Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19538


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Full Text


ik
AHNO Lili 1UMBB0
*AltA A tAl-llL .. UUB^ O.^UE NAO tE PA<-A PORTB
Por tres mezes adiantadot .... 4 60000
Por seis ditos dem. ... 120000
Por um anuo deai. .... 240000
Cada numero avulso, do memo dia. 100
-IBA 11 DE HAIO CE
PARA K.VIHO K rOHA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantadoa.
Por nove ditos idem. ....
Por um anno dem.....
Cada numero avulso. de dias anteriores.
13^500
200000
27000
dio

DE PERNAMBUCO
Proprte&a&e i>e JHanoel iguaria i>e -feria St -ftlljos
TELE6RAHHAS
seto ?a3iictl.\- 2: mo
RIO DE JANEIRO, 10 de Maio, s
3 horas e 35 minutos da tarde. (Rece-
bido s 4 horas e 30 minutos, pelo cabo
submarino).
A Cama, a do nppulado nao finir -
fionou hoje.
>o expediente, fui litio o parecer
da 1.a ramminiio de inquerilo an-
nnllando o diploma do Dr. Antonio
de Siqucira pelo 13. lislricio de
Pprnamiiiicu. e roconbccoado om pu-
deri'o do Dr. Alfredo Corrfa U'OII-
i-eira. como depotado pelo memo
Fol removido don termo* reuni-
do de Coroal e H. I.u#. Gonia|a
para o di* Taryaim. ambo* no Ha-
ranho, o jniz municipal bacharel
Torquato Taisu Cocido de Nouza.
Fullcceu bontem o Qonwclbeiro
Francisco Itiimin.-urs da Silva, mi -
nitii-u do .Supremo Tribunal de Jon-
lea.
SS37IJ3 8. KISU 2AVAS
(Especial para o Diario)
LISBOA, '. de Maio.
O Sr. Xosuelra Soare. novo minis
tro de PorUujaJ no Rio de Janeiro,
deve partir para o cu ponto no dia
H "de luabo prximo.
ATHEJAS, 9 de Maio.
. (rando potencia da Europa,
rom excepro da Franca, acabam
de esiafteociT o bloqueio da Cire-
cia.
PARS, 9 de Maio.
Sarab Bembardt parti em via-
sem para a Imbrica do iu!.
BUENOS AYRES, 10 d litio.
Teve lugar bojea solemne abertu -
ra da* aea *( do Congresno argen-
tino.
.% menwascm do preitidenle. vene-
ral Roca, faz tarar da boa* re-
tacee* ecleriore*. certiflra que a
tranquillidade creou raize* no paiz.
pa*a ena revi*ta o projecto* de
toda c*pecie reaIiacfo na anno
rinda., aatesura quu a immiicraco
roniiutia augmentar *empre. e,
alludin Jo st eleico pre*ideacial que
deve ter tugar dente de pouco*
ta* fiprijii- a onfl inca de que a
rd.'in nao *er alterada e qne a
lr.iii:uiss.ii -.!->. poderra aa eieito
da na a o r i i <-l>rtuar we-ba *em
tran:ce< e *em inconveniente* na
epocba x ida pela le.
a >u--it .-. ?a .'i:'3ici-i'ia lanlbem o
feli aecur Jo fi'iio coua o goterao
braiie>r.> arerca da quewtiio do ter-
ritorio .la 5E:*k>*. cujow limite*
aera > b evement Asado* pela*
rtnmtsiii'i *cic:itiflca* nomeada*
pelo* dou guit'rnoi.
disputar a Jupitvr a s b mua celeste pondo em
acc> todoe os recursoB gigantescos d; que dispu-
nhain. Eiitr.; os Titaus h-ivia sobretodo tres que
.ram realmente famosos pela su* prodigiosa orga-
nisacao, a saber : Briareu, que. inlia eum bracos ;
Encelado, qu arraneava rochados setn para isso
carecer de esf algiin e com a inesm t* rilid.i-
do os arreaiessava ao ceu ; filialmente Typheu,
tal vez o mais terrivel de todos porque, aim de
possuir urna altura tal que ch gava com a cab ca
ac ceu, reuna a particularidad. de s-r maio bo
mein e in lo serpente. Jpiter, assuitado coma
prodigiosa torca dos adersarios, chainou m geu
avallo os deuses e as deusas. P ir esta f irra i de-
f ndido e so.-corrid lugruu Jpiter trium,'har do?
gigautes, moitos dos qua. s m rrerain na lufa, em
uuauti outrus tor.m precipitadas no Tartarj ou
ficaram soterrados debati di monte Etna.
Simultneamente comecava a lavrar na especie
humana a corrupcio e o crime em roda a larga es-
cala do seu cuiapluto desenvolvimcuto. Para cas-
tigar a perversidad' que entilo caracterisava os
ii- inens, resoive Jpiter eztennintl-os com o di-
luvio universal ; ransforinoa -se a superficie da
trra n'um vasto ocano, em que todou succumbi-
ram com excepcio ap'-nas de De jcaliou e sua mu-
Iher Pyrra, pessoas afamadas por seus virtuoso*
ceimientos, limando u'u.-n frgil bate! em que se
saivaram d'aquelle bor.oroso catadysmo, aporta-
ram anual ao e me do monte Parnaso (na Beocia).
Depois as aguas toram successivameute bailando
uos pontos circuuivisinhoa at que a trra nova
iie ote ricoii euxuta. O mundo, po'm, poda dizer-
s deserto ; da antiga rafa humaua restavam ape-
uas Deucalion e Pyrih*. Os dous esposos diri^i-
ram-se ao orculo Je Th. mis e consultaram-n'o
lobre o qu' Ih.-s cumpria fazer. D.sse-lbe o or-
culo que cobriasein ambos a eabeca com um ven, e
ue por cima do hombro atirassein peJras p ir
rraz das costas. Assnn fizeram clles ; e as pedras
"ue arremasaavam iam se couvertendo immediata-
ii. uto em viv:nt'S da especie humana,em ho-
nens ag pedras arremessadas por U uciliou, e em
iludieres as quf sua esposa arremessava. D'esta
urina tora u, poia, o muudo a povoar-sc rapida-
nentc.
Jpiter havia tomado por esposa sua irma Juno,
ie quem houve apenas um fi.ho e urna filha. Em
:ompensacai, porm, numerosa foi a prole a que
.leu origem dir do ihalamo coujug il n' ma serie
iufiniti de inli lelidades, que fizeram de Juno urna
< sposa ciumentissim*. Jpiter, p^ra mais fa-.il-
io- nte obtiT o xito que desejava as seduccoes a
i|U se propauha, recorra ai expediente das
iransformavoes. E ora se metamjrphoseava em
i-ysne para seduzir Leda, que o fez p.ii de Castor e
ile Pollux,-ora se couvertia cid ebuva de ouro
para peuetrar oa torre de bronze em que se achav1
lachada a eto chaves a formosa IJ.iu.ie (i estes
m ires nasceu um lilh.. u que puzerain o nomu de
l'ers-'U oraassumia a figura de um tou.ro para
raptar Europa, que dous fihos deu luz (Miujs e
ltbadameuto), 'ira se trausformava em ratyro
jara surprehender Antiope, de quem houvu Z th>-
e Aioobion,ora se apreaeutava diante da esposa
de Ampbytrio, disfaicado com as feicoes d'este
principe, visto que 80 assim com seinelhante frau-
de lograra ser acolhido nos bracos da virtuosa
Alcmene, a qual por esse facto veio a ser mi do
t.mjso Hercul.-e,ora se rrv.rstia Cim as feicoes
de Diana para engaar a nyoiph.i Calisto (Arcas
foi o fructo aVsta unio),ora se disfarcava em
fajos de pastor para seduzir Uuemosyue, ,ie quem
teve por filhas todas as nove musas. Mais anda :
de Al-iia nasceu-Ihe um filho, Mercurio ; de La
fu uasceram-ihe Apollo e Diana ; de Semele
oasceu-lhe BaccQo ; de Dione nasceu Ibe Wnus
("Utros pretendem que a deusa da formosura uas-
erra da escuma do mar) ; etc., etc. Filialmente,
8 m carecer do concurs,' de deusa ou de multn-r
alguma, Jpiter foi pai de Minerva ; elle proprio
a deu a luz por urna forma prodigiosa ; seotindo
se tormentado or urna c -plialaigia horrorosa, pe-
dio a Vulcano que Iba racUasse a caneca com um
mach do ; pela brecha que Vulcano lile fez, gahio-
Ihe de de-itro do crneo a deusa Minerva ja ctm-
pletameute armada de I mea e capacete.
(Continua.)
PARS, 10 de Maio.
I m fenpacbo de Alhenaa annuii
cia que o miniftterio grego dea *ua
demiotio.
Agejn ia Uavas, Clial ca Porrtambuco,
10 Maio He 1886.
iHSYRDCCAO POPULAR
vlYTHOLOiiA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO P0VO E DAS ESTELAS
Jpiter e Juan
((Jonftnuacaoi
Pilh > primognito do Saturno e de Cybele, J-
piter era no paganismo gre ;.> romano o mais p -
ileroso d >8 deuses e o rei d" ceu e da trra ; como
tal, presidia ao coiuclh* clate. Qjan lo elle at-
ee, mu mai pan evitar Saturno o devoraas- es-
eoaid'-u-o na ilha de Creta, onde foi aicammenta-
depea abra Am.llha e creado sob a vinilaneia
das Nyuiph*s e dos Cory jantes, os quaes com o
estri.ior de seus cymbalos e tambores evitaram
ijae "s oavidos de Saturno ebe^aast-m s vagidos
da cieaiic>. Mais tarde, Jpiter teve ceasio d
revelar su-i gratido para cou a cabnnha, eolio-
e.ndo a no firmamento transformada em conatella-
Quindo Jpiter ae resolveu a destronar Satur
na, coliigou-se com seus dous irmoa Neptan i e
plata', para qne a empresa, p rm, tivease um
xito feliz, oaCyclopes prestaran.- ea forar-lhes i
armas ; deota forma prevenidos Jpiter com um
rato, Neptuno com um tridente e Piatao com um
capacet-, conseguiram facilnwnte triumph .1 de
sen pi, cuja soberana rapartiram depoia entre
si. Jpiter ficao sendo o soberano do ceu, Netpu-
na o do. mares e Plntio o do iufemo.
Teaapoa depois, oa gigantes, filhos de Titn, e
eonhecidoa tambem pelo nome patronymico de 11
tana, concebenun o projecto de se revoltareni contra
Jpiter eacalaado o cea. Par* isao coatecaram por
eeQoear aaoate sobre montes, e prepararam-ae para
JARTE FFIIAL
i.overno da Frovlaeia
EXPEDIESTE DO DIA 27 DE ABRtt DE 1856
Actos :
__ O vice-presidente da provincia, attenlendo
ao que requereu o jniz municipal e d; orphaos do
t. rmo de Silgueiro, bacharel Augusto AojI Pei-
xoto de Miranda Henriques, resolve couceder-lhe
60 di 18 de licenca com veucimentos na foruiA da
l:i para tratar de su< sade, d. vendo entrar no
gozo da referida licenca no prazo de 45 diaa.
__ O vice presidente da provincia, de confor-
midade com a prop ista do Ur. chele de polica,
em officio n.43, ie 20 do crreme, resolve exoue
nr o alfares Poifirio PoppeGiro do cargo de de-
Ligado do termo de Panellas e noinear para subs-
titu :-o o cidadao Joo Rufino de Mello e Silva.
Offices :
Ao presidente da provincia do Cear.Com
a inclusa inforoiaco, por copi, do Inspector do
Arsenal de Marmita, de houtein datada, sob u.
197, respondo ao telegramma de V. Exc. de 21
d i c.rrente, attineute a coustruccao de nm aaca-
ler para a polica do porto d'eoSi provincia.
Ao cominandante das armas. Sirva-se V.
Exc. de informar a respeito do iudus p-dido de
medicamentos destinad .s a pharmucia do presidio
de Fernando de Soronha.
Ao mesino.Eip. ca V Exc. euas ordena
para que a f re* cus Iniba s b o c mm.udo do t -
i.eote Leoncio Luis Pinto Ribeiro, estacionada m
uricuiy, s remva com a niaxim* brevidade pa-
ra Salguairo, omie devar permanecer at s guu-
da ordem, visto ser alia all precisa para a m.mu-
t-nco da ordem publica.
Ao Exm. e Revm. Sr. hispo diocesano de
Ohuda.T.ausmi to a V. Exc. R- vina atiui de
que s- digne de emiitir seu parecer, o incluso ra-
que, imeuto dirigido ao overuo imperial pelo eo-
nego Fraucisco eixoto uarte, vicario collado da
par.chia de Santa Agu-da de Pesqu.-ira.
Ao Ur. vhefe de poliea.Declaro a V. S.
para oe ti s conv.nieutes e em resposta ao seu ol-
tieio n 4'i7, dr 21 do correle, que eip di as pre-
cisas orden no sentido da ujediua propoata no ci-
tado officio.
A. commandaute docorpo de polica.Pode
V. S. chamar a quart. 1, conforme aulicitou n
eeu ffiuio n. 368, de 2o do errante mez, os ffi-
eiaes que allude, afiui de cousl.iuireu. o coi^ellio
de julgam- uto a que t-m de ser suumeitido o sit-
geuto quartel-mestie H- arique Jorge Paes Br-
relo.
Ao m -sino.D '. S. auas ordena pira qu.
o destacam- uto de Saigueiro, ImO que all ch.-gir
f-.rc de liniia, passe a eslaciooar em Ounai.ry. d- -
v-ndoO destacam uto dessa localidade ser aug-
mentado cm duas pratjas da forc que em dili-
gencia ae acba em (jr-iraiibuiis.
Ao inspector da The.uraria de Fazend.
Com ref rencia o uffi.no d'essa Th souraria de 20
do corrente, sob n 261, declaro a V. S. paia o
devidos fina que a d. speza com a conduecao d..a
aaixes do qu*rtel do 2 tAulhio de lutautana
para o Arsenal de Guerra, dever ser pago por
canta da rubrica 20 Detpezas de c.rpoa equa-
teia que, eeguodo o avi^o junto por copia, do
otinisterio da Guerra de 14 d'este un., eousta ter
eido solicitado do da Fazenda augmento de crdi-
to, aendo contemplada aquella ruorica com a Min-
ina de des contos de ria.
Ao mettno.Communieo a Y. S. para sea
conhecimento e fina conveniente que neita data
Hubm 'tti a decido d> Ministerio da Justict a acto
constante do olficio 4 r'nte, n 230,e concern-'nttis aoi veocim'otis di
actual secretario do presidio 3 Fernando J- S;-
ronga.
Ao m"smo. -De co:ifonnit*le com o aviso
junto p ir copia expedido ein 11 tu Novembr ul-
tim pe Mi i sterio da Justiija e a oriem d>Tb -
souro Naci lal de 26 de D^ze obro s-guiut-, sob
o. 21.', mande V". S pagir Companhia Pernam-
bucana de naflwg icio cost 'ira a importancia de
07^-XX), provenieute Jaaptssageus du qu-i tratam
as incusas co itaaaal is duraiit-! os mezes de Ju-
ll'O e Agosto do referid i auno, nos vapires da
mesma compa.ihia, a presos e pracas, por couta do
alludido miiii'terio.
Ao mesuio Tenlo o Mmisfrio da Agri-
cultura, ('ouiiii :reiu e Obras Publicas, como cons-
ta do aviso circular de l lo corren"', procedid a
uistribiucao da 7* quota .lo fundo de e nao :ip ic lo,
sirva se V. S. do provideaci ir d-) accorda c >m o
officio desta presideucia de 17, r un) -m do cor
reute, sobre a rem sia do quadro da populacao
escrava existente nessa provincia at 30 de Junbi
d > anuo p.ssaio, afim d d*r-88 exe.-icii ao ir'.
26 do decreto n. 5135, do 13 I: Niv,-mbro de 1872
e art. 3 do de n. 6341, de 0 de Sutembro de 1876.
Ao inspector do Tbesjaro Provincial.Me-
diante anca, n s termos da ut inf inn .el i de 11
do corrente, n. 57o, m mJe Vm'i. entregar ao vi-
gario .la freguezia de N >s a Se h .ra das Dores
da cidade do Triumpho, Rvi. Joi i Eviugelista
dos Santo Lima, a quautia de600ji correspo id-'n-
te ao producto da 2a pirte da lot-ria n. 27 ex-
tr.ilii la em favor das obras da m ttriz da mesmn
freguezia.
Devolvo a psti^So que a C33e Th'.'sauro dirigi
o referido vicario.
Ao mesmo.Tendo nestn data resolvido em
solucao ao que represeutou o Dr. 9faaoel P >ryc tr-
po Morciri da Azov-do, empresario d is obras do
cannl de G yann, qua sja cumprido o eoBtido
na portara de 29 de vlarco ultirn, reejmmjndo a
Vmc que quanto antes providencie a resp-ito,
quer quanto a cobranza das multa* impostas, quer
quanto a r-stituico da qiimtia de 5:(Ki allan-
tada em 1878 para a.- obras la b irrag;m do rio
Capibanbe-Mirim, cujo contracto foi r.'scindido,
sem que tivesse execucai.
Ao thesonreiro das loierias para o fin lo de
emancipicio e educiclo de ing'nuos Colonia
Isabel. D claro a Vmc. em resp >sta ao seu otB ;io
d '0 de Janeiro ultimo, que, vista di iiformaca
do Iuspector do Thesiuro Prjvincial de 5 do cor-
rente, n. 554, compre qu seja observada a ord m
desta presidencia de ''7 do citado mez, conernco-
te dauca exigida pdo art. 16 do regulameato de
12 de ag sto de 1885, para a uxtraeja > d is gran-
des loteras a 1> in d .s ingenuos da Colonia Izabel,
nio pod-ndo realisar-se a venda dis bilhet.-s re
tarantes grauda lotera cuja oxtraccao tra au-
nunciada para o dia 8 de julho, einquauto nao for
prestada a sobredita fiauc pira a qual fica m ir
cado n praso d 3J dias, deveudo ser feitas as pj-
blicag's recotnm.-ndadas ai final da raferrl*
ordem. Remetteu-se copia ao rhesouro Provin-
cial.
Ao Director do Arsenal de Guerra. Decla-
ro a Vmc, para seu c mh -cimento e devi.los fins,
que, m 21 do corrente, toi contratado o pad/e An-
tonio de Mello Aibuquerquo para servir de ca-
pallo desse Arsenal.
Ao mearon. Declaro a Vmc. para seu co-
nhecimento e em resp sta ao seu .tfi ;.o n. 2i3 de
8 do Corrente, que vista d > Aviso do Ministerio
.;a Guerra, de 14 leste mez, ommuniciuio ter
solicitado do da Fazenda augmento de ere lito,
sendo coutemplado com d-z cintos de ris a ru
brica 20a despezas de corpos e quarteis expi co
ordem, nesta data Th 's >uraria de Fazenda pira
ser paga, oppirtuoaineute, por aquella Verba a
desp-'za c>m a co.iduecl i dos cixo do quartel do
2 natalhao de iufanr.aria para esse Arsenal.
Ao Engeuhs'ro Aff >no Lustoza.^ r*or tele-
gramma da Directora das Obras Publicas d-i S-
er. taria de Estado dos Negocios da Agricultura,
Commercio c Obras l'uolicaa.de 17 do corrate, fu
declarado que tendo aido extinto o lu^ar de che-
le do trafago da estrada de ferro di Sibral, fica
aut .risada por conta do respectivo Minist-rio a
coiic- so de passagem a Vmc. para o lugar que
Ibe cunvier, visto ser mister seguir para dita es-
trada de ferro.
Portara :
O Sr. Gerente da Companhia Peroambucana
mande dar p.ssagem de r, at Sttal, na primeira
opportunidade, por conta das gratuitas a que o go-
veruo tem direito, a Antonio de Mello ; providen-
ciando igualmente sobre a volta do mesmo para
esta capital, quando para isso abi se apresentar.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO
Officius :
Ao commindantu das armas. S. Exc. o
nr. vice-presidente da provincia maula declarar a
V. Exc ter aut .risado o Arsenal de Guerra a sa
tisfazer os pe lidos que vieram aunexos ao seu offi
co n. 222, de houtein datado.
Ao raesm >. S. Exc. o Sr. vice-presideute
da provincia manda declarar a V. Exc. ter auto-
risadoo Arse.ial de Guerras sati-tazer o pe lili
que .eioanexo ao seu officio n. 214 de 21 do
Crrente.
Ao Dr chefa de polica. Da or em do
Exm. r. vice-presidente da provincia c immunico
a V. S. que nesta data providenciou-se para que
0 juiz municipal e o proin itor puolico da c enarca
da Escada proc- dam na forma da lei acerca do
assumut'i, a que V. S. se r.-faro no officio de 19 de
fevereiro ultimo, aob n. 161.
Ao 1" secretario da ass.'mbla provincial.
De ordem de S. Exc o Sr. vic '-presiden-e da
provincia rematto a V. S. a mfermicao do iosp'C-
t"r lo Thso ro Provincial, de 24 de m irc> ulti-
mo, n. 539, a mais pap is annex is, ifim de s-riin
praoeutts ass-inbla legislativa proVUici.l pra
res dver sobre a c>nc -sao do crdito d^ 31750 rs.
que Se faz preciso para occorrer ao pasamuto de
passageua concedidas p..r conta iia provincia em
tevereiro desta anno nos carros da estrada d
ferr.. do It-cif ao Lun .-i.- ao preso e praCaa de
que traiam as inclusas eoutas.
Ao m-in ->e ordeiu do E presid-iit-da p vincia devnlvo a V. S, em res-
punta a-> seu ofii to n 79 d- 2 io crrente mez, a
penca de Sopliia (jinlii -riniua de M. lio coma iu-
f .rm cao n 129,j.iuta em original, presiala a res-
peito p la inop.-ct ra gem da intruci;io puollea.
Ao me-ino. De oroe;:i do Exm Sr. vice
pr -sid uta da provincia transmi toa V.S, em
re-posta a" seu i ffici n 9-t de 10 do correte mez,
a uif riii..i,-i. i a'a ui origiu I, prestada p da
inspec'.rM ger.l la initrucc^-i publica acercadas
pein,o- s anudas a-> ufii predito offui -
A> nis,.ct..r di Thi'souraria de Fazenda.
O Exoi. Sr i ice presi leute la orwv.ncia u.anda ra-
in- ner a V. -. luna onlens d> Tliea mro Nai-iona.
datados du 11 a 15 do orre, te, sob n. 84 e 85.^
Ao curoii-l D co d Aquiu > F mieca, eom-
maii.laiitr lo c..rp> le po.icia-S. E ce presileote da provincia manda leclaiar a V.
n qu- ti.-a inteirado d i assumpto do u officio n.
386, de houtein datado, o que tez-se Constar ao
Fbraour-. Pr vincitl.
Ao c"inmani -nte do coipo de podeia inte-
rino. S. Eic. o Sr. viee pn-etoeiite da pioviuci
iianda declarar a V. S cj'.e fica int.'irado do as-
sumpto do seu officio n. 38), da h.ntem datad", o
que fez-se constar ao Thesourn Provincial. C m-
ujUuico j-se ao Thes .uro l'r viucial.
Ao 'Jniz iie direito de >algoero. 0 Exm
Sr. \ice presid.-nte da provincia maula transmit
tir ay V. S., em resposta ao seu uffieio dS 8 do cor
rente mez, copia d..s offici s hoje dirigidos ao bri-
gadeiru commatidaote das armas, chafe de polica e
commandante do corpo de polica.
A'agon.-ade paquetes.S Exc. o Sr. vice-pre-
sidente da provincia mauda aecusar o recebimento
dooffijio la hoje no iiul V. Exc. declara que o
v por Par4 entrad >as6 horas da miuba, dos por-
tos do 8ul, seiruir para os do norte at Mano3
amaaha. as 5 horas da ".arde.
DESPAPHOS DA PRESIDEMCIA DO DIA 8 DE
MAIO DE 1886.
Dr. Albino Gioyalves Mura de Vaseon-
:ellos. -Iiifor'ne o Sr iospector da The-
souraria do Fazoada.
Abaixo assignulo de proprieta ros da
uidade do Ricife Nao h* que deferir em
viita do acto hoje expedido.
Capitao Francisco GeQuiao Siraoes.
Sd, na fr.na da lai.
Graminiano A igisto de Miranda. Defe-
r lo '^o n o offi;id iesta data Thesouria
de Fazenda.
Joit) Avelino Ferruira.Informe o Sr.
Dr. chufe de polidia.
Miguel Xivier de Souza Fonseca.Pas-
se p .rtaria, dando provimento ao recurso
Minoel P;reira da (^unha. Informe o
Sr. insp!Ctor io Tnesouro Provincial.
Cao lida Julia Cvalcaato Rosa. Sira-
satisfeitos os direitos fiscaes e loros em di-
vida.
Secretaria da Presidencia de Pornambu-
co, em 10 de Miio de 1666.
O ajuiaute do porteiro,
.-iHonto F. da SUveira Caroalho.
Reparti^o da Polica
Secc 2.* N 46S. S^-retaria da Po-
liyia de Pornambuio, 10 le Maio de 1S86.
Illrn. e Ex o. Sr. Participo a V* Exc.
que furain recolhid is na Gasa da Det8n-
(ito os s^guintes individuos :
Nj dia 8 :
A' ordin do subielegilo
James Arncstrang e W llian
do Rcife,
Ackland,
disposijao do cnsul ingles.
A' ordem do do Io disiricto da Boa-
Viti, Jovino Nato de Mjndonya, por em-
briaguez e disturbios.
Ni dia 9 :
A' oriera do subdelegado do Santo An-
tonio, Domingos Cordeiro do Nascimento,
por disturbios.
A' ordem do do Io districfo de 3. Jos,
Bernardo Alves da Silva, por criitu de
furto.
A' ordem do do Io distiricti da Boa-
Vista, Rufino Jos Epiphmio da Paz e
Francisco Avila ie M ndon.ja, por terom
hontera, s 7 horas da noica, 3a [trido mu-
tuamente no qua 1ro do Padre Antonio.
Contra o* delinquentes proceJeu ae nos
termos do ioqurit.) p di-ial.
Dus guarde a V. Exc. -Jjlm. e Exm.
Sr. Dr. Igaacio Joaqunn de Souza Lelo,
muito diguo vice-presidente da provincia.
O chafe de p ih lia, Xntonio Domingos
Pinto.
Commaado das Armas
QL ARTEL QENBBAL OO COMM\SDO UAS AR-
MAS DE PERSAMBl'CO, EM 8 DE MAIO
DE 1836
Ordem do dia n. 93
Fajo publico pa.-a oh fios cinv.mie ites,
que o Exn. Sr. viee presi lente da provin
ia. por portara de 15 l pissaio. cooco-
deU ao Sr. capitao do 2o b-ttalho de infan-
taria Antonio r'rancis :o 4e Mllo, 3 awsea
de licena p >ra tratar d; sua s iud >.
(Assignalo) O brgaleiro Agostinho
Marques de S, c.im au lante das armas.
'.onfirme -O tenante Joaquim Jorge de
Mello Filho, aiulaot'i te ordeas interino
e encarri'gado do d.;t ilhw.
________-^^ygacis--------
rhcsiniro i*riviacl.il
DESPACHOS DE 7 DE MAIO DE 18S6
Antonio Cesar d'Almei la Pessoa, A to-
nio Joaquim CascSo, barao de M.ttosiniio,
vig.rio JooIgna;io l Alt)U|U'rqua e J .-
vino de. Cerba Varejao. Informe o Sr.
contador.
Mmoel Cursino do Villano va. -Escrip
tur--8H a divida.
H-rdei os Bow oann. Entregue se pela
porta.
Antonio Luiz de Miranda. Ao ollector
de Gami-lleira p ra u uprir o despteho da
junta, devdven lo estes p.peis.
Hr.ui.ia da Silva B istos. -Satisface a
exij ncia do Sr. contador.
Francisco Antonio d< Albuqu rqu- Mel
lo. Frati-in-o Gm.olv'is Torres, Jolinston
P..t r & C, Mino I Francis.'.. le Alu-ila,
aiva (S V-.l-nte. Antonio J i" Miran
la Falcao, Ant'tii > de Le.nos V e ourro,
M no I J.aqui .. Xivi r Rib iio. Br.w .s
A C. I.forme o Sr. Dr pr.i-ur lor tis
cal.
J oaiina Augurada Albu^uerqiie Jacoine
p AnnaCind. u de F.ri. Leu-. Regs
If.....I ic-i o se 0- assotltaol utos.
P>ntos do Gy nnasio A Sr. pagador
p r "i il.-vidos fina-
P.dre Fr.i.ciso Virissi.no Ba > leira, pa
dr.- M .lio. i J .le OI'V ir. lteg J -
J r'iiy.no Kandlo. A> oai-ii.ieso pr
umpiir o lespH'h> a junta-
Fr 'litio Xui.inii i R.iri;u' Jo* The <-
don Gomes I .f irme .> Sr Dr a i niuis-
tr 1 r >' (i omulail >.
Aur.lio dos 9.titos Cu.nbra. Enire-
gue' .
Augusto Jos "I-- Mello e A mlpho Jos
de Araujo. P.gue s-
8
M.no-I M rques Avila e Fran iseo da
Cost. Ff>. 1 .forme o Sr. Dr. alminis-
Ti 'or do C nsulado.
' Antonio Rodiigu 8 de Souza. Junte
cnihe. imoato d decima 10 ultimo sernos
tre.
HTmengildo Jn^quim de Ohveira Baa-
douia. Certifique ae.
Narciso M ia iC, Companhia Santa
Thereza o Vigario Arc?lino Vieira da Sil-
va e S. Informe o Sr. conta ler.
Vigario Fran- seo Verissimo Bandeira.
Declre o contencioso se foi prestada a
fianza.
Contas do Dr. procurador dos fritos.
Haja fista o Sr Dr. procurador fiscal.
Antonio Ferreira de Carvalbo. Indefe-
rido. Os documentos exhibidos provaro
simplesmente o pig miento do custo do
passeio frente do predio n. 39 rui de
Marcilio Dias, ao passo que o debito ora
exigido na importancia de 85;-920, e nao
na de bftlxO, como erradamente foi pu-
blica 'crior do mesmo predio, que d para o
L irgo da Penha, m- lindo o dito passeio
1,79 bricas quadradas.
Manoel Joaquim Gomes Ferreira. --Ao
Consulado para attender.
Padre Manuel Jos de Oliveira Reg.
Junte-se copia das tiforma(,-oes.
Padre Francisco Verissimo Bandeira.
Entregue se a quantia em deposito.
Officio do Dr. procurador dos feitos.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Gnuveia de Oliveira.Junte se copia
das inormarjo-'S.
Offiio do Dr. chefe de poli da e Fiel-
den Brothers. -Informe o Sr. contador.
Manoel da Costa Pereira.Certifiqe-
se.
- |0 -
Adolpho Targini Accyoli e Vigario Lou-
:ento de Albuquerqu Loyola. Haja vis-
ta o Sr. Dr. procurador lis al.
Francisco Ramos da Silva, Jacintho Pa-
checo Fontes, officio do Dr. chefe de po-
lica e Manoel Pereira da Costa. Informe
o Sr. coDtador.
S'-bastio Tavares de Oliveira Brandao.
Fa('arn-se as notas da portara de li
cene/-.
Manuel da Costa Saldanha e officio do
lsccretrrio da Assemb'a. Informe o Sr.
Dr. administrador do (Consulado
Vicente de Mora<-s Mello e Annunciada
de M da portara de licenca.
Tnlhos Urbanos do Recife a Casanga
J.aquira Mendes P..cus e Silva Gomes &
C. Informe o Sr. cont dor.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 7 DE MAIO DE 1886
Antonio Jos de Souza.- A' Ia secgao
para attender.
J aquira Felippe da Cesta. Sim, de ac
cerdo coro a relhc&o.
Cameiia Perpetulina da Silva. Informe
a Ia seceso.
Viuva Castro e outros. Informe a 2"
sei-Qao.
Domingos Ferreira da Silva & C. De-
f. rido, d- aceordo com as novas informa-
coes, fi.-> d- Abiil do corrente anno sob n. 7,330.
Abilio Sil" a & C. AA Ia secgao para
proceder de aceordo com a lei.
8
Brnet rS C. Intoime a 2a secgio.
Manuel Francisco de Mornes, S. Mar-
ques Informe a 1* seccao seeyao
Ferreira Casco & Filho. Informe a 2*
se-r;ao.
Manoel Joaquim da Rocha. Sin?, de
aceordo com a inf"rm5lo.
- 10
Manoel Joaquim Gomes Ferreira. A'
Ia secgao pra attender.
A limnistriid'ires da massa fallida de
M..tta Silveira rS C. e Francisco da Costa
FOfo. Informe a 1* se ci.
Francisco Igna. io de Oliveira. Deferi-
do, AHdaide Bez rra de Vasconcellos.
,D' f rido, ere vista das nformeyOre.
Dr. Alfredo Gaspar. Diferido, de ac-
corio com as informi-cSes.
Auna Mari da Cunta Oliveira. Defe-
rido, de aceordo com as inforroacSes, re-
ativamente >o Io semestre.
H rd'iros de Jnao de Siqueira Ferro.
efe rido, de a-i-ordo com as informa-
v5-8.
Joaquim Gongalves de Albuquerque e
S-Ua Informe 2' si-ego
PEanAHBWCO
Asscuibla Provincial
25* >r.n.-<) EV1 28 UE ArtRIL lE 1886
PRESIDENCIA DE EXM. SK. DR. Jo.-K MANOEL DE BABEOS
WANDEBLEV
( Con*lusao )
O Nr. mire lila*Sr. pr.sident <'
ac-.s un.aiK a- luas (la tribuna, j c. a V. Kxc. e
ca-.i i(ue me releveui alfiima palavra mais ou
m 11 a -i>i-.ai" av me i.osoa eoc par no correr
l-la (loCll-so.
lihi-ic u 111 a vir tribuna nm aparte que d. i
au iilu.-'i i-! r da cninuii.-t. 1, quando este ora
\ ii'u i DI K'U-.- -i-felis '* > figuntari.1 deate
tatni-ud' ^u. h..um otvauient, e p.di pa-
1 .i p que, |.re Hlanie je un. d s ilistnctis
1,1 i.i1 peUd 11 I. -tu pr vim-la, -u cidl-
Z, 1 o.. D li III 'i'e, ei-tO" dlsp'lft.i a uCei-
1. 1 qui quer -iti. e i-ui qu Iquer ter
\ -i presidente, a estas luta
da < i.....1.1 i *t a veniade para
jue fique 1. me u qu- est-- partioo a ordem a
que (.. 1 ei. 111 "S liobres deputndns da uiaiuriu, e
. o tr. Dr G. 11.es P r. Ble.
O ar. t mea renteu nao s ou eui diieus-
sao.
t Sr Andr IJiaa Eu quero reterir me ao re-
lator da loiiossao, e a m.uha pieanur.a uesta tri
ou a tin nte nevida ao Sr. relator da coujmis-
av. p.T 1.1 -me virado as costas.
0# r. t. mes Pareute.Eu j declarei que nao
volt. I 4 instan.
r. Aau insJ que V. Exc.'fc esa de-
clara ci, eu peco ao Sr. uctygrap^0 qne registre
o aeu aparte, e deixo de parle eate incidente, pro-
vocado por V. Exc, tao smente 4 um ao mais
humildes mvmbros da minoria liberal, (uo apaia-
dos) qje composta de doze membros, p >rm que
repres-utatn um grande partido e que es tao I13-
postos a lutar em defeza pela causa da iberdaie.
1 Apoiud s, muito bem).
Depois, Sr. presidente, que li e reli o oreamento,
revoltei me
O r. Jos M*raE cora rasao.
0 Sr. Andr- Dias... apezar de ter sido elle
feito por horneas provectos e inteligentes.
Fiquei re volta io, Sr. presidente, p Tque vi que
se quera acabar, matar ama iustituicao tao til,
tao grandiosa, porque vi que se quera acabar
com o (iymn.i.-i 1 Provincial, eatabelecimeuto este
q e recebe os filos dos pobres para dar- h-a 09
primeir-'s ensinameutos!
Acabar se com um estabelecimeoto desta ordeta,
ue lem feito tantos beneficios a esta heroica pro-
vincia, que devia m reeer mais desse partido, que
escreveu m sua ban l^iraordem e re&tahe)emen-
to das inangas publicas, urna cruelda I;.
Sr. presdeme, reduzir se os v -m-imeulos dos
en.pregados pblicos, cousa tambem que re/al-
ta, o revolt aiuda mais quando praticado iato
por esse pirtido ia ordem <
E abysinado fiquei, Sr. presidente, quando li
grande m .ostro chamad 1 oreamento. -i
Sr. presidente, revoltei me, como disse, quanit
li o grande e monstruoso ornamento. .. <
O Sr. Joac AlvesE' porque V. Exc. tem
sangue ardente. O
O -r. Anir DitsE' verdade, quetto da
t-mperameuto, V. Exc, porm, que ma-s vclha
do queeu...
O Sr. Pr.--dente A questao est ae tornande
pesaoal e eu nao posso consentir nisso.
0 Sr. Andr Di. s V. Exc. devia ter visto que
fui provocado pea nobre deputado leader da maio-
ria ; alm disso, eu, como novel, cao estou bem a
par di-s i-stylos desta cnsa.
J disse a V. Exc. que revoltava-me por ver
diante de urna commisso tao importante, como
a coinmisso de nrcainenr, homens velhcs e enca-
11. cidos nos servicoa d patria, concorrerem para a
ertmcco de um int.-ruato, que tantos e to bons
tervicos tem prestido a esta provincia.
Qu il o motivo de acabar-so com o ioternato de
Gymnasio? Porque se acha frente o Deo Fa-
rias, um lineial distmetissimo. (Apoiados e apar-
c ). Porque nao supptimiram a escola normal?
Porque aggregaram ao Gymnasio, fazendo o Ly-
c u Pernaubucino ?
Como que chama-no partido conservador par-
tido da ordem, do r.estabelecimentc das fina/icat,
uando esse partido que esta, desorganizando
tudo! E veem dizer n-sta casa qcie o partido l-
ber .1 naia fez !
S" o part lo liberal nada tivease feito, nao es-
tara representado nesta minora, qne, apezar da
pressao 1 Ui.-ial, se acha repr. sentada nesta casa,
d-vido urea le do honrado conselhero Sarava,
cujo nome est corSado pelas heneaos da patria
agradecida. (Apoiados e apartes).
0 Sr. presideute observa ao orador que a hora
est fiada.
Sr. presidente, vou "oncluir. Sendo esta a pri-
meira vez que fallo, peco a V. Exc. que seja mais
ci.ndescecdenfe, seja mais genoroso pura cominigo,
para com um dos d.-putados mais jovens desta ca-
sa ; V. Exc tem um corceo por demais magn-
nimo, e collocado ,iessa eadeira s representa a
juftiea. (Apartes).
Vi.u terminar, Sr. presidente ; o motivo da mi-
nlia vin la a trioiina "si j.i por demais justifica-
do e desde qu um dos dUtinctos membros da ban-
cada conservadora o digno r-ilator da commissSo
de oreamento deu em apart; as suas satisfa-
coes. ..
O Sr. G.mes PrenteSem duvda.
O Sr. An^r Das ... e as. agradece.
Sr. Presicente, duas paUvras para terminar.
Voto contra .> oreamento e voto cint.'a o oreamen-
to, porque parece me que um bicho disforme 6
enorme que vai acabr c .m -ste pouco de bom
que o partido hbiralfez nesta erra. (Apartes).
Nao qu- r 1 entrar agora uesta discussao, deixal-a-
hei pira a 2a diseuss-i do o.-camento, para en-
ta-i dizer a esta nobre provincia o que feito des-
se partido da ordem d>i rvstabelecimento da*
fiuai.cas (Apoiados e upartes).
Termino, Sr. presidente, agradeeeodoaV. Exc.
e a esa a attenco que me prestarain pela pr-
m-ira vez que cenpo a tribuna, aproveitando a
..ceasio para declarar que desa tribuna saberei
mh'.-d inler ao mandato que os dignos eleitorea
do ti0 iiistricto me confiaram.
(Muito b.m, uiuitu b.m).
V. ni a mesa, lido. apoiado e approvado ose-
guinte r querim uto :
K-que ro pror. gacao da hora por 30 minutos
para conxinuar a discussao. Reg Barros:
O Sr. Coclbo f MoracsSr. presida-
te, com.. um il.s membros da commisso de fa-
z nda e remenlo, eu nao posso deixar de votar
contra o requerimento do nobre diputado pelo 3-
distr ctu
Eiiti-u 10 mesmn, Sr. prefidente, que aquellere-
quc imi'iiti. importa urna desconsideraQio e t
ch.garei a.1 punto de dizer que irrporta urna inju-
ria a commisso de nrcamento (nao apoiados), e
que o nobre deputado na foi movido por inters-
se de c.rdeui publica para f>.z9r este requerimen-
tn, (protest is e r.clam^coes da bancada liberal);
elle imp rta penas un d. sab.fo possoal.
Vnzes d-. balcela liberallato que discus-
s" pessoal.
Outras Vizes Porque nao chama 1. xs Sr.
presidente o nobre deputado a ordem que est m-
su lando a min ri 1 ?
Um Sr DeputadoDizer que um deputado eo-
n.o e Sr. Bar-i de itapsauma proydeu assai
por motiv-.s im-onfei-saveis una njuna.
0 r. Presideut.Eu nao ..uvi o que o obre
deputado di-se; nao posso consentir que um de
put do insulte a cuiro.
O Sr elho ne Moraes Nao tffendi e n.im
falt.'i ao reapeit" devid-i a r depu ado, nem is-
so d s meus hibitos e nem ds uiiuhi.e ntencS a ;
disse que o r-quenmeiito nnfi'riava um debaba*
f. p. seoal porque oa.'bre deputado ni aatoiiaoua
il.Zel- e vou pruVil-o.
O nobre derf. rdo disse desa caJera em qne
s. seuta que havia combinado com o meu diguo
c -li. ga de o. minisso...
O Sr. Baro de ItapissumaCo nbinado uo,
Cuiiiers-i I %
O -r. Coelh.. de Moraes .. 1 assegurou-lheque
voaria pelo rcain.-u o f itas certas i determina-
das emeudas.
0 Sr. Ba o d. Itapisanma Tambem aa
np.i.,.1 ; s- s medida fos.-em icgae .
I) Sr. Ciwlho de Mora sO nu*r depuUde, po-
rm, dep..i .1 imid nt.-, que se eab de passur-
-e e m.u coil-ira de a mounsao r-tira t.ida a
c1.nfi.n9. 110 ..rvamento declara peremptor.a-
111 me que votar contra elle, e ai que nio s
v. lar e.i.tra elle como eouBid raudo-o uma cnu-
>a n.u'il reou- r qu-- vo.te a c. mm'sso afim de ser
r. formad u r- cojisiter.do.
Em ies c ndices enfeudo que o "equermento
d.. nobre oepuiadu importa uma detconsideraco
a commiaai" por iso Voto entra e le.
Sr. PresidenteDeclaro ao nol re dppulade
Sr. Baro oe Itapist-uina que nao oi.vi exprvasae
a'guma nrFrnsiva a sua pessoa e mesmo o Sr. Coe-
Ib.. de Moraes seria incapaz de proferir palavra*
puuc delicailae (apoiados e apartes)
Tal ve qu.- o Sr depu. ado Bario de Itapissa-
iiim na- tives.-e onvido as expresedet profendae
pe.. Sr. diputado Coelho de Moraes.
O Sr. Baro de Itapissuma Diai e que eu ha-
via procedido por motivos inconfessai eia.
O Sr. Coelho de MoraesNao disss motivos in-
confeasaveis ; dase que era um desabafo peaseal,
f_iuBia ~X
lilil


