Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19522


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Full Text

AXlT0\vy
Domingo 2ft de fu I lio de 1994

m in:ito enr>
r
I
DIARIO
PKQPBIIQ&BS 1 B&KeSL fiOT!IE@ BB fJJtt* & FILHdS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiauiados. 8&000
Por seis mezes adiantados. 5&000
Por um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E^INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre-& C.*, residentes em Pars18 ru de
La Grange. Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ... 16$50b
Por am anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
33000
|200
Telegrammas
:::?:;: rmcuLAS:: i:::,::
ltio de Janeiro, 21 de Julho, s 6
horas e 55 minutos da tarde (recebido
na estacao s 8 horas e 5 minutos da
noite e entregue s 8 horas e 20 minu-
tos).
Na Cmara dos Deputados nao houve
hoje numero para votar o encerramento
da discussodo projecto de adiaraento do
Congresso, encerramento que fura reque-
rido pelo Sr. Rodolpho Abreu.
No Senado o Sr. Coelho Rodrigues
apresentou dous projectos: um regulan-
do o estado de sitio; outro autorisando
a cunhagem de moedas de nickel no du-
plo da actual emisso.
O Ministro da Fazenda Dr. Felis-
bello Freir resolveu que os foros n/o
remidos dos extinctos aldeiamentos in-
dios pertencem s municipalidades dos
territorios desses aldeiamentos.
Foi exonerado o Dr. Mavignicr do
cargo de medico da Colonia Suassuna.
A taxa do cambio sobre Londres os-
cilou de 9c 1/8 9e 3/16 d. por ifiooo.
Montevideo, 21 de Julho.
Por indicaco do Dr. Victorino Mon-
teiro foram apprehendidos na Alfandega
desta cidade .j grandes caixes contendo
carabinas Mauser de repetico vindas de
Buenos-Ayres para os revoltosos brazi-
leiros.
O Exm. Sr. governador do Estado, mauda com-
municar-vos, para vosso coohecimento e fins
convenientes qu \ por portara tiesta data de
terminou, de accordo cora a proposta do tenente
coronel coiumandante interino do corpo policial
coi orticio n. "40 de .de Maio lindo, e tendo
em vista a inforraaco n. 2i9 por vos prestada
e\n 14 (Teste moz, que as pravas do referido
corpo seja:n fornecidos gorros em subslituico
dos bonets, compreheiidi dos na tabella expedi-
da pur acto do l. de Dezembro de 189'.
O niesuio Exm. Sr. autorisou aquelle oilicial
a abolir as listas encrnalas que se uso aas
calcas, visto nao constareni da tabella mencio-
nada.
Ao Sr. tenente coronel comraandante in-
terino de corpo policial. Exm. Sr. Dr gover-
nador do Estad > manda cominuniear-vos que,
de accordo com a vossa proposta era ollicio n
716 de i. de Maio lindo que leuda em vista a
inforraaco n 28! de 14 ueste mez do Dr. Ins-
pector do Thesouro, detenninou por portara
il'esla data, que s pracas do corpo que coui-
mandaes sejam fornecidos gorros em sab.-ti-
tuiyo dos bonets comprehendidos na tabella
xpedida por acto do i. de Dezembro de 18!.
O mesmo Exm. Sr. vos aulorisa como peds-
tes, a inandardes abolir as listas encarnadas que
se uso as caigas, visto nao cotistarem da ta-
bella mencionada.
Aos Srs. membros da Inspectora dos
Tbeatros s. Exc. oSr. Dr. governador do Es-
lado manda coinmunicar-vos para vosso conbe-
Cimento e devidos tins que por despacho de 30
de Maio prximo lindo deferiu as petigOes da
Arcadia Dramtica Julio de Sant'Anna, Con-
gresso Dramtico Beneiicente, Dr. ^aure Nico-
lay, nos termos das vossas inl'ormaces que
pr'eslastes em oicios sob ns. 27, 29, e 31 de 2 ,
23 e 2'.) do referido me/., licando marcado O dia
21 do crrenle para a realisurao do espectcu-
lo que pretende dar primeira d'aquellas as-
Bociacoea.
PABTEOFF1C1AL
Ministterio da Murinha
Foi publicado o seguinte aviso '
t Ministerio dos Neg ios da Mariana.
2* secgo Rio de Janeiro, 9 de J11-
nho de 1894.
Ao Sr. chafe do estado-maior general
da armada.De accordo com o que pro-
pozestes em officio n. 527, de 13 de Ju-
nho ultimo, resolv tornar extensiva
armada a resolucilo de 31 de Maio do
corren* 3 anno sobre consulta do Supre-
mo Tribunal Militar, de 2 de Abril an-
terior, mandando contar pelo dobro, para
a reforma dos officiaese pracas de pret
do exercito, o tempo em que se acharen
em operaces de guerra, quer as lutas
internacionaes, quer as civis e ainda
em quaesquer outras ; observando-se as-
sim o preceito do art. 83 da Constituico
da Repblica. O que vos communico
para os devidos effeitos.
Saii'le e fraternidade.Bibiana Sergio
Maccdo da Fontoura Costalat.
Govcrno do Estado de Pernaia-
bueo
E .lente do dia 1 de Junho de 1804
Oficios:
Ao Sr. Dr. Joao Pedro Belfort Vicira l. Se-
crelario lo Senado Feieral.-Agradego-vos a
remessa da coUecc&o dos -Annaes do Senado -
do anno prximo lindo, a qual acompanliou o
vosso iS 'i 11. 70 de 14 de M-.io lindo.
Preyalegonne duopportunidade para apresen-
tar-vos raeos protestos de respeito e conside-
r 11 i
A Direeor do Presidio de femando de
N01 nh Rec bei nesse presidio, para onde sao
tran- por se acharen accometlidos de
beriberi, os sentenciados .Mantel Justino da Sil-
va, Joao Severino Bezerra e Luiz Uonie3 da
Costa.
lienle di Dr. Secretario
Officios:
Ao Dr. Inspector do Tbesouro.De ordem
fe Exm. Sr. Dr. governador do Estado deca-
ro-V03. em addiiaraento ao otfico que vos diri-
g a 2j de Maio tin lo, qu; foi inspeccionada de
saule a professora em disponibilidade Alexan-
drina Marques Mascanheanas de Souza.
Ao mesmo.-O Exm. Sr. Dr. governador
do Estado, manda comnranicar-vos, que, em 24
de Haio lindo, o bacharel Jos Francolino de
Paiva, assumio o exereicio do cargo de promo-
tor pubIico do municipio de Aguas bellas, para
o qual foi removido do de Tacarat, por acto de
12 do referido mez.
A c 1 nnandiate do esquadro de caval-
laria. -De ordem do Exm Sr Dr. governador
do B nraunico vos que o Thesouro do
Estado, est autorisado a pagar os venciraentos
dos officiae3 constante da follia que acompa-
nhou o vo-so ollicio de bonlcra datado.
1 ltente do da i' de Junho de 1804
Actos:
Ogov;rualordo Estado,'attendendo ao que
equereu Francisco Augusto Paes Barreto, Io of
licial da 3.* 9 ;cgo da Secretaria do governo e
tend em vista o parecer da junta medica, re-
solve aposenUl-0 com a pnalo a que tiver
direito. visto contar mais de dez anuos de ser-
vigo eachar-se impossbilitado pbvsicamente de
continuar a exercer o referido cargo.
O governador do Estado, de accordo com
a orop sta constante do ollicio n. 62 de :10 de
Maio lindo do Inspector interino de Hygiene,
resolve designar o Dr. Artliur Cavalcinte de
Albuquerque para exercer o cargo de ajudan-
leda ni ism 1 Inspectora durante o impedimento
do funecionario effectivn.Fizeram-se as ne-
eessarias nnmunicagOes.
U governador do Esta lo de conformidade
com a proposta do tenente corono! commandante
interino do corpo policial, em ollicio n.7i6 do Io
de Maio lindo e tendo em vista a informagao n.
289, de li ilesse mez do Dr. Inspector do The-
souro; determina que s pragas do mesmo cor-
110 sejam fornefidos gorros em substiluigao aos
tonets comprehendidos na tabella expedida
por acto de i." de Dezembro de 1892.
Oficio :
Ao Dr. Inspector da Alfandega Era addi-
t amento ao meu oficio de 26 de Maio lindo, re-
netto-vos copia do accordo celebrado entre o,
gOTerno da UniSo e o do Estado do Rio de Ja-
>eiro relativo a arrecadagao dos jmpostos fede-
raes pelas collectorias Estadoaes.
Expediente do Dr. Se-retario
Oficios:
Ao Dr. Inspector do Tbesouro do Estado.
Despachos do dia 2) de Jallio de 1801
Abai.xo assignados, moradores na ilba de
Itamarac, do municipio de Iguarass, pedindo
para ser construida urna ponte que ligue a dita
ilba ao povoado de [tapissuma. Ao Dr. dire-
ctor das Obras Publicas, para mandar orgar
com urgencia esse trabalho.
Abaixo assignados, feitores do segundo dis-
tricto da Repartigojdas Obras Publicas, pedin-
do para que sejam augmentados os seus orde-
nado*. -Informe o Dr. engenheiro director da
Repartigo das Obras Publicas.
Antonio da Costa e S, sentenciado, pedindo
licenga para embarcar eneros para o Presidio
de Fernando de Noronlia. lndeferido. O pe-
ticionario nfio pode ser privilegiado para o tim
de deixar de alimentarse com o que fornice
o almoxarfado do presidio.
Antonio Flix da Costa, sentenciado, pedindo
perdiinforme o Dr. presidente do Superior
Tribunal de Justga. mandando juntar os do-
cumentos de que tratara 03 arts. 2" e 3* do de-
creto n. 2,56o' de 28 de Marco de 80.
Cundido Felippe Santiago, sentenciado, pe-
dindo perdao do resto da pena a que foi con-
demnado pelo jur.'desta capital. Informe o
Dr. presidente do Superior Tribunal de Justica,
mandando juntar a copia dj processo.
Joaquim Jos dos Santos, sentenciado, pe-
dindo para ser posto em liberdade.Informe
com urgencia o Dr. juiz de dre'o das execu-
ges criminaes.
J >aquim Ferreira da Silva, cabo de esquadra
do Corpo Policial, pedindo sua aposentadora.
Sim, com a penso a qu: tiver direito.
Jos Lauriano da Silva, cabo de esquadra do
Corpo Policial, pedindo permissao para dar um
substituto em seu logar. -Deferido, nos termos
do ollicio dirigido ao commandante do Corpo
Policial.
Joao Cordeiro Cavalcante, soldado do Corpo
Policial, pedindo sua excusa, visto achar-se
impossibilitado de continuar a prestar ser vico
no mesmo.-Deferido, nos termo3 do oficio di-
rigido ao comraandante do Corpo Policial.
Leopoldo Bessoni de Oliveira Andrale, l.
escripturario interino do Thesouro do Estado,
pedindo urna gratilicagao mensal pelo serv jo
extraordinario que se aclia prestan lo na qua-
lidade de merabro da commisso de exame
das contas e escripturagao do Corpo Policial
Informe o Dr. inspector do Tbesouro.
Miguel Bezerra da Silva, sentenciado, pedin-
lo certidao d; seu processo.Informe o Dr
presidente do Superior Tribunal de Justija,
man lando juntar a cerlido pedida.
Mano;l Joao de Oliveira, s -ni -uciado, pedindo
perdao do resto da pena a qu pelo jury do municipio d; BonitoInforme o
Dr. juiz de direiio do municipio do Bonito,
mandando juntar os documentos a que se
referem os art-. 2." e 3." do decreto n. 2,566 dj
28 de Marco de 186'.
Manoel Pereira Flor, sentencalo, pedindo
perdo do resto da pena a que foi conJeranado
pelo jury .lo municipio de Limoeiro. Informe
o Dr. juiz d direito do municipio de Limoeiro,
mandando juntar os docu neutos d; que tratara
os arts. 2." e 'i:1 do decreto n. 2,566 de 28 de
Mino de 1860.
Pedro Ratis de Azevedo e Silva, pedindo en-
trega de documentos. Sim mediante recibo.
Bacbarel Sebastiao Ildefonso do llego Barros,
juiz de direito do municipio do Buiqoe, pedindo
justiticago de fallas. Justiico. Depois I
notado na seccSo d> archivo da Secretaria do
Governo, remetla-se este reguerimento ao in-
spector do Thesouro para os tins convenientes.
Secretaria do Governo do Eslado de Pernara-
buco, 20 de Julho de 1894.
O pjrtero interino,
A. da Fon seca.
riduo de nome Joo Flix Pereira do Reg, a
quera se attribue a autora do assassinato de
um desconhecido, occorrido era o dia 15 de
Maio do anno prximo passado, no logar Santa
Rita.
O subdelegado do districto de Afogados
dirigio-me o oficio abaixo :Subdelegada do
Io districto de Afogados, era 20 de Julho de
1894.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
Questor Policial.
Para os los convenientes tenho a honra de
communicar-vos que no domingo ultimo. 15 do
crrante, por volta de 10 horas do da, o soldado
do corpo de polica Severino Manoel de Alinei-
da, que serve de ordenanga a esta subdelegada
HChando-se na casa em que reside com sua ama
sia Justina 1'C'eira da Conceigao, aconteceu que
esta, que se entrega ao vicio da embriaguez,
Btirasse por brincadeira diversas facadas contra
seu amasio, que para defender-se usara do fa-
co, resultando dessa brincadeira Severino fa-
ze'r uraa diminuta contusao no joelho da perna
esquerda de Justina.
Presenciaran! esse facto o cabo de esquadra
la guarda municipal aqui eslaciooado Francisco
Anl uno de Araujo e a praga da mesma guarda
Joao Francisco de Souza, os quaes, tomand > a
faca de ponta que se achava em poder de Justi-
na, e conduzindo esta a minha pre9enca provi-
dencia para que fosse ella transferida para o
Hospital Pedro II.
E' esta a verdade do que se passou, c, jus-
tceiro como sois, podis aquilatar o meu proce-
dimento como autoridade policial.
Sade. e Fraternidade.
O subdelegado, Theodorairo Thomaz Caval-
cante Pessoa.
Saude e Fraternidade.
O questor,
/tifio de Mello Filho.
m
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
Despachos do da 21 de Julho de 1804
Antonio Comes Leal, Antonio Jos Lisboa de
Oliveirn, Barao de Morenos, Enedino Gongalves
Ferreira da Luz, Isabel Francisca Quental, Lau-
rentino Flix de Oliveira Lima, Jos jf Costa
Ferreira, Jos da Silva Loyo Filho, Martns
Fiuza & C, Jos Theotonio da Silva. Pedro Mar-
ques Cavalcante Albuquerque e Simplicio Jos
de Millo. -Inlorme o Dr. contador.
Antonio Gongalves Carneiro de Vasconcellos,
Co.npanhia Santa Tberesa, Companhia Pernam-
bucana, Felippe de Figueirda Faria, Jos Fran-
cisco dos Santos, Dr. Joao Augusto de Albu-
querque Maranhao, Olympia Fonseca Gomes e
Paulino Barbosa da Silva.Haja vista o Dr.
procurador fiscal.
Joaquim Nicolao Ferreira e Joao Baptista do
Amaral. Ao porteiro para entregar.
Antonio B iptista de Araujo, Herculano Mar-
tina do Xascmento e Jos Mara da Silva Fer-
naudes. A' Recebedoria.
----------------^>---------------
Recebedoria do Estado de Per-
nainbueo
Despachos do dia 21 de Julho de 1804
Mara Rosa dos Passos Silveira, Theodomiro
Manoel dos Santos, Joao Carlos Pereira e Silva,
Erapreza das Obras Publicas no Brazil, Pilro
& Maia.-Informe a 1" seccio.
Thomaz Jos de Gusmao, coronel Podro Ozo-
ro de Cerqueira. Informe a 1* secg.o.
Ulysses Ponce de Len.Informe a Io sec-
jo.
O porteiro,
Custodio D. da Silva Guimaraes.
INTERIOR
Qur-stiira Policial
2JSecgo-.V 15'J -Secretaria da Quastura
Policial do Estado de Pernambuco, am 21 le Ju-
lho de 189i.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Luna, M.
D. governador do Eslado.
Participo vos que foram hontera recolhidos a
casa de Detencao os seguintes individuos:
A' ordein di delegado do Io districto da cap-
tal, Luiz Jos Francisco, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1- districto de
S. Jos,Prancelino Jo-'' do Nascimento, lambem
))>r disturbios ; Jos Lina Cavalcante Pessoa de
Almeida, para averignacOes policiaes,
Communicou-me o delegado do municipio
de Belmonte qu; no dia 27 do mez findo, s 10
horas da rnann, no lugar L'rabu/.ciro daquelle
municipio, os individuos de nomes Mauoel Pe-
reira e Casemiro Pereira assassinarara com um
tiro de bacamarte a Andrelno de tal, o qual fa-
zia parte dos criminosos que infestam aquelle
municipio.
A autoridade competente tomando cooJieci-
ment do facto deu as neeessarias providencias,
procedendo contra os autores do enme na forma
da le.
Communicou-me o subdelegado da Magda-
lena que no dia 18 do correte pelas 7 horas da
noite, no lugar Remedios daquelle districto, o
individuo de nome Joaquim Francisco da Silva,
travando-se de razes com Francisco Paulino
do Nascimento, ferio a este com uraa punhalada,
que produzio-Ihe a morte quast instantnea-
mente.
O delinquente foi preso em flagrante e contra
o mesmo procede-so nos termos da lei.
Pelo subdelegado do districto de S. Lou-
^eojo da Matta foi eoctuada a prisao do indi-
k. Revolta
(O Paiz de 17 Je Jaldo)
E' bem poisivel qae|amanhi digam s a al i-
? d palavra relativamente ao importaotissimo ie
le^raxma qae de Barceloca ooj fot eiviado-
O Sr re SiUaoba da Gaaia a;Qj- ciaade. lote-vistado por nm |Oroalisia, fe* de-
claragoss de relevaniu, incriminando o Sr. Cis-
iono de Millo pilo desaire da revolta naval.
Nao esa entretanto aui a importancia do tele-
z-amoia. O oo'so corrnapoodente nao intervis-
Toq o Sr. Sldaoba da Gima ; porem do jornal
que deu esse doeouaento tiroa elle a noticia de
Ha*, o ex coatra-almuaate teiegraphara ao ma-
recbal Fioriano Peixom, commoaicanio qoe re-
ressava ao Rio de Jane ro, atim deeatragarse
s aotoridades (sieraes.
0 00380 correspoadeale ea Buenos Ayres por
.mi vi tamoem nos telegrapaon, dizenlo que
os joroaea pial no'l espalhavam dontem idetica
noticia em boleiras, apressaodo-se os Srs. Cas-
.liD ie Mello e Silveira llartras em desraea-
til a.
Compreheade sa o iateresse que leen esses
dous chafes em dar senelbiou de;mentiio
oo se ignora, todava, qnrato elles teem (aliado
i verdade, vez33 consecuiivas, propalaado e as-
seve.-ando desmentidos.
Nao adairar que se;a este mais un dos tan-
tos casos em iue os tactos eej im ooaostos a pa-
Uvra daquelle doui senhores... Espetemos.
Os senimres revaltosos teem-nos feito sorpresas
U.'i'.as I-.
Aleas ofiiciaej do crozadsr americano
N-w 1 k visitaran hontem a batera da A*ma-
gao, f.,zeodo-lbes aa honras no exame do relu
c'.o os Srs. alferes Nylo Guerra el.- lente
Herc lao Coab?.
Os Rastres visitantes Hzeram grandes elogios
bravera dos soldidos republicaaos tni.'e-
pidez e calma com qae arrostaram e nutllisa-
ram os ataques da esquadra revoltosa.
Ao referirem-se a pessoa do marechal Fioria-
no Peixoto, o Hzeram em lermos iadicalivos do
redpeito e aprego en que teem.as euas altas
qDalidades de militare estadista.
Q lando se despedirn dos briosos olficiaes da
Daieria eniregaram Ibes os seus cartoes de visi-
ta, ni que foram gentilmente co-reaooiididos.
Incendio no Polytheaina
{Jornal do Commercio de 1SJ
Hoalen, a noite, os moraio*es do centro des
(3 cidade (oran sorprendidos e alarmados por.
una drbsas desgragt*. qn trazer o loto a dezenas e cen'enas de familias.
Eran ponco jnai8 de dez e meia. No Polyihea-
ma b'Iiimm-n canava o Rigoletto. Cerca de 3,000 peesoas
foran contadas e itre as que se acbavam no jar-
dim e asslstiam ao espectaolq.
a occaslao en que o barytoao Atnos a cao -
tar a aria Corliggiaoi vil razia danaata* natou-
se qae alga >s coristas olaavan alterradoe para
o tecto, no fundo da scena. Foran ouvidos al-
guna estilos e logo em segaitfa foi lercebtda
uiia laDaeda em um dos pannos do fundo.
Nao bavia mais qae duvida-: o logo livravs na
caixa do tbeatro. O pnico invads o especta-
dores e foi borroroso o espectculo qoe se oda-
recen aos olbos dos poneos, que, man calmos,
nao se atiraram ao borbonobo, i medonba con-
fasao de criangas, incineres e notaem, qae se
precipltavam na fuga.
No palco nao menor foi o terror. Alguns ar-
tistas tentarais com o peisoal de bonbelros, de
servteo 00 tbeatro, abifar o luceodio. Fotsn
vaos os seos eeforgos, e (trena lodos da faglr
vssiidoi como esUvtm e slgun leol-nftpelos
fondos da calza, para terreos e predio v ai-
nrj08. Enqaaoto se precipitavan na faga, ees
ca pavorosara aie a mlenslda la do foo. Ou-
via-se o crepitar das madeiras, a fan^ci <-8-
p-auva-.ie em todo o palso, e no umo d'eiia
maliiplicavam-se as labaredas, volunosas Un
eoas de fogo, qae deaaaciavan a rpida aoaor-
pgao do tbeatro.
Medooho era eitan o aspecto do palco ; triste
e angustioso o da sal, felizmente ja evacaadi
em mais de dona tercos. Momentos de transe
no-rivel paasaram oj espectadores queconpu-
obam o outro lergo, valo qan o logo gamavj
ierreao, com veiot e ameagidora intensldade,
gritavam dea^saeradamente, emoarraodo e n-
ndo desapiedadameote os qae lam nfrenla
Ni allU'"i3.gJ> en que s-t acbavam, queran 10
ios fo^ir pela pona principal da eatrala, es-
qaeceodo-se de qae podan polar para os corre-
dores dos lados e gair pelas ponas lateraea.
evitando as8ln os fe'lm-ratos e contales de
qae foram victima*, principalmente senbjras e
c-iangip. Algaaa espectadores auraram-se das
galeras aoi camarotes e d st'8 platea, feria-
do se e contundaJo-se a p ocara da porta de
sailla.
Par felicidade, por un acto da Divina Provi-
dencia, qoando as cbamnas passaran do palco
paras platea, ja a sala do espectacalo estav
toda evacuada. Nis cadelraa, aos camarotes,
na galeras nao navia viva altoa. Viim-ae ape-
ojs abaadooados no chao e sobre os locares
cheos, capas de bomeos e de aenhoras e ob-
jectos diversos.
Najirdim do tbeatro, para onde se bavia re-
fugiado o publico, antes de ganbar a porta da
sabida, eran connovedo*a< as aceas : enan-
cas gritando procara de seos pas, mulberes
com ataques, gemidos de pessoas, diverso* fen-
doe, familias inteiras dispersadas, pas a proca-
ra de seas Albos, ludo na maior e mais desola-
dora conmsao.
Diraram essas aceas cerc de 10 minuto*.
Nesse corto espago de lempo, o Darracao da roa
do Lavadio. denominado Polytbeama, ti-01 re-
aosido a una orazelro. qae, du-aat algans mo-
melos, illaninoa toda a cidade, espalbindo o
alarma, o medo e a carlosldade a ponto de Bear
qoasl intransitavel pela agclomerag&o do povo a
ras do Livradio e cutra* prximas.
A's pharmacias daquella roa foran Iranepor-
tadas peasoa* frulas.
Seoboras e criangas, desviadas de seas paren-
t 's, foram acomidas em diversas casas de fami-
lia.
Qnndo o corpo de bombelros cbagoa, ja o
Polyiqeama estiva todo abrangldo pelas cham-
mas. qoe, pela soa im>etaosidade, attravan ao
ar pedagus de ziaco como se fjssem pedagos de
papel.
O fogo commanicoa se ao ProotSo do Livra-
dio, qoe rden to.tlmeote; os Ionios da typo-
grapb a Liemert, na roa dos Invlidos, e a amas
obras qoe estao sendo feitas nos fondos do pre-
dio eootigao a no'icla.
Tombem ar leo a cssioba contigaa ao tbeatro,
qae servia de tiro ao alvo.
O botequiffl soil'eu importantes avarlas, sal-
vando qaasl todas as bebida1.
Hoove sensivel falta d'agaa e es'.ranbavel mo-
rosiae no servigo do corpo de oonbeiroa.
Nao nos consta qoe hoavesse victima ou que
flcatse algocm qaeimala.
No nnmero das pessoas feridase cou'.uodidas,
qoa nao deve ser pequeo, podemos notar as se
guiles: a senbori do general Pereira Jonior,
qae fractarou ama perna, tendo sido salva pelo
orooel Barros Sobrinho; alferes Rocha, da d-i-
g ida policial, (erido oas pernas ; Ermeliada da
Silva, em diversas partes do corpo; Mme. To-
res, moradora na roa de Silva Manoel, con mu-
tas ccoto-ea; Jos Martns Oliva, recolbido ao
hospital de Misericordia com ferimeotos no bra-
ci; Francisco da Sanpaio, corrector, e soa ee-
nbora con contu-Oes leves; Jos Sanios Ribelro
sargento da guarda nacional; Beoto de Souza,
ferido nis pernas ; o menor Alvaro, mudo, Albo
do Sr. Francisco Manoel Raxalbo Ortigao, pisa-
do no ab lomee perto da ver i I lia.
Ni pharmacia Hiraeio do Prado foram medi-
cadas toza pessoas, entre as quaes os Srs. L'oe-
raldo Joaqaim Crrela, Mme. Hepeoant, Jos
Joiqaira de Oliveira e Joo Jos de Oliveira.
A' polica foram recolnidas mullas pessoas
fe-i das, quj all foram medicadas; malberos e
criangas extraviadas de saos familias e objectos
perdidos.
Comparecern 03 lugar do fogo o Sr. minls-
t-o da jnslga, Dr. prefeilo municioal, Dr- Cor-
ris Dotra, cQefe de polica interino, Dr Piobel-
ro Freir, 2* delegado auxiliar, coronel Campei-
lo, ajodaoie de ordeos do ebefe de polica, Dr.
Mo-aes e Bri'.o, major Osorio, Drs. .'Bandeira
Goofea e ^arlos Costa, capital Eduardo Silva.
A polica providencion no sentido de Berem
encontradas as pessoas extraviadas de suas fa-
milias, qae se acnavam em varia casas da visi-
nbiga.
O Polvtbeam', o barracio de madeira, triste
e\em lo para futuras cntelas dos qoe devem
zslar pela 001 construegao dos nossos tbeatros,
piopriedade do Sr. Bartbel, actualmente na
Europa.
Nao nos foi possivel saber se estava ao segu-
ro, mas 6 de presumir que estivesse.
A' bort adiantada em qae escrevemos anda
ni es'.ava totalnenie extracto o logo-
ornildi Lommercioie 16)
Em adil'.ameuto i uuii.ia que publicamos
bojteta, sobre o meen lio que em doucos miau
los deslraio completamente o tbeatro Polymea-
na, temosa accrescenlar o segainte :
u grande barradlo de madeira en qae fanc.
ciooava o tbeatro nao esta 00 seguro, constando-
ooa ter o respectivo proprietario 8-gurado em
20:0004003 a casa da frente do tbealro, qae esta
dihDada na roa do Livradio.
A ro h -ira que allimanente foi edificada por
45:000/000 no interior do jardtm do tbeatro e o
pavisent tuperior da mesm?, onde exista tolo
o archivo musical, foram devorados pelas cbam-
mia.
Ficod tambem redusido a cinzas o silo ae
pintura do tbtatro, no qoal eslavam os acenarios
e ves'aarios dos emorezarios Docci, Saasone.
Milone. Clemenlina dos Santos e do proprietario
o S-. Bartel.
O grande dapoaito de obras da caaa Laemert,
rfta do Inval dos n. 93, que da fondos para o
. iDcalro, solfrea multas avarias causadas pela
is vezes,1 agua hcoa com urna parte da cnmieira destral-
da pelo fogo.
O pavimento inferior do dito deposito, onde
fuacciona a oficina de lytbograpbia, teve a per-
da de todos os trabalbos lylbograpbicos. alm dos
estragos orolnzuos pela agaa en todos os ma
Cbioismos.
Seguado coosla, as officnas esto seguras em
orna companhia por 80:000/000.
Urna claraooia qae divide a officlna de lytho-
grapbia do depiaito de papel ficou com grande
parte dos vdros qu brados.
A estalagem n. 101 da ra dos Invlidos, ne-
nbum prejuizo solT.-eu, a nao ser o susto porqoe
passaram os respectivos moradorea, qoe tiveram
de abandonar suas casas s pressas.
A coebeira de carros da ra do Rezende n. 20
soffren pequeas avarias no teibado.
O incendio, que se propsgon com incrivel ra-
pidez ao Fronto Lavraiio, causn serios pre-
misos que sao calculados em cerca de......
100:000/000.
Ficarim reduzidos a cillas sete arcos da co-
bertura da cancha t frauda parta u irenibau-
cadas. .
Qaasi todos os vidros existentes na parede li-
te-d. do Fron ao H;aram qaeb ados.
O e nficio nao esta no seguro.
Ai noolen nao foi encontrado un individuo
de c- parda, de non-) Maaoel, de cerca de 22
anus de idale, qae aa o casio do in eodio,
achiva-se no sea posto de traDalbo, co;lo eacar-
regalo do novinenlo dos s: 1 i-ioi.
Parece ter o infeliz sido victima do incendio.
porqaiato, saa mil at boatem o p.-ocarsva com
aociedade por toda a parle.
Sabemos qae o Sr. Dr. Correia Dotra, chele
de polica laterino, preleadA prestar todo o ao-
xiii > de qae careceren os artistas qua traDalba-
va u :io maairo incenliado, por uso qu nada
conaegairan salvar.
Una comniaso de artistas da companhia
Mancintlli foi noatem i polica solicitar do res-
pectivo ebefe permissao para podar penetrar no
Poiytneama, qae por orden da referida autori-
dade ach.- guardado por aentmellaa, aAn de
oflorecer os necassanoa aunlioa aos sena colle-
gas de arta, que foram victimas do logaore si-
nistro.
O S-. D-. cnefa de oolicia iate-ino vai man-
dar proceier remogao do eotuibo do tbeatro
pelo pssso.il do corpo de bombeiroa, teodo para
esse tin designado um de seas delegados para
assistir ao traO'iooe arre:adar iodos os oDje-
ctoa e valores qae porventara possam existir so-
terrados no entumo.
Grande Dirte dos objectos qae, como noticia-
mos, foram levados para a reoartigio da polica,
por aeren encontrados no logar do iocendio, ja
foran re :lamado3 e entregue aoa respectivos do
nos.
A polica, que desenvolved grande actividade
em todas as providencias qae tomara, mandn
anda bootam acompanuar por ageates, Ss res-
pectivas residencias, dversas sena iras e crian*
gas qae se hiviara extraviado das saas familias
e qae se achavam abrgalas em diversas ca.-as
da roa do Lavradio.
OSr. Dr. ebefe de policia laterino conservoa-
se en saa secretaria at hornera, la 4 horas da
tarde, quindo se relirou para sua residencia,
para descaogtr.
O incendio ticoo completamente exliucto s
3 i/2 horas da mairuala de bontem.
Durante a extiucgao do incendio ticaram leve-
mente feridas as pragaa do corpo de bomoeiros
Pedro Mi-iana Martns Googilves n. 503 e Dio-
gen ea Pacheco o. 36.
Foi preso boatem o Italiano Alberto Francbia,
por ser encontrado offereceodo a venda, na ra
lo Visconde de Iuqs, cinco chapeos de aeobo-
ra, um leqoe e dnas capas qae fur ara, coufor
me confeason. no ibeatro incendiado.
A cantora Mila, qae fasia aote-bontoro a ana
estra no papel de Magdalena do Rigoletto, fagio
ji vestida para o peraonagem qae ia desempe
nbar. Ni p.-ecpitagao da fog esquecao-se de
carregar as saas jolas, qae eslavam sobre una
mesa em sea camarim e que naturalmente astao
agora 00 entulbo.
Os Srs. ministros e consnl de Italia, que eata-
vam em nm camarote, perto da scena, salvaram-
30, puiajdo o maro do lado da polica, perdeodo
os seus cnapos-e sobretodos.
O empresario Saasone, que tao justas aynpa-
toiaa lem graogeado do nosso publico, foi o mais
prejodicado com a desgraga. Nada pode salvar
do seu material, nem mesmo as partituras das
operas.
Qaaodo ainda lavrava o incendio o maestro
Mananno Mancmelli-, tendo sciencia da pungente
occarreacia, dirigi se ao Polytbeama e aore-
sentou-se cavalheirosamente ao emp'esario Saa-
sone, a qoem arada nao conbecia paaaoalmente
e olTereceu ine oa aeus prestimos para auxi-
liado no horrivel transe, qoe a sorte Ihe fazia
passar, lamentando ser-essa a occasii de ira
var relagas com o activo emprezano, qoe, con-
movido agradecen e?sa generosa manifeslaco
do grande regente.
Recebemos a seguinte carta :
En referencia vossa noticia sobre o iace:-
dio do tbeatro Polytbeama, campre-ne deca
rar-vos qae nao podia ter bavdo falta d'agua,
porque todos os registros para exlincgao de in-
cendio no tbeatro Polytbeama sao abastecidos
por eocaaameoto de alta pressao, que nunca se
fecba.
O corpo de bombeiroa teve sna disposigo a
agua qae era possivel Inspecgao das Ooras
Publicas fornecer Ih nao cabendo, porlanto, a
esta mspecgo a mnima responsabil dade na
destruigo rpida de ou theatro as condigos
do Polytbeama. :5 de Novembro de 1894.
Belfort Roxo .
da pre3tacoe8 de jaros e de amortisagao do em-
presumo de 5.000 cootos de ris, contrabido pela
associago com a garanta do Eaiado, nos ternos
do decreto n. 10.216 d-? 27 de Abril de 1889.
Iden em 2.a dita da proposigo da Caara dos
Depurados n. 102 de 189-i, autorisando o poder
ezecativo a abrir lom crdito sopplenentar de
1.069:750000 a diversas ruaricaa do o-garaecto
do Miairerio da adostria, Viagao e Obras Pu-
blicas, para o exercclo de 1893.
Meoa em discaaeo uolca do parecer n. 41 de
1894. das co umiasOas de jastiga e leglslago e
da de coaatituigao poderes e diplomacia, opi-
nando pela rejeigio do veto do prefeilo do distri-
co federal resologao do conceibo municipal
relativa coo-trnego de villas operaras.
I lem em 2* diacossao da preoosigo da C-
mara dos Deputados n. 44 de 1893, autorisando
o governo a considerar nos qaadros efhctlvos
do corpo de macbiniaiaa da armada lodos oa ma-
chinatas extraordinarios qae centarem mais
de 10 anno* de sarvlgo na marinea de guerra.
lien em discusso unra do parecer n. 46
de 1894, da 'comnis opinan 10 pela rejeigo do veto opposto pelo
prefeilo do districto federal reaolugo do con-
ceibo municipal de 1! de Abril de 1894, sobre
constrocgOes e reconalrocg5es de predios.
lien dem de parecer n. 49 da 1894,'da mes-
ma commisso. opinando pela rejeigo do veto
oppos'o pelo prefeito do districto federal a reso-
logao do coccelbo municipal de 19 de Maio de
1891. sobre, a concorrencia para o servigo de bar-
cas entre esta capital e as linas de Paquet e do
Governador.
2.a diecassao da proposigo da Cmara do3 De-
potados o. 3 de 1894 : autorisando o poder exe-
cotivo a fazer reverter ao servico da armada no
pono do almirante, sem prejoizo do respectivo
qaadro, o ice-alairaste reformado Jeronymo
Francisco Googalvee.
1.a discussio do trojecto do Seoado n. 5 de
1891, coocedendo ao Btalo do Maranno os m-
moveis ruraes e orbanos, sitalos 00 mesmo
Estado, qae foram das ordeos Carmelitaoa e
Franciscaoa, incorporados aos proprloa naciooaes
pela extncgaj das dias ordena.
Os projectos ns. 53, 102, e 44 e o parecer n.
46 foran rejeitados, e os demais iodos approva-
dos, inclusive os p'ojeelos ns. 3 e 5, cuja discua-
sao Acn encerrada.
Termnala a ordem do dia, o Sr. presidente
fas ler am telegrama do Sr. Gabiao Besooro,
governador do Estado das Alagdas, comnunican
do ler passado o governo so Sr. presidente da
Cima-a, sen suoatituio legal.
O Sr. Onieica de sua cadeira, ao terminar a
l-i'.ur. do telegramois, da um viva a federago
doa Balados.
ESTADOS DA LU
SUL
Bjledm
(Gazeta de Noticias)
Da 17
AiMii bontem, por filta de numero, n3o bou-
ve aesso na Cmara dos Diputados.
No Senado :
Os ultimes acontecimeatoa do Estado das Ala-
gis encheram todo o expediente da sessao de
hontem e encerron-a com um lelegramna d'a-
quella 'p*ocedeacia.
Foi o 8r. Oiticica qoem rompeu o debate, his-
toriando todos oa fados que se ten dado no sen
Estado, e pelos qoaea eoteade qne nao deixa de
ter certa responsabilidade o Sr. Fioriano Peixo-
10, pois eao os seus agentes all os promotores
de oui eoimioente conflicto com o governador
d'aqaelle Estado.
Li': telegramma do Sr. Gabino Besouro onde,
por sua aoalyse, ve-se qoe s eate-tem sido pro-
vocado, embora a forga federal esteja em m no-
na relativamente a forga estadoal.
Declara nao pedir providencias ao governo,
appellando s para o amor que deve ter pelo
sen Estado 'natal o Sr. vicepresidente da Rep-
blica, que bem pote, sem inlervir nos negocios
de Estado, tudo acabar.
O Sr. Ramiro Barcellos estranha que o Sr. Oi-
ticlca venha .respooaabilisar o poder execotro
pelas luctaa de parcialldade poltica noa E-ta
doa.
Desde tempo3 remotos que em todos oa loga-
ras, no Bratil, e notadamente naa capitaes das
antigs provincias, ha cocflicios, e por vezes
verdadeiros combates entre a polica e a inba,
e no emunto nonca ninguem so lembroo de res-
ponsahiiisar po: isso a S. M. o Imperador ou
seus ministro?, nem mesmo aos presidentes das
provincias.
E o qae 6 mais notavel ainda, qae, se o go-
verno n'-ervem, mesmo i rejulsigo dos gover-
nos estadoaea, brada o adveraario; se nao nter-
ven, ainda reaponaabiliaado.
Faz outras considerages > respeito, dando-se
por terminada a questao, e enira-se na ordem do
da- B
Votagao em discussio umea do parecer r. 51
de 1894, da commisso de coostitaigao, poderes
e diplomacia, opinando pela coocesaao da li-
cenga solicitada pelo Sr. senador Leandro Ma-
ciel. .
dem em 1.* discussao do projecto do Sena-
do o. 4 de 1894, regulando a concordata extra-
Idem'em 2.a dita do projecto do Seoado o. 53
de 1892, autorisando o governo a restituir a As-
sociago Comnerclal do Rio de Janeiro a nan-
ita de 659:870/553, qne ella retiroa da reserva
destinada a coaclosio daa obras do aovo edifi-
cio da pracs do Commercio para t pagaaenio
Santa Cathariaa
Recebemos do Desterro a Repablica, at 30
do corrente.
O Sr. Hermn Van Helsen tratava de esta-
belecer navegages a vapor entre a capital e o
Arar.mgu, frtil valle do sul do Estado a or-
g misar depsitos em diversos oontos para g-
neros e exportar da sede do municipio e outro3
lugares.
A Alfandega rendeude 1 a 9 do corrente .
33:45 $684 e rio mez de Junho 147:080/810.
A estago telegraphica rendeu em Abril
Telegrammas transmittidos : particulares 874,
Olficiaes 230, da repartigo 195, baldeados 721 o
exterior sul 2.
Telegrammas recebidos: particulares 931,
ofRcaes 192, da repartigo 17.1, baldeados 811.
O lol'l do numero de pahtvras foi de 38.815-
A receita foi de 3:3)4i>> e a despeza de
6:244/<83, resultando um dficit de 2:930/380.
Em Maio :
Telegrammas transmittidos: particulares...
1,882, otficios 180, da repartigo 294, baldeados
5,406 e exterior sul 5.
Telegrammas recebidos : particulares 1,881,
Oficias J47, da reoartigo 210, baldeados 5,t06
e exterior do sul 3.
O total do numro de palavras foi de 239.520.
A reedita foi de 4:199/^67 e a despeza de
5;8o55295, resultando o dficit de 1:556/028.
Durante o semestre de Janeiro a Junho do
corrente anno, foram lavrados 132 termos do
nascimentos e 2l0 de bitos.
S. Paulo --;2
Datas al 16 de Julho.
O Commercio de 14 d a seguinte noticia :
Em pleno centro da capital, na ra do Dr.
Falco, 1 hora e quinze minutos da noite, al-
guns nomens munidos de alavancas de ferro
conseguiram fazer sahir dos gonzos a porta n.
17 dessa ra, trabalho era que gastaram para
mais de urna hora.
A'a 2 I[, entrando no estabeleciraeoto de ar-
mas e instrumentos de msica, pertencente ao
Sr. N'icoli.10 Sarli, estenderara ura chale no chao
e comegaram a recolher o que alli havia.
fJm visinho Giovaom, cuja loja dividida
da de Nicolino Sarli por um simples tabique,
escutra o rumor e, descendo do sobrado loja,
desfechou alravs do tabique os dous canos de
uraa espingarda e outros dous de urna garrucha,
eraquanto a esposa, janellado Io andar, apita-
va desesperadamente.
.Os gituuos, tres ou quatro, fugiram, responi
dendo conitudo, aggresso com alguns tiros
de revolver.
Na fuga deixaram a alavanca, o chale e um
chapeo perfurado por bala o cora 9ignaes de
sangue.
A? audacia dos salteadores correspondeu, co-
mo era natural, a ausencia da policia, que nao
deu Bignal de si, npezar dos tiros e dos api-
tos.
Isto que seguranga publica!
r30 Sr. Sarli s encontrou de falta, de manila,
uraa facca e dous revolveres.
Se uo loa a intervengo valorosa do visinho,
licaria com a loja inteiramente vasta.*
.?linas Geracs
O Pais, do Rio publicou este telegramma :
Ouro Preto, 15.
Realisou-se hontera na casa do senador Fran-
cisco Alves uraa reuniao poltica, a qual com-
parecerara senadores, deputados federaes c es-
tadoaes era numero de 46.
Depois de alguuia discussao ficou resolvido que
o pirtid> constituconal alli representado ele-
geria uraa commisso de cinco membros para
recolher raelhores indicages para candidatos e
organizar urna chapa que deve ser apresentuda
com o manifest do partido ao Estado, licando
a ella o direito de dirigir o pleito e dando por
finda a sua raissio logo que se reunisse o futuro
Coogresso Minei.ro. A commisso nomeada
consta dos seguinies senhores : senador Anto-
nio Martina, Francisco Salles e Hennque Diniz ,
deputados estauoaes, e Gongalves Ramos e An-
tonio Olvntho. deputados federaes.
Estado de Espirito-Santo
No seu numero de 9 do corrente, o Com-
mercio do Espirito-Santo publicou sobre as fi-
nangas desse Eslado, o seguinte :
A prospendade real de um Estado nem
sempre se comprova por suapeitos relatnos,
pegas olficiaes ordinariamente escripias para
< inglez ler, e o governo nem sempre escapa
suspeigao de arranjar a seu modo situocOea
apparenta de ligeiro estri fiuaaceiro.


