Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19530


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Full Text
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tfrtrii. ij iLuttARJss petats nao e paca porte
131
2440G
-o ti.
1 OE MAIO CH
PARA DEM RO E FORA DA PROVINCIA
Pr seis iwni adiantado......... ..... 135C0
Pop nov djta idem................. 20*000
Por Tim auno dem. ............... 27*000
Cid o ivulao, de dias aateriores........... ajoO





praptUfraite it Manad Jigurif-fa et Jkria ft *jUI)p5
.
sssti:: rA3:i:::i so siAsq
RIO DE JANEIRO, 30 de Abril,
horas e 15 minutos da tarcj,c. (Rece-
30 minutos, pelo cabo
O vicepresidente da provincia,attoodendo o cretnria da u ca-na Faculdade, que estove imped
1
bido s 2 hora3 e
submarino).
Xa Cmara do DeputadttM forana
taoje reronbc:idoN oa podoren do
tirm.: conego Cosa A guiar, do Para ;
AnyMio Salathiel, da Parahiba: con-
eluero Dunrle de Aievedo. de S.
Paulo: e Seliasilao HaMcarenbaw.de
Hias te rae*.
7W
234 &SISU 2472
[Especial pars o Diario)
LONDRES, 30 de Abril.
4* tranile potencia* da Europa
eatu indecNaM obre ai rewolucdiew
si lonns em relaro a Creca.
PARS, 30 de Abril.
O empretimo ltimamente vota-
do pela-i Cmara, era emittido no
dia IO de Haio prximo.
a a, filial asa Pernanaboco,
30 de Abril de 1886.
INSTRDCClO POPULAR
ECONOMA POLTICA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
CAPITULO V
CauMumo da riqueza
(Ccnnuacao)
F!cri~ Entrada, depois de havor tambein recoai-
nendado. como preferiveis, os consumos lentos ou
das riquezas doradoanu, aceresoenta-ihes os con-
sumos etn eomnuun, en que sj eeitara despezas
geraes c ora qae se pode obter relativamente a
raaior quautidade posaivul de gozos. Mas assaz
restricta a importancia das economas que podem
realisar-se pelos consumos e:n commum ; tal van-
tagem w6 ple colher-se para um numero limitado
ate individuos, e a neutralizada pela nocessidade da
disciplina, e de urna uniformidade de costumes
quasi aetnpre amito difficil e penosa. EmSm, a,
economa f seria roalisave! com una gerencia
milito celosa e bem fiscalisada,condicao diflicil
le obter-se, quandose trata dos internases do urna
aoBHBuuid
Conquant > as in licaco s procedentes nao sejain
destituidas le ral ir mostrun ellas, comtuio, que
nao foi possivel aos economistas que citamos o fi-
xarcm rearas para o consumo individual.
O verdadeiro jais da conveniencia de um ci-rto
consumo o proprio consumidor, a quera livre
sar e abusar dos seus lioveros, mas que tem a
resp l i xistencia e do seu
fatulo, e r-so pela sua prudencia indivi-
dual, pelo sen i previ leneia e pelo seu
bata censo. E raso que eecUrooe cada in-
ijfv duo a ainada necessidade
realoe li leve ou nSo ser satiafeta.
Com r .. a c i sum >. lia Jo. is orcas que
aet.i .'. 1 i'."' da necessidade
ou atti raz nando urna nec -sdade
tauii lea e asumir e, p>r isso, h
trabal '' l I o pragrwao e da
. .: > h mera permanecera no
es .'lo b irbaro. A curra o bota senso ou a razio
que i.... lOd i os s:us ap-
petitea. Ob a raz.1) tem tres pontos
de apOO :. :i diier-se >iO : ein pri-
m h-' : .r < Ja liygiene em tudo que
resp-, em alterar a intelli-
i eorpo ; depois, a importancia
ou v do in-iividuo, que se deve ter
tempre bem prs espirito e que nunca deve
bceder-se, teoSoeai caso Je necessidade absolu-
ta : e p r ultimo, a necessidade de reunir urna re-
serva proporcional receita, aSm de se garantir
o futuro proprie e o da familia.
Ha ainda duas consiueracoes importantes a fazer
ueste lugar : diz respeito urna aos consum >s a cr-
dito, e a outra aos abstecimentos por gro3S0.
Os consumos a crdito sao um modo de occorre-
su3tentacao do individuo ou da familia, que s
pode ser justificado por urna necessidade indis-
peusavel. Das compras a crdito resultam o pre-
eo mais elevado dos productos, a exploracSo io
compra tor pelo vendedor, e mais tarde a dissipa-
cao por parte do conaimidor, a insolnbilidade e o
restante cortejo de consequencias que sao insepa-
rave's da falta de habitas de economa. Os que
se vem reduzidos triste necessidade de viverem
de emprestimos devem precaver-se contra 03 so-
pbismas inspiradla por tal situacao e contra os pe-
rigos que ella traz coinsigo.
(Contina)
ARTE omCML.
oioverao da p-vincia
EXPEDIENTE D.0 DIA 17 DE ABBIL DB 1886
Actos :
O vice-presid nte da provincia, tendo em
cousideracao o que represento o commandante
do corpo de polica em offiuios de 22, 23, 26 e 27
de Marco prximo Sudo, resolve mandar submet-
ter a conseibo de investigaca > o respectivo tenen-
te quartel meSre Antonio Jos de Souza e Silva.
afira de responder pelo desfalque de pecas de far-
damento recolhidas a arrecadacao geral do referi-
d) corpo a cargo do raesaio teuente quartel-mes
tre.
< i ref rido coDselho de investigacAo'.ser con-
stituido pel03 seguales ofBeiaea : Major gra-
duado Estcvao Jos Ferrsz, ,>r -i lente, vogaes os
t>p:,- J.istinian) da Hadia, Mano 1 An-
elnto Pere'ra Guimares e o teuente Sebastiao
(ioncalves da Costa, servindo de auditor o % pro
motor publico d i comarca do Hecite Dr. M.
Clementiuo de Oliveira Escorel.Com minicou-je
ao commandante das armas, cominan Jante do corpo
de polica e promotor publico, e ao major Estevb
c^os Perraz.
que sequereu Izabel Francisca Monteiro de Quin-
tal Barros, profeasoraale rnsino primario em San-
to Amaro das Salinas, e tendo em vista a informa-
cao n. 126 de 15 do corrente, do inspector geral
da instruc9o publica, resolve prorogar por trez
meces, com ordenado, a ccoca ltimamente con-
cedida peticionaria para tratar de sua saude
onde lhe convisr.
O vice-presidente da provincia, tendo pre-
sente o recurso insterposto por R. Drusina & C.
do julgado da junta do Thesouro Provincial que
manleve a cobranza feita pelo Consulado do im
posto do gyro sobre mercadorias dos recorrentes,
resolve negar provimento ao mencionado recurso,
porquanto a referida cobr nca foi procedida nos
termos precisos do acto presidencial do 24 de
Agosto de 1885, que modificou a dsposicao do r-
tico o das iustruccocs de 49 do niesmo mez e an-
no. Resolve outrosim determinar que se remetta
copia dcsta portara quelle Thesouro para pro-
ducir os devidos effeitos. Remctteu-se copia ao
Thesouro Provincial.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
OtHcios :
Ao conselheiro presidente do Tribunal da
Rclacao.Digne-so V. Exc. do prestar as infor-
macoes que estivercm a seu aleone', sobre o as-
sumpto do final do officio. junto em original, da
presideucia da provincia das Alagoas, relativo ao
processo do sentenciado Manoel Bezerra de Mju-
ra.
Ao Dr. chefe de policaRrmatto a V. S.,
para que se sirva de tomar da devida consideracao,
copia do officio de 8 do corrente sob n. 236, dirigi-
do a esta presidencia pelo inspector da Thesouia-
ria Ue Fazenda, acerca da folha para pagamento
do p'itro e remadores do escaler da visita do
Porto.
AoDr. juic de diroito das ezecuccs crimi-
naes.Convm que V. S. providencie, uo sentido
de ser transmittida secretara d'esta (presidencia,
eonforme foi requisitado em utiicio de 25 de Fe-
vereiro 1885, a certidao do processo de Henrque
Vianna da Paz, que interpoz recurso degraca da
penna de 14 anuos de pris.o simples, que lhe foi
inipjs'.a pelo jury desta capital, em sessao de 30 de
Novembro de 1874.
Ao Dr. juic de direito do 2- dstricto crimi-
nal do Recife. Convem que V. S. providencie no
sentidoMe ser remettido a secretaria desta presi
dencia, conforme foi requisitado em officio de 17
de Agosto do anuo prximo passado, a certidao do
processo do reo Jos, eseravo de Joao Mathcus, o
qual interpoz recurso de graca da pena de gales
perpetuas, qve lhe foi imposta pelo jury dcsta ca-
pital em 22 de Julho de 1864.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha. Convm que V. S., na primeira opportu-
nidade, faca regressar para a Casa de Detencao,
nesta capital, o sentenciado Manoel da Rocha
Wanderley, a quera V. S. se refere em officio u.
38 de 22 de Marco prximo finjo. Communicou-
se ao Dr. juic de direito do 2- districto criminal.
Ao Dr. inspector da saude do porto. Re-
meti a V. S para que se sirva de tomar na de-
vida cousideracao, cooia do officio de 8 do corren-
te, sob n. 236, dirigido a esta presidencia pelo
inspector da Thesouraria de Fazenda acerca de
folba para pagaineuto do patrio e remadores do
escaler da visita do porto.
Ao mesmo. Transmiti a V. S., para seu
conhecimento e hns convenientes, copia do aviso
n 1,409 de 5 do corrente mez, do Ministerio dos
i-ios do Imperio relativo a relevacao da mul-
ta imposta poi essa inspectora ao commandante
do patacho brasileiro Alvaro.
Ao inspector da Thesouraria de Facen-la.
Communico a V. S., para os fins convenientes,
que o 2 juic substituto da c-raarca do Recife,ba-
charel Francisco Odilou Tararea Lima, reassumio
hontera o excrcicio da seu cargo.
Ao mesino. Coaimunico b V. S., para os
fins convenientes, que o baeharel Deomedes Gon-
calves da ilva reassumio no dia 10 do corren:e
mee o excrcicio do cargo de juiz municipal c de
orphaos do termo de Panellas.
Ao mesino. Communico a V. S. para os
fin3 convenientes que Manoel Gomes de Araujo
assu-nio no dia o Uo corren".e o exercicio interino
do cargo de proaiotor publico da enmaren de Ta-
tarata, para o qual foi nomeado pelo respectivo
juiz de direito.
Ao me amo. Communico a V. S. para o
fins conven.entes que Bellarmno da Costa D-.ura-
do assumio no dia 24 do mez fiado o exerccio in-
terino do cargo de promotor publico da comarca
da Garanhuus.
Ao mesmo. Dou saluca ao assumpto do
oli.-io n. 216 dol- do corrente mea, declarando a
V. S. que ao lente Dr. Jos llygino Duarte Pe-
reira Cibf a recepejio de veaciinentos iutegraes,
sem interrupcio, at a data em que reasumi o
exerccio de suas f lueees na Faculdade de Di-
reito, por ter chegaJo a esta capital antes mesmo
10 praso quo seria preciso, se anda estivesse ua
11 illanda, para ri'ceber com'nunci-.cao official do
aviso de ."10 de Janeiro, que, toi por es'a presideu-
cia traiisinitti lo ao direet Ht laquella Faculdade a
19 de Fevereiro ultimo.
Nao tendo ese aviso e nem o de 28 de Novem-
bro do anno passado cogitado do abono simples de
ordenado, a delberacao da Thessuraria quando ao
pagamento por casa forma desde o 1. de Decembro
at 25 de Mareo ultmo nao se justifica pelo facto,
as praticalo desde que o referido doutor parti
para a Europa, de ter ido abonada a Rratificacao
do ejercicio ao respectivo substituto.
Asitn que e a vista do citado aviso de 30 de Ja
neiro e do de 6 de Agosto de 1884 curapre que ao
supra-mencionad > Dr. Duarte .Jereira se abonera
os vencimentos que lhe cabem sem descont algum,
devendo essa Thesouraria apresentar-me a ic-
monstracao de crdito preciso p*ra o pagamento
dajgratitcacio a que tem iireito o respectivo su-
bstituto, afim de abrir-se crodito, caso nao haja
sobra na verba propria, conforme n diutrina do
aviso de 12 de Agosto do anno passado.
Ao mesmo.A' vista do disposto no art. 23
do decreto n. 2,343 de 29 de Janeiro de 1859 re-
solv tomar conhecimento da reclamavo do enge-
nheiro Francisco do Reg Barros a que allude a
infermacao d'essa Thcsounria, de 4 de Marco ulti-
mo,n. 144, e determinar que aodito engenheiro s.ja
restituida a importEneia de 100030 correspon-
dente a gratificarn de seis dias deducida dos
scus venciment- s desde a data em que embarcou
na Bahia, onde exercia o cargo de fiscal dos euge-
nhos centraes, at o dia em que assumio o exerc-
cio de igual cargo nesta provinea, por quanto lhe
inteirainente a plieavel o disposto na 2.-' parte
da ordem cinglar n. 671 de 17 de Novembro de
1876, a qual cogitou da transferencia de lugar ou
commissiio de urna localidade para outra difieren
to, tanto que falla de embarque ou partida, c nao
na mesma localidade, como suppoe ssa aspecto
ra. O que declaro a V. S. para os defldos fins,
devolvendo-lho o processo original de que trata :i
citada informacao.
Ao mesmo.Remetto a V. S., para a deyida
exeeucao, copia do aviso de 30 de Marco ultimo,
s.b n. 1,392, expedido po Ministerio do Imperio,
pelo qual declara que foi deferido o recurso nter-
posto por Joaquirn Teixeira Peixoto, do despacho
da junta dessa Thesouraria, quo raanibu bonar-
lbe apenas os vencimentos de ajudaute do biblio-
theciro da Faculdade de Direito, relativo ao pe-
riodo emque accainulou este lugar aodecontiuuo
Remetto lhe tambera os documentos de que trata
o mencionado aviso
Ao mesmo.Remetto a V- S., para a devi-
da exejuciio co( ia do aviso espediao pelo Ministe-
rio do Imperio, cin 7 do crlente, sob u. 1,331.
)br o pagamento de 12*365, que compete ao
outinuo da Faculdade do Direito, Joaqun Cesa-
lo da Rosa, por ter substituindo o officia da Se-
do em servico do jury.
Ao mesmo.Declaro a V. S., quo nesta da-
ta dirjo-me ao Dr. chefe de polica e ao inspector
da Saude do Porto, acerca do exposto no seu ofii -
co de 8 do corrente, seb u. 236. o qual diz respei-
to folha do patrio e remadores do escaler da vi-
sita do porto.
Ao mesmo.Remetto a V. S., para os devi-
dos cffeitos, copia do aviso de 2 deate mee, sob n.
1,404, expediJo pelo Ministoro do Imperio, acerca
da demoustracao or umstancada dial despezas
com desinfectantes e objectos para o servico sani-
tario do porto desta capital.
Es3a de.nonstracao rae ser enviada para cum-
primento do mencionado aviso.
Ao mesmo.Sir-a-se V. S. de enviar esta
Presidencia, nasa ralaalo completa dos municipios
k proviucia, de conformidade co.n a pirtaria
de 22de Outubro de 1884, com deelaraeSo da po-
pulacao escrava existeute em cada um a!c 30 Je
Junho do anno passado, afim do ser fcita a distn-
buicio da 7a quota do fundo de emancipaci i.
Ao inspector geral da nstruccao Publica.
De accordo cora o que Vine, expoe cm seu oflieio
n. 127, de 15 do corrente, declaro-lhe em resposta
que o baeharel Ayres de Albuquerque Gama, no-
meado por esta ('residencia, afim da presidir o
concurso para provimento da cadeira de lingua in-
gleca do Gymuasio Pernambucano, em vista do
motivo allegado em seu officio n. 89, de 16 dn
Marco ultimo, dere presidir o couselho Iliterario e
substitu-o em tudo o que disier respeito ao refe-
rido concurso.
Ao fiscal da companlua Recife Di-ainage. -
A' viata da informas!) prestada por Vrac, em 13
do corrente, autoriso a suppresso do apparelho
dessa e-ompanhia existente na casa n. 6 da ra dos
Guararapes. comprada pela coinpauhia do Beberi-
be, para n'ella collocar um chafrc, a contar do
prximo vindouro semestre em diante. Commu-
nicuu-se ao Thesouro Provincial.
Ao juiz de direito da comaica de Flores.
Declaro a Vmc, em resposta ao aeu officio de 12
de Mareo prximo passado, que o pagamento de
Lqne se oceupa o dito officio pJe < fectuar-se pelo
Thesouro Provincial, sendo-lhe para isso apresen-
tadas as respectivas con tas, e urna vez attendidas
as circumstaucias dos cofres.C inmuucou se ao
Tbesou.-o Provincial. *
A' Coinmis3ao cucarregada do eiaou daa
coutas da estraJa de ferro do Recife ao S. Frao-
cisco. Constando do otficio do Exm. ministro ple-
nipotenciario do Brasil em L mdres, de 20 de
Mareo ultimo, que nao foi all recebdo o bal ana I
da receita e despeza de3sa estrada de f-jrro, coi-
cernente ao mez de Agosto do anno passado,
acompanhado dos domis documento, sirv>.iu-se
Vmcs. de enviar urna oegunda via a secretaria
desta Presidencia.
Portaras :
O Sr. supe-inte id. nte da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco, sirva-se de mandar dar
passigem de 1' citase, por co-ita das gratuitas a
que o governo tein direito, para ser opportuna-
m-'nte descontada, ao engenheiro Constantino Ro-
drigues Lilis de Albuquerque, no primeiro trem
que amanh segu da estacao das Cinco-Pontas
at a de Una.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco sirva se de mandar dar
transporte nos carros ie3' class-; no primeiro trem
de amanh, da estacao das Cinco- Pontas .1 de
Palmares, r>or conta des gratuitas a que o gover-
no tem direito, ao preso Sergio da Siquera Can
pos.
O Sr. gerente da Compauhia Pernambucaua
mande dar passagem a r, at Alag is, a Hor-
milla Pimentel, por conta das gratuitas a que o
govern. tem direito, oo vap ir que seguir hoje para
os portos do su:.
O Sr gerente da Companbia Peruambucau i
mande c needer passagena po: conta das gratuitas
a que o governo tem direito, do porto de Aracaj
ao desta cidade, a r6 ao Dr. Jo- Ladislao Pereira
da Silva c sua senhora, e a proa, a 3 criados.
EXPEDIENTE DO SECBETABIO
Officios:
Ao commandante das armas.5. Exc. o Sr.
vice-presilente da provincia maula declarar a V*.
Exc. ter autorisado o director do Arsenal de Guer-
ra a satisfacer o pedido que veio anuexo ao seu
i lii io n. 2^2, de huutem d .tado. *
Ao mismo. De ordem do Ex n. Sr vice-
poesidente da jroviucia pejo a V. Exc. se d gne
de env nr urna 2' via do termo de ospecco Je
saude a que foi subaiettidoo coutri- nestre da of-
deina de o achinistas e serralh.'iros do Arsenal
de Guerra, Genuino Luz Nu.ies de que trete o
seu olDcj n 1515, de 4 de Novembro do anno
passado.
Ao Io secretario da Asss nbra Provincial
De ordem do Exm. &r. vice-presdeute da provin-
cia trausmitto a V. S., para os fius convenientes,
o balaugo da receita e desp-za do e.zerccicio de
18S1 a 1885 e o torcamento de 1886 a 1887 das
Cam iras Muaicipaea de Agua Preta e Correutes.
Ao mesm'. De ordem do Exm. Sr. vice-
presidente lia provincia transmito a V. S. a in-
clusa inforinacao em original, prestada pela C-
mara Municipal da Victoria sobre a peticio, qu-
develvo do arrematante de imposto, Marcelino
Jos Mara de Hollanda Cavalcaute. Assiin res-
pondo ao seu fficio n. 87 de 5 do corrente mez.
Ao mesmo. De orJem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia devolvo a V. S-, m res-
posta ao seu officio n. 86, de 3 do c urente, a peti-
cio do abaixo assgnado de moradores na po-
voncao de Pelos, com a informaco em original,
prestada a respeito pela inspectora geral da Ins-
traccio Publica.
A' Cmara Municipal de Agua-Preta. De
ordem do Exm. Sr. Vice-piesidente da proviucia
remetto Cmara Municipal de Agua-Preta, em
resposta ao seu olcio de 3 di corrente mez, a in-
clusa colleccao de Icis promulgadas no auno ae
1875.
Ao Exm Visconde de Itaqui do Norte.D
ordem do Exm. Sr. vice-presdelite da provincia
aecuso o recebimeuto do officio, de hontera datad- .
no qual V Exc. commuuica que n'essa data assu-
mio a direceo das agencias da Companbia Bra-
silcira de Navegacao a Vapores nesta cidade, pa-
ra cujo cargo foi nomeado pea directora da ues-
ms ciunpanina.
A' agen-.a de paquetes. De ordem do
Exm. Sr vice-prrsidente da provincia aecuso o
recebimeuto do officio em que V. Exc commuaica
que o v por Bahia, chegado dos portos do su! bo-
je, s 7 horas da manh, seguir para os do norte
amanh, lis 4 horas da tarde.
A' Thesouraria de Fazenda. O Exm. Sr.
vico-presidente da provincia manda transmuta- a
V. S.^eis ordena do Thesouro Nacional de ns. 75,
e 77 a 81.
Railway Limited.Aguarde o croJito so-
licitado hoja a Asscmbla Legislativa Pro-
vincial.
Eleuterio da Rocha Wanderley.Como
requer.
Francisco Antonio da Natividade Sal-
danha. Informe o Sr. thesoureiro das lo
terias di provincia.
Francisco Gabriel das Chag.is. -Infor-
me o Sr. commandante superior da guar-
da nacional das comarcas de OlinJa c Igua-
rasf.
Francisco Silverio do Farias. Em vir-
tuie dos despachos desta presidencia de
21 de Janeiro, 12 e 19 de Margo ltimos,
proferidos nos requeriraentos das professo-
ras Portiria Jesuina Baptista da Silvcira,
Felismina Constana de Azovedo e Anna
Laurinda Varejao Barbosa, cumpre que o
supplicanto aguarde decisSo da Asserrbla
Legislativa Provincial, sobre o modo da
concessao de gratifcalos addicionaes a
professores, que tiverem mais de 25 an-
nos de exerci ;o no magisterio.
que constar dos livros existentes n'csta re- 800 de gratifcaco
Rqueira ao Sr. Dr.
Pinto. In
DE8PAPHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 29 DE
ABKIL DE 1886.
Padre Antonio Graciana de Araujo
Gu.rita. Informo a Cmara Municipal
de Garaelleira.
Aprigio Braz de iiveira Lima. A ca-
deira nao est vaga.
Abaixo signado de costureiras do Ar-
senal de Gueira. Informo o Sr. inspector
da Thesouraria de Fazenda.
Aa mesmas.dem.
Barreo & C. Passo portada negando
pri'viraanto ao presenta recurso.
Banco do Brasil. Intorme a Careara
Municipal do Recife.
Companbia Great Western of Brasii
Frederico Polln,
chefe de poli a.
Gustavo Augusto Cardoso
deferido.
Luiz Bernardo Castello Bran :o da Rv
cha. ->Jiom9ttido ao Sr. i^ctor do The-
souro Provincial para faz^r cnrnprir a in-
clusa precatoria, nos termos de sua infor-
mafio de 21 do corrente, n. 585.
Marianno Teixeira da Costa Coolho.
Informe o Sr. inspector geral da Instruc-
9S0 Publica.
Maooel Jos Fernandos Barros. -Infor-
me o Sr. commandante superior da guar-
da nacional de Olinda e Iguarass.
Sebastiao Tavares do Oliveira Brando.
Remettido ajunta medica provin-ial, a
quem o supplicante se apresentar para sor
inspeccionado.
Secretaria da Presidencia de Pernambu
co, em )50 de Abril de 1886.
O porteiro,
J. L. Viegas.
Repariico da Polica
SeccSo 2.' N. 432. -Secretaria de Po-
lica do PeroambueO) 30 de Abril de 1886.
IIIra. e Exm. Sr. Partecipo a V.
Ex.', que foram hontem recolhidos na
Casa de D-tengao os seguintes individuos :
A' minha ordem, Adolpho Neves de Oliveira,
como desertor,
A" ordem do Dr delegado do 1" districto da ca-
pital, Benedicto, eseravo de Julio Thomaz de Bar
ros Cimpeli, por disturbios.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Jos Polyearpo Carneiro Lins, Lu:z de Franca
Oliveira e Bernardo Jos Ramos, por embriaguez
e disturbios.
A' ordem do do 2 districto da Boa-Vista, Joao
Antonio da Silva, pos disturbios.
A' ordem do do 2o districto da Boa-Vista, Nor-
berto Janlim e Autonio Manael dos Santos, aquello
por embriaguez e disturbios e este por embriaguez
e offensas moral publica.
Ante hontem, s 8 horas da noite e na ra
d Mariz de Barros, um individuo de nomo Fran-
cisco Romao, armando se de um compasso, ferio a
Joao Henrique de Oliveira.
Contra o delinquento, que evadio-se, proce-
deu-se nos termos do inquerito policial.
Hoje, pela manh, foi encontrado junto a
porta da igreja de Nossa Senhora da Penha, o
cadver de um recemnascio, de cor branca.
O Dr. Jos Joaquim de Souza procedeu a vis-
tona no cadver e declarou nao haver crme na
raorte. Foi etn seguida sepultado de ordem do
subdelegado do Io districto de S. Jos.
Dona guarde a V. Exc Illrn. o Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim do Souza Le3o,
muito dig.no vicc-presidento da provincia.
O chWe d*s poaia, Antmi Domingos
P inio.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DE 30 DE ABKIL DE 1886
Albino Craz & C, cuntas do colleotor
Sergio Ribero Torres, Jot. Francisco dos
Santos e Fillus, Silva Gaimaraes & C,
Vigarlo Genuino Gomos Pereira, Antonio
Luiz de Miranda, contas. dos collectores
interinos de Barreiros, Francisco da Silva
Miranda, Francisco Irineu de Gouveia e
Jos Lins de Miranda.Haja vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Mirandolina Borges Pestaa. Facam-
se as notas da portara do licenca.
Antonio Jos de Miranda Falcao c pa-
dre Christovao do Reg Barros.Informe
o Sr. contador.
Compaohia da Estrada de Ferro do Li-
nioeiro.Esc.ipture-se a divida.
Candido Jordsio Caldeira. -Jnnte co-
nhecimento do decima do uitioio semestre
e prove o allegado.
Antonio W. Pexsira da Cunha. Certi
rique-se.
Jos Maria Coelho da Silva, Herdeiros
Bowmann, Francisco Teixeira Bastos, Fran
cisco Jos Alves Gnimares, Manoel Fer-
nandes Velloso, Maria Augusta da Rocha
Bastos, Modesto de Albuquerque Carneiro
da Silva, Joaquim Jos da Silva Moreira e
Manoel da Silva Faria. Ao Contencioso
para cumprir o despacho da junta.
Manoel Francisco Pereira, Gomes de Mat-
tos Irmos. Entregue se pela porta.
SolomSo Jos Vianna.Ao Sr. contador
para os devidos fins.
Companhia de Estrada de Ferro do Li-
moeiro. Requeira ao Sr. conselheiro pre-
sidente da proviucia.
Officio do Dr. procu-ador dos feitos,
Browns & C, Antonio Francisco da Cruz
e Paiva S Valente. -Informo o Sr. con-
tador.
1886
sec-
Consulade Provincial
DESPACHOS DO DIA 29 DE ABBIL DE
Jos da Silva Res. Informe a 1.
co.
Hilarino Jos Rodrigues Lopes. Dirij* -
se ao Thesouro Provincial.
Alfredo & Fernandes. Certitique-ae o
particao.
Antonio Rodrigues do Souza. r- Deferido
com relacito a dcima t3o somente de ac-
cordo com as iDforiuacocs.
Jos Augusto da Silva Braga. Deferido
com relagao ao 1." semestre de accordo com
as inforra.'ico'es.
Antonio Gongalves de Azevedo. Defe-
rido cora relayao ao 2." semestre em vista
das informacoes.
Inspecioria Geral da nstruccao
Publica
DESPACHOS DO DIA 20 DE ABRIL DE 1886
Julio Cesar Gonjalves Lima, professor
publico. --Curapra-se e registre-se.
- 24
Generosa do Reg Medciros Cavalcante
de Albuquerque, profcssorapuDca.Curo-
pra-se e registre-se.
26
Anacleto Pob'.io de Moraes Carvalho.
professor publi.-o. Justifico.
SebastiSo Tavares de Oliveira Brand&o,
professor publico.Encaminhe-se.
Senhorinha Maria do Oliveira Mello,
protessora publica. Encaminhe se.
27
Isidoro Marinho Cesar, professora pu-
blica.Informe o delegado litterario.
28
Izabel Francisca Monteiro de Quintal
Barros, professora publica.Cumpra-se e
registre-se.
29
Amaro de Souza PessOa, professor parti-
cular.A' 1.a seccao, relator o Dr. Franco
do S.
Grata Candida de Alcntara Couto, pro-
fessora publica. Vcuha por intermedio e
com informayao do delegado litterario, que
dever declarar se a supplicante lhe co'?-
municou em tempo o impedimento.
LisbeUa de Albuquerque Mello, profes-
sora publica.Aprsente a supplicante a
portara de licenja para ser attendida.
Secretaria da instrucjSo publica de Ptr-
narabuco, 30 de Abril de 1886.
O orteiro,
J. Augusto do Mello.
fEBtfAMBBCO
Asscmbla Provincial
1886PROJECTO N. 54
TULLO I
A despeza das Cmaras Municipaes fixada
para o exerccio de 1886 a 1887 em res. ...
Art. 1* Cmara Municipal do Recife :
l" Secretaria
1. Vencimentos do secretario
sendo 2:60 i de ordenado el:40:
de gratific-icao 4:CO0$0OO
2. Vencimentos de dous ama-
nuenses, tendo cada um 1:5005
de orueuaJo e 700 de gratifica-
cc 4:400*5000
3. Vencimentos do archivista,
sendo 1:300/ de ordenado e 700
de gratifcaco 2:000000
4. Vencimentos do portiro, sen-
do, 900 de ordenodo e 500 de
gratifcaco 1:400*000
5 Venvi entos do continuo e
c rteiro, senno OOOfi de ordenado
e 500 de gratifcaco
Gp
ra-
)0
6. Diaria de um serv nte a 2
j 2" Contadoria
1. Vencimentos do contaJor,
sendo 2:00 de ordenado e 1:000
d-- gratifcaco
2. Von'imintos de dous ama-
nuenses, t'-ndo cada um l:)
de ordenado e 70 e gratifica-
cao
3. Porcentagam Jo procurador
que ser de 2 */o
4. Vencimentos do fiel do pro-
curador, sendo R300 de orde-
nado e 7iJ0 de gr .lficacio
j V At ricao
1. Vencimentos do director, .
sendo 1:800* de ordenado e7i0
de gratificaco
2. Vencimentos do ajadame,
cora 1:500* de ordenado e 700*
de gratifcaco
0. I lera de um amanuense, sen-
do 1:500* de ordenado e 700* de
gratilieacio
4. Vencimentos do aferidor, sen-
do 800* de ordenado e 400* de
gratificado
5. Diaria de um servente a
1*300
4o Empregados externos
1. Ordenado do advogado
2. dem do solicitador
3. dem do advogaio dos presea
pobres
4. dem do solicitador dos mes-
1:400*000
600*000
3:0(0*000
4:400*000
6:500*000
2:(00*001)
2:500*00 J
2:200*000
2:210*000
1:200*000
450*001
1:200*000
600*000
600*000
300*00J
5. dem do official de justca e
pregoeiro 400*000
6. dem do porteiro do jury 400*000
7. Vencimentos do medico da
Casa do Detencao com obrigacao
de fiscaiisar a aJimeotacu dea
presos, sendo 1:300* de ordenado
e 700* de gratiticaclo 2:0051*000
8. Veaeiento8 lo engenheiro
cordeador 3:1-00*000
51. dem do mestre carpina e pe-
drtiro, sendo obrigado a prestar
s obrars municipaes, os servicos
de sua prufis.So e auxiliar o enge-
nh.iro cordeador 1:200*000
MI Vencimentos dos fiscats do
Recife, Santo Antonio, S. Jos,
Boa-Vista, Graca e Afogodos. sen-
do dous para >. Jos e dous para
Boa-Vista, tendo cada um 1:200*
de ordenado e 600* de gratifi-
cacao 14:400^0 0
11. Vencimentos dos fiscaes da
Magdalena e Poco, tendo cada um
1:000* de orden .do e 500* de
gratiticHCao 3:000*000
12. Vencimentos doa fiscaes da
Vanea o S. Loutenco, tendo cad
um 700* gratificlo <0*000
13. Vencimentos de 28 guardas
fiscaes, tendo cada um 60U* de
ordenado e 300* de gratifica-
do 25:200*0i> i
Mercado Publico de S. Jos
1. Vencimentos do administra-
dor, sendo 1:200* de ordenado e
2. Vencimeutos do porteiro,
sendo 800* de ordenado e 400* de
gratificbalo
3. Vencimentos de 8 guardas
com 600* de ordenado e 300* de
gratifcaco
4. Diaria de seis serventes a
2*500
6 Matadouro da Cabanga
1. Vencimentos do administra-
dor com 1:600* de ordenado e
800* de gratificcao
2. Vencimentos do medico, sen-
do 1:300* de ordenado e 700* de
graiificacao
7o Logradouro do
1. Vencimentos do administra
dor, seudoGOO* de ordenadoe 400
de gratifcaco
2. Vencimentos de tres taege-
dores ou pastoradores, a 1* dia-
rios
8 Matadouro do Arraial
1. Vencimentos de um guarda
do estabelecraento, sendo 400* de
ordenado c 200* de gratifcaco
e servindo debaixo das ordens do
respectivo fiscal
5. Diaria de um servente al*
9 Cemierio do Recife
1. Vencimentos do administra-
dor, senao l:6ui).o de ordenado e
de gratficaco
2. VedcimentoaSflo capellao, sen-
do 800* de ordenado e 400* de
gratifcaco
3. Vencimentos do amanuense,
sendo 1:200* de ordenado e 600*
de L'ratificaco
4. Vencimentos do guarda, sen-
do 800* de ordenado e 400* de
gratificaran
5. Ven tim-utos do porteiro,
?endo 800* de ordenado e 400*
de gratifcaco '
6. Vencimeutos do sachristio;
sendo 600* de ordenado e 300*
de gratiticacio
7. Salario do jardiaeiro a 2,
diarios
8. Diaria de um pedreiro a 3*
9. Diaria de tres coveros a
u
10. Diaria de cinco serventes a
a 1*6 0
5 10 Ccmiterio do Arraial
1. Ordenado do administrador
2. Diaria de um semestre al*
\ 11 Ccmiterio da Verzea
1. Ordenado do administrador
2. Diana de um servente al*
S 12 Ccmiterio de S, Lourenco
1. Orienado do administrador
2. Diaria de um servente
.; 13 Empregados aposentados
1. Ordenado do secretario Dr.
Pedro Gaud:auo de Ratis e Sil-
va
2. dem do contador Hypolito
Caseiano A. M iranhio
3. dem do lancador Caetano
Quintino Galhardo
4 dem do fiscal Jeronymo
Jos Perreira
5. dem do fiscal Roque Anto-
nio Correia
6. dem do i .cal Joo Pacheco
Alves
7. dem do guarda Miguel de
Castro Oliveira
8. dem idem Lino Teclo de
Jess
9. dem idem Josa da Annun-
ciaco Carvalho
10. dem dem Joo Atlouso de
Albuquerque
11. I-iein dem Manoel Rodri-
gues Chrisostomo
5 14 Despezas geraes
1. Expediente e rapressoes
2- Jury, aliatamento, eleicoes,
asseio da sal das audiencias, in-
clusive 400* para cu expediente
3. Despeza, cusas judiciaes e
civeis
I. rustas crminaes
5. Ao rbcriv) do jury, pelas
eustas qu>- possam cab.r-lhe sem
direito a reclamar ndemnisaco
6. Juros e amur.isaco do em-
presti no contrahido com o banco
para construeco do Mercado de
S. Jos
7. Juros e amortisaco das apo
Ucea municipaes
8. Desapropriacei
51. Obras unioicipaes, inclusive
5:000* que serio applicados logo
a factura de ura ceraitefio em Afo-
i^ao 'b
10. Service do m*tado"ro e alu-
guel di) iogradou.'o
II. Limpeza, aceio e arborisa-
eio da cidade
12. Concert e conscrva^io Je
predios municipaes
13. De.-p> zas com os cemiterios
14. D.vidas do exerccio ante-
rior conforme o quadro presenta-
do era 8 de Abril de de 1886
15. Eveutuaes
2:0O0*00C
1:200*00
7:200*000
3:285OOC
2:400*000
2:000*000
1:000*00
1:095*000
600*000
365*100
2:400*000
1:200*000
1:800*000
1:200*000
1:200*000
900*000
720*000
1:095*000
2:190*000
2*920*000
500*000
365*000
500*000
365*000
500*000
8661001
4:000*000
1:800*000
1:268*000
1:512*000
264*000
1:000*000
900*000
720*000
720*000
349*836
549*254
3:000*000
3:000*00C
600*000
3:000*000
2:400*000
55:000*000
11:800*000
4:000*000
10:3 2*000
40:000*000
35:000*000^
4:C0."*00C
2:000*000
10:000*000
3:000v000
332:210*090
Art. 3v Cmara Municipal de Olinda
;> 1. Ordenad > do secretario
S 2. dem do porteiro
5 3. dem do procurador alem da
porceutagem de 6 por cento de gra-
titicaco
5 5. Ordenado do fiscal da S
j 5. 1 lera do fiscal de S. Pedro
M.artyr
S 'i. Id.-m do fiscal de Beberibe
j 7. idem do fiscal Je \1 arau^uaoe
8. dem do adv%ado, obrigado
a defender os presos pobres
9. dem do administrador do ce-
mitrrio
10. Porcatagem ao afendor,
10 por ceuto do que arrecadar
5 11. Ordenad) do covero do ce-
mu cro
12- Expediente e asignatura do
Diario
S 13. Custas de processos deca-
hidos
1^ 14. Agua e luz para as prisoes
\ 15. Jary, eleicao o^qualitiacao
S 16. Concert de predios, obras,
caicamentos, e arbonsacio
| 17 Amortisaco aos herdeiros
de Manoel Luis da Veiga
g 18. Ordenado do medico
19 Eveutuaes e iinpressoes
20 Ordenado do secretario apo-
HUt d i Marcolmo Dias de Araujo
21 Ordeuado do amanuense
8 22. dem de um servente encar-
regodo da limpesa das ras e condu-
co de cadveres de pessi as desva-
lidas
Art. 4. Cmara Municipal de Itamb :
1. Ordenado do secretario
80*000
600*000
300*000
400*000
400*000
350*000
300*000
8OO*0C*
600*00
*
365*00
-100*00
800*00
120*00
200*00
1:034*000
400*00
800*00
400*00
*
300*00
365*00
300*00
\