o
Diario I
kto em represalia ao facto do Sr. Gomes Paren-
te ter-se sentado.
Vosea da bancada conservadoraEsta que
arenarte.
O Sr Presidente Se en tivessa ouvido qual-
pr expreasio offensiva ao nobre deputadoo Sr.
rio de Itapissuma, de eerto que nao a deixana
yassar sem observadlo da minba parte.
En ouvi perfeitamente o que dase o Sr. deputa
do Coelho de Momee e poseo aasegurar ao Sr.
Bario de Itapissu-aa ubi nio ha a aaenor ofi-na.
O Sr. Coelho de MonteaBa diaee apena* que
era um deaabafo peaseaj.
O Sr. V.wcaaade le fabalsaga Sr
presidente, fasando eu heV parte, f ircado, besa eo-
tendido, por esta assembsB*, ja eommissio de or-
caiaeato e appareeendo este requerneuto d ineu
sobre amigo o r-r. Bario de Itapissuma pira que
Tolte uovamente o projecto de orcamento a eom -
miesio, seria eiteenharel o mea procedimento, nSo
dar os motivos pelos quaes voto por este requer-
mente.
Aueito-o, Sr. presidente, porque em primeiro lu-
gar cu nao ti ve parte nennuma no orcaine ito aprc-
sentado c em segundo lugar porque o nobre rea -
tor da eommissio e o nobre companheiro da mes-
s eommissio, disseram-me que nio tiiihiui duvi-
da en emendar o riesmo projecto.
Sr. presidente, tazendo eu hoje prte de3ta
eommissio, como j disse, toreado, por esta ass' tn-
bia, desejo collaborar rom os meus amigos e cora-
panheiros da raesraa coinmissio, afitn de verse
eom efFeto o trabalho^est bom, porque se nao es-
tiver, eu me apartare! dell-s.
Como esta, eu nao sei se adoptarei tudo o que
est feito, porque son completamente estrsnho
aonfeceao do proj-'Cto de ornamento.
Aquillo que tor em bwn da prosperidade, do
desenvolvinento da provincia que me vio nascer
e que represento nesta casa ainda que mal, estou
promp'o a aceita.
Por ias-> pens do mesmo modo que i mea nobre
amigo o Sr. B ario de Itapissuma, quand > peus a
que este projecto deve voltar a coinuiiosio.
Portanto, eu voto pe requerimento do nobre
deputado, sem querer injuriar ou odender aos dous
siembros da comuns-i i.
Desejo por rae de accordo comet -s e desde que
a commiasao reconsidere convenientemente o seu
Irabaiho, r.ft'ctindo melhor urna vez q iej denla
roa que nilo tiulia duvidas em aceitar qualquer al-
vitre porque nao era intallivel c atas condicoes,
digo, bem possivel que possamos chegir a ura
aeeord.
O Sr. Coelho de Mora-3O projecto poder vol
tar a outrf, menos a nos.
OSr. Visconde de TabatmgiSerei infeliz se
nobic deputado tomir isso como ama injuria.
Eu ped dispensa a maioria, mis esta |nio qu z
aouerder-me licenca para retirar-me da comais
j/>.
Portanto, em conelusao, Sr. presid-nte, declaro
que voto pelo re^ueriniento. o corno meinn
oramissao julgoque nelle nao ha a menor ofien-
aa.
O *ir. Son MaraVenho i tribuna, Sr.
pre-ndente, para justificar umvra o reqnenraen-
SO do amu notare amigo, O Sr. 15 irio de ltapissu-
anu.
Esf >rcar-mc-hei pira que durante o tempo que
ccapaJ a nao se agitera mais destas tempesta es
em copo d'agua.
O .>r. Cromes PrenteNao houve nada.
O Sr. Jos MaraNao hoi:ve nada porque V.
Exc. deu explicn'ei ; senio as tira se dado, bem
soderii ser r\"e bouvease aqui um naufragio.
Na i p um, de dneajar.
Eu cinu,;rei, Sr. presidente, p ir dizor, que na i
i no facto novo este de que se eeeapa o requeri-
oentoapresentao pelo nobre deputado pelo 3C
districto
S. Exe. eom certeza nao obteria para si o brevet
V inveniioa por ter presentado um reqn rimento,
em que pele que o projecto em diseussao voite
aova mente a commissao respectiva.
Sen precisar recorrer aout-03 precedentes, sem
recisar mosmo remontarme a antru pocas, lein-
ferarei esta cata que en 1S82, quan lo fequi pre-
o^ina '11, como boje, ma-oria con tastre Sr. Barao de Muribeca, hornera que autepo
ao interesse poltico o interesse da patria (apoi*
osV assim proceden nesta casa, formando e sus-
tentando requerimento idntico.
E' que S. Eic. pretera o bem da provincia ao
joteresse partidario.
O Sr. Sophronio PortellaIsto diz V. Fxe. ago
ra.
O Sr. Jo.- Maria V. En. e teria ra7o de
e?ar-meeste apart'', se tivesse ouvido dos meus la
ios alguma vez urna paiavra que destoasse iisto
i reuho de dizor eom relacao a tao Ilustre ci-
sladito-
O Sr. Bario de Itap:ssumaE nesta casa eom
D-m elle se achou ?
OSr. SopUrouio PortellaFolgo de onvir V.
Sic. se espnm;r deste moda s ibre um incu corre-
ngion iri >.
O Sr. Jas M iriaO nobre deputido engana-se
a meu ruspeito; pezar do meu espirito partidario
que, segundo se diz, omito elevado, aostumei
a>e, de loaga data, a respeitar os h-imens d.- bem,
qnaesqner que s"jam as s.ias crencas, mxime
aando tem elles a fronte aureolada de cabillos
rameos.
Seud* assim, conhecendo, como conlieo, o bon-
wao Sr. Bario d; Muribeca, nao poss > deixar e
H r-lhe todajastica, rauirj embora seja elle m-u
aria
A minha intolerancia nao chega ao ponto de
88juecer a verdaie; a minha intolerancia poltica
. ai", > me cega ao pjnto de eoasiderar meu inimiro,
e escur cer i.s m-ritos de um cidadao distincto,
aeki facto de ser meu adversario.
^ .i Sr, Bario Munhca nao voltou
i esta casa, sendo que nba ajeros "iaB a eadoira presiden al.
N f,. dizia eu, -r. presidente urna innova-
rao esta do Sr. Barao de ItapueomB
O Sr. Barros B Jo -Sr. liara' de Muribeca.
O Sr. Jos otariaEu v m (I ir um conselh >
diga isto nunca se f-z, nuuca s
iea istu ; Ulnl* mnovacao que nuuca se vio el
C$kU ''''' '"''' "'"-'""- Ha uo pass i io eiD|>l>
uilllo q'ie no seu esp'riro parecer
m rdiaai-.a, dase imaaai, nio m , ijue j.i .-. r -a ciad mmtaa
. nao deve mesuiodizer que ho-
.... u0 virou iriso) pjrque l.i vria al-
Ihe ainnasse que isto j 'em succe-
id', e t!tt .r lue-bia factos (continua o riso).
era que dpoia de Chriifo ninguem mais
TP3U5CtJU ; inas V. Exc. d ve sabt-r ^u.- na Pa-
nhllu rosaecitoa nata seuhora e isto muito tera-
50 depoia ic morta. En eonbeei o p i desta sen-
bora, que era de urna tunilia distinctissima.
Mas, dizia eo, Sr. presidente, nao urna inno-
7 ica 1 do tr Barao ue Itapissuipa ; o Sr. Bario da
llurib. ca, em 18&, requeren para que o proj -cto
ise cqamisso que o havia elnborad 1; e a
despeito de.aer competa casa commissao le tres
auserradores : a despeito de ser a maioria da
cas* conservadora, voltou commissao o pr jecto
de orcamento p anda por grande asaiona, e a commissao nio se
ecnsiderao ueaprestigiada : nao entendeu que era
aiaa alTrontk aos seas bros este acto da aas^mblea
s. o contrario, ooedsono-a; formulou novo pro-
jecto e o apresen!' u.
Para aae nao hajam duvidas eu apresento os
annaes d'aquella sess>, que podeaj ser cnsul
tados pelos nobres d'-puUdos.
E' a paz. 8 do appendce: (le).
Ora sendo assm, havendo ste precedente,
endoa commissao de taz-nd^ de entao se couf^r-
mado eom a deliberado da casa, nao Lavena ra-
Oa para esUmagarem se Untos nob-es deputados
autores do projecto em diseussao c >m o requer-
atento do meu distiucto amigo o Sr. Baraj de Ita-
sissnma.
E at -s. Excs. deveriam estimar sto,desde que
asaba de ser uomeado por V. Exc, Sr. presdate,
arafazer parte da commissao o meu illustre amigo
vpuudo pelo 4 di-trii-fo, qae, desejoso d- c .n-
sorrer para a resolucao d'esse problema dimeillimo
uerantepor aosentimenti poltico o sentimento
patritico, trabalhando eom affinco.dedicacaoe eal
dade nVste mesmo orcamento. E como podena o
saeu distncto amigo tomar a si a defeaa e a sus
ten te. cao deste pri jecto, em que S. Exc. nao col-
laborou e que e aceitar, s^m dnvida, depois de
jofirer modificacoee que aeu espirito pratico con-
sidere convenientes e razoa\eis?
Pois nao preferivel que o orcamento volte
eommissio para a dTrer retoques e modificacoes,
soffrer essaa modificacoea durante as diacossoes ?
Pos aio prefervel, digo en, que a h..nrada
maioria tome esU resol tci, se effeetivamei.tfl quer
a collaboracio sincera e desinteressada da minora,
a qae depois venha aceitar modifieaces constantes
de orna allnviao de emendas, que, longe de escla
recerea ao espirito da assemblea virio fazer urna
reidadeira resolacio, tudo fcaralhar, tado coa-
indar ?
Ui lijsaTrasaSTi
Se os nobrea deputados desejam que faga par'e
da eommissio o nobre deputado pelo 4.- distrseto,
sr sinceramente queretn ouvir os conselhus de S.
Etc., se essa commmisaao bem intencionada e
nao quer, como supponho que nao quer, abusar .d*
11 issa bd fe, devem aceitar o alvtre pro poto
pelo nobre deputado pelo 3 > districto, nico meio
que tara de poder aceitar a solidariedadi cora seu
collega o illustre merabro da minora e que hoja
fa,* p trts dessa eommissio
Pon S. Exc- que nio foi ouvida na confeeea)
deete orcameao pode boje, s*b mais eavaoie,
em [Oder mjdifical-o, eer solidarij coa a maio la
dx commissao ?
Uum VoePode emendar.
O -r. Jos MariaPode emendar eim, pode
emeu lar em 2 disaasaio mas qual o deputa
do que o nao yode f*ser ?
Es e direito de todos nos.
Nio preciso aer membro da eommissio par
poder e oendar.
Mas, como j disac, nao mais conveniente vol-
tar o proj-cto ao sei. da cminisso para soffrer
as raoditicaco-'s que oio necessarias, que ao m-
diHoeusaveis ?
U.n Sr. Doputad 1E' perder tempo.
O Sr. Jos Matia!>z o nobre deputado que
parda -se terap > Oo.u s'? engaa S. Exe.
Se 1 pr .j-cto voltar commissao de orcaueuto,
se a cominisao tirar o Aeaajo de trab*lhar, C" a
2 ou .'I das poder apresentar a casa o trabalho
rel'un iido, prompt para ser discutido e aceito f-
cilmente.
Um Sr. DeputadoSI> ou 8 das perdido.
O Sr. Jos MaraKu pers-iuto, se o projecto
nao voitar c inini?s."n e tiver de ser inoditi
cando, por .meio de .in-ndas, na 2* discus-ao,
qmntos dias suppoe o Bobre deputado que a- gas-
taro aadtaeaasia e pnucipiimu'e na tMacao
d- t id is essa emendas '.'
Um Sr. deputadoQn ra garaot que depois do
ornamento emendado na commissao nio se ap-e
enCarao todas aaaaa emend.- ?
O Sr Jo.- MariaV. Bsa -abe que ninguem
pode garantir isto; m.s l.crer qae ser em
muito meior u.un ro >.s emendas presentidas.
O S-. Reg Ba r s di um aparte
OS-. Jos Maria-Como que V.Ex* da que
lala plora o que a Venho de dser? Suba
tribuir, e in-stre p r meio de arguineirac.io UtfCtO*
que eu nao nio demonstre. usa niguina.
O nobre deputa 1 vive oustanteuienf a diz-r
em apartes que nos nao provira -s censa aljama!
Uta ama consa mnito tic.I n; dizer mas eu
quero que o demonstre, u o pr .ve
O Sr. Bego Horros d um aparte,
O Sr. Josa Mam Q..e a disse a V. Exo. que
niobad- ser uiendad ? rois eotio V.Ese. entende
que, t o 11 a e>ana 11 io apnaastado o tm OTojec-
to, po ineihor qae elle aej ., p 'S-. .r aqiai inclu-
me, sera se Ihe nffereeer nesbuma emsndar
O que se deve ac editar que, voltand o pro-
jecto a commissao de orcam -uto e estando nessa
i- immisai 1 rep*eeentada a asn a \nn- ira d >s seas
memiir >h, S'ja asas piufasite, que derera eooter
i.leas nais uu menos aceitas por n-, meaos im-
pngna o, menos ooaabatida, purtanto, mirto ase
nos tempo ;>st ir-s -lia m oi-cu-sa ., qo
sueeel r se o eapriebo da maioria o maatirer ul
qu .1 se acha.
E asi 11 aso que ae tasa de aaperdicar em dia-
cussoes, superior, maito 111 nor era coir. .rarao
qa 1 un laeo am isie para m
Laagiuem os nobres dapatados, qn 10 pr ject 1
iodo aosaaaissio roltaa-io retunido, comm
t .- ,j .1 min >na. Eu satitar-uie-lifci ra
dicu'. o ligeirsmeate Daado-se oeoatrarioen
s, p .. rei esteniisar um ases intero de
pois teobo o direito de fallar tres reaes sobro ea i 1
arti^'i a oao ellos oa-tantes!
Ni vOltauJo o projecto commissao, eom cor-
tesa qu em vez de um pequeuo numero de emen-
das, appare era urna anuviu dellas, alguna suosti-
tativoa, e.nlim I .ruar s 111 uraicusa deseoairaa-
na!, poiqu ser n-c -- ,;. araran sobre ees 00 1
um gra 1 >e moostro para destruir ontru monstn.
Eut i. disenssi 1 ae prolongar por m lit.s das e
perdet aa lia sem duvida alguma, BOiaojidisse,
muit> aaaia leap-> do que o ciu- gastara a corarais
sai para faW. as alteraco-s iiec -ssarias.
Depois, succede que durante estes das nao es-
tamos inhibidos de discutir outras leis annuas, a
le de torca a o orcameuto muuicip 1 que deve ap-
pareear; mis, se ass.m 1> succeder, ce este pro-
j cr. ticar era discuss.io sem voltar eouMBaafto,
quan lo tiver de ser submettido debate em 2' dis
cussio, nio cessarei de repetir, ba de soff er loaga
analyse, e esse tempo que ba de perder-se nec ssa-
riaiueute, estara sendo applicado diseussao das
oatras lea aunuas.
Anda dir o nobro d putado que eu nao provei
que se a Aaseinbla nao aceitar a resoluvao pro-
posta pelo nobre deputado pelo 3 districto, desse
aeu proc aumento nao advir vautagera alguma, e
ao contrario, trar o graude inconveniente na enor-
me pvrea de temnot
Creio que depois desta explicacao um pouca mais
clara, S Exc. nao insistir, dizeudo que nao nro-
vei euoaa alguma, a menos ^ue eut uda S. Exc,
que para tolas as privas necesaario d .-umeuto.
Queier o nobre depu'ad q 1 1 ea c jrrobore eom
.i .c i.ii.-ot 1 o que veabj de d.ze. 'i
A prora es-. na argnmentacio cercada da logi-
ea ; a prora est u dialctica. (Trocam-se diver-
sos apartes).
Nao lia d se msiderac'i 1 algam 1 para a illustre
commissao. deade fue ha precedente ueita cata, e
prop sto p.r um conservador, aceito p-la maioria,
en me por eso a aonm taio do eatio se tivesse
julga 11 deae asi lera 11. E labem os a >brei depu-
tados de qeeaa se eaaapaaana esa 1 ea aaatssa.'.' i> .s
Sr-. O yin 10 Marques, Nyio tic Miranda o O mi
crito Caralcaate
O Sr. Jc. Alves d um a, arte.
O Sr. J is Mara Q lew discutir coa V. Etc.;
tive a iuf.oic lado d ba* r V. Exc. discutido um
requemo n'1 m :u ni umeo da em que na me
idie presen'*! ; li, po.ra, o s>eu discurso e dou os
p.rabcus a V. Exc, mas anteado dal-o a V. Exc,
do ios ao 12 diatriclo.
O Sr. PireaideatiObaerro ao nobre deputad >,
que a h ira est fiada.
1 .i Sr. Jos HaraN puso Caser o qae pro-
toadia ; ia dar os parbaos a> V districto, queja
pir .1 uu v z's elegeil o uobre deputado que upe
zir de nao aac aaenarel, aoara aquella cadera.
(Apartes)
Etr-erivira-uite, Sr pre.idente, ha muito bacha-
rel, que m Tie de i.iv- ja pelo 11 .br 1 yuta lo, p,r-
que S. Exc. ui tribum sane se perfeitameate ; d
O seu recalo c/in todo o criterio e, pormitta que o
liga s in ..li'-:id 1 a mai ri 1, n> vejo nquella ban-
cal ., eom excepeo de dous ou tres, qu fin toae a
frent i S. Exc.
E' portanto, urna gran i- BJustica, a de outro
tomar-lh- o basti; mautenha V. Exc. o seu e
u o-ln, tcnba o eai lado de cousrval-o, nao dasa
que o t 111 111. (Biso).
Eu pr.t ndia praaeguir na demoustracao de que
na> ha a muiimi offsest era ser aceito o requeri-
mento apreseutado pelo m u nin'go deputado
pelo 3* Jistricto o Sr. Biro ile Itapissuma...
O Sr. Perreira JacobiuaE' lgico e a cous
quencia das .l-claraeoes da commissao.
O Sr. Jos M ira ... tanto mais quanto a
c .mraissa declara que o seu trabalho ni> per
feito e que est proinpta a reeeb r quaesquer m -
-liri : .o s a elle feitas ; tanto mais quauto O orca-
mento foi elaborado por dou* ra uibros da coimnis-
ai -rnente, e atrora acaba eU db ser completada
eom ura dos in-mbros da minora, o nobre Sr.
Viscoude de Taba inga, que de certo nio ha de
qu t.t adoptar tiihos alheioa...
O Sr. Visconde de TabatingaNaturalmente.
O Sr. J s Mana.. .nao qu.-ira acarretar eom a
responsabilidade d"aquill> que os outros fizerara.
O Sr. Visconde de XabatiugaApoiado !
O *r. Coelho de >1 ir.esS. Exc. tem o direito
de fazer as eouv. r>Sjs que que quizer no orna-
mento.
O Sr. Jos MariaComo qualquer de nos. Nes-
te caso entao, S. Exc memore da eommissio pro
formula, e eu acho que assim mesino, e tanto ,
que leudo eu pedido que fosse completada a coiu-
luisso, lugi depois que um de seus inembros reti-
rou se desta asseu.biea para ir tomar aasento na
cmara dos d putado, nao lo acceito o meu peai-
do, disendo-se ^ue elle ainda nio estava reconhe-
cido, dando se essa escapatoria de cabo de esqua-
dra, o que se nio quena era um terceiro raerabro
para metter o bedelb.. na panella do m rastro.
O Sr. Visconde TabatingaPois eo niosoumot-
tedor de bedelbo.
O Br. Jos ManaEn crei que no aeu bom tem-
po V.lxc. o foi; hoje V. Exc. est velho e can-
sado,
Dm 8r DeputadoCoco relho que d axeite
O Sr. Jos Maria Para comer, gosto mais do
c6co rerde. Mas, attenda bem o nobre deputado:
ellee rio qurem que o projecto rolte ao aeio da
commiatio, porque sabem que o nobre depotado,
sem duvida a'guma, far queatio para aerem mo-
dificadas certas medidas qae ae acham cont las no
bojo dsquelle monttro, que Dio passa de um orca-
mento 1/iloiUra.
(Riso).
. Os nobrea deputados considoram urna injuria
voltar o projecto ac. aeio da eommissio ; mao en-
tendem qae nio ha injuria em quererem obrigar o
nobre depotado pelo 4" drstricto a assigoardecrus,
eeu hnver collaboraio na materia.
' O Sr Coelho de MoraraO nobre deputado nio
est inhibid > de apreseutar emeodas.
O Sr. Jos Maria Quautas Vezas ae tem hoje
referido isto !
E ee seaapre i dizer que este direito pertence a
qualquer de us.
O aobre deputado, qae hoje faz parte da eom-
missio de ergamento, nio toaaou parte na confec
cao do projecto. Os nobres deputados nao queren-
do aperorar este reqeeriraenU, o que provam eom
isto ?
Prora que oio ejaarem absolaasaaante o con-
cursa do nobre deputado pelo 4o districto. Eotio
S. Exc. foi nomea.lo para nio concorrer eom o seu
esfoic ., C in as su*s luzes, eom a sua pratica?
Para que foi completada esta cominssaw ? Os no-
bres deputados dizem uue S. Exc pode corrgr o
ornamento por meio de emendas,; mas esae direito
tem S. Exc. como deputado, este dnei'o temos to-
dos nos.
C.nseguintemeute ou os nobres deputados acei-
tara a medida proposta pelo Sr. Bario de Itapis
suma, mostrando assim que tem deaejos de que o
Sr. Visconde de T.ibatiuga collabore no orcamen-
to, ou Sa. Excs nao acc-iran o requerimento e
entao querem somonte S. Exc. para ser um editor
responsavcl.
Ea, Sr. presidente, pretenda abundar em outras
eonsidericoes, man ac turnado a respeitar V. Exc.
a obe lecer s auas ordens, porque comprehend 1
que Vxc nessa cadeira representa, como muito
b m disse o nobre deputado polo G districto, a le
e a justica, o tendo V. Exc. dito qae a hora est
finia, dou por terminadas as miuhas considera-
el ia
A diseussao fica adiada pala hora.
Passa-se a segn la puto da
01; km no da
Pr wede-se a votaedo em segunda diseussao do
projeel 1 a. 25 .!.-te aaao.
E' approvado cora as emendas de ns. 1 e 2. sen-
ilo reg na ia de 3, bem como u aeguinte reque-
riuo uto:
B queiro adiameuto da diseussao por 24 ho-
ras. L mfenco de i. ..
Barra em diaenaaio o parecer da commissao de
petseoes a.lialo, con ura v .to em separado do Sr
Cos'a Gomes, sobre o requer to por -illredo Best
FugmaB.
Vera a mesa li lo, apniade e entra eonjuncta
mente era diaeuaaio o aeguinte requeriaieato.
. llequ-iri aai.mnto du disseussaj do pir-
eer ;... -'I horaa fulo Ai vea.
Ninguem in.is p dindo a patarra encerrada a
diseussao dcixaiido se de votar por falta de uu-
mero.
Eutr i em segoada diseussao a fica adiado o pro
o. 120 de isa.
O Sr-presidente levanto aessao, dcsignauij a
lo lia : 1* narte eontioaacio da
.:-; _'" pirre eoittnuaoia d*sat mais 1" diseussao do projeeto u. 1S de i
20 SESSAO EM 29 DE ABRIL DE 188
rasunucu do bkm. sa. mi. tout masoel de bai-
nos WAN.iiaa.KY
Ao meio da, felfa a chamada, e rerifieand -ae
! esrarem pies ntes os lirs. Katis e Silva, Bodri-
l'orto, Luiz de Audrada, Barros Waaderier,
Lo ir-neo de S', Juo AWes, Coelho de Moraes,
J0.10 de Si, eVmrea le Ainorim. Bario de ItUpis-
an a o, Soiouio de Mello, Augusto Pranklin, Joi"
. de Oiveir., Hercuiano Bandeira, Bogotoerto, Ju-
lio de Barros, liego llarrjs, Costa Gomes, Uo-
iniiu s da Silva, Sophr.ui.o Portella, Barros Bar-
' reto Jnior, Perreira Velloso, Prxedes Pitan,-a e
Jos Alaria, o Sr. presidente declara abe.ti
SCSni 1 .
Conoarecem d-piis os Srs. Fereir Jacobina,
Visconde de Fabatinga, BegueiraCosta, Gimes
te, Cista Kibeiro, Bario de Caiar, Andr
Das e Drummond Filho.
Paltam, cora participacio, o Sr. Antonio Correa,
: e s m eila, os Srs. ttisae Silva, Gouca'.ves Frrei-
ra, Constantino de Aluuquei-que, Antonio Vctor,
Araaral e Juvencio Manz.
O Sr. 1 aecretario procede a leitura do seguin-
' te :
BXPBDIEXrB
Um ofiico do secretario do gjverno, devolvendo
informada a p.-ticao de Sopbia Guilhermina de
Mello.A' quein fez a requisicao.
Outro do mesmo, dem as de Manoel Soares de
Albergara, Camilla do Carino Torres e o abaixo
assiguados de moradores no povoado Mundo Novo,
do Io districto de Buique. A' quera, fez a requi
sieio.
U.na peticao de Luiz Cornelio de Souza. aja-
daute do pharraaceutico do Hospital Podro II, re-
queren Jo augmento de venciineutos. A' cumoii
sao de peticoes.
Outra 10 Banco di Brasil, requerendo provi-
, deucias, nfira da Cmara .Municipal do ttecifc 11
1 gar-lhe o emprestimo para a construefio do m. s-
' cado de S. Jos. A'eommissio de orcaraent
municpil.
Outra do English Baa of Rio de Janeiro e de
L.ndon and Brisilian Btuk, requerendo a resti-
tuicao do que de imis pagiram no corrente exer-
cicio era relacao ao anterioi. A' coramiosio du
or;amcuto provincial.
Outra de A ir i lo Emilio Calumby, boticario li-
cencia I > estab-lecido cora pinrmacta ao povoado
de S Jos da 3o 1 esperance, requerendo cousigu 1-
cio d quot de 522*750, para pagamento do que
despeudeu eom os atacados de tebres de mo ca
racter all. A' commisaao de orcamento pro-
vincial.
Outra de Fabia Velloso Freir, propretano da
casa que serve de oade-ia ua cidade da Escada.
requerendo consignacao da quota para pagam
de alugueia vencidos'A' eommissio de orcameuto
provincial.
Outra d- Julio >oaies de Azevedo, professor par
tica:ar de bastrueeXa primaria, rm da raaviz da
Boa V'sta, requerendo urna subvencio poreu-i-
nar j.'r.itui'am ate a 25 meninos orphoa d-8Vali-
dos.A* cora nissao de inatrueeio publica.
Outra da aaaaa regalan da aoairaria de Neeaa
Seuli ra loKis.no le hegueaia de Sauto Anti-
aio do K'Cife, r quereudo preferencia para a ex
trela no presente ex-rcicio, de duas portes de
suos loteras. A' eommissio de orcamenti pro
vmci .1.
U.i. abaixo aisignadoa de profeasorea contracta-
d.s, pcdiu.Jo para serem considerados e'-:tivos
110 m.gisterio. A' eommissio de instruccio pu-
blica.
Sao iido*. ao liad is e fi:am adalos os segumts
pareceres, pir ter-m pedido a paiavra sobre os t
prim-iros o Sr. Prax-des Pitanga ; sobro os 2
ira.nedoitos a Sr. Jos M ira ; sobre ol o Sr
Soares de Amonm ; sobre o 12- o Sr. F-rreira
Jacobina ; aobre n 13-, o Sr. Prxedes Pitanga ;
sobre o 14-, o Sr. Jos Maria a sobrt o 15-, o Sr.
Bata e Suva.
A commissao de instruccio publica, conside-
ran-1 1 que o proviioento das eadeiras publicas es-
t reglalo peas leis vigentes, de parecer qae
a. j i iudcl-rido o reque un uto do prof-asor cou-
tractalo d povoado Mimoso da treguez a de Bar-
reros, eapitio Francisco Theotonio Pereira d
Costa, pediudo ser considerado 1 ff-etivo.
Sala das commissoes, ata 28 de Abril de 1886
Vicario Augusto Fraukliu.-K'go Barros. R'
gueira Costa
' A eom ssio de instruccio publica, coiside-
raudo que ae leis rigentes regulara o provimento
das eadeiras publicas, i de parecer que seja inde-
ferido o requ-rimeiito de Mirandolina t 'rges Pes
tana, professora contractada de S rra-Vorde em
B on Jordn, no qual pede para aer considerada
tffectiva.
Sita das commissoes, em 28 de Abril de 1886.
V'^ario Augusto Frauklin. Bego Barros.
Begueira Costa.
A eommissio de inatru"co publica, con8der*n
do que as leis vigeutee regnlam o mo 10 de prover
cadeiraa publicas, de parecer q le seja inUeferi-
do o requerimento de Manoel Soares de Alberga-
ra, professor contractado da cadeira do O h >
d'iguadaOnca em Taquaretnga, pedindo ser
cousi lerad 1 ff etivo.
Sala das coramiss s, em 28 de Abril de 1886.
Vigario Augusto Fraokiin.Bego Barros.K -
gueira Coata.
A eommissio de instruccio publicu, consideran
do que o provimento das cadeiraa publicas est
regulado por le, de parecer que seja iudeferido
o requerimento de Celestino Ferreira Quedes Al
colorado, professor contractado do Bio Doce de
Carapatos do Brejo da Midre da Deas, psdindo
que aej a considerado elleetivo.
