Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19519


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Full Text

A XIVO IjHL*
Qninla-fefra 19 de Jnllio de I*tf
CIMERO ie
!
DIARIO
PERMMBUC
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezcs adiantados. 8$000
Por seis mezes adiantados. 15$000
Por um anno adiantado .... 3000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.a, residentes em Pars18 me de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mecano da.
Numero avulso de dias anteriores.
16|500
33000
Telegrammas
S3M55 ?:s::WLA3 M 2IA3I3
Rio de Janeiro, i8de Julho, s 2
horas e lo minutos da tarde (recebidona
estaba i as | horas c 30 minutos, e entre-
gue s -i horas e 52 minutos).
Consta que o coronel Morcira Cesar
foi promovido general de brigada, e
nomeado commandante do .\. distrito
militar.
O almirante Joo Goncalves Duarte
ja assumio a pasta da Marinha.
Foi nomeado chele do estado-maior
da esquadra o capitao-tenentc Soares
Dutra.
Buenos-Avrcs, 18 de Julho
As forjas de Juca Tigre, por falta de
gneros aliimenticios. internaram-se no
territorio argentino das MissOes, onde
entregaram as armas pedindo trabalho
as Colonias.
A'ordem. da subdelegado da Varzea, Ben-
vinda (uilfierraina da Cosa, para averiguages
policiaes.
Communicou mi o juiz do 2 districto de
Jaboato que. no dia 15 du corrente, por volta
de 6 horas da tard :, no lugar Tot, daquelle
districto, travando lucta os individuos de no-
mes Jos Gabri.-I de Souza e Manoel Ricardo
de MactMo deu c-ui resultado sahir este ferido
por aquelle, cot urna faca la.
O oliiidid), depois de procedidas as neces-
sarias diligencias, foi transportado para o Hos-
pital Fe 1ro 1", e contra o offsnsor, que foi pre-
so em flagrante, procede-so nos termos da lei.
Commuiiici- me o juiz do Io districto de
Caruar que no dia !0 do mes lindo, no lugar
K-t.-vito prximo ao barracao E. F. C. P. deu-
seutn a conflicto eatre trabalhadorjs e
empregadoa .lo mesmo barracao, do qual re-
sultou saliirem ferido3 quatro individuos.
Contra os criminosos procede a autoridade
competente na forma da lei.
Saude o fraternid ide.
O que-tor,
Julio de Melh Filho.
con ns pavas nelrOrs, que por sua ver fl;-.'am los
i lomado aqolla aotieraoa.
?...* o;:as 3o da o>3i>ellJ, orna multie-do
povij i J'aava :
-- m ai agora como qne passar ama a -
ven p>r ciaai ;lo*ta trra t
lira gentileza dos Deirea : fui ineesUde
Pissavipor om sitio qualqaer sen se enera-
da. No re^ieiso toda aqoella gente Uohi as
maos ciiel8 e arates, e enifi.i cravo< liodiisl
iios qoe de^ejam a traoquillidade e o bem NSo qu^'em qoe todos se lembrem do famo-'u
fsar do sea ,>n ti- vem sor pela maootenc8o| pogramma da G'soja, das so'emnes meseos de
reformas ralicaes fettas quando comr-a'eram a
e estabilldade daa sitaacOes polticas, que otl--
r c,am garantios sevu'as para arcar com as se-
veras resaoosabihdades qoe oa acootec memos
Ibes imrOe :i. E' por sso qae os signatarios
representa '.es de todas as chases socia-s desta
cuate, confiando em qaa o governo de V. M.
cootiaoa- a servir digna, boarada e corajosa-
ment oa grandes mteresses da aago e a pro-
iruoTT com acert e deiicago a aolugao Je
mos, coai que encina a cifrageta 'i '.lintin.
Esti rrtnbaio mullas f amlas pelo9 pobn-s c I tantas qoestOai de aulidade gral, como'ja l-m
instilos pos ne Vis*!, VooielU e S. Ivlr, superiormente ev;;'eocladoveem. muito res-
Ti'iesaar.t
Ir Estado
iinmnuco
le Per-
DABTEOFFICIAL
(inverna d > Estado de Pernam-
buco
/; tpadu do dia 17de Julho de 1801
Antonio Braz de Souza. pedindo pasamento
da quaulia d H730O, pela encadernagfio dos
livroa para a Bibliotheca do Estado. Deferi-
do, com oificio d'esti data.
Ar Ionio Baptista d'Araujo. requerendo elimi-
naco de um apparellio da Companbia Recife
Dravnage para o predio n i da ra do Hispo
Sardinha. Inforui! o Dr. inspector do Thesouro
do Estado-
Amelia Francisca da Costa, pedindo dispensa
do pasamento de annuidades atrasadas pira a
Gasa 'lo sua propriedade sita rui da Palma.
Deferido.
Companbia Great Western of Brazil Limited
pdin lo pagamento da quantia de iotf01", de
pas;.-i.-i'ns concedidas, por conta do Estado no
me/, d; Fevereiro findo. Deferido com officio
desta data au inspector do Thesouro.
A m-2sma, pedinio pagamento da quantia d:
139112'. de passagjns oncedidas, por conta
do Estado no rnez de Janeiro lindo.Defer lo
com i fflcio il'esta data ao inspector do The-
souro.
Bacharel Eutropio Goncalvo- da Vlbuquer-
?u>: Silva, juiz de direito do municipio de
iinli:-. pedindo um mez do hcenca. -Como
rejo
Francisco Correa de Mallos, professor pu-
blico '-m dspunibilidule pedinlo |)agameiito
de amentos i que se juica com direito.-
Dee lo, nos termos do or'icio desta data ao
inspector do Thesouro.
Pelix la Cante Macdo Franca, l labeiliao
ttttv privativ i de orphfios do municipio de
Bar'1 S, pedindo quatro mezes de licenra.
Como r '|ii :r.
Fran-iscD Olympio d i Hoch i, ex-professor
Sufoliro le Handacaia lo munici|iio doBrejol
a Mal l);n-, pedndo para ser considera lo, d
em di .;ionililidade. -Informo o Dr. inspector
da lustrucgS i Publica.
Hercu ni i Maiiiniano do ascimeoto, p"din-
do dispensa de paginunto de impostos dein-j
dnstria c proflssao langa !o quarto a ra das Liranceiraa ond: trabalha le
oorive Informe
do Es
\-\ Francisca di Quental, professira pu-
\rraval. pedinlo pira ser computa la
em su ubi'acSo a gratiflcacSo de m .Tito que
sejul; i lireil -Informa o Dr. inspector
do Tli:-' uro.
. egorio do Patrocinio, pedindo entrega
de ii :i tos Enlrega Dwdfante re
.i- Rea redamaiH|o/sobre
o i. 53 mj ido .i Bi u i s-
>.A' .-la das iraformarofl nol
|Q i
Jos la silva i. Filbo, pedin lo dis-!
ens;. ri : rl i Com| I
ra;.:; i para a i propriedade sita j
a ni pec-
. LO. I
Je- Jac Pires .'; :
Despicho: ilo dia lr de Jullio de 1891
Alexandre Tlieotono Santos, Companhia Re-
cife Draynago e bacharel Francisco Amin-
has de Crvillio Moura. Intorme o Dr. Conta-
dor.
Antonio Joaquim Cascas, Antonio Joaquim
Casco, En-'dina da Costa Albuquerque Lins,
Joanna Baptis'a da Silva. Joao da Ounna Salles
Guimaraes Joo Francisco d'Arruda e outros,
Joao Aususto d'Albuquerqua Miranhao, Fran-
cisco Panatino de Britto, coatas das Obras Pu-
blicas, Marcelino JosUoncalv.s da Fonle, con-
tas da collectoria do municipio de Flore?, idem ]
de Cimbres, idem de Flores e idem do corpo
Policial, Francisco Vnllozo d'Albuquerque Lins.
Haja vista o Dr i'roeurador Fiscal.
Bernardino Jos Rodrigues Pinheiro e Amaro
Francisco Pereira.Informe o Dr. Administra-
tor da Recebidoria.
o Dr. inspector do Thesouro
ESTADOS i)l UUMO
NORTE
AaRiiin
Datas at 6 de Jumo.
N i lia i' lo ID apuraba* as eleicoes bavidas
21 Me Mau pira om senalor felerat, e do dia
as procedidas em 22 i Vio p aros do Cong-es'0 E-t Par drai ao B.ro do Luario, e de remoras do
Cngresse EBiadual aos Sr<. t^eote-coroiel An-
o io Fraaeico Monteira, majar Maooel J. de
^uarade, M 'oo-i F. Kro-a de Meneies e coronel
luoocenci.) E. F. de Vracja.
Pela bipo diocesano firam noutadoa : vt
ario e-al do nispaJo do Amazonas, o Revm.
i;n-gi Francisco Baeti.'io da Foaae.-a Coatl-
nlio; reno-d) Seminario Epi cop*l, o Revm.
me Antonio Ferjanie^ da S va ; ecnomo do
"amo SitBinario, o Rvra. padre Joaqaim Mag-
no Ja Siivrl'a ; sir-tina do Dispado, o Revm.
pid-e Liix i" Sooia L-eito ; raestre de cere-
woaiai da Calbelral, o padre Dr. Is-ael Frei:e
la Silva.
Organiga-am se era coaimissao mni:oa ca
va'neiros e temoras.jpa'a o lia de, mediante
uO-fvipglo popalar, con3t'oir um pa'aclo epls-
c -pal.
Em Janbo prox-mo fidj reodeo a R cebe-
r i o E^Udo !M:57i0tt.
Para
uatas at iO de Ja>no.
Na a de inieresae referes a3 jlbas recebl-
' i.
II iranluttt
Ditas t 12 .le Julnc.
t^ontiDU ude.
Pianby
Da'aa t 30 de loo io.
F- n.'jgjraia a 11 a sesso do Coogres'O
B'tioajal sendo lila a Me.nsagsm do governa-
ai*r
OD Olyathj Amorlm fji nomeado lale
geagapau e hiftjru do Lyceu de Taere-
e>e
na.
P! dona tergj3 approvou

.
i ni Rn
iouro
rer a ;u..
sec
acta : mmis;
; i
qual a verba por orj
i
in.-peclor iro.
ido el
d ido n.
Inforraj o
> Th
i d'Avila, pedindo o Ib. i
cmara esta-
o I o prajectj de le exiingciodo o imposto de
jOOO reato pelo coarelba ujonicipa' da Amir
.-ugao sotire as ^ritrlai e lanidta de v;pores
j porta aqnei wl
Fallecen o D". i'i pi o 1 Caat-o L'ma e
t ::i-i.-i qg jcj'ri nomeado gerente
rnaaoniade nvezagj.
Cj liara spe ns 23 iuos ie Hale.
Ce^r*
a a^ 14 le Jain.
; ndj i aasembla legisla-
B
'a-'i o or
do pa-a I89S.
i Ma r-ra j esta a re.era
i.-gadaem 1.773: C0i68
pesa tixai en 1.505 04t*)30
i J- 273:I59438
FCfi (Hejado, no a 12, o 2o acaiversa-
- i- eonstiMiisa- o;tica do
o .i proma'^-CBO da c;n'.,.u
al .: E o.
i< le Miio e ni s alguna outrosl O biaoo dioca^nj abrir.! mi sobscripc&>
em qu i nteja j cedido o meamo-Siof, itoioobwpjj couoiniu'to de r jonsirnu
': a contribu: itylo, por noitede ;o8eajIoaro Bji^opal.
cnlo.
il Muniz sentencia i.
d I il'.rme o Sr. Dr.Substituto lo Pro-
iral do Estado.
Sil rer rrendo da decisao
da Jo rnesouro do Estada e do Dr. ins-'
p ;! da vlf.indega. que os condemoou ao pa ;
i di diierencade direitos, como'
da m ; de direitos em dobro por cona
;. assucar branco o d >s qumli m'os i
hados para Santos, como maaca-
v.nh-i lypo 1-i pairo bollan le lndeferido. i
Sabino omariz, pedindo o thealn Santa Iza-
b I para realizar um esprclaculo em seu be-'
noticio no dia 21 do corrente mez Concedo'
para o a 28, mediante a c ntribuicSo do es-1
tylo.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
bnr '8 de Julho de 189i.
O p Ttero interino,
A. da Fonatea
E sa ii (-etA.'a s-ndo moi'o "II- gi a ; e
:^e v.fioi pon o? j? foram remettilas quinitas
n si i i sr ndr- do sigile
Datas ate 15 la J luu.
Inaogarada a do lal'Beaeio
z- -a do jogresso do Estado.
EXTERIOR
Questnra Policial
l'Secco-N 156-Secretaria da Qu%stura
Polici d n Estado de Pernambuco, em 18 de Ju-
lho de I89i.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
M D. Oovernador do Eslado. -Participo-vos
qii i fo'am hontem recolhidos Casa de Deten-
580 os seguintes individuos :
A ininha ordem, Marianno Jos Camsllo,
?indo de Gamelleira, como desordeiro ; Joo
Aii u, alienado, vindo de S. Louren- da Mat-
ta, com destino ao aaylo da Tamarineira ; Jose-
pha Mara da ConceicSo, Fausto Franciso Duar-
te e J080 Contente da,Silva, vindos do munici-
pio de Panella, como sentenciados.
A' ordem do subdelegado da fr;
Santo Antonio, Beatriz Maria da (
como gatuna.
uezia de
onceico,
EUROPA
Patrtux -
Begreaaa ia ramUa LiaDOa resta-
elicii.. Jos acommjdos que oeter-
toiaaram a soa ida a S. Pedro do Sol
As imp essO-a que trouxae delxoa
nospojos betrteaC-ooseqaenciaa de-
doziissdi -US3.-Q j dad qaarenteaaa
b"a-ile.rai -O 5ong.*eio progressi^ta
e a men:ai4a referiera lora do Porto
Sua laUgraOs commentoa da im
prensaRe'.-'i'a e despesa do cente-
nario haiiriquloo e recursos para o
monumen oA associacao industrial
do Pono e a eaposig&o mustrnariaem
LianlaEpiosSo 00 vapor Loaoda
em S. V eme.
Begresfiaram de 3. Pedro do Sol a raioba D.
Amella com S. M. o ret, que alli tiobam ido ulti-
ma -.ente.
SS. Mal. eram esperados oa estacSo da fia-
frrea pela ratnba D. Mari? Pia, pelo infante D.
Affoaso e por mutua pessoas de distioccao.
A Srs. D. Amella torna a Lisboa completa
mete restabelecids do incoomodo qae a levoa
procurar aquellas callas, e vera sofera encamada
Taxeode comaigo o oienino qi" noompaoOava o
prn;ipe rea! oa cica da rao'.e mandando
leoiprsraet ero |ue estere aeste ultimo po-
VO-il>
O S-. 'xntlhi'o Jor Ln:. ano foi ao Pie
coraprixeatar 8S. MM. peta volta e cura da
ra.0.1.1.
O overno acaba de decretar dieUltrfal-
oaeoie a cobranga de impos'os, fixanda as des-
pexas <"o Estado e fgaa'mente 'eformoa a coa
triotrcaj industrial.
Sallo publicados o relatori? e varius decre
tos eipondo a situacao do cunfli-to com o B*axH.
O relato' o taco de lmentavt o romp.meiito
e diz que ni fondadas esperanca* di q-> accla
radas as cc:j-r?n':ias. o csnflito le-mmar.
O fado de ter o Oerno brasi.ei-o cor,B!de-r
llmpoa os porlos portuga-'ies coilinentie-i e io
aalarss, permitado que depoia Je rigorosa visi
ta sanitaria sejara recebidos a lureprailca pos
densa Repblica o* oatloa sabidos dos nesi.os
pr.os, cunsilerado ora antecedente para ebe-
gir-i-- e^se d>sidera'n-3.
Alam di-so. ee:laroa ama I Mi: di ocite, que
iffi m a o Sr. Conde de Pa-aiy ter rczis p?ra
ac-el:t.r que o governo braslieiro brevemente
reitab.lecer as su-s -elacOes diplomaitcaa com
Portigat.
E ti es3a affirma^io real, pods ver-se nese
i tos os prpnonclo8 da urna p'OXfma concilla
y3j. igaalmeote booresa para a B-axil e l'orlu
eal ; pola maito p03sivcl,accrecni o Jornal
dj Ccm-nercio q'ie taoioo goveraa como a o;A-
u o puoiiua tenUam rao lineado o seu moJo de
se-ti-sobre a deplo-av I qaest5) qae O'Ci'ic-
R'^u o inesperaio r:mp men'.j tpljiaall:), que-
ren lo-ao8 parecer que oa teie^rammss 3 qne
no3 referimos, (suapen.-e i s qoireniens) se
j m a priraei-a toa nova da pal diplomtica pala
qoa' vehementemente aobe nao taa'o pelos io'.eresaes commorcues qni na-
ligam a repblica sol-amfirirana, como por e-sa
sympatbla de lingua e de raca que subsiste sem-
pre, a de?peito de qaalqer aul eatea-lido, ni -
tre dou pases, qoaodo a nisto-ta de um se ti 'ia
na bi'iona do outro.
Dep, l.a do congresso pro^ree'i-ta do Porto
a represBotajao regeneradora da Besma cidade
s8o fados anda de actaili 1 id, e sobre os qaaes
a impreasa n8o cessou os seus coaameotos.
E--a reares ntaco 'ol entregee ao re; p-la
commis'ao aoe veio pi'a isso do Pi'to, cmeos-
la de 46 cavalbeiros, perteo-entes tndostria.
ao commercio e propriedade.
E' es>e o sen texto :
Ssnhor 1Ni serie de fados qoe con3titoem
a modiQcam o rgimen social de jtn pas n8o
aro 8&0 os tea elementos vitaes raais Impor-
tsntes os que menos ioterveem como cansas de
'ermloante3, ou simpiesmeoie acce'eonas. 1S0-
paixes era qae a opioiSo abdlcou tr liclonal-
nente da sua legitima torga e influencia social e
em qne o ativiamo dogmtico e sutoritario, a
de peito de todas as formlas libe -a o, arto o?
ero prioc|pio seguido pelos governoi o m0Ds
preso do direito e da hberdade poltica Njael-
1) sclso eulre a eaphera poltico almims.rat va
e a parte productiva da socleade, mais aerea
tuad, mais unida e profunda se derino. Acon-
tece, porm, haver momentos em que a 'piniSi,
inliff^reote as evolojoei rapriebosas e e-terei
di poltica, desperU aivoragada a indignada
n'um movimento de protesto e solemne adver-
tencia e isto d-se quaudo a nacionslidade verga
ao pesa de enormes desdi .s e extremen sob a
ameaga dr crois calamidde-, e sen eubsrgo
da Immlnencia do perigo, o irreqoie'3*imo das
ambicO'B. a vi?leccia do espirito de fac^So, a
ca omma malsioaado as a'cusacSes e a< acensa-
5^8 desvirtoand j oa fados e desorientando ai
consciencias lotentam Jesriar aseaergias vi 1
fie 11: s e b nestas da soa missSo reslaaradi rea
tranquilla e benfica para as envolver as luct?s
mer-quinhas e tnglerias, cojos resollados positi
vos e provdos sao a desordem, a disscluc8o e o
agravaraento de todos males cociaes.
Cldados de um paix que ha an'ms vem s"f-
fraiido aTiargamente a eup'ajSo de gravissimoj
erros a-caroulvios, os sgaatarlos, Sensor
me ibros de todas as clapses Bodaei da ci
do Peto e eonsetoaataa a isancSo do seu
lj"io. enmo da forga do seu desejo, nao polem
;ir sem protesto aa aianifestacOes d cara
cier paltti:.n qoe u'ilmamente se team ev:' -
ciada e a jnt s> pre'ende ?ar -e i-i eidade
lOepenlen'e e trabatnadora -u va ap]
de saoccao popular.
Nao .ole t,ljrar o decoro ilaoojae,
ema:a qualdiaia de todib*ereote, te o per
0058 taceetaaeol >s e dos 1 111 m
em nam da I-Valdale a da oaorall lada'a
oialra'-ivaa, taataa vexes impe'; a I 'ron
das p-.r anioi d > que >e d
se l-vante urna irritante que?i.;., ,u te da con
Btitucicual, qaando as uirroastancl ia m :s Im-
riosfs jis' fl-aiu oafittamento de omoiiccS-s
de pode-es na solajio de qaeatOs de maior
tr'.ns-endeociae qiundi s-1 priva ne esaa
pucagao lem sido Isntis v.-z s funeL-'a c,
menos, inut 1 e prcdndi.
Na 8l u-&o actual do paix, aaSO^erbado p3"
grcivis-imas qne? oes dlalofliatieas am q 1
deve fjxer ol?na luz pa-* qae ce fij?
jos i;a, amigado por difflcaidsd 1 cola a
oriem de qa- depiode wsencuimente r. su-.
Uenra e ind>-p2 >deoci t prirneira con i
para sabi'mos victoriosos de ta tremera pre-
vajao, o primeiro dever patioii iprtr
para afastar os erigoa que ameacam soove'ier
no', estrellar os vincalos socios aa le fes i
aum, dar firmexa 8 ad ol Mr t rafia
ii lido, diaetplioa e mo-alidaae a '.orlas as fo-
c N4o aulo o loloroso mi"njn'o actual pa-a
retaiiagn' lepnmmie', para vas dnclamafiSe
ou femen.id s allirmigoes da orineipti. O mo-
mento serii e maiti serio, e, -.cima da 'o'a-
es*a8 p'eocmpigO's de frmalas constltucio
naes, tantas vexea exaltadas, como cu ras tantas
consoarcalasaglona tarefa eia que se teem
diss pado sees'cti anooa de parlamentarismo,
nem sempre ou proveito para o pan levanta
se, e'mig'i lor, e abs>rvente, a suprema ques
to da 8alva&) nacional. S quera san os que
ee apreseotam coa loiga e autoridade equivi
lentes audacia para atacar esse formlaavel
problema ? Como ajuixar do succes?), cada dia
mais difficil, com as provas eviieoHa.-imas, pal
piveic, de todas as tentativas e ccmbloagCha
pul-ca realizadas nos ltimos tempes ?
O pas coegou ; o momento de ex gir giran-
u s seguras ao* sena administradores, e 08)
qaer faz -r apologias, como 080 deve veroera-
coniemnagbss, sera ponderar o alcance daa ac-
cosages formuladas.
Neaie momento solemne, aeaaor, a oagSo tem
a eacolber, eatre ama admlnistragSo moralista e
enrgica, que se idenliflqua com a summi gra
vidade e as exigencias da situagao, <; a catas
tropbo absoluta e irremediavel, se os destinos da
nagao f.rem abandonados aos caprichos das
paixOes e s mtilgis da pihttca.
Perante o rigor deata dilemas, iodos os ro* veras ?
pei'osameote, expimi.* :i V. M. os seos votos
mais sinceros de qae V. M. com o eeo espirito
esclareci-lo a o sea drme carcter, sa-ance ro
com est as pa'x5jd e aos ialeresses da? fis-
ges pnl" coa Inua inspirando nica-
mente no? ve-Tadeiros e superiores Inle'esees
do pal;, com o qu;I se ideoiiBm a' tradigOes e
os destinos da sua familia, e os seotimeuios
mais intimoa-di sua alma oe rei a de portn
guei.
O prndente da commissSo, que era o Sr.
Lopes Csico, d3 Coinpaobla dos Viohos, antes
de lazer a leliara, dirig o ao Sr; D Carlos eatas
paljvraa :
O comjiercio, a industria, a agriru'tara e
capital bSo os e emeo'.os qoe r.nns tue n a ver
dade.ra riqueza de om pas e a'eiles depeade a
presperidade de qualqaer nagto par mais pole
rosa que ella tej-i.
Parante V. M. acban-se representantes (Ter-
sas diversas clssaes e por elles foi o escolbido
oara deppr as mos de V. M. urna meosagem
asignad por moiica mdtiarea de cidadSoa po*-
'umies o que pego venia pa-a ler.
vida a leltura, responden o mooarcba :
S80 sempre mnito gratas ao mea animo as
mioi'f s ag6?s que me dirige a cidaie do Porto,
qua tanto coatnoue, pelo tenaz eaforgo da sua
laborlea a pro tactiva adividade, pa-a a pro-
spendale di nagSo poriogueza.
Timare!, o's, a meosagem que me en-
tregue na ons!derac8o qua multo especialmente
me merecem os ciladSo deasa trra t8o libera
como irabiibsdora.
A38istio i recepgo o Sr. mioistro do reino. !
Os commis co, firam o ministerio do reioo deapedlr-se do
Sr. coaeel i-o Jo8j F.-.oco, e oi-ite do dia S
regressam aoPo-:o.
Nao nos entbusia memos diz o J-iroal do
Coajciiercio, com a primeira, anda qoe ibe re-
conbecessenoa importaccia no ponto de vista
pi-ilano. To pooco nos entbnsiasmamoscom
a segunda, tinto maia qoe, como maail-'siagao
partidaria, os jornae3 do paFtldo declaram que
ella 080 tem es.-a fego.
Da primeira anda assiiii podera perHIbar-se
os principios de ordem, de liberdaie de legali-
dade que eocem ; rr.aj, da s-gan-ia. qne urna
consagragao te reargij anti-libera', a apetbeo
se raeuos usiili avel.
Da dentro do poder, camp-e ende-se que h-ja
qu-'ra menla con-eotente, para raacor elicacia
da oolica pove-nameotal, um pareotbesia 00
fon:ci nam-u'.o do ey tema representativo. Mas
ejse dos governados pata a voi, de que o melhor
n8o fiZ'jr cao d'ellea propriO e resolveren! os
poieres moie-aij e execotivo o qoa melhor
entenderem. eis o que affeda, na verdade, um
carcter arr: p>uco mc-oos comprebensivel.
To- las qasaVj s o', a o-ittea mais veria-
fttra feua mensagem porto^nsp, a do Cor-
cato da Mantua, qoa n8o soppomoa eja suspe-
to. nem ao gove-no, nem ao parida regaera-
d-r.
Ei'. noasi collega, ao publicara reproseata-
g5o, declarad lazel-o fomente por lbe parecer o
documento loteressame e curioso I
Ora iae-es-aote e carioso, e nada mais,
que elle 6, Intereasante como replica ao
manifest pr gressiat, m3s curioso om 8!
mesmo I
Pjis no 0; veriade, curioso que sejae Por-
to, bilaar'e da Iiberd3de o Porto, c'dade
Invicta o Por o, ci lade da Virgeui o Porto,
deportarlo do co-agV de D. Pedro IV ; nao
carioso, curiosissimo que seja ella qoe ap
phnda os at-enta'as con'ra liberdale, que se
deixe vencer pe'a benevaleocia governamental
dispensada sos seos iuteres*e materiaes, que
ae deixe de^florer n? su vtrgindada liberal, e
qne voluntariamente con-'inta em desapossar-se
do corag8o do doador da Carta, repudi iq o o ef-
fiuvio de hberdad, 180 caramente conquistida,
que d'efle 89 exbaia.e eatrcgaodo-o inif -"j aos
cozihbi'108 oolittcos dos qu mais parece qneiv-
ren soosaarar a poltica antagnica do principe
pr.vcrip'.of t
Nao enrioso. em verla i?, Iembra--Sd a gente
heroicos 8'crldclos suportados pelo Porto
e ve' ago-a como elle renega, de animo lea
' ra, qaj ca o 3eu Minio
de boara, de que jos'amin'e se ofanava?
Has a renega a sua tradie&o
sor do3 principio* da demo"r^cli po-
c qoe lbe flea no '"u estancarte 1 leo?
I irioso cbama o Crrelo da
Mi: portuense I Aba
o pedimos iicenga pa-a
orna pequea m.diBcagao: e i vez de canoso,
simpieditiente direm BO'loslBalaio.
C ir oai'simo ra lie 61
Up ; t). qaa- ti a iu rtancis effscUra, com
is aaia des m.i Bssigoatarw, nao r
uai aed eatiig-apbiaa, alias le I
qailate, oms ser lido com tarta ioiifferenc*,
como aquella com que foi Bobacripto.
E' u 1 locaoeato axacioso, em
il ivra, qae u8o I 1,
? pO -.ade dos tactos e sjmplomas
q 1 pi -al
A'estas ap'ecisgOes do Jornal accrescenta
otile--- lo : l'-r esta coaelasio:
1 A-;''! 'eijaja, pors, Cjm as depaiagO'-- e 11
ni m ret> mil oa conselbeiros do
fierh imito nas appireocias ; oS)
'na qae o p^vo est adormecido e qoe
n e ?! cpnt'a a cb-a nefasta o trusna-
itg a Ubaraade, qiaodo eo'en-la de sua
?r pa-a faarr vajer os seos di
reitoa.
No locante ao enngresso p-ogr*83i'ta, 4 z o
Diario Ilstralo, qae aqaafle partido n'm di
proposito poda se- man desaetrad bu saas
tact'ca' e estrategias de opooslga. fatsndo o
Universal coa refe-en ia 8s declaragSes do con
selbaro Las'.mo d aatro sob-a a lei .la rea-
poa'abide miaiatarial, diversas consida.-a-
gfles.iias qaaes tira e-itas ojn;las5as:
A p'imera ,csodigao, portanto, pira spplis-
gao 'oici baa le de -esponsbil'.dada miniat-
rial, coasisle e separar e g-aduar os delictrw
doi ministro', polendo io lusiame te eaUDslT-
cer-se julgameno esoecial pura a'gans.
contlo e conlundlrem crime-i da grave re
ponsibilidad', com alguna factoi quj, embora
conlJ nosveis perante a moral pa-a. aadarn to-
dava C3onex38, fuocgSo degoverna*. A coa
foiao te denctoa de diversis categoras tem da-
do em resaltado nao se*en punidos neobans,
poique, eo7ol?endo se todos aa aecusagao, re-
pugna a eilemnaglo par delictos sem impor
ta 1 h, esnpjnlo assim os reos punigio dos
mais graves.
O Comi da Manka accenlnaado que o part
do progre-stsa commatteo um erro appellando
para coasas completamente desacreditadas no
Comido do Poro, considera interrogativa-
mente :
Nao querem que o povo se mostr jl fatiga
dissimo destea programmas qua se desanrolam
aa oppoaiga-a e que ae 080 camprem asta-
reforma da Carta apres ntada em 88i pelo par
tido regenerad,r, ana eevcrai ccndemoagbes das
dictadoras, tudo et-quecendo qaando ent'aram
no poder T
Pa'a que voltam, portante, a este tbema j
gasto e que nao fas aenao impacientar os que
oavem os seos eternos deseovol'lmentcs?
Amia no Si-rulo um artigo do Sr. Rodrigues
de Freitas pergnnta qaem pode crr, qae o pai-
tido progressista, a continuar organiaado como
at agora, su toree indefeso campean da punza
do systema rrp-es^niativo ?
Qoalquer que seja a einceridade de alguns en
de mallos discipuio3 dessa escola, quem pode
esqoeeer o qoe ella lera pilleado?
Qoe val'ra os p'otesics de respeito m're- a
de oonrados e ilustres cidadaos, cuja vida foi
dedicada ao bem da na'-ia ?
O Correio da Noile, pom, responde i isto,
qae o partido progresarla tomando eff'eiiva-
mente a re poo^bid lade ministerial, nao d--sis-
te de ir ao poder: a lei que qaer para es ou-
tros. qoel-i tambero para 8i.
Desde qoe os ministros progressistas n8o i u
duvida em Kovernar dentro da rbita desaa le,
porque a bSo de ter es ministros Je oatros par-
tidos ? I S se por qaererem ter a liberdade
de faser, impnaememe, quaotos desatinos Idea
aprouver! Isso, porm, que na nao quere-
mos.
Disso que o paiz 080 qaer mala I
E itende o Correio da Tarde. que ebegado o
roomen o de promover os comicios pabllcoe, em
todas as trras do rrioo, contra a marcha polti-
ca do governo, enviando ao rei representagOes,
em qoe energicameaie se exija a demisso do
governo e a res'auragao das Itberdades censt:-
tacicnies em su^penso.
Fagam-se, aceres.-enta elle, todos estes com
cios 00 mesmo lia, para as delegagOes virar a
Lisboa 00 me-ra) dia pedir audiencia ao ebefe
do E-'aio.
Prope o comido do Porto, escreven o Un
versal, a reforma da lei elitoral em vigor vol
tando se ao systema ^e 1859. Aqu est om
pomo em que nos estamos de accordo com o
preg amma do partido pragressista.
Foi tile qua. em virtode do convenio de 1884,
cooaegmo intrjdnztr a representagao das mine-
rus, foi elle que proclamen a excellencia das
accumulagOes ; ot elle que, por ama orient-gao
HISTORIA PATRIA
CATALOGO
DOS
V1CES-REIS, GOVERNADORES GERAES,
CAPITES GENER.VES,
CAPITAES-MRES DONATRlOS E
LOCOS-TENENTES, QUE HOUVERAM NO
BRAZIL DURANTE O TEMpO
COLONIAL
ORGANISADO
POa
Jos de Vasconccllos
(Continuando)
Capitana de S. Viecnte
LOCOS-TENENTES DOS DONATARIOS
09." Diogo Dias do Araujo. Corae-
Qou a governar cm 4684 e acabou
nosto mesmo anno,
70." Podro Taques de Almeida. Co-
mocou a governar om 168-1 e acabou
1687.
falsamente liberal, eittbelecea a maoralidade
71." Filippe do Carvalho. Coma-
cou a governar em 1687 e acabou em
1690.
72." Manoel Poixoto da Motta. Co-
mecou a governar em 1690 e acabou
em 1694.
73." Manool Garca. Comegou a
governar ca 1694 e acabou em 1697.
74." Gaspar Teixeira de Azevedo.
ComeQou a governar em 1697 e aca-
bou cm 1698.
eleitoral Inherente ao sytema em vigo*. Pare
ce que lbe aprevei-oo a ligao dos factos. e per
isso 080 podemos deixar de o applaudlr, qnaee-
quer que sejam as cootradigSes que pasea en-
volver a aititode de boje, comparada com a aiti
(ule de bontem.
A verdade que, d-s le que existe entre cs o
systema da representagao das minorias, a elei
gao toroou-se nua burla repugnante e a traai-
festago do sulT-agio urna serie de falsidades e
de mentl-as.
Na maior parle dos casos nSo ha eleigSo : a?
acias i-o, po tinto, documentes falsos e com
elles qu- entram no parlamento os supposios
repre-eniantes da nagao I
Os receoseamentos sao j8 preparados para a
falsidcagio do acto eleito-al, de modo que baja
vol, a contar para todas aa combioagOes futo
ras.
Os cosmmes relaxados pelo acto eteitorcl tor-
nam os cidadaos ialifTe-eotes para os demaij
cto3 da vida poliica. Dabi e>te ab?oluto des-
presa do povo por tedo quanto se passa ni
aimiaisiragao 00 palz.
A commiss8o do eenlenarlo do infante D.
Henriqrjs res Itpu enviar ao governo o remen-
lo do monumento e p?iir-lhe qua ponba 8 venda
em Lisboa e Pono as restantes est^mpilbas do
centenario tem sobrecarga algama, como meio
mais booesto de augmentar a receita.
O producto da venda de estamoilbas foi de
78:262*165, dedondi a deapeza na impomccia
de 47:3i8i80S, inclusive 28:300*000 pa a a ce
;eb-acao do centenario, ficaram 30:713*360 n -a
o monameoto
A Assoeiag; Indostrisl do Po to reolveu
orgaolsar em Loanda urna exposicaj-most'uar.o
de productos nac.oaa's para se prouover, pra-
ticamente, o deaenvol'imento das relagea co r-
aerciaes entre a m-tropole ecologas.
Nomear om? comropsSo para es'odir o meio
pratico de rpidamente levar a efTeim aqrj'dla
exooslgaa, e qual o aixilio a sollcilar do gover-
no.
Plomear presideT.es bona-ario* da Associa;5o
Iodos rial os S-s. roiiistros das obns puoilc?,
mariaba e presidenta da cmara muncipal do
Porto, este nltinr.- por, en nom- da mmi ra
mira, t^r mialido offere e- a coajovac8i de- -
ia.
D r cm vjto ?e igra lecimento, compa
dos eamianoi :- ferro ir-.v 'A'rica por ba-
ver offeredda associa^S 1 rm m istrnario dos
pra .' setos esiraiigei-03 mala ven 'aveis em fri-
ca para serrirem de: norma aos ossos indi
- .
- No porto '= 8. V .-.ate den jo irm expo
s8o i> borda 'o Lo fi a qr"
a Af ica Ofc:1er.d, con le ncmero
de paseageiro.'.
3por que larg I MB tal
desii' fnade 10 efe .ido porto, e aoi rce-
nla Carril, qumdo em meio da falca >!o s?"."C 1
r&o sorpresdldoi todos pela ex" iS qnal
s-.-gu:o se incendio qce consegeu N P com
asnillos ebegados de t-rra.
O o mico e a con fu sai; entre p-ssa^eiros e Iri
poio'"S fo'm mmenaos; e reslabele.'ido o
soct-j, vo se jne aejcjnnj do do:lo a. i
'. em eatilbacos, o tomoadllbo '6 levaatado
e es'ii'a desfe'to, a primeira cmara eslava tran-
aformada em ruless e o laoca'o completa'r.?ote
arruioedo.
Ex- n:to o fogo, ff-?e a chamada do3 pass?-
g- o? e trioeUute*, veriScaodo ee a falta do
S-. Aaooio Ba Ponaeca, paasageii
j'!ijo pa-e-.e qale ifb-:a do exeretto, coi i
dave- fci encontrado mel caroon'fa-.o entre o*
'-i-.eotjdepgraca multas pessoas
', algumas gravemente, tfopoie, tristemeote, se vericon.
O tripolaele Jo8a Vicente tiutia desapparpsii^
le ido tudo a crcr que te"ia sido arremess* 10
toa pela ezploilo.
Os prejoizos materiaes s8o importanles, tanto
no navio, como na carga.
O -Lun '? fleau estanque, mas nao pe se
guir por cau'a das avariis.
ig ora se o motivo da catast'opbe.
Ao qoe co-reo, fazia parte de carga na cre-
te i" productos cbimlcos loflammaveis, desp-
cbarlas como drogas.
A Empresa Nacional, 8 qual perteoce rctual-
mente receben este telegramms :
Dj3 tripjlaot8: Pinto fallecen, Joo Vicen-
te desappareceu: Groz, Ray nonio e Cnnb?,
mu'.) graves.
Pas'ugeiro Actonio Lapes da Costa, moito
grave lamb Can mandante, 3* piloto e outros passagelrca
lavas cootu-Oes.
A vistorla ordenon urgtnte descarga da co-
berta n. 1.
Pelas 4 bo*as da tarde levantoo ferra, em di-
recgaa a S. Vicente, o paquete Portogal, que
vai conaoslr aos seos destinos os pasgageiros
do Laanda *
TVIegramma particular procedente de 8. Vi-
cente da qoe na explosio morreram 3. pessoas
e Ocaram mais oa menos gravemente farldas
il.
75." Martina Garca Lumbria. Co-
mecou a governar om 1698 e nao se
sabe guando acabou, sendo ello o ul-
timo loco-tonento conhecido de no-
meaco dos donatarios.
Da data da sua posso at 1710 em
que a Capitana passou a ser gover-
nada por capitaes-generas nomeados
pelo governo da metropolo, por tor
sido oncorporada a cora nao consta
quom foram os locos-tonontos dos do-
natarios que ali governaram.
Capilaiiia to Sanio Amaro
DONATARIOS
1," Pero Lopes de Jlouza. Teve
Carta do Doacfto om l"de Setembro
de 1534 eForal a 6 do Outubro do
mesmo anno. Esta capitana era di-
vidida em tres porches; sondo urna
do rio de S. Vicento at a barra do
rio Juqueryquer ; a outra da barra
do Par.inagua as immediaQes da La-
una, e a ultima ilosde a barra do rio
anta Cruz (hoje Igi'.arass) at a ba-
ha da Trairo, Dentro deste ospaco
estav.i a Ilha d'Itamarac, que depois
constituio por si s urna capitana,
mas sera authorisacao o nem confir-
macao regia, continuando nao obs-
tante a ser considerada como parte
integranl 1 da Capitana de S. Amaro
conforme a acS ) feita.
Pero L pes en rreu no eorrer do
anno do 153 '
2." Per > Lopes de S 1, filho do
proc quando tivera
confir tac? M rreu no correr do
anuo do 1545.
3. Mar Souza, innSo
d i prec ra-se quando I
conirmaf-a>. Mjrreu no correr
anno de 1558.
do
1." D. Jerpnymo de Albuquefque,
irma idoj .' [gnora-' quan-
do teve c 5 i.
do anno de 1577.
Morreu depois
5. D. Izabel de Lima do Souza o
Miranda, ilha do precedente. Igno-
ra-se quando teve confirma^ao. Mor-
reu no c irrar do "anno do 1609.
6." Ljppo de S tuza, primo da.pr.
dente. ru r -s 1 quando teve con-
Morreu aasassihado em
Lisboa no dia 15 deOutubrode 1610.
7.D. Marianna do Souza da Guer-
ra, Condessade Vimiero, irma do
precedejito. Teve confirmago a 22
do Outubro de 1612. Portleu a dona-
teria porsentc|ica do Dezembargo do
Paco datada de 20 do Maio de 161").
8. D. Alvaro Piros do Castro e Sou-
za, Conde de Monsanto, em virtude
de ter ganho o pleito que sustentara
contra a donataria precedente.
Teve confirmaco cm 10 de Abril
de 1617, Ignora-se quando morreu.
9." D. Luiz Alves .de Ataydc de
Castro Noronha e Souza, Mrquez de
Cascaos e filho do precedente. Ven-
deu 4i Capitana a cora em 22 de Ou-
bro de 1709 pela quantia de quarenta
e quatro mil cruzados. Nesta venda
*o ntrou a parte que formava ca-
pitana d'Itamarac. .,







