Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19537


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'*
AMO Lili---NUMERO 105
PARA A CAPITAL li LtARS ONDE NAO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantado ... ..... .
Por seis ditos dem...... .........
Por um auno dem. ....
60000
12,5000
Cada numero avulso, do mesm<> da.
!400
100
9 BE MAIO E 1
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adianudos...... ...'.. 13^500
Por nove ditos idem................ 20,5000
Por um anuo dem................. 27000?
Cada numero avulso, de das anteriores........... 0103

DIARIO DE PERNAMBCO
pr0pricra> te Jlatwe Jiptrira &* -faria & S\\os
TELE6RAIHAS
SSS7I53 PA3IIWLA3 23 2IA5I0
RIO DE JANEIRO, 8 'de Maio, s
3 horas e 20 minutos da tarde. (Rece-
bido s 4 horas e 35 minutos, pelo cabo
submarino).
A Cnmttra do Depaladon nao func-
cionon hoje.
. A I. commlMo de inqaerito
unanini e ea reconnecer cono depa-
lud peto 13. diatricto de Pernam-
Imic-o o Or. Alfredo Correa d'Oliveira.
Mom Irnbalbos de*a commiMo.
bojei o IIr. Freir de Carvalho juttli-
Mcoo um reqaerimento obre neg-
Ion de Tacnrat.
Faliaraui os Uro. DelUno e tlfre -
do Corroa.
A qicu*o lirou adiada.
i Especial para o Diario)
AT1IEXAS, 7 de -Maio, tarde.
erMaiindo o Sr. Usijanuy*. pre-
Midenlc do conreino de ministro*.
m nao tu-ceJer instancia da
grande potencia europea, o* ple-
nipotenciario da nure ignata-
ria do ltuuxvm e preparaos para
deixarem aeaa poto.
PAlil, 5 de Maio.
Corre o boato de ter o saUi ete
grego dado a aua demio.
ATHENAS, 7 do Maio.
Aa grande potencia* da Europa.
roincxccpi.au da IVanra e da Bu
ia. mauJaram quinta-feira tarde
au gaverao helnico urna ultima no-
ta aliin de cjividal o V mandar pro-
ceder o desarmamento da tropa.
LONDRES, 8 de Maio.
I iu teleuramma de Haugoon an-
uencia que um coniderael incen-
dio dcalruio mase cumpletamente
a cidade de Mndala, na Birma-
ia.
Cerca de -1:000 caa forana quei-
madaa.
CAIRO, 7 de Maio.
Molame a -: uair freale de um
exerclto dirie-*e para alongla.
ATUJA'AS, 6 de Maio.
redoso .epreeniante da gran-
de potencia europea, com excep-
r;i do da Franca e.da Baia. aban-
douaram a cidade capital como de
montracao de interrupcao da re-
laoe entre ua naede e o goxer-
verno junto do qual cta*am acre-
ditado.
emente-e a noticia referente
denaiao do ministerio.
PARS, 8 de Maio, s 3 horas da tarde.
' difllcil formar juizo egoro da
nituaco do Oriente, em vita de se-
rem contradictoria* a noticia que
d'ali no chegam.
Agencia llavas, fihal em Pemamhuco,
* de Maio de 1886.
IHSTRUCCIO POPULAR
pressavam symbolicamente os pagaos, pela suc-
cessiva inferioridade dos metaes, a pro^ressio as-
cendente em que a pervertid le d >s turneas foi,
com o correr dos secutas, aubstituindo a innocen-
cia primitiva].
A gratidio especial de Sutum > para com Jano
revelou-se anda em Ihe outorgar o conheeimenu
absoluto, tanto do passado com > do futuro. Ah
est o motive porque Jana>se representa com duas
caras, urna na parte anterior e outra na psterior
di cabeca. Os romanos eai tributo de veneraci
comraemorarara lhe o nome no m"z de Janeiro (em
liitim Januarius) e consagraram ihe um temple ce-
lebre, que se conservava sempre techado durante
a paz e aberto einquanto havia guerras.
Saturno, como >yrabolo do Tempo, representa-se
ii i figura de um velho com urna foice na mao es-
querda para indicar que o tempo tudo deslroe ;
na esquerda pintam lhe urnaampulheta par signi-
ficar que o tempo corre depre-isa, e ainda is.o
mesmo que denotara as azas com que frequente-
ineute o tiguram ; finalmente collouain lhe tambera
aos ps mna serpente encurvada em circulo e mor-
deudo a propria cauda, como significativa imagem
d que a evolucio dos teinpos se effectua n'um cir-
culo continuo e perpetuo.
Em honra de Saturno celebram se no mez de
Dezembro festas solemnes, a que davam o nome de
atnrnaes. Emquanto ellas duravam, o senado ro
mano interrompia as suas sessoes, fechavam-se as
escolas, e nem mesmo podia ter lugar n'esse pe-
riodo execucio alguma capital. Mais ainda : nos
cinco das, que as festas duravam, costumavam os
amos aervir mesa por snae propri<8 mios os seus
escravos como demonstradlo de que sob o reinado
(infelizmente curtissimo) do bom Saturno todos os
ii ,m -no eram iguaes.
C'ybel". filha de Urano e esposa de Saturno, ha-
via sido, em pequenina, expista no monte Cybele
(na Pbrygia) ; as leras, porm, longe de a elevo -
rarem (cjmo pretenda quem all a abandonou),
encarregaram-se de creare dea ,-mainentar ; des-
t'arte escapou ella milagrosamente raorte que lhe
h iviam preparado, c em curara-raorac/io do facto
deram-lhe por nome a propria denomin telo do
monte em que este prodigio se verificou. Tambem
lhe chamavam Ops e Kha. Tanto na Grecia e
na 'talia como na Asia o seu culto cstava muito
vulgarisado. Tiuha por sacerdotes os Creles ou
Corybantes, 03 quaes celebravam as festividades
da Ueusa daucand) au som de tambares e cymbalos.
Pintain-n'a os mythologos sob a figura de urna
grave e robusta matrona vestida de verde e senta
da n'um carro puxado por qaatro lees : adorna-
lhe a cabe;a urna corda de ful has de carvalho, on
urna serie do torres circulamiente dispostas era
forma dediadema. Enun-lhe consagrados o pinheiro
e o buxo. Em seus altares sacrifieavam-lhe touros,
cabras e porcos, como emblemas da fecundidade.
Ha quera confunda Cybele com Veata,confusao
que de resto na ray thologia grega romana se en-
coutra uinda com respeito s outras diviudades.
Assim, por exemplo, Cybele recebia tambem cul-
to religioso sob a designaoo ae Titilas (Terra,)
quando atnal de con tas (como cima se disse j,)
a verdadeira Telltu era aua mai Titea (esposa do
Ceu). Note-se, porm, que a tendencia de grupar
na mesma entidade attributos de entidades diver-
sas prop.usao muito commum do paganismo
grego romano. A verdadei.a Vesta, de quera a
seu tempo nos oceuparemoa, preprumente filha
de Cybele.
Cybele, quando Saturno expoliado do throno por
seu filho Jpiter se refugiou nos tstados de Jano,
dizem os rayih dogos que acompanhra seu eapoao
Italia e que tomara parte noa beneficios com que
Saturno concorreu para a civilisacao d'aquelles
povospelo que ella era tambera venerada sob o
significativo epitheto de boa deuta.
(Continua.)

JiYTHOLOGIA ._
(Exrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO K DAS E8COLAS
Saturno e Cybele
(Continuando
Saturno, privado da coroa, refugiou-se na trra
csaclhendo para residencia a Italia, onde entao rei-
nara Jano que o acolheu com a mais obsequios i
hospitalidade c at reparti com elle o mando di s
seu estados. Saturno, grato ao fagueiro ag-isa
Iho qne encontrara na trra, ensinou aos horaens a
arte da agricultura e deu-lhes um 1 odigo de leis
virtuosissimas. Foi esta a quadra mais ielis na
axistfncia dos povos do Lacio.
A paz que entao reinou alli em toda a iqa pl -
uitude e a pureza de costumes, que caracterisou
esta epocha de civilisacao, fizerara com que os
poetas lhe. chamaasem idade de ouro (A es oc-
ederam :ia designacio doi tfemp '8 a idude pda ra
ta, a idatle i bromee e a idadt do ferro; asaim ex-
ni -1*1
MRTE UfflCIIL
Cioverno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 7 DE
MAIO DE I8t0
Hachurel Aureliane Ferreira de Carvalho Ven-
tura.Eiieaminhe-se, devendo ser pagj o porte
n;- rep irti^lo djs crrelos.
Anacleto Mauricio de Senna.Nlo ha vaga.
Amel'a Mara da Conceicao Kamus e Luiz Pi-
in Tit<:l Kibeiro Gama.Iadeterido.
Candida Lope-> de liveira Mendon^a. Defe-
rido com officio hoje dirigido Reparticao das
Coras Publicas.
C'ard 180 &. Irmao. Deferido.
Ernesto Epaminondas de Loyola. Intorme c
Sr. C'iminau lante superior da Guarda Nacional da
c( marca do K< cife.
Francisco Leite Nogueira Paes. Informe o Sr.
e; mmandante do Corpo de Polica.
Coronel Francisco Camello Pe^soa de Lacerda.
- Sim, satisfeitos os direitos fiscaes, foros em di-
vidas e procedidas as deli^encias do estylo.
Dr. Francisco Jacintho Perera da Motta, Jo.lo
Rodrigues Moura e Mara Francisca da Concei-
fio.Iutorme o Sr. iospector da Thesouruna de
Pazcnda.
Gouveia & Oliveira.Remettido ao Sr. inspe-
ctor do Thesouro Provincial, para fazer cumprir
de accordo com a sua informacao de 30 de Abril
ultimo, > bu. 604.
Gustavo Augusto Cardoso. Ao Sr. Dr. juiz
d- direito das ex cuclo criminaos da comarca do
Rec te, para prestar ao requerido a consideradlo
(ue merecei.
O mesmo dem.
O mesmo.Reme tido ao Sr. Dr. ch;fe de poli-
ca par que o adminitrador da Casa de Deten-
c&o atteste q a-rendo. _
0 mesmo.Providenciado.
Jos dos Saut.s Souza. Nao tem lugar o que
requ r.
Coronel Jos Thomaz Oeanlves. Remettido
ao* Sr director do Arsenal de Guerra para man
car forneeer, nos t'-rmos de aua informacao n. 271,
d-23 de Mire ultimo.
Juini- de Alouquerque MelloInforme o Sr.
eoiniiiandan'e superior da Guarda Nacional da
com -rea de Bom Cons Iho
JoAu R 'drigues de Moura.Nesta data dirijo
me ao ministro da guerra, sobre a pretencao do
bU|tpllC*nte.
J.iaquim Firmo d O iveira.Em vista das in
formaco.-a do e igenheiro ch--fe da li -pai ticao das
Obra- Pubocas insp ctor do Thesouro Provin
ciai dAu tendo supiilicante provado os pnjui-
MM allegad .s, na) tem lugar o que requer.
1 e tico f'auliuo Maiaquias.Sin, mediante te-
0100
Serafim Leit rei o d-ttex Piques piri 'oforin r.
Sebastian Tacares de Oliveira Bra.dao. Sun,
em ista do par-ei-r da junta m dica.
U- b .1,0 Jos Com ia Prove o que allega.
S-crt.ria da pr-MiencM d Pernatnbu
eo 8 de maio de Ht.
O pnrteiro.
J. L. Viegas. *
Repai llco da Polica
Seeqifi.' N 4(51. S retana da Po
i a i.e Peroaiobuco, 8 de M^io de 1886.
-Illra. e Ekio. Sr. Participo a V Exc.
que forans liout-m reooibid >s na Casa de
et.iicao os B-guintes individuos :
A' roinha or ieui, Domingos GusroSo da
Paz e Mana Francisca da Conceicao, alie-
nados, at que se offereca opportuuidade
de sorera transferidos para o asylo da Ta-
marineira.
A' ordem do subdelegado do Santo An-
tonio, Rjs;iltri, es ira va de Mtnoel Tava-
res ds Costa Martias, a requerimento de
sou senhor ; e Franoisso de. Ponha Saatos,
conhecido por Baeia velha, por distarotos.
A' ordem do do I" distcto de S. Jos,
Antonio de Souza Pereira, por disturbios ;
e Libaaio Jos de Sant'Aaaa, por crim
de ferimentos leves.
A' orJem do do 2o districto do S. Jos,
Manool Antonio dos Santos, por distur-
bios.
Hontem, s 8 horas da no:te o no lugar
denominado Nova Doscobjrta, partencen-
te ao diatricto da Torre, o individuo de
nome Joo Moreno de Siqunira aggredio
ao offi:ial de justiga Conrado da 'oasaca
Si va, em quem descarregou duas caso-
tadas, sendo mu na fronte e outra sobr
o olho esquerdo.
Em auxilio de Conrado acudi nra mo-
rador dalli, de nome ^.maro, coaseguindo
livral-o de seu aggressor, quo tevs tempo
de evadir se.
O subdelegado do districto to non co-
nhecimento do facto, fez a vistoria no of-
fendido e abri inquerito.
Hontem, s :"> 1)2 horas da tarde, L'j 1
nio Jos de Sant'Anna e Antonio Gual-
berto Coins travando-se de razos, na ta*
verna do Montciro, foram vias de fac-
to, resultando o primeiro dar urna focada
no segundo.
O offendido foi vistoriado pdo Dr. Car-
neiro Leo, que declarou ser lave o feri-
mento.
Contra o offensor, que foi preso e n fla-
grante, abri o subdelegado do 1 distric-
to de S. Jos o competente inqu;rito.
Ainda hontem, por volta de 8 horas da
noite, e na ra da Detcncao, pertencente
ao referido iistricto de S Jos, foi ferido
raortalmente, a faaadaa, o individuo de
noms J00 Jos de Aquino, que era em-
pregado em um dos escriptorios da via-
ferrea do Caruaru'.
O delinquente, aps o crimo, tratou de
evadirse, o que fez favorecido pelo escuro
e em s-r o lugar quasi deserto noite.
O subdelogado do districto, logo que te-
ve conheci.nento do facto, dirigi s3 acjra-
panhado do commandante e de pravas da
3a estaco da Guar la Civica para a indi-
cada ra < encontrou o ferido, j com
poucas esperancas de vida, recolhido na
casa 10, onde morava urna moja com
quem havia contratado casar.
Do interrogatorio, que, a custo, fez a
autoridade ao offendido, em presenga de
testemunhas, pode apenas colher ter sido
autor do crimo um individuo de nome Ole-
gario, que tem a profisso de empalhador
e morador na ra do Mangue.
Diversas pessoas da casa, sendo tam-
bem interrogadas, declararam nao ser ou-
tro o offensor senao o referido Olegario,
que urna hora ant>s havia apparecido alli
procura de Aquino, a quem convidara
para sahir a ra.
A victima expirou alguns momentis dc-
pois.
O exame cadavrico foi feito pelo Dr.
Jos de Miranda Curio.
Contra o delinquente, cuja priso se pro:
raove, proedeu-3e nos termos do inquerito
policial.
Deus guarde a V. Exc.llm. eExm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquina de Souza Leo,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poli ia, Antonio Domingos
Pinto.
PERiiAfflBBC
Assembla Provincial
REUNIO EM 28 DE ABRIL DE 1886
(Condusao)
O Sr. Praxede PilaugaSr. presiden-
te, talvez nao seja eu o mais eompetente, nem o
mais habilitado para encetar a diacusaao do
orcamento, apresentado pela Ilustre commis-
910 (nao apoiados) ; mis p ir is o mesmo que
nao sou o mais habilitado, e nem o mata compe-
tente, sou o maia proprio para preparar e terreno,
e praticar as picadaa por onde devem passar os en-
geuheiros que devem levantar a planta. Sjo o
mais proprio para preparar o cadver era que os
% lio e profundos anatomistas devem estudar a
microscopa orcaraentana, conhecer a clula en-
ferma e applicar-lbe o remedio conveniente, afm
di- que possa ter lugar a organisacao deise corpo
informe que fra apresentado debaixo ds nome de
uicameuto.
Nao sei mesmo se a commissao de ornamento se
inspirou na conveniencia social, e pr cur u har
inoniaar-se cora as n-cessdadea da provincia, ou
a<- ciusa estranba a esaas Condices derara lugar
ao preparo desse corpo chamado urctinento. Nao
sei como o denominar por sua irina, nem mesuu
o que -e possa pensar da sua organisacao, para ser
quanticad > de uaneira a produzr o eeitoque na
oeoejam-s, de uma lei que teuba por fira produzr
a economa das desp zas, augmentar a Verba da
re eit ., sera que todava, qual outra meteoro,
trausfo me completamente o servicio existente, por
que, por essa lrraa nao seria pesado a qualquer
m uibro dista Assmbli, apresentar un traba-
lio, qual i uno derrub doi do terr no em que qui-
giitr- foi nar um cidade,nao leudo em m nicas 60-
veni ocias do edificado, tomando como planta o
lerr-nn i-siane acido, e passando traeos de lapis a
firmar a cidade que pretende, porque assiui tena-
iii ia n- urna b ila cidade, fos=e qual fosse o resal-
lado da aua d'-irullvo.
A e .inuiisa'io di ornamento, cujo r-lator me
im r.-ce a raal.ir cousiderafo, porque nelle reeo -
ulievu a preci.-d inuitrae.io e invetera la pratica
na aireecao dos negocios pblicos, nao me pareceu
ter tomado cuino baseo piano regular estabelecido
para traOalbos desta orJ ra
s. Exe. taive.s seja conheceior de urna comedia
ingieia, cujo autor era ceg do olbo direito e aurdo
do uuvido esqueido, e uo podia supportar que lhe
failassera no ouvidoisquerdo, porque nao ouvia e
ii m se apr< sentastera pelo lado direito porque nao
Via, de maneira que estava serapre a pedir : para
11 esquerda, para a direitae assim viva o sujeito
que ihe quena fallar para um e outro lado. D'ah
resulta que o indi vi luo qu" tinha preteucoes es-
lava completamente sera saber que terreno pisas
se e como coniicaase o sea trabalbo.
Asaim eu, o meaos hdbilitt tente para entrar de faca em punho a estudar mi-
nuciosamente os deteitos que apreaent-i essa obra
da Ilustre coramUsao, imir.ii apenas ligeiros
traaos, ligeiras aprecafojs, iiraptrei o terreno,
ciscarei a trente, abrrei a estra la, prepararei o
cadvere deixarei que outris miis habilitados e
mais envelhecidos no servijo da ornamentaria, ve-
nhatn com o seu instrumento apreciar dealhada-
mente cada umi das regii>^3, ver os seus males.
procurar os remedios e applicar de uiineira que
produza o resultado espralo.
A commiaaao no intuit> de chegar a um resul-
tado favoravel de apresentar um f-aialh 1 que dia-
aeaae a proviocu: agora tereis meios suffieieutes
para vossas despezas e seris pagos em dia, nao
trepdou em fazer evolafoes de natuoez 1 tal que
na > parecem explica veis, a priraeira v(ista, aind
raesm> por aquelles era quem a inteligencia e a
pratica sibram no inmeja desta arma.
No encanto m ; parece que a nobre comraissao
nao teve plano como do costume, nao estudou as
necessidadas da provincia, nao calculou as susa
despezas pira procurar os emntoj necessarios a
acudir cata oecessi lade.
A nobre comraissao entrn em um terreno fr-
til, agloraerou capitaes, ajuntou naterial, construio
o que desejava, e dopoia disae eu tenho de maia do
que pretenda, eu tenho sobras, nao tenho era que
as applicar, deixo as ah ai accaso, porqu 1 c muito
possivel que no debate, na apreciaca > desta cons
truc^ao, parte desse material seja'estragado, e
bom que tenha um fundo de reserva para ir dando
ench ino.as aos pedidos djs diversos amigos, as
despezas que nao est) prevstis e a outras que
podem aer restabelecidas.
A nobre commissao nio teve plano, porque
praxe parlamentar que o orcaraento parta das des-
pezas pira a receita.
O Sr. Coelho de Morana da um aparte.
O Sr. Prxedes fitangaE' d) e-itulo das ne-
ceasidades da provincia, dq conhjcmento desta
apreciafo qie parte a e^colha dos meios para
acudir a esaas precibes.
E' muito pissivel, como diz o illus-re membro
da nobre coraraiasao de m 1111:11* i. que natural-
mente solidario nos ra -amia principios, aceitando
a mesma forma, coramungando na mesma mesa, e
libando no mesmj copo, aceita com seu, aquelle
trabalho que parti do relator da commissao.
O Sr. Coelho de Moraes^Eu laborei nelle.
O Sr. Prxedes PitanzaVas d'ahi n> se se-
gu que esteja transformado completamente o
modo de apreciar os objectos desde que nos 8abe-
raoa que, com quanto a receita seja escripta em
primeiro lugar, seja della que ae cogita, era pri-
neira parte porque nos ni 1 polemos saber quanto
precisamos para gistar, un vez que nao sabemos
o quanto devemos despender.
E' portatto, a praxe parlamentar que o estudo
das despezas e a ap-eciaQo das necessidades da
provincia aejara tomadas em pnmeira cousidera-
(io, e posterior a elle veiihi o estudo la acquis-
c;in dos meios a&ra de que nao caamos nesta
falta...
O Sr. Coelho de Morae3Pra saber o que de-
vemos gastar devemos saber primeiro o que pos
su ira os ; eu nao posso gastar sena) sal judo o que
tenho.
O Sr. Praxede3 PitangaSeahorea, na na
administradlo de ura paiz nao temoa deapeza deta-
Ihada era viata da nissa receita; nao, na nao sa-
bemos muito quanto precisamos, piorque alterando
todos os annos a lei, por iaso que a le annua, a
despeza de urna localidade e sera conhecerraoa a
indispensabilidade deaaa despezi nao p)dera)s sa
ber de quanto carecemos.
Nao acon'ece entre a provincia c o E:tado o
mesmo que acontece entre o individuo e a so ie-
dade. O individuo gaota o que tem, o Estado ou a
provincia gasta o que preciso, e pede aos contri-
buintes que entrera com a quota uecessarit para
fazer face a sua despeza.
O Sr. Gomea t'arentePara gatar-3e o que
preciso e nao liara cabanjar.
O Sr. Prxedes Pit.ngaSim, aenhor; o quando
eu digo que a provincia pede ao contribuiute
aquillo de que carece porque eu preaunio que a
Ilustrada commissao de orvamento encarre^ada
de estudar as necessidades da provincia, teta pro-
cedido a um exame minucioso.. .
O Sr. Gomes PrenteSem duvida.
O Sr. Prxedes Pitanga... e veui dizer-nos,
nos precisamos da quantia tal para fazerraoa face
a despeza qual.
n Sr. Gomes PrenteA quadra excepcional.
O Sr. Prxedes PitangaL' o valor das neces-
sidades que precede o pedido dos recuraos; mas a
Ilustrada commissao nao careceu proceder assim ;
ao contrario ella deixa ver que acoumulou pr -
meiramente o material para d< pois construir. Ella
procurou primeirameute fazer a receita para de-
pois fazer a despeza: o que acontecen ? Aquillo
que anda nao viracs. aquillo que dos Annaen da
nossa provincia nao consta se teuba dado, que a
receita excede 11 G57 contos, isto a comraissao
extorquio dos seus comprovm:iauos mais do que
precisava par sb auas despezas.
(Trocam se tnuitos aparte;).
Se isto nao ver lade, senhorea, a arith netica
nJo falla cora franqueza. (Apartes). Se nao
isto urna verdade nao cinheco o que seja verdade
mathmatica. (Apurtes).
Se pedir aos contribuintes valor superior ao ne
-essario na importancia de (J57 cont)S nao pedir
de mais, se a nobre commissao, que se inspirou no
estudo daa neeessidades da, provincia, tivesse era
mente...
O Sr. C elho de Moraes- V. Exc. me d lieenca
para um aparte V
O Sr. Prxedes Pitanga Pois nao.
O Sr. Coelho de Moraes0 nobie deputado
sabe que a provincia est onerada c. m urna divida
de 7 mil eoutoa, e se nao tiver saldo cora que pa-
gar essa dividaV
O Sr. Praxi-de. Pitanga Eu responderei a V.
Exe. suscint nii u,' p rque direi ao nobre deputado
que apenas l> per accidens o projecto de orcamento
e agiardava que viesae a tribuna algum dos meua
Ilustres amigos mais apropriados para isso e me
reservara para na 2a diacussa em al juinas emen
das fazer algara trabalho.
Mas desde que eo que, 1 1* discussao se pre-
tende ene r ar aera ettas ligeiras apreciacoea que
dera lugar apresentacao d > projeeto de orca-
ineuto pela forma porque elle f i confeccionado, eu
nao obstante reconliJCiir-me o raenosjntelligente e
habilitado para entrar nesta uscu38ao, quiz oceu-
par ligeramente esta tribuna para qu- outro mais
competente vnha dep is fazer a v-rdadeira ana-
lyse e continuando duei que se a nobre commissao
t vesoe estudado as neees8'dade3 da provincia, nao
tina pedido aos seus concida laos, seuao o valor
uecessario para us mesmas despezas.
O Sr. Gomes Pare iteEu quixera que o nobre
deput do me provisse quinto ae pede de mais.
O Sr Prxedes pitangiA illustrad eomrais-
si*e tivesse feite. nao urna coarctaco das des-
pezas, mas urna rediccao dos impostos, ontio de-
veria ter consagrado o quantum restante das dea-
pezas para ser applieado mortisacao de paite
da divida de que te acha encarregada a pro
vincia.
O Sr. roelho de MoraesEsse quantum pode
deixar de se verificar, porque a arrecadaco raui
tas vez-s, calculadas)ornamento, nao d os mes
moa reaultados, isto 3 vezea interior ao cal-
culo.
O Sr. Prxedes PitangsMas, dizia ea, a no-
bre commissao n3o sa sa'.isfez smente em apre-
sentar um orQitnent) sem dficit, como quaai sem-
pre acontece ; ella exceden e muito a eapectativa
porque alm do necessario, a nobre commissao
quiz mostrar que a provincia pode nio s pagar
aquillo de que carece, o que gasta, como at amor-
tisar parte da divida que tem contrahido para
prover para outras necessidades.
O Sr. Gomea PrenteA'teuda o nobre depu-
tado que os dados sao do Thesouro e esses mea-
mos sao verdadeiros.
0 Sr. Prxedes Pitanga E toi assim que ob-
aervmos que a nobre commiaaao calculou a sua
receita e despeza.
O Sr. Coelho de MoraesParece que a occa-
siao nao opportuna para o nobre deputado en-
trar nessa indagaco. Agora tratase apenas de
discutir a utilida le do projecto.
O Sr. Prxedes PitangaE justamente da
utilidade do pnjecti de que eu me oo.cup >; nao
estou tratando de verba. Estou mostrando quan-
to intil, quanto prejudicial o projecto do orca-
meito. J que V Exc. me quer carregar para
esse carainh>, ha de permittr que lhe diga, que a
receita exceda a da despeza em G57:OOOS. Por-
tanto estoa mostrando que ninguem tem o direito
de pedir a provincia senao aquillo de qu carece
para oceorror s suas despeza8. E' easa a praxe
em seguida m todos os parlamentos.
E, senhores, necessario ver como foi que a
commissao cons'guio chegar a esse resultado.
Nao entro no detalhe do crcamentc, porque elle
detalladamente ser apreciado por collegas mais
competentes, que dem< nstrarao, artigo por artigo,
verba por verba, aa taitas de que se resente o
mesmo orcamento.
m Sr. Deputado E ser a occaaia da au-
topsia do nobre deputado.
O Sr. Prxedes Pitanga:Eu apenas procur 1
tornar evidente como que urna provincia que se
diz onerada de despesas, que nao pode satisf.si r
as suas necessidades, possa comportar nao s o
augmento das mesmas despesas no 1 edido aos
seus contribuintes, como que eaass despesas sejam
exig.las duplcadamente d'aquellaa que mal po-
dem concorrer para satiafazer a metade dellas.
O Sr. Reg Barros:Em quanto eslava oreado
o imposto de gyro no anno passado? Em 700:000
por semestre. Quanto rendeu V
O Sr. Prxedes PitantaV. Exc. se me ar-
raatar para esae terreno, sou muito capaz de met-
ter o p pe'a mao e vou da escada abaixo, como se
diz em lingnagem vulg r. V. Exc. para que
leva a questai para o terreno mais fraco, em que
se res Ive com um sopro? Quer agora V. Exc.
que o deputado apreciando a confeecao ou orga-
niaacao de ura orcamento lhe diga porque pratica-
mente elle nao deu o resultado que se aperava ?
0 Sr. Reg BarrosFiz apenas urna pergunta
ao nobre deputado.
O Sr. Praxedea Pitangalaso aeria V. Exc.
expor mesmo o corpo legislativo, tornando-o res-
ponsavel por aquillo que diz respeito parte ad-
niinistiativa. Pois V. Exc. quer queaAasem-
bl Provincial possa ser responsavcl, porque o
modo pratico de chegar a um resultado nao cor-
respondeu ao seu desejo, quando a nossa obnga-
cao apenas preparar um c^rpo que pioduza para
o futuro aquillo que necesaario ? laso seria
exigir de maia do poder legialativo, alm de autori-
aal-o a invadir attribuicao dos outros poderes.
O nobre deputado vio que o Ilustre relator da
commissao, autoridade muito competente, declarou
francameete que o 2o semestre da arrecadaco do
imposto do gyro, nao teria a mesma abrte que o
1", porque as luths qu^se verificarais na entrega
desse imposto foram faes 110 Io semestre, que nao
era de esperar ae reproduzisaem agora no 2", por-
que convencido o coramercio que nao pode fazer
reacejli contra a forca oficial, aera neceasana-
mente obrigada a se entregar de corpo e alma. J
v V. Exc, portanto, que essa razio nao apro-
veita, c nem autorisaria a commissao a pedir de-
mais para ter dereaerva.
A razio outra : porque a nobre commissao
faz como o capitao inglez :passa para a esquer-
da e passa para a direita. Fez o sen ornamento,
prepaiou seu material, levantou a sua planta,
constiuio o seu edificio e, upe zar da grita com
que podesse ser peraeguida, anda ficou de aobra
ura material que ella quiz collocar em reaerva.
E a esse respeito, Sr. presidente, foi publicado
nm artiao no Diario de Pernambxico, creio que
cora o conhecimento da nobre d mmisso, porque
nio creio que alguem se tivesse letnbrado de vil
deseulpar a commissao, sem quo tivesse o seu
consentimento.
Portanto, Sr. presidente, nio querendo entrar,
como suppoz o nobre deputado, nos detalhes do
projecto, no estndo daa deaptzas, no eatudo das
causas que motivarara eese proprio, eu direi ape-
nas que a commissao nao fui t liz, quando foi
buscar fontea de renda na dupl cacao do imposto
que at entio, os seus collegas, os nv-mbros da
inaiorla conservadora do auno passadu, fazii.m a
raaior opposicio.
Portanto, Sr. presidente, entrando n'um ana-
lyse ligeira e comparativa do modo porque foi
este orcamento preparado 10 relagio aos denuda,
eu direi que a Ilustre comraissao ni t to: feliz nc
seu modo de preparar, porque sem duvida iipre-
seutou ura corpo que talvez o naturalista mais
abalisado, tives3e difficuldade de qualifiear a qual
dos reinos da natureza elle deva (WnViwer.
O Sr. JosMariaEli'ectivam. nte ura monstro.
O Sr. Prxedes PitangaSe c do genero da-
quellea que se accumulam pir siiperposico-s, sem
vida propria, elle seria fcil de destruir por qual-
quer m 'tor que, iinp m ndo raoviraenf deixana
cahir u'nl'orinii> a cada urna de s las partes. Se,
porm, ura corpo organisado, que d-ve ter vi la
propria, que nao lhe seja emprestada, elle nao tem
firme., nio t'in qtialificacjio, porque todos os seres
da natureza se distinguein por principios especiaes,
nio b para formar o reino a que pertence, como
para diatiuguir especie a que se unifica. Elle
nem distingue o reino a que pertence, porque nio
tem vida propria, e nem pertence "a especie algu-
ma, porque elle se destaca de todas aa especies I
conhecidas do trabalho ornamentarlo, e nem a for |
ma, por llie faltar carnet-Tea pr 'prios. E' muito
possivel e at aceitavel que 11a natureza todos os
seres snfirara urna evolucio conforme o temp i M
que se diseuvolvera ; uuito pos>ivel e at acei
[ ivel que con essa pertnrb .cao athra apbi-rica.
com os desxrranjos da vida celestial, tambera u
corpo orr-^mentario tenha passado por urna evolu-
ni 1 total, qut: lhe t-uha tirado a forma, qu ni.)
possa ser qnaliticado. Portanto, espero que os
ineus illutre3 aini os, vellus e eueauecidis no
modo de analyaar >or rautas vesea esses trabtlh
que partera daa diversas comraitsoea e que se au-
jeitain e ae ligara marcha das cifras, v nha.n de
uioiiatr.ir cora o seu compasan que os espiC/is exi
gidos nao foram iguaes a aqu'll s que 1 rain mar-
cados pela grita, isto o corp orvauientano n.t
correapondeu a fonte d'onde pirtio, pn-qu-* er
muito de esperar que um trabalho ta 1 miport tote,
p*rt ndo de atioi tio Imbeis, correspoiulesse a c-
p'etativa da tumor i t e s m cessidades da provin-
cia. 1 Apartes].
Se tivesse-nos de eatudar ligeirameute os diver-
s 13 mechani^iiios existentes dentro d-ste onjiinen-
to, nos verismos que elles lio se harinon-i-ain oOr
sua propria forma e nem pe> seu trabt'ho ; una
for9a eatrauh* aos loa dessa cadeia corta em pe
ik-03 e eo vez dt formar urna r 1- nniforne e se-
gura, faa diveraaa figvras, eadaqud eoin a sua
f ria, cada qual ditferente, o cada qual obrando
diversamente.
E' assim que a Ilustro commisaio, entrando naB
diversas repartieses, no mechanisrao funecioun,
diz a ura 1 t partigao: vos nio rereis cabeca, nio
precisis della, s um corpo sem cabera, que deve
funccionar s pelo impulso do coracao. p rque basta
3ue teuha o amor para que elle tenha direccao.
v, portanto, qae nao parece razoavul que nos
corpoa organisado; falte aquillo onde, assenta rf
principio motor, que nos corpos organisados se
possa dar a existencia e a vida sem existir a ca-
be oa.
Os iimaes, que ^uardam essa fsrma, nao sao
qualificados na ordem normal dos seres, umi
monstruosidade, e exigir que u ta repartidlo teaha
o seu mechanisrao funccional intimamente tora da
dependencia do ser governante, querer urna im-
poaaibilidade, e na uo poderaos exigir da socie-
dad'- aquillo qu ella nao pode fazer.
Um Sr. DeputadoQual o corpo sem cabeca ?
(Ha outroa apartes).
O Sr. Prxedes PitangaNos nao podemos en-
trar na organiaacao das diversas partes do orct-
mento, porque estamos em 1' diacusaao e apenas
podemos perfunctorianent- f.uer ligeiros apanha-
dos, de sorte que mais tarde possamoa com estes
ligairoa elementos entrar nos cortes parciaes.
V. Exc. coraprehende bem que o advogado, quan-
do consultado para tomar conta de urna causa,
pasaa ligeiramente a viata sobre a aua historia,
ouve ao proponente, e diz : possivel qne nos
possaamos conaeguir um bom resultado, se do mo-
vimiento parcial, de cada evolucio sobre si, colher-
mo3 taes e taes resultados.
Assim, portanto, eu, o menos competente, ape-
nas posao apanhar ea8ea trac >s de irregulirtdad*
de que ae resente o projecto de orcamento e espe-
rar que no desdobrar daa folhas, na apreciaco das
partes, no estudo mycroseopieo da molcula, possa
entao de faca em punho cortar com certesa parte
por parte, separar o gangrenado, aproveitar o sao
e p-ocurar repr aquillo que a natureza por sua
for?a matou.
Portanto, entrando eu ligeiramente nestas con-
aideraco.'s, de que o orcamento s resente ie taes
e ta nanbas faltas qae nio teem nem procedencia
regular aem justificativa aceitavel, sendo paraes-
tranhar que isto possa ter lugar partindo de fonte
Ilustrada como a nobre corarcissao em quem ea
reconheco os principios da maior habilitacao e da
mais aprovcitavel pratica, eu direi que S. Exc, o
nobre relator, tendo feito urna perturbacio na or-
ganiaafio do ornamento, iato partindo da receita
para a despeza, vi .-se cora um montao de dioheira
e nao sabendo em que applical-o, disse : prova-
ve'. desde que ba sobras, que se pague a quem se
deve, mas nio sendo as sobras applicadas para
este fira, urna falta do orcamento pedir 110 con-
tri buinte mais do que carece para as suaa despezas.
O Sr. Coelho de MoraesE' muito fcil de re-
mediar.
O Sr. Praxedea PitangaEu espero que a no-
bre com, issio, ebeia de bondade, no intuito de
bem servir aua provincia, abrazada no amor de
seus comprovincianos, deaejosa de nio pedir mais
'do que carece, ha de aceitar as breves e ligeiras
obser vaces que a fraca opposicio I he pode apresen-
tar no intuito de auxiliar a Ss Exea, no modo de
chegar ao melhor resultado e maia benfica so-
lucio para a populacio, no que nos opposicio tam-
bem temos o maior interease, desde que conhece-
mos que a nobre commissao nao podia ter a inten-
cio de gravar propositalmente noa aeus compro-
vincianos no desejo de tirar o que na:> era neces-
sario.
Portanto, proseguindo nestas ligeiras observa-
cSes, direi que a nobre commisaio, no desejo de
chegar a apresentar um trabalho completo que
servase a s>*us comprovincianos, no desejo de
moatrar que havia eatudado de maneira a garan-
tir aoa tunecionarios 03 seus pagamentos...
O Sr. Gomea PrenteAos funecionarios nio;
nio ti ve em vista os funecionarios.
O Sr. Prxedes PitangaA tod03 os cid idos e
go bem geral, quando do digo fu accionario, eu re-
presento a parte pelo todo, da mesma forma aue
V. Exc. representa o todo'pela ptrte; veuh > ape-
nas trazer esta p.rte mais gravada mais ofiendi-
da, mais molestada nao est ainda que aguarda
todca os dias a chegada doa vintn? no cofre do
theaouro para matar a fome de sua familia, procu-
reu accumlar de mais do que precisava.
A commissao, 110 intuito de convencer essaclas-
se a mais neceasitada, d que em breve choveriam
de todas aa part-a 03 recursos de maneira que ella
nio ficasse como cstava at entio, procur >u fontes
de receita, no mesmo individuo gravado, dobrou
o imposto daquelles que j com ming.iado ordena-
do, o vi .ni ainda mais restricto pela necessidade
de sujeitar se a ura rebate que quantia limitada
lhe fornecesse oa meios de matar a fome de sua fa-
milia
E3se pibre ordenodo, mingoado pelo rebate que
tanto maior, quanto mais demorado o seu re-
eebime.i'c, ainda foi gravado contra o principio
de bom pensar; porque, senhores, na sabemos que
aquillo que se d a quera trabtlh to sagrado,
que o governo geral, em urna emergencia como a
da guerra, gravou os funecionarios era 5 / ; mas
logo d-pois redmio a 2 %i e 03 ordenados dos
empregalos geras, que pagavam entio 5 >/, Aca-
rara pag tndo 2. Mas nos, senhorea, fazemos o in- '
verso disto; na queja b 1 anuos tem -s feito p'aar
sobre o pobre funceonario publico a dirainuicao de
5 /o nos seus vencimeutos, era vez de pencurar
alivia! o, atten leudo a que o or leado sempre a
mais mingiiada p tga do trbalo 1 e qu j est su-
jeito pela demora com que e'le feito a um abate
de um individuo que se queira prestar a forneeer
os mcioa, na dobraoics o valor, e era vez de 5 '/,
impo nos 10 ",' sobre o ordenado do iunecionano
publico !
O Sr. Visconde de TabatingaKa acho pouco.
O Sr. Prxedes Pitanga E' verdade, senhores,
aquelles qu- (asea) a3 suas deapeza3 na propore^ao
d is recursos que adquirem, p dem se esqueeer da
franqueza; dtzera : eu hoje posso gastar 100000
manna i.odere gastar cincuenta, porque o aoto
abundante e sem limites nao marea a f rtuna que
traz ao agricultor, e se p ir acaso a aeeca lhe 3-
tragou" ~sara, ahi 'St o co coberto de lagri-
mas. Para elle c impletaraente ndifFer-ntea
uid ieio sobre .quelle qu- n.io tan senio um
mmgialo ordenada Assim, Sr. presidente, aquel-
las que n.io podein procurar esae reeurao, que uio
lispSein de-taes meios e que se ve. ra atados ai
carro da nec-said ide; aqu-lles que nio teem senao
os recursos que tira a do seu trabalho, indispensa-
veis a manut ncio. nao poleo olhar cora in tiff;
r >iiqi as iinposcoe- que. se Ibea taz todos os annos
sobre os se is or 1 nadoj.
O Sr. G raes PrenteP03 sio oa maia inte-
resaalos nisso.
O Sr. Praaedea Pif inga Nao pidem olh.r ei-a
indiflF'reuca essaa fiequente- al'ericoes que va > de
encontr ai coutr.to qu- edea tcera com 1 go
verno.
O Sr Gomes Prente^-Contrato?
O Sr. Prax-d-3 PitanzaS o tunccion bco nao ten eontrati escripto, o tera perante a
lei d 1 pan, pela in-stni 1-i 1 ir^au'S 'U a repar-
ticio a que ede a iioa. Na pr-ciaa que o in li -
viluo, p-rante un taoellia -, uasae nui 1 escrip'ura
p.ra que s- p issa entender > elle tem contrato.
M > C nnine Co, o pr prio ehef- mna nasa >>
escriptura o valor do ordenado que estabelece
para su serveutuari >.
No ex-init 1 o 8.>ldo a ta >e lo contrato; na
renartieai publica o orinad e-tabelecid pela
l- E' iaso qu-esabelee enniua o con-
trato perante cilado .. a s-codade ; e todaa as
Veles que nos julg*m s n^i dneir de reformar es-
si tabella sem atteuder ^ et-rentes sua
organisacao, nos coramett -n a nm 1 viol-eia;
na prostergamiis ura diruicti ii.i na" p'de ser r-
v.iga 10 por urna lei annua. quando f >i es'abeleci-
do por urna lei perratneslis Pa ece que, desde
qUH a le diz que o fuiceimario que tiver, daranti
15 ou 20 annos, ex-rcido o *-u logar, fer* direito
a um quantum maia dos seu a v.ncnnentos "**<"
Uda a lei, nos nio temos o direito de leduz-r, de
supprimir esta vantagem, porqoe ella lhe e con-
cedida por um contrato e na nao temos o direito
de fa,tar f dos contratos. Se a naca >, o pri-
meiro cidado falw hos seus eootratos, o qae nio
far a sociedade particular ? Pois o gov rao que
estabelece urna l<-i e que d direito a cidadio d
auferir a vaotagem de mais a 5* parte doa seos





