos
seus detalbes, mas foi e ainda como prn
cipio o segainte : mogos al mi tt id os no em-
prego de medico-alumnos, em diferentes
perodos de seus estudos, segundo sua es-
colha, matriculam-se doutores em urna das
Faculdades de medicina o depois reun -ra-
se Escola do Val-de Gr;e ond.i cursara
cerca de dez mezes.
Os inconvenientes deste modo du re-
crutamento nSo cossarara do prooecupir
todos os amigos da medicina militar, o fji
grande a sua alegra com a puplieacao do
decreto do 1. He Outubro de 1883 insti
tuindo duas escolas separatorias do servi-
co de saude; foi inaudita a decepgao que
se experiraentou quando a coraraissao do
orgimento, de conformi lade cora seu rela-
torio, apresentado a 8 de Novorabr de
1883, obtevo a recusa dos crditos neces-
sarospara o funecionaraent) dessas escolas.
Pessoalraente, acreditamos ser rauito mais
prefervel urna s escola duas, julgando
que conviria estabelecei-a em Lyao; mais
quer se adopte urna ou duas encolas,
urgente, si no so quer ver o servico di
saude desmoronar se, renunciar ao recruta
raento sera escola militar.
Os resultados fornecidos ppla cssola de
Strasburg > foram excellentes e melhoris
seriara cora os aperfeigoaraontos ministra-
dos pela experiencia do ea la novo anno,
emquanto que as consequencjas dj recruta-
raento de hoje silo deploraveis.
O numero de jovens que se apresenta-
vam para entrar na escola de Strasburgo
era consderavel, o a escolan dos jurys de
admiss.o ex ;rcia-se facilraento. A educi-
g5o scentiflea dada pelas professores e ag-
gregados da FaeuMad) o p dos repetidores
da Escola garantida por interroga oes
frequentes e exereicios praticos diarios, as-
sim como pelo trabalho individual ontinao,
ao qual forgava o intornato era tal que nao
s a media dos estulantes militar :s era
superior dos estudantes civis, como os
premios da Facul lado de Medicina dados
em concurso (extrnate, internato, profos-
sorato, etc.), eram alcancalos priaoipal-
litar que nunca trouxe a fortuaa e nao de-
ver nunca ter o dinheiro por alvo ?
O futuro de urna corpirago compromet-
to-se gravemente quando o seu recruta-
mento periclita e o da medicina militar est
ame'agado em suas raizas. Faga-ae um
appelo a todos os mancebos de b vonta-
de, aplaine-se a estrada aos estudantes qu;
a situacJto de fortuna de snas famdias ar-
reda actualmente da medicina railitii ; que
os jurys de exaraes, lopois de rfun tirara
os prograratnas actuaos, julguem os candi-
datos de visu e nili#principalmente por com-
posig3.!S es-Tptas ; qu i sua nscolha se
oxirg sobre rouitos jovens; que o poueo
valor esappiraga pelo concurso e pela
obserragSo que se fizer d'elles em uraa es-
cola ; que ness; escola ie ensinera a scien-
cia e as virtudes militares ; que alli seja
fundida a pjderosa ala vanea do progresso,
o espirito de corporacao, e con3eguir-se-ha
formar para os nossos soldados mdicos
instruidos, .dedicados, que conhegam sua
prosso, que saibam obedecer nos postos
subalternos e commandar nos postos eleva-
dos, dignos, c.nfira, da alta missito de me-
dico de exercito e capazes de supportar o
peso de todas as responsabilidades que traz
a organisagilo nova uo s*rvigi d: sile.
VARIEPADE
chamando os pharmaceuticos gestionarlos ; ment pelos alumnos militares.
s ha no hospital um gistionario, o paga
A ed.icagllo militar era excellante, por-
dor, que fornece ao pharraaceutico os me- quanto, durante cinco annos (omprehen-
dicamentos como ao medico os instruraen-! denlo o anno do curso no Val-de-Gri -e).
tos de cirurgia e os viveras dos doentes ; \ ensinavara-so aos alumnos os principios que
de modo tal que o principio legal da indo- deviam dirigil-os durante toda a sua car
pmdencia dagestSo e da direegao nilo ser reir, fazen lo-os comprehender que a rais-
ile modo albura violado pela substituigao sSu do medieo de exercito toda de dedi-
Insarrel^o no Wenegal
No dia 1! de Abril chegou a noticia a
P.iris ic t :r sido atacado um dos pos-
toa 'rancezes do Senegal por .Mili ni iu
Lamina, coasuguindo a pequea guarni-
glo repellir os asa litantes, qu-i tinham in-
cendia lo a alleia e rauitis feitorios lato
foi no dia 3, e repetio se dos dias 4 e 5
o atique, que foi renhido. A defeza foi
brilhaote.
