Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19523


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Full Text
A!I0 LXX
Tcraja-fcira 'i4 de fnllio tic 1894
'SllllEBO 16
)

t
i

SB&BB BB MAK0BL FIOTBIK0J& 332 FASIi & FILH0

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiautados. 8$00O
Por seis mezes adiaotados. i5$000
Por um anno adiantado .... 305000
SlO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes era Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
*
Por seis Jgezes adiantados.
Por um armft.adiantado
Numero avulso ilo mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
165(H>
33*000
100
OO
Telegrammas
serijo PAa:::uiAa do mo
Rio de Janeiro, 2} de Julho, s 6
horas c 30 minutos da tarde (recebido
na esta^ao as 8 horas e 55 minutos da
noite e entregue s 9 horas e 15 minu-
tos).
O Senado approvou definitivamente o
projecto de lei que concede ao Estado do
Maranhao os predios e terrenos que per-
tcnceram s orden* carmelitana e fran-
ciscana.
A Cmara dos Deputados encerrou
a discusso do projecto de adiamento do
Cohgresso, o qual ser votado amanh.
Amaioria da commissaode justiea des-
sa Cmara apresentar amanh parecer
contrario s emenda- foi tas pelo Sead 1
ao projecto prorogando o estado de si-
tio.
O deputado Arthur Rios apresentou
hoje um projecto de lei limitando a cir-
culacao actual da emissao do Banco da
Repblica.
O mesmo deputado pedio novas infor-
maces ao Sr. Ministro da Fazcnda so-
bre o emprego descriminado da emissao
do Banco.
De fenerife seguio para o Recife o
cruzador Beajamim Constant.
Consta que o major Lauro Sodr
ser promovido tcoente-coronel.
Segu para IVrnambuco o major
Octavia no do Britto Galvo
A taxa do cambio sobre Londres foi
de 'ic i.'i'i d. por i^wo.
hoj
MAKTKOFFICIAL
Jif^I. l'3'iSB> u|re*entndo pelo
l>r >*;!: a* <1 S"re*ido de. Fer-
nand de \j)ioii!ia ao I'* ata.
*ir. lis*, (liuvoi'iindnr do I'*.-
liailo em il> de Jauer de
1S*.
RE TADO PELO DR. TKA-
JANO [OSE DE CARVALHO NO ANNO DE
183.
Enferrairiado Presidio de Fernando de No-
ronha otii ti de D imbr 1 d lt>93.
Belatorio anrescntadj pelo medico aju-i
do esercito Dr. Trujano Jos d Carvalho
rceici da Enfcsrm ir .1 e d 1 estado sanitari > I 1
mesmo Presi lio.
Cidado dii cun primcnlo do que
preceilua o i :it> que rege este Pre-
sidio me torcos 1 -.r- breves considerares
acerca do < sta 1 > sanitari 1 IVste l'resi Ij e so-
bretuJo da Knfermaria, ora confiada aos meas
frac ira raijo l*s -mp-nho peco-
\o> qoi relevis as faltas que por ventara en-
contrar !'-.
Tendo assumido a direecSo d'esta Enferma-
ra em lius de Miio do fluente anno nao tenho
trepidado ^n pugnar pelos bous nteresses
beta 'i cessidades mais
palpitantes de melhorar osen oslado.
E'iV. confessarque nao tem ido possi
\el remover os vicios u os defeilos que se nos
antolbam; 'intil apontr-sj os melhoramen-
tos 1 iveis c urgenl is. R I
: des ii'.n si lo os clamores de
todos 0= '-'.- antecessores, seas encerr-
gados, os quaes em lodos os lempos se tem is-
forcado com o mais decidido slo c solicituie
no intuito d prooi iverem lulo o que a Bcien-
cia, a hy^iene e os principios humanitarios
acc lo bem estar, em bene-
ficie- 'i 1- les s alendados qae aili vio bus-
car allivio pira os seas s.>ffriinentos. Miadas
. tishga dizer .que. aprowitando-mc das Mas
disposii 3-s a parte de V. S. em quem teulio
encontrado um ptimo auxiliar, P-nho podido
dealguma sorte m-lhorar o estado sanitario
d'isia Enfermara, j promovendo os repa-
ro! de mais inadiavel oecessidade, fazendo pas-
saio Edidcio de quando em vez por constan-
te: caiaQes e pintaras, j fazendo desinfoc-
c0*i diarias e as mais rigorosas possiveis.
EDIFICIO
0 edificio da Enfermara foi construido so-
:-.-,- ruinas om quantu se ache em bom estado de conser-
ato e aceio, todava nao satisfaz aos precei-
>s de ama boa hvgien nao f por achar-se
.tuado na falda de urna colima e assim collo-
ido em um terreno inferior, declives para onde
i escd-im as agu; -. mo iarnb:m porque fica
aOiTCil los venios sudoeste e nordeste de
leferencia. cujas var:ac;s rpidas e altern-
is expOein-00 a trlsies c desfavoraveis con-
id6es atmospb incas.
Tiin duas Enfermaras: urna maior destinada
as sentenciados e outra menor que a primelra
ditinada as praca da iuarnijao. Com quan-
ttenliaiii sido ellas suficientes paraconler um
nnero de do tiles como o que tem s reco-
Ido diariamente a e las n'este ultimo semes-
t, todava para lastimar que maior d'ellas
eeja imnediatitnentc contiguo um q arto
mtendo as lalnnas conslituindo assim u:n foco
( infeccSo qne produzriam continuadameot
dialacOS mepbiticas, devidas a decomposijao
materia- estercoraes e nao fra a pratica
1 desinfecces diarias e as mais rigorosas;
d segunda se'acbe lambem iminediaiamente
nta a cosinha, o que se tornar necessana-
Ellte prejudicial.
A um dos la los da pritneira sala (Enferma-
l dos sentenciados) existem dous pequeos
artos que servem, um de xadrez e o oulro
aposento de Enfermeiros.
Parallela a segunda sala (Enfermara das
ac- da Guarnico) existe urna oulra que
rye de Secretaria. Vem inmediatamente, a
'3nha, Reguindo-te finalmente qualro pequ-
is quarios destinados: um ao deposito do ma-
rial da Enfermara, outro ao aposento dos
jrventes que ahia pernoitam, outro a arreca-
ag?o e um outro (o ultimo) ao necroterio.
ISao possue o Edificio accoramodagOes para
O casos que exigem especjalidade de trata-
naQto, como o de molestias contagiosa;, dos
olios o alienac&o mental, accrescendo air.da
i qtts.sao tratados em urna mesma sala os dO'jo
s de medicina e de cirurgia.
I>ao cs'sicmlarabem accommoJai,0es
tratamenlo das mullieres, com qaanto seja in-
conveniente tal medida pela immoralidale que
a'alii podera advir. pelo que sao ellas trata-
das em suas residencia'*,
Has possui tai pouco > Edificio mu sala
para amputafes e oatris opera(Aes de grande
cirurgia, de mod ) a vr-se idingado O cirur-
giao a facer todas as op'Tarjs no corpa da
propna enfermara visti dos .loantes, pra-
tica esla a mai- inconveniente que dar se pode,
pela uBprasao d primante se apodera dos geua organismos.
As autopsias por sin \u. Bao ekes no necro-
terio, o qual constitoi lo porum pequeo quar-
to, como ja ti'. de dizer, o qual pare-
ce anl s miii galinhrn sem ar, sem luz. e es-
pacos preciso?, h'ellzmpnte ate esta data tive
de pro :e ler apenas a nina deltas. f
E" s^nsivel a falla de um coinmodo 011 casa
de banho para os il icutes, o que impossibilila
mullas veles ao medico de laucar mao desle
poderoso agente hygienieo e tlierapeulico.
HYCIENE
A hygieoe dos bospilaes que tanto tem preoc-
cupado nos paiz-s c.ais adianlad.s os pra-
lic i mais eminentes e que tem mereC'do os
mais vehemente* cuidados das autoridades, a
'iv/ ene, sera a qnal a medicina nao cara, a ci-
rur^.u periga vetiemuntemeate em suas appli-
cacOes c a sociedade nao vive, e u scien :ia que
; o ica appl cacao tem nos nossoa h ispitaes.
Iloje que a huinanidade I indo a resolver un
eli'V i 1 qual o d
do apeuas a forma de febre intermitiente sim- sta Do lado dis anemias houve apenas um '
pies. Do lado d is anemias
caso de hjpoemia intertropical e tres de beri-
beri. Vierm intimamente do Continente dous
mariniK-iros nacionaes e um sentenciado como
beribericos, mas tendo feito um exame delido e
minucioso diagn^sliquei diversarn nie, sendo
um caso de rlieumatismo, um de irites-syplihi-
tica e um de neplirile parenchymalosa. As l-
ses orgnicas do coraco e da aorta tambera
tem foilo o sen npparecimenlo u com urna certa
freqaencia, em virtude dos trabalh >s pesados a
que s.to sutimettidos, sobrevindo lambem conco-
milantemente por este motivo as hernias. A sy-
philis, como em to lo o orbe, o que mais se
observa nos sentenciados baixados a Enfermara.
Deram-se algans fertmentos, sendo que nenhum
dellcs causou a inorte. f.aso algum importante e
que indicasse a mais simples operuco de alta
cirurgia apresentou-se. Concluindo, apezar de
ludo isto qu; acaho de enunciar, diminuto o
obituario, o que atiesta a salubridade regular da
lina.
ALDEIA
E' assim chamada urna grande casa composta
de dous gran les sales, denominados dormito-
rios, onde peraoita grande numero de senten-
ciados. Exist mi all igualmente xadrezes e pe-
nitenciaras. Nao tem wntiUg&o, lu?. o. asseio
precisos para salisf.izer a tod >s os 'equisilos de
lias, riec ss irio q:i 1 os
me s tennam inleira execoc&o nos iin-sos nos-
pilaes, nico ni-io de p r-se um para Je tro
jiropagacao das entidades nosologicas.
Ten Jo (da, a hygien com 1 p iato (I parti-
da o oiudo da me-o|ogii, e como BCiencias ac-
cessorias a physica, a rhitnica. a bromatologia
e outras, caminlia de raaos dadas com estas
sciencias para regular as relacAes do mundo
interno (o nosso organismo) com as do mundo
exterior o meio em que vivemos) de inaneira
3ue o jogo normal das funeyes phjsiologicas
o homerii nao se altere p.ira mais ou para
menos. Para conseguir tal /(iferuum ella in-
vestiga o selo, a agua, o ar, a alimentario, a ha-
bitaco, a roupa, o exercicio e o estado de re-
p.ii'o. ;, runo a eleologia das molestias c
sua prophylaxia, cuja con jnelo de ret as nos
habilitar a remover as causas de deslruicSo
que por toda parte nos cercara e a preveniri-
nos contra o' germens raorbiganicos que alle-
ram a oossa saude, resistinlo por estes meios
sanila ios e por longo lempo a acciio dos agen-
tes csmicos e ao gasto mtu al resultante do
funccionainento dos orgos.
Ora na enfermara a que me refiro nao se
r 1 es preceilos bjgieoicos pelos
s( guinies motivos:
i Pela coll casS > do edifici que estassen-
tado em um slo, o mais improprio para um
estalieleciuiJiilo de saude;
J.* Pela agua que os doentes ingerem que
carregada de grande qumlkdade de materias
impuras ;
3." 1 ei.i aliraentacSo que apezar de Ihea ser
foni 'Ma em quantidade suilicienie, todava
nao substancia e por isso incapas da repa-
rar os tra-t ib oaluraes do organismo ;
4 Pela roupa que sempre e invariavelmea-
te a mesma naj diversas es(a{6es e nao re-
novada convenientemente em virtude de sua
parcidade. Isto posto como poder-re remover
taes causas deslrui loras lentas da ec momia ?
Se nao lora o ar, o nico agente conservador
Ja vida, o anteo aiim alo puro, o .bulum vite
de que elles podem dispor, seria nao pequeo
o obituario, comquanto esli essemos habitando
ama llha,on '. a ventila&o consiante de gru
de inl asida le da e uoule e onde nennuma
-;. ineraco ha de individuos que possa fa-
I Ole determinar esla ou aquella molestia.
Accresce, como ja tiveraos occaaiao de dizer,
que existe apenas urna sala oude sao trata-
dos promiscuamente os doentes de medicina
edeiirurgia, comquanto durante a noule se
pslabel ca mais iju; sufflcienteraenta pira o
numero diario de doentes entrados no dito se-
mestre a cubagem dar e terliam os leito4 o es-
paco nacessano de um para oulio aconselhado
p la liygiene.
Por felicidade ainia nao tiveraos caso algurn
de molestias contagiosas e qae, seja dito de
passagem, de modo nenirim seriara recoldidos
os dientes atcalos da laes enfeiinidades.
ESTADO SANITARIO I"-) PRESIDIO
O mais lisongetro possivel tem sido o esta-
do sanitario do Presidio, comquanto mltiplas
sejam as causas que inlluam malficamente so-
bre a economa animal, nao concorrendo feliz-
mente nennuma dellas pira alterar o seu esta-
do natural de salutiridade. No que diz res-
peito aos sentenciados vou mu referir a urna
dellas, s prisOi aqu existentes que sao in-
fectas, acanhadas, d; construc^So relrogadn,
indo assim de encontr a lodos os principios
da hygienie e ao- principios de humamdade
Apezar deste estado sanitario satisfactorio como
6 deve de tolo o medico prevenir mais vezes
do que curar, ofliciei era lins ile Julho ao Sr.
Koveroa lor do Estado Dr. Alexandre Jos Bar-
boza Lima requisilai.do alguna tubos capilla-
res com lympiia vacciniea para, por meio de
sua inoculayao, evitar o app.irecimento da va-
rila, enfermidadeque lauto nosa.Hige. E elle
attendendo as justas ponderaces por 111 im fei-
tas no citado officio mandou iransinillir-me os
tubos pedidos. U: posse delles oAeiei a V. S.
peduido que fizesse obligatoria a vaccinagao,
deveudo declarar que fui inmediatamente ai-
tendido kendo sido marcadas as terjas-feiras
para ter lugar a vaccinaco dos sentenciados e
de suas familias, os sahhados a das'pragas da
guarnico 'do que dei conhecimento ao com-
mandaute da iiie-iua; e os demais dias a dos
cmpregados que se quiz;sseai ntilisar de tal
meio prophylatico.
MOLESTIAS REINANTES
De um modo geral posso airuiar que nao
existe aqui urna constiluic&o medica especial,
mesmo porque, como j disse no capitulo ante-
rior, a salubridade do Presidio a mais lison-
geira possivel. Durante esle segund) semestre
iienhuin caso de molestia epidmica ou mesmo
endmica tem apparecido, e as moleslias dos
orgaos e apparelhos nenliuma gravidade mesmo
tem acresentado, comquanto concorram para
sua predisposicSo e maiignilade as condiyfies
melereologtcas da Ilha, a agua muitissimas ve-
zes impotavel, o rgimen dietet co que imper-
feito, defficienle e iiivariavelinente o mesrao.
Por exemplo, o xarque que constilu: a alimen-
tac.o exemsiva do sentenciado e bem assim a
farinha nao sao da primeira qutlidade e d'ahi
as desor^lens do apparelho gastro-inlestinal.
Por felicidade deiles a esta^o invernosa se
prolongou de alguma sorte, o que Ihes propor-
cionou lambem urna alimenlaco vegetal com a
colheia de legumes e horlaligas, vendo-se deste
modo mellior e mais abundantemente nutridos.
A causa que mais poderla favorecer nos senten-
ciados a armarigo de cenas molestias, como as
do apparelho respiratorio, as meningites, a sup-
pressao da transpirarlo etc. a sua exposico aos
rigores dos raios solarjs, o que nao poucas ve-
zas 6 substituido por fortes aguaceiros. Assim
para o lado do apparelho respiratorio temap-(
parecido a asihma e as bronchites; raras vezes
a tuberculoso cxplode. Para o lado do tubo
gastro-inlestinal .5o as gastriles, os embarazos
gstricos, as gastro-enlerites, as manifestagOes
das desordena deste apparelho. Tem-se mani-l
feslado alguns; casos de impalulismo, reveslin-'
I o de prevenir as | U(n-, D0:1 hygiene, accrescendo mais que ah per-
s 1 receitos bjgie- manecem uus cutios d: madeira que 8 Tvem de
que
latrina, don le se inf.re o grande inconvenien-
te e o grande lefeito de urna habitacu d sta
ordem e donde resulta a pericltaco da sade
dos mssmos sentenciados, que pelo seu mao
coiiipoitameuto deslmado tal habitaco.
(Continua),
mmm mmn
SeasSo em 9 ie Jn'ho
Oreein do d'a
O Sr. Cmpm Salles) ( ddv. a*-'. > d
attea^ao ; p-oa*jj sUeoetj S'. .jresi1*n le
as circu-nB:ao:ias em qsi me caie a pdiva,
c 'nr'h-r.do a ne-.essi U 1 de resuoiir o mala
qae f.>: possivel &. ceasiden^Oes qae eitio a
(az-r
Preferira, S-. rfllecte, qae o Coogresso
e aerarse ua p'eenc' DosiUvj da ,ih: do Poler Execaiivo. r*r* 1fl<
gaiad 1 o oa dinein io-j ot imciitiva qae ajera
1 e cabe, boD'O apreciaco das clrrutigiancias
xrepcionses, em qua porventura s* posa
acnar aio'ia o pan, e as 4oaas determionram o
proj< to sob-e quesiao em denaie. fosae licito
t )o*!i* re olvrr de molo claro, preci io e pe
rempiorio.
Eiiamo<, pniilvtmnt<>, no Inicio <* ua re
im-n, quo coai-ci a ser posto em pr.i..-a no
noi-o pa'z, e. po_tdOlo, acbaaao-io< puilv
meat 00 p*rlodo em qre devm ser Uo(*d as tcelbor-a. as verddeiras praxes, qu* ate fo^a-
ro aeaem coafuiia^ias uari gala e dirtcc&i d s
1 tr* do- p-jdre8 pnt)li;o.
NVst.s r-iromsifneas, alante de urna medidk
o goveroc, pos qoe o oTerao -uiiiiifta p:
ta execoc^o a oelioeragio, que o Congresau val
toiiar eo-e e-U imperta te asan *pto, deaejana
qae o govs'no tn boavesse apresen a :o peraOle
o CoiRreaso, dix*ndo cla-t e po?Uiamn e qual
e' o sea pns*rsento w. ca da aite \- > dl-
z*Dii con'eiu;ntft:nenie quaes as necesaidade*
/'. t*: i.' ':".i-i*n p&ra a garanta da or
leo. da paz luilica defesadas iusi '.D'-s.
iji tT( ver rc.-toelecida esla praxe .*alu o overno duer, com aoa palarra nasl>nie ciar,
c-m somb'as de ea >terfuuios, s-*m os locoova-
nleotes dos soil-mas, qu1) a situ^co grate,
e qa- reclama, por consequencia, medidas ex
cepciooaes da part do C-iiuresso.
A amencia dasie d'jc rii.u'o, qae Jrvri* ter
eaiaoado do Podxr Ex uiivo, loqo'itiooavfl
iDfQie ce o 11 situacaj mais ou (Leos con -
trabgedora tara aqoelies que cono i.s team
de delioer*'.
VozesMo to bem.
O Sr. J mu SallesMas, vejo qua en parla
es a Ucona e* sen lo ou foi eupp luid*.
O Sr. Q. BocayuvaA^oiado.
O Si. Canpos Sanes Uu dos ramos do C}Q -
gresso Nacinoal, assatsiaio a responsabilidade
jae in cabe multo d.r-ctmea:e em u na deh
oeratto i i ,'na como ea*a, dsclarou que o
averoo n-cesaua de m-dulas excepciouaes para
poder garantir a paz publica e a orden.
U Sr. Q. B: cayavaP>^o hceoca para info:-
na- qae essag oecia'acOes foram fjrmalmeota
'- US a c-y.ix n.s em oome do cbele do Poder executivo.
Sr. Campos Sallesla ebegar a esta poato,
ootqoe vi ni parecer da conunissao urna refe-
rencia a tal (acto ; e era exaelameste o qae jal-
gafa tDdispeoea'el.
O S'. Campus SallesEntretanto, n> vimos
uui dos ramos do Coagreaso Nictooal asseve-
raado por saa celiberaso, cooserfaiaiemeote to-
mada em mayora, a naceastdale deala provi-
dencia, e por outro lado os temos decUracao
ao uverao, Dt>lo orgio de aoa de seca aecrea-
04 peraoia a coaaoilasio do Sanado, o que de-
ve ticar oe.o assig tlalo, ueste caso, para qoe
jae fra da duvida qoe a responaab.lidade da
medida cabe a qusiu da direito (apoiadjs), ao
Poder Kxecutivo.
U Sr. Leopoldo de BalbSog2 foi em viriuda
dei as deelaragoes que a commissi reaolvsa
conceder o esls 10 de ama t para oa tres Si-
tados.
Portanto, censo que a "speito desae asmm
p'.o o Coogresso lem reaalvado a aoa reapoora-
mil iaie e a saa ailitade. Nao mais o Coo-
gresso, SDtecip.mo o peosameolo e corven ura
oa deaejos do Poaer Biecativo ; ao contarlo, 6
o Corg.-eaao qoe se reooe para deiioerar este
puni : se deve oa oso conceder as medidas so-
licitadas i av j Poder Execativo.
O Sr. L-opoldo de BalboesFoi a commissio
qoe aoliciteo a preseoQa ao Sr. mimst o ; do
contrario, o Coogresso nao tena inforauc.6es.
O Sr. Campoa PaliesSeobores, en ditia ba
pouco que o governo devja contribuir por ana
parta para qae as boaa praxea, aqcellas qoe
deem guiar 00 faloro, los* m eslabeleciiias
desde logo oe*ta periodo, qoe o periodo do
inic o de om novo redimen. Acbo lambem, por
ou o lado, qoe dever de todos na, qae temos
respoocabilidades na o-gamsacSo da Repblica,
e-lab-dtcar as boaa normas, aebeas praxes naa
ao do meajeuto aciui
Son Sr p Bidente, daqoelles que en'eadem
qa- todo h'juem noblico leii oa\ c; io d (o-i-
er e conarvar, ato 10 costo, a prob dade das
ua*s op'oO-s. (Wai'O b-'.m.)
E' sOw-ote issim procedn1o qu* aqaell-i q ie
'alia no rxnrclcio do Dailda o po ie l- (U'Uil'. r
ao* teas >;O0 i lado.4 o i>-f j i i da i n>\-
iiao. que vj. o producto n u na cooff cgao sia-
erame -ie formada. E qoa idj o* nodkeaa po-
ohcoa ebega fi a essa sil'iicao 'ame .lave de
fte.- boje o "padio daa Idis sis eutda e li-
madas bOoiem, ere:,) qu* i,ti Caiul iln i m j i
este esUiti de de'idj-o, ero qu* uiagu-m
nis. Q 1 leio da sociedade, pode acwduar, poae
ver o que reata de eaiavel, de svtfnro e de ga
rantlJcr -
Sr. oresldente, se adrlboo assim este dver ao
nom-m patuco, jueiln qoe 110 sea pan e co -
stitue orgo de aa utO'i larte .-a de un pod .
emendo tadJbem qae igauld-ver, lait.z com
mais forca de rulo, asaiste aos poderes pobl
eos. Peno qua as deliberacOss torasdac por
d', ia'o as resolocO-A voladas era um con-
Kresso davjftj ter o -.-u.ti > da es aouidade, de-
vem ter o cu&tio penososote da p-oorU lei oe-
9-rrj ler a aoioridade de um acto legislativa.
(.pul idos.)
Seobore?, nSo hs poder nenhoo qoe prsi
i89inar-sa esla obrigaco comranida piraul^ o
uoblico, uto perante a pr >p-ia mcVi. .vi-
saoemog a qoe gravs suspetis esta sojei'.o o
entero do nag's'.rsdo, qoe cedadla priife'e
Oiia F^ntenca em sentido aiametraloieote op .os
10 quelie da tespers.
S-oho-ea, acre lito possivel a eolaco dos es
pintos ; possivel, portaato, a moi::i;acaj das
conviccOea.
Mas, qaaodo a coovicca1) es'ablec(da aobre
pnucipios fon lamenties, qani'o ama rni"j-.
p'oferirj sobre o faci qae rerewteas m^ans
circnustaoclas de boje como as de bontem, po-
coia-qa^nna o fa-to ai apresiotasempre la
mesma fo eia, com a mesma oatoreza, na mei
maa condic5s tubo-dioando-^e ao meamo pno
opio de direito, eese prmcioio Imrautavel,
se o are o aiesmo, quer seja no dls, qaer seja oa
vesoera.
Sr. preaideol, a his'oria pa-lamaata deste
pan coifui advertencias que o coogresso re-
pobltcn.) nSo dee pe-der d* ?isi.
N>s aabeeos qus ] existi aoa parlamento
oeste o.'z, ^d, ae ler votado por aaa ms o la,
por aoa qaan onaaimidade, qae erara ni jpen
sen 09 proceasos canstitaclooaea para ana
determnala retoma, na da aaeetate votoa.
pela mena maio'ia. qas ernra desn.*ceaaanos
oa procea peda ser f Aiaellenaa oeste momelo teosa bonra de di-
rigir a paUvra ao Seaaio prevalece* ae naa t >
deste facto qaaodo fala propaganda eootra as
loxtUaicOra monarcnicas. Su apon ata o des-
crdito, o abatlmenio das InsiitoicO-'s raona-cbl
cas oeste facto, qoe revelava a mxima incoa
ci Ule rroral.
Pots bem, ai o julz qoe reaolve ca sentido con-
trario, ai os tribanaes que la:.5 m aenteocas em
aeolido opposio sobre o mps.no faci, cempe
suno dina lo ao mesmo ormcipio de direito, il
sses ja'si o st cases (ribonaes levantara |raves
-n.;i-iii coulra a *rj i cj.m'i i- rjioral oa p*o-
rlsaiooal, pe-gomo qual a aerienca popular qae
deve recablr aobie o Podar Ls^islativo, que :
tambera um poder como o Poder Jodictano, qae
da sQteiiQas oppostaa cas mesaaaa clreaoslao
ciaaT (lioilo bem).
A probidade das o^inlfies, a pro -|1>de ros
lalgamentos ama comicio io4lspeosa?el pra
estabelecer a-traaqeillidade do espirito daqaedes
qae teem recessidade de patsar por es-a deci-
sao e qoe t^em de apresemar ae peran.e um tal
ir baoal. Ora, nos examoa aqai j- rando cem
os deslaos de nossa sociedade, estaos jogan 1o
com is deslios da cacto, n e preetso qas nao
ae oo sa dizer em ama propaganda contra a II'
panuca aquiilo que ea e mcs compaabeiro'
u-semos contra as lnsutoicO < moaarcbcaa. E'
preciso antes qae tulo zelarmos os eradnos, o
p*estigio e 08 direiloa do corpo legislativo da
RepoDlica.
Sr. presidr-nt vejo qae exa qoestao aioda
nSo foi c vritdia ueste debate e oaso agora le-
vant:l-a, nao obstanie a miaba Incompetencia.
Nao apilado*).
reacOaa do Coagreaao com os outrs poderes
pblicos.
Se o Podar execotivo affirma a existencia de
clreumitanciaa e extraordinarias que obrigam a
leceaclu de medidaa excapclonaea, peaao qae,
didaa estas medidas, oada o Coogresso eacoa-
tra-ae com os deaejos do Podar t-xecaUvo elle
nao fas aeno lanzar sobro aqnelle poder a rea
poosabillaade da snuaco em qoa M val eolio-
car. (Apoladoa ; moito Dm.)
8r. preaideow, nao vlm tribuna praarla-
mente para encarar a qaestao debnixo datte
ponto da vista. O Senado lem oavioo as refe-
rencias que bio sido teltae aa idaa por mlm
produztdaa beata trlboaa e qae coaatsm agora
dos uanaes da noasa sesas de 1891.
0 mea silencio aas acta es cir^amslinciai po-
da parecer, palo meaos, nealtac,ao qaanto ao
Levasto esta questfio : ple o Coagr.'gso vot-r
esta le com as restriego 's estabeleddas d. puis
das declso>8 que lem dado sobre o mesmo faci,
sobre o mesmo pooto 7
O Sr. Leopoldo de Balttes P6de parfeita-
meite.
O Sr. Campea SallesPor outra, pode o Coo-
gresso pslabeiecar qae as immanidades parla
mentares uo esto comprebendldas ua diaposi-
C&o genrica do art. 80 i Coosittn'Co, qnanlo
o Coogresso j respondea affirmailvameaie a esta
mesera ibese (Apondos).
O S*. Lfopolcj de BiiibOesMas em qua data ?
0 Sr. Campos Sal'e*Perdo ms ; voa mos-
trar a V. Exc. qae ota o p te fazer, pelo menos
segando a< miabas cooviccOsa. Cruzam se al-
gans apartes'.
O Sr. PresidenteAtteocao Quem tem a pa-
lavra o Sr. Campos SMles.
O Sr. Campoa SallesBstabelecamos os prin-
cipios Q;aiao o Poder Execotivo se aprsenla pe
i ante o Coogresso, dando parle dos actos qoe pra
licou em virtude doestado de sitio declarado por
om decrem seo, o Conareaso, qoer dizer, o Poder
Legislativo loma funeges diversas das suas fonc-
(;0es ordinarias, assame ama orerogat va que au
se aaaemelba aquellas da essencla d*s anas pro
prlaa fun 'gojs, isto nessas clrcumstaocias o
corpo legislativo, o Coogresso da Bepobllca,
transformare em Podar Execotivo, por oatra, o
Coogresso rica sendo, nao o poder qoe (as a lei,
mas o poder qae a applisa, poique o facto ae
aprestla com eate carcter; o Coagreaao pa8sa
a jalgar os actos do Poder Execotivo e a saa de-
hDeracio urna aeutenca.
O Sr. Leopoldo de BuibOeaE' ama das suas
fuaccoes.
O Sr. Campoa SallesPor coosequeocla, firma-
mos bem este principio, elle exaro fancc.6-s
executivaa.
0 Sr. OiticicaJodlclarlaa; apoiado.
O Sr, Campoa Sallas -Bem ; mas, segando as
boas regraa do direito, a lnlerpretacio de orna
tel ple ser falla por um doa dooa processos : oa
ella e doutrinal, oo ella e anlbeotlca; aiuterpre-
iaca i doutrinal ae ebaoaa em direito aquella que
e teita pelo p:de- eacarregada de faser a aa^i -
cacta da lei. Por conaeqaeacia, qaando o Coo-
gresso ae reuni, qaaodo o Coogreaso deliberoo
e approvou oa actos do governo por om decreto
legislativo, elle tratoa de faier a applicac,ao da
le; qoer disar qoe ella ara o poder compleme
nease momento para faiar a interpretado.
Ora, qaai foi tasa loierpretacao T O Congrea-
83 ss acbava em preaenca doa fa ttoa taes como
llea ae apreaeotam neate momento : tralava-as
de saber enlo al aa Immuaidadee parlamaotares
estavam oa nao comprabeoatilas no praceilo ga-
ra, do art. 80i a o Coogresso, applicaodo a lei,
lato dande a inlelligeacia deata precaiio, rea-
pondeu af^aiativamenta oa approvacao doa actoa
do Poder Kxecatlvo.
O Sr. Q. BocayavaApoiado, 6 em principio
adquirido.
O Sr. Campos SallesPor ceoeeqceocla, fot
appltcado aa doa modos d raterpretaclo : a
doutrinal.
Agora perganto : qae- qae val faatr nesla
momento o Coograsao. com o provecto a
isa qu'S di'CB-7 Vai ladear ama nova iuterpretocti) don
, tnnil ?
OS. Virgilio DamaaiDV. Ex*, da l'cenca
para um parte ?
O S-. Campos SallesPois nao ; para quii. 8
quitar.
O Sr- Virgilio D.ansioPorganti a V Bx~. :
quem hoj tal oaao da u a laierp-riagj d-iieatl
ca, "i jii o Coog'csao ?
O StVtJa.Di-os SalvaCneo h ; vjo respoi
ir na o-d. aumente a V. Bxj. Pri-oer meu e,
liquidarnos esta poni.
OS-. AirainoAflin &iot*fpretaflo aotb*n
tica ole s-r dala por urna la I : ejaa es
IO<-rpratari, cojos est can li r iee o.
0 Sr Campo.. SabesBem ; mas uao pr C pl
le nos o dbale.
BstioaiM estabelsceo'o prinL-ipio^, < I
etibfl-'ceodoelemenlos para tiarmos an de
co s mais vcrdadeira, mais lgicas, de atcordo
c ro o uosao peosameuto.
D zia eo : a Interprelaco aatoenti:* esti fal-
ta, oorqn-, qaaado o Coog eiso se .presen ea
na qiandide de apphcadar da le, etle'essi n
Dsnsod.
Portsoln, oer^enlava ea, do qae e que se tra'.a
nests momelo t
s ama imerpretac&o doolrioal ?
Mas eoio de doas ona : ou o ';ong-e=o R--
mt-se no sea oroprio aresto, oo precedente eta-
beleeido, enoiaia mais nada a resolver sica) t
connrmacJ dos seos cios precedentes ; ou en
tao o Cin^resso trata de corriglr a saa reso'ucao
entirlor.
Mu ,*a!aeaminha qoesio) eca nu^oosica
se codoca o Cong-esso. em qae paelca ss om >
ea esle poder da Repablica, l*io o Poler Le-
g'.siativo, qianto i apn ciacXo do sea criterio,
parate a mesma R-oaaia?
-n Sr. S-madjr-Qdindj errou ? Q un lo acer-
ico ? *
O Sr. Campos SallesO novo, a opinli pa0!|-
ca, a oacao, a Repblica tem o dl'eito de sn-r
dos S"us leg'ladores q'.ando o eo c- t*rio
ans segaro, qaando diaSim o quando diz Nj.
(Apotados ; multo bem)
S-. Rimiro Barcellos-E os platicados
ierji o direito de reclamar por perJas e damoos,
al nos erramns naiaella oc.asi>.
Sr. C.mpos SallesS-^nnares, esubelece
mos aresios. arestos qie dlzeTi resp'ito 4k p-o
p-iaa garantas do cidad&o, qae todo mando ira
ta de telar.
N*te caso o oolco meio le ae eslsbelec r-ra
gracias segara* esta : oa baver ver das
tortuosas, nem sombras, no espirito dos legisla
rtres. (a,ooiados.)
E' preci o qae o a'eslo fe li; p-ecis i qn*
esa*'stabiiiiiaie, esin caraaar ni pe-man-nc n
no criterio de un poder repobleco saja a na
garaotia i propria Rpunlici. po-qoe ama
garanta a tolos os cidados. (.tpuladot ^mal-
lo nem)
O Sr. Q. BocayavaE' um elemento de con-
lianc* pua o cidadfto.
O S-. OilicicaE' simplesmente a Immobill
ade- X
Sr. Campos Salles.Nao, senbores ; nao e
immobuidade. Nmo^m tem o diietto de no-
btl'ar b*" pelo renudio de suas opO:es ; nSo.
O Sr. Oiucica di om apae.
0S-. Camooj SallesEsto me ref-r:n1o A
o:ini5o do Coogresso. Si i-i aeceiiaria seme
inaoie deliberaso, ama oepois que oo'isc
demooa'rado que os facios, cuja apreciacio f>
temos oeste mom-nto. ae apreieoiam revestido?
de clrcumsiancias Iotairamcnie diversas das dos
artos qae foram antes jolgarjoa.
O 8'. Leopoldo de Bultsa di um apat.
O Sr. Campos SallesPerdi ; o di-ello c
mismo, a Coaslituicao a mesma, nSo foi moi'-
Bcida.
O'Sr. OitlctcaHas olo foi devidaraeole ealo-
dada.
O Sr. Campos Salles-Como qae ae qnar e-
loJar o direito, ai oo reforoamo* nennuma daa
nossas lela, si a legislarlo da R'puolica, qur
ordinaria qaer erganica. semp-e a mema,
como foi no anno de 1893? Como qoe o Coo-
gresso se aprsenla no atoo de t89i. dando am
jaig-mento di trro?
S'Dbores, olho com ceno deagos'o para ass
tendeocia que observo no modo de reouaclar ou
ae modtrcir op niO-'S e deliberares.
O Sr. Leopoldo de Balo'8E garantas.
O Sr.CCampoa SallesOlho com grande dee-
costo, po-qa' ja teobo oovido, ai da inbooa do
C.iagresao, apreciafSes como esta: N> erra-
mos hontem, vamae comgir o ocsjo erro
O Sr. Leopoldo de BalbeaSomos iafalll-
veia ?
O $r. Campos SallesParde-me; isto in-
jertar o criterio do Coogresso as modiBcacs, i
tinedade das maionas qoe se formem nj seio
do Poder Legislativo. (ApplU8oa. O Sr. pre-
sdanle reclama altencao). Nos volamoa daaa
vezee coosecotivas. eatabeiecemos aquella ares-
to ; boje votaremos em sentido contrario? Mas,
pe ira raaloria ?sta casa como tert ella de delloe-
rar? Esla i stabilidade por veolura sertlra
pura garantir e prestigiar no espirito publico, o
opmSo nacional, as lnstitutcs repablicaaaa ?
(Apoiados).
0 S-. Q. BocayavaB' o piru do parlamsPt-
rismo qne ainaa esta lonorolado oo organismo
social.
O Sr. Campoa SalleaSeria lato o sim ou nao
das Jamaras antigs, que dos chamamoa cama-
ras de pediles. Esta 6 a verdade. Nao vamos
levar as nossas losiltolcOes sin la novas, ao co-
re se > da saa mareba pira o fum-o e para o pro-
gresso do paia, nao vamos leval-as cbeiaa das
mesmas maculas e d i descrdito oa opinio pu
blica. (Trocam se diHerentes apartes).
O Sr. PresidentePeco aos Sre. seoadores qoe
concedam liberdade da trlbuoa ao Sr. Campoa
Salles, qae qoem est con a palavra. (Pansa).
O Sr. Campos Sallesaproveito este peqoeDO
inlervallo para tomar em conalderacao o aparte
qae me velo do honrado senador pela Babia.
Urna eu qae a Interpretacio doutrioal eslava
fena, 1 o a interpretacio do joiz, daquelie
que apc-ltca a le; e ea ia ebegar a esta coticlo-
sj. Por coosequeocla, o qae resta fuier agora
simplesmente a ou'ra Interpreiagao, isto a
mi."rpretacan authentica.;
Mas oeste caso a Constitaicao indica o cami
oha a seguir; a Constitclclo eosioa oa proces-
sos a adoptar. Si o Coogreaso en ten de que a
interpret ga j doutrinal nao 6 boa, si ella nao
a segora. si ella n5o estabelece o verdadelro cri-
terio jurdico, emao o Coogresso traa de esta;
belecer a verdadera Inielligencia do preceiio
cao'tiiaconal. (Maitoa apolador). Mas nease
casa deve taz el-o por am acto aotbeatlco; e ease
acto aotbeBiico aigoitica, na no>sa lioguagem
constitucional, urna reforma da Conslitaic-io.
f.-lpoiadoa). Nesse caao, ai o preceito do art. 80,
combinado com o do art. SO, tendo estabelecido
essaa dniilas nos espiraos; al a opiaiao oao esta
saUsfeita com o aresu do Congresso; al o pro-
prio Coogreaso esta convencido que a applicacao
da le n&o exprime o verdadelro espirito, a ver-
dadeira lnielllgencia do preceito coostitacioaal;
ntio nio venba repudiar oploiei, oio sacrlfi
qne o prestigio do sea criterio delioerativo ; re
corra a proprla Coaailluicio, a (ira meamo do
ventre dalla o malo qoe abi ss offerece para cba
gar a eaae resallado sem desar, aem macla para
o sea decoro, (apotados).
A lntarpretacio authentica a poda ser felta
pelo poder qae fes a lei.
Qaom fas a le foi a Constituido ; por coo-
aequeo^ii, coQStllnimo-nos em poder coostl-
tuiale...
O Sr. Leopoldo de Buln di oro aparte.
O Sr. Lampos S U-sPer -me; osei deata
exp essio sjpoondo que t do o muid erendia
o seolidu em q ie eo eslava faliaado, porque o
djoaiunio raoe qie eu nio que-or.a que a
Convejcasse ama cou^tllulnle.
'J tero que nos onsinuamos em poder coostf-
loiiie. lato Icgialajdo costiia^ionalmente, ae
a o-do con os pin idio*. da Coas ituicao ; por-
q'" sel perfeitaments que o poder legi-iaiita
a.: ual ten poder coosiuuinie per-a anate ; mas
elle oao pode faz-tr uso d-ssi prerogtuva siuo
irtagaado os p-ece los consiitc loases.
i'oriaiiio permuta me o naore senador qne en
dig< : si queremoal dar a verdaleira i uciiigen-
cu i le, ai q.ii-rr-mo* dar umi iotep'fc'cSo aa-
til nuca -a '.issjoco-d com a mirrp-eiagao dou-
irlual, cornil usmo nos e u poaer coostituinte a
fa;-(U]0J a lo1-
Ei quizera vtr o lcenlo e o empenho de V.
Exc. denons'.ranJo o coitrario daquiilo qoa
acabo de dze*.
A inte pretaco oo pole ser dada plo poder
competen e ainio por ama le, por urna ddibe-
raco do coigresso nacional, oeiibsracio que
s dnpie se revetle do crracier ae na.a le.
Pota ivm ; asilm como a app-ovva dos actos
d.- pcd--r eiecutito. com refe-amci* *o estado de
eiiio, e f--iia p.-r om projeoto de le', ioterpre-
tacio ha de ser dada la uoem po- us aclo legiB-
latito com to ia a clareza.
O S-. LsopuHo de Ba bVlfa. i na t ba
e: niTp'-'iativa do artigo da C)oail.uif,aj I...
O Sr. Campos Sallesl)rlxe-*ir o uobre sena-
lor eipl car o pensamen o.
Hi nooa podirea aicos a cjcipeirnte paralio-
lerprttar orna 1*1: i, o poder cce ipphca, 2-,
o poder q e a faz. O peder qjy applica, di-
go, faz a i iierpet-go dou'rioal e o po ler que a
faz, fai i're*D--U;3 j aotOentlca. Mas, a a in-
i--preiagSo do pode- exe otltu e ai rme faz
a IQlerp'rtagio dout-tn-l, oio reala ago a siuio
fzr a loterpre-acii aaibentica, sio e, o pensa-
m-nto do coagres-o nacional.
Nao podemos recoar daiailio qae tornos da-
lo; e si n<-cessa-io alterar a Ouatitaifio. oio
qu'tramos estabrl-cer am dire.to oovo, fi'mar
hma i nelilg*OJla uive.'sa daqaslia que foi ja ttr-
maiia.
Pelo no.'so decoro, pelo nosso prestigio em-
pregumoa os meamos procesaos qte leaaoa em-
O'egado a' bO|0. E^te n.ee cnaimento.
Sr. p-esi lente, rettaoe'e^idoa este p-iQ2i(ii8,
ea poderla deixar a trinaoa, porqa^ on ro oio
o ponto sobre que tem trsalo o debate.
EoTetento, jolgo me oo dever le 'iiter maig
algumas paiavras, nesmo pa-a rebsl-' opiniOi
q tem si lo niB'icialas re eatme"ta.
Saattotei, coosag ei ao prtjeco aaostitutivo,
que spreae'ilei ao seosdo, o prmcip o d que as
iiomuilladea parlameaiar< es I) comormsodl-
das uo precavi do ari. 80 da Coaedta'gio, ien-
da-ee em viata sempre alo a o i*e asta es:ri-
pto, ist) e- o-espi-i'o da Coaatiir.ca/j.C/roj tam-
neiiVa jo'isprad"OCla e-iabalecita e p'ol-mala
por toaos os pevo ae- a< regalas) p*lo sys:ema
rer>resje'ativo em geral. (Apoiado).
Um Sr. SanadorNi), a nio. '
O Sr. Campos SalteaQtt a-ja oca monar-
chias qier as repoblicaa eata i ]c *t u len-
ca es:abelecids no regimao rapraxenta'.ito em
geral; io os actos coi parlaai encoiiirar em to-ios es povos.
O Sr. RjcayataVpolado.
OS-. Campos SlriNao qaero rtrroluzir
aqu Mi qoe ji consta dos Annaet e qea tj, sido
r :j aal&jmtamenle oasta zaz. A.'eoas
precsodtter em aubsiancia que esla a ja-is-
pradeacla eatsbtlaclda oa Inglaterra, na M pu-
bh a Argentina e na Repblica Amtricaaa, em
oda parte eanfln.
^S et nnen Ja ama excepcio.
0 Sr. Qiiotlno Boc.yefaApoado; a do Ca
le.
O Sr. Campos Saltea ... a qao es:abelec
da na coaatitaivio chilena.
Cidral a pratica da R-paolica Ardenta, c dis-
oof-cio que dtil iranspla-itimoi para a nossa
Conatitu'cio; o p'eceiU o assmo. o principio
o meamo e e d. utn-.. a racima c por coese-
ceinle dteos dail dacorrar oa aesmoa co.-j.la-
rioa.
Citarei em asgeado logar a Repblica dos Es-
tados-Undaa da America doNortr, m acbar
perfelcio n- fu a medidas ratati'as ao assooip-
to, porque devo diaar com f-auguata ao senado
qae tifia cbo matto boa (unta para se estabelecer
om bom direito para oa gotarnoa as aiieaQes
exirto dinarua e ex:epcioaaea da aeaa respecti-
vos paizs.
O Sr. Co;lbo RolrignasApoiado.
O Sr. Campoa Sallea -I' facto que a Cons'i-
tu efij probine aboso1, maa oa abos>a nao teem
da doatrina? oascem ds perlarbaea dos boas
e ra; principios
Mas, auero eetabeltcer a ve'dadaira ragra e
terdadfi'o p-iocipio conaignado naa respectivas
legislc.;8 e tej na Conauaicio Arntricina
etabelecila peifettamanle a excepcao para os
rasos de pertoroacio da ordam e para os aten-
tados contra oa poderes pubicia. (Trocsm se
varios apartes)
Com reacio as immunidalta parlacectires,
oio posso f. it-r mala qae rteomnen 1er atao-
cio dos meas collegas os pre:aiea:ei aaUDele-
cidoe Da Inglaterra.
Tolo o muado aaba qoa naque la pait impara
aoberaoo qaaai o pa-!.manto.
Pola bem ; aa lagiaterra paleta ae bascar ele-
mentos i's-a ordem, oio nos momamoa da gran-
des partarDcf>-a. mas ao salo daqaella traoqai-
lidade eterna de que gota ajuelie pas (Apola-
doa.)
Encootram-an os arestos prooaociados pelas
daaa mira* do parlamento, taato a doa lords,
como a aos commaas, ao sentid} qae tenho In-
dicado
O Sr. Leopoldo de Balh&U d* um aparle.
O Sr. Campoa SallasE' o fado e consta das
deliberares do parlamento.
O Sr. Leopolio deBulneaNiogaem contes-
ta i-so ; a imptviliiade oio foi por nlaguem de-
fendida. Ha oatros apartes.)
OS-. CamposSillesSanhore, deixaodo d
parte e. te pooto, qae esti eagotado, e neceasario
lucidar o assamptoem prastnja da propria dis
pos i ca o do i-rtigo SO.
E' preciso qae o senado preste at eacio ao se
goinle:
O artigo refere se a priass que dio logar
procesao e jolgameoto; por coosequeocla, ta
dlaposicao rafs.-e-se a tactos loteirameote diver
aos daqoelles qas dio logar a suspeoai) de ga-
rantas, em vlnode da propria Coaatiiuicao.
O S-. Virgilio Damaalo A Conetiluicio atto
dlatiogae eotre minea coomens e crimgis pol-
ticos
O S-. Cam.ios SalleaSe V. Exc. aioda ni*
meoavio, como recuas miaba opinlo?
Voa-loe mostrar qae assim esta .na Coastni-
Cia.
Quinto ao artigo SO da ConitHaiao, refere-i
eiU a proceaaoa e juigamentoa.
Esta a diapoaleio do artigo.
Proceaaoa e jetgt mentoa, qoer diser, o artigo
SO retare aa a actos crimiaoeoa, maa de ama
respooaabilidade de ordem paramente privada
ao pasto qae o ail'go 80 refere-ae a fados qa
ditem retpeito i ordem pntlica.
Por cooaeqneacia, se no estado de sitio nio
emprega nem processo nem j oiga ment, po -
qae nio se empregam sendo musidas preven
vas...
O Sr. Gd GjnlartMas empregasea priste
O Sr. Camioi S3l!ea V. Exc sabe qaa_













