Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19518


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Full Text
ANNO E,XX
Quarta-ftaira 1 de llalli o de 1994
M hi:iio ii;i
w
' r
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiatitados. 8&000
. Por seis mezes adiantados. 15$000
Por um anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 ru de
La Grange Batelire
FIE.SE0;
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados....
Por um anno adiantado ....
Numero avulso do mesmo da. .
Numero avulso de dias anteriores.
16$500
33J000
y
Telegrammas
Rio de Janeiro, 17 do Julho, s n
horas c 10 minutos da manha (recebido
na estacao as 2 horas e 10 minutos da
tardo, e.entregue as 2 horas o 55 minu-
Foram aqui recobidos telegrammas de
Barcelona noticiando que o ox-almirante
Saldanha*da Gama tolegraphra ao Ma-
rechal Floriano Peixoto dizendo que ren-
dia-se c que regressaria ao Rio.
Estamos procurando informages se-
guras: pelo que ainda nao podemos ga-
rantir a veracidade da noticia.
O Barao do Ladario pedio exonera,
cao do cargo que oceupa no Gorpo Di-
plomtico, afim de tomar assento no Se-
nado Federal.
Buenos-Aypcs, 1" do Julho.
Algus grupos de guardas nacionaes fo-
ram a residencia do Sr. Saens Pena, c o
vaiaram o insultaram.
Londres, i7 de Julho.
Foram presos os anarchist.is que cens-
piravam para assassinar o Sr. Casimir
Perier.
Ro tic Jnnciro( 17 de Julho, s 7
horas da noite (recebido na estacao s
8 horas e i2 minutos e entregue s 8 ho-
ras e 30 minutos).
O Senado nenhuma doliberacao tomou
hoje.
A Cmara dos Deputados nao func-
cionou por (alta de numero.
Consta que o Dr. Joao Paulo de Car
valho ser nomeado para urna commis-
so na Europa.
A polica est inquirindo acerca do
dcsapparecimento de F. Chabeaud, ne-
gociante, quedeu um desfalque na praca,
e sobre Pedro Xavier, que deu um des-
falque de 25 contos de ris na Estrada de
Ferro Central do Brazil.
A taxa do cambio foi hoje ge 3/16
d. por 1k> .
metes de licencaSim por dous mezes a contar
de 14 do corrente.
Joao Hvgino do Sou/.a, sentenciado, pedindo
certido do sua sentenga.-Ao Sr. Dr. questor
para mandar entregar ao peticionario a certi-
do junta.
Jos l'achec: de Ueuezes, pedindo o theatro
Santa Izabel para reali/ar um espectculo no
dia de Agosto.Informe a inspectora dos thea-
tros.
Tenente honoraria Joaquim Cordeiro Falco,
tabellao do publico judicial e notas escrivao
de nrphos, civel e crime do municipio do Bre-
jo, pedindo para ser prvido no d Agua Pre-
se provimnnto ao presente recurso aura de ser
classiflcado na 3.* divisao, em vista das infor-
raacOes dos membros da classe convidados para
fa/.er parte da junta.
Beirao fe Almeida.-Indeforidos em vista do
parecer dos membros da ciaste convidada para
fazer parte da junta, devendo entretanto ser
incluido na classe dos recurrentes.
Nunes da Silva, Silveira Pinto fe C, Succes-
sores de Sarapaio Coelho & C. A' Becebedo-
ria para reformar o mappa incluso da classe n.
38, urna vez que consta da rt.presentag8o junta
apresentada pelos dous membros da classe
convidados para fazer parte da junta especial,
la Informe o Sr. Dr. juiz de direito do muni- deixaro de" ser contemplados diversos COQ-
cipio de Agua Preta. | tribuintes, e bem assim que a deciso de 13 da
os liet-nardino Kerreir, pedindo que se : Margo do corrente anno, a que se refere a sua
lile soja dada pnr certido os ofBcios que o
suppheante dirigi ao inspector do Thesouro
as seguintes .latas: 4 de Setentn), i8 de Se-
tembro e de OulubiJ do anno de i89 e bera
assim qual a data ernque o supplicante f.i ex-
onralo do cargo de escrivao da collectorin do
municipio de Amirigy. -ltemeltido ao i-ispe-
clor do Thesouro para altender.
Joo Climaco de Miranda, pedindo p ira con-
tractar as obras de reparos das ponles de S.
Joao e Becupebi e a CODStruccao de duas bar-
reiras na estrada de Limooiro. Complete o
sello e volte querendo.
Jos Rodrigues da Costa, sentenciado, pedin-
do perdao. lndeferido.
Joao Bezerra da Silva, sentenciado, pedindo
p.erdfio.ladefei ido.
I.t'urenlino Flix de Oliveir.a Lima, pedindo
pagara :nlo da quantia ae StOO, proveniente
da despeza feta com os quatio cavallos em di-
ligencia ni interior do Estado. Complete o
sello.
Manoel Aires de Almnda, sentenciado, pe-
dindo perdao. -Nao, sendo exacto o que aliaga
o peticionario, nao em lugar o que pretende.
Artliur Machado Freir Pereira la Silva. I"
jllicil da t* seccao da secretaria do governo,
pedindo pagamento da diffeivnc ha vid-i quati-
lo exerceu o cargo de ollicial de gabinete. -Es-
cripture-se.
Banco Emissorde Pernarabuco, pedindo urna
certido. D-se-.
W'all'red > Monteiro, pedindo o theatro de S.
l/.abel alim de realisar um espectculo no dia
li de Agosto vindouro. Informe a inspectora
do* theatro.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, i7.de Julho de 189'*.
U|p>rteiro interino,
A. da Fonseca.
infonuagfio, deve ser observada depois de flear
bem verificado que no eslabeleciroento que se
procura sentar uo vende novis importados
dos do cstrangeiro.
Recebeduria do Estado de Per-
nninbuco
Despachos do dia 17 de Julho de 1891
Commendador A bino da Silva Leal.Certiti-
que-se.
Genoveva Rosa da Silva Gomes. Certifi-
que-se.
O porteiro,
Custodio t. da Silw- (uimares.
Instrucco Publica de Pcrnaiu-
bueo
Despacho da n>peclurii Geral d>> dia 17 de
Julho de 189
Severiano Rodrigues Coelho de Maccdo.Cer-
tifiqese.
Isabel Francisca de Quental.-Encarainhe-se.
Secretaria .da Instrucco Publica, 17 de Jnlho
de 1894.
O porteiro,
Fenelm Atlico Leile.
EXTERIOR
&ABTEOFFICIAL
Ministerio da Fazemla.
Por decretos de 8 do corrent:, foram Hornea-
dos para a Alfandegu do Rio de Janeiro :
Inspector, o capilo de fragata honorario
Adulpho Fortuiato Hasselmann, ajudante da
mesan alfandega ;
Aju lante, o coaferenlp da dila alfandega,
Honorio Alonso Baptista Franco ;
Confereute, o inspector da Alfandega do Rio
Grande do Norte Germano Antonio Machado.
Ministerio da Industria, Yiaco e
Obras Publicas
Por decreto de 8 do correte, foi nomeado
o engenheiro Jos de Nap iles Tilles de Men:-
aes para o logar de director da Directora da
Contabilida le d 1 Ministerio da Industria, Via-
cio e Obras Publicas.
M
Governo do Estado de Pernam-
buco
Dttpn h do d,i H de Julho de 1894
Antonio Joaquim 1 asco pedindo por certi
do o u.-.- o infoimaces de sua peligo
em que peli-i.'-nixadas aomiidades do predio
n. '-''i a ra d > lii>:n .lesus, freguezia do Recife
D-s a|)en is o itido do despacho de 19 de
Juihoiin !>
Antonio Lu.z Franca, lente do Corpo
Policial, peiliodo para que se Ihe d por certi-
do o que cons 1 verbo e adverb'um no ar
Cbivo do eXtilielo Corpo de PolicaAo Sr, com-
m mdanie do Cu: po Policial, para mandar cer-
tificar.
Amelia Peretli Ser e suas irmaes, ped ndo
para que sejarecollndo ao Thesouro do Esta-
do as guias que se achara nos c.irtorios da Fa-
tenda de suas quatro casas sendo que tres i
rila do Uervazio Pires freguezia da Boa Vista
e urna a ra do Pedro Ivo na freguezia de San-
to AntonioCompleto o sello.
Companhia Great Western of Brazil Rail-
way Limited, pedindo pagamento da quantia
de (:-!'j38'>, importancia de diversas coutaj
de transporte j escripturadas no quadro da
divida estadual -Informe o Dr. inspector do
Thesouro do Estado.
Domingos J036 Ferreira & C. pedindo paga-
mento do quantia de 1:348:000 de diversos ob-
jectos fornecidos ao Corpo de Polica-Deferi-
do, com ofiico de hoje ao Thesouro do Estado-
Dina da Silva Coutinha professora em dis-
ponibilidades requerendo urna licenca -Deferi-
do nos termos do oflicio de h >je dirigido ao
Dr. inspector geral da Instrucco Publica.
Dr. Euzcbio de Almcida Martins1 osta pro-
fessor da 3- cadeira da Escola Normal, pedindo
justificacao de faltas de 3 de Fevereiroa3 de
Abril ultimo -Pague o peticionario os emolu-
mentos da portara de licenga concedida a 13
de Margo ultimo que dever apresentar ao
Thesouro para os devidos tins.
Fonseca Irmao t C. proprietarios da fabri-
ca de sabn sita .t ra do Triumpho n. 1 <3
pedindo elirainacuo de um dos apparelhos da
Companhia Drainage-Informe o Sr. engenhei-
ro fiscal da Compauhia Recife Drainage.
Dr. Felippe de Figueiroa de Furias pedindo
pagamento do subsidio que se julga com direi-
to como senador por este Estado -Informe o
Dr. inspector do Thesouro do Estado.
Francisco Cardozo Leal ex sentenciado, pe-
dindo para embarcar <;o Presidio de Fernando
para esta capital um cavallo -Sim pagas as des-
pezas pelo peticionario.
Francisco de Assis Fernandes Vianna socio
da firma Leile Porto & C. requerendo que se
mande averbar em nome do supplicante a por-
tara de licenca requerida por aquella firma
fiara vender eslampilba do Estado Peca nova
cenca.
Herbert John Perman pedindo licenca para
explorar a pescas Das costas da ilbas de Fernan-
do de Noronha e das Rocas durante 25 aonos
Derija-se ao Congresso do Estado.
Bacnaret Joaquim Monteiro Diniz, Juiz de
Direito do municipio da Floresta, pedindo tres
Questura Policial
2.*Seq;ao N 15oSecretaria da Qu;stura
Policial do Estado de Pernarabuco, ora t" de Ju-
lho de 1894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
M. D. Governador do Estado. -Participo-vos
que foram hontem recodados a Casa de Dcten-
c&o os seguintes individuos :
A' minha ordem, Agostinlio Bezerra de Albu-
querque, renietlido pelo Dr. juiz de direito do
municipio de Muribeca como pronunciado no
art. 303 do cdigo penal; Ernesto Marques de
Souza, remettido pelo delgalo j 11 Nazareth,
como criminoso em Itabaiana do Estado da Pa-
rahyba.
A' ordem do delegado (o i. districlo da ca-
pital, Salustiano Dias i.'abral, Luiz Francisco
dos Santos Fragata, Agostinho Ferreira da Cruz,
Pedro Jos de Castro, Francisco Ignacio da Luz,
Minervino Pergentino Padilha, Joo Manoel de
Souza, Arthur Floriano de Sonta, Manoel Anto-
nio Galvao, Menandes Eduardo Moller F1II10,
H;nrique Silva e Antonio Jos dos Sautjs, por
disturbios e uso de armas prohibidas.
A' ordem do subd .legado da freguezia de
Santo Antonio, Joo Bezerra de Araujo, conhe-
cido por Magro, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do i." districlo de
S. Jos, Joao Silvino da Silva Coelho, como ga-
tuno.
Communicou-me o subdelegado do 3." dis-
triclo do Poco que n> dia 13 10 corrente, por
volta ile 5 1/1 horas da tarde, na entrada do
lugar Macacos pertencente ao 4." districlo da-
quella freguezia, o individuo de nome Lauren-
tino Ferreira de tal, ferio com ura golpe de
fouce a Joo Felippe Santiago.
A referida autondade lomando conheciraento
do facto den as necessarias providencias no sen-
tido de ser vistonado o ott'endido e contra o
orl'ensor, que conseguio evadir-se, procede nos
termos da lei.
Tendo recoaimendado ao subdelega lo da
freguezia d; Santo Antonio que providenciasse
no sentido de nao continuar um inconveniente
jogo denominado Prado, existente na ra do
Visconde de Inhama, foi p;>r aquella autorida-
de apprehen lido honiem o dito jogo em poder
de Joo Antonio do Parias, morador aquella
ra n. 56, e remettido a esta Questura atim de
ler o conveniente deslino.
Communicou-rae o delegado do municipio de
Iguarass que no dia 13 do corrente, pelas 7
horas 'la noite, no lugar Berlengas do districto
de Miricotas, daqnelle municipio, travaram lula
por questOesde (amilka, os individuos de nomes
Manoel Baptista e Antonio Fabricio, seu primo,
resultando di mesan lula sabir este ferido por
aquelle com diversas facadas.
O subdelegado respectivo comparecendo ao
local tomou conliecimento do facto, sendo o
oflendido transportado para o Hospital Pedro II,
atim de ser ali visUriado e cjnvenientemente
tratado.
Contra o delinquente. que se evadi, proce-
de-se na forma da lei,
Pelo Dr promotor publico do municipio
da Gloria do Goyi foi feita, no dia U do cor-
rente a visita da cadeia respectiva, sendo nelia
encontrados ti presos, dos qua.-s tres em cura-
primento de pena, tres pronunciados e cinco em
andamento de processo
Nenhuma reclamago foi feita por parte dos
presos quelle promotor, notando este, porera,
grande humidade no quarto que serve de prisao,
o que o torna insalnbre.
Tambera no dia 12 do corrente foi feita pelo
delegado do municipio de Amaragy, em compa-
nhia do Dr. promotor publico respectivo e do
seu escrivao, a visita a cadeia daquelia villa,
onde foram encontrados il presos sendo 6 ap-
pellados, 4 pendentes de formac&o de culpa, 1
pronunciado e 1 preso de correceo, os quaes
nenhuma reclamago fizeram.
Saudee fraternidade..
o questor,
Julio de Mello Fho.
Til eso ur do Estado de Per-
nambneo
Despachos do da 17 de Julho de 1894
Jos Muniz de Oliveira, los Francisco dos
Santos, Olympia Fonseca Gomes e Luiz Perei-
ra de Oliveira Farias. -Informe o Sr. Dr. con-
contador.
Medeiros Layme & C. -Ao Sr. Dr. contador
para mandar esenpturar.
Phites Adelino da Costa Doria, Francellno
Araerico de Albuquerque Mello, Francisco Jos
da Silva Lapa, Liberato Merenciano de Souza e
Jos Feliciano da Silva. Haja vista o Sr. Dr.
contador.
Commendador Albino Jos da Silva.Certi-
fique se.
Joao Baptista do Amaral.-A seccao do Con-
tencioso para os devidos (Ins.
Manoel Antonio da Jesui Successores.Di-
EUROPA
IBelglea
Adopcao da reforma leitoral
Providencia' contra refugiados
anrcbi*nsExploso de fogo grl
toaA cnolerina oa o cholera.
0 senado adoptou o projecto de lei sobre a rf-
forraa eleltoral.
A opraiSo publica mostr: -se Hitisfeita com ei
ea cieciso.
O gover o a^iiba de dar as roaii reve-as
ins'.'QCces coot* "8 refogiadOH aoa-cniB'as no
territorio, teodo sido a mesms medidas appll-
cadas Da Franca.
Cominoam em grande escala as prieoes desses
individuos.
as urnas de Cbarleroi prodoalo-se orna
pxidjio de gas grlsou-
O i estragos raaterlai*', mas por exqoanio aln
Igoora-se o oomero de victimas feUrf.pea relt--
rida explos&o.
A choleros manifestada em varios pontos
do reino teode a desenvolver-se.
Na capital de-aou-ae algooi casos violentos
caracierisados dechedera, teodo si 10 por isso lo
madas ja prompias mediaa* sanitanis.
A epidemia j appareceo em J^mmapes, e ba
e-ande oumoro ani de accommettidos; e por
por ultimo eBteodeo-te ao districlo de Haioant,
iwrando tambera m Tilleur, Liege o Seraing.
onde por emqoanto pequeos s o os damnos re-
gistrados.
Hall
O pirlameoto e sea eocerra-
meoto era feriasD^clarasflHS do
presideate do consemo de minis
tros-Retirada do pedido de demis
sfto do ministro da guevaNoticia
do atien'ado Sanit e morie do Sr.
Caroot SOS impessao 00 reioo e
as manfstaco-a bavidasPrece-'
por soa almaProvidencias e p-jr-
segoigois cintra oa anarcisiaa
V'enti;a-se resaltar de coospiracfto
a lentativi coo'.ra o Sr. Crisp
Ciotinuacao de araeacas de morte
arionv 1 as ao rei e ao presidente do
cooselboO anircbataaPartida
do re para MoaraProcesso de
Tmloofio Reclamac'8 talo bra
sileirasUm dueloPondos ita
liaooa no mercado de Pariz.
O parlamento approvou definitivamente o im
posto sobre a rend, app-osan lo lambem os
projectos econmicos apreseniudoa pelo ,o
v roo.
A commissao do senado italiano rejeitou a re-
do :cSo apresentada pelo governo, sobre o oa
pon da renda.
A anara dos deputados adoptou o projecto
do governo sobre reformas noa;iceiras, e acaba
de v^tar am crdito extraordinario, destinado
aos italiaooi que residem actoa menie em Fraa-
ga e desejarem repatriar-se; pois cresce o mo-
vtmeoto de repatriado com recelos de represa
lias e aggrpSOes.
O p-lameoto acaba de entrar em ferias.
A data para a nova convocarn aioia nao foi
tizada.
O 3r. Crispi, p-eaidenti do cons Ibo, ao-
non non ba pouco 10 parlamento qae Ibe sub-
metiena Orevemeate am p'ojeclo sobre as medi-
das rigorosas a empiegar para combater de um
modo eflhaz o anarchismo.
O mesmo presdeme do conseibo declarou em
conselbo de mloistroi que o statu quo seria man-
ado em Marrocos e qus a luda nao nnba re-
celo algom sobre os negocios de Tinger.
Nos circuios bem iniormalos affirmoa-e
que o general Mooceoai, mimetro da garr, da-
ria a eua demi3ao. Mis S. Esc, cedeoau As
instancias dos seus amigos poli.lcoa, coosemio
Hnalem retirar o respectivo, qae ja bivia sub-
meitido ao presideots do coose oa do conseibo
de ministros.
A noticia do allantado contra a pessea do
palente da Repblica Francesa ebegoa 4 Ro-
ma it.eia noite de 24; e pela aiaaba do da se-
ta ja ci-cuiava n oa j jrnies mencionando qae o
ir. Sadi Carno pencas horas maiB tivera de vi-
da ap3 ao apanbalaciento de qoe f-a alvo.
A commocAo foi ,?eral na cilade. principal-
mate porqae o criminoso de atcionalidade
italiana, sendo grande e Indiztvel a consteroa-
clo.
O goveroo, pelo presidente do conseibo, apre*
sentoa logo os peones ao embidzador rrancez;
e S. M. o rei Humberto I teve igual proced
msnto, eavlaodo ao palacio da embalsada o coe-
le de soa casa miliar, e incontinente telegra-
pbou a Ume. Carnot.
O embstxador italiano em Pars leve ordem
le apresentir pesioalmente ao govesM da Re
poblics os sentimeotos de profundo posare de
reprovacao pelo aitentado.
No oa 56 o ret Hanabsrto fo no palelo da
embalsada francesa n dando os psames ao che-
le da legacio, manifest! tosejo de auisllr 10
enterro do Sr. S.dl iroot.
Referlodo se ao attentado, ala je S. M. que o
ibomloavel crimtooio oto era italiano, pola aoe
o* saarcbtat ni Uta patria-
A baodeira nacional foi logo elevada envolta
de crep em todos os edificios poblicos.
Toda a Italia mosira e sentida pelo crime
praticado cootra o Sr. Carnot, faiendo mantfes
t.cOes de sympatnias a Fraoc ; tem oavido
mee'iog de protesto contra o ficto eai MdSo,
Padoa, Turtra e Pisa.
z-sb qoe o duque de Aosta, irmao do re
Humberto, assiatlra aoa faceraes.
O Sr. Cbnspl, ao aposentar ae as cmaras,
em um discurso, declarou a frateroldade qoe
exista rntre a Franca e a Italia, e elogioo alta-
mente a peasoa do Sr. Carnot, pedindo a votago
ao luto nacional na Italia, pelo doloroso acorn-
cimento.
Soa Santldade o Papa LeSo XIII ordenon ao
clero catbolico preces por alma ao presdeme
da Repblica Francesa.
esenvolvem-se em toda a parte persegu-
ces contra os aoren s'.as. tendo sido fetas
monas pri?0es em Nice, Bone e Genova.
Em poder de alguna foram encontrados plaoos
crimiooius.
governo deu ordena severas para descubr-
rem-ee todos os individuos aoarcbstas do reino,
constando qoe de coicbiaacao com a Franca
assentaram ambos os gov-rors em medidas
enrgicas contra o anarenumo, activando-se os
procesaos de cerca de 1.50U aoarchistas que
achacc-fe presos.
No entretanto, acaba o ministerio de apreeeo-
tar ao re Humberto ama prjposta de amnista
especial para oa aoarchistas.
Todos oa agitadores serio deportados sera
procesa rara as ilbas do Adr-tico.
Esi Trovado qae o aiieotado intentado
contra o Sr. Cbriapi foi o resoltado d-t conspi-
rado.
A polica est na pista dos cumplics, tend.
sido preso um individuo armado de puobal que
ero'orava penetrar na casa de residencia do
mesmo S'. Chrispi. qae coatioa a recaoer car-
tas aoot>ymas bem como o rei Humberto amea-
(aodo-os de morte.
Em consequencia disso, a policii est vigi-
lante e de observado em iodos os qoarteiroas
snepeitos.
Um aca'Cbiata em P za asnassioon com
urna poohalada o di-ector da compaoma dx
beoda dessa cidade ; e de Liorne noilciamm
qoe o director da Gaaeta de L'vcorne recebra
profundo fenmeoto prodozdo por faca, do qual
velo a fallecer mometoi depois.
O assasaiQo foi preso.
Foi cansa do asaassinato naver Goiuse'ppe
Braodi, cujo enterro foi grandemente concorrido,
con lemoadj o att-nta k de que foi victima o
presiUente d< HrpuDca Francia.
Em Spezna e oatras cidtdes conttnoax as
manifestags de -yurathla a FranQa.
Em Sp^zzia aous iodinduos qu seram rasgar
aa Oani'eiras francezas qoe os mcoites-antes
levavim, assim como em Genov um grupo de
200 dscolos leotoa fazer urna tuuiu tu isa 03 >O-
festagao contra o consulado fraocei, mas a poli-
ca diaperrou oa, prndenla ttoos d'e ie.
A cidade esta em socego e reprova os mnol-
(antes.
Djapparecea Ca cidade de Homa urna ri
daiga italiaos, qae diriga ana conapirago
aoarcblsta.
Foram sospenaos diversos joraaes socla-
llsias.
Na Toscaua dous aaarchistaa, em acto de
recisieacia a prisao, foram monoa pela polica
que ezeeotara a ordem.
O re Humberto egoio para o sea castillo
de Mooza, onie permanecer daraute o periodo
das ferias pirlamentires.
s jornaes romanos mostram-se svmpatbi-
cos para com o Sr. Ciatmtr Prier.
Algoos u'ellts caosoram vivamente a TriDu-
na> por naver exagerado as manife.-tagea oc-
corrldas em F auga contra os italianos e acaba
a Agencia Hivas de publicar o commooicado
seguinte :
N'ama entrevista do Sr. Hmo'eiux, nni-
tro dos negocios estraogeiros, com o Sr. R-sa-
maon, emoaizador de Italn, li:ou averiguado
que, gracas aa medidas tomadas, nao foi com
medida violencia a guana cootra pessoas, e que
actualmente se Dae esperar qae nao se d mais
neobuma desordem grave. *
Terralnou a defesa de Taulongo, director
da Banca Romana.
Dase elle que sempn p-o:eieu de ancordo
com os mioistros da fateoaa qnaodo realizoa
operac5es de Bolsa Dar sustentar o preco aos
ttulos daqnelle estaoelecimeuto.
E-piinou se em Roma, qoe os coaragados
Fteramo8ca e Vesulo preparavam-ie alim
seguir para o Rio da Janeiro.
Algoos jornaes ooticundo este facto, dia-e-
ram que e.-eea vasos de guerra Irao apoiar as
reslamagOes pendentes de dedsao do goveroo
brazileiro.
Tai boato, porm, nao tieba fandamento al-
gum.
Nem aqu 'Mes vn--os am ontros da eaquadra
italiana se deatinam aju-lle pooto e a proposito
do motivo alladido, sendo que ao contrario noe
circuios onleiaes garante.se qae as relacoea en-
tre o Brazil e a Italia continuara, expelientes, e
que se espera aologj am gavel naa qoestcea
pendentes, que alus acham se bem eocami-
nbadas.
Baieram-se em duelo o commandante Tas-
sooi e o depatado Imbrlao.
Ficaram ambos ferinos.
No mercado de Pariz, em raan da situagio
eregida pelo atteoiado e morte consecutiva de
Sr. Carnut, quj fez baizar o coosolidado f-an
cet, 09 funds italianos soff-erara Ioko a peda
de dous pout >s ; mas lambem apenas os nimos
sereoaram e as ezaliaces dos i up essiootstas
se modificaram, depreasa se normaliseo este
mercado.
Ao prego de 79 por ceolo conseguirn] algaus
especuladores vender a estes mesmos, e, doos
das depois, provocaras a baiza recompranJo a
78 3|8.
Inglaterra
Sobre o convenio anglo congols.
Discurso do 8'. Marley a respei-
to do assasslnato do presidente
Caroot.Psames da fimilia real.
Bem acomida a eleigao do Sr.
Perier.Consta vis'ta do impera
\ dor da Allemaoba Manda bem
como Pars.-O Standard e o
accordo da Hespaoba, Franga e In-
glatera nos negocios de Marro:oa.
Bom soccesso da duquesa le
York.Prsame s ama tentativa
de morte cont*a o csar.As rela-
gOes eolticas entre a Cnioa e o Ja-
pao. Receio de greve dos opera-
rlos das deltas de Londres. Reap-
pa red melo de Jark o estripador.
O mercado de Loodres.
Na cmara dos comamos sir Bilis Asbmead
Bartlet, deputadoconservador, pergantou ao so-
ver no se exacto baver declarado o Sr. Bar. o-
tsax, ministro dos negocios eatrangeiros da re-
pblica francesa qoe ter como callo o recente
convenio anglo congols; e sir Charles Dike,
depatado liberal, pede que sejs commonicado a
cmara o texto do protesto da Allemaoba coaira
o mesmo convenio.
Ilr Edward G-ey, secreUrlo pa-lsmentsr do
misterio dos eatrangelrcs, reclama praso para
rtspooJsr, accresceota ue a pedido da AIU
manas st garanti a sil qoe Ibe sarao salva-
gsardadas as isas dirsiteii reisJtsoUjs ds coi-
venga de 1884; e da reapectlva correepoadeH-
cia se dar lommnnicagao ao parlamento, se a
Allemaoba e o Estado indepeodeote do Congo
consentirn] nisso.
A respeito dessa qaeeiao diz um telegramma
de Coostaotioopla para o Standard qoe o grao
sultao Abdol-Hamid basear a sua aegao sobre
a aegao da Alieaanha; e por ultimo afBrmava-
se ae origem aotorisada, que Rustem-pacba,
embaizador ottomaoo em Londres, dirigir ao
Foreing Office, sezta fera paseada, urna repre-
seniagao cootra o tratado aoglo-coogoles, seudo
a nota redigida em termos cordiaes e concilia-
dores, eqae lord Kimberley prometteu prestar-
le toda a attengio.
O Sr. JoOu MDrley, secretarlo principa'
Dar a Irlanda, n'um discurso qan bontem pro-
feno em Sbeflield, alladio commovido a morte
do Sr. Carnot, louvou o servlgos prestados a
bumanidade plo genio fraocez, e declarou que
a base da poltica inglesa devia ser o accordo
cordial com a Franga.
Sua altexa o principe de Galles e lord Kimber-
ley visitaram o palacio da legagao Irn teza na
capital e deram peseoalmente os pezames da fa
milla real britnica pelo asaasslnato de Sadi
Carnot.
Todos os jornaes inglezes se mostrara sa-
I8feitos com a eleigao do Sr. Casimir Perier.
Consta qne o imperador Guilberme II, por
nccasiao de sua viagem Irlanda, ir tambera a
Pars.
Acredita-se qae o soberano allemo ter ee-
p endida recepgSo as cidades do vue-reinado,
qae pretende visitar.
O Sia dard declnra estar satisfeito por
ver qae 3 Franga, a Heapanba e a Iogizterr%
o nicas p ileocins que leem Interesses em Marro-
eos, se moatram diapostas a proceder de barmo
na.
A princesa Mary de T?ck, doqoeza Je York
deu a inz am principe.
Mu e lilno gozara de perfelta saude.
Segundo telegramma de S. Petersburgo
para o Standard, foi disparado um tito contra
a entinella, qae esteva de eoarda porta de
Okalocka na liona frrea de Mork w.
A eentldella Bcoa fenda, legrando fogir o as-
sassino.
Presume se qne o intento deste era fazer vor
a poote, qu indo o czar voltar-se de Bork, oodc
fr.
Foi denunciado igualmente am attentado em
projecto contra a vida do principe berdet.o da
Rasis.
J Augmenta a vigilancia da polica.
Esto sooremaneira tensas as relagoes po-
tincas entre a Cnioa e o Japao, em conseqoeocia
de ter este altlmo imperio enviado tropas a Co-
rea.
Di-em daTent?n ao Times que 6:000 ja*
poaeses desembarcar.m oaqaelle ponto, oceu-
paodo a capital e prndenlo o rei e ho msmo
jornal comrnuoicam de Sbaagae qoe ba recelos
de guerra eotre oa doos refe'idos imperios asi-
ticos, sendo qoe, segundo os ltimos telegram-
mas recebido do Celeste Imperio, consta qoe .a
Jillicoldades eom o Japao moltiplicam-se, a pon-
to de eperar-se a todo o momento o rompimenio
das nosti'tdades.
A Coioa cooceotra grandes forgas em Corea.
Coosla qae os operarios das decas de Lon-
dres tencionam dec arar orna greve geral.
As aut'.ndar'ea militares tomaram todas as
precaagOes a respeito.
Era New-Casile. foram encontrados os cadve-
res de duas malberes motiladas.
Pelos orgaos cortados e a vista de^oalros indi-
cios as autoridades presomem que o crime foi
praticado por Jack o estripador.
As oecessidades da llqoidagSo do Om do
aemesire, qae se esperava podesaem dar empre-
go a orna boa pite dos capitaes disponiveis
pouco ou nada inflolram as circamstaociaa do
mercado monetario, porque a ausencia de ini-
ciativas e o abandono da especulagao, nao de-
ram ensejo a qae os negocios se desenvolvessem
como se'ia para deaejar.
O movimeoto oeste semestre foi muito eziguo
em relegan ao que normalmente attiage mesmo a
epocbas em que o dinbeiro se torna menos fcil,
e por sso oa veocim<*oi03 que bou'e a tatiafazer
foram de peqaeaa Importosla.
A iiqmdagao do lira do mez de Joobo ndo no
Stock Ezcbaoge passoa la lifferentemeote, iad
diminuto era o coojoncio ae operagdes que u-
noam de ser regularisadas.
Aslaza8 para os repones regolaram entre 11/i
e 2 !., e oe n Indicara a ezteosao das facilida-
des qoe predomioam no mercado e o grao de
coafiang que merecem aa actoaea coiages dos
fondos e valores.
Sobre os fondos bespaobes o reporte foi d
11/1, d'uode ae infere qoe as posigoes da eape-
calagao Qcaram limita las s mais modestas c. n-
digoes.
Os fondos tarcos, qae ainda deram logar a
movimeotos variado', nem por isso alargaram aa
neceasldadea a s^sfazer nesta epocb^, porque a
taza de reporte que se exigi que Ibe foi appli-
cada nao ezcedea a 1 i.'i '/.
Os fundos brazileiros saoiram na ultima se-
mana de Jooho da apatnia em qae estavam em
vista das succeaaiva-i o-Jma de compra, que se
Bzeram para eanregos definitivos.
Aa noticias relativas ao estado das colneiUx
do caf nc Brazil sao muiia a imadoras e tazem
prever ama ezportagao de 7 nilhues de saceos, o
que oo so memorara o ostido econmico do paiz.
como sera ora valioso elemento para e augmento
das receitas publicas.
A colbeita do assocar tambem se aprsenla
bem e promette nao ser inferior i do auno pas-
cado, qae foi anutto abundante, e por isso a pt-
rspectiva da situagao futura se aprsenla auspi-
ciosa.
Os trabalbos eraprebeodilos com o firme pro-
posito de remodelar as foaogas ao Brazil vao
proJozlodo os seua bons resolta os no augmen-
to dos rendimentos puoIi:ob. e se nos capituloa de
de;pez 13 alada se 0S0 poderam fazer redeeg-s
isso devido a absoluta Impossibdidade de di
rainuir eucargos no periodo agitado que o pata
tem atraveasado.
O cambio do Rio contlni a manter-se a 9 1/4
e de presumir que por emqnaolo nao se mom-
fiqoe, pelo motivo de se ter antecipado a abertu-
ra de crditos, e baver anda intensiva procura
de cambios, para liqoidago de con'aa com o
Tbeeouro.
Este marasmo no cambio j nao impressiona
os compradores de fondos braiileiro, porqae
elles sabem estar devldamente assegorado o ser
vlgo do coapon at mesmo para o de Oatub-o.
O fondo de 11 l. de 1879, cujo coapoo s-
vence agora, tem boa procara, mas appareceo
pouco papal, porqae os poasoidores d'estes tito
los, qoe saoem qoe no prazo de 5 annos se.-a
todo amortizado, nao o querem vender, esperan
do e com justificada razan aoe poEsam alcangar
mtlbor prego do que o de 78(, a qoe Ultima-
mente ae Bseram algumas transagoes.- Os tita
los do emprestlmo de 4*[0 tlversm transacgSes
seguidas e soblrsm a 65i|2, em qoaoto os ce
4 l|2 se firmaram em 71 *|.
Os fondos argentinos poaco se movimenta
ram, apeear dos eaforcos qoe nesse sentido fo-
ram empregados da parte don Inleressaados na
alta, as oscillacoes do agio d > otro em Boenoa-
Ayres sao tao coostsutes, qae lnotilisao qoaes
qaer manobras dos especuladores com os fon-
dos argentinos, poique tao deprsssa desea
170 O/o como soba a 193 O/o, para depoU insc.-e-
ver o eirso de 283 O/o e proia?ni> nestas varian-
tes, no qaa motivo algara jbstiOfise to bmi-
ets o rflfeatinss al tersas.
Ao prego de 64 O/o em qae se cooservoa o
consolidado argentino de 5 ,o, nao bouve mel
de provocar a alta, porque para todas as ordena
de compra nao fal ou papel.
Os especuladores, qae vam o mercado pouco
propenso a aventuras e so disposto favoravel-
mente para os titaloa de juietagao, oio qoize-
ram alargar aa anas responsabilidades, pelo
risco immineate qae ollerece tanto para os in-
teresaados na alta como na baiza. De om mo-
mento para o outro, poder&o os fundos argenti
nos sabir dous pontos, aBSlm como, sera previa
prevengan, deacer dous 00 tres pontos, e isto de
um dia para o outro. Se o rndtsta procurases
este fondo, a soa posigao era diversa, porque a
especulagao eocooirava am elemento pondera-
dor nos negocios a contado ; mas o contrario
o qae geral nenta succede, e portante os seos
movimeotos estn affectoa e adstrictos aos capri-
chos e surprezas dos acasos do jogo.
O fundo convertido do Uruguay de 3 l/I O/o
teve pequeo movimento e por isso o seu prego,
que eatava a 41 3/4, deseen para 41 7/16.
Os fundos chilenos volt ram a preoccopar as
atteogoes, em cooseqnencia das importantes ne-
gociagOes que Diurnamente teem sido fetas com
os oitratjs da propriedade do Estado. Neata 86'
m?oa foram adjudicadas dez uoocesses de ter-
renos de nitrato pela quantia de Iba. 628:200,
isto por oais 10 O/o do qoe a avdlagan, sea-
do os compradores aa diversas emprezas iuglezas
qoe no Caili esto explorando aquellos jaslgos.
As riqaezas que o Cbili possue nao e as
minas de cobre e prata, como am nitratos, ga-
rantem largaaente o servigo de sua divida, e
oeasa Irme cooviegao, os amadores deates
fundos ezotlcos reoovam instancias para os
obter, pelo bom e excepcional rendmento que
proporclcoam.
0 mercado do consolidado lnglez aoimon na
poaco durante a semana, mas o seo prego que
o&o poode ir alm de 101 e 1/4, o qoe represen*
ta apmas a alta Ce 1/8. O dinbeiro no mereado
livre manieve as mais ampias coridigfies de fac-
lidade, obteado-se pela taza da 11/16 e 3/4 0 o-
As cobrangas de dividendos aoorisagOea ae
emprestmo8 qae, na prirseira semana de Jolbo,
attingem a volomosas qaaollas devero vir aug-
mentar as disponibilidades, o qoe. coinci lindo
com a calmara nos negocios, determinara que a
vigencia das tazas ralniaus do descont se pro-
longue por motto lempo.
Os receios relativos a cabida do ooro qae tem
vindo da America do Norte v3o sendo aleonados,
com aa procidencias tomadas pelo governo dos
Bstados-Uoidos para oaier dinbeiro 00 mercado,
com a collocagao de bondt do Tbesooro. Se o
governo americano parusiisse em qaerer con-
serva' o limite do lastro da circolagio fiduciaria
em 100 miib6ea de dollars, conforme oa preceitoi
legaes. eoto a eitoago era sais aperlada, por-
qae d'oib dado momento poderla provocar tao
rpido revi-amento nos cambios que obrigasse
8 repalriagio do ooro, mas esse expediente, que
j tem sido osado por diversas vezes, longe de
beneficiar a economa do pas e de concorrer
para consolidar a situagao do thesouro, tem ser-
vido apenas para aggr&var perturbar o reg
meo econmico e enfraqoecer cada vez mais a
fioagao do thesouro.
Os 100 milboes proscriptos na lei qae deve-
rim existir em ooro dos cofres do thescaro, es-
tao boje redazldos i 63 milnes, sera qae tal
acontecimento tivesse prejodicado em coofa al-
urna o crdito da atoada fiduciaria, nem alte-
rasse os regulares movimeotos da soa c;rca-
Iscso.
A reforma das tarifas aduaneiras, nos termos
em qoe eat apprevada, vira augmentar o movi-
mento commercial, eem affsetar o fermeoto das
inm-t-ia?, qae esto estabelectdas no paiz 3 tem
condigOes de estabilidade.
As rp'iucgO-s f-nas em maitos artigas da pau-
ta Mac K niey deverao fazer augmentar o mov.
ment aa import^gao, e portan'.o as nece.'sidades
da liqoidago commercial adqoirlrSo maior des-
eovolvimeoto, que repe-cntira os seas effeitos
ao rgimen des cambios ; e si este estiver sub-
meitido s eventualidades de qualquer brusco
movimento enm o ooro, nao poder offerecer as
garamiaa qoe sao indispensaveis i expanao dos
negocios.
CHRO.NOLQGIA
COLLECCIOXADAS POR
Mclcliiscdcch de Albuquerque
Lima