a-


'!
Mario de Per*amSMco-SiibbadoT^ Maio de 1886

2. Idenrdo porterre- 800000-
5 3. dem do fiscal da eidade 120*000
4. dem do de Cario 500009
5. dem do de Camutanga 50*000
6 Alugoel da casa da Cmara 200*000
7. Jury e eleicao 40*000
8. Agua e luz para & cadeia 50*00u
9. Expediente e asssignatura do
Diario 40*000
10. Litnpeza das ruaa 50*000
11. Porcentag** ao procarads*
6 por cento *
12. Obras mMMciptw i 150*000
i 13. costos yim*m oooo
14. Ao afertar 10*ppr cesto do
que arrecadar *
15. Eventuaea 20*000
1:280*000
Art. 5.* CamaacMuabipal da Gloria de Otoit :
1. Ordenado dteetario 200*000
2. dem do fiscal 120*00o
3. Ideado porteiro 60*000
4. A ua e luz para a cadeia 50*000
5. Aiuguel do acougue 50*000
ti. Cusas judiciaes 50*000
7. Espediente do jury e eleicao 8O7OOO
? 8. Porcentagem do abridor 10
por cento 20*000
'9. dem do procurador 6 .por
ceuto 103*800
10. Obras muaicipaes, dando-se
cou leco as do mercado publico 1:000*000
1:733*800
Art. 6.* Cmara Municipal de Timbaba :
i. Ordenado do fecretario 300* I 2. dem do porteiro 100*000
3. dem do riscal da villa 140*1 00
8 4. Liem do de Cruangy 60*000
I 5. dem do de H. Vicente 60*000
I 6. Alugud da casa da Cmara 3200000
7. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador 108*000
B. Agua e luz para a cadeia 30*000
9. Jury eleicao 8C*000
1:178*000
g 10. CusUs judiciaes 300*OOv
SIL. Obras municipaes 200*000
12. Limpesa e aaseio das ras
e casa da Cmara 87*130
13. Expediente e assignatura do
Diario 50*000
1:815*1 3j
Art. 6. Cmara Municipal de Goyacna :
8. Jury- eleicSeS 600000
9. Agua e luz para a cadeia 70*0
0. Curta* judiciaes 200*0)0
11. Eventuaea inclusive 200*
que dera aoex-secretario da Cmara
f rancisoo Berenguer Cesar de Car-
valho no exercicio de 1879 a 1880,
conforme dispde a art. 49 8 23 da lei
n. 1791 de 23 da Julho de 1883, e 4
duziss 5 12. Aceto do Paco Municipal e
limpeza dcKMe SOtyflOO
i 13. Obra*nunior^s 1:2WH
lt. Eventuaes
g 13. Custas judiciaes
10*000
40*000
19.
740*000
Cmara manioipal de Petrolina
200*000
1. .Ordenado do secretario
2. dem do secretario aposen-
tado
3. dem Jo porteiro
4. dem do advogado coro obri-
gacao de defender os presos pobres
5 Ordenado do administrador
do Cemiterio da eidade
6. dem do administrador do Ce-
miterio de Goyanninha
7. dem do administrador do
Mercado
8. dem do administrador do
Ma^adouro
g 9. Iden? dos dous serventes do
Cemiteno da eidadeeumdodeGoyau-
nioba
g 10. dem do fiscal da eidade
11. dem dos fiscaes deTejucu-
papo, Ponta de Pedra, Nossa Senho-
ra do O', Goyanninha e Areias a
100*000
12. Aiuguel do Mercado da ei-
dade
13. Aiuguel do Mercado de
Goyanniuba
g 14. dem da casa do Mercado
em Nossa Bcnhora do O'
15. Agua e luz para a cadeia
; 16. Custas judiciaes
5 17. Jury e eleicao
g 18. Expediente e assignatura do
Diario
19. Limpesa e asseio das ras
e paco municipal
g 20. Obras municipaes
te. Cinco por cento ao procura-
dor
22. Dez per cento ao aferidor
I 23. Eventuaes
-_'4. Dividas passivas; sendo
393*351 a Mauoel Joaquim Carneiro
de Albuquerque e 573*000 a Anto-
nio Ferreira de Aguiar
700*000
573*300
300*0.0
8000000
600*000
2000000
300*000
200*000
650*000
500*000
500*000
3360OCO
003000
72*000
200*000
500*00(1
150*000
100*000
300*000
2:156$849
526*000
160*000
100*000
9660351
Art. 11. Cmara Municipal de Caruar :
1. OrBenade no secretario 500*000
2. dem do porteiro, zelador do
acougue e fiscal dos lampeoes muni-
cipaes 400*000'
3. dem do acal 200*000
g 4. dem do administrador do
Cemiteno de 8. Roque 200*000
5. dem do administrador do
Cemiterio de S. Miguel 160*000
6. dem de um coveiro com obri-
gacao de limpar e arburisar os cemi-
lerioa 200*000
7. Porcentagem ao procurador e
mais 100*000 pelo trabalbo de aferi-
cao 400*001
8. Expediente e assignatura do
Diario 60*000
9. Jury e eleicao 70*000
10. Agua e la para a cadeia 100*000
11. Custas judiciaes 300*000
g 12 Obras municipaes inclusive
400* para urna ponte de madeira no
lugar B lixinha dos Gongos e 6)0*
para construccao e inauuteiieao de
10 1 ainpeoes que serio collocados na
ra do commeruio da eidade 2:000*000
13. Limpeza e aaseio da eidade
e Paco Municipal 200*000
14. Eventuaes inclusive 200*
como ludeinniaacao pelo acrescimo de
obra teita p >r Joo Joaquim da Silva
Limeira na construccao da bomba
no luga Baixinha de Manuel Cae-
Uno 300*000
15. Ordenado de um advogado
d Cmara com obrigacao de defen-
der os presos pobres 400*000
5:490*000
Art. 12. Cmara Municipal de Gravat :
1. Ordenado do secretario 250*000
2. Ordenado do porteiro 80*o0 .0
g 3. 1 creen t age in de 6 por cento
ao procurador 750000
4. Ordenado do fiscal da eidade 1204000
5. dem do Urue-merim 60*000
6. A) aferidor 15 por cento '20*000
g 7. Expediente e assignatura do
Diario 60*000
8. Agua e luz para a cadeia 60*000
g 9. Jury e eleicao 80*000
g 10. Cuntas judiciaes 100*000
11. Aiuguel do Paco Municipal 144*000
$12. Limpeza e asseio das ras 60*000
j 18. Obras e melhoramentos 20'>*(H,0
14. Eventuaes 20*000
Art.
1. Ordenado do necretario
"i. dem do porteiro
3. dem do fiscal
4. Porcentagem de 6 por cento
ao'procurador
5. dem (Je 15 por cento ao afe-
ridor"
g 6; E*MHfttte e atigaatura do
Diari
% 7. Jorfe eleic**
I 8. Lm e agua paM% cadeia
3 9. Costas judiciaes '
10. Alugtst do a^ongue serti-
co 1I0 corral
llr'Obrame!h>r^rrrOrrt<*Fln*-i
nicipa*s
12. Aiuguel da casa da cmara
8 13. Eventnares
65*000
60*000
dor
do
g 6. Expediente e .'assignatura
Diario
7. Jury e eleiclo
8. Agua e laz para a cadeia
9e Cuitas judiciaes
10. Coras municipats, limpeza e
asseio das raas
8 11 Eventuaes
35*000
30*000
50*000
30/000
'#jU(
100*000
10*000
*
40*000
30*000
70*000
20*000
fcOjOOO
50#000
60*000
15*000
650*000
Art. 20. Cmara municipal de Salgueiro:
1. Ordenado do secretario 2004000
2 dem do porteiro 40*000
I 3. dem do fiscal 704000
g 4. dem do zelador do cemiterio 60*000
g 5. dem do coveiro 30*000
g 6. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador 5
g 7. Expediente e assignatura do
Diario 603000
8 Agua e luz para a cadeia J-Ojtioo
9. Jury e eleicoes 20*000
10. Custas judiciaes 60*000
11. Porcentagem de 10 por cen-
to o ateridor 60*000
12. Obras municipaes e limpeza
das ras 1"0*000
8 13. Aiuguel da casa da cmara 120*000
S 14. Eventuaes e foros da casa
do mercado 304000
l:32:-*000
Art. 13. Cmara Municipal de Ipojuca :
dejj 1. Ordenada do secretario
5 2. dem do porteiro
I 3. dem do fiscal da villa
4. dem do fiscal da povoacio
Ipojuca
5. Agua e luz para a cadeia
jj 6. Cusas judiciaes sendo....
121*500 a Candido Elias das Neves
oficial de justica
7. Jury, e.eicao e qualificacio
8. Expediente e assignatura do
Diario
9.6 i ir cento ao procurador
10. 10 por cento ao aferidor
11. Obras municipaes
12. Eventuaes
300*000
7O*0o0
120*000
800000
50*000
200*000
80*000
50*000
964000
174OU0
687*000
50*000
920*000
Arf. 21. Cmara muaicipal de Ouricu ry:
1. Ordenado do secretario 200*000
S 2. dem do porteiro 50*000
% 3. Ordenado do isca! da villa 60*000
S 4. Expediente e assignatura do
Diario 500000
5 5. Agua e luz para a cadeia 40*000
; 6. Jury e eleicao 50 4000
7. Purcentagem de 6 por cento
ao procurador *
8. dem de 15 por cento ao afe-
ridor *
| 9. Obras e melhorumentes mu-
nicipa s 2504000
10. Custas judiciaes 50*000
11. Eventuaes .';<)*< HX)
405*000
Art. 30. Cmara Municipal de Triumpho :
1. Ordenado do secretario 2000000
% 2. dem do porte tro 60*000
j 3. dem do fiscal 800600
8 4. Agua e luz para a cadeia 60*000
g 5. Jury e eleicao 70*000
6. Gxpediente e assi natura do
Diario' 60*000
'7. Porcentagem de 6 por ceuto ao
prdeuraW 78*000
8. Obras municipaes e divida pas-
siva 542**000
S 9. Custas judiciaes 100*000
g 10. Eventuaes 500000
Art
! 1.
1:300*00
31. Cmara Municipal de Vertentes :

Ordenado do secretario 360*000
2. dem do porteiro 804000
3. dem do fiscal da villa 1004000
4. Porcentagem ao procurador 57*000
5..dem ao aferidor *
6. Agua e luz para a cadeia 50*000
7. Aiuguel da casa da Cmara 180*000
5' 8. Expediente e assignatura do
Diario 403000
S 9. Jury e eleicoes 504000
% 10. Custas judiciars 50*000
11. Eventuaes 20*000
~ 987*000
12. Obras e melhoramentos, in-
clusiva urna estrada de rodagem que
ligue Vertentes a Taquarctinga, a
qual deve ser feita com o producto
do imposto a que se refere o projecto
n. 76 de 1885 K,0000
I 10. Custas judiciaes
XX. Expedienta e assignatura
do Diario
S 12. Eventu.es
13. Porcentagem de 6 por cen-
ao procurador
144 dem de 10 por cento ao
afcridor
15. Ordenado do advogado e de-
fensor dos presos pobres
16. Limpeza e asseio da eidade
I 17. Obras municipaes
100*000
50*000
100*000
130|000
*
200*000
200*000
5000000
2:830*000
Art. 39. Cmara Municipal de Gamelleira:
Ordenado do secretario
dem do porteiro
dem do fiscal da villa
dem ideu de Ribeirao e S.
1.
I 2-
8 3.
4.
Jos
g 5. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador
% 6. dem do 10 por cento ao afe-
ridor
% 7. Expediente e assignatura do
Diario
% 8. Jury, e'eicao e alistamento
5 9. Agua e luz para a cadeia
10. Euentuaes
5 11. Aiuguel da casa da Cmara
S 12. Custas judiciaes
S 13. Limpeza e asseio das ras
% 14. Obras municipaes
300*000
100*000
200*000
75*000
82*000
41*000
50*000
40*000
50*000
100*000
260*010
300*000
100*000
281* 00
40
1:977*000
Cmara Municipal do Bonito :
400*000
5003000
1:600*000
Art. 14 Cmara Municipal de Muribecs :
10:444*500
Art. i. Cmara Municipal da Victoria:
1. Ordenado do secretario
dem do porteiro
i. dem do fiscal
S 4. dem d: um guarda-fiscal que
zelar o a^ouque
g 5. dem do al ministrador do Ce-
miterio
6. Diaria de dous serventes
g 7. Expe lente e assignatura do
Diario
5 8. Jury, eleicoes e impressoes
;.' '.>. Agua e luz para a cadeia
g 10. Porcentagem de eineo por
cent ao procuradxi
11. dem de dez por cento ao afe-
ridor
I i2. Ordenado do advogado e
defensor dos presos pobres
13 Cestas judiciaes
g 14. Aiuguel da casa da Cmara
l. Limpesa das ras e asseio
d 1 paco municipal
16. Obras e melhoramentos mu-
niciji es
S J7. Eventuaes
18. Curativo de pessas desva-
lidas
I 19. Ao escrivio do jury, sem
direito a reclamadlo alguma
20. Publicaeao de expediente e
ica <\-' alistainemo c eleicoes
3 21. Ordenado de um amanuense
g 22. dem de um continuo
600*000
200*000
500*000
200*000
400*000
730*0:0
80*000
100*000
80*000
400*'''00
70*000
400*000
800*000
230*000
10^*000
o: 323*000
50*000
.!00*000
5000000
1503000
400
2003000
9:813*000
. Cmara Municipal da Escada:
1. Ordenado do set cetario
5 i Hem do porteiro
g '!. dem do fiscal
4 dem do advogado com obri-
1 de defeder os presos pobres
g 5. dem do admistrador do Ce-
nv.terio
S 6. Diaria de um servente
Aiuguel da casa da Cmara
f 8. Expediente c assignatura da
Diario
S 9. Agua e luz pira a Cadeia
10. Limpesa das ras
j i 1. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador e aferidor
12. Aiuguel do acougue
8 18. Cuetas judiciaes
Obras municipaes
i. Eventuaes
5 16. Ordenado de um guarda fis-
cal que fnnecionara em S. Jos de
B" 1- Esperanza
200*001
300*000
3000000
365*000
300*000
360*000
80*000
8040 O
900000
240*000
240*000
200Oi o
600*000
250000
12O0COO
4:000*000
Art 9 Cmara Municipal de Beaerros :
I 1. Ordenado do secretaria 250*000
n-'m do poiteiro 800000
dem do fiscal 10 *0U0
4. Jury e eleicoes
. Aiuguel ptra cadeia
8. distas judiciaes
Expediente e assignatura do
Mito
8. Porcentagem do procurador
Obras e melhoiimeutos
i 10. Limpezas das ras
I Eventuaes
I 12. Porcentagem do aferidor, 15
per cento
so OOO
503' 00
200*000
70*000
660000
400*090
50*000
40*000
g 1. Ordenado do secretario
2. dem do porteiro
g 3. dem do fiscal que cobrar o
imposto sebre coqueiros
g 4. Porcentagem de 6 por cento
ao procursdor encarregado da aferi-
cao
g 5. Expediente
6. Jury e eleicao
S 7. Custas judiciaes
g 8. Mobilia para a casa da C-
mara, asseio da mesma, obras muni-
cipaes e limpeza da villa
g 9. Evjutuaes
g 10. Aiuguel da casa da cmara
g 11. Aiuguel da casa do mercado
340*000
120*000
300*000
S0*000
;O000
300000
20*000
150*000
20*000
120*000
36*000
1:251*000
Art. 15, Cmara municipal de Serinhem:
1. Ordenado do secretario 300*000
2. dem do porteiro 80*000
3. dem do fiscal 150*000
4. 6 por cento ao procurador 1424000
; 5. Aiuguel de urna casa para
aposento d > juiz 96*000
g 6. Ordenado do administrador
do cern'crio 300*000
g 7. Idc.n do administrador do ce-
miterio de Po-Hranco 50*000
8. Agua e luz para a cadeia 80*i 00
S 9 Custas judiciaes 200*000
10. Espediente e assignatura do
nimio 30*000
g 11. Pagamento da parte da
edificKcao do mercado 300*000
I 12. Conservacao das estradas 110*000
S- 13. Porcentagem de 10 por cen-
to ao aferidor 62*0* 0
5 14. Jury e eleicoes 60*000
j 1"). Limpeza das ras 40*000
g 16. Obra -nunicipaes 400*000
2:400*000
Art. 16. Cmara municipal de Limoeiro:
I 1. Ordenado do secretario 500*000
S 2. dem do advogado coro obri-
gcao de defender os presos pobres 400*000
3. dem do porteiro 190000
i I. dem do fisc.l 50*000
g Porcentagem de 6 por cento
ao procurador 330*' 00
6. Expediente e assignatura do
Diario 100*000
g V, Jury e eleicoes 100*000
i 8. CuEtas judiciaes 200*0X)
f 9. Agua e luz para a cadeia 150*000
g 10. Porcentagem ao ateridor
razio de 10 por centc 25*000
I U. Eventuaes 100*000
g 12. Obras municipaes 2:550*000
g 13. Limpeza das ras e acou-
gue 300*000
14. Asseio do paco municipal,
conservacao e concert de movis 200*000
Art. 22. Cmara municipal de Tacarat :
g 1. Ordenado do secretario 1503000
g 2. dem do porteiro 300000
g 3. dem do fiscal de Jatob 303IMMI
g 4. dem do fiscal da villa 400000
g 5. Porcentagem de 6 por cento
ao procurader 16071 o
g 6. Assignatura do Diario 400000
g 7. Agua c luz para a cadeia 603000
8 8. Custas judiciaes 603000
g 9. Porcentagem de 15 por cento
ao aferidor 3*580
g 10. Obras municipaes 200*000
g 11. Eventuaes 20*000
g 12. Jury e eleicoes 40*000
720*340
Art. 23. Cmara Municipal de Leopoldina :
g 1. Ordenado do secretario 120*000
g 2. I.lem do fiscal 50*000
g 3. dem do porteiro 30*000
g 4 Porcentagem de 6 por cento ao
procurador 36*000
5. Expediente e assignatura do
Diario 30*000
6. Jury e eleicoes 40*000
g 7. Agua e luz para a cadeia 204000
g 8. Cu stas judiciaes 30*000
S 9. Aiuguel da casa da Cmara 60*000
g 10. Limpeza das mas 30*000
11. Porcentagem de 15 por cento
ao aferidor *
12. Eventuaes, obras municipaes,
aiuguel da casa do acougue e curraes 60*000
1:137*000
Art. 32. Cmara Municipal de Buique :
1. Ordenado do eecretario 1")03000
g 2. dem do fiscal 40*000
S 3. dem do porteiro 400000
g 4, Agua e luz para a cadeia S)*000
j :> Jury e eleicoes 35*000
S .'. Limpeza das ras e assigna-
tura do Diario 50*00 '
7 Custas judiciaes 1003'XKl
g 8. Eventuaes 503000
g 9. Porcentagem ao procurador 13000
i) 10. Obras municipaes l">rt*000
7500000
Art. 33. Cmara Mnnicipal da villa da Pedra
1. Ordenado do secretario
2. Ordenado do porteiro
g 3. dem do fiscal da villa
5 4. dem do fiscal de 8. Antonio
| 5 Poreentegem de 8 por cento
ao procurador
6. dem de 15 por cento ao afe-
ridor
I 7. Aiuguel da casa da Cmara,
inclusive o praso vencido
8 Pagamento dos ordenados dos
euipregados da Cmara relativos ao
exercicio do 1885 a 1886, inclusive
as despezas eventuaes do mesmo
exercio e as relativas a cadeia
p 9. Assiguatura do Diario
% 10. Expediente, jury e eleicao
11. Despezas e custas judiciaes
12. Agua e luz para a cadeia
13. Despezas eventuaes inclusi-
ve a compra de mobilia para a sala
da Can.ara e jury
14. Limpezas das ras
150*000
30*000
403000
25*000

325*213
27*000
30*000
50*000
40*000
160*000
20*000
Art.
g 1. Ordenado do secretario
g 2. dem do advogado com obri-
gacao de defender os presos pobres 400*000
I 3 dem do porteiro 100*000
g 4. dem do fiscal da villa 140*000
g 5. dem dem de Capoeiras 50*0.10
g 6. dem idem de Camevou 50*000
g 7. dem Jo administrador do
cemiterio 240*000
g s. dem do coveiro 200*000
9. Expediente e assignatura do
Diario 50*000
10. Jury e eleicao 60*000
g 11. Agua e luz para a cadeia 6 3000
i 12. Custas judiciaes 200*000
g 13. Limpeza e asseio das ras
e do paco municipal 50*000
14. Porceutagem de 6 por cento
ao procurador 200*000
15. dem de 15 por cento ao afe-
ridor 48*009
16. Obras e melhoramentos mu-
nicipa-s 1:061*000
g 17. Eventuaes 30*00o
da ladeira de Joo Congo, limpeza
das ras da eidade e dos acudes de
servidlo publica do municipio
13. Eventuaes
Art. 47. Cmara Municipal
1. Ordenado do secretario
| 2. dem do porteiro
I 3. dem do fiscal
4. Porcentagem 6 por cento ao
procurador
5. dem 10 por cento ao aferidor
S 6. Jury e eleicao
7. Expediente e assignatura do
Diario
8. Agua c luz para a cadeia
9. Alugel do acougue
| 10. Obras e melhoramentos mu-
nicipaes limpeza, e acceio das mas e
fcira
8 11. Eventuaes
12. Ordenado do administrador
do cemiterio
13. dem de um coveiro
1:3200000
100*00
4:000*000
de Aguas Bellas:
1500000
526*000
de Viila-Bella :
180*000
400000
Art. 24. Cmara Municipal
g 1. Ordenado do secretario
g 2. dem do porteiro
3. dem do fiscal 40*100
4 Porcentagem de 6 por cento ao
procurador 36*000
g 5. Expediente e assignatura do
Diario 40*000
g 6. Agua e luz para a cadeia 40*000
7. Aiuguel da casa da Cmara 96*000
g 8. Eventuaes 10*000
g 9. Obras municipaes 120*000
Art.
xo :
1.
I
I 8.
J*-
Diario
5.
s-
8.
S 9.
602*000
25. Cmara municipal de Alaga deBai-
Ordenado do secretario
dem do porteirc
dem do fiscal
Expediente e asignatura do
Jury e eleicao
Custas judiciaes
Agua e luz para a cadeia
Aiuguel da casa da Cmara
Limpeza das ras
| 10. Obras municipaes
g 11. Eventuaes
g 12. Porcentagem de 6 por cento ao
procurador
| 13. dem de 15 por cento ao afe-
ridor
150*000
40*000
30*000
403000
40*000
50*0 i
50*000
50*000
5o*000
120*000
20*000
26.
640*000
Cmara Muaicipal de Floresta :
180*000
40*000
40*000
Art.
g 1. Ordenado do secretario
g 2. dem do perteiro
g 3. dem do fiscal da villa
g 4. dem do fiscal do 2 districto 30*000
g 5. dem do fiscal do 3 districto 30*000
g 6. Porcentagem de S por cento ao
procurador 600000
7. Jury e eleicao 400000
8. Aiuguel da casa da Cmara 84*000
9. Obras municipaes 225*000
10. Eventuaes 41*000
g 11. Expedient e assignatura do
Diario 30*000
Art. 34. Cmara Municipal de
1. Ordenado do secretario
| 2. dem do fiscal da villa
g 3. dem do fiscal de Taquary
4 Porcentagem de 6 portento
ao procurador
g 5. Ordenado do porteiro
jj 6. Expediente e assignatura do
Diario
S 7. Jury e eleicoes
g 8. Agua, luz e asseio da cadeia
g 9. Aiuguel da casa da Cmara
g 10. dem do acougue
g 11. Despezas e custas judiciaes
8, 12. Lmpeza das ras
g 13. Obras municipaes
14. Porcentagem de 15 por
cento ao aferidor
15. Eventuaes
1:082*543
Bom Conselho :
200*'00
100*000
105000
60*000
70*000
50*000
6O5OOO
170*000
60*000
1004000
50*000
120*000
*
50*000
1:130*000
Espirito-Santo
Art 35. Cmara Municipal do
de Pao d'Albo:
8 1. Ordenado do secretario 450*000
8 2. dem do porteiro 200*000
g 3. dem do fiscal 250300.
g 4. dem do administrador do ce-
miterio 2003000
g 5. Ordenado do servente 150*000
6. Porcentagem ao procurador .164*098
g 7. Jury e eleicao 70*510
g 8. Expediente e assignatura do
Diario 63*740
g 9. Custas judiciaes 400*000
g 10. Luz para a cadeia 90*640
g 11. dem para a capella do ce-
miterio 22*520
12. Limpeza das ras e acou-
gue 99*860
13. Eventnaes 64*980
14. Obras municipaes 877*oOO
15. Porcentagem ao aferidor 3
3:103378
Art. 36. Cmara Municipal de Nazaretn:
3:339*000
Art. 41. Cmara Municipal do Ex:
1. Ordenado do secretario 150*000
g 2. dem do fiseal da villa 60*0oO
g 3. dem idem do 2 districto 50*000
g 4. Expediente e assiguatura do
Diario 40*000
5. Aiuguel da casa da Cmara 60*o0
g 6. Custas judiciaes 30*000
7. Jury c eleicao 300000
g 8. Porcentagem ao procurador 36*000
g 9. Obras municipaes e limpeza
das ras 200*000
10. Eventuaes 20*000
5:3953000
Art 17. Cmara municipal de Cabrob:
1:386*000
Art. 10. Cmara Municipal do Breio :
g 1. Ordenado do secretario 3600000
2. dem do portairo 80*o00
3 dem do fiscal 100*(00
8 4 dem do administrador de Ce -
miterio 100*000
dem de um servente do Co-
mit: 500000
Porcentagem ao procurador a
razio de 6 or cento e mais 500 de
gratificacao pelo ser vico da afericao 200*000
7. Expediente e assignatura do
Diario 50*000
g 1. Ordenado do secretario
2. dem do porteiro
3. dem do fiscal
4. Exjiediente e assignatura do
Diario
g 5. Agua e luz para a cadeia
g 'i. Jury a eleicoes
I 7. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador
i 8. Eventuaes
g 9. Obras municipaes, sendo um
cento de ris para a casa do mer-
cado
200*000
500000
100*000
37*000
8000 0
50*000
670864
10*000
1:1000600
1:694*864
Art. 18. Cmara municipal de Boa-Vista :
1. Ordenado do secretario 180*000
2. dem do porteiro 40*010
3. dem do fiscal 300000
4. Porcentagem ao procucador 80*000
g 5. Expediente e assignatura do
Diario 40*00
6. Jury e eleicoes 20*000
7. Aiuguel da casa da cmara 60*000
8. Agua e luz para a cadeia 30*00o
9. Porcentagem ao aferidor 20*000
10. D speza com acougue e cor-
ral 40*000
11. Otras c melhoramentos mu-
nicipaes 150*000
Art. 27. Cmara Municipal
Ingazeira :
1. Ordenado de secretario
g 2. dem do porteiro
g 3. dem do fiscal
g 4. Porcentagem de 6 por cento ao
procurador
% 5. dem de 15 por cents ao aferi-
dor
% 6. Aiuguel da casa da Cmara
7. Expediente e assignatura do
Diario
% 8. Agua, luz e asseio da cadeia
g 9. Jury e eleicao
10. Obras municipaes
800*000
de Afogados de
693*500
de Flores :
250*000
Art. 28. Cmara Municipal
1. Ordenado do secretario
g 2. dem do porteiro 500000
g 3. dem do fiscrl 603000
g 4. Porcentagem de 6 por cento ao
procurador 47 0580
5. Expediente e assignatura do
Diario 100000
6. Jury eleicao 2( *000
7. Agua e luz para a cadeia 80*000
8. Custas ju .iciaes 30*000
9. Obras municipaes, conservacao
do ayude e limpesa das ruaa 222*0t0
10. Porcentagem de 6 por cento
ao aferidor 3*0C0
% 11. Eventuaes 110190
1. Ordenado do secretario
2. dem do advogado com obri-
gacao de defender os presos pobres
3. dem do porteiro
g 4. dem do fiscal
5. dem do administrador do
cemiterio
g 6. dem do guarda do acougue
g 7. Porcentagem de 12 porten-
to ao ateridor
8. Porceutagem de 6 por cento
ao procurador
9. Jury e eleicao
g 10. Expediente e assignatura
do Diario
g 11. Limpeza das
municipal
l'. Agua e luz para a cadeia
13. Custusjudiciaes
g 14. Ordenado de um coveiro
para o cemiterio
ras e paco
130*000
30*i00
30*000~K g 15. Eventuaes
g 16. Obras e melhoramentos mu-
36*000 nicipaes, fazendo-se o cnrral do Con-
selho
7*500
120*000
50*000
603OO0
30*000
2000000
600*000
400*000
200*000
300*000
365*000
12 13000
723000
0
100*000
100*000
200*000
200*000
400*000
200.'000
100*000
2:915*000
676*000
Art. 42. Cmara Municipal de Corrcntes:
8 1. Ordenado do secretario 150*0 0
g 2. dem do porteiro 25*000
g 3. dem do fiscal da villa 50*000
4. dem da Ligoa do Emygdio 25*000
g 5. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador 3
6. dem de 10 por cento ao afe-
ridor
7. Aiuguel da casa da Cmara 120*000
g 8. Expediente e assignatura do
Diario 50*000
g 9. Jury e eleicao '("5000
g 10. Custaj judiciaes "-jOOO
11. Obras municipaes 3503000
g 12. Eventuaes 30*000
g 13. Ordenado do fiscal do Olho
d'Agua do Ges 20*000
14. Limpeza das ras 5 do pa-
teo da feira 50*000
940*000
Art. 43. Cmara Municipal de Agua-Preta :
g 1. Ordenado do secretario 400*000
2. dem do porteiro 120*000
g 3. dem do fiscal da villa 120*000
g 4. dem idein de Cuyambuea 100*000
5 5. dem idem de Scrtaosinho e
Fri 200*000
6. Custas judiciaes 400*00.)
g 7. Aiuguel do paco municipal 192*000
i. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador 0
g 9. dem de 12 por cento ao afe-
ridor 5
g 10. Ordenado do administrador
do cemiterio da villa 150*000
8 11. dem idem de Sertosinho 50*000
12. Idemf.idem de Fri 50*000
13. Expediente e assignatura do
Diario 47*000
14. Jury e eleicoes 60*000
15. Limpeza das ras 120*000
g 16. Obras e melhoramentos mu-
nicipaes 400*000
g 17. Agua e luz para a radeia 90* 0
18. Eventuaea 40*000
2:539*000
Art. 44. Cmara Municipal de Iguarass :
S 1. Ord nado do secretario 7000000
g 2. dem do advogado, com obri-
gacao de defender os presos pobres 400*000
g 3. dem do fiscal da villa 8603000
g 4. dem idem de Itamarac 3003000
g 5. dem idem de Itapissuma 3003000
g 6. dem do administrador do
cemiterio 3003000
7. dem do coveiro 1000000
g 8. dem do porteiro da Cmara 150*000
9. dem do continuo 100*000
g 10. Porcentagem ao procurador 4003000
g 11. Agua e luz para a cadeia 50*600
g 12. Jury, eleicao e alistamento 100*000
g 13. Expediente e assignatura do
Diario 100*000
14. Custas judiciaes e procseos
crimes 3003000
15. Obras municipaes, cala-
mento e limpeza das ras 1:6003000
-| 16. Com 2 duzas de cadeiras 1403000
17 Eventuaes 100*000
Art. 48." Cmara Municipal do Cabo :
$ 1. Ordenado do secretario
g 2. dem do administrador do ce-
miterio
3. dem do porteiro da Cmara
8 4. I lem do fiscal
5 dem do porteiro e coveiro do
cemiterio
6. Porcentagem ao procurador
6 por cento
i 7. dem ao aferidor 18 por cento
g 8. Expediente e assignatura do
Diario |
g 9. Jury, eleicao impressao
g 10. Limpeza das ras
g 11. Custa-judiciaes sendo 547*
ao escrivio Clarindo H. Lins do ac-
cordo com a lei n. 1791
12. Agua e luz para a cadeia
g 13. Ccuse vacio do cemiterio
g 14. Obras municipaes
g 15. Eventuaes
30*00
3(0*006
*
*
20*000
40*000
24*000
24*000
166*00
10*000
180000
150*000
1:064*00
600*000
400*000
100*000
400*000
3000000
280*000
100500
50000
100*0u
1005000
847*000
100*000
1000000
500*00
1000000
3:9770000
Art. 49.' Cmara Municipal de Palmares
1. Ordenado do secretario
g 2. dem do advocado com obri-
gacao de defender os presos
g 8. dem do p. rteiro
g 4. dem do fiscal da eidade
5. dem do fiscal de Preguica
6. dem do fiscal de Catende
g 7. dem d fiscal do Jaqucira
g 8. dem do fiscal de Marayal
g 9. liem do fiscal de Mutuns
g 10. Porcentagem do aferidor
11. Porcentagem ao procurador
5 por ceuto
g 12. Espediente e assignatura do
Diario
g 13. Jury e eleicao
g 14. Aiuguel da casa Cmara
g 16. dem do matadouro
g 16. Agua e luz para a cadeira
g 17. Custas judiciaes
g 18. Obras municipaes dando-se
comeco a urna casa de mercado em
Preguica e Palmares
g 19. Limpeza das ras
I 20. Eventuaes
800*000
300*000
200*090
500*00
200*00
200*00
150*00
150*00
60*000
i
100*000
100*00
480*00
300*00
150*00
6000000
1:4000004
100-00
100*00
5:890*00
Art. 50." Cmara Municipal de Jaboatio :
1. Ordenado do secretario
S 2. dem do porteiro
g 3. dem do fiscal da eidade
4. Diaria do servente do cemi-
terio
% 5. Porcentagem 6 por cento ao
procurador
g 6. Expediente e assignatura do
Diario
g 7. Custas judiciaes
g 8. Jury e eleicao
g 9. Aiuguel da casa da Cmara
g 10. Limpeza das ras
11. Obras e melhoramentos mu-
nicipaes
12. Eventuaes
13. Agua e luz para a cadeia
60U00
200JOO
400*000
365J(J00
100*000
3003000
60300
600*000
100*000
1:200400
20300
80*000
4:025*000
Art. 51. Cmara Municipal de Garanbuns :
8000000
80*000
120*00
25*00
25*000
25*000
404000
80*000
g 1. Ordenado do secretario
2. dem do porteiro
$ 3. dem do fiscal da eidade
4. dem do fiscal do Brejo
g 5. dem do fiscal de Palmeira
6. dem do fiscal de Corrente
I 7. Agua e luz para a cadeia
g 8. Jury e eleicoes
g 9. Expediente e assignatura do
Diario
10. Porcentagem 6 por cento ao
procurador
11- dem de 15 por cento ao afe-
ridor
12. Custas judiciaes
g 13. Obras e melhoramentos mu-
nicipaes
14. Eventuaes
50*00