O forte do B.kd est sitalo na mar-
gem esquerl* do S;negal, a 88J kilme-
tros de S. L'iiz. Bata nos casos de op-
por seria rosistan :i i, o tem cx;clt:ntes
provisSdB. Est collouado sobro um alto
que domina o rio, 2-1 metros cima das
ag as baixts. Em trente da aldeia, a
largura do rio 6 da duzentos a trezentos
metros, na estiagera.
A grande aldeia que sa incendiou estava
estabelecida cm volta do posto.
Bakel nao est em co umunicagao cora
S. L'iiz sonio durante o invern.
A columna, coautmnlala pelo coronel
Prey, doria ter minalo uraa parte das
ansa forgis libertar dos sitiantes o posto
do Bakel.
dos mdicos pelos pharmaceuticos, perten-
cendo a direegao aos mlicos e a gestSo
ao official de administragao, ao pagador
cagito, e perdera de sua nobrez* sa aquellos
que sao chamados a desempenhal-a, pro-
curassen estimulantes ao seu zelo fra do
soou, e ao
legislador
feigear a obra inaugurada
XI
Nao mystorio para ninguam que os
quadros da medicina militar silo nsuffi-en-
tes : embora estabelecidos para satisfazer
as ne:essidades do servigo em Franga e
na Argelia e para ioeluir nos quadros os
rae lieos chaados para casos de raobili-
sagiio, nao ha quasi corpo de tropa de hos-
pital cujo pessoal esteja completo, isto
porque, em primeiro lugar, os effectivos no
foram, em todos os postos, levados ao
estado completo fixado pelos quadros : as
lsis de angas assim o quizTam. Salvo si,
a dospeito dos crditos abortos, se deix i-
rem perdurar as vagas: o que se vlu
quando nao foi substituido uro chefe de 1.a
classe, com violagio, da lei de 1G de
Margo de 1882 e da lei de naogas.
Depois foi necessario tirar desses effec-
POR
S47SS 33S
mnirn
tefl e;..
tet 1 Di'
( Continua';^ D do 107 )
XXIV
Peaioaloaftiitei nao, mas era cliente e
amigo Je raeu pai, que muitas vezes me
fallou nelle.
E seu pai onde habita ?
Em Dijon, onde tabelliSo.
- ijon... repatii a bella bervanaria,
procurando recordar-se. Mas no inquerito
a que se procedeu esta inanba, na minha
presenga, verificou-se qne Jayme Bernier
vinha de Dijon quando foi assussinado. Te-
ria elle ido a Dijon para visitar seu pai ?
Talvez, minha senhora. E' mesrao
provavl, mas ignoro-o, porque deixei Di-
i jyt ba slguns dias. Que desgosto nao
ipu pai quaado souber de sua mor-
'iga-me, miuia senhora, o misera-
vel assassioo de JaymSi Bernier e da me-
nina Emraa Rosa est as mitos da justiga ?
Ainda nao, at agor* p le escapar-
se a tolas as pesquisas-
Ao menos suspeita-sa de alguem V
De ninguem.
Dando esta resposta, Angela suspirou.
Pen3ava as injuriosas Buspeitas de que
foi alvo por parte do juiz formadir da cul-
No compartimento, para ouac fiz en-
trr Emma, porque nao havia lugar no
compartimento reservado s senhoras, disse
a Sra. Fontana, vi dous homens... lam-
bro rae petfeitamente... um oceupava um
ngulo no fundo do compartimento. Pare-
ca dormir e desapparecia debaxo do3 co
bertOMS, chale-manta e cache-nez. O ontro
em pe p rto da porta tinha ar de quera se
dispunba a sabir. Cuando nos vio, tornou-
se a assentar. Assim que Emma ficou
accommodada no compartimento, o chefe
do trem fechou rpidamente a porta e a
locomotiva poz-se a caminbo. Parece que
era necessario recuperar alguns minutos de
atraso.