-r
r

IPaM


MMn
llMario de Pernamhuco Tei^a-feira fera 4 de Julho de 14




natavra i- tangi, na teooooljgia jaripea igai- nei'B mameom os poderes punimos da Repu-
tic B" iio preventiva. | tilica.
Porianu, i es. ce i-{o 'o*1'*?' W :omp-'"iea-1 di- oo- isso uiesrao ja- est-.b-.leci estes prio-
de{,,:li .turet', COOt!" 1!'1CI 1 : Oip -o e provocad > p- o 00 BOVrt -O"
oii def- 3*1" i-3liit: qojiido se (raa do ex djr. ovo de .tarar qo-. po- e se in-smo ra<- ivo
co I a 'a n-mosic.) -'r! "O a-t Para c -rojrjr ej a o;.miao apr-iealo amia
a cap essao m ro.Tia Coaaiiioi. i
A ..ni'i'u ci di aera declralo o esta lo
de si i serfio emp'^a'as a- medid s iie-re
press-io qando a Reporjl ea e-tiver eo> a iu-
Mine i -- um ({' p"go, qoer rale p-ruj
provci'i'i e kUt|M< i-xt roas, n*-f s<-j o re*
BOl'a lo le K ave r.o n no-.a i lol -snaa.
|[ .8 V. Kxc. qae ha uou o fasta, a n tal "n-
pontct-- disco*, g'anie ciDedal rte-s** p-U-
vras mtiiioeo e perlgo deve eomp-ebe me-
que asa eituajte de pi-r Difini que o nais te aetia em e'talj de completa
coi-flutracao.
Nao qi-e- niZ'-r qoe seja p eeuo si-go oate
rial ar ra-far ; o"rlur..aQa o da orleui publica
Qar dit-r o penga qu-< .aaeac-, a que o p
der. r,ne obri^alo a vea: pela orJem p DUC*
peU aegoranea podevd-.i inde esie, auie* ee qaaiqaer toteo.
Ora, o unt.'O jejtt conrente para / r astea
jjmrulueacia -.i" p-rigo oa.o miro lala o pi
"de- ex1 u 0.
E' rli? o a il e nos *et>eco- qu* 03 aconte-
c m en l 1S -3' '"'' pf-*: JT0eri3-i p!iy '.M
takreaentatn o *;.!- to ver.ianeiro canfora* u
pomo ie vi- i qn* se eol'ooa o oO'ervjdor.
On.qreuo "-"I T ul-rvilor de A>.i;n-I-
le que eo.:aire-i oattetoOfift) o- put l Ca ?
E' el ja'i OtKo 'J' i*o 1de oa i ie a
necei'ii- io i;'iai- pi-jeew, no* 3*0 que
a le o 'lmp-n>o ie-<3ji pnicessoj .);tB;ei e
or que I. t -ai a po lef soberao de lsr a .le-
Claraiai '-0 e-Udo oe 3ilio
O-'a. : >< 3; )-o n, ielo eio -e-van naar,
qae o c uie d" ciHpnaca), o en>M d-fO-l-
liai, le 'i aa aatarea*ap-MNl: qoe en jo
triscos"' s 'tifuamj .na suaUoat. a a i;J
o-lUbaa, a a-ttf* pennaMOla, a a gi a i iik-t-
rop a ; p >" i".**j'H'i'" ^qclle que re actia
envolv 10 Q-s-a titac4i que ao .p-e-no .i -u
p:it, ajsP'Oe-et" (a naci >m> am mwwob-
miae't", "'" A "''alo (j'C'.
ate'l'.x ll.--,:iie .;e'i .j. (\D0iad08.)
O $r. Qiiiitioo Bj^.yuvd K--a :oi a i. o r ia
aje Baieuiel.
OS inciea pira ce e'O.
O s O mi 8 SjII-s -Per ln .; prec 3 > p >r
qa aern j a xMiiiaiea-i na o p-rji iw.
O s O ie i T *a e i Su ow-awa -oa-
n)," (H oiiir..s aliarle-.)
O r. .lUii^ii^-'!" BlJt dnrlari
tad > ie -ii) sjuecte para pecrier ,. pita i j e
OS OitieieaHia'm; e-.ou u t j n >-
C" me > u i.'!).)'. IJ1'1)'1'' lUlivitu^.
qoe e O ;a .o--y--'C-'i ', p6 ta 88' P" p
cjd.i e f..... fli^a-ite lenoto.
OS-. ioibi aliesB>a am; oa aobreaae-
oadon-3 que-en >ttinerler a' a-ifjBaa u" -i-as
par^i uiiie eu cfc*g*r as eaa -.;jn -.iis^-i
T^obo i cjov.cgao >*eur eaiaoeletf-rn-t
dadetro-' priOlpUMi erdadaira watria"
l'W.
au ha 'evi I; iMta-sa de aro c-\ra" e ntinm
I ,t\a; n-ruau -.i e jae co se nuerroa-e. a
por cou-eqa'O, ana vei te-retado o i -
da s'tiu, desa> W > po4**E<*Ut-aia-i
taculine :e ra> ea- met Ua preventivas 10
ttepeo leote >as firiiinales do procedo, i\~-
peo ieof apaeia-8 oo-i a. o crimiooto t aa" ain
aidu p-iiaccau dj piler uubiicu, bo poe
er preso, p:qce ^n;ooraio etn flagra r.e de-
Aspiro, aiorfa qoe e con:ii"rp qie- a> ne
ba'x> -'f?- ron'o de t'sla. Uro q--- o *r"ga
80 >ia CootXito ^ i rotnpr-iwnda as or.*ro -t v<-
pi'l-ai'Q *; pjqie se s'u.n.jroud i":'-
?!o le^t- :J:it', 00 COffiO a 'd'. OU 00080 U'i-
pice em ao< p.onspiracj oa oa a-v o;ru' 'ca i
oeel '- qae e-n a>-sfr atirxloa bjO-
MetMiaiHp>r onl g'al a. para oeno
com orna 'evolucao. "rta Baudot 'O ;> a t>,
ppia i>,trr-ti meaaM do a io, eo :j airaiu -ob
lacrante deltcto.
Por rooseqi'en-'a ain 'a qo se l*va?s i qn-
tao pnra ejsfl U'':, nao D a tn-r.or 'otilad
qne a aoa immuainie desappareee ua a de-
creacau ') > atadlo le ji io.
O S-- 0i;ca .'e-aote o a-t. 20. n io ha do-
vida.
O S. Campo Bailo*3r. p-aa-ieo'* -levo
lamofio len a* qn-o sgalo, rr.. id I 'ac-
CaJjara, ti-mou a -oa op:. ) o 808 ar'OlO, '-
romera Deai posr.iva a reopeito e aa-wn-
p:o.
f. moa aqu um pojec o. ue '
coa t' .- ;.s tt "''
nj.v -i-- enal tres.
u
t- t--