f maiifl \


Diario de Pcrnambnco--Domingo 9 de Maio de 1886
cedor da, lei, costnmo nao querer favores da mesa
nena dos meas adversarios A
Eu nio estou aualsyando artigo algara do orea-
meato proviacial ; apenas apresento um exemplu
afim de provar que na acqusicao dos meios de
formar o capital com que jogou a commissio, che-
gou at a deixar de resoeitar um imposto protector
que fora m todos os ornamentos dado as indus-
trias d paiz.
O Sr. Presidente Mas V. Exc. nio est dis-
cut ndj a conveniencia oa inconveniencia do pro-
jecto, est impuguando-o.
O Sr. Prxedes Pitaiga- Esto a mostrando os
def itos que etle tem ; eoque se chama impugnar
0 projeeto ?
Sr. Presidente Est fazendo considerares
alheias a Ia discuaao,
O Sr. Prxedes Pitanga Eu como que estou
ligado a pao e corda ao projeeto. E' a primeira ci-
taco que taco para prevar o defeito da acquisicao
da receita.
O Sr. Presidente V. Ex*", nao se tem limita-
do h didcutir a conveniencia ou inconveniencia do
proiecto.
(I Sr. Prxedes Pitanga E o que que V.
Ext. ntende por impugnara conveniencia do pro-
jeeto ?
O sr. Presidente E' mostrar se deve ser ado-
ptado ou regeitado.
O Sr. Prxedes Pitar-pea E'o que estou fazen-
do, mostiando que o projeeto tem taes defeitoa, que
nao pode aer aceito pela casa e que deve voltar a
eommisai) afim de que esta reconsiderando-o apre
sent trab ilho que posea ser aceito. Se impugnar
nao 6 ato, nao aei que ; impugnar ein p>rtu-
guez pr v.ir os defeitos de iuntilidade de qul
juer projeeto para que possa voltar tunte d'ondc
p.-irrio.
O Sr. Presidente V. Exc. pode fazer isso na
2a discussao que ampia.
O Sr. Prxedes Pitanga Na 2* discuasio, como
diz o regiment i en sju rogim-ntista, nao posso
senao apreciar a materia de um art. o toda vez
que della me sffaatar V. Exc. dir o seiihor nio
est disi-utindo o artigo. Logo, eu estudaudo ge
ramente, fiz-nJo um simples apaiihudo dos defei-
tos que m-: parece ter o p ojecto de oreara ni >
apreaonta lo pela Ilustre eommisai i, troux um
exeinid o apeuu p*ra provar a inconveniencia da
aequisicaj da fonte onde quiz colher o capital e
entao trouxe como i'iempln que at ella nao res
peitnu ura Imposto protector para encontrar nelle
iibiiiiIii le receita.
O Sr. Piesideute. fas urna ubs rvacao que nao
oavimos.
O Sr. Prxedes Pitonga!*ar i responder V.
Excdireiaue os projeeto- de mv intento .-a > mate-
rias todas polticas n i Si i d Janeiro assim co-
mo em todos os parlamentos udimssivel ao de-
putid) discutir po ifiea geni no orea neni i.
Posso mostrar a V. Exc. com us aunaos que si l
pr ijectos inteirameote polticos e miles perinit-
tido discutir s poilttea.
O Sr. Presidente No parlsmnnl i gem o pro-
jeeto de ornamento t6 tan dnas dlseoesdts, mas
aqu na assembla provincial tem tres; na 'i' dis
cus-i: a biiiu-e->e diai-iiisi) ampia, na na mi",
al > astas os esryl >s da easemble i provincial.
O Sr. Prax-dea Pitanga Entao deaneeeasa
ria i Ia diaeassio p ripian! > nao ba quem diga
que nao necessario o orcamento provincial.
11 8r. B irr h 15 rr-'t > Jas a ap irte.
Sr. Prxedes Pitanga E a 1882 foi discutido
dur unta d ma mez 's pira completar a bita I) I
1 i e a n i aotteri
E;n 1382, Sr. presidente, a dissossio sobre a
uiili lado do projeeto ornamentaria durou Beata S .-
sa n ir espaeo de mases,
Um Sr. D-putadoPorque aq ello que aqui se
> encimentos; depois de 25 anuos de servico, urna
^es) que fica garantido esse direito, nao se tem
ventura esr.abelecido um tu t rato?
O que so chuna contracto ?
Ea pergunto a V. Exc, o que se chama con-
tracto ? Nao ser a combirjaco entre duas par-
tea com condicoes especiaes e aceitas por ambas ?
Pois o governo nao da ao cidado : toda ves que
trabalhardes 25 annos e quizerdes continuar no
exercicio das vossas funeces, tendea direito mais
a ama 5 parte dos voseas vencimaatos ?
Um Sr. Deputado-8er nm contracto preca-
rio.
O Sr. PitongaNie deve ser, desde que s cou-
djeces sao estabelecidfas e aceitas. Se por ven-
tura o governo dissesse, por exemplo : eu tos da-
ici essa gratineaoo, se as condicoes do paia per-
mittirem, entao teria o direito de reduxl-aa. Mas
desde que firma a clausula e diz : se qoiserdes
continuar no exarcicio das voseas funcedes, de-
pois de 25 annos, dar-vos-hei o direito de perce-
berdes mais a 5a parte dos vossos vencimentos, e
eu, tendo concluido o mea tempo, contino a exer-
cer as mesmas funecoes, certo de que para o meu
orcamento entre urna receita de que eu posso dis-
por, o governo nao tem o direito de vir dizer de-
pois : podis continuar a trabalhar sem essa van-
sacem.
O Sr. Gomes Prente Parace-me que no p-o
jecto nao ba aemelbante disposicao.
O Sr. PitaDga Eu pens que ha.
O Sr. Gomes PrenteO nobre deputado nao
leu com atteneao.
O Sr. PitangaEu pens que ha alguina couaa
aesac respeito, resammdo ou equiparando os or-
denados a certas tarifas.
O Sr. Gomes Purente laso ontra cousa.
O Sr. PitangaE' a mesma cousa, o idem per
dem.
Pois o nobre deputado nao pensa que diminuir a
quota com que piga o servico a aquelles que o
prestara, nao p ejudiear um direito? Eu pens que
iim, possivcl que eu que nao sou muito traque-
jado cid direito, mas que fallo de ouvido e apenas
eom a pratica de velho, comprehenda a questo de
aia modo diferente da llustre commissao do orca-
mento. Mas pens, que seujelhante restriccaoequi-
Tale a um attptado a nm direito j adquirido
pelo empregado publico, quando contractou us seus
servitos raed.ante certas vantagens, quando, per-
eebendo por urna tabella que ihe garanta veuei-
mentos determinados, v-se toread) a rjcebel-os
por outra tabella inferior.
lin Sr. DeputadoA lei a le tira.
O Sr. Pitao^a- Esse pxjoeipio d tal natu-ez i
que podia logo ser respondido, dizeudo eu, que se-
melhante cousa um absurdo, dizendo qs
absoluto um absurdo ; mas nio querendo entrar
ao detalhe minucioso, nem descer as diversas par
tes componentes do orcament i, penos eontinu ir
xicsta pequea varrideU, limpando o terreno ura
sais tarde ser bem apreciado, eu entao direi que
a commissao anda ni i foi milito feliz quando se
inspirando ua necessi lade d fontcs, ein rea il;
explorar outras que pode3em produzir van'
am gravar as que se aefaavam srav ida-, pisou
zf> mesmo -terreno, dnplieuu as mesmis imaoai-
cues e eutao, nao saiBtfeit i oom isl entrn a i *tO
e a direito no meio dVsse organismo offici I. d -
arranjou todas as reparticoes, tirou-ibes a forma,
o .seehanisma emfim, tirou lhes a vida |
deixm-as sem cabe*, e sem eoraeSo. Sem ca-
beca deixou o <^ Provincial, sem c-ira.
raparticao das Obras P i pode-
mos ferir a lei de frente, quando ella diz, que
maguera peder exereer o lugar do th;soureiro
sem prestar naneo, sem ser responsivo! p.'l i que
recebe? A ccmmisso nio lign importancia a
jeto, entrou na reparticao, tirou o thesoureiro, e
disse : um individuo qualqirr receber odinheir-'., levan! n duna que II ara unmiBlitiii iouil e, se
Se eu podessn hoje mostrar os ineooveaieates I me nio engae, preteadia que o oteasaanto devia
desse procedimento eu levara a commissi, nao rollar para a commiasio para ella roconsiderar o
di^ro a confessar, porque nao tenue cora a preten-
cao para arraatal-a pira este ponto, nem a espe-
ranca de demorel-a, am ao menos aceitar c n-
3elhos, comquanto eu repres-nte ser ura dos mais
reinos e portauto no caso de dar con?elhos, mas
naosperanri de poder, sem alterar muito o tra
bulbo da com Biselo, dizer que a organiaeao das
diversas rrparticoes nio se faz de tal maneira
que sem ordem soja possivel ter lugir a n.ar-
ba sem grandes defeitos e laeunas em sen me-
bftn8mo.
Portanto, a commissao, vida e prssurosa de
encontrar tontos de receita, nio trepdeu de remo-
ver reparticoes, reunir em um edificio materia
heterognea para d'alli tirar o resultado de urna
eonclusoa economa. A commissao, portanto,
sao duvidou era desorganisar completamente um
irabalbo, de formar urna amalgama de entidades,
de suieitar ao mesmo e3tabelecimento corpos dif-
tes, sem accomoda^oes, precisas sera se lem-
brar tal vez que d'ahi nascesso n maiores des-
bezas, tendo de serem feitos arranj is para onde se
quer transportar essas mesmas r^partieoes.
F.X a economa di bispo, que tendo perdido to-
dos os doentes, procurava urna econ ma c consul-
tando no seu raordoir.o nao encontruu um objecto
que podesse ser dispensavel na sua mesa, porque
ella ficana disforme, e tudo all era necessario, se-
nao nos palitos.
A comn-isso no intuito de acerescentar eapital,
o de.ejo de formar verba de renda, na i dovi I o
aherar completamenrt o bystema de trabalbo, de
reunir corp;s differl I sujeitar a umi
eommodaco borneas e umlheresein esrabeleeinen-
tjs que na i esto para sto preparad-S, embora
posteriormente se reionheea que semelaante nae-
i ter lugar sem que grandes s
: e facara n'este edificio p
un; ai intuito da com '
r economa, n$o se limiton imente a pert ir-
bar com ess m ivimento, u b ni andamento xeparticSes existentes na nossa sociedade, na-:
aiutil' U as ooinilere.mente.
A Ilustre eommisai i ni i parecen I r
Datando proeuroa eoosega r u
os vemos que fora reeooliM-
eiios md oo urna cale-.ra, que,
porex:ra.i -n ama trequeneia de >)clama
em cujas matriculas nao figa-
a 0. a amig ou par inte .i i
profess'Ts>m .\: pira I honorario.
Pa
nem dirigi is pasaos da mesma coa
eacolhae pn-f -r.-iiciade ee t s e determinadassup-
presto.s ; nij foi sem duvidao esta lo de melhor
lerr i #tili rblic -
quem dirig i c bmc i da commissao nis i
alter-.cilo dessi
. am i ea leira, mais
de 6 '
5,jt: un alumno, que e I
ro /brmtO, para dar direito ao profoss^r
E' muito de e.-perar. Sr. presidente, que a com-
asia deorcamentd lnndosa, como c!iei-' de
aeaor e patriotismo, dedicadi ao aervieo da pro-
fincia nao teme essas breves observac t
eom) usa* ligtira crtica no desejo de concorrer
para que o servio > das diversas repartcea a car-
go da provincia nao seja inteiramente perturbad i
o fii peln projeeto de orcamento e n<-in t5o
pouco 3 -jara gravadas as frates j quasi exhaus-
tas do recursos, onde foi beber os meios para sa-
Sisf izer a estas neceasidades.
.' de crer que a mesma commissao de orcameu-
to, revendo o seu trabalho e fazendo o cora a c.ns-
aw e illustracao de que sao dotados os seus
meaib'os, sejs (He reformado no intuito de ni i
prejMieai aquellos que tem adquirido um direito
perante a provincia pelas lea, em vista das quaes
techara prestado os seus aervic >s ; de esperar
ane a Ilustre commissao p-ocr fontes de r. ceita
em pontos cutros, como atjue provm da supprea-
ka ds empregos poi oceasio de que i lies vaga-
rem por morte ou apos-ntadori., c pedir ao go-
rerno que nio faca o que continua a faer, que
apezar destas neeessidades, desta exiguidade de
recursos, lugares que podiam deixar de eer pr-
vidos, vao sendo, ot que soja o orcam-nto nesta
eaaaapproval) ; de esperar que a illUBtre com-
missao estudaiHo mesmo o macboismo de seu tra
balho procure salvaras industrias do grvame com
que foram tendas na imposicao de pedido diverso
daqnelle q le tem sido teito as mesmas fabricas e
as mesmas industrias somente no intuito de tirar
Vstas maicr vantagem.
Nos sabemos qne ha impostos que sao meramen-
te protectores da indusstria da provincia ; assim
por exemplo o de 100 rs. em sacco de algodo que
arregar assucar, mas para fora da provincia.
O tsr. Presidente chama a attenco do orador
para o art. do regiment que diz : que na Ia d!s
sussao dos piojectos s se pode tratar da sua uti-
idade conveniencia ou inconveniencia.
O Sr. Prxedes Pitanga Esou apenas apre-
sentando um exemplo para mostrar os defeitos de
projeeto.
O sr. Presicente Ji disse que na Ia discussao
e se trata d. conveniencia ou inconveniencia do
proj-cto e portanto nio posso consentir que a dis-
enasio Beia encarreitada em ootro caminbj.
O Sr. Praxiidea PiUaga Alem de ser coohe-
seu acto
'.) Sr. Ferreiri JacobinaE' o que est propon-
d'* o orador.
O >r. Prxedes Pitanga-as minbas ligeiras
a 'i*eciai;oes procuran-i aer o mais breve p)ssivel,
porque vejo que V. Etc., Sr. presidente, nao me
quer na tribuna.
Natnralments as rainhis ranees nao poiem de-
mov -r o iuteresse por parto da commissao em acei-
tar qnalaaer lembrainja. porque i-llas nao proce-
dem de fonte aceitavel
Assim no intjito de nao tomar-me mais abor-
rec lo e na par. cor que estou tora da questao da
que se oceupa a discussao, cu direi em syntbese
que nao posso, que nao na mesmo quem possa di
zer que urna cousa m, sem que tenha provado
que as partes de que ella se compoe nao sao boas.
Um Sr. DeputadoE' o caso da autopsia.
<> Prxedes Pitanga-"ara provar que um ob-
jeet nao aceitavel, preciso que se demonstre
que elle tem taes disposjcOes que nao pode deixar
de produzir males incalculaieis ; para provar que
ni) pruduz o resultado, necessario que ra de-
in rastre que os conaequentes nao tornara a produ-
zir es t-ftvtos que se espea
Pi r-i pr ivar que ura obj cto produz males, ne-
cessario provar t ,mb.::n que elle ra ferir a direi-
tos adquiridos de terceiros.
Entretanto como hei da provar que o projeeto
de oreara -uto, que en meacno nio piso elaaaifiear
a que reino pert ui,a, vii prodnair malea inealeu-
r.ii : nio rae fjr pennittido apre-
ciar igeirau cute .:s partes componentes do seu
to lo v
\ ser apreciada no seu tolo, aehr o un projee-
to de tal ii.ituroz i que deve voltar iut. cto para as
ralos da commiasio, afim e ver se alia Ihe di a
lonn i neeesaaria, para verse ella o refirma na
quilli em que elle tem W fiear, para ver se ella
dispensa a parte qne exige de ma's, para voltar
poder produzir o effeto que
se deseji.
Seee levantaase a questio de incoustituciona-
lidade, desde que alie t re Je frente a eoustitai-
c3 i qne qa r no J 10 n. '> d > acto addicional que
uno se peca mais do que aqnilio Je que se e;
u i i teria en p ventara o direito de procurar esse
refugio para mostrar que o projeeto deve voltar
. 1 > que fora de frente o acto addi-
M mal V
i' lia pert itameate levantar essa questao, que
rada p ir raini. mas "planuda -e
i, pe os eompeti ates no direi-
!in a pilavra ;ora a fac-
mador; ixii sem dar ida/ alguma
ir a questio aeese t irreno, ato no t.-rrf-
o da inc inatitncioaati la
O Sr. C),ti Bibeiro V. Exc.ji temprova))
p rfoitamente que a silllllisiiil [i de mais do
que necessario.
i Sr. Prxedes PitangPoda portanto, Sr.
r qu : o projeeto nao constituen-
qa fora de frente o propri i acto addi-
eionl, ine raiii',a que acommsoai procure or-
ear, pe iir para .-ua desp -z i a quota que Julga ne-
i para satisfocio da niesra i.
L igo que muito ser a que eu apreciasse o ore; i-
:n ni i io ea peta da vista ?
.Mas nio para mira ; assim como nao fenho a
eonigein de ferir de frente o principio da igreja,
que manda que se lenha cndale cora o pibre qu t
nos est -ndi a mi, eu podia appellar para o nobre
presidente da mesa, que s rvudo-se da autorida-
do de que se reveste, tere me asea candado dizen-
do : -ests fora da discussao ; nio tratis de d--
inooatrar a mutilidade do projeeto porque na i p i-
deis continuar, quando, senil iras, se peco alguma
cousa nao para :oim, mas para repartir eom ob
pobres ; quando eu proco o do mesmo molo qu-
S. Jo de D.Ur, o prmero fundador dos boBp-
taes do caridade, esperando os viaudantes pira
|jerdir-ihes qualquer obulo, para repartir cora os
pobres de quem elle cuidava.
Assim eu, Sr. presidente, representando o 12
districto, interessando-me muito por esta provin-
cia, venho mostrar a nobre commissao de orcauen-
to que i'idisponaavel ter caridade com aquel
lea a qu m ella procura tirar o pao, que neees-
sario poupar aquelles a quem ella quer gravar de-
masiadamente, procurando arrancar recursos de
fontes j exploradas, afim de conseguir os meios
de satisfazer as neceasidades que nao sao ti o ur-
gentes como pensa.
Se, porm. a Ilustre commissao nio dispoe ab-
solutamente de meios, obrigada a procurar e ex-
plorar tontes novas, muitas das qnaes nao estao
anda conbecidas, porque qtmsi todas as cominis-
bdes soguera a mesma vereda do viandante, apn-
veitam as estradas ahertas e vao seguindo sem ter
o trabalbo de abrir novas picadas, procurando as
veredas que porveninra tdferoca melhor accesso,
tornando mais fcil e accessvel o ponto a que
pretenden) chegar.
O Sr. Gomes PrenteContamos com as luzes
de X. Exc.
O Sr. Prxedes Pitanga Para responder ao
aparte com que acaba de honrarme o nobre de-
putado, preciso diaer a S. Exc, com toda a tran-
que a, que dar-me-hia por muito feliz.
tu me dsria por muito felis se pidease auxiliar
a commissao em tedas as condicoes, sempre que
ella, procurarse esa mim recurso ; mas estpu certo
empre
>8lt>U
que nem ella precisa de minbas luzes e nei
teuho para lhes poder proporcionar.
Apenas vira tribuna, na ausencia de outros
amigos, tazer ana ligeiros reparo nara. que com
tempo podesse a Ilustre emmss:;o, rev- sea
trwbalho] ser a propria que em 2a discussao repo-
nha oa refaea tral)alboa desfeitos ou desconcerta-
dos, reponha ou ollaquede novo aquelles que pre-
tende derrubar e busque tontea novas, oa meios
necessarios de manter essa sociedade, que nio po-
de, sem terir-se de frentq a lei, desarranjando as
repartieres como tea a eommissao, deixar de sotfrer
muito ; e fique certa-a commissis que tare: um
esforco gigante para em qnalquer oceasio acudir
a i sea reclamo,- aceitando suaj propostas todas as
vi-aes que forem consenteneas com a consciencia,
firmadas no direito e de accordo com a boa f que
eu aempt e tributo e respeito a commissao em seu
trabalho.
Tenho concluido.
Vosee Muito Iwm ; multo nem.
O Sr. Gomes Prente diz que a hora j
est allanta 11; mas deseja dar urna ligcra res-
posta ao seu amigo a distincto collega que acaba de
o preceder na tribuna.
Deve dizer a S. Exc. e casa que ser muito
breve porque na Ia discussao dos projectos, segun-
do resa o regiment, f se trata de examinar e ve-
rificar a utildadu delles.
Acredita que o nobre deputado a quem respan
de roc> to, que. a lei de meios ; porm entende que ello
deteituoso, acha mesmo que ura moustro.
O Sr. Prxedes Pitanga Nao denomiuei as
aira ; disse que era informe.
O Sr. ti unes Parante, m is no correr da discus-
sao o orador notou que o nobre deputado modifi
eou ura pouco as suas ideas, convd.indo-o para as
2a e 8a dis^ussoes do projeeto, esperando que o le
podesse ser medhorado por meio de emendas, re-
sultantes de e clurecida discussao.
O Sr. Prxedes Pitangali' de esperar itto.
') Sr. Gomes PrenteNestas condicoes, o i ro-
jelo perde esto earueter de monstiuosidade que
se iifigiirou a primuir vista ao nobre deputado ;
na i um moustro...
O Sr. Prxedes Pitauga-Mas que nao foi deno-
minad) por mira assim.
O Sr. Gomes Parent- sde que, diz o unidor,
I le o proj-cto suscuptivel de c r-
rocoaci. que pode ser em-ndado, nao merece a qua
,i(n icio que se Ihe tem dado cora o intuito lomen
ni ilestar a commiasio que o conteccionou.
E' incontestavel a utilidade do projeeto, sem o
qtiil nao b i imio le provr as nocessid.idea publi-
o i-, o p ir lor espora que sej > elle adop
tadoem I -istindo neste ponto,
qne intuitivo.
E' o prim-iri a reeonheaer que o projeeto tem*
lacinias o defeitos, que c;i [gir, e a coin-
laiaalu nao leve ;- raldade de supi r que snbmet-
ti i eooaideraeio da Asaembla um trabalbo per-
teit q". ni i devesae sor eorregido, nem emenda*
do, e por sso cata sor auxiliada com as luzes e
experienei i d i seus eollegas.
l),z qne acomm'seio nao estabeieceu urna nov-
dade, propon I i que se votasse em prmero lugar
a receita e dep v. i.
Existem preced utos nesta casa em que a
| i se [i i lera firmar para se defender das
auras que tem merecido por esse procediment >.
Assim a lei do ornamento do auno de 1881 fixoa
p imeiram te a receita a depois a de ipes i.
ii Sr. Ba>ri i d 1' apissutn;V. Exc. catase fir-
-ir.ndo ni redaccSa?
O Sr. Gomes Parante diz que nao sabe s
vo ou ii.i i daSeito u i redaccio da le : o qu v i
que i. It c aaignada era p.-imeiro lugar a
receita, e de presumir que assiui tenha sido vo-
tada.
O Sr. Bario de Itapissuma V. Exc. por abj
nada pr iva : esta a redneato da lei.
O Sr. Gomes Prente insiste em dizer que ig-
:i i so houM: defeito na redaccio ; o que consta
da le que a votacao da receita precedeu a da
despeza.
Mas quando nio existase precedente nigua a
osse respeit", parees i commissao que as circums-
tancias finaucciras un que se acha a provincia,
de bom aviso comeen* a votacao do orcamento pola
receita Urna vez conbecida esta de presumir
que nao soja decretada despeza superior a receita,
o que importa o desequilibrio orcamentario.
Seria imprudencia injustificavei augmentar as
det-peza3 existentes ou crear novas, desde que nao
ha receita.
Esse prucedimeuto traria como consequencia in-
fallivel o dficit e portanto a necessidade de novos
emprestimo:, que um recurso extremo e nao po-
de ser convertido em meio de receita.
Em todo o caso a innovaco nao autorisa a
dcuominacio qne se deu ao orcamento de ser um
monstro ou um bilontra.
O Sr. Praxclii Pitanga A denominacio nao
t'tn ma idea ifleusiva ; apenas um simples gra-
cejo pela forma.
> Sr. Gomes Prente (continuando) diz que a
commissao n:1o exigi inaior souirn de sacrificios
.lo que preciso ; nao ha maior iniraigo de aggra-
vee i dos impostos do que o orador.
E' certo que figura no projeeto do orcamento um
saldo a que nao se deu applicae a o. II is osse sal-
do est dependente dndonoste das medidas eco-
nmicas propostas sonrojete, medidas que poden
deixar de ser aceitas.
Desde que o projeeto for mutilado e;n sua e3aen-
eia, o saldo desapparece.
Pi'i le, pergunta o orador, contar-se com a alop-
cao do projeeto na parte relativa a economi .s ?
A denominacio do monstro que se Ihe tem dado
s se pode attriooir a propoata d-stas medidas, e
prevendo isao a eamnaaio nao deu ueuhuma ap-
plicaeio ao saldo.
Ac< rosco, continua o orader, que i xiste na
pasta di comn issao um pedido de crdito rappie-
ni-litar por d ficeucia de verbas em consequ-'io- i
o augment da despeza votada, com protessores
lo iii.-n-urcao primaria; outro relativo a d
de ex roici 3 findos, que attioge a somma de O
contos e um requerimento da companliia da illu-
rinaeio publica, que nio foi paga no corrate
exercicio.
Ura Sr. DeputadoEssas despezas devem cor-
rer p ir e ait i do oveaiBenni vigente*
Sr. Gomes Pan-ntcAlguraasdest-s depez?.s
correm por cunta do correute exercicio ; outras
nao.
Assim. por exemplo. a que relativa aos profes-
ar nado seineibiute despeza vein
ggravar os engarcos do ex rcieio futuro.
O Sr. Bario le [tapissnma d um aparte.
O orador diz, que, alera Jo crdito supplmentar
pedido p.ir defieiemda de verbas na lei do orca-
meato do corrente exercicio, existem outras despe-
nas que nio foram pagas, porque nao existe verba
pira i 11 te.
Assim a despeza resultante da conducsio de pre-
sos p.ra Fernando do Noranba, se for reconhecida
a obrigicab de correr ella pelos sofres provineiaee,
eo acere jciai > que h >uve cora as i s de
profossores de instrueco primara felfas por
ecasio de Eer expedido o n-gulamoiito de li de
Peverero 'lo nano paseado, tem de sobrecarreg _r
os futuros ixercicios por serem eseas dospasaa de
intereses permanente.
O Sr. Bario de ItapissumaPorque nao deca*
rou sso no orcamento ?
O Sr. Gomes -'rente diz que nada tinha que
declarar por que est estudaudo essas questoes
para emittir seu parecer, e o regiment nao lh
marca prazo para esse estudo. devendoatteuder-s
que trarando-se de despezas uao deve ver fa -
tidnde em serem rcoobecidas e decretadas sem
escrpulo.
s Srs. Bario de Itapissuma e Andr Diaa
dio pirtes.
s nobres deputados nao sao jutos com o orador
taz ndo exigencias superiores s suas torcas phy-
sicas e inteilectuaea.
euas-| membro relator do projeeto em discussao, receban
os inoffensiv'os apartes que profer quando S. Exc.
orou.com o nico fim de provocar eselarecimentos,
que julgara necessarios, sou foroado, Sr. presiden-
te, e immediat8mente depois do nobre deputado,
a vir 4 tribuna para dar as explicacoes necessa-
rias em referencia aos ineus alludidoa apartes, que
mereceram de S Exc. a delicadeza de nos dar as
costas e sentar se.
O Sr. Gomes PrenteParti de l a grossera.
O Sr. Bario de Itapissuma --Desde que se tra-
tou do orcamento, convenc nao s cora meu ami-
go, o Sr. Visconde do Tabatiaga, como com o no-
bre relador da commissao, e, tanto a um como a
outro, ou disse que eatava disposto & votar pelo
projeeto, se por ventura elle contivease medida*
geraes.
O Sr. Gomes PrentePode votar como quizer.
O Sr. Bario de ItapissumaEst claro que nao
votarei como V. Exc, queiaer ; nao preciso para
votar da li^enca de quem quer que seja. Mas,
repito, disse que nao teria duvida em aceita' o or-
camento, se por ventura ellecontivesse medidas ge-
raes e nio medidas parciaes. que nio podem aa-en
tar em razoes juitas. Estava resolvido, poia, Sr.
presidente, a conservar-mo silencioso, ao menos
por emquanto, nesta cadeira, aguardando a dis-
cussao desta casa, como disse a V. Exc, para elu-
cidar o meu espirito. Mas agora vejo-ine toreado,
Os nobres deputados, Sr. presidente, que viviam
a tallar mal da ultima reforma da nstrucci pu-
blica, como urna cousa altameute prejudicial aos
inte/esses da provincia, por ter augmentado algu-
nas cadeiras, alias necessarias, nao vm que a
actual admnistracao est todos os das a fazer no-
meacoes de professores ?
Um Sr. DeputadoNomeacoes que nio pode
deixar de fazer.
O Sr. Bario de ItapissumaEntao Vv. Excs.
atacavam a reforma, sem motivo justo, porque an-
da hoje sao necessarias essas mesmas cadeiras.
Ora, Sr. presidente, ura orcamento nestas con-
dieoea, atacavel por todos os lados, pode justificar
a excessiva snsceptibilidade do nobre relator da
commissao, a sua delicadeza de dar as costas a um
deputado, que eslava exercendo o seu direito de
um modo tao regular nesta casa ?
O St. Gomes PrenteEu nao dei aa costas ao
nobre deputado.
O Sr. Bara de ItaoiasuraaV. Etc. nao tinha
o direito detratar-ma assim, taut) mais quanto eu
sempre tratei-o com attencio devida, uein es a .-a
disposto a analysar detalladamente o projeeto de
orcamento.
Mas ajho, segundo meu modo ver, que elle nao
conveniente provincia, por sso sou de opiniao
que volte de novo commissao para ser raodifica-
. do dn modo que possa aqui ser discutido.
pelo incidente, que se acaba de passar, anteci- Nio terei mesmo duvida em votr pelo projeeto
par rae em manifestar a minha opiniao sobre o pro-! depois que a commisio o retocar, no seu ido des-
jecctoemdscus8ao. Voto contra o projeeto do orea- (tas ligeiras consderaco-'3
ment em diacussio deaie o primoiro artigo ateo Um Sr. Deputado-Mande um requerimento
ultimo paragrapho, porque uao vejo ahi cousa
aproveitavel.
Estaa prompto, Sr. presidente, como C)me-
can lo diise, a aceitar um projeeto orcamentario,
apezar de francamente oaposcionista, confeccio-
nado pela commiasio da confianca da ma>oria des-
ta casa se por ventura elle tratasse, no iutuito de
de diminuir despezas, da adopeSo de medidas ge-
rae-, extremes do espirito partidario c de preferen-
cias individuaes.
S assim o projeeto da coramitso pod ria obter
o raou apoio.
.Mas, Sr presidente, na eonfecato do projeeto
sujeito a debate nio s>; desobre uraa medida geral,
um neneamento, ura systema de fin ancas, que tives-
se actuado no espirito de commissao na occiso,
em que o elaborou.
A coinmissi) liraitou-so aggravar todos os
impostos e a cortar, aera criterio, despezas, deaor-
ganisando ser vicos de que a provincia nio pode
prescindir.
Parece que a commisaii) deixou -se domin
Vaidade da i xhibir-nos nm projeeto de orcamemo
cun ura grande Saldo, nao so contentando cim o
equilibrio da despeza com a receita, o que j era
muito.
Ora. Sr. presidente, pe'o methodo adoptado pela
eommisai 11 angmenl ir os imp isl >s e diminuir
aa espesas, uad* mais fcil do qne organiaar um
oreamento com saldo, basta ter n rith-
metica.
mesa nesse sentido.
O Sr. Bario de ItapissumaSim, seuhor ; vou
mandar, porque o orcamento do modo porque est
nao parece conveniente a esta provincia.
Um Sr. Deputado Tal vez fosse mais conve-
niente que V. Exc. entrasse p .ra a coiomissao de
ore unento.
O Sr. Bario de Itapissuma -Pelizment1. sou um
hornera bastante conbecdo na minha provincia, c
se V. Exc. julga que eu seria capaz de aceitar um
i- no 8eo desta commissao, esscncialmentc po-
itica, fas-ase ura* grave injastica. x
Uai Sr. Deputadolato ura crio do nobre de-
putado.
Sr. Bario de Itapiasuma Eu teuho muito
inedo dos nobres deputados e anda mais da idus
tre commissao que m jstra-ae de nina suaceptilii-
dade tio exagorada, que irrita-se con qnalqnea
critica, .na a mus attenciosa,ao seu trabadlo or-
camentario, do qual espera a salvacio la finan-
Oas da provincia.
Eu i ce ii pens de modo diverso.
E, se a provincia, Sr. presidente, tvesse do li
car c m e-te orcamento, melhor sera OOntinnar UO
estado em qu : v.io as cousas.
Tendo j exp,sto o que pretenda, vou n ai i.::
i o meu requerimento de adiara ato para
que o orcamento volte i comini-
nal-o viavel nesta casa.
Vem mesa, lilo, apoiad I o entra conjunca-
mente ora diacussio com o projeeto o segur.
Lin projeeto, piis, era taes eondiecoes nio me- qneriinento :
apoio d sta casa, e ra lito raen s da ftppoai-
qo, que eondemnn a actual aituaeio poltica da
provincia.
A aggravacii da imposto, Sr. presidente, nio
deixar de ser uraa liquidado, desde que OS
contnbintea j-^e aeham extraordinamente so-
brecarregados. Xa d rotacio do imposto ha limi-
mites, que o legislador nio deve nltrapaasar.
tic os nobres denotad is viam que a provincia
lutava eom grandes difilculdades edei
nuecer |a os impostos j i vos, deveriam
ter procurado ou ianoado mi de outros recursos,, Pr&ideivi i h fan. Sr Dr. Pr.i, cj te de
que nao da ipparivio de imposto que nao podo Sonta Pitanga
ireupportado Por outro lado, Ss. Excs. Ao meio dia, verificando-se est.-.rein
eliminar aeiVlCOB, que a Sre. accionistas, representan lo 13 i Sr.
I-queiro que o projeeto de orcamsnte volte :1
commissao para inodifical-o, era face das t i i
racS s que tem sido las. Bario de Ita-
pissum.'t <
[Continua.)
C'ossspanhhi de (rHhos nrh taos
do .Ic'! a Olinda c Bber^bc
2l DK ABRIL na l8'i
nio tinhain e direito de
provincia nao pode dispensar.
E neui a coraraissao pode allegar que
motivado pela eseassez das rendas ; porque, Sr.
presidente, os nobres deputados entendei
devi m primeiraraeate arranjar, por asaun dizer,
um monte de diubeiro para depois espalaal-o sou
bel prazer,sobraud i urna grande qu mtia. Ss. Es O .;" /', ta:',n do ai
porera, trabara oorigacao do f:z-r essa distrbuiVlo | ^ 8e aehando sobre a .
canvenentemenfe, no molo mais vantajoao e til
para a provincia. E' 33o um absurdo. Est i as-
sembla nao tem direito a exigir o imposto do ci-
dado, aggravando sua vontade, como fez a l-
lustre commissao, certas e determinadas taxas, si-
mente para axar um saldo de ae3 ceutos e tantos
presdante deelarou aberta a ses3,io ordinaria da
aaseabla geral, qu-i nio portera m no
dia l1 doeorrenl do -z, por terem comp .
ti) apenas l Srs. accionistas, representando 85
acees.
Poi lida e approvada sem debate > acta Ja
pr cim i fiado.
:
commissio fiscal, -i qual so acha composta eom
os Srs Sebastiii Lopes Guimari-s, J^.i-i Kamos
e Adolpho Gu 1 s Aloiforido, os d'ija ultiraet
dos quae3 forara nomeadoi pela Junta Commer-
cial en 1 e 23 de Marco, o Sr. presidente deela-
rou que as cuntas do ultimo semestre nio oodiara
Dres deputados ? De balde procuro e nio encon-
tr, porque c momia nio nio gastar, economa
quer dizergastar do modo mais conveniente e
til. Os noh-es deputados, quanto a urnas repar-
teiea, mostraram-se inexoraveis, cortaram orde-
liados, di^prusarara empregados, ao passo que dei
contos as arcas do thesouro! L urna cousa pre- ser aDrecados vista do dispoat) no artiga
judicial, intolcravel, inquaiifieavel porque vai tenr Decreto n. 8821 de 39 de Dezembro de 1882;
gravemente a populacio, sem necessidade publica. 3enaj que a assombla do3 Srs. accionistas
que a justique, como muito bem diz o nobrn de-; aguardari-, na sua opiniao, o ailudido parecer na
putado que se senta nesta bancada. Depois,Sr. Bu* prxima reuuii) para apreciar aa contas do
presidente, qual foi a economa que fizeram 03 no- aUno nteiro.O que fieou vencido.
Em seguida fji concedida a palavra ao Sr pre-
sidente da dir-cti-a o gereutj da Compaubia,
engenneito Pereirt simos.
Disse elle, havor cirrido o Siinistre findo sera
maior novidado; c ntnuaudo-se durante ella a
1 couatrucejo do edificio das officinaa da Eacrusi-
xaram outras reparticoes era jdena paz; forara j luada, vagina i:n-ut- embora, envista da res-
crueis para urnas e excessivaraents indulgen-es I tricta economa a qui o foresVG o esta 11 _- ral I
para outras. | finanzas, que .-.qui nio ae potera deixar de estar
Por exernplcN Sr. presidente, o Gymnasio Per- refl .l5tillj( comj acntese em todas as em
namuiKo.no. tual a razao que dctermiuou ton- dcate gomero.
bre commissao de orcamento a dispensar a instruc-! Accroscentou que, pjl* circumja i le hav r
vao d.quello estab decim nto de velos protesso- fecnado o balaneo aanwstral sem ter
res, e expellir para a ra uma qua.utidade de me- directora pagara coasa cerrenti qne o d-
niuos pobres? que irio agora fazer essea me- ;,..;,,...- !r|j ,,. ,,lln)0 j0 di i a la
ninosc Irtoeetengramadore? /, havU silo obrigada a e intrah i casa
U sr. (.oelho do MoiaosIrao para suas casas. oi Srs. Samuel P0W9I Joiinston i O, pira com-
U Sr. Be-ao de Itapissuma -Maa, V. Exc, la, pr;lr uma novara icbiui, se resolver ella la
fara a obra d- caridade de educal-os ? ,n-.0 d:l utoris icio o feria l em am l das a
U &r to.dho de .Moraeslato compete s suas blsjjgenes Bnten-irea para renovar o mi
respectivas familias. lmeomftaabimmainda metmo leoan
O Sr_ Bario de ItapiaaumaSe oa paca nao o ,im eapreatiiB;e o osera em ttin
podem raawrr" Sr. presidente, se all existe um deoenure ajume de7V Com vori..
ou outro menino as condicoes de aer educado : lu cninulleou aos Srs. aCC.oaistaa
pela sua familia, a mor parte nao esta, porque | empreatmo facilment- coberto, bav .
Ihoa e de trilhos esm igadoa. Ao passo a que cm-
m88o, qua aconselha, exige apenas a obnga;ao
de pagar mais 1:7504000 annualmente de juro de
capital, obrigacao esta inferior dispeza exigi-
da, com a turma de conservaco s por si.
Poderia, reconhece, propor uma dm.nuicio na
taxa do dividendo ; acha, preo., que pida seguin-
te forma est mais Simado o crdito da Compa-
ubia, cujo capital real j hoje superior ao seu
capital nominal. Pelo que submette considera-
cao do3 Srs. accionistas a sua proposta asaim for-
mulada :
Em vala da demonstracao que acabo de fazer
relativamente a incontestavel vantagem de se re-
construir desde j a lnha de Beberbe com trilhos
novos. eraittindo pira isso 25:000000 em debentu-
res a 7 /o ; por isao que nao nos permitte a actual
cnae finauceira que facamos tal reconatruccao,
como fizemos em quasi totalidade d;. linha de
Olinda, peco e propondo aos Srs. accionistas que
autonaem a directora a eftectuar esta ooeraeio.
Sala das 3essoe3, 2G de Abril de 1886. (Aasignado)
O geienteA. Pereira Simoen.
Sendo posta em dis iiisao a proposta, o Sr. P.
P. Borge3 pedio a palavra para obter explicacoes
sobre o meio pratico empreado pela directora no
pagam-nto das encoramendas que fazia. Incum-
bindo-ae de dar-lh'aa n Sr. J. J. Alves, mostrou que
a directora at hoje tem pago as suas contas pelo
cambio do iia. tres mozos depois da sabida do
navio ou vapor do porto inglez. Sendo que ac-
croscentou o Sr. Pereira Simoes, andi era vista
da observag^a do Sr. F. F. Borges, que era seu
intento s emittir os ilrbentures na epo.-ha prova-
vel dos pagamentos. K ni) lia.endo mais quem
pedase a pal%yra, foi pisti vjtoa a proposta,
sendo approrada unnimemente. Entao o Sr. F.
F. Borges, pealado a palavra, apresentou a se-
gainte propoets, que entendea ni ser necessario
juatificar, visto as conbecidas inpugnaea levau-
tadas contra certos art>gs d>s estatutos da Com-
pannia, e o seu autogmismo ou desh .rraonia em
outros c.rao irativam. nto com as disposiciies da
n ira le das ssaociacea anonyaiasa
Bequeiro qne, achando-se m d sliarmonia
com os no ros a actual lei, que rege as
sociedades aaonymas, se nomeie um commissao,
qu rev ado- > frmale am ir ject > de novos em
da cita-
da lei. vla das 3-s O-i Ha assembla geral da
Companbia de Trilhos Urbanos do Kec-le a Olin-
da e Beberbe em s as i do as3embli eeral, 26
de Abril de 1886. (A igna i n/'. 0 Boraes.
Sendo posto votos semelhante requerimento
t ii noanimem mte ap irova i, aomeando o Sr. pre-
s lente i _' i em om-
Sr. F. F. Borgea, Sebaasiao
Lopes G i maraes e J. A. de Almeide, Cuuha.
E i 11 a ivond i na la mais a -rata.- foj levantada
0 a 1 hora di tarde, fie indo assentado que
ivisora dos estatutos apr.se.itaria o
sen prqj iet; na proxim i reuu 3 i d i Outubro.
E eu, .ioi Antonio do Alineida Cunlia, secreta-
rio da .'. ii.. i i ;t i que,
o irt. 7'i | 2 n. 2 do decre-
to -i ter publicada p usa.
jeral i i Comp-uihia dos
Trilhos Urbanos d> :e-ii .: ribo,
i de Ma >de -m. --J. A. de '. Cania.
iliViSTA DiARIi
(Continuara oa apartes dos Srs. Bario de Itapis-
suma e Andr Diasi
O orador diz que tem tanta obrigacao de traba-
lhar como os Srs. deputados que o iiiterrorapern ;
temfeito sacrificios para cumprir seu mandato ostu-
dmd'i as necessidadea da provincia e procurara! i
melhorar suas fiuancas estragadas pela imprevi-
deneia...
(Continuara* os apartes dos Srs. Bario de lta-
pissuma e Andi Das.)
Nesta casa, diz o orador, todos trabalham muito ;
mas iingui-m o excede.
(Continuam <>s apartes dos Srs. Bario de Itapis-
suma e Andr Da).
Interrompid con tanta insistencia,o orador diz
que nio pode continuar na resposta que deaejrva
dar ao nobre deputado pelo 12 distiicto e por issi
sonta se.
O Sr Har de liapls*uma-No era,
Sr. pres'dente, de minbas inlencoes tomar hoje
a palavra para discutir o or^amen-o. K-conheci
a importancia da materia a desejava ouvir aos
meus eollegas mais habilitados do que ea no as-
surapto para formar o meu juno.
muilos sao at orpbios, som farai.ia, sem recurso
alguin.
O que fario os nobres deputados com eatas po-
bres crcaiicas? Que destino Ibes dio?
Bem \ V. Exc, Sr. presidente, que anda neste
pmto a nobre commiasio foi por demais injusta,
foi iniqua.
O Sr. Cielho de UoraesAceitamos emendas.
O Sr B*iio de Itapissuma Eu estOO
apreciando o orcamento, como elle est. Ai
passo porm. Sr. ['residente que os nobres depu
lados auppn.nem certaa cadeiras de inatrneci i
publica, eoiif-ervam, entretanto outras em peiores
eondQoea, quo nunca tiveram treqneacia alguma,
ifv.' ando asaim uma incoherencia que compromet-
te de modo gravea imparcialidade, que era de es-
perar da llustre corarais-ai.
O Sr. Coelho d MoraeaO nobre deputado tem
o direito de corrigir os defeitos que encontrar no
ore ment.
O Sr. Bario de ItapiasumaVa. Excs. tinham o
Oerer de satodrir perfeitamente a questao para
apreaentar um ornamento que lagawsae todo o
servido da provincia, sera concorrer para a sua
deaorganisa^o, como acoutoce cora este que agora
se discute
Um Sr. DeputadoEntio assim se poderia per
feitaraent i prescindir das 2' e 3a discussoes.
O Sr. Bario de ItapiaaumaEu nio estou afir-
raando sao, tanto mais quanto disse <^ue votara
pelo ornamento, so porventura Va. Excs. toraass m
cortas medidas geraes. e nio parciaes e partida-
rias. Eu tinha leclarado sso, nao s ao nobre
deputado, relator da commissio, comjaomeu ami-
go o Sr. Vise onde de Tabatnga. .vas o nobre
deputado, membro da commissao, nio quiz tn-u-
der-me, nio quiz mesmo admittir a mono, refl-xao
e teve din 1 a It'lc lde$a de darme aa costas.
O Sr. Ganes PrenteNio dei as costas ao no-
bre deputado.
O Sr. Jos MallaSe nio foi ao nobre deputa-
|<>, foi a um outro seu collega, a mesma cousa.
Todos na temos o raearao direito.
O Sr. Bario de Itapissuma Mas, Sr. presi-
dente, um ornamento nestas condicos ple se di-
fer que seja til ? Um ornamento que pesa dora i
sia lamente sobre os em..r gados pblicos, que
opprirae de modo injustifieavel essa claase, que
pode merecer a condemn ,c4) de qu m qner que
.- j i. mas nio a mi li i, pirque ella presta reaes
servidos provincia, e m rece tanta consideradlo
como outra qualqu r, p le ser approvado sem
grande modificasao ? Pois esta classe, que est
pa^indo 5 /o, que recebe os si ua ordenados atra-
sa lamente, anda quem vai ser oncradi cora
mais outros 5 % ?
O Sr. Coelho de MoraeaActualmente ella paga
20 30 aos vinagres.
O Sr. Bario de ItapissumaA que fica entao
re.inzido o emprego publico?
Oa nobres deputados teem o direito, com effeito,
Sr. presidente, de exigir o concurso de todos para
manutenQao Ja provinci"; mas nio tem o direito
de exigir d- ama classe j i tio sobiecarregada de
sacrificios superiores s suas forjas.
O Sr. C". ho de MoraeaE' um sacrificio, que
elles -utiranm.
O Sr. Bario de ItapissumaEn nio posso com-
Mas em vista do mo humor esm que o llustre prehender semelha ite cousa.
t o ates que nio p .dorara ser atteudidoa :
siguifiea tnuitoein abouo do Ci
qu a sna opiaiij Ibe eonutitae o tea v Udei
ro fundo de reserva. Infelizmeate, diz S. S., o
que alias nio era de esperar, o cambio logo m
depois coin-fou a subir, po leudo ter sida assim
melhor snntedida esaa operario, se maia tarde
bunvera sido foito ; .n,a i brau !) qu a eom
prorais o t anal i com i casa S .lins-
t m ft C. tinha-ae designado o fon
a i;ca provavel do cmbiiso, que aini
maat-ni por i-so a opiniao de que iirectoria
tinlia attoiili i cuidadosamente aos r
I dos Srs accionistas pois a COUVi
jurse a consolidafio da divida que flact
com o cambio j sio uma gl n.
Coitinuindo ora a pilavra, disse S S. [U
liaver aooionista raes no, que aeiie que u'um c iso
deates seria preterivel suspender os dividend m,
p iis n'um s semestre dariam ellos para pagar
igual conta ; raaa que por sua livre vo Itade nuu-
Ca lngara mitde ama igual medida, a qual con-
f-ssa, considera desastrada. Tod ipital
deve ser pro luctivo, e quera o emorega em
presas, inpre.'a o Bempre cera o fim de vel-0 lea-
der, de por elle recebr um akiguel, e
cousidera o dividen lo fUUt dcsp :a obrigatoria era
bem mesmo d futuro da compauh'a.
Foi certamente asaim considerando tarabem que
a n >va le maudiu que pelos accionistas se dis-
tribuissem os lucros lquidos das operacoes de ci
da semestre, e na i nnpor as comuaniiias a ob
vio do ter ana fundo de reserva em dinkeiro ou era
titulas quasi imraobilsados, e tornou franca a
emissio de del/enture. N'um casi extremo nao
seria diffieil, visto como essas debeutures devem
sempre a -r emprendas na c mstrue^ao. augment
e renovara-uto do material da Companbia, ampliar
o Capital ua medida do saldo real di Conta do lu-
cros e ..orlas, distribu ido aeco-s de pretet
pelos primitivos Srs. aceioaiata, afim de couver-
t. r as mesmas debentures.
N i liosa i aas p r.n, espera com bons lunda-
menti s que os rae boraui utoa iutroduzdos, e os
renovara n'os atteudidoa permittindo cada vez di-
minuir as desp-'zaa de conaer vaga d. material o
danle naa offienns, e da conaervagio do material
da via permanente, (o que tem sido a causa unici
da d.ll' renca para raen ia na despeza que tora se
nota i > uestes ltimos anuos), perinittirara obter
melhores saldos ou renda liquida superior em
iguacs circumstancixs finauceira-, de modo a re
colher em pequeuo'praso, S'-m prejuizo Jo dividen
do, as debintures emittidaa.
E pensando aooiin, anuna-se a fazer aos Srs. ac-
cionistas uma pr..posta da emisao de mais........
25:000^000 a juro de 7 % para r.-construccio da
li,.ha Be B beribe e resto da de Olinia.
Enten le qu i se os Sra. accionistas negaren
directora eata taeuldad-, obrigal-a-hio visto oomo
preciso para ter passageiros ter 4/oa Itnh, a
crear mais uma tur ua de conservaco da buha,
que nio se podar coinpr de raeuoa de cinco tra-
bajadores 4 14000 e u.n cubo 2i*03, exigindo
assim ama despeza de 124000 posa mana ou de
2:2684000 por aun i, e a muito mai it- quantia su-
bir a dsp-za as otEcinaa pulas reparagoeg con-
stantes das machinas e carros que p lasara conti-
nuamente pela linha construida de pedacoe de tri-
Asiemaiu Provincial Funecionou
im, sob a preai lencia i< Ex.o- Sr. Dr. Jos
Man -. .o Barros Wand rley, ton lo comoarecido
1 js.
E.. Indi ap.K- iv i .. Bem I i tte, a acta da
ii- ote.
0 Sr. secretario i.roceden Icitora do jeguin-
te expediente :
Un.-, poli..-i) de Mirandolina Borges Pestaa,
professora contratada de Sorra \'erdo di Bom
Jardim, reqa rend o pagamento desens "enci-
i-, a e otar de de feverero de 1885 e oa
que se forera vencendo. do couf irmdade cosa a
tabella n. 1 do reg de abril.A'
commissio de legisla^ao.
Outra de Pnilomeno Baymnndo Nnnes de Lima,
protessor publico da povoaQio de Santa Cruz do
Brejo, requerendo consignaQao da verba, para pa-
gamento de alagad da casa e expediente de feve-
rero a iunho de 18S5.A' commissao de or-
mento provincial.
Outra de B.dlarmrno dos Santoa Buicio Filho,
cacrivio do jury e exocuQoes criminaos da cidade
d i Vict na, requerendo que a commissao de orna-
mento municipal, reconsidere o parecer que inde-
ferio a sua p-tica).A' commissio de orcamento
municipal.
Um abaixo assignad)s de propretarioa e mora-
(iooos no Arraal, no P05) da Panella, pedindo o
eneerramento das inhumaes no ceraiterio d'alli.
- V commsiio de saode publica.
Foram a imprimir oa seguiutes projectos, sendo
o de n. 71 procedido do parecer da commissao de
juatici civil e criminal.
aos povoado3
Barro Vemelke
N. 71. Keuni.in ai -2'' o Ia tabelliooato de
Buique exereendo o serventuario privativamente
03 oficios de os riva> do crimo, civel e orphao?.
N. 72. Creando cadeiras mixtas nos povoade
de Tiuma, Peni e Cajueiro.
73. dem outra ao luga,
de f yauua.
Poi lido e apoiado um requerimento do S-. Jopa
Mara, pedindo informa^des sobre oeenrrendu ie
Tacarat. ficando pela h ra adi 1 11 a diacussio e
i ,1 11 orad) os Srs. U guaira Costa e Jos Maris.
Passou-so 1' >arte li ordem do dia.
A.lioi-se de novo pela fura a 2a discussao do
ton. 13 i ste am r) provinc!)
tendo orado o Sr. Coelh) de M iraes.
Passon-se 1 2'parta da ordem do dia.
EuCdrrou-s* a Ia diacussio do projeeto n. ol
desteanno (orcament rauuicipil) aendo apoiado
um roquerim -nto de aiiam nto p ir 21 horas, do Sr.
Prxedes Pitanga.
Adiou se a Ia discussao do projeeto n. 46 daste
anuo.
A ordem do dia 1' parte, continuado da
' 6 mais 1 emenda ao
projeeto n. 2."> deste a in 1 : 2? p-.-rt-, coutiuuacio
I. antoeedeotee maia Ia discassio loprojucto ..
inno.
ConrersI de apollee*. Terminando
ll d c irr'nto, o priSJ para acej 1 -
clara I BV -a." 'lu ap I I 9
. s foi at h 1 a recebida na Thc-
Paz oda desLa 1 rovincia a r c'ama-
' Sr. Ma 10 d Perreira Borth ." p ,;-uidor de
ipolicesde 1:0'Oj, o qual eximio-se de apie-
tivoa ti tuloa como prescreve o art.
pi das i.istruocoes que .1 .laiiharam o decreto
51, de 12 d- Abn! ultimo.
Tri tamal do jury do Rprifc.Foi jui-
na 11 hmt-in, neste tribnuil. o re 1 Antonio Fran-
de Al'ouqu nu.% conbecido por Antonio Pi-
pi onuuciado ao art 193 do Cod. Crim.
Foi sou patrono o Dr Gaspar d rummond
Ftlbo, seo lo o reo absolvido.
O Hlnho l"il|i>r-s<-o.E o titulo de uma
obra de luxo que est sendo publicada em Lisboa,
escripia pelo litt-rat j Jos Augusto Vieira, e ii-
lustrada com gravaras fimssimas de desenho de
Joio de Almeida, alin de bons chromos e 6 map-
oas ge.igrajhcos da provincia do Minho, de que
trata a obra c ra verdadeira proficiencia.
Como trabalho de impiensa, a obra nada cede
aos mais pi-rfeitoa proluzidos na Franca e Alle-
maohi, e como trabalho litterario a obra tem
grande valar artstico, merecimento pelo menos
gu al s S'.uudhautes publicadas em toda a Eu-
ropa.
P.i'a a lrraria Franceza, ra Prinieiro de
\I 11-90 u. 9, ji cb garara os 9 primeiros fascculos,
abr ingendo numerosas estampas ei. gravura e em
raa qu geographco.
Nessa livraria tomam-su assignaturas para a
obra.
K aprclacnlos de boje.-Ha hoje oa se-
guintes eapeetaculos :
No theatro Santa Isabel, em beneficio do artista
Canal ho Lisboa, o drama Ruinas do Castello-Ne-
gro o n'um d-is intervallos a polka-hindO fe-
chamento das portas.
No theatro da Santo Antonio, pela empreza dra-
mtica do actor Xisto Baha, a mgica A FiUm
do Ar ou A Princeza Azulina.
".mulo Arcbeologleo.Hoje, pelas
11 hora do dia, em seaso do Instituto Archeole-
gieo e Geographco na sede respectiva, o Sr. Dr.
Jos Hyguio Duarte Pereira lera o reatorio dos
seus trabalhos na Hollanda, onde estere em com-
miasio do mesmo Instituto compulsando os archi-
vos respectivos e extractando importantes doca-
m-ntos para a historia no dominio neerlands ns
Brasil.
liivros para m Infaneia esrolar
Sr. Hilario Bibeiro, actualmente em Pernambuee,
miraoaeou nos oom^xemplares ios quatro lirri-
nhoa que tem pabtlcado na corte pama iotanaia
escolar.
I