Saladas eeasdes, m 28 de Abril de 1886. Vi-
gario Augusto Pranklin. Bego Barro*. Be
gueira Coala.
A commissao de iuatruccao publica, conside-
rando que ess regulado por lei o provim. nto de
eadeiras publicas, de parecer que seja indeferi 1o
o requerimento da professora contrastada Rita Ma
ra Gomes de Souza, pediodo para ser considera-
da offectiva.
Sala das Sfsaoes, em 28 de Abril de 1886. Vi
girio Augusto Frauklin.Bego Barros.Beguei-
ra Costa.
A eommissio de instruccio publica, conside-
rando que as leis vigentes tem regulado o provi-
metto das eadeiras publica-, de parecer que se-
ja indeferi lo o requeriaaeWo de Jcrony.na Fran-
cisca da R> ha Paula, professora contractada da
cadeira de Pao de Assuesr em Cimbres, pediudo
ser considerada e'ctiva.
Sala, das sessoe.-, em 28 de Abril de 1886.Vi-
gario Augusto Frauklin.Reg Barros.Beguei-
ra Costa.
A eommissio de instruccio publica, conside-
rando que aa leis vigentes regulara o provimento
das eadeiras publicas, de parecer que seja inde-
ierido o requerimento de Maria Francisca do R--
go Barros, no qual pede que eeja norneada profes
sor* effecti<,a.
Sala das aessoes, em 28 de Aluil de 1886.Vi-
gario Augusto Frauklin. liego Barros.Beguei-
ra Costa.
A couimissao de instruccio publica conside-
rando que as lea vigentes tem regulad 1 o modo
modo de prov r as cideiras publicas, de parecer
que seja ni Inferida a pretensa.) da proiessora de
Santa Clara de Buique de ser considerada cfFec-
tiva.
Sala das commissoes em 2b de Abril de 1886.
Vigario Aguato Frauklin.Rogo Barros.Rf-
gueira Costa.
A commissao de instruccio publica, conside-
ran lo qu.: as leis em vigor tem regulado o modo
da matricula dos alumnos da Escola Normal,
Je parecer que seja iudelerido o requerimento de
Paulina Candida da Silva, no qual pede dispensa
de idade para se poder matricular na referida Es-
cola Normal
S*la das sessoes, ea 28 de Abril do 1888.
V.gario At{usto Frauklin.Bogo Barros i)
gueira Costa.
A commidsio de instruccio publica, eonside-
rando que o estado tiuanceiro da provincia nao
permittc augmento de despeza, de parecer que
veja iudeferido o requerimral 1 li professor pu-
blico da villa de Agua Preta, Joio Ferreira Vil-
lela de Araujo no q al p 1 que veja all reata-
beiecida a cadeira nocturna suspensa p>r acto di
presidencia.
Sala das commissoes, em 28 d; Abril da 1886.
Vigario Augusto Frauklin Reg Barros.Ro-
gueua Coata.
A commissao de icstruccao publica, eonaide-
r .11 loque o estado finauc-iro da provincia nao
tolera augmenta de de.spezas, de parecer que
teja indeferido o requenracut) di prof ss ra di
Casi Porte deata cidade, uo qual peje quj seja
criada urna cadeira de deaanh 1 na escola Normal.
Sala das sessoes, em S de Abril de ISSH. Vi-
g iri i Augusto Frauklin. R go Barros. Be-
. 1 Costa.
A coinuiissio da pe tienes, tendo examinado a
da proiessora publica de. TaCirat D. Mina An
t ni a da Costa, p -.lindo oito m z :s de lie nca cora
todos os venc lientos para tratar de su 1 sa le ;
C msi I. raodo qu a suoolicauto unii .ve ach no
gw> de urna Ijeanea que lhe foi concedida pelo
presidente da pr.vmci.i; considerando qu; a
supplicant" ndo prooou ashar-sa (lenle.
E considerando que tai's licencas multo onerain
o th'souro provincial e desorgaaiaam o 1 irrieo do
.uisi no, de parecer que s.-ja sta inaeterid 1.
Sala das coramis^oes, era i8 de Abril de 1886.
Dr. Costa Gones. Dr. Ferreira Velloso.
A coiiraisso de p.-ticoes, tendo eu vista a do
guarda da illu nioacaO publica Rufino Jos Fcr-
uandee de F?uejdo, pedindo ser apiaentado 110
lugar .i" ao.auuense da secretaria da presidencia
Considerando que tr-do o auppticaute -serv lo
po. ultimo empregado da i'ffttmaaedo nao pode
ra ser aposentado em lugar que scrcio anterior
mente; consideran 1.) que achand i-se o supli-
cante deminittdo do lugar que oecupava no ser-
vico publico nao est 110 ciso de ser a:tendido,
de parecer que seja esta inlefenida.
Sla das commissoes, em 2>< de Abril de 1886.
Dr. Costa Gomes.Dr. Ferreira Velloso.
A corarnissio de petices, a quem foi presente a
de Bellarraino Fernandes da Cuuha Alraeida, em
que pede que sejain publicados por conra da pro-
vincia poesas, prodceles suas, em OUO exempla-
res, 500 dos quaes presentear Sociedade Ave
Libertas, de parecer que seja indeferida uita pe-
tioao, visto o -atado precario das financas provin-
ciaes nio permittir despezas dessa ordena.
Sala das comm 3soes, em 29 de Abril de 1886.
Dr. Ferreira Velloso. Dr. Costa G mies.
A commissao de orcamento muoicipal, tendo em
vista a inforraacao da cmara da Victoria sobre a
peticao de Marcelliuo Jos Maria de Hollanda Ca-
valcaute, de parecer seja dita petieio indefe-
rida.
Em 28 de Abril de 1886. Reg Barros. Ro-
drigues Porto.
Sin lidos, .poiad s e sem debate approvados,
os aegaiates pareceres :
A coramssao de petices. tendo cm vista a da
pr .fessora D. Francisca Maria da Anuuneiaeao,
p-dindo um auno de licenca para tratar de sua
saude ;
Considerando que o ef ctivo servico por longo
tempo sem licenca nio suppoe a nece-sidade de
u:na graude lie. nca, e
Considerando que a supplcante nao adluzio
provas de sua necessidade, de parecer que seja
esta indeferida.
Sala das commisjo-s, 27 de Abril de 1886. |
Dr. Costa Gomes Dr. F. Velloso.
A commissao de iustruccao publica, consideran-
do que as leis em vigor tem reglalo o.modo de
prover as eadeiras publicas, d pareier que seja
indeferido o requerimento do G-uesio Libanio d'
Albuqu-rque Monteiro, professor par icular, o
qual pede para ser incluido uo quadro ce profes-
sor otFcetivo.
Sala das sessoes, 28 de Abril de 1886.Vi
1 Augu to Frauklin.Reg Barros.Beguei-
ra Costa.
A cominraiasio de instrueco publica requer
que sej 1 ouvido o Dr. inspector geral da Inatrue-
vi- r"uolica a roso, ito d 1 requerimento 1 profes-
sora publica de Tegipi Anua Franceiina do R.-go
Uairo8, uo qual pede q le seja elevada a su. ca-
eira citliegona de '' entrancia, allegando j
contar 14 auuo8 de exeretejo e sempre na 1" en-
traucia.
Sala das sessoes, 28 de Abril de 1886.Vigario
-\ugusto Fruuklin. Reg Barros. Begueira
Costa
A eommissio de instruccio publica requer que
seja ouvido o Dr iusp ctor geral da Instruccio
Publica a resp.-to do requ-rimento d> protessor
puhHee Andr Jos de Almcida Catanho, 110 qual
poda para 8er removido pira quaiquc calora de
"Ja entrela, p.-rceb-nd > o ordenado de 1* entran
c 1 e obrigaudo se a ensinar gratuitamente fran
asa. portuu.-z, gemietria, aritbraetica, geogra-
phia, physica, i'hiuiica, pililos >phi e rh-torica.
Sala us I 'ennn, 20 d Abril d 1886. Viga-
rio Auguato Frauklin.R'go Barros. Regueira
0 isa*.
A commissao de orcam -nt) municipal examinan-
00 a peticao de Pedro de Birros Wan lerl- y. arre
matante d .s imposros do municipio de Birr.-iros,
pr-cua para dar pireeer que seja ouvida a respe-
ctiva Cmara Municipal.
Era 28 de Abril de 1886.R-go Barros. Ro
drigues Porro.
A eommia-io de orcunoo'o municipal precisa
pira dar parecer sobre a peticao ce Jo.- \utinio
Couceiro, arremataute de imp sto- daC- mira Mu
nicipal da Victoria, qu- s.-ja ouvida a respeetira
Cmara Mouieipal En 28 de Abril de 1886
R-go Barros.Porto.
A coininissao de orgamento mun cipal precisa
para dar parec-r sobre a pene 1 de Tito Alvares
da Cuuha, arrematante de imposto- no municipio
da Vietora, que se mande ouvir a respectiva >.-
mira Vluoieio.l Era 26 de Abril de 18S6Re
go Birros. Ridrigu a i'orto.
Sio lidos, apoiados, julga ios obj.'Ctoa d- delibe-
raco e rao a imprimir oa eguintea projectoa :
N. 51.A eommissio da jum 19 civil e crimi-
nal, a quem foi prsenle a petci > d" Joio Bap-
tista da Bocha Baixa Lina, primeiro tabelliio e
egerivio do termo de Gainelleira, attendendo a
que ar o presente nao houve quem qmzesae ser
vitaliciamente prvido nos oficios de eseriv o do
jury e das execucoes crimiuaea de dito termo,
de parecer que ae adopte o seguate projecto de
lei:
A Asaembl Legialatva Provincial de Pernam
buco reaolve :
Art. nico. Fiesm reunidos oa officios de ei.crivio
do jury e das exeeuc&es criminaes do termo ta
Gainelleira aos de primeiro tabeilio e escr'vo do
crime do mesma termo.
Kevogam se aa diapoaicea em coatrario.So-
phronio Portella.Pedro G. de Ratis e Silva.
Dominguea da Silva.
N. 52.A Assemblea Legislativa Provincial de
Pernambuco resolve :
Art. Fica o presidente da provincia autori-
sado a mandar orear e despender at a quantia de
20:000 eom a edifieaedo das eadeiras de Tim-
bauba e Itarab.
Art. 2.* Revogam-se "a dsposicea em contra-
rio.
Paco da Assemb a Provincial, 29 de Abril de
188. Julio de Barros. oares de Amorim.
N. 53.A Asseaibia Legialatva Provincial de
Pernambuco reaolve :
Artigo uaco. Fica creada urna cadeira para o
sexo masculino no povoado Mutuns da comarca do
Palmar a.
Sala das sessoes, em 29 de Abril de 1886.Luis
de A- drada.
N. 54.Orcamento municipal (que j foi publi-
cado).
Contina a diseussao do requerimento do Sr.
Jos Maria sobre a nomeco de professores.
O Mr. Besueira Coata Venho, Sr. pre-
sidente, responder ss observacoes nue o nobre au-
tor deste requenment, o ex leader a bancada
liberal, por oceusio de elle ser submettido a dis-
cussao
Antea porm de oceupar-me da materia do mes-
mo r-queriinento, permitta-me V. Exc. queeu trate
de urna referencia que fez o meu distncto amigo
o t. Dr. Jos Maria, em urna das sescva pasea-
das minha humilde pessoa.
Disse S Exe. que me tinham noincado leader da
bancada conservadora.
Uuma voz da bancada liberalE V. Exc. con-
testa que nio loi Horneado pelos conservadores
leader da maioria V
O Sr. Regueira CostaEu declaro a S. Exc.
que nao eou o leader, neu. quero ser; aqu oesta
bancada nao ba leader.
O Sr. Costa Rib-iro Pelo que est dizendo
paree, que nao quer ser o leader dessa maioria.
O Sr. Ferreira Jacobina -Mas est excrcendo
o ofiico.
(Ha outros apartes).
O Sr. R'gueira C>staPeco o favor aos nobres
deputados de nao me 1 iterromperem. Eu nio
pissuo uquellcs requisitos, nem todas aquellas
qn.lidads que o meu nobre e distiucto collega o
Sr Jos Mana cora um dos s^us discursos eonsi-
derou neeessarias pira a mis-i 1 co leader ; isto ,
cmliecimcuto profundo dos negocios publcos ; sa-
gacidude para engendrar expedientes e desenvol-
ver manobras e evoluco.-a que poss.am perturbar
e d'n- itar o adven irio, aeiencia de t< das as ques
t5es qu- se d-baten) 111 t.-iieno da piltica, intel-
ligencia aguda, clara e capaz ", resolver de promp-
to todas as duvidas que se agitara as asseinblas
p ili'icas.
N -ataa eoadieS 's ve V. Exc. que nio po3so ser
leader da bancada conservadora.
O Sr. J0.-6 MariaNio apilado, porque reco-
nheco que V. Exc. tem todos taai'S requisitos.
O Sr. Regueira CostoE nao poss; anda ser o
leader da maioria, porque conasa > que nio sou um
frequentadorea mais assi luoa desta cas
sead 1 um do eaeargoa do leader apreeentax ou
propr eneerninentos, eu, como inimigo dosencer-
raiueutoa e Ua roiha, sou o menos habilitado p.iia
ex-rcer esse bour =o cargo de toda a confia
poltica.
O Sr. Jos Man.V. Exc. ter um adjunto
0 ura a rolha.
O Sr. Regueim C ata -Digo-i Y. Bxa que n
bancada nao t moa leader, nem delle pncisamos;
todos nos vivemos ein pleno accordo do pansameu-
1 1 e le ideas.
Ura Sr. DeputadoE' o que haremos de ver.
O Sr. Begueira CostaMas, ^r. presidente, o
nobre deputado Sr. J;s Mara, que leva aqu to-
dos o li ia a i ceando e demittiado, incompetente-
mente, leaderia bancada conservadora. ..
O Sr. Jos MiriaNio nomeei nem demitti ue-
nhu n.
O Sr. Regueiri Costa___porque nio so embra.
da grande iojoatica, e direi m-smo, da gra
in fe.:. arrancando lhe o basti > mmto merecidamente baria eo.iquistado...
O Sr. Jos ManaE' intriga que aio paga.
O Sr. R 'gueira Costa... para entregal o ao uao
menos distiucto e Ilustrado Sr. deputado Joio de
Oliveira.
(Trocam-se apartes).
Sr. presidente, us viraos eom gra ide sorpreza
comecar o debate sobre a dxacao da torca policial
o Sr. Di. Joio de Oliveira.
Sabe V. Exc. que sempre encarregado de rom-
per esse debate o leader da opposicao: cut tanto
a nobre minora lber.1, esquecendo-se Ja dedica-
Cio eom que S. Exc. o Sr. Dr. Jos Maria traba-
iha pela causa do seu partido, esqueceulo-se dos
muitoa servic '8, que eu folgo de reconhecer, que
-'. Exc. tem prstalo a esse jartido, a minora li-
beral eom muita iugratidio lhe arrancou esse bu
tio e o entregou ao Sr. Dr. Juo de Olvcira.
(Apartes).
Eu nio digo que o .>r. Dr. Joio de Oiveira nao
seja capaz de desempenhar br lli intrnente a ane-
an de leader; digo mesmo que tenho conhecdo
que 8. Exc, apezar do ouco tempo (pie tem nesta
casa, ha revelado anualidades eapeciaaa, que de-
vera ser aproveitadaa pe!) seu partid); e-as eu
nao pos30 deixar de reconhecer que o basti de lea-
der da baacada liberal, devia exclusivataeote ca-
ber de direito ao meu illustre amigo o Sr. Joa
Maria.
O Sr. Jos MariaNunca tive scmelhante pre-
teilQa).
O -r. Regueira CostaCom eFeito, ninguam
mais do que V. Exc. sabe encarar cora energa e
corag-m qualquer questa .. are ui 1. at >:n a odio-
aidade de seus adversarios, se necessario -. N;u-
guein D ais do que S. Exc ac apres uta tribuna
com infatigavel activdade para discutir tolos os
Hssumptos de que se occopa esta asserablc 1. S.
Ex ten p.r ruaos saermeado at sua saie na
lefesa da causa de seu partido Pois a minora
liberal, uestas condicoes ira o basti do uobre de-
putado para entregai-o a um moco, emb .ra de ta-
lento, mas que anda nio conquistou direito s
ae elevado cargo na baacada que oeeupa? Or ,
Sr. pr.-sidente, quando eu vej 1 is ., I ano
dade de dizer ao meu nobre eoll- gi, o Sr. Jos
Maria, que ra vez de estar aqu a nomea" e a
demittir leader, chame o seu p .rtido conta
p 11 iugratidio que praticuu. e indague dos D
v.s p rque fo demittido desse encargo, que com
tanta h un nHdaue ex -rei 1.
> Sr Lourcnco de S-^V. Exc- que av
quintando o lugar de lead-r.
O S.\ Regueira CostaEu tinli". necessidade de
referir-ine a esse ponto do discurso de S. Exc.
proferido na seaso paseada, no qual eu nio pude
resp.u 1er logo, porque nio me era poaaivel falla.-
Juas vezes.
Mas, deixando murgem casas coasideracjs, c
entrando na materia do requeriuicnt, que V Es .
Sr. presidente, acaba de dar pira a discussio. de
claro ao Sr. Jos Maria que voto contra elle, nii
s porque acho-o c .rapletaineute desnee ssario...
O Sr Visc.ude de TabatingaAlii c que V.
Exc. mostra que leader.
OSr. Reg leira CoatEotio leader c aqu-lle
que vota centraos requerim Titos da opp sifiio ?
Sei essa urna defiuici > tiovissiraa
O Sr. Vise rade de Tabatinga Leader aquello
que dirige a bancada, e que uostra estar de ac-
cordo com o p mi .amento .la adininistracao.
O Sr. Reducir CostaC uno dista, Sr. presi-
dente, nio posee aceitar o requeriaaento d > n .bre
deputado p.-io 2' listricto p ir d us ir .t.vos : o
primeiro porque aeho que desneeessari., o ae
gando porque euteu lo que elle eucerra um p msa-
mento de hostili ia le contra o presidente da pro
viucia.
O Sr. Jos Mana Nao apoiado.
O Sr. R -gu:ira (JustaJu'tfo desne.ccssario, por-
que S. Exe. pede foros ices de factos dos quaes
ali is se inostrou pe. lentamente seuhor o conlieci-
dor quando falln. Coseguuiteineutc S. Exe. quer
iufoiin-co's de factos, a respero dos qua-s elle j
se acha informado, como declarou na rr b uta.
Vo anda coutra o requermeuto, porque, Sr. pn-
aidente, ello eavolve e eno-rra um pensam-nt de
guerra, ou boatilidade actual admimstracio da
provincia, a quera apoio
Auaiy ada, cada uraa das aceussces que S.
Exc. ezternuu na tribuna, v se que o Sr. Dr Jos
M iria procuren acrem.-nte censurar o honrado pre-
sidente da provincia, por ter pr .vido diversas ca
deiraa de euaiio primario que tem vagado ltima-
mente. 1
Quando, disse S Exc, o estado fiuanceiro de
nossa provincia nio permitre augmento de des-
pezis, o h eirado administrador da provincia uo-
meia professores para as eadeiras qu vagara !
OSr. Jone Mari-Fo a eommissio de orca-
mento quem o disse.
O Sr. Regueira CoataSe V. Exe. pesa naa pa-
lavras da eommissio, eatio nao tem motivo para
censurar o presidente da provincia.
O Sr. Jos MariaO que eu quero tirar a
limpo o desaccordo que existe entre o a( ministra-
dor da provincia e a corarais O Sr. Regueira CostaVeja V. Exc. em que
fica?
O Sr. Jos MariaEu fico n'isso.
O Sr. Begueira CostaOu V. Exc. aceita a ra-
zio do economa, que diz, apresentada pela eom-
missio de orcamento, ou nao aceita. Se aceita,
permita V. Exc. que diga que as aqcusacoes fei-
tas administracio nao teem razio de aer. So
aio aceita, para que censura o presidente ?
O Sr. Jos ManaEu quero juatamei te t'rar a
limpo o desaccordo que ha entre a eorciassio e o
presidente.
O Sr. Regueira Costa Nao ha desac ordo.
O Sr Jos ManaOra, se ha.
O Sr. Regueira CostaNeste caso V. Exe. est
mais bem infrmalo do que eu.
O Sr. I. ion neo de SaV. Exc. de que lado
est? Do preaidente ou da eommissio?
^O Sr. Regueira CostaEu loga lhe responderei,
nio seja tio soffrego.
Um Sr. eputado Elle est 110 meio.
O Sr. Jos Maria d um aparte.
O Sr K gueira CostaPeco a V. Exc. que nao
me interrompa tanto.
O Sr. Jot-e Mara-Foi apenas um apartesinho ;
eu sei que V. Exc. gosta de apartes.
O Sr. Regueira CostaDizia eu, Sr. presidente,
que a pnmeira argido feita pelo meu illustre
amigo, consista n'isso : S. Exc. aecusou o presi-
dente da provincia por ter uoraeado alguns pro-
fessores para diversas eadeiras que vagaran), por
causa da actual trise finauceira.
Sr, presidente, certo que a provincia de Per-
nambuco actualmente assoberba la por urna crise
difficil de ser debellada ; tambera cert) que um
administrador eerterioso e patriota, deve ter por
intuito principalmente realisar a mior somma de
economas possivel, com o fito de fazer dcsappa-
reeer essa crise.
Tudo isso certo, Sr. prndente; mas. pergun-
to ao nobre deputado : a nec- ssidaile de economa,
deve chegar ao ponto Oe traustornar-se o servi<;o
publico, supprimindu- 3e vero .s necesarias e des-
pejas que u&o se podem adiar ?
O Sr. Jos Maiia.Estou de accordo com Y.
E.rc.
O br. B gueira CostaConforme.
O Sr. Jos Hara Nao; ueste pon'.o estamos
de pleno accordo.
O Sr. Regueira Costa Economa, Sr. presi-
dente ni. quer dizer deixar de gastar...
O Sr. Jos Maria Apoiado.
O Sr. Begueira Cesta ... quer duer gastar
pouco, mas coin criterio, cortando por verbas su-
pcltivas e inutei9.
0 tr. Jos Maria Pcrfetamcnto ; estamos de
accordo.
O Sr. Begueira Costa Ora, pergnntu eu ao
nobre deputado, juLa 8. Exe. que o provimento
de eadeiras do ensino primario ccnstitue urna
... intil? V Exc. acba qae a despeas feita
com o provimento de col Iros necessaria?
O Sr. Jos Mara Ei navego as mesmas
I em que V. Exc. vai navegando,
O r. Begueira Costa Esta reapoe b revela
que V. Esc. muito sagaz.
0 Sr. Jos Maria V Exc. que tem espirito
zombeter 1
O Sr. Regueirs. Costa Mas e-tibora S. Exc. nao
me responda, cu digo : a despeza que se faz com
a iustruccao publica, i sempre urna desper.a neces-
saria, porque productiva. E lucar o poro ms-
ralisal-o, iscatir no seu espanto o se.itimeuta
ilo bm e da virtude ; e V. Exc, que tem intelli-
a lucida, deve com a s.rama de
van" ig os que resulta para a socieda.e coma
deramaracuto da instruccio publica. Logo, se nie
houvease razio para justificar o (.residente da
provincia, bastara esta considerarlo que venhe
de externar para justitieul-o.
Mas, Sr. preaidente, V. Exc. quer saber para
iiaatis eadeiras o Sr. Ignacio Joaquina nomeoa
lores? Para tres, nicamente.
O Sr Jos Maria Eu perguntei durante a
dominio da actual situacio.
O Sr. Regueira Costa Ora, que economa se
realisaria com a suppressio d'esaas tres eadi ras ?
Sr. presidente, razio teria o illustre amigo a quem
respondo, para censurar administracio da provin-
cia, se por ventara S. Exc. o prtsidcate da pro-
vincia tivesse nomeado professores contra a ex-
pressa e terminante disposicao da lei. (Ua urna
aparte) J disse que a razio e conomica nao preva-
lece.
O Sr. Presidente A hora est Cu la.
0 Sr. Regueira Costa N'este caso eu vou
mandar mesa um requerimento de prerogacio da
hora.
Vem mesa, Iido, apiado eapprovado > ssguin-
te requerimento :
1 Requiiro infirmar o da hora por mais o"#
minutos para concluir o meu discursoRegueira
Costa.
O Mr. Regueira Cosa (continuando)
Agradefo casa a fineza que acaba de conceder-
me prorogando a hora por mais trinta minutos.
Dizia eu, Sr. presidente, que. desde que a ra-
zio econmica nio favorece, a censura do Ilustra-
do deputado pelo 2 districto, ex leader da ban-
cada liberal, nao tem razio de ser. Vejamos te
Ja lei favorece esta censura.
A lei permitte verdade, Sr. presiden*, ajae a
administrador da provincia possa supprimir ea-
deiras ; mas estabslece os casos era que devem ser
suppriun las essas escolas. O art. 215 do regula*
m.-uto de 2 de Fevereiro diz : (l)
Ve V. Exc., que a lei couceHe, ao presidia'.
da provincia autoriaacio para suporitnr qualquer
cadeira que vagar, mas cstabelece urna restriccia,
e que j p .dora su priuiir quando nao traga
prejaiso ao cusmo publico e depois de ser ou, isa
0 inspector da Instruccio Publica.
Ora, a reap ito da- rovi I ta pos S. Exe.
o Dr. Joaquira de -Vraea Lea,, foi ouvido o Dr.
inspector da Instruccio Publica, o qual, uao opi-
nou pela supressso d'essaa eadeiras, pirque ellas
tinham a fr.quencia regular enastas condiciea.
nio cstavam n.i caso de nio sern pie nchidas.
A lei nio obriga a administrad ir da provincia
:; ni 1 preenclier a vigas que se f8r dando em
eadeiras d inatru eSo publica. Aut risa apenas
a auppressio d'essas cadeiraa, quando ellas Jai
rreqaencia regular, e quando ssia
nio traz prejuiz 1 10 o .-mi public-i.
Ora, estas eadeiras n o deviara ser s 'iinidas
i rque segundo o parecer do inspector tnh un &e-
juencia regular J vi, pirtanto, o meu amiga
que nio tem razio para fundamentar a su cen-
sura.
Disse anda S. Exe. que o presidente da pra-
1 liuha a obrtgscio de publicar todos os seas
iCtos offi iaes .inmediatamente dep es de feitos, as
tuinas diarias d. capital. Outra censura que tasa
b-m nao ten. razio de ser. V. Exc sabe, que ha asa
contracto com o Diario para ser publicado o ex-
pediente do rjoveruo. Os actos oificiaes sio ra-
a t!< los para a irapiens 1 oficial e sio tr sidas
ao Inin da publicidad.'.
E' ce-to que publieHC'ao do expediente est-
atraala, mas te, quem c a culpa? Do preaidente
da provincia? Nio. A grande afHuei.fia da
servic publico que tem dado lugar a laso.
O >r. Jos Maria a culpa ininba.
O Sr. Regueira CostaS. Exc. o presideats
da provincii nao obrigado a mandar publicar as
uoracaco s as folbas diarias da capital, entretanto
tem feito, tod s os seus actos tem sahido ao lama
da pubiicid.nl.'.
0 Sr Jos Maria d um aparte.
O Sr. Regueira Costa Mas o nobre deputade
que faz agora esta aecusacio, defendeu outr'ora a
presidente da provincia do su partido pelo mea-
ra > n .tivo
O Sr. Jo-' MaraDefend es'e acto porque pra-
vo qu a falta nio era do preaidente da provincia
1- eotio mas da typ..graphia; eu demonstrei e
prove que os autograph. s a que V. Exc. ae refe-
re f .rain muito em ten.po pora a lyp .gr.iphia.
O Sr R -gueira Costa ajee verdade que
desde que temos a folha offieial onde publicada
o expediente <*o gorerno, S. Exc. o Sr. presidente
da pr>vincia nao tem obrigacio de mandar publi-
car os actos da presidencia os noticiarios e naa
revistas das f ibas diarias que circulara ne*ta ca-
pital ; a aua obrigacio mandar para a imprenaa
otcial <> expediente ; e se elle nio tem sido publi-
cado em da nio tambera por culpa ao redactar
daqu-dla folha pirque isao devido grande af-
fl lencia do servieo publico o que faz com que a
p.iblieaeao desse expediente se ache sempre san
atrazo.
(Trocam-ae muitoa apartes.)
Ceusurou ainda o meu nobre amigo o Sr. Br.
J s Maria a S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia p. lo tacto de, ter nomeado colleetores e escri-
vies de colecturas para as vagas que ae tem dado
neasas diveraaa reparticoea fiscaes.
O Sr. Jo Mar aNao fallei niaso, fal lei apa-
as as demi^soes
O Sr. Costa RbeiroHa duas que nio pdese
aer mais injustas,'aa de Caruar e Goranna,