t
I MUTILADO I


1


m




Reate ponto a oppoeicao raais Mu, quairdo, gravementeferida urna praga do26 batamo. e, qaande din-eioTes *Jo estabeli-cimi-ito e cora o
tem orientada, nao procura desconeeituiraoad- pou-os inliante denle d.i divulgagao ilesu r. M-ior Besouro.
Tersarlo, sacrificando os crditos do Estada era noticia, foi ejgredida umi outre. praga do mss-
holocausto a uma poltica miseravolmeote pe* mo corpo.
^ena, pelo depravado gosto de-cavar odios e< A autora d estes.faUe-s era conmettida cora
manter recentimentos. Justina a forc i esta lu il.
O Com nercio qn! faz limare era servir Eo consequ mi na a torea federal collor.ou-se
sinrerara ente causa publica, a nao faz dn-1 da prompti tao, ni iieieusiva de un aisalto de
p;ir > sina i Batn os descuidos pelo bem ge- surpre/.a.
ral e mil entandida con leseen lelas, a que
ainlas' apegan prejuisos amigos, presenta
boje dados sagspes para avadar se devi lmente
da lisongelra siluagfio que alravessa o Esluto.
O caf, que constitue Poj o qosso nico gene-
Mit; fixpor aguo, atiinge s raas do maior de-
senvolvunento, cobrindo o ubrrimo slo espi-
rito santense ein substituig&c a essas gigantes-
cas arvores, que por tantos annos viverao
isemptas da influencia do trabalho.
A abun lancia que enche de contentamento o
lar dos pequeos I ivradores, a felicidade que
sorri i >s cifesaes ein ti .r Ii por esses centros,
nd i os fihos sa las tandas, est chamando a populacq pobre
de paizesdstant s, que parecen! era declinio de
suas apregoadas grandezas, a virem usufruir ein
abasiaica felizes das de pac
E' tao grata noticia se confirma pelos seguin-
.e*atados que n>s dio a uxportago havida do
semestre lindo, forn icidos pelo in'elhgente aju-
dwte do administrador da recebedoria da capi-
tal ; e por esse documento authentico ple-se
avallar com precis'io do estado real de nossas
xVianga*.
Era Janairo a exportago montou a M>,860
saceos, representando 2,81,600 kilos, no -alor
oiticial de ,oi2.02ji, havendo pago de direitos
>'29.'*0
Em Kevereiro, 41,96- saceos, corrresponden-
do a 2:>,7."6 *J kilo*, no valor oiciald.....
3T<65:695< 60, havendo pago de direitos......
4:7.8*59b\
Em Mtrgo, 4',3" saceos, representando. .
.478,420 kilos, no valor offlcial de.....
3.331 ::i9*3i, havendo pago de direitos.......
Em Abril :16,607 saceos, representando -..
I.t6.ft70 kilos, no valor olficial de..........
5.029:990 021, iv ando pago de direitos.......
Jl 0:7 42*216.
Alar.nido espirito publico, comegoaad:-
senvolviT-s! p3r loia i sida le umi anta agi-
tigao, d:-appar:i:e ido consplatamrata das ru>s
O* soldados do orn d: segarang q i:, por or-
dem superior, aquarleliram imine Halan inte
Opovoa.ttuio ein raissa pira a praga do
quartel do t batalho, con p-onuncia la dis-
posigo di auxiliai-o a tma aititu le enrgica
de reagir contra qualquer aggrcsslo da fare, i
esladual.
Pelas 9horas da rai-.h, poico raiis ou me-
nos, toda a ci la i : foi desagrada velm-mte sur-
prjhendida p ir u n lir ou'io da forga de nrom-
piiddo n > quartel de s;gur inga para o Hospi-
tal Militar qu: Hit; tica era Ir ente, achando-st
nesle estabel -cimento o corpo medico ila guar-
uigao em servigo.
As paredes iicaram criv.idus da bdas. al-
guns projectis foram cali ir ni rea que tica no
centro do etrlicio.
Nada provocou esta aggress.io da Torga de
legar taca, que dest'arte nao f;/. raais do (|U i
aggravar a situago.
Por duas hora* da t irle, repro lu/.iu se a li-
roleio la forga de sejur.inga pira o rass-no
hospital, licando interceptad > o transito ao pavo
e ao Irafego dos bonds.
O digno r. cora nandanti! do batalho vio-se
toreado a mandar un contingente p ira aqueile
edilicio, recom nendando tola a prudencia, e
resistencia ivi cago de ataque.
Na praga do quartel do batalho o povo cada
vei raais se reuna, enejando a tomar araras al-
guns paisauos i|ue se nilileiearam as respectivas
companhi-is. Tolos est:s fictos forana de proin-
plo coinraunica los ao gobern federal.
A' noite era consideravel a massa de povo que
Tambera f >i \iuado, ou d:posto, (i erapregado
Jbao beocidio Vieir.i, preparador ne chimica, e
ene irreg.il) ilas. fraudes eleitor.iis de Ala-
:;na-.
Em a qu< esian >s caegara'n as i jusas maH
capital.
l'r.'e qu' a nnnnali'l-de se res'.ibele;a pr i-
dDando em ve/, de anarcliicos benedeos l'ruc-
to-.
Em S ai o 15,331 saceos, correspondente a se via em frente ao quartel, sendo, urna voz,
*9,*80 kilos, no val ir otttci il de .299 062*784.
pagando de direitos 115:3974613
Era Juniio31.3i9 sacro*, correspondentes a
l.H79'30, kilos no valor ollicial de.......
X6':60H612. haveiit) pag de direitos.....
30t>.u09<67i. J ,
De Janeiro a Margo por Santo Eduardo; to-
rao exportadas directamnnte para o Rio de Ja-
neiro ii.513 saceos, correspondendo a.......
4.290.90kilos, valor oUlcial de 1.745:0194620,
tendopia;ode direitos 109:194*031.
A totalidad* de direitos ai hoje recolhidos
ao tresouro do primeiro semestre do crrante
aano, comprehendeii lo o primeiro trimestre da
exportago feita por SinleJ.Eiuardo imporlou
em (,979:2(54964.
Ah lica asss demonstrada a nrospendade
-*o Estado, era que muilo bem se assenta a con-
fianga publica e esses tantos emprean limentos
ijue esto surgndo nssesurandc-ncs aapproxi-
DMCo do esplendoroso futuro, que rau:las ve-
aes'embalou nossos ant-passados ao3 rernotos
lempos de extraordinarias dirHcnidadeB.
Baha
Datas at 19 da Julho.
Fora nomeado chefe de polica o Dr. Antonio
Barbosa de ouza.
Oontinuava a funecion ir o Congres3 o Es-
tad nal.
Na sesso de 7 di Cmara foi apresentado, o
guite projecio, precedido de parecer :
l'rojecto n. 143
Art. 1." O'overno coniralar com o Dr. Cus-
todio Moreira de Soaxa ou com quem melhor
vantagens offerer a introduegio de 50 mil imrai-
grantes europeus lo estado, durante o prao de
10 annos.
Art. 2.- As passagens dos inmigrantes serao
no valor de 6 libras ,e la schilhogs por cada
adulto metale de 8 1- amos ; a quarta par-
te pelos d- 3 a 7, licando o estado iserapto do
pegamento alos muaores de 3 annos e os de M).
salvo os d esta e lade que forera caefes de fa
Bilia.
Art. 3. O governo fica aut irisado a celebrar
ara contracto, tehdo por base os iiens da
proposta.
Art. 4.* O servigo da intrndugao dos irnmi-
Sjrantes europeus ter principio no presente
exercicio.
ArL 3.* Revogara-se as disposig.-s em con
trariu.
iata das eommisses. ."i de Julho de 1894-
Perolioncalves-Joo Tourinho Dr. Rodrigo
Brando-Rodngo Teixeira -Gomes -e Olivei-
ra.
LtJ-se no Diario de Noticias de 9 :
Confirm i eslava aiuiuncndo, realisou-se no
dia 3 do carrate loaagaratao do novo trecho
o prdongamenl > da estrada de ferro da Babia
ao S. Francisco entre a estago da Viila-Nova
(eidade do B ira-fin) e a de indico.
.Sao senipr; alegres a edilicanles as festas
do progresso para a brilhaniismo desta oonoor-
rerara em porfta cofflaBSsao constructora da
estrada, os empre-ari >s e o povo, que era todas
as astactea da lin a, principalmente as com-
prehendidas no n wj trecho, aci'.laraava os Srs.
Drs. Argollo. Alexandre oes. $f* Lima e ou-
tros cidados. engeaheiros e empresario do
proloiigaraenlo.
O trectu da Villa Nova a Angico Je 62
kilmetros, o que vale dizer que era breve se
ouviro os silvos da locomotiva nas margeos do1
magestoso s. Francisco.
E* nova fonia de riqueza que se vae abrir
para o listado, que assun ter ligada a capital a
ama das regio>f m.ais ricas de seu territorio.
L-se na mesua folhi de 'i :
A distincta r irp irago acadmica da fa-
culdade de medicina deste Estado, de unanmi:
accordo entre os alumnos de todas as s res de
medicina e pliarn i-a, ileu Iwntera ao Sr. Dr.
Loi/. Anselmo di Fonssca, lente de phys ca,
desejailo que a situgo terminasse pela reti-
rada do inajor G.ibiuo iesoura do Goverao do
Estado.
Entretanto, a forca federal manteve-se sem-
pre no seu posto, cumprin lo as ur.lens do go-
verno que min lou collocar-se na defensiva, do
que nao se arredou o batalho preparando to-
dos os elementos, inclusive a artilheria.
Por sua vez o Sr. presidente do Tribunal Su-
perior, em norae deste tele^r.apliou ao governo
le.leral, sobre os aconlecimentos. opininando
pela impossibildade da manotenco do gover-
no do Estado, sendo le urgente necessidade
providencia enrgicas e inmediatas que i:npe-
dissem un conflicto seno que eslava ilum-
nenle.
Com elTeito a deposicto do governo se dalia
infalivelmente. pela altilade que o povo baria
assumido e a disposigo para a lucia que em
todos se moslrava
Pelas 4 horas da tarde a guarda municipal
formou era frente ao edificio da Intendencia Mu-
nicipal, e, puxada pelo seu coinman lante o ca-
po Azaras Pinto, loi espontneamente pftr-se
disposigo do colimando do 29, seguindo-se a
isto alomada da Intendencia pelo povo, sen lo
conduzido para o qui-tel da forga federal todo o
armamento que re tava anda no corpo da
guarda.
Rendeu-se tambera a guarda da cadea por
sua vez.
Assim conservou se a situago at 1 hora ia
manh qnando o Sr. raajor Meirelles, corainan-
dante da uarnigo. recebeu uin telegramma
annunciamlo a riada de forga para garanlir o
batalho, cujo numero de pragas era inferior ao
que onlava a forga le seguraoga
Apresentado o telegramma ao raajor Besouro,
por um membro do Tribunal Superior, aconse-
Ihou-o ao mesmo lempo que deixasse o poder,
um i vez que a deposigo era inevitavel, e tal vez
corresse risco a sua vi la se ella se zesse pela
revolugo a mo arma la.
Essa- ponderages. calando no animo do ra i-
jor Besouro, forgou-o a passar o governo ao
j presidente da Cauv.-.ra dos Deputados o Sr. Peli-
gonio de Araujo, qu ; ac-eltou o para passal-o
pela manh ao seu substituto que, nao o acivi-
lando, foi organizada ana j'inta governativa,
composta dos cidados Dr. Sampaio Marques,
Francisco Paineira c coronel Jos Tavares da
Costa.
Pela manh achava-se rendida a forga de se-
guranga, j bstame reduzda pelas deaerefles
Alguns offlciaea e pragas entregaram-se pe-
diado garantas de vida qiie lile forain negadas,
arrecdando o Sr comraandante do 26 todo o
armamento e cartachane, inclusive a cavalhad i
do contingente de ca vallara.
No quarlel da s.-guranga fra encontrada
grande quanlidade de cartuchos e cunhetes,
assira como em palacio, que foi encontrada em
abandona.
nina demonstrar i .le desagrado, qu ; Iraupoz
Consta-nos que o major (chino Besouro ret-
rou a lam lia para a casa do Sr. teoente coronel
Dantas Brrelo, que se ah actualmente no sul:
retirando se elle para a raesna casa depois de
dexar o governo tanspondo um muro por um
buraco que Ihe deu passagera para o quintal
contiguo.
Fonos tambera infrmalos que o major Gra-
cindu. comraandante da f>rga de seguranga re-
fngiou-M a bordo do vapor Principe do Grao
Para que se achava no porto.
Geral e consoladora alegr a se raanifestou ara
toda a popularlo cujas sympathias o governo
n> soube con uistar, pelo contraro, annullou-
as cora as violencias e oppresses, e cora a
iinpunidade c >n que sen re cobriu os desali-
os e criniss da Carca que creou com grande
dispendio para os cofies d> Estado.
os umbraes di facul 1 ide, vndo at a ra.
E* aamai que, encarporada, a laoeMada da
academia penwreu, no moio de gran le enthu-
iaaaaa, alaamas mas desta capital dando pu-
blicas lera instrages d; desagrado ao len'e
que, segnri lo nos di9saran os digu is mogos,
offendera seas bros e digm la 1 i.
As 3 l|i horas la tarde chegou o nume-
roso pristito da aea I .>nn: W afr-ntedo edifi-
cio em que fuiKn, Harto d *aoa4o- ^o o dja mega .l(,lllinislratlva da S;1Qla
se macom.nissa ,. que n m coatoa .osegainle. ^ niulroa no tX,,,;icl0 a,s cargo, de que
. Ha um m ./, ma.a oa menos,dots aMawido fj e,bm.ul.{ ,hl Toleocia g0,,,no.
!. anno forara abriga los p elo Dr. Foaaaoa a | Q fact0 ^ deu Q ^.^rZuneio de nu-
mero suiBciente de irmos, levatido-se a>co-
A's 2 horas da tarde teve logar no pago da
Intendencia, peraolo grande numero de papu-
lares, a po*se da jaula governativa, empossaa-
.inbem no lugar de intendente o leoen-
te-coronel L'n i II i 11 |ii consta fra acla-
mado para esie cur_o
Dr. Fonseca a
dar-lne uma aalisfaga i eni aula publica, por
eaasn da nou pateadu que S. S. attribuira ter
3ido dirigida a sin p.ssoa.
Daquetla lata era dianl i 8. S. Guia sera-
pre referencia a estfl fado, gallando sei de ter. CUiirn,!Cl(|;l por foiT!1 f,,l(,
dado urna li < i agio ; d iva a sua aula
ob'igatorio e ou'ras
(ihecimento da junta goveroitiva.
Tolas repartieses federaes ee
es, esio
ara eancter le casia > ob-igatono e
coasas que os acadmicos juslamente capilu-
lain de arbitrarielade etc.
Aate-honiuin. pilheriando com um bedel,
nm mogo do 6." aanojosoo sobre este urna pe-
quea pe Ira, que casualmente cahiu dentro do
abinete de physica, onde se achava 0 Sr. Dr.
onseca, que d\u imincdii'lamente urna, duas
partes contra o referido estudnte.
Diante d estes prec:lent>-s condemnalorios
a do incidente de boaten, diste-aos i coramis-
sao, resolvemos convocar todas as series para
desagravar a nossa dignidade offendida nas
pessoas de nossos oollegas a felizmente a cor-
poraco acadmica adiieriu unnimemente ao
appelo que Ihe fizemos.
O Sr. Dr. Fonseca foi terrvelmente vaiado
ao sabir da facaldade, sendo,, porm, acatados
e director e a soagregaco, cojas lentes, entre
tonto, apezar da influencia bencica que alguns
fHx>fessoreb exercera sobre seus discpulos, fo-
ram impotentes para couter a indignago da
nocidade.
HOVHIMTO
Montaoi tarde pnsigarn*aa era diversos
pontos i-irii/.es em q-ies) dlii que, ha-eu lo
onspragi esotra a uov or.lem dei-oisas, con-
vi uva-sao paro a reunir-se in praga da Ma-
triz.
Oju motivo a asse convite o faeto de haver o
Sr. Presidente di amara .1 >s Hepulidos, de-
p o- 1: onfer-nciar co n o Sr. Maior Bcsonro
ni casa era qae esta hospedad o. oi-.iado s au-
toridades que assu nira o governo, -m rasaa de
Ib'o h xver |> i-jsn.i > .. -ir Mijor, por do-ule n
que enramumeara ao r. Vic: presidente da
llepublica.
V reunio po-em, nao se efTeciuot id lugar
indicado, pjr ter a luid' grande oum-ro do
popularos pira a roa rani-s: ouvir mainfesiag :s da reprovago ao
p'-icid.inenio da Iguns amigos do Sr. Major
II s uro e a resoluco d>> Sr. Prndente da C-
mara.
A ayitago popular crescera um ponen, mas,
compiraaradn o Sr. Curunin'anle a iiguns of-
liciaes do 26, que asse.uraram prov i encUr.
de accordo cora i Sr. Dr. juiz. seccin il. no sen-
tido de fizer abortar qualqu'-r plano por parte
do Sr. Major Besouro, e de garant a orden e
tr.inquillidade pub.icas, eren.iram os aunas e
dissolveu-s; em paz a agouierago popular,
E' iinpii'scni livel qoe Sr. Coraniandanta do
25 |U" de sua prndeuc a e tino leu uiontesla-
vel prora uo modo >le haver-se nos ltimos
aconieciraeoios. lome a s.i u incumliencia, que
de direilo Ihe cabe na actnalidade, cora reso-
lugo inati ilavel, de giruitir a paze-o sucigo
public-
se o Sr. Major Besouro, quan lo se aooiava
em 70 ou raais co nbams, rais-rou-se Braco i
impstrDte para dar-nos seguranga d i ordem pu-
blica, quanto raais hoje que se acha baldo da-
qu dle elmnlo
l'recisanios de paz.
Entretanto, o Ofio Oficial, la Capital Pade-
ral. publiou os seguntes telegr.tmnus, dirigi-
dos .10 Sr. v'ice-fresidule da II publica :
Macei, 1.1 -Major Btxaara rompen fog
cxilr.i foiva federal, que acha-se de prooiptido.
CnafiictO in-eviiiv.-l. O d mii medida^ en ;rg-
cas, efllcates arg-tntissiiaas a evitar araa-le
morticinio. Parca federal en PU'nero muilo
interior esladoal -Tiborcio Vah-nano da Ro-
cha Lins, presidente do l'nbunal Superior.
Ao;Sr. nmistro do guerra fo.'.im digidos
os seguintes :
Macei, i4Respondendo o vasse telegram-
ma de 13 do crrante, ojo recebi lo, cibe-me
dizer-vos : a polica esta loa uin la continua era
desatinos.
Agora, 50 horas do dia. o tenente Fausto Au-
gusto de Paula Barros ia ta ido vctima ; no
ni rcado publico, um sollado da seguranga, ar-
mado d ; revolver, UO'ra atirar soore o mes-
mo cificial. o que >(eu origera a conflicto entre
o povo all reunido.
O revolver foi tomado, est em nea poder.
Dei incontinenti ciencia ao governador. que
anda nao providenciou. Santiges. -Francis-
co Ignacio de M-irelles. major omraandante.
Maceio, 13 Acaba de ser espingardaala
urna escolu de pragas d > b it.illio de ra ;u com-
mandj, armadas smente a sabr, pela indisci-
plinada forga de seguranga estadoal de guar-
da era palacio, na occasio em que procurara
trazer pira o quarlel urai praga que fra agre-
dida e ferida gravemente pela dita f>Tga de se-
guranga.
Devo dizer-vos que, a retirar, a dita pscolla
f-i traigoeiruraento atacada pela retiguar la com
descargas partidas da leeneienada guarda, sa-
lud lo ferdos soldados do bata ho.
Sio in lir-pensaveis providencias urgentes e
enrgica-.
A populago da cidale est aterrada. As fa-
milias pede o garantas
A forga federal coaserva-se aquartelada.
Saudo-vos.Francisco Igmcio de Mu relies,
inajor comraandante..
Maceio, i5-Hontem noit; foi ferida gra-
mente urna praga do -6" batalho p>r outras de
seguranca. que couiinuain ainda era desatinos
e provocages forga federal.
Tenbo tmalo, como medida de prudencia,
por occasio de conflictos, desarinil-os, visto
qoe ostentara armas cooia sejam revolveres, pis-
tolas, punliaes. facas e outros instrumentos.
A:ira de evitar conflictos no mercad > publico
entre pragas, tenho conservado all diariamente
una lorga cojiiiuandada por ollici.il Devo di-
zer-vos que, apezar dos meios prudentes por
mim empresa los pora evitar confl ctos. a poli-
ca continua desenfreada, assaltinio de embos-
cada pragas do batalho.
Saudo-vos. Francisco Ignacio de Meirelles.
major commandante.
O Sr. Ministro da Fazeada recebeu o sa-
g inte :
Maceio, 13Hoje o governador quebrou a
promessa feita no Tribunal, mandaimo laxar fo-
go sobre a forga federal desarmada, na occasio
do transporte de uma praga ferida
Cidade consternada, commercio era abapdo-
no, familias fungidas. Nada mais adianto-
vos.
Pela Ass'Ciago '^omniercalloaquim Jos
de Araujo Luna Rocha, presidente em exerci-
cio.
O mesmo Diaria Ofi-iit deve publicar boje
os seguintes :
Maceio, l" de JulhoAo Ministro da Jusliga
no Rio -Acnava-rae fra da capital por motivo
de molestia. Em vista das graves oceurrencias
aqui. ebegaei no trera da tarde. Inneasa agi-
tago popular c ntra actos de selvageria da for-
ga estadoal. Governadar aquartellou forga re-
partieses estadoacs abandonadas, visto terem
desertado guardas. Cada publica ast guar-
dada por torca federal, pois rarossvel aban-
donal-a: vo mandar guardar oulras reparli-
ges. Tive denuncia de moviraenlo popular do
centro cora destino a esta capital.
Procurei nianter quanto possivel a irlem om
os elementos que existen. Cominunicare oc-
currencas. Juiz seccional.
MiCei, -6 Ao Sr. Ministro da Justiga, no
llio. Major Besouro, em vista attitude novo,
resol veo-pasear got atol Populago
satisfeita cora a solugo. Forga Federal tena
presta lo relevantes servigos, evitando confli-
ctos entre a populago 3 a forga estadoal.Juiz
seccional.
Maceio, (6Ao Sr. Ministro di Jusliga no
Povo trata de org.misar junt; governativa. ga-
rant-ndo perfeito accordo c un o governo da
Unio, a cuja solugo se subnietter.
Respond ter coraiaunicado as oceurrencias
ao governo e esperar a solugo, pelo que
nada (I dberavn, continan lo de accordo com
a (orea federal a maator a ordem publica e
guirdaras repartieses, frge resposia.Juiz
seccional.
Uapital "ederal, 16. -Ao juiz seccinal em
Maceio (Jrgentisstno -Sibeis gcmimo fede-
ral so ple (ntervir negocios p-culiares aoi
Estados nos casos previ tos oo art. i>. da Cons-
tiluigo da Renublica.
Portanto, nao pole tvconli-cer govirno revo-
lucionario que ah se orgaauar.
Reitero recomneo tagao ultimo telegramma
mandando que fagis guan ir repartig6:s fe-
deraes e esla toaes, caso abandono, con-:orren-
do assim para L-araniia da propriedade. raanu-
lengo da ordem e tranquiHida le publicas.
- Xi sesso de liiniem do Senado loi lido
o segunte :
Presa! inte Senado Rio. P.issei boje o
ejercicio dos Deputados, meu substituto constitucional.
Besouro.
EXTERIOR
A corporacao acadmica diriga ao Po.it
do Rio, uia telezrarami n-rrando sucintamente | torte,jiao'en(lopodidO entrar no ertafceleci
Rio-Major Besouro, visto a aililuda do povo,
A'hora que cscreve nos pr- .ni pas- depois de larga conferencia com \ maioria do
seata, em regosljo a ter se da 'ue to- i'ribunal Superior de Jistiga, reuu.da alim de
dos desejavara, sem que houve a .uso de evita' pertarbagoes da ordem publica, Msulaeu
sangue. passar o governo ao prjsidante Ai CongreTso,
A sea turno a forc federal tomara parte na 3JU segundo substituto por iuciramodos de
passwata, pela salisfago que experimenta por 8aie. O presidente do Conceho Municipal
ter, sem sacrificios de vidas, conseguido rape- acaba de olflciar-me nao assumir o caigo; de-
dir que se reproduzssem as scenas de sangue, p0itando-o em minhas raaos, atira le dar pro-
sen ser preciso erhorbitar de suasattnbuicOes videncias para manter is r:partices estadoaes
Sao estes os promenores que por hoja poda- e a paz na populago. Nao sendo legal assu-
mos dar aos nossos leilores. Inr esse exercicio, providenciei como curapria.
Da 18: man lando guardar pela forga federal todas as
NOVAS DEPDSICOES repartigOes estadoaes, que estavam abandona-
liontem a populagio desta capital que transi- das e mantendo a ordem publica.
tava pelas imraediages do Lyc?u, observou Lavo ao vosso conhecim-mlo para seren da-
que tambem os eslulantes no auge de conten- das provilenc: i- urgentes, visto a har-ae o go-,
lamento pela queda do rgimen do terror depo- verno acephalo.
sern con estrondosas vais alguns lentes. Porga estadoal, composta de 6'() pragas, aban-
Dentre os vaiados, ou depastos, contan se o. donou o quartel, restando, segundo coasta, 6)
Srs. Drs. Digues Jnior, Loii Mesquitaeos pragas, raso'i :otes para a guarda das repar-
professores Loureiro, Ignacio Costa e Jos Este- ticoes.
vao, sendo que o Dr. Digues e professor Lou- O povo cal.no e satisfeito com a resolucSo do
reiro para sahirem do esiabalecimento foi re- raajor Besouro e seus substitutos. Jmz sec-
ciso serem acompanhados pnlo lente Dr. Jos ciqnal.
seo
o (acto e pedm lo provi lencias ao ministro da
rastruegao publ i ca.
Vla^as
Deste estado apenas recebemos os as. de 17
3 18 do corrate di 6ata i ilagda-t.
SSo eliee as seguintes palavras sobre os
coDiecimontos ahi bavidos.
DiAl7:
Aps as cenas que se deram no mercado pu-
lilico, entre a Torga fede-al e estadoal, outros