<-'
-
J
i

-T


Diario de PernambncoDomingo 9 de Maio de 1886
^o ;lles.: Nevo eegundo livro de leitura, sob a
epigrapbe de Sotnario Jfafantil, 2' eioio? Novo
tereeiro livro de leitura, ob o titulo Na Terra, no
Mar e no Esparo, 2 edics; Cartilha Nacional,
para o enaino simultan-o da leitnra e escripia, t
edioao: e Elementos df Edueacao Cvica e Moral,
novo qaarto livro de<4eitura, sob a epigraptae Pa-
tria e dever, 1 edieo.
Todos esses livros foram adoptados palo couse-
Iho litteraro da ustruceo publica de Pernambn-
co, e j tiaham sido adoptados por guara corpo-
raeoes da corte B outras pro*inoras; e a nosso ver
coin os mclhores fundamentos, porque esses livri-
nhos aio realmente rauito bem coordenados e de
vem prestar utilisaimo servico infancia es olar.
Agradecemos o mimo.
Carpo le pollci* A itn-hontem foi jul-
gada improcedente a aecusaco contra o teo-nte
3uarte!-raestre do corp > de p ilicia, Antonio Jos
e Souza e Silva, pelo desfalque de 316 calcas de
brim brancj, 62 blusas pardas e 48 pares de boti-
nas, da arrecadacao gem do mesmo corpo.
O can-S-lh i de investigarlo se compox lo major
Estevao Jos Ferraz, como presidente; capites
Joao jastiniano da Rocha e Manoel Anselmo Pe-
reira Ciuimares, a tcnente Sebaatil > Groucalves
da Costa, como vogaes, servindj de auditor o Dr.
Joao Joiquim de Freitas HenHqaes, Io promotor
publico.
O auditor e o cap:tito ereira Guimaraes vota-
ram pela responsabilidad:' do tenente quartel-mes
tre, tendo o primeiro fundamentado o seu voto
vencido.
Ferlmento mortal -Ante-hontem, cerca
de 7 e meia horas da noit-. na ra da Oetenco,
do 1" districio de S. Jos, Olegario da tal, empa-
cador de profisso, terio inortalment-' com cinco
lacadas, a Jo:l> Jos de Aqaioo, orapregado no es-
criptorio da ferro vi a de Uaruar.
O criminoso, que tinha o mo veso de andar a
espionar pelas ea .as alheias. assim pratieava cu
relaca de n. 1" daqaella ra, onde reside urna
familia -oin a qual a victima devia em breve l-
gar-se pelos lacas matrimoniBOa. Por motivo des-
sa espi magC::' Aquin o ceusurou amistosamente
Olegario, na manat de ante-hontem, e o per-
verso, qio na oye tsi j d l i Ivorteuea mistrou se
sentido, parece que d-.-sd logo formju o plrno de
matar o seu censor.
Eftctivamoute, iu licada hora, dirigise
ailudida casa, onde sabia achir se Anilina, e uni-
gavelineutu attrahij-o para a roa, onda travoa
eom elle urna hita, dando I he por fiui as cinco
que.-tiouadas faca i i.-, que foram: urna no braco
direito, outra no esquer lo, urna no r.isto, a qu irta
no peito esquerdo e a ultima na regio axlllar reita, sendo esta a mortal, poia que oteressoa o
pul mo e un i i treri..
Sabedor do fado, o subielegado competente
acud.o prestes ao lagar do rime, e anda, te ve
lampa d: laten a o sea aa>
sassiuo. e mom m.
0 cadver foi tra i p rt do para a cus n. 10
i. referid* ra i i xamia i lo pelo 8r. Dr.
1 10
O ascussno eva i po-
lica varojado di e aappanha
estar elle occulto, nao < ene mi
Pr s.
Ferimc-iilo srave Ante li intem, pe
horas d lominado .\ v i J 'o i-
bert.i
do.- o i n I Conrado da Foi.
Silva, c:ii i-.i da j: I > elle
ido bal) ir se no i ib qae p ir all cor-
re, mu ontro indivi to d noma Joao M reno,
com qae a viva
se da opportun ic i i nente, 4 ca
,i tra i ii i
ii arall i : i '.
m t com d >ua fer da nm i
rasta entom scen da em to la a r gi' i di bit es
querda, fieando aa olhos aaaitu in
jectas e som nina coi ao saris, pelo o
tri. abui a ', i m ."i i pela ooeea,
(> i i r. sp ctivo tomando c
!) ficto, a i Dr. Souza para
ilieto, dep le i i 1 dar a
uio facnltativi iv a oa ferimenl
O delinqnente e entra elle
ii. form i d
Fer i meato levePelas 'i e meia h ras da
tarde de anl hunt in, na traversa do afontero,
rcto j- -Jos, i da raides
! tn'.'Ana i
tonio Gualberto O.mies. ;' ram \ viaa de fael r i
anitando soffrer o primeiro ama tneada no hombro
esquer ii, dada pelo aegaado, que foi preso em
ll igrante delict >, tendo c uf asado o crime.
A auterid tde policial proced u corpo de dee-
tendo sido ido leve o lerimento pelo
Dr. Cara i.- L't
Contra o detiaqneate instauroa-se o competente
processo.
Clal Lltteaale Vir;|rlen -Ante
houteui pr > da nova iireetoria
im composta:
Presidente, Dr. Jos de Barros Andrade Lima,
rocleito.
Vice-presiiente, Dr. Antonio Carlos de Arrala
Beltrao.
1 aeeretario, Piragebe I igaa da Silva Costa.
2" dit Haximiano Delgada de Aojo Nunes,
reeleito.
areiro, Lnia J^nacio de Andrade Lima,
reeleito.
Orador, eapitio Ji -' \lvea de Souza Baodeira.
Vicj-orador, Jo- tira afaniel Reg Bar-
ros.
Principio le IncendioO Sr. Joao Pe-
lik de Oliveira, empregado i caaa do Sr. Carlos
Sini-t, em noaae d>at-, din^io-nos uma redama-
contra a nossa local ne hontem, em retereneia
oo eomeeo 11 me di > bavido ud predio n. 48 da
ra do Bacilo da Victoria
E: respeta temos declarar que, estando a
referida local de pen ssimo accordo com o trecho
da parte da polieia, qne d coata do accidente, na-
da temos modificar oa mesma local, tanto mam
que em nada modifica o facto a interyeucao e au-
xilio da guarda cvica para a extincejio do incen-
dio.
Carne* verde*. Os Srs. Oliveira Castro
6c C-, contratantes do ferneei ment de carnes ver-
des ao municipio do Recite, proposito do que
aute-bontem escrevemos sobre psse assnmpto, nos
dirigirn) a seguiute carta e documentos que vo
em pos :
Illms. Sr3. redactores da Revista Diaria.
Bedfe, 7 d Maio de 1886. Offerecemos Utas-
t.-ada attenoSo de Vv. Ss. os inclusos document is.
das quy.i's se v a improcedencia das censaras de
que Vv. S3. deram noticia em sua "dicao de hoje.
Durante a exeeacSo do contrato temos abati
do acmanalmente numero de rezes nunca interior
20 com excepe to d i semana santa, em viro: !
da autorisacao da Cmara), tendo havido incitas
vezea maior abatimento que o estipulado.
Em relaco ao preco nao tem havido menos
esactidao no cumprimento do contrato, como prova
o documento n. 2.
Esperamos que Vv. Ss. nos farao justica, como
costomam.De Vv. S.?., etc., etc.Oliveira
tro fie
\. ; Hlin. Sr. Dr. secretario da Cmara
Muuiini1.Oliveira Castro& C|requerem V. S.
se digan de mandar certificar se os s'ipplicantes,
durante a x*cucao do seu contrato, te a abatido o
num".-> d estabclecido no mesmo con-
trito para o ccnsnmo deste municipio, semanal-
m oit -.
Pedem a V. S. deferimento^-E. R. Me Re-
cfe, Oliveira Castro & C.
- Despanho. Certifique-so. Secretaria da C-
mara Ha niel pal do Beci&, 1 de Maio de 1836.
Pelo aeeretario Castro Leao.
(' -Em cumprimento da peticao e des-
pacho supra, certifico que, revendo oa livros de
rece la laneadoa os impostos do gado
abatido, del les sr v que os supplicantes Oliveira
o k. C, teem cumprido fielmente quanto ao
numero de rezes abatidas do conformidad com o
seu contrato. 0 referido vi-rdaJe e aos proprios
livro3 de lancauoento me reporto. Eu, Joaquina de
Gonvei i OeraVearo, amaaaeaae da contadura, fiz a
ate e me asaigiuJoaquim d". Gouvcia Cor-
. Eu, Jos Mara de flouza Araujo, contador
da Cmara Municipal, subscrevo.Conforme.
Pelo secretario, o amanuense, Leoncio Quintino de
Castro Leao.
. Paspou 1420 de emolumentos. O porteiro,
Leopoltino Silva
2<. 2. Illm. Sr. commissario dos mercados
publicO.Oliveira Castro & C. n-querem V. S.
se digoe de mandar que o administrador do mer^
eado d'J S. Jos informe se as carnes expostas
venda pelos supplicautes na mercado, tem sido
vendidas pelos precos eatab-lecid.,8 no contrato.
Pedem a V. 8. defenmenU.E. R. Me.-Re-
7 de Maio de 1886. -Olivara Castro & C.
Dttpmho. Inforieas o Sr. admiaaUrador.
Reeife, de Bdak) de 1886.Cussy do Btgo
Certid&o. Cumpriodo o despacho do Sr. ve-
*
reador commissario, exarado na peticao supra, sou
a informar q e tem sido aqui observado restricta-
mente pelos Srs. OHteira Caetro c* C, os p ecos
das carnes establecidos no seu contrato com a
Illma. Cmara Municipal. Carnes teem havido
neste cstabelecimento por procos mais elevados,
mas nao pertencentes aos contratantes e sim aVdi-
versos outros concurrente*, que nada teem que ver
com o referido cont.ato. Mercado municipal de S.
Jos, 7 de Maio de 1886. Jos de Mello A. Mon-
tenegro, administrador.
X. 3. Illm. Sr. Dr. secrefcario daCamira
Municipal do Reeife. Oliveira Castro & C. re-
queren) a V. S. se digne de mandar certificar,
vista dos mappa da matanca diaria foita no ma-
tadouro da Cabanga e em outros lugares, a exa-
minados os livros de recita aonde sito laucados os
impostos do gado abatido, se os supplicautes du -
rante a execucao do seu contracto teem abatido
Siinanalmente numero nunca inferior a 420 rezes
para o consumo deste municipio. Pedem a V. S.
deferimento. E. R. Me Recite, 8 de Maio de
1886. Oliveira Castro & C.
Despacho. Certifique-se. Em 8 de Maio de
1836. Assis Rocha.
Certido.Em virtude de peticao e despacho
supra, certifico que dos m ippas diarios remettidos
a esta eontadoria, dclles se verifica que os suppli-
cantes Oliveira Castro & C teem cumprido sen
contrato, abatendo semanalmente 420 rezes. O
referido verdade e ao proprios mappas me re-
porto.
< Contadona da Cmara Municipal do Reeife, 8
de Maio de 18^6. Eu, Jos Maria de Sousa Arau-
jo, contador daCamira, passei a presente.Con-
forme. -O secretario, Assis Rocha.
Pagou 1340 do emolumentos. O porteiro,
Leopohlino Silva.
JnruliypeEste vapor da Companhia Per-
nambu'^aua transferio a sua sabida para os portos
do su!, para amauha, cm cumprimento as orden
da presidencia da provincia.
it,-iiii 6es MoriaeN Ha hoje as seguin-
tes :
Do Gtbinete Portugaez de Leitura, s 11 horas
do dia, cm assembla geral, para assumpto im-
portante.
Da irmandade do S. Jos d'Agonia, em mesa
geni, s 10 horas do da, para eleijo da nova
direcc.i i
Do Club Jurdico, s 11 horas do dia, na roa da
Cadeia n. 40, 3- andar.
Do Centro Republicano de Pi^rnambuco, ao meio
dia, no Io andar do predio n. 51 da ruado Impe-
rador, para o fin de discutir as suas bases.
Ii-ilM>.Efi'.cuar-se-ho :
Ainaiihi! :
Peo agente in'o, s 10 c meia horas, na ra l"
de Marco n. 3 e na ra di Bario da Victoria n.
esab leeim utos ahi sitos.
Pelo agodt OuimSo, s 11 horas, na ra do
n. lt, do 6 borros e 4 caraetro para
c uxas de capel de linho pantad >.
I ',.'/. is 11 horas, ua
roa do loii Jcmis n. l:i, de papel.
Terca-feira :
LO 1/2 h iras, Ra rui da
Vi b I n. 8'J, de movis, louvas, vidros,