Minha ta, perguntou Le2o, reparou
na cara do horaem que estava em p r
Nilo, meu filho, nao \ pensava senao
na nossa queridinha e So fiz nenhum re-
paro no tal viajante.
Mas a menina Emma Rosa quando a
iuterrogarara, poder responder, continuou
o mogo ; impossivel que nao tenha visto
distinctaraente a cara do seu assassino,
porque, com certza, es3a homem foi o sou
assassino. Ella dar os seus signaes.
Ainla ninguem a interr >g )u a ta!
respeito ? perguntou Aagela.
Nao, minha senhora : se quizessem
azel-o, o doutor ter-se-hia opposto formal-
mente, e com muita razao. S :i que o che-
fe da cstago e o commissario de polica
de Saint Julien du Sault reiigiram um pro-
cesso verbal e que duas copias toram en-
: uraa para Pariz a adiLni^tragaodo
aminho de ferro e cutra ao tribunal de
Joigny... E' certo que o procurador da-
quella cidade ou o seu substituto nao tar-
dar muito que venha aqui para interrogar
a menina Emma Rosa, se elU estiver era
estado de responder.
Um tal crime nao pode ficar impuno, ac-
crescentou Lio, com urna especie de en
thusiamos. O sangue derramado pede vin-
ganga E' preciso quj o miserav castig ido E' preciso que expi no cada-
falso a raorte que eommetteu e o assassina-
to que tentoa. Se a justiga e a poli 11 se
declarara impotentes para Ihe seguir as pe-
gad .s. sou eu que o proeurarei, juro-o, e
acharci o raiseravel por causa de quera suas
lacrimas correram, minha senhora.
Angela olhava para Leo Laroyer e ou-
va o fallar com una certa sorpreza.
Qie seatimento levara Leilo L roy r,
para encirr-gar se da vinganga de Emna
Kosa, como se fossa um negocio pesso d.
Porque Ihe brilhava a colera nos olhos "?
Sera nicamente inspirada pela infamia
do criminoso ou pela piedade para cora a
victima ?
A bella hervanaria fazia e3tas perguntas
a si propria e nao lhes poda responder.
A entrada do medico na sala, raudou-
ihe o curso das ideas.
Eato, doutor, perguntou-lhe ella com
Toz trmula.
O desmaio cessou, miaha senhora,
respondeu elle. Fiz a Sra. sua filha tomar
urna outra colher da pogao o espero que fa-
ca o effoito; o somno vai voltar e eu cont
muito com algumas horas de repouso abso-
luto, para apressar a convalescenga.
Posso voltar para perto de minba fi-
lha?
Agora nSo.
A suppressao dos pherraaceuticos milita- amor da profi33to, no ardor pelo trabalno,
res nilo poderia dar-se sinao respetando \ na emulagao baseada sobre servigos a
os direitos adquiridos pelos ttulos r far-1 prestar ao exercito e ao paiz.
se ia, conformos postos, a fusao destes' ^ ... .. ,
JV i- -,>! Dasde os ltimos annos, a citra dos can-
co m os mediCDS e continuaran! a exerceri .. ... ,-
f ,- didatos mdicos alumnos militares vai ui-
suas tunegoes especiaes ate ao da em que ... .. *,..,,
-.mmuinlo, sua quahdade vai se entr.iqua-
cendo e si oceumpara a dianteira da cada
fossera substituidos nos quadros, succcssi
vamente e por extinegao, por mdicos. A
fuso seria ura modo econmico de fortifi-
car ainda a autonoma do corpo de saude
que, ao cabo de alguns annos, nao contana
sinao mdicos, cujo effectivo seria levado a
cerca de 1,400, sem novo onus para o or
gamento. Com este numero seria fcil mo-
dificar a propor cionalida le d>s postos de
maneira absolutamente conforme s nee.es-
siiades do s;rvigo. Para aquellas a quem
este numero de 1,40> parega exaggerado,
lerabrareraos qua o exercito allemo conta
1.698.