:aSio 80BII
tO"1 <
O C
d. -.:.:.-. a .
parla-. >
O i', o HacaB m cauar
s'. CaOMM S-il- la toe V. Es i
n-ste p mto, de?o exoUcai-o : es*" p-
liio o ca uara, oao oqoe 'lie boa*8>e ix -
do coi agrar a .n-posigiD rea iva a i ato
Mades pariaoffjlam...
O v. L op-itdode Pnio6>8 di "-i aoartp.
OS-. ;* pu< S.Hea** V. E^r., qc I
pi-ic iMqueila ar, aao av-Mlar du 4e en
qoe ou H i i eoot-lto M.
O pr. j-...' -ra !,.:-f-it-mi-ie a>ilo oeai
lpela i o-.a a. samara, ondwa eeaitai
na t-iTio, qo- eHeera deartaMrtawjl* f'*ce
para a-mar o poder execa'ivn eoi ie-i circoui-
tacci.t.
O Sr. O -i-IraPojo B.-anlr, porajM Boe|.
jaa qW ;u'ci'.a .i -eia opio 8o era-n o qo-
eaiendiaTa q>ie ai vez ie uma simp-e-> l-i Id
, n aqaolla iioe Bahw desta ea
sa. Oh'. r& o nou* e-so velar a l;t marcial, leto
est-it"- c r a le da go-rra.
O S Campoa Salle'Mas, senhn'e, os qne
ae/a'a a rata ;jtniau tivliam laivea o direi'o d-
igoor-..r aquillo que pao poso voora* sea en
terg^nbar me.
A ao4*a c-jn-tUu'ca > n&o permute, o oosso di-
relio riiio p>-rrDiue ino
Poqu- neo oertoitte?
Porque a n iaa Ci^s'.itaic'O rstabelece a com-
pptencii privativa para o jalgsmeato dos crimea
pol ti os.
A n usa Co8tr.uica> nao peraiite tribuoaes
anrfiaef. po-que "inHeJ o mici -ajn ni
ajan o criaos podeui ser jalgad^s peks tubo
aes D>iliia-e-.
E-e** enrees sSo aqoelles praljcadas oor mi
lilavs e com o carcter de um cime mi'itar.
facto
Minar.
SSo as ooica coo-1lc6es em qne Be pode -Bta-
belecer em no-su Da o olramenio oer tribn
naes militare*. Kra d'sto, ludo cae oa com-
petencia co-n-mm, d accordo Cum a propria
ConsUti.icS". qie est'.Deleceo cimpet'-acia da*
IBBtigai ordinarias, as jUSt'Cas federie-'.
O Sr. Lopnldo de Balboas-Qi- V Exc.
brban'emente organisoo.
O S-. a-npo< SalleNio digo brilhantemeo-
to, mas organi-uii. E' ptwi ajaeeadiiia:
00.ro< pode um iznorar Uto. mas en n'io do Ha
ignoral o. Eu devia uaoel n, porque t-nbo
Obrlg-gio ite sah8r a noasa l-gi'lacao, e mais
obngCo ainda de eoaaacer n anoaa Goosutui-
cto. Por cons^queocia, desde qoe eaaas pre-
tengO^s estard fr-i di Coosntnici ooiot-ne
forma'T,jn(e a qae fo-s^ Iriogaia semelbante
id s'.o cuspo de'ag-ado aqa^es que anteo liam
que era oeeoBMrio una ii da farro, orna .el
fon- p'-a 3"a- a-f onas a/are eoiae otta,
qn'. ap laraonj no melo de o na 'jvoiu5S5;
teoho a soteirj p a iesvaalar a r>i-,, que ma op-
po br'mlmea o s qo etoaefcew; -f
tioqoe fe deu O faci i- ".'
lamtnia e-<: o ot > da m^o'ii >*0 ena;i ealit
naca ni: a oea aatoria qae la es* iva renreawi-
tand> a .>ph ao contraria.
Ris aqiii a raio ior que e;t* (cto ie tea ; e
(eli oeaioa estao looaouatraa-
do -]n a lol qj- ra Hala n-
jilo alptoi. --ra 1 f -
tratUdi> ra uffli lol ba I
B$'. -aadiflbodales qae aiala hijees
1 i -
aj-^" .--- ii'i 1) qi^ e aioei.-i pr.j -
ajo .,; i, .ns^-M -1 '
il'aVwHal^ oa^oi'arian assoo^rbiado
i'.:-o, em co'itrapoa co a prooos'Co emutit*
pelo ifleu ho irado collega e ami^o. o uoD-e seoa-
do- p"io Estado d R'j de Joei-u acno q e o
estalo Je sitio oooedialofle ditado a. (Aocla-
dos.
O esta o la ttio nao um i nerreeoo cons i-
ta-'o.iii ; ao co'iirsrioi o eaudo Je. ai.lu restna
ge ,. ai'ca io Pjler Execunvj a ea'as mandaa
ea -fCifica las Da nropria Oonl: ui{ .o ; p i qoe
oesm > oa coustiu-la no e.-laio oe slllu luios es
p deres da Hepnolica un inaaa a faocciuoar re-
ul.inneiiie, caja am oa emporra da *aa compe-
l- i la, cada un jolgando us ooje-. oj q le reca-
ne i; o a soa junsiiccXo. iMo to oem).
Ksla a ve-l=da|r imellifrenca do e>ado e
sillo, i ue i ge cu qoe nS i comp irla a le ma'
Mal, au egmma o* decr.-to ne Fvereir> e de
Mi'C Pnque sei.hirea. preciso esla >elec-r
bem o ?egointj: M lr'3 Jo Impeio dtsjpp.re-
cer. n seguQio a exp ea-a,.aoastiiaciooi.l. oa-
q lilla parte e>u q te eilas se Iu<;0'cp:ilihili3tiaum
ron o rgimen e cora leg-siacao repoolicapi.
0*a, ha i.mi gaiie anTireoea eotrp o que x s!e
ni o-xa'iisacSo jadiciar a la Rapnnlira o que
exts'ta na ir.' ins>cAo )o-rietara do Imp-no. Li
oe-se o'iiJo discnrine qu" e-iai n is A nij .
re :a-a:i!o o projecio p r charem-j Cem>4i:'.da-
aen m f-aco.
A Ooru'lloicao do i.no-rio eatetoatsee il.fcB*BB-
meit- que 04 oreaos do Polr ijiniru rrSo
a inelles | ilxes e tribona qoj as !e s ordin-iriaa
cre\r-ra. Ach se ewahel-c'io isto i'cm ampl-
io 'e.
P) lemos admiiti' as 'eu -tn 85' e 1858 ? Ba-
sas o-is oDo dmam lodoi us c io* >-m ra>o de
reh:!ia-i on guerra externa (altaer, qoe s-j i
a qo-.i i-acao do 'e riq leotj lU'iauccau dos
iHMnaaa ni iur-8.
O S-. L-upol lu le BomO-ia ila-, Isto oo Ibea-
tro da goe-ra.
(i Sr. GanMoa Sae?"jaj aeaotatttval q -e
stao-'la e i pr-uc no de sabOMM)- lodos 09 I
tis e uilitarea I jansdigii das tribu'iaes miltti-
res.
Ai', amio pn-.ia dar se. este f*tn q te -C-i"
le p ti a oorioe a jos-i.-jigio nao l'Oha a
ilOo || ai p ij-sr J-j i|iclarl>>.
Mu, a Cinstn i giu rovao* vi'eile atriha o 0OM o'g8os ao polrr JolCla-
rio us Mou.-iaes laderaaa, neila esp-cilicados, e
mus de.inn) rstibeleceo o p-ecaito que, oa-
jolcanentuj d'.a cr. u-s raintares. ba* i 'nnu
oara poraseaie atiNioraN, tm<\ > Suon-ni T i
o-inal Militar, cooceinua aa loveatuagao oe oer
ra. et-,.
O-*, urna vea ea'aaeia^la expre-samente a
orgaon i-Poier Jo'i lario con i tesiena
gai aa toi-is os bos nrajloa, nao poiia secu
se ierir a ~. jns'.uu p.j -ua parte ora*'fea,
qae a p -,e n.ais noio-tant--; u4u -e p ie. dt>
ir>, sem ffenier uin pe-eito da >n>ior re!ean-
ii la no9sa o'ganiaacao consntaciooal, estan--
leear tnbuna-'s ioi ita'e aapoclaw; porque
qiiandj a Coosii'.u'gj uic que os ino.ji s sau
fst-8, n-i e ->0I- adniui' deretos rcs'aarando
iMportgOes co* veolora reo i.i-s, p>ra a-qu'e
aen o PddM Lgislatiio trrr cCapeteflat em
casos pr una-ios.
S *. S\ preaiieot, n qu-- un ra'a^i aqoell'-a
le fouj'Mleri-ii o mou projeclo na Cmara a
Do-o!> uoje to, vota-'o peiat Sena o, de'xm 'e ser-or)-
feriido em le, de nenhom molo por causa a
questo ds4 inirDOidades Da'laaienUres (Tro-
car, ae vanes apaes.
E al ida maa, n iore moitos que t raiaratn
baunr ua >eg stagio fraoceza i?-> para ideas
que l-m>s auste ua'o. (tpoiadul).
Ora, seahorej, quem comp iaar om noo--o a
lisiagao Iranc-u. qien uver un piuco de
c ml-c raeoto d_- ac.oil araaa)l*cta pniic-
desK pin, como/ehende pe feiamenu que u.'io
aa piieu transpiaatar para o nano rgimen da
suas !eis or 'loi-as on o genicas.
Gom-'go por a-sig-ii-llar ao g- ,a-io esa cir-
co oawoeta ;'e grande importanc'a :
A ie.iuofl:'a I aii -n au possae al hoje pro
pri-:nente o qu- se ;p.i ia orna c ;is UUW-o
h o 6. um >'i'p < de le>B la orgaalas{ifl ioat-'U
ciooai. A repu&M-a fr-incen posa* ii-iscoi-i
tu io';, quf (oa n acuellas votadas, ere o
eo i8T5, pea aaseao ea icioaal a- Versailles.
Ne-'a Ir-te nSo i- en o >t a orna t referen ;i.
ad casi de estado deslio; nSo c aduii ur-ui,
ne u o e&'lul.an os legi-ladJres, O que qj r
diz-r qu^ a .la-muigai da repu-Uca f a-. -
nao eogttao da aoeatao do estajo de sttio ; .i loa
e-a aatatia reservada para s leii egui.mfT-
s e, em vvui- i- ti sargio a Ifi 1878,
a aa i ;^i9.
i ee'ai bo istgtO 3 se?staheie-
- al i i coiip m
'; D nei-t
. u i.a:0->
. e ." iji
'
a sj -v "mi COOI toiglo 0" le,
.: '.'inia, cono d;ve ser, a toa-:
i.-'. no .- i ?i:u. ejaaao eeo oaaoas -<
feiiua,aan aatarreM, suas (;.-po3:^6;s rundamou-
lae'.
L->go. pS i t o.oi a netma I OerJa-i- do psrli
rae;io franivz p ra legklar sobre e-ta niatt-r:-,
o qoe quer ^\l r qoe ta Boa para nussa preroga
iva o freio d p-opna coostiiuigo, a barreira
qi- por el'a os ojiiosta nao podemos laatta
lar oiro do qoe esta aaMa es rilo, sub pena de
transpormos t-ssa barreira, vlulanoo a nosaa It-1
sunrema, a le >t leis.
Bis -iqui, porque eu faaia sentir aos proprloi
. i antea do poier execu-ivo qie era um p.-ur-
do, que ea om atie^'a-lo ocdallfaooai, qu-
e-a odiiiSa a-m-lbante nrrir-ngao ue orna leimsr
cl para egolar o esiado de a;io.
T-otio os-e s! ade de p e-atecer-me do a a -
ie Co oopre aaaadoe, com esta io-isiencia, por
que. no momento em que aqu se nelioe-ava,
pane da imocns e^ta oapiia pretenda q-ir
eu hiera rru'i Oes de senaiorea para couvru-
cel-os de qoe deria ser votida orna ka marcial.
E' orecipo que :e r^subelega a Fardada, p-rs
qoe cada um cirrngue cju a reipoasaouid.d--
qoe ibe cabe.
O S*. Coelaa Roiri3oe8Muilj jem.
O Sr. Ca.npoi S liesNe-sa cooformidada,
S-. p'esi-lente, cump'eueode o eeo ido qae nao
nepito mi affirma'boje as opmiOes que emitti
o.ises.sao d^ 1894.
U mea voto, uo*t&ntj, eatara a priori co
nbecido e acvdi'o qae o congre.-ai dSj dar
um vo'-o convt-ni-nte, si e pa'iar agora dan
dootrinas qa" elle prooro et.b lecen e dos
principios que receberam a sancgSo do seo jut-
gameom.
io me preo'zaoi, Sr p-es'dentj, o espirito
o faao o que alia le o n iore relator do par-' e"
ja
pie
Na Ale'' pisi a io d.i ama fo g. d- qae i^p-aue u -qoi-
liono eorop-n, quer aue-, a milur po enca ra -
litar do afolo, ful aoopado eo plena p-ag< p> -
tilica ue B-ritm p-la a-ruag4. Na liada, recebe
ra ib ujI'Cus io< a aque- p'ojso-. cont-a o
p-rneiro mtniatro il Homoiirio. l"ituBament>-
oa Franca, 'acto lu'iuoso que f qoe e a p m-'is.cor'ecu o m.ti- b a i u e, po
vento'a, o o a s d'gro di,ras ta- u u. aoior:dj.'i-
publici, o U'lverso.
AM', nio se tri'C-u de feir om homem, na
pjssoa o Catnot. ferio se o propria auior.dde
ferlo-se a paupria socied-n-e.
Ag n en-j- no'i'-ia 'e que eaaes itesoij ele-
meutos oiir-ra j no.no cantinete. A 'eo-"-
cusrfto que ell-s teeu liiu em nos-o P'.-ir.
lerrlio tu o senada hera couhsce.
P-rgao'o, e.naiir c H,fl cija entre esi-es d. u*
pnniipio'. qoal .leils* se aena em p*i, o principio conserva-.tf- da RepuDlica.
pj i r)->'a, precaiqie n.> co 'r-vu-'rnjs
p..a :MaI-', po loe, .l'aofj-a. s-UiaiO a
prop ia 00lal*4a< l^oit i o- n. i>0' prineoCJo.
A Is.iiHco fl,a adiada p fe iri.
eT4LW-ili IA!
SUL
Alaroas
Datas ate 20 de J:ilho.
Oontinuamoa deixar b receber o
Guttcmbcrg.
As seg^uintes noticias silo da Gaseia de
Alagoas :
Di 19:
i Aoha-se r.o governo do Estado o Sr.
desembargrador presidenta do Tribunal
Superior, Dr. Tiburcio V*aleriaao da Ro-
cha Lina, a quem a junta ^ivjia^iitiva
pass'iu hontem as rddeas da administra-
cao .
Consta-nos quaforam noraeados para
os carg-oa de secretario da Fazenda, e se-
cretrto do Interior os Scs. Drs. Manoel
Sampaio Marques e Elias Guedes da Ro-
cha Barros.
Consta-nos raais ter sido demittido do
lugar de direrjtor do r-yoeu o Sr. Fran-
cisco Dotningues da Silva, sendo Hornea-
do para subatituil-o o Dr. Pedro Nolasco
Buarque de Gnsmio i.
De 20:
t Intimado para deixar o Estado se-
guio hontem para a capital federal o
major Gabino Basou.ro cora sua Exraa
familia.
Ao aeu embarque comparecen pequeo
numero da seus amigos, e at i ponte de
embarque o acompanharam al^uns offi-
ciaes do 26 batalhao, inclusive o Sr. ma-
jor com mandante, representando uma ga-
rantia contra qualquer man festavo de
desagrado que podesse ser teita ao ex-gj-
vernador deposto.
Alguns membros da dissidencia fo-
ram tambem at ponte, offerecendo-se
por sua vez tambem garantas aos em-
barcantes.
Seguiram igualmente e o companhia
do Sr. maor Bjsouro o ex-intente Dr
Lite Pyndahiba, o seu se retnrio II ;n-
rique ero, e o ex-oficial dn corpo de
seguranca Julio.
Ao desp'idir-se de seus amigos cons-
ta-nos que o Sr. raajor Beso uro declara-
ra que breve voltaria para mostrar -ao
povo alagoano a bondade de seu coraco.
Esta qualidade nao nos den a conhe-
cer o Sr. Besouro.
Pode ser que de hoie em diante se
torne bondoso com a lieco qae tomou.
* Boa viagem >r. major, e esqueya-se
de voltar Alagoas. ja pela sua dignida-
de, como tambem pela tranquillidade,
do-na trra que roe >rdar atrarpre cot:i
mago'i o periodo de su.i adminietraclo.
i Quantn aos geus comp l 's de
viagem e infortunio s temos t|tie m
i .-rir ao celebre ex- '> J ilio que
ii-is con-ita disaera qu-; a sua
ejpada para faser servifO em Alagaos
t A culpa i .iio tem quem o fez capi-
tao, porm quem o acolheu contra as
justas indignacoes do povo.
t Os outros dous iam em estado lasti-
mavel de abatiment.
Um orlicil da guaruico de Sao Sebastiao 6
o eacaiwgado de m-nruir os Boldados microaco-
picos, qu-- to ios os lias, aa rowp d'alva, m-ir-
chafla para o campo, tambores aa frente, roailo
I):tn p>st03 e arrogantes das suas pequiuissiiii >s
pcsso-'is.
Djiilro de raeia duzia de di-i*, a instrucg&o
estar completa e o B.ilalhfto do R'-i-BS po-
der ser passado pelo generulissitno AiTou-
S0 XIII.
Os 'conservadores sao argidos de lerem
enirado no seu obstruccionism i i approv.igao
dos tratados de coininercio, obsirucioiusmo qu:
camega a indigflar mesmo as el i-sos COaaoPta
doras.
Os jornaes fallara tambem na opinio mani-
festada pelo Sr. Castellar a este respailo, cla-
sificando o proced ment dos conservadores
com utna verdaleira insensute/, que pode
acarretar funestas cons qu'iicias.
O procadlineoto da cominissao dos tratados
ver.la I liran me inloli-ravel, sol o poni pura-
menfa social; e a Allemanha oao podar ea-
qujeer a oppisigao que o part lo conservador
tem fjilo esta fu iido ao Ira-alolii-pano-gor-
man ico.
K-la opinio 'lo Sr. Castellar causou grande
imprc'S-o nos circuios polticos
Un nido isto se nota, tamil ;tn qu isi to la a im-
prensa rammanta vivamente um liacnrso pro-
nunciado na cmara pem Sr. Cnovas del Cas-
tulio, discorau qae militas pesana* considcrain
como um prograauna do chela do partido con-
serva lor, como u na espacie de entra la em se -
nadepois de un periodo de aliaslameiilo rela-
tivo,
O a'i |ii s de que alvo c innisto-io Sagas-
ta e que cada ve/, raais redobran de infan ida-
de. dio um interesae particu ar tentativa f-;ili
pilo Sr. Cnovas pira levanta,' o prastig O
partido conservador. e poia nao s.-r asm m rasso para seus Icitor.s conlimer al_-uaias
pa.-sageus do discurso do cnefe conservador.
Respon leudo as censnras que ao seu partido
R-era o Sr. Sagasta. qua accusna de o&os-
inenta de nao ler conseguido ueuliuma lei ulil
quan lo .*: achava u governo, ui.us anda de
imp: ir luje pir sua ob.-trjccao o partido iib:-
ral de governar, dase :
s. Bxe 'no sabiqne, se dos acensaran!
de nao tarmos promolgado oenhnma lei til,
nilo foi inso devido a que o governo de ento
nao li vase apresrntado leis ? Qae isso nao rja-
penda das legil tiaras, que roram as m-iis Ion
gas que S'i tem visio na H .'spanlia? Que is.-o
nao depon lia de qu^ os ministros naoesTes-
sem lispostos a dt-culir, mas de que o partido
liberal, usan le e aliusn lo de loaos os meios
que o regiment lile o I'eiecia, nunca permitlio
o discusso das leis?
'aliando om seguida da obstrnegao, quise
censura ao partido conservador acloatmente,
princip.iluieniu na qoeatad do tratada de coui-
inei co om a AHemanha, o Sr. Cnovas dis-
se :
O tratado com a Atiemanha ou born ou
mo. Se 6 bom, ado natural que aqthdl ss que
assiaa poaaam o d ifendara, e em primdro logar
o governo qu" o conclum. Daln, |iO'n a exi-
gir qae aqoelles que o julgaui funesto ao lllte-
resae p'ibiico facilitem a sua adnpjao, val im-
menea distancia, que e im lossivel iruuspor. "a impr.ssfio cauaada em loda a Hespanha
Quantn a nos, (lanos miis importa >cii a pro-1 pjr 0ste filil acont cimento foi d ilomsissima.
tecgio do trabalh nacional do que a qualquer j a raipha regente envin ao aovernador d-
outr.i lei que o g>verno lineral faga adoptar por Bilbao um extenso telegrama! i maoifestaado o
esta cmara. Quem pode contestar a sincen ta- 'SL.U profundo senlimento pelo occarrido.
de de nossa conviec&o i Quem podecontesiarjl o Imparcial oceupoa-se da commisso
tenlieiros do govarno qua approvaaam a con-
struccao da hnha.
se triste acotitecim inte dau-se um episo-
dio da am ir m.ilerual, oqual penaiiro que
aqu consigieinos a noticia dos S'-us leitares
como uini nom magera a s-ntimento grandioso.
' Qo-iinlo ocombuyo, se a ofe lecar aos fre'OS,
tomou a velocidade da torren 11 que se d ape-
nha, uma raullie -qu- I ev.iva ti o c. l.o urn .illii-
uiio seu de p Me is ni izas, dea briUiaatu n isi-,i
do que o carinlio matcinal
v pobre mae, no meio da gritara prodosida
pe i espauto e pilo terror natural d is p ssagei-
roa, s se preoecupiva, segn la referi 03aue
iam no mesmo wagn, com asirte qae loria
seu -ilho no desastre
iterante n imniineiicia de rolar ao abvsmo, a
infelix na: poz o menino fora dajanella, e es-
tenden lo quantn pou lo os brago; para airaslar
a crianga do comlioyo, atirou-o ao campo gri-
tan lo : Diii te proteja I
A pobre mulher levo uma verdadeira
rago, porqi mo p mens insta otes depois, per-
corridos aigaJIS nielros, precipitaram-se mis
wagons sobre os oulr.is, a a desgraead na: li-
cou iDOrta entre os destrocos da carru ige n.
O menino fii recoliiido. lem uma commogo
c-reliral e u na lienionagia importante, mis os
mdicos aspemn sal val-o.
Alguna pissagenos qu; am ni ni 'S no com-
parlinii-nlo d/.em que os iaunros da iiif-.-liz
m na indecisao d; ati-ar o lilno ao cimp,
putam i alma, ara am s'1) momenlo, acera-
ceutaui, se reeorlava ite si; tu lo era ilixer :
Ai! meo li 11b i A apar ie-o. m n Dua I
Deas sjm duvida escutou a angustiosa preea
da desdliosa nao, pois, que a pobre crttaoetnna
vive, cousa qu- parece inver isitnil, altead iodo
ao sitio para q'ie fol ati-a la e a velocidade que
lovava o coraboio.
Sgunio relatod o madiinista qu? diriga a
raa> lima, o comlioyo descia para Beg >n i com a
velocida le regularaentar, quundo elle, o seu fo-
gueiro e um empivitairo qae os ncompanliava,
le nomo anllaga, geniiram urna brusca steu-
didalla. 01 li.iran para a hnlia, viram qu; a
niac iua e.'UTia f>ra -los ras, seguiodii-aoa w.v
gons e sendo inevitavel o can- pelo talada
ahaixo.
Batamos perdidos I POra! giiton o lo-
gue, ro
litidiaga, espantado com esla obrase, Biirou-
se ostra la, esnigalliati lo-s: do encontr as
pe-Iras.
O raacbinista vu-o. conteve o fogueiro e ds-
se-lhe :
Para o freio I Raspondemos pilas vidas
dos paasageiros, e temos que salvat-oa. l'anto
faz morree aqu como nouira parle.
O inaclunista agarrou-se enlao ;m treio autho-
matico, mtis este nao funecion iu. o ogn dro fea
oulro tanto com o freio do ten lr, mas seui (iu-
vida elle se havia partida com o sallo, e tambera
na i funecionou.
Reste momento a machn3 abriu um rombo
de um lulo, e o infeliz fogueito caa escaldado
e meio esmiga-lo, com os ollios fra das ivii1-
tas, e quaa lo era condnzid i ao hospital falle-
cea.
O machinisla. qae caiacom elle, escapou mi-
lagro.>am:iit". apenas fernlo n'u na ti is ni>s.
4." O D 3zembargadar Antonio" Sa-
lo na co u o titulo de aovernador ge-
ral da Rjpartifo do Sul. Posse no
orrer do anuo do 1574. Nao se
sabe quando d xou o governo e s-
nonto q'to anda o exer.-.ia, clias antes
do auno de 1577.
5." Salvador Correa de S ( segun-
da vez). Posse n correr do auno de
1577, governou at 7 de Julho de
d) anno 1598.
6." Francisco de Mendonca e Vas-
cincellos. Posso a 7
1593. Governou at 17
1602.
de Julho de
de Julho de
7." Martim Correado Si. Posso a
17 de Julho de 16)2. Nao 88 sabe
quando d jxou o governo e s que j
na3 o exercia en 1 do Junho de 1-G08.
8/Affonso de .Albujuerque. Nao-
se sabe quand ) tomou posse do go-
verno, e s'> qn i o ex .Tcia em.4 de
Junhul: lil^, nao se sabdndo ta."n-
bem quaado o deixou qua foi dapois
de 18 do Janhi do 1614.
J. Constantin > de Meaelu. Nao so
sabe q tiaudo t >m m p isso do govorno
o s que j o exercia a 23 do Se-
tembro'de 1614. Governou at 19 de
Julh) do 1017.
10. Ruy Vaz Pinto. Poss? a 19
de Julho da 1617. Governou at 20
do Juuh i to 1620.
11.*Francisco Fajardo. Pis-oa'20
le Junho de 1620. Governou at 11
de Julh. do 1623.
a de S (s:gun-
nos o direilo de a defender :'
O Sr. Cnovas delande-se tnnliom ti; terfoi-
to opp -isigao aos pr ojelos que tinliam por din
auxiliar as c Citemos em Im, esto tpico do discurso doSr.
Cnovas, no qual o eminente estadista responue
a lodos os alajes de que elle foi alvo:
Quant'j a mira, eslou seguro de mira mes-
mo, e timbo aseascanflanea era m;u nassado
para o desdenliar.
Nao Valeria a pena de ter um pasado como o
meu e de seguir uma certa linlia de conducta
na vida para se deixar airmorisar por simples
palavras dil das p-la paixo ou pela iniu-'ica.
Tratn-se agora de acudir as rompanhias
de rainnlios d ferro que. se acliam a bracos
com graves dilliculdados lili ineeiras.
Dixetn que q governo reconheca ser necessa*
rio prestar auxilie s Rompanhias, para evitar
uma catastroplie mas ponsa lanb em que se
n5o deve sobrecarregar o t lezouro ii.-m dese-
quilibrar o orcomeaio.
I'or outro lado corre que o> delegados dos
Obrigatorioa e accionistas dos ca nin'ais de ferro
foraui receludos polo ministro das obras publi-
cas qu ) esto liles de lira a nao
i em seu favor, loffrt quo
_ ... s iio -lado nada snITr m
EXTFRIOR
I*preciso, portento, esa onpla qoalitade ^ da ma,0p|a da ccma),.a^ de q0P p i a:bam
:lo pratiaoo por militar e delicio de calrela fa p.eil^ ^ 0!Q ?0Qn,clo eatre 0 prif)C1|i
d< liberdaue e o da auiori laie. s5
Estoa msmo co ivencido de qae semelnaate
co flict) pode subsistir no mmenlo actual d
sorie.iade em geral o principio qa- Curre malar
risos i* ericlauente o da aniiridade.
O Sr. Q. Bo'ayavaApoiado.
O sr. campos Sallt-sOs factos e'So -m tota
parte asseveraodo es'a verdade, vernaie infeliz
nira o estaco preseile ia n ss< cl>ilisag3o.
Por toda pa*le aecaQalam-ae elementos de
pe: U'osgao, de aoarcbu e de desordem. todos
eilas couvergiodj syne nitlca e pr iniira-in.a
am ta qoe com b-roisrno b-u'al, pira o anaajae
do D.'incipio di aatori iade.
F ca es;es ei-meiiios que oa Raisii loma-
ram a deoorainago de i bdlstas u qae teoui*
f orara invada u a K ir m ir.em, m s:i-alo
pelas doatrias atiarcbS is.
tres, os maco, Earopa ateira arei',-r-
^1:100 fa:tis exiraor-ttnartsja, d8Tun:tandon
qa rii-i tjm caminbilj e qi4i oe-igosa e psr-
a en se urai 11 i infla acia Jssms lerr -
veis etemeotos.
En Ladres, a te-ra dos bomaas jaesi assig-
iln n oa n.'st ir, i de t > i os os povjs, cera i aqael
es qie mais se eleva j pela energa de saa voq-
tide, aduda ua ojo u.ii poltico, a ana o>-
le-agn extra3riiiia'ia; na ({'and' C4ti al di
Iu!at-:-r no i.iai r ;.'i'.i li 18J en ama
araoda reaman .. da Sal-
las o n letra da ci di. o v. Siasaitaae, aDBir 1? t*aie" an san cus o v-
,; .iili ia ; ;ia preitiiu sai pi
: i ii i.li ii asfci'io. Depiti, ea
ir i .11 o' ai aa ai, orase ictoaj-sfl i i f
: i. Q!> li o pirlaasa
i a ira valar i rei > a i litoral <
tu aaair e iei lai ia
il, o parla-asis d H^ielca fjt invadili
e di3ra^peiii o p.,i jjpjUgo. t -J
KUKOPA
Hespanha
A.s cortos, sua rirorngagao e
rncerramento Partida para S.
Sebasli&O na ranta regente e
do Rei Affonso XIII. O batalhao
do Rei-Bb Os conservado-
res, as arguiges a elles faltas
e o discurso do Sr. Cnovas
del Gastiilio sobre o assumplo
Proteoc&O aos caininlios de
ierro- -O Sr. Sagasia a respeito
do finado presidente la Rep-
blica da Franca Noticias so
bre Marrocos Uraa grande
catastropbe no caminlio de
f;rro de Bilbao Uma cana
nor maternal uesse acon-
teeimento e a imprnaHo pro-
duida no paizChegada
Madrid da commissao da Co-
lonia li ispauli ili em Lisboa -
Aoarchismo Greve dos hotte-
lOes de Madrid.
O senado adoptou o projeclo do governo Sobre
as medidas rigorosos a eetabeteesr-ae para a
repressao efficaz da anarclua, que agita a He3-
panha.
A discussSo Jo orgamento as cortes tem cor-
rido muilissimo agita la.
As sessoes, por tumultuosas, tem sido diaria-
mente suspensas.
Poroccasio de ura desses incidentes, demit-
t o-se o prjsidente da cmara dos deputados.
As cortes, depus de uma prorogago ateo
dia (O, Corara encerradas com as solemoiiades
proprias desse acto, menos a Calla Jo throno,
que nao houve.
E logo apoa o encerrament i, narlto S. M. a
rainha regente, acompanhada do jovm rei AC-
Conso, pan S. Sebastin, o-ide chegaram e live-
ram (estiva recepgao popular.
A respailo da ura jornal es'a noticia, que,
si non e vera, e bene trcala.
A corte de Kespinha par: pir asta dias para
San.Sebastian, on-le va: pissar a cstago cal-
mosa.
Mil ebegae all,o rai tufo encmtra-A a fazar-
da coio .ia hespinliolti em liisli 11, que chega-
ra a Ma-irid, artm de solicitar a prolecg
governo para os padeiros grevistea i por es facto expulsos do territorio o remo risinbo.
O joma; madrileo apoia, rouilo natnralmen-
teecim to ia ajostica, o pedido e corre que
o Sr. Mar-ju /. le Hen lana foi clmniio prova-
velmonte para >er ouvnlo sobre o caso.
A* uUiat is noticias recebidas da Melilla
dizem qo.t a situago aggrava-se all novamen-
le.
O governo tomar todas as medidas n -'-si-
rias, para reprimir a* deso-dens provocadas
pelos kaliyla-, cilj.1 gil ara j 6 gratulo e j nao
obed cem i iniiniago aL-uma.
Em Valencia houve n na exploso le dy-
namvte, cajo autor Coi mm diatemepie preao.
i'r.iiit: o juizo sumariante, declaran elle
ser anarrhlsta.
A explosao Coi na fabrica de pipil daquella
cidade.
O anarchista Ilome-o Mirull, que tentou as-
sassinar n governador de li i-- dona foi c
nado a Tamos U> priado e nessa cidade aca-
bam le ser ffciuadas numerosis prisOis de
i opnor a orna anarebistes, contra os quaesa vigilancia po-
os oteresses I |jc ,i i 'm sido ass n. rigor isa.
i a i i- ir al -i m ara i ci lade, sui-
A resposte do ministro parece nao ter agr-
omstas e oh i raiorit Beg n' i a o '. larcl
i cin na a r sspe to. | il no Lyco d
fodos qn mi >s nnvlri n o Sr. < fe ., --.
lona, f i'
ii
L; ni. q '
- -a -lo ar-onl n< \ a de
do mu e Soh t o
i "'-'"..
-.-;s n igras
uipio
..'-. ;\ -. profun la c nn -
:jue o Cazia.
Base estado de espirito xplicava-o anontej o marq
o sr. praad inte do cona-llio sestea palavras i^ina (|r assassmaio.
Sem que nos conheoessemos pessoalmeu-1 O criminoso, armada da faca, procura va. dar-
'j t ".a rae n ; incendio das c dhullas
i" i O marqnez de .lia foi iClin i D l
tp, linlia-me habituado a c miar o Sr. Carnot no
numero dos meus molnores amigos.
\ i estudo do meu curso de eiK'i-nliaria ser-
vi-rae dos litros que seu pe etereven. De-
poi, na vida publica, devl tnuias deferencias
ao fallec lo presidente.
Peia razo de termos a mesma protisso, co-
megaram a manifestar as suas gympathias.
CATALOGO
lile o golpe 10 qua! elle pon !e escapar foli/.-
mente, tendo o m>'8me penetrado no palacio.
Esae individuo foi agarra ; i,
preso, sera que podessi ler posto em execu-
go o 8"U sin: l'O plano.
Cbama so Han >ei P ir 6 atalao de nacio-
naiidalee aiiurchisia reconhecidamente pen-
goso.
Mais tarde, quando 'oi eleito presidente da Os r-orteloes e negociantes de pequea
repblica, presentenu-me com ura rico s.-rvicD lavoora em Madrid lecfararam-se em gravee
de cliA, acoinpanbado de urna carta corintios:., j reclamara conira o imposto qu: les foi langa lo,
a, quando acabara aa suas cacedas ananaes,
tnaodava-me uns tamos faizOea morios por elle
a com cartas nanita expraasivas, s quats ou
respondaeaa lermns isulmanfe ca inhosos.
A' parle estes lacas da a.feclo, a-si n croados
e Cortalecidos, eu estimara muto Carnot pelos
seus grandes mritos de hotuetn publico e pe-
las virtudes de cidado.
Era um governante mo lelo e um cidado ex-
etnplar.
Por isso me aftVcta a sua marte e a sinto
como uma verdadeira desgraca.
Cnegam te'egrammas de Fez, capital do
imperio de Marrocos coramunicando que as for
cas do governo inflingirn) completa ierrota ao3
revoltosos d'alli.
A noticia causn viva salisfacao ni Europa.
A resp nto desea qu :slo, o Sr. Or lega, que
Coi misHatroda repblica francesa em Tnger,
cmv.rsando cora um jornalisla, preconisou um
accordo formal da Frasca e da H:spanha, ru
jos interesses naquollc imperio sio soli lirios,
e agora inforrai o Stand rd, que o governo hes-
panliol propoi s potencias a reiinio em Ma-
drid do uma oonCerencia internacional, cora o
lim d ; tratar da questo de Marrocos, cojo novo
sultn est jrecoubecido pata Inglaterra, Fran-
ga e Hespanba.
Na linhi Terrea que liga Bilbao a Bengona
aciin de dar-ae om grande desastre jua occa-
sionou i morios e 18 ferimeatos mata ou me-
nos graves.
Fot o caso.
Ao cnegar estacan de Bagona o comboyo
procedente dj Laaana (linha d lilbio) desor- non al "20 de Fevoreira da loo7quan-
rou a machina, alravessaram-se na iiniu da ia j0 niorreu oin combato contra os in-
c-irru-igiiis d : pis-ag'ros, u n wigiti te car-
12. Martina C in-
da vez ). P-isse a 11 de Julho de 1623,
i i ivernou at 10 de Agosto do 1632.
quand i morreu.
i:." Rodrigo do Miranda Henrique.
Posso a 13 de Junho de 1633. G >ver-
nouat3 do Abril de 1637.
11." Salvador Correa de S c Bono-
vides. Posse a :>.!- Abril de 1637.
Governou at dias depois do 7 de Ju-
nho de 1613.
15. Luiz Barbaih ) Baaerra. Posso
antes de 27 de Junho de 1613, pois
tiesta data j exercia o c :rgo. Go-
vernou at 15 de Abril de 1641 quan-
do morreu.
16.' Francisco de Son! i-Maior.
P isse a 7 de Miio do 1664. Governou
at 27 de Margo de 1645.
17.* Daarte Correa Vasqueanes.
Posse a 27 de Marro de 1615. Gover-
nou ai di is do mez do Janeiro de
1648.
18." Salvador Correa de S e Bene-
vides segunda v..'Z '. Pus.s i dias
do tnez de Janeiro de 164.S. Gover-
nou at 12 do Maio deste mesmo anno
quando pariu para Angola.
19".* Duarte C irra Vasqueanes (se-
gunda vez ). Posse a 12 de Maio de
i >4 Governou at 25 de Janeiro de
1649.
-0. Salvador do Iirito Poi-oira.
Po; a 25 de Janeiro de J.619. Go-
vernoua" 30 Julho de 16 l uando
' 'U.
-".- s i Ivo. P >s "i 19 de
651. -L. avern u rt 3 de
Abril de 152.
(Contina).
-.jj. <-" -ar.'
CHRONOLOGIA
Mi aalcHaUlioiM
mtmwxw
COLLECCIONADAS POR
.iMcleliscUecIi de AlbuqucrquO
Lima
3^2*3 O
Da l
DOS
VICES-REIS, GOVERNADORES GERAES,
CAPITES GEXERAES,
CAPITES-MRES DOXATRlOS E
LOCOS-TENENTES, QUE HOUVERAM O
BRAZIL DURANTE O TEMpO
COLONIAL
ORGANISADO
POi
Jus de Vasconcellos
(Continuando)
Capitana do Rio de Janeiro
CAPITES E CAPITES-MRES
1/ Estacio de S. Foi o fundador.
Principi iu ag ivernar no dia 2S de
Fevoreiro de 1 >6 quando desembar-
cou com a forca expedicionaria e co-
mecou logo a fortifioar-se. Giver-
h'-gi ao ::cife um navio trazendo
achar-M Martim Soares Moreno,
1I4
u nal cia d
un Lis: on.
Morco havia sido mandado por Jeronyrao de
Albuquerqn; na prmeira vez que parti para a
conquiste do Haranhao reconliecer a rosta e nao
po i indo v iltar por ter-se partido um mastro do
navio em qu i ia, dirgio-se para Europa.
16 15 Fernandi-s Vieira publica um editel
convidando o aovo tomar armas para c.\pul-
sar os bollandez -.
1S3I ApparrCe na praiados Coclhos oca-
daver de Joto I i Uoulo Maior que havia dado o
tiro em Lnu do Reg. Tirado u'agua exposto
em publico, promettendo-se premios a quem O
roeonbecess'. Tal era o odio que havia contra
o governador qae ap.-zar da promessa de ....
I.OOiOO'. ninguem o quiz reconhecer, sendo
no entente o norte muito conhe-ido no RociCe.
0 atiente io commettido por Souto Maior nada
tinha com as qaasldjjs 'la ucludidade, e este ha-
via jurado matar Luiz do Reg, desde a sua pri-
so em I8i7.
1S70 -I augra-se a liul a frrea entre O
Recite e O! i ti-la.
EVISTA DIARIA
ga a o (borgen da caula.
f.) n o c'ioqu;, un intiarim-se os qmtro car-
ros ecabirara pir am templen i.
O ciinboio coatlu ia -G nassagoiros.
O foguein, que morreu foi encontrad i n >
lesf'iio: 9 ni-limisla, porvii loi una las pou-
cas posaos qu: lie ir i u illesas.
di ge as.
2." Salvado.- Correa de S. Nao se
-ni) jui id prinoipiorj a governar,
qua so presume ter sido 25da Maio
dj lG^, qum Lo sj retirou l'ahi para
Oi jornaes' asjribujem a tramendn cttasira- a Babia o governador goral do Bra-
pn iissuiii cii-irjtc'n la h ma it-1 o i la /U, Menio do S Barroto que l ti-
Ihe guarda de hotir- un lutailio composto ate rae me, lisml-i o Imparcial qui tola ;i' nha ido expulsar OS franC3JrOS, e do-
400 binbinis de 5 a 10 anuos, p rf aUam sote gime |0i p-sneoira os trH-ipi is I' 11 !!-! i f R j t
t.olosnomm: i d'.vmis e as eviluo-s 'amin'ii ni'!", iu iritis tmla-nw-is'.. oran- POIS tuna )U a OtSUe UO l\t i ao ja
da ordenan&i militar he.spanhola. I i..... ts c rv n, o pr iiatfatad i -l- tlgu n is neiro o lora 4110 11 o nomeara para go-
Clia nim-Uio o Balallio di Rii-Bb. O senlramMi ntoifesuvi quj era una linh 1 upas-
uniforma o di- raic dele*do pii/.: farda azul stv-M.
e gorro biscain.'ij, veruin. O paqui-ninos sol- Maia h un bi ni 1I11 Cizia Bdveris ju tos
dados apras3ntar-39-haa com espingardas iva- 1 tristes 1 ign>-lieos mas o mais grava 1 qoe
ler, e daro com ellas ver ladeiras descargas.
batalhao, onde se achtm rspreaontjas to-
das as classis sociass, temo sen caea -una
adoravel creaaca i' i nios, S)msicos :ujia
idades variam entre 7 e 10 nanos: 111 tarn > le
tanbiras b:,n eusaiaias; eapities, ;eaentes o
alfares distribuido? por seis conpannias; c
competente petotao d 1 paradores, etc.
A bar 11 regimental daate corpa de lit, onde
abu'i-h-ii js :i.'"i mnaa o;l-
isto n n' -1 diara ha lempos num jornal
la localidad?,
V e uirisa I :rn viirii oTnrecia ao avjita-
mi uto i' I iao extensos terrenos eni- Dono
1 istruir um necropoie, aun Jornal bil-
bainho O urneiitava.
fnti-s! d'uu verdadero D. Juan le Ro-
orefe ?: faa a es nil irlo e ha la
tambem os mortos.
Crate adv 1 Diioroa 1 pr
Ia3 mircliis guerreiras e alegres pasaos dotara- graciil-minti caaiprida por cu;
dos, sol a batuta dual nuestra .c Imparcial c:r.3ura aspara ninte 3 en-
vornar. Ti bem nao se sabe ao
con tando' governou e somon-
te quo a 12 do Jalao do 1372 exercia o
seu cargo e j nao a 20 do Novombro
do mesmo anno. ya]
3. Chrk-tovao do Bar. lo se
sabo qumJ) comer;.m a governar,
que foi autos do 20 de Novembro de
1572, pois \ data j eslava de
mo, no se ,sabendo
aluteiite wu.esdqus
roi no correr do anno de 1571.
Dr. Ifnjiasjrl Pinto Dmaso Cerca
d: 9 lloras da manli de 22 do corrento, no ho-
tel da ci la lo da Escada, onde se hospedara, e
para onde lora, por eonsellio medico, afim io co-
brar (Oreas anos urna febre palustre que o acco-
? elte.-i j o atormentara por alguns dias, falle-
ceu, viclimil por u aa syncope cardiaca, o Dr.
Manoel Piule Dmaso, dislincto advogado do
foro do EUcifo c profeito do municipio lo mes-
mo nom?.
Xascido no visinh Estado de Alagoas, aindn
iovo.u v ia Manoel Piuto Dmaso para osla ci-
afira de ireparar-se para matricular-se no
Cur o Jnriuic i, sd 1 ettt&o identificou-3e com
ala torra, 3ndc semnre viven. Rcccbeu o grao
de bacharel em scicncias juridicas c sociaesai'
1375, e no anno segniote, aps uma bella defsza
de tli:c>:. foi laureado com O titulo de Doulor.
Tinln 'i i annoa do ii!ade.
Era JO
'.u'.avel CiLcdil do conliecitxcntc: e
1
-
*

\
-
t


*
-)



I
I


.,

Pl^jj.^-jfij*erttambn lciontincos. Foi advogado nesta cidadf, e gosou
sempro dos foros de distinclo.
Como poltico militou outr'ora no Partido Li-
Senl, posto que sempre propandesse para as
ideas dfi pura demencia. Quindo foi procla-
mada a RipubMca, aliou-se-lhe r.incam tal I.
Nomendo presidente do Conselho Municipal
prestou relevantes serviros ai municipio do Re-
eile ; e elsilo em 1892 e I >go depois empossado
no cargo de Pref.ito do mesrao municipio, es-
lava so assignalando cada vea mais a estima dos
seus concidadaos pela sua administrado s.-vora,
enrgica e probi-losa, quando a marte o sorpre-
liendcu em meio da turefa e cm ieno vi^or.
\ totsl da ci la Je la E-cada, onde falleceu
0 d eompa acerara, logo que se derra-
mou a triste aova, muitas pessois grada* e te-
das ;i~ autoridades locacs, e foi Reral a t mster*
nacf.o n'aquella eidade.
rransmtitida para aqu a noticia, por lelc-
imnias (Ungidos pelos -i-s.Dr Aquilino
i i, ao Exm, Sr. i)r. Geveroa-
dor i Br. Qaeslor Policial, lornoo-se
logo publico o fac i, Foi Rcral o pezar por tao
infausto passamento.
Osreferido9 Srs. Ir- Govcrnador do Estado
e Questor trataran] logo de providenciar sobre o
transporte lo cadver yv.\ o Recife, e. acoinpa-
nhados -le rao o '.na.:
. ram uo Irn urdinario da terro-via S. Frao-
i Cabo, e d'ali para
; Escuda
v,: i lo presta timos i uf-
frag rj llusti i morio, offician lo
. e assistin lo-oa va-
1105
auto*) iase|
- las d loe di lade.
Cbj
laude i ,,:;-
.-. p s-o-is que forano

