Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19533


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Full Text

PARA A CAPITAL E LIGARES ONDE NA SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantadoa -......
Por seia ditos dem...... ." J*
Por um anno idoai. ........... ..
Cada numero avulso, do mesmo dia.......'...
60OO
12000
240000
0100
--FEIRA 5 DE HAIO DE 1
^
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantadoa.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.....m
Cada numero avulso, de das anteriores.
13J5C0
20^000
270OOQ
1U0
DIARIO
{faprietafre t>e Jttanoe Jigatixi* bt -feria & JUjjas


TELEGMHMAS

I

V

ssavica partculas so siasio
RIO DE JANEIRO, 4 de Maio, s
3 horas e 5 minutos, *da tarde. (Rece-
ido s 4 horas e 40 minutos, pela linha
terrestre).
A Cmara dos Deputado* nao fnuc-
ciunou boje.
Xo Senado a eommisaao de res-
poftta falla do Ibrono leon rom
posea con os Sr*. Manuel Francisco
Correa. Joo Alfredo Correa d'OIl-
velra e Antonio Marcelino .Vano
GonralvcM.
RIO DE JANEIRO, 4 de Maio, s 5
hora* e 55 minuto3 da tarde. (Recebido s
7 horas e 6 minutos, pela linLa terrestre).
Foi exonerado do cargo de ajndan-
te general da Uarinba. o ice-almi-
rante graduado Kliwiario lose Bar-
bosa, sendo nomeado para substi-
tuido o ebefe de divisao loo Hen-
des Salgado.
Manoel Emygdio dos Santos.Aguarde deciso
do governo imperial.
Marcelina Davina do Sacramento. Informe o
Sr. director do presidia de Fernando de Noronha.
Secretaria da Presidencia do Pernambu-
co, ein 4 de Maio de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
IISTRUCGIO POPULAR
MYTHOLOGIA
(Exirahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
ConsidcracSes preliminares
Pret nda Goethe que para as artes do de-
eaho (as quacs at curto panto nao se pode
deixar de eoinpreheuler a Poesa) era a My-
thologia conveniente e necessaria ; e o que-
rel-a desterrar deltas, barbarismo :opinio
em que talvez ha mais fundo do que primei-
ra vista parece. Para a corroborar, bastara
a simples lic.io das obras do que bem se pode
clamar conpheu do contrario partidoO Ge-
nio ilo Cltrietianismo e Os Martyres ie Cha -
the&ubriand,as quaes, mo grado indus-
tria com que o autor prosurou constantemente
a'tenuar as tersuras mythologicas, o bom i lici-
to que ellas proJuzcn, at retratadas por sua
penna, a ninguem deixa de ser sensivel.
Accresce que na Mythologia classica, vista
(como t a podemos hoje ver) atra\ez Jos ge-
nios autigos, de estatuarios e poetas, ha urna
tal formosura, pobreza e dignidade, formas
(como na art; dizem) to puras e desenho to
corneto, que as obras de Homero, Virgilio e
Ovidio, nao fieam sendo menos Dar o cotudo e
imitaco que os marmores millonarios do Lao-
coonte da Venus e do Apollo.
A F. DE Castii.hu .
i l'rologo traducido Metamorphose* de Ooidio.)
Chama-se mythologiade duas pilavras gregas :
mythos (allegara ou fbula, e logos (discurso) -a
scieneia que estuJ i em todos os seus pormenores
e pontos ue vista as ereaneas e as praticas religio-
sas dos povos pagaos e gentlicos.
Susceptivel de encarar-se e tratar-se mormente
por dous ladjso p je tico descriptivo (biXo Ihe cha-
maremos histrico) o symbulico philosophico,per-
cebe-se, bem que u'um hvrinho elementar como
<.'3te, destinado esaoncialmente ao poro e as esco-
las, nao t'iilia cabimento por ora aeno a primei-
ra parte.
N'essa mesmo o ssumpto tao vasto que, forja-
dos a circuase; over :. s em limitado espaco, indis-
pens i ...bem limitar ao campo do
pag '. io iis presentes neces de
ir. y .. iu: i ii/s c; i intj 6 exactamente nes-
ubeeiiaeiitoa mythologicos se
no^ augurara mus e&seaciai s ao litterato e ao ar-
tista, ao estudioso eraru ou ao simples amador e
uraO que pretenda co.nprehendei e avaliar as
obras doa ant goa poetas ou as producios artsti-
cas (ed'tatas ii:I) -<> as antigs, mas as modernas
tainb-'m) vial i que n n poemas, naa eseulpturas e
as pisturas, figuram a miado as divinlades ml-
tiplas da Fbula, -inanancial inexgotavel de ina-
piraco.
Para quem qoeirm devassar c rrofundar os se-
goedjs da civilisaco pago, em que o elemento
religioso tanto predominio exerceu sempre, o estu-
do da mythologia representa o mcsmi iuteresse
(jUe para o christi nisu o na mythologia.
A mythologia nem menos, do que a theogenia
fabulosas e potica do paganismo.
A sua origem lia-se as alteraces succassivas
que em factos reaes da histeria ou em symbolos
llegoricos (le moral e philsophia imprimi maia
ou menos um conjuncto de elementos diversissimos,
taes comoo correr dos seculos com toda a sua
influencia adulterante, ignorancia dos povos, a sua
(cadencia para o maravilhoso, a sua especial dis-
posicao para as abusoss snpersticiosas, e sobre
tudo isto o fanatismo que as clssses sacerdotaea
sempre em todos os tempos e ein todos os lagares
entenderam deverp-ir conveniencia propria ni) s
autorisar, mas inclusivamente promover e difl'nu-
dir no espirito das massas ignaras.
(Contina)
?ARTS OFFIGiAL
Covcrm da provincia
DESPAPHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 3 DE
MAIO DE 1886.
Bngeuheiio Antonio Vicenta do Na5Cmento
Feitosa.In K-farido, de accordo com a informa-
po da Thesonraria de Fazenda.
Francisco Antonio da Natividaie Saldanua.
lafjraie o Sr. inspector do Thesiuro Provincial.
Joao Baotista do Amara'. Satisfaga a exigen-
cia do art 112 do decreto n. 9120 de 2S de Abril
ls 1SS6.
Joao Anstotoles Ferttira da Silva.Indeferido.
Manoel Teixeira de Carvalho Ralalo.Infor-
me o Sr. diicetor do presidio de Fernando de No-
Thomax Antonio de Gonveia e Daniel Gomes
da Silva.Kemettido ao Sr. Dr. jiz de direito da
omarea da Victoria para prestar ao pedid a con-
sideraco que merecer.
Bacharel Graciano Xavier Carneiro da Cunha.
ncaminhe-se, pago o porte pelo supplicante.
Pbilomeno Herminio doa Guimares Fexoto.
Certifique-aeoque constar.
Joao Paulo Pereira Datra.Informe o Sr. Ur.
juia de direito da comarca do Eio formoso.
CommanIo das Armas
QL'AKTEL (1ESERAL DO COMMASDO DAS AB-
MAS DE PEBSAMBLCO, EM 4 DE MAIO
DE 1886-
Ordem do dia n. 91
Apresentando-se hoja a este quartel general,
vndo da provincia da Parahyba onde se achara
com trinta das de licenca o Sr. alferes do 14* ba-
t, lulo de infantaria Bullarmiao Augusto da
A.thayde, assim o fago constar a guarnico.
(Asaignado) O brigadeiro Agostinho
Marques de S, comaiandante das armas.
(ConformeO tenente Joaqun Jorge de
Mello Filho, ajudanto de ordens interino
e cncarregado do detalhe.
------------- Repartfico da Polica
SecQao 2.* N. 444. Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 4 de Maio de 1886.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos na Casa de
Detcnyao os seguintes individuos :
. A' minha ordem, Bibiana Mura da Con-
ceijao, alienpda, at que pos3a ser trans-
ferida para o asylo da Tamarineira.
A' ordem do subdelegado do Santo An-
tonio, Jo2o Jos dos Santos, Jos Estevo
do Nascimento, Manoel dos Santos, Jos
de liveira Guedes, Pedro Ferreira da
Silva, Manoel Candido B'szorra, Justino
de Medeiros M ttos, Tertuli tno Vieira da
Cuoha, Epaminondas Hamos de Oliveira e
Manoel Jes de Oliveira, por disturbios.
A' ordem do do Io districto da Boa-Vis
ta, Vicenta Ferreira da Silva, b Hauson
c Alfred Madson, par embriaguez e dis
turbios.
A' ordem do do 2o districto da Boa-Vis-
ta, Maria Francisca da Conceicao, Maria
Francisca do Rosario e Francelina Maria
do Espirito Santo, por embriaguez e offen-
saj moral publica.
Pelas 3 horas da madrugada de hoje,
foi por mim capturado, em seu engenho
Sapu:aia, do termo do Oliuda, o crimino-
so H^nriqua Ferreira Pontes, que se acha
pronunciado no mesmo termo como ocur-
so us penas do art. 175 do Cod. Crim.
combinado com os arts. 8 e 9 da lci de 3
de Outubro de 1833.
O delinquente acbava-se dorma lo em
um banheiro prximo casa de vivenda e
na occasiao de ser posto o cerco foram dis-
parados dous tiros sobre a forja, que fe-
lizmento a ninguem offendeu, resultando
da luta travada sabir o mesmo delinquen-
te ferido levemente na face interna da
ui,".. esquerda.
Na madrugada de hontem entraram os
heroes na groja matriz de S. Lourenjo
da Matta o subtrahiram um clice de
prata, dour^do, duas navetas, sendo urna
de prata e out.-a do metal ordinario, dus
thuribulos, dos quaes um de prata, duas
salvas de metal ordinario, urna bandeiri-
nba de ouro, dous rosarios e um cora
ta ribera de ouro.
Para cntrarem na igreja forcarim os la-
,"u-~> urna janella da sachristia.
A autoridade local procedeu vistoria e
ou'.ras diligencias da le e trata d9 desco-
brir o autor ou autores do crime.
Communicou-me o Dr. Manoel Xavier
Paes Barreto, que em data de 29 do mez
findo assunira, na qualidade de i" sup
pente, o exercicio da delegacia do termo
de Rio Formoso.
Communbou-m3 igualmente o cidaiao
Joaquim Baptista da Conceifito, que no
din, 30 do referido mez asumir tarobem,
na qualidade de V supplonte, e exercicio
da subdelegad i do 2' districto da 2" dele
gacia de Serinhaem.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao,
milito digno vice-preaidente da provincia-
- O chele do poli-:ia, Inonio Domingos
Pato.
The so aro Provincial
DESPACHOS DE 3 DE MAIO DE 1886 ,
Flix Correia de Araujo. Cumpra-
se e fajam-s; os assentamentos.
Antonio Ferreira de Carvalho. Infor
roo a Companhia Liquidadora.
Pontos do Consulado, da Escola Norma!
e do Instituto Vaccinieo. -Ao Sr. procu-
rador pera os devidos tins.
Abaixo assignados de comraerciantes des-
ta cidade.Informo o Sr. Dr. administra-
dor do Consulado.
Idalino Izidoro da Costa Vieira. -Fa-
cam-se as notas da portara de licenca.
Director da Escola Normal, Julio Cesar
Gonfakes Lima. Senhorinha Maria de Oli-
veira Mello e Juvencio Aureliano da Cu-
nha Cesar.Informe o Sr. contador.
Manoel Martlos Beiriz.ijertique-se.
4 -
Brocas & C. e Joo Aureliano Lina
Al ves.Informe o Sr. Dr. administrador
do Consulado..
Francisco Teixeira de Carvalho e Fran-
cisco Ferraz do Farias.Informe o Sr.
contador.
Fielden Brotherg^o padre Francisco Ve-
risjmo Bandeira.aJunte-se copia das in-
formaedes.
Angela Matov># Santiago Bandeira e
Ar alia Lilia do Nawimento Tavares.Cer-
tifique-se.
Antonio de Paiva Ferreira.Ao Consu-
lado para attender.
Pontos das Obras Publicas, da secreta-
ria da Instruccao Publica e dos guardas
da illuminajilo publica.Ao Sr. pagador
para os devidos fina.
Padre Joao Evangelista dos Santos Li
ma, e, conta3 do thesoureiro do fundo do
entanuipajlo. Haja vista o Sr Dr. procu-
rador usual.
JoSo Baptista Cavalcante. Facam-se as
notas da portara de licenja.
Contas do commando do carpo d> po-
lica.Examine-se.
Aristidss Honorio Bezerra de Menezes.
Pague-se.
Dr. Miguel Jos de Hoilanda Vascon-
celos. Cumpra-se o fajam-se as notas
da portara de licenca.
Contas das primeras partes das loteras
das igrejas de Mar.cota e de Icamarac,
da 2a parte da matriz do Floresta, da 3a
parte da matriz do Petroiina e da 225 e
36' partea da Santa Casa.Ha ja vista
o Sr. Dr. procurador fiscai.
Francisco Antonio do Nascimento Sal-
danha e inspector geral da Instrucgao Pu-
blica.Informe o Sr. contados.
Francisco Ferreira Baltar, -Entrogue-se
oela porta.
Jos Francisco do Reg Barreto.Pas-
se portara de licenca.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 3 DE MAIO DE 188G
Baltar Irmaos c C. Gumpra-se.
Jorge Malheiros & C, Daniel Francisco Pi-
nheiro e Wilson Sons & C.Infirme a 1* seccao.
Lacerda & C-A1 seccao para proceder de
accordo com a lei.
.. 4 ..
Mendes Lima & C Fernandes & Irma?, Ma
noel Joaquim Peasoa, Maia & Rezende, o mesmo
c Mu noel Joaquim da Bocha.Informe a 2a seccao.
Ignacio Marques do Espirito Santo, Joao Joa-
quim Jos de Sant'Anna e Joo Luiz '/auna.
Informe a 1* azceao.
Jacob Martins da Paixao.Certifique-se o que
constar.
Correia & C, auccessorea e Ferreira de Souza
& C.A 1* scelo para os devidos fins.
Maia & Rezende.Sim, de accardo com a in-
formacao.
Joao Custodio Loureiro.--A' 1" aeccZo para os
devidos fins.
Hermana Lundgren.Informe a 2a seccao.
Flix Pereira e Souza.Sim, com relacao ao
futuro exercicio e elevando-se a collecta do predio
n. 12G.
DIARIO BE PEBft'ASlBDCO
RECIFE, 5 DE MAIO DE 1886
noticias do -\orte do Imperio
O vapor nacional Cear, entrado hontem do nor-
te, trouxe as seguintes ncticias :
Amazonas
Datas at 21 de Abril :
Coutinuava a trabalhar regularmente a Assem-
bla Provincial.
A Presidencia da provincia mandn proeeder
no rio funis a tormacao da culpa do assassno
Antonio Barbosa da Silva, autor do brbaro crime
praticado na pessoa do commerciante Jos Gomcs
Cavalcante.
Regressara capital, de sua segunda excur-
sao ao interior da provincia, o Dr. Barbosa Ro -
drigues.
O partido liberal elegeu o seu directorio,
que fiou assim composto :
PresidenteCommendador Guilherme Morcira ;
DirectoresCommendador Paes Sarment, Dr.
Machado, Slverio Nery e tenente coronel Juven-
cio Alves da Silva.
A bordo do vapor Oyapock, surto no porto
de Mauos, foi preso o passageiro Miguel Archan-
gelo, aecusado do crime de morte.
Assumio o commando daa armas o Sr.coronel
Carlos Frederieo de Lima.
Foi nomeado o chefe da Ia seccao da repar-
ticao de Obras Publicas, bacharel Lauro Baptista
Bittencourt, para diiector effeetivo da uaesma re-
partido, cargo que j exercia por nomeacilo in-
terina.
O Poz refera o seguir.te :
Informam-nos que no dia 18 do correte, foi
brbaramente espaccado o subdito jnrtuguez Jo3
Migalhas, nna mmediacesda rocinha do falleeid',
padre Salgado.
Grarantiram-noj que os autores desse espan-
cameuto, foram duas autoridades policiaes, auxi-
liadas por vm cidado de nome Hcrculano de tal.
um t'i'.-t j gravisiiino, para o qual pedimos
as mais protnptas e enrgicas providencias.
Lemos na mesma folha de '21:
Hontem 1 hora da tarde, na occasio em
que a familia do director do Museu Botnico acha-
va-se reunida na sala de visitas, foi sorprehendida
pela detouacao de um tiro, dado prximo ao Mu-
seu, vindo algum chumbo a penetrir por urna das
jauellas do estabeleciment, at o la .ar onde se
aehavam ns pessoas de familia.
A's autoridades compete dar providencias
afna de que nao se repita o facto que far com que
caladores de passaros transformem-se em cacado-
res de gente.
um abuso que andem pela cidade indivi-
duos armados que levianamentc poam em risco a
vida do prximo.
Para
Datas at 7 de Abril:
Ainla funecionava a Assembla Provincial.
Continuava em pessimus condicos o estado
saniiano de Belm.
Lemos no Diario do Grao-Para:
< Nos luares Urucutituba e Baumary, cabecei
ras do rio Atuma, houvo urna horrivel carnificina,
da qual resultou a morte de O hoincns.
Occupavara-se no fabrico da borracha os tra-
balhadori'S dos >rs. Carvalho 4 Belm, quando fo-
ram gurprehcudidos pelos ind03, matando-os qua
& todos, inclusive o capataz Jos Correia de Mi-
randa.
Os selvagens logo que lograram os aeu3 inten-
tos ferozes, abandonaram o campo.
'i Estao tainbem platicando correrlas audaze^.
os indios cutuquinaK, que infestara a regiSo situada
entre os ros Banana-Pixuna e Taraue, alllu. ntes
do Juru.
Como verdadeiros piratas, percorrem elles
aquella regiao em nbs e atacam commerciantea e
regatos que encontram.
ltimamente torum raortos por ellos os nego-
ciantes Emiliano Jos da Costa, brasileiro, e o
francez Pn meyat.
Noticias de Munni diaem que continuara os
habitantea d'aquelle municipio a soffrer os rigores
das febres palustres.
O promotor publico d* comarca denunciou por
crime de desobediencia a Pedro dos Santos e Sil-
va, que se negara a curaprir urna ordem de prisao.
No rio Inamar foi encontrado o cadver do
francez Nicolao Stoffel, victima de aspbyxia por
gubmersa.
Em virtude de recommendacao da Presiden-
cia da p'ovincia, a promotoria publica denunciou,
como incursos as penas do art. 170 do Cod.Cnm.,
aos vareadores da Cmara Municipal a'aquella
villa, Baymundo Benicio Pinheiro, Geraldo de
Souza Vinag:e, Raymundo Herculano da Coata e
Rauno Jos Martina. >
Noticiando o enterro do Dr. Flix da Figuei-
ra Faria, escreveu o Diario do Grao Pora, de 17:
o Realisou-se s 9 horas da manha de hontem,
no cemiterio de Santa Isabel, o enterramento do
Sr Dr. Flix de Figueira Faria, depois da missa
de corpo presente resada na igreja de Santo Ale-
xandre pelo Rvd. Sr. p dre Estevao da Costa Tei-
xeira e d : oracao fnebre peioRvd. Sr. conego
Costa Aguiar, deputado geral.
Na griji viam-se muitos cavalheiros da nos-
sa sociedade, entre elles, os Srs. conscllieiro Alen-
car Araripe, senador Siqueira Mendes, Drs. M;i -
Dowoll, Santos Campos, desembargadores Pessoa
de Lacerda e Delfino CavaL-ante, Drs. Navegan-
tes, T. Teixeira, Cordeiro de Castro, Novaes, Ame
rico Campos e J. Collares, engenheiros Reis, Gen-
til, e Weaver, coronel Joao iogo. capitao Ara-
nha. os deputados provinciaes Fioi k Romano, Ce-
sar Pinheiro, Nina Ribeiro, Gama Costa, Auzier
Bentes, Jos Manoel, Fulgencio Simos e A. Mat-
tos, directores do Arsenal de Guerra e interino da
Instruccao r'ublica, lentes e alumnos do Lyceu
Paraense, professores pblicos, olliciaeo do corpo
de polica, representantes da imprensa e muitas
outras pessoas.
o Pegaram as argolas do caixao, da igreja pa-
ra o carro fnebre, os Srs. conselheiro Araripe,
senador Siqueira Mendes, deputado geral Dr.Mac-
Dowell, Dr. Santos Campos, chefe de polica, Ma
noel de Mattos. deputado provincial, c Joaquim
Paixao, iuspector de alumnos do Lyeeu Paraense.
No caixao foi collocada urna cora de violetas,
pelo Sr. Dr. Mac-Dowell.
Na porta da igreja tocava a banda marcial
do Arsenal de Guerra.
Pronuuciaram discursos beira da sepultura
os Srs. major Gama Costa, representante, da As-
sembla Provincial, e eugemheiro Agjstinhodos
Reis.
O Sr. Dr. Flix de Figueira deixou testa-
mento, constituindo seus testamenteiros o Sr. Ma -
noel Antonio de Mattos, deputado provincial e em
Pernambuco o seu irmao Dr. Felippe do Figueira
Faria.
O finado era natural da provincia do Per-
nambuco, e para aqui veo em 1876, depois de
exercer o cargo de promotor publico da comarca
de Paje de Flores, na qualidade de juiz munici-
pal e de orphaos da comarca de Obidos, onde, de-
pois de como^atar o quatrieanio, hab.litou-se para
o cargo de juiz de direito.
O Dr. Flix de Figueira Faria era filho do
finado commendador Manoel Figueira da Faria,
que legou seus filbos um nome honrad e a pro-
priedade do Diario de Pernambuco, da qual o fina-
do era associado.
Na comarca de Obidos o Dr. Figueira foi
sempre geralraente considerado e urna das iuflaen
cias do partido conservador que o elegeu depuU-
do a 23 legislatura da Assembla Provincial.
Em ll de Outubro do anuo passado foi o Dr.
Figueiia nomeado director geral da Instruccao
Publica desta provincia, cargo que exerceu com
louvavcl tino e a contento de tolos.
A' familia do finado, com especialidade aos
nossos estimaveis collogas do Diario ile Pernam-
buco, apresent'imos nossas condolencias.
A Gonstitaicao, no mesmo dia, em urna pa-
gina de luto, escreveu :
N'ejte momento desee os lbregos degros do
tmulo o cadver de Dr. Flix de Figueira Fa'ia.
< Pobre amigo.'
Hontem cheio de vida, de illusoes, de espe-
rancas, cercado do carinho da familia e dos dis-
velos dos amigos, hoje, passands pelo nada do
sepulcbro, para chegar aos humbraes da Eterni-
dade !
A Etornidade!
n Essa palavra, que encerra em si todos os tem-
pos passados, presentes e futuros, con urna immo-
vel o perpetua constancia de ser, que nem vai,
nem vem, nem gyra, adianta, retrocede, cede, pro-
cede, nem succede, mas simplesmente u'um ponto
iudizive! persiste eternamente, sem principio, sem
meio, aem fim, a eternidade... eis a vida que
vai viver FigpeWda.
A sua mortalha foi salpicada de heneaos e de
lagrimas.
Bencaos 'aquelles a quem soccorreu com des-
intiresse, lagrimas de tois que tiveram a ven-
tura de conhecel o !
Bom amigo, excellente cidado, esposo exem-
plar, a memoria de Figueira conservar-se-ha
viva em nussos coraees.
Nascido e creado em Pernambuco, onde fez
seus cstudos e formou se em direito, Figueira
a'esde logo deu rjrovas de seu desinteresse, des-
prendimeuto e abnegacio pela causa do povo col-
laborando na redaecao do Diario de Pernambuco,
do qual era um dos proprietarios.
Esse periodo activo de sua vida, attrahio-lhe
as sympathias de seus comprovincianos.
Nomeado juiz municipal e de orphos da co-
marca de Obidos, n'esta provincia, aqui chegou
cm Junho de 1&7G, continuaudo a prestar servico
ao partido conservador, ao qual desde muito se
achava filiado.
o Poltico extremado, immensamente leal e de-
dicado, Figueira, sem esquecer os saos principios
da Justina, procurou sempre bem servir os interes-
sus do partido, de que foi um dos chefes.
o Na sua comarca era geral a estima de que
gosava, estima que soube captivar em toda pro
vincia.
Nomeado ultmamento director geral da Ins-
truccio Publica, Figueira, no pouco tempo em
que esteve testa desee importante ramo do ser-
vico publico, conseguio fazer n'elle importantes re-
formas revelando se como bem poucos, excellente
auxiliar da administracao.
Apenas espalhou se a noticia de haver falle-
cido, foi geral a consternaco ; como que todos,
graudes e pequeos, pobres e ricos, sentirain a
morte de Figueira como sentiriam a morte de um
prente, de um innao.
A Constituicao que, durante o tempo quo vi
veu Figueira tiesta provincia, coutou-o no nu
mero de seus collaboridores distinctos, desfolha
sobre sua campa urna modesta cora de saudades.
A's 8 horas da inanhi do h ntem, baixou
sepultura o cadver do nosso prestimos* amigo e
distincto colaborador, Dr. Flix Figueira de
Faria.
O fretro sabio da igreja de Santo Alexandrc.
para onde foi transportado da casa do Exm. Sr.
senador Squeira Mendes, afim de se achar pre-
sente 4 miesa fanebre, qu teve lugar s 7 horas.
Grande n"mero de pessoas distinctas, entre
as quues a* principies autoridades da provincia,
representantes de todas as classes sociaea, assis-
tram a esse acto de nossa religiao, e acompa-
nharam o fretro ana ultima morada.
sepultura, oraram os Srs. Dr. Jos Agostinho
dos Reis e major Gama c Costa, sendo depositadas
sobre o caixao duas coris, urna ofFerecida pelo
Exm. Sr. Dr. Samu 1 Wallace Mac-Dowell e outra
pela Exraa. Sra. D. Cora Julieta da Sarra Ara
uha, dilecta filha do nosso distincto amigo Al-
fredo Henrique da Serra Aranha, digno director e
administrador d'esta folha.
^ Em demonstrado de pezar pelo fsllecimento
do Dr. Figueiii, deixaram de funccionar, por 3
dias, a secretaria da lostrucco Publica e todas as
escolas publicas.
Haranbo
Dataa at 29 de Abril :
Assumira a administracao da provincia o Io
vice-presioente Dr. Jos Francisco de Viveiros.
Prosegua em sena trabalhoa a Assembla
Provincial.
__ Ag demais noticias eonstam da carta do
nosso correspondente, publicada na rubrica In-
terior..
Cear
Datas at Io de Maio :
Na noite de 28 de Abril os amigos do conse-
lheiro Araripe offereccrain-lne um baile nos sa
loes do Club Cearense.
O mesmo conselheiro visitara o 2o districto
da provincia para ver os seus amigos polticos, e
tambera a ferrovia de Baturit.
Seguir para o Sobral o Dr. Joo Martina
da Si va Coutinho.
Telegramma de Aracaty, em 30 de Abril,
diz ter all chovido copiosamente e em todos os
suburbios, estando cheio o rio Jaguaribe. De So-
bral e Therczina fizeram iguaes communicacea.
Lemos no Cearense de 29 :
o Hontem foi aprehen iida pelo horado Sr. the-
soureiro da Alfaudega urna cdula falsa de SOO
da serie 21 n. 31191, na occasio em que um em-
preado da Cear Gaz Company Limited pagava
o imposto de industria e profisso.
Eata nota falsa foi entregue ao referido em-
pregado plo gerente da companhia, Sr. Frederieo
R. Child, e aprehendida perante inuitas testemu-
nhas, que virara a aprehenso e ouviram as de-
clararles do empreado da companhia. Sao ellas,
os Srs. Jos Feij Fideles Barroso, Eutalio de Al-
buquerque Henriques e Boaventura de Alencar
Feij.
O zeloso Sr. thesoureiro levou o facto ao e i-
nhecimeato do llustre Sr. Dr. inspector da Alfan
dega, e nos consta que este digno funcionario deu
as providencias necessarias, communicando ao Sr.
Dr. chefe de polica a apprehenso o remetiendo a
cdula falsa Thesouraria, com as competentes
declaraces.
Fallecer na Pacatuba o Dr. Jos Antonio
do Justa.
Rio Grande do Xorte
' Datas at 2 de Maio:
Reportamo-nos carta do nosso correspondente,
publicada na rubrica Interior.
Parahyba
Datas at S de Maio :
As noticias sao de interesse local.
A impicnsa da provincia noticiou nos seguin-
tes termos e trespasso do Dr. Flix de Figueira
Faria.
O Monitor :
No dia 1G do corrente na cidade de Bclm,
capital do Para, deu alma ao Creador o cosso
llustre amigo Dr Flix de Figueira Faria.
O finado era muito mojo, e ilutado de urna in-
teligencia robusta; exercia o cargo de director
geral da Instruccao r'ublica e era co-propriotario
do Diario de Pernambuco, importantissima folha
que se imprime no Becife.
Cheios de dr por tao infausto acontecimento
iamos pezames todos de sua Exma. familia, o
especialmente aos seus dignos rmo3 Dr. Felippe
de Figueira Faria, redactor do Diario de Per-
nambuco, e Dr. Miguel de Figueira Faria, dis-
tiuatos amigos nossos.
O Jornal da Parahyba:
Falleceu na provincia do Para, no dia 10 do
corrente, o distincto pernambucano, Dr. Flix de
Figueira Faria, irmao do proprietario e redactor
do Diario de Pernambuco, nosso Ilustre amigo,
Sr. Dr. Felippe de Felippe de Figueira Faria.
Sentimos do intimo d'alma tao infausto acon-
tecimento, que cobno de luto a distiocta redaejo
d'aquelle conceituado orgo da imprensa.
Aos nossos distinctos amigos, Srs. Drs. Felippe
de Figueira Faria e Miguel de Figueira Faria,
irmaos do Ilustre finado, apresentamos noesas ma-
nifestacoes de si cero pezar.
i) Conservador :
Em Belm do Para, 1G do prximo pissado,
teve lugar o do disticto pernambucano Dr. Fu-
lix de Figueira Faria, um dos co-proprietarios da
importantissima empreza do Diario de Pernam-
buco.
Ainda na verduia da existencia, tendo diante
de si auspicioso porvir, o seu prciaa-.uro trespaaao
ao scio da eternidade, urna verdadeira fatali-
dade, qae devras nos compunge.
Participando do peza.- que profundamente en-
luta a Ilustre familia do finado, sentimentamol-a
cordialmente e com especialidade a Ilustrada re-
daecao do Diario de Pernambuco.
Correspondencia do Diario de
Pernambuco
MARANHAO s. luiz, 29 de abril de
1886
Segu hoje no paquete nacional Cear, portador
desta, com destino corte do imperio, S. Exc. o
Sr. couselbeirj Dr. Joao Capistrano Bandeira de
Mello, muito distiucto presidente desta pro-
vincia.
Continuados soffrimen'os da preciosa saude de
S. Exc. e Ue sua virtuosa consorte obrigarar u u
a passar as redeas da administracao ao Io vice-
presidente, o Exm. Sr. Dr. Jos Francisco de
Viveiroa.
O Sr. conselheiro Bandeira de Mello, ausentan
do-so da Sociedade M;>ranhense, que uesta hra
assaz lamenta a sua retirada, dcixa no seio delia
verdadeiras e sinceras affeicoes, que o seu ca-
rcter franco e lhauo souba grangear daquelles
quetinham a fortuna de approximar-se de s.
Exc, e o acatamento e CJnsideracao que. como
administrador Ilustrada e criterioso, adquiri da
parte dos homens de bem, sem distiuccao de co-
res politicaa. ....
Apezar desaber-lhc a ardua tarefa de dirigir
os destinos desta provincia, na qualidade de 1-
delegado da nascente situacao conservadora, S.
Exc. pouco apreciador das emprcitadas polticas e
eleitorais, conseguio collocar-se superior a ellas.
Apostlo fervoroso do direito, o Sr. conselheiro
Bandeira de Mello, em seus actos administrativos,
apenas sabia proceder de accordo com os sagra-
do principios da justica ; elle nao olhava seno
para o mcrecimento real dos seus governados, e
nunca exercia sobre estes, acto algum de prepo-
tencia, ou que fosse dictado por um motivo menos
justificavel : si honestos e zelosos de suas obriga-
ces, erabora liberaes, conservava os seus subor-
dinados as posices que Ihes haviam sido con
fiadas ; entre os seus correligionarios nunca pra-
ticou urna s acoao que soff.-esee censura da sen-
gata opinio publica. Amoralidadetal era o
principio regulador do seu modo de proceder ;
justicao nico dolo diante do qual curvou a
fronte e prestou adoraco !
Durante o recenta pleito eleitoral nenhuma
coaccao official exerceu s. Exc, qie podesse ser
allegada, era prol da victo.ia do partido conser-
vador ; os postos da guarda nacional, verdadeira
arma poltica dos partidos dominantes, nenhuma
alteracio sotfrerara; reinou, emfim, em toda a
provincia a mais completa liberdade do voto.
lucnsavel zelador dos dinheiros pblicos, S.
Exc conseguio operar as finaucas da provincia
coasideraveieeouokiua, procurando por esta for-
ma salval a do terrivel descalabro emque a pre-
cipitara ineia duzia de especuladores e transfugas
as ruaos dos quaes achava se depositada a di-
rtecio da decahida familia liberal.
O luminoso relatorio apresentado por S. Exc,
n ii a;i.o ultime, i orpo leg t .tivo rovincial,
ura trabalho cuidadosamente elaborado, e que de-
nuta, alm de um estudo aprofunoado, perfeito co-
nhecimento das cousas Attendendo s mais
palpitantes necessidades da nossa provincia, S-
Exc uo se conientou em apontal-as, e em pedir
aos eleitoa do povo remedio prompto para ellaa :
desceu a analysalaa, a diacatil-a, aecnndado
geinpre og argumeutoa irrefuuveis e do reflexoe
seutenciosas.
Grabas a epergicaa e emcaaea prcvidenc ai to-
madas por S. Exc, a alteraco da crdem publica
que ltimamente teve lugar na comarca de Gra-
jah, foi de prompto restabeleeida ; e, na Villa
Mirador, ondo recentemente occ.rrcu o desagra-
davel incidente que j ti ve occasio de noticiar-
Ihe, estamos certos de que em eonsequencia das
acertadas e prudentes medidas de que S. Exc.
laricou mo, em breve tenhamos d ver asegu-
ranca publica garantida e a paz restituida aos
seus dominios.
Por tantos e tao relevantes servicia que fazem
honra sua administracao crite.-ost; e aos perse-
verantes e patriticos esforco3 que deaenvolveu,
bem significativas proras de elevado apreco e
consideraco tem S. Exc. aqui recebido.
Assim a Assembla Legislativa Provincial em
sua sesso de 20 do corrente, apresentou urna mo-
?ao de confianza, que foi approvada por quagi
unanimidade de votos, concebida nos seguintes
termos :
A Assembla Provincial do Maranho, inter-
pretando fielnient-3 a opinio da provincia, con-
signa na acta de suas sesses um voto de louvor
ao conselheiro Bandeira de Mello, pela maneira
brilhante co:.n que se houve na administracao da
provincia, economisando os dinheiros pblicos,
respeitando a liberdade do voto e restabelecendo
a ordem pnbiica alterada e o imperio da lei.V.
de Castro, \raujo Costa, Sergio Bayma, Costa
Lobo, Marques Rodriguej, Pinto Saldanha, Mar-
tins Costa, Viriato Lemos, Marcoliuo Brando,
Jos Maranho, Honerio Bello, Joaquim Coelho e
Aristidea Coelho.
Nao obstante a apresentaco de urna emenda
assignada por dous dissidentes collgados mi-
noria de tres liboraes, a mocao foi approvada por
todos os demais deputados.
A Santa Casa da Misericordia em sesso da
mesa plena rennida no dia 21 do andante, tamben:
apresentou a seguinte moco, que foi approvada
por unanimidade dos seus membros :
Reconhecendo o zelo e dedcaco com que o
Exm. Sr. couselbeiro Joo Capistrano Bandeira da
Millo tem servido o cargo de provedor desta r-
m indade, proponho que na acta da sesso de hoje
seja consignado ura voto de gratidcr ao mesmo Sr.
conselheiro, que rrAiito se nteressa pela prosperi-
dade desta instituico'de caridade. Maralo, 21
de Abril de 188G.O mordomo da igreja e cemi-
terio, A lexandre Collares Moreira Jnior.
Corre como certo que o Sr. couselheiru Bandeira
de Mello recusara urna outra presidencia, de pri-
meira ordem, visto os seus interess.-s o charaarem
corte.
Partindo d'entre nos, desojamos S. Exc. e a
sua Exma. familia prospera viagem c completo res-
tabelecimeuto, e fazemos ardentes votos para que
o governo imperial, compenetrando-se dos rele-
vantes servicos que o Sr. conselheiro Bandeira de
Mello prestou a esta indit03a provincia, unidos ao
seu nvejvel renome e glorioso passado, saiba
conferir-lhe os galardoes que tem inuontestavel
direito, como administrador justo, que foi, moVah-
sado e zeloso no sagrado cumpnmento das suas
espinhosas obrigacoes.
A companhia de riavegaco vapor desta
provincia acaba de por disposico do Sr. conse-
lheiro Bandeira de Mello, um dos seua melhorea
vapores para conduzil o o aos numerosos amigos
que o acompauham at bordo do paquete do sul.
Esta prova de considerar) bistante significa-
tiva da sympathia e elevado apreco que sempre
aqui gosou S. Exc, entre gregos e trvanos, por
isso que a companhia de vapores, ha maito, est
sob a direceo d'aqueiles que morrem de amores
pelo partido decahido.
A respeito da sensata administracao do nosso
Ilustrado comprovinciano o desembargador Joa-
quim da Costa Barradas, eis ojiue diz, em aeu
noticiario, o Diario do .'IarauIuio,d-: hontem :
A administracao do Cear. Alegra-nos sobre-
modo ter de noticiar que a administracao d> il-
lustrado maraohense, Exm. Sr. desembargador
Joaquim da Costa Barradas, comecou cercada das
maiorea attences de toda a imprensa da capital
visinha, que lhe tece os me'hores encomios per ha-
ver elle tomado certas medidas que o interesse da
provincia reciamava.
Temos f que assim acontecer at final, pois
nao faltara ao distincto magistrado n :m o^ preciso
criterio, nem as indispensaveis habilita^oes para
bem desempenhar, e a contento de todos, a alta
commisso que lhe confiou o governo.
No dia 23 do corrente foi ce >mmettido de
urna congesto cerebral o Sr. major Joo la Matta
de Moraes Rogo, um dos membros maia salientes
do gremio conservador, que reconhece a chefia de
S. Exc. o Sr. Dr. Gomes de Castro, nesta provin-
cia, deputad assembla legislativa provincial,
em repetidas legislaturas, onde sempre se distin-
gui, redactor, em diversas epochas de varios jor-
naes politie>8 e luteranos, e asss conhecido por
seus numerosos escriptos O critica de esmerado
gosto.
S. S. tem sido constantemente visitado por gran-
de numero de amigos, que procuram porGa sig-
niacar-lhe e sua familia o pesar que os acabru-
nha por to lamentawl acontecimento.
Segundo a opinio do seu facultativo ass3teate,
Dr. Affonso Saulnier, o Ilustre doente acha se
consideravelmente melhor da terrivel raolestu qne
o atacou e Ito de peri o.
Por aehar-ge soffrendo em sua saude e ter
necessidade de retirar-se para os seus lares, pe-
dio c obteve exoneracao do cargo de presidente da
nossa assembla legislativa o Ex Araujo Costa, sendo substituido no mesmo lugar
por S. Exc. o Sr. Dr. Francisco Jos de Vi, eiros
Castro.
Sbese aqui por telegramma expedido de
Roma haver sido nomeado para o elevado cargo
de prelado domestico de S. S. o Pap* Leaj XIII,
nesta dicesi-, S. Exc. o Rvdm. Sr. Dr. Joao T-
lenno Guedelha du Mouro, vigario geral e pro-
visor do bispado.
Seinelbaute escolha, que bem poe em relevo as
eminentes virtudes, reconecida sabedoriae fer-
vorosa dedicarlo de S. Exc, pela causa da nossa
santa religiao, foi recebida com iad zivel conten-
tamente, pois rec ihio sobre um sacerdote digno a
todos os respeitos do^fctamento e affeicio da so-
ciedade maranheuse.
O publico teve o prazer de asistir este aano,
nesta capital, solemoidades religiosas da sema-
na santa, celbralas com todi3 as formalidades do
estyln, e com um brilhantismo de que ha muito
nao ha noticia entre nos. Desde a vespera do do-
min^o de Ramos, em que a noasa igrej i c ifhedral
reabrio-no3 as sua3 portas, via-se este magnifico
templo revestido de galas e replecto de fiis de-
votos que, com a mais fervente adoracc-, assis-
tiara ana actos rsligiosos, em honra ao Deus, nosso
Salvador.
Devemos aqui tornar bem patentes a pampa e
esplendor com que foram realisados os offieios di-
viuos, gr.iaa aos incansa -eis e perseverantes es-
forcos do nosso virtuoso prelada, que todos elles
presidia, e do mouselhor Dr. Mouro, os quaes nao
poup ivan diligencias para dar to memoravel
festa a magnitnde e realce que lhe sao devidos.
__ Segundo consta de um despacho telegraohi-
co do' servico particular do Diario do Maranhd,
foi designada a comarca do Codo, nesta provincia,
ao distincto maranheuse, Dr. Torquato Mendes
Vianna, juiz de direito que depois de haver admi-
nistrado as provinpias do Piauhy e do Cear e
exireido a comm8sio|ie chefe de polica da Baha,
tinha sido considerado avulso.
O Dr. Mendes Vianna um magistrado ineger-
rimo, qne gos do um nome re3peitavcl por sua
illustracio e intogridade de carcter, e urna segu-
ra garanta para, a comarca cuja dirccylo acaba
de ser-lhe commettida-,
Sem mais assumpto que possa interesaar aos seus
wMMMaaaaBw>aa"
1