Pelo lU/tne Martn, s 11 horas, n: ra da Iin-
i 76, le movis, calylos, miudezas,
etc., i
i agente Modttto iaptisla, s 11 horas, na
i !;,u Jeana u. 19, da movaia, loucas, vidros,
te.
Gusmao. s 11 horas, na ra do
B 0, J oiio ii. 19, de chpeos de sol,movis e mais
'
tliNtta* runciirro. -S'rao celebradas:
Amauli :
-, ,:i Cooceicao dos Militares, por
alma do major Jos Tibareio Pereira de Maga-
.. h ira.-, no Paraso, por alma do eom-
Bas Baptista da Silva.
Tere i-fe'ua :
A'a 'i meia horas, na Ordem Terceira d S.
P ro Martyr e 8. Bento em Oiinda
por ftlmi do adre Barcetlos ; s 8 iuras, aa ma-
. Boa Vista, pelo Dr. II mono liicalho ; s 7
. na Cma o dos Militares, por alma de
Ou uto Rodrigaea Pranca.
Quinta-feira :
A'a H horaa, na matriz da Boa-Vista, por alma
w Paulia > Prea Palea11.
M.i>i-j'n la provincia.Quinta-fcn ;. 13
i no, se extra oir a lotera n. 53, em u l .-
fici i da i oreja de Jatob.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora Ha
oneeico doa Militares, so acbarao expostas as
urnas e as esuheras, arrumadas em ordem uume-
riea '. a ireciaoiodo publico.
liOl>i-ia da -rtePor telegrammarccebi-
do pela Ca3a da Porcuna, s tbe-se terem sido estea
os Duaaeroa premiados d i .l* arte da lotera 363,
ii la hontem, 8 de Maio :
1.618 100:0005000
6.969 20:i000O0
10.0/7 5:000000
lOteria do io \ >' parte da lotera n.
196, do novo plauo, do premio de 100:00050O,
sera extrahida n i da 15 do correte.
Os bilheres acham-se venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro de Marco.
Tamli n-se venda na praca da Inde-
i;. na. 37 e 3ti.
Lotera de Macelo de 300iOOO$0OO
A 7' parte da 12a loi-iria, cujo premio grande
6 de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
impret Tvelmeate no da 11 de Maio s 11 horas
De meio dia, a 3 liora da t^rde ser o
Dr. Moecozo enebritrado na torreao pra
5 do Commarcio, onde uncciona, a ms
peejao de saiide do porto. Paraqualquer
i'estes Joiis pontos podero ser dirigidos
oa chamados por carta as indicadas horas
Dr. Miguel Themudo raadou sea consul-
torio me-iioo e residenoia para a rua Nova
a. 7, 1. andar, ondi d consultas das 12
8oras s 3 da tarde e recebe cahmados a
qualquer hora. Especialidadespartos fe-
bres, syphilis e molestias do pulmao e co-
ja cSo.
O Dr. Arthur Imbassahy, medico occti-
list. reccateroenta chegado, esta cid ido,
d consultas tod>s os das, das 8 s 10
lloras da mmha, sendo gratis aos pobres,
no 1." andar do predio n. 53 da rua da Im-
peratriz.
Dr. Brrelo Sampaio d consultas de 1
s 4 hoias da tarde, rua do Barao d.
Victoria n. 45, 2. andar, residencia rua
io Riachuelo n. 17, canto da rua do Pires.
Advocado
O bacharel Benjanim Bandeira, rua do
Imperador n. 73, 1. ao lar.
llenrique Milet. Rua do Imperador n.
22, 1. andar. Encarrega-se do queatoes
as comarcas prximas as linhas farras.
Dr. Olioeira Escorel 2. promotor pu-
blico, tem seu es'riptorio de advogacia da
ua Primeiro de Margo n. 2.
Oroearia
Francisco Manoel da itSiiva <& C, depo-
sitarios de todas A3 especialidades pharma
oeuticas, tintas, drogas, productos chimicn t' n"sse g,e.ner \ ,Pe.'* me3,na rfo' V"*w
aquelle que esta estabelecido com qualquer nego-
e medicamentos homreooaticos, rua do Mr-
quez de Olinua n 23.
Paria, Sobrinha & C., drogustas poi
attacado. Rua Mrquez de Olind n. 41.
errarla a Vapor
Serrara a vapor e offieina de carapino
de Francisco doa antos Ma;edo, caes de
Capib&rioe n. 28. N'este grande estaba o
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se e vendo-se madeiras de
to las :-.s qualidades, serra-sc madeiras de
conta albeia, assim como sepreparatn obrr.r
da carapira por machina e por precos
competencia.
queremos apenas provar qae nenhu-n mtercsae di-
recto ou indirecto'teoos em r-'talhar a carno por
precos superiores aos estipulados ; poie, arroba-
mos no matadouro da Cabanga aos retalhadores.
Dirn t I vez qu, so nSo nos locupletamos com
essa rregulardade, fazem-noN>s arrobadores, pelos
quaes. somos responsaveis.
Essa' rregulardade nao se di, nem se pode dar ;
pois en todas os talaos, quer pblicos quer parti-
culares, onde se vende a earne dos bois abatidos
pelo*contractantes, ha um grande letreiro cm le-
tras encarnadas com a palavra Contracto e uma
loii8a com a indicacao do preco.
Os empregados da Cmara, os vercadwrss e o
publico em geral nao deixariam passar ta: graude
escndalo.
Entretanto, quer nos mercados pblicos, quer
em alguna talhos particulares vende-se carne por
preco superior ao do contracto.
Nao temos privilegio exclusivo, e por isso outros
negoeiantos de earu-'s verdes ab tem gado e os ex
pocra a venda. A estes, pois, lvre venderem s
sua mercadoria pelo preco que lhea couvenba.
_ O que porm alanfamos que s aquclh's par-
ticulares que abatem por sua conta e risco, que
vendem, qaando lhes isso possivel, o que alias
raras vezei acontece earne por preco superior aos
do nosso contracto.
O quo afianzamos anda que o gado por n3
abatido vendido s em talhos, quer nos mercados
pblicos, quer particulares, onde se v o dstinctivo
que indica ser o gado do contracto.
Em talhos que nao sao do con:raeto nSo 3e vende
ca ne do gado por nos abatido.
Os particulares que, livres de quaosquerobrga-
eao, vendem nm t vez ou outra carue por prego su-
perior ao do nosso contracto, eatao em seo perfeito
uireito fazel-o ; mas fszendo-o nem abusam de sua
independeucia, nem pedem precos exorbitantes.
P nos obrgados a pagar naa Cairas preco.-, to eleva-
dos que os aujeitam a nao pequeos prejuizos.
.Mas, pirque o tazem, H "lo si. obrgados a ne-
gociar nesse genero ?
cinao o pode abandonar anda quando conbece
que est perd mdo vai aguentando o barco, na
esperanca de um futuro melhr, que muitas e
muitas vezes nao chega.
Se aos particulares acontece isso, o que aconte-
cen comnosco ?
E' faeil do preverse.
E a isso que est reduzda a grande patota das
carnes verdes da qual abriramos mao de muito
boa v ntade.
Se estao descontentes os consumidor-s, em vista
da .muitas reclamxcoes que t''"in silo dirigidas
Ilustrada rediccao do Diario, faeil o reaaa-
do:reseindam o contracto-asaban com a pa-
tota que a isso nao nos opporemas.
As ccitidoes que ua Rtvteta vilo publicadas,
confirraam o qne deixamos eaeripto.
Beeife, 8 de Maio d 1886.
Oliveira Castr < C.
Tributo de amJsadc.
Nao po len lo sopit.tr os sentimsntos da
gratilSo quo se nninha no meu coracao, c
r paitando a raconbeeida mol >sti i das
peaaoia a quem mi dirijo, poj' parmissJo
_ :" ..... para pateatear-lhd o raen reconhecimento :
Tabyrae revy a verdade do qoeexpus nontomeai r ,
,, prim ir i arl que nao era en oam um O n lo accommettula mialia nulher, de
r ofi<->'a!, nnm un intersasado. uma febre typhic.a, quan 1 o achava-se prca
O projeeto n. To. M' v ,a t{ ir \az> attingio o seu mo estado
S^ravidade que no meio
e unin lo ao raen
JTUBLKiADOES A fEUlDO
"carias ao presidate da pro-
vneia
II
Os actos odie: ms i ja publicados vieran, m ua
cejo qa > ir ir aos illnatl
Provincial, veio provar que S. Exc. o ir. ,
presidente, administrador adestrado a refiectido, tu Ponro Ge
nao estava aotorisado a manda '; "' eonsM.-n.ic.io,
p-ia Adn leja o imposto do gyro, e o conflicto 1 peito tfs ionoseates lilhinhos, j lamenta-
ranulo com a donto Sr deae.ubargador jais,dos w .. f4jiv da presada esposa: a
- foi urna coasequenciaoecaaaar.a dessa falta hh ^^.^ ^ tm^ vd n.
de aut risac r '*
Cumquanto o acto de S. Exc. saja corneto e do o profundo golpe do urna pramatan
portanto perfeitamente defeasavel, comtulo aa viuv :, desorientado mesmo, grandes sor
eafoasenmd i treqoentadores de palacio, ni ,oa prestaraiu-:!ie os mena dedicadoi
r a dovili a ruina em acona Hit a o. -x ..,-,.. ,
, .. ., ,, <,. ,.,:..,.,-, amigos, o ievm. vicario Flomno v
ciinprim oit), desde a. di ordem do or. ministro -.*?'_.*. ,.
da Fssenda. Icoeiroz Uoatinao, os Srs. professor aia
da manlia.
BQaetea venda na Casa Feliz da praQa da In-
. leaeia na. 'i e 3.
Ijoteria Ivilraardinaria do Vpi-
ranga-0 l" e ul'.imu sorteo das 4 e 5* seres
deata importante lotera, cujo maor premio de
150:0Ui>/000, ser extrahida a 12 de Junho proxi
mo.
Acham-se exposto a venda os restos des bilhe-
res na Casa da Fortuna rua Primeiro de Marej
u. 23.
Haiadonro Publico. Foram abatidas
n i Matadouro da Cabanga 100 rexes para o consu-
mo do dia 0 de Maio
Mercado Municipal de S. moviincnto deste Mercado no dia 8 do cor-
rete, foi o seguinte:
Kntraraiu l
3 I bois pesando 4.413 kilos.
1.120 kilos do pei^e a 20 res
87 cargas de farinha a 200 res
' ditas de ructas diversas a 300
ris
l' tabolcirop a 200 res
-2 suinos a 200 ris
Foram oceupados:
21 columnas a 600 ris
3! compartimentos de faiiuha a
000 ris
22 cjinpartimentos do comidas a
1)00 ris
69 ditos de legumes a 400 ris
17 compartimentos de suiuo a 7o0
13 ditos de tresearas a 600 res
2 talhos a 500 res
7 ditos de ditos a 2
54 talhos de carne verde a lf
Do ve ter sido arrecaiada neste dia
antia de
Debi'oa dos das 25 de Mar?o a 8 do
correntc, recebdos
Seria, Sr. redactor,ama pequea illegalidade10o| H anqu do Miranda Accioly, eapi-
latjaarnmn aem troyunos aecujariam a a yjanoe| Lourenco da Silva Sobrinho,
tros ie se tem pratieado a _. *
v .... \ : inte Ferrer de l ,
: .
Vi ate Ferrer de Mello, Antonio Io-!ia:io
sombra do no.ne reipoitavel le o. t.xi o ,e" ,. '.
me de quo aeqneixa, con justa razao, o eommer- de lijv*, a as dignas senhoras Uestes dous
ci. ltimos cavalheiros, empregan io to los os
Polgamoa de reooahecerno Sr. admi ata i k do |U,,03 ira SiiVare,Q a maha entilo mor-
Cinsulado Provi cial muita intellig neia ao lado .
de Za theoria ; a S. S., poram, falta o tacto ... Junda esposa, o que afin d enns -gmmoa
cessario a todos aquellesqmtem de executar me. depois dos mais atrasas softninentos, no
didas que contrariam interesses de inuitos B. 8.1 longo periodo do cincoonta o tres dias -
prefere violentar eonv.nC"r,e provoca muitas ve-I j^,- ,)orUnto qUo se iicha minh i rau-
ze.s urna reaccao nue se naodiria si os meiot tssem ,. ,
. ,. o i n*\n .rvieo ler cal convaleconca. e eu animado por
outros. Absolve-o, porem, o seu zelo pelo servico y r
que ihe est c fiado e por ahi que pecca 8. B., vela ao lado dos estremecidos fainos, con!
pelo exoasso de zelo. gratulo-mo com os verdadairos amigos e
Alem disso, S. S. confia demaia na sua reco- j agl!ardaa(i0 B oacasiiio em quo possamos
nhenida intel."enca e aconselba a03 presidentes! .. l i
' provar les o quanto sabemos aquilatar o
medidas que, urnas aao traduzidas em Instruccoes
e ( rem e treDte as lea e os reglamenos da Al
fan lega e uutras sao violentas B pouco efficazes.
Assim qurf as instrucces ltimamente exp-di-
tavores que nos prodigalisaram.
Nao menos gratos nos confessamo3 a
Exma. Sra: D. Joanna Maria das V.raens
que
o desveladas permanecan) a cabeeira da
amiga enferma.
O nosso irmao e ntimo amigo, Jos
Ciu.uentino Dantas, aceite n'ura sin 'ero
despacho da Aifandega, quando, pela le em vi paternal amplexo a nossa gratidao palos
i, os gneros uacionacs nao estaj sugeitos des- innmeros sacrificios que fez, demonstran-
dasse exise ou-'. Dlo despachante, seja apresenta-
, ,V ,', ,i ^. ., i,.;.. rtn da n i Consulado, depois de. paga a 1 va ao oes- |
pacho da Aifandega, quando, rendo, essa via de
despacho, documento do archivo e que transita sem-
pre em protocollo, s por f audem abus > podara
sabir da Aifandega ; no regulanieiito para a 00-
branca do fumo se exige tambem a apreaaatacao
do
go
paehoa.
Mesmo agora par a cobranca do gyro, nao bas- j
tando o destacain-nto da empregados provinciaes
uas portas da Alfanieg e dos trapiches alfanie-
gados, nao obstante umoutro que copia na 2a sec-
^ao os despachos acto continuo ao pagamento, aiu
da se exige urna 3a via p;ira ser apr.'sentada no
Consulado e, oais anda, um reciba feito pela pro-
pria parte com que se lan;am mil cousas e mil as-
do o interesse que tornava pela critica si-
tuarlo em que njs achavamos.
Ratificando aos amiges, cujos nomes
mencionei, os protestos de gratidao, e3t
ma e consideragao, tenho a subida honra
de declarar lhes e bem assim aquellas que'
mesmo de longe, comparfilharam a rainha
signaturas e para o qual coucorre o thesoureiro ir} que desponham do reconhecdo amigo,
apenas com a ana assignatura e que facUmente Q qua( p(la sagraja divida da
dem at 8 do correte
Foi arrecadado liquido
correte
no da 8 do
22400
17400
7500
44400
4/.400
1260O
15^500
11*000
27*6.0
1U900
7*200
l#O0
14tKI
5400ii
21O*!>00
8J500
219400
3J100
21G300
gratidao,
mais lhes pertence do que a si mesmo.
Joaquim Jos de Medeiros Dantas.
Itapissutn, 7 de maio do 1836.
Bonds martimos
Deparei hoje com um annuncio do Sr. proprie-
sao as portas da Aifandega e aa consequentes ,;iri, da casa de banhos de mar, inserto no/)('an'o
pode ser alterado no seu coutexts e defraudada
Fazenda Provincial.
Porque nao lancida, como se pratica na Al- i
tandega, na mesma 3" va a verba do pagamento e
anda, ;omo se taz na Aifandega, rcnv'ttda nos
empregados das portas essa 3* via, para pjr ella
poder ser acoinpanhado e fiscaiisado o movimento
ds sabida das mercadorias ?
Para que a violencia imptoficua da apprehen-
vm Erro Fatal ua America!
No peridico Cleveland, publicado em
Ohio, nos Estados-Unidos do Norte, lera os
a des iripcao de uma operado cirurgioa,
cujos funestos resultados robresaltaram pro
t'un lamente todos os facultativos da Rep-
blica Anglo-Saxonica. No entender do ci-
rurgiilo n ds era enta de Cleveland, o Dr.
Thayer, semelbnto operacao, foi quasi um
crime !
H.ivia rauitos anuos que uma senhora
chamada King padeca de uma enfermid;-
de de estomago, e nenhum dos eystemas
do trata nento cmpr.^gidos por vanos me
dieos puderana alliviarlha os soffrimentos.
4 doenca tinha principiailo com mu leve
iesarranjo dis orgaos digestivos, de mis-
tura com um grande fistio. A estes symp-
tomas seguio-se u.n malestar inde3criptivol
no estomago (malestar que foi tomado por
uma soasujao do vasio interior) accumulan-
do-se em torno dos dentcs uma materia
pegajosa, acampanhada de um gosto des-
agradavel, especialmente de manhil. Lon-
ge de azer desapparecer a ssnsacao do
vazio, o alimento pareca augmental-a. En-
tre outros symptomas, notava-se a cor ama-
rellenti dos o!ho3. Pouco depois, as raaos
e os pos esfriarera o tornaram-s- pegajo-
sos, cobrindo-sa de um tuor fri. A enfer-
ma padeca de um cansaco constmt;, sen-
tindo-si nervosa, irritada e cheia de ne-
gros presentimentos
Ao levautar-se de repente, a pobre se-
nhora senta urnas tonturas. Com o terapo,
os intestinos chegaram a estar estreidos
at o ponto de tornarse necessario erapre-
gar quasi todos os diasalgum medicamen-
to catrtico, nilo tardando a enferma a sen-
tir nauseas c laucando tora os alimentos
nouco depois do tel-os engulido, alguraas
'"ezes em um estado de azedume c >.te fer-
mentagao.
D'cste.s desarranjos proveio uma parpf-
tayilo de. corag-io tao violenta quo a infeliz
quasi que nao poda respirar. Finalmente,
cn-'ontr>u-se na imp ssibilid tde de ret ; os
alimentis, atormentan lo a sem oesaar do
res de ventro atroces.
Atienden io ao facto de que tolos os re-
medios at ento eraprega los nao haviatR
produzid > resultado algum satisfactorio,
reonio-ae uma junta medica, cujo j.
foi que a fra. King padeca de um c
r.o estomago, tornando se n:cessaria uma
operacj .
En resultado d'esta desisSo, no dia 22
de Janeiro de 18S2 fez o Dr. Vanesa a
operacSo em presenca dos Drs. Tucker-
maan, Perier, Arms, Grorion, Luper e
U.i.nv ;i.
A operacSo consisti cm abrir a cavida-
da do abdomen ar descobrir o estomago,
os intestin>3j o figada o pncreas. '.'
aio isto, oa mdicos examinramos
ditos orgaos, e, cheios da asombro e d-
horro., viram que na > -aero al-
gum.Cerraram fiz ram opossivel paraca
rar i ferida que haviam feito; mas a pobre
s nhora moneu dentro de pon as horas
Qae triste a a i- lo viuvo qu* saba que
a esposa i de ama o >era-
cao errada Se a 3ra King tivesse em
prega lo o verdadeiro re a di i ontra a dis-
(sendo i st 0 no ue da doenca) esta-
ra hoj em B la cas i vi.a e a lugar de es-
tar na cova.
Por meio do tts i o Karop i Curativo de
Seigel, remedio p.-opri > para a dispe]
para a indi -;estao, muitas pessoas se rest;-
oeloeerain depiis de terem cnsaiado outros
ios sem proveito. As provas d'este
facto sao to numeros.is que nilo nos pos-
sivel reproduzil as aqu, mas os que [erara
os certificados publicalos em favor d'este
grande remedio consideram-os como irre-
futaveis c convincentes.
A venda do remedio illimitada.
O Xaropede Seigel vende-se cm todas
C, Heckmann
Usinas de cobre, iatao e bronze ee i
Golitzer Ufer n. 9 Berlira S. O.
Espeeialidadtf:
Constrncfo flcmaehi-
mis e apparelhos
parafanucas de assuear, destilla^Ses e re-
tiuacoes com todos os apcrfecoameala*
modernos.
INSTALLACA DE^
Engenhos de assucar completos
Estabelecimento filial na Havana sob a
mesma firma de C. Heckmann.
C. e San I nicos representantes
Haupt GebruMer
EIO DE JANEIRO
Para inforraagoes dijarase ai
Polilman &C
U io Goiinio 110
Collegio Partlienon
Rua Voina n. SO
As aulas deste collegio estao fuuccionaudo, a*V
mtte alumnos internos, externos e meio pensio-
uistas.O director,
Ovidio Alves Manaya.
Conultorio uiedico-eirnrgico
O Dr. Bstevio Cavalcante de Albnquerque eoa-
rinua a dar consulta uieioo-cirurgicxs, na ru
do Bou) Jess n. 20,1 andar, de meio da s. (
horas da tarde. Paras? demas consulta e visi-
tas em sua residencia provisoria, rua da Aurara
n. .'J, 1 andar.
Na. telepbonicos : do consultarle 95 e resideaen
126.
Especiadades Partos, molestias de creajsa,
d'utero e seus annexos.
Dr. Mo Me
Medir, panciro a operador
Residencia n rua da Imperatrit n. 48, 2.- andar.
D consultas das 11 horas da mana s 2 da
tarf.
A'tende pira os chamados de sua profissio a
qu ilqner hora.
Consultorio & rua Duque de Casias n. 51.
OCULISTA
O Dr. larrelo tiampaio. m dco oculs-
a, ex clioiea do Dr. de Weeker, d coa-
ia de 1 s 4 horas d i tarda, na rua do Baria
11 Victoria n. l. !'> andar, exc pto nos domngac
e dios aaatificados. K si leneiaroa do Riachuelo
n 17, canto da rua dos Pi: i
as pharmacia a do man Id, assim como no es-
table dmento dos proprietarios, A. J. SvT-
Road, Loa-
propri.
Farrin^don
vaias c tumultos da gavotagem quando pida ii.a
via entregue .no Csmulado tem a provincia es
meios de cobrar executivamente a sua divida e de
con8tranger os refractarios V
Sao eonselhos rsses, Sr. redactor, qne por qual-
quer negocame aeriam dados ao digno Sr. admi-
nistrador do Consulado, ai S. S., como cima ficou
dito, ouvisse os entendidos, eonfiasse menos em
sua previlegiada int'-liigeucia e tivesse um pouca-
chuiho menos de zelo.
J vai longo este artigo que nada mais que
uma conversa com S. S. e uma liomenagem pres-
tada aos ilustres Tabyra e Pery.
o seguate trctr-mo8 das eeonomias que deve
decreta.- a patritica Assembla .Jrovincial em
preveito des dessmoa desta nossa infortunada pro-
vincia.
Sully.
(Continua.
Carnes verdes
Procos do dia:
Carne verde a 480 e 40) ia o kil..
Suiuos a 560 80) ris idem.
Carneiro a 600 e l0d0 ris idem.
Farinha de 8J0 a 5tJ ris a caa
Milho de 3W a 440 rea idem.
Feijio de 800 a l #280
IHBICACES OTIS
MedlcoH
Conaallorio ngedico-cirarclco do Dr.
Pedro de %tiahyde Lobo Moacoso
roa da Cdorla n> S.
O doutor Moscuzo d consultas todos os
dias uteis, das 7 s 10 horas da manh.-'
bdste cansuttorio offerece a commodida
de de poder cada doente ser ouvido e ex
minado, se ser presenciado por ontro
Nao sao verdadeiras as informac,ocs que deram
Ilustrada redaeco do Diario de l'crnambuco,
hontem publicadas na Revista Diaria, a oivpositu
d i ab i tooimento do carnes verdea neste munici-
pio.
A matanca tem sido feita constantemente em
numero superijr ao estipulado no nosso c infracto.
Temos procedido assm, nao porque d'ah tire-
mos beneficio algum,pelo co itrario com isso ag-
gravamoa seriamente os pn-juizos,mas, para que
Ua parte do publico Lao h ija o menor clamor, nem
se diga que queremos reduzir forae a popula-
cao
Na i temos vendido carne por precos superiores
aos do contracto.
os directamente nao retalhamos a carne nem
nos talhos dos mercad, s pblicos, nem nos parti-
culares e vendmosos bois que abalemos em gros-
so, ao que se chama arrobar...
Aos arrobadores damos uma margem de 80
ris em kilo, obrigando-s.' ellea a todas as clausulas
impostas pelo contracto e temos a certeza de que
at hoje tm clles cumprido fielmente essas obli-
gado 'a.
Adoptamos case systema, sobretudo para nao ti-
rannos o pao a um grande nuuvro de pessoas que
at hojo s tem vivido desae ramo de neg do, am
de evitar odiosidades, muito embora venham clles
a ter na venda a retalho, o lucro a que tinbamos
direito.
Dando ao publico essas francas explicacocs,
do h .je, p.-i'venindo ao publico que espera at Se-
tembro ter, para embarque e desembarque de pas-
sageirjs, bonds maritimos, que os conduzrao ao
seu estabelecimento.
No intuito d. prevenir questoes futuras, o abai-
xo assignado previne que, pela lei n. 18(i0 de 11
Agosto do auno lindo, Ine foi dado o privilegio
para estabelecer neste porto uma empresa par*
embarque e desembarque de r-assageiros por bar-
cos movidos a vapor, intituladosbonds mariti-
mos.
P. rtaato, a ninguem permittido fazer esse ser-
vico, sem prejuizo do privilegio que me foi dado,
protestando desde j o abaixo assignado contra
ijuem quer que seja que queira fazer o mesmo ser-
v'cr. por nqueile ayattSU.
Reeife, 8 de .Maio de 18S6.
Jos l eres Compeli de Almeida.
i >;i uudade obre o tmulo do
atteu pr<>xadiaimo Irmu A. K.
Campo* e vataconceilon
(Jn'impjrta que na torrea sepultura
tlaqueie o corpo, a victima do nada,
Se tnuuipa nos cos uma alma pura?
Bocage
Meu irmao Todos dizem que morreatc,
Eu creio que revives l no ea i!
Abandonaste > mundo de chnneras,
Deixaodo com saudade o peito meu!
LLibertando te do mundo infame e vil,
Cusp3te uos escrneos que softreate,
Nao .-ra des^e mundo o teu reinado,
foate habitar l aa mausao celesta!
Dteprozas-te tambem estea ingratos,
Que te menosprezavam como pobre !
Mo-restc, como Chrsto, perdoando,
Poique tinhas alma d'anjo e peito nobre !
Aceita, pois, os meua singelos versos,
Que sao filos da uor e da saudade '
Nunca te esquecas la do alto empyreo
De quem aeinpre te lgrou m-ita amisade.
7Maio-1886.
t->,(Limite i) 35,
dres, E. C.
Depositarios na provincia, de Pernam-
bnco: no Reeife, Bartholomu e 4 C, J.
(]. Levy o&,', Francisco M. da ilva e
& C. Antonio Martiniano Veras & C,
Kouquiyorol Irmlos e Fara Sobrinho
4C; em Bello Jardim, \lanoeI de Si
queira Cavalcante Avo Verde, o Manoel
ordeiro dos Santos Filiio: em Indepen-
dencia, Antonio Gomes Barbosa Jr: em
Palmares, Antonio C irdoso d'Aguiar : e
Tacarat, Jos Laurenco da Silva.
Ao Sr. Dr. Brrelo Sampaio
Soffrendo de uma iridochoroidite com syne-
chias posteriores, causando-me exeessivas dores e
consideravel diminmeo da vis'a, venho im-
prensa agradecer ao distincto oceulista o Dr. Bar-
reto Sampaio, a quem devo o meu csmpleto resta-
be'ecimento.
Reeife, 8 de M io de I88G.
Joao Rodrigues Pereira.
Feliz e innocente ignorancia
N. -IlO
Segundo a opimo do finado Sir Ablley Cooper,
ueuhuina pessoa devora saber por qualquer sensa-
cao physica que seja, quo poasne um estomago.
Comtudo aquedes que diariamente sao admoesta-
do3 da existencia desse orgo, por meio de dores
e todos os mais concommttautes da dispepsi
cujos estoma os digerem imperfeitameute, seguido
de certas sensacoes indescriptiveis, e cujo syste-
ma inteiro Suffre a vo-se rlagellado p. r ease mem-
bro rebelde ; esses diremos que experimentem c
usem ac menos uma vez as pilulas assucaradas de
Bristol. To certo como ellea assim o facam, suas
martyiisadas existencias encoutrarao em breve as
melhoraa desejadas. Elles cntao por sua vez, es-
quecer-se-h.> qu- teem estmagos, salvo quando o
appetite. criado por este genial cathartco estoma-
cal, lhea lembre que o regenerado e robustecido
orgo, reqoer um eerto snppriinento de alimento.
Nao ae sentir mais oppr-esao ou veame depois
da omda, dores dolado direito, pesadelos ou con
stipafo do ventre.
As curia produzidas por este puro e incompa-
ravel alterativo vegetal, sao completas e perma-
nentes. Ellas acham-se mettidas dentro de vdri
nta"s, e p ir isso a sua conservaco duravel em
todos os climas.
Em todas as molestias aggravadas ou provf-
nie ites de impureza do sangue, a sais iparrilba d
Bristol, deve ser tomada co ju.ictamente com as
pilulas.
Acha-se venda em todas as principaes bo:icas
e lojaa de drogas.
Agentes era Pernambuco, Heury Forster & C
rua do Commercio n. 9.
Df. Ceraneira Leite
II i2MJ
T. ia o Ban eacriptoriu ..rua do Mrquez e
)linda n. 53 das VI .- 2 i tarde, e deste
rua da San-
ta Cruz n. 10. Bspeei ilidades, molestias de se-
nhoras crian ;us.
Dr. Ferreir Velloso
d consultas das ID s 11 1 da manh, ei
i i: i hlucci mar a assembla provincial, roa
do Marqni z de Ulinda n. 47, Io andar.
Dr. Cf
illOKO
Consultorio e residencia rua do Livramente
n. 31 1" andar. Consultos d- 11 horas as 2 V
tarde. Chamados p >r eseripto a ijualquer hora.
Especialidades, febres, partos e molestias de
criaccis.
Oculista
Dr. Fcrrcira la Silva, con-
sultan das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 rua
Lar^a do Rosario.
(OLLEGIU
DE
Nos Senhora das Victorias
RUA DO HOSPICIO N.
Directoras:
Mme. Blanche d'Herpent Crgo.
Baronesa V. d'Herpent.
Este collagio tem optimaa accommodacoes para
lumnas internas e um corpa docente de reconbe-
eida capacidade.
i
Licor depurativo vegetal iodade
DO
Medico (Quintelia
Este notablissimo depurante que vem precedi-
do de tao grande fama infalliv. I na cura d toda
aa doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumaticat
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das e chronicas, cancres syphiliticos, inflamma-
coes visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes-
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simple:
ou diathericos, assim como na alopecia ou qa.da
do cabello, e as doencas determinadas per satc-
ra5ao mercurial. Do-se gratis folbetoa onde ae
encontrara numerosas experiencias le tas com este
especifico nos hospitaes pblicos e muitos attesta-
dos de mdicos a documentos particulares. Fai-se
descont para revena r.
Deposito em casa de Faria Sobrinho & C
Rua do Mrquez de Olioda n. 41.
Factos e nao patarras
Aos que se desejam tratar sem compromeUer o.
saude com preparados mineralgicos.
Neata typographia e na rua Dreita n. 43, l.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura das seguintos molestias i asthmatico,
anda mesmo bronchitico; eiysipela, enxaquecaa;
intermitentes (sem o emprego do fatal quinino);
tose convulsa, falta de menstruaco ; cmaras da
sangue : estericos ou inetrite ; dores de dentes oa
nevralgias, metrorragia; vermfugos, denticaoe
convulsoes das criancas ; tudo manipulado de her-
vaa do paiz.
Assim como tratam-se escrofulosos em qualquer
grao e gommatosos.
Ao publico
Os abaixo assigaiados, tendo registrado e depo-
sitado as suas marcas icdustriaes e rtulos das
suas preparacoes na junta commerciai do^Rio de
Janeiro de conf rnrdade com as prescripcOes das
lea do imperio do Brasil, declaram e participa
aos interessados, que como nicos proprietarioe,
tem direito exclusivo de usar as marcas indus-
triaos e rtulos r-lacionados com mannfaerura,
labricaeao e venda das s guindes preparasoaa-;
Agua de Florida de Murray e Laman.
Tonicj Oriental.
Peitoral de Anacahuita.
P, stilhas Vermfugas de Kemp.
Oleo de figado de bacalho de Lanman & Kemt.-.
Emulso de oleo de figado' de bacalho com hy-
pophosphites, de Lanmam & Kemp.
Salsaparnlha de Bristol.
Extracto duplo de aveleira mgica de Bristol, e
ungento de aveleira mgica de Br'3to}>^
e qne, portanto, perseguirao a todos oa falaiawada-
res ou imitadores das ditas marcas industnaes e
rtulos, procurando que sejam castigados com teda
a severidade da lei.
Tambem acautelamos o publico contra todos
aquelles que inteutam substituir aa nossas prepa-
racoes cima mencionadas c ira artigoa falsificadoe
que levam rotnloe ou mareas industriaos que imi
tamaanoaeaa-
Lanman Kemp.