quu ches i
im-n'o
urna forra da Guar la Moni-
c pa le, foi elle trazido
sendo
S e pela
la Municipal.
0 u:i i dH iJJi
Ij .] 'lii ; i ; i i i n ira o
trans'j nila em carairi a
: l)
A l li iras 11 ttin'iJ I li a '' ";i >u-
se i m o Cj ailerio de
a niro, forma i! -- para acompa ih r i fretro
bunoroso pres I >. \ i ,ab3rto or um piqueto
d; cal 6S\ i I ni I !5l i '. n::l >- U)l :or-
pos l; polica do En to lo Mu li ipi i, co n-
puu'i i- le graadi nuuoro le pssstMs jra is,
entre as cruaes n ti iva u-ae o Si o. iveraalor
do i-;-!; lo, ''i'. Q tasl ir, m.ijor L. de M uves re-
presentando o E;:n. Sr. (ion ral COin .inl.iit
do 2. Oistricto Militar, Coronel Inspector da
Aitundega a ostros chafea de repirii.;.)-< f-!-
rase esta lo ios, membros la impransa, mu h
o3icia.es do exercito e da polica, Funccionarios
pblicos, o Pr.-sid-ai: do Cmcollio Municipal,
i Secr.'tario da Prefeiora etc., e'.c.
Fechava o prestito grande Dtassa popular.
Ao sabir o fretro do a liflcio do rjoncoln
Municipaj_3j,o Jcjispi" os linmJjCinaAlo Cemi-
"ieri->, pagaram n>s alea- o Exm. Sr. Dr. Gover-
naior do Estala, so! Srs. i)-s. QuiStor, In-
spector >ia Alfanlega, Presi lente do C mcelbo
Mu licipal, Secretario da Prefeilura e Inspector
ila Hygiene Municipal.
No Cemtero, onde eatavam i esp:ra lo
prestito muitas oulras pssaoia do p vo, achara-
se postada no interior a Quar Ja Municipal for-
mando d as desd" o porto at o lagar do t-
mulo, e ao exterior u ni compaaflia de guerra
do Corpo de Polica.
Aobaixaro atada ao tmulo, fallaram o
Exm. Sr. Dr. Governador do Estado, que com-
DlOTidissimo mal poude concluir a sua oraffto,
eos Srs. professores raunicipaes Alrareag4,
em nome da elasse, e Philomono de Lima. A
conpanbia le guerra do Corp j de Polica deu
tres descargas.
Sobre o feratro forana collocadas muits e ri-
cas cor.)as mortuarias, notando-se entre ellas
urna cora as palavras Le mi ranea di Familia
Barbosa Lima, outra cora o distilo Lembranca
di Familia Torre* llinleira, anda OOtra com a
dedicatoria Lembranga dos Professores Munici-
pal, e muitas outras coru dedicatoria*, que nao
podemos 1er.
Por or lora do Exm. Sr. Dr. GovernaJor do
Estado foram amarradas hontem as repartieres
publicas estaioaes era d;monstracao de pezar,
sendo convidados es funecionarios estadoaes
a tomaren) lulo por 8 di is e o mesmo sucedeu
as municipaes por ordemdo Presidente cellio e !o Dr. Sub-prefeito em exeic, i.
Inversos professoris primarios e os empe-
gados municipaes resolveram tomar lu'o por
oito dias.
Varios concelhos los municipios prximos
associaram-se tambera as demonsIrac:s de
pozar.
Tomando pan* nos geraes sedimentos pelo
inopinado irespasso lo Dr. Manoel Pinto Da.
maso, pedimos ao Co que acolha o seu espiri-
to para llie dar o descanso cierno no Bata mi-
sericordioso de Deus.
dia, na matril de Sanio Antonio, solomo '8 exe-
quias em memoria do Ilustre Presidente da.
Repblica Franeezo Sadi C irnot, em 2' d.! lu
oho ultimo riscado lo rol dos vivos pelo golp e
traicoeiro do puunal homicida, vibrado pelo
anarchisrao.
Para a preio ao eminente cidado que era urna loria
da Frang, e um genuino representante do con-
sorvatisino universal, estn convda las todas
as autoridad s, corponges a pessoas grarl is
do Estado, cono se Do Ij ver por ama ptil>!ica-
^o Teita n'OOtra SaCCSo leste Jiaric.
\ igr^ja ;sti revista d todas as pompai f-
nebres as breas do poraivel am i' irnaubaco,
tendo emido no centro de sua nave principi
um rico catafal o
!) regress i do Rio de Janeiro, para onde f >ra
i chama lo e em ervij i pablie i, embarcouh m-
t im, e m I itino & u cida le, o 8r. Jos Go-
mes da Silva, l i roo chefe da geceno da Al-
fand ga desl Estado, I :vcn lo aqu chegar at
29 do correle mes.
Premio aeadeinieo pela Faenlda-
dr di' Direitu A Coogregigao d'esla Ka-
culdade, nomeoo urna commis.-o romposta
Drs. Barros Gaimaraes, Constancio Pontual e
ugeni) de Barros, para examinar a lisia
alumnos, formado, depois do rgimen do Dec.
o. S3SH,deSde Janeiro de i-'Oi at o cor-
reate a ido e -(presentar a deliberaba* i la mes-
illa Congregaco urna proposia dos masm os
alumnos, que merec ir n is premios acadmicos
marcados 004 arta. *48 307 lo Dec. n. iio!)
de ;i izembro de HP, que consolidou as
disposlc s p immona aoa esbelecim.ratos de
i n.-iiio sup rior.
Os alomos quese jalgarvn as roo
da referida dispoicao poderao apreseatar
s ; dara la Facul 11 le quasqu r d i amentos
}u fundamenten suax pretencOeS.
Vi.iitas d.->jai rodes visitn na re luararap -. :l I
lo icil i oba rvaj! lo am qu isi I
asseo.
N' i ':;- ci mam I) .: ap
paralos don ;
7 \ l'.a os "!)-
i a de re-
s, iv, iis,'), il>. :^:\'m: e r*an-
i n. 9'.
los'vis I i : mi : vi i bu-
mi los c e at m da falta de
agu 11 "'> ni > i vis! i loa i
'.
9*.
ftr. Avila risil iu no
as ras b is 11 r dio
do Pocinli i 76 dom ci
Na na robiaa Barrello.
N-. 5-, 5V, -',:. rO, i
-
van la] 3i A, 3i B, 31 o 3 l em
;n;\< c
Os an 03. 56, "i -J. 50 e i.8 sao
snpnr;-! la os demais nao.
. lina.
Xa II !-. 20, 22. 26, 28 30, 32. 3i, 3-, i'.
. S, \<. SO, 86, 38, 66, 6, 70 a '
.. fo 3.
Ns. i I.. 16, 4, 36, V. 5, M.
6i, 7i i fijuaro com li ilomicilios) am ms
S i t ;u .il.:i-< i- apn ir Ibos dos lo-
micilioa le ns. 38, -, <\, 69 e 74.
.: i olio.
Xs.24, 22, 20, 8 i, li, 10, 8, li, a i
lo los c ii passimas c >.> liccea hygienic is.
S.i l "ii ligua os anp idilios de m. 12 e 10
Huvleas -0 Sr. Targino Carneiro da Cu-
olio mi n a m-ri j com um ixemplar das au
eoiip 'S'^-jes mu-iea S cm 3* edicaO "Mvslerin.-
11 e Emocao d'alma, duas indas valsas
par piano, ambas mu to apreciadas.
.'.i s composiv'Oes e mala a denominada -O
sciaiu r de mu Virgeio* encontram-s venda
na Ca-a Pr&tlla .t C, a ra Bario da Victoria
n. 39, na loia Paradla des Dames, mssma ra
n. 38, casa de msicas do Sr. Paiva dita ra
o '-'j, e toja do Cotho ra da lmp;ritriz n.
art.
uns escolas publicas s particulares do Estado
Essa vdco correcta e rnuilo ;iug;nentada,
trascvndo um inappa colorido, confeccionado pelo
ai'Sino autor e SeKIida da um appmdica sobre
a Am-;rica a a Europa.
Aj/radecemos o off;reciinento.
C m^resso iat -mi -i n i: &.x im-
prensn Essa congresao dora raHOir-se em
An'uerpia no da 12 do crreme.
O seu programan o a s >ralat i: E\-p iyao
da organisacao e funecionamaoto dis associa-
eflaa da impranaa nos diversos) pases, mus ii i
aatabelecer relacOas entre mas.
Da lefexa da propriadala I tt -r.i -i t e.n ral-
lona le Impranaa e a propriadido d-n ntor-
macoes.
uo se podem escrerer immadiatmente depois ricorda do Recite, ao da 2 de Julho foi o se-
da consoante q. guinte :
Com a consoantegurnas vezes podo qual-
quer vogal saguir-se-Ihe imm- liatamenlo,
formar syllaba com essa cinsointe, como nos
vocabulos galasolo -gigante -govarno re-
gular outras vezea a vogal nao forma sylllaba
com a c uso inte -g -, nomo succeda nas
agua -legua regua-treguas : as quaes lo-
das tein dnas syllabas : em summa, quando o
u -nao faz corpa nem syllaba cora a coataaote
i g o ura diphtliongjua e para sabermos,
quanlou vogalu fa/. diphtliongo com a vo-
| gal seguinte, e iadispoosavel conhecer a elyra i-
, logia da palavra : porque ahi ver-se lia, "s i a
: vogal -u -partanae, ou nao consoante qu: a
Art. 6'. -Os rendimeutos da socieda-
Eatraram .... 4 de ser3o empregados em mamer o culto,
Sabirara..... 16 edificar casas para o culto, escolas e mo-
Sem.' '.'.'.' 745 rada do I>astor. auxiliar a diffuso do
Forara visitadas as enfermaras pelos seguin- Ev,angelho pelo inundo e soccorrer aog
Bxama de crias quastftij esp'i-.ias la-s precede,
como o dlreito la raspas ta l'f i ua;i), i ni- Coma consoanteq -na) ha excepcSo
jarla, etc. p irtuguaz a vogal -u -coasatKtancia-se coma
Hotos da facilitara e ios joman, |cons3ante -q -, e forma syllaba com a vogal
sea tnoSfiorte postal e sai dstrbaicio. Es-,seguate.
tabblaciiDentoJ de airvicos Hegraphicos di- Cota a consoante g -. amas vezas a vogal -
mi -. os grupos do i ; irnaes.
tes mdicos :
t)r. Malaquias, entrous 10 3/i da manh e sa-
bio s 11 3.4.
Dr. Siraaa Barbosa, entrou s 11 da ma-
nh esahiu s H 3/4.
Di Uerardo, entrou as 12 da maiO e sa-
bio s 12 3 4.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 10 da ma-
nh e sanio s II 3/4.
D.. Lopes Pessoa, entrou s iO da manh
:m ; e sabio s 10 i/2.
Qujstoes relativas caractarisicao da pro-1 e forma com a vogal um Imotbon
u -Cu syllaba com aqudii, outras veaes nao
. >, como em
Ssso de jomalista, s telacoea d"u membros | agua, liai vista'po.-tani i 11 irigem sjllabica
da mpreiiii enlra *i > dignidad i da profta- da palavra -agua nao formando a vogalu
sao. i c 'in i nao forma syilab i c ira a consoante -g
u > ensin ou al. Estab de amento en- i ua um diphtnougo por iaso qu i de-
i -s la i n ir rasa a os d. tetares ve-so dizer : i-:u les igu >, tu desaguas,
dos jorn i i qo ; lo le | lie des igua ; rttes d igoao ; ou de-
ara servico regalar de troca aformacea signa, lu desages, ello desage; elles
para lugar s -. i: :, fferta e procura. desaguein ; a aanca com oo -longo.
A estas quastOaa raforaaj i pon- Has talraz insistao os duvilosos, ponderando I
os: \ que maguar (escripto co n o ou cora u -) vera \
cimaat i le r I i.'i regal s e per- de magna( escripto com o-ou com -n -)
Dr. Vieira da Caoba, entrn s (0 I i da ma
nha e sahio s l.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 1/2 da
ni' ih e saldo s II 3/4.
Dr. lavares de Mello, entrou s 10 1/4di ma-
nh e sabio as II 3/4.
Dr. Simplicio Mavignier, entrou s 8 3/4 da
manh e salnu as 9 5/i.
pe-
manentas entre as > icos la impransa lo< I eulretaato correcto o
I :....._..... ..._...,*' ..- 1.. ...V. .......
ou raag i i,
lu
pronnnciar -Eu
magda
ni
PERAAMBUCO
t la da lsse nblea G'nl Or.
linaria lu 5 t>:iijiualiia Flo-
restal Agrcola.
ma-
j.im eu ma- Presidencia do Sr. Dr. Joao Augusto
igua, e es ma- 0___ n
do
liego Barros
diversos paizos, tanto sob i ponto vi i la
troca da docameatoa pro wa anta las, ^ella < magoa ou
gana reciprocas, nssitencia pro Isai n il, cuida- gam e ou maguera.
dos em casos de molestia apresta im-| B'simples a razan destaappireate xcep .,
br-.s da ; ir.end) -ua profisso Magaar o u maguar cora u v-m d i Ir.lira ih i- Aos o das do mez da Junho do anno
fra do paiz. e, .. cuja ra/, e > mcala -Km partaguez de 1891, reunidos ao meio dia, no priinoi-
mjmiznsu'ra, le ama lelagacoio o-c -transformou-sjem g;o u em o- ro andar da casa rua Mrquez de O in-
in'-r.'i' nal p rman snt com poblicacau que alguna irthag i dymoloiricos osero- ,i lQ i o., __,.;,..; o r\
urabol. icom-a. da. '9, loS. ccionwtaa, o Sr Dr
inurnu da Imprenta, \: .a Prtante, faza do a ragal a -.liaba coma Jos Uoncalves Pinto propoe na frm.a dn
is qu* mieras ata ao exjrcicia dajeonsoanfe- qu'apncada i lingtu latina, con- art 16 dos estatutos, no Sr. Dr. Joao
"' ssonao Augusto do Seg Barros, para presidir
Unihcaco dos eatatuloa las n*soc>acoes I fia u iliiilnlio,igo cora a vogal se-1 ;- ,i \ ,ii-. i ,, :
esa maito idalgninl ia filabas e p!da no.reuma(? ^ssooibla Geral Ordiaana,
i que vai
qualidade
osla.
i t r luis.
,i. 17 ao dia 2l
i Palmr e
',i 't' ara boas
Acord la nao a tmittir ganan p illsa mies Bis o au pirocor.
buidos alara noj'irea'iano iccupa- R'o, 23 la Junlm le 1S94 -Dr. Gaslro Lopes
Cultra ilepfcteriai El Siglo de
to idlicion ibinettida leo da l do crrente publica n seguinte:
p.-loSr. d .i anti^o O Dr. Brian, qua apa :ar de suas occupacSas
presdante da ci talo da Bal- i polticas, continua istudando '->:ii iniereaseaa
u;ica. I que (Desque aa relaci nao com sua profisso
1); la imprnsa em loda a soa grao med w i Hotur a >againte car
p n la, man lando-llia ora novo prepira-lo applica-
le.'it: : i > !; a (U'-ia-i -I: ;i>; u-isto d i: "-o i- i xito na cura da dephteria
lo ann; i io iuda nao conhecido em Montevideo.
Na di iri admittido o empr Era 27 de Jan jo de 894.
todas a lin las il i uctores nresenlas a todas >r Dr. D.Gabriel U inor, medico da direc-
inhecrd ; immediatamen-1 loria de Salubridade Publica.
i" en mao, vontade dos Um disiincto amigo o i*r. pharmaceutco ori-
ouvinl:s. o sentido doj liscursos pronunciados cal I Mario Legar. tabelecnlo vania osamenta
igua ;; nao I : impreliendida pelaiem Buenos-Ay res acaba de ftivorecer-me com a
gr^odi mai .i loa ouvintes. i i um n vo prolm-to pharmacaotiso
O iro dos Estados- nidos para a Europa, |ae! tratameuto da dephtaria pelos seu- resultados
contina em proporc i lera veis,- aitrabe claros a infalliv-i-, prolucto to novo qu: ape-
cada vez raais a atienco. Entre Abril o .lu- na-all o conhecam rana duzia de mdicos.
nbo exportaram-se para a Europa cerca uo 30 A Montevideo ain la nao chegou e segundo me
milhO s Je dollars. Com o exce le r consta por infonnasOes uo cliegar seno dene
da axportagSj sobre iraportacao, constitu este tro de alguns mezes.
facto uina c onseqacocia evidente do regressoj I'rata-s i da Lvdina da inter.iiinav.-l serie

Coneelho Municipal -Reunise hon-
tem o onceltio Municipal jdo Recife, em sessao
extraorlinaria, votando o cielito necessano
para indemniaacao d is despezas feitas com o
funeral do Dr. Manod Pinto Damaz.o, prpfpjto do
manicipo, o resolven lo mandar erigir no f>mi-
lerio de Sanio Amaro um mausoleo, un i -i-iam
re:- ilbi la* S crazas do mesni Ilustre cidado. j
Prrfeitura Municipal do Recife
Em roiisequencia Uo fallecimeutO do Dr. Manoel
Pinlo Dama-o, Pref-ito do Municipio do R-cif-,
Dlvidcndia-Eslo pagando aos respec-
tivos ac 'ioni8tas :
O lianco de Pernauzbuco, o 9* dividendo,
ra/.o de '" ":., a i an 10 ou J5000 por aci;ao ;
ra o 'ommercio.
O ianco de 're lito Iteal de l'eniaiiibuco, o
G" div d -ndo, ra/.o de tO [ ao anno, ou 3$
por aeco ; ;i ra Dom Jess n. z(i.
0 Kanco da Repblica do Brazil, o 3o divi-
dend >, a raao de "Oki por aeco iiitegralisa-
da e diOOO por ac;o valor realisado de W[ :
ra do Commercio n. *.
1 r naniladc il \. S. da Saudc do
Ponida Panella Essa irmndale proce-
den a sua eleiQo n > da i! do c-orrente, sendo
eleitos para o novo anno compromisaal os se-
guin'es irnos :
Juiz Joao Cavalcante Peocor idor geral -Coronel Jos Clementino
Heiirique da .silva.
Secretario -Francisco Qoncalves da Siqu.-ira
reeleit).
Th isoureiro A-Touso Parreira Bailar.
Irocural TesWulio Pires Lobo, e Joaquitn
Pendra Rehallo Braga.
Definidoras Felinto Elisio de Miranda Pe-
soto, Herculano llerval de Miranda Hcur'que,
Manoel Ferreir.i da Costa, Manoel Jozquim Car-
neiro Monieiro, Antonio Carvalno de Azevedo e
Joo Times.
Ficou marcado o prximo domingo 29 du cor-
rente, pelas 10 horas da manh, para a oase da
nova mesa.
L'etoile des minies -Dcsae interessan-
te >ornal de modas parisienses, foi efferecid
pelo Sr. Leopoldo Silveira, da Agencia Littera-
ria a qu.-m agradecemos, o n. SI do Io anno.
0 presente nuraaro traz diversos tigurinos
esplndidamente c-dordos.
O rei da fortuna -Assim se intitula um
novo scliollisch pu'olicado pila c isa dos edi-
tores Busr.hman & '^uimares. de que 6 autora
a Exma. Sr D. Mara R. P. Galvo que offere-
ce ao Sr. Francisco de A. Fernandes Viauna.
Gratos p-la offerta. recomraendamos aos ama-
dores a alludidacomposico musical.
Areadia Dramtica Julio Sanl -
Anna R-aMsou-se ante-hontera o espectcu-
lo promovido pelos mogos da Arcadia Dramti-
ca.
Foi levada scena a -Torre em concurso,
espirituosa oprela em tres actos cujo d >em-
penho era geral CurreO de modo salisfactorio.
Oa quo mais se salientaram na peca ante-
hontem exebida, lorara en're outros, os Srs So-
verino Regs e (iniraares, o primeiro dos quaes
no; deu ura excellaale J. Fernandes estpido
cono o papel remara, bonachero e alegra a o
secundo um esenvo natural e commt tlfaut.
As ires amadoras que na referida paca toma
ram parte, sahirain-se em geral correciam-nt:
3alientando so todavia a Sr* Idalina Carlos,
que, estreanii* quasi, raostrou decidida voca-
co para o theatro. compenetran lo-se perfeita-
mmtedoseu papel de viuva jovein bella, ra-
cein-vnda da urna corte aristocrtica e bypo-
crita.
AsSras. Mana da (loria e Amelia Silva, de
sempenliaram-se caba'.mm'e dos popis da que
se incumbirara, assim orno os rs. L:onidas e
Jos Jorge.
Nos intervallos alguns monlogos cmicos se
flzeramouvir da parla de alguns amadores, so-
bresah u lo o Lucas d > Grvala pelo -r. Gui-
iii raes que foi in-isicniaiuente chamado sea-
na assim como o autor do m mologo, a Sr. Le-
os -sobrinlio.
Foi t.iinbem apnlaudido nos monlogos De
urna banda s e Argemiro, o Sr. Almeida
Braga.
Era summa foi urna bonita fasta a qu i prop r-
conou a Areadia. cujos aoeiei devem continuar.
dos capitaes europeos, que nao pnrootraram
actuaba ate emprego no- Esta i M-Onid i-, vva-
liam-se as con > mropaa nos Estados-
rjnidos le modos muito differeates, ha vendo
qcera pratmda |Uo elles sao de dona lii'bes
de dollars.
O nu p-iraa liuropa excedem consideraveloienie os
juros da divi la. Entre diferentes causas de
m issas de ouro, citam se sommas extraordi-
narias exigidas pelos viajantes americanos.
N'o auno passado, a Bxposicao e a crise liiviam
retid > ^'-un le uuin-'ro de pessoas ; actualmeu-
le 0 xodo extraordinario.
O Chanccller de ferro -Acaba de ap-
parecer na All'iii uili.i um curioso livro iutim-
a lo : o Chancfer de ferro e o lie l aUemo. s >
i seta d poemas comporto.* era honra do prin
cipe de Bisroarck desde o coraeco de sua car-
reira ale o momento actual.
O principal mteress- des'e volume mos-
trar como cresceu pouco a pouco nos espirito*
e nos coracOoa gorra upcos a agora o podero-
so estadista, a como ella permanecra, raesmo
atrave da desgraca e da velhica, a porsoniii-
arom itica.
Esta substancia ;" usa do modo seguinte :
Soluco tpica a a..'!, i, 3, S, 7, 8 "|;, pulveri-
sa-se devotamente em um gral le vidro ajun
tan lo-se-loe algu nas gottas de alcool e outras
I de agua para aju lar a soluco e era seguida se
Ihe aggregi glycerina i-ie usa era gargarejos
o pilv ii-aea i a 2, 9, '. u|0, por I,0o0.
Devo advertir que es-a substancia nao no-
ci/a se sa ingerir, pois un desinfectante in-
testinal, ao raesmo lampo que tem propriedadea
ermicas (estas ultimas ain la nao bein esluda
das).
Entend que nao devia demorar o offerec-
manie desla substancia a um med o que tenha
inais occasiio de utilisa la do que eu, que ac-
tualmente nao exereo activamente a medicina.
Pensando que poder applica-la e apreciar os
seus resultado to apreciados era outras partes,
ponho satisfeito sua disposico, convencido
de que nas suas mSos poder ser empregada
cora vantagem entre nos.
Casamentit .-ivil0 escrivo de casa-
mentos que funeciona nos districtos do Recife,
Santo Amonio, S. Jos e Afogados aftlxou na
ter logar, o que unnimemente
acceito.
O Sr. Dr. Joo Augusto oceupando
presidencia convi la para secretario ao
Sr. Joao M- Se a Jnior, qoe toma a.s-
seuto.
I) Sr presidente declara que achando-
se reunidos 10 Srs accionistas, represen-
tando "23 il accooea, como consta '!( livro
de prosenca, maia de 2/3 partes do capi-
tal social, abria a presente sessao.
O Sr. presidente manda proceder a
leitura da acta anterior, o que dispen-
sada a requeritnanto do Sr. Augusto da
Silva, visto ter-ae con ecimento pela sua
publicaco.
A requerimento do Sr. Costa Maya
foi tambem dispensada a leitura do re-
latorio e balanco geral por ja se acharem
publicados.
Apios, o Sr. Jos Joaquim da Costa
Maya, merabro da commissao fiscal, pr -
cede a leitura do parecer da respectiva
commissao, que posto em discusso
conjunctamente com o relat >no e contas
apresentadas pe a directora e nao ha-
vendo quera se utilise da palavra, posto
a votos, ficando tudo plenamente appro-
vado.
Em seguida o Sr. presidente declara
que vai se proceder a eleico da com-
missao fiscal e de suplientes.
Procede-se a chamada e verificada
apuracSo, sommam-se os seguintes votos.
cacao da patria alienta. A raaior pato das pe- repartico do Itegistro de t:asaraentos ra
gas exprimo este pensamento que o papel de- do Imperador n. 73 i -andar, editaos de pro-
seiupeniado, a aceo execnla por Bismorck | clamas de casaraenloa dos seguintes contraben-
foram providenciaes e l'ataes, que oa mombros. tes :
espirsos ila raga aguardavam para se roniir, e | Segunda publicaco
que elle ch-gou hora marcada, como um en-1 Hygi o dni lJaula Negro Monte, serralheiro,
viada las aburas. Este sentimeoto instructivo com Juba de Barros Albuquerque. solteiros, na-
e profundo basta para salvar a collecgo da ba- I turaes otaste Estado e residentes na Ireguezia
naiid-ide hibitual as apologas odiciaes. P-jdeS Joa.
dem-sej distinguir alli os idomontos que for-
ra aro maia taHa a lend i popular.
Cursi .Vnnexo Kis o resultado dos ex-
a nes feitoa hnnleui:
Latim
Joaquina Freir Barbosa da Silva, plenamente.
Victorino Monleiro Chermont de Miranda i lera.
Mariano hVgucira Carneiro da Cunliu. dem.
Henrique Saraiva de Mello, idera.
Jos Evarisio da Cosa Gondiin, dem
Joa Armando Lins te Azevelo, dem.
Joo Baptista Accioly lunior, simplesmente.
Hoje funecionam as bancas examinadoras de
Francez, oral, ao meio dia, Algebra, oral s 10,
e Latim, segunda e ultima chamada, amanh as
10 horas.
Con^resso Litterario Bohemios
de -almares Funccionou essa sociedade
no dia 20 do correnle sob a presidencia do Sr.
Fernando Griz, havenio julgaraento de diversos
trabalhos lilterarios
Foi ta nbera renistrada a seguinte ofTerta do
Sr. Xisto i ruz : Manual de Instrucgoo Cvica e
Exercicios de Analyse.
Coneert > Realisa no dia 16 do prximo
m-'z um concert a applaudida cantora Lailza
FerimentiHontem, s 6 horas da tarde,
na travessa da Lingu ta, parochia de S. Frei
Pedro Goncalves do Recite, Jos Felippe du
Lima e Filho ferio na rao direita i Josa Paes
Arago.
0 delinquanle foi preso pelo Sr alferes Souza
Maia subdelegado da referida parochia.
Inspectora do S.* dlstricto naari-
ti-n.,i.m-iiv. 22 de Julho de <894
Boletn) metereologico
Horas. Term cenli- Barmetro Temdo do Hami
grado /aO) vapor dade-
6 h. 2-,*6 7C!,-0i I7.V" 8i
9 ai.'o 761,-1* 18,43 83
li > i^9 762,-73 7,20 9
3 t. 25",8 76 ',-98 l-,27 7*
6 I5M 761,-6! 17,38 74
rrperatura minim 11,11
Temperatura mxima 27,50
Evaporaran era 24 horas ao sol 6.-6, som-
bra-.
Chuta 7,-4.
irecco do vento : S3E e S alternados de
raeia noite at 1 h. 07 m. da manh. S3E e S
alternados at J h. I2m SE e ESE alterna-
dos at 4 h. 7 m., SSE e S alternados at 6 h.
con posta a nova iinctina desseclub:
Prasi lente Julio Chagas.
Maree-lino- da llosa e Silva, subpref Mu, p,rfor-
ca do art. IUX da Constituigo Poltica do Esta-
do, que assim dispOe :
.1/-/. 08 Nos casos de impedimento ou va-
ga, o pref.ilo ser substituido : t pelo tub-
{irefeito ; '." pelo immediato -m votos ao pre-
cito. Si a vaga porem, se der no primeiro ou
segn io anno, proceler-se-ha imme liatamente
nova eleico.
Era vista de-te final, ter de proceder-se bre-
vemente eleico do novo prafeito, visto co-
rro, te do a3sumido o finado Dr. Dmaso o ex-
ercicio do seu cargo em Novembro de if9', nao \
tinha psgotado o prazo de ? annos*
Sadi Carnot-E" amanh que a Colonial
Vraoceza, tendo frente o digno Cnsul Sr. I
Vico-dito -Henrique Queiroz.
t Sacrelano Antonio Reinaldo.
2-Dito Cyrillo de Souza.
Orador -Mano 1 Santiago.
T 'es oureiroJos. Pedro.
Procurad >r -Maximiano dos Santos.
FiscalJos de Sou/.a.
Archtvtsta Francisco das Chagas.
A posse lera lugar no domingo 29 do cor-
renie.
Geia^r.aoptiia especial do Cear -
Em lereeira i ligao, acm-so publicada essa obra
oriranisada pido Sr. Joo Goncalves Das So-

breira, e aptir iva da pelo Conselho Superior da
Georges RTOil, far celebrar, pelas 10 bon do tottittoVPabllei Ua servir de compendio quero, -i- d>. quilate, e-o-dc qtiodiano
Fons, que tanto soube .nthusiasraar a platea 118|1 R ^^j, ,._ ,iSE at 7 h. ;7 in
pernambucana na ultima temporada lynca. wsw 9 36 SK e SE a|ternaj03 al
Contando com geraes sympath'as no nosso m(,ja no(te
publi'-o entra o qual se soube impor pelo seu [ >JeiJulos;ia(|e media 0,59.
real merecimento, de suppor que o projectado Holetira do Porto
concert seja maja ura triumpbo para a Sra. IPr-.a.nar nu uia3 Hora9 A|lura
Fo,,s- bai xa-mar
Juizo do *. Distrieto Municipal I p. M. 22 Julho 7 h. 50 m. da ni. 2,-05
0 Dr. Jos Gomas Villar, iuiz do i' disirictol b. M. 2 2 li. 00 m dato.-^S
deixou da lar audiencia hontem era consequen-1 Passaucirns^Chegados dojSul no va-
cia do fallecimento d i i)r. Manoel Pin o Dmaso
Prefetto do municipio e ordenou ao escrivo que
se lancasse no protocollo das audiencias um vo-
to de pezar por o infausto acontecinento.
(bnete de Leitura Instructiva
e Reereat va Gamelleirense -Esta
untiga sociedade procedeu no dia l. do cor-
per ingles llames :
Dr. nnibal Villa Nova. Venturina Villa Nova,
Benjamn C. Vill i Nova, Olga Villa Nova. Mi-
ria Damasia, Jos A. Soares, Rosalina Soares,
Edwarl ll:rdman, Ricardo llerdraan, Fonunato
A. Sanios Porto, Vital B. Cavalcani, Williara
Edward, Sidney Dance, Antonio L. R. Filh >,
rente a eleigfio do Conselho qua a tara d; diri- ;.I os Francisco B. Cavalcaati, Domingos S. Mar-
gir no anno social de 89i a 189o, obt ndo o se- i eos Jos Paes de Arago, Francisco de Aragi\o,
guila resultado : Mara Jos do Espirito Santo, Mara dos Aojos,
Presidente -Australiano d'Vndra-le. JoSBpba dos .Vnjos, Jos Arago, Rogerio l/.i-
Vice-Pr-siden'e-Joo Flix Cavalcaati Idro Ferrolra Biwtonga Hara Concepcin. Mi-
Secreiarios Ignacio J >s Arx t Filiio a M i- noel Joaquim Marques, Jos fereira da Silva,
noal Francisco de Mello. i /.rsenio Pinio Leite, Trilz Rlever.
Tha ou-eiro -Antonio Gomes di Costa. Un gidos da Europa m vepor francez Pa-
Procurador Joaquim lavares da Costa,;, raliybi. :
Oradores -Drs. A. P. Reguei.-a Pinto de S
30U-
ilia .)
za e J. C. Ribeiro da Silva.
Commiss&o de cantas-=Elpidio Rapozo
.! iaralo >'.. il'.Vrnjo.
.V posse d'este Conc lli i t r lugar no
do nv. nroximo vmdouro.
Revista Contempornea Com este
ltalo, aegaado soaio- informados, appa
n'esta capital urna revista Ilustrada a cuja fren-
te ge nciam os moyos Pereira da Costa Flbo,
Tli;m-'s Jnior e Theodoro Braga.
Com o intuito de concorrer para esti nular os
que entre nos se dedicam cultura d ,s I liras,
digna de ipplauso a idea dos alludi loa mocos,
a faz-mas votos para vil-a quanloantes reali
Bada,
Club Carlos Gomes-Essa club faz o
seu sarao musical e dansanlo tt i oarrmlc raez,
n i labbado prximo, 28.
Desagua, om desagua ?Para res-
ponder a esta pergunla : Se se deve dier na
conjugarlo do verbo desaguar desagua -ou -
lesagaa -, convra expor as seguintes con-
consideracfles preliminares
A vogal -u-fa/. sempre corpo com a consoan-
te. q -, quando se llie seeae imme liatamente ;
sa syllaba formada resulii da uiio d'estas
duas lauras com a vogal ittteeqaeajt, por
exemplo: quadro, qu-ro, quilate, quoti ta-
no ; onda as aajgaes -ade-quadro, -do
Francisco Mara Auioaio Severino dos Re;
Jos Maria de Oliveira e David Cordeiro.
Jos ; Casa de Vetenpao-Moviraento dos
ir sos la i asa di Deimco do Recife Estaoo
ornambuco, em 22 de Judio da I89i :
Bxisnam
Entrarara .
Sahiram .
Exislara .
A saber :
Naeionaes.
Mnlli-'res .
BstraiiKi'iioa
Mullieres -
Total
Arrasoad.'s
toas .
Doeatee
I^OUCOS. .
Louca .
4i6
I'
0
457
437
5
15
0
457
407
;i9
11
o
0
407
Total.......
Movimcnto da enfermara :
Te ve baixa:
Jos Francisco Bernardo.
aalaJourii Pu>lleoNesst estabele-
ciment foram batidas 87 rezas para o consu-
mo lo dia de hoje.
Hospital Pedro IIO movimrato dease
estabeleciraanto a cargo daSantiCasa de Mise
Commissao fiscal
Jos Gomes Ferreira Maia, 305 votos,
(reeleito).
Rodrigo Carvalhs da Cunha, 276 votos.
Jos Joaquim da Costa Maya, 265 votos,
(reeleito).
Miranda & Souza, 83 votos.
Companhia Industrial C de Estivas, 14
votos.
Jos Gomes Ganches, 14 votos.
Supplentes
Seixas Irmao3, 319 votos.
Jos Gomes Gauches, ^05 votos.
Dr. Joao Augusto do Rago Barros, 297
votos.
Miranda &c Souza, 14 votos.
Era branco 22 votos.
Do resultado conhecido verifica-se que
forana eleitos os Srs. Jos Gomes Ferreira
Maia, Rodrigo Carvalho da Cunha e Jos
Joaqnim da Costa Maya para fiscaes e os
Srs. Seixas Irmos, Jos Gomes Ganches
e Dr. Joao Augusto do Reg Barros para
supplentes.
Declara o Sr. presidente que nao ha.
vendo quena queira usar da palavra-
encerra a sesso a urna, hora da tarde,
E para constar, eu secretario lavrei a
presente acta, que vai assignada por
todos accionistas, Joo Maria Seve J-
nior, secretario, JoSo Augusto -do Reg
Barros, presidente, pela Companhia In-
dustrial Commercio de Estivas. Autonio
Guedes Valente, pp. de Miranda & Souza
Augusto da Sil a, Jos Gomes Fer eir
Maia, Oswaldo Macedo, Joo Maria Seve
Jnior, Jos Gomas Ganches, Jos Joaquim
de Oliveira Fonseca, Jos Joaquim da
Costa Maia a Jos Goncalves Pinto.
estatutos
DA
Igreja Presbiteriana do Recife
Titulo I
Da organisacao e seusfins
Art 1- Sob o nome de Igreja Pres-
byteriana do Recife, fica constituida na
eidade do Recife, Estado de Pernambuco,
Repblica dos Estados Unidos do Bra-
zil, urna sociedade para adorar a Deus
em espirito e verdade como Ellia se ce-
Vela Das Sagradas Escripturas.
Art. 2*. A socedade recouhece as
Sagradas Escripturas do Velho e Novo
Testamento como a regre nica e infalli-
vel da aua f, e, nteadeudo que a expo-
siclo das doutrinas christas coutida nos
sy'mbolos da f, adoptados pela Igreja
Presbyteriana uo Brazil (Confisso de
F, Breve e Grande Oatheusmo, Forma
de Governo e as Regras de -isciplina),
eonforma-sa com as mesmas. Sagradas
Escripturas adopta-os para ssus syra-
bolos.
Art 3-\ sociedade procurar attin-
gir os seus fins de accordo com o que
dispon o art. 72 | 3 o 7 da Constitui-
co- da Repblica. ,
Art. 4\ A sociedade compor-se-ha
de todos os neinbros commungantes des-
ta igreja.
Titulo II
Da acqnisifdo de bens, dos rendimentos da
sociedade e da a-pplicaco delles
Art. 5'-Os beus e rendimentos da
soeiedade conaistem das offertas e dona-
tivos a ella*feitos pelos fiis e por pes-
soas caritativas.
pobres.
Titulo III
Da mesa administrativa e dos officiaes que
a compoem
Art 7.-Haver uma mesa adminis-
trativa cual competir :
1 Zelar pelos bens da sociedade.
% 2.-Representar a sociedade
rante os tribunaes do paiz.
3*.Fazer tran.saccoes commerciaes
da sociedade quando para isso for auto-
risada pela Assembla Geral.
Art. 8.'. 1-.=A mesa administrativa
se compor dos Diconos eleitos e ins-
talladosem conformidade coma forma
de governo da igreja, cap. VI, seccoes
8 e4.
2.-Os membros da mesa adminis-
trativa desempenhar o seu cargo du-
rante a vida, conforme se dispe na for-
ma .!e governo da igreja, cap VI, sec-
C o 4a.
3."Em falta de Diconos em qual-
quer tempo, fica constituida a masa ad-
ministrativa dos Preabyteros Regentes, e
no caso de morte ou inhabilitaco des-
tes, at que s fioue um, este sar com-
petente para proceder em conformidade
com este regulamanto.
Art. 9.' Ao Dicono mais antigo
compete : presidir aos trabalhos da mesa
administrativa, convocar, reunioes ex-
traordinarias da masraa, guardar os archi-
vos fazer pagamentos vista da auto-
risaco da mesa.
Art. 10. -Ao D'acouo immediato ao
mais antigo competir Iavrar as actas das
sessoes da mesa administrativa, aviar a
correspondencia, guardar o archivo e fun-
dos, e ter em dia a escripturayao da
mesa
Art. 11. A mesa administrativa se
reunir duas vezes por auno, sendo uma
na primeira terca-feir.i de Janeiro, outra
na primeira terca-feira do Julho, e em
S isso extraordinaria todas as vezes que
fCr necessario
Titulo IV
f Da assembla gral
Art. 12.A Assembla Geral quem
delibera em ultima instancia sobre os ne-
gocios temporaes da sociedade.
Art. 13 A Assembla Geral conjpor-
se- dos oficiaes da egreja, isto do
Pastor ( ou do Ministro que esteja servin-
do de Pastor ), dos Presbyteros Regentes
o dos Diconos todos eleitos por votaco
dos membros da sociedade em reuniao
geral, o installados em conformidade com
a forma de governo da egreja.
Art. 14A Assembla Geral se reu-
nir em sessao ordinaria uma vez por
anno na ultima quinta-feira de Dezem-
bro ; ese reunir em sessoes extraordi-
narias todas vezes que for necessario.
Art. 15 -A' Assembla Geral compete
revistar os trabalhos da mesa adminis-
trativa, examinar as suas actas e relat-
nos, conforme se dispoe na forma de go-
verno da egreja, capitulo IV, ecco 4.*
e auctorisal-a a fazer transacc5es com-
merciaes, e a dispor dos rendimentos na
forma do art. 6.
Titulo V
Da divisdo e dissalnfOo da soeiedade
Art. 16. 1.Era caso de diviso da
Egreja far-se- uma distribuico prorata
das propriedades proporc onal ao nume-
ro de membros da sociedade.
2."Os membros da sociedade que
forem expulsos, segundo as regras de dis-
ciplina desta egreja, os que se separarem
da egreja por ter abandonado.-as doutri-
nas enunciadas nos symbolos de f men-
cionados no art. 2 nao tero direito nas
propriedades.
Art. 17. 1.-" -^No caso de dissolujao
da sociedade ior acto do poder compe-
tente do paiz, os bens da- mesma sero
devolvidos os Diconos para estes o pos-
suirdiu-em afume da egreja.
%%" No caso de dissolu-cao da i egrej
sero os bens da sociedade vendidos, e
depois de pagas as dividas que por ven-
tura bouver, ser o ramanescente entre-
gue ao Moderador do supremo tribunal
da Egreja Presbyteriana no Brazil. para
ser empregada na diTuso do Evangelho
pelo mundo.
Recite, 23 de Abril de 1894.
i George William Butter.
George Hendenlite.
Juvcntino Marinho da Silva.
Antonio Jos Fabricia.
Joao Alendes Pereira Guerra.
Christiano Eugenio Peixoio.
Antonio di Vera Cruz.
Raymundo Petronillw da Fonseca.
Euclides Henrique da Fonseca.
MUSIClAiNA
EPHEMERIDES LYRICAS
14 de Julho
1686 Nascimento do celebre componisla Mar-
cello, na eidade de Venena.
1739Pnlledmirato do raesmo Marcello, na
eidade de Brescin.
18i9 -A-gnae, opera de Paer, vae a scena
no theatro francez,
1893Morro em Roma o conhecido professor
de cunto Lorenzo Seiurra.
'891 -.Vpporocj em Nuromberg, a opera Al-
brecht Duivr do maestro Baselt
COMPANHIA TOMBA
A inopos.to d i 'onc-jtuada companhia da qual
e ttiiiprezario o Sr. Toraba diz ura jornal do Rio
de Janeiro :
Deve i-heiar i S. Paulo a conheoida e apre-
ciada companhia .'oraba, que vardar na capital
do uor-scenu- Estado, uma serio de bona espec-
tculos, como de esperar do conjuncto esco-
Ihido a capricho.
Mudos dos artistas que flguram actualmente
na companhia Toraba j foram applaudidos pelo
nosso pubbci.
Vem igualmente alguna artistas desconheci-
I dos nossos, mas 'os quaas pessoa competentis-
sima no assumpto f.i/. elegios extraordinarios,
(b'i.larando-os verdadeiras notabilidades no ge-
nero.
BaS. P;.uli a companhia vira ao Rio de Ja-
n^- ro.
Temos a .':' rescentur a esta uoticia, que a
in-li ;ctoriy dos theatros de Pernambuco, -escre-
veu ao Sr. .omba, para vif este anno dar uma
serie de espectculos no theatro Santa IzabeL
OPERAS NOVAS
Em Berlim acaba de apparecer acto, do Ferd.nando Huminel.
- Rosmunda, lo maestro hngaro Mauxitins Va.
1