^sj"
2
Diario e Pernambuco---Quarta -feira 5 de Maio efe 1886
numerssos
missiva.
assiduos IcrtOCs, aqu teraiuo esta
PARAHYBA-2 de maaio de 1886
Inteira tranquillidsde rema nesta boa trra, e
contina a chover por toda a parte, de aorta que
ha animadlo pela esperanza da safra regalar.
Alin desta noticia, nenhuma outra de grande va
lar teaho para transmittir.
Foram dispensados da secretaria do governo
quatro collaboradorea qoe alli si i visan, augmen-
tando com i65000 OMasaaaa desposa da provin-
cia, e segundo estamos iurorasados cutral despe-
zas sero reduzidss, porque vamos atMrveesar o
periodo em que mata escassas sao as rendas da
provincia
O presidente da provincia tracta de promo-
ver a organisacao da caixa econmica dea a capi-
tal. Ha muitos anuos foi nomeado o eonselho fis-
cal, ijie nunca fuaaaonou. Era presidente o
Exrn. Sr. Bario de Maranguape que mudou a resi-
dencia para a corte. Dos quatro membros do eon-
aelho, falleceu um, o Sr. commendaJor Jos Fran-
cisco de Moura. Restam apenas tres na provin-
cia, o conego Leonardo Meira, o Dr. Arago e
Mello ; o Dr. Souza Carvolho.
Par* substituir o fallecido foi nomeado proviso-
riamente o Sr. Francisco Jos do Rosario, admi-
nistrador da Consulado. Os membros actuaes, jun-
tamente com d Sr. Rosario, foram convocados pa-
ra se reunirem e estudarem os meias mais vanta-
josog a levar se a effeito a utilissima ins'ituico.
Urna lei provincial de 1884 autoriaou o presi-
dente a despender annualmente 6:000 com as
desprzas do pessoal eexpedimte da caixa econ-
mica. At agora nada se havia feito, sem duvida
pelas difficuldades finaneciras. Se fr, porm,
boa a safra este anuo e se conseguir-so (restaurar
o crdito da provincia, possivel que at o tira do
anno flquem dispostos os ineios de restabclecer-se
a caixa.
Noticias aiuda de Areia intormam que o de-
legado de polica, em vista da falta de dinheiro
na eollectoria para pagamento da diaria a os pre-
sos r. colbidos eadeia d-'aquella cidade, autori-
sou que elles saliis.-em a esmolar. Deste faeto
aprovetou-se um dos jornaes da opposicao para
fazer sarga adrainistraco.
O facto certamente irregular, e mostra c un
que embarazo luct-im as administracoes, tendo de
servir com autoridad- s policiaes que nem oe quer
tem a iniciativa de afastarem qualquer pequea
difficu Idade.
Era tojas as localidades da provincia onde ha
cadeias maiores, e contendo grande numero de
presos, alimenfaeo (lestes tem sido satisfeita
regularmente. Nunca se deu na capital, em Pom-
bal, em Campia Grande, em Maraaoguape, o tac-
to que agora succedeu no Brcjo de Area.
A autoridad.; policial foi censurada pelo Dr.
chele -le polica, e a collectoria habilitada com os
fundos necessarios. Segundo as ordens em vigor,
era oungaco do delegado contracta' o forneci-
mento dos gneros para a racao dos presos, afim
de serein pagas, como o tem sido sempre, as con-
tas dea fornecedores.
Corre que apresentado candidato na elei-
co a que se vai proceder hoje no 2 districto, o
Revm. conego Leo ardo Meira.
Desta forma o eleitorado do 2o districto protes-
ta contra e resolu^o que o Ilustre conego bavia
tomado de )etrar-se das luccas activas da poltica.
Cuegou capital e parte amauh para a
corte o Ex ni. Sr. Dr. Francisco de Paula e Silva
Prim), eleito deputado pelo 5" districto desta pro-
vincia.
O Ilustre chefe liberal foi eleito por quasi una-
nimidade no seu districte, onde tem indisputavel
influencia.
Acha-se nesta provincia o capito de enge-
nheiros Caetano Maooel de Faria Albuquerque,
que veio dirigir as obras militares em construccao.
At agora forern ellas provisoriamente dirigidas
pelo engenheiro civil Constante AtTonso Coelho,
ex-ajudante do engenheiro fiscal da estrada de
fetTO Conde d'Eu.
S ha urna obra militar em construccao, o qaar-
tel de infantaria, comecado ha muitos annos, e
Irequcntemcnte adiado para melhores pocas. Es-
tas demoras tem daao em resultado o eneareci-
mento da obra, em consequencia dos estragos que
lhe tem *dviudo das intemperies.
PERNAMBUCO
Assembla Provincial
REl'NIAu EM 16 DE ABRIL DE 1886
mmmammmmti DO EXM. SK. DB JOS MANOEL DE BARROS
waxdeulki
Ao meio dia, feita a chamada, e verificando-se
estarein presente! apenas os Srs. Solonio de Mel-
lo. Barros Wan.ierl.-y, Hereulano Bandeira, Soa-
res de Amo.im, Reg Barros, Luiz de Andrada,
Tosta Gomes, Ferr,i a Jacobina, Bario de Cau-
ri, Sopronlo Portella e Prxedes Pitanga, o Sr.
presideutu declara nao haver sessao.
O Sr. 1" secretario procede leitura do se-
guinte
EXPEOIENTF.
Urna petico de Antones c C, requer.-n lo am
piiacn da lei n. 535 de 20 de Junho de 1888.
V o r i de legislarlo.
Out. .i de Pedro de Barro Wanderley, reqne-
rendo o ab ttioant ide .'50 / sobre o valor da arre-
-A' commisto de ornamento municipal.
O pi la dissoive a renniio
23 ESSO EM 1? DE ABRIL DE 1880
rasrnmcu do i:xji. sk. dr. jos siascel ve i
V \:..
Ao meii din. feita a chamada, e verificando-se
estarein presentes os Srs. Bats c Silva, Coelho de
Mar. ne i de ;i, Soares d'Auorira, Solo
nio de Mello, Dominguea da Hilva, Antonio Vie-
. Joii i Alves, B treto Jnior, Barros
-.V ioderl drada, Ferreira Vela bu, aaaTtulano Bandeira, Go-
af, Bog.b ito. Joo d'Oliveira, Bar
de II
le Tabatio-
. C >aU (o.;.es e I'i...
!' ....- tte declara aberia i
ira Costa, Fer-
. ia, Costa Rib ir Drum-
Sr. Antonio Con
e se R sa e Silva. G mealves Fe:-
Javencio Mara, Sophruniu Portel-
ig
a debate apprnvad
> de l. i; da renuiao de 16.
O Sr. Io secretario procede leitora do se-
..te
EM
Usa officio da cmara municipal de Correntes.
peindo a approvacao do cdigo de posturas, re-
metti o am 22 de Jullio de 1885 presidencia da
provincia. A\;mmisso de t-xame de postu
Um abato assignados de empregados pblicos
provincixes, uposeutad-js, jubilados e refero
. lo contra o de.-conto de 5 por erata en
s u: ordenados.A' counr.issao de urcamento pro
rinoi i
cticao de Beilarmino lis Santos Bulcao
Filuo, eacriva. privativo do jory e sxecnoes cri-
mina-s da Victoria. Mqacxendo q anne
xados ao seu cilicio, os de ptvedori e re-
s, exercidos pelo escriv3o de orpha-s e au-
sentes.__A' cooimissao de justica eivel c crimi-
nal.
Outra de Joaquim Jcs da Rocha, ofticial de
justica da cmara de Olinda, -. qm n ndo
ment de 229*73 K que lhe deve a cmara muni-
cipal d'alli. de cusas de procesaos.A comraissao
de ornamento municipal.
Outra de Tito Alvares na Cunlia, arrematante
de diverso impostos munieipaes da Victoria, na
importancia de 2:36-1*000, requerendo
4> parte do valor da arremutaco.A' commissao
de orcamento municipal.
Ootxa d ionio Coiss.iro, idem iden-, m
valor de 1:4484, requerendo o mesaao abate.i-
mesma commisoio.
Outra de B.-rn rdino Gomes de Carvalh i, r^-
correndo da deciso da presidencia da provincia',
coniinnau.io a da ju ita especial do tbesouro pro-
vincial, snjeitan o-o ao ragamento de 241560 do
impst) de quota, como exportador de assucar. -
A' coamissao de orvamento provincial.
lidos, apoiados e julgados cbjectos de deli-
beraco, v5o imprimir os seguintes projecto:
N. 44. A assembla legislativa provincial de
Pernambnco resolve :
Art. nico. Fica o presidente da provincia au-
torisado a mandar admittir no Gymnhsio Pernam-
bucano o menor Vicente, filhode Vicente Mara de
Hollanda Cavalcnte, como interno gratuito.
Re vega das as disposicoes em contrario,
Sala das sessoes, 16 de Abril de 1886.O de-
pntado Ratis e Silva.
N. 45. A assembla legislativa provincial de
Pernambuco resol ve:
Art nico. Fica annexado ao termo de Palma-
res o engenho Brejinho.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Sala das sessoes, 16 de Abril de 1886.Luis de
Andrads.
E' lido e posto em discussao o requeritnento do
Sr. Prxedes Pitanga, apoiado na sesso antece-
dente, sobre a existencia do beriberi na casa de
deteaclo.
O Sr. PvaxWBe l*ns;aSr. presiden-
te, nao venko traaer casa um reanerimeuto cono
o simples intuito de fezer opposicao presidencia
da provincia.
Devo esta declaracao, porquanto, amigo pssoal
de 8. Exc. o Sr. presidente da provincia, eu nao
viria nesta tribuna dirigir-lhe urna offensa, se nao
estivesse certo de qoe S. Exc., critenoso como ,
tomara em consideracito todas aquellas medidas
qoe tenderem em bera da provincia.
Venh tribuna porque crreme o dever, como
membro da commitsao de sode publia, de saber
se verdade que se tenha desenvolvido o beriberi
na casa de detenco, se S. Exc. tem d isto scien-
cia e quaes os meios de que se tem servido para
deballar esse mal
Vi pplo jornal de boje que 8. Exc. mandou
transferir para o Presidio de Fernando de Noro-
nha 11 individuos que se achavam atacados de
beriberi na Casa de Detenco ; mas isto nao basta
para que a assembla se contente com essa me-
dida, como definitiva. *JA questao que seu mal
tem a sua sede naquelle estabelecimento, se o mal
continua alli a desenvolverse, a remocao dos
affectados nao satisfaz as exigencias da hygiene
e da salubridade daquelle edificio.
E' muito natural que chegando ao conhecimen-
to de S. Exc. que se desenvolve umn epidemia
n'ura estabaleciment onde se agelomera um
grande numero de individuos, S. Exc. procura
nao s indagar das causas dessa epidemia como
removcl-as quanto Mr possivel e couber em suas
torcas.
Estou couvencid deque S. Exc. nao poupar
os meios ao seu alcance para chegar a este resul-
tada; mas como disse corra-me o dever de, como
membro da commisso de saude publica desta
casa, saber quaes os meios deque se servio o Sr.
presidente da provineia para chegar a este resul-
tado : que as medidas tomadas para resolver es-
tas diffiuldades ; se nomeou alguraa commisso
que estudando as causas occasionaes do desenvol-
vimento d'-ssa epidemia aprsente providencias
para dehellar aquelle mal, que tem sido o fligello
desse eetabelecimento em grande escala, como
tarabem desta cidade.
O mal parece que tinha detapparecido ha al
gum tempo, mas eis que volta para o tnesmo
jionto.
Parece que crcumst incias peculiares Aquelle
estabelecimento dao lugar ao desenvolvimento do
mal, e indispensavel que S. Exc., cuidadoso
como se interesse pelos individuos que se achara
naquelle estabelecimento, que. alm da posiclo in-
feliz queja oceupa na sociedade, nao devem estar
Sij-itos a uina epidemia c portanto deve procurar
os meios de remover as causas desse mal.
Espero nois, que S. Exc. tomando em consi-
deracao o" pedido que faco a esta casa, procure
nao s por intermedio do facultativo encarregadn
do servico daquelle estabelecimento chegar ao co-
nhecimento das causas que determinamo mal,
assira como dos meios necessarios para o seu
desapparecimento ; e se isto nao fdr bstantfe pro-
Cure nomear urna commisso especial para dar
parecer a tal respeito.
Niio tenh entro intuito seno prestar o meu
auxilio ao bem estar daquelles que alm de esta-
rem privados dos direitos de cidado, porestarem
em urna prisilo, sao atacadas por nma molestia que
rouba a saude e a vida.
O Sr. Keiiiielra Coata (Nao devolveu
seu discurso) .
O lir. Jos Mara(Nao devolveu seu 1is
curso).
O >tr. Besjaelra Costa-Peco a pa-
lavra.
O Sr. PresidentePelo regiment nao posso
dar mais palavra ao nobre deputado.
O Sr. Rcgueira CostaPeco a palavra para
urna explicacao pessoal.
O Sr. PresidenteNao posso dar a palavra ao
nobre deputado.
O Sr. Regueira CostaNem mesmo para urna
explicacao pessoal ?
O Sr. PresidenteNem mesmo para ieo.
Ninguem mais pedindo a palavra encerrada a
discussao e posto a votos o reqaerimento appre-
vado.
E' lido, apoiado e sem debate approvado o se-
guate requerimento :
Requeiro que por intermedio da presidencia
da pnvincia as seguintes intormacoes :
Io So existe em Goyanna irmandade admi-
nistrntiva l'galmeute instituida ;
. 2o Se est a :argo desta irmandade a admi-
nistragsVi do ho.-pitni :
" 3 fi ie patrimonio possue. em que consta e
qu- rend ment pode produzir ;
4* Se a irmandade concorda em que seja o
hospit I sujeito administracao da Sauta Casa
do R-cife, desstindo assim dos direitos que lhe
""" i ''
. S. R. 12 de abril de 1886 Dr. Prxedes
Gomes de Soasa Pitanga.
E' lido, apoiado e entra em discussao o seguiute
requerimento :
Requ'-iro' que se pesa ao Exm. Sr. presidente da
previ ma inrorraacoes acerca da falta de urna es-
tablo ou abrigo par^ os passageiros da estrada de
fe' do Recite a Caxang, no lugar denominado
Porl i lo Lasaerre; e porque o cxrrosde 2*classe
sao tanundi dos pelas chuvas e ob passageiros
completamente molhaJos, como succedeu no dia 16
.or-.
S. R. Em 1T d : -Vori! de 1836. Ferreiri Ja-
cobina.
O !>r. Ferr>lra Jacobina Sr. presiden-
te, nao ebegada aoccasiio de levantar um brado
de censara nem ao ndrainistrador, i>em A comua-
i d :
l).'-ej) apenas ser informado do motivo porque,
berto o transito na estrada de fer:
:_i e designado pela administracao
o Pee -erre, como um dos pontos de pa-a
! t -'o. entretanto, os passageiros de ficar ua
raa es .r>tos soso! e chava, sm que at boje s-
i aban o esse mal, sea am ponto de abr-
eo l'm r. Deparado E.'t ao contrato?
O Sr. Ferreiw JacobiosE'do que >-u desejo
ser informado. Se a obligara nao existe no Cjd-
fra'o. necessario que se tome qualquer pr .vi lea-
1 lo tacto nao iii-ids importante.
B" I istimavel, Sr. presidente, sieso de ser extraor-
Binarameate pe a licial, que os carros di empresa
a citejam de tal modo que oa
passageiros sejam c nstanteinent" molbados e elles
nnundad s pelas crtenles das chovas, de modo
que torna-se iinpossivel permanecer alli. Nestaa
eondiooes, port into, n dseje ser informado e sa-
ber quaes as providencias que o administrador da
provincia tem tornado para fazer cessar esse esta-
cousas.
E" muito possivel, como diz o nobre deputado,
que o administr&d n da p snore o taetos:
en, porm, os trago aqni, offereeendo de amboa o
meu testemonho oceular. E'. p U, aeeessario que
se reni-.a essa diificuldadu : 6 preeivO fCT M
-. n .tado oo se decieute. Oque
-lado de cousas.
Tenbo concluido. ,
O Sr. Jarro farrolo Jnior (1 se-
rio, pe i ordem)Sr. presidente, requein
que m para ordem do dia o projecto d.' or-
i a uraa semana
de ferias, tmp> sullicicute para es nobres depu-
tados estudarem a mat
O Sr. Jom Mara(Nao devolveu o seu
i I ?o.)
I'ost.avoto" o requerimento do Sr. Barros
H :r: o notOT approvado.
Pnsaa se
Ia PARTE DA ORDEM UO DIA
Proeede-se a vota^ao do reqaerimento rio Sr.
Jos liara cuja discossaV) havia fie ido encerrada
Dtetelo antecedente, adiando a discussao do
i d. 27, d 'ste anno, por 24 horas.
E' rejeitado, continuando portanto a discussao
do moj 'o.
() ar. Gasp ir de Dr iramond [FuoPeco a pa-
lavra.
O Sr. PresidenteTem a palavra o nobre de-
put do.
O Sr. aupar iTe Drumotend Filbo
(Nao devolveu o seu discorso.)
O Sr are* d" Amsrlin As vezes,
Sr. president', o deputado c arralfcado tribuna e
impellido a tomar urna posicao -entre os seus col-
legas com satrifico de todos os seus hbitos, com
quebra de todos^os seus mais firmes protestos.
Eu nao desejara de modo algum temar parte
neste debate do projecto df fixace da torca poli-
cial, porque considerado elle, bem ou mal, de pu>
ra discussao potioa e nSo querendo negar os tac-
tos ; deseoitinando ao manto lmpido dos partidos
as suas ideas envolvidas em farrapos, e mancha-
das de negras e sombras maclas ; rasgadas as
suas bandeiras pelo encontr de contrariados iute
reases ; soltos em tiras os seus disticos caracte-
rsticos: eu, Sr. presidente, sectario de um desse
partidos, do partid* que acaba de reeeber das
maos doseas adversarios polticos as redeas do
fovern qusi esphaceladas, depois de paasarem
pelas maes de 7 gabinetes liberaos, formados ao
que parece oom a flor da sua gente, eu nao que-
ra, repito, tomar parte neste debate, porque sen-
ta repugnancia esa fazer qualquer ecusura a face
de amigo a quem preso, pela qual podesse de
qualquer modo magoal-os.
Isto p-iim, Sr. presidente, nao quer diser, qoe
eu estivesse inhibido de per accidet rebater qual-
quer expressao desairosa, protestar contra qual-
quer sentimento apaixonado.
Vio V. Exc, Sr. presidente, e vio a casa o modo
bastante injusto e tal vez inconvenientissimo oom
que o meu distincto amigo.representante do 8o dis
tricto, leader aqu da bancada liberal, lancou-se
obre o-clero, motivado por um simples aparte meu
pelo qual repellia e repellia indignado o labo de
escravocrata, que atirava sobre o nvu partido, di-
zeodo nesta assembla que a idea abolicionista era
urna idea cxdtuiva do partido liberal.
Sr. presidente, abolicionista tanto quanto S.
Ext., sem contestaetto alguma, filho de um torrao
aonde nao respiramos mais os miasmas ptridos da
escravrl.ij. ..
O Sr.- Jos MaraEot2o V. Exc do CearA
O Sr. Soarss de Amorim Sou do Ass e V.
Exc. sabe que IA nao ha escravos.
Mas continuando..., filho de um torrao aonde
as almas livres da liberdade, esvoacamlo nao en-
contrara seno tontos de irmos e iguaes perante a
lei ; abolicionista porem felizmente militando as
fileiras de um partido de ideas bem contrarias As
do de S. Exc.; abolicionista, porm abolicionista
que v'na propaganda da nobilitaria idea dos
conservadores e liberaes, nobres e plebeus, santos
e peccadoies, catholioos e atheus, eu, Sr. presi-
dente, devia protestar contra o que dizia o nobre
deputado a respeito dessa idea, faxendo-a exclusi-
va do partido liberal.
Um Sr. DeputadoMas lembre-se o nobre de-
putado, que o partido conservador levantou-se
contra ella.
O Sr. Soares de AmorimAceito o aparte esm
que me honra o nobre deputado, e espero desfacer
o equivooo de V. Exc.
A idea do abolicionismo, senhores, idea do par
tifo liberal!!...
Como varremos tilo depressa da memoria os
acontecimeotos de hontem ? .'
Quem dcslocou na ordem social o movmento
abolicionista, esse movmento s>-m perturbacjlo
dos direitos destacadamente adquiridos A sombra
das nossae Icis e cncravados na economa nacio-
nal V
Sejamos graves e sinceros : Foi o partido con-
servador ou foi o partido libral ?
Esse movmento grandioso, espontaneo e nobre,
esse movmento que sinthetisara o pensar e o que
rer quic de urna nae,Io inteira, principiou a en-
fraq aecer desde o raomeuto em que o gabinete 7
de Junho sentindo se sem a confianca precisa para
gerir es interesses colleetivos de um povo livre,
reconhecenio-se fraco, sem alent e sem meios
para lutar cora dignidade e patriotismo, teve a
ouca pretencao de faser exclusivamente sua urna
ideia, que inflamava o coracao de todos nos !
0 Sr. Costa RibeiroEis ah a nossa divergen-
cia.
(Ha muitos outros apartes).
O Sr. Soares de AmorimPerdi; eu nao d-
rei nuoc'i, cenhores, qoe a ideia do abolicionismo
seja iicia exelosiva de algotu dos nossos part fs
militantes, muito embora adduza factos que nobi-
liiem o mea.
E realmente, Sr. presideute, ainda qne ignorante
infelismente da historia patria (nao apoiados), pro-
curo escrupulosamente um s acto legislative con-
tra o maior cancro social qu nos orre*, ptaMMa
do pelo partido liberal, e com d4r eoafesie, som
lamentos maldigo da miuha inditosa invsstigfao
nos campas ridos da jurisprudencia : qumiiue ti
non inveni.
Couheco apenas, como tio brilhantemente acaba
de provar o meu distinctissmo amigo, astro de
primeira grandeza no mundo das intelligencias e
Ilustre deputado pelo 1. districto, tres e nica-
mente tres actos legislativos contra a escravidao
dosde que os partidos liberal e conservador dispu-
tara a primazia no terreno constitucional.
Sao elles a lei de 1850 extioguindo o trafico; a
lei de 28 de Setrmbro de 1871 libertando o veatre,
cogitando do futuro dos ingenuos e instintuindo
o tund* de einancipacio; e por ultimo a lei de 28
de -c tem loro do anno pn asado, lei incompleta, po-
rm que em todo caso deu um passo legal em fa-
vor da extinecao da escravidao.
Se por ventura, meus collegas, cu falto verda-
de, peco -jue me contestem : mas pens qus tudo
isso pertence ao partido conservador. (Apoiados
da bancada conservadora).
Eu peco liceuca aos nobres deputados para d-
zej llies que fallo como abolicionista convicto e
sincero, que tem tanto amor pela santa causa dos
escravos, que se por ventura encontrasse o Sr.
conselhero Dantas pdas ras d'esta cidade nao
trepidara em dzer-lhc : V. Exc. euforcou a gran-
di isa ideia do abolicionismo. (Apartes).
Eu como abolicionista entendo, que nos outros
nada, absolutamente nada devemos ao partido li-
beral (apartes), a nao ser a patemidade d'esse
rachitico projecto hoje convertido em lei, cujo
parto tao laborioso custou-lhe a vida.
Um Sr. DeputadoAhi o partido conservador
.in Ion para traz.
O Sr. Soares de AmorimPorm lembre-se que
ticemos necessidade de acceitar esse acto legislati-
vo tal qual viera da Cmara dos Deputados, por-
que erali.-n cemnre dava um passo para o futuro.
O Sr. Jo. de Oiiveira Retrogradando
O Sr. S 'ares de Amorim Como conservador
acato essa lei, e confio que ser mais urna pe-
dra no sumptuoso edificio da abolico da escrava-
Sr. Presidente, cu niio sou das filenas libe-
raes, mas f.Igo de ser abolicionista porque esta
uraa ideia que ennobre o hornera. Admitto que
sorabr-. das nossas leis os correligionarios nossos
possuam cscrav s; mas nao coinprehendo i luz da
razao como um liberal e liberal adiantado que se
diz abolicionista possa tel-os era sua casa.
Um Sr. DeputadoIsso serii uui contrasenso.
O Sr. J lio de OiiveiraOreio que nao ha abo-
i -ion ata que poseua escravos.
O Sr. Soares de AmorimO nobre deputado a
qu-m respondo, Sr. presidente, arrastado sem du-
ida pelo cal ir 11 d.scusso, disse tambem que o
clero era cssencialinente escravocrata.
Este qualifieativo, meu collega, magoou-me so-
bremodo.
para as posices eminentes da hierarchia ec-
ctesiastica nunca se fez questao entre os fidalgos
e os que nasceram no captiveiro : e quando The-
genos, fidalr-o de alta linhagem, era simples deo
de Troyes, Ebba, que nascera escravo, 6ra o bispo
de Rhims.
As ordens religiosas dos Trinitarios e das
Mercs foram instituidas exclusivamente para A
rederapc&o des captivos.
A historia das colonisacoes hespanholas o por-
tuguesas por assim dizer a historia da lata en-
carnicadado clero contra a escravidao.
Clemente IV responda em 1216 ao rei de Hun-
gra, que se recusava aceitar em seus estados am
bispo queaascera escravo; (leudo) Que sssas dis-
tinecoes eram resultado da miseria humana e in-
dignas de consideracao, e que nio dependa da
voniade humana destroir as lois de Deus e da na-
tureza, pelas quaes todos os horneas nasceram li-
vres.
Tamos as constituiooas de Eng. 4o, Pi II,
Clem. 1, Xisto IV, Paulo III, Urb. VIII. Bent.
XIVeGreg. XIV eXVI.
Uouve quem j dissesse tambem (lendo) : Que
era necessario confessar com recouhecimento os