i* Um




r-------
Diario de PeruambucoDomingo 9 de Maio de 1866

A aula mixta particu-
lar
Francisca Martiniana L. Carneiro participa aos
SU de familia, que aua aula abrir se-ha no da
do orrente : qnem de seus prestimos precisar
poda dirigir-se roa do Visconde de Goyanna n
21, que entender-se-ha com a mesma.
N. 4. Todos os ue tm tomado a Emulsao
de Scott, reconhacem a sua superioridade
sobre os outros remedios empregados at
hoje para a cura da tsica pulmonar, escr-
fulas, rachitis, anemia e debilidade em go-
ral. As suaa virtudes sanativas e reoonsti-
tnintes sao uaravilhosas.
N. S.
33
COLLBGIO
DE
________m Piedade
EM
Olinda
N. 33No VaradouroN.
Este collegio tem por tira cuidar da edu-
calo de meninos e meninas ; recebe inter-
nas, que sao tratadas com carinbo, aceio e
desvelo, meio-pensionistas e externas, bem
orno meninas de tenra idade; para o que
dispSe de um corpo docente habilitado.
*, .naina-se calligrapbia, doutrina corista,
elementos de civilidade, lingua nacional,
arithmetica, geograpta, historia universal,
historia sagrada, francs, inglez, canto,
ano, traballios de agulha de todas as qua-
dades, bordados a matiz, bordado branco
com toda a perfe^ao, costura ch3, apren-
dendo as meninas a coser toda a roupa de
ama senhora, cortar e a fazer vestidos, etc.
Recebem-se tambem, como externas e
meia pensionistas, mocas de 12 annos para
cima, nao s para os trabalbos de costura,
como para as diversas aulas do collegio.
Cmara Municipal de Olinda
O procurador da Cmara Municipal de
Olinda faz sciente, a quem interessar pos-
3a, a solugao infra da Exm. Sr. presiden-
te da provincia.4* seccao. Palacio da
Presidencia de Pemambuco, em 13 de
Abril de 1886. Tendo em consideracSo o
?ue a esta presidencia representou Joo Ru-
no Barbosa, e attendendo a que o poder
legislativo desta provincia j resolveu so-
bre o assumpto da cobranja das taxas dos
terrenos do antigo Focal de OlinJa, de
que tratou a consulta do conselho de Es-
tado, que servio de fundamento ao Aviso
n. 95, de 8 de Margo de 18t>7, declaro
Cmara Municipal do Recife que em vista
da expressa disposicSo do art. 39 da lei n.
1,156, de 15 de Junho de 1874, a Cama
ra Municipal de Olinda tem o direito de
continuar a cobrar os foros dos terrenos,
que possue na cidade do Recife. Por isso,
curnprj que a nesraa Cmara do Recife,
nao s restitua ao referido Joao Rufino
Barbosa o que elle pagou, mas tambem se
abstenha de arrecadar os foros dos terre-
nos, de que trata a citada disposijao de
lei.
Assim dou soluco ao assumpto de seus
oficios, ns. 38 e 70 de 4 de Maio e 18
de Dezembro do amo passado.
(AisignadoiIgua:io Joaquin-n de Sou
za Leao L?&o. ConformeH. Moscoso.
Confer.A. Gomes Leal
Procuradoria da Cmara Municipal de
Olinda, 1 de Maio de 1886.
O procurador,
Francisco Velloso de Albuquerque Lins.
Xarope de Mal-mal
O Mal-mat (leeyth'e idatiraon) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da flora
rrssileira.
E' un agente therapeutico poderosissimo con-
tra as molestias do peito e da asthma.
Os numerosos affectadoi que dell" tm feito uso
eonseguiram um resultado muito satisfactorio, a -a-
biudo por se reconhe *r que at hoje a mclhor
preparacao para a cura da nsllima. bron-
chile amlbmatica. e antiga c oppre*
dea, dispensado o emprego do arsenio, tolbas
de estramonio e plantas narcticas que acabam
quasi sempre pelo abuso que delles se faz e ires-
mo pelo ubo prolongado por produzir eft'eitos des-
astrosos sobre a Bade e em geral entorpecimrnto
do cerebro.
Vcnde-se na Botica Franaeza de Rouquayrol Fre-
rtt, successores de A. Caors
H. l-Bun da . CS
. RECIFE
Bolta cominerclal de
buco
oruaiu
BECPE, 8 DE MAIO DE ltWb
As tres boma da tai de
t.otaves ofino~-
Apoliccs provinciaes de juros de 7 0/0, do valor
de 1:000* ao par.
Letras bypothecariat. d'> banco de crdito real de
Pernambuco, de juros de 7 0/0, do valer
de 100* 9400O cada urna.
Cambie, sobre Para, 10 d/v. com 1.4 0/0 de des-
cont.
Dito sobre dito, 15 d/v coa 3/8 0/0 de descont.
Dito sobre dito, 60 d/v. com 1 1 [4 0|0 de descont.
Cambio so are Santos, 30 d/v. com 1/2 0/U de
descont.
Cambio sobre o Rio de Janeiro. 6U d/v. com 1 1/8
0/0 de descont
Cambio sobre Lisboa, 60 d/v. 142 0/0 de premio,
horneen.
Na bora da ;.ola
Ve-dei am-se :
34 apolices provinciaes.
30 i letras hypothecar ias.
99 ditas iaem.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
O secretario.
Cap-nao C. G. Alcofc
EDITAES
Juzu de orphos e ausentes do
lermo de Alcobafa
O Dr. Francisco di- S >uza ilias juiz de ornhaos e
ausentes do termo d< ATcobaca, comarca do
mesmo nome da provincia da Babia, por S. M.
I. e C-institucional o Senhor Djn Pedro II, a
quem Deus guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital virem que
falleecndo n'esta villa Antonio Francisco Luroa-
chi de Mello, sem testamento nem herdeiros nesta
comarca, filno legitimo de Caetano Francisco Lu-
machi de Mello e D. Francisca Maria Ribeiro de
Campos j fallecidos, natural do Recife, provin-
cia de Pernambuco, mandei na forma da lei pro
ceder a arrecadacio e avaliaco dos beus deixa-
dos por aquelle finado, nomeando enrador do es-
polio ao cidadao Augusto (oncalves da Rocha, e
porque conste a cate juizo haver herdeiros ausen-
tes em lugar nao sabido, mandei passar a presente
caita de editos de 60 diis, pela qual cito, chamo e
requeiro a todos os interessados e herdeiros par >
que venham habilitar se, allegando neste juizo
seus direilos, sob pena de ser considerada vaga a
heraoca, e se proseguir nos demais termos.
E para que chegue a noticia a todos manei
passa'' o presente, que ser alKxado nos lugares
pblicos e publicado nos jornaes desta provincia
Rio de Janeiro e Pernambuco.
Villa de A'cobaca, 20 de abril de 1886.
Eu, Saturnino Jos da Silva Ramos, escrivio
He orpBaos e ausentes o escrevi.
Francisco de Souza Dios.
O Ur. Joaquim da Costa Ribeiro, jj de direito
do civel desta cidade do Recite, e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco por Sua
Magestade Imperial e Constitucin il c Sr. D.
Pedro II a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiveren que por parte da Santa Casa
de Misericordia de Lisboa me foi dirigida a pe-
ticao ds theor seguinte :
Illm. e Exm. Sr. r. julz de direito do civel. -
Diz a Santa Casa de Misericordia de Lisboa que
tendo obtido senieuca contra D. Mara Crescencia
Soares de Albuquerque, usufructuaria da casa do
Becco Largo, da qual proprietaria a supplican-
te, como prova com a carta de sunteuca junta,
vera requerer a V. Exc. paia mandar citar por
editaes a dita usufructuaria, visto como acha-se
ausente em lugar incerto, como j4 foi justificado
no inicio da actu, cuja execucao a supplicante
trata de efectuar, para que na primeira audien-
cia de6te juizo, depois de decorrido o praso legal
dos editaes, venha louvar-se em perito que com o
a presentado pela exequeute verifique a necessi-
dade dos reparos na reterida casa e arbitre e cus-
to dos raesinos, afim de sen m sequestrados, ar-
recadados e postos em deposito os rendimentos do
predi') at que se effcctue o pagamento das obras
e das custas em que que foi condemnado a execu-
tada sob pene. d<: revelia.
Pede defer ment. E. R. M.
Recife, 7 de abril de 1*86. -Arthur Orlando
Est.iva sellada na tora.u da lei com urna estam
pilli.i de 200 re. logularmente inutilizada.
E mais se niVo coutinha em dita p.-ticao na qual
profer o seguinte despacho :
Como requer.
Recite, 8 de abril de 1886.Ribeiro.
E mais se nao continba em dito meu despacho
pelo qual cu*uio, cito e hei por intimada a suppli-
cada D. Mana Crescencir S, are de Albuqueque,
para que findo o piaso de 30 das eoinpareea
na primeira audiencia deste juizo para o tiin re-
querido na peticao cima transcripta.
E para que chegue a noticia a todos mandoi
patsar o presente edital, que Ber aflixado no lugar
do costume e publicado p la imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 9
dias do mez de abril ue 1886.
Eu, Felicissuno de Ase vedo Mello, escrivio, o
fiz escrever e subscrevi.
Recife, 9 de abril de 1886.
Juaquim da Cotia Ribeiro
O Dr. Adelino Antonio de Luna Freir,
official da Imperial Ordin da Rosa,
coramendador da Seal OrJem Portu-
gueza de Nosso Senhor Jess Christo,
ejuiz de Direito privativo do opliSos e
asentes n--sta comarca do Recife, c seu
termo por 6. M. o Imperial e Constitu.
ional o Sr. D. Pedro II, a quem Djus
guarda, eto
Faco saber aoe que o presenta edital virem, ci'elle noticia tiverera que no dia 11 do corrfllte
mez, depois da audiencia d'este juizo, ira a pra^a
p t venda para ser arrematada, a requeriinento de
D. Maria da Silva Campos Guimares, inventa-
rian'e dosb n*, quefiearampor falleciinent de seu
marido Cu todij Jo-i Alves Guimares, e tutora
deseos filhos menores, aquem cou'ie no iuveutario
Barca 'ngleza Rosf of Deoon, entrada de Car-
(iiir no da S de Maio e toii&iguada a VVilsou San
& C., manifeston :
Carvio de pedra 657 ton- ladas, i ordem.
)ESPAGHS l)E BXPKTA^A'I
Em 7 de Maio de 1886
Para o exterior
No lugar norueguense Correo, carregou :
Para Hull, C. P. Lemos 20,000 kilos de caro-
e u de algodao.
Na barca norueguense Producent, carrega-
ram :
fara Estados Unidos, Bo'stelman 4 C. 20 sue-
cos com 1.500 kilos de assucar msacuvudo.
Para o interior
rls:
Autasdeo*> 1
dem oe 8
M it ce M.io
7

liiXZSSDOtJA lj.
de 8
1 a 7
CoaSULADO PROVINCIAL -1)
dem de 8
1 a
8ncm dbavkage -! e 1 a 7
dem ie 8
159 ..ll*90f)
24 873 013
184:714*918
10 076 517
tsMl 45
11:687*969
87:998 881
5 691 710
43:69ci 091
5:961 120
i
5:961 H 20
DESPACHOS DE', IMPORTAgO
Hiate nacional S. Bartivlomeu, enrrado de Ma-
*.io nn dia 6 de Maio e consignado a Bartholo-
mea Lonrenco, manifeston :
Sal 500 alqaeires, ao consignatario.
No brigue dinainarqucz Haabci, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, Amoi im Irmos &
C. 200 barricas com 'JO 880 kilos de assucar bran-
co e 10o ditas c m 11,683 ditos de dito masca-
vado.
Xo vapor francez Xille de Ceara, can ga-
ra ni :
Para Santos, Amorim Irmuos j C. 1,100 sac-
eos com 66,OOU kilos de assucar branco e 1,090
diti.s cum 65.400 ditos ue dito mascavado ; Baltar
Irmuos & C. 50D saceos com 30,000 kiles de assu
car branco ; P. Carneiro i C 50 saceos com 3,000
kilos de assucar branco e 4 pipas com l,90 litros
de agurdente : P. A. de Azevedo 500 saceos com
30,000 kilos do assucar branco e 500 dit.;s com
30,000 ditos de dito mateara lo.
tara o lio -, Janeiro, V. da Silveira 705 sac
eos com 42,3o() kilos la assucar branco e 295 ditos
com 17,700 ditos de dito masearado ; Baltar (r-
mios & 20 pipas com 9,6(10 litros ue agurden-
te II. Borle & 3 0 saccas com 21,710 kilos
_o lo ; J. A da Costa Medeiros 100 suecos
com 6,000 kilos de assucar braaeo ; P. Lapa &
80 birria crin l.'iOO litros de mcl.
No vapor nacional .Mundos, carreguram :
Para Maranhio, U G. da Silva & Pinto 50
b.irric.8 com 4,.'6 kilos de assucar branco.
Para o Para, J. A. da Costa Medeiros 60 barri-
cas com 2,697 kilos de asquear branco ; Baltar
Irmos & C. ll(i barricas com 7,?87 kilos de assu-
car branco ; M. A. S'-iiua C. 2> barricas com
1.176 kilos de assucar branco e 10 ditas cun 480
ditos de dito relii.
har o i e r, B. Oliveiru & C. 15 saeco3 com
1,125 kilos de assaear branco.
Para Manioc. II. Oliviira 30 baris c;m 2,880
litros de i-.giiardei.te ; Baltar Irmuos & C. 30 bar
ris com 2,8b0 litros de -gurdente e 60 votem s
com 2,802 kilos Ai. vedo 40 barricas com 2,400 kilos deassuc.r
branc ; J R- Lima 15 barricas com 822 kilos de
assucar branco.
No hiite n ici nal I). JiJia, carrpgaram :
Para Ataeaiy P. Van na C. 200 saceos com
farinhd. mandioca ; P Alves 4 C. 12 barricas
'68 kilos dr assucar branco ; Maia & Rezen-
de 70 pranchoei de pinbo
Na barcav Rvsalina, carregsram :
Para Parahyl P. Carneiro & C. 50 saceos
a casa terrea apalacetada, edificada entre a ra
da Saudade e Sete de Setembro da freguezia da
Boa-Vista, com 8 metros de vao, 26 metros o 40
centmetros de fundo, 3 salas, sendo urna de es-
pera, 6 -piartos, 4 portas e 21 jahellas todas enri-
dracadas, 2 entradas, cosinha externa, encana-
mento de gaz com seas respectivos aparelhos, can-
dieires e lustres, com um subterrneo com quar-
tos para pretqs e feitor, leposito d'agua potavel,
tanque para banhos, jardn dos lados, a caaa fica
no centro do terreno todo murado, para o qual di
entrada um grande portas de ferro, terreno foreir
a marinh, cuja casa vai a praca pela quantia de
19:000VJ Barreto Sampaio, cuja offerta- serviri de base para
a arrewatacio. *
E para que chegue ac coahecimento de todos,
passou-ee o presente edital, que ser publicado
pela imprensa, e affisadn nn lugar lo costuue.
Dauo e passado n'esta cidade do Recife, aos 7
d'. Maio de 1886.
En, Manoel do Nascimento Pontea, escrvao, o
subscrevi.
Adelino Antonio de Luna Freir..
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz d
direito do civel desta cidade do Recife da
provincia de Pemambuco, por Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Dem
guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem on
d'elle noticia tiverem, que findo os dias de pre-
gues e as pr.iCas da le. e na audiencia deste juizo
do dia 5 de Junho uo corrente anuo, ir a praea
por venda a quem mais der o bem constante da
avaliaco do theor seguinte:
Una .usa terrea de pedra e cal com a frente
para a estrada do Bongy, no lugar Remedios, da
freguezia de Afogados, com 1 porta e 2 janellas
de frente, 2 janellas em cada oito, medindo de
largura 5 metros e 50 centmetros, e 12 metros e
25 centmetros de cumprimento, contendo 2 salas,
2 quartos, cosinha fra, pequeo sitio em aborto
com alguns arvoredos fructferos e cacimba, achau-
dn-se dita casa em mo estado, avallada em
900*000.
Cujo bem avaliado ser vendido em praca pu-
blica, depois da audiencia deste juizo do dia cima
dito, e a quem mais der e maior lance cffierecer, o
qual foi penhorado para pagamento do principal
juros e custas da execucao que, por este juizo e
cartorio do escrivo, que este subscreve, move
Francisco de Asis de Fonscca Basto, contra Cae
tao Baptista de Mello e sua mulher D. Caetana
Alexandrina de Albuquerque Mello.
E para que chegue a noticia a todos, se passou
o presente edital que ser aflixado no lugar do
costume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 16
dias do mez de Abril de 1886.
Eu, Felic8simo de Azevedo Mello, o fiz escre-
ver e subscrevi.
Joaquim da Costa Ribeiro.
Soeiedadc Alianza
, Sesso de eleleSo
De ore superior, convido a todos os socios a
couiparecerem na sede, terc-feira 11 do corrente,
s 6 1/2 horas da tarde, afim de proceder-se a
eleicao de cargos para vagas existentes na actual
administraejk)
Secretaria, 7 de maio de 1886.
Jos Vicente,
Secretario.
Club de regatas per-
nambucano
Regala
T.ndo os patroes que devam correr no da 2,
concordado tomarem parte na do dia 16 do cor-
rente, Cea aberta at o dia 12 do corrente, na sed*
deste club, das 7 s 9 horas da mite, urna nova
inser peo para as pets^as que quizerem coucor
rer referida regata.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano,
9 de Maio de 1886.Os directores,
W. Hughes.
J. Guimares.
A de Mello (uterino).
Thesoararia de Fazenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, ficam intima-
des os senhores contratantes de materiaes e outros
srtigos necPssarios repartico da con ser vacuo
dos portos, para dentro do orfzo ae cinco dias, a
partir desta data, virem assignar no contencioso
desta repartico o respectivo termo de contrato.
Thesoararia de Fazenda da Pernambuco, 7 de
Maio de 1886.O secretario,
Luiz E. Pinheiro da Cmara.
DE
DECLAMCOES
Comit Recreativo
Domingo, s 10 horaa da manba, ter Ingar
em nossa sede, ra larga do Rosario n. 10, 2
andar, sjssao ordinaria para ser empossala a di-
rectora.O Io secretario,
Carlos Luiz da Veiga Pessoa.
D* ordem ds Illm. Sr. inspector, fuco publi-
co que oerante a sessao da junta de 13 di corren-
te, recebem-se propostas para o f.rnecimento de
remedios necessarios enfermara de Fernando
de Noronha.
A relacao das referidos romedio acha-se nesta
repartico e ser franqueada aos proponentea.
Thesourana de Fazenda de Pernambuco, 8 de
Waia H.c 1886.O secretario
Luiz Emygdio P. daCaeaia.
Gabinete Portoguez de
Leitura
De ordem do Exm. Sr. presidente convida-se os
senhores associados par* se reunirem em assem-
b'a geral no domingo 9 do corrente, pelas 11 ho-
ras da manila, afim de e resolver um assompto
urg.-ntis8mo e suininamerte mportaute para a
sociedade.
Secretaria do Gabinete Portoguez de Leitnra
em Pernambuco, 6 de Maio de 1886.
Alfredo C. Cousseire,
2o secretario.
Instituto rchcologico e eogra-
phico Pernambucano
Hije, s 11 horas do manhil, reune-se esta as-
ociacilo em sessao especial, na qual o socio Dr.
Jos Hygino tem de apresentar o relat rio de seus
trxbalbos, em desempenho da commissao de que
esteve ltimamente incumbido na Hcllania. So
terao ingresso no instituto, alem dos socios, as
pessoas que se apreseutarein munidas d- cartoes
de convite.
Secretaria do Instituto, 9 de Maio de 18H6.
Baptista Reoueira,
1- secretario.
com farinha de mandioca ; B. Oliveira 6 C. 100
saceos com farinha de mandioca.
Na barca?a Lindo Paquete, carregou :
Para Parahyba, J. Baptista 225 saceos com
farinha de mandil ca.
Na baroaca Flor de Maria. carregaram :
Para Mamauguape, P. Caineiro&C. 235 saceos
com farinha de mandioca ; P Alves & C. 6 barri-
cas com 358 kilos de assucar mascavado.
Na barcac Unido, carregou :
Para Maragogy, F. F. Oliveira 3,000 litros
de sal.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 8
Cardiff45 dias, barca inglcza Ross of
Devon, de 408 toneladas, cnpitao A.
Dawc, equipagere, 12, carga car vilo de
peilra ; a Wilson Sons & C.
Navios sahidos no mesmo dia
Mandas e escalas Vapor nacional Ma-
ndos, coramandante Guilherme Wadbing-
ton, equipagem carga varios gene
ros
New-York e escala Vapor inglez Amazo-
nense, commandante C. P. Clark, carga
varios gneros.
Baha e escalas -Vapor nacional Jagua-
rbe, coramandante Joaquitn Jote Este-
ves, carga varios gneros.
Fernando (ic NoronhaVapor nacional Gi-
qui, coramandante Souza Lobo, carga
varios gneros.
GuaraBrigue alleraSo Thtniz, comman-
dante W. Stradthuff, era lastro.
Aracaty Hyate nacional Dona Julia,
mestre Manoel Francisco de Araujo,
carga varios gneros.
CJabo Verde Lugar portuguez Nova
Unio, eapitSo Antonio Rocha da Silva,
etn lastro.
Portugal em Perna 11-
buco
Sendo frequentes a mportacao em Portugal de
objectos de prata, usados, por este consulado se
faz publico que esees objectos cstao sujeitos ao
pagamento dou respectivos direitos indicados na
pauta, em vista das disposico's preliminares da
mesma, que considera e-tran^eiros os objectos
reimportados, e qua prohibe a transformac na
altundrga da natureza das inercadoras por qual-
quer modo que veja. Os individuos, pois, que
11 vi rem de mandar valores em objectos usados de
metaes preciosos, querendo ximn-.-r ao paga
ment dos direitos fiza os sobre obras desses me>
taes, devero reuiettel-os quebrados em pedamos.
Consulado de Portugal en, Pdruainbuco, 7 do
Maio de 1880.
Vicente Nunes Tavares,
Eocsrregado do coufulado.
Arsenal de guerra
0 conselho de compras recebe propos"as no Jia
11 do orrente, at as ^0 horas da raanha, para a
compra dos nrtiges seguiotes :
i bule de luuca.
3 faca- para cosinh*.
2 funis de fulha.
6 marmiti'S de dita para nacha
2 jarras de barro com torneiras.
3 bacas de estanto para rosto.
2 enchadaa encabadas.
3 lavatorios de ferro.
Paes de ferro.
6 ba ideiras de filell-, encarnadas, para conti-
nencia,
1 dita cen a frm e eres d< imperial para o
merino fim.
61 fitas de caaco para exereicio de esqueleto,
teudo cada urna 1 metro de comprimento e 1 ar-
gola em cada eztreindade, sendo 32 encarnadas e
32 brancas.
5 melros de pannos de algodo para cobrir alvos
ton o 1 metro e 15 centmetros de largura.
2 metros dito de dito para o mesme fim, de 80
centmetros de largura.
27 cintillo-s de couro, enveruisadis de preto.
60 boiii-ts de tervico interno.
4 ditos sem palla, com lettra S.
58 grvalas de s .la de luntre.
4 mantas de ciuzentas.
f>54 par-s de supatos de couro de hezerro.
8 metros de panno azui para capotes de infe-
riores.
354 metros de p.nno azul.
73.92 metros de dito dito para ponches.
506,80 metros de panno alvadi para caootes.
179.20 metros de flauell de jlgouao para forro
de capotes.
961 metros de brm pardo trancado.
53,60 metros de slgopao zuarte.
15,40 metn 3 de bkta azul paru blusas.
10'1,80 metros de dita encarnada.
300 ditos de ulgodaozinho.
4S,30 ditos de easemira encarnada enf. stada
364,40 ditos da hollauda de forro.
77 ditos de aniageui.
8 kilos de algodaj em rama
50 cobertores ou manta de l encarnada.
8 iivros de bistoiiu do Braeil por SaUuaor.
30 cartas de A. B. C.
48 taboadas.
8 pedras pura cantas.
1 gis kilogramo.
Previne se que nao 8"rao tomadas em conside-
raco as prnpostas que nao forein Mtas na forma
do srt 61 do regulamento d 1!! de outubro de
1872, em duplicuta, com referencia a um t arti-
go, mencionando o nome de proponente, a indica-
cao da casa comir ercial, o pn-co de cada artigo, o
numero e marca das amostr ir, d-claracao expres-
sa de bujeitar-se multa de 5 O/'1, no caso de re-
cusar assignar o c nitrato, bem como o de que
'ratam os artj. 87 e 88 do n golamento citado.
Secretaria do arsenal de guerra de Pernambu-
ce, 1 de Maio de 183o. O secr tario.
Jos Friiiicite R. Machado,
SEGUROS
>IARITIMOS CONTRA FOGO
CoBipanhia Phenlx lcr-
nambacaoa
Ruado Commercio n. 8
l
COITRA FOCO
\iirlli Kritish k Mercantile
CAPITAL
*.-OOO.OOO de libras slerllna
AGENTES
\doinson Howie & .
Sanntjrs Broters & C.
Companhia^S J|mperial
Companhia de Edificado
Communica >e aos Srs. accionistas, que por de-
Iiberacao da directora foi resalvido o recolbimea-
to da segunda prestacao, na razo de 10 por cent*
do valor de cada aceito subscripta, o que deveri
realsar-se no London Brasilian Bank, at o da
10 de Maio prozimo futuro.
Recife, 24 de Abril de 1886.
O secretario,
Gustavo Anlunet.
!J
ssembla (eral
Sao convidados todos os socio* dsta sociedade,
a reunir-sh h je s horas do costuire, na sede da
iii'miw sociedade.
Recife, 9 ie Maio de 1886.
O secretario,
D. l.aiiriii.
THEATRO
DE
NECl'RO coxtra l'OtO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixat
Promplo pagamento de prejuiws
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. Ra do Commercio N. 5
SEGUROS
CONTRA FOGO
he Liverpool A London A Glob
[\SIRRANCE C0MP4W
N. 7
H
AGKSTE
Miguel Jos Alves
RA DO BOM JESS -N. 7
240<0)M
24.l'K*i
3 (lOm
/l6*0f>'
240/' 1
216(XK.
18 1:600*001!
07* I' I
200'M
4Sj(KKi
id
I
Emprearla da abiikterimcnto d
agua c gaz ri tic Oliada
DEVEDORES KM ATRAZO
Tendo a directora, em sessao de 15 do
corrente, resolvido nvebcr p..r intermedio
de um sollicitidor todas as contas de con
8ummidores d'agua e gaz em atrazo, a
contar do aun > de 187G, resolv n'esta
data encarregar de tal cobranc^ o Sr.
Diogo Baptista Fernandas, a quem espero
attenderao desde logo os mesmos devedo-
res, cortos da justia o equidade de simi-
lhf.nte resolucito.
Escriptoiio do gerente 2S de Abril de
1886.
Antonio Pereira Simoes.
i,ondoi3 and llraslllaa ifank
Limited
Ra do Comiaerci'j u. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
sas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezeo.
SeguroD mnrilimux m lenevire
Ne-ies ultimo nica companhia nesta praca
que concede aos Srs. segurad, s is-.mpcao de pa<;a-
uiento de pri-mio 1 ni cada seli:no an:i*i, o que
equivale ao descont de cerca de 15 por ceuto tul
favor dos segarados.
atfa Caa de Hiericordla d 1
Recite
Na secretaria da Santa Outa de Misericordia d
Kecife arraadam-ae por espato de um tres an
.ios, as chsms ubaizo declaradas :
Uua da Mo ida n. 45,
dem -dem n. 4'.<
liua do B-im Ji-eus n. 13, 1- andar
dem n. 21), luja
dem idem a. 2il, l" andar
ua dos Burgos n. 27
1(11:1 da Madre de Deus n. lu- A
Caes da Alfandera armazem n. 1
itua do Harqaea de Olinda 11. 53, 2
andar
Kua da Guia n. 25
IPcco do Abreu 11. i, tasa
tua do Visconde de Iiaparica n. 24,
pavinieutu ti mo, I" e 2* andar, por 1:600*000
Rna das Caicadss n. 3 2000(X'
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Kecife, 6 de fevereiro de 1886.
O escrivo, Pedro kodriyues de. Soiiza
"MprezaTimu"
Ped^-s aos Senh'
res cosummidoi'es que
queiramfazer cjuilquer
comunicaco ou recla-
mac r,seja esta feita n
escriptoiio d^sta em ^re-
za ra do Imperador n
29, onde taninei se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
lleruilo Francisco R >-
tlrigues Freir e Manoel
vntonio i Silva Oli
reir, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
as Carvalho.
Todos os recibos dessa
empreza devero ser pas-
sados eintaies carimba-
dos e fi Miados pelo abai-
xo assignado bem o que
nao terao valor algn;.
George Windsor,
THEATRO
Empresa Dramtica
Companhia dramtica, dirigida pelo actor
XISTO BAHA
DOMINGO 9
Segunda representaeao da grande mgica em 1
prologo, 3 aetos e 6 quadros, toda ornada de m-
sica, visualidades, transformaees, figos, etc., etc.
A FILHA DO AR
O
mmm ::ulisa
PKRKO.NtbEKS
Rainha d 01. D. Apolonia
Filha do ar D. Edelvira
lioras Sr. Baha
Zephiro D. M. Babia
Iji'ainlro Sr. Lyra
Assucena D. Herminia
Martha D. 1-Vlismina
To Mari ias Sr. Teixeira
Willis D. -Lucia
Sylphides. genios, camponezes de ambos OS se-
xos, diabos, phautasmas, etc., etc
lililes don quatlro*
Prologo Entre-iiuvens
1." quadro O talismn
2. dito A derrocada
3. dito Osbeij dodiabo
4. dito O ceniiterio
5. dito A gruta do diabo
6. dito Aoutbeose
25 NMEROS DE A'LSICA
1.* C -o de Sylphides.
'_'. Harmona, >-utrada di Zephiro.
i." Porte, entrada de Bureas.
4. Doettino de Zephiro e Azulina.
0 l oro de Sylphides.
6. Aria de L-audio.
7." Basembls de Martbu, Mathias e As3iicena.
8 Porte na orebestr.., entrada de Azulina pela
janella.
'.!." Hirm nia
10. Com de uamponezes.
11. Coplas de Bureas e coros.
12. Can(Xo de Mathias.
13. Tercetto, Martha, Mathias e Assucena.
14. Mel.dia.
lft. Porte na orchestra.
16. Aria de Azulina.
17. Tercettn, Azulina, Zepbiro e Bureas.
18. Coro de Willis, phautasin. s. Bureas, Zepbi-
ro e Azul na
19. Coro de phantasmas.
20. Galope infernal.
21 Coplas de Leandro e Breas.
22. Forte na irebestra.
23 Coro de Camponezes.
24. Bolero e danfi por Azulina, oras, Zephiro,
Asancena, Leandro. Mathias e corpo de coro.
2r> Harmona iiua!.
A MSICA e comoosicilo dos distinctus maestros
MARCELINO CLETO E ROBU UTO DE BAR-
ROS.
QU \RD \-R')UPA explendido 16 roupas com-
pietain>-ute nova- e fritas a capricho
'CENARIO novo em parte.
MACHINISMOS novos fetos debaixo la direc-
eto do hbil machiuista da empreza o Sr. Cor-
deiro.
ADEREMOS pelo aderecis'a e conrr.regra da
companhia o Sr. Caries d'Azevedo.
Fogos cambiantes, ebuva de prata e de fogo.
MISE-EN-SCESE do actor
KIMTO K\II3 1
A orchetr-i esta augmentada d di baixo da re
gencia do maestro MARCELINO CLETO.
PREQ0S
Camarotes IO3OOO
Cad^iras 2000
Galeras 2 000
Geraes 1000
Os espectculos sao iutransferiveis.
A'a horas do costume,
ni n
Al
VAPORES EriPEftADOS
Araucania da Europa amanha
Tant'ir da Europa a 11
Bata do norte a 13
Trent do sul a 14
Espirito Santo do sul a 16
/ 'turnee do norte a 17
Ville de Maoei da Europa a 19
Desterro de Ilamburgo a 20
Para do norte a 23
Taaus da Europa a 24
Senegal do sul 25
Cear do snl a v6
La Plata do sol a 39
Gompanliia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabeiclda em 1 55
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At Si de dezembro de 184
Martimos..... I91i0:000$000
Terrestres,, 3i6:000$000
44 Roa do C omincrelo
<' W1IIK DEN nCMWlKtf-
RSK'M lIAESITIflE:
TJNIIA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar, Lisboa e Vigo
Lembra-se ; os senhores passageiros todas de
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 ptssons ao m. nes e que pa-
gur.-m 4 pas.'Mgens inteiras.
Por excepco os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaes s se dao at e dia 23 pagos
di contsdo.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
arete: tracta-se com o agente .-
ingoste Labilie
9 RA DO COMMERCIO
jii 0 paquete Finance
Espera-se de New-Port-
Sewa,at o'dia 17 de Maio,
o qual seguir depois da de-
mora necessi'.ria para a
Domingo, 9 de Maio
BENEFICIO DE
eiBMLHu USIfJA
Ultima representafo do muito app audido e
appiratoso drama :
Ruinas do Castello-Negro
Em um dos intervallos a polka-lund :
0 fecbamenlo das portas
Bonds para
Olinda.
Comerar S hora
as linhas principaes e trera para
ena ponto
Baha e Rio de Janeiro
ra carga, j encommendas e dinheiro
cora os
AGENTES
Henry Forsler k C.
RUADOCMM.i ^ andar
Pacific Sieam \avigalion Cooipany
STKAITS OF MAGELLAN LINE
O vapor Araucania
E' esperado da Euro-
pa ate o dia 10 do cor-
rente, e seguir para
ul depois da demora
^Jo costume.
Para carga, passagens e encommendas e dinhei-
ro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wilso* mama dt c, Hmled
N. 14 RUy DO COMMERCIO-N. 14



i



.;...J*P ,-.'
iT-
>}
-
j

I

i

Diario de PernarabucoBomingo 9 de Maio de 1886
BARGEIRS REINIS
Companhia Francesa de Navega
cao a Vapor
Linfaa quinzenal entre o Havre, Lis
oo, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Steaier lie le Macei
E' esperado da hurupa at
o dia 20 de Maio, se-
guindo depois da indispen-
savel demora par a Ra
i bia. Rio 'e Mamo*.
Koira-ai >B Srs. imporradnres de carga y 4o*
vaporea desta linba,aueiram apresentar dentro de G
dias a eonta r do da descarga das alvareng
qui-r reclaniacao concernente a volumes, quo po-
?eutwatenham seguido para os portos do sal.aba
le. se poder^m dar a tempo as providencias necea
sarias.
Expirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por extravos.
Kecebe carga, encommendas e passagciro parb
es quaes tem excellentes accomodacoes.
Augusto F. de Oiveira & (
AGENTEN
_42 RIJA DO COMMERHIO -4*
Companhia Bahiana de navega-
eao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia

Leilo
Do armxcao envidrcda e enveroisada, balco,
fiteiros, mostradores, 1 mesa, 1 cqfre pequeo, 1
balanca, 1 relogio de parede, 11 fraseos com Jico-
ras, 4 quadros, 19 caixas com papel para cigarros,
bisnagas, ponteiras, carteiras, lapiseiras, cachim-
bos, deposito para lumo, porta charutos, caivetes,
'h.igphoreiraa, boleas, 1 candieiro, 1 carteira, 3
mdxos, 1 escuda, 2 empanadas, eucanamento e re-
gistro de gaz da
Loja de cigarros a ra Primeiro de
Margo n. 3
Em muitos e diff remes lotes.
Segunda/tira, 10 to crvente
A'S 10 1/2 HORAS
Em foniimiiii'iio
Ra do Barao Ha Victoria n. 4
Em casa de Joseph Krause t C.^"t'ua Pri-
meiro d Marco n, 6, sr precisa de utsfl^om cos
nheiro su cosicheira.
Leilo
o
Commandante Nova
Segu impreterivcl
mente para os portos
cima no dia 10 do cor
rente, s 4 horas da
tarde. Kecebe carga
at ao meio dia do dia
Para carga, passagens.'encommendas e dinheiro
a fres 'racta-se na a geni i*
7iua do Vigario 7
Alvos Matheos
Da armacao, pertencas e mais objectos da lija de
cigarros da ra Primeiro de Mar.-o n. 3
segunda feira fO do corrente
A's 11 horas em ponto
Na referida loja, em cunriuuaco e ao meio dia.
Leilo
Do balcao e mais pert- ncas da leja de bilhetes da
r"a do Harao da Victoria n. 4
O agente Pinto tara leilo por mandado e em
presenca do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, em virtude do requ.rimtnto do curador
fiscal da massa fallida de Joaquim de Souza Na-
ves, dos bens pertencentes i mesma massa, exis-
Compra-je urna pequea casa nos bairros de
Santo Antonio ou H. Jos desta cidade ; a tratar
na ra de Santa Theresa n. 20. Tambem se ven
de m bom sitio com casas na estrada nova de
Caan g, milito prximo a estaco do Zmnby.
Precisa se de ma ama que eiigomme c com
pre : n ra do Imperador n. 43, 1 and .r.
Pede-se aos abaixo assignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Olinda n
51, a uigocio que nao ignora o
L>r. Candido Emygdio Pereira Lobo.
Pedro Manoel (iigta Lobo.
Francisco Rayinundo Carvalho, (commandante
Companhia IV.-u.-iiiibii'-anaj.
Jos Francisco Pan des P>rte.
Precisa-se cotrpra'r urna blanca decimal e
um panqu de ferro, tudo em bom estado : na i ua
de JuSo do Reg n. _'.
Precisa-se de una ama para cosinhar e mais
servico : na ra de Hortas n. 76
Aluga-se urna casa na ra do Conde da Boa-
Vista n. U7 : a tratar na ra do Coinin.rcio nu-
mero 15.
Casa no Monteiro
Vende-se ou aluga se urna xasa no
Monteiro,, ao p da igreja, tractar na lo-
ja de livros junto ao aro p Santo An-
tonio.
E sem competencia
Na ra da Imperatriz n 78, nova pbotographia,
tira se retratos porcellaua a 7000 a dusia, ditos
simples a 5< 00
.Ulencao
t ntes as tojas da ra Primeiro de Marco n. 3 e
Barao da Victoria n. 4.
Leilo
Segunda-felra IO de Halo
A's 11 horas
Por imervencao do agente do Pinto
Na sua agencia ra do Bom Jess n 45
Em continuacao vender o inesino agente
caixas com papel pautado.
Leilo
Domingos
YOVALUlLSTEil MCHT
COIFNV
0 paquete Tamar
esperado da Europa no dia
E'
11 do corrente, seguinda
depois da demora necessa
ria para
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santo,
Montevideo e Buenos-Ayres
0 paquete Trent
esperado
do su! no dia 14 de
corrente seguin lo
Idepois da demora
necessaria para
Vicente, Lisboa, Vlgo e Sou
ihampton
Para passagens, fretes, etc., tracta-se comes
CONSIGNATARIOS
Adaiuson Ho wic & C.
De chapeos de sol, diversas qualidades de be-
I bidxs, mobilias, camas novas de Jacaranda, guar-
das vestidos, guardas lonjas, mesas, balcoes, 1
bomba grande, 1 dita menor, fiteiros, cerca de 60
dusias de lindas sorte*, encorados para mesa e
otitros meveis.
Terca feira. lIdo corrente
n lI heras
No armazem da ra do Bom Jess n. 49
Por intervenco do agente
Gusmo
Leilo
Torca-feira 11 do corrento
A's 11 horas
De 1 piano, mobilia de Jacaranda, fiteiros e
muitos movis, jarros, de diversas qualidades,
quadros, colbercs, garlos casticaes e outras obras
ae prata, fogao americano, camas de ferro, can-
dieiros c registro para gaz, vinbo de caj e 1 ca-
vallo de sella e 1 carroca.
Pelo agente Modesto fiaptisla
No armazem da ra do Bom Jess n. 1S
Leilo
Compaahia Bra> ilelra de \uic-
n::co a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Bahia
Commandante tenente Aureliano Izaac
E' esperado dos portos do
norte at o dia 13 de Maio,
e depois da demora in
dispensavel, seguir para
I os portos do sul.
Recebe tambem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande de Sul, frete m-
dico.
Para carga, passagens, encommendas e valores,
rata-se. na agencia
N. 11 RA OOCOMMEROiO-N. 11.
Para
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
tacho portugus Eliza : para o resto da carga
que falta, trata se com Hait r Oiveira t C-, ra
do Vigario n. 1, primeiro andar.
Lisboa e Porto
O brigue portugus Arman io segu para os
portos cima: para o r-'sto da carga que lhe falta,
trata-se com os consignatarios, Jos da Silva
Loyo Filhnp.
dio He li Sel
Segu com brevidade para o porte cima o pata-
cho nacional J/.ia II, prompto carregar, a tra-
tar ra do Marquiz de Olinda n.6.
LEILOR
Segunda-fcira, 10, a da loja de cigarros da
ra Prim-iro de Mare i n. 3, e da I ja de bilhi ti's
da ra do Barao da Victoria n 4.
Terca-eira, 11, leilo d is crystaes, loufa, vi-
nhos, m veis c mais objectos da casa em que mo-
rn o Sr. Jos Moreira de Souza, ra da Senzala
Velha n. 80, Kecife.
Leilo
De 6 busros mansos proprior para carro e
1 excellente carnuiro grande e gordo
para selU
Segunda ffeSra IO do corrente
A's 11 horas
Na porta do armazem da ra do Impera-
dor n. 16
POR IXTKUVENC.-iO DO AGENTE
(siismo
Lei!
a o
De 1 toldo, 1 divisSo, 6 mostradores, 1 secre-
taria, 1 c iltf prova .ie fogo, 1 banco para o u:
1 banco e prc-i i ,r c-irt-.?, 1 mera, 1 nli-
gio de p.rede, 1 jarra, quartinheira, 1 escada, 1
taboleta, 1 lavatorio, 1 bindeira, enCanamento,
registro c afaodelas a gaz.
Negauda ieira, IO do corrente
AO MEIO DIA
O agente PINTO, le Vari a leil por mandado
e em preseuca do Ilim. sr. r. juiz de direitfl
peci.il do c;n lotes vontade dos com-
pradores, as srraacocs e perr'nces dos dous esta-
belecimcutos cima mencionad ;s e que fazcm parte
dos bens Ngvcs, existentes nos mesmoa estabelecimt'ntos,
nde sero vendid.s, de ven lo coir.ccar o leilio s
10 1/2 hora^.
Os muvei.i pe i a mesma massa eero
vendidos em um outro di i.
De nma mobilia de Jacaranda c m 1 sof, 1 ar-
iiineira.l consolos, 4 cadeiras de braco.*- "' ditas
d- guarnifo, 1 espelbo grande, 6 quadros, 4 cas-
tices com mangad, 1 tapete para sof, 4 ditos pa-
I ra porta, 2 candieiros e 2 vasos.
Urna moiilia de amarello com 1 sof, 2 cens-
los, 2 cadeiras de bracos, 12 de gtiaruicao, 2 de
balauc", 1 cspelbo, 4 cestas para fljres, 2 casti-
caes com mangas, 2 candiciros, 2 escarradeiras e
6 jarros.
Urna mesa elstica com 7 tab);:s, 1 gcarda-lou-
5, 1 aparador 1 guarda-comidr --narelho pRra
cha, 1 dito para juntar, 2 duzag ,, ... i.
tas de facas, colheres, 1 p-ita-licor,1" copos, cli-
ces, garrafas, compoteiras, 12 garrstas com cog-
nac, 24 ditas com vinho Bordeaux, 5 caixas com
vinho Madeira fino e 1 quartinheira.
Urna cama franceza, 1 lavatorio, 1 toilette e 6
cadeiras.
Um moioho grande proprio para refina gao, 1
jardincira e 1 lote trem de cosinba.
Terca feira, 11 do corrente
Ag-cnte Finio
No sobrado da ra d-. Senzalla Velba n. 80
(Recife) em que raorou Jos Moreira de
Souza.
___ O leilo principiar s 10 1/2 horas.
Precisa-se de urna cosinheira : na ra da
Aurora n. 81, Io anear.
Pechinctias para acabar!!!
Ra Duque de avias n. 59
Fustoes de cores para vestidos a 240 e 320 rs.
o covado.
( hitas claras e escuras, 200 e 240 rs o dito.
Sargelins diagonal de todas as cores, 240 rs. o
dito.
Alpacas de seda idem dem, a 360 e 400 rs. o
dito.
Las coi bolinhas, novidade, 560 e'TOO rs. o
dito.
Setiuatas superiores, fa&enda de 600 rs., para
liquidar a 400 rs. o dito.
Damascos superiores, duas larguras, 1800 o
dito.
Popelina branca de seda, 480 rs. o dito.
Setins mucaode todas as cores, 800 rs., 15000,
1J200 e 1*100 o dito.
Velludilhos de listrinhas, novidade, 1*600 o
dito.
Sedas japonesas, 4O0 rs. o dito.
Esguio para casaquinhos de senhoras, a 4* e
40500 a pee.
Brira pardo fino para vestido, 500 rs. o covado.
Failes ae novos gostos, a 500 rs. o dito.
Camisas par.\ senhoras, as mais lindas que tem
vindo, a 4*500 o ,>6.
Saias riquissim.is, para todos os presos.
Cortinados bordados. 6J500 e 9* o par.
UuaroifOes de crochet para cadeira e sof, a
8*000.
Camisas francezas superiore, a 30$ e 36*.
Bramante de lgida >, o melhor que tem vindo,
13500 o mitro.
1 1 -m de linho puro, 2* o dito.
Colchas de cores, francezas, 1*500 e 2* urna.
Lences de bramante muito grandes, 2* um.
Cobertas de ganga, idem dem, 3* urna.
Mcias arrendadas para senhora, a 8* a duzia.
dem cruas, idem, 8* e 12* a duzia.
dem ingltzas ; ara homem, 3*500, 4* e 5* a
duzia.
Ceroulas de bramante bordadas, 12*000 e 18*
a duzia.
Lencos de linho a 3*. a duzia.
Caaemiras de cores, inglesas, 1*40. e 1 600 o
covado, com duas larguras.
dem pretas diagonaes, 1*800, 2* e 5*400 o
covado.
Cortes de ditas de cores, proprias para invern,
a 2*500 e 3*.
dem inglesas, superiores, a 4*500, 5* e 6*.
Cortes d- fustao pan colletos, lindos deaenhos,
a 2*500 e 3*.
dem de gorgoro preto, a 2* para acabar.
Deposito de algodoes, tanto oacionaes como es-
trangeiros, superiores madapoloes, brins, case-i-
ras de todas s qualidades, cheriotes e merinos
para luto.
Vendas em grosso, descont da praca.
Crrneiro da Cunta & C.
Sua Duqne de Cavia* 59
A viuva de Valdevino, da plvora, avisa ao
respeitavel publico e especialmente aos seus fre-
.uezes, que contina no mesmo ramo de negocio
io seu finado marid i, para o que tem um comple-
to sortimento de fog)s, e tudo mais que diz n la
tivameate ao seu ramo de negocio. Apparelho
telephonico369
GASAlilFEl
Aos 4:000SO00
BiHETES PtARANTISOS
Ba do Baro da Victoria n. *
e casas do costume
Acham-se venda, os felices bilhetee
garantidos da 1. parte das loteras a
aeaencio da igreja de Jatob (53a), que se
eztrahir quinta-feira, 13 do corrente.
Precos
40000
20000
10000
de 100*000 par:,
cinta
30500
10750
0875
K
Inteiro
Meio
Quarto
porco
Inteiro
Meio
Quarto
Joao Joaquim da Costa Leite.
AOS 4:00(14000
SXLHSTBS SAITIIDOS
la Primeiro de Harco n. 23
O abaizo assignado, tendo Tendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 18 com a sorte de 1005000,
alm de outras sortea de 320, 160 e 80, dt
lotera (52.*), que se acabou de extrahir.
convida aos possuidores a virem recebe:
na conformidade do costume sem descontc
aiguro.j
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 1.a parte das loteras
a beneficio da igreja de Jatob (53.a), que
se exrahir quinta-feira, 13 do corrente-
Santa Casa
da Misericordia do
Kecife
Leilo
De calcados, miudcsas, movis, objectos de bri-
Ihantes.l piano forte de irnnsposicio e cadeia
A saber :
Urna mobilia de jacar?ndil a Luiz XV, com jar-
dineira, consolos com pedra, 1 piano de trauspos
cao, proprio para conc.urtos, 1 cadeira pata o mes-
mo, serpenti tas. jarros, espelho oval, relogio de
parede, binculo, 1 guarda-roupa de raz de ama-
relio, luarquezoes e cabides.
Urna mesa elstica de amarello, 2 aparadores,
guarda louca, quartinheiro, marqueza, 1 ber^o, 1
apparelho de pmc. luna para jantar. copos garra-
fas finas, porta qu'ijos, aunis, rojetas e abotoa
dnra, tudo com brilhantes.
Em continuacao
Um armacao de amarello envidrar;ada, rcuito
boa, eticados, miudezas, toalhas de labyrinto para
rost', fronbas, ditas de grade, bicas e rendas da
trra, talbos bordados, casacos de crochet, pregos
franceses para calcados, formas para alargar boti-
nap. ditas forradas para botinas, 1 carimbo para
ditas, machina de costura e roupa feita para tra-
balho.
Terra reir, II do corrente
A's 11 horao
Na ra da Lnperatriz n. 76, loja decaljndos
O agente Martin?, compsrentemoiito autonsado,
far leililo, para liquidar, dos movis, armacao e
mercadori s existentes da loja da ra.da Imnera-
triz o. io. (aran*e-3e a ca.ca a quera comprar a
armacao, pois tem boas ccommoiir.coes paia fa-
milia.
Leilo
Leilo.
De 8 caix-a cora marca II. B. ci C-, na.
1 a 8, coutendo papel de linho pintado
proprio para livros, repartiera*.
Segunda eir i O do corrente
A'-' 11 horas
POR ISrEltVEN\'O DO AGENTE
Alfredo Guiniares
Em sua agencia de ra do Bom
Jess n* 4
De urnaCarta da Senteaea Cvelna importan-
cia de 30:520594 e mais 1:578^090 de joros
ae reseidos desda Povereiro de 1685 2 de
Maio dn corri'nte auno.
Total 3.1:0!;-SO'- I
a seren cobrad e Jcs Saiuli i
Beacira Canteante e sua mulher, aenbores do
iii,na cenares da Bscada,enge-
i bo que sobi jaaBR'nto garant: o pagamento la di-
ta divida.
Quarta fe!ra fl do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra d> imperador i- 16
O agente Martina, Utorisu -O pelo 11 m. o E^m.
Sr. Dr. jais do civel, saa presenta
e a reqoerintento de D. Bern irda de Souza Maga-
Ihiiese Silvs, a* o Ua-
do iimao coronel Jote Aotao de tiouza Msgslhaes,
da d.vida proTeniente de a snten^a
obtida cm 1- de b\_\ r> I ntra Jtw
Sancho Bezerra (.'.iv loante e sua mulher, senho-
res do importante eoganho
rem M0entivami ai leSf Carta .ree itona execu-
i paawda ......
principal, jaros e castas, alm de
l::>l~lH)'M de j ,re:r) do
pafsa-lo at 'eje.
Os toa. ; 'iiinar referi-
da carta
AVISOS DIVERSOS
- Alagam-se casas a8 ico M C >e
has la Im-
'^er: t iz n
Faz se aegocio com quem ]\ wnprar
a hypotheca d:i zo i. 15 :
na na Nova n. 12, loja de ebapos.
A Illma. junta administrativa da santa casa
da misericordia do Recife, convida aos parentes
c amigos do fallecido commendador Elias Baptista
da Silva, bemfeitor da mesma santa casa, para
sssistirem a miosa de rquiem, cantada pelas edu-
candas da casa dos exp >stos, que no dia 10 do
corrente lam nh), pelas 8 horas do dia, manda
celebrar na igreja do Paraizr, 3* anniversario do
seu passame oto-
Secretaria da Santa Casa ie Misericordia do
Recife, 9 de Maio de 18Ht.
O escrivao.
Pedro Rolntrues de Souza.
Inteiro 4^000
Meio 25000
Quarto 10000
Km quaatidade maior de l o o
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Martn Finza.
FUNDICAO GERAl
ALLAN PATERSON ft C
N. 44-Bu i do BrumN. 44
JUNTO A E? iAfAO DOS BONDS
Tem para vender, por pre< mdicos, as seguintea ferragens :
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivacBes de diversos tamaitos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portaade fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertos, e assentamento de machinismo e execatam qaalqn
raballio coui perefiySo e presteza
canviTii
JOSEPH KRAUSE &
Acabam de augmentar o sen j bem eonhecido
mportanle estabelecimenlo rna Io
de marro n. 6 com mais
nm salad no 1 andar Inxnosamente pepar-
rado e prvido de nma exposi-
{fc-fcikras deprata ii Porto e eledroflite
dos mais afamados fabricantes do
mondo inteiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, sens nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren.
o seu estabelecimenlo, afirn de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
CHASE ABITO DAS 1 A'S 8 DA MTE
c orv % TT B

REGULAMENTO
DO
os4:0UU^000
Ilitjor Paulino Piren Fulcao
Thcodoro Just, sua mulher filhos, D. Rita
Pires Falcao de Lnyula, seus genros e filbas, e
J< hquim Justodio llmrv de Azevedo, sua mulher
e tiih is, pedem aos amigos e parentes do s<-u pre-
sado sogro, pai e av, toajor Paulino Pires Fal-
cao, a caridade de assistirem a missa do trigsi-
mo dia, qne por sua nlma inandam re.-ar na ma-
triz d-i Boa-Vista, e na capel'a do engenho Mas-
sangana, no dia
manhS.
13 do mi Imite, s 8 horas da
V
Petlro Hilarte HodrigueN Franca
A familia do finado Pedro Duarte Rodrigues
Franca, convida hos seus parentes e amigos, as-
sim como os flo finado, para assistirem as missas
que pela SUS alma mnndam olebrar no dia 1! do
corrente, ;'is 7 hora- da ini.nha, na igreja da Con-
eeieSo dos Militares, stimo dia do seu fnlleci-
menro, par cujo acto de religiao, se coniossa nr<-
decida.
Dr. Jom Tiburcio Pereira de
aiacnSnesi
Gomi s angusto (Jai de Miranda, Umbelina
Leonor Pinto de Miranda, Mura Hellens Qai i ie
Miranda, Ann Um imi Qaio de Miranda, Um-
belina Angosta Gaio de Miranda, Lenidas d<
ilbaes Oararinondss, Hutino dosano Gaio de
:(i etseo <1- s S.iiilos Costa, cuubado, irma, sobriulms
no do finado Dr Jos Tiburcio Tcreira de
tlhaes, Iriu.o DOtiei* do seu infausto passa-
imperio, s tendo de inundar ee-
i na ignj d* N. -
nos Militares, no dia i,, do corrente,
1,2 lloras (Ja imnili, pi timo do seu traepass ,
l unjnos seus amigos e do finado, p.raas-
o e eridsde, pelo
qaa desde j ancecipam seu eterno ric-jubeci-
:n nr .
16-E.ua do Cabug-16
O abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhetes garantidos os premios
seguiates: 1 inteiro com a sorte de 200<5
no n. 3328 alem de outros mais de 324,
164 e 85 da lotera n 52.
Convida-se aos possuidores a vir receber
em descont algura.
Acham-se venda os venturosos bilhe
tes gan ntidos da lotera n. 53a em beneficie
da igreja de Jatob quese extrahir r-
quinta feira 13 do corrente.
Presos
Integro 41000
Meio 24000
Quarto 14000
Nendo qiiantldade superior
a 1*> 1>:000
Inteiro 34oOO
Meio 14' 50
Quarto 4758
Joaquim Pires da Silva.
28RA D3 MO DA viuTOBIA-28
PRESOS
Um alrnogo contendo tres prato, e sobremesa 14000
Um jantar constando de sopa, tres pratos e sobremesa 14000
Lunch constando de um prato, quejo, doce, fructas e caf. 4600
VINHOS Bordenux, Figueira, a garrafa 4800
i < c meia garrafa. 4-100
ASSIGNATURAS
Por mez........ 40,5000
> com vinho (urna garrafapor dia Bordeaux ou Fi-
fiSueirah........604000
Pagamento adiantado por quinzena
A. G, JFrancis.
i
~
il
Herculano Rann s manda resar nma misr d
stimo dia
Honorio fiicalho, na m tris da Bua-Visa, terca
tira 11 do torrente,** 8 horas ; e para este acto
cenvida e Hgadeei a seus amigos.
^sssamammmasaBBBaa
U\ FELIZ
4os4:000S000
i:000P00
r^raija da Independen
cia ns. 37e 39
Acham-se a venda os fe.zcs bilhetes
ntidos da ;")3a parte da lotera a beneficio
da igreja de Jatob, que 82 exti^hir no
dia 13 de Maio.
Precos
Bilhete int-iro 4400U
Meio 2|000
Quarto 14000
im porco de lO5oo<> par
el ssi a
Bi&ete inteiro 34500
Meio W75
Quarto 4^;5
utnnin Augusto dn* Sant~* P E' infallivel
Largo de S. Pedro n \
Tndo e vende pelo menos pos
s tcI
Neste estabelecimento sempre ha venda o es-
.1 licor de maraenj, em lindas garrafi.has,
proprias para 'oilrt, compotas de u.angaba e
Tambem se ene >ntra um completo sortimento de
todos os fabricantes" para toda diversi
dude de passaros, at proprias para visgem, por
terem c:nco compartimentos ca ia u a.
Encentra se anda un grande si>rtim<'uto de
pasearos nacionae S estrangeiros, enre elles ca-
; ademaos nascidos aqni no Bra-il, rolas de
todas as qualidades, al cruzadas, propr as para
viveiros de jardins.
mmm baratas
Na bem conheeida loja da ra Primeiro de
Margo n 20
JINTO DO LOIVRE
de 44500, 54, 54500, 6#, 6609%
de 44, 44500, 5, 54500, 64 0
\

\.
naso
Grande sortimento do madapoloes
745OO e 84000
Algodoes brancos, superiores quali la I -s,
64500.
Saperiores cretonas de 320 a 500 o covadu.
Batistes, lindro paarSes, a 200 e 320 rs. o covado.
FustSes brancos de novos desenlios a 440 -e 500 rs. o covado.
Cobertas de ganga, forradas, d>; lous pann h 3-S,)00.
Ditas de ganga cretone, bonitos padres, a 34000.
Lencoes de bramante, de linho de 24 a 44000 a um.
Ditos de algodSo de 1,800 a 24500.
Toalhas felpudas, de tamanho regular a :"4000 a duzia.
Ditas grandes para bandos u 24000 ama.
Lencos de algodo de 14800 a 24200 a duzia.
D'*os algodao, 'ora barr, p 2-^400 a duzia.
.i nardo, clar<, 300, 400 ; 700 rs. o covado.
Dito tiaacado, 1 i..a, a 14, liiOO e 14200 o meto.
Cortes m vesti 1 de cretone de 204 por 84000.
500 a (i 1 duzia.
Graaae var'cdade de anquinhas de 2 a 54000.
Meias cruas para hornera a 54, G^, e 74000 a duzia. *
Chambres inuito bem preparados, para hornera, de 54 a 10#000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 24500 o c vado.
Igodao-tran^ailo do duas larguras a 14300 a vara.
Bramante de algodiio, de qn .tro larguns, de 14500, 14300 e 2#O0O a vara
Dito de linho idem dem de 24, 24500 34 e 44000 a vara.
Leques de papel, de lindos l-senhos, de 500, 800 c 14000.
Merino preto c azul a 1440 rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as corea .i 440 rs. o covado.
Velbutinas de todas as cor 3 a 14000 o :ovado.
Mulesquin de cores, bonitos padroes, a 600 rs. o covado.
Chales do algodao a 14200. 14400, 14'00 e 2?00A
Guarda p de brim de linho p rdo a 44, 54 e 6$000.
Oxford p .ra camisas, lindos padroes, a 280 300 e 340 rs, o covado.
Costuraos para oanhos de mar a 84 e 104000.
Cortinados bordados para cama o janellas'a 84 104, 12, 14 e 164000 o par,
Grande sortimento de roupa feita para trabalhadores de campo.
Encarregamo-nos tambem de mandar faaer qualquer roupa para homem o
meninos, para o que tenas um hbil oficial e ura grande sortimento de panno3, bnas,
casemiras, etc.
Quem precisar de algum'afigo bom o barato, dever visitar 'le prefere
este antigo e acreditad" estabeleuiment*
iro ia Harco 120
.*?,
V



bbMHbBBbbbbb\^bbbbbbbb\Hbb\-
*
6
Diario de Penutmtnicti-Donifago 9 de Maio de 1S86
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de duas pes-
soai; na ra Formes* a. 29, esquina do becco
de. srreiros.
na, ra do
Precia a-se de. urna be* coainbeira
Marjp de Oiinda n. 6. *
AMAS
Ha ra de Payaaud n, 20, precisa-se de cosi-
iikeir etogonimadeira, paga-se bem agradando.
Ama
Precisa-se de um" ama para cosinhar e coi
prar : na ra do Cotovello o. 139.
Ama
Precisase de urna boa engommadeira : na r
Primeiro de Marco n. 16.
Ama deleite
Precisa se de urna ama de leite : na rna do
Livramento n. 19.
NTICO
f
fl\
%
Para ama
Urna f; milia estaangeira desoja c intratar urna
rapariga de li a ivanius, preferindo-se de cor
preta, que nao tenha anda servido em casa algu-
ma, dando Ihe boa comida, roupa e ordenado, e
habilitando-a ao servico interno de urna casa : na
ra do Imperador n. 46, i' andar, se dir com
quem. tratar.
Ama para menino
Precisa-se de urna ama para acompanhar urna
familia que se retira para a corte : na Graca, tra-
vesea das Pernambucanas n. 3.
Aluga-se
para escriptorio a sala de detraz do 1 andar ''a
re* Primeiro de Marco n 18, rauit> propria para
escriptorio de qualquer natureza ; a tratar na loja
do mesmo predio.
Alaga-se barato
1* andar e aimazcm na ruado Bo:n Jess n. 18,
c 2* andar e armazem na ra da Ketauraco n
1 : a tratar na ra do Bom Jess n. 12, escrip-
terio.
Aluga-sc barato
A casa n. 74. la go de B. J
A casa u. 143, A rus da Coronel Suassuna.
O 3.* andar da ra do Bom Jess n. 47.
Trata-se no largo de Corp> Santo D.19.1" anda
un) pequeo sitio murado, com urna exccllente
casa, com umitas arvores fructifer i s, excellente
cacimba com tgua encanada jura esa, com bo-
nito jardim, ra de Nanea Machado n. 1, na en-
trada de ferro de Oiinda, muito perto da estaco
do Espinheiro ; no mesmo sitio tera quem o mos-
tr : a tratar ni ra da Praia n. 70.
Alusa-sc
Para morad i ou estabeleeimenti, o andar tir
reo do predio na esqniba d ra 1' na o. -'!'.
tem agua egaz : a tratar na ra do Bom Jess
u. 57, 1"
Aluga-sc
Por comm'iiio pree > a frente ,! 1 and r do
predio a. 11 ra do Commercia, muito proprio
para um escriptorio commercial, a tratar no mes-
mo predio.
PreoaraQo de Productos Vegetaes
BXTINvio' DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
JVIARTINS& BASTOS
Pern*mnhtieo
Companhia de Edificaces
0 escriptorio desta
companhia acha-se ins-
talado na prafa da
Concordia n. 9, con-
servando-se aborto
das 7 horas da man ha
s 5 da tarde, cm todos
os dias uteis.
Incumbe-se de cons-
trncfocs e reconstruc-
{8es.
Recebe se infornia-
fdesacercade terrenos
na ci^ade e suburbios,
ea respeto dos (uacs
queiram os respectivos
donos fazer negocio.i
VINHO iberi 3EGUIN
FEBRFUGO FORTIFICASTE sppimdo pala Academia da Medio/nada Paria
-------- '---------
Sessenta annos de Experiencia
6 df.Dom ettlJ tem demonstrado a eficacia lnoonteatavel deste vme, qur orno anti-
perlodie para cortar as Febrea e evitar o scu reapparcclmento. qur como fortificante as
Convaleaoanoas, Sebllldade do Sanrne, Falta de BSenatraaco, Inappetencia, Diges-
tios dMle-Ms, Xnfermidades nervosas, Sebllldade causada pea edade oc por eicessos.
Ettf Finito, que contm mals principio! ictlros do que oe p- pandot similares, tendr-tt por prtca um
l"*e ama Heredo.Nao a den objeotar contra o proco em riele de rtconhecida elcacta do medicamento.
pe uto i
Pharmacia Gs-. SE3C3-XJT3>T, 378, ra Salnt-Honort. PARS
Depositarios em Pernambuco : FRAN M. da SILVA e C*.
PARIZ
8
Avenne Victoria
Este MBB1CAMEHTO de um gusto agradavel. adoptado com
mals de 20 annos pelos memores Mdicos de Parlz, cura os Uefluxoe, .
bore* de Garganta. Catarro oulmonmr. lrritmes do unto, das Via urma'iat a
V

BB Pernambuco 1
MUiSirraaC"
erran de xito ha
Gue, Tost,
la llexvja.
3m caica ,*e todos os Fertamlstaa o Ga*elleirei7-'a
ttt> PsM-ac do Brtran!jol'*o
:.'. fi_
ki i. J, af

SABONETEdeALCATRAO
PARA A TOILETTE, OS BANHOS E CUIDADOS A DAS AS CHIANCA8
Bate 8ABOXBTE. verdatteiro antineptir, o mal efflcaz para a cura de todas as
MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CARBONIS DETERGENS
t v06as Cnanau com o .' o SARAffiPO, a VARILA e a FEEHE ESCARLATCNA
I^tes SAMOSBTES so recommendadoa pelo Corpo medico fntetro ponjue nrevlnem as
MOLESTIAS EPIC-ftl!CfiS o CONTACIOSAS o se adaptao a qualquer clima.
mai.Ca DE PABBICA : s i:\vdluehos E NOS PXBS
Deposito geral: 'W. "V. "W^ZKXGMXV & C, Southwark, LONDRES
Em. Perai?"i.hnco : JF'rgua*" IVC. rjp. g~- ~ "- Cr*.
A
Aluga-sa urna boa sala d:- frente, com 2ouar-
tOB, lugar freaCJ ." a ti atar no caes da Companhia
Pernambiiean 1 n. G
Cosinheira
Precisa-sede urna qu-' leja n.iiitoboa r-ari casa
de duas \< rangeiras. Infarma-se na ra
do liarao dr Victoria n 9, livraria.
Vinho superior
O puro suuimo da uva para paat>, em barra
de quinto, importado por encummenda do proprio
lavrador, que tendo o <-m peqoena escala, s o
fabrica para dous amigos. Na raa d 1 Cadeia do
Recife n. 3 se diz, por fav >r, quem o tem ; ba
apenas seis barra para dispr.
rio se entrara as | mm g GRAGEAS doSob VIVIEW|
I
Criado
Precis-se de um criad" para compras, c (e
uuh ama para eoaillba : na ra do Viscoiule de
Albaquerquc n. 21, sobrado.
CRIADO "
Prcci^a-se de um mc
nio de 10 12 annos
para criado, dando fia
dor a Ma conducta; no
3. andar do predio n.
42 da ra Duque de
Caxias.porcimada y
pographia do Diario.
Plvora
Vende Carnudo Thiago da Costa Mello, em seu
deposito ra Imperial n. 822. olaria, onde tam-
bein vende fcrjolos e t. ihas. Tdephone n. 221.
fe
)
I
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquaj^propri'-
dac da mesina Com-
panhia.
Engolillo
Trs spassa se o arrendamento do engenlio .Santa
llosa, na fregneaia da Luz, jiert da astelo de
i. Louronco, na va do Limueiro, agsim
como de Jaboatao, na via frrea de Caraari. O
terreno da para eafrejai ie anona tres mil \>~.- I l B Manear. Al.-m de umitas var-
reas tem mata virgna pira aOrir-.^e novos parti-
dos, nic a vapor, tesdo urna machina nova, de
muita f rea, e ir. cu as norab e grandes : quem
preteadel-o dinj.i-so ao mesmo engenho ou ra
do Imperador u. 79.
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
Premiad com medalhas de Oaro e Prata
PELA ACADEMIA NACIONAL
Ordenlos nos hospitaes de Franca, America, Inglaterra, Rusla, ato.
ainistrar sob forma mui fcil e agradavel todos os elementos curativos do oleo
lo assim o cheiro e sabor nauseosos d'este; alem d'isso esta preciosa preparado
riorida e incontestavel tobre o oleo porque pode ser usada durante oa
- calores em <|ianio o uso daquclle impossivel, tal o eminente servico prestado
pe o Dnitor VIVll N; a tp ;iieia tem conlirmaio o bom xito d'este producto.
,-ir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cores ao redor do (rargalo de cada
tu com o 8ello de uniao dos Fabricantes o, boulevard Strasbourg, em PARS.
m^siHisisiHiHisisisisisi
mer
OPPRJSSAO
fiATlMSo..LK3
vspira-se a Timaca que penetra uu peni........aai
a expector?a e tavorisa as unc^Oes uos orgaoa re*
Tn4aa>aiMUoeBiuu4J X?MI*IC i ti, ru ..'-Lasare, o Par
ayaettariosem frrgemmco.- JJ14XV- BL ect '114 A- C-. J^-d

1VILL


O Sr. Franc se Alves
de un des vapore desta
vir na d Marques de
concluir cert j nc^-jcio qui
1U
da Coata, c;mmandanti'
aira rogado
(lluida n. "id, alna de
na ignora.
0wb^os-
QU
II
uuujiyu uv
L. E. Rodrigues Vianna mudou seu escriptorio
de idvogacia para o Io andar da ra larga do lio-
sarin n. 10.
Experimenten.
E disam i que aelinm
Os especiaes licores de genip: po e caja que se
acbam a venda i o largo de >S. Pedro n. 4?
Oiif a domesticada
O melhor co para quintal, vende-se : a tratar
na na dos Prazeres n. 32, Gielbos.
^p: do
Laureado pela Academia de Medicina
Canalhelro da Leg/o de Honra rrl^ --4
^ATOdeCAL GEX-^
O Phosphato de cal 6 a substancia mineral mals abundante do organismo e toda vea que sua
quanti.lade normal dlminuo resulta urnaatT-eeo or.anlca grave.
Uals de cinco mil curas, a mor parte Justificada pelos Profesares e Molleo? da< Facultles
forao obtidas intiniamonte c fizerao com que o Ar rio />' lleinrillier ilicado
especifico mals seguro contra a Tsica pulmonar, Oro io;i:o hronica. ;.emi-A,
KacbltlsiDo, Sebilldude do Orsaalsrao. Aarojie to If Uctiivi'.'.cr administrado
diariamente as enancas lacinia a dcuiieAo c o ereaclinento: naa mftea e amas de leite torna o
, le te tueli.or; lmpede a carie a queda d js denles tao trequentea deyols da preuiez.
Deposito i Pharmaoi* ViltENQITS, 8, Placa de la Magdeleine, ?AKZZ.
Em Pernambuco. FRAN* JT. da SIKVA & C", e ns* principies Pharmicias o Drotarlie.