T^SaHO
Dia 18
1G30
nh desie
Das duas para as tres horas da raa-
dia, os pernambucanos ataca.'ant o
forte do Bruyne. Commandou o ataque Luiz
Barbalho Bezerra e bateu-se de tal modo que o
juizo do ebefe iniraigo acerca dos pernambu-
canos foi ainda mais favoravel.
16-150 Conselho Supremo 'offerece nova-
mente o perdao aos revoltosos, ezceptuando os
chefes.
1866 -Morre no combate de Bouqueron, no
momento era que penetrava n'uma trncheira
inimiga, o alferes pernambucano Victaliano Cor-
deiro Lms.
REVISTA DIARIA
Commisso de Viai-o Frrea
d> Eslado^S. Ezc. o Sr. Dr. governador
do Estado baixou as seguintes Instruce/jes para
regularera o servigo inicial da commisso que
ltimamente creou para tragar o plano geral da
Vagao Frrea e reorganisar as Obras Publicas
do Estado.
Como se ver pelas referidas Instruccoes, a
idea que vae ser posta em pratica abrange lata
egphera de grandes interesses estadoaes, que,
urna vez bem encaminhados e devldamente
acamellados em suas multplices relagoes, tra-
rao dessassombro farto ao futuro econmico
ndustrial de Pernambuco.
Assentar reflectidamente n'um plano racio-
nal de viago e executal-o firmemente, ainda
que aos poucos, na medida das necessida- "
des e de harmona com as possibilidades uteis
do momento, sempre *oi e em toda parte o
mais correcto dos modos de agir na especie,
ris que synthetisa urna sa poltica em relagSo
evolugao progressista da sociedade.
Correlatamente, protidenciar sobre futras
obras, que aquellas se prendera mais ou me-
nos directamente, e dispor sabr a direccao da
' amas e oatras a sobra*di meios conducentes aos
l







i
I
I
\
t, -
*

5 .


#"


ns de todas, dar o implemento indiepensa-
fel ao problema geral dessa ordem de me-
Mioraraeotos, cujo valor est ao alcance de to-
das as intelligencias.
N'estas condigoes, e estando bem consubs-
taDciadas as supra-indicadas lustrar >es os
molos de ser dos trabalbos da commissao cm
qpaesto, liamos que sero bem recebidas pela
opiniao cssas Inttraygott, cujo texto o sc-
gninte :
Palacio do governo do Estado de Pernani-
boco, em 3i> de Juana de to9i.
O governador lo EUado de Pernamhuco re-
solve determinar que para os trabalbos da coni-
m'tsso inicial da viaco frrea do Estado se-
jam observadas as seguintes :
INSTRUC9QES
Artig I-A commissao servindo-se desda-
dos actualmente existentes e outros que obtiver,
organisar, no mais curio prm possivel, o
plano geral de viaco IVrrea do Estado, indi-
canJo especialmente aquellas das estradas, euja
eoastrucco for de conveniencia immediato.
Artigo IIOs mappas exp/;> ganisado-i M escala do l/.0i:000
Arillo III -Tanto quanto possivel descrip-
gao das estradas indicadas 11 > plano, s"ro a 1-
icionada iiiformaces sobre a fertilida ir-, po-
puloslo, proilucgio, ele., das onas que hjuve-
rem de ser atravesadas.
Artigo IV -Na< iuformaces a quo se refera
o artigo antecedente sero indicada* a* trras
devolutas pertMBeataa ao Estado, com especi-
ticaco approximaliva das reas.
Artigo V Cumulativamente con o plano de
viaco a comm'ssrio organizar :
I [nftruccase reglamenos para explora-
go, eonstruccao, trafago e llscalisacao das es-
Ira las de Ierro pertmeentes 30 Estado, ou
por elle subvencionadas.
S II Cm plano de reforma da Reparticao de
Obras Publicas lo Balada
III -O plano para organisac&o de urna ins-
pectora de trras c colonis.ic.ao.
S IV-Tabella dos pregos elementares de
i cooatraecao.
V -luslrueces internas para lodos os ser-
vigos.
Aleoanire Jote Barboza Lima.
sero or- Art. II. O ftoverno conlractnr no paiz o no
estrangeiro profeasores com precisa capaa-
da le para r'-"'.['en: as aulas e dirigirem os tra-
baihos prcticos
-Vil. 11 Alm dos educandos admittidos as
enidieoes pro*enteraento exigidas pelo
lamente da Colonia Santa lsabid, podar a es-
cota ser froqiijulada por aluraaos externos que
pagaran matricula.
Ait. 13. I'ara o (.tirso preliminar llavera :
( t professor de fr.mcez, inglez, la-
1/ secgaoj tun e portugii' ..
i I gergraphsa e his-
(loria geral e parlicular.
2.' secco I mathematica.
i m Ira da d inho.
2 repetidores, un para cada sec-
eo.
Ait. 14. Para o curso prossional llavera t
lente para a Ia aula do 1" aono e 3* do :i
conveniencia
ESTADO DE PERN AMBL'CO
Tabella de rencimenlos para a wnindo mmmI e riueiio frrea da EtUtdo
Calhcgorias
Kngenheiro era chefe
lu Engmheiro
Conductor de l'classe
2a
Desenhisla Ia
. 2*
Auxiliar
Ia
1
Amanuense
Continuo .
I
Ordenados
8:000*000
7:000*000
3:00' 00:)
2:MHI (0
4:0003000
2:'ififi666
2:000*nOO
1 .-StMOlK)
(:20O0OO
00000
Gratificado
4:OO0i 3:6O0W00
1:50 OOtl
l:'.-0.....
r:0 OiOOJ
133*114
I Onj-iflO
1
6004000
4' 05u00
Totaet
12:00
II :W0J009
4:o"0oi<)
3:7SU'KO
6:00
4: 00* o
3:000*000
; afujooo
1:SIM'000
1:2005000
1
2.a
3.a
I.
2.
l.
1/
l."
. 2.
i."
4."
4.*
triballios
pralicos do 5'
OBSERVACOES
I.*
O engenluiro era clief; bem corno o Io enge-
nheiro tero, a titulo de desposa de viagem,
durante o lempo em que seac.liarem era exerci-
cio. a diaria de 7*!>!.>, e os deraais emprega-
dos, quan lo em servico de campo de a 66 >oi)
ede 1* 43 0 > quan lo era servico na escripto-
rio, iuizo do engenlieiro era chefe.
2.'
Para acquisigo de c iv ligadura, quando cm
servido de carneo, abonar o director a si e aos
eroais empregados urna quantia equivalente
ametale dos vencim ratos mensaes, que ser
renovada de 4 era 4 annos.
Qua lo qualqu-r ompregado deiiar o serv
i-1. m I'-inaisura ao Estalo da quantia que Ibe
liver sillo abonada para cavalg* lar, cora o
abat ment calculad j a razo d 23 \ ao
anno.
3."
O engenheiro em ebef: adrnittir mais. a pro-
porco que o servico n ce^sitar, serrantes e
outros empregados, com diarias qu: variaro de
Mni) n*OaO, do mximo, nao pdenlo adia-
ra dos serventes ir alera de j3k).
k.'
Oserapregalos da pnsente commissao gjsa-
ro de todos os direitos. e iicaro sujeitos a to-
das a* obrigaedea dos empregados eatadoaes.
ESTADO DE PER^IANBIJCO
Coinmisso iutial de Viaco frrea
Orgamenlo
PESSOAL
Catlieijiiias
Bograheiro em Chefe.
V Enganheiro .
Conductor de I.* classe
2." classe
Auxiliar de I.* classe.
. 2.'
Desenhisla de 1.a classe
2.a .
Amanuense.
Continuo.....
Ordenados
' 8:0105000
7:0005000
3:000*0011
2:5lHt*000
2 0004000
i :3O030 0
4:000*000
2:666*666
1:2005000
800*000
Para pessoal jornaleiro e eventuaes 10 ,'
GraUficafo .-
4:000*000
3:300*0110
l:500i0)
1:230*0: i0
4:000*000
73:1*1 K) 1
2:000*0 0
1:333*334
I-.: I 1 I. 0
400*00
Diarios
2:335*000
2:190*0)1)
1:4M.*0K)
I:ii95*0l0
730*0. 0
Sdo^iJOO
i'ot.tes
14:5'5*0MI
12:1590 01 ))
5:%0*00i
4:843*00 >
3:730* 00
2:G'3*'0't
li 000* 00
4:000*01:0
l:800*"00
1:200* ;0
57:395*000
5:739*50 J
63:134*500
MATERIAL
(Querley
Podmetros
Trnsitos;
Niveis )
Chro'iometros..............
Miras fallantes..............
Correntes...............
Aneirodes...............
Clinometros, niveis e accessorios........
Objectos de escriptorio e despezas do 1." estabel cimento.
. . a 40*000 100*000
. 700.000 2:800*0 0
. 400*000 l:600*0i0
. 1:8 0*000 3:600*000
. 80*0 '0 3*0*000
. :0<000 120*000
. 200*000 80)*0O0
. l:00'*O'H
. * 5:000*000
Eventuaes 10 %
Crdito necessario ao exercicio de 1894
Pessoal .
Material
. Total
16:000*000
1:600*000
17:300*000
SS^OOiOD
17:600*000
49:600*000
\omeaydes-Poractode30de Junhoulti-
no foi nome&do chefe da coraraissao de Viago
Frrea do Estado, o engenlieiro Dr. Jos Joa-
qu::n Rodrigues .Saldantia Jnior.
Por aclo de 17 do corrente, fo noaieado para
exercer o cargo de priraeiro enaenheiro la
aaesma coinmisso o Dr. Francisco HibeiroSoa-
ns de Meirelles.
Kseola Industrial Frei Caneca -
iteproduzunos o eguinte acto do Exni. Sr. Dr.
Governador do Estado, por ter saludo hontem
cora omisses.
4.* Sec<,'o. Palacio do Governo do Estado
de Pernambaco.-Era 16 de Julho de l9i.
O Governador do Estado de Pernarabuco de-
creta :
Art. I. Passa a denominar-se Escola Indus-
trial Frei Caneca o intrnalo agrcola exis-
tente oeste Estado com o noma de Colonia San-
la Isabel.
Art. 2. A Escola Industrial 6 destinada ao
ensino pratico, precedido das indispensaveis
soyes theoricas, de agricultura, zootechnia,
pfijsica e cbiraica industnaes.
Art. 3." Essa escola funecioaar no mesmo
tocal era que se acha presentemeate a Colonia
Santa Isabel e sobre o mesmo rgimen de in
ternato orplianologico.
Art, 4. Ser escrptarada como receita do
Estado, destina la exclusivamente ao custeio da
Escola, a irapartanc;a annualraents arrecadada
cmq a renda dos productos da Usina all exis
lente.
g l. Alm d'e3Sa verba tara a Escola oara
toa manutenco a- subvenr-s actualmente
destinada* < olonia Santa Isabel.
g 2." O Governo do Estado solicitar do Con-
resso legislativo dotaco no orgaraenio esta-
doal da importan-ia precisa para obom fanecio-
namenlo a progressivo desanvolvimanto da Es-
cola.
Art. 5." Cotno dependencias da Escola ha-
vera :
a) Uraa ou mais estages agronmicas desti-
na las ao ensaio systeraatico das culturas adap-
tareis a Pernarabuco e ao aperfeigoaraento das
sxislentes.
b) Fazenda moielo cora campos de criago
jaraestudos praticos de zoolvhnia.
c) Laboratorios, gabin:te3, museu agricola,
labtiolheca.
Art 6." Oarante o anno lectivo se entragaro
os alnanos a trabalbos praticos de jardinagera.
horticultura e arboricnltura a outros corapati-
Teis cora a frequencia d is laboratorios e aulas.
5 nico. As ferias sero paasadas pelos alura-
BJ6 as estaces e fazendas modelos, onde se
raalisara a parte experimental dos seus estu-
dos.
1 Art. 7." Haver na escola dous cursos : o pre-
iminar t.'e estnlis pljeparatarios eo profissio-
aul de estudos technicos.
Art. 8. Continuara a uncclonar no estabele-
cimant > a escola primaria all existente. T_
Ara..* ^OBrso preparatorio devora se%aier
ata tres annis secundo o plae segoiota :
/. aniw -Estado pratico da lingua franceza.
Geographie geral.
Arttnaiaiioa.
beienlio lioear.,
2 anno -Estado pratico de inglez.
Historia geral e do Brasil.
Algi-bra elementar e geometra linear.
Desenho de ornato.
3 anno -Rudimentos da Ihgua latina.
Geographia e historia de Pernambucc.
Geora.-tria especial e geral.
Estado systeraatico da lingua brazileira.
Art. lO. O curso profesional ser feito era S
annos segundo o plano que se segu :
J. anno l* -NocOes de raechanica e astro-
noma.
2." Physica e meteorologa.
3."Estudo pratico das principaes familias
vegetaes precedido das indispensaves nocOes
de organographia botnica.
2 auno -i. chimica mineral e orgnica.
Ensaios ao massarice. Trabamos de labralo
rio.
1Mineraloga e geologa.
3 "Estillo completo de botnica. Phytopa-
thologia. Flora braileira
3* anno-i." Chimica analytica. Chimica
'industrial. Trabaihos de laboratorio.
2."-Zoologa. Entomologa.
3."-Meclianica agrcola. Irrigaco, drainage
e enxugo das trras.
4" anno -l." Zootechnia. Animaos nteis e ani-
raaes nocivos. Acclimago. Cruzaraentos. Arte
veterinaria Avicultura. Piscicultura. Serici-
cultura Apicultura. Criago e aprovetamento
de solipedes, ruraioa-ites e suinos. Caes. Prcas,
Agutis e outros roedores. Animaes de pellagio
aproveitavel : jagu, tamandu, etc.
2." Agricultura e economa rural. Trras la-
vrudias. Afolbaraento. Araanho. Adubos e es-
trumes. Chimica agricola. Processos para.ar-
rotear as trras, instrumentos de lavoura. Cul-
turas dos cereaes. Gramneas. Canoa de assu-
car, milho, trigo, arroz, centeio, arela, sor-
gbo. Fcrragens. Malvaceas, algodao, painas,
cacu.
Hubiaceas, caf, ipecacuanha, gjgipapeiro,
quinas.
Tubrculos e bulbos alimentares. Solana-
ceas, fumo.
Leguminosas, feijo, soja, ervilhas.
Viticultura. Horticultura. Pomocultura. .Sil-
vicultura, conservaco das mattas. Corte de
raaderas.
Plantas oleaginosas, leos lixos e volateis,
ricino, colza (brassicas), algodoeiro, deod, li-
nliara, andiroba, sucupira, c.ico, oliveira, (azei-
tona] araendoas, mastarda, gergelin.
lssencias, Itmao, rosas etc. Canella.
Plantas textis, inho, Croata, Aninga.
Pfantas medicinaos e toxicas
plantas tintureiras, piobrazil, ail, agafrr
Ruiva, (garanga), Carapech:, Tatajuba, Arurib,
Uruc.
Cultura da Belerraba. Lpulo, Araoreira,
Resinas, Blsamos, Gornmas, Tamno, Ceras. ,
Madeiras de construeyo. ConstrucyOas ru-
raes.
5." anno. I.Aproveitamento industrial dos
produclfls mineraes. 2." Aproveitamento in-
dustrial dos productos animaes 3." Industrias
agrcolas.- Fabrico de queijos, manteiga, vi-
nbos, alcools, assucar, fculas, gluten, gora-
mas etc. *
1
1 -
1
1 2.a
3 directores tos
anno.
Art. 13. O director da escola propjr o nu-
'ii :ro ile jardmeiros e outros auxiliares da que
for precisando o eslabelecimenlo, brai como os
administradores e cbefjs de servigo das esta
josa agronmicas e fasoodas modelos.
Art. 16. ns professores do curso preliminar
lero 1:8 0*001 de venciraentos animaes e os
repetidores 3:600*oOO.
S IJnieo. Os feocimentos dos lentos do cor-
so protissional, e s .us auxiliares technicos bem
como os do mestre de desenlio sero marcados
nos respectivos contractos.
Art. 17. O Governo expedir oppnrlunamen-
te regalamentos e iostraccOei complementa-
res para a escola assini creada, de mi lo qu
principie a funccionir em 2 de Janeiro de
1*95. [Asgigaado). Aiexamrt Jos Harl/jx.i
I.un >.
Pcriio -S. Exc. o Sr. Dr. Governador do
Estado expedio o segrate acto :
Ia Secgo. Palacio do Gaverno do Estado de
Pernainbuco era 16 de Julho di^ lt>9i.
> Governador do E"tado, tendo em vista a
informaco prestada pelo Dr. iuii de direito das
Ex iCUCVs Criminaos do municipio desia capi-
tal sobre a nota doassentamento de pnso do
sentenciado Alexar.dre Antonio Tavares de Al-
meida, e
'. onsiderindo que o mesmo sentenciado foi
condemnado pelo jury do municipio de Bom-
Jardiin, em : de Abril le annos de priso com trabalho, como incurso no
grao medio do artigo 9* do Codito Criminal,
deaccordocora a 2a parte do i. (do art. i do
mesm- Cdigo e que o extincto Tribunal da llo-
laco refonuu esta sentenca para condeinnal-o
a pnso perpetua. (Accordo de 4 de Outubro
do mesmo anno; ;
Considerando mais que posteriormente foi
pelo actual Superior iriounil le Ju-tica raodi-
dcada a pena para SI annos de prisao ellular
1 u *4 annos e <> mr/.es de prisao simples, por
forca do art. :llettra B % uoico/do; Cdigo Pe-
nal vigente ;
Considerando anda que o mesmo sentencia-
doj cutuprio 20 anios e9 inezes de senten-
ca ;
Considerando finalmente, que da mencionada
nota de as.-entam-ntos veritica-se que elle tein
lido ptima conducta durante i) lempo de BUa
priso, o quetraz a cnvicco de acliar-se arre-
pendido do crime que perpe rou, e no lirma
proposito de voltar regeneraao ao seio da so-
ciedade ;
R:solie, u fere o art. 57 14a da Constitu cao do Estado,
p-r loar ao referido sentenciado o resio da pe-
na a que foi condemnado
O Secretario do Uoverno faga publicar o pre-
sente Oecrelo expedindo as ordeus e coramuni-
cacaes necessarias. Atocinan Jos Barbosa
Luna.
.Ministerio da Justina c \-i;oi-iis
InterioresS. Exc. o Sr. Dr. Governador do
Estado recbeu o se (ruin te Aviso :
Ministerio da Justiga e Interior. Directo-
ra do Interior. 2- Secco. Circular.Capital
Federal, em 2< de Junho de 894. N. 5i4.
Ao Sr. Governador do Estado de Pernam-
bueo.
A' vista do que propoz o Inspector Geral de
Sade dos Portos, resolveu o Governo ;
1." Que sejam considerados tirapos os "portos
portuguezes contin"ntaes e insulares de que
tratara os avisos de 27 de Abril e r de Maio
prximo lindo ;
2. Que, depois de rigorosa visita sao tana,
sejam recebidos em livre pratica nos da Rep-
blica os navios sabidos dos raesmos portos a
contar de 1*2 de Junho correnta.
O que vos declaro, para os devidos effeitos,
confirmando raeu telerainma de boje. Sade e
Fralernidn le. Cassiano do .Wtscimento.
Portos suspeitos -S. Exc. o Sr. Dr.
Governador do Estado recebeu o seguinte tele-
gramma :
Reparticao Geral dos Teleg-aphos.
7-94. Recife.
Ao Governador do Estado. i
Considerados suspeitos to los portos Ru-sia
Erabarca<;es sahid.is co dar primeiro corrente
mez, directamente ou escala s sero recibidos
Brazil depois quarentena Lazareto Ilha Grande
a qual devero priineiraineuie dingir-se. -Mi
ni^iro do Interior.
I. Estado, por acto de 16 do corrente, concedeu
um iiiaz de lieaoca ao bacharel Eutropio Gon-
calves do Albuquerqu-j e Silva, juu de direilo
do municipio de Cimbres, cora os venciraentos
a que liver dir to, na forma da lei, para tratar
de ana sade.
Autoridades policiaesS. Exc. o Sr.
Dr. Governador do Estado, de accordo co:n a
proposia do Dr Quastor Policial, noraeou para
os lugares de delegado e 1 supplente do muni-
cipio de Barreiros os cidados Francisco Mari-
nho Je Paula Lins e Leopoldo Francisco da Sil-
va, sendo exonerados os actuaos e para 2 e
3 suptenles do mesmo delegado os cidados
Jos Lins de Barros e Egvaio Ferreira Pimen
tel;
Para os lugares de *, 2 e 3o supplentes do
subdelegado do districto do municipio de
Barreiros nomeou os cidados Placido Caval
cante Buarque, Manoel Narciso Pereira de Ver-
jo^a e Antonio Ferreira Castello Branco Filbo,
na ordem era que vo collocados e paraos lu-
gares de t e 2 supplentes do subdelegado do
districto de Abreu de Una, Flix Ferreira da
Silva e Quirino Fabio deCarvalho, sendo exo-
nerados os actuaes.
Arcadia Dramtica Julio de San-
t lima E' no prximo domingo 22 do cr-
ente que esta sociedide realisa ara espectculo
xtra.i lunario no theatro Sania Isabel e ip :-
ido, levando tirana era segunda representa-
o a importante oprela -Torre era concurso.-
Paquete Thames -Telegramm 1 recebi
do pela agencia da Mala Real Ingle/.a di que u
vapor Thames, sabio hontem s 4 horas da tar-
de do Rio de Jan ;iro ; pelo que devora tocar
no porto do Recife na manila de 22 do corrente.
Paquct 'Clfdj -E.x vista do vapor Cly-
de 1er entrado no diqu para reparar as ava-
rias que sort>eu no Rio da Pratt. vera em seu
lugar o vapor Don.
Sueleo Colonial Suassuna -No do-
mingo ultimo, 10 do corrpnle. houve em Jaboa-
to, e especialmente no Ncleo Colonial Suas-
suna, urna belia testa, que foi rauto significa-
tiva era relaco esse ncleo, que vai entrar
definitivamente D/unja nova phise de prosperi-
dade.
Tres grandes wagoni de truck americanos,
P'rtencentes a Etrada de Ferro Central, forara
impellidosabraco, por umitas pessoas do povo,
da estaco da ferrova at o referido ncleo, pe-
los trilitos.que constitucm a liiha do servijo do
mesmo ncleo.
Nos referidos wagonsiara tauborcs, cjlndrns
turbinos e entras pecas do nachinisrao que
deve consumir a mina que a Corapanhia Pro-
gresso Colonial vai montar no dito nu :leo e que
ha-de ser o melhor propulsor lo seu desenvol-
v raento.
O trajecto dos carros fezse sera a mnima
dilliculdade, pondo assira era plena pro va a so-
lidez, nao s da eonstruccao da linha frrea do
ncleo, mas principalmente da ponte da raesrn
linha sobre o Jaboalo, pante construida sob a
direcco do S-. Dr. Barata Gjes, digno delegado
da Inspectora da Trras e 'Jolonisarjao, e da
qual diziain os ras levlos qu3 nao suportara
peso superior 12 toneladas.
Suportou ossa ponte 2 dos referidos wagOes,: cilios na ra Guararapes, notan lo que sao na
pesando .10 toneladas, e neuhu.n iadicfo dpre-1 raaiora hmidos, toado os qnintaes laraacen
sentou que puzesse em "elevo sua detlicieniia. tos deleite-que se deve attribuir nao s a sua
Ao contrario, resisti gallarda Dente ; e vale, mi eonstruccao, mas tambera a no ser a ra
Isso ao Sr. Dr. Barata Seas ura eiilhusiaslicj
riva, qne sabio espontaneo dos coracffes aos
labios de quan tos triara phaimente conduzirara
os wa_'
Ao ebegafem estes ao ncleo, colonos e povo
fraternizaras] as demonstraeftea festivas ao 8f.
Dr. Barata Ges e Directora de Corapanhia
Progresso Colonial por que todos Itveram a
perfeita iatuico de que, mpilliudo aquelles
wagoes, a o-i ivarn-se uin grande inelnora-
tnenl 1 do municipio, pan. o qual a usina da Co-
0 priraeiro marco da grande
lonia Suassuna
ra local.
) asenla liento d > madiinismo da usina vai
I igo ser incelado, a de esperar ano j na pro-
na safra de assncar esteta era condlcQjsde
2.a do 2. fonccionar. Ser, pois, em breve ama realidade
3.a 'lo '." o que pareceil aos pessimstas una utopia,
l. i Ncleo Colonial Suassuna, cuja linha frrea
est ligada a Central de Pernarabuco, grajai aos
nsfprcos do Sr. Dr. Goncalves Pioto e boi ron-
la le da direcco superior da dita Estrada de
Ferro Central, possuu I 1 agora a todica la usi-
na, e lendo como auxiliares horneas enrgicos e
traballia lores lera condices de vida prospera,
que Colgamos de reconhecer, tanto raais quanto
soas Ierras sao feracissimas.
Ia:lustri:il -Chegou ul'iraamente esta
cidade o Sr. Leopoldo Prale, representante
da casa industrial de solingen, na Allemanha,
dos Sis. Wey.Tberg Innos, e. era commissao,
veio ao norte, do Brasil, tratar de m oreases d'a-
quella tirina.
O Sr. Leopoldo Prillc 6 iilho do Sr. Victor
.'ralie, la dador da casa desse noma anda
lije existente, sob os auspicios desse noine, era
Pernambaco.
"iitradecendo-Ihe a lineta de sua visita, cora-
primentamos o Sr. Leopoldo Pril'e.
Con^resso nacional -Ni ses-o de 6
do crtenle da amara dos U-putados, discu in-
do-se o projeeto de franqua do Telegrapho Na-