nobres e corajosos esforcos, que no fim da meia
idade como nos primeiros tempos do christianismo
empregpu o clero em massa para defender esse di-
rcito que a humanidade possue por natureza
Como pois, pod-se lanzar sobre o clero etse la-
beo injurioso, dizendo-se em urna assembla Ilus-
trada com esta, que elie jamis cogitou do abo-
licionismo, quando, Sr. presidente, foi o sacerdo-
cio de Christo o primeiro quo estlgmatisou a es-
ravidao na face da trra ?
O Sr. Joo de Oiiveira Eu nao disse isto. Fal-
lo do clero actual.
O Si. Soares de Amorim O clero da actuali-
dad*?...
V. Exc condoz^me entilo a om terreno, onde
posso diser A V. Exc : est em perfeito engao,
ra stra completa ignorancia da origem e da mar-
cha progressiva dessa idea no Brasil. Senao di-
ga-me V. Exc.:
Quem foi entre n3 que primeiro ergueu a sua
vos no seio do parlamento, contra o trabalho es
cravo ? Nao foi o immortal D. Romualdo, Mar-
ques de Santa Crus, inclyto arcebispo da Metro-
pole ?
Quera foi que externou primeiro a idea dessa lei
de 1871 ? Nao foi um monge benedictino, que do
alto do pulpito da S da Bahia apontou a idea do
ventre lwre, como um meio de se extinguir a es-
cravidao no Brasil ?
E nao foi a sua ordem quem primeramente li-
bertou os eeus escravos e insttuindo escolas para
a educacao dos ingenuos ? Isto um facto hist-
rico dos nossos dias.
Quem foi que oooperou em grande parte para a
extiuccao da escravatura ne CearA, sean o nosso
venerando Primaz, quando aili bispo, e o seu de-
nodado clero ?
Nao se reesrdar tambem do muito que feito o
principe desta igreja pernambucana, que felizmen-
te hoje a preside, e quasi a totalidade do seu
clero ?
Declarar o nom de todos esses sthletas seria
cathalogar o meu discurso.
Sr. presidente, vou terminar. Desejaria ter a
ekquencia do meu amigo, que acaba de deixar a
tribuna, desejaria ter aquelles vos explanados e
altaneiros que electrisaram-nos, e ento faria urna
completa apologa do clero em favor do abolicio
nismo: porm nada disto possuo. (Nao apoiados).
Um Sr. Deputado-Defendeu brilhantemente.
O >r. Soares de AmorimMesmo, Sr. presiden-
te, a hora estA bastante adiantada e creio que Vv.
Eics., com eu, acham-se bastante fatigados.
Assim, pois, julgo ter nestas poucas expressoes
defendido o clero universal e brasileiro da pecha
pesada e infamante, que sobre elle iancou o meu
collega e distincto migo o Sr. Joao de Oiiveira.
ortauto, pe^o permissao pira sentar-mo, e se
f> pecessario, voltarei novamente A tribuna.
TscesMulte bem, muito bem.
Vesa a mesa, lido, apoiado, e entra oonjuncta-
meate em discussao o seguate requerimento :
< Requeiro o adiamento da discussfio por 48 ho-
ras Jos Mara.
Nioguem pedindo a palavra, encerrada a dis-
cussao, deixando-se de votar por falta de numero.
Passa-se i
2" PAlirS DA OKDBM DO DIA
Entra em 2* discussao e fica adiado o projecto
n. 23 deste anno.
O sr. presidente levanta a sessao, designando a
segrate ordem do dia : 1* parte, continuacao da
2 discussao do projecto n. 27 deste anno ; 2" par -
te, 3 discussao do projecto n. 9, 2* do de n. 26 e
Ia do de n. 43, todos deste anuo.
Caixa Econmica e Monte de Soc-
corro de Pernambnco
Balancete em SO le Abril de
1SSS
CAIXA ECONMICA
Activo
Thesouraria de Fazendaconta de
depsitos
Thesouraria de Fazendaconta de
juros
Monte de
sagena
Juros
Caixa
soccorroconta de pas-
620:5554100
222:214*551
67:854*042
4654800
47-
911:0674493
O Sr. J.>ao de OiiveiraEu abr exeepeo por-
que j couheco V. Exc. de longa data.
O Sr. Soares de AmorimSer-me-hia muito
raais grato se de preferencia se dirigisse S. Exc.
pwegpslmente a mira e niio contra a classe a que
ni orgulho d-- pertence.r, e quo tem direito d ser
julgnda com impafcialidade e justica.
Pelo c intrario, Sr. presidente, affirmo eu, que
o clero essoncialmente abelicisnista, porque tem
j:n > .ni todas as mais, ura pharul
injetectivel para gaiar sua utcllipencia e seus
set s na doutriua d'Aquelle que plautou para
sempre n i Cruz a f'rat -ruidade universal.
A igrej i tem siJo sempre o asyio da liberdade
em todos os tempos, c a ruis fort) protectora da
sorte dos captivos.
Para dos iistrar ato rcraontarei se preciso for
at a primeira pica do christianismo, e o veremos
desde o principio n .s p'ssoas de seus a ostolos
enjugando as lagrimas da escravidao, quebran-
do lhe as pesadas cadeias e fazendo-a entrar no
goso .le todos os direitos sociaes.
-. Paulo qumlo enva Onesimo ao seu ex-se-
nhor Ph'deinuo com a segnmte supplica cscripta
do proprio punlio : (l)
" Peeo-te que o recebas como as minhas entra-
nhas, nao j como simples ej-ravo, mas como
i de escravo veio a ser ura dos nossos irmos
unos...
"Se pois me c msideras c mo intimamente uni lo
e.be-o como a mira m-aoio..,
Na successao dos seculos vem s S. Basilio c S.
Cl-mente pregando que a escravidao urna vio-
lencia a le natural.
Disse Santo Agostinho que a injustica por um
lado e a telicidade por outro sao a origem da es-
cravatura.
Os papas, os bispos, o alero, a igreja docente
exoortou sempre a todos sem distinccao de classe
nao t a libertaren] os seus escravos como at a
Ihes deixarem legados.
S na idade media 303 decisoes conciliares e
pontificias foram a favor dos escravos.
Pa$$ivo
Depsitos ou coutas correntes 911:0674493
MONTE DE SOCCORKO
.drfi'uo
Emprestimos sobre penhores 109:420*976
Valores depositados 139:00143? i
Movis 6:021*227
Cadernetas 107
Tnes-juro Provincial 3:2644000
Dospezas geraes 4:342*967
Aluguel da casa 1764000
1 m com leilij.'s 54460
Retorno de juros 2821 o
Lucros e perdas 10*288
Caixa 1:283*128
Capital
Cautelas de penhores
Juros
Caixa econmicaconta de passa-
gens
Thesooraria de Fazendaconta de
emprestimo
irnetas areliivadas
Saldos de penhores vendidos em
ledao
S. E. & O.
264:485*277
15:7605017
139:0015:177
4:688
67:354*042
33:987 1758
554000
3:61
864:485*277
O guarda-livros utcrmo,
felino D. Ferreira Coelho.
ihviSTA DIARII
Assembla Provlstcial Nao li inve b..n-
wm sessio, por terem comparecido apenas 18 Srs.
deputados.
A reaoiao foi presidida pelo Exm. Sr. Dr. Jos
Maooel de Barros Wanderley.
O Sr. 1 secretario procudeu a leitura do se
guite exp.-di.-ute :
Ura officio do secretario do governo, transmittin-
do copia dos officio da Cintura Municipal de Ou-
ricury, i ni que p-de reltva.So da multa a que est
sujeita pela disposigo do art. 51 da lei n. 1,717.
A' commisso de orvamento municipal.
Outro do -.ec-.-tu-to da presidencia da Parahy-
ba, agradecendo a renvssa dos Annaes de 1885
desta Assembla e prometiendo mandar em brev-'
urnas e-jlleccoes das leis d'aquea provincia. In-
teir ida.
Ura abaixo assignados de criadors residentes
no municipio de Cirabr- s, representando contra a
lei n. 1,857 do 1885.A' commisso de legislacao,
Una petieo do tenente Manoel Bernardo Oi-
m. s Silverio, eserivi do cri e de Limoelro, re-
querendo que se marque quota para a Cmara
Municipal d'alli pagar-lhe 150*950, de cu.tas ju
diciaes. A' commiso do orcamento municipal.
Outra de Anna Marques Perer* do Bego, pro-
fessora contraetada de 8. Jos do Egypt r.qu.--
rendo ser considerada effectiva.A' commisso de
instruccSo publica.
Outra da mesma, requerendo pagamento de ven
cimentas de accorlo com o regulamento de 7 de
Abril.A' commisso de inetrueco publica.
Outra da mesa regadera da irmandade do D.vi-
no Espirito Santo do Collegio. requerendo prefe-
rencia na extraccio, no presente exercicio, de duas
partes de suas loteras. A' commisso de orca-
mento provincial.
Outr do capito Francisco Nogueira de Quei-
roz Granja, reqerendo pagamento de 800* de re-
medios e tratamento que dispensou em Leopoldi-
na, em 1878, sos atacados de febres e hydropesia.
_A' commisso de orcamento provincial.
Out'a de Isabel Ignacia de Gusmo Villela, re-
querendo ser nomeada para ama cadeira de ios-
trueco primaria. A' commisso de instrueco
publica.
Outra da irmandade de Nossa Senhora do Ro-
sario da Boa-Vista, requerendo preferencia na ex-
traCco de duas partes das loteras concedidas
para suas obras. A' commisso de orcamento
provincial.
Outra da de Nossa Senhora da Assuinpcao da
Imperial Capella das Fronteiras da Estancia, re-
querendo o mesmo de duas partes tambem. A'
commisso de orcamento provincial.
Outra de Alexandre Rodrigues Ferreira, reque-
rendo que fique sem effeito a penhora de sua casa
de taipa por impostos porque tem apenas de 40 a
50 palmos de fundo e 20 de frente. A' commis-
so de legislacao.
Outra de Francisco de Aesis Fernandes Vianna,
requerendo o pagamento de 230 que lhe deve a
Cmara Municipal da Victoria.A' commisso de
orcamento municipal.
Um officio da Cmara Municipal da Bom Jar-
dim, pedindo que se marque a quota de 4:0004000
para ser auxiliada na compra de um predio para
suas sessoes e cadeia.A' comuisso de orcamen-
to provincial.
Era seguida dissolveu-se a reunio.
Prorogaco da tamembla Por acto
da Presidencia da provincia, de 4 do corrente,
foi prorogada por 20 d sembla Legislativa Provincial.
Tribunal do Jury do Rellfe Func-
cionou hontem este tribunal, sob a presidencia do
Sr. Dr. Manoel da Silva Rege, juiz de direito do
4"' e Io substituto reciproco do 5" dstrco crimi-
nal, no impedimento do actual presidente o Exm.
Sr. desembargador Jos Manoel de Freitas.
Foi julgado o reo Jos Vicente Ferreira, solda-
do do 2- batalho, pronunciado no artigo 205 do
cdigo criminal.
Patrocinaram a caisa os Drs. Jos Isidoro
Martin- Jnior e Loiz Rodrigues Ferreira de Me-
nczee Vasconcellos de Drummond.
O reo foi condemuada a 5 annos e 3 mezes de
prisao e multa correspondente a metade do tempo.
A defrza appellou para o Tribunal da Relaco.
Manta Caa de Minericordia do Re
feFoi expedido pela presidencia da provin-
cia o seguinte acto :
4* seceo. Palacio da presidencia de Per
nambuco, em Io de Maio de 1886. O vice-pre-
si.lente da provincia, tendo em vista o officio n.
532, de 15 de Aoril nudo do provedor da Santa
Casa de Misericordia do Recite, e usando da at-
tribuco conferida pelos art. 5o 5' da lei pro
viocial n. 531, de 9 de Junho de 1862, resol ve no-
mear para servirem na junta administrativa da
mesraa Santa Casa, durante o biennio de 1886 a
1888 :
Provedor
Desembargador Francisco de Assis Oiiveira a-
cel.
Vice provedor
Dr. Joaqum C trreia de Araujo.
Thesoureiro
Commendador Joaqum Felippe da Costa.
Mordamos
1." Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
2. Dr. Antonio Jos da Po*ta Ribeiro.
3. Dr. Manoel da Trindade Peretti.
4. Commendador Albino Jos da Silva.
5. Commendador Jos da Silva Loyo Jnior.
6." Dr. Antonio Clodoaido de Souza.
7. Dr. Augnsto Carlos Vaz de Oiiveira.
8. Dr. ^edro Affonso de Mello.
9." Bario de Aguas Bellas.
10.* Dj. Aiexandre de Souza Pereira do Carmo.
11. Manoel Antonio Cerdoso.
12-* Commendador Joao Vicente Torres Bandeira.
13 Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
14.' Commnddor Antonio Gomes de Miranda
Leal.
15. Dr. Antonio Mara de Parias Neves.
16. D. Juan Busson.
17.o Tenente-coronel Apolinario Florentino de
Albuquerque Maranbo.
180 Dr. Jos Antonio de Almeida Cunha.
Supplentes
1." Dr. Bento Jos da fTosta.
2. Tenente-coronel Manoel Maitins Fiuza.
3.* Coronel Domingos Alves Matheus.
4." Dr. Manoel Pe;eir da Silva.
5." Dr. Manoel Gomes de Mattos.
6.o Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
7.o Major Jos Joaqum Antunes.
8.* Francisco Augusto Pereira da Costa,
i).* Commendador Luiz Jos d.- Silva Guima-
raes.
10 Joo Walfredo de Medeiros.
11. Luiz Duprat.
12 o Modesto do Reg Baptisf.i.
13. Dr. Jesuino Lopes de Miranda.
14 Jos Cimello do Reg Birros.
15." Engenheiro Antonio Pereira Simo3s.
16." Vicente Alves Machado.
17.o Thomaz Carneiro da Conha.
18." Jos Nogoira de Sooza.
(Asign:ido)=/^naco Joaqum de Souza Leao.
Guarda nacionalPor acto da presidencia
de 29 de abril prximo findo, foram nomeados para
prehencher as vagas existentes no 11 batalho da
reserva da guarda nacional das comarcas de Oliu-
da e Iguarass :
3 companhia. Cap tao Jos Goncal ves da An-
drade.
5' companhiaalteres, Minervino de Miranda
Rocha P'tta.
8* companhiaIteres, Gervasio Protasio Si-
moes Filho.
Forain tambera nomeados, por actos da mes-
ma data, e pelo mesmo motivo :
Capito da 1' companhia do 9o batalho da acti-
va da guarda nacional da c imarca do Recife, te-
nente Jos Alfredo de Carvalbo Jnior :
Tenente da 2* companhi* do 6 b italhl i da mes-
tna comarca Liberato Mercuciano de Souza.
Auforidade policial -Por acto da pre-
sidencia da provincia de 27 de Abril fin.li, foi exo-
nerado do Cargo de delegado do termo de Pan. I-
las, o alferes Porfirio Poppe Giro, sendo nomea-
do para substitu! o Joo'Rufino de Mdlo e Silva.
overa* do Binado -Diz a Aurora de 2
do corrente, que de '2 30 de Abril, foram pas
sodas -
Proviso devigaro para a freguezia di S. Joo
do Cariri. na Parahyba, por um anno, a favor do
Rvd. Emygijio Fernandes de Oiiveira.
dem, para a freguezia da Serra da Raiz, na
Parahyba, por tcinpi de um anno, a favor do
Rvd. Franeelin* Coelho Vianna.
dem, para a freguezia de Cururipeem Alagos,
por mais de ura anno, a favor do Rvd. conego
Jacintho Francisco de Oiiveira.
dem, de uso de eraens, por mais de um anno,
a favor do Rvd. conego Antonio Eustaquio Alves
da Silva, residente na freguezia de Santo Antonio
desta cidade.
Id m, .!e c lofisssor, por mais de um anno, a fa-
vor do Rvd. Manoel Ignacio Beserra do Ainaral,
residente em Igu.iras- nesta provincia
dem, le cmfessor e uso de ordens, a favor do
Rvd. Harcal Lopes de Siqueira, residente na fre-
guezia de Palmares, nesta provincia.
Deputados sernei Ao bordo do paque-
te Cear Vio de viagem para a eorte :
Conselhero Tristlo de Alencar Araripe, conse-
heir.. tntooio Joaqnim B Jnior e Dr. J.
Pompeo de Albuquerque Cavalcante, deputados
geraes pelo Cei
Timbem embircam hnje.no referido paquete,
com igu .1 destia i os Srs. BarSo de \racagy e Dr.
I'e Ir i da Cunha BeltrZo, deputados geraes por
l'eniambuco.
ComidaReeeloem s de pesioa que, como
m i-l a- se de lioa s ta estudos aatc notnicos, a se-
_- int c mmauicacao :
.. Prximo l estrella Rigel da constellaijo de
Oriun. app ir ie desde signos dias um cometa, que
suppamos ser o de Fabry.
-. Esse cometa visivel, olhos ns, entre 6 e 8
horas da noite, mais ou menos, antes de desapp-i-
CGr no horisont referiQp constellaco.
Tbeatro ama Isabel At o dia 15
r.-ent' estar.! abarte a uiscripco .ara cama-
rotes a cadeiras do theatro Sauta Isabel, na pr-
xima temporada lyrica, que pretende fazer o Sr.
UgoGigl. _
As condicoes da subscripeo constam do annun-
cio inserido n'outra seceo deste Diario.
A companhia, como ha das disemos, tem um
soberbo repertorio, e o seu pessoal, pelo que pro-
mette o Sr. Gg, numeroso e distincto.
E' urna exceilente opportumdade para os ama-
dores da boa msica italiana goearem noites deli-
ciosas.
Cabo nubmarino do niAcha-se in-
terrumpido, entie Pernambuco e a Bahia, o cabo
submarino para o sul do imperio.
Connelbeiro Bandeira de Mello
Ao bordo do paquete Cear, chegou hontem do
Maranho, e segu hoje paia o Rio de Janeiro no
mesmo paquete, o Exm- Sr. conselhero Joo Ca-
pristan Bandeira de Mello, presidente d'aquella
provincia, o qual, por motivo de molestia de sua
Exma. senhora, deixou a administracao da mesma
provincia.
S. Exc. foi recebido por muitos de seus amigos
que foram buscal-o aa bordo do paquete, e hospe-
dou-se em casa ds Sr. Dr. Luiz Emygdio Rodri-
gues Vianna, ra do Hospicio.
Cumprmentamos ao nosso Ilustre amigo, e de-
sejamos Ihes prospera viagem, bem como que se
restabeleca sua digna consorte.
A LinguarudaE' o titulo de urna polka
para piano escripta e mandada publicar pelo Sr.
Jos Coelho da Silva Araujo. Encontra-se as
ras Baroda Victor n. 11 e 30, Cabug n. 18,
Duque Jde Caxias ns. 65 e 77 e lo de Marco n. 7.
AnniverwarloAmanh fasem 225 annos
que foi creado o corpo capitular da S de Olioda,
e 60 que foi aberta a 1* sessao da Assembla Ge-
ral do Brasil.
No da 7 fazem 39 annos que, pelo Papa Pi
IX. foi creada a diocese do Rio Grande do Sul.
Consulado de PortugalNa seceo dos
editaos deste Diario vai inserido um do consula-
do de Portugal, dando conbecimeuto aos interes-
sados dan disposico.'S restrictivas da legislacao
portogueza relativamente mportaeao do tabaco
naquelle paz.
Lotera* do CearA'cerca destas lote-
ras, sobre as quaes devem estar de sobreaviso os
amantes desse terrivel e esterilsador jogo, encon-
tramos as seguintes noticias no Cearense de 2.) e
30 de Abril findo:
O que ha dous ou tres dias se diz com insis-
tencia a respeito das loteras da provincia, de
natureza a exigir expCacocs de quem competir,
afim de orientar a omni.io sobresaltada e restabe-
lecer a confianca a respeito de tao grave assump-
to, no qual par de interesses privados esto inte-
resses de ordem publica.
O que absolutamente nao pode convir o li-
vre curso desses boatos ; porque se inexactos de-
vem ser claramente desmentidos, e, se fundados,
deve-se ao publico a verdade inteira. e neste caso
ha necessidade imprescindivel de providenciar a
respeito.
i O que contina a dizer-se a respeito das lote-
ras da provincia de tanta gravidade, que sernos
obrigados a volver este assumpto, afim de pro-
vocar explieaeoes claras e serias providencias.
Nessejogo infeliz, era mi hora admittido n-
trenos, ha envolvidos interesses de todas as clas-
ses sociaes, de ncionaes e estrangeiros desta o de
nutras partes do imperio; e, o que mais : inte-
resses que cuten tea com a honra e o crdito da
provincia, que de nosso dever zelar a todo o
transe.
Ha, segundo diz-se, grandes premios que se
nao tem pago; at o pagamento .le premios os mais
infimhi teso o thesoureiro recusado uus, alias pa-
gando a outros.'
Diz-se que a loteria foi sutpensa, que evadi-
se um dos membros da commisso contratsdora,
que reside na corte, e que o thesoureir considera-
se desabrigado de tudo, por nao haver prestado
liaiic i, qual alias era obrigado nos termos de
contrato celebrado com a administrado da provin-
cia!
Todos esses ditos sao de enorme gravidade,
tanto maior quanto nao ha contestarlo do thesou-
reiro, nem explieaeoes publicas de qualquer es-
pecie.
Quanto i nos, nao ha duvida que a interven-
?ao do honrado presidente da provincia, o Exm.
Sr. desembargador Barradas, nao se far esperar,
e de modo a aquietando-se os nimos sobresalta-
dos, nao ser impunemente Maqueada a boa f do
publico.
E' bem possivel que o collega da Gazeta i
Norte, em relac s intimas com o thesoureiro, pos-
sa dar uraa explicacao cabal sobre esses factos.
Ser uin se-vico ao publico em justa aucs-
dade.
Sobre o mesmo assumpto, recebemos do Cea-
r urna carta de pessoa cima de toda excepeo,
noticiando o seguinte:
< A administracao da provincia acaba de tomar
enrgicas providencias, mandando proceder in-
querito, e o thesouro provincial fez sequestro nos
bens do thesooreiro.
O facto sjgointe ;
A commisso, apezar de saber pelo telegrapho
que os bilhetes nao haviam sido vendidos em nu-
mero suficiente p*ra fazer face as despezas e pa-
gamentos dos premios, fez correr diversas loteras,
animada por dous premios de 25 contos que tirou.
Este acto de inqualificavel m f, acaba de
dar o resultado inevitav;l :
Sahe uina sorte de 20 contos para duas pea-
soas desta capitalAdolpho Barros e Alfredo
Ranfrele descobre-3e tudo !
Os premios nao sao pagos, o thesoureiro se re-
cusa formalmente a pagal-os ; appareeem novas
reclama,-Oes de portadores de bilhetes premiados
com pequeas sortes e descobre-se que desde a
8' loteria que a commisso proceda de m f.
Da casa Pereira Carneiro, onde foi vendido
um biihete que tirou urna sorte, V. colher iofor-
maedes precisas; pois nao foi pago o premio to-
Ul, e siin urna parte, ficando a outra por pa-
gar!
Nao sei qual o numero desta loteria; sei que
a ultima a ID.
Este facto tem precedente daquelles que de-
vem merecer o Btygaaa da impiensa autor.sada e
digna, como o Diario de Pernambuco, e eu solicito
o sea auxilio, que vi;-i dar me torea e prestigio,
condemnando o crirae e a m f raais audaciosa.
A lotera ura mal temivel : a lotera, porm,
aladroada e cynica um hediondo crime, que me-
rece severa repicsso e um exemplo de rigor, que
amedronte os tratant s e acautele o publico dessas
emboscadas fortuna de cada cidadio.
A adminitnco da provincia moralisada e
multe digna : mas o facto vai ser ati' et > ao poder
judiciano, o pens que a imprensa lev. prevenir
as emboscadas do emp
Coufii demasa i. aente i m seus s int tentn e
no poder Jo Diario, cujos crditos tem i.umensa
autondade e valor.
CaptaraAnte-hontem, p las 3 horas da ma-
drugada, em diligencia dirigida pelo Dr. chefe de
polici tarado o criminoso BenriquA Fer-
reira i' at s, em i n ageuho Sapucaia do termo
de Oiinla, o qual a i neia pr nunc a i>, no mesmo
t.-rrao. como incurso as peaas do artigo 175 do
ligo ramal; io com os artigos 8 c 9
da lei de 3 deOutubro de 1883.
O delinquente, mese aehava dormindo em um
io prximo casa de vi venda pracurou re-
sistir a prisao, de man -ira que na occaSSo do
foram disparados dous tiros sobrj a forya.
Felizmente a niuguera atfingio, resultando da luta
i ent&o, se travon, sabir levemente ferido, o
D DO criminoso, n i fac iutern t da mao esquer-
da.
L..xlroe da de ante hontem, p-netraram os ladroes na ma-
triz de S Lom-.nc' da M Uta e dalli subtrahiram
M objeetos de valor.
Par trem entrar na groja, forcaram
urna jauelli da sachristia.
A autori I id:- local nrncedeu a vit ;r:a e dili-
trata de descobrir a autora do
Helo.
Perro-via de Carunr No dia 8 do
te, deve ser inaugurada a estaco de S.
i js Pombos. na ferro-via do Recife Carua-
"' .... *
prim. ira estaco cima da da cidade da
Victoria.
A tabella dos trens coctinuar ser a mesma
at a Victoria, tendo dahi para cima o accrescimo
-nte da de. ^a na rubrica pro-
pria desie Diario.
MendigaHa dias acha-se as calcadas da
i de S. Pedro urna mulher de cor preta, oc-
-ria e doente. All mesmo d"rmo e at agora
ninguem apparecru que a rccolbe s -.
i:,nvn ane s ant ridade respectiva mande re-
colher a infeliz doente ao Asylo de Meodicidade.
Conflicto e feritncnlo*. As 51/2 ho-
ras da tarde de ante-hontem, os individuos Flix,
A tio e Gabriel, acompanhados de ootros de soa
tempera, foram a pequea taverna do Sr. Vicente,
situada no lugar salgadinho da parochia de S.
Pedro Mariyr da comarca de Olinda, com o fim de
beberem confirme declararam, mas encontrando
dita tave na fechada, pretenderam arrombal-a ; e, '
como por om visinho fbssem advertidos de que
procederiam irregularmente,atiraram-se sobre este
a o espancaram desapiedadamente.
Aos gritos da victima aecudio o inspector do
respectivo quarteiro com o fim de accommedar os