netos occorreran de natureza bastarte aggra-
Tante, qne aananciavara urna sitnacao melin-
ilrosa para o governo do Estado.
ment os professores Jos Estevo, Luiz Mes-
quita e Ignacio Costa que tentando vencer a
opaosico dos estudanles foi forgado a retroce-
der.
Este estado de anarchia a que chegou o Ly-
cea desta capital, de to honrosas trad eges,
deve-se ao governo do Sr. (rabino Besouro, que
at n'esse estabelecinento de instrueco secun-
daria fez penetrar a forga de-- seguranca, sen
neceisidade, para conter trave^suras de todos
os tempc% da classs astudanlesca.
Dizem mais que a rlesautoracao abrangeu
todos os referidos lentes pelo faeto de terooi el-
les estado em pleno accordo de distas con o
i. -___un j. >( 4, .^t /.; ._i_.j. ira ojvliuu rail Mioiu auuTiuu o> nana tjiu u
Ka.anaa de 6 do corrate fe. encontrada Dr Dlfl#6 ^ 0 gr fnK0 Doningaesi
Capital Federal, 16--Urgente-Ao juiz
afean) eoj Maceio -Sciente por vossos telegrara-
nas das grana oceureociasdahi.
Recommen I o mui especialmentj vos limitis
afazer guara- pela torca federal, que para tal
tira requisilareis, as repartieses lederaes e es-
tadoaes (estos, porem, so no caso de completo
abandono). Procurai por meios suasorios evi-
tar conflictos entre povo e fo'ga estadoal ab-
stendo-vos de quslqucr acto que possa siquer
parecer de intervengao na poltica local, dei-
xando a responsabilidade de aceplialia do go-
verao estadoal aqun de direilo.
Comraandante da guarnigo fed eral vos au-
xiliar nesses intuitos Ministro da Jusliga.
Macelo, 16.-A Ministro daiJaiflga no Rio -
AMRICA DO SUL
cu ii i
Por molestii do mio.si'o Jo iat-rior, foi adia-
da a -ihcuib) do ^'ojecra r^taiivo a amnisda.
8o raiai 1as aev.i constracgOs qa-i *
loriaran necj8srM8, fo' a expisigi o oiru
oro-opal* en iHin lites hZ'f.-i.
Celenia'am se en dive-so palos-la r-e-
oabli a exequias sobones pelo r. Sadi C-roo .
__ Acaoa de orgaui*r-se eoa S.n.igoa.iu
iiova ufliadiaj sxpi ralo'a 1e ea'i re, fo'mada
en-cionaea e etrjnir.s cjoi o nona Socie-
\**'. lo'.e'incio al tie S.I t-e> oe T 0 capital social sera 4 miind.'S de pexos,
-suoiaia sobso-iptos 1,300,00).
0 ll'QallU R' n*'i V ai a;aba de fal'ecer.
Parignay
T^rnoa-sa i-npwsive a i-.m I datara do Dr
Aeval urea deacta da R-paolCa. valo ler c
d rec'o. lo doC-nl'O De noc at.o re->olvHoabmer
-e de cooej-rer aos t-aoalnus sleiloraes ao sen-
'ido a cr.-sma candi talara.
E' ora ganho de caos do general Sequiza
co-y'h-Ti do movinen-o revoljCiouario nae Je-
pox o preside >te Gouxiet.
O rrf-nuo geaerai 11-a sendo aasin o on.co
candidato a^oeda p-e-idjocia.
-:m Aso npgao Huave a bj'do do conrag,.
o b-azileiro Boia -xpiJ-ao de tres c.rtu h>*
ai'Ullicos. qaaado se l.i'.an as aa'vas, Baaua
do a o'*$i.
En coa-equicia do s nistro, foram ferldo* o
com uaudaot^ Ja Oaiena pveraa.r.e u'a na pero*,
os marinhe ros FraaoisiodeSrax QO rj io l >
TJ0041 em va-i->s p*rtes "lo c.-rpo. J >o IVr-i-
r-. 00 ro-ti e Aaaaucio Ve-a G'as ao rosm e nos
0'3{is.
Pelo pre-iHenteda repabhca f aocexa, 3*ii
Oaraoi, celenraran se exequias pomoosas.
Repblica acgeutina
Corra que o oeroo iieve-u aorosenUr un
o oj-i'-t 1 iie le de m neoios da u 1 ti ni revo'ugSe.
j da 9, annversirio da lo1*>eneacia
ar^atiaa, ceiebraran-=e festaa coaimem ra-
uvas.
A' oarad* asaisilo a gaa-da nacioaal, qae me-
rec-a rao lea elogios e at; ap,ajC803.
A-" reooofas a'.Ka*atn -es.
A' ooe fui onlttaate a ilia.ninacSo e o tbea-
Iros ealiveram coapletamea 9 caeoi de esp-cti-
dor*s.
No eotretaot), por essa oscasio flteraoa-se
alcanas maaife8ti>c0^ DOttla ao presideate *
R-oaoltea.
Li Prerut liss^qieos sallados atropel.arara
a ui I idio, dis-olendo o grupos ; do qoe re-
suii-^.m .i^uns fe'imeatos.
A lT-preaa coa tenada esca maoif-iftagOe.
A commioo reviaora das leis aaaaoeira*
ia occopar-se dos esta los das tarifas de ariig .b
do B-ii de malor impiriaacia, atiai de dimiaar
o imioaio
Projecu-89 con isto obt.ir comoeasagoes qae
pjraiittam aonr o mercado do Brasil s lia. car
aea e cereaes a'geotiao*. fecbado pelos fortes
direitos ala.neiros qoe soorecarregam oa pro-
juctoa qoe a repanlica exporta.
En racanao foi assa-ulaa lo o celebre fa-
ciojra Qaria aecasado le ter dada morle a 58
pessois ; e de Concesciou aociam ter ebegado
adi forg..! de artilb-ria e lufaoteria qae fatnra
pare da gaara-gao da linoa multa* do AUo Ura-
gtWT-
H ans t-es n*xa8 lem-se dado no patt
ama erio dec-lmes que muilo taj irapreasio-
ado a p'acao.
No oit.aje foraai victimas oome C-icagoo. pi e Ulno, eo;eoheiros e con-
straciO'es. K01 preso ara criado de nome Bar
01-ri, qae desaooarecera oepois do fado e para
qae as oleligencias prodnx m resollado >n sido
presan mais emeoenta pessoaj, pa-ecendo ha-
ver aranas ramitcagis nesse crime.
Descobriram-se aovas a grandes fraades
oo B/oco da provincia.
CalcaUm em 5 ailaes de pesos o ca-to
total da Avenida ce Maio.
A commis-<6o reviaora procedea ^ experien-
cias do caanSo K'opp.
A expo-t*gao de vanos em Mendoza aug-
meaia, calcalaodo se em 75.0U0 as oordalexas ja
exooriadas este anno e esyera-se qae ebegae >
280.O0 oa prxima colhcila.
Tem cabido aeve e p-odazido mu o* es
tragos.
Repblica Oriental
A commisseo ue le<-ligo acmara dos de
potados era de opiniao qae deve ser rejeita u o
projecto aprereotalo pelo Dr. Palomeqae, era
virtaie do qual a oagio nao poderla ser deman
dada sem liceaga aa assembia ge-al, porque
isra mponaria estabelecer am privilegio em
favor ao Estado.
- No di 9 de Jlno. data da iadepeudeocia
argeotiua, o prestleoteteltcMoa po* telegramma
o presidente da Repaolica Argeuliaa.
A Cmara do Depatades saspeo .ea a sessao
em homenogem mesma data, aat3r8aado o
presileate a dirigir am u:eramma defecita-
goao presidente da cmara argentiaa.
O senado aotortsoa o goverao a faxer ces-
sar as funcgOis r>o ministro orieotalua Italia,
por ter est- voltado a M3itevilo. sem parli:!
par ao governo.
Acaba de aer, pois, essa ministi-o exoaerado
de suas fanegoe por decretj presideocial.
O presidente da Repblica pedir copla 00
ratado 03 coraoiercio e aavegagio entre o Bra-
sil eos Estados Uaidos.
0 gabinete eaiadara esas tratado para ver se
convem eoiabolar uegociagOes com o governo
ie Wjsdiogton para coaegar igaaes privile-
gias qoe uesfracta o Braiil e estrellar as rela-
C6es coramerciaes entre o Uragaay e os Estados
Dordaa.
CoQtiauam os estados referentes acn
strocgo de um laxareta inleraacioaal aa ilaa
das Flores.
O laza-eto ter capaclla lepa-a maitos nilha
res de passoas. *i*'
0 pavilBiopara as de i' dasse ter capacida-
le para 2 000 p^saoas, o de ? pjra 5.000 e o
de 3a para 10.000.
O nratstro da gasrra e da mariaba a:onpa-
ahado por ama conmiseo de eageaheiroB, me-
neo], suaadorese oatros faaccioaartos paol.cos
fo aquella itba para ertiticar-se das repara
g6ss e me'hora ueotos qoe o gqverna tem d^
nanlarfazer ao Usareto si'.aaio aa mesan
lina.
Os tecos so baixos ; a maior altara do tres
metros, seodo iusaffisate a circalaji do a'
ios qnirto8 en qu1? Da tras e qoat'o catnas, r
ha apenas am waisrclosel em cada corpa di
lasareto.
1; asou mo etldito o hospital qae se acha m3-
talla !o oa aegaada Iba e maito prxima do ce
milerio. i
A Impreost pede qae as obras sejam empre-
neodidas daatra de poaco tem 10.
O goverao la de gir as cmaras ama mea
sagen relativi coasirocjo de ora car:ere
asylo da ma aeres meaores
As medalhas concedidas pelo goverao ar-
gentino ais offi'.iaes e saldados do exerclto ori-
eotal qae tomaran parte aa gaerra do Paragaay
serionatregaet as dia 18 do corrate mes, da
do anaivj'sario di jaraaeito da Coastitaigo.
A meta hora da maah de 4 do oorreote
'i'ixoa o a sn'.eoritd inri o vap >r
f-uocez cora o fin de s";uir vug'vn p 'a o
ve e Doiik > qa?, levando 1 se 1 00 do 60 oa^-s.
geiros Je t** 2" ci dos de aiuo'io e 1.3 0 .1 -iplaias lo ca'Ka.
P.i cansa da den-a escanJo e qiaodo msaa
ta lanar o iicipim 1 E-tropa b*ia ea m
ie ccaa 04'te do <'.a*co do v.ipj- *o*r'e>its
oa* se per.if-h ni l-< ;in.i- pe-'o 'a '-ost "lo C-'-
r, p 1- ciaa de amas pedral ah exhumes m -r
ad por ama biii que a oa te das arsca
6 inviive prin .ipameite em ujue lii 1, co-
ra romo essa.
irame'latamente do U-uoay ail-a-am-'-
(ogaei-*, peo-nio xo'V.iirro, ac-idiolo p-qa^o-is
vaoores e a aato-11-d-i ma'itim* 1o pa-'O.
Nj v-por ab-loe o-a rombo, eotraoio
agua no comp.r'im-"ito'la in:0i oavio P'io'o tcmiado
O cammani^n e La Pe'd-ix fot laesn.ave ,
iraoiinoa se tt Uam-m^e e o v^'o "le 6 iit o
segaiotti soi" o s-1 vanieal i io U'uu-y:
O 10.Is <-xt rooa os esfo gos para fazer lliccuar o ll-a-
go-y .
a'd 10 e* oiro 1 mi hi ci n-cio o vno-
a safar; ucou en poucos mma'e a flict04r e
25 pea da aiui.
E'a onmio e'al qoe eslava p-rdi 1o : O'iai
co de am cyclone pro:dente do Ooarjii,nn
de Colomoo opini6-<- pe-J^imiatas de Oeai"'i<
com let-n ", ralo fazia er qae o ir.oarao 'a 1
perdido. H-liz neme as P'el 46-a nao se reali |
xarara e Urugu-iy foi rala e proap'o paru ea-' vigos
;r^r no Toiosde-o se***. Las'ich.
cu '> .iii- U"oo-y comgo. a
mover se, or-pi'arj(n-i;iio-eJ ai
g'i'o da ra a e "ao>" *qeeOaove o marar mi-
ibd'iai uo4oiio-, ivj-1, hj"iis, an-wgoa n fili
Citagoes. O vao-r olava l--oi.in-Qte ri-.oO'aM
doasdi poaigo oo-m-l- Foi om iribilh > 11
sano, oa e uoit- a-m it-s 1 C U'Ogcay
foi rebocado e e teaload j em loga* oj+i nio cor-
re parido pa-a up.r-ae ib-- o na'aodqo-'. O- B*t. Ca*a*'e Tamoo.-in
i.iij n modo f--lic.itado< oeUa aoaa p-a-leno-a -
reij i< dison-'ig-'s o*'^ aalva om *M m-in.1
esmoreceu ante o nu-
Urgoy. Jo (, di, !ir|0S nfl)
'' mero superior laa aguerr lis tropas que o ata-
cara.0, langou-se intrpido no combato, biteu-se
brusamente, o dirigi o accao com lano acert,
e Herosmo que o inimiyo foi batido c impleta-
mente; eesie momornwl e extraordinario falto,
que cihn 1 si v ia gloria os bravos pernam-
fhucanis em Pif-ij, letidio no mesmo campo
do futuros destinos de*te vasto imperio, salvou
a Babia do dominio poetuguea e assegnrooao
Brasil o cvnpl'-iiieiito de soa iadependenciaa
: ifitegi'iilad:
Km eoaeeqaenflia di gloriosa vict >na alean-
I cada naqaelta da eonira as m slhores i. opas por-
Itugaezas, sol) o eoraioando il 1 general dad ra,
diz o general Abren e Lima, victoria devida as
tro.as de P-rnambuco e.ao seu Ilustre eom-
inandanti', cora > a-sewroj em ord-ra do dia o
'eueral Lah.iui, foi o m ijor Jos.-- de Barros teito
teasale-coronel m campo de batallia pelo refe-
rido general, para isso aaiorisa lo pelo impera-
dor dn Braxih
O reli/. cauhite de Piraj CUTO ando os por-
tngnezes para d.-utro do recinto da cidade, 101
apena o prela-Uo le outras victorias, co n que
se cobrio de gloria a exp*do d Perna obuco
e seu Ilustre elide o li-iite-conni :\ Jira de
Uarrro nos cas i e 1 le Dez.-mhre-de 8da
15 de Kevereiro da 183:), nido procurar O 101-
mlgo em seus proprios mtriflehevramentos.
. 1) general Libalut dngindo-83 airal cida-
m'-ille ao giveino .le Pern 1 oibii'-o sobre oa ser-
>' lu-avura das su.h Irmas, dr/. n si-guinte
em.-tflcio de 10 de l)u nbro de Si : por-
quanto j ex leiim"d i'-.im u valor dos p'rnam-
Itoeanos no ilia8 de Soveinnro, no qual o- lazi-
1 ni is leixaruin no ea eoa m-iia de 2-W morios, e
os nea* ii spitaes cli.-ios- de feridos; fallando
com ingenudade o feliz suc&'S-o rtests dia,
rteve-se quasi ar/n-tasivaineaieios h -rucos albos
do ameno Pernimhu-o. EHiw sofreram com
aprala paciencia as np-ragtw que Ibes i/.e-
r.uii os pr ifi-ssores d 1 sade e heijivam as suas
f.-mlas .. Tal e. a jnsta reaceo de u n n voque
lano sntt'reo la lyraitnia laxHaaa iriompno
di da :! do nirrete >' ivido I unb -m aos liios
dOimda. K11 Dolera rtiser com duse Pyrra
I.'IIOS ^e
rea vao -es da C*raoaoia Cna-geur- Reama o-1 ven 10 a l.i-avur.i dos ronaHOS, am la d.-nois e
repreaenura. mirtos : e> toes soiddos eu ssrw vencetor de
] p-ocel-r-e
sos esta -os n->cearir8 o-'--
lesiro-r o es:elfio oide ecc*a o pagele
fraeez U-u^n -y .
O m O'afo iran-et condnaava vi-i aod
4asecug0^a qo-i iora-ara oa'i-- oa inuont-n i-
manife-ugo de pesar pela mone d > S-. Sa'd
Ca'OOt.
Parti par4 Ba nos- A yes o capao d- fra
gal Lon ae d-o em U4 a-ir-ri'Hi-" iir'in^ ira evjni .
dO* Ora-1-M'O* aayl 10 nos n*la pi!-too-r.-- ;
e loo li- deve-ia a Un isllo seguir psr.
Lnboa.
A Montera, a (-are ly h >y le e a v.riol-
es'ao aagmeatando e Pern
Coniinuam a pojon' M-rabra-1 ooli.i-o.
nea diver-O" p ralos. 0 governo lem enva i
t-OJaa a-a "S-i-S n.i .'O-. 4-0 10 q-i-e WHID--
leso'-dt'n' s eneas o 4-s -le ga 'non ci *-'
A ri-voioco, -fundo anuencia) alnujam-'i'-,
val ea aogoe-u. no unte e e-Ot'O do naiz.
O no'-roo fs^a ora io(-40 lo noos raah oara bstitalrao s foi gas eoviad-is para aquel
l-*4 nonios.
C-as oarli lar o> de'a n.i banqo-'
le ao ooll-tfio eleitorai qe-J o el'w^a P'*"d4eetci.
Ea resposta a om b-iol que Ine f-i di *<
do, diese Cace'es qoe tur ao poder con -e
sologo de cooavar r>oa ilagOe- com mo.
oa paize'; qae para el e ap.g.vam-se aa m-
re:o-l4i.5is e a os re-o tui-mio', pole rra
(KMSivel qoe os rev.ilaeiooari.is do sol vol''-s-
sem eoOre oa eos p.a-oa. l-imO'-nd --se dos de-
veres qae ttahau) camirir e a oatoral ap-ra
^So de vi-liar aa s*io da pa.rin eQC3ntran3o o -
qoecimonio para ob seas erros e a d-sculpa pura
sa*s filias.
O govoroo nomeon urna commweo par anr>'-
seatar o o-cameoio K-ral da Repaonca ; e pare
ce de animo a cob-ar em ooro os dreitoa aooa
neiros.
0 adra nUirator 'a A|f-nioea de Callao esta
va ca L ma. A fo-ga ovolooaaria qne o ie^
O'iaiout-iro, obrigoa o a entregar quatro mil ee
"os-
as tropas que foram PuQoear o ranura en Pai-
ta r-aairam ie a do p-efeno Je Pia'a, em Sd-
looa. A c.immaaicago telegrapntca com Pana
fleou resuoelecrla.
A esquadnioa a lemS, compxia da cor--
tas Arcana, Aixaad-ioa e Slaria .. p. r: o
do Calle oa-a Callao, de onde seguir* vlagem
oara Samoa. A coloaia allem offereceu om
baile officulldade.
Era objecio i-- commeaa-ios o oo lerem
os ailema-*8 receO'^o com as hra-as do estyle
commandante g-ral da mariooa. qoaido foi pz-
H*r visita rjoe Ihe hiera o commandante da
corveta Maris.
Em Lima celebraram-se exequias por Sadi
Careo .
CHRONOLOGA
COLLECCIONADAS POR
todo ) nmndo.
Toii'ou par; activa n i Confederag i do Eqoa-
dor. pelo que fui i: uid una do a mor '.
E n IHH foaiini-liido e a-sse mesmo an^o
prostou um u'r.in le s>tvco ao governo bateado
os revoltoso da selenbrisa 11.
(2 V. da Cuta. -Dt e. z pern.
ee/eJre*.
EVST.V DIARX.X
Festividuil -Ni Igrea do convenio de
.-ianlo Auioni i, celebra se hoje a fesla de S.
Benedicto QU c instar :
De missa solemne S l '. linas, pr'gM.10 0
l'ivdm. CnueiM Ociavi.mo '' a, rsff-rado a or-
ch la o professor l'tn'Op'.iil > da Pa
De p'Oi'lSsS i s i oras di ln-le, II ) SJ-
guinte iiiiiorano : roa --" le Kovm)ri praga
de I-*<7, ruis Duque le Caxias, i. 'lito,
liarciho Oas, Vidal da Xegreiros. o ciel Sa-
assuna, Paleo do Carmo ruis Paiilm Can-ira,
Flores, Sol, Barra ihi Victoria, c^abugi, raga
da Indeptrad mcia, e ras Duqu-i le Caxiasi
"'^sco, a reolm-r.
? Ce-eum < 7 h>ras na nor ido 0
Rvdm. Fre Augusto da [minaculaua ::e:go
Alves.
Em tolos os actos tiicar a handt raircial lo
Arsenal le (rtt-rri.
A Igreja est bem decorada e bj?j bnllwnte-
m-ente Iluminada.
RetratoSa vitrina da '-asi r-.onmsrcial
dos Srs. l-'igueiredj .t C.,a roadn -
n. O*, acha-se exposto am rolralo A m lo
ilustre Sadi Carnot.1 a victim ido pan nal anar-
chista em Ljon, trabalho do surdo-nmdo Pom-
pen Abranchfs.
*^iv UrinaO Sr. .luo Nones da Silva
era carta l 18 do crrente, nos conmunicon
qu'\ tundo se desligado da arma Pinto & Silva
formara umi nova sociedede gob a w'i i -'a'io
Silva k C a qual lem por :im importago c ex-
portago, comprase vendas em iross i de raiu-
dezas e ferrngens, e U-m sie ra Mrquez de
Olinda ne :I6
Agradecendo a fineza da corarounfcagao, de-
zejamos todas as prosperidades ora firma.
X nova EncyelieaXa Nova Eocycli-
ca que acaba de publicar e 6 datada de 21 de
Junho, o Snprema Pontfice noneca recordando
com satisfaco as nauifestiCOes universa es que
se fizeraurporoccasiao de seu jubileu episco-
cal. Observa que ellas lizeram brilhar a uniao
da Enreja, tanto quanto a uniao de lodos 03
seus membros com o seu chefe supremo. La-
menta que livesse faltado ii pleoitn le de sua
slegria o concurso das moltidoos que nao co-
nhecem o Evangelho e daquelles que, inicalos
no christiaoismo. nao sao enLetaato caiholicos.
Chegados ao termo da vida, queremos, cou-
tinun o Sanio Padre, imitar o Consto, que, qua-
si a voltar para o cu, implora em ;ie para
que os seus discpulos tenhain um so corago
e uma s alma, l-'azemos votos para que todos
os homens se congracem na unidade da f.
O Santo Padre ;onsilera en, primeiro lugar
os povos que nao receberam a iuz o Evange-
lho e depon aquellos que a graca divina tirou
do erro para leval-os a verdade do Evangelho.
Nada mais doce que a lemhranca dos lempos
Melchisedech de Albuquorqualera que o patrimonio da fe lhes era commum ;
I .,,,:, nada mais doloroso que a memoria dos suspe-
tos e ioimisados que arrancaram da Egreja as
grandes e florescen^s nages. Condando na
IO Sa S 4
Dia '
1S?9 -Parte para Lisboa o 2." donatario de
Pernambuco, Ouarte de Albuquerque Coelho,
deixando, por procuragao, sua rai D. Brites de
Allmiu-rque no governo da capitana, entre-
gaad )-o no anno seguinte a Jorge de Albuquer-
que Coelho que a pedido.de seu irraSo veio as-
sumir a adiiiuiistragSo.
1:3Quat-ocentos hollandezes, guiados
por Caloar, assolam o districto de Goyanna,
queiraando quatro engenhos e fazendo prisio-
neiros todos os habitantes que nao tiveram tem-
po de rugir.
Sabendo-se em Iguarass desse faeto, a tropa
marchou sobre Goyanna, mas nao encontrou ja
o inimigo.
1133Malinas de Albuquerque depois de
se haver apoderado de Porto Calvo e ter feito
prisioneiro Domingos Fernandes Calaban man-
da enforcal-o.
Calabar j oceupava no exercito hollandez o
posto de major.
Eram oito horas da noite quan lo foi enfor-
cado e depois de raorto foi o seu corpo partido
era quatro partes qus se collocarara sobre postes,
assim como a sua cabera, em diferentes pontos
d'aqaella mesma villa de Porto Calvo, que tinba
side- o lugar de seu nasciraento.
Apenas acabou de consummar este verdadei-
ro assassinato militar, dictado pelo odio e pela
vinganga, Muhias de Albuquerque ordenou que
o seu exercito se puzesse en raarcha para Ala-
goas, visto vir sobre elle o general Sigismundo
cora forgas superiores. (1)
1638-Sane do Recite, o almirante Corne-
lio Cornalisseu Jol com uma esquadra de 16
navios, para as Antilhas afim de atacar a esqua-
dra do marquez de Taraceaa composta de 8 na-
vios carregados de ouro e prata.
1711 -Quiahentos mscales atacara a es-
tancia da Barreta defendida pelo capitao Pedro
Correia Barretto, sendo repellidos com muilas
perdas.
Os defensores da Barreta ti vern no numero
dos mortos o sargento-mr Frno Bezerra que
* valia por rauitos ceios.
1851 -Fallece o pernarabucano coronel re-
formado Jos de Barros Falcao ie Lcenla.
Tomou pirte na revolugo de 1817 pelo que
esteve preso na Bahia al 1821, anno em que
voltou a Pernambuco, sen lo n ovamente pre30
cono suspeito no tiro dado en Luiz do Reg.
Em 1822 seguio coraraandando urna expedicao
de pernambucaaos que ia auxiliar a Bahia a li-
bertarse do jngo portuguez.
O general Labatut entrogon-lhe o commando
da brigada da direita conposta de algumas
tropas da Bahia que guameciam o ponto de Pi-
raj e das que tinha coa luzido de Pernambuco.
Atacado oo dia 8, quando anda descancava
das fadigas de uma viagem de 2i0 leguas e tra-
tatava da orgaaisago e disciplina de sua brga-
(l) J. da Vasconcell03. -Datas eeberes.
misericordia e no poder de Deus o Santo Pa-
dre solicita paternalmente essas nacoes a qne
ponham termo s dissidencias e manlenham a
unidade.
Fallando dos Orientaos, Sua San'i ;aih ex-
prime a esperaaca de que reatem a gl ira de
suas tlustres Egrcjas. O primado da :*o:itiice
Romano, objecto de sua dissldencia foi reco-
nhecido pelos seus nntepassados nu so Orien-
tes oceuparara a Se suprema; avin
a Roma delegados que felicitase s u fa-
vor : Nicolao I mandn delegado nti-
hopla para exannarem a causa de Ignacio;
Latiuos e Gregos, nos concilios de :. lo-
renga, reconheceram o dogma do pode; nrere-
mo dos potiafces.
Rec-irdamos com tanto maior satisfacoies-
sas lenbra igaas, diz o Santo Padre, guanta, ve-
mos os Orieotaea mais bem disno-i >-actual-
mente para com os catholcos. E' po.- i>so que
os exhortamos, com Bessarron, a que procurem
uma reconcilagao perfeita na anida le da ver-
dadeira fe e na acceitagao do goverao -estabe-
lecido pelo Christo.
Nao pode rara temer q-ie nos ou nossos suc-
cessores lhes supprlmamos os privilegios de
seus patriare tas ou os ritos de suas Barajas,
Dirige uro ap,:ello especial aos Slavos, re-
cordado-lhes S. Cyrillo e 3. Milliodo, c assega
rando lhes que a volta unidade lhes valer
BalvacAo, proraendade e grandeza.
Passaudo depus aos p vos, que aconlecimen-
tos mais prximos arrancaram da Egreja, 0
Papa observa que elles nao tem mais regra
certa de f e de auloridade. Entre elles, nu-
merosos espirtos chegarara a alluir os propios
fundamentos do christianismo, negando a di-
vindade de Christo, contestindo a divina ins
piracao das Escripraras, precipitando-se no na-
turalismo e materialismo. Outros, aterrados,
appellam para a candade fraternal. Mas como
pode unr a caridade os cornges, se os espiri-
ios nao estao accordes na f ? Assim, aquel-
los que qusrein sinceramente demonstra" a sal-
vago, voltan para a Egreja romana, reconhe-
ceodo a tradigao symbolica interrorapida. Se-
de incitados pelos seus exemplos, vos que ha
tres scalos estaea separados de nos. Esten-
demos vos as m&03: acceitai a unidade que o
cathe-lieismo sempra conservou.
0 fin da evanglica consagrado aas catho-
licos. ...
Que eviten perder pela indolencia o benefi-
cio da f. no neio de pengos aneagadores.
Que a sua prineira regra seja obedecer ao ma-
gisterio da Egreja. A Egreja, soeiedade per-
feita e que lem a missSo de ensinar, animada
da forga vital infundida por seu di ins funda-
dor. Ella ten o poder de legislar sem se sub-
netter a niuguen; deve 3er plenamente livre
nas cousas de sua competencia. Esta Ii bardado
nSo deveris, excitar nenhum zelo, porque in-
tenta nicamente proteger o cnmpnmento dos
deveres humanos. .
A Egrea celebra com os podere cms, rac-
tos que testeraunham a sua maternal indulgen-
cia. O anto Padre deplora'o espirito regalis-
ta, duramente renovado nos nossos teflopos, e
/