r i-ivh \


Dferio de Pernaml>noTer?a-feira 11 de Mai de IHH6
T



(Ha outros anartes)
O -r. Regueira Co.ataOs n-ibrea dapatados sa-
ben! que essa* dtaBuastaa, sin sempre propoataa pe
lo inspector do Th'-souro, que sein du 'ida iuapi-
randa-se as exigen las e as ecesaidades do
servieo roublico aeonselhou e propoz ao Sr. presi-
den-e da provincia a-d misto deasas autoridades
(Apartes.)
Eu nao sei qual foi o m >tive que determinoa es-
sas demisso s a q e V. Ex-. BOBOS se referirle,
mas que-o urer ie. 'i >:: merece-
rae na. Exeo. o Sr UMB .tur dp Thesouro.. .
(Trocain-se muitos tparb**.)
... ti > stand i woeetto caara ofrecen Vs.
Exoj. porqoe o consTv ram darsnte todo ) dmni-
bo lilo r; I, ijuero acr -dear que Aqu Mea fu ciou i
nos publico^ foram deimiti loi por motivos mmto
serios e lau to ira-*. ( Vp artes )
Suppouho, Si-. presdeme, que forera cates os
tontos qui! f. Exc. ferio no e rr. r da discnsaS >
deste requeriinento ; p-lo in -nos nao in se d iu
a memuria nu'roa.
O Sr. Presidente Previno ao nobre d pasado
que li mi d i expedie te este g i, 11.
OSr. R*gaeira Uosfc V u e incluir o j o hia
fazcr antes da obs -rvacao ae V. Exe.
Pode o meu nobre e distinet amigo pelo 2o dis
tricto tranqutllisar-sc porque o goveruo da provin-
cia acha-se ein mZoa bab ia, fortes e seguras. S.
Exc. o Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Boom Lea1,
crnambucuno distinct >, amigo de sua provincia,
estremeceudo sea torra. natal, h i da procurar o
ais possivel dar b.ia c ipi i de si no gwreraa e
as circunstancias criticas porque passa a nossa
provincia nenhaana eseolha mais leliz a aoertada
podtTia tasar governo intparial do que S. Exc.
en? etrjo elevado espirito, en cuja probidade de ea
racter nos o.i ios.
S. Exc, enhorca, ainda Dada fez at Iioje que
nteiccesii; censo: 18.
O Sr. Bario de IiapissuznaAs obras nao at
testam isso.
O Sr. Begaen C ta Qae obras ? Vv. XCI
fasem censaras porque ? Porqoo o illnatrado Sr.
Dr. Ignacio Joaquim nomeon proreaaarea pan tres
eadciras, dorando y\- Sa. Exea, arvuram o obscu-
rantismo im regra Jo econessiaf
(Troeam-ae apartes).
laj diaiaeo, Sr. presidente, que o 5r. Dr. Igna-
cio Joaquim rer. |r > i h je d" m ni a mere-
aej aumente oa li uv irea e i i appianaoa .1 provincia.
Aguarden Ss. Bzes. os tacto* p.ra eataO s >br
ellos fazerem ~ critica que mer cerein. Basa
fes o nobre depatad uno Mitras
I na cahirae p t irra. (Apar)
Sr. presidate, f.(,-1 rotos p-ir-i que
S. Ese. o Sr. Dr I : u ia de Soasa '
pe.-ietrando-si- d i patn i'is ptemina
do todos os seas acb -. c afn ad .. nutra/ esta
provincia con o tino, cnl .11 que to
des nos recoib
T nho coaein
V*ozi-sMuit)
A diacussi i r h ra.
Passa-se i '
DU
Continua a dscisa> lo projocro n .
auno (orcanenl pro\ ncial.)
:i qui .; '
':"'
' itiv Provincial de
A coinn:
projecti n.
asara
A AasemU;
nam!) r
Ait; JO u: iv da lei u.
i:;^0 de 18791
d.s otteclori s.
Sea
Bala daa le de i--'; Barros
Barreto Jnior>. de Drusa bo.
lliV
u:
.tm*!!!!!?'* I S*roviiicinl Panetionoa
o. -.iii | .''
2'.i S
, a acta da
0 Br. I r ii :' 1 ': '-
te P\]
lin-
da Silva, e mnonieai io achaf-se aaojndo
,;m -uto d aeu ti o eunselber Prai
ingnea da Silva, n i p ider por iaa i eompa
reeet aa aesao -a, I i
Um ou'r ii i governo, '1 -vr.'.venda
inmrao \ idr .1 ie de Aunei-
da Catando A aado Etegj Barros.
A' queui f' s a re
Ouiro do a i I" '"i 'i'injia- da
resolocS sane ai l BG' e
ae ; denai i !"
aaoaicipal, fo. i'i ns. li^fi.) b I6C
A" archivar a p.-in. ira,' mt rada quaato
gandas. ,
Uio-i petica ,'!. M ra< G >naa Per
reir, reqn I z"< p r l aaooa para
laadr a o i n iiiho a vapor, Vatiuado a
moer graos da trigo e preparar a farinha, a>no
ea,.....t
dj se a recebar 10 oiphaoa de 1 '. I annoa para
onsii1 latra. V commssao de p-tici-s.
Ou'ra 'i M a-tyr de P Dt -. BIT matante
do inpisto d-- 30 ria pro >rga de aasne >r. ajar
nese<-ci. baealban e otros peizes xpi^t s v-n-
da na feira de Cimbres reqfcereodo nm abate d
5 part- no valor da ;-rr natacJ iA coatmissao
de orcament > municipal
Outra de .1 s Aot mi da Silva Accioiy, admi-
nistrador da capilla di Nossa enh va d i Gil
de Paratioi-, r. qoer.-nilo preferencia na extrai-ca--
ao corrent'- xere'ei I duna pitrtea 'le -u is lote-
rias^A' cnmimssao de or( iin-nt t pr ivincial.
Outra d Maaoel Qornea d is Santos, arn-mat in-
te de impostos de cargas e me lidas d Nazareth.
requerenio moratoria e ab*te no prego da arre-
mataban, m-nd-nd* se qae anotara, na acto do
pagamento, descont O que Ihe leve.A' cominis
sio de orcain' nt i BOnieipal.
Oatrad-- Tneotoari i ludo da Cu::ba, arrematan-
te do pedagi i d>' J.b'atao, reqoesondo aJataaasaav-
to da 4 p-irte do valor da arr^uiatacao.A' com-
aiissao de petices.
Vm abaifo I de reaidea es no lugar
Cese lie !'. peoindj a creacio de ana ca
deara io texn masculino aili.A' eaaasasslo de
aeeao publica.
Outro de m-rador s na ultima parte da ra do
lrquez do Serval, padinoo que s-ja ella nal
colloeando-s apparelbos de li upeza as Casas
que oa nao toi-in ii ampeo-s da lltaSBanaoBO pabli-
ca. A' 00Om880 de obras publicas
Foratn appi ifad >s tres pirecer^s da enmmiesao
de orcamento inunicipal, pedmdo huornacoea
acerca d > rwjoeride por Man 'el d>' Suaza L-al,
M.ncel Bernardo G mes Sil-erio e Hermino Del
i n i do Natcim-nt i Lima.
Foram i imprimir os seguintes nnjeetoa, sendo
o de n. 74 pi ce do de parecer da cuminiss.i de
instrucciio publica :
N. 71. 1, i a jnbilacao d> professor An-
taaio Mazieao de Burros Leite.
N. 7;>. Autorisaudo a constrarcao de cinco agu-
des.despeni.'U'li su ate 10i:000i(XX).
N. 7t>." Ait i.-iinid a deapropriar-se urna casa
p-ira a cadeia, quartel, ansa d-cunara, jury e
clcici h.. .-se ate 8:O:X>*M0O.
N. 77. Oreando urna c.ideira mixta no povoado
Taquary, de B aa Cooselho
N 78*. Id m, estira no povoado Mundo-Novo, de
Daiqae .
,i imprimir um areeat da commissao de rc-
diecio, sobra a do prnjecto n. 50 de 1881.
Poi lido um reV}nerimento do Sr. Jos
Mara, mbr.: 0 1 I legad i de polica da capital,
ficaado '< ral ao.
tiouando a macnssao do i ito do
Sr. Jos Mari {ocjs de Tacara t, pede
elle e obtera a si;a retirada.
Adiou-s i5-> do requerinea
to do Sr. Solo .leugalo;
rarios, tend ora lo o n sm i Sr. dep itado e o sr.
Regueira Coal
Passou so 1* parte Ja rdetn do da.
Approv m os Ss
ria. Coelb i de Uoraes, Peri i oin, duas
vezes, 8 Diumm ud Fho, em '" di
emenda ao pro ('to n. 'J Je.it aaOTsattmo
de 1,000 contos), sendo e:n 3 approvad-i o referi-
da arojecto rcmettido ommiaao de redac-
aa'. H
Adiou se j)ela hora a approvacSo de um reque-
rim-nto da Sr. l'rax.-d-s Pit.oga, de adiam-ufo
da diecasso p>r 24 liora3, a 2 discuasau do pro-
ject a 43 d'ste anu (.re,meato provincial).
Paaaom-se i 2' part.- da or iein do diB^^
Approrou se em 1 diseusao, s^odo dispensado
do intersticio i requenment) do Sr. Brros Bar-
reta Jauior, tendo orado o Sr. Joa Mara, o pro-
jecto o. 70 deste abno (cobranca dos impostos da
gy-o e de eiportmeio pela allin lega)
Vitos se e fin approvado em Ia discussao o pro-
jecto n. 34 deste auno (illuminacao publica do Re
cif'-).
Adiou-ae a votacao do reqnenm^nto do Sr. Pr-
xedes Pitanga, pedin lo o a ji imeuto d t 1* discas
sao do Brujete n. 54 deste anua, (orjamento mu-
nicipal) nao se votando por falta de muncrq
A ordein do dia < : l1 parte. 2" diseusso do^
P'-'iji nio; 9 parte, conti
nuacS i da auteaeoV nte
\ ->(' le TaearnlPor acto da pr>'-
tideacla da proVUta i de boutem datado, f)i ex-
onera l > o aetaai deleg ido i ti-rm > de Tac ir ito,
e lomeado para sabstituil o o teneute Sebastio
Soaoalvaa da Silva.
Sunultaneam-uto S. Exc. o Sr. vicepresidente
mandn seguir para Taearat urna fprea I 20
irires de buha, s ordeus d'aquella autoridade
militar.
Esaa forca, bem como o novo de eja 1', segui-
ran hiitein no vap ir cost-'iro Jacuhype at a pro-
vincia de dagoaa, parad'thi dingirems.i ao seu
destino.
O'irrao providencias foram tambera dadas no
sentido de acealmar os nimos algum tanto exi-
eerbados da comarca de Tacarat por factos cri-
tnmasos ali ltimamente oeeorri I a
(ioverno do biaipaiio Diz a Aurora, de
' do correute, que, d l G, firam passadas :
Pro/iso dr vigirio da freguezia de Santo An-
t mi do Recife, por tempo de um anno, a favor
do Rvd. Dr. J.io do Reg atoara.
dem, da fr-gu-zia do Trium >bn, nesti provin-
cia, por t mpo de mais um auno, a favor do Bld.
Bvaageliata das Santos Lima.
1 em do coadjutor para a freguezia do Inga, na
P tr.-.hyoa, por tempo de mais um anno, a favor do
Rvd. Jos Alves Cavalcante de Albuquer na a,
1 lc:n, do u -o de ordena o de conf-saor, p> tem-
po de mais um ann". a favor do Rvd. Paulino -na-
res Mouteiro Cmara e Albuqnerque, reaidentc na
tregnesia de Vicencia, aeata provincu.
Mem, nlcm, idem, a favor do Rvd. Aqmlio Sa
tyro de Souza, resideute na freguezia de Patos, aa
Parahyba.
Idi'in, dem, e de pregador, a f-ivor do Rvd. Dr.
Mano 1 Cava cante de A-isis B-zerra de M-i:
residente u> freguezia de San'o Antonio desta M
dade.
In(iiiii^ rriieoloitaco e Cojra-
IIIik-o l'i'rnaiallui'aiiii. Domingo, 9 do
correte, >-ob presidencia d Bxm. ->r. eooselhei-
ro Pinto -Jiiiii ir, feve logar a s ss." I eoo
vocila para ler o Dr Jo- Bygin i Dnarte Per. ira
.i rcl'.toi, i cus trabalboa nos a-chivos da II il-
A- 11 boras da naahS reoni
; i ote I i pf vincia,
eamman n e d NJlicia, o mmia-
m s oa A Propagad ara da [aatrueclo Pribliea, depu
I r i, ju' a . d i Pai u dade, chufea d
ir .-. n-,i ac i-mic >
i lenhoraa, verifican ae igoaln nte a pre
quintes i ios : Drs. Cicer i Peregrin >
' ci.h ir Jo irain kic iver i -'" i '' vi
i. \i % ieir i e tn j r Codeceir Io
_' Drs. L >pcfl M ich doe Jo Hygi-
n orad r s. comi a la I r slirand i Leal, fh aou-
Cesai ,1
Mont-n.gr>. Prssoa d.. Costa, Juao de Oliveira,
rew, ) iquin L ureir i, Mi
Lpoligorio L -al,
nvntbaa de vl >ara, H Lymoodo
5anl ir i' io I'en- ira Jac bina,
ma, i) -id 'ti U ii ". A ll ni i W UT ..
Pinto D no le .1 T na g >r Mi-
i acia Castro, des 8 M-.u el
ilion.
i Exm Br. do 1 -i-tituti en um bre
ve d ]i 7. iin da reuna i e
deu .. palaVr ao Sr. Dr. Ju Hygino Duarte P -
reir, <- rea de tres li ras occnpoa a at
i con a leitora 'I i minnc
', i ) :,-',.!.-
, da rom; lleve iacoubi I n .
, indo a -u o ja li
! 3 -1 itie ii c d i xhih
. ai u livroa e 0 '.na- ds
iiiipo'tant s documentos, ixtrahidos dos archivo
de 1! 'y u
Cabe depoia a palavra a> orador do Instituto,
!>; i. >. o.jii.il iironun-i a: uua notavel
'.o soOre a nnuoi'taiicia d un- I es
leve oearregltdo na Europa o Dr. .I f Hy^in i.
lindo p r dirigir, en nomo do Instituto, um
voto I agrad cimento a todos aqu II s qae c i i
c rrer in para o son ana aap nho da referida com-
l>- pois d > que o Exm. Sr. presid nt- decaar
eaceri i 1a --"i agradecen todos as p.-ssoas
tes o su couipar cimento.
a riiiia tiu Ir <>u a Psinrcza %ssu-
llna No sabb.id > e no domiug, foi rpr-su-
do Santo Antonio, pela prwa ira vea nesta
ndad', a graad nagiea em 1 prolog, 8 actoae
G quadroj, eom o tiiulo acuna.
Ornada de boa atasica, visoalidade, transfor
mae.io e fog n. agr .d >u bastante a p 'Ca a todos
ta atoa tem visto.
o Sr X -to Babia aahio-sp bem
lo m'se <-;i sceae da asagiea, e aognraiaoa-lhe coin
Btla en :ieo-. c mai con I -.
A parte draiaatiua Borren bem, istiiignindo^sc
cuno sein.ie .in as eagrafad s papis oa artis
toa 15 ihia, Lyra e T ix. ir a.
Vale a pena ir *" -auto Antonio assistir a tao
intriqmantn uc(; > e rir a bandeiraa d spregadaa
d'.s Dona dietoa deque est recneiada e das sor-
prezab que noeerra.
As tV.mili s de^ta cidade nao levem perder tao
bea dastraceao.
T.'-tiunal :lo iir> do Hocife Nao
luiii-cion u B-MUen BS* l'ribuoal, p ir s haver'-m
ciu.p-.r-ido 34 jaiz s de fict', seudo multados
em lafdOO os que d-ixaram Je comparecer e sor-
tea ios mais os seguintes :
Freguezia do Red/e
Dani-1 Marques Rodr-goes da Silva.
AiiT.oui'i Joaqun Pernira.
Adolpho Oaaeaaira Guedes A coforado.
Jo^ Licio Marqu s.
Freguttia dt S. Jote
Pedro Lu de Olivera.
Freguezia da Boa Vista
Dr. M mo 1 Sebastiiu d.- Arauj l' drosa.
Maiiiei Joaquim de Alnada vio-da.
I Anastacio Fcrreira da C.sta.
CUadiBO Edelourges Carneiro Leal.
Dr. Jos Honor i Bavtrr .le Meaesea.
Freguezia da Grafa
Regino Ferrtira d- Oarvalbo.
Frrguesia de Afogados
Mano-1 Caetan ,Cvadeante ie Aluuquerque.
J.s Bernardino Das la Silva.
Amonio Jo.iinon Goncdves de *feilo.
__ O Dr. 2.* prom tor publico appellou da de-
i do jury. que. no sabbido ultim abaolveu
Antonio Ftaiicisco de Albuquerque, c mbecido por
Picaneo aseara* as p -as do art. l'J3 do tJodig.
(Jriiuiiial, por ter saassiuavlo no dia 21 de agostr
le !8i2 Silvestre Ileunqur de Paiva.
Fallvcinienti Ante hontem fallecen na
coi te, o coo.-eibeiro Francisco Domiugu-s da Sil-
va, iiiimatro do Supremo Tiaoonal de Justica, con-
ten N 75 anuos de Bfede e cre da 50 de magis-
tratur ..
i) illustre finado era natural d> C;ara, e for-
Bjoavao em ciencias jurdicas e sociaes ein 1S35
na Paculdade do Recife.
i I i ein Pernambuco, aqui s rapre exerceu a
jadieatarfa, senos jmz de direito no Reeife, cargo
lo qual f ii tii a U para descintiars'ad>r da Rea-
cio da crie, seudo, seu p di io, poaeo.de, os,
removido para a Relaeao do R cite, onde retate-
nos) p mnitos anuos
Cibendo-ilie a vez de tomar asiento no Supre-
mo Tribunal de Juatc-t, srgsno p ri a csa-t. em
1882, en rinlo emexerc io ue=seTribunal 44 ae
ouiu'iro.
Cono nagrstrado, exerceu em Pernambuco o
earg de chex de polica.
Ein vanas legislaturas fe: parte da Cmara dos
Srs D-putados, aenrio n'um qua.nenn o por P. r-
uam&uoo, a nos dexa.s p -I- JoBr, o esta ultima
,,r.,viucia du is vcjasM mcloio o seu uome em listas
seal i .
Era u.n hora m bistante inteHigeote e foi sem-
pre um magistr. lo hoaatotn e eai rgico.
-os pesaSfiea a sua familia.
Otatr-E n Olmd, s victima da febre ama-
relia, talieceu ante b.nt.m o joven aeminariat
Manoel H racl.to de Albuquerque, fibo do ftr
feaoe U raclito de Albuquerque sobriubo d .
Dr. D-moiriio Cavalcante de Albuquer ue.
No verJXor do auno*, a neato astoa mm eape-
ranca dos estremeidoa pas, aos quaes apreseuU
cante Campelb, propri-d ide d i Exm Sra D. Eu-
tbalia Ismeuit de M. Lima, fa'leceu de bronchite
pulmonar, o Rvd. Franciaco Uroaoo da Silva,
nendo improficuos tolos os m -ios emprega-1 os por
aquella caritativa senhora, afim de evitar aquslle
tresp isso.
< Er. bomem de 70 aonos de idade e muito
proatavel, principalmun'e nos servicia de sua pro-
salo i
Ultimaiuente bavia aido nomeado vigirio de
j'nnarac, do qual nao chegou a tomar pisse.
Ree- beu os saeram-ut'S da santa igreja, ad-
ministrados p-lo Rvm. -r. Dr. EatauUlo Ferreira
Je Cirvalhi."
Os restos mnrtaes foram inhumados no cemi-
lerii da matriz da villa de Gamell ira, depois de
falto o funeral c un a devida decencia,
o Paz e na alma.
iluda outro. Falleccu no engenho Qui-
saoga, na avanc.da ida lq de 104 annns, D. Anna
Joiquina Mauricio Winlerley. viuva do capito-
mr Chriativao de Barros Baga Falcas, ultimo
morgado d. 8. Bent > Ue Caiar, sendo seu corpo
lepultodo em tmulo de familia na capella do eu-
genh i deste uome em S. L iur"nco da Matta.
Morou dura ite a sua longa viuvez no seu enge
nh i S. Joao, lugar procurado pela p ibresa desva-
lida, onde sempre acbava esmola e abrigo.
Foi urna senhora muito respcitavel pelos seus
exi mplos c estimada por qua.itos a conheciam pelis
suas virtudes, entre as quaes mais realcava a ca-
ridade.
Conservou at a idade de 102 annos urn espirito
lucido e urna actividade notavel, dirigindo por si
os seus negocios.
I) ix m I vres alguns cscravo3, tendo libertado
em sua vida muitos outros.
MaiM outro.Failecu no dia 9 do correute
me,-, s 11 turas da rumba, na villa de Itamb,
victima de febre amarella, D. Maria da Penha de
Siqu-ira Cavalcante, filha nica do f dlecido Jos
Valentim Vnira de Mello e D. Delmira Idaliaa de
S. Cavalcante, senhora do cngeuho Timb -Asi,
< m Ip juca.
A finada era um i encantadora menina, dotada
dos mais nobres santineajtoS]
Era a alegra do lar e o idolo de sua mai, que
j iz asmaras ma profunda dor.
E.ivro* para a Infancia earolher-
Eis o parec r que, s bre os livr js do Sr. Hilario
Rilo -ira, dea :n Cons-lho Litterario da Instrucfao
Publica de Pernambuco :
A prraeira anelo deste couselbo, aiaatiiegn-
da de dar o sea paree >f sobre os quatro novos li-
l-r I leitora, qae acaba de publicar o Sr. li- ,}., Maio, 8e extra iirA a I
lao Bihairo, intitaladoa : fici da igreja da Jatobi.
.. .' .r'ilii'x n.icional, cnsino simullanco da lei-
tura e eeei ip* ;
Scenario infantil ou novo segundo livro :
i. .Yit trra, no mar e no ("piQo, novo tete
livro ;
o Pa'ria e di r. n : i| larto livr i :
Exuniiiou com a devida atteaedi ama opas-
eoloa e reeuD i que, a par d-s eacelleatea
es rcieios da W ura gradual pre.;ios'ssimas li-
le m ral, .'sto todua eUea escriptos em es
ry i fcil e agr lavol, com a necesaarU clareza e
aimpliCldade, leede o primeiro qu.s co.item um i
i ivo a vant jado ni h d i pira o ensino simulta .
nc i Ja Jeitura escripta, a^c > quarto, que en- '
Miaas fuieor*. -Serio celebradas:
i>j :
A's 6 e raeia horas, na Or I-m Terceira d-i S.
Fraicisco, S Pedro Mirtyr a S. Bentein Olinda
por alma do oadre Bu-c-dos ; s 8 aeras, aa '
tris da Boa Vista, pelo Dr. H mono Bicalho ; as 7
h iras, ua CtaeeicSo 104 AI 11 tares, por alma de
Pedro Duarte Rodrigue* Franca.
Quiuta-feira :
A'8 8 boas, na matriz da Boa-Vista, por alm^
od m-Mor Paulino Pires Paleto. .
Paoaaxeiroa Chegadus da Europa no va-
por ingl z Araucanin :
L. Johnstou, mi seuhora, 3 filhos e uro criado,
Jos de Castro, Joao S 'riz ., Jo < le Araujo 4sa-
vedo, Antonio A. de Aztelo, Antonio Javere,
Manoe'II;nriqu's, Adolpho dos Siutij Gircia,
Pedro do Alcntara Gircia
- Sabido pira o sal a me m> vapor :
Antoun Jos Dias Medronbo.
Sahidos para o sul no vapor nacional Ja-
i'ihype ;
Vi-t dio M. de Meira e S'ia senhora. Antonio
Trajaort de Souza e um meu ir, Miaael Domin-
gues, Marcelino L-ite, Honor de Mello Camello,
1 ofHcial e 20 pravas, Antonio do Souza Loite, Vi-
cente de Pama e Silva.
Chegados de Cap Towa no patacho inglez
Atine Ada :
Clark WiiIiamG, W.lkinsm W>guall, Geuben
Edward, sua senhora e 2 filhos, Ltmpmiuu, Co-
loille He mas B.
Operacoen clrursioaaForam pratica
das no hospital Pedro II, no dia G do correte,
B9 seguintes :
Pelo Dr. Pontual :
Urethrotomia pelo proee330 de Maisouneuvc, n
dicada por estreitamento da urethra, cj-._licado
de fstulas perineaes.
Posth itomia pelo processo de Ricorl, por phi-
mosis mfl iinmat'.irias.
Caatorisaoao do ppulas syphiliticas, pelo ther-
mo cauterio.
Cana de Oetenca Movimcnto dos pre-
sos uo dia 9 de Maio :
Existiam prrsos 312, entraran. 4, sahiran 3,
existem 313.
A saber:
N iciona-s 977, mulhere8 4, estrang^iros 14, es-
eravos sentenciarles < processados 7, ditos de cor-
reascao LLTotal 313.
Arracoados 282, sendo : bons 2G8, docntes 14
total 882
Lmcna ta provincia.Qiiint.-i-fcira, 13
lotera n. 53, emb-ne-
- naia eaaenciaes
eivi a nral
At-i'ii leu l> a todos esaea predicado c a in-
eontestavel utidade de obras verdadren<*Bta
li I, beaa ou antes didascalieaa, (jue ninistren i
|Ue pnueipia a balboiar os primeiros L
1 da leitora, to copiosas li^ua, tio aa-
inr.r-s precitos e judiciosos eons^laos, desde o I
_v Isb r 1 lt< 1. Hura Brrente Jas u.1,0 s mais
i ligan o h un. m a I
, i patria a humanidad" ; de parecer a:
Ulesma ic-"-', qn os .piatro mencionados opus-1
culos nao s piden ser approvados, mas at J -
ven ser admittidoa para o ensino primario das \
la provine a
Sala 'u seaaOes do Conselbo Litterario da I
Io-'i'.ce 1 Publica Je Pernambuco, 15 do Marco]
1886 i.V.-_- a los).dar de Albuquerque
i;,,,n -irancitco Carh* da Olea Fra-\
-Ezequiel raHoo de
Os 1 tu loa livro* foran adoptados, por porta-
ra d 19 de p>, do Dr. inspector geral dala-
trina; 1 Publica.
Impuata Noltre filaMa- No dia 24
fian o praso para pagamento livro
la umita d'aqaelie imposto, acodo |ne en |aiao|
iic 1 u d bit 1 levad 1 ao dobro, conforme a lei.
B* portento eonveoieate svitar-se tio grande
sa, *al fasendo cada um o que estivor al
lev r
reriram *e reclproramenlc.-Ante- ,
bont in, por v Jta das 7 horas da noite, no quadro
lo Padre Amonio, ii) Cunpi Vede paroenia da:
Vista, travaram iuta, por rautivo de einaaes,
Rutiio Jo Kp.pluiio da Paz r Francisco Alves !
d \Ii-o louc 1, erindo o prtasBwo ao segando na p |
eaquei la 1 aa ana lacada, a o aegnod, qae tomn 1
a toa d primeiro, ferind a este na clavicula 13- !
qn r I I 1
O ferimento de Me. doea 6 leve, o ae Rufin E
trrave, aagnnd'i declarou o Dr. Cerqueira Le
qu oa vistori ni.
Por m amo >s presos em flagrante, e eat2 '' 1
llml is eufermiria da Casa d- Det'OC&O.
Conaiianliia d^ ouvallarla A corn-
p .libia bka le cav.liara, lus'd m nte fardada e :
m mi.d.. sahi' h mton i tarda afim lo f iser excr
cicioilefjgi.ua campia de Santo-Amaro das
Sali'iaa.
illeicao le ConfrarlaXo dia 9 do cor-
rem..- a irin in lade di
eieiji 1 oe sua n >v
c nnpr missal de 1886 a 187, a qual ficou asaini
eonposta
l'r.vedorManoel Cardoso Jnior.
Vice-provedorMnnoel Goncalves Agr.
SecretarioJ.s Maria Palmeira de Frcitae,
le'-leito.
rocurador geralJoao Pedro SimSes.
1* Procurad irAutonii Alve3 Villela
2* Dito Manoel da Reg Amaral.
D fiiid.iresDonung >s Anvonie da ~'ilva Bei-
ris, Manoel Goncalves Salgado, Marcos Franciaco
de Paula Res. Jos Dativo dos Passos Ba3tos,
Mano-I Francisco Teixeira, Manoel S iares de
Pigueired.., Jo- oaree N-vcs, Delphun Lopes
da Cruz, J s de Arauj. Veiga, Ayres de Souza
Baptista, Luiz ives d Lessa Puneatel, B -uto
Auicio da Silva, Ji.s Rodrigues Piuheiro, Anto-
ni i Pereira de Msgalhes, A.itonio Florentino de
Albuquerque e Jis Jeronymo Bastos.
Centro Republicano de Pernam
buco RealiBOii-bC a secunda reunio do Centro
i. pulo-icauo, domingo, 9 do crrente, comparecen-
do quareuta e dous cidad a,
Diacuti i-s a ci.11 iirtimtivamente aceito um
projeeto de lei orp^nica para o Centro, e proce
deu-.-e a eleicdde urna comniasi. exrcativa, que
fio"U assim orgaiii-a ta :
Presidente Or. Jos [. Martins Jnior.
S.-crctarioDr. M. Goethe dos Reia.
The.-oureiroBellarmino Carne ro.
ConselheirosDr. Aloiuo Gouc.lvos Meira e
J o Ramos
foi preao-II ateas, ? 4 1|2 huras da tar-
de, Joao da Caoba C "sta. carre^sdor d'agua do
chafariz d 1 pateo do Paraso, esmurrou as ventas
de um sen e llega, s-ndo preso em filtrante.
Diailieiro-O rapar Jacuhipe levui para :
Mac.i 30:UU000
El sriitai l'orlUEuea-ll movimento das
eiiferinaria deste bospita. du.ante a semana finda
foi o seguinte :
Existiam em tratamento...... 1G
Eutraram................... 3
s' 1 c iiisistorio da igreja de Xossa Senhora Ja
ico dos Militares, se acharan expo tas as
Ornas a aa espheras, arrumadas cm ordem num-
rica k a.ircciae > d publico.
Lolerla do llio-\ :i' parto da lotera n.
196, dll novo plano, SO nreulio de lOOrOOOJOOO,
ser extrahida no dia 15 do corrate.
Os billie'eschiin-se i venda a Casa da For
tuna ra Primeiro de Saarco-
Tambem acham-se venda na praca da lude
;ia ns. 37 e 3b.
I,olera de Macelo de 3ufeOoSuOO
A 7" parte da 12* lot ra, cujo premio gr
ser extrahida
*m nts' de'edaeaoao de 200:000*000, pebiuvo plano, eer extrahida
inpreterrvelnente no da ll de Maio as 11 bora
da mano;.
I5lhetes venda a Cas Peliz da praca da In
leu "ia ns. 37 e 39.
I.olera Kstraordlnaria a Vtii-
rnsisa0 4 a alcimo .
importante lol aiaior pre 01 d<
150:0lK)000, sera extrahida a 12 de Juuho proxi
mo.
Achatn-se expoato B venda 03 reatos d s bilhe
tes ua Caca da Fortuna ra Primeiro de Marc>
u. 23.
Lotera da corteA 4 parte da 164 lo
toria daaorre, cuj premio grande de 100:0004,
ser extrahida no da do Maio.
Os bilhetoa aeham-ae venda na Casa Feliz,
pra da Independencia na. 87 o 39.
Tamb 'u se aeham rondana Casa d 1 Portn ,
na Primeiro de Mario a. 23.
Haiauouro S'ullco. Foram abatidas
no Matadoaro di Cabanga 75 rez-s para o consu-
mo d 1 da 11 de Maio
Mercado ttuutcinal de S. Je.
movinanto deste .Mercado nes dias 9 e 10 lo cr-
enle ii o seguinte:
Entraran! :
67 bois pesando 9.1)63 Itiios.
1 kilos de poiie a 2-) ria
77 cargas de farinha a 200 ris
:;i ditas de trucas diversas a 300
ris
31 taboleiror a 2(X) ris
41 suinos a 300 ris
Foram Decapados:
43 columnas a 600 ris
57 compartimento de faiinba. a
oOU ris
46 Cu npirtimeatoe de comidas a
000 ris
138 iitos deleguraes a 400 rea_
31 compartimentos de auino a 7X)
ris
24 ditos de tresE-uras a 600 ris
4 talbos a 500 ris
'.8 ditos de dilosa 2
108 talbos de carne verde a lx
11*800
15 1 i'l
10 200
6 _'m
8'Oi'
25*8ai
27 J
ojll 0
55*2
23*&'
11 4'
2*0il0
36 "-"
108'7-i
Dtve tor sido arrecaiada nestrs dias
n qnantia de
S. Jo= d'Agooia proeed-u Debios dos das 25 de Marco a 10 do
mesa r gedora para o anuo frrente, recebidos
dem at 10 do correute
Foi arrecadado liquido no da 10 do
corrento
Precos do dia:
Carue verde a 480 a 400 lia o kilo.
Suinos a 560 e 80 ris dem.
Catueiro a 600 e 640 ris idem.
Farinha de 3 "J a 50* ris a cuia
Milho de 400 a 480 ris dem.
Fcijao de 800 a 1*200
368*500
5J000
373*500
1J.7H0
371*80)
Sahio curado. e...........
Existen .................
19
1
18
19
moa p- zarnea.
ItniHB utroCommunicam-nssoe Wameuei
ra 1 m 7 do corrale
1-1 a
C iiitiiii d 3'mana o Sr. mordoino Jos Gomes
Ferreira M na.
LeileN.EU c'uar-se ho :
iloje. :
Velo agente Pinto, s 10 1/2 hor if, na ra ia
Senzalla Ve.ha u. 81, de movis, loOCaa, vidros,
le.
Pe/o tfeeauV Martins, s 11 hori.s, as roa da Im-
piratiiz n 7C da moveia, ealcado. ] aun a:.s,
etc etc.
Pe/o agente Modesto faptista, s 11 li iras, na
ra do Bom J.sus 11. 1!", Je u v.P, loucas, vidros,
etC, itC.
elo agente Gusmao. s 11 horas, na ra do
Bom J-atia n. 49, de chap NI de sol, in iVcis e mais
i.bj el s.
feto gente Brito. s 11 horas na ra do Impe-
rador 11. 15. de OividaS.
Pelo agente Alfredo Guimar&m, s 11 horas,
a ra do Bom Jeaua u. 45, de tnua e do papel.
Am tuba :
Pelo agente Brito, as 10 1/2 hora*, na rus Du-
CHROMCA JBIC1R1A
t ID i uu cureme __ 1 y '. .-
. No dia 29 de abril ultimo, no engenho Vi- > que de Caxias n. *, do novew, loueaa, viore*, etc.
aiuata t oiunieitial da cidade de
Reeife
ACTA DA SESSO EM 6 DE MAIO
DE 1886
rsaSIDBSCIA DO ILLM. SE. COMMBHDADOB 0TTOB1O
OOMBS DB MIRANDA LBAI.
Secretario, Dr. Julio Guimar&es
As 10 horas la manhadecla-ou-se abertaases-
silo estando presentes oa Srs deputadoa : Odntho
Bastos, coinmemiador L-ip.-s Machido, Beltrao J-
nior e supplente Hermino de Figuviredo.
Lida, foi approvada a acta da precedente ses3ao
e fes-se a leitura do seguinte
BXPKDIBHTB
OfEcios :
De l do corrento, da Junta dos Corretones
Jeta praca, remetiendo o boletim das cotacoet
tnaeiaaa J- M do passida a 1 do presento mes.
Para o i.r-luvo.
Dito, de 31 de Abril da m^sma junta, remetien-
do a notada3 tranaaccoes cffctuilis porcida um
dos corect T'-s uo nubosas mez.Seja archivado.
Di .rio-< olHc.iae9.de ns. 109 a 112 Sejam archi
vado*.
Di.-tribuiriun-ae 4 rubrica os seguintes livroa :
Dous copiadores de P reir Caineiro & C. c um
ie Silva Curada & C.
DESPACHOS
P. ticoes:
Dos ag. utes del-iloes desta pra?a. M
do HiiBBinnint 1 Uasnar Burlamaqui, Alfredo da Sil
va Oahoarae*, J Idoro Mar'im., Tnomaz J --
de Gasma., Jo Jaei.itho -.ilv ira, Joaiuim Ma
,10 -Pestaa, M "iesto do R S>) B-ptlsU,
Francisco Joaqun U bei.o de Britto, Francisco
Ignauio Pinto, solicitan lo o registro dos conbeci
me.it js do inpoai > J- aous offiuos. Aleincaram o
des i.acho.liVgistie-se.
Dos correctores g-raea desta praeja, francisco
Jos de Oliveira rtodriguea. Augusto Pinto de Le
os. Pedro J Pinto, C Goe I s Alaofor "1.,
Edu.rdoDub.-ux, Antonio Marque* de Amoriin
lunior, idem do m-sin 1 imposto de seus ofiSoioa.
Proten;-aeo lesnachoOeferido.
De D franceluua da Silva Almeida, viuva ein
ventariaute d.* bens de aeu fallecni 1 marido Luiz
P rreira de Almeid, para qa ae d baixa no re-
gistro e t-rin 1 de r soousaljdjdade da escuna na
cioual dneeito, que foi rendida en Bueuos Ayres
a 30 da Janeiro prximo passado. Archive-s* a
:arta de registro e facain-se as ompeteutea anno-
tJCO'S.
De Coutioho os Souz 1 p%ra que se d btixa no
registro da noaeaci de seu es-caixeiro Emygdio
Aire da Silva, e se roBjistoa le Jos A itooio de
LicerJa Machado-C mo p-dem.
D- D iiuel Prauciseo Pinhoro para que te d
b lixa no registro da n un 1 ici 1 d" 8u ex caxeiro
Flix Ottoui de Siizi Sintii ). Cm requsr.
Do Jos Paustiuo Pacto para que se man le re-
!?istr .r o c nih-cimento Jo im j iat 1 de iu'erpret-
li c immercio desta praca.Begistre-ae.
De Cae ano Cyriaeo da Coita M irelra A C. para
qu i aa r gisfre a cinta corrate de aparelhos par
um hi .tert-*jatre>-e.
De Francisco Goncalves Maura para que se or-
deue o regiatr da escrip-uri d autorisacao para
1 liaiiniii nial que dar a sua mulher D. Anna Bay-
na Marea.Seatre-sa.
Nada mais iiavendo a despachar o Illm. Sr. com-
menlsdor presideute encerrou a se sao s 11 e 1/4
da ma iba.
INDICAvES UTOS
Meilicon
Convullorio niedico-clrursico fio Ir.
Peilro de .%tlanyile l.on Miiacoao
ra da (loria n. 39.
O d'/ui'/r MoteoBO d consultas todos os
as uteis, das 7 s 10 horas da manh '
Sste cioaaiiitorio utnodid..
la de poder cada (lente ser ouvdo e ex-,
ainado, sem ser preseneiado por outr
Oe.meio dia s 3 horis da tar ie ser
L)r. Moaooao encontrado no torreSo apera
j do Conunercio, onde funccioni-, ;. ib
peenSo de sa l'. do porro. Par. quaJqu, 1
Testes Jous pontos poderSo ser dir-gi
ia c.huin.-i'ios por carta uas indicadas horaa
Dr. Miguel Themudo mudou seu consul-
torio rao I ico e r ;si I-u :i.. para a ra Nova
o. 7, 1. andar, md> d consultas dus 12
Sons s 3 la tur ie e r.-oeie chinados a
1111 alqi-.er hora. Bapeeialdades p.rtos fe-
brea, Bjphilia e molestias do pul-.uao o co-
jacao.
O Dr. Arthur Imbassafuf, medieo occu
listi roeenteniant^ ehegad, esta cidide,
d conaoltaa tods 05 liis, das A ds 10
horas da inmhi, -n\ gratis .103 pobr-*s
no 1. andar do predio u. b-' da ra da I.n-
1 i- itriz.
Dr. barreto Sampaio d consultas de 1
aa 4 bocas da tar e, ra dj !.-ir."io d
Victoria n. 4"), 2 andar, resi lneia roa
!o Riadiudo n. 17, cunto la ra do Pires.
\-lvouailo
0 bach'irel Benjamim Bandeira, ra do
[ op rador n. 7."!, 1." an ir.
Henrique MSet. Ba do Imperador n.
21, 1. andar. Ene de qneatSea
ias intaro pr ana ns linhas ierras.
Dr. OU'n.ifi Escorel 2.a pr imotor pu
buco, t' ? ''1-1-'- d i
ui Primeiro te Mareo a. -.
a>aomaala
acuco Ma C, depo-
rarios ? itii as, tintas, :3 ebinmicM
e aedic laticos, ra do Mar
q \nz de Olinda o
id, abrinho & C, drogustaa poi
| ). Rita M a. -ti
Serrara a Vapor
Serrara, a vapor e <>j)ic>na dn earapino
le Francisco dos antoa ilasedo, caea d
Capibarioe n. 28. X' >( i jr in I
cimento, o priiuciro d;i provincia a'este g -
ui-ro, eompra-ae t vende-as madeir
todas as qu a Berra-se madeiras
couta ili^la, aaatai como se pr- parain obr
io c^rapira por ui-china e por procos sei-
coiupcteucia.
JBUC40S 4 PEDIDO
resultado do pleitos em que autor a
Fazenda.
A ordem pois do Sr. ministro da faxsa
da, consentinlo na cobranja, pela alfin le-
ga, do i aposto do gyro e aconsellian-Jo qtta
igual u-i- se a lop- taise quant o exporta-
cao veio tirar a provin ia de urna grmda
diffil ul ladt, e ao passo qaa torna o im-
posto fcil em sua cobranca, torna a ao
mesmo t-oipo eqitati vo e productiv, por
qu^ ser, jajr todos, pago na :n a aa ::*-
8o e na mesina niesa ein qu^ fiir?ai
pago3 os irnpos'os g-racs, nao liaver ex
cesso do p.-rgunta8 nem de eaames e d*-
appireir a div-sao da contribuiat's em
mais e m*no$ avisados.
Lucrar a provincia duplamente, por-
que p-rceber a realidade das suas tmpo-
8rQ3e8 fcil ser a base para as seus or-
camentos e pouco ou quasi nada deapn le-
ra cora a su i, bofe, despen liosa arrecada-
50 e lucrar aiuda mais, pola supprftsisio
do consulado cujo ppssoal absorve-lhsr qaaa-
tia superior a 100:OlX>OOO e que, aposen-
tados os quo estiverem invlidos e addidos
os outros s repurticdes provinciaes p
cujas fagas entrara em um futaro ruats
ou ramos prximo, podar ficar reduzi (o
urna modesta coik'ctoria onJese anear
darSo apenas as reas internas.
Sao estes, segund me parece, os ntai
tos do honrado administrador da provin-
cia e qu- devora ser adoptados pela patria-
tica aasembla provincial, por que en
rara a rerdaderra poltica la aetuali lade
que *^ economa e moraliJade co dea-
p.-ndio dos dnhero3 pblicos.
Sulhj.
(Cint'DUa)
txo artig) da hon'en escapar am re-
aao alguns engaos typograptcoo, rooJfiea-
rei apa i is o do 4. peviod i, oa le veraimi-
tara por evitara, o q u prifuala-
mente o meu penaamento.
StttotTji
Rio Forsiroso
E' bem not.v!, smao crrnigoso o pro-
fundo B'IrUi-io, egosmo iu- n >, que se ")-
serva Beata eidode, outr'ora tao fiorm a-
le, d-: nao ha ver um .s.riptor h .bil t
que aile alguna cous do que ha d> bom, e
ceoBOtre o que houver de a i o patae que
n'outros log res insv^urficoaites appan
as de lica : s B hrl r i ;
dades, motivo que obr'._- a Barnt
tia censuraV'-l a v r, se alga
lh r h ibilita lo toma cont i
fa, a se enoarrega. de ser a
' ti ;a lor se nan.-.ri'), ou n
.i la' tao i ligna ce e-
Cartas ao p/-e.*iilea(c vincia
III
Nngusra nrdhor que os i.lustrados Ta
byra e Pery sabe quo qualquer imposto le
v.i ter as segu otea e neceas ria eondi-
ySea: goaldide, facilidade na arracada
ci e, uais qu '. iil lo, qm ao estii apro-
veite a mxima p rto, Uto que a sua
arrecadagae sej i a menos uisp n liosa pos
sivel.
Um imposto cujo produjo fosse ca sua
o zima parte ios arre alacores, nada mais seria que
um vexarne, uina verdadeira extorsio ein
proveito da poneos e cortos previlegiad >s.
O imposto dogyr, parte sua pruble
raatica nconstitucionaldade, que nao dia
cutiremos pelos motivos j expend los em
nosso primeiro artigo, e cobrado, como a :-
tualmente tira tolas estas qualidades?
Crio que niio.
O coraraercio, geralmente, um carneiro
qu- fai.ilmente se doisa tosqoear e, como
oa especie, o mais Lozudo, para elle con-
venreiD mais fa il nento as tesomas dos
equilibristas de ornamentos.
O infelis raras VeSes se queixa e quan-
do o faz nao para lamentar a l que ar
rebatan, muitas V-ZC3, quanlo nao che-
galoaimla o veriio, m is unicaraent' para
protestar contia a imperieia dos tosquiado-
n-s, que, de envolta eom a la, levara ruui,
las Beses part- da pello e ah,_6 sabido, nao
mais nascer lii.
Nao faz o commercio aaestSode p^gar o
quo entendetem os legisla lores, elle quer
nicamente a gualdade da rapo-neto em
todo o irap'rio e, na irapossibilida le de
isso obter, pela opposico as grandes de
putaco s d s provincias centraes, contenta
se co u aifjuallale na provincia, isto ,
que todos os negociantes da mesina praca
pNgnea o imposto para que os mais avi-
sad >' nao ven lan mais e mais barato que,
os menos avisados.
A gualdade quanto s outris provin
ciaa, vira. Em urnas, se bem que s ib di
versos noraes, j ha o gyro, em nutras l|e
nrevH gyrar, porque todas estilo arreben
t td/is.
O nosso Consulado, porm, n.ao dispoe
.le lera utos mor.'8 nen materiaes par..
realtsar urna i-obranca completa e pn-iti
do impasto do gyro e do du exportaco
E' cabido nest praija qn*, qua to a ul-
timo a pr iviii'i perde muitom.is de un
tero em sua c.liranca pidos mil subterfu.
gios dos mais avisados.
Nao 11" vale t-r copiado os regulamen
tn da alfaadega, oerr-tando m%d*aa a ap-
pr-hiiiMO! qutodo, faltando lh) juris
no >n !0I i i -ur i, o d gnu Sr. administrad ir
do Cnsul io ve se na contingencia de la-
mentar apenas a ronda que v fifr
Com 0 imposto do gyro dava-B-i talv-z
en inaior escala oque s u com a expoi-
taicJo, si bem que ae possa coagir mais
tar le as refractarios, propomlo-se porm,
a cada un, urna demanda em juizo e nos
sabemos quo pouco podemos eonar no
1
i ior a irte, ni i bo i cer, como
se diz i >r leixo 1
Principio i i. greja, que deve sampre
audar adame, .an lo a*abena ao nosso
araavel li pela a-ertada cs.-olha,
qu- I'z, Idnoa para esta fireguaa
* vdm. S". padre Frau-
V ao Bandeira, que t -m Btd i
vnosi li ta lor, in ana v n
gr nratriz, e d'- seus aos con-
fia i s ao sea z lo e dehcacSo eva _
'l'-ii'! a roe i reg dra da irman
.- i SS. Sa -i-aii-r.t i offertad i Ihe ama c r-
ta de irmSo, e igual o-.-ite membro Itets*
da ommiBsaO, e dir tor d
sa matriz, tomou eli a seu cargo tao pe-
sada i : :i Miencia em fins de Agosto, 01
S -t-Muuro do auno proxi .i- p -> do, prisV
cipioo as obras afistaudo pan traz uts
diz palmos a amtarha a os tres nichos do
altar mor, abrindo novo r-i na pa*
pira oUooocSo do tlinno, asso dh mdo o
camarim pela melbor frna pissivel, que
c.u-a aimiracao geral de tolos que duvi-
da un da real s.n,-ao d- sse import nte ine-
llioraineuto ; ou por juagares*. -I i t. 11 a
empresa, e talvez meamo nao acr.iiit-.s-
.-li que o II vdm. vigario fizcse, ou
ta ube:n pela ercaasea de .iinh'iro n-r*
u a i obra oreada por um hbil engeuheira
em |;00 >
Proseguio no douramento do ihroro e
mais entdhe do altar-m-, naeihorou a ea-
p lli d bip isterii, fez abrir quatro o~u-
los oa purdedi fronte da igreja, com lia-
dos fingidos, e f.rraou o gr .d 1 airo ,.-oea
gr.daria.de ferro, com las portas em
trente para sabida 0 ntrala, ooUocOM gra-
des do f-rro as janell.s di sacrista, o
f z gran le melhora uenti n da irmanla le,
.m ontr.ria de Santo Antonio, man loe
ai.-r pintar toda a igr ja interna s aa>
t- ni ament ; e depois de tudo isto f.zer.
principiou a celebrar oa actos religiosos da
quareama, pela quarta -feira d* cioza, cele-
brando missa paro-nial e distriburado za aos parochanos assistentes, e fioalisou
con sermto anlogo, que prendeu a att-a-
^;ao de tedos^
Contiouou na< sextas-feiras fazendo &
va-sacra e nos domingos s-rmo-s qnarea-
maes cora exhibi^ao dos passos do Senhor,
havendo u na concurrencia extraordinaria.
No domingo de Kamos, a despeito do ser
cmlririado pela falta de alguns sacerdotes
e mus eos previamente convdalos, cantost
a missa com tres padres no altar e dous
croiohas de Olinda, benzendo os ramos a
diatribuio-08 aos assisteotes, e findo o acto
subi ao pulpito e pregou ura sbrmao ana-
loo-o a entrada do Snhor triunaphante
J rasalm. Na segunda e terca-t'eira se-
buiote cel-brou a via-Bicrl, e sermo quv
resmal. Na quarta feira fez a proi-issaa
coin urna veueran la iraagera do Senhor,
dos Passo-, do encontr da rfantissima Vir-
gera, cujo acto tocante o surprehendente
agradou geral.nent, pregin o ao*eaooa-
tro e no recolher, e prosegaio na visita
dos P..S10S ora um extraordinario acoua-
pmhamento das quatro irmandales lo saoa,
ao som da rausicaVnarcial e num-rosissi-
raa concurrencia dos fiis, vindos de 3e-
rinhae-n, Abreu do Una, JJarrein e rama
lugares circumvizinhos! Na quinta fwra
santa cantou missa solemne com ti es pa-
dres para a oxposicao do SS. S,,cr.uneto,
dando a cora uunhao a cento 0 tantas B
so.s que ahi comparecerau confessadas
p.ri ci.mmuugareo. A tarde procedeu a
acto do L.va ps e pregou ainla o i
,uc do Mandato cj:n gran io e ext-aorii-
n,,\i .lila neia de fiis qu". estiverara e*
aioracSo o visita ao Santo SepulcUro.
s xta feira da Paixao celebrou a missa dos
un sititcados com a leitura entoada, -pro-
cedeu a adori-cjio da cruz, que foi religio-
samente observaba por todos o*. n-*a *aa-
tentes, notando se p-ssoas gradas, e hada
o acto pr.gn aioda o Revdm. vigario
Paixao do Senhor, qne
ciri-umstantes ouvintes.
A tarde pregeu o desciment do Se-
nhor, e proseguio na procissao de entes?.-a
a
ao*