>
rssn


Diario tto Perimmbuc4>---Uuarta--IVira 5 de Maio de
1886



turbulentos o prndelos, se lhe fosse poasivel; po
rm nada d'isso coaacguio, e ao contrario foi por
sua vez cruelmente espaneado; pelo que para nao
morrer, estando j bastante ferido, deiton a correr
e assim penetrou na casa do Sr. alteres Jos Sa-
muel Botlho, no lugar Arrombados, para ae livrar
dos seus algoses, que o iam peraeguiado.
laso entretanto nao lbe valeu, porque os valon-
toes invadiram a asa deitando por trra a rotula
^ue hara sido fechada e anda espancaram-no,
uo respeitando as supplicas, que em favor 4a in-
feliz victimas, faxia a esposa do r. aiferes Botlho
e sua filha, que fcaram manchadas de sangue da
esma victima que a ellas se agarrava.
Um rapai de nome Ambrosio, protegido e mora-
dor com o Sr. alteres Botlho, tambem ioi tcrido
levemente, na omoplata direita e outras regioea.
Dos detiuquentes foram presos, quando eram
perseguidos pelo clamor publico, os de nomes An-
Ifio o Gabriel, que se acham reeolhidos a eadeia
da comarca, evudiado se os outros.
O Sr. Epiphano de Franca MVUo, delegado de
polica da comarca, tomou conhecimento do facto o
determinon que o subdelegado do diatrictoabrisae,
incontinente, o competente inquerito, o que se
fez.
America UlUNtradaPublicu-se o n. 3
do 15 auno deate peridico illustrado.
Reunioea Mociaen Ha boje as segun-
tes:
Do Gabinete Portuguez de Leitura, em assein-
bla geral, s 6 horas da tarde, na respectiva s-
de, para leitura do reiatorio e assumptos de inte-
resse.
Do Monte Pi Portuguez, em assembla geral,
s horas da tarde, para tratar da oonverso das
apolices peitencentea sociedade.
Da Congregarlo dos Lentes d > Lyceu de Artes
e orBcos, s ti e 1/2 horas da (arde, para tratar de
negocios occurrentes.
Proclama* de casamento- Leram se
na matriz do Carpo Santo, no dia 2 do corrente,
os seguintes :
Antonio Gomes de Mello .-oa Joaquina da Silva
Oliveira.
Joao francisco do Mello com Benedicta Mara
Nepomuceno.
Manoel Bento Alves da llva com Firmina da
Silva Vas.
Na matriz da Boa-Vista, era 2 do corrente,
foram lldos os seguintes :
Arthu Christiano Gomes com Mara PetronilU
de Oliveira Campos.
Antonio Luiz Ferreira da Silva com Marianna
Augusta Sauer.
Fe x Scvi rio de Souza com Thereza Mara de
Jess.
Manoel Pereira da Costa c-m Mara Thereza da
Silva X 'gucira.
Joaqun) Jos de Oliveira com Maria Francisca
da Coneeicao.
Joaquim Pereira dos Santos com Ileleodora Ma-
ria Pereira.
Dr. Sebastiio Bcinvcuuto Vieira de Carvalho
com Maria da Comeico de Oliveira Coelho.
Joao Francisco de Mello com Benedicta Maria
Nepoomcen >,
Manoel Bento Alvos da silva com Firmina la
Silva Var.
S. Bent:>. Esercvem-no- en 89 do passado
mez de Abril :
Muito nos foi d oros* noticia di prematuro
passamento di Ulastre Dr. Flix de Figucira, e
Din o eoracS i enlul lo seasivel peda, que
vi > abrir u.n claro n -. fili-ira dos nobres batalna-
dores da scicucio. lias lettras e do patriotismo,
enviamos u esca redaecSo o a -*;s sinceros pe-
sames.
Apezar de terem pacaaerad l : uis dias
ars chavas, i> que s- mpro roopreastona aos planta li-
res, temos os camp m \ tapet i loa da verde reir,
s acodes ch -i o da cryatallinas aguas ; de sorre
que "s ga 1 is e 5 i loa e Iuzjos e os
criadores iperam que >- p teres provia-
aaes CodC .i-, .ni para a |ir eperidade da industria
pastoril, a i. i cam i d 1 c inpra de
gados na capital, que a rain i do serta i. Os 8ra.
deput i! d vem cuidar d
o Aneiosos o da As-
aemb'.i V v acial .. a >;i. iv ;'. i i contracto da
para sel i Villa, que mnil
oeajario e ntil, mormente n i estacio liyberiial, pa
resguardo d s gneros expostoa a venda e comino-
didade publica.
Em lid-) c urente m"Z Pedro d tal desvir. -
nou a mea r Qoit :ria, orpU e sein i utrj amparo
alm de so velba av ; a polica nenhaiua
IUJ t uar sobre 0 fa !t >.
No dia 1 i. meia noule, n> lugar Cam
distante (Testa Villa daas legoas, um -n
mal' ladeoaa uiulh-r. derribou
as portas, i ipaacoo-a barbar ament, cortaudo llie
os cabellos : e nao satiafeitua cu isto ocre
ramo de ura h >nr ido e p te G i ctda 13 i
de i" Vivoiro aiTombam lhe as fj
oh ido a le :. un-n i cap mead i e
murt'tlmeuti' con urna facada na regiao be-
patie i.
Os malvad w, qne era n em numero superior
etnco, abandonaram por esqu emento mn tacao.
B i b teguio o subdelegado eom a forrea para
proceder aos cirpos de delicio, quando p>'la n i
resa d'este crime, que se envolveem profundo
terio, p D ai b,..', n imiii.- i .t tf
Em i-
licou a eadeia s|>eaas guardada por daas pragts,
quandj existea 11 dele lo algans coa-
demna '. a i _' .l-
No dia 3 le Maio prximo abre se a sesso do
jary, prim :ra d'este auno, e aiada nao se sabe por
aju..'m sera preai li 11.
/acata concluida a formacao de culpa dos
ontplickdos ii aeoatecimoaios de Grota-nova,
t '.o i. dep wl i a* s s tcsteara ihas ofi u-eeidaa pela
prora otira publica : salo altcraram verdade cj-
nh;cida pel> publico.
Esp -ram js que os amantes da iustrucco e das
lettras nao si eaqaooan de mandar alguna Uvros
e jornaes para euriqu :eer o archivo do Club Littt-
rario de S. Bento, que espera um futuro meiher.
At breve.
IiOieria da corlo Eis alista dos mime
sos mais premiados nal." parte da 27.a kateria
(19G) do hospicio de Pedro II, extrahida em 21 de
abril :
i'rbxios de l(>J:OJO0aj a 1:0005000
*
-*
Pelo agente Guarni, s 11 horas, jas. ra do Lida, .foi approvda a acta da precedente sessio
Imperador n. 16, de um sobaado. i e fec-se a leitura do seguate
"a fnmesscea.-jftcrao cetssjsad*s: T axrBnimrrB
nmiisi
Hoje: T*\
A' 7 1/2 horas, aa Gloria, por alma da Rau
Faustino Ferreira Lima.
Amanh *?
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
de D. Adelaide Josephina da Costa Bibeiro ; s
7 horas, na Gloria, por alma de Arminio Ame-
rico Tavares da Cuaba Mello.
Sexta-feira :
A's 9 horas, as matrices de Bom Jardim e Al-
tinho, por alma de Jos de Moura Vasconcellos ;
s 8 turas, em 8. Francisco, por almi de Fran-
cisca Brasilina Lima do Amaral; s 7 1/2 horas,
no Espirito-Santo, por alma de Antonio Jos Lo
pes Braga.
Faaaageirou Chegados dos partos do norte
no vapor nacional Ceard :
Manoel Jos Costa Saaros, Joilo Cancio da Sil -
va, Jos Pereira Das, M. Gomes Belfort, Dr.
Antonio R. Azovedo Jnior e 2 criados, Possido-
nio da Silva Porto, Dr. Reinaldo da Silva Port >,
Joaquim da Silva Porto, Joao A. d Costa, Vis-
condessa de Itaqu do Norte Paulo Morcira da
Silva, Leopoldina M da Silva, J. L-al, Mari a B.
Coelho, Quirino F. do Carmo, Jos Mara, Joao
B. 8. Filtio, Dr. Antonio de Oliveira e 2 filhos,
Dr. Francisco de Pauia e Silva Primo, cadete
Joao Carlos de Mello, cabo Germano C. Maranhao,
2 presos c 2 pracas, Joaquim G. de Castro, sua
senhora e 2 filhos, Bernardino G. de Mello Albu-
querque, Francisco Jos Marques da Fonseca,
Victorino M. da Fonseca, Max Kranse, Antonio
G. da Silva Massa, Anionio A. Freir, Jos Fe-
liciano Maria Valentino, Theotonio Feliciano, An-
tonio D. dos Santos, Dr. Cicero Moura, F. A.
Taylor, Antonio Jos de Pinho, Alfredo dos San-
tos, Antonio Lima, Idalino de Barros e Joaquim
Lima.
Lotera de MaceloPor telegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe se que, na 6> parte
da 1 !d lotera extrahida em 3 do corrente, toram
premiados os seguintes nmeros :
Oficios
De 24 do corrente, da Junta dos Corretores
desta praca, remetiendo o boletim das cotaces
oficaos de 19 a 24 do presente mez.Para o ar-
chivo.
Dito, de 5 do corrente, da Junta Commercial de
Porto Alegre, communicando achar-se na presi-
des de Direito do imperio ; par esse fim materias do curso, no segando dos quaes
10.030 200:0001000
32.440 40:000*000
25.40 20:ti00*000
33.019 10:000*000
14.73S 5:000*000
970 2:0005000
8.574 2:0J03'J00
14.946 2:000*000
vi.070 2:000^000
21.867 2:000*000
25.648 2:000*000
25.662 2:000*000
26.488 2:000*000
34.754 2:000*000
Premios de ltOOOat
2.321 7.760 10.838 13.139 14.364 14.769
14.933 15.695 17.791 21.259 21.904 22.(151
22.801 23.408 24.553 25.242 25.867 26.751
29.025 31.832 35.352 37.866 38.020
ipproxlasaces
10.029 4-000*000
10.031 4:000*000
32.439 2:000*000
32.411 2:-X)O*GO0
25.479 1:3.10*000
25.481 1:350*000
Os nmeros de 10.001 a 10.100, excepto
orto eraade, estn premiados com 400*.
Os nmeros de 32.401 a 32.500, excepto o pr-
m'
da
1921
11542
2950
13509
3113
482
&30
5425
4734
7063
11900
1920
1022
11541
11648
2949
2951
13508
13510
3112
314*
APPROXIJ! \COK3
100:000O)0
20:000 ,.UUD
5:000*000
2:0000OO
2:000*000
l:000;.iHj
1:000*000
1:000*000
1:000*000
l:00O000
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1:000*000
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P1IEMIOS DE 50
_'.iM 7160 9911 12
3322 79
3864 '.li;, 120B2
rasnos de 200*000
2844 3262 6275 I
3182 1726 6686 i
3216 V.iTJ 10671 1
PEMIOS DE 1005000
- 6256 124 1! 4-
3363 7207 12228
3565 7244 9870 11098 ,21-'.)
3811 8621 9897 11265 2578
1264 .-772 1021 11370 .
6080 8806 19304 11
6213 8824 10678 12001 13207
13781
Leiloe. Eftvcuar-se-liio
Hoje :
Peo agente tinto, no racio dia, na ra do Barao
da Victoria u. 1, do estabelecimeuto ahi existente.
Peto agente Gutmao, s 11 horas, de movis,
lonjas o milites outros artigos.
Peto agen'e Pestaa, as 11 horas, na ra do Vi-
gario n. 12, le predios.
Pelo agente Brito, s 10 1/2 horas, na ra lu
a. 1, do estabelecimeuto ahi sito.
Pelo agente Sdveira, s 11 htras, na ra
Bom Jess n. 19, de predios.
Amauha :
Pelo agente into, s 10 horas, na ra dj Vis-
conde Goyanna n. 129, de movis, vidros bocas,
vinhos, livros, etc., 2 v*c:as. 1 cavadlo., 1 slim a
1 silhao.
o de 40:000*000, rstao premiados com 200*%
Os njmeros de 25.401 a 25.500, excepto o que
sabio 3 premio de 20:000*000 eetao premiados com
Todas as centenas cujos dous algarismos tenni-
narem em 30, e?to premiadas com 1003, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros que terrainarern em O e 1
estilo premiados com 20*.
OperarCes ciraraicaisF .ram platica-
das no^ hospital Pedro II, ao dia 3 do corrente.
as sp>;iiintes :
Pelo Dr. Pontual :
DesarticalacSo metaearpo-phalangiana do dedo
medio da mo direita, indicada por esmaga-
sseeto.
Duas posthoomias pelo thermo ciutorio indi-
eidaa por phimosis inflammatorias c cancros ve-
n-reos.
Cauterisacao pelo thermo cauterio de vegetacors"
da glande.
4 -
Desarticulacao metaearpo-phalangiana dos de-
dos medio e indicador, indicada por esmigamento
dos Mesmos dedos.
Caa neteario-Movimento dos pre-
DjO dia 3 de Maio :
Existam presas 318, entraram 17, s&hiram 12.
exutana 323.
A saber:
Naewnaes 286, muihcivs 6, estrauraroa 13, es-
cravos sentenciados e processados 13, ditos de cor-
ir.-cao 11.TotiJ 323.
Arracoados 288, sendo : bons 27S, doentcs 12
total 288.
Movimento da enfermarla :
Tlvrain baila :
Tito, liberto.
Miguel Antonio.
Jos Flix da sva.
Them too, escravo de Antonio Fian,
A'i' ai o, aaoravo de Joao Florentino.
Teve alta:
Antonio Jos Barb;sa aa Lima.
l.olera da provr.la.(jiunta-feira 6
de maio, se extranir a lotera n. 52, em bene-
ficio da irmandade das Almas da matriz da Boa-
Vista.
No consistorio da igreja de Xossa Senhora da
Coneeicao dos Militares, se acharao expostas as
urnas e as espheras, arrumadas cm ordem num-
rica apreciacodo publico.
joteria lo Bio-\ 3" parto da lotera n.
196, do novo plano, do premio de 100:000*000
ser extrahida no dia do corrate.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambera achara-se venda na praca da Inde-
ta ns. 37 e 39.
Lotera de Saco i de 90:oa*0O0
A 7' parte da 12 loturia, cujo premio grande
de 200:000*000, pelo novo plano, ser extrahida
impreterivelmente no dia 11 de Maio s 11 horas
da manha.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
dependeaeia ns. 37 e 39.
.olera Kxtraordlnaria da Ypi-
ranaaO 4* e ultimo sorteio das 4" e 5' series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:000*000, ser extrahida a 12 de Junho proxi
mo.
Acham-se exposto a venda os restos df s bilhe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marco
n. 23.
Ijoteria da corleA 8 parte da "S3 lo-
tera dcorre, cujo premio grande do 100:0005,
ser extrahida no dia 8 de Maio.
Os bilhetes acham-se venda_ na Casa Feliz,
praca da Independencia ns. 37 e 39.
Tambem se acham vendan Gasa da Fortuna ,
ra Primeiro de Marco n. 23.
llaladouro Publico. Pona abatidas
no Matadorro da Cabanga 52 reses para o consu-
mo do dia 3 de Arbil
emllcrlo l'UDlico Obituario do dia 1
-i i :
il i minia, Pernainbuco, 6 di -, Boa-Vista ; con
vuUoes.
Maria, Pcrnsmbuco, 8sa Jo. : enteral-
Joa i m. s dos Santos, Pernaiobuco, 2J annos,
. ,, lli-Vala: tuberculoj pala
Clon Mora da Con.eic.to, Peruambucu, 21 an-
dancia interina da mesma Junta, o deputado uaia
antigo e mais votado Joao Pitta Pinbeiro.Rs-
penda-se e archive-se.
Ditoj de 1J do corrente, da Junta Commercial
da capital do imperie enviando a relaco dos com -
merciantes matriculados no mez de Marco ultimo.
Accuse-se a recepcao e archive se.
Diarios ofciaes de ns. 99 a 108.Sejam archi-
va do.
Distribuiram-so rubrica os seguintes livros :
Diario de V. Nersen, dito de Mcndes Luna &
C, dito de Manoel Morera Campos Jonor; Co-
piador de Victorino Alves Monteiro, dito de Pedro
Vitello & C.
DESPACHOS
Petcoes:
De Jos da Silva Rodrigue, Jos Adolpho de
Oliveira Lima e Gcncalo Alfredo Alves Pereira,
adiada na preceden'e sessao, solicitando o archi-
vamento da prorogacao do contracto de sociedade
cm nome coilectivo para os dous primeiros e em
commandia para o terceiro associado, sob amesma
firma de Rodrigues Lima & C. e com o mesmo ca-
pital de 10:000* sendo o fundo em commandita de
70:000* para a continuacn do commercio de fa-
sendas, nesta praca.Achive-se na forma da lei,
em vista do 1 considerando do aviso n. 301 de
24 de Julho de 1875, expedido pelo ministerio da
Fazenda.
De Hearique Guilhermc Stepple, para que se
mande registrar o conhecimento do imposto de in-
terprete do commercio.Registre-se.
De Jac Vaz de Oliveira, para que se archive o contracto
de sociedade em nome coilectivo, que celebraram
sob a firma de Jacintho de Medeiros Barbosa &
C com o capital de 1:400* pera o commercio de
(teneros de estivas e nutras quaesquer mercad orlas
rctalho, nesta praca ra do Padre Muniz n. 1.
Archive-se.
De Almeida Duarte & C para que d baixa no
registro da nomeacao de seus ex-caixeiros e fal-
lecido Jos Cezar de Vasconcellos e Egydio Ullys-
ss Pcsoa d' Silva.Na forma requerida.
Do coronel Flix de Moraes Bandeira domicilia-
do e estabelecido cidadede Macei, provincia das
Alagoas, com sua casa de commercio de commis
soes, para que soja admtitida matricula. Sao at-
festantes do crdito commercial do impetrant ,
Manoel da Silva Maia, Corbenianode Aquino Fon-
seca e Gratuliano dos Santes Vital.Pase-se a
carta, depois de satisfeito o parecer fiscal.
Do Barao de Serinhaem, Hypolito Velloso er-
deneras e Jos Eustaquio Ferreira Jacobina, para
que se archive os estatutos da companhia da es-
trada de ferro do Ribeirao Bonito, lista nomina-
tiva dos subscriptores, publica forma do deposito
no London and Brazilian lauk da decima parte
do capital e a acta da ustallacao de dita compau
hia.Sejam archivados, cumprindo aos supplican-
tes satistazerem o preceito coutid i no 5 do art
3o da le n. 3150 do 4 de novembro de 1872. Nao
tnnou parte na votaco o Sr. deputado Olintho
Has os.
De Francisco Rodrigues Martins, para que se
registre a procuracao que lhepass.ri Ricardo Es
teves y Esteres desta praca auctorisando firmar
qualquer distracto de sociedade e outro contracto
social.Registre-se.
Oc Pereira & Barbssa, para que seja archivado
o distracto de sociedade do dita firma da qual cram
socios Adriano Pereira da Luz c Jacintho de Me-
deiros Barbosa, ficaud este de posse do activo e
do estabelecimento de molhados sito roa do Pa
dre Muniz desta cidade, o obrigado pelo passieo
da extinctr. sociedade.Archive se.
De Joao Alves de C.rvalho, por seu procurador
Jos Alves de Carvalho e Antonio Manoel de Car-
valho, para que se archive o contracto de socieda-
de em commandita para o Io e cm nome coilectivo
para os outros dou3 asociad 09, sb a firma de
Carvalho Irmaos .VC.com o capital e fundo cm
commandita de 10:0001 para o commercio por
groeao o a retalbo de fazendas e molhados cida-
de do Pilar, provincia das Alagoas.
Hada mais havondo a despachar o Illm. Sr. eora-
mendador presidente encerrou l is 11 e 1/4
da mauha.
expadio A riso ambas as Facilidades de
Direito, que se apressaram a fazer seguir
o seu pareoer acoinpanhado de um proje-
oto de Estatutos.
As cmaras legislativas aiada nao estao
abortas, nao comer;arau> a fuaccioDar. O
que, pois, em assumpto tSo importante,
poda o governo mais faaer ?
Como prova de que, em rnelhorameato
da instruegao superior, o actual ministro
do imperio nao tem estado inactivo, alm
de outros actos, basta o Aviso de 2 do
mea passado, dirigido ao Ministerio da
Fazenda, e transcripto pela Provincia de
18 do mesmo mez, no sentido de ser en-
tregue a totalidade do edificio em que est
funecionando a Faculdade de Direito desta
cidade, de modo a poaer fazer-se o servi-
do com mais regularidade.
O articulista da Provincia, ailudiudo a
certos factos que diz occorriios na Facul-
dade desta provincia, t-lvez sem querer,
revellasse o fim principal que teve em vis-
ta quando affirraa a que para as cou-
sas .melhorarem e os abusos desappare-
corem, preciso que a CongregacSo da
Faculdade disponba de pessoal sufficiente
accrescentando que tendo bavido em
Outubro do anao passado um concurso
para preenchiraento de um lugar de lente ssssssssssssssssssBssssssssssssssss
substituto, at hoje, cinco longos meses saotJma ,"-|m* -re o tmulo do
, i ti .. T meo aempre lembrado amlxe Ral
passados, o servi5o da Faculdade soffre! i/utlno Ferreira Lio, ao neo
consideravelmente falta de pessoal e o
governo.. dorme 1...
Aindamis; i extranha que em Untos :
mezes o governo nSo tonba tido tempo de
foi classificado por unanimidade de rotos.
O Dr. Portella Juaior, alm de ser dou-
tor, .ter entrado em 3 concursos e ser clas-
sificado nos dois ltimos, j tem pratica de
ensino; pois manteve nos annos de 1882,
1883 b 1884 em um dos 813es da Facul-
dade do Recife e, mediante liesnea da res-
pectiva congregacao, um cttroZore das ma-
terias do primeiro auno acadmico.
Finalmente, quando venha a supprimir-
se a divislo do curso acadmico em sec-
goas, nenhum dos dois competidores do Dr.
Portella Jnior poder ser considerado le
galmente habilitado para reger qualquer
cadeira da Faculdade, pois entraram ape-
nas em um concurso especial, restricto
urna scelo; ao passo que elle no s de-
fendeu theses sobre todas as materias da
Faculdade, como entrou em dous concur-
sos geraes, no ultimo dos quaes foi classi-
ficado por unanimidade do votos tondo po-
dido desde ento ser nomendo lente.
Racife, 28 de abril de 1886.
Um pernambucano.
Este artigo est ha dias em nosso po-
der, nao tendo sido publicado pela afluen-
cia de trabalho.
A Redaccao.
dicidir um concurso e para fazer urna esco-
Iha, que, alias (segundo diz o articulista)
j est taita pela coagregajao da Facul-
dade.
Mas o sjoverno s deve estar por esso
classificaco quando ella no contrariar
disposico legal e as condic3es de maior
idoneidade.
Quando os estatutos e regula ment das
Faculdades de Direito estabelecera que
as congregagoas apresentem escolha do
governo urna lista de tres candidatos,
porque doixam ao mesmo governo a fa-
culdade de nomear aquella dos concurren-
tes classificados quo julgar ma b idneo
pelas circumstancias que militarem em seu
favor. E assim tem o governo procedido
muitas vezes, como succedeu ltimamente
com um concurso na Faculdado do Medi-
cina da Baha, escolhendo o 3o candidato
que foi na proposta da respectiva Congro
gaglo.
Prosegue o artigo da Provincia :
' Dizein as ms linguas que o governo,
ineoaisolavel pai
Ferreira Lima, eoi
do i anoiTeniario
ose n lo.
Jo Knarudi
BO reciti iiciia
do cu iianta
Entre solutos do mortaes lamentos,
Postes bem longo desferir teus cautos;
Tudo orvalhou-se de sentidos prantos :
lira a tristeza dos erueis tormentos'
Levou-te a morte nos seus necros ventos,
Negou-se a viaa a dedicar-te encantos:
Dos teus tugiste, seus cariuhos tantos,
Entre as angustias du fataes momentos !
Flor, que murchastos na estacao do riso !
liaste inclinada uos veudavaes da sorte !
Do novo accende teu gentil sorriso !!
Regressa ao mundo n'um veloz transporte,
Kusca os prazeres qne eu aqu diviso.
Desporta o somno quH caOBoa-te a morte !
Recife, 2 de Maio de 1836.
Laiirentino Antonio Cexari'i de Atevedo.
Rio Grande do \ortc
O CAPITAU JOAO SKVKIIANO MACIK!. DA COS-
TA E O SBO DBTBACTOB URBANO JOAQOB
DS IXIYOLA BARATA.
nos, sol 'o Antonio; til
Ig:, lonlla Gamboa, Pernaubuco, 67
ato .\otn.i : eryaipeta.
Olindina Kngraea de A [oc T., Pcrnam
I dias, S. Jos*; bumehite.
Jos, fi-rnarabuco, 20 dias, Bda Vista; hernia.
Joaquim, Pernambuco, Santo Antonio; asphixia.
INDICAyOES QTEIS
Medico
Connullorio ihediro-cirurgico do Mr.
Redro de Allaliyde Lobo Honcozo
ron da loria n. 59.
O 'oidor Moscozo d consultas todos os
lias uteis, das 7 s 10 horas da manha'
Este consultorio o.fcreco a commodida
de de poder cada "'o^nte ser ouvido c exa-
minado, sem ser presenciado por mitro
De meio da s 3 horas da tarde ser i
Dr. Moscozo encontrado no torreSo pra
ca do Commercio, ondfi funccion?. a ras
2o do sade do porto. Para qualquer
i'estes Jous pontos podarlo sor dirigidos
os chamados por carta naa indicadas horas
Dr. Miguel Themudo mudou su consul-
torio medico e residencia para a ra Nova
n. 7, 1. andar, onde d consultas das 12
8oras s 3 da tarde e recebe cahmados a
qualquer hora. Especialidadespartos fe-
bres, syphilis e molestias do pulmao e cc-
jacao.
Dr. Barreta Sampaio d consultas de 1
s 4 horas da tardo, ra do Bar da
Victoria n. 45, 2.a andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
Advosado
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Imperador n. 73, 1. aD lar.
Henrique Met. Ra do Imperador n.
22, l.9 andar. Encarrega-se de questoes
as comarcas prximas aa iinhas ierras.
Dr. Oliveira Escorel. 2. promotor pu
buco, tem seu es-riptorio de advogacia da
ua Primeiro de Marco n. 2.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C, depo-
sitarios de todas as especialidades pharm*
ceuticas, tintas, drogas, productos chimico
e medicamentos homoBooa.i'*;)s, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Furia, Sobrinko & C, drogustas poi
attacado. Ra Mrquez de Olind n. 41.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e ojficina de carapino
de Francisco dos antos Macedo, caes de
Capibaribe n. 28. N'este grande estafa ele
amento, primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se e vende-so madeiras de
todas as cualidades, serra-se madeiras de
conta alhcia, assim como seprepnram obrj
de carapira por machina e por prc-gos
competencia.
No final do msso artigo inserto neste Diario de
nilo podendo nomoar o Dr. Portolla Filho, g do d0i promette^os puMicM p,.wl. do
tem adiado a .lugiio do negocio a ver se
o tempo lhe offorece um meio de Bafar B i
da difficuld de ; que o Dr. Portella Filho
j fez tres concursos nesta Faculdade; que I |
o Dr. Port Ha Pai 6 deputado geral, in-
fluencia poltica, e o governo tem necessi-
dade do aao offendel-o era seus melindres.
Por oufro lado, a nomeacao do filbo uo
actual concurso seria um acto de alta in-
moralidad'- (Porque ?) qua o Sr. de Ma-
inor nao se anima a pratical o.
0 Sr. Dr. Portella Filho 3guarde ou-
tro coneursi em quo soja mais f=liz as
provaa que exibir.
Pasaa como certo que o governo pro-
conseiho de nveatigacSo a que o noss-j amigo o
distincto captilo Mac-I da Costa, quando no eom
mando da companhia de nfantaria i'aqaella pro-
vincia, 3 binetten o arferes Prancisco ae Paula
o-eira genro do Sr Loyola Barata, qns apezar
do petares foi o seguinte :
PARECER
O consilho de iovesrijacao. ten lo presente p lo
oHcio do entao commandante da c impanhia de in-
fantaria Joao Sev.riauo Maci 1 di Costa, ao >r si-
nte do coi.seli) ; oficio do lente Grercino
Martina de Oliveira a Cruz, commandante acl tal
da mesma companhia ao novo presidente do c m-
selho e por !u lili capitn Maciel da 1
11; offio do aiferes Prancisco de Paula Morera;
rela;ai de pagamento; oficio de S. Exc. o !Sr.
qoartel-mestre graeral, dirigido ao eommand
da eompanhia -l-.-io do ajadante de ordena da
lencia a r..l de testemnnhaa qoe vio annexos
o con .'urs3 a ; o que naldens. 3 :. fiS. 11 verso, l a qoaea consta ter o
alm de inoonsc-
com tal
CERONIC JDDICIARU
lunta Commercial da eidade de
aecife
ACTA D SESSAO B4I 9 DE ABRIL
DE 1886
(nUiSIDESCIA DO ILLM. Sa. COMUB.NIli&jB ABTOI1IO
OOMES DE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio 9uiaw.rd.et
A's 10 hora! da manba declanm- se abertaa sea-
aao estando, presentes os Srs. deputados : Olintho
Bastos, Beltrio Jnior e supplente Hurmino de
Figu-.-iredo, faltando eom commumea^ao o Sr. de-
putado commendaMor Lopea Machado.
riBLiaCOES A i'EIO
Faculdade do Direito de llecife
Sob a epigraphe Ensino superior a
Provincia de 8 do corrente, referindo-se a
alguna abusos que diz terem se ciado aa
Faculdade de Direito desta cidade, e ao
motivo porque tem sido retardada a deci-
sao do ultimo concurso, para provimento
de urna ^aga de lente substituto, censura
o governo e especialmente ao actual minis-
tro do impciio, por j nlo ter recusado a
prometida reforma do ensino superior.
NSo ser improcedente o, pelo menos,
prematura semelhante censura (
O goVcrno ficou de submetter appro-
vaco do poder legislativo na prxima
reuniao das cmaras um projecto de Es
tatutos pira a reorganimacao das Faculda
tende annullar
opiniSo da Provincia
quento seria brbaro.
E concluo a Provincia que
procedimento o governo dSo
animar e despertar o estimulo: e por isso
que affirma que elle nao serio quando
falla em reformar o ensino aproveitan
do ao mesmo tompo o ensejo a mesma
Provincia para insinuar, por mais de urna
vez, o procedimento quo o mesmo gover-
no devo ter na decisao do referido concur-
so quando declara que o governo tem
na proposta que a Congregaco da Facul-
dade lhe apresante!! conservador, como o
Dr. Portella Filho, o Sr. Augusto Vaz,
cuja nomeacao nao seria senaj a confir-,
i /-, 9 li reiro ulfiuoo, o qne
roacao da proposta daCongregacio, eolio- mei|[iis di. qtjIS2b testemnnhaa de -1-. 15 v.
cando-o em primeiro lugar. (fli. 3ov.; tendo I present* as respastaa
S-i _, .^ uo indiciado <'in seu interrogatorio de ri-. e as
"m quT.-rmos considerar a questao m JTf ,, ,-
eonsideracoes qu< elle apresentoo em sua defeaa
de iK 37 a flt. .0 ; E' DE l'AUECEK (1
I os tactos constantes dos citados documentos ento
aiferes Francisco de Paula Morera, negoci d
com as pravas da companhia, empresiando-lhes di-
nheiro com grandes luero a d -sesnta lo uiuheiro
das miomas pravas, em acto de pagamento, para
ura seu cunhado negociante ; violad o sigilo de
um orHcio que por S. Exc. o Sr. quartel Bestre
ral foi dirigido ''in 1 de Junh i do anuo pas-
to commandante da companhia de infanta
ria desta provincia, Uudiodo por essa occasiao a
boa f do governo desta provincia, telesrraphaudo
a esle de Mossoi, onde se ach iva pe-
dindo pira vir responder pela materia eontida
nesse officM : e, hnalmente te quer lo forrar do
mencionado capiii^> Sr. Itaciel da Costo, ; qnantia
de 1354645, pertencente ao soldado li Bardo Ga-
briel Soares do Nascimeato, no embarque qu
huuve de 100 pracaa em 80 de Abril do aune pas-
sad i. i ie l ram pre-
iselb :ti 11 d m mei
do cap i fio Maciel da Costa, datado de 3 de i'
foi cor*ob >ra p n
terreno pessoal; e declinar os nomes dos
deputados geraes e de outras influencias
politicas, que se interessam pelo primeiro
candidado da proposta, observaremos ape-
nas que o ultimo concurso se fez do con-
tormidade com a legislacao em vigor; mas
a suspensao posterior dessa legislac&o, e a
substituic3o delta pela de 1854 o 1879
que nao reconheciam, como nao reconhe
cem, substitutos espaciaos ou por seccoes,
naturalmente suscitou duvidas ante o go-
verno, e este ta'vez se resolvesse a ouvir,
sobre o assumpto, o Conselho do Estado,
quo nao tem de dar parecer nicamente
sobre esse negocio.
Julgamos ser este o motivo de demora
as decis2o do referido concurso.
Mas como a Provincia nao se limitou a
elogiar e a mostrar boa vontade a um dos
candidatos que toraaram parte nesse con-
curso, (quando todos s5o de inereciment)
e procunu, se bem que vagamente, des-
fazer as provas exhibidas pelo Dr. Por-
tella Jnior, por uossa vez, som querer-
mos tirar o merecimento dos outros ou
desfazer as nrovas por elle exibidas, di-
remos, quo o concurrente Dr. Portella J-
nior rene mais coadicSes para ser no-
meado lente, substituto em virtude do rj-
f rido concurso.
E' elle o nico quo defender theses e
tomara 0 g> do dootar, sotvio os outros
dous ap as baohareis. O grao de doutor
foi Eenipre julgado indispensavel para po-
der alguom entrar era concurso para o ma-
gisterio superior.
S o reculamiento de abril de 1879 foi
que permittioinscrever se para concurso
sem o grao de doutor; mas o proprio autrn-
vgulaniento em sua memoria hist-
rica da Faculdade de S. Paulo era .872
reconheceu que esso grao devia determi-
nar a pr lerenda entre os concurrentes
coterit paribus.
O Dr. Portella Jnior j tem entrado
em 3 concursos, ao passo que cada ura dos
seus competidores nunca entrou em con
curso algum, sendo esta a primeira vez que
concorrem.
E alm de ser esta a priraeira vez que
entram elles em concarso, este concurso fui
especial ou restricto; pois versou apenas
sobre as materias de urna das seccSes em
que pelo novo regulamento toi dividido e
curso da Faculdade: eatretanto, o Dr. Por
tella Jnior j havia entrado em dous con-
concursos que versaram sobre todas as
tm parte prvidas (i ; e sobre o dito sil
Fraiir: l'aula M ireira, recas a cali
de ao acto de ha ver emprestad) dinheiro a pracas
da companhia, e detoontado para um s cunhado
negociante de nome Miguel Elias, tenlo enearre-
gado di-stas transaccoes ao soldado Manoel Eatevac
de Souza Bandeira, qu., quinto houv-sse negado
em seu depoimeuto, todava est provado paleade-
poimentcs de outras testemunhas, que foram oceu-
!ares, tet o mesmo Banleua declarado fazer
trausaccoes por conta do acensado com AGIO-; e,
alji dsl, vfi-se pelo depoimento da deeima
testernunha que tornou bem patente e fortalece
mais anda j aecnsmeo argida ao acamado,
e outros que tambem corrobralo a accusaaao :
nilo tomando em eonaideraoBo a primeira e ul
tuna accusaeio, por se acharem destituidas de
provas, se bem que, quanto a primeira, o relo
den-se,, mas nao est provado que fosee o au-
tor da viola;2o do sigilo Uo oflieio; nao pare-
< n I o ao mesmo coaselho procedentes as raioes
que o accuaads exhibe em goa defeza, por terse
affastado do3 preceitos da disciplina, ignoran h)
assim o respeito qu-< o subordinado deve i o su-
perior, mxime tratando de factos que o conselho
desconhece e fazendo-lhe censuras: s; bem que
para provee iaaeeenea apresentasse documentos
que em sua essencia pouco valor jurdico toem,
nao por serem graciosos, como por alguna delb's
virem robustecer mais a aecusacao: no utretant.o,
o aecusado tem era seu favor a dtm o-a da f lta de
providencias quo, devendo ter sido temidas cm
relaco ao facto na ejiocha competente, porque
neste caso deveria elle ser responsabiliza 11 per-
ante a autoridade competcnt-, por quanto a ac-
eaeaeio que lhe argida, *ora na qualidarte de
eetamaiidnte da companhia que ento era,
CDinpetiapoi isso ao imraedi-tj superior daqa 1 .
epocha providenciar tal respeito, e nao por v.c.i
aotoridade vinda muito depois do facto provado ;
e, julga por S30 o mesoM conselho (ue por mo-
tivj frivolo foi o ineneiooaio alf.'res Morera, ac-
i ilc frime i|uc j& ileverlam ler
licado no eNqneriastenio. !)
Sala das sesadas do conselho de iavestigacao,
:7 le mareo do 1886.AssignadoaDr Bveral
dio C "'. a p Bldente; Joaquim lii-
drigues Pereira, tenante interrogante; L)r. Jos
Ollvio de Uzeda, vogal
Q.ie tres criminalistas medonho '. Que. juris-
prudencia consumada, p i tintada e retinada !
E c Governo Imperial, cata de gente n ira
redaccao do cdigo civil, e estes tres jurisconsul-
tos perdidos as profunde :as do Rio G-raude do
Norte !
Ifaito teriamia qae duer se uos rapazas,mos
a tarefa assaz enfadonha, de analysar essa peca
de archilectura, parto laboriosissimo d; dous Joa
lores em Mediciua e um trnente, provavelmente
da gaarda nacional ; mas, nos Imitarnos a t.-aus-
crever um dons muitos artigos de guerra em que
incorreu i aiferes Francisco de Paula Morera
artigo que parece ad vem ; eom o que acredita-
mos, "oltara a si o Sr. Loyola BarUa do deslum
bramento em que cahio cora o brho dos botoes
da farda de seu genro, e que tantoinjuriou por
este Diario ao nosso distineto amigo o capit2o
Joao SeveriaaaJIaciel da Costa, pelo grande cri-
me de se ter OMsto que o aiferes '.loreira coo-
tinuasse a extorqulr, em proveito proprio e de
peseoas.de saafamilia, os vencimentos das pracas
da infeliz companhia do Rio Grande do Norte.
Art. 28. Todo o oficial, de qualqaer gra-
duaoao qae seja, que se valer do seu emprego
para tirar qualquer lucro, por qualquer maneira
que seja, e de qua nao puder inte ira mee te veri-
ficar a legaliiade, aera intallivelmente expulso.
Olea paro mesllclnal de Usado da
bacal bao, de Laaaan V kemp.
N. a
Ouvir-se essa toase secca, cortada e metallita
que symptomatica de un pulmoes enfermos, nos
inclinamoa c/er que nao ha remedio. Pode sar
diminuida, mitigada e finalmente completamente
extirpada mediante o uso do oleo puro medicinal
de figado de baealbo de Lanman c Kemp. Es-
pecificamos a prepara?lo de Lanoaan & Kemp,
porque um artigo puro e legitimo, elaborado com
os figados freseaea do melhor peixe, e A cujo grao
de excedencia, n2o pode chegar nenhum outro olea
de figado de bacalho no mercado.
Por estranha que se nos figuro esta assercio,
as sete otavas partes dos taes suppostos leos de
figado de bacalho, sao adulterados e algnns d'el-
les, nao contm urna s pinga que seja do fluido
cujo nome usurpara. A iode que existe no verda-
deiro remedio nao se ensontra em nenhum n d'a-
quellaa f:lsi&cacoej e imita^es desprezveia e por
essa m sir.a razio sao inteiramente inuteis, em
quanto que neste outro se ach ogranie antidote
para a tysica, bronchites e todas aa eufermidades
dos pulmoes e do figado, e isto n'um estado o mais
puro e na forma a mais agradavcl om que a scieo-
eia pode apresental-o ao enfermo.
Nao tem neubum cheiro deaagraduvel c conser-
va-se perfeito em todos os climas.
Achi-se venda em todas as priucipaea bo:icas
ejiojaa de drogas.
Agentes era Pernambuco, Henry Forster & C
ra do Commercio n. 9.
Cmara Municipal de Olinda
O procurador da Cmara Municipal de
Olinda faz sciente, a quem int-:ressar pos-
sa, a solucao infra da Exm. Sr. presiden-
te da provincia.4a seccao. Palacio da
Presidencia de Pernambuco, em 13 de
Abril de 1886. Tendo em cousiderac2o o
que a esta presidencia representou Joo Ru-
fino Barbosa, e attendendo a que o poder
legislativo desta provincia j resolveu so-
bre o assumpto da cobranza das taxas dos
terrenos do antigo Focal do Olinda, de
que tratou a consulta do comelbo d-. Es-
tado, que servio de fundamento ao Aviso
n 95, de S de Marco de 18 i7, declaro
Cmara Municipal do R.icifo, que em vista
da expressa disposicao do art. 39 da lei n.
1,156, de 15 de Juuho de 1874, a Cma-
ra Municipal da Olinda tem o direito de
continuar a cobrar os foros dos terrenos,
que possue na cidade do Recife. Por isso,
cumpre que a mesma Cmara do Recife,
nao s restitu ao referido Joao Rufino
Barbosa o que elle pagou, mas tambem sa
abstenha rie arrccad.ir os foros dos tarre-
nos, de qiM trata a citada dspoiico de
loi.
N siirn dou snlucao io assumpto de seu*
officios, ns. 38 e 70 de 4 de Maio e 18
de Deze .bro do anno passado.
("Assignado)Igna-io Jjaquinm da Sou-
za L^iio Lio. ConformeH. Moscoso.
'onferi.A. Gomes Leal.
Procuradora da Cmara Municipal da
Qliada, 1 de Maio de 1886.
O procurador,
Francisco Velloso de Albuquerque Lias.
Ao publico
Os abaixo assignad.-. te i lo registrado o depo-
us suos triaea e rtulos das
suaa praparaeSea na junta commerciai d> Rio de,
Janeiro de conf rm-i .= prescripcoes das
Icis do apeno do Brasil, d iclaram e participara
aos uteressa los. '|"e e iao nicos proprietarioa,
tem direito exclusivo de usar as mares indus-
a rotulo- : i- t 0 maauf .ctara,
fabricacao e venda da3 s gua es prepara^Saa;
Agua de Florida de Murr..y c Lam'in.
Tnico Oriental.
Peitontl 1' aaaeaanita.
Pattilhas Vermfugas de K"mp.
Oleo de figado de bacalho Je Linimn & Kemp.
Fmnlean <-e oleo de figado de bacalho com hy-
pophosphites, de fjaamam Je Kemp.
Salsaparrilha de Bristol.
Extracto duplo de aaeeleira, marica de Briito), e
ungento de aveleira mgica, de Bristol,
e que, portanto, perseguirn a todos os falsificado-
res ou imitadores das ditas mareas industriis e
rtulos, p-ocuraado que sejam castigados com toda
a severidade da lei.
Tambem acautelamos o publico contra todos
aquMIea que intentan) substituir as nossas prepa-
aeim i n ncionadae com artigos falsificados
que levara rtulos ou marcas industriaos que im?
i-iia as nossas.
Lanman & Kemp.
C, IleinaiQ
Usinas de cobre, tatao bronze oe i
Golitzer fer n. 9 B^rlim S. O.
Espeealidade:
Coiistruc^o de machi-
nas e appardhos
parafanucas de assucar, dcstilla^oes e re-
tinajSes com todos os aperfecoaraentos
modernos.
DSTALLAQAO DE^
Engentaos it assucar copelos
Estabeleciraonto filial na Havana sob a
mesma firma de C. Heckiliann.
C. e San Ijrnacio n. 17.
linieos representantes
Haupt Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para nformacoes dijamse ai
Pohlman &C
M flo Gfliirsi i Id
Collcgio Parthcnon
Ra Velha n. JO
As aulas desve collegio, esto fuuccfcando, ad-
mitte alumnos ternos, externos cmeie pensio-
nistas.O director,
Ovidio Alves Haaaya
\ aula mixta particu-
lar
Francisca Martinana L. Carneiro participa aos
pais de familia, que sua aula abrir &e-ha uo dia
12 do corrente : qnem de seus prestimos pseciaar
pode dirigir-se ra do Visconde de Govanaa a
21, que entender- se-ha com a mesma.
COLLEtilO
os .
)idssa Senhora das Victorias
RA DO HOSPICIO N. 10
Directoras:
Mme. Blane.be d'Herpent Crgo.
Baroneza V. d'Herpent.
Este colltgio tem ptimas accommodacoes para
lnmnas internas e um corpa docente de recoohe-
cida capacidade.
X

r -
......