I.
t
>

i
btsBb1bT|PmVbTMbM
MUTILADO


I
1


omlnsro *? lo fullio


i

'"iiriraea Egreja. Denuncia a sena rao-
coniza caja alacia se 'Ib*mm.lv m ;tt
Roma. A Ululo da, reirin licar a dir to3 do
hornera e do cirhdao, a seita combate a dou-
trinc rhri ta, vilipendia M sa;irara;nlo< e os
deveies da piedad.-, desaalan o casamento, a
familia, a educacao, per.ie a disciplina privada
e pablic o respeto da aatoridade dl-
vin i e humana a irrasta 1*11 para a vHa pasta
Qoeoj itattaooscoj raoceses, maw careados
pela seita, saCuJtarn esse dispiuamo. \
O Estados e 03 uovoi, f aeetfassam a un-(
dad'' da fe, oonjurarum pela concordia o ma-
lee da guerra. H.i alguna anoo*, Europa rn
mai i ue coa a raalida te da
paz I trimento edaenco, da
igr do cora i! Brt* Aa vir-
ti'i era prini'iro lagar a jiuUCa,
apagiri i m I is m ila g '''''
q i- lando a
q ,-ni (i ir.-ilou Segundo as lispira-
cgo a o/i -i ni poli! a res-
pe 11 1111 den ras i ralo a c m-
eiliai I i libar la 1- com o poder Qualqu ;
m | governo, o direilo le c na-
gua .. o d '.v r i obe lecer provean de Deus
que re.-.erw ana governanlea jalgal-oa rigoro-
gU U) a UStic. l.
I. Ib conflu pelo convite
dir inl aanti-
: religiosa, cora a qu -1 condn-
ie* as des oto irlas
do i cssu respailo u;n ao-
pe! ticular os gover lanles, e i|
; I
lo ni h a do i'ul passaitu. -
Ganr t& eiunal O *r. Dr. Julio ii*
Mell r interino
da 2 P' rpnwtpo-
n lirigido ao
D.
i- pal, sp ista a i qu i
uo un ira a -:' "
Dr. iu!.fT
ii ci:
da guara n fi mal do
.... Jal.i de
. i lastr i M
ii
I
lirigimo',
o I mudad* d<-
. iM : 3 Ii-KjvsU da a
. j ,-- I ilar-
_.,, -.- .
se
i mira islas de and irecir
a ros-ares| l|or
feri lo otficio.
., ?. i iu i'i
. i ; substil ; i ''""
dada pida res
rato iater-
.. i, i ni*m ira-
. pona d.j i 'i'1' das
;; ras da -materia o
i fa lo i ra i uar tes
ni :lh i de Revista,
ice Presidente d
cj '': raic pal, mi o qual .
. ro la i po i ir I ir parte '"i1: (" >n
lento lo fi
. i. presidid lo aos trabalhos la re-
vis
uumcipal e o it -gimen lo
. i: eilio do Municipio sui'-nte
regu ra a sabsiituiijo do Presidente do
ceTli do da ;ao e nao
p .- ilataraenti r vogar disposicO
le! lauras as substnoisOe, por im-
p.-1 ni uto, .los \ iga is >s ConeeUios de Rc-
vista d i linar i.i N i 'looal.
I ]p !) art. V't e saus diversos
pararaphosdo Decreto n. 722de21 de Oa-
. tul' i 1830, -i: acha cla'-am-mte regulada a
. so Presi-Jent las Uam iras
Mu i (boje Concelhos Muoicpaes), dos
o :. llias d ^a Guarda Nacional,
q: jtiverem funccionando, era vinude
do cargo, era oairos trabalhos; sendo que
pi: i est at prevista a hjpithesa de o
presidenta da earaara servir ao mesmo lem-
po d; ju municipal, caso ira qiu 'turnar
do consellio o fegar que i este coujpete, am-
. do mi'r Jur tiiiiHtdtato-.
. !i evidente, pois, que nao fe dara, como
sustenlaes em o vosso offleio, a aora ilia d:
eslarem, con.uuc'.amenlu iu eaercicio do
mesmo cargo, doas entioades dvaraas.
.. .\ o Vicepresidente desse t'on-
saib Mu icipil em exercici, por molestia do
?re -idete, mas havemlo declralo qus, por
estar presidindo aos trabalhos da revisan toral IrabalboS que preferein B quausqujr
oolrosi, nao poda ao menino lempo fumeic-
nar do Oonselho d. R-viata di Guarda Naci-
nal deste Municipio, a mira e ao Dr. I lino
Je .Vraujo. dignissiino Jais de Orp"9os desia
capital e inembro do raesino Consellio, cura-
prja, nos termos do art. 46 do citado Decreto
convidar-moa, c-mo Raemos, para, naqnaii-
dad de sabstiloto que sois do Vice-l'resi
deate do CoiicjIIio Municipal, lomardes parte
nos trabalhos do Concellio de revista,
. ,'eio que venlio de expor-vos, tica tora de
duvida que nao lera rasao de ser os vossos
escrpulos, pos a Ilegalidad* que enxer/as-
tes no caso de que se traa, nao existe, c sim-
plesmenle iraagraaria.
Antes de concluir, devo dizer-vos, Sr. Io
Secretario do Conselno Municipal do Recife,
que acreditoque, com a reata respista, dan-
do os iu itiv.-s do vosso nao comparecraenlo a
sesso de installacao do Concelho de Revista
por miro presidido, nao quizestes dar-m;
uraa hc&o, que, alias acceilana debom grado,
caso estivesse em erro e estou certo de que
nao veris alravea das despretencosas consi-
deraces que ah licara oulra cousa qua- nao
sea a inlenco de niiuha parte de pedir a
vossa esclarecida attengfio para as disposi
Q5es de lei cima citadas, as quaes se achara
em inteiro vigor e sao, como vos disse cima,
as unirs que re^em a especie.
. E, atlen os os bons desejos de que vos
confessaes animado, de concorrerdes. quanto
em vos ecuber, para a organisagao definiuva
da milicia cvica, que lao assignalados serv
eos ha prestado ao paiz e a qual me liODro de
pertencer, espiro que vos dignareis 'le cooj-
parecer reunio, que est marca la para
da i da eorrente, as 9 horas da manlia
no Paco do Concelho Municiral, para o prose-
guimentn dos trabalhos do Concelho de R"-
vista da Guarda Nacional d'este municipio
Sau'ie e Fraternidadc Julio de Mello Filho,
Coronel Comman -Jante Superior Interino.
Visitas domiciliarias -Da Inspecto-
ra de Mjgiene Publica remjiterara-nos o se-
guinte :"
O Dr. Freitas Guimares vsitoa liontem 20
domicilios na ra dos Coelhos.
Os ns. lo, II, 9 e 7 os apparelhos da Drayna-
ge nao sao supprid os d'agna.
O n. i a letrina nao tera a competente tor-
neira.
O n. II tem falta de asseio e o quintal precisa
de esgoto para aguas pluvia is,
(JO n. 5 a lalrina tem falla .t'agua e o nivel do
quintal seido igual ao da casa, observa-se a
inundarn desta nos das chuvosos.
O n. 3, est as inesmaa condicOes, cora a dif-
fereaca, porem de estar um pouc> raais ira-
niund i
O Dr. Vrttiur Cavalcanle visilou no dia 2, 23
domicJios na ra Formosa.
N. '9 mailo hmido.
N. '7 \ (Cnicoi 7 casinhas em ms coi.di-
ces ni lia apparelhos da Drayoage, qumul
unmuodo. Confem ir fechado.
N. I" A, est em pe=simas condiges bygie-
nica?.
N. 17. .quitanda;, pouco asseada.
H.ii (Co.tigo), 7 caz^bres e quutal inmun-
dos. Convem s ir fechado.
Nao sao suppridos d'agua os apparelhos dos
predios ns. i9, i7, to, 3, 5 ; 3.
O Dr. Alberto Mendonga visilou na rui do So-
cego i" domicioe
S. !5 possue uraa cacimba que dsve ser ater-
rada
N. 9 (quitanda) 6 destituida de asseio.
N. o o apparelho da Coasoaana Draynane
nfio possue a caixa e o domicilio pooeo a'sseia-
do na parte posterior.
N i-i Existe uraa coch.ira que precisa de es-
goto.
as prescripges hjgie-
40 iomicilos
latrina nao
agua. O
Os demais satisfazsm
I ni-'as.
O Dr. Bautista PraKo visitou
no* dias '8 e 2 na ra Jo Ap>ilo.
No predio n. Sosoalh) sujo ca
funnciona. gottsiras,
N i a. 7, i an lar, lalrina nao tem
soalho e pire les inulto soja.
o n. 4. i andar, litriui nao funeciona.
No n. 1 > a latnua nao funeciona, golteiras.
No n. 17 o quintal nao tem esg do.
N i n. t, an lar terreo, a lalrina precisa con-
ceno e uo t andar nao funeciona
Nu n. >4 a endoha latnna milito aojan.
No n. 9 a cacimba servindo de esgolo para o
quintil, golteia-,
Nis as. Ge 18 a lalrina nao funeciona
Nos o*. 2d e "*i unas Bamidoaraa.
N > o. Vi. andar terreo, a casimba em m 'S con-
dicoes de limpean e o esgoto obstruido. No ."
andar a cosinh i e sala annexa inuilo sujas. No
3." andar a lalrina nao funeciona.
No n. -9, i lalrina saja B precisa conc.-rto.
o n. .'i., :f." andar a latrina sen agoa e entu-
pi ni osinlia. .\.s piredes da parte posterior
precisam concert urgente, poii am.'agam pe-
rigo.
Os outros em rondicoes regalares.
O Dr. Saptsta de Carvalho visitou na ra de
Lomas Valentinas "3 domicilios.
Na i tem agua os apparelhos dos ns. 2, >0, I*,
"t, 18, 2 i, -> an lar t -rreo, l. andares, 26,
l<, :i'. :ti. 34, 36, 38, y, 'i\ 44. II e.
Ns ii, S, i8, O e US tem agua estagnada no
quintal.
v ..use obstruidos os apparelhos dos ns.
8 o 26
Un 40 tem o quintal immando e o apparc-
iln Draynage pnipessiroascondiedes.
Gaceta la Tarde E' o titulo de urna
polka para pian i sijao de Sr. Amaro
i ,ia ilva, musieo lo -" batallio de in-
fan>eria, que d--;la nos offerecea ana ezamplar
ao que nos cmf:ssara s gratos.
a>eseiui>:r;ii;lr Texetra :1 S
Este ilustrado in.igisirdd i itlmente re-
sidi lo ni i da San la le n \, "ii lu p > le a r
: i ira o par. ir ib ilb que llie incombam do
uperi ir Tribun il de
AssassiBato Pelas 0 hora- da manha
le 87 le J unn i altuno, no I rmbutwro do
unin cip o 'i M i r 'ira e Cas-
sian Pereira assassinaram cora um tiro a An-
drelino il tal, que faxia p-irl los i oiao-os
I : i' --I:;!! 0 0 30) I tnu 11
-.\ o* delinqu ratea ac op d 'ni
auioiiilio.e na f< nua da le.
ReeolJaluaentu ;ln sello -Na serc5o
couipeleiite < >- liojein e lital da A I-
ministraca i mareando o praxo ti i
3 metes, a contar d* Bnle-hontem, al n le tr
lugar o recolh nen i completo de lodos os sel-
los e demais rormoli; de franqua e nitli las un
lempo do imperio, Scando os ni 'svnos cooside
rados nu igota lo o referido
pra O.
Para o su pra lito e lital, chara unos a atbragao
dos nossos lailores.
Curso Vnnevn -Sis o resultado los exa-
mes fetos iiontem
P irtugnez
Augusto !. di Ro Irigu -. plenamente.
Alipio das Mern'i Serpa, dem.
.lo- lie/..era de Gouvea, siinplesmeote.
Reprovados 3.
Nao fui submetlid i a oral -I
Francex
.io- Carneiro Le&o, plenamente.
Luis Tav.ires de l.yra. i liin.
Francisco Alberico de Araujo Pereira Dulra,
dem
Loiz Cavalcanle Coelbo Cintra, dem.
RaviBUQdO limn Bcgucira Piulo de Souza,
dem.
Heitor Kegneira, idem.
Francisco .io Ljmos Dearte Sjbriobo, simples-
mente.
Luiz Antonio Cordeiro Filho, idem.
Manoel da Rocha Poitual. idem.
Mucio Scevola da Serra Preif, dem.
Anlonio da Rocha Pontual, i lera.
Haoocl de Aiidra le Reg, idem.
Historia Universal
Victorino Monteiro hermont de Miranda, sim-
plesmente.
Mainel de Melle Cordeiro, dem.
Reprovado 1.
I.evantou-se di prova escripia -I.
Nao comparecen a prova escripia .
Historia do raxil
Euclides Alves Ribjiro, plenunenl;.
Rcprov.idos -2.
Levantou-se la prova oral I.
Era Historia do Drazil forara ante-hontjn re-
prova los tres e nao ilous.
Amanha coraegarao as bancas examinado-
ras de Laura e Algebra, s 10horas ; e do Fran-
cez segunda e ultima chamada ao uieio dia.
Urna iavenvu mitavcl -Acabt de *er
experimentado no Maraoban um apparelho, in-
ventado pelo cidadao Ladislao i. S. Arail i,
para liinp ir e pintar navios sera os totnbar e
era mjver dos aii'iorad.iuros.
A iraprensa d'aquille Estado f-illou era ter-
mos enihu-iasiicos sobre o assurap'o, e licou ve-
rificada que tal apparelho vera satisf i'.er urna
grande nanas Jado era uossa uavegagio.
Acorapanhando aos collegas d'alli, regosija-
rao-nos cora semelhante (acto que vera a prestar
grandes servigos nossa navegag.'io.
Menino adiado Ni subdelesacia do
2. JUtrichi de S. Jos acha-se depositado, um
menino de cir preti, olhos grandes, nariz chato,
peilo de porabo, representando ter de 5 a 6 an-
nos de idade. o qual di/, chamar-se Mathias e
ser filho de Flix e Vicencia ; nao saneado po-
rem, indicar sua morada.
Quera a elle se julxar com direito, peder ra-
la inat-o.
Hospital Portugrnez -Entrou de sema-
na neste pi esiabelecimanlo o mordomo Sr.
Jos Franco Ferreira.
Recreativa Comtncrclal Realisa
hoje essa sociedade urna reunio familiar, que
proroetle ser muito animada, a julgar pelo es-
foreos para isso empregados pelos reopectivos
directores de me7.
Vice-Consulado da Grecia -Duran-
te a ausencia do Sr. E. Chaline, tica encarreaa-
.lo da gerencia desse vice-cousulado o Sr. Joiio
Krause.
llissas -Sero amanha s 8 horas da ma-
nila, na matriz da Bi-Vista, resadas rassas
> r alma de Francisco Cavalcanle Pessoa.
') Csstello LamartineOconselhoge-
..I do departamenlo de Saone-et-Loire, onde
s' situado o reino castello de Saint-Point,
pMtencente ao grande poeta, trata de assegurar
ao departamento a possi da residencia amada
de Lamartine, at agora oo-upada por sua de-
votada sobrinha, Mme. Valentina de Lamartine,
rerentem -nte fallecida.
Projeta-se eslabelecer no castello urna espe-
cie de museo Lamartine, onde os nuraerosissi-
mos admiradores do poeta possan encontrar
recordages, reliquias do raestre, vendo ao mes-
mo terapo as deliciosas paisagens qm inspira-,
rara 8 Lamartine po mas magnficos e iraagens
esplendidas, contemplando eases lugares, teste-
munh is raudas da suas meduages e de suas
tempestades interiores.
Elb as teve e grandes o pobre poeta! A im-
b:cilidade invejosados contemporneos nao Ihe
erdoava o seu espirito superior o completo.
gar ou na anarchia ou em urna raminiscenci i
io despotismo, meanome, iniiilu respansabi-
dade, minha memoria, naufragaiio cora ella e
sero repulalos para sempre por raeus con-
temporneos.
Ali esla ib-dancolica previsao achou-se sor
perfeitaraente justa. Aquelle v^rdadeiro chefe
do raovimenlo democr.iiico esliva destinado
a morrer, como raorreu. no mei > das trislexas
e amarguras da derrota e do esquecimen-
to.
Entre os ttulos de gloria d> Lamartine, c
tantos ti'ulos que tornam amada a respeitadi a
su i memoria, nao o menor cortamente, o ficto
de ter elle, depoifl de haver dirigido os negoci-
os -pblicos, de Franca, inorrido pobre no mo-
desto chalet de Pawy, que a c dade de Parii
p iz sua dispssigo.
O escriptor Frunce/ qu; ac .b;i le relembrar
C un jUStic e b ni I ide os serugoi e OS ioforlu-
nios do Lamartine, em ,nn ha lo oslado, do
qual oxtrahimos o qu- precede, conclu assim
Pode se oscrever dele o que elle esrieveii
de Byron, comhalendo pela in bjpendencia da
Grecia:
Morreu martyr voluntario de urna caus
desiiiteressada. O hoin.'iii nello jngrandeceu
pela, o poeta por sua v;/. iuimortalisar
iioniein.
A bittalh futuro i. b.talha no
futuro o que trata u n offici il superior frunce/.,
comman lauto Migte, em una broohura que
est sendo aiiiiiiadaineu!.' discul la na lraropa
militar.
Trata-re de ama batalhaimaginaria, batalha
de Valas, i'ravase combale em un terreno
vero-imil, pos o auctor, qu i pertencen ao aali-
go corpa de eslado-maior, est acostuma-lo a
reconh-'Cer os terrenos das gran les manobras
do outono e de preparar tbema le exercicjps.
A acead tranquilisadora para os que nao po-
.1 ni alqoirir armamento aperfeigiiaao
'Le-se na brochara que ,.s a.mas aperf coa-
las caasam grandes estragos no exercito im-
menso do general X. que, entintante, s ti
iiha de c im!) ter p quenos grupos de a tirador -
habilraoute p islados, I. | -se rap -
lam sute, i;u i se ergu.am
ravalheiros iualaraveis 0 teimno estava pre-
parado por ii ni adversario prevdeulo
A pdvora s.-in ramaca ao consente ver ou
ouvir de onde parteo raio, de que apenas se
perc di: o relmpago e qu i so ii ta i api icavel-
mente a mor i.
A artilha-ia do general x .. atlra milbarea
do granadas aos matos on lo se abriga o ini-
raigo, e e-te precavido, divide a sua infantaria
;u pequeos grupos para pl-a ao abrigo dos
pnjectis doscaoliCes le lirnrapiio. A ua ar-
Miliaria, trabalhan lo iflica'm >nte desmonta o-
ion ductores da artilbaria iaiiniga, l",i: ptrar is
ilomoas em marclia e atirt sobre a caval-
birla que avinia urna Chava le ferro.
0 exercito numeroso do gaaerlX.. fica
tiesta situacao melonlia len&opoderavancar,
nem recuar, porque os caohes los a i versarlos
varrem o ierren.) na rectaguarda.
I' a batalha do futuro. 0 comman la 11 e Ni-
gol p ir.'in, |iara apurar o sen issumpt. e as
suas previses, conta nutra balaiba no dia se-
guint coratodos os seos episodios de futu'o.
Tribunal di Jury di Stci-ife l-'u i-
cionou h uitera este rntiuual sob a presi lencia
do Dr. Joo Alvares Pereira de Lyra, Jais de
Direito do 2." Dstncto Criminal, oceupando a
tribuna da accnsago o i)r. M.moel dos Santos
Moreira, 3." Promotor 'ubiico.
Cornparecerara 31 jurado-,
i'oi subnetti lo a jul^ainento o r) Joi Fran-
cisco da Rocha, contiendo por lodo Menino, pro-
nunciado como incurso as nenas do art. 301 do
God. Penal, porque a 17 de Julho de 889 na
Campia da Cisa Forlo, produzio cora ura c-
cete diversas lesoea corporaes de mtaresa gra-
ve ni pessoa de Jos de Azevedo Aalunes Gai-
maraes.
0 Jury de sentcnen compos-se do jura os:
JoSo Paul i io Marques.
Augusto Martins Ribeiro.
Pedro Tertuliano dos Santos Cordeiro.
Jovino .la Silva Santiago
lorae Pucos de l'igueireio.
Manoel Antonio Albuquerque Machado.
Oel ti no la Silva Ttare.
Fernando Barbosa de Carvalli
Jos Flix de Brito Mace lo.
Produzio a defesa o acadmico Pedro litan."
Guiraares.
U Jury ulTirmou a autora do deli-lo ora as
circums'ancias aggiavantes da noite, motivo re-
provado, superioridade era armas e emboscada,
e negou a existencia de attenuantes.
Em vista das decises do Jury o Dr. Juiz de
Direito. condemnou o ro no grlo mximo do
art. 30i nico corabinido com o an. 409 do
Cod. Penal, a pena de i anuos e 8 inrzes de
priso simule'.
O defensor do reo appellou da deetsao do
Jury para o Superior Tribunal de Jus'.ica.
Termiuou o julgamento s 2 horas da tarde.
Amanha sero jigadoa os reos Jos lau-
dino da Silva, Ma .oel Libanio dos S ratos, Jo-
vino Pedro de Alcntara, Bernardino Araujo
Lobato e Francisco Ferreira Maciel.
Teie^rraiumas retidos Acham-se
retido* na repariigo dos telegraphos os s -
guintus :
Do Rio para Oesembargador Jaa*en, Dr.
Aguiar Mireira, Jaragua, Anglica, Jeliu Far-
jeon.
Lniao Typ >^r.ipliica -Reune-se hoje
essa sociedade. em sessao de Assembla Ge-
ral, afira de tratar da approvago io Regula-
raento de Beneficencia e de outros asaumplos
de interesse.
Sao convidados todos os Srs. socios compa-
recer em sua sede, s 10 horas da maulla do
referido dia.
Casamento <-ivil') escrivo de casa-
meatos que funeciona nos districtos da Boa-Vis-
ta, Graca, Poco e Varzea aflixou no dia'i do
correte, na repariigo do registro, ra do
imperador n. ii, I' andar, editaos de pro-
clama* ^e casaraentos dos seguales coatra-
hentes
Primeira publicaco
Custodio Francisco Minias, cora Deliniri
Laura Tavares Cordeiro, solt jiros, residentes na
freguezia da Boa-Vista.
Inspectora do *. districlo mari
timoRecife, 20 de Julho de <894
Boletim raetereologico
Horas. Terrn cenii- Barmetro Tensa* d Humi
ne- da 2> de Julhofoi o se-
ricor lia do Recif
guinle :
Entrarara .... 18
Saturara..... 22
Pallecerara ... t
Bsiatem ... 79
Poram Viatta las s enf r.nirias pelos se.'uin-
tes mdicos :
Dr. Malaquias. entrou 10 I/i di maulla 8 sa
no s 12.
Di Uerardn, entrou as 1112 la raa i!i e sa-
-.io As 12 l 2.
Dr. Amobio Maanea, entrou as 9 1/4 da ma-
uti.'i e sanio s 12.
1) Lopes Pessoa. entrou s 9 :l,i la inanli
b aabio s t2.
Dr. Vieira da Cunha, enlrou s 10 l/i da raa-
nhn e sahio s ti.
i Bastos de Oliveira, eu'rou s 9 3/i da
m> .ha e sanio s H) i/i.
Dr. Tavares de Yioilo, entrou s '0 l/i di ma-
nila e sahill as II.
Dr. Simplicio Mavignier, ontrju i 8 3 i da
manh e sahiu s 9 i.
Dr. Freitas Gaimares,
manh e sahio s 9 ', \.
Ceuiiterio S'ubliiM -Ouiluario
2 1 de Julho de 189*.
Maria Lui'. i das Dores, .vrnambueo, 2s gui-
aos, Rolleire, Boa-Vism
Augu-lo Frinlc Frebte, Aurtria, 33 anuos,
casa lo, Ora.;:.
Juveucia Mara da Conesico, Parnambuco,
34 aonos, solteira, Samo Antoiti <
Mana do Carmo sobdalo, i'arahyln, 20 aa-
nos, a il'eir.i, 1 ni-Vista.
Kila Maria da Co iceiclio, Pemambuc i, W .ni-
os, Aaacieto J .-.' da Silva, Pernambuco, 21 an-
n is, ralteiro, Iraca.
Seram Gomes le Oliveira, Pernambuco, \l
annoSj casado, Boa- >'i~i;i.
PERNAMBUCO
ntrou s S 3 4 dt
do dia
o lugar Ja director-
JNtotntos
l>A
'^iu^.iuliia de Scrv!c.i ili
Pirtai
CAPITULO I
Djs fins, sede, praso de durafSo c capital
quer ootro impedimento do directo--pre-
sidente, ser este substituido pelo direc-
tor a quem designar. J
Os demais directores, nos mfasraoi ca-
sos, poderoser .substituidos, ajnizo da
directora, por accionista que ella esco-
Ih r,
Art 18. Si qualqucr director ulo es-
tando em C'itntnissao da com anhia, dei-
xar da exercer o car mezas, sein licenca da assambli {jeral,
cotisiderar-seha vago o luyar
Art. 19. Vagaado
presidente, passar a servir provisoria-
mente o inembro da directora que osta
asignar por maioria de votos, e dentro
de l1 dias ser convocada a assembls
geral para a elaico do suceasaor.
No caso de vagar qualquer dos outros
lugares da directora, os directores as-
col herio um accionista para exercer o
cargo at sermtra preenebido por elei- Marques Lisboa
cao da assembla geral na sua pntneiraj 'Sujeita a maten
reunio.
Poder, entretanto, a vaga deixar de
ser prcenchida, si assiin o entenlor a
directora.
Art. 2). Os directores safio remune-
rados pala seguiuta forma :
Cada director tar o honorario de do-
/, >ito cont is (18.0 )'<)')) anau'iea e cada
.un dos manabroa da primeira directoria,
em.iuanto exercer u mandato, ser mais
mn sexto ( \Q) dos lucros lquidos ex'
dentes a sete por canto (7 0[ )] ao a ;no so
bre o capital radiando.
CAPITULO IV
I) i conselho fiscal
Art. 2 O oonselb-o fiscal sari cdTnpis-
to da tres membros effectiros e tres
suppl.mtes elei tos annualmeuta pela as-
sembla goral ordinaria. Nos saus im-
padimantos, os membros do conselbo fis-
cal sero .substituidos palos supp'ontes,
na ordain da yotae&o.
qrado
6 h. 21,-9
9 tl.3
12 2>,3
3 t. 23 ',3
6 2i,9
vapor dude-
16.115 8i
IK.9 7:t
17,97 74
I,i2 76
17,81 76
s
:
nsuravam-n'o por ter representado um bello
papel na p diuca sendo poeta! Alogranie
Cuvier, recebendo-o ni Academia, teve a fra-
quezu de faser-lhe sentir Isto. Xas seus Suiu-e-
airi el Portraits' Lamartine respondeu um dia
a essas criticas me?quinbas cora as seguintos
sentidas pala vas:
Se eu no tivesse publicado senfio versos
paseareis, dos quaes d^uns se tem embra.lo
co .tra mira, ou se eu nao tivess: publicado
senSo verso* rae liocre; t ridiculo-, esquecidos
hoje como os de sgaos -'rindes liomens polti-
cos de nossoi lias, ea po lia esperar, coma
elles, pissar p ir uraa capaci lade poltica de se-
gunda ou de lerceira ordera aos t'iitos da rae-
dioendade feliz e prosaica.-
Repubiicano sincero, Lamartine trabalhon pa-
ra a fundacao da Repblica em Frang, e ser-
vio a com incjmparavel dedica;ao e inteira
ho.radez. Piraos dias antes diquelle era que
cinco railhes de votos io nomear presidente
da Repblica o futuro N'ipoleo III, que levia
trucida la, Liraartin; dista com verdaie na tri-
buna da Assembla Nacional:
Nenhum cid ida > erapregou talvez mais de
sua alma, de sua vida, de seu labor, de sua res-
\ 13, o apparelho da Compannia Draynage ponsabilidade e de sua memoria no bom xito
- cai*a. ;u Repblica.
deiii. ge ella se fun lar, eu lerei ganho meu qui
fm
761,-7*
76!,-68
76-,-69
76,-62
761,-13
?Tperatura mnima 2I.7S
Temperatura mxima 27,23
Evaporaco em 2i horas ao sol 9."6, som-
bra -.
Chuva nnlta
JOireccao do vemo : SW de raeia noite al
7 h. 44 m.,damanha, S com interrupces de
SSE eSs\V at IU h. 35m., SSE e alter-
nados almeia noite.
Veloci lade media do vento 3,'39 por se-
gundo.
Nebulcsidade rndia 0,7 ^
Holetira uo Porto
Pr'-aTiar ou Uias Horas Altura
baua-mar
P. M. 20 Julho 6 h. 23 ra. da m. 2,-30
B. M 2 i2 b. 35 m da t. H.-5 i
Casa de DetencoMovimento dos
presos da Casa de Detengo do Recife Estao
de Pernambuco, em 20 de .lullio de 1891:
Art. i. A sociedade anonyma Compa-
nhia Servie is de Portoa tein por fin
principal i execucau de obras de tnelho-
ramentos de p >rtos, exploracio de ..iii-
etnas da cunstruccSto naval a outraa a
asecuco da servicos .le carga e descar-
ga n.,s portos e industrias congneres,
Art. 2." A a ir.ied i le fm a sao s'le na
cidade do Rio de Janeiro e mu estalie-
lecimento em IWnambuco, dirigido por
nm director ahi residente, podando ser
estabol.i'-idos mais tardo, nos diversos Es-
tados da Repblica e uo estrangeiro, as
agencias ou escriptorios filiaos que a ad-
ministraran julgar necassario.
Art. 3." O pitUO pura a duracao da
sociedade ser de vinta (20) anuos, po-
dando ser prorogndo.
Art. 4.' O capital social ser de tres
mil emeoenta cunto* de res (3. 'iiOjOOOS)
dividido em quinza mil dftMDtaa e cin-
coeata(15.250), acedes de daaantoa mil
rie cada um:, eaudo parte dessa capital
constituido por inateriaes a installa^oas
que sero avallados de conformidade
com o art. 17 do decreto n, 434, de 4
da Jalhn da lS)I, e outra parta era di-
nheiro.
l.e As aeces intagralisadas pode-
ro ser ao portador ou nominativas
vontade do possuidor..
| 2 A ctmverso das accoas nomina-
tivas eni accSes ao portador, ou vice-
versa, ser sujeita taxa de dnzentos
res ($2 >0) por aeco era banaficio da
companbia.
Art. 5. As entradas de capital em di-
nhain se realisarao por prestacoas e a
medida das nacessidadas sociaes, devan-
do sempre ser annunciadas coio qtaze
dias (-) de antecodencia.
Art. 6- Os accionistas impontuaes fi-
cam sujetos ao pagamento da multa de
dona por canto (2 0[o) pe maz de demo-
ra. dcurndos, porm traz.mazas sfm
que tenham 3do taitas as entradas, a di-
rectora procedar de accordo conva legis-
laco v gante.
CAPITULO II
Das assemblas geracs
Art. 7#. As assemblas geraes sero
formadas pelos accionistas que possui em
no mnimo, cinco (5) accGes, inscriptas
ante* do dia em que for annunciada a
reunio.
Art. 8*. Os accionistas que possuirem
manos da cinco (5) accOes podero assis-
tir as assemblas, sem terem, porm, o
direito do voto.
Art. 9-- Haver urna assembla geral
ordinaria em Setembro de cada anno
Art. 10. As deliberacoes das assem-
blas garaes sero tomadas por matoria
de accionistas; caso, porm, o exija
qualquer accionistas, sero por acedes,
contaudo-se um voto por grupo de cinco
(5) acedes.
Art. II. As assemb'as geraes sero
presididas por um accionista, acclamado
na occasio, o qual convidar dous ou-
tros para secretarios. Occorrendo duvi-
da ou reclatnaco, proceder-se-ha a elei
cao do presidente da assembla.
CAPITULO III
Da administrafo t
Art. 12. A directora constar de tres
(3) membros.
Os directores sero eleitos pola assem-
bla geral, designando esta o presi-
dente.
Paragrapho nico. Ao direcbor-pre-
sidente, que representar a companhia em
luisa >u fora delle, podendo demandar
e ser demaudado por mandatarios espe-
ciaesdevidame.ite constituidos, compite
a direccao geral dos negocies. Cada um
dos demais directores ter attribuice.s
determinadas, cabendo-lbe respectiva-
Existatn
Entrarara
Sabiram .
Existera .
A saber :
Naciona"-
Mulheres .
Eslraneitos
Mulheres -
N. 'ni ondicoes regulara de asseio.
nhao hutnauj contra o Deslino: Se ella nautra-
Total
Arrasoados
Hons .
Doentes .
Loucos. .
Louca .
460
3
ti
432
431
o
16
0
432
414
399
12
0
0
411
iii])an'i'.i Startrifa-J de a".rt-
ACTA *DA ASSEMBLA GERAL DE
INSTALLACAO
Aos quatrodiasdoinez deJunbu do 1891,
s 11 horas da manha, prese tes n ) 88-
criptorio ra Jo General Ca nara n. (54
os aeeiunistus, adiant as-signados, da
Companha Services de Pcrtos, os incor-
poradores Davivier oc C>mp., represen-
tados palo socio Tiieodor Duvivier, da-
claram qua, tetid sido particularmente
subscripto o capital e achando-se repre-
sentados todos os subscriptores, pedia ser
a berta a sessao e convidam, com garal
annuencia, para assumir a direccao dos
trabalhos o Sr. D:. Zeferino de Faria
Fillio, que, oceupando a cadeira da pre-
sidencia a agradecendo a honra conferida,
convidou para secretarios os Sre. Carlos
(iianelli e Joo 15iptista Lopes, abr udo
a sessao.
.)eclara o Sr. presidenta que a presen-
te reunio tem por fiu nomear tres lou-
vados que procedam avalia^o dos bins,
eousas e draitos com que a Empraza da
Obras Publicas no Brazil, representada
por seus procuradores 'uvivier 6c Comp.
entra para fazer parta do capital social,
achando-se sobre a mesa o inventare
respe tivo.
Procedando-se eleico, em que dei-
xaram de votar Davivier &t Comp., fo-
ra o escolhdos para louvados os Srs.
Augusto Ootaviano Pinto, Hennqua Mar-
ques Lisboa e Artlmr Indio do Brazil.
Nao havendo nada mais a tratar, la-
orou-se esta acta em duas vias e depois
de lida foi approvada e assignada por
todos os pretents.
Rio de Janeinr, 4 deJunho de 1894
Zeferino de Faria Filil, presidente
Carlos GianelliJoao Baplista Lopes -
A. Braz da CimliaCarlos F. Hargrca-
ves Olio SimnPor procuraco do Or.
Kranklin de Faria, Zeferino de Faria
FilhoPor procuraco de Victor Noth-
taann, O to SimnLiz A, F. de AL-
meida Dievivier & Comp T/ieodoro
Ditvivier Por procuraco da Empreza
de Obras Publicas no Brazil, Davivier &
Comp,
ACTAj da* segunda assembla geral
de installacao
existente.-) as cidades do Recife e ^api-
tal Federal e da ustallacoas feitas na-
qualla ra?sraa cidade, exclumdo as obras
feitas pala Empresa por conta da Com-
panbia de Obras Hydraulicas e medida
pelo governo relativa s obras de melho-
raraento do porto de Pernambuco, o qna
tudo consta do inventario que lhes foi
apres-ntado, e que vae a este, ap-
penso, avaliain taes bens, ousas ed-
retos em tres mil e seUcentos contos de
rais (3.6 )I:U'Os), nos quaes estn com-
prehendidas as dividas ac'ivae constan-
tes da relaco junta, na importancia de
cerca de 3>:!) 8000, e mais a que pos-
sara ter accrascido, at a presente data,
em razo dos trabalhos executades em
Pernambuco por conta da p rticulares,
sujeitas s despozas de eusteio.
Rio de Janeiro, 4 de Junbo de 1894 -
Augusto Octaviano Pinto Henrique
A. Indio do Brazil.
ijeita a materia discaaaaa pondera
o Sr. presidente que, excedendo em.....
600:0 ) SO.)) a avaliaco dos .bens, cou-
sas o direitos ao valor das quinze mil ac-
ces subscriptas pola Empreza de Obras
Publicas ii) Brazil por seus procuradores
Duviviar & -omp., cumpria assembla
res ilvor sobre o modo de compensar este
debito.
O Sr. Dr. Carlos F. ilurgrcavas. pe-
dinda a palavra, diz ijue a solucao nao
pdj ser ultra iuo emittir a companbia
deb-ntures para pagar esta differanca e
como poeria entorpecor o futuro desen-
vnl vi manto da eompanhia comprometter
ella precipuamente todo o activo social
garanta de tima semina relativamente
pequea, tanto mais que de presumir
que negocios da eompanhia crasfam em
breve, de forma a exigcam maior quau-
tidade de numerario do que l!ie pode dar
o seu capital em dinheiro, lem brava a
conveniencia de autorisar a directora
que for el sita a emittir, sob a garanta
de todos os bens sociaes, um emp-estim
da tres mil contos de ris (3 ui)0:00 %)
por meio de debentures ; nesto sentida
man la mesa a seguinta proposta que
iida pelo 1. secretario e posta em dia-
cusso, junetamente com a outra ma-
tara.
Proposta
Total.......
Movimento da enferrajria :
Nao houve.
Matadoari PaMico^Nes-.a estabele-
o i ai into foram abatidas 0 rezes pira o consu-
mo do dia le boje.
llospi: il PedroII -O movimento desse
eslabelecimento a cargo da Santa Gasa de Mise-
oenta a direc9o immediata dos diversos
servicos que a cada um forem confiados,
podendo celebrar contractos, recebar e
dar quitaco.
Art. 13. Para exercer o lugar de di-
rector preciso caucionar 2 > aecJos da
companbia, as quaes nao, poderao ser
alienadas, emquabto a assembla geral
nao approvar as contas dos que tivarem
exercjdo o mandato.
Art. 14 O directoras serviro por sais
annos, podendo ser reeleitos.
Arf 15 A directora se reunir sempre
que for uecessario, podendo funeciooar
com dous directores, na ausencia ou im-
pedimento do, terceiro.
Art. .16. Cabe a cada Jdirector, nos li-
mites de suas attribuicGes respectivas
praticar todos os actos de administracao,
compra e venda de bens movis,
veis ou semoventes.
mmo
Aos cinco das do mee de Jkinho de
1894, 1 1(2 hora da tarda, presentes no
aseriptario ra do General Cmara n.
64-todos os subscriptores de 'socoes da
Compinhia Servicos de Portos, o Si\-
Theodoro Duvivier, como socio da firma
incorporadora da maema eompanhia,-. de-,
clara que, achando-se preenebidas todas
as formalidades legaes para a constitui-
cao da companbia, como sejam o capital
totalmente subscripto, os estatutos devi-
datnente asignado3 eraduas vias por todos
os subscriptores, deposit'i deel^O/jdo ca-
pital em dinheiro e avaliaco dos bens,
eousas e direitos que teem de fazer parte
>io capital social, o que tudo constado
documentos que se acbam sobre a meso,
convida va para presidir aos trabalhos da
reunio o Sr. DrV Zafrino de ?Pria- Fi-
lho, que, convidou para secretarios os
Srs Carlos Gianelli e Joo Baptiat* Lo-
pes, com annuencia da assembla.
Li a a acta da ses-o anterior, ap-
provada :
Manda o Sr. presidente, depois.do ve-
rificada pela mesa a assignatura dos es-
tatutos proceder lei tura dos tnesmos,
assim como do conhecimento do deposito
e laudo dos avaliadoras, os quaes sao do
teo>r seguinte :
Conhecimento da deposto= Na qua-
lidade da thasouraro do Binco da itepu-
blica do Brazil, racebi dos Srs. Duvivier
&c Comp., como inc>rporadores da Com-
panhia Servirlos da Portos, a quantia de
;i:0503, sendo 5: 0 ) corresponden es a
10 0(0 da parte do capital em dinheir
com que se organisa a mesma eompanhia
e SOS a 1 0[Q da nossa commisso. Du-
plico o presente para um s effaito.
Thesouraria do Biuco da Repblica do
Brazil,. 4 da iunho. de 1894 O. thesou-
rairo, Jo co Antonio Feraandes Pineiro.
is: 5:0>Jo000.
Laudo dos avaliadores Os abaixi
assignados, louvaios noineados pela as-
sembla geral constituate da sociedade
anonyma Compaphia Serv9os de Portos
para estimarem o- valor das cousas, bens
e direitos com que entran Duvrrier &c
Comp., na qualidade de procuradores da
Empreza de Obras Publicas no Brazil,
para- a < formaco do capital da mesma
Proponho que a directora seja auto-
risada a emittir, de accordo com o decreto
n. 177 A, Je 15 da Setembro de 1893,
um eraprestitno por meio de debentures ao
portador a da quantia da tres mil contos
de ris (3 O M:0 K)S) dividido em 15 0 X)
debentures de 2 !0S cada um, sob as. se-
gnntes condiciea :
l. os juros sero de seis} por ce uto
(6 O/o) ao anno em dous coupons pagaveU
samestralmunte nos mezes de Janeiro e
Julho de cada anno ;
2." a amortisaco ser faita por meio
de compra ou sorteo, escolha da di-
rectora, na razo de um por cent (l O/q)
ao atino nos primeros seis annos, dous
por cento (2 0 q) ao anno nos seguinte
seis annos e seis por cento (6 0/ >J nos
ltimos oito annos, ficando facultado
directora augmentar estas porcentagens
ou resgatar todo o emprestimo a todo a
*.empo que convenha;
3." este emprastimo ter pnr flanea
todo o activo e bens sociaes, praferindo
a outros quaesquer ttulos de divida.
4." 8m prejui&e- da condQo anterior,
ficar facultado direotoria transigir l-
vidamente com os bens qna constituem o
activo social, urna vez. que seja para os
fins sociaes;
5 ficar desde logo a directora auto-
rsada a entregar 3 000 debentures ena
pagamento da dTerensa da avaliaco e
o restante negociar quando e do moda
que for mais conveniente.
Sala das sessoes, 5 de Junbo de 1894.
Dr. Carlos F. Hargreaves
Xingnem mais pedindo a palavra
sujeita votaco toda a. matara am dia.
cuso e approvada, deixando de votar
Davivjarr&i Comp, em*elaco avaliaco
dos louvadoa e proposta, do. Dr.. Har-
greaves.
. O Sr. presidente convida a proceder-se
elaico para directora, couselho fiscal a
supoJeotea,. para caja votaco foram re-
cebidas dozti cdulas, que apa radas deraa.
o segiliate resultado:
Directora
Par.'pras.ideote : Theodoro Duvivier,
para.directores, L>rs. Carlos F. Hargrea-
vee.A. .Braa.da Cunha.
Conscl/io fiscal
Dr. Zefarino de Faria Filho, Carla
Gianelli e Joo Baptista Lopes.
Supplentes
Luiz A F. de Almeida, Dr. Frankli
de Faria e Victor. othmann.
Nada-auM- havando a tratac, o Sr- pre-
sidente declara legalmente constituida a.
sociedade anonyma Companhia Servicos
de Portos, e acclama directores, conse-
Iho-fiacal. e supplentes os accionistas
eleitosi, suspendeodo-se a sessao afim de
lavrar-ae a.acta.
Raaberta a sessao, foi lida e approvada
a mesma acta, que foi lavrada em daas
vias, urna no livro das acias das assem-
blas geraes da Companhia Servicos d
Portos e ou:ra para, ter o destino legal.
Zeferino de Faria Fil/to, presidente.
Carlas Gianelli.Joao Baptista Lopes
A. Braz da Cunlia Carlos F. Hargrca-
vcs*=Otto Simn. Por procurado do
Dr. frarikKnd .Faria, Zeferino.de\Faria
Filho.-Por procuraco .de Victor Noth-
mann, Otto Siinp* -Luiz A. F de AL
incida. Theodoro Duvivier Duvivier.
Sr Comp Por procuraco da Empreza
de Obras Publicas no Brazil, Duvtvier.r
Comp.
Nomcs, profissoes t morada. dos admi-
nistradores
Theodoro Duvivier,- negociante mora-
dor praia dn Flamengo n. 34, neati
caprt-rl.
Dr. Carlos F, Hargreaves, engenheiro,
morador n^ largo do Boticario n. 12,
nesta capital.
Dr, A. Braz da Cunha, eugenoeiro,
residente ns. cidade do Racife.
N-.^loB -Certifico que foram archivados
\





4
ib ou semoventes para- a-< iurmayau uo iapii ua uioama o ae
Art. 17 Oo^ de ausencia ou qual-1 companhia, e"constautes. dos materiaes'bojetresta reparti, |ob n 2.18,
ens