'

/
MHTIUDO
I1EEVE1





Mario Je Perntim^iEC Tf^r^a-feipa ^4 I? 7nT3io f* *i
da Hurlmann.
f'.Dc raesmo atttorappareceu aopera em *
lite iida do poema ds Henriorae H
RUBINSTEIN
0 ,.e ,. bergden publico testenurohe
da sua admiracto ao genio de Antonio Hubins-
t.'in condecorado-o era presenta do iu iitorio.
SPORT
Sl'orby Club le Ieriaualiic>
10a CORRIDA
Ccm um magnifico da, boa concur-
rencia a notavel animaclo, realisou no
do arinco o Prado da Estancia essa sua
corrida- .
O resultado das carreiras fot o se-
guinte :
Primeio pareoConsolacao. 800 rae-
tros Auiuiaes de Pernambuco que nao
te aliara ganho nos prados do Recite, con-
tando ou nao victoria. Premios: 25O$000
ao priuieiro, 505000 ao segundo e 25$000
ao tercoiro.
Furiosa montado por Andr, 51
kilos
Zig-Zag, idem por M. Martina
51 kilos
Destryer, idem por Oiympio,
51 kilos
Tempo : 60".
Rateio das poules: Furioso em
meiro 08603 e em segundo 78600 ;
Zag em segundo 9J9Q0.
Movimento das poules : Circularam
52 4, am primeiro 33'2 e em segundo 192,
nasomma de 2.620^000.
1/
2.a
3.
1."
2."
3.
pri-
Zig-
l.
2."
3.
Segundo pareo l'rosperidade 1 240
metros. Handfap. Animaes de Per-
nambuco. premios: 3000JtO ao pri-
meiro, 601000 ao segundo e 30$ JOO ao
terceiro.
Toulon, trontado por M. Mar-
ttos, 53 kilos
Berlim, idem por .1. Mendes,
,") kilos
Patchouly, idem por L. de
Franca, 53 bllos
Tempo : 99". .
Rateio das poules : Toulon em primei-
ro 145200 e em segundo 8S em searundo v80-0.
afoV:mnto das poules: Circularam
77 7, em primeiro 017 e em segundo 260,
ua so rama de 3 S85SO.0
*
Terceiro pareo Prado Pemambucano.
1. 50 metros. Animaes de Pernambuco.
Premios : 250$000 ao primeiro, 50SOO
ao segundo e 208000 ao terceiro
Pirata, montado por P. Alejan-
drino, 50 kilos
Pitueiano, idem por P. Figuei-
redo, 50 kilos ,
Narciso, idem por Z*];'- oO
kilos
Tempo : 97". .
Rateio das poules : Pirata em primeiro
9I70 rundo 61903; Prussi
jem reguudo
Movimento Jes: Circularam
769, em primeiro 408 a em seguudo 27I,
na somma de 3.815S000.
*
I v1 uarto pareoLiberdade. 1.050 me-
tro*. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 250S0O0 ao primeiro, 50>000 ao
seguudo e 250(. ao '.erceiro.
Aveutureiro, montado por Deo-
lindo, 50 kilos
Pyrilampo, idem por P. Figuei-
redo, 50 kilos
Triumpho, idem por M. Mar-
tins, 50 kilos
Tompo : 77".
Rateio das poules: Aventureiro em
primeiro 158300 e em segundo 8S300 ;
Pyrilampo em seguudo 8S3U0.
Movimento das poule3: Circnlaram.
894, era primeiro 594 e em segundo 300,
na somma de 4.4108000.

Quinto pareo Velocidade. 900 me-
tros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 2OSoOO ao primeiro, 508000 ao
segundo e 25(5000 ao terceiro.
PrusBiano, montado por P. Fi-
gueiredo, 50 kilos
Ybo, idem por L. de Franca,
50 kilos
Palhaco, idem por Deolindo,
50 kilos
Tempo: 65 1/2".
Rateio das poules : Prussiano em pri-
meiro 78700 e em segundo 198200 ; Ybo
em segundo 1083 0.
Movimento das poules : Circularam
797, em primeiro 554 e em segundo 243,
na somma de 3.985800.
*
Sexto pareoDerby Club de Pernom-
buco. 1.20U metros. Handcap._ Ani-
maos de Pernambuco. Premios : 350S0OO
aoprimeiro, 708000 ao segundo a 3 -1)00
ao terceiro.
Triumpho, montado por M.
Martins, 1 kilos
Fyrilampo, idem por P. F-
gueiredo. 54 kilos
Pirantn, idem por ^anavarro,
56 kilos
Tempo 91".
Rateio das poules : Tnumpho em pri-
meiro lf 5H 0 e em Bagando "300 ; Py-
rilampo em >eguudo b*d#00.
Movimento das poules: Circularam
890, em primeiro 67)etm segn o 20,
na somma d; 4 45080JJ.
1,"
2
3.'
COHMERCIO
* a 200
5*100 a
4*100 a Wo
:<*too 3*300
3*200 a 3 500
600 a 3*oC0
2*300 a 2*3 0
Bolsa Commerelal de Pernam-
tnro
C0TACOES OFFICIAE3 DA JUNTA DOS CORRECTORES
Praga do Becife 23 de Julho de 1894
SSo bonve tUco.
O nrpsi'iprite
Augcf* Pinto de Lemos.
J secrfiari'-,
Adiodic L i.iriguts.
Cambio
PIUCA DO EEC1FE
0* I$':nxs ibrmm cono ius. i de 9 3/16 i 10-
bre lodre 90 d:a>, effeotaaodo se negocie
insigniDeantee.
Em pape! particular nao cjastou egocios.
GotaeSes tic teneros
fara o aijrua'.l
Assucar
Criatili3B-!o por 15kilos .
Branco idem idpm
Se menos. Idem Id'tu .
Mascavatfo U ei) idm
Boto id m idean
Broto melado .
Rtame ictt-m dem.
Algodfio
jumo* a 12 cO por a a1js de beas: i
Npi: n coop'.ar aenocio.
&!<-o3
dLB0 Uro 37000O.
Afuardeofe
Po ipa de s 1 io;;00
0*9 rmt
t*czon ^Uadoo na baae de li lulos 1 75a ri
\'rdfc % *85
Cares r
Cota-se (?e 13 a 21*000 por 15 kilca.
%
Cata'KM ncsinal a 130/000 por pipa.
r-lBELLA DAS ESTKA'AS !)S ASSOCAK B AL-
GuDAO
"Tez d- Julln
>S------------------ a
1."
3.'
1/
2
3.'
Eat Pirata'am primei-
ro 31
cotta em segundo 13}700.
Movimento das p 624, em primeiro 465 e oa segundo 159,
na somma de 3:12W<0.
Casa das apostas: O seu resulta.:
tal chegou a 28:3751 producto de 5,275
poules que foram emittidas.
Teve lugar o sorteio dos premios, como
lora marcado no programma,
Ao numero 5J(1(J couba o cu
gio de ouro cora Borran
tal, qua constitua o prima mi.
A minero 5 66 o vas 1 ie electr
to para collocacio de gelo, que
gundo.
Ao numero 7431 o primoroso porta-ci-
garros, que era o terceiro.
No segundo pareo da corrida houve
cousa... mesmo Lem taluda, pelas pro-
videncias do prompto tomadas.
Por aviso opposto na pedra da peza-
gem foi logo annunciado ao publico, que
cstavam suspensos os joekeis Jo5o Cam-
pos, Luiz de Franca e Jos Mondes, sen-
do at a este imposta prohibicao imme-
diata de montar.
Ora, porque o Jos Vendes quiz guar-
dar Toulon ?
Nao sabia que 03 allemes tudo faziam
para sustentar a sua Berlim, a capital do
imperio dos TeutOes ?
Vaidoso !
Cahio ingloriamente, como os Cyclo-
pes no intento de escalar o co mytholo-
gico.
E em sua queda, de urna vez. esmagou
o malaio, cujo mo estado ha milito
manifest, e fez em pedamos o frasqui-
nho de patchoull, cujo fracasso euclieu
o ar d(> ftido do tribofe.
Nao temos vista o cdigo de < ri-
las para consultar as disposi5oe3 relati-
vas, mas philosophicamente apreciando
o facto, tendo attenfo emergencia, na
qual as prov'dencias foram logo annun-
.
lOs .:
k 14
A al sa Iraja ;
iu;' da sua niorto e>lron-
(Ipou como u;n.i d
ccha aen'.idaiBafltd por toda a par;,
Bom 11 -.'' lo r(ti teve
culuu
anta de fer ir-se a naialiia campal u de
1 contra os aoarcistas solt,
to, mus caiiiu envolto na bandeira tricolor em
qu.; inscreveu-se m Direitos do Homero.
0 elogio de Carnot j- estava eseatpido na
rlistori
do boulangismo,
ll !.
::'. p rod
o o fto :nc 1 dt 1 "
it: :u i
D auiitidu victori.iva, mas, a
oacao Doiversal que surge eama^ar dentro em
1 anarchismo que alastra a sjciadede em
toda a sua base.
i; 1 aalas horas, nesln momento de, desoa-
cao amarga, a Fra-ic-i vela a fronte :m lagri-
mas baabada, caorando prematuramente a mor-
te do convelo cidado que violeatiueutc xara de existir.
A colonia franceza Deste Estado, prepira-se
para era solemoei exequias eommemorar a
(Borle ile Sdi; assoeiamo-not, pois, ao nobre
preito que os seus compatricios vio render-lhe,
e a que tem jus.
Contra a dynamite e o punhal nevrot co dos
usassinos, estar a serenidad** da justiea iiae
apootar aos bandidos a guilliotuia.
Uo mallogrado Carnot, p le- dizer, o que
um Fecundoeseriptor disse de Miciel Pinbeiro :
-Eli 1 foi um grande hom;m e um grao t: co-
raco alliado a uai grande espirito.
891.
/. 1 1 n*-'*.
eHHBHi^HilBHBBBsalHHHili^MHB
Fiaernl Cnrnot
AVISO
P r motivos de forja m .Mr e contrtemeos nao
poude opportuuameni 1 a Bolonia Fraoceza
1 e asfltm dea-se cop*a de ser o es-
cndalo de marca-maior, parece nos que
aquellas medidas nao foram completas;
pois deviam come$ar pela annulla So da
rri la: Na falta desta medida, os ba-
toteiros sempre lograran) seus fins.
HIPPODROMO I GRAJJ
Fecha-se hojn a inseripcao para a cor-
rida de domingo prximo nesse prado.
Stimo pareo-Hippodromo do Campo ft J) [ j ( A ; \ ,) 9 (| ,
Grande -lj)00 meteoeAnimaes de Per- I
uambuco. Premios: 25 8 ao primeiro,
ftUS ao segundo e 25 ao terceiro
2.
En Mdti
3i?ca,a8 .
Vpores. .
Animaes
Estrada de Perro Central. 1
dem de S Francisco '<
liam de Llaoero. -,'-
U
,>IS

23
13
sa
!3
2l
Sorjma.
car ]
Saceos
8186
986'.
1585 i
116T8
693
2312o
I R0
dio
jSiCC:
50
102-.
211
113
486
30
39:2
. importa^o
Liverpool e Lllti, vapor iorIpz Edictori
ectr'o em 18 do correte e coosgoadoa Bla-
cKoaroe e oomp. :
Ca'ga de Liverpool
Arras 200 saceos ordeno, lOO a Sulzer Kauff-
mana e cotop.
Arcos de ferro 412 feixe3 a A. O. C. Vlaona
401 a Vianoa Calrv e comp.
ArmacOes para sellim 2 caixas a W. Halliday
e comp., i a ordem.
\goa mineral 50 raizas ordem.
ix 1 caixa a F. F. Leal.
3iBouto8 10 caixOes a Jo&o Ferisnies de Al-
m;Ha, 3 a Ccrvalho e comp., 15 a J. Ferreira
de Carvalbo e comp.
Barras de Ferro 471 e 150 ftixee a Albino
Siva e cerno.
Barnlba 5 tambores crdem.
Barra Drova de fogo 60 a Cardoso e Irming
Cidra 25 caixas a C Laja e comp., 30 a Das
Ft rnandes e comp.
Cabos 45 volumes a Beltrao e Costa.
Cocoac 1C caixas ordem.
Lera 10 caixas a F- 1. dos Pasaos Gomr-
rS'B.
Cbc.pC'3 2 caixes a B. da Silva Carvalbo.
Cobre 14 Tolomee a viova de Maool dos Sao
ton Vi Haca. .
Pirata, montado por Canavarro,
56 kilos
Mascotte, idem por Olympio, 5^
kilos
(alette, por.V lexandrino, 50 ki-
los
Tempo: 75".
C 10 ca lui 10 sai ees a Ccuipacbla de E;--
lita.
l'e*v-ji 10 caiXJ' A mj-fn-, 10 orj^ai. II
Ca'Vdl.a.-e comp., iiO J .o Teruanles de Al-
fPfl la.
Ce dos 1 e-iixao a Ferreira Barbosa e cosp.
2 o Pd'v Onvei-a e coiud.
lili .'i lolomes a ordem.
Ctnc de cba liba 7 barrica a Co p:
li- berilio.
O-c; 1 xa 1 H. R i'i.y-o!. I a 601 ma-
rte* i.'r J .. t. F. Leal, lo & Cum
pant.i-i Ce ',! .; -.
Boceradc i c ixa 1 AUxno S: va e comp.
Elstico 1 1 ilza a Br< ; S-.
E-iunh 15 'a- teas A. I Carvalbo e c.-mo.
5 a A Plata da Silva e comp.
Brtadoee 10 sacres 1 Comcaabia de Estiva.
Es'.opj i7 lardos 1 ok B B0 e ama.
Ferr'C-i).* 17ii Ioomm .. Q .. :' Mattos -
tr.aop, 16 a W. H.il la) comp", 87 a Alb.co
Silva ecomp-, 2 a G. 11- S. Mx* W a \. <>
Carvalbo e comp 1 a B.*is e it los, 9 a or'ifm,
54 a Viaoaa Cairo e comp.. I a B. da 8U*S
Carvdlhj e cutoo 22 a A. D. C. Viaooa, 1 a
Comiai'ho de Dotcas, t5l a A. f. 8:l*a 1
comp., 48 a Miranda e Sonta, 7 .
?pdo e ci-osp.
Fultia^ e ferro 90 a A'Mr.o Si.va .; coxp.
Formas p-ra sucjr SO v lames a A. P-
tRr-or..
Fumo 1 :'.., i a D. J. BBM coo:p.
L'iuca 40 eigo a i D,d Uoreirt, 98 .t J. de
10.
Liooj 2 calas a ir'.cm.. l > H. .' Rijeiro e
como.
Lnte coodeoBado (0 eaiaas a J. Feraandes_de
Ida.
M-rcadorlas 8 vf)iOT.fs a B-asilian Sob'carir.:'
T legrapo <; isaaaov i S. B-et am s ci
ves Ctl ao la L. A. a
hzar Jnior, 4 a Nonas Foaseea e coap., 13 a
I i Al loo C::.js e Irmaos. S m Ol-
vira Bastse cjmp.. Viar.na a comp
8 < a Hibij B G opirt. i
e com -. to a J. K. f'a Pooseca, 11 a a.
D. C. 11 de Piafa 1 T -
cidos 4 v:a Cunt- L-; u J. .
Mortira, 2 a F. So-fiel e '. ma s.
liaetnaas 1 ca xa a lults Frst^mberg, l a
Ki*8 Lima e comp.
Materials 18. velamos a Companbia Te:idos
Paalista, 446 1 Cardoso e Ir to 65 a Comp -
iMtrlal P ma, lo9 aos ber le-
os RuW-n&on, 4 a ordem. 86 a Compinbia Uj
Dspborot, 9 a CompsnRia Tri-
Ibo U. do R.-cife a Oliods e Beberibe, 26 a Com-
pjnrna Perianibacana.
Oleo 19 barf 1 a A. de Carv^lao b comp.. 7 t
I Res e Sao tos, 8 a A. Silva e comp., 10 a Gol
maraes Br,.?'. p rooip.
Pn fprioo 10 iaixO-3 a ordem.
apel 55 (anos a A Sca-es e comp 3 caixss
a ordem, 1 a Actonio P. da Silva e comp.
Pipas abatidae 3U> a onleai, (0 .a Amorim e
IrmaoB.
ProvifO-s 50 caixas a Das Feroaades e comp ,
Stea'ina 20 birricas a oritm.
Se'Xai 21 saceos ordem.
Tij los pra limpar bcu 25 caixas or-
dem.
Trapo 10 tar'os a Miranda e So'.za.
Tecido^ 35 volames a N. Mai 1 e C, 3 a Fran
cisco rte Azevedo e C, 58 .1 Rodrigues Lima e
C,! 7 a A. de Brito e C, 3 a A. Santos e C,
J a Pe-pira e Magalb-s, 7 a J F. da Silva Po
to, 9 a R. de Ca-valno e C, 2 a -onz.i Noeoeira
e C. 8 a Vatios Camioba e C, 8 a L- Maia e
C. 1 a A Amorim e C, 6 a Goer*a Fsrnandpa
e C., to i ordem, 3 a Affooso Mala e C. 2 .1
Mullere C, i ai, G OQalves e C 3 a M. Oli-
ve eC.i Gjng-ilv-s Caoba eC ,1a Ola
:ho Jiroim e C, la Manoel L. M- Ramos 8 a
B roet e C l a A. Ma.-tins e C, 21 a N. 00
seca p C, 4 a Sil.eir e C, 2 a Macbado e Pe
rer, 4 a Gomes de Mattos 1 maj?, 3 a Oliveira
Bj^toseC.
Tinta* 7 volomes a Re's e Santo", 50 a Gq:-
maraes B-aga e C 5 a Compaobia de Droga?,
40 a Af Pinto da Suva e C.
V dros 4 volaues a Osvaldo de Gasmao.
ViQba2 caixas ordem.
Carga de Lisboa
Alfazpma 10 saceos a Coxpanbia de Estiva.
Azeitonas 10 caix.s a Ferreira Rodrigues
eC.
Aeoa mioejal 1 caixa a J. F. d'Almeida.
Azeite 80 caixas a Companbia de Estiva, 1 a
T. Jost.
Ameodoas 1 barrica a A. C Lima, 1 a A. A.
Lemos e Ca Goimares e Valente, 5 a Com-
panbia de Drogas.
332221
CidadSos redactoresPpqo-vos, que d

luar a completa dislribuicao dos ion para
omneral do >"ii angosto sempre chorado pre-
sidente Sadi-Carnot,o ipie so ponde ser elto a
ultima liora e do m ido incompWo.
\ :,.;- as radas que, por ventura n3 1 li-
recebidoo.convites, quelite foram en-
viados, e as qu 1 or es |a cimento tifio liverem
gida irontempladaB, {isde-se a fineza den
o a lista que em se-
nt transcripia, onde sa acliam o~ seos
uorne*.
los foram distribui-
do* mais de d&zentos a ouiras pessoas. cujo-
nomes d lias oao figurara, po-leii-lo ellas licar
certas ^^ qu 1 eneootraro a devidn coll
EUp muios que o- il ilpara 1 qualqner
le lotivosexpo

sencas
I .1- 10 !'. lio
maiiha ;u graja matriz dp K.rato Antonio
1 -1.
CAPELLA MOR
Rvum. o Sr. Manoel.is| 1
(l 1
lar .1 publicid .J" as s 'guioU-d bubas, n > vosso
conceituado iari 1
SADI CARNOT
A ampulbela do io;;ii es- a plcidamente
marcando no dia do i i o j 1 1
jsinato tremendo de Mr. Sai Carnot, em
Lyon ua Franga
O finado presid "nt d r
do bruscamente pelo puu-'ial lo anarebisla Ita-
Baeas 4 D'.rriL-.-.s a Po >i e C, 3 a V. C s a.
BklatiJ 25 1 aixas Santo* d> r;
30a N->- Perosa e C, \ u i'v
C SO i G-d"H dP A- j > 'e 11 ;, SO V 1
n d'Oltveira ?aT 2! Fi^''1"""" C *'a> C ,
150 a P-rretra Ki'i.u-.' e C, 50 a E. W
M rr s, 30: ,, >-,>, Gaiares e C, 50
!', na d-1 n'A Imetd*.
(,1 liO barrica a Lnpw Aravji 100 I
r?ir:. 1 rige 1 s '"., M 1 B. I #.
;; ; i* pos 1 T. id t
L"b San a da I
Ne*s Petr< -< C, i0 P d'O'iver^ M< 208
1 Perreira Bdtl oes I
rica e C 100 a An-an'PB e C-, 15 P -
C 100 a E. M. de barref, 5'J a t. Ma-
1 a C
CevadaSI ?:as.
a.,3 20 I 11 eiri RudrigO^e
1 C;
<: juC 5 caixas a J. F. .it P. hames.
lousi caix .1 I. a 8. Affaiar.
Grao oe Mea 2 birnc* a Guiafteita eV-a
lente.
i! gas 8 calzas ordem, 1 il. Rooyrai,
10 a M. J. Caapov, 4 a coi le drogas, *
* 6011. i*-
Livroi
I
Son 1 a a *. C !,a .. o*.
Oora-. (i- I Jat
Pa'flC '2 r. e V :!<-"!.
Boap 3 volaqies a A. p S. Agoiir.
Homasft lceos A. A U-. 3 J S. de
Ad a
Sal 10 barricas a Santos da Pigoeira.
Sanutias lOica'xaa a Figati eJo Cosa e
comp.
1 8 pipas e 20 ha-rs a Hamos e Q
10 U io
-omp..
s 131 a co 5 a S*oi
omp., 13 a L de M comp., 15 i A.
C L .. '
i-'i ., V! a A
. .'. J II 1 oipa I 'i ris a A.
1. 20 a E 1 a F.
de Car>aloo, 12 a M ipe, 2 a 11.
,6-a M. J. C 1 a i. P,
.:, 20 a J F. Ramo-, lo e 10 carrl
S. Ex
OH ida.
1 S -Arce-
bispo .to !:
i'pitulo
Dea>-r. J.
Cbanlre larrj u>s I i i laslilno.
1 'i ire lino lo Amar I
ir. L. i-'
lu .- ario V :r iau l Rans 'i 1 I
Mestre de cerim mas Dr. Antoni 1 sm i ;r-
de.
1 oni 1 b :
Pabnc o de Ara 1; 1 ? reir.
Joan Machad >de '
,! ti 1 Fernn les 1 'i'.lv.-ir.i.
..-*imj-wwiH-niiiiii 1 iaviiiniaBmBBaVBavyBgayjiaiim
H
toxptfirfacaav
.1 is Jola de I
frd o exterior
Bri.'binte*, para
Carga doPij;ta
Alncs 112 canastra3 a rampaobia de esvr, 33
iGuims'a e Valem o 1 L^o-s Albei o
ordaai, 80 a Co*ia L ma e comp,.
tSfta 8ades dt A:auj3 e Filbjs, 50 a Bill 1 Gol
Batal 1 80 iltsa a Lopes Alheiro o eoaip.,
10 a F>*ca Ko:0a p coip-, 20 G Lim^ e
25 a (. de Aranjo e Ptiaas, 10 a M. Pin
iDeRidrlgB
8i{a 1 banca a A. D. SimOes e COOOp., j ..
G. d Arau}0 e Ftlboe.
Batuqies 4 sac.os aos meamos.
e em coQsrva3 1 c^ixa a A. A. das Sn-
ti s.
122 birncas a G. e Valente.
Orina Vt-gilut 1 .-:aixa a criem.
Caxlob^= 2 caixas a MaoaSo e Pereira.
,,'Dola' 30 caixas a ompannia de estiva, 40 c
Fraga Rocba e :omp., 40 a M. Picio i lljiri
gups
Ft-rragens 3 caiiis a ordem. 1 a A. du Cirva-
Iho 16 a Silva e comp-, 13 a Mirana p Sooz*.
Peljto 26 saceos a G le Araujo t Pili
Folbas Je lou-os 21 sachas a G. deAraojoe
Fnhis, 4 a M. Pinto e Rodrigue*.
Fio de algodoll caixas a F. Coimbrs..
I .vag : 1 calxa a A. Siva e comp.
Molduras pira retra'.o i caixa a Pioo Alves
e comp.
Obras >ie ba'ro 1 caxi a Pinto Alves n comp.
Pao es 22 caixOes a G. de Araujo e Pilboi, 4
a C. Lima e comp., 2 a M. Pinto e Rodrigues.
Pomada 134 caixas a G. du Araujo e Filbos, 4
C Lima e C.
SalpicOes 4 caixas a J. C. Vasconcelos, 7 a
a C. Lima e comp., 3 a G. de Araujo o Filbos.
TdinjD'nR l caixa a C. Campos e comp.
Vimes 500 liabas a G. de Araujo e Films.
Viuho 1 barril a A. A. dos Santos, 3 pipas. 40
birria e 100 caixas a ordem. 12 a O. Bastos e
comp., 3 a Max urechol-r, (0 a C.Goiauraes e
Sobriobo, 50 a Lopes Albeirc e comp., 30 cai-
xas a G de Mallos IrmSos. 170 a Ferreira Ro
dignes e comp.. 150 a Guiaia'aes e Va'eole.
Vidros 3 ca'xaB a ordem.
>a oarca. norot o
iji, arreesra :
.. tr : '., i 10 t ;" I ersoi I
__ ,. '' Yara:.
j j. :
j ; ( .... ceos c..;. 17,300 kilos cic
9 ,_ alo.
Para o interior
anees *ilit;paa, para
C r^
H. Ota ... lOOsa w 031 :llos d
\'. tieesen, c0 far:as cora 7,:00 k.loa de
algoi".
B. \V liiaaa & :., t~> lardos com 4 429 kilo
de >l.
. coas '-',
1
p. ( Ot" ^oa |700
ool.
1 ra Ra le J nelro
li. Borle C 1 W laceas cola 1,73 kilos de

Ss iva, '.1 co 17.0-30
. le alcojl.
I I 7.j> llt'Oi
te c 47 d'.i litro
alcool.
G. Paa le, 180 >a ai 3
'JO litros 1 a1C03l.
$90 litros
1 .
,. a iC -i 200 cacos fr.c a e 3 Cilxas
luce.
pao, pira i
-arreKaram ;
B. W C 203 farde com 3o',:.3o klli r
Ti ;
[!. v. com 3,-59 k:!js
"- 1
No 1 : psra lii) <-
. 1 :
G. Irm, 4/2.0 maoos d ear-
m- a.
lo ?a;>3r logias r. P para o Para
carrpgatam :
i. IrmaosiC, 25 pipas cora 11750
ojI, -2. ias com 11,75'J ditj^ de
t 10 barrida <.
t7fiO 1/
laeaf bvanco.
p. Camiro & C., 427 barricas com 32,912
kilos *> assa ar li-.-nco.
G. GnlmaresJa or, 18J loiomei kjo 11,441
kilos i oco.
J. S. Carneiro C, 500 barricas com 4,260
kilos de assu'-ar branco 3 200 ditas con 20,000
,11 os de .'al or
S. Campillo, 350 caixas com 4,530 kilos d-
saoSo.
S. Utmarae A C. 2^0 barricas cooi 18,669
1/2 kiio? jp a--suc^r braaeo.
J. Saltar &C 3U0 oarncai es.. 21,220 kiio?
de assocar braaeo '..-or..
P AIvpsAC 4j0 vo!ume3 com 51,-80 kilos
leassucar braa:o. -
F. Rodrigues d C, 17 oaixss jem jIO kuo*
re doce.
No patacbo ing ez tVea'.urs, para o Pa-a,
carre^aram : .. ,
P Garaairo & C 250 birricas com 17,780 kilos
de assocar branc3.
__ No vapor nacional Alcana e, para Mj-
rauo, carregarum :
F. Le'DOi & G.. 30 latas com oleo vegetal."
F. Rodrigues 4 C, 2 pipas com 940 litros de
alcool. .,
C. Piuto k C, 60 caixaa e 10 gar atoes com
I 490 litros de genebra, 40 caixas com 48- ditos
d'e cognac e 50 dita c. 2,003 duos de vtnbo
de (rocas.
T. Lana & C, 50 caias com 480 litros de
cognac, 40 -utas com 320 ditos de geoebra, 10
ditas com 80 ditos de licor e 10 ditas com 80
Uto de cidra.
No vapor nocional Jacoblpe, para faca
ty, carregaram :
M. A. de Sena & C, 40 barricas cwn 3,050
kilos de assucar branco.
Na barcaca Julicha, para Parabiba, car-
regaram '
C. Pinto 4 C| X5 caixas coro 300 litros de
cidra.


Va! .Ileluia.
Jos Va/. G|]
l)r. los iie 01 i ve ira.
Prefeilo da Pe
Provincial do Car
601 van seo
Supe '. isa ris tai.
Vigario geral llr. Eslaaisiao de Carval
le Santo Antonio, F. Joaqni
.
; A. F. do Nascioi 1
t. Am 1a o Pranklin.
. daC. B:rbosa.
,;:rio A". (Win 11
B ii ir, o ivdms
rigos e Irmandades
l s. Exc. o Sr. Governaior Dr. Alexandre Jo-
s Barb s 1 Lim 1
'! S iu S :'.! no Dr. .uo A. Ferreira Lima.
.. 0 llloi. Sr. vioe-proMlo Ur. Josa Marcelino
Rosa s Si'vae
7 i)v. Quoslor Coronel Julio de V.d\o F1II10.
OR'O CONSULAR
9 Dr. Salgado Cnsul do Portugal, Cnsul Italia.
u Sr. Csasul dos Esl idos Daidos.
13 Sr. Con.ul da Inglaterra, da Dinamarca,
t.'i sr. Cnsul da Repblica Argentina.
17 Si. Cnsul da H livia.
19 Sr. Cnsul da Russia.
21 Sr. C -.nsul do Per.
3 Sr. Cnsul (l'Allemanha.
25 Sr. Cnsul do Chile,
27 Sr. Cojunl da lielgica.
29 Sr. Viee-Consul da ilespanba.
31 Sr. Consol da Suissa.
33 Sr. Vice-Consul da Grecia.
35 Sr. Cnsul do Paraguay.
Cnsul dos Paizen-Baixos.
:i!i Sr. L'ousul do Uruguay,
r. Cnsul da 1 ulombia
43 Sr. Cum ni d.i Anuira-Hungra.
45 Sr. .n-".ida Costa Rica.
i" Sr. Consol da Rppublica Dominicma.
'.ti Sr. (.'im-iil Oa Saecia a Norupg*.
51 Dr. Pereira do Carino, insp ; ir da Alfaii-
dega.
Si IK. Rondelli, inspector do i" dislricl 1 mari-
limo.
;: M los s mos, dir 'Ctor .1 is '' -
reos.
.'i7 nspjcl >r, Tliesouro do Estado, Dr. An! mi 1
Pernambuco.
-; li : ::' ib doria .11 Esti 1, Dr.
. I !-
Bl 1 cu! lade de Dirciio.
>; :;;' Ui'ljia r olica.
6 1 tymn 1- l sino
67 Bsco 1 Normal.
ipli i.\ m !

Perelti.
77 : ir. Vi-I
;.-:.
11.13.
I-.
13 1 i. 11 :

:.. .
1.
iu
1O1 r. Salvador
1113 i 1 '.1 I ros
. 15 !. 'i ;-
107 Rodrigues 'lo.
109 v'q irv.ilh .
til Vi 1 Giiarit.
.
aaaaSaaV
__ Ni barcal -;r de Mari p
gOpe carregara n :
C. Pinto a C, B barra c m 225 fhtc j v -
oa*rp 0 caixii ra 10 > 11 o* d ci 1
N Da-caga Dio*Prov a.- ca pira M-
cei, carrewcu :
/. Soasa,SOOcaixic mA.COOk 10 I- rao
Novap.v inghi Lap.te, p-.ra 1 1
carrezarai-j '...,
J. T. Carneiro, 20. as coa W U'iOS S*
agna-deo'.p.
P. de Olivelra M i 50 barr- c ro i, 00
de agaardeste e 25 utos com 2230 o.i t .
alcool.
P. ra Ri' de -i:v->. c r egiruo:
p. Carnlro 4 C 10O >o*m m 48,942 '1 ro3
de agoardente, 16 li a l 700 u toa de a
Ly & "oreira, 1 4?0 saces com SI V
de aSuQSar 2 anco.
Co 10-nbia ae Orogat aixef com prepara
A. T. ri- Z.% m wccas coa ii 203 fawi
de alg
I i '
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raj ji :i
A-'.''.
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lo .le chele
M. L. pp.-eir., I
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La;x Miuoel Rcdiigoea Valenca.
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108:153*498
4:10
3 078ii0
- -1 aaaai
ir. Pedro : r\
i i r. J0S0 Coimbra*.
I
ra
ira.
OM AL
reir (Prea I
1:13 Dr. Jos Can pello,
nos.
Morillas.
a t de Carvalbo.
; iros.
1:1 can.
iodo Brillo.
1 'inheiro.
ann 1.
157 P
io9 1'-a.
ASS ICIA O tAL
161 Presidente.
103 Secretario.
(J vBINETE PORTUGUEZ
165 Director Barbosa Vianna.
107 Orador Joo Alfarra.
[INSTlTliO ARCHEOLOGICO
Ifi9 Desembarga I ir Manoel Clemeottao.
I". Secretario uwjori lodeceira.
LYCE DE ARTES E 0FPICI03
173 Pelix de i.'antalice.
MONTE PI. POPULAR
173 Capito Victoriano tbla.
177 Instituto M.-dico.
Toinmandanio do 2 Districto Militar SJ
Esc. Dr. Amonio Gomes Pimentel.
Ajudante de Ordena Major Moraes.
Ten.'iite MaCiel.
Tencnte Mel.'liiades.
:tor do Arsenal de Guerra.
Capito 1! 1 Porto, Capitao de Fragala La-
cerda.
Director de Pr "i Capito Rocha.
Coronel Commandante do IV- .Ip Infantera.
1,-I Cominanda ,11 do 2.- de lnr.ii:tcria.
1. ir it'l Cli -fe das 01 lilita es.
;.!. 1 io militar.
i'i_.: |,.jr 1 Ao i li P I C isla.
ral 1 > pe.
Cmmel iquim C lellio.
Guarda Na i
I '. > !,
1 imii-i y 1 'S.
Coronel Poreii 1 ilo l ir ,1
I ...' i do 1
I' iron I Cli iiae da S Iva.
Comiiel The :
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lii-a.
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r.i de Sa.
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nei la.
Idiz, Dr. V i'ira.
Jiii/. ir Lupes d.i C
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Juiz dus Oipl
.UU I CV!l.
Jui'.i'- Disl
Recite.
. Distn to Samo Antonio.
Jl!'. dO Di: :
o Disiricto il-! A'i-.i lo.
Juiz do Distncio ila Boa-V'il 1
ti) Distrieto da Graca.
Juiz do Di-I lo I
Juiz do Dis 1 Vaiaea. ^___
gdo lia 1 a O 17200
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Francisco. de 382' .'. eommaodaate
Aotmia Ali 3d. cara n-
nos genero*; > Ca :'e-'ii;nb'iC3Q3.
rn smi da
Valpar ;: e snla ) agies 5i-at?,
Toma :arga va: os gne-
ros.
p.!i d- i Soa-
Lnis ao Cosa Amaro,
aros.
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, carga vanes
roe.
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ro-i.
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Jir.a Pitar .
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la, cooj .
geaeros.
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N; toas- cn;. .
Wlll ''", ."3 ito
Come-
varios
Hercaeio If nnictptal de *. Jos
O movimento deste mercado no da 21 de Jala
foi o sgoiutP. Entra ram :
40 hus cesando 6.201 Kilos.
17 kilos de pe;se a 20 rs. 3*300
13 compart. com mariscos a 100 "s. i100
10 ditos com camarOea 100 rs. 1M00
311/2 columnas a 800 rs. 18900
4 cargas com allinbas a 500 tu. 2JUOO
5: cassuaes com gal lindas a 3C0 rs. 600
i cargas cono roilho v-rle a 300 rs. 1IS0D
10 carcas com batatas a 300 rs. 3000
i carga con macacbeiras a 300 rs. .''t'O
2 cargas com g-nmuns a 300 rs. 600
1 carga com b aunas a 300 rs. 3 0
6 carga* com laraojas a 300 rs. 1J800
2 cargas com diversos a 300 rs. 600
40 cargas com fartnba a 200 rs. 8*000
7 cargas com milho secen a 200 rs. iir>0
ti cargas com fejo a 200 rs. 112C0
67 logaras a 200 ra. 13*400
36 Suidos a 200 rs. 7*200
11 comp. com suideiros a 1*000 11*000
8 comp. com scineiros a 700 rs. 3*600
11 comp. con fressuras a 600 rs. 6*600
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
53 comp. coa: faseodas a 600 rs. 31*800
53 comp. com verduras a 300 rs. 15*900
5 comp. com fartnba a 400 rs. 20*800
46 comp. com talos a 2*000 92*000
273*800
fltaTltM es'ptu
D> r"
Palbabote ro- ogtu 1 B
Di- Pelota
P :
Lugar
; o argentino H
Lugar k.
Lugr {.or;u'U'z Hor
Doruevueose i nraneer.
. H nho VII.
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rte.
Paiacbo Ingle Ali;
irald.
.-. Aurora.
'.car: a
jugar iuglez L;ra int.
_iOgjr pjrtopujs Manobo VI.
.Patacho ingles Zeni 0.
Barca;o fupgoense Hidii'.
Escuna bellaedez. H intiOe.
Patacho sueco Adi.
B raegneose Arctic.
Pdtdnrio sneco H^lmanr,
PatECho ingles Vin'ure,
De SwaHrea
B'igue noruegaense Statsminister Steug.
De Cardi
Barca noruega Helios.
B.rca sueca Si ir y
Barca noruega Osmoad.
Barca noruega Pa^goo.
Ba-ca noruega Tr.e-goy.
jrca cglew Rol o.
Vaporna a eoirar
Mez de Julho
Ptolorcy., '.iairopa, bojp.
Oli ida, d(/ oone, boj''.
Dan. 4a Eoropa, a 26.
Uoa, do norte, a 26
San'elroo do sol. a 28.
flr.tis Maces, d^ New-York. f. 28.
Nasroytb, de lew Y rfc, a 28.
Santos, ds. uopa, a 30.
Vapores a sahfr
Mez de Julho
Rio e Sanios, Santos e esc. Pa.:abyba, 24, s 3 boras.
Rio e esc, dlindo, 23, s 5 boras.
Santos e esc, Pa'.agonia, 26. s 4 boras.
Buenas Ayrese etc.. Dan, 26, as 2 horas.
MUTILMO



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100 M i 'o I Arto.
Jornal do Recift
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Dr. 11 :->on.
Coniticr-1. de tuco
Dr. Por lira Jn ior,
nda.
Dr. P losta.
d i T.irde

Arttn lo
Julio.
I SA SA
finioureiro.
r( Jus de Atmrida i'unha.
M.inoel Jas dos Santos.
LENTE DE DIREITO
Dr. Joo Vera .1 Araujo.
Dio de Barros,
Dr. Constancio foatual.
Dr. A. C. Cira*.
Dr. J. V. Mein da Vasc acollos.
ilaqim.
Dr. J. J. de Olivera '.'"enseca.
Dr. narros Carneiro
Dr. Kibeiro de liritto.
Dr. Domingos Seve.
Dr. Paulo de Oliveira.
Dr. Eluardo de Oliveia.
Dr. CarkM A. da Menes.
Dr. Major Sami ai >.
Junta
F. Ignari" l'inlp.
Dr. arbo/.. d lijo.
Horonel AJv.-s silva.
lir. Joo !
Dr. Sim .' irbosa.
B. Os nuii : i-in lieadoa
destn i por alies in-
__________________________________________________,___________________________________________________ *** --- _________________--------------------------------------------------------------------- ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Elcc-reio Fsasniliar da Torre
Temi sido barbara e Iraieoeiramente assa
sinada no da' 15 do corn las 8 horas da
noite b

deisaram de sati.-fa/ -i
qiv a respeito pense n en la ni :
Ihor (briba, \ ieda le lina lo-
di un,a vez
l0 i lufiustode S Bar-
.1 h e o grupo que prest Dlemeate
forma a Directora que ee lu i
exei I i roem canl un is lou
; B e por
. que Ihe faa m pelo
de li icros
o mandato
n Dezeml no.
nado
c
I Jis-
po-
R uno por ni
a !,i ron i tanto
; irle boj -
- ....
.
de 22, ten lo si i i retirada p
nieu nome a redacta > desta folha
i; ;l.: j urna i taes se ili res dao
s, -nos.
c." m pace.
. i: de .'uliio de la94.
a, m i i-.ii i s S irr p.
-
lenia ao !. M moel Pinto
Dama/.o
mpa-
-
-
', a ultima
- :
lo Je un leito.
:la :
0 trullo

! Joiho '.'i.
.!.(' '. lo.
aSBSES23a9BHBBBDRiH2BliVBHHBEBM
0> colonos So Vuele* Liieena
u o ConizneaidafllsH1 Hachado
_, i, lador Mi
rea!
o .
B
rae a ribalta.
.; ao Sr. Commendator c-n-
que acto
Usina na car-
io J
lo...
I
o medo n'um hoinom velho lia.
iragem pecoliai
B i corra.
,, 22 de Julho .le !89i.
I
->
Ao eomnaerelo
. ram ao co
iu li-
tiam parle retirando-M o socio
lino D S Iva Josior, pi
bilidadn natura, Scando a
iova firma Henriqne I. i C, com c
:l passivo da extincta tir-
. I i tolbo de 1894.
N
f da SUv i Jnior
B rau de Rcidrignes 'tien-
des
0 ab ooi kiinafi r e
le H h
ca Mrquez de Ulinda d. 63
r*cfb-?r o; lepado* detza 'os rm tpgtameDto pelo
iQcira) |j> fe, 10 ne Ji-lnod- 1894.
Antonio rVaaude* Rifcdro.
-----------------^-----------------
G(Ilegio Parlhenon
Hospicio 3
internos, externos e
3 Ra do
Recebo alumnos
aeio-ponsionistas"
O director,
Bicharal Ovidio A Ivs Mtaya

1 ia do G > Mi* d->
i).. PcToambiuco em 16 de Julho
de 1:
DITAl.
i Exea. Sr. Dr.
ta od
r!--y, <:<-i fcri.'o do n--
. .lo Arobi:>el*go do Par-
da Ki-nab, a rcCclbor a esta Se-
oret*ria no praM Ai 8 diar, o irchiVo
i .
U> Ferreirp Liaia.

leca Je Peroambuco
EdiCal a. 5
PRZJDr. 3 J DAS
Pla nsiic or:a oa AlNndega se 'r |)b;ico
;i l:j da tfa 6 de A){o^to viaaooro.
i> ud b cu) rasU j-rDMci1, a pona nesia
ii, u ui-rc.ijr!8j detcipian, qae Dao
lespai li i a> oa pr..zj da le por *eu do-
no- ju eoDainaicrios; <8 Qcaet, anas, tic
L'.anMto oovo prato de 30 dian, a contar de-la
retirar n, tob p-cade, r^allaada b
veaoa, ale se atteoer fttM a ruciambcio il
goma.
o arrfTiatan e t""- i-brieado a entrar como
prej di ain-t^tajaj ao pau de 48 hora?, aob
piftii le i' ul a.
Armaiem o. 4
Mina Chato. Jardim e Gomp. Uffl pacote,
-e : BMUrra, viodo do Hvre, no vapor iraooz
O.oiria,. leBCarrtKaoo eon 2 de OutoO o -
893, i: ejn iro-tfo a u'inij Jurda? f Cjibp-
Niii**!. Poost-ca e Convp. Uui citi) P oJ, de
Upt-'pool, no vaiicr iciglez xplorer, Jercar
rctcdil ejj 17 'Jo Cl:o u<>-z e aon1) cooi>-oc)o len
d algooaa muipa os. peran>io 1.2'0
_r:. n si rt eootioa(ftn inorada.
H.r,M D F C. em cidia e W 4 S em ba'xo
vixa O. H il"m, idpju, ld"T,'oiileiini'
T4H ;:r mu.a- de obras di lultia de lliioi'ec, au
.. piotadM, coosi^nada a D.as e er
- e i'.o?a>.
Mar. a Jasquna Garcalvrs e Cricp. Uta i-a
ro>a p<>ai cuuit-rj, di Mantevld- o, no vapur m
(It-i. S'iiui Prinre, con> ; o aoao.-:ri8 e d-
co ira ca > uno a ia.
v*iobaos C** nai-ote o-313 at
Sou baiopwn, no vapor TosiDM,* em 7 7-mt- i 'ie t-891. contando >Qustras e Cosin la-
do V nbai-8 e Comp.
Marra tir. F auciseo de Soma Stt Un pa-
'-,'" n. 62, ideal, deoj. Id-rn, enotoa.i anta
or^a mnriaaria para toaulo, c m fia os t |0
i el.Da, Imuraado-Mi a coi iz iscAo.
. sicun Siiir.Urna calza, n. oi.
idem, un, caa'.cnlo uro k.i) d>- wni.-ky, rm
oo-Uada a J. Stua-'i & Smitn .
Netio. (JcOj cu C.Do ra o: o. ?8
LlV" pool, co vrpir lOgl! -S b'a:
do di o inez e anoo eontrodo lencos ne a'tiOlSo
peasodaSOO gramoaai ecoas'KO
ia.
Mi namanle L A ao centro U.ca caix
o. 17/45, dem, c> in. ron:endo zoasaas alimoa-
tic as-(ojlacblHDds), pei-nco 1.430 graoimai-
j g i la a L':"S aiOeiro e Camp.
llaves d'f erro, nio I
.-..adj 1.650g'aatDa*, e naiRoa
M-^c Estiva U'ia ca xa n 43';/j, idB,
le lou^a ~e p d*
edra. I. pesando 1.400 islea
la .'Tipan.ns industrial e Comaierc.o de Ej
G G C 'it cim^ e 3 L era baixaUiu
e r.'. 37. fiada d Haubu-^a, no vaar ai-
llo?, em 13 du aito me e an
ia|tr*a, coasi^uaOjO a Gj^aise. Cu.iii
e Com.
Marc 0 J .. C Da I n
a de rasen ia, coosi
Koaa O:. I 'di .. C-
Ma-ca Itaaea Fjoeeca & G Un pcela sena
em i'n;o auo:r.?, cojri
gnado N i-- Fo ice* A C.
Marca A. V eir 4C-Uc pacota serri noae
:den. centeada amostras, cunsisnaJi
i A. Vietra & C.
M-rc.i G ?k C Ca paooten. 5,l5t. vind
i no Vapor frun."ei Olooia tci 18 !
I e ar.n i, conlenda amoil'ai. c -: I
'"i-roandes C-
Affaose \Jaia e C-- U a paoote rem DO
m-" u, a me.-m preceden a, vin-io no v-po
10 io x\ nmea p acn'>. cooieooi
a;n > ta, con;i6Q'ido a AtTanso Maia C.
Mjrca PraociSM Gsr-ri & Irmlo Dm pieple
>a aooero, dem idem. coot,ndo smcrtrss
41-a.So
A L 4 i.'.- le o. 39 A, Hero
|: -i n i I h 'arle Lipeo & C
Mar-a M L & 0.'Jr, sitoB. i'J aaOdi
. no do vapor adema i Belgiaoo* eu'
ta, coa'irjo taeatraa e coa3igia lo i
n.
A L 4 G. Ua ri ;o n. 41-A, idem ideo'
ideo, era o m^smo coctiu, consigosdo a
k !',
Ma-ca L M em cia e W em baiso-Un dito
D. 140 A, iJem ileto, como mpsmo cunilu
*.naao s Lo 'eim Mala & G.
A 4 4 G -Un dito em nnme'o i e
\"tullo Az-Vf.
A l> 4 G em da e B & G en ba:s.iU n lio
n. Ti i !em ld( .ao a Andrade Lipe^
4 l*.
la e 8.
i 23 i*' ho de l8'4.
Joro Benigna Popara do Lco
. -' oacretti,
nmn>ramsii
;. Veiga cssoa
bu
' pelo r::
O do COI : 00 I '
aar do ConlBOie o tgeatp Sllvel'i .
H.'i'an : raqueo
i d n i*H0'i ,
i
'
'as artcri fructil coi tu-
d-< t s. P.-rteice a Do i---' ^ C. e v<
i nva p<>- rxecoc ffa late
E para que con.l-: pa^i^use e!it;l oa 10 n>*
da le>.
Dado p paaaaito nrgij caJo ;o Ricifi ars 20
de Julro de 1894.
Ba Jjf a. iJoria Rece taima, escivlo mi-
8Cret.
Jos Ju5o R. Pinte d. !ODZi.
Mu-
Serreiaria da Prefectura
iiieipal do Reeife
E DITAL
De ordom do Sr. Dr. Prefeito deste
Municipio, faco publico para conho-
cimeiito dos interossados quo, no dia
12 de Setembro do corren le anno,
nesta Reparticao recebem-so propos-
tas quo sero abortas em presenca
dos propoiiontos para c >nstruccao o
reparos do calgamento das ruae desta
capital, e respectivas canaJisa^oes de
aguas pluviaes, de accordo c un as sc-
guinlt'S esp cilicacOos o condices
geraes:
1.* elasseObras du calmamente
1." Calcamento Mac-Adam, for-
mado por cantadas alternativas de
areia e podra britada de 0,m15 a 0,m25
de espessura.
2." Calcamento a parallelipipedoe
ln.'jO a 0,"25 de comprimento o
0,11 a0,"l5 de largura, assentcs so-
bre Lito de areia de 0,ra15 a 0,ra30 de
espessura, em terreno previamente
preparado.
o." Calcamento a parallelipipedos
de 0,m20 a O,"1^.") de compritnentoe
0,"lla0,"15 de Largura com ba
Mac-Adam de 0,"15 a 0,"^ de i
Bura.
i. Trabamos de reparaco de cal--
ca oito.
.). Construccao delagedo de pedra
calcrea com rejunta tent de arga-
tent' e areia ei i partes
iguaes, entranhado de O,'1'! no m-
nimo.
6/ I'loin de meio fio com juntas
igualmente tomadas lassa 'i''
ci nento e areia e a partes iguaes.
2.a Classe Obras 'i.; c tnaisalcao
pr ihendendo :
1." Galeria de seceo ovoide, com
fundacQes de concreto u paredes de
al venara de lijlos construidas com
sa de cirai i lo i ar >ia, na
pr i lo de l de cimento para 3 de
areia,cap ia la oo rg massade lde
cimento para 2 de areia, tendo:
1: typo: ei.v) maior l."5, eixo
or 1,"0, espessura 0,"^a 0,m30.
2." typo: eix i maior l/'n, dito
menor 0,^66, espessura 0,20 a 0,25.
2." Bocas ile lobo parajunecao dos
ramaesde 0,70 de altura e 0,50 de lar-
gura.
Ido. ii, idea do 0,rar,0 por 0,
3." Chaminsde ventilacoe visto-
riasde0,"80 por 0,"80, com o com-
petente tamp > de ferro fundido.
oirfiES GERAES
I
As obras se*! i exe -. de con-
fonaidade c >m os typos adoptados
pela Prefeitura Municipal, cujos de-
senlise descripco ser exa-
minados, a tr de boje, em todos
os dias teis, do meio dia at tros
bora -,
II
O c intracti praso de mezes
contados da data da
contracto i i IVi.'uitura
Muni -i mhos '!'' i :eo
ces-
psacl contar da
ciita da B .:to.
V
As propostas dov ao indicar o
i das unida -ripio por ex-
tenso e em alg notan
que a unidade ser o metro superfi-
cial para as obra 3 de ns. 1 a 5 da 1."
classe o para o lerias
das obras de tro li-
noar para as dema
. Sose tomando ora con
ita que infringir esta o indi-
cio.
VI
Os pagamentos sera"
i e por quarteirao de obra exe-
cutada, em dinheiro ou em apolices
da municipalidade de juro do 7 "/o ao
anno resgataveis no praso que for
estipulado.
VII
As obras, medida que forem exe-
cutadas, serao classificadas, medidas
e recebidas provisoriamente, e so se-
ro consiileradas como definitiva-
mente entregues tres mozos dopois do
recebimento provisorio, deduzindo-
se em cada pagamento 30/. da im-
portancia do servico feito, osquacs.
iicaro retidos nos cofres dotiie-
souro municipalcoma cauco da
fiel exocurao do contracto, solidez e
conservacao das obras, at seu rece-
bimento definitivo.
VIII
Das retenr;oos de (|ue trata a condi-
Co precedente, 10% ficaro em de-
posito at perfazer a quantia do cin-
coontacontos dereise final conclu-
sao do todas as obras, e os restantes
20% so como garanta da boa conser-
vacao dos recelamientos provisorios,
podendo estes ser levantados pelo
contractante medida que os recebi-
mentos de obras se tornarem difini-
vos.
I V
Cada concurrente mencionar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, seu domicilio legal, de-
vendo-cada proposta referir-se.a am-
bos os classes de obras na i se toman-
do em consideraco a proposta que
nao saiisiiz -r a esta ultima condico.
iP
A
; "',
-;. -

I ^oiilxvAu
PaOEOTO
Pata a i)a eorrid?* a realizarse na domingo
29 de Julhr de 1894
i.

.-..
i G ,- : i Canba 4 C-Um n. H. adel/10 para o coniui:
le Llverpoal oo vapor ibsUs B ., ,, -. ,
em ?4 ibras acim aneadas, aorancen-
' irlKOes Lima fe C-Um d:!o p. 10
em, com u itesa-u coctlo e cao m u-
o.
loaanlm L) z TeuinUffl ci'.o, ideoa
e!n, eooslgnada Jaaquim Lutz Te;
8 Olintbo Ja-d-.r & ;--i: ; v B.
-apor Acto .-m 28 i
i e ai i, c aleo lo frtgmeutos de fssen
D S 4 CC .: cslxs n. 1,205. vlsda do
Bire r."> vaoor fraucex C 'relea em 28
e d i,

. Dr .'-:' I eos.
1 ', l* d lio de
1894,
doar ".; fj
oes ra e que pudor sor
construida dentro do anuo, podendo
introduzir ;.l i de
res quejo intre-
, mudar o typb gera terial.
h a devi 9 a ir i
>S pela Pr i .Municipal
quo poderos ir, no pras de l
da apresen!
e dev ler:
1." Plan jetudini
il > projecto las obras,
ianhados dos c
ato.
2." Desenhosparciaes dos typos do
galeras a naais detall es concernentes
L-Jia .'"1 --r d Valga Pe
Mello, j-ir. do direito do civel, nesto
m: t. 'reojo sis Sutta, cn
tadedaloi, alo.
rKOMbu qi ".->esa No caso de infraccao desta clausula
qapori O. Idalma Eca-1 llta de.....
le Barr i Raga Pilba, me
>a ou me p;ciia qae 30 dia r-- --ha
a j'iitifica- i'auaea.-U de Emilia Adc-', rescindido o C perdondo 0
lside Netl l, A.; stu se
N-.f.j, D Jar 0r!i e
tona A. Nt o Folkoimn, riasa
do uado oatnaendador Franoiaeo Gon
ves Netto, e inertes* de sos reaiJeuciRn
D. V -.- f'li' a clausula X, almda acojfto ci-
e filbo I v porjmai ejuizosque Ihe pe-
der -i'la.
III
anhar
a respectiva proposta de unta' a
a maten ipr gr, oonten-
cii'/do qaeuto b.staase Ihe na.
o passi-r aitaes para aerom ctalos para,
oa primeara aadioBoJa d8te j-aiao, o,oe eo
fiser d-p is de lindo o preso da !-; vr-a do, em nSCripcao legi'.ol, O nome do
o aopp icatto i ffdr-.c r es .rtigos do h
o, aob pena do revnha, nos aatoa da
acylo ordinaria que rromove a iupp'
CODtra o me san commendaor F.-a:. cisco
Gor.c ves N-ttc. E como tivesse justifi-
> dedoaido .-ai sua peticSu, Ihe ish
[prop i -ni lo material.
! Estas amostras serao restituidas do-
pois de migadas as propostas si red-
is dentro dos 15 dias que i!
a e inclusa" i desse proc
exceptuadas, porm, as que a mpa-
dei paesar o pr-fl-nte eiitai pelo q-;al cit- nharem proposta que for aece 1, as
ac Buppca'iws D. Emilia Adelaida Natto (Juaes ficaro em deposito na P.efei
Netto, Agoatioho Netto, D. tura Municipal e servirao de padrao
na execu$ao dos trabalhos.
Guilhertne Netto, Ag08lioho Netto, D.
Mam Osrluta Netto o D. Victoria A.
Netto Fo.kkiseo, afim de que teoksm
primeara uudiecit deste j'iiao, dapcii d
fi >do i praso de 30 dia, a contar da dota
IV
As obras abra .^ero no mnimo a
superficie de duzentos e cincoenta
da publicado deaie, para o fim reqnerido mil metros quadradOS decaljamei-
pelo sopplicaoto, aob pona de revelia. com lagdo, meio fio e dana.sacSo,
E, para que chegue ao coohecimeoto ce'correspondente, ficando, entretanto,
todos, mandei pasear o presente edital que entendido quo o contractante se obri-
ser puboaao pela imprensa e outro di gaa executar pelo mesmo preoo o ex-
Cada proposta de ver ser acompa-
nbada do conhecimento da Thesoura-
ria Municipal de ter oconcorrente
f itoo dep isil i de contos de res, I
em mooda ou em ttulos da divida pu-
blica, o qual Ihe ser devolvido si a
sua proposta nao for acceita, e, caso
se a, ficar, como caucao que perde-
r, si nao se apresentar quando for
convidado pela Prefeitura Municipal..
sendo-lhe restituido, dedusidas as
multas a que se refere a condicao 111,
XI
A concor 'encia vers ir sobre :
1." Idoneidade o habilitac5es do
proponente, devidamente comprova-
das.
2." PreQO das obras.
3." Praso de concluso de-todos os
trabalhos.
XII
O PrelfeitosolioitardoGover
Estado o auxilio pecuniario que for
sario para que as obras projec
tadas nao sejaiu interrompidas por
falta de recursos.
Secretario, da Prefeitura Munici-
pal do Reeife, 12 de Junho de 18'. 14.
O SECRETARIO
Joaqtiini os Ferrara da Rocha.
PA'IEOBaapreo&a ernaai'UCzia'1.-300 metro* Handcap-* Aaimaes
de Pertambaco. pr; mi s r 35U0O0 ;.o primoiro, 70^000 ao aegunda
e 353000 ao terceiro.
Pcso=B:'8mflrck 2." 62 kilos, Pirsmon 57 kilos, Ti ziopbo, 57 k.los, Tarca
2.' Jarda, Debiqtte, Uakonieres, e Platla, .3 kilos, M:a'ify e Avea'ureiro
>50 kilos, os d'n?.a3 46 k ios.
PAREO Derby Club1.250 metros H.ndcap. Ac:maea de Pirnaa.buco.
PB8MIOS : 300(5' 00 ao primeiro, 60,5000 ao segundo e oOfODO so ter-
ceiro.
Art. 5.Bsma-k 2.a, Piramon, Triompbo, Jardo, Dobiq e Mahameres e
Plntao.
IPesoTurco 2.-e Pirylampo 58 kilca, Dablir, Ave-turera. A'Iy Stcper,
Maurity, Nababo, Tudo-, lde, Hugaenote e Hirondd!a 52 kilos, todos oa
demais 46 ki oa.
PAREOPrado Pernambucano 1.003 .netro&. Anima83 de Per-
nnmbaco. pbbu'.gs: 2iO^OO ao primairo, 50$000 ao segundo e
25iJ000 ac terceiro.
Art. 5.*Tarca 2o, Aventjreire, tfsvarity, Puyiampo, Qugaea 4eiDublina, Ay-
^toper. Hirondelle, Tado-, Nababo, Ida, Pigmeu, terlim i oa do pareo Derty lub.
c r*ARKJAnimaeSo 1.200 metros- Aa.maea de Peros-mbuco. PHE.
Mos : 25C5CO o primeiro, 5.9G00 ao segundo e 255000 ao ter-
ceiro .
Art. 5 -Ou 5* PABEiJConiolaeo) 1.000 metros Anirnaes de Parnam'ouco. PBK-
mios : 250^000 ao primeiro, 5 000 ao 8egundo e 2500J ao ter-
ceiro.
Art 5.afj co p-reo Prar'o Fernarcbucano e- Tonino, T-nor 2., Patcholy. Vin-
gador, Ma3C0tt-. Vfouro Tal spuer, Teinoio. Y>o, Pirata, Fioiti, Ga let,
Narciso, Ganmppirr-, Makio e Tupy i".
PAS-O Frllhos Urbaaos 1 i-OO metros. Aaimaes do Perr.aniboco.
pbkmios : 2500.U to priiaeiro, oC'S'.CO ao segundo e 25^000 ao
terceiro.
Art. 5. Coobbo, Reecite, P-ntable, Potropoiis 2., Pandero, Eej.F.c-, Ti-
bfio. Prn:8-;.rc, G-iar.te. Famscrt 2- Fausto, Viv. Fslicier, nireb, Ms-
lange, Traquioas, Pbariaoo, Palaca Saticcim.- > Ciogo o o do -r oosolaeao
I'ARE 58 de lualo 800 nutres. Aaimaes de Per^anibuco qne na
tenham gaobo uoa prados do Recite conracda ou l,2o victoria, prs
Mos: 250i5CC0 ao primeiro, 50^000 aa segundo e 25^000 ao ter
ceiro.
Art. 5.Jrd 'JARSJ 8Upr>i/Jroiao da Campo firaisdo1.500 aiatrns Handcap.
Acimses de quaiq-er p.-.ia. Premios : 350JOOO *-> primeiro, TO^OO
ao s9snodo e 354000 au terceiro.
Art. 5 Doro-y.
PesoSypsy ti kil'-s, Quajan- 54 kilos, ApoLo e Atlaite 52 k!!c,B, N ;;
no e Petrupolis, 50 kilos, oa demais o minino pasa que cciiSguirem.
Obeervacjce,
S conti-r victoria o pareo 29 de Jalbo
Para os pareos Impr'ns Peroarobcaca e Iliapidromo do Campo Granee
isa cii aideraen reliaadoB precisa qaa 81 as:r vaca e corra m 5 utameei de 3
ororietaros diflerentoa, oa debis 4 ao-maa9 de 3 I fiar tes.
A inseripo/lo enoerrar-sadM na terja f ra 24 d> Ja'.hj, is 6 h...5 da
ti'de pa eccreta'-ia, reo Larga do Rosario n. 16 i.e swr.
Hipdromo do Campa Grande. .9 de Jalbl ia 1-94.
O secreiaFo,
AL L. Vieira.
6.
7.
8.
[ CumpanliiaManufactora|Companh:a de Fiacao e
Por en'a Secretaria se faz publico aue no die
30 do crrante designado pela p j,"ver
nador do Esado de II de Ad-U proxitro pssasdo
:e logar o conco-so para o Dre^n^ hidiec'.o das
raf s f joize de dlreito, pf^un-o o i-og'am-
ran ja publicado pela c muiissaV) sxsmiaa ora e
ir- nforniiia le com a-i |jstrae(0 a eapsdtdaa
em d ta e 12 do Aob'o doaono pa^alo. Pelo
cu- sao ciQvidsd i o* candidato' i s^ripios ba-
arais Aff'nno (nc'.lve- P r i* Z
ao Gomia oe7Mo!>o < gael hp s. o- I
a eomparecrreui & > I leste p--io-Tnoucal,
no mevion''o A i is 11 i o-a-s da mafit;;'.
Rec fe, 10 d> Inlba de 189i.
Ostc.-ti:' i. lo Soperlor T ibonsl,
Virg li eG. C-eltio.
Secreta/ a da Prefeitura ooicipat co K--
,i 18 de Julho a 1894. De or, u, do
n-efeit do \. o convidad! s os nee>-
da cal -al, a fe prover?m,dentro i o p-a-
o.'IO dlao, dri me U I a ieua-s a< do padrao -do-
de Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionista a
realisarem, dentro de 30 dias, a contar
da presente data a 8." entrada de suas
| prestacSes razo de 10 0/q do capital
subscripto ou 20SOOO por accSo em mao
' do thesoureiro, ra da Madre de Deus
n. 22.
Reeife, 25 de "Junho 1894.
O director secretario.
/. P. Gonsalves da Silva.
Santa Casa (Je Misericordia
Jo Secife
De oruem da lllma. ju a adoioistrativa da
Santa Casa di.- Misericordia fio Reeife, fago pn-
bii;o que, peraote a m.-sma junti, em sua fes-
-So do dU 2i do corrente, sera levada prsca
por an, dona ou tres antics o srreod m nto da
t\i da sobrado l-, 3 a ra do Btspo Sardinha,
dito
Tecidos de Pernam-
DUC0.
Sao convidados os Srs. accionistas ;i
receberem o dividendo do primeiro semes-
tre do corronte anno, na razo de dez
por cento ao anno p>eis mil reis por ac-
c2o) no esciipxorio da Compnhia ra
do Bom Jess n. 42.
Reeife, 10 de Julho de 1894.
O director secretario,
Jos Joo de Amorim.
O Loiidon & Brazilian
Bank Limited
Saccis so'irc S,isl>a o Porto
em lsli' tv'i'lirous. e isla,
jsendo o |i.;^ain-ulo fcito ua
'occumo da a|>i'0eiitacio do
atas, para assir;nar o respectivo le-mo de arreo
daraento.
Outr :n le I i publico, de ordem da memi
lllma. unta, quh os inqolinoa, cojos cooiraioi
ptndo pela miiinciralida-le. Bm d sfenl-si e e3 ,verem lermicada e-io comparecer qoan-
Icotr'ors Bpcsotimento e ser entregee
arrentfasjonto tqoelie que nelhor renda offere
sapresentar fia-[% camino, polo ua. o
dor idneo, sto da roesosa junta, e ^
:omparecer i es'a ce;rt''a'ia n1 p'aso de tres
par ellas pdderem ven te- i aao:ia3.
O serr'iario
taco publico para conhecimento dos
interessadoa a para dar cutnpriinento a
ordein telegraphica da Directora Geral
dos Correios datada de hontem que tica
marcado o praso de 3 mezss, a contar
daqneUs data afm d i !er lugar o reco-
lhiment.o completo de 'odosoa sellos e do-
mis formulas de franqua emittidas no
tenipo do imperio e que dopois do praso
cima estipulado B&0consideradas nu las,
em face do art. 31 do re ado por decreto n." 1692 A de 10 de Abril
ultimo, todas aquella que apparecerem
e.n circula
Administrado dos Corraios de Per-
nambtico, em 21 de Julho de 1S94
O administrador interino,
Deodato P. dos Santos,
Banco de Pernambu
eo
['IVIDE^DO
Sai cocvidsdog os Srs. teciooistaa a virem
o dla23cai oisnteo nono oiviieodo da
. fOes, d* -: z o ce 10 0,'q ao uno M i*
por aegao. co'responleoie ao t- sen estre linde
em 30 de J th.i p-oxitro '-i-aatc.
Reeife, t9 le Juin < ie (891.
O director fecretarlo
Antonio F Pere:ra de Carvalbo.
"COMPANBIA
DE
Servidos Martimos de Per-
aarr buco
to ante* neaia secreUria para tratar ae reno-
l'-OS
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Reeife, 19 de Jolba de 189i.
O i ecrivQo
los Iknono B. de Meoezes.
DIVIDENDO ',
gao os Sr?. ae-ionit)8 caovidados a virem
sede da compaodta receber do da I" de Agoto
em dlsnta o quinto divid>Ddo de uas aeces, oa
raan de 10 0/o ao anno, ou 34000 caa orna,
relativo ao emente Odo.
R?clfe, 10 de Joiho de !89i.
F. de > ssi3 Carioso
Director adjunto, i
Companhia do Bebe-
ribe
3. a-cionstr.fl des'a companhia fn con-
vdalos a te reooirem em Bsaessola perl ordi-
rar.a po da 31 do correle mu. ao apio din,
a ; andar do predw n. 7l a iua 13 de-Hovem-
-a assis'.ire ?. Hiura da reltelo, dt-
uoerarem soire i a--c-r da com'i. s-
ii fiscal, relativa ao-ai-o social rin to em 30
ce Abril e.Tte mne, assim coi'io entreo o
presiden'e e focretatrlo da a?sembla geral e
can IB13&3 fiscal, e re.-i..ivi-rem sonr qualqot-r
Air ampia de liercse pira a companhia.
Reeife, 16 de Julbo a:- 189i.
Graciliano Ocla > o a Crnz Martina
Director arente in'erino.
Manosl Joao de Amo ira
Secreta io.
Sociedad e
o\fonte Pi Bom S ccasso
S.' ConvbCacMo
De ordem do noss-: irmao director, convido
OS BOSSOS irmaos para ne reunirem fra asaem-
bl geral extraordinaria, nu qoinU-'eira 26 as
boras da nore alim de tratar-.-e da creago de
aieaos addltivos dos doso estatoios.
Secreta-ia da Socedaie Mon e Po Bnm Snc-
ceseo, 23 de Julbo de 1891.
O 1 secretario.
Reoto Alve8 da S:lvaJ
Indemnisadora
De coofarmidade com o art. 15 dos estatutos
deeta cempantua, a dirergao vende quinte ac-
Uauco estve* iroaipraudo pa-
P'l Mobi*o Londres a nvenla
dias de visa iiu|iieiluNi pracas.
Alfandesra
Dj ordem do Sr. Dr. iospecto tica raarctdoo
prso de c:aco tus ia a os abaixo declarados
tlremissi. r n:i 3" secca o cont'ato para o
forneciTento ac carpos da euarn cSo t- bospitsl
mi'i'.ar durante o 2- semestre de lo9i.
AI ves Costa Filbo.
Jjs Franc son de F^cieredo.
loao Bapteta Pea
La z Mara Rib'-im Guiaires
Meoez-s Sculsppe & C.
Arsojo & C.
Aniceto Juse do Reg.
3' secc&o ra"A:f ::d.i;a
de Jolba de 189.
C chele de se:f,ao
Loii F.'rderico Cod.
e Peroambuco, 23
Assoein^e Benece te
-DA
Gomoanhia Ferro Oarril de
X a
PerKMnbaco
De o'dem da Sr. ptesienle, convido ae vti
dos empregarioj Joo Gomes e J.is d^ Uatto?,
para ctprreceri ni uoescriptorlo di cempaobia
oBm de recebe-?m a pao.-a mensa! que Ibes
fa'QiUda pelos r-specavos estota'.oe.
Reeife, 20 e Jjlbo Je (891.
O secretarlo
ADilio da Cama-a Lima.
COMPANHIA-
Serrara Pernambucana
Esta coran ichia est mudando os seos arma-
ies para a Pra.n Je T'radentes.'
Banco de crdito real
de Pernaalbuco
16' dividendo
Os Srs. accionistas sao convidados a vir rece-
ber na sede do Banco i ra do Bom Jess n. 26,
6e de os. 916 i 930. vagas pelo fallecimeoto dividendo relativo ao i- semestre fiado
do respectivo accin':* ; es preteodentes deve- ft3( de JuDbo Pr2*" P""d0- a **
rao enviar anas propottss fecbada?, por nter- %.> ,"00' I?h5*0OOI0D0.r ac-Sl>-
medio dos corretores eerae3 ct o mel da de Keclfe> ai 'le Julho de *894-
19 do crrante. AerIQ,te
Recite, 11 de Joiho de 1891. l Jo3 '*A^o Porto4
IIEGIIEI
i

(



Ir








-










I
>
Hiari# de reruumhuc Tcrya-foira ^ I de Jnlho de l*s
SEGURO CONTRA FOGO
\irtli British & Mer-
cantil e Insurance
(lO .BraZll l Capital subscripto 3,000,000 0* 0"
Banco da Repblica \compSw
3 divideodo
o escritorio de Perera Carneiro A C. roa
do Commerrio o. 6, 1- andar, s? p;-r o 3-
dWideods dos arc-s deete Raneo, .qoi loaenp-
tar, correspcodepte ao at-mesire no o <;. 30 de
Junbo Diurno, seo^o 6* por a~cSo integrada e
3 por accao c o 30 O/o !" capital reahs -do.
Recite. 21 d Jn'ra <894.
Estrada de Ferro Vrtr de
Alngoas
EDITAL
Fundos accumulados 9,452,452, 18" 5'
rece:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10
De premios sobr.
divida >992.379 68
6'1
2.4-8.196. 12' lld
N; B. A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, no
,se responsabilisa pelas transacces fei-
D ordem do Sr. director engenbeiro Us pe,^ de segar/mhl( vidas. "
cbefe, faz-se publico que precisa-se de 4
desenhistas praticos em trabalhos de Es-
trada de Ferro pagando-se de duzentos a |
quatrocentos mil reis mensaes segundo a
capacidade. Os candidatos podem dirigir-
se em carta ou pessoalmente ao director',
engenbeiro chefe em Macei, com as pro- j
vas de suas habilitacoes
Recife, 21 de Julho de 1894.
O Dr. Jofto Aiv.ira* Pereira d-
Wilson, Sons &, C.
julB
cded do Itncif-
^e diroit do crame c > testa
to K'*li>
de Par.iumViO'i ota virtuda d ei,
ete, eto
F qo 9ib--r sos qi>o o prsenlo eajiUd
virern r t della noticia titerera, ;"n ao
da 2 r ixiaac z le Agosto, d u s
da respectiva sudieuoi daa'.e
h2o de arrofliaCar so pra^a pubiioa, a
quem maia WOa oarareoer (>
eos aegucotea :
Urn BTadofcmwat'i e oinde
sa!o es: > eso- iptorio sraHavdo por $000.
U.u bal or
30000.
U .. ', enver;:: is
pr- -0JD.
Den* gr.-.des f.rinr;u evid.-i.ijai-rt
avallados por 1000000.
Dom ofraa da ferro, i nto grande
e outro raeau.-, a aat ~ -
T8, IV."-..-.3 >E i-: r 3500000.
Urna cr'cr,i oom i respectivo rn"Cb.'\
tado k aaadeir, av.Iiados por 3U$ Cinco de purede le difforaoi
tamaoh*, n-ndo um nov.> na nutro* -ni
m< estado, aVtJhdoa p-r -i'JOOO-
UmH irrsade quantidada do aparta en
THE IMPERIAL INSURANCE CONPANY
LIM;TED HE LONDRES
Kstabolecida em 1803
Capital l.oo.oo't
(Its Z l,000;0OOcS;0O0)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADORIAS
CONTRA O FOGO
TA I XAS B A I XAS
PROMPTO PAGAMENTO DE PREJUIZO
Seui descont
Agentes
Bt\OYVNS C.
Companhia de Naregicao
Carioca
PORTOS DO SUL
O VAPOR
Santelmo
E' esperado rio portas do sol
; t o (1 a *9 do .'ulbo se-
iumdo depoi* da oecjsaarla de-
mora para
R.o de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pe-
lotao e Porto- i legre
OJ
ara rasflacens. carga, frete etc., trata-se com
AGENTES
freir arair* k (1
6Ra do Oocaroercio 6
1 aodi.r
Companhia Peronnitiacan^ t Ka-
vega
SEGURO CONTRA FOGO
Royal Insurance Cmnpany de Li-
verpool
C^VIT*1. 00,000
LARGO DA COMPANHIA V. 6
OiMPANHIA DE SEGUROS MUTUOS
CONTRA FOGO
:F^a Groa.: ss a
Capital de ffarantia:
RA d'aLFANDEGA N. l6 RIO DE JANEIRO
AGENCIA EM PERNAMBUCO:
RUADO CABUG N. l8,l. ANDAR
Caa do Corrcio 310Rccife
Joaiiuin A. de Almeida
Agente representante
d> -
dea > es
(nema,
fiada- em a e 'ra ext'i.csSo
naa, i.vsli-r1 \> >t 80'5"00.
Doua granaea estrad >e gr: veraiead'o pr tr*-b*:bos o
avaliadoe p.r 80*000.
Urna t-.bvl X* par reclames,
prr 3*000.
Um prenda de copiar, ?ob nos banc,
avallada pr K *000.
Doua d-8pert-core d; mct>i, avoh^do:-
p r 25 03.
Urna balay* pequera cora s'a ieoa
de cooza e caixa de m'de'ra, avJ*>d
por 60C0.
Uaja urca peiue:. par estr-ccSo de
lotera, valiada por3O5000.
Trea cadeiraa de juoco, de co pret',
avalladas por 12*000.
Ditos be v5o egiod prw;a por
1.4Ud|7O0, avali-do por 1.563*000
gundo o batimento da le, em virtude
de aeci)co q'J^ idov^ o Dr Fraociaco
Gnmt-a P-reotc coctra Anbur & Desi-
derio.
E para que chage "O coobvi!n>enro
de loa.., lECudji p-a-r <> p--s- t< adt!,
quo ter publie*1! ^"-1* n?,B'B* e outro
do g'-' to*<,r ffi<*di. no lugar do co
tome.
Qtno < :rad'> as:- cni-do do Recta.
Capital do ca a*!"! de PjraiflOuCO, >0S 19
de J.!h- da 189
Paga c<:a 142O0 d* sello 500 reia de
emolumerf-a pl S'?nHtor.
Recital 19 a a Jatfiu do 18U4.
Ea bacbsre< Francelio' da'S-lveira Ma-
chado, ee<-'riv3o iotarino e*crevi.
J0S0 Alvares Pareira de Lyr.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plicnix Pernanilm-
cana
RA DO COM HERCIO______
COMPANHIA" TETHYS DE SEGUROS
ARIT1MOS E TERRESTSES
RA DO VIGARIO N. I, 1. ANDAR
Directores
Baro de Souza Leo.
Thomaz Comber.
Julio Cesar Paes Barrete.
w
Pede-se ao* Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
go ou reclama jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambera se re-
cebera qualquer eonfa
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os *Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermlo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de-Castro Nunes.
Todos os recibos
\& sta empreza deye-
Silveire Baptista d^ Sta Rosa ^ *
Conr.ie"ar.*enedb *&> ser paSSadoS em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente*
sem o que nao tero
valor algum.
Edwar l ollic Leigb.
PORTOS O NORTE
Parahyba, Natal, Maedo, Mossor, Ara-
eaty e Cttar
O pquete Jacuhype
(Jom mandante Mo->teiro
SPi.oir para i
pdrtoa cima fn
tiK'artvs no oa
SO do correnie
*a*hor;". da ttr
". ^*
Recebe car; pocommenrias, paasacoa 6\
abeirds s frt-t- \> n ii f>or; g Daanbl do da
:a par: :a
8 JRIPlORlt
Ao (.'es a Cono pan Si'i P^roumhucauH
____________2_______________
Knoti's ricice Line ofSt>*a-

mers
LINHA RCGULAB ENTRE OS
Esbd^-luiios, Br.zl dio
Prta
O VAPOR ZN9LEZ
Brilish
eilo
De 67 peca de tlanclla avaridas n'aeoa do
mar. cooleio da catxa marca OJ e S etnbzo,
o. 1931, deacarreeada do vapor 'sdaleoa.
Oiiaria-eir), 25 de JuUio
A' 1 i horas
gente Pinto
RUANDO BOM JSri N. i3
t'or n^ca^iao e outo Ir lio J fard-s coi 01
pe e flo laaibfm >|-iatfos.
Agente Pestaa
Leilit
D i 8 caizas i'ot/ pipe1 al.n .50 i -i-iia- cm
'(iiii n.) tn?r a bi)''io do "apor -M'1 luz- t-ta ''ji
ultima ttagem a asta par<, marca rdLs&.
Oiiri-fti"?, 25 do corr^nlw
A'- 12 HORAS
No armazem a trnve$sa do Corpo Sanio
n 27.
A agente Peaiaoa vendHri po' coota e ri-ro
de 4uem pertencer, 5 aalxaa cma papel ataiaco,
avariadas com afaa do asar.
ILeilao
De SO asema tpa-ea L*C, en-n a".i7 a^urlaao
'jgjj do *ar. viadcii plo pu S i.o'ar
Qaat:>. feir), 25 do corrate
A\ l\ horas
\ Nj BTr.azem do Compinma P''roam Docena
i^or iterven^ao do ageite
Gusmo
geitt Oliveira
Leifi
'rince
E' eaoarrM de
N'W Yti'k no da
C9 !< Joino ea
\n nepois da
demora necesaa
vle Jrtf>eiro, Sao ros
Buenos Ayres
Para carca n^nmrppirtan, tpsii-8e coru oa
CONSIGNATARIOS
JohnstoQ Pater e Comp.
Ra do Commarcio n. Ib
AUPtrian Lloyds Steamer
Navigation Conopany
O vapor austraco
Pandora
K' eP'*rado do
Trsie a'e o da
cegniodo dapO
da demira cecea-
K'sn-te lob'adt de 3 aodsres e solfto I
Fas '.- o Rosario <. 41
.26
Batatas
Oque ha de pcrfeto'jn
)!>< ^u13berm* Hauaena
H I-.* i-at|i;*o*e ft>ofiB rin fl'ha mi' o
Irivi 8, roni K ito a-o p'ea* o e.[>n-n pa', tfffkro e CJO' sdo
l'o G i"orinf H o"-m. a s iti'em a mi asa
tf n,.r nna l'oa ">J'i t UC IIO d qUdllU'lLie IlCa- 'a H,)a v -*, a ni -e-saM do --n u..... men-
tj, h aiaaih-M'-aiB naad* j i we m*w i '
te artigo, vende-se aos
lotes-a vont'-tde do com-
prador no Trapiche
d.>- qo" eairpareceMBI eiie ac
Caritide.
to-
rthijiSje
id
Prw-a. e d-- r>roa para <""" ha- >
na ro D q"1- Gix* 0. 57.
rrr-prrr i
.ouca perdida
[na
p-f-cUa-pf 't.' roi ac b-rt> mocitrtw rara
antaf ren ort. nMntao tu 2 aoooi ; a t atar na
n..i 91 rila n 31. a mi '* ".
A abaixo assip-rmda pede e pessoa que
por caridade recolbeu ana lilha Olindina,,
a qual fugio de casa no da 19 do cor- f-rt-ns <<> i;n> .m-. ca a e r'c ce urna
rente, fazer-o favor de mandar um por- !/* 'oji ; ifa;ar m i ;a ;; Cd;:iU
tador aos Bairros Haixos n. 4 dar parte:
que ser gratificado agrad^cendo a ge-
nerosidade de quem a raeolhea.
Rufina Mara dos Vraccrcs.
aau ''" 22
Cnicomiii
.
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gOTOTB \-YV,
p|"0 - Cxi n-k.
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0 o. lo 2' oJar, wi raa L>iqn
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Na ro ij i|ipd n 80" '" oma
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qi'tljT--i" ii a S (' -ii- '"*
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ri- f;.r'r*-. qr> i d T Oaons ^ -i a
55 te Ma j n. 7/0 rr.e-tilii : ii- -r i a
sica* |
cS'i q-e "a o 'o ;-
lar 1.i i:.t i d t- 'i II i. iX,
I leja. Rh.' f- II i- l
fie paj 'lia.
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9
Nova r,. 16.
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I vp t.-c : 'i. -. !.'; lio on K u ^i am
n' -r !; ', t '!C'i ::o n.
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U '.a raaa c i.
n- 3 1 yus 3 i (aiiia. i=nn" :
JalUg aV*SO
de Xovein'nr 3
0 ageo- se ::-, po ajandado so !r.m Sr Dr
ion <^e dl'eito oe urp*iaoa "i n qn-nw.
io*tn'arnoie dea m-no'-K Ju! a- Ej'.'i
CODi o ccn"-n:im'n'i) do* OVDsla levara a Icilio oiropon8te subrj.io de 3 i in
res a soiftu, a ra n Ifoeino.
Os Srs. p"eodeoh-8 derdej podero :r v.t.\.
mioarn n-fer'o pi.hrado.
Ipite Oliveira
Leillo
qi.H rr.i> sebo rssa e j
> 'O'' ui" u''or;>)i :
r*
Pe.i preaenie Ii i-i
aa|iiifeit lo i apMal e
na liq-i'dacso '' B*ms fOii-i 4 S-i't '.ha.
da qil'il Ui\ fi- t r. en ti a.i uta i ni J i- Mar
'ina Sil soba ti "id i d--"a oa a eiD Haot exo-
; obrada "< quaiqi-"' c -r*liv.n ent- '>
I(|Uin^-i^ir.'i, O <.!O Cfrente onearea rp .iivoe ras'<*o 0.*a -xeira ai.^-
le a ra-v'.i 10 (o >o Mu -I C i'tea o ?ih Cu-
Da ca-a tarrea !
Vi-t^ i .9,
i a rna i
ei.i tpr-
. H' r-arlo da lioa-
110 pronrio
p ron mol
gl.a 'C< a j '"
. ':
I,: J n '' .
Ha >1
c-. Inm-
oto.
i
par., r-'x. mii-j e
muraio, rnhi 'ovia wta. goaa O'i-s te
OTi Ra Sg I Vi I.
iie 'e ei- ** S'Mo
p| a a h id f -i-'fi)
>S- di i'-j. Jeo o a
loea-i1''''!' na i bar
JO"! i- 'Vj lita.
' --i- IK* e*a -ii la'Ko
3 ; a c ara
:.-!- *-u ^.-- iD'i. -
n p-m' r> pa a '.r..' --.i' Qi
ti la
( ti p" p rvO-
u ; ? '-ti
geabo
por .- ; O'P, r0(D
'u '''' a i~ o f nge-
tl'-l I B.nOK'W o y,
,~ t 0"0 ea <;e as-
i fer '.- .
!.<" i IC6, t-i Mdf-
Feitor
Deca ragao
I'-i.cg.po dp ip tener, ri'eltrindo ae
coi : n;< r >a [api ra i r. 17.
rerto-
Ar
ayal
farla nara
Cahia, lio de Janeiro e Sau-
tos
Para carga, pasaageas eacommenaas
aoeiro a frete : tra'a-* cm os
*GrNTS3
di-
H
For8ter& C.
enrj
Roa do Coamro o n. 8
1- andar
UU___I i lf i > < '
i Ai remata cao
No ata 31, era praca-preaidid peid or. jais 'to
! disiricto municipal do Refflie, k* 8 phaca a
peqoena oei'jgua sita oo pecco da Mole' n 3,
com porta Jacelf, rretlol'S mnirm 34" c?u-
timefO*d# trete, 3-metros a W'cerrt"*i*ow ^e
fondo, i saia, i qoarto e cosinba piirraa. P'i
qiaot a ae ifTO00, por 9r a*l prac-' (rrr,to-
rada pt>.x#tfeo* % ArMnr AmtrK de
Caldaa rad .3a cootra igoet Mana dua Praaerea
e Silva.
O eeerivfo
respeitavel publico
A mesa regedora desta coofran rede descni-
pa sea devo'os e ao publico em ge'ai por r.Sa
ter atiPfeno o etiDerarln aononciado, t>*i mo
tiros )osto8 nos impedio de a^-im fazT.
Aprovei'.anoo noa da o>vasiao. aerademoa a
todas as corporafiOes qoi* oBiaam a<" acceder
orosfo convite, daodo deste ;,h ro maior br.-
Ib'Tss ao rrfprl-o acto.
Sec-etaria da i'aneravrl confraria de S. B ne-
dicto erecti no uneo'o ne Santo Antonio ao
Becife, 23 ce Ju ho de l9i
O aetre'ario
Vicpotn F. Saoto.
prefeitura n)nicipal do
Cabo
*a En dt-uonsT-;aj .o usx' neu uionedoeni
nenie ctoaf ao Dr. Manoel Pinto Dunaso.pre'e i
do mt nicipio do Kecif, det-rmino qo*- ou rm-
pregados la secretan da p'efenora lo B' loto
por oit' di.f e qneseja basteada, a ^>^io i
baodeua o riooal peio roesroo espato iie i.mpo.
0 prefeiio
Lniz P-roani-s f Oliveira.
Santa Casa de Misericordia
do Recif
Per f s'a spcrntarla se declara qoe oo Jia 17 Co
corrate -xia frir; na 'ramio *
fari pagameQto aa amia de criagSo em u.--^ di8
salas da sniiga cas3 .os -:po>-t t.
Se^retarn da Santa Ca de Misericordia ..o
Recife, 23 oe Jolbo e 1894.
O escrivo
Jos Honorio B. de Meneres.
COMPANHIA
DE SEGUROS < ONTRA FOGO
De Londres* e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
Rcceitn annual:
Ds premios contra fogo 826.0000
Ds premios sobre vidas 208.000
D<'. juros 155.000
Agento em Pernambuco,
Bo3Fwell\Villiam&C.
Harnhurg Suedamerikanis-
che Dampfsch fffahrts~Ge-
seliscfaaft/
O gVapor Santos
Kapers-se ds
Eoropa no ota
so ue Jolbo ir-
kidoo oepcirda
demCra neeraa
ris para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santas
Qasmqaer reclamscSea s serlo atteo-
didas 48 boraa epoio da nitima descarga
do vapoi di Alfandega.)
Eo'rar no porte
Para carga, encoumendas, paasagens e fre-
e trata-st com oa
Oooaignatarios
BorAtelt-van Raa do Commeroio a. 18
1 andar
Vs \\ horas
\o armnem ra 15 de ""Jo
Tembro a 39
0 agente Oliv.ird, ttorifdo f"-la Exm Sra.
D Ma'ia da Cooceica" Co ha i-ar a 'nlao a
casa terrea cima, enm por' e j-ne'la de i salas, 3 ')Oi'i;>', (o-1 ha f-a. nuir.ial. ele
Ua Srs. pre'.eoie.-iiea deadejt pote-5) ixami
oa a referida ra-a.
Leilo
De dffdrenles fardos com papel braoro.com
avaria, nja'ra A4
OoiBl-f'Ka, 28 do correts
A' II HORAS
O agenta Pinto levara a hart* por ean'l e ri-
co te qnem pertn';er, d'fferente fcrdi i Com
p>oel oes^ar'eaadoj oh bo'do do vaon- itetnSo
Tijoc. s II horas do da cima "ito, nb a'
niirm da ra do Bom Jeso n. 45 por dessiSs
do lello ie Ho e I .rodas, taubem avvrtaaa.
ra'to.
R ("fe,
2t rl.
M
Ju'l'i re 1894.
ri* Tb-n'o-a M-ati:i8 S^unnha
A'2< ee aeojert'al ar rnaafc ei!e aira boa
ca a m'i'aia e m n q. n fctii j. com cocomO'
dos par. roslti, sit i m rada fo Arr^y^l o
44 nmf'flnw a Mfi'rea'li do *r Antonio Feli-
s-.rd" i-i> AT>u"ro -'" i r, n "-' tro d s tsta-
^6-. '.. '.i r!rr>r-.i ilaaa An "> a.
O- p *t-odeiitea poneui mriglr-ae estr
djLiffloeuo, sMii do fallecido Dr. Ciliitc.
eo'O'trarao com qo-.' n-! r
pisa
o
D
r.
HlKf.
Prerisa->e
bom.
osinheiat criado
ra roa daflna n 40, pega-e
VITAL ELIXIR, remedio irglez, effi-
cacissimo no amollecimento cerebral, in-
somnia, sonbos fatigantes, ancia, excita-
mento, debilidade dos ervos e dos mu*
Jardineiro
'rec'sa se hortein. ra^ase-lbe bi m prder capa n S a roa ri->Benit'a Vavalena).
Ca:
veiro
'culos, tubrculos pulmonares, molestias do Precisa se de am roeiin ero lastantepratt-
' retntttn estomago, dos intestinos, etc. ^ roorucla a roa vwconde ae Alboqc rque
ELIIIB rWUGO
Leilo
Formula do
lR. BEHICIO DB AIIIIIH
PREPARADO PELO
PHA RMA CEUTICO
t
c
De ll fardo* com lio e brabante d. Jrjiha,"corq
svrla, marn K1>=E ^c
Quifita-feira, 26 do corrente
A'a 11 horna
O agen e Piotu tar it-iiao por ronta e rls'-o de
qoem parteucer de II araog com Bo e Wfai i*
oescar-egados de bo-rto do vapor inales *Jil .
Ss tt Horas, na roa do H.'in J-sus n. 45. pO'r'occa.
siao do I-Pao de foendas panel av.rudos.
ALFREDO DE CARV4LH0
FIO DE JANEIRO
tixeiro
P e~sa se de oro ireiro rom pratiea demo*"
loabas, ce c ronbe'imeDto oe soa condacta,
idafe d 16 18 annos ;n roa de GspMo L ma
o. 15, em Santo 8>ro
AsBiite OliBira
Leilo
C'imlia. Lima iV C.
Participam ao commercio e aos sens
1 dignos freguezes, que mudaram o seu
Cura- asdiaf.epsias.dig^toes dlfficeis escriptorio de commissoes e consigna-
e todaaa* moU*tias d^stomago foes da rua do Mrquez de Ol.nda n. i,
__ para a mesma n. io,
V4ndem-se fiuPHARVIA IX'ERAN- |
OEZA, rua do Burilo'd:i Victoria n- 25j
^A^Pernartbnco.
i." andar.
le madeira
.
r* toii'1T
D< raode e importaste casa terrea
Zjmby. o. 13 perln da estacao do trero^
com a raoires oocbadas ao* lado, ron*? quar-
cos. 4salae-,: grsorsa rosioba exieroa, fIMiada
165
ere terreno prop-.o. qoel merf- 165 P^'w^^tMfcjIiaij f|^ |Mk 3 |l O TC S
frrod S SOOle'fun-o, iodo cercado e oett -oIbu^T**3 '*f_ j9>*,.mwww+9n. ^/rsv
^erragerii
Ha?ahriia de tno*i-i. av.pi*, -"e Silva Fer-
naadas & C sarra sa randera a 30 0/0 meooa
! do iregn fimmi'Di.___________________^__
~IWp* Girard
' avisa a seus amigos-e fregueses que recebeu de
Paris um completo sortimenlo de pellica de pri-
Imeira qualidade chevr-iaux glace snede castor
Y ^ *&' t_ nfffrra*-^?!^ HI- ojadeespalho.
lado.cacwn*! foro Oomoa. hann-.ro, ele. j ^9^0 f l UltliV'llO'' "flIIC
Qaiuta-feir .^ortifeL outra.i4Ut^I-
PHiia ii. no.
Gerente
UURtTSUZZ
LEILOES
Qniula fer-, ?6 deve ier lunar o leilo de
famos com ftu. brabante, p pelecbltas avarisdas
o'agua do mar.
Llv(i Braziler
PORTOS DO MOH'C.
O paquete Olinda
Gommandante o capitSo de fragata Gu.-
Iherme Waddington
Espera-s
por'os do
B'
iuiho
ii i'i'i-
indiapejavel para
Macei. Babia, Espirit.o-8auto
Janeiro
dos
o. ne
*4 de
e Hu> 0t
As encommendae sr;: i hre>DMa ai 1 bora
da tarde do da da aab'da, no trapietie Bs'bo-'s
oo caes da CompanDIa P-'-aarntucuia o. 4
Aos Srs. carreteadores pe'lmos a sos aueogo
para a claosola 10 dos conbeonuentos qoe:
No caso de bater Igom 'eriara^cfio coot-a a
conapanhia, por avaria oo perda, deve ser feita
por escnpio ao geme rt-apectivo so porio n>
descarga, dentro s oe tioali-
sada.
NSo preredeodi esta fo-malidde, a rompa
oia tica srata ae toda a respousabiiidade.
Par carea, pasiagens, eucoramendaa
n'te'roa ffete: tr3ia-se cou os
agentas
Pereira Carneiro ; C.
Jaa do Com^i rcio n. 6
f* andar
di*
Agente Oliveira
Leilo
De movis, cortes de vestlrto. b-ihos. ronpa
naadas, etc.. pertencentea ao espolio de Mana
Boas do Nascimeo'o.
Quarta feira, 25 do corrent-
AS ll 30R\'S
N- rna do Diqon o. 2 boje Fre Hen-iqoe
(i ag-r.ie 0 Ivelra, por tren tsdo ^n Ex n. Sr.
f>\ ji i .*e o filo dp spa-oee, ''eqoe-noent
i!o sr O'. BOfdor geral de aurenie-, lf va- a
I'.'S.i i n;ovns e roopas. batios. eT. i h i n-
Ag nl Siiveira
A'
So arnazem
- ?rmhro o. 3
0 ageole Oliveira, au O'lwila pelo prip"**4'
ro. lev-ra > lei'Sn a referida casa, s qfla Wff {^gaflj^ *4k.aBBda dkll0*4li
parte dobra >. 1 noria e 2 janeliag OS fren'.* .<. -WHUWi PUaVU
isnelia* oos nno-s. 2 graoo^-H Hiclisdas^sA {, g 0 fjaasWa 4 % m --A' i astil ttVM
do*, coro' basiab-ei. commodos b'm p eoioaraeaiode qoalqoer oiios *-*^BlaW. %9 MMJ9 (^ Wi-t8^
mffSSZ" d,,rdel4po<,cra5,^^'^tiiirtiiSra'^aas 5
_ !a$ $ da noite.
Roeife9 lO de
guBsiiiiiifliiiiiiiiiiniaQ
Leilo
D) sitio eDOiDin^do foirlng, em fihnia,
com casa de pe.ira e cal, ierre no
lionno
Quarta-feira. 25 do correnie
A'S 11 HORAS
N armasen: a roa ;5 o- Novembro
0 gente .Siiveira, por mandadij e com ass s
tencia ou Esm. Sr. Dr. joiz ds diretto des fe to-
d< faaenda, levara a leiSo 0 lio acose mn
clonado, e necncao que move a faisrjda contra
Do>Dingoe Cros A C.
A casa de peora e cal cora 4 j:oellael
potta de frerie, 2 salas, 2 gabinete* ao bdo. '
qoartos, coainba foro, com on?s sait-l* e 1 rfasrlo,
medlnd'i 20 metros de freote, I2e80 ctiida.
troe de fuodo, em rol>to bom estado Cc cooser-
VsfaV, edificis em terreoo proprto, cercado
coji moitss arvorps MacMferas.
Os Ss. pretndeme p dem examinar.
AVISOS DIVERSOS
AMA DE LB1TEf -'t-a-ce oe oma ; na
ra dos MaMyr es <. 146, 2' andar.
piecs-se ce nm criauo e ne oma criada
pa-a r servien de cma c---- B* h.milia ; oa roa
da fmparatri -.2'. I* -nd-r.
Veniltuj-re ii'.us piano* pora prmcipiau te:
na roa Ado' n. 217. _______^^_
AMA Pr-U-a i-e .i- ouia pid i,. n- :
na mis rt igi(ierai"a 59.____________________
"haimcia
tico ; "a D-j-Ica francesa
ful lio do 1*!>4.
K ^ I
Irrport rtes rmlMn>,
vlnm ai merc i ; e-i
a roa no Cabera >i H.
'.I
l>S
.: iri^-l-.n-es iJO em
-J- :i rHlpJosri D-VH1
- ti r liJfvtlS'mi> =
Precigs-ae d-
o. 11. rua B.'io
OS '}'
le os.
Boa casa
E' agora <\a- se i.|ji;.. h boa casa ''a rea Ci.rd-
da Oca Vi-1- r.. iO, .-raodr e tem a.na ei.ca
cada ; a IMUr eafti Joio Fer#t"-J da C. sta, i
roa o M.'i'e iie Depa o. (0.______i______^__
Ooiaba
Com r; e *-vr> 5ii-'qu> r r-o-cin alio cerno
ou la-io Maciel Pinn-i-'n n. 8 iav--iu .
1892
Coral iosa
Lindas vollas le Coral Posa de 1,
2, 3 e 4 fios o que se pode desojar
de melhor recebeu a rdojoaria David
ra do Oabtig n. 14.
Prefos commodos.
No eserjporio rio Diario compra ee o Diaria
de 15 de Novembro <-<& 1891-
Pbarmicia
Precisa ee de om prati'O de nm
teoba f^uui' i'i!Ca de pnaruiacia ;
Bam Jess u. 22,
rapa* que
ua i ua do
Ccsinheira
ProfHi-" d- cm qoe san ro'inba b-m,
rjacs^se :H)0' 0, i rindo em casa ; to Corre-
d r i'o B-rp ___________
Vaccn tourina
Vendf-ie praprenhe, cora n car' o te
'T.niarinriN tsve-us le Arco Verde.
oa
Criado
Precisa-se de um menino de 10
12 annos. para criado ; no 3. andar
do predio n. 42 da rua Duque de 0a-
xias, por cima da lypographia do
Diario.
L.f ja para negocio
Alcgi-e utua impo-tii te loja. pagao o c
preiemini'e ,s ocitif-i.-.' as qn-ir, rende-.
dean caria neat* i\f'.-.orapi..a CvE as ioieiaer
N. C
LiSlxeiro
p^eci.ia-s* de rm mixife c: ra
e-i-a ; oa ru hj t un o. 35 B.
pv t:ca di- ta
Co'inheiro
Precisa s deo: ara) co-:rD-'iro
ru- do Ccmm^nio o 4i
'-a a
i z
LUZ
1
LONCHAR ? MARTNEZ, -
NF.w YORK. i
Lirr,- de Expiosao, Fumara -MioChSm mr
A venda em to." a os m.
, araszems c-.: seceos ? rr,o
^awanitfiNifti
Lkr depuraivo vel "getavodado do me
dico Quintella
Este nolabilis-iiu depurante qne vpdj
precedido de tio gruode fantri, inf!;vel
Da cora de tod;i> ,,s doerreas sypbiliticas,
escrofulosas. rhiMii.icase de" petle, cho-
rno tumores, uhwro*.. dores roumnlicas,
osteoropas h Butnrlgioa, blenurrogias
agudas^ e chroncis. roneros 6yj hilkket,
iiiflammiicdes ticeraes, d'olhos. ouvidos.
gargantas, intestinos, etc., e em tudas as
moiestiiis de pelle, simples ua diatbericas
assim como na alopecia ou queda do cal
bello, e as to- gas deierrni; .ei.;. por sa-
turado mercatia
Do-se gratis folelos natto se eo"on-
jiii nimerusits expi-rt^nt-iaa f este csjt"ifi(i) nos-li*^iitR.s pak/Htos e
inulto altesiailo.' de mtdicos e'documen-
tos [)oi!i.-iif,ires.
r"az-e descorto ptii rasa ifp
FAMA SfJBRJSn
Rua do Mrquez de Olinda ;. {
>