Diario de PeroambiieoQunrta-feir 5 de Maio de 1386
""*"




O corpo medico de Paris acolheu benvolamen-
te o vinho de extracto de figado de bacalho ; a na
adminiatracao fcil ollocou-o entre aa maes de
todas as mes ; a ana accio prompta e poderosa
tornou-o precioso parr oe anmicos e para os in-
dividuos cajo sangue ae acha viciado pela tuber-
culose, escrfula e rachitismo; a sua dosagem
perfeita asaegurou-lhe um lugar dos mais honro-
888 na ciaste dos agent s teraputicos, cuja efi-
cacia indiscntivel satisfaz ao meamo tempo i ex-
periencia e ao raciocinio. ,
(Tribune Mdtade.)
COLLEGIO
DE
N. S. da Pialado
EM
Olinda
N. 33No Varadouro-N. 33
Este collegio tem por fim cuidar da edu-
cajo de meninos e meninas ; recebe inter-
nas, que slo tratadas com carinbo, aceio e
desvelo, meio-pensionistas e externas, bem
como meninas de tenra idade; para o que
dispoe de um corpo docente habilitado.
Enaina-se calligrapbia, doutrina ebrista,
elementos de civilidade, lingua nacional,
arithmetica, geograpbia, historia universal,
historia sagrada, francs, inglez, canto,
{liano, trabalbos de agulba de todas as qua-
idades, bordados a matiz, bordado branco
com toda a perfeicSo, costura cb2, apren-
dendo as meninas a coser toda a roupa de
mma senhora, cortar e a fazer vestidos, etc.
Recebem-se tambem, como externas e
naeia pensionistas, mojas de 12 annos para
cima, nilo s para os trabalhos de costura,
oomo para as diversas aulas do collegio.
Merece aatten Srs. mdicos
Attesto e juro, sob a f de meu gru,
que tendo empregado sem proveito varios
medicamentos par i debellar urna sciatica
rheumatica, na senhora do IUm. Sr. Ange-
lo de Souz.i Cordeiro, da ra da Frainha
n. 127, vi a molestia ceder depcis do uso
de oito vidros de Cajurubeba, composicao
do Sr. Firmino Candido de Figueireio,
medicamento a que se submetteu, de seu
moto proprio, a mesma referida senhora.
Dr. Jos Antonio de Almeida.
Rio, 12 de abril de 1886.
Es; a reconhecida a firma pelo tabelliao
Francisco Pereira Ramos.
(Ext. da Gazeta de Noticias.)
N. 12. Attesto ter empregado com van-
ajo sos resultados em doentes de tubercu-
lose pulmonar, em minba casa de saude, a
Emulsao de Scott oleo de figado de baca-
lho com hypophosphitos de cal e soda.
O referido e vejdade e o juro in fide mc-
dici.
Rio do Janeiro, 15 de outubro de 1884.
Dr. J. Tacao.
m
K
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20
Larga do Rosario.
ra
Dr. (miro Leao
MEDICO
Coosul torio e residencia ra do Li-vramento
n. 31 1" andar. Consultas de 11 horas as 2 da
tarde. Chamados por escripto a qualquer hora.
Especialidades, febres, partos e malestius de
criancis.
Dr. Ferreira Velloso
di consultas das 10 is 11 1/2 da manh, em
3santo funecionar a assembla provincial, ra
o Marqutz de Ulinda n. 47, 1 andar.
COMERCIO
Boba eomaierclal de
buco
Pernam
Dr. Ooiiiin Lete
MEDICO
Tem o seu escriptorio a roa do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 aa 2 horas da tarde, e deata
hora em diante em ana residencia ra da Han-
ti Coa n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhor ib e enancas.
OCULISTA
O Dr. Marrlo amplio, medico oculis-
a, ex-chefe de clnica do Dr. de Wecker, d con-
sulta) de 1 a 4 horas da tarde, na ra do Barita
da Victoria n. 45, 2o andar, excepto nos domingos
e dia i santificados. Residenciara do Riachuelo
n. 17. canto da ra dos Pires.
Dr. Cofil Lete
Medico, parteiro e operador
Sua da Imperatriz n. 48, 2.' andar.
Residencia ra do Paysand u. 15 (Passa-
gem).
D consultas das 11 horas da man til s 2 da
tarde.
Attende para es chamados de sua profisso a
qualqier hora.
Conultorio medico-eirnrgice
O Dr. Estevo Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consulta medico eirurgieas, na ra
do Bom Jess n. 20, Io andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? demais consulta e visi -
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1 andar.
Ns. telephonicon : do consaltorie 95 e residencia
126.
Especiaidades Partos, molestias de creacas,
d'utero e seus annexos.
Xarope de Mal-niat
O Mata-mata (lecythe idatimon) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da flora
brasiloira.
E' um agente therapeutico poderosissiino con-
tra as molestias do peito e da asthma.
Os numerosos affectados que delle tm feito uso
consepiiram um resnltado muitn satisfactorio, ala-
biado por se reconhcier que at hoje a melhor
prepaiacao para a cura da nolbma. nron
chile asi lima lien, e amiga e oppre*
oe, dispensado o emprego do arsenio, follias
de es' ramonio e plantas narcticas que acabam
quasi sempre pelo abuso que delles se faz e mes-
mo pelo uso prolongado por produzir effeitos des-
astrosos sobre a sade e em geral entorpecimento
do cerebro.
Vndese na Botica Franceza de Rouquayrol Fie-
res, euccessores de A. Caors
X. 23Hua da Crui-M.
RECIFE
ca-
um
mais de 200 ps de coqneiros e outros firtictoi,
.cimba, sendo o sobrado cercado de janellas e
terraco ao lado, salas, 6 quartos, cosinha, me-
dindo de frente 8 metros e 85 centmetros, e de
fundo 18 metros e 15 centmetros, dividindo o di-
to sitio ao nascente com o sitio Porto do Rosario,
e ao poente com o rio S. Paulo, ao norte com a
estrada e ae sul com trras de Jos Duarte Ran-
rl e sitio .de Andr de tal, avaliado em 5:000*.
assim ser dito bem arrematado por quem mais
dor e maior lance oSereeer, no dia cima indi-
cado.
E para que chegue a noticia a todos mando ao
porteiro do juizo que afine o presente no lugar do
costume e publique pela impreosa.
Dado e passado nesta cidade do Itecifc de Per-
nambuco ao 10 de abril de 1886.
Subacrevo e assigno.
Recife, 10 de abril de 1886.
Eu, Antonio de Burgos Ponee de Len, escri-
vo o escrevi.
Joaqum a^Cos* fflpeirq.
Arsenal de guerra
t
Massa fallida deFranciseo Teixei-
ra Barbosa
O administrador da massa fallida de
Francisco Teixeira Barbosa, tendo de pro-
ceder classiticacao de crditos, convida
aos respectivos credores a exhibirern no
prazo de 8 dias, contar desta data, s
eus titulos para que urna vez verificados
tenham a devida clascificaco na Praga
da Independencia n. 40.
Joaquim da Silva Carvalho.
EDITAES
Kdital n. 1
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector, faco pu
blico que fica pror.igado at 24 de Maio prximo
futuro > prazo para pagamento, livic de multa,
do impjsio de passeio oas quntro freguezias desta
cidade, e de que tratam os editaet que j foram
publicados.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernain-
buco, em 27 de Abril de 1886.
Servindo de secretario,
Lindolpho Campello.
O Dr Joaquim da Costa Ribeiro juiz d-i
direito do civvl desta cidade do Recife,
capital da provincia do Pernambuco, por
S. M. o Imperador, a quem Deus guar-
de, etc., etc.
Faco saber aos que o presente edital virem ou
dtl!e noticia tiverein, que depois de vinte das de
pregues e tres de pracn, ser arrematado na au-
diancia de de junbo prximo vindouro, o bem
segnint ?, penhorado na execucio que move Jos
Moreira da Silva a Manoel do Amparo Caj, cojo
bem vai em praca pela segur Aa vez em virtude de
ruinas t deappj.recimento da olera :
Um grande sitio no lugar denominadoBumgy
conht cimento pelo sitio do Costume, na fregue-
zia de Afogados, com casa de vi venda, seudo so-
brado de um andar, cem quatro viveiros, para
Juizo de orphos e ausentes do
termo de Alcoba^
O Dr. Francisco de Souza dias juiz de orphos e
ausentes do termo de Alcobaca, comarca do
mesmo nome da provincia da Baha, por S. M.
I. e Constitucional o Senhor Dom Pedro II, a
nem Deus guarde, etc.
ac saber aos que o presente edital vircm que
fallecen-io n'esta villa Antonio Francisco Luma-
chi de Mello, sem testamento era herdeiros nesta
comarca, filho legitimo do Caetano Francisco Lu-
machi de Mello e D. Francisca Mara Ribeiro de
Campos j fallecidos, natural do Recife, provin-
cia de Pernambuco, maadei na forma da lei pro-
ceder a arrucadaeao e avaliacao dos beus deixa-
dos por aquelle finado, nomeando enrador do es-
polio ao cidado Augusto Goncalvea da Rocha, e
porque conste a' este juizo ha ver herdeiros ausen-
tes em lugar nao sabido, mandei passar a presente
caita de editos de 60 di id. pela qual cito, chamo e
requeiro a todos os interessados e herdeiros par
que venham habilitar se, allegando neste juizo
seus direilos, sob pena de sur considerada vaga a
herauca, e se proseguir nos demais termos.
E para que chegue a noticia a todos mandei
passai- o presente, que ser aflixado nos lugares
pblicos e publicado nos jornaes desta provincia,
Rio de Janeiro e Pernambuco.
Villa ae Alcobaca, 20 de abril de 1886.
Eu, Saturnino Jos da Silva Ramo, eacrvao
He orphos e ausentes o escrevi.
Francisco de Souza Dias.
DECLARACOES
Recife Drainage
A companliia faz publico, para conhecimento
dos interessados, que collocou no mez de Abril
prximo lindo, os appardhos abaixo declarados :
Freguczia do Recife
Ra do Torres n. 4, apparelho n. 8,014, segn
do andar.
Mrquez de Olinda n. 36, apparelho n. 8,015,
primeiro andar.
Becco do Paschoal n. 5, apparelho n. 8,016,
soto.
Largo da Asserabla n. 11, apparelho n. 8,017,
nuarto andar.
Ra do Amorim n. 2-A, apparelho n. 8,018, casa
terrea.
Santo Antonio
Ru nova da Praia n. 4, apparelho n. 5,653,
loja.
Recife, 3 de Maio de 1886.
O gerente.
J. Doicsley Jnior.
RECIFE, 4 DE MAIO DE 18b
As tres horas da tarde
t-ocace olficiaes
Cambio sobre o Rio de Janeiro, 10 d/v. ao pa r.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lemos.
RSNDIMENT0S PBLICOS
Mea oe Maio de 1886
JUraxdegxb 1 a 3
dem ce 4
RacEBEDORiA De 1 a 3
u*u de 4
Co.13UI.lDO provincial -Da 1 a 3
dem de 4
RaCIFK UUAVNAGK I-'C 1 l3
dem de 4
51:848/510
84:212,841
136:061*354
3:494/602
1:819/123
5:313/725
13:768/451
2.795/711
16:564/162
1:816*878
3:527*204
3:344/032

DESPACHOS DE DIffORTAOO
Vapor americano Advance entrado dos portos do
sol, no dia 3 de Maio e consignado Henry Fcrs-
ter & C, mauifestou :
Carga do Rio de Janeiro
Amostras 14 volumes, diversos.
r. Bitter 5 caixas, a ordem.
Cafe 428 sarcos. & Manoel dos Santos Arauje,
200 a Maia & Rezende, 132 a Jos Joaquim Alves
& C., 100 a Ferreira de Carvalho & C, 112 a
Pjiva Valente & C, 180 a Domingos Cruz & C ,
)a Ferreira Rodrigues & C, 70 a Fernandes &
IrmSos, 50 a Antonio Jos Soares & C, 50 a Bra-
ja Rocha & C. e 20 a Braga & S.
Cigarros 5 caixas, a Fernandes & Irmo.
Cognac 35 caixas ordem, 5 a Carlo3 Alves
Barbosa, 10 a Guimares Rocha & C.
Esperedina 21 cajx&s, ordem.
Licores 5 caixas, ordem.
Laranginha 10 caixas. ordem.
Movis 12 volumes, a Carvalho Junicr & Leite.
Mercadonas diversas 136 volumes, ordem, 9 a
Adolpho M. dos Santos, 2 a Bernet & C, 1 a J.
P. Pocas.
Panno de algodo 70 fardos, a L. A. de Siquei-
ra, 30 ordem, 10 a Andrade Lopes & C-
Sebo 90 barricas, a Joaquim da Silva Carvalho
& O.
Sardiaha 100 caixas, a Silva Guimares & C.
30 a Demingos Cruz & C.
Vinagre 1 pipa e 5 barris, ordem, 20 a Arau-
jo Castro & C., 10 a Gomes & Pereira, 5 a Zete-
rino Martina & C.
Vermouth (i caixas, ordem.
Vinhc l pipa e 10 barris, ordem, 25 a Antonio
Jos Sonies & C, 20 a Esnaty Rodrigues & C .
10 a Carlos A. Barbesa, 15 a Alberto Rodrigues
branco.
.Xarque 1350 fardos, a Baltar Oliveira & C.
300 a Maia & Rezende, 30 a A. S. de Oliveira.
Carga da Bahia
Panno de algodao 25 fardos, a Narciso Maia
frC.
Barca americana Gamalea entrada de Baltimo-
re, no dia 1 de Maio, c consignada a Johnston Pa-
ter & C manitestou :
Farinha de trigo 6400 barricas, a Machado Lo-
pes it C.
Vapor nacional Cear, entrado dos portos do
norte, no dia I de Maio e consignado ao visconde
de Itaqui do Norte, mauifestou :
Barris vasios 170, a Amorim IrmSos & C.
Farinha de mandioca 40 siccos, a Baltar li-
maos & C, 279 a J. F. de Albuquerque.
Gommi de mandioca 42 encapados, a L. G. da
Silva & Pinho, 20 a Joaquim Felippe & Aguiar,
2C a Costa Lima 6c C.
Lauca 2 barricas, a Antonio Ramos.
DESPACHOS DE EXPORTADO
Em 3 de Maio de 1886
Para exterior
Ka barca norueguenso Producenl, carrega-
ram :
Para Kew-York, Borstelman 5z C. 6.315 saceos
com 43.6J5 kilos de assucar msacavado.
. No vapor americano Advance, carregaram :
Para New-Yoik, H. Stolzenbach & C. 31,200
pelles de cabra e 57 barricas com 3,800 kilos de
borracha ; H. Nuesch bra ; J. F. de Sant'Anna 2 saceos com 92 kilos
de fava cumar ; Julio & Irmo 4 barricas com
300 kilos de borracha.
Para o interior
Na barca porugueza Hova Vencedora, cas-
regaram :
Para Santos, J. S. Loyo ft Fho 600 sa?cos
com 36,W) i kilos de assucar branco.
No vapor nacional Ceur, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, A. Monteim 1,C00 sac- '
cas com 71,841 kilos de algodo ; F. de Macedo j
500 saceos com 30,000 ditos d as3ucar masca- <
vado ; Esna'y & Bancks 10 barricas om 757 1
ditos de doce ; M. H. A. de Almeida 14,900 cocos
ructa ; A. B. Correia 200 caixas cajurubeba.
No vapor americano ^Iduance, carregaram :
Para o ?ar, M. J. Alves 10 pipas com 4,800
litros de agurdente ; Bal ar Irraos & C. 20 di-
tas com 9600 ditos de dito ; P. Pinto & C. 20
ditas coa 9,600 ditos do dito ; P. Carneiro C.
5 ditas con 2,400 ditos de dito ; L. J. S. Guima-
res 2 ditas com 960 ditos de alcool, 10 pipas e
25 barris veira & C. 40 pipas com 15,360 ditos de dito e 1
dita com 4 ditos de alcool ; F. le Moraes 300
barricas com 18,808 kilos de tancar branco ;
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Liberaes
De ordem do nosso irmo director e reaccordo
erm os nossos estatutos, convido aos nossos ir-
mos se acham nos goses de seus direitos reu-
nirem se em nossa-sda cexta-feira 7 do correte,
pelas 6 horas da tarde, afim de reunidos, ter lu-
gar a assembla geral do mz prximo lindo, como
inaudain os mesmos estatutos, visto nao ter com-
parecido numero legal no dia arrazado.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes de Pernambuco, em 5 de
Maio de 1886.O Io secretario,
Jos Castor de A. Sotaa___^_
Companbia de Edificado
Communicate aos Srs. accwpurtas, que por de-
liberacao da directora toi resplvid.i o reculhimah-
to da segunda prestaco, na razo de 10 por eento
do valor" de cada aeco sufccripta, o que dever
realifar-se no Londxn Braeilinn Bank, at o dia
10 de Maio prximo futuro-
Recite, 24 de Abril de 1886.
O secretario,
Gustavo Antimes.
Burle A C. 100 ditas com 4.706 ditos de dito ; F.
A de Azevedo 300 ditas com 23,500 ditos de dito;
J. A. da Costa Medeiros 30 ditas com 1,348 ditos
da dito ; S. G. Brito 348 ditas com 21,600 ditos
de dito.
No vapor nacional Ptrapama, carregaram :
Para Aracaty, Fernandes He. Irmo 200 saceos
com farinha de mandioca.
Na barcada Santa Rita, carregou :
Para Mossor, M. J. Pessoa 750 saceos com fa-
rinha de mandioca.
Na barcaca Faro/a, carregaram :
Para Parahyba, F. M. Duro 500 taceos
farinha de mandioca ; Baltar Irmos & C.
ditos com dem.
com
100
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no dia 3
Manos e escalas 12 dias, vapor nacional
Cear, de 1,999 toneladas, commandan-
te Guilberme Pacheco, equipagem 59,
carga varios gneros : ao Visconde de
Itaqui do Norte.
llaco 14 dias, brigue nacional Joao
Valle, de IOS toneladas, mestre Fran-
cisco H. Canuto, equipagem 6, carga
sal; a Manoel Joaquim Pessoa.
Lisboa Cureta portugueza Affonso de
Albuquerque, commandante capitn de
fragata Augusto Cesar Cardoso de Car-
valho.
Navios saludos no mesmo dia
BabiaVapor inglez Wikenh, comman-
dante W. Warcropre, carga apparelbos
thelegraphicos.
Xcw-York e escalas Vapor americano
Adwance, commandante J. K, Beers,
carga varios gneros.
Terra-Nova Barca ingleza Camelia, capi-
t3o Richard Horrye, em lastro.
Barbados Lugar americana Jidaard A.
Sancher, capitio W. N. Fosf, ejn las-
tro.
VAPORES ESPERADOS
Ville de Rio de Ja-
neiro do sal hoje
Amazone da Europa mnnh
Mrquez de Caxias da Bahia x manila
Amazonense de New-Tfo.lt amaha
Manos do sul a 7
Ville de Cear (la Europa a 8
Tamar da Europa a 11
Bahia do norte a 13
Trent do sul 14
Espirito Santo do sul a 16
Finance do norte a 17
Desterro de Hamburgo a 20
Para do norte a 23
Tagus da Europa a 24
Senegal do snl a 25
Cear do sul a 26
La Plata do snl a 29
0 conselho de compras recebe propostas no dia
11 do correte, at as 10 horas da manh, para a
compra dos artigos seguintes :
1 bule de louca.
3 facas para cosinha.
2 funis de folha.
6 marmites de dita para'rancho.
2 jarras de barro com torneiras.
3 bacas de estanho para rosto.
2 enchadas encabadas.
3 lavatorios de ferro.
Paes de ferro.
6 baideiras de filelle, encarnadas, para conti-
nencia.
1 dita cem a frm e cores da imperial para o
mesmo fim.
64 fitas de cadace para exercicio de esqueleto,
tendo cada urna 1 metro de coiqpriinento e 1 ar-
ga em cada extremidade, sendo 32 encarnadas e
3H brancas.
5 metros de pannos de algodo para cobrir alvos
ten lo 1 metro e 15 centmetros de largura.
2 metros dito de dito para o mesmo fim, de 80
centmetros de largura.
27 cinturoes de couro, envernisados de preto.
60 bonete de servido interno.
4 ditos sem palla, com lettra S.
58 gravatas de sjla de lustre.
4 mantas de la ojnzentas.
554 pares de sapatos de couro de bezerro.
8 metros de pauno azul para capotes de infe-
riores.
354 metros de panno azul.
73,92 metros de dito dito para ponches.
506,80 metros de panno alvadi para capotes.
179,20 metros de flanella de algodo para forro
de capotes.
961 metros de brim pardo trancado.
53,60 metros de algopo zuarte.
15,40 metros de btu azul para blusas.
103,80 metros de dita eucarnada.
300 ditos de algodoziuho.
48,30 ditos de casemira encarnada enastada.
364,40 ditos di holland de forro.
77 ditos de aniagem.
8 kilos de algodo cm rama.
50 cobertores ou mantas de l encarnada.
8 livros de histoiia do Brasil por Salvador.
30 cartas de A. B. C.
48 taboadas.
8 pedras para contas.
1 gis kilograumo.
Previne-se que nao serio tomadas em conside-
raco as propostas que nao forem teitas na forma
do art. 64 do regulamento de 19 de outubro de
1872, em duplcala, com referencia a um s arti-
go, mencionxndo o nome de proponente, a indica-
y,o da casa commercial, o preco de eada artigo, o
numoro e marca das amostras, declaraco expres-
sa de sujeitar-se multa de 5 0/0, no caso de le-
cusar assignar o contrato, bem como ao de que
tratam os arts. 87 e 88 do regulamento citado.
Secretaria do arsenal de guerra de Peruambu-
c, 1 de Maio de 1886.-O secretario.
Jos Francisca It. Machado.
Estrada de ferro do
Recife a Caruar
IXAUGURAVAO DA ESTA(. AO DE S. JOAO DOS
FOHB08
Pc-r ordem do Sr Director faco publico que no
dia 8 do corrente naugurar-se-ha a estaco de S.
Joo dos Pombos, continuando d'este dia em dian-
te a vigorar o mesmo horario dos trens com o se-
guinte accre8Smo :
DIAS TEIS
Estaces
*3
e
to
O
4
a
-
M. 1
Victoria.............
S. Joo dos Pombos....
12.10
12.58
12.25
Estaces
M. 2
S. Joao dos Pombos.
Victoria............
to

1.45;
1.15
2.55
DIAS SANTIFICADOS
Estaques
P. 3
Victoria.............
S. Joo dos Pojibos...

10.10
10.50

10.20
Estaces
P.4
S. Joo dos Pombos.
Victoria............
3
X
tr>
O
11.45
o
11.10
5.00
Escriptorio do" trafego, Recife, 4 de Maio de
1886.
O chele interino do trafego,
J. Machado Portella.
Mano di Portugal ei Perna-
Por este consulado se fas publico que a legisla-
Cao vigente eslabelece sobre a inportaco de ta-
baco em Portugal as seguintes disposicoes respec-
tivas :
1" E' prohibida a impnrtaco de tabacs em na-
vios de menos de 200 toneladas, e em volumes de
menos de 40 kilogrammas.
2a O tabaco em folha ou em rolo s pode ser
importado pelas fabricas existentes no paiz.
.'' Sao admittidos tambem a despacho volumes
com pezo nao inferior a 10 kilogrammas, oontanto
que venham em cada volume differentes quidida-
des com que se justifique serem amostras.
4a Os volumes de tabaco devem trazer marcado
exteriormente o pezo bruto e o pezo liquido.
P O tabaco trazido com carga em transito por
navios que acam escala por portos port.uguezcs,
deve ser mencionado em urna declaraco no porto
da procedencia, c a assignatura de tal deoiarafo
devo ser authenticada pelo cnsul de Portugal re
sidente nesse porto.
6 O tabaco trazido como carga destinada
portos de Portugal tem de sei necessariamente
mencionado no manifest consular, desorevendo-se
ahi por extenso a quatidade de volumes, pezo e
valor.
7* Nao licito aos pass geiros e tripulantes de
navios destinados a portos portugueses trazer ento-
sigo, sob pretexto de ser para seu uso, tabaco em
quantidade superior a 2 klogiammas por indivi-
duo.
8" As infraccoes dos preeeitos que ficam men-
cionados sao punidas com multa do quintuplo dos
direitos do tabaco encontrado e priso at um
anno.
Consulado de Portugal em Pernambuco, 3 de
Maio de 1886.-
Vicente Nunes Tavares,
Encarregado do Consulado.
Gomaila sai Tira
Emprestarla do abasteclmeaio d
agua e saz a cidade de Olinda
DEVEDOBES EM ATBAZO
Tendo a directora, em sessao de 15 do
corrente, resolvido receber por intermedio
de um sollicitador todas as contas de con-
summidores d'agua e gaz em atrazo, a
contar do anno de 1876, resolv n'esta
data encarregar de tal cobranca o Sr.
Dogo Baptista Fernandes, a quem espero
attendero desde logo os mesmos devedo-
res, cortos da Justina e equidade de simi-
lhante resolucao.
Escriptorio do gerente 25 de Abril de
1886.
Antonio Pereira Simoes.
Confiarla doMenhor Bom Jess
da Via sacra na Igreja da Nauta
Cruz.
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
nossos irmos para comparecerem em nosso con-
sistorio no dia 7 do corrente, pelas 6 horas da
tarde, afim de reunidos em numero legal, deter-
minada no art. 40 do cempromisso que rege a
mesma confraria, possamos deliberar sobre as-
sumptos urgentissimos aos interesses da mesma
confraria.
Consistorie, 5 de Maio de 1886.
O e.scrivo,
Jos Francisco de Fiaueiredo.
Veneravel contraria de Santa Ri-
ta de Gassia
Segundo collegio representativo
De ordem do conselho administrativo, pelo pre-
sente annuncio de novo convido aos irmos desta
confraria para que reunido no consistorio de
nossa igreja quarta-feira 4 do corrente, s 6 horas
da tarde, se resol va sobre as apolices geraes per-
tencentes mesma contraria, segundo o aviso do
ministerio do imperio, bem como de outros assum-
ptos que na occasio *ero apresentados.
Secretaria da confraria de Santa Rita de Cas-
sia, 1" de Maio de 1886.
O secretario interino.
Glicerlo C. do Espirito Santo.
ADMiXISTRACAO DOS COUKEIOS DE l'Eit
NAMliUCO, 1 DE MAIO DE 18S6
Relacao da eomapondmcia registrada (sem
valor) que existe nesta repart-ao, por
nao torean xi encontrados seus destina-
tarios.
Alex-ndrina Tavares Carneiro.
Amarj Gomes da Silva Racios.
Albino Goucnlvcs Fernandco.
Antonia Alexandiina va Concdco.
Antonio Gonc-ilves Correia Amorim.
Antonio Carneiro U .
Antonio Firmo I). Cardlo Jnior.
Antonio Guinea dr Parias.
Antonio Joh do Nascimento.
Antonio Tavares Carvalho Silva.
Brico de Caldas Brito.
E riiiia Lubbu.
Fianceliiia Mara dos Pr-izercs.
Feliciano de Oliveira Oiniz.
Francisca AdelaiJe das Chagas.
Francisco Corris de Hczende.
Francisco Jos Dias Ljuro.
Francisco Jos Corieiro.
Frauoiseo Marques de Oliveira.
Franeiseo Ribeiro Vilvlla.
Gaidina Maria do Livrament.'.
Henriqnca Mam de Jess.
Honorio liento ZidancH.
Jovina Dclniira da Conceicio.
Julio Brindo.
Jos.-pha Torres Gallindo.
Jos Aotouio Barbosa.
Jos Cosme da Silva.
Jos Francisco de Vasconedlos.
Jos Lino de Albuquerque Marauho.
Jo Munteir* dos Santos.
Jos dos Santos Costa Moreira (2).
Jos Tavares Cirneiro.
Jos Themoteo Pereira Bastos.
Jos Tercncio de Barros Arauj i.
Jos Vie .loaniia Iva Guimares.
Joo Benevides
Joo Jos Olivoira Junquera Jnior.
.Ico Mchalo.
Joao dos Santos Feitosa.
Joaquim Gancalves de Gusm-3.
Laurentino Goncalves Senna.
Lucindo de Barros Oliveira.
Alaria Carlota le Vasconc los Abren Keg
Maria Emilia Ribeiro Feitosa.
Maria Freir du Lima.
Monteiro Corr-ia.
Miguel Joaquim do Reg Barros.
Maximino Jos de Oliveira.
Mnxiuiiano Leite Moreira do Prado.
Manoel Adeodato .le ^ouza Jnior.
Manoel Ferreira Alberto.
Manoel Francisco Ferraz.
Manoel Joaquim 1 cruandes.
Manoel Macario.
Paul Guelphe.
Primo Glanz.
Porfirio Peixoto de Vasconccllos.
Pacifico Paulino Malaquias.
Prxedes da Silva Gusmo.
Rosa Maria de Jess.
Rodrigo de Uzeda Luna Ribeiro.
Silvena Maria de iraujj Lima.
Silva.
Silvina de Paula Rodrigues.
Simio T. de M. Sobral Jnior.
Tsfioli Aaina-to.
Umbelina Natalia de Sant'Anna.
Virgilio Rebello.
Wenceslao de Oliveira Guimares.
O 1 official
Deodato Pinto dos Santos .
Monte Pi Porluguez
Assembla H
De ordem doSr. om-
mendador ManoelJo-
s Machado, presiden-
te da Assembla Ge-
ral.sao convocados to-
dos os Srs. socios para
a sessao extraordina-
ria, que ter lugar na
quarta-feira, 5 do cor-
rente, s seis horas da
tarde, na sede da so-
ciedade, afim de tra-
tar-se sobre a conver-
sao das apolices da di-
vida publica, perten-
centes a esta pia ins-
tituico
Recife. 1 de Maio de
1886.
0 secretario,
Jos Vieira de Siqueira Ferraz.
Correio geral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor nacional Cear, esta acmi uistrasas
expede malas para os portos do sul, rece lendo rm-.
prseos e objectoo registrar at 1 hora da tarde,
e caitas ordinarias at 3 horas ou 3 1/2 com
porte duplo.
Pelo vapor Pirapama, para os portos do noga
at Cear, recebe se impressos e objectos regK
trar, at 1 hora da tarde, e cartas ordinarias Wk
3 horas ou 3 1/2 com porte duplo.
Administraco dos correios de Pernambu, 5
de Maio de 1886. O administrador,
Affonso do Reg Barros.
Arsenal de Guerra
De ordem do Illm. Sr. major director, dstrisus-
se costuras nos dias 3, 4 e 5 do corrente mez s
ostureiras de ns. 237 a 286, do conformidade
com as disposicoes dos annnuncios anteriores.
Secco de costuras do arsenal de guerra de
Pernambuco, Io de Maio de 1886.
Flix Antonio de Alcntara,
Alteres adjunto.
liMlSiDOl
Gonipanhia de Seguros
martimos e terrestres
Estaheldda em 1<*55
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de U884
Uarilimos..... U.0:00fl$000
Terrestres,.. 316:000S000
44 Ra do Coinmereio
"SEGUROS"
UARITDIOS CONTRA FOGO
Companhia Phenlx Pcr-
nambucana
Ruado Commercio n. 8
Sute Brotes k I~
Companhia
[mperial
sijcojro costra fogo
EST: 1803
Edificios e mercadoria*
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuizo
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROVVNS & C.
\ N. Ra do Commercio N. 5
COXTR.l FOGO
Rortb British & Mercantile
CAPITAL
t:000.000 de libras sev linas
AGENTES
Adomson llowie C.
CONTRA FOGO
The Liverpool Hondn Glob
ii\subbance mwkm
fondn and Brasillan JBaok
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
sas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n 75 N-
Porto, ra dos Inglezeo. ______
i! ai m
AGESTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N. 7
Seguro* marliimo e lerrestrcN
Ncstes ltimos a nica companhia nesta. prasa
que conceda aos Srs. segurada isempeitode paga-
mento de premio em cada sttimo anno, o que
equivale ao descont de cerca de 15 par cento em
favor dos segurados.
Sanca Casa de Misericordia dj
Recife
Na secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife arrendam-se por espaco de um tres an-
nos, as casas abaixo declaradas :
Ra da Moeda n. 45,
dem "dem n. 49
Ra do Bom Jess n. 13, 1 andar
dem n. 29, loja
dem dem n. 29, 1 andar
Ra dos Burgos n. 27
Ra da Madre de Deus n. 10-A
Caes da Alfandega arraasem n. 1
Ra do Mrquez de Olinda n. 53
andar
Ra da Guia n. 25
Becco do Abreu n. 2, loja
Ra do Visconde de Itaparca n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2o andar, por 1:600 008
Ra das Calcadas n. 32 200S00O
Secretaria da Santa Casa de Misericordi do
Recite, 6 de feverciro de 1886.
O escrivo, Pedro Kodrioices de Ho'iza
THEATRO
oo
240*000
24)000
3! 0*000
21 '3*000
240( 00
216*000
ld)*000
1:600*900
075000
200*005
43000
Empresa Dramtica
Companhia dramtica, dirigida pelo actor
XISTO BAHA
SABBADO 8 E DOMINGO, 9
1.* e 2 a representacilo da grande mag'ca em 1
prolcgo, 3 actos e 6 quadros, toda ornada de mu-
sica, visualidades, transformacoes, figos, etc., ett.
Guarda-roupa novo e feito ii capricijp, M1S-EN-
SCENE deslumbrante.
1FILIIA DO AR
oo
a mmz AZULINA
Tiliilos don cilindro*
Prologo Eutre-nuvens
1." quadro O talismn
2. dito A derrocada
3.' dito Os beijos do diab
4.' dito O cemiterio
5. dito A grata mysteri :s
6. dito Apotbeose
Os espectculos sao intransferiveis.
Precos do costume.
A's 81/2 horas
/

I

A

1 IfHVH |


Diario de PernambucoCoarta-feira 5 de Maio de 1886



^
THEATRO
COMPAMHIA
LYRICA ITALIANA
UIKKl'CiO
TKTG.O GIGLI
O abaixo asstgnado declara ao respei'a-
lavel publico desta capital, que contina
aberta no cscriptorio do Theatuo SS
Rabel e era casa dos Srs. Joseph l^m?
& C, que bondosamente a isso se prestan,
as assignaturas pj>.ra 24 recitas das operas,
que em seguida se declara, entre as quaes
se far uraa escolha de 8 ou 10 das que
mais forera do agrado dos Srs. assig-
nantes.
REPERTORIO DAS OPERAS _
Aida, Vcspera Sici
liani, Forza del Desti-
no, Y Diic Foscari, Bai-
le de Mascaras, Er-
nani, Mackbeth, Rober-
to do Diabo,. Salvator
Rosa, Guarauy, Tro-
vador, Yone, Ruy Alas,
Hugnott, Norma e Faus-
to.
COHPA\Hlt PEEkAAVSUCAXA f
DE
iavcga?5o Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Pmrahyba, Natal, Macu, Mossar, Ara
caty s Cear
O yapor Pirapama
Segu no dia 5 de
Ma iT, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 4.
passagens e dinbeiios a frete at
da tai de do dia da sahida.
CSCRIPTORIO
Ojiada Companhia Per-vxmhuvma
n. 12
A I'KBMHICA>A
DE
costeira por vapor
Xavcgacao
Fernando de Noronha
0 vapor Giqui
Commandante Lobo
a
A Companhia est organisada e a esco-
lha feita com o ruaior escrpulo pos3vcI,
entrando artistas de fama conheeida.
A orchestra ser composta de. 30 pro-
fessores e regida por ura hbil maestro.
iiti: o*
Xo havendo subvengo da provincia, os
presos dos respectivos lugares serilo os que
sempro tC'ira sido, gozando os senhores as-
signantes una descont de 10 por cento.
Camarotes de 1.a elasse.
dem de 2.a dita....
dem de ."5.a dita.. .
dem de 4.* dita....
Galeras...........
Qadeiras de 1.a elasse
dem de 2.a dita____
Platea.............
Paraizo............
205000
225000
155000
65000
45500
45500
35500
15500
5500
A asignatura se fechar no
dia 15 do orrente.
Pernambuco, 2 do Maio do 18S6.
I (jo GitjU.
MARTIMOS
CHARGEtRS HFIMS
Companhia Franceza de navega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janei^j e
Santos
Seamer Filie ie lile Jar
Espera-se dos oortoe do5
sul at o dia G do corrate
seguindo depois da ndis-
I peasavel demora para o II*
' vre.
As passagens podero ser tomadas do aniemn
Recebe carga encoinmendas e pasageiros para
os quaes tem excellentes accommodacoes.
5"d States k Brasil lail S. S. C.
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port-
News.at o dia 17 de Maio,
o qual seguir depois da de-
mora aecessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas e dinbeiro
-i frete, tracta-se com os
AGENTES
llenry Forster k C.
N. 8. RUADOCOMMiiClO
N.8
Companhia Bahiana de nav^ae
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 van fflarpz ie Caras
Commandante Nova
E' esperado dos oortop ci-
ma at o dia 5 de Maio,
1 e regressar para os mes-
i mos, depois da demora do eos -
'turne.
Para carga,passagens, encommendas e dinhairo
a frett; racta-se na agencia
7tiua do Vigario7
Domingos Alves Matheas
BOYAL MIL STEAH PACMET
C01PABY
O paquete Tamar
E' esperado cia Europa no dia
11 do crtente, seguiml
depois da demora necessa
ria para
Maeei, Bahia, Rio de Janeiro, Santos,
Montevideo e Buenos-Ayres
0 paquete Trent
- esperad
do su co da Wde
corrente seguin lo
depois da demora
" necessaria para
S. Vicente. Lisboa. Vlgo e Son
thampton
Para Dassagens, fretes, etc., tracta-se comea
CONSIGNATARIOS
AdamsonHowic &C.
Segne no dia 8 do
corrente, pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
dia 7, e passagens at
s 10 horas da manh
ao dia 8.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pern&mfca
__________cana n. 18
stemer ViUe de Cear
E' esperado da Europa at
o dia 6 de Maio, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a Ba-
bia. Rio de Janeiro
t- Mantoa.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
I vaporas desta linha,qnciram apresentar dentro de 6
das a ontar do da descarga das alvarenga |uaJ-
quer reclamace concernente a voluntes, quo por
rentera tenhain seguido para os portos do sul.atim
de se poderem dar a tempo as providencias necea-
sari as.
Expirado o referido prase a companhia nao se
n'sponsabik'sa por extravos.
Kecebe carga, encommendas e passageir. paro
ce quaes tem excellentes accomodacoes.
Ayusto F. de Oiveira k C
AGEMTEN
42-RIJA DO COMMERHIO-42
O KM % viii; DE nENSAKE
res n iwrran
LINHA MENSAL
O paquete
Amazone
Commandante Jlortemard
Espera-se da Eu-
ropa no dia 6 de
Maio, seguin-
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocapdo na
Babia, Rio de Janeiro e Mnte-
te video
Loaban-se sos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agracia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previrie eo aos senhores recebedores de merca-
dorias qe s se attender as reclamares por fal-
tas nos rolumes que forem reconhecidas na occa-
e&o da 3es(Jtf-ga.
Pal-a uirgn, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: tracta-se com o agente
Angoste Labille
9 RA DO COMMERCIO
Coapanjaia lira ileira de Xave*
gsf 5o a Vapor
FtftTOS DO NORTE
0 vapor Manos
fljwdttfk V tenente Guilherme Wad-
dinr/ton
E' esperado dos portos do sn
at o dia 0 de Maio, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portes
do norte at Manos.
rara carga, passagens, enconuaendas valores
racta-se na agencia
11 Ruado Commercio 11
iluarla felra V do corrale
A"S 11 HORAS EM PONTO
No armazemfi ra do Vigario n, 12
Ao oorrer do martello
Una excedente casa terrea sita ra da Palma
n. 11 rendend animalmente 300J000.
Urna dita ao largo de 8. Pedro n. 4 rendend
270*000.
Urna mei'agua sita ra do Nogueira n. 2 ren-
dend 1303000.
Urna casa terrea travessa de 8. Jos n. 23
rendend 300*000.
Urna dita grande sita ra de Hortas n. 141,
rendend 300*000.
Urna dita dita mesina ran. 143, rendend
108*000. >
Urna dita ra do Argao n. 11 rendend...
360*000.
Urna dita ra da Ponte Velha n. 22 rendend
264*000.
j Urna dita roa do Visconde de Goyanna n.
- T07 rendend 300*000.
Urna dita sita ao Corredor do Bispo n. 18 ren-
dend 300*000.
Urna dita ao beceo do Tambii n. 91 rendend
300*000. -
Urna dita no mesmo becco n. 5 rendend tara
bem 300*000, e finalmente um sobrado de 2 an-
dares sito ra de Tuyuty n. 3. Todos estes
predios estao livres e desembarcados, e serio
vendidos pelo maior prefo que derem recebendo-
se as suas importancias em dinheiro ou apolices
ge raes ou provinciaes.____________^______
Leilo
de duas
1 ca-
vacas touriuas, com crias,
vallo, 1 selim e siMo
QUINTA-FEIRA G DO CORRSNTE
*- horas da (arde
Em trente casa da ra do Visconde de Goyan-
na n. 129, onde haver anteriormente leilao de
bons movis, louca, vidros, livros e vinhos.
3.* leilao
Leilo
Da armaco, pertencas e mais objectos da Inja de
cigarros da ra Primeiro de Mar;o n. 3
luarta felra do corrente
A'a 11 horas em ponto
Na referida Ioja :
Em continuaQao
E ao inri dia
Do importante predio de 2 andares, com
grandes accoinmodacSes, bom quintal
murado, cacimba, arvoredos, tendo no
andar terreo 2 salas, lejas que so oceu-
padas por dous estabelecimentos, sito
ra de Marcilio Das n. 32, antiga ra
Direita, confronte travessa quo vai pa-
ra o mercado.
iliilnla fclr O do corrente
A's 11 horas
Yo armazein da ruado Impera-
dor n. i
O arente GusroSo, autorisado por mandado do
Exm. 8r. Dr juiz de direito da provedoria e auto-
risa^ao dos demais eonsenhores, (ara leilo, com
assistencia do mesmo juiz, do predio cima men-
cionado, pertencente ao espolio de D. Felicidade
Perpetua Gomes da 8ilva, podendo desde i os
ompradores examinai-o, achando-se as chaves no
avimento terreo, Ioja de miudezas.
REGULA^MENTO
DO