1000060
3503000
20300
1:215*000
Cmara Municipal de S. Jos da
Ait. 45. Cmara
5:490*000
Municipal de Cimbres :
6:302*000
Art 37. Cmara Municipal de Barreiros :
8130770
Art. 29. Cmara Municipal de Granito:
I 1. Ordenado do secretario 80*000
I 2. dem do porteiro 30*000
3. dem do fiscal 40*000
4. Porcentagem de f. por cento ao
j*ocorador f
5. dem de 10 por auto ao aferi-
1. Ordeuado do secretario
g 2. Ide n do porteiro
g 3. dem do fiscal da villa
g 4. dem do ajudante do fiscal
no Abreu e S. Jos
g 5. Porcentagem de 6 por cento
ao procurador
6 Porcentagem de 10 por cento
ao aferidor
7. Expediente e assignatura do
Diario
8. Jury, eleicao e qualificacio
I 9. Agua e luz para a cadeia
I 10. Custas judiciaes
g 11. Foros, asseio e conservacao
do paco municipal
S 12. Obra do mere ido na villa
13. Melhoramentos municipaes
14. Eventuaes
5000000
150*000
300*000
[000000
154*000
88*000
60*000
50*0. K)
50*000
1000000
30*000
540*000
100*0 0
55*949
g 1. Ordenado do secretario
2. dem do porteiro
I 3. dem do fiscal da eidade
I 4. dem idem de Alagoinha
I 5. dem idem de Pocao
g 6. dem idem de Cunbr-s
8 7. dem idem do Olho d'Agua
g 8. Expediente e assignatura do
Diario
g 9. Jury e el. icio
10. Agua e luz para a cadeia
g 11. Custas judiciaes
g 12. Porcentagem de 6 por cento
ao pr. curador
13. dem de 10 por cento ao ate-
ridor
J 14. Obias, melhoramentos e
limpeza /
g 15. Eventuaes
6003000
800000
2003000
504000
25*000
50*000
25*000
70*000
80*000
1003000
600*000
160*000
570*000
40*000
Art. 52.
Egypto :
^ 1. Ordenado do secretario
5 2. dem do porteiro
g 3. dem do fiscal da villa
g 4. Porcentagem de 6 /0 ao pro-
curador
5. dem de 15 / ao aferidor
6. Aiuguel da casa da Cmara
g 7. Expediente e assignatura do
Diario
8. Jury, eleicoet e custas judi-
ciaes
9. Agua e luz para a cadeia
g 10. Obras e tnelhoramento mu-
nicipaes
11. Eveutuaes
250*000
40*000
40*000

*
60000
50*000
120*000
30*000
3000000
200000
910*
Art. 53. Cmara Municipal de Panellas :
5 1. Ordeuado do secretario 240*000
dem do porteiro 60*000
g 3. dem do fiscal do Io districto 60*000
4. Porcentagem de 6 % ao pro-
curador f
i 6. dem de 15 >/ ao aferidor *
56. Custas judiciaes 60*000
7. Limpeza das ruaa 60*000
8. Obras e melhoramentos mu-
nic-.paes 240*000
9. Agua e luz para a cadeia 60*000
g 10. Eventuaes 20*000
gil. Expediente e assignatura do
Diario 50*000
12. Jury, eleicoes e qualifica-
o 30*000
950*000
Art. 54. Cmara Municipal de Quipap :
2:660*000
Ait. 46. Cmara Municipal de Bom Jardim :
2:277*949
Art. 3 '. Cmara Municipal do Rio Formoso :
1. Ordenado do secretario
2 dem do fiscal da eidade
I 3. dem idem de Una
4. dem do guarda fiscal
5. dem do porteiro
6. Aiuguel da casa da Cmara
1. dem do mercado
8. Agua e luz para a cadeia
9. Jury e eleicoes
40 200*')00
12ooi,K.'
120*000
150*000
240*000
120*000
100*000
100*000
l
1. Ordenado do secretorio
2. dem do fiscal da eidade
a 3. dem do Surubim
g 4. dem do porteiro
g 5. dem de 2 guardas fiscaes a
200*000 cada um
6. Po centagem 6 por cento ae
procurador
7. dem de 15 por cento ao afe-
ridor
8. Expediente e assignatura do
Diario, jurye eleicoes
8 9. Agua e luz para a cadeia
g 10. Custas judiciaes inclusive
445* ao eserivao Joaquim Martina
da Cunha
8 11. Aluguer da casa da Cmara
12. Obras publicas municipaes,
comprehendrndo a reforma da mobi-
lia do Paco Municipal, melhoramento
500*'00
200*000
1000000
2000000
400*000
150*000
200*000
6500000
1803000
1. Ordenado do secretario
8 2. dem do porteiro
I 3. dem do fiscal
g 4. Porcentagem de 6 % ae pro-
curador
5. dem de 10 % ao aferidor
6. Custas judiciaes
7. Limpeza das ras
I 8. Aiuguel da casa da Cmara
9. Jury e eleicoes
10. Expediente e assignatura do
Diario
% XX. Obras municipaes
12. Agua e luz para a cadeia
13. Eventuaes
250*000
50*000
500000
*
60*000
35*000
200*000
30*000
500000
200*000
500000
20*000
985*000
TITULO H
ffeceii
Art. 55. Para occorrer s despezas decretadas
ficnm as Cmaras Municipaes antorisadas aane-
cadar no exercicio de 1886 a 1887, os impostes 1 s-
pecificados nos seguintes paragraphos :
g 1. Aiuguel dos predios municipaes.
2. Foros e laudemios de terrenos municipaes.
5 3. Afenoio de pesos e medidas.
4. Rendimento dos mercados pblicos.
j> 5. Idem dos eeiniterios pblicos.
6. dem dos matadouros e logradouros p-
blicos.
7. Multas segundo o Cod. Crim. por infrt-
l'O' s de posturas e mais leis em vigor.
1 8. dem por falta de cumprimento de contrac-
tos municipaes.
1
t

!%
<


Diario de PernambucoSabbado i de Maio de 1886
g
*
s

i 9. Quebrntenlo de fianzas.
10. Emolumentos muntaipaes.
j} 11. Investiduras de tarreos.
12. Cuatas. ,
| 13. De par cento por indevida detencao das
rendab inmiicipaes.
Ficam dispensados das maltas os devadores por
impostoa municipaes, referentes aos cxereicioe na
toriores, qua pagareui seas dbitos dentro do 1.*
semestre de 1886 u 1887
14. Don mil e quinhentos ris sobre depo-
sitos.
15. Malta de JO por c-nto sobre os vencimen-
tOB dos empregadoa municipaes que faitarem no
cumprimento de aeus deveres.
^ 10. Legadoa pios nao cumprdos.
; 17. Receita eveutuai.
18. Divida aotiva.
119. Saldo dos ejercicios anteriores.
20. Quinhentos ris por cabeca de gado vac-
cuin, 200 ris por suino, ovelbum e cabrum talba-
dea nos ac.ougues pblicos ou particulares, pagan-
do o dobro os que, nao tendo acougue, abaterein
para retalhar por sua conta ou para arrobar (ven-
der) a terceiros para estes retalharem.
5 21. Trezentos ris pagos no matadoaro da
Cabanga, de cada vez que fr all abatida, alm
das taxaa dos 6o e 20 com applicacao exclusiva
do resgate das apolicea munici. aes.
jj 22. Dizirao do gado suino, cabrum e ovelhum.
23. Tazas sobre passagens de rios, nao exce-
dendo de 40 ris por pessoa e 80 ris por animal
vaceum, cavallar ou maar.
24. Pedagio das pontes e estradas que cons-
truirem custa de sua. rendas com as mesmas
tazas do ptragrapho anterior e, mais 80 ris por
carros de duas rodas e 120 ris pelos da quatro
rodas.
25. Licencas para abrir ou continuar a ter
aberta qualquer casa de negocio, salvas as excep-
coes da presente lei, por grosso ou a retalbo, de
gneros nacionaea ou estrangeiros, de compra ou
venda no municipio do Recite, 3 0/o sobre o valor
locativo do predio urbano ou parte d'elle em que
estiver estabelecido, comprehendido no lan^amen
to da decima urbana ; 52000 nos lugares nao
comprebendidos na decima e as de mais cidades
e villas ; 3|5O0O nos suburbios e povoacoes :
1" Quando o predio fr pertencente ao dono do
cstabelecimento, servir de base para a cobranca
do imposto o lancameuto da dcima.
2 Os armazens alfandegados, armazens de re-
colher ou depsitos de mercadoiias e esenptorios
de consignacoes ou eommissoes de ^eneros naci-
naes ou estrangeiros, pagaro na mesraa propor-
cao.
3o Os bancos, as casas bancarias ou filiaes,
agencias ou companhias intritimas, comincrciaes
ou industriaes, agencias de vapores, companhias
de seguro de qualquer especie e as casas de ven-
der bilbetes de loteras, pagaro 5 por cento.
4" Us estabelecimentos que j existiam ao tem-
po da prohibicaa das pasturas municipaes e se tera
conservado depois da inesma necbbicSo, pag
o dobro des'as taxas.
5" Nada pagaro as pequeas quitandas eollo-
cadas as janellas das casas, as eutradas.
0 Nao se comprehendem as dispo9co98 dcste
paragrapho os egcriptorioa de edicos, advogados,
solicitadores, dentir.tas ou outros quaesuuer que
nao propriainente de compra, venda ou commis
sao.
26. Vinte e cinco mil ris alm da taxa do pa-
ragrapho anterior, poi casa de negocio as tregue-
zix da cidade do Recife, que vender bebidas es
pirituosas, e i 23 as domis freguezias do inuni-
cipia do Recife e nos outros municipios.
27. Trinta mil re>s sobre fabrica de togo de
artificio, pagando o duplo a que estiver es;abe-
lecida as proximidades das cidades, villas ou po-
voacoes, dentro de kilmetro e ineio no municipio
do Recife e de uui kilmetro nos outros munici-
pios.
28. Lieenca para vender plvora ou qualquer
outra materia mrltminav-1, em lugares determina-
dos pelas posturas ; 2<3000 alm da taxa d- 25,
as freguezias da cidade do municipio do Recife;
e 105000 n.-is povoacoes do mismo e nos outr i
municipios.
| 29. dem para ter deposito de plvora nos lu-
gares que a Camaia permittir; 30000 n> muni-
cipio io Recife ; 10CK 0 nas dentis cidades a
villas.
5 M. Vinte mil ris alm da tasa do _S; 25, por
l de negocio p'ira vender por atacado oa a re-
talho figos artificiaea nacionaei c estrangeiros ata
fregnetiaa d:i cidade do Recife ; e 103000 nas de
mai cidades e villas.
| 31. Quinze mil ris para soltar fogos de vista
e S OOO para soltar fojo do sr nas freguezias da
cidade do municipio do Reeife, c metale nos ou
tros lugares e nas cidades e villas dos outros mu
nicipios, pagando o d bro os que o fizerem sem li-
ceny.i.
32. Lieenca para tet r.ncbo 103 alm das
taxas dos 25e 26 nas freguezias da cidade do
Recite, nos lugares que a cmara permittir.
na smente da taz* do 25, nos outros logares
do municipio compreh ndidos no lanoamenl ,
dee ma enai cidades dos demais municipios, -
nos subur:
i 88. L ra ter garapoiraa, alm da
xas dos 25 e 26, 103 nos lugares permittidos
amara, fra do permetro das cidade;. nao
> abeleci Jas nas casas de
ran h i. coi I las na dspoaieo de ante
rior, 5J dentro das cidades, villas e parea
dos demais municipios, alm dj imposto do an-
terior.
As garapeiras que dentro 1> 1 semestre de
18-46 a 1887, n~io f ir n retiradasd: Chora Menm n
i Pasaagem da M .gdalena e ra Imperial, paga-
r2 i o i np h' i i 20 <$, e as que forem egtabcleci
a i m itade (U taxa deste .
| 34. Lieenca para abrir ou continuar a ter
abert quitanda para veud-r doces, fructas e loa-
cas d'.' barro 4 no municipio do R povoacoes e eidades dos dem lis municipios
da tarca do 25.
35. Cento e vinte ris por carga de farinha e
qualquer producto uxp'isto a venda nos mercados
pblicos ou teir ia, d.vendo a cmara tornecer as
medidas ; pa^andu metade os pequeos volumes
55 36. Quinhentos r3 por carga de agurdente,
320 rs. por carga de carne secca, bacalhao e ou-
tci s peixes expostos a venda nos mercados o fei-
ras, pagando metade quando os gneros forem em
menor quantidade que urna carga e tambem quan-
do na i bouver casa de mercado, barrado ou te
\ Iheiro em que sejam recoihidos os gneros.
37. Cinco -uta o il ris, alm da taxa do g 36,
liv're da taxa do 25, por b rraeo de vetfder ge-
yeros de qualquer especie, estabelecido a ntt*gem
Has estradas de ferro em construeco
8 38. Lieenca para edificar ou reedificar, tendo
Ita'vido demolico completa, alm do imposto de
j,rruameuto, quando seja preciso cordeacio, 300
re. por metro qualrado da rea oceupada, a i ti
de cada pavimento, nas freguezias da cidade n i
municipio do Recite,200 rs. nos outros lugares do
m -sino muuieipio e nas cidades e villas dos dem lis
nuniciptca, 50 rs. nas povoacoes dos demais mu-
nicipios, livres do imposto den Jaime.
Vinte mil ris por casa de negocio de ven-
der in libados no municipio do Recite que conser-
var rotulas em qualquer de saas porta.
As casas que se -diticarem e-n terreno al
dos nao fcuui eomprebendidu nas disposices dj
38.
0. Lieenca para sujstituicao de lio.
e.bertas das casas 53, nas fregus:
nas
livres
ves iia^
no^ o l
cidade-do municipio do Recite, e 33
lugares'.do municipio e nas cidades e
demais municipios e 13 uas povoacoes.
,l.\ldem para bufet cornija, parapeito, re-
boco extelri >'-' no predio ou internar as gil
n is freguezias da cidade no municipio do K
2< nos uuf\ros lugares d niesmo municipio
les i Tilias dos outros municipios, 13 nas pj-
voacots. \
8 42. Licctoca para rasgar tapar ou mu
rauda- porta V)U jan- lia no exterior do predio 33
naffegueeia da cidade do municipio do i;
23 no:, outroi lagares do municipio do Recite
es e villas dos demais munn-ipios.
11. Iderr pra mudar ou colloear so'ena c de-
graos, verga bandeira de cada porla e janella
exterior, 2 nas freguezias da cidade no munici-
pio do liecife. .
Jdeui P8.ra construir muro, alm do im-
posto do arruaitoento, quando seja precisa cordea-
ea< i 50 rs. por netro corrate nas freguezias da
eidadedo municipio do Recife, 20 rs. nos outros
luirarcs evillasle povoacoes, pigando as creas
apaas o mposfo do arruamento.
i 46 Trrseotos ris por metro corrente de ar-
ru .ment, quafo a cmara tenba de. dar cordel-
ejo nas rreguezLs da cidade no municipio do R-
eife, 200 rs. nos! outros lugares do municqor e
nas cidades e viliis dos demais municipios, 100 rs.
nas demais povodc0*- r
6 47. Licncabaraos particulares fasercm es-
eavacoes nas ruaj ds freguezias da cidade na mu-
, aicipiodo Recifs, para canaliaar agua o gas 43,
I-vendo repor a ru* no seu antigo estado, sob pe-
na de pagaren) a multa de 10 J.
48. dem para qualquer obra ou con terto nao
expecificado nos | anteriores 31 nas fieguezias
da cidade no municipio do Recife, 23 n > outros
lugares do munic pi e nas cidades e v lias, dos
outros municipios.
49. Cem mil ris por caaa de sobrado que
conservar varanda ou saccada de maderi uas fre
uezias da cidade do municipio do R-cife
J 60. Vinte mil ris por casa de sobr d-i cujos
quiutaee deiteni para outras ra, beecos (raves
mi, pateos, pracas e largos, e nao esteja.ti mura-
dos na altura do pavimento terreo e 103 Pr 9"
tas terreas nas mesmas condicoes nas freguezias
li cidade do municipio do Recife.
51 Dez mil ris por casas nas ras j calca-
das nas freguesias da cidade do municipio do Re-
eite. e que nao tiverem os passeios correspondentes
faite* no mesmo alinhamento dos que j tiverem
aiao executados de coaformidade com as posturas
municipaes.
4 52. Quinhentos ris por metro crrante de
t .'rreuo nao murado nas freguezias da cidade no
municipio do Recife, comprehendendo os terrenos
alagados.
| 53. Quintos mil ris por cada casa qu; se edi-
< car ou reedificar, havendo demolido completa,
contra as posturas municipaes nas freguesias d*
cidade no municipio do Recife, muito embora a
cmara nao tenha podido obrigar judicialmente a
sua demolico, 2003 nos outros lugares do muni-
cipio e nas cidades e villas dos demais munici-
pios.
54. Lieenca para armar coretos, fincar postes,
para arcos ou embandeiramentos para festas, em
quanto estas durarem, cumpridas depois as clau-
sulas das posturas ; 53 nas freguezias da cidad
n > municipio do Recife, e 23 nos outros tugaros
do mesmo municipio e nas cidades e villas dos de-
mais municipios.
| 55. dem para armar barracas, em tempo de
festa, em quauto esta durar, 53 nas freguezias da
cidade do muoicipio do Recife, 23 nos outros
lagares do rnesmo municipio, e nas cidades e vil -
las dos demais municipios ; pagando alem disso o
imposto do 26, quando venderem bebida i espi-
rituosas.
| 56. I lem para armar circo ou pavilho na ci-
dade do Recife 5003, alem dos impostes do | 91.
e O'S nas outras cidades e villas.
57 dem para montare ter guindaste nos caes
de qualquer fregueziada cidade do Recife, nos lu-
gares que a Cmara permittir 103000.
j 58. Lieenca para armar barracas e quitandas
83 nas freguezias da cidade no municipio do Re
eiie, e 603 por feira nos outros lugares, cidades e
villas, determinando a Cmara os lugares e ap-
provando os modelos, nao pr-ju licaudo a empreza
de kiosques.
| 59. dem para colloear 'aboletas ou nscrip-
coes (nao comprehendidas as pequeas indicaces
escripias nos portaes) 53 nas freguezias da cidade
n municipio do Recife, 3 nos outros lugares, ci-
dades e villas.
^ 60. dem para construir e conservar sobre
agua, ponte ou trapiche de embarque ou desem-
barque de gneros ou passageiros nos lugares que
a Cmara permittir, 103 nas freguezias da cidade
no municipio do Recife, 53 nos outros lugares, ci-
dade* c villas.
61. dem para ter estaleiro 63, nas freguezias
da cidade no muuieipio do Reeife e 33 nas ontras
cidaMes.
;; 62. dem para ter casa de banhos pblicos,
103 nas freguezias da cidade no municipio do Re-
cito e 33 nas d"mais cidades.
63. Lieenca para usar armas defezas, obtida
igualmente lieenca dik polica, 203, multados no
dobro os contraventores, alem das penas em que
iiieorrerem.
; 84. dem para tei casa de jogos nao prohibi-
do.-, 20 na cidade do Recife e 103 nas outr is ci-
dadsa, isenros deste imposto apenas os buhares dos
estabelecimentos que j pagaram a taxa do 26.
g 65. dem para ter casa de peohores, cumpri-
das as prescripcoes do decreto n. 2,662 de 14 de
N embro de 1864, 5003 na cidade do Recite e
20(13 nas demais cidades.
66. Ilem para ter olaria, 10 nas freguezias
da cidade no municipio do Recife, 53 nos outros
lunares, villas c cidades.
,5 >iT. I iem para ter estribara de eavallos de
tracto ou de aluguel, de vaccas oubois, ou quaes
quer outros estabelecimentes desse genero, 303 nas
frguezias da cidade no municipio do Recife e 1 > .
nos outros lugares, villas e cidades.
g 68. dem para ter tbeatrinho. exposicao de
vistas, tivolv 00 qualquer divertimal > publico,
com entrada paga, 203 nas freguezias da cidair
do Uecife, 53 nos outros lugares do mesmo muni-
cipio e nas demais cidades e villas, pagando por
cada espectculo 63 no municipio do Recife e 23
uas outras cidades e vilas, exceptuados os espe-
ataculoa de benefiocada ou em favor de liberta-
do de escravos.
89. 53 por carro ou carroca de aluguel para
transporte de carga ou passageir-s, sendo de duas
rodas c tendo avias ; 123 se nao tiver molas, 123
sendo de quatro rodas e tendo molas, 154 se nao
tiver molas.
1. Picara isentas destas taxas os carros ou car-
r cal que conduzirem priductos da lavoura e os
carros fiinebres, que pagaro os precos da tabella
pprovada pedo art. 20 do reg. de 20 ,.e Agosto
de 1879.
2. Ficam tambem iscntos destas taxas os car-
rea dos mdicos, cirargioes e parteiras.
70. 4* por bofe, lancha ou qualquer erabarea-
e.io i uipiegada no ti .nsporte de passageTos e suas
bag igcus.
5 71 300 res em urna vez por carimbo e
numerado de vehculos e umbarcacoes de passa-
gei.os ou cargas sujeitas ao imposto.
72. 240 ris por tarrafa applicada 12 horas
em pescara nos acudes municipaes, quando a c-
mara consentir, pagando a multa de 203 os que
zerem sem lieenca.
73 53 por cada vivero de apanhar peixe.
i 74. 53 por cada curral de apanhar peixe.
75. 53 por forno de fazer cal.
j 76. 50 ;is por metro corrente de baita
capim nas freguezias da cidade do municipio
Recua, exceptuadas as plantas que nao forem para
negocio.
j 77. 203 por machina a vapor empregada em
qualquer raster nas freguezias da cidade uo mu-
? : i o do Peeife.
I 78. 40 ris por metro de rede de costa ou
pesca.
| 79. 40 ris por cada p de coqoeiro fructfero,
exeptuados 20 ps para o proprietario.
80. 1003 por mscate de fazeudas, miudezas
e olijectos de folha ou cobre no municipio do Re-
de
do
cife, a ixcepyo da freguezia de 8. Louren?o da
Mala, 53 nesta freguezia e nos outros municipios ;
sendo nacional pagara 103.
81. 5003 por mscate de ouro prata e pedras
pr .iosas no municipio do Recife, sendo nacional
p igar 503-
82. 33 por amolador, engrazador, ganliador,
bolieiro, conductor de marmotas, realejos e ontras
obj tetos de divertimentos pblicos, vendedores de
(garas de gesso, bouecas, estampas, phosphoms,
qai.iquiiharias ou qualquer industria que se exerca
un- mas da eidado^o Recife e seus suburbios.
S 83. 23 por carroceiro no muuieipio do Recife,
r podendo srr pessoa livre.
84. 6 por capataz, 43 portalhador ou rasga-
re!., J> podendo ser pessoa livre.
5 85. 23 por cada vaecade leite que andar ven-
deiido leite pelas ras da cidade, do Recife, sendo
nrohibido trazer leite em vasilha.
103 por vendedor de bilbetes de lotera,
vxc-pfuadas as mulheres e creauvAs.
87. 3 % dos empregidos municipaes e apo-
ados que perceberem vencimentcs at 1:01
3 1 2 %de 1:0003 a 1:5003, 4 % de 1:5003 a
..3,4 1/2 /0 de 2:0003 a 2:5003, 5 /. de
de 2:5003 a 3:0003 e J*ahi por dianto mais um por
cento em I gar de meio ua mesma cxnformidade.
Dispoicoe* geraes
Art 66. C nnnuam em vigor os arts. 92 da lei
n. 1607 de 1881 e 96 da lei n. 1221parte 1, 57
da lei n. 1717 e os arts 53, 55, 56, 57. 58, 61 e 62
da le n. 1791.
i rt. 57. Pica revogado o art. 3 do cap'tulj 4'
da le u. 1834 na parte que se refere aos dous lu-
g,.r js de iansdores da Cmara Municipal co Re
c fe ., -
Art. 58. Ficam extractos na Cmara luiucipa
ife os seguintes lugares :
1. O de auxiliar de engenheiro, que ser
cxercido pelo mestre das obras municipaes.
| 2.o O de zelador do sitio Calote.
g 3. O de ajudante do administrador do Mer-
cado de 8. Jos.
| 4. O de porteiro da afericao.
t. 59. Um dos amanuenses da secretaria ou
da coutadoria substituir o administrador de Mer-
end de 8. Jcb nas suas faltas oa impedimentos.
Art. 60 A fiacalisacao dos matadouro munici
paes do Recife, a ex eopcio do da Cabanga, ficar a
cargo dos fiscaes.
Art. 61. A Cmara Municipal do Recife arren-
dar o sitio Cacte, applicando o producto da ren-
da ao pagamento da divida que contrabio com a
compra de dito sitio, e emquanto nao cffectuar o
Srrendameoto, ficar o sitio debaizo a inspsecao
d fiscal respectivo.
Art. 62. O producto do imposto estabelecido no
n. 87 do art. 55 ua parte relativa a Cmara do
Recife ter applicacao exclusiva ao pagamento das
letras da compra do Mtio Cac-ote e nas demais
cmaras ao pagamento de dividas paasivas e
obras
Art. 63. Pitam em vigor os rts. 1, 8", 5o, 6,
7, 8, 14, 15,19, 21, 26, 29 e 30 do cap. 4 da lei
n. 1834 e 15 e 16 do cap. 3" da mesma le.
Art. 64. O randimento liquido do Mercado de
S. Jos aera arrecadado em caiza eapecial e exclu-
sivamente apphcado ao pagamento, que ser feito
todos os mezes, da divida contratada pela Cmara
do Recife com o b/inco do Brazil, nao podendo
cm caso algum esse rendimeuto ser appcado a
outro servico ou despeza.
Art. 65. Vagando um dos lugares de amanuen-
se da contadoria ou secretaria na ser preen-
cbido, asslm com um dos lugares na repartido
da aterido.
Art. 66. Ficam approvadas as contas de 1884-
1885 das cmaras de Itamb, Olinda, Tim-
baba Goyanna, Victoria, tscada, Bezerros,
Brejo, Caruar, Qravat, Ipojuca, Muribeca, 8e-
rinbem, Limoeiro, Boa-Vista, Petrolina, Sal-
gueiro, Ouriccry, Tacarat, Leopoldina, Villa
Bella, Alaga de Baizo, Floresta, Afogados de
Ingaseira, Flores, Granito, Tnumpho, Vertentes,
Buique, Villa de Pedia, Bota Conselho, Espirito
Santo, Nazareth, Barreiros, Rio-Formozo, Ga-
melleira, Bonito, Correntes, Ez, Agu Preta,
Igu irass, Cimbres, Bom Jardim, Cabo, Aguas
Bellas e Palmares.
Art. 67 Ficam multados de conformidade com
a lei de 21 de unero de 1875 os vereadores das
cmaras munioipaes de Jabeato, Giranhnns, 8.
Jos do Egypto. Quipap, Panellas e Gloria de
Goit.
Art. 68. Fic.i a Cmara de Caruar autorisada
a conceder a Manoel N. Florencio de Vasconcel-
os arrematante de impostos -muuicipaes o abate
da 4> parte do valor da arrematado por elle
feita.
Art 69. Pica extincto o debito de Jos Ignacio
de Figaeiredo para com a Cmara Muocipal de
Limoeiro na importancia de 1773500 relativ. ao
exercicio de 18771878.
Art. 70. Fica a Cmara Municipal de Buique
autorisada a conceder a Joaquim Bezerra Torres,
arrematante de impostos aunicipaes o abate de
de 3003 do valor da arremtac, i por elle feita.
Art. 71. Fica a Cmara Municipal do Recife
autorisada a paga pela verba custas criminaes o
que estiver a dever a Antonio de Burgos Ponce
de Len.
Art. 72. Fica a Cmara Municipal de Seri-
nh iem autorisada a pagar o que esta a dever ao
escrivo Eustaquio Walcacer.
Art. 73 Fica a Cmara Municipal do Brejn, au-
torisada a conesder a Jos Alves de Azevedo o
abate de 50 no valor da arrematad0 por elle
feita no exercicio paseado.
Em 28 de abril de 1886. -Rejjo Barros ^Ro-
drigues Parlo
toornibla Provinrial Fuuccionou
bontein, sob a presidencia do Exin. ^r. Dr. Jos
Manoel de Barros Wanderley, tendo compirecdo
33 8rs. deputados.
Foi lida, apoiada e sem debate approvada a
acta da aessao antecedente.
O Sr. 1" secretario proaedeu leitura do se-
guinte ezpedeote:
Um otficio do secretario do governo, reraettendo
o orQimeuto de 1886 a 1887, da cmara municipal
de Tacarat.A" commissao d oi^amcnto muui-
cipil.
Outro do mesmo, idem, urna informado do the-
souro provincial e mais papis annezos, sobre o
crdito de 103600 de passagens na estrada de fer-
ro do Recif; ao S Francisco, em Jarabe do anuo