XU
Antes de 1870, o recrutamento da me-
dicina militar era garantido pela Esuola mi
litar do servico de saude annexa faculda-
de de medicina de Strasburgo: foi alli, e
depois na Escola de applicagao do Val de-
Grfice (quo recebia os alumnos matricula-
dos como doutores ora Stnsburgo) que se
promogilo alumnos muito distinctos, a me-
dia menos instru la do qua a antig en-
cola. O que poden para a educagivo mi-
litar dos estacionarios reunilos no Val-dc-
Gr-e, s alguns raezes, 03 exemplos o a
dedicigiio do3 mestres eminentes dessa es-
cola? Os mdicos chefes e os medieos di-
rectores estilo ah para afirmar a nflaoncia
a este respeito intil dos esforgos ineessan-
tes dos professores. As numerosas darais-
soes que cada anno diminu n o effectivo
dos postos inferiores da medicina militar,
Itu cidade iofcndiadA
Aeaba de ser consumida p.-las chammas
a oMade de Stry, na Odieia.
Existem apenas em Stry duas borabis
da antigo syst;mi e no momento em que
o incendio rebentou nio havia senao um
nico bombeiro de serrgo.
Antes que este podess; reunir os seus
camaradas pissou-s) urna raeia hora, e
Foi preciso perder a esperanca de con-
centrar o incendio, que a abatendo todas
as casas que lamba cora as suas labare-
das destruidoras fatilhas corriara nos ares,
levando deum a outro ponto o elemento de
destraillo.
O incendio comegava pelo3 telhados das
casas e platinbadas, e propagava-se com
rapidez vertiginosa; s quatro horas da
tarde, os bairros de leste e de oeste da ci-
dade estavara em chammas, emquanto que
o centro se conservava relativamente in-
tacto.
Entao comegou o terror.. Os habitan-
tes procuravam a toda a pressa oarregar
os movis em carros, emquanto que outros
pediara em grandes grito3 que os ajudas-
sera a saldar os doentes, qua jaziam nos
leitos as casas incendiadas.
Bandos enormes de miseraveis, uns sa-
hidos da sombra das espeluncas, outros
que sahiram da prisao incendiada, come-
garara o saque !
Entao travarara-so saenas temives de
rewolver o de faca entre 03 assassinos e
ladri-s e as suas victimas.
Estas scenas revoltantes renovaram-se
I! a noite, ao clarao sinistro das
chararaas agitadas, os aldeaes dos arredo-
res vierara engrossar os bandos dos mal-
feitores, emquanto quo os outros, ao con-
trario, se punhara do lado des atacados e
;om elles pelejavara.
O incendio durou toda a nono de sab-
bado e todo o dia de domingo. Toda a
cidade ardeu, com excepgao do arsenal e
da casa da plvora.
Igr-jas, casa da cmara, escolas, hos-
pitaes. bancos e prisao, tu lo um raonto
de ruinas fumegantes; GOO casas estilo
iestruilas. Avaliam se os prejuizos em 4
niilho -s de lorins, cuja maior parte tera
de s-t paga pelas corapanhias de seguros
do Cracovia
Na seguuda feira pela manila1 anda ar-
diara as cruzas do cemiterio !
Ainda se nao pode pre-isir o numero
dos raortos; avahado de 40 a ICO. O
numero dos feridos consideravel. Orga-
nisavarase ambulancias as cidades. vsi-
nhas.
A populagao da cidade destruida era
avahada rm 15,00 J Habitantes. Toda es-
ta gente est re iuzida miseria e sem
abrigo. Na manh.a de s^gunda-feira mui-
ta gente caba de cangasso e de fome. Os
soecorros enviados de L;mbey, onde se
nao conhecia toda a extengilo da catastro-
phe, foram insignificant-s.
Naquelle dia tarde foram transporta-
dos para esta ultima cidada 2,000 daquel-
les desgragulos.
O aspecto da cidade medonho.