laJalttl T


V,
Diario de PeriiambucoTerfa-feira 11 de Maio de I2T6

m

eom urna veneranda itoageta do Senhor
morto, corregada por sacerdotes coadju va-
dos por roaos, Nossa Senhora da Suledi
de,, S. Jo2o, e Santa Mara Magdalena,
em seus and ores, cora acompan ha ment
extraordinario das quatro irmandades e
mais fiis, ao ora da msica mar ial, era
fu marcha fun-bre ; e ao recolh'-r pre-
gm inda o R-v'dia. v gario o serrano das
lagrimas, que fui admirado a sua exposi
cao possivcl e forca de vootade 4 sacri-
ficio !
No s -bbdo fe Allsluia foi surprend"nte
0 a -to, e glorioso ao cantar o Gloria in
txcdc's Deo, soltar 110 se liversas bombas
ruuit >a flores, tu urna al gria inexplic.iv I'
No domingo pula madrugada cantou missa
solemne com tres sacerdotes e os dou-
croiahas, e to lo o auto solemne, pregn
anda o Rovd. vigario o sermSo da R-aur
reico, e em acto continuado proseguio a
procissao com a inesina pompa e a apara
to religioso a correr as ras da citade,
Com iuoumeravel afHu-ncia do povo ; as
aira findou o Revd. vigario como um lida
dor incansavel, nao poupando sa rifi io
de sua parte, fez o que hu nanamente foi
possivel, que agradou geralraente a todos
que o considerara um vigario excepcional.
1 Vamos agora diter alguraa "ousa s bre o
estado em que se acha este desventurado
trino. As tres cadeiras publicas desta
cidade estao sendo substituidas por pro
fessores interinos, quasi ha um auno, p estarem os respectivos professores tanto
do sexo f.-mini 10, como os dous do sexo
masculino com licenca franca no Recife,
passeiaudo, gracas as autoridades fis ali-
ad irn ia instra -cao publica, n a b mo-
mia do3 pais de familia do Rio Formse I
v A asa publica para escola, que os habi-
tantes offertaram ao governn, acha-se em
t< tal abandono, por mais exigeneia feita
pela Cmara Municipal, des e Outubro o
ex-presidente Rodrigues Chaves ordenou
que fosse concertado o predio pi-las Obras
Puolicas, determinando 2U0($000 para sua
despeza, at hoje ainda c nao chegou o
empreiteiro, fazendo alguera descobrir a
coberta, tirando as t-lhas expondo-o s
chuvas e a total ruina !... Viva I
'- No t-'mpo dos liberaes a poli ia era ac-
ensada por consentir que os sol >ados do
destacameoto toaltratassem e offendessem
pessoas inoffensivas; contina-se no mesmo
estado havendo descompostura velha a
mulheres casadas, pelas pracas deseuirea-
das e sem disciplina, nao se des< obre me-
lhoramento policial, c. .e l el cetera!
J1, Vai muito bem o partido da ordem e os
liberaes locaes com a viola no tacto !
I Por hoja basta.
Au revoir.
Ksposa do Illra. Sr. Jos dos Santos Oli-
veira.
Esposa do Illm. Sr. commendador Fran-
cisoo Rib iro Piuto GuimarSes.
Esposa do Illm. Sr. Dr. Antonio Gomes
Tavares.
Esposa do Illm. Sr. Candido Guedes Al
oolurado.
I" sposa do III n. Sr. Miguel Francisco
de >souza uego.
Esposa d Illm. Sr. Mod-sto do R-go.
Koposa do III o Sr. Miguel Foutoura.
Exuia. Sra. D. Fran-i8ca M.rginda da
i unha C z r.
Ex.iia. Sra. D. A fiarih* Frreira B.l>r.
Kxn. Sri D drlita do K go B rrr..
i xma. ira. D Arg mir Ao-liaTm
pora I.
Juizas z I uloras do aliar da Santissiraa
Vir_,cm
As Exmas. Sr s.:
Fuha do Illm. Sr. te'ientc-cor>up1 Miuoel
Martin Fiuza.
Filha iio I'lra. Si-. Candi lo Guedes Alco-
for.i'io.
Filha lo Illm. Sr. Dr. \lora-s e Silva.
Fdha d Illm. Sr. Alfredo J se Autunes
Guinnri-s.
Filha do 1 lu. Sr. Dr. Costa Ribeiro.
Filha do III a. Sr. Tnomaz Lins Caldas,
luna do I'lio. Sr. Mencirano Fiuza.
Filha do Illra. Sr. Flipp- Neeib-n.
Filha do Illra. Sr. Dr. Paulo Jos de 'Oli
veira.
Filha do Illm. Sr. commendador Frincis
co Kib"iro Pinto Guimariies.
Filha do Illm. Sr. Dr. Oiympio Marques
da Silva
Filha do Illra. Sr. Dr. Manoel Nicolao R -
glteira Pinto le SoUZa.
Irma do Ulm. Sr Dr. Flix Lieuti-ur.
Filha de Illm. Sr. Joaqui n de Souza Ne-
ves.
Filha do Illm. Sr Antonio Jerony.no de
liveira.
r.ommissao encarregada dos festejos
Os Ill'i.s. Srs.:
Aft.mso Morvira Temporal.
Andr Romp. k
Joao G"00/i|ve8 dos Santos Junio
M'gliel Fran' SCO de SoUZ Reg-i.
Antonio Lin ila Costa VVanderli-y.
Igreja We S. Pantal-Ao ilo Mtuteiro, as
tual mairiz do Poco. '-M de Abril di 1887
(AsS'gnado) O viga-o, JoaoRo 'rigues da
Costa.
A aula mixta particu-
lar
Francisca Martinisna L. Carneiro participa aoi
pais de familia, que sua aula abrir se-ba do dia
12 do corrente : qaem de seus prestimos precisar
iide dirigir-se a ra" do Visconde de Goyanna n
21, que entender- e-ha com a mesma.
.*--*
-v
Eleif
Sr. commendador Albino
Sr. tenente-coronel Ma-
Dos devotos que tm de festejar o M-z
, de Maria na igreja de S. PaotalcJu) do
| Monteiro, actual matriz do Poco, no
anne de 1886
J.: Juizas perpetuas
As Exmas. Sras.:
Esposa do Illm. Sr. major JoA Caetano
di Al bre u.
Esposa do Ulna.
Jos da Silva.
Esposa do Illm
noel Martina Fi-.za.
Esposa do Illra. Sr. Dr Momes e Silva
Esposa do Ilira. Sr. Arthur Dallas.
Esposa do Ilm Sr Dr- Joaquim Loun-iro.
E-posa do Illm. Sr. Dr. Jo^ Bernardo
Galvao Al -oforado.
Esposa do Illm. Sr. Andi Komp le*.
Esposa do Illm. Sr. Joo Guncalves dos
i-^ San tos Junior
Esposa do Illm. Sr. Affonso Moreira Tem-
poral.
Esposa do Illra. Sr. Manoel Jos Carneiro
Expoea do Illlra. Sr. comraemlaior Anto-
nio Jos Rulrisgu-s ue Sonsa
Esposa do Illra. Dr. Ulympio Marques da
Silva.
Esposa do Illm Sr. Alonco Jorge de
MellO.
Esposa do Illra. Sr. mjor Jos Bonifacio
ios Santos Mcrgnlho.
E*|io-a do Illra. Sr. Joaquim Pires da
S.lv.
Esposo do Illra. Sr. Thomaz Lins Cuidas.
Esposa do Illm. Sr. Jos Rutiuo de Al
meida.
Esposa do Illm. Sr. Alfredo Jote Autunes
Gji maraes.
Ao Mr. Dr. Helio Gomes
Lut'nd i, havia irais de 3 meses, com softri
mentes hurriveis d> estomago e do fii;ado, pvtw.
guido p. r lires acucas no vot'-'-, f br- eootinu i
e vnmilos ine.-ssantes, nao p nlcndo rol-rar ali-
me-ito Mlgum desesper in.lo d" t "los os remedios
cas- iros e auxilios da medicina, voltavi-m- par a
igri-ja, da qu A re bi os ultinos soccorr ia. s m
dar mais aeenr.lo de mim, -spi'rivaa ra Tt" pira
termo d meu pungente oadei-er, ouand > um aini
go, c indoido do m^u estado e i isoi'rili) d- err
por Dens. tr rx- para ver-ine o Sr. Dr. Mello G
mes, que, d'ahi por iiant-, u toda h ira do ti., ou
da noite, em qne era aecessari i a sua preseoOl
esteve seir.p e a meu lado, dispens odo me r-uis
es sens cuidad com nina de lw*eio S delicadeza
sem limiles. tanto m mem pobre, nao o fnzia o-r int-4r*8se.
O tact > que, u-fiD de 8 lias, cu ji me levan-
tsv< na cam ; li-j em m 'O >s de um mez me
ach i eotnp1' tame*le re.-lab Jecid >. que ou'ra
C'Usb na i tenho, digna de r'coiniiensal o, receba
un menos este -iceMente medico esta pequena de
mrns'racao de meu reeonhecimento e admiraQ.o
pelas eiias virtudes. affbi i'lad< s, phdantr .pia e
grande illustrncu na enrreira que brillianie ai
spguindo.
Recife, 10 de Maio de 1886.
Orestrs de itoraen Pinhe.iro.
A mulher c o papagalo
A o 'i le r e i. pnpagaio
Tirm muita coulernndade,
A ir. 11 s f.il .ou, -iiib- s gritam
S m nenhuma utilidade.
Na gai'la o p: S qu-ndo Ci.me se calla
Dentro de luda com. ndo ella f*ll
Assim como o papagai.i
Que gritando tro > os ares,
A inii h r il sf-iz oiii gritos
O soceg i. e paz dos lares.
Se a mulher muda nascesse
L do mundo a.-sun sabase,
Vivira com c-'us
Q.! n'elle nao existisse.
Manoel Heradito de Albuqucrque, prfundn-
me^.ie |Koih >ra lo p-la provaa de bnevol uc-ia
que Ihe deram os seus parentes e amigos, a-nm-
pinh.mdo sua ultima inorad- o C.daver de seu
filhmh) Mainel H racl to de Albuqmrquc, vem
test-inunli .r-lh-s sua gratiilao eterna, bim como
ijii II s que procuraram su.visar os ultimo mu-
m ntoa de seu idolatrado filbo e consolar as atri-
bulacoes que. magoaram cruelmente seu coracao
de pai.
itiMihLl
Rol a eamuit r-al de prnaiu
.uto
EECIFE, 10 DE MAIO VE l*fb
As tres uur a. i*>i de
30 d,v. com 1/2 0/0 de
, IW d/v. 2 d. (,or 14, d
Cambio s-jttc Saiit .-.
dtacouto.
Cus >i* sw>>re t-o d:<
UMIC9.
Recife1
-188.
L I.yro...
DESPACHOS Dt IMi'OitTACAO
Y.. Ilial.ot ing e, Otl'r. uirado de Santa Oa-
tharina, no dia 10 do corrate, e cousignudj a Pe-
reira C rneiro & i'.. m i.ifV-sti.ii:
r.. m.ha de maiiilioca 5.380 Mkseoo, aos cor;;g ia-
larioe.
.i'\i.i'n> i i i-,\!'i. i \, a.'
8 re Maio de 1886
L.
"eio pr. sid nte,
Augusto f. di- Lt-uios.
HrtM s setaria,
Eduardo Dubeux.
rUMMiM i *S PLlLlCS
M i ce Maio d< 1886
1 a8

Hicujumu -O* 1 a
l u 10
Coxoolado PBOVICIAI. D 1 a 8
lOeio de 10
Rscrs nauTiAosDe 1 a 8
dem e 10
184:7l4iU8
(6.443! 568
810.1 74S6
11:C87 96?
8dM 150
15 081,119
43:69'i 091
6 355 751
.'.0:045 64*
Bi961fl*l
_':.,5 815
8:316.935
AbTBRAgAO DA PAUTA
' Pra a emana de 10 a 15 do mez de Muio^S
dsl886
Milbo, 45rs kilo.
AlioiOi in rio, 380 rs. o kilo.
Assnear Oraneo, 253 rs. 0 kilo.
Assocar mase vado. 111 rs. o kilo.
Asaltar retutado 303 rs. o kilo.
AlUua ge te Pernambuco.10 de Maio de 18J6.
Oa coiiteren'es.
Manoci A. R. Pinhciro.
J. J. de Miranda.
Para o exterior
Nj vapor ngl z Amazonrme, carrcgar DI .
P>.ra N.wYo-k H sizi., bo-h v t". 20,000
p- lie.- d cabra <- 6 barrica- com 350 kilos de bor-
racha
N vp r inglez 7cimar. carregou :
Para ISiiei.os Ayr.o, I/. M da Csta 5,000 co-
cos, fiuita
N lugar nnruvgui'iise orreo, carregou :
l'ara Hall, C. P Lemos 2'.),00u kilos de car;-
503 de algodo.
Para o interior
No brigue inglez llaabci, carregou :
Para o Km 6'aDV lo Sul T. de rioazn 4 0
barricas cun 4-'!'5 kilo re assucar bramo e B
ditas c m 5,7211 ditos de Hito nnisi-avndo
No vapor fiauc z VilU de Vear, can ^a-
r m :
Para Santos, A. P. Bultar 2 caixas com 30
kilos de doce.
ara o R.o de Janeiro, V da Silveira 1,000
s .ce 1 eco UO.OO kilo.-. ie assucar branco.
N rii.ii il Jacvhype. carregaram :
Pia Macelo, Meia 1{ zei.de 1 barrica com
100 kil 1 d curvaj animal ; Pcrnaudea & C. 1
bail eom 96 litros de *gn r "ajee.
No vapor nacional Maneo, carregaram :
Prs o Para, Aniorim Irmos 4C. 2 caicas com
75 kilos de a ce ; Barihidomeu C. Saecessorrs
10 caixis i-im oleo de ricino.
Har Mano-, Burl &C 56 bar:cas com 2,624
kilos le assucar branco
No biaie naei mi D Julia, carregaram :
Para Arac-a'y. J. Viaima C. 20 saceos com
fau-infca de maudioea ; J. V. Campe lo 300 saceos
com farinha de mandioca
I aia Mi as r, J. de Albnqiierquc 316 saceos
oom farinha de m>-n ijnca.
Na balitea E iza, carregou :
Par P. de Alagoas, M. A fessoa 19,200 litros
de Al.
Na barca c D. Isabel, cartvgon :
Para P. de Alagoas, M. J. Pessoa 30,000 l
de aal.
Na barenca Dos Ir naos, carregou :
Para Porto Calvo, D Ncves 1 barrica com 60
kdos de assucar branco.
Ao publico
Os abaixo assignadus, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas industriaes e rtulos das
suas preparavoes na junta comtnerciai do Rio de,
Janeiro de conf rm-dade con. as prescripcea das
leis do imperio do Brasil, d'claram e parricipam
aos interessa los, que como nicos proprietario,
tein direito es elusivo de usar as inurc.-s indus
trises e rotu!j8 relacionados com manufactura,
tabricacao e venda das s guin es prepara.o-s ;
Agua de Florida de Murray e Laman.
Timio Oriental.
Peitora.1 de Anacabuita.
Pattilhis Vermfugas de Kemp.
Oleo de ligado de bacalhu de Lanman & Kemj.
Emulsao de ole de figado de baca I bao com hy-
pophosphites, de Lanmam & Kcmp.
Salsaparrillia de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, b
ungento de aveleira mgica de Bristol,
e que. p irtanti, perseguirilo a todos os falsificado
res ou imitadores das ditas marcas industriaes e
rtulos, procurando que scjain castigados com teda
a severidade da lei.
Tambera acautelamos o publico contra todos
aqiielli-8 que intcntam substituir as nossas prepa-
racoes cima m ncionadas c m artigos falsificados
que levam rtulos ou marcas industriaes que imi-
ta in as noasas.
Lanman & Kemp.
C, Heckmann
Usinas de cobre, latiln e bronze ee d
Golitzer Ufer n. 9 Berlim S. O.
Espeeialidade:
Construcp&o He machi-
se apparcllios
para taoncas de assucar, de6tillac3es e re
tin.ico-s com todos OS aperlci'oaliieiltiis
modero os.
INSTALLAQA DE:
En^nhos Estabelecimooto filial os Havaoa sob .
nesma tiriua de C. H>-ck nano.
C. e San Ignacio o. 17.
Inicus repruscuUnles
Haupt Gebru'Jer
EIU PE JANEIRO
Para foriii'.ivoes ilijijims ai
INtlilman &C
O I. IB
(ollcu:io Parthcnon
Ra Voiii ii. 40
As aulas des e c<>llegio esto fiiucci inando, ad-
inite almniios in'ernos, externos e meio pcueio
nioias.O director,
Ovidio Alvos Mamiya.
(Ol.l.ll.l
OE
Nossa Senhora das \ dorias
RIJA DO HOSPICIO N. 10
Directoras:
Mne. 13lan he d'Herpeot Crgo.
Baronesa V. 'H'-rpeot.
Este coINgio tera ptimas accommodacoes para
Bliiinua- inier-ase um corp docente de n-coiihe-
eida capacidade.
Dr. Ferreir Velloso
c insultas das 1') s III.' da malina, em
i|Uiot' tu conir a aso-mbl 1 provincial, a tua
o \larqii. z di-O in ia 11 17. fanl r
O viobo de extracto de figado de baca
lbo, de Clievrier, composto de tal mo
do que una colher de viobo corresponde
exactamente a urna colher de oleo de figa-
do de bacalho.
As dses do viobo nao deveru ex :eder
s do oleo ; ellas variaro eotre orna e qua
tro colhere8 por dis.
E' de grande jnipnrtaDcia nRo exceder
esta dse, um medicamento nao pr- i-n h- u
os seus filis, ligo depois de ter p' ssado .-
bocia; rhgando oo cston ag deve ser di-
gerido pira tornur se til; ora as dses
ex> essivas n.1" se digerem, ellas a pr
ii ue la'ur'Za uiversa, cooio o professor De
vergie uliimaujente assignalou. Eis por-
que cliainhDios a stteocSo dos doentes so-
bre uro pinto mnito digno de coosideraQo.
Nao ha ex: gi ricfio fhlsa no rotulo do vi
nho de extracto de figado de bacalho, de
Ch< vrier, nao pode baver exageracao im-
prudente o i sua adniD8tracao
(Revue Medcale).
< : i! : i: .1'i i; i< | :il [ Jlinda
O prot-uiador da Cmara Municipal de
Olinda taz sciente, a quera nterespar pos
sa, a soluco infra da Exm. S*. presiden-
te da provincia.- 41 si-ccSo. Palacio da
Presidencia de Pernambuco, era 13 de
Abril de 188G. Teodo em considera^So o
que a esta presidencia reprcsentou Joao Ru
fino Barbosa, e nlteodcodo a que o poder
legislativo desta provincia j resolveu so-
bre o assumpto da eobranca das taxas dos
terrenos do antigo Focal de Olinda, de
que (ratn a onsiilta do conselko de Es-
tado, que servio He fundameoto ao Aviso
n 95, de S do Marco de 18 7, declaro
Cmara Municipal do Recife que em vista
da expressa disposicSo do art. 39 da lei n.
1,106. de 15 du Junho de 1874, a Cama
ra Municipal de Olinda teiu o direito de
continuar a cobrar os foros dos terrenos,
que possue na cidade do Recife. Por isso,
' uropre que a mesma Cmara do Recif
nao t restilua ao referido Joao Rufino
Barbosa o que ello pagou, mas tambera se
abstenha de arreeadar os foros dos terre-
nos, de que trata a citada disposiyao de
lei.
Assim dou solucao ao assumpto de 8
offiVios, na. 38 o 70 do 4 de Maio e 18
de Dez-rabro do aono passado.
CAsbignado) Igna io Jiaquin n da Sou
za L'-ao L ao Conforme H. Moscoso
< onferi. A. Quines Lnal
Pn>cu'doria da Cmara Muni ipal d
Olinda, 1 de Maio de 1886.
O pro -tirador,
Francisco Velloso de Albuqucrque l.ins
Xampe de Mila-unt
O Mnl-mai (leeytl. e ilatiin ni) con
qual se prcp.ra este sarope um vegetal d fl n
Irasilcira.
E' um ac-nte tlieiapeutico pode*osiasiosn con-
tra as molestias do peiro e da asinina
Os i.uir.eriisosga(}ectadoi qu- den- tm feito na
cnnseguiram um resultado muito s.tinf.et ., ., a-
h-indo por se rec ube er que at li j a nielli.n
preparadlo para a cura Oa aaulimu. axon-
rriiie nlliin.-i l *e*. oi.-pi lis-no ,. finp ei: d.Hisenio, t.llia-
de siianii liio e plantas nan- ticaf que acaliam
qu-si s-nipre p. la abuso que dellea a- faz e nes
mu pele uso proli.ni;ido por prodnsr efl'.oto d' s-
Hstruti'S s-.bn- a sade e em g.-rul eiitorpeciineiit
lo cerebro.
Vcnde-se na Botica Francrza de luuqnayro! Fie
res, zttccei!8(irefi de A. Cuonr
X. ''i~ tti.n un (rus-X. 9%
RECIPE
OCULISTA
O Dr. Brrelo Mampato, m dico oculis-
a, ex-chefede clnica do Dr. de Wdekitr, da con
subas de 1 s 4 horas da tarde, na ra do Baro
da Victoria n. 45, 2o andar, excepto nos domingos
e das santificados. Residenciara do Riachuelo
n 17,*canto da ra dos Pires.
CTaES
Autmio iie Luna Fr> ir
i'P riol Ord.iu da Ri
O Dr. Adehno
oficial da I-iijj rioi \jr.....u na rima,
coiiimendaiior da heal Ordem Portu
gil' Za de N'SSO Si lili- r J'.'BUS Clllisto,
ejmz de Dr-it" privafvo d^ n pii s e
ausentes nesta comaroa do Re if e s*u
termo p..r S. M. Imp"ral e Ceos i u
jional o Sr. D. Peiro II, a quem D-us
guarde, etc
Paco 8ab>-r aoe que o presente edita! vinm, i u
d'elle noticia tiverem que uo dia 11 do corrente
mez, depciis da audiencia 'este juizo, ir a praya
p r venda para ser arrematada, a requei invino de
D. Maria da Silva Campos Guinaraes, iuventa-
rianledos bi-us, ijuefiearaui p ir fallecimeuto de ien
marido Cu todio Jos Alces GuiinarQes, e tuiora
deaeua filhes menores, a quem coube no inveutarin
a casa terrea apalacetada, edificada entre a ra
da Saudade e Sete de Setembro da tregosM da
Boa-Vista, com 8 metros de vao, 26 metros a 4
centiiiietros de fundo, l salas, sendo urna de ea-
p-ra, 6 -juurtos, 4 portus e 21 janellas todas envi-
dro;.ulas. 2 entradas, cosinha externa, encana
ment de gaz com seus respectivos aparelhos, can
dieir a e lustres, com um subterra...... com quar-
tos para pn tos e feitor, lep >sit > d'agua p m. vil,
tanque para banboa, jardio dos lados, a casa fiea
no centro do terreno todo mur do, para o quid d
entrada um gr-uide portan de ferro, terreno f .reii
i marinii, cuj casa vai a pr..ei pa quaur.a de
19:000*i'W, offereeida pelo )r. M.n., I d Mi
Barrer- Sampai ., cuja ofl'crta servir e base par
a arrematacao.
E p-ra qua chegue a" conh-cime-it d t- dos,
pas- ai-fe o presente dita que ser puhlieal
pela iinprensa, e affixadu no lugar iu eosiuue
L)a io e passado n'esa cidade di Recife, a.is 7
d' Maio de 1886.
Ka, Mano- I di
subscrevi.
Adelino An/o/iin de Lima Frerr.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro juiz de
direito do ciur.1 desta cidade do Red/u da
provincia de Penumbueo, por dwi Mu
gestade o Imperador, a quem Den*
guarde, etc.
Kaco saber a que o pr-sent edital vinsm u
d'.-lle noticia tiv-ri-m, ju fin In o dia* de pr -
g.-s e m pr Sal 'ia -ce n auOHn-ia leste juiz
lo dia 5 de Jimli u c rr-nt.- aun- ir a ae>
p >r venda a quem ihi| i. r o b m rooal n da
av-liae;i., do th-'o- > a^uinre:
U'il a-a ".-rr a ] pe ira cal o a frente
par. a entrada o Ho i:y, u< lujrar It-mli s, l
treiUezi.. de Alisal-. BUOI 1 p t e .' jallella-
fi ll'C, 2 j-.il lia- ral e. la it in- ll.il> de
Sueiedade Alianza
Sesao de eleieo
De ordem superior, convi <> a t d .s os socios a
comparec rem ua sede, terc -f. ira II do corrente,
s 6 1/2 h. ras da tarde, afim de proceder-se a
eleieo de carg"S para vagas existentes na actual
adininis'ruc i
Secretaria, 7 de maio de 1*86
Jos Vicente,
S- crcUrio.
Unb iler<'gatiispcr-
"ambucano
Regata
T nd i os pairo >- que dev a i correr u i dia 2,
eoneordadu toas rem parle n Ij li 1*5 da> cor-
r o i lit-a hera at o da 12 du carrale, na sede
d steciub, d.-s 7 As 9 horas da u te, orna nova
uiseii|ico para as iietsuas que quizerein coilCOr-
rer referida recaba.
S. (retara d ( <\b de Reg.taa P. rnainbucan,
9 de Viiu de 1886 Os dim-tores,
\V HiikIus.
J. Gruase rio.
A d- Melio (iurermoi
Na-ciipeuto Poutes, pserivao,
o
urtfur > .ir m
') eeiiti.-iiet.-os de
i quirl<, e isnlia
om aJetina arvored-
o') '-euriiiieif -, 12 metros
i in .riiii ii t cuite ai. 2 aa-,
f a. |ieq i n> sitio m ibnrl
frn. tit r-'.s c eioili.i, aeba -
i -rf dita
UOAIMJO.
i uj bem
cusa
in mi"
HValivI" ser
fa-lo, aV liada ein
I.
N A Cmalslo de S:ott muito re
conimend.idi. pelos medios como o raellior
remedio para r tisi a pulmonar e moiosl >s
lo peit i e da g rg >nta
Rest-iura o iiigaiiismo das pessoas pre-
dispost.is tisi. a o fortifica coutn os ata
que da doeoCa.
van-lulo ein fu- 'V;i pu-
blica. ilc,.o- da .illieiii-i |e_-te juizo do lia ael.ll.
ito, e a qoein uns ler o ni ii u- l.ucc i.li'ie r,
iinal foi p-uliir In ar paj;^ i.eiir i i. priucip.
juras eUStaa d i .,it n i d' i'i-iiv.ii, que e-fe iri-er-ve, mov.
Kiali'-i-C'i le As-iS -I-- K ll e-a IV^to. caufia ll-.i-
i no iiii,ni-t.. le *l'l 'i- mih inulner l>. ( aetau
\ .\ iinlrin-. de A mqu rqae l'o.
K p r-i que rbearue a uoiic todos, se paaa-*a
pr wau] e.iirjl pe- s r alfii .do le |i j..r .1
Oatllinc i: p-ibllC. 1 i i.....l luiaieusit.
I^ado e passail i n la l le sVl Reeif-, aos 16
lias da in z de Abril d 1886
Eu, ('e'ieissunu di Azev I Me|l., .. fiz S'-re
ver e oiib.-crevi.
Juaqiiim da Costa Ribeiro.
:or.>i.el ioui-
ie I5r i i, lente.
.t 'U io le liifant ra l"e-.i-
le revi *u la qua ibcacto do-
i da p ii'oi-iua de S. Pr. Pedro
Dr. del Lete
MOV MENT Do POKIO
Navin entrado no dia 9
Cap Tuwn 21 dins, patacho inglez Alice
Ada, de 2.).'J toneladas, capitiio David
Cassey, equipagerc 8, eio lastro; or
dein
Navuis sahido8 no mesmo dia
Rio de Jamiro B .rea pnrtugueza Nova
Venced ra, -api h, Joo Gonoalv s Mar-
qu s, carga assuc r.
Santos o es.alas V-p >r fran ez Ville de
Ccar, culi mandante E. Dup.nt, carga
vario gneros.
Navios ent ad>s ro dia 10
Santn-Cath .rin i 23 dias, palbabote inglez
Olter, un 199 toneladas, eapito N. Sud
Ion, equipagem 1, e-.rga f rinlia de man-
dioca j a Purvra Caroeir > & C.
Liverpiol es-alas 20 dias, Vapor inglez
Arattcania. de 1,806 tonel dis, (-oniuian-
daute H. Brow.i, -quipi--m 72, carga
varios g-neros: a WiUhd Sons & f..
Rio Orando do Sul 22 diis, escuna na-
cional Eoora, de 118 toneladas, espitan
Antn!) Nanos do Campos, equipagem
8, curg i xarque; Amonio Irniaos dt C
Navios sakid'is no mesmo dia
Valparaiaa e esctla V.ip ir ingl z Arau
cania, commaodante H. Browo, carga
varios gneros.
Babia e i-s :h\a Vapor oa -ional Mrquez
de Caxias, commandante F.-lipp. R..dri-
gu 8 da Nova, earg varios g-uems
Santos e escala Vapor allemao IJolstem,
com mandante W. llave. k-ir, ca'ga fari-
nha de irigj.
Medien, im i-ii-i io e op.-.n ilor
Residencia na da Imperatriz n 48, 2 ai.dar
D consultas das 11 linas da iimihi. s 2 d.<
tarde.
Allende pira sa chuad '8 de su* pr .fissii" a
qualqoer hora.
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
((.niillori. uii'diro-piniriint
ru
bal v:i v.leui ii-A l-Uquerqu.
oar e.iisiri* m ue- eirui Ti'-'-s, ua
Jess o. 211. Io auuar. le tn-on da .-
tarde, r'araas l.ui.ns wuisulta v-
rua da Aur o
ii in
nina a
'. Hu,
li.us- il
ia.- em sua residencia pruvia na.
ii. fio, 1" andar.
Ns. fdephoiiicos : do C"is.ilr<.rie
126
Especiaidades Part's, DMMesttSS de cr-ac*s
d'ulcro e seus aniiexos
'15 e resi.lenc
Df. Csrjieira Leite
lOi.llK O
T' m o seu escnpto-i.. a ra do Mrquez d<
Hilla n b das 12 as 2 horas da tarde, e deai>
hora im diantc em sua residencia & ra da San
la Cruz n. Id Especialidades, molestias de se
uboras e t-naucas
Dr. G-nuini L
)m:i>ko
Consultciio e resnieiicia rus do Livramento
n. 31 l andar. LYnsult-..s de H huras as 2 da
tarde Chamados per rscripto a qualquer hora.
ti-pecialidades, febres, partos e m. lestii-s d
criaiie is.
Praneiseo Kau-t nu
inallilaute du 1" o
dente docoore.iio
guardas naci..uae
(i .ncaives ,io lie.-it'e, em virta l da 1.
Kaei puliliea a quem i.iteressr p asa, que no
lia ni do correte, n euaatstuno da ijjr ja matr se remera o couae.lb .le revi-ao da qua ific -co
ios guardas iiaCiouaes resid-oit-s nesra ..ar.icbi >,
p'.leudo as oitrtes niCiresa.d.s v el .inarein o seu
oireno peraote Oiaewau ean-edi >. que fuueeiu'iar
todas os di..8, das 11 lloras da uianhii :i 2 la t-rde.
E pura c instar fiz o pieseii'e, q le ser Hilad .
ni. lug res mais publie s e publicad > pa i.n
prensa.
Pretfuez.a .fe S. Pr. Pedro G ntcalV a do tteeife,
8 de Maio de 1886.
Prancico Piiiist no le Bnf-i
O Dr. A lelinu Aot mo ae Luna Freir,
i-tli l.il da Lnperi 1 Or leiu da Risa, mn
meu ia ior ua H.- A Or iem Militar Por-
tugues* le N sao Sonhor J .sus Cloriato
e JUIZ de ilifi., privativo J- rphaos '
au* ir s n'esta coiBJtrua do Rcife, por
Su. lligestaile I upen1 i quem U u.s
go rl -, IC.
Faca sab rao- que u present- edital virem ou
lale lit.-rem o tica une ua audiencia a\e 18 d.-
Hlai i do errente anuo, ir a |iia;a a quein iniis
ier, aerviudu de b .se o pr-e i da Va i iva >, esa*.
terrea, com SutS-r niieriia. s .o n 37, ra do Pi
lar, tivou zia Ue S Pr i Cedro G medves do Re-
cite, .-in .-. ilu proprio, eom .a tros e SU ceutlm- -
iros de largura e l) melrus d coinpr..ii'iita, cor
r dor ii leu iiid- nte, duas salas, tlVS quart is, na
p iVuiieilio terreo, ir-s j .nedas que deitam para
iiie-nii ra, uuas ja ellas ua sala de detrs
deitam para a rui \, Plural, dous quartos, du -s
s .la-, e cosinh interna n so.o. quiut .1 murado,
caei i exclusiva poni com um lelhel.o para
r.f.riUa ma do Paarui, avahada por 2:00000D, -
vai a pr .cu r-queriineuto da inven a 1..111--dos
beus da tinada D. Gen veva dos li-;i Ponseca,
p.r. pagaoMailodfl cusas.
i. para coust .r man.lei passar o presente qu-
ser publicado 1 ca inpr-.-usa e affixado no lugar
dO COStllMl .
Dado pasiado nesta cidade do ll-cife aos 20
de Abril de 1886.
filYSIlHIll
DE
Portugal em Perna n-
buco
K<-ndo frequeiites a tnportaco ein Portugal da
ihj. ct 's de prata. usados, p.r este e nsuiado se
f.z publico que esses objeeti.s estao sujeitos a
puframento d w resp-ctivos di eitna indicad -s Ba
pauta, em vi.-ta d 3 disposico s pieliiiiinares da
me.-ma. que Considera e rran/eiro- os nhjectos
r imoor'ad .8, e quv prohibe a tra. sformaci na
alfaudejrH ,\K natureza das ue read iras por qiial-
ipier mod q," eja. Os individua, po's, que
:i rem ae pg ,udar valores em bjecl .- usid 13 de
aielaes pieei ua, ipicreudo exiuni-.-e ao paga-
mente d s dir itos Hxa os sofir.- obras desses me
'a ., d< v-ni 1 re eltel os quebrados em ie leos.
Consulado Ue Portugal ea Ponumboieo, 7 do
Mal,, d- 1886
Vceute NaneaTvares,
Euesrrega i. do con.-ulailo.
Ar^eaal de guerra
0 e ii-elh 1 de c unpras recebe ooo.s .s nidia
11 do cirreiitH, at as .0 h .ras da inmlia. p ira a
sumara dosartigna seguiutes :
1 bule Je Inu;.
3 taca p 1 1 usiiiha.
' lilil' d- f.lha.
I 111 rin to s d dita pura r-inch;
5 jarra* de barro com tornciras.
3 bacas de en-aiilio para rosto.
2 Brandas encabad .a.
3 lvalo; ios de fero.
Paea de ferro
6 ba idcir .. d- fi-II -, nc.iru .-. p.ra con'.-
aencia
1 dita < in a lrtQi e ores da i.i.p nal para
mu fim
61 fitas deca ac para exereieh de e?qu-leto,
reo 10 cid. mn 1 I metro de couipriinonio e 1 ar-
.' a em cada exfremidade, s ndo 32 i-ncar-iadas e
32 brancas.
5 metros le p.nuus de nlgodo cara cohrir alvos
n 1 metro f l c iitimctr.is de largara.
2 metros diSo de diro para o mesmo fin, de 89
eeutiiii'-troj de largura.
11 i-imuio s de cuur, enveraisad s de preto.
60 bonets de Mjrvico inti-rno.
4 ditos sem (rail-, cora lettrt S.
58 giavatas .le s -la de lantre.
4 mantas de i'iuzentas.
ft&t p ir s de Sapatos de couro de nezerro.
8 metros de pauuu azul para capore? c^e iae-
riores.
3')t metros d>- p.nno azul.
7.I.2 metros de dito dito para pone eg.
5 6.8 1 metr 13 de panno alvadi* para ca otes.
179 20 metros de fliinclln de algilao para forra
da enuetes.
1*61 in-tros d- fcrim pardo trnocado.
63.60 metros de algopo zuarte.
15 40 ioefr s oe n ota azul para blusas.
10,80 metr 13 de dita encarnada.
3J0 ditos de alirudozinbo.
48.30 ditos de caseinira encarnada enf atada.
3ii4,l ui'oa da h dlauda de furro
77 8 kilos de algodj cm rama
50 cobertores ju manta de la eni-arna la.
8 nvros Ue histoii.. do Brasil p r SaUauor.
30 cartas I- A. B. C.
48 tabladis.
8 pedraa p .ra cootas.
1 gis kilogrammo.
Previne se que nao serio tomadas em conside-
racio aa propastas que nao forein teitas na truia
lo art 61 do regulament de l'J de outubro de
1H72. m iluplicata, com referencia a um s arti-
ga, mencin .ndo o nomo de propoiiente, a indica-
BSVl da casa como ereial, 0 preco de cada artigo, O
numero a ma ca ilas amostras, d-claraco expres-
sa de sujeit-ir-.-.e multa de 5 O/f*, no caso de re-
cu"ar assignai- o c mtrato, bem como ao re que
'rat-in 13 art 87 e 88 do regulamento citado.
Secretaria do rsen-al de guerra .! Peniambu-
co, 1 de Maio de 1886. O secp tario.
J036 Praocise > R. Machado,
a, na
ara a I
qm I
Id
Q f f '7fl
Oculista
Dr. Fernira da Slva, con-
sulta- das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultmio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
VAPKKS ESPEKADUS
T-nnar da Europa bije
Kahia do no.-te auiauba
Tren) do sul a 14
Espirito Santo do -ni a 16
A'.ri'.-i dj n -rte a 17
Ville de Maoei da Europa a 19
Oes/erro de Uainuurgo a M
Para do norte a 23
Taynr da Euro] a 24
Senegal .11 anl a 25
Ceiir do sul a 6
La Plata do sal a 2
Licor depurativo vegetal sodado
Medi o Quintclla
Este uutabiiiasimo depuran e que v-'in precedi-
do de to grande fama inf illiv I na cura de todas
as ii. iu,-us syiihilitices, eicrofulosas. rhemnatioa?
e de pellc, c una tumores, ulceras, dores rheumati
cas, osreucop.is e DvrslglCM, lii'morrhagias agu
das e chriinicas, cancros syphditicos, iufl imma
coes viscerae, d'ulhos, ouvid .s, garganta, intes
' i nos, i te, em todas as molestias de pc||*, simples
ou diaihcricoa, assim como na alopecia ou qu da
no e as doencas determinadas per satu
raco mercurial. Do-se gratis folhet ,s onde se
ene niram nomerosas sxperieuuias feit-is com este
ejpeci6co nos bospitaea pblicos e rauitos attaats-
dns de medios e documeutjs particulares. Paz se
descont para revender.
Dcpt sit) em casa de Paria Sobrinho & C.
Kua do Marques de Olinda n. 4.
Eu, Ulavo Antonio Permita, esciivo, o fiz es-
erever e subscievo
Adelino Antonio de Luna Freir.
Pranci-co Jerouyuo Oe Albuquurqns .\lar.nliao
capirj co uin .-dante interino do 4 bataliiii d
iulantana e pr.-sidente do conselh de revisan
da qualifi-aco da guarda na. ion.I da parocba
da Hoa-\risia, cm virtudeda lei, etc.
Paco c iiist.ir a qu in p .sju intere aar que no
dia 16 do cori-.-nt -, s 9 aoras da m mh- no con-
iaturio da igreja matriz se reunir o conselho afi.n
de proceder-se a ruvisao di qualificacao dos guar
das naciouae. do servico activo o da rcse.rva dis
to par achia de conformidad- eom as nstrucco-'s
o. 1 i de 2 du Oatubro du 18 0, regulara nto n.
1,190 de l de Unrco d- 18)3 e o .lisposto no 6o
do artigo 1 da lei n. 2,39, de 10 de Sdtembro de
1873.
E para que onste mandei passar o presente que
ser i nuado aos lugares d.i courume c publicado
pela imprensa..
Qiiartel do cominandodo 4" batalbao de infan
t ria da guarda uacioual do Pecifc, 8 de Maio de
1?86.
Francisco Jeronymo de Albuquer^te Maranliaj.
ojia iiiMUii
Kniiiri'ssrta tfli abale'ini>iili> d
agua !=i#, ri'liuie de Itliiia
DEVKDOKKS EM ATKAZO
T ndo a directora, em sessao de 15 do
eorrente, revolvido re eber p r intermedio
le um solli -it^dor todas as contas de con-
sumniidores d'agua e gaz em trazo, a
ontar do ano de 187G, resolv o'esta
dua moarregar de tal cobranza o Sr.
Diogo Bipiista Feraandps, a quem espero
nttenderao desde logo os rnesinos devedo-
r-s, certos da Justina e equidade de simi-
lh~nt" resolugao.
Escriptorio do gerente '.'S de Abril de
1S86.
Antonio Pereira Simos.
Computa de Ediie.*fo
Commuuica 16 a. s Srs. accionistas, que por de-
I liiTaca, da directora foi rcsulvido o r coihimea-
to da segunda prest i?2o, na razao de 10 por cents
to valor de cada aceito subscripta, o que dever
realisar-se oo L-ndon rasilu.n Bank, at o dia
10 de Maio prximo futuro.
Recife, 24 de Abril de 1886.
O secretario,
Guxtavo Animes.
Estrada de ferro do Recife
Casanga
tviso ro publico
Serao supprnnidos nos djiniug.s e dias santi-
ficados, d 15 d> corrente at segundo aviso oa
trena aeguiucs :
l'ara Uaxangi s 10 18 da manba e 2 18 da tarde
Para Aoipucos ) I04 da m*uha e 1.45 da tarda
U) Cax;aug s 11.12 da manh e 3.12 da tarde
Uo Apipneos s 10.45 da asaba e 2 45 da taad*.
^Escriptorio da companhis, 10 de Mai> de 188i.
A. W. Stou ibewsr Bird,
Gerente.
Gabinete Portuguez de
Leitura
De ordem do Exm. Sr. presidente convida-se os
snhores associados para se reunirem em asse ,i-
b a geral no domingo 9 do correte, pelas 11 ho-
ras da tnnibi, atim de se resolver um assumpte
urg- ntissimo e summamertc importante para a
sociedaae.
Secretaria do Gabinete Portugui-z de Leiturs
em feruambuco, 6 de Maio de 1886.
Alfredo C. Cousseiio,
2o secretarij.
u
1) orde n ds 1 un. Sr. inspector, fuco publi-
cix^jue aerante a sessao du jucta de 13 d con-, n-
te, rec. bem se propostas para o f rnecuuento de
remedios necessarijs i enfermara de Fcinand
de Noronha.
A relac das referidos remedios acha-sn esta
reparticao e ser fraaqueada sos proponentes.
Tbesourana de Pasenda de Peruambuco, 8 de
Vlaia de 188*.O seereUrio.
Lsic SiBTgdio P. da Causai a.
[ altWH 1
1. I








