Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19528


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Full Text
"
AMIO LH
Aomfn^o *i> de fullio de 1994
\l 1li:ilO lll
DIARIO
PfidPBISSABB BI M&H0BL FIGIJS.1B0& DI PABIA &
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE i SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgES NA FRAN-
Por tres mezes adianados. 8#00 CA E INGLATERRA
Por seis mezes adiantados. 15$000 ., _,. <0
Us fcrs Mayence Pavre & C., residente* em Pars18 ru de
Por um anno adiantado .... 30$000 ,a Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16150b
33000
9
/ ''
Telegrammas
Rio de Janeiro, 2; de Julho, s 5
horas c 20 minutos da tarde (recebido
na estacao s 12 horas e 10 minutos da
manh de 28!!!------e entregue as t ho-
ras e 3o minutos).
Em sesso de hoje da Cmara dos De"
putidos o Dr. Coelho Cintra, responden-
do ao Dr. Martins Jnior, declarou que
este s publicara seu Manifest contra a"
revolta de Setembro muito tarde, depois
de \.\ de Novcmbro, e isso mesmo por
suggestoes do general Leite de Castro, en.
tac commandante do 2. districto mili-
tar.
Emquanto fallou o Dr0 Coelho Ciera,
esteve retirado do recinto das sessoes o
Dr. Martins Jnior, sob o fundamento
ou pretexto de julgar offensivas as refe-
rencias do orador sua pessa.
Aman ha deve entrar em }* discussao
oessa Cmara o projecto de adiamento do
Congrego, que parece s ser votado de-
pois que o Senado se pronunciar sobre o
projecto prorogando o estado Je sitio.
A coinmissao competente do Senado jal
deu parecer sobre esse projecto, aceitan-
do-o tal como regressou elle da Cmara
dos Deputados. isto rejeitada a emenda
mente NtisfeitM, a quem de rfireilo, apezar da de carfdade en favor de sua tllha Oiyrapia Car-
expressa definirn c ulula na art. II da lei n.
3230 Ii .1 .le S'-t imoro .i j I8s4, sobre o que se
jdeve entender por divids le ejercicios nodos,
reeomroeodo ao Sr. cnefe das rcp-irtico;* subor-
dinadas a este ministerio a estricta observancia
das disposicoea qu vedam terminantemente a
autorisaeao iie servieo*, alean das farsas da con
sigoacio propri, sob pena de efkcti7a reepou-
tabilidade, na fraa da uliima parle do an. iVspeeloi
do decreto n. 10 145 de o de Janoiio de 1889. lonnar.
n-'iro Mmiteiro na rioit>- de 18 de po-io prxi-
mo Informe a inspectora dos TiKatro*.
Severiano Rodrigues Coelho de Macedo, pro-
feasor interino e ell'cciivo no Municipio de Pe-
trotina d'esde *7 de Abril de i8<, pedindo
para sertfonsideradn em disponibilidade, visto
nao ter sido eproveita lo na organisacao do ma-
gisterio da referido Municipio!Ao Sr. Dr. In-
Ccral da Instruccao Publica para in-
Felisbello Freir.
- Suscitanilo-se duvid.is na primera parte
do urt ). da lei n. 117 de 4 de Novambro" d>*
1892, declaro aos .Srs. delegados, tiscaes e in-
spectores das alfandegas que as falls upr en-
fermidade devem ser contadas nicamente com
as faltas por licengi. quando estas e aquellas se
succe lenm sein saluca i de coutinuida le, ci-
si lerando-g como ni para as nposentadorias
o periodo de seis ni'-/.es, e deduzindo-se o ex-
cesso que houver, entendida com esta reslricco
a (>.' instruccao da circular n. 6 de 26 de Janei-
ro do crrenle anno. FettbeUo Freir.
* Declaro aos Srs. chafes das repartices
subordinadas a est; inini-teno qu; us foros dos
terreos dos extiocios aldeiamentos de inlios,
que nao forem relindos nos termos do arl. i
$ '.da lei n. 2.662 de 3i) de Ou'ubro de if\
continuaran a pertencer ao3 municipios onde
existvn taea terrenos, por uno ter sido nessa
parle revogaJo o n. 3 do art. 8. da le n. 3. 48
de 2' de Outnbro de 1887 pela lei n. 23 de 30
de Dezembro de 189', que passoo da renda da
municipalidad!' para a da ('niao os f iros de
lerrenos de inariulias existentes nos Estados.
FtJithello Freir.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, :8 de Julho de 1894.
O portetro interino,
.1. da Fonseca.
Ministerio da Gue.sra
Foi reforma lo de con forra ldude com a i* par-
te lo art. 2, da lai n, (.48, de 18 de Agosto de
Ih:>->, o lente aggregndo arma d: inf.mtaria
Antonio Mara de Sou/.a, visto hav.-r sido em
nova uispecro de saude, a que foi submettido,
julgado incapaz, para o servicoido exercito.
l'or.nn transferidos : para a 2 batera do 4
regiment d: arlilh
Quostura Policial
2" Seccio-N. 163-Secretaria da Quesiura
Policial do listadoile Pernambuco,'em t de Ju-
lho de 894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbos i Lima, *J.
D. governudor do Estado.
Participo TOS que foram racolhidos a casa de
Deteacfto os seguales individuos:
A' minlia ordem francisco Bezrra Lima,
para averiju.ires policiaes (MaOOel Kerreira
Luna, viudo de Ueherihe como d"Sordeiro; Luiz
de Franca. Emili i Marta da Conceigo, onya-
lo Francisco Igo-icio, Josi1 Barbosa do Espirito
.Sanio e Arlind > Cesar da Silva, reine.tidos pelo
delegado do municipio da Escoda, os dous
pnmeiros cuino criminosos e os dem lis como
vagabundos e desordeiros.
A' ordem de delegado do i" distrielo da capi-
tal. Joo Jos da Siva, preso em flagrante, por
criiiia de estelionato.
A'ordem do subdelegado do t" districto de
S.Jos, esuin) da Silva Bandeira de Mello,
como desordeiro e gatuno ; Miguel Archaji
Ferrara do IVgo, como vaaibundo.
A' ordem do subdel -g ido do 2o districto da
Boa Visia, Bonifacio Jos de Sant'Anna, por
disturbios.
A,'ordem do subdelgalo do 1 districto da
Graca, Anca Miria da Conceigo, por crune de
fiTimento.
A' ordem do subdelegado da Torre. Jos Can-
inf iiiia'ia o capilao do lt Peironillio de Car-
valho Rangel; para o 17", como aiodaote, o ca-
pitiio do -8" Artluir Prenle da Costa ; para a
i* companhia do i9, o cajnto do t "Jos Au-
gusto Vrera Leite para ai* companlna do 21
u eapilo do 8 Urbano Vieira da silva Franja;
para o 21", como ajudante o capilao do 17 Joao
Caelano de Parias e Albuqurqu;: para o '8o,
como ajudante, o capito do 19" Vicente Pinto
il Antojo.
1 o transferido para a 2* elaase do exercito,
ficando aggregado a arma a que p-rtence, o
capilao do -" regiment de cavallaria Alexan-
dre Zuzaras d AssampcSo, visto haver sido,
em inspeccao de saude a que foi submettido,
julgado incapaz para o servido do mesmo exer-
Cilo.
.Ministerio la Marinha
Foi piriiiiiiido que Amonio Gelio preste exa-
me de maetaiDsta de barcas a vapor do com-
mercio.
Foram horneados :
O capi aii-i.-n-n.; Augusto Guedes de Car-
valbo para exercer o cargo de capito dj porto
do Estado do Paran ;
O capilao t Denle Arlhur de Serra Pioto para
commandar a canhoneira Camo'iin.
O i" teen le Carlos Pereira Lina para com-
mandar o vapor de guerra Santos".
do mesmo Senado que comprehendia na
suspensao das garantas as immunidaaes|d*^e,,e regiment Pelipoo Pinbeire'Co
v I Cmara ; para a 2' companlna do 8o bal:
parlamentares.
O Sr. Quintino Bocayuva assignou ven-
cido esse parecer.
Foi nomeado director da prati.:a-
gem da barra de Pernambuco o capitao-
tenente Leopoldo Bandeira de Goveia.
sendo exonerado desse cargo o actnal.
Foi nomeado o capito de fragata
Irineu Jos da Rocha para exercer o car-
go de capito do porto do Recite,
Foi aposentado o presidente do Tri.
bunal Civil e Criminal da Capital Fede-
ral Silva Mafra.
Foram declarados infectados de cho-
lera-morbus os portos de Hong-Kong,
sendo os navios procedentes d'elles, dire-
Ctamenie ou por escalas, obrigados fa-
zer quarentena na Ilha Grande.
Itio de .Janeiro, 28 de Julho. as 2
horas c2j minutos da tarde (recebido na
estacao s 3 horas e 50 minutos e entre-
gue s 1 horas e 2o minutos].
O Senado adoptou por 18 votos cont"a
15, o projecto sobre o estado de sitio, pro-
rogando at 51 de Agosto com immurii-
daces parlamentares.
Itio de Janeiro, 28 de Julho. as 7
horas da tarde (recebido na estacao s 8
horas e .15 minutos da noite e entregue s
y horas e 5 minutos).
Houvc promocao no corpo de sade do
exercito.
O capito-tenente Irineu Jos da Ro-
cha foi nomeado capito do porto da Pa-
ra h y ba.
A taxa do cambio sobre Londres foi
hoje de 9e 1/4 d. por 1//000.
Londres, 28 de Julho.
Osjaponezes aprisionaram o rei da Co-
rea.
PARTE OFFICIAL
Artos do Poder E.vecutivo
DECRETON.. de 18 de Julho de 189*
O Vice-Presidente da Repblica dos Estfxl
dos-l'nidos do Brazil :
Considerando que de toda a urgencia a sub-
stituigao das notas dos extinctos bancos emis-
sores e que. em virtude ln art. *j0 S 3." dos es-
tatutos do Banco da Repblica do Brazil, appro-
vados pe- d;creto n. 123.1 de 31 de Janeiro de
1893, os 1. [hales emitti los por esle banco, afn
de serem posios em circulaco, em substituicfto
dos d'aqu<'lles, devem ser assignados pelo res-
pedido pr .s lente ou por um director ou mem-
bro Considerando que o referido estabelecimpnto
nao pode, como deve, promptaraente attender
;is urgencias de troco por dilaceracao e outros
motivos, visto que a faculdide da assignalura de
OOUs, de accordo rom o citado artigo, con-
cedida aquelles membros da directora ;
Considerando, Analmente, que o art. 18 do de-
creto legislativo n. 183 C e 23 de Setembro de
4893 faz depender a validade e exequibilidade
das clausulas dos estatutos do mencionado ban-
co da approvarao do governo e que as cir-
cunistancias iciua-s reclamamque seja altera:o
D referido 3." do art. 50:
Resolv; conceder ab presidente do Raneo da
Repblica lo Bra/.il a necessaria autorisaco
Sara designar os empreados do mesmo estabe-
ecimelito, de sua inteira cenfiangae que julg-r
neessanos, para, com os membros da directD-
ria, de qu trata o referido artigo, assignarem
as ilotas que deverSo ser entregues em subs'.i-
tico das que forem sendo recolhidas.
0 ministro e secretario dos negocios da fa-
tenJa assim o faga executar.
Capital Federal, 18 de Jula de 1891, 6.* da
Rer oblica.
Flori,vno Peixoto.
Felisbello Freir.
Ta, o capilao do 5'' baia-
II110 da mesrna arma .luvennl de Maitos Freir, I dido Ferreira, alienado'com destino ao asjlo da
e |iara a 3* balera deste balalhao, o capito Tama'lneia.
Corra da Communicou-rae o delagado do municipio
alhaode.de Jaboala que nodia 22 do c rrenle fora en-
Ministerio da Fazenda
Foram publicadas as seguintes circulares :
Convui lo nao se reproducir a pratica abu-
siva de s-rem aul irisadas despezas excedentes
dos crditos votados as differentes verbii-
'ss oren.....il iras, na ep-ranca de que, encer-
f*foi o^ >3 exercicios, 8ej forcosa-
Govcrno do I -I.mIo de Pernam-
buco
Detpachot da dio- JO de Julho de 1804
Abnxo assi^'na tos, leiiores do segundo dis-
tricto da Reparticjh das Obras Publicas, pedin-
do para que sejain augmentados os seus venc-
melos. -In.orine o Dr. Inspector do Thesouro.
Amonio Joaquim da Silva, sentenciado, pe-
dindo por cenido a data de sua priso Ao
ur. Quesior para maaiar entrear ao peticio-
na! 10 a certido juma.
Amancio de Carvalho, como representante de
Apoloma Pinto, pedindo para que seja transfe-
rida a toncesso que fez do Theatro Santa Isa-
bel, para os mezes de Setembro e Outubro
Informe a Inspectora dos Tbeatros
Alfredo Ulympio Machado, pedindo para ser
submettido a exames de Arilhmetica. Algebra,
Geometra e Geographia, aliin de poder entrar
como praticante da Estacao Telegraphica.Com-
plete o sello, e volte querendo.
Alexandre los Mana de H. Cavalcante Filho,
Colleclor das rendas do Estado no Municipio de
Victoria, pedindo para que seja recolhido ao
Thesouro a lianza igualmente arbitrada ao seu
antecessor.Informe o Dr. Inspector do The-
souro.
Antonio Joao de Araujo, pedindo urna gratifi-
cado pelo prejuizo que leve como encarregado
da condueco de Iixo.Informe o Dr. Inspector
do Thesouro do Estado.
Banco Emissor de Pernambuco, recorrendo
do despacho da Junta do Thesouro do Estado,
que indeferio o pedido de se achar isento do
pagamento do imposto de 6:50000<>, compre-
hendido na tabella B das disposijOes orcamen-
larias.Informe o Dr. Inspector do Thesouro.
Cnsul de Portugal, pedindo que seja extincta
de collecta a casa o. 13, sita ra da Intenden-
cia, outr'ora Tambi, pertencente ao espolio do
subdito portuguez Arlhur Goncalves Mages
visto tela vendido para ser demolida por ulili-
dade publica referida Intendencia. Informe o
Dr Inspector do Thesouro do Estado.
Empreza de Obras Publicas no Brasil, pedin-
do pagamento do aluguel do predio sito ra
do Dr. Jos Marianno n. 38 referente ao mez de
Abril.- Remettido ao Sr. Dr. Sub-Preleilo em
exercicio para que se digne de informar.
Francisco Bernardo Monteiro. soldado do Cor
po Policial, pedindo sua reforma visto contar 2i
anuos de servicos.8im, com a penso a que
liver direito.
Joao Jeronymo da Paixo, sentenciado, pe-
dindo perdo. -Informe o Sr. Dr. substituto do
Procurador Geral do Estado.
Joao Chinaco de Miranda, pedindo para con-
iractar as obras de reparos das pontes de S. Joao
e Becupeba e a construccao de dous boeiros na
estr da de Limoeiro. -Informe o"Dr. Director
Geral das Obras Publicas.
Joo Baptista Simdes, pedindo pagamento da
quantia de 805000, proveniente do concert feito
era uraa carroca pertencente a Companhia de
Cavallaria Estadual Informe o Dr Inspector
do thesouro do Estado.
Joanna Tiburtina da Silva Lins, professora
publica do Municipio de Nossa Senhora do O'
de Ipojuca, pedindo pagamento de seus venci-
mentos do mez de Maico do anno prximo pas-
sado. Informe o Dr. Inspector do Thesouro do
Estado.
Joaquina Emilia de Olivera L'choa, pedindo
pagamento de gratificado que o Thesouro ticou
devendo a seu fallecido marido.-Informe o Dr.
Inspector do Thesouro.
Laurentino Flix de'Oliveira Lima, pedindo
pagamento da quantia de 5621200 proveniente
da despeza feita com os quatro cavados em di-
ligencia no interior do Estalo. Informe o Com-
mandanlo do Corpo Policial.
Oljm, i Ne.va Carneiro Monteiro, pedindo o
Tbt-uiio SaoUleabel parajealiaur um beneficio
contrado no nacho do engenho Palmaira da-
quelle municipio o cadver do individuo de no-
me Manoel de Barros, carreiro do enenho '^ar-
nij do mesmo municipio que havii segu lo
anierionn nie para esta cidade din^indo um 1
carroca rom um carregamento de barris, tendo
coma su ajudante unioutro carreiro de nome
Miguel Franciscj le Lyrv, o qual ao regressar
d s a cidade se apresentara s no referido en-
genho Candi, dizendo ter o seu coopanheiro
Manoel de Barros ticado no caminho prximo
ao diio riacho, em procura do chapeo que dizia
ter perdido.
A referida autoridade tomando conhecimen-
to do facto fe/, proceder a competente vistona
no ca laver, declarando os peritos ter dado
causa a morte asphyxia por submer^o.
Nao obstante, porm, aquella auloniade man-
dou recolher Lyra cidea respectiva atim de
reriflear si^ M.ioel de Barros foi efectivamente
victima de asphyxia ou de um crime. pois o
ca lavar apreseutava no rosto e na cabeca di-
versas coutusOes.
Communicou-me tambem o subdelegado
do I* districto da (iraga que ante hentem. por
volta de 2 lit horas da tarde, na ra da Graca
daquelle districto, a preta de noms \11na Mana
da Concei0o ferio mortalmmte, com um golpe
de facao na cabaca ao individuo de nome Ray-
inundo Monleirc de Azevedo seu amasio na oc-
casio em que este dorma em um quarto da casa
onde mora.
Tendo scienn'a do facto aqulla autoridade
compareceu ao local e deu logo as necessaria3
pn>videncias fazendo vistoriar o olfen lido, sen-
do depois transportado para o Hospital Pedro
II ati.u de ser convenientemente tratado.
Contra a dehnquente. que foi capturada pelo
subdelegado da Magdalena, pira onde havia se
evadido, procede-se na loma da lei
Pelo subdelegado do 2o d slricto de S.
Jos foram remetlidas a > Dr. 2o promotor pu-
blica da capital as diligencias a que procedeu
contra Joaquim Siisoes dos Santos Ganbalde
e Rosa Rosalina de Jess.
Pelo subdelega lo do 1 districto de Serinha-
em toi capturado no engenho Machado daquelle
municipio o individuo de nome Jos Luiz de
Franca autor da morte di Jos Agoslinho pra-
ticaclo no da li do crrante, no municipio da
Escada, conforme vos dei sciencia em ininha
parte le '9 tambem do crrante.
O tente Jeronymo L.nlao da Costa Michado
assumio no dia 2l do crrente o exercicio do
cargo de delegado do municipio da Iguarass.
Sade e fralernidade.
O quesior,
Julio de Mello Fi'ho.
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
Despulios do da 28 de Julho do 1894
Antonio Martins Gomes. Certique-se.
Companhia Industrial e Cornmercio de Esti-
vas, Joao Carlos Pereira da Silva, Jos de Mello
& C, Bacharel Joao Augusto Ferreira Lima,
Joanna Emilia de Oliveira L'cha, Joo Pereira
do N'ascimenlo e Silva, Jos Manoel de Si, Leo-
poldo Borges Galvo Ucha, M. S. Maia e Maria
do Monte Rodrigues Campello e outra Informe
o Sr. Dr. Contador.
Andrade Lopes & C, Belchior M.guel dos
Santos, Costa Res & C, Francisco I.iidoro Ri-
fo eiro de Carvalho, Francisco Leite Neiy, Meuei-
ros & C. Marlins Fiuza & C. Manoel Raymundo
de Araujo Pinheiro, Pedro Marques Cavalcante
de Albuquerque Rita dos Santos Leal, Segallae
outro9.Haja vista o Sr. Dr. Procurador Fiscal.
Brillo & AlcntaraA' seccao do Conten-
cieso.
Bacharel Antonio L. de Souza Ponte-3, Asso-
ciacao Commercial Benelicente de Pernambuco,
Joao da Cuuha SoaresGuimaraes, Quintino Car-
neiro de Vasconcellos, Ricardo Carneiro de Vas-
concellos, Sebastin Lourenco do Espirito Santo,
Honorio Lopes Michado, Emiliana Alexandrina
da Silva Santiago.Informe o Dr. administrador
da Recebedoria,
Godofredo Moscoso da Veiga Pessoa.Cura-
pra-se e registre-se.
Ceciliano da Conceico Ferreira.-Haja vista
o Dr. Procurador Fiscal.
-ante Editarlo Bar Dos a, almirante g-a'uaio
\i-eu, general de diviso Remar 10 Va-^ue- e
Di. L.*r-.o . >iino Uerreira, o ir. presidente aDrio a
863430
Lila e approvada a acta di *sSo aoiece Im 1
le, o secre rij deu coula do exy 11. n -, que f 1
.in.aiu no I vrj 10 npe i-n -.
Te o 10 couopa'tc.Jo f> S-. deembargado* Hi
torio T-ixetra Conuora, .i"< g'w.u pelo M m
u-rio i.a JtUHv* para subitKui o iu>ni'iru D
<---uardloo Ferreira, que se declxr'ju ua ten lo
para caoiiacer ua caus* que devu eu>-i' eio
iui nifllros ai di dU e graduado At-ea e D 8ouzi
...i'Vido para o coovidarem a iim*r aii-e-iui n
.nh-in ii, o lue fallo, reli.-ou-s- O Sr. mi 1 s .-.
irrnar 1 11 Ferreira.
f. n 'tiui o Sr. mioHiro, D*. Sojza Car'a-
! 10 rediuu o pr.crsso de ousclbo oe .u--- a
|ue rwxpon l- raao o reos, primeiroii t-o-ni-s da
in* ia AnDur AID e F aocisco de Souxa Pin
10, ex-asp raote a goa-da-murinna A-I n ie Pito
1) jir.n e J'imn pa laoos N1I0 DeoJa 1, G ovan-
11 liria, tu, G ovanoi Maxu.ia. Licio CU aac.i
>aro sa, Joaquina de Pian.. Bastos, Beoedicio
iorge 1- Costa G.l j 10 Alexandre MatIas,Joao
I laat, Julo Pedro da Coat Res, Baxilio da Coa-
la Gonxaga, Kicirdc Rap'.isla da Ca iD, Jastinu-
o HjJriues Feroaodes e L:ii Alves da Silv.
r'aiioa, acensados de crime de traico, coa lem-
1 > ios pelo mesmo cosseibo de guerra pena
e morte, os reos primeiros i-Lenes Ar.nur
Ailm e Praccisco de Soota Piolo, ex-a-piraate
guarda-mariDba ArlindoDaarie, e dt-mais pai-
la oa -N lo Da'daii, Gio Climaco Barbosa, Joaquim de Piano Batios. Jou
e i' da C isti ll-i Basilio da Co-ia Gtoxaga e
110 Rosa*, co no aunron no arl. 15 dos de
guerra do regula iienio de 1763 ; aosolvidiH os
rJi io-inui sfaxuc:a, Luix Alves da Silva
'enna e Ricardo Bapliaia da Costa; nao jolga
los 04 roa Gallmo Atexannre Mam is, j jiuaia-
uo Rodrigue* Fernindei e Benedicto Jo ge da
Cosa, esle por achar-se f jragldo, e aquelles por
Oavereoo. dllecido.
Ella Su ve no T.-iDa al, depois de prolongada
Ji*uu decordo segolute
Visto, relatado e discn'ldo este proce-so de
:onoeiho de gjerri a qus respaaleram os reos
pn nei-08 leoeolea A-tar Alviaa e Francisco da
Souxa Pi.ua, ex-aspiranie a guarda mannna
A lindo Pimo Daarie e demaia paisanos N1I0
Oaodati, Giovaoi G-ioaln, Giovaal Mizucij, Li-
cio Climaco Barboaa, Joaquim de Pioho Bastos,
Joao Roas, Joao Peiro la Costi Res, Basilio da
josia jjonxagi. Ricardo Baptista da CuaQa e
Luis Alves da Silva Peana, n olveu o Supremo
l'ritounai Mnitar, vencida a pralimiaar de ser
;o n.iet nle o cooselno de gae-n convocado pelo
jaiaoie general do exercito para julgar 1 offi-
ci'a da armada nacional, a vis.a das cirea n
siaocias especiaes e exiraordioarias em q .e se
leiuva esta capital, reformar a Beoteoca do coa-
ieino de goerra qoantu aos reo*, p-iineiros te
iieoteg da armida A-iQur Alv n e Francisco de
j osa Pinta, e aspirante a guarda marioba Ar
i-ndo Pialo Daarte, nara coademoar, como coa
emoa, 01 dous primeiros a cinco sinos e d-7.
mezes de pnso simples, g-. 1 medio do art. 63
as. I, 2 e 5 do cadtgo penal da armaaa ex que
os julga incurso, combinado com o art. 43 do
raesmo cdigo, oa aoseacia de circomstaaeas
aggravames e aiieauames, e o teresiro a dous
iones de pri*ao com irasalbo, grio mnimo do
referido art. 93, visto haver em sen favor a cir-
U'nsiancia atienuanie da meootldade e aen-
huma aggravaote, oorquaato esie reo commeiteo
Time militar uantiino, rieando assim sujeito a
1er julgalo por tnbnoal militar, ae coaformida
de com o paragrapho anuo do art. 3.* do citado
-oJigo, e sendo-Ibes levado em coala o lempo
d- pnaao preventifa.
Qoan o aos reos Nilo D'odati e outros. acen-
sa tus de baverem teotado desiruir, por meiu de
dy iimue, o tuonel n. 13 e o pontilbSo do Ma
dureira, iodo da estrada de ferro cerra1 do
Brasil, nos das 11 e 2i de Setembro do anno
pasalo, facas pira os quaes nao coacorreram
i -ooreditos omciaes da armada, sendo, por-
8o iza Pinta e ex aspiraote gaarda ma nn
iriiodo P.nio Daarie co ri no mas no c 1 ue
e-a ou conseiho de guerra aurilimo, ujeicn t e c
Circmi-taneai ei'.rao'di nriaa cotao o a 10 1
gaerra, segonto p eicreve o Cidigo Penal d
rmala no ti fcl lo Da'airapbo onico do an. i
coovojado pelo 1 h -fa do est >oaior general d-
a-mida, no< ti-mii do :" 9 2t lo dacrelo n
i3d de 29 ia M110 da l8'J0, emoori o-dJ8 coa
1 gOn e-picuei a q ij ti ;>o reduida a arma 1
nacinil.conviai'e fueran pina d sweoaa-ln
ofj :ides .10 et-rcuo r- ia's|-ad >s oir ta ti n a
n o'-'-oiJi gair-a p-110 di maruoa. E laoui
ei'a devu i-er a norma a loindd. qu; por nao <-
silo i aerra e o d 1 mi-i ini, qas e jii fno fa icci .-
na ido, nao por oom la ei, e n tolos o cju^ain is da gaerra miriu
IBiH.
0 c maslno de gasrr do exercito foi cobe-en
le, v ato q i', n> o >le 111 apolicar sa io o seo
regiment,con n:ep;io doi osos omisios, |ol
gou os ditos ris incarsos no art. 15 ios de
giie-ra do rcgalam^nio da 1763 eoi conismnou
a pam de mo-te, quanlo na> restd davidaqo
0.1 olli iies e praxis da aran la s eslo sojeita*
b peas do Ciitgo Penal, exo-iliJo pelo de:re
to n. 18 ne 7 de Marco de 1891.
Por taes faldamentos entena qae devia ser
i'inull 110 o processn do cooselno de goerra, na
parte relativa aos olli;ues e ex- ispi'aates cima
manc'ooadoB, mindaaio-se proceder a novo com
as formalidades legaei.
Cimo se v, palo acrto timado, o tribana!
j dgoa se iaconpeteme para tomar sonhecimeaio
de crimes commettuos po puzaoos.
Per-
Reeebedoria do Estado de
nambuco
Despachos do dia 28 de Julho de 1394
Maria Joaquina da Conceico, Vicente Claudi-
no Alves Cunha Lima & C. e R. H. Lonolly
& CInforme a 1." seccSo.
O porte i ro,
Custodio B. da Silva Guimares.
INTERIOR
Supremo Trlbuaal Jlllltar
Publicamos em oegutda a ai ta d 86.a sessao
deste tribunal, realizada a 13 do corrate, e na
qual fot jnlgsdo em grao da recorra o processo
de diversos itos militares e paisanos
auto, njustiti :avel por esse 010 iv> a lndivisibl
Hale do processo, o mesmo Supremo Tribunal
Militar considerando :
Qae os ditos reos Nilo Deodati e os cntros em
eegalda, cima ineaciooados, nSo sio muito e?,
nem commeiteram ctlmes militares, ou coaside-
rauos Ue, ;
Qae toram jolgados tllegalmeote incursos no
in. do regulameoto de 1893, porquaoio o cri-
me oeste ariigo definido- pOde ser commettldo
por cidadaos alistados nos coros do exercito
(Advertencia 1.* de prembulo dos artigas de
goerra, mandados reimprimir pela proviso de
11 de OuiuDro de 18*3 e proviso de 20 do m-s-
mo anno) ;
Q ie oa decretos ns. 1861 e 1865 de 28 de Fe-
vereiro e Mirgj do crrante anuo, que manda
ram observar as Lea para o estado de guerra,
e 008 quies baseoa-se a senteaca do coaaelbo
de guerra, nao crearam competsncla e delicio*
que j nao se achem esi&belecidos em lei para o
e-.ado de guerra;
Qoe a le o. 631, de 13 de Selemoro de 1857,
principio, mandada appllcar pelo primsi'o da-
quelles dous decretos, apeaas comprebeode : Ia,
a espiooagem ; 2a, sedcelo de pragas que facm
parle das forgaa do governo, para qae dnsertem
oara o ioimigo ; 3% sedcelo de pragas para
que se levantem contra o goveruo ou seus supe -
ores ; Ia, ataque dirigido contra as semine!
las ; 5*, penetrar as fortalezas por logares de-
tesaos;
Que os ditos reos nao foram acensados, nem
nos autos consta qae elies tivessem commettido
algam desses deudos ;
Que oenbama oaira lei marcial em vigor sujei-
ta os paisanos a serem jolgados pelos conseinos
de goerra por outros crimes e eitn uoicameole
oa militares; quando forem mandadas observar
as lela militares para o estado de gqerra, como
expresad > dita le n. 621, de 1951, no seo
J7a;
Qae, por 00tro \io, os ditos reos nSo com-
metteram, nem coacorreram com individuo da
marioba para commetter crime militar martimo
e pelo qual devam estar ajenos as peoaa do c-
digo penal da armada a ao jalgameoto pelos trl-
booaea militares, nos tersaos do )i citado para-
grapno nico do an. 3a do mesmo cdigo ;
Julga nao ser competente o foro militar para
a foraaeSo da colpa juigameoto dos sobradnos
reos patanos, a manda qoe, desentraobados
deste* otos os loque nos e mais documentos de
lis. 36 a 249, seiam remettidoa autoridaie com
peeote para os devidaa effeltos. Os Srs. mi
08ti08 : al nirante Delflm de Carvalho assignoo
vencido. Volei pela competencia do TriDoo!
Militar para coohecer dos criaos de qae sao
acensados os reos militares,e clvis, visto esses
crimes se relaclonarem coflia rnbe.liao e por for-
ca do* decretos os. 1681 e 1685 M-.rechal Mi-
randa Res (vencido). Condemoei a done anuos
de prisao os dous reos teneutes Al vim e Pinta e
a am anno o ex-aspirante Arlado, todos como
ocarsos no arl. 87, n. 0, do cdigo penal da
armada.General de divisao Bernardo Vasques,
(vencido) quaoto a preliminar da incompetencia
do tribonal para julgar os reos paisanos Dr. A.
A. Cardoso de Castro (vencido na prilimiaar da
incompetencia'. Dr. Jos Novaes de Sonsa Car
valno, (vencido qnan o a preliminar), porque foi
do-se preseates os Srs. ministros almlaot"De.
Uno de Carmino, marecnal Mirandi Rus, almi-
Aos 13 das do meada Jaldo del8'U, echan* de pareser que o tribonal inferior competente
para conbecer do crime commettido pelos roa
primelros teaeateaArtbar Alvina eFraaciauo ifl
Di acta da sesso de 19 de Jolbo transcreve-
moa o seguate :
O S-. Ministro Dr. Carioso de Castro reque
rea qae se coosignarsem oa preseole acia ar
cons leragei eicnptas qae precedrm o seu
voto no a -cor iao deste tribu al, de 13 10 cor
rente, p-ofendo no p'o;e*so n. til. o qua foi
uaaoimemente approva 10 pelo mesmo tribunal,
oassao o aqaale Sr. Mlois ro a 1-rasaiun
I s f. n-i l"-a,a*, q 1^ sao as segoio'ee :
Sendo apreseniados a e*ie iriounai os autos
de proceasos em qoe sao reos os pnueiros te
oeuies da armada A-tnur Alvim e F'incs'o de
Souza Pinta, o ex-aaoiranle Arlmlo Plato Du.r-
u e os demils paiaaoos Nilo Deodati, Giovaai
Grlmaldl e ootros accuiados, os tres primeaos
ie hiverem tomado parte na rebelio de 6 d
Set'mDro do anno prximo passado, executando
este rrime (autores), e os ollimos de i^otirein
ob-t-ui' a Estrada de Fe'ro Centra' do Bratil,
prestando deste modo auxilio execugao do mes-
mo crime (cumplices), em cousequeucia de p -
vlo ajaste com os principies aolores, foram pro-
postas ao tribonal as seguiotes preliminares :
I." Coiop te a este tribonal coobjcer e julga'
da 'Ti nm il di le dos reos paisanos envolvios
oes'e p-ocesso ?
2. Poda, como fez, o ajodaole-general do
ex-icito convocar os cooselbos de mvestieacao
e guerra, este om o auditor privativo do exer-
cito, perteocendo i marraba de goerra os acCJ-
salo.* militaras 1
Bau considerada a materia da p'imeira Inci-
dente, em face dos principios geraes de di re'o,
ooioei pela comoeteocia do f'O miltiar, de ac-
cordo com aa raiOas qae se seguem.
A' vista do a-i-ordao de 20 de Junio prximo
Hado (Diario Oficial de 23. pag. 2.221). p ofe
rido por esle tri >ooil 00 processo o, 211, parece
loe a incompetencia do fd-o militar para o onn
clmealo de crimes praticados po* patanos, an-
tes da pobteacao dos decetos as. 1,681 e 1.68o
de 28 de Pevereiro e 5 de Marco ultimo, mam-
fes ta.
Com effeilo, o citado acco'dao declara term-
name e positivamente qoe, depais da paolic icao
dos refesidos decetos, qoe as leis militares e n
tempo de gaerra comecaram a vigorar a respailo
dos casos qoe sa relaciooasaem com a rebeliiSo
de 6 de Seiemhro do anno prximo passado ;
da modo qoe o 6a do art. Ia da lei n. 631 de
18 de Setembro de I8>1, qae coosidera mili ares
os crimes de que trata o principio do mesmo ar
tlgo em iodos os seos norae-os e sojeitos aos
julgameotos dos conselbos de gaerra aquelles
individuos que comm"tterem esses Crimea, an-
da qoando militares nao sejao, nao tem applica-
co ao caso verteote.
Aos triboaaes miliares, creado* pelo art. 77
da Coaatloicao da 11 -puotica, compele o conbe-
cimeoto 10* crimes militares.
Sao crlm8 militares, conforme deflae a pro-
viso de 20 de Ooiobro de 1834, todos os deca
rados as lela militares e qoe e oodem ser coto-
medidos pelos cidadaos alistados nos corpos
m'i.ti-es do exercito, como sejam :
1.a os qoe violam a sauda ie e religiosa ob-
servancia do juramento prestado pelos que as-
seniam p-aci.
2.a oa qoe oflaode-o sobordinaco e boa dis-
ciplna do exercito e armada ;
3.a os que alteram a ordem publica e ecooomla
do servico militar em lempo da gaerra ou paz ;
too excesso ou aoso de aatondade em oc
casiao de servigo ou aQjescia de emprego mi-
litar, nao exceptuados po* le qae positivamente
prive o delnqueme do foro militar.
Sao, portaoto, crimes militares os qoe se
acbam previstos, definidos e clas9irica"o< oes
ariigos de gaerra do regulameoto de 1763, os
termos da proviso de 11 de Outobro de i8x8 e
no Cdigo Penal da Armada, mandado observar
por decrero de 7 de Marco de 1891.
Ora, os reos Nilo Deodati e outros nao sao mi-
litares e os crimes de qa<* -fio a-galdos esli
previstos nos arts. tu, 149,152 e 15J do codig
penal commom logo, nao podiam ser processa-
dos e jolgados pelos tribooaes militares
Em face do dlspoato no an. 15, letra i, do
decreto n. 848 de 11 de Junho de 1890, compete
jus'igi federal processar e jolgar os crimes
ciassiflcadoa pelo cdigo penal cnmmnm ao Ltv.
2a, Tit. Ia e seus captulos e Tit. 2, Cap. Io,
entre os qoaes se acba o art. 111.
Qjaoto aos crimes de damno, previsto nos
arts. 149,155 e 153 do mesmo codizo commom,
os acensados p. izasos deveriam responder per-
ante a joelica fecal.
Se as leis militares vigorassem qoando os reos
paizaoos foram presos como Implicados Da allu-
dida rebedlo, poderla este tribonal conbecer
dos processos a respnlto dos meamos reos ; atim
de joleal-os ou nao Incursos no principio do
art. 10 da Le o. 631 de 18 de Setembro de
1851.
0 facto o fados criminosos de que sio elles
argidos deram se aotes da expedicio toa de-
cretos na. 1,681 e 1,68$ diados, de oode se
pode deprebender que escapam i juris Hcco
dos Iribunaes militares. Assim, porm, nio
acontece.
Foucber, Cod> de justice militaire, pag. 19^,
din, refern .o-se a um aresto da Crte Cassas
sao de 12 de Outubro de 1848, que o principio
da nao reiroactivldade nio se applicando s leis
de competencia e processnaes, a jurisdiocao dos
conselbos de guerra se estende nao smeote aos
factos posteriores declaracio do astado de si-
tio, como tambem aos anteriores, se elles llgam-
se aoi actos qoe determinaran) o mesmo estado
de sitio, doutrlna esta consagrada no referido
atola.
Na conformidade do qoe dlspOem os artigo?
109 da lei de 3 de Dexombro de 1841 245 do re-
gulameoto o. 120 de 31 de Janeiro de 1842, se as
rebtrlltoes ou sedlcbes '.entraren militares, estes
serio julga los reas leis e tnbunaes miUU-es o
a as instigas ctis 03 caaren envolvidos uoa
p-< j-o iu' organisarem, rema'terio is com-
p t-otes autorilades militares as copias au'.ben-
icaa das oe^as. doeaxeotos e depoimentos qoe
illas tiz-rnu colpa.
Ascit.da in o ,i g '3, co no se vi, refjrem-
se i reoel ies de camelar popular, agitadas por
10 iivi iQoi --im'iht ao exercito e armada e en
iua o elemento militar nao representa o tfactor
jri'icioii aopaisoqaaa hypo'.hese dos a a toe
i -i um rrb mI i 1 mi itir em qae en'raram pai-
s-oos, .;u|0 pro:esai ins aa'ou-e uo l"0 mili-
tar e o pr [i-'ip o a u ndade ao juizo, conliisntia
causi. nao tOia ser sacnticado. a menos que,
1 111 no 11- U-..-J caso, a le noiivesae ex.jreiaa-
u- 1 e al'oitti 11.
Ni reDaliio d* que se trata, crimes diverso
sojeius a jcrisdiccOaa differenies foram pratt-
-s los por luililares e paisana* e nasle caso cum-
ijra rjru3ar s-i a competao ta de urna ju'isdic*
gao pala sua prorogacSo, va o serem connixm
esses mesos crimes.
Jmiss, aa-reliolo, a legislado patria relatl
vamente ao proce so dos crimes conuexos, pa-
r-ce qae se Jeveria fazer absiraccao deesa con-
iexida4e pa'i qo" os 'eos fossem processados
lOlgiJiis pelas dltf-reQuj juilgas.
Deste molo os mili ares ti :ariam snjelios
jOstiQa militar, os nai-.ano*. pjiu crine do artigo
111, soje tos a joat'ca federal, e pelos crimes
103 artig.s 149 loi -153, tolos do coligo pe-
cal com nam, sujeuoi jusugi local.
A' imples euaocucao J-.-ti ortica repugna a
su 1 alml's '0
Cijo con exos sao oa praticados por am oa
jais lOJividaos ao mesmo temoo e 00 mesmo
loga-, oa anda em tempes e inga-es diversos,
imano qae e-iej *m elles iatimam-ota ligados
por am nexo evi ene e qoe teohim reacfoes
prximas e immediatas entre si.
... O simples oom senso eslava acooselbando
jae, dados certoi crim-*s soccessivas oa con
commitiutes, nSo se qaebrasse o nexo dos factof
qae tinbim relagSes reciprocas qas naa separas*
sem crimes qae, por sua uatoral lieago, eram
11 r,vi.ve s; h qaa se nao ro.n >e*-e a medida
estreita de soc.:essoi qoe como los de urna s
caileu, se p'en naia uoo aos outros. (Dtrtti,
vol. 15 pag. 22?.)
Os factos em qaestSo coocentram se, ou se
resomem, oa reoeihio de 6 de SeiemDro do anno
prximo pasado.
Os reos militares tomaram partn oa aggresslo
aos pod-res coas-itaidos; os palsaaos coacorre-
ram oeste crime, lentanlo embaracir ou impe-
lir a a-go do gova'no iiia soti'icacao daqaella
reoelliio, por meio da obarueco da vta-ferrea
eoire nsia capital e os Estados de S. Paulo e
Minas.
O oojeclivo de todos, portaoto, era o mesmo,
trabalho para b realiaa^io do plano criminoso.
Ortoland, Droil Penal, n. 1.147 diz:
A conseqoen la principal da conoexidade
em direvo cruoioal e, pois.nma luoccao dos pro-
cseos. Mas.como .possivel qoe, qaer em razio
da naioresa e da gravidade, quer em razio dos
lug*resoo deoafra caos< qaalquer oconbecimen*
to de cada delicio coooexo aeva pertencer, se-
gando a regra orjicana oe competencias, a jo-
risdiccOes ditlirentes, precisi necessarumen-
te, para qoe a j meci dos processoa possa ter
ogar ta semeihaole caso, qae a regra ordina-
ria das comoeleocias seja ululada e qoe o co-
nnecimeato do todo seja aitnbotdo a orna s
dessas ju-isjiccO-s, cujos poderes Qcam assim
prorogados. A joaccao dos processos em *oaae-
qoencia da conoexidade ;arra ta prorogac^o de
competencia. >
Resta saber qual das jnrisdicces deve ser
prorogada, se a dos irioooaes (ederaes, ae a dos
irinooaes militares.
Na bypotbese a regra estabelectda 'i qoe a
competencia da ju-is Jicgo deriva do cnmaBiaMi
grave.
Ka-k. em soa importante obra o Direito Pena
Militar, pag. 74, diz :
.la delictos qae *ao de oato'ea poramente
militar e qoe nio poiem ser efficazmente repri-
midos seoo filos tnbonaes militares. Taes
310 as com>i:ricJes militares, a revolta, a conspi-
rarlo desercoes, as insu'x/ritnayjes, [tic.
Com qae direito o paisano eovolvido nestes
crimes oosaria qaeixar se de ser Julgado por ao
tribunal militar, se elle nao do*iJou aasociar-se
a um deheto essencialmente militar, e co)os ao*
tor.s pnuclpaes sendo militares,devem respon-
der aerante os tribooaes militares "...
Nao crea qae desia doutri.-.a possam resaltar
incoave 11en.es, pois qae a comoeteocia dos tri-
booaet marciaes limtala aos crimes de naln-
resa Duramente militar; ofJerecendo arada a lei
as garantas ne.essanas pira a composigao des-
ses triboaaes e observancia de todas as regras
ptotectoras dos acensados.
E a presen*.1 c do, oatmecie, a separagao deates
processos graves embaracos, nio orefnrvel
qu- os enmplices acompaanem 01 aecuaados prtn-
cipaes llame de seus juizns 'ii''r%''. segun .0 O
et--no principio : accessorum l/StUur principa-
U? >"^
E nem o direito pafio ae opTJOe a esta Indlvl-
sibilidade da accio e unidade do jotxo.
O aviso de 24 de Setembro ae 884 expedido
80b consalta do Cooselbo de E-tado de 21 de
Julho do mesmo aooo, decidi qne, sendo pai
zaao o aator de am crime de homicidio de am
soldado, o cmplice neste crime, tambem solda-
do, devana, pelo principio de connexio de deu-
dos, responder no to-u commum.
Em presenca, pois, de orna rebelliio de ca-
rcter maufestameote militar, e na qu .1 os prin-
cipies autores publicamente coo'essos sio mili-
tarea, evidente qae os poderes da jirisdlccio
militar se prorogam, eslabelecida assim a com-
petencia deste irjDU'ial para coobecer e jolgar
de todos os crimes qae se relacionem com a
mesrna rabelliio, sejam commettidos por milita-
res, sejam per paizaooi. (Decetos ns. 1,681 e
1,685 citados).
Opinei igualmente para que fosse reje'tada a
preliminar da incompetencia do ajadante-gene-
ral do exercito para coavocar os conseihoa a
qaa foram sobmettidos os reos offiiaes da ar-
mada, porque, acbaodo-se o Districto Federal
convertido em praca de guerra, aqadlla autori-
dade militar eslava investida do comoaodo da
praca e, por cooaaqoencia, com junsdlccia so-
ore todos os militases, de conformidade com o
decreo de 11 de Ootobro de 1862, regulameoto
de 1763, aapitnlo 12 e decreto legislativo de
28 da Pavereiro de 1830; nao procedeodo do
mesmo modo a razio de nollidade do coneOlba
de gaerra, por nio ter foDccionado neste o audi-
tor geral de marioba, desde qoe a todos os actos
do processo asslstio om auditor lettrado, como
recommendam os decretos de 21 de Jooho de
1845 e 29 de Miio de 1891.
Votando pela competencia dos tribana>s mili-
tares para o juigamento de paisanos na especie
dos autos, foi vencido. >
1
Boletim
GAZETA DE NOTIUAS
Dia 22 :
A acta da reunlio nocturna de ante-bootsm
?a Cmara simples acta de chamada alias
motlvou non tem urna looga serio da observa-
lOes. Fizeram as os Srs. Francisco Saotiaae,
Coelho Cintra, P;ar.ca Cirvalno, Cupermo






V
incivil
L
. .-


aasaaaaaMBMel
%
PiarioTde Pernambnco Domingo 89 de fullio de 1 94
sfqouira, Coelbo Llab*, osar Z.ma e Torqaa o
M A*maraiB 3S. Bies, que. ao cootrario de
* haverem *'J$:
fDfi!e
neanaroa deeiaragao tl^sso
a Cmara a verificar
"?, esl veram prsenles e qolzerara faic
mero para a abertura da seaalo. Pelln
nlDKoem mata fe* oenbama declaragao
e mero ; o contrario levara a Cmara a er
Socio de numero legal par, a abertura da
LSnociaaa de om da primeo.., na
eseia dio-a do da segointe.
n*ir Aoguaio Seero, deaol, requeren qae
foecollora 10 na ord-m do da um n'o],co
el'va ido 03 veocime tos dos empregados oa -
Irda'dVierro Central. A mesa prometteo-lhe
que O pedido seria tomado oa devida c^ide-
rap'eUn Sr Lu Domiogues foi apresentatio e
tVca lobre a mesa, para ser jalode odjcu de
ddiDeravao.am.projedo^ (
ro
.. jle
.andan 'o reconbc*r
f rno nrbp'iedade na Igrt.
S^o-deos religiosas qo foram etaradaa pro-
,s uacionaes em airtude da. le.s de mia no-
50 como
ervicodo culto catb>uco por
d^em,a^mreamesama,sdonSnr,-
K como bens^gos^as .oa conti u ram ac
..7MHn .-nlto cito meo por eoncesao p-.-
ord?
ie-uirp-esentBrtoB antes da
- ...... uiroa auctcrisando
i-m do da ; ora
oao o (joverno
cVed'er garaolla d- joros d" 6 /. ao ano..
de 30:000* por k lomet-o
de ferro que
t
o capital mximo
" : j con-trocao de una estrada de tero que
?mdo de Ma a i: va term.nar no forte e f o-.-
S '-S Jnaou.m'do Rto Branro no siado do
Icra de S. Joaquim
Nena, lo-nimio x-
M arsenea " Ai.aaioo^s ; e ou'ro do S'
Bambuco, Pa-A e Mano Groase, as dlsnosigftes do
[err-lo o. 157 de 5 de Agosta de 4893
Rasas d spos.g.s manan, redoz.r a otoado
a ,,ana. jornal e (ra9ca operarios 'oa arseoa-s. e qae forana apolicHa.
con enfrio daqoeilo* a qoem ora b-n.h la a
m.*ida pra .esta pelo Sr. Ne.va Jusulkando-a.
O Ilustre representante da Baha tes de nansa-
m no "mas o .morcado* da Aifaodega de seu
EeUdc-, para a qsal se oomeou om nspe aor
flt eio repartigao ao contrario de, p^iniai
tan aomeagia e con a promocia is vaaa-
abe-ta'oor ,-ila o esforco e o merecanlo dos
"SaM MM A" "r0 t'n,Ca "' I
dius o do pnje;U, de adiamanto da aeuj.l
t\Z do Congreaao para o da 15de Sembr,
eaa i dar a pa!ara ao Sr. Eda-Tlai R^m-s,
ea Por*", pelaordem. ao S. Rodoij.ro
Ib eo qoe inied:aiame..le a eoHeiUaj. B o
Sr Boio-pao Abren, faiendo no ar qoe a opi
mo espera anciosameote conhetwr qu-lovoto
lia Cmara aa qne.io do adiamen'o. requeren o
ncer .n". to da discussao para qoe em seguida
fouse votado o projecto
A mes* ro a
Badolpho Ajeo. f^ ^ ^ bt
ranniM^ra. v rh<\*\ cooiiooaaai
votos o requerimento do Sr.
. Appro'aram no 75, rejeltt-
iepatados. Tail.
Fri-se a chamada
98 memo'oa da cama
wi.minuou a di<-a#aao, -^nio dada a p. ar
' 3r! Eiuerdo BaOMM. NklM.41 CdtnmHrao
o Unce
rotan en
Se cT'iV "u'cc.reg.3 agao e ju5tiCa.
5 Tsc. vV.ha a tnbooa lamerUndo
ntortnoado dasoaesfeh
'^^^rK-'^dever-dereUto
i r* contrario ao projecto em diera
iJ- ._... tmtm nnouln na fama'-a, jS Pe
pc. -odo qaan^o tem ouvido ua cami i
i rrnen^n ,o de qoe o congresso con^t. oir.te
ia ccoeo f >u *. c.0loe. A cacara deve.
igtoSf* **J b.ndeo.io na
r'Li, con-lrniado cum toda* ae.ua fer-
"Pnr eearac. porm. a nave qie
(pita em condicSPB mais fortes do qw-
e a no?sa euergia poJerian.
a Cnstitaic'-"
fc.bi-son,
o animo nacional
W?uSer pa-a o odo oor,n-
O D?re..o regu'a-Ua.or .oten lonal do com-
al
de
rcio o' o erque crea impos.oa. o mcumoid.
.delarar a goerra eeataoelecer a p.aj-em
"o gord. da honra e da in.egndaie na
ci, nT O poder QU^ anraoge na Urgoe
S'na'aa^uas attnou^s toda a foro, v
B' poriaoto un estajo anormal, m.s nao nie-
ga i o eg'ad.0 de s.tio.
Ent'etaato ocvlo-se reoelir noSeaaio qae eaat-
eatado era om interregno constitucional, o re)
o'do da fu-e. d cessacao de todas as ju-lsdic
C0"8,
Essa proposicSo qoe Ibe soon como orna bere-
sta rooQBtrooaa. na ultima decada uo seclo ae-
xenovu, prodoaio o effeuo que s a aa'ondade
lo antor poda Ibe commuoicar.
Eotende o o. ador qoe ae teto loase orna ver-
dade, eatSo o eatado de sitio seria pete qoe o
'" goerra, p tiaer v.ola'ido e-aas lela .da direito aos neutro*
ie intervtrem em favor do ioimlgi.
Oe^te mo o nao ba guerra en paia algum ci
vil sado em qoe sejam sospeosae aa aramias
' todos os direit.s ao q aes ae refere o art.
73 da Coo8tito de garant s consiitoc'otues.
B itretanto os fados pirecem dar rai&o ao Sr.
Q untioo e demonstram a 'ecesvitade de reg-
lar qoaoto antes esse e-la lo, qoe de sna mtu-
reaa )3 melindroso, 6 qoe, entend lo como
tem aido e promette coonoar a ser, Oca maia
do que melindroso, fica terrivel.
A .alysaodo os effe.tos do estado de sit o en
tre nOs e a tiipeno de earantiaa da imprenta
declara que na Europa tudo lelo de om mal
ve.1 extrao'd nano.
Sosten a se do outro lado do ocano que 6
em caso extrniuo e durante periodo muito corto,
.'e p ida 'u-t i'-ar a sospeoeo des'a lioerdade,
om a qu.il jukam que fe pode cooqui-tar lo
las as outr'ig.
1) modo qoe o governo que aia^a a llbe*da
de de impreasa em qualqner parte do muo civilisad, aitrabe eoore si a animosidade do
resto da imorenaa civ.liaada do mondo. B
i'o-i n o urna rae tita mal inspirada, contrapro
lincete, porque a impreosa, apesar de todos oh
seo* dfafarioa, aue o orad r no justifica o>-m
cooteata, qoTt fu a opioiao no uitmoquar
Ul do te :uio XIX eos berano do< soberanos.
Ent-a depou u'oma longa exposigo de fados
vexaior.03 a sua peoa dorante o estado de si-
tie d>-duz'Gdo por ella oque v*i por abi.
Concloiodo l o seu projecto, cora n"ntaadi o
e :>r-vl'iH a oasa que aleaos dos seos artigo: e
ilispositOee do irojecto ho de oarecer exceanl
vameote restrictos da liberdade iudividoal ; o
orador mpsmo teve ?. repugnancia sotes de ef
i-r^vel-ic, mas fol [>.'gado aceler as circom
3 o las, proraetenc":, por o, ocllidade aquel-
] les qne quiserem rectabetecer a doutrioa liberal
' m tola a ana plenttide.
Djp,ii8 de ^poiar-ite toma de novo a palavra
pira ap-eseatar doua projecto sobre a moeda
de nickel.
Barcos os dons pr Je'tos em ou'ra parte fe
no*ti Vea
O Sr .Bnena tambem manda um projecto pe<
diado prorogscSo di p i pira as navega^Oes
de cabotag-m, entran 'o se depjis na ordem do
ia.
Vo'a;o em 3 diarussao da propostcSo da
'-amara lia deputados que manda erigir uo
yo da Repblica ama estatua ao marecbd
D-odo-o da Ponsj*a e no cemiteno de S. Fran-
cisco Xivier um monumento em qoe se gaar-
da'ij aa -uj* etnzag.
Votagao em 1. disruj85o do projeeto do se-
nado, une regula a argo para a cob ang. ja
diciai r"os boojrar.oj ne que trata o alvara de
le Janniro de 18iO 31. revogado pelo art.
i79 16 da Coas.itu'gio de i5 de Hl-*r$a de
1821 e pela le .te 30 do Agosto de 1828 (art.
5.')
Voticaa em 2.* dita do projecto do senado,
que concede a Estado do Ma-aanao os iramo
ve:s roraea e urbn s Situau* no mesmo Esta-
do, que fcem dj ordena religiosas Carmelita
na e K-ati'Hcaoa incorpora os aos p'opnos na
conaes pela ^xtinegao das ditas or eos.
Dita era 2.a discurso a propo tgSo da carar-a
dos deputades, CunceleQlo a Geraldo Caetano
dos Smtos, ex-a,8cnvao da Cmara C'minal da
C '. le Anu^lucao, a pensao de 1.200*000 an-
no-ie-i a contar de 14 de N.iv -uti'o de 1890,
data em que foi exlincto aqoelle olli;io de jue-
tica.
Da votac&e forara approvados os tres primei-
rn-t projectoa e ij-itado o n'ttmo.
Nia mai naveido a tra'.nr, levaotoa-si a
^e--So a 1 1 2 ora da tarde.
Fica ao o>
oi
A VI
de
nrt'-an.-acO social do Bralll.
"S mosqoesusientam o a^diaTen.o obr ga
torio p-lo *a ano do anic -contmoou S
lulo 1830 pode ser entregue ao arbitrio ? A
Dac'oual rodo acaso soffrer ou_a solugo
eJ0'^eM^cutivo um Poder de acco; o.;
citla .*> um poer de creacao. O a. to es-
SVoliimeSto iaSolOgiCO de um povo, a aoca,
WSl! Cdeoag>3ng-e,o dl-ao como
nato ea?a coo^a i,,adm.ssivel-o es'ado de sitio
tneoto. Eogana-se quera o J8!*'- "
neto ao reno suspende loda*. aa gara Lai
todtvidoaes. Et'.re as garanas do art. 72. p.
Seplo, est. a qn; nao permm|MMfrw
41-os as penas i..ftii-a ao^ pas. E o-m d
?r qa- ea nSo sn.pens.vel .elo M.u. Logo
aa gar-nti, s consiim-.onaes oto podem ser i,
dLlaapesas, e as snaa r*tr,c,6es eatto co :ha
dNV3r"e do o ffSSS* Bornes deseo
TcXen a, Vuas olt.mas cona-deragOea Seguu.
ee-lbeo S-. Co=ta Ma.hado, fervoroso adep-o di.
a,lamento. B ma-.s n5o bcu^e. Deraa bar,;
o aiime=i> flcoa adiado para a eesao no.turoa
tarde nos Valli-
cavallsrla a soa
os meas
SUL
23 8 no'a? em
A sess&o nncturna aor'o se
antes de mais nada a
coi.fa um toi.ici d
ponto. Logo em comeco,
Sr. Cerar Zama reclamoo
acta da sessao no turna de ante-hontem i,o 70dl
nf.o appar3Cia o uorae de S-. Angosto de Fre
tas. Eeaa acta, alila, fd-a j approvaoa pela
cunara, o que d idea da oPWiumdade do hi
oSs motivon cb'ervasOes dos Srs. Augoota
i F-o.taa Thomsi Delflnt, Benedicto Vallada-
re Monti-iro de Barros e Francisco Gcerio.
O Sr Rosa e Silva, presidente, redozi -o om
aegutda s eu;3 leg timas p-o .arge-. Convem
notar que neuhum desses oradores soa em u
vida a meo estavel e ntojtestada corrergo c i
acnal mesa da cmara dns Srs. deputados.
Annonciada a cootinuagao da discossao do
prrjacto de adtamento. o Sr. Rodolpho Abren
reretl'j o reqnerlmen'o que fizerj pea manba.
Pedia qoe se consulta-s a caara a- consen-
ta no encerramento da discu-s&v., e dear v
en ame dos seos amigos qoe votam pelo pro
ie.tj ce sdiiiment-, qoe net.ham d I
mii'8 ao debate, ao'ea ce submcttno o projecto
f!'disco'sSo.
:'sti a votoa o requerimento, maniletarcm
u"-orell-61 c-ufa 19 Srs. depotado". nt-
mero era insofi :ien;e para volar. Ficon ,
tei prejT icado o encerrameoto e coutiautu
di'"u-ai. .. rf _
Tev= a palavra o Sr. Anj-"to de AVeu, S. Ex-.
eombteu francamente o adumento da ico.
acato do congreaso ; combat<-u-o, porqn-
no momento ac'oal, nem nos prt-edentea di
copo leg8l'.iivo, eocont'a jes tti'-ngaj para se
Oltlbaate medila anarmal e prejudicial ao p\t-\
k mesa den depois a palavra aos Sr?. Leo 11
Filho e Vai de Mello, que desistirn tella; a<
Sr. Lopes Trovan, que nao i stava presente -. so-
Sni. Martins lonior e Alcrado Guanaoara, qoe h
dedararam solidarlos com a deca afiSo poaco
acles feita pelo Sr. Rodolpho Abren ; ao Sr. n>U
Pecanba, qoe j nao estava nn recinto ; e ao t'.
Copertino de Siqueira, que desisti, para rao
pro'elir a discuseo.
^oube en So a palavra ao Sr. Benedicro val i
ires Sram 10 horas e 25 minutos da notte.
S.Bxc falln ateas il or s em ponto emU
pode dar a Cmara as raiOes por qoe vota contra
tmriiamento ; Hcou com a palavra para coi-ti
naar umaobi. E levantoa se a sessio.
Uo Senado :
,streou boatem nessa caaa do parlamento o
Sr. Coelbo Rodrigues que dectaroo qne na falta
da tra ralbo mais importante ia offerecer i con-
ald -rgio da casa um projecto sobre o estado de
Ilio.
]>epois da attribulgio de declarar a guerra,
neoboma ha mais grave, pelas saas coosrqaen
dar, do qoe a decretac&o do estado de sitio. O
jegislader cjnstitointe, consclo desta gravidade
Brd.orooeui traeos geraes limitar essa attribal- f "T
jffc .dd coofrresso nacional, em regra, e por ex-
ergio de poder execotivo, aoles, duraoia % de
sol i d(i sei extrctclo. ,
Rio ramlr do alnl
Di'a< a' 12 d Ju n.>;
O R o Grande do Sal d noticia de om
a-= I ou-- feJera iaiaa no da 30 do passado a
.j! n a C.ixia- ,'ue I- i -.VdJida pjr orna fjrga
de ma i de 200 bom-ns. A guaroigio que all
na*ii de 70 p-agas do i- procara.am resistir
i i- qui a. aDa -i a uiuoigo retioc-se para a
Pici-Ja F-lia depais de ler toarlo 17 alicantes e
ri.j moi'oa. Hjuve saque e violencias, ten lo
"Uo morto o e&crivia da collecto ia estadoal,
Miga'l Antonio Dutra ivOUO.
Sobre o dtseotiriraenio do crtme de moeda
fal-a diz a Fede-agio de Porto Alegre em seas
al i nos nmeros.
Beq'eaaoa do muni-.ipio de S. Leopoldo o
cap o Ernesto Tnooai lo Jager, oCB.iai da secre
lar-a Ja polica, que all fura em comraicSio tra
tar de (actas que se preodem ao crixe de moe-
da li!.-a de que ba dns nos occopatnos.
-ef-r.do icial diligencien activamente so-
b-e o ; rsurapta, danta mticciosa busca na casa
do capuao Gunlber Guia llris n, onde inmuiron
varios obiectas que apprebeodeu por julgal-as
so- de reprctiozr de.-enbo.
A commiss&o de lutelligente fnneciooario, ao
qoe coosta, trooxe efli ai auxilio i jostiga, qae
tao nteressada se tem ojo Irado em prol da
ie Em casa do capitio Fredenco Hub fl isch.
onde ba das effsc^uou ama diligencia o capiAo
<:-; .-:.) Tu- obi.l lo Jager, oQcial da secretaria
de polica, fo'am encontrados, cocoo dissemos.
divesas cbjeclcs emjr.gados oa impre-elo da
moeda falsa em parte appreheodida pelo modo
tambera ja descripta a*su fji >a.
Entre esses aossenos conta-se uraa prensa
luhograpritca com as seguiotes irscripg6s que
jca Poirier. Iog.M6:an!-r n. Lon Ha he So-
:es. Pars A prensa nede 75 ceotim-tros d^
onnrimento, aas ou menos, e, na pega qU'
aaefjta obre a mtsa ecujo fondo de couro,
it---e larimente o sigoal das diment6e da
nota falsa.
E:?ccrntrou-je tamaem, oraa porgio de tinta
xi i mp egada na impreaso de tal Jinh-iro,
i:uj) fab.-uo, evideoteceate feito oa casa de
Bub D-'Sb.
.*,'ae se na? demaia diligencias.
Apiis u i a 9erie de cuidadosas observage*
r ri?a-simolt odas, previamente cambiua-
,.i ci m a estaCto meteorolgica ios'.allada n-
bit barra deste E.ntaip, acaba o observa-
tistenla testa capital e aam-xo a directo
-ata aas .-bras punlicas a determiaa.com a pos-
liaai e ngaro-a exactidio, aaltitade de soa coba
- t ;-: '.
T i i-i'o npnliadas differentes fo-mnlas e
fa 85 ihjguu-se aa resultado de qae a coba
r a'etrl a iostallada no torreo Co ediBcio da
ti ia das rbras publicas, situado a praga
B-njaiii:n Constan'. *sjuina da ra Jeraoymp
Coelb achi-se a 41" 50 cima do nivel do mar.
E ti deate mo o pre-r.cnida orna lacona mol-
t. np rtant, relativa ao conhecimento da alti-
ade de Porto Alegre.
Servir para ponto de partida de futuras cotas
oa ahita es, rete, idas todas uniformemente ao
ivi I do mar
Em Pelotas hauve ara reuaio dos mala im
portantes negociantes e lodustriaes para t-aiar
da compra da Estrada de Perro de S, Loarengo.
O convite para essa reanilo feito pelo rice lo
tendeae Henrque Chaves fol do tbeor segaiote:
I tendencia nnicipal de Pelotas, 7 de Jalbo
de 1891 lilra. Sr.Teodo asta Iotendeaola de
resolver detiniiivamenie sobre a compra do pri-
vilegia e materiaes pertencentea a B. Perro de S
Loarengo econstraegao immedia a da msma ata
o kilmetro 36 (colonia S. Antonio de coofor-
midade com a aotonaagao decretada peta Con
seibo Municipal, e sendo esta um melboramento
pelo qoal tio vivo Interesse tem sempre mant-
fesiado o commercio e a pupulagSo desta cidade,
tenbo a honra de convidar a V. 3. para compare-
cer a ama re-aniio qae se realisari segunda-ffi-
9 do correte, aa 7 horas da ooite, no sallo
tratar se deste
' Ida Associago Commercial, para
" [magno assumpto.
Depon do larga. dlscaiiSo fol deliberada i no-
me-gio de urna gran Je commis-io p ira a axilia-
;em a imondencta netsa compra.
A Feiera consecutivos nmeros as panes officuea da ba-
talba de Pasao Pando, enviadas ao Sr. ministro
aa gaerra, va Croa Alta.
Varaos iransereei-i para qoe se conhug da
importancia deess encontr, em que a divisa >
do norte, sob ocommaodo do general Rod-igoes
Lima, derrotoo oa dons caudilbos reunidos
Prestes Goimaraes e Gumersindo Saraiva :
Junho 26
O inimigo tomoo posgio i
oboa .Quinde 500 dmeos de
reita.
Nosaas /ircaa avlrtamae.
A divisio arme e pojante.
Cumprire meu dever ,oomo lodos
ompa ibeiros.
Inmigo visto agora, 2.000 hmeos.
Viva a Reoobl ca.Ge ieral Lima.
Saadc-voa em nome da divi-aa do norte.
Amaona ao alvore^er pretendo desfraldar a
bandeira da Repblica e t car o nyoioo oaciooal
oa toca destes ciadilbos saqueadores do uosso
querido R o Grande.
Morrer oa vencer.
Viva a Rapobrica.-General Lima.
27. Caodilhos Gumersindo. Apporlcio e
Prestes, depoia de seis horas ae nutr o fogo,
derrotados completamente .fogtram \ergonno-
sameite do campo da I uta levando coma tra-
pheos grande numero de ferido*, delzaodo o
cempo da Iota juncado de cadveres.
Fiseram daaa cargas ue cavallaria e Inlaate-
ria, qae fomos encontrar, desbaratando-os a sa-
br-.
Commaodaotes de brigades e corpos, ofSciali-
dade e pravas porlaram-se heroicameole, laieo-
do tremer a ierra a oossa foztlana.
Fol ferido no na ixilar saperior ; o medico
aconaelba oio extrabir a bala, resiando-me alo
da multo singue para derramar pela Rep-
blica.
O inimigo disparen em completa debaodada,
tomando directo-s diverga.
Multas r-omolams, mauseors, maoolicQers e
muoigdes tomadas.
J) se me apreaentaram alguna, entre elles po-
laco* e aiiiai&es.
Ira posa; vei boje descrever o grande feitn be-
jico.
AmaohS darel noticias detalbadas.
/iva a Repabllca !
Viva o mare.cbal Flariaoo 1
Viva o mioist'o da guerra I
Viva o presdeme do Estado 1General Lna,
27.Viva a Repblica I H-je, aps sus no-
ras de cmbate, derrotarnos comoletameote os
mercenarios suecos, pitacos, commaodados pelo
rastelhano e Prestes.
Mtseraveisespavoridos fagiram, completamen-
te derrotados, dlrecgio Passo Pando.
G'ande qaantidade de mortos e ferldos; mo-
to armameoto tomado.
A divisao baten se heroicamente. A minba
b'igada, occopindo o flanco esqoer io, eofreo-
on a infan'a-ia e cavall-ria mercenarias, i dis-
tancia de 20 metros ; o general dir o seu com-
portameoto.
Depoia darel permenores.
Fai levemente ferido.
Se tivesse cavallos para montar 100 bomens,
a mortandade serla enarme.
Via a R^nublica Abrago3.=Coronel-Fr-
mino de Paula.
27 -Viva a Repblica I Haje, as 8 horas,
avaocel e a divisio tambera.
A vangoarda recbassou a vaoguirda in raiga.
Procoraram o ardil de ioc-ndiar o campo pira
oub atropelUrem.
Ferio-se combale renbtdo. 0 copamos poai-
gio oda.
Aveogaram, gragas Providencia, Prestes Gi-
ra ries e Gura-rs odo.
O iaimigo avangaa com bravura.
Cbegou i distaucia de entervero.
Dispararam com perdas con-ideravels, tanto;
caaaveres que nem se cootaram ao certo, devido
hora adlaotada que terminen o oraba e.
O Dosao bravo, iatrepido e denodado general
ferido levemeote. Nio obstante fe imeoto nio
de xou commando.
\]jx bravo ao meu denodado chefe, meutre de
campaoba
O corooel Firmina fol f-'tdo levemeote.
Estamos acampadas. Vos ga-anra qae a bra-
vura doa nossos chefes fot inexcedird.
Amanbi vos darel nnticiaa minucicsas.
Viva o general Honra f
Viva o presidenta do Estado f
Viva o b-avo general L'ma !
Viva a divisio do norte I Carooel Salvador.
Foraoa puolicados no Rio de Janeiro estes
:egramma8:
Po-to Alegre, 17 de Jaleo.
A colonia franceza manda celebrar no dia 23
solemnes exeqaias em honra ao preideote Car-
not, sendo orador official o Revdm. uonego
Vianna.
E-tio ennvidados para assisti' solemnidade
as ou lo-i cades fe le raes e eatadoaes, mo tas a--
sociagOes e pe-saas gradas.
Negociantes desta capital tratam de eocor-
porsr urna enan-rsa com o capital de 250 cont--
dividido em 2,500 aeges para a explorago da
indast la sericola.
Um grapo de capitalistas comproa por
1100 costos todo o ma'enal e p-ivilegioa da
compaohia Carrls de ferro Partaleg-en?e.
Por coota des compradores correm j boje a
receita e a despeza.
A empresa sera iostallada em poneos das.
A polica esti de-eovolvento grande acti-
vtdade cootra o lenocinio que aqu se pratica
ooa boteqolos e ou ras casas.
Fot aqu recebida rom grande pezar a no'i ia
da morte do coronel Jardiro, amigo commandan
te da escola o;Hitar onde restabeleceo t. disci
plloa e prestou outros boos s-rvigas.
Trata-se de fnodar nesta capital um instituto
musical sob a dlrecgio de habis profe<8or--8.
S goiram Ronem para Mallo Grosso o leen-
te-coronel M'guel Ohveira Paes e capitio Aribur
Perelra Mello.
Oizem que noticias de Baeoos Ayres cora-
monteara que as forgas argeotraaa destacadas
em Sant'Aooa, no Alto Parant, pelo coronel Er-
nesto Rodrigues, detiveram 318 brazlleiros revo-
lucraaartos qae baviam iraosposto o rio son as
ordena do coronel Vasco Martin-, os quaes com
os 55 ajes emigrados prefazem 373 e todos fa
milos.
Ditera mais de Baenoa-Ayres que o governo
argentino decretoa aioieraagao para Corrientes
dos tnembros do directorio braiilelro revo'u na
.ario existente em S. Tnom.
Porto Alegre, 19.
Segundo telegrama), official sobe a 373 o nu-
mero de emigrados brazileiros em extrema pe
noria -etidos ao traospO-eai o Alto Paran.
J Be acba recolbido e io> ommaolcavel n;
cadea da cap-tal o anarebista Vctor Legionni.
P ppa-ara a- solemnes exequias em corara -
noragio do 30 da do passamento de Caroot.
Sao aqu esperadas a cada momento a compa
obia de operas dirigida pelo maestro Ve'-iun e
a tle operetas organisada pelo naesiro Rameo
Oiooesi.
O Dr. Henriqoe B-urmard e o maestro Rober-
to Steil faodaram aqu um in?t tuto musical.
Esta publicado elitai probioiodo ezpressa-
mente a venda de bilbetes de loteras est-angei-
ras.
U. Paulo
Datas al 20 de Juiho:
L-se no Diario de Sanio, de 17:
a's 8 horas da tone, cerca de 13 do corren
te, oa guardas do nt oral foram sorprendidos po-
algods martaaeiros qde se amgiam para ierra,
de adtda 4 vaavr asrstrtaco .Msdozi, ca-r
gaad todee ellea fardos i eab-ea e hombros,
viodde peta avoie Cousitntine Xavier.
Deixaram-n'es por pe esa Urra, dando entio
apitoS de a ctorro, aOsa d aeodirem os compa
obetrba dos oatros eoMot.
Os marirtelros, eolio, deilsram a fuglr,, aban
rfooaddo era camiobe einco dos fardos, valumo-
sos e deaoiagem.
Os gaardaa eolio consegutram prender qaatr
dos faglMvee, recelheadc-os ao aazex da gaarda-
ortd.
Hala larde, o alteres Domingos Tupioamba
Godtobo, asslateote inierioo do quartel f;eoeral.
em pasela potos Has da roa General Cmara,
proximidades de Paqaet, observoa on grapo
de Individuos estrangeiroe condusindo aos hom-
bros fardos mais ou manos leves, a jnlgir pela
sua rotondidade, acbande estranba tal utaneira
exquisita de transporte Rsqgelles silioa e aquella
bora; notando, sobretodo, o modo coagido e in-
deciso dos eslraageiros, diriglo-se ao que estar
nata prximo, daodo-lae ros da prtaao.
Mat etto i fdffr, pOetrando em ataa casa
d'all parto.
an;a-.ra-
asa tara
Isos, com
Oa ou'ros neis, oois qui nrara pete,
se tambera de freir, invadmdo ara.
nem peno, seodo ira nadi.it un -ote exoi
os fardos, pelo morador.
A estetemoo o alteres Dam raou-as a que deiza^-sem os fardos, o qoe obe
deceram, mas vaiiod0-8e incontinente, com a
mxima o'esteza.
Logo ou'iram-ae gritos de mulher, pedlndo
iosiant-menie saeeo-ro, p--tnin aqueiiet da
mores dt tal caaa onle se occulira o prime'r.-
carregador, a quera f-a lada voz da priso.
Para la se dirigi o alferes Domingos, depi-
rando com o marioheiro debaixo de urna cama
onds se bavu mtodo com o fardij que carre-
gava
Retirado o sojeito do esconde-ija em que p-o
cor-a se occ.nita-, o alteres Domingos coosegaio
arreoca'-lhe aigomas de.l>racOjs, fazendo <>,
em seguida, recolber prtaao pjr .1 jas pragaa
da guara do Paquat.
O hornera declaroa ser marioheiro do vapor
oafiacu Meloza, atracado a ooole Constanti-
no Xavier, chama- se Simonl C.stilini e serera
alie e os comp.nheiros irrespoosatreis oelos ar.
dos, pois per-ociara ao machiniala e cutros olfi-
ciaes oe bordo.
Nao quiz rJeetarav o destioo dos volames, alle-
gando nio eateader a pergon'a.
O alteres Domingos Gjdinno fez cooduztr os
vommes para aa re Idencia, i roa J.io Octavio
n. 9, numerndoos oos seie, officlamo logoao
digno Sr. iospector Godinbo, a coja disposigS.
pdz os fanos aDoreheodidos.
As I- liis dri tivo proseguem na Alfandega.
Poratn renleirai preaideote e vice-pre'i
io sena'1. o' Srs. I)n. Jas Aivas Guiares Ja
uior e Pdixoto Gonide.
D i o Sstalo de S. Paulo* de 20 :
Est jefiuti.varaente marcaia u inaugurarlo
da novo enrielo da Escola N.rroal, maodado
coosfuir peto gove-ao na praga da Reaoblica.
pa-a.o da i te \gosta, aontversaria da fuadagio
desse importante e>tabelecimeoto i- eo'Oo.
Vira a8sist r a essa ceremonia o D:. Prodentf
de Moraee, u'timamf m pleito P'es eote <'a
Repblica, e soG.cuja admiO'Stragio neste K-t- -
do ee laogou a primara pedra p.ra a couslruc-
gio do ediBcio.
S-bemos que oesse da re lisar-se bio em-
des fesias e, segundo nos coasta, para esse lira
serio convidados todos osjalumnos das escola-1
prelirxioares.
As fes as cmstaro d hymnos escolares, orna
sescia magna, sendo oador offinal o Dr. Cesa
rio Maita, secretario do inierioi, e una gnarda
de honra prestada pela 5 corpo de polica
0 Diario do Rio C'aro oolicia que oesia
cidade espaibou 8! ter sido asiassioado, m es-
trada qne da villa le Brotas vai a Doo'ados, o
nujor Remigio de C^rqueira Lelte, agricultor
naiueile municipio.
Diaia-e tambera qua om filbo do assassinaio
esiava|gravemeote ferido por arma de fogo.
Seguido a verso qae correa, qaesto de ter
ras motivou esses crimes.
Na cidade da Limeira cabla forte geadi na
nolte de 13 oara da carreuts, causeada grao-
des prejuizoj.
Sersipe
Faram passados O Pai= do Rio de Janeiro os
seguio-es tekgraramas :
Aracaj, 10.
De lodos os pontos do Interior ebegam re:Ia-
mages de qne as mesas eleitoraes nao qtnrem
aceitar os Osaaes do corooel Valladao.
Corre qae tem havido g-ande d::rraraa de di-
ubeiro.
Ji na-i exiate lei no Estado. Rao se ltenle
a reclamagss e diz se qae o eovernador prote
ge a caus i cootrana a do corooel Valladao, do*
qae qaerem perturbar o Eatrdo.
A odign^gio geral.
Arac j 19-
Os professores do Atheoen reunidos em con
ereg-gio votaram raoga de felicitages ao D-.
Sylvio Romero, pelo sea talento e iliustragSo.
Una commissao por ellea oomeada foi a ca--
io Dr. Sylvio e eotregau-!he copia da acia d
eooarecaclo.
O Club Operario tambera enviou boje comrais-
3io fecilando o D Sylvio.
0 lllostre sergtpano, eraflm, tem recebido ma-
nifestagoes de tolas as classes.
AraCaj, 19.
Continuara as tropellias para a eleigao presi
deacial.
Em Itibaianinha a Gazeta denuncia a fabrica
gia ae seiscentos eleitores imagina-ios.
Em Pacatuba o vig-ario escanden 03 livros e
os diplomas. O eleitorado est coacto.
En Divina Pastora o p-eai-ieme do conseiba
nega diplomas guardan io os livros.
No L'gario oa amigas do padre Oljmpio pro-
testara fazer duplcala.
Aqui o pres.d nte do cou^elho naonipal sab
trabio do archivo os livros de actas eleitoraea e
o jatz se cioaal vai embaragaado osrerarsos
cootra a ioclaso Intevida de eleitores seos
partida ios.
A lai -leitoral estadaal aotorisao viclamnto
da apuragio.coosiaersnio valida a elelga, mes-
mocontendo a urna oaraero de cdulas superia
ao eleitorado ; facultando aos presidentes das
mesas escaibe'em s que quizerem at o onrae
ro de eleitores.
Este procesBO, portanto, aator'sa a denn-aga
das i-e Jul58 aaffragao lo o caroaei Valladao.
A imprensa ppotjsta frostanaaraente contra
essas indecencias.
Esses tactos tem excitad i a tn vontade do
oovo. que iSo saoemas se se costera
O ct rooel Valladia continua a receoer mani-
festagOes do merisr, em cartas e telegremmas.
EXTERIOR
AFillCA
arrocoa
Morie do salido. asccnsSo de san
lbo AbJ-pI-Azs ao tbrooo e ana
eagragio T-agos pbystonomi-os do
finado sal io e 8iiaag5o do pan
Suas re g6es com o estrangeiro
Iu ildeotes.
O aconte:lmenta qoe no moraeata agi'a o im-
perio a morte do sn'tio Muley lias an que era
vagem com tropas, aflra de castigar o* riffenhos,
eaccumbio inesperadamente em Ta-i'a, que de-
mora entre Marraskeche e Casa-bran:a oa Ra
bat.
Accoramettido ji bavla uns qoatro diaa de ac-
cessos febris, cabio morto no dia 7 de Jaono em
occas'ao em que dava suas ordeos ; e d'abi a
oresumpgao em aigons de qae fdra e le ri tima
de envennameos, raesmo parque eateve em v-
mitos at o instante em qoe cess. u de exis'.ir.
Qaalquer qoe fosse a cansa do triste aooitrci
memo, dado elle no centro de territorio occopa
do por urna tribu, muit bastil sempre ao sai
tio, lBSpirava recelos; pelo qoe se occuiou a
morte delle e o acampameot i foi levantado a to-
da a pressa, levando-se o cadver do emir de
toado qae nio padesse descobrir se o que sh
pa^sava.
A marchas forgadas avaogou o triste corteja
at ebegar ao territorio dos Beoi-Meequin. re-
giio sabmettida e em aituagio pa: ti :a ; e du-
ranta este trajete, o corpo do saltao foi occalto
eotre o grapo das molberes que formavam parte
do harem qae segua a expeaigio.
Assira pod -rara ser transportados os restos de
Mdley Hassan pelo paiz dos Beni-Mesqain e por
Cnaooia at Rabal, onde deviaoa ser sepultados.
O principe berdeiro ia inconsolavel. Nio se
separara nunca de seu pal a quera professava
om entranbado amor. Toda e cara no foi cho-
rando copiosamente e lastimando a morte do
pal.
Slui Maley Hassan, o Imperador de Marroeo,
qae acabe de fallecer, nsseera em 1840, dascea-
deote da familia dos Filelit. oriunda de Tafilete,
em cojo oasis se levanta e venera o tmulo do
foodador d* dynaatta.
Sobre o seu carcter, as suas qoalilades e a
aegio poltica qae exerceu em longos anaos de
rainado di licil aoreseotar se opioiao segara,
pois as vereOes sao qoasi tantas como es que po
deram frequentar mais de perlo o fallecido prin-
cipe.
Alguna, e com estes Edmund Amias, pintam
Mnl-y Hssean como um bomem de eaplrito fino
a adiado, carcter sympatbico a naturalmente
propenso ao bem, e nio Ibe negara certas mos-
tras de instru'gio. Oatroa. pelo contri rio. dea-
crevem o imperador como um bomem ruda, ta
cltaroo e sempre prompto a bostillsar os euro
pena, contra os quaes nutria o mesmo espirito
de anima iversi. qo- em ge ai predomina era
todo o oo ve de Mar reos.
E, entre um e outro extremo, deseosa de cam-
biantas se aor-sentam.
Isto qaanto ao borneo.
Qaamo ao chefa de es'ado, as rerg5>s s&
igualmoie divergentes e se ha qaem o lesera*
como Molido on d .minado oe'os mintst-o--, n-
quera diga te- elle eviJenciad' por v-t-s u.t<
veis qoaiidades de administrador Bme e eo--
gica e de pellico astu'o e exp-riraentaio.
Seja como IA", a sua ra.rte representa um
acn ecira nto palmeo imprtante, taoto ra-is
dado o estado em qae d tra o paiz, minado e sel idt io por accesas lu ia-
Internas e a b-ajos tambera com as :om.>l .:-.-
gOes diplomticas dirivaates do conflicto u m
Hespaaha.
Era 18*7 e entio ni-i bavi. coraoliogoes x-
tvnaatiradd adosado o imperador agora f-iie
ciio, e iaspj-ando luidid-.s o estad d" a l
de Maley Hassan, a HespanOa toman seria- i.'o
videocias para garantir os seos di eitos em S4'-
rocos e i.oalmeote ou ras potencias ai i i. era*
sadas se babilr.aram a occorrer a qn;.i.j i -.- evea-
tualilaie para defe-ider os s-os aacoiaes r-isi
di-m>-8 no Irape-io dos pe-igos di goe"a a vil
que s- rec ava 8U'v,:e1ease logo a ra i do m >
oareba. Es e, porera, raelhorou e nia chegou
a accea4erra a lucia qu-s se tema.
Agora, po.-n, ertanio os kabylis ero -
maa e sabend -se da e3tido de eanirto do< rif
fenhos, eompreaeode aa o au-raa que cosa
oou;ia da faliecimauto de Maley Hassan, pr n: -
palmate porqoe pofe traje- oara o imperio
grave perta-p.gOea latero,', tace de degeaa
rar nm lnUrca:iona-s, a que-tao da su e-sa i;
vistn que Mal-y Baafaa dasnanioa o sea pruna
geoita fjlb", de moura, por cinsa da vi la if/as-
8i que levara, e lezou o itirono ao mais na'o
Abd-el-Az o que faz 'ec.eiar qua s partidarios do primeiro
ue inaorjam co aira a accUraago-i-si-, e u'ab.
prov ubara eravissimos eooflictoa.
Ora., l-d-A as nag6js tm era Ma-ocos int-*-
resaes acioaes a defender ou -spe-aog^s -i- fu-
taro qoa saivagoa'da-; mas na Iras, a Hesp-
nh, a Franga e a InzUterra, s quaes urna n--
-.essidad" mais u*ge.:e o.rigt a ocaupar e des
ta que-t&o.
Pelas p-agis qoe po'snem em Ceuta, Vlta
P^nou. G.raera e linas Chafar mas, oshe-ipi
onoes esto e n contacto traraeJiato com o fsn i
tism-, ruar-oiuiop, e oestes unmos'emjoa ten
nao que sost-ntar os s:os direitos com as ar
mas na mSo.
Sera fallar di sltuigio g-'Oraahi^a da Bs
nha r'lativamsme i parta do cooii-ne africa-
na, si'-uado em freate a'eUa. coaceb-se que o
govs-na de Madrid nio possa pe*mit'.ir a povo
Igura pstabelecer o s-u predamioio era F--Z
oemm T oge- ; e tan'o raa'.s i i-ntj o orgulo
cas elhaoo ji tio cruelraene cIT adido em Gi-
bal'.ar oio poleria capitular peran' assnrap o
de tal oniem.
A Frang*. que tem a soa p-ovimi de Orau
limitada pela fronteira de Marrocos, nao e
queceo a barloa ae l-ly, e sabe o qae a .-<:-
rang di .-s.r alia exig-.
Finalmeute a Ij^laterra est empachad i eta
Barrocos era grandes negocios corauaerCia-s, e a
cidade de Tnger ejotiooe rom larga parte ou
abasteciraeoo da fortaleza de Gibraltar.
E tes diversos ttulos impO-m aos tres gove--
nos o dever de se resperarera muiaament-' e de
nio abrirem a po ta ir- complx.gss mas serla?
que nia lardariam era provocar as lit- gas.
E' cansejuente, pas, que nem a Hsaaoha.
aera a Fraoga. procu-a"5o pr wavelmente an-
gm.ratar as ditBaulaades a'-tualmen'" : o perno
se existe, vera a I igUle ra, u na iei que anda
se nia esqueieram as tentativas Jesta, durant
o mm'sterio de lord 5alis.au y, e o Cteqos da
rai-siode slr Enaa Sm-tb esta alla ni ta-m
ria de todos pel> resisiencia doimcii. qu
ha poaco mir-eu.qae ano.i-se com ea rga os
esfo-gaa do eaoiaete britinoico p-a l
coiceiida, era Maracoi, ama sitaago p epoa-
dorante.
O papel da Frarga est tragado e coos'ste,
em uo permit- ne ibataa ujup.gao. Ne-te
te-reaa, tendo i'omo noroa o respailo dos t ata
do, eeri ella forte, e por eoosagaiota n>o
ra a que a questio de Alexaodr a tenna no-
edigo S a esquadra iigl-zi aa-serop
era Tangir, os cou-agadoa franceses nio In
teixirSo a'.libe'dade de re:om {ar o que ss ie1.
oo E^ypio ; e par :erta aquea aagao ar
algo o deixa langar mi coat col da estreu
de Gibrallar. ,
, pas, o \a>. na a rebelarse na m rg-i i
a guerra civil qne poj3a ser p-ovo;ata pelo-
9'eteodentes successo imperial, porque ea
da um dos rivaes cocoat-arn pravavel n- ni
o ap do de orna potencia, p-omeUenJo loe ha-
lageos na cas. de xito.
A he-elarietade tal coma los a conhec '.o
ai i existe entrf o< mu-ulmno* de mo o ia i s-
cat.vel. ComqnaUto no S^y tao tllno mus vi--
lh. .-uccela ao P'i, na Ta-quia o h ono perte -
ce ao principe miis velho da dyiastia, ib o
geralm*nte ora collateral ; e e-u Marrocos,
desiguacio do moe-aior que da o pole- ; ma-
a hist'r a .tem dr i rautas v-z-a o caso que o
Vivos fazem da raadle doa monos.
O tesumeato do fallecido Maley Hissan se-s
mais respeitalo do qoe o d- Luz XIV ?
E' ama pe-gana qa^ple fazer-se; e da res-
posta de nra 'utn'o prximo depenle sem dajfi
da a p-z dr- Marr.icos.
O facto veio afE-mar a Io'erragogio e dar res
oosta de arguraog da paz no mpeMo poi-
Ana-el Aiis, tilha -lo flaado, fol acclamaiu logo
suito p lo exe-cito e pelos ministros ; reinan
do traoimilidade no acampa seoto irape ial e
em Casa Blanca.
A popu'agao 1 Dir-alrBaida aceitn a ascea
gio de Abi-el Aziz ao tbrooo, mas a geote d-
K'Z -!De poocj lavoravel, e mesmo era Tan
ger ba sua opposigo, tanto que no da 13 o go-
vernador rcumo os cbeiks do sen pacbank i
zeodo-lhes que nao tlnha prova ntcal da_mor>
do aullar-, e que esta poiia ser urna noticia que
os enn.-taos i.ouvs.-em loveatado
A festa da Paschaa do C'ardeiro fji inarjgora-
d i na roanha do du segrate, m i.one oo sol-
tio Mu y-Assio, tacto qua deu logar a nume-
rosas co.umeotarlos.
O priocipe Mohaned, que proiestoa contra o
fa ta da acclamago, parti para o -ul de Taa
gara rec-utar ora exercita, ao passo qae omt-
oisiro Mioomed Torres iDform.a o corpo Jipi.
matico Je jae proclamara golemoemen'.e no da
16 Abl-el-Azis. O corpo diplomatuo en Tan
ge-, permanecer Bim reserva.
E de facto, a aedaraagao do suliai em Fez,
tere oesae da a sua sagragio em T.nger com
grande solemoidade.
A's tres ho-is da arde, comparara os prego-
eiros a p?rcn'rjr as ru's oa Cidade, gritao lo :
Era nome de D^os, nica pat do? Te .tes
convida uos-vos para qae estejnis boj, s qaatra
hars da larde, na raesqaita, para o
ranca-tii) Illa ara) Abd-'-Ats!
A' no-a Indicada ji a rae-qa ta estava rep'eti
ie moaros de todas as rlisses. e s coco e rae.a
leu-se comego a leitura da cara, asparand.
por essa oc.-asiSo 21 tiros as bateras da forta-
leza.
No templo via. ee Mobamed Torrea, mfnist-o
do negocio3 es'.rangeiros do fallecido sullio, o
baj.ojalifi, os ad nmstra-'a-es la alfandeg-,
oa cheles uo exercito e os mais neos comme -
ciantes muadrnaoos de Tnger.
A carta esuva escripta pelo proprio Abd ?1
Azis, e dizta o seguirte :
Aos tubos dos crentes e vassallos do prn
dpe dos creles.
Por vontade do poderoso Allab e do seo ex
celso prapbeta Mharaed, o inolvdavel rir
Mommenlo, o meo amado pal Maley Hssan,
quera Deus coaceda as delicias do Paraso, su-
ba s reg.oes da ve-dade e da paz.
Pela su vontade semnra acatada, pela dos
seos visires (boje nossos) Stdi Mobamed Beoe-
lard, Siai Bahamel e Sid Fedule Garobit, pe
do san exercito (boje oossot, e pela de todos os
verdaderos crent s que acabara a foa vontade,
tul eleilo em mado era qaasl >odo o Imperio,
E que Allab derrame sebre tolos os obe 'ten-
jes os seos aoos e niumine a minba lntellige>
cta e a dos meus vizlres para fazer o nem e com-
bater os qne, Inspirados por mos arebaojos, se
opponbam aoa nossos mapdatos e vontade, que
serio lrmaos dos decretos de Deus grande.
B don-vos a pal.
Finda a ce'emoola a mrj'lldio invadi as roas
victoriando o novo sulto, e em todas as casas
houve manifestagOas de alegra.
Si di Mobamed Torres envin cp.aa da carta
aos membros do corpo diplomtico.
Abd-el-Axis foi proclamado em Fes, inte o 'B-
raolo dns seas aotepassados, sal o de Marrocos,
oo da 12.
Pusiu-'e o a:to era r-orapleto socego. fasen-
io--e o'oclamagao igualmente sem incidente
oas tifT-ren-es c dades do litoral.
Ra pr-tuia a pror;i*ra gio (oi felta lanbem
ob o mismas auspicios.
A meosagera do novo salta lida as m8qul-
tis de Pez suppnme todas 3s imootos de con-
a no. #
E-ta providencia lol acolhlda c m a-tisf,ig5o.
Aot e1- 7,'-> sab. i de Rinal no dia 25 para Mc-
luinez e Fez e > f-ente das tro as tomaado pelo
:aminbo de 1-nt raasea.
O veril ebecar ao sea destino dentro em 8
lias
',oitiRaam a ser multo tronqoilllsadoras as
noticias acerca da ni acltraagac qae *e tem
Maneado cura ge-al lO'aziraento em tolas as cl-
dades >o lmpr'0, fasondo reoaaser acoollanga
n i > t-jai.fi > porqo Pmbora tenbam de occorrer
sublev-g's oar':ia8. oio -.Ite-ariam a sitaagfto
nj'to'l do imoe-io que 'e orp^iua rebelliin.
A synthese do nrobleraa poli.i -o interior de
Marrocos pOle exp'iratr ae diz--olo que os ma-
enataa, (o dagzen >oi fonccio isrlos impor-
laai**:) soab-'r-ra c-raduzr se pa- ta frraa, com
tai p-evlaane h-.bili ud*. qoe a raorte do sal-
to, moti'o ; leu agora oigem a inmuno, bavendo na actua-
lilade raaia -ansa-' deerramanies para aquello
oovime .'o do q e u'aotraa occi6e* pelo empe-
nno n-nif-stado oor Mab-y H< sao deque fosse
-eU herdeiru um principa de menor ida.e.
us noraens i iflu-nte Mra bom resulta io quaatos melca estavam ao
-eo al -ange pira evitar a aaerra '!vil qoe teria
-ido o pri-io'io n'oraa inte'vengio earora.
Nid. falta a A*>d-ei-Azi8 para qoe s-ja const-
le-ado suliio de facto e de dir--i'o. T^m a iodi-
cagio iie sen pae, o ai oio rto exercito, o do Ma-
gz-o, o acai>mento das priniipaes cidadea mar-
r- qnoas a cn-isagragao em F>-z, pos dos the-
*o.ris sbenflsnos, o con*elbo da regeoda com
posto de hoo;e s >-x erimeniados e a nenevolen-
ia e Muley Amn, que era o candidato mais
lemlv-t.
A desconlianga qde inspira Mu'ey M-'bamed
i-n'r> o s-u esoinio fantico e ..ngam^rio o
3ne) ponto negro. Eso"-se no r-mtanto que
a c rcura-tmcia das pcpctagSes do campos es-
taram ooeapartaa ios Iranamos agrcolas irapega
a renniliS} de tomar iocrem"|t>.
O sn tao c:isoo no dia 26 cora sna prima,
iiha d Ma-t-y Gu-nid, lio do soltio fa lecido e
enj sua coreada 4 Aboroo, rez.n sobre o sepul-
cro de MI-v-I-D la.
Tem oVwrn'o conflictos em alguna pon-
1,8
A t*ibu de Hay-'yaana era num-ro le 603 ca-
valleircs atacou F-z; e apeza' de aprisionar o
Ch"'P, lorara ecnassaios.
En Harra ka,.n rpma tranquillidade, a os ca-
ramnos estio ganotidof.
Foram tenadas Drovid^ocias para protpger os
comm"rctaote8.
Tm sido ff--ctrad'3 di^-rsas p-i-Oes de
individaos a cu-ado- de consairar couira a vids
io salteo.
O crezado" hpspanbr Lpgazpi parti j
de Maz-go ora os 600:000 dos, i conta da
P'iroeira pretac8o "a uienaoizago devida por
^1 i-roco- i flespai ba.
CHKONOLOGIA
rr.:^;.:::: :::.;^s::m:
COLLECCIONADAS POR
Mclcliiscdecli le Albuqucrque
Lima
3 la H -O
Di:i SO
lOi |i) governador rza.ni recebe um aviso
de Jeronymo le Albuquerque partic pando Ihe
j ter 3U0 indios flchenos e que para partir,
para o Marunhio, so esperara os navios que de-
\i;i con lu'.ilos.
18at6=Fallece o pernaral.ucano Francisca
J i- M iriuho, que totnou parle na rev.lugo de
18 I como atieres de guemlha.
0 brigue Capibaribe, o cnter E*per inca e 03
briiiues-escunas (wirarapes e Olmdt sao obras
-ii is. notando-sc que elle nunca aprer.deu a arte
do coasirU'Vo.
1 "i i: -E' baptisado na pivoago de S. Lou-
reoco d ; Tejcupapo Jos iotnes da i osta Ga-
delha, depoia nadre.
b'alleceu n'uiiia viagera de Angola para o Bra-
iona de um i rerga do navo durante urna
temncs'ade. Deixou-aoa chistosos poemetos.
I7GU ,'art-i regia prohibini-oem Pernam-
buco o oli io de oonvea, mandando prender e
asaenur praga naquelles ijut- usassem desse of-
lcio, p .is como seu trabadlo fraudavam os quin-
tos reacs.

EVISTA DIARIA
Pnblii*a<,;ito oHlcial -Do Sr. Dr. Jo5o
Augusto KiT-na Lima, dignoSecretano do Go-
rerno do Esta lo recebemos a sef-uinte acom-
panhadu da nota qne se rafere, as quaes, res-
pondendo que hontain publicamos do Sr. Dr.
Jos Antonio de Almeida Ca lia, confirma estar
ingado de erros o original qua foi remetiido
Societaria do Governo, da re n. oi, publicada
pelo onirresso.
Bom ve o Sr. Dr. Almeida Cunha que nio se
trata de erros da copia remedida para a typo-
garaphii, nem de simples erros typographicos-
Sao vicios do propr.o original remedido para o
Archivo da Secretaria d Hoverno, vicios de
qu: S. S poder-se-ba certicar indo aquella
repartigiio. _
Eis a carta do Sr. Dr. Secretario do Governo
e a nota qu; ac impanbon:
Gabinete do S icrelaro do Govarno do Es-
tado da Pernambuco em 28 da Juiho de 1891.
[lima. Redactores do Waro de Pernoasaiio.
p-COffl referencia pub.icag&o do r. Dr. Jos
Antonio da AJtpajdaCanb-i, Director da Secreta-
ria do Sead, e:n tu i fas attributr a um simples
erro de copia para a typograpbia, ou de m-
pressio, as notaveis incorr eges existentes em
um dos autographos da Lei n. 5. de 3 de Agos-
to de tr>9! ; p-ca que vos dignis de tornar pu-
blico que a cuitar de hoja e durante todo O
tempo era qua funecionar a Rapartigo a meu
cargo, esiarao ditos aulograpuos disposigao
de quem os quizer examinar e especialmente
lo Sr. Dr. Almeida Cunta, que, por si mesmo,
Icar a exactidao do que foi publicado no
Diario de 7 do corrate. Taes incorrecgOes,
tao da nata junta. Vosso amigo e concida-
d>. 1 n Aaj s/u Ferrara Lima.
' Suia a que se refere a carta do Sr. Dr. S-
cretario.
- No autograqlio remedido pela Secretaria
dos nado, da Lei n. Si, de i de Agosto de
18 >i, feito a confronto com o que foi enviado
ala Secretaria da Cmara dos Deputados, no
qual esio as razes de nio saneco, eocon-
tram-se as incorrecgOes seguiotes :
Cop. 2.
Do Concelho ^uni-i.l.
i Art. 6..... enquanto...
Art. 9. funecionar...
* Art. IO" 3."... confeccionar exalamenU.sj
t Art. 10. i'... at tacas quem {oren indis-
pensavel....
Art, 10." 6.', n. 1,- do municipios..
Art. 10.a 6.', n. l,...f'tt*cioftarw...
Art- 10., 6.', a.' S,.. .governo em logar da
Governador...
Art. IO.0, 22.*,... ifnt3Cs...
Art." 11., % nico... das detpesa...
Art. 19.* Si a vaqa, do Prefeito serno pH9$t+
ra anno ae SW (rowno, prowteMe-h* S9TJ
leigo. a
l
irl
i
.
V1




*-


.-


ni
i
iiim i
ja-88B-*S8a1BBBB
I tala i



Diario de Peroambaco llomiii^o ti 4


y
L se no primejro autographo o segrate :
Se a va a do Preflo te der no primeiro ou si-
tuado anno etc. ele.
Artigo 19.....(anecionar....
Artigo 38.....das appellaces interposta....
Disposicoes transitor.as
< Art. 5.-.. mais de do as dislricto...
Art. 8." Enqwnto...
Art." U.*, nico en quanto ..
Art. U. Adisposigao do n.- do art". 30-
deve ser artigo 31. e
Eleicao de Prefeit -S. Exc. o Sr. Dr.
governador do Estado expedio os soguintes
otci^s :
4.* Seccao. Palacio do Governo do Estado
de Pernambuco. Em 28 de Julho de *8W,
5r. Dr. ub prefeilo do municipio do Re-
cite. .
Junio encontrareis, p>r copia, o oflLcjo qut
boje dirijo ao Vice-presidente do innseiho
Mumcioal, em o qual fago saber a esse funccio-
nario a sua incoraiielencia para mandar proce-
der eleigao ao cargo de Prefeito deste mu
nicipio, yago em consequancia do falleciraento
o Dr. Manoel Pinto Dmaso.
Outrosim, declaro-vos que deve ser obser-
yado o Regulamenlo eleiloral do Estado de 9
de Janeiro de 842 e Instruccoes uomplemjn-
taras de .52 de Agosto e i de Setembro do men-
ino anuo, nao podendo por forma alguma ser
applicaveis a eleicao de qu: se trata as dispo-
c/i 4* Lei n. 35 de i > de J.ineiro do allu-
dicte ,anno, que est ibeleceu o processo a se-
.fUir>M para as eleices federaes.
^m O que tuto vos declaro para vosso conhe-
menlo e devidos effeitos e em resposta ao
vosso officio de hontem datado. Sade e (Va
ternidade. Alexaudre Jote Barbosa Ltn~a
-/.* Seccao. Palacio do Governo do Estado
de Pernambuco, em 28 de Julho de 894.
Sr. Vice-Presi ente do Coucelho Municipal
4o Recife.
Em resposta ao vosso otfieio de 2* do cr-
rante, tenho a declarar-vos que vos fallece com-
petencia para designar o da em que deva ler
lugar a eleigao de Prefeito, na vasa aberta pelo
infausto passatnenlo do Dr. Munoel Pinto Uaua-
10- Dada a separaco de runeces que com a
iastuicao do poder legislativo e poder execu-
tvo munleipaes creou a ConMiluigao a eyste-
matsou a Lei n. 52, nao mesmo curial que
funccioneis em separado da corporac o legis
lativa de que fazeis parle e qi.e vos elegeu do
geu seio para diriirdes os seus trabalhos in-
ternos Os aelos de adminislracao cebara ao
sub-prefeito em exercicio : e assim como ao
Governador do Estado ha de o Sead >, ha de a
Cmara dos Diputados comuiunicar qualquer
vaga occornda no Consresso, para que aquelle
ch:fe do Poder Exocutivo, e uio o Presidente
do Senado era o Presidente da amara, mande
proceder eleigo, assim ambem incumbe ao
ebete do poder execulivo municipal designar o
dia em que nos le-mos da Constituidlo do Es-
tado, deva ler lui;ar a eleigo que indevi ia
nimio marcastes. Saule e Kratern.dade. -
Alexandre Jos Barbjsa Luna.'
Secretaria di sovernO movimen-
lo d'essa secretaria no i. semestre do corrent
anno foi o segrate;
O O tO
S01DJD93
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C".
B-l
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oimiuuanboJ ui soipndoa
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As cirois, algumas das quaes eram nqaissi-
mas, tinham as seguinies inscripges: Sau-
dades do magisterio municipal. Os emprega-
dos da municip ilide Lembranga do Goverua-
dor Dr. B. Lima. Lembranga da familia Torres
Bandeira, Le consulat de France asonavocat.
Lembranga dos seus sobrinhos.
Altares e tribunas trajavain rigoroso lucio.
Durante o aelo foi posiada urna guarda de
honra de ambo* os la Jos do calafateo.
A orchest.-a foi dirigida mel maestro Soares
Rosas.
O acto terminou a t|2 hora da tarde com ab-
solvigo do tmulo, que Foi dada pelo Rev. Dr.
padre Silva.
No exterior do templa formaram contingentes
do carpo policial do Estado, e corpo da guarda
municipal e um esju'dro de cavallaria, sendo
dadas as descargas do estylo.
Em summa essa manifesiago de pezar, que
com areceram representantes de todas as clas-
ses sociaes, deu urna idea hem ntida do valor
do illusire morto. que tanto soube impor-se
pelos dotes de seu espirito e ltimamente pelo
muito que. ]fez no narsto que Ihe foi contla.lo, e
o.d<- veo sorpreh;ndel-o a morte.
Curso Aiiik-vo -Amanh funecionaro
as biucas do geometra, as lo horas, trigonj-
metria, ao meio da, seguuda e ultima chama-
da em ambas, e phvsica e chimica, primeira
chamada, ao meio rila.
Mis.su untada -Haver hoe. pelas 8
horas da ni mli missa solemne em louvor a glo-
riosa Sant'A.nna, na Igreja de Nassa Senliora
da Conctigo dos Militares.
Igreja do Divino Espirito Santo -
Na' terga-feira prxima celebrar-se-ha n'essa
Igrej i nina missa em louvor de Santo Ignacio
de Loyola, funda tur da ordem de Jess
Ter lugar a mesma as 7 l|2 horas da ma-
Bt.
Hospital Portuguez -Entrou de sema-
na nesi.: pi estabolecimento o mordomo Sr
Garios Joaquim Uongalves.
Federafo Acadmica. Teve lugar
hontem a reun o dj acadmicos com O fira de
eleger o directorio da Federago Acadmica
oeste Estado.
Estando presente grande numero Je estucan-
tes teve lugar a eloigo quo deu o.seguinte re-
sultado :
Presidente D\ Thoraaz de Paula Rodrigues
Vico-Presidente -Luiz de Franga Pereira
\. Secretario -Jos Ignacio de Albuquerque
Xavier Jnior.
2." SecretarioAlJerico Guimaraes Bastos.
OradorManoel Buarque da Rocha Pedregu-
Iho.
Thesoureiro Francisco da Co^ta Cirne.
Visitas domiciliarias -a Inspecto-
ra de bvgieae nos remitleram o seguiote :
O r Flavio Bredorgde visilou na ra do
Pharol 30 domicilio*.
Todos os domicilios visitados sao hmi-
dos, muitos precisao de reparos e nenhum
pr ivi lo de esgoto para as aguas servidas e plu-
viaes.
.Nao tinham asseio conveniente os domicilios
M. 2'28, i4, 58, 6>, CC, 68, 80, 82, 86 na ioja
e 90.
Estao desarranjaios os apparelhos dos domi-
cilios ns. 8 e 8J.
Nao funecionam bem a falta d'agua os dos
ns. H, '0, 40. 60, 75, 2,81, 9).
Precisara le reparos os domicilios ns. 26, 3'
34, 38, 40, Si, 58, 60, 62. 6i, 60 6<, 7i e 86.
Nao firam visitados por te acliarem fecnados
os domicilios ns. 42, 48 e 50.
9
II iS'SSSSSll soimix 1 11
lssSS5| II, ,'S**- 1 JopnujjAOf) JO 0|.ij || g _
-*! Sis-! S5Sll ouejojoas d l\l 2 '"
Ferro-va de Limoeiro -Accus^m s
recibida uina carta que n is dirigiram oseQtpre-
gado- d --a empresa, soticitando-nos que nos
intereaBemH para que quanto antes s:ja posto
era vigor o quadrodo pesa tal, com os respecti-
vos V'-ncimenlos da ferro-va, approvaad
portara de do corrate me/, do Hioislene ii
Indu-tna e Viagio.
Parece-nos de jusliga a preten o. Lima vez
que a ompanhia organisou s>o qoadroattri-
fu.u lo aos seus funccio:iarios do qu pe
bei.i elles actualmente, e o mesm i quadro foi
rulo pelo Governo, nao ha motwo para
3De nao seja posto quaul i antes em ex.cue ,
ada essa hariuonia de vistas los niti ressa 1 i<
no andamento dos negocios da empresa.
Fiamos, pois, une o digno gerente da estrada
de ferro pora dii vigor qu lato antas o refer lo
quadro.
Contrarias-A de S. Benedicto de Recife
rene se boje, s IQboms do dia, em assembla
geral, para eleger sua nova mesa administra-
tiva.
A de Sania Ritajde Cassia, taiub mu se r;u-
nc boje, li limas do dia, para, en C ill (gl
represenial v >, proc ler sligao de uiacctonn-
rios par v iri i- cargos, que se acnajn \
de sua adoiiDistracAo.
t A do Divino E-pirito Santo to Recife.
igualmente se reooe boje, a H horas do dia,
para dar posse a sua nova mesa administra-
tiva.
Concert Aviz E' boje que distincto
clariiieiisla ponuguez, o Sr. Brrelo Avia, rea-
lisa, nos s.ilOes (lo Gabinel p jrtugaez de LeitU
ra, o concert que organisou, e de qu: ja nos
oceupamos.
Genamente ser muito Boncorrida essa lesU
arlistica, nao s atientas as sympathus que ao
nosso publico soube inspirar o concertista, mas
tamben pelo modo como foi orgamsado o pro-
grmala do concert.
E o Sr. Brrelo AWi bem merece que o pu-
blico o auxilie nos seus esforgos, pois real-
nunte um arlista de grande mrito.
Exequias -Tiveram Iqgar honte:.:, na ma-
triz de santo Antonio, as soleraus exequias
pelo passamenlo do Dr. Manoel FintiDama-o
prefeito Ueste municipio, fallecido no Jia 2 do
corrente.
O acto, que foi prese -iid > pelo Rvil. Sr. Joa-
q Jim Silva, vigano da freguezia de Sant Anto-
nio, teve comego s iO \i li jras do dia.
Apezar do pessimo tempo que fez, grande foi
a multidao do novo que affluio ai I cal.
Entre ae pesso s que aasistiram <> acto, no-
tamos a presenga do Bun. Sr. Dr. gnernador
do Eitado, Exm. e Rvd. Sr. arcehispo do Rio da
Janeiro, aecretario do governo, Dr, qaesmr p -
licial, representantes da imprensa, do magisie-
ri) primario con-ules, advogartos, oficiaea da
guurnicao do Estado e da guarda nacional, re-
presentantes da magistratura^ do commercio,
de diversas corporages e outras passoas gra
das.
O catafalco erguido no centro da mtve princi-
pal do templo eslava ornado com gcaud; nu-
mero de capeilas morluarias e profusa) de lu-
as-
Sobre um dos dearos do mesmo, descancava.
civolta em crep, e'cireomdado la Bandeira
brazileira o retrato do illusire morto.
Nos escudos coJIoca los as diversas faces do
catafalco liam-seosaeguin'es dizeres :
Nascido na cidaoe de Alagoas era 18.0.
Falleceu a 12 de Julho de W94. Presidente da
Iatendeucia, 17 de rAgesto:dc*M!. Prefeilo,
3u de Setembro de(89i. Bacharel em scien-
cias juridicas e sociaes, t8J5. Dr.- em direito,
1875 e no centro da armagaoDr. M. P. D.
0 r. Raplisla Fragozo visitou nos das
2"!, 26 e 27 na ma do Ap (lio 59 domicilios.
Non. .16 I. andarentulbo.
No I- e -t- andar a lairina nao funeciona.
No n. 49 andar a latrinx nao funeciona e
0 soalho sujo.
rfo 2- andar a lalrlna nao tora chave e gole-
ras.
Non. ojI- e- anJar a latrina nao lunc-
cona.
N i n. O 2- andar a latrina nao funeciona.
No n. 71 o quintal sefli esgolo -i a latrina nao
funeciona.
No n. 26 a latrina nao funeciona.
No n. 20 a latrina na i funeciona.
No n. 12 a latrina nao da Drajoaga e preci-
sa concert.
N l n. i latrina nao funeciona.
Ni n. 8 (Becco do Piodoba) as paredes ra-
diadas
No n. 6 mui'a falta de asseio.
No li teco da Mindinha o n. 9 em ms conii-
- de lirapeza e de segnrang i
No n. 32 na roa lo Apollo o l- andar que
nao el i limpa e nao -' ao lar como saino pu-
blicado por engao.
Os ostros em eondic&es regulares.'
I ni ia Co.n'.nercial Essasocieade pro-
i.....i ma lio' i .pos 'o- socios um recreio dupl,
Curvell d'Avila Ease hbil prestidi-
gitad re vei;M'io|uo, actualmente nestacidade,
onde lacra sido d svi lamente apreciados os seus
trabalbis artsticos, dar na prxima quinia-
fera, no fheatroSanta I abel, nm ultimo espec-
tculo ara s n beneftej >.
O hbil artista que veio possoalmenlo ao nos-
so escriptorio participar-nos esse fado incon-
lestavelm n!e meraced >r do apoio publie ique
r a esse espectculo em que
-1 > protu 'iiii ia Irabalhos notos.
Aconselhamol-o a isio, certos de que vaoaioda
urna vez aproveitar bois horas, apreciando os
tiab ilhoa de um artista, cujo mrito 6 inconies-
t.vel.
Cadver No dia H do correte poriacho
lo _' nli i Palm i a do municipio de Jab tatao,
f,i encontr id i o ca lav ir do individn > de n im i
vianoel .le Barros, carreiro doecgenbo Carnij,
10 ni 'smo municipio.
lisse.iii li vi i no lluvia seguido anteriormente
para e*^i cidade dingiado una carrwca com um
imento de harria leu lo com > seu ajuman-
te um ou ro ca reiro de aeras Miguel Francisco
le l._\Til, ipi i rulo d'csla Cl lad I, se apre-
sentou s u'aqu'lie engenho, dizeod ler o sen
enmpanbeiro ftcado no caminho prximo ao
allndido riacho, ere procura de um c.'iapeo qu:
dizia ler perdido.
A autondade competente le proceder res-
pectiva vistoria no cadver, declarando os pe-
ritos lar si lo a morte causada por aspinxia p ir
-U'a 11 l'-o.
Cstatut >s It cliemos. e agradecemos,
nm -\einplar un 3 estatutos da Asso*
liago Beiuticmte dos empregadoa da Gompa-
nhia Ferro Carril de 'e Bamhl) l
Recreativa Juvcntuie E-sa socie-
1 iili- dar hn|e um p -queno sarao, sob a dlrec-
11 roco Viglio Gomia.
>Iatri/. de Santo AnloniiAeh tnd >-
se concluida toda obra do novo edidci t coniiguo
a essa igreja. leve ser n'ell i in mgura lo no i."
le Agosto prximo o ser.vico da secretaria da
un ni 11 le do S. S Sacramento e o salo das
reunidas da averna irmandade.
O edificio allndido est preparado com acceio
i e accomo l.ig.Oeg n'elle feias, preto-sc
perfeitamente aos Boi que se destina
A po se da nova mesa c ^npromissal de 1891
a 1893 da referida irmandada ter lugar pjr
- ao da iitauguracao do i Tvigo.
Recreativa S de Feverero 0-
memb os d'essa sociedade reunem-se hoje em
Asserabla Geral, afira ue eleger a nova drec-
loria.
Ori^naque Esle paquete da Companliia
des Messag:nes jlantimes sabio do Rio de Ja-
neiro em 27 do eotreitte s 6 horas da tarde,
conforme coannuaicacao lelegruBaica Decebida
pula respectiva agencia n'esie Estado.
I)e\ ir enejar portanto a nosso porto em I
do mes de Agosto ptaBo.
Vapor I.aplace -Segu amanha ao meio
li.i para o Rio de Janeiro e Santos este naque
le da Companhia Pernarabucana.
Gabinete de L. I. R. Gametlei-
rRnse"Esti sociedade 17 annos mullida
n i villa da Gam illsira, recebeu ltimamente as
seguintes olfijrtas:
Pelo autor, Dr. Julio Pires: Molilhos, ver-
sos, volunte brocha lo.
Pelo socio Sebastio Brando: Cantos do
desterro, versos por Adolpho, l volume bro-
chado.
Pelo socio benem-rit Austriclinio de Andra-
de: Discursos >do Dr. M. N. Hachado Pir-
telia, i lolhelo Awnuario in luslrial, 4 al-
lurae brochado A Escola Dominical, t folhe-
to; Tragos biograptHeosdo Senador J.'flaes
de Mmdonga, < Mitto.
Pelo socio benemeritoiDr. Ribeiroda Sva :
GrispagOes, versos por A. I C Rabeilo J-
nior, ~1 v >lume krocbaio : Sons di.-persos,
por Luiz C. A.- Pereira Palma, i volume -br >-
cbado ;e.0 soniuo, por il. A. 'jiaruia, t *iue-
to ; A Emancipagao dos escravos, por C- B
Ottoni, i volume brochado.
Pela Gerencia da Companhia Beberibe : Re-
Utorio de 1892 vollume brochado.
Pelo socio Revd. Vicario Guanta : tCarta
pastoral do Bispo de Oliuda, 1 folheto.
Pelo cidadao Alexandre Braga : A Lanterna
Mgica, jornal.
Pelo Dr. A R. Pinto de Souza : A Offren-
da de Ouro, 1 exemplar.
Pelo cidadao J. B. Wanderlev : Vintean-
nos de propaganda, palo r."A Borges, 1
vollume brochado
Pelo cidadao J. C da Costa : Relatorio,
da Sociedade Auxiliadora Agrcola em Par-
nanibuco, 1 folheto.
Pelo cidadao F Pinheiro : Poesas, por R
Guimaraes, 1 folaeto.
Pelas redacgus : Gaz;ta da Tarde, "om-
raercio de Pe.-nauxbuco, Era Nova, Lid
dor, Aurora do Canad (Portugal).
Sahiram para leilura 95 obras em 78 volumes,
en i rara u: 29 em 38 volumes.
Feriinento mortal -No dia 26 do cor-
rente, no t. dislricto da (Jraga, po;- volla de i t/2
horas da tarde, na ra da Uraga, a preta de nome
Anua Mara daConceigao feriu mortalmenle cora
um golpe de facAo na c.ibcga ao individuo de
nome II ivmundo Monleiro de A vedo, seu ama-
sio, na occasio era que est. e'.ormia em um
quarto onde mora.
O otfendido foi vistorado sendo depois trans-
portado para o Hospital Pedrw II am de ser
medicado.
A delinquente foi presa
Telegrainiaas retidos Achanj-se
retido* na repariigo dos lelegraphos os se-
guintes : ,
Para Laureotino Flix Pereira de J-.ragua.
Matadnaro PablleoNesse estabele-
cmeoto foram abatidas 102 rezas para o consu-
no do dia de hoje.
Estatua -A Wiener Presse conla a seguin-
te historia : O estatuario Otto Lang, de Mu
indi, teimina neste momenlo una estatua mo-
numental de Li-Hung-Tehang.o poJeroso vce-
rei do Tche-Li, que dever i ser erigida era
Tien-Tsiu. Esta estatua ofierecida a Li-Huog
Tchang, pelo Sr. Krupp, o re ilos canhOes- :
os pequeos presentas conservara a araiza.de. 0
estadista chnez representado de p, vestido
da IqOMa tnica de seda na qual se v* bordado
um dragao herldico, sobrepuiado di barrete
de mandarim, ornado de penna; de pavao, a
mao esquerda no punho do sabr curio, a'direi-
ta no gradil.
0 costume, as armas, os accessorios de toda
a especie forara enviados direcu,rajnte ap es-,
cultor por Li-Hung-Tchang, que aguarda com
impaciencia a chegada de sua Ehge. Mani-
festou o desejo de que se gravasse o seu nome
na propria estatua n nao no pedestal; porque,
dizia elle, podem occorrer taes acontecimenios,
taes teos de fortuna, que a estatua geja pre-
cipitada do seu scco, e para sempre separada
delle. ninguum ento poderia saber de que
nomem reproduzia ella os tragos.
Li-riung-1'ctiang cultiva cora ardor a sua ira-
rao'tali lade.
Installaces gigantes as -Estao na
moila em Londres e-tas installagoes. Nao con-
tentes com a torre Watkin, os ioalezes come-
garam, em Earll's Courl, os trabalhos de coos-
truego de urna enorme roda Dalancim, cujas
dimenses excedero as da roda Ferns, que
faz a admirago dos Americauoi em Chicago.
A roda de Garla Court medir cerca de 100
metros de dimetro, em lugar dos 80 metros da
de Chicago, e os carros suspensjs sobre a sua
periphena podero receber 1,6'JJ pessoas.
O ;ix i da roda nao medir menos de 2 me"
tros de dimetro, ser ouco e descansar so-
bro du-is lorres col locadas de um e outro lado
da roda. Chegar-se-ha s diversas platafor-
mas destas torres por oseadas e ascensores.
A ro ia sei movida por urna machina dina-
mo de 50 cavallos de forca. Oro segundo dy-
narao da raesma forga ser instullado como re-
serva.
Por outro lado, os trabalhos da (orre Watkin,
que se deve elevar em IVambli-y Parle, perto de
Londres, continuara com aclivi lad:.
Esta torre, muito semelhante a de Kiffel, ter
umi altura total de 350 metros e o lugar em
que ja est i, 3 metros cima do nivel do mar.
A pruneia plataforma, a i8m,7 do solo, ser
oceupada por sala de concerlo, restauran's,
as.-ini como a segunda plataforma ter una
ageaea de carreio e nina estaclo lelepb mica e
a i alio da torre se installar um observatorio
e um poderoso foco elctrico.
Qualro ascensores darfto aceesso s platafor-
ma- e se i-levarn v Tlieaononte nao fieando
livre. como na torre. EilT;l a abirlura da torre.
Espera-se terminar a lorre no anno prozimo.
\ despeza est calculada em 5 milhOes d i frail-
eo- a calcula-te qua a torre p>8ar talvaz 7,000
tonela las.
I.il.i -.n/au no Japn ) Sr. Motoyosi
Sauan, na lie Conlemporainc, faz um esiudo
-obre a e lucaQO de um principe no Japo.
Kts a parle qu; traa das ligues de escripia :
Seria preciso a p -mu. de um Loti para tra-
tar do UKsleri) d cremoma, podara dizer
at dos nios que se praticam na ligao de cal
ligrapbia. 0 professor prepara era segredo os
nodelos d is ti nados ao principe, endo-lhe pro-
hibido mostral os a quem quer que seja.
Em torno Ja creanga juutain-se dezmas de
m i..-a- escruvas, especialmenle ao Servico de
sua pessoa.
lillas an lam de um lado para oulro, arran-
jando tuJo quanto possa servir ao discipul e
ao professor. Urna desmancha a Unta da Chi-
na em rico linteiro, outra desenrola e alisa
folhas de papel de cores claras outra alisa os
pinceis entre os seus delicados ded.nhos. Po-
der-- j-hia ver ii"llas outras lanas musas que
rod Mam o mocinho na hora do trabalho, disai
mulam-lhi! as diiHcuhlades e procurara lornal-0
6 mar-
A historia da barba na Ingrlater- dem sobre coxeira
ra -A Westminisfer Gazettn obs;rvaque jj,m ai,hr> e-ildeiraria
ha alguns annos todos os ingiezes tfim mudado ^9m 8<7r; f';,,Qn "*
forma de sua barba. ^ M^m spbr^ d stillacSo
Outr'ora usavam-na redonda, hoje s vip bar- dem sobre bebidas espiri-
bas a VaoDyck, em ponU, em forma de V. A tuosas
rLn!,,r.Ga*eM?* ',,0!,- as causas desta resolugao; fez um mquento e ., ( uQt5
eis o que encontrou. f*dem *bre P.rta aD9rta
O principe de Gallas possue um barbero- Idam sobre feira
chefe, que exerce jurisdirgao sobre o systema dem sobre rez abatida
piloso de Sua Alteza Real. Ha alguns annos Tpm aq ra. Dor S&PCQ
e>te artista capjIUr observou que seu augusto ia^m ae 4U re,s Por*cc0
cliente enordava. ecereaes
Quiz obviar esse inconveniente clemh^ou-se Emolumentos da Secretaria
de qu3 urna modiflcagSo no corto da barba | Licencas
P,1^'UvL,a eff:il de*ajad0- Co^munlcou as DiConto de fardamanto
uas vistas ao principe, que as approvou.
|f2^|posso asseverar-lhe que o Bonzo. seu coose-
158 00 lh'iro espiritual, nao sabe de poriugutz o
A sorie eslava langad;.: a datar des.e dia, o
lierdeiro da cora da Inglalerra usou ha-ba a
Van-Dyck.
U:sdelogo os gordos foshonabhs, os gen-
tleraen de rosto circular descobricam que a
barba redonda lhas augjpentaya a .apparencia
de obsidade, ao pass que a barba em ponta a
diminua. Seiruiram o exeraplo de Sua Alte/a.
t)S, magros *fosbop*bles fizeram o'utrp Unto,
sem saberem porque. Depois foi a vez da
gente nao -foshionable, gorda ou magra, e em-
fim de todo o.povo da Gra-Brelanha.
A Westmisier Gazelte observa judiciosa-
mente que o sexo masculino multo .menos
inconstante que o bello sexo em materia de
modas, a barba a Van-Dyck lera serias, proba-
bilidades de ser usada amia em.20 ou" 30 an-
uos. Ora, nessa poca rnguem ser.capaz de
dizer a raz o por que foi adaptada nos,nossos
das. Js.por apa au^t^&arj^.d* j e8te
importante ponto deSSto^aT^.
qu. reaidem actualmeni ,J,juiMliaha.o so-
guintesestrangeiros: l*^ '
Austracos 19i.3o, su,ssosrJk0.659, hollande-
ZiS 17.055, dnuiarquezes 35.924, francezes
19.639, italianos 14.7(3, ingiezes 14.763 juxera-
burguazes, tL9i sueppos 1,0.914, belgas 7.312,
hngaros 6.706, ooruaguenses 2.0t2,,americanos
O numero total de eslrangeirose.de .4J33.25,
4.074, etc.
o que e,m uma populag,io aapioqal de ;60 m-
IhOes de habitantes nada .
.Casamento lvIl-r-Oescrivo ,de casa-
mentos que funeciona nos districtos da Boa-Vis-
ta, Praga, Pogo e Yarzea aflixou no dia 25 do
corrente, na repartgao do registro, ra do
Imperador n. 41, i- andar, editaes de pro-
clamas ^e casaraentos dos segrales contra-
hentes
Segunda pubiieagap
Custodio Francisco Mariins, com Delmira
Laura Tavares Cordeiro, solteiros, residentes na
freguezia da Boa-Vista.
Inspectora do Z.* dislricto mar-
timoRecite, 27 de Julho de 894.
Boletim metereologico
Horas. Term etnti- Barmetro Tenido do H,um-
(a 0o) vapor dade-
70 ,-49 4,94 67
762,-21 ,17,54 7
76',-06 16,0! 65
759,-45 17,07 70
7&,-il 16,19 9
."Tperatura mnima 23,50.
Temperatura mxima 26,75
Evaporagao em 24 horas ao sol 6."7, som-
bra-
Chuva aulla.
Direcgo do vento : SSE e S alternados de
meia noite at 8 h. 44 ra. da raanba. S com in-
grado
6 h. 23,9
9 > 2i,H
12 > 25,4
3 t. 25,5
6 . 24,3
terrupgesdeSSle SSW at 10 h. 40 ra. da
larde ; SW at 10 53 m., SSE O SE altrnanos
8,-4i por se-
al meia noite.
Velocidade media do vento
gundo.
Nebulosidade media 0,63.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Fias Horas Altura
baixa-mar
P. M. 27 de Julho II b. 35 m. da ra. l -93
B M. 27 de S h. 45 m. da t. 0,-"e
Casa de Deteneo-Movimento dos
presos da Casa d: Deteneo do Recife Estauo
de Pernambuco, em 27 de Julho de 1894 :
agradavel. Finalmente, hora que Ihe
ia la, apparece o professor de escripia, que ca-
na iha respeitoso e cheio de mesuras soore a
est ira brauca do soalho.
N io faz o menor rumor que denuncie a sua
iresenei e traz a liocca coberta cora um lengo
bramo, para que a sua respl rete nSo pffenda
o rosto do Uamio. A esse respecto a socieda-
de japonezi tnuito exigente.
Depois de se ter desfeito em mesuras, o pro-
fessor asseuta-se e traga iiuhas sobre o panal
com um ponteiro de mariiui, a im de facilitar >
trabaltio ao prncipe.
A-.-im que este escreve al'ti n -. o :
ver do mostr manifestar a ni u ir i i n ,-i
e muita alegra. Deve mostrarse .,,.
mente impressionado das b >a- 11 s > -1. -. j s do
principe, mas smente por gestM e por^xpres-
-;s d: physiooomia. Rao lite permitlido
fallar directamente ao principe.
Urna das prmeipaes diadas a interprete do
seu enthusiasmo.
A: sol -O ultimo numero da Revues des
Revues jiublicou ura artigo de Bjornst-jerne
Ujornson intitulado: AoSol., era que o ce-
lebre escriptor norueguez protesta e se evinta
contra o costume dos civilisados trocarem a
noite pelo dia.
Esta desordem, diz elle, prejudica a saude
dos hora ms, per-verle-lhes o ?osto prejudica-
Ihes a inlelligeucia tanto como o abuso do al
cool....
Ha neste estulo vistas justas e demonstra-
r;s i iteressautis. Mas qual o remedio ? Se-
gundo Ujornson elle faad de descobrir e de
e de ser app'icado. Basta que o Estado legis-
le em tal sentido.
Ueste que todos os ope"arioso funecio-
narios do Estado, todas as escolas cncetera o
trabalho ao rompida aurora eo ce'.sera ao
meio-dia (se fo." necessario urna ou'duas horas
mais tarde}, pde-se estar corlo de que esla
reforma acairelara outras. Meio-dia serado
novo rneio-dia.
Fechar se-hao as lojas depois do jaalar; a
tarde ser a tarde, como nos lempos de outr'-
ora os tlieatros funecionaro das 4 s 7, ou
das 5 s 8 ; e entre as 9 e 10, tu lo estar fe-
chado e apagado, como oo campo, onde nunca
se deixou de irabalhar de dia e dormir de noi-
te! Pobres noctmbulos.
Os advocados .tn U^rlim e parece que
em outras cidales tambera, oj advogados man-
dara aos clientes coalas minuciosas dos traba-
lnos que faz om as respe.:t va- demandas c
algumas das pntotUas, cuno sabido, sao ver-
daleiramenle fan asistas.
Um correspondente de Uer im para uma fo-
Iha ain:ricana coala est: caso :
Ura adyogvJo.UMRilou a um lente,oapin
tal isla i muito conhecido aqu, a sua coala era
l esta nota : -Por Ur-ra; accordado 4
meia noite souhaodo' com o seu iug >cio c ter
pensado ueJte depois.de de9pert'0,.30jnarcos.
Existiam
Entro!
Sahiram .
Existera .
A sabor :
Nacionaes.
Mulheres .
Eslranyeiios
Mulheres -
Total .
Arrasoados
Rons .
Doentes .
Loucos. .
Louca -
442
14
I)
445
423
8
14
0
445
408
391
13
4
0
408
fino
Rendimento do Cemiterio
Decima urbana
Multa por infracelo
Imposto especial de ba-
lanca
Producto de leilo de ani-
maos apprehendidos
Averba^Io
Reposicio
Imposto de 4 O/q sobre en-
genhos o propriedad<*s
Cobranca da divida activa
Saldo do 1. trimestre
Ra
DESPEZA :
Forga publica
Instrucco publica
Magistratura
Secretaria (empregados da)
Prefeitura ()
Porcentagem aos agentes
Custaa judiciaes
1, tnpezt publica
Eventuaes
Agua para a cadeia
Luz idem idem
Obras publicas
Expediente
Illuminago
Jury
Saldo em caixa em 2 de
Julho de 1894
Rs,
8628500
3088570
35S0 >0
5980TO
94 4S0
2.54287U)
352-5000
249150
1588110
2685500
3045 O
553g370
108000
265400
24S40
31 dO
27SO00
3.?864910
2738040
11.5863 OO
6.2838752
17 8698752
3.2988842
3.3J38898
8683410
67,486 ">2
1 2368733
5174>24
/780:)D
2958810
2445294
73S400
|24S4;0
23486 >0
1465100
184552
78000
11.137 5183
[6.7323569
17 86907;-2
Thesouraria do Concelho Muniepal de
Xazareth, em 2 de Julho de 1894.
O Prefeito,
Herculano Bandeira de Mello.
O Thesoureiro,
Ignacio^Vicira de Mello.
^^^
SP )RT
Total......,
Movimento da enfermara :
Nao houve.
Hospital Pedro II-O movimento desse
cstabeleciraento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Itecife, no da 27 de Julho foi o se-
guinle :
Entrarara .... 13
Sahiram..... 11
Falleceram .... 3
Existem..... 793
Foram visitadas as enfermaras pelos se quin-
tes mdicos :
Or. Malaqnias, entrous 10 I/i da iiwauaeia
ino s 11 3 4.
r. SimOes Barbosa, entrou s II 3/4 da ma-
nh.1 c sal i ti as 12 ti.
I n Uerardo, entrou s 11 1/2 da manila e sa-
ino s 12 1/4.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 10 da ma-
nba c sabio s II 3/4.
D.. Lopes Pessoa, entrou s 9 1/2 da manhi
e sahio s II 3 4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/2 da ma
ha e sahio s 11 3[4.
D-. Bastos de uliveira, entrou s 10 1/.* *
m> .ha e sahio s 11 1/2.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1)5 di ma-
nila e sahiu s 11 1/i.
!)r. Simplicio Maviguier, entrou s 8 1/2 da
manda e sahiu s 9 i/2.
ir. Pr ota- G limares entrou s 8 3/4 da ma-
a 'i is 0 '.
i/.ii eui eo, entrou s 9 1/4 da manlia e
-.i o a- 2 da taril i.
Ceoiiterio Publico-Obituario do dia
27 de aun ra >le 94.
Jos J i.iquim lie Oliveira, Portugal, 64 an-
nos. casado ; S. Jos
Hara Martyria da Silva, Pernambuco, 32 an-
nos, casada : Santo Antonio.
TarSin) Pereira Liraa d Oliveira, Pernarabj-
co, 26 annos, solteiro ; Boa-Vista.
Wenceslau Bandeira, Pernambuco, 20 mezes ;
Otaca.
Bruzilina Pernambuco, 3 mezes ; Graca.
Cesario Carneiro da Silva, Pernambuco, 40
annos, casado Boa-Vista.
Antonio, Pernambuco. 4 mezes ; Boa-Vista.
Candido Jos Rolrigues, Pernambuco, 58an-
nos, viuvo : Graca.
Manoel Felipae do Nisciraento, Pernambuco,
35 annos, solteiro, Graca.
Sebastiana de Oliveira, Pauhy 40 annos, ca-
sada Graca
Jos, Pernambuco, 23 mezes ; Boa Vista.
Dlogo, frica, 80 anuos solteiro, Boa-Vista.
Balanpo da reoeita e despeza
do municipio de Mazaretli,
no %.' trimestre de Abril
Junho de '*! i.
RECEITA :
Rindimento d'agua da
Bomba 35500
AfericSo de pesos e me-
didas 7028900
Imposto sobre armazem 7580*0
dem sobre escnp;oro de
advogado 750O
Idm*sobre bolandaira 55> 0
dem sobre calcado 2J$')i>0
dem sobre mscate 6900O
dem sobro padarU 53030
Hyppodromo di Cumio Grande
N'essa praUo realisa-se hoje a 19* corrida an-
nunciada.
Como sempre, inscripgo excellenle, e ha
margetn para cada um enganar-se por si : pois
de crer qu as suspenses de joclkeys e as
mullas de proprietanos dem logar um armis-
ticio, em quanto a f?rida est fresca.
Ser hora, todava, ^ue a tonlianga nao seja
absoluta.
Eis os nossos.
PALPITES
1." Pareo Zigzag Dinamarca-Urinquedo.
2 l'areo -Viiiunca -B.ilhory F.ma.
3." l'areo -Palchouli Kronlim -V'uigador.
4 l'areo Aveiilureiro Pvrilampo Naba-
bo. <
5. Pareo -Atlaite -Oipsv -Radams.
6." Pareo-t'ingo -Malang: -Phansou.
7." Pareo -Turco 2. -N.ibihoIbo.
C.vRAEIRAS LIVRES
S no 1." pareo conla o Vencedor a victoria
obtida.
TURF PRANCBZ
l'nx des Acacias
Bsta grande prova do valor de 25.0)0 fr. na
distancia de cerca de 2.400 metros, para caval-
los de 3 annos, foi corrido no uois de Boulogne
em 24 de Junlio passado, dan lo o seguiule re
sulla lo :
1. olma, Bagtcb por Krakatoa e Alaska, do
Bario A. d<- Schujkler, jockey Dodge.
2." L" Porapson, por Frippon e L i Tou I
Sr. Eliinn l Clane, jockey naden.
3." Boulaq. por Grand Masler e Balyense
il i Sr. T. Cuuningha n, jock iyrJ. Cooke.
Gorrerao c neo anima s.
lianho por dous i-orpos a meio de luz, ao
lempo de 1 >6 segn los.
O prim-iro recebeu 29 9)0 francos e o 2."
2.(01 francos
0 vencedor o anno passado, foi o animal Sa-
ral-Ferjeux por Florestaa e Ella.
PRIX DE ni\XH
Este premio, do valor de 4 '.090 francos, na
distancia de cerca d: .l'K) metros para eguas
,le 3 anuos, foi corrido em 27 do mea de Junho
ultimo, em Chautilly, dando seguate resulta-
do :
1." Brisk por Galopn eBri, do Barao de
Itolhschild, jock:y. B. M.
t." Calcolaire.'por The Bard e Ella ; do Sr.
A. Aln'ille, jockey Dolge.
3." Florida, por The Bard e Fair Uyouese, do
Sr. Veil-Picares, jockey J. Walta.
Correro quin/.e animaes.
Ganho por raeio corpo no tampo de 142 se-
gundos.
Dous corpos a meio do segundo ao terceiro.
As, importancias dos premios montar&o a.
72,95'J francos para o 1." e 3." 3.00 francos para
TURF XORT'AMERI ANO
Ttte American Derby
JA vencedora o anno passado foi a ecua Bea-
line por Six Praga, e Paquerette 2.' do Sr. Pet-
tuinont,
Este premio do valor de #2ii,,,n0 (100 conlos
acluat-s da nasa moeda), para animaes de tres
anuos, na distancia de cerca de ,4"l metros,
foi corride em < do maz passado em \\ ashin-
gton Park, em Chicago, danio o seguinte resul-
tado :
I Roy El Santa Anua, por Cheviot e Alabo,
ila cou lelaria Santa Anita jockey Van Ko-
ran.
Senator Grady, por Iroqueis e Santi et, do
Sr. Marcus Daly, jbkey Garnson.
3o I)esp >st, p'or Judge Murray e Spinster, do
Sr. E. Corritran, |0Ckey Martin.
Correram nove animaes.
'".anho por Sorpos de luz no t^mpo de 156 se-
gundos ; dous corpos separavam o segundo do
terceiro.
O vencedor era um grande out-sider, sen-
do cola lo a 3 >|1 e pertoncendo a uma coudela
ria californiana a sua victoria cansn sorpresa
geral, porque aos dous annos nao fez figura, e
etteanno rws cinco ve/.es em que havia corrido
s bateu animaes muito secundarios.
O favorito, Domino, chegou em mo qua tro
lugar,
Foi vencedor deste premio o anno passado o
animal Bouodlesse, que levantou o premio de
i 50,000.
PBBLIG%C0XS i PBIInO
mui/o menos me conhece. Dexaraos esse phd-
losthomia das concepges estaciooanas. Deve
estar convencido de que os meus laous prece-
dentes arligos foram smplesmente gracejos
portanto d;ixe o capadoco do Bonzo e conver-
samos proposito de seus conhecmentos d
ortgem das linguas, seus estudos de notoje
philulojia das moras evicos. J que faHai em
coneepeo devo notar a difTerenciaso que pode
haver em nosso modo de pensar. Presumo
que sua escola a do animismo raetaphysijo -
da qual evolui para a positiva: nao pertenco
mais aquella. r
Quando em seu artigo disse, na Caseta da
Recife que era refrac ano poesa, confessou
lgicamente que nao sabia a plnlologia das m-
guas moras.
Pois que, na raaioria deslas, foram poticas
antes de prosdicas : a poesa preceden a pro-
sa, esta foi evoluida daquella.
L^go S. S. quem confessa nao ter conhe-
ciraento da historia das linguas. E se nao co-
nhece a historia como conhecer a orig m das
[raguas, ligada, ou synchronica a origera de
homem ? E' por sao que sua escola o prende
ao dogma do monogenismo tao arcimico romo
to errado na concepgo do legislador dos be-
breus, poota dos israelitas.
Se confessB ser refractario poesa, como
iolende o poeta Moyss legendario de suas eren
ca3 T Enlendo que preciso mais sin'ceridade
para escrever para o publico qne nos julga com
su a attenco. A origera das linguas tem o re-
molo dos periodos geolgicos, nos quaes an-
da nao temos determinado a fdade do ippare-
cimenlo do hornera e nem ISo pouco com este
a orig m das linguas. Por isso que, o para-
zo, os seis dias da creaco do mundo, ,Ado e
Eva, o Velho e Novo Testamento en /ir, tudo
isso apenas uma lenda muito bonita, bem
imaginada e nada mais
A verdadeira historia a trra, o solo, suas
carnadas sao as nicas paainas do hyro dos
lempos primitivos que nos trazem a .verdad
da origein de lodos os seres creados, s quaes
principiaram das elasses inferiores para as su-
periores. A evoluco uma le fatal, e a re-
sistencia que os dogmas de sua raetaphysica
oppera auloridade da scienca ipenas uma
queslao de orgulho de castas que aliraentam
em seu seio Bonzo como esse que pedio ao hon
rado seu pie que Ihe aconselhasse para nao
me responder mais. Se eu podease e quizesse
presentar a orig'in das linguas, ia procural-a
as formas iedennidas e rudiraentares das pri-
meiras evolu^Oes da cellula, no estudo da zoo-
chimica da topographia do sub-solo Desde
historia do liatrachchthis. ao anthropoide e
desle phylogenia morphologica do homem
theoria dn descendencia atravez dos pe-iodos
pleocenico e terceaiios. o desenvolvimento das
differenles formas elas quaes lera passado a
especie humana. Enlo poderia por clculos
aproximados determinar ontogenelicamente a
oriem das linguas, mas nessa escavacSo nao
desprezaria os auxilios de Phebo embra nao
seja eu digno das azas de seu fogoso pegaso.
Por isso admirei o Sr. Seralim e Silva em ma-
nifestar em seu dito artigo que era refrac-
tario a poesia e que os cosiumes e hbitos de
-na familia nfio se viam de obstculo a seus
estudos de philologia. ou lingista (!). Sr.
si raliin e silva deve convencer se qu escreve
pa a o publico que sab;, que sem excurso mi-
litante em se enca nao se tem estudo comple-
to em sch ncia alguma ; mxime em lingistica
" em philologia que sem o guete de Phebo nj
se pide chegaras altas regies da phlologia
e muito menos i origera das linguas.
Fico aqu para declarar-lhe qu) sua respos-
ta em nada me Honra e seu silencio era nada
me o Vende.
Recife, 9-7 94.
S. Pires de Azevedo.
Hv. Or. Antonio do Carino $e-
rafim e Silva
AO SERIO
Era toda a parle o Bonzo cu Bonzos por toda
aparte! Sempre parasytas do ma-arronio e
corsarios das coosotencias mfantis : horroriso
se i lu/. do ollophote das Cidioia, ojui.vas.
Pos i cao CMijuerda
Emquanto todos os bons p nos, representantes deste Estado no Cou-
gresso Federal, propugnara pala prospe-
riadrt e paz ciaste uosso estremecido
bergo ; cimjuanto todos estes revelam-se
fiis mandatarios de coiupromissos toma-
dos bocea das urnas eleitoraes ; o Sr.
Or. Martina Jnior, o pseudo deputado
por Moribeca, esquecendo-se da respon-
sabilidde qua Ihe peza como membro,
embora falso, do Parlamento nacional,
agita no seio deile o facho da discordia e,
por todos os meros busca implantar
tiesta trra em que primereo vio a luz, o
lesordem, a anarchia e desolaco.
Ao abrig-o completamente dos mais ru-
limentares preceitos do bem e do justo;
sem nem um ceitil possuir disso que a
oatureza prodiga diatribuio por todos os
individuos da ospece humanaa con-
scieocia, at mesmo pelos mis nescios e
r minosos ; sem aninhar em seu coraQao
de atheo isso que uas hordas mais bar-
baras, en re cimbebasianos e hottentotes,
conatitue e caracterisa o typo racional
. patriotismo, o Sr. Dr. Martins Jnior,
longo de occupar-.,e com asses tantos pro-
naa de interease geral que t5o palpi-
tiiit:s silo e tantos beneficios trazemi
gna ten-a natal, criminosamente desvia-
se desta lnilia recta que se deveri., tragar,
d expansao a senti rentos pequeninoc,
vendadamerue obedece a impetuosidade
le suas .-nesqui'ilias paixoes, e, sem atten-
ler as periclita.s consequeneias de uma
intriga baixa e aldea, pocura por meio
menos dignos, aliineutal-a diuturnamente
no seio do Congresso Federal, sem qua
Ihe peze na consciencia, que nao tem, e
no patriotismo, que nao seute, tao he-
dionda attitude, que s esse qua ificativo
merece a qua S. S. assumio e s esta
Ihe pode ser applicado pelos homens or-
d iros e conscienciosos.
E' assim que S. S., tornando-se par-
tidario e impertinente, tem sido iucan-
savel na atroz cruzada que se tracou de,
seja como /or, alcancar do Congr sso Fe-
deral os meios precisos para restabelecer
a horri !a catnpanha de deposites d8
Governadores, s e exclusivamente pelo
simples t'i'todever apeado do governo
deste Estado, aquelle que tem o nico
erime de nao ter querido servir de in-
strumentos em suas maoa, at entSo
acostumadas a acenar a rota administra-
tiva aos governadores, seus amigos
E, de facto, nenhum outro crime o faz
aboccar a trom'ieta das depo^icoes, ne-
nhum outro, a nSo serem aquellas ar-
mados ao effeito, e engendrados por uma
im&ginacao doentia, poder ser impu-
tado ao Governador deste Estado que
at hoje se te a sabido manter Ileso
na seu posto de honra, a despeito das
treslnucadas investidas e das grotescas
iras dos rigoletos polticos.
Eis ahi todo um peecado ; eis ahi um
grande e venial peccad" cujo cilicia ca-
paz de exorcial-o a sua depcsio de
Governador d'este Estado.
E nao se nos venha contestar que nao
esse o nico alvo, que nao esse o firma
escopo, o ponto fixado onde vo bater
todos aquelles floreios de uma.rethorica
ebracradabante e jacobina I
Felizmente, porem, o Sr. Alarechal
Floriano Poixoto, aqu lie prestimoso es-
tadista que tao bom intuitos acaba de re-
velar pela tranquillidade de nossa Pa-
tria ; felizmente o-Sr. Marechaj Floriano
Peixoto, repetimos e estamos certos, nagr
se deixar suggestar pe'.o omiucso can'


I
e*m*m


Diario de Pornambnco Domiiisto *& le Jullio de INDI




dassa rbida sereia que da balde o busca de laudemios etc.visto como somos
immergir as profundezas de uin pelago nos os nicos herdeiros de Salvador
termal. Curado Vidal, e ter sido a referida Sra.
Infeliaitar esta trra fis o prssramma i excluida da siiccessao.
que se tracou o Dr. Martins Jnior, ver Outrosim, declaram os mesmos abai-
iorrar a flux o sangue pernambucano, eia xo assignados, fazer valer os seus di-
o que almeja o coraco de hyeni. reitos contra quem quer que effectue,
J nao bastam o 18 de Dezembro e quer transacces relativamente aos
outras tantas tentativas frustradas, o Sr. jmesmos bens, o que desde j avisam
Dr. Martina Jnior a quisa d'aquelle des- afim de nao ser invocada ignorancia
pota romano que fura recitar copla de
sua composico ao de cima das ruinas da
cidade eterna, ardenteraente desoja' tsscre-
ver posteridade com a rubra tinta do
peito de seus concidados a histo.ia ne-
gra d'este Estado, com aquellas mesmos
caracteres luctuosos com que & legeuda
nos recorda Troya.
Ha, porem, una poder cima de seus
maiores instinctos, ha urna forja maior e
superior & mais poderosa vontade indivi-
dual, a diguidade de um povo, o pa-
triotismo de uma naco inteira.
Esta a lei suprema que djniina sobre
todas as naces cultas, porque est es-
cripta no coraco de todos os povos civili-
aados e contra ella -oda resistencia nao
passa de urna gota d'agua no seio de um
ocano.
O Sr. Dr. Martins, pois pode continu-
ar na sua perversa faina, pode continuar
a abitar o facho da discordia contra a
sua trra natal, no seio do Congresso Na-
cional, pode agital-o ainda e sempre que
cartamente nao encontrar o veio to pro-
curado para produzir a exploso de suas
iras.
Que lhe batam palmas os sens aludi-
dos proselytos emquanto a Historia de
Fernambuco recolhe em caracteres inde-
leveis o nome de um filbo ingrato d'esta
bella patria de Cainarao e de Caneca.
Infeliz campanha !
Hrrido anfan.
Um Republicano'
por parte de quem quer que seja.
Recife, 27 de Julho de 1894.
Jos Vidal de Negreiros.
Hemeterio Vidal de Negreiros.
j Ao collega e amigo
i I
| MAJOR A. G. DE GUS- f
HO LOBO (J>
por completar hoje, '.9
de Julho. mais uinanno
em sua preciosa exis-
tencia, fehcilain os seus
Companhciros Turma*.
ULTIMO ADEIIS
Ni tmulo de Antonio Marques da
Silva Mansuinuo
AnVus amigo adeus Ja nao existe
Entre os hroes da bella mocidade ;
A moit i, a negra morle to cruel
J a vida roubou-te sem piedade.
Cedo rnaste a mansao celeste
Mui cedo ain-la no prazer da vida,
Deix.isii's o mundo eadeus disseste
Aos tristes das dessa iniseravel lida.
Deixnste o mundo, onde ha s tristeza
K--<: pobre mundo onde a vida nada ;
Agora tens p'ra sempre amigo
Descaaso eterno na feliz morada.
M rreste mas na eternidade
Viraras p'ra sempre se;n tribulacao,
Morresle, e tambem deixaste
Inundas saudades no meu coraco.
Nao
Nao quiz a
Das felize
a morte ver-te mais viver.
izes no lar paterno,
Um da veio com seu poder immenso
E carregou-te p'ra o deshanco eterno.
% Ah quanto 6 triste v> um pobre pai
Chorar a perda de um ti I lio amado,
Chorar pr'a sempre o que levou-lhe a morte
O que jamis ser encontrado.
Oh ninha lyra, neste tmulo amipo
D irende pr'a sempre um dos cantos teus
E deixa que eu diga com pezar inundo
Adeus : anigo, para sempre adeus !-----
Olinda-28-7=94.
Jos Costa.
OS? -ir&b--

Constando-ma estar tomando vulto o
boato de irregularidades na escripturcSo
da Coinpankia Ferro i'arril de Pernatn-
'bneo, apresso-me em fazer publico nao
ser isso exacto.
Nao estou autorisado a provar o que
deixo dito com a exhibico dos livros ; s
o Sr. Director Gerente, no Rio de Janei-
ro, poder permittil-o ; >m todo ocaso
dovo declarar que, a este Sr. s 5o reme-
ttidas com regu!a:idade todas as contas
mensaes, bem documentadas, sujeitas a
detido exarae no escriptorio central, onde
de novo sao escripturadas.
O guarda-livros,
iacintko Guerreiro.
Ao Sr.'Sonri's (Juimarac.
Si em vez de discutir de poltica] con-
tinuar a aggredir estpidamente uma^fa-
milia que tem direito de exigir respeito,
ter a resposta qne se tcustuma ,dar4em
MUinptos^taes. fc:
Nio tse"queixe depois que^houve^ex-
eesso... -,.. ->' fc~-
Por ora nieguen, trouxe para 'os*jor-
aaes a familia alias estimavel do Dr.
Martins Jnior. 1 goal
Mi i0"' f nine tails- "r
Ao puhlie*
Hemeterio Vidal de Negreiros c Jos
Vidal de Negreiros, avisam que nin-
guciii faca transueco com a Sra. D.
Maria Francisca dos Anjos Curado c
seu filho Firmino Alves Curado Vidal,
com relaco a venda que esta Sra. c
seu filho pretendem fazer, de terrenos,
nos pertencentes, bem como quaes-
quer outras tansacces e recebimentos
COMMERCI
Bolsa Commercial de Pernam-
kuro
COTigoRS OFFICIAEB DA JUNTA DOS CORBBCTORES
Pray do Recife. 28 de Jullt de 1894
Sob propos a veooeriim-de :
Accea da Companbia d Seguro Indemoisa.
dora do valor realisaio de S00# a 330*,
Na Bolsa veideram-se :
15 Acc6ee da Compaobia idemDisadora de
SflgVH.
0 prpsidenie
Aogcri" Pinto de Lemos.
J secretarir,
Amonio Lo;nerdo Kodrijne.
Cambio
PRAQA DO HKCIFK
Ob BancoB abnrtm com usa de 9 3|i6 a 90
dias ti|v, sobre Lojo .-, na vendo algumas t'aos-
:es iDsigmncanies.
ppareceram :.a^i-n'- tomadores a 9 114, mae
08bancos atea nirma Dora reruzavam saccar
a este algarimo.
Em papel partirolarcoDstoa algunas transac-
gfiei a 9 5,16 e 9 3 8 com entrega em Agosto.
Cotacoex de gneros
Para o agricultor
Assocar
Criitalisado por 15 kilos I a 7J200
Branco dem dem .... 5#400 a 7UM
fomanoB, dem Jcm 4 Mascavadoli'eaiKcm 3*100 a 3U0
Bru o dem ideas > 3*200 a 3*5dO
Broto melado.....3*800 a 3* Relame dem dem. 2*300 a 2*500
Algodo
dotaros a 12.600 por (5 ules de boas proce-
icmcias sem constar negocio.
Jcool
rtr pipa de 480 litros 370*000.
Agurdente
Por nlpa de 480 litros 210*000.
Cauro
Saceos salgados na base de 12 kilos a790 rea
Verdes a 48 res.
Carnauba
Cata-BE de 13* a 21*000 por 15 kilos.
el
Colamos nominal a 130*000 por pipa.
Itaportaclo
?apor Ingle Don, entrado das Portoe da
oroBa em 26 do corrate e consignado a Amo-
ltBD Irmaos & C, manilestoo :
Otenlo 29 barricas i ordom.
Ctii 20 volomts i rrdem.
CfeapoB 1 calxa a J. R. da Fontaca, 11 A. da
Oaerro e I va.
C* fiados 1 catxSo a J. L. d'OIlTsIra A C.
Coaros 1 caixio a J. Piabeiro I C, 1 i or-
Elcieio
DOS DEVOTOS QUE TEEM DE FESTEJAR O
SENHOR BOM JESS DO BOM E1M NO
DA 1 DE JANEIRO DE 18oJ>.
l'rovedores
Og Ilms. 8'. :
Joao 1):i? Moreira.
Dr. Jos Joaquim Alves de Albuquerque.
ConegoMarcolino Pacheco do Amaral.
('onego Antonio PabriCiO de Araujo Percira.
* onego Dr. Jos Lopes de Oliveira.
Dr. Francisco Leoioldino ongalves Lima.
Juvenrio de Oliveira Praoeo.
Capilao Joao Mondes Martins.
Capitao Alfredo de Albuquerque Martins Pe-
reira.
M;inoel Agapito de Sa.
EU'Uteno -lose Mari ns.
Dr. Lui lelirao de Andrade Lima.
Jus Man6uiDho Junicr.
Secretarios
Os Illms. Srs. :
Horiencio Tolentino Ferreira Bessoni.
Manuel Cavalcaute de Albuquerque.
Vctor Jos Fernaadeg.
Andr Dutr.i.
Leovifrildo Samuel de Lima.
Agocunbo Jacome Bezerra Pessoa.
Alexandre Alves Feilusa.
Sogas 1 volme a ordem.
tona 42 frdus i ordem, 20 a Amoriio oc C-
fio I lardos a ordem.
Hercadortas 1 volme a Compaobia de Drogas,
1 a i. PiohsJro C, 2 a J. R. da Pooaeca, 144
0 L. G. Wlliam, 3 a Soto America Cable Compa
ny. 15 a T ie No't'i B Sogi Ma:h; nsmos 4 volames o-dem, 4 a Maooel
dos Sanios VilUci.
leo 10 barrls a|Goimares Braga & C
De;x. 5 caixas a branles & C.
ProvO-s 11 v lomes ordem.
Pe'famana 1 caixa a J. R. da Pooeeca.
Qa-ij s 21 canas a Compaobia ('Estiva. 10 a
M. L. de Si, 13 a J. F- de Almeida, 11 a Fer-
reira Rodrigues A C, 7 a Abriles & 0.
S. litre 5) bar icas a Comaanbla de Drogas.
Sal Tecidos 56 volme^ ordem, 3 a A. Amorim
* C, 8 a Goncalves Cootia & C 2 alN. Maia
4 C. 2 a M. Rongoes C, 6 a D- Looreiro
4 C. 22 a b^rnet & C, 4 a P. de Carvaloo C ,
8 a L. Maia C. 4 a A. Vieira 4 C, 7 a Pere
a 4 Magaloaeg, lo M. Das S. Goimaraes, 19 a
MullT fc C., 6 a Alves de Bruto & "... 7 a Guer-
ra Fernandos & C-. 28 a Alfonso Maia 4 C, 3 a
W. Primo 4 C, 29 4 olioto Jardlm 4 C.
Tintas 37 volumen a Gaimara8 Braga C
Tiota 2 ealiae a M Jayme & C.
Vidros 1 caixa a J R. da Fonseca.
Carga Je Lisboa
Batatas 300 caixas a SiNa Goimaraes & C
Barca dinamarquesa Waterfox >, entrada da
Montevideo, em 24 do ccrrenle e consiguada a
Perelra Carne'r) 4 C.
X irqae 6300 fardos i ordem.
VapOr aostrlaco Pandora, entrado de Tries*
te e escala eoi 26 do correle, e consigna Jo a
H. Forster r C-, manifestoo :
Azeite 8 caixts a Solzer KaofTmaDO e C
Batatas 10 caixas aos mesmos, 100 a Silva
Goimaraes e C.
uouservas 2 caixas a Solzer Kioff nano e C
Drogas 4 ciixas a Goimaraes Braga e C.
Licores 12 caixas a Dias Feroaodes e C.
Mortadeliae 2 calxu 4 ordem, 5 a Carvalbo
eC.
Farioba de trigo 580 barricas a Machado e
Lupes.
Ma'cadorias 1 volme a Luis Ferreira da Croz,
2 a Solzer K offmann e C.
Massas alimeoticiaa 10 caixas a Solzer Kaof-
fmano e C.
Mobilia* 28 caixas a Carvalho loolor e Leite.
Papel 7 caixas a Moreira e C.
Sardinbas 2 caixas a Solzer Raoffmano e C.
Vermootb 55 caixas 4 ardem, 20 a Carvalbo
eC.
Vlobo 55 caixa* e 2 bordalezas ordem.
Vapor aostrlaco Nasmvb-, entrado de New-
York em 26 do correte, e consignado a H
Forster e C. ma ni fes too :
Amostras 5 volames a diversos.
Ago* ras 10 barra i ordem.
Banba 50 barrlB a Pigoeiredo Costa e C, 50 a
Marqoee e Sooia, 20 a Silva Marqoee e C, 50 a
Goncalvpe e Barros-
Breo 15') barricas a I. S Selxas, 12 a Goima-
raes Braga e C, 20 a A. Piolo da Silva, 20 a
Viaooa Cs-t-o e C.
B mnss 2 calxaa i ordem.
Ce r ve ja i barrica 4 ordem.
Oiog.s 13 calxaa 4 Compaobia de Drogas, 4 a
Goimaries Braga a C
Parlaba de trigo 4,000 birrlcaa aos consignata-
rios.
Graxa 1 barrica 4 ordem.
Mercadonas 3 volamae a Pedro Aitones e C.
2 4 ordem.l a A. Parjeoo.25 a J. Paier a C, 01
aos coariaaatarios.
Jos de Freitas Costa.
Professor Jos Muniz Teixeiro. Guimaraes.
Heladio Amorim.
Augusto Livino de Amorim Lima.
Jos Moreira Junio-.
Jos Cosme Soares.
Joao Ezequiel de oliveira LoX
Provedoras
As Exilias. Sras. :
D. Mana da Gloria Cardozo.
O. Mara Clementlna, esposa do Sr. Artliur Ra-
mos e Silva.
D. Euthalia, esposa do Sr. Jos Moreira Cam-
pos.
. Maria, esposa do Sr. Julio Cezar Paes Bar-
latto.
D Maria BrandSo. esposa do Sr. JoSo Pinto de
Castro Araujo.
D. Antonia, esposa do Sr. Alb.no NarcizoMaia.
b. Ilennqueta, esposa do Sr. Jos Noueira de
Sou'.u-
D. Josepha, esposa do Sr. Coronel Aranha Mon-
tenegro.
D Luiza, esposa do Sr. Jos da Costa Pereira.
D. Mathilde, esposa do Sr. Dr. Manoel Antonio
do3 Passos e Silva.
D. Mana, esposa do Sr. Euclides Fonseca.
. Anna, esposa do Sr. Mariano Francisco Fer-
reira.
D. Mara Joaquina, esposa do Sr. Antonio Se-
raphiin da Silva.
D. A gela, esposado Sr. Dr. Adolpho Alves
Simos Barboza.
L). Custodia, espo.-a do Sr. Gustavo da Silva
Antunes-
D. Hermina, esposa do Sr. Coronel Felippe
Duarte Pereira.
D. Genuina, esposa do Sr. Vicjnta Ferreira No-
bre Pe inca.
D. Carlota, esposa do nosso irraao Augusto Pe-
reira Ramos
D. Maria Firmna, esposado nosso irmao JoSo
Evangelista de Gusmao.
D. Julia, esposado nosso irmDGentil Diaman-
tino Correia de Gusmao.
D. Apjlonia, esposa do nossD irmao Francis-
co Antonio leixeira de Farii.
D Maria, esposa do nusso iimao Tenente Ma-
noel Procopio daSiiva.
D. Francisca, esposa do nosso irmao Umbelino
Antonio Maciel Monteiro.
D. Marcolini esposa do nosso irmao Justino
Firmino <*a Cunta Moreira.
D. Flora, tilha do nosso irao Coronel Joao
Rodrigues Moura.
D-Candida, Ulna do nosso irmo Dr. Jos de
Oliveira Fonseca.
D. Amelia, esposa do nosso irmao Jos Marco-
lino da Fonseca Manguinho.
D. Maria Rita de Oliveira Vaz.
D. Maria Clara Figueira de Mfllo.
I) r-'irmina da Conceigo Marques.
1). Francisca de Salles Assumpco.
D- Beatriz Carvallo Monteiro.
D. Severina Suuto-Maior.
Secretarias
As Exmas. :
D. Albertina Cardoso Pires Ferreira.
D. CbrisUoa. esposa do Sr. Jos Marques da
Silva Manguinbo.
D. Maria, esposa do Sr. Joaquim Rajmundo
Pereira'Bello.
D. Anna, esposa do Sr. JoSo Francisco da Sil-
va Mendonca.
I). Maria, esposado Sr. AntonioAlbanez.
D. Clemenlina, esposa do Sr. Henrique Mene-
zes.
D. Maria Jos, esposa do Sr. Joo Juvino Pal-
meira.
D. /.melia, esposa do Sr. Professor Benigno da
Silva.
D. Anna Reges, esposa do Sr. Tenente Samuel
Monteiro de Lima B .lellio.
D Lydia, esposa do Sr. Antono Fausto Jos
Rodrigues.
D. Francelina, esposa do nosse irmao Damiao
Pedro Celestino!
D. Ernestina, esposa do nosso irmao Joao Bap
lisia Ramalho da S Iva.
D. Leocadia Bezerra do Nascimento.
Luci'ia Maria da Cunba Go;anna.
D. Maria Bnlbaote Soulo-maioi.
I. Maria Cecilia de Araujo.
D. Anna Maria da Conceigo.
D. Adelaide Enedina Figueiride Faria.
D Emilia Caudida de Aguiar.
D. Mana Virginia Vieira da Cimba.
. Kellarmina Maria da Silva.
D. Olivia Maria dos Anjos Pereira.
D. Senborinlia Umbelina Mac el de Miranda
Pitia.
D. Julia, filhaooSr. Joao Marinho de Araujo.
Olinda, 3 de Dezembro de 18!>3.
O secretario da mesa regedora,
Gustavo de Alcntara Deao.
O Cura da S, Conego Jos Vaz Gutierres.
Ao partido republicano
Os abaixo assignados, representantes
da maioria do directorio do partido re-
publicano, declaram aos sous amigos e
Madeira de Piobo 200 pecas a Macbado e Lo-
pes.
Michioas pan descarogar algcio 12 caixas a
Preme Viaooa e C 4 a Jallo e C.
Mai8eoa 50 caixas ordem, 230 Compaobia
de Estiva, 80 a Das Feroaodes e C.
Oleo 12 barris a G. Braga e C.
Dito para machina 100 caixas a A. Stolzem
back.
Piaooa 2 caixoea a Prealie e C.
Relogios 6 caixaa a Maooel Collaco e C.
Tecidos 7 volames a A. Maia e C. 3 a J. P.
da Silva Pinto e C, 3 i orden, 13 a C'amer
Frey e C, 9 a L. Mala e C II a Moller e C.
Tou< intio 15 barris a Figueireao Costa e C, 15
a Marques e Sooza.
Vidros 6 caixas a \V. Halllday e C.
bxpveraco
lecife. 28 de Jolho.de 1894
Para o exterior
= No vapor ioglez Edictor. para Liverpool
canegoo :
V. tesen, 300 saceos com 17,100 Kilos de
resinos de aleodao.
No vapor allemao Argentina, para Lis-
boa, carregaram :
P. Poto 4 C, 110 barris com 17,600 litros de
met e 1 dito com SO ditos de agoirdente.
Para o'ioterlor
ro vapor ioglez B. Prioc>, para S.ntos,
carregaram :
J. S. Carne ro & C, 5 caixas com 400 kilos
de dose.
Para Rio de Jaroeiro, carregaram :
Casco Barbota, 830 saceos com 49.700
kilos de assocar braLCO e 209 ditos com 12,640
ditos de dito mascavado.
M. F. Leite, 500 saceos com 30,000 kilos de
assocur mascavado.
A. Goimaraes, 200 saceos com 12 000 kilos
de assocar braoco e 500 di ios com 30,000 ditos
de dito maecavrdo.
M. Irmo, 200 saceos com 12,000 kilos de
assocar mascavado.
J. oa Costa Ferreira, 50 pipas com 24,500
litros de agoardente.
Compaobia de Bsiiva, 25 pipa com 11,750
litros de agoardeole.
No vapor ingle Laplace*. para Rio de
Janeiro, csrregaram :
P. Perreira 4 C 5 pipas com 2,350 litros de
alcool.
No hlate Crrelo de Maco*, para Natal,
carregaram:
Barbosa 4 C, 6 barril com 320 litros de vi-
nagre, 1 iio e 4 caixas com 91 ditos de ge
nebra.
No blata Adelina*, para Moasor, carra-
Koa :
J. S. de Selxas. 50 calas con 1,250 kll s de
sabae.
No vapor ioglex Nasmitb. para Victoria,
carrecaratfl :
S. Goimaraes A C, 550 barrls com 40,500
litros de agurdente.
No vapor nacional 9. Prioeisoo, para
Mcalo, carreearam :
P. Pinto 4 C, 50 pipaa vasias.
Para Peaedo, carregaram :
M. A. Sena 4 C. 10 barricas >:on 000 kilos
de assocar retinado.
Para Villa-Nova, carregiram :
J. Baliar C, JJO barris com 1,566 kilos de
correligionarios que a reuniao poltica,
qna haviara convocado para o dia 10 do
corrente mez e que foi adiada por motivoe
de for^a maior, dever effectuar- se a 1
hora da tarde do dia 5 de Setembro do
corrente anno, ra 15 de Novembro
outr'ora do Imperador n. 44 1. andar.
A scolha do dia 5 de Setembro foi
determinada pela necessidade de evitar
qua a reuniao projectada ainda urna vez
coincidase com o tempo invernodO, que
naturalmente tora cassado, como de cos-
tume, em principios do referido mez.
Por este meio, pois, pedem a todos os
seus correligionarios que comparecam
pessoalmente mesma reuniao, ou no
caso de impossibilidade se facam nella
representar por pessoa competentemente
autorisada.
Recife, 14 de Julho de 1894.
Ambrosio M. da Cunha Cavalcanti.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Malaquas A. Gon9alves.
Francisco do Reg B. do Lacerda.
Dr. Ermirio Coutinho.
JoSo Jos de Amorim.
Virginio Marques Carneira Leao
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
hl f
sao naturaes da cidade do Recife e sati
fizeram plenamente a intencao do benema
rito legador.
Secretaria do Hospital Portuguez, 30 de
Jusho de 1894.
JoSo Alves de Freitas,
Secretario.
f
Ignacio Ferreira dos Sanios
1.- ANIVERSARIO
O bacbarel Joo Pacifico Ferre:ra dos
Santos, .sua raulher e seusdois filhinhos,
convidamaos seusparentes e amigos para
assistirein a missa, que neste doloroso
anniversario mandam rezar na Igrej
Matriz de Pau d'Alho, s 8 horas do dia
31 do corrente, por alma do seu nuuca
asss chorado pai, sogro e avu IGNACIO
Ferreira dos Santos. A todos que
concorrem a esse acto se confessam desde
j profundamente agradecido s
Pau d'Alho, 29 de Julho de 1894.
mi\
ConiBUcntlador lliguel Jos
Alves
TRIGSIMO DIA
A Junta Administrativa do Hospila
Porluguez, tendo de celebrar urna mis-
sa no dia 30 do corrente as 8 horas da
manha na capella do Hospital, pela
alma do seu ex-provedor commenda-
dor Miguel Jos Alves, trigsimo
de seu fallecimenlo, convida para as-
sistil-a a Exma. familia, aos parentes e
amigos do finado bem como a todos os
Srs. socios, confessando-se mui reco-
nhecida aos que se dignarem at tender
o presente convite.
Secretaria do Hospital Portuguez de
Beneficencia, 25 de Jullio de 1894.
Joao Alves de Freitas,
Secretario.
Hospital Portuguez
Premio de virt_ae
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de accordo com a disposicao tes-
tamentaria do finado commendador Anto-
nio Jos de Magalhes Bastos, tendo de
adjudicar o premio de 5008"OO a filha
ou filho familias, natural da cidade do
t Recife que pelo seu trabalho honesto
ti ver concorrido efficazmente para
sustento de seus paes, ou assistido a
seu pae ou mae com verdadeira dedica-
co e amor filial durante molestia gra-
ve e prolongada ; chama e concede o
prazo de sessenta dias, contados de hoje,
s pessoas que se julgarem as condigoes
citadas para apresentarem na secretaria do
Hospital os documentos comprobatorios
de sua pretenfao.
Os pretendentes devem indicar a sua
residencia, provar a idade, filiafo, e que
No vapor iugiei Euctora, pira Par carreeoo :
F. X- da Silva Guimaraes, 4 praocUOes de
amareiij.
No patacbo ing'ei Verurea. para o Para,
cirreearam :
P. Alves & C, 500 b Tricas com 3 353 kilos
de assocar braoco.
P. Caroeiro & C, 50 barricas com 2,800 kilos
de aBsocar branco.
loadlinea.* paaiU>*4
ua jui.H0 di 1894
Alfandega
Hernia ceral
9o da a 27
dem de 28
1,218.6041197
71:959*585
1,290:563*782
Rana do Sataao :
Oo da 2 a 27 189.957910
ld0de28 2:2354143
Somma total
192:193*063
1.482:756*845
itnnda ssccao da Alfandaga de Pernamboco,
28 do /albo de 1894
Serviodo de ebefe
M. L. Pereira Bastos.
O tbesonreiro.
Loii Manoel Rcdrigoes Valenca.
::. mello
MEDICO-tJlRURGICO E PARTEIRO
57RA BARO DA VICTORIA57
(Antiga ra Novaj
Consultorio e residencia
Onde pode ser procurado a qualquer
hora do dia ou da noite
Especialidades : Partos, febres, mo-
lestias de senhoras, de criancas e dos
pulm5es e syphis em geral.
Cura radicalmente e opera es-
treitamentos e mais soffrimentos
da uretiira.
Contina a fazer qualquer ontra ope-
rajo em sua residenci onde tem com-
partimento para fazel-is e para trata-
mento de qualquer doente.
Acode de prompto a chama los a qual-
quer hora e para qualquer distancia.
Telephone193
Onze horas da manha
SnpfOd qoe eras um hornera pobre,
orno ser o mais provave!, pois a maior
parte ci ni; somos pobres e nos vemes
obrigadia a trubalbar para ganhar a
Hubsiateccia. SappSe qas rSo tees pro-
bbilidauo de nada melhor e imagino a
scena seguinte: Ests cemendo o teu
modesto almogo urna m&chS, e esae al
mo to multo natritivo nem ma:t
nburjd^ne, mas ta tiras delle o melhor
partido, conversando e riodo om toa
mulher e teus fi bos, quando, de repente
se te aprsenla o carteiro com urna carta.
E' ella de um adv> gado, cujo eodereco
esi eEtarrpado no envelope que rasgas,
e entao les a carta cjm os olhos abortos
a as mSoa tiemecdo. Avisam te na carta
que bordaste urna fortuna d'um prente
afastadu que esta va em paiz estrangeiro,
homem a quem nunca tinhas visto e do
qual nunca tichte ouvHo fallar. Que
^saombro Que ^noticia tao i gradavel !
Recebes a carta em 18 de Agosto s sete
horas da m*.nr.a e ocno.a naia e esqueces
'tiSi da Ltm dessa hora ; nuLca ccais,
p r maito que vivas, como eu realmente
des jo .;ue te acntela.
Pois bem, Manoel Garca nunca esque
cera as rnze h< rs da manbS de certo
da de M..ico de 1893. Era elle mari
chairo e eatava n;s Do jas da Cartagena
ajudando a desc.rregar o navio a -ue
partencia, quando de repente se Bentio
atacado de fri auompanh^co le p.dpitk-
i^es no coragao. Succedeu ao f.io umt
violenta dor de cabeca e a Imgua teraou
se-lhe tSo secca c mo um jarro vasio
posto ao ecl. Eatava re apnx;mando
hora de tomar um restaurador e com pra
53 comp. com faiendas a 600 rs.
54 comp. com verduras a 300 rs.
71 comp. com farioba a 400 rs.
43 comp. f.om talbos a 2*000
Se.naimenios do dia 1 26
aer tioba ella estado a pensar nella, mas
j Ibes passou todo o deaejo de tomar
litaeoto, como foge o paaaaro a que as-
sustam. Nao pode temar nada, e s o
peosamento de comer j lhe era repulsivo.
\o aproximar-Be a tarde j Ibe apparesen
febre e, sutndo um pouco, sentio se li-
geirameote melbor, mas nao bom e muiio
l.mge de o ettar.
Daitoa-ae aquella noate sem esperances
de poder descae car e oa aeua recelos rea-
l'saram-se ; depoie de um somno inquieto
levactoo-se na maohS eegainte e ientiu-ae
fraco, lnguido e abatido.
No dia segointe, s ooae horaa da ma-
ohS, o trio e a febre, tornaram a appare-
.T e no m d'uma hora elle estava ar-
d no em febre, qual se seguio a dr
de cabeca. Era horrivel dia; qursi o
t rnava Iojco. Comprehenden que desda
logo r'evi. dar-lhe remedio e cooaulioa
un medico moyo, qaem lhe diese que elle
levia estregar tur emente com a ma.) o
estomago, assim fea e, cousa curiosa,
obteve com isso algum allivio. Foi, po-
rem, o que nicamente pode dizer. De-
pois diato segua se, naturalorenie o tomar
quina, medicamento este que em deter-
minados casos muit*s veaes eiBoae e
til, mas qoe geralmente mau, como
o aabem todos oa que tem adquirido o
oatume de tomar quina. No seu caso,
diz-no Maooel Garca, que lhe produato
incbaySo ni s pan ; porem nSo foi a quina,
mas sim aguan cou-a pe.r, o qus a cao-
sava. Em um mom-nto voj dieer te o
que era.
Na carta em que elle descreve tudo isto,
datada de Cartagena em 7 de Abril de
1893, da : c Quatorze das tmba esta-
do vivendo em tao nmeravel estado, qaasi
aem comer e trabalbando pela m orna completa ezciu^ao de ervos, ten-
tindo-me t3.> fraco que a cada momento
me senta desfallecer. Nao obstaote es
dotado pela ottureaa d'uma coostituifao
robusta, comprehendia qoe esta se ia dee-
truiodo Nenhum re edio pareca ser
sufBciente para f-aer desapptreuer aquelles
ataaues de fiio e febre, quando por fia)
ouvi aliar do Xarope Curativo da MSi
Seigel e o expenmentei. induaido a isso
por ter lido e oavido fallar da sua efnea-
jie, em censegu-o em outras pessoas,
depoia que todo tratamento .hes tinha
cid i loefficts.
Com granee surpreza e prazer meu
oa ataques diminoiram tanto em frequeocia
como em intenaidadr, ce tal torrea que no
tim de oito d'SB tinbam cessado completa-
mente, e recaperei fcilmente o apetite, a
f' rga e o meo fcil e restaurador somno.
Os msus ami"os tinbam-me recommen^
dado ma tos remedios, mas s < Xarope
me foi efficaz. Podem Vmcs. recommen*
dal-o ej; meu nome a todos aquelles qoe
eoffram como eu scffri. Agora vju a bordo
do cavo com muito boa aaude, e lhes
agradeyo por me teren suggerido o re-
medio que me curou. (Assignadi) Manoel
Qarcia.a
O sargue do Mmoel Garca estava
ebeio de acido venesoao proverieite do
eotorpecimeoto do estomago e do figado
indigestSo a dyspep^iae neste estado, a
exposicao ao calor do s >l, provavelmcnte
junta com o demasiado exercicio, prodtzi-
ram a febre peridica, e oa pea ae lhe
oeharam por causa da accumulacSo de
agua, dando a coohecer a mactividade dos
ros e a bydropeaia. O Xarope da MSi
Seigel espellio o veneno e corregiu a di-
gesiSo, e necesariamente a isto se seguiu
o restabelecimen'o.
Felicitamos nosso amigo o marinheiro ;
mas, eaqaeaer-se-oa ello alguma vea da
bora aa. ueile ataque, ou do remedio que
lhe dea a victoria ?
Nc, at que empre^eoda a ultima vil*
jem da vida.
O Xarope Curativo da Mai Seigel vea-
3i800 de-se em todas as Pharm&cias.
^aSataitag-a-
Iriinu
284400
86OOU
2654900
6:8O8JO0
7:0744500
RJCCKBBDORIA DO ESTADO
Do da 2 a 27
dem da 28
ft&CIFB
Do da 2 a 27
dem ds 28
130:1454233
13:230*654
143-375*887
DRAINA1I
5:3294990
82/ill
5:4124.01
Mercado Municipal de Jote
0 movimento deste mercado oo dia 27 de Julho
foi o seguinte. Entraan :
38 bois pesando 5,191 kilos.
250 kilos de peize a 20 rs. 44100
26 compart. com mariscos a 100 rs. 24600
16 ditos com camarOes 100 rs. 14600
311/2 columnas s 600 rs. 184900
3 cargas com galliobss a 500 rt. 14600
3 oassoses com galliobas a 300 rs. 4900
2 cargas com mllbo verde a 300 rs. 4*00
6 cargas com batatas a 300 rs. 14800
4 cargas cora canoas a 300 rs. 14ioo
3 carga com leraajae a 300 rs. 4900
2 cirgai con diversos a 300 rs. 4600
27 cargas eoos rarinha a 200 rs. 14400
8 cargas com milho secco a 206 rs\ 140O0
6 cargas com faijae a 2O0 rs. 14000
63 lagares a 200 ra. 114600
9 Solos a 200 rs. 14800
11 comp. com sninelros s 14000 114000
8 comp. coa satnairoH s 708 rs. 54600
11 comp. coa frasearan 601 ro. 64600
34 comp. coa comidas a 704 roa 23480*
Pracos Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14 dem.
Caroeiro de 14000 a 14200 idem.
Farioba de 500 a 800 rs. a cota.
Milho de 800 a 900 rs. a coia.
Feijao a 34' 00 a caa.
Xarqoe a 900.
.floTlmeoto slo porto
Navio entrado no da 28 de Jolbo
Ki" de Janeiro 5 dis>e, vapor nacional
cSantelmoi de 918 toneladas, comman-
dante David Thoukinson, equipagem
28 oarga varios gneros, a Pereira
Carneiro & C.
Navios sabidos no m smo da
CanadBarca norueguense fGodromet
capitao H. Torjesen. em lastro.
Mssaoro Pataeho norueguense Agat
capitao O. W. Burby, em lastro.
Bltico Baroa norueguense tKronos
capitao Chriatiana Johoaed, carga al-
godao.
Savlos esperados
Do Porto
Palbabote portogoez RjkouIo.
De Pelotas
Patacbo allemao Wille.
Patacbo noroegoeuse Adra.
Paa:bo dioamrqorz Taea.
Patacbo dioamarqoes Jorgianna e Anne.
Patacno oiciooal Annita.
Logar ooraegueose Hios.
Logar noroegoeose Kvlck.
Logar poriognex Horacio.
Logar noroegoeose Maoranger.
Logar ponogoei Mt'lobo Vil.
Patacbo allemSo J. M, Baotk.
Patacho allemao Horlsonte.
Paiacho ingle Almloa.
Patacbo allemao Harald.
Lagar logle Aurora.
Patacbo hollaodez Atiene.
Logar iuglez Bronet.
Logar portaguea Mariobo VI.
Escooa bollaodesa Anna.
Patacbo ioglez Zcni o.
Barca|ouroagaease Hildor
Bscooa bellaodesa Harmloe.
Patacho sueco Ada.
Barca norueguense Arctlc.
Patacbo tosco HHmaoc*
Patacbo Ingles Ventare,
De S-waoiea
Brlgoa noroegoanie Slatsmioister Steng
Barca ooraegaeosa Glsorsfor.
De Cardlff
Barca ooroaga Helios.
Barea sueca Sidoey
Barca noruega Osmoad.
Barca noruega Paragon.
Barea loglaza Rollo.
Barca noraags Gazelle.
De Londres
Lagar ooraegoenos Cbnsiina Eliiabeth..
Anacahuita Peioral.
As curas produzidas pela composicc
da Aoacahuita peioral, sao real-
mente milagrosas.
Doq Clemeule Silva, que resile oa
jua do Estado, Santiago de Chile, escre-
ve aos nossos agentes em dita cidade,
que havendo solrido atrozmente de as-
thma, peio espaco de mais de selle anuos
sem que medico'algura jamis lhe ouves-
se proporcionado o menor allivio ; decidi-
se Gnalmente em tomar da composico
de Anacahuita Peioral, e depois do ha-
ver apenas tomado dous frascos, descu-
bri cum sorpresa, que a grande cp(,res-
so do peito havia quasi completameale
desaparecido. o entanto fai con-
nuando a fazer uso delle e no fin de tres
mezos se achou completamente curado,
com grande assombro e salisfaco de lo-
dos os seus parentes e amigos, os quaes j
haviam perdido as esperancas de jamis
vel-o bom. Disse tambem quo desde
enlo esta parle o tem reccmmendado
um grande numero de seus conhecidos
que soffriam de dilferentes affeccoes pul-
monares lo frequentes as costas do ma
Pacifico, na America do Sul, e que seus
bous resultados tem sido universaes.
Gomo garanta contra as falsificacoes,
observe-se bem que os nomes de Lan-
man Jf Kemp venham estampados em
letras transparentes no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa,
Acha se de venda em todas as boticas e
drogaras.
------------^------------
Dr. Bastos de OliveiraMedico a
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda antiga da Cadeia do Recife n. 18
1. andar. De volta de sua viagem da
Europa onde visitou os principaes hospi-
taes de Paris avisa seus clientes e ami-
gos que contina dar consultas de 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados a
qualquer hora em sua residencia na En-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n*
365.
--------------------------------------
Dr. Octavio de Freitas. MEDICO.
Antigo interno dos Hospitaes do Rio.
de volta de sua viagarn a Europa, da
consultas de 1 s 3 da tardo na ra Lar-
ga do Rosario, 26. Especialidades : Fe-
bres, molestias do pulmao edo coraco.
Eucarrega-ee de analyses chimicaa de
urinas.
Residencia: Ra do Principe n. 26.

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Piarlo ge PernamttQco lllomingo % ge 9ulho Gv iss;4
EDITAES
de Pernambucc
( 2/ rRAQ)
Edital n. 49
IJJPela Inspectora da Alfandega se faz
publico quo s 1J horas do dia 3) do
corrente mez, serio vendidas, em 2." pra-
5a, as mercadorias abaixo mencionadas :
Armazem n. 2
RScS. Urna caixa n. 6, vinda do Ha-
vre no vapor Concordia em 1 de Julho
de 1893, contendo obras de ferro fundido
nao classificadas, consignadas a Reis &
San*os.
'i Marca F rjuadrado 2438. Dezesete
caixas ns. 18 a 34, viudas de Liverpool
no vapor aMerehant, em 15 de Julho
de 183, contendo candes de cor era fo-
lhas, pesando 4254 kilos e consignadas
ordem.
Alfandega de Periiambuco 27 de Julho
de 1894.
O inspector.
Alcxandrc de Souza Ver eir do Car/no.
Alfandega de Pernambiicu
Edltal D. 45
PRAZ jDK o das
Pela Inspectora oa Alfandega se faz dod''c.
que s i I bo-as do dia 6 de AgosU viriiou-o.
serao vendid-s em Basta prbc?, a pona desu
repartlcSo, as mercadori- de.-criptap, qoe na.i
foram aespar hi>:a no prazo da 'el por mus do-
do? ou coopitiaia-ios; aos quaes, alias, flr
marcado novo prazo d 30 dias, a coatar ae-ta
dala, para as reiirarem, sob peoa de, reallsada
venda, nao se allende- n,ais a rdclamacao al-
gorxa.
C arrematante ser caneado a entrar com o
prfjD dt arrematagao do prazo de 48 horas, sob
pena de trol a.
Armazem o. 4
Marca CliDto, Jardn) e Comp. Um pacote,
pero numero, viudo do Hare, do vapor raonz
Canarias, descarrseado em 2 de Oclub o d>
1893, ccntmdoamost'as de tecidos de algooSo.
consten do a ulinto. Jardim e Comp.
Noues, Fonseca e Comp.Um din o 5i, de
Liperpool, no vapor ingles Kxplorer. desear
regado em 17 do di^o wi e anno coDtendo len
eos de aleodo estampa'os. pesando 1.5(0
gratrmax e de consterjaQS" igno-ada.
librea D F C. em cima a W 4 S em baixo
Urna caixa n. 66, idem, dem, id*cr, contendo
740 eramoiac de obras ? foloa de flsudres, nSo
classiHcaias. pntalas, consignada a Das rer
naoies e Comp.
Marca Joaquina G"nclve e Comp*Um 08
cote, sem onmero, da Montevideo, do vapor iu-
glez Sa-dioj PrlDce. cooteado amostras e df
coosigoca ignrala.
M^rca Viobaes C"m pacote d. 313, fe
SombamptoP. no vapor Toames. em 7 de No-
vemn-o de 1893, contendo amostras e coDsigoa-
do a Viobaes e Comp.
llarca Dr. Francisco de Sooxa RtsUm pa-
cote, o. 62, dem, dem, dem, contando orna
cora moriaaria para tmalo, com flores de po-
cemos, en rando-?p a cooignacao.
Marca Stoart Smlin Urna raz, o. 512, idem.
dem, idem, conteni um kii > de wm.-ky, em
garrafa, consignada a J. Stoari & Smitn .
Marr Netlo, Campos & C Uro pacote, o. 35
de Livf rpool. do vrp'ir inelez Sibolar em 8
do dito mea e aonn cnnt-nrto l-ogas de a'eoto
estampados, pesando 500 grammas e consigna
jaiignorada.
Mrr diamante L A no centro Urna cana
n. 17/46, dem, tc>m, contendo roassas allmen-
ticias (bolachiobds), pesanco 1.430 grammas.
CQpsig'ada a Lop*s Aineiro e Comp.
llarca A A AUx pacote. sem numero, Mem
idem, contendo chaves def erro, Dio dainea-
das, pesando 1.650 grammas, coosignat-o or-
dem.
Marca Estiva Urna caixa n. 435/35, Itlim,
idem] contendo qoatro p'cas de louca dt po da
pedra, n. 1, pesando 1.400 grammas, cooMgna
da a Compaobla Jodostnal e Commercio da Si
Uva.
r Marca G C C era cima e B L em bix* Lo
paco'e o. 37. vindo de Hambnrgo, no vapor al-
leroio Santos em 13 do dito mes s atino con-
tervd amo|tri, consignado a Goocalfes Conb*
eCm.
Ma-ci O J & r'j-n narote "w "u*#, -mm
O Dr. Jos Juao Refaeira Pinto de Sou-
za, juis de direito da faseoda E tadual
de Pernambuco etc.
Fai saber pelo present que no dia 3!
da Julho do correte Coa agencia a ra 15
de Novembro n 45 aa 11 horas) o agente
Silveira proceder a novo leilao, de 000-
formidade com o disposto no art 51 do
Rejulamento de 30 de Deaembro ultimo,
da casa de pedra e cal no logar denomi-
nado Butrins em Olinda, com 4 janellas e
ama porta de frente, 2 aalas, 2 gabinetes
O lado, 3 quartos, eoainha lr* com ama
aleta e 1 quarto, mediado de sunte 20
metros e de fondo 12 ditose 80 ceotme
tros, em maito bem estado de eouaerva-
080, edificada em terreno proprio, cercado
comjmuitas arvores traotiferaa, avaliad
em 3.000-5000..
Pertenee a Domingas Croa A C, e vai
a praca por execu^So da Fasenda.
para qoe conato paasoo-ae o present
na (rma di lei.
Dado e paaaado cesta cidade do Recite,
aos 28 de Julho da 1&94.
Ea Jos da Costa Ree-o Lima, escrivSo
sabscreri.
Joa JaliSo R. P. de Soasa.
O Dr. J.'t JuliSo Regaeira Pirto de
Souza, jl-z da direito da Fasenda Es
tadual de Pernambuco ete.
Fas saber pelo presente que no da 1
de Agoato do corrente anno o agente Tho
man Jos de QusmBo vender em publico
leilao a quem m ia dor o eatabeleeimeiu'-
commercial n. 37 a ra larga do R>sari,
fregaesia de Santo [Antonio, pertenee rH
qoe oi a Aosomo da Silva Castro, cu jo
inventario oorrs prr oste jaiso em cods*-
quencia de sequestro feito a requerimei.t'
do Dr. procarador dos feitos.
\' para que a noticia ebegue ao cooiie-
cimento de quem inreresser posas passou-
so c presente na tormo do estylo.
Dado e paaaado nsata cidade do Recife
de Percambuco aoa 27 da Jalho de 1894
Ea Jus d Costa Reg Loa, esenvo
sabscrevi.
Jos JuliSo R. Pinto de Souzs,
Recebedorid do E ta-
do de Pernambuco
EDITALN. 12
O Administrador da Recebedoria do
Estado.faz publico para conhecimento
dos proprietarios das freguezias da Re-
cife, Santo Antonio, S. Jos e Boa Vista,
que. por determinaco do Dr. Inspector
do Thesouro, fica marcado o praso de
trinta das uteis contados de 1 de Agosto
prximo, para pagamento bocea do co-
fre, da contribuicio devlda pelos servi-
dos da Recife Draynage Company cor
responden e ao 1.* semestre do exercicio
Corrente de 18U4.
HRecebedoria do Estado de Pernambu-
co, 27 de Julho de 18'J4.
Affonso de Albuquerque Mello Jnior.
AiaDdega
idem, contendo frairi:ent..s de faxenda, cousi-
gnado a Olinto Ja-dim & C-
Ma'ca NdBei Fouseca di C Um pacote sen*
romero, iiem Hem, contendo amostras, consi-
gnado a Noce? Fooseca & C.
Marca A. ira CUaa pacote sem nome-
ro, dem 'den contendo amostras, consignado
a A. Vleira & C.
Mrca G F 4 CUm pachte n. 5,(51, vindo
do Hiv.-e no vpo- frunces Colooia em 18 do
dito ujes e ano. cooteo a Guerra Feroandee 4 C.
Marc Affonso Muid e C.-Un pacota sem na-
mero, da mesm^ procedencia, vindo no vapor
Campana en 20 10 dl'o mex e anno, contendo
amnstas, mn-iigoado a Aff .oso Mala & C.
Marca Francisco Gorgel & IrmaoUm pacote
shoj numero. dem 1 u-u, contando amostras,
consignid a Fn n Is Gargel 4 Irmio
Marc A L 4 C.-Uu pac te n. 39 A, idem
idem dem, consignan' a Andrade Lopes & C.
Marca M L & C Um dito u. 19, vinuo de
Hamha-go no vapor ailemao Belgraoo em
.ual d.ta, cooiendo amostras e consignado a
orrtfm.
Mirca ALA CUm dito n. 41-A, idem idem
i-i un, com o m"stno contedo, coasignado a
Amirade Lopes 4 C.
Ma-'-a L M em cima e W em baixoUm dito
n. 140 A, mem dem, erm o mesmo contedo
Coi'8i|Dauo a Lo -eiro Mala 4 C.
M-rca a i 4 C -Un dito sem numero, i e -.
dr m dem, 1'03,-iguadj a AHonio Azevedo & C
A L 4 C em cion e B & C em baixoUm o|to
n. 74 1 em dem, con-ignado a Andrade Lopes
& <;.
Marca Goncalvs Confia 4 CUmditon. 11,
vindo de Liverpo-I no vapor intl'i Euc.lides
1111 ?4 lo olio mez e anno, epoteodo amostras
ai Uismfesta'io.
Marca RoariRoes Lima & CUm dito n. 10
idem dem, com o cuelmo cortdo e oo m: ui-
'estado.
Marca Joiquim Lo'z TeixrinUm dito. Ide-u
dem dem, consonado a Joaquim Luiz le
zeira.
Marca Olinsho Jardim 4 "Un dito o. 41 d
iuoi proeeiena uo vapor Acto- em 28 1
4110 an e anno. eontendo fragmentos de faien
la nao manifestado.
Mirca i)Sa CUaa caixa n. 1,205, vinda II ivre no vapor francs Corales em 28 di M.>'-
CO f 1893, eooteado ra'zes en p6, pesando 50
k'los dos t-Dvol o'ios, coos'gna a a Compaii.i.
le Dr isas e Prodocios Cxmco'.
Afinaega de Peruambaco, 1* de Jalho di
1894.
Dr Josa Jalilo Re2ue;ra Pino de Sonza joi'
dos fenos da faz-:.di do Estado de Ftrnam
bi'-o, etc.
Fas saber que flu'tos os dias da lei se ba de
i'reuatar por veod:', ;i qo'm mais der, em pr,i
,a publica deste jeito, no di 2 de Agosto pr-
ximo foto O o prelio 'oa di KarSo do T'inm
pno n. 6. fr-'oes a do Recife, com 28 metroi fie
la gura, 80 Metros e 80 c. ntimetros ae fundo,
o qoal armaz m com 8 portas de frente, sen
do somecte ;.herta a *o i-eolri, cobert de z"-
co, avinado --m 30:0005, e Detnce a Corb-~nia-
00 oe Aqomo Fonse a, vai praga por execocao
qne !be move a fazenaa, como aaor de Cailo.-
Mi'Calres fia Silva.
E i-ara que cne;oe ao coDheclTento de todos
n-ssoo se o preeenie que sera puclicaloe -fri
xado.
Dado e passr-do nesta cidade do R. cif aos 24
le Jultio de (t>9.
Eu, Alfredo Diamar no de T rres Bandcira.
Jos Julia > R. I ir o de Souza.
mm
O
PRADO
PERNAMBUGAK
PxOJECTO DE NSCRPOO
^ara a 2.a corrida que se realisar no dia 5
de Agosto de 1894
de Pernambuco que nao
Recife, contando ou nfio
5'.(JU00 ao segando e
BECLAhACflES
Sec-pfar a d?. Prefeiinra Municipal do Re-
cife, eu 18 df Jolho d- 1894. De ordeu, do
i.reftHo do u.u-iic:p.o, sao loovidadus os DCg-
c antes d" cal e pal, a se p-3verem,dentro <"o p-a
o30 das, dj menfi. s iena-s as do pirirao *do-
D'ado i" la municipahdade, aB c de afenl-as e
pj- ellas poderem vencer esi;is mercacoria3.
O secretario,
J-aqui L Fe re s da R'ithi
taco publico para conhecimento dos
interessados e para dar cuinprimento a
ordem telegrapliica da Directora Geral
dos Correos datada de hontetn que fica
trarcado o praso de 3 inez^s, a contar
daquella data afim de ter lugar o feco-
lbiinento completo de todos os sellos e de-
ntis formulas de franqua emittidas DO
tempo do imperio e que depois do praso
cima estipulado sao consideradas nulas,
em face do art. 34 do regulamento appro-
vado por decreto n. 1692 A de 10 de Abril
ultimo, todas aquella que apparecerem
em circulaco. .-j?
Administracfto dos Correios de Per-
nambuco, em 21 de Julho de 1894.
O administrador interino,
Deodato P. dos Santos,
SJCIEDAE-
^eiSnaria e Dcstilaqao Per-
oambucaDa
Acbam seaispos j5o dos Srs. accionistas, no
H4 riptono desta so-'.ieade, roa do Comm-rci
t. 34, 1 andar, os Daianc-'s e mais d .cumer.ln-
x'k'H s por le:, n lativcs ao anno fir.do em 3'
de Jonho dp 1894.
Recite, 24 de Julto de 1894.
[O presder.te
J. GoDcalves Pinto.
~COMPANBIA
DI
Servidos Mntimos de Per-
nairbuco
DIVIDENDO
SSo os Srs. ac looivtas convidados a virer<- i
-ie da compaobia receber do da de Agj-io
eo iitti o QO'Hto divid- ndo de anas actes, na
raxSo de 10 0/o ao anno, oo 54000 cata nuia,
relativo ao seme-t e ti do.
Recife, 20 de Ju-h > de 1894.
F. de Asis Cirdoso
Dir-ctor adjunto.
Santa Casa de Misericordia
do Recite
D- o'dem da Iilm.1. jonta administra Iva da
Saota Casa de Misenco da do R cife, fago pu
blico qne, perantea mesma jonta, em soa s--sS
co da 31 oo crreme, ira novam-jiit>* praj.
por un, dous ou tres annos, o arrenrtaroeoio oa
loja do sobrado n. 3 a roa do Birpo S.i'dinba
'ootr'ora do Eocautameno visto nAo se ter
-elieado .na praca no da 24 do correte, como
lr-t arido-iri^do.
O arrematante aera obrjgado a apr-sen'ar fia.
dor Idneo couleo 0 da ]<>nta, e a comparecer
nesia secretaria do praso oe tres da*, oeppij da
arremaiagao, para agsigoar o respectivo .'-mu
de arren lamento.
Secretaria da Santa Casa de Misericorcfa do
Recife, 26 de Julho de 1894.
O esenvo
Jos Honorio B. <*p m-oph
1." PAREO- Consolaba 800 metros. Ananaes
tenham obtido olass fio-tcSes nos prados do
victoria, pbrhiob : 2500000 ao primeiro,
25-,000 ao terceiro.
Art. 5.Jarde.
2.' PAREOPrado Pernambucano 1.609 metros=-Handcap. Anim&ea
oe qu-lquer pais. PBRMiOS : 400^000 ao primeiro, 800000 ac aegun
do e 40000 ac terceiro.
PesoQypsy 6S kilos, Atlante, Apoho e Guayan js 54 kilos, Petroplis e Nt-
politbuo 50 kilos, e os dem-.a 40 k:loa.
3.' PASEOInpresisa l'ernambncana--1.600 metros Handcap. Am-
macs de Pernimbuao. prusnoS r 3000000 ao primeiro, 600000 a
segando e 30 Peso=B:smsruk 2. 62 kilos, Piramon e Triampho 54 kilos, PlotSo, Turc> 2."
e Aveatureiro 52 kilos, PiryUmpo, Debiqoe e Mbhomerea oO k'los, Mauri-
ty. Nababo, Tu Dublim e Haguenote 48 kilos e oa demais 45 k-los.
4 o PARLODerby Club de Pernambuco 1.300 metros Handcap.
Ammaes de Pernambuco. PBBHIOS: 3CO0UOO ao primeiro, 600000
ao segundo e ;.0f 000 ao terceiro.
Art. 5.Bismaik 2., P.ramon, Triumpho, Debique, Jarde, Mahomere3 e
PlatSo.
PesoPi'ylampo,Tarco 2.' e Aventureiro 56 kilos. Hugoenote, A!ly Stoper,
Oublim e Tud<- b; kilos, Nababo, Hirondolle e Ida, 50 kilos e os demai
48 kilos.
5." PAREOlUppodromo da Campo Grande1200 metros HanJctp.
Animaeo de Perni-mbuco. Premios : 2500000 au primeiro, 5O0OO
ao segundo e 20OOO ao terceiro.
Art 5.Oa do paro .'arby Clab de Peroambuco e mais Pi'y'ampo, Turco 2.,
Aventureiro, Maurity, 11 isuenote, A ly Stoyer Dablim, Tudo-, Nababo t
Hirondelle.
PesoIda e Berlim 56 kilos, Patcholy, Malaio e Toulon 54 kilos, T nmpeiro e Ga let 52 kilos, Tei oso, Pirata Massotte, Pootable, Vmgador
eMouro 50 k-los e os demais 48 kilos.
6." PAREO- -Pro.resso 1.700 metrosHaodcap. Animaos de Pernambuco.
Premios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundoe 300000 ac
trceiro.
Art. 5.- Oa do pareo Ilippodromo do Campo Grande e mais Ida, Berlim, Pa
tbcr-ouly, MaUio, Tenor 2." e Gallet.
Peso Masco te, 55 kilos, Pirata, Viogtdor, Sns-Soooi, lloaro, Toulon e Pod-
table 54 kilos, Scepticismo, Pe'.ropolis 2.-, Phariseu, G^rimpeiro e Teimi-so
52 kilos, Regente, Colosso, Gdaoto, Talispber, Tupy 2.-, Fusoiro, (Jingo
e Yoo 50k.la a os demais 43 kilos.
7. PAREDProspfrl >ade 1.200 metros. Animaes de Pemambuco. prb
mos : 2500000 ao primeiro, 500000 ao -segn lo e 50000 ao
terceiro.
Art. 5.Us oo p.reo Progrosso e mis Mascotte, Pirata, Viogador, Saos Scuei
sfouro, Toulon e Pontable.
Observado es
Os pareos Imprensa Pernambucana CoociliagSo, Prosparil?de, Progrosso e
Ordem nao contarao victoria e nao conaideram-se realisados nenbum pareo sem que
aa inscr< vam e corram 4 acimaes de 3 proprietarios diQerentes.
A proposti que d3o Vier ecompanhada da respectiva importancia nSo
Bei lidae
A inser piar ent erra r-se-ha terca-feira 31 do correte, as 6 horas da tarde
na secretaria do Prado a ra da Imperatris n 26 1." andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 26 de Julho de 1894.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes ^anches
Companhia do Bebe-
ribe
Previne-se aos Srs. concessionarios
de pennas d'agua, que nos termos da
nova disposigao do art. 56 do regula-
mento de pennas d'aguas, e em vista
da certidao da junta dos correctores
que declara ter sido de ,9 1|4 d. por
1$000 o cambio medio sobre a praca
de Londres nos 30 dias decorridos de
25 de Junho a 24 de Jalho do corren-
te anno, o preco d'agua s casas pelas
pennas, ser na razao de 6$000 para
a taxa mnima, e de 444 reis por me-
tro cubico de excedente, no prximo
mez de Agosto.
rtoifp, 28 de Julho de 1894.
Companhia do Bebe-
ribe
Os Srs. a-i ioni?l:.s des'a companhia rao con-
vdalo? a fe reumrem em a6semula geral orJi-
nana no dia 31 do correte mes, ao meio da,
no 1- andar do predio n. 7l a ra 15 de Ifovem
i ro. p ira assisure a Ienora do relatono, de-
nerrem sobre as cjntas e pareCr da comrxis
fai flcal, relatiyj ao.n-o sccial fioaoeai30
re Abril aeale anno, assim como eleerem o
presidente e secretario da s?seo)blo sera! e
soumisfao Bsc.il, e resolverem eotire qualquer
;'- uoio'o de uierei-se para a companbla.
Rrcile, 16 de loltio ae 1891.
Ura -liaoo Ocla' o ua Cruz Martirs
Direcior rente iuierino.
Miro I Ji o de Amo*m
Secretarlo.
Fabrica de Cama:agibe
Cootracta-se familia] para traba'barem nrs'.s
fabrica r;s .-evuiiile condeces :
S6 prio arepitas familiis legitimas, de proce-
ilimento irreprehensivel, bem provado por pt s
o-8 ndedlgnaa que as coribi^am p^ssoblmeote.
Se ao preferidas familias unmerosas. Das
quaes predomine o Damero ao molheres de 11
annos para cima, bub exclusa^, eoteUDio, de
nomeos e meninos, cima de lo aonos.
A 'ibrica fornece c sa. por mdico aloguel,
encola para as rnanga.-, medico e soccarros un
caso de mole8tis.
No lugar ba todos os recursos e missa nos do-
mingos e dias santos na capella da fabrica.
A aiminlstrajao procura dar trabelbo a todos
es membro- das familias,>m idade con^eoieote.
Ao pesoal que entra sem saber trtbalnar
oaga-s- oesle logo offl peqotno salario durante
a apreodisagem.
Ao pessoal baOMitadopaga se a jornal ou por
romas, conforme o trabalho.
Os ebefes de familias que desejVem se coHo-
car, de?e'i ir coltnder-e prev amece com o
ge-enti-, na fabrica, hu Curaaragitie. em todos ou
mas ruis, exi'ep'0 oas qumtas-f i-as atim de i>e
cerlificarem se serio acceitos, em que coudijOes
b em qun poca reia.
Carlos Alberto de Venetes.
Direcior-Ke-enie.
Indemnisadora
De conformidade com o a*t. lo dos e.ialutos
dsta ci mpanhia, a direr^do vende qumze ac-
(6e de uk. 916 ^30 vaga-t pelo falle, iuiento
do resp^divo accinD ata ; es preieod^ntes deve-
ro eo'iar anas prJpo^tas fecbadte, por inter-
medio oos corretores geraed at o malo da de
9 do corrente.
Recife, II de Julba de 1894.________________
(Estrada de Ferro lorte de
Alagoas
EDITAL
De ordem do Sr. director engenheiro
chefe, faz-se publico que precisa-se de 4
desenhistas praticos em trabalhos de Es-
trada de Ferro pagando-se de duzentos a
quatrocentos mil reis mensaes segundo a
capacidade. Os candidatos podem dirigir-
se em carta ou pessoalmente ao director
engenheiro chefe em Macei, com as pro-
vas de suas babilitacoes
Recife, 21 de Julho de 18I4.
Banco de Pernambu
co
DIVIDENDO
Sao convidados os Srs. accionistas virem
rec-ber da dia 23 em diant" o nono diviJeodo ie
anas a i,-s, na razio i'e 10O/o ao anno ou 2'
por accao. corre6ponipnte ao 1- serxestre Bode
em 30 de J nbo p-oxixo nassado.
Recife, 19 de Julho de 1894.
O director tecretarlo
Aotorio P Pere'ra de Carvalho.
Companhia de Fiacao e
Tecidos de Pernani-
DUCO.
Sao convidados os Srs. accionistas a
receberem o dividendo do primeiro semes-
tre do corrente anno, na razao de dez
por cento ao anno ('seis mil reis por ac-
rao) no escriptorio da Compnhia ra
do Bom Jess n. 42.
Recife, 10 de Julho de 1894.
O director secretario,
Jos Joao de Amorim.
Banco popular
Convido sos accionista- destt Binco a vi-em
receber o ssxlo dividendo i rasa > da 10 O/o ao
anno, na s'e do mesmo, a principiar da segon
da feira 30 do corante.
Recife, S dt Ja tu dt 1894.
Josquim Jo*4 dt Amorim
pi-rt- -^ r*>r* .
Banco da Kepublica
do Brazil
3 dividendo
o escriptorio de Perei-a Carneiro 4 C. roa
lo Commercio n. 6, 1- andar, se pagar o 3
dividendo das ac. s dette Hirco, ^ijui uscnp-
'.*. correspondente ao s^mes're ti a o em 3) de
Juobo ultimo, sendo 61 por accao integrada e
3 por accao c< m SO O/o "' capital realisado.
Rerife. 21 de Jolno oe 1894.

yeaejayel
Irrat n iade (fe SflWnna da igreja
da Santa Cruz
El'l^o
De ordem da mesa rurejora desta irmandade.
convido a todos os oossoa carissimo irmaos a
comparecer l nesta ig'eja domingo 29 do cor-
re ite s 9 boras da manca atim e a-sisti-em
a miara votiva do Espirito Sanio, e-inseguid
proceder-se a eleicao da fetura m-sa r-'gedora
juc Um de administrar eoia Irmandade no ami >
comprorCssal de 1894 1895, como preceitia o
compromisso que nos rege.
G.-nsisto-io da irmandade de Svi' nna da
greja da Sauta Cruz, 26 de Jalho de 1894-
0 ecreta lo
Lonarlo liico Lr-vra.
A Veneravel Confraria
de S. Benedicto do
Recife.
Porjordem do nosso carissimo irmo
Presidente convido a todos os nossos ca-
rissimos irmSos, em gozo de seus direi-
tos, para comparecerem em nosso capitu-
lo domingo 29 do andante, assim como
aos demais msanos sendo estes as 7 ho-
ras da manlia para assistirem a missa
do Espirito Santo, como preceitua o art.
44 do nosso compromisso, e aquelles as
10 afim de reunidos em assemblea geral,
proceder-se s eleicao dos novos funcio-
narios para a administracao de 94 95.
Capitulo 27 de Julho de 1894.
0 secretario,
fl-t Vtente F. dos Santjs.
HIPPODROMO
DO
MfOCRA
*m

ir
'le:


QUE SE REAL1SARA' NO
Dia 29 de Julho k
Entrada gratuita, porin so ter ingresso
quem se apresentar decentemente vestido.
r.
.\omes
lia.
9
5
Cur la vesti-
menta
Pr >prtetarlo
Pareo*! te Julho S00 mptrosAnixae lie l'eroatbu.'o
ubo iK'8 o ados di H''"'e comaoij tu lud vicua..
l>, 30*000 ao 2. e o'.OO ao 3
(:- ao
;. d a
leoham ga-
:oOO ao
Di^troy^r
seductor------
Hr'oqoedo...
6a y oai 2.c
U a........
Dioamarca..
Vulrao.....
Zr.-Zig.....
^astanbo...
RodiJo.....
viellado.....
Ziioo.....
^astanbo...
dudado.....
Hellado___
Perjaiub.. 51
SI
l
* 51
51
Sf 51
m 51
m 51
Kiicarna.o e azc!....

.. e aial........
AuI e ouro..........
roaoo e branco.
Eocaraado e ; 2. PareoTrilito Urbano1.!0) nj^t-oi. Inirnaes 'e -roambucc
cO/O ao a e 230 l'Biiury......
Dictador.
Bi-albo......
.ucif^r......
\1 uriscaDO..
Vugana ...
Ena .......
Peaiaoo.....
'urioso......
iu 1"
Baio.........
Castar-ho-----
rtoda to......
S. Guimaraes.
I.
. F rrei-a.
U J Carvalno.
*. Kllio.
V S. ;e Mienezas.
A. J M-i.
,'^ud. Arraya!.
Prtaijj : 250
US30......
'astaaho -
'vidado.....
Ujiodo____
PeroaD>-. .Vi
m 0
n 3D
r 30 1
* SU
BU
0/ .
50
5l
\iul e encare .' .. .
V-rde amarello.....
'icarnido e azul ..
Knc irnado e braoco...
-?Gal e rfzul.........
zul....
' Vi-rde e :u-1........
Sacara, e urtarello...
oul. Nacional.
F. G. Retendo.
Pe-atgSo.
ou l. G-azeiro
1. liaio.
i. Mrctiioo k G,
. ae Medeiros.
F. C. R -tende.
P. J. Moureiri.
3.* PareoAnimaro-liOO m"tro-- inOaco. Pre-nios : 21.0JC03 ao i.*a
O/COO ao 2. e 25*000 ao a.
I Viogador...;
Malaio... .
Paubooly....
Tunlon......
Hascote......
Frontn......
CuloifO.....
Roiia-to...... Pernamu.. 00
Mellado..... 50
Ku.^o........ . 50
Rji-ilbo____ c 50
Oas'aobo ... . 50
50
a 50
\ia\ ? (.raneo.......
VerJtj e amaretlo.....
> -te smarello.
*rol e onro ......
'-rio e rosa......
lij .naio c o^u..
Cood. P.rtuense.
i Horaes.
lu. Campos.
Gn z & G.
Good. MoDricana.
. .ia.
- ... ..iuieiro.
i o PareoDerby Club de Per i-nKucn 1.150 nelros. '/(!'. ',) -Animaes de Per-
uau.bUi:o. Premios : 300*000 ao l., OUO ao 2.* e 30*000 ao 3.
Tado-....
Aventuit iro.
Ally S oper..
Nababo.. -
Pyrilimpo...
Melado..... Pe
Alazao......
Ro lado...... m
Aiazao...... (

52 Verde e ...j.....
si I
r2 G" i lio...
52 M <~'. en ana'
i IPretu e r.>3..........
. es.
. L uaiied.
: C.
ruseiro.
A. Silva.
PareoiHppodrcmo do Can- o c>ando-1.500 A -e qtalquer
p.:z. Preais : 350* IDI', 704 ao 2- e 354 a
Ro8ticano..
Radams....
Peiropoli8.
Atiaate.....
G>psy......
Douradilf.o.
Alazo.
Hrtt)..
Auz&o.
Gasianho____
Pernatab.
lutria-erra.
rratiab..
'0
51
i
iG*enat e aiul.........
Verde e oa o.........
Verde e amare.....
*
Branco e enea*
_y u e oarc.......
Loud. Pelo'.enae.
-.u;. Brasilelra
aJ.Iu e.eadencia.
! m.
ia N iva.
na Colombo.
6* PareoCcimolaro1.OJO mefos. A-:' i ; r-e P< u mfcuca P eCiioa : 230030
ao !.
I P-U-i itlJ. .
SjColosso.....
3iPalbaco.....
i C-i .... t-......
oiFeoiano......
" Pnaritu...
Ciuko........
falange.. -.
Rolado......
VJ.-.-.......
Gastanbo-----

P.odado......
Castanbo------
Pie.o .......
rtuSIO.......
500to ao
Pcrnamb.
2. o 23-.00 ao 3'
51
51
5'
51
31
51
o
Ene,v r I
Bucaroauu azul...
Verde e am.'.rello-----
socj preto--------
Vr-g e ro-i.......
Aiul e rusa..
Ouro...............
Pf io t t.c.raa o...
I. G. Ferreira.
Cruzeiro.
F. M. G.
1. R. Crui.
;. ittz iade
i 5 i Motis.
J. P.
A. Miia.
7.* Pares- Itnprenaa Pemambuc&u l.8lo metro.animaes de Pernarabnco.
Premios
Turco 2.'....
Hismarck .'
Nababo. ....
Ido...........
Pygmiu ....
Alazao......
Rodado......
Alazo......
Baio.........
Znno.......
350*000 ao 1.*
PernaiEb.
700i;0 u i> e iOOj ao 3
62
i
16
G enat e azu'. ...
Borarna :o e azul..
\:^^;o i' i Co*DJ'
Preto e gri nat.......
J. F. de M,u-a.
J. C. Rjzende.
load. Cruzeiro.
P R Ramos.
Oaroe p.-tto.........Coud. Perdigo.
ai
OfattYCfCtS
As corridas terminaro s 5 horas da tarde
Em pornholas especiaester lugar a venda
e o pagamento e QUINTOS de poules le 2,
O preco de cada quinto ser de lj$>000.
No calculo de rateio nao ser ao pagas as f c ac-
coes inferiores a 100 reis*
As poules que nao fureai pagas uo ippodroroo do Campo Graode, SO
sero pagas oa secretaria de qtiarta foira oiq diaale.
Neuhum pareo se realisaia se uao disputarem 4 parclheiros.
A. archibancada central ser reservada para a Imprensa, aucloridades o
familias das directoras das associacoes hyppicaa d'esta capital.
Pelo porlo do ensilhaincnlo smenle torio iugresso animaes e carros.
A Companhia de Trilhos Urbiuos do Hecifo a Onda e Beberibe, pora
disposico do publico, o numero da trens necesarios para a respectiva condueco.
S lero iugresso na casa das apostas as directoras das associacOes cong-
neres, auctoridadei em servico.
0 horario ser resliclmenle observado, encerrando se ojogo do i." pa-
reo s 12 horas.
Us animaes inscripto* para o 1. pareo devero acbar-se no ensilhamenlo
is 9 l\2 horas da manha.
Os forfaits serao recibidos at sabbado 28 do crreme s 3 horas da
.arde na Secretaria do Hippodromo, ra La gi dj osario u. 16, 1. andar.
Secretariado Uippodroao, 26 de Jilito de S'J4.
O secretario,
Lopes Vieira.





i


*!

/

**
C5^=3?
liarla de yernambuc Domingo ^O Jo anillo de 1894
Companhia
Ferro carril de Pernambuco
Dividendo 84
possoidores ae arr,o deta rompa-
patrajxaa n.> Recife, sai ccoidatio .eber em 31 deste mes o dividendo de
f ... o -latiTo ao M'Qje-tre lindo em Jocho pro
iasj''io.
>, 6 de Jolho de I -94.
Fetippa de Aranj> Sampa.c
Gjrecte.
Socedade
Honte Pi Bom S iccesio
3." Coavueafio
De ordem do no-s-. irioau uireCO'. envido
os 00880B irmos para to reoiirem *m assem-
ble g aorat do dia. aflra de tratar-ce da creajo de
alpnr g auditivos aos nococ estatotos.
Secreta la da Sjctedaie Mon e Po Bom Suc-
cessc, 18 de Jubo de 1891.
O i* secretario.
t ______Ben'o Alves da Silva.
iHnixuiu
DU
Divino Espirito Santo do
Recife
P0SE
De conformidad^ rom a 1' parte do 23 4o
Art. 41 de oocco coctp'omisso convido a loaos
os oustos c irissimog irwaos a comparecerem em
BOS*a Igreja dorr.ino J9 do co'reote, pelas il
ho-as do da, aum de assisiirem ao acto da posge
i? nova mesa regp--to-a e ouviram a leitora do
relaiono do carissimo irmoju'i.
C'iicistorio da irocandade do Divino EsDriti
Santo do Recife, S7 de Jolbo de le94.
O escivo
Manoel Moreira Reig.
Veaeravel
Contraria de Santa
Rit i de Cassia
Da ordem do conseibo r.dminlstrativo dejia
Teoersv! confraria. coivi 'o a iodos os n'gos
cariggimoi i'mo* oara coniiarece em en nossn
CODSiSto lo s 6 1/2 b Tas da tard > de seeonda
f eirs'O d.o corren:e para reooidoj em dudo:o
legal do coll-tro representativo, pr..cederm>3 a
elelco de diversos cargo* que se acharo vaeos
por oSo terem acceiado 01 que ltimamente
oram eleitog
C otistnn, 27 de Jolbo de :894-
Maaotl d Nasa meato R. Uonteiio
Secretario interino.
Gompanhia de Naregacao
Carioca
PORTOS DO SUL
O VAPOR
Santelmo
E' esperado dos portng do sol
at o da 99 do Jolbo se-
,'tiiod depois da oecessarlade-
mo'a oir
R.o de Janeiro, Rio Grande do Su!, Pe-
lotao e Porto-Megre
Para passage-js, carj-. frote e.c, trata-ge com
08
AGENTES
Pereira Uarneiro k C
6Ra do Commercio6
! andar
Haroburg uedamerjkanis-
che Dampfschifffahrts-Ge
sellschaft/
LEILOES


O
5vap
or Santos
Sanco de crdito real
de Pernambuco
16* div dendo
Os S*b. accionlas j convidad >s a vir rer-
te na sede do Bmc.o a roa o Bom J-t.ua o. 26,
C -6o d'vidi-ndj relativo ao i' semestre Oodo
em 3P de Juobo pr. ximi p ssadi, rulo de
10 O/o ao anuo, o 5*000 o >- a celo.
iiede. 21 ce Jaiba de 18*4.
O gerente
Jos Fo-tino Porto.
CompjDbisi Pernambiicana de Na-
vegado
PORTOS D0 8L
lacei, Pen-sdA e Aracaja'
O paquete
S. Francisco
Commandante Pinto
Seguir para os
ponoe cima la-
dlcadus do da
SO do corrate
asiborae da ta
Recebe carga encommeodag, paegageug e di
nbei'os a frete at i* il horsa da maoba do da
da partida
ES JRIPTORIO
Ao Caes da (,'umpnbia Peroamboana
_______________P. 12_________________
Knotts Ptince Line os Stea-
raers
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos, Brazil t Rio da
Prata
0 VAPOR
Lanc as trian Pr'nce
Baha
Eapera-se da
Europa do da
ac> ue Jolbo ce-
guiado depoisda
demora necesca
ra oara
iaaelro n Saa-
Q'iaeaqner recUmaoffea a aorlo ateo-
didaa 48 boraa oepoia da altima deaoarga
do vapoi na Alfaodega.*
Entrar no porto
Para carga, encoumendag, paaeageas e fre-
e trata- sa com oa
Coniignatarioi
Bortelnian & C.
Ruf. do Oommercio o. 18
1* andar
Boril lail Pachol S
Leilo
De 20 canaetra marca 1 com slhog avariados
d'aan aneada d-carreidas do vapor Bdic-
tor entrado em 1H do correle mez.
Segunda-feira, 30 de Julho
A'a f l horas
No armazm ra do Mrquez de Olinda
n 46
Por intervengo do agente
Amia
O novo paqueU
Nile
Commandante J. D. Spoener
E' esperado lo sol t o
dia A de Agosto seglo-
do depola da demora ludia-
peusavel para
ra
E' peerado dog porto do au
M o da 1 de Agosto e fla-
hir dep te da demora ncee-
laria oara 0
S R J

Socedade Recreativa
Ju ven lude
Part'da annivsrsarla
2 1% da 4 oslo de 1894 Njtas para convi-
Ifg oesia secrt:.
O gecrev- io i: lerioo
A. Va-roDctll a.
AiremUago
No ala 31, en prac4 pre i pelo r. jala do
i* dis ricl.t moni Ipal 1; '
ppq lena rx. t'agc < e tt da Mj'e'< n 3,
Com po'ta e j-.r.ela, d e iodo 3 "ieir"c e 34 Ceo-
Imet'o* de freai ,' 60 i 11 etroa de
col gata. I"- 9 i tema, p la
. i d ce ii r pe bo-
fada po-ex eocao de 41ei nd e Amrco de
i o : ei .'! i dea Praierea
Silva.
O fS' vio
s \ r- Dt'g'a d 8 ota Ro^a
s7-
Para e Nova York
Carga e encommei das i tratar com 08
CoialgDatarioa
Johnston Pater e Comp.
R'ia do cwmercio n. 15
Lisboa. *"lgo e Nonti amo* n
Para pasaagcoe, tretas, ancommandaj, irata-a
com ot
AGENTES
O paquete
Magdalena
Commandante H. C. Rigand
E' espejado dos porlos da
Earooa ate o da 9 do Agos-
to e seguir depois da ae
mora ladispensavel oara
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
te videu e Buenos Ayres
Leilao
De 55 caixag rom haiaia1. em perfeito estado
Segunda-feira 30 do corrente
A's 12 boraa
\o largo da Alf odega
Por intervenjjao do agenle
Gusuoao
Ag 'Ote Siveira
Segundo leilao
Da sitio denumiDdo Bo ring, em Olinda,
ton casa de ped/a e cal, icrreoo
propno
Ter*jafeira, 31 d> corrente
A'S 11 HORAS
So armazem roa 15 de -\o-
Tcinbro n. 45
O agente 8ilvelra, por mandado e com ass'B-
teocia do Eim. Ir. D-. jon de direito dos fe loa
d* laMOda, levar, a leilao o itlo cima mencio-
nado, por execuco qoe move a faxeoda contra
Domlogoa Cruz & C.
Oa Srg. pretender,le; pndf m examinar.
Hamburg Suedamerikanis-
c h e DampfJchiffahrts-
Gesellschaft.
O vapor Argentina
E' esperado dos porlos do sol
a 4 ii Ai.o t > e gemir de
ita da demora ueceseara para
L CommrJ de
guro ethjs
Con i] ;:' b '- coropaobla
- .i'
io 'Ti': i |3| (sesma, 4 ra
; : 'a-.
Reelfe, S6 deJ bo 1891
0 d 101 ( X9
D o Sonta I. )
0 Loudon Brazilian
Bank Lim led
Sacca sa*;i'<- IJ^oiu o Porto
cm libras stcrliua, c vista,
8cnli> o | i^aim-ao fcito ua
occasitlo da apreseiitaco do
sja<|uc ao caiubio, pelo ual o
Itaiifo estiver coiiiprando pa-
pel Habr tLoudres a noven la
dia* de vista naqucllas pracas.
HEA.fUOI
^s
CIAititl'IS'HUS
Companhia Fraiceza
Lisboa e Hamburgo
Este vapor entrar no porto
Para carga e eDcommendag etc., tratar com
os
Coneignatarioa
Bcrstehkiann & C.
18 BA DO C0MMEKCI0-13
' andar
Companh a IVadona! de Salinas
Mossor-\ssn'
O vapor nacional
Aguamar
E' p pera io Dffteg poaco3 dia
do Hersunio cegatado i-pj is i
iqutuaa'ccora para o
de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pe-
lotas e Porto-Alegre
KCfbeado a cir. OJM se a i a cjiractuda.
Tora ci'Sa, en-rm^ 'ndas e dEh~'rj a frele
I -se emo
AGENTE
Joa Maria de Albuqu^-que
Oliveira
RU.4 DO COMnIERCIO N. 14
i* andar
M! llaattll
LINHA ME NS AL
O paquete Orenoqne
C>>ramandarte Bourdon
.h. H._previoe-?j aos 3ra. recebedores de
m-" iin, que a Companhia Mala Rual Ingle-
x. an< "} rom aGeneral Steam NavegatioD
Coa.,.. -aun servicode vapores semanaeg qus
parkuuu ue Bordeaos, "ogoac, Chareut etc, de
em ebegar a Soutbamptoo a lempo de bal jeia
rem aa cargas destinadas America do Sol.
para os vapores desta compasea.
RednocSo noa prego das paaaagena
lila lia i toltL
Lisboa t c!a3? V) a 30
i'Sounaraptoril'c"-.-. 8 i 42
Camarotes reservados para e^ pawaaioiros a
Pontsaabaeo.
Para carga, paesagens.eoc-ummccdage diobet-
ro a freie: trota-fe com oe
AGENTES
lorim fnnaofl & C
S .*.na do Bota >anN. 3
A
E' esperado
a' o dia
dos panos do eul
cao a vapor
ectre o Hsvre, L?abo!>,
Bahia, Rio de Janein-
Hiaveg
iiioba regatar
Pernambu? ,
e Santos.
O vapor
Corrientes
Commandante Lainey
erado da Eoro
l b dia rfp
Aacato gegoindo de
: Il rJigptD-avel
* para
Babi
Rio de Janeiro e
Santas
Ete vapor en rur so porto
T R)gj-"e.ao Srs. importadores de car>a pelos
vapor-a e-la liana, juei-am a .restla- den
Iro de 6 i'n, a con'ar Jo s descarj?. das al
Trenlas qnalqo^' raeii-sicaoconsenient a vo
In-net p" oorvpn !?obaa se^Bido fa:s jMrin lo sn(. ajm de se codeara dar a temno
as prtvMecslag neceseariss.
Expirado o referido craio a companbia nao ge
rtsp nsabiliea por extravos.
B cabe carga a tratar rom o
AGiiNTE
Auguste Labille i
. 9 R" do Commercio-9 J
1 de Agosto de SOI
sezoindo depois a necetsana demora para Bo--
di-anx com es ala por
Dakar e Lisboa
Nra carga, passageus, encommendas a a-
abt iro a frete traia-se rom o*
AGENTES
O paquete Congo
CUMMANDANrSROSJIGNOL
E' esparido da Europa al
o dia
3 de Agosto de 1894
e^uindo depois da demora oecessaria para
Babia, Rio de Janeiro. Montevideo, Bue-
nos Ayrea e Sintoa
Esto paquetes s i Ulominados lux elec
trica.
?reviue-8P anda aos Srs. recebedores de me-
Lorias (,ue -6 se atteuder a reclamacoes por
'al as, qce torem reconbecida" na occasiao
iescarta dos voiume.s ; e que dsDtro de 48 bo
as a contar do dia da descarga das a varengaj,
dpverao fase.- ^ualqrer reclainav^o conce^eo-
:e a volnmes qoe porventara teobam segaido
para os portos do sol, afm de serem dadas i
empo as providencias neceisarlas.
Boga-ge aos Srg. passageiroa de se apreaesta-
em na veapera da ebegada do vapor para toma
'em as snas passageos.
P-..C.C Slean \dvigalion Coa-
pauy
TRAITS 0F *IAGELLAM LINE
q paquete Orcana
Ei>pera-se do sul at o dia
4 de Agoeto seguindo depoi-
gta di mor. do crtame para Li-
verpool com escala por
Lisboa. La Pallfce e Piymonih
Fara carga, passagem. encommendas e dinbei-
ro a (rel trata se com os
AGENTES
Wilson, Sons 11, Limited
10RA DO COMMERCIO10
Io andar
Gompanhia Babiana de Navega-
o a vapor
Macei Villa Nova, Denedo. Aracaj, E
tancia e Bahia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
COMMANDANTE VIELLA
Agente Brillo
Grande leilao
De um importante piano de Pleyel n. 4 bis,
eom sordina, nnk-ia'-o, qoagl ntvo, { capa de
paoo Boo, frrala Hcamor.-a para piar o 1 mu-
elle de cbagren para piauo, i estante para msi-
ca. 1 metrnomo.
Una mobiliH de pao carga, p-eta. cromos
ta de 1 of\ >2 c-ue ras de euarnigao 4 ditas
de braco e i consclos com tampos de p^dra. 1
dita de faoiax'a 1 dita de amarello, i lolietle
com espelbo e tampo de pedra, 1 lavatorio com
lampo de p dra i cadetras dooradas. lanas a
para crlauca, 1 santuario inteiramenie novo, 1
cuma franceza, 4 eoaMa veatldoa I pa- de ser
pentiaas de electro-pht- com 6 luxes e manga:
de crystal, O'oamento de iuxo. 6 eiaveres, qua-
drog. figura de Useatt grandes e reqoeuaH, 4
commodas, 1 cadtiras de b^lango, 1 jrdioei'a
de ja'-a-anda, i espelho ova! bbaoti, 2 c*. idea
de colomrii. marqnezo, 1 cama para m>n no, I
caoaieiro especiel de ruspeofo rom 1 lotes, i
mesa elaslii-a qu"i nova. 1 vel:.cip"de pa-a me
nina diversos ubj"Ctos de elect-o-plale e cys-
tal para sala e toilette, S eoudas looc 4 apara-
dores, 1 guarda comida, t duzia "a cadeiras de
junco amarel as, quas< oov.s. diversas c.ideiras
d- jun o, 2 marquezas, 2 cadelras de menino
pira mega, t Cogtureirj o Jacaranda, loocj,
vidros. crystaes, eg"arradei-as, 1 relog o de pa-
rede, tapetes, bocos para j^rdim. bancas, mesa
e trens de cos ih jarrjs, t estante- oequeoa
para hvros e monos ociros objecios que eero
vendidos ao correr do mariello, por ordem do
e-riado Aotoolu TiQdelh que se retira para o
centro.
Ter^a-teira, 31 do corrente
A' 10 E 1/2 HOBAS
Boa da Imperainz u. 62 1 ao Jar
N. B.Cbama-ne a ait-nc5o para o piano.
Leilao
De 55 pegas de mdanolo avariado e 11
pecas de rhti .variada
Tercia-feira. 31 uo corente
A'S' 11 HORAS
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n 48
Por interven gao lo agente
Gusrno
rmenlos, na soa maior parte, de lei, asaoalbos e
porias de vloha'-'o.
Tsm m frente 4 janellag e poila ao centro,
*fnlo o pnmeiro pavimento dividido em sala de
visitad. gablBete. noa Biia de jaolar e doi* gr^o
des qua-toa, t> no mais om puxado com gala
para e .gommar, espacoaa coziuba e boa des*
pen-a.
Todo o p-edlo circulado deterrafog cober'.rs,
sendo o contiguo sala de jamar omito espato-
so lodos de mosaico.
0 gegoudo pavimento tem cioc janelias de
frente, e e dividido em doos grandes salOes pira
dormitorios oobres e um grande qoano.
Tr-u :-gua en--..na<:a, gas e ap arelbos em to-
dos os apo.-eii:.-.
Fra de predio tem qaar'o para criado, galli
nbeiro. magoibco binh-i-o de azulejo, um poco
de agua qoa i potavel, nocbada por imi bomba
a vapor coiljcaoa -u casa, expr^tsameote roos-
trada para es.-e Ii o, f-jrne :eiioo acoa aoILcieo-
e para abastecer toao o servjgo interno e de
irrliiaco da cbacara.
Todo o predio arb .-se as melbores con ligOes
de cooservaco e asseo.
Para mais In'ormccO's com o annunciante em
gen eecrii'l rio ra-i General Carca a u. 74
O cufiJir garaDlir o sen laoco com om
slgnai do 20 O/o oo acto da a-n-iauco.
Leilao
De 2 cxcelleotrg casag lerreag sitas no Pa-na-
mt-irtm, is-ra-.a do Eocanaoieoio os. 18 e 17,
com boas acc('(0e8.agua encao:da,qam<
Ues lodo mpr'd'.ediOcadas rm terreno propriu,
rendeodo anuuaimeDte 1:400*10 0 ; e um terre-
no da meama estrada, allante da casa do S-
Melra, para baixa de capim, lo qu I existe orna
casa de taipa; 1 ca. a terrea roa 1 ope-ul
o. 188.
Quiats-feira, 2 de Agosto
A's il horas
i, Blarla Bergaa>rdaa Accloli na-
aaMSSkF
HaDovl de Barros W^ndprley (aosen*
te) e sea Emilia convidamos pareles
e amigos para aselslireo as mipsas qoe
mandam celebrar por alma da fiaada
D. M,na Remar a Accloli Wanderley,
aoniver.-a.io de seo fallrcimenio, quiota-feira
2 de AgoMo prximo f turo, s 8 boraa da ma-
nn, na igreja matriz da B>a Vala, pelo que
a .tecinaro soa gra idao.
t
llana d< (uucrliau *n\a
1. ao B^-nigoo da S va ausente), soa
mulber e (i nos convidam a toia^ as pea-
soas deua amixade para assietirem i
m:-sa do I' ai. ni ver. ano do passameuto
de D Mana da C oceico r Silva, que ser cele-
rada ua igreja de S. Fiaocsc oo did 30 do
correte, s 7 1/2 boras aa mao^, e desde i ge
'onfef saro erato<.
t
Ama
No armazem ra do Marques de Olin-
da n. 48
O agente Gusrno, autonsade, far leilJ das
casas e lerreoo acimi mencio lados, podeodo os
compr.doies l.-em examina ae.
AVISOS DIVERSOS
Na roa do A'gao o. 30, precisa-se de orna
ama qoe cosiobe bem,,para casa-de pequea
familia.
Ama
Pre..ib Be de,uma am- nara casa de rapax
solten ; oa roa Bario do Triorr-pbo d. 65, la-
ve ra
prec'8 -?e de roa ama para rosiohar ; a Ira-
tar pa roa Pague de Caxias na. 56 e Jf8, loja.
Preci8a-se de nm criado e de urna criada
para c servico de cma casa de familia ; na roa
da Iroparatn n. 2:, 1-andar.
AMA Pr- da ae de urna para cus;.iba.- :
ia ra da imperai'iz n. 59.
Cimpra-se dou^ contos, pouco mais oo me-
n->s, de apo ices es'.adoaes, roa lara do Bosa
rio n. 14^_______________________________
Pe isa se de urna ama para cosinoar.no
ra da Ixperalriz ". 41, padaria.
Veudem-se ps de eretos, frocteiras e ro-
seirag ; na roa da Sania Croz n. 52, daj 6 horas
da rraDo at as 9.
Preoisa-se
De om menino de 13 15 ai.nos, dando lia or
de .-ua conducta
ledo d"1 A'a-a.
.o pateo do Cam) n. 13, Cas-
Precisa-ge de urna boa coginbeira para caa
de pequea familia : tratar oa roa do Livia-
na no d. 0 2* andflr.
Ama
Preclsa-se de orna ama qoe saiba ofcsinbar e
engommar, para casa de pequea familia ; na
ra da imperairix n. 24. 2- andar.
Bichas de Hamburgo
Vende ae em grau-ea
appliea-se ventosas t
Laraoeeiras n. 14
pequ -as p:.rccf s
i
O o puro de linhaca
Ven le se em barris de 50 eal-s a 2/900 o
galn ; a tratar no lareo do- Coelhjs o. 13, na
ce- iiacSo nos Cielhrs.
aniih.cos
Vende-se grande qm tidade de tamaDeos e
t-mbem 'e'.aln se aos centos, podando ser pro-
curado o vended.tr na loja Estrellas o'America
n. 12, ra i* de Margo, antiga do Crespo.
Cosiaheiro
Aluga-se
Una casa coki mnt s commouos para gran
f-.iijilu, tendo tga encaad jardn, viveiri
paro ceixe, sitio i e fracteira* completsmeotf
mnrado, hnba d *oi 'J norta, gosando-se de
orna vista ag-adavel, situada dita casa ao largo
de igreja de Santo marn 2; a* ern ves rara
vela ab m se depoUadns em casa do sath'is
tai da tgrej. jon o rxesma, e pa a tratar-se do
alugaTento na ph.raiacla Cor1 ligo, rea Mr-
quez de O.inda.
Feitor
P aelgfge de um feno', pre'erindo se
uox : oa ra Imperjtl n. 17-
porto
E' esperado dos porlos
cima at o dit: de Aeos
toe depois da demora in-
dispensavel reg -essar para
os meemos.
Para ca'ga, passagens, encommendas e
nbelro a frete, trata *a rom cg
AGENTES
H. Burle & C.
t^Bna da Cammerua 12
di-
Para carga, pagagens encommeodaa e diobei
'o a frete, (rata se com o
AGENTE
Pedro Osoio de Cerqu^ira
Ra do Vigario n. 17
1* andar
Llovd Brazileiro
PORTOS DO SOL
O paquete
Pernambuco
Commandante F. Ripper
E'esperado do
sol ii o dia 1
de Agosto seglo
do ciepo g da de-
mora necessa-ia para
Parahyba, Natal, Cear, Ama- raco, Ma-
ranhJo, Para, Obidos e Manos
As encommendas sero recebidas at 1 hora
da tarde do da da sabida, no trapiebe Barbosa
no caes da Companbia Peroambucuoa o. 4
Aoa Srg. earregadores pe Irnos a soa alinelo
para a clausula 10* dos conaecitueotoe que:
No caso de baver Iguma reclamaco contra a
companbia, por avarla ou perda, deve ser feita
por escrpto ao agente respectivo do porto de
descarga, dentro de Iros das depois de nali-
sada.
Nao precedendo esta formaltdade, a compa-
abia fica senta de toda a regpocsabilidade.
Leilao
De orna caixa cou re*ca d 42 p 5.8 de b'im
de cor, marca AL&C
U-fi^f, i de Agosto
A'S i H IBAS
No armizcm rm 15 de 3So-
fembro n 99
O agente Mar ins far leie por conta e ris"o
de qoem pertencer, de cerca de 4i pefas de brim
de eflr. avari das d-'asna do aa- a no-do do va
(oraliemo tS.rab^, em sea altima vu--m.
C osinlieia ?: criado
Precisa-.-e na roa da Pal ira n 40, p-aja- e
Ct
Precia se de um bom cosioheiro. as.-i'm como
de nm criaiinbo ; a i-aur oa rui do Carmo
e-niel n. 85. em Olinda.
Criada
N- Cspung?, ra de Joaquina Naboco n. 61,
precita-je d orna criada par o servijo interno
de 1 i!u caga de familia, co.-mindo em casa dos
pj.tr6is. _______________________
Precsa-se
De nm criado, oa roa do Arato n. 35.
B
oas casis
VecJem-se duas caas de lijlo e ral em ter-
rero proprio, enTb ib esttO-s Zumb e Cor-
lei'o, ifodo cala u^a 1 Qoari ^ 2 salas e coai-
:ba exierr.a: a tri.t r no meemo lugar, sitio
nomer.) 83.
Casa
slugar-?e
Leilao
Dn arrxifo. b-.l'Pj.. Ctfr-, rarteir;, merca
dorias e otencihos txisteoies n estabeiecm ntu
di mo'bados 3i'o roa li.rgo do B sario o. 37.
Quana-frfi a, I de Ag sto
A'S U HOR S
O acen'e Gusmao. Kutoistdo po~ mandado do
Exrn Sr. D joiz de direilo dos feitos da farfn-
ia do E-'.dc. far leilao doepiabelecimenu ci-
ma rptende, pertencecte que fo: a Ani nio da
Silva C-.-'ro, i ojo inventario corre p:r este ju'io,
em ensequen la do sequert-o fe.'o a requi-n
meoto do Dr. proro-aior dos feitos, e^ lotes
vonlade dos r^moradores.
Pira carga, passagens, eooommeodas o
:beiroa frete: trata-se cou os
Agentes
Pereira Carneiro & G.
3ua do Commercio t. 6
1* andar
di-
PERNAMBUCO
Ent ifo do C.'\ancii
PKBDIO
Asst brollado
COM
PTIMA CHCARA
E
Iarilm na frene
SITO A'
18 Estra fie iiicos 18
J. DAS
(Escripiorio 'ou do General C.ma-a n. 74)
Plenau-aili- asiloriaado
Vender em leilao
Oaint'.-fj'pa, 9 de Agosto
AO MEIO DIA
Em seu armazem
A'
M-Boafieasral Cantara14
CAPITAL FEDERAL
A referida cbacara e magnifica predio cima
mencionados, guiados em logar elevado e salo-
b rrimo marg>-m do ameno rio Capibaribe, Da
povoaco de Apipuros. om dos mais bellos ara-
baldes da cidade do Becif., a 9 kilmetros, mais
oo meos, da cisade (&5 minutos de viagem,
eom facllidade ae condueco Bcando meamo em
frente i estacao da vta-ferrp do Caxaoga
A cb:cara toda morada e mude 40 metros de
frente por 132 metrrg de ezteDtSo. (oda plantada
dearvoregfructifera8.com jardim bem tratado,
oa frente.
0 predio solido e bem construido, sendo to-
0.0b es ffitcrkSi le p..t.i:a t.lrut M rcadei-
Prccisa-se de um menino de 10
lannos, para criado ; no 3." andar
do predio n. 42 da i_a Duque de Ca-
xias, por cima da lypographia do
Diario.
Ariiiuiao
Vende se orna *-\ i i ate >r iscSoQde smarel
lo, t(da eiMdrac^da. citi don. balcOes He vi ?.
prepia na-?, lasan a Dados : para ver e
ira.ar oa lojiceJc; censto, no rovodo d-
B belri >.
Jardineiro
.-ase oe um qut coltive b rp j-rdin
> DO ti i;-; j ; r ., r i
casa u V a roa de Be no a Vag alena .
C i eirj
Preisa-se de otn 'ix- ro coro irat!i*a de me-
Ibadas, ape c o ti- imeato ;'c ,-.'- conduca
:dade d- 15 .' 18 ducs ; n roa de Off'*' L'is
ii. Ii, em Sai t A ro das Salinas
para
Urna peqoeoa f.nilia lojataria de urna casa
mag-iti. p g-irde de ma'-s para ella rom jar-
lii. et>-., s!t> roa Riarbu^lle, f^z permuta por
otra menor, qoe estejj *eiaoa e lenha aga< e
gaz. O inquil'no qoe residir em cma casa nes-
'..-.s condlcOes e entender mi dar-se pa-r oo'ra
miio-. nega in'o-naces na ra Nova o. 39. fa-
trica V-ndom-. ou dirigir ca ta p: iniriseg-M. V B.
Pharmacia
Preri?> se de om praii?o ; na botica franceza
o. 22 roa dn C i z.
A p;a-oa qoeavhin um livo 'e (ornato
er-v-e, no irem tt* m a'So 5 e-in ridarie, boje
s 10 1/2 oras, pO e d ritir-se ao ppnie da
estacao de C^fua 0, S Bastos, e rc-ru tem re-
'a n p D*ado.
M
me
Gerard
avisa a seus amigos e fregueze? que recebeu de
Paris um compiti sorlimnto de peliica de pri-
meira quali.lade cbevreaax glace U;Je Caatol
pe de cu etc. ra do Barao da Victoria 63,
o;a de e[i;llio._______________________
Cante lia s do Monte
ocorro
Orno, prata e brbsole-
Sendo de boa qoalldade e em obras aprovei
compra-se ne.'o maiD' prefo do mrcalo :
na ruat8lreita oolioeano n. i, ollicina de relo
c-.-iro-
Co-inheiro
Preclra-s"1 de lo in&eiro ; trata 3e ra
ro* to Ccrrmeruo n. 44.
Caizeiro
Precisase de om raixei-o qoe teoba pra ics
de lavein e c ronherimento a soa caoaocla, o
p teodoTe-jo o. 34.
Vende-se
Unria .asa de laina com terreno prep-io, tend.
(0 palmos do freDtj e 300 de fondo, com ar*o e
des frociifer: 8. sita roa oo estrada do Fetosa
n. 4 : a t'ata* n-' mesma
NLMA POMPiLIO
irur^iao dentista
Contina com o seu consultorio ra
Baro da Victoria n. 54.
onsultas e opera^oes das 8 horas da
manha s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo-
dernos e aperfeoados.
Vinho da Serra da
Estrella
Em anc reta?
todsa es outra
i gareafa8. superior a
marcas, pr pno para
iCua Eatreita do Rosarit- (junte da
I reja)
Pfis Hender L
ola Ing'leza
Na loja de calcados ra do Bom Je-
ss n, 21 tem para vender.
Alfaiate
Precisare de om bom alfaiate para cortar,
qoe '.tnha ban tbesoura; a tratar na roa Estrella
do Bosario n. 9.
Demarcacoes de trras
Pelo engen'Ki-0 C. C- Carlioi, residencia na
cidade da Escada, roa do Bio n. t oa 13.
Boa casa
E' agora que se alaga a boa ca?s da Boa Vista n. 40, vrande e tem agua enea
aada ; a tratar com JoAo Perreia da Costa, i
roa da Madre de Denso. 10.
Aos Srs. propietarios
Vendem se com gnnde di(Ternca Job ictoaee
P'ecos do mercado, atatejos eom linda cores o
8frprebeoente8 desenboa, no largo da Alian
Ccgi fi. 2.
Chegaram!
8enentes rovas de hor -li^r.s e fl irasja
Ra Es'reita do Rosario (noto a Igre
Pocas Alendes 4 C.
Obras de Vime
Como seJHts :
Cext'-a p-ta compras
Baraoa
pH.'a-c:-. para papel
Roupeirog
e lindas cadeiraa*
Mua Estreita do Rosario
(junt a Igreja)
iofas Mendos & C.
LICORES, COQNA'J, VINHOS FJ-
NOS gneros de primeira qoalidade e
udo quanto ae pie degejar para urna
coa diapeuaa, a precoa oa mais resumidos
oossivel
(Nao temos competidores,
Ra i atreita do Rosario (junto a
Igreja)
Pocas Mendes C.
200.0UU oentea
CURADOS.OS
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras
PBLO
DEPURATIVO CHBLE
r
i

:
3

I

il

UEGfVH


-, -


II
111
m
i
0"
a
b
. /
Diario de Pernanbaco Domingo %e de tlullio de 1894
ARMAZEM DO
FRANCISCO GRCEL & IKMO
CASA DE CONFIANCA
Fazenda^ finas, modas c confeccues
'Sortiiuento permanente de tecidos e outras mercaduras, cau
aosamenle escolhidas as principaes pracas da Europa, principas
meppte em Paris e Londres, de onde recebem as principaes novidads
;iVJ srinpre variadissiino .> sorthuenio que manlm erase de
branncas e de cores, las, linhos, tecicos d'algodo, enxovaes para ca-
mentos e baptisados e rauitos outros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esleirs da India lindos tecidos
para reposteiros e muit s outros artigos para decoracoe, de casas-
PREQOS MDICOS
Ra Primeiro de Marco n. 20 A
TELEPHONE158
MOSQIlTElaO AHFRICWO
LRANCOS F DE(ORES
,
1 Isa 5
>
33
3
S5
a
e>-.
e-
c
>
Ro
THE" Ll Vf NGSTOIL"
olphu r^iiiMiies & C*
Ati uoviJxe
Em finos bicos e rendas, desd'i a mais
fina seda ao melhor Valenciana, recebe-
ram
Pedro IdIudps & r.
Ra Duque de Caxias
Etagres
Bonita variedade em madera entalha-
da e chario. Mesas e toilettes para ador-
nos, receberam
Pi.DK' i ANTONES & C.
< uiilia. Lima rt i'.
Participam ao commercio e aos seus
dignos freguezes, que mudaram o scu
escriptorio de commissoes e consigna-
Coesda ruado Mrquez de Olinda n. i,
para a mesma n. I, I.* andar.
X
<
O
H
?
ACTIVA8 J
PILTJLAS
DE BEISTOL
VEGETAES
ASSCARADAS
&l SEGURAS
VITAL ELIXIR, remedio i glez, effi-
cacisaimo no amollecimento cerebral, in- ,
somnia, sonlios fatigantes, ancia, excita-
ment, debilidadt dos ervos c dos mu-
culos, tubrculos puliiona< es, molestias do
estomago, dos intestinos, etc.
O mea complet-, e s-rao aortin.eoto
Dar terrena, ser turas e meninos.
Secas
Brancas, pret. s do core?, laai e ta-
rradas.
Cachemiras
Ccrtea bordados, e?pertilbce, linore,
pero linps. levatiting, cretonas, zpphrc
chapees da sol, camisas, punhus, coII.t-
nh< h e
Pertc-K^rias d" melh"r=n (ahriosBtM,
etc., etc.
Tndo se eaooetra per precoi resnmi-
disaimos
NA
La Gr^n Via
8 A-Bua da lniperatrii-~8 I
TE
Olhon Silva 4" ^.
XaroDe de Sumare
Este grcdavel e enrgico medicaras'- :
o esterminador ds.a tosses resjent?! oo
antigs, cathsrros, suffocacBes, breochite
ebronicas, icnqonoes, e em geral contra
todos os padecimentos provenientes da ir*
riUicao das vas respiratorias.
Convem como unitivo ac fysicos.
COMPOSI9AO
DM
Fimo CaeOo i Figseimio
Approvado pela respsitavel Jinta
de Ilygiene
Prop gadorea
iBaptsta & Fignefredo
Eoocntrs-ae em qoalqner pbarmacia.
?, (iratue sortimento de camisas borda-
das para bailes e casamentes e preguea-
das, lizaj de linbo e algodSo. Novo sor-
timento de collarinbos e punhos Cami-
sas para nouto o que ba de melhor.
Rectibeu a
Nova Esper.-> nca
i-Eua Duque de C*xiaM>3
ELIHR mr PUCO I
Formula do
DR. l.lvYM IO DE AISII i:i
PREPARADO PELO
PHA R MA CEU JICO
ALFREDO DK CARVALHO
PI DE JANEIRO
Cura as dispepsias, digestoes difficeis
e todas as molestias do estomago
Vendem-se na PHARMACIA FRAN-
CEZA, ra do Barao da Victoria rr 25
Pernambuco.
Fundco Ge
ral
A n Paterson <$ C. avi-
sara, aus seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que"receberaiu
um varia Jo sortimento de
raJc os mais famar'os.
Sycacase !
fredos a 2, b 1 !
Cuban s ns. \ <> 2 !
K alejas
Irrpcrt.D'rs rcsltjo^, o ir.f^o'es que em
v^nrto o merra'o ; eooc 1a relojoaria D>vid
- roa co Cbces n 4. Preces bar.t silos.
Ourives oceu-
lista
T.*: cu doro Jom Hamo de Mello
Eitnonecido c> in i ih ja >.f ounvpp rea dar
L-r;.nt'elraB n I a* tos fo- f'.-.oses e do
^e^p-^ ai panuco, qae rr-n'em offleiaet hab
hu sjo;0-" faraeXfio .o e qta!qo< r t-atjIb
i'onremenie a p p.r.e, (spcriaimenie c^ava
cts vatd bnlbaites, .rules, peucioei, me. oro
li s. ce.
Donra-?e H'stetase qoa'qoei mttil. ncernt
Um em leqoea ue Badrlterot co cot'3 rciut" c
s, garantifl p c,1 i ib ;icob.
'ua las Laraa^eiraf n. I
Compra-se cau-
tela ce penliore
por mais lio |i.e
om outi'a (inerpare9iia rua

assini como onro
e prata, a tratas*
da O as H hora@
la manila e das 5
as & da lioitc.
Rccife, 19 d
tliilho de 1 HU.
Serragem de madeira
a fabrica ce notis, a v--p:>r, de Silva Fer-
oandet C, sar rase madura a 30 0/0 meooe
do ireco cetnmoni.
Fabrica de arelo
Agnas e limonadas ososas di
tod s as qnalidades
Soda water, ginger, ale, liaSo, laranja
CbracSo, abacazia, granadina, f*roiellaa,
baentiba, hortelS-pimcnta, etc. eto
12-A-CAE DO CAPiBARIBf-12-A
5B2DBS
As sezoe febres intermi-
tentes, palustres renitente?,
!ores de cabera, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
Jas infail velmen'e com ss
pilulas contra as sezoes do
Dr. Co*ta Le te.
DEPOSITO
BOTICA FRANGEZA
H. Houqu yrol
;_2 Ra da Cruz 2
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, ou cores plidas, opilago frial-
dade, e todas as molestias qus. tem sua
origem na pobresa do sanguo.
Nao h remedio mais efficaz c ue as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Hlma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Prejos de urna caixa 15500
Meia duzia t 88000
Urna duzia 15*000
BUPOSITO
BOTICA FRANGEZA
H. ROUaUAYBOL
n Ra da Cruz n. M
Coral iosa
Lindas vohas de Coral Roa de 1,
2, 3 e 4 fios o que se pode desejar
de melhor recebeu a relojoaria Dav
ra do Cabug n. 14.
Precos commodos.
Alfaiataria Moderna
18-Raa Larga do Rosarlo18
Acaba-ce de abrir ama nova alfau tiria, com
esplendido sorttmedto de cacemtras, chevtalef
brlns, oltimas novidades de Parto e Londres.
A officloa dirigida por om baoil t conbecide
artlsU.
Os eens proprletarios pedem nmii visita no
en esiabelecimento
UAMP03 & MAIA
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas J idosas, s jovens, muibare*
e s criangas
rir*m*o>:*m)*nuiM*tnmmmmmigMtwmmi+*mm*lmmt*~-*i-
om
BU
tS0*
FERRO MARTIAL-BOiMiil
-*\ Gosto agradare torna a dar_com rapidez ao mangue sua riqueza e forca. Nao d /S
*\ pritao da rastra mo ennegrece om dentem nao irrita o estomago. /* "
riBIS. 50, ru Bollen. Deposito ein Pernambuco : C" (i SOfiiS k FEODCIOS CBIMICOS. /?
RBA-I0DAD0 ()
J. Buoi
XABOPB r>2
o iodo, combtnailo oom os mecos du plantas nUscorbuUcaa,
presta i* Craaaoaa mmtm os mais relevante* servias, para com-
bater HUtnattla aSjaf Baehititmn falla*
% % Enmorgltammt.,* eerefulee MUettlat Ja
prlle Vremtrn l*wt*am, etc.
E' preferir! aos olees de O-
gado de bacalbao; aim de ser-
om hiiib-** tamben
dnpmra.UTa onerarlco.
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antigs chagas e ulceras. E famoso par-i a j,ola e o rheumati^mo e para todas as enfermidades de pei'.o nao
-c reconhece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhanie e para os membros contrahidos e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essas medicinas sao preparadas smente uo Estabelecimento do Professor Holloway,
78, MEW OXFOBD STREET (antee 633, Oxford Street), LONDEES,
E vendemse em tod; as uharmacias du universo.
9T Os compradores sfto convidados respcitos.-nieiite a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nio teem x irecQao,
533> Oxford Street, sao falsiicacocs.
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luu colonias, do Rrazil, sonde estfto auto, ado*
pel^ OooseLho da Hytficna.
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racSo para o uso do Puraante.
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Um noticia aVattataafll ?nra/re cade girrif*.
mi Le Hoy
*/''- '.enrtsMt ib Rvntdloi llquidot.
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u li J---0 da loo ja. 51 o traaos de 15. I'OO)
Aoantelar>a* das faltlicacSes
RECUSAR
qmavlqner l>rodmcto iu til lirir t ende-
rezo ti Fkarairii C0TTII lean te LE Mf
01, Ru de Saint, M, ean Parta.
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POMADA
OSADA
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hrl tariur 1 dar ao cibtllo rancusu Cn PnlBIlTIVA
POMADA DE ALCATRO
QUINA anln aa PEM.ICm.AS
StQUNDO A FORMULA DO DOSTOR NVTtN
PARS, FLJLMO+ ru Lthftl, S.
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peio estomago e os intestinos.
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JteceitaJos pelas celebriadet mtlicaes.
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aforawtsv eolssloels)
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- ^ FERRO ROBU!
-iur voso
1 imiimti e prefriM
i. mdicos do mundo.
u$caoer initacSea.
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"9 Lazare, em FARlf
-inc.T? liams;jae.
m
rommend'.di.a-niguejl Sot
Al ve*
T'ifcei'iii o <"a
A di-pctoria do Gabitee fer ogoei de'Le'
ra, pri-st-.oo josia homena^fm aot. irvi[.
ao acrisi'ludo pairot'tno de eco rlnade e
bPTf mer\ mar^a ivOraftl fu Ima na capela ij
Iji Ptr'OKoei de Br>fkeDCi:., Sfgonda-f*-
d> conpn'p, s 8bo'a? da manha, 30" .Ha <,
sea passamroio ; e para comoa'pcereai a al>
ctu, ccDVida O- BOfi..a lo Gainctte e no y.
lodos dipm o- qoa^s asi-im aaro ro lico tfsteoioi'bd \!<-
r-e .ubecmetiio i-t-los cervigcs pretiadr
aqofilt duGo orcp^'.-'o'a.
S-crp'an> i1a dirpctoris do GahioftePorlc
de Leura, 5 de de J ibo t- 1894.
A. Mo-fi-a de Sooza
1' aprrp'ario.
Vigiei Jo% Kps
30 da
D.Jo?cr.a Ur?cla areira Al^'se J)e Eugenia
Moeira Ahes covidam os pa'eote- e aromos
p issist'reai -mieFa qn? a-ac-a cclebru
ir lma rjp gprj fei '* leaib'a o esposo e m,
ll.o- Jos' Alvpg e 7 /2 ocr;s ^a ro-1.; u
-'*Ir-i 30 do co T'P a. do Hospital Por-
nguea de Leneh'i-ncl.. 30 da o Peo 1 esa-
Ben'o, Bcsodo oesde ji profo 'tmetle ;g:^ile-
t
Marre.!.na de Noura Duarte
Manuel Muren-a de Soot, ai ent- ; Jos
Mi.r|ra de S i< Fobrnbo, J Mcre:ra e m-
7" Primo. Anlirio Jos Mo ei'a e AimOiiIo Jos
Mo->-"a looter, t>-oiio erfD'f. de Ponrgal a in-
fama Dolida do l'acpfsoo ce 'na p-tuEcia m5
b "a D. Msreellii a d- ; ota Doarie, convidam
a torios rp_ spob par nt^s e anidas psra atiijt-
rew s rrirf!-; qnp por ala&a di cesma a
rpar par/ariz do Corpo Sanio, na gipr.D-a-
feira 30 ^o rerrenip, ; 7 D01 as da rn>i ba, 30*
din do pen pa smenlo; p desde j ;. adecem a
t di'g aqn*i\"* qn> coirna c ;io do
rplie'Sn p pandorlp_
Dczemliar^ador Lniz d- llallanda
Caval(*anti ti' VI3ii(|iier(|ue
tLuiz Praacisco de Paula Caval-
canti d'Albuquerque Lcenla e
mulher, rmaos, cunbado e Bobrinhos,
convidara aos seus parentcs e auiigos,
para assistir as missas qu mandam r;'s?.r
no da 30 do corrente na matriz da Boa-
\ ista, s 8 borasda manhS,por a ma do
scu presado cunbado e ti'>, falle ido na
Capital Federal, e desde j antecipam 8cU3
agrad -cimentos por esse acto do candada
e reliiriJio.
IgitzI^e Bola n* le P nfcsj
IIIICS
J l Copertino 'a R,s Vire^ e. spos Hlbos
. ni pa'C a para a-g'3ti-
." m i u.is-a que po- airra de : rprr.p e lem-
trjda eeposa e mi D IftO'at 1- pJ ioa i-.d
P. ntea Virara, icndEin t. It >: j i.rrja da
N S. dr. vnba, as8bor.ada maiba do
ii crre ie e de.-de .ntfripam sjj eerui
o 'cueljp ooe pf 'a ecn com o? r><.er a
1 ale arto de car d tssaasalaaBaatsaatBssaSB^
Jo^qu 111 E tan de Honra .outlict
- na V-roorio
E.melinda Cse'aoa da Fonsec Gjq
d'tn e 'Ata' lilhoj coo?idana a todos o-
ppos pareles e anii para a?si? : ara
"i^ (i rrnd^m -eiar or alma
do ppo oris lo i-pdoso p pai, Joqu.ai
E ib de M>'a Gooritn, ro lis 30 do enrreate
< 8 oras da rranba. ra *arelia deN. ".da
Beli.m, 2- &noivers-rio ao falipcimecto e de-de
\ aprsdfrem a Indis que comparece1!!] a eaae
t
Dr. Hacoel Pinto Darntao
A 'rrr.trdid- de Hosta S^ab tj do L'V'amonto
da Varjea, n i.nla celebrar ere s-a ier>"ja. no dia
30 orrente rels 7 l/J boras a rcarha, urna
lo repoeso eierno a'aima de peo iriaio
i"iofet-, o cidaSo Dr. Ifasoel Pioto D.rraso
para ??;;-! i a convida a^ ? e i Igoa do
ilioslre ti- ad'; e por ese* i lo de rtligiSo e car-
t
O. Laurlana llar a Alamos
0 b --' Jcse Mar; r ; g 'jau
seo | s pes.--oa8 ae sU! ato aadt
se manda "el. brae
i I ii. a a s-jl p" ,i D. L U'
Nf ia RarDO?. naikr.ja oo COBver-ti do C -oa
do i< jxidjo ininro,
' oh i :. d n r.;.
Her.'; Luisa P t t l/itilia
V i goa
t mi i: -k q ;i b qae
ir-mil i i as i estoi
:. ',.
mS, sri Laza F bo, e de
i: :c m seos para
an-
iar aa malr i a
"-" r' 'o da 30 i c io C( ua
pa.siKeDlo.
*' '.....-
Hem"que a ie.it. r
ti '- i r. ro? ffin
, I b 8 o r s :,', reja
;- na S Bti tiz p __a
mal z t. ivescer I-I o !qo*titS>.nb i .a
Btni.m. ;:0" ii du i u ja.--, seo o, e par? este
act de e! gi ra entes eaaiios,
e aot cipam seas agradec e.'o^ ajs c,ue a eile
con cor-c reai.
Igaacla F'rrrir* d< s Saatos
i* aooiversario
t A me ico Oficio dos Saltos, sua molcer
e.Hib.8, coovioam os seos part-mes o
amigos para assistirem a oiipm qoe man-
dam celebrar na matiz da Groa. i? 8
borda do da 3l do corete, por alma do ei
irmao, cubado e tio, Ignacio Ferreira dea San-
tos.
W.
SANTOMINA
CHOCOLATE o
nriLUTQ
bt
ai s.jor
PARS_____
>d> Pernambuco .- C- a SsaAS k faiBBCIM. CBIMUSS.
lOCOLATE oom ANrONINA qy
iiura in ntratr u Lsurwu aM
st! ?ermlftia'0r:Biieiilt:o arii (Lt1 ^ \tr Vh
sabor a;rada> el Muamota indOiiM. ft Y \ I
iRIS, 6, r. du TtmUm UAtf *'" O *Jf i
Boillio T. te Fgaeiredu Urna
Io ann'vesarlo
tA familia o fallecido Rotic Toleotino
de Flgnelredo Lima convida oe eens p-
renle e cm.gcs e do fal.ecldo para assi -
"rern a trl^a qne menda rerar na actriz
da clddn d0 ri5bo: no -*'a 31 da correle, 7
boria "a manng., I- auninraatio de sen pasea
ment, anterlpando deade ja sen eterno reoo-
nieciaitnio.










i


S'
Diarto de Pernamhuoo Domingo fl> de ?lulho de 1894
I




depois cora todas as suas Darticulari-
dades era recapitulabas, que abran-
jjam as comarcas, municipios o re-
picas ; os productos explorados ou
manufacturados ; as series de produ-
ctos, cuj )s elementos sao similares,
ou os resultados anlogos.
Os productos da industria n5o os-
.tam, como os da agricultura, cir-'
cumscriptos no circulo das cousas
naturaes, percorrem pelo contrario,
com o soccorro do genio inventivo
do nosso seculo, as regios sem limi-
NocOes compiladas e tes da imaginaca) humana ; por isso
traducidas do diversos au- (nada mais difficil do que tracar urna
?ASX*:A 33 DS2SEff*3
A DIRECCO
150
i. j&o :pnsiA mmiL costa
-
m
: iwt^n > ""IM UI1UUU i*.\J UUV H Uyu.4 ItlllC*
classificaco lgica que possa abran-
gel-os e encadeal-os uns aos outi-os
na ordem de sua maior affinidade.
O commercio interior o maior
movimento da riqueza pnblica que
possa existir om u:n paiz. Os ban-
A .agricultura o primeiro de todos c^,s impostes o valor mesmo, da
o1 F ,,.,,., moodaeni circulaco desapparocem
interesados W^2g tantee*, massa de capi.esVpor na-
lainoinprhcnsivelaUlidade ,iv,0,n,,,la0 nln mm
ctores expressamente para
a oitava pagina do Diario
de ternambucoPor**'
Continuacao
3.
m
e o mais des-
te ospargido
por u
o monos conliocido
prezado.
A Estatiatica quo -
algumas luzes sobre tao importante
assumpto e procura indicar :
1." A superficie do cada especio do
cultura ;
2." A qunntidade c valor das somea-
duras ou planta oes ;
3. A produccao annual, total e por
lioctaro ;
4 O valor o o proco dosta prodc-
elo, por municipios, comarcas e om
massa ;
5. O consumo dos productos agr-
colas, por localidado, por habitante
o por todo o estado ;
6.* O comraercio dostes productos
tanto no interior, como para o exte-
rior.
Todas estas questes dovem ser
examinadas sucoessivaraonto sujei-
tando-as a diviso seguinte ;
1." Os coreaos em massa o por es-
pecies ;
2. Plantas assucarinas: caima,
seus productos ; assucar, mol, alcool.
aguardonte, (vulgo cachaca) :
3. Viuhas o seus productos : vi-
nhos e aguardentes ;
1. As culturas diversas alimenti-
cias, industriis, hortenses ;
5. As pastagens, a sabor : prados
naturaes, prados artificiaos, trras do
pousio;
6." Bosques e florestas do estado,
do municipio o particulares;
7." Dominio agrcola em geral, em
seu estado actual, o tal como era om
differentes pocas memorareis da
historia to paiz.
Como pane complementar da bs
tatistica agrcola devo-se accroscon
tar una noticia sobre os animaos do-
msticos, creados pela agricultura,
para as suas necessidades.
Nesta noticia dovem os animaos
seren indicados, por suas especies,
sexos, idados, localidades ; seus va-
lores, suas rendas, a quantidade o o
prego dos abatidos para o consumo
com seu peso bruto e limpo ; as
quantidades de cada especie de car-
ne consumida por cada habitante
as cidades, villas e povoacoes dos
municipios.
\ cifra total resultante deste mi-
menso trabalho mostrar a riqueza
agrcola do paiz, objecto capital, que
tem sido procurado pelos eco..onus-
tas, i tas que impossivcl attingir,
seminvestigac5esdifliceisetrabalhos
comp exosde estatistica.
*"
A industria, esta rainha do seculo
actual, anda nao obteve da sciencia
a honra de urna historia propria o de
una estatistica particular
Os nmeros, que geralmente indi-
cara os valores c quantidade na sua
produccao, sao conjecturas mais ou
menos temerarias.
A -ciencia estatistica divido os cs-
tabelecimentosda industria em duas
ordens muito distinctas por seu gra >
de importancia, poremanlogos por
seuobjeoto, que a produccao do ludo
0 quo dove servir as necessidades
reaes ou ficticias da sociedade : o
nao :
1." Fabricas e cxploracucs.
2. Artes e oflicios
Urnas c outras devem ser numera-
das e clasificadas ; assim as explora-
coes de carvao de pedra, em um mu-
nicipio, forinam una massa nica
todas as lundicoes de ferro* outra
todas as fabricas de Bacao outra coin-
posta de trez partes, algodao, linho e
1:1 ; etc.
Segundo a natureza da materia pri-
ma as produecos da industria se in-
dicara em trez seccoes a saber :
1. Productos mineraes ;
2.- Productos vegetaes;
3.- Productos animaos;
Cada serie enumera os productos
manufacturados ou explorados na
ordem do simples para o composto.
As ierras e as fabrica?"es que resul-
tam do sua explorado, sao classiica-
das ora 1.- lugar; depois os metaos sao
indicados segundo a quantidade de
trabalho que exigem suas transfor-
macoos diversas ; na serie dos pro-
ductos vegetaes e animaos os teci-
dossao classilicados em i
gar.
turoza, diversificados pela origom e
forma dos objectos que a repre-
sentara.
O cominercio interior tem por fim
satisfazer a todas as necessidades
roaos ou ficticias dapopulaco.come-
cando pela subsistencia do cada dia
para acabar polos esplendidos tro-
ph >s do luxo o da moeda.
Esto commorcio consiste em urna
ciroulaco perpetuado mercado'ias
de todas as especies e qualidades,
cuja abundancia proporcional, em
om cada localidade, ao pedido dos
consumidores, e cujos precos se re-
gulara pelas, quantidades disponi-
veis.
As vondas grosso e a retalho, nos
mercados, morcearias, lojas a arma-
zons o constituein.
Os objoctos dostas vendas sao :
Os productos da agricultura do
Paiz ;
Os productos da industria manufa-
ctureira e os das artos e officios ;
Menos os exportados directamente
para o estrangeiro, e
Mais os do estrangoiro importados
para o consumo.
Os meios uecessarios para este
commercio sao :
1." Os trapiches, as feiras, as bolsas,
os bancos, os bazares, os mercados
de toda especio ;
2,* Os transportes por cabotagem,
e a navegaco por canaes, lagos e
rios ; os feitos por estradas geraes,
muuicipaes, vicinaes, e caminhos de
farro.
Actualmente, sendo livresa circu-
lucao dasmercadorias e a sua venda,
rulo so podo conhecer inteiramonto
as quantidades e apreciar totalmente
a riqueza do commercio interior.
As dilllculdades que a isto se op-
poem sao iuuumcraveis-
Se o calculo"fr baseado no trans-
porto, soffre um immenso descont
pela massa de productos de toda a
natureza vendidos immediatamento
le sua origem, o que, por
...te nao estao sujeitos a
transporte, e assim nao se pode verifi-
car o conhecer a sua quantidado.
So a produccao venal, agrcola e
industrial fr tomada por base dos
clculos, estes serio falsos, porque
urna grande parte, sendo consumi-
da polos proprios productores, nao
posta a venda, e por tanto em cousa
alguma concorre para o augmento ou
diininuica.) do commercio interior.
Adoptando-se o consumo para pon-
to de partida. A inesma cauza pro-
duz o mesmo resultado.
O movimento do commercio inte-
rior de um paiz nao pode sor conhe-
cido, era pela Estatistica, dos trans-
portes, nem pela da produccao,
nein pela do consumo, embora to-
dos estes trabalhos sejam indispen-
saveis para comprehender o seu es-
tudo.
Contitua
Cada artigo, cada especie de indus-
tria oocupa duas series de investi-
gados numricas: Os valores e A.
quantidades.
Os valores sao, os das patentes, lo-
oaedes, materias primas e productos
das fabricas.
As quantidades sao as das mate- Sem um receio siquer
rias primas com seu proco parcial e
tota) ; o das cifras anlogas para os Oh! o rancho hospitalero
objoctos da fabricaco. E um oasis verdadeiro
Deve ainda indicar-se o nuni3ropara o caneado viajor,
dos operarios respectivos, por seu QUe a seus cuidados entregue
As vezes sosinho segu
POESAS
o RANCHO
Como urna especie de albergue,
A' beira da estrada se ergue
O rancho, que aberto est
Convidando os viajantes
A pousar alguns instantes
No seu ampio cufia.
O dono geralmente,
Um bora homem diligente
Que nos faz muita merce,
Nos servindo mediante
Qualquer insignificante
Quantia que se Ihe d.
A dona,de agrados cheia,
Urna mulata candeia,
Um man qual nunca V,
Anda affavel e modesta
A todos fazendo festa,
E para todos sorri.
Vede :j muito estafados,
E todos estropiados,
Do comboyo que ahi vem
Os donos sbito apeiam,
E os almocreves arreiam
As cargas que pesam bem.
Ahi bate noite e dia
Desde a nobre senhoria,
Desde o senhor capitUo,
At o pobre coitado
Do raatuto p rapado,
De caceta e de surro.
Chega o dancador de c8co,
O matuto arranca-toco,
O sertanejo taful,
O bom correio, o marchante,
Emfim,todo viajante
Do Norte, como do Sul.
Todos tm egual direito,
E reciproco o respeito
Que all ha, digo-o por mim ;
Reina plena liberdade,
Conversando-so a vontade
Sem etiquetas, assim.
Quem quer que ahi vai chegando,
Vai para logo buscando
O mais commodo lugar,
E da mala tira a rede
Que n'um gancho da parede
E no portal vai armar.
Este faz o seu foguinho
L no seu canto, sosinho,
Com semblante jovial;
E, feita emfim a comida,
Aos circumstantes convida
Que agradecem-lhe era geral.
Aquella tira de um sacco
De bacalbau um bom naco,
Que come assim mesmo cr,
Com punhados de farinha-,
Sem lhe acha-r nenhuma espinba,
Qaal si fosse algum imb.
Um de ccoras-, beira
Do fogo,acerca da feira
Ou da viagemr quic,
Com outro est- palestrando,.
Horas e horas cachimbandor
T alta noite, acola.
Outror como qw enfadado,
Na rede est espichado
Sem ceremonia a dormir...
A dormir a somno- solt,
Todo embrulhado e revolto,
Sem taes historias-ouvir.
Alguns se deitam nos bancos
Que ahi ha e que sao francos,
Ou... pelo terreiro emfim ;
Alguns outrossobre caixas
D ras, preguentas a baixas,
Eafileirados assim.
Alguns, por fim, em magotes
Fazem dos proprios capotes
Esteiras, ao rez do chao ;
E, como era boa e macia
Cama, at- raiar o dia
Roncando quaes porcos vao.
O rancho !.De vez em quandef
Levanta-se um, e aticando
O' fogo apagado vai ;
ITum lencol outro se enrola,
E engatilhando a pistola
A ver os cavallos sai.
Vede :que typos aquelles !
Estranhos sao todos elles,.
Mas todosgente de paz ;
Que nos trata como amigos,
Que nos livra de perigos,
E que mal nunca nos faz.
E d'este modo passada
A noite, co'a madrugada,
Que fresca rompendo vem,
Cada qual segu seu rumo
Atravs do espesso fumo.
Da nev, que cai d'alm.
At logo, camarada 1
Oh faca boa jornada !
Passe bem !Seja feliz I
At a volta !Adeusinho I
Eis o que, j em caminho,
N'ess'hora um a outro diz.
Depois, por essas alturas,
Sim, a d'esfas espessuras
Soinem-se sob o docel;
E s se ouve as estradas
Dos animaos as pisadas,
Das pisadas o tropel.
E a voz dos bagageiros,
E a voz dos comboyeiros
Que, n'um technico theor,
Tangendo vao os cavallos ;
E os mil diabos e os estalos
Do longo chiquerador.
Para o caneado viajante,
Que dos seus anda distante,
Ausente, fora do lar,
Oh I o rancho hospitaleiro
E' um oasis verdadeiro,
Um refrigerio sem par.
F. Cismontano.
E arrumando-as para um canto,
Dos animaos n'este entanto
Vo cuidar, como mister,
Soltando-os l nos cercados,
Com chocalhos, bem peiados,
S-9XO, idade, o por seus salarios dia-
r.os, mensaeso annuaos, cada una
cada um ; sua mobilia industrial;
seus motores; seus moinhos e enge-
nhos movidos por agua.vento, machi-
D r, hidrulicos,.forjas e fer-
iares ; bn xas, geradores o
Caminho do interior.
Distincces nao conhecendo,
Vai a todos recebando
Debaixo do tecto seu ;
| A todos e a qualquer hora,
Sem deitar ningueui p'ra fora
Itruu. .oem ueuai uiuf,"-"' r
A prqducc tri i indicada |g^ja fidai^u ou^lebau.
Moyscs no \ll
(Vctor Hugo)
O rio est mais fresco luz do da ;
Dorrae o ceifeiro ; irinaes, viodo porfa;
A praia est diserla :
Memphis a murmurar comeca agora;
Nossos brincos, nos basques, v a aurora,
Que sorrindo desperta.
Nos meus pagos as artes eu admiro :
Ao banho em ouro e prphjro prefi.-o
Estas margeos em flores :
Estes sao os meus cantos favoritos ;
Pretiro aos meus perfumes exquisitis
Do zepbyro os olores l
Manso o rio, almo o co I vinde, donzellas ;
Vossos cintos azues as moitas bellas
Oeixaios fluctuantes;
Arrancai-me esta c'r ia e os veos ciumentos;
Quero folgar comvosco alguns momentos
as vagas susurrantes.
Mas que vejo no alvor da madrugada ?
Altentai. mocas tmidas .. Dada...
o horisonte. nao perto..."
E' palmeira, que o mol vai attrabin lo,
Que em visita s pjramiies yem \iudo
Do fundo do deserto.
Que diuo Se os meus olnos sao feliies,
E' face bard'Heruies, ou c. concha d'Iss
A' fiacSo do galerno.
No; o berco, onde, em lnguido abandono,
Um nlunle gontil se enlre?a ao somno, i
Qual ao seo materoo t
Dorrae. De longe o 'cito seu raacio
O ninho d'alva rola sobre o rio
Dir-se-hia. ao continplil-o.
Elle voga a favor do vento incerto ;
A agua o emba -i, ilonnindo, e o abysmo aberto
Parece acalental-o!
Virgens do Memplii?, vinde; eil-o acordado.
Cboia- Que mae lancuu seu fructo amado
A merc da corrente'.'
More os bracos ; das amas elle 6 preza ;
Contra a morte s tem urna deleza,
Frgil bureo smunte.
Salvai-o... De Israel talve dejceode.
Seus filhos proscreveu meu pai, que entende
ProttcreviT a innocencia !
Quero ser m&e de quem ra.: ha commovido ; .
Elle nao deve a mim-o ter nascido,
Mas deva-me a existencia
Iphis, (ilha do rei, assim f.illava,
Qu m-io s margeos do Nilo a acompanhava
A luiba presi-urosa ;
Sua belle a mais que as cutras brilha :
Dir-se-hia, ao ver despida a augusta filba,
Ver e Venus tortuosa.
Nos seus mimosos ps a vnga freme;
Trmula e compassiva a voz, que geme,
Os passos aventura;
Ergue o berco, do lardosobranceira;
0 orgulho em sua fronte a vez pnmeira
Ao poder se mistura.
Quebranto o vime e as ondas apartando,
Ella o menino salvo vai levando,
E n'areia o descanga .
Succede ao riso o olhar, todas em festa
Depoem um beijo na pequea testa
Da assuslada enanca I
Accorre, tu, que a dtivida atormenta ;
Vem ver leu ftlho ; est anha te apresenta ;
O co veloa-lhe a sortn ;
Abraca o t u Moyss ; o mudo esquece ;
Iptiis nnnea Toi uie, ali! dcscoiihece
Teu pranto e teu transporte!
Quando a virgetn feliz c triumphante
Ao rei cruel mostrara o humilde luante,
Que as lagrima* banhavam,
No co coros anglicos se ouviam,
Os anjos comas aas si cobnam,
E as lyras dedilhavam.
Teu desterro, Jacob, nao ha carpil-o ;
NSo mistures leu pranio agua do Nilo.
Que o Jordio se descerra.
Gessen vai ver a geracao escrava
Buscar, m;io grado a nao. que a condemnava
A promeilida trra.
Na forma de um infante sobra as vagas,
Eis o he.e do Sraai. o re das pracas.
Salvo do mar profun lo.
Curvai-vo, atlieus, ante esias scenas :
Salva um berso Israel' um berco apenas
Deve salvar o munao.
/. B. Reijneira Costa.


AlIEllOS
(Vctor Hugo)
Amemos ; si o amor nos foge,
Comsigo a esporanca leva ;
O amor o canto da aurora,
E' o hymno que a nuito eleva.
Amemos : eis o que a vaga
Diz s ribas encantadas,
O que o vento diz aos montes,
E o astro s nuvens douradas,
Os sonhos, a vida, a crenfa
Vem do amor, que n'alma pura
Tem mais um raio que a gloria,
Que o raio da ventura.
Ama, pois; que importa o mundo ?
Todos amara nesta idade ;
Prende, 6 moca.a tua fronte
Do tua alma a mocidade.
Ama, encanta as tuas horas,
Para que em teus dhos bellos
Brilhe o mystico sorriso
Dos teus ntimos anhelos.
Unamo-nos sempre e sempre;
Ceifemos do amor a palma ;
A arvore cresce em tolhagem,
Cresca no amor a noss'alma.
Sejamos o espelho e a imagem ;
Um a flor, outro o perfume;
Dous amantes, que as sombras
Torno amor n'um s resume.
Os vates buscara as bellas,
Anjos de castos favores,
Que sob as azas refrescara
As frontes dos sonhadores.
Vinde a nos, gentis bollezas,
Vem, meu bem, e a lei que eu sigo;
Vem cantar commigo, anjo,
Vem, anjo, chorar commigo.
Nos aos vos coraprehendemos;
Nosso espirito vos ama;
O bardo vaso, em que a virgem
O seu coraco derrama.
Eu, que procuro no mundo
A realidade somonte,
Quo deixo a estulta vaidade
Fugir, qual fogo a corrente,
Prefiro aos bens transitorios,
Que o rei e o soldado alcanca,
A sombra, que no raou.livro
Teu rosto formoso lanca.
A ambicSo, accesa n'alma,
Brazoiro subtil, que cresta,
Dofaz-so om cinza ou em fumo,
E apenas diz-so : o que resta ?
O prazer, flor que desata
Em Abril o calix lindo,
Murcha, ou seja lyrio ou rosa,
E apenas diz-so : est lindo.
S o amor que nao morro :
Guarda-o, si queros na vida
Conservar teu Deus, tu'alma, l
Tua crenga estremecida.
Por entro os prantos e as dores
Rosguarda em teu peito amante
Esta flor sempre vicosa,
Esta luz sompre brlihante.
J", B. Regueira Costa.
O III I O.IO
f
[Longfellom)
Um pouco alm das colmadas
Da mitiha pequea aldeia,
Meio ruinas campeia
Ai-tiquissimo solar ;
Ao travez do vellio prtico,
Qu : as heras cobrir pretendem,
Altos aiamos estendem
Snas sombras ao luar ;
E de cima de urna torre,
Um relogio muito antigo,
Meio oceulto n'um postigo,
Diz a todos sem cess r :
Tudo pa^sa o tempo corre I
Corre o tempo -tudo morre 1...
Logo abaixo das ameias,
Onde estava ntigamente
A vigia diligente
Drf sobre-aviso traicao,
Elle, dentro de seu co're
De carvalbo refor5ado,
E' qual monge, que, erabugado
No seu ampio cabeco,
Cruza os bragns sobre o peito,
E suspira um ni queixoso,
Dizpndo em tom lamentoso
A quanios passando vo :
Tudo passao tempo corre!...
Corre o tempotudo morra !...
Kas horas vivas do dia,
Sua voz p uco se eleva ;
Porm, as horas da treva,
Quando a noute abre seus veos,
Distincto como as pizadas
Do tranquillo viandante,
Elle echoa sussurante,
Desde o fosso aos coruchos,
Ao longo dos corredores,
No fundo da sala escura,
Parectndo que murmura
A' trra, aos mares, aos cos,
Tudo passa o tempo corre !...
Corre o tempotudo morre /.
Quer nos dias de tristeza,
Quer nos dias de alegria,
Quer reme a morte sombra,
Que se festeje um natal,
Quer em cada alternativa
Do tempo sempre mutavel,
Elle, placido, immutavel,
Seja ao bem ou seja ao mal,
E, como si, igual do Eterno
Todas as cousas soubesse
Sempre diz e nunca esquece
Seu estribilho fatal :
Tudo passao tempo corre
Corre o tempo ) tudo morre !
Nesta mansao, foi costume,
Desde muita antiguidade,
Dar franca hospitalidade
Seu brioso castellao ;
Grandes toros de pinheiro
Xas chamins crepitavam ;
Os forasteiros achavam
Mesa farta e proteceo ;
Mas, alli, como esqueleto,
O relogio tristemente,
Sempre as festas presente,
Diz com lgubre expressao :
Tudo passa o tempo corre !..
Corre o tempo tudo morre I...
Alli sem pena e cuidados
Brincaram louros infantes ;
Alli, talvez, dous amantes
A sorte ditosos quiz ;
Oh I sag adas, breves horas.
Que douravam nossa infancia !
Volve nos, tempo, a fragancia
Das grinaldas juvenis !
Mas, hoje, qual avarento,
Que reconta o seu thesonro
D'aquellas idades do ouro,
O velho relogio diz :
Tudo passa -o tempo corre 1
Corre o tempotudo morre !...
Desta cmara vazia,
De branco toda vestida ;
Cheia de amor e de vida
A noiva, um da, sahio;
L, n'um quarto, hoje deserto,
O morto, que em paz repousa,
Buscando o somno na lousa,
Co'a raortalha se cobrio;
E ao murmurio das rezas,
Que leve as nevas percorre,
Pelas escadas da torre
Sempre ao relogio se ouvio :
Tudo passa-o tempo corre !...
Corre o tempo tudo morra !.
Tanta gente que outr'ora
Transitou por estas salas,
J, do noivado as galas,
J da morte os funeraas ;
Se minha alma lhe pergunta
Cheia de amargos pezares :
E' cert. qne a estes lugares
NSo heis da volver jamis ?
Como sempre, do relogio
A voz cheia de amargura
A' meus ouvidos murmura,
Com pau.-ados, tristes ais :
Tudo passa-o tempo corra 1...
Corre o tempotudo morre !
Tudo passa sobre a trra,
Buscando as plagas sombras ;
Onde as penas e alegras
Para sempre hSo de findar,
Onde mesmo o tempo e a morta,
Que tudo o que existe abrasam,
Depois que na trra passam,
Vio seu poder entregar.
Assim no barco e na louza
Davaidosa humaaidade,
Um echo da eternidade.
Diz e rediz sem cessar :
Tudo passa o tempo corre !...
Corre o tempo tudo morre 1.
Z2 minha alma angustiada
Procura |um ser sem mudanca,
Um conforto da esperanza,
Um alent ao corac2o.
Urna idea que Alumine
Minha to curta existencia...
Eis que a voz da conscienca,
Consultada sem paixo.
Me diz : S Deus teu norte,
Deus, a summa formosura,
Que sempre dos aempres dura
Foro dalle tudo vio :
luds passao tempo corre.
Cierre o tempo tudo morre t
\


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