Cm drama coajiigal
Jean Casat surprehandeu ltimamente
era sua casa sua mulher com um visiuho
chamado Richaux. Armado de uraa espin-
garda, Casat procurou fazjr justiga por
corao o vento soprava cora,violencia, toda suas raaos, o que Ihe foi, naquelle rao-
a ra era qua estava ed.ficada a casa do! ?**" f'd, consequencia de ter
serralheiro foi devrala pelas chararaas. tugido Rimaux.
sera que as adraissois corapensem essas, T.i a estagSo telegraphica.
perdas, provara que, aos olhos de muitos
jovens, a posigito de medico militar so u
-ura estadio quo lhes permitte esperar a
primeira occasiao de permutar sua stua-
go no exercito por urna posigilo civil. E
como nao sera assim, quando o engodo de
uraa clientella rorauneradora nao encontra
o seu contrapeso no amor da profissilo mi-
Porque ?
A sua preseaga impedil-a-hia de dor-
mir, o que perigoso, visto que tem pre-
csao de somno. Quaod> a sennora puder
vl-a, serei o primeiro a dizcr-lhe. Vou
at minha casa. A minha ausencia ser
pequea c voltarei para ficar aqui. Fique
ei todo o caso tranquilla... affirmo que
nao existera motivos de ioquietagao a isto
no sao palavras ditas para a tranquillisar.
E' a inais pura das verdades. Respondo
pala vid;, de sua filha, percebe, pela sua
vida.
Ah sen'ior, corao eu o abengo I
UnicamMjte, continuou o medico, en-
cha-se de paciencia. a convalescenga da
oucrida menina durar alguus dias.
Est aqui na sua casa, accrescentou
a dona da casa. Vou mandar preparar
quutos pira a Sra e para a Sra. Fontana,
que segundo croio, nao pensar em voltar
boj para Laroche.
Aaeito o seu delicado off-recimento,
respondeu a profc3sora do collego, e visto
que o permute licaroi at chegada dos
magistrados.
- Quanto boa, minha senhora, disse
Angela commovida, eu tambera aceito a
sua bospitalidade c agfadego do intiraod'al-
ma.
- Sou mu, disse aimplesraente a Sra.
Dharville ; o meu corag^o comprehende to-
dos os seus soffriraentos e grando satis-
facSo para mira poder trazer-lne algum all
vio.
O medico tinha trocado algumas pa-
lavras em voz baixa cora Renato e Lato.
Os dous mogas sahiram juutos do salo
com elle e acompaoharara-n'o at porta.
Leo parecia muito inquieto.
Doutor. disse elle, logo quo a porta
se fechou atrs delles. Pro luz se no esta-
do da menina Emraa Rosa alguraa cousa
que o preoecupa, nlo ver lade ?
- E', por isso que eu os convidei para
auo me seguissem.
Ha perico?
Perigo de morte, nilo. Nao menti
anda agor*, quando affirraava aquella po-
bre mai, que nada am.-agava j a vida de
sua filha. Mas, tamo uraa coraplicagSo ter-
rivid. o quiz previnl os.
Laao sentio um fri de gelo passar-lhe
pelas costas.
Fallle, doutor, balbuciou elle com voz
apenas dstincta falle depressa.
Reparara, senhores, que o que eu
lhes vott dizer n2o tem c^r .cter de urna
sffirraagao positiva; tenho receio, raa ne-
nhuraa|eerteza... Era todo o caso luta
rei com energa para tratar de estacionar o
mal.
Meu Daus, de que se trata entao ?
disse o filho do tabelliSo. Explique-se, pe
co-lhc.
Notou que a menina Emma Rosa,
quan lo entramos no quarto em que elia so
achava, nilo pie, quando abri os olhos,
supportar o brilho da luz, apezar de bem
moderada pelos cortinados da vidraga ?
Reparai nisso, disse Leo, e o se-
nhor maadou abaixar as grandes cortinas
da janella e vi o seu rosto tornarse som-
bro.
Com effeito, respondeu o medico, vai
nisso ura diagnostico inquietador.
Entao o quo receia ?
Quando a moga cahio ou foi lang ida
pela porta do vagJo, a cabega bateu-lhe de
encontr a um marco kilomtrico, cara tal
forga, que a violencia do choque pro luzio
urna coraraojao cerebral.
E entao ?
Duas cousas muito graves poiein re-
sultar desta commogao.
- Qual a primeira ?