findo.V commissao de ornamento provincial.
Oatra da cmara municipal da Pedra do Bui-
que, remetiendo nosturas additivas alim de serein
aipiovadas. A' commssao de ezame de postu-
ras.
Urna petido de Jesuino Barroso de Mello, re-
querendo qae o imposto em que foi collectado nos
dous ltimos ezercicios seja equiparado imposi-
cio di> corrente.A' commssao de orcamento pro-
vincial.
Outra de Chilon Heraclito Peixoto e 8ilva, mo-
rador lia villa de Leopoldina, reqnerendo ser con-
siderado professor vitalicio.A' Bommisaao de
insttuccao putilica.
Outra de Perera Maia iSc C, reqaerendo con-
eesaao por 20 annos para abastecer este, munici-
pio de carne verde importada pelo systema frigo-
rfero, Uencao do pagamento de impostos provm
ciaes e municipaes. A' commssao de legisla-
do.
Outra de Varia Candida Branco da Matta, viu-
va do ex-lancador do consulado provincial, J. io
Pedro de Jess da Matta, reqaerendo a gratitca-
d' a que tem direito pela le n. 1860. A' com
tnisso de legislado.
Outra de Manoel Peixoto Pinto, requerendo cou-
i -nado da verba de 308$, para pagamento de
18 de -1 : i' i-a, que serve de martel e prisa i
em i'almeira de Garauhuns. A' commssao de
orcamento provincial.
Outra do Manuel da Motta Bastos, requerendo
ser escusado do pagamento dos impostos do asta
belecimento de Agostinho Ribeiro da Silva, pelos
quaes era reiponsavel.A' commis^ao de orca-
mento provincial.
Outr da cmara municipal de Palmares, reque-
ren o que se consigne ve.ba para o pagamento de
1:7253, que lbe de ve a provincia do aluguel da
casa que s Tve de cadeia e quartel. A' commis
sao de orgarcento provincial.
Outra da directora do Gabinete de Leitura de
Goyanna, requerendo um auxilio. A' commisso
de peti^oes.
Outra de Dioga Augusto dos Rea, regoeiante
matriculado, estabelecido na ra de Marcilio Das,
representante da firma Diogo Augusto dos Res
& C, solicitando que, na discusso do projecto n.
120 de 1885, se artenda ao de n. 248 de 1882.A'
commssao de peticoes.
Outra da c mpanhia da estrada de ferro do Re-
cife ao 8. Francisco, requerendo consignado da
verba de 6:280#130 para pagamento de transpor-
ta por conta da provincia. A' commisso de or-
camento provincial.
Um abiizo aseignados da propietarios salinei-
ros de Itamarae, pedindo creado de um impos-
to nao menor du 10 ris por litro, sobre o sal im-
portado de outras provincias c do estraugeiro.
A' commiss-i de orcamento provincial.
Adiou-se, por haver um voto vencido, um pare-
cer da commisso de legislado, indet'rindo a pe
tdo de Luiz Felippe Cavalciute de Albuqucr-
que
Fcram imprimir os seguintes projectoi, sendo
os de us. 56 a 58 precedidos de parecer da com
raisso de peticoes:
N. 56. Concedendo urna lotera de 120.00 I
para a irraandade do Senhor Bom Jess dos Pas
sos do Reeife.
N. 57. Concedendo 6 mezes de lieenca, para tra-
tar de sua saie, a Jos Augusto de Mello, na
forma das leis em vigor.
N. 58 dem, o mesmo tempo ao mesmo ooui to-
dos os venciin-ntcs.
N o'J. Concedendo tres loteras de 120:0005
para as matnzes de Nossa Senhora do O' do Alti-
n'.i i. S Caetano da Raposa e Bello Jardim.
N. 60. Creando urna cadeira mixta em Vlandas-
sara e outr em Fazenda-Nov', da comarca do
Brejo da Madre de Dcus.
Lcu-se e apoiou-se um requerimento do Sr. So-
lomo de Mello, pedindo informado acerca do pro
c i i ment dos delegados Iliterarios de Cabrob.
Leopoldina, Granito e Ex, ficanao sobre a mesa
afim de ser opportanamnto discutido.
O Sr. Jos Maria orou pela ordem.
Adiuu se de novo pela hora, que foi prorogada
por 15 minutos a pedido do Sr. Regueira Costa o
reiU'riinento de i iform ido sobre nomeaeoes de
profesores, orando o autor e o 8r. Barros Barreto
'nnior.
l'assou-se Ia parte da ordem do da.
Adiou se de novo pela hora o que foi prorogada
por 30 minutos, a requerimento do Sr. Regut-ira
Costa, a 1 diacuasao do projesto n. 43 deste anno
(orcamento provincial), tendo orado o Sr. Jos
Mara duas vezes, sendo urna pela ordem o Gomas
Parete para urna ezplicado.
Fassou-se 2 parte da ordem do dia._
Approvou-se eui 2> discusso, sendo dispensado
do intersticio a requerimento do Sr. Soares de
Caval-
Do 1886
De 1885
De 1884
De 1883
De 1882
Recebedoria Geral :
De 1886
De 1885
De 1884
De [883
De 1882
Consulado Provincial
De 1886
De
De
De
De
851:100*787
61:0663434
73:779*252
75:5.153845
XO:71-->373l
78t482fl85
1S85
1884
1883
1882
105:6354650
88:3675881
92:23537 1
71 :7213'ill
172:3143351
tompaiiia lyrica italiana Confor-
me oticiamos, ha alguna das, acha-se nesta ci-
daJe o Sr. Hug/Gigh. uo intuito de promover
assignaturas, que o baoilitem a trazer urna coin-
auli lyrica italiana, afim de trabalhar no tbea-
tro de Santa Isub-1.
De momento, os seus esforcos nao tem tdo o
-xito, que seria para desejar.attenlendo aas crdi-
tos de qua vem precedido o Sr. Gigli, que tem
sido emprezario de cmpauhias de primo cartello
e que tm cantado em theatro de primeira ordem,
taes, como o de Milao, na Italia e outros.
Acezar disto nao tem elle desanimado, tanti que
vai por diante, procurando levar a effeito a em-
preza a que pz hombros.
Em urna cidade como esta, pobre de distraeces
fra de duvida que, tratando se da organisaco
le aaa boa companbia lyiic como a que nos pro-
met o illuake cavallieiro, todos devem con-
tribuir para trae nao se mallogre o seu inten-
to, mormente quando temos um bonito theatro no
qual ha dous anuos nao trabalha urna companhia
:yrica italiana.
Nas vinte recitas, para as quaes pretende o Sr.
Gigli tomar assignaturas entrara i, alm de outras,
as seguintes operaai Ada, Vesperal Sicilianas,
Forza do Destino, I Dc Foscari, Baile de Masca-
ra Hernani, Ruy Blas e Mackbeth, do maestro
Verdi; Hugnotes e Roberto do Biabo do maestro
Meyeriiecr ; 5'a:t'aor Rosa e Guarany, do maestra
Carlos Gomes ; Surrna, do maestro Belliai.
As pessoas que qnirurem assiguar dirjam seus
pedidos ao escriptoro do theatro de Santa Isabel,
.,u a casa dos Sra. Ktaose & '., que, obsequiosa-
mente se prestara a auxiliar o emprezario.
InNtitulo Arrbeologico Cieogra-
pliico Pernnmbucano-Q linta-ie-ra, 1
hora da larde, reuni-se o instituto em sesso or-
dinaria, sob a presidencia do Exm. Sr. cnnselheiro
Pinto Jnior, ?om assistencia dos Srs. Drs. Cicero
Peregrino, Jos Hygino, Lopes Machado, Castro
Loureii o, Barros Barreto, conselbeiro Quintino de
Miran la, Augusto Costa, substitaindo o 2* secre-
tario, e major Codeceira substituindo o 1"
Lida a acta da sessao antecedente, foi appro
va da.
O ,-r. Io secretario mencionou as seguintes of-
fertas :
Pela secretara da cmara dos deputados, 3 vq-
lumes dos annaes doparlameuto brazileiro, seguu-
do auno, sesso de 1839, e um relatorio e syuopse
dos trabalhos da cmara dos Srs. deputados na
i de 1885
Pelo Dr. Joo Alf edo de Freitas, um folheto.
Excurso pelos dominios da Entomologa. Es-
tudios e observacoes sobre as forangas.
t'elo Exm. Sr eouselheiro presidente do Insti-
tu', urna por'aria da presiieucia desta provincia,
datada de 5 de Maio de 1836, nomeando Victorino
Jos Carueiro Monteiro, (o finado Bario de 8.
Borja) para o lugar de amanuense da prefeitura
da comarea do Recite, com o ordenado de 3003,
marcado peUu mstruccoes que deram ezecuco a
lei provincial de 3 de Outubro de 1834.
Pelas respectivas redaecoes diversos jornaes
desta e de outras provincias.
Findo o ezpedieute fo.-am propostos e approva-
dos, para socio effectivo o Dr. Joo Alfredo de
Freitas, e correspondente o Dr. Guilberme Stu-
dart.
Resolveu o instituto que ficasse a nicsa encar-
regada de distribuir cartoes para a sesso do dia 9
Amorim, o projecto p. 50 de 1881 (interpretado
da lei n. 1,320).
Em 1* discusso foi approvado o projecto n. 83
deste anno (elevando a povoacJo de S. Jos da
Pedra Tapada a villa) tendo orado os Srs. Lou-
renco de S, Joo Al vea e Prxedes Pitanga, o
primeiro pela ordem, sendo rejeitado um requeri-
mento do ultimo para seren ouvidas as autorida-
dei jadiciaes e ecclesiastica.
Adiou-se pela hora a 2a discusso do projecto n.
10 deste anno (agua potavel para a Victoria) sen-
do apoiadaa cinco emendas ao artigo 1 e tend
orado os Srs. Ferreira Jacobina duas vezes e R -. -
tis e Silva.
A ordem do dia :
1* parte continuado da antecedente : 2* parte
continuado da anterior e mais 3* discusso do
projecto n. 50 do 1881.
Tribunal do Jury do Beclfe Anda
nao foi possivel installar.a 2 sessaedeste tribunal,
visto s terem comparecido 31 juizes de tacto.
Foram sorteados os seguintes :
Freguezia do Recife
Antonio Cyriaco Villas Boas.
Manoel Marques de Abren Porto.
Freguezia de Sanio Antonio
Francisco Borges de Oliveira.
Argemiro Pereira da Silveira.
Antonio Joaquim de Oliveira Costa.
Dr. Jos Francisco de Goes Cavalcante.
Enedino Ferreira Lima.
Tenente Joe Carneiro Maciel da Silva.
Freguezia da Boa-Vista
Jos Silverio do Pillar.
Jos Basilio de Farias.
Major Koberto Ferreira.
Feliz Velois Correia.
Freguezia de Afogados
Clodoaldo Cato Camello Pessoa.
Pedro Osorio de Oerqueira.
Francisco Zacaras de Moraes.
Freguezia do Poco
A'.ipio Jcs Flix dos Santos.
Antonio de Souza Neves.
Foram multado em 203 08 jurados se
guintes :
Francisco Xavier dos Santos.
Gratuliano dos Santos Vital.
Jos Antonio Pinto Serodio.
Joo Ignacio Ribeiro Roma.
Victorino Luiz Innocencio Pogge.
i amito Jos Velloso da Slveira.
Diogo Baptista Fernandes.
Galdino Emiliano de Jess.
Major Jos Pedro Velloso da ilveira.
Jos Francisco Cardoso Ayres.
Major Jos Joaquim Cselbo.
Dr. Joaquim de Albuquerque Barros Guim ira es.
Coronel Lniz Cezario do Reg.
Philom no Getulio Correia de Ar.iujo.
Thomaz Ferreira de Carvalho.
Antonio de Borba Coutinho,
Adolpho Epipliauio Maurica.
Antonio Ferreira de Carvalho.
Tenente Francisco Evaristo de Souza.
FraucacQ de Assis pereira Rocha.
Joaquim Mamede do Nascimento.
Jos Antonio de Oliveirh e Silva
Or. Manoel de S Barreto Sampaio.
Dr. Manoel Goncalves de Argollo Feno.
Miguel Fontoura.
Antonio Carlos Ferreira da Silva.
Jj> l'eixeira Coimbra.
Jos Maria u Sjiiza Araujo.
Joaquim Ignacio Pereira de Siqueira
cante.
Philomeno Arniano dos Guimares Peixoto.
Thomaz Teixeira Bastos.
Manoel Roberto Carvalho Guimares.
Coronel Augusto Octaviauo de Souza.
Joo Vasco Cabra!.
Jos Alves da Silva.
Manoel Tavires de .Mello.
Elisio Benicio do Castro Abreu.
Francisco Jos Vianna.
tnatversarlo-Fazcm hoje 44 annoa que
foi dissolvida a 1 cmara dos d-putados, depois
la eonstitninte ; 18 anus que foi creada a me-
daiha de bravura para as torcas que militar im
centra o Paraguay; e 336 que por Pedro Alva-
res Cabral foi coll cada em Porto Seguro a Cruz
c Armas Portiiguez&s.
Meitt de OuiubroPublicou-sc o n. 7, de
30 de abril, 4" amo do Seis de Outubro, orgai
da Asaceiaeao dos Fnuccionarios Provnciaes de
Pcruainbuco.
duiz de Paz de U. dowAs audiencias
do juiz de paz de S. Jor, Joaquim Cavalcante
de lollauia e Aibuquerqu torio lugar s 10 ho-
ras da aauha, das quartas-feras e sabbados de
Lulas as semanas.
ti-ndimciilo publico-* Arrecadaram
as seguintes Stacea em Abril :
Alfandeqa :
619:7753082
609:7285948
1,115:146*109
72;l:ls2olll
256:011*700
1.272:891*567
3:4603000
11:6093560
3:0003000
1.056:7203000
60:5683180
5:1403187
12:50030001
2:O'30O(. I
13:3933640 I
103:9003000
de Maio, aquellas pessoas que desejarem assistir
mesma sesso.
Tambem autorisou a mesa para tra'Ar da deco-
raco e asseio da casa.
O 8r. Augusto Costa leu um importante traba-
lho eoncernente verifieaco do lagar em que foi
sepultado Joo Fernandes Vieira, objecto de que
por diversas vezes se tem oceupado o iastitato;
mas qae hoje, em vista das provas pelo Sr. A.
Costa apreseutadas, parcem ficar resolvidas to-
das s duvidas.
O instituto resolveu tomar opportunamente em
conaideracao esse trabalho..
Nada mais havendo a tratar-se foi levantada a
sesso.
Ualerna Maa;icaPublicou-se o n. 152
do 5- anno, deste peridico illnstrado e humors-
tico. .
eVova Tbalia Amanha, esta 80ciedade
dramtica realisa o seu espectculo do nlez findo
levando scena o drama i, Esperaivja e Carida.
de, no respectivo theatro.
R<>cordacoew u amor Com este titulo
publicou urna walsa o Sr. Leocadio Bello, a qaal
se acba venda ra do Baro da Victoria n. 13
pelo prego de 13 o ezemplar.
Recebemos o ezemplar, que nos remettert. e
agradecemos.
Movimento de dlnbeiro No mez pro-
zimo findo a praca do Recife, sob a responsabilia
dade das diversas companhias de vapores que -
servem:
Recebeu
Ezpedio
A ezpediciio foi para :
Franca
Portugal
Montevideo
Rio de Janeiro
Alagoas
Fernando
Parahyba
Rio Grande do Norte
Ccar
Para e Amazonas
Club Dramtico FamiliarHnje este
club solemnisa o 4 anniversario de sua iustalla-
cao, representando no Theatro Santa Iiabel um
dos melhores dramas do seu repertorio.
Theatro Mani Antonio .\maiiha es-
tro i no Theatro Santo Antonio a companhia dra-
mtica orge.nisada pelo actor Xisto Babia, re-
presentando o drama histrico Gabina ou A Corda
Hereditaria de Parma.
ProciMHoAmanha, s 7 hora i do da, sa-
hir da matriz de S. Jos a procisso do Senhor
aos enfermos, a qual percorrer varias ras da
freguezia.
Cadver de recem-na nheeei de hontem foi encontrado na porta da igre-
ja da Pcnha o cadver de um recem-nascido, de
cor branca.
Depois do exame medico, em que ficou eviden-
ciada a morte da en inca ao Bascar, a autoridade
policial competoute inindou couduzir o cadver
para o Cemit r, d: Santo Amaro, afim de ser se-
pultado.
Cigarrn Xulmira-Com este titulo a Fa-
brica Vndame, i ra do Baro da Victoria n. 39,
es. preparando urna nova marca de cigarros, de
fumo picado, de que nos rom.tteu urna amostra.
Sao bem confeccionados, e do urna fumaba f-
cil, cheirosa c agradavel, denunciando urna boa
qualidade de fumo.
Expernnentem-n'os os apreciadores.
.fugado ante-hontem, quando pelas 5 1/2
horas, procurava banliar-se no caes da co-upaubia
pernambucan, o tripolante da barca inglesa -Ide-
Iheid Marina, J. Frotz, succedeu que logo que
atirou-se n'agua fra presa de um tubaro, que
logo o deverou, sendo baldados os esforcos de
seus companheiros, que procuraram salval-o ati-
ranlo lhe um cabo.
Olintia Pessoa conoeituada dirigi nos a se
guinte cemmunica(;i>. que de boa voutade publi-
camos, porqu tem por tm profligar um abu-o da
Edilidaile de Olinda :
A municp ilidade desta cidad acaba de con
ceder urna lieenca inenivi ni'ut'ssima e sobre
medo cffensiva dos direitoe adquiridos de urna
p ipalaeao, qual a de seu- BWnieipea, sem que jus-
tiScadamente noaaa jamis dar a razio seria que
a levou a tanto, e apezar de ter contra ella n ez-
presso voto d seu digno presidente, S. Exc. o Sr.
Baro de Tacaruna, e a opiniao valiosa do Illm.
8r. Dr. Senna Das, seu antigo advogado. E o
caso que tendo um proprietario requerido lieenca
para, con um muro construido nos aliuhament is da
trente e do fundo de um predio qi.e acaba de con-
certar, faenar para seu quintal um trecho de urna
antiga travessa existente entre a ladeira da Ri-
beira e o largo da matriz de S. Pedro Novo, lhe
foi esea autorisaco concedida : e j a esta hora,
sem que esteja a obra coucluida, est supprimida
aqnelbt artera do nosso plano geral de vi icS i.
As razoes, Sr. redactor, que os Srs K lis allegaram
em favor da pretei.so descomeoida e d> c asi
derav. I sao plenamente capciosas.
Dizem elles anda boje que por esse mrio
beneficiam o publico eliminando um verdadeiro
estcrquilinio da velbi cidade. lato nao exacto
O esterquilinio d'aquella travess i, que alas n-m
a nica em taes condicoes nem entre todos o
peior, em vez de ficar eliminado ficar com cert-za
ext.-ordinariament augmentado desde que se cons-
tituir ella, como e-t c nstituida, em btco sem sa
tiicl i. um recaut i pal* o qual do as rveutias da
Kdieirae de varios piedlos particulares. Mas, o
proprietario requerente, dizem em acerescimo os
Sis. E lis, tica p,r um termo obrigado lioopeza
do recano !
Ora, V. S., tanto quanto eu, e tanto quanto
todo o publico observador, conhece que os termo
de tal aatnresa nao pasean: de um vo pretexto
Masando ordinariamente desde a sua urigem a
causa de sua nulldadc!
Accresce, Sr. edact ir, que ha at urna porta
com serven'a para a arca da travessa agora
cireumscripta e pertencente a um predio que nao
do mesmo proprietario e que se hoje pertence a
um simples pombeiro, como me informaran], am-'
nba po lera pertancer a outrem, que proponha urna
questo municipalidade fazend > a pagar as cus-
tas. Assim, se os Srs. Edis querem beneficiar os
seus tnunicipes, de outro modo devero proceder
n'esta questo, que poder sem uffensa aas seus
bros ser reconsiderada.
Como V. 8. sabe, o fechainento da travessa
mesmo pela forma pela qual est f- i to, importa
n'mna alteraeo do plano de viaco da cidade, e
sendo assim, certo que a lieenca da mumcipali-
dade nao peder vigorar sem a sanecao da Pres
dencia provincial, visto que pela provincia
approvad* o actual plano.
Conheco quanto V. 8. se mostra zeloso sem
pro que entrando em colliso o interese geral com
o atarease particular por aquella empr.ga em b.i
dcf'ZH os seus valieaos esforcos; por isso me ani-
mei a eserever-lhe pedindo-lhe que na sua Revista
Diaria consigne um echo da celeuma e iudigna-
co que seinelhante resoluco, tem proproduzdo
no tnimo de todos aquelles d'aqui que anda acre-
ditam na justica e na equidade.
Unta carta de BinmarK Em Berlim
circulou ltimamente a seguinte historia :
O principe de Bisinark recebeu de Paiis urna
carta escripta por urna franceza, sem duvida fje-
masiada joven pafa odiar ao chance!ler.
A autora da misaiva desejava soruente ter noti-
cias fidedignas da saude de Bsmark, L pretexto
de que os peridicos fraueczes oo offereciam
ceica deste'pooto mais que dados centradicto-
rios.
Bismaik apressou-ee a responder por meio de
urna carta, na qual, entre outras, se l a passa-
gem seguinte :
Nao pbd'ria haver guerra no mundo capaz
de inspirar me sntipithia urna pessoa to ama-
ve I como VOS .
Gso de bia saude, embora tenha a conviccao
de que muitos franceses s berilo com praser que o
rheum itismo me faz soffrer s vezes d'um modo
extraordinario.
Equador-Publicou-se o n. 2 deste quinze
nario acatemici.
Tribuna AcadmicaTambem publi-
cou-se o ii. 2 da Tribuna Acadmica, quinzenario
pertencente urna associacao de mocos acad-
micos .
Leilen. Eff.cuar-se-hao ;
Hoje :
Velo agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
ra do Bom Jess n. 19, de movis, loucas, vi-
dros, etc.
Segunda-fe ira :
re o agente into, s 1 horas, na ra da Sen-
zalla Nova n. 30, de movis, loucas, vidros, pa-
pel, phosphoros e dividas.
Terca-feira :
Peto agente Burlamaqui, i 11 horas, na roa do
Imperador n. 22, de predios e terrenos.
Peto ajenie Pinto, s 11 horas, na ra da Impe-
ratriz n. 12, d movis, loucas, vidros, ivros, etc.
Uaaaa fnebre.Serio celebradas:
Hoje :
A's 9 horas, na Santa Cruz, per i lma de Adol-
pho M. dos Santas ; s 8 bocas, na n atril.da Boa-
Vista, por alma do Dr. Severino Ri I eiro Carneiro
Monteiro ; s 8 horas, na matriz de Santo .Anto-
nio, por alma de Adolpho Marques dos Santos 9 s
8 1/2 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma da
D. Mathilde Lib&nia M mteiro Peretti : s" 7 ho-
ras, na matriz da Boa Vista, por alma de D. Ala-
ria Olindina Gimes.
Segunda-teira :
A's 7 horas, na matriz de S. Jos, lor alma de
D. Joaquina M. da Cuneeicao Rapo; o.
Lotera da provincia Qmnta-feira 6
de maio, se extrauir a lotera n.*f2, em bene-
ficio da irmandade das Almas da m itriz i Boa-
Vi sU.
No consistorio da igreja de Noasa Senhorada
Concecao dos Militares, se acharao ezpostas as
urnas e as espheras, arrumadas em ordem num-
rica apreciacao do publico.
Lotera de HaceiO de tOOiOOu&ooo
A 6* parte da 12a lotera, cajo premio grande
de 200:0003000, pelo novo plano, er&exuuhiaa
impreterivelmente no dia 4 de Maio s 11 horas
da mauh.
Bilhetes venda na Casa Feliz da praca da In-
dependera na. 37 e 39.
Lotera Extraordinaria o tui-
rangaO 4 e ul-.imo sorteio das 4* e 5* series
desta importante lotera, cajo maior premio de
150:0003000, ser eztrahida a 12 de Jitaho prozi-
mo.
Acham-se exposto a venda os reatos des bilbe-
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marca
n. 23.
Loteria da corteA 2a parte da 196 lo-
tera dacorte, cujo premio grande de 100:0003,
ser eztrahida no dia 1 de Maio.
Os bilhetes acham-se venda na Caaa Feliz,
pra^a da Independencia ns. 37 e 39.
Tambem se achain vendana Casa da Fortuna,
ra Primeiro de Marco n- 23-
Matadouro Publico. Foram abatidas
u > Matadouro da Cabanga 52 rezes para o consu-
mo do dia 3l de Arbl.
No mesmo estabelecimento foram abatidas
para o consumo do da 1 do corrente 68 reier
Mercado Municipal de ti. Jone.O
movimento deste Mercado no dia 30 do cor-
rente, foi o seguinte:
Entraram :
22 bois pesando 3.273 kilos.
1.100 kilos de peixe a 20 ris 223000
37 cargas de farinha a 200 ris 73400
21 ditas de tructas diversas a 300
ris 63300
17 tabolcirop a 200 ris 33400
4 suinos a 200 ris 3800
Foram oceupados:
22 columnas a 600 ris 133200
28 compartimentos de faiiuha a
500 ris 143000
24 compartimentos de comidas a
500 ris 133006
70 ditos de leguraea a 400 ris 2830JO
18 compartimentos de suino a 7oO
rea' 123600
12 ditos de fressuras a 600 ris 73200
2 talhos a 500 ris 1*000
6 ditos de ditos a 23 123000
54 talhos de carn verde a 13 543000
Oeve ter sido arredilada neste dia
a quantia de
Debios dos das 25 de Marco a 'JO do
corrente, recebidos
dem at 30 do corrate
1833900
103400
2043300
US 100
Foi arrecadado liquido no da 30 do
corrente 1933200
('retos do dia:
Carne verde a 480 e 36) lis o kilo.
Suinos a 560 e 801 ris idem.
Carneiro a 600 e 13000 ris dem.
Farinha de 3-'0 a 56 1 ris a cuia
Milho de 320 a 440 ris idem.
Feijo de 900 a X3280 ris idem.
INDICACES TE1S
MedicoM
Consultorio iin-ili.-o.rirnr.'irn do Dr.
Pedro de Attahyde Lobo Momelo
ra da (loria n. 39.
O doittvr Hoscoso d consultas todos os
lias uteis, das 7 s 10 horas da marjM'
ste .-onsuitorio offereca a coaimodida
lo oiaado, sera ser presenciado por outro
De meio dia s 3 horas da tarde ser o
Dr. Moscozo encontrado no torreao pra-
it do Cominercio, onde funcciona a ihs
."io de sade do porto. Para qualquer
1'<-stes dous pontos poderlo ser dirigidos
18 chamados por corta nas indicadas horas.
Dr. Miguel Themudo mmlou seu consul-
t (rio me lieo e residencia para a ra Nova
o. 7, 1. andar, ondo da consultas das 12
Sons s 3 da tarde e receloe cahmados a
qualquer hora. Especialidadespartos fe-
brea, syphilis e molestias do pulmao e co-
jacito.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de 4
s 4 horas da tarde, ra do Barilo da
Victoria n. 45, 2 andar, residencia ra
lo Riachuelo n. 17, canto da ra do Pires.
drogado
O bacharel Benjamim Bandeira, ra do
Imp-rador n. 73, 1. aD lar.
Henrique Milet. Ra do Imperador n.
22, 1. andar. Encarrega-se de quest?es
nas comarcas prximas as linhas ferras.
Dr. Oliveira Escorel_ 2. promotor pu-
blico, tem seu escriptorio de advogacia da
ua Primeiro de Marco n. 2.
Drogara
Francisco Manoel da Suva & C, depo-
sitarios de todas as especialidades pharma
ceutieAs, tintas, drogas, productos chimico
e medicamentos homoeopaticos, ra do Mar
quez de Olinda n 23.
Faria, Sobrinho & C.,. drogustas pot
attacado. Ra Mrquez do Olind n. 41.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapino
de Francisco dos antos Ma:edo, caes de
Capibaribe n. 28. N'esta grande estabele-
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-so e venda-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparara obras
de carapira por machina e por precos sem
competencia.
NBLICACOES 1PEDID0
ONr. Dr. Phaekwte da Caara
At que afinal appareceu-nos a 29 do
corrente pela manhS, o vulto enormemen-
te engrasado do Sr. Dr. Phaelante da C-
mara Agora siml O pebre garoto e-
covou o fato, alisou a barba, enfiouse em
um collarinbo a Pinaul, ataviou-se com-
pletamente, cofiou as ondulacoes do bigode,
travou d'um avana entre o fino coral da
pequenina bocea, sob a casta presslo de secs
pegenos dentes, e eil-o a affrontar o riso
chulo e canalha da turba multa quo o ape-
dreja E at que afinal I Agora sim !
podemos impetrar alvigaras a todo os sa-
bios dos ngulos do universo 1 De facto !
nao mais se torna necessario o trabalho
afanoso dos grande chimicos, que procu-
ra nos fogos faetuos dos cemiterios, nas
ourinas do hornera, e nos ossos das ruulti-