Diario de PernambncoTerfa-feira (1 de Mato de 1886
Thcsouraria de Fazendu
A Thisouraria da Fazenda precisa'de um pre-
dio par a recebedoria de reudas internas : quem
tivr e l"izer arrendal-o, aprsente na mcsma
repartido x sua proposta em carta sellada c fe
ch..da- no dia 20 do corrente.
Theso-iraria de Fazenda da Pernambuco, 10 de
Maio de 1886.Conforme. O secretario,
Luiz K. Pinh- ir d Cmara.
Club Carlos Gomos
(Sarao de Main)
O sarao deste miz ter4 lugar na noite de 15 do
0. rrentl. O- -enh .res si.cins s t rilo inirre 8'
Yinfa d carrao. o qual sen entregue el.' theicu
Ti ir i desde qiiurra-feira. na sede "lo lub, da- 7 aa
9 h t-is i.....le. Oseares I 'libresco > era
KllletroeC .id- s..ei"s quites ao tfjcz de Abril,
libere. 9 do VI ao de 1886.
Augn-r Man,
2 seen tario.
8n.- Casa de Misericordia d
Recife
Na si-eritaria da Santa Chs de Misericordia d-
Recife arr.-ndiim-se por espato de um a tres an
DOs. as .'HHas ahaixo declaradas :
Sna da Mo-da u. 45, 240JOK
Ideui -den, n. 49 24i)4 Ra .lo B- m Jess n. 13, 1- andar 3 0 dem n. 85, luja 216*00"
Ideui idem n. V, 1 andar 240* Ba dos Burgos n. 27 2164000
Ra da M tdre d" Deus n. 10-A 18o*0(K>
Caes da Alfandnra armazem n. 1 1:6004000
Ra do Marqaez de Olinda n. 53, 2
andar 07*000
Ra da Giia n. 25 200*005
Becco dn Abren n. 2, ioja 48*000
Ra do Visconde de I tapanca n. 24,
pavim. nt.i t.-rreo, e 2o andar, por 1:6001000
Ra das Ca cadi-s n. 32 200*000
Secretaria i a Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de hsvereiro de 1886.
escrivAo, Pedro hodrme de Soiiza
THEATRO
(iompanbia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
EstabelcJda ca i ->&&
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
416 31 de dezembro de SM4
lirUms..... I9I10:000S000
rerwsim.. 3.:00tt00
4 4 Hua do oininereio
Londva and Brasil Han 23ank
Limited
Sua do Counnercb n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
zas do mesmo anco etn Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N
Porto, ra dos Inglezeu.
inued Slales k Brasil M\ 8. S. C.
0 paquete Finance
Leilo
Espera-se de New-Port
News.at o dia 17 de Main.
o qual seguir depois da de
mora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
I" ira carga, passa^-eiis, ene un" ''ao e dinlier
a frete, tracta-se coui os
AGENTES
Henry Forsler k C.
>' K.UA*LH0>MAir.iit."> N
andar
De urna vajea ttnrina com c i.
Te rea-f eir I f de Malo
A 1 hora da tarde
Por iuli rveiico do ageute dn Pinto
Em frente ao sobrado da ra de Seuiill- Nova
n. 8.
2 leilo
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Per-
par
Segu com brevidaoe para o porto cima o pa-
tacho portugusz D Eliza : para o resto da caiga
que falta, trata se com Baltrr Oliveira 6c C, ra
do Vigario n. 1, primeiro andar.
Lisboa e Porto
O brigue portuguez Armonio segu para os
portos cima: para o resto da carga quo Ihe falta,
trata se com oa consignatarios, Jos da Silva
Luyo Filhoc
Dn dividas Da importancia ne 6:243)5000 e
urna balanca perten'-ente ao espolio de
Antonio Goncalvs Guimi.rSes
O ag- nre. Biito, a ina.. jmz ile direitn da pri.ved.ria, e requeriment-.
i" t'-slauenteir.' Ji>s Nums la Cunta, levar a
leilil", p> la segunda v-'Z, as referidas divdase ba
lauca, an c-rre d i artillo
Terga fera 11 do corrente
A' 11 huras
Ra dn Imperado n. 16
Pr
ecisa-se
de ama pessoa para vender
ra Imperial n. 125.
na ra : a tratar na
-i
impresa Dramtica
Conpanti:a dramtica, dirigida pelo actor
XISTO BAHA
QUIETA FH.1RA 13
Quinta repreenthciio |da grande mag'ca em 1
pnli.ir", 3 netos e 6 quadros, toda ornada de mu-
sica, visualidad, s. tranaformacoes, figos, etc., etc.
A FILHA DO Alt
fioza Limn
Compaahia Phenlx
nambucana
Ruado Comtnercio n.
8
Ti
< OVI KA FOCO
I\or(b Brilish & flercanlile
CAPITAL
t.-OOO.OOO de libras sterlina
AGENTES
AdomsoiillowiciV C.
MARTIMOS
l'KKSO> .K>S
Raiuba do D. Apolonia
Filha do ar D. Edelvira
Bor.o Sr. Baha
Zepluro U. M. Babia
Leanii" Sr. Lyra
Assuc ua D. Herminia
Man ha D. Felismina
To MathRS Sr. Teixeira
Wiliis D. Lucia
Sy phides. genio*, campon- zts de ambos oe se-
les, umb .-. phaxtatmas, etc., etc.
TilHloM don (liiailrus
f'rnl .go Entre-nuvens
1 qii'dro O talismn
2 ilito A derrucada
3 'lito Os be j is dodiaba
4. dit" O ceu.iterio
5 dito A gr Jta do diabo
6." uit'i Auothenae
25 NMEROS DE MSICA
1.* Co de nyipbi'ies.
2.* H rmunia, ntrada de Zephiro.
3." Porte, entrada de Boias.
4." Ouettino de Z-'pbiro e Azulina.
5. i or de Syiphidea.
6. Aria de L--aiidio.
7. Enneinble d.' Martba, Mathias e Aesuccna.
8. Forte na orchestr-, entrada de Azulina pela
nella.
0. Harm uia
10. (oro oe camponezes.
li. Coplas d.- Breas e coros.
12. CancSo de Mathias.
13 i'ercctte, .v'.irtha, Mathias e Assucena.
14 M.-I..d;a.
15. Forte na orebeatra.
16 Aria de Azulina.
17. Tercett", Azulina, Zephiro e Breas.
18. Coro de Wiiiis, puautasmiia, Bjras, Zephi
ro e Azit i na
19. Corn de phantasmas.
20. Gal.pe infernal.
21 Coplas d- L'-audro c Breas.
22. Fi re na urchestra.
23 Coro de Camponezes.
24 Bolero edac por Azulina, oras, Zephiro,
\sni-eiiM, I>Hiidr". Mathias e corpo de cro>.
_'"> Harmouia final.
(Oni*A\llli: DEN MENNAV
REN nAIIITI.YIEN
LINI1A MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sol at o dir. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costme, para Bordeauz,
tocando em
Dakar, Lisboa e Vlgo
Leubra-se >os senhores passageiros todas de
as clasees que ha lugares reservados para esta
agencia, qne podern tomar em qualquer teinpo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa-
milias cumposta de 4 p ssoas ao menos c que pa
garem 4 pasragens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que toma-
rom bilhetea de proa, gosam tambem 'este abat-
ment.
Os vales postaos s se dao at dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheirj
a frete: tracta-se com o agente
Augusle Labille
9 RA DO COMMERCIO
Rio Me do Sol
Segne com brevidade para o porte cima o pata-
cho nacional Mua II, promoto carregar, a tra
tar ra do Marqu z de Olinda n.6.
U1L0KS
Terca-feira, 11, leilo d >s crystaes, louva, vi-
nhos, m veis e mais objectos da casa em que mo-
rn o Sr. los Mureira de Souza, rna da Senzaia
Velha n. 80, Recife.
Leilo
n.
Leilo
Agente Bruto
O agente at-iina, autorisado por ama familia qne
se retira para fura da provincia, levar a leilo o
s--guinte :
Urna mobilia com 1 sof, 2 consolos com tampos
de pedra, 4 cadeiras de braco e lt d3 guannc,
nutra com 1 a .f, 2 c< ii-.ilo i cm tampos d. pedra,
2 cadeiras de braco e 12 de guarnicao, ambas de
Jacaranda, 1 lavatorio o m pedra, 1 toilet de Jaca-
randa, 1 guarda-vestido, 1 marquezo para casal,
1 mesa elstica, 5 taboas, 2 p paradores, 1 quarti
nbeira de amarello, I mala, 1 roesinba de Jaca-
randa para e.8tui a 1 mesa de amarello de ps tor
neados, 1 commoda, secn tria de Jacaranda com
segrediis, 1 d'ta de Jacaranda, 1 cabi.ie-parede,
lanternas, 1 bandeja, jan a-*, louca, copos, clices,,
f'ucteiraa, trens de c ainha, 1 mesa para cosinba
e ontros bject-.s t dos em perfeito estad).
Quarta-feira, 12 do corrento
A's 10 1/2 horas
Rna Duque de Cazits u. 6, 1 andar
Firmiuu Antonio Woii Maiur Rapono
D. Mara S-verina Sorto Maior apono au-
sente, e M-innei Joaqnim Pereir-, irmo e amieo
de Firmin i Antunio Sottc- Mi r R.p >s.,, ag-ade
erado vivamente a todos quant >a se dignaram
acompanhar a sua ultima j izida, o mesmo seu irma.i
e amigo, pedem Ihe ain a o carid ao obsequio de
assistirem a inissa do 7 dia. que ter liitia'. qinnta-
f ira, 13 do c Trente, as 8 l r. da uianh.t na
'gr ja matriz de Santo An' ni"
Roubo de criado
Desappirec'-u h'je da rui velha u. 95. levando
os seguiutes obj.-cms de oar ; mni cad- ia, com
urna m a-iJH e urna cac>l-ti, um par de brillen* e
urna medalba com diamante no c--nrr e apenas
quatr i mil T< s em dinh-ir i : veio ltimamente da
P>rahyba, diz chain-r-a" Luiz hra ico, can 18
annos, levou calca de casimira veiha verde, camisa
branca, chapeo de massa veibi, e desc Ico ; re-
commenda-se s autoridales e a quem fr otfeie- '
cido tae8objectos a apprebenso.
S1DKIIII
ks 4:0008000 ^
ni
#o
Rna do Baro da Victoria n.
e casas do costme
Aeham-sfc venda os felizea bilhates
grantiiioa da 1.a parte riaa lotera i
i* rio da igreja de Jatob (53), quo ae
extrahir quinta-t.-ira, 13 do corrente.
Precos
lncbro 419000
Meio 2^000
Quarto 15000
ai porco de looooo para
cima
Inteiro 3/J500
Meio 16750
Quarto 875
Joo Joaquim da Costa Leite.
De dividas na impnrtaneia de 2:314000
HOJE
A's 11 horas por occasio do leilo no armazem
da ra do Bom-Jesus n. 19
Modesto Baptista_____
Leo
De um billiar, G taceos, 9 bola e seus pertences
Agente Pinto
Ra do Bom Jeaus n 43.
Leilo
Leilo
Da
20 pegas de trinas para armario.
Iloje f 3 de Malo
As 11 huras
Por intervenco do agente
Alfredo duiniarfies
Km sua agencia ra do Bom n. 45.
Em continuaco vender o mesmo agente 8
xas com papel pautado.
Leilo
MA MSICA comjosicao nos dietinct"s maestros
RARCEL1N0 CLETO E ROBEKTO DE BAR-
OS.
QU RO l-B 'UPA czplendido! 16 roupas com
p.etanv nte nova e ffitis a caprieh"
SCENARK) i..voem parte.
MACHINiS -IOS novos fetoa debaixo la direc-
.;o do h b'l macliiuista da empreza o Sr. Cor-
deiro
ADEREMOS |ielo aderecis'a e eonrraregra da
companbia o Sr. ("arles d'Azevedn.
PofC"* '-'"I biaot ebuva de prata c de fogo.
MI.iE-EN-SCKNE do actor
KIOTO BAIII.t
A orebestr uta aagment^a < .1 hnixo da re-
cia do m.c ro MARCELINO CLETO.
PRECOS
i 104000
2000
'25 1*000
Oa Mpeetaenlo aZo iutransferiveis.
A'o horas do lostau.e,
gencr
Cmaro-
Cal ira:)
Q/ileriaa
Gerai'S
JOMUA FMiO
The Liverpool k I.n:nnUlol!
INSURl
(OMPANH1A
DE
NEUIROK -costra I'OC.O
E8T: 1803
Seiot e mercadoriai
Taxat baixa'n
Prompto pagamento de prejitizov
CAPITAL
Ka. 16,00:00000
Age*
BBOWNS ce C.
h N.- Ra do Comin>:rc>it N. 5
Cipain 'kmi FilMaie,
,,TK
. Sigue! Jos Alves
N. 7:n \ DO BOM JESS N. 7
tiaurii i mariiiiuo 9 lerrmire
Ne ..- pie* eoqapanhia oeaUpraca
qB0 jurad, s i uipcao de paga-
meiit ta cada ', o uw
cqui-, to de cerca de 15 p^r cento cm
faver dos s--gnrados.
Companhla lira lleira de Xa*e-
iuco a Vapor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Joao Mara Pessoa
E' esperado dos portos do sul
at o dia 16 de Maio, e
seguir depois da demora in
dispensavel, para ob portot
do norte at Manilos.
rara carga, paasageus, encommenda valores
racta-sc na agencia
11 Ruado Commercio 11
PORTOS DO SUL
0 vapor Baha
Commandante 1-tenente Auretiano Izaac
E' esperado dua portos do
norte at o dia 13 de Maio,
e depois da demora in
dispensavel, seguir parH
os portos do sul.
Recebe tamoem carga pa-
ra santos, Pelotas e Rio Grande di Sul, frete mo
dico.
Para carga, passagens. encommendas vator.-t,
iratu-ae na agencia
N. 11 RA nOOOWMErUHn N. 11.
cflAitiiis wm
^ompannia Franceza de Pavesa
Cao a Vapor
Linha tiuiuzena! entre o Havre, Lis
ooa, Perrjainbuco, Baha, Rio de Janeiro t
Sumos
Steamer Ville aeHacei
f eapmtdo Oa r.iii'.'^a at
dia 20 i Maio, se-
guindo depois da inJisuen-
save demora par a Ba
lii. Rio # Janeiro
e Nanioi*.
K(h-si aos Sra. importadores de carga p I"-
vi.pores desta linha,queiram presentar dentro de 6
das a eotllar do d debcar.ca das alvareng
qmT reclama co concernente a v.ilnmes, quo po-
: tenham seguido paraos portos do sul,afu
d. S" poderea dar a tempo as providencias necea
arias.
Expirado o referido praso u compiu'.:. dJo si
r- jponsabilisa por extravos.
Keceb .icommenila^ i: i ro par
t qBaM Cem escolenles M
Augusto F. de Oii\cira'& l
ACtfSMTBM
RIJA DOCOMMtilMUO-V
De 8 caixas marca H. B & C, ns. 1 a 8,
contundo papel de linho pautado, a va-
riadas dgita do mar, e desembarcadas
de bordo A vapor iiigl> z Bessel
De urnaCarta de Sentenca Civelna importan-
cia de 30:520594 e mais 4:5780!i0 de juros
accrescidos desde Fevereiro de 1885 2 de
Maio do C'irrente. aun i.
Total 35:(IS*S I
a serpm cobrados xecutivameute de Jos Sancho
Bezerra Cavalcante e sua mulher, senhores do
engenho A leera,na comarca da Escuda, enge-
i ho que sobejameute garante o pagamento da di-
ta divida.
Quarta felra 19 do corrente
As 11 horas
No armazem da ra do Imperador n 16
O agente Martina, autorisado pelo II m. e Exm.
Sr. Dr. juii do eivel, far leilo em sua presenca
e a requerimento de D. Bernarda de Souza Maga-
Ihese Silva, iuv-ntariante do espolio de sen fina-
do iimo coronel Jote Auto de Souza Magalbes.
da divida proveniente de uina carta de sentenca
obtida em 12 de Pwereiro de 1885, contra Jos
Sancho Bezerra Cav-lcante e sua mulher, senho-
res do importante engenhoAlegra, para paga
rem ejecutivamente e p r carta precitoria execu-
tona que ja se i cha passada a quantia de......
30:520^594 de principal, juros e cusas, alm de
4:577090 de juros accrescidos de Fevereiro do
anno paaaado at boje.
Os Srs. prefendentes podem examinar a referi-
da carta em m do agente.
A's ti horas
O agente Alfredo Guimaravs levar a leilio 8
caixas de pape, p.>r cont e risco de quem perten-
cer e com antnrianco do cnsul da I-alia.
Em sua agencia ra do Bom Jess
n 4o
Leilao
De chapeos de sol, diversas qualidades de be-
bidas, mobilias, camas novas de Jacaranda, guar-
das vestid' a, guardas loucas, mesas, balees 1
b .mba grande, 1 dita men^r, fiteiro-, cerca de 60
duzias de lindas sortee, encorados para mesa e
outros m->ve8.
Terca feira, i do corrente
o I I lloran
No armazem da ra do Bom Jess u. 49
Por Intervenco do agente
Gusmo
Leilo
Leilo
mki u\i mu packet
0 paquete Tamar
E' esperado
11 d" correte, seguindo
depois da demos
ria p:ra
Mac ', Rio de Janeiro. Sa.itos,
e Buenos-Ayre$
0 paquete Trent
rano
lia 14 e
I
pura
&OI1
Torja-feira 11 do corrento
A's 11 horas
De 1 piano, mobilia de Jacaranda, fiteiros e
mu tos m.ivi-is, jarros, de div-rsas qualidades,
quadroa, eolliere, gartua caati^a-a e oatras obraa
ae prata, logan americano, camas de f' rro, can
dieiros e registro para gaz, viuh.i de caj e 1 ca-
vallo de sella e 1 carr ca.
Pelo agente Mudes! Boplisla
No armazem da ra do Bom Jess n. 15
De moveis, louca, vidms, jarr_s, espelbos
e quadros
A saber:
U'ii piano e cad. ira para o mesmo, 1 mobilia de
Jacaranda com 1 sof, 2 consi.U, 4 cadeiras de
hrago e 18 de guaruico, 2 espclhos, 4 castifaes, 6
jarros, 2 escarrad' iras e tapetes.
1 guarda vestido, 1 guarda roupa, 1 cama fran-
ceza, 2 marquezas, 1 commoda de Jacaranda, 1 la-
vatorio, 1 meia-commoda, 1 toilet de Jacaranda, 6
cadeiras e marquezoes.
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca en vidria-
cado, 2 aparadores, 1 quartinheira, 1 relogi, 12
cadeiras, 1 machina de costura, quadros, cadeiras,
mesas e muitos outros moveis de casa de fami-
lia.
Quinta-feira 13-do corrente
No 2 andar do sobrado da ra da Impera
trtz n...
O agente Pinto levar a leo. s moveis e mais
objectos existentes no 2 andar do sibrado da ruB
da linp- latriz n...
O leilo principiar s 10 e m ia horas.
AVISOS DIVERSOS
i:anviTK
jos krause a:
Acaban) de augmentar o sen j bem coHheeid"
mporiante estabelecimento rna Io
de marco n. com mais
un salo no 1 andar Inxnosamente pepar-
rado e prvido de nina exposi-
(l* dos mais afamados fabricantes da
mundo inteiro.
Convida, pois, as Gxmas. familias, seus nume-
rosos amigos e fregnezes a visitaren,
o seu estabelecimento, alim de
apreciaren] a grandeza e bom goslo com qne
nao obstante a grande
despeza, o adornaran., em honra
desta provincia.
CHA-SI BERTO DAS 1 A'S 8 DA Nuil
a
M
REGL AMENTO
DO
Leilo
De calca i s, miuile-:a.-, in"V. 13, obiecloa de bri-
Ihantes.l piano f.rte de n-.n.-p i ic e cadena
A saber :
Urna inubilia d.- jacar nrla Luiz XV, com jar-
dineira, consol"S com p*-dra, 1 piano de trausp.is
cao, propno para cone.i/rros, 1 eaera pata o mes-
mo, si-rpenti .as jarros, es,jelho oval, relogio de
i arede, binculo, l guarda-roupa de raz de ama-
rello, marquezoes e cbil. s.
Urna n-.eea elstica de amarello, 2 aparadores,
guarda lauca, quart'iih. ii marqueza, 1 ber?", 1
appareiho de p- iC I na pira jantar. copos Ramt
fas finas, pnrta qu ijo-1, aiiOt-ia, rosetas e abotoa
dnra, tudo C im lirillunte".
Kim conliuuaco
Urna aun e.ii de amareii" envuiracada, oruito
boa, eUpado*, imudezas, toalhas de l.bynnto par
roatii, fronhas, ditas de grade, bicos e rendas da
Ierra, Bajaos b> rilailos. caaae.is de crochet, pr.-gos
fraucezes para c. Icado-, formas para alargai boti-
nas, di'as forradas par b tinas, 1 carimbo para
litas, machina deco;tura e roujia f-ia para tra-
b.ilb".
Terra (eim. II co ro: rente
A's I 1 h-ITMl
Na ra dalwppratril n. 7G, luja deealyadja
O agente Martina, i-ompetentameate antoriaado,
fiara ie:U'o, para liquidar, dot movis, arawea *
mercadori s existentes da l.j da ra da lingera
triz ii. 7i>. (iaran'.e-se a casa a quem comprar
armauo, pois ten bj-is McoaMMOafSea pi.a fa-
milia.
Leil
ao
Vicente
ut&e c
i-
tbamfMois
"ara cora
SSiONATARJOS
Uaaixui llowie &.
De nm.i mobilia oe jaeafand c m 1 sof, ljar-
ineira, cmsolcs, 4 cadeiras d. lime,,. jltal
d gui.ini(, 1 e.-pellm grunle, G quadros, 4 Cas-
s com mauga, 1 Eapeti para Sut, 4 ditos pa-
ra porta, 2i ii 2 man*.
Urna mocita ile amarello com 1 sof, 2 con so
loa, 2 cadeiras le braco*, 12 de gm rnic", 2 de
balanc 1 cspelbat, 'cestas pan fl *es, 2 Cas i
rom mangas, "-' can lieir*, 2 eaearradviraa c
G jarros.
Urna mesa elstica ni 7 lab s, 1 guarda-lou-
Ca, 1 aparador 1 gaarda-eoavdo -oaieiho para
h, 1 dito para pintar, 2 (Suatas o ^. .
s, e,lh'r-s, 1 pita :icr. cop s, c li-
e -. gan f..a, com nteirna, 1- garrafas c m cg-
nae, -4 ditaa eon viubo Bordeauz, 5caixas com
vnili i Madeira Coa e 1 quart.uheira.
Um.i ciinavfi'iiic Ca, 1 lavaiorio, I toilette c G
Um moinl proprft para reGnxcn, 1
a I Ti- Tr in 'le C'-sinha.
Terca feira, 1 i do corrente
Asri
r>
l'iuto
io da ron d Senanlla V"llia n. 80
Wlecife) em que morou Jusc Koreira de
gouza.
O hilao principiar s 10 1/2 horas.
Alugam-ae casas a 8*0n uo o.-cco da C >e
Ih.is. junto de S. (ionyalo ; n tratar na ra da Im-
erat iz n 50.
Faz se legocio com quem pr. tender comprar
a bypotheca da asa d largo do Paraizo i. 15 :
na ra Nova n. 12, loja de chapeos.
Em casa de Juaeph Krause ce < '. ra Pri-
meiro de Vitral n. 6. 8- precisa de um bom cos
nheir" juiosinheia
28RA D) BAI0 DA iuM-i
PRESOS
Ura altuogo corjtendo tres prato, e sobremesa 10000
Um jantar constando de sopa, tres pratos e s bremesa 10000
Lunch constando de um prato, qu'-jo, doce, fructas e caf. 0600
VINHOS Bordeaux, Figueira, garrafa 0800
i c meia garrafa. 0400
ASSIGNATURAS
Por mez. ..... ... 40000
com vinho (urna garrafapor dia; Bordeaux ou Pf-
fiSueirah........600000
Pagamento adian'ado por quinzeaa
A. G. Francis,
-
Compra-se una \ <\- na casa nos hairr s de
Santn Antonio n -I.i.- d- sta cidade ; a tratar
na ra de Suata Thereza u. z0. Tambem se v>-n
de un bou> sitio ron (...-as na e8tra.la nova d
Uaxang, muito prozim" entaco do Zuu'by
Precisa se de urna ama que eugoraue c com
pre : n ra do Iu.p.-ra.lor n. 43, Io and r
Pede-se a03 abano asai^uados <> favor de
virem ou mandar ra d" M irquez de Olinda u
o, i in gocio que n" icanra n
Dr. Camiiilo limygdio Pereira Lobo.
Pedro Manoel (ioaia Lob ..
Francisco l'iymuiid" Carvalho,- (commandante
Companhia Peanamhueaia).
Pr-cisa-se cotprar urna ba'anca decimal e
um panqu de ferro, tuilo em b m estado : na Ua
de J..o do lie (jo n. -'
Precisa-ae de nina ama para coainbar e mais
servic" : na ra de Hurtas n. 76
Aluga 8'
Vista n U7 :
mero 15
- urna casa na ra lo Conde .la Boa-
a tr .tar na ra dn Cuinm rcio n-
Precita-*e de urna c> finio ira : na ra d:.
Aurora n 81, Io ain ur.
PreC'sa ae de um criado : na ra do ."icbo
numero 38.
L'ma m > ;a habilitarla participa nos pais de
fanihas que eusina portugr.cz, fraucez, arilbonti
ca e traba bos de agulha : tratar no orredur
do Bispo ii. 18
Offerci.--se urna aeuh rn para eosinhar
casa de homem aolteiro, preferindo eatr-ng- iro,
n" exced mo ile qoatrj panoua, a qual desem-
pea, bemqualqur qual dade de ennida : quem
precisar dirja-8e ra d" F1..?" n 56.
Ao publico
O abanto ns.sipn "i f. n i" de r. tirars" tempo-
rariamente par., o interior a providncia deiza en-
eart gado de qu Iqu-r neg ci qne He per enc,
J.is uu Souza liaz. Beuire, 10 de Maij de
188 >.
Francisco Jos Fernanda Marcos.
FAZEMKS lUHlTlS
Na bem eonhecida loja da ra Primeiro de
Mnrpo n 20
JINTO DO LOIIVRE
40500, 50, 51500, 60, 605H
de 40, 40500, #, 50500, 60 e
Registro para giz
i, e tamli ni dous
oque de Caxiaa n
Cavall't
Compra ae mu, e taatb m dous eandiciroj
tratar aa rila Duque de L'axi.s u ">:, loja.
Compra-se um cavallo que s.ja ivo c bom an-
dador : atraiar na ra Duque de i axias u. 51,
osinheira
Prccisaas de urna eos uh ira : di Magdalena,
sitio do c muiendad ir Barroca.
taixeiro
Precisa ae de um menino : na iu da Roda nu-
mero 48.
Grande sortimento de madapnlS-s de
70500 e 80000
AlgoJoes brancos, superiores qualidades,
60500.
Saperiores eretones do 320 a 500 o novaau.
Batistes, lindro panrS s, a 200 e 320 rs. o "ovado.
Fusi's bram-os d noval de-enlios a 440 e 500 r-<. o cava io.
Cobcrtaa de ganga, forradas, de dous pann Ditas de ganga reteme, bonitos pa.lr3-8, a 300"(0.
LenQoes de bramante, de linho d- 25 a 40OOJ a nm.
Ditos de aJgodSo de 1 800 a 20500
Toalli.s f lpu las, de tamanbo r- gol r a "i0UOO a duzia.
Ditas grandes para baDlMM a 201KX) Una.
Lengua de algodao de. 10800 a 20200 a duzii.
D;,04 algodao, -ora barra, < 20400 duzia.
i-i '.r'i.1, i-lr, : 300, 400 700 rs. o covadn.
Di'-> .a;. o, 1 ..., 10, 10100 c 0200 o meto.
(rf)rtc8 le Vest: le .T tli" le 200 por 80 (J.i riunapos ae lilil > de 30500 a 60 i "uzia.
Grai'ie var'cdade fie anquinbaa na 20 < 50000.
M-ias craaa para borneio a 50, 60, e 70000 a duzia.
ChaM.bres muito bern preparados, para hou.em, do 50 % 100000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 20500 o covade.
iVlgodao-trancado de dnaa larguras a 10300 Vara.
Bramante de hlgodSo, de qn tro larguras, le 10.00, ll'iOO e 2#000 a vara
Dito do linho dem idem de 20, 20:")OO 30 400-10 a vara.
Leques de p;,: ;, de linios d-senlios, le 500, 8 Merino prMo e azul a 1040' rs. o covado.
Setini tas lisas de todas as corea 440 rs. o eova
Velbutinus de todas as cores a 10000 o nm lo.
Molesquin de cores, bonitos patio s, .. 600 ra o covado.
Ch.les lo algodao a 10200, 10,00, 10 00 2*000.
Guarda p de brim d linho p >rdo a 40 50 68000.
Oxford p ra caminas, lindos padr&Va, a 2*0 >00 e 340 rs, o cavado.
Costumi's para QaahoSJie mar a 80 e 1D0OIX.
Cortinados burda-loa para cama e janelUs a 80 100, 12, 14 o 160000 o p.r,
Granle aortiment de roupa feita para trabalhadorea ;!e campo.
Emarrega'iio-nos tambem te Mandar t z r ou Iquir rop* para homem p
meninos, para o que tem -s um hbil offi^al e um grande sortimento de pannos, briue,
case.niras, etc.
Quem precisar lfl algum artigo bom e barato, .levar visitar de preferencia
este antigo e acreditado est.-ib -l- -im-"ti.
Rna Priuim le Hai'vd i 20
11; i-------

.. .......ni.
aaaaaa


ti
Diario e Periiiihiui*--T Ama
Precias se df orna ama para casa de duas pes-
ia; na ru* Formes a n. 29, esquina do becco
des Ferreiros.
Ama
Precisa-se de urna boa cosinbeira ; na ra do
Macgai-z de Olinda n. 6.
AMAS
Na ra de Pfysanrf n. 20, precisa-se de cosi-
laira e eng' ira, paga-se bem agradando.
Si
Ama
Precisa se de urna boa engommadeira : na ra
Primeiro de Marco n. 16.
A na de le te
Precisa se de urna ama de leitc : na ra do
Lirramento n. 19.
Para ama
ma f. milia estrangeira des> ja c intratar urna
rapariga de 14 a 16 an ios, preferindo-se de cor
{treta, que nao tenha anda servido em caaa algu
na, dando lhe boa comida, roupa e ordenado, o
hsbilitando-a ao scrvico interno de urna casa : na
raa do Imperador a. 46, l" andar, se dir com
qaem tratar.
Ama para menino
Precisa-se de urna ama para acouipanhar uma
familia que se retira para a corte : na Graca tra-
ressa das P< ni.inibucanas n. 3.
Al tigra-se
para escriptorio a sala de detraz do Io andar ''a
rea Prim-iro de. Marco n 18, muit? propria para
escriptorio de qualquer natuieza ; a tratar na loja
do mesmo predio.
Aluga-se barato
1 andar e aimaztm na ruad > Ho:n JesBI n- 18,
e ? andar e armazem na ra da Reetaurae4
31 : a tratar na ra do Bom Jess n. 12, estrip
IM.V.
Aluga-se barato
O 3. andar da ra do loro Josub n. 47.
A casa n. 14."!, rua de Coronel Kaassnm.
Trata se no lrgo de. Corp > Santo n.l'J. Io andar
Aluga-SB
am pequeo sitio murado, com uma escolente
tasa, com umitas nrvores fructferas, c-xc II- ate
aacimba c.jui agua encanada wra esa, com bo-
ito jardim, ra de. Nnaea Machado n. 1, na es-
irada oe ferro de Olinds, muito perto
ds Espinb> iro ; no metmo sitio ton iiucm o mus
jre : a tratar na ra d Fraia u. 70.
Aluga-se
Para morada ou et ibeleciment-i. o andar ter
re* do predio na c.-qnma d. ra Firmosa n. i9.
teas agua c g*z : a tratar na ra do Bom Jema
57, 1 andar.
Altiga-se
Por commodn precj a frente do 1" an! r do
predio n. 11 ra na Commercia, inui'o proprio
par* um ecriptrio ai marcial, a tratar ij mes
ata predio.
"Para cscrifi
.Aluga-se urna b t. la d frute, eorn 2 ouar-
*, lugar frese.i : a tr-'.ar no caes da Cuinpanhia
Pernambucana n. 6.
rosinlieira
uma, a tratar i
Criado
Precisa-se de uma, a tratar na ra da Dniio
. il.
Preeisi-se de um criado par cempras, c re
aata ama para eoainha : na rua do Viscondc de
Albuqueraue n. 21. ebrado.
CIIIAO
Preei^a-se de mn n.e
lino de 10 a 2 anuos
para criado, dando fia
dora siiaconducta; no
3. andar do predio n.
42 da rua Duque de
Caxias, por cima da ty
pographia do Diario.
Plvora
Tende Canil ido Thit;o da <*osra Vello, em seu
deposito rua Imperial n 322. olana, onde tam-
ben venoe tijol- lali ihas. Trlephone n 221.
fe
TICO
/

%
PrenaraQo de Productos Vegetaes
SXTINQO"DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JVIARTINSTBASTOS
Pernamhuv. *
Conipanliia de Edilicaces
0 escriptorio dcsta
compa nhia acha-se ins-
talado na pra^a da
Concordia n. 9, con-
servando-se aberto
das 7 horas da manila
s'> da tarde, em todos
os dias uteis.
Incumbc-se de cons-
trueyocs c reconstruc-
fdcs.
Recebe se informa-.
jtVs acerca de terr nos
na ci^ade c suburbios,
ea re* peito dos (uaes|
queiraisi os respectivos!
(hnos far/cr negocio.!
Xo mesmo eserip'o-i
rio se encontrar* as
amost as dos produc-
tos da alaria mecha ni-
ca do Taquarj ,propr4-
pa nhia.
En^eolio
Tr spassa se o iirn nrtsairnl i do engenbo Santa
Ito^a, na fregneaia da Luz, pert" da eataejta de
S. Loureoco, na via frrea do Limweiro, assim
'imiii; de Jabnafai. ni. va ferr, de Caruar. U
terieuu di > ra tarejar-ae anima mente de d'ius
tres mil p'i b Ce aaaaear. Ab m ie inultas var
zeas t.in mati Wgi m pira aorir r-e novos parti-
d- s. mi'ir a Vdjor. tendo urna machina n^va, de
Boira f rea, e m en las novna e grandes : qm ni
preti ndel-n dinj i-se au mesmo engenbo ou rua
d i IuiDcradnr n. 79.
Ul
1

Leonor Porto
Raa do Imperador
andar
n. &&

rnmi'iro ai.
Contina a execntar os mais difficeis
figurinor ri-cbidos de Londres, Paria,
Lisboa e Kio de Janeiro.
Prima em pe'f ieSo de costura, em bre-
vidade, modicidade en presos e fino
goato.
Lembranya
;;
Para queir. preciaar cs'ab teeer-ee temoa a casa
da rua da Fhiri-otina n G : a tratar no largo lo
Pernizo n. 14
Oiiot lem?
Oar e praia : e onro, prata c
pedraa preciosa.-, por maior preco que .-m ontia
aualquer parle : no 1 and ir n. 22 a rua larga do
&osarn.. antiga dos Quarteis, daa 10 b .raa s 2 da
arde, diaa uteis.
Pillas p ilativas e deporativas
de (ampania
^Estas : ilu!;i8, euj prepai > puramente to
getal, te. rn sidi por mais de 20annos aprireitaWa
ai oa me boro- reoltados naa segnintea molea-
tiaa.: aff <, ', da pe I 1 1 -. h n
kee, e.-ir .l'i.l ^. i hag: s inv .y.iipelas e
gonori i
Mimo (,V-nvi pa i ( por dia, -
aad
da, i j-i ou c
: totae-se ara plala aojantar.
il
m 'i h,m dos
V u-^is ncm ^T^ um si
aarg mea dfeu, pelo que pudera Ser
asadas em v xl.ch
A< HAM-ME \' VKVDA
Xa droiarln de Fr tohrluhu A C.
41 BA DO MAKQU-EZ DEnIJKllA 4l
f) Sr Frain-si-i Al-.e-i dsCoata, eeaunandante
da un di s vap'Tes deata eomoanhn ppado
vir roa i i Mrquez da (linda u 50, afim de
aoaclnir eerto negocio que uto ignora
O
ii
L. E. R drigue.i Viiiiiua mudou s<-u escriptorio
de advng.eia para o 1* andar da rua larga do Ru.
aario a. 10.
ExperimentMii
E ciisant o qm- nenatm
Os eppeciai s licores de gmip' po e enj que se
acham a venda o largo de M. Pedro n. 4T
ngc nho
Arrenda-se o eugeuh Estivas, tito na comarca
do Cabo ; a tra-ar no e.-eiipr rio de Sebattio de
Barril IJarreto, A rua do Coiumercio n. 15.
1'SIQ
hei
ra
Precisa-s- de ujia que sej muito boa pars casa
de dnas pe-aoas estraureiras. Infjrma-se na rua
do Baiao dr ViettTia n 9, livrar a.
Je as ie trata
O Miizeu de Joiaf, rua do Cabnga n 4, rece
beu pi-lu ultimo vapor francpz um esplendido sor-
'imeuto. Pr- cjs muiti aioderados.
Serrara a vapor
Cae ibai-i)< n. '*
Nesni s-rrari encontrara os senliores fregue-
ies nin grande soriiiiiCui > di- pinhid reaina, de
5 a 10 ni- tros de coiri|iriin- uto, e da 0,08 a 0,24 oe
eriga irius ; garai.te-ae preco maia commodo do
que em entra qu Iqner part>-
~ TFiLioiilata!
A pimema ep'-i i Jsente preparada na Europa
em booitoa f- :if|n hos e que se Vi-ndein p-lo di-!
minuto prn;o de 1'O iia cada um, no Largo de
8. I'edro n 4.
Engomniadcira
Prec;s -so com nrc-iiea, parx casa de fnmilia,
a tratar na rua do Viaemirle de Govauua n. 207.
Atiendan
Ten f" para Jogai i a p rila engimmad'
i -ii bu : a trabar na rua dea .Martf-
n. i4H, -* an lar.
Ao publico
m\\ coiipeb'ncia
la na da Imp ratrii n 7ti. ora photoeraphia,
aa- se re rato p.,r*llana a 7/000 a duxi, ditos
anales a ># c.
Antonio B encontrado
(iutro e igna i v. deata data em liante asaig-
iiar 8'' Ibo ia Cmara Braga.
Afvgai o-, 7 de Maio de 1886.
A viuva de Valdevino, da plvora, aviaa ao
res|eiravel jiubli.o e eapeciaimi-i to .ios feua fre-
ueos, que eontii. i no infimu rmo de negocio
lo ien fiii.de niHiH para o que ttin um comple-
tn s >riimeiio de fogflt tud.i inis que du r la
tivamentr o -eu ramo de negocio. ApparcJbo
telrpbumeo3t9
A LA REINE DES FLE IfliS
Ramalbetes Novos
L. T. PIVERjm PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BONHER