A perda total da menora.
A memoria oeriida pn\i sempre I !
exclaraou o filho do tabellio, seri horro-
roso I
Nlo desesperara da cora, respondeu
o raed-o, emquanto que, no segundo caso,
ousaria apmas julgal a possivel.
Est me mettendo malo I Qual
esse s--gun lo caso ?
E' ura enfraqaeciraento progressivo
dos olhos at que chegue a perder a vista.
A menina Emraa Risa ficar cega.
liega I repeli Leo cora desespero,
cega ni su i id ide I Mas seria para ella um
continuo supplieio Antes a raorte 1 D >u-
tor, caro doutor, era uome do co preserve
aquella pobre menina de seraelhanta tor
tura I
Julguei de meu dever participar-lhes
quaes eram 03 meus receios, respondeu o
me lico ; mas nada prova que se realizein
Vou, rejto-o, combater com a maior eoer
gia o que receio. E' para preparar armas
par i a luta, que eu vou para casa. Sebre-
tulo, Den uraa 'pala.-ra d quo acabo de
lhes dizer a.ja repetida diante da pobre
mai. D que ser/e causar Ihe de anterao
urna dr tao terrivel ? Se os factos justifi-
arera as funestas previso-.s, serapre s-r
cedo de mais para quo ella o saiba 1 Vo
para perto della e nao a deix:m entrar at
nova ordera no quarto da filha.
Os dou* mogos deixaram o medico e
voltarara psra casa.
Leao camiohava cabisbaixo ; tinha a
alma em luto e os olhos cheos de lagri-
mas.
Renato Dharville olhava para elle is
argadamento com profunda conpaixo I
O vento adquiri bem depressa velocida-
de ta npestuosa, e tolos ficaram convenc-
dos do que seria diffi -i!, se nao impossivel,
eom os fraco3 recursos dj que sa dispu-
nba, dominar o incen'.io.
Pedio-sc por telegramma soacorro a
Lemberg, mas esta cid de est afastada
64 k lometros.
Foi o ultimo dospacbo transmittido na
pressa di fuga; porque o iucendio iovadi-
Uma hora depois de se ter manifestado
o incendio, um quarteirao nteiro era pasto
das chammas.
Os sol lados de um batalhllo de infanta-
ra, que estiva de guarnigo ua cidade,
correram a ajudar os bonheiros, que re-
cuavam sem cessar ante os eaormps jorros
de fogo e de fumo.
Aquello bom rapaz partilhavaa dr do seu
amigo.
Depois le terem dado alguns passos ca-
lados, poz-lhe a mo no hombro.
- Soffres, disse elle.
Leilo levantou a cabega,
Soffro e rauito, respondeu elle voltan-
do para o s;u araig) os olhos arrasados
de lagrimas. Soffro cruelmente e se nilo
fossem as inabalaveis crengas que possuo
no fundo da alma, chegaria a duvidar da
justiga de Daus.
Duvidar da justiga de Daus ex la-
raou Renato Dharville, seria urna blasphe-
raia.
Entilo parece-te jnsto, replieou L?o
com violencia, pnrece-te justo que aquella
menina, cuja alma to pura como os anjos,
seja votada assim aquella desgragi_? O
que fez ella para merecer as torturas cora
qna o doutor araeaga ? E o miseravel, o
infama, a fera, com rosto de homem, causa
da todo este mal, ticar san que o encon-
tr.m, sem que o castiguera! Sira, ainda
una vez, se a justiga humana se visse des-
armada em face de semelhante crime, seria
caso de duvidar dajustiga de Deus !!
Nao se deve duvidar vem perder as
esperanga3 I disse Renato Dharville. Mos-
tra que s homem Sab s, que te julgava
mais forte e mais cor.joso. A justiga ba
de encontrar o assasino : sobre isto, em-
quanto a mira, nilo pode haver a menor
duvida. Em quanto a Emma-Rosa, para
que ests creando inquietaeo -s chimeneas ?