>*
IH*0
-i
I


m
Diario de IPermtiiihaaco
; i^iia-fcara 19 de ofsillio de 1804

:j3co-tegentes dos dodatarios 17. D. Francisco do Assis Masca-
jronlias, Conde e dopois Marques de
lito confusa a -nomenclatura: S. Joo da Palma. Posso om 8 do
dftstes funocionarios, porquo multas
tozos o mosm > individuos govornava
tanto esta conu ;i o tpitaniade S. Vi-
cente, o dopois que ellas so juntaran!
n*uin s douatario.e S3guio-so o ploitoj
aquo ist) deu lo;,rar, o a sontenca que
d p >is as desuni, a confusa) tornou-
aoainda inaior-
1. Goncalo Affonso. E' mencio-
nado por Pedro Taques (*) que nao
nos diz quand o coiuocou a govornar, [
nc-in quindo acabou.
2." Jorgo Forreira. as mosmas
circumsiancias do primoiro.
3." Clirist ova o do Aguiar do Altero.
Est.' tambem era ao mesmo tompo
(K'cvtenent 1S D matario do S. Vi-
cente.
4.' Antonio R >drigues do Almeida.
Foi nomeado a 22 de Setombro do
15.7T. Nesto mosmo auno ello corao-
cou a exereer o mosno cargo om S.
I lltC
;>. Lowraco da Voiga. Foi no-
moa i procurador ora poderes do
substibelec;.'!' a procuraca >, visto sor
Goverriadof Geral do Brazil o o foz na
pessoa do Salvador Correa do Si.
Goveniador do Rio de Janoiro, om 30
do J.inciro do 107^.
Este ex ;rc:u o cargo at 1603. No
seu tempaJoi que se deu a juac&o das
duas capitanas na pessoa do ara s
donatario, Lopo do Souza.que nomeou
Antonio Podroso sou loco-tenentc
para ambas.
Dozembro do 1811
do Abril do 1819.
govornou at 23
18." Joo Carlos Augusto Ocynhau-
son Grcvembuorg, dopois Mrquez do
Aracaty. Posseom 2") de Abril do
1819 i govornou at 23 de Junbp do
L881.
Foi o ultimo.
^wa.V**
Capitana de S. Paulo
Rogia
de 9
os se-
Foi croada pola Carta
de Novoinbro do 170.). Tovo
guintes.
CAriTES GENERA ES
1." Antonio do Albuquorquo Coelho
de Carvalho. Posso cm bantos no
dia 18 de Janeiro o ratificada em S.
Paulo a 18 de Junho do 1710 ; govor-
nou at 31 de Agosto do 1713.
2. D. Braz Balthazarda Silveh-a.
Posso a 3L lo Agosto do 1713 ; go-
rernou at 4 do Setombro de 1717.
3.* D. Podro do Almeida Portugal,
Conde de Assuinar o dopois Mrquez
" de Castello Novo. Posse a 4 de So-
;tembro de 1717 ; govornou at 5 do
Setembrodo 1721.
4.* Rodrigo Cesar do Mcnezos. Pos-
se a o do Siembro de 1721
atlo do Agosto do 1727.
govornou
5/ Antonio
da Silva Caldeira Pi-
mental. Posso a 15 de Agosto do
1727 ; governou at 15 Agosto de
1733.
G-9 Antonio Luiz Tavora, Conde do
Sarzedas. Posso 15 de Agosto de
17. governou at 29 de Agosto do
1737 quando morreu.
7.' Gomes Froiro do Andrade (inte-
rina mente). Posso a 1 de Dezombro
Jo 1737 ; governou at 12 do Fovejrei-
rode 1739.
8.' D- Luiz de Mascaronhas. depois
Conde d'Alva. Posso 12 do_Foye-
r loiro do 1739 ; governou at dias do
*nu de agosto de 1748.
O'govorno desta Capitana fui su-
primido por carta regia do 9 de Maio
...daste anno do 1718, e conferida a sua
.cadministra^o aos Govornadores o
Capitos-Gmeraesdo Rio do Janeiro
Iqueoramentao vice-reis)havendo om
Santos um governador sujeito a.elles;
at que outra carta regia do 6 de Ja-
neiro do 176") restabeleeeu o governo
da Capitana indopendentecomo oral
desde a sua crcaco.
9." D. Luiz Antonio do Souza Boto-
ho Mouro, Morgado Matheus. Pos-
se om Santos a 22 de Julho de 1705:
governou at 14 do Junho do 1775.
10." Martim Lopes Lobo do Salda-
nha. Posso a 14 do Junho de 1775;
govornou at 16 do Marco do 1782.
Capitana de Para<;uass
Era una sjsmaria do quatro 1 >g*as
do torras na costa da Baha que obti-
vora D. Alvaro da Costa o lora ele1 va-
lla a osta cathogoria pola Carta Rogia
do Cardoal Infante D. Henrique, Re-
gento do Reino de Portugal na raouo-
ridado do sousobrinho o Rei D. Se-
bastio, passada om 29 do Marco do
1566.
DONATARIOS
1. D. Alvaro da Costa,
correr do anno do 1578.
Morreu no
2.* D. Duarto da Costa, lilho do pr>
codonto, que entrando para a Compa-
nhia de Josus perder os diroitos da
horanca.
3." D. Francisca da Costa, ir,na
do prinmro donatario o tio d se-
gundo.
1. I). Duarto da Costa, lilho do pre-
cedente. Morrou soltoiro.
5." I). Goncalo da Costa irmo do
precodonte. Nada so sabe sobro ello.
0."
D. Francisco da Costa, que ivn-
15 de Janoiro do 1027 as
costas da Franca.
I'ragou a
7." Podro da Costa,
sobro olio.
Nada so sabe
8." D. Luiz da Costa, constituido
por D. Mara do Noronha alna d >
precedonto com quem casara.
9." D. Jos da Costa, filho do pr ve-
dente quo fallecou sem successo a
10 do Marco de 1766.
Foi o ultimo.
(Contina).
CHRONOLOGIA
srssmuss rsmmcms
COLLECCIONADAS POR
Meleliisedech de AIl>uqucrqiic
Lima
T 3J L, M
Dia 19
1611 -E' nomeado prelado de Pcniaiiibuco
O pudre Antonio Pereira Cabral.
REVISTA DIARIA
11. Franoisco da Cunha Menezas
Posse a 16 de Marco de 1782; govor-
aou at 5 do Maio do 1786.
12.* Marochal Jos Raymundo Chi-
ehorro da Gama Lobo (intorinameato
Posse a 5 de Maio de 1780 ; govornou
at 5 de Junho do 1788. Esto gover-
n&dsr por- ser cavalheiro da Ordem
da^lalta.lantopunha ao seu priineiro
'morne a patavraFreie por isto l-
goris historiadores o mencionaru com
onome de Francisco Jos etc, etc.
13." Bernardo Jos de Lorena. Posse
aro 5 de Junho do 1788; governou at
28 de funho de 1797.
14.' Antonio Manoei de Mallo Cas-
trlo Pilatos por autonomasia). Pos-
as em 28 d* Junho do 1798 ; governou
t 0 do Novembro de 1802. ^
15.* Antonio Jos da Franca e> Her-
a. Posso em 10 de Noveinbroj de
ffl02; fovemou at 1 de Novembro
de 1811.
16/ Lni'TeHesr.da Suva, 'Manqui*!
de Algrete. Posse em lde Noveui-
fcfc de *811 ; govornou at 0 ^
H9$9fO idel833.
- C) mi. da Gap. dt^S. V-Me.
do Inst. Hist..Vo4. % pag; 437.
Re.
Telegramma offlcial -S Exc. o Sr.
Dr. Goveroador do Estado, recebeu ante-lionlein,
do das Alagoas, o seguate :
Macei, 17 de Julho de 18:11.
Dr. Barbosa Lima. Goveroador Peniambu-
co. Recite. Recep^So aecusadn.
Impossibilidade creada lelegrapho, s agora
posso talvezcorainunicar-vos ioteryenguo osUmi-
t>iva nsgocios eslado forja e funecioininos fede-
raes, aggrediodo pracas esladoaes priva las irem
mercado, tomaa.io cadeia, inteolencia condu-
zindo respectivas guardas, tentativas, ataque
palacio, quartet!
Meio facilitar crise passai exercicio subli-
tuto constitucional, qoeloi intimado nao perma-
necer governo.
Nomearam junta goveroaliva, deposoram in-
tendencia rapit 1 mandaran) ouiras interior
Havido noitos desacatos pessoas, ameacas ou-
1ras.
Presidente Caara persistemanter governo
legal estalo; neste sentido telegraphei Presi-
dente Repblica ageardando ainda resposta.
Pego comuuniqaeis ootros governadores, con-
gres^o federal Baottro.
Licen^asO Kxm. Sr. Dr. governador do
Estado.por acto de 16 1o correle.conce.i cu dous
mezes de liccnca ao Jui/. de Direito do muni
ripio de Floresta, bacnarel Josquim Moiileiro
Biuiz, cornos veocinentos, a que tiver direito
na forma da lac, para tratar de sua saude.
Por acto de >7, fjrain concedidos quatro
meaes de liceaca ao cidado Flix da Cunta
Macedo Franca, i.* tabellio do publico judi-
cial e notas, escrivao de orphos e annexos do
municipio de Barreints, para tratar de sua sau-
de, onde Ihe conrier, com o praso de vinte
das para entra- no goso da raesrna.
Or Chraekaut aeS Rcgressou hon-
tc.'ii. de marina, para Palmares o illustrado en-
genneiro Dr. Joo Chroctatt de Sa Pereira de
Castro, digno inspector eral de Ksiradas de
Ferro, que veto ao oorie inspeccionar as li-
nhas frreas subvencionadas
O illustro engenbeiro deve se^'Lir Desles piu-
cos dias para o listado de Alagoas, e il'alli para
o da Babia, ambos os quaes o levam suas
funegoes.
Dc-srjamos ao digno e illustrado Dr. Clioc-
katt de S a raais prospera viagem, e que ao
chegar ao Rio de Janeiro ja encontr accolhido
pelo Cmgreseo Nacional o seu gigantesco e
grandioso projeclo de ligar doza Estados por
urna Iinha frrea qoe, partiado do Recile, ir
terminar no Aragn ja.
S por esse projecto, qoe d perfeita idea do
merecimento intelectual do llostro engenhei-
ro, t 'riamos nosos pernambucanos sobeja
raso para estimar e boorar ao Sr. Dr. Clirot-kalt
de Sa. Mas. para isso, temos tambem, alm de
sua illustracao e distincto criterio, os aprecia-
veis t-ervicos por S. S. prestados-a este Estado
quando dirigi a Estrada de Ferro Sul de Per-
nambuco.
Que S. S. realise, pois, aquella sen ideal, ano
deve ser acompanhado p;k votos pernambu-
canos; e taremos todos maitas occasides de
aureolar a fronte doillusire engeobeiro, a quem
sa u damos.
O -arrio t Retal -Nada tem de sr.r-
prehendente que o carvo VPg.-tal lenha ultma-
me! te subido de preco. Qoem conhecc o pro-
cesso do seu preparo, e sabe quao ditficil :
executar se torna rile nc terupo invernoso,
comprehende fcilmente a sua caresta diante
da rigorosa-estacAo pluviosa quz temos tido
!.m .laguaribe e llanarac, por ex.-mplo, lu-
5ares di grande proJoeco carvoeira, o preco
esse artigo, que regulara de 30i 300 ris a
barrica, actoalmunte de >M0O no mnimo,
comprado porta do productor.
Se a isso se ajtuitar o casto do transporte do
lugar productor para as barcacas e frete dis-
tas paf* o Recife, coodndente que o preco
mnimo por que actualmente pode chegar ao
illecife O car-rao vegetal, viudo de llamar.1 ou e
Jaguanbe, de USX) 1*600 por barrica.
E', pois, oeni da ver aoe, oevendo os barca-
vindo p''ssoal-
^-Ihe falii
re o lalmr, u'io pj lem aqu r.'tallu; aqaelle ge-
ero nuiios de 15 0 1*80.
Enlrelanlo, inrormiram-nos que os au"iitjs
municipios, sem davida iofringffllo as ordens
di i'rel'eitura, estao impon 11 aoa liarcaceiros o
pr c i i i I300.
i tocto raal, como nos parsce, vae nisso
um ihaio, para o qual pj linm o devido cor-
reeiiv i ao Sr. r. Prefeil > to municipio do Re-
cife.
B' rasoavel que S. A liu-qu'1 evitar que OS
carrogamentos do aeoerj sejam vendidos por
atacad i eos especuladores, obrigando os barca-
cerros ;'t retalnarem o corvad. Mis, por isso
ni I81O0 que a MQ sao files forcailos, o qu im-
puta porda de temoo e maior einp ite. de
capital nos parece tambem mu rasoavel que
se llies d-ix! margem para um lacro compen-
sador do fatigante irabalho.
Cli un indo a zelosa attengao do illustrado
Sr. Dr. Prefeito para as ligeiraa retlexOes, fia
moa que s. s. agir reapeito coui o criterio
que tanto o distingue.
Embarque eyuio hontein para o ttio de
Janeiro, no paquete Mando, oSr. coronel Au-
gusto 1*11110 Paeca, digno repres"ntanti', da Con*
p-inhia Je Seguros Americana, qui viera a Per-
Bambuco tratar da interesses "aquella impr-
tante eui|ir(>za.
Fimo d finado brigadeiro Pinv) Paeca, -une
li.Verentis vezjs representou i llitbia no Par-
lamento, o Sr. oronel Augusto Pinto Paeca lier-
d iii loe as distinctas qudidadas da espirito e
l: c tracto e por ellas soube eUvar-w uocoa-
csiti publico, anjariau lo as garaos sytnu-
tliias de todos aquejes com quem relacinou-se
Best i listado.
v ) s^u embarque bootem coapareeeram mai-
tes amigos, qua sau lojos lita toram ditero
adeos da despedido.
Feliz e prospera viag'in liie desejamos.
Ccar Illustrail -Vera-nos hont ira i
n. ii. d ; 1 / do crrante m il, lessi r vista Mus-
a, que, oiio os anteriores nmeros, est
b -ni escripto.
Club llaiai C^mmcrcial-Esse club,
fin lado na ctdade do Natal, do Rio (irn le do
Norte, reraotteu-ios un exemplar imprasso Je
-en; est.tutos, line a que a.-ra leccmos.
Para o Riu> -De partida p ir. o Uio de Ja-
neiro onde vai a passuo, li n'.ein desped>n-se
oo iiosso cscriplorio o nosso dislincto amigo Sr.
Barao de ('tinga.
Muito gratos sua gentileza
mente dar-nos despedidas, desejamos
viagem a breve regrasso trra n ital.
Ltvro d'alma -E' o tuh da um volune
de poesas publicado no Cear:, de qua e autora
I) Seratina Poalea, a quem agradecemos a re-
messa que nos fez de un exemplar.
0 alludido livro conta para raais de iOO pagi-
nas c foi ntidamente improsso na typograp la
Universal de Fortaleza.
i'clos pubres-0 Sr. Moyss d: Soasa
Cost', director da socedade musical Oto de
Dezambro, cuja dissolucao acaba de ter lugar,
i ntregou-oos i quaatia de 5 > m>, producto par-
cial da liquidago a que esto proceJendo do
espolio da masma socedade, epedu-no3 para
listribuil-a por pessoas necessitadas.
Pra ti cando conforme o generoso desejo d'a-
quella sociedade, que ddxa de rxislir bemfa-
zendo, convidamos as Sras. p issuii oras do3 car
loes abaixo mencionados pela nu neraeo a vi-
rem recaber da mo do nosso administrador a
quoia parte que llies coube na repirticao da ra-
l'erida quantia :
Ns. 118 (Alexandrina Francisca de Paula),
119 (Jaciniha Claudna da Almeida Pocas), 120
(Marta Xavier dos Santos/ 12' iHeleaa Francisca
de Mello) 122 (Mana Francisca de Barros) 99,
10\ <0, 102, 103, 104, 105, 106. 107, 108, .09,
1:0, O', 1, 2. 3, 4.5, <>, 7, 8,9,10, II, 12, 13, ii,
13, '6, 17 18, 19, ?0, 2, 22, 23, 2V, 23, 20, 27,
28, 29,30.31, Si.
Ifr. Tbiago da FonsecaDe passa-
gem para o mun cipio de S. Jos do Estado de
anlu Catliarioa onie vae excrca: o cargo de
juiz de direito, vaio lionlera ao noiso escrpto-
rio aperiar-nos a mo o nosso am go e e.\-col-
lega de redaegao r. Joaquim Tbiago da Fon-
s ea.
Penborados por essa gentileza, fa/.eraos ar-
dentes voto' para qua o talentoso mogo con;
quiste novos triumplios no carg: qua Ihe foi
confiado.
O Dr. Thiago honle.n mesmo sigui para o
sul a borlo do vapor Minaos-.
Visitas domiciliarias-Da Inspecto-
ra de llygiene Public? remetterara-nos o se-
guinte:
O Dr. Baptista de Carvallio visilouera conti-
nuago na ra de Hortas 31 domicilios, actian-
do-os reiiilarraente asseiados, com excene&9
dos ns. 33 casa hmida, com apparelho Drai-
nage em pessimas condigas e perdurado dei-
xando escapar liquidas com e.xlialagOes dcs-
agradaveis; n 29 tem o quinta! pouo assataio
e o apparelho Drainage sem agua; n. 21 tem u
quintal as mesraas con liges; e n. 23 tem o
apparelho Drainage obstruido e sera agua.
Nao tem agua os apparelhos dos ns. 30 (loja e
1. andar) 28 (loja e !. andan 26, 2i .1. andar,
28, 16 loja, 14 iloja e i." andar) it, 39, 37, 35,
33,31 A, 31,29, 23, 23,19, 15.
-
O Dr. "Baptista Fragoso vistou 38 domicilios
nos dias 16 e t7 na ra da Guia.
No predio n. 30, o quintal nao tem esgoto.
N. 28, pouca liinpesa e goteirus.
N. 19, muito hmido.
N. 17, qoinlal sem esgoto.
No l." andar a latrina nao funeciona.
N. 22, quintal sem esgoto c goteras.
K' 2d, le goteiras.
N. 5, no 1.* andar a latrina nao tem agua.
N. I da ra 'lo Apollo iem goteiras.
Os outros em condiges regulares
FallciiuentoFalleceu no dia >6 do
frrenle, o elimavel mogo Francisco Cavalcan-
te Pessoa.
Contando apenas 22 annos de iJade, exacla-
mante na dade quando .raais Ihe Jevia sorrir a
existencia, bem cruel foi seraeraar.te golps para
aquellos que convvendo intimamunte com elle,
tveram occasio de apreciar as billas qualida-
des que ornavo seu carcter.
Paz sua alma.
Predios examinados-Por ordem da
prefeilu a foram examinadas pelo chefe do ser-
vigo tcchnico as casas ns. 2, 8, iO, 12, da ra
do Torres, n. 34 da ra do Coraicercio. n. 9 da
ra Mana Cazar e n 3- da ra ResiaiiragSo, to
das no bairro do Recife n. 9, li, 221, 227 da
ra Coronel Suassuna, n. I no Largo do Carino,
n. 71 e 40 da ra Padre Floriano ; sendo o re-
sultado o seguinte :
As casas ns. 2 e 8 da ra do Torres foram
consi lera tas em condige* de estabildade
As casas 10 e -2 da mesina ra se acbam es-
tragadas c immundas e foram ordenados aos
proprietaroa respectivos concertos e liiupesa
compli-la.
A casa n. 34 da ra \o Commercio esta em
condiges de estabildade e s carece concertos
no vigamento.
A casa n. 9 da ra Mara Cezar foi conside-
rada em estado de completa ruma, e para evi-
tar dainos foram intima los o inqnillinos i se
mu larem dentro de oto dias e o proprietario
pro-eder a demoligo no prazo de trnta dias.
A casa n. 3i da ra da ftestauracio foi tam-
bera coiiside/ada era eslado de ruina c exige
reediftcacSo geral.
Para este tim foram intima los os inquillinos
se mudarem no prazo de quinze das e o pro-
prietario proceder s demuliges parciaes re-
clamadas.
A casa n. 9 da rui Coronel Suassuna est em
perfeito estado de equilibrio careceodo apenas
substituigo de algumas vigas e liap-sa.
A casa n. i2 da mesma ra se acha grande-
mente estragada e manifesta runa em alguns
pontos, exigindoreedilicago daadiada e re-
paros em todo o edino.
Fopam avisados os injuillinos para se rclira-
rera atiin de se proceder aos tribahos recla-
mados.
As ns. 221 e 227 da mesma ra pertencem a
misaraveis casebres immun los fi em estado de
completa ruina.
Foi ordenada a demoligo.
A casa n. 1 do Largo do Carmo o em per-
feito estado de equi'ibrio, simplesraente c d
oonstrucgSo antiga e nSo se acba as condiges
da lei vigente.
A casa n. 40 da ra do Padra Floriano est
em condiges de estabildade, carecendo sub-
stituicao de lo lo o reboco exle-ior e de algo-
mas vigas do assoalhado.
A casa rt. 71 da mesma ra se acha trancada
ha longo tempo ; pelas fendas exteriores se re-
conhecc urna ligeira rolago. nao sendo comple-j
o eiros ter um lacro moarl, qua Ibes reuaae* /o o exatnc a que se procedeu.
Era vista deste resultado a prefeitura deu as
providencias n iceseaflas.
Cnr.su Annex i Fruuldade -Eso
resultado dos examas feitos hontem :
Geographia
Jos Benedicto Uenrique, approvado plana-
Di inte.
el Joaqun Sirreka Sobrinlio, dem,
i i "ii.
Mgud "elippa Vieirade Barros, idcm, idem.
Mano d Artliur Muuiz, dem, dem
Hoja s iO 1 2 boris comegar n prova oral
de nwrtuguez, as 12, escripia e oral de mglez,
s 10, oral de arithmetica, s II, or.it d fran-
cez i! com acara a banca examinadora de Histo-
ria do Brazil.
Telcoraminas retidos -Acham-sc re-
tidos no lelagrap iq nacional os seguiotes :
Missoro, para (uerra; Behcii, pa-a I.y.lia ;
Serinhaara, para Ra Nova a 51; Palacio Des-
terro, para Dr. Vitatioo Cordeiro Llns; 4,reiaa,
para Julio Silva; Barreiros, para Leal; Araca-
j, para Dr. Machado.
FstiMila de Ferro do Recite a: S.
Francisco-A administracAo dessi estrada
publicou desde hontein pela ioiprensa e em to-
dos as estacoes da Itnba o seguinte aviso, que
(leva Mf I ) |ielos -Srs. agricultores e seus cor-
reap ni intn :
Teiido-se tornado ca la vez mais abusiva a
pratica l lirar-se amostras de assucar nos ar-
ma'.en-i da esttcSo de Cinco Pautas, a esgotv
dos os malos ds reprimir esses abuso-, a alun-
nislraea i te*ta via-ferraa eorap 'tente,nente au-
tor sida, faz publico qnj do dia l. d: Satembro
futuro Sea int.-iram'Uta abolida a p-rnii-sao di
tirar qualquer qua otila le di assucir d is saceos
d miro dos ar.ua/. >ns.
V a ImtiisliMcao facilitar L por todos os
me i is aos Srs. agricultores a raaiessi li?ro d i
frete a is a tus correspond ntes da o qu mas d i
.tan Iras ou octras vasilhis, com as amostras d
seus productos, e far reverters onasmas gra
tis, cuno se pratica com >s case is v.isi is.
A a I mi listrac&o tomi a Libardada de sug-
gerir aos Srs. agricultores a conTeoieacia de
mandar os saceos de assucar cosidos e nao mais
amirra I >s cuno at agora.
Escritorio la SuparintenJancia, 17 de Ju-
ina il i 1894.
\Vel< ilud, Suparnten lente em Ch-'fe.
Ca: latarmaeioaal do Recife No
sabbido l do orrenl: mez, ed>ctaa essa Ilus-
tre sociedada recreativa o s;u sar.'u daii-au!; d
m-'-ino ni:?.
E' de crer que, como en to los os antirtoras,
saja esse sarao mudo concorri l) e I) dio.
Tiie.ttr. Milita Isabel -E'lwje qu;
nesse theatro Faz a sua estra o prestidigitador
e ventriloqu > Curvado d'A vi la.
O espectculo, qua consta de tr :s parlas pres-
tidigitacSo, V'-utn oquii a nigromancia promet-
i ser muito interessante.
\ aVeaaaberta dos microaios da
inania lioaiicida -Falla-so mudo d'oma
lescob;rta sciautiaca devi la ao joven profess >r
Francisco Mahri, de Pi/.a, apaix malo cultor da
estudos sociaes, e conlirmida, parece, por algu-
mas experieneias do Ilustre doutor Rivoita, lia
pouco arrebatado sciencia.
Extrahiuios a prop>sito da u n jornal local:
Desde longo tempo Magri, tmha percebido
que os caracteres anatmicos, por asstu dizer,
da ferocdale eram dos que s: encontram tam-
bem em ni lividuos nao critiiims >s. Examinan-
do como auxilio de alguns peritos utna serie d:
pessois n> criminosas, as acliou quasi nis
me.smas propjrges nos Innestos orno nos de-
linquiles.
Depois disto, vio qua nos criminosos os cen-
tros nervoso*, especialmente nos homicidas, ds-
viam s;r affactidos d'um virus rabidum de na-
luresa sem dhante ao do piral rabidum que a i
encoulra do enea especial de todos os carnvo-
ros, a hydrophbii ou raiv.%.
EITectivamanta convida lo o Dr. Rivoita, muito
conhacido pelos seui estulos de anatoma, a
ajulal-o cora as suas experiencias, a intuigo ue
Magri fui approvada scienlitcamante como vec-
da leiro, e, confirma la por outros ensaios, ser
urna das bellas dascaberlas scienticasda nossa
epocha.
Realmente Rivoita provou qu; os caes de ca-
rcter violento e parigoso nao o sao por na-
nhuma construegao anaioinica especial: mv
sim, por vinii rabidum que existe norinalmaue
no seu cerebro. Este mra rabiittm quando at-
tnge um grao mxima de toxidada constitua a
doenca conhecida cora o nome da hydropk Ai-j
ou roia i. Os germens dasle virin rabidum foram
adquerdos dos carnvoros na epocha selvagem
e por crcuoistancias especiaes tornara a desen-
volverse iainb;m boje.
Rivoita acli u um microcho de f jrma esphorca
e granulagas especificas deste virus rabidum
em 17 cerebros da homicidas.
Logo, a nevrose Inmici la 6 constituida por
urna intoxicago dos centros nervosos prodtlib
da por este especial virus rabidum adquirido
tambim pelo homiin, na epocha selvagem.
0 Ilustre Lombroso dirigi a seguinte carta
ao professor Francisco Magri, congratulando-se
cora a insigne descob;rta:
A sui descoberta e do Rivoita 6 de surami
irap rtanca, mas precisa ser consolidado por
oulros ensaios de completa exactid&o. No en
tanto cabe-ma esperar dadis sobre os raicro-
chos encontrados no cerebro dos homicidas pelo
Sr. Rivoita; e assim os caracteres semi-hydro-
phobicos dos,caes mos poderiam ter um ita-
portancia enorme quando fossem endureci-
da.
Se estas tentativas chegarem a ser contirmar
das, deveremos a Magri e a Rivoita urna da*
ni lis b das desrabarlas da nossa epocha. i
Bibliotheca do PlmpaoDos livro?
publicados por essa bibliotheca, nos foram en*
viados tres pequenosvolumes que c mo os de-
mais que j conhecemos, contem diversos con-
tos em verso e em prosa-critica, anedoctas ela
prop ircionando assim alguns instantes de varia-
da leilura. '
Agradecemos Agencia Litteraria o alludido
presente.
Passaincnto '.''allereu no da 2S da
Maio ultimo Ka Italia, onde se achava ultima-
mente o Rvm. frei Fidelis Hara de Fognaoo,
director da Colonia Santa Iiabel.
O virtuoso sacerdote era um desses horneas
exemplares e rigidos no cumprimento do sau
dever, de que deixou bara patantes provas nos
longos annos que oceupou to proaminente ln'
gar naqueUe cstab3lecimento de educago.
onde soube dexar de si asmiis sauiosas c
inolvidaveis recordag:s. al
Que para sua alma se abra o inmenso soio
de Deus, era recompmsa do bera qua espalhou
sobra a trra.
Gremio dos Professor.^si Prima-
rios -Esta sociedade reune-se boje, s 11 ho-
ras da minha, em sess8o ordinaria.
Matadouro PuMieoNesse eslabeis-i
ciinento=foram abatidas 85 rezes para o consu-
mo do dia de boie.
Trlbaaal do Jury do Recife -Ante
hontem foi submeltido a juigiraealo neste Tri-
bunal o reo Manoal Felismino das Chagas, pro-
nunciado como incurso as panas do art. 29k
<5 2 do Cdigo Penal e aecusado de haver as-
sas-inado com urna fac de pona o individuo
da nome Jos Barbosa, 23 de Abril de 1893
no lugar d-anominads Piabas, freguazia do Pogo
da Panella.
Presidio o julgamenlo o Dr Joo Alves Pe-
reira de Lyra, juiz da direito do 2. districto
criminal occupanlo a tribuna da aecusago o
r Manoei dos Santos Moreira, 3." promotor
publico.
O jurv de sentenga compoz-se d03 jurados. :
Fernando Barbosa de Carvalho.
Joaquim Francisco das Cliagas e Silva.
Jos Abilio de Barros.
Delfino daSilva.
Jos Flix de Biitto Macedo.
Augusto Carlos Boa Viagem.
Glicerio Colbo do Espirito Santo.
Dr. Francisco Jaolntho Sampaio.
Jos Luu de Souza.
Produzio a defesa o Dr. Dommg03 Cavalcante
de Souza Leo Jnior.
- Em face das decisOes doJury, o Dr. juiz de
direito con lemnou o reo no grao mximo do
art. 29i 2." combinado com o art. 409 do
Cdigo Penal, pana de 28 annos de priso
simples. ,
O patrono do reo appellou da decisao do
Jury para o 3up3rior Tribunal da Justica.
Foi levantada a sasso as 2 horas da tarde.
Deve ser julgado hoje o reo Joo Pereira da
silva- o, u i W
Funccionou hontem este Tribunal sob a pre-
sidencia do Dr. Joao Alvares Pereira de Lyra,
liaran is;ntos da
Juiz da direito do districto criminal, aeeu-
p ni lo a tribuna da accusagSo o Dr. Manoei do3
Santos Moreira, 3o promolir publico.
Respoud ara a oaaan ida H ju zes d.' laclo.
lUb n 'ti: I.) a u -' i n >n!o o reo Jo vi 00 de
Molan la Filho, pronunciado como incurso as
penas do ait 5 i do cdigo p;nal e accu-1 lo
da haver i IS-de Junho de 189*, peras 2 horas
da ma tragada, penetrado p >r m;i) de escalada
ni casa de resid -ncia de Joaquim Jos de Ci->
iro Medeii'is, n% freajaezia da Graca,e subtra-
hido do um bah contendo loupa p'rteiicenie
a \ntonio Pereira Laite.
O jury da sentenga compoz-sa dos seguiotes
jurados :
Manoei Anto-iio AlbuquTqua Machado.
lilicerio Coelho do Espirita Santo.
Pe .ro lvo de Campos.
Arminio da Figuervdo Pessoa
Jov no da Silva Santiago.
Jorge Fuck de Fisueiredo
Francisco Luiz Barreta Almeida.
Joao da.Motu Ribeiro.
Aunnsto Carlos Boa Viajera.
Produzio a ilefeza o Dr. Luiz Emiglio Ro-
driguas Tlanna advgado dos presos pabres,
senuo o roo absolvido em vista da deciso
do jury, que QegOU a autora do delicio por
unamnimidade de votos.
Hoje srao julgados os reos Joo Menino e
Candida Mara da Cooceicao.
O Dr. II.(ruine e o cholera na
ludia -Ha algum lampo qua o Dr. Simpson,
la Junta d; Sal; de i.'aleult i tem esta lo a
fazer urna serie de observafas e experiencias
sobre o cholera, que pro uettem resultados di
raais etavada importancia.
Entre oulras medidas expriment.us, ellos ino-
ul .rain cora a vaccina protectora l; il iffKine
11(5 pessas dai JO' qu3 habitavamumbutet
ou grupa (1; cabanas inligenas, denomna-
lo Kattal Bagm, onda o cholera domina-
va.
Pouco lem.io depois deu-ae no bastee nova
seria da ca-os da molestia. Foram atan
dos d;/. individuos*, dos quass morreram
sele.
Todos essas casos occorr;ram entre a mi-
noria que nao foi inoclala. Todas ot que
haviara silo iniculali
molestia
A Junta da Saude de Cnlcutl apra^entou ura
mera irn lo munictpali la le, rae immn lan lo
que sa pralongassem as experieocias por maia
dom annos, com o intuito, se os scus resulta-
dos forera fiviraveis, da eslabalecer-uma re-
partlgo permaaante para o trabalbo da inocu-
laco.
Ella mostra qua nao ha lu,'ar no inundo onde
sa meara lazar os estudos cora miis axactidao
e facilidad : do qu; era Calcutl, qu: 0 centro
mais civilisaJo da Asia, onda o cholera sempre
existe.
0 cusi calclalo das experiencias apensa
de !0:1>)0 rupias por ana), U3 nulo que a mu
nicipalidade nao teri desculpa para reauar-se
a mandar proceder a expermentagas, qua po-
d;;n vir a ser da ineslimaval servtgo para a
hu nanidada.
O Sr. Hafflclnc e o Dr. Simpson, exammaram
tambem os rasarvatorios de agua de Calcutta
e enco itrarara invaravelraente o biciitus am-
mi na agua daqudlas bcalidnles em que
Invia casos da molestia, e sem elle a agua da-
quillas que estavam lvros do Cholera.
0 Dr. ilirt'i-c i; aefta-sa na luha hi aini e
m:io, e t;m inocula lo com a sua vaccina cerca
de 23: >00 psssoas. Preten la demorar se naIndia
por mais um anno.
Scenas terriveis)s jornaa3 belgas
referara pa-menores de urna te.rivel scena, ou
antes urna sane di scenas-terrivais, decorrido*
io circo- da-Saint-illws-leii-Bruocelle:, ou le
bavia diversas jaulas da aniones ferozes.
A' entrada da Sr. Miesonier na bflbeteira,
ittraz da qual se achava sentada urna domado-
ra, Virginia KUrtt, estava-urna lata de plvora
que, sbitamente, nao se sabe porque, fez ex-
plosfte. Km um ra^raeuto a inatiz raulher,
am vestes de danzarina, foi presa das cham-
raa3.
Correram ao seu soceorro e consaguio-se
apagar o fogo que a cercava: mas emquanto
uinDmlico, chamado com toda a urgencia,
prodgalisava sem cuidados domadora, qua
tinba o rosto Uornvelmanta queimado, bem
como os bracos e as pamas, e dava gritos di-
lacerantes, os 500 espectadores precipitavam-
se para a porta, lomados de terror pinico.
No atropellamanto, urna crianga caba perlo
da jaula do* ursos, e estes animaos, puxan-
do-a junto dos varas com a3 suas garras
tilucerraii-na. Outra crianga era pisada pela
moltide, aterrada pals rugidos da: feras.
Emftm, emjuanto un comsgo de incendio
se declarara no- circo, os hvires, vaiendo-se
da confusao geral, furtavam da bilheteria una
ca xa com 30J francos, a receita de rauios
dias.
0 lesesparo d) proprietario era tal, qua que-
ra lansar-se na jaula dos laes nao ensillados,
afim e ser devorado vivo. Foram precisos in
gentes esforg >s p ira deteJ-o.
V un est.io la njulher -A questio
feminiia principia a tornar-scobjecto das pre-
occupagas das coporages seicntrficas em-
quanto n5o for assumpto das discuss&es das as-
semblas legislativas,
A academia das-sciencias moraesij polticas
4a Franga poz em concurso quatro questOes
deordem feminista- pira os-estudos das qjiaes
canfare premios do valor de 11:000 francos.
A academia propOc especialmente o estudo da
infiueucia exercida nos costumes pelas. Jis
que au'orisam ou prohrbam a prova da puler-
niiade.
Confere tambera premio ao melhot.estudo
CTitico do patrio poder e das leis qua limitara,*
autoridade paterna.
.Tambara entra era concusso o estuiodo r-
gimen dolal na Franga.
o cas e a occasiSo da3 novas doutoras de-
feiiderem a sua causa e provarem o seu saber.
Casamento i-IvtlO escrivao de casa-
nmotos que funeciona no3 districtos da Boa-Vis-
ta, .Grcil Pogo cVarzea aflixou no dia 8 do
corrente, na repartigo do registro, ra do
Imperador n. 41, i- andar, editaes.de pro-
clamas 'e casimaatos 4os seguintes contra-
hentes *
Primaira publicago
Manosl Francisco da Sirva, residente na fre-
uezia. da Boa-Vista, cora Emiliana Jorge Tei-
Xeira, residente na l'raguezia de S. Jos, sol-
tairos.
O eirv5o de casamentos que funcejona
aos distriKlos do Recife, Santo Antonio, S Jos
e.Agadoa aflixou na repartigo do Registro
de Casamentos ra do (mperadorn. Ti l an-
dar, editaes de proclamas de casamentos dos
seguintes contrllenles : .
Segunda publicago
' Francisco Antonio Brando Cavalcante, era-
pregado publico, com Anna Rita Wauderley,
sojteros, aaturaes deste Estado e residentes, na
freguazia de Afogados
Pruoeira publicago
Manoei K/anciscx ilw Silva, natural do Rio
Grande do "Norte, praga do14 batalho, tesi-
leate na freguezia da Boa-Vistav com Emiliana
Jorge Teixeira, natural deste Estado, residente
na freguezia de S. Jos, solteiros.
CeMaBifeialaif- -r. -43*rnot-.N \.
deixa de ser interessante o recordar em que
condiges, por assim dizer fortuitas, foi eleito
not, no qual ninguem peu-ava antes dcsta so3-
so da ."> de Novembro, e que octava elle pro-
prio, sera iluvi la, bem longe d'aspirar supre-
ma honra que locaro acaba de pagar, era elei-
lo presidente da repblica.
r_..\ a-< -mlii.'; i nacional, convcala para Ver-
salles dJSde odia imoediato i demissao do
Sr Cr'vy, enviada a s da Dazerabro por men-
sagein lida asduaa cmaras, achava-se na prff-
sanca de muitas candidaturas, e pareca resul-
tar dos clculos feitos sobro o numero de diffe-
reutes grupos que a lula novia flear crcum-
gcrtpta aos Srs. Floquet, Ferry e de Freycinet.
Foi, pois, com extrema surpreza que sa ouviu
lr, as quatro e raeia da tarde, o resultado do
escrutinio.
Sr Sadi Carnot 303 votos
Julio Ferry 212
General Saussier 148
fje Freycinet 78
General Apper 20
Brisson 5
Floquet z "
Anatole do La Forga 2
. Pelx i'yat 2
Pasteur 2
Spoller 1 ".
Era necessario um segundo escrutinio. Du-
rante es'.e. segn lo escrutinio diz a acta ofll-
cial, o Si- Ferry approximou-se do Sr. '"arnot,
ap'i-tiu-lhi! a mo o trocou com elle algumas
palavras. Da muitas bancada da ssembla
ir rom pera m applausos.
Com effeito, o Sr. Julio Ferry tinba desistido
a favor do Sr. Carnot, que no scgunJo PSCratiniO
foi eleito por 6 6 votos cintra iOS dados ao ga-
neral Saussi ;r.
iy?rae(ir"i eirurffieas -Forira priti-
cadas no Hospital Padro 11, as seguiotes :
Pelo Dr. Alcibiades Vellozo :
Postholoraia reclamada por pbymozis c can-
cros venericos. .
Ciuterizag.10 a tharmo cauterio de vegeta-
ces syphiliticas e canaes fistulosas do prepu-
cio e glande
Pela Dr. Halaquias:
Extracto de corpo cstranho, producido por at>
ma d; fog i.
Elarniatim.a cora rasecco da sacco,
Pilo Dr, Annbio : Inc o do abeesso nrinoxo no paritfa.
Exlracco da corpo eslranho na bexiga.
AmpUtcao la pei'in, no lugar de elaiy5o pelo
methodo circular.
Polo Dr. Vi lira da Cunha :
Ligatura da radial diraita, no tergo inferior,
reclamada por feriraento da mesma.
Amputac&o da mama esquerda r 'clamada
por cossinuinn.
Pelo Dr. Herculano Bandaira :
Raspagem e cauterizago a tharmo cauterio
da ulcera do p, reclamada por fangosidade.
Ablaco de cendvlomi da regiao anal.
Pelo Dr. Berar lo":
Iridictoraia optici no ollw esquerdo, indica-
da por leucoma aJherente oceupando o hemis-
pberio inferior da corma.
Iridictoraia ptica no olln direito. indicada
por mancha central da cornea c stapliil >ma in-
cipiente.
Inspectora do a." distrieto mari-
ti.noitecife, 7 de Julho de <89i
Uolctim raelereologico
Term cent i- liarometro Tensao do Humi-
{oras. Term ce
qrado
6 h. S.'O
9 > 2a 3
t 2,6
3 t. 2-i,6
6 25', 6
vap/r
16,06
18.12
17,81
17,:jo
17,07
76
70
67
70
.-s), som-
r dade-
7G'),.>9 i6."6 84
7I2.-09
761,-13
75, "98
76J-05 ^
.'"ppera'.ura mnima 2* ,23
Temperatura mxima 28,50
Evaporago era i\ horas ao sol
bra -
Chuva nulla.
Direccao do vcino : WSW de maia noite at
8 h. 30 m. daminh, ESE at 9 h. !o m., SE
al 10 h. 26 ra., ESE e SE atternados al Oh.
oS m. di tarde, SSE com interrupges de S e
SE! at It h. Oi ni., S al raeia nolle. ih.de
calina pela nianh.
Nebulosidade media 0,3o.
Boletira do Porto
Pra--nar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
P M. 17 Julho 10 h. 20 ra. da m. 0,"50
R. M. 174 h. 30 m da t. 2,-i"
Cas de OetencoMoviraento dos
rasos da Casa de Datengo do Recifa Estado
a Pernambuco, em 17 de Julho de 1891 :
Existiam.....
Entraram.....
Saturara.....
Bxistem.....
A saber :
Nacionaes. .
Mulheres ....
Estranneiios .
ilullieres ....
Total ....
Arrasoados .
Rons.....
Doentes ....
Loucos.....
Louca .....
407
presidente da repblica o Sr. Carnot.
A' 5 de Novembro de 1887 discutia-se no Pa-
lacio Bourbou urna proposta de resolugSo do
Sr. Cuneo d'Ornano, que tinha por tim Hornear-
se urna c o:n ni -sao da inquerito sobre a nego-
cala das codecorasOes e outras falcatruas im-
putadas a Wilson.
No correr da discussa houve qu;m pedisse
ao raiui.-tro da fazenda e presidente do conse-
llio, Sr. Rouvier, explicigSes acerca da restitu-
gao de 40.-0 J francos pagos como diraitosde
reoslo pelo Sr. Dreylus, antgo cliente do Sr.
Grevy, quando advogado ; e o Sr. Gaudin de
Viane, nterrompsndo as explicaoes do Sr.
Rouvier, exciaraou :
0 Sr. Sadi Carnot tinha recusado a resti-
tuigo d'essa importancia.
E o p-esidente do consalho replicou :
Sim sanhor, v-se dos autos qua u.n de
maus preJece3sorc3, o digno Sr. Sadi Carnot,
se recusou a autorisara restituicao que Ihe era
pedida.
Esta declaragao foi applaudida por urna tr-
plice salva do palmas, e alguns instantes de-
pois. indo o Sr. Carnot a atravessar a>salade
la Paix, foi rodeado pjr mudos deputados e
jornalistas que Ihes disseram.
A cmara acaba de designar osuccessordo
Sr. Grevy
E era verlade: a 3 de Dezombro o Sr. Car.
Total.......
Movimento da enfermara :
Teve alta:
Joo Henrique da Silva.
Passaj; cirosChegados do Sul no va-
por nacional Cometa :
Serapio J. Ferreira e Maria Francisca de
Jess.
Sahidos para o Norte no vapor nacional
Brazil :
Antonio Maia, Manoei Soares, Avelina F. da
Silva, Dr. Luiz Manoei Gongalves, Alfredo G.
Almeida, Dr. Franklin Ribeiro, Joo da Paz,
Luiz Cunha, Antonio Jos H. Lima, George Fas-
trag. Delacey Wardlar, Antn J.. Braga, Vi-
ceuzo Fliorno, Martinho 0iveirlt/rqf rancisco A.
Caldas Checheo, Mario R. Vaz dTWiveira, Ozo-
rio A. Sampaio Marques, Paulo Bis, Alvaro de
Souza, Joo do Reg, W. a Porter, Alolpho
Cunha, W. M. Ihompson e sua genhora, Joo
S Aranha, Anna Blackn, Rosa Kuk, S.muel
Levy' Floriana N. Santos, Manoei Pires,, A.
Kalh, Apolinario A. Costa, Secundino M. Biz,
Jos Maria, Joo M. Braz, Manoei J. Feraamdes,
ValoDmM. Fernandas, Antonio Joaquim Fer-
nande Bernardino R. Campello, Cleaientiuo F.
Silva, Man >el M. Souza e 1 ilha, Miguel P.
Schelly e 2 irmos, Manoei A. da Silva Antonio
do Espirito Santo, Vicente Cantillo, J. Cava-
lheiro Cruz, Pedro S. Riposo, Antonio Gomes,
Miguel A. Rosa, Joaquim Jos Gomes, Francis-
ca EL dos Santos, E. de Araujo Figueiredo, Pra-
xepes Brederodes.
Sahidos para a Europa no vapor italiano
?Rosario :
Estevo Mon, Abalardo Minguyro e sui-senho-
J.ra, Fe Jiaand Gall, Henrique Lacote.i. Argemi-
ro Bussetti, Silvio Barbin a sua senhora, Ame-
lia Mingogn, Rosa J. Prandi e 1 lilho, Luige
Ferrari, Biagio Ponci, Jos Marigt, Nicolo Pi-
aelle, Luigi Yictorio; 'Baroni Nicola Lanson,
Cario Mesiano e 4 Albos, Diana Nery.
,- SahiJos para o Sul no vapor nacional
Principe do Grao Par :
Jos A dos Santos Andrade e sua senbora,
Joauna M. C. Andrade, Francisco Maniro, Joio
Seixas, Alberto Prez, Manoei Baranda, Fortu-
uato da Cuaba, Maria F. de Jess, Manoei Joa-
quim Ramos, Beojaraim F. Brando a 2 lilhos,
Leonardo Guimares, Maria A. i anlos Andrade.
Chegados do Norte no vapor nacional Ja-
boato :
Dr. Antonio Roiedrell, Arthur B. dos Saotos,
os Fraacisco Sant09 .'Lima, Falix Monteiro,
rancisco Jos Ramos, Alfredo G. do Amaral Va-
lente, Luiza Ramos Chaves e 2 filhos, capito
Joaquim Ignacio de Carvalbo, Hermogenes E.
Fcrnandes, Joo Mandes, Manoei Leitc D. da Cu-
Ba, Pompu Jacome, Jos Alves da Silva, A.
F. Jones, I. Klenseu,C. J. Malm, Marthms Wo >d,
Jans Christiansen, tento Francisco da Rocha.
Luit,Gomes, Dr. Lauro Castello Branco, coronel
Joao Galhardo, Dr. Esmeraldino Bandeira, Jos
Xavier de Souza, Pedro F. da Cmara, Pomoeu
Lyra e 1 irmo, Xisto B. Vieira, Fernando i-
rvnam. "GraciliaDO da Gaiva, Jos Joaquim de
Araujo, Maria Rozalina Ferreira, Antonio C. do
Nasciraento, Joaquina M, da Conc;ig5o, Joa-
quim M.de Carvaiho, Jos F. do Nascimento,
Juventina M. de Alcntara e 2 filhas, Eduardo
de Mello Brrelo, Antonio dos Pa.sos, Joo F.
da Costa, Francisco de Paula F. Costa, Autoa
F. Silva, Atonio Jos de Albuquerque, Fran-
oisoo Joaquim do Nascimento, Mana M da Cod>
ceigo, 1} prgas e 1 sentenciado.