28-BA DO BABIO DA TIGTQili88
PRESOS
Um almojo contendo tres prato, e sobremesa ? .t<$000
Um jantar constando de sopa, tres pratos e sobremesa 1)5000
Lunch constando de um prato, quejo, doce, fructas e caf. $600
VINHOS-Bordeaux, Figueira, garrafa ^00
gt t meia garrafa. 400
ASSIGNATURAS
Por mez.........4()|$000
* t com vinho (Urna garrafapor dia) Bordeaux oa Fi-
fiSueirah........6(>->000
Pagamento adianiado por quinzena
A. G. Francis.
Leilo
Leilo
Do balco e mais pertencas da Ioja de bilhetes da
t-.a. do Baro da Victoria n. 4
O agente Pinto far leilao por mandado e em
presenca do Illm. Sr. Dr. jui especial do com-
mercio, cm virtude do requerimento do curador
fiscal da massa fallida do Joaqaim de Souza He-
ve, dos bens pertencentes a mesma massa, eiis-
t ntes as lojas da ra Primeiro de Marco n. 8 e
Baraa da Victoria n. 4.
Leilo
De movis, loncas, vidros, livros de direito, jar-
ros, espelhcs, quadros, grande quantidade de cha-
peos de sol de seda, alpaca, ganga e flanella para
homens e senhora eoutros muitos movis avulso.
luarii felra 5 do corrente
A's 11 horas
POR INTERVENQAO DO AGENTE
Gusmo
De dividas na importancia de 6:2-13$850, 1
cofre prova de fego e urna balanca, tudo
pertencente ao espolio de Antonio Gon-
5alves Guimar2es
O agente Brito, a mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito e da provedoria, e requerimento
do testamenteiro Jos Nunes da Cuoha, levar a
leilo as referidas dividas, cofre e balanca, se
achando o cofre e balanca no armazem da ra da
Praia n. 14, onde os Srs. preteudentes podero ir
exairinal-os ; tudo ao correr do martello.
Sexta- feira 7 do corrente
A' 11 horas
Ra do Imperado-- n. 16
Leilo
Leilo
O agente Brito far leilao de urna armaco e
balco de amarello, pesos, medidas, balanca e can-
teiros, na casa sita ra Imperial n^ 94.
Ao ineio dia
4/ leilo
Da
casa terrea a travessa do Principe n.
14, em terreno proprio
4| 11 arla-feira. 5 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Bom Jess n. 19
O agente Silveira por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphos levar a leilo a
referida casa requerimento do inveatariante de
Joo Cardcso Barrete
Leilo
De arm*5o, fiteiros e fazendas da Ioja ra Im
perial n. 1
O agente Brito, devidamente autorisado, vende-
r cm leilo, a arma(o e fiteiro envidracado de
amarello e ao fazendas existentes a saber : casi-
miras, alpacas, madapolo, chitas, setinetas, sar-
gelins, colchas, chales meias e colarinhos para
homens e mulheres, camisas para hemens, lencos,
chap< .fichs, calcados, 400 pecas de roupa feita
e outras fazendas, que se vendem ao correr do
martello, por ter o dono de retirar-se.
<|uarta-felra & do corrente
A's 10 1(2 horas.
tHt't\lllt r>Klt.tAMt.C.lVA
DE
\avegaco Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Bahia
0 vapor Jacuhype
Segu no dia 8 dt
Maio, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 7.
Encommendas, passag. ..s uheiro a frete at
s3 horas da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
f acifle Sieam Sinigation Companj
STRAITS OF MAGELLAN LINE
O vapor Ara ucania
E' esperado da Euro-
pa at o dia 10 do cor
rente, e seguir para o
Isul depois da demora
'do costume.
Para carga, passagens e encommendas c dinhei-
ro a fretc tracta-se com oa
AGENTES
Vft'ilson Sons A f .. Limited
N. 14 RUy DO COMMERCIO-N. 14
S. Miguel e Lisboa
Segu com toda brevidade para os portos cima
o patacho portucez D. Eliza : a tratar com Bal-
ter Oiveira 6c C., ra do Vigario n. 1, primeiro
andar.
Leilo
De urna caixa marca Salazar, n. 314, contendo
chapeos para senhoras e meninas, gravatas e
bengalas
Em continuado vender o mesmo agente mui-
tos outros objectos avariados.
Quinta feira 6 de Maio
A's 11 horus
Por interveueo do ; 1
te
!
Lisboa c Porto
O >
trata-3
ez Arntanio segu para os
rj6ro <1n c irga que Ilie f;ilt,
oTco signatarios.
at:*t
ilOES
Qarta-ftira o da arma^o, movis e mais
objectos da htja de cigarros da ra 1 de Mar^o n.
3, cm matM'e diapentes lotes, bem como os mo-
vis, oafre e asis Rectos da Ioja da ra do Ba-
ro da Victoria nA.
($ik+-4dktij*p de movis, crystaes, qua-
dros, tapees, mrt^QM'inhos e mais objectos da ca-
sa em que res'dio o Sr. Eduardo do Mattos, ra
do Vieconde de Goyanna u. 129, Dcm como de '
vaccaa taurinas.
Agente Pestaaa
Leo
Dos ltimos predios qoe pelo eeu bom estado de
censervaco e picelleutea rendimeotos ehamain
a attenco dos fjrs. pr.etendentes.
de bons movis, crystaes, porc llanas, espelhos,
quadros, jarros para flores e vinhos.
Sexta-feira 9 de Halo
No 2." andar e soto do sobrado da ra do Im-
perador n. 17 (em frente da orden) terceira de S.
Francisco).
Bernardino Duarte Campos, tendo de fazer uma
viagein Europa com sua familia, taz leilo por
intervencao do agente Pinto, dos movis e mai
objectos abaixo descriptos existentes na casa em
que reside ra do Imperador n. 17, a saber :
Sala de visita
Urna mobilia de Jacaranda (inassico) com 1 sof,
2 consolos 4 cadeiras de bracos e 12 de guarn-
(o, 1 piano, i espalho oval dourado grande, 3
langas e cortinados. 4 jarros para ti ires, 4 figuras,
1 tapete de sof, l> de portas, 1 esteira forro de
sala, 1 candieiro de gaz, 4 quadros oleo e 4 es-
carradeiras.
Primeiro quarto
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 copula 1
mesa de cama, 1 rico toilet, 1 guarnifo para o
mesmo, 1 lavatorio com pe Ira. 1 guarnico, 1 ca-
bide toiii'.'ai 1 e 1 guarda-vestido.
Gabinete
Urna mobilia de pao carga com sof, 2 consolos,
2 cadeiras de brs(o e 6 de guarnico, 4 jarros, 1
escrivaninha, 1 tapete de sota e 4 quadros.
Segunda quarto
Um sof, t mesa, 1 lavatorio, 1 guarui^o, 1 to-
cador, 1 berco, 4 jarros e 1 guarda-roupa.
Sala de jantar
Urna mesa elstica com ti taboas, 1 guarda-lou-
ca, 1 aparador grande com pedra, 1 dito sem po-
dra, 12 cadeiras de junco, 1 relogio, 1 caixa de
msica, 1 quartinheiro, 2 consolos, 1 apparelho de
porcellana para jantar, 1 dito para cha, 4 duzias
de cipos e clices, 4 garrafas, 4 compoteiraE, 6
pratos para doces, 2 porta pes, 1 porta-queijo, 1
galbeteira, 22 caneces para caf, 6 bandejas, 1
lote de louca branca e vinhos de diferentes qua-
lidadcs.
Soto
Urna mobilia de junco, 1 sof de amarello, 2
banheiros grandes, 2 guarda-comidas de rame,
1 jarra com torneira, 6 ditas sem torneira, 2 me-
sas de ferro, 8 latas, garraioes, slguidares, cestas,
1 lote trem cosinha, prateleiras psra pratos, ta-
boas e cavaletes para engommar, camas de loaa,
moinho para caf e muitos outros objectos de casa
de familia.
Os referidos movis, crystaes e mais objectos,
tornam-se recommendaveis pelo seu bom estado
por terem sido pouco usados.
Principiar as O 1/2 horas
FAZENDAS BARATAS
Na bem conheeida Ioja da ra Primeiro de
Marpo h. 20
JOTO DO LOITRE
7500 e
65500.
Grande sortimento de madapoloes de
8^000
AlgodSes brancos, superiores qualidadfes.
45500, 55, 55500, 65, 65500
de 45, 45500, 55, 55500, 65 e
Alfredo (.uiiiiarue
Em sua agencia ra do Boro Jeta a n. 45
Leilo
De bons movis, finos chrystaes, ospelhos,
quadros, tapetes, vinhos e licore
A saber:
Sala de visita
Um piano forte de Blcnet & Wignes, 1 cade ira
parr o mesmo, 1 mobilia de Jacaranda massifo
com 1 sof, a consolos, 4 cadeiras bracos e 12 de
guarnido, 2 cadeiras de batanaos, 1 mesa redonda
de Jacaranda, 1 dita oicavada, 2 porta-flores, 2
jarros com pinhas, 2 quadros ovaes, 5 ditos me-
nores, espitis, 2 bustos, 2 porta-carteas, 2 albuns,
1 espellio grande com moidura de crystal, 2 al-
moiadas, o 5 escarradeiras.
Gabinete
Urna mobilia de vi me com 1 sof, 1 mesa re-
donda, 2 consclos e G cadeiras, 1 linda secretaria
de Jacaranda, 1 relogio cuco, 2 estantes torneadas
para livros, differentes livro, 1 mappa de Portu-
gal, 5 quadros, 2 figuras, 1 relogio com pndula, 2
espitis, 2 cadeiras de bracos e 6 de guarnico
com encost e assento de panno bordado, 1 mesa
redonda e 1 sof pequeo, 1 safa de Jacaranda, 1
figura de marmore, tapetes de carneira para eofs
e portas, alcatifas e esteira, forro de sala e quar-
tcs.
Alcova
Urna cama franceza do jacaraud, 1 toilette, e 1
lavatorio d; Jacaranda com pedras, 1 espelho ova!,
enfeites de toilette, 1 bid, e 1 commodi.
Sala de jantar
Urna mesa elstica, 1 guarda-louca, 2 nppara-
dores, 2 ditos menores, 1 jarra de marmore. 11 ca-
deiras de guarnico, G ditas de junce, bandejas, 1
galheteiro, e garrafas.
Movis e mais objectos de sala de engommado e
cosinha.
Soto
Urna mesa redonda, 1 dita para jogo, 1 lava-
torio, 1 commmoda, 1 thear, 1 cama de ferro, 1
co'.uri 11a e outros movis.
Objectos avulsos
Garrafas com vinbo lord>-ux, madeira, e ceg-,
nac, 1 guerda-roupa de mogno, 1 toilette de mog-.
no com pedra e espelho, 1 lavatorio, 2 marquezas,
garrafas, copos c clices de fino cbrystal, 1 galhe-
iro de electro-platc e 1 rico apparelho dessert, 1
machina de costura e ourros objectos.
Na casa de azulejo da ra de Visconde de
Goyanna n. 129
O agente Pinto, autorisado por alvsr do Illm
Sr. Dr. juiz de orphos e com sua assistencia, em
virtude do requerimento , viuva c invei.taiianto doa bens deixados
por seu marido Ednardo de Barros Mattos, levar
a leilo os movis e mais objectos existentes na
casa de azulejo da ra do Visconde de Goyanna
n. 129.
Os movis o mais objectos csto em bom otado
de conservadlo.
O li lio principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos os lotes.
EM CONTINUA QO
Vender o mesmo agente, urna vaccaturina ccn
cria, 1 cavallo, selim e silho, duas columnas de
ierro com globos a gaz {pharcs) \ roprias para
Iluminar terraco ou jardim, 1 fugo de ferro novo, dar, com Antonio
e ontro6 muitos objectos. querque,
AVISOS BIYERSOS...
Pede-se aos abaixo assignados o favor de
virem ou mandar ra do Mrquez de Oiinda n.
51, a negocio que nao ignora n.
Pedro Siqueira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luiz (,'arvalho.
los Guiuiarues, caixeiro de Loyo & Filho.
Fr 1eico Vici-a.
Augusto Gongalves da Silva.
Alugam-se casas a Sf 000 no becco dos Coe
Ibas, junto de S. Goocalo ; a tratar narua da Im-
^eratiiz n. 5G.
Faz se "negocio com quem pretender comprar
ajbypotheca da asa do largo do Paraizo a. 15 :
na ra Nova n. 12, Ioja de chapeos. |
Aluga-se o 2 andar n. 31 e o armazem n.
39 ra do Imperador ; a tratar com Luiz de
Moraes Gomes Ferrea.
Prccisa-se de um bom cosiuheiro ou cosi-
nheira na Ponte de Uchoa, sitio de Luiz de Mo-
raes Gomes Ferreira em frente a estt(o.
Saperiores cretones de 320 a 500 o covaciu.
Batistes, lindro padroes, a 200 e 320 rs. o covado.
Fustoes brancos de novos desenhos a 440 e 500 rs. o covado.
Oobertas de ganga, forradas, do dous pannos a 35500.
Ditas de ganga cretone, bonitos padroes, a 35000.
Lencoes de bramante, de linho. de 25 a 45000 a um.
Ditos de algodao de 1,800 a 25500.
Toalhas felpudas, de tamanho regular a 55000 a duzia.
Ditas grandes para banhos a 25000 urna.
Lenjos de algodo de 15800 a 25200 a duzia.
Ditos Ae algodSo, com barra, a 25400 a duzia.
i.-i i pardo, claro, a 300, 400 e 700 rs. o covado.
Dito ti-aayado, loaa, a 15, 15*00 e 1-5200 o metro.
Cortes de vestido de cretone de 205 por 85000.
i! .i..rdunapos de linho de 35500 a 65 a duzia.
Graaae vanedade de anquinhas de 25 a 55000.
Meias cruas para homem a 55, G&, e 75000 a duzia.
Chambres milito bem preparados, para homem, de 55 a 105000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 25500 o covado.
.AlgodSo-tranjado de duas larguras a 15300 a vara.
Bramante de algodSo, de qnatro larguras, de 15500, 15800 e 2)JO00 a vara
Dito de linho idem dem de 25, 25500 35 e 45000 a vara.
Leques de papel, de lindos dsenhos, de 500, 800 o 15000.
Merino preto e azul a 1540C rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs.. o covado.
Veibutinas de todas as cores a 15000 o covado.
Molesq'iin de cores, bonitos padroes, a 600 rs. o covado.
Chales do algodao a 15200, 15400, 15600 e 28000.
Guarda p de brim de linho pardo a 45, 55 e 6$000.
Oxford pra camisas, lindos padroes, a 280 300 e 40 r3, o covado.
Costumes para banhos de mar a 85 e 105000.
Cortinados bordados para cama e janellas a 85 10:>, 12, 14 e 165000 o par.
Grande sortimento de roupa feita para trabalhadores de campo.
Encarregamo-ncs tambera de mandar fazer qualquer roupa para homem e
para o que teams ura hbil oficial o um grande sortimento de pannos, brina,
etc.
Quem precisar de algum artigo bora e barato, dever visitar de preferencia
este antigo e acreditado estabelecimento.
meninos
casemira s
Ma Primeiro ie Marco 120

Aluga-se urna perita ama para todo o ser
0 ; na ra do Livramento n. 33, 2o andar.
Precisa-se de urna professora que soiba to-
car bem piano, francez e mais trabalbos de senho-
ra, para engeuho : a tratar na ra do Imperador
n. 43, Io andar.
Aluga-se o 2- andar do sobrado ra de
Aguas Verdes n. 22, caiadj e pintado, por com-
modo aluguel : a tratar na iua da Aurora nume-
ro 21, cartorio da fazenda.
Pede-se ao Sr. subdelegado da Boa-Vista
que lance suas vistas para o largo do Geriquity,
para dar providencias aos abusas escandalosos
que se do peles desordeiros armados de armas
prohibidas que nao deixam a visinhanca em so-
cego, proveniente de urna casa que vende bebidas
espirituosas todas as noitcs, principalmente as
noites de sabbadu e domingo, per isso espero a
energa do Sr. subdelegado da Boa-Vista. A vi-
sinhanca espera ser attendida a eclamsco.
O accedo e paz.
FUNDICAO GERAL
ALLAN PATERSON ft C
N. 44Ru i do Brum-N. 44
JUNTO A E?TA(?A0 DOS BONDS
Tem para vender, por pre< mdicos, as segrate a ferragecs:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivacSes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasde fornalha.
Bancos de ferro com serra circular.
Gradeamcnto para jardim.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadura
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se deconoertos, e assentamento e machinismo e execatam qaalqn"
rabal ho com pereficao e presteza

as
_ Quem precisar de urna ama para cosinha,
para nina ou duas pessois, levando corasigo urna
menina, dirija se ao pateo de S. Pedro n. 14.
Alugam-se as c .sas ns. 3 e 11, no becco das
Barreiras, entrada pelo porto n. 11, ra For-
mosa : a tratar na ra dos Martyrios n 156.
^2
5*5
Aluga-se o Io andar d^ sobrado a ra do
Rangel n. 44, caiado c pintad* ; a tratar ua ra
Direita n. 3, 3o andar.
Precisase de un a ama para comprar o co-
sinh.ir, para orna peesoa : na travessa da ra dis
Cruzes u. 2, andar.
Hontem da estacan da ra da Aurora at o
principio da ponte de Santa Isabel, perderam-se
duasapoliecs da divida publica do valor de 1:000$
cada ums, e de ns. 214.002 e 214.004 e como nao
possam ellas aproveitar a pessoa alguma, roga-se
a qui m as achrr o favor de entrcgal-as na The-
souraria de Fazenda a qualquer dos empregado
encarregados do servido da conversa de ditas
apolices, ou na ra do Imperador no cscriptorio do
Dr. Deodoro Ulpiano.____________
Vende-se a casa terrea sita ra Imperial
n. 9 : o tratar na ra do Imperador n. 3 1 an-
Bezerra Cavalcante de Albu-
Ct>
C*2
ce-
C*2
CD

Chapeos e cliapelinas
36 WflPBiCi Di KiflEia --3fi A 4fl
B. S. CARVALHO & C.
Proprietarios deste bem conhecido estabelecimento pajtecipam
as Exmas. familias e ao publico em geral, que mensalmente recebem
das principaes casas em Paris e Manchester o que de melhor e de
apurado gosto ha em chap:linas e chapeos para senhoras e meninas
e das primeiras fabricas de Himburgo o que ba de melhor om cha-
peos para homens e eriancas, e muitos outros artigos concernenes
cbapelaria.
Flores trtiticiaes pra ornamento de salas.
^
TZ
ir
<2
8
99
5
i mam i


6
[Diario tc Pernambuco--(iuarta--fcira 5 de Maio de 1886
Ama
Precisase de urna ama para casa de dua* pea
teme ; na roa Formes n. 29, esquina do becco
4pa_Ferreiro8.
Ama
Preclsa-se de ama boa cosinheira ; na rea do
Mmy
raes de Olinda n. 6.
Ama de lete
Precisa se de urna ama de leite : na na do
Livramento n. 19.
Ama
Precisa-se de urna para casa de familia, na ru
Formosa n. 37.
Vina
Precisa-se de ama cosinheira
da Imperatriz n. 16, 1 andar.
a tratar na ra
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo croa para cosi-
nba e outra para compras e engommado : na ra
Prhneiro de Manso r>. 16.
Para ama
Urna f milis, estrangeira deseja c intratar urna
rapariga de 14 a 16 amos, preferindo-se de cor
preta, que nc tenha anda servido em casa algu
ma, dando lhe boa comida, roupa e ordenado, e
hsbilitando-a ao servico interno de ama casa : na
ra do Imperador n. 46, 1 andar, se dir com
quem tratar.
Ama para menino
Precisa-se de urna ama para acompanhar urna
familia que se retira para a corte : na Graca, tra-
vessa das Pernambueanas n. 3.
Aluga-se
para cscriptorio a sala de detraz do Io andar da
na Primciro de Marco n 18, muito propria para
escriptorio de qualquer natureza ; a tratar na oja
do mesmo predio.
Aluga-se barato
I andar e aimazcm na ra do ISoai Jess n. 18,
e 2* andar c armazem na ra da Restauracao n
31 : a tratar na ra do Bom Jess n. 12, escrip-
torio.
Aluga-se barato
A caaa n. 74. la go de S. Jcs.
A casa n. 143, ra da Coronel Suassuna.
Casa n. 18, no Corredor '.') Bispo.
Irata-se no largo de ^ Santo n. 19.
COIPI i MuD
9 Sr. Friini-- da Costa, commandante
de um dfes v:,, lu esta ccmpaoh'a rogad A
vir a ra ii) Mrquez de Olinda n. 50, a&m de
concluir certo negocio que r.a > ignora.
Cosinheira
Precisa-sede urna que seja muito boa oari casa
de dua? pessoas estrangeira. Informa-se na ra
do Barao dr Victoria n 9, Imaria.
Engenho Sipo
Pede-se por favor que veubam roa Direita n.
16 (viado branco) rs si'guiutes senhores : Manoel
de Bastos Mello, Brito Bsst-s Filho e Antonio
Germano Alves da Silva.
Pharmscia Levy
Boa >ova numi-o S
Agua de Selz natural, pW. ultimo vapor.
Pharmacia Levy
Ra \va numero S5
h preto especial.
CRIADO
Precisa-se de un me
nio de 10 12 anuos
para criado, dando fia
dor Ma conducta; no
3. andar do predio n.
42 da ra Duque de
Cnxias,porcimada ty
pographia do Diario.
0 Acadmico Jos
Braziliano de Albu-
querque, tcm urna car-
ta dr importancia no
escriptorio d'cste Dia-
rio.
Casa para alujar
Xo Caminho Nt>vo n 153, tem urna excellentc
asa com eo'ca e comn dos para duas lamillas ;
quintal grande com muitas fru;'teiras, ao p da
estacilo, ua ra do Rango!, refinadas n. 43.
Armadlo
V'ndc-se a armacSi da oja n. 109 ra Du-
que de axiaa ; a tratar na mesma.
NTICO
#
f*iS
%
Preoarago de Productos Vegetaes
SXTINv0l*AS CASPAS
outras Molestias Capillares.
JVIARTI NSTBASTOS
Pernmmhucv
Companhia de Ediicacfles
0 escriptorio desta
companhia adiase ins-
talado na pra^a da
Concordia n. 9. con-
serva n do-sc aborto
das 7 horas da manh
s 5 da tarde, em todos
os dias uteis.
Incumbe-se de cons-
trucfdcs e reconstruc-
fdes.
Recbese infonna-
?oes acerca de terrenos
na cidade e suburbios,
ca rospoito dos quacs
queiram os respectivos
tonos fazer negocio.
No mesmo escrip'o-
rio se eieontrarao as
amostras dos produc-
tos da alaria mechani-
ca do Taquary.proprio-
i1a.fc da mesma Com-
panhia.
Engenho
Tr> spassa se o arrrndamcnto do engenho Santa
Rosa, na fisguen da Los, porto da estadio de I
S. Lourenvo, na vis-senas do Lim-eirc, assim I
como de Jaboatao, na va frrea do Caroara. O
terreno da para sasaeiar-se annua'meute de dous
tres mi! pa> s ce Mancar. Alcm de muitas var-.
reas tem mata virgim pira abrir-re novo* parti-
das, me a vapor, teudo uma machina nova, de
nraita f rea, < menlas novas e grandes : qtn m
pretendel-o dinja-se ao mesmo engenho ou ra
do Imperador u. 79.
Vende-se ou permutase'
Quem tive-r, na ci lude do Re-fe, em
Peraarubueo. especialmente no bairro da
Boa-Vis'n, um predio do valor de 10
12:0005000, e quizer permtalo por ou-
trs, na doto (So de Mulung, da provincia
da Paralaba, teodo dito pradio 4/10 pal-
mos de frente e GO de fundo, com 10 por-
tas na frente, levantado todo elle de tijollos,;
e com um estabelecimento do compra de |
algodSo e roa hia vap-r pr.ra descaro-
cai-O, e prensa e machina de serra, tudo em |
bom estado ; dirija se ao baixo assignado,
na ref-rida povoaejio, ot agosto prximo,
fiD de faz-r negocio ; sendo que de agos-
to cm diante s far negocio o mesmo
abaixo assignado depois da stira.
Fas-se o negocio por motivos particula-
res.
Povoac2o do Mulangu', ,5 de abril de
1886.
Antonio Bezerra Pesada e AVniquerque.
M'iia es escritorio
L. E. Rodrigues Viaana mudou seu escriptorio i
de advogacia para o 1" andar da ra larga do Ko |
sario n. 10.
Experimentcm
V. digan o que arhnna
Os especiaos fieores de gi'nipi po e caj que se
rcham venda i o largo de S. Pedro n. 4?
Francisca Brasilina Lima do
Amnl
Jos Soares do Amara!. a< n'
irmaos < ma:s ^rentes.r tr.;n a is pro-
funda dr pelo prenatal
presada esposi, mae e raneisea Brasi-
lina Lunado AiLar-:!, agradecen! do intimo d'alma
as pf8Soan que se dij-naram nompanhar os res
tos roortaes ultima morada no domingo 2 d
rente mez. e as eenvidam ain la para assistircm
as ssas do 7 da, que rio Inga* aa gvaj
S. Praaeiseo, sexta-feira 7 do com horas
da manlia, por cujo carid so obsequio antecipam
seu mais i>r< fundo i ment.________________
I
Uma senbora competentemente habi- j
litada cm msica
para le -cionar
rantmdo bom
co n. 17.
ora competentemente naoi- ]
nisica e piano. ofTeco-se \
r em casas de familias, ga- I
D ino ; a tratar na ma do >

Onfa domesticada
O mcior c3o para quintal, vende-se : a v
i dos Praseaet n. 8S, C'ielhos.
Criado
Bal I'anMtno Ferreira Lima
1 nniversai i'>
r.yglio Ferreira Lima, Mara Filomena
Ferreira Lima, Al noel Luz Ferr.-ira Lima, con-
vidan) a eeug parentes e amigo assis'irem a
uma missaque manlam re?ar na i^reja do con
vento d Gloria quaria-feira 6 do crrente, as 1
1/2 horas da manh, por alma de eeu pranteado
filho e irmao, Ral Faustino Ferreira Lima, com-
memorando aesim o Io anniversario do sen falle-
eimento. Poi ettk prova de amizade, ant"cipam
sen eterno agradecimento.
Precisa-se de um criado pira o servido domes-
tico de um homam foltoiro, morador em engenho,
prefere-se sr.;um tj*? antendn de cosinha : a tra-
tar na ra do Imperador n. 81, 1 andar, das 10
s 3 horas da arde.
Ama de loitc
Precisa-se de orna : mi ra do Brum n. 62, pa-
daria.
Os abaixo asaigados dealaraai o respeita-
vel corpo commercial, que t, jr. Miguel Wolff re-
tirou se, desdo 1 de Janeiro do correiite anno,
das sociedades qu nesta pra9a gyravam sob as
firmas de Josepl Krause & C. e Miguel Wolff &
C, das quaes fazia parte, continuando esta a usar
a firma Krause & Wolff e u quilla a gyrar debr.iio
da antiga firma.
Recite, 4 de Maio de 1886.
Joseph Krause.
Sal/ Wolff.
Adolpho Krause.
PHOSPHATO CAL GELATINOSO
di E. LEROY, Pbariaceotico de ln Classe, 2, na Daiim.-PMIIS
OKTKOGMXEm *n fH'HItl1. a StlUcil CrlUfu. cwtri HitlltlBio > MdIkUi i msm
tnico
O Sor. ProhtMr Boccht, Media* ao lioipiul du Cnanui. {Qtzettt re
VINHO PHOSPHATADO DE LEROY Renn,
tremh, Comumpgo, Bronchlte chronica.TItlc, Fnqutzt orgnica, Con*aletcenca difflcels.
k Depositarios em ; fRAW-'M. d.t SILVA u C.
GOHAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUEL THOMPSON
'TraUmento efllca contra todas as aflecroes provenientes do enfra-'
qneclmento dos orgos e do systema nervoso, ou das altcragOes do
aangue rraqea dos Blns, Esterllldade, PalpitaoSes, Enfra-
| qneelntansa (eral, loaras Conralesconeas. Este tratamento de ha muito, reraaherido
e recommendado como o malor regenerador do organl.
O ra*SCO : a FRANCOS To rr**ooqu*n5o trouxnr a Marca Oe Fabrica reentrada e a amtmatura%^^'"'k* FiMmm
deve ser rigorosamente recusado, / ^~j*~^* M'o
MMi
rAUS, Vnarmaela CELrjr, r Boobacnoaart, 3a
Deposito em Pernambuco : FRAM M. da SILVA &
C.
7.PlVERemP^ ,
V> ikpobtdoi ni /Or
Nova PERFUMARA Extra-rina
Oopytop^cojAfAol
I sal.......aeCORYlOPSIS do JAP-0 P deARBOZ... asCORYLOPSIS JAPAO
\ umsn.....k CORYLOPSIS itLflO j BRiLHAirru.. CORYLOPSIS do JAPAfl
% iaii.TeDCAHi m CORYLOPSIS o JAPiO I ou........ CORYLOPSIS do J1P9
SL tiriM.......asCORYI.OPiS di JAPAO Jpoiaa......sjGOKYLOPSISmJIPAB
A 3KLLEZA STEMA i PELL3 obtic ptb osa a
PERFUMARA-
de la LEQRAND, Fornecedor da Corte da Rus?ia.
es

sS>V
ORIZA-LACT
LOCiO EMULSIVA
"ra.T'7ii''la eref relea ^
Fu i!sjp?arcerj sarjas. |
QRIZA-VEOUTE
Salo pela re~sl;z to
D'O.tYEIL.
O mal sun p*n a ;.*11>.
Essa
Fdrfurnas ta '.Uiot os
nmlh*>uaa I6re ss*u.
Adaptadoi f*'. su4a.
ORIZA-VELOUT
PteFLOlit'ARROZ
itherenti t poli*.
PredBBndo o atslsatdo
as pscego.
ORSZA-OI^ Oloo para
X5S3CC1TFI A.R DA3 TAI.8rPICA(:


i dEJJ5SiliilHSa I -- -
, ,/* Um "''es -~j .*' ^
; -*a(J \ f-^m^ I i:-Mrnt r
*f-f| Osabs..... r-a.-:.. Sr]
Vv;
^L
9>^ cuB rm i.i rrfcrwto,A*'AJU8Ia':fi23V^ '
sMM tutu ntm deptts
J riic*c&o tiift.li
. Itssultado !mm?dlWP
El St.-sv-f.aa.ia,- il*.rxm*ooOte**
Ba -
b' t X ci>l *n I
,-: L_ ctMIltnim.
'la-^^3
is Osalsellosa.
H=i ITTJMEROBAP.
r-f
m*tu^\.s
Deposito principal : ?07. ra S^int-Honrri. Par.
v^wa-avBWwrwD^i^ w n n s^ !*
grageas de Ferro Rabuteau
.tunado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau buscado na Seiencia.
AsVerdadeiraa Grageas da Ferro Rabuteau s3o recommendadns nos rasos de
Chlorose, Anemia, Plidas Cores, Corrimentos, Dtbilidade, Escjotamento, Convalecencia,
Fraqueza das criangas, Depauperutnento e Alttraciio do sangut em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
Scm Constipacoo nem Diarrhea, Astimilacao completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aes repastos.
Xaropa de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
1121 Urna ixplicaca dttalhadi atemoanha cada fratce.
Exigir Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & G1*, da PARS, qu* se
encontra em casa dos Droguistas e Pharmac&iticos.
Sobaoras.*-* INHO aelPEPI.'ONA
preparado por Seiresxa de I-'sp, un.
medicamento qae muito ontribue [ara faci-
litar asfunecoas io estomago, e ref alarias a
diestso, umee n tic J*. a*rosar r notrica
do 'Joente.
S ;ianumnra a ri.ptf*%3iitt eif p!s
mSs tfamados m Micos f.".ii(!S demonstrara''' a en-Sk^a o o VlHti
^DE S-EPTONA DZFRESITSi na im-.
pcssj>ilidade em que ests^sos de ~iproduair
too; 3 as snas cartas, limitanw-aos a apra-
MMix aer.i a carta diri^cris ,v> Sor Oefrasn*
por iini nesliativo, cujo uomi n a fama tit,
boas cul.-ecisas polo nundo nsicil.
Dia o P 3i2et ao S&r Oefttsne:
tanlii, a !4> le Marco de 1883. 1
> i eos gravea em qae a teohs en pregafl-
Stnarre quando tivo de tssta um aM
[mage cansad, doente ou com \-As dige'>-
ktiea a sos prepara^ allivio o
? diente. ->Hi2hora3i<6-!he ca funcf&es Jigeti-
>' ? amenices t menino racineos da " sande tv i\ Ja Pcptona. Por is. i qa* y
eonaidera css o nm verdadeiro dever o re
.comniend'-o. cm meitsdo::o-"es n'o-og^snds
? pamcro de cas ^
Tstopratieadocons') medico ;.rstieodu-f'
*nt\a os asnos de 18)1 i lefi, triodo can"
J^srie a aec^sbidade de dfgtrir a alimento:,',
tr.ivediatamsnts ajnsaxit os era menos id- i
o-.isas de que heje; entAo n constitcicces
airan: mais vigorosas, anguinea.en;-p:cg*
y w acuda; oic robnsto xov'jm. tavort ndas -;
? aur orna prandjfi otunda^cli w suecos jas- j
f trico .
>ec dos aiHr.entOG nair. refractaric^.
, j Hc;e,porm. '4queosestoi:iaposabili-^
, carecem de en*?;;':*, oonaaaleBta i
lact** rriJr k le ': ar substancias -tl9 '
? cilitsm a oiycsto, como, tor ozenaia( daj
[sva Ptacre1
f Oprecei de li7jieiiamrlsiniport!:tf,
- nrtm rrais despreiarfo este : Gear
ai.'iuio raro re-^ror rtuiv. .' esta o en--'
CURA CERTA
de todas as Affecfes pnlmonares
Todos aquelles que soffrem
do peito, devem experimentar
as Capsulas so Dr. Fourkier.
Depositarlos ero Pf-^^moi/co:
FRANCISCO M. da SILVA & C*.

. i hepai ticao Qe Benc-,
i ciade, em que os tscrofulosos J
mphatteef tbnnoam fora de *nedi me*i
rmittecd far*r rauitij fel>es i^ipueapctisi
-.;!' tes "rod'Jttos. >
valitw 3ie.ll- Y
o bss Pharpadas e .^rSariis J'esw j
.o ifitar i. i r*pnihooel'*7.
leeitar a? imifarf'-s. ^xi^inlo
fdaircV.NHO BT
.si- rf 4t0eJ t.f a,
fc^CWoioii, Gitumj^
Dotluxo, Urlppa. llratr-chltca.
MrrlSaoSes do Pelto. < SiBOPEfi PAUTA fi-(,
(toral HAS-E d*DELANGRBNIER ttomia*.-
{Aoteis arU vartUeida por Kcaabroa it. AoaV
* d* Frmnc*.
* 8a Ofkt, Mtiphim ama Oxitiw 4r.-n n meato?
'la uriasv aaTeotadaa Toasa oa Coqaelac&c.
MTO Sa, na* rMDM U PAW.8
"1 a ca todas uruuunul
DO VVHDO
i,jrcnxf>hi\ CaruiqiCify
lacasa.

Monhara Huber & C, administrador da maesa
fallida de Soares Braga & C, convidam aos ere-
dores attendidosjna classificeco dos crditos, a
viren recebe r no escriptorio dos meamos admi-
nistradores ra do Mrquez de Olinda n. 31, a
importancia que lhe coube em rateo.
Hotel Dons Iranios
Ra do Bom tiesas n. t*
Este hotel tendo psssado por uma reforma, psaa
a seus amigos e fregueses para faaer-lke uma ri-
sita, onde encontrar variedades e iguarias.
Tricofcpo
e Barry,
:mran(*-t>e ibo
L.X cri-irri o
CABELLO
anda mo mala rnlTan. b.-jn rouio cara rndlcalmente
a TINHA o a CASPA.
Positivamente impede &
Jueda e o erabranqaecimentc
d CABELLO e em todos os ca-
sos o torna invariavelmenta
Maeio. B'ilaante, Pormoso 6
Abundante
Km ubobamaUd"oltentaanno-
6 U'iD mainr v.-uda qa nt:nhui3
oulrt or-prvd'j parc catoilo eia
Agua Florida
de Barry.
DUPLA.
Prepara* seguido a fsaaaaa
oris^aal asada fio i miar aa
I ases de 1829.
Tem duas vkks man Fragranla
que qualquer utra.
Dura alas vezas mals tompo.
E'mult* mals rica s perfume
rr.aie suave.
E'muito mals Fina o Delicada.
Tem dobrada forca Refrescativa t>
Tnica no Banho.
rortalece a* Debe ao Caneado.
Cura as Dores de cabeca e os des
malos.
E'multissimo Suparior a odas as
outras .Aguas FWidas Actuar-*
mente venda. *
Deeooberta Iniportantissiuaa.
Pura Oleo di Fijado ds Sacate
30DURT PE
;Trft radcaliMBfti
j Phthiaiaa, ^>r'
ha Dor***,
AaimaacaVaa to Fa-aJ.
'.-.- -no rnlVau
cu tivo \'. .i" c orr dn
inrnte uma (ra '
Fijado do BucaifiJ
?<> !.- fur.a*.
o faarac o mi i
CM 1-irWr-, IV csrlaV
" Twro #leo dt
'v oJureto d*t
-, Ne^r York.
le
arop!
de Rr*ts-$r No.'l
DEPURATIVI E ?9MANTI.
Este eoyo adisuraTel parilaadae^jk*
sangue aetua sobre as iatlaai?
o gado, os rin3'e% ptlle.i
E'curalnfalIlvclecntraaDahilldr-.d!:
Nervosa, as Dores de Cabens a Dys-
pepsia as Sezoes, e contra as doer.-
cas do origam Miasmtica ou occa-
slcnadas por desordens do figado
ou poUreza o impureza do sangue.
lSTWWi
Vos 4:000S000
BS
n
Ba do Bare da Tietrla 4a
atM *>
Acham-ae A veaMs as !. liJhe<--
garantidos dn S.a aarsa siati loteras .
beier/cio da Irraanaisae aW Alma ia Ba-
Vista (52a), que se inaaiiaiiai sjwiata-feira,
6 de Maio.
PMN
Intairo 4,500
Meio 2*000
1*000
# par
Quarto
Ba ,^orto
Inteiro 3J50
Meto 16750
Quarto 6875
Joao Joaquiv ta Costa Leite.
Ao commercio
Os abaixo 83signados dccrlaram qu#; deizou de
ser seu empregado o 8r. Riaolpho Brayne de Sou
za Rangel. desde o dia 1 do Cerrente uiez.
Recite, 3 de Maio de 1886.
Ferreira Sobrinho & C.
Engenho
Vcnde-sc por 20:00(' a qointa e ultima parte
des engenhos Amaragi.d'.'. Luzia e S.
Vicci -o de Gamelleira, maiasnale-
goa diotante de eaigai d de Riiirao, bem
com per pre?o couimodc, um ^rran c sitio que foi
engenho, no Iguarasai : a tratar oa ra do Im-
perador 11. f, ttrciiro irdar.
Cosinheira
Offereee-se nana cosinheira que cosinha com
p< rficlo, para familia estrang oa b< mem sol-
iiiru : n-i ra il > Imperador n. 4*5, pavimento
terreo.
Prcco fixo
1 Baa Sio*a numero ti
Recedeu um lindo sortimento de oculos e pm-
cenez, que vende barate.
Em casa de Juseph Krause 6t C. ra Pri-
meiro de Mar^a a, 6, st precisa de um bom cosi-
nheiro ou cosinheira. _____________^^^^
Engommadeira
Precisa se da uma engommadeira que execute
bem o servido : no pateo do Conde d'Eu n. 30,
terceiro andar.
Vicho superior
0 puro summo da uva para pasto, em barias
de quinto, mpertado por eucommenda do proprio
lavrador, que tendo o' em pequea escala, s o
fabrica para dous amigos. Na ra da Cadeia do
Rocife n. 3!-, se diz, por favor, quem o tem ; ha
apenas seis barra para dispor.___________________
Revoluto
0 48
a ra Duque de Caxias reduzio as vendaa
a 25 Ojo de menos de seu valor
Ver para crer
Setin maco a 8IX) rs. o covado.
Merino de bcliuhas 900 rs. o dito
Lindas alpacas de con-s :i 3U0 o dito.
Setinetas lisas 400 rs. o dito.
Ditas escossesas a 440 o dito.
Chitas finas modernas a 20 e 230 o dito.
Cretones finos a 320, :iiil) e 400 rs. o dito.
Fasta* braneo a 400, 14o e 000 rs. o d:to.
Linn branco a 500 rs. o dito.
Mariposas finas de cores "210 o dho.
Linhos escosseses de qu kdrinhos a 240 rs o dito,
Renaa da China 240 re.O dito.
Mida de lastras A 1*000 o dito.
Damasco de cores a ;~>00 rs. o dito.
nri.n pardo liso a 300, 3o0, 400 500 rs. o dito.
Verbattasa de todas as cores a 13000 o dito.
Fichas a la, 2, 35, 4 e r-iutX) um
Casemira ingina de cor a 3 e 4000 o covad.
Dita diagonal a 2a 2j5jOJ o dito.
Dita de coros a 1 8IX). 24 2*400 o dito.
Ii'lanella americana 1*200 o dito.
Toilette para baptisados a 9000 um. ^^
Pisnhos e cJlurinaos para s- nhora a 200#.
lBiiiirai de eoraca a 4, 5. t> e SOOO nm,
Camisas bordadas lo lioho a :;v)000 a daxia.
Camisas para sei.hor a dita.
Ditas de mei* a 800, 1 llOe 1#4U0 a Juski.
Times para meninos a 1 '. W0 um.
Casacos dr la a 124 um.
Bramante de 3 largaras 900 rs. a vara.
Dito de 4 largui
Lencos com barra a I
L'oc.s braacos a Ifi O a dnsia.
Leoes de brainant 4800 nm.
Cortes de casemira de cor a 34, oj 00 e 44 '*.
Toalhas fslpudaa a 44 e 6 V100 a dnsia.
Ditas alcochoaas de 204 p .r 124000 a dusia._
Meiai para homem de 3f, 1$, 5., "i|X''ia dama,
Meias para aenhora 64000 da.
Colchas brancas al i^OO uma.
Colchas bordadas a 54000 e ?45 0.
Cobertse forradas u 24 i :raa-
M-.da,olio gema e pei: a 64600 a peca.
Redes bambargnesas a IO40OJ uma.
Brim trancado a TOO rs. o covado.
Cambraia de forro a 125000 a pee 1.
Zetiros lisoi a 120 o Covado.
Cortes de easineta a I 600 e 1800 nm.
Auquiubaa a 2000 uma.
.'
u
Aos4:000S000
5raja daiDlependen-
cia ns, 37e 39
O fcbaixo assignado vend-.-u entre os setas
-lizes bilhetes garantidos da 51a lotera
a sorto de 1:000$ em 4 quartos n. 2558,
a aorto de 100$ om 4 quartos nV"2317,
a:m de outras muitas de 32$, 166 ^6-
Convida oa pos.uid.^rcs a vii-em recebet
em descont algum.
Acbau-se a venda os feiizes bilhetes
.itidoada >2* parte da lotera a benelie
da irm. ndadi das ..1 ia da Boa-Vista, rj
se extrahir go dia G de Maio.
Pregis
Buhte iuteiro 45000
Meio 25000
Quarto 15000
m porfi de S5s>o para
el sata
Bilheto inteiro 35500
Meio 15750
Quarto 875
dufrmio Augtttfj) < Sant** Pcrto.
ll
l U l
Na na de Hortai a. 50, faz a (Sraaasj de ma-
deir rom permic^o <* costo.
E' infallivel
LargdeS.Pfdron 4
Tudo se veatde pelo menos pos-
s vel
Ncste estabelecimento acmpre ha venda o es-
pecial licor de maraenj, em lindas garrafii.has,
proprias para toilrt, compotas de u.angaba e
manga.
Tambem seene.mtra nm cmplelo sortimento de
gaiolas de todos os fabricantes para toda diversi-
dade de pasearos, at proprius para viagem, por
terem cinco compartimentos cada ura.
Encontra se anda um grande sorfimento de
pasearos nacionae: e estrangeiros, entre elles ca-
narios a:lt'me.s nascidos aqui n lira i!, rdlai de
todas as qualidade.', ar cruzadas, propr as para
viveiros de jardins.
Auia
Precisa se de urna ama para comprar e cosi-
nhar : na ra Nova n. 20.
Atiendo
Arrenda-se o t: apiche Uoutinb con^igoo ao da
companhia, com tres portas de trente para o caes :
a tratar no largo do Corpo Santo n. 4, primeiro
andar.
Antonio loa Lope* Braca
Vicente Lopes Braga, eua muiher e filhos e
st-us inraos, transidas da m:iia profuuda di pelo
prematuro fallecimento do sen muito presaco ir-
mao Antonia Jos Lopes Brsdja, agradro m do
intimo d'alma a pessoas que se Jignaram ac>m-
panhar os restos mortaes ultima morada min-
go 2 do crreme mez ; e de nova as convidam
ainda para assistircm asmiasas do stimo dia, que
fcero lugar na igreja do Divino Espirito Santo,
sexta-feira 4 do corrente, s 7 1/2 horas da ma-
uha, por cujo caridsso obsequio antecipam seas
mais profundos agradecimen^os. *
Jos Daciano Vieira de Amorim mauda cele-
brar nma missa no dia 6 do corrente, pelas 7 ho-
ras da manh, na igreja. da Gloria, pelo fal'eci-
mento do sen compadre e umigo, Arminio Amcrico
Tavarts da Cunba Mello, pelo que convida nao
e os seus amigos como aos do fallecido.



I OTtT



^
ro de PernambacoQuarta--feira 5 de Maio de 1886


TINTURARA
OTTO SCHNEDER
SUCCESSOR
2'> Ra de Mathias de 4lbuquerque 25
(ANTIGA tlA DAS FLORES)
Tinge o limpa cotn a maior perfei^o toda a qualidade de estofo, e facenda era
pe^as ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo o
trabali o i'eito por meio de machinismo aperfei^oado, at hoje conbecido.
Tintura preta as terjas e sextas-feiras.
Ti-ta de cores e lavagem todos os dias.
Grande e bem mentada ofiicina de alfaiate
DE
PEDROZA & C.
N. 41Ra do Baro da VictoriaN. 41
Neste bem conhecido estabelecimento, se encontrar um lindo variado sor
iimento de pannos, casemiras, brins, camisas, punhos, collarinhos, meias, gravataa.
tudo importado das melhores fabricas de Paris, Londres e Allemanha; e para ben
servireni aos seus amigos e freguezes, os proprietarios deste grande estabelecimento
jro na direccSo dos trabalhos da officina habis artistas, e que no curto espago de 24
horas, preparara um terde roupa de qualquer azenda.
Ra do Baro da Victoria n. 41
(PREQOS SEM COMPETENCIA)
*. ~ *
Os proprietarios do mnito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, communic>im ao respeita^el PUBLICO que receberam un
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam
bem relogios de todas as quididades. Avisam tambem que continuam a receber por
todos os vapores vindos da Europa, objactos novos e vendem por muito menos que en
outra qualquer parte.
MIGL WOLFF & C.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Oompra-se otiro e prata velha.
rv mr ti
JOSEPH KRADSK *
Acaban de aHnienUr o ui j kn NiiMddft
importante estabelecimento roa Io
de marco n. 6 com mais
am salo no i andar luxuosamente pepar-
rado e prvido de urna e\|wsi-
ffe* m de prata do Porto etedrtflite
dos mais afamados fabricaites do
mundo inteiro.
Convida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos amigos e freguezes a visitaren*
o sen estabelecimento, afim de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
tiesta provincia.
f CSHE ABITO DAS U 8 DA MTE
Esto i r portante estabele -ment de relojoaria,
fundado em 1869, est funecionando agera rua
larga do Rosario n. 9.
O seu proprietano, enearr gado do regulamen-
to dos r elogies SMSBtl de marinha, da compa
nhia dos tnllios urbanos do Recife Ulinda e Be-
beribe, da do Recife a Cax.mg, da estrada de
ferro dr Cama da cwnpanliia Ierro-carril de
Pernambuco, da sssociacjkl coinmercial brneficen-
te e da estrada d-> ferro do Limoeiro, cercado de
inteligentes e habe-.s auxiliares, concerta e fa-
brica qualquer peca para relogios de algibeira,
de parede, de tories de igreja, chronometros ma-
rtimos (dando a marcha), caixas de msica, ap
parelhos electrieos telepraphico.
O inesmo acaba de rveeber variado sortimento
de relogios americanos que vende de 7* a 20*
par parede, mesa k c'esp< rtadores de nikel.
Contina a exercer tua prefissao com zelo e
nteresse de que sHBpw deu pravas ao respei-
tavel publica e tos seo* collegas, a vende forne-
cimento de qualquer qualidade.
Em frente de scu estabelecimento se acha col-
locado um relogio, cuios mojfradoies tambem po-
derlo ser vistos pelos pasnageiros da forro-carril,
tendosempre aHORA MEDIA DE8TA CIDADE,
determinadas pelas suas ooservaeoes astronorai-
ja>. Ra larga do Rosario n 9.
Antonio da Costa Araujo._______
Viagens ao centro
De Olinda parte todos os sabbados, s 4 horas
da tarde, para Itamb por Iguarass e Goyanna,
urna diligencia ; passagens a tratar na ra Io de
Marco n. 1, no Recife. Viagens avulsas em qual-
quer dia, e para qualquer parte a trata no mesmo
lugar. _____
QUiLL EMBROIDERY SILK.
(Seda de Bordar.)
^
i
GRANDES NOVIDAIES
Fazendas finas e modas
2 A Ba do Cabug 2 B
l BASTOS &C.
Para este estabelecimento acaba de chegar um primoroso sortimento de arti
gos do modas destacando se os que aqui indicamos :
Vestidos meio preparados, de cachemira, ricamente enfeitados ao rigor da
moda.
Fantasa rica, bordado a roissanga.
Fil c missanga, alto desenho em 15 e seda e 13, bordados a retroz, etc.
Cortes de vestido, la florettes unie, combinacao de fazenda lisa e bordada e
que modernissima.
Cortes de vestido em toile d'aUace com bordado a agulha, cores lindas e de
gosto apurado.
Lindissimos cortes de vestido de etanione, com bardado a seda, novidade pal-
pitante.
Etamines, suratos, dilles, sedas, setins, cachemiras de todas as cores, creto-
nes, setinetas e toile d'alsace, sortimeato grande.
Leques transparentes-especialidades c os priraeiros chegados aqui. Recoro-
m"rdamos ao bello sexo.
Di-os de getirn, opulentosortiraento.
Ditos de madreperola, brancos o de cores.
Para as Exmas. noivas :
Setim branco Duchesse.
Surato e gorgurao.
Guipour branco de seda, fil e rendas para erifeite.
Capellas de cera e de pellica.
Veos de blond, ampios e finos. t
Meias de leda e saias bordadas.
Colchas de damasco de seda e de crochet.
Cortinados de crochet e -ambraia.
Lencos de cambraia de Linho, bsos e bordados.^
Sedas, setins e merinos pretos de todas as qualidades.
Para todo8 os artigos que referimos, os precos a5o sem competencia.
. (Telephone n. 359)
QUILL.BU
Jujeando ser de grande utidadc dos negociantes da
America do Sul, tercra fias de seda e rettuz prepara-
dos em material mais leve do que sejair. c^rreteis de
pao, estamos promptos a fomeccr para orportatao
ftos de seda, retroz de seda e seda de boi Jar, de
todas as quaftdades, preparadas em lanceeira: de
papel ou de pennas como cima representado.
Temos todos os lmannos de fo preto e mais de
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O Muzen de Juiaf, na do Cabng n 4, rece
beu pelo ultimo vapor franc-ez um esplendido sor-
timento. I'i-eos muir- moderados.
Lciiiltrniif-c.
Para qoetr precisar est:ibi leecr-se temos a casa
da ra da Florentina n. 6 : a tratar no largo do
Paraizo n. 14.
Ouem tem?
Ouro c prata : compra se ouro, prata e
jedras preciosas, por maior prec que em outia
iu.i quer parte ; no 1 and-ir n. 22 ra larga do
osario, antiga dos Quarteis, das 10 horas s 2 da
Urde, dias uteis.
Plvora
Vende Candido Thiiijro da Costa Mello, em seu
deposito ra Imperial n. 322. olaria, onde tam-
bem vende fijlos e t-'ihas. Tdophone n. 221.

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Precisa-se de ama, u tratar na ra da
n. il._______________________________________
Fabrica Vendme
Nova marea de Cjarroi piaio, sargia dest
fabrica,denominadas Zolmra, a apreciaejio publi-
ca a julj ai':, i .:i (" rt. z:i de O'ie 5o prepandol
com tumos de qo lidades soperiore* Tim reci-
bido Hjtri ramoi in fama (meo do ('r, charuto*
do Carde su. Costa Ferrerp, Lneat Fiey, Dana
mam e ontr ral d diversas ouaiidaies, fu-
mos inglezi s e atrus : I inigoiefre
guezes, apre jad
Boa rt. Baro da VKtor'a M9
Na drogara da ra do Marques de Olinda n. 23,
preciaa-se de um pratico de pharmacia.
B' o molbo fla mulata!
A pimenta especialmente preparada na Europa
em bonitos frasquinhos e que se vendem pelo di-
minuto preco de 160 ris cada um, no Largo de
S. Pedro n. 4.
Arrendase
o engenbo Braganca, na comarca de Barreiros,
moente e corrente e de boa produccao : quem o
pretender pode entender-se com os visinhos Dr.
Felisbino de Mendonca Vasconcelos, no engenho
Muitas Cabras, ou Joo Paulo Moreira Temporal,
no engenho Bom Jardim, ou no Recife com Leal
& Irmo.
Vewie-se
uinaarmaca de ouro t'iividracda, propns para
qualquer n tratar na praca da Indepen-
dencia ns. 10 21, ou na t-rav.ssa dos Expostos
. 16, officina de arciueiro.
7M
Leonor Porto
Roa do Imperador 11 t.>
Primeiro andar
Contina a ezecutar os mais difficeis
figurinos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janviro.
Prima em perfi-icao de costura, em bre-
vidade, modicidade em presos e fino
gosto.

H
EMULSAO
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figrado de bacalho
CM
Hvpopbospliitos de cal e soda
Approvada pela Junta de lly
giene e autorlsada pelo
governo
E' o melhor rem.'dio at hije descoberto para a
(iica broncbileN, escrophulax. ra-
cbiliM. anemia, <- ebilidade em eral.
deflnxoN. toNte 'bronica e atTeccAew
do pello e U garganta.
E' muito superior ao oleo simples de ligado de
bacalho, porque, alm de ter cheiro e sabor agr-
davea, possue todas as virtudes medicinara e nu-
tritivas do oleo, alm das propriedades tnicas e
reconstituintis dos hypopbospbitos. A' venda nat
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Francisco Manoei da Silva & C.
23-RA MRQUEZ DE OLINDA 23
Engenho
Arreuda-se o engenho Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a tratar uo escripturio de Sebastiao de
Barros Barreto, ra do Commc-rcio n. 15.
Prolongamento
Pede-se por favor a alguna emprrgados desta
repartidlo que nao desijirem 1er seus nomes por
extenso, de virein ra Direita n. 16 (viado
braceo,.
Hez de Mara
melhor livro proprio para as devoe;0es do Mez
Mariano, recommendavel pela grande esecilla de
orae. s, novenas, etc., o
Noto Mez de Mara
conteudo a noticia deMedalha Milagrosae (e-
dicado a
Nossa Senhora da Penka
Um volume ntidamente impresso e encaderna-
do em Pars.
Preeo 000
Em todas as Livrarias.
Copciro
Precisa se de um copeiro que seja perito ; na
ra do Commercio n. 44.
Vinho velho genuino
do Porto
Proprio para doentes, recommenda-se pela sua
pureza e especial qualidade ; no armazem de Jos
Fernandes Lima & C, ra do Barao da Victo.
ria n. 3.

Sem dicta esem modifi-
cares de eostu mes
Laboratorio central, coa do Viconde do
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente .Rio de
pliar
Janeiro
Especeos prop irados
maceutico Eugenio s
de llollanda
Approvudos pelas juntas de hygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz.
Elixir de rabiribina
Re8tabelece os dyspepticos, facilita as diges-
tes e promove as ejec(ues difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os eliloro-an<'micos, debella a hj poemia
intertropical, rtconstitue os hydroprcos e benbe-
ric"8.
Xarope de flor de arueira e niutamba
Muito recommr ndado na bronehite, na hemop-
tyse e as tosses agudas ou ehronicas.
Oleo de testudus ferrugiho&o e cascas de
lar..nj is amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga
uismo, na tysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas com a
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mittentes e >ernfeiosas,
Vinho de jurub' ba simples e tambem fer-
ruginos', pr"pirado8 em vinho ds caj
Efficazcs as iuflaujinacoes do figado e buce
agudas ou ehronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as convalescencas das parturientes
urtico anti-febril. %
Deposito : FrancisccManodaellvSa S C.
Serrara a vapor
Caen do Capibaribe n. as
Nesa serrara encontrara > os senhores fregue-
zes um grande sortimento de pinho d rezina, de
5 a 10 metras de comnrim-nto, e de 0,08 a 0,24 de
e.^qua irios ; garante-se pre^o mais esmmodo do
que em outra qulquer parte.
VENDAS
i ende se etager dt- florts artifieiaes para
ornamente de sals, e "-eceb^m-se encommendas
e fl >res d'1 panno e de couro : noCaminho Novo
n. 128. Na inesma casa se dir quem vende o
xarope para o peito e rbeuuiatismo.
Pinho e riga
Vende-se em casa ae Hatneus Austin d C. s
ra do Commercio n. 18, 1 andar, da melhor
qualidade e diversas dimenaoes.
GRANDE
Expsito central rua larga do
Rosario n.58
Damia Lima & C, nao podendo acabar com a
grande quantidade de mercaduras, resolveram
anda urna vez convidar as Exmas. familias e o
respeitavel publico em geral, que com certeza ma-
guem perder seu tempo, fazendo urna visita
Exponlro Central
Peca de bordados "a 200, 400. 500 e 600 rs.
Punhes e colarinhos bordados para senhora a
2000.
Ditos ditos lisos, 1*500.
Ditos para homem, 1*500.
Um plastrn de 2*000 por 1*500.
Invesiveia grandes por 320 rs.
Lacos para senhora por 1*500.
Macos de 13 para bardar, 2*800 e 3*.
Luvas de seda arrendadas a 2*500.
Ditas lisas, 2*200.
Ditas de fo de Escossia, 1*000.
Broches para senhora (modernos) 1*500.
Um par de meias para senhora (fie de seda)
800 rs.
Dito idem liso, 400 e 500 rs.
Dito idem (fio de seda) 1J20C.
Duzias de baleia* a 360 rs.
Carreteis de 200 jai das a 80 rs.
Metros de arquinhas a 160 e 120 rs.
Um par de froohas de labyrintho, 1/500.
Macos de gramp s a 20 rs.
Metros de plisss a 400 rs.
Lindos passarinhos de seda para chapeos de
senhora, de 500 rs. a 1*000.
Um pente coro inscripsao para senhora, 1*.
Um leque de 16* per 9*.
Brinqucdos para crianzas, leques de papel, fi-
tas, bicos de linho, quadros para retratos, lencas,
tspartilhos, bicos, galoes, franjas com vidrilhos, e
eutres muitos oijectos de phantasia per procos
sem empetencia : na exposicao Central, ra
larga do Rosario n. 38.
!l
Em vista dos grandes progressos da idea de qne
se gloriam as nacoes civilisadas, o commercio
deve acompanhar esse progresso, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
navoes ; em rsta do que annun.ciam
MARTI NS CAPITAO & C.
1 Ra eatreita do Rosario 1
Grande s irtimento de gneros alimenticios, es -
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
freguefts. Lem bramos, pois, o proverbio :
Quem nao experimenta, nao sabe.
Ventn.m ver, pois :
Queijos, flamengo c de Minas
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menicr.
Dito do Maranhao.
Fructos seceos, como :
Passas, aineud-ias, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qualidades.
Bolachinha inglesa.
Semeutes uovas de hortaheas.
Especialidadc em
Viuhos finos do Porto, Madeira e Shery
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vennouth, etc.
Licores de todas as qualidades.
Champagne.
Uerveja de diversas marcas.
Bem assim :
Araruta fina em pacotes.
Cb verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte de Paran, en. p.
Ainda mais :
Ovas de peixe.
Sardinhas de Lisboa em Saimoura.
Vendem Martina Capitaj & i'., ra estreitadi
Rosario n. 1.
AS AGRICULTORES
For.nicida capanema (verdadeiro) para extine-
cao completa da furmiga saura. Vendem Martn*
Cap tilo & C, ra estreita do Rosario n. 1.
Engenho Reeanto
Vende se ou arrendase o engenho Recanto, si
tuado no termo de Serinhaem, moente corrente
dagna, com boas trras, etc. >. tratar com Ma
noel Ferreira Barthulo, ra do Bom Josus 4.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este excellente Whisky Escossez preferive
ao cognac ou agurdente de canoa, para fortifics1
> corpo.
Vende-se a retalho noa tu Ihores armazens
apipados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cujo n
me e emblema sao registrados para todo o Brazi
BROWNS & C, agentes
Cabriole!
Ve ide-se por baratissimo pre^o e em muito bom
estado um cabrolet de dous assentcs, quatro ro
das e arreios para um cavallo ; a tratar na co-
cheira do Candido, ra da R ida.
Dlobilias de junco
Vende-se mobilias de junco de encost com pa-
lia e sem palha, mais barato do que em outra
qualqui r parte, assim com > mesa elstica de 3 e 4
tab ias. guarda-vestido c guarda-lou?a, e outras
pecas avulsas : na ra estnita do .t'sario n 23
Taverna
Vende se a bem afreguezada taverna da ra
larga do Rosario n. 1, proprii para principiante
por ter I ns coromodos ; a tratar na ra larga do
Ro ario n. 14.
Vende-S" o engenho Meguahipe de Cima, da
fregui zia de Muribeca, coma'ca de Juboatao, com
ptimas trras, proprio para principiante: a tra-
tar em Jabuatao, ra Duque de Casias n. 15.
LUCIO DI CHAPEOS PABA
V*ade se pelos soi:iln(es pre
eos de .* o ate O.SOOO,
rua do Crespo n. 19 Madau.i
Meqiieliiia.
Fazendas branca
s
-lo
lo
SO' AO NUMEIO
roa da Imperairiz
Loja dos baraeiros
Alheiro & C, rua da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estss fazendas
abaixo mencionadas, sem competencia de presos,
A SABER:
AlgodSoPee* godozinho eom 20
jardas, p iprevos de 3*800,
4J, 4*5(10, 4* ', b$, 5*500 e
MadapoloPecas de madapoln com 24
jardas a 4*500, 5*. 65 at
Camisas de mcia com listras, pelo barato
preco de
Ditas branc >s e cruas, de 1 at
Creguolla franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhas e
crolas, vara 400 rs. e
Ceroulas da uo-tma, muito bem fetas,
a 1*200 e
Colletiuhos r mesma
Bramante francs de algodio, muito on-
corpado com 10 palmes de largura,
6J50
12*00i.
800
1*800
500
1*500
800
l
2WK/
me tro
Dito de linho ingles, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
A toalhado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro lf 800
Cretones e chitas, claras e escoras, pa-
drees deliesdos, de 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
loja de Alheiro & C, esquina do becco
dos Ferreiros
Algodo enfestado pa-
ra lencoes
A Oo m. e i4ooo o metro
Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
a nodo para lencoes de um s panno, com 9 pal-
o s de larguraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
1$ HX) o metro, assim com dito trancado para
toa Ibas de mesa, com 9 palmos de largura a 1*200
o o otro. Isto na leja de Alheiro &. C, esquina
do ecco dos Ferreiros-,
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e 2* o covado
A heiro & C, i rua da Imperatriz n. 40, ves
dem muito bons merinos pretos pelo preco acinu
dito. E' pecbincha : na loja da esquina do bec-
co d< s Ferreiros.
Espartllhos
Na loja da rua da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartllhos para senhora*, pelo preco
de 5*i00, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, rua da Imperatriz n. 40, ven-
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
zas, de duas l-rguras, com o- padres mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preeo
de 2*800 e 3$ o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar faser costumes de casemira a
303, sendo de paletot sacco, e 35* de traque,
grande pechncha ; na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 32C
rs. o covado, grande pecbincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordado* a lOO r. a peca
A rua da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em cartao com 50 pecas, sorti-
das, por 5g, aproveitem a pecbincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
Fustes de setineta a 500 rs
eovado
Alheiro & C. rua da Impcratri ven-
dem um bonito sortimento de fustks brancos pele
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
ovado na loja da esquina do becco dos Fer-
Cabriolet
Vende-se um ero perfeito estado e por preco
eommodo; tratar na rua Duque de Caxias n.47
Filelas maduras
Vende-so diariamente especiaes laranjas para
mesa, mangabas, capetas, e outras muitas : no
largo de S. Pedro n. 4.
se
um deposito jom poucos fundos ; a tratar na na
Augustaji. 180________________________________
Camisas nacionaes
A S*M. SOOO e 8*500
32= Loja rua da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gsaa-
de sortim0uto de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pjnhos de linho como de algodao, pelos
baratos precos de 2*500, 3* e 4*, sendo azenda
muito melhor lio qu<" as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortadas por
um bem artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda facer por encommendas, a vintade dos
freguezes : na nova loja da rua da Imperatriz n.
3.', de Ferreira da Silva. PQ
Ao32
Nova loja de fazendas
&9 Rua da Imperatriz = 3'-.
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar o res-
eitavel publico um variado sortimento de fazen-
as de todas as qualidades, que se vendem por
re^os baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para homens, e tambem se man-
da tazer por encommendas, p r ter um bom mes-
tre alfaiate e completo sortimento de pannos finos,
casemiras e brins, etc.
33lina da Imperairlz-33
Loja de Pereira da silva
Neste estabelecimento vende-se as roupas abai-
xo mencionadas, que sao ba- ...as.
Palitots pretos de r aiagnnaes e
acolch .ados, senao tazenaas muito en-
corpadas, e forrados 7*0OC
Ditos de caf-emira preta, de cordao muito,
bem feitos e forrados OOOO
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*000
Ditos de flai.illa azul sendo ingleza ver-
dadera, e forrados 12*000
Calcas de gorgoro preto, acolchoado,
send'i fazenda muito encorpada 5*50(
Ditos de casemia de cores, sendo muito
bem feitas 6*5Gf
Ditas de flanella ingleza verdadeira, e
mnito bem feitas 8*001
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de bnm pardo a 2*. 2*500 e 3*001'
Ceroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e 1*600
Colletinhoo de greguel'a muito bem feitos 1*000
Assim como um bom sortimento de lencos dt
linho e de algodao, meias cruas e collarinhos, etc
Isto na loja o.a *ua da Imperatriz n. 3i
Ksendos largos
a tOO r. o covado
Na loja da rua da Imper.triz n. 32, vendem st
riscadinhos pr-pr:i-s Dar roupas de meninos <
vestidos, pelo barato prego de 200 rs. o covade
tendo quayi largara de chita francesa, e ssif
como clii'.is brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas rs curas a 240 rs., pechincha
oja do Pereira da Silva.
FuNloeM. etlnean e laxinlBaH a SO
rn. o covado
Na loja da rua da Imperatriz u. 32, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a 501
rs. o covado, laziuhas lavradas de furta-core.
fj zonda bonita para vestidos a 500 r. o covade.
e setinetas lisas muito*largas, tendo de todas ai
. h 500 rs. covado. p. chincha : na loji.
do Pereira da Silva.
Merinn preto a 1 S
Vende-se merinos prt t is de duas 1 -rgnras pan.
vestidos o roupas para meninos a 1*200 e 1*69
o covado, e su tenor setim preto para enfeites i
1*500. .ifSim como chi'as prctas, tanto lisas corar
de lavnures brincos, de 240 a' 320 rs.; na novs
Inja de Pereira da Silva rua da Imeratrz no
mero 32
.vlKodozinio h-snrez para Icnce*
a oo ... Ite iSioo
Na loja da rua da Imp<'riitris n. 38, veode-s;
superiores algodSozinhns frane-zes com 8, 9 e 1'
palmos de largura, proprios para lcnces de os
s panno pelo barato preco de KX) rs e 1*000 (
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*280, as
sim como superior bramante de quatro largara!
para lr-ncoea, a 1*500 o metro, barato ; na loj
dv Fereira da Silva.
Roupa par meninos
A 1*. 4*500 e O*
Na nova loja da rua da Imperatriz n. 32, t*
vende um variado sortimento de_ vestuarios pro
prios para meninos, sondo de palitosinho e calei
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditot
de moteequim s 4*500 e ditos de gorgoro preto.
emitando casemira, a 6*, sao muito Barate s ; ns
loja do Pereira di Silva.
-*-*ai*BHH
nBiri