cional s autoridades dos Estados, o nosso ami-
go Dr Jos de Cupertino Coellio Cintra profeno
u 1 discurso, que l'oi UBioo resumido pelo Ota-
rio d> Cangreno :
O Sr. V>eto Cintra pele perraisso para, Ten-
iendo horaenagera ao Ilustre representante do
Estado de S. Paulo, vr dizer que nesta questo
di corda de S. Exc, porqoe nao pode admittir
que se casse aos Estados um direito que elles
adqniriram, cora graves injasti;as.
O projeeto substitutivo de S. Exc intil,
porque resalta delle nm augmento le pessoal na
reparticao dos telegrapbos, como se d na l;n-
prensa Nacional, citada como exeraplo pira ar-
gumentar a favor do mesmo substii'itivo.
E' ura jogo de contas e nao de sal los, que,
alm de todo, vera atropellar aquello servico,
Quinto aos Estados, desde que elles teem di-
reito de estabelecer correios e telegrapbos ao
lado dos do governo e desde que estes servicos
sao fonte de receita, es mesraos Estados trata-
rara de estabelecer concurrencia Unio.
Sueceder assira o contrario do que quer o
noli re deputado e u Unio ser prejaiieada jun-
tamente com os Estados pequeos, sobre 03
quaes exclusivamente pesar o substitutivo,
porgue nao pode rain concorrer cora a quota
para a franqua da sua correspondencia.
Para corrigir usos uo se deve tirar ais
^sta los nra direito adquirido e era estabelecer
preferencias justamente quando mais se precisa
vincular os lagos de unio entre os Estados pe-
qu"iios e grandes, os quaes. todos, cora exce-
peo apenas dos que na joella poca erara flt-
gellados pela secca, concarreram para o ustabe-
iecinento desse servico e que recebera de di-
reito, como retribuico mesmo, a Iranquia para
os telegranimas de servico publico
Finalmente, o regulainento dos telegraphos
tena norma especialista para o caso, e, si pode
liaver abusa deaote desse regnliiaento to claro,
como pretender que cora o ^ubstiiutivo -verda
deira panacea de saldos licticios -os abusos
desapparegain ?
Nao, nao teem razo os irapugnadore3 do
projeeto !
As era 'n valcante sao simplesmeiite explicativas.
O orador quera apenas explicar o modo de
ver da coinmisso de Obras Publicas a respailo
e declarar que jnlga inconveniente o requeri-
inento de adiaincnt > apresentado ha pouco pelo
honrado repi escolante de 'oyaz, visto como a
materia urgente e entende com o direito ad
qoirido de que esto privados os Estados. (Mui-
tobera).
*>r stldi^itador e Vontril hiiio -
Na excurso artstica que emprebemleu ao nor-
te, chegou do visinho Estado de Alagoas o Sr.
Curvello d Avila, prestidigitador e venlriloquo,
de quem ha alguns das nos oecuparaos.
0 Sr. Avila pretende fazer sua estra ama-
nh, no Theatro Santa Isabel, dando um es-
pectculo variado, cujo prograraraa vae publi
cado noutra secgo deste Uiario.
Tendo sidob:m accolbido em toda parte onde
em se exhibido, de esperar que o seja tam
bem aqui.
Concert 0 distincto clarinetista Sr.
Barralto Avia, projecta un coucerto, no Gabi-
nete Portuguez de Leitura, tencionando reali-
sal-o no dia 29 do corrente.
Gratos ao convite que nos foi enviado para
essa festa artstica, augurarnos que ella propor-
cionar gratos momentos aos queassistrem-n'a.
Irinandadc dos Passos da eiu Olinda -A proposito da noticia que hon-
tem demos sob a epigraphe cima escreve-nos
o Sr. Manoel Ferreira da Cruz, da mesraa ir-
111 in-111 '. dizendo-nos que a coberta que aba-
teu foi a do consistorio da innandade, tendo
esta, ao saber do fado, tomado providencias a>
sentido de reparar o daino.
Accrescenta-nos o mes no senbo- que a raes
raa innandade terafeito outros beas ao seu al-
cance, e disto pede-nos que scientitiqueraos o
publico,
Gremio Tobas Barretto -Essc gre-
mio reune-se hoje em sesso ordiuaria.
Eleicao de innandade A irminda-
de do Senhor Bom Jess ilas Chagas, eiegeu
no dia 13 do corrente era asserabla geral, os
novos funecionarios que tein de admiuislral-a
00 atino de 1834 a 1895. Sao elles:
Provedor. Pedro Alexanirino Franco.
Secretario, Ildefonso Florentino da C. Ri-
beiro.
Procurador geral, Lydio P. S. de Oliveira.
Tbesoureiro, Antonio Gaspar da Silva.
1." procurador, Secuulino Francisco das Ne-
vos, (reeleito.
Definidores
Ludg to Lopes Lima, (reeleito).
Theodoro da Silva Caraoollo, reeleito).
Manoel A. da Silva Pinlo.
Thomaz Francisco de Aquino.
Joaquira O. de Meiidonca Ribeiro.
Manoel Jos do Nisciraeato, (reeleito).
Jos Benedicto da Silva, (reeleito).
Joo Jos Pereira.
Florentino Ferreira Sal lanha.
Francisco Antonio do Nascimento.
Carlos Vicente do3 Santos
JeronymoJos Rodrigues Chaves.
Zelador
Francisco de Moraes Piramtel.
Recreio Dramtico Santo Agos-
tinlii do Cabo Esta sociedad.: procedeu
a eleico da nova directora p ira o auno social
de 1894
President
vice-dito, Pedro Rufino Ferreira; l. secre-
tario, Joo Silvino Cavalcante, 2." dito, Pe-
dro VanLurae; thesoureiro, Jos do Reg Bar-
retto : oradar, Ismael Marques da Silva; di-
rector, Manoel Soares de Alraeida ; vice-dito,
Amonio Martius Filho.
Visitas domiciliarias-Da Inspecto-
rade Hygiene Publica remetteram-nos o se-
guinte : .
ODr. Arthur Cavalcante visitou 25 domicilios
na ra Formosa.
N. 29, 1 andar, o cano de esaoto d'aguas ser-
vidas abre-so na ra Seta de Seterabro as aguas
ah ficain estalladas e putrefazera. E' iniis-
pensavel ao pro irietario desviar estas agua
para o lugar competente.
N. 27, tera o cano da e-goto oostruido
N 2*, (Quadro Antonio Matulo). Corap3e-se
de II casebres inbabitaveis. Ha ura nico ap-
parelho exposto aos raios solares e completa-
mente dessarranjado. O propietario lica in-
timado para me I dorar o cortico.
Nao sao suopndos d'agua os apparelhos l dos
seguintes predios "'
e 2o anlar.
Rio, li.
provida de u^goto para as aguas piuviaes, o que
a transforma coi iramundo charco.
Nao tinhara conveniente asseio os domicilios
ns. 7. 14, 22, 19, 25, 27, 29, JO, J2 1' andar, 3i,
48 e 84.
Estao aesconcertados 03 apparelhos dos do-
micilios ns. 1 A, 3, 32, 17, 19, 3J, 32, 48, no 1
andar, .o(l, I* anlar.
Nao sao prvidos d'agua os dos ns. i A, 7,
15, 18, ->:i, 31, i*, 39, t, loia, 2 B 54.
E' preciso reparar os domicilios ns. 1 A, 3, 3,
l, 20,3134, 48 e S
sene u de deposito de liso e d'aguas servi-
das ns cajeimbasdos domicilios ns. i4,10e S.
Bsltam fechados os domicilios ns. 1,8,9,
10, ti, (3, 23 e 58.
O Dr, Baplista FiagOS", visi'ou nos das
3 e 11 111 ra da Guia 37 domicilios.
N > 11. -W a latrina nao tera chava.
No 11- i i gotteiras.
No n. 5- lixo.
No 11. 60 muito hmido e gol-iras..
No n. 48 quintal cora rauita lama c sem es-
goto.
No n. 16 quintal cora tona e sera esgoto.
No priraeiro a latrina nao funeciorn. As pare-
des da parte poiterior precisam noncartos.
No 11. 37 quintal si^in esgoto a itoiras.
No n. 44 I. andar a latrina nao l'uncciona.
No 11. 33 as paredes precisara o.ice tos e go
teiras.
No n.i'. rauita teia de aratir.a.
Non. 38 a cozinha e sala amera preciso
limpeza.
No 2 andar o soalho sujo o precisa concert,
quintal se n esgoto.
No 1-andar latrina nao funeciona.
No n. 23 a latrina.nao l'uncciona e goteiras.
No 11 23 rauita huraidade.
Non B% andar terreo muito sajo, lam, ca-
cimba cora mima porcaria.
Os oulros regulares.
0 Dr, Alberto Meadonca visitou na ra do
Jasmiii 2S domicilios.
N. 1 acha-se era condices regulare?, pos-
sue una cacimba eolio"ada na cosinlia.
N. 3 a caixa do apparelho acha-se quebrada.
N. 5 era COndigOeS regulares.
N 7 Dlapparelno nao possue lorneira.
Ns. 9. 11,2'. 22 ofllcina) 25, 27, 29, 16, (,
nao na as condiyes de asseio nao satisfazera
as prescripges livgienicas.
N id apaa-se em pesslmas condices de as-
seio.
Ns. 2 e (j o apparelho nao possue I irneira.
N 4 nao prvido d'agua o apparelho.
N. 8 passe pelo interior deste domicilio um
cano de esgoto que prejuiiea o seu estado hy-
gienico pelo que deve ser concertado cora bre-
vidade.
N. 12 precisa de e saluda as aguas estignai is que se ecaaiii de-
compostasi
N. 15 no quintal existe grande quantidade
da lama que divo ser removida.
N. 2o possue uraa cacimba que deve ser en-
tulhada.
Os demais acham-se era condices regulares
de asseio.
O Dr. Bantista de Carvalho visitou n| ra
de Hortas 36 domicilios achando-os regular-
ra:nte aceiados.
Nao tera agua os apparelhos Drainage dos
ns. 84, 82, 7i, 7 Pandar), lis. 63 audar terreo
e 1 au lar 64, 56, 54. 5), 48 42, =8, 36, 34 e 32
o apparelho do 11. 46 alera de nao ter agua
acha-se desde alguns dias obstruido.
O quintal do n. 34 iera luna.
Telcgraminns retidos Achira se
retidos no Telegrapho Naciouil os seguintes
despachos.
Da Parahyba para a viuva Villar, de Jaragui
para Carneiro, de; Belm, oara Mar;iano Aguiar
de Belm para Lydia, de Jarabua para Epoaina.
Congressi Litterario BoUomio
de Palmares Funccionou esta sociedade
no dia lo do corrente, haven lo julgamenlo de
trabaihos o discussi sobre diversas materias
Iliterarias.
Forara registradas as seguintes otl'ertas :
= Pelo Sr. Miguel Carreiro, 0 Abolicionis-
mo, O Eclypse do Abolicionismo, Campanha
Abolicionista, Conferencias Abolicionistas, Os
Escravos, Mae e Filbo, A poesia e a arte, O
padre e a Repblica e Cantos d'Arora.
Pelas respectivas redaeces. A Repblica,
Diario Orficial. ;e Aleinquerense-, do Par,'e
A Palavra-, de Alagoas.
Dr. Alfredo Ramos A'cerca desse
nosso coestadaiio, que, no Estado do Espirito
Santo fot magistrado e exerecu tambera a advo-
gacia, escreveu o Jornal do Commercio do Espi-
rito Santo, em 11 de Janeiro, o seguinte :
Est era vespera de partida para o Estado
de Pernambuc nosso estmalo amigo Dr. Al-
fredo Cornelio da Silva Ramos, depois de urna
convivencia entre nos por espaco de tres an-
nos.
era a alternativa de no^sa poltica, era
as circurasuncias do raeio em que se vio, inrtul-
ram em seu animo para descuidar-se ura instan-
te siquer de seguir a rota que se tinha tragado :
foi sempre o mesmo dos primeiros dias : to
modesto era suas aspiragOes, to nobre em seus
actos, que deixa ura espaco era branco dittlcil
de preeucher nestes terapos, em que o egoisun
e a ainbico sacrificara os raelhores seniimen-
los.
O Dr. Vicente Neiva deve, ao 1er estas li-
nhas, orgnldar-se da apresentaco que nos fez.
pondo-nos era contacto cora um cidado, que
resume a pureza de todos os sentimentos na-
bres, revelados desde a cadeira de jui al a
modesta banca de advogado, qua to dignamen-
te honrou.
Assira rende o Commercio sua homena-
gein da saudosa despedida ao Ilustre peruana
bucano, que to bem se identificou entre nos,
pertencendo a cruzada que eraprehende o le-
vantaraento do nivel moral de nossa poltica.
O Sr. Dr. Alfredo Ramos, filho do Sr. Pedro
Jorge da Silva Ramos, acha-se nesta cidade
desde o lira de Junho, e pretende aqui ti zar-se.
Deseiaraos que conquiste no Recife as raes-
mas sympatlnas que soube inspirar no Espirito
Santo.
Colonos do Ncleo Suassuna
Uraa deputaco dos colonos dese ncleo veio
hontem ao nosso escriptorio e nos comraunicou
que, a raaioria delles, em numero de 60, vindos
de Jaboato, derigiram-se ao Srs. coronel Luiz
opi'raco. O autor convida as almas bem pas-
adas a seguirem seu exemplo- E preciso,
porem, dispor de rauto lempo, e bem se pode
1 irguotar o que ganhou o melro com a intimi-
dade ilo Sr. Stralton.
O Rclo^o de Lu/; XVI -Urna peca
histrica e d: grande valor que os colleccio-
11a lores julgavam perdida para sempre, foi en-
contrada lia pon-os mezes na colleccSo do Sr.
Hitty, residente em s. Francisco da California.
Trata-se do relogio do re Luiz XVI e que 0
infeliz principa usou no Tempto.
O relogio da fabrica Inglesa e tem a assig-
nalura de Howand, o mais celebre relojoeiro
de Londres do VVIIIseculo.
0 general Lafasette o tinba lido de presente
da Renjamin Francklin e;n 1780 e a sua volta
da America presenteara cora elle a Luiz X/I,
que o usava de preferencia a qualquer outro re-
logio.
11ra sabonete- de prata dourada ornado
de delicados arab'sco*.. Na face contrara ao
mostrador le se esla inserpgao era francez:
Oftereci lo ao general Lafayelte por Benjamin
Pranklin -I78J.
Na parte interna da caixa ve-se no ngulo
inferior os tres lyrios e esquerda o raono-
gramraa histrico, os dous LL en trelacados dos
Bourbons, que se encontrn tarobam oaa frisas
do Louvre e na porcelana d: Sevres.
OKineloseoplo-Haj i algura tamprque
-; falla de urna nova invenjjo de Edison, o
Kindotcopio, qua assegora areproduegao pho-
lographica, distancia dos objectos. a dar-so
crdito ao correspondente de Londres do.V w
York Herald s 1 vera dentro em breve urai cu-
riosa applicactto sua, combinada cora a do pho-
nosrapho, em Loo Ir-.
,'i'raia-se da representagao, em um theatro
loudrino, da lado o lerceiro acto de de ama pe-
ga de Sydney Grundy .Quera semeia ven-
ios. .. a. tal como s i pr s n '.a a intuir em
N iva- York
A grande difliculdade est em assegurar a
concordancia dos dous apparelhos elctricos, da
molo que cala movim-Mito e ca la soui de voz
dos actores american >s sejam instantneamente
reproducidos na scena de Londres. Conto-se
em me lia, segundo o Herald urna pliotogra-
phia por segudo, ou cerca de 75.000 para o
aclo que se traa de reproducir.
Quanto aos phonographos que se vo erapre-
gar, sao to aperfeicoados que reproduzem,
dizrse, at o twmj bem condecido dos actores
yankes.
Vaecina do Cholera-O Ti < do dia
8 publiei o seguinte telegramma de Colcutt
sobre a vaccina contra o cholera:
O Sr. HafBkine Pasteur. de i'anz. e o Dr.
Simpson, chefe do servico servigo sanitario de
Calcutt, esto fazendo lia alguai lempo expe-
riencias de innoculaco da vaccina aoti-chole-
rica. Os resulta los tein sido excellentes.
O Sr. Sirap'on propoz a municipalidade de
Calcuti continuar as experiencias durante mais
dous annos e lun lar um eslabelecimento Pas-
tmr se os resultados continuaren! a ser lison-
jeiros.
Feri.nentos-A's 7 liras da noite de
i3 do corrente mez, no lugar Berlengas do dis-
tricto de Maneota, c municipio da Iguarass,
travaram lula por queito de fanilia >s dous
primos Manoel Bapusta e Antonio Fabrcio,
sabiudo este ferido c >m diversas fac idas.
O delinquente cvadio-se e o oll'ra lido l'oi tra-
zado para esla cidade e recolhido ao hospital
Pedro II.
No mesmo dia 13, s 3 e 1|1 horas da tar-
de, no lugar Macacos, do dUtriclodo Pego. Lau-
renlino ferreira de tal ferio cora um aolpe da
fouce a Joo Felippe Santiago, evadindo-se de-
pois do crime.
l,ivro Furtado -Na subdelegada do 2
districto de S. Jos achi-se um livro em fran-
cez, iPables da Plorafi, qu; foi tornad > a um
gatuno, podendo, quera for seu lgitirao dono,
o reclamar all.
Coinprimentos Forara-nos enviados
cartes de coraprmentos da distincta cantora
Luiza Fons de Cal vera c seu esposo Jos Cal-
vera.
Penhorados, agradecemos a gontilesa.
Urna lei contra os uiillionarios -
0 deputado Watuu apresentou Cmara de
Njva-Jers um projeeto, pelo qual prope que
todos aquelles que possuem mais de ura millio
de dollars, nao podeui transmiUir aos seus her-
deiros por testamento ou da outro modo seno
1 milho de dollars e o resto da fortuna passe ao
Estado, que a dividir entre os diversos conda-
dos em proporcao da sua populago, servindo o
dinheiro para ser applicado s escolas publicas,
asylos de alienados e abrigos de inendicidade.
O deputado Watun sustenta aue a raaior
parte das fortunas que excedem Je milho fo-
rara adquiridas por raeios illegaes.
Demais, accrescenta elle, quem possue ura
milho, pode muito bem contentar-se tendo de
seguros a sopa, o cozido e mais alguma cousa-
0 nobre Watun tein la as razos, mas real-
mente a sua idea muito original, e nao ser
approvada, de certo, n"um paiz onde os millio-
narios achara sempre defensores.
Cosas d'Espana -A pella do touro Per-
dign que maiou Espartero foi dividida era uraa
certa quantidade de pedacos, que os amadores
conservara como urna reliquia.
A cabeca do animal sen vendida por
preco, porque at hoje o proprietao das
nes provenientes das corridas dos touros re-
cebeu offertas variantes de 1,500 a 2,000 francos
r bom
as carl
894 a 189, dando o seguinte resoltado :
esidente, Joo Baptista Ferreira da Silva;
ni. 33, 31 pavimento torreo
Ferreira Vieira, que em commissao da Inspec-
tora U-eral de Trras e Colouisaco se achara
neste Estado era lnspecgao daquelle Ncleo,
cora o pensaraento de reiterar perante S. 9 a
petigo que ji lh haviam en leregado, solici-
tando a ezpulso do dito Ncleo de alguus co-
lonos que Ihe erara nocivos, colonos cujos no-
mes estavam mencionados na alludida petigo.
Trausraittindo ao publico essa noticia, satis-
fazeraos os dezejos da supra-mencionada depu-
taco cujos intuitos accordes cora os de todos
os colonos, tornar patente a incorapatibilula-
de existente entre elles e o collejas, cuja ex-
pulso do Ncleo solicito.
Fallccimento-AntE-Inntcra, s II ho-
ras da macha, suxurabio a anciges pa.tecimen-
tos o inditoso moco Francisco Cavalcante da
Silva, no povoado de Cha de Carpiaa.
0 finido conlava 22 annos de idida, era sol-
teiro, e durante alguns anuos foi empregado
deste Diario.
B0111 Iilho como era, a sua falta bem sensi-
vel, especialmente sua familia a quem en-
viamos psames.
O amiga dos animaes -Acaba de apa-
recer em Londres ura novo jornal, intitulado o
Amigo dos Animaei, que tomou como divisa esta
phrase de Ruskin: Quem nao activamente
bom cruel Ora, ser activamente bom para
o Amijo dos Animies, nao 6 s tratar bem os
animaes, anda tomar-so de amizade para
com elles, quer sejam domsticos ou selvagens.
Assira qua no seu primeiro numero, o reve-
rendo StiMlton nos inicia nos progressos de sua
intimidade com um melro que elegera domici-
lio no seu jardim- 0 Sr. Stralton comegou por
se postar a alguns metros do niaho e dirigir ao
passaro palavras effectuosas e carinhosas. Re-
peta esses discursos umitas vezes ao dia, di-
rainuindo gradualmente a distancia que o sepa-
va do *ea interlocutor. E ao cabo da oito das,
diz o reverendo o melro permittio-rae, com gran-
de sorpresa, tocal-o cora a rao. sem dar mos.
tras Je receto. 0 artigo illustrado de pho-
_ O Dr'. Flavio Brederoies visitou 36 dotai- tographiaa representando as diversas paases da [>
Espartero o lerceiro grande toureador
mono na arena de Madrid durante este seculo.
Priraeiro foi o famoso Pepe Hillo, segundo Pe-
pete e finalmente Espartero.
O dia em que este ultimo toureador chegava
a Madrid, ura outro seu emulo, Gavera, eslava
gravemente ferido em Sevilha.
Ros -De Mantegazza os rios sao as veas
de nosaos planetas. Recebem a agua dos ca-
pillares das geleiras e dos lorcicolos dos mon-
tes, e acondusemao grande coraeo do Uceano,
que pjlas arterias das nuvens a restituir puri-
licada o trra.
Nos rios circula o sangue planetario, e nos
iraraoveis diante d'aquellaagui q>ie jamis des-
ee sera pousar, nao nos enfalam >> de admirar,
aquelie moviraento sempterna qu> dura desde
culos e durar at a ultima agona de sol mo-
ribundo, que a imigein mais viva e eloquen-
te, como a larra e um organismo vivo que se
move e nutre, e tera ura coraeo, arterias e
veas.
Os rios exercera sobre o hornera urna fascina-
cao mysteriosa : sentemno os poetas dos po-
vos clvilisados e o cantara nos seus hymnos a
poemas ; porque o no inspira mais fcilmente a
raelancholia do que a alegra.
Nos, nascidos hontem e proraplos a morrer
amanh, nao podemos sera tristesa contemplar
aquella onda que sem pausa segu o seu camt-
nho, e mostra aos nossos olhos donde vem e
para onde, vai. Esta agua que desee foi assira
vista, como hoje, pelos nossos paes da idade
media e pelos ausentes filhos de Roraulo, e re-
motissimos Etrucos e pelos horneas prehistri-
cos.
Todas aquellas gerages n'ellas banharara-se
derramaraio o seu sangue em guerra, abriram
carainhos, lancaram pontes e construiram di-
ques ; mas o no purificou as suas aguas do suor
do sangue dos horaens, revolveo pontes e di-
ques e de novo destrato as novas pontes e os
novos diques e continuou o seu caminho inexho-
ravel, instancavel e fatal.
Nada se assemelha mais a essa onda do que.
o correr da grande torrente humana, que tam-
bem vinda ninguem sabe donde dirigida sem
se saber para onde, passa atrave/. das paginas
da historia costeando os extremos do odioe do
amor, ora tinto de sangue, ora amargo de lagri-
mas e ora finalmente risonho aos ratos d ura
co sereno.
E as pobres goltasinhas d'aquella onda sao
subvertidos cora as gotasinhas rmas, que ora
nos afagam neis o ora nos subra:rgera nos tor-
velhinhos turbino3as.
E desde o primeiro instane, incessante, n-
fatigavelmenti, fatal, desee o rio ao mar, desee
a familia humana no ocano do desconhecido.
0 horaem, que observa ura rio nao vi ahi so-
menta a iraagera do proprio corno, mas ahi l
os destinos da humanidade. Nem todos os
pensamentos, que despertara cm nos o rio sao
porra tristes.
Aquellas corapridas fitas argentadas sao os
caminho3 pelos quaes o homcm transita ; e so-
bre as margeos dos rios o horaem con3truio as
suas raai3 vastas'e floride cidades. Se os rios
inundam, ^les fecundara, se os rios separam 03
povos, outras rauitas vezes os reunera e doma-
dos pela civilkiacao levam nos seus flancos
riquiz e*o pro3peridade. Elles nos ftUam n