HECDM


i
Diario de Pernambnco Pomiiifio % cial, 03 estatutos e mais documentos,
constitutivos da Companhia Servidos de
Portos, installada em assemblas geraes
dos das 4 e 5 do corrente-
Secretaria da Junta Ccmmercial da Ca.
pital Federal, 14 de Junho
O official maior,
Silva.
Manoel do Nascimcnto
ao despa-
e actas da
Certifico, em curapriiuento
cho supra, que os estatutos
instaladlo da Companhia Servicos de
Portos, publicados no Diario Oficial da
Capital Federal, de 20 de Junhof ultimo,
foram archivados em data da hoja, nesta
Secretaria, sob o n. 87.
Sscretaria da Junta Commercial do
Becife 21 de Julho de 1894.
0 Secretario interino. los Alvcs
Lima.
virtude do despacho da Junta Commer- res ao riesmo tempo que os animas* en-
tram na raa
Depois de dado um sigual cora ban- |
deira ou tiro do pavilho da directora,
a sahida deve ser dada.
Na raia toda a conversa entre jockeys
e outras pessoas deve ser strictamente
prohibida, sob pena de multa, suspenso
ou ordem de racolher ao ensilhamento
sera tomar parte no pareo.
O publico assim fazia seu jogo sem
tanto receio de ser prejudicado no ultimo
momento por meios de um arranjo, e os
jockeys nao sabendo nem dos seus pa-
trSes o resultado do jogo, etc., nao po-
dando receber ordens de nao tocar, to-
mar conta de tal competidor, etc., etc.,
baviam de correr os animaes o raelhor
possivel paraj ganhar ou oblar colloca-
co.
Nos encontros de animaes de classe
superior M assistenea haviam de dividir
p jogo segundo a f que tivesse em tal
ou tul animal, e qualquer arranjo *eto
previamente_entre jokeys e outros fica-
ria logrado.
Sem duvida haviamos de ver corridas
merecen Jo este noms, e nao disputas friz-
mack como agora tom havido.
Se nao forem adoptados regras im-
possibilitando os actuaes escndalos o
sport da corridas de cavallos perder o
apoio de todos os verdadeiros sportsmen
e degenerar em urna especie de lotera
que nao vale a pena ver oorrer, bastan-
do s comprar nm bilhete e esperar a
publicacao do resultado nos jornaes do
dia seg'unte, tal qual os no vos jogos
geographicos, etc.
CHR0H1CA HimflAMi
Junta Commci-eial do Recife
ACT DASE83AO DE 12 DE JULHO
DE 1894
Presidencia do Sr. diputado commcndador
Joaquim Lopes Machado
Secretario Dr. Soares d'Avellar
As 10 horas da manh, foi aberta a
sesso, estando presentes os Srs. deputa-
dos Figueiredo, Gurgel do Amaral, Oli-
veira Basto e Prente Viauna.
Lida e approvada a acta da sessao an
tecedente, tor*ou-se conhecimento do se-
guate
EXPEDIENTE
Officios:
Da Junta Commercial de Belm, com
data de 18 do mez prximo passado ac-
. cusando o desta de Junta de 17 de Maio
ultimoPara o archivo.
Da Junta dos Correctores datado de 9
do correte remetiendo o boletim das co-
tacoes referentes a semana de 2 a 7.
Archve-se.
Do chefe da commisso ceural da es-
tatistica, com data de 10 do correute,
dando sciencia de ha ver iniciado nessa
data os trabalhos da mosma commisso
e pedio a satisacao de qual quer requi-
sico que a respeito tiver de solicitar.
llesponda-se.
Foram apresentadas rubrica os se-
guintes
Livros:
Diario de Nunes Ferreira &. C.
dem de Manoel Morera de Souza 6c
Comp.
dem de Marques iSc Souza.
dem de Marques Sobrinho 6c C.
dem de Guerra 6c Fernando
Copiador de Lupercino Esteves.
dem de Nunes Ferreira 6c C
dem de Manoel Moreira de Souza
6c C.
dem de Marques 6c Souza.
dem de Olinto Jardim 6c C.
dem de Guerra 6c Fernando.
Tveram despacho as seguintes
Petcoes :
Da Manoel Miranda Gomes para archi-
vamento do distrato social sob a firma
de Franco Ferreira & C, da qual fizara
narte o supplicanteSeja archivado.
Da Nunes Ferreira 6c C, para o regis-
tro de sua firma soc alRag stre se.
Da Jos Izidoro Martins agente de lei-
13es, para o registro dos conhecimentos
referentes ao pagamento de seu imposto
no 2.- semestre do exercicio passado e 1,.
do vigente -Como requer.
De Gomes Moreira 6c C, para o arcb-
vamento de seu distracto social=Arch-
ve-se,
De Jos de Oliveira Marques Sobrinho
e Joaquim Marques de Oliveira Jnior,
estabelecidos ra Larga do Rosario
n. 20, sob a firma Marques Sobrinho 6c
C para idntico archivamento= Defe-
rido.
Dosmesraos para registrar sua firma
commercial. De Marques Sobrinho 6c
C."Registre-se.
Dj Alberto Borges Pereira para regis-
trar-se-lhe a procuraeao passada por D.
Joauna rsula Moreira AlvesSeja re-
gistrada.
Mappas do movimento dos armazens
alfandegados denominados Companhia
Pernambucna e Livramento refereutes
ao I.- semestre do corrente annoAr-
chivase.
O Sr. presidente desiprnou o Sr depu-
tado Gurgel do Amaral para servir de
Secretario na distrbuco do livro co-
piador da casa commercial de Olinto Jar-
dim 6c C, visto ter se dad opor impedido
o Dr. Secretario.
Nada mais havendo a tratar-se o Sr.
C'mmendador presidente encerrou a ses-
s3o, sendo 11 horas da manir.
SPORT
PLTBLIGVOES \ PEDIDO
Ao Sr. Cruz
Esse Sr. que appella pira o juramento do
Exm. Sr. Bispo e do publico relativamente ao
desabamento do consistorio da irmnudade dos
Passos, temos a dizer que 08868 j se achao
bem informados do tu lo; o eu que faco parte
(Teste publico, leuho lambemo dlreito de con-
testar o que diz o Sr. Cruz
Continuo a animar qu a mesa actual nada
tein feito em beneficio da Igrcja, comj publi-
co e notorio em Olidda.
Quan a ao desabamento da robera somante
deve-se incuria da rjferida mesa, porque a
muito ella ameacava ruina, e para nao esperal-a
como bemdissc, deviano em tempo prev D
visto como ha mais do um auno que ella amea-
va desabar.
Quanto a dizer que s tem de dar contas ao
E\m. Sr. Hispo isto e/ma verdade, e estou ceno
que este tomar severas contas dos desmandos
da Irmandade.pormnem por isso estar esla in-
hibida de dar contas a todos os irmlos que nao
fazem parte das mezas rege loras ; fiquj o Sr.
Cruz saliendo que esses teru at o direito de
convocar > mesa geral c despedil-os, por isso
seja que tein de dar contas a mais alguera.
Mi re-se o Sr Cruz no que tem feito as incau-
saveis devotas de Nossa Senhora do Carmo e
imitte-as..
Quanto a nim nada tenho infelizmente podi-
do fazer de til as Igrejas porra quando procu-
rador sempre a minha pequea esporlula est
prompta para a procisso dos Passos, dando
com boa intencao sem saber a applico que Ihe
dao.
Basta.
f ni decolo.
Fellcitaco 1)
i Completa boje mais Bi
(P um anno de sua precio- \
sa existencia o nosso ,
8. dign amigo e talentoso 1
T> despachante d'Alfande- T
T ga deste Estado o Sr. Ge- fc
i nesio Xavier Pereira do i
(r Britto, a quem deseja- T
Jj mos que se reproduzam J
S per muitos nnnos dias 9
Ts venturosos como o del
T hoja.
i Recife, t de Julho I
(P de ls9i. %
Um amigo, j;
QS9 *=&- -Q?0*-&9 -&&* &^-
,1o coiumercio
Os abaixo assignados deelaram ao commer-
cio desta praca e lora, que nesta data tem li-
quidado a tirina Domingos Ferreira da Silva &
C. de que faziam parte, retirndose o socio
Krancelino Doiningues da Silva Jnior, exone-
rado de toda responsabilidada futura, licando a
nova firma HeDrique Loureiro ft C, com o ac-
tivo e responsavel pelo passivo da exti icta fir-
ma.
Kecife, 2 de Julho de 81)1.
lenrii/iu Gomes Loureiro.
Francelino Dominyues d.i Silva Jnior
Catbarina O. Calcante Peasoa, cea m5i. \'
raaes. entealos, tima, gearo e ohio*. convirtam
os eaieoies e. inijoB para ss^isttrem a tais-;
que man um oleb-nr pe'a .\a do seo "(Jola
t-sdii tlih", neta. irT". ronhado e lio, |fr!-
e-wco Csvalraaie Peao*. a qu I '""'
loaf Huii(la flra 23 dn c.(.rreilte, ne'a 8 nca-
1a manba na matrii a B a Visu, T da eo
iaf^usio p^asamentn : por inis eeli pro'a amizda se confes'aro iratos.
Ao flautista da Ruanda Palma
Nao'me digas que 6 estu lo,
O que sopras no caninno,
Son discip'lo do Candinho,
S;i do risco n> me illudo !
Tu nao das certo um agudo ..
No grave .. que desatinho !
Nao me digas que estu lo.
O que sopras no caninho.
Joo Col.
B rao de
Rodrigues
des
lien-
O abaixo aggqtgoa'lo coovid* aot arlltiad s e
uais legatarios "o fiaado Ba'So dp Rodrigo'
M nJe-i a tirein i roa Mrquez de Olinda o. 63
receber os egados detxaios em teatameoto pelo
rjrjeamo tinado.
Recife, 20 (ie Jolho de 1894
Aotoolo FernaDdes Rjneiro.
COMMERCIO
1."
2.
3.
4.
Derbv Club do Pcrnaiubuco
O prado da Estancia effectua hoje a
sua 10a corrida, na qual ha prendas dis-i
tribuidas ao publico por meio de sorteio.
A corrida promette ser urna bella d-
verso proporcionada aos amadores dos
jogos hippicos ; e por isso nao Ihe deve
faltar numerosa assistencia.
Offorecemos os nossos
PALPITES
pareo Furioso Zig-zagErna,
pareoBerlim Patcho ulyMalaio.
pareoPirataNarciso =Frontin.
pareo Triumpho Pluto Pyri-
iampo.
5." pareo -FrontnYboPalhaco.
6." pareo -TriumphoPi'amon=rudo-,
7." pareo-Tenor 2-.PirataGalette.
CORRIDAS LIVRES
Nao contam victoria os- vencedores
as carreiras dos 2-, 3-, 4-, 6*, e 7\ pa-
reos do prograrama.
TJRF FLUMINENSE
No Jornal do Commercio do Ro,
foram publicadas estas lnhas provocadas
por escndalos apparecidos com foros de
cidade no turf fluminense.
Estas lnhas dao bem para urna cara-
poca, disposcao de quem a queira
sar.
Vinte minutos bastara para o publico
fazer seu jogo, e os animaes devem se-
guir para a raia cinco minutos antes de
fechar a casada pool. Isto dar tem-
po para um canter em frente as archi-
bancadas e chegada ao ponto de partida. I g^,,,,,,
Os starters deveou ir para seu8 luga-'
Bolsa commercial de Peraam-
kuco
COTAgcBS OFFICIAKS DA JL'.VTA DOS COBBgCTORKS
Pra^a do Reci/e, 2> de Julho de 1804
Ac;6ei da traiia ie ferro do Ribeiro a Be-
nito ao valor de tOOJOOO ao preco ce 504000.
A'cOjs da CompaDbia Aercola Mrcanul do
p-eco de I13J900 o p.r.
Na Bolda veaderaro-ae :
100 AccOes da Esrada de Ferro do RiDeirao
a Bonito.
20 Aceces da CcropanbU Aercola Merca til.
0 presidente
Au^rf!" Pinta de Lemos.
J aecrelaric,
Adioqo Lejnardo Rodrigo-a.
Cambio
PRAGA DO RECIFS
Os Deos abnram com a tasa de 9 i/8 d so-
bre Londres a 90 das, por ser dia de mala para
a Eoropa a mercado couptoj-s", quaat tea.
movimento.
Em papel particular nao coastoo i e^ocios.
Gotac^cs de gneros
Jfara o agricultor
Assocar
Cristalisado por 15 kilos i a 74200
Rranco dem dem .... 54&00 a 7*500
Somaaos. dem id-tn 4*100 a 4*400
Uascavado u en dem 34100 a 34300
B'oto dem dem 34200 a 345U0
Broto melado.....24800 a 34(hJ
Rtame, dem dem. 24300 a 24500
Algodlo
Colemos a 12.600 uor (5 ubs de boa; prece-
'c cas sem constar negocio.
aiooi
*> pipa de 480 itiOJ 3704O0O.
Agaardeate
Po- pipa de 480 litros 2104000
Ooaroe
jilecos saleados na base de 12 kilos 1795 rh
Verdes a 485 rea.
rABEI.LA DAS BMTBAOAS DS ASSOCAB B
OoDAO
Me* de Julha
AL-
Entradas
ja/cacas .....
Vapores. .
Animaes.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S rraocisco .
Icem de Limoeiro. .
Oas
i a 21
1 a 21
a 18
a 18
18
a
A880-
car
Saceos
8186
747
1222
7420
AIRO
do
Saccv
50
1025
4
113
442
i'.li'rilu
DA MESA REGEDORA DOS DEVOTOS PARA
A FESTA DA SANTISSIMA VlRGEM Se-
NHORA DO ROSARIO DA FREGUKZIA DE
SANTO ANTONIO DA CIDADE DO RECIFE
NO ANNO DE 1893 1894.
Juues por eleicao
Os Illms. Srs. :
Revdm. Padre Fernando Riinjel.
Dr. Manoel i'.lomenlino de Barros Carr.ciro.
Anio ,io Rodrigues de Souza Filho.
Jos Alfredo Rodri0ues.
Augusto Neves.
Jos J da Rocha Silva.
Carlos de Paula Lop;s.
Francisco de Sa Leito.
Juizas por eleigao
As Ex mas. Sras. :
D. Ropbioiana A. Dias Guimaraes
D. U. B- de Oliveira esposa do Sr. Francisco A.
de Oliveira Brasil.
D. Emiliana CUudioa da Costa Moreira esposa
do Sr. Jos da Costa Moreira.
Esposa do Sr. Isidoro Pinto de Lemos.
D. Elvira Mara dos Santos esposa do Sr. Alvaro
Arlhur do- Santos.
Juues por devocao
Os Illms Srs. :
Angelo de S Peixoto.
Manoel Rodrigues de Souza Filho.
Luiz de Franja Costa.
Jos Joaquim dos Santos Silva.
Florentino Ferreira Saldanha.
Jacynlho Rabel lo da Luz.
Juizas por devocao
As Exmas. Sras.:
D. Maria do Carino Barros Carneiro.
D. Elisia Dias de Abreu.
D. Cosina Francisca do Carmo Esposa do Sr.
Jos Maxiraiano do Carmo.
1). Paulina Maria do Nascimento Costa esposa
do Sr. Manoel D. Costa.
D. Petronilia esposa do Sr. Aprigio Alvcs.
D. Umbelina Francisca Patriarclia da Costa es-
posa o Sr. Maximiano J. da Costa.
Escrivaos por eleicao
Os Illms. :
Anlonio Mendes Das.
carnauba
'Jota-ae de 131 a 214000 por 15 kilos.
el
Go'.a.noa nominal a 1304000 por pipa.
b*pee'aeo
Recife. 20 de Jalbo de 1894
Para o exterior
So vapor inglez Sealar, para Liverpool,
CuriWaratn :
Black run & C, 7 barricas com 525 kilos fle
j borracba e 106 saceos com o.iOJ k los de caro-
( goj de w'. ii ).
G. de Matos Im n, 45 saceos com 3.385 kilos
de oe-a vegetal.
No vapor Delga Laaseli, para N-.w-Yo.k
carrega'am:
D. Gouve-a, 27,200 pell*s'de csraelro e 92.625
d 1 *" cabra.
B. Willidms & C, 5,700 saceos c;m 427,500
kuos e assocar masca.'aJo.
Para o interior
No vapor nacional C:oms
Alegre, carregram :
P. Carneiro C, 10 saccas
de aleodo.
Para Pelotas, carregaram:
J. Bailar i C, 40 barricas com 4,300 kilos de
assu '-r branco.
No vapor ingles Liplice, para Santo1,
carresaram i
S. Guimara-s St C, 300 saceos com 18.030
kilos de a-sM-ar masevaso e 1,600 ditos com
9 5 000 ditas de dito manco.
F Lemos & C, 100 latas com oleo v- pe'al.
No vapor f:anees Mitapan, parj dantos,
carregaram :
E. Kmtback & C, 50J saceos com 30.000
kilos de assocar branco e 5.0 ditjs com 30.000
ditos de dito mas-avado.
Ht vapor nacional Olioda, para o Para,
carregaram :
J. S. Carneiro & C, 300 barricas com 22,154
kilos de assocar branco.
No patacho inff'es Ventare, para o Par,
cirre-oa :
J. Sucia, 2,000 caizas com 26,000 iilos de
sabao.
No vapor ingle P. Prine, para o Par,
carregaram :
S. GoimarSes & C, 500 barricas com 37,171
kilos de assucar braoco-
I. S. Carneiro 4 C, 253 barricas com 18,790
kilos de assocar brarco.
F. Lemos & C, 80 latas com oleo vegetal.
J. Baltar & C, 300 barricas com 21,413 kilos
de assncar branco.
E. KjQthact ft C, 20 barra com 1,8 o litros
de gnardeote, 50 barricas com 5.410 Kilos de
a-socar branco e 250 ditas com 25.CO0 litros de
cal preta.
No vapor nacional Aguamare, para Ma-
Ovido Pereira Lobo.
Cosme Manoel do Nascimeno.
Antonio Augustc'de Lima.
Adolpho Solano Campos o Silva.
Escrivaes por eleicao
As Exmas. Sras. :
a o prcf jssor Theopliilo da Psixao, regida sob &
batata do profossor Santmo Pinto, execntar
I importantes solos.
Hoje as vesperas pregar o Revd. conego
Dr. Jos d'Ohveira Lopes.
A'8 4 horas da tarde saldr em procisso ol>-
D Mara Albina Prazeres do Monte esposa do servando o seguinte itinerario :
Sr. Bibiano Alfonso do Monte.
I). Eufemia Baplista das Chagas esposa do
Sr. Aprigio F. Baplista.
D. Miria Petionilia Das esposa do Sr. Antonio
Mondes Das.
D, Maria Ephigenia da Silva.
D. Krrira Mana dos Santos.
Escrivaes por devocu
Os Illms Srs.:
Candido Jos Marinho.
Henrtqse llobeito Guimaraes.
Jorge Francisco.
Gervasio Lopes da Assqmpcao.
Adolpho Manoel Dias.
Bscrivea Dor devocao
As Exmas Srs. DD. :
Julia Maria da tonceteio.
Mara Jos de Almeida,
Joauna Lntta do Espirito Sanio Lipes
Amelia do Espirito Santo Lupus.
Elysia Maria da Coraceico.
Bibiana Mana do Miranda.
Mordomoa
Os Illms. Srs. :
Ado Jos da Silva.
Irineu das Chagas Ferreira.
Jos Antonio de .-'onza.
Pedro Antonio Fernandes.
Mordomas
As Exmas. Sras. DD. :
Sebastiana Maria da Conrelclio.
Candida Marn do Rosario esposa do Sr. Jos
Antonio.
Joaquina faria da Concoicjio.
Cathirina Mana da Conceicao.
Juizes protect 1
Os Ilims Srs. :
Jos Soares Neves.
Delfino Lopes da 'ruz.
Jos Soares Figueiredo.
Manoel Colaco Das.
Jos de Araujo.
Juizas proletoras
As Exmas. Sras. DD. :
Maria Rosa Ribeiro.
Verdana Loisa da Silva.
Barbara Mara da Veiga.
Juizes perpetuos
Os Illms. Srs. :
Capito Joaqoim Iiernar-lo Res.
Augusto de Castro Houteiro.
Conimendadur L'mbelino Frejre do Uouvea
Mello.
Consistorio em Mesa, \ de Julho de IWli.
0 secretario,
Joio Francisco de M'r te?.
O viiiai io,
Frnncisc Joaquim da Silva.
Hospital Portugfiiez
Premio de \ ii'tudc
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de accordo com a disposicao tes-
tamentaria do finado commendador Anto-
nio Jos de Magalhes Bastos, teudo de
adjudicar o premio de fO0S 'Ou a fillia
ou filho familias, natural da cidade do
ltecife que pelo seu trabalho honesto
tiver concorrdo efficazmenta para o
sustento de seus paes, ou nssistido a
seu pae ou mie com verdadeira dedica-
cao e amor filial durante molestia gra-
ve e prolongada ; chama e concede o
prazo de sessenta dias, contados de hoje,
s pessoas que se julgarem ns condicoes
citadas para apresentarem na secretaria do
Hospital os documentos comprobatorios
de sua pretenso.
Os pretendentes devem indicar a sua
residencia, provar a idade, filiaco, e que
sito naturaes da cidade do Recife e .satis-
fizeram plenamente a intencao do benem-
rito legador.
Secretaria do Hospital Portuguez, 30 de
Junho de 1894.
Joao Alves de Frcitas,
Secretario.
A 1 sabir nercorrer as ras, Imperador, Pra-
ga do Collegio, Duque de Caxias, I.ivraiiicnto,
Direila, Vidal de S'ogreiros, Coronel Suassoaa,
Pateo do Carmo, Paulino Cmara, Flores, Sol,
Baro da Victoria, Cabog, Praca da Indepen-
dencia, i'ruzes, S. Francisco, ao recolher.
A's 7 horas da noite entrar o Te-Deum de-
nomina lo Pequeo de Luna, occopando a Iri-
booa sagra la, o distinto prega lor Frei Augusto
da Imaculada Cooceigo Alvos, tocando em to-
dos os actos a banda militar do Arsenal de
Guerra.
a nie/.a regadora pode aos nnnos o compa-
recimenio para maior brilbantisms.
Capitulo 20 do Julho d- jSOi.
Vicente /'. do Santo,
Secretario.
--------------.
Collegio P^rihenon
3 EKun I; Hospicio 3
Recebe alumnos internoa, externos e
nu;."-pensionistas-
O director,
'"' jBicharel Ovidio Alvcs Maaya
II
"iv.:

MEDICO-i;IRURGICO E PARTEIBO
57RL'A BARO DA VICTORIA51
(Autiga ra Novaj
Consultorio c residencia
Onde pode ser procarado a qualquer
hora do dia OU da noite-
Especialidades : Partos, febres, mo-
lestias de senhoras, d(i enancas e dos
pul nades e syphils em geral.
Cura radicalmente e opera ?;s-
treitamentos e mais soffrimentos
da urethra.
Contina a tasser qualquer outra ope-
rajio em .sua residenci onde tem com-
partimento para fazel-os mente de qualquer doente.
Acode d quer hora o para qualquer distancia.
Telephone103
Ao sas-33- i*i*jui3Ica;io
Os abaixo assignados, representantes
da ruaioria do directorio do partido re-
publieano, deelaram nos seus amigos 8
cinretigionarios que a reunio poltica
qn.t haviam convocado para o da 10 do
correte mez e que foi adiada por motivos
de foros maior, dever effectuar- so a 1
hora da tarde do da 5 de Setembro do
corrente anno. i ra 15 de Novembro
outr'ora do Imperador n. 44 1." andar.
A escolha do dia 5 de Setembro foi
determinada pela necessidade de evitar
que a reunio projectada anda urna vez
coiucidisse com o tempo invernoso, que
naturalmente ter cessado, como de cos-
tume, em principios do referido mez.
Por este meio, pois, pedem a todos os
seus correligionarios que comparecam
pessoalmento mesma reunio, ou no
caso de itnpossibilidade se fac.am nella
representar por pessoa competentemente
autorisada.
Recife, 14 de Julho de 1894.
Ambrosio M. da Cunha Cavalcanti.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Malaqu as A. Gon5alves.
Francisco do Reg 13. de Lacerda.
Dr. Ermirio Coutinho.
. Joao Jos de Amorim.
Virginio Marques Carneiro Leo.
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
Prigraniinaila Foxta de H. Ite.
iiedicto do Convento deMnntu
lu uni do Recife.
A confraria de S. Benedicto celebra a manh
com pompa e decencia a festa do seu padroei-
r<\ constando de missa rezada s 4 t horas da
manh, por inUnc&o dos nossos irmoes e devo-
tos.
A's lt horas, entrar a festa,que ser prece-
dida de tercias, constando de missa solemne
do maestro Santos Pinto, na qual ofciar o
Hevd. Padre Guardiao deste convento, ao Evan-
fellio oceupar a tribuna sagrada o Revd. cone-
go Octaviarlo Costa, a orchestra esta confiada
Si ha alguma escriptura em sentido
diverso falsa, e todos sabem que sou
incapaz de vende.- aquillo que 11S0 me
perten e.
Todo e qualquer negocio que se fizer
em virtnde de tal documento nullo
como provaroi em juzo.
Engenho B. Salvador, 20 de Junho da
1894.
"Joaquim Pedro Carneiro Campillo.
mmm\i
Attendeado ao recK 11.o.I >
resol ve trabalbar em todos os dias do anno d
9 da inanli a 9 da noute.
Entretanto, d.vendo, em consequencia do aug-
111 uto coiisi'leravcl de trabalho, destinar gran-
de parte do dia para bem aperfeicoal-o, reaerwi
ule para a liragem de retractos o etpofotm
iO a -J hora da larde, em quo pode obter sem-
pro bom resultado, at&ora ieinm chuvoso.
VETRATOS IXALTESAVIS GABRTSTI VIST
i2 e urn clnomc-passepartouts 503 .ns
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11 -i'in 0 cromo 20S 1 18
6 sem 0 (ionio i-.s 'i
12 Mignon biseau dor 88
Rer-. 10 de Abril de 1804.
O gerente-photographo,
/". Me una.
vmm
ac publico ]>ara conhecimento
dos
intetessados e para dar cumprimento a
ordem telegraphica da Directora Geral
dos Correos datada de liontem que Sea
marcado o praso de 3 tnez*s, a contar
daquella data afim de ter lugar o reco-
lliimento cminleto de todos os sellos e do-
mis formulas de franqua emittidas no
tempo do impfrio e que depois lo praso
cima estipulado sao consideradas nulas,
em face do art. 34 do regnlainento appro-
vado por decreto}n.U692 A de 10 de Abril
ultimo, todas aquella que apparecerem
em circulaco.
Administrado dos Correios de Per-
nambuco, em 1 de Julho de 1894.
O administrador interino,
Dsodato P. dos Santos,
Alfandeg-ade Pernam-
buco
O coronel Joaquim Pedro Carneiro
CAMPELO AO PUBLICO
Declaro que nao vend o engenho S
Salvador, nem todo era parte.
Assignei urna escriptura de declarafo
da divida de 2:O0OS0J a Francisco Quin-
tino Rodrigues Esteves e de igual quan-
tia a Manoel Francisco de Barros Uam-
pello, com a condic&o de ficar a divida
3stacionaria e eu ir pagando em parcel-
las.
eta bara Porto
com 816 Kilos
iL Fernuooes A C 3 ea.x*s cj-ii cera em velln*.
J. vooia, 200 caixa* com 2,700 kilos de saba>
e 5 di Ni barcada Divina Prov deocia, para Ma-
cei, carregoa :
J. Soasa, t)0 caixis cora 1 380 kiloi d^ sabao.
Na Darcac D. Jalla*, para AraC3ty, carre-
garam :
A. endes, JO calxas cora 460 ki'os de eabso.
J Ca'doso. lo bar-i9 com 2.30 litros e
agurdente e lo Dirris cot 675 mus de vtatio
de trucas-
-Da ai-
rara o exterior.
o vapor io?lez Lissell. para Ncw-York
carreerm :
P. Carneiro & C, 1,080 saceos coa 81.000
kilos de assocar tranco
rti vapor (ranci Uitapao, para Baeajs
Ayres carregoo :
L. A. da Coeti, 10,000 cocos (rjc:a.
O inesooreiro.
Lau Manoel Rcdrignes Valenga.
RECEBEDOfUA DO ESTADO
Para o interior
Laplace,
para S:ntos.
a 181 7M0 442 ~ 1,u **Par uaoionai <*?.
Ii7j 4941 1360 rS"0'c"re I______i______I P. de Oliveira Maia, 1 pir
pipa com 470 litros de
180591 2994|alcoo, ,
-----------1 No vapor ocloaal Jacohlpe, para Gear,
carregaram :
Ni vapor logle
c;rr?uaram :
J. F. Carreiro, 300 barris com 27,0'JO lilros
de agoardeote.
P. Pinto 4 C, SOpi.as con 9..00 litros de
alcool.
Compaobia de Ejtiva, 500 saceos com 30,000
kilos de SfUC'i- mascavalo, 60 upas com 2J,2t:o
litros dealcool, 200 motos de folba ecirOdub>
com 2,009 k.los e 50 arns com 4,500 litros de
agoa-deme.
Pur Rio de Janeiro, carregaraui :
S. uim.raes A C, 25 pipas com 11,750 litros
de El oal.
A. Tabcrda 4 C, 20 pipas cora 9,400 Uros de
1 guarden te.
Compatibia de EJtiva, 503 pceos cora 30,000
kilos de assocar Draaco e 15 p'p:s com 7,050
litros de al. o Jl -
Compaobia de Drogaa. 74 caixas com prep;-
rados de jorabebs.
KMl DH JULHO 01 1894
Alfandeaa
Do di* 2 a 20
dem d l
nwan
0: :i 2 a i
isex d 21
DBAIXA91
94:812854
3:770tiSS
98-683*542
4-0878
20633
4:161*5)1
Mercado Slanloipal de M. Jote
O movimento deste mercado no da 20 de Jala
foi o seguate. Entrara):
35 hois pesando 5,210 kilos.
260 kilos de peixe a 20 rs. 7*200
i compart. com mariscos a 100 ?. 2 j -:0u
10 ditos com camaroes 100 rs. 10OO
311/2 columnas a 600 rs. 18*900
4 carpas com galliabas a 500 rs. 2*U00
2 cassoaes com galliobas a 3C9 rs. *600
3 cargas com milno vsrde a 300 rs. *90.)
5 cargas com btalas a 300 rs. I *50
3 cargas cem caocas 300 rs. *90'i
3 cargas com batucas a 300 rs. 9 0
3 cargas com laranjas a 300 rs. *900
1 carga com loncas a 30) rs. 300
2 cargas com diversos a 300 rs. *600
39 cargas com farinba a 200 rs. 7*800
66 lagares a 200 rs. 13*200
10 Sainas a OO r?. 2*000
11 comp. com soijeiros a 1*000 11*000
8 comp. com scioeiros a 700 rs. 5*600
10 comp. cem fressnras a 600 rs. 6*CO0
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
53 comp. com fazendas a 600 rs. 31*800
K3 comp. com verduras a 300 rs, 15*900
56 comp. com farinba a 400 rs. ttUt o
44 comp. com talbos a 2*000 88*000
KDITAL N. 43
Pela inspectora da Alfaooeea se fat pot ii^o qne
as 11 boras do da 25 de Julbo viodoaro, serao
veodides em praca publica as roercadorias abai-
xo descriptai, qoe nao loram despichadas no
praso da Isd por seos dones oa con.-igaai-iros.
do* fu-e?, blis. Oca marrado o praso de 30
ai.8 a conur de*ta data para as 'etirarem, sod
peua Je, realis-ida a vt-oda, oao se alteuder mais
a reclamaQao algama.
Armazem n. 2
Urna caixa 0. 6 marcw R & ', vinda 'o Ha-
vre 00 vapor Uooccrdia. em 1 de Jclho de
1893, cinteado coras de e-ro fundido cao clS-
Mc-idas, 1 os g ia ia a Res Duas riitap, a ms 1 a marca, dem ^em, con-
teado rr.ouiti.s para caf, pe^audo 230 kilo?., e
m-'fma coosur'iav'o
Drzesete caix ceutro ns. 18 a :4, rlotaa d- Liverpool no va-
por MerctiMOt,* em 15 e Jamo de i* 93, con-
tendo (a'les n* iftr em foloae, peeauuu 4254
ki'os e consignalas o-dem.
Uiiia ca'xa. sem noiero. mirca diamante K S
cijjirra.lX*. 0 no bauo e Cataoe no centro,; da
m-sma priced:;;cu, no vapor Hobecs. em
17 do dio mei e anno. contendo obra" 'f ffrro
fandido. 1 So ciasifl.-sda?, pesando ICO knos, e
oo coastanoo a consigaayo.
Urna ca xa. n. 1736. marca triangulo L P oi
cejiro, da u,>s'i a procedencia. 00 vapor Rc-
bens,> em leoal data contendo riscales de a!-
godo, la>r do a (oosignacao.
M'aodega de Pernimbaco, 23 de Jaabo de
1894
O iospsetor.
Alexandre de Scaza Pereira do Carmo.
Canda geral
00 da 2 a 20
dem da 21
825.551 883
52:712)176
Renna .o Estado !
Da da ftj 20 143:577J801
Ideo c* 21 9:838/847
Scmma total
878.274i059
lL3:43r*49
1 031:710*708
Stgaaaa ceccao da Alfaadaga 0a Pernambnco,
21 d /albo le 1894
Servlndo de chefe
M. L. Pereira Bastos.
Readlmenloe do dia I 19
25o*5C0
4:908*700
5:174*100
Pragos do da:
Carne ve: de. de 300 a 900 ra. o kilo.
Sainos de 900 a 1* dem.
Carcoiro de 1*000 a 1*200 dem.
Farinba de 500 a 800 rs. a caa.
Hilbo de 600 a 800 rs. a cala.
Feijao de 1*303 a 3*100 a cala.
Xarqoe a 900.
Ca vao no armaxem municipal a 1*800 a bar-
rica.
Movimento alo porto
Navios entrados no da 21 de Jalbo
Bmnos-Ayres e escala12 dia?, vapor inglex
Tbames de 3369 toneladas, commandaate
ArmstroDg, eqoinagem 133. carga varios gne-
ros ; a Amorim Irmos & C.
Havre e escala 23 dias, vapor fraacez Parahy
ba de 1888 toneladas, commaodanto a. La
ce, eqaipagem 41, carga varios geceros ; a
Aogo8to Labille. '
Navios taidos ao m-smo dia
Soulbamptoo e escalaVapor inglez Tbames ,
coujmaodaota Armstroog; carga va-ias gene-
r NcwYoik a escalVapor foglez Tatkish Prin-
ce, commandanle W. Flett; carga varios se-
en s.
MiranbaoVupor nariooal Aguamar com-
mandante I'ju o Nanea Guerra ; carga varios
geoeros.
Booo8-Ayre8-Lar ingles ETerdi capi'o
H F. Defrates ; em lastro.
Cavos esperadoc-
Do Porto
Pulbabole portagoez Rasoalo.
De Pelotas
Patacho nacional Aun ti.
Lugar norueguecs* llins.
Paiacbo artteotiao Hermanos-
Lagar ntiraeguenfwKvick.
Lagar portaguez Horacio.
Luifar norce^oeo'e l^uraneer.
Lugar ponogoez Mi'inbo Vil.
Patactio allemo J. M, Baatk.
Patucho ailemo Horizonte.
Patacho ingle: a oiini.
Paucho alUmao HaralJ.
Lncar toglez Aurora.
Patacho hollaadez Aliene.
Lagar iuplez Brue:.
Logar poitagues UarlDbo VI.
Escooa tiollaad-fii Anna.
Patacho ioglez Zm d.
Barcanoruegaeoe H:ldar.
S-cuoa ballandeta Uara-ine.
I'atai bo Baeco Acia.
Barca noruegupp.se Arctic.
Patacho eaeco H-imaa".
Patacho ioglez Vtnare,
;De wanfea'
Brlgae Do;aegaene Statsmin st-:r Steug
De CardiU
flarca noruega Helios.
Birca sueca Sidoey
Barca noruega Oemond.
Barca noruega Paragoa.
Barca norue.
3arca ingleza Rollo.
Barca noruga Garel*a|
Vapores a entrar
Mez de Julho
Ptolomy, di Europa, boje,
fjli'ida, do norte, a 24.
Dan, da Esrjpa, a 26.
U a, do norte, a 26.
Jmela*, do sol, a 28.
Br'lis Prloce, de New-York. a 28.
Sasmytb, do New Y rk, a 28.
Sial08, da Europa, a 30.
Vapores a sabir
Mez de Julho
Mararrnhao, Aguamar ht Je, &i 4 boras.
Rio e Saot03, Laplace, 22, as 4 boras.
Boeoos Ayres ees:. Matapao a 23 s 4 e 1,2
Santos e esc. J'a-abyba, 23, s 3 boras.
Rio e f se, alindo, 25, Ss 5 boras.
Saoto8 a pbc, Pajagonia, 26. s 4 horas.
Boenns Ayres e esc. Dan, 26, 6s 2 horas.