Extracto de Corylopsis do Japao
pr^^4rf
pebfumec exquisitos
Bouquet Zamora Anona du Bangalc
Cydoflia de Chine
Stepliania 'Australio
Hcliotrope bl no Crdenla
8oucraet do l'AznitiWhitc Rose o Kesanllk Poly;lor oriental]
Brise de Nice Bouquet de Reine js Prs, etc.
18 C^X") QAL1DADE EXTRA
Depoaitos nas pnucii.'o Peiluiaorias. Pliarmacia- o beii eiroa -o America.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pata ox males de perna e do peito taml>em p. ra
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito n se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle no teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturas recias obra como por encanto.
E'-.sas medicinas fco preparada* smente no Eslabelenimento do Professor Holi.owav,
78, NEW OXFORD STHEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E veudumse em todas as pharmac s do universo.
S& Os enmpraderes sito convidados respeitosarpente a examinar os raCaloa de cada caixa e Pote, se nao teem a
direcCao, 533, Oxfoid 'tr't, sao falsiitacoes.
li^>Vi>V>*>A^V^*^^^^^>Av<^vyvvvvvv^s^^^t^^^^,^^^'vvV'l
DE COCA DO PER
O ?IWHO IKAP.1ABTE que fol c | do DOS hospitaes de Pariz,
e proscripto din! lamente com xito para combato! a Anemia. Clilorose,
Bi^estoes xus, Molestias las vas respiratorias e Snfrsujaecl-
mento do orgo vocal.
Os Medico* rmommmdam-mo ds Pestoat/rocote h-ui-a-tat.exhaiuta pela molestia,
aos Vrlho* c Cria
P" o Reparador das Perturba90ps digestivas
o FORTIFICANTE por EXCE^LENCIA
O VINHO MARIANI HF. F.MCO!T!;.\ EM CASA DE
Sur. MAIIANI. tV Parlx, 41. tauletard Hau ;ouii;i ; XTew-Tork, 19, lut, IIa, Street.
Em Pemambuco : Francisco M. da SILVA t C".
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio da Tharapeutica
(i emprx go em n edicina de Ferro Rabuteau bascado un Sciencia.
AsVerdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
C/i/oi-oxe./liieT/ii", Plido* Cores. Corrimentos, Debilidad*, Esgotamento, Conwdeteeneia,
Fruqmesa das crianfai, DepatiperametU e lteragao dosangut em oonsequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4&6 grageas dor da.
Nem Con netn Diarrhea, Assimilafo com/iietu.
Elixir de Ferro Rabuteau recommcudado as pessoas que nao podem en<:u!i!'
nu'ulir as grageas. Um calix c!e licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criaocas.
Hit Urna explicado detaihada acompanha cada frasco.
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que se
enenntru em cosa dos Droguistas e Pharmncenticos.
M*/ r"R\I\s^\* Approvados pela Junta Central de Hygiene da Corte.
GRA1YS
de Sanie
du doctecr
Fraxck.
\* Aperientes, estomaclilc s, depurativos, contra a
* Falta de appetlte, Prlso de ventre. Enxaqueca, Vertigens,
l Congestes, ele. Dote ordinaria : 1.1 5 graos.
j*t EslglT rsJU'II.M'K'VVJll'ajfl P r"iU' Cm 4 CORES, ca
fJ/ a aii M l i 11 f:^y-"'' ***' usftMtori A. Rouviere en; tiu sicariailt.
Eir PARIZ. Pharmacia IEBOT.
PBPOsrros KM todas as ituncipaks piiarmacias
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de Cascas de Laranjas e de Quassia amarg?
ao PROTO-IODURETO de FERRO
Preparado por J.-P. LAIOS2, Pharmaceutico
PARS 2, Bao des Zious St-a*aal P.11.IS
*PPfOVADO PELA JUNTA DE HTGIENB DO BRAZIL.
0 Prolo-Iodareto de Trro,
bem preparado, bem conservado, prin-
dpaimenle no estado liquido, e d<^
Unas as preparar.')i's ferruginosas, a
queproducosmelboresresuTtados.Sob
a influencia do principios amargo e
tnicos, da casca de laraii|a e da
qua.sia amarga, o ferro assimilado
taeilmente c produz efleito prompto
egeral restituindo ao satigue, a torca;
s carnes, a dureza; aos dill'erenies
tecidos, a activilade e energa neces-
sarias s suas limccoes diversas.
l'on-sii o Xa ropa Ferruginoso
de J. P.Laroze, considi^rado jielcs
mdicos da Kaculdade de Pars, cono
o especifico maia acertado para as
Doencas de langor, Chlorose. Ane-
mia Chlori-Anemia, Fluxos bron-
cos com dixest.oes demoradas, Mo-
lestias escorbticas e escrofuoaaa,
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nclaiIoIUiumondeTii'ia.ijjleOfraaowi oOO
Deposilarlos ci: Ptrnambuetu
lao M. ria SIX-VA 61 C^1
1I'S. Bo 'le.-.iuc Hc^i.hl O Brorl-;
t!ois: Roche-
lort: i rntJo de II dilht -
.rsndc M0i.e.' -'.883.Am^terihim :
*-.!-' 1035.
Exposicaode -rabaiho:.!--'; !. tu
Alimenta -o Rica
ca?r j.
a ra ir
i-.i; icit na .
t

Saavfi
i -
l
-
NOVO
iTHEfflMETRO MEDICO
de Lon BLOGII
(PRmLBOIAIX))
Sifstcma exi'ii-setimt'pl
Que nSo experimenta vnrr-cao alguma
devithi a contr.:cc5o do vidro.
Adoptado pela Aeadenia de Medicina da Pariz
22 de seplembro de I35.
Xttu o kms Ios'rsiBeatM trazar ^s- nr _
Anht %t\ om priatcipntfl Oasu 4e Isarnraontw
Teadi em Gress: 18. roa Afbwy, en PAEIZ
Df potito tai rtnaaiSM :
FRAN- Ai. da SILVA & >C
e as principase PbarmaciaS.
BPIAWWVVgmi
JVlimen-tstj&o racionetl
Ca MES, CRIAHCAS, aMAS C0NV4LE?CENTES
Por uso da PilOSPHATIXA fnlibrea,
PAK1Z, 6, Avcnue Victoria, 6, PARIZ.
asuUrkK ea Pemamouco : FriAN- M. da 811.VA fc C",
EXPOSipSO DE PARS 187o
. 1>F. COSICUKIIO
Cura
de
pelo P do
33- Clry
ffld*4it #m odas as PMarmucuu,
**OllA DF. COSrrjIWO
ASMA

y v
Engommadcira
Precisa so da ucaa cngommadeir.i que execute
bem o servicp : no pateo do Conde d'Eu n. 30,
terceiro andar.
fiMULSAO
l)K
SCOTT
DE OLEO FURO DE
Fiffido de Uacalho
COM
Hyponiosphitos de cal c soiIi
Approvaila pela lunfa de Ily
gicne e autorizada pelo
governo
E' o mclhcr remidi sit h'je desenbe-to para a
Iiio--i iroiK'liilos, cncrophulao, ra-
rhiltM. anemia, eliiliiladc cmecni!,
alefluxoM. loaae elrratie-a e nlTi-eOe*
da peila e da rdanla.
E' muito aaperioi ao oleo simples de ligado do
bao ll;;iu, porque, ulero de ter cll iro e sab -r agr.i-
daveis, possue todas na virtudes n licinaea a nu-
tritivas oo oleo, alm das propriedad'3 t nicas:
reconstiiuinti s dos hypophosphiiGS. A" venda n:ii
drogaras e boticas.
Depos-ito em Pcrnumbuco
Francisco 51 noel da Silva &,
23-RUA MRQUEZ DE (LINDA 23
Euffenho
Arrendu-.ic o cngenhi Cananduba, prximo a
cidade de Jabaat o. bu poseo reedificad i o na in-
portantea braa, e ntendo ateneas trras, maltas
e acode para safrejar L,G0U pes de assaear aa-
im-ilmi 111-. Tamben] se dinas em sitios a vouta-
de dos ermp admes ou rortwoa, tod marg-m
de riach s : a tratar m o c<>inin< ni -d'r Barroca
i in sna residencia oa Magdalena, ou nos saboados
cm dito engenho.
Ei siiio commereial
nilirno > ikx Huno
POR PEDRO MAMA LIAUSU
SO COLLEQIO 11 DE AGOSTO E CA-AS I-ABT ICCLABaS
aVscriptiirat^o mcrcaatil
Curso es- ncihlme tepralico de todas as '.ransac-
coes commercines e bMncari>.s. interiures e exte-
riores, ei ii:-2ii>-chs. cambios, ele.
lrithiueca commereial
Applieada especiaiini-nte upaaacoi -i i-ommer-
ciaes bancaiiai e curso completo de eoi tas cor-
rente com j-jr-s por conta e en. participaces,
em diversas uioedas, adoptadas p<-lo nlto lounner-
cio a os Deos.
Calii^raphia
Cursiva, bastarda reJonda. ail. mao, gi tbica.
Lingua franeeza
Curso thenrici e ortico cun tooS as difficnlda-
des da syntaxe em 90 lcd>. Supplemento de
estudo snbre a svataze, loCUcSca tundiares, idio-
tismos em 30 lines.
Ao commercio em geral
Unearrega se de escripias
atrazadas. escripturacoes de casas eoininerciaea
e de escriptas de casas pequeas ; abertu e ve-
rifcacoiS de livros, balanijos inventaros, cor
respoiidoncia mercairil : trabalbos de cuntabili-
dade e de calligraphia, etc.
Para Iralar. rua la .lrln n. ttS
Hajor l'aulino Pire Falcao
Theodoio Just, sua inulher ilhos, D. Rita
Pin s Faleao de Loyola, seus ^enroa e filhas, e
J i.quin 'us'odin Duarte de Azeveio, sua inulher
e fih is, pedem aos amigos e parentes do s^u pre-
sado so -r pa s avii. maj n i' alio Pires Fal-
co, a earidde da assistirem a missa do tri^esi-
mc dia, qn por -na alna mandan! re ar na ma-
triz di Boa-Vista, s n i capel a do eogenbo Mas-
Bangana, no dia 18 dj andante, lis 8 horas da
maiihjl ________________ .
Bel alanoBnmiS mauc::. rosar urna n isse d
stimo dia do pass imeoto desea par ote o "3:
11 ii -rit Bicalho, na mitriz da 1 a Vista, terca-
fira 11 do con- horas ; e p na este acta
a nvida sg ad gee.
Casas
A agam-se as casi3 n. 4 da rua d > Riaehnell
n ,')i : do Mnn-eiro. enjaa chavifl e^taa
a, casa d. 84 irgador Nunes
__
^1
m %
Compra-se Boa-'- te-Vf li i, Vis-
. Vi c n le de Goyanna, 8.
11, Jasmim, Prazi res a imaaaa-
: a tratar i i rua do Viseen le de Goyanna
n 1, taverna.
Ao publico e com espeialdadc
:io corpo commereial
Eu, abano aa i ta data
comprei mea irme, Jos Cnstod i i. ore
sua taverna, site a Esti la N ra do I .-.
numero, confronte a pstaeSodo Zumb, fregneaia
de Afgadn?. livre e deseraba e qnalqaer
onus : se algnem se jolgar creuor da dita caaa ( -
Batrada Nova) apresi ote suas contas, no praso de
tres dias paraserem pagas, i m .-uia.
Kecife, de Maio di 1886.
Joo Custodio Loiirriro.
B piajor lia irla
Este i porrante eatabele-dmpoto de relojoaiia.
fundado em 18t>9, esta funecionaudo ag ra rua
larga do Rosario n. 9.
0 seu pr.'prietano, enearr gado do regulamen-
to dos r elogias do arsenal de marinha, da c-nipa
nhia dos trdhos urbanos do Recife Olinda e Be-
beribe, da d. Recife Caxang, da estruda de
ferro d" Carua da companhia ferro-carril de
Pernambneo, da associao commereial beneficen-
te r da estrada de ferro do Limoeiro, cercado de
intelligentes e habis auxiliares, concerta e fa-
brica qualquer peca para relogios de algibeira,
de pari-d-, de tenes de igreja. chronometros ma
ritimi>s (dando a marcha), caixas de msica, ap
par'-lhus elctricos teleeraphicot.
O mi'smo acaba de r. eeber variado sortimento
de refugios americanos que vende de 74 a 20
para parede, mesa e despi rtadores de nikel.
Contina a exercer a sua prefissao com selo e
nteresse de que si-mpre deu provas ao respei-
tavel piibiieu e ai s seus collegas, e vende torne-
cimento de qualquer qualidade.
Km frente i'e seu estabelecimento se acha col
locad uin relogio, cujos mostradores tambem pu-
lcra" ser vistos pilos passageiros da f.'rn-earril.
tendsempri-aHORA MEDIA DESTA CIDADE.
deterini ladaa pelas suas ooservaeocs astronorai-
jas. Rua Wrga do Rosario n 9.
Antonio da Costa Araujo.
Yiagees ao centro
D" Olinda parte todns es sabbados. s 4 h"ras
da tarde, par. Iramb por [gaaraaad e G yanna,
urna diligencia; paseagen- a tratar na rua 1 de
Maree n. 1, no Kecife. Viagens avulsas em qual
quer dia, e para qualqner parte a trata ao mesmo
lugar.
Olinda
Aluga-se pr 12(X'0 nn-nsars cnsa terrea n.
22 ladeirado Vnradouro, com 2 salas, 3 quar-
taa, c "Uih i fra, eac.ii.ha e portto paobeceu
ila PoeTH : a tratar no BeCS, rua do irafrio u
36* sobrado
Aula iriisria i fttiiiini
(iiurna e enrluinn
C"ntir.i:. tuheeioaur ni roa di S Jcgf n. 35
bair n do Recife, nina
que ahi nbcir. o ai I ali m de te
aebar c..uipctent-m>ii'c bal i leeoioaare
i i m di ote peqo' ni |ai te v.
Priai ir::.- Ultras
P|
Incumbe se tambem de ieccijuar em c:ishb par
lieulares.
r.-dr EstelliU.
odista

D. Maria Ang'lita exeatta coai toda perfrc*'^
hri Tidhde e m'ilicidaie em precos) qual ni'r tv-
balh'i de e-stura [ raevbiooa d* L inri ea, Faris e Kio de Janeiro. Re-
sidencia rua do Baro da Vicua n. 44, se
giado andar.
Vende ae portoes de frr eradeameatM
para eima de ferro pira por-
tas exteriores, de aros, bandeiras de ferro pasa
portas uit-ri r ;ald<
idieirns de f n carrocas para bois a cavados,
carriiih-s de nulo e rodas para carros s, or pre-
yo eommodj : n i largo do F cte n. !. offi^iua da
ferreiro.
Vende se urna excellen'e taverna no Iarg
de Santo Am iro daa 8 te pan _a
linba de Limoei'o, propna pura qi alqoer princi-
piante : a tratar na meso _
- Vende-se a easa terrea s ta rua Impcria
n 9 : o tratar na rua do t n '1% 1- aa
d r, enm antono Beaerra Ca val cante de A'bu
buerque. __________________^___________.
Casa no Nnnleiro
Vende-se ou alaga se uma casa na
Monteiro, 80 p da igreja, ;i tri ctar na lo-
ja de livros junto ao arco du .-arito Aa-
tonio.
Pecbiiirhas pira acabar!!!
Hua liuqaic de caxias n. 9
Fnstoes de c rea | ara vestidos a O e 320 rs.
o covado.
h tas claras e escuras, 20'1 p 240 rs o dito.
Bargejins diagonal de todas as eres, 240 rs. a
diu.
Alpacas de seda idein idim, a 3t50 e 400 rs. a
dit...
I.s co .i bolinha?, novidade, 560 e "00 rs. a
dito.
Satiuatas superiores, fasenda de tiOd ra., para
liquidar a 100 rs. o dito.
Damascos superiores, duas larguras, 1800 a
dito.
Popelina branca de s'da, 480 rs. o dito.
Sotiiir- muc-tode todas as cor s, 800 rs., 1JOO#,
1J200 e i 100 dito.
Velludilhis de listriuhas, novidade, l|t>0#
dito.
Sedas jiponezas, 4' 0 rs. o dito.
Enguiao para casaquinhos de senboras, alia
4$.r>CO a peca
iii im pardo fino para vestido, 500 rs. o covada.
Falles de novos postos, a 500 rs. o dito.
Camisas para a.-nh ras, as mais lindas que teas
vmdo, a 45'i0 e 5J.
Saias riqusimas, para todos os presos.
Cortinados bord taos, t!$f>00 i- 9S o par.
GaarnifSea de crochet para cadeira e sof, a
85i00
Camisas francezas superiores, a 3i'J e 364.
liramante d>- algadi, o melhor que tem rinda,
1500 o m-tro.
Id in de linhi puro, 2j o dito.
Colchas de corra, francezas, lOO e 25 uma.
Lencdes de biamante muito grande, 2 um.
Cobertas de gaaga, idem idem, 3 uma.
Meiaa rrendadaa para senhora, a 8aduzia.
dem croas, ideas, 8 e 125 a dalia.
dem iugltzas vara horaem, 3551.10, 44 c 54 a
duzia.
("emulas de bramante bord..das, 125000 e 184
a duzia.
Lencos de linho i3h dtizi i.
Ca-euiiras de eores. inglezas, 1540 e 14609 a
covado, com duas larguras.
dem prcuis diagonaes, 15800, 25 e 5440 a
covado. \
Cortes de ditas de cores, proprias p:ira inverso,
a 2500 e 35-
I eui i;:"' tas, superiores, a 45500, 55 c t-
C'iies o tiiot par i eolletes, lindos desenbaa,
24500 e 34.
Id m di gorgorita pretr, a 25 para acabar.
Deposito de algodoes, tanto naoonnaa como es-
tmageir s, superiores madapoloes, brius, case i-
ras de todas s q.ialidades, caeriotea c mermas
para lut >.
Vendas oa erosso, descoato da pra.;;.
CaniOTo da tunha & 11.
O Hua Duque dp Callan 5
Casa em Atbgados
Veinte-si' uma eaea oa rua d Motocolomb a.
07. c m i artos, cosinh* fr.u quiutal a
i acimba em i lio proprio : a tratar na praei da
Iudepeiideuria II. 40.
Carrosa eboi
Vende-a urna car roca de duas r das, propria
para boi e cavallo, e nin bonito hoi muito novo a
manso : para ver e tratar A rua de Pedro Affonse
. Ii8, antiga ru > da Praia.
Aprovcitcni
Vende-se nn.a~boa armaca.i, n. va, para faaen-
d~s un qualquer oUtro neg.mo (menos molhadosj,
) col loe da em bom armazem novo e em urna daa
principaes mas do commercio ; para iuformaf*
na rua u Raugal o. 49, esquina.
i
)
rpn


Diario de PrniamhnmiTcrya-feira 11 de Maio de IS86


i
TINTURARA
OTTO SGHNEIDER
SUCCESSOB
il) Ra de Malinas de Albuquerque 2o
(MIGA RIJA D4S FLORES)
TiDge o lirapa com a maior perfeicao toda a qualidade de estofo, e fazenda ea
peyss ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo
trabal o e tito por meio de macbinismo aperfeicoado, at boje conbecido.
Tintura preta as tercas e sextas-feiras.
Ti~ta de cores e lavagem todos os das.
Grande e bem montada oflicina k alfaiate
DE

PEDROZA & C.
jj# 41Rua do Baro da Victoria N. 41
Nesle bem conbecido estab-lecimento, se encontrar um lindo variado sor
(Unento de pannos, casimira, brins, camisas, punhos, collarinhos, muas, gravatas
tudo importado das roelliores fabricas de Pari6, Londres e Allemanha ; e para ben
servireui aos sous amigos e fregurzos, os proprietarios deste grande estabeleciraenti
}m na direccJo dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espaco de 24
koras, preparan) um terde roupa de qualquer fazenda.
Ra do Bario da Victoria n. 41
(PRESOS 3EM COMPETENCIA)
Os proprietarios do milito conbecido estabelecimento denominado
MIISE DE J0I\S
ito a ra do Cabug n. 4, eommanican ao respeita-el PUBLICO que receberam un
grande sortimenlo le joias 1as mais modernas e des mais apurados gostos, como taro
bem reloo-ios do todas as qtaalidade*. Avisam tambem que continuam a receber poi
todos os vapores vindos da Europa, ofafMfcM novos e vendem por muito menos que en
utra qualquer parte.
MIGUL WOLFF & C.
N. 4 RA DO CABUG----N. 4
Comprase ouro e prata vellia.
A Revoluco
0 48
a roa Duque de Caxias reduzio as vendas
a 25 0(0 de menos de seu valor
Ver para crer
Sctm maco a 800 re. o covado.
Mr ri de bolinhas 4 900 re. o dito.
Lindas alpacas de corra 360 o dito.
Setinetas lisas 400 rs. o dito.
Ditas escossi sas a 440 o dito.
Chitas finas modernas a 240 e 280 o dito.
Crotones finos a 320, 360 e 401) rs. o dito.
Fustio branco a 400, 440 e 500 rs. o d;to
Linn branco a 500 rs. o dito.
Mariposas finas de corea a 240 o dito.
Linhos escossezea de quadrir.hos a 240 rs. o dito.
Rcnaa da China a 24C rs o dito.
ceda de liatras 1 000 o dito.
Damasco de cores a 500 rs. o dito.
rim pardo liso 300, 360, 400 e 500 rs. o dito.
Verbutinas de todas as cores a 1*000 o dito.
Ficbs a 1*, 2*, 3*, 4* e 6*000 .
Cas- mira ingleta de cor a 3* e 4*i 00 o covado.
Dita diagonal a 2 < 2*500 o dito.
Dita de cores a 1*800 2* e 2*400 o dito.
Flanella americana 1*200 o dito.
Toilette para baptisad s a 95000 um.
Punhos e collarinhos para s- nhora a 2*000.
Espartilhos de coraca a 4, 5, 6 e 8*000 um.
Camisas bordadas de linbo a 3OJ000 a duzia.
Camisas para senhora 30*000 a dita.
Ditas de meia a 800, 1*0"0 e 1*400 a duaia.
Times para meninos a 4*000 um.
Casacos de laia 12* um.
Bramante de 3 larguras a 900 rs. a vara.
Dito de 4 larguras a 1*200 n vara.
Lencos c m barra a 1*200 a duaia.
L nc.8 brancoa a 1*800 e 24000 a dnsia.
Lencc'8 de bramante por 1 *800 um.
Cortes de casemira de cor a 3*, 3*500 e 4* um.
Toalhas felpudas a 4* e 6*000 a dusia.
Ditas alcochoadas de 20* por 12*000 a dusia.
Meias para humean de 3J, 40, 5* e 6*0(kr a dusia.
Meias para senhora 3*. 4, 5*, e 6*000 a dita.
Colchas brancas e de cores a 1*800 urna.
Colchas bordadas a 5*000 e 7*5 0.
Cobertas forradas a 2*800 e 2*900 nina.
Mxdapolai gema e pello de ovo a 6*500a peca.
Kedea bamburguezas a 10*00 urna.
Brim trancado a 700 rs. o civado.
Cambraia de forro a 12*000 a peca.
Zefiros liso a 120 o c vado.
Cortes de casineta a 1*000, 1*600 e 1800 um.
Anquinias a 2*000 urna.
Frucas maduras
Vendc-ao diariamente especiaes laranjaa para
m largo de S. Pedro n. 4.
Gifirp o irte
Em vista doa grandes progreasos da idea de que
se gloriam as nacoea civilisadas, o commercio
deve acompanhar esae procrease, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
naeoes ; em /iata do que annuqciam
MART1N8 CAPITAO & C.
1 Roa estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, ea-
colba dos quaes, os anonadantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Qucm nao experimenta, nao sabe.
Venhi.m ver, pois :
Qu-ijos, flamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Chocolate fraucez Menier.
Dito do Maranhao.
Fructos seceos, como :
Passas, ameudoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semf ates novas de hortalizas.
Espccialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e jhery
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhoa tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licorea de todas as qna'idrdes-
Champagne.
Cervej- de diversai marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pac otes.
Cb verde e preto.
Dito perola.
Eapecialisaimo matte de Paran, en. p.
Ainda mais :
Ovas de peize.
Sardinhas de Lisboa em Sairaoura.
Vendem Martins Capitao & I'., ra estreita d >
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Forvnicida capanema (verdadeirn) para extinc-
co completa da formiga aaura. Vendem Martin
Cap tilo & C, ra estreita do Rosario n 1.
GRANDE
40
Gg50i
12*006
800
1*800
500
1*600
800
1*2
1J800
400
200
5

W5


Chapeos e chapelioas .
Sttt-H|l D& ffiDETENDElA -----36 A 40
B. S. CARVALH0 & C.
Proprietarios deste bem conhecido estabelecimento pajtecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes easas em Paaa Mamchester o qjae de Melhor a de
apurado gosto lia em chapclina3 e cbapos para senhora3 o meninas
e das primeiras fabricas de Hjmburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e criancas, e muitos outroa artigos concernentes
cbapelaria.
Flores artificiaes para ornamento de salas.
ZS3
SsuC
93
93
93
93

WT2
es

,;l
I
GRANDES NOVIDAMS
Fazendas finas e modas
2 A Ra do Cabug 2. B
J.BASTOS&C.
Para este estabelecimento acaba de ebe^ar um primoroso sortimento de arti
gas do modas destacndose os que aqui indicamos :
Vestidos meio preparados, de ca.-hemira, ricamente enfeitados ao rigor da
da.
Fantasa rica, bordado a missanga.
F.lo e missanga, alto desenbo em 12 e seda e 13, bordados a retroz, etc.
Cortes dt vestido, 12 florettes unie, combinas2o de fazenda lisa e bordada e
jie modern88ma.
Cortes de vestido em toile d'alsace com bordado a agulha, cores lindas e de
gosto apurado.
Lindissimos cortes de vestido de etanione, com bordado a seda, novidade pal-
pitante.
Etamines, suratos, falles, sedas, setins, cachemiras de todas as cores, creto
es, setinetas e toile d'alsace, sortimento grande.
Leques transparentes especialidades e os primeiros chegados aqui. Recoro-
eadamos ao bello sexo.
Di'os de setim, opulentosortimento.
Ditos de madreperola, brancos e de cores.
Para as Exmas. noivas :
Setim branco Ducbesse.
Surato e gorgurSo.
Guipour branco de seda, fil e rendas para enfeite.
Capeas de cera e de pellica.
Veos de blond, ampios e linos.
Meias de seda e saias bordadas.
Colchas de damasco de seda e de crochet.
Cortinados de crochet e :ambraia.
Lenc.08 de cambraia de Linbo, usos e bordados.
Sedas, setins e merinos pretos de todas as qualidades.
*<
Para todos os artigos que referimos, os precos sao sern competencia.
(Telefone n. 3!9)
Euenlio
Vendc-sc por 20:001'* a quinta e altima parte
dos mgenhos Amaragi d'Agua, Santa Luzia e S.
Vicente, do ter no de Gamelleira, meia k um* le-
goa diatante do engenho central de Ri->eiro, bem
como por preco commode, um gran :e sitio que foi
engenho, no Iguaras. : a tratar na ra do Im-
perador n*. 50, tero iro andar.
Pinho v e riga
Vende-se em casa ae Matneus Austin A (.'.,
ra do Commercio n. 18, 1' andar, da melhor
qualidade e diversas dimeneoei.
lIacIuMTeopabI
Vende se pelos segafntes pre
eos de i5uo at 0000,
ra do Crespo n. 19 Madama
Meqnelina.__________________^^
Vacca de leite
Veade-aa urna bonita vacca tourina na. estrada
real da Torre, engenboca Lasserre.
Excellc|ite casa no
Dfontriro
Vende-se ou arrenda-se annualmente ama boa
casa com bastantei commodos para familia, tecdo
agua e gaz encanados, com um bom quintal ti.do
murado, com algumas arvores fructferas e com
sabida para o rio, por preco muito i azoavel : quem
precisar dirija se ra Duque de Caxias a. 117
que achara cota quemtratar.
Expsito central roa larga do
Rosario n.8
Damio Lima & C, nao pndendo acabar com a
grande quantidade de mercafiorias, resjlveram
anda rma vez convidar aa Exmas. familias e o
reapeitavel publico em geral, que com certeza nia-
guem perd- r enu te np.-, fazendo urna visita
Kxpowiro Central
Pecas de bordados a 200, 400. 500 e 600 rs.
I'nuhds e cularinhos bordados para senhjra a
2 000.
Ditts ditos liaos, 1*500.
Ditos para homem, 1 5 Um plastrn de 2*000 por 1*500.
Invesiv. is grandeB por 320 ra.
Larris para seuhora por 1*500.
Macos de la para bordar. 2*800 e 3*
Lavas de seda arrendadas a 2*500.
Ditas li.-as. 2*200.
Ditas de fio de Escossia, 1*CC0.
Broches para senhora (mo iernos) 1 *600.
Um par de meias para senhora (fio de seda)
G00 rs.
Dito idem* liso, 400 e 500 rs.
Dito idem (fio de seda) l2t)0.
Duzias de baleia* a 360 rs.
Carreteis de 2tK) jai das a 80 rs.
Metros de arqumbas a 160 e 120 ra.
Um par de frenhas de labyrintho, 1*500.
Macos de gramp s a 20 rs.
Metros de plisss a 400 rs.
Lindos passarinhos de seda para chapeos de
sentara, de 5 Um pente com inacripco para senhora, 1*.
Um leque de 16* per 9*.
Brinqnedos para criancas, leques de papel, fi-
tas, bicos de linhe, quadros para retratos, lencos,
tspartilhos, bicos, galoes, franjas com vidrilhos,
eutras muitos oojectos de phantaaia por precos
si m competencia: na exposicao Central, ra
larga do Rosario n. 38.______ ___________'
Fazendasbrancas
SO' AO NUMEO
rna da Imperatrlz = 4
Loja do barataros
Albeiro & C, a ra da Imperatriz n. 40,' ven-
dem um bonito sortimento de todas eatna fazendas
abaixo mencionadas, aem competencia de precos,
A SABEK:
AlgodoPeca-" godoainho com 20
jardas, pe'o' iprevos de 3*800,
4|, 4*5(10, 4* ', bS, 5*600 e
MadapolabPecas de madapolio com 24
jardas a 4500, 5*. 6* at
Camisas de meia com liatras, pelo barato
preco de
Ditas brancis e cruas, de 1* at
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para leucoea, toalhas e
CTonlaa, vara 400 rs. e
Ceroulaa da mesma, muito bem fetaft t
a 1*200 e
Colletinhos r'a mesma
Bramante francez de algndao, muito cn-
corpada com 10 palmos de largura,
n t i
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
Atoaihado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmoa de largura, metro
Cretones e chitas, claras e escuris, pa-
dres delicados, d 240 rs. ar
Baptista, o que ha de mais delicado so
mercado, rs.
Todas estas fazendas baratissimae, na conhecida
loja de Alheiro & C, eequin do becco
do8 j'irreiroa
Algod*. entestado pa-
ra enfoes
A OOo rn. o lSOOO o metro
Vende-se na loja doa barataros da iJoa-Vista
a todo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
m s de arirurau 900 ra., e dito com 10 palmos a
1 ((i o netr assim cnm dito trancado para
to; Ihaa de mi sa, com 9 palmos i e largura a 1*'00
o i otro, lsto na kja de Atheiro ce C, esquina
do ceco dos Kerreiros
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*60, 1^8(10 e 2* o covado
A h- iro (V C, ra da Imperatriz n. 40, vea
dem muito bons merinos pretos pelo preco acim>
dito. E' pi-chiiieha : na loja da esquina do bec
cu di s Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da ra da Iinpemrriz n. 40 vende-se
milito bons espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*n00, assim ci mo um sortimento de rumias
de casimiras, brins, ere, isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3: o covado
Alheiro & G, ra da Irr.piratriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de easemiras ingle-
zas, di- iliias larguras, com o padroes mais deli-
cados para costume, a vendem pelo barato preco
de 2*800 u 3J o covado ; assim como se encarre-
gain de mindar faz^r costumes de casemira a
30<, sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pech ncha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os baratciros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato pr co de 32(
rs o covado, grand'- pecbincha ; na loja da es
quina do becco dos Ferreiros.
Bordados a lOO rs. a pera
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecan de
borda ;o, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou cm cartao corm 50 pecas, sorti-
das, por 5J, aproveitem a peehincha ; na loja da
esquina do becco doa Ferreiros.
Fustes de setlneta a 500 rs o
covado
Alheiro & G ra da Imperatri ven-
dem um bonito sortin ento de fustSes brancos pelr
baratinho i-reco de 4011 e 50(1 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas aa cores a 500 ra. c
ovado na loja da esquina do becco dos Fer
reros.
Cabriole!
Vndese nm ero perfeito estado e porpree
eommodo; tratar na ra Duque de Caxias a. 4<
Camisas nacionaes
A SOO. 3OOOe 8*500
32= L ja ra da Imperatriz <= 32
Vende-se neste novo estabelecimento um graa-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e punhos de linho como de algodo, peles
baratos precos de 2*500, 3* e 4*. sendo fazenda
muito melhor do qu" as que veem do estrangeiro e
mnits mais bem feitas, por seren cortada* par
, um bom artista, especialmente camiseiro, tambes
se manda fazer p ir encommvndas, a v mtade des
freguezes : na nova loja da roa da Imperatria n.
3., de Ferreira da Silva.
A 32
Nova loja de fazendas
59 Roa da Imperatriz = l
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste%ovo estabel'-cimento encontrar orea
eitavel publico um variado sortimento de tasen-
as de toi.s as qualidades, que se vendem'por
recos baratissimos, assim como nm bom sorti-
l ment de n upas para homens, e tambem se maa-
; da fazer por encommeodas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
easemiras e brins, etc
WHISKY
BOYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escossez preferiv
ao cognac ou agurdente de canna, para fortificu
o corpo.
Vende-se a retalho nos h. Ihores armazens
nolhados.
lede ROY AL BLEND marca VIADO cujo no
aie e emblema sao registrados para todo o Brazi
BEOWNS & C, agentes
Ve ide-se por bar&tissimo preco e em muito bom
estado um cabriolet do dous assentos, quatro ro
das e arreios para um cavallo ; a tratar na co-
cheira do Candido, ra da R ida.
Taverna
Vende se a bem afregu-zada taverna da ra
larga do Rosario n. 1, proprin para principiante
por ter i ena commodos ; a tratar na ra larga do
Ko aria n. 14.
38Rna da Imperatriz 3?
Loja de Perra da Silva
Nefcte estabelecimento vende-sC aa ronpas abai-
xo mencionadas, que sao ba- aa.
Palitots pretos de > aiagonaes e
acolchoados, si n .o tuzenaaa muito en-
cordadas, e forrados 7*000
Ditos de casemira preta, de cotdo milito,
bem feitos e forrados 10*000
Ditos de dita, fazenda muito melbor 12*0i0
Ditos de flanclla azul sendo ingleza ver-
dadera, e forrados 12*000
Calcas de gorgorao preto, acolchoado,
oeud.i fazenda muito encorpada 5*50('
Ditos df easemia de cores, sendo muito
bem feitas 6*5Gf
; Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
n-mti. bem t' iras 8*000
Ditas de brim de Angola, de mnleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*081
: Ceroulas de gr^guellas para homens,
sendo muitn bem feitas a 1*200 e 1*600
Colletinhos de greguella muito bem feitos 1*000
Assim como um bom sortimento de lencos de
linho e de algodo, meias cruas e collarinhas, etc.
Isto na loja aa "ua da Imperatriz n. 3
Riscados largos
a too r*. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem se
riscadinhos pr-prios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado
tendo quaai lareura de chita tranceza, e ssif
como chi'as brancas miudinhas, a 200 rs. o
dn,e ditas es curas a 240 rs., peehincha
Iqj do Pereira da Silva.
Fustoes. Mcltnetasi e lazinaa a KO'
rs. o 'vado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a 590
ra. o covado, lzinhaa lavradas de furta-eores,
f-zenda bonita para vestidos a 500 rs. o covade,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas aa
con s, a 500 rs. covado. peehincha : na loja
do Pereira da Silva.
l-riii. pretON a 1 *
Vende-se merinos pn-t-is de duas larguras Dar
vestidos c roupas para meninos a 1*200 e 1*60C
o covado, e suierior setim preto para enfeites a
1*500. a-sim como chitas pretas, tanto lisas como
de lavoures braneos, de 240 e' 320 rs.; na aova
loja de Pereira da Silva ra da Imperatriz na-
mero 32.
Aisodaoziiiho francs para learea
a 900 m., lie l*?oo
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-as
superiores algodozinbos francezes com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lences de nic
s panno pelo barato preco de *HXJ rs. e 1*000 o
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, as-
sim como superior bramante de quatro largaras
para lencoes, a 1 *500 o metro, barato ; na loja
do Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A tS. ilsoo e 6*
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 82, sa
vende um variado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calei-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dito
de moleequim a 4*500 e ditos de gorgorao preto,
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; a
loja do Pereira i Silva.
A
DAS
CORRE NO DA 41 DE MAIO
^ imiURiL! INTRA
O portador que possur um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$,000
Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz, praea da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 11 de Maio de 1886, sem falta.