Engenho

Leonor Porto
n. 45
t
a
Raa do Imperadoc*
Primeiro andar
Cntina a execntar os mais difficeis
fignrinof, recebidos de Lindres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Pruna em perfi i(S i de i .a, em bre
vidade, modicidad'1 em pre?os e fino
gosto.
Lembran^a
I
Arrenda-se o engenho Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a tratar no escripturio de Sebastiao de
Barros Barrete, ra do Commercio n. 15.
Cosinheira
Precisa-se do urna, a tratar na ra da Unio
n lt
Jo as de mu
Para qoen: precisar estab' leeer-ae temos a casa
da ra da Florentina n. : a tratar no largo do
Par.,izo n. 14 *
Oliera lem?
'are e prala : < onro, pr
pedraa preeioaas; por maior preoo que em outia
quer parte : no 1 andar n. 22 ra larga do
Sosano, antiga dos Quarteis, das 10 huras s 2 da
arde, dias uteis.
A > commercio
Eu abaixo assignsdo declaro ao publico e com
cspecialidade ao^corpo da commercio, que nada
vendi amen ir Oustodn Lcureiri, nema
pessoa alguma, visto nada ter com o estabeleci-
mento de que rata si ti annnneio do boje ; nada
tenho comprado cm mb'ha fiaia individual para
ess estalielecmonto, nem antuaei a p-ssoa al-
Rwna para c uo o fizes? e, pire mseqaencia por
transaccSo ou quantia alguma me responsabiliso a
nao ser por mim proprio contrahida. Nada tive
era teaho com ease eetab. leeininto nem com
meus irmaos. Recif 6 de Maio de 1880.
Jos Custodio Loureiro.
O Muzeu de Joias, raa do Cabug n 4, rtce-
bcu pelo ultimo vapor francez um esplendido sor-
timtnto. Pr'eos mui!-' moderados.
Serrara a vapor
tac do Capiharibc n. ZH
Nosu serrara oncontrarao os senhorea fregne-
zes um grande sortiinento do pinh) d i rezina, de
5 a 1U metros de coinpriuj"nt >, e da 0,08 a 0,24 de
esqua'irios ; gurai.te-se preco niais commodo do
que em outra qu Iquer parte
Fosolbo ta molata!
A pimeuta especialmente preparada na Europa
em bonitoa fraaqninboa a que se vendem pelo di-
minuto preco de 160 11 um, no Largo de
>. Pedro n. 4.
PERFUMARA DO MUNDO E1EGANTs
DELETTREZ
54, 56, Ra Richer, 54, 56
CREAgO PARIZ NOVA
S H! XVI -- RIVAL
DepoStSri
SUAVIDADE
concentraQao
CREME OS
SA flO.VETf, EXTRA OTO \
AOVA DO TOUCADOR
POS DE ARROZ
COSMTICO, BRILHA.NT1NA
OLEO, POMMADA, VINAGRE
X- -
A Pertumar 0S" HEDA assegura aos
Puentes Jmeis
BTenhde ettrta i Cor se,?, igtal
wwvwwvyvwwvwwvww
PANCREATINA DEFRESNE
Adoptada offficiatmmtc nos Hospitaes ie Paris
c na ilarmka Francesa.
0 mals poderoso d'entre todos os agentes
digestivos conhecldos, a Pancreattnu Ve-
fsne emprega-se sempre com resultado
provado contra :
ramio I Oaitrltes
Ms dlg-etSes Gastralgia*
Znatnlenclas do estomago
Somnolencia apa es refeicoes
Vmitos determinados pela gravidez.
Enfcrmldados do fig-ado
Tomada depois das refeicSos despena e excita
o appetite dos convalescenles. combate c deleci
o emagrecimento dos tisicos.
A Pancreatina Itefreane. sm p e em
plulds rende-fle em todas as pharmaclas.
MORSONs PEPSINA
U r.LL.'Ol, < u I-..LIO
WSTANTAMEApua. f.rba> ROSADA r-"l;r a. >
a en T"^D. 5m prp.ir.-* I i D'nco3
rra UTagem. t sua O* primitiva
igaral tu Faris: TZltUtOta, I
U fu- MHMO CC : .PtA* K. da 3ILVA e C.
' e agradaTel
PVBA OOataUl lili A m
INDIGESTAD
Sob a oerm <)n.
rsAscos. ?s
OU GJ.OBVLGS.
VENDE-SEn") MUNDO HITEIRO.
!'l!l!'.e:\l". ia
I'.-,sinu Metram
Muito ncommt itfatfai
pelos princioaes Mdicos.
{MORSON S SON
Jjujre
LONDON
rwy^-.-Wi.^tl-il^siiy l.li.i l.J^UJr-'fc.,,
DepositinVaem Pernambuco : Fraile"M. da SILVA c C
Engommadeira
Precia-i se com prgene a, para casa de familia,
a tratar na raa do Vise id de Qoyaaoa n. 207.
A.ttenQao
Tem-s pp.ra Mu;
lava c e -inlia : a
n. 148, 2 andar.
engrmmadcira,
r na rua dos Martyrios
eBmm
AD EL
*-\ TOOAS AS
WASORINmS
revo fixo
81 Baa etuva numero SI
leu um lindo sortiait-nto de oculoa e pin-
cenez, que vende bar
Ao publico
Aitonio Bitelho da Cmara, tendo encontrado
ontride igual nomo, desta data em diante assig-
nar-se-ha Antoujo Botelbo da Cmara Braga.
A rogados, 7 de Maio de 1886.
: c u;z
' c ^rstate,
ntinsnela ta Urina,
- na uri.ic, etz.
. ah;
DAYa MARTIN
id Sua Majestsde a Rairhr. da Inglaterra,
do Etercito e ;'> Marinha bntatnica.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXAemPASTAUNCrUOSA
OLEO para AEKEI0S
oquenecessario piraamanu enciodo ecuro
soo todas ai firmas.
DEPOSITO OKRAL RM LOI IDRES :
, llinh ioiborn, 7
i rerMiitoM: FRAIC" II SILVA C".
Engommadeira
Precisase da urna engommadeira que execute
bem o servico : no pateo do Conde d'Eu n. 30,
terceiro andar.
UU1U
Na rua de Hortas n. 50, faz-se formas de ma-
deira com perfeicco e gosto.
SMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
alho
Fijado de bac
COM
ilypophospliitos de ca! e soda
App: ovada pela fuisla de 2Iy
giene e autorisada pelo
govern
E' o melber rem dio at h"je descobe-to para a
tftti<-n IsruiK-iiileM. eMC.-optaiiljiM. ra-
liiltM. anemia, oltilitaslr- cm kitbI,
cIvOuxm. to*e 'tironira aiTe-coO's
lo poito e la sarsaiita.
1". muito saperior ao oho simples de figado de
.o, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
daveis, possue todas as virtudes medieinaea e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas;
rec inatitnintes di.a liypoph' dr eariaa e b->t-
Deposito em Pernambuco
Francisco Minoei da Silva & C,
23-RUA .MRQUEZ DE LINDA 23
Enjilli
Arrenda-se o engento Cananc: imo a
eidade de JaboatVlo, lia pouco reedifica lo c in im-
portantes obraa, trras, mattas
e acude para aafreja 1$ r an-
unaIntente. Tamben; se divide em a tioa a vouta-
de dos Ci mpradores OH
: l : a tratar < ie
ana residencia na Magdalena, e-u nos sabbados
in dito eng
lo publico e com es pe;:J:illdade |
ao corpo commercf al
En, abaixo aaaittnado, declaro qav neata data
.....prei meu iuii." >, .! sCusl Lonreir a
sua taverna, B't N va do (aiang, sem
'ro, confronte a estacan do Zumb, .
' Afbgados, livre e desembarazada de qualquer
iiua ; se alttuem se julgar ciedor da dita casa (
E rada Nova) apreai uta suas eontas, no praso de
tres dias para sereno pagas, na merma.
Recife, 5 de Maio de L886.
Joao f.O"r ,

4

Este i i portante estabele dmento de relojoaiia,
fundado em 1869, est i funecionai.do agora rua
larga do Rosario n. 'J.
O seu proprietano, encartvgado do regulamen-
t > dos r elogias do arsenal de marinha, da cempa
nbia dos trdhos urbanos do Recife Oiinda e le
beribe, da de Recife Casanga, da estrada de
ferro dr Cama da companhia ferro-carril de
Pernambuco, da associacao commercial beneficen-
te e da estrada de ferro do Limoeiro, cercado de
intelbgcales e habis ausiliares, concerta e fa-
brica qualquer peca para relogios de algibeira,
de parede, de torres de igreja, chronometros ma-
rtimos (dando a marcha), caixas de msica, ap-
parelhos elctricos tclepraptiicos.
O mesmo acaba de receber variado sortimento
de relogios americanos que vende de 75 a 20S
para parede, mesa e dcspi rtadores de nikel.
Contina a exercer a sua profissao com zelo e
nteresse de que sempre deu prevas ao respei-
tavel publico e aoa seus collegaa, e vende forne-
eimento de qualquer qualidade.
Em frente de seu estabelecimento se acha coi-
locado um relogio, cujos mostradores tambera po-
lerao ser vistos pelos passageiros da ferro-carril,
tendosempre aHORA MEDA DESTA CIDADE,
determiadas pelas suas observad-oes astronoroi-
>as. Rua larga do Rosario n 9.
Antonio da Co-ta Araujo.
Viageos ao centro
Da Oiinda parte todos os sabbados, s 4 horas
da tarde, par ItaatM > r Iguaraas e G.-yanna,
nina diligencia ; pnssagen* a tratar na rua Io de
Marco n. 1, no KetsitV. Vtagens m qtnl-
o mes
Pilulas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja preparadlo puratieute ve-
getal, teem sidj por mais de 20 annos apn rentadas
com os melhores resultados as seguintt s moles-
tias : afl'eceoes da pelle e do figado, sypbilis, bou-
boes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e
gonorrhas.
Modo de a*al-a*>
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
bendo-se aps cada dsj um pjuco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula ao jantar.
Estas pilulas, de inveneao dos phannaceuticos
Almeida Andrade & Fdhos, teem veridictum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, timndo-
se mais recommendaveis, por serein um seguro
purgativo e de pouea dieta, pelo que podem ser
usadas em viacem.
ACHAM-SE A- VE "ADA
>a Iroffitria !< Faria siubrinho A C.
41 RUA DO MAR(; ./. DE OMNDA 41
Eiisiiio commercial
niarnn narlnrnn
POR PEDRO MAIA LIAUS
SO COLLEGIO 11 DK AGOSTO B CASAS i'AUI ICUL.VBES
Iscripiiraco niercaotil
Curso essencialme' tepratico de todas as ransac-
coes commereiaes e banearias, interiores e exte-
riores, censignacoes, cambios, etc.
Arithmeifca commercial
Applicada especialmente s operacoes eommer-
oiaes e banearias e curso completo de cont is cor-
rente3 com juros por conta e em p irtieipaces,
em diversas moedas, adoptadas pelo alto commer-
cio e os baueos.
Calll^raphia
Cursiva, bastarda reJonda, allemio, githiea.
i.-tsn; franceza
Corso theorico e pralico com toias asdifculda-
des da syntaxe em 90 licoes. Suppleuientu de
estudo sobro a ..yotaxe. loCOeSea f un;l;i es, idio-
tismos em 30 licftes.
Ao cooimercio cm geral
Kncarrega se de escripias
atrasadas, eacri] ie casas eoinnwroisan
eacriptaa de casas i> [aenaa ; abertar e va-
nfieai;oea de livros, balaocoa inventarios, cor-
respondencia mercantil; trabalhoa de contabui-
dade e de calligraphia, etc.
I'atra tratar, rua CAllOS"
0 MELH [Al IXFALLIVKL EX-
TRACTO]; DOS CALLOS li A
A1AY\ARDUA
. os extrabe comp seoa causar a
minnr.a .i<;r. E' fcil de appli '.aipede de
i i an I ." ido e t m o nprovado
.s appli-
cacea qu. nunca fulbaram. ira o que
se prepara e \. riaJ Phar-
macia Di:
57-Rna do General Ozoiie-57
Deposito em P ilermes
e'e Sousa i'
Rut fia Mm li Oiia 127
En abi a culo .1 rna do Hos-
picio n. 15S "mito tempo
d calles em an ,o qn m i itnp issibilita-
va ptr vea rea com-
tn rciaes Srs DIXIZ &
LORENZO IMPERIAL PHAR-
MACIA DIN1Z, -MAYNARDINA
Cansegui verme alviado deste mal iue atrox-
ment' do refe-
rido preparado.
Rio, ". e B85. Thomaaz Jo-
s afernandei de Macelo.
Este remedio precioso tem pozado da acceifa
'io publica curante cincoenta e ?c:e anuos, com-
epando-sc a si:a manufactura e venda em 1827.
Sua i) venda nunca forao l,",o exten-
sas como ao presente; e isto, por si mesmo,
offerece a melhor prova da sua efneacia maravil-
hosa.
N 1 I esitamos a dizer que no tem deixado
cm caso algosa de cxiirpar os vermes, quer em
creangas quer em aduics, que se achaio amic-
tos desles inimigos da vida humana.
Nao dcixamos de receber consrantemente
attestaces de mdicos cm favor da sua efficacia
admirave!. A causa do successo obiido por este
remedio, tem appnrecido varias falsiticases, do
son que deve o comprador Ier muito cuidado,
examinando o nome inteiro, que devia ser
Formifiec de B. A. FAHNESTQCK.
Aula ifhim \ SBcan&na
(Olnrna <* norlnrna
Contina a tuncciouar na rua de S. Jcge n. 35,
bair o do Recife, urna aula primaria e secundaria
que ahi ubrio o abaixo assisnado, que alem de se
aeliar Competentemente habilitado aleccionara
faz mediante pequeua paga, como aqui se v.
Priin ira.- lettras tUOO metisaes
Preparatorios 30CO
Incumbe se tambem de lecciouar em casas par-
ticulares.
Pedro Estellita.
Oiinda
\ lo UiCKiO mensaea casa terr a n.
2'2 ladriraiii Varadonro, com 2 salas, 3 quai-
1 ainli! f,',ra, cac.mba e portSo para o
da Poera : 1 tratar no U cite, rua do Iranio u
oii' sobrado
D. Mura Angtlita (xecuta com toda perfeica'V
brendade e m idicidaje em precos. qualquer tra-
balh 1 de costura pelos mais modernos figurinos
rec. hiuos d L mi ea, Inris e Rio de Janeiro. Re-
sidencia A rua do liarao da Vietcria n. 44, se-
g indo andar.
VEHDAi
0ER0C0UE
DEROClJtjT
C3 I-. =i'C3
i ifeBCLHA
al
aosoe Creosotad."
: fa. hutas
JHGON1
DeUuxo, rippe, Bro-x-
: uc^O Jo Palto. ( StA BOPJ e n PAUTA !
jiora ^NArf;d.DEXaANCrTujNrr:.-'.iiodt
o*ci orca Tajrtr.cidft por Mrcbr,-9 -in Jun*'
' 'I* Uvdjnioa tfj rfr%m-A
8b[ oyto, iiorpkf* nm Coama w. m msts^
Js tsieai itK.adu de Tonse oa Cocrasliiofaa
**** S. rmt IvKuiBa, SI PAMd
lo pdico c com i specalidade
ao corpo coiumerc>al
Eu, abaixo assigundo, declaro que ni-sta data
eomprei a mea irmlo, Jos' Custodio Loureiro, a
,-ua taverna, sita a estrada nova do axanga, sem
numero, c ntronte a eeta^ao Zu'-, f,. Lnez a de
Alogados. li'. re e deseinbaracada de qnal
.mis ; se algnem se julgar credor da dita ea
(Estradn-Nov: ), ap,ei.ento guas conta* no prazo
.ie tres dias, para s-rein pagas, na BU sma.
Joao Custodio Lour- ro.
Vende se porioes de ferr, gradeamentos
para cima de muro, bandeiras de ferro para por-
tas extenres. de reos, bandeiras de ferro para
t il.ns as qualidadea, galli-
nheiros de f-rro, earrocas para bois e cavallos.
earrinhos de mao e rodas para carrogas, por pre-
co commodj : n. largo do Forte n. 4, ofneina de
ferreiro.
Vende se a taverna da rur de 8. Migue
(Afogados n. 18, com armacae e genero, e tam-
Criada
Precisa-se de urna criada acostumada a viajar
embarcada para fazer urna viagein de dous me
zes para o norte no proxim, vapor, cm companhia
de urna senhuia casada, com dona pequeos a
tratar no Corpo Santo n. 19, 2o andar.
bem se vende s a nrmacao : a tratar na mesma.
Vende se urna excellente taverna no larga
de Santo Amuro das Salinas, tmfrerte para a
linba de Limoei'o, propria para qualquer princi-
piante : a tratar na menta. ^^^^
Vende-se a casa terrea sita rna Imperia
n. 9 : o tratar na rua do Imperador n. 3 1- an
d-.r, cem Antonio Beaerra Cavalcante de A'bu
qnerqiie.___________________
Vende-se
Urna arraaojb de louro envidracada, propria para
qualquer aatgocio : a tratar na praca da Indepen-
dencia ns. 19 e 21, ou na travegsa dos Expoato
r. 16. ofBcina de marcineiro.

I BIBiTl I


Mario de PcrnambueoDomingo 9 de Maio de 1886
0^
TINTURARA
OTTO SCHIVEIDER
SUCCESSOR
25 Ra de Mathias de Albuquerque 25
(AMIGA IIIA DAS FLORES)
Tinge p limpa com a maior perfeicSo toda a qualidade de estofo, e fazenda en
pecas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo c
trabal o reito por meio de machinismo aperfeicoado, at hoje conhecido.
Tintura preta as tercas e sextas-feiras.
Ti^ta de cores e lavagem todos os dias.
A Revoluco
0 48
;0
Grande e liem montada oflieina de allaiale
DE
PEDROZA & C.
N. 41Ra do Baro da VictoriaN. 41
Neste bem conhecido estabelecimento, se encontrar um lindo variado sor
timento de pannos, cjsjsmiratt, brius, camisas, punhos, collarinhos, meias, gravatas
tudo importado das raelhures fabricas de Pars, Londres e Allemanlia ; e para ben
8ervircm aos seus amigos e freguezes, os proprietarios deste grande estabeleciraentt
jm na direccao dos trabalhos da ofticina habis artistas, c que no curto espaco de 24
horas, preparara um terde roupa de qualquer fazenda.
Una do Baro da Victoria n. 41
(PRESOS SEM COMPETENCIA)
Os proprietarios do muito
a ra Duque de Caxias reduzio as vendas
a 25 0[q de menos de seu valor
Ver para erer
Setin maco a 800 rs. o covado.
Merino de bolinhas 900 rs. o dito.
Lidas alpacas de cores 360 o dito.
Setinetas lisas 400 rs. o dito.
Ditas eacossesas a 440 o dito.
Chitas finas modernas a 240 e 280 o dito.
Cretones finos a 320, 300 e 400 rs. o dito.
Fustao branco a 400, 440 e 500 rs. o dto.
Linn branco a 500 rs. o dito.
Mariposas finas de cores a 240 o dito.
Linhos escossezes de quadrichos a 240 re. o dito.
Renda da China 240 rs. o dito.
Seda de lietras 1 000 o dito.
Damasco de cores a 500 rs. o dito.
orim pardo liso 300, 360, 400 e 500 rs. o dito.
Verbutinas de todas as cores a 1 000 o dito.
Fichas a 1*, 2*, 35, 4* e f>*000 um,
Casemira inglesa de cor a 3* e 4*000 o covado.
Dita diagonal a 2* e 2*500 o dito.
Dita de cores a 1*800. SU e 2*400 o dito.
Flanel la americana 1*200 o dito.
Toilette para baptisados a 9*000 um.
Punhos e collarinhos para s- uhora a 24000.
Espartilhos de coraca a 4, 5, 6 e 8*000 um.
Camisas bordadas de linho a 30*000 a duzia.
Camisas para senhora a 30*000 a dita.
Ditas de meia a 800, l*0i>0e 1*400 a dusia.
Timoes para meninos a 4*000 um.
Casacos de laia 12* um.
Bramante de 3 larguras a 900 rs. a vara.
Dito de 4 larguras a 1*200 a vara.
Lencos cem barra a 1 *200 a dusia.
L'ny .s brancos a 1*800 c 24000 a dusia.
Lenyes de bramante por 1*800 um.
Cortes de casemira de cor a 3*, 3*500 e 4 j um.
conhecido
cstabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicsm ao respcita<-el PUBLICO que receberam un
grande sortimenlo de joias tas mais modernas e dos mais apurados gostos, como taro
bem relogios de todas as qu.ili a les. Avisan tambera que .ontinuam a receber po
todos os vapor efl nados da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que en
outra qualquer parte,
W0LFF & C.
N.
MIGUii
4 RA
DO CABUGA----N.
Compra-se ouro e prata vellia.

G/2
0*5
5Z5
5e
Q
fft'
G5
&
Chapeos e ehapelinas
3BW0MU DA INDEIENDE1A.....36 A 40
B. S. CARVALH0 & C.
Proprietarios deste bem conhecido estabelecimento pajecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes casas em 1'arfc MaHchester o que de melhor e de
apurado gosto ha em ehapelinas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de ilamburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e criancas, e muitos outros artigos concernentes
chapelaria.
Flores artificiaes para ornamento de salas.
O
O
ce
Toalhas felpudas a 4 e 6000 a dusia.
Ditas alcochoadas de 20* por 12*000 a dusia.
Meias para homem de 3$, 4g, 5* e <>*00o a dusia.
Mcias para senhora 3, 4, 5*, 6*000 a dita.
Colchas brancas e de cores a 1*800 urna.
Colchas bordadas a 5*000 e 7*5 0.
Cobertas forradas a 2*800 e 2*900 urna.
Madapolilo gema e pelle de ovo i 6*500 a peca.
Redes hamburguesas a 10*00 urna.
Brim trancado a 700 rs. o cuvado.
Cambraia de forro a 12*000 a peca.
Zrfiros lisos a 120 o cavado.
Cortes de casineta a 1*000, 1*600 e 1*800 um.
Anquinhas a 2*000 urna.
maduras
Vendc-sc diariamente especiaes laranjas para
mesa, mangabas, rpitas, e outras inuitas : no
largo de S. Pedro n. 4.
Em vista dos grandes progressos da idea de que
se gloriam as naces civilaadaa, o commeeio
deve acompanhar esse progresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do eugrandecimento das
naces ; em fisto do que annunciam
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimeuto de gneros alimenticios, es -
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueres. Lembramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Venham ver, pois :
Queijos, flamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranhao.
Fructos seceos, como :
Passas, aineudoas, figos, etc.
Ditas oacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeates novas de hortalizas.
Eapecialidade em
Vinhos finos do Porto, Madeira e iherj
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas as qna'idrdes.
Champagne.
Cervej* de diversa, marcas.
Bem assim :
Araruta fina em paestes.
Cb verde e preto.
Dito perola.
Especial88mo matte do Paran, em p<5.
Ainda m .:
Ovas de peixe.
Sardinhas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martina Capitj & !"., ra estreita da
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
For.nicida capanema (verdadtiro) para extine-
co completa da formiga saura. Vendem .Martin.-
40
s
SO' AO KUME30
rua da Imperatrlz = 4
Loja dos barateiroe
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40,} ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fazendas
abaiso mencionadas, sem c&mpetencia de precos
A SABER:
AlgodaoPee-' godozinho com 20
jardas, pelo- tprecos de 3*800,
4, 4*500, 4*.'., b, 5*500 e
MadapoloPecas de madapoln com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de
Ditas brancta e cruas, de 1* at
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para len^oes, toalhas e
ceroulas, vara 400 rs. c
Ceroulas da mesma, muito bem fetas,
a 1*200 e
Colletiuhos ca mesma
Bramante francez de algodao, muito en-
corpada, com 10 palmos de largura,
m 'ir.)
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
Atoalhado adamascado para toalhas (le
mesa, com 9 palmos de largura, metro
Cretones c chitas, claras e escuras, pa-
dres delicados, d 240 rs at
Baptista, o que ha de mais delicaio no
mercado, rs.
Todas estas fazendas baratsimas, [[na conhecida
loja de Alheiro & C, esquin do boceo
dos Yrreiros
6|5<*
12*000
800
1*800
500
1*500
800
Cabriolet
Vend*-se um em perfeito estado e por preco
eommodo; tratar na ra Duqje de Caxias n.47
1/2
20801
400
Camisas nacuma es
A ?500. 3000 3*600
32= Loja ra da Imperatriz = 32
Vnde-se neste novo estabelecimento um glan-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pjubos de linho como de algodao, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*, sendo fazenda
muito melhor do que as que veem do estraogeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortada* por
um bem artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fazer por encommendas, a vuntad* des
freguezes : na nova loja da mi da Isaperatris n.
3.', de Ferreira da Silva.f~
42
A o 32
\m loja de fazendas
- Roa da Imperatriz = 3i
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
eitavel publico um variado sortimento de tacen-
as de todas as qualidades, que so vendem por
1 {800 recos baratissimoa, assim como um bom sorti-
mento de roapas par> homens, e ambem se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras brins, etc
200
' CapitSo & C, ra estreita do Rosario n 1.
GRANDE
Expsito central ra larga do
Rosario n. S 8
Frtelas
Eii'cuIio
Vendc-sc por 20:000* a quinta o ultima parte
dos engenhes Amaragi d*Agu.i, .--anta Luzia e S.
Vicente, do ter.. o } Gamelleira, meia aum le-
goa distante do engenta icenl BioerSo, bem
romo por preco coinmodo, um grauie sitio que foi
engenlio, no Iguaras- : a tratar aa ra do Im-
perador n. 50, tire iro andar.
i"iiilio criga
Vende-se em cuta oe Matneoa Austiu & C.,
ra do Conmercio n. 18, 1- indar, da melhor
qualidade e diversas dioMasSes.
IliPBflS PARA
Damiaj Lima & C, nao pr.deudo acabar com a
!; quautidade do merov.'orlas, resjlveram
anda urna vez convidar as Ermas. familias e o
respeitavel publico em g'Tal, que com certeza nia-
guem perd'-r seu te.npo, fazendo urna visita
K*poiro Central
Pecas de brdalos a 200, 40(>. 500 e 600 rs.
i um!i s e c.lariubos bordaoos pr<. senhora a
2.000.
Ditcs ditos lisos, 1*500.
Ditos para homem, 1 500.
Um plastrn de 2*000 por 1*500.
Inveeiv o grandes p>r 320 rs.
Lafos para senhora por 1*500.
Macos de la para bardar. 2-iHVi e 3*
Lavas lio seda urrendadas a 2*500.
Ditas lisas, 2 .
Jitas de fio de Escossia, 1*CC0.
Broches para eenhora (molernos) 1*500.
Um j)-:r de meias para senhora (fio de seda)
600 rs.
Dito idem liso, 400 e 500 rs.
Dito idem (fio de seda) 1J200.
Duzias de baJeias a 360 rs.
Carretela de 200 jaulas i 80 rs.
Metros de r.rquinhas a 160 < l-J-i
Um par de froobas de labjriotho, 1550'J.
Macos de gramp b a 90 rs.
Metros de pli^ss a 400 rs.
Lindos passariuhos de seda para chapeos de
eos de 5 dm rs. a ll000.
MI do Crespo n. 1 HtldaUa Um pente com inscripcao para senhora, 1*.
Mcqiielina. Um leque de 16* per 9*.
---------------------------------------------------------------------- ; Brinquillos pira enancas, leques de papel, fi-
~\[ Cknrtn t\fk <> i {-> tus, bicos de linho, quadros para retratos, lenjos,
Ten de se pelos seguiutes pre
5
fe

2 A

GMNDES NOVIDADES
Fazendas finas e modas
Ba do Cabug 2 B
J. BASTOS &C.
Para este estabelecimento acaba de che?ar um primoroso sortimento de arti
gos do modas destacndose os que aqu indicamos :
Vestidos meio preparados, de cachemira, ricamente enfeitados ao rigor da
moda.
Fantasa rica, bordado a missanga.
Fil e missanga, alto desenbo em la e seda e 15, bordados a retroz, etc.
Cortes de vestido, 15 florettes unie, combinacSo de fazenda lisa e bordada e
que modernissima.
Cortes de vestido em toile d'alsace com bordado a agulha, cores lindas e de
gosto ipurado.
Lind8simos cortes do vestido de etanione, com bordado a seda, novidade pal-
pitante.
Etamines, suratos, Lilles, sedas, setins, cachemiras de todas as cSres, creto-
nes, setinetas e toile d'alsace, sortimento grande.
Leques transparentes especialidades e os primeiros chegados aqu. Recom-
mendamos ao bello sexo.
Di'os de setim, opulentosortiment.
Ditos de raadreperola, brancos e de cores.
Para as Exmas. noivas :
S'tim branco Duchesse.
Su rato e gorgurac.
Quipour branco de seda, fil e rendas para enfeite.
Capeas de cera e de pellica.
Veos de blond, ampios e finos.
Meias de seda e saias bordadas.
Colchas de damasco de seda e de crochet.
Cortinados de crochet e :ambraia.
Lencos de cambraia de Linho, lisos e bordados.
Sedas, setins e merinos pretos de todas as qualidades.
Para todos os artigos que referimos, os precos sao sem competencia.
(Telqihone n. 5S9)

Vende-sa urna bonita vacca tourina na estrada
real da Torre, engenboca Lasserre.
Excellente casa no
Monteiro
Vcnde-se ou arrendase annualmente urna boa
casa com bastante i commodos para familia, tendo
agua e gaz encanados, com um bom quintal todo
murado, com algumas arvores fructferas e com
sahida para o rio, por preco muito azoavel : quem
precisar dirjase ra Duque de Casias n. 117
que achara com quemtratar.
tspartilhos, bicos, galoes, franjas com vidrilhos,
eutres muitos oojectos de phantasia per precos
sem competencia: na exposico Central, ra
larga do Rosario n. 38.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este excellente Whisky Escossez preferivi
ao cognac ou agurdente de caima, para fortifica-
o corpo.
Vende-se a retalho no h, ihores armazens
Blhados.
I'ede ROYAL BLEND marca VIADO cujo ni-
oie e emblema sao registrados para todo o Brazi
BROWNS 6c C, agentes
AlgodiV enfestado pa-
ra ien^oes
.1 OOo r%. e lOOO o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
a odSo pira lencoes de um s panno, com 9 pal-
m s de ,'arcuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a I
1 UO o nnetr', assim com- dito trancado para
to; Ibas de mi sa, com 9 palmos de largura a 1*200 ;
o i1 Otro, lsto na lija de Alheiro & C, esquina
do ceco dos Ferreiros.
M CHINOS PRETOS
A 1*209, 1*400, l*6i i0, 1 i 800 e 2* o covado
A hi iro & C, ra da Imperatriz n. 40, vec :
ii.m muito bons merinos pretos pelo pre^o acim> |
dito. E' ptehineh : na loja da esquina do boc-
eo di s Ferreiros.
Esparflhos
Na loja da mi da [mpeatrz n. 40 vcnii
! muito bons esp Ara sentara*, pelo prec
' de 5*1)00, assi;.. um sortimento de roupas
; de casimiras, bi to na loj-i da csquin.
| do becco i!os Ferreiros.
CASEMIRAS NGLEZAS
A 2*800 e 31 o covado
Alheiro & C, ra da Imperatriz n. 40. ven
dem um decante sortimento de casemiras ingle- j
zas, de duas .'..retiras, com 0 padrees mam deii- ',
cades para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3$ o covado ; assim como se encarre-
cam de mandar fazer cestumes de casemira a
30--', sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
prande pech nena : na loja das barateiros da Boa
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Osbar.i'nr --a vendem urna grande
porcao lie brim pardo i me, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato pr-co de 321
rs o covadn, grande peehincha ; na loja da es
quina do boceo dos Ferreiros.
Bordado a IOO rs. a por
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
brdalo, dous metros cada peca, pe'o barato pre-
co de 100 rs., ou em carto com 50 pecas, sorti-
por b, aproveitem a peehincha ; na loja da
^iuina do becco dos Ftrreiros.
Fnstdes de sed neta a oo rs o
covado
Alheiro & '.'.. ra da Imporatri ven-
des! um bonito sortimento de fust5cs brancos pele
baratinho preso de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
eovado na loja da esquina do becco dos Fer-
reiros.
3Jf-
para
7*0C
10*000
12*060
12*0*'
5*5
6*500
8*0i0
3*090
1*690
1*000
Hua da Imperaseis3t
Loja de Perora da Silva
Nete estabelecimento vende-se as roupss abai-
xo mencionadas, que sao ba- ilW.
Palitota pretos de : > .. aiagonaes o
acolchoados, senuo tazenaas muito en-
corpadas, e forrados
Ditos de casemira preta, de cordo muito,
bem feitos e forrados
Ditos de dita, fazenda muito melhor
Ditos de flauella azul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgorSo preto, acolchoado,
sendo fazenda muito encornada
Ditos de casemia de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
muito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de br:n> pardo a 2*, 2*500 e
Ceroulas de gn-guellas para homens,
lo muito bem feitas a 1*200 e
Coll tiuii de ; goella muito bem feitoa
Assim c in orn boiu sortimento de lencos de
nh-, e .le alp lo, i leias cruas e collarinhos, etc.
a aa *ua da Imperatriz n. 3\
I K i sea dos largos
a 900 rs. o covado
Na loja da-rnasja Imperatriz n. 32, vendem se
riscadinhos pr*pr5r para roupas de meninos e
| vestidos; pelo barato preco de 200 rs. o covado
. tendo quasi largura de chita franceza, e ssii*
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
] do,e ditas rs curas a 240 rs., peehincha
i loja io Pereira da Silva.
i iimocn. Mtineas e lzsiDbaM a se
v*. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustes brancos a 990
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-cores.
f-zenda bonita para vestidos a 500 rs. o covado,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas as
cores, a 500 rs. i covado, peehincha : na loja
do Pereira da Silva.
llornes pretos a l$
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos e roupas para meninos a 1*200 e 1*690
o covado, e superior setim pn p ra enfeites a
1500, a;-sim como chitas prctas", tanto lisas cosftf
de lavoures brancos, de 240 a' 320 rs.; na nova
lja de Pereira da Silva ra da Imperatriz no-
mero 32.
sjgodaozinho francs: para lenceo
a 900m.. I* e I#SOO
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-v
superiores algodozinbos francezes com 8, 9 e 10
palmos de largura, proprios para lences de un
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*000 t
metro, e dito trancado pa- a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro largara*
para lencoes, a 1*500 o metro, barato ; na loja
da Pereira da Silva.
Roupa para meninos
A 44. iSOO e S
Na nova loja da ra da Imperatriz u. 32, s*
vende um variado sortimento de vestuarios pro.
prios para meninos, sendo de palitosinho e calei-
Vende se a bem afregu^zada taverna da ra nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditos
larga do Rosario n. 1, proprin para principiante de moleequim a 4*500 e ditos de gorgoro pretc,
por tes I ens commodos : a tratar na ra larga do I emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; aa
Ro ario n. 14. loja do Pereira di Silva.
Cabriolet
Veide-se por baratissimo preco e em muito bom
estado um cabriolet de dous asseutos, quatro ro-
das e arrcios para um cavallo ; a tratar na co-
chera do Candido, ra da R ida.
Taverna
A
DAS

CORRE NO DA 11 DE MAIO
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$>000
Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz, praca da
Independencia ns. 37 e 3}.
Corre no dia 11 de Maio de 1'886, sem falta.
1
o_
I
i


Diario de PcrnambDcoDomingo 9 de Maio de 4886

I



VARIEDADES
A AkTsade
(iHITAVAO)
Ao atnigo, o Ittm. Sr. Jos' Luiz da Costa
Rocha
Como a brisa a poesa percorre,
Tena e mar e se perde no espago :
Sustentad as azas douradas,
Nao se enloda no mundo devasso.
Paes de Andrade.
_ Filha dos cos, doce filna",
Filba da Deus e do amor,
Terna amisade, s a prenda
Do mais subido valor.
(DO AUTOR)
Ap8 fez elle a sua imagem diva,
g hornera cheio de bellesas mil :
epois a sua companheira forma,
Rica de gracas quaes manhaes de abril l
E j aleg:e por terfeito tanto,
fi-loando todo que era feito j,
Deus disse logo alguma eousa falta,
Minba obra anda nao completa est.
Ento fez ello os riachos, as grimpss,
A aragero, o ermo, a solidas, a lux,
O cu aponta com estancia aos justos,
E aos peccadores por ampare a erua,
Depois fez elle da amisade -o affecto,
Alegre e ufano se sorrindo j,
Parou e disse: Nada mais me falta,
Minha obra agora j complata esta
896.
Antokio Ignacio de Torres Bandeira.
Quando do nada Deas formando o mundo,
O sol, as nuvens, a neblina, o amor,
O valle, asierras, a penedia, as tontes,
A hiatos astros, o crepsculo, a flor,
Sorria crendo que sua obra prima,
Com o seu podla nao formara j,
Panson e disse : Alguma cousa falta,
Minba obra ainda nao completa est.
Entilo fez elle a primavera o o esto,
A terra, a brisa, o perilampo, os tus,
Animaes e ares, a cascata, os ventos,
O campo e osrios com, os peixinhos seus.
Depois sentou-se a contemplar exttico,
A reacao que produzira j ;
KntRo exclama: Alguma cousa falta,
Minha obra ainda nao completa est.
Aps fez elle o outomno e o invern,
O monte, a chiva, a m^cidade, as fructas,
A velhice, a dor, o sentimento, o riso,
O bosque, as raatt as, o penhasco, as grutas,
Depois diz elle com um sorris > triste,
Embora muito eu tenha feito j;
Comprebendo e sinto, alguma cousa falta,
Minha obra ainda nao completa est.
Entao fez ello a saudade e o pranto,
O roci, a msica, a gont! poesa,
O ocano, a f, a fortuna, o goso,
A noite, as arvores, as estrellas, o d;i:
Depois exclama, teaho feito tanto...
Oh muito e muito techo feito j;
Mas me parece, > Minha obra ainda nao completa est.
Aps fez elha innocencia e as glorias,
A vida, a roorte, os hroes, os crentes,
A honra, o brio, a materia, o vacuo,
Ondas, arroyos, as cauiaes vertentes ;
Depois recostase, e pensativa < xclaraa,
Ob I tudo, tudo eu tenho feito j...
Mas, eu rae engao, alguma cjusa falta,
Minha obra ainda nao completa eet.
Entao fez elle a tempestade, o fri,
A virgindad, a esperanza, o bem,
Gratidao, e artos, furac<\, inferno,
A, alma, a crenca, e o calor tambera ;
Depois cu;dando, novamente exclama :
Eu vejo tudo procleado j...
Mas, me equivoco, alguma cousa falta,
Minba obra ainda nao completa est.