1 nmw 1


Diario de PmianibucwSabbado [ de Maio de 1C56





pas espacies zoolgicas o tio almejado
combustvel para o fabrico do paliso I
Aqu temos o Sr. Phaelante sempre des-
ructavel apalhagado Seja-nos licito
agarral-o, rscar-lbe a cabeca na parede,
accender o nosso cigarro, e entrar em
ajustes de con tas. Antes de tudo, escute-
nos o Sr. Phaelante: Maniremos sem-
pre as noasas ideas acerca do castigo que
j foi abolido das nossas e de todas as
escolas publicas dos paizes cultos. Por
consequencia, erme os bracos, entregue-
nos a cabeca, e&te promontorio de dispa-
rates, visto como de hoje por diante s
Me fazemos applicac&o do clstico e anti-
cuado puxavante de orelhas, sempre
prompto a provocar a gargalbada faceta
dos bregeiros! O que fazer?A lei na-
tural encontra destes atavios no longo per-
curso da vida animal, o nos nao queremos
3er impiedosos para com um cadver em
decomposicilo I Fechando completamente
a parenthesis, para o qual pedimos-lbo ve-
nia, nao guinche, venha de l esta des-
nudada cachola, e agente o escirpello : -
A parte a linguagem acrimoniosa, sua-
renta de p> z, e propria dos maltrapilhos,
com que procura enxovalhar o Ilustrado
lente da nossa faculdade jurdica, Dr. J.
J. Seabra, permitanos S. S. desmasca-
rar-lhe publicamente, na parte onde diz
que c mesmo Dr. atacou-o com indirectas
men s serias. O que fez aquello distincto
moco foi atiral-o valla commum do des
prezo e da compax2o era sequer deu-
lhe a honra de impugnar urnas phrazes
alcbymiadas, e sraente produzidas por
um cerebro entorpecido e bem necessitado
d'um exame pathologico. Nos lhe per-
doamos o pessimo costurae de virar sem-
pre a verdade pelo avesso, e a razao sim-
ples ; -sabemos que S. S. vive constante-
mente sob a aceita d'uma psychose per
mmente. Nem reclamamos louvores pela
descoberta, porque j de muito todos sa-
bem que metteram na cabeca do Sr. Phae-
lanteser este senhorum grande poeta,
um eximio litterato, e nao sabemos mais
queflauteio de mo agouro, e entilo teve
esta cidade do Recif de presenciar o raaior
desfructe que se tem visto desde e dominio
hollandez at os nossos dias !
Appareceu depois no grande amphitheatro
dos historios o Sr. Dr. Phaelante munido
d'uns taes Tentamens onde com o
maior cyaismo e potulancia tentou contra
as regras da grammatica, da esthetica e
da plstica. Mais tarde, arrstalo pelo
torvelinho das ambicies, no sentido de as-
eemelhar-se ao monumental poeta Fabio
Ewerton, elle surgi com as Verdades
ao Solcuja traduccao litteral, vem a ser
Sandices Aparvalhadas porm nao
foi tao bem succedido como da vez pri-
meira, em virtude de pedazo de estilhacfo
que cabio do i-spaco e fez lhe um trac_o no
braco. Nao satisfeito com esta decepcao
tilo amarga, aqui temos outra vez o Sr.
Phaelante no largo circo dos dancarinos
de corda, a cantar em voz de flcete a
apoheose de suas tremendas asnidades]
(uerem urna prova desta aasercao ?
Liia-nos o Ilustrado publico, e desculpe-
nos a linguagem jocosa aqui erapregada.
E' este o nico meio de chamar mos u so-
riedade em nosso apoio, porque pir muito
serio que fizessemos um artigo contra o
o Sr. Phaelante, o ridiculo correra atraz
de nos como o corpo atraz da sombra!
Este Sr. Phaelante em nada serio 1 Veja
se a parte de seu artigo onde diz que os
padres do Maranhilo, quando procuravam
cuspir o nsulto sobre o Dr. Tobas Bar-
reto, um aos escrptos daquella poca vi-
nba assignado por Cesara i Lombrozzo, e
que o actual accrescentava o nome de Pes
3na em substituicao ao segundo, ambos
criminalistas it'.lanos, terminado por jul
gar se nelhaate anabgia bastante honro-
sa a su pessoa I Sr. Phaelante outro
caminho.
J20 Cesare & Lombrozzo de outr'ora nilo
k o Cesare & Pessina de hoje. S. S. pro-
ourou engendrar odosidade contra nos da
parte do nosso sympatbico amigo Dr. Tobas
.'Jarreto, attribuindo-nos a autora de um
artigo que nao era nosso ; porm a cousa
nao produzo effeito. Quanto ao ser hon-
rosa para S. S. a analoga das duas firmas
em questio, s lhe podemos dizer que a
pritneira era urna allusao a urna parte das
'.heorias criminalistas teuto-italianas segui-
das pelo Dr. Tobas Barreto, ao passo que
a segunda nada mais quer significar de
que urna adhesao binaria de juzes severos
para applicar a le do Taliao ao prmeirol
dos petulantes e ao ultimo dos caturras!
-!
COMERCIO
A tua vaidade mostrou se no auge,
quando qaiz eleval-o a altura do Dr. T.
Barreto. A differenciacSo existente entra
este distincto cavalbeiro a o Dr. P. da
Cmara a mesma que existe entre o gen-
(Leman dos sobarbos palacios de Londres
e o lzaro da lenda bblica, a mesma
existente entro os tomos, as molculas da
materia delectara e o peristilo formado pola
t&talidade dos glbulos. Diz mais S. S.
que nos somos uns desgracados que pro-
curamos morder aquellas que nos estao
mais altos. A resposta simples: Mais
altos estilo tambera os judas em sabbado
da alleluia ; porm nem por isso os aeus
inseparaveis companheiros deixam de ati-
rar-llies podras e de esboroal-os as pracas
publicas I Quanto a .(grandeza do pastor
aryano, isto um pedaco de rhetorica ba-
nal, com que S. S. procurou empomadar
a pobre bumanidade. Tome criterio e nao
nos volte mais a dizor asneiras! S. S.
diz anda no seu artigo que nao vira dar
resposta aos anonymos, que escrevem na
banca o sob as inspiracSes do Dr. J. J.
Seabra, qualinoa-nos do matilha que vivo
dos restos da mesa do mesmo doutor, e
chama nos do epgonos generosamente col
mados de favores ato'. >
Asseveramos-lhe, sob nossa palavra, que
nao mantemos ralacdes de amizade com
aquello nobra moco, e que s por amor a
Justina viemos em defesa do hornera hon-
rado contra um parvo e invejoso vulgar !
Acharaos bom o partido por S. S. toma-
do de nao voltar mais irapreasa em res-
posta aos anonymos que o acensara ; po-
rm depois que ti ver se detendido das pal-
matoadas que lhe applicraos na retrega
passada. Emquanto isto nao fizer, (lave-
mos do cantar-lhe a palinodia em prosa e
verso. S. S. promette narrar brevemente
a historia de urna presidencia do Ro Gran
dedo Sul e de urna cscriptura tora ida por
ura advogado etc.
Tanto a respeito da primeira farca, cujo
autor o Sr. Phaelante, com da ultima
calumnia inventada por S., S. ter-nos-ba
sempre pela vanguarda, procurando fazer
volt ir para as taces descoradas da sea au-
tor, as porcoes de lama com que o Sr.
Phaelante almejar conspurcar a pessoa do
illustradissimo Dr. J. J. Seabra
Tome juizo emquanto lampo, e so os
seus Tentamens e Verdades ao Sol nao lhe
serviram de ex.-armenio, valha lhe ao me-
nos o aviso que lhe antociparaos.
At outra vista, desfructavel!
Recito, 1 do margo de 1886.
Cesare & Pessina.
Caro amigo Phaelante
Admiro-te as comparacoes, s um ge-
nio 1
Se nao fosse a perda de tempo que teria
e algutn dinuelro, que da bolsa rae fugiria,
ou, por ontra, ge me fosse sempre possivel,
acredita-me, Phaellante. eu constantemen-
te applaudirU-hia pela imprensa.
Observa como 4to aprecio. Esta tua ca
rcatura, se nao fosse ipsis tracis a de um
hypopotamo, eu t". chamara ura Judas.
Nao te dou esta deao-ninacao nao s por
isto, sim porque nao tens a barba mais ou
menos indecente como a de Zc zc Mare-
sia, aquelle narizito de cao lanzado, aquel-
la bo :a do sapo, aquella cabec i do gato,
erotira, aquelles olhos, que, bem como a
epiderme, silo de um finado. Anda nao
tea mesmo nem a cGr, nem a estatura de
Iscariotes, como pretenda chamarte e
por nao poderconcedo do bom grado,
tal denoiuinacao, a Z-z Maresia.
Mas, nao se poder apre-entar urna ob-
jeceo a leu favor, raeu amigo ? Creo que
sim, pois houve vita judas, cujo pro edi-
menta foi imitado perfeitamento por raeu
amigo no anco passado.
Nao te lerabras, amigo Phaellante ?
Jes-sir. Ests inglez ? Nunca te couside-
rei ; se o s, veste de alguma colonia io-
gleza na frica.
P;co-te perrassao para esboyar neste
momento o teu procedimento no aon > pas-
sado.
O mcu amigo Phaelante n'aquelle
tempo, entendeu que era urna grande infa
ma o hornera sustentar os seus actos, j
principalmente quando rst prestes a obter
ura grao do bacharel; entend ra que era
de grande necessidade a liurailhaeo, que,
ne&te caso, nilo seria covardia; entendeu
que por meio de eua prmUjha recentemen-
te disposada, podia obter a sua approva-
cao e ransequenteraento adquirir o grao de
bacharel e entao cuidar em sna : oceupar-
se da vida alucia
Pois bem, caro Phaelante. Urna vez que
nao posso chamar-te judas e ficandome d-
libitum a escolha da outra denominoslo,
chamar-te-hei Satans.
Perguntar-mo-has talvez porque u3o te
chamo verme; mas pego te'desculpa.
J estando applicada a enominayao de
judas a Z-z M*reeia, a qaeta iajitas s
mente as imprudencias, e a a #-*e i...
(bem sabes), bem vfls que me ara irnpoBei-
vel a escolha de outra denominadlo. Do-
mis, te chamando verme nao tos que, em
tua opiniao, eu te considerara igualmente
a.. de quem faltaste no teu artigo incer-
to em urna das poginas da Promnma ?
Nao te estande bm 4(snMUMaoJt> de
Satanaz, cooceMKta o ilui> do >ptol-o
a quera quizeres, porque s hftbilissimo rra
arte; nao sei se isto o positivismo de
que usas, se A. Comte em suas obras ga-
ranta humaoidade o diroito de reciproci-
dad) das descomposturas, tal vea. ..
Agora, amigo Phaelante, chego ao mare
magnum da tua ignorancia.
Te ocupaste ltimamente com o nome
de um cidado, que dizando nilo respon-
der a artigos anonymos, isto que s res-
ponda a escrptos em que o nome do autor
fosse patente, e n2o cumprio, dizes, a sua
proraessa.
Aqui, Phaelante, temos um argumento
talvez poderosissimo : Ou o cidadao, a que
te referes, entendeu que era pessoa digaa
de resposta, que escrevia contra elle, a
conhacendo-a respondera aos seus artigos
(settas atralas lisongeiraraente a sua dig-
nidade de citadlo brasileiro); ou entcddeu
que era pessoa indigna, como s, e nao
eslava para perder torapo times money.
Demais por uin burro dar um couce nao
se deve cortar-lhe a perna.
Talvez at araanhil, Phaelante.
Teu amigo
Cyro.
Po~d~Alh
A remoeo do pro-parocho
Aeaba da ser confirmada n'esta ci iade
a remocSo do pro parocho padre Joao
Olyrapio de Souza Lyra, coadjuctor pro
parocho d'esta freguezia para a de Aguas-
Bellas, n'esta provincia, eesta noticia tera
levado a consternacao ao seie de todas
as familias, e sensibilisado os habitantes
desta freguezia, que completamente satis-
feitos cora o ministerio do Rv4ra. Joo O-
lyrapio nao podem dexar de lamontar este i Pergunta.se ao Sr. Cazuza Marques que ma-
golpe que o acaba de ferir. j '* ez Club de IteS*' Hern.u-bueauo par.
S -j i_i- i i o. o. se oceupar tanto em de por u.-llc i
he a vida publica do um homem na so- | Ainda hontem. 2 ci lade, a sua dedicacJo pelos servicos a| Commercio que o Club de R.-atas P-ruaiubucauo
seu cargo, o esforyo pelo bom desempe era compooto de cstrade ros pirque nao pagava as
nho de sua incumbencia de vem pezar na
exigencia recebendo com humildade a es- [
portula, que lhe ofTereeiam, ao contrario
destes mercaderes do templo, cuja ganan-
cia e avidez difficilmente se satisfaz.
E' este o resumo de sua vida publica
durante f3 annos incompletos nesta fre-
guezia, que com muito bom direito lasti-
ma esta remojao, que veio affiigl o e des-
consideral-o, matando-lhe talvez no espiri-
to os estmulos de seu bom procedimento,
A sua vida particular por assim dizer
um transumpto da vida publica. Lealda-
de, dedicacao, desnteresse e moralidade
sao os ornamentos de que se reveste con-
siderado como simples cidadao e para
proval o basta dizer que no longo espaco
de 13 annos n3o deu lugar a urna inimi-
sade. nao constituio urna fortuna, ou ao
menos economisou para sua subsistencia.
Faltas ?
Todos aa teem e elle nao as corametteu
tao graves que o incompatibilisassem cera
o seu cargo, e so as corametteu nao se
Iho devia confiar outra freguezia, porque
os requisitos necessarios para dirigil-a,
sao os necessarios para a direccao desta
Mas siga S. Rvdm. o seu destino, se
depois de velho, pobre e doente anda lhe
estava reservada esta humilhaco, resi-
gne-ee na sua dr, que urna justica, tar-
da embora, de seu superior, pode modifi-
caba, ose esta lhe faltar restar lbc hilo
como coraforto a tranquilidade de conscien-
cia e a lembranca de seus parochianos que
hilo de semp.e recordar com verfadeira
saudad'i o nome do padre Joao Olyrapio
de Souza Lyra.
Cidade do Espirito-Santo 30 de Abril
de 1886.
A justiqa social.
Collegio Parthenon
Ba Vellia n. lo
As aulas dcste collegio estao funecionando, ad-
mitte alumnos internos, externos e meio pensio -
nistaa.O director,
Ovidio Alves Manaya.
Merece aatten^o dos
Sr<<. mdicos
Attesto e juro, sob a f de meu gru,
que tendo erapregado sem proveito varios
medicamentos par i dobellar urna sciatica
rheumatica, na aanhora do IUm. Sr. Ange-
lo de Souzi Cordeiro, da ra da Frainha
n. 127, vi a molestia ceder depois do uso
de oito vidros de Cajurubeba, composcilo
do Sr. Firmino Candido de Figaere lo,
medicamento a que se subraetteu, do seu
moto proprio, a mesma referida senhora.
Dr. Jos Antonio de Almeida.
Rio, 12 de abril de 1886.
Es reconhecida a firma pelo tabclllo
Francisco Pereira Ramos.
(Ext. da Gazeta de Noticias.)
ta
as Doaer
Esses professores coatractados que fo-
rera victimas do Leao de. 6 de Feve-
reirode 18"5, sem recebercm o s-u exi-
guo ordeado a tantos mezes c cm chrise
tilo fatal, privados do exercer outro qual
quer meie de subsistencia, como passaram ?
I 'rutados.......
O imparcial as horas vagas.
Fiat lux
N 9. A Einulsao de Scott fortifica e
desenvolve o systeraa osseo e nervoso das
criangas debis e rachiticas, e nao ha nada
que possa se comparar este remedio ta
agrxdavel -< reconstituinte para a cura das
doencas devidas a m condicilo de sangue
e debilidade do corpo.
1 Oculista (I
Dr. Farreira ia Silva, con-
sultad das 9 ao meio da. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Dr. Craeiro Lio
ui:dico
Tem o seu consultorio e residencia ru do Li
vraraeuto d.31 1" andar. Consultas de 11 horas
as t dii tarde. Chamados por cscripto a qualqucr
horas.
Especialidades, febros, partea e m#lestias de
criancis.
OCULISTA
O llr. Knrrr'lo K:im|)iiio, m riicj oculis-
a, ex-ehefed clnica do llr. de Weckftr, d con
tnltiis de 1 H04 br>ras da Urde, na ra do litro
da Victoria n. 4, "J andar, exc-pto nos doiningos
e dias santilic.nios. Bell leneiara do Riachuelo
n. 17, cauto da ra dos Piros.
faxia com as nuas fes tas ue re-
despfzas que
balanya da seus juizes quando teem^de : gap"8 ben)i uma vez que y. s .diz isto porqui
MoU- eounnercial de Pernuia-
bnco
Saaife, 30 de Abril de 1886
As tres horas da tarat
''Ota-sta olficiatu
Cambio sobre o Rio Grande do Sul, 90 d/v. com
1 5/8 0/0 de descont.
Cambio sobre o Porto, vista, 145 0/0 de premio,
do banco, hontero.
?. J. Pinto,
Presidente
Candido C. G. Alcof ,rado
.- Secretario.
e.ENIMENTOS PUULK.O
Mex de Abril de 18oti
u^abuhoD. 1 a 29
aaaaBiuoxuDa 1 a 29
io-m da 30
Cmitaiv EOTitciAt.D-
I4eir 30
la 29
oiuttsalo 1
Mn de 80
29
C30:561583
19:810*499
649:775*082
0:768i906
10:297*528
01:066*434
101:7814716
3 8534934
105:635*650
15:378343
671^588
16:049931
Par* o Interior
No biat nacional Aurora 2, carregaram :
Para Muca, M. A. Senna & C. 11 barricas cora
740 kilos de acucar refinado e 10 ditas coa 4,032
ditos de dito uiascavado.
Para Mossor, M. A. Seana & C. 4 barricas
com 245 kilos de assacar refinado ; M. Viejas 6t
C. 2 ditas com 171 ditos de dito mascavado, 1 dita
com 75 ditos de dito branco e 1 dita com 45 ditos
do dito retinado.
No hiate nacional Crrelo do Natal, carre-
garam :
Para o Natal, P. Alves & C. 38 volumes com
2 283 kilos de assucar mascavado e 14 ditos com
840 ditos de dito refinado
Na barcaca Santa Rita, carregon :
Para Mun, J. Baptista 3.barricas com 120
kilos de assucar refinado.
Na barcaca Flor do Rio, carregaram :
Para Mamanguape, Ainorun 1 nnaos & C. 300
saceos com farinba de mandioca.
julgar os seus actos, a retuocao do Rvdm.
pro-parocho d'esta freguezia a nogacao
da justica de seu julgameoto, e deprecia-
jo de servicos, esorcos, e sacrificios que
deviam constituir uma solida garanta
para sua permanencia n'esta lo-a^irlde.
Um pequeo esboco de sua vida, n'esta
freguezia ser balitante para comprovel-o,
e uma discussSo franca e reapiroaa so
bre sua vida publica, com quejm se jalear
habilitado a contestarnos (so o liouvur)
anda ser mais convicente.
Depois de havar xercido os cargo de
coadjuctor da freguezia de Nossa fcrhora
da Escala, vjgario uncooixBendado de Nos-
sa Senhora da Gonceic dos Montes, em
Palmares, onde conqulstou a affeijio e
syrnpathia de seus parochianos, pelos es-
forcos empregados no seu ministerio, e s^u
regular procedimento, o Rvdm. padre Joio
Olyrapio foi nomeadi coadjuctor pro-paro
cho d'eeta freguezia que teve a felicidade
de 28 de Setembro d 1873 abrigal-o em
seu seo acercado da confianza, de seu
superior p iLxm. Sr. D. Vital, que liavia
reconhecirlo n'elle um sacerdote prudente
e deligent para bem dirigir as suas ove
Ibas, occas'ilo bem dinicil n'Aquelle tem-
po, em qu; a groja d) Olinda senta o
tremendo abalo d'uma criso religiosa.
O tino o prudencia do Rvdm. JoSo O
lympio t' r.un pouco a pouco conquistando
a syrnpathia e confianza do seus parochia-
nos de tal surte, que aquella cri.se passou-
8e sem que esta freguezia soffresse a me-
or perturbacilo, mentidos sempre 08 pre-
est documentado, e cuta) o caso de V. S.
piovar oque asseverou publicamente, sob pena d.-
pa88Mr por mais bobo do que o- juigavauos at
agora.
O acto do Sr. Cazuza 6 cm todo sentido reprova-
vel, e nilo ba homem de bom MOao que nao tenha
nojo da arma deque ese senhoi lancou mao para
desmer'cero crdito e sympalliia de que goza o
Club de Regatas Pernainbuoano, que se ndo tem
ln-totum co respondido a espeetativa publica,
noo f> lta de zc!o e estorbo de eua directora.
Para tudo preciso tempo.
Mais juizo e menos enancada. Sr. ("azuza.
Uin que ovio.
Rcniember
A' c. B. :.
( IMPROVISO-)
Quando ao crepsculo da tarde
Escutares a Tos do comcao,
Recorda-tc de inin. triste e saudcsi,
Dos mcus soiihos d'amor, triste illusao.
/ '
Recorda-te de uiiin quando alta aoite
Meftincolica a brisa cieiar,
DebrucxdH janella meditando,
Nestas noitus de amores, de luar.
Quando a vaga queixosa qnebra-se
Com silencio na areia o praia,
Quando a loa shuoih correndi
Li as ondas seu bnllio desmaia ;
Quando o vento sau loso do norte
Perpassar furioso em tua t anca,
Recorda-te de miin as noites fras
Do quanto eu p.id. ci, iiieiga creauca.
Dr. Ciio Lste
Babia 21-86.
S. //. 8. L.
ceitoa da igreja, sem imposicao, mas com
nunca eraiu
brandura, e suavidade, que
lug r ao menor reclamo.
A caridade evanglica e a humildade
MOVIMENTO DO PORTO
Navio entrado no dia 30
Taraandar e Rio Formoso 7 horas,
por Nacional Mandah, do 222 tonela-
das, commandant Antonio Ro
de Oliveira, em lastro; Companhia
Pernambuca.
Observacao
Nao houve sahidas.
va-
DESPACHOS DE EXPHTACAO
Em 29 de Abril de 1886
o exterior
ara
No vapor inglez Vfarrivr, carregaram :
Para Liverpool, If. J. da Rocha 150 saceos com
11,250 kilos de assucar mascavado ; Niemey Caho & C. 110 saccxs com 10,243 ditos de algo-
6o.
VAPORES ESPERADOS
Advance
Cear
Vle de Rio de Ja-
neiro
Amazont
Mrquez de Caxiai
Amazonense
Minuto*
Vle de Cear
Tomar
Baha
Trent
Espirito Sanio
Flnattce
Desterro
Para
Tagm '
Senegal
Cear
La Plata
do sul
do norte
do sul
da Europa
da Babia
de New-Ye.k
do snl
da Europa
da Europa
do norte
do sul
do buI
do norte
de Hamburgo
do norte
da Europa
do sul
do sul
do sul
5
6
6
6
7
8
10
13
14
16
a 17
a 20
a 23
a 24
a 25
a 26
a 29
evanglica
ehrstS oonstituiain seu raodus vivendie ; e
se as lagrimas que elle enchugou, as con-
solacos que elle espalha"a, podessem fal-
lar, apparecia com certeza um protesto so-
lemne contra o golpe que o ferio.
Que odigam os innmeros misera veis que
em duas epidemias de varilas deveram a
vida aos seus paternaes cuidados, receben-
do delle raraedios, alimentos, vestimenta,
afinal todos os officios de seu ministe-
rio dispensados com solicitude insepara-
vel ate a boira do tmulo, onde infeliz-
mente tombarnm alguna, quelevaram o seu
nome como ultima recordafUo d'este mun-
do.
Que o digam os innmeros indigentes e
emigrantes, que procu- ando fugir as garras
d'uma temivel secca, que ha poucos annos
passados, acompanhada de seu terrivel
cortejo, disiraou a populaco d'esta pro-
vincia, e vieram encontrar carinhoso. am-
paro n'este incansavel sacerdote, que con-
quistou grande numero quelle rlagello,
prestando-Ihes todos os soccorros necessa-
rios materiaes e espirituaes, chegando at
a pedir para si proprio, depois de haver
consumido tudo quunto ganhava om os
seus soceorrdos.
Que fallem estas orphSs e viuvas, cujos
soffrimentos elle adocava estcndendo-lhes
a raSo caritativa, sem curar mesmo de urna
numerosa familia composta de pas j fal
lecidos, e irmilos a quem procurava edu-
car, que felizmente foram compensados,
recebendo um d'ellns ordens sacras, e ou-
tro nao longe de receber um titulo scien-
tifico, e que talvez fique delle privado
com esta ineliz remocao.
Que o digam anda eaU* iafalna erian-
cas a quem elle dava ducftglt, TMtimen-
ta, e alimentos, e com quem distribua aa
suas horas de descanco e ue agora longo
d'elle hao de voltar noramente a ignoran-
cia em que viviam, lamentar os carri-
nhos paternaes que lhes despensava o seu
raestre, tornando-se-lhes assim mais rigoro-
sa a orphandade.
Que o digam finalmente os ricos e po-
derosos da freguezia, a quem prestou-se
sempre com toda solicitude e desvello nos
misteres de sua profissao, se- a menor
Hoje nin;uem mais falla na Europa sena? das
maravilhusas descobertas do Sr. Fasteur sobre a
raivn, suas vxriedudes e seu trataiuento. Desde a
iuvenvito da vneclua por Jenner, nenhuma desco-
berta tae imprtame s medica, nem servido to aotavel se tinha prestado
humanidade.
Mas. se o nome de Pasteur excita a admiracao e
o respeito do mundo infeiro, nao devemos recusar
a nossa gratidao outros sabios que cousagraram
a sua vida cura de molestias infelizmente mais
csiDinuns e quasi tao crueis quanto a raiva ; a
bystena, por exemplo, e a epilepsia, esta raiva
dos ervos que tambrin faz sobrevir a espuma a
bocea.
Estas molestias, outr' ra reputadas incuraveis,
se tratain hoje em dia com 1) >ir> xito, pelo empre-
go da Moluco ami iiervoxn preparada
pelo Dr. Laroynne, solugao cujas virtudes esto
provadas e cuja eficacia nao precisa ser procla-
mada.
A nossa ntencao, nao pois, fazer aqui um re-
clamo desta especialidade pharmaceatica, quize-
mos sement lembrar aos que soflrtm o nome do
Dr. Laroytnne, pois elle bem merece da humani-
dade.
Cirande lotera em beneficio do
fnndo de emancipaco da pro-
vincia de Pernambuco* maior
premio mil contos : extraccao
de aulho de **
Ao Illm. Sr. thesourciro e mais nego-
ciantes de bilhetes do loteras, previne o
abaixo assignado que, ten lo remettido em
13 de Marco deste anno para o Para, pelo
brigue nacional D. Francisca, naufragado
totalmente em Braganca, os bilhetos da re-
ferida lotera: inteiro n. 52479, um meio
n. 182867 e dous quartos n. 127996; nao
paguem qualquer premio que aos mesmos
toque por sorte na extracorto, sean ao
Sr. Carlos Araujo, quem os mesmos per-
teneci o eram remettidos.
Recife, Io de Maio de 1886.
J. F. de Albuguerque.
lassa fallida de Francisco Teixei-
ra Barbosa
O administrador da massa fallida de
Francisco Teixeira Barbosa, tendo de pro-
ceder classficacjlo de crditos, convida
aos respectivos credores a exhibirem no
prazo de 8 dias, contar desta data, s
eua ttulos para que uma vez verificados
tenham a devida clascificacSo na Praca
da Independencia n. 40.
Joaouim da Silva Carvalho.
Medico, larieiin i- operador
Consultorio ru.i Ou^ue de Caxias u. 59,
Io andar
Residencia ra do Pysanc n. 15 (Passa-
gem).
D consultas das 11 horas da inanh s 2 da
tarde.
Attende pira es chainados de sua pr ifias.i,' a
qualquer hora.
Dr. Fcrreira Velloso
d consultas das 10 s 11 1/2 da manha, em
ouajito funceionnr a isaembla provincial, ra
do Marqutz de lin la n. 47, 1" andar.
Conulirio usedico-eirurgico
O Dr. EstevVt Cavaleante de Albuquerque con-
ritma a dar consulta uiedico-cirurgieas, na ru
do Bom Jess ti. 20,1" andar, de meio dia s 4
boras da tarde, i'arasr.1 deinais eousulta e visi -
tas em sua residencia provisoria, ra da Auror
a. 53, 1" ailar.
Ns. telephonicoa : do consultone 95 e residencia
lo6.
Especiaidades Partos, molestias do creabas,
d'utero e seus annexos.
\arope de Mat-mat
O Uat mu (lecyth'e idatimon) com o
qual se prepara este xarope um vegetal da flora
r*rpileira.
E' ura agente therapeutieo poderosissimo con-
tra as molestias do peito e da asthina.
Os numerosos afiectado3 que delle tem fcito uso
conseguirn) um resultado muito satisfactorio, aca-
bando por se reconhc :er que at hoje a melhor
preparadlo para a cura da allian>. lirn
cbile awitamattca. c anliga e opprem
oe. dispensado o emprego do arsenio, tolbas
de estramonio e plantas narcticas que acabam
quasi sempre pelo abuso que delles se faz e mes-
mo pelo uso prolongado por pro iuzir eeitos des-
astrosos sobre a sade e em geral entorpecimento
do cerebro.
Vene-se na Botica Francesa de Rouquayrol Fre-
res, successores de A. Caors
X. SRa da Cruz X. **
RECIPE
COLLEGIO
DE
Nossa Senhora das Victorias
RIJA DO HOSPICIO N. 10
Directoras:
Mme. Blanche d'Herpent Crgo.
Baroneza V. d'Herpent.
Este collegio tem ptimas uccommodaces para
clumnas internas e usa corpo docente de reconhe-
cida capacidade.
---------------------^mm^vmi&im^0
A aula mixta particu-
lar
Francisca Martiniana L. Carneiro participa aos
pais de familia, que sua aula abril- se-ha no dia
12 do corrente : qoem de seus prestimos precisar
pode dirgir-se ra do Visconde de Goyanna n
21, que entender-se-ha com a mesma.
Edltal u. 1S
De ordem do Dlm. Sr. Dr. inspector, faco pu-
blico que fica prorogado at 24 de Maio prximo
futuro o pra so para pagamento, hvre de multa,
do imposto de passeio a as quatro freguezias desta
eidade, e de que tratam os editaes qo>; j oam
publicados.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pexnam-
buco, em 27 de Abril de 1886.
Servindo de secretario,
Lindolpho Campello.
DECLARGOES
C C. E.
Clob Coramcrrial Ealerp
Por deliberarlo da directora, comu'unico ao
senhoras socios que so acham em atraso, que lhes
fica concedido o prazo de 0 das, a contar da
data dest-. para pagarem suas mensalidade fia-
dos os quaes incorrerao as penas do 2 do art.
46 nos estatutos.
Secretaria da Club Commercial Euterpc, 24- do
Abril de 86.O 1- secretario,
Francisco Lima.
Matriz de S, Jss
Veneravel frmandade do Santrmi--
iim Karrameto
D ordem da mesa rege lora, con vi o ais meus
caros irmaos comparecerem no nosso consistorio
no don>ingo 2 de Maio vindouro, pelas 7 horas da
manha, para tncorporados, acompanharraos a pro-
cisBao do Senhor aos enfermos, couformo determi-
na o nosso compromisso.
Consistorio, 29 de Abril de 1886.
O escrivo interino,
Hel odoro Kabello.
A um ui.-z, pouco dia.s ou inen >s. se ai-ha
apprehendiJo pela subdelegada do 1" districto de
A^ua Hreta u:n eavallo mellado. algcn.tdo, cani-
nhos pretos, alguna ps Baleados, veliio, anca de
porc, umi d i p^n'as da orelht cortada, e cas-
trad.i.O subdelegado cm exeieicio,
Feliciano do liosario Lis i.
iiininni da divida activa
De ord'-m do Illm. Sr. inspector e dn conformi-
dode com i3 circulares ns. 34 de 6 de julho de
1883 e 18 de 23 de maio de 188r>, sao envidados
os devedores dU iinpostos de imlustrias e profis-
?iies, predial, 2 ,0 sobre os vencimentos dos em-
pregados de jostica. foros de terreuos de mari-
nliuse taxis re escravm dos exercieios de 1880-
1881, 1881-18S2 e 1884 1885, a virem a esta con-
taderia, n > praao de iU) dias, a cont.ir da data da
publico cao 1"^'', P'gar os respectivos dbitos,
soh ni na de seren Cjbrados judicialmente e logo
depois de teiiniij ulo o praao que fica estabe-
leedo.
Cmtadoria da Theaouraria do Fazeada, 29 de
abril de 1886.
Servindo de contador,
\lanr..| Antonio CardoSO,
Arsenal de Marmita
De ordem do Exin. Sr. chefe de divisao Jos
Mano-d Picaneo da Costa, inspector deste Ar-
senal e capilla do porto desta provincia, faco pu-
blieo que. cm observancia ao av.so do Ministerio
na Mariana, de 20 do corrente, sob n. 581, rece-
be-*e na secretaria desta inspeccio pr-postas em
eartas fechadas, at o dia 5 de maio prximo fu-
turo, 3 11 lloras da nauh, para a venda dos
objectos b.-llicoB depositados no Forte do Buraco,
pertencenfe esta repirticilo, os quaes acham-se
estragadus e constam da relacSo ibaixo :
Espoletas metlicas de fricciln para anilbaria,
4,400.
Espoletas do percussao paraos tubos de signaes,
400.
Espoletas metaliieas de psreussao para prejectis
oceos, 2.000.
Espoletas de madeira at vinte, 1,000
Espoleta* de madeira at dez, 1,000.
Espoletas de madeira commum 2,000.
Cartuchos de papel emballados para carabinas,
10,0iO.
Cartuchos metxllicos para revolver, 5.
Capsulas fulminantes, 10,500.
Foguetes de signar, 212.
Tubos de signaes, 300.
Cunhrtes, G6.
Cartuchos de calibre 32 de 1 e 3 carga, 109.
Cunhetes c im cartuchos emballados, 5.
Estativ -.s para toguetes, o.
Apparelbi para accender tubos. 5.
Secretara da inspecco do Arsenal ne Madinha
de Pernambuco, 2$ de abril de 1886.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
CavallerosdaCruz
De ordem da Resp. Ir. Ven.'. convido a
todos os Obr. da nossa Aug.-. OS.-, para
comparecerem a sessao magna de posse_ das
LLus. e mais DDiga. que teci de servir no
corrente anno de 1886 87, que ter lugar na se-
gunda-feira prxima, 3 de maio vindouro, s <
horas da noite.O secr. .
M Gomes da Silva 18.-.
d
m
Df. Carpeira Lsile
MKOICO
Tem o seu escriptorio a ra do Mrquez de
Olinda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Crua n. 10, Especialidades, molestias de se-
nhoras e i-riaucas.
ED1TAES
O Dr. Antonio Henrique de Almeida, juiz
de direito da camarca de JaboatSo, por
S. M. o Imperador, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem que
no dia 6 de maio prximo v.ndouro, s 11 horas do
dia, em praca publica deste juizi, por execucao
que promove Manool Martina Louaenco contra
Joaquim Pereira Borges e sua mulher, tem de
ser arrematadas pjr quem mais der as casas que
foram a estes pennoradas, sitas ra do Impera-
dor desta cidade de Jaboatas, sob ns. 64, 64 A, e
64 B, a primeira avahada por 7004, a segunda
por 400 e a tercerra igualraf a*e por 40J. casas
estas que deixaram de ir hoje, a praaa conforma
fra annunciado, em razio de ser o primriro dia
dae ferias da paschoa. O otfieial porteiro do juizo
aftixe o presente edffal no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade de Jaboatao, aos
21 dias do mez de abril de 1886.
Eu, Joo Evangelista" de Souza, escrivo inte-
rino, o escrevi.
Antonio Heoriqua de Almeida.
llinin ..aria do abanlecimeoto de
agua gnz ciJade de Olinda
DEVEDORES EM ATBAZO
Tendo a directora, em sessao de 15 do
corrente, resolvido rebeber por intermedio
de um sollieitador todas as contas de con-
suramidores d'agua o gaz em ntrazo, a
contar do ann > de 1876, resolv n'esta
data encarregar de tal cobranja o Sr.
Diogo Baptista Fernandes. a quem espero
attcndero desde logo os mesmos devedo-
res, cortos da justija c cquidade de simi-
lhante resolu9ao.
Escriptorio do gerente 2S do Abril de
1886.
Antonio Pereira Simoes.
CoDipanhia de Edificado
Communiea-ie aos Srs. accionistas, que por de-
liberado da directora foi resolvido o recolbimen-
to da segunda prestacao, na razao de 10 por cento
do valor de cada aeco subscripta, o qus dever
realisar-se no London Brasiliun Bank, at o dia {
10 de Maio prximo futuro.
Recite, 24 de Abril de 188G.
O secretario,
Gustavo Ant
Club de Regatas pe^-
nambucano /
Terceira regata
Pelo presente sao convidados os senhores socios
que cetiverem quites com o Ojfre social, a vjrem
receber do Sr. tbesoureiro, na sede deste club,
nos dias 30 do correnta e 1 de Maio prximo,, das
7 s 9 horas da noite, seus ingressos pai-a/aar-
chibancada reservada aos mesmos, afira de jpode-
rem ass'stir a regata de 2 de maio, e no mesmo
dia das miios di esbrador- Outrosim, previno,
que ha, na archibanca ia, no dia da regaba, in-
gressos para as geraes disposicilo do (publico,
medante a quantia de 1000.
Secretaria do Club de Regatas Pernmbucano,
em 29 de Abril de 186.O 1- secretado,
Osear C. Monteiro.
Estrada de ferro qoRe-
cife ao S. Francisco
AVISO /
Em virtude do art. 76 do regulajiento desta
estrada, s 10 horas da manha do dii 3 de Mai
prximo, e na estaca do Cabo, se Wendero os
seguintes objectos abandnalos as I estacoes : 2
caixSes com machinas de costura, maffea J. J. ; 1
eaixo M. S. P. ; 1 dito gaa ; 1 dioo s3bo ; 1
barrica bacalho A. F. B. ; 1 eaixo Jmedicam:n|
tos T. L. R ; 1 bahu ii.J-l 1 dito T. L. ; 1 cai-
xa C. M. ; 2 pedias de m, barricas, saecos e
ancoras varas, e outros objectos de rouco valor.
Cabo, 29 de Abril de 1885.
Wells Hofod,
Superintendieote.



/
I mam i
mmm i





- .;



Diario de Pcrnanibnco-Sabbado 1 de Maio de 1886
-
Venerare, irmandadc de N. S. do
Ter?o
De ordem da mesa regedora, convido aos nos-
aos carissimos innaos a comparecern! no bosio
onsittorio pelas 7 horiis da manh do da 1 do
andante, pars encorpor .dos, acompanbarmoa a
proeissao do Senhor aos enfermos, que tem de
sahir da matriz de S. Jos.
Secretaria da veneravel irmandade de X. S. do
Terco, Io de Maio de 1886.
O secretario,
Alezandre dos Santos Sulv*.
i
Gabinete Portuguez de
Leitura
Por ordem do Exm. Sr. presidente, sao vova-
mente convidades os senbores membros do conse-
lho deliberativo reunir so na sdn do Gabinete
quarta-feira 5 de Maio, s 6 horas da ti rde, afi
de se proceder a leitura do relatorio c tratar se
de assumpto urgente e do mximo interesse para
a uatkuieio.
Secretaria do Gabinete Portugus de Leitura
em Pernambuco, 30 de Abril de 1886.
Alfredo C. Cosseiro,
' 2- secretario.
Con-
Club Concordia
Beunio familiar extraordinaria
Sabbado Io de Mho
Principiar-se-ha s 8 horas da tarde cora a re-
presen tac-o de ura artista prestidigitador
vites permittiaos.
\ directora.
Tendo boje o Sr. capitn Faustino Jos da
Fonsccn, subdelegado do Io districto da fregu
zia de S. Jo*, passado o < x -icuio da mesina sub
delegada ao seu 2o supplente. i'edro Jos Cor
rea, dar esta autoridade audiencia tolos os dias
em sua residencia ra dj Coronel Suassuna n.
175 e na estncSo da guarda civica do mesmo dis-
tricto. O escrivao,
Glicerio C. do Espirito Santo.
THBATRO
DA
Socledade dramtica
NOVA THALA
domingo de malo
InyUMJL do, xaet de Abril, sob a direc-
cfco de socio
Ifcavtfe Paulo de Albuquerqve
'{"liuda ouvertura pela orchestra, repre-
seutar-ie ha o apparatoso drama em 5 actos e um
([oadro :
OBH<*IIIA(;AO DOS ACTOS
1.* O Reeonhecimento.
2." O Doello.
3. O Desterro.
4. O Anjo da Caridale.
5. O Assaesino e a priso.
6. O Cadafalso.
Principiar s 8 1/2 horas.
Os Srs. socios que ainda nao tiraram suus
assignaturas queirum procural-as as maos do Sr.
tbesoureiro.
O Io {secretario,
Joao B. Fartado.
C. D. F.
THEATRO
lioiijinliia MARTIMOS E TERRESTRES
Ustabelcida em 1**55
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
Maritioios..... 1,110:0008000
Terrestres,. o.6:000$000
44Roa do (ommerelo
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Pheuix Per-
nambucana
fluado Commeroio n. 8
Ciiih Dramtico Familiar
Grande soire dramtico em solemnisacao
soiree
ao
4" annivi-rsario
saito Broto k c.
Companhia
Imperial
Sabbado, 1 de Maio
Primeira parte
Ilymno da sociedade, em serna abulta, pela or-
chestra do Club, sob a direceao do soe-w bene-
mrita Marcellino Cleto.
Depois do que, o orador do Club fnr a expo-
sico dos factos mais notaveis occorridos no anno
quo ri da.
Segunda parte
Representar-se ha o grandioso e monumental
drama em um prologo e 6 quadros, que tanta acei
tacao teve do publico desta capital, quando exibi-
bido pela primeira vez pelo Club, original do
laureado dramaturgo D'Ennery :
\H
Ruinas do Castello-i\egro
pocas1792 183.
G Scenarios deslumbrantes e especialmente pinta-
dos pelo insigne sccnograpbo pernambucano Dr.
Carneiro Vilella.
stemer ViUe de Cear
E' esperado da Europa at
o dia 6 de Maio, Be-
guindo depois da indispen-
savel demora, para a la
bia. Uto de Janeiro
e Sanio.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p los
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng _-
quer reclamacae concernente a volumes, que por
vep.ty.ra tenham seguido para os portos do sul.afim
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
arias.
Expirado o referido praae a companhia alo se
responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas e passageiro pars
quaes tem excellentes aceomodaeoos.
Augusto F. de Oiiveira & (
AGENTES
42 -RA DO qOMMEBfO -4*
eOMPANIUE DES HEMAVU-
RES HARITIHE8
LINHA MENSAL
O paquete
Amazone
Coiumandante Hortemard
Espera-se da Eu-
ropa no dia 6 de
Maio, seguin
do depois da de-
mora do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro e Monte
tevido
Lembra-se sos senhores pnssageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se aos senhores recebedores de merca-
dorias que s seattender as reclamscoes por fal-
tas nos rolumes que torem reenhecidas na occa-
siao da descarga.
Para carga, passagens, eucommendas e dinheir*
tricta-se cem o agente
Augisle Labille
9 RA DO COMMERCIO
ana raulher Mara da Conceico Dias, levar a
leilao nm terreno com 146 palmos de frente e 292
de fundo na travessa de S. Joio em Beberioe de
Baixo (em Agua Fra) com duas casas de taipa,
cada urna eontendo 2 salas e 1 quarto, solo pro-
pno.
Um dito ra do Triumpho (conhecido por Ca-
cunda) lado do norte, com 50 palmos de frente 8
'470 de fundo, solo proprio.
Um dito na mesma ra, lado do su, com 110
palmos de trente e o fundo termina na ra das
Mocas, solo proprio,
AVISOS DIVERSOS
A) comnicrcio
Pede-se aos abaixo asignados o favor de i Os ahaixn *.
virem ou mandar ra do Mrquez de O.inda ... d.**;XJr,nl
que nao ignora n. -
51, a negocio
Pedro Siqueira, d'Alfandega.
Arthur Dantas.
Luis Carvalho.
Jos Guinares, caixeiro de Loyo 4t Filho.
Fr lxico Viera,
deve regular paramis de Angosto Goncalves da Silva.
Sr. Manoel
tem alicorees de urna casa
Aluga-se a loja da ra de Marcilio Dias n.
: tratar na rna do Mrquez de Olinda n. 3.
300 palmoB de fundo)
que cabio.
Os pretendentes desde j podero ir examinar
e para qualquer informacuo o mesmo agente I Alugam-se casas a 8J000 no becco dos Coa
dar. Ibas, junt de S. Goocalo ; a trafer na .ra da Im-
eratriz n. 56.
X-DSXX-J^A. O a byPtheca da "a do 'argo
Das dividas activas da massa fallida de Monea & "' rua Nova a' 12' loJa de chapoS-
Faz se negocio com quem preteader comprar
bypotbeca da asa do largo do Paraizo a. 15 :
Rocha, na importancia de 8:260290, ser-
viudo ie base a efferta de 400000.
Mexia-reira S de maio
Ao meio dia em ponto.
No sobrado da rua da Senzala Nova n. 30 (por
oeeasiSo de um outro leilao de movis, louca,
vidros, phosphoros e papel).
O agente Pinto levar novamente leilao, ser-
vindo de base a maior ofierca obtida, as dividas
activas da massa fallida de Moraes Rocha, na
importancia de 8:2604290, sendo que naquella
occasio eectuar-se-ba a venda com quem melhor
vantagem fizer, de coutormi lade com o despacho
do Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do com-
mercio, ao meio dia do dia 3 de maio, no sobrado
da rua da Sensala Nova n. 30, poi oceasio de um
outro leilao de papel de embrulho, phosphoros.
movis, louca e vidros.
Precisa-se de urna
a da Aurora n. 165.
ama para cosinhar ; na
I afrete:
Leilao
e lirros
Urna
valles.
banda marcial tocar durante oc inter-
O espectculo comecar depois da sess", s 7 e
meia horas.
Bonds para todas as lindas c trem para Olinda.
fompanlila Bra Ilelra de ^ave-
fi&co a Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante V tenente Guherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do su
at o da 6 de Maio, e
seguir depois da demora in
> dispcnsavel, para os portos
do norte at Manos.
Para carga, passagens, encommendaa valores
racta-sega agencia
11Ruado Comroercio 11
portos'do SUL
O vapor Cear
De movis
a saber .
Um piano d tres cordas, urna mobilia de Jaca-
randa, com 1 sof, 2 consolos, i cadeiras com bra-
cos e 12 cadeiras de guarnico, 2 candieiros de
porcelana, 2espelhos grandes dourados, 4casticaes
com mangas, 2 escarradeiras, 2 tapetes de sof,
(novos) tapetes de portas, jarros para flores, 1 can-
dieiro gaz com 2 bicos, e diversos livros.
Duas camas de amarello. 2 theres, 1 commoda,
1 guarda vestid is, 2 marquesas, 1 machina de cos-
tura, 1 dita de preg liar, e 1 cabido grande.
Urna mesa para jantar, 2 apparadores, 12 cadei-
ras, 2 garrafas para vinhos, copos para agua e para
vinho, mostardeiras, 4 caixas com msicas, 2 jar-
ros para lavatorios, 4 chaleiras, 1 tinteiro e outros
objectos de caa de familia.
Terja feira 4 de Maio
Por intervencao do agente Pinto.
No 2 andar do sobrado da rua da Imperatriz
12.
Aluga-se o 2 andar n. 31 e o armazem n.
39 rna do Imperador ; a tratar com Luiz de
Moraes Gomes Ferrea.
Prccisa-se de um bom cosinheiro ou cosi-
nheira : na Ponte de Uchoa, sitio de Luiz de Mo-
raes Gomes Ferreira em frente a eBtacao.
Aluga-se o 1 andar de sobrado rua do
Rangel n. 41, caiado c pintada ; a tratar ua rua
Direita n. 3, 3o andar.
OfFerece-se urna senhora para cosinhar em
casa de himem solteiro, que nao exceda de quatro
pessoas. a qual desempenba bem toda qualidade
de comida : quem precisar dirjase rua da Lin-
goeta n. 5._____________________________________
Precisase de urna professora que suiba to-
car bem piano, francez e mais trabalbos de senho-
ra, para engenho : a tratar na rua do Imperador
n. 43, 1 andar.
o da 28 de AdK
Rodrigues i, Mattos, e ficando 'ac
effeito toda e qualquer trans..l5o ,eita pelo ^^
mo senbor, a contar da data cima.
________________________ Oiiveira & C.________
Declarado
Os abaixo assi^nados, irmos da veneravel or-
dem terceira do Sertphico Padre S. Francisco le
Olinda, promotores da proeissao do Senbor Mojete,
declaram nada dever relativamente quelle {fceU,
e se algnem por ventura se julgar credor,
apresentar suaa eontas can venientemeute
sadas, no praao de (rea dias, qne lhes serao]
pelo irmo Teixeira de Farias.
Olinda, 30 de Abril de 1886.
Jos Marcelino da Silva Braga.
Francisco Antonio T. de Farias

Ama
j^Precisa-se de urna ama qua saiba cosinhar ca
rua do Imperador n. 28.
Caixeiro
Prec-isa-se de nm caixeiro com pntica de mo-
ihados, de 15 a 16 asnos de idade, e que d fiader
sua conducta : a tratar no pateo do Terco Ha-
rnero 2.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro com pratica : a
tar na rua da UniSo n. 54.
tea-
Em casa de Joseph Krau.-e & C. rua Pri-
meiro de Marco n. 6, prccisa-se de um bom cosi-
nheiro ou cosinheira.
Prccisa-se com urgencia de urna ama para
cosinhar e engommar, para casa de duas pessoas:
a tratar na rua de S. Jorge n. 122.
Casa no Monteiro
Vende-se ou aluga-se urna caaa com 2 salas, 4
quartos, cosinba, junto a igreja : a tratar na i-
vraria Econmica, rna Primeiro de Marco n. 2.
Silio
% Aluga-se o 2" andar
Aguas Verdes n. 22. calad
modo aluguel : a tratar na
ro 21, cartorio da facenda.
_______ Alugitel mniio barato
do sobrado rua de i Com casa nara familia, teudj amitos arvoredos
e pintado, por com- dando fructo, e logo junto excelleute banho salga-
ua da Aurora mime- i da. na travessa do Motocolomb n. 4 (Afc ados),
j junto do Illm. Sr. chefe Lima e muito perto dos
! aonds : a tratar na rua de Santa Thereza u. 38.
Commandante
Guilheitne Pa-
toama
de
DE
SE^IRO^i coxtba FOGO
EST: 1803
Edificios t mercadoricu
Taxas baixat
Prompto pagamento de prejuizos
CAPITAL
Rs. 16,000:0004000
Agentes
BROWNS & C.
N. Rua do Commerclo N. 5
II
\TIC i FOCO
North Brilisli & Hercantile
CAPITAL
a:000.000 de libras sterllnaa
A G E N 1 E S
Adomson Hawie & C.
OSOS
ONTRA FOGO
The Liverpool Hondn iGbl
KSI'BRWCE COMPAIW
LonoQ and Brasillan Bank
Limited
liua do Coinmerci? n. 32
Sacc.a por todos os vapores sobre as ca
xas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, rua dos Capellistas n 75 N-
Porto, rua clos Inglezeu.
Casa de Misericordia
Reclfe
Na seorctaria da Santa Casa de Misericordia de
Secife arrendain-se por espaco de um tres an-
uos, as casas a'uiixo declaradas :
Rua da Moeda n. 45, 2404000
dem -dem *. 49 2404000
Rua do Bom Jess n. 13, 1- andar 3 04000
dem n. 29, loja 2164000
dem dem n. 29, 1 andar 2404' U
Rua dos Burgos n. 27 2164000
Rua da Madre de Deus n. 10-A 1804000
Caes da Alfandeca armazem n. 1 1:6004000
Rua do Marquei de Olinda n. 53, 2o
andar 074000
Rua da Guia n. 25 2004005
Becco do Abreu n. 3, loja 48J000
Sua do Visconde de Itaparica n. 24,
pavimento terreo, 1* e 2 andar, por 1:6004000
Rua das Calcadas tf. 32 2004000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 6 de fevereiro de 1886.
O cscrivo, Pedro Hodrigues de Sotiza
o 1.' tenente
checo
E' esperado dos portos do
norte at o dia 3 de Maio,
e depois da demora in
dispeusavel, seguir para
os portos do sul.
Recebe tam jem carga pa-
ra Santos, Pelotas e Rio Grande de Sul, frete m-
dico.
Para carga, passagens, encominendas e valores,
trata-se na agencia
N. 11-RUA DO COMMEROIO N. 11
Lisboa e Porto
O brigue portuguez Armonio segie para es
portos cima: para o r.'slo da carga que lbe falta,
trata-se com os consignatarios.
Leilao
De annaco, fiteiros e fazendas da loja rua Im
perial n. 1
O agente Brito, devidamente autorisado, vende-
r em leilao, a armacao e fiteiro envidracado de
amarello e as fazendas existentes a saber : casi-
miras, lpicas, madapolo, chitas, setinetas, sar-
gelins, colchas, chales, meias e colarinhos para
homens e mulheres, camisas para hsmens, lencos,
chapeos, fichas, calcados, 400 pecas de roupa feita
e outras fazendas, que se vendem ao correr do
martello, por ter o dono de ietirar-se.
Qulnta-feira 5 do corrente
A'p 10 Jj2 horas.
Arrendase
Precisa se de urna ama para comprar e co-
sinhar, para urna pessoa : na travessa da rua dis
Cruzes n. 2, 1 andar.
Vende-se um sitio no lugar Piranga da fre- ] o engeano Braganca. na comarca de Barreiros,
guezia de Afogados, perto da encruzilhada do moente e corrente e de boa produeco : quem
mesmo lugar, com tres casinhas em bom estado,; pretender pode entender-e eom os visinhos Dr.
e trras para planta;ocs e criaco : quem preten-
der dirija se Zamba, funileiro, naa Areias do
Gequi.
Tendc-se um expeliente sitio na estrada de
Joao de Barros, com bastantes commcdis, agua e
gaz : a tratar na rua do Bom Jess n. 19, arma-
zem.
Os engenhos centraos
do Brasil
Folheto estripto por M. Amberg, vende-se na
agencia geral de assignaturas de obras luterana,
praca do Conselheiro S ldanha Marinho, n. 4, an-
tigo largo da matriz de Santo Antonio, pelo proco
de 200 rs.
Telisbino de Mendon?a Va3coneellos, no engeaho
.Multas Cabras, ou Joao Paulo Moreira Temporal.
nD engenho Bom Jardim. cu no Recife com Leal
& I.'ino.
Fabrica Vendme
Han marca de cigarros picado, surgi desta
fabrica, denominados Zulmira, a apreciadlo publi-
ca a julgar, na certeza de que s3o preparados
com tumos de qualidades superiores. Tem rece-
bido agera tambem fumo fresco do Para, charutos
do Cardoso, Costa Ferreira, Lucas Frey, Danne-
mam e outros, caporal de diversas qual ida des, tu-
mos inglezes e outros ; a elles, Leus amigo i e fre-
gueses, apreciadores do tabaco
Roa do Baro da Victoria a. 39
PROGRAMMA
DA 3.a REGATA
oo
IEIL0ES
SARITMOS
COMI'.l\Hli PKfi\tWAI < > A
DE
ftavegaeo Costeira por Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahjka,
R flD SlirflS M
AGENTE
'n
Jos Alves
N. 7-RUA DO BOM JESS-N. 7
MeguroN martimos terrestre
!Ne-tC3 ltimos a nica companhia nesta praca
qne concede aos Srs. segurad' s iscmpcao de paga-
mente de premio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont favor dos segurados.
THEATRO
Empresa Dramtica
Companhia dramtica, dirigida pelo aoor
XISTO BAHA
DOMINGO, 2 DE MAIO
Entra da Coaspannla
1." rrprestutaco do esplendido drama histrico
ai 4 actos
i
GABRINA
fle Paiw
Deiiominacao dos acti s
1. O Herdeiro do Throno.
2.* A Trfcca de Criancas.
<~&.' As duas miea,
i* Loncura e Reeonhecimento !
Os bilhetes podan desde j ser procuradas n
Ihaatro Santo Antonio.
GEm ensaics a grande mag'ca em 1 prologo, 3
actos e 6 quadros, toda ornada de msica, trans-
formaces, visualidades, fagos, maehinismos, etc.
A FILII4 DO AR
O0
A PRINCEZA AZULINA
que subir acea na prozima semana.
Macu, Mossor, Ara-
e Cear
Pirapama
Segu no dia 5 de
Maio, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 4.
Encommend.-is passagens e dinbeirs a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Periamhwspvi
n. 12
nite.d Slales & Brasil IS.Tt
O vapor Advanee
E' esperado dos portos do
sul at o dia 3 de Maio,
depois da demora necessaria
seguir para
Marxaho, Para. Barbados, S.
Thomaz e .\cwlork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
jc com os
Ag3ntes
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port
News.at o dia 17 de Maio.
o qua! seguir depois da de-
mora necessaria para a
Baha e Rio de Janeiro
? ira carga, passagens, encomiendas e dinheirc
a rete, tracta-se com os
AGENTES
ilenrj Forsier i C.
N. WAboCOMMi-.tiOlO -- N.8
! andar
Segunda-feira, 3 do corrente, deve ter lugar
o leilao de movis, louca. vidros, papel de embru-
lho. phosphoros e dividas na rua da Sanzala Nova
n. 30.
Terca-feira, 4, o de movis e livros no 2o
andar do sobrado da rua da Imperatriz n. 12.
Leilao
De l mobilia de amarello a Luiz XV com 1
sof, 2 cadeiras de balanco, 2 ditas de bracos e
12 ditas de guarnicao, 1 cspelho oval, moldura
dourada, 1 candieiro para gaz, 2 laoternas e cas
ticaes. 2 parea de jarro, 1 cama franceza de
amarelio, 1 lavaton- de dito, 2 cabides, 1 raar-
quezo, 1 bcrco, 1 sof, o cadeitas do amarello, 1
mesa para jantar, 4 quadros, 1 rc'ogio, loucas
para almoco e jantar, copos, garrafas, trem de
cosiuha. jarros para agua e diversos utensilios de
uso domestico.
Sexta-feira 3o do corrate
A'8 11 horas
No l- andar do sobrado darua do Duque
do Caxias n. 32
O agente Gusmo, autorisado por urna familia
qu retira-se, far lei'ao des movis cima men-
cionados, os quaes sero vendidos sein limites.
lII IE lili.lili
Em 2 de Maio de 1886
lAlJ itdu k-3 iAj v\j
Em 2 de Maio de 188S
Dora G-j^2;oxyxDex3B.a
P0ULE 2^000
Leilao
Do movis, vidros, obras de labyrintiio e
vidas na iraportaajia do 2:3l4,-)000
Sabbado 1 de maio
sll lic.i ns
\o armazem da na do Bom e
sus n* IB
O agento Modesto Baptista tara leilao de mo-
bilia de Jacaranda, 1 piano, guarda-louca, 1 ar-
macao para loia de miudi-zas, cummodas, can-
dieiros avulsos, chapeos de sol, vinho de caj, 1
fogo americano, earteiras, copos, quadros jarros,
amortuadores, mesas de pinho, livros, grande
quantidade de toalbas, fronhas e lencos de la-
bynntho, bicos e rendas obras de apurado gosto
e dividi.G, na importancia a^ima declarada e 1
importante machina propria p^ra selleiro e sa-
pateiro.
l.o
2.o
EUBABCA<;OES
Balieira de 4 remos.
Escaler de 4 remos.
Out-rigger de 2 remos,
dem.
Encarnado.
Azul.
8.'
4.
OUCSIHS REUNS
S^aaceza de Marera-
a Vapor
o Havre, Lis-
Rio de Jai eiro e
entre
B&hia,
S-.'
De um piano forte, urna in ibilia com tatnpos de
pedra, 4 castieaes com mangas, 6 jarros para flo-
res, 2 machinas de costura, 1 espelho grandr, 4
quadros, e. tapetes.
Urna cama francesa, 1 guarda-vestid}, 1 lava-
torio, 1 cabide, 1 bid 1 commoda.;
Urna mesa elstica com 5 taboas, 2 binquinhas,
1 guarda-comiJa de rame, b.in dros, e muiros outros obj"Ctos de casa de familia.
Segunda -feira 3 de maio
No sobrado da rua da Senzala Nova n. 30.
O agente Pinto, autorigad.) elo Sr. Antonio
Fernandes de Figneiredo Paiva, que retirou-se
com sua famili i para a E'irops, taz leilao dos
movis e mais objectos existentes no sobrado, da
rua da Senzala Nova n. 30.
5.
<;.
Escaler de 12 remos
Balieira de 4 remos.
Out-rigg racing-gig de
4 remos.
dem, dem.
Branco estrella azul.
Amirello e azul.
Encarnado.
Azul.
Joaquim L. Teixeira.
Theot.J.deSant'Anna.
RIMADORES
A. Christiani.
Alcides Falcao.
Braga.
Veiga.
Profissionaes.
Prossionaes.
H. Cowlson.
K. Christiani.
M. Alves Ferreira.
G. Chance.
DISTANCIA
EM METROS
1.003
toa
DO VESTUARIO DA
THIPOLAfAO
NOME DAS EM-
BABCAOOE*
1.C0O
Imperiaes mariuheiros
da corveta Primeiro
de Marco.
Marinbeiros do Arsenal
de Marinha.
1.200
Balieira de 4 remos.
Escaler de 4 remos.
Encarnado, branco e
azul.
Azul e branco.
Out rigger remado por
2 amadores,
dem.
7.
de 4 Maos.
Encarnado e branco.
Encarnado.
Encarnado e azul.
Amarello e azul.
dem.
Bandeira ingleza.
lAtul.
J. HardiDg.
Botelho.
Tenente Afrorisio.
Oiiveira Lima.
Arthur de Mello.
Alcides Falcao.
H. Forster, II. Perman,
J. D. Needham e
Thom.
Augusto Oiiveira, E.
Oiiveira, Marineo de
Souza e F. Vaughan.
mperiaes marinheiros'
do patacho de guerra
Pirapama.
Profissiobaes.
Branco a manijo.
Branco e azul.
Branco.
Azul e branco.
Vencedor.
Teimoso.
Irene.
1
Elctrico.
Branco.
Branco.
_
1.200
B. Moreira, P. Vuughau.
M. Ferreira, G. Chance.
Protissional.
Thomaz D. dos Santos
' Profissionaes.
Profissionaps.
1.200
1.000
1.200
Azul escuro.
Primeiro de Marco.
Arsenal.
Azul e
lista.
branco em
, Relmpago.
(C. Pernambucano).
Capibaribe.
(C. Pernambucano).
Branco.
Azul e branee.
Verde e amarello.
Azul e branco.
Branco. *
Br. mar. ou br. e azul, i Bemtevi.
Zila.
Corsario Negro.
Relmpago.
Cabibaribc.
Wiking.
Leilao
De
Sniirllu ie lleJeiro
Espera-se dos or tos do
sul at o dia 0 do corrente
seguindo depois da ndis-
pensavel demora para } Ha-
vre.
As passagens podero ser tomad* de autemao
Recebe carga encommendas e passageims para
o quaes tem excellentes accommodacea.
10 caixas com 25 grosas de phosphoros, 1.50
resmas de papel para embrulho (hambur-
gus) em pacotes de 5 resmas
de differentes tamanho*.
AgaaiWii-rcira 3 de maio
A' 1 hora da tarde.
AGENTE PINTO
Na rua da Senzalla Nova n. 30.
Leilao
Terca feira 4 de malo
A! 11 horas
Rua do Imperador n. 22
. O agente Burlamaqui, por mandado e assistec-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de direito privativo de
orpbos e f.useates, a requerimento do inven t-
riante do espolio de Antonio da Costa Dias, e
Sio estas as cemmissoes que teem de funecionar no dia da regata :
Distribuico do premios Os Exms. Srs. presidente da provincia, inspect}r do Arsenal de Marinha c piesidente do Club.
Juizes de partidaOs Illms. Srs. Olympio Redenio Loup, 1* tenente Jos Pereira Guimaraes e Adolpho Guedes Alcoforado.
Juizes dechegadaOs Illms. Srs. W. Hughes, Dr. Alfredo Lisboa e Io tenente L. B. de Gouveia.
Fiscaes de raa-Os Illms. Srs. major JosFranklin de Alencar Lima, Dr. Hennque Milet e Francisco de Paula Lopes.
Directores de regataOs Illms. Srs. Ernesto Jos de Souza Leal, Jos da Silva Lemos Guimaraes e Arthur de Ifcllo.
Directores de archi-bancadaOs Illms. Srs. Wallrido Aran es, Luciano Manvenay, Ephrain dt Barros Barreto, Dr. Francisco Loepolat
Marinho de Souza, Epaminondas Chermon, e Joaquim M. Franco de S.
---------------aecag-i
Os Srs. patres encontrar os seus respectivos signaes com es dir.-ctores de regatas,'s 2 horas da tarde, na archi-bancada, Annunciaj
comeco |da,regata urna (girndola de foguetes, a qual ser encerrada com urna outra girndola. O signal da partida dos pareos str a queda de daac
bandeirolas, do ponto da partida, aps um tiro de bomba.
Logo que comecarem a correr os p .reos, os juizes de chegada sarao os Biguaes dos eontendares, e conservar icado o sfgnal daquelle au
for veneedor. Dao o signal da p irtida ficar encerrada a venda dos poules da corrida que se vsi efectuar ; devendo o esoaler, tanto vencedor edM*
vencido, correr at ponto d* chegada, e o vencedor ir logo reeeber o premio na archi-bancada. Os escaleres que tomarem parte na regata devero ettmr
9 2 horaa-cn tro te a archi hincada, junto ao caes. Pede-se encarecidjm.'iite s pessoas que vierem com escalerabrilhaatar a festa, o favor de iko
a'ravessarem a raia, afim de evitar algum sinistro. E' expresamente prohibido aos esdaleres correrem por fra das boias.
Comecar is 3 horas da tarde.
O* direfetore* de recata
rneto ^j. de Souza jLeal.
'Jos da Silva Jemos guimaraes.
.firtlnir de Mello.
1 IBWR 1


o
Diario <2e Pernanibuct>-Sabbado 1 de Maio de 1886
Ama

NICO
Precisa-Be de urna ama para casa d<* Ju pea-
imi ; na roa Formas* n. 89, or1111 do becco
4aa Ferreiros.
Ama
r.ecisa-se de ntna boa cosinheira
MarqiP de Olinda n. 6.
oa roa do
Ama
Precisa-se de urna ama para andar coro, duas
ancas, lavar e engommar para as mesmas ; na
da Roda n. 16.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar : na roa Nova n. 20.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cosi-
nhar, para pouca familia : na ra de Livram rito
umero 24.
Ama para menino
Preeisa-se de urna ama para acompanhar urna
familia que se retira para a corte : na Graca, tra-
TOBsa das Pernambucanas n. 3.
Aluga-
se
para escriptorio a sala de detraz do Io andar da
ra Primeiro de Marco n 18, muito propria para
escriptorio de qualquer natureza ; a tratar na loja
do mesmo predio.
Aluga-se
#
rix
V
o 9* e 3- andar do sobrado ra do Brum n
a tratar no mesmo, padaria.
62:
Aluga-se
por barato preco a cas* da ra Imperial n. 286,
de um andar e loja, com frente de azulejo, tem
boas commodos, agua encanada, e muito fresca ;
a tratar na ra do Crespo n. 18, loja.
Aluga-se barato
1* andar e aimazem na ra do Bom Jess n. 18,
C 3' andar e armazem na ra da Restauradlo n
31 : a tratar na ra do Bom Jess n. 12, escrip-
torio.
Aluga-se barato
A casa n. 74. la-ge de S. Jos.
A casa u. 143, :i ra da Coronel Suassuna. '-y.
Casa n. 18, no Corredor do Bispo.
Trata-se no largo do Corpo Santo n. 19.
Entornilla e.r
Prcisa-se de urna e igommadeira; ra Duque
de Caxias n. 86.
11
O Sr. Francisco Alve da Costa, commandante
de um dos vapores desta compauh'a rogado a
vir ra d > Mrquez de Olinda n. 50, atim de
ocluir certo negocio que nao ignora.
Cosinheira
Precisa-se de urna que seja muito boa par casa
de duas pessoas estrangeiras. Informa-se na ra
do Baro dr Victoria n 9, livraria.
Engoiumadeira
Precis.i-se de umi, que encomme muito bom e
eaaabe, para casa de pequea familia, prefere se
cscrava ; na praca do Conde d'Eu n. 30, primeiro
andar.
Vinio vellio genuino
do Porto
Proprio para doentes, rrcommenda-se pela sua
reza e especial qualidade ; no armazem de Jos
Preoarago de Productos Vegetaes
PAR*
IXTINyO DAS CASPAS
e outras Molestias Capillares.
jVIARTI NS & BASTOS
PertiHinbitro
Agustinho & Irinao
tendo feito urna grande reforma em seu estabele-
cimento de joias, ra do Cabug n. 3- A, convi-
dam aos seus amigos c freguezes & virem-se pro-
ver de joi:is em gusto e preco sem competencia,
oia resolveram assim fazer por terem um grande
sortimento de joias de curo e prata ; tambem con-
certam quaesquer obras de ouro ou prata. e com-
prara ouro velno e prata.
Cosinheira
Precisa-se de urna, a tratar na ra da Unio
n. 11.
pui
Fernandes
ria n. 3.
Jma & C. ra do BarSo da Victa.
Nao s eogaiaia lais!...
Recebemos neste ultimo vapor voadores para
meninos aprenderem a andar, assim como, diver-
ses obras de Vime.
Cadciras
Cestas de diversos tamanhos para compr
Balai.'S para papel.
Ass.-.fates
Ondecas.
Roupeiros.
Bcaientes de hortalicaB e flores, amores perfei-
toa e diversas quaiidades.
Vio tambem o especia] bacnluo de Nomcga,
Gsando cada um 6 libras: em casa de Pocas
endes & C.
Rna estreitu do Rosario n, 9, junto a iqrtja
Engenho Uoiabeira
TralpaBa-ee o arrendamenro lo engenho cima,
distaiite da cidade de Jaboato meia legea, ven-
dsudo tambem a safra, boiada, alambique, carros
eaiais utensilios pirtenc.ntes to mesmo : a tra-
tar na ra nova de Santa Rita n. 49, serrara
vapor.
Aviso
Lava-se e eng mma-se com toda perfeicao, pelo
preco muito mdico, rcsponsabilisando-se a dar
qualquer roupa hora e d;a que for exigida : a
trr.tar em Sant'Anna, confronte a cstaco da es-
trada de ferro.
Engenho Sipo
Pedr-se por favor que venham ruaDireita n.
16 (viado branco) rs seguintes senhores : Manoel
de Bastos Mello, Brito Bastas Filho e Antonio
Germano Alves da Silva.
Pharoiscia Levy
Ra "Vova nnmer 25
Agua de .Selz natural. pelo ult'uio vapor.
Pharmacia LrYy
lina >oi
Cha preto especial.
numero 35
iro
Precias se de um c y i.-o que
rw do Commerci" n. 44.
i>erito ; na
Mee
i no
No 2C andar do predio t da Impera-
tris precisa se de um .'omeetico.
Ao publico
Companhia de EdificacOes
0 escriptorio desta
companhia acha-se ins-
talado na prafa da
Concordia n. 9. con-
servando-sc aberto
das 7 lloras da manila
s 5 da tarde, em todos
os dias uteis.
Incumbe-se de cons-
truc^es c reconstruc-
fcs.
Recbese informa-
fd^s acerca de terrenos
na cidade e suburbios,
ea respeito dos quaes
queiram os respectivos
danos fazer negocio.
So mesmo escripto-
rio se encontraran as
amostras dos produc-
tos da olaria inechani-j
ca do faquary,propric-|
darte da mesma Com!
panhia.
Engenho
Tr spass i se o arrendamenlo do engenho Santa
(tosa, na f'-eguezia da Luz, perto da estueSo de
S. Lourenco, na via farrea do Limieiro, assim
como de Jalioatao, Da via -frrea de Caruar. O
terreno d para Mifrejar-se annua'mentc de dous
tres mil p.' s de asnear. Alem de militas var-
zeas t'm mata virgen para abrir-r-e novo* parti-
dos, me m vapor, tendo urna machina nova, de
muir I rea, e m en ;na novas e grandes : quem
pretcudt'l -" dirija-se ao mesmo tngenbo ou ra
do Imperador n. 73.
VeiiuC-.se ou jh .miiUse
Quem tiver, na ci-lade do Recife, em
Pernarr>bu'Tj. Especialmente no bairro da
Boa-Vis', um predio do valor de 10
42:000->000, e quizer permtalo por ou-
trs, na pnvo ic3o de Mulung, da provincia
da Par-hyba, tendo dito pradio 130 pal-
mos de frente e 60 de fundo, com 10 por-
tas na frente, levantado todo elle de tijollos,
e com um estabelecimento de compra de
algodao e ma. hia vapnr para descaro-
gal-c, e prensa e machina de serra. tudo em
bom estado ; dirija se ao nb.tixo assignado,
na referida povoacao, at agosto prximo,
fim de fi z-r n< gocio ; sendo que de agos-
to cm dianie s far negocio o mesmo
abaixo assignado depois da s;.ffra.
Fas-se o negocio por motivos partcula
res.
Povoacao do .Mulungu', Ib de abril de
1886.
Anton'oBezerra Pessa e AVmqiurquti.
M
113
Antonio Teixeira M .triado, tendo de seguir
para Portugal, onde tem na mcoer por al-
goni tempo cm vista de3 nicorrmodos de sifa se-
nhora, que a conselho do meflic-, para all segu,
declara que deixa resta c.p.i. ,:jio seu bas-
tante procurador Manoel de S iza Almeida ;
encErretradc que fies do a :f;vo e pasaivo de suas
tnmeaeeoes.
L. E. Rodrigues Vianna mudou seu escriptorio
de advegacia para o 1* andar da ra larga do .Ro-
sario n. 10.
Cosinheira
Pr'-cisa-se de urna boa cosinheira e que seja
asseada : a tratar na ra de Payeaud n. 1S)
Passage n da Magdalena.
Precisa-sede nm criado d 12 14 annos, nara
dh pr;if>i do
vmm* Qe familia, prefere&? < sravo
Conde d'Ea u. 30, 3 an '
20$( 00
Aluga-se a casa n. B da r-a do Riachuello, na
Ba Vista, com 2 salas. 2 quartos, coainha quin-
ta* murado, impa ; a chave aeha se "no n. T para
ver, e trata-se na ra da Guia n. 6, Recife.
Compra-se
uaa armacao envernisada e envidracada
do Queimado n. 43.
na ra
Experimentan
!: i.isnm qar aehant
Os especia- s licores de genipi po e ci.j que se
acharo venda o largo de S. Pedro n. 4?
Urna senhora compstentemer.te habi-
litada em msica e piano, offerece-se
pa*a leecionar em cisaa de familias, ga-
rantindo 'kui cnsino ; a tratar na ra do
Hospicio a, 17.
(J)uem tem ?
ilurit e prat : comprase ouro, prata e
ledras preciosus, por maior preco que em outi a
lUa.quer parte \ no 1 and>rn. 22 ra larga do
iosario, antigi. dos Qiiarteis, das 10 horai s 2 da
t de, dias uViis.
INJECTION CADE
Cura certa em 3 dias sem oatro medicamento
&.MlH 7 JBmUevard Jfmtnit 7 JPJUilS
SAUDB PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pllulas purlflcao o Sanue, corrlgem todas as desordems de Estomago e
dos Intestinos.
Fortalecer a sude dw constitucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades
peculiares ao sexo femimno em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para as
pessoas de idade avancada z sua eficacia e incontestavel.
fssas medicinu slo preparadas jmente no Estabelecimento do Professor Hollowav,
78, EW 0XT0KD STBKST (antea 633, Oxford Street), L0HDEE8,
E vendemse em todas a pharmacias do universo.
r Os coapradare* sio convidados respeitoumente a examinar os rtulos de casia caUa e Pote se nao tera a
direcsao, 533, Oxford Sueet, so falsificajoes.
CAPSULAS
Mathey-Caylus
Preparadas pelo DOUTOR CLIN Premio Montyon
< ----------
As Capsulas Mathey-Caylus com Envolucro delgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Fuculdades de Medecina e
os Mdicos dos Hospitaes de Paris, Londres e New-Ycrk, para a cura rpida dos :
Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
du Collo, o Catarrho e as Molestia da Bexigas e dos orgaos genito urinarios.
il Urna xp/zcaco detalhada acompanha cada Frasco.
Exigir o* Verdaderas Capsulas Mathey-Caylus de CLIN & Cle, de PARS,
que te achao em casa dos Droguistas e Pharmaceutico$.
Curm rpida e certa pe
ARSENIATOdeOURO DYNAMISADO
do Z3outor A DDISOIV
da Chloroue. Anemia, todu as Molestia do Systema narros,
mala rabeldaa, Molaatlaa chronlcaa dos PulmSes, te, ata.
m nalaraa illonracoa medicas tem attastado o podar curativo este modiounaato
o frimtiro a a miia entrgico doi reconstUuinte*.
O FRASCO I O FRANCOS (SM trak^a; >
ToOo frote ffat nao Crouxer a Marca ae Fabrica registrada e utignatura^^. (C;
deT aer rigoroaaaaente racuaado.
4EIS, Pharmacia OBLUT, 1
Deposito em Pemambuv
HiHlll HJLXJE^JJ^jaJUS-BJLQEJ
1 Kochccriomart, SO.
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Exigir o sello
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AO CHLORHYDRO-PHOSPHATO DE CAL
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Frunu.
O msta poderoso dos reconatitilintes adoptado !r todos os Mdicos da Coropa na
Fraquei* oeral, Anemia, CMorotu, Tsica, Cachexia, Sscrorulac, Kackilumo, Doencas
aos ossos, Crescxmento atfllril aas crianras. Falli. Hyspepsat.
79, roa i Casrchc-idi. Jleacsto cas princliiM rhanuciu.
.#
.??^^??I<
l
(oengas
RADICALMENl
BROMETO L
ervosas
RADICALMENTE CURADAS COM 0
com
XAEOPE SEDATIVO
de Cascas de Laranjts amargas
BRGMUBETO de FQTASSBO
AI'PROVADO 'ELA JUNTA DE IIYGIENE DO 11BAZIL.
O Bromureo de Potassio de
Larore, como todos os productos
feitos n'este estabelecimento, 6 de
urna pureza absoluta, condicao indis-
pensavel para que se obten la effeitos
sedativos e anedyaos sobre o sys-
tema nervoso.
Dissolvido no Xaroie Laroze de
Cascas de laranjas amargas, este bro-
murefc univt-rsalnuuii' empregado
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facul-
dades para combater com certeza :
as ufcecoes nervosas do coraco,
da vas digestivas e respiratorias,
as nevralgias, a epilepsia, o hyate-
rico, a danca de S. Guy, a Insomnia
das cri ancas durante a denlicao, em
urna palavra, todas as alieccSes
nervosas.

No mesmo oeposito acha-se venda os seguintes frodnetos de J.-P. LAROZE
XMOPE LAROZE i.' ONICO, fiMTI-KERVOSO
Cootra as Gastritis. Oastralgtas, iyspopsia. Dores e Caimbras de estomago.
XAROPE DEPUBATiV hT DE POTSSIO
Contra as Afty^qes eacro-ulosas. cancelosas. Tair.cres broncos. Acidez de sangue.
Accidenten svph.liticos secund; r:03 e terciarios.
XAROPE FERBUBII.OC '.nPROTO'IOOUBETOdeFERRO
Contra a Anemia. Chloro-Anemia. Cdres paludas. Flores brancas, Hachiszno.
gtposits ;m teds u bou gxgar.ai do gnz.
W* Pars, J.-P. LAROZE e C'3, Piarmacraticos.
^fc 2, HUE DS LI0NS-SHNT-PAUL. 2.
0

HYP0PH0
XAROPE
H1T0PH0SPHITG DE i
i
.l
! '' lolestiaf tnbersu!
,'vit' b i./ I
\o* C-.-l' IICI
* TidR .
I Sog I 11
I fu.--
i c
'..'. ; Parir,
;.!) C

Preco : 4 Crneos por I
J'H!/sb-*c vos principan P'ii c;.
AamlKltrtcto : PkRIZ. I, toulntra kiontmtrtn.
ORANTE GRILLE.Atteafrt Ivmpiaticasdoen-
obatroccoea viaccra^s. coc-r^/es calculosas da bile.
B JPITAJ. Affec<;**esdas Tiasdi|:<'stivasinccmm;-
ios do eaioniaco. digusto dillicit, inappalaocia,
i.'i-traifta il)napili.
C23LEST'NS.Air.;. v<-c? dos rics, ca' "ii;-a arei.-i.
c.Mi.re"'.dasonma-,.: I JaHuatasHaJ
SAUTEB1VE.A irelas
I
t le san .-ra:;
> i: Croa.
LXPOSIC.KO
de pars is;s
2,
pelo P do
Pharmjcwt*
N
NA EXP0SICA0 UNIVERSA
VINH0 de GATILLOS
de GLYCERICA e QUINA
O nai' po-lerozo tonino reeoMttattta presenpto
[ nosc.Z'>.ijDorei( Lan -jr, Anemia
Diabeti3, Consump^ao, i ehres,
Coavalcscei,ca,R3ailtadosdospait03, etc. \l
O menso vlribo com ie ro. V NHC FrS USIN0S8 0'. %
I CAT IL H re.'oncrador por excellencta <'o Mugue pobre g
ido fu t I 'tar o fer
apo t ;io 0C
!3,ru*&Mim ~, :. Un Perntmbuco: M
QDOe U. da Silva eC,enu prlDoipaei i*hariuacia SOED^^'MSaS^Z
>

o**0


?&/
w.
V
0!
c
>'
Leonor Porto
Rna do Imperador n. 45
} Primeiro andar
Contina a executar os mais diffieeis
| | figurinoe r^-cebidos de Londres, Paris,
I > Lisboa e Rio de Janeiro.
) Prima cm perfrieo di; costura, em bre-
j vidade, aiodicidade eii presos e fino
\ gosto.
)
)
{}
H
BMULSO
j SCOTT
lE OLEO PURO DE
Fijado de i>acalho
COM
Hypophosptiitos de cal e soda
Approvada pela Junta de lly
giene e autorizada pelo
governo
E' o melber rem- dio at hi je descoberto para a
lisio bronciiitex, <: ophulao, ra-
< ni lis. anemia, ebilidade em seral.
dellaioa, (OMne clirunlca e alTt-rrdoN
\ do pello < da saricanla.
E' muito s'.iperior ao oli-o simples de fiando de
bacalbo, porque, alm de ter cri-iro e Babor agra-
daveis, possue todas as virtudes mediciones e nu-
1 tritivas do oleo, alm das propriedadi'S tnicas e
1 reconstituint-s dos liypophosphiros. A' venda mi
| drogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco
Francisco Manoel da Silva k C
i 23~RUA MRQUEZ DE I 'LINDA 23
ALTi\OCTUR\
A conferai cia Jess da Sociedadede S. lcente re Paula
desta cidade. deliberou cm sua s> >.,.> (i
21 do corrente, crear urna aula nocturna,
do sexo masculino, para a ]ueilea meninos
e adultos que nao podem frequ^ntar a
aula diurna. O curso gratuito c ser
aberto no dia 1. de Maio.
Sitio de coqneiros
Precisa-se arrendar um sitio de eoqueiros qua
prodaza cem mil cocos auuualmente ; trata-se coa
o Dr. Argollo, hotel do D. Atronio, Caminb*
Novo 118-C._________________________
0 mi de Mara
Na vrana da ra da Cruz n- 5>> (hijo ra u
R,m Jess) acham-ae a venda duas excellente
obriulias pura o mez de Maio prximamente vin-
duuro.
Um tem por titulo o Novo Mez de Maria ou O
Mez de Maio, e outra Mez de Maris, Rainha da
baiuisamio Rosario.
Ambas ellas entero predicas, meditacoee an-
logas a devoc^o, e liadissimos bymuos para seren
cantados, durante os excrcicios, sendo que o Mez
da Rainha do tiantissirao Rosario serv perffcita-
mente quelles que praticarem o exercicio piedose
do Rosario durante o mez de outubre, conforme
ioi instituido pelo Santissimo Padre Leo XIII,
i se tem feito nesta diocese dos dous ltimos an-
nos.
Este remedio precioso tem gozado da accota
tio publica durante cincoenta e sete annos, com-
esando-se a sua rnanufactara e venda em 1827.
Sua popularidadc e venda nunca forao tao exten-
sas como ao presente; e isto, por si meemo,
offerece a melhor prova da sua etBcacia maravi-
llosa.
Nao hesitamos a dizer que nSo tem dcixado
em caso algum de extirpar os vermes, quer ere
creancas quer em adukos, que se acharo afflic
tos desles inimigos da vida humana.
NSo deixamos de receber constantemente
attestaces de mdicos em favor da sua efficacia
admiravel. A causa do successo obtido por este
remedio, tem apparecido varias falsificasOes, de
sorte que deve o comprador ter muito cuidado,
examinando o nomc inteiro, que devia ser
VemftiG ie B. A. FAHNEST9CK.
Hngenho
Arrendase o engenn Estivas, sito na comarca
do Cabo ; a trabar no escriptorio de Sebastiao de
Barros Barrt-to. a ra do Coramercio n. 15.
Jo; ile prata
O Muz-u de Jwias, na do Cabug u 4, rece-
beu pelo ultimo vapor francez um esplendido sor-
timento. Pr-coa muit moderados.
Vssistcntc

Bernardina Mire lina Coelko de Olivjir* pax-
tieipa a todas as oessoaa de sua amisadn que rau-
il iu-sp da tiavcs.-a de Je2 1 Francisco para a ra
da Ponte Veba :i. 8.__________________________
Esiiio cominercial
Diurno <> norlurno
POR PEDRO MARA L1AUSU
SO C0LLB8I0 11 DK AGOSTO B CA-.VS l'AKTICCLAEH
sFscripturaco mcrcaotil
Cursor tepratic is "ransac-
coes eommerciaes o bancarias, interiores e exte<
rijres, crnsi_"i iqi i. cambios, etc.
%rithiuctic:i coiuiucrc]:il
Applieada especialmente s oporactfci eommer-
ciaes e bancaraa e curso completo de c ratas cor-
rentes com juros por conta e eos piricipacoes,
em diversas moedaa, adoptadas p-.lo alto commer-
cio e os bancos.
C'alil^raphia
Cursiva, bastarda, redonda, all mo, gotbica.
L.ingua franceza
Curso tbeorico e nratico com to.'s as difliculda-
dcs da ayntaxe em 90 liciea. Supplementu de
Mnria Olindina Uitnt<-*i
Jo dos Rhis G unes Jnior seus rjlli.s e Alc-
xandrina Adelaide Bnto Airaeida agradecem do
intimo d'alma s peasoas qin se dignan.tn acoin-
Danbar ao cemiterio public os restos mortaes de 1,
, r *. c., ,, ; estuoo subre a .~yntixe, lociico s r.tinilnres, aio-
sua sempre icmoraaa sposa, mai e nina, .Mana ,:_________an i./x..
Olindina Gimes ; e de novo coovi iam as pessoas
de sua amizade para assistirem as nii.-sis qu" por
i sua alma man iam resar na inat iz da Boa-Vista,
j as 7 horas da manha do dia Io de Maio, stimo do
S'-n fallecirnento.
Sf\c: iiirt Riboiro Carneiro
Monlviro
O Dr. J>o Jos Piuto Juin ti-, t-*n lo a infausta
noticia do fallecimento io sen primo e migo, Dr.
tieveriuo Ribeiro arn. iro tf-int^iro, tira sua es-
tancia da S'-rra, muncipio de Ghtaraby, provin-
cia do Rio Grande do Sul, convida aos patentes e
amigos para assistirom hs imssas de trigsimo
dia, que por sua alma mandi ct-ieb-ar na matriz
da Boa-Vista, no dia 1" de Maio p/oximo vindou-
ro, pela^ 7 1/2 < pel-is 8 hora da mai.h,
szMm&mmkva&mammtwmMmsammmMo
Adolpbo Marquea do aanloa
Hermma Barbosa dos Ssantos, seus iilbos e seus
irmos agradecem a todas as pessoas que se dig-
narain acompanhar os restos mortaes de seu sem -
pre lembrado esposo, pai e cuuhado, ao cemiterio
publico ; e de novo as convida**, a san amo aos
seus mais parentes e amigos mislu aa mis-
sas, que por sen eterno descanso mandara resar
sabbado j.0 de Maio, na igreja do convento de San-
to Antonio do Recite, s 8 horas da uv.nh, sti-
mo dia de seu passamento.
tismos en; .'0 lices.
Ao comniercio em geral
Kacarrega se de escripias
atrazadas. escripturacoes du casas eommerciaes
de escripias de casas pequeas ; abertura e ye-
rificaces de livros, balancoa inventario?, cor
respondeae mtl; trabalhos de contabili-
dade e de calligrapbie, etc.
rara tratar, ra da .loria n. 95
Lciubraii.i
Para qceu: precisar estal 1 se temos a c isa
da ruada Flor urina 11. >i : a tratar no largo de
Par., izo n. 14.
S. Miguel e Lisboa
Segu com toda brevidade para o= partos cima
o patacho portucuez D E/ha : a tratar com Bal-
terOliveira &l C, ra do Vigario 11. 1, primeiro
andar.
Precisa-se de urna ama que cosinhe bem ; na
ra do Viseonde d' Albujuerque u. '24, sobrado.
.

-
Adolpbu II. dow Domines dos Santos manda resar urna missa
por alma de seu inno Apolpbo Marques dos San-
tos, na igreja da Santa Cruz, sabbado 1 de Maio,
s 9 horas, stimo dia do passamento do finado ;
convida a seus amigos e os do finado, e a familia
do mesmo, para assistirem a c.-te icio de carida-
ntecipando se desde j agradecido.
MHsMMsVHBCte .*,-. b,.....OsmmkWkWkWB
Attengo
Furtaram na nite de 16 di its in. z, do engenho
Pintos, en. Jaboaro, tres carallos : um al
pequeo, castmdo, de frent* 1 berta, quafro ps
brnncos, crinas e cauda ripad s, bom andador e
com o ferro I? n anca direita ; nm p 'tr 1 cardas)
vermelho e outro eastanh", tambem po'tro (anda
bravo) sem si.rnal branco. tambem com o f. rro
cima, todos gordos. O abalxo asergnado di boa
gratifieacao a quem npprehc:>dcr ou der otieian
dos referidos animaes.
Felippe de Souza L So.


s
- :
Man' el Martina Piusa, eoa esposa t: filhos agra-
decem s pessoas que se diguaram acompanhar
ao cemiterio publico os restos mortaus de sua pre-
sada sogra, mi e av, Rita Maria Ribeiro ie
Mello ; e de novo convidara aos seus parentes e
amigas para assistirem as missas que por s'ia
alma mandam resar na urdein terecira de N'. S. do
Ca ido, s 3 horas da mautsl do da 4 de Maio,
stimo do seu fallecimento.
.-;::
APPROVACAO DA ACAD..MIA DE MEDICINA DE PARS
\
O quinium Labarraque 6 um Vinho cmincntcmccte tnico et febrifi.go destinado substituir todas a
outras preparages de quina.
O quinium Labarraque contem todos o- principios activos dos vinhos mais generosos.
O quinium Labarraque prescripto com yanta em aos conralescentes de doencas graves, as parturientes e
a todas as pessoas fracas ou debilitadas poi ca.
Tomado com as verdadeiras plalas de \ allet, sao rpidos effeitos que produz nos casos de chlorose, ane-
mia, cdres paludas.
Em razao da cfficccia do Quinium Labarraque. greferivel
comal o em copo de licor, no fim da ref
Vendc-se na mor parce das pl
Quinium Labarraque. preferivel ry^P ST
refeico e as pilulai de \ alle antes. ,^%i ?ax*e4p*i^t-*
pharmacias sobe a assignatura : y J^-^
Fabricago e atacado : Casa L. FREHE
19, ru Jacob, Paris.
--J
Jos Carlos da Costa Ribi ro c seus filhos agra-
dcelo cordialmentu a todos os sena amigos e pa-
reutes que se dignaran] de acompauhar at o co-
miteno os restos morines de sua presada esposa e
raai D. Adelaide J ,sptima da Costa Ribeiro ; a
Ibes pedem ainda o caridoso obsequio de assistirera
as missas do stimo dia, que tero lugar na ma-
triz da Boa-Vista s 8 horas da mauna de 6 do
corrente.
Plvora
Vende Canudo Thiago da Costa Mello, em sen
deposito ra Imperial n. 322, olaria, onde tam-
bem vende tijolos e telbas. Telephone n. 221.
YENDAS
Vende-se um engenho na comarca de Ja
boatao, instante legoa e meia da estacao de Ca-
lende : quem o pretender dirija se rna Sete da
Sctembro n. 15.

1 ende se etager de flores artificiaes para
ornamente de salas, e recebem-se encommendaa
e flores de panno e de conro : no Caminbo Novo
n. 128. Na mesma casa se dir quem vende '
' .tarop para o peito e rheumatismo.
LfflMO
J sflVEL .


Diario de PernambiicoSabbado I de Maio de 1886
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VRheumatismo Cttncros,Boba6,bT^* 4
e todas as molevtutB que lenhau eua origetn
na impureza du esjtgue drvida a sypht
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TINTIJKAMA
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SCCCESSOR
25 Ra de Malhias de Albuquerque 25
A YIK.A RIJA DAS FLORES)
Tinge o linipa com a maior perfeicao toda a qualidade de estofo, e fazendat en
peyas ou em obras, chapeos de feltro ou de palha, tira o mofo das fazendas; todo o
traba! o r'eito por meio de machinismo aperfcicondo, at hoje conhecido.
Tintura prcta Das tercas e sextas-feiras.
Tiita de cores e lavagem todos, os dias.
Grande e bein montada oflicioa h alfaiate
DE
I
PEDROZA k C.
N. 41Ra do Baro da VictoriaN. 41
Neste bem conhecido estabeleciraento, se encongar um lindo variado sor
imento de pannos, casemira*, brins, camisas, punhos, coilarinhos, meias, gravatas.
tudo importado das melhures fabricas de Paris, Londres e Allemanha; e para bem
servirem aos seus amigos e freguezes, os proprietarios deste grande estabeleciraento
Sjm na direccSo dos trabalhos koras, preparam um terde roupa de qualquer fazenda.
Ra do liaro da Victoria n. 41
(PREgOS SEM COMPETENCIA)
Os proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEll DE JOLAS
sito a ra do Cabug n. A, communicsm ao respeita'-el PUBLICO que receberam un
grande sortimento de oias las mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam
bem elogios de todas as qualidade. Avisam tam bem que continuara a receber poi
todos os vapores vindos da Europa, objectoa novos e vendem por muito menos que en
outra qualquer parte.
MIGUL AVOLFF & C.
N. 4 RA DO CABUG----N. 4
Comprase ouro e prata velha.
V
i


&
Chapeos e chapelinas
- 36 A 40PRAQA Di INDOMIA.....36 A 40
B. S. CARVALHO & C.
c^
SsuC
J5
TZ
so
I
JX:

t>s
Proprietarios deste bem conhecido estabekcimento parecipam
as Exmas. familias e ao publico em gerd, que mensalmente recebem
das principaes casas em Paris e Manchester o que de melhor o de
apurado gos'.o ha em chaprlicas e chapeos para senho.-as e meninas
e das primeiras fabricas de Hamburgo o que ha de melhor em cha-
peos para homens e criancas, e muitos outros artigos concernentes
a cbapelaria.
FlOres artificiaes para ornamento de salas.
5
se
GRANDE
Expsito central roa larga do
Rosario n.
Damiaa Lima & C, nao podeodo acabar com a
grande quantidade de mercadorias, resolveram
anda urna vez convidar as Exmas. tamiliaa e o
respeitavul publico em geral, que com certeza nin-
guem perder seu tempo, Hiendo urna viiita
:x|>osi< ao Central
Peca ae bordadoa a 200, 400, 500 e 600 rs.
Punhea e colarinhos bordados para senhora a
2f000.
Ditcs c'itos lisos, 1500.
Ditos para homem, 1*500.
Um plastrn de 2*000 por 1*500.
Iuvesivi ie grandes por 320 rs.
Lacos para senhora por 1*500.
Mucos de la para bardar, *fe'00 e 31.
Loras de seda arrendadas a 2*500.
Ditas lisas, 2*200.
Ditas de fio de Kscossia, l*0CO.
Broches para senhora (modernos) 1*500.
Um par de mcias para senhora (fie de seda)
600 rs.
Dito dem liso, 400 e 500 rs.
Dito dem (fio de seda) 1(200.
Duzias de baliia- a 360 rs.
Carreteis de 200 jardas a 80 rs.
Metros de srquinhas a 160 e 120 rs.
Um par de froohas de labyrintho, 1*500.
Macos de gramp s a 20 rs.
Metros de plisss a 400 rs.
Lindos passarinhos de seda para chapeos de
senhora, de 50Q rs. a 1*000.
Um pente com inscripcao para senhora, 1*.
Um leque de 16* per 9*.
Briuquedos para criancas, leques de papel, fi-
tas, bicos de liuho, quadros para retratos, lencos,
tspartilhos. bicos, galocs, franjas com vidrilhos, e
eutros muitos oojectos de phantasia prr precos
sem competencia: na exposico Central, ra
larga do Sosario n. 38.
Biullnto acQTisiqaD
Vcnde-se o engenho Meguahipe de Cima, da
freguezia de Muribeca, comarca, de Js-boat2o, com
ptimas trras, proprio para principiante : a tra-
tar em Jaboato, ra Duque ce Casias n. 15.
LIQUIDADO DE CHAPEOS PARA
Vende se pelos segniutes pre
eos de I&4000 at *<>*ooo.
roa do Crespo u. 19Madama
Mequelina.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este ezcellente Whisky Escossez preterivt
ao cognac ou agurdente de cauna, para fortifica'
o corpo.
Vende-se a retalho nos tu Inores armazens
nolhadoa.
I'ede ROYAL BLEND marca VIADO cujo n.-
I me e emblema sSo registrados para todo o Brazi.
BROWNS 6c C, agentes
Luvas pretas de seda, a 6C0 rs., 800 e 2*000
o par.
Leques finos pretos e de cores, 81 e 104.
Ditos a 5*, 5*600, 6* e 7*.
Ditos hespanbola, de custo de i*500 800 e
1J000.
Bicos a)e Cora vidrilhos e baratos.
Cspartilhos finos para senhoras e meninas.
Bordados finos, que estamos vendendo barato.
Perfumaras finas e sabonetes finos a ICO e
200 rs.
Barra de saboneta fino, de costo de 1*000
800 rs.
Brinquedos para crianca.
Lencos tinos e meias finas para senhores o se-
nhoras.
S se vendo para poder crer estes precos.
N loja (amaran
Ra Duque de Cazias numero 66.
Fazendas brancas
Pinho
enga
Vende-se em casa ae Matneus Austin & G,
ra do Conimercio n. 18, 1- andar, da melhor
qualidade e diversas diinensoes.
<0
Em vista dos grandes proprrssos da idea de que
se gloriam as naeoes civilisadas, o commercio
deve acompanhar esse progresse, visto que elle
o mais poderoso elemento do engrandecimento das
acoes ; em /ista do que annuncinm
MART1NS CAPITAO & C.
1 Ra estreita do Rosario 1
Grande sortimento de gneros alimenticios, es-
colha dos quaes, os annunciantes teem sempre
maior cuidado, para bem servir os seus numerosos
fregueses. Lembramos, pois, o proverbio :
Qucm nao experimenta, nao sabe.
Venham ver, pois :
Qui-ijos, flamengo e de Minas.
Fiambres inglezes.
Chocolate francez Menier.
Dito do Maranhao.
Fructos seceos, como :
Passas, ameudoas, figos, etc.
Ditas nacionaes.
Doce de todas as qnalidades.
Bolachinha inglesa.
Semrates ur vas de hortalicas.
Especialidado em
Vinhos finos do Porto, Madeira e Shery
Ditos da Figueira e de pasto.
Cognac de diversos autores.
Vinhos tnicos, como :
Absintho.
Vermouth, etc.
Licores de todas as qnalidades.
Champagne.
Cerveja de diversas marcas.
Bem assim i
Araruta fina em pacotes.
Cha verde e preto.
Dito perola.
Especialissimo matte do Paran, en. p.
Ainda man :
Ovas de peize.
Sardinhas de Lisboa em Salmoura.
Vendem Martins Capitao & ("., ra estreita dt
Rosario n. 1.
AOS AGRICULTORES
Foruiicida capanema (verdadeiro) para eztinc-
cao completa da formiga saura. Vendem Martine
Capitao & C, ra estreita do Rosario n. 1.
Engenho Recanto
Vende-se ou arrenda-se o engenho Recanto, si-
tuado no termo de Seriahiem, inoentn corrente
dagna, com boas trras, etc. p. tratar com Ma-
noel Ferreira Bartholo, ra do Bom Jasus 4.
O 48 da ra Duque de Cazias est vend ado
fazendas por menos 25 /0 de sen valor.
Ver para acreditar
Setins macaos de 1*400 por 800 rie o covad>
Merinos jrctos de 1*, 1*200, 1*400, 1*C>
1*800 e 2* ocovado.
^etineta prta a 500 e 600 res o covade.
Ditas de cores a 400 rs. o covado.
Fus toca brancos e de co es a 400 e 500 rs.
covado.
Sedas de listras de cores de 2* por 1* o <>
vado.
Merino de bolmhas a 900 rs o covado.
Mariposas fi-ias de 'ores a 240 rs. e covado.
Renda aberta da China a 240 ris o covado.
Linhos escossezes de todas as cores a 240 ris
covado.
Chitas finas a 200, 240, 280, 320, 360 e 400
rs. 3 covado.
Manteletas de seda 'le 16* por V*.
Fichus a 2|, 4* e 6*.
Bramante de tres larguras a 900 ris a vara.
Dito de quatro larguras a 1*200 a vara.
Atoalbado de linho bordado a 2* a vara.
Coilarinhos e punhos para senhora, modernos, a
2*000.
Brjin pardo liso de 300, 400 e 500 rs. o covado.
Toalhas velpudas a 4* e 6J a duzia.
Ditas alcochoadas de 20* por 12* a duzia.
Cobertas forradas a 2*800 urna.
Lcicns de bramante 1*800.
Camisas para senhora a 2*500 urna.
Casacos de laia bordados, moderaos, Yl$.
Dams.co de algodao de cores, largura de quatro
palmos a 500 rs. o covado.
Camisas bordadas e de linho a 30*000 a duzia.
Madapolao casca de ovo e pollo de ovo a 6*500.
Enxovacs para baptisado, novi dade, 9J.
Timors para menino, bordados, 4.
Chapeos de sol de seda para senhora, de 16*
por 8*000.
Meias para homem e senhora, de 3*, 4*. 5* e
6*000.
Redes hamburguezas. 105.
Colchas a 1*800, 55, 6* e 7*.
Verbutinas de todas as cores a 1* o covado.
Cortes de casineta 1*, e 1(800.
Ditos de casemira a 3 4, 5, 6 e 7*.
Lencos abamhados com barra a 1*200.
Camisas do meii a 800, 1*, 1*500 e 2*
Casemira de cores de duas larguras a 2*.
Cortes de casemira para vestido de senhora, de
40* por 20*. bar.ltissimo.
Zafiros lisos a 120 rs. o covado.
Cambraia preta para forro a lJ200a peca.
Cabriole!
Buhar
Vende-se um buhar cm perfeto estado : a tra-
tar no armazem de movis ra do Imperador
numero 49.
Veide-se por baratsimo preco e em muito bom
estado um cabriolet de dous assentos, quatro ro-
das e arreios para um cavallo ; a tratar na co-
cheira do Candido, ra da Roda.
Mobilias de junco
Vende-se mobilias de junco de encost com pa-
Iha e sem palha, mais barato do que em outra
qualqui r parte, assim como mesa elstica de 3 e 4
taboas, guarda-vestido e guarda-louca, e outras
pecas avulsas : na ra estreita do Rosario n 23
Miudezas baratas
Loja Camaean
Ra Duque de Caxiae n. 66
Chamamos a attencao das Exmas. familias para
este estabelecimento, que estarnas vendendo mui-
to barato todos os artigos de miudezas, e temos
um bom sortimento.
1-ranj-i com vidrilho, larga, a 800 rs., 1*000 e
1*200.
Galao com idem idem, a 1*400, 1J600, 2*000 e
2*500.
SO' AO NUMERO
4o rita da Imperatrlz = 40
Loja dos l/araleiros
Alheiro & G, a ra da Imperatriz n. 40, ven-
dem um bonito sortimento de todas estis fazendas
abaizo mencionadas, sem competencia de precos,
A SABER:
AlgodaoPee" godaozinho com 20
jardas, pelo- iprevos de 3*800,
4J, 4*500, 4* '. bg, 5*500 e 6|50(
MadapolaoPecas de madapolao com 24
jardas a 4*500, 5*, 6* at 12*000
Camisas de meia com listras, pelo barato
preco de 800
Ditas branc s e cruas, de 1* at 1*800
Creguella franceza, fazenda muito encor-
pada, propria para lencoes, toalhaa e
ceroulag, vara 400 rs. e 500
Ceroulas da insania, muito bem fetas,
a 1*200 e l*o00
Colletiuhos ''a mesma 800
Bramante fraocez de algodSo, muito cn-
corpada, com 10 palmos de largura,
metro 1*280
Dito de linho inglez, de 4 larguras, me'
tro a 2*500 e 2,}8(.
Atoalbado adamascado para toalhas de
mesa, com 9 palmos de largura, metro 1J800
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
droes delicados, d 240 rs. at 400
Baptista, o que ha de mais delicado no
mercado, rs. 200
Todas estas fazendas baratissimas, na conhecida
loja de Alheiro & G, esquina do becco
dos ferreiros
Algodao entestado pa-
ra lencoes
A 8O0 m. e 1 $000 o metro
Vende-se na lija dos barateiros da Boa-Vista
a >rodao pura lencoes de um s panno, com 9 pal-
m s de larguraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
1 lOOometru, assim com* dito trancado para
toa Ihas di' m< sa, com 9 palmos 'le largura a 1*200
o i' otro, lsto na li-ja de Alheiro c G, esquina
do ceco dos Ferreiros.
MERINOS PRETOS
A 1*200, 1*400,1*600, 1*800 e 2* o covado
A heiro & G, ra da Imperatriz n. 40, ven
di-m muito bons merinos pretos pelo preco acim
dito. E' pecbincha : na loja da esquina do bec-
co d< s Ferreiros.
Espartilhos
Na loja da ra da Imperatriz n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhoras, pelo preco
de 5*000, assim como um sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquina
do becco dos Ferreiros.
CASEMIRAS INGLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & G, ra da Imperatriz n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
zas. de duas larguras, com o- padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato preco
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
gain de mandar fazer costumes de casemira a
0", sendo de paletot sacco, e 35* de fraque,
grande pechncha : na loja dos barateiros da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Vista vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 32C'
rs. o covado, grande pechincha ; na loja da es-
quina do becco dos Ferreiros.
Bordadoa a lOOm. a peca
A ra da Imperatriz n. 40, vende-se pecas de
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
50 de 100 rs., ou em cartao com 50 pecas, sorti-
das, por 5$, aproveitem a pecbincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros.
"lisios de solluola a 500 rs o
covado
Alheiro 4 G ra da Impcratri ven-
dem um bonito sortimento de fustSes brancos pele
baratinho preco de 400 e 500 rs. o covado, assim
setinetas lisas, tendo de todas as cores a 500 rs. o
Cabriold
Vende-se nm em perfeito eatado #
i.
commodo; tratar na ra Duque de Caxiaj,
Fructas madT
Vende-se diariamente especii.es laranjz* jara
mesa, mangabas, eapetas, e cutras moitaa: u
largo de S. Pedro n. 4. _
Vende-se
m deposito jom poneos fundos ; a tratar al
Augusta n. 180.
Camisas nacionaes
A 1*500, 3*000e s*500
32= Loja k ra da Innx ratriz = 32
Vende-se neste novo estabeU cimento um 1
de sortimeuto de camisas branc; ib, tanto de aber-
turas e pjnhos de linho como de algodao, peits
barates precos de 2*500, 3* e 4 *, sendo raacatsk
muito melhor do qu" as que veem do estrangaa* e
muito mais bem feitas, por serem cortada* par
um bom artista, especialmente camiseiro, tamtwaa
se manda fazer por encommtndas, a vuntada atea
freguezes : na nova loja da ra da Imperalm a.
3.-, de Ferreira da Silva."5"*-*
Ao32
Nova loja de fazendas
%t Ra da Imperatriz = 3*
DE
FERREIRA DA SILVA
Neste novo estabelecimento encontrar res-
eitavel publico um variado sortimento de fazen-
as de tod..s as qualidades, que se vendem por
recos baratissimos, assim como um bom sorti-
mento de roupas para homens, e tambem se ma-
lla tazer por encommendas, p r ter um bom Dies-
tro alfaiate e completo sortimento de pannos fiaas,
casemiras a brins, etc.
3Ba da Imperatrizas
hoja de Pereira da Silva
Neste estabelecimento vende-se as roupes Un-
i mencionadas, que sao ba~ i n-ntaa.
Palitots pretos de nre, aiagonaes e
acolchoados, sen^io tazenaas muito eu-
corpadas, e forrados 7*040
Ditos de casemira preta, de cordo muito,
bem feitos e forrados 10*090
Ditos de dita, fazenda muito melhor 12*000
Ditos de flanella azul sendo ingleza ver-
dadeira, e forrados 12*090
Calcas de gorgorao preto, acolchoado,
sendn fazi n a muito encorpada 5*5 Ditos de eaaemita de cores, sendo muito
bem feitaa 6*560
Ditas de flanella ingleza verdacleira, e
muito bem feitas 8*080
Ditas de brim de Angola, de muleskim e
de brim pardo a 2*, 2*500 e 3*0UC
Ceroulas de greguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 1*200 e 1*601)
Collctinhoe de greguella muito bem feitos 1 jOOC
Assim como um bom sortimento de lencos da
linho e de algodao, meias cruas c coilarinhos, etc.
Isto na loja aa "ua da Imperatriz n. .Ya
Riscados largos
ovado na loja da esquina do becco dos Fer-
Taverna
Vende-se a bem afregurzada taverna da ra
larga do Rosario n. I, propria para principiante
por ter bons commodos ; a tratar na ra larga do
Ro ario n. 14.
a 900 ra. o covado
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vendem ae
riscadinhos preprios para roupas de meninos e
vestidos, pelo barato preco de 200 rs. o covado
tendo quasi largura de chita franceza, a ssii'
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas es curas a 240 rs., pechiacka
loja o Pereira da Silva.
Fuate*. aetinetaa e laalnnaa a SO'
ra, o covado
Na loja da rea da Imperatriz n. 32, vende-
um grande sortimento de fustoes brancos a 80C
rs. o covado, lazinhas lavradas de furta-coreg,
fkzenda bonita para vestidos a 500 rs. o corado,
e setinetas lisas muito largas, tendo de todas ai
cores, a 500 rs. > covado. pechincha : aa loj..
do Pereira da Silva.
Merinos pretos a I2
Vende-se merinos pretos de duas larguras para
vestidos c roupas para meninos a 1*200 e 1*09C
o covado, e sunenor setim preto para eafeitag t
1*500, afsim como chibas pretas, tanto lisas come
de lavoures brancos, do 240 at 320 rs.; na nova
laja de Pereira da Silva ra da Imperatriz Da-
mero 32.
.tltodozinlio francez para lenee*
a OOOra.. iS e iSsoo
Na loja da ra da Imperatriz n. 32, vende-se
superiores algodaozinhos francezes com 8, 9 e 10
palmos de larguaa, proprios para lences de tu
s panno pelo barato preco de 900 rs. e 1*400 c
metro, e dito trancado pa'a toalhas a 1*280, a
sim como superior bramante de quatro largaran
para lencoes, a 1 *500 o metro, barato ; na lojs
do Pereira da Silva.
Ronpa para meninos
A iS. iSr.oo e tf
Na nova loja da ra da Imperatriz n. 32, u
vende um variado sortimento de vestuarios pro-
prios para meninos, sendo de palitosinho e calci-
nha curta, feitos de brim pardo, a 4*000, dito
de moleequim a 4*500 e ditos de gorgorao pretc,
emitando casemira, a 6*, sao muito baratos ; aa
loja do Pereira da Silva.
A
DAS
CORRE NO DA \ DE MAIO
/
ITRIf 1R1L! INTRANSFERIIE' .
O portador que possuir um vigsimo desta importan-
te lotera est habilitado a tirar 10:006$>000
l
Os bilhetes acham-se a' venda na Casa Feliz, praga da
Independencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 4 de Maio de i 886, sem falta.
nuisw


8
Diario de Pcrnanibco-Sabbado 1 de Maio de 1886



i
SCIEBCIAS
Febre aMarella
(Extrahido do Paiz, da corte)
MWhodo da iuoculacap do Dr. Carmona, como an-
tidoto.Su* ajfeUeaolo e reauttado.Urna
commiasa) m-diea dos Estados-Unidos
nnineitda pira dar parecer sobre a su
. tliiMcia Os destiuos dos Estados do
(i. Ipho do Me-iico envolvidos na ques-
tio.
WASHINGTON, 12 DE FEVEREIRO DE 1886
A sub commissilo nameada pelas com-
nassoes de molestias epidmicas-, do senado
e da cmara de commercio, resolveu dar
parecer favoravel sobro o projecto desguan-
nospiea Ltea) cansa esta geratriz, segun-
do se irfirina, da febre amarella.
Faz a distincgib eBtre estas granula-
goes e os bacterios. O contacto com o
oxygeuio destroe os bacterios da putrefac-
to, conforme Pastear o demonstrou. Os
zoosporos de Gamona expostos acgito do
oxygerdo ou do ar atmosphorico nao -of-
frem alteragao alguma na sua vitalidade.
NAO SAO OS MICROBIOS DE PASTER
Disnguem-oa dos microbios observados
por Pasteur, pelo facto de nlo se repro-
produzirem nos lquidos esteril3ados, nao
sendo portanto applicaveis endemia da
febre araarella as in oulagoes alternadas
de Pasteur, basseadas no completo isola-
mento do inierobrio.
Segundo se declara, encontrara se em
nnmero ncalculavel no sangue, na urina,
do un* commissao encarfgada do inves-__,: .- j ? j ,<'
. ^^ ~ ~ e ,, no vomito e mais deiecc5es dos doentas de
tigff a origem da tebra araarella e a sua ~
prevengao e especialmente sobre o roetbodo
ideado pelo Dr. Carmona do
preservativo,
Mxico o pelo Dr. Freir no Brasil. To-
mou-se esta resolugao, a instancias de va-
rios mdicos illus-.rados, a saber: Drs.
Holt, Toner, Hamilton, Billings, Gihon.
\Valcott e outros mais quo estiveram pre-
sentes s ultimas reuniu;s da subcommis-
sao, <> proporeioaaram dados sobro o as-
sumpto.
A PROTECCAO COMO MEDIDA NACIONAL
Ficou manifestamente provada e con-
fessada a inutilidade dos esforgos do paiz
para proteger o povo contra a reappari-
gao des'a peste. Prov ra sa tambem que
os desequilibrios do co a.uereio assim pro-
duzidos affeetan at os pontos !onginguo3 i
dos sitios flagelados, e qua devia ser ma-
teria de interessa nacional, c nao smente
local, a proteegito des. jada extensao da
regulo n'este paiz exposra aos estragos da
febre amarella, est claramente indicada
febre araarella; e conservam a sua vitali-
dade depois da roorte da victima. E' prin-
cipalmento na mina onde ellos sao mais
fcilmente deseobertos e isolaios.
Vistos com o auxilio de um poderoso mi-
croscopio, as granulacoes revelam-so como
esporos de dimetro 4/1000 do milme-
tros, opacos, de urna cor amarellenta, sob
a luz rerlactida, e roxa amarellenta sob a
luz refractada. Se se aeixa desenvolver
estes esporos na urina ou em outro liqui-
do, produzem cogumelos microscpicos,
I sob a forma do pequeos tubos, terminan-
do em urna especie de franja.
Sao tilo abundantes na urina dos doen-
tcs de tabre am .relia, que o Dr. Silva
Araujo, no Brasil, descobre o qua intitula
une vritable fori de tubes, isto as ra-
mas de um vegetal microscpico.
Das fibras destes tubos nascem peque-
os esporos, transparentes e esbranquiga
dos, de um dimetro de 4/1C00 de mili-
metro. Tora estes pequeos esporos a.fa-
culdade do moviraento rpido ou da oseila-
, 1 cao, e pela sua semelhancs aos pequeos
no mappa elaborado peh Dr. loner. iSelle | ^ y r ,r ^
. rr -i j it;,.;n; animaculos, deu se-Ihes o nome de zo-ospo
se ve qua a epidemia iv.ssou de Uincioati' > ^
q* r rangios.
' Diz o Dr. Toner, que as grandes cida-! <* iructos do cogu.mlo (mycelium), des-
de, do paiz estilo especialmente expostas :tas granulacoes zo rasponeas, ebegam a ser
K r _______;,..? parnos>iiros, pela sua uniao no organismo
s Bas mvasoes, e que a eoramumeagao ra-,/~. / f
i- -i 1-4 a~~ u .1-i animal: tundindo-se em
uiaa ofrrecida pela rule dos carainnos del .
i- -i 1 1 r -i _.., ^ ni-vlmn I "us zo-osporani/ios, tull
terr oode latl-a fcilmente, no prximo I -r ',
B _____.. 1^ sanio este peronosporo a
animal ; fundindo-se em um peronosporo,
lando claramente,
-aiu /vi uiivoi, <* tatal reronosp'j
verao, a qualquer ponto do paiz. I 1
Em presenta destas circumstancias. che-1 rt"[ ** ea-
ea a Bar di interessa eeral o principal lim,
ga 6 Y Y OLASSII--ICA1A DA DOENt'A
Mi tem em vista a projectada cominissa".,
isto o estudo do prjeesso do Dr. Car-
mona.
Quera Carmona. e o que fez elle ?
lN'UCULAtAO SEGUNDO O
CABMOHA
Para a elassifica9lo deste microphyto,
contina o Dr. Moneada a divisilo indicada
pelo Dr Bertillon em seu Diccionario en-
[ o/clopedico de sciencias medicas de De-
COGDMELO
meiro protessor de cbiraica medica no col- Deste Peronosporo amarillo nasce como
legio medico do Mxico. A 'sua theoria fruct0s de suas di'atacoes orgnicas grande
dos gerrae.ns, adaptarla s inoeulaepes e as nuaj..ro de zo ospros.
expos9oes de resultados praticos dadas Deve-se cuidadosamente distinguir os
luz em urna recente e i';ao dos seus dis- zo-osp>'>ros dos zo osporangios, sendo estes
cursos e notis clnica--. 1 irvir.au> de base ao
seguinte resumo
fructor do cogumelo (nycetlium), pois nesta
diotinegilo basea-se a theoria da inoculacao
Operando por systema diSorente do do de Carmona, como preservativo contra a
Dr. Freir, no Brasil, nao segua o exera-' febre. Pretende elle ter estabelecido, me-
plo de Pasteur, se bera que tem procedido. diant u.na serio da expecicncias com todo
do ara modo anlogo as suas investiga- o cuidado realizadas, os seguintes factos:
e.*es criginae8. 1. Que o peronosporo aniarello appare-
' Ha i 12 annos que elle 88 oceupa eom seraPre n urina dos doentes da febre
persistencia deste trabaJho predilecto, e amarella, e uuoca em outra qualquer un-
airora i falla com autoridad* provenan- na-
ta das observaco, com a maior at- -'' Qe .1 sua presen^ explica os symp-
tenoSo, derapettidas experiencias no la- tpmas distmeos o modihcaSoeB dcsta fe-
bor'atorio e provas rene, adquiridas sobre, bre, que nao tem outra expl.caSao.
casos de febre amarella as reg oe onde, -. obstrucsao dos canaes dos r.ns
habitualmente este mal se desenvolve. P=' accumulaco.s deste microbio. expb.a
Acertadas ou nao, as-suas concluso i a diminuto e raesmo a cessagao das eva
roerecem pelo menos, aecurado exame. Ma-'^v3es urinarias.
nifesta ao principio a determinado da cer-1 & A cor amarella da pdle do doen e.
tas granulacoes que nao devem ser con 1 "A maior intens.dada desta c5r, de-
fundidas com os baete ros caractersticos da P0If danorte.
pntrefaccSo. Sao os esporos ou seraents! d-A tendencia macada na hemorrl.a-
de um cogumelo microscpico, os quaes, |Sia; ...... 1
1- j,____ > ;,Qi /Pr,-\ hsta respondo a dimmuicao dos saes de
combinanio a-n perinop >r> animal ^rero- v
potassa no organismo animal, j que os zo-
osporos proenram alimento nestes saes.
eA degenerajo unctuosa apparente,
a qual diz o Dr. Carmona ser s apparen-
te, no provm da transformacSo em gor-
dura das peqnenns cavidades, senSo do
deposito do za-osporos, que se augmenta e
desenvolve. A verdadeira degenerarlo
unctuosa nao est em relajao c3m o rpi-
do restabel-icimento que o doante a miudo
experimenta ; e alm disso as suppostas
cavidades nao possuem as propriedades
communs a todas as gorduras.
CONTINUAM AS INVESTIGARES
Quanto mais augmenta o nuraoro do zo-
osporos no corpo do um doente, tanto mais
diffirl se torna a cura. Por cons-guinte,
trataram os mdicos de combater a febre.
por dous modos : 1', dimnuindo o nume-
ro (dos parsitas ; 2*. destruindo-os. Se-
gundo declara o Dr. Carmona, erapregou-
so sem restricgiio, mas tambem sera xito,
os relaxantes, os diurticos e sudorficos-
Os Drs. Holt, Billings, Toner e outros fa-
cultativos de .-econhecida competencia
apoiara esta declarado.
Senhores, disso com eraphaso notavel
o Dr. Holt, ao dirigirse sub-commisslo
do sealo, ha centenares da annos esta-
mos combatendo esta febre com tolos os
remedios conhecidos. Posso-vos assegurar
boje, que, apezar de tilo largo progresso
da sciencia medica, ds ha 60 annos para
c, nada t;mos adiantado. Andamos ainla,
por assim dizer, s apalpa lelas, aecorrou-
do, como nico recurso, ao3 antigjs reme-
dios caseiros o azeite de castor o a agu
quenta! Quando nm certo numero di pes-
soas adoecc do febro amarella, sera duvida
morrrao um tanto por cento dellas, pro-
porcionado raalignidade da epi lemia.
Estas razoas eram francas e atrevidas ;
os Drs. Hamilton, Toner e Billings, quo
so achavam presentei; confirmaram-nas,
porem, plenamente.
Convm-s em geral que impossivel
eliminar do corpo humano os zoosporos,
senao por meio de um agente que tirasse
ao mesmo te rapo a vida ao doente.
UM REMEDIO VALEN TEJIENTE PROPOSTO
De que modo pdese entilo proteger a
vida das pessoas qua habitara a regio in-
festada pela febre amarella ? O Dr. Car-
mona respondo : a Pelo meu systema da
iaoculacao. J so notou cuidadosamente
qual a ditTerenja entre o o ospontmjio e o
zo-os por o.
O zo osporangio, isto o osporo do ca-
gumcllo microscpico, equdle que, por
sua uniao, produz o mortfero peronospo-
ro, o os syraptomas de febre tmarella.
() producto do proprio poronosporo, isto
, o zo-osporo, no desenvolve directamen-
te o peronosporo.
E portanto o zo-osporo que o Dr. O.ir-
raona escolhe para materia da sua inocu-
la^iio. A seguranc da operagao depende,
s?gun lo elle diz, do facto qua os zoosporos
inoculados sao ncapazes ds produzir a fe-
bre amarella, desde que entra o zo-osporo
e o mucediwie, isto o cogumelo que nas-
ce do osporo, baja urna evolucjlo que aa-
da nao sa deu.
Prepara-se a materia assim escollada,
solando e seccando cui la lesamente os
zoosporos dos pernosporea ltea. Mistura-
se com agua distilada o producto secco,
deixa-se-o dissolver, o em acto continuo
prtica-se a injoCQSo sob a pella do ante-
br.190, applcando-se urna seringa de Pra-
vaz.
EFEITOS DA INOCCLACAU
Foram varios os resultados desta ino-
culagao diz o Dr. Carmona, mas nun-
ca foram de carcter maligno. A pri-
mera passoa que se fez inocular foi o pro-
prio Dr. Carmona, em 29 de Seterabro de
1881. t No momento de se fazer a injej-
cao, diz elle, sent em rainhas veas urna
ANGELA
POR
ms;, ss xzixti
( Contin a a j o do a. !c )
XX
O sobrinbo da Sra. fontana, que deixa-
mos em easa da sua ta no coilegio de ja-
roche, devia, como sabemos, partir na raa
nhS As 11 de Dezeaibro, para se dirigir
casa de seu amigo ienato e assistir, na sua
companhia, a urna cagada de javali.
LeSo Leroyer era um calador fervoroso,
mas anda novigo.
Para elle a cagada projectada constitua
ara prazer indito e delicioso.
Ter um javali por objactiva, era lugar
de andorinhas, a nica, caga em quo at en
tilo tinha empregado o seu cachimbo, er.i
um verdadeiro sonho I
Por isso, o mogo estava como que fabril,
s em pensar que dalli a pouco esso soaho
ia transformar-so n'uma verdadeira rcali-
dade.
Dous das depois de sua chegada a La-
roche, Leslo Leroyer, acabando de almo
$ar com sua tia, a Sra. Fontana, tinha-se
preparado alegremente para tomar o trsra
que o devia "deixar, pelo meio dia, na esta-
co do caminho do ferro de Saint Julien du
Sault, oifte devia achar-sc Renato Doar-
ville sua espora para o conduzir casa
da mSi.
Urna das criadas da professora tinha tra-
zido para a sala de jantar a espingarda e
a bolsa de caga, afim de que o mogo nao
tiv.ssede subir ao quarto. pira ir buscar
aquelle arsenal cynegetico.
Durante os dous 3as que passou em Li-
roebe, o filho do tabellio teve a satisfagao
de tornar a ver, pela segunda ves, Erara a
Rosa, em presenga da Sra. Fontana, e esta
como da primeira vez, tinha reparado na
perturbagao da sua pensionista em faesrde
Leo, perturbagao cujo motivo j nlo lhe
; pareca duvidoso.
O corgio ingenuo dcEmma Rosa cerne-
1 gava a fillar-lhe, tal vez mesmo BOm ella o
1 saber.
( Sabemos qu^ esta inclinngao nascente,
sem ser ioteirainenta approvada pe? Sra
Fontana, estava longe, eutretanto, de des-
agradar llie, porque arnava ternamente a
filha da bella bervanaiia.
Ora, restava saber se o t ibelliao daria o
seu consentimento.
Parecia, pelo menos, duvidoso.
im todo o caso, nao o daria de boa ven-
tada, e era natural qua n.lo codease seno
depois le solicitado;s repetidas e instan
tes.
Meu caro filho, disse a professora ao
sobrioho, olhando para o relogio de parede,
e=>tylo Luz XVI o que se achava pregado
na sala de jantar... approxima-se o mo
ment de nos separarraos. .
E' preciso nao perder o tram, porquo en-
! tao nao poderas partir senao de aoite.
Tenho tempo, querida tia, respondeu
Leao, que desde manhi parecia pensativo
e preoecupado.
- Sabes qua o caminho de ferro nao es-
pera.
Sem duvila; mas eu nao quera sa-
hir d> Laroche, sem ter obtido du senhora
urna graga.
Qual ?
A permissao da dizer a leus ra jui-
na Eraraa Rosa.
Decididamente resolvesto tornarme
1 orapletamente tua cumplice, replicou a
Sra. Fontaaa, rindo-se. Tu j viste Em
ma Rosa duas vezes, desda quo ciiegast.
Anda hontem estiveste a fallar milita tem-
po cora ella. ..E' bastantanta.. ou talv.:z
mesmo deraaia. A minha consciencia nao
me permita ceder ao eu pedido.
Pois entilo, minha tia, disse logo Lalo,
vou com a alma e o corag.o cheios de tris-
teza. Esta note tive um sonho de mo
agouro e ando cem presentmentos som-
bros.
Sonhos... presentmentos... repeli
a professora do coilegio, encolhendo lige-
ramente os hombros. Oeste, por acaso, em
ser supersticiosa, meu caro L?5o.
Com certeza nao, minba tia, repcra
o raogo, e tenho por costuras nao ligar aos
sonhos senao & importancia que ellos mere-
ce ra, isto nenhuma. Mas os pormeno-
res deste eram de Uto grande nitidez, que
ficaram gravados na memoria o causaram
sensagao de calor, que durou alguns se-
gundos. Cessando repentinamente, succe-
deu lhe urna leve infiammagSo, sem alte-
rar a cor da cuts, anda qua impedase
um tanto o movimento do brago.
No 4 da tinha desapparecido de todo a
inflan:raagao, e nSo notei estado algum fe -
bril. A urina expedida foi talvez um pou-
co mais abundante que de costume, e ti-
nha urna ligeira cor roxa.
Desda aquella vez o Dr. Car nona iao-
culou pessoalmento a 1,250 pessoas, fa-
zendo tambem exp^rraent .r o seu procos-
so por outros mdicos mexicanos, o que
augmenta, para o seu cargo, o numers dos
inoculados
Diz o Dr. Carmona : o muitus dos ino-
culados, algumas horas depoio da noca-
lagSo, experraentaram ura ligeira accesso
de febre, no excedendo porc.n a 30 ho-
ras a durago deste estado. Os sympto-
mas locaes, a extedsao da infl imraagao o o
descoramento da pella era torno da picada,
variararn rauitissimo; salvo porem alguns
casos, os inoclalos continuavam nos seus
negocios como de costume.
5o recorreu a nenhura processo de at-
attenuagSo ; os zo osporos injertados con-
servaram entretanto a 3ua vitalidade nor-
mal.
A dssecago prolongada em nada altera
a vitalidade dos zoosporos; po.-quanto,
logo que sito postos na agua, recuperara o
seu moviraento oscilatorio.
A FEBRE AMARELLA RESISTIDA
As pessoas inojulcadasestiveram depois,
em outros pontos do paiz, expostas aos
ataques da febro amarell; eia succinta-
mente os resultados desta experiencia. Das
primeiras 00 pessoas inoculadas, era
urna s foi atacada da febre. D.is 632 s -
guintcs, 26 foram atacadas. Os 330 h>
raons da guarnigao original de Vera-Cruz
tinhara sido inoculados, mas mais tarde
chogou ura reforgo de 174 homens nao
inoculados. Durante seis mezes foi inten-
sa a epidemia em Vera Cruz Dos homens
no inoculados 32 [ foram atacados, en-
quanto que entra os inoculados, 7 1(0 fo-
ram atacados.
me um verdadeiro t rror. Esta impressao
nao ilesappareceu.. est viva como no
momento em que acordei, e para me tran-
quillisar, para reatabelecer o equilibrio do
mea espirito, assegurolhe qua tenho ne
eessidade de ver a menina Eraraa Rosa.
.Vas, embra, o que que sonhasto de
tao terrivel, perguntsu a professora, soffren-
do inconscientemente a influencia do sobri-
nho, qua falla va cora evidente convcgiio.
EmrDi Risa pparecia-me lutando
cora um lionera que lha enterrava uraa fa-
ca no paito. Quiz correr era seu auxilio,
mas sem sabei como, senti-me tarabera f;-
ri lo e cahi no meio do lago de s ngua, qui
nos cercava a arabos.. Acordei cora ura
sobresalto.. Estava alquebrado, alagado
em suor e assaltado do presentmentos qua,
desde entilo, nao msis me largaran.
Eis ah urna cousa qua no tara son-
so coramu.ui, exclamou a professora. Se
j nais nm sonho foi absurdo e sem razao
de ser, foi este. Eraraa Rosa esti era mi-
nha cas, porto da mira, be u era s>guran-
ga e os perigos que ella podara correr nilo
xistem, seailo na tua imaginagao. Trata,
portanto, de afastar estes presentmentos
absurdos. Eraraa trabalha agora, e recuso
inteiramento fasei-a dcixr a anbt pira vir
recebar as tuas despedidas. Estera dispon-
a, at certo ponto, a mostrar-me favora-
vel ao ten projecto do uniito cora essa rae
nina, de quera, como sabes, aprecio o en-
canto, a graga e as solidas qualidades ;
uws deseaipcnhara ura papel indigno de
mira mesm;, como deves concordar, eer-
vindo de intermediaria ao teu amor.
L^ito abaixou a cabega sera responier.
A Sra. Fontana proseguio :
Direi a Emraa Rosa que quando par-
tiste, rae encarregasto de lhe dar respeito-
sas larabrangas... A isto eu nao accres:ea-
tare uraa so pilavra.
'roraetti-ta que
pensara nos teus proj-c'.os da futuro o que,
na medida do possivel, ta ajudara a rea-
lisal-os. .. Torno a repetir ta a proraessa...
Te ra conanga o deixa-raa c. Vamos,
meu rapaz, abraga-me a vai j para a es-
tagao.
L ao deu um grande suspiro e beijou a
tia.
- Parto chcio de tristeza, raurmurou
,dle.
Orialeus! O moviraento do carai-
nho do farro sacudir o teu sangue e por-
tadla logo na posse do teu equilibrio mo-
ral.
O mogo poz a tiracol a correia da bolsa
de caga, ag*rrou na espingarda e, com o
po noculagao para produzir os seus efte-
toB caractersticos antes de expor a pessoa
operada epidemia. A inoculagito devia
sempra ser feita nos mezes em que o febre
prevalece.
UM SYSTEMA DE DEFESA PARA A COSTA
E' natural que a comraissao demonstre
o omito ou pouco valor do systema preaer
vativo. Se, porm, reIatT;miufcs fibre
amarella, sa applicar a theoria dos mi :ro
bios, o resultado certo. Estes cogumel-
los ranrtif.-ros, que to fcilmente sao es
palhados pal:, vento,pelo mar, cu por qual-
quer outro corp i ra moviraento, estes co
guraelos, dizeraos, sao muit > mais teraiveis
do que os exercitos o armadas do qualquer
potencia europea. O systema awsis raasoa-
vel de defes i para as costas, ser a pro-
teegao do paiz contra as nva*5es daWmn
epidemias.
Memorias
O GAVETA DOS MEL'S PAPIS
(C'-ntinuacao)
A sua loucura comegou por
ura
modo
singular. Calumniando atrozmente urna se-
nhora e essa senhora era a propria mulher.
A principio chamaram-lhe infame, e pa-
t cabido o epitheto ; r
o desgra-
nado era apenas ura louco
Nos primeiros das da ana alienagao i u-
provisava magnficos versos, conservava-os
de memoria, recitava-os confidencialmente,
por n nio quera eserovel-oa dizeudo, cora
grande eonvencimento, que os versos que
publicara tinbam sido a sua perdicZo. E
cont .va uraa estoria : Algaem que lera uraa
pocsia sua lha e3er;v<;ra, dahi nascerauma
correspondencia. Depois de narrar os pro-
menores mais arrebatados, mais extrava-
gantes, mais lbricos, terminava dizendo,
como se tivesse a consciencia do seu esta-
do e teria para maior tormento I dis-
to resultcu o que vs; esta desgraga em
que cstou
Toda a pliysionoraia se lhe illurainava
durante a recittgao, o a narrativa : depois,
ao proferir as ultimas palavras, as lagri-
mas bjrbulh^vira-lhe como dourades pela
luz das pupilas faiscantea !
Fama profunda lastima aquelle desven-
tura o rapaz!
Que impressao me produzo a ultima
vea que o vi I
Um dia fonos f. Lhafolefl. Eramos: a Sra" condessa d'Ana-
sido siiapl ismente seecados, em vez a de- dia, seu irmSo ChriatovSo de Maraes Sar-
devi lamento solados da albmina por | ment, Luiz Aranlia, aquella uobru- co-
ra iodo calor ou do alcool. ragito e valente rapaz queso entarron, dei-
Glaudio Jos Nunes, na Civilisacao, e
Andrade Ferrera, na Opinio, travaram-
se de polmica. As phrases que tro aram
no debate e que deram azo ao duello, no
jornalsmo deste momento, seriara, por
ventura, expressSes amaveis. Os romnti-
cos, ua sna qualidade de ingenuos, eram
paludos. as8oraados, caturras; mas b.iiam-
sc!
Claudio raandou pedir a Andrade Fer-
reira quo retirasso as pbri'aes que tinha
como of.rasivas de sua diguidade.
Andrade Ferrera nao retiro ama vkr-
guJ, pedio rae para que res dvesse o ne-
gocio.
As coatroverciaa derara-se, pda noite
do dia IG no dia 17, s du*s horas da
tarde, batiam se espada os dois conten-
dores. O duello no se realisou de madru-
gada porque houve diffieuldade em arran-
jar espadas iguaes. Xenhum delles tinha
nogous rudiraentares do jogo de osgriraa.
Ambos erara corajosos. Claudio Jos Nu-
nes, Laixo, musculoso, forte, exercira-se
caga desde enanca. Andrala Ferrera
era alto, m3gro, curto de vista. Psssara
a vida lutando com grande difliculdadas,
eatudando e eaerevendo sempre Es"e ra-
paz pi ovado naad^ersidade, de carcter
qua parecia mana, era se eufurecendo
per lia a cabega e atirava-se ceg, corao
homem amouco, fosse a quera fos^ i.
[Continuar se ka)
O Dr. G
armona a
ttrib
ue a urna
das
duas causas os 2(5 casos de febre .-ntre os
inoculados : Io, qua os individuos nilo ti-
nhara recebido en seu organismo a quauti-
dado necessaria de zoosporos, para que a
saturoejio se completasse at ao grao naces
sario de preservagao ; 2, ou quo os zo-
osporos empregalos na opengao tinbam
Approva tambara esta comequencii, ci
tando dous casos experiinenties, nos qu es
se empregara para a iaoculacao uraa ma-
teria mais cuidadosuinonta preparada. Da
10 erapregados da Alfandega de Mazatlan,
quatro foram inocalodos. Os 10 corriara o
mesrao perigo da cantagio. Os seis nao
inoculados aJoacerara e morrerara victimas
da febra araarella. Os que foram inocula-
dos nada soffreram.
O segundo caso ainda mais digno de
attengao. Na cidade ,1o Mxico, foram ino-
culados com todo o cuidado 7(3 soldados
cora materia zo,osporica isolala.
Estes individuos, da viagem ptra Acayu-
can, chegaram, no verilo, a Vera-Cruz;
all entrou para as fileiras ura Beldado de
norae Francisco Gonzalos, o qual perma-
necen eom ollas naquella cidad-) pelo espi-
go da seis das, durante a opernia. Ao
chegar o des'acamento a Acayuein, des-
cobriu-se qua Gronzales achava-ae atacada
da tabre amarella, falacendo poucos das
depois; d'. toda a tropa, era o nico qua
nilo fura inoculado; dos 76 corapanheiros
nenhum foi atcalo de epidemia.
Do tod'is estas experiencias feitas, de-
duz o Dr. Carmona que a condigno febril
temporaria a prova e a garanta carac-
teristieaa da urna moculagao proveitosa e
da devida satur*$3o do organismo.
Julsra elle tarabara neeessario 'lar tira-
coragvo opprimido, decidise a sabir do
coilegio.
- Tu apeas te era Laroche, quando rie-
ras de Saint Julien du Sault ? perguntou
a Sra. Fontana.
No sei se po lerei... respondeu L"io.
A professora sorria.
- E' justo, disse ella, Eraran Rosa es-
tar em casa da sua mili, e, certo de que
ella nao est aqu, nao tcns mais motivos
para vir ver tua tia.
- O quo est dizrndo uraa raaldade,
querida tia replicou L -.ao. Feliz nente uo
acreddita nem n'uma s palavra do ."pieest
dizendo.
Isto verdade.
Qu\ndo voltar, fare o possivel para
passar algurais horas aqu com a senhora.
- Ento at avista, querido filho...
ate breva. Diverto-te bera, e quando es-
tveres cangado nao fagas alguma impru-
dencia.
Fique descangada.
A Sra. Fontana conduzio o sobrinho at
a grada do coilegio e disse outra vez at
a vista abracou o mais urna vez e vol-
tou para o sen g.ibinete.
O mogo apressou o passo.
Quando ehegott a estagad do caminho de
ferro estava-sa dando o signal da chegaia
do trem.
Teve apaas to.npo para comprar o b-
Ihete, porque o bil let'iro ia fechar.
Um minuto depois roda7a para Saint-Ju-
len-du-Sault.
A distancia entre o tetrao da sua viagem
o a estagao do Laroche era apenas de vn-
te kilmetros.
Era qoarenta e quatro minutos estes vin-
te kilmetros fofam vencidos e Lsao cha-
gou ao seu destino.
Renato Dharville esperava-o na estagao.
Os amigos de coilegio apertaram-so a
m?.o eom sincera cordialidide.
LeRo era exactamente da mesma idade
que Renato.
O carcter dos dous mogos offorecia
grandes pontos de semelhanga ; os gostos
erara os meamos, e por isso, impellidos por
mutua syrapatuui, tinham-sa eslreitamente
ligado no lyceu de Dijon.
Depois de sahirora do coilegio, continuon
a mesma ligagao.
Pelo qua reapoita ao physico, Renato
Dharville era infinitamentu menos bem
apessoado do que o filho do tabelliSo de
Dijon, que, eremos havel-o dito j, eraum
bonito rapaz.
Baxo;-muito forte, Renato apresentava
hombros largos e urna grande cabega Nco-
x ..i o em lugrim >s a maia virtuosa o aTcc-
tiva das espos ij. e cu.
Quando lindamos quasi terrainade a nos-
sa visita quelU tasa pavorosa, ao entrar-
raos n'um quarto par;icular,doparou se nos
Lobato Pires. Natural a cxprosso dos
olhos insinuantes e forraosos. Estava mui-
to magro e extremamente pallido. Cora-
priraentou, corao bora'ra elegante, a Sra.
eondeBsa, a a mi.a csteadeu-ine a milo cora
naturalidade. Pergontei-lhe macliinalraen-
te:
Corao ests !
Demnion-ae-lhe L go o semblante e res-
pondeu-rae era tora sacudido :
Estou boa) ; n3a gasto que me fa-
gara perguutas.
E voitou-me as costas.
Fiquoi magoado pelo bavar offandiio,
posto involuut .r: un inte.
Nio torn-i raais a ve!-o. Pouco tempo
uepos tive noticia da sua mtrtc.
Pobra mogo!
Claudio Jos Nunes, q k padeca hava
muito, cahio ura dio, parrWjunca mais se
levantar, na sua casa de Bemfica.
A^agonia de Andrade Ferreira foi mais
longa e cruel 1
Todos cu opriram com a santa lei do
trabalho, todos tinhara taleato e todos fo-
ram mais ou menos infolizes I
Ajera ao du-llo.
A ultima aula
(N'AItUATlVA li l"M AI.SACIAXO)
N'aquella raanhii, eu estava em atrazo
para ir ao coilegio e cora muito inedo de
uraa repreheaaao; tanto ra^is que o profes-
sor nos liavia prevenido que tratara dos
participio e eu nada sabia ua ligio.
Por ura momento, tive a idea de fazer
urna yazeta a r dar um passeio pelos cam-
pea. Fazia tanto calor o tempo estava
tilo lirapo !
Ouvia-se os melros assobiarara na es-
trada do bosque e os prus3ano3, no pra-
do, por traz da serrara, faziam exercicio.
Tudo isso tentava me muito raais que a
regra dos parte cipios ; entretanto, tivefor-
gas para resistir e corr para escola.
Passando pela praga, vi muit t gente pa-
rada diante de uus cantazos pregados as
paredes.
Desde cerca de 2 annos, en alli, que
tinhara apparecido as boas e ms noticias;
bataliaa perdi ;as, requisigoes e ordens do
corara indo ; se aparar perguntava a raim
mesmo:
- O que haver anda?
Entilo, no momento em que eu atraves-
s.iva a praca correndo, o fern iro Wachtec
qua estava lendo d cartaz era companhia
do aeu aprendiz, gritou-uie :
Nao te appresses tanto, pequeo, che-
garas muito a tempo a tua escola [i
Suppuz que estar gracejando e entrei
esbaforido no pateo do professor o Dr. Ha-
mel.
Ordinariamente, ao comegar a aula oa-
va-sa da roa grande barulh' no interior ;
cartoira? abortas que se fechavam, ligoss
estuda Jas em altas vozes, todos a um tem-
po, com os ouvidos tapados para melhor es-
ludar a a regua do professor que bata so
bre a mesa :
i Um pouco d-; silencio I >
Eu contava com essa rumor para sentar-
me no meu lugar sera Ber visto, mas por
infelicidade, naquelle dia tu io < sava era
silencio, como n'uma manhi de domingo.
Atravez a janella aberta eu vi os con-
discpulos sentados nos seus lugares e 9
professor com a terrivel regua debaixo do
brago, passando e repassando. Foi-rae pre-
ciso abrir a porta e entrar no raeo daqucl-
la silencio; imaginera como eu estava rer-
raelho e cora medo ? Pois bera, o protessor
olhou-me sem colera e dissa-rao docemente:
Se.nta-te depressa no teu lugar,
Frantz, araos coraeg^r sera a tua presen-
ga.
Fui immodiatainente sentar-rae em fren-
te c.rtdra. (Contina)
berta Be cabellos espessos e encaracolados ;
tinha, porm, a testa larga, olhos bera ras-
gados e physionoraa muito attrabente.
Aquelle rosto irregular, expremia a in-
tolligencia e a hondada, e tal expressao uo
era ira ganad ora.
Exacto, como ura soldado Bravo I
exclamo i R-nato Dharville. Ea^ero que
nao tenhas alraogado era LmdAk-
Ora essa, sealmocei...
Isso nilo quer dizer Dada, tornars a
alraocar. Esperam-nos, e a mesa est
posta.. Trazes bagagera .'
Nada mais do que "sta bolsa, que
traz um pouco de roupa branca.
Entilo aviemo-nos.
E os dous amigos tomaraiu o caminho
da cidade.
A casa paterna de Renato achava-se no
nm da cidade, quasi no campo.
LeSo deu o brago ao amigo.
A nossa cagada raalisa-se seinpre '?
perguntoo-llie elle,
Ora essa! Na Ja sa mudou no qua es-
tava combinado.
E os javalis ?
Sao numerosos, e, segundo parece,
fizera por ahi estragos. A nossa reuniao
rcalsa-se n'uraa quinta pertencenta a um
dos mus tios. Esta quinta tica perto do
boscus do Villuneuvc sur Yoane.
Vamos para l boje ?
Nao, a cagada coraega amanha pela
manh... Duas hor.s antes de araanhecer
pomo-nos a caminho e de p ligeiro, segui-
remos o linha do caminho de ferro e dra-
garemos quinta, onde encontraremos
grande numero u-> pessoaa convidadas por
meu tio, porque se traa da urna batida.
Aliuog.a-sa mesmo de p e cada ura tratar
de ir toraar o lugar que lhe for designado.
Para mira esta esga la ti u ra verda
dera festa I exclamou LaiLo.
Para mira tambera, asseguro-t'o. ..
Deva ser muito divertida... O que nos
n5o devemo3 ter calor... O barmetro
desee de urna maneira proligiosa e daqui
a poii-o eoraegar a cahir nev.
Ora adeus, que me importa ? Estou
bem enroupado.
o principal; na nossa dada, quan-
do a gante se diverte nSo sent fro.. A
proposito, como vai teu pai ?
- Perfetimente.
Sempre consenta em deixar-te estu-
dar direito em Pariz ?
Nao foi sern difliculdade, mas con-
sentio.
Ah I com os demonios, tanto melhor,
exclamou! Renato Dharville, com alegra,
ao menos ainla tornaremos a ficnr juntos.
E' por isso que au tanto o 'es'java,
respondeu Leao ; e a proposito, pense n'n-
raa cousa que provavelmente te ha de con-
vir.
- Proposta por ti, i sei de antra5o
que a censa rae convra.
Uraa vez era Pariz, por qua que
nao haveraos de alug.ir uraa casinha para
ambos e por arabos paga ; podamos rno-
bilial-a da maneira simples, ni .s decente...
isso evitav.i nos ir pa-a um hotel, oude se
est mal e onde se paga caro, e ao mesmo
tempo fariaraos economas, vivendo um ao
lado do outro, partilhando tudo, trabalho e
divertimentos.
- A tua idea j rae occorren, meu que-
rido Leo, e acho-aoxcellente... tica, por-
tanto, adoptada com enthusiasmo !. .. Tu
nao podes fazer idea quanto me tariia estar
em Pariz para saber com exaetiiao o que
o Quartier Latn, de que se falla tanto
na provincia, que ma f.ttrahe a qua, sem
duvida, te deva attrahir a ti.
Devo confessar que nao me attrahe
l muito, murmurou Leiio L :royer, com
um suspiro.
O amigo olhou para elle com olhar es-
pantado.
- Viraras tu as costas a essa existen-
cia de liberdada? Nao tens piessa de te
ver rodea sola ? Nao santas ura peque-
no estremecimento voluptuoso passar te pela
epiderme, cora o pensamento de vivernes-
se bairro, de que Murger fez a historia e
onde taremos talvez probabilidades de en-
contrar uraa Musette ou urna Mimi ?
Eu nao menosprezo a independencia,
e gosto do prazer, como outro qu Iquer, ta
bem o sabes, respondeu Le3o ; mas ha una
genero de divertimentos que .-u nio parti-
lbarei coratigo... era Mi is nem Muset-
te prenderao o meu corago ?. .
Ests bem certo disso ?
Asolutaraente certo.
Renato Dhurville olhou para o amigo.
Cl I disso elle, deixando perceber
um sorriso nos labios, ent2o a bonita pen-
sionista de tua tia, a Sra. Fontana, oonti-
na a reinar como soberana no teu cora-
go, qee tu pretendes disputar s heronas
de Murger?
Contina :
E' serio ?
TSo serio, que nunca terei outro
amor.
(Continuar se-ha)
Typ do Diario, ra Duqu de Caxiaa n. 43.
s
<


l mmm i
\__menm. 1


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