MUTIUUII l
ILEBVH



auOUIK,
DUG

/
OleOfeFigadpteBacalhao
DOUTOR DUCOUX
lodo-t'vrrugintMo, com Quina e con Cauca
de Ixtranfa amarga.
Quando se trata de curar a
30ENQAS DO PE1TO
ESCRFULAS LYMPKATI8MO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
oa Mdicos dSo s-;mpre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
de BACALHAO do D' DUCOUX, Iodo-Ferrnginoao. com Quina
e Casca de Laranja amarga, porcjuo olio nao tora mo guato qual-
quer e que a eua composicao o faz emineutniento tnico e corroborante.
Deposito ger&l: 7, Boulvrard Denain, cm TARIS
Acha-se para Tender em todas ai rharmavlai o Drogaras acreditadlas do Universo.
Itvswu.Jittr-sf da* Faluifleaf&eu e Itnitacett.
VERDADEROS GRAQSdeSAUQE do DFRANCK
UCBICIADOS PELA INSPECTORA GIBAL DS HYdlINS DE RIO DB JANEIRO.
Aperientes, Kutomachicou, Purgativo*, nepurutivou
* Contra a ralta de appetlte, a Obatrnccao, a anxaqueca, a- Vertigosa?
* as Oonfwtlas, etc. Dote ordinaria: i, i a 3 grdos.
, Desc iQllar das fauslficacoes. Exigir o rotulo Junto lmpresso em francs
RBA-IODADO Ptt
Diario de Peniambueo Tereafeira %* de ?fniiio de 1*14
i .. ____________l^ac m ayaaaafcaaaagg i w
O

i
~K AJtOPB 2"
J. Bttoi
O IODO, combinado oom oa auceoa das plantas anUaccrbutlcaa,
raeu a Craeccaa anti oa mala relevante* serrinos, para coro-
Mtcr'SbkaMtMtoa d aaaaapa MaehitUme PalUatm-
% jtngorgitmtmmito era/Ulaeaa MMttttmtiaa la
pelle Creara* tartana, etc.
fc." preerlTel aos oleo de 8- ^^r ^ j^
gula Ce bacalhao aizn de w^y/lr- jtY^gt%r *
.m aania-aate. tamben 4 ^Y-L y/'-^lf^/^
Hi*,mt ti. mU mmef I HU*",
i. '~
SAINT-RAPHAEU
w
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas-
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, as jovens, mulhere
e s crianzas.
tmmUfBFvntmf-Mo.tritntumctiM.....sBSJjfalli' WUfMtHHmi

nammi
ULIS OTAS E. GGUN
GBR!AS
aere
TIKTAS PRET4P
V, DB CCUS
Ce'da U*n4u Fre
g>Bja VT.T,ESIADO E. Q-. <*.
HOSTiAw
ll%>a> A ymoi
/r Faunaaos;
IMni..i!n-^attatn.- .otnllof: tai", H08IIAD
taaiMH:OleoaiFICkC*>.~ so. Oleo 4i Ricino, .,,[al*ju
Balaamo da Coaahfha. toa. Alcatro. w. ""
todob os naaiML ;tos em p6 i '
ntAJT" 5ti al SSS. VA A
^ a. aous; itlc,M. tu 4 Teatat, n Parte.- u p.-mfiuoo
nmmi..............c- w ^
3*^

' -'V

^5 .Q
-J3 i4 E-zicvaa* ie Ht mnafc l SUcdalh&s de Otiro e G Me-Jadhf de FTutu
ici.r. !-*- U
.ir ali^H-t.t., :,-.:- t- L-rt.10 wde l oadc.Sunprerfg
. [KU i'jiU;aidl-r.uueacHiUodi:.-..ii.uu^.. Coinscuaflp
LiUiarrnna neBQTOmltost; sua dlgosl&o fcil e coo.pteU.)ab
a
i^-'

c-iprigg-u tambem vntzj:amonte como alimento par ~-s
Adultos e Con/alstce.i:es que tir 3tn:af,cs o'elicatos.
*5*
c-
aw veraiesre iiS^vs >~ttxo oa VACCA sorseAE tendo conn-rvddo seu aroma cj
M^todaBuaB aualidadesnutriUa*. Alem dos grande! nriOM que esta conserva prcsUa Frota
iSao ExercMo e ao.s Hos^Ucs, ella tem poha4o ua po-^.c.o na aliiuentaco dos parculares.i
y?\y -ruaes ella assej,u; am letta agradavel, saudavel o ualuial ^
W tiijir i ritaa : Bszrzt hesti i i Mina a rana : Mimo xe pbs abo-,
a cia Henrl Heatl nao tem /als, orno oiitr'ora. um nico apcnle para o Bramil .-
'sauB productos acnain-se as princlpea casas lmportdoras. drogaras, pnarmacias e lojas^
1
m HENRI NESTLE, em VEVEY.

KSJf3
Km OMtHES, 9, Snmr ilill.
mmmmmmmmmmmwm
'B i. IRTSALBODWma
.., rapidez ao eani/ue sua riqueza e torca. Nao d
^\ ,c a': venir* nao v.inegrece o:- dente* nao irrita o estomago.
t\ PiBIS, 50, ra Eoaa. DepOKliO eo Pt-rnainduco ; P di DBOlS 4 PRODUCTOS CB1M1C0S.
.ij^sHaaaBBHBBaBBBaaBBBBBaaaaBBaaaiaBaBBiaBBi
CaKilQEAS Deiyiazire
Inspectora, de Hycjieno do Brazi!
SAGRADA I IODURETOoEFERrtOCASCARA
Contra ANEMIA e CHLORGSE
ardo prorfucitido a Prieo <* F
J^.XJro-vada.a v^ -
CASCARA
Ferd RISOdeVENTRE
DpOAtO q C* .1 DBOGUt PHODCCTOS CBIMJC H
i Purtmbuco ;
REMEDIOS LE ROY Populares em franca, America, Hespanha e as colonia, no Braiil, tonde astto aatohtadat pal'. Ooaielho de Bytpeua. Vomitorio Le Roy ltimamente empreado como prepa-.*acSo para o oso do Purgante. PurgantesLeRoy Briw io'.ciiloi coilorDi i Idaii. Sao proprlos para qualqner doenoa. Umk noticia aiplioatfr tnmln cada garrafa. Pilulas Le Roy Citracto concentrado doa Kimadioi lquidos. On nifKU ixillcaU utMti cada Iraaw. O ana o de loo pil. tV O truco de 2b, VBO Acautelar-se das (alsificacSea RECUSAR qnalquer Product ta ti litar ende-reeo da Planacla COTTII Sm di LE MT 1, Rut d> SaliM), 01, m fmrtu^ DRPOSrrOS IM TOMAS AS PHAaMAOUk
i tagfinii tro mt-vntmtrv ^kj nVOifinu t>prtpuQ33 tvi>i topv)U3ff Rt:: ~ *U 'AMOIXflOa *f XMIBID W "-MI L9I0^
% J rdotf'
As nicas Verdadeiras Paslilhas de
VICHY
PASLHASVICHY-ETA"
Vendidas em caixinhas metailicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de Maio ~ 30 de Setembro.
Dipaitoi em Perr.amtuco: ADG. LAB1LLE; MAR k
SILVA J0KI0B s ja tr,:uio rurouaas e Drijriai,
fp-i7.IHIIeHtliHfll.ai
CHOCOLATE oom SANTONINA
RFllirVEL para tutttt is L0HBRI6AS *
lite Vermfugo t recommei.dado pele (f
seu ular agradaiel t oaatmei* indebida.
PtlIlS 2S, r. du UmjH: tt:!r i K'irtl
Pern,mouco > C da DR0G1S i PRCDECTIS CHTM1C0S.
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~ una
aar-M
s
s
5-S
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XWXaEXJV.S
O mais completo e variado sortimecto
para hemens, senhoraa e meninos.
Sedas
Rrsrjcas, pretaa e de corea, lisas e la
vrdaa.
Cachemira
Cerfes bordados, eppartilboi, linoQl,
perc linas, levantinas, crotones, zephiro,
chapeos de soi, camisas, puchos, collari-
nhos e peitiibos.
Perfomarias di>s molboroe fabricantes,
etc., etc.
Todo se encontra por presos resami-
diuimos
NA
La Gran Via
8 A-ta da lmperalrii-58 A
Othon Sv; 4-c.
Rodolpho Antunes & C*
f Raa Onaue de Casia
A
FINAS COLCHAS p^ra cuma. LIN-
DOS cortinadoa para cama e jaoelaa,
precos sem ccmpcteccia. Elegantes
abjeetoi de biscuir, vidro, tetra cott. para
toilette. Sracde sortimoetc de albana
para ratratos. Papel de hntatia para
cartas. Alem de m'iitos ostrof artigos
que o bello sexo encontrar sempre na
bem conhecida casa de RO^OLPH
ANTONES & C.
87Rea Duque de Carias67
Erpecialcdade para o toucador
Nova remeasa do Maravilhoso SabSo
Ruaeo. nico deposito
Pedro antunes A Ct
NOVA ESPERANCA
63 Rca Dqob db Caxias 63
.Bordados
Comp'eto sortimento em todas as lar-
daras, brancoa e mesclado, de cores, e
.'reme e branco, alta novidide.
Refeberam
PEDRO ANTUNES & C.
NOTA ESrEBANCA
63 Roa Duque de Casias 63
Alta novidade
GrampSes a Mana Stuart para en-
dites de cabello o que ha de maia nevo
Receberam
PEDRO ANTONES & C.
k3ic* aaB<- de Caxla*
L
beb
a
IPTfB VNGA
Fabrica de Charutos
DE
imLlill SOLIDASE l C.
S. Feliz Baha
Os erellentes charutos d'esta nova e j
acreditada fabrica, estao a venda n'esta
-:dade na antiga e conceituada casa com-
rcial dos Srs.
aquim B. dos Reis SfC
SuccesFores
aJA LAROA DO ROSARIO N. 03 .
ajuru
Este enrgico e prodigioso medcame o-
o, que comeQou a sor volgariaado em
1883, e qne tSo proficuos resaltados tem
produzio na cara do rearxathismo. mo
ostias de pelle, eucorrheai, aBthma, nos
soffrimentos occasionaios pela impuresa do
aangoe, e cas differentes formas da syphi-
lia, esteve por algum tempo parausado por
sircumstancias imperiosas; e hoje, porm,
reapparece com todo sea vigor; e de
esperar que contiene a merecerdo Ilus-
trado publico a mesma ccdtacSo de que
se. pre gosou.
Approvado peU respeitavel JunU Cen-
tral de Hyg'.ene, por Deoreto3 de 2 de
Janho de 1883 e 18 de Abril de 1885.
ComposeSo
DB
Firmino Candido de Fgoeired
PROPAGADORES
Baptista & Figueiredo
A venda em qoalqaer Pharmacia.
E' incrivel!!
vendo
s
0a proprletarios dasESTRELLAS D'ASiERl
Ca, roa 1 de Marco n. I!, aniig i do Crespo,
orgulbam si em dlxer a t dos qaaotos Ibes
d'-rem o p'sier de ler este annnncie, qae
todxs as mercadO'tas aqni descrlpUs eUes ieem
do pea etiiibt-le unen o.
E' Incrivel II s ce vendo, e costa pouco nm
pasfeio esia Modo eaiabeleclmeDio onde en-
contrarao o qa ha de cbic, bom e barato.
S qonrem o dearo:.to.
Sdaa cbeeadiobashooteaj, Pemambaco na pon-
ta aoOO, o cov.io.
Conioajos para janellas. 8*000 o par.
Panuo ne crocbet para sof e cade:ras.
Crrtooes inglizes, 6U0 rs. o covado.
Sempre viva, o qoe he de cote, em cretooes,
700 r. o covado.
T-eido de phaotazia, 1*000 o covado.
Nao me loque pbaotana, 1*000 o covado.
Lindos tapetes para sof e cama.
La e nnho alcoebeado, alta novidede, lf o co-
vado.
FulardiDe de balas, liados padres, 700 re. o
C( vado.
Cobertores de 15, granded, 2*800 am.
Gorgorioa de bolas 600 rs. o covado.
Verini pretos de 800 r8. a 4*000.
Sedas do Lyrco forta-cores S*S00 o covado-
Cimoraias brdalas com om metro de largura
a 1*200 o covado.
saplales finas 240 rs. o covado.
Gentil pemambucana 700 rs. o covado.
Panam IlDclsaimo 600 rs. o covado.
Vestidos bordados a seda.
Las de qoadro. 300 rs. o covado.
L ntn cbiues, 500 rs. o covado.
Verbatinas de todas as cores.
Madapolio Pauuloho-lava io 5*000, pega.
Chales de iotas as qoalidades.
Cortes de casinetas linas.
Baptistes Cmseimas 400 rs. o covado.
Picbas de 1* 14*.
Pichas de llDho, grandes. 2* om.
Madapolao especial de 10*. 12* e 14*, peca
varas.
MeriDs de cores 1*200 o covado.
Mamilbat pretas de seda 4* orna.
Ditas de cores, de seda 7* urna.
Ditas de aleodo 3* ama.
Eiamiaes, 600 rs. o covado.
Sedas chinezas, 1*300 o covado.
Cmbralas de eres, irrendadas, 1*300 o covado
Cretoue babiano, 600 rs. o covado.
Cretones francezes e ioglezes
Merinos pretos e de cores, lavrados, 1*800
covado.
Vestidos brancos bordados, diversos precos.
Vestuario.- para Daptlsados, d 10 50*.
Voile de l 1*300 o covado, liniasimos.
Fasta de cores para calca 4* o corle.
SetiDS todas ai cores,
Sorah de d rsas rores.
Cortinadr de camb-aia 10* o par.
Cortinados de crochet, de 14* 40*
Colcbas de crocbet 10* urna.
Cortes de colletes de foeto, tranco de cores
5*000 nm.
Colchas de cores, grandes, 4* orna.
Baeta encamada e azul.
Las com liaras de seda, 2*500 o covado.
Sedas pretas lavadas de 2*500 8* o covado.
Gorgurao de seda para de 6* 10* o covado
Cambala traosparene de 4*600 a 8* a peca.
Dita Victoria de 4*600 i 8* a peca
Um completo e variado sortimento de mlodezas
Completo variado sortimento de roapas fetae
para lemeos.
Um completo sortimento decasemiras de cores.
Lindo sortimento de vestuarios para meninos e
meoinas, ultima moda.
Merino' azol marinbo, o que ba de melbor ne-te
genero.
Crep azal marinbo.
Camisetas de flanella, onissimas.
Completo sortimento de sor retados e c pas.
Cachemiras furia-cores, 1*200 o covado.
Grandes redes da Babia de Traigo.
Gentil al-goana, furia c res, 1* o covado
Voiles de IS, lavradas. de odas as cores.
Vestidos braceos bordados, de 16* 21*.
Vestidos em cartoo*. de cambraia de cores, ulti
ma novidade, 22* om.
Musseilna da India. <* o covado.
Crepooa de cores, 800 rs. o covado.
*' Precos em compeiencla.
Malas de mo, pretas e orancaj, de couro, lo
glezas e francezas.
Malas cara viagem, g-audes e pequeas in-
glezas e francezas
Cbeeaaam as sedas, Amor perfeito daa
largura?, a 3*500 o covado.
Um completo e variado sortimenio de roupas
feitas para bomeos, meninos e meninas.
E' Incrive 11 f se. vendo.
NA PONTISSIMA
Estrellas d'Amenca
12=Rna 1 de Marco19
aNTIGA do cresfci
Marques & Lima
Fabrica de arelo
Agnas e limonadas sosas de
tod s as qnalidades
Soda Water, gioger, ale, limSo, laranja
onraoSo, abacaxia, granadina, groaellaa,
bacnilha, hortelS-pimenta, etc. eto
12-A-CAES DO CAPIBARIBE-12-A
Ourives oceu-
lista
Thfodoro aloa Bamos de Mella
Eitabelecido com onlcina de ourives raa das
Laraogelras n 1 avis? aos seos fregueses e ao
ri'-p-i ave publico, qoe mantem officiaes hab
Inadis-iiiiOi para ezecu.o de qualquer trabalb
conce'nenie soa arte, especlalmeoie crava
COis para briibaates, uculos, pencinez, monocu
los. etc.
Doura-ee. p-at^ia-se qualquer metil, ncerua
Isi em leques de midriperola ou outra cotjuer q
espece, garantilo pregos mdicos.
Ra las Laraugeirat1 d. 1
Regulador da Mariana
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre Jeigreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelho s
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechan ica.
1i 9Ra Larga do Rosario9___
Alfaatara M cierna
18 -Roa Larga do Rotarlo18
Ac8ba-ee de abrir urna nova alfaiataria, com
esplendido sortimedto de casemiras, ebeviotes
i.-rins, ultimas novldades de Patis e Londres.
A orlicloa dirigida por uc laoil e coobtCldo
artista.
Os rmi proprletarios pedeni urna visita n *
t3U estabelecimenin
CAUPOS & M.UA
Gautellas do Monte
Soccono
Ouro, prata e brilbaotes
Sendo de boa qoalidade e om obras aprov
,' is, compra-se pelo maior prego do mercaJi :
i i roa estreita do Rosario o. 1 officina de ra.
jooiro.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tenc sido dirigidas
pelos jornaes de maior circulacSo, attos-
tam a eficacia.
Deposite 8
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va fk, C, ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, A ra Estreata uo
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, A ra ao
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio .Lopes,arua Larga
do Rosario u. 31.
Gcnvida a seus freguezes para que veaham aproveitar
os saldos que ficaram do auno passado. e que se
estao liquidando no armo novo, visto como o que
ne recebar este aono custar o dobro do que se
vende : a sa
be i
T
Cortes de Linn bordados a 150000 e 3MQOO.
Ditos de cachemira ricamente enditados a veilado % 351000 e 50*5000.
Ditos de cretona da alaaesia a 12 Cachemira de duas larguras de 2(5000 a 800 reia covado.
HadapolSo americano a lOfOOO a pessa.
Dito com un metro de largura n 14(9000.
Voilea liodrusimos deseohos a 200 reia o covado.
Meltons para roapa de homem a 1)5500 o covado.
Casemiraa inglesas a 3$000 e 3|$~,00 o cov.do.
Ganga para coberta a 240 rea.
Cretone de 700 a 320 reia.
Gnardanapoa de 6V9OO0 a 3SO00 a duzia.
Bramantes de Ikiho com 10 palmos de largura a 2$>v.
Fichas a 500 reia am.
Babados bordados de cor a 600 e 800 reia a-da pega.
Cortea de fustSo para cohete a IftCOO.
Lindsimos tecidos arrendados de co-- paru cortinados de 4000 a 1000 e 10200
o met'o.
AlgodSo iimericano 50000, 60000 e 7f000 & pe a..
EapHrVihoa paru aenhora a 40000.
dem para meninas a 3(5500.
Toalhas de fustSo a 60500 reia a dcsia.
Flanella para vostidv, lindas desenhos a 400 e 500 reis.
Merinos pretos com duas larguras de 0000 a 800 reia o covado.
Sargelins de todas as corea a 240 reis o covado.
Linons de cores, lindsimos padrSes a 240 reis covado.
Flanella de quadres a 500 reis o covado.
FuBtSo branco lin os desenhos de 20000, 800 e 10000.
Rendas Escocesas a 320 reis o covado.
Panro da Coeta Letrado para mesa a 10600 o covado.
Cortinados do crochet a lOfO 0 e 80000.
Stima de cores a S00 e 10000 reis.
Cobertores a l|3O0 c*
Assirn como muitos utroB artigos que se vende com
grande reducijao de presos.
Grande quaiiiiJadc de retalhus de ciiitas, brins e
lans.
56 e 58 Raa Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n, 210
Loja e armazem das Estrellas
Liquidado de fazendas
NA
*



Os proprletarios deste estubelecimento resolveram liquidar muitas de
saas mercadorias cum grande reduccSo de precos visto o grande deposito que t8m da
fazendas mais antigua
Como sejam:
Cachemiras para vestido-, urna largara, fazenda de 10COO por 400 reia o
covado.
Etamices brancas e de corea a 600 res o covado.
Crotones franceses c americnoaa 400 reis o covado.
Bramante re iinho 4 iargurs a 20800 v is o metro.
Cortes de casemira finas p-ra c-lca de 128000 por 80000 um.
Dito c a amerion > para calca por 40000 am.
Atoalbado branco e de cores para mesa a 3000 o metro
Camisas branoi-s de liobo eora pequeo defeito 600000 a duzia.
MedapolSo americano com 24 jardas a 120000 a peca.
Ceroulaa de linho a 350000 a duzia.
Cortinadca bordados para cama janea a 100000 o par.
ColxSes francezes grandes a 180000 e pequeos a 150000 um.
Camisas da meia e de IS psra enhora e para homem a 70000 urna.
Mosquiteiros para cama de c*b '. a 180000 e soiteiro a 1550OO.
Camisas especiaos para boi'iesi dormir a 60000 urna.
Ditas enfeitadas com rend. para senhora idem a 70000.
Casemiras pretas e de cor para roapa de homem a 20200 reis o covado.
Brim branco n. 6 a 25200 a vara, bara*o!
Velludo ruasolndcs padrSes a c00 reis O covado.
Eaparti'hos de coaraoa todos os r.uotarog a 70000 e 108000 um.
Meas b.-e; p=-- Y-~*nm a 10500';, para sennora a 12|000 a duzia.
E maitoE ooitr-B Ht* -ion Iiqu r.os por precoz que admira.
S na loja o Povo
19-&.TJJ. x* 3a3exyx^3aga-i9
TELEP'* V 61
AftHEIBO PA CHHA
S


CaSAS
PILU S BE 1ETE
Figad' entorpecido cura-se ro='tivarrje> ua estn pillas. Ellas PARA
io um reaedio purgativo livre de pengo para c thaneai mais fraco, to bem i q
:nmo bastante activo para o boicem rnai3 forte, e lso constipara depois; pela}
icco geral agrada a todos que as usam.
sato medica dos Estados-Unidos.
Quarenta em cada frasco
Sao as pilniai- e?tandars da pro-
So as menores e mal facis a tomar.
FIGADO

SABAO CUKAT +VO HE EEOTE
Tumores, cravo, pelle vermelha, spera e oleoju mpidido ou curado j
ior o mais grande de todos os aformoseadores da pella, 0 SabSo CgraTOeaj
Seuter. Produc a pelle tormosa, branca e clara e mos hrandas; abiolnts-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incompa'avel como!
,r>lo pa-a a pplle bem como do toacador, do banho e doqnartodas criancas.
CAUTBIaA.N8o genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay e Co, New-Yurk._____________________________________________
asaticiNAfc
B PABIA
TOILXTS
TRICOFERO DE B..11T
Urna jj.'eparacao elegante, extremamente perfumada, remove toda ia |
uresas do crneo, perservatlvo contra calvicie e cabello chueco; faz o ubel- i
o crescer espesso, brando hermoso. Infellivel para corar erupgoes, doeocas!
da pelle, glaBdulas e mjsmn ,a cura rapidam. .. cortaduras, qseimadura3,
-idas, torcedoras, etc i
CACTBlaA.N5o genuino sem cada frasco ter a marca registrada '
XAEOPE DE EEUTEF W 7
PARA O
CABELLO
A PELLE
-----------na*
Como remedio da E e aperiente, cenbnm outro appellidado depurativo ou saisaparnina se appro
xima sequer ao Xarope de Reuter n. S. Combina quatro grandes propieda-
des em um s remedio, operando a um tempo sobre os orgaos dige^ivos, o
sangoe, os rlns e os intestinos.
Absolutamente neotralisa xpulsa pelos canaes iDtestlnaes. rlus e
poros d. pelle, os germens nocivoa.'poe flntnam no sangoe, n urina e oa
transpiracao ,, _
DKPOSiTAKoa DaSTES pboddctos A compauhin de JJrogaa p.-oduotot ohianooe
Roa Marque de Olinda a. 24-
KBLBOa
PURIFICADOR
PABA O
KA!VVE,

mtSbrn
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i. nah








_ 9
Diario de Pf imlmcril Ter?-fe!ra ^4 de Jolito de W0 I

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NB E MODAS
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priaa pan
I !

le
lo, o escolti lo para a frsguazia da praca.
. nhb, 4 le M1 0 p r 34000 e a*
as por 151 I hT
to de mdicos procos
I ins .le todas as goa-
les.
.ICADO
AGUA
DRIE
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Mantem rcmpre a sua
ide. Cautela o
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DURADOIRO

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c/., .1
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ral
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*.

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Renni ntmuamos a vender a precos sean competidor as nossas conhecidas
machinas de costura Sinp le ootros fabricantes.
Visitae, pois, k ROSA DE 0R0.
25-Rl'A DO I^IVRAlIIi^TO25
BENTO RIBEIRO C. &
Srs.
ceb rau!
Jo rortiment de
rade* os mais feamarto?.
Sv 11-e !
Arados a 2, b 1 !
Cubanas om. e 9 !
5o friaJ-

a:
i
d> Hy ico.'
Presos de urna caix 00 sijSo Ingienica do seu edificio.
Meia duzia ? 8S000
Urna duzia
ttUPOSYEO


9
M WT "T.v
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i-


>!.

.A
BOTICA FRANGE?'
H. BOliaAYKOL
22 Bou da Cruz n.
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&

i:
Poca ds s
departamento;
Depois '" porque tena] Hotel conseguio
afinal o seu incansavel proprietario, cffarecer hoje uma hospedagem que deve ser
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1." e 2.-' classes relativamentc'destribaidas debaixo da melhc
ordem e acceio a vontade d^s Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado. onde) podem ser realisados jaratares f
banquetes a contento dos Srs. pretendentes.
JL, RXT2
"O' SE ..- Salpicons, ostra.,, lagostins, lichaa etc., peixe3
lata .luengos. e em caldas,eK
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asmis reb^Jdrs, sao cra-
las infal velmen e com
pillas contra as sezoes rj
Dr. Cota Leite.
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Estreita do Rosario
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cognac, cervejas, Ucoj ,r0 t
tamonte d pa-
Almdoque destinado ao coramumdo Hotel tem sempre grande deposito de
bebidas de sua jmportacao, princij vdIio Bordeaux em quartollas e cognacs
finiasimes, que vende as mlbores eendicS rcado e prece sem competencia.
GMNDB H0TBI MMESCIAL
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M PRIMEIRO WATERLOO
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Unta explicofo
(Continuajo)
Q'iera que talla c em chale- ex-
clamou Cabirol, batendu de novo com o
p no chao.
Has ento 'le que que se trata ?
Trata-sc da infamia raais covarde
que se poda imaginar... Trata-se d'uma
ratoeira em que nuerem apanhai-a.
Jess exclauou Alie.
E tornou-ae no mesmo instante tambem
extremamente pallida.
E agora, proseguio Cabirol, preciso
d'uma explicagao.
De mim ?
Nao tem que ver '.
Mas o que en posso en dizer-lhe?
O tal baio de ."tavenay conheoe-a,
Alie?
Se me conhece ?
Sim. Conhece-a uma vez que a
ama, uma vez que a pretende desbon-
ral-a... Conheie-a, nao ha duvida ne-
nhuma. .' ,
Se me conhece. balbuciou a joven,
uc eu ignoro semelhantc jleval-a aos labios ; ella, i irm, retirou-a
culi
E uma vez que elle a conhece, tam-
bem a menina o conhece a elle.
Mas como posso eu eonhecel-o ?
Caoirol nao ouvio ou antea nao deu ou-
vidos a esta reeposta.
Onde foi que o vio ? perguntou Ca-
birol. Onde foi que se encontrn com
eile i
Nao sei...
Como !... Nao sabe (
Nao...
Nunca vio o tal baro ?
Talvez c tenha visto... mas de cor-
to nunca reparei... era nunca soube
qnem era...
Jura ser essa a verdade, Alina?
De muito boa vontade...
Entao, jure !
Juro...
Pela vida de sua m ?
Sim, pela vida de minha mi!
Cabirol pareceu alliviado de, um peso
enorm, e re pirn mais livremente...
Santo Deus exclamou a joven ;
desconfiou de mim, Armando ?
Se desconfiei?... balbuciou Cabi-
rol, um tanto confundido; nao, Alie,
nao desconfiei -. mas...
Mis o que?
Tive apenas uma duvida...
Uma duvida Duvidou de mim,
Armando ?
Nao... mas eu que nao sabia onde
i, dizendo :
Nlo...
Ent5o !
nao...
Peco-lh'o eu !
Nao, nao... que me offendeu ..
offendeu-me profundamente:., offendeu-
me mesmo no coraco.. Agora sou eu
que soffro ..
Pois sim, fiz mal... mil vezes mal...
conesso.. mas arrepeno-me... Per-
de-me !. ..
Promette nio tornar a causar-me
semelhante desgosto ?
Juro !
Promette nao tornar a duvidar de
mim ?
Nunca !..- nunca mais !
E ter na sua raulherziuha confianca
absoluta ?
Completa! absoluta cega !
E ha de cumprir todas essas pro-
raessas ?
Tanto como a de amal-a eterna-
mente.
Ora grajas a Deus.
E agora, perda-me, Alina ?
Perdoo.
Nao fica mal com:n<'p-o ?
Nao.
E d-ma a sua mo '.'
Aqui a tem ..
Cabirol pegou cora transporte nos dedi-
nhos de sua noiva e os cobrio de beijos.
i .
I
[i
.
: .
Aoa Srs. prop ietari
ctaar?
pre(o
i"p'( i Alfan-
dega b. 5.
rol... Na ber... He de
ir !
A' ra de S. Lzaro ?
Certamente.
Nao faca semelhante cousa, Ar-
mando '
Porque ?
Pode succeder alguma desgraca..
Ora adeus Supi Ge que me mette
medo o tal barSo 1
Em primeiro lugar elle nao lite
falla.
Socegue .. retorquio Cabirol, que
en tenho um meio de fazer com que me
abram as portas mais bem fechadas...
Olhe, o meus mestrs de ceremouiat.
sao estes.
E mostron os dous punhos oerrados, e
ameacadores.
O que exclamou Alie, um escn-
dalo !
Ora tornou Cabirol ; pouca cousa !
E' apenas uma explicosinha com o tal
P
IRWAN.
-

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G
CKI
La Mai?on obiin
Chica q Vfedaille
1'expositS

tinha a cabeca. ., E' que houve um mon-jEstava, portanlo, feita e sellada a paz
t&o de cousas que quasi me fez endoide-'Em seguida houve um memento de si-
cer... Soffro tanto que me tornei injus- lencio.
to... Mas agora, acabou-se... Foi Alie quem primeiro o interrom-
aFoi um grande maldade, Arman- peu.
do 1. .. E olhe que nunca me bei de es- Que tenciona fazer, Armando ? per-
quecer !... guntou ella.
A'.ine... murmurou Cabirol em tom Quando ?
supplicante. Hoje .. s 3 hars.
E intentou pegar na m&o da joven para' E' simplissimo ,. trclamou Cabi-
amigo !
Nada disso, Armando, vale tamanha
edera Dasp.-eze-o, esqueca-se delle !
O que se ve, minha querida Alie,
que to b'a como o pSo alvo... Como
anjos de Nosso Senhor. Porque a minha
vontade era por tudo isso de parte, des-
prezar tamanha patifaria e nao pensar
mais em tal...
E ento !
Mas, minha querida filha, preciso
por termo a isto... E se eu hoje nao abrir
os olhos ao tal amiguinho, fra de du-
vida que recomecar araanha ..
Fique certa- de que gente daquella,
qundo se lhe mette na cabeca seduzir
uma rapariga bonita ou violental-a, o que
para ellas vem a ser a mesma cousa, tem
tanta difficuldade em largar a sua idea
como o cao em largar um osso... Se n'um
dia Ibes falha o plano, experimentam no
dia seguinte outra cousa'.,. Nlo
portanto um s momento de BOeego..
Pela minha parte jalgaria verciladas p >r
t<>dos os lados... E q-e:*.i sabe se a me-
n'na nao chegaria um dia a c ihir as cegas
n'algoma ratoeira abominavel que nao t-
vessa farejado !
Alie fez um gesto de susto.
Afinal... proseguio novaraente Ca-
oirol, vejo que tem a mesma opinio que
eu tenho... Portanto bem ve que ne-
cessario acabar com isto !
Alie curvou a cabeca e nao retorquio
inmediatamente.
IX
Maiihas de Cabirol
Mas promette-me, ao menos, dissea
joven ao cabo de um instante, promatte-
rae evitar violencia ?
Isso 6 conforme! retorquio Cabirol
Porque ?
O caso depende do amigo baro.
Assusta me devras, murmurou A-
line.
Nao tenha medo, replicn Armando.
Hei de fazer diligencia de lhe uo escala-
vrar cousa importante... Atiro-lhe s
orelha esquerda.
Mas... disse a joven, pensa n'um
duello ?
Valha-me Deus Se nao houyer ou-
tro remedio... terei por forca de empe-
uhar uma espada ou uma pistola... A'
savate nao seria igual o partido porque
ficaria eu, com demasiada vantagem.
O colorido desapparecra das faces da
trmula Alie.
Valha-me Nossa Senhora, repeta
ella, que medo !
Cabirol esforgou-se para tranquillisal-a,
mas devemos dizer que o nao conseguio
completamente. Este resultado, apezar
ItUariati&fOtefe, tfrta *#**<>
. e como eram mais de doag
.. ras, s da uoiva depois I !he
haverfei ) prometter que nao sahiria de
casa sem elle voltar.
Cabirol dirigio-se novamente ra de
S. Lzaro n. 17. De caminho foi pen-
sando no caso, e conheceu perfeitamente
que nao era isenta de daffialdades muito
reaes a execuco do seu projecto. Em
primeiro lugar, como Alie previra, era
inuito provavel que o baro de Savenay
se recnoaase a receber-lhe a visita.
Cabirol responder a Alie que sabia
fazer com que se abrissem todas as portas
por mais bem fechadas que est'vessem ; a
mostrara os punhos. Em theoria era eLe
excellente, mas na pratica era expediente
mais que mediocre e muito principalmente
no caso presente.
Segundo todas as apparencias, o Sr. de
Savenay tinha prximo de si dous outros
criados. -. -
Se Cabirol quizesse empregar a forca,
reunir-se-hiam contra elle os criados e
pl-o-hiam ignominiosamente fra da por-
ta, istn.anppondo que nao prefarisse.n a
chamar a guarda, para que je apoderasse
do audaz intruso, que teimava em fallar a
quem nao quera fallar-!he...
Eis portanto qual foi o resultado das
suas reflexSas.
A forca dara immadiatamenta mo
resultado ; necessario recorrer astu-
cia...
( Contina).
Typ. Cwi, ra Duque de Caziaa 42
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J


1


Full Text
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