mal j D -stante grande, para que a
tua imaginagilo ainda o augmente. O dou
cor tem receios, pois s ija. lias eu conhego
bmi o doutor e ha muito tempo. Parece-se
com muitos dos seus collegas que, por
principio, represento o estido dos seus
doentes corao rauito mais assustador, do
que ni raalilade. Salvando os doentes
cuja salvigo elles julgavao impossivel,
aug nentao o seu crdito aos olhos do pu-
blico e talvez mesrao, aos seus proprias
olnos. cabilo por se persuadirera quo o
p r.go exista realmente. A;rodita-me...
s igue o conselho de um amigo. NSo te
.Alijas, alimenta esperanga; porque nada
i ata ..iuda perfilo. A menina Emm-R>sa
nao ha de perder era a memoria, ne.n a
vista. Ha de recuperar a saude o a ca-
Ustroplie, que lamentamos agora, ter, corao
resultado, gauhar-t9 para serapre o coragSo
de sua rai e conquistar indiscutiveis direi-
tos sua gratid3o. O que aconteceu um
mal, quo veio para bem.
- Que Deus te ouga disse Leo, apor-
tando a mo de Renato Dharville.
Depois continuarlo ambos a caminhar
caalos.
Angelo Proli, o assassino de Jayme
Oias depois, Casat consentio reconciliar-
se cora a sua infiel esposa, qu indo lho avi-
sarara qu3 a sua mnlher tomara a dire-
cgao do bosque, e receian lo q te se trata-
va de urna nova infidelidade, seguio em
sua procura. D -pois do revolver o bo3-
que era todos os sentidos, descobrio sua
raulher merendando socegadaraente com o
amante.
Armado de urna foice precipitou-se so-
bre os dous e, depois de ter ferido com
repetidos golpes a raulher, ferio grave-
mente na cabega a Richaux, achando se
arabos gravemente feridos.
A mulher declarou que era ella a nica
culpada e que seu marido havia procedido
bem castigando-a.
A scena passou-se em S. Supice, depar-
tamento de Charante, Frang.
Beraier e de Emm-Rosa, tinha ido a Pariz,
corao o disseinos, depois de ter regulado
as suas contas com a porteira da ra Bro-
chant, annuneiando-lhe que deixava de ser
seu inquilino e fazando-lha generosamente
presente da sua mais que modesta mobilia.
Dirigi se fumando, ra Vivienne.
Ah, entro n'uraa agencia especale to-
mou infor nagojs sobre quartos mobiliados,
explicando o que quera e o prego que de-
sejava pagar.
Indicrao Ihe ura paqnano rez do-chao,
na ra de Courcelles, n. 59.
O Italiano toraou ura fiacre e foi l im-
nediataraentc.
O rez-do chao em qu"sto estava dis-
tribuido com toda a commodidalo e mo-
biliado cora bastante gosto.
Tinha sido oceupado por ura mogo, que
na occasiao de so casar desejava ceder o
seu contrato de arrendamento e vender a
mobilia; masque nao encontrando com-
prador nestas condigo ;s, consentia em alu-
g-lo mobiliado.
A caja curapunha-se de uraa antecmara
ura salao, uraa sala de jantar, quarto de
dormir com o seu gabinte de vestir e final-
mente de um quarto de criado, cozinha
e -edega.
O aluguel, pelo contrato ainda durava
dous anuos, era de dous mil francos.
A mobilia qnasi nova e pela qual em
caso de venda pederilo doze mil francos
vista, vatia pelo msnos quinza mil
agrava se na casa por duas entradas
d Aferentes :
Una dava para a arcada do portao.
A outra constitua para o locatario uraa
sabida absolutamente independente e lava
lireeUinento para a ra de Cour-clles.
Angelo, informado de tadas estas minucias
pela porteira, exauinou tudo e pare;eu
rauito satisfeito com o resultado do exarae.
Esta casa est desocupada, desde
j ? perguntou elle.
- Desde j, sim senhor.
Posso, por consequencia tomar posse
della, quando me parega nao assim ?
D^sde j; sa isso convier.
- Muito bem; vamos estar perfeitaroente
de accordo.
O senhor sub-arrenda e compra a mo-
bilia, ou aluga a casa mobiliada ?
- Sub arrendo, compro a mobilia e pago
vista, respondeu o Italiano.
(Continuarse ha)
Typ. do Diario, ra Doqu3 de Caxias n.
f mam I
-


Full Text
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