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Diario de Perraamtinco QnaWareira 18 Je fulSio fio E$S$4
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- bramid is ila d istrnicao, mas com o
murmurar da vida que circula e trenu enlra os
tecidos dos campos e das florestas.
Rpido lama, ''lie d'alpestre v 'na.
Rodando imomo onde"! tuo nirae preudi,
Notte e di meco desio Ov'Ainor me, te sol Natura meaa :
Vatt >ne ranaezi : il tuo corso non frena
\ \ stanchesa ae son i b pri che pi
trillo al mar, Bao n'si mostri attendi
L'eroa pi rente, u Caria pin serena.
1'oIrarea.
ataaan PnMIcoNesse estabele-
cimenin roram abatidas 83 rezes para o consu-
mo do da de boje.
Casamenti -.-ivil O pserivo de casa-
mentoa nu- fancciooa nos distrietoa da loa-Vis-
ta, Greca, l'oeo e Yanca aflixou uo dia 7 do
crreme, na reparticao do registro, a ra do
Imperador a. 41, 1 andar, editaes de pro-
clama; 'e casamenta dos seguintes contra-
hrntcs
Segunda pubcago
Bacharel Lin lolpho Ernesto Alvares, viuvo.
eom Anl oa Amelia da Silva solteira, esta re-
nte na fregosla Ja Van a e aquello na de
S. Jos.
Prtmeira poblicac&o
Antonio Venancio Cavalcante de Albuquer-
Filhocom P. Maris Adelaida Pacheco, solteiros,
residentes na fregueziada Boa-Vista.
Inspevtoriu d< 'i." districto mar-
timo-Recife, 6 de Judio de i89i
toietiiu metereoiogico
Hora.'. Teru eenti- Barmetro Tmto do Hnmi-
vapor (.' :.'/'-
i6,P6 8i
18,12 :9
19,85 7o
I9,t3 73
18,11 73
,1 6.-8, i som-
i.lo i a <>")
6 h. 21.'04 760,-33
9 2i.'04 759,-97
12 tl.'iW 7o9,-66
3 t. |7*,0I 75;,-9
6 26',0) 7o'*,-:'
"'T-peratura mnima 21,2o
Temncratura mu tima 28.50
Evaporado em 2' horas ao sol 6.-8,
bra .
Chava nulla.
Direccad do vento : SW de meia noite at
6 h. 16 ni. damanh, WNV at 2 b. 50 m. S
al I h. 3i m. da tarde, S3E al 3 h. 11 in.. SE
at 2 h. 9o m. ESE at li. !2 m SE e ESE al-
ternados at 9 li- 09 m. ESE at l h. 50 m.,
WW al neia noite, 4 b. de culraa pela ma-
drugada.
Nebulosidade media 0,27
Itoletiin do Porto
Pra-Tiar ou Das Horas Altura
baixa-m
P. M. 16 Julho 9 h. 30 m. da m. 0-w
B. M. 16 3 li. 40 m da t. 1,-lu
Dr. l"r las (uimares, cntrou as 9 1/4 da ma-
nh e saliiu s 10.
Casa de DetencoMovimento dos
presos da Casi d: Del incSo do Recife Estado
de Pernambuco, em 16 de Julho de 1894 :
Mara Hieren de Jess, Pernambuco, 69 an-
uos, viuva, L. los.
Francisco da Rocha Franco, Sergipe, 31 an-
nos, solteiro, 8o..-Vista.
Antonio A Ivs de liouveia Muribeca, Pernam-
buco, 33 annos, casado, S. Jos.
Itosalina de Carvalho, 30 anuos, casasada, S.
Jos.
Josepha Cavalcante, Pernambuco, 3 anuos,
Boa-Vista.
Jos C. Ferreira Cuinnres, Peanambuco, 58
anuos, viuvo. "oa-V st i
igedo Maria la Conceicio, Pornambucj, 80
anuo?, solteira, Boa-Vista,
Auna Joaquina da Conceigo, Pernambuco, 6 >
annos: 'asada, Boa-Vista
Joo Nova, Pernambuco, 87 amos, solteiro,
Boa-Vista.
Claudo.nira Antonia do espirito Santo, Per-
nambuco, .1 das. Boa-Vi-ta.
Un feto do sexo feminino, Pernambuco,
Groga
Existan!
Entraran)
Sal i rain .
Existein .
A saber :
Nacionaes.
Mu Hieres .
Eslranaeiios
Mullieres
Total .
Arrasoados
Bons .
Doentes .
Louco .
Louca .
462
17
8
471
449
6
16
0
471
417
403
13
1
0
417
Total.....
Movimento da enfermara:
Nao houve.
Hospital Pedro II 0 movimento desse
estabeleci ment a cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, no da 16 de Julho fo o se-
guate :
Entraran] .... 4
Sahtrara..... 24
Falleccram .... 3
Existen..... 73o
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tea mdicos :
Dr. Maluquias. entrou s 10 3,4 da manba e sa-
bio s il 1/2.
Dr. Sim5es Barbosa, entrou s 11 1/2 da ma-
nh e sahiu s 11 3 4.
Di Uerardo, entrou s 11 da inanns e sa-
hio s 12.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 da ma-
nh e saino s 10 1/2.
D.. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manba
e sabio s 10 3/4.
Dr Vieira da Cunha, entrou s 10 1/4 da ma-
nba c sabio s 12 1/4.
Dr. Bastos de Oliveira, entrn s 10 1,2 da
mauh e sabio s II.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1/2 da ma-
nh e sahiu s ll 3/4.
Dr Simplicio Mavignier, entrou 3 8 1/2 da
manh e sahiu s 9 1/4.
Dr. Fre tas Guimares, entrou s 8 3/4 da
manh e sabio s 9 11.
Pbarmaceutico, entrou s 8 3/4 da manh e sa-
biu s 2 da tarde.
l.Viuiterio PublicoObituario do dia
13 de Julho de 1894.
Marcolina Ferreira Cato, Pernambuco, 50
annos, solteira. S. Jos.
Francisco Martins Cezar de Amorim, Per-
nambuco, 15 annos, solteiro; boa-Vista.
Augusto Estanislao Alfonso, Parahyba, 17
annos', solteira, Boa-Vista.
Umbelino Vires Dutra, Pernambuco, 85 an-
nos, viuvo, Boa-Vista.
Estephani, Pernambuco, 70 dias. Boa-Vista,
'Jen feto do sexo masculino, Pernambuco.
Boa-Vista.
Antonio, Pernambuco, 3 dias, Sanio Antonio-
Benedicta Maria da Conceigo, Pernambuco,
30 annos, solteira, Bo i-Vista.
Beatriz da ConceigD, Pernambuco, 71 annos,
so.teira, Boa-Vista.
Julio Cezar TeiXeira de Macedo, Pernambu-
co. 27 annos, solteiro, Boa-Vista
- 14 -
Manoel Joj da Silva Pimentel, Portugal, 66
annos solteiro, Santo Antonn.
Lfliz, Pernambuco, horas, Graga.
Maria Joanaa da Conceigo, Pernambuco,- 35
annos. soltnra, Boa-Vista.
Joaqnin Duarte Rodrigues, frica, 80 anuos,
casado, S. Jos.
Salustiana Maria da Conceigo, Parahyba. 2 >
annos, viuva, Recife.
Joo GualOerto, Pernambuco, 28 annos, casa-
do. Boa-Vista.
Maria Francisca do Carmo, Pernambuco, 29
andos. solteira, S. Jos.
Joanna Mara da Conceigo, Pernambuco, 50
annos, viuva, s Jos.
Simplicio Cabral, Pernambuco, 78 dias. Boa-
Vista.
Francisco Jos de Olivaira, Pernambuco, 60
annos, casado. Boa-Vista.
Manoel Antonio, Para.'iyba, io annos, solteiro,
Boa-Vista-
Jos Pedro Alejandre, Pernambuco, 29 an-
no?, solteiro, Boa-Vista.
Manoei Firrainodo Nascimento, Pernambuco.
30 annoi, solteiro, Recife.
- 15
Guilhermino Francisco dos Res, Pernambu-
co, V) araos, casado, R:cife.
Jos Caetano de Souza Cosseiro, Pernambu-
co 46 annos, cacado, S. Jos.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, 3.
Jos.
ElpLdio, Pernambuco, 10 meies, 8. Jos.
Maria 3'res Guimares, Pernambuco, 2 ho-
ras, Boa-Vista
Rosa Maria da Conceigo, Pernambuco, 27
annos, solt-ira, Boa-Vista. **
Manjel, Pernambuco, 4 diaS, S Jos.
Anatolio, Pernambuco, i0 das, S. Jos.
Pedro Jos da (Josta, Pernambuco, 50 annos,
solteiro, Santo Antonio.
Damiao lnacio de Senna, Pernambuco, 50
amios, soileiro, Boa-Vista.
Jos de Snuza Nascimento, Pernambuco, 37
annos, solteira, Gr.
Benuorinna Varia i!a*Conceigo, Pernambuco,
Mnpeflor Triiiuaal de Ismfh.i
JESSAO ORDINARIA EM 17 DE JULHO
DK 1894
PS38IOEHCIA DO 9B. OK. PBANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilit Coelho
A's horas do costume, piscotes ot Srs. >mxei
*>n nuasero lgale o Dr. prj-.aralor erai .1 >
Est do. foi aberta a sesuo, Japois de lida e ap
u'oval a?ta da antecedente.
Distribuidos e passados o* feitos, deram-3e
o< scKoiales
jrjLOAUStiros
Habeos-corpas :
Pacleo:e :
Jos Aurelism birreto de Alensir Fi.'bi.
tfmdu-se oavir o ju z de Jireito do Ruiqoe,
cooira o voto do relator.
Recursos crimes :
De GoyaTiaR-eorrcnte o folio, rtcorrilo
J-o Gomes Co-rea d OhveKa. Relator o ja i
GaivioNet,ou-se pro'iuieatj, unnimemente.
1)0 Boru 0on9eiliu Reco"enle o ja'ZJ, reeor-
nao Antonio Pelo a Silva. Relator ojoii
Ga'loa Vaz.Negou se provimenio, oaaniuie-
men:e.
Aggravo de petico :
Do Recife -AgravaaiegCoelhJ Pinto e co no.,
agtgravaJo A:e u e Chance. Relator o jotz Te-
xira deba. Adjuntos osjuiz-s Almelda e CoaU
Rllleiro. -N-gou-se provimeoto, ananim-iaientc
Do RecifeA^gravan e Pe-petu Mina da
-ocrigao, agg.-aVdJo Antood Jaciuiho Ferreir.i.
Relator o ja.a Qalvo. Adjantos os jaizej Tei
x-iM de Sa je Cirios Vaz.Dea-se provimemo,
Ojot-a e voiu uo relatar.
Dj ileciti-Aggravaate Jjo Jo? de Abren,
tf gravado Mnoel 'Jar ;, iio Ho'.elQo. Relator o
juiz Galvo. Adjuntos os juizes Costa Rlbeiro e
Aimeida.Sj se u jju ^ouneciuieatj, aoan:-
memeote.
Dj RecifeAggravanteJ os ynllcos da massa
fadid* da Laz ja Gami Bjndcira de Mello Bi-
z- aggravdcio Latz da Gi na H>- lei-a de M'Hj
lz-t. Hela o- o jqiz Cjdta RiDei-o. AJju-.ta-
os juizes Galvau e Caldas Brrelo. Negou se
provioiento, auaalmemeote
A^eravu de nxtrumeoto :
De Qjioap Angravaute Mano I Alves, a-
graaua D. Frauuisca Cordolma da Silva. Rea-
tur o juiz Carlos Vaz. A ui'ij u C'ia HiD;iro.=-Neoa se provimenio,
anaoimeaiete.
Provuo de solicitador :
JijCaetaaj de Aoreu.Caocedeu-se are
oovag! de sua proviso.
PA83AGBTN8
Do jaiz Tixetra de Sa ao jais Caldas Bar-
reto :
Appellago commercial:
Do RecifeAppellante D. Candida Baptista de
Azevedo Maia, appellado Jo VilelU ae Castro
M.rii.
DILIGENCIAS
Com vista ao Dr. substituto do procarador ge-
ral do Estado :
Appellago commercial:
Do RecifeAupellantej D. FredoHnda Alelia
deS Pereira e oatra, appeihdo Joiqntm Nico
lao Perreira.
Com vista as partes :
Appellago commercial:
Dj KecifAppellante Joi Lopes Macbado,
apnellada D. Mru Praocisua Mouteiro de al-
queira.
DI3TBIB0ig3K8
Ageravo de pengas:
Ao juiz Costa Rlbeiro :
Do RecifeAggrvaote a Patala do Euado
aggrarada D. Mara Carolina Tavares de Olive
ra.
Appellago crime :
Ao jaiz Teixetra de S :
De N.zareioAppeiiaue Roberto Joi dos
Santos, aopellada a jnstica-
Appellagoea commerciaeo:
Ao jais Almeida:
Da Hec,feAppellante Lais Ab-aaobet de Fi
(juePedo, appellada a CompaoQia Nacional de
Cam8a< eRoapa Braoca.
Ao jais Carlos Vax :
Do Recife Appellao'* Gailberme Aniones
Gaiaiares, appellada \ Compaobia Nacional de
Caronas e Roooa Braoca.
Eacerrou-se a sessio s I Qorai da tarde.
louro, muito insinuante, rauii;o sympa-
thico.
Ili vinta annos qua Magall.os Lima
sa tilioii na poltica quando fraqu-mtava a
facul.laJa clii dimito na Univarsidailo
de Coimbra.
A este ternpo j o uan da Uagalhlos
Lima andava espalhauo por todas as pu-
blioaoSes democrticas ou revoluciona-
rias, e foi da Coimbra que ello veio
para a poltica activa, redigirulo priraoi-
ro o Commcrcio de Portugal, entao dem-
crata, e fundando depois o SccuIj, a que a
domosraeia portugoeza dev8 qnasi todo o
sen enorme incremento durante! dez an-
nos, e que hoje o primiro jornal de
PtHrtaffsu sob todos os pontos u vista, e
utn dos nzelhoreo da Europa, fazando
urna tiragom diaria de 50 mil ex mpa-
res, e quo prora nao s a preponderan-
cia do nomo de Sagalhiee Luna, como
dos principios polticos que deftindd.
Nao 80 na itnprensa, mas tambom na
tribuna, liagalb&es Luna foi sempre um
aadaeioao combtante :Nao havia urna
rauni.lo republicana para que nao fossa
convidado, p irqao havia a certeza da que
sua palavra flueate, arrebatadora, seria
a melhor arma de incitamento o de per-
suagao. E arada hoja, quando sa an-
nuncia um comido em que Ma^alhes
Lima falle, l est a massa popular para
OOvir o sen Magal/iaes, que como em
7 f/si-soVelocidsda -990 aist-oe.
P.!:iCJ, , Frontn, iV
Prusaiano, Ti-
em que nao dependa de ningtiem, nem
mesmo da dynastia de Braganga que o
tem enfeudado & Inglaterra, no dia em
que metade da sua receita 22 mil con-
tofll nao seja absarvida pelos uros
da sua divida, Portugal ptider rehabili- ri;iao, R*^e*>/, Pediano,
tar-sae prosperar, t ndo a sua principal b*rio e Fumaga 2'.
fonte de riqueza na frica.
Mas para istn, mister quebrar pri- Os biiHetae di iogrejso par esta CDrri-
meiro a allianc.a com a Inglaterra, qua e I d, aoh>oi- il explorado; e como um paiz tenij Oorby Oiub, aa Livrarij F.-.iao:za e na
naturalmente de tar allidos, de ter sym- : rus do Qav% n.2.
pathias, por isso que os republicanos! ____^^^___^_^^__^,^_^^___
Vio procurando fazer a federafo ibrica, '
N*rch,>, Maurity *.% Frontn, Pru,aia- ao ponlo de ,nat|ir {rh e ai[)da de fazer
no a Pirata. ; rer aquella Torga ?
Nao applaudimos as mortes dos irmaos d
Sr. Cruz e nem defendiriaut s a quem quer que
tivesse praticado tal aitentado.
Mase preciso que o Ilustrado publico fiqae
com) meio de cliegarem mais tarde fe-
> latiaa, quando seja possivel fede-
rar sob quatro bandeiras republicanas a
Italia, Franga, Has anlii e Portugal.
Magalhioa Liini qtiein inaU se dis-
tingue n'esta campanlia cui bntn xito
,,<.,.... cujo
nao otTerece duvida, d'esdeque se opera
Lmses \ rsiio
? 11 il
Ai'imtccimcnto!* de Taai*at
O EX-DELEOADO DE POLICA DE TACA-
RAT TENENTE ABILIO GOMES DE S
NOVAES UO PUBLICO.
O mea vil detractor, Correia da Cruz,
urna transformacio poltica em Portugal ve0 n0 Jorlr7 do Recife de 12 do cor-
Lisboa o tractam, n'um tom di adinira-
c5o a fraternidade, e l est tamboin a
polica para dissolver a reunif, sa tanto
for preciso.
Em 18S5, esteva Magilhilas Lima pro-
so no Liraoeiro durante 39 das, por cau-
sa de um artigo qua nao agradou rno-
narchia :mas apezar de prozD, oscre-
veu do .s magnieos volumes ganda com o titulo A Rcvolta.
IIoj o distincto demcrata e vigoroso
jornalista dedica sa mais ao estudo das
questas socaes, o anda tambem empe-
nhado n'uraa outra tarefa muito patriti-
ca, qual a de levantar no estrangeiro o
nome glorioso da Portugal, ltimamente
coberto de vergonha, por causa dos seus
mos governos, passa metada do auno
no estrangeiro, viajando pelas pnneipaes
cidades da Europa, demorando-se de prafe
rancia em Pars, e das suas viageus tem
sahido escellentes traballios, como sejam
os seus ltimos livros Pela Patria e
pela Re publica Socialismo na Europa,
La Federation Ibcrique, c Primciro de
Mato.
Quando em 1890 a Inglaterra ultra-
jou Portugal com o 'ultimtum da 11 de
Janeiro e que a Europa comegou a olhar
com desdem para a velha naco, Maga-
llies Lima sahio a percorrer as princi-
pres cidades da Hespauha, Franga Ita-
lia, Blgica, Suissa, etc., realizando em
todas, mas principalmente em Franga e
Hespanha, comicios em que era levanta-
do o oome da sua patria, conseguindo
em pouco terapo urna notavel correte de
sympathia a favor de Portugal: e este
facto foi de to preciosos effeitos qua os
proprios monarchicos tiveram de os con-
fessar.
e H-espanha.
Os portuguazes que desojara a conti-
nuagao da allianca cora a Inglaterra,
porqua nao team amor sua Patria, nem
sentiram a afronta de 11 de Janeiro de
18J ', em que a Inglaterra araeagava
bombardear Lisboa, se id praso de n ho-
ras nao Ufosse assignado um tratado
pelo qual Portugal perdeu 640 mil kilo-
metros de terreno em frica !
O nome de Magalhes Lima hoje res-
petado e querido em toda a Europa, on-
de justamente considerado um des che-
fes da Democracia Portugueza.
MSICIANA
EPHEMERIDES LIYRCAS
18 DE JULHO
1791. Em Pars, no theatro Feydeau, vae a
scena a opera Lodoiska-, de Cherubini.
1801. Cimarosa aprsenla na scena do thea-
tro francez a 9ua opera Gianina.
1811 Nasce em Pars a cantora Paulina
Viardot, irma da celebre Malibran.
MARIETTA ALBONI
Jornnes da Europa noticiam a*morteda nota
vel cantora Marietta Alboni.
N.iscida na Italia, cidade de Casena, no anno
le Mti, a notavel cantora foi urna das mais
perfeitas artistas da sceoa italiana.
Apreciada pelo grande Rossini, Alboni depois
de ter estudado o canto |com Mme. Bertalatti,
em Bolonha, tomou as boas ligOes dos mestres
dos mestres, que a fez estrear no Scala no
anno de 1843 na opera Lucrecia orgia* de
Donizetti.
Em seguida fez-se ouvir nos priocipaes thea-
tros da Austria e Russia, dirigindo-se depois a
Londres e Pars onde foi sempre aceita com
grande enthnsiasmo.
Depois de urna toarof a America, contra-
hio matrimonio com o conde Pepoli, deixando
dedmtivamente a scena no anno de l8i-l.
Em noraanagem ao seu grande mestre, Al-
boni se fez ouvir, depois daquelle anno, era pu-
blico, por occasio do funeral feito a Rossini na
igreja da-Trinit-, de Pars.
Entre as principaes operas em que Alboni se
fez ouvir cita-se a Cerentola, Semiramide.
Nozzede Fgaro, Favorita, Profeta eRi-
goleto.
LITTERATUR'
DOIJ8 LI vaos
MAGALHES. LIMA
as livrarias da Europa, e America,
appareceram ha pouco tempo dous livros
La Fderation Ibcrique o o Pri-
tneiro de Matofirmados por um dos
nomes mais illustres e mais prestigiosos
%%&rih Santo. Pernam-!? democracia portugueza-Magalhaos
bucj,:J0 annos, solteira, Boa-Vista.
. ow pba Mana da ConceLgae, Pernambuco, 26
anuos, solteira, Boa^Vrsta.
- 16
Caetana Maria da Graca, Pernambuco, 62 an-
nos. viuva, S. Jos.
Maniel da Hora Lima, ?abia, 48 annos, casa^
do, Gii^a .
Lima.
Antes de noa referir-nos aos livros,
vamos dar uns tragos sobra o seu auctor
Magalhes Lima, que brazileiro por
nascimento e deve contar pouco mais de
quarenta annos, um homam de estatu-
ra mediana, o ar altivo, o bigote farto,
O livro La Federation Iberique foi
um verdadelro acontecimento e mereceu
a honra da critica dos princpaea jorhaes
da Europa, especialmente de Franca e
Hespanha.
E a impressilo causada por e3te magni-
fico livro foi de tal modo sympithica,
que o Ilustre demcrata foi alvo, em
Pariz, das mais eloquentes manifestabas
por parte dos primeiros homens das lettras
e da poltica.
Ha quem nao veja bem a federacao de
Portugal com a Hespanha, 9 os testas co-
roadas da Europa movem-lhe toda a guer-
ra"possiveI, o que, alias, acharaos natu-
ral.
A faderagao, que s realisavel com a
Repblica proclamada nos dois paizes,
ser urna solidada garanta para a esta-
bilidad^ da poltica futura : por isso
que a comba tem.
Entretanto, homens da saber como Oli-
veira Martins que monarchico sao
partidarios da federacao, nao s por que
vem ah urna garanta de instituicSas,
mas ama garanta d'autonomia nacional.
Nmguem se convenga de que a Hespa-
nha tenhahoje o pensamanto de abaorver
Portugal:se tal tentasse, tena de arcar
nao ao com urna guerra contra todos os
portuguazes, qua por principio algum
querem deixar de ser independentes, mas
certamente contra a Inglaterra, e talvez
contra a Europa monarchica, que seria
impellida para a lucta pela familia real
deposta, que entao firmara o seu throno
secularmente talvez. Sa os republicanos
portuguezes nao estivessem d'isso conven-
cidos, nao dariam um passo para seme-
lhante obra que seria a obra da sus. des-
honra e da sua vergonha.
Os monarchicos que mistificam, que
adulteram os intuitos dos partidarios da
federacao, julgando por esse meio solidi-
ficarem mais as velhas instituicoes, que
s providencialmente ainda se mantm
na pennsula ibrica.
Os republicanos de Portugal e Hespa-
nha trabalham para a federacao com a
Rapublica, mas s para que esta fique
assim garantida, e para que garantida fi-
que a autonoma nacional :cada nac&o
ficar com a sua bandeira, com oseugo-
verno, com as suas leis, com a sua so-
berana.
O que existir a federagoque equi-
valer a urna allianca ofensiva e defen-
siva, para que a Inglaterra nao cominue
a uzurpar Portugal e a Hespanha, talvez
para que Portugal reconquiste i.> sua
frica, e a Hespanha a sua Gilbratar.
Portugal, eremos, nao est destinado a
ser usurpado por nagao alguma ; en-
contra a sua torca nasuafraqueza.
E' paradoxal, mas verdadeiro.
A nagao que quizesse usurpar Portu-
gal, laucara a Europa n'uraa conflagra-
Co e nao o conseguira, por que ,todos
haviam de pretender o melhor qu;nhao.
Depois, Portugal um paiz arruinado
por urna dynastia perniciosa, um paiz
empenhado, mas ainda um pa z com
honra e com energa, e capaz d'algum
sacrific o. No dia em qne pague a sua
divida 9 para isto bastara vender um 6.a pareoPrado PornambooDoj*-1250
pouco do seu patrimonio coloaial=no dia netroi.
r' '
O Primciro de Maio, um elegante
(roame com 200 paginas, Ilustrado com
32 retratos dos homens mnis notaveis do
socialisrao europea, que o 8 assumpto
daste livro dedicado memoria de Ba-
til tfaloo, qua foi 11111 dos mais autori-
sailos e dos mais fervorosos defensores da
bandeira socialista.
Magalhes Lima, que nilo um egos-
ta, deseja mais alguma coisa do que a
proclamagao da Repblica em Portugual,
quer tambem que a futura Repblica
tanba um cunho perfeitamente democr-
tico, quanto possivel popular e social, de
rina a satisfazer as justas aspiraces
da humanidade, e a resolver a gravissima
situaco em que se encontra o proleta-
riado portuguez, sera pao e sem trabalho
da forma tanfbein a evitar complica-
ces que no futuro teriam de dar-se.
O Primeiro de Maio um livro es-
cripto sobre a impresso que lhe deixou
o Congrcsso Operario de Zurich, em
1893 ; nelle encontramos a descripgao
do que foi esse congresso, e tambem o
programnia socialista precisamente des-
envolvido e justificado, alem de copiosas
informagoas sobre os progressos que o
socialismo est fazedo na Europa, e
sobre os homens mais notaveis que o de-
fendera.
Como prefacio ao Primeiro de Maio,
escreve Magalhes Lima :
A celebrago do primeiro de Maio,
significa e representa, ao mesmo tempo,
urna affirmacao e um protesto : airma-
go de direit e de justica contra os pri-
vilegios e os preconceitos do mundo, e
protesto da humanidade trabalhadora
contra o despotismo e a servidao social.
Affirmar esse direito e relembrar essa
justga o dever dos que trabalham;
protestar contra a inquidade de qua sao
victimas, a obrigagao dos que soffrem.
Eiicontramos-nos em face de um velho
mundo que desaba. Os res e os dicta-
dores esgotam os thesouros dos seus res-
pectivos paizes em munc3es e arma-
mentos, e preparam-se para o supremo
combate. Por toda a parte a duvida e a
incerteza. Alguma cousa de sombro e
de lgubre caracterisa este terrivel pe-
riodo chamado de transieco.
De duas-, urna : ou a guerra irrompe
n'uma epocha mais ou menos prxima ;
ou a revolugo reb3ntar, como a conse-
quencia lgica, nevitavel, da crise eco-
nmica a que esta nova barbara, deno-
minada pomposamente exercito perma-
nente, arrastou as sociedades modernas.
O capitalismo explora, e a guerra mata
e aniquila. O operario encontra-se em
frente destes dois inimigos ; e elle, que
representa o trabalho e a produego,
combate os exploradores ; e elle, que
significa paz, amor e concordia, detesta
e odeia a guerra.
Reivindicar para a collectividade os
beneficios do trabalho e da paz, eis a as-
piragio do proletariado moderno.
A essas aspirac5es, chamamos nos so-
cialismo ; e, por seu turno, a gloriosa
commemorago- do primeiro de Maio,
nao outra cousa seriao a affirmacao
solemne e collectva das reivndicacSes
operaras.
Eis ahi o pensamanto geral em que
baseado o novo livro de Magalhes Lima,
que digno de figurar ao lado do Socia-
lismo na Europa, cuja obra o distincto
escriptor certamente vai completar com
A Critica do Socialismo, novo livro an-
nunciado para breve.
E nao ser este o ultimo talvez, por-
que Magalhes Lima um destes traba-
jadores infatigaveis, e que se enthusias-
mam, quando se dedicam a um principio
em que tenham f.
Nos que amamos as lettras, e que
profassamo8 as doatrinas do Ilustre chefe
da Democracia Portugueza, felicitando-o
pela sua obra, felicitamo-nos tambem por
possuirmo8 um to autorisado e to de-
dicado Alestre.
C. N.
rente mentindo a sua propria consciencia
com o fim do manchar minlia humilde
reputacao, :mprestando-me qualidades
que s elle as possue.
E em vez de procurar defender-se das
graves e procedentes aecusacues que lhe
tenho feito, de que o publico d teste-
raunho, vera ainda pelo contrario, com
sua costumada regatera, a tirar-me a
lama de que usa, e, nao sastisleito insiste
na torpe calumnia de ter tido eu cooparti-
cipayo em Tactos, que nao si deram como
elle conta, 110 qual nilo tive parte nem
mesmo moralmente
Como j expliquei em raeus preceden-
tes artigos, nao coneorri para as mortes
dos irmios do Sr. Cruz nao soube nem
ao menos quando seguio a diligencia, a
Babepdo, qu! taes mortes, comoj dissamos,
nao loram premeditadas c nem esperadas pela
r r;a; foi 9 resultado de una lucta travada
ntreos criminosos, que eslavam reunido,,e
preparados para agredir e a forca niunicXk
qu; os foi bater e prender, ou despersar.
Se; os infuluos rmos do 3r. Cru nao eram
criminosos, o que nao est provado, e era pre-
lendiain commelter crime para que sj ncliavam
reunidos com aqaellcs para tal Um i
Ouen no qnet ser Lobo, nao lhe vista a
palle, diz o adagio.
Em lo lo caso forja confessar qu <. o assas-
sinato'do capHao Antonio Leitinho framente
premeditado de longo ternpo, muito mais gra-
ve, trae aquellas mortes de criminosos dadas
i'in resistencia.
O Sr. Cruz leria ganho mais seno trouxesse
esta questo para a imprenaa; pois ninguem
dir que elle ten'ia razao de censurar as mor-
tes de seus Irm&oa quando antes havia man-
da lo asassinar um homem importante de Ta-
carata, que era chefe de um partido e Prefeilo
do municipio, por motivo puramente poltico;
assnssinalo que foi execulado por seu proprio
inno Andr Gomes da Cruz e outros, como
ficou provadisiino ja ein outros artigo.
Varaos agora nos oceupar das cartas trans-
criptas na -lia/, ta da Tarde.
Ni de l de Muo ultimo, jtranscreveu o Sr.
Cruz trechos de tres cartas quj lhe foram en-
viadas de Jatob.
Na prime ira, de 6 de Janeiro, que nos dizem
d'aquella villa ser dirigida por um Sr. BrazL
empregadv na estrada de ferro de Paulo Af-
fonso, nada diz que justifique o brbaro as-
sassinato do infeliz Leitinho : apenas diz aquel-
lo Sr. que em Jatob estavam se praticando
actos to travs em nome do digno (overna-
ilor deste Estado, que elle nao acr9ditava que
fossetn autorisados por aquella autoridade.
Mas nao diz que actos eram e nem quera es-
tava os praticando.
Km seguida diz a me?ma > carta, que o Lei-
qual foi resolvida de momento em faca i tnliu nao cessava de perseguiros amigos do
de denuncia de que os criminosos estavam'Sr. Cruz, de u*n modo de rail peca'los. Sim-
reunidos em Joazeiro para vir atacar Ta-
SPORT
Derby Club de Peroaaburo
Ilontetn leve logr a inaoripgao para
sorrida de domingo, osando saaim org
nisad :
1. pareoConiolaeio800 etroa.
En, Soprano. Deatroyr, Furioso,
Tnamvirato, Zg Z.g, Gam e Tarba-
leeto*
2." preo=Derby Club1200 metros.
Piryiampo, PiramoD, rriumpho e Tu-
do-fi
3.' pareoProspartiiado-----1.250 me-
tros.
Toulon, Berl-'m, Patchouly e Malaio.
5 pareoLiberdade1.050 metroa.
Pirylampo, Triumph?, Aveatoroiro e
Plntlo.
caratii, e eu achava-ma em Jatob quan-
do tudo aquillo se deu.
Portanto, a respaito, nao posso ser
responsavel nem ao menos moralmente ;
por aquelle facto e s ura homem per-
dido pode vir dizer o contrario.
Mais Correia da Cruz, nao trepida
diante de cousa alguma em falta de de-
fesa atreve-se at a dizer, que sou porta-
voz, quando todo publico sabe que tenho
vindo a imprensa defender-me da aecusa-
goes alias graves, adradas contra raim no
carcter de autoridade policial e com-
mandante de urna forca. j por aquella
vil creatura conheeida por Correia da
Cruz e j pela propria Caseta da Larde.
Em raeus artigos directamente ainda
nao defend pessoa alguma a nao ser
minha individualidade e por tanto tam-
bem, nao posso sar considerado testa de
ferro, como bem pode avaliar o publico
E nem tenho invertido factos alguns
na formal accusaglo ue continuo a fazer
contra os actos reprovados e criminosos
de Correia da Cruz, e nenhuma precso
ha para isto desda que s digo a ver-
dade.
O que tenho dito e affirmado de modo
claro e evidente que Correia da Cruz
foi o mandante do assassinato do capito
Antonio Leitinho, prefeito do municipio de
Tacarat e chefe do- partido governista;
que foram mandatarios deste to brbaro
crime Andr Avelino Gomes Correia da
Cruz, irmo de mandante e outros todos
gante- que s ouviam e faziam o que fosse
mandado por Correia da Cruz.
Disse mais que este crime havia sido
praticado por diversos motivos :
1." porque Correia da Cruz attribuio a
pr3o que soffreu com seu irmo Andr
adenuncia dada por Leitinho ao governo
contra o que elle dizia e fazia em Taca-
rat, relativamente a revolta, e tanto
que na occasio da prisao disse na pre-
senga de inuita gente que logo que fosse
solt Leitinho lhe pagara.
2." porque de longa data mantinha
inimizado poltica com Leitinho, inimi.
zade que mais se assentuou depois da
morte do cidado Francisco Bernardo de
Araujo, cuja morte Leitinho muito ex-
forgou-se para que nao ficasae impune.
3 porque fo morto em Tacarat por
urna patrulha que fazia ronda no 1 lugar
por ordem do juiz do districto cunhado
de Correia da Cruz, um dos horneas que
tambera foi prezo com o mesmo Correia
da Cruz, e seu irmo Audr cuja morte
foi at tribuida a influencia de Leitinho
que s soube do facto pela communcagao
oficial do mesmo : A*
4.' finalmente por Cerreia da Cruz t-
trbuir a Leitinho nao ter elle tido um s
voto em Tacarat na l eleico de 1 de
Jareo do crrante anno, Ora, quem falla
assim firmado na verdade dosjfactos, nao
precisa inventar cousa alguma.
Note o publi o, isto mais ou menos
consta de depoimentos que tomei como
delegado de polica em Jatob por occa-
sio das averiguagOes que fiz sobre a mor-
te do capito Leitinho e publico e no-
torio n'aquell municipio e no de Flo-
resta.
Por hoje paro aqui, em outro artigo
continuare! a dar a resposta que por ora
me ocenpo, mostrarei ao publico quem
o infame,causa de tud^ provao tambem
qua o Sr. Correia da Cruz, nada disse
em seu alludido artigo que fosse' verdade,
e por isso pensando que levara alguma
l. mais ha de sahir tosqueado.
Recife, 17 do Julho de 1894
Tenente Abilio Gomes de S Novaes.
phsmente isto : nao dis^e em que consista as
persegmedes de mU pecados.
Isto nao serio e nem podo ser acreditado-
i'ois o Sr. Brazil no meio de tanta presegni-
C&o. como diz, praticada contra os amigos do
Sr. Cruz, nao achou seqner um facto para al-
legar em pro! de sua afrraagao!
E' que desde muito all eslava funecionando
entre os amigos do Sr. Cruz, que nio podiam
ver com bons olbos o cipitao Antonio Leiti-
nho, a cimpanha da caluranh contra aquelle
AeonteinaentoM de Taea-
rat
VIII
O Sr. Cruz na impossibilidade absolocta de
poder defender-se, procura desviar e entreter
o espirito publio>. transcrevendo cartas, que
diz ter recebido de Floresta e Jatob contando
historias que nunca se deram do modo por ^ue
s.o relatadas.
E po isso longa de, com taes cartas, conse-
guir atenuar a posigo desesperada em que se
acba callocado nesta questao, cada vez se con-
demna mais.
Da carta que diz ter sido escripia de Flo-
resta por seu filho.. transcripta ao Jornal do
Recife-de J7 de Maio Ando, v-se que houve
resistencia c lucta, entre os criminosos a for-
ca municipal que os atacou, circunstancia que
era negada pelo Sr. Cruz.
Diz anda a mesma cirta que dita forca foi
obrigada a fugir perdendo um aomem na lucta.
O que se segu desta deelaragao, feita pelo
proprio filho do Sr. Cruz, que os taes malva-
dos nao satisfeitos com a morte do capito An-
tonio Leitinho, estajrao com effeito preparados
no lugar Joazeiro, para novas emprezas, con-
forme ohegou ao conhecimento do juiz*do 2o
districto d'aquelle municipio, 1 supplente em
exercicio, comoj dissemos em outro ajtigQ.
iSino tivesse havido accordo entre os crimi-
nosos, e nao se achassem reuntdos e prepara-
dos, como poderiam resistir a urna forja legal
infeliz homem, que tinha defeitos verdade;
mas nao era assa3sino.
A outra carta de 6 de Abril escripta pelo
mesmo Sr. Brazil qualitica bem este indus-
trioso.
Hasta v(*r-sn o modo por qne elle commua-
ca ao proprio mandante do crime, a morte da
capito Leilinlio, de quem se diz amigo.
Sem peijo algum com;gao segundo periodo
de sua alludida carta usando dos seguintes ter-
mos : 0 meu amigo capito Leitinho etc,
mandando matar e espancar te ve por conse-
quencia de receber diversos tiros etc.
Em outro di/.: Pobre Leitinho ha muito
tempo que andava pagando a quem o matasse
Depois diz ainda : Sinto muito a morte de
Leitinho, pois sempre me dei com elle, mas
nao posso deixar de reconhecer que foi elle a
causa de sua morte.
O publico comparando esta carta com a de'6
de Janeiro, pode ver que qualidade de hornera
e este Sr. Brazil; que amijo tinha o infeliz
Leitinho !
Homem que procedo desta forma nSo me-
rece a menor attengo.
Agora veja mais o publico ; Brazil escrevea
em data de 6 de Abril isto 5 dias depois da
raorte d'aquella infeliz homem, e urna s Dala-
vra nao. da acerca do autor ou autores do at-
rae praticado contra seu amigo, caja morte
sentio tanto; quando logo no dia 2 era publica
e notorio na villa ter sido Andr, irraao do Sr.
Cruz e outros os autores d'aquelle brbaro cri-
me :
Veja o publico a parcialidade deste mscate
sera consciencia, e avahe de quanto poda ser
elle capaz:...
Foi este mesmo Sr. Brazil, que offereceu nat
jantar ao Sr. Cruz, segundo nos mandaran
dizer de Jatob, por occasio da prisfio do
mesmo, err- cujo jantar foram levantados di-
versos- brindes todos polticos e onde os gover-
nos quer do Estado quer Federal foram ben
elogiados,
A outra carta de 2? de Fevereiro escripia
pelo Sr. Coriolano de Araujo Lima, ex-presi-
dente do Cooselho Municipal e cnefe do parti-
do violo ir aquelle municipio:,' pessoa 1 ainda
mais suspeita que o autor das outras cartas.
Falla tambem vagamente de perseguces
atrozes praticadas pelo Prefeito ; de ameagaa
que aquelle fazia de matar no meio da ra,
um dates.
Mas era ao menos diz contra quem foi e eot
que dia foi dirigida essa ameaga. Matar um
elle*: isto muito vago e nao pode merecer
attengio.
Diz mais a mesma carta, que os eleitores
nao podiam votar por nao haver garantas; que
em Jatob eslava um horror, pelo que nao pe-
dera pleitear as eleigOes ; mas nao diz em que
consista este horror e nem a razio da falta de
garantas, em que consista essa falta da ga-
rantas ; o que ja tinha havido a similhaute
respeito, e qnal o procedimiento das autorida-
des, que tal demonstraaae. Puras e simples .
deoiamagOes para produzir effeito,
oSino nos fuloaa.-memoria, ja diisumos. eat
ontro artigo, que nenhuma. r .clanacao houve
sobre eleigo ; quer antes destas, quer duran-
te o pleito e quer depois.
O Sr. Coriolano, autor da referida carta, de-
claro*! publicamente e sera pedir reserva algu-
ma, qua deisava e concrorer as eleiges de 1
de Marco, por que nao reconhecia como chefe
de seu pardo, isto do mesmo partido do Sr.
Cruz, o Dr. Martins Jnior; e que alm disto
nao eslava mais disposlo a gastar dnheiro em
(-poltica sera resultado algum.
Se o que dissemos a similhante respeito ent
outro e neste artigo nao verdade ; fcil ser
ao Sr. Cruz obter do Sr. Coriolano um desmen-
tido. Se este nao disse era Jatob o que ci-
ma dissemos, que venha declarar.
Quem falla assim Sr. Cruz, 6 porque nao se
tem at hoje afastado da verdade, quer nesta
exposif o quer em outro qualquer negocio ; e
por isso nao teme ser com fundamento contes-
tado.
Depois de ter o Sr. Craz, feito considerajes
sobre a respettabilidade des signatarios das
cartas de que nos temos oceupado; vem dizea-
do, qua quando se esperava que o estado de
cousas melhorasse com a chegada do juiz de
direito Dr. Assis Rocha, foi o contrario; por
ter-so espalhado a noticia de haver sido dis-
tribuido 150D cariuchos e 33 espingardas Com-
blaim levados por aquella autoridade em sua
bagagem para pleitear as eleigOes de 1 de Mar-
go.
Ora, Sr. Cruz, minta menos; n seja to
desasado as suas historias.
Onda foi que aqnellb Dr. levon em sua ba-
gagem espingardas e muniges para 1 pleitear
as eleigOes de t de Margo ?
0 Dr. Asis Roha, seguio em um dos vapo-
res da Companhia Pernambucana, em principio-,
de Fevepeiro, senq, nos engaamos; acilo
Sr.<:rTO provar, que- aquelle Dr. levou arma-
mento e sua bagagem.
' O caso deu-se de modo muito diverso.
Tendo o tenente Abilio requesitado ao poder
competente armas e muni5es para o pessoal,
que eslava, em virtude de ordem superior, en-
ganjando para o corpo de poiicia dese Estado,
foram enviadas ditas armas no mesmo. vapor
emque.seguo o Dr. Assis Rocha, por ordem e
conta do governo do Estado e nao como baga-
gem do mesmo. 1
O Sr. Cruz bem sabe disto ; masi quer sem-
pre andar distante da verdad.'e nao tem peje
de estar sendo constantemente desaantido :
Diz MI* aisda que aquellas armase arani-
gOesi qne tanto assustaram a pacica ppala-
gao 1 e Jatob, foram distribuidas a sicarios
para se fazer as eleiges de 1 de Margo.
Quer saber o publico quando foram:; recei-
das aquellas armas e municoes peto tenente
Abilio ento delegado daquelle municipio ?
Smente no dia 25 ou *7 de Margo,, isto 6 .
\
r-
I



T
i


n

A
muitos (lias depois das eleicOes. Este arma- nomes que o firmavam e disse d'antemao
mente foi reraetudo de bordo de um dos vapo- que nio pr98tava, palos simples facto de
S^^Effi.WSS? aS5t senhoras-grande argumento !-se te-
de esteva algaos das, sendo depois reinet- rem oceupado com o assumpto. liema
tilo cara a'estacao de Jatob. turados os simples...
Ouem entregou dito armamento ao tenante Em summa, esta trra pequea e os
l^.Sf'Wfff-S^Si 7"*** bemconh|ciqdos; o pu-
SUS tinioi mesmo que Ihe enviou as cele- buco deve ter comprehendido o alcance do
v^sValJas de 6 de Janeiro e 6 de Abril dest noticiarista que sem competencia para
mio Kuaasj nos referimos nes te artigo ; aconselhar a quem quer que seja na raa-
h ffiSS* Pro-o contado i teria em que ]ambem prmcip.ante.assu-
ISws alarmado. me uns ares de proteceo que nmguem
|l :s cortamente nao o far e neiu mesmo se leva em conta nem pode despertar outra
atrever a insistir em semiltiante mentira. cousa que nao seia um riso voltaireano
O publico ha de convenesr-se que o Sr. Cruz} ,
& m honem indigno da sociedade em que tem; D0B *oios.
e um nouipiii s p01s gque sabendo o critico relem-
Alei 4e W ura assassino vulgar, um ca-j brando urna phrase de Tobasque S. S.
lunminlor manhoso a um politio sera creneae, n5o passa e um ^j,o serio.
sem loaldade, disposto sempre a atraicour e r ,
Diario de Peroambnco -^marta-felra 1 de ful lio de 1SQ4
sepi
Dga
Elle atraicoou
iu iH qum o tirou dos
ensaar as pessoas de quem se aproxima
- e euganou o Bu rao de i aiara,-------
Vendo-se
No(a.=Si quer convencer-se d'isso ve-
erais perdido, sem apoio na partido liberal de naa a publico dissecar o trabalho em
ntio, foi aier sua profissao de f no partido
ethoco," que coinecou apenas a surgir, cora a
nova ordem de cousas que separou a Igreja
dYUsU hornera mais de urna vez faito som-
bra do Rvdm. Padre Augusto nmguem entao
era catholic, raais fervoroso ; muguen dispu-
nha de tnaia elementos no sertao e poda au-
xiliar raelhor aqualle nascente partido, que pou-
ca ida teve por ter vindo antes de lempo, que
aqualle Sr. Cruz, que esta sempre disposlo para
a Inicuo aualquer qu>i ella seja.
Tes cous,sqdisse a aquelle Ilustre conego
u tai mais ou menos acreditado, nao haven-
uo mais duvida quanlo a sua cillocacao na cha-
pa d'aqnalle partido para deputado federal.
Vendo porm que a cousa nao promettia bora
multado, foi o primeiio a abandonar aquel
I
resultado, foi o primeiro a abandonar aquelle
nartido e ir tornar-se sombra o Dr. Martin
Jnior a quem segundo dziainlfl poda seguir
Sor nao ter aquelle Dr. rehgiao alguma e elle
por nao ter aquelle
nao nu'ria negocios com urou-
Enqu* certSo publico, que o Sr. Ow anda
naoaSandouou o Sr. ""^tfJaJ
occasio, e achar-se a espera da cebla do
Revoto mas nao lana em fazer.
\ u ultima eleijao todas as cartas que elle
dirijo para o 5. districto, apena? si recotnraen-
d^a a st: devendo ser candidato por si so e
nada tinha cora a chapa do partido.
Ao passo que elle assim proceda, o Sr. io-
do' rao braco direilo do Sr. Croa no municipio
de Tacarat, disia que nao concoma a eleicao
por nao racnhecer o Dr. Martin Jnior como
chefe de seu partido.
feto i 6 algumi cousa e mostra de quanto
pod-' elle ser capa/.
iContimtn)
l
- ;3 Xotaw pessimislas
: O publico leu a apreciarlo produzula
or um redaetor da Caseta da larde to-
ta um opsculo da lavra de Ernesto
Santos e Manoel Aro que publicando-o
fizeram-n'o sem pretencoes e sem apre
sentacoes de algum figurao lilterano,
() odio vtl/io nao canea, e o exterminio
que tem sido votado os nomes d'aquei-
las mocos, por parte de um certo gru-
po littrario, especialmente um d'elles,
contra quem se tem usado das armas s
dignas de adversarios desleaesesse facto
observado de algum terapo a asta parte
mais urna vez teve repercursiio a propo-
sito do alludido trabalho.
Quem quer que fosse o auctor de tal
noticia nao toraou a serio a seu papel de
critico, ou nao pode comprebendel-o
talvez pela sua pequenhez de vista. O
que se leu na Caseta de bontem nao
urna critica, nao urna noticia litterana :
o echo apenas do despeito, do antigo
despeiio da parte de uns, sem o menor
espirito de justica e imparcialidade/que
intehzmente timbram sempre em dar urna
copia de sua falta de educacao.
De certo, quera deu a referida local nao
teve necessidade de lar o livro : vio os
questao. e veremos
---------------^
Ao ll.ir.lo de .^(azurotli
Eu que somente a fronte curvo
A." hoieslidade, a honra e a virtude,
Que nunca adulacao sagrei|na vida
Um cntico se quer einbora rude
I>ar-le veuho, sincero, boje meus carmes
Arrastado por dever de gratidao
Externando o que sinto dentro d'alina
E inunda de prazer meu coracao.
Tu'alma grande sempre devotada
A' virtude, ao amparo. ;i honra s
Teo uobre coraco onde se aninha
O amar, a gralidao, a f. o d ;
Tua ndole modesta, art'avel, dcil
Fidalguia jamis vendida ao ouro,
Taea sao os dotes ante osqaaes me curvo
Para mira eis qual o leu thesouro.
Partinpo, nao poda t' esquece-
Pois nao fui, n.''.o serei nunca um ingrato
Recebe quanto pode a alma dar-le
Quanto pode te dar meu peito grato.
A tua esposa, o anjo explendi lo e brilliante
Que vivifica leu lar de grapase de luz
Eu mand >, como anjo, a saudac&O pujante
Que impe sua virtudo e a gracaque lranlu
N i ivpo da virtud enplendido e to bello
Que'fora urna utopia querel-o descrever
Saudo da virtude o ntido modello
Saudo a magestado e o typo do dever
AUGUSTO PACCA.
R. F. T.
Recreio Faitiiliiir da Torre
O abaixo assignado declara a seus
amigos que o acompanbaram na organi-
sa9lo a conservaco da Sociedade Re-
creio Familiar da Torre, de quem fui
seu indevido presidente, que desda as 8
horas da uoite de 15 do crrante desli-
gou-se com o procurador dos cargas que
indevidaraente oceupavam e bem assim
de socios do mesmo Recrjio.
A esses amigos, com especialidade o
Sr. Dr. Barros.Sobtinbo, que actualmen-
te se acba de viagem na Europa, agra-
deco as attencoes que me dispensaram ;
e a sociedade desculpas se bem nao geri
o seu destino Jurante o tirocinio de 7
mezos e 8 dias, tempo de sua fundaeSo,
restando-me o dever de cortezia em dese-
jar-lhe um brilhante futuro, seguindo
sempre urna larga avenida saneada de
aromticas florea, am de ser dotado este
infeliz lugar de um ponto de distragilo.
Recife, 17 de Julho de 1894
Antonio Pedro de S Bar reto.
Bol a L'ommereial de Pern&m-
fcuco
CDTACOBS OFFICIAB8 DA JUNTA DOS CORBKCTORES
Praca do Recife, 17 de Julho de 1804
Cambio sobre Londres a 90 d/v A 9 3/16 a por
1*000 de Banco.
Na Bolsa cffereceram vender:
500 Acces do Banco Popular do valor resil-
lado de 10*000 11*000 n-dividendo.
O presidente
Angcr'" Pinto de Lemos.
J secretario,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Cambio
PbaCA DO beciFB
Os Bancos boje abrirsm com as taxas de 9 1/8
9 3/16 d sobre Londres a 90 das, entre as
mesmas baveado oscllacOe^ durante o dia.
Fiieram-se traosacgOes algo regulares.
Em papel particaiar derar-ae algumas trans-
ac;6es 9 1/i d com eDtrega no praso de 30 das.
Cotaees* de gneros
Para o agricultor
Assocar
Cr:8talisado por 15 kilos a ?*000
Brinco dem dem .... 5*500 a 8i000
Somecos. dem d^m 4*100 a 4^400
Jascavado u'em dem 3*100 a 3*300
Broio dem dem 3*200 a 3*500
Bruto melado .... 2*800 a 3*0C0
Reame :dem dem. 2*300 a 2*500
.41 goda o
Cotamos as de boas procedencias 12*5G0 pr
15 ktlos, sem constar negocios.
tleool
eor pipa de 480 litros 365*000
Afioardeate
Po: ipa de *80 iitros 200*000
tfaarot
faccos salgados na base de 12 kilos a 795 ret
Verdes a 485 res.
Carnauba
k>ta-se je 13* a 21*000 por 15 kilos.
el
otamos nominal a 130*000 por pipa.
&ipvffaeo
Recite, 17 de Jalbo de 1894
Fsra o exterior
No vapor inglez Scholar, para Liverpool,
carreeara-n :
V. Njesen, 63 fardos com 9,675 i^hos carojee
de al;;odio.
Companbia de Es'.iva, 165 saccas com 9,970
kiljs le aitodo.
Para o interior
No vapor nacional Comet, para Porto
Alegre, carregaram :
CompioQia de Es'iva. 100 barricas com.....
11.104 k;lcs de assocar brando.
Amorim Irmos & C, 380 saceos com 28,500
kiba de asaacar braoco.
J. A. C Viaooa, 50 barricas com 2,000kilos
de emente de caraaoba.
Companbia de Alcool, 30 pipas com 14.100
litros de sgairJente.
P. Pinto & C, 25 pipas com 11,750 litros de
agurdente.
1. Bailar & C, 250 saceos com 18,750 kilos de
aasnear braoco e 0 pipas com 2,350 litros de
aguronte.
Para Pelolask carregaram:
P. P dio < C, 25 pipas com 1 i,753 htros de
aturn-nte
J. Bailar & C. S0/2 ipas cm 11,750 li-ros
de acoardeote e 200 b.rrica coin 21,683 kl!o<
de assocar braoco.
Pdra 3io Grande do Su', ca-rega-am :
J. Baltar & G, 32 cas:os som 7 990 I iros de
agurdente.
ro vapor allemao 'Capa, para Santos,
carrejaran) :
P. Garoeiro 4 C., 1,600 saceos com 96.000
kilo? de assacar braoco e 1,400 ditos com 84 090
ditas de dito mascavario.
J. T. Garreiro. 200 barrls com 18,000 lltr js
da agaardeite.
Para Rio de Jaoelro, carregaram t
J. da Costa Perreira, 30 pipas coru 14,100
litros de agoardeote.
P. Caroeiro & C., 24 pipas com 11,250 tiros
dealcool.
No vapor iagle Laplace, para Sanos
carregaram '
M. A. de Sena fe C, 10 barricas com 450
kilos de assocar retinado.
No vapor allemSo Palagonla*, para Santos,
carregaram :
L- da Gasta, 10,000 cocos frocta.
J. C. Mede ros Vareda, 50 cixas com 1,700
lit'oa de oleo de mamona
P. d Oliveira Maia, tO barr com 900 litros
de alcooi, 500 saceos com 30,000 kilo^ de asqu-
ear braoco e 300 ditos com 18.00J dito3 de dito
miscavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
L. A. oa Corta. 20,000 co-.os frusta.
G Paclle, 200 saceos com 12,000 kilos de
assocar b'aoco.
G. Paolle, 200 saccoi com 12.000 kilos de
assucar braceo.
G. Pessoa, 423 saceos com 25,380 kilos de
assocar mase .vado.
I. G. M. Venida, 100 caixas com 3,400 litros
de oleo le mamona.
?. de Oliveira Maia, 25 pipas com 11,750 litros
de agurdente e 30 ditas com 14,100 ditos de
alcool.
Nj vapor nacional Manis-, para Victo-
ria, carregou :
J. T. Garreiro, 100 barris con 4,503 litros de
agurdente.
No vapor nacional Jaboatao*, para Pene-
do, carregaram :
M. A. de Se a & C, 10 barricas com 600 kilos
de assocar retinada.
No patacbo rag'ei Ventare, para o Para
carregaram :
A. Irmaos & C-, 10 pipas com 4,700 litros de
alcool e 1,000 barricas com 71,777 kilos de
assocar braoco.
Na barcaca D. Julia, para Aracatj, carre-
garam :
Companbia de Estiva, 3 barrica' com 240 kilos
de assncar retinado e 3 ditas com 270 ditos de
dito brarro.
J. CorJoso, 224 caixas e 15 garrames com
3,144 litros de genebra, 10 ditas coro 80 iiiios de
cognac, 8 ditas com 64 ditos de capil, 9 ditas
com 73 ditos de licores a 74 ditas com vtnbo de
froctase
Para S. Loii, carregaram :
M. L de Si & C-, lO caixas com 200 ki'.os de
sabao.
No blate Neptona, para Mossor, carre-
garam :
L Altfciroi G., 2 barricas com 100 kilos de
assacar branco. 1 barril com 50 litros de agur-
dente e 18 calas com 376 kilos de sabao.
Companbia de Estiva, 10 caixas com 230 kilos
de sabio. 4 barricas com 300 ilos de assacar
raneo e 1 dlia com 60 ditos de dito retinado.
T. Lapa & G, 21 caixas com 168 tns de
genebra.
Na barcaca J. da Penba,. para Macei,
carregaram :
T. Lapa & C.,* 10 caixas com 100 litros de
cognac. .
"" '"

RECORDAgAO ETERNA )
1
1. ANNIVERSIRIO
Itr. Manoel Joui|ii :i
Silvelra
Herraiiia Amalia Guimaries
Silvelra, sea albos, netos, oras
e genro, ausente), convidara seus
prenles, collcgas e amigos do
seu presado marido, pai, avo e so-
gro, DR. MANOKL JOAQU1M
SiLVEIBA. a assistirem as mi-
sns, que, por sua alma, nandam
celebrar,sabbado, 21 do correte,
\." anniversano de sju infausto
passanicn'o, as 7 1/2 horas da ma-
nda, no convenio ilo Carino. cidade, o agr.ul -cem, desde j i,
todos que comnarecerera este
arto de religi.o e caridade.

criar, aconaelhou-me o Peitoral de Cam- conv>er. D V. S. amigo, (triado
MB)
Ctdadc do Cabo
Nao respondo a serie de inverdades es-
criptas no Diario de boje, pelo meu roci-
nante por alcunha Joaquim Varejo ou
Sancho Panca, porque espero a publica-
cao do documento que vai fornecer meu
illustre collega Dr. Jos Osorio de Cer-
queira.
Racife, 17 de Julho de 1894.
Luis Fernanda
que
Ao coinmercio
Os abaixo assignado.s declaram
dissolveram amigavelraente e de commum
accordo, a sociedade que tinham no ar-
inazem de enchimento da ra da Moeda
n. 9, que gyrava sob a razo de Tava-
res, Lapa & O., acbando-se o socio Jos
Elias Soares d'Amaral pago e satisfeito
do seu capital e lucros, ficando o activo
e passivo pertencendo ao socio Jos Pinto
Lapa.
Recife, 17 de Julho de 1891.
Jos Milito Lapa.
Jos Elias Soares d'Amaral.
Peitoral de Cambar
,URA DE BRONCHIT COM HE-
MOPTYSES
Il!ms. Sre. Silva, Qomes & C, dro-
(ruibtia co Rio d Jareiro. Ha mais de
ciaco i>naos qui eu soff'ia da ama bron-
chita, acompenhada de hemoptyeea, qoe
dSo me deixav-> dormir noites ialeirds,
h.v ;do das de lacear mais da maia
garrafa de sangue.
Recorr a todos os mdicos deste ma-
n ijjio de Cactagal;ot sem goato ce--
f.iryaa para cuidar da minna lavoura ; n5c
tinha nenhumn esp-ran^a da miobs ez:s-
iaaoia por muito toxpo, apeear de nao me.
fitltArem recaraos o boai tratacaeoto.
Por milagro da Dhub, do amigo e ne-
gocete deste logar, do qaerando que
ea deixassa meus innocentes tilhos por
JUL1IO un 1H94
Ki/andega
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90 dsa 2 a 16
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603 4S4828
i,.9:,-.'J
RaaO 'O KaUOO :
Do -iis 2 a 16 91:5iOJ702
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*.*>aia seceo da Alfandega r> PernaaiDcco
17 da Juibo de 18S4
Servlndo de chefe
M- L- Pereira Bastos,
o raesooreiro,
Lcix Manoel Rcdtigaes Valenca.
SCKBSDO^IA DO ESTAD'
Do da 2 a 16
Usa d 17
^KC!F DRAl3iAG3i
Do CM 2 a 16
[don ne 17
7*5:557*683
3:366*843
80:924*520
3:260*666
562*222
3:812*888
Mercado Hnnlclpal de w. Jcin
O movimenlo deste mercado no dia 14 le Juin
foi o segrate. Entrar 38 bois pesando 5,013 tiloa.
210 kilos de peixe a 20 rs. 4*200
5 compart. com mariscos a 100 rs. *500
o ditos com camaroes 130 rs. *5ii0
31 columnas a 600 rs. 18*900
3 cargas com gallinhas a 500 rs. 1*500
3 cassnaes com gainbas a 300 rs. *900
3 cargas com batatas a 300 rs. 900
2 cargas com cannas a 300 rs. *60>
3 cargas com bananas a 300 rs. *9 0
2 cargas com diversos a 300 rs. 600
23 cargas com farinba a 20) rs. 4*600
3 cargas com fejao a 200 rs. *600
64 lugares a 200 rs. 12*800
10 Soioos a 200 rs. 2*000
11 comp. com soiDeiros a 1*000 11*000
8 comp. com sciaeiros a 700 rs. 5*600
11 comp. com fressoras a 600 rs. 6*600
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
53 comp. cox faxendas a 600 rs. 31*800
51 comp. com verduras a 300 rs. 15*300
45 comp. com farinba a 400 rs. 18*000
44 comp. com tainos a 2*000 88*000
bar, a eu sena f, de mais nenbum re-
medio me por bom, resol?) qae esse ne-
geoiante me aandaase vir da casa dr
Vv. Ss. sois vidro para experimentar o,
find.a alies, j dorma boro, cesaando de
ti.d> ce esoarros sanguioeos.
Maodei vir mxis vinte e qu.itro vidro
e continaei at tarmioal-oa, isto at o fm
do nono de 1888, e, gra$as a Deas, :-cho-
uio oje completamente) curtido.
Agradejo a Vv. 8. e pei-o-lbes pobli-
Bflrera este, a bem da bumaoidade eoft'r-
dora. Ao morro tempo, pey a Deut
pela aaude, prosperidno e felioidade do
autor de tSo grande a prodigioso remedio,
o Sr. Jos Alveres de Sonsa ocrer.
Joao Jote Zebendo.
(B<>m Jerdim, em Cantagfcllo, Eitedo
do Rio ce Janeiro.)
Raconheco ser ver.iadeira a firma do
Sr. Jiiio Jos Zapando. Aotosio Laurea
go da SiIvj, Rio de Janeiro.
Re;j.hyo a assigeatura supra. Em
t.;sr.'-.muaho de verdadi-, o inballiAo Wr ."
cisc" Pereira Ramos (Rio de Janeiro.)
t-i' aaico -gente o de-potitario do Peito-
ral da ambara uasta fclstado a Companhia
de Dr>ga8 a Productos Chimiooa.
Hospital Portug'Urz
Prciuo de vii'lutlc
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de accordo com a disposico tes-
tamentaria do finado cornmendador Anto-
nio Jos de Magalbes Bastos, tendo de
adjudicar o premio de 500S >00 a filha
ou filho familias, natural da cidade do
o Recife que pelo seu trabalho honesto
ti ver concorrido eficazmente para o
sustento de seus paes, ou assistido a
t seu pae ou mSe cora verdadeira dedica-
o cao e amor filial durante molestia gra-
ve e prolongada ; chama e concede o
prazo da sessenta dias, contados de hoje,
s pessoas que se julgarem as condic/tas
citadas para apresentarem na secretaria do
Hospital os documentos comprobatorios
de sua pretenyo.
Os pretendentas devem indicar a sua
residencia, provar a idade, filiaeao, e que
sao naturaes da cidade do Recife e satis- \ Pelotts.
sado. Joaqu-m Alves Cacalcxnti.
Uleea, Ceai.)
e obri
fEV
R'-OJnb/'eo vevdado>ra a firm anpra ce
Joa'("itn Alve 0-vlcani:. Em f da
v-j-.'r.'ie, o tftboUiKo Joaquun Feii ri
M^lio.
E' o ni o gnie e depositario do Peito-
: Jaaib.r nwite Eatado a Com^aob a
ir: OrogJt h Prodoo;oa Chitoicos.
.lo partido repsihlicuiio
do esta directora requerido ao digno
conselho municipal a revogacao do art.
4 do capitulo 4 titulo 3.0 da lei n. 4 da
anno passado, pelo qual s nos era
permittido ter em nossos estabeleci-
mentos dez latas de kerezene, afim de
que fosse elevada essa quantdade a
cincoenta latas.
Tendo o digno conseibo municipal
attendido ao pedido, resolveu que os
donos de estabelecimentos que ven-
dem kerosene para o consummo po-
dem ter em deposito cincoenta latas,
sendo trinta do inexplosivo, sendo a
Os abaixo assignados, representantes referida lei sanecionad^' pelo chefe do
da maioria. do directorio do partido re- poder executivo do municipio.
Sala das sesses da Associayo Com-
merciul I?, dos Mercieiros, 13 de Julho
de 1894.
Manoel Joaqun: da Costa Ramos,
Director
Antonio Fernandes Pereira,
2." secretario.
---------------?---------------
publicarlo, declaram aos satis amigos e
correligionarios que a reunio poltica,
qnu haviam convocado para o dia 10 do
Crrante inez e que foi adiada por motivos
de lores maior, dever e'ectuar- se a 1
hora da tardo do dia 5 de Setembro do
corrente anno. ra 15 de Novembro
outr'ora do Imperador n. 4-i 1." andar.
A escolha do dia 5 de Setembro foi Df- 'lulUt Mario Medico homeop-v
determinada pela necessidade de evitar t/ia, operador eparleiro, Residencia Ra
qua a reunio projectada ainda ama vez da Imperatriz n. 20, 1." andar. Formadc
coincidisse com o tempo invernoso, que pela Faculdade do Rio de Janeiro, con?
naturalmente t*jr cassado, como de eos- tonga pratica e:n partos e homeopathia,
turne, em principios do referido mez- no norte doBrazil. Especialidades Alni
Por este meio, pois, pedem a todos 03da de partosj molestias de mulheres (ute-
seus correligionarios qne comparecam: ro, ovarios] molestias de crianzas e rao-
pessoalmente a mesma reonao, ou noi lestias agu las das vias respiratoria e cir-
caso do impossibilidade m facnm nella culatoria.
representar por pessoa competentemente Attende a chamados ara o interior
autorisada.
Recife, 14 da Julho de 1894.
Ambrosio M. da Cuuba Cavalcanti.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
do Estado.
Itv. Nones CointdraClnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, i ra Mar-
I Olin la 11. 56, onde d consultas
das 11 as 2 horas ciali-
Francisco'do Reg B. de LacerJa. (,:i '' -lestias de se-
L)r. Ermirio Continbo. nhoras e criancas. Chamados a qual-
Tnn Jos de Amorim. 4|quer hora na tcia, na ruada
.!Oao
Virginio Mar lea Carneiro Lelo
Jos Vicente heira de Vasconcellos. : ou Iia consull uio
r Hora na sua re .enca, na ruana
Soledade n. 31, es juina da ra do Ataihc
fizeram plenamente a inte nco do benem-
rito legador.
Secretaria do Hospital Portuguez, 30 de
Juaho de 1894.
Joao Alves de Frcitas,
Secretario.
-------------^-------------
Peitoral de Cambar
CURA D5 TOSSE PERTINAZ
Ilim. Sr. J. A. de So-isa Soares. Pe-
lotes. Tenbo a s.tiBacSo de dar lhe meus
agradaciratetos por urna cura que acaba
de realisar o Peitoral de Cambar.
Ha dona noas miaba mulher soffria de
una horrivel tossejaeoca, aeompnbada de
dores co poito, ioaendo-me de todo perder
a esperanza de seu restsbelecimento, pois
nSo p< tsi ezphcsr-lhe a porcSo de reme-
dios qne usou, receitados por mdicos
desta e.idaie, aera c. leer resultados satis
factorios.
Casualmente, vein-me s raJ.cs um fo-
Ibeto dos que V. S. publica a, leodo as
coras reaisadbs em di engis semelbanted
de miaba mulher, resolv faael-a exp
rimeotar o Peitoral d Cambar, com o
qual restsbelocau-ae completamente.
i'ii V. S lser desta o oso qoe lhe
Peitoral de Cambaiv
Otras dfl h'oacSice, rooquld^o
C C09843
lilm. Sr. J. Ai-/. r^H da Souz* 8;r*-s
V01. bo peohoradurimo tiar-lba
plo mu bon< ti,:o Peitoral de
Hpplieadti ecz pes-
Rendimentos do dia 1 iS
29600
3:8i9/500
4:099*100
e
Pracos do da:
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Salos de 900 a ij dem.
Carneiro de 1*000 a 1*200 dem.
Farinba a 500 a 800 rs. a cala.
Milbo de 900 a 1*000 rs. a caa.
Feijao dr 2*500 a cala.
Xarqne a 900.
Hovlmento o porto
Navios entrados no din 17jde Jalbo
Rio de Janeiro6 dias. vapor ingles Turki-k
Prince, de 1,190 toneladas, eonmaodnate W.
L. Fiett, eqolpagem 24, carga varios (eneros,
a Joboaton e comp.
aiaaBBiBB^BB^BjBS
Rio Gran ie do Nortei das, vap--r igle tSebo-
lar>. Black equipagem 26, carga varios (eneros, a
H!;i''Hniirn t comp
New Y rk-72 flus, ba'ca nacional Elma. de
i3 loueladas. caiii ao G. Peie-seo. eqoipa-
gem 11. 'jd--i vuri genero--, a Foneeca Ir-
maos a cjui|).
N.vjs 8-hidos no mesmn dia
Santos e escalaVaoor allerao Patagonia,
cotnmaadaote J. G. Holleu, carga varios ge
eros.
Sanios e escolaVapo* ioele De Bay, cotr-
mandaoteG. lales, carga vanos gneros.
Aracaj e escalaVapor oaciooal Jaboatao
commandan e AUrodo G:i:na.-a3, :arga va
ros generes.
%nvio* esperada?
Do Porio
Palbabote DO.'iogaez Rasoalo.
De Pelo'.3S
Patacoo nacional Anniti.
Logar ooru-'guensp ll.ns
Paucbo argeDtiuo H-'-in-inos-
Lagar noraegoens" K .:. k.
Logar portoguei Horacio,
bogar noroeeoeose M-oraneer
Lagir ponogUPZ.Mfinbo Vil.
Patacbo allemo J. M, Bunik.
Patacbo allemao Horlscnte.
Paiacbo ingle*. Alaoioa.
Pata.bo allemao arald.
Logar inglez Aurora.
Patacbo nollandez Alienu.
Lagar inglez flrunet.
Lugar p Escuna holndesa Aooa.
Patacbo inglez Z-m n.
Barca.o>roegaeuse Hiidu-
Escuna bellanfleza Hir.- me
Patacho sueco Ada.
Barca ooraegaense Arctic.
Patacdo 6U9co HWmao'.
Patacho ingles Vtn ur.j,
De Swj0:ea
Brigue oorueguen-p Staismin st-.r Seag.
De CarditT
Barca noruega Helios.
B>rca sueca Sidoey
Bjrca noruega Osmond.
Barca noruega ParagOD.
Ba:ca norue.?a Thergny.
jrca ingleza Holl.
Barca noruega Garelle.
De Londres
Logar norupguense Cbns'.ini Kli'abeth .
Barca allema Atalanta.
Da Gotbenbarg
Barca saeca Heidi.
Vapores a entrar
Mez de Julho
.Ptolomy-, da Eo'opa, boje.
Maana, do nerte, boje.
LasseU, do cu', a 19.
New:on, do K10 de Janeiro, a 20.
Parabiba. da Europa, a 20.
.Mtaoan. da Eoroda a 21.
Tbames, do sol, a 21.
Edito', de L'vcrpool.21.
Clyde. da Eoropa. a 26.
Uaa, do norte, a 26.
Brrtls Prloce, de N^vf-York, 28.
Nasmvtb, de New York, a 28.
Vapores a sahlr
Mez de Julho
Para e e New York, Torksh, boje, s S doras.
Sul, Capea, amanba, s 4 horas.
Sal, Mansas, amanba, s 5 b.ras.
Soatbampion e esc, Thames, 21, as 12 horas.
Rio e Sanios, Laplace, 22, as & horas.
Buenos Ayres e esc. Matapan a 23 s i e 1|2
Santos e esc, Parabyba, 23, s 3 horas.
Santos e esc, Patagonia, 26, s i horas.
Baenns Ayres e esc. Clyde, 26, s 2 horas.
ilxaB .=r*r*a -
Dr. Freltas Gaimares Medico,
Tem o seu consultorio na ra Duque de
Casias n. Gl. 1 andar, onde sera encon-
trado de 11 1 hora d;i tarde em sua re-
"sidancia no Cajueiro u. -1. Teleplonen.
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r. Artliur Cavaleante Residen-
cia ra da Imperatriz 11. 11, 2. indar.
Participa sers cliente.-1 e amigos .jue
mudou seu consultorio para a ra Du'iue
de Caxias 11. 74 1. andar onde ser en
horas.
loovorea
Cambar, vos tenhn-o
loas de molla amd"> on flaaoa de bron-
cbiies, rooquirlSu e to t-gali88im<-, co-
Ihcnd' os uMiboreo reaaStadoa, jielo que
s(ii inca-ia-i-A,! -m reoommeodai-a "3! contrado de 1 s 3 horas da tarde
dortitoe (o enfcriiJidiides do app>-re b'
roipiratorio.
A--a>ie 1. i:ibss feiicitac8 oompoosa pula ni., esconerta de tetato
bPivio p'.ra os que ofri-m. On V S,
criado e obligado. Jeronymo Acacio S.
Qhuquero. (3-bit.)
HuconheCv tii-tna spr^. Km test-,
miinh-. de verdade, Jote Aug.iato da Al-
mPid.
fe," nico sgente e depositario do Pal-
toral de Cxmbar nest-i Estado a Ouapa-
nliia do Drogas ProJuotos >J micot.
Mara Antonia
As dores ce h Untos aonos na perna
co braco esquerdo, a ama bola qae tiohu
c barriga, o une tudo eosioava remedios,
mas oDguem curava aarou agora com
alguna vidros do remedioElixir M. Mo-
rato.
Doua ajada o invaator.
Jacareby
Mara Atona de Souza
Agentas em Pernambuc: A Comp libia
e Drogas.
Kua Alaroufi d- O nda 24
---------------^---------------
Collegio Parthenon
nospicio 3
internos, externos e
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me'o-pensionistas-
O director,
Bacharel Ovidio Alves Manaya
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MEDICO-CIUUBGICO E PARTEIRO
57RA BARO DA VICTORIA57
(Autiga ra Novaj
Consultorio e residencia
Onde pode ser procurado a qualquer
hora do dia 011 da noite
Especialidades : Partos, febres, mo-
lestias de sanhoras, de criancas e dos
pulmoes e syphilis em geral.
Cura radicalmente e opera es-
treitamentos e mais soffrimextos
da urethra.
Contina a tazer quaiquer outra ope-
ra o em sua residenci onde tem com-
partimento para fazel-is e para trata-
uiento de qualquer doente.
Acode da prompto a chama los a qual-
quer hora e para qualquer distancia.
Telephone193
Engolillo $. Malvailor
O coronel Joaquim Pedro Carneiro
Campello ao publico
Declaro que nao vendi o engenho S.
Salvador, nem todo nem parte
Assignei urna escriptura de declara5ao
da divida de 2:OCOS0OO a Francisco Quin-
tino Rodrigues Esteves e de igual quan-
tia a Manoel Francisco de Barros Cam-
pello, com a condfto de ficar a divida
astacionaria e eu ir pagando em parcel-
las.
Si ha alguma escriptura em sentido
diverso falsa, e todos sabem que sou
incapaz de vender aquillo que nao me
perten e.
Todo e qualquer negocio que se fizer
em virtnde de tal documento nullo
como provarei em juizo.
Engenho S. Salvador, 20 de Junho de
1894.
Joaquim Pedro Carneiro Campello.
Associactto (Jomiiicrriul D. dos
Mereieirow
A directora da Associac;ao Commer-
cial Bencfcente dos Mercieiros previ-
ne aos Srs. Mercieiros estabelecidos no
municipio do Recife, que de conformi-
dade com o edital do digno adminis-
trador da Recebedoria do Estado, de-
vem sem perda de tempo ir pagar o
imposto de repartico classe n. 41 (ta-
verna) afim de que findo o prazo nao
fiquem sujeitos ao pagamento da multa.
i^Outrosim, aproveita a opportunidade
para communicar aos mesmos que ten-
1 S^cyltoSecretaria do GiVdrno do
Estad da Pemambujo em 16 da Julho
de 1894.
EDITAL
Drt dor d>i E-t-'io, intimo o cicladlo Ry-
mund>) Wa:n!url*j*, ax-^acric'o do ex ti oc-
io joizo d dire.t) do Arabi;elago da Fer-
nando de Noronhik. a recolbar a "ata Se-
creUria no or20 di 8 dias, o archive do
retpectivo oartoriu.
O Secrctari"
J1S0 Augusto F^rrer L'ma.
S-creana do cveroQ do KftBdo do
Peroambuco, 10 da Julbo de 1894.
Oe crdem o Ezrc Sr. govarnador do
Estado faco pat>I0O, para oa vidos iffei-
tos. que 'oram h"); iniciados oe trabtilhos
da C njinissao Cen'ral do Estatstica do
Estado.
A commissao fuoc:iona em urna das
sala-i do Palacio do Governo em todas os
dias otis di 10 h x-- da macha s4 da
tarde.
O secretario.
J0S0 Augcsto Karreira Lima
Mu-
Secretara da Prefetura
nicpal do Recife
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Prefeito deste
Municipio, fai;o publico para conhe-
ciinento dos interessados que, no dia
12 de Setembro do corrente anno,
nesta Repartigo recebein-se propos-
tas que serao abertas em presenca
dos proponentes para construeco e
reparos do calamento das ras desta
capital, e respectivas canalisac/ies de
aguas pluviaes, de accordo c >m as se-
guintes especifica^es e condifoes
geracs:
1.* classeObras de calcamento.
1. Calr;amento Mac-Adam, for-
mado por carnadas alternativas de .
areia e pedrabritada do 0,m15 a 0,m25
de espessura.
2." Calcamento a parallelipipedos
de 0,m20 a 0,m25 de comprimento e
0,nll a 0,m15 de largura, assentes so-
bre leito de areia do 0,m15 a 0,m30 de
espessura, em terreno previamente
preparado.
3." Calcamento a parallelipipedos
de 0,m20 a 0,m25 de comprimento e
0,11 a 0,m15 do largura com base de
Mac-Adam de 0,"15 a 0,ra25 de espes-
sura.
4." Trabalhos de reparagao de cal-
Qamento.
5." Construcgo de lagedo de pedra
calcrea com rejuntamento de arga-
massa de cimento e areia em partes
iguaes, entranhado de 0,"1! no m-
nimo.
6." dem de meio fio com juntas
igualmente tomadas argamassa de
cimento e areia em partes iguaes.
2.* Classe Obras do canaisalco
comprehendendo:
1." Galera de seceo ovoide, com
fundaces de concreto e paredes de
alvenaria de lijlos construidas com
argamassa de c; ment o areia, na
proporco de 1 de cimento para 3 de
areia,capeada com argamassa de 1 de
cimento para 2 de areia, tendo :
1: typo : eixo maior l.*-5, eixo
menor 1,"0, espessura 0,"25a 0,m30.
2." typo: eixo maior 1,"0, dito
menor 0,"66, ospossura 0,20 a 0,25.
2." Bocas do lobo para juneco dos
ramaes de 0,70 de altura e 0,50 de lar-
gura.
dem, idem do0,m60 por 0,-40.
3." Chamins de ventilaco e visto-
rias de 0,m80 ])or 0,m80, com o com-
petente tampo,de ferro fundido.
condices geraes
. M
As obras serao exec.utadas, de con-
-,
i

n




f*
\


I


<
V
:1
/
.


HE

I
formidade com os typos adoptados
pola Prefrtura Municipal, cujos d-
se nhos e descripces podero sor exa-
minados, a contar do hoje, em todos
os dias uteis, do nieio dia at tres
horas,
II
O contractante ao praso de 5 mozos
contados da data da assignatura do
contracto apresen tara Prefeitura
Municipal os desonhos de exeouc&o
na escala de 1/100 para o conjuncto,
e do 1/1 o 12 para os detalhes das
obras cima ospocilicadas, abrangen-
do a extensa i qu i fr designada pela
mesma Prefeitura o que puder sor
construida dentro do anno, podendo
introduzir modificaco do pormeno-
res que julgaropportunas, sem, entre-
tanto, mudar o typo geral e material.
Estes des inh a de i i ser appro-
vados pela Prefei ura Municipal
que poderos reieitar, no praso de 15
dias a c mtardadata da apresentac&o,
edevem comprehender:
1." Planta eperfis longetudinaes o
transversaes do projoctodas obras,
acomnanhados dos competentes estu-
DECLARARES
dos de nivelamento.
2.' Desenhosparciaesdos typosde
galeras o mais detalhes concernentes
s obras d2.a classo.
No caso de mfraccao desta clausula
pagar i '.-a.-: ::eamulta de.....
50$000 por dia do demora, e, &.i ''sta
es :eder de s considerar-se-ha
rescindido o c n ra to, pordondo o
contraclan;-, o deposito a queso re-
fero a clausula X, almda accao ci-
vil por'i taiores prejuiz >s qu i 11 e p -
d< r ser i i tentada.
111
C la proponente far acompanhar
a respectiva proposta de urna amos-
tra d< >s materiaes a empregar, conten-
do, em inscripcao legivel, o nomo do
propoiientoea I >signa$aodoma erial.
Estas am istras serao restituidas do-
poisdojulgadas as propostas si recla-
madas los 15 das que decor-
n rem concluso desse processo,
exceptuadas, p irm, asque a mpa-
nharem proposta que foracci i, as
qua s ficarao em deposito na l-.efei-
tura Municipal e serviraode padrao
na execucao dos trabamos.
IV
As obra-; abra .-orao no mnimo a
superficie de duzontos o cincoenta
mil metros quadrados do clcame!.""
com lagdo, meio fio e canalisac&oj
correspondente, ficando, entretanto,
entendido que o contractante se obri-
ga a executar pelo mesmo preco o ex-
cosso do obra que for ordenado pela
Prefeitura Municipal e poder ser rea-
hsado no praso do 1 anno a contar da
data da expiracao do contracto.
V
As propostas deverao indicar o
preco das unidades, escripto por ex-
tenso c em algarismo, notando-se
que a unidado ser o metro superfi-
cial para as obras de us. 1 a 5 da 1."
classe o para os 2 typos de galeras
das obras de 2.- classo, e o metro li-
near para as demais obras das 2 clas-
ses, noee tomando em considoraco
proposta que
cao.
infringir esta condi-
VI
Os pagamentos serio foitos mcnsal-
mente e por quarteiro do obra exe-
cutada, em dinheiro ou cm apolicos
da municipalidade de juro do 7 /, ao
anuo rosgatayois no praso que for
estipulado.
VII
As obras, medida que forem exo-
cutadas, serao classilicadas, medidas
e recoladas provisoriamente, e s so-
rio consideradas como definitiva-
mente entregues tres mozos depois do
recebimento provisorio, deduzindo-
se era cada pagamento 30*/ da im-
portancia do servico feito, os quaes
ficario retidos nos cofres dothe-
SOURO mi'.vicipalcomo cauro da
fie! execucao do contracto, solidez o
conservacao das obras, at seu rece-
bimento definitivo.
VIII
Das retonees de que trata a condi-
cao procedente, 10o/,, ficaro em de-
posito at perfazer a quantia de cin-
coenta contos dereiso final conclu-
so de todas as obras, e os restantes
20% s como garanta da boa conser-
vaco dos recebimentos provisorios,
podendo estes ser levantados pelo
contractante medida que os recebi-
mentos de obras se tornaren) difini-
vos.
IV
Cada concurrente mencionar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, seu domicilio legal, de-
vendo cada proposta referir-so a am-
bas as classes de obras nao se toman-
do em consideraco a proposta que
nao satisfizer a esta ultima condicao.
X.
Cada proposta devora ser acompa-
nhada do conhecimento da Thesoura-
ria': Municipal de ter o concorronte
feit i o deposito de 5 contos doris,
em moeda ou em ttulos da divida pu-
blica, o qual lhe ser devolvido s a
sua proposta nao for accoita, e, caso
soja, ficar, como cauco que perde-
r, si nao se apresentar quando for
convidado pela Prefeitura Municipal,
sendo-lhe restituido, dedusidas as
multas a que se refere a condicao III
\I
A concorrencia versar sobre :
1." Idonoidade e habilitacSes do
Sroponente, devidamente compro va-
as.
2." Preco das obras.
r 3." Praso;de concluso [de todos os
trabalhos.
XII
O Prefeito solicitar do Governojdo
Estado o auxilio pecuniario que for
nocessario para que as obras projec-
tadas nao sejam interrompidas por
falta de recursos.
Secretaria, da Prefeitura .Munici-
pal do Recife,12 de Junho de 1894.
O SECRETARIO
Joaquim JosFer reir da Hoc/ut.
Alfandega de Pernambuco
Arligos pira as Capatazias
De o-dein do sr. Jr inspector, taco publico
que at o oa 18 do correnle as 11 horas da mu-
iit.t recebor-se-ho propo^tas em carias sella
e tediadas para o fornecimento de artigos
para us capatazias desta altundega, durante o
semestre de Jutiho a Dezembro deste anuo, de
lo os proponentes se habilitar previamente
requerendo o provando que sao estabelecidos
nesta ciJade.
Expediente
Canelas J. Faber, duzia.
Ditas Anas lio dourado, urna.
Caivetes tinos do 4 lolnas, un.
(Ystas de viin i, umn.
vaninhas de t vasos, ama.
Ditas do 3 vasos, urna.
Fm adune de aro, um.
Pita de cu 'arco migo de 12 pecas, mago.
i omina arbica liquida, frasco.
Cromtna arbica ota caroco. kilog.
i ncaiuado a verle, pac
Limpadoret de peanas mausado, um.
Novlos de to do cor, um.
Nvelos de lio pardo lino ou grOBSO un.
Papel paulado rime* resma.
Dito almaco patalo superior idem.
Dito niata-borro branco, folha.
Dito mata borro losado. dem.
Tiuteii-os de vidro did'erenles tamanho ura.
Tmpano, um.
Presilba^ ii. t a 3, caixa,
Ditas n 3, 33 e 3", dita.
Reguas de bano con no de metal chata, urna.
Ditas dita, quadrada. dem.
Peonas Perrj n (50, idem.
Dita Mallal, idem.
Ditas de ac Falcoo, dem.
Pastas de olead:), una.
Ditas de couro para eoadozir expediente, idem
Ibesouras para cortar papel, urna.
Litros t impvi
Livros de 300 folbas papel Cclombier, impresso
o riscades, eoraderaado de couro e panno,
un
Livros na mesma conformilade papel Jes (300
folbas) um.
Livros na mesnia conformidade papel Jes. ou
t'olliasi um.
Livros na mesma conformidade papel Jes (150
folha-' no>.
Livros na mesma conformidadepapel Jes (00
Moas) um.
Livros na mesina conl'ormidade papel ttazin
;3((l rollas um.
Livros na mesma confortni.lade pap :l Raizic
:i'ii folbas), um.
Livros na mesma conformidade de papel Uaizin
(t50 folbas), un.
Livros na mesma c nfi nni lade papel Raizin
(100 folbas] um.
Livros na mesnia conl'ormidade papel Carro (300
folhas, um.
Livros na mesma conformidade papel Carr ;2C0
lolha-', um.
Liv naros mesma conformidade pa|*;i Carro (l?o
folbas), um.
Livros oa mesma conformidade papel Carr (i00
folhas i, um.
Livros de talo irapressos (SCO, 130, 150 e 100
(folhas), um.
Protocolos de 200 folhas papel almaco. um.
Pruiocolos de i0 folhas papel almaco, um.
Protocolos de too folhas de papel almaco, um.
Protocolos de papel almaco 50 folhas, um.
Livros .le papel almaco 200 folhas, um,
Livros de pap.l almajo i00 folhas, um.
Livros papel almaco 15o folhas, um,
Papel Colombier, caderno,
Pap I Jes, cadorno.
Papel Raizin, caderno.
Papel Can'', caderno.
Papel, Ec, caderno.
Impresso era 4 de papel almago, milheiro.
Impresso de meia folha de papel almaco, mi-
lhei-o.
Livro para ponto 300 folhas.
Livro para ponto 200 folhas.
Livro para ponto >00 folhas.
Campas de metal, urna.
Espallas de osso, urna.
Pegadores para papel diil'erentes quahdades
um.
Almagre, kilograrnma.
Sebo do Rio O raudo do Sul em bexigas, ki-
los.
Azeite ele carrapato, litrw.
Azeile do CdCO.litro.
Oleo de moclo, litro.
Estopa inglesa, kilograrnma.
Estopa de algoda >, kilograrnma.
Potassa, kilograrnma.
Carbonato de soda, idem.
Lixo de panno, duzia.
Liza do papel ns. 0,1, ?, 3, 4, 5 e 6, duzia.
Alc.itro, caada.
Pixe, caada.
Asmara/, garrafa.
Kerozene, lata.
Asbcst. kilo.
S ndalo rubro e amarello, idem.
Trincal, kil.
Vrniz copal, keg.
Alicate chato e redondo, um.
Alicato de ac chalo, e redondo um.
Pucbador de lanca, ura.
A Id rabas de ferro sortidas, urna.
Aldrahas de ferro pollidan sortidas, lima.
Al'.rtibis d i tallo sortidas, urna.
Badam s sortdos, ura.
chave inglesa diversos taraanhos, urna.
Compasaos soriidos, um
Dohradicas de forra de cruz sortidas par.
Dobrudicas de lal&o sortidas, par,
Desbastad tres, par.
Enchs de fu/.H, urna.
Pt chadoras de f tro france.-.as polidas, sorti-
das, urna.
Pechaduas tlii'eretites tamanlos, uma.
Fecha duras de lalao pzra gavetas e armarios
(Ijflrrentes tamaitos, Lina.
Fechaduras de ferro de broca para portas di-
versos lmannos, orna*
Ferrolbos pedrea de ferro difiranles tamanhos,
um.
Ferrolbos pedrez de lati diBereulee tamanhos,
um
Ferrolbos do latO para armario, sortidos um.
Ferrolbos de ferro para armario, sorlidis um.
Ferrolbos de ferro cora cauda, um.
Formos de ago.
Tbesouras para corlar (landres, uma,
Esleirs da ludia, metro.
Limas inglezas tn-ingular>>s, bastardas e sorti-
das, uma.
Limas inglezas muas Je I a 8 polegadas,
uma.
Lima ingleza chata, bastardas de i a 16 polega-
das.
Mnrlellos do ac com cabo, soriidos, um.
Pallia de junco ns. l 2 o 3, kilog
Palha de junco especial, ilog.
Pedra de amolar, kilog.
Podra de amolar de roblo, uma.
Podra pomo, kilog.
Serrotes de flsebes, um.
Serrote de pona, um.
Sorra bracaie de volla, uma.
Tarracbas de nalmalona de 6 a 18 michos, uma.
'farrarlia- ni.l izas para lubos de i|2 a 1 pole-
gada, cnia.
Tornos patentes para bancada, um.
Tornos de Qio de ac de 5 a pollerudas.
Travadeiras de ac, uma.
Torqnesas sortidas, idem.
Verrom?S sortidas. idem
Irados sonidos, um.
Cabo aicairoados, kilogranma.
Dito de linho lino, idem
Carvao do pedra Cardiff, tonelada.
Gachetas de papel, borracha e de palha. kilo-
ururama.
Cabo manillia, braca.
Colla da Bahia. kilograrnma.
'.oxa trra, idem.
Breu, idem.
Taixas de ferro, maco.
Cimento Portlant, barrica.
Cal branca, alqueire.
Cal preta, idem.
Areia, carroga.
Alcool, litro.
Giz, kilograrnma.
Vassouras de piassaba chapeada, duzia.
Dita do timb, idem.
Espanadores de peonas, um.
imos de palha de Carnauba, um.
Ditos de timb, um.
Vidros para vidraea differentes tamanhos.
Barris vasios,um.
Bacia de ferro agutha, uma.
Hacia de metal, uma.
Bacia de louea, uma.
Caneco de metal branco, um.
Dito dito dito, com crrentes, um.
Copos de vidro para agua, finos, um.
Jarro de ferro agatha, um.
Jarro de louga, um.
Moi ingue barro, um.
Jarros de barros, ura.
Resfriado i ras de barro cora torneiras,Suma.
Ps de ferro, uma.
i'ijollo francs para areiar facas, um.
Tijollos de alvenaria grossa, milheiro.
Tijollos de ladrilho, milheiro.
Ti olios do tapamento, idem.
Parafasos de lato de differentes tamanhos,
duzia.
Ditos de ferro lifferentes tamanhos, mago.
Ditos francezes differentes tamanhos, mago.
Pregos ripaes differentes tamanhos, mago.
Progos caibraes differentes tamanhos, mago.
Pregos Irancezes differentes tamanhos, mago.
Pregos de zinco, cento.
Airoelas do 2|8, 3|8, 5|, 6j8, cento.
Temos de poso de lalao, um.
Pecas de cordas, uma.
Tubos de borracha, metro.
Tenas de zinco, uma.
Telhas de barro, uma.
a godio kilog.
Deserfec ante, frasco.
Ctumbo, kdog.
1 ; Irados patentes, um.
Cad< ad tfl de rosca, um.
Acido phenico, litro.
Arsnico, frasco.
Zinco, kilog.
Alvaiado de zinco, kilograrnma.
Alvaiade de chumbo, idem.
Azul ultramar, idem.
Pos pretos, idem.
Secante de zinco, idem.
Dito fezes de ouro, idem.
Oleo de linhaga, galo.
Zarcao. kilog.
Vermelhao francez, idem.
Vermelhvo da China, idem.
Verde francez, iuera.
Verde chromo escuro, e claro, idem.
Amarello francez, dem.
Ocre amarello, idem. .
PiDceis virola de cobre ns. I a 10, duzia.
Pinceis puniasio sortidos, duzia.
Brechas para caiar differentes tamanbos, duzia
Gomma lacea, kilog.
Cueuma, idem.
Cr, idem.
i're^os dj conslrucgao, Ccto.
Agullias de empallouibar. uma.
Encerado para meza, metro.
Panno tino para mesa, m.'tro.
Panno alcatifa, peca.
Capacho palha de coco, um.
Tape es de alcatifa, um.
I' de sorra sacco.
Ferro paras oldar, um.
Escoras, uma.
Hadaras
Barrotes de pinho difforentes tamanhos, um,
liarrotes de amarello de differentes tamanhos,
um.
Barrotes de louro de differentes tamanhos,
um.
Costados de amarello de differentes tamanhos,
um.
Costados de louro de differentes tamanhos,
um.
Costados de pau carga de ditl'erenles tamanhos,
um.
Costados de sicupira de differentes tamanhos,
um.
Costadini'os de amarello de differentes tama-
nhos, um.
Costadinhos de louro de differentes tamanhos
um.
Costadinhos de pau carga de differentes tama-
nhos, um.
Costadinhos de sicupira de differentes tama-
nhos, um.
Enchameis de qualidade de differentes lma-
nnos, ura.
Pranches de sucupira di differentes tamanhos,
idem
Ditos de amarello, idem.
Ditos do p^o carga, idem
Quiris de diversos tamanhos e 'jrosauras, idem.
Taboas de pinho da Succia de diversas diraen-
ses, uma.
Ditas dita americana de diversas dimensOes,
idem.
Ditas de cedro de /2 pollegada a 1 pqllegada de
grossuras de differentes tamanhos, idem.
Ditas dia de Riga de 1/2 a 3 pollegadas de gros-
sura, idem.
Ditas dita dita para forro, idem.
Ditas de amarello de asoalho de differentes ta-
manhos, idem.
Ditas de amarello para forro de dilTerentes ta-
manhos, idem.
Ditas de leuro para assoalho de dilforentes ta-
manhos. idem,
Ditas de louro para forro de differsntes tama-
nhos, idem
Ditas de pao carga para assoalho de differentes
tamanhos, idem.
Ditas dita dita para forro de differantes tama-
nhos, idem.
Travetas de sucupira de differentes dimenses,
idem.
Ditas de amarello de dilTerentes dimenses,
Ideo.
Ditas do louro de differentes dimenses idem.
Travos de sucupira de differentes dimenses,
idem.
Ditas de pao carga de differentes dimenses,
idem.
Ditas de massaranduba de differontes dimen-
ses, idem.
Caibros de couco, embiriba e araga, de differen-
les dimenses, cento.
Hipas. dem.
Telhas de barro, milheiro.
Lona patenl, metro.
Brabante lio de collar, meada.
Escropo de ago, um.
Funis de Flandres, um.
Motolia de Flandres, uma.
Caldeira de cobre pequea, idem.
Dita de Flandres, idem.
Macetas de pao calgadas de ferro, td m.
Toalhas felpudas para maos, duzia.
Escanadciras de agatha, idem.
Ditas de louga, idem.
rame de latao de diflereDtes .tamanhos e gres-
sura, kilograrnma.
Dilo de zinco de dilTerentes grossunis, idem.
Dito de ferro de differentes grossuri.s, idem.
Dilo de Ferro em verguinna, idem.
Chumbo era iengol, idera.
Guamiges para carros de raaos e wagons.
Rodas de ferro.
Eixos de ferro fundido
Parafusosde porca.
Chavetas.
Arroelas.
Ps de ferro.
Chapas de ferro.
Abragaderas de ferro.
3.* secgao da Alfandega de Pernambuco, 9 de
Juiho de i894.
O chefe de seceSo,
Lu: F. Codixeira.
Alf'uiidega de Pernambuco
Fornecinientu para a guarda moria
De ordem do Sr. Dr. inspector, ponho em cen
currencia o fornecimento de objeclos necessa-
rios ao servigo da guarda moria desla alfande-
ga, no semestre de Juiho a Dezembro do cor-
rente anno, devendo os proponentes se dirigir
a mesma guarda moria a onde pdenlo exami-
nar os modelos que devara ter em vista, assim
como requerer a esta inspectora previamente
a respectiva habilitagao provando que sao es-
tabelecidos nesta cidade. afim de que as suas
proposlas possam ser recebidas no dia 18 do
correte s 11 horas da manhS, que 6 quando
ter lugar a arreraatagao do dito fornecimento.
As aliudidas propostas serao feitai em cartas
selladas a fechadas.
Paraamarinhagem e eteakres
Alcatro litro.
Algodao da Bahia, metro.
Algodaosinho, pega.
Almagre, kilo.
Assucareros de louga p de pedra, um.
Azul ultramar, kilo.
Azeile doce, liiro.
Azeite de coco idem.
Arco de pa, um.
Alvaiade de zinco, kilo.
Alvaiado de chumbo, idem.
Brim da Russia, metro.
Brinza idem, dem.
Brim americano, dem.
Bule de louga po de pedra, um.
Bacia de agatha, uma.
Barrote de pinho do nga de qualquer largura
e dimensio, o.
Barrote de amaroJl> vinhatico de qualquer lar-
gura e diraensao, um.
Breu, kilo.
llha de barro, uma.
Bandcira nacional do 2e 3 pannos, idem.
Hables le zinco de differentes tamanhos, um.
Halde de madeira. idem.
Borla3 de madeira, urna.
Cabo de linho, kilo.
Cabo manilha, idem.
Cabo cairo, idem
Collieres de metal para cha, duzia.
Colberes ditas para sopa, idem.
Chicaras e pires de louga de p pedra, casal.
Colla da Bahia, kilo.
Canecos do agatha, um.
Cadeados do ferro de differentes tamanhos,
idem.
Cr, kilo.
Cera amarella, idem.
Copo de plaiDa, um
Croques de forro polido ou gtilvanisado, idem.
Chaleira de ferro estanhado. Kilo.
Caldeires do ferro idem, idem.
Caldeiro de agatha, dem.
i assarol.i idem, idem.
Cocos de eslanho, um.
Copo do mohiura, idem.
Copos de vidro, dem.
Cbaan de vidro. uma.
i hnmbo em Iengol, kilo.
Compasso, um.
Cadeira de junco, uma.
(Jim lieiro de metal, vidro ou flandres, am.
Cano de chumbo, kilo.
Cadcrntes sortidos, um.
Estopa iri.ericana, kilo.
Estanto em vesguinha, idem;
Bacarradeiraa da louga, uma.
Escarradeirai de agatba, idem.
I-Va para cozinha, idem.
Ferro le plaina,um.
Facas e garfos c >m cabos de madeira, duzia.
Fonndes I: ac de differentes larguras, um.
Fio de vola, kilo.
Frigideira de agalha, idem.
Ferro de pa soriidos, um.
Ferro >ie moldura, dem.
Pechadora de ferro para gaveta de diversos la-
inanhoj, uma.
Fechaduras de lato, idem, idem, idem.
Ferrollio de forro de qualquer tamanho, um.
Ferrolbo de lalao, idem, idem, idem.
Fio de algodo, kilo.
l-'ollia do flandres, uma.
Forquetas do Ierro polido, galvanisado ou de
lato. idem.
''ollias de lato para forro, kilo.
Fille azul ou branco, metro.
Gomma lacea, kilo.
Gaz, lata,
(oivas sortidas, uma.
Jarro de agatha, um.
Jarra de barro com e sera toraeira, uma.
Linha de barca, kilo.
Lixa esmeril ou papel, folha.
Lavatorio de forro, ura.
Lampeos, dem.
Lona imperial, metro.
Moites sortidos, um.
Mialhar alcatroalo, kilo.
Oleo de linhaga, litro.
Ocre, kilo.
Obras de ferro fundido ou batido, idem.
obras do bronze, idem.
Oleo de mocot, litro.
Pratos de louga p de pedra, ura.
Praios de ferro esmaltado, idem.
Phosphoros, mago.
Parios sonidos, duzia.
P de forro, uma.
Pos preto, kilo.
Pregos francezes sortidos, mago.
Pinceis para pintar, sortidos, um.
Pinceis para caiar, idem.
Pregos de metal para forro, kilo.
Pregos de cobre, idem.
Palhiuha de qualquer numero, idem.
Quartinha de barro, uma.
Quirios de differentes tamanhos e comprimen-
tos, um.
Remos le faia, p.
Soccanle branco ou de cor, kilo.
Sabo, idem.
Serra de rolla, uma.
Serra de tragar, idem.
Serrote, um.
Sapatilhos de lato, idem.
Sapatdhos de ferro galvanisado, idem.
Sebo em bexiga, kilo
Signaes para escaler, um.
Tijolo francez, idem'
Taboa de amarello de l polegada de grossura e
de qualquer diraensao, laboa.
Taboa de pinho de riga ou branco de l pole-
gada de grossura e de qualquer dimenso,
Taboa de pinho de riga ou branco para for-
ro, p.
Taboado de amarello para forro, duzia.
Travs de madeira de lei, palmo.
Taboa le pao carga de 1 polegada e de qualquer
dimenso, uma.
Taboa de cedro de 1 polegada, dem, dem.
Taboa de louro de 1 polegada, idem, idem.
Wlia de zinco, p.
Taxas do ferro, mago.
Taxas de bomba, de cobre, kilo.
Trados, um.
Toalhas felpudas para rosto, uma.
Tinta branca em massa, kilo.
Tin a verde era n assa, idem.
Vassouras de piassara, uma.
Verniz copal, litro.
Verrumas sortida?, duzia.
Verde francez, kilo.
Verde chromo, idem.
Xiirco, idem.
Zinco em Iengol, idem.
Arligos para expediente
Caetas, duzia.
Caivetes extra-finos, um.
Cadargo de algodo, mago.
Enveloppes para cartas, cento.
Espanadores de pennas, uq.
Ditos de palha, dem.
Furadoros de ac, idem.
Presilhasde metal branco ou amarello, caixa.
Pasta- de oleado de diversos formatos, uma.
Papel almasso iume pautado, resma.
Dito branco timbrado para offlcio, dem.
Dito ministro para cartas, caixa.
Dito, dito, timbrado, idem.
Enveloppes idem, para cartas, idem.
Dilos idem para ofticio, cento.
Papel mata borro branco ou rosado, folha.
Peanas americanas, caixa.
Ditas l'erry n. ioO ;glosa), caixa.
Ditas Mallat, idem.
Lacre encarnado fino, libra.
Lapes preto Faber, duzia.
Ditos de 2 cores, idem, idera.
Ditos de borrac a. dem.
Itaspadoira cora cabo deosto cu bano, uma.
Thesouras para corlar papel, idem.
Regoaa chatas le bano, idem.
Tinta ingleza Stophens, litro.
Di la carmim bel'a rosa, frasco.
Tinleiro do vidro. um.
Gomma arbica, frasco.
Noveno de lio pardo, grosg ou fino, um.
Dilo, dito de cores, ide-a
Livros impressos com 200 folhas de papel Jesu
encadornago de panno e couro, idem.
Dilos ditos com 50 folhas, idem.
Ditos dilos com 200 folbas de papel Raisen,
idem.
Ditos ditos com 150 folhas, idem, idem.
Ditos em branco ora 150 folbas de papel almas-
so pautado, idera.
Dilos. ditos com 10) folhas, idem,
Ditos, ditos com 50 folhas, idem.
Protocollos com 150 folbas, dem.
Ditos com ^00 folhas, idem.
Ditos com 50 folhas, idem.
Limpadoros de pennas, i lem.
Impressel
Folha de pagamento para a inarinhagem,. mi-
lheiro.
Termos de entradas, idem.
Ditos de visitas, idem.
Regulameuto do porto em porluguez, idem,
Dito ditoem lingua estrangira, idem.
Passos de barcagas, idem.
Mappas de alvarengas, idem.
Recibos de bordo, dem.
Intimago de capito idem.
Relago de descargas, idem
Dita de barcagas, dem.
Mappas de entradas, idem.
Pedidos de toltia de descargas, idem
Licenga para ir a bordo. dem.
l'odidos de sobrosaleutes. aera.
L'cenga para lastro, idera.
3." Secgao d Allandoga de Pernambuco, 10
de Juiho de i894,
O ch.fe de Secgao,
MU Frtderko Cudeceira
Fwcui Jade de Direito
De o-dem <*o Sr Dr. vlce-.rei-tor kd pxt-
cieio e de C"jnfo-ajl.ia.l*com o aviso u. 1.24o Je
25 "e Ao-'l tliimf, do Sr. miamtro da ju-< ici o
negocios Interiores fagu pobiico qm> Sea marca-
do o praso neiiDCM* .ornados ti* dala dt-st*
pan ;i m-""' legad ios qu pteunderem coccorr<-r
n o Inirar de leile cathe'.?*tiea ta 1 cadnira da
2* i"e:ie do carao de soienea!) jurdicas (Di-eito
Horra' o) drsta Facodiade v-.uo pelo Lillecimeoto
a j respectivo serventoario D'. Jos Uiiz Bar
rito.
O processo dessp cccnr30 ser regulado pe o
deereio o 159 le 3 de D -sembr le 1892, como
fot ordenado a directora desta Paculdaie pelo
nieo<*i reppeiio a -xtiibigao das provas escriptas, oral
e da dsseragaj. qua versarSo sement sobre a
maieiia da referida cadeira.
Q noquer outras ioformscfies de qne porveo-
tu a tarpgam os candidatos Ibes podoro eer
minist-adas nesta secretaria.
E pa*a qae chegee ao conhecimento de lodos
DUOdoa o mef>mo Sr. Dr- vice director affixar o
orerente qoe sora poblicado nos jornats desta
cidide i o d> Capital Federal.
Secretarla da Fj^uldade -e Dire to do Recife,
26 de Maio Ce 168*.
O secretario,
J. Trltspho da Silva Fragoso
Estrada de Ferro Sal de
Pernambuco
Fornerimcnjo de dormeute
De o'dem do Sr. director ongenheiro chefe, fe
faz ; clico que al o dia 20 do correle, as 2
ho:as, "-ec^nem-se nesta secretaria p?. postas em
' a ta f-'-ha ia, e devidameote Felladap, para o
lornecimenio confirme as cooigOes abaixo mencionadas.
0* rjormentet tr5o as dimenses eegaintea
lm8o^), 0X0,13.

SeSo de topo seriado, de quinas vivos, aem
bren^c. ros:o, feo3fS e brocas.
3
A mirieiras .'os dormentes serao as segua
t?s : Ama'ello vintatico, rao ferro, sicopira-mi-
rim, baraana, pao a'arco rozo, aroeira, oiticica,
ait-lira amargoso, iabiriba preta e pe d'arco
amarello.
4.
O contractante ficar obrigado a depcsitar w
do-mentes ao longo da linha, e nos pontos qne
lhe forem desgosd's, em partidas de cinco
ra.! com intervaiiga r unca maiores de 30 dias.
5.*
Pa'a sor aimitlido concurrencia depositar
previamente cada nropooente na Ibeeooraria
deBta Ea-aia 2O050X), que perder, se convi-
dado para asignar o contracto, n.~o o fizer
dentro do prazo de cinco dias, contados da dala
do aviso qu, para tal tim. lhe fr expedido.
.
Para caranli da boa execugio do contra t > o
c utractaote depositar no cofre da Estrada a
qoaotla de 3:000/000.
.
Quiote dias depois da inspeccSo. ser o con-
tract rate obrigado a retirar da margeno da linha
es dermentes qne (orem regeltados, sob pena
ne perder direito eelles.
.'
A Directora da Estris nao ser obrigada a
reconhecer, no caso de rtlledmerio do contra-
ciaote, dueito a reverso do cot>t-acio a ber-
deirus
secretarla da Estrada de Ferro Sol de Per-
nambnco, 6 de Juiho de 1894.
Jos a Cunha Liberato de Mattos,
Secretario.
Alfanleg< do Pernambuco
A rtigos para as secfoes
Em virtude de ordem do Sr. Dr. inspector,
fago publico que at o dia 18 do corrente s II
horas da manh, receber-se-ho propostas em
carias selladas e fechadas para o fornecimento
de arligos de expediente para as trez secges
desta Alfandega, durante o semestre lo Junho
a Do/.embro dosle anno, devendo os proponen-
tes se habilitar previamente requerendo e
provando que sao estabelecidos nesta cidade.
Podero outrosim os mesmos proponentes
examinar os medlos dos livros e outrou traba-
lhos irapressos, e deverao apresentar amostras
que possam servir de base ,ao contracto e res-
pectivo cumprimento.
Artigas para o expediente das sceces
Aparadores de lapes, um
Buvard mata borro parisiense, um
Bilhetos de pagamento, impressos, cento.
Ditos de pedido para o archivo, idera,
Caetas unas Blazy, duzia
Ditas J. Faber, idem
Caoivetas finas de 3 folbas, um
Ditos ditos de 4 folhas, um
Campas de metal, um.
Capas de papelo grosso para despachos, um
Cestas de virae para papel, uma.
Lnvolopes timbrados para officio' cento,
Dilos sera timbre idera.
Escrivanias de i vasca, uma,
Ditos de 3 ditos, idem
Espanadores de palha. i km.
Ditos de pe-as. um,
Fitas de cadago com 13 pegas o mago, mago.
Fio pardo, kilo.
Ditos cor, idem.
Furadoros de ago, um
Folhas impressas e riscadas para mappas, pa-
pel Colombier, cento.
Ditas as mesmas condigoes em papel Jezu,
cento.
Ditas as mesmas condigoes em papel Carr5
cento.
Ditas as mesmas ccndigOes em papel Raisin,
cento.
Ditas nos mesmas condigQas em papel Ecue,
cento.
Gomma arbica em carogo, kilo.
Dita liquida em frascos grande, um.
Gomma arbica liquida frasco pequeo, um.
Guias lo arreraatagao impressas em 1|2 folha
"de papel, cento.
Ditas de differenga impressas em 1|2 folha de
papel, cento.
Ditas de recolhimento de multas, impressas em
l|2 folha de papel, cento.
Jarro de agatha, um.
Jarra de barro sera torneira, um.
Dita dito com torneira, ut.
Lapis preto Faber n. J, duzia.
Dito preto Faber u. 12, idem.
Dito de borracha Faber, idera
Lacre em pao, um.
Lavatorios de ferro, ur,
Limpadores de pennas, ura.
Livro em branco. papel Jesu com 203 folhas,
um.
Dito dilo do mesmo papel cora 300 folhas, um.
Dito dito dito com 150 folhas, um
Livro com 00 folhas, papel Colombier, em
tz branco, um.
Dito, dilo dito cora 10f> folhas, um.
Livro na mesma conformidade, papel Raisin,
300 rolh&s, ura.
Livro na mesma conformidade papel Raisin, 200
folhas, um.
Livro na mesma conformidade papel Raisin,
150 folbas, ura.
Livro na mesma conformidade papel Raisin, 100
folhas, um.
Livros na mesma coniormidade de papel Carr
com 300 folbas, um. *
Livro3 na mesma conformidade de papel Carr
20o folhas, um.
Livros na mesma conformidade, papel Carr,
150 folhas, um.
Livros na mesma contormidade, papel Carr,
100 folhas, um.
Lapis de duas cores Faber, duzia.
Livros impressos para termos de arreraatagao
com 200 folhas, um.
Ditos impressos para termos de fianga de despa-
chantes, 200 folhas. *
Ditos impressos para termos de abandono, com
ioO folhas, um.
Ditos para ponto, cora 200 folhas, papel Carr,
impressos, ripeados e com mala borro, um.
Ditos para resumo de ponto, idem, idem, com
20.) folhas, um.
Dilo da porta, papel Jesu, impresso c riscado,
segundo modelo, um
Dito da papel almaco, om branco, com 100 fo-
lhas, um
Dito, dito, dilo, com 150 folhas, um.
Dito, dilo, dito, com 200 folhas, um.
Papel.ros timbrado para offlcio, resma.
Dilo. dilo, sera timbro, dito, resma.
Dito almago pautado, l. qualidade, resma.
Dito, dito, -tito, i." qualidade, resma.
Dito, dilo, ditc, 3.* quaiidade, resma.
Dito, dito, I so, 1." qualidade, resma.
Dilo, dito, dito, S.**qualidude, resma.
Dito, dito, dito. 3.a qualidade, resma.
Dit '. Je linho pautado portuguez, resma.
Dilo, mata borro, 1.* qualidade folha.
Dito, dito, 2.' qualidade, lolha.
Dito, dito, 3.* qualidade, folha.
lulo Ministro para curta, caixa.
Dito Jesu para mappas, caderno.
Presilbas do metal para papel, caixa.
Papel Carr, caderno.
Dito Rais, caderno.
Dilo Courcnnc. caderno
Penuas americanas, caixa.
Ditas Perry cen pennas) o. 227, caixa.
Ditas, ditas, idenii n. 150, caixa.
Ditas Mallat ns. 10 12, li e 1G (cera), caixa.
Ditas Falcou (cem), caixa.
Ditas Sommerville (cera), caixa.
Pastas de oleado Ecu, urna.
Dita dito Carr, uma.
Dita dito Raisin, uma.
Dila dilo Jas, una
Raspadena de cab de osso, uma.
Dita do cabo do madeira una.
Itogua de bano, chala, com lio de metal, 0
de ccmprimotito, uma.
Dita dito chata, idem. I,00, idem, uma.
Dita dita quadrada, 0,"'io de comprimonto. fio de
metal, uma.
Tesoura para cortar papel, 1.a qualidade, uma.
Dita dita dila 2/ qualidade urna.
Dita lila lila 3." qualidade, urna.
Tinteiros de vidro ordinario, um.
Tinta Dlue Black para escreyer, litro.
Dila Sardinha, litro.
Dila Carmn Bella Rose, fra-co.
Dila dita Adrien Maurin, frasco.
Copos de vidro, duzia.
Cadeira de junco austraca, duzia.
Escarradeiras de agalha, uma.
Dita de louga n. I, uma.
Fechailuras de Ierro para gavetas, uma.
Ditas di lato. idem. uma.
Terceira secgao, em 12 de Juiho de 1891.
Luis Frederico Cudeceira.
Conipanhia de Fiacao e
Tecidos de Pernam-
UCO.
Sao convidados os Srs. accionistas a,
receberem o dividendo do primejro semes-
tre do corrente anno, na razo de dez
por cento ao anno fseis mil reis por ac-
c3o) no escriptorio da Compnhia ra
do Bom Jess n. 42.
Recife, 10 de Juiho de 1894.
O director secretario,
Jos Joo de Amorim.
Companhia Manufactura
de Phosphoros
S3o convidados os Srs. accionista a
realisarem, dentro de 30 dias, a contar
da presente data a 6.a entrada de suas
prestacSes razo de 10 0/q do capital
subscripto ou 208000 por accao em mo
do thesoureiro, ra da Madre de Deus
n. 22.
Recife, 25 de Junho 1894.
O director secretario.
J. P. Gonsalves da Silva.____
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
De ordem do illm. Sr. Dr. inspector
deste Thezouro, convido o Sr. ex-collec-
tor do municipio do Rio Formoso, Joa-
quim Francisco Diniz Jnior, para no
praso improrogavel de 8 dias, contados
da presente data, vir a esta reparticao
recolher a quantia de 116962, saldo ve-
rificado a favor da fazenda, em suas con-
tas relativas ao periodo decorrido de 1 de
Janeiro a 5 de Mar;o de 1892
Secretaria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, 16 de Juiho de 1894.
Servindo de secretario.
Epaminondas P. Bandeira A. Vasco/i-
cellos. __________________
O London & Brazilian
Bank Limited
Sacca sobre Lisboa e Porto
em libras sterlinas, e vista,
sendo o pagamento feito na
occasito da apresentaco do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dias de vista naquellas pracas.
Companhia americana se-
garos contra-ogo
Aozusto Pico Pacca, competentemente aoto*
risado poi- esa r.ompanhu declara para os con-
venientes fins, tica d'ora em diaota encarregado
> n los oa negafcio relativos mesma compa-
nhia o Sr. M:ao: I Dias da Silva, nico agente
oesta capital.
Re-!fd, 17 ce Julr.o de I89i.
Angust Pinto Pacca._____
Companhia do.fiebe-
ribe
Os Srs. accionistas df s a companhia sao con-
vida os a se reomrem em asseoiDla geral ordi-
nana no da 31 do corrente mea, ao meto dia,
no r andar do predio n. 71 a roa 15 de Novem-
bro. para assistire i a Ieitora do relalono, de-
iierarem sobre as cntas e carre-r da commis-
sf t flaeal, relativj ao anno social findo em 30
ce Abril oeste aooo, assim como elecerem o
pre-iden'e tecreiario da assembla geral e
c-.n m s.j flseal, resolveren) sobr qnalqoer
h. uin;>'o d* interesse para a companhia.
R-cie, 16 deJolho de 1894.
Graciliano Octavo da Cruz Marti es
Director Ktrrate in.erino.
.NLio l Joao de Arnom
Secretario.
Club. Inttirnacional do Re-
cif i
O absizo sssigoa.io tem a honra de convidar
os Srs. socios e cas Exmas. familias para a
rcDOi&o familiar, qne ter lagar sab adoSldo
correte.
Recite. 15 de Jnlbo de 1891
Alfredo Leal
Director do raex.



Instituto Archeologico e Geogra-
piuco Pernambacano

Qointafeira. 19 do corrente. 6 hora do costa-
mp, baver sessao ordinaria.
Secretaria dolaslituto, 17 de Jolho de 1894.
o 1- secretario,
Baptisla Regueira.






'-CLUB
PERNAMBU
POJCTO DE INSCHIPCAO
Para a 10.a corrida que se realizar no dia22
de Julho de 1894
N.lj teodo-39 realtssdo o pareo Hippodromo do Campo Grande, chana-so
a conciirrdocia para o segaicte :
Hippodromo do Campo draode1.000 metros. Animaes de Pernambu-
00. Pbemios : 2504000 a primeiro, 504000 ao segando e 230000
so ierceiro.
Art. 'Oios pareo Darby Ciab e Prosperidado do projesio j publicado e
ruis Berm.
Observaces
A inscripto ter logar boje ao meio dia c* Secretaria do Djrly-^lab.
Secretaria do Derby-Ciub 17 de Julho de 1894.
O FIEL DO THESOBEaO,
A. A. Gomes Penna.
Paciflc Sieam Navigation Com-
paay
STRAITS OF lAGELLAI LINE
O paquete Sorata
E' esperado da Soroca
at o dis de Jmbo
pegoiQ''o dep> is da indis-
pen*avel demora, para Vsl-
parairo na escala pela
Babia, Rio Janeiro o Montev.do
Para car?a, passagem.encomoieDdas e dinhci-
o a frete trata se rom os
AGENTES
\\ sisn, Soas k t, Limited
10RA DO GOtiSf ERCIO10
Io sndar
asa
THEATRO
Hfil
II lUlllllil
DISSOTS TUEATMC lOWJJIY
Espleodido successo do dia
Noite de maravilhas
AMANHA
QMeira 19 io JqIo ie 1894
A's 8 horas da nole
Sublime espectculo cabaliatico!!
2tO X X<2*3.
Do prestidigitador e Veotnloqao europea
CR7EL10 MILI
qoe teai cb ido completo successo dos princt-
paes ibeatros Co moodo e ltimamente nos do
Rio de Janeiro, S. Paulo e Babia.
NOTA. O professor Curvello d'Avila. atten-
deodo ao itinerario artstico por elle traca'.o nao
dar maisque dooa espectculos tiesta cidade.
Os bilneies acbam se veoJa no tbeatro pelos
precos do.costme.
O espectculo terminar a lempo dos Srs. es-
pectadores lomarem os bonds de todas as linhas,
bem como os (reos de Caxaog e da liaba prin-
cipal. ________________________________
Estrada de Ferro de Pernambaco
do Recita a S. Francisco
AVISO
Tendo-se tornado cada vea
mii abusiva a pralica de ti-
rar-Me uuaotru* de assucar no
armazen da establo de Cinco
Pontos e agotados os uicios de
reprimir esees abusos, a adtui-
nist ractto desta via-ferrea
competeuteaneute autorisads,
faz publico que do dia 4.* de
getenibro futuro lien inteira-
mente abolida a permissao de
tirar qwaJkguer quantidade de
nssucar dos saceos dentro dos
armazeos.
A administraciCo facilitar
por todos os meios nos Sus.
.IgricuaUoro* u. reuipsia livre
de freJflaaa>Sj sen ewpwnpu-
dentes4.de,^a^uo^oas(.laa de
0andra u-. onlv*** vaiiUm*^ |
popa do brigue ah submerso pelos revo'-
osos, a outra Este, prximo ao Gabejo
do banco.
Esse canal tem a profundidade de 7 a
.8 metros e passa por entre duas outras
boias collocadas ao sul da mesma ilha
dos Cardos e distantes urna da outra de
'cerca de 100 metros,
i Apezar das marcas cima, torna-se
sempre necessario a bordo a presenja de
| um pratico local para a entrada ou sabida
. dessa barra.
Repartico da Carta Maritima do Bra-
'zil, 28de'Maio de 1894.
Francisco Cal/uiros da Graca.
Capito de Fragata, ebefe interino.
Capitania do Porto de Pernambuco, em
13 de Julho de 1894.
O Secretario interino,
Matwel Jos de Castro Vilclla,
Aracatj
Seeue oestes poocos das o byite D. Jolia.
necebe carga tratar na roa oa Madre de Dos
RjJ__________________________________
Companha Nacional de Salinas
Mossor-Asso'
O vapor nacional
Aguamar
Entrado de Macan, se-
goe cestes poneos das
para os portos do Rio de
Janeiro, lio Grande do
Sol. Pelotas, Porto Alegre
- Para carga, eoc.ommendas e dinhs.ro a frete
traia-se esm o agente
Joo Mara de Albuquerque Oliveira
Roa do .e-mmercio n. 14 1* andar
ClMfiHIlS'lElIflilS
CompaDhia Fraoceza
DE
Xaregtco a vapor
Linh* regular, entro o Havre, Lisboa,
Pernambaeo, Babia, Rio de Janeiro
Santos.
O vapor
Parahyba
COMM&NDANIK LUCE
E'esperado da Euro-
pa at o da SO do
correte segolndo de-
pola da todispensavel
demora para
Mtcei, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor en'rar no porto
ftoga-s* aos Srs. importadores de carira polos
?apores desta liaba, qoeiram apresentar den.
tro de 6 das, a cootar do ds descarga das si-
COMMAN'DANl
cont ag 4u*>*t|'as< le. seus. pro- ,varengas qoalqaer redamacao concernente a
ductos^e^^warier a*^- j^^aTm^' if XaTd' VS.S
as n/avideocias oecessarias.
Expirado o referido praso a compaabia co i*
"* SMftlfo couo^.s<,,pratca
rom oN.rii>usco vasios.
A. adminlstracAo toma a II-
berdade de suggerir aos Srs.
Agricultores a conveniencia,
de mandar os saceos de assu-
car cosidos e nao naais amar-
rados como at agora.
Escriptorio da Superinten-
dencia 17 de Jullio de Is;I.
Wells Hood
Superintendente Rngenhei-
ro em Chefe.
Aviso aos navegante s
De ordena do Sr. capito de mar e
guerra Franc seo Forjaz de Lacerda, ca-
pito do porto deste Estado e em satis-
fajt-o ao aviso circular da Directora Ge
ral da, Repartic&o da Carta Maritima
dos Estados Unidos do Brazil, fajo pu-
blico para conhecimento dos interessados
o mesmo aviso hydrographico.
Ministerio da Marinha
E DOJBRAZlJi
Aviso Hydro graphico
N. 12
ESTADO DE SANTA CATHARINA
Bnlisamento da Barra do Sul
raoooanbllisa por extravos.
Recebe caiga a tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9Rna d" Comrnercio- fl
(hbimib rinuiiflaii ii-
PORTOS DO SUL
Rio de Janeiro e Santos
Opaqoote
La Place
COMMANDANTE VERIS8IM0 ^OSTA
Segoe no dia
%% co corrente
iberas da
tarde.
Recebe carga, eocommeodas, paseagen e di
urieiros a frete ateas li horas da manba do da
da partida.
E9CRIPT )RIO
Ao Cae da Comoanhia Pernambucana
0.12
CompanbiaPernaniuncanade .\a-
vega^o
PORTOS 'O NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mottor, Ara-
caty e Cear
O paquete Jacuhype
Command&nto Monteiro
Tara conbecimento dos navegante*,
faco publico que, pela r%ptania do Porto
de Santa Catharina, foi balisado o canal
entra a ilba dos Cardos e o banco frontei-
ro, prximo barra do sul desse Es-
tado
Duas boias encarnadas, separadas pela' rta^partldaf
dist-ncia approximada de 60 metros, J
maream actualmente o' Ifeito do canal, e t Ao Caos da Oompaob?a Peroanabocana
Segoiri par os
portos cima in
^ dlcados do da
SO do corrente
as 4 toras aa tur-
Recebe carga, ducommendas, paasageos e di
nbeiros a frete at a 11 horas da manba do da
m
O vapor Matapan
C^mmaadaute Fournier
E' esparado
o dia
da Europa at
elias se acbam cllocada^-- urna junto &
ES^RIPTORlG
obia
12'
i de Julbode 1891
guindo depois da demora necessana oara
Babia, Rio de Janeiro. Montevideo, Bue-
P.ueuos Ayrea e Santos
Entrar r.o porto
Previue-se atada aos Srs. recebedores de mer-
dorias qoe s se attender a reciama^oes por
fal.28, qoe forem recoahecida na occasiSo d
escarga dos volumes ; e que dentro del8bo
sa contardo dia da descarga das atvurengas,
deyerao faier qualqoer reclamago concerLen-
'! a volumes que perventura tenbam segaicio
para os portos do sul, a'im de serem dadas a
ampo as providencias necessaras.
Roga-se aos Srs. passageiros de se ipresesta-
'oj oa ves pera da ebegada do vapor para loma
em as soas passagens.
Para fcarga, passasens, eccommendaj e di-
nbelro e frete, trata-sa com es
AGENTES
H. Burle & C.
42 Ra do Ccmmereio42
lWM\ fttfiTw-
O paquete Tbames
Commandante B. S. Armstrong:
E' esperado do sel al o
dia SI do corrente teguln-
do depoi da demora indis-
peosavelpara
Lisboa, vigo e laitliamo^n
Para carga, paesageDs.eDCommcodase diobel-
ro a frete: trata-se cou os
AGENTES
Don
9BM|>ajp
ComnjandantQ A. E. Bell
E' esperado dos por os da
Enroca ate o da SO do cor-
rete e seguir depois da oe
mora iodispeosavel Dar
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Prevlae-8J aos Srs. recebedores de
mercaduras, qoe a Companbia Mala Real Ingle-
sa, coalraetoo com aGeneral Steam Navegatioo
Compaov om servigo ds vapores semanaes qoa
partlndo de Pordeaux. Cognac,Cbareot etc. de
sem ebegar a Sootbamptoo a lempo de bldela
rem as cargas destinadas i America do Sol.
para os vapores desta compaabia.
ReduccSo nos preoos das passagens
14a lia $ tolto
A UsbOJt t* lasa* so a 30
A'Sootbampton Ia classa *K 41
Camarotes -raewvados pra os passagsiros da
Peroaiabnco.
Para pasaagoos, fratM. Doomntandaa, \ >!
com o*
AGENTES
Amorim Irmo & C.
N. 3Roa io Bom JesniN. 3
Llojd Brazileiro
PORTOS DO NOITE
O paquete Manos
Commandante F. A. Almeida
Espera-so dos
portos do norte
at o dia is de
Julho segoiodo
'dcpoM da BO-
ra indpeoeavel para
Maoei. Babia, Espirito-Santo Rio dt
Janeiro.
As encommeodas serio recebldas at 1 hora
da tarde do da da sabida, no trapicne Barbo
do caes da Compaabia Pernambocana n. 4.
Aos Srs. carregadora pedimos asna alinelo
para clausula 10* nos conbeoiuientM qoe:
No caso de baver Ignma reolamacao conl-a a
coavaaobia, por avarla ou perda, deva ser feita
por escripto ao agente respectivo do pono de
descarga, dentro de tres das depow oe inali-
sada.
Nao precedendo esta formalldade, a compa-
abia fica isenta de toda a respeoeabilidade.
Pan carga, passagens, encommeodas di-
obeiroa frete: trata-se com os
Agentea
Pereira Caineiro & C.
3oa do Commsrcio n. 6
1* andar
Knott's rrince LiaeofStea-
mers
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estada-luidos, BfuZl e Rio da
Prata
O VAPOR INGLEZ
British Prince
E' eanerrao de
New-York. do da
edi Joino esa
iira depois da
mora oecessa-
ria para"
Rio \le Janeiro, Santos
Buenos-Ayres
Para ca.-ga. encommendas, tra'la-se conos
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commorcio n. 15
Coopanhia dePaqu ete ?
Brazil Orental e Diques
Fluctuantes.
O paquete Guanabara
Commandante Luiz C. Amaro
R'n il as do eo, i-eeaiGda d:-
poi ca aemsta utcessarla
tara
I
Maceio, Jahia e Rio de Ja-
neiro
para enjua por'os de ci ja contrac'.a carga.
Este vapor iliamicado !uz elctrica
6 offarece ptimas tejomrjodecoes aos
Srs. ps8aageircs.
Agento
Amorim Irmos & C
3Sua di Bom Jess3
Gomparihici de Navega^ao
Carioca
PORTOS DO SUL
O vapor Cometa
Segoe neates poucos das
para es peos do
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul e Pelotas
Para passagens, fretes e encommeodas tra-
a-ee com os
AGENTES
Pereira (]arneir) & C
6Roa do Ccmroercio6
1* andar
Lciao
i
LEILOES
Hcije, 18, ao meio da, deve ter logar o lei
io de movis, em cootinoacSo a1 leilao de hcn
tem, no Manguinbo, casa du Sr. Rastos.
O leilao de (atendoS avanadas aeve ter lo-
gar sexia-fei'a 20 do torrente.
LeiioO
Em continua^ao
De orna mobilia de janeo vidros, lochas e
rram move'8
Hoj
e
18 do corrente
A' 1 hora da tarde
Agente Pinto
Na osa Leilo
Da armaclo ioglea, carleira, pipas e barrls
com. viDbos de geoipapo, caj e jaboneaba,
grande variedade de licores de troclas do palr,
sortimeoios de esseocias, flor de > bogueiro,
cognac, pipas, canteiros. tuias e mala Dtencilio-
existeoles oa fabrica da vjabos e licores a roa
Marcilio Das, antiga Direiu n. 84.
Quint-feira, 19 do corrente
A' 11 horas
O igente Gas'xo aotansado pelos proprieta
nos da turica cima fari leilao das mercado-
riss e oteocllios, em lotes, a vontade oos com-
pradores e oo correr ao marlello. ^^^^^
Leilo
De nm importante le'rsno sito a roa de S.
Jnao, esquina para a do Marqoex do Herval, com
63 palnos de frente e 168 de fondo.
Quinta-feir 19 do corrente
A's i\ horas
Soarmaiem u. 39 da roa 1
de \ovembro
0 altete Mar nos com petenlemect.e aoiorisado
fara letlao do terreno cima, o qoal se acha mol,
lo bem locaiisado por ter doas (rentes.
Leilio
De fazendas
Constando de algodiouobo, madapolOei, chi-
tas, orsjsodis, sitioetai, voiie, sargelio. eticas,
seroolas, casotaas o> flaoalla. cobeita, coberto-
res, chales, ticbs, lencos, graiat.s regat s,
brma b'aoeo e de listas, chapeos jporienl para
senbara, ditos para hornera, sapatos para se
obora, botloas e chapeos de sol.
Quinta-feira, 19 do co/rente
Vs II horas
QlllO armnzem ra 1& de Jo-
vembro a SU
O ateste Manas coa-peteoiemeala antorisado,
far Isil&o de madapoio>'s, alaodoei. chitas, or-
andis, colchas e multa* unirs lateadas e mo
desat, por liqu'd gao.
_______A correr do tmmwtcUo
Agente Burlamaqui
Leilo
Do sitio com casa de talpa, em solo proprio
a roa do Harmona o. 3, no logar
Arrayal
Quiota-feira, 19 do corrente
A'a 11 horas
No armxem a roa i5 de Novembro
0 sgeoie cima, aoiorisado pelo proprielario,
levar* a leilo o sitio com casa de talpa cima
declarado, com diversas froctelras, cacimba,
taoqoe de ferro e banbeiro de pedr e Gal, me-
alono 108 de frente e de fondo 480.
Os Srs. preteodeotes podem examinar.
De madapoldes avadados
Sexls-feira 20 do corrente
A'S 11 HORAS
O agente Pinta levara a eiio p^r coota a ris-
co de qnem pe>ieocer, d-ff-reniea marcas de rra-
dspoloes, pirie das caixas marca SDSG. os. 670
s 672, descsrregadaa oo vapor ingle Mgda-
lena.
Em cooinu;glo, cb(a3, outras f.iandas, mi-
desa9 e movis.
AVISOS DIVERSOS
Precisa se d om fetter no jardlneiro. pre-
feriodo se ponoguet ;' a trstar Da ra Karqaz
de Olnra d. 35.
~AMA DE LEITEpTecfea-e de~um~; na
io. dus Ma'tyr os n. 146, 2- andar.
Precisase de um caixpiro com pralica de
molbados a tratar na ra Estrella Jdo Rosario
o. 31, loja.
Precisa se dr urna ama. que cosinhe, e
arma em casa ; na roa Birao aa Victoria .a-
me o n. 12.
Vende-se
A lavaros f*a ra da Santa Crat n. 36. propria
pa'a pnu Ipiaoie por ter poocjs fundos ; a tra-
tar na mesma.
Vacca tourina
Vende-se orna parida de novo ; a tratar na
Tamanoeim o. I._________________
O o puro de linhac.a
Vende-se e-n barris de SO jaii5B8 a 200 o
galo ; a tratar no la reo to; Coelhjs n. 13, u
desiila'.'lo 08 Cselhrs.
Precisa-ce
Na roa Dar) de S. Bcja n. 63, preciea-st de
orna criada para andar com urna criDc?, paga-
se bem.
Cachorro Galg-o
Desappareceo do sitio de J. Rallar Passagem
da M gd'-llena um peqoeoo cachorro eaig de
urna f tr, caf com lelta ra .-o : qnem o achar
ou der noticias co mesmo, ser g'aiifica'io.
lila in^leza
Na loja de calcado a ra do Bom Je-
ss n. 21, tem para vender.
Cosinheira *: criado
Preciea-ee na roa da Palma n. 40, paga-:e
bem.
Jaidineiro
MdSB-se de um qoe cultive bem jardim
c, pata ee-lbe bom ordenado ; a 'r-iar
o. S> a roa do Bemtica (Macdalena).
Ime-se
Um terreno proprio, com 225 palmos de frente
e 300 de fundo, com duas casas em m)o es'ado,
situadas no Campo Araode, esquina da ra de
S. J)3a ; a tratar Da ra Domingos JosMartins
nomero 80.
Taverna
Veode-se urna taverna bem afreenezada, na
estaco Ch.po de Sol. em Agoa Fria, o motivo
se dir ; a tratar na mesma.
Caixeiro
Precisa se de om menino com bastante prali-
ca Je molbados, de 14 a 16 aooos, garaotiDdo
soa conducta ; i ra Viscoode de Alboqoerque
o. 23 A.
Cosinheiro
PrecUa-st de om bom cosiobeiro ; trata-se Da
rna do Comrnercio n. 44
Caixeiro
Precisa-se de om caixeiro com pralica de mo-
Ibadas, que dcoDbecImeoto de. soa coodneta
idade de 16 i 18 annos ; n roa do Capillo Lima
D. 15, em Santo Amaro das Salinas.
l'uiiliu. Lima Participam ao comrnercio e aos seus
dignos freguezes, que mudaram o seo
escriptorio de commisses e consigna-
rles da ra do Mrquez de Olinda n. I,
para a mesma n. io, i." andar.
Serragem de madeira
Ba fabrica de movis, a vapor, de Silva Fer-
nandas* C, perra se madeira a 30 0/0 meos
do sreco commom._________________^_______
Aluga-se
Urna.casa com monos commodos para aade
Familia, teodo agoa encanada, jardim, viveiro
para penes, sillo d* froctelras. completamaote
morado, liaba de boods a porta, gosaodo-M de
ama vi U agraoavsl, luda dita casa ao larga
da igreja de Samo Amaro n. 2 ; as chavas para'
vel a acnam--e depositadas eco asa dn asebris-
tao da igreja jooto a mesa**, e para tratar- s do
alogameoto, na pbarmacia Coocelc&o, roa Mar-
ques de Ohoda.
Cauteilas do Monte
Soeeorro
Ooro, prala. e brilbantes
Seodo de boa qoatidade e em obras aprovei-
taveis, compra-se pelo maior preco do merca io :
a roaestreita do Rosario o. 1. oficina de relo
oeiro-
Feitor
Precisase de um leitor, p-eferiodo se porto-
goos : os roa Imperial n. 17.
Vende-se
Um fino cavallo para ella e perfeito andador :
a ver e t-aiar roa do Hospicio n. 83.
Leilo
DE
71 peca de madiaoldes.
40 ditas de entretelas.
4 ditas de bnm de llobo e f.tenias avarta-
das. a bordo dos vapores Mercbaou. EIDe e
Magdalena, qae serao Tendidas por eoola e
risco de qoeas oerteooer.
Sexta-feira, 20 de Julho
Agente Pinto
RA DO BOM JE:1'S N. 45
Leilo
De do mar, das calas marca NM6C. ns. 32 e 34,
viadas de New Yurk no vapor logte Strabo
entrado em 20 de Juoho de 1894.
He*ta felra, ao do correte
AS 11 HORVS
No armoeem a ra do Marquei de Olinda
n. 48
Por intervencao do agente
Gusmo
Aos Srs; propietarios
Veodem-se com grande diftrica dos actuaos
precos do mercado, axolejos com lindas edres o
sorprebendentes desenbos, no largo da Alfan-
dega a. i.____________________^___
Casa para alugar
Aloga-te a metade da grande e esoacosa casa
da roa de S. Francisco u 60. pintad e caate
de novo, a orna pessoa que -e trate e d Mador
de soa conduela; trata-se oa mesma ca?a ero
t
Commendaor sianoel Honorato
e B trrj
Primeiro aonifersario
Mar.oel BeraarJlno 'letra Cavaleaote, saa
c:ulri"r e'iihog, JoQj Ma-inho de Barro^, eoa
multiT c li boa, Msn^el Mannho di Barr);', sos
muiber e dluo*. L oriodo Mannoo au Barros e
M^coel lien ardino Vieira C.vilcante Fnbo man-
dara ruar relesas por alma de sea p-ezarfo so
yru, pal, a*o e bisatd, roaLendador Manoel
iior.oatj do Barres, e pe^ro aos seos pareles
e a p?eoai> de aa .lo.iz^di para assistireso a
"fie a to de retigiao ec;iri.i^de, que t6'i lagar
na catriz da Boa Vist3, 7 Dor da m.nti, e
na rrat-iz da cidade de Barraros as 9 turas do
d'a 18 do correle. aoniversarlo ae s c pas-
Broento, aat cipDD^u d Ble ja ama sgradeci-
meatos.
Antonio Ferreira da Oliva
i" aunivert-ario
s
5*'
Ma-ia Isabel Ferreira da Silva e
8^us Dlboe. "ona de Je^u-' Perreira
(?u- n'f), Mj^oei Joaqo'm Ribeiro,
sua mtilner e tilbog, Jo5o Fer--'ira
Pi-u'iado, los Ferrelra da Silva a
snas irmiea 'au?eDt"s JoaqUm
Lonrengo o S>a Oliveira, soa
mulher e Blbop. Dr. Hignel Adt-liuo Tiendo
Lessa, Ma mclhr-r e Hlbos (aosent), cor.vdam
aos seus parentf-s e amigos -i do fallecido para
assiaiirem as i-^aas que mandara celebrar por
alma do sen euinpre lemb^do e estrernoso !p:-
rido, pai, tilho, gen.-o, i.-iio, ennbado e no,
AotoDio F-rrtrira da Bilv, do da 21 i i corren-
te, na matriz de Santo Antcnio, a- 8 horas da
manba, 1- annivenmn do ^eo aassameoto, e
para este ac sam agradecidos.
fr'rri
iciNpa Hart n Cenar de
Smoeiia
Manoel Mariis de Acicrim Santa Rita e sna
mulher, Dr. Joaqcim M. Cesar de Amorim, Ma-
noel K. de Amonai Joni. r (ansentesj, Rita Mar-
iob Cesar de Amorim, mapoados com u pena
de sua Hiditosa e nonca esijaeclda tilba e rrna,
Francisca M. Cees.* >ri jnm, agradecen de
cor?c5o a litios a amigos que acampan iaram
a sua c'tima morea ; e de novo convidara lodos
os amigus e prenles para asiatirem a missa
qae por su= alma mandara rezar na matr:t da
Boa Vista, as 8 horas da manna de qoima-feira
19 do correle, 7. da rio seo pa.-samanto.
t
Dr. Antoaalo Annn dsronie Plre
Manoel Jos ae Campos Baroosa. soa muiber
D. Isabel Leocida Anoes de Campos, seo* tilbos
e o r. rthur Ames Jacome Prea (aesente),
genro, fimos e neics do Dr. Antonio Aunes Jaco-
me Tires, maodam celebrar sexta fei'a 20 do
correte. 30- dia de s-u fallecimeoio, urna mis-
sa em soffragio de soa alma, na matriz da Boa
Vista, 4s 8 horas da manba, e convidam aos
paren es e amigos d coelle fallecido assiti-
rera esse ac de verdadeira rehgiao.
Mart'.nbo Joe Esteves GuimarAes e toa irmS
agradecem do intimo o'alma a Sociedade Monte
Po Popolar Peroambocaoo e a todas as pessoas
qoe fise'am o caridoso obsequio de acompanbar
ao cemiterio publico os re-nos mortaes de saa
carinbosa e idolatrada mai, Caelana Mana da
Graga Goimaraes, e de covo as convidam as-
sistirem as aissas, que por alma da fallecida,
mandam rezar ao convenio do Carmo, no dia 21
do corrente, as 7 1/2 bo-as da manba, anieci-
paodo a todas a sna eratid&o.
SSanoel Joe da> Silva Pimeniel
A familia do finado Manoel J i.-t: da Silva Pl-
meniel agradece peoborsdissima lodos os ami-
gos qoe se digoaram aoompaobar ao cemiterio
publico os resioa mortaes do mesmo fioado, e
de aovo os convida para assistirem as missas
qoe pelo eterno repouso de sua alma manda ce-
lebrar oa igreja do Paraso, s 8 horas da manbS
do da 20 do correte (sexta feirai, 7* da do
sen passameoio, antecipodo desde j seos
agradecimentos.
f
Usabellna L. vire Butra
Tranqoelioa Vlraes Datra, Maria Santos Lima,
FraDCisco Lima,Looreoco 1. Vlraes, Manoel Odl-
Ion Viraes, convidara seos parantes e mieos
para assistirem as miasas qoe por alma de soa
prezada mSi. av e ta. mandam celebrar na ma-
iris da Boa Vista, as 7 1/2 boras da manb de
18 do corrate, 7.* dia do seo pasearoeoto.
tot rudruo Jone Ud ouiiaia o cuua niuos
convioam aos seos pa entes e amigos
para assistirem as missas qoe mandam
rezar pela alma de soa sempre lembrada
esposa e mil, Joaquina Wanaerky dt Cmara,
do dia <9 do corrente. 1* aDDiversario doten
paiaa?eoto, ss 8 horas da maoba, na igreja do
Divloo Espirito Sao to e na capaila do engeabo
Cuyambsca, desde ja agradeeem a todos aquel-
les que comparecer^ a este acto de religiSo.
SBBSBBBBBBBHSBaSBaaSBBBBBBBBBBBBBB^SBTTSBBBaBBBBBBBBSB^Bl
Joaqulaa Wanderier da Cmara
tTemoteao de Albnqoerqoe Maraobo,
soamolber e tilbos, coovidam os seo?
prente* e amtgos para assistirem a
um mista que mandam resar pela
alma de as armpra lembrada conba-
da, irma a tia.Joaquina Wanderle; da Cmara, no-
da 19 do corrente 1- an ni versarle de sea pas-
sameoto, i s 9 coras da manba, na igreja matriz
de S. Looreoco. Agradeeem do I intimo oVlma
a todos que uoapareeerem a esta acto de rali-
giao.
or. Benedicto Baarquea Ida Silva
tcaua gajyjg
tO desembargador Joaqa'm da Costa Ri-
beiro e ma snolher coovidam a seo* p-
rente* <" amigos para assistirem a orna
missa que mandan rezar Da matriz da
Boa Vista, quista feira 19 do corrate, as 8
b'T'S da manba, por alma de seu rcnbsdo e
irmio Benedicto Merques oa Suva Acau, fal-
lecido do Rio Grao le do Sol.
liarla tmt-lm Atvea Rt
tH-nnou- Leal Reis, seu Olbo e Irmaos,
JusiIdo Bpaminootes Assampcao Weves,
soa malber, tilbos, geara e ora, convi-
dam aos seas pareles e amigos e aos da
soa fallecida esposa, aol, coob;da, tilba e urna,
Maria Amella-Neves Res, para.888ls'irem a mis-
sa qoe por alma da mesura sera celebrada oa
matriz da Boa Vista, as 8 boras do da 19 do
correte, 30 do seu faI 'Cimento.
Realejos
Importantes realejos, os melhores qoe iem
vlodo ao mercado ; reode-se na relojoaria David
aruadoCaboea o 14. Pregos baratissimos.
Pharmacia
Prpclsa-ee de nm pratico ; na Pbsrmacia
Americana, roa Duque de Caxias o. 57.
Olinda
Vende-se um grande chalet e sitio na ra dos
Mihgres n. 2, as chaves estao oo Varadooro,
loja do Salvador ; a tratar oa roa do Socego Da-
mero 55.
Bichas de Ham burgo
Vende-se em graD>.es e pequarjas porcOts
appllca-re veDtosas seecas. e sacada* j oa mi
as Larsngeiras n. 14
Caixeiro
Precisa-se de ora caixeiro com bastante pra-
lica de molbados ; a tratar na ros da UniSo no-
mero 54.
I
Ama
8
Na Caponga, roa das C eoolas n. 15 A, pre-
cisa-se da nma eosinbe ra e de nma criada para
Bieninrs, dormmdo em casa dos pat'es.
Ama
Prectsa-8e de orna ama para cosinhar em casa
de pequea familia, qoe d i om atistalo de
aoa coodocta e derma em casa ; a tratar na rna
do Crespo n. 8 A. loja dechapeode sol.
Ama
Precira-se.de nma ama; na Paseagem da
Magdalena n. 62, para todo ervico de pequea
familia.
tj\Ei(X* Precisa se de ama am,< que saiba lavar e en-
gomosa- ; a tratar n J ra do Hospicio n, 20.
Alna
V


4

>-


*
Precisa-se de naa ama para coinba: e com-
prar ; na rca-Doqoe de Caxias d, 07.
mmmJL
L^l
-
i.i
arte


w
!
t
i
. '
I
3m1111111iHie111.it iiiic,
LUZ
DIAMANTE,
E
Diario de Pernambcco Unarta^felra 1 de Jnlho e
Xarope^ie fumar", ir^i^g^*^^^^
*
.**.

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Este sgradavel e enrgico medicamect
o eztermic&dor das toases resientes oa
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chrocicas, icnquidoes, e em geral contra
todos os padeeimectos pmvtniactos da ir
ritacSo d&s vas respiratorias.
Convera como unitivo aos fysicos.
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Fin Mi fe FigseireSo
Approvado pela rcapeitavel Junta
de Hytfiene
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Euoontrs-so em qos'qutr pharinacia.
LONGMAN & MARTNEZ,
NEW YORK. JT
ca Live de Explosao, Fumaca Mo Cheto
A venda em tod ,s os
tm anaarems de seceos e mo
ajjai IM'^MUS so
' incrivel!! s se
yendo
03 propietarios dasESTRELLAS D"AKERl
CA, roa Io de Marc< n. 12, SuUg do Crespo,
orgolDam si tai aiier a t do quaEtos Ibes
eerem o praxer de 1er este annnnrfo, que
tods as menato-laa aqui dtscrlptB elles letm
no seu estabule unen o.
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p.is.-e:o 2 esie lindo esiabelecimento oode en-
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Veatido8 bordados o seda.
Las de quadro. 300 ra. o covado.
Lctn cbinei. 800 rs. o covadb.
Verbulitias de tooaa as co'es.
Mad.,polao Panuinno-lata o 5*000, prca.
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vara 8.
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Maoulbas pretas de seda (s orna.
Ditas de co-es, de seda 7fi urna.
Ditas de aleoto 3* ama.
Etamioes, 600 ra o covado.
Sedas cnioezas, IJ00 o covado.
Cambraias de c. rn, jrrendadas, 1I300 o covado
Cretone bahlano, 600 ra o covado.
Cretooes Iranrezes e icgleies
fcerlcs pretos e de cores, lavrados, 1*800 o
covado.
Vestidos brancos bo'dados, diversos precos.
Vestuarios para bapusados, de (0 a 60*.
Voile de la 1*300 o covado, lioissimos.
Fasta de cores para calca a* o corte.
Setins e todas as cores,
Sural) de d eraas rores.
Cortinado de camb-aia 10* o par.
Cortinados de crochet, de la* a 40*.
Colchas de crochet 10* urna.
Cortea de colieies de fostao, tranco de coree
5*000 om.
Colchas de cores, grandes, 4* ama.
Bae'.a encarnada e azul.
Las com hsttas de seda. 2*SO0 o covado.
Sedas pretas lavadas de t*500 8* o covado.
Gorgurao de seda pora de 6* i 10* o covado
Cambraia traosparme de 4*600 a 8* a peca.
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Vestidos em carios, de cambraia d cores, ulti
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glezas e (ranerzas.
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-<

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S5
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11
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i

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dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
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lulas ante anmicas Braxileiraa do Dr.
Sil vino Cavalcanta.
Formula approvada pela Sima* Jimh
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Meia duzia b 81000
Urna duzia 151000
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H. ROUaAYROl.
22 Ra da Cruz n. \\
precisa-se de
Nova n. 16.
um; a ra
Alta novidade
GrampSes a Mana Stuart para en-
feites de cabello o que ha de maia nevo
Receberam
PEDRO ANTUNES & C.
StCSua BMi^e de Csixt_______
Rodolpho Antaaes & C."
t Ra Datme de Casias 9
A
Namilba
FINAS COLCHAS para camaa. LIN-
DOS cortinados para cama e janelas,
presos sena competencia. Elegantes
jbjeetos de biscuir, vidro, tetra cotta para
toiletci. Grande sortimento do albura
para ratratos. Papel de faotaaia para
cartas. Alera de muiros oatrof artigoa
que o bello seso encontrar sempre na
bem corjbecid casa de ROJOLPH)
ANTONES 4 C*.
57Roa Dnque de Carias67
Ao publico e ao com-
mercio
Antonio Jos da Silva Braga avisa ao
publico e ao commercio que o Sr. Joo
Baptista A. de Mello deixou de ser em-
pregado de sua refinacao desde o dia 30
de Junho prximo passado e nao se res-
ponsabilisa por debito algum contrahido
polo mesmo. _____^_____________
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O Ungento de Hooway um remedio infallivel para os males de pernas e do pe'o ; tambem para as ferHas
artigas chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfcrmidades de peito nao
se reconhece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pille nao teem semelhante e para os membros contiahidos
juncturas recias, obra como por encanto.
Elsas medicinas sflo preparadas smente no Estabelecimento do Professor Hoi.LOWA^
78, NEW 0XF0ES STREET (sntsi 533, Oxford Street), L0KUBES,
E vndense em todas as phannacias do universo.
ff O coaipradorai lio coavidade* respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote te nao teem a davefao
S33, Oaford Street, slo falsificacoet.
CffttH -
i
Tcruiiua .1 honivei dor Je deutos H
do o excellente preparado de M:.;.
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tere sido dirigidas
pelos jornaes de maior circulacao, attes-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va k C, ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita co
Rosario n. 3,
p' Pharmacia Alfredo Ferreira, ra co
Baro da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
do Rosario u. 31.
.
Licor depuraivo vel 'getavodado do me
dico Quintella
Esle uotabilissim depurante que vem
precedido de lo grande fama, infallivel
oa cura de todas as doencas syphiliticas,
escrofulosas, rheumaicas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorrogias
agudas e chronicas. cancros syphiliticos,
ioQammacOes viceraes, d'olhos. ouvidos.
gargantas, iulesliiiu?, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou diathericas.
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as ceceas determinadas por sa-
luraco merc&risl.
Do-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos e
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curayao, abacaxis, granadina, grosellaa,
bacoilba, horteIS pimenta, etc. eto
12-ACAES DO CAPIBARIBE 12-A
Ourives occu-
~miiv


c
0 mais suave de todos os perfumes suaves
A origiual e nica essencia Teniadeira
a de Atjixsum. Evitar as coatruncqOcB.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
b-rn preparada mn doe perfnmes dos |
mais refrescantes. A da Atkiison, de
abricacao inglesa reooubecida como
a mais finfk
Tendem-so em toe a a parte.
7. d. E. ATXWSOW,
24, Od Bond Stroot, landres.
IVlSO! kgTtimta someoto com o retlo*
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Obten es ma/j fl'fl reonneffja. m>
Deposito cm todas as PtarcaCft
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EstaDelecido com officirja de onrifee roa dae
Laraogelras q 1 av aos seos fregueses e ao
rerp-iavel publico, que mintem officiaes hab
litadissimos para eXfcn.o de qualqaer trabalb
concerueDie i Boa arle, especialmente crava
(068 para brilbantes, ucolos, peucioes, idodoco
los. etc.
Donra-se, praieia-se qualqaer metal, nceroa
toa em leqoes de madriperola oa oatra cgaue-q
especie, garaatiodo precos mdicos.
Ra las Laraugeiras d. 1
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometros de!
marinha, caixa do msica, apparelhos |
electri08, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9Ru Larga do Rosario9
Chegaram!
Seentes novas de hortalizas e florasja
Raa Estreita do Rosario (junto a Igre
Pocas Mendes i C.
Obras de Vime
Como aejam :
Cestos para compras
Berccs
Balaios para papel
Ronpeiros
e lindas cadeiras*
Ra Estreita do Rosario
(junto a Igreja)
Togas Mendes t C.
LICORES, COQNAJ, VINHOS t J-
NOS gneros de primeira qualidade e
tado qaanto se pJe desojar para urna
bda dispensa, a precoB os mais resomidos
possivel.
(Nao temos eompetidores,
Ra I. streita do Ro.ario (junto a
Igreja)
Pocas Mendes & C.
Vinho da Serra da
Estrella
Em ancore tas garrafas, superior a
todas as cutre marcas, proprio par
mesa.
Roa Estreita do Rasar io (junto da
Igreja)
Poras Mendes I C.
EANTAZIA8
E' l:ndo 9 sortimento de tecidos sendo
mposivel de se descrecer a grande va
r.edde de tecidos de fantasa, sedas,
lSs, nansook, cambraias brancas s de co-
res ; pede-se ao publico em geral a princi-
palmente as Esm?s. familias de visitaren* o
CoDgreso das Damas
Carvalho & A i ni e i da
RA DO CABUGrA' n. 8 e 10
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Lf qoes de Gsze e Peonas
Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Damas
Galoes e GuarnicSes
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reoeber lindo sortimento o
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Vende-se
a pequea taverna da ra o Forte n. 2,
propria para principiante ; o motivo dir-
se-na ao comprador.
Ao commercio
O abaixo assignado,
estabelecido com arma-
zem de courinhos ao lar-
go d'Assemble n. % de-
clara que mudou o seu
escriptorio para a ra
do Barao do Triuupho
(antiga do Brum) n. 24.
Recife 30 de Junho de
1694.
Delmiro Gouveia_
"^50T000
Pede-eao Sr. Dr. Jcse
Coelhoda Suva, ex-promo-
tor de Barreiros que haja de
resolver sobre estes alga-
rismos, quando nao queira
que traga-nos para aquio
objecto qu' os determDon.
"IPYRANGA
Fabrica de Charutos
DE
:-:";:.:: :::::a:s : c.
S. Flix Baha
Os exellentes charutos d'esta nova e ja
acreditada fabrica, estao a venda n'esta
cidade na antiga e conceituada casa com-
mercial dos Srs.
Joaquim B. dos Reis tJ"C.
Succespores
RA LARGA DO ROSARIO N. 30.
Nova offcina de ta-
noaria
Viveiro do Mqdz n. 20
DE
Fructuoso & Costa
Nesta cfficina trabalba se com toda a perfeigSo
em pipas, ancora?, cobas e formas para erjge-
odo, e em todo mais tendente a eua arte, garan-
dado ser pootaal as eocommeodas que Ibe
forera feitatt, e pa-a laso tem grande deposito
de madeiras de pao carea para sen fabrico e
tambem compra-fe madeiras de pao carga em
qnilrjoer qaantirfad.
lf ai ataa Moderna
r,i8-Roa Larga do Rosarlo18
Acaba-se de abrir orna nova alfaiaiaria, com
esplendido sortirnedto de easemiras. cheviotes e
orina, ultimas oov'dades de Pars e Londres.
A ofliclua dirigida por um bail e conbecido
artista.
Os seas propietarios pedem urna visita do
en eslabelecimento
______________CAMPJ3 h MAIA______________
Caizeiro
Preclsa-se de nm caixeiro com pratica efe
moldados; a tratar ra estrada velba de Santo
Amaron. 5._______________________.____________
AMA
Precisa-se tfe nma ama para servico de casi ;
a tratar no ci io em Joo de Barros o. 19.______
ETOlinda
Vende se bom doce de cajo' ie?co : a tratar
oa roa de Minias Perrelra n. i!); 3 Ismbem orna
boa macbioa de vista.
Engenho
Negocia-se por venda on arrendaroento, com
venda da safra fundada, auimaes, etc., o enge-
nho Saudade, atinado no municipio deAmaogy,
com proporc6s para safrej:ir 2,000 paes de as-
eucar; a tratar no referido epgepbo.__________
Kerosene inexplosivel
NEW ERA OIL
De la fabrica de ohnsmra
Hw ft
IBS
VEWDBM
Fonseca lrmo
O oleo ao Berth o oleo da i
-jatural, preparado coa ligados frescos,
directamente importados aos cuMaoos de
eaea L. Frire, de Pariz, roa Jaeob, 19.
S se vende em vidros ftMo aos ojnM ?
ahe esa loetroesldr
4
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Diario de Pernambneo Qnorla-fcira J 8 de Jnlho de 1SQ4
^
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UJ
AGRADAVE.
Se recommenda conio o melhor
remedio da sua classe a
EMULSAO
LAKMAN E XEMP
COMPOSTA DOS
NIAIS ESCOLHIDOS
INGREDIENTES
combinados scientificamente e
a todos os rest>eitos a melhor
preparadlo de
OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO
com
HYPOPHOSPHITOS
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D
>
DIGESTIVO
A TRAVISTA
80-RUA DA IMPERATRIZ-80
Alberto TVixeira Bastos
GalSes pretos e vidrilho.
Grande sortimento de fitas e bicos.
A Traviata
Variado sortimento de brinquedos.
A TRAVIATA
Espelhos mgicos.
Desenhos para bordar.
A Traviata
Balosinhos chinezes para illurainaco
A TRAVIATA
Setinetas e sargelins todas as cores.
A Traviata
Papel de seda para flores, todas
A ROSA DE OURO
LOJA DE FAZMDAS E MODAS
O bom erudito que este cstabelecimento tem adquerido desde a sua fundicao era 1891,
para o publico segura garanta de que nesta casa de confianca, se encentra sempre os mais ele-
gantes sortiraentos de mercadorias, modicidade em precos e sinceridade na forma de negociar.
Os seus propietarios, tendo fdito avultadas compras de fazendas, resolveram liquidar
militas das j existentes em deposito e isto com enormes redueces de precos a saber : Com-
pleto sortimeDto de sedas de lindissimas cores de 4*000, 3*000 c 25500 por 2*500, 2*000 e
1*800 pechincha. ,
. Cachemiras 4e seda e l pura, de 5*000, e 4*000 por 3*000,2,5000 e 1*800, propris para
baile, casamento, soire e passeio.
Etamines, cretones e chitas especiaes.
Setinetas e fusies de todas as cures.
Phantasias rendadas ludo de gosto, e escolhido para a freguezia da praca.
Bramante de linho, 4 larguras, de 4*000 por 3*000 e 2*500.
Um grande saldo de madapoloes finos, camiseiras por 15*000, 131000 e 12*000.
Variado sortimento de cnsemiras para roupa de horaem e enanca por mdicos prejos,
inclusive as caseiniras de JSOOOe 2*500 que tem se vendido como canella. Brins de todas as qua-
lidades.
GRA1TDE
cores.
para
V TRAVIATA
Bufias e vellas de cera.
a<
A TRAVIATA
80 RA DA IMPERATRIZ80
Seda frouxa e torcal, todas as cores
para bordar.
A Traviata
SO RA DA IMPERATRIZ-80
Leques de gaze a 38000 um.
Carne secca
do Rio Grande do
a ii I Machado
Pinto efe? Rodri-
gues, armazein
ra do Vicario n.
9 7 reeeberam pe-
lo vapor franeez
Corduan II* far-
dos com marque
mas;ra perfeita
nom defeilos e
vendein em |iial-
iner iiuantidade
de fardos a voli-
ta de ilo compra-
dor.
E* genero para
dar bom lucro a o *
compradores.
Coral iosa
Lindas vollas ile Coral Rosa de i,
% 3 e 4 fios o que se pode desejar
de melhor receben, a relojoaria David
jna do Cabug n. 14.
Presos commodos.
~~ Sal
V matee.', no arg> do Corpj Santo o. 2, primero
3D1r.
Reunidos a isto continuamos a vender a precos sem competidor as nossas conhecidas
fabri
machinas de costura Singer, Progreso e de oulros
Visitae, pois, A ROSA DE OURO.
aricantes.
25RA DO LLIVRAME
BENT0 RIBEIR0
-25
c.&
AO TORRADOS.
43Rua Duque de Caxias n. 43
Os proprifta*ioi> dete moito a'rentado esisoeleci-aeoto caamam atieocao do poblico e dai
-as familias que acaoam de receber dtj completo sortimento de tedas e multas oolrag fazen-
das sirameote novi Jalee ventea por pegj sem compelosla.
saber :
Exmas.Meo soriimeo'o de ria o que ba de mais ebie e moderno. Um completo torilmente de
das inte s lisirada a veda, sonidos em cores, lennos de cores lavrado* por pregos barattssl-
A esDleoaido eoriimeoin de cretoue* (ranceies. fios. Pateadas Um so'tidon em cores. Bramante cacbemK-aapoio de 10*, dit> de 12* od 20 varas. Algodaosioho 4a 7* a 8* a peca. Tape-
mos. Ua>,a e veiio urreodado,ua 10*. Oitos d seda para noivan. Lame* de peonan. Extractos finos. Cape-
metro. Maifj cas"necio. M.nulu de seda e u# linhs, pretas e de cores. P>cbo< barato.
tes de alca)?* '. Roop >s para menino', brancas e de cores. Capas pretas com vld-ilbos a 30*.
baratos d parpara seobora?. Cortinados mennos de crochet a Hit 30*. Ditos para por
las com voro'erD ancoras e bollas. Coriea de vestidos bordados a rle de 551 e 30* e molla
Toalbaa de camifas imposslvel se torna desrrever.
Salas e Fianelias co 8'riimenio de raieroi-se laxemos reupas por locomm.ndas por preco
>as. Tea os om grande mdicos. 96 no qneootras f.iznca.
Torrador
Lime outinho<*C,
ios
FOLHEflM
D?S SDS WM
POR
::i:s :: umm
STIMA PARTE
Ol PRIMEIRO WATERLOO
Larose
(Continuaco)
lil-o exclamou Renato estu-
pefacto.
O criado fez quarta cortezia, soltou um
suspiro, e accrescentou afiaal :
Sim, Sr. bario !
Ento quer deixar de me servir,
Larose? perguntou o Sr. de Savenay.
Tenho muita pena, Sr. bario, mas
n3o pode deixar de ser !
De modo nenhum ?
Nenhum.
Porque?
Sem duvida porque assim est es-
cripto l em cima.
Renato encarou o criado no auge da es-
tupefaccSo.
O criado proseguio em tom dogmtico:
E tudo que est escripto l am cima
deve Cnniprir-ae... Pelo menos & a opi-
niio db fatalista Jacques, e a minha.
O Sr. de Savenay pareca ter cabido
das nuvens.
__ Pois que. Larose! exclamou elle.
Leu Biderot? .
DE
Cardos & Zrxxiao
Ra do Barao de Triumpho ns. 100 404
e ra do Visconde de 1 tapanca ns.2 e 4
COMMUNICAM a aeue nuireroaos fregueses qaa tem em depuaito e rece
bem regularmente d* Joropa e Amo ica todos oa mitchtoiemos e ferrageni premsat
agricultura d'este Ratad > codo aejam :
MACHIMAS a vapor de torca de 4 10 cavallcs.
CALDGIRA malt tubuUres de todoa 01 tanianboa.
MUENDaS as mais solidas do mercado e e difierentet tamachos.
TA1XAS de ferro batido e fundido.
RODAS D'AQA.
RODAS DENTADAS direitaa e angulares.
UBI VACO 2S de trro fuodiio e batido.
BOMBAS de r-pucho de oifferentea systems.
LDC^MOVEIS de diversos taroanbo.
MACHINAS de deaesrocar algodio.
CANOS de ferro galvaoisados, pintado e de chuabo.
ENCABREGAM SE de qualquer concerta para u que tam aaas officina-
bem montadas e cum baatante peaaoal e dirigidos por dous eogenbeiros bastaste pra
icos e coobesidos.
MANDAM vir da Ea-cpa e ^ncarregam-se da ontagero de Usinas e Rea-
tilUcSea, garm:f)m eua boa qualid.de d fo caionamento no privara ooa: aa dier-
ue te.n montad).
VENDEM a praso ou a diinbero cota des:ooto n n precos resumidos*
HOTEL OOMMERGIAL
Ra Lar^a do Rozario ns. 2J, 31 e 33
Esta importante estabe'ecimento sob a direcao doseu hbil proprietario MANOEL
GARCA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima tm ser o nico sem
competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua archictetura e pintura in-
terna, ja pela promptidao e aceio do serv 50 culinario aduaneiro, j tambem pela po-
sic2o hygienica do seu edificio.
DEPA RTAMENTOS
Depois de innmeras transformaQSes porque tem passado este Hotel conseguio
afinal o seu incansavel proprietario, offarecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1.'e 2.a classes relativamente destribuidas debaixo da melhor
ordem e acceio a vontade dos 3rs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado. onde podem ser realisados jautares ou
banquetes a contento dos Srs. pretendentes.
APBRmY<
POUR SE MANGER. Salpicons, ostras, lagostins, salchichas etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, doces seceos e em caldas, es-
trangeiros e nacionaes.
AMS0A
E' esplendido o sortimento de vinhos, Figueira, Bordeaux, Porto, vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagne e outros aperitivos a se boire, todos recebidos
directamonte dos mais acreditados committentes da Europa'
Alm do que destinado ao commum do Hotel tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importac&o, principalmente vinho Bordeaux em quartollas e cognacs
finissimes, que vende as melhores ?encc3es de mercado e prece sem competencia.
GPANDB HDTBL C0MMSKWAL
Ra L^rga do Rosario ns. 29, 81 e 33
repre
Casa de commisses e
senta^es
EXPOSICAO
H GflIPLBl SOBTIMENTO i
CATLOGOS 3S
Je innmeras fabricas de todos os paizes da Europa
Jas duas Americas, de toda especie de merca 3orias, de
nachinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o Kelkor ee-
infectante econbecido.
Deposito da bem conbecida ODONTNA> x-
Ot. H. R'irdet.
-r Isso favor do Sr. barao... retor-
quio Larose, fazendo quarta cortezia.
Mas voltando ao que primeirome
disse. Quer entio que eu Ihe faca
contas ?
Tenho essa honra e esse pezar...
Vou pagar-lhe ; mas primeiro que-
ro saber o verdadeiro. motivo de querer
ir-se embora...
Ah se eu me atrevesse...
Permitto-lhe que se atreva...
Pois bem .. Eu nio sou apreciado
pelo Sr. bario...
Nao apreciado?...
Nao sou, nao senhor...
Mas da que modo t...
V. Exc- conquistador...
Renato sorrio-se.
O Sr. bario seduz mulberes ..
Renato retorceu o bigode.
O Sr. bario tem todas as aventu-
ras. ..
Valha-rae 3us, Sr. bario, retor-
quio o criado com fingida modestia de
effeito extraordinariamente cmico ; sem-
pre bom 1er um pouco de tudo...
Mas porque acaso ?
E' simplicissimo ..
Como assim ?
Eu fui criado de ura acadmico.
E entao ?
Quando elle sahia, sentava-me n'uma
excellente poltrona, e lia-lhe os livros da
sua livraria.
Em vez de lhe cuidar da casa, e de
lhe engraxar as botas, nac verdade ?
Mas se eu adoro a leitura, Sr. ba-
rio. ..
Realmente !
Aqui onde me v tinha nascido para
sabio!...
E entSo, hein !
Infelizmente nao pude aproveitar a
minha vocacio.
E' por isso que anda sempre com
ares de criado de comedia ?
Criado de comedia ? retorquio calo-
rosamente o criado, cujo rosto se iLumi-
nou de sbito ; oh Sr. bario, que corda
foi tocar Moliere, Regnard Que auto-
res Frontin, Cheuspin, Mascarillo, que
homens!
Renato desatou a rir.
Quando me lembro dos altos feitos
de taes hroes, nio durmo ou ento so-
nho Servir Valerio, Derwis ou Citandro,
lograr os pais ou zombar dos tutores, eis
o que me agradava, Sr. bario Nesses no-
bres paasaternpo que eu poderia provar
o meu mrito, e dizer como o immortal
Chenier : alguma cousa aqui haviaf
EVonunciando estas Plvra bateu
Larose na testa, com um gesto cmica-
mente dramtico.
__Sabe que o acho divertidissimo, da- nio me d mesmo nada.
e Remato. o bso prest rao.
/
FtnMlODI BOWHAN
e
Continua a manter em seu3 depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven
(endo sempre por pregos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de dillerentes systemas e tamanhc3, de Robiuson e outros abfri-
cantes, e de 2 a 12 cavaHos.
CALDEIRAS A VAPOR mnltilubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
nalhas das taclias.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com leoha e bagago.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOEN'AS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemas,
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarogar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadores
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direcgo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabamos de montagem de grande numero de
Usinas fnnecionando neste Estado, iacumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produego e
ualidade de assucar,
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor fogo n, par grandes e
pequeas fabrica.
52-RA BARAO DO TRIMPHO-52
MAHAVILM
do cETJtmr.
C. Hmphreys ils Nnva fer^
. Ve.dade'.ra Wamv Iha do Se< >
&PPE0VAU4 E LICENCIADA
pel'~. Iaiiec;o-ta Senil de HygSe.io *>
fapMta 9 trnzi".
. j*Tn>vvillia (!iiLn:',va f> mBMlSopRiinBa
>rra a: l'js.i'hiia-.. MaemiaMliinia,Contvaoes,Tea
. I '( .. LurSS. >'. I ;i< c :i;>'^. Alllvli-.a iW
sbfoiica o n iiifcii''. f;/ panr .1 ff.rtai.iiia.,-o. rcaa*
u Incbo^-A "fuo u. ; faz&i/ar e t/B tt
^iuh. >>r cncar. o.
A Wfir:ivil'.n 1'erativn 6 alltvio urompto *
rrj* rav^ l'aia ^iu*im;i.l .cu*. KM'ali!i*.liir6e, *
Juptmooura lo Sul. jfi HUfxrlor aiiul^i;rontr;
A llr.mvilhu (Tirillva^ impagave pt .-
:..~ PamifleB. o El tomugo, cu .1* n.>n<.rrUJ*u'.,.
Alm.rrt-iaiascura sfiDipre > nunca ralbo.
e ii-n-ic-o liara iMaee ttttnasri^a. i,* f.3
Kfelil^z lias J iluta ou Pme.
A Bta.uvilin InrntivafcoawsurenS':^
i>: n. Ksqulci'i.ia. AiiK'i'i. \..iyB>uFlaal-cnaoBc;'
xilamniailaa-siiiipi- Mguro sempre elBcai.
4 [Uarnvilhn 'orntivR. ie multo Va*
-...v.o IntencSo para o LV.tnrrr.. a K-worrhra "U a,
P>vte3 lraara." oi;T".-">s i-orrtmenlos iioliilllar.lcG
,> IHnrnvilha Corrfvo_ ]". -.:.;! o
> ulcaraa, l"
~ h rr 116 ''U;ai<. ABaK&aaa ?asia^
~ Mrw Jo^neicH ^ Tumores
A !>IurnTl?hr! fni-nlif rometllo i-rarp
^ara lUarriif'fl s*mpIpk. rde 1 'ia/ThcA nnronK;a
A ftl.im.ilhn Ourutlva ^xot-nmrr ,v.
tCHCrebarUvoCavallarlcaa. i-.ini ior--< lur)*, Jor1*
Vl.*atur;:: ..K^rolaluras. CouiaiAk. tAitcra,^ -
Bipc-r.liir-ei do r. Surr-J^tTi.
Uriui-rfloa Eapeetaeoa,
..'nitninlo SiBrnvSIhaBO.
Ki-cjadio-i ^yp.iiHko,
Rrw4k Veterinario
1 nam-aieo ur. WumptreyM4.-',P!nEB.5corBr.
,J te modo ifcnwul tosa daanaa. Mate
SOao^ri 'iOtiCR"!o 00 a
rJOHPHZiEYH' 2IE''Ci?i! CO
139 fauna Street. SB ITOBC
UN :OS AGENTES
Fara vedas cm grosso em
Peraam!)neo
Faria Sobrintio & G.
$boias grandes
Os aoicoa qne tem ce-
bolas estrangeiras de espe-
cial qnalidade Machado
Pinto & Rodrigues e ven-
dem por pre^c baratissimo
20#00.
Armazemrua do\igario
o. 27.
Fundigo
ral
Ge
E o manlioso criado, accrescentou
parte :
Que eu me indemnisarei por outro
lado...
Ora esta pensava Renato ; mas
rapaz
E eu que
Renato reassumio o ar mais fatuo, que
lhe foi possivel.
Nao lia lure diante do seu criado de
quarto, diz um velho proverbio.
Pois Renato ura-o para o seu Suffra-
gio lisongeiro e principalmente raro.
Larose proseguio :
O Sr. barao nao me testemunha a
minima confianca ; n5o aproveita as m-
nima confianca ; nao aproveita as minhas
aptides, e istj francamente desconso-
la-me.
E' entSo esse o motivo do su pe-
dido ?
O nico.
Desojara por conseguate...
Ser o Mercurio da V. Esc, o car-
deal Dubois... Era esta a minha nica
ambic&o, era o que faria a minha felicida-
de Diminua-me o ordenado, Sr. barao,
maa aproveite
um thesouro este
nem o suspeitava!
Depois proseguio em voz alta :
Tem j praticado na especialidade
que reclama junto de mim ?
J, sim, Sr. baro... e posso ga-
bar-me que com muita d3tincc5o.
Em casa de quem ?
Em casa de um par de Franca,
idoso, e na de dous filhos familias, muito
mocos.
Voc discreto ?
Como um poco.
E intellig-ete ?
Eu tenho at a intelligencia de pa-
recer tolo, o que nao pequeo mereci-
mento...
O que nao posso comtudo deixar de
lhe dizer, que n5o perca por excesso de
modestia...
Pois experimente o Sr. barao e ver
se.me gabo sem razo...
Bom... Vou experimental-o.
E ser breve, Sr. baro ?
De repente atravessra o espirito de Re-
nato um relmpago.
Immediatamente, retorquio elle.
Larose fez um gesto de alegra.
O Sr. de Savenay lembrra-se da deli-
ciosa rapariga, da formosa cerzidora, que
vira em casa de Camelia.
NSo se lembrava, porm, do nome nem
da morada de tal maravilha.
D-me a carteira que est em cima
do fogSo... disse elle a Larose.
O criado obedeceu.
Renato consultou as paginas da agenda
e achou n'uma dallas este apontamento
Mme. Girar,
47-
Repare nisto, Larose... disse elle
lendo em voz alta a morada da mi de
Alie. Ha nesta casa urna rapariga que
me agrada. Veja se alcanca informa-
ces a seu respeito, informacSes o mais
completas possivel, e principalmente
promptas.
Oh Sr. barao, exc;amou Larose,
que cousa to fcil I Quizera atrever-me
com alguma empreza mais arrojada !
E' n^cessario que nos contentemos
com o que temos.. retorquio philosophi-
camente Renato ; depois turemos cousa
melhor...
Antes da noite ter o Sr. baro as
informagSes que precisa...
Muito bem.
Larose fez mais urna cortezia e sabio
recuando.
O tratante esperto pensou Rena-
to ficando s. Deve roubar-me muito ;
mas que importa Diverte-me..
Depois o Sr. de Savenay, a quem a
conversago que oavimos dra as melho-
res disposicOes, vesto-se e sahio.
Primeiro deu algamas voltas pelo Bos-
que, ^depois foi jantar e em seguida foi ao
club.
No club sentio mmenso prazer ao con-
tar a meia duzia de amigos que a con-
dessa de Croy era sua amante havia dous
dias, e apoiava o dito, mostrando o bra-
celete de Bertha, doce mimo de amor, que
ella deixra em suas mos logo as pri-
meiras entrevistas.
O i senhores estroinas acharam perfeita-
mente natural a confidencia do seu mogo
amigo ; e nem urna s voz se ergueu para
mpr silencio quelle miseravel !
AJian Paterson fy C. avi-
sara ats seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado rortimento de
arados os mais afamados.
Syracuse !
jurados a 2, b 1 !
Cubanos ns.l e 9 !
Os rarperflnoa cigar
ros SAMPAIOS, ven*
dem-se as princpa<
mercearias e na fabri
oa de J. B. do Res Ck
C. Suceessorts, roa
Larga do Rosario n. 3
mm
As sezoe-, febres intermi-
tentes, palustrest renitentes,
dores de cabega, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall velmenle com as
pillas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
ERANCBZA
H. onquayrol
22 Ra da Cruz 2
SOTC

Gostava de Bertha, estimava Mximo 6
Blondine nao lhe desagradava.
Perguntamos-lhe ento :
E de Renato que pensa ?
Esse, responden ella, um misera-
vel, mas encantador.
Oh, filha de Eva Sobre os vossos
vestidos ondulantes ha de ver-se eterna-
mente agitar-se a cauda da serpente, e
emquanto bou ver mundo, haveis de ter a
estranha mani, de adorar o fructo prohi-
bido.
VI
Larose cm accao
?T
Um destes dias urna das senhoras mais
encantadoras e intelligentes, que se poa-
sam imaginar, fazia-nos a honra de nos
ra de S\ Nicolao n.' dizer que o romance intitulado O Dedo de
Deus a interesgava m mmU alto grao.
Renato voltou para casa as melhores
disposices de espirito.
a ante-camara, meio adormecido so-
bre um naneo, estava alguem que elle nao
reconheceu logo primeira vista. Aquella
quidam era o amigo Larose, que nao es-
tava de libr, e que de mais a mais fizara
no rosto algumas ligeiras raodificaoes.
Quem sabe se aquelle criado nao tinha
nascido para se tornar um hbil come-
dian tj!
I
O Sr. baro faz-me a honra de me
conceder esta noite um momento de au-
diencia ? perguntoH elle a Renato.
Pois sim... respondeu elle. Vamoa.
Larose acompanhou sea amo at o
quarto de dormir.
Tem ento que me dizer ? perguntotl
o Sr. de Savenay.

. (Cemtma).
Trp. do Diaria^ ra Duque de
i
I
'
-,+L.
.,.
'
i'


Full Text
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