Diario de PernambHcoQuarta-feira 5 de Maio de 1886
ASSEIBLEA GERAL

?
CA|ARA DOS DE PITA DO
SBKMA SESSAO PREPARATORIA
EM 27 DE ABRIL DE i886.
PRESIDENCIA DO SE. ANTOKIO JOS
HEXRIQUES
Conclusao)
O Sr. Antonio de Siquera: Sr. presi-
dente, no dia 27 do Dezembro (estimo ter
de referir-me a este facto ashando-se pre-
sante o honrado Sr. ministro da agricultu-
ra,) o director da estrada de ferro de Paulo
Affonso, eu l estava, por isso dou teste-
munho, foi obrigado a tomar em Jatob
um trem expre3so para evitar nm attenta-
do de Cavalcante contra a eua pessoa.
O Sr. Lourenco de Albuquerque : E!
verdade. O governo deve estar informado
de tudo isto.
O Sr. Antonio do Siquera: E seguio
aqui para a corte, porque as offieinas ti-
nham-se mudado para a provincia de Per-
nambuco onde nao havia garantas para os
engenheiros.
Con que pezar, eu, pernarabucano, pro-
firo estas palavra3! Tinham-se mudado
par.v a provincia de Pernambuco, onde nao
podiam continuar, segundo diziam, porque
nao tinham as garantas precisas para o
seu pessoal, garantas que encontravam na
provincia das Alagoas!... Porque a pro-
vincia das Alagoas nesta reaccSo da subi-
da do partido conservador era administra
da por dous magistrados exemplares (apoia-
dos); eis a verdade que eu declaro com
summo pezar, porque cima dessas divi-
soes de partidos est a consideraeao su-
perior da minlia provincia, do seu desen-
vclvimento, da sua prosperidade, que as-
senta sobretudo as garantas de ordem
c seguranca individual.
A mudanca das offieinas da estrada de
ferro de Paulo Affonso para urna localdade
do provincia dn Pernambuco, era urna re-
solugo para ser applaudida por todos os
pernambucanos, porque ia dar incremento
a urna povoac.iio ta sua provincia. Pois
bem, eu pernambucano sou obrigado a
deplorar e3sa mudanza, porque esta loca-
ldade est situada na comarca de Tacara-
t. posta fora da lei para fins meramente
eleitoraes.
Sanhore, o nobi-o candidato pelo 3* dis-
tricto de Pernambuco, cobrio o seu voto
em contrario ?.o meu requerimento com a
razao de nilo ;zer respeito ao interesse
eleitoral do 13 districto. Pois bem, S.
Esc, relendo o meu requerimento, ver
que nello se pede inforinrciio das ^provi-
dencias tomadas pela administracao da
provincia sobra o facto allegado da falsifi-
cacao. Ora, senhores, tomadas csss pro-
videncias, quaes S2riam os eleitos dellas ?
A verficaco da falsificado c de quem
o falsificador. Este falsificador suspeitado
o mesmo delegado da polcia, que forne-
ceu documentos de igual natureza, presu-
mo eu, ao mea competidor sobre a eleicao
de um collego que ura dos pontos leti-
giosos do nosso debate.
Ora, nestas ci.-jumstancias, conhecer-se
a qualidade moral desse delegado a quera
se acusa, nao tem valor ? sam querer
offendel-o, porque eu nao ofendo nm-
guem, quatj auii quelles a quem co-
nheco e estimo, devo dizer: o veo es-
tarrapado.
O Sr. Corroa do Araujo : Eu exph-
quei perfetamente o meu pensamento so-
bre o requerimento de V. Exc. ; acbo que
os documentos aada podem provar contra
o delegado; e, quando provassem, nilo
provariam contra os documentos offercei-
dos pelo deputado do 13 districto.
O Sr. Antonio de Siqueira : Sr. pre-
sidente, fazendo este requerimento corneo
fim nico do derramar luz sobre a questilo
eleitoral em que infelizmente aeho-me en
volvido, e na qnal hei de defender o meu
direito at o ultimo momento, para cumprir
o meu dever, e nao por amor eleicao
de que absolutamente estou, j nao digo,
como homem, farto, mas ennojadissimo ;
aprejenlando este requerimento, tenbo por
objecto fazer conheeer oam*ara dos Srs.
deputados a qualidade moral deesa delega
do, qaa oueou impedir que a mesa eleito-
ral funecionasse na casa da cmara do
Exu'.
Sendo este o fim de meu requerimento,
entreguei a approvac2o delle lealdade
dos meas adversarios polticos das outras
provincias do imperio. Era nma presump-
eo que eu estabelecia eom pr contra
os meus adversarios'da provincia e nao
esperei que me-fosee dada t2o deprompto
a continnaeilo da minha suspeita, que a
mira propro doia.
O Sr. Costa Pereira justifica a sua atti-
tude, como presidente da provincia de
Pernambuco, durante o ultimo pleito elei-
toral, e aguarla oeasiilo opportuna para
demonstrar que fez todos os osforco3 no
sentido ds que as eleicoes naquella provin-
cia se realisassem com a maior regulari-
dade possivel.
Attribue a um despeito mal aconselbado
o qualilicativo que liont un escapou ao no-
bre deputado, quando S. Exc. se referi
s relaces do orador com o tenente-coronel
Cavalcante. Assegura que nem cora csse,
nem com outro chafe politco da provincia
manteve relacoas ou se entendeu a respei-
to de eleicoes.
Por agora linta-se a afflrmar que deu
todas as providencias necessaras no senti-
do de manter a ordem publica para a re-
gulardade das eleves.
O Sr. Goncalves Ferreira nao v que o
requerimento em diacussao tenha ligacao
com a eleicao do 13. districto de Pernam-
buco, e por isso nega-lhe o seu voto.
Nao havendo inais quem pessa a pala-
va, encerrada a discussao.
O Mr. Coelho Rodrigues (pela
ordem, antes da voUcSo) pede que a mesa
lhe informe se s sito considerados di-
plomas aquellos que estiverem asignados
pelo juiz de direito e pelo manos por qua-
tro presidentes de mezas parochiaes, como
determina a lei, porque havendo na casa
um diploma com as asignaturas smente
ao juiz de direito o de tres presidentes de
juntas, se o respectivo portador fr consi-
derado apto a votar, essa direito tatnbim
deve ter o seu contendor.
O Sr. Presidente informa qua o diploma
legal aquella que contm a assignatura
do juiz do direito e pelo menos da quatro
presidentes de juntas parochiaes.
O Sr. Franklim Doria (pela or-
den:) observa que ociosa e extempornea
a reclamagilo que o nobre deputado acabou
de tazar, porquanto nem foi apresentada a
tempo nem fundada era lei.
O seu diploma foi aceito sem impugna-
cao pela coramissao de cinco raembros e
pela mesa que o relaeiouou, sein cintra se
ter argido illegalidadc. Admira-se por-
tanto de que s agora dopos que o orador
tomou part-i em voraco da casa, se levan-
ta semelbantt questo.
Par demonstrar que o diploma contes-
tado est revestido de todas as formalida-
des legres, passa a 1er varios artigos da
lei eleitoral, a urna deliberajao da cmara
trasa;ta, que tratou do um caso idntico.
O Sr. Coelho Rodrigues (pola
ordem) teria protestado contra as votares
em que iutjrveio o nobre deputado se o
tiveoso visto votar; e se i agora reclama
porque vai sa tratar da urna eleicao sua
em que nao quer que o nobre deputado
vote, porque considerr, illcgal o diploma de
S. Es:.
11 Sr. Presideute tcm'duvida em dicidir
sobre a legalidade desto diploma urna vez
que foi aceito pela commissio dos cinco, e
relacionado pela mesa. Por isso appella
para a deciso da casa.
O Sr. Andradc Figneira (pela
ordem) cr que a cmara aeha-se as mes-
FOLHETIM
ANGELA
POB
ua,,.,i -- IfcjSififiS
(Continua(&o do n, 9 9)
XX
O que isto ? O que tenho ? O meu
corpo treme e a minha alma esta sombra...
Por que .' E*ta manha censurava Brgida,
porque forjava supposicoes absurdas e ies
qaa agora sou assaltada por angustias que
nr.o tm razio de ser. A apprehensiio
de urna desgraca imaginaria pesa sobre
mim... E' insensato i O que ha a te-
mer ? Um suor fro molha-me as fontes, e
araulo abafo... Irei cahir do2nte ?
Cecilia abri urna janella que detavapa-
ra a ra.
O vento gdai'O da na fcl-a estremecer.
<) co uniformemente pardacento como a
ardozia, illuminava com luz baca os pas-
seios cabertos de nevo, o
Os transentes eram raros.
Aquelle espectculo produzio na moja
urna desagratavel iropressao. Para a evi-
tar, ia sabir da janella, quando o rodar
Burdo de urna carruage.n se fez ouvir.
Debrucou-se e vio um fiacre, chegando
a pequeo trote e vindo do fim da ra das
Damas.
Est-
t'. ncSo.
Quanto mais elle se approximava de sua
casa, mais senta ella
coracSo.
Parou exactamente am frente da casa
que tinha o n. 54.
Deve ser meu pai que chega, pensou
a menina Bernier. A nev atrazou o trem.
Urna mSoenluvada de pre'o, abri a por
t& e um homem desceu do fiacre.
Esse homem levantou a cabera, afim de
olbar para o numero da porta e entrou na
casa.
Nao t- meu pa, disee comsigo Ceci
lia.
ma difficuldade que o presidente para re-
solver este incidente.
Aa3m julga melhor que a quesillo saja
adiada para amanha.
O St. Presidente n^o quer assumir a
responsabilidade de decidir urna questlo
desta ordem pelas razSes que adduzio.
O Sr. Andrade Figueira justifica o pro*
cedimento da commisso de que foi presi-
dente, na questao que se ventila
O Sr. Candido de Oliveira mostra a le-
galidade lo diploma do nobre representan-
te pelo 3. districto do Piauby, e er qua
ao presidente da cmara compete decidir
esta grave questo.
O Sr. Presidente >llega a difficuldade
que tem em decidir por si o incidente, e
o Sr. Andrade Figueira insisto em que essa
desiso seja adiada para amanhil.
Foi approvado este requerimento.
ORDEM DO DIA
VERIFICADO DE PODERES

Sao approvados em todas as suas con-
clusBes, os parec:rps das commissoes de
inquerito apresentados na scssSo di 20 do
corrente, sendo roconhecidos e declarados
deputados : pelo 1. districto do Amazonas,
0 Dr. Antonio dos Passos Miranda; pelo
5. do Para, o Dr. Jos Mara Leitio da
Cunha ; pelo 3. do Maranbao, o Dr. Au-
gusto Olyrapio Gomes de Castro ; pelo l.
do Piauby, o Dr. Antonio Coelho Rodr
gues ; pelo 1. do Coar, o Dr. Manoel
Amorosio da Sdveira Torres Portugal ;
pelo 3." da raesraa provincia, o Bario de
Canind; pelo 7." da mesma provincia, o
Dr. Domingos Jos Nogueira Jaguaribe
Filho ; pelo 6. da mesma provincia, o Dr.
Alvaro Caminha Tavaros da Silva ; polo
1 o do Ro Grande do Norte, o Dr. Tar
quiuio Braulio de Souza Amarantho ; pelo
2. da mesma provincia, o padre Joao Ma-
noel de Carvalho; pelo 2. da Parabyba,
o conselhciro Antonio Jos Henrques ; pelo
3. da mesma provincia, o Dr. Jos Soria-
no de Souza; pelo 1. de Pernambuco, o
Dr. Manoel do Niscimento Machado Por-
tella; pelo 3. da mesma provincia, o Dr.
Antonio Francisco Correia de Araujo; pelo
4. da mesma provincia, o Dr. Joo Ju
venci Ferreira de Aguar; pelo 7. da
mesma provincia, o desembargador Ifan-
rique Pereira de Lucen* : pelo 8. da mes
ma provincia, o Baiao de .ragagy ; pelo 9."
da mesma provincia, o Dr. Jos Bernardo
Galviio de Alcoforado Jnior; pelo 10."
da mesma provincia o Dr. Francisco de
Assis Rosa e Silv.; pelo 12. da mesma
provincia, o Dr Antonio Gonjilvcs Fer-
reira; pelo 2. districto de Ala^is, o Dr.
Luiz Autouio Moreira doMendonca; pelo
4." da mesma provincia, o oonselhoiro Lou-
renco Cavalcante de Albuquerque; pelo
2. districto da Babia, o Dr. Jos Eduardo
Freir de Carvalho; pelo 3. de Sergipe,
o padre Olympio de Souza Carapo3; pelo
1. do Kspirito-Santo, o Dr. Joaquim Mat-
toso Duque-Estrada Cmara, pelo 2. da
mesma provincia, o conselheiro Jos Fer-
nandes da Costa Pereira; pelo 2. do Rio
de Janeiro, o Dr. Joaquim Antonio Fur-
nandes de Oliveira; pelo 3. da mesma
proviucia, o Dr. Joao Evangelista Sayito
de BulhoJS Carvalho; pelo 4. da mesma
provincia, o Dr. Carlos Frederico Castrio-
to ; polo 5. da mesma provincia, o cons >
lhc-iro Francisco Belisario Soares de Souza ;
pelo 7. da mesaia provincia, o Dr. Al-
berto Bezamat; pelo 8 da mesma pro-
vincia, o conselhciro Alfredo Rodrigues
Fernandos Chaves; pelo 9. da mesma
provincia, o conselhciro Joao Manoel Pe-
reira da Silva; e pelo 11." da mesma pro
vincia, o Dr. Domingos do Andrade Fi-
gueira; pelo 4. do S. Paulo, o Dr. Ro-
drigo Augusto da Silva e pelo G. da mes-
ma provincia, o Dr. Ignacio Wallace da
Gama Cockrane ; pelo 1. do Paran, o
Dr. Manoel Eufrazio Correia; pelo 10.
de Minas, o Dr. Carlos Peixoto de Mello;
pelo 18." da mesma provincia, o Sr. Pedro
Mara da Silva BrandSo a pelo 1." de olho deste taman.io em cima da gente, e
Goyaz, o conego Ignacio Xavier da Silva.
O Sr. Presidente d para ordem do dia
27 :
VotagSo dos pareceres de n. 42 a 69.
Levantase a sessito s 3 horas da tarde.
Alm dos pareceres das commissoes de
inquerito, de qsie demos noticia hontem,
foram a imprir os seguinte3 reconhecendo
deputados : pelo 6." districto do Para, o
Dr. Samuel Wallace Mac-Dowell ; pelo .u
do Maranho, o Francisco Das Carneiro o
pelo G. o Dr. Manoel Jos Ribeiro da Cu-
nha ; pelo 5. de Pernambuco, o Dr. Pe-
dro da Cunha Beltrao ; pelo G. o Dr.
Henrque Marques Hollanda Cavalcante
e pelo 11." o Dr. Bento Cecilano dos San-
tos Ramos; pelo 1. das Alagoas, o Dr.
Bernardo Antonio de Mendonca Sobrinho;
pelo 7. da Baha, o Dr. JoSo Ferreira de
Araujo Pinho; pelo i. do Rio de Janeiro,
o Dr. Antonio Ferreira Vianna ; pelo 9.
de S. Paulo, o Dr. Delfino Pinheiro de
Ulha Cintra; pelo 1.a de Santa-Cathanna,
o Dr. Alfredo de Escragnolle Taunay;
pelo i." de Minas, o conselheiro Candido
Luiz Mara de Oliveira; pulo 11.. o Dr.
Christiano Chultem Ribeiro da Luz e pelo
14. o coramendador Manoel Jos Soares ;
pelo 2. de Matto-Grosso, o Bario de Di-
amantino.
UTTERATM
A
luchos Fluminenses
DE PETROPOMS
( Do Paiz da corte )
Potropolis te ve serapre o bom ou mo
sestro, como queiram, de enrodilhar
o profano com o sagrado, -na pittoresca
phrase do Jos do Capote.
Os sabbados de AUe.luia ou os domin-
gos da Paschoa aqu sao, em geral todos
os anuos commemorados com bailes fan-
tasa.
Como hbil, fino e sagaz esta higUife
petropolitano ,
Como elle sabe conciliar a devono com
o praner sem bncrar com os padres !
Assiste contricto, de olhos baixos, a to-
dos os oficios da Paixilo durante a Sema-
na Santa.
Confessa sp, communga, jejua...
Mis isto nSo o impede, entre um Padre
Nosso o urna Salve Riinlia, de consagrar o
pensamento folia.
Era nterassaute ver o afn com que as
mais belias raparigas da colonia elegante
atten liara simultneamente a Deus o aos
preparativos do baile qua oClub dos Dia-
rios havia anaunciado para o domingo da
R 'riirrcicSo.
Xas igrejas, nos botis, nos passe03, por
toda a parte, de envolta com os deveres
religiosos, assaltava-lhes, como um dabinbo
perfumado, de unhas cor de ro3i, a lem-
branja do tal baile.
Via-S3 urna contrcta, a rezar no templo.
Os seus labios murrauravara : Ave Ma-
ra, cheia de graca, o sinhor comvosco,
bemdita sois entre as mull -.res...
Quem Iba penetrasse, porra, na con-
scienca, nesse intimo, que um sacraro,
o que osphilosophos chamara o-iu subjeo-
tivo -ouviria distinctaraonte :
O avental escarlata deve ir perfeitaracn-
te sobre a minha tnica azul. Decidida
mente vou pOr tudo n'um chnelo I Cue
ptima idea que tive em escolbor aquella
fantasa I
Via se outra zangada :
Ora, isto nio tara lugar. Eu no
posso ir ao baile com estas botinas.
- O que tura as botinas, menina :
Maraa nilo v que a minha toilette
de Normra ..
O vestido comprido, ninguem vai
olbar para os teu? ps.
Isto o que a senhora diz ; mas os
reporters dos jornaes l -stSo cora cada
no dia seguinte vilo dizer em letra redonda:
A Sra. I... estava vestida de Norma
com botinas de duraque Omeeaaa todos
a perguntar Quem ser I 3 Atinal desco-
bram...
NSo ha de ser por isso que has de
perder casamento.
Mas caio no ridiculo.
Est bem, varaos para o oficio de
Trovas.
Vamos ; mas assim que esto acabar
haveraos de ir direitinho ao Carnelra anconi
raendar um par de sandalias.
Outra anda mais zangada :
Eu n3o aceito este chapeo. No acei-
to, nao quero. Arre !
Luizinha, tu acabas agora mesmo de
te confessir, e ests assim enfurecida .
Deus ma perdoe, didinha; mas esta
chapeo o diabo.
Jess, minha Nossa Senhora I
O que quer ? se aquella maldita mo-
dista faz a gente peccar I
Vamos ; mas ella ha de fazer-mo ou-
tro chapeo.
Outras, maceradas pelos jejuos, cosiam
at alta noite, coramentaudo, entre gostosas
gargalhadas, as venturas que as esp gra-
vara :
Aquillo deve estar muito bom.
Eu nunca vi urna influencia tama-
nha.
Voco cora quem se confessou ?
Com padre Jos.
Foi grande a sua penitencia '.
Nem por isso.
Parece-me quo esta renda nao vai
muito bem aqui.
Xo seu caio eeporia urna grega azul;
diz mais com os enfeites d.t touca.
Dzem quo j distribuiram para cima
de cem convites.
O que posso afiaoQar-lhes que a
Dreyfus nao tem raaos a medir, e queja
rejeitou onza fantasas.
Como se chama aquello padre que
pregou no offiuio da Paixio ?
Conego Figueredo.
Prega muito bem
Eu acho-o melhor que o do anno pus
sado.
Ai Ai Tomara j quo acabe este
baile.
Porque ? O melhor da festa o es-
perar por ella.
Depois do sermao de lagrimas ura bando
de gtntis devotas, das mais elegantes de
Petropolis, foi ensnar urna nova quadrilha
que devia fazr as delicias da fasta que se
projectava.
Com que unego, com que mysticsmo,
e com que franca alegra aprendan as neo-
pbytas urna por urna as figuras da nova
dai3a I
O sexo forte, que tambera vinha da igre
ja, acompanhou-ai com delirio as diversas
evolucoes terpsychorca3.
Raiou finalmente o domingo da Rcsurrei-
cSo, o al^ejado dia !
Petropolis aocordou com f ;bre.
Tinha o pulso acelerado, as faeos cm fo-
Vieram cabelleireiros da cidae.
As costureiras davam o ultimo toque
nos vestuarios.
Nao havia has cocheiras ura carro por
alugar.
Os dous nicos tlburys da cidad' esta-
vam frotados.
Cada um para trinta viagans pelo me-
nos.
Parece
c muito
fiacre absorveu lhe logo toda a ai
cunfranger-se-lho o
O fro incommodava-a.
Fechou a janella e vcio sentar se perto
do fogao.
O relogio marcava meia hora depois das
oose.
Quas ao mesmo tempo um violento to-
que de campainha fez a moca dar um pulo
na cadera.
Cecilia murmnrou :
Entao o homem do fiacra vinha par.i
aqui!... Talvez que se enganassa.
Coi a cabeca inclinada e o coraeio agi-
tado poz-se a escutar.
Fa.lavam na ante-camara.
Ao cabo do um minuto abrio-se a porta
e Brgida appareceu.
Cecilia, muito paluda, pcrguntou-llie com
a voz ura tanto trmula:
O que ? Quem est ?
E1 um senhor, menina.
E o que quer esso senhor .'
Deseja fallar menina,
que m gocio muito importante
urges te.
Po3 bem, manda-o entrar.
Tenha a bondade da vir, senhor...
disse Brgida.
E iatroduzio o visitante.
Este visitante nao era outro seno o agen-
te da i>egurana Ciseneuvc, denominado
Vagalume, que tinha tratado de deixar a
estacao de Lyon para obedecer ordem
dada em voz baixa, pelo chefo da segu-
ranza.
A vista deste hornera que, 3cmo o leito-
res sibein, nao tinha boa cara, nilo podia
deixar do augmentar ainda a perturbacao
de Cecilia, cujas angustias e receos ^res-
cera m.
- Dsse quo d;s-java fallar me, se-
nhor. e. balbucou ella.
Vagalume fe? ui cumprimento [reten
cioso c responded :
Sira, minha senhora.
Estou s 6uas ordons. O que de-
seja ?
E' menina Cecilia Bernier, quem
tenho a honra de dirigir a palavra ?
A ella mesma, sim, senhor.
Filha do Sr. Jaymo Bernier ?
Sim, senhor. Vem da parte de meu
pai ?
Da sua parte, no, minha senhora..
ma,s delle que se trata.
-- Delle quo se trata ? repetio Cecilia.
Como I 'i
Esperava-o esta manh, nao L ver-
dade 1
Esperava.
Devia chegar pela linha de Lyon ?
-- Sem duvida, visto que vinha de Mar-
seiba .. Mas a que proposito vm estas
perguntas, inquietantes para mim ? Meu
pai, quo esperava, nao chegou. O senhor
pare.e constrangido-----Traz-me alguma
noticia m ?. .. Aconteceu alguma cousa a
meu pai ?
Acontcceu-lhe, cora effeito, alguma
cousa, menina... replicou Vagalume, cu jo
vsivcl embaraco augmentara. Aconteceu-
lhe. ur.i accidente.
O agente de seguran; calou-se.
Ura accidente grave exclamou Ce-
cilia.
le urna certa gravidad)... Pelo mo-
nos assim raceo.
- Qual foi o accidente ?. O que que.
se passou ?... Que devo temer ?
A verdade rainaa senhora, que eu
nem sei mesmo ao certo. .. Mas na esta-
ciio de Lyon, onde se acha o Sr. Jayme
Bernier, a senhora logo tirar as suas du-
vidas... E se eu cstuu aqui, porquo tive
ordem para a vir buscar e conduzil-a l.
Meu pai est na estaio do caminho
de ferro de Lyon... ferido ? disse a mo-
ca, que tinha a cabera perdida e cujos er-
vos, se nilo o corajao, estavam agitados.
Sim, minha senhora.
Perigosamente ferido ?
A esta pergunta nao podera respon
der-lhe, sera me arriscar a induzil-a em er-
ro. A senhora ver com os seus proproa
olhos.
Estou sua disposiyao, vamos de-
pressa.
Emquanto fallava, Cecilia pitaba um cha-
peo na cabeca e lanc.ava urna capa em ci-
ma des hombros.
Estou prompta, accrcscentou ella.
Va ir os.
Entrou immedatamentc no quarto pro
ximo, chamando por Brgida.
Esta eorreu logo, e voudo o rosto trans-
tornado da ama, soltou urna exclamado e
perguntou:
Oh meu Deus o qua que acon-
teceu, minha senhora ?
Aconteceu um accidente a meu pai,
na e3tayo do caminho de ferro de Lyon...
vm-mo buscar... parto.
A moja abri a porta que detava para
o patamar e desceu rpidamente a escuda.
Caseneuve seguio-a com difficuldade.
Tenho uaia carruagem, minha senho-
ra, disse elle, quando alcancou Cecilia no
rez do chito e diante do cubculo da por
teira.
Urna carrurtgem, repetio ella como
louca,-ah 1 j sei... conduza-me.. de-
presa.
O agente de segaran; dirigio-se para a
carruagem e abrio-lhe a porta.
A menina Bernier subi para o fiacre.
Entremos no baile.
O salao do hotel Braganca est elegan-
temente ornado.
A casaca e a gravata branca, contra as
quaes tanto falei em meu artigo passado,
denotara que os Diarios, ou nao tm pro-
gramma, como os fallecidos liberaes, ou
que a sociedade foi obrigada, por forca
maior, a desrespeital-o naquella noite.
mamm^m^v^mm^mt iji pjpjHBjBjp
A verdade est na segunda ponta do di-
lema.
Os Diar'oi haviam imaginado um baile ,
fantasa, oem etiqueta, sem luxo...
Mas o homem p*e e Deus dispoe.
A augusta presenga da Familia Imperial,
honrando a modesta associaco, obrgau-a
a mudar d-. opinSes n'aquelle noite.
Ha muitos polticos que fazera o mesmo,
dadas certas e determinadas consideracoos.
A alucnciu do convidados extraordina-
ria /aSj
A fla prfcpal e o corredor adjacente
estilo apinhados de representantes da mais
fina sociedade.
Assistiram festa, que, como j dsse,
foi fnnrada com as augustas preaenss de
Suas Magestades e Altezas Imperiaes, o
principe D. Pedro, todo o corpo diploma-
tico, e Ss. Excs. os Srs. ministros da Fa-
zenda e da Agricultura.
Entro as pessoas fantasiadas, que mais
so distinguirn!, raencionarci as seguintes:
Mlle. Cecilia Pinto trajava um lindo cos-
turae de Zngara, que fazia realzar a bel-
leza do seu porte esvelto. Muita gente sus-
prava por que ella Iba lesse a buena dicha'.
Me. Adeiia Militiio qua representava
urna interes3ante Segadeira.
Mlle. Mara Miranda dfarcava se s.>b os
graciosos trajos do Pescadora napolitana,
urna pescadora de olhos negros, capaz de
revolucionar todo o mediterrneo.
Miles. Cndida Avila e ConceQo Avila,
duas distinctas rio gran ienses, trajavam
urna de Voie e outra de Magicienne.
Miles. Mercedes e Sumir Cumplido es-
tavam ricamcut vestidas. As suas toilettes
representavam duas Dotoresses.
Mlle. C*rapebu3 trajava um simples,
mas elegante costurac de Crdense de Din-
dons.
Os trajos mais orginaes da sala eram
um gentil Gafcuthoto e umi travessa Bor-
bole&a.
Vesta o primoiro a distincta e elegante
esposa do Sr, Sully 4c Souza.
Trazia o segundo a interessaata filhi-
nha do Sr. Jcats.
Mme. Aguar attraho a attencilo com
urna bella fantasa.
Mlle. M*vignc representa7a nma Campo-
neza russa.
Mme, Wilson trajava um rico costume
do Oatharna de .Mediis, e sua distiucta
filha- Mme. Pac* Ljme, urna Pescadora
italiana.
E o que dire da forraosa l ibeca ? Como
cahiam-lke graciosamente toda3 aquellas
roupas tao candidas e siagelis como a po-
tica creatura qua as vesta ? A Rabeca
encontrn urna inspirada interprete em
Mlle M. Fontes.
Muit iS e rauitas outras toilettes assigoa-
larara sa pela riqu^z1 e elegancia, sendo
impossvel nesta ligeira noticia, eseripta
ao correr da penna, em um pequeo arti-
go, mencionar todas.
Um curioso contou no sali cento e cin-
coenta fantasas 1
No terminarei, pore.n, sem notar os
costuraos mais originaos do sexo barbado.
Foram estes: ura Toureador, q'.'.^ W
galhardameuta representado pelo S:\ Tita
Rib-iro.
Um elpgan'e lacrogable pelo Sr. Fanor
Cumplido.
O Sr, Eduardo Saboza traj aya um bello
costume de Marquls.
O Sr. Eduardo Octaviano girava ga-
llardamente cm todas as walsas cora um
vestuario sui geners, que ia-lhe s mil ma-
ravlhas.
O Sr. Henrique Mora revolucionou o
saliio, mettido em ura Pterrot.
Vagalume, ctepois de haver dado ordem
ao cocheiro para voltar estajao do oami-
nho de ferro de Lyon, donde vinha, subi
pela sua vez, ao estribo e sentou-se em
trente de Cecilia.
A carruagem parti logo.
A moja olhon para o agente.
O senhor disse-me quo lhe derara or-
dam para me vir buscar, dise ella. Mas
nao me disse quera... Quem o mandou V
Caseneuve tinha recebido instruceocs ;
alera disso nao lhe faltava tacto e nao fal-
la va seoilo quanJo era conveniente
Foi o Sr. commissario da vigilancia
da estayo do caminho de ferro da Pars-
Lyon-Mediterrane, respondeu elle sam he-
sitar.
O senhor fullou-rae era accidente.
impossvel que nao nao saiba que acciden-
te foi esta ?
Parece impossivel, e coratudo na.la
ha de mais veriadeiro. .. Eu nada vi. ..
Nao me derara nenhuma explicacao mi-
nuciosa, quando me mandarara.
K como souberam a minha mora !;i V
- Ignoro-o completamente.. f talvez
o seuhor seu pai quem a indicou, ou alguera
que a conhece.
Cecilia esfregou fortemeate as rnos urna
na outra.
Srahor, disso ella cora voz agitada,
de todas as suas respostas resulta para
raira a convic^ao de qae nao me pode res-
ponder. .
Presinto urna c tastrophe... Essa acci-
dente, do qual pretende nao conheeer nem
a natureza era os pormenores, deve ser
gravo. Aconteceu alguma desgrana a mea
pai.
Cuseneuve calou-se.
Era face do mutismo do seu corapanhei-
Mj mutismo evidentemente imposto, a mo-
ca nao insisti.
De quo servia insistir ?
pharia de urna ordem que
bera.
Alm disso mil pensamentos confusos se
Iba debatiam no cerebro e absorviam os
seus pensamentos, que nem todos tiaham
relacilo cora seu pai.
A natureza, no fundo egosta de Cecilia,
tornava por instantes a apoderar se della c
triumphava das suas preoccupacSes filiaes.
Pcrguntava, de si para si, se o acciden-
te de quo lho falla vara, com reticencias
que nao lhe podiam oceultar a verdade,
nilo seria til sob o ponto do vista de seu
interesse passoal.
Jayme Bernier, grave Tiento ferilo, pre-
gado ao leito pelo soffrimento, pocieria ig
Nunca triura-
o agente rece-
que Cecilia tema achar-sc-hia retardada
por modo indefinido.
Um tal pensamento pode e deve pare
cer aos nossos ieitores quasi parricida.
Nilo lho pretendemos attenuar o lado
odioso c affirraamos qua ella se apresema-
va com carta tenacidade ao espirito de Ce-
cilia.
A incerteza o peior dos supplicios.
A tilha de Jayme Bernier tinha pressa
de chegar e saber tudo.
O fiacre que a conduzia ao caminho do
ferro da estacao de Lyon ia tilo depressa
quanto o permiitia a nave accuraulada as
ras e que os grupos de varredores apenas
comejavam a retirar.
Os minutos pareciam a Cecilia longos co
mo se fossem horas.
Servo-se do lenco para lirapar o suor
espesso que cobria os vidros do fiacra e
olbou para fra ; mas foi-lhe impossivel re-
conhecer o lugar onde se achava.
Estaraos quasi a chegar, senhor ?
perguntou ella a Vagalume.
Quasi, minha senhora... respondeu
e3tc. Estaraos na praa da Bastilha.
D'aqui a cinco minutos estaremos na e--
taglo do caminho de ferro.
Depois, reinou do novo o silencio na car-
ruagem.
eixeraos estos dous personagens prose-
guirem o seu caminho, voltemos algnmas
horas atrs e oceupemo-nos de Angelo P-
roli, o assassino de Jayme Bernier e o au-
tor da tentativa do inorte commottida con-
tra Erama Ro3a.
O italiano, com a mala da sua vctima
na milo, tinha rpidamente saltado para a
plataforma, assim que parou o trem, tendo
o cuidado de fechar a porta e a;.rcsentan-
do-se com o seu bilhete porta da sahida.
Quasi que nao repararan nelle.
Era um viajante como outro qualquer,
com o chapeo carregado sobre os olhos c
o rosto mettido no cacho-nez.
Tem alguma causa a declarar ? per-
guntou-lho ura dos empregados da bar-
reira.
Nada absolutamcn:e, replicou elle, a
minha mala contm apenas papel o roupa
branca.
O erapregado coutentou-se cm tomar o
peso da mala.
O p"so nao apresentava nada de sus
pcito
Passe dsse elle.
Angelo Proli atravessou rpidamente a
sila de espera e dirigise para o pateo.
l~e antemo tinba decidido, ponto por
ponto, o que ira fazer.
norar por muito tempo ainda, a deshonra j Comejava apenas a amauhecer.
de sua tilha, e nesse caso a terrivel scenal Era um lia do invern triste e soitbrio.
O baile faatatasia do Club dos Diarios
iioar gravado em letras nielevoU as
festas mais notaveis da vida elegante de
Petropolis.
Fraxi v Jmxiou.
Os bicos de gaz ainda estavam accesos.
Cahiara anda uns llocos de nave, mas
tornavam se cada vez mais raros.
Transentes nao haviam outros. scnilo
operarios que am para o trabalho e os via-
jantes tranzidos de fro, que se apressavam
em chegar s suas casas.
O Italiano desceu quasi a correr a ram-
pa que cenduz ao pavilhao de chegada
ra de Lyon, pausando pelo mcio das car-
ruagens, sem responder aos chamados dos
cocheiros que lbe offeraciam os seus veh-
culos.
Chegado nu de Lyon, Proli, parou
debaixo de um bco de gaz e deitou sobre
si e sobre a sua roupa urna rpida vista
d'olbos.
Da repente fez-so muito paludo.
Urna grando mancha lo sangue maca*
lava-lho o punho esquerdo da camisa.
Mudando para o outro braco a m i!a, oc-
cultou sob a manta da viagara o punho en-
sanguentado e pCz-se a caminhar.
Quando chegou praja da Bastilha, vio
ura fiacre que passava vazio, dirigindo-se
para a estacao prxima.
Fez-lhe signal de parar.
O cocheiro trouxe o carro perto delle.
O Italiano era muito esperto para dar a
sua morada to porto do caminho de farro
de Lyon, o quo podera mais tarjo forne-
cer polica um indicio til.
Esta5ao do caminho de ferro de Saint-
Lazare, disse elle, e trate de andar depres-
sa. Nao quero perder o trem... dou boa
gorgeta.
O cavdlo, vigorosamente ajoutado, p ir-
to com um pasao tao rpido quanto lhe
permitti i a nev amontoada na calcada.
Chngando ao pateo com arcaras da ra
Saint-Lazare, Proli pagou ao cicheiro,
subi a esc ..ia e aesappareceu n'uraa das
salas de espera.
Aravessou esta sala, da qual. urna das
extremidades d para a ra de Amsterdam.
Ha all urna estacio de carruagens.
Proli entrou para outro fiacre e man lou
qua o coaduzisso estacao do caminho de
ferro da ra do Rennes.
Embaralhava de industria a sua pista,
como leb-e que sa sent perseguida por
urna malln..
Os cachorros dessa matilha eram para o
Italiano os agentes de seguranca, que nao
deviara tardar em entrar em pesquiza, mas
quo seriara logo postos ffira de pista.
(Continuar se-ha)
<
Typ. do Diario, ra Duqus da Casias n. t.
jaM*


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