471 t *.
8
7
472
4i6
9 17
0
472
407
392
13
2
0 .
i
*V'
J


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IB""
3
alloinao Pa-
Sabidos para o Sul no vapor
tagoni;i-> :
raocisco Marques. Manoel Copas, Jos Au-
gusto, Barbcrlin, Antonio Viciorino dos Sanio-*
e sua smliora, Edmundo Mello liarrcto, Dr. Ma-
noel Penlo C. do Amaranto, Roberto Rabell >,
sua senhora el criada, Antonio Lotircnco da
Silva, Dr. Carlos Graca e 1 criado, Rosita Flor,
Guilherme Antunis Guimaraes.
Hospital Pedro II-O raoviramto
do ha-
por conseguinte, tera tarabem
ver tantas medicncoes quantos organis-
mos differentes, tendo essas inedicacoes
de variar, de ais a dia no mesmo orga-
nismo, acorapanhando as mulacfr-s da
idade,, d temperamento, da constituidlo,
ida irrtabilidade; de dynamisino, de tem-
!3; peratura, de clima, de altitude, de ante-
estab'l:.miento cargo da SantiCasi de Mise- jccdeotes etc., etc. ?
ncor.lia do Baetfa, n i da 17 de Julho foi o se-/ g neste mQ0 je crcUmstancas to va-
guint.' ;
Entraram .... J2
Sahlram..... 7
Falleceram .... f>
Existem..... 7*
Pora n visita tas as enfermaras pelo-! se.:u>n-
tes ni dicoa
Or. dalaquias, catrou s 10 da maaba e sa-
hio 83 II 3 i.
Dr: SI aO is Barbosa, entrn as 11 3.'* da ma-
ntas c sabia ai .i.
Di Remido, entrou s 12 da marina e sa-
bio is 12 3/4.
D:-. Arnobio Marques, entro* as 9 1/1 da tua-
DhS e o al 12-
i).. Lopes Pessoa, entrou 4s9 3,ida manila
.e saino as 12 1/1
Dr. Vivir da Cunha, entrou as 10 1/1 da ma
nba e sabio s 12 l/V
D\ Bastos de Oliveira, entrou s 10 1/2 da
ma iha 8 sa'iio 3 II 3/4.
Dr. Tavares de Mullo, entrn s .'0 3/4di ma-
nila sabia s 1?.
Dr Simplicio Kavignier, entrou s 8 34 da
manha e s;ihiu s 9 1/2.
Dr. 1 'reitas Guimaraes, eitrou s 8 1/2 da
roanli. e sabio s 9 l i.
Pharmaceutico, entrou s 9 1.2 da manb csa-
iu s 2 da tardo.
Cc:uiterio publico -Obituario Jo dia 17
de Julli. de 1895.
Aiitiuo ficante de Miranda, Pernanibuco, 48
anno-, casado; S. Jos.
Leopoldo Jos Nones, Pernambuco, 5 anuos ;
Graca.
Josepba, Pernambuco, i dia; Boa-Visla.
Joao francisco Monteiro, Pernambuco, 31 an-
no-, casado, B ja-Vista.
Jos Francisco do Naacimento, Parahyba, 54
annos, sollciro; Boa-vista.
Mate ..ma Miria la C raceic&a Pernambuco,
27 ann >', viuva ; Boa-Vista.
Hennque Luiz, Pernambuco, 70 anuos, sot-
elro, Boa-Vista.
Mana Moreira, 3uenos-Ayrjs, 40 anuos, casa-
da ; Boa-Vista.
MEOI-IN
.i-
A medicaco revulsiva
(ConclusSo)
A medicina, como arte, um conjuncto
de aventuras.
A prova disto a immensa variedade
de raecacoes, que tem havido, desde
que Hippocrates, ha dois mil annos, or-
gan'ioju a medicina em corpo douctrina-
rio.
Ora com foros de cidade, ora comple-
tamente abandonadas, essas medicacGes
tem acompanhado todas as vicissitudes
que cercam os artgos de moda.
Hontem preconisadas, desacreditadas
boje, diamadas amanha, ellas tem atra-
vessado os scalos, scientificamente ves-
tidas moda de cada seculo.
Mas em seu amago nada de real, nada
de positivo, nada experimental.
Os doentes continuara simplesmente a
morrer como no tempo da Hippocrates e,
talvez em maior proporyo.
Qual a causa'de tamanha incerteza ?
Porque a medicina, como sciencia,
anda nao existe.
A sciencia d a razo da arte : a a me-
dicina ainda na" acbou a razao das suas
medicaces ; pelo simples facto do nao
terem nenhuma.
A arte medica puramente impirica e
o seu exercicio funda-se na arbitrariedade
e na fantasia.
Nao ha leis estabelecidas para rege-
rem o therapeuta em face da doenca,
nem esta, tilo pouco, tem um andamento
mathematico que possa ser previsto com
exactido.
t A therapeutica experimental com
effeito, nao existe seno de nome (1).
Para que pois torturar o doente quando
nao ha a certeza que <> medicamento A
produza certo efieito infallivel no doen-
te B. ?
Se falbam sempre, ou quasi- sempre,
as hypotheses estabelecidas sobre o re-
sultado d'um tratamento, porque nao
substituir a interven?*.) violenta e des-
organisadora dos agentes revulsivos e
txicos, pela iuuencia branda d'uma
medicaco inoffensiva ?
Qual ser o medico to presumpeoso
que garanta d'antemao a eficacia do
agente A. no cas> em que se acha o
doente B, quando sabios da estatura de
Littr dizam ;
c N'.lo se^de ainda reduzir a le ge-
ral o modo como as substancias medica-
mentosas a toxicas se comportam no or-
ganismo. (2)
E E. Bonchut, alias partidario da
medicac&o revulsiva, confessa (3) :
Infelizmente o problema das im-
presses revulsivas, em sua relacao com
o acto curativo, tao obscuro quanto
todos 03 outros problema therapeutco.-
relativos s imprassoes curativas.
Entre os meios erapregados e o effeito,
bom ou mao, que elles determinam, exis-
te como intermediario a economa viva,
isto a vida, que gera effeitos indJvi-
duaes differentes para cada pesssa o que
torna impossivel a sua compararan abso-
luta, na approximaco que se quer
fazer.
Isto quer dizer que a idiosyncrasia poe
a therapeutica coxa d'uma poma r e
obvio qne cada doente precisa d'um ge-
nero de medicaco difirante.
Nao existem por conseguinte entidades
mrbidas, e cada doente constitue um -es-
tado pathologico sui generis
Mais claro: nSo ha doenc&s e sim
doenca
A doenca um estado phvsiologico
anormal, e maniesta-ae de modoa di-
versos nos diversos individusos.
D'abi o immenso e disparatado qua-
dro nosologico
A doeaca tera tomad tantos nomes
quantos os modos porque se tena manifes-
tado nos variados organismos que om-
pem a serie orgnica.
Ora, se a doenca um estado accidac-
ial, sendo muitas e variadas as formas
pelas quaes diverge d'uift a oulro indivi-
duo, nao claro que haver Xantas doen-
cas, tiUidudes, quantos os deoates; e que,
riadas, qual a raedica5iio exacta, positi-
va, infallivel ?
Neuhuma I
Se as influencias athraosph ricas, he-
reditarias, dynamicas nutrientes e mi-
tras muitas, permanentes ou transitorias,
jjertumbarn i marcha physiologi a do
medicamento, como se poder garantir
que a raedicaao tal produza urna deter-
minada mod fcacao no snjeito qual ?
Abandonemos pois essas absurdas rne-
dica^Ses violentas e toxicas, cuja effica-
cia ninguem pode garantir, e que s ser-
vem para torturar o doente e a gmentar
os riscos de morte.
Nao ser bastante o risco constituido
pelo proprio estado de doenja ?
Fora pois comj os vesicatorios, san-
gras, ventosas, sanguesugas, moxas, se-
denhos, substancias toraxicas ou irritan-
tes, gelo e outros agentas desorganisa-
dores.
Fora tambem com os barbaros conse-
Iheiros de taes medicagOes.
Doentes sacud o jugo do despotismo
pretencioso e imponen a omnipotencia
da vossa vontade.
Nao abandonis o vosso corpo me-
ce da arbitrariedade e da phantasia I
S a nattireza vos pode curar, porque
s ella tem a p itencia curativa.
A medicaco deve ntervir simples-
menta como auxiliar da natureza e s
ter por mira o amparo das forcas do
doente.
Amparal-o de modo a poder recebar os
efluvios beneScos da natureza, e nunca
extorquir-lhe as foreas por meios vio-
lentos e mltiplos collocaudo-o em posi-
cSo da nilo podar aproveitar aquella ac-
co salutar, tal o dever de verdadeiro
therapeuta.
i Infelizmente o maJico, em certos ca-
sos, chamados 'urgencia, deixa-se ar-
rastar e impellido pela fain lia que o
cerca, assustado com os rpidos progres-
sos do mal, accumula muitas veze3 em
poucos momentos os medicamentos os
mais oppostos. (4).
Cautela, pois, senhores mdicos I ten-
de era vista essas palavras do nosso me3-
tre. bem como estas outras ;
Em therapeutica as illusoes sao com
effeito muito frequentes e isto resulta de
bastantes circumstancias ; sobretudo da
teadnnea do espirito humano, que quer
que tudo o que sobrevem de favoravel
no curso da doenca resulte da medicaco
empregada, quando, bastantes vezes, a
marcha natural da afFecco que o me lico
aomente observou (5).
c E' na therapeutica que consistir o
talento do medico e o mundo vos jul-
gar mais depressa pelo talento que de-
senvolveres para combater a doenga do
que pela sciencia, por mais elevada que
supposerdes, que vos permittio de reco-
nhecer a doenga (6).
Res non verba.
Pedro d'Able.
(4) Dr. Dujardin-Baauraetz, Lecons de
chimique therap utique, 3.* ed., tome
1* pag. 7
(5) Id., ibid, pag. 3.
Succedem-se es governos, minlain-.a
os homens, e o fira de todos o
futuro da familia, o interessa pro-
prio, e o bsra particular. As mais im-
portantes questoas sociaes ficim es
quecidas, as difficuldadas permanecem, as
crises perdurara e o mal que est incu-
bado sa ramifica, e contamina todas as
carnadas sociaes.
(De jornal Apostlo, Rio 1837)
Os partidos 'monf.rchichos no parla-
mento cuidara cada qual de f.izer barre-
tadas a inonarchia para galgar o poder
procurando enlamear o ministerio cora a
questo Loyo c >mo se era todos os
gabinetes, mais ou menos, nao houvessara
sempre Loyos, erabora com differen-
tes nomes.
O mal 6 simplesmente do systema.
(Do jornal Repblica Braziicira em 1
de Junho da l-8'J-.
Hi longos anuos que amho.i os parti-
dos mouarcliicos, que luctara para con-
quistar o poder, pelis suas ideas polti-
cas, aecusam severa o amargamente o
imperador, attribuindo-lha una vontade
absoluta, pela qual sj eleva, como nico
poder soberano, cima da sabedoria da
na?.to.
Se fossamos a citar as palavras dos
mais nota veis estadistas brazileiros, com
que tem fulminado o que elles chamara
-poder passoal, nlo comportaran! as
co uniras deste Diario, todos os pungen-
tes apodos e acrimoniosas apostrofes irro-
gadas n i imprensa e no parlamento a
pessoa de Sua Magestade o Seuhor D.
Pedro II.
Devenios confessar entao, nos, que fa-
zemos parte da nac&o, apezar de n5o nos
envolvarmos as luctas politizas : deve-
nios confessar, que essas acc isacoes nlo
sao infundadas, e que bem ao contraro,
ellas exprimem a ve:dade incmcussa dos
factos.
Quantos ministerios libjraas, n3o tem
sido voluntariamente despedidos pelo Im-
perador ? 1
Quantos gabinete? conservadoras nao
tem sido por ass m dizer, enxotados
do Payo de S. Chrstovio, ape ar das
falladas sympathias=do moiarcha por
este partido ? !
''^o Diario de Noticias, do Para em
Junho1889.
J era tempo O ministerio actual
presidido palo Sr. Affonso Celso, e escu-
dado pelos ministros do exercito a arma-
da, e visto peloollv da providencia
ha de comprehender no fin de cortas,
que nao tem forca para reagir contra a
unnime vontade da najo, apezar de
trazar as tristesr ecordacoes da carnificina
de 1 de Janeiroa celebre cf.mpanha do
vintera, que tanto elevou no conceito pu-
blico o illustre Visconde, que hoje presi-
de o ministerio da casa imperial.
A maneira digna porque a Cmara e
todo o paiz tem recebido o ministerio
imperial, vem provar que tuio ha a es-
perar do seu civismo, e que brevemente
no maio dos hymnos altisonantes da von-
tade popular, ha vemos de saudar a libar-
dada de nossa querida patria.
(Do lori\&\Republi.:a Brazileira de 15
de Junho de 1889;.
verdade, e que neste paiz, s ha urna
vontade ; (a do Imperador). !g
(Paulino de Sonsa na Assembla Geral ,IS
em 1871).
Dr. S Peretra, ra da Impera! th D tristeza -em paga de to desinteresiada hosn
, d cunsuftus medioo-cirurgic* tod'X dac.-m :
i .J:as das 8 meiO dia; ma0S Qjs Quiera S.S. que d.ga mais algoma cona
A preponderancia da corda sobre os
deraais poderes, chamera-iia como quize-
reinpoder- pessoal poder-dictatorial
real -existe com effeito.
[Bardo de Cotigipe'-ai Sanado em Fe-
vereiro de 1879).
A ascenco dos conservadoras nao me
causou espanto, porque j estou habitua-
do aos actos do poder desptico quo
rege este paiz.
[Lourenco de Albuq/iv-que na Assem-
bla geral em 188y.
No Brazil ha una s abeca da qual
dependem os partidos !
(Audrade Figucira na Assembla Ge-
ral).
A institualo monarchiea j sem pres-
tigio, parace haver anegado a crse 'atal
da sua inanidade Todos na apparelhos
institucionaes j aio funecionara regu-
larmente. O poder publico, desmoraliza-
do, j se reconhece impotente para resis
tr aos embates da opini&o nacional.
A monarchia chega, iiois, ao seu termo,
vae dcsapparecer da scena poltica, dei-
xando-noa como nico logado, como ni-
ca recordacilo de sua existencia, a anar-
chia ge-'al nos espiritos, a inseguridade
as consciencias, o alarma no seio das fa-
milias, a falta de seguranca para todos
os direitos, nenhuma garanta para todas
as liberdades fundamentadas do cidado
ella nos entrega a patria, quasi que ex-i
haurida na sua vitalidado moral e econ-J
mica. Tal o resumo, tal a obra de
um longo reinado, de quasi meio seculo,'
tal o espirito da instituicao, que se
suppunha adaptavel a todos os progres-
sos da socedade, tal o resultado de
urna poltica insensata servida inconscien-
temente pala subserviencia dos horaens
que ho sido os collaboradores da ruina
da nossa patria.
{Quintino Bocayuva : discurso pronun-
ciado em S. Paulo em Maio de 1889)
das 8 meio dia; manos qm
domitios e dias santificados.
Dr. P&eira do i*va chegado de
Pars ; com ymm as cliuicas ae Wbe-
k -r o Lando!!, d cousultas de I s 4
..\ lar.lo a raa do Imperad): i
6:] primeiro andar.
Tolophone n. 588. hesideucia Ca-
xa --K.
O De, Be-ardo medico e oculista do
hospital Pedro 2 tem consultorio ra
do Bom Jess n1 9. 1. ailar Reshlen-
cia: ra Una I da Torre n. 29. leiepboae
u.S6G
Dr. Amaro Wanderley, Mu lot
consuono para a ra Duque de Caxi.ts
D. 74 I.* andar, onda d consullas de
:1 horas, da manha i hora da larda,
Residencia Rr-a Direita n- 41
A/odaa>
Dr. Joaquim Loureiro medico pavioi
io, .-oiisultorio ra ^ Caduca D. H,
8ncU na Oa r'orte n, 5. casarir
i/.uiejo, defroot'ja groja da Campia.
O Dr. Simplicio Mavignier lm
o. 27 primeiro andar.
i^pecialidadosMuesiias do appara
HlO respiratorio, fobro e da pello.
Consultas das 9 as 11 na pharmaei;
;inerva, largo do Terco e em seu con-
'.orio das 12 s 3 da larde.
ResidenciaRoa do Hospicio a. 41
Chaados a qualquer hora e por e;-
COMMUMICADOS
A monarchia brasilcira jul^rada
pelo- moaareliistas epela im-
prensa
Liquidada a causa da monarchia, des-
mantelado o poder, perdidas todas as ra-
zias do j usto e do honesto, apagadas do
espirito nacional, todas as eren cas, raor-
taa justica, perdida a confianza publica,
despedazada a honra nacional, que mais
resta e espera o povo brazileiro, para co-
operar no medonho cataclismo, que amea-
9a submergir grande nao do Estado ? I
(Do jornal Repblica Brazileira, Maio
de 1389). .
Os funeraes da monarchia se approxi-
mam Na sua frente, em triumpbftl,
com rausiaa de rabeca a bandolim, rom-
pe o funreo cortejo inmensa cohorte da
titulares e fidalgos : inmediatamente, to"
os os filhos, parentes e adherentes do
poder, logo aps todos osLoyose
Benedictos, em fila cerrada e unida, le-
vando as costas normes malas repletas
le concesses e contractos-; em seguida^
h rapresentantes do poder trazando to-
Jjs, estampada sebre o peito a divisa
j'tt9 os traz congregados, asaber':
o iuteresee da barriga; e a consarva-
co das posi'.Oes oBciaes, no fim a banJ
deira esfarrapada da monarchia, a arca
santa (outr'ora)" daa lwrdda*\publicas,.
a garanta (pqrdida) de aosso direit&s I..
A nossa questSo ( de principios, e por
isso, a vista da organsajao deste minis-
terio extra-parlamentar e com figuras
obrigadas do paco insistimos para que
nos digam, porque cleu-se a mutacao po-
ltica, sem seremk ouvidos desta vez os
presidentes da cmara e do senado,
Nao sei por que, muito erradamente a
meu ver, fazendo-se ao Imperador urna
honra, que elle sera o primeiro a decli-
nar, tem-se dito que o Imperador o
chefe do movimento abolicionista.
Acredito e j urna vez o disse, que
falta a S. M. urna intuico clara da im-
portancia nacional desta movimento, do
alcance e importancia desta idea, na
c sorte mesmo da monarchia
Esperar d'elle urna soluco mais favo-
ravel, seria infundado, Nunca o iulguei
capaz disso, que no para hornera como
o Imperador : conheco os seus santi-
mentos pessoaes ; e sei que es* com a
resistencia I .
( Joaqnim Nabueo ; era 3 de Julho de
1884 : na Assembla geral.
(Willian Coblct, paseudonimo de umt
illustre conservador).
Convertem aquella casa do parlamento
(o Sanado) em um estabeleciment dad.
seguro mutuo contra os azares- da polti-
ca : juram bandera n'um partido, e3co-.
lhem os compadres no outro, e assim v-
vetaJBempre bem em todas as situaces,i
tanttf quando governara os correligiona-d
ros,-corno quando o poder est as mos'
'dos compadres.
N dizer daquallae 'passoes, que pav actos abusivos e em arbitrariedades.
recero melhor informadas o cdigo des-
se* -senhoras, resume-se era dou arti-
gos: observar cora escrpulo os pracaitos-
hygienicos, para prolongar- o mais pos-
si vel aquelle magnifico!, otktm -cunt
dignitati e conservar a paz entre os
colUgas, formando no seio delles urna
espacie de confraria, que habilite 03 filhos
del cada um a considerar os outros como
seas tios e vice-versa.
(Do deputado Gomes de Castro na As
seaubla Geral em 1887).
(1) Dr. Dujardim" Beaume.z, Lecons
do clinique therapeutuiue t I. pag 5. Urna poltica estreita, inspirada pelo
() L. Littre et Ui. Robn, Dictio- egeisra0i tendendo aos interesses de fa-
na*e de mdeeme, nrt. Mdic.xmcnt, |mlillf por 880 fraoa, .tmida, condesceu-
(3) Bonchut et Despres, Dictionaire dente tem creado uma administracao cor-
de medecine et de therapfeuUque, Intro- rompida, degradado todos os caractares,
daction, Adecatton revulsive. I e iaalii3aao tdo8 08 Uomens.
Foi o capricho, a m vonti.de, o poder
absoluto, emfim do paco, que quer a fina
forca=desprestigiar, estragar, baralhar,
como sampre os partidos polticos, que
j foi ara denominadosgrupos de ambi-
ciosospelo proprio Imperador em con-
versaco com o cardeal Antonelli......
Nunca em nosso paiz o poier pessoal
e hoje inconscisnte do imperador se le
vantou com mais alrevimento para lan-
car um repto a nacilo e aos saos partidos
organisados.
(dem, idemJ.
Forcoso que publicameBte confesse
uma triste verdade : a naci vai nos
olhando com desconianca a descrendo dos
dois partidos contititucionaes. Cora o
proceder que temos tido, todos vo per-
dendo terreno na opinio publica. Li-
beraos e conservadores soffrein as mesmas
aocusaedes, incorrera em ignal desagrado.
Sente-se por toda a parte um mo estar
real. Parece que nos approsmamos de
uma -epocha de dissoluco poltica, tal
a confuso que reina as ideas e nos
borneas.
(Daputado Zama na Assembla Geral
em Junho de 1882;.
Quando pala rao do rei foi guindado
ao governo o partido liberal^ a sua ban-
deira era a reforma de todas as leis abu-
sivas, a extincao de todos os abusos,
desde os que foram estabelecidos pela
cartaat os creados pela administra-
coo subalterna.
O que resultou dos compromissos do
programraa, foi o ^ue sa to r dos abusos
contra os quaes tanto tinba bradado 0
partido liberal, nenhum foi destruido,
durante os 8 annos da governo; em
compen8aao, porm, o numero delles foi
bastante ampliado pela- -aiministraco
liberal, que tornou-se fecunda apenas "era
Durante esse periodo os conservadoras
qua verberavam ds escndalos ^ alimen-
tados pelos governos liberaos.
Agora, sito os mesms conservadores
que, de posse do poder ejecutivo, julganu
muito regular- tuco o de: escandaloso no gov^imo, um uanto os
adversarios j conmejam por actos e
palavras a protestar contra o que elles
masmos fizeram.
Enefcsa desgrajada altcsnaliva, qua
tanto tem de ridicula, quant) do immoral,
vo vivetrdo, e asperam vi^ar sempne os
dois submissos servidores do rei.
(D* jornal Rederafo de- Porto Alegre
em 188 ).
Meus senhores, j dois seculos o pa-
' dre Antonio Vieira diaia umft profunda
D. Pedro quando foi proclamado Impe
rador foi com a condico de acceitar a
constituico, que a Assembla constituin
te lhe desse. E jurou nos Livros dos
Santos Evangellws acceitar esta condi-
q*o, acceitar a constituido dada pela as-
sembla constituate. E dissolveu a con-
stituate, e revogou o decreto, que con-
vocava outra, e nao acceitou a consttui-
<;Io da naco, impoz a sua pela forca,
pelo apoio dos corcundas, e pela cobarda
dos Brazileiros.
(Affonso de Albuqiterque: Liberdade
no Brazd em 1864 ).
0 que temos hoje nao um governo
representativo, nem um governo nacio-
nal !
Nao podemos apurar o fa to de uma
eleigo verdadeira contra nanhum parti-
do : ao mesmo totopo que a le aristocr-
tica reduz a duzentos mil eleitores os
doze milhoas de cidados, que tem o di-
reito de delegar a direegao poltica do
Paiz !
Os presidntes do Conselho organisam
por tal modo os seus ministerios, que im-
peram nal les quasi sem reserva.
"Nao um governo de gabinete. Os mi-
nistros nao demittem, nem noraeam, ne o
gpvernamlivremtnte :n5o as cha-
madas conferencias de Ministros, que
se dacide a sorte da Naci ; mas sim
nos de lachos Imperatorios.
Todas as nomeacoea ainda as mais in-
significantes, estilo sujeitas ao fetdo de
um /10/ncm, que muitas veze3 nao tem
outras informacSes, senao as denuncias
anonymas da bocea de ie&o, como o Con-
celho dos dez de Veneza.
O presidente do Gincelho neste paiz
vive infelizmente s da tolerancia do
monarcha 1
Ninguem se santa forte, amia que es-
teja apoado na opiniSo, para resistir ao
Poder Tradiccional Permanente, S. M.
Imperial faz o mesmo engodo com c
partido liberal, e com o partido conser-
vador.
Ni i ha parlamento, nao ha partido
que queira a emancipacao immediata,
por que=.i Nac,ilo Braztleira nao tam voz.
Com o sentmento do pouco que vale 8.
r presentaco nacional, esta cmara j.
foi convertida em mercado de escravos,
no qual o seu Presante faz o papel
de pregoeiro marroqu
Contra isto s < ha um remedio :-
que os partidos nao tenham mado de
morrer.
Isto nao admira em um paiz de mys*J
tifleagao, e curvaturas-como este, paiz
de' privilegios e enfeudanaentos, de conspix
ra^ia, de compadresco, em que nada tem
que ver a liberdade, a capacidad, o d-*.
reito, a lucta franca.
( Joaquim Nabueo ; na Assambla Ge-.
ral).
, ripio.
Telophone u .f>U).
C!Slea tn caoleistias de olhos
onTldo e n-ir)z.
O Or. Pedro Ponlual, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker, de volla dt-
sua viagem a huropa, tero seu consult.)-
rio ra Nova 11. 18. prmeiro andar.
Consultas 1-3 1 s i da tarde.
felephone n. 539.
nrogana
Braga Jf Michado. Deposito de lo
lis as especialidades phartflaceulicas,
lalas, drogas, productos rhimicos e ou-
troa medicamenloa hoiopathieos, ra
L-ir/a do Rosario n. 34.
Paria Sobrinho & O., droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Otraria n 14
Guimaraes Braga & C.
Je Drogas e productos chimicos, espe
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
tos hoiueepaie^s e tintas, oleas, pin-
ceis etc.', etc. Ra do Marquaz de Uliu-
da n 00.
O ^alistas
Dr. Barrete Sampaio, occabs4v:d
consultas de 1 s 4 horas ud prpaaeiro
odar da roa -do "IMrtBda Victoria n
51.
ftjsidencia a ra Sele'de Selembro u
3A entrada pela rus la Saudade n. 53
Quirer S: S. que diga mais
estj r.-spiio ?
Achom.'llioraguardar me para o tal dia de
que falla esta enfraquecida crealura, qun dis
no estitr longo, para por os ponlos nos i i,' sa
assim fbr precizo faer.
O publica peco que desculpo o que por ven-
tura di8s fora da proposito.
Rrcrfel9cre Jullio-dc 189V
TenentL', Akilio Gomes de S Sovaa.
LOTBBA MGIOiiAL
'''Dianciedadeg-fal es-
peraba a dov* orJem dos
Sra. potentados maudtido
que todo jog idor que com-
prar bhei.e- de outr s Io-
rerias reji expulso d ) terri-
torio Nacional e becn assim
seja pun lo com 30 da de
prisa-) os qi..
premio nao se
ao dtir-c-:nio eib cu ruis
por- e^ato qne lhe (o impos-
t> pelos agenl's us'-a ca-
pital. Ac turelerH-so pmis.r
Major LcaL
Ao- e!eitoralo d :i.* di O amigos e admiradores do coronel..
Antonio Avelinodo Reg Barros, resol- -
veram apresental-o aos vossos suflTragioa,
na elai^", que se vae proceder no dia .
3) de Outubro prximo vindouro, paca
Deputado ao Congresso Estadoal.
Parabens
Completa hoje mais uma primavera
em sua preciosa existencia o amigo Ray-
raundo Seixas, por tao faustoso dia, feli-
cita o amigo.
19 -7-94.
A. J.
Uri,eai' dgim
Mig-itarem
Colonia Santa Isabel
Cobre-se hoje de lucio a Colonia Santa Isa-
DepOSTJO bel pelo infausto passamento daquelle a quem
e ouiu e"a muit0 deve. e qua em vida chomou-se Pe
Fidelis Maria de Fognan >:..
Km Imola (Italia), ond: sj achava, despreo-
deu-se do corpo, a 24 de Maio ultimo, a boa
alma daquelle illustre sacerdote, voando. intsa-
tissima ao seio immenso de Deus, a recaba
premio de suas virtudes !.
T triste noticia vdo cavar, no p.iito da Ca-
lonia, uma incuravel ferida, pela p Tda daquel-
le que, ao pregresso da mesma consagrou i 18
annos de vida, e cuja immarcessivel e honrosa
memoria, jamis ser olvidada^fniquanto exis-
tir este po monumento para tjemder seuaa-
reolado nome'.
Carcter distincto, CuracSo sempre aberloa
enxugar as lagrimas- da infancia orph desva-
lida, cerebro emprehende lor e utilissimo, sa-
cerdote virtuoso, cavalheiro de circumspecj^
illlbada, tido amigo de seu amigo, director ar-
ioso e activissimo, era o iHustre morto a sya-
lhese.*ftel do verdadeiro- homem na soeiedd^-
na reti(rt5o e na familia.
Tributar, pois, homenagem grata memoria
de tao merecido e pranteado vulto, dever'de
todo aquelle que tere a dicta de o conhecer, de
o contar como amrgo, de o posuir cemo di*
rector, e como protector; em sarama, de tai*
bom pernambueano, por isso que, ah est bem
patente no seio deste qoeridissimo e tradqa-
nal slo pernambueano, o producto do seu JnK*
balho materialmente desinteressado, do -se*
zeloso amor da sua fe-a Colonia Sant Isa-
bel!...
Gratas e sinceras lagrimas oriundas do-aas-
go de sentidos coracOes, aqui derramam al-
guna ex-colonos e empregados, seus admirada1-
res...
Requiescit in pace.
P""
INDICAGFS OTIS
eil.os
0 Dr, Lobo Hoscoso d consultas eiif
uHf asa ra da Gloria o. 39 da.-ltif
ioraa da manfla 1 da larde^ Aehan -
lo-se fra do servido publico. offerece-ie
para acudir a quaiquer chamado con>d
promplhjo para fora da cidade. Espti-;
,didlade,operar;Os, partos e molestiasc
de senhoras e raninos.
POBLIlilCOM \ PEDIDO
AcntoiniDntoji de Taca-
rat
O EX-DELEGADO DB POLICA DE TACARA-
TU' TENENTE ABILIO GOMES DE SA'
NOVAES AO PUBLICO.
Continuando na resposta encalada no Dia-
rio de Pernambuco de 18 ao artigo publicado
no Jornal do Recife de 12 dj corren te pelo
famigerodo Correia da Cruz, vou deionstrar,
3oe nunca fui vergonha da familia, como
iz aquelle infame, pois contra mira graca* a
Deus nao peza crime desta ou d'aquella natu-
reza, nunca fui prezo e nem processado ; e o
mesmo nao pilera duermen vil detratou que
Kerdido na opiniao publica, j.i nao sabe o que
a do dizer senti que a trra lhe vae fugindo da
baxo dos pos, tanto que j abandonen a U*-
tu. da Tarde, > e isto agachado na columna das
solicitadas, do > Jornal* sob o frivolo motiva
da precizar exclarecer certos factos inver-
tidos por mim.
Para quo nao esclareceu estes factos pelas
columnas da Gazeta da Tardo, que com tan.
ta. gen Tosidade lhe foi franqueada e de que
tanto aliuwu ?
A razo 6 dupla :
Este rec-in-ente bem assignuLidc pela na-
tureza conhecido no sertao por cao-cao.- fra.
criado, cuja flgura de ave moturna e outros
do macaco com cabala de quatymenhum facto
tem que esclarecer; aquelle tirado nao pas-
>a-d um ardil,'ao que frtil o aquella
raposa : I
publico coniprehende que seeut tivesse in-
vertido,- este.ou aqiullo facto, Csrreia ala Cruz,
veria logo contestal-o.
Isto, pelo menos, o qu: natural; e des-
de que no tiz e porque apenas empregou aquel-
las phrazes como simples derivativo. A nutra
ratao foi par* si aproximar do Jornal do- Re*
cife pois na Gazeta da Tarde est fazeode Pa.rtin?0'?P^d^.t8ts.?u""
muito fri... Tenho toda^qus esteiperverso
por si mesmo ha de drstcnire.
E tilo audaz que se a trave a dizer, que
z que sq a trave a izer, que su
soa assassino de p trentes e da honra :
Que m mitro Felizavute nunca matei e nem
:n ni le matar a pessoa alguraa e p ;r tanto nao-
poiso ser assassino de prenla.
U mesmo nao pode dizer Correia da Craz;
que acahou de mandar matar ao seu primo, ex-
coaeligionario' amigo cavil&o Antonio Loiti-
nho, de pois de ter feito< o mesmo em- Flores,
com o caplo Benedicto de Campos, em se
guida ao venerando Frsfncisco Barnar.io e de-
poki deste ao infeliz Bruno simples portador de
papis eletomes.
O publico v qne declino"aclo3, que aiada
au torao e nem podera ser contestados, nao
calumniador tanto.
E o que que Correia daiCrvs tem -articula-^
do contra mim ?
eu gragas a Deus ter si dado as nortes :de
seus irma*f para estar- acobartendo-se com
ellas envertendo a caaa<-dos mesraosv com a
fin de desviar a discusso ponto principal, que
o assassirtaie do infelia -Leitinho; oetar aa-
tendo sobre a mesma clave, a contar uma -hiso-
ri i inverosmil e que-aingiFn acredita.de que,
|>fuii eu, o assassino de seus "roaos >i-
Mas isto, como v o publico> ramto vago,
E' precico qae esta miztravel veaha dar a ra-
zo em que se funda para dizer, que fuioassas^
sinodeecus wmosf venha dizert>ao pubhco-j
com relago a actos praticados por -tro, com ,
eu.tenho fJiro com relacao aos .praaicadoa por
elle, isto e, quv foi elle qupm mswJou matar .ilo
capitao Leilinho, por que disse>sjue mandara
fazer isto, logo qw>-foM^olto>^ e. lar. sido- a-
murte executada por seu proprio irraao- Andi,
que por si s-nao se atrevera- a tanto-:i e por*
mostos outros motivos *jw j -63o cooliei4oeJ
dotpublico, e sejo^liquidades em tempoi *
Para conoloir' por eraquanto, #evo d4zr o.
publico que tambera nunca prejmliquei a honFa
de quenr quer "que .seja ; e provooo este saHea-
do Correia da Cruz para vir declinar- qual
qusr facto.
Ao Burilo de Xazsreth (I)
Eu que somente a fronte curvo
A' honesudade, honra e virtude,
Que nunca dulaco sagrei na vida
Um canticcv&a^pisr assDBS qide-....
Dar-te venho, sincero, hoje meus earmes
Arrastado por dever de gratido
Externaodo o-que-sin to dentro" "alma
E inuoda de.pracermeu coraco.
I u'almi grande sempre. devotada
A' flirtude, aa-ataparo, honra s
TeovDobre coragSo onde se aninba
O amor, a gratidao, a f, o do ;
Ta ndole modesta, atfsvel^docil
Fidalguia jamis vendida ao ouro,
Ta:s sao os dotes ante os quaes me curvo.
Para mim eis qual o tea thesouro.
Pois nao fui, n5o serei nunca um iagrato,
Recebe quanto pode a alma dar-te
Quanto pode te dar meu peito grato.
- tua esposa, o anjo explendido e brlhante
Qpe vivirtca leu lar de gragas e de luz
Bu mando, como amigo, a saudagio pujante
Que impOe sua virtude e a graga que transas
Ni tvpo de nobreza explendido e ta* bello
Que fora uma utopia querel-o descrever
Sando da virtude o ntido modello,
Saudo a magostado e o tvpo do dever
AUGUSTO PCTtD PACCA.
(l) Reproduzida postan sahido eom algunas
insaassasjjsji -
\ i ------------------
Ao Sr. Cruz
0 Sr. Cruz que cooessou pelo Diario de hoa-
t?m ter desabado a cobarta do consistorio da
irraaodade ide* Sentoor dos Passos de Olada,
nao te ve a coragens de contestar a incuria da
mama irmaodade, que se tivesse prevenido eaa
temtratcom cetteza-.o desabamanto no.se tena
ddo.< So a^ora desos de cnida.e que tomar
proridanciaB.o eremos, todava ficamos em ob-
servagao.
Qaale aom amitos beneficios feitos a igre-
jaf isio irSo jerio, alto "le peoetooao, na mais nos consta que. a irmandada tenba r
outso qualauer benertcia e- diseido ,ue a pro-,
rttio lampada de Senhor dos Pessos nao tessu.
buena gota de-azeite temos-dito tuda E' Verda-
deique meHioramenlos tem havid*) na igKJtir
porem feitos pela incarrsavel devogo deN. *-
bdo.Carmo. quexliga que- essas devotas, oannr*
^assado maadaram concertar a cobacra darapel-
Ja mOr que estar a *ttir, onde,gastaram mais
de um cont Je rei*, reforma ram o grande ninctw
de N. S. que cns'ou perto de,oitocentos cmilde-:
res e-outros mijitos melhoramentos qtre es-
\&a afinos vistos, calartioa hemos;'006 sedigx.
familia do Sr. JoSo Roxirignes.de Moor*-
de isua posigao quando si achava a frente de in
consciemes'"no Riacho-do Navio, pr mel-de*
afagos e engaos leve a deslHimanidadei'de
plantar a deshonra no seio de'um cazal labe-
rioio'e feliz, que era seu proprio -prente e ami-
go, era cuja caza era semare recebido, e onde
abu ando daconlianga, deixou discorlia a
que a
Assassino da honra aquelle-que abuzarslcr preparou um,altar com muito. gosto e que-na.,
WSj custou pouco dinheiro, sena a expressao dz-
vei-dado, mas que todos esaes beneficios fos-
sem feitos pela irmandade do 8r Cni, vade retra;
*isto qua nao consentimos qne jamis se diga-
Informe se S. Exc o Sr. Bispo Diocesano e ver*-;



\

de que lado est a verdade
Um devota.




I


1

Piarlo de Pernambnco g^iiinla-fora Mq de sjultho de 1SQ4
a EQUITATIVA
SociBaQa Mutua li Seguran He Tila dos Mis-Uds
SS-S3UIIABLS Lira A5S3aSAS2S-S0CIETT OP TS3 USITSD STATES
El JANEIRO- 1 -i. S4
Dollars 169.056,506,00
# 32.366,750,00
| 42.022,605,00
# 205.280,227,00
| 932.532,57^,00
Activo ...
Excelente......
Renda anaual......
Riscos novos......
TVal dos riscos vigeates .
Pago por sinistrcs e dolaco ven-
cidas desde a organisagao da
Scciedade......
"u^tTIwm, jos de gastro paes BARRETr
luspector de a&encl.i. # sb-obbbstb
44 -Ra do Commercio -44
$ 192.572,734,00
Ao commercio
Os abaixo assigaados declaram que
dissolvorain amigavelmente e de commum
accordo, a sociedade que tinham no ar-
mazeui de enchimento da ra da Moeda
n. 9, que gyrava sob a razao de Tava-
res, Lapa & C, achando-se o socio Jos
Elias Soares d'Amaral pago e satisfeito
do seu capital e lucros, ficaado o activo
e passivo pertencendo ao socio Jos Pinto
Lapa. n
Recife, 17 de Julho de 1891.
Jos Pinto Lapa.
Jos Elias Soares d'Amaral.
boje fjtte e po-tendo j entregar-m i
lides de minha (.-.senda.
Depoia des e et-so tenho aoonselhado a
mnito gentj o Peitoral de Cambar, t>
todo tea ocluido reauludos impertan ea.
actualmente faz aso dest3 preparado
oom mirto -pprov-itmeoto, mioh;> fi h
Nearides, que tambera te aohe, fuffre--. o
do paito,
Bir ardo Jos dos Santos.
(Fsserdeiro r.o Serrito, Rio Grande d -
Sal.)
IReconLeco verdadeira s firmj, supru.
,Em teatemonho d pss RoliSo S. de Gouva (Serrito.)
Peitoral de Cambar
Cara de tosse cora escarros de |
sangae
Levo f.o emboc-mento do pabco mais
um triumpho slcacc^do pelo popol.r re-
medio Peitoral de tambar, prep.rCao
do Sr. Jcs Alares de Susa Soares, de
Pelotas.
Hvia seia ancos que ama tossee grave
me atormentava dia e coate, tazeado lti-
mamente deitar j abundantes escarros de
sangae; o palmSss, com cortesa, aob -.
vam-se affeotados e eu teria infaliivel-
mente de saccambir terrivel tisica pul-
minar I
Um amigo, sabendo do mea eat do,
aconselbou me o precioso Peitoral de Cam-
bar, e someuto com o uso de duse vidroa
deste importntissa>o medicamento, en
segai curar-me radicalmente, seniindc-me
COMMERCIO
Bolsa Commerclal de Peraam-
fcuco
COTACBS 0FFICL4.BS DA JUNTA 08 CORBSCTORKS
Praga do Reci/c, 18 de Julho de 1894
Apolices Ge aes de uroo dt 5Ojo valor ae...
l.OOOOOO a 1.010*000.
Aic,es Ja Coinpannia IcdoetriilCo-rimerc'.ode
EBt.va do valor nalhado dt 60Ja 12OJ0O0.
Obngacbea da Cimpaobia de Servicos Marti-
mos do valor de 100* juros de 7 0,n ao par.
Camblu sobre LouJros a vista H 9 1/16 d por
1*000 do Banco.
a Balsa venderam-ie :
8 ApoliCfS Geraes
40 AccOee da Compachia Iolustria! Commer-
cio de Estiva.
So ObritfacOes da Companhia de Servicos Ma-
rtimos.
0 presideote
Aaive- Pinto de Lemos.
J secretario,
Anicoio Leonardo Rodrigues.
Cambio
PRAQA DO BBC1FK
Os Bancos boje abnrsm com as taxa3 de 9 1/8
d sobre Londres a 90 das, de 3?s sacesvam a
9 3/16 do movimaoto foi limlado.
Km papel particular nao conaloa legoclos.
Cota^ocs de gneros
tara o agricultor
ABsacar
Cristalisado por 15 kilos i a 7*000
Branco dem dem.....3*500 a 81000
Someaoa. dem idm 4*100 a ilOO
Mascavado k ea Idem 2*(00 a 3*300
Bruto dem idem 3*i00 a 3*800
Broto cela lo ... 8*800 a 3*0C0
Relame dem dem. 2*300 a 2*500
n mi: mu
MEDICO-CIRURGICO E PARTEIRO
57rija BARO DA VICTORIA57
(Antiga ra NovaJ
Consultorio e residencia
Onde pode ser procurado a qualquer
bora do aia ou da noite.j
Especialidades.: Partos, febres, mo-
lestias de senhoras, de crianzas e dos
pulmSes e sypbilis em geral.
Cura radicalmente e opera es-
treitamentos e mais soffrimextos
da urethra.
Contina a fazer qualquer outra ope-
rajo em sua residenci onde tem com-
partimento para fazel-as e para trata-
mento de qualquer doente.
Acode dd prompto a cbaina ios a qual-
quer hora e para qualquer distancia.
Teleplione193
Pian. 1 caix^ a C. P da Silva.
Pbospboros 30 caixOes a Compaubia d Es-
tiva.
P:. s 113 a Jos Rodrigues M3Cieira.
Tneis de iVr-j 9 a G. P.llo.
Tecidcs de algodSo 10 lardos a ordem, 40 a
A. Maia e comp., 30 a K. de Car^albo ecemp.
45 a A. Santos e com p.. 40 a L Mata comt>.,
50 a A. Viira e conp 30 a Guarra Prnandes
e roirp 95 a Rodrigues Lnu ecomp., 75 a
P. reir -t MagaUaes, 70 a Aluino Amo-tm e
como., 90 a Olintho larim e comp-, 56 a N.
Mata e comp 25 a Ma.to* Camioba e comn.,
40 a Ferreira e Irmaos, 40 a A Lope* ecomp..
63 a D. Loureiro e conp., 30a a. de Brillo e
comp., 5 a Mioo-i D,ii S. GulJiaraes.
Vinagre 5 baria a o^dem.
Velss 180 cixig a Cjmpanbia de Estiva, 700
a Guimarae* Vleme.
V'jio 158 barria a Castro Lemos e comp.
fc&PtfCface
Recire, 18 de Jalbo de 1894
cara o exterior
Q I carreearam :
J. Faerstembarg 4 C, 30,000 tilos de ossos
de boi.
E. Kibrj, 3 saceos com 184 filos de borra', na
de u.angab ira.
Borstelaian C, 6JO saccaa com 43,258 kilos
de alkOiio.
Na barca norueguense Brilbante, para
Liverpool, carrearam :
H. Forster & C, 477 aa:coi com 32,436 :i e
de carosos de algodao-
Para ;o iotener
Sio
Algodo
Nao coostoo negocios.
Aleoul
r-or pipa de 480 :iUod 365*000
Aaaardeu:e
Por r.ipa de 480 Hros 200*000
usara*
tecos atoados na base de iz kilos z 795 rea
Verdi:s a 485 res.
Carnauba
JoUt-Bt de 13* a 21*000 por 15 kilos.
el
uOtaii.cs nominal a 130*000 por pipa.
tabella das kntba'jas de assocab k al-
godXo
Mei Julho
rM ggggggg*
I
Entrada
iarcaijas .
Vapores. .I
Animaes }-
Sst-ada de Ferro Central. |1
dem de S Francisco
dem de Limoeiro. .
Das
a
i
Si
16,
16,
12.
14
Somma.
576
78,
2748'
383,
9.172 1985
laiportac3o
Vapor nacional 'Goanabarra* entrado do Rio
de Janeiro .-ua 16 do correte e consignado a
Amorim i raaos e comp-, maaifestoa :
Ateite 2 barrij a J. Porcia da Lu.
B,irr, 150 a J S. de Amaral. 100 ordem,
;i6 a Socieaade Reflaarii e Dsstillagao Peraam-
bocana.
Broncos 11 volomes a Jos da Costa Ferrelra.
Charuto* i cm, .rdem.
Cale 246 saceos a Compaabia de Est.ta 115 a
J. F. de Aim;Ja, 100 a F. Costa e coxpi, 26 a
Goituaraes e Valenta.
Cerdas "apiasfava 240 amarrados a Fraga Ro
cba ecomp., 15 Jos Percira da Luz.
Fio de algodao 25 saceos a Joto F. Lei.e, 25 a
C'. Fernandes.
a} vapor nacioaal Comet, para
2*500 Grande do Sol. caregaram :
P. Caraeiro & C 40 pipas com 18,800 luros
tic gu.riene a 400 bar.-icas con 44,80J kibs
de assucar oran'-o.
Cimpanbia de Es'iva. 125 barricai cjm 13,658
kilos -ie aasocar branco.
Pa-a Pono Al-gre. carregon :
D. F. Pono Btl;ar. 50 pipas oo. 23.500 Ut'OS
de aguardante.
Pa a Pelotas, carregaram :
P. aroetro & C, LO pipas com 23,500 litros
de aguarden e e 110 barricas com 12.321 kilos
de assucar bran.'o. ____
D. F. P rio Biur. 70 barricas com 7,o60
kiloa de assocar branco e 10 pipa* com 4,700
litros de agurdente.
Si vapor alleaiao Capu, p r^ Santos
carregaram : ,
P. Carotiro 4 C, 15 pio com 7 030 litr;s
de alcool e 210 fardos com 30,961 kilos de sigo
dio.
D. F. Porto Billar, 100 barris com 9,000
litros de aguarde itfl.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
P. Cfoeiro 4 C 500 saccs com 3,7501
de aigoiao.
C. Gaim, raes Jnior, 500 saceos com 30,000
kilos de assucar branco.
P. de O.iveua Mala, 18 pipas coii 8,460 litros
de agurdente.
S. Giiia.arae 4 C 20 pipa3 coa: 9,400 I tros
de alcool e 20 diUs com 9,400 ditos de agur-
dente.
E. Kai,t:ack 6C, 10 pipas com 4,700 litros
de alcool.
No vapor allemSo Patagonla*, para Rio de
Janeiro, carreearam :
J. L. Barros, 7,700 cocos trocla.
Companbia de Estiva, 15 pipas com 7,050 li-
tros de I ool.
3&o Tapo; nacional SL:a3i', para Victo-
ria, carregaram :
P. Catnelro 4 C, 150 barra com 13,500 litros
de agurdente, 500 saceos com 39,000 kilos de
sanear braoco e 30 dito 1.800 d:'.os Je dito
No ..por nacioa.i Jab-aUo, para Pene-
do, carregaram : .
F. Ronigoes & C, 1 b rril com 90 ii roa de
alcool e 5 barricas com 300 kilos de asjacar.
J. Cardoso, 10 caixis com 80 litros Je cog-
n >c, 10 rtixao e 10 garrafffes com 240 litr n de
ftaebri.
No vapor ingle* P. Prlne, para o Par,
carregon :
D. Ljra, t pipas com 940 litros de alcool.
No patacbo ing ex Veatore. psra o Paf4,
carreearam :
P. Aives 4 C. 500 barricas com 34,895 kilos
db asfucar branco. ...
J. Bailar 4 C, 600 barricas com 39,410 kilos
t
mwm
.@jitts&)
j
( RECORDAgAO ETE.1NA )
(j
3
l.o ANNIVERiRIO
I
Dr. Manoel Joaqulin
Silvi-iru
Hermiua Amalia Gutmaraes
Silveira, seu lilhos, netos, oras
e genro, (ausento', convidan: seus
parentes, collceas e amigos do
seu presado marido, pai, av e so-
gro, DR. MANOEL JOAQUIM
SILVEIRA, a assistirem as mis-
sas, que, por sua alma, mandan)
celebrar, sabba lo, 21 do corrento,
1.a anniversano de sou infausto
passamen'o, as 7 1/2 horas da ma-
nha, no convento Jo Carmo, dcsta
ci.iade, e agradeceo), desde j i,
todos que compurecerem este
acto de religio 3 caridade.
Peitoral de Cambar
Cara d < toase deae-i>ckadora
Itlm Sr. J. A. de Sjuza Suarea. Pa
Iotas. Sendo atacada mich esposa do
ama toa*e des-iaper-idura e do c.ir-cter
grave, Ianei mao de diversos preper^dos
em rf soltado i um ; tecdo, porem, eo-
nheciu>ento das curas real sadss pelo Pei-
toral de Cambar, ou&dei imaediatamonte
comprtr d^as trascos ,?ste preparado e
logo com o primeiro i^j maniteataram as
melhorr.a a o:>m o sognado vi-a completa
aieula rostabetooia.
Queira, uoia, acc^itr a exprestao do
meu .rotundo recor-beciment., poetando
(asar o aao qao iho OOOfiof l) V. S.
hmig'i e criado obrigad Israel Antonio
Cidade (Serroa de Tiqury, Rio Grtude
i-. Sel.)
Reconhi-cufaos a esniguat ra soprs. Jos
Aogaati Oaorio Bordioi. Pranosoo Ri-
beiro, (Pirto Alegro.)
Rtcor.he^o as duas uas'gn.itarftB d
aboaaires. Em tistamunho ce verdada
o tabelliao intarino, J-.-ao O.ivoir
Viano, (Porto Alegro.)
......<** *
Colleaio Parlhenon
llospic o 3
litemos, externos e
3 Ra do
Recebe alumnos
meio-pensionistas-
O director,
Bcharel Ovidio A Ivs Manaya
Compaobia de Estiva, 1 ca xa a 2 ,_, rrJ s
com 32 litros degenebra
F. Rodrigaes 4 C., 8 barricas con 360 kilos
de asaucar banco.
J. Cordoso, 1 caixa com 8 litros de co ,
1 dita con 9 ditos da capil. 1 6 bs-rla con 64
ditos de vinagre, 14 diio< 'om 490 ditoa :a ra-l
126 caixss e 1 pipa com 15,4.(0 duB da vtuno dt:
fructaa, 13 caixasa e6ga- rf-oei com 200 ditos d-
genebra.
No biatu Septana. para Maeo. carie
garam :
P. Alves & C 6 barreas com 540 .los d
abocar renado e 20 diias com i,15 kiloa da
assocar braoco.
J. Salgueiral 4 C, 31 tiarrica con: 2,13011110,
de asencar refinado e 33 diias oum 2,998 ditos
de dito brando.
Pdra Mossor, carregaram :
J. da Macedo, 15 barris com 670 Li:js da vi
nbo de caja'.
L. Aloetro 4 C, 32 caix-s com O litros de
geneb a, 2 barria com 100 ditos de aguarden s,
6 barricas com 302 kilo< de aisa:ar b-a. -o e 27
caixas com 585 sitos de sabio.
J. Salgaeiral 4 C, 48 barricas com 2.560 kilos
de assocar braoco a 17 ditas com 1,020 ditos de
dito retinado.
Na barcag lareeio-, par Pjrto CsI'm,
carreearam :
Cascao 4 Earbosa, 2 c.ixa com 46 kilos de
sabio.
SieHdlnteatsi p-i Xat o juluo o* 1894
klfanfcaa
tanta era
00 i-a 2 a 17 648:395.72)
idta s 18 52:533^352
Ao partido r<;public^no
Os abaixo assignados, repreaentantei
da maioria do directorio do partido re-
publicano, declaram aos seus amigos e
correligionarios que a reuniao poltica,
qna Uaviam convocado para o dia 10 do
corrente mez e que foi adiada por motivos
de forja maior, dever effectuar- se a 1
hora da tarde do dia 5 de Setembro do
corrente anno, ra 15 de Novembro
outr'ora do Imperador n. 44 1," andar.
A escolba do dia 5 de Setembro foi
determinada pela necessidade de evitar
que a reunio projectada ainda urna vez
coincidisse cora o tempo invernoso, que
naturalmente ter cessado, como de cos-
tume, em principios do referido mez.
Por este meio, pois, pedem a todos os
seus correligionarios que comparejam
pessoalmeuto a mesma reunio, ou no
caso de impossibilidado se facan nella
representar por pessoa competentemente
autorisada.
Recife, 14 de Julho de 894.
Ambrosio M. da Cunha Cavalcanti.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg B. de Lacerda.
Dr. Ermirio Coutinho.
Jofo Jos de Araorim.
Virginio Marques Carneiro Leao
Jos Vicente Beira doVasconcellos.
Ivi^caho N. Salvador
o coronel jaquim pedro carneiro
Campello ao tublico
Declaro que nao vend o engenho S.
Salvador, nein todo nem parte.
Assignei urna escriptura de declarado
da divida de 2:0008000 a Francisco Quin-
tino Rodrigues Esteves e de igual quan-
tia a Manoel Francisco de Barros i am-
perio, com a condijao de ficar a divida
astaconaria e eu ir pagando era parcel-
las.
Si ba alguma escriptura era sentido
diverso falsa, a todos sabem que sou
incapaz da vender aquillo que nao me
porten e.
Todo e qualquer negocio que se fizer
em virtnde de tal documento nullo
como provarei em juizo.
Engenho S. Salvador, 2J de Junho de
1894.
Joaquim Pedro Carneiro Campillo.
Peitoral de Caiabar
i ii a de toase desesperad
Illra. Sr. J. A. de Sias- S-oare-P
Iota Sendo atacada mir.ba e p sa
urna toaio J-icosperadora edeciao
rve, Unoai raS-j ?e diversos prepara
sera resu'tado al^um ; teodo, porm,
uhecimente das curns reilinada* s-elo P
toral de Cmbsr, maode imm.-di:
ai ..te comprar dous frascos deate prj
r*do e logo com primeiro so raaoif.
-.endim-nloE flo ca t 16
4:099*100
4:364 J 600
Pra;os da d;a :
Carne veide de 3)0 a 900 r3. o kilo.
Sainos de 900 a 1* dem
Caroeiro d 1*000 a 1*200 idem.
! uriv :. a 500 a 80J rs. a cuta.
Milho t 1*000 rs. a cuia.
Feijaa dt- 2*500 a coi*. .
Xarqce a 900.
Hovimento rio porto
N v; 3 ejtraJoa ao d:a 18 Je Jaibj
Manise es.'i-la12 da, v.-po" nacioial Ma
nica* .e'1,999 toneUJas, cmmi.Uii e Fran-
cisco Antonio de Almeida, eajJtpagem 60, cir
Ka va-lis jene-o?, a P-rci-a Carneiro e orno
Liverpool e sU20 das, vjpor inel EU
tor, oe 1 039 toneladas, c.mmaal-D e J L>
> er, i.j .ip-ge:u 27, carga vanos genero, a
Bl.ckbum e comp.
Navios sabidos no mesmo dia
Rio de Janeiro e escalaVapo- nacioaal Ma
naos*, commaoiaoie Fraocsso Aatoaio de Al-
meida, cirga varios gneros.
.BarbadosLugar mgiei Co-iaaaJe. capiao
William Hu^bs, em lastro.
Una o 'itado .
Di 2a 17 10i:924*4S4
tts c 18 9.297*736
Somma total
700.948*872
14.222.200
815:171*072
gau-ia scco da Alfodej{a ("i Peros
18 ds .'amo do 1894
Servlodo Je chele
M. L. Pereira Bastos.
O toesoorelro,
Luix Manoal Rodrigan Valen-;!
RgCEBEDO UA DO ESTAD!i
Do da 2 a 17 M):92i*M
btam a 18 4:940*558
^SCiA
Do tUa 2 a 17
Idsm d* 18
DRAuNASi
u.865*04
3:812i838
2UO*521
4:013
Fumo 26 voinmea a Almsiia Machado e comp. rt. ;.. hran'o
Llvroa 1 caixa aCP.di Silva. !de^ Karc,aca~D j-h..
m^mu i sala a C. H, pira Aracatj, carra
gario;
HerrKuo Uanlclttdl de S. lom
O movimento deste me.'cado as da 17 de Jale.
foi o seglo te. Entraran :
36 boia peaando 5040 kiios.
360 kilos dapeixe a 20 re. 7*200
7 compart. com marisccu a 100 ts, *700
10 ditos com camarOes i 100 rs. 1*C0 '
31 colomnas a 600 rs. 18*9^
3 cargas com gallinbao a 500 rs. 1*500
3 cassoaes cem galliobas a 300 rs. *900
2 cargas com milno verle a 300 rs *600
11 cargas com batatas a 3U0 rs. 3*300
1 carga com gerimuus : 300 rt. *300
2 eargis com canuas a 300 rs. *6'
5 cargas com bananas a 300 rs. 1*5 0
3 cargas com laranjaa a 300 rs, *900
1 carga com loacas a 300 rs. *3O0
2 cargas com diversos a 300 rs. *b00
31 carga* com feriaba a 200 rs. 6*100
67 logares a 200 rs. 13*400
18 Suiks a 200 rs. 3*006
11 comp. com suineiros u 1*000 11*000
8 comp. com seioeiroa a 700 rs. 5*600
11 comp. c>.m /redamas a 600 rs. 6*600
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
53 comp. com faxendas a 600 rs. 31*800
2 comp. com verdoras a 300 rs. 15*600
49 comp. com farioba a 400 rs. 19*600
45 comp. com talbos a 2*000 90*000
flJ*0
Savlos esperado.
Do Porto
Palbabote portaguez Raeonlo.
De Pelotas
Patsciio Q..cicnal Aunita.
Lugar noru-geens- Ha;
Pa'..,cho argentino H^rmanoa-
Logar noruegu^nse Kvlck.
Logar portoguez Horacio.
Lugar noroeuense M^oranger.
Lugir porjugtz;Mi inbo Vil.
Patacho alien o J. M, unk.
Pati.cho alleaiao Horitcnte.
Paiacno ingle: Almioa.
taebo aII>-mo Harald.
Lugar ngl.'z Aurora.
Patacbo hjllao.tez Alen.:.
Lugar iuglez Bronet.
Luga' partogues Marinho VI.
Es. una holandesa Aana.
Patacho loglex Zinl h.
Barca.n> roegoense H'.ldar.
Sscuna b&ai^ezi Harmine.
Patacho sueco Ad.
8a; ea uoru. gueese Arclic.
Patacno ueo H-.'marir,
Patacbo iogitx V.ntare,
De -wan-ei
Brigae coro n-n^e Staisminister S'.eug.
De Carditf
Barca or na/, a Helios.
Barca sueca S'.lnej
Barca noruega Osmood.
Barca noruega Paragoo.
Barca nornea Tliergny.
3arca icgleza Rollo.
Barca no;u;ga Ga elle.
De Londres
Lugar aorueguer:88 Cbr',siin Elkabelh..
Barca allttna Atalao'.a.
De Gjtheaburg
Barca soeca Heidi.
De Hambargo
Patacho allemao Trios.
Vapore a entrar
Mez de Julho
Ptoloray., 1a Europa, hoja.
Lasael, do.u', boje.
Nevr:oo, do Rio de Janeiro, a 20.
Pirabiba. da Europa, a 20.
Malapac di Euroda a 21.
Ttiamea 6o sul, a 21.
linda, do norte, a 34.
Dan. &i Europa a 26.
Una, de no-te, a 26.
Br lis BUefc < N.w-Yo.k, a 28.
jdiiaaytbr, dSL^w Y rk, a 28
Soto1;, daEnro.T'.t 30.
Vapores a sabir
Mez de Julho
Par4 e e N.w York, Tqrkh, boje, B 5 horas.
Sul, Capoa, noe, 4- 4 horas.
Soutbamptoo e esc, Tbamts, 21, 4s 12 botas.
Marartohao, Agnamar 21 43 4 horas.
Rio e Ssntos, Lapla-r, 21, as 4 boras.
Baeuo Ayres eeec. Matapan a 23 s4 e 1|2
Sabios e esc, Parabyba, 23, as 3 boras.
Rio a esc, Olindo, 25, .e 5 horas.
Santos e esc., Patagonla, 26. as 4 boras.
Bueno* Ayreas esc. Dan, 26, a boras.
ramas melhoras e oom o .ogaado vi 4
oompletamerte restabeler-il.1.
Qaeira, pois, aceitar a cxpresaSo do
mea prefurdo reconbeoiueato, pedendo
faser dea'.o o uso que Iba coavier.
De V. S erado b ebrigado
Israel Antonio Cidade-
(Sarros ce Tsqaary. Rio Grande do
Sul).
Reconheoemoa a eesignatura aiif-ra.
Jos Augusto Osorio Bordini -Francisco
Ribeiro.
(Porto Alegre)
Roconhsco as di-s assigoatoras dos
abonadores. Em tc.f-raa-- .
o tabeihao iotsrino Jodio de Oliveira
Vianna (P, rto A'e
1.' un.co tgeote e depos'.tario do P.iit-
r^l do Carab.r nesto Estado Corrpanhi
de Drogas c- Prcduct t. Chisioos.
^*. KSPAHTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA Vi
I Recebr- grsadaaortii n
1 3 ?AMS IS8 BAE5
cO-^1
Assoeiacilo Commereif O. dos
Sflcrcieiros
A directora da Associafao Commcr-
cial Boneficente dos Mercieiros previ-
ne aos Srs. Mercieiros cstabelecidos no
municipio do Recife, que de conformi-
dade com o edital do digno adminis-
trador da Recebedoria do Estado, de-
vem sem perda de tempo ir pagar o
imposto de repartico classe n. 41 (ta-
verna) afim de que findo o prazo nao
iquem sujeitos ao pagamento da multa.
Outrosim, aproveita a opportunidade
para communicar aos mcsinos que ten-
do esta directora requerido ao digno
conselho municipal a revogacao do art.
4 do capitulo 4 titulo 3.0 da lei n. 4 do
anno passado, pelo qual s nos era
permttido ter em nossos estabeleci-
mentos dez latas de kerezene, afim de
que fosse elevada essa quantidade a
cincoenta latas.
Tendo o digno conselho municipal
attendido ao pedido, resolveu que os
donos de estabelecimentos que ven-
dem kerosene para o consummo po-
dem ter em deposito cincoenta latas,
sendo trnta do nexplosivo, sendo a
referida lei saneconada pelo chefe do
poder executvo do municipio.
Sala das sessoes da Associaco Com-
mercial B. dos Mercieiros, 13 de Julho
de 1894.
Manoel Joaquim da Costa Ramos,
Director
Antonio Fernandes Pereira,
2." secretario.
TKSAxaa
^ cm tecido de seda e renda, S
elia phaQt*sia,(tem o $
aPiADiseoii^i
J 0*
Cura de feridas
Foi com aso doElixir M. Mor*to
que carei-me de amas feridas de mo o~-
racter que tire muito tempo, sem podd?
obter melhoras com jiaitos mesioamen-u
que lomei. Hoja grajss a> granos :-
purativoElixir M. Mon.topropagado
der D. darlos, estou compltamente bom.
ilsnieu publicar este para bem da hu-
mas i dade.
Arr-ras.
F. de Andrade Costa.
Agentes em Pernambajo : A Compa
chia de DrcgS, ra Marqaea de Olinds
.. 3.
WKmu
mieos para mis
ESPARTILHOS DE SEDA BRANCA
LIGAS DE IDA
Cape/las de flores de cera e
pellica
FINOS LEQES
GRANDE SOKilMESTO DE SEDAS
BEANX'A., PEETAS E DE CORES
Cortes b. ancos bordados
Sachet de seda para camisa
Almofad-s bordadas a ouro e
ou. alto relevo
COLCHAS DE SEDA E RENDA
CSIifAS BE SESA
Na impossibidads de mencio-
nar o sortimento que temos, pe-
dimos as Exmas. familias a hon-
ra de ama visita
Paradis des Djuies
35 Ra do BarSo d Viotoria
TELEPHONE 59
3
Elixir Anti-Febril Cardoso
SEGN_O A FORMULA
de
.Hanoel Cardoso Jnior
tppravtdo em 21 de Mar^o de 1890 pela inspe
Otarla geral da uigna junta de hygfane do Ro
le Iueiro.
liste Elixir de coraposieao toda vegetal e pre-
parado segundo as regras pbarmaceuticas.acon.
seibadas pelo aotorjs modernos a da reconbe
sida capacidade ecicatiSca tanto no pair como
oo es'raageiro.
Efte Elixir o producto nao s do grande es
todo das accOes pbysiologicas das substancias
como tambem painologicas.ccmo tambem o re-
soltado das mmensas appcacoes nos diversos
casos de febres de fondo palustre.
A appllcacio deste Blixir na grande epidemia
de bes i gas de 1890 a 1891 mai orna vez de-
mon*trou a fo eficacia ; pcis no principio dos
primaros eTmpiomas a bexiga aborta, e .tmea-
Bos aaais adianados a besiga passa a s^r orna
doeoca febril valgar apresentaBdo ppqu^uaa to-
:CeoQQe com doBUlIrtls*
-'2vi3 apreseotar recelos da
o.--
BioiUs a no Darlode
iCiLico 'ei provam o que
36.
1 o pffeo f sdi 1-
\ apressotaedo illbo-
S3B que nesta cidaJte do Racie e no a o Rio Je
.1 penco receta cassa a febre 1, .-la,
om vomito p elo e
ortlmos periodos en'Sone*
Besaii seto em atts ntMoitm
I ;
Jo publico e de om
... '."sentado
os diBeren'.ea mcomi p todos
r tebnl.
r mallo tempo Hvemos o le'osera
' iSo
taoal-
IOP.
.rauca rbpgaa eos
rysipetiUk< ... ervslp< 1 a -'orno
oente se diz e o< .. aso d 10 das
Nos grandea locoa 'Os-
lo, gravidei e f<>
s om 1 1
1 fT-iv-eo
rec o i -a
II
p 1-
e
j a
jaroEQ oe
>cr
.
saoo le sisar
A's eriancm t ~.
n-jrD eci uia.. col egas
rr.
i 0 1

ro
ai-, a i! .
:
Recife,
N* Ion .- ou 1, roa.Larga da Rosar n.
35.
la
n. 3
roa '^ -.-'.'. a
rictoria ;;. !4.
PnarmaciaMaitin-, ra. : j 1 d.
80.
PtiDrru ... '.ra 22.
Ptiarmseia Viclorienoe -i Lms .' ic o s Aa-
le L'ma, eidade '"
Elo.' oa res o ,; IV.
o:' -..'.. ornad 'ados <
loEl
a no oatro oso'.'a 1 ;-
.- ': 1 sao dos 1 :
GartfosoJ-joio.- eeado falao os |oe sao 1 mas
sigottfbs.
FINOS B NOGULOS

Dfi
E MADR2PSE3LA
3V9 RECEBEC O
fe 4o Farads des tases
Dr. Arthur Cavalcante Residen-
cia ra da Imperatriz n. 11, 2. andar.
Participa sei's clientes e amigos que
mudou seu consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1. andar onde ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
ED1TAES
0 Dr. J j Juliao Ragaelra P uto .e Souza, jais
de direito da Faienda do Estado de P.-oa3>
boco, etc.
Fas saber pelo presente, qae lo dia 27 de Ju-
lho do correute aano ae bao k arrematar por
venda a qnem mais der em pr-^i publica deate
juizo, os nens s-.'ga.o'.c/^ penhoraJos por esecu-
(6ea da fezenda :
Fregaezia do Recife
A caaa e pedra e ca n. 4 no becco da Piado-
ba, com porta e janella de Frente, 2 saliS, 1
quarto, coaioba interna, aotao em salo, mede
de Irene 4 metros e 40 ceoimetros e de .'asdo
9 metros e 70 c>*ntimet 0% quinta! marado, ava-
llada ea 8GOO0O. Perteuce a Viceove Ferrelra
Ncpomuceno.
Fregaezia de 3. Jos
A caaa de pedra e cal n. 8 no becco co Cal-
deirelro, com parta e jane.la de freut-, Isla,
1 qaarto, costaba interna, mede de frente \ me-
tros e 10 centmetros e d.> loado 5 m-.''.- e 30
centmetro?, aSo tem quintal, a?aliada em 200*5.
Pertence a Jos de Ouvei:* Carvalbj.
Fregoezia da Boa Vista
A casa n. 30 no Pomb.i, com 2 porUs 2 j.-
coilaa de frente, em ou dos oitoe.s 2 jaDellas e
n ; nutro 1 da, 2 salas, 5 q-ianoj, cosiobi fora,
leJe de. fien'.u 10 inet-o e 70 ent metro- e da
tundo 14 meros e 20 centmetro-, saio com
mallas arvores de fracloa, cercado, 2 porioea de
madeira n- frecte, avaiiad e^ I.tCOCOQ. Per-
tes e a Marta da Caos-icSo Soare B and^i
A ca^a de peJra e cal 0. 15 na u-. do Cma-
ras, em cooc*Tto, comparu e 2 jaaellas ie freo-
te, 2 ealaa, 2 |asr|os, C08labs fo.a com mi. 1
quarto. coede Ce (renta 6 me.rjs e 40 ceitime-
t-os e ds fanJo 10 met-os qaiaisl uauraloe co-
8i.iha, aviliada em 4:000000. Pertence a Frao-
iaco da Silva.
Freg zL 4 A/agaJOJ
A casa de paira e cal n. 1 ni ra do R o i-
vo, na Tjrre, com 2 jinellas e 1 porta de frente,
2 janelia-. em cada o'tfio, 2 sajas, 2 qaartos e
c..--in'.a mede de frente 9 mairja'e 60 centme-
tros p^ie fuaio 12 metr.s o iOcentimet'os, qa:a-
tal em abar o, terreno propio, avaliada em.....
3:0OOO0O. Pertence ao padre Joae F an-lseo
Bo'ges.
a casa de lijlo n 5 no becco da Estrada
R-o'. dt Torre, com porta e 2 janellaa de frente,
2 atlas, 2 qosrto?, coainba fors, toda cabida,
mede de f.-ente 5 meuoa e 5J centmetros e de
fondo 11 metros, aoiolal em abeto, en comple-
to e3tado ce rotea, avallada ta 84000. Per-
tence a Ismael da S Iva Guiaaraeo.
A casa de pedra e cal o. 1*9 na roa Ce S. Mi-
guel com 4 janelles da f-ent<", 2 po'laa e 1
jantlla em cada ott', 2 salas, 7 qaartos, co.inba
tor, 1 salea, 1 pequeo solio em salo, com 1
isoella de frente e 1 c-m cada lado, mede de
fronte 9 metros e de fonda 16 meirose 90 e ati-
rce'ro, feo e mo-ad 3 por Oes, sando 2 de
ferrj e 1 de moelra, sitio ludo ma-ac!o, 2 Ci-
eiaibta, trn-.o ao lado da caaa jardim, ao inte-
rior deste 1 outra casa com 2 portas e 2 janess
frente, 4 qaartos e cjs'nba, avaliada em.....
4:000*5000. Pertence a Francisco Odilon Tavarea
de Lima.
Fregus a da Vanea
A osa e peda e cal n. 1 A no lofca- B.-o?,
com porta c 4 janellaade frente, em I oitSo tem
3 janMlas e oo ootro 3 ditas e 1 por 2 salas,
2 gabinetes. 7 quartos. cosiohi fora. mede de
frente 10 mettos e 42 c ntineiros e de fundo
16 mf'os a 25 centmetro, jsrJim so Ldo,
quinial em aSe-to, terreco proprio, sviliaia em
4:000*000. Perteoce a Pedro Fracciico de Pau-
la Baptista.
A casa de laipa u: 89 A na Ea;rada d s Dar-
reiros, com I parede para acabar, porta 2 ja-
aellas de (rente 2 salas. 1 qnarto, coslo1 inler-
o, mede de frene 4 metro, e 70 ceotime ros e
de fando 7 meiros e 40 ceotimt.,>, quintal em
aberto, avaliada em 4OJO00. Parteace a Manoel
Eloy. ,
E para que conite, p& sou se edlul, na for-
ma da lei.
Dado e paaaaelo esta cidade do Recife, o 18
de Jolho de 1894. ,
Eu, Alfredo Diamantino de Torres Baodsira,
escrlvSo, osubscrevl.
Jo Juliao R. P, ds Soasa.
r

f







1
-
PsV
IBfirTHI


r-
Piarlo fle remaanltiico Quinia-reira Ip flo f til Ib o

j
.

Ql Secg'oSaoretaria d. Gorerm d>
Estado de Perasinbaoo, era 16 de Julho
de 1894.
EDITAL
De orden do Exm. Sr. Di. Gvvero.--
dor da Estado, intimo ao ed<-d?. 11 y-
mundo Wanderl'j, o-rdcri(r-o do ex'; -
to ju30 da dire'ttj do Areb. eiago de F, r-
nando de Noronta, a recolher a 'sta Se-
cretarla r.o praso do 8 reipectivo c.r torio.
SeereUrii
JjSo Augoato Ferreirc L'""
Secretoria do 'oven.o cL> k'stadi.
hueu, 0 di Jalfctj 1894
>e. rdei do Euro '
Esta'-- f*8 pordi t
ri
.: C ;
do.
i fu- c (I '
(a ...:;.< d>> -.-.,.. i '.
das uteia ia 10 b M i I
tar.
erraro,
t L
cora lagdo, meio fio e canalisaco,
correspondente, icando, entretanto,'
entendido que o contractante se obri-
ga a executar pelo mesmo preso o ax-
cesso de obra que for ordenado pela I
Prefeitura Municipal e podor ser roa-
haado no praso do 1 auno a contar
data da expirac&o do contracto.
V
As proposas deverao indicni' o
preco tas unidades, escripto por ex-
tenso o em algarismo, notan
que a unidade ser o metro superfi-
cial para as obras do ns. 1 a 5 di
INDICADOR COMMEHCIVL
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
para as obras do ns. 1 a 5 da 1.'
classe o para os 2 typos de galorias
das obras de 2.- classe, G o metro fr anwPopular-Uerunte Gustavo da Silva
Bancos
hanco Emisscr Directores, rs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Arres Fernandos
An-
-----, _.------_ innPs
near para as domis obras das 2 clas-J Banco de I'e'rnmbuco -Gerente' \Viliam M.
ses, nao se tomando em consideracao Webster........
Bta quo infringir esta condi- Banco da Bolsa -Gerente Pedro Jos linto.
Qo.
VI
Secretaria da Prefeitura Mu-
nicipal do fltefife
EDITAL
1) Ir. Dr. Prefoito deste
Municlj publico para conhe-
ciinon ressados que, no dia
12 de mbro do corrale anno,
nesta Uimartico rocebem-so propos-
tas que serao abertas em presenca
dos iiroponontes para oonstraccfto 8
repai s do cairamente das ras desta
capital, o respectivas canalisaces do
aguas pluviaes, do acord c .m asse-
guintes espeoificacoes o comlicoes
ger
!.' classeObras de calcamento.
. Calcamento Mae-Adam, for-
iu: do por carnadas alternativas de
rea e pedra britada de 0,"15 a 0,"25
de espessura.
2.' Calcamento a parallelipipedos
d0,20 a 0,25 de comprimento e
0,mll a 0,m15 do largura, assentes so-
bre leit i de areia de 0,m15 a 0,m30 de
espessura, em terreno previamente
preparado."
3. C ligamento a parallelipipedos
de 0,'u20 a 0,in25 de comprimen) i e
O,!! a (),m15 de largura com base de
Mac-Atiam de O.-l a 0,m2 de espes-
sura.
-1." Trabalhos do reparaco de cal-
camento.
5." Construcco de lagedo do pedra
calcrea com rejuntaniento de arga-
massa de cimento e areia em partes
iguaes, eutranhado de 0,ml no m-
nimo.
6." Iclom de meio fio com juntas
igualmente tomadas argamassa de
cimento e areia en partes iguaes.
2.a Classe Obras de canaisalcao
oompivhcndendo:
1." Galera de seccao ovoide, com
fundacOes de concreto g paredes de
alvenaria de tijolos construidas com
argamassa de cimento o areia, na
proporc&o de 1 de cimento para 3 de
areia,capeada c mi argamassa de lde
cimento para 2 de areia, tendo :
1:" typo : eixo maior l.m5, eixo
menor 1,"0, espessura 0,"25a 0,m30.
2.* typo : eixo maior 1,"0, dito
menor O^GO, espessura 0,20 a 0,25.
2. Bocas de lobo para juucco dos
ramaes de 0,70 de altura e 0,50 de lar-
gura.
dem, dem do 0,"G0 por 0,"40.
3. Chaminsde ventilaco e vistu-
ras de O.^SO por 0,ra80, com o com-
petente tampo de ferro fundido.
CONDigES GERAES
I
As obras se>-o executadas, de con-
formidade com os typos adoptados
pela Prefeitura Municipal, cujos de-
senhos e descripces poderao ser exa-
minados, a contar de hoje, em todos
os dias uteis, do meio dia at tres
horas,
II
O c ntractante no praso de 5 mezos
contad >s da data da assignatura do
contracto apresentar Prefeitura
Municipal us desenhos de execucao
na escala de 1/100 para o conjuncto,
l de 1 I e 1 2 para os detalhes das
obras cima especificadas, abrangen-
doa extens&O que fr designada pela
mesuia Prefeitura e que puder ser
construida dentro do anno, podondo
i utroduzir modificar) de pormeno-
res 'jue julgaropportunas, sem, entre-
tanto, mudar o typo peral e material.
Estes desenhos deverao ser appro-
vados pela Prefeitura Municipal
que poder os rejeitar, no praso de 15
das a contarda data da apresentaco,
c devem comprehender:
1." Planta eperfis longetudinaes e
transversaes do projecto das obras,
acompa aliados dos competentes estu-
dos de nivclamento.
2. Desenhos parciaos dos typos do
galeras e mais detalhes concornentes
s obras d2.a classe.
No caso de infraeco dosta clausula
pagar o contractante a multa de.....
50$000 por dia de demora, e, si esta
exceder de 30 dias considerar-sc-ha
rescindido o contracto, perdendo o
contractante, o deposito a que se re-
fero a clausula X, alm da aeso ci-
vil por"iindures projuizos que lhe pe-
der ser intentada.
III
Cada proponente far acompanhar
a respectiva proposta de urna amos-
tra dos materiaes a Ginpregar, conton-
do, em iascripso legivol, o nome do
proponenteeadesignasodo material.
Estas amostras sero restituidas de-
pois do julgadas as propostas si recla-
madas dentro dos 15 dias que decor-
rerom concluso desse processo,
exceptuadas, porm, as que a. mpa-
nharem proposta que for acct a, as
qua.os ficaro em deposito na Jr-efei-
tura Municipal e serviro de padro
na execusao dos trabalhos.
'IV
As obras abra ./erao no mnimo a
superficie de duzentos s cincoenta
mil metros quadrados de cal jame;
Os pagamentos serao feitos monsal-
monte e por quarteir&o do obra e
cutada, em dinheiro ou em apolices
da municipalidade de juro do 7 % ao
anno resgataveis no praso quo for
estipulado.
VII
As obras, medida que forem exe-
cutadas, sero classificadas, medidas
e recebidas provisoriamente, o s se-
ro consideradas como definitiva-
mente entregues tres inezes depois do
rocebimonto provisorio, deduzindo-
se em oada pa to 30*/. daim-
Eortancia d i servico feito, os quaes
carao retidos nos cofres dotiik-
souro ml'nicii'alcomo cauco da
fiol oxecuco do contracto, solidez e
conserva';A i das ..oras, at sea rece-
bimento definitivo.
VIII
Das retences do que trata a condi-
go procodonte, 10% ficaro em dc-
posito at perfazer a quantia de cin-
coenta coutos de rese final conclu-
so de todas as obras, e os restantes
20% so como garanta da boa consor-
rac&o dos recebi montos provisorios,
podendo estes ser levantados pelo
contractante medida, que os recebi-
mmitos de obras se tornaren! difii-
vos.
I X
Cada concorrentc mencionar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, seu domicilio legal, de-
vendo cada proposta referir-se a am-
bas as classes de obras nao se toman-
do em consideracao a proposta que
nao satisfizer a esta ultima condico.
Ra do Commercio n. 38.
Ra Bom Jess n. Gi.
Ra do Commercio n. 40.
Praga do Corpo Santo n. 2.
Companbib.s de Savegacao
CariocaAgentes Pereira Catneiro 6: C.
jfpara Beanil \Franceza}Agente Augusto
Labille...........Ra do Commercio
Ra do Commercio n. 6, t. andar.
n.g.
ompauliia Peraambocanade Navegaco a vapor
Gerente Coronel Ulisses A de Car/albo Caes da Companhia Pernambucana n. 1-
Companliia Uessageries MaritimesAgentes H.
Burle A C...........
Lloyd lirazileiro -Agentes Pereira Carneiro C
Ra do Commercio n. 42.
Ra do Commercio n. 6, Io andar.
Kua do Cominercio a. 6.
Ruado Commercio n. 10, 1* andar.
Norte e Sul Agentes os mesmos
Paeilic Steam Navigation Company-Agentes
Wilson Sons & C. Limited. ....
R C osa Lino ot Sieamers. Agentes Joliston
Pacdter & G............Ra do Commercio n. 15,1. andar.
conipanhias de Ms'gui'os
Companbia AmphitritcDirector Artbor Augus-
to de Almeida ..........Ra do Commercio n. 48,
Fidelidadc da LisboaAgente Miguel Jos Alvea Rui do Bom Jess n. 7, 1. andar
lodcmnisadora-Gerente Joaquim Alves da Fon-
a. .............Ra do Couittiercio n. 44
North British Mereantilednsurance Company
Agente Wilson, Sons &C Limited Ra do Commercio n. 10.
Phenix PernaiiDucana=-Administrador Gerente
Luiz uprat..........Ra do Commercio n. 46.
CompanbJas diversas
Cooapanbia Adria. Agentes Jo mston Fatcr l- C.
rjoaapaabia d'.' Productos Calcreos.Gerente
Caetano da Costa Morerra. .....
Companhia de Drogas e Productos Chimicos.
Gerente. Francisco Manoel da Silva. -
The North Crazilian Sugar Factores Limited
Gerente ienriijue Swales.
onsfgnacocs e cooiaslsscs
gu sto Labille. -Casa de Commisses e Con-
signaiOis...........Ra do Commercio n. 9, 1-andar.
cattyAltgeldt .- C Casa de CommisOes. Ra do Mrquez de Olinda n. 52, 1- aada
Ra do Commercio a. 15, 1/ andar.
Caes do Apollo n. 73.
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Ra do Torres n. 34, 2 andar.
Ra do Commercio n. 18, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31. 1." andar.
Ra do Bom Jess n. 44, l.- andor
Cada proposta de ver ser acompa-
nhada do conheciinento da Thosoura-
ria Municipal de ter o concorrentc
feito o deposito de 5 contos de res,
em moeda ou em ttulos da divida pu-
blica, o qual lhe ser devolvido si a
sua proposta nao for acceita, e, caso
seja, ficar, como cauco que perde-
r, si nao se apresentar quando for
convidado pela Prefeitura Municipal,
sendo-lhe restituido, dedusidas as
multas a que se refere a condico III.
XI
A concurrencia versar sobre :
1." Idoneidade e habilitacSes do
proponente, devidainente com pro va-
cias.
2." Proco das obras.
3." Praso jie concluso ^de todos os
trabalhos
VII
O Prefoito solicitar do Governodo
Estado o auxilio pecuniario que for
necessario para que as obras projoc-
iadas nao sejam interrompidas por
falta de recursos.
Secretaria, da Prefeitura Munici-
pal do Recife, 12 de Junho de 1894.
O SECRETARIO
Joaquim Jos Ferreira da RocJuz.
DECLRALES
THEATRO
D! MS0.Y THTUC<0IH!f
Espleodido succeasd o dia
Nohe de maravilhas
AMANHl
Qanta-ftira 19 fle Jafio fio 1894
A's 8 hnrat* da nolte
Sublime espectculo oabastieol!
23TRSA
Do prestidigitador e Veatrdoqao europea
CKVELIO D'AYILft
qoe tem tb:ido completo f.nccrsso dos princi-
paes ib'troi o moniio ui. mmente nos so
Rio de Jaaeiro, S. Paolo e Babia.
r.'OTA.O pft,frf8or Candi o'viia atton-
deooto iiiaeiario artstico v~-: elle t{auo eSo
djri mais que doos eepectai-alos cesta cldade.
Os bdUtei BCBDj ee ve-a na theairopelce
preces do ctatuai.
O e^pf!aculo terajijsra a lempo dos Srs. es
p 2d .-i lomar. a os bonds de tedas ?8 liabas,
ceso o treo de Casanga e da liaba prin
cipal.
Inituto 4reSieoIiigico e Gcogra-
pbieo PttBUbcaao
R
lorstlmant C.-Escriptono de Conuiiisses e
consignacOes........
''arlos Rubedo & C. Casa de commis:oes.
Joao de Meira Lins.. Casa de Coinmis ies .
Jolinston Paler 4 C.-Casa de conuxisses e
consignaces.........Ra do Commercio n. 15, 1." anda
Max Drechsler casa de agencias e coninisses Ra da Cruz n. 16 e 18,
Hachado Pinto A C- -Importadores, exportado-
res e commissarios......... Ra do Vigario n. 19
Manoel da Silva Maia Successores de 11. Maia &
C.-Escriptorio de commisses .... Ra do Commercio n. 7, andar.
Manoel Ferreira Bartholo 4 C. Escri])torio de
commisses e assucar.......Ra do Bom Jess n. 4.
Pereira Carneiro & .Casa de commisses. Ra do Commercio n. 6, l* andar.
Silva Guimares 4 C. Escriptorio de commis-
ses e consignaces .... Ra do Commercio n. 5 l* andar.
Souza Pinheiro Agostinho Costa & Fiuza successores de Taya-
res de Mello, Genro fc CCasa de commis-
Boea ...........Largo do Corpo Santo n. 15 1-andar.
Theod Just=-Casa de commisses e represen-
Utes............Ra do Bom Jess n. 62,
Wilson Sons & C. LimitedCasa imporiadora de
carvo de pedra de todas as qualilades Ra do Commercio n. 10 Io andar
Armazens e tojas de faa:endas
indrade Lopes 4 C. Armazem de fazeadas em
grosso .........Ra Duque de Caxias n. 52.
Andrade Maia & CArmazm de^fazendas em
grosso e a retalho.........Pateo do Livramento n.-22.
Francisco Gurgel & Irm5o.Loja de Pendas e
modas...... .....Ra 1 de Marco n. 20 A
Joaquim Luiz Teseira 4 C. Loja e armazem &e
Fazendas das Estrellas.......Ra Duque de Caxias ns. 56 e 58,
Loja do Coelho Sortimento de Fazendas e
Modas.............Ra da Imperatriz n. 56
Olyntho, Jardn: C. Armazem de lazendas
em grosso,...........
Rodrigues Lima 4 CArmazem de fazendas em
grosso.
Oliveira Basto & CArmazem de miudezas,
quinquilharias e ferragens em grosso
Vianna Lastro 4 C. -Loja de ferragens
Massames
Joaquim Al ves da Silva SantosArmazem de
macames.........
L.ltographa
Purcell. Ljtbographia e Tynographia a
vapor............Ra do Mrquez de Olinda n. 8
Farlnha de trigo
Machado 4 Lopes.Armazem de farinba de .
trigo. Importador........Caes do Apollo n. 47.
Arinazcm de bacalhiio
ieixas IrmosImportadores de bacalb;io .
Leiloeiros
fhomaz Jos de GusmoAgeuit de leiles.
Fnndces
Ra Mrquez de Olinda n.16
Ra do Mrquez de Olinda n. 20
Ra Mrquez de Olinda n. 17.
Ra Duque de Caxias n. 115.
Ra do Vigario n. 13.
Largo d'Alfandega n. 3
Ra Mrquez de Olinda n. 48
Ra do Bario do Trium.ibo n. 44.
dem n. 104.
.Idemn. 66.
Ra do Bom Jess n 62 .
Ra do Bon> Jess n. 5, i*
Rua 1- de Marco n. 18.
Ra do Livramento n. 24.
Praca da Independencia n. 36
(Justa-torra, 19 do frrente, hora do
I8M
Alian Paterson 4 C Fundicao geral. .
Cardozo 4 Irmo Grande fundicao de ferro e
bronze..........-
Luiz da Cruz Mesquita.Caldeiraria e fund-
gao de bronze.........
Diversos negocios
aba Stein 4 C. -Negociantes de couros em ge-
ral e borracha.........
itesbach Broters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportaco ....
Fabrieu e loja de cateados
Albino Cruz 4 CBotina Maravillosa -Loja de
calcados estrangeiros e uacionaej .
Braga S & C. Fabrica de calcados ....
Fabrica de Chapeos.
Chapelaria VictoriaVariado sortimento de
Chapeos, para homens e senhoras. .
Serrarla vapor
os Rutino Climaco da Silva.-Serrana a vapor. Caes da Regeneracao n. 24.
Armazem de fumo
ilmeida Machado 4 CArmazem d(: fumos,
papel eouiros gneros.......Ra da Madre Deus n 36,
Armaxen<* de stivi
Domingos Ferreira da Silva i C. -Aamazem do Travssa da Madre DeQs u. 8.
gneros d. estiva em grosso.....
Enchimento de aguardoate
Fabrica de viubos. agurdente emel.-Pinto
Ferreira fc C........
Enchimeto de akool. gurdente e mel. Pinto
Ferreira A C ........
Hcrcearias
Nevos Pedrosa & C. Mercearia......
Pogas Mendes & C -Gneros de E:tiva em
grosso e a retalho.......
Typographia c Mtographia
Atelier Miranoa Typograhhia e lit jgraphia a
vapor, pautacao e ncadernacao ...
Kcrozene e cemento.
Fonseca Iraios &C. Grandes importadores e Largo da Alfandegi ti- 2 e ras doBarao de
exportadores..........Trinump.o ns. 6 e 8 e dos Guararapes n.
Afogados.
Caes da Companhia Pernambucana n. 13-
Ra da Penha n. 33-
Ra do j sarij Eitreita n, 9-
Ra Duque de Caxias n. 37.
reri eesso oriiioa-ta.
Decreta 17 de Joihr. d
'.- 1- secretario,
Bsptista Begoeira.
Cuaipanhia Manufactura
de Phosphoros
SSo convidados os Srs. accionista a
realisarem, dentro de 30 dias, a contar
da presente data a 6.a entrada de suas
j prestarles razo de 10 0/o do capital
subscripto ou 208000 por accao c.ni mo
do thesoureiro, ra da Madre de Deus
n. 22.
Recife, 25 de limbo 1894.
O director secretario.
/. P. Gonsalves da Sil va.
O London Brazilian
Bank Limited
Sacca sobre Lisboa e Porto
em libras steriias, e A vista, OlUD^IOteriiiClOnal dO He-
sendo o pagamento feito na
occuniIo da aprescntaciSo do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a nvenla
dias de vista naqueUas praca.
cife
O ab.ixo assigoado tem a honra de convidar
os Si-s. eocIos e ;38 Exms. (imitai p1 &
icaiao familia-, que lera lagar sab dol lo
arrent-!.
ReOh, 15dJa!ti0 1894.
Alfredo Leil
Director do mes.
Estrada de ferro Sul de
Pernaibuco
Foruecimento de dormeule
De ordecn do Bi. rtetor engenbeiro cliefe, fe
fas jublico que mb o dia 20 do correte. Se 2
notas, recttbem-se nesta secretaria pr^postaa em
ata fecbaJa, e devidamente selladas, para o
orsHCimento ce iote e cinco mil dornunles,
confirme as conlices abaixo mejeonad^e.
I.
Os dormentes tjrao ss dimeuses seguintes
10.85X0, 0*0,i3.

SeiIo de topo seriado, de quinas vivas, sem
bronco, ..resio, fendis e brocas.
a.
As miteiras daa dormentes terau as segoio
tes : Amarello viobatico, pao ferro, sicopira-mi-
rim, barauoa, pao o'arco roxo, aroeira, oitirr
aogelim amargoso, iibiriba preta e po d'arco
amarello.
*.'
0 contractante ficar obrigado a depositar o
dormentes o longo da linba, e dos pontos qo
Ibe forem des gaados, em partidas de cinco
mil com Interna! mica malores de 30 dias.
s.
Para ser admittido a coatorrencia depositara
previamente caa rroposeote na tbesooraria
deataEit-aJa 100/000, qoe perder, se coiv;
dado para asaigear o contracto, nao o fizer
dentro do praso de cioco dias, cootados da data
do avito qu", para tul fin. Ib? fr ixpedo
o-
Pi rs ks rae til da t.. t es coc ra t:.
c n: kclaotc >po*ttcr no cofre aEsiran.
quantii de 3:000*000.

Qaiaie das depuia da iosoefco, eer o con-
tractmte obrigado a retirar da iLargem da li ha
oa dermentes que forpin regeitado, oob pena
de perder direito eelles.
9.-
& D.rectorh ds E-trada rao ser obrigaia a
reeontiecer, no caso de allcim?oio do contra-
eraste, oireito a reversau do ecbt'acto a Ser
deires
Secretarla cta Estrada de Ferro Sol e Pe*-
oambu'-.c, 6 de Julno de 1894.
Jos a Cunha Liberato de Matot,
Secretario.
Companhia de Fiacao e
Tecidos de Pcrnani-
UCO.
Sao convidados os Srs. accionistas a
receberem o dividendo do primeiro semes-
tre do corrente anno, na razo de dez
por cento ao anno ('seis mil reis por ac-
cao) no escriptorio da Coinpnhia ra
do Bom Jess n. 42.
Recife, 10 de Julho de 1894.
O director secretario,
Jos Joo de Amorim.
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
De ordena do illm. Sr. Dr. inspector
deste Thezouro, convido o Sr. ex-collec-
tor do municipio do Rio Formoso, Joa-
quim Francisco Diniz Jnior, para no
5raso improrogavel de 8 dias, contados
a presente data, vir a esta repartidlo
recolher a quantia de 1J962, saldo ve-
rificado a favor da fazenda, em suas cori-
tas relativas ao periodo decorrido de 1 de
Janeiro a 5 de Marco de 1892.
Secretaria do Thesouro do Es-tado de
Pernainbuco, !6 de Julho de i 894.
Servindo de secretario.
Epaminondas P. Bandeira A. Vascon-
celos.
Companhia do Bebe-
ribe
Oa .-3. i uUlti !.8 a comp.nhu 8j etn-
vlc'aios ae rput.ireaj em assffDu!a.gertl -.-r i
oana po di 31 d,. correle m^i. ao neo <' B,
?o andar do predio n. 71 ioa 13 de Novcm
brj. para assia'ir a lei.ora do relalono, C.i
noerarej sobre u. eaotai e pancr da com.r s
ai li'', relativj ao anno pocal iiouoei:30
de Abril de-t- anoo, tssim como tleafciem c
prepiden'e e Fecrelario da a?emblu gera! t
coani''St5o fiscal, e iet'lY-'rem tout qu^ljc>'
as.-ami>io d ijieretse para a lomfnbia.
RrCife, 16 de loltio os 1894
G-aciliatiO Octa. o da Gres Martins
Director g< .reote iuerino.
Manoil Jio de Aao-iQ
Secretado.
Companhia americana se-
garos coDtra-fogo
Aognttj Pinto Pacca, competenitmeote sel)
risado por es'a renientes ns, 0 a fl'ara em Slaste enua'recade
delo>!:'8 op m>go0lo 'elalinw a merma coropa
nhia o S. Mmorl Din ds ir.lfi, nico gi-D'e
aesta capital.
Re :f<. 17 ie Jc'ro 1? 89i.
/ugueij riuui i*cca.
ro, prximo barra .do sul desse Es-
tado
Duas boias encarnadas, separadas pela
distancia approximada de 160 metros,
marcam actualmente o leito do canal, e
ellas se acham collocadas urna junto
pdpa do brgoe ah submerso pelos revo -
'osos, e outra Este, prximo ao cabeco
do banco.
Esse cauai teo a profundidade de 7 a
8 metros e passa por entre duas outras
boias collocadas ao sul da meama ilha
dos Cardos e distantes urna da outra de
cerca de 10 I metros.
Apezar das marcas cima, torna-se
sempre necessario a bordo a presenca de
um pratico local para a entrada ou sahida
dessa barra.
Repartido da Carta Martima do Bra-
zil, 28 de Maio de 894.
Francisco Cdiluiros da Graca.
Capito de Fragata, chefe interino.
Capitana do Porto de Pernambuco, ein
13 de Julho de 1894.
O Secretario interino,
Manoel Jos de Cdstro Vilclla,
R cife Drainage
R (ago des concert* fellos nos app i Lo3
da C' aianh Recife D.'Di;age, a m::- de Ju-
r. i eori l'. anno, de cotdor&ddide c>m a
all parte o ar. 10 do coatraco i dj
Regn,!'D!<-oi.G de 12 d Janeiro cte 1872 :
Recite
La';o da Aliancr* n. 1
Ro Ma-au.z cj Olinda u. 12
Uit. r. 20
D.
Di i
Di'a
D:l
IU
Dita
Dita
Dita
. 24
D. 26
D. 26
O 60
0. 47
D. Bl
D. 59
Jetos i
D. 42
1
11
Eslraa de Fe ro de Pernnkm
do 8ecif(5 &) S. Francisco
AVISO
Tendo-se tornado cada vez
mais abusiva a pratica de ti-
rar-se amostras de assucar nos
armazens da csli';a de Cinco
Poutas e esgotados os nieios de
reprimir esses abusos, a admi-
nistrnctfco desta va-Terrea
competentemente autarisada,
faz publico que do dia 1.* de
8eteuibro futuro tica inteira-
meute abolida a permissffo de
tirar qualquer quautidade de
ussiacar dos saceos dentro dos
armazens.
A aduiiuistractto facilitai'a
por todos os aaieios aos Srs.
Agricultores a remessa livre
de frete aos seus correspon-
dentes de pequeas latas de
Oandrcs ou miras vasilhas,
com us amostras de seus pro-
ductos, e fura reverter as mes-
mas gratis, como se pratica
com os cascos vasios.
.%. administrara toma a li-
benlude de suggerir aos Srs.
Agricultores a conveniencia
de m ni lar os saceos de assu-
car cosidos e ntto mais amar-
rados como ate agora.
escriptorio da Superinten-
dencia I? de Julho de IS94.
Wells Hood
Superiutcuilente Fugcnbei-
ro em Chele.
Aviso aos navegante s
De ordem do Sr. capitao de mar e
guerra Franc seo Forjaz de Lacerda, ca-
pitao do porto deste Estado e em satis-
fao ao aviso circular da Directora Ge-
ral da Repartico da Carta Martima
dos Estados Unidos do Brazil, fago pu-
blico para couhecimento dos intaressados
o me8ino aviso hydrographico.
Ministerio daMarinha
B V- DOJBRAZIL
Iisi Hydrographico
N. 12
ESTA;: 0 DE SANTA CATHARINA
Dalisamento da Darra do Sul
Para conhecimento dos navegantes,
faco publico que, pela Capitana do Porto
de Santa Catharina, foi balisado o canal
entre, a lha dos Cardos e r> banco frontei-
Da n. 58
9'ia n. *9
Da n. 33
D la D. 63
Coa uercio a. 10
Dta i,. 36
Di a n. i8
L -,;o o Copo Santo o. 2
Raa do Torn.8 D. 2
D'la n. 6
T.itn de Souza n 4
D.ta n. 8
neceo do Aben n. 2
iua Vip~Mii Tenoio n. 31
Dita o. 31
D.u a. 31
Barrete de Menezes q. 8
Maz e Ba roa u. 4
Dita o. 16
Amorim u. 20
Ola n 22
D.ta n. 28
Koeis o. 17
Dita n. 19
Di
Dita ... 25
Dlu d. 29
Toyuy i. 3
Dita E. 3
Dita D. 5
Dita n. 7
D.tan. 13
Compacbia Pernambucana n. 26
Dita c>: 28
Caea da Companbia u. 14
Roa da Madre de Deus n. 4
Dita B. 32
Dooeicos Jos Manes n. t
Dita n. 48
Dita n. 64
ttestaorasao a. 6
DUa n. 7
D:la n 13
D. Maria Cesar n. 39
Vigconde de Tapanca o.
Dita 11. 11
Dita o. 33
Pta'd r. 16
S. Jorge n. 6
Dita o. 104
Dta n. 59
Pila o. 85
Vital de Oliveira n 2
TraVfBra para a FondicSo n. 8
Roa dos Goararapes u. 36
Di a o. 13
Dita li. 21
Travesea do Occidente n. 14
Dita o. 1
Roa Barao do Triompbo a. 61
Apparelbo publico do L.rgo do Ar-
senal
k'anto Aotonlo
Roa 15 de Noveab u u. 2
D.t< o. 44
u, o. 54
Di a o. 54
Dita D. oi
D .a o. 1
Dita n. 3
D.ta n. 57
D.: B. 59.
Dsc 65
Carf ua Rt P as- 17 a. 2
|i- n. I
Dita o. 7
Di a 9
Da Doqoe de Ccxj n. 24
Da&. 32
J>:. n. 58
f>ltl u. 58
Da U. 80
Dita n. 88
uta.. 27
Di i D. 33
Dita n. 53
Dita i. 69
Cat.uga n. 14
Dita n. 16
D.ia u. 9
Dua d. il
BarSa da Victoria C. 32
Dua o. 32
Dita B0
Diti n. 11
Dta U 11
Dita D. 63
D.ta a. 67
Tr.QCbeir-3 o. 28
D t. n. 40
Dita a. 48
Tratosaa do Quemado a- 1
Dita (tas Cruies u. 2
Praca Barso de Lacena D. 20
Travssa do M Ra Luga do R.sr/io a. 11
Dita n. 16
Diti D. 24
Dita n. 5
Dita o. 15
Dr. Fdteaa z. 4
Di a n. 6
Cita 34
DI.a a. 25
P;ausco Jacioldo u. 2
Pr. ca da Repoblj#a n. II
R.a Lha de Carvalho n. 36
Dita na 25
D la n 45
Ueoeral Abreu e Lima o. 4
P*d o Ivon. 14
Di:, n. 28
Prei Canees n. 6
D.t;a. 8
Paulino Cambra n. 4>
Dita n. 25
i becco da Camb a n. 5
Largo do Ca:o.o u. 16
Dloa 18 *
Ti-avessa das Flores n. 22
Ro- co Fogo o. 18
Ditam. 18
Livrame.i;. D. 3a
Ditan. 31
Peoba n. 6
Lirgo da Penha a. 6
Roa Visccnde de Iahacmaji. 18
i 100
86O0
2.5750
157,5510
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ale legnainlqc ftnintafeJna 19de falli de ISlfrt
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Dita o. 3
Dita d. 31
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Dita n. 49
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Diia n. 3
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D.ta d. 7
Travesea da Conceijao n. 6
Ba iarclio Diaa a. 18
Ola n. 18
D.ia a 2t
Ditau. 30
Ditj u. 10
D.ta n. 60
Dita n. 87
Lirgo de 8. Pedro a. 1
Diu q. 3
Iravessa da Viracho n. 4
R- Ljuj.i Valeutiaa a- 12
Diu n. 1
Coraael Suasaonan. 2
Da a. 12
Co OQ-i uaesunan. 52
Dita 71
S3ataTnerexi o. 20
D.'.;i 1
D-.ia o- 13
0. 21
Tocias Barretj n. 49
D.-.u d. 42
24 doMaio c. 26
Dita d. 9
Tiav.-a da Concordia a. 48
D;.a o 49
Fl.ppe C-.mii5o n. 40
Dita a. 27
O.u u. 53
Da j. 59
Diu d.
D '.a n. 69
atarqueiUo ll.ri.al a. 44
D.U o. 13
Dita n 29
D ib u 31
Dita d. 39
Lirgo da Pracela o. 1
Cadea Nj\a o. 3
Praga 17 (Arsenal de Guerra)
Dita (dito)
Praga da Repblica 'qnartel)
Ca^s da Regeoeragao (C. publica)
S. Jos
Marciliu Dias D. 92
Dita n, 110
Coronel Suaesona n. 47
Da n, 49
D la o. 135
Dita n. 181
Dita d. 219
S. Jcao o. 31
Dita n,6l
D ta d. 63
Fei.ppe Csmaro n 94
Mrquez do Herval n. 137
Dita n. 165
Dita n. 173
Dias Caloso n 1
PasEO da Patria o. 2
Pa'.re Nobrega o. 30
Dita D. 23
Dita n. 31
Traversa do Caldereiro o. 10
Vidal deNtgreirosn. 18
Da o. 30
D'.ta n. 32
Dita D. 74
Dita D. 115
Pigce n. 11
D.ta o. 15
Dita 0.19 A
Travessa do Prata n. 10
Forte o. 2 .
Domingos Theotoaio n. lo
Diti d. 30
D.'.a o. 58
Dita D. 3
Padre Floriano n. 40
Dita o. 27
Jardim d. 46
Avcoio Henrique n. 26
I), a 0,17
Santa C.ciliao. 4
Dita o. 12
1) ta o. 76
Dita (igreja)
Paire Mudiz n. 1
D a n. 5 *
Dita o. 13
Dita d. 15
Dita n. 17
Dita o. 29
Dita o. 41
Dita o. 71
S. Joeo.70
Travassa de S. Jos o. 35
Dua 1
Dita o. 18
Ra 89 o. 5
D :a o. 17
Transa do Lima a. 2
Dita o. 10
Loli.de Mendooca o. 26
Boa-Vista
Ra da Imperatriz u. 2
Dita n. 6
Dta o. 6
Dita o. 10
Dit< a. 78
Dita o. 7
D.ub.9
Dan. U
Dita o. 19
Di a a. 23
Praga Maciel Pibeiro n. 32
Dita a 3
D.ta o. 7
Di a e. 7
Con "e-gao i. 56
Viscaoae de Pelota n. 22
D.ta b. 17
Dita a. 43
Yisconde de Albuquerqoe n. 136
Dita n. 142
Dita a. 154
Rio Branco o. 23
Dita o- 31
Dita-o. 37
Dita o. 22
Autopio Caraeiro n. 31
Dita n. 93
Dita d 97
D.ta I. 105
Dita a. 119
Di! o. 125
Da a. (27
Dita a. 129
Dita a. 133
Conde oa B:-Visto o. 5
Vi-(.*ode de Camaraette o 69
D ta n. 9
Ger vatio Pires n. 56
Dr.ii s. 11
Di .i d. 15
Ditas. 17
D:ta o. 45
Hospital Pedro II 0. 4
Coronel Lamenba o. 39
Mi :icl atooteiro n. 17
Di-a o 19
Travessa do Veras n. 20
Coii3tlbeiro Aguiar n. 4
Dita n 26
D. i o. 36
Larvo da Campia n. 13
Bi ao de S- Borja o. 34
Dita u. 61
Viecoede de Goyinna n. 85
Fucile, 12 de Julbo de 1894.
J.'F. Uackintosh,
Gerente.
10350
25*780
24I50
14*330
5*->0O
10*960
f.<590
104350
6*i0
2O
UW-
3'J*0;0
304000
44100
31*9:5
44100
74600
12470
2*280
G3oO
44H0
84520
2*ft0
274930
2420
4410'-!
2450
54830
104350
44100
4410
64490
44 00
20*00
1042VH
2 250
6350
44100
6*V0
04850
44K0
2*250
24230
284150
34*000
2*250
154140
64350
4*610
44 00
34750
17*180
2 130
64170
849!0
134650
104350
20*740
7*310
84<50
224'40
30*'50
264330
64330
64360
64350
204750
304850
124930
8*920
6*170
643r0
64350
104800
44100
17*850
64631
23* 00
84420
64490
534660
28*980
17*740
27*180
2*230
5*850
24*940
20*330
44100
44100
2*250
4*600
114080
64650
843 !0
4*420
242O
64390
2*250
24130
24250
24150
163*810
35*100
4*300
334220
94830
2*230
10*600
54850
7*760
18*930
6*350
33*850
5*850
34300
8*500
Secretaria da Prefeitora Moniclpil "do R*-
cite, em 18 d Jo.lio d 1894. De ordeta do
leim do maotetpio, to convidadla os neg-
cuite" de cal e'sal, a ee proverem,dentro do p-a-
o 30 u! :e, d9 med !s iguaes as do pjdrao ado-
ptado pi-la moniiii alidada, sfin de Bfenl-os e
po- ellas polertio veooer esas [j^cad ariai.
O derrotarlo
Joaqim i. Perreira da Bocha,
~ AVIS
Monsieu- Je Cooul de
Fancs a Thoniieur d'inviter
toas sen- compatriotes rsi-
daot Pernamhuco vou-
loir t>ie i se reunir au Ccn-
sulat, le Samedi2l courani
4 hearea de l'ap -midi.
Le Consu Ide Franee.
Georges Revoil.
SEGURO COSTRA FOGO
Compantaia \.>rtti Britlsh & Mer-
cantil < Insurance
Capital subscripto 3,000,o00 0' O1
Fundos accumulados 9,452,452, 181 5'
RF.CE.TA ANNUAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10' 6J
De premios sobre
divida "992.379 6 ld
7*450
4*100
10*380
7*2CO
44100
14*150
2*750
111*110
36*970
84630
2*750
23*200
74600
10*958
5*850
20*500
7*910
4*IC0
8*880
4*100
7*410
10*470
44100
94570
44100
4*100
24*260
83*950
48*810
104370
64*670
64*500
57*950
1*500
2*250
94700
7*230
54850
304"50
464850
8*85-'
54330
64450
4*100
5*830
73*880
21*620
9*6 0
24750
24750
2*250
12*250
4*IO0
54830
2.48.196. 12' lld
N; B.A repartico de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaeces fei-
tas pela de seguro subre vidas.
Wilson, Sons & C
' CMPANHIA
DE SEGUROS f ONTRA FOGO
De Londres c Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
Recea annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
BoxwellWilliam&C.
SEGURO CONTRA FOGO
Royal Insurance Company de Li-
verpool
CAPITAL 00,000
::::::::-;::::;::: ::.
LARGO DA COMPS IIIA N. 6
THE IMPERIAL INSCRANCE CONPAKT
LIMITED DE LONDRES
Estabclecida cm 1803
Capital i.too.ooo
(lis 1,000:000 5 SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
TAIXAS B IXAS
PROMPTO PAGAMENTO DE PREJL'IZO
Sean descont
Agentes
BftOWiXS C.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO^
Compaaia Phenix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO_________
CMPANHIA DE SEGUROS MUTUOS
CONTRA FOGO
Capital de garanta:
ROA d'aLFANDEGA N. 16 RIO DH JANEIRO-
AGfiNCIA EM PERNAMBUCO:
roadocabgA nv 18, 1." andab
Caca do Correio 210Reci/e
Joaquim A. de Almeida
Agente represen-taote
CMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES5-
RDA DO VIGA11IO M. 1,1." AMDJtL ..
DireetoreB
Bar&o de Souza Leo.
Thoruaz Comber.
Julio Cesar Paes Barrete'.
T
'
1 .... i. i..
fracatj
Segoe neates poneos dias o byate *D. Jolia.
-Madrede Dr -
jBaaco de Pernambu

co
DIVIDENDO
.) convidados ob Sra. accionistas Tirem
re: ber do da 23 em diante o nono ivideodo df
bo;'8 a-gOes, na raiio de 10 O/o ao anoo oa 2<
por acffto. correpondenle ao i- 8en.egtre fiodo
em 30 de J do prximo paaaado.
tcif", 19 de Jolho de 94.
. O director secretarlo
Antonio F. Pereiri de Csrvilbo.
seepe
ww'ear| rat*r*na-n ca
i- 8-____________________________________
ciwia fraiDtan itir.
TPSfr.
POBT08 dd sor*
Rio d Janeiro e Santos
Opaqoot*
La-Place
COMANDANrB'VBRISSiMO ^OSTA
Sef oe no d i a
t to eorreBie
inoras da
urda..
Recebe carga, eocoaooiendaB, pagasen a di
aieiroaa trete atis 11 boras damanba do da
la partida.
E8CRIPT RIO
Ao Cao da Cmoanhia Pernambueona
o. 12
G01npanhia.de P aqu ele *
Brazil OF'ental e Diques
Fhictuantes.
O paquete Gnanabara
Pacific SfiM Navigation Com-
pany
STRAIT3 OF MAGELLAM LINE
O paquete Sorata
E' esperado d. Europa
al o dia *s de Joibo
eegoio-'o depoiH da indis-
ipncavel demora, para Va(-
'paraito com es.a a pela
Babia, Rio Janeiro o Montev.io
Fara carfa, passagem.eneoicmeDdas e dinhel
'o a (rete trata se com oa
AGENTES
Wilson, Sons 11, Limited
10RA DO COMMERCIO-10
Io aodur
lew WHm
O vapor Matapan
C:mmaada:ita Fotirnier
B' esparado da Europa at
o dia
ftj dedultcode 1894
' -xuibdo depois da demora necessa-ia para
Babia, Rio de Janeiro. Montevideo, Bne-
Baenos Ayres a Santos
Entrar co porto
Previno-Ee anda ao 8 Srs. recebedores de mer-
doria8 qoe s se attender a reclamacOes por
'a'ad, qoe forem reconhecida^ na occasiao d>
(.'carga dos voiumes ; e qne dentro de 48 bo
-as a contar do dia da descarga das avarengas,
deverao faier quaiquer reclamago cctncerLen-
e a 70lumc8 qne porventura tenham seguido
para os portos do sul, aiim tEBDO as providencias necas3ariaa.
Roga-se aos Srs. paesageiros de se ppresenia-
>'.m na ves pera da ebegada do vapor para toma
*em as soas passagens.
Pjra carga, passagens, encommendas e di-
nbelro e (rete, trata sa rom es
AGENTES
H. Burle & C.
42 Ra do Commertaoi2
BiTMai Sai WSm
m
<) paquete Thames
Commandanta B. S. Armstrong
E' eppcrado do sol al o
dia SI do correnti) segnlo-
do depois da demora indis-
peDsavtl para
Lisboa, vi a; o e Soathainp'on
Para carga, passagens, encommendas e dinbet-
ro a frete: trata-se con os
AGENTES
Dou
Ccminandante A. E. Ball
E' esperado dos rorios da
Eorooa at o dia S'B do cor-
rente e fegnira depois da de
mora iodiapensavel oara
Bahia, Rio de Janeiro, Mon>-
tevideu e Bueaoe Ayres
N. B.PreviDe-sa aot Srs. recetwdorea de
oercadoria8, qne a Companbia Mala Peal Ingle-
xa, eontractoo com aGeneral Steam Navegation
Gompanjom servicoda vapores semanaes qoa
partinao de Bordeaos, Cognac,Cbarect etc, d-
?em ebegar a Sootbampton a lempo de baldeia
rem as cargas destinadas Amrica do Sol.
para os vapores desta compattia.
Rednccao nos preaos das paisngens
lia liattolto
k Lisboa 1* classa JO 30
VSoathamptoa 1' class* 4 28 41
Camarotes resarvadoa para os passagolros de
Pernambuco.
Para passagens, tretas, encommendits, irsta-sa
com ot
AGENTES
A.morimIrraoa Si C.
N. 3Rnt, do Bon JeaotN. 3
Knott's 'rince LiaeofStea-
* mers
LINIIA REGULAR ENTRE OS
pitado?-luidos, llrazil e Rio da
PraU
O VAPOR INGLEZ
British Prince
Compaobm Pernaiobocvtn de Sa-
vagacio
PORTOS O NORTE
Parahyba, Natal, Maco Motsor, Ara-
eaty e Cear
O paquete Jacuhype
Oommaudcne Mo iteiro
Segoir par os
portos aciT-a in
rtii-adia do da
*o do correriie
a. 4 coras da tar-
Recebe carga, encommendas, pnpsagpns e di
obei^os i frite al ai 11 horca di inania do dia
da partida
ESJRIPTOP.10
Ao Caes da f/'ompanhia Pern&mbacana
-. 12
Lio d BrazileiiO
PORTOS DO NORTE
O paquete Olinda
Jommandaite o capitSo de fragata Gui-
llierme Waddington
E?pera-f p dos
pones do norte
ai n dia S4 '.le.
Jilho segaindo
J.poi' ta .ac-
ra inuiapeotavel |ur
Macei. Bahia, Espirito-Saato e Rio dr
Janeiro
As ennommendas serao receidas at l hora
da tarde do da da sabida, no trapiche Barbo?
no caes da Co> panuia Pernao-auc-ina n. 4.
Aos Srs. carrpgadores pcMmos a sua alinelo
para a clausula 10* dos conhecituentoB qne:
No caso de baver ilgoma reclamacao contra a
companbia, por avaria oo perda, deve ser feita
per escnpio ao agente rsped,vo do porto de
descarga, -tentro de ires dias depois de Bnali-
r*ada.
Nao precedendo esta formalidade, a compa^
ama tica isenta de toda a responoabllidade.
Para carga, passagens, encommendaa a di-
oheiro a (rete: trata-se coia os
gente-o
Pereira Carneiro & C.
'tua do Commercio n. 6
I* andar
E' eaiierrcHi de
New-York no da
ds Jolbo esa
ira clepols da
emoru neciesa-
Cooipanhia Nacional de Salinas
Mossor-Assu'
O vapor nacional
Aguamar
Segne para o MarachSo
no da SI do correte,
para 'eceber abocar e na
soa volia receber a carga
qoe se ach costractada
ara os portos do
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pe-
lotas e Porto-Alegre
Para carga, encommendas e i.xhlrj a frete
tratarse coas o
AGENTE
Joao Mara de Albuquerque
Oliveira
RU.4 DO COMMERCIO N. 14
Ia andar
Harnburg Suedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge-
sellschaft/
O Jvapor Santos
Espera-se da
Europa no dta
O je Jolbo re-
sollido depois da
demora neceaa
ra para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Qaaesqoer reclamares S'i serSo atien-
didaa 48 ora* depois da ultima descarga
do vapoi na Alfandega.
Entrar no porto
Para carga, encoumendas, passagens fre-
'e trata-es com os
Consignatario j
Bervtelnfaa & C.
Ruado Commaraio n. 18
I* andar
Gompanhia de Nar-ega^ao
Carioca
PORTOS DO SUL
O vapor Cometa
na para
Rio
^ie Janeiro, Santos
Buenos* Ayres
Para carga, encommendas, trata-se cota os
CONSOHATARIOS
Johnstun Pater e Coznp.
Ra do Consmircio n. Ib -
CHARGKIJaS Mjm
Companhia Fraaceza
DE
\ve*fo i a vapor
Liaba regular entre o Havre, Lisboa,
'Pernambaoo, Babia, Rio do Janeiro
e Santas. ,.
0 va]por
P^aTahyba-'
COMlANr/ANTE LOCE
Commandante Luiz C. Amaro
E' esperado oestes poneos
das-do sol, segoindo do-
pols ( a remara ntctstatla
i pai a
Maoei, Bahia e lio de Ja-
neiro
para cirJurpoTtns de-de j contracta carga.
6 offerece ptimas
Srs. passagfirca.
accommcdeiSes aos
Agen toa
A mor i m Ir m aos &-C
3Sua do Bom Jess3
J2aj&^
E' esperado da Enro
pa at o dia do
correte segoindo de-
pola da Iodiapensavel
demora pa -a
Macei, Babia, Ri j de Janeiro e
Santos
Este vapor en'iar no porto
Roga-se-os Srs. importadores de :ar;a peles
vapores desta li:iha, qoeirain sprejentar den*
tro de 6 dias, a cooiar do Jda descarga das al
vareDgas qoalqner reclaniacSo concercenle a
lomes aoe aorvenlora tenham Begado para o
Escapar iliaasi,.dai ^\^^^^^^^^!KI^ -
Ei pirado o referido prazo a compaobia nao v
rejp -osabllisa por extravise
Be sebe carga airatar como
AGENTE
Auguste JLaliille
9Bna dn Commeroi)9
Segne oestes poneos dias
paraos per es do
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul e Pelotas
PSra passagens, fretes e eneommendas-tra
ta-se com os ^^
AJENTES-
fenn-Gtneiri>. & G
6Roa do CosBBaflcaio6
! andar
A's II lloras
n
LEllOES
__O leilo de faiend.s avaradas deve ter lo-
gar seUa-fetra SO do frrente.
Leiiao
Da armarfto iogiea, carleira, pipas e barra
com viobos de gpniptpa,' sj>J e jaboneaba,
grande variedades licores de frootas do palr,
sortieolos de esseno>a8, HC-r de saboguei-o,
cegotrc:'pipB, eaB'eiro, laxati e mats etectllo'
exiswoses na"faBrte^ visti e licorera ros
MarciJiO Dua, SoIiga>Direita n. 84.
Qll'rir1-fel'9, 19 COFTflBte*
A 'a II horas
O agente Gosxao aoUtrisado peles proprret
nos da la'.-ri a aclm fer leilBa'da's meroaoo;
as e cenoilios. em totes? sootade dos com
pradores e oo cerrar aq-mariarle. ________
De fazenas
CoDlaodo de algcdiotiobo. mad.poJ068, cbl-
tas) organdiz. sitios las vcjjie, sargelia. Icb,
seroulaa, caminas de noella, coberias, oberlo
rek chales. Hcbns, lencos, gravstis regat. s
bribs bisocos e de lisias, chapeos 3perieril para
seqhira. ditos psra homer.s. sapslos pars ee
nbora-, botloas e chapeos de sol.
Quinta-feira, 19 do co/rente
;>'o armszeni ra i de Mo-
vembro a 39
O agente Harijas con:peteniemente antorisado,
fif leiiao de madapo'-s, algodoep, chitas, or
gands, colchas e mollas entras faiendas e mi
detap, por liqo:d:co.
_______A correr do rtello______
Leiiao
De om Impertite te-rano cito rna de S.
J aa, esqoina para a dn Maques do Herva!, com
61 raaos de frente e i8 de fondo.
Quiota-feir 19 do corrente
As \[ horas
So armazem n. 39 da roa 9 5
de Xovembro
O agente Momios cocop--t<-nttmet te aotorisado
fara leiifiodo terreno cima, o qnal ?e acba mni,
lo bem localisadu po' ter doas frente).
Agente Burlamaqui
Leiao
D sitio com casa de talpa, em solo proprio
roa do Harmona o. 2, no logar
Arrsyil
Quinta-feira, 19 do corrente
A's 11 horas
No a-m-zem a roa 15 ce Novecobro
O 8geite cima, aotorisado pelo proprie'ario
levar a leiiao o eilio com casi de talpa cima
declarado, com diversas frncteiras, cacimb?,
taeqoe de ferro e banheiro de pedra e eal, me-
din :o SC8 de frente e de fondo 450
Oa Srs. pretndanles podem examinar.
Leilo
DE
71 pf ss de madrpole*.
40 ditas de entretelas.
4 ditas de trim de llnho o ftiendas avaria-
das. a bo'do do-i vanores M.-rrhanu. Elbe> e
Magdalena, qne serao vendidas por coota e
risco de qoem perteocer.
Sexta-f ira, 20 de Jolho
irsente Pinto
________RUANDO BOM JESUi N. 45________
Leilo
De pecas de oxford americano, avariado d'agoa
do mar, das calas marca NMAC, os. 31 e 34,
vindas de Nevr York oo vapor Ingles Strabo
entrado em JO de Jonbo de 1894.
Sexta felra, 8 d corrente
AS 11 HOR:VS
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
Por intervencao do agente
Gusmo
Leiiao
De madapoles avariados
ScxU-fcira20 do corrente
A'S 11 H0RA8
O agente Pinto levar a eilo por conta e ris-
co de qoem peiteocer, diflerentes marcas de ira-
dapcl6es, parle das caixas marca MDSG, ns. 670
e 67J, desearregaJas do vapor ingles Magda-
lena*.
Bm coatiooFcfto, chitas, oatraa fssendas, min-
dtxas e movis. ______________^^^^^
Agente Burlamaqui
Leilo
Sabbado 21 de Julho
A'a 11 horas da manhi
De ama boa casa e sitio na rna de- Santo Elias
n. 4, no Espiobeiro, fregnezia da Graca
%o armazem roa 13 de .\o-
vemhro ; 41
O agente cima por mandado e asaistencia Exm. Sr. Dr. jai de orpn&os, a rsqnerimeoto do
iovemariaote dos beoa deixados por Waltrido
Caie'lo Pessoa. vender a casa cima.
Os Srs. preteadeoies podem examiosrs refe-
rios casa e terreno.
AVISOS DIVERSOS
Precisase de om feitnr oo jardineiro, pre-
ferindo se portogoez ;' s tratar oa rna Marque*
de Olinda n. 35.__________________________
AMA DE LEITEPrecisa-se de orna ; na
rn* dos Martvnoa o. 146, 1- andar.______
Precisase de am caixeiro cosa pratica de
molbados a tratar na roa Bstreita Jdo Rosario
o. 31, toja.____________________________
~~ Precisa se de nma ama qoe coslnbe, e
dnrma em cass ; ca roa Birao da Victoria nn-
mevo n. l.
Flauta Boebm
Coapra-ae em perfelto esado; na ras Nora
no mero 11
Caixeiro
Precisa-se de om caixeio Je lSl6aDoos,
com pratica de molbados oo sesa ella, prefere-te
do mato ; na roa da Guia n. 42. Recite.
Cosinheira
Preclaa-se de urna qoe seja parfeita, para can
de orna aeqoena famil'a ; a tratar roa do Caos
mercio o. 14, esc'iptjrw).___________________
Ao commercio
Os abslxo a8fignados dectaram^jue resta daa
diesolveram aoiigavelmente- a tociedade em
ame conectivo qoe oeatar praga gyr^va aot> a
Arma de Pinto Silva, etiraodo-sa pago e sa-
tfsfeito de seu c pual e lacros,' e llvre de qaal
qoer responsaoilldtde socio Jo!) Roirigoes
Pinto, tirando todo o activo e raseivo da etlioc>
ta Arma a cargo de Jolio Nones da Silva.
R-clf-, 14 de ielhode 1894.
Jjo Boingoea Pioto.
_________Jo'io unes da Silva.
Tigipi
Vende-se n'om dos melbores pontos desta lo-
es! Idade, orna ta veros bastante afregiessda. sita
k roa da Victoria o. 64 ; a tratar na mesma.
Arrayal
Aloes se semestral oo acooslmeote ams boa
caea marala e com peqvn) mi >, com eoesme
dos para faiilia, slt- es rada do Arrayal o
44, confronte a Mercearia do Sr. Antonio Fell-
sardo de Amorlm Ja >ior, e no centro ds esta-
cOe8 da Maogabeira e Casa Amarella.
1 Oa preteodeoies podem dirigir-te estrada
ilo Limoeiro, sillo do fallecido Dr. Coliseo, que
tajeo i trarao com qoem tratar.______________
Vende-se
A (averna da rna da Santa Croa n. 36. proprla
pa'a pria ipiave por ler pcucaR fondi'i \ a tra-
tar na mesma.
r -
Vacca ton ria
Vnde-se ama parida d? novo ; a traTar oa
ramatiieii m.l._________________
01~o puro (M ltnha^a.
' VWe-ee en barrts e >0 gatOen a ifttto
galo.; a traUr na lateo dol Coethisji. I^cl
desiilago dos Cselpcs.
Cachorro Galgo
Desspprecen do sitio de J. Bsltar Paesagem
da Magdalena cm peqn;'oo cachorro galgo de
nma f idr. ef com lette rla'o: qoem o ECbar
oo der D&licias do me: Sola iisleza
Na loja de calcado a ra do Bom Je-
ss n. 21, tem para vender.
Cosinheira e criado
Precira-;e ca roa da Palo
bem.
Jardineiro
Precisa te do om y : cultive hem jardim
horte'o, paya-se-lbe bom ordenada ; a T'lar oa
casa d. 9 a roa to Bejuca fMagdalena;.
%md#~se
Um terreno proprio, c?m ?23 palrms de fr. nte
e 3t'0 de fui'fo, com duss ca.-a.^ em mo es'ado,
situadas no Campo Grande, esquina r a ra de
S. Jo5a ; a tratar na ra Doffilsgos JoEMartins
norr.eo 80.
T.verna
Veode-se orna laverco b-m afresoezada, na
eeiaco Cb peo de Sol. em Agua Fra, o motivo
se dir ; a trata' na mesis.
Caixeiro
Precisa se de um msiin- com ta^laoteprali-
ca Je roch: do?, de 14 S 16 r.r.nos, g-.rantio--
soa ronucta ; a rna Vizconde de Alboootrque
n. ?3 A.
Cosinheiro
Precira-S' de om hora cosinheo ; Ira'a ae ha
rn* o Cooomen ie n. 44
Cii.^eiro
Pre"'sa se de om Eaixelre com pratica de mo
Itiadj?, qre d i ouheclmento de sua cen^ncta,
ida'le de 15 ; 18 uos ; n roa de. C'pilao L'ma
o. 15, em Santo Amaro das Sslm^n.
C'uiilia. Lima ti C
Participam ao commercio e aos seus
dignos freguezes, que mudaram o seu
escriptorio de commisses e consigna-
fesda ruado Mrquez de Olinda n. I,
para a mesma n. io, i. andar.
Serragem Sa fabrica de movis, a vapor, de Silva Fer-
naedes A C Berra se madeira a 30 0/0 menos
do rreco rommoffl. _____
Alugj
a-se
Una casa com monos commodcs pan grande
familia, lerdo agoa en-anade, jardim, viveiro
para peixes, sillo de froctei*as. completamente
morado, linba de bonds porta, gosaedo-re de
orna vi ta agraoavel. soada dita casa ao largo
da igreja de Santo Amaro n. 2 ; as cbavee para
vel a acnam--e depositadas em cara d-1 ssebris-
to da igreja junio a mesma, e par:- tral^r-se do
alogamento, r,a pDarma"'a Conce'cao, ra Mar-
qoes de Oliuda.____________________^^_^
Cauteilas do Monte

Soccorro
Ooro, prata e brilbaotes
Sendo de boa qoalidade e em obras a prove-
taveis, comprare pelo maior preco do mrcalo:
oa roa estrella do R sano o. i, efiu'ina de relo-
[oelro.__________^______^____
Vende-se
Um fino cavailo psra relia e perfeito andador :
a ver e t-atar roa do Hospicio n. 83.
Aos Srs. propietarios
Vendem-se com grande dtffereoga dos actnaes
P'ecos do mereado, atalejos com liodar cores o
sorprebendentes deaenbos, no largo da Aifan-
dega a. a.
Casa para alugar
Alapa-ee a melado da grande -e espacoea casa
da rea de S. Francisco o CO, piolada e calada
de novo, a nma peseoa que ee trate e d fiador
de soa conducta; trata-se na mesma casa e roa
Realejos
Importantes realejo, os melbores qne tem
vrodo ao mercado ; venderse na relojoaria David
raa do Cabue n 14. Precos baratsimos.
Olinda
Venderte om grande chalet e sitio na roa dos
Milagrea a. 1, as. chaves esto no Varjdoor, .
loja do Salvador a traiar-na roa do Socego no-
mero 55.
CToflftpra-se can-
telas de peullores \
por ntais do ifiie
em oiitra qual-
q ii e r pa rte na na
da Palma n. ?>$#,
assini como ouro
e iraa, a tratar
dasda H lioras
da manila e das \S
as $ da iioite.
Ueeife, 19 de
lilil o de I Mil.

Precisa "S#
Na. rna Baiio de 3. Borja n. 63, pracaa>ae di
ama criada para andar com ama chanca, paga
iie bem.
Parta- curar radicalmente a anemia, oh- /
Iorose,- oo- corea palidas- opilado frial-
dade, e todas as molestias oua tem ana.
origem na pobres do sangos.
Kao h remedio mais effioaz que as P-
lulas ante anmicas Bratreiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Frmala apprpvada pe.la Ilma* Junte
da Hygiene de Pernambuco.
Prgos de urna caixy 1(J50#
Meia -diuia, > 8$000 '
Urna duzia lJQMK
botqa'rce:
E. BLQimtfAYRfL
22 Ra da Cruz ni 22
mo ha
MAIS
ASI
Vj>pyr**(io, Cotarro,
l>3E Obttn at mal a/tat -iniinrnitBH
Deposito em todas as Pb
i?*



\

I
l>
n. ,


-srr-




i das m
Gcnvida a seus freguezes para que veham aproveitar
os saldos que ficaram do anno passado e que se
estao liquidando no anno novo, visto como o que
e receber este anno custar o dobro do que te
vende ; a saber:
CortflB de Lioon bordados a 150000 o MOCO.
Ditos de cachemira ricataerte enfaitados a velludo a 3G^C00 8O0GCO.
Ditoa de eretoce da aliassiA a 125000.
Cachemira de duas largara' de 20000 a 800 res corado.
MadapolSo f-cieneaoo a 10#000 a pesa*.
Dito ocm at> metro de largura a 140009.
Voilea linjssimos desenhcs a 200 rais o covado.
Heltocs para roapa de hornero a l55 0 o corado.
Casemirao inglesas a 3*000 e 30'00 o cuvdo.
Ganga para coberta a 240 rea.
Cretone de 700 a 320 reis.
Guardanapoa de 63000 3(000 a dczi.-..
Bramact.'B d !>uho cora 10 pal nos de largara a 20(
Fichas a 500 reia un?.
Babadca bordados do cdr a 600 a 800 reia aada pega.
Cortea de fuatfio ara col.'ete a 18(00.
Lindissimos teoidos arrendados de cor para cortinados de 4;O0Q a 10000 e 102O
o mato,
AlgodSo americano 50000. 60000 e 7000 a pera.
Eejv*r 1Kos pr senhora a 40000.
dem para meoiofs a 25500.
To&ihao de fusilo a 60500 res a daiia.
Flanella para vestido, lindas deseuhos a 400 e 500 rois.
Merinos protos com du*s largaras de _'i$000 a 800 reis o covado.
Ssrgelios lie todas as corea a 240 reia o covado.
Linona de cores, Imdissimos padrees a 240 reis o covado.
Flaneila de quadres a 500 reis o covado.
FustSo braceo lia os desechos de 20000, 800 e 10000.
Beodas Escocesas a 320 reis o oovedo.
Panto da Cot-U lietrado para mesa a 10600 o covado.
Cortinados do crochet a 1( fO 0 e 80000.
Seta de cores a &J0 o 10000 reia.
Cobertores a 11800 sato
As=im como muitos ulron artigos que se vende~com
grande redueijao de presos.
Grande quantiJads de retalhos de chitas, brins e
lans.
56 e 58 Raa Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n, 210
ia e armazem das Estrellas
Diario de Pernambuco 4lnin
FERRO QUEVENNE
XJnico approvad
pela.AfADEMIA DE MEDICINA 'A8 /*
pxiaR o ysFDADBiro
14, Ru des Beaux-Arta, PARS <
POBnt no SAMiUE
r.it.i tB.iK
a ANEMIA o RACHITISMO
aLEUCORRHEA as ESCROPHULAS
o RHE'J^ATISMO ^^IW flV a TSICA, etc.
de
EJZTHA.CTO de F1GAJDO de BA.CA.LHA.O
mais effliiai anda do que o oleo cr de ligado de bacalnao
GOSTO do Vinho Vlvien e TO AGRADAVEL que as
mesrnas criancas tomam-no com prazer.
Xa principe e tharmaeia. PARS. Rus Z.aiayette, 186 j
WAOTIAL-BODBMiMM!?
Loj
Liquidacao de fazendas
Gosto agraJa-rel torra a dar_com rapidez ao anaue. sua riqueza is torca. Nao da
prj.'-ao de ven*re nao ennegrece os dente nao irrite, o omtfimngn
PARS, 5il, roa Eoibig. Deposito ein l'emambueo ; C" de OSOCti l> KPDCCTOS CBUICOS.
ALlYlOQQriasSEN HORAS
.... .,, ACimfclITO DAS CRIANZAS E DOS OONVALE8C ENTtS
rara.substituir o chocolate, de digeslao multas vezcsdilllcll.oocari! oo5 leitu culos efreltos debilitantes
frcjuilicain em extremo a i.ade das Senuoras, os Mdicos recomineudam oKmcahout dos Ambea
e Delanermier, por sor iim alimento leve, agradavel e muio subslcncU.1; receltam-no tamben 4a
ajnai_cas. i c-soas idosas ou anmicas, numa palavra a todas as pessoas que carecem de fortiUcantea,
FAHIS 63. ra \'ivinnne. de>ositoS SU T0i>4S as phapujlCIas uo mukdo ureata*"
digestOes
difficeis
Dyspepsla
Parda
[de Appetlte\
TNICO-DIGESTIVO oom QIMMA, COCA e PEPSINA
[adoptado km todos OS HOSP1TAKS MsoaUBaa da Oaro e Ditloma de
I fAUlS- COXXia o O*, ruode Kaatteoce. 49. onats Farnaetis
^$^^MMm\\V
DOENCASicSTOMAGO
LIXIR GREZ
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Dlarrha
cronlca
m% :
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
possoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, as jovens, mihares
e as criancas.
NA
19
LUJA DO PO
Ra I. de Marco
Ot proprietarios deste esUbeleoimento resolvern) liquidar muitas de
saas rrercadorias con grande reduejao de preooi visto o grande deposito qae ten de
fszendAB mais antigs
Como sejam:
Cachemiraa para vestidos, ama largara,.faseoda de l& 00 por 400 reis o
covado.
VINHOdeBUGEAUD
[TONI-NTRITm
E CACAOj
Etaminei branoas e de cores a 600 reis o covado.
Cretones franceses e americanos a 400 rais o covado.
Bramante He liobo 4 largaras a 2(5800 r#is o metro.
Cortes de casemira fnaa par* caiga de 12S000 prr 8/000 um
Dito c < americanos para calca por 4^000 do,
Atoalbado branco e de cores para mesa a 3000 metro
Camisas branos de linbo com pequeo dafeito GOOQO a dusia.
MsdapolSo americano oom 24 jardas a 12f000 a pe$a.
Ceronlaa de liobo a 3 jfJOOO a doaia.
Cortinados bordados para cama e janea a 10|j000 o par.
CoIsSfs franceses grandes a 185000 e pequeos a J5 Camisas de meia e de 1S para senhora a para homem a 75000 ama.
Mosqoiteiros para oatna de casal a 18 Camisas especiaos para homem dermir a650C0 ama.
Ditas eofeitadas com renda para senhora idem a "5000.
Ofuemiras pratas a de cor para roapa de -bomem a 24200 reis o covado.
Brim branca n. 6 a 25200 a vara, barato 1
Velludo rassolndcs padroes a 800-reis o covado.
Espartilbos de coaraca todos os nmeros a 75000 e 10$000 am.
Meias fraac saa para bomem a 105000, para aannora a 121000 a daiia.
muitos oatros artigos qaa liquidamos por procos qas admira.
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
alustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRESde qualquer natureza, DOENC.AS
do ESTOMAGO, CONVALESCENgAS.
P. LEBEAULT &. C><, 5, Rae Bonrg-l'Abb, PARS
SE ACHA NA8 PRINCIPAC8 PHARMACIAS I
S na loja do Poto
19-DaxjaA. r xjDexvx^jaga
19
TELtPH NK 61
CAftHEIBePACTJHHAA SOBBMH9
JTST.
Casa de commisses e repre
sentares
EXPOSICAO
DOM OMPLBTG SOBTIIHHTO
CATLOGOS 3B
X)3es3sra^co8
de inijumeras fabiicas de todos os paizes da Europa
das daas Americas, de toda especie de mercaderas, de
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o meihor dae-
. infectante econhecido.
Deposito da hem conhecida ODONTINA do
Dr.H.Rirdet.
garantida absolutamente pura
LEPELIETIER
xa C-A.ieEITT-A.2Sr perto Isiffixy (FranSa)
CASA ESTABELECIDA EM 1830
Encontra-se esta Manteiga em casas de confianca.
E6PECIALIOADE43
T. JONES
TE DE PERFUMARA INGLESA
CXTRA-FIUA
VICTORIA CSSENCK
O perfume mais delicioso no mundo.
Euma grande collecco de eiiractos para o leoco
da mesma qualidade.
LA JUVENILE
P sem mistura chlmica alguma, para o Nato,
dnerente e mrtslvel.
CREAM IATIF
Conaervre em todos os climas; um ensalo
demonstrara sua superloridade sobre os outros
Cold-Creams.
ACHIA OS TOUCAIIOB JONES
Tnica e refrescante. Excellente contra as
picaduras de Insectos.
ELixin PASTA SASaOKTI
Dentlilcio antiaeptlco kaioo. Branqswa os
antaa e CorUflca m tea^Taa.
PARS
. Hr-mimm : P A tHf PrWlrtH (
AGUA
Mintrtl nitunl Purttin
RUBN AT
fFonte do Doutor LLOEACH^
i inal,tit da ctdtmit da HmHeln d Ptrh prora que a I
StLfAlO I>E 800A SULFATO DE IAONBSIA '
6g2e* f a2ee
IBf5al,l.I.I*,,^
1M toota AS
tm PtRHAUBiicu i c> at naasAi i nmtsiw I
N. 150:000
-Pede-fe ao Sr. Dr. Jos
Goelhoda Silva, ex-promo-
tor de Barreiros.que baja de
resolver sobre estes alga-
rismos, quaodo cao queira
que traga-nos para aquio
jlijecto qu. os Jet* rminoa.
EmOlinda
Vende se bem foce de caj' e xo ; a trttar
M ros de Haigas Fer reir d. iu ; a lambem unu
boa mchica de vista.
Egenho
Negocia-? por veoaa oti arreodsoeate, oom
mda o'a safra fuartat'i, arimae, etc., oenj
nbo Saudade situado oo mnoinr-to de Amaraey.
com proporefifs para sn(re|>r 2,000'paes socar ; a tratar oo referido eDfDbo.
^recisa-se fde ura; a ra
Nova n. 16.
awCaisxj^s
O mata eoonpleto o vanado sortimentc
para homens, seohoras e meninos.
Sedas
Brancas, pretas e de cores, lisas o la
vrsss.
Cachemiras
Ce res bordados, espartilbos, lines,
P"ro licas, levantinas, cretones, eepbiro,
ubapes de sol, o-aiisas, panhos, colbri-
ohos e poitilhos.
Perfumaras dos molbres fabricantes,
ote, etc.
l'udo se encentra por procos rasami-
dist irnos
NA
La Gr&n Via
8 A-Sea da ImperatriiS8 4
DB
SV
Oih
on
r&4*
C.
i
leiliua aa P. i- j trii (.Qj ...
'hoo. Firmiaa daF. P y-ibon. Stnbonob: da P
Pryslboa (aoseole), Maria Prysthon, Peirj Lula
de Oliveira e eos mnlber F llclana Pryubon e
Oiieira, Candido (a S:lva Cirvalbo e ?oa mu-
'bei laes de Carvalbo P.y tbon, Mara do Car-
100 /'T'bon e CUodioa de Albuqu:-rqe,
viava, fiiho8, Detlo^, genros. nara e conbada,
co vidam aos seos parentea e amigos do Asado
Claodino fcscco Pryuhoo, para aaslsiirtm as
miasas qae por alma do mesmo, msndam rfzar
na matris de S. ioi, as 8 boras da maofa da
sexte-feira 20 do correte, seiim da d3 sea
passamenfo, e de de ja agradecem a todos aqoel-
le que comparecerem a este acio de relitiSo e
car dade.
Antonio rirmira Aat Suva
1" aoniveraano
Maria Isabel Ferrtira da S.lva a
seos fitbos. Doa de Je. uj Parrira
(aoecoif), Moiiosl atqUm Rifc.iro,
soa molcer e flibes, Jo5o Ferreira
Ptn(iad3, Jas Ferreira s S !n e
snas irmaea fanentei J j
Looreogo da Sli-.a Oliveiru.'sua
Slbo?. Dr. Miguel Adeliuo Tiaodo
O
09 2
sJ
O
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H
0)
(O
O
h
o 1
r
te
(O O)
O)
9
o1
j-raclher ^ .v., u,. niyuei Auenuo
Lenea, oa mulber e Blbos (aoseote), c-.uvidan
aos seos prenles e amigos do fallec'!j para
apsielirem as 1, iae qoe mandaoa cel*-b-Br por
sima do ceo rmpre lembrada e estreios ma-
rido, pdi. Blbo, georo, i-mo, conbaao e lio,
Aoionio Ferreira da Sil??, no da 21 i i correa-
te, na matriz de Santo Antonio, s 8 boras da
maah, snniferssrio do een psssamerjio, e
pa-a este acto de rtligiao e candade, se coce-
sam agradecidos.
Fraaelacsi Martina Cesar de
Anaoritn
Manoel Marti s de Amcrim Sjcta Ri'a e sna
1 molher, Dr. Joaqoim M. Gsar deAmorim, Ma-
noel M. de Amorlm Jnoicr (anseotes;, R ta Mar-
i 'ioe Cesar de Amorira, magoados cem a pe a
?; e soa ioditosa e nunca esqoeclda iba e irma,
F/ancisca M. Cesar d" 'rr. irim. sgradecem de
cor-cao a lo^os o amigos qae acoffipaoiaram
a foa ultima morada ; e de novo convidar todcs
os amigos e parents para assietirem a mi3:a
queporso alma mandam rezar oa malru da
Boa Vista, as 8 boras da manb de quioia-felra
9 do correte, 7. da do seo psisamaoto.
s
5=5
II

*
-4

Erpecialcdade para o toucador
N-'-va reme8sa do Maravilboso SabSo
Rasso. nico deposito
Pedro minees *k C(
NOVA ESPERANCA
63 Rda Dpqok dk Caxiab 63
.Bordados
Comp'eto sortimento em todas aa lar-
guras, brancos e mesclado, de cores, e
creme e branco, alta novidade.
Refeberam
PEDRO ANTUNES dk O.
NOVA KUriBtXA
63 Roa Duqoe de Casias 63
t
Dr. Antonio Annca JBiumr I*lre
Manoel Jos de Campos Barbosa, soa mnlber
D. Isabel L0Gda AoDes de Campos, sea Hlbo
e o Ur. rtbar Annes Jacome Pires (ausente),
cnri?, Clbo8 e neicB do Dr. Antonio Annes Jaco-
me Tires, mandam celebrar sexta fei'a JO do
correte. 3Gv dia de s^n fallecimeoto, urna mia-
sa em soffraglo de sna alma, na matriz da l!:a
Vista, Ss 8 horas da manba, e convidara aoa
paren es e amigos d quelle fallecido asis-
rera efse ec o de verdudeira religiSo.
t
axlmlano da Silva
Trigsimo dia de sea fallecimeoto
Aona Joaquina Monteiro da Silva, seas
Albos e Gibas, netos e netas, aioda com*
poogidos pe. grande cor e perla de sea
ex remoso esposo, pai e av, Maximiaao
da Silva, mandam celebrar mJesas por coa sima
oa igrej 1 de Nossa Seohora do Terco, pelas 7 1/1
b ras da maona do dia 21, e pede aos pa-entes
e arx'gos ao finado, para asistir a este acto de
religio e caridade, bypoiecando desde ja as
8D8S gratidOes para todas as peescas que com*
Mrpwmr.
Alta novidade
Grsmpoes a Mara Stnart para en-
feites de cabello o que ba de mais nevo
Receberam
PEDRO ANTUNES & C.
KSSua a>nne de Caxlas
RodoJpho Antones & C*
t Rsa liaaue de Casias
A
FINAS COLCHAS para camas. U-
OS cortinados para cama e janelas,
precos sem competencia. Elegantes
Dbjeetos de biscuit, vidro, tetra cotta para
toiletb:. Brande sortimento de lbum
para rstratos. Papel do fantasa para
cartas. Alem de maitos ostro* artigos
qae o bello sexo encontrar sempre na
bem conheoids casa de ROJOLPHO
ANTONES A C*.
87Roa Doqne de Caxias67
B-aninnu Jote stees Gulmataes e .-ua irma
agradecem do intimo d'alma a Sociedade Monte
Po Popular Pernambucano e a todas as pessoas
que rJseram o caridoso obsequio de acompaoar
so cemterio publico os recios moriaes de sna
c^rinboa e idolatrada mai, Caetana Mana da
Grac Guimarep, e de covo as convidan i. aj-
sislirem as miasas, que po- alma da fallecida,
mandara rezar o cor.vento do Carmo, no Jia 21
do correte, s 7 i/i boras da manba, an'eci-
pando a todas a sua eratid&o.
. Bfanoel Jos da Silva Plniemel
A familia do tinado Maooel m da Silva Pi-
meniel agradece peoboradissima a iodos os ami-
gos qae se digaaram aoompanbar ao cemiterio
poblico os restos mortaes do mesmo finado, e
de novo os convida para assislirem as missas
qae pelo tierno repouso de sua alma manda ce-
lebrar oa igreja do Paraso, 8 boras Ja manbS
do da 20 do correle (sexta feirai, 7- da do
sea pabsameoto, antecip.ado dtsie i seas
azradecimenlos.
t
tteraarao Jos aa cmara e seos lbos
comidam aos seas pa entes e amigos
para aseistirem as missas qae mandam
rezar pela alma de soa sempre lembrada
esposa e tuai, Joaquina Wanderlty di Cmara,
no dia 19 do correte, 1- anoiversario do sea
pasearreoto, s 8 boras da manba, na igreja do
Divino Espirito Santo e na capella do engenbo
Coyamboca, e desde jagradeeem a todos quel-
le? qae romparecerem a este acto oe reiieio.
Cajurubeba
Este enrgico e prodigioso medicamen-
o, qae comegoa a ser valgarisado em
1883, e que to proficuos resultados tero
produaio na cara do reamatbismo, no
estias de pello, eaoorrheas, asthma/nos
soflrimentos cccasionaiospela imparesado
sangue, e as differentes tormas da syphi-
lis, esteve por algam tempo parelisado por
sircumstancias imperiosas; e boje, porm,
reapparece com todo seu vigor; e de
esperar que continu a merecerdo Ilus-
trado publico a mesma scoeitacSo de que
sea;pre gosou.
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hygiene, por Decretos de 2 de
Junho de 1883 e 18 de Abril de 1885.
COSipOSl^io
DE
Firmino Candido de Figneiredo
PROPAGADORES
Baptista & Figueiredo
A venda em qaalqaer Pharmacia.
Joaquina Wanderiey da Cmara
Temoleko de Alboqaerqoe Maraobo,
saa mulber e filbos, eonvidsm os seas
prenles e amigos para aseistirem a
orna missa qae mandam retar pela
alma de soa eempre lembrada caoba-
da, rmS e na,Joaquina Wanderley da Cmara, no
da 19 do corrate 1 anoiversario de seo pa3-
sameuio, s 9 boras da maobS, na igreja matriz
de S. Loorerco. Agradecem do intimo o'dlma
a todos qae comparecern) a este acto de reli-
giao.
t
Dr. Be
atedelo SUrquea da Sllira
cana
0 deeembargaaor Joaqoim da Costa Ri-
beiroeena mulber eonvidsm a seus p-
renles e amigos para aesttirem s orna
missa que mandam rezar na matriz da
Viet, qniata feira 19 do correte, Is 8
ds manbd, por alma de sea cornado e
irmao Benedicto Marques da Silva A'ana, fal-
lecido no Rio Grtnie do Sal.
t
Boa
BT'

Amas
Ni Caponga, roa das C eonlasn. 45 A, pre-
cisa-se da orna cofinbe ra e de ama cr;sda para
rrenirs, dormiodo < u> casa dos pal'dVs.
Al.\
Precisa -se de ama ama para servico de casa ;
a tratar no r.\ io em Joio de Barros n. 19.
Ama
F>
IPYRANGA
Fabrica de Charutos
DE
M.m.S SQLZSASS & C.
S. Feliz Babia
Os exellentes charutos d'esta nova e j
acreditada fabrica, est&o a venda n'asta
cidade na antiga e conceituada casa com-
mercial dos Srs.
Joaquina B. dos Re8,i.J>C':
Saccesores
RA LARGA DO ROSARIO N. 30.
Feitor
Preclsa-se de am fery, P'eferlnds-se rorla
gooi : ni ras Imperial n. 17.
an
Precies se de orna .ama ; na Pascagem da
Magdalena n 62, pira todo servico de pequea
familia.________________________
Precisa se de ama sma qae siiba lavar e en-
gommar ; a tratar na roa do Hospicio n. 20.
Ama
Precisa-se de ama sma para coinha-e com-
prar ; na roa Duqoe d Caxias n. 87.
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Esta excellente Whisky Esoooea-a pre-
ferir, ao cognaa o pguarddente oafena
para ortificar o corno.
Vende-aa a rtalo* nos asaiawirs arma
ens de molh, dos.
Pede Roya! Blend macea V'iado.
ajo gome emblema alo registrados for
odo Brasil.

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ILEGiVH |
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Piarlo do Vruanilm^o Quinta-fea ira I le Jullio de 1994
fc INOFFENSIVO *i
O GRANDE
h PURIFICADOR H ij
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Q 5P B F
H S&LSAPARRILHA H <3
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OUMT ODAS AS IMPUMZMl 00
SANGUE E HUMORES
EFFICAZ

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arne secca
do Rio {rancie do
Su!, Machaco
Pinto efe llodri-
S**ie*. armazoiii
rna do Vicario n.
3 receberam pe-
lo vapor franeex
Corduaii 418 far-
do* coni xarqne
m i;ra perfeita
sem il efe i tos e
vemlem em qnal-
qner inanticlade
de fardos a voli-
tado* do compra-
dor.
5* genero para
dar lioni Inoro ao*
compradores.
AR0SADE0UR0
LOJA DE FAZENDAS E MODAS
0 bom crdito que este estabelccimento tem adquerido desde a sua fundaci.o em 1881,
para o publico segura garanta du que nesta casa de confianca, se encontra sempre os raais ele-
gantes sortiraentos do raercadorias, modicidade em presos e sinceridade na forma de negociar.
Os seus propietarios, tendo feito avultadas compras de fazendas. resolveram liquidar
muitas das j existentes em deposito e isto com enormes reduccOes do precos a s.aber : Com-
pleto sortimento de sedas de lindissimas cores de 4*000, 3$000 e 2*500 por 2?S0O, 2000 e
1*8 0 pechincha.
( aniemiras 4e seda e l pura, de 51000, e 4*000 por 3*000,2*000 e I *800, proprias para
baile, casamento, soire e passeio.
Etamines, cretones e chitas especiaes.
Setinetas e fusiOes de todas as cores.
Phantasias rendadas ludo de gosto, e escolhido para a freguuzia da praca.
Bramante de lindo, 4 largura*, de 4*000 por 3*000 e 2*500.
Um grande saldo de madapolOes finos, camiseiras por t5*000, 130O0 e 2J000.
Variado sorlinunto de casemiras para roupa de homem e crianca por mo ticos precos,
inclusive as caseinirasde 38000 e 2*500 que tem se vendido como canella. Brins de lodas as qua-
lidades.
Reunidos a isto continuamos a vender a precos sem competidor as nossas conhecidas
' machinas de costura Singer, Progresso e de outros fabricantes
Visitae, pois, A RUSA DE OURO.
25Rl A DO 1.1% IIAHKXTO<3S
BENT0 BIBEIR0 C. &
GRANDE
HOTEL OOHHERGIAL
Ra Larga do Rozario ns. 29, 31 e 33
Est-> importante estaba aciment sob a dire^co doseu hbil proprietario MANOEL
GARCA, e auxiliares entendidos ni materia sui generis, prima tm ser o nico sem
competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua archictetura e pintura in-
terna, ja pela promptido e aceio do serv 50 culinario aduaneiro, j tambera pela po-
sico hygienica do seu edificio.
DEP RTAMEiVTOS
Depois de innmeras transformares porque tem passado este Hotel conseguio
ainal o seu incansavel proprietario, offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1.* e 2.a classes relativamente destribuidas debaixo da melhor
ordera e acceio a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado. onde podem ser realisados jautares on
banquetes a contento dos Srs. pretendentes.
Y
S
POUR SE MANGER. Salpicons, ostras, lagostins, salchichas etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sarto, doces seceos e em caldas, es-
trangeiros e naconaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento de vinhos, Figueira, Bordeaux, Porto, vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagne c outros aperitivos a se boire, todos recebidos
directamonte dos mais acreditados committentes da Europa*
Alm do que destinado ao commum do Hotel tera sempre grande deposito de
bebidas de sua importaco, principalmente vinho Bordeaux em quartollas e cognacs
finissimes, que vende as melhores ?endicoes de mercado e prece sem competencia.
GFANDE HOTEL OOMMBRIAL
Ra Lorca do Rosario ns. 29, 31 c 33
i
A TRWI\Ta
8)-RUA DA IMPERATRIZ 80
Alberto Teixeira Bastos
Cales pretos e vidrilho.
Grande sortimento de fitas e bicos.
\ Traviata
Variado sortimento de brinquedos.
A TRAVIATA
Espelhos mgicos.
Desenos para bordar.
A Traviata
BalC-'inhos chinezes oara illuminaco.
A TRAVISTA
Setinetas e sargelins todas as cores.
A Traviata
para flores, todas
43Rua O'j'^uede Caxias d. 43
r proprittirios rte^temoito a-reiitarto estaplerj-^ento cbaruam atientan do publico e das
cas sanhas qu* acabain de receoer ooi completo eortimento de sedas e rnoitis oatrae faien-
n; 8 fi-atcent' ain .'a-i: e ven leal po." p-egjs seai compelosla,
saber r
BsmsR.'ico poriirren'o de pelas o qoe ba de -bss chic e molerno. Um completo 8ortmont- de
das inte s fitradau a pena, sonido* em cores. Merinos de cores lavados" por precos baratissl
A esplendido pcriimeoic de cretoae* francfieg. Uqcb. Pazeodas re Dhastasia. Tecido
Um po-tH'M e| corpn. B-amaot*-d(* nono. Dito tfe alifodao d<* USW U80) e 2 carbrmiraapoio fe 10*. dit< d iS^-om 20 vara?. Ali?odosioho de 74 a 8 a peca. Tape-
ra r. U"',ae veilu lados para ?of e cama, eslampag lindas. Um 8 rtimeoto de esprtiil)0
arrerdado-da 10*. Oito? de s"da para noivas. Lejoei de peonas. Extractos finos. Cape-
meiro. M^if.i rasarofnto. U ntiinas de ceda e do linb', preips e de core?. Picb* ba-ion.
tes de alea!84 >. Riop^s para mmnno., brancas e de core. Opas p-etap. com vid-ilbos a 3<4.
barn'rs d parpara senfco-3?. Cor'.lnados totenc?8 de crochet a 234 e 304. Do- para por
la com voco-em ancora bollas. Cortes de vestidos bordados a fte de 254 e 304 e molla
To'tlha de C'-aiifas UDpos.ivel pe torna descrever
Sdi.e e F n^llas co cnimenio de caiemifr-B e faiemos rruprs ror ncomm ndaa
i;s. Tetros um greode modiecs. S no qoeontras faim-'a?.
por preci
Torrado r
mi? outioho^-C,
Papel de seda
cores.
V TRAVIA1A
aa
Buglas e vellas de cera.
A TRAVIATA
80 RA DA IMPERATRIZ80
Seda rouxa e torcal, todas as cores
para bordar.
A T'aviala
O-RUA DA IMPERATRIZ 80
Legues de gaze a 38000 um.
Coral iosa
Limlas voltas de Coral P.osa de i,
% '\ e i fios o que se pode desejar
irlhor recebeu a relojoaria David
! i r'abag n. 14.
i' coinraodns.
S
!. 2, pri
IMICIO DI) IDW
c
Continua a manter em seu3 depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
ciendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de differentes SYstemas e lmannos, de Robinson e outros ahin-
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
oalbas das taclias.
CALDEIRAS A VAPOR Comiso e typo locomotiva para funecionar com leona e bagajo.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e ieeias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de differentes systeraas,
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadores
a vontade dos agricultores.
Faiendo parte da dirceco de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero de
Usinas funcionando neste Estado incumbem-se de mandar vir e erigir garantmdo a produccao e
ualidade de assucar;
APPARELHOS c meios apparelhos de vacuo
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor fogo n, para grandes e
pequeas fabrica.
58RITA BARIO DO TRIUMPHO-52
or.
especficos
ix> rn^iraE
HuRjifireys de Nova

ta maU do SO annos.. fllmplPS f-
. Al I '
. I4l > :! '
CIRA
Frtrtii CnMflIl t:5*^.
re l> Clico cau ;-:n por Lo:
.. <'ii!cm,< 'nriladasCrli''.
|-. ::i I- V lo, PtModO 1 l
.'( ,.'.o ti Krrr.. Eecaata i
rfela
i; .
....
. IIpvi i -Iwla. ... .
na liiuaa, "rfc251,a-llT
,. IHiiii'M-!!"!!-"' Almon.-iii;:.j u.:
,., 7-3 ou sanRrentn:
' -'.7;:-,Vh..".!'. .V.'v'"i-;
.::;;..:,: Jen i-Uceat...
ealtaat.
.Sarasa.......
u '><; iiitii ""nuljicJ
flulrt-ts......
l i IroiicBn. A'en
.o MlnianN V2P'.,u>?iv
:. IN.lrMtM-.i ot.-ri'.'arias, calcula*<. I
a............................, ,
- Imi.oirncia, DeMUdade nirt-osa, seraniJ
:o. ra. tnAsma
te lur.nii. Oiuianrw DC
............... .....
, .. ,i-;runi :< '.oforoaa.yrarno. -
... ajTnlpitac ;
;-i;i, Walcuou-.o, Gottaccral. Bailaar
..............
II HuMlierl cno i< Snutoato
i'oaacMccu C'hrouican. Dar de Caoea
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Para vrodan em grosss em
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ardozo & Xarmao
la doBar^o de Triumpho ns. 100 104
e ra do Yiscon e de Jtaparica ds. 2 e 4
COlMUNUAM b seus Duirerosus ire%uez;a qun tero em dea.Bito e rece-
ben* reo!crteDta da Sfiorop.^ Aaio ica todos os mbchiaie-nce e ferragene c
trico!ti*ra a'efte Kntcd- como ejatc :
MACHINAS v-por de Jorja do 4 10 eavalloc.
CALD::IBA muIt!tubolre8 de J'dcs o taro.nhos.
MOENDAS > mais eolidbs do morcado 9 'e dtflfmvnta: (arcaubor,
TA'X-'.S ('o ferri btXO t fondido.
RODAS D'AQUA.
RODS DESU iDA dMitai o DgoLret.
CBIV9""S de ierro facdiJo e batido.
BOMBAS do repoebo de oiffors* :ei i*fta*it.
LOO*>MOVEI8 da .iiveroa tGro.irhos.
MACHIMA9 d i 1 nu-ogar algodio.
CANOS Hj fp.-n g'lv.'rjadj3, p:ntdoa e ds cbacbo.
ENCMRREGAMS2 de q^alqner OMOM-t) pan qifl
M < e"ic b. .':.r.!o ,"?eiiti e MAN;*A*f '.-r ds J sr^c.-riegam-.-'.'* -i?, d Rea-
" 1.:-r.de fo>-OStoasmeoto do nr-v.tn eo & \i*;er-
01 tzit.
VNOEU <. praso ou a diiobero cora descont e 1, pr 11 | nmilo'i"
i j inaa officina
A segunda que certas pergunfas ,0 gesto de atirar um be:jo, articulou gra-
e nformaeOes, qne parecem simjilissimas vemente estas palavras :
de um-lr-meni coreo todos os oufros, cau-
lariam immediatamente dmiracSo, sendo
feitas por um criadj de bo 1 casa.
l8so verdade Pensas muito

Honrata-me marte as palavras do
STIMA ::te
L'M dEIRO WATERLOO
Vi
Larosc em accoo
(Continuaf'.)
iprava que
{[/ 1 injuria de o
o Sr. baro me nao
duvidar, murmurou
Renato sorrio-se.
Safe, Sr. Laro3e! Parece-me que
t o amor proprio demasiaidamente me-r
lin li .-o I 0
Peco muito humildemente perdo
ao Sr. bario ; mas que gosto de ver de-
u'.i'e apreciado o meu modo da tra-
bilhir...
Mas emfim que fez ?
Tudo que era possivel fazer.
Expliqne-se.. vamos !
Primeiro que tudo, julgue: deve?
d 3pi- a libr do Sr* baro...
Porque ?
Por duas razoes.
Quaes sao ?
A primeira, a necessidade de evitar
airisetr ama libr como a de V. Exc.
n':ima diligencia de tal genero...
Tem razi, c/>pi effeito...
Sr. barao. vspondeu
Larose, iaclinaade-ae.
Voce ganha muito em ser conheci-
do, proaeguio Renato. E' um. rapaz de
recorsos, e apezar do seu ar estnpido,
intelligente...
Laroge nao retnrquio, tua fez raais rueia
duzia de cortuzias at ao chao.
Em seguida proseguio :
Dirigi-me casa n. 47 da ra Nova
de S. Nicolao, como V. Exc. me ordena-
ra,, e perguntei pela Sra. Girard.
E' onde moram a mili e a filha?
- E' sim, Sr. barXo.;. quer dizer, a
av e 1 ueta... Mas isso nao faz nada ao
caso...
E depois?
Sub ca9a dellas.
- Com que pretexto ?
Com o pretexto mais simples deste
mundo. A tal menina cerzidora e eu
fui fallar-lhe a respeito de una chales que
ha pira cerzir.
- Logo, vio a menina Girard ?
Como tenho a honra de estar vendo
o Sr. barSo.
Entende de belleza, Larose ?
Ora, Sr. bario Eu teuho a pre-
umpclo de nao ser de todo alheio a esse
assumpto...
Euto que me diz da menina Gi-
rard ?
Larose nao respondeu immediatamente.
Deu ph^sionomia urna expresao sobre
modo original e cmica, piscou os olhi-]
nhos, lamben os beicos, e, afinal, appro-
zimando dous dedos da bocea e uceado
O amor em pessoa I
Que idade lhe supp3e ?
Dezeseis o'i dezasete anuos, quando
muito.
Sabe como ella se chama ?
Chama-ss Alie.
modestamente Que tal lhe achou
o interior pobre.
casa .'
Muito asseiado, mas
Logo, sao pobres !
Mas que pobres... Nao t6m exacta-
mente para viver seno o que produz o
trabalho da menina Alie.
A av deve ser muito velha !
E' sim, ssftbor, e muito doanta...
J qaasi nao tem alent, e pouco pode
durar .
Mas entilo sempre a pequea quem
vai buscar e levar a obra ?
Sem duvida.
E sempre s ?
Salvo quando a acompanha o Sr.
Cabirol..
Que 6 isso ? perguntou Renato.
Larose repetio a phrase.
Mas quem vem a ser esse tal Sr.
Cabirol ?
E' o namorado da menina Aliue.
Ah euto ella tem o seu amante f
Nao amante, Sr. baro...
Ent3o o que ?
E' o seu futuro marido.
Vai entao casar-se a menina Alie ?
Vai, sim, senhor...
Muito breve ?
Dentro de quinze dias.
O' diabo murmurou Renato. Olhem
se me demoro mais I
E proseguio em voz alta :
E esse tal Cabi... Cabi... (Jab...
Cabirol.. apontou Larose.
Emfim, o nome pouco importa...
Mas o que elle ?
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PAR,l E RIO DE JAXEIRO.
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As sezoe febres intermi-
tentes, palustres| recitante?,
(ores de cabec,^, nevragias
as mais rebeldes, sao cura-
das infail velmeoe com ;s
plalas contira as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
TIC FRANGEZA
H. ouqucyrol
- Ra da Cruz 2

Os surpcrflnos ci^ar
ros s tHI'UOS ven-
dem-se as prncpae
mercearias e na fabri-
ca de J. B. do Res *t
C Siicrcssori's. A
I.ai^a do Rosario n. 9
Cbolas gz$vz&
Os nices qne tem ce-
bolas estr-mgeiras de espe-
cial q'ialidade Machado
Pinto fc Rodrigues e ven-
dem ror prego bar: tissimo
20|0 0.
Armizemi'U do V icario
n. 27.

Fundico Ge
ral
Alian Patercon y- C
fregu
sam aos seus
amigos especiaJme
avi-
e
Srs.
ltores. que r?ceberam
Acha-se em construc^o a EstacAo Central para a illumina-
cao elctrica, publica e particular da capital de Para e tmben-
la foi contractado o grande projecto de substituir a traejo ani-
mal pela forca elctrica as linhas da Companhia Urbana de
Estrada de Ferro Paraense
um variado fortimento de
arades os mais afamados.
Sjr racuse I
grados a 2, b I !
Cuban 8 ns. I e S?
r,
I
Bi chati
-
E' t^-pOgraph".
Renato encolheu 03 hombros, com ex-
presslo de repugnanci"i.
Alie, prosegu elle, que de cer-
to o nao ama...
Qual Parece que exactament;; o
contrario, e que est;i louca por elle.. .
- Um typcgrapho !
Nem mais, nem menos. f
Ha 2B burgo
D< os e r;-(ja>t'3 porcSi
81 RecCM -. r.' : i tM rn**
14
Aqui est em poucas palavras, o que
isei : Se eu estivesse no Iu?ar de
V. Exc. ordenara a Larose qne voltasse
amanbS de manhi, ra Nova de S. Ni-
colao, Larose obedecera e ira dizer
menina Alio que a Sra. baronesa de Sa-
baro,tinha meia duzia de chales que
neeessitavara ser cerzidos, e que a espera*
Mas sempre tera muito mo gosto a va no seu palacio, a urna hora convencio-
i nada, afim de lhe confiar to importante
Eu peco licenca para observar, que trabalho. A' hora indicada, viria a me-
e!la ignora inteiraraente que o Sr. baro nina Aune; o porteiro, prevenido por
lhe faz a honra de pensar nella... | Laros*, dejxal a-hia subir, sem a deseu-
E' isso, ... ganar, e o resto seria com o Sr. baro. que
Logo que o saiba deve mudar de \de certo nao teria grande difficuldade para
os
opiniao. ..
Como foi que voc soube todos esses
pormenores ?
Fazendo com que o porteiro dsse
liugua .0 porteiro alfaiate, e eu pro-
metti-lhe ser freguez delle. ..
E o porteiro nao suspeitaria da ra-
zo por que o interrogava ?
Pobre homem E' um alsaciano com
a cabeca to dura como a de qualquer
allemo I Acredite, Sr. bar^, que tenho
embrulhado outros muitos, mais finos do
'que aquel le !
Agora j sei o que queria saber,
disse Renato ; o que eu queria era levar a
cabo o commettiment ..
Olhe, Sr. baro... Se isso nao de-
pender seno de mim ha de ser satsfeito
dentro de 24 horas ..
Julga-o possivel ?
N3o s possivel, mas fcil...
Tem j algum plano ?
Pouco mais ou menos... e sei o que
convm ao Sr. baro...
Diga l... o que ?
E' simplicissimo, e nao tive de pen-
sar muito.
achar ars*ii mantos cora que convencesse
bonita pequea, de que um baro moco e
encantador vale muito mais para urna
rapariga, do que todas as baronezas deste
mundo.
Renato sorrio-se.
Acho tudo isso excellente, mas...
E caln-se.
Mas o que ? perguntou Larose. V.
Exc. vo em tudo isto alguma difficul-
dade ?
Nao, de certo; mas o tal Cabi. ..
Cabi.. .
Cabirol apontou novamente La-
rose.
Sim, isso... disse Renato.
V Exc, proseguio o criado, de cer-
to nao d a semelhante toleiro a honra
de olhar como um rival a quem deva te-
mer !
Nao, com toda a certeza mas se
os
o toleiro, como voc diz, acompanhasse
Alie, como costuma fazer ?
Ora I Esperara porta, e o caso
seria anda muito mais engracado.
Demonio Tem reaposta para tudo I
exclamou Renato, rindo-se.
Os planos mais simpleii sSo sempre I V. Exc. quer dar-me oras or-
melhores. dens ?
emquanto. Anoteooa
conselheir., por conseguinte amanh" de
manh fallaremos.
Aps a conversacSo que acabamos de
narrar, deitou-se Renato o dormio o som-
no do justo.
A consciencia do amavel estroina uSo
lhe faz:a a mnima exprobragao. Nao se
poder concluir d'aqui nao ter Renato con-
sciencia ?
Nao nos mettemos a resolver isto
leitores que o facam por nos. -
Apenas despertou, tocou Renato a cam-
painha.
Larose apparscou ira mediatamente.
- Estou r 'soivido, disse Renato.
Espero as drd-ens de V. Exc-, retor-
quio Larose.
Approvo o plano que me apresentou
hontera. V ra Nova de S. Nicolao,
avenha-se de modo que Ml.e. Alie se
acbe aqui r!s 3 horas, previna o porteiro
de que ha de vir urna rapariga procurar
a Sra. baroneza de Savenay.
Far-se-ha o que o Sr. baro or-
dena.
E sahio immediatamente para ir des-
empenhar as ordens de seu amo.
Emquanto este criado exemplar se em-
penha em provar o seu ze'o, vejamos o
que se passra na vespera, depois delle se
retirar na ra Nova de S. Nicolao.
Sabemos j que Cabirol desde que o seu
casamento com Alie se achava irrevoga-
veimente decidido, se tornara de certo
modo commensal da casa.
A titulo de futuro inquilino e de fre-
guez, travra Cabirol excellentes relacSes
com o porteiro, o qual tinha ao mesmo
tempo o offldo de alfaiate.
___________,________(Unimia).
Trp. do Diariat ra Duque da Caas 4S
'
1
V


Full Text
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