1



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1






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O Dr Ji JK8d Rego-eira Pirco a Son
t ., i>'f de direito da (aaer.da estado!
.1m P rvnib-
F oib-r polo presenta io Jilho do crrante mun si h3o da t
r*S3tr r venda < jocoi rr->3 d-r em
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F-e:r''.csii rg V.'ae
A (V**n de p"i-i o mil ii. 175 nc Ba-
rrad No*, cnm porte jan-', o ae ?roiit-,
1 SMlta do pj'So, 2 el-f, l qurto, ccsi-
ih feV, "'fi> de treat* -i metroa e 10
aa.-: a da fonda K* .etr pf terreno
fretro cta nr> rarc1" >-: ai quintal
a hlet. Mhdiftd* )0. Per-
teac? i o Fraguic'a r!o P n >
A e a de tpipi r.. G A, na Eatrsda d
A^>: Fi, loHf tnom'D co Jsc-r, oom
p.r'a. e L' j-ts-ILcv da trente, 2 ralat, 2
^T.'- !:-. !.' -ro om co'np'-ti um
tad d u "-', mid re frrtite .r) metros
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Da o pa*ac..... f?id la -. 1 2 de J H'J4
L '. .. '; a Coo Regu L.i.rn, e*crvo
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I -. Jur Ju. > flllu (ir SOu j i'
'"> direito Pe '-.a o Es'ado de tJ-m m-
toca.
Fai saber io t.r-seo'e n,,!> ni dia vi ite r
co ufe Jolfio ii Brrenle aun a bar e no lo-
car oo co-taiBt o tg-w SHveira v--:--a >ro
Dll mai- i!--- a c.--- rte [ P(l-.'
e rii no p d-ooin'jviu Botrio* ern 'l!0,1
c. n cuatro |aneltaa e uica porta d* irea'e, >n-
.,/ i i lado, irej ij.i. Mor. mal
afea r", <" neja aleta m d *t> f-Hie ; l 'ir< : '. do (2 di'a e 80 reo-
c e n u-aHo boni patada rfe ca#er*a(ao,
-.."i pe le'roo propri" cvreado, rotu .i u -
t* iror** ':.. 'i .i ira* cont-v
Bia. P-riic* i Doan< i'-mC.tv.i
"',n i ir t .w-'cr.-> rta 'a en"*.
E pjra qai cn-U pnivO-ee eiital na f-'ca
da i8.
{> k i R*r.ifu ata 20
V Jc.ro ce (891
E' i.-r o- Carla Reco i e*crlio eos-
icmi.
Jop Jcli&o H. oto d- Sodt.
' i de
de 1894.
do Governo do
Prroambaeo en> 16 de Ju ho
1 b-ieo*!UecreUri*
r'
EDITAL
m do Kzai. >r.
Dr. G >vernr-
oidada-i ii
D-
dor dn Estado, intimo o emana-' jr-
rs ,r : \'. .tir/eri-v, o*-acric*o do ex'ioc-
to joibo d diraitu do Archi-elugi de Fer-
DflDfi" do Norr.oha, a recolhur a afa Se-
creti-rin no o*ibo d >* dit-, o i>rchivo no
rcipectivo i>rtori<
JiSo Ai
guato Ferreirp L;ma.
}Sec*r(iir nicipnl do Kceifo
EDITAL
Do o rile m do Sr. Dr. Prefeito deste
Municipio, f;ir;o publico para conhe-
. cinciito dos interessados que, no dia
12 ile Sctembro do corren te anno,
DCSta Repartico reccbein-so propos-
tas que serio abertas ein presenta
dci; proponentes para construccio e
reparos do calramento das ras desta
capital, e respectivas canalisaces de
aguas pluviaes, de accordo c >m as se-
geintes efepecificages e cond55es
geraes:
1." classeOliras de calcamento.
1. Calramento Mac-Adam, for-
mado por carnadas alternativas de
aret.c podra britada do 0,m15 a 0,m25
de espessura.
2." Calcamento a parallolipipedos
dt O^'iO a 0,"25 de comprimento e
0,*11 a 0,"15 de largura, assentes so-
bre Icito de areia do O.^l a 0,m30 de
espessura, era terreno previamente
preparado.
'. Calcamento a parallelipipedos
rie 0,m20 a 0,m25 de comprimento e
(Vil a O,1"^ de largura com base de
Mac-Adam de 0,-15 a 0,m23 de espes-
sura.
4/ Trabalhos de reparacao de cal-
(amento.
5." Construccao de lagedo de pedra
calcrea com rejuntainento de arga-
massa do cimento e areia era partes
caaes, entranhado de 0,ml no mi-
oiino.
6.* dem de meio fio com juntas
talmente tomadas argamassa de
-uto e areia era partes iguaes.
2.a Classe Obras do eanaiaalc&o
preh -ndondo :
1." Galera de seceo ovoide, com
f-.uidacCes de concreto e paredes de
alvenaria de tijolos construidas c >m
rga uassa de cimento o areia, na
porcao de 1 do cimento para 3 de
areia ^capeada com argamassa de 1 de
i para 2 '. areia, tendo:
1:" typ >: eixo maior l.m5, eixo
r l.-O, espessura 0,"25a 0,m30.
.' typo: eixo maior 1,"0, dito
i, 66, espessura 0,20 a 0,25.
Bocas de lobo parajuneco dos
ramaes de 0,70 de altura e 0,50 de lar-
gora.
Idei, idem deO.-oO por 0,-40.
3.* Chaminsde ventilacSoe visto-
rias do 0,"80 por 0,m80, com o com-
tente lampo de ferro fundido.
CONDI5OES GERAES
I
As obras st"" 1 exectadas. de con-
ibrmidade com os typos adoptados
pela Prefeitura Municipal, cujos de-
gsenhos e descripces poderao ser exa-
minados, a contar do hoje, em todos
dias uteis, do n?y) dia at tres
horas,
II
O contractante no praso de 5 mezos
contados da data da assignatura do
contracto apresontar Prefeitura
Municipal os desenhos de execurao
na escala de 1/100 para o conjuncto,
e do 1/1 c 1/2 para os detalhes das
oltras cima especificadas, abrangon-
do a extonso que fr designada pela
raa Prefeitura e que puder sor
construida dentro do anno, podendo
introduzir modificagao de pormeno-
res que jiligaropportunas, sem, entre-
tanto, mudar o typo geral e material.
Estes desenhos deverao ser appro-
Tados pela Prefeitura Municipal
opte poder os rejeitar, no praso de 15
dias a contarda data da apresentacao,
e devem comprehender:
1." Planta eperfis Jongetudinaes e
transversaos do projecto das obras,
acompanhados dos competentes ostu-
dos de nivelamento.
2." Desenhos parciaes dos typos de
galeras u mais dotalhos concernentes
s obras da 2.a classe.
No caso de infraccao desta clausula
pasar o contractanto a multa de.....
50S000 por dia de demora, e, si esta
exceder do 30 dias considorar-se-ha
rescindido o contracto, perdendo o
contractanto, o deposito a que se re-
fero a clausula X, alcm da accao ci-
vil por]maiores prejuizosquo lhe po-
der sor intentada.
III
Cada proponente far acompanhar
a respectiva proposta do urna amos-
tra dos materiaes a empregar, conten-
do, em inscripeo logivel, o nome do
proponenteeadesignacaodo material.
Estas amostras scrao restituidas do-
pois de iulgadas as propostas si roela-
nadas dentro dos 15 dias que decor-
rerem conclusao desse processo,
exceptuadas, p.irni, as quo a nipa-
nharem proposta quo for acct a, as
quaes ficarao em deposito na F-efei-
tura Municipal eserviraodo padrao
na exocujao dos trabalhos.
IV
As obras abra ..'ero no minimo a
superficie de duzontos o cincoenta
mil metros quadrados de ca^amei."'
cora lagedo, meio lio e canalisao.io,
corresp mdente, fcando, entretanto,
entendido quo o contractante so obri-
ga a executar pelo mesino proco o ex-
cesso do obra que for ordenado pela
iitura Municipal e poder ser rea-
l'sado no [iras > do 1 anno a contar da
data da expira gao do contracto.
V
As proposas deverao indicar o
preco das unidades, escripto por ex-
tenso o cm algarismo, notndose
que a unidade ser o metro superfi-
cial para as obras do ns. 1 a 5 da 1."
classe o para os 2 typos de galeras
das obras de 2.' classe, o o metro li-
near para as domis obras das 2 clas-
ses, nao se tomando em consideraco
a proposta que infringir esta condi-
cao.
VI
Os pagamentos scrao foitos mensal-
mente e por quarteirao de obra oxe-
cutada. em dinheiro ou em apolices
da municipalidade de juro de 7 % ao
anno resgataveis no praso que for
estipulado.
VII
As obras, medida quo forcm exe-
cutadas, serao classilicadas, medidas
e recobidas provisoriamente, e s so-
rao consideradas como definitiva-
mente entregues tres mezos depois do
recobimento provisorio, deduzindo-
se emicada pagamento 30% da im-
portancia do servico feito, os quacs
ficaro retidos nos cofres dothe-
souro municipalcomo cauco da
fiel execuco do contracto, solidez e
conservaco das obras, at seu reco-
bimento definitivo.
VIII
Das retences de quo trata a condi-
cao precedente, 10"/ ficarao em de-
posito at perfazer a quantia de cin-
coenta contos dereise final conclu-
sao de todas as obras, e os restantes
20% s como garanta da boa conser-
vaco dos recebimontos provisorios,
podendo estes ser levantados pelo
contractante medida que os recebi-
mentos de obras se tornarcm difini-
vos.
I X
Cada concorrente mencionar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, seu domicilio legal, de-
vendo cada proposta referr-se a am-
bas as classes de obras nao se toman-
do em consideraco a proposta que
nao satisfizer a esta ultima condico.
HIPFODROIVIO
DO
CAMPO GRANDE
DERBY-CLUB
DE
PERNAHBIKIO
o.
Cada proposta devora ser acompa-
nhada do c'onheciraento da Thesoura-
ria Municipal de ter o concorrente
feito o deposito de 5 contos de reis,
em moeda ou em ttulos da divida pu-
blica, o qual lho ser devolvido si a
sua proposta nao for acceita, e, caso
seja, ficar, como cauco que perde-
r, si nao se apresentar quando for
convidado pela Prefeitura Municipal,
sendo-lhe restituido, dedusidas as
multas a que se refere a condigo III,
XI
A concorrencia versar sobre :
1. Idoneidade e habilitacoes do
proponente, devidainente coniprova-
das.
2." Prego das obras.
V Praso de conclusa) 'de todos os
trabalhos.
XII
O Prefeito solicitar do Governojdo
Estado o auxilio pecuniario que for
necessario para que as obras projec-
tadas nao sejarn interrompidas por
falta do recursos.
Secretaria, da Prefeitura Munici-
pal do Recite, 12 de Junho de 1894.
O SECRETARIO
oaquim Jos Ferrara da Rodia.
WMMSM
Por es'a Secretaria se fa& publico aoe no die
30 do correte designado pela portara do gjver
oador do Balado de 11 de A^'il p-osimo jwaedo
ter logar o concurso para o prct-ncbaie-oto das
va.-, s < jaizea de dtrciin, sexuado o prog'am-
mi ja pobilcado pela emecisgao examina ora e
de cenformidade com aa ijs'ruc{0^e expedidas
em data de 12 de Agos'o do aooo passado. Pelo
'lu-.a&o ciavidadis o* candidato' inpvipios ba-
1 liareis Affonao tioocalva^ Frr ti"a 2oa, Plm
00 Correia de MelK) e Uigoel oj Sirio* Barros
a comparecerem i aala teste Soptrior Trlbanal,
ou menclonido da &s 11 ro'a$ da maoba.
Recifd, 10 d > Joiho de 189..
0 secreta io do Sooerior Tdhnnal,
______________Viradlo 'e G. C"elho.
S?;refara <\z Prefeilora Man'ctpal do Re-
cite, e>n 18 de Jclbo d 189i. De ordeu. do
irefetU do moGiciplo, s5o coovidades os nego-
ciantes de cal e sal, a se proverem,dentro do p*a-
so 30 dlaa.de med isa iguaes as do padro ado-
ptado pela municipalidade, bBto de afertl-as e
por elfos poderem vender pasas marcadorlas.
0 secretario
Joaqun i. Perrelra da R oc
PiOJECTO DE INSC8IPCA0
Para a 19a corrida a realzar-se na domingo
29 de Julho de 1894
1. PAREOlatjpiTCBSa Pemarabucana-1.800 metroa Ilaudcap Animaes
de Perrambuco. Pr.iMios r 350^000 to primeiro, 70(5000 ao segando
e 354000 ao terceiro.
Pe?=Bamarck 2. 62 kilos, Pirantn 57 kilos, Triompho, 56 kilo, Ture
2.- 54 kilos, Jardo, Dabiqae, Mahomren, e PiatSo, 53 kilos, Mauhly e
Aveotureiro -50 kilos, oh demaia 46 kilos.
2. PAREODerby Club1.250 metrosHindcap. Animaos de Pernambaoo.
premios : 300(5000 .o primeiro, 60^000 ao aegando e 30000 o ter-
ceiro.
Art 5.Biaaa.k 2., Piramon, Triampho, Jardo, Deblqie Mahomerea e
PintSo.
PesoTurco 2.- e Pirylampo 58 kilos, Doblim. Ave'tureiro. AUy Stoper,
Maarity, Nababo, Tudo-, Ide, Hugaenote o Hirondolle 52 kilo, todos os
dembw 46 kiioa.
3.J PAREOPrado Pernambiicauo 1.050 metros. Animaes de Per-
nambuco. prkkios: 2c0^000 ao primeiro, 505000 ao segundo e
25(5000 ac terceiro.
Art. 5.Turco 2o, Aventareiro, Manriiy, PiyUmpo, Hugaeoote^ublim, Ally
Stoper. Kirondelle, Tudo, Nababo, Ida, Pigmea, llerlim e oa do pareo Derby Club.
4." PREJAniaifo 1.20J metroa. Animaos de Pernamboco. PBE
Mos : 25C0COO Bo primeiro, 509000 ao segundo e 25(5000 ao ter
ceiro.
A't. 5 Oa do pareo Prado Paroombueano.
PARE'JComolac 1.00D metros. Animaes de Pernambaco. PRB-
108 : 25(00 ao primeiro, 5'J0OOO ao segando e 25' 00 ao ter-
ceiro.
Art. 5.u* co pareo Prado Pernatbacano e Toidori, Tonor 2., Patcholy, Vic-
hador, Mascotte. Honro, l'alspher, Teirco30, Yoo, Pirata, Fiontin, Ga'let,
Narciso, Garimpeiro, Makio e Tupy 2.
PAR-0Trilhos Urbanos 1 200 metros. Animaea de Pernambaco.
PKHMIOS : 25040CO *.o iriiaeiro, D0$00 ao segundo e 255000 ao
terceiro.
Art. 5.Coosso, Rjente, Pontable, Petrojoiis 2., Fjzc-o, Be-j*-F.o-, Ti-
berio, Prn-siaoo, Q.laote, Famaga 2.* Fausto, Vivar, Tulicier, nireb, Ma-
langa, Traquinas, Pharaea e Cmo e o do p^reo onaolugao.
7.* PAREO 29 de Jalho 800 metres. Animaes de Pernambuco qca nSo
tenham ganho noa prados do Recife contando ou co victoria, pre-
mios : 250(5000 ao primeiro, 50)5000 ao segundo e 25(5000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.Jarde.
8.# PAREDlippodromo do Campo CJratade1.500 metmsHan Animaes de qoalqoer paia. Premios : 3505000 a^ primeiro, 70(50O
ao segundo e 35)5000 ao terceiro.
Art. 5 Dorofy.
PesoOypsy 64 kilos, Gaajn 54 kilos, Apollo e Atlante 52 ki'os. Napolita-
no e Petropclis, 50 kilos, oa demaia o minimo peso que ccasegairem.
Obseryacoe&
S contar victoria o pareo 29 de Julbo-
Para oa pareoa Imprensa Pernambacaoa e Ili ppodromo do Oempo Grande
so conaid.-ra em realBadoa preciso que aa ios revtm e corram 5 atimaei de 3
prrprietarios diferentes, os demaia 4 animaea da 3 proprietarioa diffurentes.
A inscripto encerrar-ae-ba na terca-feira 24 de Jalbo, s 6 horas da
tarde oa secretaria, ra Larga do Rosario n. 16 1. andar.
Hippodromo do Campo Grande. 19 de Jalbo de 1894.
O secretario,
M. L. Vieira.
6.
mmik
QUE SE RBAL1SARA.' NO
Dia 22 de Julho de
Momea
9
a
a
I'llOI
XaUurat
lid.
Cor da' veatl-
me-m.a
ProprSclarlo
PareoConaolaefio 800 metrosAnincaes de Percaabuco
uno us D-ados do Rjoife contando ou nSo victoria.
I>, 50*000 ao 2.' e 23C0O ao 3
qae nao tenham ga-
Premiea: 230*000 ao
Kia.......
Soprano.....
Omtroyer
Parioso....
Trionnirato.
ZiK-Zag.....
Gaaa.....
Torbulento..
Gastanbo
Rolado......
Alario......
Mellado.....
Rodado......
RUS80........
Peroamb.. 3!
51
* 51
51
31
* 51
ol
51
Encimado e [teto ...
Hlocarnado............
Knca'n. e f marc-llo
Eacarnado e preto-----
G. Medeircs.
J. b. Lias.
F. J. Noeue ra.
Coud. Arraya!.
dem.
A. D. d Silva.
AQtoc.o Costa.
." PareoProapertdade1.230 metros Handcap Aniojaes de Pe'csmbuco.
300*000 ao i. 60/000 ao 2.' e 30*000 ao 3.
Premios
Toalon......
^erlim.....
Patcboaly....
tlalaio......
Riilbo...
Ziioo.....
Ir]-J.).....
Heilado...
Pern.mb.. 53
56
51
* Si
Encarnado e preio__Cruz 4 G.
tosa e preto.....
Azul marjnno------
Verde e amarillo.
A. Silva.
Cio". Campo?.
J. Moraes.
3. PareoPrado Pernunbucana-1.230 metros Animaes de Fernamboco. Premios
250OOO o l. 50*0JO ao 2'e 25*00'J ;o3.-
Secretaria da confrarla de N. S. do Livra-
-. ento. em 18 de Julho de 189i. = De ordem do
irmo jai:, participo que (ora tranateri a a nen
gio do einj. que devia (er locar na d.a 22, para
u comineo 29 do correte.
O ecretarlo
Tnrnm S. de A Barros.
Companhia Manufactura
Phosphoros
SSo convidados os Srs. aocionistG a
realiaarem, dentro de 30 dias, a contar
da presente data a 6.a entrada de suas
prestarles razio de 10 O/q do capital
subscripto ou 2OJ000 por accSo era mo
do thesoureiro, ra da Madre de Deus
n. 22.
Recife, 25 de" Junho 1894.
O director secretario.
J. P. Gonsalves da Silva.
Santa Casa de Misericordia
o o Recife
De nra da lllma. ja la administrativa da
Sania Casa da Mieerlcorma do Recife. taco po-
bilco qoe, perante a msma junta, em eoa fes-
cao do dia 21 do corrtnif, aera legada a prsca
por um, dona ou trea aonua. o arrecd-m nlo ta
laja do fohrrrio n. 3 4 roa do Rispo Sardinba,
r.utt'iira Encant arrecdaneotoSquel que rrelhor renda cffevrer
O arrematante ser onri(?ado a apreseniar fia-
dor idneo, a contento da mestaa jonla, e a
omparecer i es'a lecretarta no p'aso de trea
aias, para assignar o respectivo temo de arreo
damento.
Ou'.rosim se Iz publico, de ordem da mesma
("ma. jnnta, qnn os nqonoe, rojos contratos
?> iverem terminado i, deverao compa-ecer qoan-
o antej nes'-a secretaria para tratar ua reno-
va'-os
Secretaria da Santa Caa de Misericordia do
Retir?, 19 de Julbo de 189.
O fscnvo
Jos Honorio B. de Menezep.
Companhia do Bebe-
ribe
Os Srs. acrioni8tss des a companhia fo con-
vicaloa a fe reuotrem em ass^mola geni ordi-
naria no da 31 do correte mez, ao nmo da,
no l- andar do predio n. 71 roa 15 de fiovsm
tro, para assiatire n a Ieitura do relatorio, de-
linerarem sobre aa cintas e parecer da commis-
eo liscal, relalivj ao anoo social DDdoem30
de Abril oeste anno, assim como elpcerem o
pre-iden'e fecretario da sesembla irera! e
coaraisfao fiscal, e resolverem sonr- qaIu,aer
as;ompto de intereese para a companbia.
IUcife. 16 de Julbo de 189.
Gracillaoo Octavio da Cruz Kartics
Director rente interino.
Manol Jo9o de Amo.-im
Secreta; io.
Fabric de Cam^ragibe
Contrata se lamillas 'para trabalbarem aesta
fabrica as eegointes condigCen:
86 serao acceilas familias legitimas, de pro-
cedimento iireprebeosive!, bem provado por
peseoas fidedignas que as conbecam peesoa!-
mente.
Serao preferidas familias oimerosas, n g quaes
predomioe o numero de molberes de if! ono."
para rima, sem exclusao entretanto de fcomens e
meninos, cima de 5;.nno.
A faorlca forcece casa, por mdico lugnel,
escola para as criancas, medico e soccorros em
caso de molestia.
No lugar ba todos oe recursos e missa dos
domingos e das santos na capaila da fabrica.
A admioistracao prorura dar trabalbf a todos
oa membros das familias, em ldade conveniente.
Ao pefsoal que entra p^rn saber trabalriar
ga-se desde loga um pequeo salario durante a
aprenduagem.
Ao pessoai habilitado paga se i jornal oa por
con:>8, cooforme o irabalbo.
Oa cnetes de familia* que deaejarem se eolio
car, deverao ir entender-ae previamente com o
gerente, na fabrica em Camaragibe, em todos o-
dias uteif, excepto aarbadoii, tfim de ae certili-
carrm se serao acceitas. em que condi(6ese en
qu- poca certa.
Carlos Alberto de Metuzes.
Director-eert-ntp.
Narciio......
Maunty 2.'..
Frontn......
Prusiano....
Pirata.......
Cas'.aabo..
Russo...
Rodado.
Preto...
4* PareoIilberdAde1.050
ao !
Azu! e branco.........
Preto e branco.......
Preto e rosa .......
Encara, e amurello...
metros. Animaea de P^rnumbuco.
50*000 ao 2. e 23*000 ao 3."
Peraamb.. 50
c 0
50
a 50
50
Pyrilampo...
Triampbo..
Aventureiro.
Pluio......
Pernamb.. 50
Mellado..... SO
Camaubo.... 50
50
Preto e rosa.........
Saarnado Dre'.o-----
Azul e encarnado..
Verde e amarello.....
CxH. E"ancia.
J. H. Cruz.
A. Silva.
J. G. Teixeira.
Magalbes & C-
Premi03 : 250*030
A. Silva.
Coud.Arrayal.
A. Meira.
Coud. Nerundlo.
5.'
PareoVelocldade90o metro.Animaes de Pernambaco.
t,% 50*000 ao 2 e 25*003 ao 3
Premlo: 250*000 ao
i|Pilbao___
2|Galaaie.....
3 loo..........
fclrrootia.....
SiPurioxo.....
6 Regedor
7|prosriano...
8 Tiberio.....
9 Famaji 2#.
Castaobo. ...

alo........
Rasso........
Rolado......
Castanho
Rodado......

Mil. rapozo
Peruamb.. 50
50
c 50
50
c 50
50
a> 50
C 50
C 50
Verde e amarello.....IF. M. G.
Branco e preto.......JJ. R. C.
Azul e brnco........[F. Ramos.
Preto e rosa.........Ia. Silva.
Encarnado e amarello

Ene, amarello e verde
Amarelloe rozo....
Ha vana............
J. F. Nogueira.
I. G. Ferreira.
C Rezeode.
Coul. Ihva:a.
Confiara
DE
S. .Tose da Agona
Erecta no conwento do Cramo
De ordem da mesa regedora, convido ao? noa
sis cari8simo3 i.maos a comparecerem em nrsso
consistorio no domingo 22 do correte, s 2
horas da tarde, atina de incorporados, irmos
acomnanbar a pracissao de S. Benedicto, para o
qo tivfmo* cootit.
Consistorio da -onraria de S. Jos da Ajenia.
20 de Julbo de 1891.
O secretario
Jos Francisco da Silva VJai.
Companhia de Fiaco e
Tecidos de Pernam-
uuco.
Sao convidados os Srs. accionistas u
receberem o dividendo do primeiro semes-
tre do correte anno, na razo de dez
por cento ao anno fseis mil reis por ac-
eito) no escriptorio da Compnbia ra
do Bom Jess n. 42.
Recife, 10 de Julbo de 1894.
O director secretario,
Jos Joo de Amorim.
Contraria
DO
S. B. Jess da Via-Sa-
cra da igreja da
Santa Oruz
De ordim do Irtro prov^dor, convido a todos
os carissimot rmSos a romptrocerern no con-
sistorio di nis-a coofrana, na ifirea da Sinta
Croz. as 2 1/2 boras da tarde de domingo 21 do
correte, alia de p.'ram^ctados com eua babi-
>03, irmD3. incorporados, acompanbar a procis-
sao da contraria de S. Benedicto, erec'.a no con-
vento de Santo Antooij do Recife, para a qoai
ii en os honroRO convite.
Consistorio da mesma contraria, !9 de Julbo
de 1894.
O efcrivo
Joo Jos de Figueiredo.
Veneravel
Confi*aria de Santa Rita de
Cissii
De ordem do cooselbo administrativo desta
veneravel confrarta, convido a todos os nosso.i
carsimos irmas a comparecerem em nossa
igreja s i ho-as da tarde Je domingo 32 do
correte, para paramentados nos encoi porarrnos
para acompannarmos a procisso de S. Ben?dic-
lo qoe sabe do convento de S. Francisco desta
cidade, para a qnal tivemos convite.
Cooeis'orio. 19 de Julbo de 1894.
Manoel do Nascimento R. Vontelro,
Secretario in'enao.
6* PareaDerby Club de Periambaco-1.200 metros. Handcap Aaimaes de Per-
nambaco. Premios: 350*000o i., 75*0C0 ao 2.' e 35*000 ao 3.
liPyrilampo ..( (Turdilho.....
2|Piramon...../ Castanba
3lrriompbo__i Meliadj.....
41Tado-.....I
Pernamb..!
Si
Si
54
50
Preto e rosa.........}A. Silva.
Amarello e branco.... Coud. Bella- Vista.
Encarnado e preto...IConi. Arrayal.
Amarello a verde...... Pa-eoHippoUrom do Campo Crande1.000 metrosAnimaes
buco. Premios : 250* ao i-, 50* ao 2- e 25* ao 3-
de Pernam-
Patcbonly....
Tenor 2.,...
Pirata.......
Malaio......
5 Galet........
Mascte.....
Viogador ...
Russo.......
Alazo......
Preto........
Mellado.....
Rodado......
Castaobo...-
Rodado......
Pernamb..
se
50
50
50
50
50
50
Aznl e amarello......
Encarnado e azul-----
Encarnado...........
Verde e amarello.
Encarnado e azol.....
Azul e ouro.........
Azul marinbo........
C. Campos.
Azevedo 4 C.
tlaealb&es & C
J. Moraes.
Osear.
Cood Monriscana.
Coodelana Portueoae.
A extraegao dos premios ser depois do 6- pai-eo
Entrada gratuita ao bello sexo
Oa Sre. freqaentadores, munidos de aeua competente bilhetei, razSo d
10000 cada ara, fero direito ao promio qae a sorte desiguar por meio da machina
Fichet.
Os premios aiham se expostos na Livraria iFranceza, raa 1* do Margo,
onde tambem se ecoootio venda oa referidos bilh>-< s; b^-n como na loja da bilhe-
tes ra do Cabug n. 12 a na Secretaria do Darby Club, roa D jq-.s di Cazias n*
20 1 andar das 10 hoi-as s 3 da tarde, anterior ao da corrida, e, no dia seguate nos
portSea do Prado da Estancia.
CoD-linufio em vigor todas as resoluces at hoje adoptadas pelas socieda-
des hypicas desle Estado, constantes de soas cdigos de corridas e instruscoes j
publicadas.
Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda do poules, nao
ter iogresso pessoa alguma aiaoa da directora, cotnrois4o fiscal e empregados
Os Srs. juizes so' terao ingresso na sala contigua a da venda de
poules.
Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10 horas da manh
em ponto, sob pena de uo serem admitidos no servico,
Chama-se a attengao dos Srs. apostadores para o horario qae ser restricta-
mente observado, techando o 1* pareo as 12 horas em ponto.
Os jockeys que nao se apresentarem convenien.emenle trajados com as
cores adoptadas no programma por seus patres, nao serao admiltidos pesagem
e serao multados de accordo com o art. 51 do cdigo uo uumaas.
Us animaes inscriptos para o 1. pareo deverao acbar-se no ensiihamonto
as 9 lj2 horas da manha.
Os forfaits serao recebidos at sabbado 21 do correte s 3 horas da
tarde na Secretaria do Derby,.
As poules qu) nao torem pagas no Prado da !Estancia no dia da cor-
rida so' sero pagas 3 dias depois na secretaria do Derby.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrija na secretaria do Derby
Club ra Duque de Caxias n. 20 1.* andar.
0 expediento para esta corrida encerrar-so -ha no dia 21 da corrate s
3 horas da tarde.
A Directora chama a alteaco dos Srs. propietarios e jockeys para o
art. 21 eseu* e o art. 46 que sao restrictamente obsovados.
Saoretaria do Derby-Club 19 da Julho do 1S94.
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
Sociedade
^fonte Pi Bom Saccemo
De ordem do nosso IrmSo direc'o-. acnvldo
rs no-sos irmaos para se reooirem rm assem-
bla geral extraordinaria, no domingo 22. s 10
bora3 do dta. alim de tratar-ae da creaco de
aiguns additivos dos nossos estatutos.
Secreta-ia da Sociedade Mon-e Pi Bom Suc-
ceseo, 30 de Jalbo de 189i.
O secretario.
Bento Alves da Silva,
Devoco do M. S. da Conceico erec-
ta na Isrrjm de anta Bita de Ca-
a.al
De ordem do dcsd irmo joiz, convido ate
dos ob cariaaimo; irmaos a coi.rarecerem o-
noso consistorio no domingo 22 do rorrentei s
3 lio-as da :arde, nara acompaniarmosa procis-
so do milagroso S. Beoeduto, para a qual tive-
mos convite.
Coositorio da rlevocao de S. da Conceico.
20 de Jalbo de 18?*.
O escrivo
Miguel A-cbanjo de A Malta.









i
IIEBlVEl


*








s
COMPANBIA
M
alarte de Fernaubuc Poniiitjgro %m de Jnlho de I
H*flbur2 -Suedarrjerikai.s-
mcos
Martimos de Per-
oairbco
DIVIDENDO
85o ob Sr. ac-iooistas convdalos a virem a
leu- oa compaDa receber -to
eni di-nt* ao no dividenio de su** arc6es, oa
rasa o le 10 O/o a" anuo, oa 540OO caa ama,
relativo ao t-uie-t e B .d>.
R-ufe, 20 de Jo.ho de 1894.
F. de s*is Cirioso
DTeiur adjuito.
Coofraria ^e Nos- a Senhor.
da Luz
D' ordena de nosso irmao pli c n Ho a todo-
Os acasos rmlos para rompareeoraa era B0M
oonsiiiol. p !o, de seo* botillos, no
domina 22 do crreme. 2 1/2 oran aa larda
alien 8j de S. Beoeseto no convento de S. Francis-
co, para -i qu.:l Uvemos cnnviie.
Secretaria da coofrina de Nona Seohora da
Lt z 2 ae Julho de 18S4.
0 secretario.
Antonio Sal s
SEGURO COSTRA FOGO
Coiupanliia \ >rtli Hrilish & Mer-
cantil Capital subscripto 3,000,<0') 0*
Fundos accumulados 9,452,452, )8d
rf.ce:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10'
De premios sobiv
divida ;-992.379 6'
n u
od
5'
6d
ld
in
Veacravel
D.:\co de Ll \ra laalU
De orden d<> iricaj jo-z convido o< oossos
cars::i os irmaoe a rompa recrvero e-a D
Consistorio i o omtpgo 22 de correte
Tjs da uroe, 8ui Je incorporad** acn
mos a proeaata de S. Re letiicio qo-' tero ele
do COBvaaie ce S. I pa i a qual I ve-
mos lODvt'.e.
CmsistoMo d3 venoravei d. v cii de S. da
Bia Mn te no coo'-'e. to 'ion rt !ojr,lnss carme-
Utas 21 aa Jalao ;- I89i
O paerrraa
M-x>r.^ o Ven
eravej
lunrn 'a-*** *> Scwlor Bom Jlea>.tm
dos Ata el", en Jote ce
lt ni r
D t. ai ("a me*' 'ese deat iros.d-.d-,
[o-jjiiii^-i! i-njc- :i lompare'e'era m
Boasc rooataorto as 2 1/2 ooraa 'a larde do
tingo ti do'corrate, rpora-
doi i.,:. S. I ei-.-
d.T convenio de 'San'o .*( t lo do Recite.
Consistorio rtairnsm;dj '< S. J. Jesu3 doa
Ifll coa, eai 20 Je lobo u 1 i
O etnrivftd
P'imi'ivo dos Saoto",
Banco de Pernamba
eo
DIVIDENDO
Sao convidados o* S's. ac-ionit-tis vrete
rect-ber do na 23 eoi diaote o nono civi leaMo *e
Usa a'iO'S, n^ rszio ae iO acno cu *
por aego. co'repon teote ao l t-eo-estre fi uc
ei 30 Je J r,ho p-oxitno paseado.
Recift-, 19 jc Joltio <:e (89i.
O director .ecretarlo
Antor.io F. Pere.-a oe ^rvalbo.
Celestial coofraria da San-
tsima Trodade
D-- ordem de oob?o prestmo-o rmSj prov?-
do". cocvido a iod jr os ni-s.-os car:8-ia30= irmSoa
a coroparpeerem em nosso consi.~;o-io n.> domin-
go 22 do correo, s 3 oraa da tarde, t ji de
iDCorporaoos, acomp'n nrmos ero solemne p o
ci88o o GIj-1080 S. Beoe^icto, pan o que oidos
cot:viaado8.
S. c etar. da celestial c nfraria ds S^ntissima
TnoJate, 20 de Joluo de 1894-
O se> retarlo
Aiios'intio P-ssoa.
O London & Brazlan
Bank Limited
Sacca sobre Lisboa e Porto
c ni libra sterlinas, o a vista,
sendo o pagamento feito na
occasitto da apresentacSo do
aque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista naquellas pracas.
2.4-8.196. 12' lld
N; B.A repartic&o de fundos aecu-
ulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaccoes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons &. C..
THE IMPERIAL INSCItANCE CONPAKY
LIM.TED DE LONDRES
Kslabelecitla ein 1803
Capital 1 ,o,>
(Rs *4,000;0004000)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA 0 FOGO
TAIXAS BAIXAS
PROMPTO PAGAMENTO DE PRE.IUIZO
Sem descont
Agenta*
B&OWNS Cs
R
PORTOS DO SUL
de Janeiro e Santos
O paqnnte
La Place
COSVAROANrg VKRIS-IM-) OsfA
29 o AtttTftm
a inoras d
rtIlCOSIUlMMMD. ... n\
aneiross i-;t- at.1 as 11 Doran da ut.ohj
Bar (ida.
K9CKIPT RIO
Ao Cae da Ce'iinkiu Pernain/iacana
v. V
3.780.000
3.000.00 ;
626.0000
20.000
155.000
n-
OOMPANHIA
DE SEGUROS ONTRA FOGO
De Ijondres c Abcrdecn
Posico financeira
Capital suboCi'iptM
Fundos accumulados
Receita annual:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agenta era Pernambuco,
Boxwell William 6c C.
SEGURO CONTRA FOGO
Royal Iitsuraii.-e Company de
vcrpoitl
Ca^lT'lL 80.000
A8IST8-?iaiSAH l c.
LARGO DA COMPANBIA .Y. 6
COMPANHIA DE SEGUROS MUTUOS
CONTRA FOGO
=>]R.OGr-:i.3eBSO
Capital de garanta:
RCA D'ALFANDEGA H. 16 RIO DE JANEIRO
AGENCIA EM PERNAMBUCO:
RUADOCABUG N. I 8,1." ANDAR
Caixa do Cor reto 210Recife
Joaquina A. de Almeitia
Agente representante
Go/npaabta fe F q n ete *
Brazil Of :ent-al e Diques
Fluct:.ar.es.
O paeptete Guanabara
Comuiandante LuizC. Amaro
E'?<,er-i:.) O'rlef tXHIOW
d i'H :'o ra, i-egaiodo d '-
| i
'ira
Wi
de
Jar
e -iio
neiro
M -i enjos \KV' de de a eonl Xl C as-
' '!,'. v y-'i- i I f t :: BWCe
O?
che Dacnptvch.ffahrtGe
se II sentir./
O jVapor Santos
da
i^#c-
Kst.errt.g^
E"ro|in no
SO Joltifl so-
l d**poie d
demora Decea>>a
ir'i? mira
Bnhi?!,
laneiro e
Rio de
Sanf,' i
Qnnegqner nohosipSaa h cerSo t'ton-
0 ye o. te- Oliv. jrj g00rtt**O pela ElCiD*- Sr*. i
D MVla rta Oo.i.riC" <> fia l"/*r a Ifilio a
esa lerrg acuna. Cono |)'-r ;i e ) i-ela O* Ireme.
J -Hlxe, 3 ajtorter, rtr-4*tm !6a ir>n.il, ete.
Ufl Sr-. preim.ienies dCde ji pole j kXUB
na a refOitdii ta-s.
4 A UK LB.1TEe "i-a-er- ue DDJa ; ni
ru i Ooa Sla'lj" os p. 146. 2' nwttr.
prec.'i-SH oe r>m rilado de 0''-a criada
p.T.-i r. gervigi. de cat-> m* oe Ncoilla ; ja roa
di I ./!f.y.-1 fi o. 2t. mvt.
V'har
m-^cia
Rotdo
Cowowio a.
Ir uedar
18
I:F
m
Ccsinhejr^
Precisa =e d? ar> pt-atiio e de na
tepti alpSOl i'-.n'Ci Cf pa-rreacia ;
didaa 48 hora ris'jaie da ultima de8cara Dm Jesu* n. 22.
do vapoi DO A!f''--uejM.'
En'ranl no :.ortc
para cargo, nnnrinionda scMoaicoaa e tr*-
b trata-a< 'osd os
Coosgr!Et.:rr8
tela ao fc C.
rapas nnp
na i na do
f
O ron8*-ir>o di-eclor ua Mlnfade Propagado-
ra da n8iroc\;'i .:ub:ica na parucltia do Pcc> da
Pai-ellj maoi'a caleorar oma mi--a ti 7 l/t
h ir'-i fin r>oti no ola 23 do co-rept-, na yreja
>>i) Mji i-i'ij, ,3 to* ".u ex vi/a'-o (i i ajP9iaa
n -roima Jjd Ri-ir'-cea na Costa, qn fazta
p<'>* o.) s'jp! i to j:i:i-lhj direcur, pilo que
--orjrlda pein l1'-. enltf a tj'l^a os a-sa'Vjpj. pa-
rele* e amiina "o t-j:ieciJj eooaocio p.r que
sedtiroenj a-;-ir oqu-ni uiat aortada diier
;io 30* di i seu p .-m' ''>. an i cii. aJj por
asaenct'O* d(i< Ka a-c-rofti; :-.
t
Pre.-i'i--- H mo qtie wlrn ro inhar b"m,
w-ia-re 30< 0, ug MBOMa^ no Gorr--
(I r rn B rpe n. ?>7. ^^ ___________
Enuom Ira
-
Pr'Tiiiie -e mn-i d- n.-H ..encocla f rj >* en-;
lcrDU>e I'-id, ,i->-i! -a> pooca faniHla ; r-o :
I ,-t--' G. 15.
d C x i s
Franc neo cavairnaln Pi-umo
S- un,, da
loMoo Pe-HM Caimdd da Cba i-priri -.' -i i daa Cltatfat euoTioac os teof
pareo et e arge na-a :<:- ir-:. D isaa ^06
por alma oa -' preado u FraD'-ifrCj GaF*lcaO"
-P iva id.ai itlebiar &a Diatr.a a Boa
Vi.-^ia. .83 8 ni r,s da a:jcta c;- 23 oo lOrr'Dte,
eeii .'io la 00 'ii< paasi ;ieuiO, pvt CUJH BCtO de
S.0 e Pooaiwd e 8a coi ramen-
lo K'MOS .
2- miar, oo ra Di.qa-
Va
;cca tourma
Vod->e orna prenbe. coa>>n Barrote ; oa
T IITO-ir-, ta-*na : A.-.-o V Leo
.- off^reoe ";)tin>aa
3r*. p-aoogen-i ?.
/> ;en'oi
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienx Pcrnambu-
cana
RJ7^1 DO COMMERCIO_______
C1PAHIA_TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
RA DO VIGABIO N. I, 1. ANDAR
Directores
Bar5o de Souza Leo.
Thomaz Comber.
Julio Cesar Paos Barreto.
Aifandesra
D. ordem do Sr. Dr. inspecto fica marrado o
pr.'o decaed dus DO'aoaabatxo delaraos
T.rem aeslz ar na 3* eeicl o cont-ato para o
foroecimeolo aoa corpoj da goaroicao e 0o*pHt
mi1 Uar dorante o 2- semestre de io94.
Aives Costa Filtio-
JjB Pranc ac de Figoeiredo.
Joo Haptifta Peosy Perea.
Ln x Mara Rib-iro iSatanarci
SeDex- s Scolappe & C.
A-sujo C.
Aniceto Joa do R'RO.
,]' receto da Aifandega de Pernamboco, 23
de iolba de 189.
O chafe de sereno
Loli Ff derico Codeceira.
Associaco Benelice le
DA
Companhia Ferro Carril de
Pernamboco
De ordem do Sr. presideote, convido as vio*?
d0' empregadoj Juao Goaies e Jos d-j Mattos,
para compsrecerem noescripto-io da compaonia
sBm de receberam a peosSo meosal que Ibta
fa a tada pelos respecivoe estato'OB.
Recife, 20 de Jjlbo de .891.
0 secretario
Abilin d Cmara L'm*.
* COMPANHIA
Serrara Pernambucana
Es a compaobia esta modaodo 08 seos arma-
KD3 pa'a a Pra a le T rayentes.
Indemnisadora
He conformidade com o a-t. 15 dos esiatot09
desia cimpanhia, a tiirTgao vende qomxa ar-
r6- de ue. 916 a 30 vaga' pelo falleimeoto
do respectivo accioo 8' ; es preieodeptea deve-
rao enviar soas propo t^s fechadas, poriote'-
media nos correto.-e geraes t o malo da de
29 i j crreme.
Recife. 21 de Jolbo de 1894._______________
Banco de crdito real
de Pernambuco
16* dividendo
Os S-s. accionistas o coovidads a vir re -
ber na sede do Banco a roa do Bom J^sos n. 26,
o .6" dividendo relttivo ao 1 semestre nooo
ere 30 ie Joobo p'oxiajo paesadr., raiao de
10 0/y ao anoo, on 5*000 or rclo.
fleefe, 21 de Jolbo de 1894.
O gerpote
Jos Pantino-Porto.
__ m .
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclama^o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tomo de Castro Nunes. J^
Todos os recibos
desta empreza deva-
:nOT2v..
3R<>
Ti os
. 11 ^
o
'.
Compatiha - a noca
PORTOS DO SUL
O VAfdS
S mtelmo
erado dos ,.-o"t' s do -ui
o d SO id ioita i se-
to.nrjc dOpOtt ia Qi-wrearia d*--
nara
R.o de Janeiro, Rio Grande do
lotao e Porto- legre
Sul. Pe-
ta
Para raasagens, aro, froto etc., Irata-aO com
AGENTES
PORTO DO SUL
O vapor Cometa

Segoe nes es pencos da
para ce per os do
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande- do
Sul e Pelotas
i'r.ra passBR-.'OB, freies e eocotnrendas lr>
e com os
AGENTES
fereira Caraeiro &
6Ru-
do
1.
i
Comroercio 6
odwr
Compobia i'emaaibuaDS de \a-
vegafaO
PORTOS O NORTE
Parakyba, Natal, Maco. Mostor, Ara-
caty Cear
O paquete Jacuhype
Cummand&n'O Mo-iteiro
.etnii-a par os
poriot nema ln
diradv-s oo da
% 00 Corren0
4 eras oa tar
Recebe carga eororomendaa, psssaaens e di
abeirov a freitvaU s II orag da rnao^a do da
aa.. uartida
S JRlPTORlt/
A o Caes d Ooispaaliia Peroamhaoans.
'. 12
Knott's rince LineofSt-a-
mers
LINHA RKGDLAR ENTRE OS
Eslado.-luidos, BroZl eRio da
Frala
O. VAPOR IN British V rince
R' eanerrao de
NewYorfc.no Oh
.I Jultm Oes
ira dpoots da
emoru oecessa
,, w. ,. t'polio
0 ;":,ri Crrela, ena>
i mona sio a ra
23 de Julbo
\o commerco
r Unto Can--ira k JcHoit V'eoDCallOfl
:. 11 eompron.
Ji.alaner ( D>
De mivc-,3. maitm-. banco de m--> Inef'O, '- '";i-" ':,1>r' "'
r m in: s, madeira*, t*..
^o llnaOc Marf.i lj< n Joe
tente-* nn eetabel* ri-?,e' '
sirei'a dn I' wrln n. 30
Segunds.-fr'ira,
A' 11 horas
No dtte e-tabeip< ] ento i o'" li sr'on30.
O --p : e vci I-. :::-.1 lt" ElOI. Sr.
IV. jn-., i' .':' "o de orpofi ip qyria'erjt"
Bieiros >Bi' i A ow i
le amareilo,
;.vc"- apara or*s i ...... -. e*!antes
par'ei'ae, ri.r-rr.--r6-- n i -, f-vat ;:o
Di 0 4 sal, I -
v r, j t' >.-. q:i::" cadelras de bla/ic9t iits d b-ar;-?, gofa, j.ird!-
neirsX li.e', C*o*tra( -a c
^tlga. grande qa0'ld rt d roadoira i prepa-
rada, 1 ti'" o ie m.-rtine-i-i) :cn-, todas a< ferri-
merjtas, t6 eaoolfs h no'io^ oouos motis per-
leonoies ai> espolio do fi *d i iciroa.
Leo
D- 4 caixas n= i 4, c m ehsptH d? palba,
jvartadui r.'.\\)i do rrar, vi',d:a da N wY^rr,
do vapor inpl-x Strabt
.c'egun da-fe ir?, 23 de Jlho
A'i II HOPAS
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n 48
O agente G rr.!"-, anioris^dn, fjr leMo por
coi'ti e rireo de qn m pe tancar, dos cr.ap os
te pclbo, roDi'o das caixas bcidj. meucio-
nudas.____________________
Agente Oliveira
Leo
De muVfis. ror'ps de vee'i'os, bahos. roupa
osadas, eic.. perleo2eotea ao espolio d- Mana
Roaa do NSiimen'o.
Qu&Tta feira, 25 do corren te
AS 11 30R\'S
N* foa do Dique n. 2 hoje F-ei flen-ique
O agente OH^eira. por man iano do Exoj. Sr.
D". jnii de oireiio de aoznles, i reqoe'iroent)
do Sr Dr. corador geral de auientes, levara a
Isilaa v mr-veie e ronpas, b?ho. etc., pe-ten
teoies ao espolio cima e exi.-t-nies rna do
Diqoe n 2. ____
tu p c- q
.. e nn t --; : ci lodo e
ao S-. G :>^"- 0 J '!)< (>(-r--.
- i C"b'> o '-'-:
(- fseD4s sjoe r.a cload> OO Titobaobs a ma
'.,'; M-i-r. -i. 7. Dtrr pomd>a ; a-
- '. an- -
i t^era rert :;: i no t>rso de nlto dlao, a son*
!;- a !-.( de.t* roa ':.. '".ssi'-iii o. 48,
1: ja. Recto. 2! '- lulo i I
E igar !' I i- I Va;rnceH.
ilei-quini Fai:l.\- Culture
4u anal ver ario
.) Cuta ei o Va c-]:o
r ..-'. -.. G liartS roo* n a e eg
e an: ii-i > u enreO i, J ~;: m
Pi i ;..-<-, .< -. -.. misan
qu maodar >: f a >{i"'ja d Ll-
.. r '. r ii
ib, i*
1"
a to-los (jo- oo
ao- a i
.! ren e,
. I ;oraa
rio le -eo :...an pas-
I--. i 1o Ima
reu# a a a a dd ra-
; i-S9
Una rasa ( i,, ren i.-s eomotodos para gr
famiNa, 'sedo ina-l roa. virai'O |
uTr. ceii'*, sillo b f- : ti -i' compfet-roeat* .
raura"", I ;iha *o'j t. gosa idr-ae e
U!:* -ala s(*diH, >'' caa o largo!
de )g-e) de S-*ve< .-'ira
7t!-a a h m ?e depositad eu, c-^a do s.chrij-
3) d:. ture]. l BOelBa, P'- lr^t,-.,e 0.:
nreoto n;-. pfc>rmela Cor eico, rea Mar-;
qo< i de O'ind.
Engenho
V. nrie-8e ora bom eofronhu perto desta ddade,
beiu obra) com bb as e pidendo safrejar irea
mil pa^, porto e -l'-.-rcbarqne pniximu. safra
'onda-: '.i e foodMi lo, bulada e carro de pas"
seio, um propo'ffio* r-a.-a orna r'tilaeo ;
tralar cera La & lr: 5), 'U3 Ma'q'"-i d Olinda
nsmerj 56. _______________
Declarago
Pelo presente declaro qoe me acho paga e
atiafelt do capital elooru -jue me conheram
na liqatda<;4o da firma "e Co'tez A 8*ld*nba,
da qoal taaia paiU rr en timado marido Ji- Mar-
tica Saldann. ti-ando drs'a daia eir iiaole exo
Aaa<'lei<> i.wrlox tlt- 5"g--z-- rcCSO
Deffietri; Pran i -o R C 03
part e asig. 8 '> Aj '. de F_i-
goene ti> as" '8 i'em i s ti-
.-,(i ou e s*o pa> -.,.. lo ele-
br.-r se-b- n i R- i : Anto-
nio, as 8 : m -I -'* '0
Rorrete, n-'B >< -d- j. v.-r..: ^ que se
digoarfi ci-m-are e* ao lef^r'dn
A m&
y-.. Isa se i";' orna ama i a
p*taeo^ '*dlll*i ; a .-a...- ua
DBUie'u 22
i. a nina
rea a C>oq '.^ta
V J^**^*AiAjfcX X*
gom
P ecjsa se no orna aoj< qi- ralba lavar e en
s- :i i-, mr r. II -i> C o n. 20.
Na ro '!3 ?>'< o i> n GO? precit
ima para ktc/j de c.si de ieqoei
. ?. r*e crua
a : milla
V
reeisa--e oe urn; a rua
Leilo
-la para
de Janeiro, Santos
Buenos A y res
Para ca.'g snmirmsn'i, t-ia-e cora os
CONSIGNATARIOS
Banco da Repi blica
do Brazil
3 divideodo
^o esr-iptorio de Pe re-a Carneiro 4 G. roa
do Gomtnereio d. 6, 1-andar, se pagar o 3-
dividend j das accO-B deste Raneo, aqal iincrip-
la<, coTespoodete so semestre o o em 30 ae
Jao'bo ulumo. seo M po" accao cPm 50 O/o v capal realisado.
R xife. 21 de Jolno ce 94.
rao ser passados emj0|inston Pater e Coip.
talo carimbado e fir
mado pelo ge r ente,
Rua do otnmoecio n. Ib
F. n t-\
lr>
sem o que
valor algum.
Sanjuel Jones
Gerente
terao
is4P.r?:ac5s
Pacic >itm hiipM Ohi<
piny
8TRAITS OF tf AGELLAM LINE
O psquete Sorat*
E' esperada de Europa
ate o 'i'/- 29 de Juihj
segeln i. dea>l( dn-mdis-
p-a*fcvel ':-mora, para Val-
parairO enm fg ala r.pia
Babia, Rio Janeiro o Montev do
Faro carga, rassagetD eoeommeodaa e oinbei-
ro a frete tras se com o*
AGENTES
Wilson, Soas 11, Limited
10RUA DO COMMEClO-10
Io atdar
1
Lifi! Braiilciro
r")KTOS DO NORTK
O paquete Olinda
'-ommarjda'ite o oapitao de fragata Gu.-
Iherme Waddiagton
Epera-8e da
ponos do norte
t o II.' 21 -le
JulbO 8ej i. ^ihj da ;no-
De 67 pcaa de fln*lla avarUdaB o'agoa do
mar, coni-io da ola marca OJ e S embaixo,
n. 1932, arscarrecada do v:.ror- M-'edaiena.
(Jaar!a-eTa, 25 de 4uN
a' 11 horas
agente Pinto
BUa'D0-B0M JESS N. 45
Por occa-iao ne out-o le liu de fardos com ps
pe e Oo tamiem a-'do<.
Agente Pestaa
Leilo
D- 5 caixas com p>p6< almico av'iidas com
?gOa do m?r bordo da apor>afcilaza> em toa
oltima viageo rsta -pf'i>, marca MLiiC.
ijaarta-fsi'a, 25do correite
A'S 12 BOBAS
No armazem a traveata do Corpo Santo
n. 27.
A agente Penan vender por conta e risco
da quera perteoeer. 5 raiza com papel tmaco.
avanadao com to do mar.
Nuv: D. 16,
Preclsa-?e e urna qoeerja perfeltn rara casa
. d' orna pe quena famil a ; a traiar !i rija do Com-
aerada teqaaiqoe- com romis.-o rvWia ente a Qjcroio n 14. senuono.
nresma, rejo activo e pas?ivo tica excios'vamen- ---------------~--------------
te a cargo to socio Mano?l C)-tsz da Silva Cu- V enf.aTOja
"ietife 21 de Jn'ho de 1894. O ar.aixo assign^o pede a pe* oa que levan
' Mena Th>n -ora Martin, Srianha.
Lrja para negocio
A!ng.- e umi impo Ur-te loj-i, pa?aa o o
preienden'e :s nemfer.i>naa qn-m pretender,
deii^ ca'ta cesu lypograpma com as iuiciaes
N. C.
j orna ve~.Uroa lo srbrado onde se ,]
' i-ntar de om rasam- nto. r.o neceo d'.i Marisco n.
! 8. qoe lac o lvor de levar !h* ou m ndar sobre
i pena de v* seo ntme enampado nestas cciom-
as, pul* fot loto iom or.b|rto.
Mita. I Ma-tir-s Poto.
Caixeiro
T.vern
"reciba w de cm Balitara com pritica de ta
e na : na.roa do Bom o. 35 B
Cosa heiro
Ag -ate Silveira
Leilo
ra ind -t.i-ut-i or>
Maoe:6. Bahia, Eapirito-Sauto
Jar-e ir"
e io d*
as eocommendas serao recebtdas ate 1 hora
da tanda do da oo caes da Coi pannia Peroambccina. n. 4.
Aos Srs. carreyndore.s psimo a na attenco
pera claosala 10* dos conbecnuectoe qoe:
No case Oe baver Igoaia reclamagao cootra a
corapobia, por avaria cu perda. deve ser feila
crescriijio au egepte especlivo co pono de
.ecarga, deniro oe iros das depois de Bnall-
sa.ia.
Noo precedendo esta formalldadf, a compa-
aula tica sen'.a oe toda a responsabilidad!?.
Para carga, p*OTa8eos. encomraetda
nbei.roa Tete: trata-se coiaos
rigentes
Pereira Carneiro & C.
loa do Ooroaa^rcio n. 6
1* andar
di-
Do ntlo denominado Nrrin, em Olinda,
com casa de pndra e. cal, terreno
rronrio
Qnarta-feira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
N armaieic rna 15 de Novembro
0 agente gilvrira, por mandado e esm ass s
teocia do Eim. *'. D-. )oiz d di'eito dos fe'los
da laxeoda, levar:i a 1-llSo o lita aC>D)8 iaen
donado, e exerocao qoe move a fazaoda cootra
Domingo* Croz a C.
A casa 6 de ped'a e cal coro 4 jsnella* e t
pota de freote. 2 salas, 2 g-bi'.eien ao lado, 3
qoarto^. cosinb fOra, com urna ealel e I qoarto,
meOindo 20 metros oe freote.12 e 80 ceotime
tros de fnn-io, em mu t.i bom es'.ado da cooser-
v;,-;o, edica'ia em terreno p-oprlo, cercado,
co.n multas arvore f-ocMfer.
Os Srs. preiendenle pndero examicar.
Agenta Oliveira
leifo
I)... (rande ob'.ido de 3 andares e soto
roa estrei ro R. sano n. 41
Quinta-feira, 26 do co/rente
k's \\ horas
Ka armazem n. 99 da roa fl5
de \vcirr
0 8gente ac.m^, po :nai>daiio oo F>:m Sr. Dr
jen de duelto de orpnos e a requenmeoto fa
lavfniariHdie das menores Jol'a e Estepbania. e
com o coDsenimeoto dos deuai conennores,
levar a IcSo o importante sobrado de 3 aDda-
res e soi&o, a roa ds Rosario.
Os Srs. p'e'endente8 desdeja podero Ir exa
minar o referido sobrpdo. _______
Precia-se de om bem cosinbeiro-; traia-se ra
rn> do Commercio i 44.
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, co-
lorse, on cores plidas, opilaco frial-
dada, e todas as molestias qua tem sna
origem na pobresa do sangro.
Nao h remedio mais eficaz que aa Pi-
lulas ante anmicas Brzileiras do Dr.
Silvino Caralcante.
Formula approvada pela Illma- Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Presos de urna ca xa liJSOO
Meia duzia 81000
Urna duzia 15*000
U,POSlTO
BOTICA; FRANGEZA
H. ROliaAYROL
22 Rua: da Cruz n. 22
Vende se ama laverna b'm loralisada, na fre-
g eiin de S. Jo-e, com pastantes fon- os a pro-
pria para priniipiante, por ter pcoco capital : _
tratar oa rna de .-. Joao n. 12.____________
Engeho
Negocis-.'e pt veoau oo arrod'irrenio. com
venda da safra (nadada, aiimaes, etc.. o engl-
obo Saodi.de. euoadooo muninnin de Amarasy,
enm p-oporefl-a rara aafrej.r 8.0<>n r*e8 de as-
entar ; a fular no referido e genho.
Feitor
f
Chegaram:
Se.-nenie covt.8 de, bortaligaa e fl >rsj
Rjh Estreita do Rosario (junto a Igre
Pocas Mendes i C.
AgcRte Oliveira
Leilo
Da raa trrea ath rna du Rosario da oa-
Vista n. 9, em terreno proprio
Quiiit-feira, 26 o corrente
4's II liors
Mo arm lem rua f 5 de lo-
?embro n 3S
Obras de Vime
Como sejam :
Cestos pre. compres
BtJBffO
Baia*os para papel
Rwopoiro
e linda* oadeiraa*
Rna Estreita do Rosario
(junt* a greja)
rops Mandes & (1.
LICORES, uOONA :, VINHOS J-
NOS geoeros de primeira qualidade e
tudo quaotu e pe desejur par* uro
boa dispensa, a pre^o ; mai recomido
possivel
(Nao temos eompetidore?,
Rua Istreita do Rosario (junte a
Igreja)
Pocas Mendes i C
Preclsa-se de om feitor, piestriado se porto-
ooz : na rua Imperial o. 17.
Ar. ayal
Alaaa se semestral ou upoi>t.lmente orna boa
caa mtala e cna p-q n) Hi;. com commo*
doa par faolna, aiu A es.raOa do /rrayal n.
44. cmfrooie a Marceara do Pr. Antonio Feli-
ssrdo*do-Amorto* Jo ,io-. a.no centro da esta-
cas da Maogapelra e Casa Am'e|la.
O) p'et^odente podem dirigir-* estr d
doiiimoeiro, Mito do tallecido Dr. Colla co.
eoco^trarto coro qoe* trtr.
I osinheira; cri?*do
Bfecia-re na, roa da PaUr.a n. 40, pagase
bom.
Jardineiro
Precisa se ne om qoe ruluv* bem jardim
hrrelo. pa4fa-*e-lbhia>orOeoao; a (r'tar n
oaaaa. 9 a ron de Bem tica (Man* lera.-.
Gaiveiro
Precisa s de om nvenin com lasante prali-
ca Je maibaaos, de 14 t 16 aooos. g:ractindo
sos conduela ; a rua Visconde oe Alboqotrqne
o. 13 A.
i
Cti-xeiro
Vinho da Serra
Estrella
da
-i garrafa superior
marcas, prrprto parr
Em aner>rel&?
toda' as oatrar
mesa
Rua Eatreita do Rosario (junte da
Igreja)
Pecas Mendes G.
Ptecisa-se d.om Shjxeiro com pratica de mo<
Ihadae. q"e-Cti eopbec'.menii) cese.' conduela.
idade de 14 (8 unos ; n roa do Capito L'ma
o. li, em Biaba Au.aro das Slioas.
4 imlia. Lima 01 i'.
Participain ao commercio e aos seus
dignos freguezes, que mudaram o seu
escriptorio de commissoes e consigna-
res da rua do Mrquez de Olinda n. I,
para a mesma n. o, i. andar.
Serragem Ha aririca oe aioveis, a vpjr, rte Silva Fer-
nacde8 4-C, trrr* te madein* n 30 0/0 menos
do trece rnB>mo.n>._______________________
Cauteilas d"o~Mlonte
Socrori'o
OO'O, prpta e btJHtliOte
Secdo de rna qsa Mace, e tu- b-as aprovel-
lavis, compra-se peto mao' o"c > Ai mrcalo :
na ruacetreita di R sirio r. *, fli ma de relo-
joeiro.
Casapraalugar
Aiog>fe a tteude ds f*aaa e esetcesa casa,
da rn de S. Rrapceco o fO, pio;dj e caiada
de i.ovo. s oms ressoa w <-e tra'e e.d Bador
de soacoodocia; traia-se na esm, casa erua
Na loja de calcado a rua do Bom Je-
ss n. 21, tem para vender.
Kra avisa a seus amigos e freguezes que receben de
Paris um coinp .etosortimenlo de pellica de pri-
meira qualidade chevreaux glacc suede castor
pe de cu etc. rua do Baro da Victoria 63,
loja de espelho.
I iialitt I


*

">

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W
?
I

&
11*

Diario de Pernambuco Domingo *9 de fu I lio de 1994
GUERLAINePAR
O, f*.~UL, cL la f*a.2c9 a.s
-a-**
AH75DS A' MODA ESPECIALMENTE RECOHIEIDADOI
---------------aoq
Agua do Colonia Irajuria1 bronca, Alaiabreada, Almlscarada, para leneo. Sapoeoti, Sabio da tnlnn.
Crema eaponaca para a barbo. reme .le Morangos a reme de Pepinos, para dar reacnra c arelada** ft
cntie. Stllbotda a] ,< a fini.lu pan i.r lastro aoa cabelloa e barba. Agua Athenienae e Agua Loattalpaat
aacalriadm aahaea. Agua ,1 Cliypre Agna de Cedrato para o toucador. Alcool de Cochlearia a t
AflUSojar saca dada.....<*.iPerfume*| eaaa.PA3'RoHa,Parfn c* Jieky.RenascimeutuBrasilciro. Pode CyprlsparadaralT
'""""' _______________________' '--"....."-if.Eicfivnf.,TT| lUMlnl -
FRANCISCO GURGEL & IBMAO
CASA DE CONFIANQA
Fazenda* finas, modas e confcccOcs
Sortimento permanente de tecidos e oulras mercadorias cas
sosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principas
meppte era Pars e Londres, de onde receben as principaes novidade
E' stmpre variadssirao o sortimento que manlm emse du
branneas e de cores, las, linhos, tecicos d'algodo, enxovaes para ca-
mentos e baptisados e uiuitos outros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India lindos tecidos
para reposteiros e muil s outros artigos para decorace, de casas
PREQOS MDICOS
Eua Primeiro de Marco 11. 20 A
TELEPH0NEI58
ES
DE
Exijas em cada lata
a Marca da fabrica abaixo
Para fazer Boa Cosinha
i preciso Boa M.anteiga
U9AI, POIS, A
IHTEKI PURA Ell
DE
de
Frres
itl VALOG1TES (Franja)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de Acido Brico, Margarina,
izeite e qur.iquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO Exposicao Univortil de Parir. 1889.
PILULAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA!
de
Pharmaceutico de Ia Cense, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso
[digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimiiaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
tainbem o pao, o amido e as fculas.
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceraees do estomago, ou
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescrptas
I pelos mdicos contra as seguintes affeccSes:
Gastralgias.
Ulceraces cancerosas.
Eniermidades do figado.
SmmagreaJtmento.
IWX^XaAaS
O rneis completo e vr a-io sortimentc
para hecen, wnbnriMi iot tinos.
Sedas
Brancas, pretas e do cores, lisas e la
vradss.
Cachemiras
Ctr'es bordados, epartilbos, linooa,
pero Unas, levantinas, cretonas, septum,
ohapos de sol, camisas, paobos, colle-ri-
nhee e peitiioos.
Perfumaras dos melhores fabricantes,
etc., etc.
Tndo se encontra por precos resum
dissimos
NA
La Gran Via
8 A-Boa da lmperatrii-38 k
DE
Othoo Suva 4* O.
-1

a>
O
"3
S
Rodolpho Antunes & C."
ai zima Qane de Castas
A
arirfb
FINAS COLCHA3 para cama. LIN-
DOS cortinados para cama e jaoelaa,
precos aera competencia. Elegantes
ibjeetos de bisenit, vidro, terra cotta para
toilette. Grande sortimeoto do albucs
para ratratos. Pepel de isntaaia para
cartas. Alem de m'iitos netre* artigos
que o bello sexo encontrar sempre na
bem conhecid caso de BOjOIJPHO
ANTONES <% C*.
87l\u Duque de Caxias67
A
tt Cd
fl
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Comprare ean-
tela^ de peiiliores
por mais do em outra cgual-
querparle9na ra
da Palma u. 999
a^sini como ouro
e prata. a tratar
das Oi horas
da mauh e das o
as H da noite.
Recife9 19 de
Julhodel94.
<
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L
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AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPBDB A CAHfDA DO
CABELLO
PERFUMA

m
fe
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Igralta o appetite. Anemia.
'Mae digeetes. Diarrhea.
Vomito. Dysenteria.
Flatulencia estomacal.! Gastrites.
Somnolenciadepoieecomer.evomitosq^acompatdiam a gravidez
PAfCfREATHA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4colhe-
raduzinhus depois da comida.
|Em casa u DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em loto as Pharmacias
VERDADEIRAS PILULAS W BLAUD
Empregam-se com ptimo xito ha mais de so aanoi pela m&ior parta dos FacutUU-
tos Francezes a Estnogelros para a cora da AXEM1A, CllhOUOHE fefrea pallUUu) e a
fortnaf&o toa ittrninam.
A lnserc&o no novo Codea) Prancez, eutroslm o tacto da aatNC a Xont* d'Hyslcne do 1
ttSaatO a elcacla d'estas Pilla, sutorlsando-lDes a Yenda, escusa oualquer encomio.
Ss MaK'iorM tiia tiiilr w sas* Utuur wa)a aarakH a aula imia ca* atns.
DE8CONFIEM-8E US IMITA90ES
ROTA. 4* Ytritttoi Plhilu a. D- Blaui i ato m nnim anta aa fteawt ll friacctl
tft 200 f 00 Pnuio. ni aune* so' oiluiS.
PAijs, 8, bu rTimn. osposrroa km todas s psjmcipaes PHamanrai
feLA(/0
tu
^4

Xarope de Sumar
L,Ete gihdavel e eaergici medcame it
o estermioador das toases ressentes ou
antigs, cathsrros, suffoc&go'es, bronchit
chronicfB. rouquicSes, e em geral contr
to ritagao dt-s vas respiratorias.
Convem como unitivo sos tysicos.
COMPOSI^AO
DB
Finir iMio Si FipinSo
Apprcvado pela respeitavel Junta
pela respeitavel
de Hygiene
Prop gadores
Baptista & Figaelredo
Eccontrs-se em qoalqoer pharmaeia.
Erpecialcdade para o toucador
Nva remessa do Maravilboso SabSo
Rubio. nico deposito
Pedro in.uaes t: Ct
NOVA ESPERANCA
63 Rea Odqk de Caxias 63
.Bordados
Completo sortimento em todas a. lar
gnras, branoos e mescla-Jo, de cores <
reme e branco, alta novidade.
Refeberam
PEDRO ANTONES A O.
NOVA SaFEBANCA
63 Rus Dnqoe de Caxias 63
Alta novidade
CrrampSes a Mana Stnart para en-
aits de esbelto o que ba de mais nevo
Ftcelurm
PfcDRO ANTONES'4 C.
ate raxtaa
FAUTAZIAS
E* hece 3 sortimento de tecidos sendo
impossivel de se descrever a grande va
r edede de tecidos de fantasia, sedas,
ISs, nansouk, cembraiab branogs e de co-
res ; pede-se ao publico em gerfcl e princi-
_^m i palmante as bizmes. fmiliB de visitares) o
CoDgresfO das Damas
CarTalho & AJmeida
ROA DO CABGa' n. 8 e 10
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Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Damas
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Oom vidrilho e sem vidrilho acaba receber lindo sortimento o
GfNGHSSSO DAS DAMAS
5B2BBS
As sezoe febres intermi-
tentes, palustresi retiteote-,
(iores de cabeca, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
las infallivelmen:e com as
pilulas contra as sezoes Jo
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app!ica-fe veolofas eeccas surjadas na roa
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fyende-se
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a ANEMIA o RACHITISMO
a LEUCORRHEA as ESCROPHULAS
o RHEUMATISMO ^^k. flk. a TSICA, etc.
de EXTRACTO de FlGA.nO de BA.CA.LHA.O
mais eficaz aiada do que o oleo cr de figado de bacalhao
O GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRADAVEL que as
mesmas criancas tomam-no com prazer.
Xas principa**. pharmaria. PARS. Ru Lafayette. 1S6 .
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este exoellente Whisky Escoces pre-
terive; ao ovgnac ou aguurddeote oacr.
pan ortificar o co po.
Vence-ae n retaibo nos maioraa arma
aena de molh dos.
Pede Rojal Blend marca Vatio,
ojo aome e erobiema so registrados pe
o do o Brasil.
Uta terreno proprio, com ?25 palmos de Ir- nte,
e 300 de fnndo, coro duas casas em nuo esado,
sitnadas no Campo G-and*\ efqnina da roa ie
S Joaa ; a tratar aa ra Domirgos Jos Manir I
notte.c 80.
K alej
os
Iicportan^s realejo?, o* melhores qoe imi
vlodo ao mercado ; eajfse na relojoaria Dav-'.
a rna do Caboga n 14. Precos baratsimos.
Aos Srs. proprietarios
Vendemse com grunde difTerenja dos actoae
P'egoo do mercado, ajolejos com lindas cores u
oTprphenenles desenboo, no largo da Alfan-
je % a a. 2.
Os Murperflnos cigar
ros iAHPAIOS, ven
dem-se as principaes'
mercearias e na fabri-
ca de J. B. do Beis ti
C Successor**s, a rna
I.ui'xi do Bosario n. 3
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constitucoes delicadas, e sao d"ura valor incrivel para todas as enfermidades pecnliarei
ao exo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para -is pessoas de idade avaccada
a sua efficacia e incontestavel.
Essas medicinas sao preparadas smente no Estabelecimen'.o do Professor HcllowaI^.
78, KEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vndanse em todas as pharmacias do universo.
* O? compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa c Pote se nao teem a dvrecoao,
533* Oxford Street, sao falsificaCoes.
?*????????>??????
FALTA 0E
O o puro de linhaca
,Venie se en barrig de 50 galOes a 29O0 o
ealo ; a tratar no largo des Coelhos o. 13, n
iiesiilacSo ios Coeltios.__________^^_^_^__
Coral Aosa
Lidas voltas de Coral Rosa de 1,
2, 3 e 4 fios o que se pode desejar
de melhor recebeu a relojoaria David
ra do Cabug- n. 14.
Precos commodos.
Anemia, thloroaie. Debilidad*
l-j-trnunriiti
CURA RPIDA K CERTA PKLO
PEPTONATOe FERRO ROBU
NICO FERRUGINOSO
Beconhec/do assimilavel e preferidt
^ pelos melhores mdicos do mundo.
bescooar-ae das lsificacoes e imltacoea.
POR ATACADO.
13 Rae Oranier-S'-Laznre. am PARtt
Depi-iloi em todit as principad Pharmacias.
ii6*t
* Medalhasci0urOEExposii;oesniverse3 Va
: afiis -- j>r asa, fc pars

o*
o
Sal
Veode-se de superior qnalidade ; para lofor
macse, no larga do Corpo Ssnto a. S, primeiro ]
andar.____________
Criado
Precisa-se de um menino de 10
12 annos, para criado ; no 3.' andar
do predio n. 42 da ra Duque de Ca-
xias, por cima da tvpographia do
Diario.
J. FAU
BOSOIOS (FRANCA)
IftttmtfwtVmwfr
CM1 ffl. FEKl
CHABLE
300,000 Curativos dGoierrai
28
[CHABLEi
Fluos branco*
Parda? enunaa
ItebilididaaasOrgiw
mrmtiHUiaf'
POMADA ROoso*ATANNINO
Pin tornar i ditao cuello unne ttmCfll PRIMITIVA
POMADA DE ALCATRO
QUINA contra aa PELUCOLAS
SEGUNDO A FORMULA DO DOUTOR NVSTCN
PRIS, FILLOL, ruk UUyaUe, 53.
^Jtm^^^m^^r$n^rniaKM^ItK^
MARAViLHA CtSATIVH
IXI CELB.1RE
O. Hiiiplireys b Nova m
a iJt.asiia V.aivilha do Sst >
AJPEPVaJ)* LICENCIADA
>elr-, In8:!Cto"ln Gavasl de ilv^ieno >?
impetro Bnuatfa
. rtnTtHia fu- ni'.vn o remedio promiavr
aya ae Kai 'lu^H's, Tbe
'ilivit.adfia
-^O!" .:,;<4\io. reda.
, : faz&orar a eild
K>mc por cnoan o.
'.ii tvi!.,n t'urarivn. :. aiivNw,rcmp(..-.
Madura
r ouual(,iwrouns
reUf'i.
A HayravrHha cra:va impagavel i :-
j,i.i \.:r7 UisOengim
J'>^ Fuim^e:.. .lunjrivii.ia^-cusacsattare nunca ralba.
. I. San I bbSISS
A Manvt?*i.t 0i6i____a-tSt'vi
-<, i.aid lviras rhMabaths,'
''.ti'Z Qas Juntas ou Parvee.
A .>!,,..viihii fornilvs tooane rejaKjli
adl .as Iccbacasac
riannt. -1 sc^iro. wmpreeffieas.
A AlnrnvilLa Curaiia mulo n
-nteocno p.im o CeiaiTO, a I^W'irrhca ai a?
tfK.-res rancaa. e iit-ob oorrtmentos aebllitantaa.
A Mai'R\ ilt. Cara'lva in.pagawi pac
j-ipriaa. VaaM*
DIUOTCB.
i MarHvibn Ci-ctiT ? rprnejOoprom>
..' A ^.ravilba Carutln
..-:- uariu <
-*Kl -iras*. iloliulvjTa. conru iva. Lacen
Espealiades do Dr. ItanpJirey*.
SCcrDfdtiis RapecSScc,
entnenla flai-avtUacaoi
BeiDa>o.i !*r>'inttM,
KcnaeaaVM Vetertmarta '
Jlani-a! j.iWfc^iea t-muslo tio curcl^ii.ocA ni laua-
m&osci tica"!:, oo
m'SfPHUF.VH' ausr-'.wsKoa*,
le Fahva MTeet. NBV TOBUL.
NI OS AGENTES
Para vra.daa en grosto el
Pr raamburo
Faria vobrinbo C.

I IHSlVn
B' incrivel!! s se
vendo
Ol propMeiario lasESTRELLAS D'AERI-
i.'A, roa Io de Marc- d. II, auiiga do Crespo,
rguinam a* em diter t do qoactos Ibes
derem o p'azer de ler este anonoclo, qos
tod-H as oierraoo'ias aqni desenptas eiles leem
no cea estbele imen'o.
E' incrivel II s te vendo, e costa ponco am
pssveio i 6oi*> liado epiabeleclmeoio onde en-
contrado o qu" ha de cbic, bem e barato.
So querem o deseo.'. 10.
S'ia< cbecadinb^H bootaaj, Pcoamboco ca pon-
a 24309, o covano.
Conloados para jaceilas. 8/000 o par.
P.noa oe crocbet para stf e cade:ras.
O-iones ingl^iei!, 600 rs. o covado.
Semore viva, o qoe ^ de coic, em cretones,
700 Bf. o covado.
Tcnlo de nnaotazia, l/OOO o covado.
Nao me 'oque pnamazia, l 000 o covado.
Liodos laoetes para sof e cama.
La e nbo alcoebeado, alia novidade, 11 o co-
vado.
Pulardioe de balas, lindos padrees, 700 ra. o
ce vado.
Confieres de la. erandei, 3/800 am.
Gorgorina de boln 600 r. o covado.
Merm'* pelos de 800 rs. a 4/00.
Badas do Lyricofaria-cores MM8 o covao.
Cmbralas Dorda'.as com om metro de largara
- 1/2C0 o covado.
.iapiisies Bias 2i0 rs. o covado.
Gentil pernambocaiia 700 is. o covado.
Panam lin'i.issiosu 600 rs. o covado.
| Vestidos bordador a peda.
| Las ce qaadro. 300 rs o covado.
L nb' cbintz, 500 rs. o covade.
! Verbuuoag de lonas as cores.
j Madoolo Panoinbc-lava o 5/000, peca.
. Cb j Corles de cemelas tinas.
i Baptiies C ispima* 400 rs. o covado.
P.cbas de 1/ a 14/
Ficho3 de Imbo, grande. 9/ om.
Madapolao especial de 10/, 12/ e 14/, pega
varas.
Merios de cores 1/200 o covado.
Maombas pretas de seda 4/ o xa.
D'laS de co-es. de sda 7/ urna.
Duas de aleoiao 3/ ama.
E'-amioes, 600 rs. o covado.
Sedas cnioezas, 1/300 o cuva'lo.
Cmbralas de c res, arrendadas, 1/300 o covado
Cretone babiano, ftoO rs o covado.
Cretaaes francezes e ingleses
Me'tacs pretos e de cores, lavrados, 1/800
covado.
Vestidos orancos bordados, diversos pregos.
j Vestuarios para bapusados, d- 10 a 50/.
Voile de la 1/300 o covado, Bnissimos.
j Fasta de cores para calca 4/ o corle.
' Seiins todas as c res,
i Sarab de d reas rores.
lorliu&dr de camb-aia 10/ o par.
Conloados de crochel, de 14/ a 40/.
Coicnas de crocbet 10/ orna.
Corles iie colieies de fuatao, tranco de cores
5/000 om.
Combas de cores, grandes, 4/ ama.
i Baeta eocaroada e azul.
Las con Metras de seda, 2/500 o covado.
Sedas pretas lavadas de 2/500 8/ o covado.
Gorgorao de s"da para de 6/ 10/ o covado
i C'TObMia traosparen a de 4/600 a 8/ a pega.
Dita Victoria de 4/600 a 8/ a peca
Um comuleto e vanado sortimento de mindezas.
Completo e variado soriimento de ronpas fetai
para bimens.
Um conpleto sortimento decasemiras de cores,
Lindo Hortla.eoto de vestnarios para meninos e
j menioas, ultima moda.
' Merino' azol marinbo, o qoe ba de melhor oeste
j jfenero.
| Crep atol mancho.
Cami8r-ta8 de flaneila, finissimas.
Completo sortimeoio de ao relodos e c pas.
Cache toras furia -coree, 1/200 o covado.
Graodes redes da B>bia de Traicao.
Gentil al'goana, furia c res, 1/ o covado.
Voltea de l, lavradas. de odas as cores.
Veelldos braceos bordados, de 16/ i 22/.
Vestidos em lau'lios. de cambraia da cores, ulti-
ma novidade, 22/ om.
Musselina da India. 1/ o covado.
Crepons de coes, 800 rs. o covado.
5-;" Pregos sem compeiencia.
Malas ae mao. pretas e crascaj, de couro, la
< glezas e francez.-is.
Malas para viaeem, grandes e pequeas, iQ>
i glezas e francezas
Cbeeaaam a sedas, Amor perfeitj duas
. larenras, a 3/500 o covado.
Um completo e vanado soriimenio de rcopas
feitas ; ara borneas, meninos e meninas.
E' lncrive!! s se venrtr>.
NA PONTISSIMA
Estrellas 18=Rua 1 de areo-19
aNTIGa DO CRtSPC*
Marques & Lima
Alfa atara Moderna
18-Rna Larga do Rosarlo18
Acsbi.-Le de ab'ir orna nova alfaiaiaria. com
.sple idido eo-timrdto de casemiras, ebeviotes
'ios, oltimas novidsdes de Pars e Londres.
A cflklna dirigida por am baDil e conbtcido
artista.
Os -eus proprietsrios pedem ama visita di
oo es'abelecimenio
______ CA 1P03 & MAIA____________
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pen-
'dulas de torre reigreja chronometros de
' marinlia, caixa do masica," apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
'alcance, joias todo e qualquer objecto
tendente a arte mecbanica.
9Rm Larga do Rosario9
YRANGA
Fabrica de Charutos
DE
.:::::::: :::::a:s & c.
S. Flix Baha
Os exellentes cbarutos d'esta nova eje
acreditada fabrica, estao a venda n'est a
cidade na antiga e conceituada casa con>
mercial ios Srs.
Joaquim B. dos Reis *}rC.
Succesfores
B A L o\RA DO ROSARIO N. 30.
Fabrica de arelo
Agnas e limonadas ososas de
tos s as
Soda water, gisger, ale, limfio, laranjas
ouracJo, abacaxis, granadina, grosellas,
baunilha, horte pimeints, ato. to
12-ACAES DO CAPIBARIBE12-A




r


rife*
ario de Pernambuco Domingo $$ de lu lio de 1994
?.si" 23 Doaamrso
SOB A D1RECCAO
no
:: ::i: saftzsta se&usisa costa
Noces compiladas e
traduzulas do diversos au-
ctores oxprossamento para
a oitava pagina do Diario
de PcrnambucoPV***
Capitulo I
DariNIO E OBJECTO DA ESTATISTICA ;
SUA UTILIDADE
A Estatistica a scioncia dos factos
naturacs, sociaes e polticos, oxpres-
sos por tormos numoricos.
Ella tom por objecto o c-onhocimen-
to exacto da sociodado, considerada
em sua natureza, sous olomentos, sua
economa, sua situaco o seus movi-
montos.
A sua Knguagem a das cifras, que
lho sao tfto essenciaos, como as figu-
ras para a geometra o os signaos
para a algobra.
Procede constantemente por nume-
ros, o que lho d o carcter ele preci-
so o do certeza das sciencias exa-
ctas.
A Estatistica coustitue urna scien-
cia dofactos.comoa historia,agoogra-
phia, o as sciencias naturaes. E\
como a astronoma o a geodesia, urna
scioncia de tactos numricos.
De todas as sciencias a Economa
Poltica a que est mais intimamen-
te ligada Estatistica. Ambas tom
por lim melhorar o estado social,
classificacao racional, bascada na di-i
visao systomatica das matorias. I
A classificacao goralmente accoita
a sogunte. 1 Territorio ; 2o Popula-
cao; 3' Agricultura; 4' Industria; 5o
Commercio interior; 6' Commercio ex-
terior ; T Navegaco ; 8o Colonias ; 9o
Administracao Publica : 10* finan fas ;
11 Portas militares ; 12" Justica ; 13
Ins truc cao Publica.
I-'
O territorio oslo natal com suas
lombrancas, a patria com suas aflbi-
c3os, a propriodado com sous podero-
sos interossos, o dominio agrcola
com o trabalho quo a fortuna do
povo.
A Estatistica rocolho cuidadosa-
mente os dados numoricos.sobro elles
os classifica, o forma quadros analy-
licos, quo fazem conhecor:
1." O estado physico das regidos ;
suas jazidas, suas costas, suas mon-
tmhas, sous ros, lagos, pantanos
e a contituico mineralgica do suas
dillerontes espocios de terreno;
2." Seu clima, suas temperaturas
medias o extromas, a quantidado do
chuva quo roga as suas planicies o
suas montanhas ; a prossao atmo-
spherica, os ventos e outros agontes
meteorolgicos ;
3. O territorio dividido physica-
mente, a oxtensao das regies mon-
tanhosas, das planicies, dos valles ;
a oxtonso das torras aravois, das
pastagens o das ilorestas ;
4." Sua divisilo poltica o adminis-
trativa, antiga o actual.
2."
A populacao a alma do paiz. E'
sua torca, sou poder, sua'riqueza, sua
gloria, so bem o folizmento gover-
nado. Som a roalisaco desta rara o
difficil condico, a populac/io, a me-
dida quo augmenta, torna-so cada vez
mais um llagollo.
Nao suffieionto as nocessidades da
uiaiidoprindicacocsdealta razao Economa Poltica saber unicanjonto
s poderes administrativos o poli- abacia populacao. E do grande
utilidade dcscobrir, nesta massa, as
partos dislinetas quo a compoem, as
rolacOos que tem entro si, os movi
os pode
ticos.
Mas a priineira urna sciencia
transcendente quo plaina com auda-
cia na regio a mais elevada dos sys-
temas especulativos. A segunda
somente a sciencia dos factos, quo
enumera por cifras rpidas, as nocos-
sidade das popula ;0os, sous progres-
sos de cada da, e cada una das par-
ticularidades felizos ou l'ataes do seus
destinos.
Urna e outra tein a esvantagem
de serom pouco populares, nao ob-
stante dedicarom todos os seus estr-
eos aos interesses dos povos.
E' urna desgraca irremediavol
oriunda das formassciontificas e obri-
gadasdo'suas linguagens a Econo-
ma Poltica procedendo por abstrae-
rn, como as sciencias philosophicas:
a Estatistica na > fallando seno por
signaos numricos, como as scien-
cias exactas.
A h'statistica se applica constante-
mente a todas as transaeces sociaes,
quer explcitamente por grandes ope-
races, quer por operaces de minu-
ciosidades quasi imperceptiveis.
A sua utilidado reconhocida por
to'losos homens polticos, publicis-
tas, economistas e historiadores, quo
ajulganide absoluta necessidade :
1." Para provar, em todos os sous
clomentos, a populacao do paiz, fon-
te de sou poder, do sua riqueza e do
sua gloria,
2. Para molhorar o territorio, de-
pois do o ter explorado por opera-
res que fazein conhecer sua fertilida-
de, suascouiiiiunicMco's, seus meios
do defeza, a salubridade o a seguran-
cm de seus campos o do suas ci'la-
des.
3,0Para regular, como bases segu-
ras, o oxercicio dos direitos cvis e
polticos, adquiridos a preco de tau-
tossacrificiospelagoraco quo desap-
pirece logo :
1. Para fixar e repartiros alista-
montos militares, que mantem os
exerctos e garanten a independen-
cia do paiz :
.)." Para Linear, com equidada, os
impostos, que fornecem meios para
as necessidades do Estado ."
C>. Para determinar, em quan t da-
de e em valor, a produeco da indus-
tria e da agricultura, que renov-o.ni
constantemente a fortuna publica : _
7. Para apreciar o desenvolvi-
mento do commercio e procurar as
condicGesditlicois do sua prosperi-
dade :
8. Para esteudor ou
aeco ropressiva >la justica,
vigilante da ordem social. f
9. Para tracar os progrossos da
instrueco publica, que. (leve tomar
os horneas melhoros,esclareceinl>- .s.
10. Para guiar a administracao pu-
blica, as medidas sem numero, que,
para o interosso das classos inferio-
res regemosestabelecimentosde be-
neficencia o do repressao.
11.- Finalmcnto para esclarecer,
pofi inoio de vordades novas ou mais
exiictas.uina multid&o de ontros obje-
ctes que surgem quotidianauente.
itamaopiniftopublica, oceupam a
imprensa, enehem as discussoes Dar-
lamentares e formam probleinas.cuja
soluco s podo ser dada pela Estatis-
ic.
Estes interesses numerosos e pode-
rosos nao sao apropriados a nosso
- pooulo, prtencem a todos os patzes
e para satisfazer ao me elles exigom,
todos os povos eiv.lisados recorre-
ram desde a mais remota antiguidade
ts operacoes da Estatistica.
lista sciencia inuito antiga; a pro-
va de* sua antiguidade excede aos
limites deste trabalho ) o que ella tem
de novo somente o nomo Esta-
tistica que lhe foi dado em 1748
pelo sabio professor de Gottinguen,
Godofredo de Achenwall, que passa
por seu primeiro iniciador ou funda-
dor.
Capitulo II
montos quo agitam-n'a, e particular-
mente as condices de sua renova-
co progrossiva, de seu ongrandeci-
monto, ou de sua diminuicao.
Para chegar ao conhocimento des-
tos objoctosja^Estatistica ostuda a po-
pulacao:
1. Em sou estado actual e antigo,
comparando-a em pocas diversas,
o durante periodos mais ou menos
longos;
2. Em seus movimentos interiores:
sous nascimentos.seus lllecimontos,
seus casamontos, quor as cidades,
quer nos. campos, quor em todo o
paiz ;
3. No ostado civil dos individuos :
celibataros, casados, viuvos o viuvas,
filhos legtimos c naturaos.
4.* as differoncas dos sexos, no
nascimento, na morte, durante a vida
na viuvoz e segundo o ostado civil do
cada um;
5. Na diversidado das idades dos
vivos o dos inortos ;
0." Na mortalidade ordinaria, polas
molestias communs ou epidemias ou
accidentaos ou violentos.
7." No augmento medio c annual do
numero deshabitantes;
8. Na difforonca das racas origi-
naos, dos cultos o das condices so-
ciaes, om pocas antigs ou recen-
tas
9.* Ne capacidado poltica dos in-
dividuos, conformo as exigencias im-
postos pela le:
10. Na natureza o valor da proprie-
dade distribuida por categoras o pro-
pietarios, segundo a especio dos
bens do raiz.
(Contina).
O ItHoifio da Torre
(Longfeowi
Por delraz d'alcleia, como um rosto amigo,
Ergue-se o modesto camp inario antigo.
Prtico vetusto sobresae-Ihe erecto.
lamo frondoso lhe sombrea o tecto.....
E d*aquella altura, na cimalha asente,
Um relogio vejlio diz constantemante :
Nascer----viver..
Viver.... morrer:
Dos degros da escada meio sobranceiros,
Elle acea e aponta com seus dous ponteiros,
Do seu nicho feito da carvalho inculto,
Semelhante a um raonge no capuz oceulto.
E o velho relogio langa a nSo sei queai
Lgubre suspiro que se escuta alem :
Nascer.... viver----
Viver.... morrer!
Sua voz, de dia, levemente dornie.
Porm dalla noute no silencio enorme,
Tao distinctaraente como alguem que passa,
Ella echda ao longo da vasia praga,
Pelo vasto tecto, pelo vasto chao,
E de porta em porta repetindo em vao :
Nascer viver....
Viver morrer!
Veuliam dias tristes, dias de alegra,
Das natalicios, dias de agona,
0 relogio antigo quj a mudanca indica,
o mudavel tempo, sem mudauca lea.
Qual si ludo visse, como o Eterno Pae,
Elle, calmamente, repetiudo vae :
Nascer.... viver----
Viver.... morrer!
No solar ameno que, de prisca edade,
E' morada Tranca de hospitalidade,
Jorn o fumo alegre do fogao antigo ;
Reina a testa em casa do estrangeiro amigo.
Mas... como um fantasma surge n'um banquete,
O relogio, cauto, sem cessar repele :
Nascer... viver...
Viver... morrer:
Grupos de creancas acola brincavam;
Mogas e rapazes a sonhar passavam.
Preciosas horas 1...' Primavera d'ouro !
D'infantis amores delirante coro !
.............
Como um avarento, que seu ouro conta,
Essas mesillas horas o relogio aponta :
Nascer.... viver-...
Viver.... morrer:
Da amorosa alcva sae a noiva linda
De vestido branco, suspirando anda.
E no andar mais baixo. -cmara sombra !
Jaz um morto oceulto na mortalha fra.
E nos inlervallos, que a oragao consente,
Ouve-se o relogio repetidamente :
Nascer----viver----
Vivere.... morrer!
Todos procurarara differentes portos :
Uns estao casados,outros estao morios....
E guando eu pergunto, cheio de pezar:
h Quando de novo devem se encontrar?,
O relogio antigo, que immutavel tica,
No seu lique-taque perennal replica:
Nascer----viver----
Viver----morrer'.
Jaz aqu a morte, la existe a vida.
Mas em toda a parte, na terrena lida
Ho de vida e morte desapparecer :
Sempre alem -a vida, mas aqui morrer r.
O Relogio Eterno, cujo andar nao mente,
Tumbein nos avisa repetidamente :
Nascer viver....
Viver----morrer !
1894.
Carlos Porto Carreiro,
POESAS
guarda
Versos
ESCRIPTOS NO LBUM DE JOS DE CASTRO
SILVA, NO DIA EM QUE RECEBEU
O GRAO DE BACHAKEL EM DIREITO
fausto laurel emfim poude
teu talento alcancar;
(i nobre o tel-o obtido,
.mais o sabel-o honrar.
m
5 a hoja avante a sociedade
Jra ti fita os olhos saus :
urapre que nao adormegas
0,' sombra dos louros teus:
jeja, pois, tua divisa
rabalhar, por merecer
"ico tropbo que s ganha
que cumpre o seu dever.
/. B.
Rcgueira Costa.
CLASSIFICACAO DA ESTATIST.XA
A Estatistica. para conseguir o sou
fim,-emprega ^a analyse e urna
Versos n Sainara (*)
(ERNESTO d'iIERYILLY)
Quando tu banhas o p pequeo
No pedregoso, placido rio,
Os lyrios bellos sentem cinmes
E ao ar elevam seu murmurio.
Si as maos percorres nos instrumentos,
Casal mimoso de passarinhos
Ellas parecem, quando nos ramos
Em castos beijos una 03 biquinhos.
As tuas unhas sao graciosas ;
Dr-se-hia, ao vcl-as tao purpurinas,
Da flor silvestre da macieira
As delicadas ptalas finas.
Teus alvos dentes, si abres os labios,
f)nde os sorrisos meigos florescem,
Na rubra polpa de urna pimenta
Graos pequeninos de arroz parecem.
J. B. Rcgueira Costa.
OTrajocto (1)
Minha gente vou-me embora.
Conmigo saia quem vera ;
Pe o modo quj estou vendo
Commigo nao sai ninguem.
Cantiga popular.
Chegam os animaes. Os comboieiros
Arrumara-nos as malas, a bagagem.
Sao horas de partir. At a volta...
Adeus Boa viagem !
E a cavallo montamos, e partimos,
E das brenhas no meio j nos vemos ;
A villa, ou a cidade abandonando,
Qu8 ja bem longe temos.
A medida q' vamos pouco a pouco
Por essas solides Qs internando,
('novas scenas, q'ftoTlsontes novos
Se nos vao atolhando !
Agora sao engenhos, que se encontram,
Uns anda moendo, outros pejados,
Onde as bagaceiras ruminando
Os bois esto deitados...
E cercados com rgidas porteiras,
Por onde solt o gado vai pastando ;
E curraes, onde os bezerrinhos mugem
Pelas vaccas herrando.
Logo aps sao florestas, mattas virgens,
Sobre collinas a se erguer bizarras,
Onde se ouve, montono, chiante
0 canto das cigarras.
Mais logo,ampias campias s cobertas
De veame, e de arbustos mil rasteiros ;
Agrestes e catingas solitarias,
Extensos taboleiros.
Depois,montes que vamos costeando
Por estreito camnho ssm desvo,
A cujos ps por entre pedras corre
Escuro, ignoto rio.
De vez em quando,enormes precipicios,
Altos despenhadeiros exquisitos,
Em cujos picos trepam e passeiam
As cabras, os cabritos.
Urnas Jr-./.^ .sperto, outras mais longe,
Atra v> -i- ..i asgosa pederneira,
Ouve-stf u marulhar confuso e vago
De oceulta cochoeira...
E o vario canto gorgeado, ameno,
De passarinhos mil, desconhecidos ;
E as capoeiras o latir dos coelhos
A pular escondidos.
Vemos tambem, distantes uns dos outros
Tendo pregados parde ganchos,
Ou forquilhas, aonde armam-se as redes
Hospitaleros ranchos.
E com as suas casas e palhocas
Alguma povoacSo, alguma villa,
Aprazivel e bella mais ou menos,
Mais ou menos tranquilla.
E as casas do camnho,tendo porta
Presa por um cordSo urna botija,
Indicando que vende-se agurdente
A quem quer que a ex ja
Para ah dirigimo'-nos no intuito
De pedir, de beber um pouco d'agoa,
Que o calor nos applaque, e nos minore
Do meio dia a fragoa.
i
Saltam logo uns meninos, qne da tudo
Se admiram, bem como ft gente tola ;
(E um homem, de faco preso cintura,
De camisa e cerola...
E urna mulher, assim com ar e modos
De quem est em vesperas de parto,
Co' a barriga na booca e c'um menino
Escanchado no quarto.
O merepeiro faz-nos mil perguntas,
Depois que attencioso nos corteja ;
Remedios nos ensina, e boa viagem
Afinal nos deseja.
Obrgados dizendo, proseguimos
Avante, sempre acompanhando as casas,
De tudo aborrecidos, e j tendo
Moidas as ilhargas.
Finalmente, depois de algumas horas,
O termo da viagem alcanzamos...
Cargas abaixo, pois Adeus, amigos !
Aqui nos nos ficamos.
Stroncio. .
Selenio .
Silicio. .
Tntalo. .
Talo, .
Titano. .
Thorio .
Tungsteno.
Tellurio. .
Uranio .
Vanadio. .
Yttrio. .
Zinco .
Zirconio. .
N0TAC0,
cular contera 1 hydrogenio 35,5 chloro. phosphoro
Acido bromhydrico 81 peso mollecular piatna
contem l hydrogenio 8o Bromo. Potassio
Acido iodhydrico 128 peso mollecular prata m
contem 1 hydrogenio 127 Iodo. | Rodio.
Acido cyanhydrico 27 peso mollecular Rubidio.
contem 1 hydrogenio 26 C Az. I RuthenD
Ammonia 17 peso mollecular contem 3. Sodio
hydrogenio e 11 Az.
Agua 18 peso mollecular cont a 2 hy-
drogenio 16 O.
Procurando o maior divisor dos nme-
ros qve representam a quantidade do hy-
drogenio nos diversos compostos, ver-se-
ha que ele este algarismo representar
exactamente o seu peso atmico.
Ouro exemplo : supponha-se que se
queira determinar o peso atmico do azo-
to, e seguindo o preceito cima teremos :
Protoxydo de azoto 44 peso mollecular
28 Azoto 16 oxygenio.
Bi-oxydo de azoto 33 peso mollecular
14 azoto e 16 oxygenio.
Ammonia 17 peso mollecular 14 azoto
3 hydrogenio.
Azoto 28 peso mollecular, 28 azoto.
O maior divisor commum dos nmeros
que representam o azoto nos diversos
compostos azotados 14, logo esse nume-
ro ser o seu peso atmico.
2. Metliodo.Este methodo no qual
se toma como ponto de partida os calores
especficos, foi empregado por Dulong e
Petit. Conhece'ndo j os pesos atmicos
de diversos corpos, notarara que para ele-
var de 1 grao de calr diversas quanti-
dades de corpos simples proporcionae3 a
seus pesos atmicos, era preciso sempre
a mesma quantidade de calor, isto ,
que para elevar de 1 grao de calor 23
gramolas de sodio, 32 grammas de en-
xofre 31 grammas de phosphoro e 118
grammas de estanho, tornava-se rigoro-
samente necessaria a mesma quantidade
de calor.
jj|Ma3 sabe-se que o calor especifico de
um corpo exactamente o calor preciso
para elevar de i grao a unidade de peso
d'esse corpo.
Sendo assim e chamando-sa P o calor
necessario para elevar de 1 grao, 23
grammas de sodio, o seu calor especifico
ser o calor que elevar de 1 grao 1 g ani-
ma de sodio, que se representar por------
o
Achado o calor especifico de um corpo
basta multiplicar-se-o pelo seu peso ato-
mico para ter-se o numero que se procura,
Effectuando-se a operago, teremos :
P
------X23=P.
23
A mesma operaco effectuada com re-
F. Cismontano.
(*)S2o os presentes versos da bella co-
medete de costumes japonezesLa belle
Sainaraescripta por Ernesto d'Hervilly
a nao ha muto tempo representada, com
grande succesap, na Comedia Franceza.
Tudo isto de envolta, de mistura
Co' o chero dos curraes, q'ahi rescende,
E co' o perfume agreste, que das maltas
Co' a brisa se desprende.
Varias, diversas, muitas sao as cruzes,
Q'alevantam-se negras e sombrias
Aqu e alli, mormente nos atalhos
E pelas travessias...
Padroes, q' piedosas mos ergueram
Para indicar q'algum christo ahi dorme,
Victima infausta da terrivel fome,
Ou d'algum crime enorme !
Tambem beira dos caminhos se erguem
Cemiterios humildes e volantes,
Onde jazem as victimas da secca.
Os pobres retirantas.
CHUICA
Elementos de chiraica gcral
PELO
Di: Euzebio Marttu Cosa
Capitulo V
(Continuando)
TIIEORIA ATMICA
laro ao enxofre, teremos------x32=P.
32
Sempre encontra-sa o uumero P, cujo
valor foi determinado pela experiencia
que 6,666. Para chegar-se, poranto
a conhecer o peso atmico de um corpo
qualquer, por este methodo, basta fazer-
a seguinte operaco: o calor especifi-
co de um corpo, multiplicado pela seu
pago atmico, sar igual a 6,6^6 ; e in-
dicando, temos CxX=rO,660, chamando C
o calor especifico, X o peso atmico a
conhecer. -^J
D'esta equacao^tirando o valor de X
*b'.t>66
teremos : X=---------. De modo que,
para a execucSo d'este methodo, torna-se
preciso apenas conhecer-se o calor especi-
fico do corpo ds que se quer determinar o
peso atmico.
Os chimicos por sucessivas experien-
cias chegaram a determinar o vapor
numrico nao s dos pesos atmicos de
todos os corpos como os seus pesos mol-
leculares e como ha necessidade de sem-
pre se referir a esses nmeros durante o
tempo que se estuda chiraica e quando
se faz qualquer analyse ponderal, junta-
mos abaixo em taboa alphabetica os no-
mes de todos os corpos simples, com os
seus symbolos representativos, pesos ato-
micos e equivalentes, deixando, porm
os pesos molleculeres, porque desde que
se conhece os pesos atmicos, multipli-
cando por dous^ter-sa-ha os mollecularas.
Tabella dos cop|os simples
com osscuh smbolos pesos
atmicos c equivalentes
Capitulo VI
EQUACES CHt-
FORMULAS E
MICAS
>1
e>
O

o
O

o O
-o

13
a
9
lleci
Este poesa a primeira de urna
colleccSo indita, que sob o titulo de
1." Methodo.Torna-ss preciso conhe-
cer o peso mollecular de um corpo no es-
tado de liberdade e 03 pesos molleculares
de todos os compostos ou pelo menos, do
maior numero de compostos que o corpo de
que se quer conhecer o peso atmico, for-
ma ; conhecer-se finalmente a composi-
cao qualtativa e quantitativa de todos
esses corpos. Escolhe-se como sendo o
peso atmico 'o maior numero que divide
exactamente os pesos d'este corpo contido
quer na sua mollecula lvre, quer as de
seus diversos compostos.
Exemplo: suppbnha-se que se queira
determinar qual o peso atmico do hy-
drogenio .
Comparando-se os pesos de volumes
iguaes de hydrogenio livra, de acido
chlorhydrico, de acido bromhydrico, aci-
do iodhydrico, acido cynnhydrico, Ammo-
nia, e agua que aao todos compostos
hydrogenados, teremos:
Hydrogenio lvre 2, peso mollecular
Sertanejas deixou-nos o pranteado poeta!contem I hydrogenio
pernambucano. Acido chlorhydrico 36,5 pete *k>-
Alluminio.
Antimonio.
Arsnico, .
Azoto. .
Baryo. .
Bismutho .
Boro .
Bromo. .
Carbono. .
Cadmio. .
Calcio. ..
Chloro .
Chromo. .
Chumbo. .
Cerio .
Cesio. .
Cobalto. .
Cobre. .
Dydimio. .
Erbio. .
Estanho. .
Enxofre. .
Ferro. .
Fluor. .
Glucinio. .
Hydrogenio
Indio .
Iridio. .
Iodo .
Lauthano .
Lithio. .
Magnesio .
Manganez.
Mercurio. ,
Molybdenio .
Nickel .
Niobio .
Osmio. .
Ouro. .
Oxygenio .
Palladio. .
Al
Sb
As
Az
Ba
Bi
Bo
Br
C
Cd
Ca
Cl
Cr
Pb
Ce
Cs
Co
Cb
Di
Er
Su
Ssulphur
Fe
Fl
Gl
H
IN
Ir
I
La
Li
Mg
Mn
Hg
\Io
Ni
Nb
Os
Au
O
Pd
123
75
14
137
210
11
80
12
J?
10
35,5
58,2
207
92
133
58,7
63,5
95
112,6
118
32
56
re
9,3
1
113,1
198
127
93,6
I
24
55
200
96
58,7
94
119,2
197
16
106.6
13.75
122
75
14
68,5
155
11
80
6
56
20
35,5
26,1
103,5
46
133
29,35
31,75
47,5
56,3
59
16
28
19
4,65
56,6
99
127
46,8
12
27,5
100
48
29,35
47
99,6 j
98,5!
8
53.3
i
A notajo chimica tem por objecto ra-"
presentar os diversos corpos conhecidos
por formas abreviadas que indiquem. ao
mesmo tempo sua compusicSo qualtati-
va e quantitativa.
Para se conseguir isso costuma-se re-
presentar os corpos simples por symbolos,
obtidos, tomando-se a primeira lettra do
nome do corpo, exemplo : hydrogenio re-
preseuta-se por H : oxygenio por O;
carbono por C; Iodo por I etc. Acon-
tece, por-em, que existam diversos corpos
simples que tem a mesma lettra iuicial
nos nomes e para estes casos toma-se a
mesma lettra inicial e faz-se-lhe seguir
urna minscula apropriada, exemplo : o
chloro comeca o seu nome pela me-sma
lettra que o carbono e como esta j foi
representado por C, os outros corpos re-
presenta-se tambem por essa lettra, se-
guida de urna outra lettra minscula
apropriada e portanto o chloro repra-
senta-se p r Cl; o calcio por Ca; o Ca-
sio por Cs ; o cerio por O; ; o cobre por
Cbb : o cobalto por Co ; o cadmio por Cd;
o chromo por Cr, etc.
Cada symbolo representa um tomo do
corpo que se escreve e suppe-se que elle
tem o seu expoente igual a unidade, pelo
que nao se representa graphicamente.
Querendo-se representar o duplo to-
mo, que a mollecula ou mais da dous
tomos, escreve-se o symbolo respectivo
e da-se um expoente igual ao numero de
tomos que se deseja, exemplo : dous
tomos de cobre ou a sua mollecula, es-
creve-se Cb*.
Para representar-se mais de urna mol-
lecula de cobra escreve-se a esquerda o
numero coofficiente indicativo do de mol-
leculas desejado, exemplo: tres molle-
culas de cobre 3 Cb2.
FORMULAS.Para se estabelecer a
formula de um corpo coraposto proema-
sa em primeiro lugar por meio da ana-
lyse chimica qual a sua coraposiao
centesimal, e depois determma-se o sea
peso mollecular.
Por urna serie de proporces se chega
a conhecer qual a quantidade de om
peso certo desta substancia que repre-
senta o peso de sua mollecula, divda-
se as quantidades de seus diversos ele-
mentos pelo seu peso atmico e o quoci-
ente mostra quantos tomos ha em cada
um d'elles
Supponha-se que se queira saber qual
a formula do acido proprionico. Proce-
dendo-se a a analyse chimica em cem
partes d'este acido, encontra-se o segua-
te : cem partes do acido proprionico con-
tem em peso 48,648 de carbono, 8,108
de hydrogenio e 43,243 de oxygenio.
Depois procura-se saber qual o seu pe-
so mollecular que encontrado a repre-
sentado por 74. Com esses elementos
estabelece-se as seguintes proporces ;
100 de acido propionico esto para
48,648 de carbono assim como 74, seu
peso mollecular, est para X, que deve
representar a quantidade de carbono
existente na mollecula do acido sugeito a
descoberta da formula e indicando, n'es-
= T"!'^ taramos :
100:48,648;:74:X, d'onde X=35.99, oa 36
10: 8,I08::74;X, d'onde X= 3,999, ou 6
100:43,243::74:X, d'onde X=il,999, ou 32
Tirados cs diversos valores da incgni-
ta, v-se que a molleula de acido pro-
pionico pesando 74, contera 36 de carbo-
no, 6 de hydrogenio e 32 de oxygenio.
Querendo representar-se a sua formula
chimica, que indique ao mesmo tempo a
sua Cinposicao qualitativa e quantitati-
va, basta notar-se que o tomo de carbo-
no pesando 12, e existindo na mollecula
do acido propionico 36 de carbono, coo-
clue-se que na formula procurada dever
haver tres tomos de carbono. Continu-
ando a mesmo raciocinio para com os
outro elementos ver-se-ha que o tomo
do hydrogenio pesando 1 e havendo 6
conclue-se tambera que haver 6 tomos
de hydrogenio e finalmeute que o tomo
de oxygenio pesando 16 e desde que ha
32 d'esse elemento, segue-se que haver
dous tomos de oxygenio, portaDto a for-
mula do acido propionico ser representa-
do por C5H60.
Fica por este modo conhecido o metho-
do erapregado para a determinacao da
formula chiraica de um corpo qualquer.
Para representar-segraphicamente urna
reacoo chimica tera-se necessidade de
juntar diversas formulas, que, ao lado
urna das outras, exercem nm papel impor-
tante e que deve ser attentameato obser-
vado, exemplo : supponha-se que se faca
actuar umamollacula de acido chlorhydri-
co sobre urna mollecula de hydrato de
potassio. O acido chlorhydrico tem por
formula HCL e o hydrato de potassioKriO.
Pois bem esses dous corpos actuando unx
sobre o outro produzem chlorureto de
potassio KCL e agua H20. Representan
do-se graphicamente o resultado dYsta ro-
accao chimica, teremos:
HCL xKHO^KCLxriX
E' isto o que se chama urna equacl
chimica.
Os signaes mais ou menos indicant que
se juntara elementos chimicos u decem-
poe-se um corpo em dous outros elemen-
tos Os oytros signaes tem os mesmo
valores que em Algebra.
# (Continua}
'
A

t

?
i



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