8
Diario de PernambucwTer?a-leira II de Maio de 1S8<
1SSEIBLEA GERAL




CMARA 04 DIPL'TADOS
pSCaSO DO SB. DIPUTADO COSTA PEBEIEA
NA 8ESSAO DiS 21 DE ABRIL
O r. Costa Pereira:Sr. pre
sidente, serei muito breve as explicares
que vou dar Jamura.
Truta-se da deraissZo concedida ao 3.
supplentc do juiz moni, ipal do termo do
Kx na provincia de Per*rabuco, mu Sr.
Ottoni Pimentel.
Recebi r-querimento desse eidadZo, p--
dfndo que o exonerasse, porque, dizia elle,
estava sendo objecto do ceusuras o s-ra
procediraento E effeetivaraente nZo 80
havia taes crasuna como at orda.ui pan
responsabilisal o, expedida pelo pr silente
desembargndor Rodrigues Chaves. Concndi
a demissZo requerid, e nenhu'raa reclama-
dlo me foi apresentada.
O Sr. A. de Siqueira: -A distancia era
muito grn e, a r-chmacao nZo podia vir
om tempe de ..panhar V Eso. la, tanto
mais qu.nto V. Exc. teve pr-ssa em sa
hir.
O Sr. Costa Pereira : -Sabe-se prfei-
tameute o motivo da minha retirada ; na-
tural e de notoriedaie.
O Sr. A. de Siqueira : --Foi um pouco
apressa'la. s*
O Sr. Costa Pereira: Foi na epocha
competente p.ri cumplir o dever de dipu-
tado. ,
A^ora, Sr. prndenlo, mais duas paia-
vfas.
O resp -ito que consagro ao regiment
desta Cam ra tera-rae inhibido e me inhibe
de tomar parte na dis ussZo de verificaga.
de po Irr*, que o Sr cundid ito diplomado
pelo 13. districto ue Pernamhuco mi.iou,
for- de lempo. Limitei me a oppor lhe hon
tem alguns apartes com referencia exclu-
sivamente a actos da minha adraidisir-gao.
Alguns lw! apartes foram publicados no
Diario Oficial, outr-a o nao foram, natu-
ral nente porque o taehygrapho nao os
pode tomar.
O Sr. A. de Siqueira: Desxei-os tas
quaes; se houv-r duvida a este respeito,
requeira as notas t ichygraphicas.
O Sr. Gongalves Perreira :
vr.
-Vamos ou-
O'Sr. CantZo : -Nragura duvida.
O Sr. Costa Pereira : Nlo lenho fac-
lid.de em irrogar censuras como o Sr. can-
didato diplo nado pelo 13.* distri !to di pro-
vincia de Pernarabuco e por sso nao lhe
attribui suppressao do upurt-s.
O oue de larei, e V. Exc, Sr. presi
dente* bem ouvio, foi qua alguns dos meas
apartes nao tinham si-1 o tomados, natural-
mente pela confusZo que reina na san...
O Sr. A. de Siqueira: Mas, como re-
vi o discurso...
O Sr. Costa Purera: -Racordo-me que
um Jesses ap rt B reforia-se J existencia
de forc policial e n Taearat, a que allu-
dira o Sr. can iidato diplomado pelo 13.
districto c!c Peravmbaco. Disse S. Exc,
que eu tinha envalo forjas para alli, com
o intuito d- impedir que a eleicao crrase
livremente. D-datei, em parte, que toda
a forca existente no lugar, e isto desde
epocha antorior minha administragZo,
nao exceda de 10 pracas, p-ira guarda
da cadoa da villa e servico policial ah, no
importante povoado de Jatob e ora toda
a comarca. Ora, 6 naito tacil erar que
;3o reduzido numero de pragas nao pode
ra praticar afi grand-s d< ligmcias e tro-
pnllias leitor es, qae aqu ^r"a narradas
pelo Sr. candidato diplomado do 13. dis-
tricto de P.-rnambuco. .
O Sr. A. O Sr. Costa Pereira... trop das leva-
das ao ponto de impedir que os eleitores
ntrassein na villa.. .
O Sr. A. de Siqueira d outro aparte.
O Sr. Costa Pereira : -. anda mais,
4e faz- r com que faena privados de exer-
cer n seu dir-ito, tomando se-lhes a sdiid
em torios os reuantos da extensa comarca.
O Sr. A. de Siqueira: Quem era o
protec,*br dos.criminosos ?
Um Sr. Dipatido : -E' urna accusacZo
que se faz sempre. (Ha outros aparte.)
O Sr. Costa Pereira : (Para o Sr. A.
de Siqueira ) Estou espera que V. Exc.
termine... (Continuando.) Deixemos, po-
rm, tudo isto para se- liquidado na ooca-
siZo competente. Hei de entZo mostrar at
4 samedade que, quanto cahia as attri-
buiy5-s da presidencia, concorri para que
a el-ieao, nZo s en Tacar >t, como em
tolos a outros pontos di provincia, se rea-
lizase com a devida regularida le. Nilo
posso r-.spmder por alguns pequeos ex-
CCS80S quo se tenham tilo n esta ou n a-
quclla localidade muito menos tratando-so
te urna comarca que se acha a 13 ou 11
dias de distancia da cidade do R Posso, porra, assegurar Cmara que to-
raei to tas as providencias que foram exig
das p-do servico: direi mais : o tomei at
pr (videncias qu; me firam pedid.s pelo
Sr candidato diplomado do 13. districto
da provincia de Pernambuco.
NZo devo indical as agora, anticipando
o debate que, pelo regiment, s em outra
occasiilo pode s r instituido.
O Sr A. de Siqueira: Eu hei de pro-
var o contrario.
O Sr. Costa Pr ira : Impossivel !
Sr. presidento, quando na sessZo do
hontem o Sr. c*n Iidato diplomado pelo 13."
districto do P.-rnambuco raanifestou os seus
desgostos a respeito di comarca do Titea*
rat, pintan loa sob o r-ginen do terror,
npr-gou, segn lo vej-) do Diario Offici ",
um qualitcativo, que nao ouvi, qu .nto s
mUcBe* que assc^rou trem existido en-
tre oiiin e o tenente-coronel Francisco Ca
ralcauti.
Devo declarar que nZo tenho rle5e
cora o r-feri to tenento-coronel Francisco
Caval anti ; como tambem declaro, urna
vez por to las, quo nao recebi pedido de
qu.dqu'T n .tutez* dess* chefe, local da
provincia (Com forc> e voltando se para
o Sr. A. de Siqueira.) Emprazo o Sr. can-
didato diploma lo p>do 13 districto de Per
nambii'-o, a provar o contrario. NZo te-
nho, nem tive, r-pito, r;lac5es com o te-
nente-coronel Francisco Cavalcanti. Nao
digo isto como expressZo de desestima a
esto cididZo, mas simjlesmeute como asse-
v t iyao de um facto verda leiro e incon-
t'-stavel. N.o troquei com elle una pala-
vra, nao lhe es re 'i urna linha siquer, nem
delle r:cebi carta ou pedidoalgu u.
SCIENCIAS
pomada de estaciSes, os transportes de re- cZo do ministro e sob a dir :eao da socie- do um tratarnPnto ou ainda mais medica-
Arte militar
AO SEBVICO DE SADE Do EXEKCITO FRAM
CEZ EM I.186
Desde dous annos e raeio, decretos e ro-
gulmento8 importantes tm cspocifiado as
uinucias do novo funecionamento ; o sem
propormo nos ana'ysar tota a r-gulamenta-
(Zo em ig>r, indicaremos as disposic3es
adoptadas para as retiradas Itmginquas e o
fue i >n unento das sociedades de soccorrns
aosferidos; expiremos alguns pormenores
relativos i\ 1 material o ao pessoal sanit.irios,
e, tinalmente, p ssuremos e.n revista os
inelhora tientos que a experiencia hoj ad
qmrid-t demonstra nm-essarias (extenco dos
quadros, autonoma mais completa, institu-
c5o de una escola preparatoria de saude ,
para pertaz-r a obra do prgr sso qu- inu-
gurou a lei de 16 de marc3 de 1882, qu in-
do de-idiu q..e o corp de sule :uilitar
funeci maria it'ora a va tt; sob a uuioa au-
toridade do co.ornando.
tirada. dade francjza. Os servicos que lias i n
Os hospitaes de retirada sao sitalos I prest do aos nossos soldados, principal
O servido de siu 'o em no npanh 1 Av te-
se e.u servido da vanguarda e servico da re-
taguarda. O pri ueiro, que compren'fi servido d >s corpos d tropas, as aoibul-in
cias e os hospitie8 df pnupaiiha, j foi es
tuda lo; o segundo dj creayZo recente.
A guerra contempornea caree, para
ab .-.teuer de viveros, municS-*, t.rraau'Ti
to, etc., os Afectivos im.nensos de que
langa raZo, utilisar-se das vias e meioa le
irausp .rte qu- encentra, desde a mai p.
tria at s escalas de atira lores que Be e.n
penham na ac<;ao. Al n di baso le opa
rayo, est o servic> 'la vanguarda;
quem o da retaguarda ; as, eooM le
ne-essidade absoluta qud o serviyo se fci
sem oiffi uldales nem demoras, as om-
missS'S reorganizadoras do exercito frau-
cez determinarain regras pr-cisas para o
fun 'eionament do s--rvico chmalo dar
taguarda, e eollocaram no sob as ord"OS I
u o offi ial g -nr d, directir geral dos ca
minhos de ferro e das estacoes, revea nlo
com o major general dos exercitos, tendo a
mi-sao especial *de estaoelecer e n nter a
c00r.ten.5Zo entre os servicos pirlidos das
estacoes nos diversos exercitos e orgZos
que cmitralisem a direegao dos caminhos
le ferro n > grande qu artel general e ao
minsrerio da g ierra.
/
FOLHEIM
NGELA
POR
Z.7:S3 23 S.35ISPIJ
i Contiuuac XXIV
V. g luroe proseguio :
A ti'lia 1-gitiam goatava muito pouco
do pi e a filha natur 1 odiava-o, isto
indis, unvel; pur-n nem nma nem outra
sci'iit ni'n e i-uiuplice do ass^ssino.. Di-
go scieviemenU e digo-o de industria; por
que Ce du li'-rnier, aera s*b'-r e som que-
rer, tornou o assassinato possiv-l.
Como ? pergunt.m o juiz forinauor da
culpa-
Perdendo a carta de Jayme Bernier,
Essa carta entrava nos mais minuciosos
pormeuores, com rel.ca soinma que elle
levav-. lo licava a ni irada do '-x arma-
dor em M rs-lha. Dava a hora da parti-
da de ars.lhi : a hora da 8Ua partida de
D ion ; a hora da sua lgula a Pariz.. .
En.ti 11, todo !
t Ora, n-9& carta perdida eahio as maos
de um maltrapilho rouit. esperto, quo pro
V U.iu, om inacreoitavel aul>.ci as indi-
c. i,5 dadas, para tmtar fortuna.
< O t>d maltrapilho d-via <-siar sem re-
c^roos. Os quinbentos franc*, achado
com a .arta, permittirani-lhe pag.r a vi^
g.n. de Pariz a. Marselha, depois de Mar-
b. Ilia a Pi.riz, e realisar tudo quanto tinha
resdvido.
* E-w que o ealpado, e ease que
Mupre procurar.
O assassino deve h.t Osear Rigault,
. hefe de segnranca.
O g' ote Ca8eneove, por nlcunha o Va-
a lu estava ausente, como se devem
leuibr^ na occaaio co que o chefe da
est yZo havia feito o s^o d. poimento.
^pK> cs.tj Osear Rigault ? per-
etle.
0\hefo de seguranja, n'um momento
ndi-o ao fa -to de todo quanto os nossos lei-
tor ? j habera.
(. .seneave tomava apontamentoe.
Em suraraa, nZo rae eutendi absoluta-
mente com elle. Desafio o Sr. candidato
diplomado a provar o contrario, assim co-
mo a provar que, em materia eleitoral, me
tiv-sse entendido com outro q.ialquer che-
fe poltico do 13. districto e com ello me
enrrepp'indess* ou com os da nutras locali-
dades da provincia.
Quanto ao qualitcativo, que nao ouvi
hontem, mas que li hoje no Diario Ojjicial,
nZj o levanto. D.dxo o no chZo, e u que
cel.io, essa mal aconselhaia expressao de
lesp to. D-safio, porm, a S. Ex.;, a que
venlia probar que nZo tomei todas as pro
videncias convenientes para manter a or
lera na provincia de P rnambuco, por ina-
neira que o pleito eleitoral corresse alli,
como eorrea, por conta exclusiva dos can-
didatos e dos partidos.
O Sr. Gfoogehrea Perreira e outros :
Apoia lo.
Sr. Costa Pereira: Quanto s de
mais c-nsuras igualmente injustas qm me
f-z o br. .an Iidato diplomado, asse'ero
de novo e com seguridad*, que serZo discu
tidas, mas, como o ptrraitte o regiment,
era te npo competente.
O Sr. A. de Siqueira : E V.'Ex-
nao vota pelo eneerramento.
- E' um tanto vago, disse elle em s
guida, mas parece-ine tora de duvida que
eiu Marselha e em DJon tereraos os veril .-
deiros signaes oo homem era questZo. Com
os pontos de partida que possuimos, julgo
poder-Ibes prometter, senhores, que lli.-s
hei de servir o assassiuio d'aqui a pouco
tempo.
O substituto disse :
R sia interrogar a filha de Angela
Bernier, e o mteresse dast facto tao im-
portante, que nZo pens em faz-r nos sub
stituir por u i a .-ommisao rogatoria. N-
uiesinos irnos a S.int Juli n du Sault, logo
que a mai nos tenha prevenido que a filha
pode p spoeder.
Estou pro opto a acompanhal-os, disse
o juiz t'i.r na.lor da culpa.
O rfr. cliet'e de seguranza pora em
campo todos os seus homens... E preci-
so explorar Pariz > encontrar o tal Os ar
Kig-ult, que provavelm-nte nao deu o 8. u
verda ieiro nome. ... Teoho razo s para
a redit; r qu-- o propno assassino se denun
ciar. U lioiu.-m que, da mais profunda
miseria, p-.ssi a urna opulencia relativa, o
lioniem qtt, nZo tendo com queja lar ha
dona di*B, possue hojetrez-ntos o cineoenta
rail fran os, nao resiste -ele dos praze-
res que o .evora e trabe-se petas despezas
loucab que fz.
A escuna de Pnz passar pelo eri
V3.. r plicuu o chefe de seguranza.
O enipr gado do caminho de ferro an
nunciou qu- um carro perteneente ao ser-
vico da ..lorj,ue acabava de chegir, para
levar o corpo.
Oo magistrados tzeram transportar o ca
d.ver na sUa preseuca, e depois deixaram
a sucao do caminho de f-rro de Lyon.
Angela B-rnier, logo que receb u dn
substituto a assevi-r-cZo de que ella .-aliva
livre, tinha corrido p.ia um lo v..goes do
trem, que, dingindo-se para Marselha, iu
C>n luz I- Saint Juli -n du Sault.
T "I s con.mocri.-8 que s-ntira, tod *
O^ ab los que exp rimeinara, desde ii.auhZ
e a"S qua. s nos s .bi-in-.s que linha r-sisti-
lo com energa sobrehumana, tom-vaiu
agora a sua desforra, esmagavam-a e aul
quilavaui a.
Em pou as horas, quantos acontecimen-
tos terriveis e imprevistos se tinham suc-
eliiO com fulminante r.pidez !
O penuamento la le de um para outro,
provocan lo nella um desvairamento fcil
de comprebender-se.
Emma Rosa, sua filha adorada, tudo
quanto ella amava neste mundo, ferida e
talvez moribunda.
n.nte depois do cerco de Metz em 1870,
irapunhain >. o legislador um dever de gra-
tidZo de aceitar o su concorso nessaa con-
dicoes : ellas sera> uteis princip .1 n-mte por
tra'zerera material, vveres, medicamentos
ddivas naturaes de todo o genero.
III
O inat-rial hospit lciros toi fixa lo pela nomenclatura
i.ffia.l, approval* p-lo ministerio de 1 de
J.neiro lo 1881. Esta nomeo litara m-
lliorou consi ie avelmeote o arsenol cirur-
gico tixado em 1859, mas, anteriora reor-
ganacSo de I3"2, nao pote prever as
oecossidid"S das for naco es sanitarias, que
nZo existiaia quando foi redigila (postos
lo soccorros, hospitaes le catnp.nhi. etc )
A eommiaslo que a estabeleceo, oinquan
to presidida p>r uu mlico, nao er una
commiss) medica, e causa pismo a impor-
tan-i dala, uo3 forne umentos do te upo
le paz e de oanspaoba, aos objectos uteis
nicamente pan a exploracao propri
mente dita, qn.nl) os curativos antispti-
cos, p.ra nao citar sent um exe.uplo,
exig tas pela, cirurgia contempornea, qna-
si que fall vam complet im nte Todos os
carros medi os construidos para a artilha-
ri.i sZj dein .si ido psalos. O carro aba-
nan lo le cirurgia e o chamado da admi
nistraqao nZo corresponden! a seu tira.
Cheg >u o tempo de por o material medico
Depois da guerra de 1870, rfep >is da am harmona com as exigencias da scien
ca c com as .ibrig.cos do servico novo.
Ser mister neceas riamente, p ira conse-
guil-o, proceder do simples ao composto e
cum co de ambulancia, 'tualuent* afectado a
ca la b italuao. ss^ fa co, muito pesado,
que nao po lena na ra-sma occ asiao, tic-ti
diaposiySo das quatro companhas do
gu -rradouiii batalhio, ser ne.-essariamen-
to substituido por urna provisao de cjrati-
vos transportados polos enferioeiros reg-
mentaas das companhas, os quaes, estan-
do neutr .lis .dos e desamados, encon-
tnrZo no s*ccj e o .riuclieiras, vasias de
cartuchos, o Iu^ar aecassario pira roapa
e os medicamentos in-liep msaveis em pn-
meira linha c utizisaveis para cada coin-
paohirf. O molo le procer o carro de ci-
rurgia deve mudar completamente, e nZo
alm da bise da operacZo, p=>rto de c id i
estaedo de estrada, e em cadt estcelo de
guerra, isto nos pontos de onde partera,
dirigiado se para a base de operacZo e o
nterior, os transportespdas estrad.s e vias
frreas; ess *s hospitaes recebara os doon-
tes vin los d is hospitaes te camp mli.: um .
ulti na escolh dos mdicos determina os
qua se enviarZ para longc, os qu' secn
servarZo mais parto, os qm viajarZo pe-
las estra las, os quo sarita transportados
p-las vias fluvi.es ou ra intimas, ou por
va f-rrea. fc para ests ltimos, o medico
lever especifi.-ar qua! dos tres modos de
transpon ser prefariv-1 por trem ordinario
do viajantes, por trem sanitario especial for
mado le c.rros comtruidos espemalment"
para transporte dos doentes, por trem sani-
tario improvisado. Possui nos actualmen
te um matrial permanente quafi:ilita a
tr .nsformacZo dos carros da bagagnns para
loeut'-s tetados. T .las as retiradas sanita
raj Zo dirigidas por ura medico, e o
s-r-deo da sau lo qae avisa to em tempo op-
portuno la ch-g.idi dos eomboiosaes Inga
res da seu d-stini, recobi e hoipit ilisa os
f ritos. \ repirticlo definitiva los doon-
t -a e dos f-ridos nos hospita -s do interior
f iz-sa 8-gnudo plano fix ito pa) ministro
a pe|s cuididos aos director.-s do servico
di saude no interior.
meatos; e quando muito aimitt* se- < qae
fizesse proposic5es > sobre hygiene.
(Contim'a)
VAfUEMDES
No servico da retaguarda, o servico de
saade con8titue mola da pri neira irapor
tancia. O constante transporte lo3 doen-
tes dos fori los, de modo a deixar livre? os
raovimentos das forra ico ts sanitarias da
vanguarda e impedir a amonto ara > dos fe-
ridos ser sempre um dos primeiros cuiia-
dofl do coraman lo do corpo de saade ; a
experiencia de todas as carapanhas tem
demonstrado a necessidade das retralas
1 onginqua s e da dispersan ves no intuito d- evitar forinidaveis peri
g.s que resultara da agglomeracZo.
. O serviqo de saude da retaguarda tem
por raissZo dar hospital e transporte aos
doentes o aos ftidos entre os exerctis era
ci upanlia e a base desses exercitos deu ua
p.rte, ue outra parte entra ess-i
o interior do paiz. E' dirigido era cada
exercito por um medico chefe do servico das
estacoes posto s orlens d- ura general di-
rector das estaque* do exercito que revea*
om o director geral dos caminaos deferro
e das es acoes. Compulse do dous grupos
de formayoes sanitarias destinados : 4 um
hospiulisacZo no lugar, constituido p los
hospitaes de campanka temporariai nte im
mwbilizados os hospitaes e hospicios perma
nentes dos territorios o-cupatos o os hospi-
taes auxiliares creados pelas so ded ules
de soccorros aos fer dos, as sociedades l-
caos ou os p .rti.nlares; 2o, o outn, p.ra a
retirada, e que com preh n le : s hospitaes
de retirada, as enfermaras de gare a de
publicicao asss cooha-iti o prifssor
L ni Lcfort, depois lo Coograsso lot-rna-
ci nal de 1878, o decreto de 3 de julho de
1884 eontir uou os rebultados da experien-
cia, limitando ao s'rvico de retaguarda a
eooperacao que prestar par o futuro
ai s'Trico de s franceza de soccorros aosferidos. Esti est
.utorszai; a auxiliar, e.n te upo da gu r-
ra, o srrvico 'le s.udc c a fazer chegar aos
doentes o feridos os d nativos que reeb6
la ge.ierjs i a le publica. Sabe-se con
que z lo ella deaempenha esta parte, cer
tente a mais importante do sua tirefa
p*n cora os nossos sollados do T'kin.
Ser Ihes-ha p ;rraittido crear hospitaes as
r-taguard >s de nossos exercitos, as pra-
vas d guerri e as localidad-s qn-i lu : fo-
rera design.das pela autori lude militar,
pres-.ir o seu con-.urso, no que diz rsspaito
aos treos da retirada, > eofermarias de
gare o hospitaes auxiliares no territorio a i-
cional. Mas esto oocurso nao pote esten-
derse nem ao servico da vaagoar la, nem
aos hospit*es de retirada. \ socielade
representad i, junto dos oraman Untes de
exercito ou de corpos de exercito, por um
d -lega o ne nea lo por ella, appnvado e
c ira uission ido pelo ministro.- En terajo
de paz, os delegados se correspondera cora
os gen -raes, por intermedio dos mdicos
directores do servico de saude.
A sociedade chamada, pelos seus gran-
des recursos era dinheiro o pela su i ra.g-
niti -.a organisacao a prestar servidos tanto
maiorea qutnto a conejutracao da seus es-
forgos, exerjende-se era ura terrino de-
terminado, nZo p-rmittir a dip>sic,ao da
su as fercos e seu eufraquecimonto em lutis
bis" esteris e era ra-sq linhas disussos pro
vias. 0 campo da bitallu pertence acuel-
las que tm consgralo su i vil ao s Tri-
co lo exercito e aos quaes a exp -ri -ncia
tem ensillado a direccao a imprimir as
forraayo-s s mitarias da primeir- linh; no
semen tao importante da .-tigu.rla, o
zclo da socieda le de soenorros aos feri ios
adiar alimento digno le seu ardor, a ser
poderoso elemento para o bora fracciona^
neiito da hospitalisaqo longinqua que o
fira protend'lo pelo regulamoato de 25 do
Agosto de 18^4, sjbre o ssrvien de saude
era carapanha.
Quanto as delegacoes das sociedades es-
tranheiras, nZo poleirao ser adiuitii.tas a
iustallar se em Franc i sea Zo por autorisi-
Dolente cuor
HABPEJOS
O* flecos de nevo j coro-im as grimpas
das altas montanhas ; os g.-los da desespe-
ranza araortalhain-me o con.gZo! Pal-
udos dias de n>i iha jiaventude, passai In-
vem '.sos (.otadios desta dada sem luz, fu-
gi Rosas da primavera, murchai 1 Lyrios
do esto, iCsCqui VOS !
Eu, acabrunhado pelo tedio, nZo vos
possso gosar
Palillos dias de minha juventude, passai !
Como fl icos do nev eoroara as grirapas
das mais altas montanhas, assim a deses-
perauca envolre o raen coracZo em seu
manto glido 1
*
lllufois, pobres flores ae >"eu cerebro,
morrei! S.mhos dourados da mocilade, dis-
sipii-vos I
O pass rinho canta Da fronde das arvo-
res; a rola aninha-se nogalho da manguei-
ra e espera o seu bem a ato msica
raaviosa o terna de seus rrulhos qu ixo-
so8. O lyrio recurva a corolla e virase
para o co espera do beijo de seu ama-
do o sol, o vivificador.
Tudo ama, tudo espera, tudo er : s
tu, minha alma, nZo espiras, nao caes. ...
Illusoes, p ibre filhaa de raeu coragZo,
morrei! lnhos dourades d^ mocidado,
disssipai-vos 1
*
A natureza ri, o mundo cinta; minha
alma se entristece, eu s-israo.
Engaos, illusoes, utopias, sonhosazues,
ci.nsteilacoes rubras do da mocidade,
dlu ninai a touebra escuridZo de meus
das !
Nada! tu lo negro como o pensar dos
criminosos.
Calmos dias de urna existencia melhor,
rinde I Roseas auroras de um viver mais
f liz, diaponrai 1
A natureza r, o mundo
alma se entristece, eu scisrao !
canta ; rainna
Jayrae Bernier, seu pai, morto pela a -a
ilo ass-ssino e trazendo anda essa faca-ra
va-ia no peito.
Femando de Rjdyl, o autor da sua in le
lev**] vergonha, o seu seductor, o seu uni.o
amante, encontrava-se do repente era f^ce
d.-lli, depois de terem decorrido dezesete
annos.
Finalraent", essas aborainaveis suspeitas,
ssas sospetao de pi.rricidio que, por ins-
tantes pesara sobre ella.
Havia alli, sera eontradicao, mais do que,
era n.-c. ssario para abalar o cerebro o mais
solido.
Sozinha n'um compartimento da primni-
ra classe, a bdla h.rvanaria nZo contiuuou
comsigo inestno urna luta intil.
Oecultmdo o rosto as mZos, entregou-
80 passivam.nte prostracao desesperada,
que se apod-rava dell* e desatou era solu-
Vos.
Nunca soffriraentos hiviam silo maiores,
ni..is pungent-s e menos merecidos do que
08 SeUS.
Meu Deus, Senhor raeu Dous bal-
bu iou ella, eitquanto qua gross.s lagri
mas lhe corrum por entro os lelos, que
nova desgrana no resta ainda supportar?. .
S ha u ua, que possa at'ingir-me, mas a
essa nZo poderei sobr -viver. encontrar
minha filha raorta quan 11 chegar I Tenl.-
pieda lo de mi n, in-u D-U8 As minhas
f ras esta a abadas, vos be o o sabis I...
NZo me castiguis tao cruelmente
A idea da possivel raorto do ESraraa Ri-
sa redobrou as angustias da pobre mi, e
o amargor das lagrira s e dos solucos aug
mai tou
Na febre que lhe queiraava o sanguedas
veias, o trem p .re a lne mar har mais de-
vagar do que um tacre.
. Us ninut .8 pareca.n-lhe longos como
hor .s e as horas lo igis co no o dia.
O trem p -rou, por fira, na estacZo de
S iiut Joli.-ii du Sault.
Oivmdo pronunciar aqu-lla palavra, An-
gela abri a porta e desoeu do compart-
ment que oceupava.
O .hefe da esta9Zo acha va-so na plata-
forma ci desembarque era frente ao es-
riptorio.
Ella dirgio-se para elle.
Miuha filha, senhor? Minha filha,
disse lhe ella com entonayZo supplcante.
Minha filha est ai ida viva ?
Vendo e escutando aquella mulher an-
gustiada, 0 chefe da es'-a^ao ooraprehendeu
logo que estava em pensetiea da desgrana-
da mi, de quem tinham. algumas horas
cora
turidamos que os mdicos, aos quaa.s ora
incumbo o cuidado dess reformas, se
mostrem na altura da inissilo quo lhcs foi
eommettida.
A pub cacao do Formulario pharmaceu
tico ue 1884, a constituicao do material
uecessaro para formar trens sanitarios im-
provisados, a al ipgao recenta da tanda-
barraca Tolletp.ra os noSsos hospitaes de
ampanhi, provara que a medicina militar
franc za Baba hoja, como nos tempos dos
Pcr.y e dos L rrey, oonservar-se ao nivel
ios progressoa da ciencia ou indicar-lhe
novas veredas toda a Vez que ella evolu-
ciona livre ueute na esphera que consti-
tu seu dominio legitimo. No dia, que jul-
garaos prximo, era que o servico admi-
nistrativo nao tiver mais de prever as nc-
cessiJades em muteru.es do servigo de
saude, areorganisacZo desse material s r,
por assim dizer, detinitivo.
IV
rt. situayao do medico militar no exerci-
to foi conaideravelmante modificada pela
I i de 16 ta Mireo de 18S. Antes desta
poca, e desde longos annos, elle perten-
ceu aos corpos de tr>pis ou aos hospitaes
e, a despeito da assimilajZo aos postos do
ex- rcto, qua lhe fra concedida desde
lft60, elle nao possuia nenhum poder dis-
ciplinar sobre a tropa militar, e, em toda
a circumstanci.i, era conservado em tut-1-
la ; o tira evidente da regolamentacZo, a
que estava sujeito enta >, era impedir de
sabir de ssu pap 1 de prati.-o, pr.-screvan-
antes levantado da linha a filha ferida e
lesmai -da.
Socegue, minha senhora, pego-i in.
Estas poucas palavras, era lugar de se
ron ir Angela, feriram n'a era cheio oo co-
r.cZo: sob a influencia da ideas lgubres,
julgou achar ndlas o annuucio de u na ca-
tastrophe e deu ura grito despedagador.
Ah I minha filha morreu... balbu
ciou ella.
E, br?nea como um lencol, cambalea-
rara-lhe as pernas e pareceu que ia des-
raaiar.
Engaase, minha senhora, gragas a
Dous, exclamou o chefe da es a "ao, tra
tan lo de a amparar. Sua filha est vivae
vivera, asseguro-lh'o, porque a ferida nao
mortal. 0 rae tico, que nZo ousava pro
nunciar-so, est -gora completara, nte tran-
quillisado o respon le por tu lo.
O rosto de Angela illuminou-se repenti-
nam uie.
Un brilho desprendeu-se-lhe dos olbos.
Appareceu-lhc nos labios ura sorriso de
.x.>rcs-ao ;elestial.
Levou as duas mZos ao peito, no iugar
do uoracZo.
Ella abafava. Como a dor, a alegra
multas vi-zcs ma:a
Esta crise nZo durou mais do que um
reUmp-.go.
Onda est ella, senhor? Ood est
ella ? perguotou a b< Ha hervanaria cora voz
que a coramocZo tomava apenas distincta.
P.-go-lhe. O senhor, que ac.bada rae dar
animo, conduza-rae perto do minha filha.
Ella nao est aqu, minha s> uliora.
Nao est em S-int Julien du Sault ?
Queira perdoar, miuha senhora. a
menina trama Kosa est em Saint Julien
du Sault, mas nao na eit.gZo... Fu oo-
iuzi U para ca3a da familia de ura aos
a uigos ntimos do sobnuho da Sra. Fon
tana.
A Sra. Fontana est aqu ? perg.m
tou ira mediatamente Angela.
Sira, minha senhora, ha du.s hor.'.s
e como a sua eh-gada foi annunciala por
telegramma, ella espara-a, oo mou g.bne-
te e vai conduzil-a para junto de sua tibia
Cueira seguir-me, minha seuhora.
A b II hervanaria acorapanhou o chefe
da estagZo.
Vendo-a entrar porta, a professora de
Laroche correu para ella e eatendeu-lhe os
bragos.
Angela deixou se cahir nelles, chorando.
Miuha filha... minha filha, balbu
ciou ella, com voz abafada pelos solucos
Coragem e tenha esperang, minha
Amor, canto da vida, esperang, luz da
alma; entret'-eei raeus dias de flores, de
lyrios; relvai o chao por onde passe de
magnolias e dhalias, de cactus e violetas J
souorisai raeu viver com um canto adhulio...
Amor I meu peito st-nte-te e tu nZo o
sentes I
Espemnga! minha alma, tu fechaste-a
a teus etAovios
Dors, alanceai-me o coracZo j dorido !
pezr-res, feri-me bem em cheio I Desenga-
o, ceva-to eu meu peito! esperangas
mortas, povoai-me a mente !
Esperar Esperar! A oar e soffrer !
Amor, mea peito sent te e tu nao o sen-
tes! Esperanga, b.nha minha alma, que
tu fechaste a teus effluvios !
o
?
Tu, smente tu, o lyrio d? minha alma,
podias-me trocar os prantos e!e morte em
cnticos de vida.
Um sorriso tau e em troca a minha exis-
tencia 1
lias nao 1 Eu sou o Tantolo cierno da le-
genda I e tu.. tu s o meu martyrio, tu
s o meu supplicio, tu s a minha dor.
Passas serena e magestosa e nem vs a
teus ps, a beijar-to, a fimbria dos f.dhos
do vestido de escurailha, o .'esgragado, o
loueo que te ama tanto, tanto 1. ..
Tu s a f-licidado sera dores; eu sou a
dor etern sem felicidades !
Tu, someate tu, o lyrio sr.nto, podas
me trocar os prantos da morte em cnticos
de vida.
Um sorriso, ura s, e era troca o raeu
viver, a minha existencia iuteira I
8 Maio 86.
Tu. Freir Jlntior.
cara s:ihora, replieou a lia de IVao. A
pobre ra-nina nao corre o menor perigo..
D'aqui a p meo vai abragal-a.
- E fique certa, minha senhor?, aceres
centou o ch- te da estagao, que a sua visita
ser mais prove'tosa menina Eraran Rosa
que todos o medicamentos e todos os m-
dicos deste mundo.
- Veuha, minha amiga, disse a Sra.
Fontana.
Depon, agarrando no brago de Angela,
trouxe-a par fra da estagao.
A ferida mi cabega, nao verdade ?
perguntou a pobre mai.
- E'... a testa da pobr.i menina ba-
tea de encontr a ura marco kilomtrico
da linha.
E jura-rae que essa ferida nZo mor-
tal ?
De crto, juro-lh-. Alera disso, de-
ve-o percebe! no meu rosto. Estaria eu
taosocegala ss Erama R sa estivesse em
perigo? A principio o medico tema con-
plicago s.. qualquer cousa, como un der-
rama uento cerebral, mas deu-ihe urna san-
gra e fia tomar urna pogZo, que raagi-
rZo raar.villi .sara-nte.. A querida meni-
na acorlou do longo des tiaio que tevo e o
pergO nZo existe mais
Entao, ella tornou a si ? perguntou
ngel- cora animagZo.
Tornou
- R coolieceua ? Fallou-lha?
Nao.
Por que ?
O medico prohibe qualquer corarao
gZo.
EntZo nZoavejol... disse a bella
hervanaria cora angustia.
Ha do vela, sera duvida... mas,
conformndose com as prescripoSes do
doutor.
Pois sira, conforraar me hei religiosa-
mente .-ora ellas., quo minha filha viva,
eis tuto qu>nt>i p-eo a D-us!... Quando
es^er. nas onsequeacias terriveis que po-
da ter i-sie orl.u-< I
Esse crirae f' repetio a Sra. Fontana.
T ve porveutura certeza era P.nz qua e
tratava de ura crirae e nZo do ura acci-
dente ?
Tiv esia certeza, respouaeu Ang-U
cora voz surda.
E como ?
Na estacZo de Pariz, no comparti-
mento em qua* E-ama Kosa tinha entrado
era Laroche, achou-se Vira hornera assassi
nado.
A Sra. Fontaoa nZo pode suster um gri-
to de espanto.
__E' horrivel I proseguio a bella herva-
n.ria. O raiseravel que as|.issinou esse
hornera quiz matar minha filha.
A professora, pallida como urna raorta,
tinha arripios em todo o corpo.
O esoanto gelava-a.
Aqu julgavam que era ura acciden-
te, disse a Sra Fontana, depois de alguns
momentos de silencio ; e comtudo meu so-
oriulio tinha desconfianca.
Seu sobriuho I repetio a bella herva-
naria admirada. EntZo s-u sobriuho est
em Saint Ju.i n du Sault '?
Esta. Veto para urna cagada oue ia
fazer cora um dos seus amigos. Esta ma-
nda, antes de amanhecer, segua em com-
panliia desse amigo o tragado do caminho
le f rro, na occasiao em que a nossa que-
rida E nma Rosa cahia na linha dando um
^rito despedagador. Um f liz acaso, ou
antes a Providencia, condumio LeZo para
esseslaios, oque lhe peru.ittio arrancar
Brama Rosa d-. urna morte eru ; porque
ella t ri.. niorrido infallivelra-ute encerrada
na n vo ou .-smagada por nlgu.u trem.
Angela poz as mZos e exclamou ora in-
diziv 1 impulso degratidZi:
Ah I que seJ3 mil v.-zes ab.ngoade
aqu'dle que salvou minha tilh* !... Como
eu o vou amar !. .. Devo-lh- tudo.
A Sr... Fontana, apezar d .s .-u .s pr?oc-
eup muito pra star corapletam 't tranquilli-
snda) p-nsava uo amor de L Zo p >r Emma
Ros .
.-e.itio s- s,itifeta, por ver que a ana nar-
ragao f zi nascer do coragao oe Angela
um profun lo reconhecimento para co.n seu
sobriuho.
A bella hervanaria disse :
E em casada taraili. do amigo do
s.-u Sobriuho quo se acha a minha ,u.-rida
tiln..h /
E' o esa do Sr. Dharville, para on-
de a ir nsp -rtaram.
(J.i uo poderei eu pagar as i.i tas de
eor.cao qo .abo de contr tur?... n.ur-
raurou Auge!..
E.Hquaoto troeavara as palavr-.s que aca-
bamos 'e r.-pro iuzir, as du .s s nhoras ti-
nh m au.aiu (iepressa.
Esta va u perto da morada da tamilia
Dh.rville.
- cis-nos chegadas, disse a Sra. Fon-
tana a cabo do um minuto.
Angela poz-se a tremer.
Cau.balou, e a professora foi obngada
a sustel a eroquanto subiara os dsjjr-s qae
conduziam entrada. (ContfaHor-waa)
Typ d>> Diari; ra Uaqua da Canas u. U.
a>
v
I
-
I
I
I
l lumia \


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