Aps fez elle a pintura, e o insecto,
O berco, a campa, o arrolho, o p,
Tristeza doenca, desengaos, gosos,
O arco-iris, a virtud, o d,
Depois diz elle : Tenho feito muito,
E tudo que eu hei produzido j,
Smente prova que alguma cousa falta.
Minba obra ainda nao completa est.
Entao fez elle a saude, o encanto,
Sciencias, guerras, a bonanca, o ar,
A syrapatbia, a afeiclo, o bello,
O canto, os ecos, as soidSes, o mar ;
Depois Deus disse : j eatou cangado,
Pois que o quanto que hei feito j,
Nao coropletou-se, alguma cousa falta,
Minba obra ainda nao compl.ta est.
FOLHETIM
ANGELA
por
ZAVIE2 22 mWX
( Continua i;> do n. I 0'i )
xxni
P
Foi a Sra. Angela|que IL'a revelen
Sim, senhor.
Em que cireumstsncias e a que pro-
posito teve lugar esta couidcncia ?
A pergunta era clara.
Era, impossivel nao responder; mas,
xespoader como ?
Deveria relevar a verdade t
Deva confessar que a procura de urna
cuBjpce criminal era o nico motivo da
visita feita hervanaria#
Este peosamento arripiou todo o corpo
de Ce;i!ia.
Deitou os olhos para Angela.
Ebta couservaTft-se impaasivel, impone-
tr'el.
Dir-sehia que as coasas que se diziam
em ha presenca nilo lhe dizia respeito.
Aquella impassibiliclade apparente ou
real traaquiUsou Cecilia pela segunda vez
e dictou lho a resposta.
Com certeza a bella hervanaria nao a
havia de desmentir.
E' muito siiaples, senhor... disse
efla com o modo o mais natural, tinha feito
aigumas compras e ped a ssa sen hora
para mas mandar cana... naturalmente
dei-ihe a minha morada e o raeu npme...
osme de Bernier fez-lhe impressao...
ha de convir, senhor, qne nao poda er de
outra forma,
XXIV
E' natural, cena effeito. que fizesae
Prova r<*al
A' J...
lia muito qne soffrer, muito te amando
senhora minha, a lucta me convida;
eu n'ella empenharei minh'alma e vida,
si a luz de teu olhar me for guiando.
Enquanto o coracao rae for pulsando
nio te hSo de roubar-me, nao, querida
faz-so mister luctar que desabrida
Slvame tu I si um livre coracao
marcando deste amor a vibraco ;
serei mais que feliz, terei chegado
ao sublime fe minha aspiracao,
sendo por ti querido e sendo amado.
J. Duarte Filho.
O hroe da mesa
AOS brixdadores
A mesa estava posta, coberta de manjares
Qu'ao estomago taz i a m feliz contentamente !
Dos leitoes e perj, patos e gallinhas
Escava all formado o grande regiment!
Os vinhos eram fines, a gSpa estava quente,
Em tudo revelava-se o dom dos cosinbeiros;
Dos brindis comecou o enrgico combate,
Barmetro que indica futuros aguaceiros!
Depois d.i aigumas duzias qu'alli sppareceram,
Ergueo-se um capadocoj n eio penteado,
Etnpuubando do figueira um copo de quartilho,
As Jim por estes termos se fez manifestado.. -
''enb'M'es e senboras, homens e mulheres
Itapazes e me. inos, meu p>vo, minba gente,
Um brinde vou erguer ao futuro do passado
E aos dias qu'hao de vir, na era do presente
E assim desfe quilate nos temos as carradas,
Por todos appUudidoafatal delicadeza !
E por maior que seja a cequadra deasea brindes
Seraprc ach motivo o tal here da mesa I
S ha um freio certo p'ra esses oradores,
Um forte para raio ao genio da impericia ;
E' banir-se o brindo, que sva bebedores,
Ou s adtnittil o com o Visto da polica .'
Em 2 de Maio de 1880.
Bei.isauio Pee.nambuco.
O papagaio de salo
AOS declamadores
A noite era de festa. A sala estava cheia
De luzes e de rl res, rapazas e moeinhas;
Havia em profuso compridos croisr*,
Jaleas apertadas, ancas e pastinhas !
Um piano qu'a Dalila tucava sem cessar
Era o cjifidoute de ol bares indiscretos,
Trocados entre as notas da msica eafadnba
E as syllabas de uns versos chatos, incorrectos !
O dono da funecaotalvez Simplicio fosse
O lome apropriado que teve por baptismo,
Estava satisteito, e tra infelizmente
Em tudo untagonial ao bom positivismo !
Em meio dalerjm, dos risos e louvores,
Eu vi bit conduzido por mocas em charola
Para junto do piano, atim de recitar,
Urna machina de rimas, um pobre rapazla !
1 Depois era o silencio o que na sala havia...
E o typo a transpirar esaencias de impostura,
Pareqia um Qnlxote eombater moinhos,
Um bastardo Cupido de cestas de custura !
E assim elle comee do grande Castro Alves
A bellissima creaco imprensa consagrada :
Quaado dase arieou da brumas da Alamanha...
E o resto nao se ouvio por causa da risada !
Aqui temos n'este facto, exposto fielmente,
'A enorme decadencia dos tass recitativos,
Que ditos por ahi, por poetas honorario*
Da grata vao perdendo o sal dos attractivos !
Em 6 de Maio de 1886.
Belisario Peunamhuco.
A qnesto poltico ecelesiastiea
na Prassia
Pode considerar-se resolvida satisfacto-
riamente esta questSo. O discurso que o
principe de Bismark pronunciou ltimamen-
te na cmara dos senhores, causou grande
nnmifBo
Sao dignos de menc3o principalmente, os
elogios que novamente fez ao Papa, e a
declarago do que tioha julga lo preferivel
ubmetter priiueiro o projecto de lei ap-
provacao do Papa, porque tinha a convicio
de aahar n'ello o mais benvolo internase
p ira a consolidado do imperio allemSo, e
para a felicidade da Prussia, o que, disse,
nao succede semprc quando se trata da
maioria do imperio allemSo.
O Papa, disse o principe de Bismark,
nao c nem gaelfo, nem polaco, nem progres-
sista, nem demcrata socialista; pura e
simplesmente catholico ; isto represeota
a igreja catholica livre, emquanto qae a
centro representa a greja catholica posto
ao servico do parlamentarismo e das pai-
x3es eleitoraea.
O chanceller disse que estava resolvido
a perseverar neste modo de proceder, e
qu esperava obter os melhores resultados,
para a paz interior da Allemanba, da sa-
bedoria do Papa.
O principe de Bismark convilou aca-
mara dos senhores a votar incondiccional-
mente o projecto do governo, accresccn-
tando que est, nao obstante, disposto a
propr, se tiver oceasio, a revisiio de ou-
tras leis eclesisticas.
Teve o cuidado de lernbrar no seu dis-
-- Ignora va at hoje que tivesse sido ob-
Jecto de tao antiga prophecia |
E, pegando na penna, escreveu por bai-
xo : O brbaro prophetsado pelo orculo.
F. de Lesseps.
impressao a essa senhora ouvir pronumiar
um nome que tambem era o scu, disse o
juiz forraador da culpa. EntSo fez-lhe per-
guntae a respeito da sua familia?
Fez, sim, senhtr.
E depois de ter ouvido as suas res-
postas, que ella lhe dissn que era irm3 ?
Sim, senhor, repetio a moga.
Pareca ter para com a senhora sen-
timentos hostis? perguntou o magistrado.
Cecilia fingi admiracao e replicou :
Por que motivo t ria ella sentimentos
hostis contra mim ? Que po teria censu-
rar-rae.
Porra ella odiava o pai de ambas.
Ccnsurava-lhe o seu abandono.
- Nao sou r sponsivel pelo procedi-
mento de meu pai. Ignorava inesrao que
elU tivesse commettido urna falta na sua
vida.
Desde que o juiz formador da culpa co-
mecou a interrogar Cecilia, a bella herve-
naria estremeca com impaciencia e cora
urna colera que nilo consegua dissimular
(Ihegou o momento era que foi impossi-
vel con ter se
Senhor, ex -lamou -Ha cora violencia,
julga que nao comprehendo onde quer che
gar o seu interr>gatori> ? As suas duvi-
das a raeu respeito persistem! Na sua
opiniao, o o ib ou, antes, o rancor impelli-
ram-me ao parre idio!. E nfim, accu
sa-me, palo menos suspeita, de raiin, cuj<
filha agoaisa t pelo assassino de mea pai msensato
e monstruoso.
Emquanto Angela pronunciava estas pa-
lavras, o sub-chefe da esta9ao entrou na
sala onde se proceda ao inquerito.
O trm quo a deve conduzir a Saint
Julien-du-Siult vai p irtir, minha senhora,
disse ella bella het vanara.
Esta, digindo se aos raagistralos, per-
guntou lht-8 em lora cheio de uzelume :
Estou livre, raeus senhore3 ?
Fernando de Rodyl iudinou-sc e respon-
deu :
Est livre, minha senhora... v
pura perto de sua hll a e queira informar-
se por telegramma ee o seu estado lhe
permitte dar as explicaos a com relacSo
ao drama de que foi victimu... Se o te-
legramma f6r afBrmatrVo, en mesmo irei a
Saint-Jliea-du-Sautl.
i fleccber este telegramma, senhor,
disse Angela, e Deus permita qua minha
filha posea ouvii-o e responder-lhe.
Cumprimentando, entao, os magistrados
Duello n'um tribunal
>,^antro do edificio da alfandega de No-
va-Orleans, e no gabinete particular do
tribunal, tove lugar ltimamente un duello,
p^rta fechada, "ficando morto um dos
duelistas e o outro mortairaente ferido.
O caso passou-se assim :
Um joven advogaio chamado Grace, ti-
nha-se encarregado da defeza do uiu ne-
gro, que reclamava de um capitao de na
vio o pagamento do salarios m divida, e
estava sentado ne gabinete do, secretario
do tribunal, quando entrou aHi^un! indivi-
duo chamado Brou, amigo do i&pitSo ac-
cusado, e, encarando com o Sr. Grace, dis-
se lhe :
Se o senhor fosse um hornera honrado
no se teria encarregado deste assumpto.
Ao ouvir estas palavras, o Sr. Grace
levantou-se e disse que era tilo honrado
como o seu interioautor, o que nao era dif-
ficil provar.
O Sr. Brou replicou, dando urna ben-
galada no Sr. Grace, que, tirando um re-
volver do bolso, f z fogo sobra o sea ag-
gressor. Este substiuio a bengala pelo re-
volver e travou-se entao a lula.
Aigumas pessoas que presenciaram a
scena fugiram a toda a prssa, deixando
quo os dous adversarios sahissem do peri-
go como pudessem, fechando a porta o
ultimo que sahio.
N um momento, os encejrrdos comba-
tentes trocarara urna dezena de balas, e
por tira o Sr. Brou cabio sobre urna caiei-
ra, perd'indo muiio sangui por tadas as
feridas, e o Sr. Grace rolou no chao, sem
sentidos.
Foi avisada imraediataraente una am-
bulancia, mas, quando chegou, o Sr. Gra-
ce era cadver. O Sr. Brou foi transpor-
tado ao hospital, declaranio os mdicos
que apenas lhe davara algamas horas de
vida.
A noticia desta horrivel tragedia causou
profunda; sensacao na cidade, porque o Sr.
Brou era ura hornera de muita influencia
Grace, euibora contasse
apenas
rado.
trinta annos, er.i muito conside-
curso que, quando se propuzeram essas
leis, nao era elle o presidente do conselho,.
mas sim o Sr. de Roon. Apezar diisso de- Polltl a> e Sr.
clarou que aceitava na generalidado a sua
parte de responsabilidade n'essas leis do
combate, embora nao a aceitasse com rela-
cXo aos detalhes. Acha que cram necessa
rias, mas nao na parto era que se tem que-
rido fazer dcllas palladium do estado prus-
saoo; e, tocando-se-lhes, disse, nao fica
por isso menoscabada a honra do estado.
Em Berlitn era vivamente commentado
a linguagem caractersticamente concilia-
dora do ehanc-ller, com relac&o ao Papa,
como tambem os seus epigrammas contra
a maioria do parlamento allorao.
Nao fcil alcangar ura triurapbo mais j a 8Ua construcgilo.
brilhanto do que o obtido porLjao XIII com i Os dous discos do vidro que constitni
o seu fino tr-cto, com a sua prudencia e per-1 r20 as jentea sjj0 avaia dos o.n 25,000
severaote paciencia n'uma questao tao gra- dollars cada um. Foram fundidos era Paris
ve, tendo sobretuio que tratal-a cora ura
O telescopio mais poderoso
O maior e o mais poferoso telescopio do
mundo est actudmente sondo construido
as modestas otficinas d'ura velho chama
do Alvan Clark a residente em Cambrig
geport, Massachussets (Estados Uoidos.)
Esse telescopio, destinado ao observa-
torio de Mount H*inilton ter o nome de
James Lick, raillionario da California, que,
ao mori-jr, legou os fundos necessarios para
homem de dura tempera e do carcter do
principe de Bismark.
O brbaro i.essc|s
O diario dos curiosos da Franca,
Oln-
e, posto si3 fizesss a encommenda ha cinco
anno3, o constructor Clarck s os recebeu
no inez de setembro ultimo, pois foi ne-
cessario reiomeQal-os varias vezas, antes
de obter a perfeiyo requerida.
Terminadas que sejara, as leates teriio
(ermediaire des Cherchucrs et Curieux, re- trinta e seis pollaidas de diaraero e seriio
velou ao mundo que Lesseps havia sido pro- por consequencia seis poltagadas maisjlar-
pheti.sa lo por ura orculo egypoio. jgas que as do g-ande telescopio receatn-
Conta Herodoto que, quando eco, rei i mente construido para o governo russo.
do Egapto, coraprehendeu a gigantesca obra i Depois que recebeu os discos de Paris,
de por em comuiunicagilo os mares Medi-1 o constructor Clarck, auxiliado por seu fi-
terraneo e Vermelbo, por meio de um ca- lho, trabalha continuamente, e, no entan-
nal, morreram na empreza 620,000 ho- to, s os poder ter prjinptos no mez de
mens. Setembro prximo, pesando entao as duas
O rei entao, mandou parar as obras do
canal e consultou o orculo. O orculo dis-
se: Um brbaro terminar a tua obra.
E' sabido que os pevos antigos ehamavam
barbaros a todos aquelles quenaofallavara
a sua lingua.
O autor deste descobri nento copiou o
paragraho do Herodoto, no qual se encon-
tra isto e levou-o a Lesseps, que exclamou
ao ler:
com dignidade quas altiva, a bella herva-
naria, guiada pelo sub-chefe da estagilo,
dirigio-se para a plataforma de embarque.
Qnaudo ella sahio, Cecilia Bernier per-
guntou :
- Houve nutra victima com meu pai ?
Houve, minba senhora. .. a filha de
sua innil.
Sua filha exclamou Cecilia. A Sra.
Angela tinha urna filba I 1
- Ignorava-o ?
Como podera eu sbelo, visto que
ignorava mesmo a existencia de minha ir-
mS?... An'es de hoj", nunca me tinha
acludo em presenta da Sra. Angela, senao
urna s vez. a
Vagalume, o agente de seguranja, tinha
escutado com profunda attencjlo tudo quan-
to all se havia dito, estudando as physio-
oomias giratujando apontamentos no seu
agenda.
D- repente, aproveitando nra momento
de sileneio, tomou a palavra e disse :
Sr juiz forraador da culp*, podria
ter a bondade ile f.zt urna pergunta me-
nina Cecilia B -rnier ?
Quo pergunta ?
Esta: no pi-rcurso de que ra per-
d-u a carta es ripta de Marselha por seu
pai 'i
- Ouvio, minha senhora.. disse o ma-
gistndo dirigiJo-se a Cecilia, queira, res-
ponder.
Percorri urna s ra, senhor, a rui
das Damas... moro no n. 54, e a loj de
h-rvaii.iri da Sra. Angela no n. 119
Fui e vira directamente.
A hjra exacta? perguntou ('as-!
neuve.
Dea horas da noite, pouco* mais ou
menos
K' quauto basta minha senhora
Cecilia virou se pra o substituto e per
gunt Albora, senhor, o que dve fazer ?
RigD quo me acons lhe, porque nem tenho
forca e r>-fli';tir, neu. en;rgia para tomar
urna de sao qualquer. .. Parece que ti ve
um ino sonh.. A desgraja imprevista
que rae fera espantosa I.. Nao s a
morte de meu pai me deixa s a> mundo,
como me colloca em crueis embar.icjs,
quasi Ba miseria, visto que esta fortuna,
que elle tr izia, e com a qual ea tinha di-
reito de contar, est perdida..
Nao posso aconselhar lLe, seno pa-
ciencia e coragem, menina, replicou Fer-
nando de Rodyl: deize ajustija cumpnr
lentes cerca de setecentas libras.
Com o auxilio deste pod:roso instru-
mento, o astrnomo podar ver a la. dis-
tante da terra 240,000 milhas, a menos
de cera milhas de distancia.
O constructor nao c novo ; contaj o-
tcnta c dous annos de idade.
gao para as expsicSes inglezas qae se vao
abrir simultneamente em Kensigton (Lon-
dres), Liverpool e Folkjstone.
Era Kensington esta exposigao est des-
tinada a dae a conhecer os immensos recur-
sos do imperio colonial inghz. Os traba-
lhos da installagao estilo quasi completa-
mente terminados. De m ido que a data
da abertura ser no dia 5 de Maio prxi-
mo.
Sua raagestade a rainha presidir a essa
abertura.
ltimamente o principe de Galles, pre-
sidente executivo da commissao regia, e o
duque de Connaught, coraraissario re-
gio da exposico, inspeccionaram, acora-
pmhados de sir Philip Cunlide Avon, se-
cretario da coramissSo, as diversas secco;s
coloniaes de Kensington, ficando muito sa-
tibfeitos com o acert e ^rdem das instai-
lajSes e o adiantamento dos trabal!i03.
A exposigSo de Liverpool devida a
iuiciativa particular ; o seu fim seguir a
Uistaria e o desenvolvimento das viagens
por terra, por mar e aereas. A exposigao
comprehender, como accessorios racio-
naes das viagens, exempiares variados de
todos os productos naturaes e commer-
cacs do universo.
As recompensas consistir2o em 300 me-
dalhas de ouro, 1,000 de prata, 1,800 de
bronjw, e 2,000 mengoes honrosas.
Do mesmo modo que a expoaigao de
Kensington, a de Liverpool abrir se-ha no
crrante raez de Maio, c d se como posi-
tivo que sua magestale a rainha tara
igual honra s duas exposicoos de Ken-
sington e de Liverpool, assistinlo a aber-
tura desta no dU H de Maio.
A exposico de Folkastone comprehen-
der os tbesouro'3 da rt; e productos das
artes industriaes; e tambem so annuncia
sob os melhores auspicios.
Matanza de negros
Dizera os joruaes de New Yurk que em
Carrolton, povoagilo de Mississipi, se deu
um crime horroroso. Cineoenta horaens
rulados, e montados, apresentaram-se
diante do edificio onde estilo os tribunaes,
e onde respondiam naquelle momento treze
negros, pelo crime de assassinio.
Apearara-so os raascarados, entraram
no edificio e, na propria sala do tribunal
onde eram julgados os intelizes romperam
fjgi sobre elles, deixando raortos dez, e
ferulos mortal mente os outros tres.
Os pretos eram aecusados de cumplici
dado no assassinio de James Lindell.
Vitriolo em Paris
Nar> passa semana alguma sem que os
jornaes parisienses mencionem qualquer
drama era que entra o vitriolo. O Eoene-
vient refere o seguinte caso em quo o ter-
rivcl liquido exirecu ura papel iinpor-
tante.
Arthur Davts, tanoeiro, vivia ha mui-
tos annos da mancebia com Mria Morel
da vinte e dous annos de idade. Davits
ultimam nte quebrou as relaces com a
amante e aban lonou-a, defxan lo snm re
curso seus tres fillns. M iri Bforel tentou
por differentes vias reatar as relacoes
com o seu infiel amante ; mas, vendo que
nada consegua, p.issou a cscrever lita car-
tas araeacadoras.
ltimamente, n'u'.na sexta feira, cerca
das oito horas da noite, foi Maria Morel
esperal-o, ocultando sa por detraz da por-
ta por onde o amante devia entrar. Espe-
rou-o perto de una hora e m ia, e, quaa-
do Davits entrou; desp jou sobre alie urna
caixa de f-.rro branco, contendo vitriolo.
O infeliz, horrivelme ita qu'eiinado, estor-
cia se na edgada, quando agentes da poli
cia lhe acudiram e o conduziram ao Hos-
pital, a a amante ao deposito.
O,
As exposiecs inglezas
diarios do Londres cha nara a atten-
a sua missao... Fique certa que aquelle
por quem chora ser viugado Emquanto
miseri.i, que parece receiar, nao sa re
tizar... Os trezentos e cincoenta rail
francos rjubidos a seu pai nao constituan!
senao urna pequea parte da fortuna. Se-
gundo nos disse, elle depositou a somma
do um mlhao duzentos mil francos no seu
banqueiro de Marselha... Ora, ura m-
lhao e duzentos mil francos urna ri-
queza
o noma do tal ban-
Nao eonheo
queiro.
Nos o encontraremos, minha senhora.
Nao possuo o recibo! Foi roubado
conjuntamente com a somma que meu pai
trazia corasigo.
E' inadraissivel que o banqueiro nao
tenha escripto no seu hvro-caixa um capi-
tal maior de um railhao, o, em falta do re-
cibo os livros farito f. Alera disso, o Sr.
Bernier nao devia ter depositado confianga
seno em um hornera bem conheoido por
el a, um hornera honrado. Pens que nada
tem que receiar.
Tranquillisa-mc um pouco, senhor.
Alera disso, accrescentou o substi
tuto, a justica la estar para a proteger e
uxili r, se preciso t'Gr, a bem de seus di
reitos.
Crea no meu reconhecimento.
D'-pois de ura silencio de minuto. Ceci
la contiuuou com vez comraovida.
E. -. raeu pai ?
O substituto compren ndeu e respoudeu:
O corpo do Sr. Beraier vai ser con
duzido para a Margue onde os mdicos
no neados p lo tribunal preceder autop-
sia... E' uma t'ormaliiiado cruel, mas ine-
vitavel... Depois ser lhe-ha enentregue
o corpo para os funeraes.
Cecilia tinha se approxiraado da maca
na qu^l jazia o cada'er do ex afinador.
Alguiu s lagri as raolharam-lhe as faces
acbindo lhe .a coraoyito garganta, dcsa
'ou em solugos.
Era a ternura filial que provocava aquel-
las ligri is e aquelleii solucos ? S.oe
uns o (ju devenios pensar a tal respeito.
Cu ili'-ieiuoa a frieza egostica do coracao
de Cecili
E'tas manirestaeoea de ir, entretanto,
repentiiuol-o. nao eram por modo nenhura
resultado de urna comedia sacrilega.
Cecilia experimentava com effeito, o ir-
resitivel abalo nervoso que produz o es-
pectculo da roorte
Ligrimas e solucos cram sinteros; mas,
Os nihilistas na Russia
Suspendeu-sa a viagam intentada pelo
czar regiao habitad-i pelos cos-^acos ao
Don, aos quaes tenciona apresentar esse
Novo-Tcherkitk, san tilbo, herdeiro pre-
sumptivo, como seu Kettnan-
logo que a moya nao se achasse em face
do cadver, restabelecer-se lhe-bia o equi-
librio dos ervos, o bem depressa esquece-
ria a sua commocao passag.-ira, para se
lernbrar nicamente qua ella d'alli em dian
te nilo dependera senao da si mesraa, nem
teria que dar contas a Jayrae Berni-r da
sua honra perdida.
E demais, restava-lho urna somma avul-
tada, um milhao e duzentos mil francos,
que a Justina teria meios de lhe fazer res-
t.tair pelo banqueiro depositario.
Com aquella ortuna podia realizar o seu
sonho : cercarse de luxo; brilhar na so-
ciedade.
Se fosse necesario comprara, a qual-
quer fidalgotc arruinado, um nome para
scu filho.
Quem sabe?... Talvez mesmo ura ti-
tulo para ella.
Era questao de o:casiao e, procurando
bem, as occasioJS nao faltam.
O substituto approxirau-se de Cecilia.
Coragem, menina, disse-lho elle com
voz cheia de compaixao sincera, precisa
muito della, bem sei. .. Volto para sua
casa e cont com a jastica... Digo lhe
uutra vez: ajustiya saber protegel-a e
vingar sea pai... Coa'e cora raigo. .. e,
se for n-cessario, v me procurar.
Com um olhar eloquente, a raoc, agr
deceu ao magistrado que acabava de fallar
Ura silencio segua a sua partida.
Foi o chefe de seguranja quem roupeu
este sihmci i.
Depois do que acabamos da ver e de
ouvir, ra-us smhorcs, disse elle deveria
mos, segundo me parece, ter a certeza qu
o absassiuo ae Jayrae Bernier teve por
nico mo*.or o roubo; mas acharao-nos em
face de duas mulheres, cujos modos rae
parejera estranhos. Nio sei se me engao
a r sp-ito da tilha legitima ; acreditando
qui a sua magua mais apparente do que
real... Vejo nella urna craatura de co-
racao secco, incapaz de gostar da outra
crasa que nSo s ja de si ou do dinheiro.
Ella tinha pressa em tomar posse da for-
tuna, readquirida pelo pai e nada mais,
Pelo que respeita segunda, a bastarda
uuiria a respeito de Jayrae Bernier um
ouio implacavel... ella nito o occulton-
O chefr da seguranca calou-se.
O quf pretende concluir d'ahi ? per-
guntou o Sf. de Rodyl.
Que a idea que occorren ao Sr. juiz
formador da culpa (e que eu partilho), po-
dria ser boa... Quera sabe se ama das'
Segundo noticia particulares de Novo
Tcherkask, commonicadas ao Times, a po-
lica daquella cidade recebeu avisos, em
vista dos quaes teve de proceder a
averiguacSas em Obio, povoacjlo situada a
uns 30 versters da capital do paiz dos eos-
sacos.
Diz-86 que essas averiguacoes deram ero
resultado descobrir as proximidades da-
quella cidada urna grande porgao de ma-
terias explosivas, cartuchos de dynamite,
granadas de mo, etc.
Era consequencia dessa dcscoberta, pro-
cedeu se prisilo do filho do anciao
da aldeia, um official cossaco. e da ura seu
irrao, estudante em S. Petersburgo.
Julga se que sao ambos agentes do parti-
do nihilista.
Por causa destos factos, nao so realisa-
r este anno a visita imperial.
Despachos telegraphicos recebidos da t
fronteira russa, aununcam que as conspi-
rajoes nihilistas, reientemente descobertas
naqueile imperio, demonstraram a existen-
cia de urna vasta organisagao, com rami-
ficayoes no estrangeiro, contando cora tan-
tos raeios como a quo existia por occasito
do assassinio do czar anterior
O numero de prisoes at agora raalisa-
das, eai consequencia desta coberta, e
consideravel.
Diamantes de assnear
O chimico americano Monier obteve,
pela calcfnaco do assucar, um carvao
mais pesado que a antracita, que depois
do diamanto o carvao mais denso.
Este carvao de assucar tao duro, que
corta o vidro ; mas a sua cobesao t2o
fraca, que deix.i p no riseo qu- faz.
Comtuio, podc-sa-lhe coraraunicar urna re-
sistencia maior, pulverisaudo o e raistu:
rando-lhe alcatrSo, e sujeitando essa ms-
ela ao calor branco no tubo de porcelana
i epois desta operajao obtem-se um car-
vao sumraamente duro e com suffieiente
resistencia para se nao esboroar ao riscar
o vidro ou as mais duras rochas de
quartz.
O carvao de assuc&r, que, pelo que ve-
mos, possue urna das principaes qualida-
des do diamante, encontrar de prompto
varias applicagoes na industria.
Canho pneumtico
(ConclusSo)
Um marco fino de ferro, porem bastan-
te rijo, sustenta o tubo, e em seu centro
ha um eixo sobre o qual gyra o canhao, qe
prvido de rodas no extremo aa reca-
mara.
Por meio do ar comprimido se o faz to-
mar a direegao que se queira, em virtude
da mesma forca c que se d seus torm-
daveis tiros, sem necessidade da plvora,
nem de nenhuma outra materia explosiva.
O cartucho com que se o carrega cons-
ta de de duas part s; a dianteira con-
siste em um cylindro do cobra de 40 pol-
legada de compriraento cora urna tampa
cnica de 12 pollegadts. Xo tubo desta
cartu dio se collocam 1Q0 libras de gelati-
na explosiva, travez da qual se estende
ura tubosinho da dynamite, e no centro da
dynamite ha um despertador da mercurio
fulminante, do qual pende urna varinha
que se eommunica com a tampa com:a.
Esta combinadlo cora o fim de que a
carga arrebente por concussao.
Para qu; a carga faga de tolas as ma-
neiras sua explosao, ainda quando falhas-
se o apparelho j descripto, se ha prvido
o cartucho com urna baU-ria secca colloca-
da na pega de maleira que atraz leva, e
posta era communicajao com o disparador
de mercurio fulminante. Ao tocar o cartu-
cho na agua comeca a funecionar a bate-
ra e com a Dlictricidade que desenvolve
o projectl. ___
Este engenhoso canhao faz hoje parta
dos elenfentos de defeza do porto de New-
York. e como se poda deduzir, urna ar-
ma terrivel en caso de apparic&o de urna
esqua ira inimiga.
duas muflieres, impellida, quer pela cupi-
dez, quer pelo odio, nao ser cumplice do
assassino ?
E' impossivel! exclamou Fernanda
do Rodyl.
Impossivel?... repetiram ao mesmo
tempo o juiz formador da culpa e o chefe
da segufliriga.
Absolutamente impossivel, edevemos
afastar, desde j, do nosso espirito essas
suspe.itas absurdas. As duas mulheres sao
innocentes 1 i aecusacao transvia-se, vol-
tando-se para ellas Angela Bernier lh?s
disse, e com a eloquencia da indignacao,
quo sua tilha era victima do assassino de
Jayrae B 'rnier !... Poderiio, por accaso,
suppr que aquella desgranada mas tivesse
pago o assassino da sua tilha I Ora va-
mos I Odiava o pai, verdade, e, pele
menos, estava no direito de nao gostar
d'elle ; se esse odio, porm, a devesse con-
duzir ao crime, ha muito tempo que o cri-
me se t ria realisado, e em condicoes com-
pletamente differentes.
Emquanto a Cecilia Bernier, concorde
quo seja socca de alma e corpo tambera na
frieza da sua ternura filial... E' urna bo-
neca louca pelo luxo, e quo ambiciona a
fortuna para ser loureira sua vontade,
Isso sim 1 Mas isso muito diferente de
um parricidio, que nao podia, alm disso,
srao por arabaracos realisaco dos seus so-
uhos.
Mataram Jayrae Bernier para o rou-
bar e nicamente para isso I Nao procu-
rera outra cousa, sob pena de segurem ca-
minho errado.
i O assassino, tenho absolutaraenta coa-
viccao, nao conheiia nem urna nem outra
das duas mulheres, e trabalhava por sna
propria conta.
__ Se rae permittissera ter urna opiniao
a exprimil a, aventurou o agenta Csaueu-
ve, eu sustentara que o Sr. substituto tem
razio, e antes dez vezes do qu<. una I .y.
Eu digo o que pens, pedindo perao da
liberdado que tomo, e se eu ousasse justi-
ficar a minba raaneira de ver...
O agenta calou-se.
Pois ouse... disso o Sr. de Rodyl,
nos o escutamos.
(Continuarse ha)



Typ. da Diario, roa Duqua d Caxias n. 42.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ESVN4JHAB_3A8U2L INGEST_TIME 2014-05-28T16:36:13Z PACKAGE AA00011611_19537
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES