Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19516


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Full Text
XIO l-X
Domingo 15 de- Fu I lio de 1994
VI HKltO 159

k
*
I





PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
y Por tres mezes achantados. 8$>000
Por seis mezes adiantados. 15$>000
Por um anno adianlado .... 303000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C", residentes em Pars18 me de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16|50b
33J000
|200
--
Telegrammas
53371J3 ?aiXSLA3 13 2IASI3
Rio tic Janeiro, 14 de Julho, s 2
horas e 45 minutos da tarde (recebido
na estaqo s 4 horas c 10 minutos e
entregue as 4 horas e 45 minutos).
Etfectuaram-se hoje festas nacionaes
em commemoraco do 14 de Julho, ha-
vendo salvas e embardeiramento, e na
noite de hontem illuminacao, que se re-
produzir hoje.
O cruzador Duquesne nao corres-
pondeu as salvas em vista da decisao do
governo francez e por causa do luto por
Sady-Carnot; o que foi hontem commu-
nicado ao almirante Jeronymo Goncal.
ves polo commandante do referido cru-
zador.
Foi nomeado Manoel de Abreu Fa-
ria amanuense ua sub-contadoria do tcle-
grapho em Pernambucc.
Foi promovido ao posto de general
de brigada, por decreto de ante-hontem,
o coronel Jardim.
Telegrammas do Para dizem que a
imprensa denuncia abusos praticados por
subditos francezes no territorio contes-
tado do Amap.
Alli estao os francezes explorando mi-
nas de ouro e praticando outros factos,
em terrenos neutros.
N. B. O telegramma hontem publi-
cado, em cuja hora de expedicao p6ze-
mos 4 admiraces, foi-nos entregue s
lo hors da noite, mas s foi recebido na
estaco s 9 horas e 40 minutos da mes
mi noite.
As referidas admiraces nao se referem,
pois. estaco desta cidade. Sao diri-
gidas ao mo servico de transmissao feito
do Rio de Janeiro, ou da estaco da Po-
juca. na Bahia, pela qual muitas ve/es
passa o dito servico.
A Redacqao. '
PARTE OFFICIAL
Ministerio Por decreto de21 de Junho lindo, foi promo-
vido a aliene para a arma de infantera o al-
feres em commissao Julio Garroebo de Brito.
Por oulro de 27 lo mesmo uiez, foram conce-
didas as honras de tenenie do exerclto ao Ci-
dalao Jo:ii[unn Antonio 'ie Oliveira liaduim e
as de alferea da (inania Nacional, Benedicto
Ferreira Jararaca, em ltenlo aos valiosos ser-
vicos prestad patria no arsenal de Guerra
de" Petnambuco.
Por outros de 5!) do dito me/, foram nomea-
do para .0 arsenal de Guerra l: Pernambuco
pedagogo, o tenenie honorario Joariuim^fltonio
le ltoeira Baluitn > ujuiante do pja*j|;,'o,
o alferes honorario B.nedicto Ferreira Jara-
nea.
Foram nomeado- d-actor de Obras Mi-
litares do Estado il" iJaara o major diMorpo
de Ertado-Maior il J i" c'as.-e Pedro de i astro
Arauj e apeale >a Escola MHilar do mesmo
Estado o tenenie de infantaria Joj Capitalino
Frer .mi
-s*-
fj : i .lo
lado de Pernam-
: .co
de Mato l (894
!
Acto :
O governador do Eitado, tendo em vista a
mformacao prestada ex offlcio de !'J de Abril
lindo pelo Dr. Juiz de Direto do municipio Altinbo, resolve designar o tabelliao co publi-
co, judicial c notas, cidadao Padre vives da
Costa Cou'u 1 a0
tstro geral de hypothecas do mesmo muni-
cipio, devendo assumir o exercicio das respec-
tivas funeges Doprazo le 23 dias-Commutn-
cou-s ao Dr. Juiz de Direito.
Ofllcios :
Ao tenente-coron-d Jos Joaquim Coelho,
commandante da Fortaleza do Brum -Sciente
pelo vosso ofOcio circular de it do crrente de
haverdes assumido o exer:icio do cargo de com-
mandante dessa fortaleza, agradeco e rjtribuo
os oilVrecimento que me fazeis no final do al-
Indido otficio.
Expediente do da 2.', it Mniu de 1804
Oflicios :
Sr. Dr. Joao Bautista da Costa ^arvalho -Pelo
TOSSO oficio circular de 9 do correnle mez, fico
sciente de haverdes, na m;-ina data, assumido
na qualidade de presidente do Tribunal da Re-
lagao c de accordo cora o preceito coistitucio-
nal, a administraco do E*tado de Sergipe.
A'Tadecendo-vos a tineza da communicago,
onereco-vos ao mesmo lempo 03 protestos de
minha perfeita estima e distincta considerago.
Ao Dr questor policial Sciente pelo vos-
so offlcio n 2'3 de ti de Maio corrents, das in-
formaces que pediste* ao delegado de poli-
ia do municipio de Aguas Billas sobre o fac-
i pialicauo pelo alferes do commando poli-
cial Jos-> Francisco dos Santos, recommendo
vos que exijacs nvamete taes inforniares e
com urgencia as reroittaes a este gov.-rno.
Sr. Engenheiro Fiscal da Brazwn Street Rail
way -Tenho presente o offlcio que, em data de
ludo corrente, me enviastes acompanhandoa
participacao motivada que vos fez o gerente
dessi Companhia, declarando recusar o hora-
rio que organizastes em substituicao e para
correegao dos que vos foram pelo mesmo geren-
t o remettidos.
Nesta data mando que se publique o offlcio
longamente fundamentado cora que pulverizas-
tes as allegarles infundadas apresentadas pelo
inesoio Gerente, cuja resposta determino que
Ma igualmente publicada.
le .nleue accordo com a argumentaco que
!Dtement0 produzistes em defeza dos inte-
resses do publico desta capital, declaro-vos
que deveis scienticar ao Gerente da Brasilia*
Sireet que este Governo nena os herarios que
vos apresentou a approvac&o do que carecern
para poder vigorar, dando-a, entretanto, ao
que muito convenientemente confeccionaste e
que devera coraegar a ser exerutado dentro do
prazo de oito da?, a datar do dia em que de
gong mmm,
SENADO
SESSAO EM ."{O DE JUNHO
O Sr. Joao Barbal/w diz que urna
das
tal resolugao tiverdes scientilicado ao mesmo mais antigs aspiraeoes do Estado de Par-
Gerente, 'nambuco, no que se refere aos seus me-
So por demais termiuantea e claras as dis- (Ihoramentos materiaes, tem sido o melhu-
esus stress^ iSsrsy: ***> ^ ** -^^
do a qual as tabellas do horario serio appro- no porto do Recite.
vadas pe > Goreraador do listado, preceden- ; Como se sabe, o porto de Recife est
do audiencia do Engenheiro Fiacal. destinado a ser o emporio de um grando
Ora. tendo tido luaar essa audiencia por par- ,,____,..?; ;,;^noi
te dete Governo, cumpre Comiiauliia xe- 'commerc.o de navegagao, int-ruacional.^
cutar o horario que organizantes e que, nesta I O almirante francez .Vlouchcz, na via-
data, approvo, para que produ.a os devidos ef 'gem que fez ao Brazil, dapois de ter per-
ritos. corrido toda a costa do sal, escreveu a
au^porlSr,^^ Rk --guintes
mente que a Companhia man se t-.-tn pr-occu- paiavras (le) :
pado cora os lucros dos seus accionistas da que A posijo geographica dessa cidade
com os interesses do publico. martma, extremamente vantajosa, acha-
^^l^ti^:^:^^^ --nito perco do caminhc de todos os
/mi- ooudifm [aic] quando um dos deveres pri- navios que cortara o Equado:- para passar
raordiaes imposto* a Companhia pe os contrae- ao hamispherio do sul, qualquer que seja
tose regulanienlos a que est adstricta consis-
te inconstestavelmcnte em ter o material ro-
dante era quanlidade e qualidade exigidas pe-
to servido queso compromjtteu a fazer. er-
to que devia a Gomianhia contar com o aug-
mento do trafe-go, cora o di'senvolvimenlo das
zonas servidas pelas suas ferro-vias ; e, toda-
va, maiorseriao povoamenlo de taes regios,
seu destino ; elles teem de desviar-se, parn
ah tocar, somente djus ou tres dias de
derrota, afim de se proverera de viveras ou
tomar informacSes commerciaes.
Si a isto se vier juntar una isenclo
,de direitospara os navios que fundeam no
tt, UJiilL'" ,lCt *< U pt.,UUIII':illU ll- toco |i;^'UiJ, I C k
portanto o augmento d- tralego, se tarifas re- grande ancoradouro, muito so tavorecera
ilu/.idas puzessera ao alcance das classes po-
bres transporte mais barato, o que. alias, esta-
ra no ulerease di propria Companbia.
E, a proposito, recommcii I o-vos que, em face
de to deploravel coniisso por pirt daquelle
Gerente, procedis quanto ante-, a rigoroso
exime em todo material rodante de que pre-
sentemente se serve a Empreza, providencian-
do, ao mesmo lempo, para que nenbuma loco-
motiva entre em servico. ou nclle conlinuj,
sera o vosso con-entim^nto por escripio.
Igualmente convtn que verifiquis se eslo pr mca //i
o desenvolvimento e prosper dade dessa
cidade.
Proseguindo, refere-se ainda o orador a
um engenheiro geographo IVancez que
esteve era Pernatnbuco durante muitos
annos, incumbido de urna coumisso re-
lativa su* profissio, e escreveu urna
importante memoria, que publicou no
1A unitario da Socicdade Metereologica de
Mas o Recife nao somente um com-
sufficientemente habilitados os odividuos que
a Companhia emprega como macbinistaa e fo- "
goijtos. 1 modo ponto da arribada,
E' puerd, seno pretenciosa, a allegacaoad-
duzida pelo 'ierente de haver a Companhia em
notavel centro de produeco. E' o em-
porio de urna provincia j rica, que ex-
porta assacar e algodao e que acaba de
experimentar com vantagera a cultura do
caf, tendo tambem a do fumo, e o bei
comraarcio tende a tomar extraordinario
890 baixado os precos das passagens .por sua
livre vontade e fal ar ainda hoje, tres annos
depois d'aquella innovagao. em r-ciproci iade
do benericios, quando se' Ine queira augracntar
as despezas-
Companhia que, terminando o seu privilegio em outras partea realisaaos na cultura e
e 111'893 pondo prorogal o at 1000. E mais fabrico do assucar ti/erem se dirrundiao
podereis dizer q e semelhante rcducc&o. alias 'Q0 Brazil. Por estas diversoas, o R-Joife
insignificante, nos Preco* de passagens, anda | tt- do- estrancei-
assiramuitoelevadosquando cora arados aos de merece chamar a attencao a^ escrau{,m
vias-ferreas suburbanas de outras Cldades, tve j ros. ba situacio perto do Jr.quador taz
muitas ouiras conipensaces, entre as quaes 'suppur umi temperatura excesivamente
nao pequea a que reduzo as multas a...... caJa e as relac5es dos martimos teem
OOOUO. quan lo o Regulamenlo de 13 de ^bnl ,..,.. *,. (.nsntosft instf-
deJS'l coinini!iavaa>de500o0.,tc -:-0JOO, 1 \'- t0 attiibuiMe-lhe una cspt.r insa
alctn da esiago daTorr; que Ule foi permittido lubndade. E entretanto ah ha menos
fazer e do presente que se Iba tez da excellente i calor que em Pariz e Bordeau-: durante o
'' verao e a mortalidade quasi nilo lhe su-
estrada do ro lagera era ptimas condieOes de
conservaco.
Com as variages do cambio deveria ter con-
tado o Gerente quando innovou o contrictoem
1890: ellas pesam nao s sobre a Companhia,
sobre os seus accionistas, e todo mundo sabe
que accionistas nao sao os pobres, mas pesam
muilo mais sobre estes que constituem a gran-
de tnaioria do publico, cujas COUdicOiS le vida
este Gove.-no jamis contribuir pata aggravar
penor. A industria e o commercio fran-
cez poderiam sera inconveniente crear ahi
entrepostos e oficinas, enviando-lhes pes-
soal europeu.
O orador nao se refere a esses pareceres
para fundamentar a necessidac.e de se fa-
zer as obras do porto do Recif3, mas uni-
cotn qualquer concessSo, por miniraa que fosse, 'camente para mostrar que at por estran-
SSAJSS *S*^~\& **'**& tal c.dade .0
tracto e as obr.gaces que elle impe, ao Gover- grao de prospendade a que, realisacto o
no nenhuir. valor lera como o cao tem para des- melhorarnento, aquelle porto deve attin-
obrigar a Companhia dos compromissos que so- ljr
brr;aSnet0aqmUembrar ao Sr Gerente os termos I Entretanto, 0 governo nao se mostra
linaes do contracto que assignou e que precei- apressado, como parece estar clemonstra-
tuam : Renuncia (a Companhia] a todos os I do, em que se viesse a realisar a satisfa-
caos fortuitos, ordinario- que poden ser pre-1 ?ao dessa pretencao, alias to antira no
\-! s e toilos os casos solitos ou iusolilos,
-cogil-idos ou nao cogitados e que em tod s
e em cada um dalles ricar sempre obrigada
sera delles se poder valer neni os poder allegar
em lempo algutne para algutn eil'eiio qual-
quer que elle seja.
Outrosim chamal a attengao do mesmo Ge-
rente para a clausula 7 ua nnovagao que de-
clara :
Firarem em vigor toda* as iitfotieott do<
i contra-tus anterior* qas nioetlio revogeukue
' i'ie mi o h'iivcrem sido Bto presente ontroci >,
bem como para a clausula 5" l do contracto d-:
30 de ezeraoro de i.Stil que diz muito clara-
mente : O Governo
Estado de Pernambuco.
Nos tempos coloniaes, como era natu-
ral, a nietropole nao teria pressa absolu-
tamente de fornecer colonia raeios para
a sua grande prosperidade, para adiantar
o que mais tarde a evolucao da civilisaco
infallivelmente teria de raalisar, como se
realisou de facto, a emancipacao.
O imperio, que depois do3 tempos colo-
niaes nao fez mais do que seguir em
grande parte a tyrannia portugueza, nos
oinisso doi empregados no servico e a mes-
illa Cmara, de accordo com 03 emprezarios
. estabelecer, |>or meio de postura, as condi-
gOes e regras que forera nacessarias para re
gularisar o transito das ras o dos lugares
por onde tiver de passar a locomotiva .
Isto posto, obvio que coutinuera em vigor a
mor ,arte das disposiges do citado Regula-
ment de 13 de Abril de 187, e, entre estas, a
que diz respailo a oraanisago do servico tele-
gravbico como medida de cautella, e que provi-
denciareis para que essa Companhia organise
com a necessaria urgenc a, para o que lhe lica
marcado o prazo de um rae/..
Outras providencias, tendentes a chamar essa
Conpauhia ao rigoroso cuinprimento das obri-
gacOes que contrahio para com o Governo e.
portanto. para com o publico, estou c;rto que
vos ha de suggerir oestulo dos respectivos con-
tractos de par com o vosso zlo e reconhecida
proticiencia.
Ao director do presidio de Fernando de
Noronha. -loforaae qual o coruportamemo nes-
3e presidio de sentenciado'Antonio V:anna os
Santos.
Expediente do Dr. secretario
Officios :
De orde.-n do Exm Sr. Dr. Governador do
Es ado declaro-vos, em additameuto ao offlcio
que vosdirigi em 17 do corrente mez, que fo-
ram inspeccionadas de saude as professoras pu-
blicas :
Graciliana Felicissima Cabral e Theresa Jos
Lima da Cunta Salles.
Ao Dr Administrador da Recebeiojia do
Estado. De oniem de S. Exc. o Sr. Dr. Go-
vernador do Estado, recomraendo-vos que man-
dis succionar na Sala das Audiencias desta
capital os terceiros escripturarios dessa repar-
tigo hachareis Caetano Jos da Costa e Silva e
Domingos das Neves Texeira Bastos, afim de
tlcarem encarregados do servico do sello.
Ao commandante do Corpo Policial.O
Exm. Sr. Dr. Governador do Estado vos autorisa
a excluirdes do Estado etfectvo do corpo de
vosso coraraando as pragas Joao Rodrigues do
Carmo Tavares. Joao Bastos do Sacramente e
Antonio Marques de Godoy, das quaes tralastes
emofcio n. 78) de II do corrate.
I x-a-
ua vida, absoluta-
lioramento
em suffo-
aquella
po a, nao lhe era possivel applicar at-
ten9Io senao aos factos em que ella esta-
va empenhada.
O priraeiro reiuad>, oceupado em re-
bellies com que teve de luctir, descu-
rou inteiraraente dos melhoramentos ma-
teriaes reclamados pelo seu Estado, de
modo que durante longos annos esteve
adiada a satisfajo dessa grac.de melho-
rarnento.
N sse tempo o rgimen pascado se oc-
cupava com as coinrr isses militares de
1824, arcabusava pernambucanos, tirava
grande parte do territorio daquella euto
frovincia, como j& tinha suecedido em
817, quando se tirou urna grande zona
que pertencia a Pernambuco, annexan-
do-a provincia da Babia,
O parlamento naquelle tempo nao teve
coragem para ratificar esse acto do Po-
der Exectivo e o sanecionou a titulo de
medida provisoria ; mas ainda hoje esta
grande nssga se acVia annexa ao Estado
da Bahia, por um acto legislativo do par-
lamento de entao.
No 6egundo reinado, sob o ponto de
vista de melhoramentos com relasSo ao
porto do Recife, o que se tra;ou nica-
mente de fazer foi nomear commisses,
exigir pareceres e consultar autoridades,
inclusive autoridades estrangsiras. Por
ultimo mandou-se chamar o engenheiro
nutico Hawschw, que esteve no Recife,
o qual verificou as condices daquelle
porto e apresentou mais um dos muitos
pareceres que sobre esta questo foram
offerecidos ao estudo do governo para
execujo desees melhoramenton, mas que
serviram nicamente para oceupar a at-
tenco do publico e dos iotaresaadog,
nao se fazendo ainda senao addiar aquillo
que pretenda Pernambuco desde tanto
tempo.
Afinal, o imperio, ji as vesperas de
raorrer, pde-se dizer, em 1889, como le-
gado que na ultima hora passava ao go-
verno que lhe succedia, mandou contra-
tar as obras do porto do Recife com o
o Sr. Loyo.
Foi isto que encontrou a Repblica.
Em principio de 188 ', foi cedido esta
contracto Companhia de Obras Ifydrau-
licas, que nesta cidade se estabeleceu.
Era 20 de Agosto daquelle anno, a cida-
de do Recife assistia com muita satisfa-
cao ao comeco dos trabalhos, ao lancamen-
to da priraeira pedra, e essa formalidade
que pareca indicar que o porto do Reci-
fe ia afinal ter o desejado melhora-
mentc
ltimamente, porm, quando o orador
veio de Pernambuco, a companhia tinha
apenae os materiaes que adquirir para
comecar as obras, espalhados pelq ce3 de
Santo Antonio : pedras, ferragens, tri-
lhos, etc., tinha mais duas dragas, que,
ere, foram vendidas ao governo federal,
mas tudo se acha alli como que smente
para apparantar que se tinha comecado
o servico.
E' possivel que a companhia tenha ti-
do as melhores razos, naturalmente fi-
nanceiras, para nao proseguir as obras,
mas nao tem-se noticia de que a interru-
pcao seja motivada, e i preciso que se-
melhante estado de cousas nao continu.
Neste sentido, o orador efferece con-
sideracSo do Senado um requerimento
afim de que o governo orarme quaes as
providencias que elle tenha tomado ou
que deva tomar em relaco a este obje-
cto. (L o requerimento )
Terminando, aproveita ainda o ensejo
de estar com a palavra para offerecer um
projecto sobre urna questao que nao tem
merecido a devida attenco dos poderes
pblicos.
Refere-se aos alugueis da casas nesta
capital.
A impretisa tem tratado de3te assum-
pto, na 'amara dos Diputados oiferece-
ram-se projsctos a esse respeito, a por
consegunte lhe parece que e urna mate-
ria qia est reclamando a attenco do
Senado.
Si apresenta o projecto, nao porque
=- julgue com competencia para isso, mas
7,v?an seus collegas que sao jurisconsultos.
B'lido, apoiado, posto em discusso e
sem debate approvado o seguinte
Requerimento
Requeiro que d<> Poder Exectivo se
requsitem as segantes informagas :
I- Qual o estado actual das obras con-
tactadas do porto do Recife '?
II. Porque razao teem estado paraly-
sadas essas obras ?
III. Se nao tem o governo maio de for-
car a companhia respectiva a proseguir
nellas V
IV. Que providencias teem sido toma-
das para que ella cumpra seu contracto ?
V. Se lne teem sido concedidas proro-
gages de prazo, por quanto tempo e
quando fimlam?
VI. No caso negativo, porque razio
nao foi ainda pronunciada a caducidade
ou decretada a reeiso, qual estabelece o
contracto com a referida companhia 1
Caso as informacoes seja remettida co-
pia do contracto e dos actos posteriores
que lhe dizam respeito.
Sala das sesses do Sanado, 29 da Ju-
nho de 1894.Joao Barbalho.
EXTERIOR
EUROPA
Franca
Sclemnidailes larebres em tnnra a
CirnotKi exequias a Nolre-Da'B''
e os foneraes nacionaes 00 Paotneoo
A imponencia excepcional de ambos os
actosEietcio no Sr. Bordean par pre-
sidencia da cmara dos depatadoa
Menagem as cmaras do novo presi-
dente da repblica e sea acjlho favora-
vel no parlamento a na ioiprensa fran-
ceia e estr^ngelraBeatos referentes a
ronvocacSde gran te conferencia inter-
nacional para una legislac&o represaiva
dn anarchismoA pi)licia e a caca dos
aoarcnis;as; prisOss destes e a sna per-
segaicSo ja 'telarlaD^claragao de Ce-
sarlo SantiDeclarag5is do assas^ioo
__Um plano anarcoista descoberto ten-
dente a madame CirnoiIndoKos por
dilictas de Iroprensa-O presidnte Ca-
flimir PerlerSuspeosaJ das testas de
14 de Jolho vsylo CaraotMonacnento
a Cbarcot po- saDSCripcao da claase sem
di8tnc{8i de uadonaitladeViia de
Cesarlo Sanli pjr 10 sea irmaoOa
tras noti.ias.
Realiiaram.se no dia lo corrente aa cere^
momas o. ehres do presdeate da repoollca, o
Sr. Sady Carnot. lt
Do'aotea noite anterior innouerafol maltidao
visiiou o Ely^ea, eoa romana pledosa ao cada-
ver do eminente cidadao, qae violentamente del
xara de existir.
O actual presidente o Sr. Casimir Perrier e3te-
vs, porespafi de meia ho'a, s'xinho junto ao
caa ver; e dessa estaca sanio agitado.
Q 18 ideas preoccnpirara o espirito d > soeces-
sor ante o corpo daquelle a ^ae soccedit em
emergencia cradeiissloia !
Cwnit den a Franca a paz interna e extrna-
melo, e mais a prosperidade no interior, e o
'espeito e a syapatbia no exterior.
No momento serlam astas as snas cogitacOes,
e nenbam oatro pensaxeato lhe do Binaria a
alma senao a consolldacSo da oDra de Larnot,
posta ento em rod prova pelas circomstaociss
ocenrrentes.
Na regiao da meJltacao em qae se absorvea.
o novo presidente medio por ventara a soa mis
sio, tomoo-IUe o peso e coostiltoa as ansrglas de
qn dlipO pira daiempentul a.

N 11a vista anhjec iva si reconne en se ama
IndividMliddemisaccentaadade forga de von-
tade paa nao pi'rar, como o ssa anteceanor,
u'uma atmospQnra snp^'ior As paixOea klbeas e
as socgestOis da yropr'a oploi&o, at o ponto de
se tornar i-opessual e ioJlscu.ivel, devera lam
oem acadlr lbe ao espirito, qae a madaoca ua
natnren das fanccOes sociaes desempeonar e
maltas ooiras clrcumstaucias iofla-m nSo poico
nos temperamentos ; e diplmala cima de ia1o,
dotado de ama rara babllldade para sojei'ar as
vootsdes albelas s saas e vencer as resistencias
sam provocar odios, campre-lne levar ao aparo
as soas altas qaalidades de estadi3ta, salmeado
dominar o proprio temperamento ao ponto de
c-ystallxar n'oma sereoidade poltica, iodia-
pensavel a pai lalerna e externa da Franca.
E, sem dovlda, foi esta a lico que receben
ante aqaslle cadver, cojos actos sappriam Iba a
mudez
O sabimento teve logar s 10 horas do da,
abnndo a mareba a guarda republicana ; e se-
gaindo pela avenida de Mor'^ny, Cmpos Ely-
seos, praca da Concordia, roa flivoli, praga ao
Hotsl-de-Ville. parte e ra de Areole, ebegoa a
tgreja de Notre Dame, onde celcbraram-Be as
exequias com maeoiticencla e pompa desasadas.
O templo, vatto como aibou se compieta-
msnte ebelo ; e no ceniro aelle ergata-se impo-
nente catafalco, qae se fazla admirar par s ia
so'ae'b srmacao.
O S-. Casimir Pener esteve peraot^ ceremo-
nia, e nella occapooo tribua sgrala o cardeal
Richard, cojo discurso foi de excepcional nota-
oilidade.
Pelas roas por onde passoo o preatito fnebre,
forma-am todos os corpos e eompaabias da gaar-
ni&> de Pars, infantera de marinQa e marl
oei-o? sot> o commaolo do general s.qs-i-t.
Viam-se 00 seqaito carros com coras; guar-
das de estodaotea republicanos ; pessoas do ser-
vido particular do flaado presidente da repbli-
ca ; a familia do illosire morto ; aeoalo'e^, de
outados, todos oa ministros de Estado e repre-
sentantes dlD'omaicos aqai acreditados ; o alto
clero da capital e de outras dioceses.
Term nada a ceremonia religiosa, orgaolxoa-
se o prestito que cornecoa a destila- ao meio-iii,
e s por obra das 5 horas veio a chegar ao Pjo-
theon, tendo seguido pelos Campos Elyaeos, pra-
ga e ponte da Concordia, frente don palacios
Bonrbonedo Luxemboarg, roa SooIh, al o
Pantheao.
Atrax do fretro, ia a c o Sr. Csnimir Prier,
presidente da repblica ; apa S. Exc. vjnham
em grupo os embaixadore', e enviados espe-
claes ; com grande brllbo, deleages e soeleda
des em grande oomero, traxenao bandeiras e
co-oas, e por ordem de departameotos.
Todos os corpos do Estado representados com
grande apparato.
Coosldera7?l numero de a'ros, esplndida-
mente ornamentados, qns caaduxiam co 6 ramos de flores.
A tropa em grande uniforme e de armas em
fuoeral formn alas, em dopla flleira, por entre
as quaes desQIava o prestito.
K artiiheru troav3 de momento a momento.
D.fficll era o t-aosito pelas rosa ; enini^-as
compacta mullidlo, cobert de loto e em siten
ci ; e as aoellaa acnavam-se repletas de senao
r s trajii ilo rigoroso lato.
Cnegaodo o cort-jo ao Pantbeoa. Meenten ra-
se os fuoeraes nactonaes, cojas ceremonias fo
ram grandiosas e di immensa magnificencia.
Todas as potencias estrangul ras acUavHai-se
representadas, e oraram o -*r Dopoy represen
unte do governo, o Sr. Clleme! Lacuort, pre
8'deoie do senado, o Sr. Maly, presidente da
cmara dos depotadoa e am representante da
Esco'a Polytechnica.
As df>putag5-i8 e o exerclto dpsfilaram em se-
guida peraote a oroa faneraria.
So decorso de todas essas solemnidad 8 a or-
dem conserviu se inalterada ; e s t'ouve a la
mentar, devido ao calor e a attgomvago de
centenas de milhar de pessoas, numero el-va-
dlsmmo de casos de raiolago, alguna fatais.
Taes foram as demonstrsges e o preno reo
dido pelos raneexes ao benemrito da Fanga.
Nem poda ser de outra forma, desde qae o
modo como elle tesempenhoo as funeges do
sea al'-o ca-go ia'.e-essoa i poltica interna e ex-
terna daFrmea, assignalandoa notavelraente e
consolidando a. tanto pela aegao qne o presi-
dente exerceo nos graBdes factoa consttntlv.'s
cessa poltica, como peto seo prestigio pessoal,
e qas por-en turno coairtbuio para o presttgij
immenso que esse paiz conqostoo, oceupan-
do ao cabo de vlnte annos dppois d> desist'e de
Sedan o priraeiro logar no concedo das nagOea.
A associacio de todas as nagOes ao pezar qo-
coofrangio a alia franceza, a asaisencla d'ellas
a essea actas d8 doloroea commemorago, sio
docomeoto irrefragavel do grande prestigio e
respeito Immenso, qna soabe ganhar aqoeile a
quem o muido admira e 1 Panga chora.
Mis, adoptando com venia alneia expressao,
diremos qne, se a'goma coosa pode, na piese::-
te coojanctora, servr de coosolag&a a e:se paix,
o lembrar-se de qae, pesar de talo, nao 'q\
as brago francs o qae langoa m5o de am pu-
nhal para o'ama epilepsia revolocionaria dilace-
rar orna existencia tao honrada, to dlgoa de
respeito, e tao benemeren e como a de Sady
Carnot, o glorioso neto do O-ganisador da Vi
ctoria.
A pedido dos embatxadorea francezes acre-
ditados em Berlim a Roma, o imperador Gu
laerme II e o re Umberto I deixaram de enviar
p-incipes das saas familias para rpreaen'.al-08
no sabimento.
A e3Co!a poly'ecbolca tomoa la'o por am
mez em signal ae oexar pelo fallecimeoto do
Sr. Carnot, que all fez o curso de engeoha'ii e
foi professor.
No dia i- desde pela maoha oa edificios
pblicos e estabehcimotos bancarios eativeram
gaa-dados por fortes destacamentos maliciados,
tendo sido tambem '.ornadas ootras providencias
para garantir a ordem.
ProprieUrios e lo "alarios de predios que
fleavam na lir.bi 00 comp'ebeodidos no trajecto,
sablocdram as janellas aos forasteiros por p-e-
gos faboloso9.
iliitis foram alagados por 8.000 franco?.
O Sr. Bordeau, ex-mioistro e vice-presi-
dente da Cmara dos Depotados, acaba de ser
elei'o, por grande raaioMa, presidente da mesma
cmara.
A 1 lelgaj satisfex a todos, sendo uem acomi-
da no mondo poltico e parlamentar.
as camiraa p-ocedea-se no da 3 4 leltn-
ra da men3agem presidencial do Sr. Cisimiro
Prier, qae declara, entre ootras cooaas, respei-
to a Coastiiutgao e que deposin conaoga na
maou eogio da paz ; quanto a poltica <.o gover-
no, esta lera inteiramente progreasista.
O parlamento acolbeo esse documento com
applaaso e sati^fagio.
Em geral toda a imprensa europea, fazenda a
apreclagao dessa mensagem, fat varios elogios
a esse docamento, que repola o prog-amma do<
governo, mais adeqaado sttu-go da Franga e
eatabilidide de suaa institoices.
A impresi franceza por sea torno ocenpa-se
da mesma mensagem, e approva o mesmo do-
comeoto politico, qoe apenas tem a opposigao
dos radicaes e socialistas qae o atacara.
- Falla-se novamente na convocagao de urna
graode conferencU Internacional para o estsbe-
'.ec.ment das bses de ama legtslagao repressi-
vi doaaarenismo.
Nos clrcaloi oficina ladicam-se ji como id-
herido a essa idea a B-*l(?i:a, Italia, Rms.
fogla;erra.
Parece q& ae trata de obter priraeiro a td-
neaao e apoio das potencias para se declara*
officiatmente a referida convocagao.
A polica contina as sais laves*'irafes
para a prtaao d.s anarcblataa domiciliados a*
capital.
As mesma8 medidas estao sendo exercjdas ana
Lyoa e Marselba, onde as prisoes teem sido im-
portantes, e em Nice acabam de ser presos cines
anarcblataa Italianos qne preparavam attentados,
excedendo j de 300 o hornero de anarebistac
presos nestes ltimos das.
Contincam as persegaigea jadiclarln contra
oa meamos ; e ji foram designados seis joixes
de exclusiva competencia para attender aos pro-
cesaos dos anarebistas.
Cesarlo Giovanni Santi declarou ao jais de
iaBtracgao do processo qu3 a coojaragao para o
assassioato de Sadl-Caroot celebroa-aeetn Cette
e que, decidido o crime, coube-lhe pela sorte
ser o execotor da seoteoga do tribunal aaxr-
cb'sta.
0 aasassico fex nesse tocante revelag^s con-
pletas, e disse mais qae nescera em Mo'-ta Vi-
conti, proviacia de Milao, a um kilmetro de
Toasino.
A p licia diepe aisim de todos os elementa
para effectaar a prisao de todos os Individual
complicados na conspiragao.
0 S' ;a>i:Dir Pener sahio no dia 2 a pa-
selo em carraagem. acompanbado de seo secre-
tario e foi acclamado; e m Setembro prximo
preterde visitar Lyon.
O meamo Sr. diminuto o pessoal do Elyaee,
onde dever installar-se por melados do corrate
mez; e tem recebido diversas cartas aoonjau
em qae ameagado de morte.
ttribaido este facto aos anarchistaa, tem-ae
tomado todas as precaogOss a respeito.
J igual 3-o :elimeuto ttnbam para com o Bal-
do presidente, caja viava declarou qae elle dia-
riamente reeebia cartas ameagando-o de fim 7o
lento.
Acaba de deacobrir a policia nm plano anar-
chista, qae traba por objectivo rapir Mme. Caf-
oot, no intuito de applicar a pena de morte para
os implicados no assassiiato do presidente Car-
not e as oltimaa exploses de dyoamlle.
A respellavel S*a. recosoa aceitar a peasio
qae lbe foi decretad como homenagem nacio-
nal, dando assim teatemaobo de sua| abaeg-
gSo.
Amigos commons do governo e do Sr. Ro-
chefort esforgam-ie para qae se conceda repa-
triagao ao illosire jornalista republicano.
No entretanto, corra qoe o ministerio era hos>
til con:essao de amoistla ao< condemnados
por delicio! de Imprensa, sendo at apresentaia
oa Cimara orna mogo de conQanga ao mesiaa
ministerio a respeito dessa qnestao. Mas a ow-
gSo ro reje;lada, e 37 lndoltos por delict.a de
imprensa acabam de ter decretados.
As grandes festas annaaes cnmnoemorxti-
vas da tomada da Bastllha, no dia ti do corra-
le, acabam de er anspensas neste anno en pa-
nr pela morte do Sr. Sady-Carnot, em home-
nagem ao qaal Aisociagao das Sent-oras de
Fraog-, resolveu fundir am Asylo denominado
Caraot.
Os mlicos do hospicio da Salpetrire pro-
movem nest' momento orna sobscripgSo, coja
pro locto ser destinado a um mooomento coa-
sagrado memoria do eminente professor Cnar-
;et, qae t&o poderoso impulso imprima s
sc.pacias medicas lllominando com as polerosas
irradiages de seo genio o chaos at entao com-
pletamente obscuro das modestias do systeaxa
nervoso.
Para e*sa sabscripgao tem cocorrido, coox
ama eapontaneidade, muito honrosa para a dai-
se, os mdicos e oa estodaotea de medicina de
mando intei-o.
Mr. Garon. prefeito de policia de Lyon, de-
mitt'o- -e do seo cargo.
Foram restabelecidos os hoco-arios do ar-
cebispo Corville, anspeneo por causa dos ser-
mes edicio8C8 qae em tempo prononciou.
m iniao de Ces.rio Santi. reeldente em
Milao, den as segaiates explicages a respeile
da vida do me3mo s
Somos seis irmaos e urna lrmS, dlase.
Qaando; nos morreo o pae, Cesar, qae tem por
segundo nome J0S0, e era com este qce o coaoe-
enmoa e o tratavamos, dirlgia a padaria qae era
oossa propriedade, aoxlliando-o nos Lrabalaot
minha mae, minha irm a trea irmaos.
O nosso Cesar Joo em pequeo era de omi
be'leza ext-aordioaria: tanto qne na povoago
em qae vivamos, o parocbo o escolhla para re-
presenta- S. Joo Bapsta as procisses, e ao
dia do perenrso segoia atra- da imagem d'este,
au e apenas coberto de pe e de cabra. Mas
arle, frequentava as sachristias e ajudava a
mise. O seu carcter era doce, e nada fiza
suppr que mais tarde fosae capaz de resola-
go'S tao violentas. Aos quatorze annos fot a
Milao, ende esleve a iraoalbar numa padaria e o
seu romportameoto all foi irreprehensivel, at
189i, em qae cemegoa a freqoentar aa rcraioe
dos anarchstis.
0 contacto com essa gente, a leltnra de fcltte-
'.os e livros que os seos novos enmaradas lhe
fornecian, e a qne dedicava lodo o tempo dls-
ponivel, inflammaram o sea cerebro, fazendo o
enthaaiastico partidario da anarebia. Desde eo-
to comegou a asslstir s asaemblas anarcais-
tas. onde discarsava largamente, expoido o;i-
nies das maia violentas.
A policia destobrio o logar onde se realisa-
vacn e avison a nosia familia de que Cesar era
om dos mais exaltados aoarchlstas, aconselhsa-
do nos a que o reprlmissemos, porqoe, a conti-
nuar com semelhante conducta, seria preso,
resultando grandes prejoizos.
Meo irmo mais velbo repreoendea Cesar e
aconselbon-o a qae modasse de vida. Cesar
resisti ao principio, e foi preciso que aquella
o ameacasse e at lbe batease. A energa com
q-e proceden fex cox qae Cssar nos promettesw
abandonar as tbeoria* anarebistas e separara.
de seus perigosos camaradas.
Apegar disto e mesmo depois de ter Jarado de
que nunca mais pona os ps as reaolea anar-
chistaa. a polica encoDtroo-o tras mezes deoois
fazendo parte de om gropo de distribuidores de
pasquina anarebistas.
Foi preso e condemnado a cinco mwes de
prisao. Minha mSe cabio doente de desgoeto.
Qaando Cesar compro a pena, refogioo-sa aa
.Saiesa, passando depois para Cette, onde este-
ve at principios de 1893, procurando Intilmen-
te trabatho.
Minba mae maadava-lhe frequentes vetes rti-
nbero, procurando aitrab-o para a familia,
atim de ver ae assim abandonava a sua tenden-
cia revolocionaria.
Foi ludo intil. Em Milao tentoo fundar b
jornal anarcoista, que nao coosegoio por tilla de
dinbeiro.
Cr-io qae Cesar filia parte de ama sociedad*
secreta qne tinbi resolvido isuutoir Carnot e
qoe lbe tocan a aorta de executar aquella cri-
minosa senlenga. .
Violento locendk) dntrulo lononaeroi em-
flcioi etn Saint Ooeo.



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MMM
^
Diario de Pernambnco Bomingo 15 de Jnllio de 1894
HHHB



LESTOES ICHOU'ililS
pest oniia Poltica
O CAMBIO
O Jornal do Recife de 20 do mez fiado
procurando, em artigo editorial, desfazer
a opinio errnea, que attribue k\ ru
?untada e especulacoes de Banquoiros es-
trangeiros, a quedaprogressivado cambio
a nosso meio circulante inconversivel
at a taxa nfima que hoje apresenta,
rtabelece, de accordo com os principios
* sciencia econmica, magistral mente
applicados, pelo Ilustre flnanceiro G. I.
Gaschere, a todas as questoes que dizem
awpeito a'os cambios, em sua obra hoje
dessicaTheora dos Cambios estran-
gesros que, as circumstancia3 de
meso paiz as especulacoes dos banqueiros,
inda mesino quando reunidos em syn-
Jkato, nao podam exercer sobro a taxa
de nosso cambio mais que urna acco di-
atissima 'e ephemera, e que a causa
prxima da lastimosa depreciaco do
poseo meio circulante em. relacSo ao ouro,
mide exclusivamente no enorme desequi-
Khrio existente dos nossos mercados eutre
a efferta e a procura de saques, ou letras
erainbio sacadas sobre o estrangeiro,
nieo meio que tem as nacoes, cuja moe-
da n3o tem valor intrinsaco, para satis-
aner os seus compromissos externos.
A insufficiencia dos saques e abaixa
c> taxa do cambio ou alga do preco do
emro, quando ainda se encontra alguus,
alo paeuomenos cuja correlacao nao
entestada por Economista algum, e nao
yusso deixar de concordar sera reatricco
algmina com esta parte do Editorial.
ibn o desiquilibrio, causa prxima
depreciacao da nossa moeda local, nao
aeja facto novo na nossa vida econmica,
neis nos annos que preceder m os ern-
jTostimos dos Srs. Conselheiros Relisario
- Joao Alfredo o ouro conservou-se com
jremio de cerca de 30 0 0, que to s-
acte desappareceu, sendo substituido
aaporariament pelo premio obtido pelo
roosso papel, em consaquencia da abun-
dancia da offarta de saques provenientes
dagalles eraprestimos, nao tenha duvida
ase eonceder igualmente ao Jornal, que
diremos a actual e espantosa baixa e
paeequentes apuros econmicos e finan-
aros que nos abroquelam hoje, des-
dedida derrama de papel bancario in-
otuversivel autorisada palo Sr. Ruy Bar-
ita e algum de seus successores na pasta
a Fazenda com menospreso dos mais
tetnentares preceitos da sciencia e que
x* poucos mezes dupliou e em seguida
tsrjplicou com pouca differanca a so mina
jb meio circulante existente em 1889,
Nao posso entretanto concordar com o
Zirnal, quando attribue exclusivamente
i. fliorme procura de cambiaes que detar-
anaram a desvalorisacao relativa de
asesa moeda, ao rorapimento da urna
arta proporcionalidade, existente antes
etre nossa importaco e exportaco, de-
aenninado pela febre das emprezas Albas
da necessidade de um empreo artificial
%&?& um excesso de maio circulante inex-
jortavel, meio suporior s precisoes de
^.esas transar-oes internas e que precisa-
sen mandar vir do estrangeiro as ma-
einas e seus pertences indispensaveis a
joa instaliaco e funccionamento.
Nem to pouco posso admitir que.
amo pretende o iorn il, o nico p> io de
mUtorar, isto valorisar o nosso mci>
andante, seja RESTRIN'GIL-O, nao pas-
mado de parecer qualquer outro alvitre.
Tratarei successivamente de ambos os
-jmtos, depois de notar da passagem qua
pira absorver o exces?o de meio circu-
tote que accrescendo o capital fluc-
satnte persisti durante o predominio fi-
Tanceiro do Sr Ruy Barbosa e seus co-
itos, que o iam revi vendo de continuo por
*>ras ein'sses a medida qua as priinei-
aas imraobilisavam-se, nao era uecessario
.-:correr a fundaco de Emprezas que
precisando de maquinas e mais pertences
arados do Estrangeiro, augmentassem a
rotura de saques e concorressem des-
carte para a queda do cambio. Poda
ler sido anplicado semelhante excesso a
auprehandimentos meramente agrcolas
* extractivos eujo etfaito teria sido aug-
aentc da prodcelo e exportaco e con-
wquente .mal ti pl cacito do numero de
zansaeces-'e de saques offerecidos.
sto posto, passo a justificar as minhas
feas impuguacoes as cima expottu a.s-
rcoes do Jornal.
AS EMPREZAS
Nao houve propriamente febre de Em-
xrezas de 1839 a 1891 e sim to somen-
:e urna febre de especulaco, que promo-
vida no segundo semestre de 1889, pela
ganadora perspectiva de urna emisso
r.-Iossal de notas Bancarias conversiveis
en ouro, pelo Sr. Visconde de Ouro
Veto com a publicaco do Decreto de
x. 10262 e concesso da emissilo trplice
906 Bancos de fundo metalLco, depois de
ana parada occasionada pela proclaina-
joda Republica, resurgi com os pri-
aeiros Decretos do Sr Ruy Barbosa, para
dsegar, nos ltimos mezes de Dictadura
a paroxismo do qual a historia do pre-
jente seculo offerace apenas um exemplo,
dado pela Ailemanha em 1872, com a
;hegada dos bilhes arrancados a Franga
amagada pelos canhoes Krups.
Aqu, como l, brotavam da noute para
* da dezanas de Bancos e centenas de
oeiedadas anojyraas, todas ellas com
toorma Capital, e cujo maior numero nSo
~nsavm outro fim que o de proporcionar a
seas incorporadores e organisadores, alin
ieavultada porcentagam. sobre o capital
aominal da sociedade, tirado das primeiras
prestacoes a serem realisadas pelos futuros
accionistas, honorarios alevadissimos a ti-
tIo de Directores,Administradores,Geren-
tes e fiscaes e a facidade de realisar em
poneos das, no jogo da Bolsa, por meio
dcotac5i ficticias obtida3 por vendas
muladas e outros artificios fraudulentos,
fortunas de centenas e de milhares de
tantos. Eutretanto, mu poucos eram
te para maior procura da3 mesmas, todas
essas Sociedades ephemeras filhas da es-
peculaco concorreram, embora indirec-
tamente, para o mesmo resultado e conse-
quente queda do cambio, pelo enorme
augmento da importaco de Fazandas
finas e outros artefactos de luxo, cham-
pagne e iguarias exticas requeridas para
o consumo dos enriquecidos de jogo e da
especulaco para os quaes nada era caro
e tratavam-se como principas !
Por tanto, esse augmento indirecto das
importages de gneros e mercadorias,
que talvez nao tenha sido inferior ao ne-
cessitado pela compra de maquinas e seus
pertences, concorreu igualmente para o
rompimento da proporcionalidade existan-
te antes do dia 15 da Novembro da 1889
entre a nossa exportaco e a nos^a impor-
taco, entendida esta na sua accepcSo
mais propria e restricta de introdcelo
de gneros e artefactos.
Longa et4o, porra, taes accressimos
de sar os nicos, nem talvez os princi-
pies factores que daterminaram a excas-
siva procura da saques, que ainda hoie
conserva o nosso cambio em nfima cota-
cSo.
Outros ha, qua actuaram ou actuam
poderosamente no mesmo sentido, como
sejam a compra de certas 'emprezas que
de estrangairas passaram a ser brasilei-
ras ; a transferencia para a Europa de
capitaes fixos ou movis pertencentes a
estrangeiros, ou mesmo a naciouaes, cujos
donos, desconfiados do futuro, trataram
da retiral-os, e tambem de parte dos que,
adqueridos no jogo da Bolsa a especula-
5oes inconfessaveis, foram postas ora se-
guranja nos Baucos europeos, ou lavados
pelos saus novos possuidores para coin
elles figuraram como fidalgos de raca em
Paris, Londres ou Lisboa.
Concorreram, e ainda concorrem para
tornar excessiva a procura de saques, o
augmento despropositado das compra* e
mais despezas de nosso governo no estran
geiro, que necessitaram maior remessa
da cambiaes aoj nossos agentes financei-
ros na capital do Imperio Britnico, e t >-
rara avolumando-se na medida da descida
do nesso cambio ; as despezas que o com-
merdo teve de fazer com a viada do
ouro destinado a pagamento de direitos de
importacSo e constituicodo Ilusorio fundo
de garaotla dos Bano08,ejo Goveruo com o
retorno do mesrao ouro para Londres ; as
compras em Nova York de prata em bar-
ra para a impensada tentativa de sub-
stituir por moedas da prata as ooasas sa-
dulas de pequeo valor ; e outra3 ver-
bas, que tambera figuram na colum-
na do debito, ou importacSo ua sua
mais lata accepeo, no balance da con-
ta de nossas transaeces com o exte-
rior, cujo saldo em summa, salvos as
diminutas osci^oes devidas a circums-
tancias temporarias, o arbitro supremo da
taxa do nosso cambi e e-rase juente valor
em ouro de nosso maio circulante incon-
versivel.
At aqui, nao de grande vulto a mi-
uha divergencia com a Radacco do ior-
nal do Recife: pois, concordando com
ella era tarem em nossas desgranas eco-
micas e financeiras conaequencias direc-
tas da febr: de eapecolacio, qua, promo-
vida e alentada por eraissSes successivas
de papal inconversivel, determiaou urna
procura de saques ou cambiaes mui su-
ierior a ofFarta, apenas Contestei, que
osse indspensavjl, ou neressario, recor-
rer a emprezas, qua precisassem da ma-
quinas e seus partencas, para absorver o
excesso de ntaio circulante, sob forma de
Capital fluctuane, resultado das ems-
si>as, e mostrei, que as compras de raa
quinas a saus pertencas dSo -ara nem o
nico, nem mesmo o principil, dos facto
res que determinararn e ainda hoja deter-
miuam urna procura d-3 saques inui supe-
rior a offerta.
De muito maior importancia a nossa
divergencia acerca do alvitre apragoado
palo Edictorial do Jornal, como o nico
susceativ 1 de trazer a almejada valori-
saco de nossa moeda e que procurara'
apreciar no artigo segu'nta.
Recife, 10 de Julho da 1804.
Ilcnriquc slngnsli Mile.
m
COLLECCIONADAS POR
Mclcliiscdcch ele Albutiucrquc
Lima
Da 1-1
1614 Bulla do Santo Padre Paulo V
creando as instancias de Fellippe II una pre-
lasia na capitana de l'ern-imbu.o, cuja juris-
dieco ecclesiastica se sntendoria as capitanas
de tamarac, Paraliyba, llio Gran U' d ) {forte,
Cear o Maranio. Hcaado as^B livre do
verno espiritual da Baha, aoude resida o nico
bispo do Brazil.
1 t;3:i (ju itroc."ntos bollaadezessahioa do
forte Principe (uherme atacam o aagrabo de
Fedro da Cuaba, d'onde sao repellidus cora p:r-
dade 18 homens.
Neste combala licou Ferido Benriqae Dias e
foi esta a primeira peleja em que entrou
iioraem, que se tornou tao celebra dep ti
lO'lS-Protes o de Fernandas Vieira con-
tra o decreto do Conselho Supremo trae
va a sahida para fra.di cidade das familias de
todos os revoltosos, sob pma le ni
1818 -Torna possa da adminisl
da provincia o desembargador Antonio d i
Pinto.
Dia IO
tinha comiii -itido enlendendo-se que com esta
empresa 3e acabar ds todo com os Palmares.
Me pareceu mandar-vos agradecer o bera com
que neste particular e nos mais da meu servico
vos tendes havido e na considera cao da impor-
tancia dut: !.'';ocio e da sa poder por termo as
hostilidades to repetidas quante.s meus vassa-
los seotlram na extorso e insolncia deste ne-
Zambi: (ley por bera de aprovar o perdo
que se deu ao mulato que o entrjgoo. Escripta
em Lisboa a 2 de Agosto de 16%. Rey Conde
te Alvos. Para o Gcveraador e Capitao Gene-
ral de Pernambuco.
I HUS E' raorto aor urna bala, no peito, no
combate de Sauce, o inajor pernambuoano Julio
P im n'ii le ltarr.)s Lima.
N te mestn> combite foi raorlo o jiernambu-
cano tenente Jos Elias de Mello batendo-se he-
roicamente as tileiras do 2. de voluntarios.
iSS-Morre no reconhecimeato feflo s
trincheiras de Huraayati o majoi pernambucano
Timoleao Peres de Albuquerque Maranhao.
REVISTA DIARIA
FestivcladeAmanh celebra-se a testa
de Nossa Senhora do Carino, na egreja dos re-
ligiosos canil ditas d sata ci lad", liav rado hoje
v isp iras solemnes, hora das rovenas.
!fa ni na solemne, amanha, que ser cora as-
sisteoeia pontitical do Exm. Sr. Bispo Dioce-
sano, toour&o paite os novos religiosos fran-
ciscanos, entrando a mesma mi asa s H born
do dia, e sendo ooraitor da Bvaugelho o Rvlin.
Monsenhor Turibio Tertuliano Pinza,
L'a i horas da tarde, logo depois da missa.
tora logar a rasoura, sendo processionalm mt-i
I ivada em andor a inagem da gloriosa Senhora
do C-.nno, em toruo do paleo da egreja
A's oras 'la lana sBectnar-se-aa a Benco
Papal do codum', entrando em seguida o Te-
-. do qual ser o orador o Rvdm. Frei vu-
guslo da Inmaculada Coaceicfto Alves.
A >greja est linda e pomposamente deco-
rada, e ser noite profosaraenie illominada.
Tocar em todos os actos a banda marcial
do 2" batato de infantera.
11 de Julho Eontem, em commeraora-
i esse dia, salvaiam as rottiesas, esve-
r.i:n fechadas as repartcfies publicas, e urnas e
e oulras hastearam o pavilho nacional.
Foi-aos dirigido da Parahyba o segainte
t .'iegramma :
t'araliylu de Janeiro.
Redacao Diario 'le Pernambuco.
Recife.
Saudamos o du dos republicanos de co-
raco.
Dr. Piltro.
!\atas esn sulistitai9a' ^r^:i> do
ICanvo da K^piibli.ra do Etrazil -A
aria Popular, do Rio de Jaaairo, publicoo
e destnbuio pelos seus frogoeees, com o titulo
cima, nm olbetoem trae estio compandiados
as notas e litlos, coja sobstitoicao deveref-
nar-se at 31 de Dezemir do correte
auno, processj cargo do auco da R;pu-
blica.
D'esse folheto, que tjn ulilidade pratica, nos
obsequiou com um exemplar a Cornpaobia de
Drogas o Productos Chimios ; Baeea qu: agre-
decemos.
I iiio Kconoiniea Iteiiclcentc de
Afolados -Eseu sociedade revne-se em sua
. boje, a ra S. Hignel n 39 pelas horas
da tarde alim de proceder jleigi dos func-
cionarios quo lera de dicigil-a no anno social de
iSti a 95.
Inconveniente Sornas informados d
que ha na ra do Viscond i de nliauma, um
do on I era as enancas perdem qnasi sempre to-
do o dinheiro com quo entram alli, n'um tuba-
Ogo.
A inconveniencia disto 6 palpitante e assim
pe limos providencias -obre o futo.
Livros de instrui*^:in>-Pela Livraria
Contempornea nos foram oftirecidos dois ex-
emplaras do l'ei' livros de leitura de Ferrei-
ra da llosa.
Bsses livros, approvados pelo Conselho Di-
rector da Inslrucco Publica, nos parecera no
caso de serem preferidos com aproveilamento
as aulas primaria-.
agradecemos a offerta.
Icraz de Itrilhantes -Km i' e liixuo-
3a dicco, acaba a livraria purtngneza Antonio
Mara Pereira de editar esse romance da larra
de Alfredo i ampos.
Esse romance so tem um ilm moran fu re a 6
convir que distanciase do g-Jilo da pS a
As sitoacOos nem sem| re tiem o colorido in-
dtepensavel, o que faz sob-eraodo perder de
val >r, muito embora nao se 1 le possa negar em
absoluto algum menta liltjra-io.
\ j Sr. Leopoldo A. da Silreira a qoem de-
venios o offereciraento da obra, agradecidos.
0an L se no Jornal di
.o Itio :
fficial da nossa inarinl n. que examinou o
ex-AquidabM, qu agora esta n>> dique de Santa
Cruz, offreee-nos ad -scrim-o do estad-) em
que ora se ada aquella poderosa machina de
guerra, que devidaracnle c a irte la a repara I,
pode ainJa prestar-nos incomparaveis servi-
"Percorremo8, diz aqnelle ofSci&l, este magoi-
lico navio desde a superstructura al! a quilh, e
d i |> >pa peda, descendo por aseadas ingremes,
lias rom var
ferro, atravs das sn8 qualro cobertas, tres
qua is lieam prol agidas pelo tonva encoaracado
coa chapa de ac de cinco cintimetros de es-
cada na alturr, da linba d'agua,
urminaodo, reivaal moa aclinados,
com ngulos de ii", que vo encontrar resp rli-
vamente o culaslr.) e a roda d; proa do navio
na ailnra do esporo, para reforjar esto, licuado
i i miada para os lados.
Aehava-se o sonerbo navio posto a seceo, no
dique Sania Cruz, e por isso antes de aelie p i-
Detranaos, examina-nol-o externamente, e vi-
mol-o coberto o seu inmenso casco de grande
'l'i'.n'i lade de mccilli i -,--.aliada talvez em
) a SO toneladas, e na pra, do la lo do bom-
Oordo, iramediata.nente quasi prximo roda
de proa, e no fund), una abertura irregnl ir do
comprinicnto de i a 6 metros sobre 3 a \ de al-
itira, mais ou menos, que se manifestara at o
lado opposto ou de borste, fican lo arrejacadas
as '-'-i ipas e completamente destruidas i
as da localidade offendida pela explosao.
A de'.onaco do ten-pedo, que, felizmente, to-
cou o navio o esriji-ir, permittio que o Aquida-
aao BOSSObrasse em aclo continuo, nao obs-
tante abalar e encher de agua pequeos com
partimentos ngmot- de ranl portento, de
nuca capacidade, porque se assim nSo tira e o
trpido laucado pefaG M Sompato atUngisse
o primeiro grande comparlimi-uto de r, tpie en-
volve os paiej do panno na sua parte superior,
a massa de agua seria ontao muito volumosa e
ment as dcas de Liverpool, com muito maior
facidade iria o ex-Aquidabm pascar alli pelos doniOiPogge, Manoel U:
mesmos concertos, por que o Rwrhuel (o outro Jo3 de Barros Paes dojM-llo, Joaquim Fran-
irraao-Siamez) esta pasvindo era Tulon, e cisco Pereira da Silva, Joaquim Laurindo do
onde se Ihe tirarara os planos para ser imitado Sant'Anna, Prancisco Ferrao Castello Branco,
em futuras onstruc^Oes l'rancezas do esiabele- Domingos Kogueira dos Santos Cabnl, Antonio
cimento das Forges e Ckr.ntUrs, t5o perfeito i de Barros Wanlerley, Manoel Lydio de Alraei-
este navio. ; da Cavalsante, Antonio Kerreira de Lima, Joa-
Com 2.W)Oconto3 de res, no mximo, fariamos quim Luiz da Silva, Antonio Rodrigues da Ro-
acquisico de urna machina de guerra de pr.-
meira ordem, que, se fusseraos compral-a boje
era dia, nao nos custaria menos de 20 mil coates
de res l...
Temos d vista a revista inglesa The StkeaMuhip
de 15 de Agosto de 1884, que traz os desenos
o urna descripcao do encouracado Riichueh,
em tudo semelhante ao ex-A'iuidaban, so com a
cha, Joaquim (rongalves da Rocha, Pedro Ale-
jandrino da It >eh-i, Dorotheo Antonio de Sou-
za, Antonio Santiago Paes de Millo Jnior, Jos
Ignacio de Mendonca, Antonio de Mendonca
Vasconcellos, Elysiario Rodrigues da Silva,
Joaquim Lopis Ferreira da Silva, Manoel Ro-
drigues de Mello, Manoel Noberto de Mo-aes,
Joao Siqueira de Moraes, Jo50 Mauricio de
dilferenga de ten-quelle mais li ps de compri- Barros, Antonio Ferreira de Miranda. Manoel
ment epossuir duas ciamines, quando o Aqui- Corcino do Nascimento, Manoel Roque de Fre-
daban lein una nica, que satisfaz cabalmente ] tas, Mano-:l A'exan lrino lo .Nascimento, Gas-
ao mximo poder da vaporisacj de suas ca.- : par Belchior, Barthasar, Alfonso Lins de B.ir-
deiras. j ros, Joaquim Donacto Pinheiro, Cyrillo Celes-
O ex-Aqaidaban, em ludo igual ao Riachuelo, tiao le Carvaio, Antonio lacintbo a": Me ieiro
tem fund duplo da largura de um metro e 2-'t6
cellulas ou compartiipentos fechados nesse fun-
do duplo Governa com urna s> machina tao
perfectamente (sen lene duplo) como se o navio
singrasse impedido por arabas as machinas, e
nesta evolugao superior ao Riachuelo, que niio
o faz tao rpidamente, e esta qu ilida le e pre-
cosissima nos gruid es encouracados, como se
sabe, porqu! foi em virtude de mi governo
que o Camperdjwn. ahordou com o sen temivei
esporoo raagnico ancxmracado Victoria, que
se afundou immediatamente.
Soeiedadc Benefluente -A Sociedade
Beueceote dos Empregados ^a Estrada de
Ferro do Recife Varzea e Dois Irmos, dirgiu
convite aos respectivos socios alim de *e r- u-
nirera hoje as ti 1,2 horas do dia no escriptorio
da Companhia. e elegerera a nova dinctoria.
.llissasNa matriz de Santo Aol mi I -
anaiili, s 7 horas da manhs celebradas nmssas
por alma do finado contra mostr das mt
da Estrada de Ferro Central, manalas
pelo seu lio coronel Joo Pacheco de Medeii
Curso anaexo -Os exames preparatorJ >s
neste corso que dereriam eomecar amaib
com icarfi > t'-rca l'i-irj.
Hospital Portu^acz -Eniron de sema-
na neste pi estaoeleciinsnto o mordomo .sr.
Joan da Cunha Vascoacellof.
OJlicina de Serralbeir^> e ealdci-
rciro Completa amanha o 3." anuo do e>:is-
tencia a acredit ida o c.na, que. sob o litlo.
Casa li mm m de Julho, fuudou o S.-. Jos dos
Santos Villaca & ra da Palma n. 97, boje -ua
Felippe Camarao.
Acha-se esse estabdecimento bem monido
e prvido de magoifico material, para l'-n
desempeohar qualquer trabalho relativo in-
dustria que explora: pelo que o reenmenda-
musaoaprecu publico, comprimenlanio entre-
tanto ao Sr. Villaga pelo anniversaiio que ama-
nha comraeraora.
Ca vas Economizas em Franca -
Os depsitos dasCaixae Econmicas em
ca elevim-se a mais de tres milhares de mi-
ilies de francos, islo cerca de tres unibles
de contos da no >sa taoeda, em cerc de oito
milhoea de cademetas.
To elevada qnantia pela qual o Estado
.onsavel o cujas parcetlas podem ser exigi-
das vista ou em prasos muito curtos, preocu-
paa;n os publicistas e os economistas. N i
senado francez j estar cju poder de urna com-
V) um projeelo limitan lo a 1500 francos o
ma-imo do deposito com juros e reduzindo a
taxa desses juros.
Omechanismo las operagoei lasCaixas Sco-
nomiras em Praoca difirante do nosso alias,
Aqui os depsitos" serrara s operices do
Monte de Soccorro, sondo o excesso recolhido
ao Thesouro. i-n Franca OS depsitos 8&J le-
vados i Caixa de Depsitos e Cousignaces que
os emprega em apolices do Estado, tendo
a impre cem milliOes em conta crrante no
Thesouro para aculir as retiradas. Quando
eatas excedem aquella quantia a Caixa de
Depsitos e Consignares vende na bolsa a-
polices em quantidade necessaria aos paga-
mentos.
Bm caso de crise, em qua as retiradas dos
depsitos derem ser mais avalladas, essas ven-
das de apolices serao ou ruinosas ou impossi-
veis, ahi e-t 0 perigo.
Tarifas das alfande^ras nos Esta
dos Unidos -Um t:legramma de 18 do pas-
-:: Lo da Wasliin.'ton publicado pelas fou.s do
Rio da Prata nos da noticia minuciosa da
ultima reforma das tarifas das alfandega* dos
listados Uoidoj.
O senado votou naquella dita depois de ani-
mado debate e com grande interesas publico a
revisao das tarifas ha tanto tempo promov Ja
pelo governo di presidente Cleveland Aso-
men las approva ias obrigam o projecto a voltar
;i Cmara dos eputidos, licando entretanto
approvadas definitivamente as principis
medidas deesa casa da Congresso.
O parti lo demcrata nao conseauio realisar o
seu prograrama de comraercio livre iimitando-
se a diminuir o rigor do systema Mac-Knley,
devendo a nova tarifa ser de proteccionismo
moderado.
Na lula para o Senado impr direitos sobre
os artigos declarados livres pela Cmara dos
Depntados, foram derrtalos* o assucir, o
carvo e o ferro. O Seriado taxou-os todos os
tres.
A l escapou de tel-os tambera depois de
animado dbale de eslatistica, devendo dcar
liv.-e de direitos a datar de i Agosto deste
anno.
A nova lei contmi um artigo mandando que
o governo coramuniqu; aos pases qu; tem tra-
tad is de reprocidade qu; elles deixaro de
\ rar depois da lei entrar em execocSo.
i.nirc esses |1M esta o Brazil, que \'
de um trago de peina rotj o tratadoBlain e
Salvador.
Sellos da AhysslniaOs amadores de
sellos desgostsos cora a descoberta da l'alsiri-
cacao que dos sellos raros e estranhos se fazla
Pariz, tiveram agora a satisfacao de saber
qu3 breve podero obter novos qandrnihos de
gravaras e por emquanto autnticos.
O tugue da Abyssinia vaiemittir umaeerie
de sellos do jcorreio, oncarregando a adminis-
traco postal fraaceza de escoiOel-a e de unpri-
mil-a. Os sellos serio de sete valores, e os de
menores valores representaran um leo coroa-io
empunliando una bandeira, no gosto de certos
sellos persas. Os sellos de maior valor repre-
sentaran o busto de Menelik.
ves da Rocha Nicolao BaptistaSoares, Possi- bula, a qual lhe vaticionou que urna grande he-
domoiPogge, Manoel Gregorio do Nascimento, ranea o 3wta.
DecorreSR alguus annos e a miseria de Cha-
se cada vez mais se augmentara.
Elle j tinha mandado ao diabo a somnmbu-
la, e pensava em suicidar-se quando um tio ma-
tirno, habitante na California e por elle jamis
visto, nem conhecido, moneu repentinamente e
deixou-liie nada menos que a bagatella de.....
5,000.000 dollares !
Para acabar-O continuo Salsicciotli es-
t doeute.
Nao contente cora o seu medico assistente,
consultou mais qaatr i.
Poucos dias depois, um amigo vai visital-o, e
o encontra horrendamente bebedo :
Mas, como ? Deste modo te matars lhe
disaj : Devos lar bebido muito, hoje !
Hoje, exclama Salsccot. Mas estou obn-
gido a este rgimen todos os dias.
E porque 1
Con.3Ultei cinco mdicos e cada umdeiles
me prescraveu de beber ura-i garrafa cada
comida. Devo obedecel-os, se quizer curar me.
:nu3!ieres -Em Boffalo (Nova-York) foi pre-
so um joven de vinle e cinco annos, de nomo
Wilara ltayuolds, aecusado Je ter tentado ca-
Bar-se quasi ao mesmo tempo com duas rapari-
gas n.iquella cidade ; e dep3is da sua Drisao os
detectives enearregados de investigar dos
seus precadentes, flzeram a descoberta assom-
brosaoque aquella intrpido joven tinha nada
menos que oae esposas vivas, todas bellas e
mogas. |
Quatro das sais victimas sSo da Salamanca :
tres habi'.ara em Seranton, Panam, e as listan-
tes sao d'Angola e le Grapa Valley.
E' facrl da Imaginar a impresso causada
n'aquellas aldeias pela naticia das veiliacirias
de ltavnolds.
As quatro raulheres de Salamanca trataram
logo ile apresentar-se e;u Bllalo e propor ou-
tras tantas queixas contra o i). Giovamii i en-
rorcal-o ellas mermas com o auxilio das re-
spectivas ines, se os juizes n&o o ebudemnarem
morte.
Nenliuraa dasonze raulheres de Heynolds t;m
mais de 2 anuos e sao to las esplendidas ra-
parigas.
Casa:nento rivil0 escrivao de casa-
meatos que funeciona nos distrintos do Recife,
Santo Antonio, S iosii e Afogados afflxou na
repartico do Registro de Casamentos i. 'ia do
imperadora. 73 1 andar, editaos de procla-
mas ile casamentos dos seguimes contrabates :
Segunda publicaco
Antonio Goncalves Carneiro d Vas: i icel 03
Barros com Cecilia Mara Ferreira, -
natoraes deste Estado e residentes na fregue-
xia de Afogados.
Angeb Pereira Leal, pa-
nilla d Beberibe, residente na fregaezia de
Santo Antonio, cora Emilia Florida de Albu-
querque Mello residente na freguezia de S.
los, ilteii i e naiuraea leste Estado.
Primeira publicaco
llvgno de Paula Negro Monte, serralbeiro,
com Julia de Barros Albuquerque. soiteiros, na-
turaes deste Estado c residentes na fregaezia
d e S- Jos.
Passas irosJhegados da Europa no
vapor inglez Nile :
Cazutiers C. .lohns'.on, Elize Ambl- 2 fi-
lhas, Euiico Salvatorc Levy, Luiz Harcourt,
Heorique Marcourt, Charles Zoberenh i.mz
Ferreira Barhoza e Emilia Barbosa, Ebera Tho-
aiaz Daniels, Antonio Pontual, Jos i>\ Martnez,
Eugenio Araujo, Jos A. Santos Andrade. Joan-
; e Mara da Conceico
Andrade, Carlos A. Cruz, Antonio Gonoalves
de Azevedo, itita A. Azeredo, Joo Q
Pereira, Antonio M. : Araujo, Joaquim
:;. Mootetro Ferreira, Belnda A, Pinto Res e 1
Mino, Martinho i'. Bezerra, Joaquina E. B:zerra,
Lniza Mana da C
Sabidos para o Sul no mesmo vapor :
P W. T. Cranage. Amonio A. Aimei a Frei-
tas. lchard H. Mathcr, Mary Hordiny,
los Wellar Farraoi, Joao Pinheiro Ly rid
i 3 iiib, Antn Bofur, Alberto Falco.
Sabidos para o Norte no vapor nacional
Una
Sampaio, Augusto Cesar de Almeida Fdho,
Antonio Pioheiro Silva Guimares, Jos Maa-
quias Soaras, Joo Venancio d: Barros, Ma-
noel Jos da Itocna, Jos Ferrao de Alouqucr-
qne, Antonio Ferrao Castello Branco Fdho,
Antonio Paes de Mello, Manoel Ca3tello Bran-
co, Jos de Barros Sobrinho, Joo Buarque de
Sampaio, Joaquim domes de Araujo Rocha,
Joaquim Jos de Pinho, Manoel Vicente da
Cunha, Leandro Texeira da Barros, Flix Buar-
que di Amorim, Manoel Narciso de Vercosa,
Jos Vicente da Silva, Manoel Tiburtino da
Cosa, Placido Cavalcante Buarque, Manoel
Leiio Correia de Jess, Joo Accioli de Quei-
roz Coutinho, Antonio A. da Silva, Antonio Ma-
laquita Soares, los Victorino dos Santos, Liu-
rengo Justiniano de Vercosa, Pedro Amaro de
Barros Lins, Jos Lins de Barros, Laurinlo Ma-
rinho de Barros Lauro de Barros Gouveia, Pau-
lo Leitio de Verc -Lu/, de Albuquer-
que, Jos Cintra da Fonseca, Fabiao Rosendo
Pessoa de Mello, Leopoldo Francisco da Silva,
erculano J- Salgado, Joao l-'. Silva Pitanga,
Francisco A. de Miranda, Manoel C. de Oliveira,
iruilherme Rodrigues da Fonseca, Francisco de
Mello (STanderley, Sergio Jos da Silva, Sebas-
tio Jos da Fonse a. Manoel Bem irdino Vieira
Cavalcante Filiio, Francisco das Chagas Pires,
Mariano Luiz de Monra Manoel Florentino de
Albuquenpie. Jos Amaro Pereira Joaquim, L';n-
belino Accioly, Joo Antonio Pereira, Manoel
Fernandes da Silva, Jos Ferncndes da Cunha,
Josa Epiphauio de Carvalho, Uacharel Sil.,
da Roena Wanderley. Man i-I Alves Je Meu
ca, Manoel Fernandes I i Nascimento, Antonio
Bernardino da Carvalho, Quirino Fabio de Car-
valho, .Manoel Vianna da "iinuocia(;jo, Domin-
gos Manoel da Silva, Thoinas Pita Guabirab.i,
Prudenco Alvos Meoezes, Francisco Roque de
Freitas I'ilbo, Francisco Roque de:Freitas, An-
tonio Amaro de narros Los. Domingos Julio
v'ianna, Ricardo Pereira dos Santos. Clemente
Amaro de Souza Romano, Pedro Elysio, Fran-
cisco Alves Pereira, Bercnlano Ferreira Bastos,
Pedro de carros Wanderiey, Alipio Accioly
Santiago Ramos, Antonio Claodiuodc Albuquer-
nue, Alfredo Jos de Sant'Anna, Joo Baptista
Castello Branco, Jo^ Costa, Heroalano Alves
dos Santos, aro de Gindabj, Joo Raptista de
Macedo, Jos1 Carneiro de Furias. Antonio Ce-
rillo Soares, Francisco Correia dos Santos, Joo
Guedea JAleofbrado, Jos Daniel da Costa, Jo
Thomaz dos Santos Carvalho, Lourenjo Guedes
Alcoforado, Antonio Daniel da Silva, Joo Jos
da Costa, Francisco Manoel Soares de Barros,
Manoel Bornes de Albuquerque, Antonio Jos da
Cosa, JoSo Evangelista dos Santos, Manoel Ma-
riano Neves, Manoel Satyro dos Santos, Joa-
qnim de Franca Cmara. Jos Goncalves de
Queiroi Coutinho, Mareos da Trindade Sosinho,
Jos Rodrigues Machado, Jovino Alves Pereira.
Manoel Alves Pereira, Hermenegildo Jos Vieira.
Ermirio Soriano da Fonseca, Sil vino Ferreira
iiaga, Joaquim Francisco Pacheco, Manoel Jos
Bispo da Silva, Guilherme Cavalcante de Albu-
queique, Francisco de Franca Cmara, Alfredo
Guedes Alcoforaio, Leonel Barbosa da Silva,
O'.ympio de Barros Lins, Jos Machado Bandei-
ra," Francisco Ferreira Mendonca, Jos Francisco
Pinto, Antonio Correia de M dio. Herculano Fer-
nandes da Cunha, Manoel Jos de Siqueira, Joa
quim Alexandrino de Souza, Valeriano Goncal-
ves da Rocha, Antonio Sartouino Gal vo, Bo-
jamim G. da Rocha, Amaro Jos dos Santos,
Carlos Francisco de Assis, Evaristo Antonio dos
Santos, Graciano Eugenio de Vercosa, Innocen-
cio Ferreira de Mello. Jos Bernardo Francisco
Gal vo. Joaquim de Paula Cavalcante, Jofto Vie-
gas Capistiano, Vicen'e Ferreira de Paula. An-
tonio Gomes, Manoel Antonio de Sant'Anna,
Joaquim Camillo de Ljra, Jos Bahrano da Cos-
ta, Miguel Salgado Accioly, Aniceto da Silva
Lopes, Francisco Alfredo da Cmara, Joo Can
pello de Albuquerque, Francisco Damto da
Silva. Jos Buarque de Vercosa, Damio de II.
Vasconcellos, Joo de Assis Mello, Flix '"an-
dido do Nascimento, Manoel Quirino de Silva,
Del miro Sarniento, Manoel Mnniz Pereira, Anto-
nio Bezerra Salgado, Lino Jos dos Santos, Joo
Salgado Alves feixeira, Joviniano Bezerra Sal-
gado, Jos Felicio da Silva, Leandro Li 'S de
Barros, Manoel Guedes da Costa, Jos Felicio
Buarque Uchoa, Antonio C destino de Campo.-,
Olympio 11. Buarqu; Lins, Jos Joaquim Alves
de Oliveira, Leocadio de Mein Lima. Francisco
Antonio da Silva, Egydio Ferreira Piraentel,
Jos Dutra de Miranda e Francisco Dutra de Mi-
randa:
Foi o segainte o discurso proferido pelo ci-
dado Francisco Marinho, ao ser acclamado pre-
sidente da reunio:
Meus Senhores. -Elevado pela vossa con-
fianca a presidencia destajreunio, eu comeco
CQBgratukndo-me eomvoseo pela vossa presen-
sa aqui, que significa a vossa adheso ao pen-
samento pi que estamos de constituir ti"sla
cidade o partido republicano federal, cuja base
esl i na Capital daUnio estendendo-se as suas
rarailicagoes pelos diversos Estados da Rep-
blica.
1651-A frente de 300boro os marcha para
o Rio Grande do Norte o capito Joo Barbosa
Pinto, que d'ahi voltou trazea lo 33 priaioneiros.
16!#3-Toma posse do governo da capita-
na Caetano de Mello Castro.
Foi em seu governo que fe extermia : a ri-
publica dos humares (1695) fundada desde a
tempo do dominio hoUandez e que j tinha na
poca da sua extennioaco urna populaco su-
perior a 20.000 almas. -
Os gover.iadores anteriores a Mello Castro
embado tinhain enviado tropas contra os pil-
Iraarenses; porem a ultima ezpedicao,
mando um exercilo de 3J00 homens, conseguio
1 pos de urna longa lula aniquilal-a cab
;e inare magnum as que tinham por 'zurabi prisioneiro, como se ve do segrate do-
Ito alguma erapreza industrial e que,' cumento
Caetano de Mello Castro. Amig .
Rei vos envi muito saudar. Bai
EuEI-
visto a
para realizal-a precisavam encommeniar '
~Euro,a na America do Norte maqu-' ^7 da morte'd"negro Z...-ob
s e seas pertences. principal cabeca de todas as inquietaces e mo-
Mas se diminuto foi o numero das que vimentos das guerras de Palmares,entregue p ir
Era este fim se apresentaram no merca- 'um mulato seu valido debaixo de patarra que se
das cambiaes, e influiram directamon-1Ine deu -em OS:i0 n?me ?e "ies S1 a v"Ia
u=, a ^iL^aux3u p0r rec0|ar ser pumdp pelos graves crimis que
pesada, e o navio de certo se submergia, porque
P-'la sua preasao, destruira as antepras dos
grandes i immedirtos compartimentos dos paies
ie mantimenioi, jue, cheios de agua, d
ibrariara o navio e o afoc ihari ;
afocinhado o C tonelada*, da Son Zelandia, era
p -rto 1 hora da madrugad:], balen de sbito
as restinga* das libas do ,'ai e da Mai, o all
'i toda a sua roda de proa, elidiendo de
agua os primeiros e graneles compartimentos di
vante ; c tao mettido eslava de pr >a este uavio
|u -, pira timar o dique da saude, nao o pode
faicr pelo canal.de ierra o or preciso pasear
por [ora da ilha das Enxadas.
Gi'acas porm aos esforcos urgentes e ao tra-
birlbo pratico e esclarecido do Sr. constructor
aaval Antonio Luiz Bastos dos Reis, a qm-B
coobe toda a grarde responsabilidade de traxer
i lo encouracado a salvamenu at aqui, o
1 uidaban, cssa sphinge da revoita naval, vai
ser Analmente concertado, e em breve lempo
poder* luctuar garboso e imoerterrito ni baha
do Goanabara para a nossa difeza.
O navio acha-se realmente muito estragado,
nao pelas balas, mas pelo estado deploravcl de
suas machinas motorase auxiliares (elctricas e
hv Iraulicas) e principalmento de suas caldei-
raa.
Se nos fosse peemettido, n'.u aeonselhariaoKM
aqui outn comerlo que nao fosse
o d 1 reforcar aind mais do cueo fe o r B i-1
is ptimeiras an,epras dos quar-
iu compartimentos de v nte. aproveitando-
83 para a navegaefio a parte esguia da proa que
l rlcou e lhe rermitti cortar as amias fcil-
mente, fazendo-se todo o radical concert entao
na Europa.
Se o I ipi com a proa quairadn, foi faer ua
Inglaterra o conce-t) n.-c issari >, que lhe custa-
ria aqui qualro vszes mais, e chegou a salva- '
Partido Republicano Federal
Remetteram-nos a segunte :
Acli fundamental do partido Fe eral I fw
bitcano di municipio de Barreiros.
No primeiro dia do raez de Julho, do anno
le 1894 nesta cidade le Barreiros. municipio
do mesmo nomado Estado de Pernamouco, s
3 horas da tarde em casa de residencia do Or
Manoel Bnraardio Vieira Cavalcante t'iltio,
onde se achara reunido grande numero de ci-
dados grados deste municipio, que a convite
do mesmo Dr. o le 111 lis outros cidados, ali
compare -eram, foi resolvido apas a ezposicao
1. una ciss argaoisado o
partido Repnblicano federal n^-sio municipio.
Pelo que entenderam os cidadaos presen-
tes aclamar presidente da mesma rennio, o ci-
dadao Francisco Marinho de Paula Lins, se-
cretarios Joaquim Francisco Pereira da S.
Francisco Antonio Lop:s, que assumiram os
respectivos cargis, sendo electivamente orga-
nisa lo um directorio de li membros, incumbi-
I 1 da gerencia dos negocios relativos ao parti-
do Drganisad, a composto dos seguintes cida-
. l-'rancisco Paes Barrelto. Jos Canuto
Santiago Hunos, Commendador Manoel de Bar-
ros Wanierley, Francisco Marinho de 'aula
Lins, Joo Mariuho de Jarros, Francisco Anto-
nio i.op'S, Manoel Marinho de Barros, Antonio
Santiago Pa is de Mello, Joo da Rocha Hollan-
da Cavalcante Sobrinho, Joaqnim Laiislo de
osa, Jos Martins de Miranda, Joo Lins de
Miranda.
Depois do qui lavre a present acta, que
issjgaada por todos os cidadaos eleitore-
- nites. Eu, Joaquim Francisco Parean da
i. secretarlo a escrevi.
Francisco Paos Barretto, Francisco Mari-
nho de Paula Lins, Francisco Antonio tulpas,
anulo Santiago rain i=, Jos Martins de
Miranda, Joo Mariano de Barros, Joao da Ro-
cha Hollauda Cavalcante, Manoel Marinho de
Barros, Manoel de Barios Wanderiey, Joaquim
Ladislao de Vercosa, Joo Lins de Miranda,
Antonio Santiago Paes de Mello, Evaristo da
Costa Leitio, Manoel Leito Figueira, M
Joaquim de Sant'Anna, Jos da Silva L Itio,
Francisco Leito de Vercosa, Antonio Goigal-
Senhores.E' de grande responsabilidade
para todos nos o momento, que atravessamos,
porqnanto temos de prender as nossas convic-
ces polticas ai poste de urna aggremiaco
parti laria, cujo lira principal o engrandeci-
raento da patria, e quic a consodaco da Re-
publica ; precisamos de, laucando o veo do es-
quecimento sobre todas as divergencias passa-
das, reunir era torno da bandeira deste partido
todos os elementos de forca e deiicaco, qne de
nos se approsiraera, desdejque tragara como de-
visa a sinceridade e lealdde da opinio, que
deve ser o apanagio de tod03 os bomens de
dignidade e de honra.
Ditas estas patarras, das quaes vos peco des-
culpa, passo a espor-nos o fim desta reunio.
Tratamos, como abis, de constituir em
Barreiros o partido federal, e cleger o seu res-
pectivo directorio.
A mim, aq Dr. Vieira Filho, Jdiguo promo-
tor i -ste municipio, aos capitaes Joo Marinho
e Manoel Marinho de Barros e outros nossos
prestimos s amigos coube a ardua trela de
convocamos para aqui ass ntarmos as bases da
constituico do partido federal.
A poltica aqui em Pernambuco atravessa
urna crise to melindrosa, sao tantos os grupos
a despularem o poder, tantos e to grandes e
I esencontrados os interesses que os agitara,
que deve ser objectivo de todos quantos dese-
jam um futuro prospero para este Estado pres-
tar o seu apoio individual e moral para a orga-
nisaco de um partido que tem um programla.
pelo qual se bater galhardamedte as justas
polticas, obten io premio digno do seu esforco
da energa de suas opiniOes.
E' superfluo declarar-vos que o partido,
qui ora organisamos nada, absolutamente na-
da, tem de commum com qualquer dos outros
grupos existentes nesta locahdade eu em outra
qualquer parte.
Antes de concluir e para evitar quasquer
objeccOes, que possam surgir posteriormente,
declaro-vos muito solemnemente, que ao direc-
torio, que meabais \ elegor, compete a direc-
r) do partido cujas resoluc5iS serao tmalas
por maioria de votos entre os seus membros,
e bem assim que o lugar de presidente do di-
rectorio apenas urna distmego, urna prova
de apreco, nao significando jamis chelia de
especie alguma.
O directorio, que escolherles, ser o chefe
do partido Republicano Federal.
Viva a Republica I
Viva o partido Republicano Federal:
Viva o Governador do Es'ado !
O somnambulismo em realce Ura
tal Nelson Chase, outr'ora residente em Lewis-
ton, e actualmente em Auburn, desesperado
orno um cao, tinha consultado urna sornnam-
fredo Vellos 1 de Azevedo, Horacio de Carvalno,
Joaqnim R. M. Ferreira e i criados, Antonio
Peona, Manoel Julio Bapt sta, Josephraa P. Sil-
va a i ilho, Dr. Pedro A. Pernambuco, 3ua se-
nhora e 1 Albo, Maria Dantas, Cicero Loureiro,
Brauliuo de Mirania c sua senhora. LydiaPaes.
Lui < de Figueiredo, Joo B. de Amorim, Jo-
sepoa M. Nascimento, Dr. Caetauo Guimares,
Francisca Belfort Lima, Josepha de Oliveira, 3
praca?, 1 rauiher e 1 filho.
Cnerdos do Sul do vapor ingiez -Da-
nube :
Bernardino Lopes Alheiro, Manoil Monteiro
Braga, Dr. Adcdino A. de Lona Freir, Antonio
Molinari Laurira, Urbano dos Reis Mello, J.
Small, George Fastiug, F. Gerhard A. Fr
Padres Balta.-.ar Celso, Cleto, Kumilis, Joaqui-
ni, Marcello, Nicodemo, Paschasio, Gualberto
e Alfonso.
Chegados do Sal no vapor Italiano Rosa-
rio :
l'ao.i Antonaicio, Giacomo Pignataro, Pra-
cesco Cuozzi, Michele Ciovalino, Anzelo de Fran-
cesco, Antonio Finizola, Angelo Perraro. Michele
Ferraro, Biagio Finizola. trigida Greco. Anto-
nio La Salv a, Mana Mazttlla, Gaetano D'Elia,
Tomazo Salvia, Maria Liraongo e Francesco
Limongo. Nicola Laustoglia Micheli Monaco,
Vincenzo Mazzi^j, Agostioo Maddeo, Gioranai
Saluce, Carmine Frauills, Olivia Viuceozo, Joo
lo da Cunha Lope* e 2 lillios, Manoal Tho-
.k. Carvalho. Gal liuo A. Izidoro, Francis-
co R. losa. Manoei Pajjlino Cavalcauti, Adol-
pho Fernandes da Silva Manta, Eugenia Pare-
des e 3 filhos.
Sabidos para a Europa no vapor iaglez
Danube-:
Eduardo Dubeux, Arthur A. Leito, Antonio
Santos Pinto, Manoel Santos, Jjo Fernandos,
Francisco Pedro Lopes, sua senil ira, e \ ^hos,
Joo Monte e sua senhora Rosa '" iza e
i filhos, Davi 1N- Burk eCupertm> G. Bastos,
Heny Ainslev, Reoie Dimante. litan,
sua senhora, amucl Jones, Prank I) moer.
.1Iatadon.ro Pu'lico-^Xesse eslabeie-
cimento foram abatidas 101 rosea para o -.insu-
mo do dia de hoje.
Hospital Pedro II0 movimmto desse
estabeleciraento cargo da Santr1. Casa de Mise-
ricordia do Recife, no da 13 de Julho foi o se-
guate :
Entraram .... 11
Saniram..... 10
Falleceram .... 2
Existem ... 741
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Malaquias, entronas li 1,1 da ma-.ih e sa-
hio s 12 3/4.
Di Uerardo, eutrou as 11 1/1 da manfla e sa-
bio s 12 i/;.
Dr. Arnobio Marques, eutrou s 9 3 4 da raa-
nh e sahio s 11 1/2.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 10 da maoh
e sahio s 12.
Dr. Vieira da Cunha, eutrou s 10 3/4 da ma-
nha e sahio s 12 i/2.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 3/4 da ma-
nila e sahiu as 111/4.
Dr. Freitas Guimares, entrou s8 i/4 da ma-
nh e sahiu as 9 1/4.
Pharmaccutico, entrou s 10 da maah e sa-
hiu s 2 da tarde.
SPORT
Prado Pernambucan'-i
Ra raiJ do prado da rltaacu reilizi boje
so'?!fcdadi sportiva a i* corrida de sua estaco
prevate.
Deve ser urna bella f^s:a.
O programtna e a iiiscripco convidara a as-
,'cia dos amadores, e lhe um attractivo
o eorteio da* preadas offereaidas ao publico pela
digna directora.
JA tiemoB cccasiSo de mencionar neata ser-
cao a nalureta especitiea de38s prendas ea nu-
mero de aantre, cujo sorteio pola m:cluna Fi-
ciet tora lo^ar no in-.ervallo o 6* ao 7o pa-
ri.
Oa bilbates de eatraia gs'al do direiiJ pr-
Uci!>*5io do ofteio, e caa va joga coa cinco
naneroj diversas e seco ga. nsuc-
cessiva.
Fa-a easa corrida t;mo3 po:
i
1
,.. -
-

\ '

r

ItEGJVEl

II


I
1


^m
Palpites
l.o .ar^oOlngo, Palnaco. Vioganca.
1 psraoBerilo, Pirata, MaUo.
3 pi-eoTriampoo. Piramon, Terco 2*.
i. par'o-Frontto, Mascle, Teimoso-
5. pareoGoayaoax, Allante, Napolitano.
6. pareoBerln, Malaio, Mascte.
7 i-reoBruxa, Blsmarck S, Torco 1f.
EA'chbox
Ess ..nirsal que gaoboo a segunda collo-acao /
rrida do Der y, de Eosom, fot comprado \\394.
pelo Bario do Hi'i:h por 13.000 libra! estril /
Das.
OAKS
No t.iff ioglez de Epsom fox dispotade esse
granea premio classlco, para egoas le 3 ao
DOS.
Veneno AcDiable, ebrgando era 1* Sweet Da-
cuehess e em 3- Sarana.
TURF ISGLEZ
O pr.ncipe de Gallea offerecen na jantar ao
Joik-'j Con do Iagl ta.-ra, do da em que foi
cjrrliio o G-ande De.by.
O .'onecido e importante Sportman Da-
quo de Devonsh;re retira-se deuilUamenta do
Turf.
T'U a soa conde'.aris seii3 vendida a 3 do
mez Hado ea Ntwaia'quFt.
&a honras da ultima semana do me de
Mal (de SO a 7) conbera:) i=oa jocteys Tom
Lales e Fiulay, qa-; nuataraoi ca a un oito
vence i res, adiantano-se ese ultimo ca lista
por pas sar do quinto logar oara o terceiro.
. era naqtu'ila data a segrale :
Tom Uatea, 30 victorias ; Moroy Caraira. 3J ;
Fmlay. 29; Bradford, 34; S. Lale!, 53; e
Watt* 2S.
Bra victoria raa serrana referida.
ficado junto a estf.clo da ferro via Sul
de Pernambuco, o pilar demonstrativo do
4nivel da partida di; Tamandar ; j ha-
vendo deste modo alguma despeza, o que
t>:m bastantemente demorado
Esperamos providencias e gratos Aca-
remos do intimo d'alma.
Barra de Jungada, 28 de Junho de
Os habitantes.
LITTERATM
Cidade da Cabo
Declaro ao Sr. Joaqaim Varejao que
emquanto dirigir-se a mim pessoalmante
estarei as ordeus p^ra responder-lhe, mas
se levar a questo para o lado de rninha
familia nfl nos entenderemos passoal-
mente.
Provoco que me explique as saudices
que escreveu para lar a cabal resposta.
Cabo, 12 de Julho de 1894.
Luis Fcrnandes.
Synietlia
Bruno Symetha je veux bien
Enfa it dedaigaenx el folatre
Mu tils Ju vieux Daphnis le pitre
Etro ton esclave et ton bien.
Je veux bien sous tes beaux pieds roses
vcedaiit sur le chemin
Laisser de na ririle main
Toaibsr les lys avec les roses
Je veos bien, quand viendra lesoir
Cbertaer le par les haies
Tandis qu' aupres des noires cales
Rv.-use tu pouras t'assaoir.
Je veux bien lor.-quo la cigale
Au doux repos l'mvetera
Te dirc un air qu' coutera
Pan. !e cbanteurquo nul n'gale
ux aus chaqu malin
De f.;uirlandi's parer la porte
Afi que 1 zcphir l'apporte
Au reveil les senteurs du thym.
Maia i! me l'aut, vierge farouche
Puur saluire il me l'iu parfois
Quand n .us aeraos seula dans les bois
Un baiser de ta bolle bouche.
Barn G. J. d'llerpenl.
tnww i niiii
IIunti I Forreo de Glycerio
Uuiilo
COM VISTAS AOS ALTOS PODERES P-
BLICOS
Deparando com um artigo com o epi-
tbeto cima, inserto no Jornal do Rccife
le 22 do corrente, tocando em diversos
montos de vista sobre a Estrada de Ferro
Tamandar a Barra da Jangada, o qual,
mbora sem assigriatura, nao deixa de
ner originado de pessoa da cidade de
Palman.'-!, pelo modo porque falla o arti-
culista, demonstrando simplesmante inte-
16866 local ou antes pessoal, apoutando
vantagens que a zona nSo offereca, j
Iielo nenhum producto, vegetal, n'aquel-
b. curta extenso, prestando-se nica-
mente a favoiecer alguns engenhos, e
como por tornar-se a construccao mais
onerosa aoa cofres pblicos, em vista da
oudulaff.o dos terrenos do valle Jacuhy-
pe para aquella cidade, sem nenhum fu-
tiro offerecer; o que alias no acontece-
r'i gagaindo a Estrada Tamandar pelo
t:-a$ado feito e de accordo com a conces-
so.
NSo podemos deixar impune, ou sem
rospoata, semelhante incoherencia da par-
te de aveutureiros que procuram cegar
O; poderes pblicos e assim conseguir,
para s arranjos, embora com meios tor-
p3s, prejudicando d'sste modo um direito
do todos ; demonstrando aos altos pode-
res pblicos, na Capital "Federal, do bra-
vo Marecha Floriano Peixoto e Exm.
ministro da Industria e Viaco e no esta-
do do conservador dos direitos adquiridos,
o Exm. governador do mesmo Estado
Dr. Alexandre Jos Barboza Lima ; que
tem sempre velado, em favor d'aquelles
que querem o seu, e nao o alheio.
A estrada em questo, nao deve su to-
ci.r Barra, como prolongar-se at S.
Bjnto, tambem de accordo com a conoos-
so, pois, a zona, fertilissima como pro-
porciona vantagens avultadas em benefi-
cio ao governo, attendendo-se a avultada
producc3o vegetal, pertencente ao mesmo
governo na vasta extenso de trras suas,
das inimediagOes do Jacuhype at Barra,
liaitando com o Estado de Alagoas cora
Rio Taquara, medindo approximadamen-
te 70 kilmetros em quadro, alm de
grande parte, no visinbo Estado de Ala-
goas, separada pelo rio liinitrophe; onde
tira o governo, talvez o triplo, por meio
d. estabelecimentos Coloniaes, vantagens
que jamis offerecer o valle do Una;
podemos at garantir.
Loe alisada aferr via da Tamandar a
Barra nos valles Jacuhype, Taquara e
Cobras, de certo o mais favoravel em
virtudtj de s encontrar terrenos planos
embora n'uma extenso de cerca de 90
kilmetros ; tornando-se ao contrario,
muito mais oneroso pelo valle do Una,
inda mesmo com a extensSo de 40 kilo
metros ma:s ou menos, nao futurando os
oroductos que no primeiro caso, o que j
monatramos. Damos rasSo a Palma-
em opinar do modo que acaba de
,azer, atteudendo, n3o a um direito ge-
ral, mais uro direito qu6 s poder ex-
plicar o articulista depois de enriquecer
esq uecendo-se que a Repblica procura
debelar pensamentos de tal ordem, au
xiliando aquelles que apontando certas
meiidas, depois de exploradas produzem
efffito em prol da verdade.
O governo tomando em consideraco
o [que acabamos de expor depois de
medir cuidadosamente, eremos que dar
aolucSo difinitiva relativamente a conti-
nuac&o dos trabalhos da estrada de que
acabamos de fallar, fisto j distar em con-
dic,ites de assentamento de trilhos 16, ki-
lmetros cima do ponto de partida e
explorada at Barra, assim como j ed-
.li^i*ndeciiuculo
O abaixo aasignado, corlo de que 6 a grati-
do o mais nobro sentimento que se aninba
no coraco humano, veas, possuido desse sa-
grado dever agradecer ao Illra. Sr. Dr. Arno-
i)i Marquesa especial maneira com que se dif-
nou tralal-o em sua gravissima enfermidade,
aiiplicando-lhc a sua clnica com verdadeiro re-
sultado, o que, como i. S-, s podjm obter os
facultativos que su distinguen! pela uobre pro-
iisso que exercem-
Igualmente o nusmo abaixo assignado lou-
va a distinctas sociedades Monte Pi; Boin
Successoc Monte Pi Popular l'ernambucano-
a promptido exemplar com quu pecuniaria-
mente o auxiliaran! em lito dolorosa emergen,
cia.
Recife, 14 de Julho de I8M
. ;ilido Ilyj>lilu Ribriro.
Cabriolas do Sr. Hartins J-
nior
A proposito de um telegrarama ex pe-
dido daqui a deputacSo pernambucaua
em desmentido ao que foi publicado n'O
Pa procedente dos amigos do Sr. Mar-
tins Jnior por esta forma eonsta que o
Dr. Barbosa Lima vai convocar urna
constituinte>> veio pelas columnas inedic-
toriaes d'(9 Paic o mesmo Sr. Martins
Jnior as&everando que o consta do tele-
gramma era verdadeiro. Porque dis39
tinha recebido cartas no mesmo sentido
e nao s elle mas tambem o Dr. Arthur
Orlando.
Portanto que o consta nSo era um ca-
nard, urna mentira calva do correspon-
dente d'O Paic.
Ora at ahi nao liavia nada a dizer ;
apenas que o Sr. Martins Jnior procu-
mva atteuuar o effeito da falsidade do
telegramma explicando a origem da no-
t.cia pelas cartas delle e do Dr. Arthur
Orlando.
Porm como parece arrastal-o urna fu
| riosa macaca no carninho dos desatinos
[6 das leviandades, adianto elle desbara-
tou a disse :
Por consequencia certo que o Sr.
Barbosa Lima quiz erTectivamenta convo-
car urna constituinte o que talvez nao
realisra por concelhos de seus amigos
daqui ; pelo que dava elle parabens ao
seu Estado por se ter as3im livrado de
mais um golpe contra a sua constitui-
co.
Como somente para que o publico v
tomando as suas notas a respeito do equi-
librio mental do Sr. Martins Jnior
que lhe offerecemos mais este espcimen
do criterio e da babilidade poltica do
nosso chefissimo : que eus o conserve
serxpre assim para felicidade dos povos...
O. E.
roconhecidas por notario publico
(art. 43 {i 16 i.* parte da lei ci-
tada e art. 7. fi 16 do decreto
citado n. 1669.)
Ksss boletins devern cxinter sitiplesmente :
os nomes dos candidatos os votos rjcebidos, os
nmeros dos eleitores que comparet erain a elci-
co e as assignaluras dos mezarioa
Nao fez portanto o legislador cabadal dos
nomes dos eleitores que votaram, nem do nume-
ro dos que deixaram do votar, para contar aos
candidatos os votos por elles reiebidos qu;
conatarem dos boletins nao contestados.
Foi considerando a lettra da lei que, a mesa
em auxilio exclusivo da parte do seu parecer,
referio-se as elei(08fl viciadas cora as irregula-
ridades c e d, mencionando as conclusOes ci-
ma ; e oJto para sustentar a vatdade dos bolo-
tius de Uoribeca, Arraya! e Tfgipio, como ma-
|i.'ii'"i:iieiilo pret
Convenca-so a G ueta ^ue estamos discutin-
do com a razo, a ella as apegamos e lespre-
/.-i'iios os sophifinis articulados p. t quoni quer
que seja, para assistirmos de palauque as ver-
dadeiras scenas de canibanismo poltico doim-
polluto.
Verificada a improcedencia da citar
fez a redaccao da Gaie.'o, c'umpre-nos allirmar
quo alera do parecer quo liBCUtllOfl sabemos 'le
tjnte insospeita, eslamos era completa veraci-
da le, encarando a questio [ielo prisma porque
o fazeraos, por ser elle aceitare! e canter o (|ue
realinenle se paasou na discusso do alludido
parecer.
A eleico de Pernambuco foi apurada pelas
actas das diversas seeces eleiloraes, com ox-
clusao da acta da junta aparadora do Recife,
portanto, segue-se que Muribeca, Arraial e Ti-
ripi nao foram levadas ao computo do resulta-
do final, por seren insub?isteutes ceslarem de-
sobrigadas do actas ou cerlidSes cem que se
apresentasse ao seio da Ilustrada mesa do Se-
nado.
Nao refutamos a validade de bale.aperante
a lei, ellos sao apurados quando n5j contesta-
dos, mas, o que fjzenios illucidar a questo
de nullidailc demonstrada pela fraude.
Munbeca, Arraial eTigipio. Bzerain-se repre-
sentar por meio de boletins Irauduknlos; evi-
denciada, portanto, a nullidade d'aquelles bole-
tins, curapria a mesa do .Senado proteder como
realmente o fe/., deixando de tomir conheci-
raento de tacs eieicOes que nem ao menos me-
reccu a mnima referencia.
Reoebes a carta em 18 da Aga;tj a seta verna) afim de que findo o prazo n5o
horas da manhS e nema inai* te esqaeoes lfiquem sujeitos ao pagamento da multa.
deisa Jia cem deesa hora; nuca mais,
por moito que vivas, carao ei r.almanta
desejn .iue te aoontejs.
Pois bem, Manoel Qarci enea tsqaa
cera as onse horas da r.ianhS da certo
ia de MarQo d<\ lb93. Era ea niari-
aheira e estav-t nl Dojbj d) Oattagena
ajadsudo a de^c pregar o navio a .ao
parteoci*, quando de repunta se seatio
Ucado do fri t-.oonipanhido lo pilpits-
Voes no corayao. Sacoodeu s.t f.io ama
violenta r!6r da cabei^ e b linga toroon
ae-lhe to secca oomo um j^rra ramo
posto ao wl. Eilaviio spr.x mando a
hora ds toui>irr'.a ro?tfturadtn' a com pra-
zar tinha elle estado a pana^r nella, ms
ji Ibes passoa tjdo o dcaejo de tom r
alimento, cosi foge o pasearo a que aa poder executivo do municipio.
Outrosim, aproveita a opportunidade
I para communicar aos mesmos que ten-
|do esta directora requerido ao digno
'conselho municipal a revogacao do art.
4 do capitulo 4 titulo 3.0 da lei n. 4 do
anno passado, pelo qual s nos era
permittido ter em nossos estabeleci-
mentos dez latas de kerozene, afim de
que fosse elevada essa quantidade a
cincoenta latas.
Tendo o digno conselho municipal
attendido ao pedido, resolveu que os
donos de estabelecimentos que ven-
dan kerosene para o consummo po-
dem ter em deposito cincoenta latas,
sendo trinta do inexplosivo, sendo a
referida lei sanecionada pelo chefe do
justim. Nfio pola- '.ornar nads, o s o
peusamento da comer j Iba ora ropals'7;.
Ao aprozimar-se a tarde j lhe apparejou
febra a, a's^-n 1 um ponoo, santio so li-
geiraoiente meibor, xaaa nao boa e muto
louge de o astr.
Daitoa-ae squella noate seos esperanjts
da po^er dejeancar c os bous reoeos roa-
laarara-ae ; dapoi de uin sonino inquieto
lavacto-.iE rgainlo o aent.u-.ie
fraco, lnguido e abatido.
No di a seguala, j 0.1.3 cnti.3 da mi-
aba, o fri o a {bre, ti rnanm a apparc-
oar o no fia d'uma hora ella estava ar-
dendo em fobre, qual ae aegaio a dr
de oabeca. Era h.rrivd diz; qia o
t^rnava loi-.cc. Oompreheniea que deade
logo ('Va dr-!be rwneio o consultou
um mdico moyo, qaem lho disaa qua elle
ik via estregar for.amante com a ma > o
estomago; aaeim fea o, cousa curiosa
Os me;dicos sao unnimes em reconhe-
cer a efficacia das parolas de ether do
Dr. Clertan para corabater as .onteiras,
as vertigons, as caimbras do astomago
as indigestoes, os vmitos nervosos, os
espasmos e a rnaio- parte das perturba-
coas aervosas. Este medicamento foi
recommendado mu especialmente pelo
profe sor Trousseau em seu tratado de
therapeutica,
_------------^------------
Quera qne nio tem tido noites de
insomnia? O que nao daria eu para
dormir, dissemos ni uns e outros em
certos dias de incommodo e de soffrimea-
tos ? Pois bera, eu lnes offereco o som-
no por preco mdico : um vidro da xa- tindo-me taa fraco que a cada m
ropa de Pollet contera cinco ou seis uoi- me senta desfallecer. Nao obsta
tes de descanco completo, natural, sem
pezadello, sem uenhuma consequencia
desagradavel.
S. Tnoaoaa, 29 de Oezembro de 8S0.
Sr, agente dos Srs.
Laimao A Iteajp, pretente.
Illm. Sr.Para aec conli-:eimento e o da casa
qan V. S. tao dignamente representa, tenbo o
prazer de dechrar qoe bei osado em mi ha pes-
aos e mioba familia, o Tnico Orienta, de Lao*
man & Keaip e qoe os resultados qoe delle bel
obtido bao sido altamente aansfac.onos.
A quaolos amigos o oei recommeada'.o para a
ca-pa os b curado radlialmente, pelo qoe creio
qje aia prepa^agao a melnor ae s-ia liarse
para aogmeniar. limpir e emb3llecer o cabello.
Soa seo amigo,
Eduardo H. Morn. 33
dotado pela nstur-v.a d'uma
Eleico
Sociedadc IB de Julho
C. C B.
Esta devocao erecta no Bairroda Boa
Vista celebrar no dia 17 do corrente a
festa de sua padroeira, constando do se-
guinte :
A's 7 horas da manh celebrar-se-ha
urna missa na igreia de S, Gonjalo em
louvorda mesma Vrgem ; ao terminar
subiro ao ar diversas girndolas de .fa-
gos e serio distribuidas esinolas aos po-
bres que apparecerem.
A' noite pelas 7 horas ser celebrada
urna ladainha na sede social na ra Ve-
Iba n. 118 a durante estes actos tocar
urna banda marcial da mesma sociedade,
ao terminar a ladainha subir > ao ar di-
versas girndolas de fogos a ser solt
um lindo aerstato.
A orchestra acha-se confiada ao nos-
so socio Pedro Celestino de Azevedo,
sendo o regente o maestro Joao P. Soa-
res Rozaa.
Antes da ladainha tocaro a linda over-
tura do immortal maestro.
Acha-se em expsito a sede social
das 4 as 6 horas da tarde.
O.' secretario,
Pedro No/asco.
-------------------------------------------^-------------------------------------------
Ficou tosqueado
00
de
.' diatricio
Agosto de
Bitun-
I
Provocados pela Gazela da Tarde voltamos a
publico para sustentar os nossos foguetinhos ;
qualificatvo com que a redaccao d'aquelle jor-
nal mimoseou os inocentos rtigos, que sob a
epigraphe Eleico de Pernambuco escreve-
nios nos A Pedidos do velho orgo da imprensa
peruarabucana, atrozmente vilipendiada com
improperios atiradas pelo despeito carcomido
por urna serie de alluses, idnticas as que cos-
(utna arrojar quando se trata de argumentos
incontestaveis o irrespondiveis.
A redaccao da Gazela transcreve urna parte
do parecer di meza do Senado, que absoluta-
mente nao ple ter cabimento ao caso. O con-
trario do que allade a Gazeta demonstrou aquel-
le parecer a insubsistencia das eleigOes referi-
das, porque devidta as irregularidades eleitoraes
em dos grupos, numerou-os e especificou-os
de conformidade cora a le n. 35.
O 1.* grupo comprebende as cleices nullas e
o 2. compo-se de actas com pequeas faltas,
expressan lo-se ao mencionar estas, assim :
c/ Falta de copia das assignaturas no hvro
de prezenga dos eleitores que votaram.
ai Falta de deelaraefio do numero de eleito-
res que nao compareceram
Confundir as irregularidades c e d com bo-
letins fraudulentos subinamente irrisorio, tan-
to mais quando, ellas se referem a faltas que
se davam as actas eleitoraes e nao em substi-
tuicoes destas por boletins etc.
Analyzando a meza do Senado os relatnos
das commisscs parciaes, chegou as conclusSes
das thezes assim se exprirarado :
A falta dessas nolnmnidadrn. a auzencia da
copia das assignaluras dos eleitores e declara-
gao do numero dos que faltaram prejudica, em
absoluto, as respeclivas eleigOes, quando nao
contestadas ? *
Pensa a meza que nao, em face de outras
disposicao da lei.
E' assim que, na auzencia de
authenticas no acto da apuracao
. geral, sao ellas substituidas, para
todos os effeitos, por simples bo-
letics com firmas dos mezarios
Da devocao de S. olo Bapii-.u
de S. Jos do Recile, em 29
(894.
Jaiza por eleico
O- 0 ympla Mend-s GalaJsrSes.
Juiza Ka testa
D. Oleuina Tneo.lonna da Silva AmoriD.
Joiza da bandeira
O. Joaqaina Heodea GuimtrSeB.
Jais por eieicSo
O 11 J ao Ganga Ivs Cbaves.
Jmz da (esta
0 Rvoc. padre Pedra da Paricacao Paes
Pal va.
Juiz?8 por devocao
Os Idms. Srs. :
Jos Carlos de Morae?.
Coostaotioo Ramos do EspiritoaSanto.
Jos Loorenco da Coila.
Jjo Germano dos Santos.
An'omo Macbado Botcloo.
Juizes bemteitares
Os Illine. Srs. :
Njs'ociante Brazlilano.
Beoto Jote da Costa.
Rayamado Hilario da Costa-
Juizas bemfeitoras
As Exmas. Sras. :
O. Mura Amelia,
. Mara Julia da Silva Costa.
D. Urania de Saaza l'.oto.
D. I latina Miria da Pauao.
D. Senborioba Balbina Marlias.
D. Constancia Mana do Eminto-Santo.
Jaizas protectoras
SJAs Exmas. Sras. :
O. Mana Joepba de Naxarelb.
O. Gndoermioa Aueosta da Silva Cofta.
D. Anna Mea-tes GoiroarSes.
Escrivs
As Exmase Sras. :
O. Mana Cecilia de Souza Pnta.
D. Mara do Carmo.
O. b'raacei'.n-i, esposa do Sr. Antonio
coort.
D. I-aDtfl, esposa do Sr. Antonio Mentas..
0. Maria dos Prazeres Hlba do S-. Frania-
Mordamas
As Exaaas. Sr?s- :
b. l.Kioaensia Maria dos Prazeres.
O. Anna Brgida do Nascimeoto.
Mrdoa.06
Oa Illms. Srs. :
Elias Gomes
Eduardo Affooso.
Ignacio Casimiro
Ccmmi?sao eocarregada
Fabto de Parlas.
Bellarmlno Eolrazio da Silva-
Sebastio Aotooio da Silva.
Manoel Francisco de Barros-
Jos Onofre rfj8 Res Manoho.
Recife, 10 de Jaiba de 1894.
Onze horas da manha
SuppS) que eras um hornera pobre,
como ser o mais provavel, pois a ixtaior
parte de nos somos pobres a nos remos
obligados a trabalhar para ganbar a
aabsistencia. SuppSe qos nSo tena pro
babilidada da nada melhor a imagino a
aaana seguinte: Ests comando o teu
modesto almogo urna manhS, 8 asna al
mogo na moito nutritivo nem nuito
abundinte, mas tu t ras delle o mslbor
partido, conversando a rindo com toa
raulher e teaa fi hos, quando, de repente,
se te aproaenta o oarteiro com ama carU.
E' ella da um adyogado, cajo endereco
est estampado no envelopa qne magas,
a ectSo lea a caria o ai os olhoa abortos
a as mSos tremando. Avisam te na carta
qne bordaste urna fortuna d'um prenla
araitado que estar em pain estrangeiro,
homem a quem nunca tioba visto e do
qual nanea tinhas onvirlo fallar. Qa<
gvombro Que ^noticia to gradavel !

1
obUta com isso algum ulfio. Fe', p -
rvro, o qna unioamo^ti p5de dizor. -
ao'.s disto segua se, naturalmente o tomar
quina, medioamanto asta que em do'.or-
mmadoa casos muitia vesos eSa. b e
til, mas que geralmente man, ooxo
o sbem tod-.-s 08 quo tea a adqui:iio o
costuma do tamar quina. No asa e.is-i,
d.z-no* Mauoel Gircia^.que lbo produzia
ichacao uos ps; porcm nao foi a quina,
mas Bm algum* cou-a peor, o qua a oau-
avn. Em um momento voi dizer te o
qae era.
Na carta em qne elle descreve tuda isto,
datada de Cartagena em 7 de Abril do
193, diz : c Quatorze diaa tinha esta-
do vivocdo em ti'.o raiaeravol estado, qaasi
briiu comer a traballrudo pala m_nu$com
uaia completa ezcitt-.gSo de ervos, tec-
omento
obstante e
'urna constitoicSo
robusta, compreheodia quo bata se ia dee-
truiodo Nenhum r j ado pareca ser
safBciente para fazer desappreaer aquelles
ataques de fiio e febro, quando por u
oavi fallar do Xarope Curativo da MSi
Seigol e o ezperimentei, induzido a isso
por ter lido e ouvido fallar da sua efioa-
oia, em oonacgui'-o em outras possoas,
depois qoe todo trntamento ibes tinha
sido ineffici.E.
Com granae ?urpreaa e prazer meu
oa ataques diminairam tanto em frequeocia
como em intensidade, ta tal frroa que no
ina de oito d;as liniaara cessado completa-
mente, e rec-aperei fsciimente o apetite, a
forja o o meu fcil e restaurador somno.
Os na3us amibos tinham-me reoommeU'
dado muitoc remedios, maa :: 1 Xarope
me foi efficaz. Podem Vmcs. reeommen*
dal-o em meu nome & todos aquelles qoe
8offram oomo eu gr-ffri. Agora vju a bordo
do navio com muito ba saude, e Ibes
agradeco por me tereco suggerdo o re-
medio que mo curou. (Assignad") Manoel
Qareia 1
O sargao de Manoel Qareia estava
cheio do acido venenoso provoieata do
entorpecimento do estomago e do figado
indigestan 3 dyspepsiae neste estado, a
exposiyao ao calor do sal, provavelmente
junta com o demasiado ezercicio, produzi
ram a febre peridico, e os ps se lhe
mcharam por cauaa da accamulac3o de
agua, dando a conhacer a mctivdade dea
rns a a hydropesia. O Xarope da MSi
Seigel expeilo o veneno e corregi a di
gestSo, e necessariamente a isto se seguiu
o reatabclecimen'o.
Felicitamos nosso amigo o marinheiro ;
mas, eaqoocer-se-ha ella alguma vea da
hora aaruolle ataque, ou do remedio que
lhe deu a victoria ?
NSo, at que omprehendi a ultima via-
jera da vida.
O Xarope Curativo da M5i Seige! vea-
de-sa em todas as Pbarmacias.
E' una verdadeiro milagro este remedia
santo.
8. Rita de Pasaa Qr'Btro.
Antonio Sartim /le Siqueira.
Agentes em Peruambccc: A Compachas,
de Drogas.
R'ia Msrquoa de Oliada 24.
CoIIego Parlhenon
3 Ra do Hospicio 3
Recebe alumnos internos, externos e
me:o-pensioni,3tas-
O director,
Bcharel Ovidio A ves Manaya
II MELLO GOME!
MEDICO-CIRURGICO E PARTEIRO
57RA IlARO DA VICTORIA")7
(Antiga ra Novaj
Consultorio e residencia
Onde pode ser procurado a qualquer
hora do dia ou da noite.1)
Especialidades : Partos, febres, mo-
lestias de senhoras, de criancas e dos
pulmoes e syphils em geral.
Cura radicalmente e opera es-
treitamentos e mais soffrimextos
da urethra.
Contina a fazer qualquer outra ope-
rario em sua residenci onde tem com-
partimento para fazel-is e para trata-
mento do qualquer doente.
Acode de prompto a chama los a qual-
quer hora a para qualquer distancia.
Telephone193
1 Clcmentiao de Ilollanda Ca- ^0 COmmercio
valeanti de Allmcfuerquc Os abaixo assignados, componentes da
Emilia Mendes de Ilollanda Cavaicanti 1 firma Guerra, Fernando c C, scientifi-
e seus lhos, mandara rezar missas pela carn que a contar do 1- do corrente adop-
Sala das sesses da Associafao Com-
mercial B. dos Mercieiros, 13 de Julho
de 1894.
Manoel Joaquim da Costa Ramos,
Director
Antonio Fcrnandes Ver eir,
2." secretario.
alma da seu marido e pai, no dia 16 [do
corrente, trigsimo de seu passamento,
na matriz do Cabo as 7 horas e na matriz
da Boa-Vista as 8 horas e convidam a
seus parentes e amigos para assistirem a
este acto de religio e caridade, pelo que
se confessam desde j agradecidos.
taram a firma de Guerra & Femando,
nicamente por exigencia da lei, confor-
me determina o decreto n. 916 de 2a de
Outubro de 1890.
Recife, 5 de Julho de 1894-
Alipio Rosado de Oliveira Guerra.
Minervino Fernando da Costa.
Peitoral de Cambar
Cara de hrnehile aiiflmatka
Illms. Srs. oilva Gomes C* O. Rio de
Janeiro. Felicito-me por ver annuneiado
em esa de Vv. '3b. o remedio denominado
Peitoral de Cambar. Soffrendo eu ha
oito meees da urna bronchite asthmatic ,
qua nao me deisava dormir c, seu que os
mdicos a conseguissem debelar, pois j
a julgavam ohionica, resolv compra" em
casa do Vv, Ss. o precioso medicament
a principiei a lomal o, ohserrfaca cuida-
dosamente a dieta e rgimen roco .1 mon-
dados e preacriptos noa impressos que o
acompanbaram, e no fina de pouoo tempo,
depoia de ter tomado alguns frascos,
a.'hei-rae completamente curado. Gratis-
aimo aos introductores deste maravilboso
preparado, peco Ibes qu deem pnblici-
dado a esta minha declaracSo, para della
tercm coahecimento todoa aquelles que
aoffrerem da nieama molestia.
Joao Antonio da Suva.
Barreado (Minas-Ge raes.)
Reoonheco ser verdadeira a firma supra
por ter della plano conhecirteno, do que
dou f. Em teBtemnnbo da verdade, o es
ciivo Antonio Dimas de Fre tas (Rio-
Preto, Minas Geraes.)
E' unioo agente e depositario do Peito-
ral de Camba, nesta Estado a Compa-
nbia de Drogas, e Prodnctoa Ul.imicoa.
1 11 1 w^M^^MM
A.*ocic',aii Comnaercial B. dos
Mereieiros
_A directora da Associaco Commer-
cal Beneficente dos Mercieiros previ-
ne aos Srs. Mercieiros estabelecidos no
municipio do Recife, que de conformi-
dade com o edital do digno adminis-
trador da Recebedoa do Estado, de-
vern sem perda d tempo ir pagar o
imposto_de reparta? classe n. 41 (ta-
Peitop^l de ambar
Cnra de ama grave osse secca
O abaixo hasignaao atteata, a pedido de
sua comadre D. Rosa Maria da ConceicSo,
com idade de 33 annos, cocstituicSo dbil,
coatureira, moradora uesta cidade, que
princ piando esta a soffrer, ha perto de
dois annar, de orna toase secca, com do-
rea no paito e cestas, respiracjto embara-
zada, no maior extremo de debilidade, a
sem nunca ohter allivio com os muitoa
remedios quo nsou, ficou radie dmente
curada com o Peitoral de Cambar, pre-
paracSo do Sr. Jos Alvares de Souza
Soarea.
E sendo o referido verdade, tambem
por mim o atiesto, a bem da humanida-de
soffredora.
Joo Correa Peixoto.
(0ur7e& estabelecido em Pelotas.(
Riconhego verdadeira a assignatura
supra. Em testemunho de verdade, o ta-
belliSo Ierael Roi ignes de Carralho.
E' unioo agente e depositario do Peitoral
de Cambar noate Estado a Compaa a de
Drogas e Prodactoe China icos.
m
Hospital Portuguez
Premio de virtudc
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de accordo com a disposicao tes-
tamentaria do finado commendador Anto-
nio Jos de Magalhes Bastos, tendo de
adjudicar o premio de 5O0S0OO a filha
ou filho familias, natural da cidade do
Recife que pelo seu trabalho honesto
tiver concorrido eficazmente para o
ou assistido a
Coaupanliia de Seguros* Contra
Fogo-AUERCAX4
Capital-12:000:000^000
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
COMRi O OGO
TAXAS DIMINUTAS
Pagamento de prejuizos immediato, e
sem descont.
nico agente n'essa cidade
Augusto Piuca.
llolel de Pars
sustento cte seus paes,
seu paa ou me com verdadeira dedica-
cao e amor filial durante molestia gra-
t ve e prolongada ; chama e concede o
prazo de sessenta dias, contados de hoje,
s pessoas que se julgarem as condicces
citadas para apresentarem na secretaria do
Hospital os documentos comprobatorios
de sua pretencao.
Os pretendentes devem indicar a sua
residencia, provar a idade, filiaclo, e que
s3o naturaes da cidade do Recife e satis-
fizeram plenamente a intencao do benem-
rito legador.
Secretaria do Hospital Portuguez, 30 de
Juaho de 1894.
Joao A Ivs de Freitas,
Secretario.
Peitoral de Cambar
Cara de ama pneumona
Illm. Sr. J. Alvares de Souaa Soarea.
Cumpro um dever sagrado, scientificando a
V. S. a a humauidade soffredora em geral
de que o seu precioso medicamento de-
nominado Peitoral de Cantar um re-
medio heroico para as eniermidades do
paito.
Minha consorte foi accommettida de
urna perigosa pneumona, que s ceden
depois de aturado tratamento medico,
oontinuando, porm, depoia a soffrer de
iima toase secca de mo carcter, que me
causava a maior inquietaofio.
A pneumona reappareceu com carcter
ainda mais grave tres annos depois e foi-
lhe eotSo appcado o seu maravilboso
Peitoral de Cambar, bastando apenas
dous frascos para operar-se a cura.
Cont V. S. com o meu reconheoimen-
to e crea meDe V. S. admirador, cna-j
do attento. J. J. do Nascimento.
S. Jos doB Campos (S. Paulo.)
Reconheco verdadeiraa do qoe don f,
a lettra retro a firma aapra. Em teste-
munbo de veruade, o tabelliSo Francisco
dos Anin Qareia.
E' nico agente e depositario do Pei-
toral de Cambar neste Estado a Com
panhia de Drogas e Prodnctoa Chinamos.
Cara de rheamatismo
Illm. Sr D. Carlos.Mea filho de e
annos de idade esteve qnatro meaeao21
trovado das pernea e doa bragas, oomecdo
por mftos de outros, em um estado lasti-
moso, o
Prnoipiou a faser uso doElixir M.
Moratopropajudo por D. Carlos, (e logo
aos primeiros vidros de nao, levantou -ae e
principiou servir se de saaa proprias m5cs*
N
Eugenho H. 'iulvailnr
O coronel Joaquim Pedro Carxeiro
Campello ao publico
Declaro que nao vend o cnge.nho S.
Salvador, nem todo nem parte
Assignei urna escriptura de declaraoo
da divida de 2:0008000 a Francisco Quin-
tino Rodrigues Esteves e de igual quan-
tia a Manoel Francisco de Barros Cam-
pello, com a condicao de icar a divida
astacionaria e eu ir pagando em parcel-
las.
Si ha alguma escriptura em sentido
diverso falsa, e todos sabem que sou
incapaz da vender aquillo que uo me
perten e.
Todo e qualquer negocio que se fizer
em virtnde de tal documento c nullo
como provarei em juizo.
Engenho S. Salvador, 20 de Junho de
1894.
Joaquim Pedro Carueiro Campello.
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos odrade
Approvadi. pela Inspectora Geral de Hv-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande er*ica:ia as mo-
lestias syphiiitica- De imureza do ?anpue .; assus
como em todas as molf.siias das senboras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac
iommettidas da terrivel molestia beriberi.
Rnenmatismo sjpbilitico ou gouazo, dor scia-
tica erup6es de peiie, cancros, e cancros ve-
nreos, ores brancas, by3terismo, frouxicUo da
ervos, irites e ootras inflammacCea dos olboa
molestas do ligado, escropbolas, escorbuto
loffrimentcs de estomago, ulceras, gommas, fs-
tulas, emping dens, altros, pannos e manchas
da peile, bobas e boD&es, sarnas, catarrbos 3
inaesquer moldstias da bexiga, entre outraei
albuminuria, oorinas doces e sanguinolentas
anemia, paralvsia, erisipelas, e inflammacbe-
das pernas e ps. r.tmorrhcidas, aattama, bydro
celles, tumores, nevralgias, e elephantiazes a
morpba, as irregularidades da menstruac,o.
Prova-se com aqnelle numero de attestados j
publicados e 03 que existem em nosso podero
efficaci? deste elixir as molestias indicad? v
encentra se a venda na Botica
do Rosarlo n. 35
A'rna Baro da Victoria n. 37 se dar toda s
qualquer explicaco que for preciso acerca destt
preparado.
Colado com a* falatril?a$de
>Vfodo de usar
Os adultos lomarao qnatro coineres da da
sopa pela manha 2 qnatro noite.
As criancas de 1 a 4 annos tomarao nena co-
Iher pela manb e ontra a noite e as de 5 a H
annos Uamarao duaa colheres pela manh du e
ooita _
Dr. Jallo Mario Medico homeop-v
tha, operador eparteiro, Residencia Ra
da Impertriz n. 20, 1." andar. Formado
pela faculdade do Rio de Janeiro, com
tonga p*ratica era partos c homeopathia,
nonortedoBrazil. Especialidades Alm
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de criancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Attende a chamados para o interior
do Estado.
Dr.- IVones Colmara Clnica Me-
dico Cirurgica ConsultoYfb, ra Mr-
quez (Je Qlinda n. 56, onde da consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dades1Febres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Sohadade n. 31, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio **
v

'

.
.."
MUTILADO _t


|BHS2r'

V

i
Piario 8e IPerntunfotico -* Pe mingo 15


lio & USO*
M*aHuHa.naHHi
Or. irrcto Sainpaio Oculista
Consultorio arda Burilo da Victoria n. 51,
L" anda1. Ex-chefe de clnica do Dr.
de sua viagem
' i- horas da
tard B alas :an-
">. Rea-
cia ra 84.
pela ra da Saudade n. 26. Telcplioue
.-----------e~---------:---
ftjrjr. Caraeiro X.vi'MMedico par:
eoasult irij 'i rua do Livra-
mi i' n. 31 are*.
Coi lb 2. Chamad.
!.. 3
artoa
tas
g|9r Jo.io Rangrcl Medicoopcrador.
Ep tas da b
La
u. 3. i consulta todos
os i !a *s '- ;
fo:-a ne n...
Dr. Alfredo Gaspar .Con-
sultorio r- da Impera
u. 18, ;':ir;
les de moleti
- tita ide-8 as 10
da man (por eecripl
aualquer hura, tblephoot s. 226
l>r. Octavio de Freitas. %"''
intigo interno dos Hoapitaea do ffio,
q a Europa
- dtas de tarde na rua
ga pecialidadae :
-es chimicas de
as
i Principe n. 26.
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KDA BRANCA
I.JUAti DE EDi
Cape/lus de cera e
pellica
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dia. coas, ftmiluis a non-
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l>r. Bastos deOHsrelr Medico*
de Marqo
i do Recife u 18
1/ andar. I sua viage
rinc paw
s clien es
insultas
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dencia na
'trada dos Aflitos n. 32 B. Telephono n-
mvmsm mim
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'SASISiS R T2STL
i* o re:
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garanta caira as fal.iiicacjk., Jar- Estado 0 ,
erve-se bem, s de Imt-lgm ..... .....
* Jf >Pad las ..or
' li
la

llMpilllllljiWIIII
-
ua

1." S GtOVOTflO !
3 lo J lao de

tuor
l)r. Freitea Temoseu lo ua rua Duque de
:,. 61. 1. lar, onde sera
iode 11 i da tarde ein
ia no Cajueiro u. 1. Teleplioue n
82
lr. Arthur Cavaleante Residen-
cia rua da Imperatriz n. 11, 2. andar.
Pa -ticipa a sera clientes e amigos que
mv.dou seu consultorio para a rua Duque
de Caxias n. 74 1. andar oude ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
COMERCIO
Cota9ocs* de genero
Vara o agricultor
Asnear
CriiilaksaSopor ISkii'.-a 'tOo
Brinco idsc dem .... 5*500 a 81000
Serenos. dem i(|em d a 4iO
Mbrica^ado it en dem 3#i0 a 330
Brie.oidini ilea 3A0O a 3*500
Bn.io melaJo.....**800 a 3*oCO
Reame dem dem. 230'J a 2oU0
AlgudUie
. rioans.iucegocio.
cor dpa de 480 toa 3fi000.
Agurdente
f'o- < ipa de 480 litros 200*000.
Cauro*
tecoe silbados ca base de iS kilos a 795 rei-
^srdes a 485 red.
Carcsnba
Coti-se da 13* a 2U000 por 15 kilos.
el
!.o i oomiaal a 130*000 por pipa.
kXpreeao
Recire, 13 de Jaiba le 1894
i'ara c exterior
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65 lucres a 200 re.
12 Sidos a 20o r?.
11 comp. com suiaairo a (4000
8 comp. cox SQat'iros a 700 rs.
11 comp. Cj.ti fresearas a 600 r^.
34 comp. com comidas a 700 rs.
53 comp. coc faiend a 600 rs.
SI comp. co.ti prdjras a 300 rs.
45 eoap. com farir.a a 4 43 ctmp. com talhos a 3*000
Rendlmeatos do aia i 12
I3O00
240O
11*00)
5*600
6*600
5>,*WXl
31*800
15*300
18*000
86*000
258*500
3:049*600
3:308*100
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tenar
igoQla*. para 8
A C, 1,000 saceos com 80 000
Ub praini.
j vapu aaclonsl 5razil, para oPe.-s,
car re
f. Careeiro & i com 750 k
a Ciisas com 800 k
anrall.
;

-. Ka i itek
f 901 16,69',
, pira Ar.
zm 1,20.):,
.- para MJ'sor, cano-
.?ol- :
Y'egas, o Barr .otn 498 litros de vlr.
3 t'ate Cj::.:: i' aato, paaS-til,
egnn :
3 barrica; com 231 kilos
de
Parabwa,
refifen :
G. PmtoaC, 13 'oca SCO Iiiri.3 de
genet-ra B _
F. L- COF. r rtigcocoo 500 ii 1 b-.:ll coa 228
atal.
o Sol, para S. Mi-
ui, BarreKoa:
J. S. Seixss, 5 eslxai cjm 1,100 kl.
sato. .
Mercado anuicipcC de 8< Jo
O movimaaio des'.fc mertido -- dia 13 le Julo-
fot 3 at'Qiute. Ear
3) bois pesadlo 4,711 Kilos.
310 kilos de peixe a 20 rB.
12 compar!. com maneos a 100 rs.
i) oos com camarOea i* 100 rs.
'i 1 cotonas a 600
i carges com galtiohas a 500 rs.
L Cssot com gallionaa a 300 rs.
5 ci.rgas com milco ^erae a 300 rs.
I carga com ameodoim a 300 rs.
.1 cargas com bauus a 300 rs.
i. carga com canoas a 300 rs.
!l cargai com loocas a 300 rs.
i cargas com diversos a 300 rs.
Sil cargas com farinaa a 200 rs.
10 cargas com milho secco a 200 rs.
i< cargas com eijao s-*O0 rs.
6*200
MtOO
1*000
18/9*.
1*500
*300
1*803
*300
*900J
*300
1*200,
*500
*600
5*600
Pr?cos do da :
(Jame veide de 3JO a 900 rs. o kilo.
Sqilos de 900 a 1* id?a
Csroeiro de 1*000 a 1*200 idea.
Panuca a 300 rs. a coia.
Milbo de 700 a 800 rs. a caa.
F,uo de 1*300 a 2*000 a cuia.
Xarque b 0D0.
otimrntc do poate
Navios sabidos do da 14
Sanies e escsli-Vapor aus rlaco Nigy Lajos,
commaudaate Imuqolaa; carga varios gne-
ros.
Hall e eecakVapor inplez Vidale, coxman-
daBte J. U. Gn-sro ; carga assacar.
Baha e escalaVapor nacional Principe do
Grao Para, ccjiajaQdar.te Livramento ; carga
varios gneros.
ParaPatacbo americano ilav lab, capitao W.
Rkbarsson ; carra va ios gneros.
Observado
Nao bouve en'rada.
lStTli>a esperare:
Do Pcrlo
Paloabote portogQfz Re?oalo.
De Pelotes
Patacbo nacional Anota
aoru'gueca Baos
:
Logar (.'onogoex Horacio.
- noroegc-i-.se Hanranger
Lugar poriogaesiMariobo

raM.
VI.

Pala. I
'drj'.
: -C.
.
lOlaj :. v
D;
noru:ga.L ter 3'.eug.
De Cardia
Barca oorveja He s.
Bica sueca Sitv
.
. Rollo.
Barca aoruga Garelle
De LoDdree
si Cena las Eli.abeth..
alieco Atalanta.
Taporea a eatrar
Mez de Julho
Patagcnia, da Soropa, boje.
Pclotty, :-.. naoba
To-kisb Prince do sol, amacbS.
Maoaas, rio nerte, a 18.
.. w do, i > Rio li Janeiro, a 20.
/Vnbiu. da Sor.-ipa, a 20.
iljiapao da Euroaa a 21-
Tbames*. do sol, a 21.
i.lyie. da Enroca, a 26.
UL.a4>d norte, a 26.
Br ta Prloce, df .New-York, & 28.
. -
ii


> '. \ lli


'as- r a
a^piieacao Gas
: -
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a coa o Dfni o
re -- t R?rn i
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cm faxer oso t
:-n:?:
irni '<. -
I .. son bater, i ei tos
a c>fonc8ic4o e ca;a o i ,y.r
ai i- frgil oju* m i '
Hodo do uar
A's erianc*s W ux anao 10 gotas de ea> 5
oras em urna eotber das de sopa cbe'.a d ago
n?.
De czi anno a trea ii gettar.
Da 3 a 10 annos ca da. -tas i'-'-.
Kf-;ae coses devcia eeaprc sor apsllftada ea
igoa tna.
Depsitos
C.-imp.inbia de Drogas e Productos Cbiin'coi
Recifp, roa do yaiqai de Olind,o. 23.
Nicioui! Paar na:ia, matLarga to Rosarle n.
15.
farmacia Orienta!, raa EetrelU rio Riiarta
o. 3
iiiariscia Alfredo Ferrafn, roa do Bario te
ftrtaria n. 14.
Poarmacia Martin', ru i Daaaes de Caitas n.
80.
Priarmacta Ribeirp a praca llariel Piabeiro 22
Pna-ruacia Vicioriecj- de Lai Ignacio .'e Ao-
drade Lrma, ciade do Vicila
Para qoaiquer lotormacSo seri cacontrato (
actor na rua o Rosario iistrtita q. 17.
Os nosbos frascos so ctadraoa e COOta
.83. N'um !ad> lenm graTadoElixtr an'..? fpon
e 20 cairoManuel CardosoPercas:buco, a lo
Ji^j es nrespectos sAo asslfimadoa or Marios
Carden Jnior, eendo fclso os qoe nio fortm as
siga.flos.
Da
E*t
I
ico
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iapoito no
s> ao O i-
Abril
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os ebioios c1- i

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BSPARTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA VEIS 1
Receben grande surtimiento
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i to O.US a.'
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ai cao; pelo
s, a ap-
' j no prazo legal,
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oieatJ b. 9 l<3 a 28 re Ab
pi heeiaaatj de
cta edirai
era iIEc.'J nula .'as.
e lEfl > ;'e d* Eoa-
E i '*Ot \:: id., 3C i-
vSo '-> )')' '.<-' o. _
Jo* M y ? ' i ,,'- ', '.' 11 !i'.r< d. ma-
i tu ..':, .'u'M do C oce'h > Mj
i ioipl Ib*r toso, afHei o or'g.nfil
Jital KC'CDft'
referido A rerd ia e Ivutt, Eaiod.
2'i do Jouho de 1894. O eserivBo do jory
irt'ri" o Aotor'O U^trlos de Alcieida.
Coi>r<;rma eooi i "rigiaai, ao qua! ase
r-i-- ;t.) o<*ta dada da Esj-Ja, t-Oa 1-6 de
Ju h> lb94
Ku Aatonio arl b de Airreida e.oiivfio
O i )'< 10'erino, B'ibscrsvi.
O M .*(! Tin: d i Kifi Lima, jii*
H f > f-, B .:.
h'.ijt k-Oer q;.'e ti \--s. i>s da da li ?
ii tila r-iro.itMr >p ve"i'ij a quera aiai
rij'.r, eui ^.irng* pnhlua -if.t'.e j izo no di.
10 Jo correte, o* bj.s a-at b, p-nho-
rar1'! p ,r execu^So a (..senda muoioip.i.
Uoa ierren.i <>evo!uo ma do P.d.-o
Noon-gB, (reajeeaia da S. Jos, coc 21
metros de fiecte e 47 muiros o 60 cent-
metros do t.:ndo, avahado em SCO^, per-
tencerite a J Vital de Negreins.
Ura t-rron a rua Imperial, tregitezia
de S. Joe, c >m 44 nje'roa de frente, pr
tenceite a Fraacelino de Aibuauerqur
Mello.
E pera que chegHe ao conh.oiaento de
todoe, paesoa se a preeeote ue ser $a-
b!iodo 9 affixadc.
Dado e pasando r.pfa cundo do Recife.
18 5 do Julbo do 1894
En Aired'i Diamantino da Torres Baa-
dfir*, UiirvA''. o epcreff*.
Aforeos Julio dos Reis Lima.
I
..
I si caa

Lido
S 3
I

.
\ \
i
... ;


Or.
a y* ', ubi
I 27 do
! Jos
si ivcla-
sdeai 15 iliaa te
. as que a
i. as
.i'fci
' [unicip io do padro
I V
As i 'a abi a erao no miaii i
superl dL.zo;itos cinc tonta
mil metr IganiO' .
ooin lag lo, i io g ca na lisac-3 ,
jorrosp n'..'.:! \ licando, ontretanto,
entendido quo o contra :iante so obri-
ga a.executar pelo nies no projo o cx-
de obra que for rdenad i icla
Prefeitura Municipal epoda;' ser r
lasado no pras i de l aun contar ta'
data da oxpiracaodoc mtracto.
As praposaa devorao iadic.tr o
das unida Les, escripto por ex-
tenso e em algarismo, uotando-se
que a uuidade ser o metro superfi-
cial pa a iras de ns. 1 a 5 da 1.*
e pira os 2 typos de galeras
das obras .ie 2.' classe. u o metro li-
near para as demais obras das 2
sos, :ia ndoem conside
a propjsta que infringir esta ondi-
Qao.
VI
I -< ... '
i
. s paso a Lua '..-...
le '.
\j pai qee c .. :" < u --
-: i pasacu s c preaee'.e qo j s r
.
aoe l d.-. Jilbo o i
E &!&edo Mmaotiao de Tvr-a Baa-
-.o r#,
?,;:ro de So .i
JiseJon
t.p-ViW^-

bW
alaW
mm
eere&arin da Prefeitura Mu-
uicipaS to Steeife
EDITA L
DeordemdoSr. Dr. Prefeito deste
Municipio, taeo publie i para esonhe-
ciinenl i los jue. no da
Sg|12 de Sel do corrate aun..),
JSInesta Repart cao rec -se propos-
jilas -{no serao abortas em presenca
5 j dos proponentee mstruocao e
.
p 5anasaooe8 de
KIBEIRO DA <.VA iefende v: aSlia; ';"' c ,m as S;>
gui condifSes
igera
." classei ito.
t. Cal, c-Adam, for-
tdo por cama la p tativas
arei 15 a 0,
mto a elipipdos
w -*****O,"!l a 0,rao de largura, assentes so-
perante o jury desta Capital e no-s
das coma. .a das \
forreas.
__ ua
i .-i- procurado Travessa
da Congregacao LIVRARIA.
Vapores a sabir
Mez de Julho
Pa' e e New York. Tarksb, 17, as 8 boras.
Sal, Capoa*, 18. as 4 boias.
Sal. Manaos 18, s 5 boras.
Sj himpion e esc, *Tbames*, II, is 12 boras.
Boeoos Ayreees;. Matapao* a 23 s 4 e 1|2
Saotcs e esc, Parabvba, 13, s 3 boras.
2*^21 Santos e esc., Patagonlp, 6, s 4 horas.
ocoBqeGQi Ay:e8 MC' Anacahuia Ptitoral.
As curas proda; '. ,,i,
da Auacahua peitoral, sito i
rneule milagrosas.
Don Glenenle Silva, que res!e aa
juii do Estado, Santiago de Chile, i
ve aus DOSSOS agentes en i-Jucie,
que haveoilo poiTndo alrozmeaie de as-
thma, pelo espaco de oais de selle anuos
seni tjue medico algum ji.mais !he auves-
se proporcionadoomenor aivio d;ciJo-
se flualinetiie eui lomar da cotufosicao
de Auacahuila Peitoral, e depois do ha-
ver apenas lomado dou frascos, de brio com sorpresa, que i graude i
sao do peito havia quas, complcl. meaU
desaparecido. No entaulo fui cou
nuando a fazer uso doli e no fim de tres
mozos se acliou complelamenle carado,
com grande assombro e salisfaco de to-
bre loito de a 0,"15 a ,i:130 de
espessura, era terreno previamente
proparado.
3." Calcamenlo a parallelipipedos
de O.-O a (),'25 de corn primen to e
0,'11 a 0,m15 de la com ba
Mac-Adam do O, 15 a 0,'"2 de espes-
sura.
1. Trabalhos de reparacao de cal-
camento.
5.' Construoc&o delagedo de pedra
calcrea oom rejuntamento de arga-
massa de cimento e areia em partes
iguaes, entranhado de O,'"! no m-
nimo.
6. dem de meio lio com juntas
igualmente tomadas argamassa de
cimonto e areia em partes iguaes.
2." Classe Obras do canaisalco
comprehendendo :
1. Galera de seceo ovoide, com!
fundaces de concreto e paredes de
Os pagamentos serao feitos mensal-
mente e por quarteiro de obra exe-
cutada, em dinheiro ou em apolices
da municipalidade de juro de 7 % ao
auno resgataveis no praso que for
estipulado.
As obras, medida quo forem exe-
cutadas, serao class i a las, medidas
e recebidas provisoriamente, e s se-
rao ooi c im i definitiva-
mente ontrogues tros mezos lepoisdo
recebimenio, provisorio, deduzindo-
se era c
, OS qua. S
lica lo ret id i
souro miwci; l
fiel ''.v- eu lid
i -i geu
.
va id

O Dr Jos Ju i8 R-go-jir fimo ti iu.
za, j 'a do fuito* -a faaecda do Esta-
do da Perpambcco eio,
Faz sabor quo fiados os .i.-a i lei au
l'H de arrematar por venda j .eos uiau
d*t oil pivea pablioi dests j iiao co din
21 do corronto a paita que p.9 Joo
S'raoeieco K'_-gi:i do Rio Carvalbo, na
predio a roa du Dv. Feit.sa o. S, 'ngae-
>ia de Santo Amonio, c -a aa segu otea
dn3en=3;3 : o pavicaeoto \*.tij 3 [.-o-r'.as
de frente, em 8 )& -, o.StiJia o quitU), o
! acd-r aportas cj o var&nda le ferro,
2 eal-e, 2 qa.rto, cuiith- i2,:,.t o t.jij-
do bnJar 2 portas <-y frente, j m rara&da
de leiro, 2 s!:.;', 3 qiartos, avallado em
5.O00O0J, c j. part vai a pra^a pira
ptgameuto d-. ; p!o uto Joaj Fran-
cisco i egie do i-.u Carvaibo, pago- Li a
Mam el Kodr gi es Vrli-0';j.
E para que cfgue uo D-jnheciaento
e i; ucr. interesar p'es, paaso'..-.e o
presente que ser pcblisido e .ffisiio-
Dado e p;fsa3 cesta cidade doBeoife,
ara 12 de Juibo de loy4.
Ku, Aifred^ Diamantino de Torres Ban-
dorh escrivSo.
Joa JuliSo R. P. da Sooza.
O Dr. Joo Je
oaquna do Preitaa Heori-
qnes, juiade diretto do oarel -. eidade
do Reci'e, estado de Pornatabuej etn
virtadn d^ lei, ote.
Fa* saber aos qtie o preseoia edital vi-
re ai o ^de'le iioicia tiverem, qae na da
21 do crrante mea, lego epos a raspeo ti-
iioias tet.i de ir i praca o ssr ar.
e por quem a
r e cu!,
.
m ., porta e 1
j .j^:\-.: de fr*i 2 =.-,'.=, a

.va
ad. i 3*o\X ,00, a
.
i
pon mdo 'es
:ni-

I X
dos os seus prenles e arrigos, os quaes j!alvenaria de tijolos construidas com
haviam perdido as esperanzas de jamis
vel-o bom. Disse lambeta quo desde
eulao osla parte o lem reccmmeo jado
um grande numero de seus contecidos
que sofTriam de diuereolos affeccoos pul-
Imouares lao frequenles i>as cosas do ma
Pacifico, na America do Sul, e que seus
bons resultados lem sido universaes.
argamassa de cimento o areia, na
proporco de 1 de cimento para 3 de
areia.capeada com argamassa de 1 de
cimento para 2 de areia, tendo :
1: typo : eixo maior l.m5, eixo
menor 1,"0, espessura 0,"25a 0,m30.
2." typo : eixo maior 1,"0, dito
menor 0,"66, espessura 0,20 a 0,25.
2.' Bocas de lobo para junecao dos
Cada c :
sua pi bastante
.
bas as class i toman-
do i 3ide ac i prop sta que
nao satisfiz iijao.
X.
Ctda proposta devora ser acompa-
nhada do conb i Thesoura-
ria Municipal de ter o coeorrente
feito o deposito e 5 on1 daris,
era moeda ou em ttulos da divida pu-
blica, o qual lbe ser devolvido si .;
sua proposta nao for a
seja, comocaucao que perde-
r, si nao se aprosontar quando or
convidado pela Prefeitura Municipal,
sendo-lhe restituido, dedusidas as
mutas a quo se refere a condico III.
XI
A concorrencia versar sobre :
1." Idoneidado e habilitacesTfdo
proponente, devidamente comprva-
das. |
2." Prego das obras.
3." Praso de conclusSo [de todos os
trabalhos.
VII
0 Prefeito solicitar do Governofdo I
caoarina
i
a
i
I
LO d i .1..!..
u, Felk -o, es-
Mor< vi,
Jofio JouquiOt e Freitaa Hennt]
Curso Aneso :!e de
ireite do l\mk
De ordem do Sr. dirr,
pa! ico que ooaooarSo bo da 16 d
's ezetsea de pt ara aa-
.li nca ooraos da l j.-,
funocion, :. a
gies e arlthmetica ia 10 i:o.--.3, raucez e
geographia 4b 11.
Os alnmncB do Gara. Hue s-i iosoreve-
ram para eKa,me3 estSc ou jeitos aa paga-
meato das respectivas tazas, de coarorai-
dadscom o que deteiuinou o Exm. 3r.
ministro da jjsQa e negocios interioi.a,
em telegramma d9 12 do corrate. Ou'.r>
sim, ser estrictamente observada em todos
os exames a ordem lgica das disciplinas
e8tabelecidas no art. 2 6 do Aviso de 16
de Novembro do 1892, salvo o caso pre-
visto 'no Aviso de 12 de Dezembro de
1891.
Secretaria do Carao Annezo Facalda-
d.'jie Direito do Raoife, em 13 de Jalho
de 1894. Bl
% O Seor otario.
S J^rUmo A% de Medeiros%

-satasvii
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,'ievami idej, dem.
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papel Ra
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un.

Protocolo? de
I almaco iOi' folli;!.-.
Lii ;ii'i o 150 (olhas, um,
bier, cadera i,
! cadorno.
1 .rao
i o.
lerno.
papel almaco, nillieiro.
Dteia folba de papel almajo, m-
i ponto 300 l'ollias.
i.i i r p ira ponto WD binas,
ito 00 [olhas.
Campas d metal, ama.
ama.
- para papel diferentes ijuaLdades
a m::.: ama.
do ftio Grande do Sol em bexigas, Id
Azeite da carrapato, lili- -
o, litro.
II t, litro.
... ii'.jmv.;), kilogramo,
. mma.
rrarama.
m.
i. i ., dnzia
H t. ?, 3, l,5e 6, doria.
A C!;'." ', CaD/l
Pixe, caada.
a. guara z, garrafa
ten iene, lata.
Asbest. kilo.
betas de paj-el, bjrnchi a de palha. kilo-
pramma.
milita, braca.
i la Babia, kifogramnaa,
!: na trra, era.
B i!, id -.
,'. x le ferro, mago.
Rato Portlaot, barrica.
Cal i i. oca, alqn ir.
Cal preta i lem
:! 'O.
ma.
v .- ; f!. piasaabu chapeada, dnzia.
Dita (i i timb, iJe
[crea dep um.
. atiba, um.
ihi i
orna.
la.
n um.
DIB.
[am
o aj itha
.
i: : .
.
ama.
iar lacas, um.
.
I
l imanaos, maco,
imanos, maco.
maiihos, naco.
prog .-lites tumanho?, un.
-do.
cento.
I
una.
i o.
i
.
. um.
o, ltrex
ie lineo, na
A Iva. bo, idem.
I ultramar, dem.
,...u.
it-j de /.'meo, idem.
Di .o ezes de oro, idem.
[ l'ihaga, galao.
Zarc&o. kileg.
Vcruielhao francez, idem.
Yerme!Iiso da China, idem.
"Verde francez, idem.
Verde elimino escuro, e claro, idem.
; lo rancez, idem.
Ocre ainarello. idem.
Pinceis virola de cobre ns. 1 a 10, duzia.
Pinceis puniasio sonidos, duzia.
Binchas "para caiar differentes'tamanhosjduza
Gamma lacea, kilog. ,
C.ucumi, idem. *
Cr, idom. i
Borlt-
di-
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I
J li. p >Il
r
!| a i
lili!.

le
'
ico, un.

nm.
entes I
le lomo d
I i lloras da manh,
.3
1
I
k: I).
; ira iifterentea tamaito?,
louro da diffirrenies lmannos,
Costadu le pau ca ates lmannos,
Cos idos de sicupira de ites tamano,
i.'h.
le amai de difierentes tama-
nb is, nm.
idiuboa de louro de difierentes laman ios
um.
Costa linh is de pan carga du difierentes tama
unos, nm.
Costadinhos de sienpira de difierentes tama-
nhos, um.
Enchaiocis de qnalidade de difl'erentes tama-
-, um
Prendios de sucupira de difierentes lamanbos,
idem
- de amarello, idem
Lttio- de p'o carga, idem.
Qnirie de diver-oa lamanhos o groasnras, dem.
Tuinas le ptn&O da Sueeta de diversa.- diuien-
es, urna.
Ditas dita americana de diversas dimensoes,
idem.
Ditas d i cedro de H pollegada a i pollegada de
; da dinerenles lamanbos, idem.
iiiis di i ie tii>;u de j a 3 poJIegaaaa de groa-
gara, idem.
i dita dita para forro, idem.
Ditas rtc amarello de jsoalho de difiere jies ta-
mannos, dem.
Di as de amarello para forro de dill'ei entes la-
manbos, idem.
Dilas rie louro para as.-oalio de dilferentes la-
manbos, idem,
Dilas de louro para lorro de differenle3 lama-
nhos, idem
Dilas de pao carga para assoaliio de difierentes
tamanbos, idem,
Dilas dita dila para forro de diferentes lama-
nhos. idem.
Ti ivctas de sucupira do difl'erentes dimensoes,
dem.
I de amarello de diTerenles dimensoes,
i di-m
Ditas de louro de difierentes dimensoes idem.
Tri.v- de sncopira de difierentes dimensoes,
idem.
pao carga Je difierentes dimensoes,
dem
D is de maasarandnba da differentei dimen-
3, i lene.
Caibros de COOCio, embiriba e iraci, de difTerco-
ato.
:n.
de burro, milh
. :.
lo de cellar, m
Er'croi 'Jin.
nm.
I i u;r.a.
lem.
Di l
lem.
puda pan luaia.
.
lem.

Itlo
le perca.
Arroelaa.
rro.
Chapas de ferro.
rr0i r. i
a Pernambuco, 0 de
O cbi :cao,
- P. Coi,:
I
.
; di i, nm
urna.
' :.i de'.jr...
: [HCI
nm.
. kilo.
. una.
tal le ie 3 pa n n, idem.
i um.
m.
r;i, urna.
lem.
i dnzia.
jupa, i !''in.
le lonc de p l ped i
kilo.
I! 111.
id
lepo de |
' :.;'\- ...I"
: I
!l .
DI.
im.
I n.
urna. t
Compai i nm. "
tro ou lian ir;, am.

Caderr.aes sorti
lo.
!
i. u na
. ideirasde a^aiba, idem.
Far;i nfaa, idem.
le ciis, um.
Fuciis e garfes cna cabos de madeira, duzia.
Forraoes d? aro de differentea lurguias, um.
l'io de v i, iiilo.
1 iilrl.
Ferro de na sonidos, un.
torro ie moldara, dem.
Pechadora de ferro para gaveta de diversos la-
iiKiiiiio-, una.
Pechadoras de lato, idem, idem, idem.
Ferrolbo de ferro le qual^uer tamanbo. um
Perroibo Je lat, idem, dem, idem.
Fio de algodo, kilo.
Folba de dandres, orna.
Porquetas de Ierro policio, galvanizado ou de
lati, idem.
"olbas de lati para forre, kilo.
Flele arol ou biunco, metro.
Gomma lacea, kilo.
<;a lata,
(ioivas sortidas, un.
Jarro de ngattVi, um.
Jarra de barro itom e seiii lorneira, urna.
Linda de barca, kilo.
Lixa eameril ou papel, folha.
Lav .lorio de ferro, um.
LampeOes, dem.
Lona imperial, metro.
Moilfi IS SOrti (OS, (lili.
Hialbar alcatroado, kilo.
Oleo de linhaca, litro-
Ocre, kilo.
Obras de ferro fundido ou batido, idem.
Obras de bronze, idem.
Oleo de moclo, litro.
Pratos de louca p de pedra, um.
Pralos de ferro vsmaltido, idem.
Phosplioros, mugo.
Pavios sonidos, duzia.
P4 de ferro, nina.
Pos preto, kilo.
Pregn francezes sorlidos, mago.
Pina i- para pintar, sorbaos, uai.
Ploerii pira caiar, idem.
Pregos de metal para forro, kilo.
Pres w il j cobre, idem.
I'alhinba de qualquar numero, idem.
Quarti lia de barro, urna.
Quirios de di.Tei entes tamanbos e camprimen-
tos, um
:;ll
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peladig iTby-Gi
de ico, em c achr-seem
respectivo e
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Conra
Alfaade^a
ForaeciueatD de leaeNS e arti-
Kos pura o Presidio le Fernn
do de Xnronli:..
De ordem do Sr. Dr. inspector des-
ta repartifSo, fas- publico que fica
marcado-o praso de cinco dias para os
ataixo mencionados vreo) assignaf o
contracto para o fornecinento durante
o semestre de Julho Dezembro deste
a; no, de gneros e mais artigos para o
Presidio de Fernando do Xcronha.
Antonio Fernandos Teixeira.
Maia e Silva & C.
Fraga Rocha & C.
Rodrigo Carvalho >k C.
Antonio Soares Raposo.
Jos Rufino Climaco da Silva.
3.1 Secco da Alfandega de Pernam-
buco, 12 de Julho de 1894.
O chefe da secco,
Luis F. Codeceira.
Remos de faia,
Beecante branco ou de cor, kilo.
Sbao, idem.
Serra de votta, U
Serra de traear, idem.
1 :
Sapati ; idem.
Misado, 1
Seb j em I
um
i era'
: 1 [legada de grossura e
de ta'eoa.
. a brao 1 de K
i u-a e de qnalqner dimensao,
: riga ou br for-
para forro, duiia.
'"i. palmo
9 .le polegada e ce qualquer
dimensao, urna.
1 polegada, dem, id

o
!
irt', kilo,
un.
.a rotl uma.
1 lllO
tuna.
Zinc
b
Canelas, luzia.
. um.
Cadargo de aigodao, mago.
Bnveti, i^s, cinto.
mas, um.
palha, idem.
Poradi 50, idem.
Presidias de metal branco ou amareli, caixa
de oleado de diversos formato?, uma.
Same paulado, resma
Dito branco timbeado para olficio, dem
Dito ministro para cartas, caixa.
bilo, dito, timbrado, idera.
loppes dem, para certas, idem.
Ditos dem para oflicio, cento.
i mata norria branco ou rosado, folha.
Pennaa americanas, caim.
Ditas l'erry n. <50 (glosa), caixa.
Dilas Mailat, idem.
Lacre encarnado lino, libra.
Lapes preto Faber, duzia.
Ditos de t cores, idem, idem.
Ditos de borrac a, idem.
Raspadeira com cabo deonso ou bano, uma.
Thesouras para corlar papel, idem.
Regoas chatas de bano, idem.
Tintaingleza Stephens, lit-o.
Di la carmim bel'a rosa, frasco.
DO
!om Jasas das
Ciagas
E- ec s'.a. ivrvjir. no KS'iut Mrobura
. da PaMtHi
Mesa geval
. cowpnreee
: 1 '-vo I do '
;.!_> r
. I
Joibo 1 1^-
o -
.> Franco.,
F.cut de pireito
.i-.iem rio.-'- .'. v:ce-ajrH, ter ico :\r-
-,. 1.1'S ae
: i: iaetro da ;>:-
;3 poblteo "qae fi:a marea-
. '3, da data d si?
. ij qa P'ettnaerem coocorrtr
. ti.,! ,,tr;j c!a I" ca^ei a da
te dj curJo d -i- ;as joridicas (D^ e !o
Jsde vigo r'f;o f.lleeioif-n'
13 rtipCGiivo urieotoarl D-. Jo u>nu fiar
rilo.
: dewfl ecueorso Berl regulado pe o
a 159 ae 3 ssda a directora dula Facolda le pelo
ido iviso, exeepcio fei'.a ^0 qoe o\t
refpelio a t xblbicj l^s prove esenpta
e da i saer'c&o, qae \er>aro somea:;.- sobre a
raaie:i da referiaa oideira.
Qeaessjacf oot/as ioformacjCea rte qoa porveo<
10 a raregam os candidatos ibes podorao ser
m.r.i t'adw oe?!a secreisria.
E M'i que chegae ao coQbe:imeula de lodos
man 10a o mes-no Sr. D-- vica director affixar o
orente que cera publicado doj jornats deata
cidade- uo da Capitel Federal.
Se':rearia da Fjruidaae .e Di-e.lo do RCfe,
i6 ae Maio de IStii.
O secetario.
^^^^ J. Trleat;ha da Silva Fragoso.
Estrad de Ferro Sul de
Peniambuco
t'srnrcime ;;<> de dormeaie
De n*dea i)o Sr. dirom>r li^PDaci'-o cnefe, fe
fas roblico Qie ate o di 1 O 'do corrcn'e, s 2
ho;B3, receSeia-.-ie Cfsta ppcr.:ti-u prcpos'.as em
a O focna.a, e devidacecte feadat", para o
o-fe-emo <*e victo e el nao mil dornjenus
coof riic as coudit.Os abaixo mencionada?.
-TikC
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Niataura
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9
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Plsense.
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.ljur;.-ca:.a.
3 PareoDr.fr Ciub de fercaiubsco
naabOCO. Premios: 300Oo t.
I.tOa ostro?. tnimaes de Per-
' ac J.*e 30*000 ao 3.c
Piram'jii
'Trinmphc
Toreo l. .
Pirvbmpa .
h,.i
Baio........
.1.1... .
Pernamb..
58
.56
51
10
lii
Aaarella e branao
l rr '.e. ..
......
3 prew.........
Ccadeiaria Bella- 1
Ccud. Arraval.
J. E. Ferreira
J. Moraea,
A.
4 Pareo-Ordem t. .00 metr'1. Handcap.- Acares r"p P"rr,. rabQCO.
so t., G00TO ao i.- e 3000'J ao 3.
Silva.
t-.-cuios : 300
Feoiiuc.....
E3.........
Nare'ZO......
Prootm......
IDO...........
Mascte.......
Gingo.......
Pirata .......
Tensoso......
Sri :<)0.....
iiO....

todade......
Baio.........
I', istanho ...
Pit.'......
Rodado.
Pernamo
48
V-
4H
'8
48
5S
50
54
>i
Verde a .rosa........
.0...
Ouro e pre'.o--------...
e preto.........
jKncarnado e p t:o...
Azul e ouro......
Chumbo............
eoo.ro.........
Verde e rosa.........
F. C- Rezende.
S. G. de Medeir.^.
Caad. Eiancla.
S Iva.
?. R. Ramos.
Cood. enrisearja.
Ctod. Hisar.a.
"aealhacs & C
. Alaoquerque
5. PareoPrado Pcniniubucano1.800 m^tfos. Handcap.--Aoimaes de qnalqoer
pait.
Premios : 40000 *n <. 80*000 ao't e 40*0w ro 3.

RaJams.....
;tano...
Petropolis. .
Allaate......
G&B7an8....
P:e.o ----
Alr.zio
Castaobe..
PernaTb..
S. Pdo'o..
Pcrnacob..
S. Paule..
40
52
54
56
5*
1 Verle ouro e bt. bre
Grenat e ouro........
Verde e amarello.....
Amarello e verde......
Ouro e preto.........
r.ou. Brazdeira.
F. C. Heisu e.
"ouJ.ludepeaienai?.
Iderr.
C. Fiaminenfe.
6.'PreoEstimulo-1.350 metros. flandco/i.-Aninjafs de Pern%mbuco. Prem'.03:
300*000 eo (.?, 60*000 ao V e 30*00J 30 3
Os 't&rmen'ei t^rao
im85X>, 10XJ,!3.
as dimeasoe3 seeuintes
*
Se-2o de lepo seriado, de quinas v7s, em
bronco, rosla, fendi-s e brocas.
3.*
As m.-.dei'aa doe dormeotes serSo as aeguio
es : Amarello viooatlco, pao Ierre, sicepira-mi-
rim, harnuoa, po c'rco roxo, :>roera, oticica,
a ti im amargoso, iubinoa preta c pao n'arco
. manilo.
.
O coolractnnie fijr obrigadu a iefositar O
dormentesoO logo da linba, e dos pontos qm
Ihe forem des goad >s, em partidas de cinco
m.l com lotervallas tunc3 maiors de 30 dias.
Para per almiliido i conenrrenria depo.-itars
prtviameote cada oropeneote na Ibescorana
deata Ei a-la JCO030, qae perlera, s* cop.vi
dalo w* as-i.:.- o cootracio, n'o 0 flzer
dentro 'lo praso a.-, eoniadcs da Qaia
do aviso qi; para tai Boj, ice fot expedido.
O.'
1 execoc&o do centra 11 o
30 cjre da E3lrada a

O 1 jSo, seri o coa-
na-gem da iir na
w, fot> pena
de per.e. cci.^ilo aelln .
a D gada a
rconb 'u a'o de
si
ie Fe :,, Sal ffe Per-
194.
Secrelaiio.
Euipreza
Gaz
do
8e
A u PUBLICO
Fi adtV da
reacia desta eirspreza du-
rante miftha a izencia tem-
porufi;. o Sr. EdwarJ
lier Leigh e com poderes
bastantes para dirigir todos
os negocios da mesms.
Recife, 10 de Julho de
1894.
Samud Jones.
Sociedade Recr?ativa 2 de
Fevereiro
Dec'arj a Exoia'. familias qoe cos'.cmam
freqoenlar a referida sociedade, qoe deixei de
exercer o cargo del' secretar o e de caatinuar
como socio effectlvo da mesma, por miaba livre
e espontanea vooiaKe.
Recife, i) de Jnlbo de 1691.
Jos Roma de At eo a L'ma.
1 Mscele..... 5 Ca^tanho___ Perr.amb-- 50 Azul e ouro.......... Cond. MouriecaDa.
2 Ma'aiu...... 3 M liado..... t 54 Verde e amarelio..... J. Maraes.
3 Btrlim...... 0 Zimo....... M 56 Prelo e ro-a......... A. Silva.
i Pacbonly.. . 5 Ros.io........ 54 Encamado.......... C. Campos.
3 5 Rokdo...... 48 Rusa e preto......... A. Silva.
6 Viogador ... 3 48 Azul e br.nco........ Candela a Porluense.
7.' Pareo Harmona-i. 000 metrosAnimaes de Pe'narabnco c pangas qne nao terbam
sido ioscrip os. Premios: 3004000 ao I.K 60*000 ao i. e 30/000 ao3.
Bit>marck....
Broxa.......
B-rbara....
Torco i.*....
Rodado......
Zjoj.......
Castanha
tu so..,-----
Pernamb.. 54
50
46
* 64
Azul e encarnado..
Aznl e ouro........
Azul e preo.........
Grenat e arul.....
F. C. Rezende.
oud. Intefnacio&al.
iuJ. Nacional.
J. C. Ferreira.
a ti
0bSQrV3$0A9
A extxaccao dos brindes ser i o intervallo do 6* so

7-
pareo.
As corridas terminaralo s 5 horas da tarde.
Ua animaes ascrlpios para o I. pa jr-se ao onsilhamcnto
3 9 Ij2 horas da man
Os forfaits serio ecebidos at sabbado 14 rj corrala s 3 hord >la
larde ua Secretaria n PraJc.
Os jockey* que nao se apraseotare trujados con ij
aa por seus patrq : oillidos S pesage a
com oart. 51 do c;lig-j u uoiViaa.
Previae-se :o sanhores accioaistas d 3 b" cura is iogross&s
.ria do prado atfiz o. 20 lar.
A Di /'!:: i dos Sra. propri lya p.iri o art-
eus ; i qtso serao reslrid ie o horario i
mareado na ente coroprii
tos Srs. prprelapc procuraremos
ria do js
a.
o do eosilhamenlo s d eniri I.
D !.

-
A archaba.icada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para as directoras congeneres
autoridades civis e militares e imprensa.
Entradas geraes com direito a brindes, tendo
cada bilhe te cinco nume/os diffbrentes, 1^.
Esto a venda nos seguintes logares : Bazar
da Boa-Vista, lvraria Francezu, Secreta-
ria do Prado e no'dia da corrida no porto
do mesmo.
A Entrada para Senhora GRATff A
Secretaria do Prado Pernambucano, 12 -*e Jclho de 1894.
g ^ELO SECRETARIO,
Jos Gomes ftanebes,
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litol^ Domingo 15 de Julho de 18H4
DE
PERNAMBUg
paOJECTO DE IN8CRPCA0
Para a 10.a corrida que se realizar no dia 22
de Julkode 1894
1. PAREO Consolaos800 metros. Aoimae3 da Pernambaco qua nSo te-
ntara ganno nos prados do Recils, onUad? oa nRo vtoria. pkk-
108 : 2500000 ao primeiro, 570000 ao segaudo e 25$' 00 ao ter-
ceiro.
2 o 'PAREODerby Club1.203 metros Ehndcap. Animaes de Pernambnoo.
PSKM108: 350J0OO uo primero, 75(5000 ao segando e 351000 ro ter-
eeiro.
Ait. 5 Bismarck 2o.
Pe8=Piramon 56 kilos, Aveotureiro, Trfnmpho Ture 2 e Pyrilampo 54
kilo?, Pintan 3 Mnarily 52 kilos, Dnblia, Hagoenote e Ally Stoper e
Tudo- 50 kiies e os demais 48 kilos cada nm,
3. PAREOProsperidade 1.250 metros. Haodcap. animaos de Per-
nambact, premios : 300i$OOO ao primeiro, 600000 ao segn lo e
300000 ao terceiro.
Art. 5,e0 do pareo Darby Olab e msis Piramon Aventarais, Triompho
Turco 2o, Pirylampo, PluiSo, Manrity, Doblim, Hagoeaote, Alijr Stoper
Tudo-, Nababo, Ida, Mahomeres, Hirondello e Pigmea.
Peso Berlim 56 slaio 54 kilos Toulon, Tenor Patoboly, Mouro, Vinga-
dor, Masootte, Pirata e Teimoso 53 kilos, Regente, Ccloeso Petropos 2o,
Pontable o Garimpeiro 51 kilop, e os demais 48 kiles.
4.* PARE-) -JUippodromo do Campo firande1.000 antros. Animaes
de Pcrnt tabuco. PbemioS : 2503000 a primeiro, 50f)000 ao segundo
e 255000 ao eroeiro.
Art. 5 Oa dos pareos Derby Club e Prosperidade e mais Berlim, Tcolon,
Malaio; Teoor 2-, Patohoaly, Mascot, Garimpeiro, Vmgador, Ciego, Tali-
cier e Monro.
.* PAREOLlberdade 1.050 metros. Animaes de Pemambaoo. pre
Mos : 250)5000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 5f000 ao ter-
ceiro .
Art 5.cO do pareo Derby Club emsis Piramon
PAREOPrado Pernambucaco 1.250 metros. Animaes de Per-
uambnco. prkkjob: 20/SO0O ao primeiro, 500000 ao segundo o
25^000 so terceiro.
Art. 5."Os des paraos Derby Club, Prosperidade e H ppodromo do Campo
Grande e mais Gallee, Saca Souci, Talispher e Traquinas.
PAREO--Velocidade 900 metros. Animae3 d Pernambaco. Pee
mioj : 2501000 ao primeiro, 503000 ao segundo e 25*000 ao ter-
ceiro.
Art. 5 Os dos pareos Derby Club, Prosperidade, Hippodromo do Campo
Grande, Prado Pernambocaoo e m*s CjIosso, Teimiso, Regente, Pontabie,
Pirata, Petropolis 2.-, Tapy 2o, Fuaileiro, Beija Flor 2.-, Narciso e Pha-
t.
r.seu.
Observacoes
Os pareos Derby C!ab, Prosperidade, Hippodrcmo do Campo Grande, Li
berdade e Prado Peroambuctno nSo contaran victoria.
Nao stSo acceitas as propostas dos animaes Debiqne e Jards, nos pareos
de aaimaer da Pernambaco.
Nito serSo considerados realisados os pareos sem que se inecrevam e corram
5 animaes de4 proprietarios diiferentes.
A proposta que nSo vier acompanhada da respectiva importancia ser
rejeilada.
A inscrip$8o ter logar terca-feira 17 d_ corrent? 00 logar e hora do
costme.
Secretaric do Derby-Club 12 de Jolhu do 1894.
O FIEL DO THESOUREIRO,
A. A. Gomes Penna.
Ufaudcsa do Peruumbuco LaP's d? duas cortS Fabpr- duzia.- -
* Livros impressos para termos de arrematacao
Artigas para as seccoes coni 200 folhas, um.
Ein virtude de ordem do Sr. Dr. inspector, Ditos impressos para termos de fiaoca de despa-
faco publico que at o dia 18 do correte s II chantes, 200 folhas.
horas da manh, receber-se-bao propostas em Ditos impressos para termos de abandono, com
carta;; selladas e fechadas para o fornecimento g folhas, um.
de ar'.igos de expediente para as trez secces uitos para ponto, cora 200 folhas, papel Cari,
desta Alfaodega, durante o semestre de Junho impressos, riscados e cora mataborrao, um.
a Dj7rjmbro deste anno, devendo os proponen-
tes S2 habilitar previamente requerendo e
provando que sao estabelecidos nesta cidade.
Poderlo outrosim os mesmos proponentes
examinar os raedlos dos livros e outros traba-
lbos irapresso3, e devero apresentar amostras
que possam servir de base ;ao contracto e res-
peclho cumprimento.
A rtigos para o expediente das sceces
Aparadores de lapes, um
Buva:-d mata borro parisiense, um
Bilhe:es de pigamento, impressos, cento.
Ditos de pedido para o archivo, dem,
Caneus nnas Blazy, duria
Ditas J. l'aber, idem
Canivc as rin;.- de 3 folhas, um
Ditos ditos de 4 folhas, um
Campas le metal, um.
Capa de papdo grosso para despachos, um
Cesta; de vime para papel, urna.
Envelopos timbrados para ollicio' cento,
Ditos sem timbre idem.
Escrivtffiias de 2 vases. urna,
Ditos de 3 ditos, idem
EspaiK.dore.- de palha. idem,
Ditos de pmas. um,
Fifis de cadar;o com 13 pegas o majo, maco.
FOpSirdoJdlo.
cor dem.
Furrorcs de aro, um
Folhas impressa3 e riscadas para mappas, pa-
pel Colombier, cento.
Ditas as mesmas cndicCes em papel Jezu,
cen o.
Ditas as mesmas condiges em papel Carr6
cento.
Ditas na9 mesmas cendices em papel Raism,
cenlo.
Ditas nos mesmas condices em papel Ecue,
cen o.
Gomriiii arbica em caroco, kilo.
Dita liquida em frascos grande, um.
Gomrru arbica liquida frasco pequeo, um.
Guias le arrematarlo 'Impressas em l|2fulha
f'de ])ipel, ceato.
Ditas de -lifTerenca impressas em l| folha de
pap I, cento.
Ditas de recolhimento de multas, impressas em
1)2 "olha de papel, cento.
Jarro ele agatha, um.
Jarra ce barro sera torneira, um.
Dita dito com torneira, nm.
Lapis preto Faber n. 3, duzia.
Dito peto Faber n. idem.
Dito t.0 torracfia Faber, idem
Lacre i?m pao, um.
Lavatorios de ferro, uu '
Limpdores do peonas, um.
Livro em bronco, papel Jesu com 20 folhas,
um.
Dito cito do uiesmo papel com 300 folhas, um.
Dito dito dito com 150 folhas, um.
Livro com 300 folhas, papel Colombier, em
Qbrauco, um.
Dito, 3ito dito com 100 folhas, um.
Livro na mesma conforuiidade, papel Raisio,
300 fe.lia3, um.
Livro iiamesma conformidade papel Raisin, 200
folhas, nm.
Livi o na me -ma conformidade papel Raisin,
150 lo han, um.
. Livro na inesma conformidad* papel Raisin, 100
folhis, um.
Livro na me3ma contormidade de papel Carr
com 30) folhas, um.
Livros na mesma conformidade de papel Carr,
200 lc-lbas, um.
Ditos para resumo de ponto, idem, idem, com
200 folhas, um.
Dito da porta, papel Jesu, impresso e riscado,
segundo modelo, um.
Dito de papel almaco, em bronco, cora 100 fo-
lhas, um.
Dito, dito, dito, com 150 folhas, um.
Dito, dito, dito, com 200 folhas, um.
Papel rose timbrado para olcio, resma.
Dito, dito, sem timbre, dito, resma.
Dito almajo pautado, 1.' qualidade, resma.
Dito, dito, dito, 2.a qualidade, resma.
Dito, dito, dito, 3.* qualidade, resma.
Dito, dito, l so, 1." qualidade, resma.
Dito, dito, dito, 2.*tualdade, resma.
Dito, dito, dito, 3." qualidade, resma.
Dito, de linho pautado portuguez, resma.
Dito, mata borrao, 1." qualidade ralba.
Dito, dito, 2." qualidade, folha.
Dito, dito, 3." qualidade, folha.
Dito Ministro para carta, caixa.
Dito Jesu para mappas, caderno.
Presilhas de metal para papel, caixa.
Papel Carr, caderno.
Dito Rais, caderno.
Dito Courohne, caderno.
Peonas americanas, caixa.
Ditas Perry (cem pennas) n. 227, caixa.
Ditas, ditas, (dem) n. loO, caixa.
Ditas Mallat ns. 10 12, 14 e 16 (cem), caixa.
Ditas Falcou (cem), caixa.
Ditas Sommerville (cem), caixa.
Pastas de oleado Ecu, urna.
Dita dito Carr, urna.
Dita dito Raisin, urna.
Dita dito Jes, urna
Raspadeira de cabo de osso, urna.
Dita de cabo de madeira urna.
Regua de bano, chata, com fio de metal, 0,ci5
de compiimento, urna.
Dita dito chata, idem, i,-00, idem, urna.
Dita dita quadrada, O.-W de comprimeuto. lio de
metal, urna.
Tesoura para cortar papel, 1.* qualidade, urna.
Dita dita dita 2.* aualidade, urna.
Dita dita dita 3.' qualidade, urna.
Tinteiros de vidro ordinario, um.
Tinta Bine Black para escreyer, litro.
Dita Sardinha, litro.
Dita Carmn Belle Rose, frasco.
Dita dita Adrien Maurin, frasco.
Copos de vidro, duzia.
Cadeira de junco austraca, duzia.
Escarradeiras de agatha, urna.
Dita de louga n. 1, urna.
Fechadoras de Ierro para gavetas, urna.
Ditas de latao, idem. urna.
Terceira seccao, em 12 de Julho de 1894.
0 che fe de seccao,
Luiz Frederico Codeceira.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
De ordem do lllm. Sr. D r. Inspector
desta reparticao faco publico que no dia
16 do corrente se dar principio ao paga-
mento dos juros das apolicea da diviva do
Estado, referentes ao Io semestre do cor-
rente exercicio.
declaro que o pagamento sera effetua-
do diariameute das 11 horas da manh a
a*l/2 da tarde.
Thesouraria* do Thesouro do Estado
Livros na mesma conformidade, papel Carr,|e Pernambuco, 12 de Julho de 1894.
150 folhas, um.
Li?ros na mema conformidade, papel Carr,
100 ollias, um..
O ^scavo da receita,
Paulo Pereira Simoes.

Derby Club de Per
naubuco
ASiEMGLS'A GEItaL
' convocncao
Nao teniio comparecido nuDuro eofBcieiite de
ar.cloa'.i tas pa;a c reuniao de hoje, pelo pnuente
a*vau>e&te convidados os Srs. accionistas
desta sociedade a comparecerem no da 16 do
corrente, na sscretarla desta socledade roa
Deque de Caxias u. 0, Ia aniar, a 2 boias *
tarde, nfim de eleger-m deus directores, Tibi-
os elell b nSo teren acceitado.
Secretaria do Derby Club de Pernamb jco, 9
de Jolbo de 1S94. director tneaoareiro
x J. L. Teixeira.
Companhia Manufactora
de Pliosphoros
SSo convidados os Srs. &ocionjjl,a a
realisarem, dentro de 30 das, a contar
da presente data a 6.a entrada de suas
prestacSes razao de 10 0/q do capital
subscripto ou 2OS000 por acciSo em mao
do thesoureiio, ra da Madre de Deus
n. 22.
Recife,25de"Junho 1894.
O director secretario.
J. P. Gonsalves da Silva.
Santa Casa de Misericordia
- do Recie
De ordem da lllms. junta adminidtrativa .u
?anta Caaa de Misericordia do llecird, faco ru-
blico qoe, peraite a mesu.a juitn, em fu- se*,
sao do dia 17 do corrente, sera levda pr->ca
por nm, doas oa tre"",anno9. oarreadamenlo oa
1 ja do pob-ado n. 35, i roa do Bom Jeens iou-
tr'ora daCrot), e str entregue dito arrenda-
mento qutlleque melbor reoda offerecer.
O arrebtame sera obngado a apresentar fia-
dor idneo, a cooteoto da mesoia Jonta, e a com-
parecer a esta secretarla no praao de tre diaa
para asBignar c rtspectivo termo de amada-
mente
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 12 de Julbo de 1894.
O escrivao
Jof Honorio B. de Meneien.
S'C.e'sria do (Joverno ij tstam de
Pernambaco, 10 de Julbo de 1894.
De crdem do Exm. Sr. govoruadcT do
Eitao faoo publico, para os devidos irflai-
tos, que 'orain hoje itiiciidos os trab-i'ihos
da G>mmiss3o Central de Estatistica do
Estado.
A oommiss3o fuaejiona em urna das
sn'ai do Palacio do Govarno em toda es
dia uteis dai 10 h.ree da munhS s 4 da
tarde.
O eecre'ario.
JoSo Aavstii Ferreira Lma.
occdade Bcnellcente los lm-
pregadoM da Estrada dr I'er-
ra do Rerfo a Varzoa e U>on
IrniiEos.
De ordem do Sr. Presidente sao con-
vidados todos os socios 1 comparece-
remjs 11 1/2 horas da manh, de 15 do
corrente, na sede provisoria (Escripto-
rio da Companhia) afim de proceder-se
a eleico da nova directora.
Ao mesmo tempo chamo attenco
dos Srs. associados para os seguintes
artigos de nossos estatutos: 4 l.,
9 3.0 e 42 e seu .
O i." secretario,
Antonio Joao de A lotear.
S. R. J.
Sociedade Recreativa
Juventude
Reomao familiar em lo de Jolbo
Scb a direccSo do consocio Marcelino Jos
BeDURta. sao convidados todos i> socios e enas
Esrua1. tamilas :i honraren: cum soas preseocas
esta reoniSo Principiara as 7 1/2 horas da
noite.
Aviso
Aoa Sr. speos em atraso, qne tica-Ibes mar-
cado o pra:o do 1S dia:, a contar de 6 do cor-
real'', para liquidaren; seas debitas, sob pena
de eerem e'ijiinsdos.
Secrtt'et'.r'a do cooselbo admiolatratlTC, 13
de Jalt'O de 1891.
O 2- secretario interino
Antonio de Vasconcelos.
Companhia de Fiaco e
Tecidos de Pernam-
buco.
Sao convidados os Srs. accionistas a
receberem o dividendo do primejro semes-
tre do corrente anno, na razSo de dez
por cento ao anno /'seis mil reis por ac-
580) no escriptorio da Compnhia 4 ra
do Bom Jess n. 42.
Recife, 10 de Julho de 1894.
O director secretario,
Jos Jo3o de Amorim.
O London & Brazilian
Bank Limited
Sueca sobre Lisboa e Porto
eni libras sterllnas, e A vista,
sendo o pagamento feito na
ore 11 tltlo da apresentaefto do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista na|uellas pracas.
1CZUTEMCS
Aracatj
Segu uestes poacos das o byate iD. Julia.
Recebe caiga tratir na roa ua Madre de Deas
n. 8________________________________
SnpnniImm hu-
PORTOS DOSUL
Macelo, Penedo e Aracajn
O paquete Jaboato
Csmmandante Alfredo QuimarSes
Seguir para os
portes cima in
dicadoB no da
|lt do comite
as i horas da lar-
Recebe carga, encommendas, passagens ti di
nheiroe a frete at s 11 tiorsa da manh do da
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caea da 7cmpanhia P^rofimbacanf.
O. 12
K'noits Ptince Line os Stea-
mers
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos, Brazi! fe Rio da
Prata
O VAPOR
rurkish Planee
E' espera'tfb do Rio de Janeir
al o dia 16 do correte e aa
hir depois da demora neces
_j8aria para o
Para e Nova York
Carga e eocommeiidas tratar con os
Consignatarios
J^hnston Pater e Comp.
Roa do Commeroio a. 15
-Companhia de Narega^ao
Carioca
PORTOS DO SUL
O vapor Cometa
#m
Segae neses poneos das
. tara os pertos do
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul e Pelotas
Pira passagens, fretes e encommendas tra-
ta-se com os
AGENTES
Pereira Carnero & C
6Roa do Commercio 6
* 1* andar
Lloyd Braziieiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Manos
Commardante F. A. Almeida
Espera-se dos
ponos do norte
at o dia 18 de
Jalho segaindo
depois da demo-
ra indiapensavel para
Macei. Bahia, Espirito-Santo e Rio d*
Janeiro
As encommendas aero recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sahida, no trapiche Barbosa
no caes da Coaipannia Pemambacana n. i.
A03 Srs. carregadores pedimos a soa atlencSo
para a clausula 10* dos conheciuientos que:
No caso de haver -ulgcma reclama^o contra a
companhia, por avarla oo perda, deve ser feita
por eacripio ao agente respectivo do porto de
descarga, dentro de tres dias depois de linali-
sada.
Nao precedendo esta formalldade, a compa-
nhia rica isenta de toda a responsab lidade.
Para carga, passagens, encommendas di-
oheiro a frete: trata-se com os
Agentes
Pereira Carneiro & G.
3ua do Commercio n. 6
1* andar
Pacific Steam Navigation Com-
wn
STRAITS OF MAGELLAM LINE
O paquete Sorata
E' esperado da Eoropa
at o dia 99 de Jaibo
segaindo depois da indis-
ipensavel demora, para Vai-
paraso com escala pela
Babia, Rio Janeiro o Montevideo
Fara carga, passagem. encommendas e dinbei-
'o a frete trata-se com oa
AGENTES
Wilson, Sons 1 C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1 andar
CHA8GMIRS1EUSIS
CompaDhia Fraceza
DE
IVavegacSo a vapor
Licha regalar
Pernambaco,
e Santos.
entre o Havre, Lisboa,
Babia, Rio de Janeiro
O vapor
Parahyba
COMMANDANIE LUCE
E* esperado da Earo-
pa at o dia SO do
corrente segaindo de-
pois da lndispeneavel
demora para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor entrar no porto
Roga-se sos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta llnba, qoeiram apresentar den-
tro de 6 dias, a contardo da descarga das al
varrogas qualqner reclamaco concernente a
lomea ene porventara tenbam seguido para
portos do sal. a jm de se poderem dar a tempo
as providencias oecessariss.
f',.. oirado o referido prazo a comparla nao se
nspjsabllisa por extravos.
It cebe carga a tratar com o
AGENTE
A.uguste Labille
9Rna do Commeroioi9
Knott's 'rince LiaeofStea-
mers
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estada-laidos, Brazii e Rio da
Prala
O VAPOR INGLEZ
British Prince
E' earereda de
New-York no dia
SBds Jalbo esa-
hir depois da
demcri, uecessa-
ria para~
Rio de Janeiro, Santos
Buenos Ayres
Para carga, encommendas, trata-se con os
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commoroio n. 15
CompanhiadePaqu ete?
Brazii Oriental e Diques
Fluctuantes.
O paquete Guanabara
Commandante Luiz C. Amar

E' esperado nestes poneos
das do eul, segaindo d-
pois da lemsra necessarla
para
Macei, Bahia e Rio de Ja-
neiro
para cajos portos de de ] contracta carga.
Este vapor Dominado luz elctrica
e offarece ptimas EccommodacSes aos,
Srs. passageires.
Agentos
Amorim Irmos & O.
3Sua do Bom Jei^ua3
innurto; HsMies
O vapor Matapan
Commandante Foarnier
E' esparado da Europa at
o dia
9 1 de Julho de 1894
leguindo depois da demora necessarla para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo o Bue-
Bueoos -Ayres
Entrar co porto
Frevine-8e aindaaos Srs. recebedores de mer-
dorias que s se aiiendera a reclamaces por
fallas, que forem reconhecida3 na occaso da
descarga dos volumes ; e que deDtro ue o o
ras a contar do dia da descarga das aivarengas,
deverSo farer qulqoer reclamaco coaceri.en-
te aVolumes qoe porventura. enham seguido
para os portos do sul, afim de seren dadas a
lempo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsela-
rem na vesnera da chegada do vapor para toma
rem as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e di-
obelro e frete, trata sa com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commercio42
Hamburg Suedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge
seschaft/
O vapor Patagonia
Espera-se da
Europa no dia
15 de Julho Ee-
goindo depois da
demora necessa
ria para
Bahia, Rio de Janeiro e
SaDtos
Este vapor Iluminado la elctrica
e offereue ptimas aceommodaySes aos
Srs. passageiros.
Qoaeaquer reclamagSes s 3er2o aten-
didas 48 horas depois da ultima descarga
do vapot na Alfandega.
Entrar no porto
Para carga, encommendas, passagens e fre-
te, trata- s t com os
. Consignatarios
Borstelman & C.
Ruedo Commercio u. 18
1- andar
Companha Nacional de Salinas
Mossor-Assu'
O vapor nacional
Aguamar
Entrado de Hai-ao, se-
goe oestes poneos dias
para os portos do Rio de
Janeiro, Rio Grande do
Sol. Pelotas, Porto Alegre
Para carga, eoccmmendas e dinhrj a frete
trata-se com o agente
JoSo Mara de Albuquerque Oliveira
Roa do Commercio o. 14 l- andar
Companhia Pernambncana de
Navegado
PORTO DO SUL
Directo Santos
O paquete
La Place
COMMANDANTE VERISSIMO COSTA
Sefoe n o d i a
15 do corrente
ihoras da
tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens o di
nheirosa frete at s 11 horas damanba do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Comoanhia Pernambucana
D.12
fioiEl Mal Sieai Pacel til
) paquete Tham.es
Commandante B. S. Armstrongr
E' esperado do sal al o
dia SI do correte seguin-
do depois da demora indis-
pensavel para
Lisboa. VJgo e Sooi-iamp-:
Pars carga, passagens, encommcodss e dinhel-
ro a (rete: trata-se com os
AGENTES
O paquete Clyde
Commandante A. E. Bell
E' esperado dos porlos da
Europa at o dia Stt do cor-
rete e seguir depois da ce
mora indispensavel nara
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
te videu e Buenos Ayres
N. B.Previne-33 aos ira. recebedores de
mercaduras, qne a C :-*tdiia Mala Reallogle-
za, contractoo com aG-uara team Navegatlon
Companjom servico d n |BB- semaoaes qut
partlndo de Bordeaos, Cognac, Cnrent etc. de-
vem ebegar a Soutbampion a tempo de bal Jr-la
rem as cargas destinadas America do Sal.
para os vapores desta compacsis.
RedacoSo nos preoos das paaaagecs
Va ltoetoUQ
ALlboa i c?.c i :) .: 30
Soatbamrk *c?: ja '
Caaarc'. Se
Pernambaco.
Para paseagsns, traten. euco2iaei5R,3, irata-s*
tm m
. AGENTES
Auibrim Irjuaos & C.
W. 3Rna do Bom 3tao*N. 3
LEILOES
i Terca-feira. 17 do corrente, de va ter logar
o leila de movis, lotea eery-taes, aocunciado
para a casa cm que moroo o Sr. Jas Joaquim
Goncalveg Uatos, casa de esgoina oa t?Ic.aodo
Muqolnho. para oode partir as 10 horas e 28
miDutos o bond do Feroandes Vielra e /"s 10 e
1/2 horf s o trem.
L
eiiii
De 83 pecas de chita de cores, parte das cal-
as marca B, os. S00, 501 e 302, com avarla
d'gua do ruar, violas de Soulbamptou pelo va
por ToameE ealr do em 28 de Jauho ae 1884.
Segunda-feirg, 16 de Julho
A's i\ horas
No armazem a ra do Mrquez de Glinda
n. 4S
Por intervenc,ao do agente
Gusmo
Leilo
De 240 pecas de cambraia Victoria, sortidag,
avariada d'agua to ma*, parte da caixa n. 452,
vind de Mancbeator nu vapor Scbolar*.
Segunda-feira, 16 de Julho
A's II horas
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 4S
Por intervengo do agene
_______(nsnio
Agente Burlam?qui
3* leilo definitivo
Terca-feira, 17 do corrente
A' 1 hora da tarde
No Paco do Coocelbo Municipal de Palmares
Da9 ruetdes dos engeohos
Huma^te Gonselheiro
O agente acitr.a, por mandado do lllm. Sr. Dr.
jols de direito ae Palmares, lev .r a leilo as
metades dos engenhes Humayt e CoDselbeiro,
de accordo com os ediiaes publicados nes jor-
oaes.
SO leilo ser effeetnado depois da cbe??.da do
trem em Palmares.
P^ra icformacOes, oo escriptorio do eferldo
agente rna 15 de Ncvembro n. 41.
Grande e variado
LEILO
De bons inoveip, crystaes,
espelho?. quadros, candi
eiros, porcelanas, loucas,
metaes, objectos de elec-
tro-plate, esteiras, tape-
tes, a saber:
Sala de entrada
Quatro cadeiras americanas, 6 ditas espre-
gnicadeiras, 1 mesa de ferro, 1 sof, 1 mesa com
gavetas e 1 resfriadeira.
Sala de visita
Urna mobilia i Luiz XIV, 1 piano forte e qua-
si novo, de Cari Scbel in Cassel, 1 cadeira para
0 mesmo, 6 lacea?, 6 pares de corluadoa, 4 lau-
cas dcaradas, 4 jarros para flores, 6 etagers, i
lindo espelbo cval denradn, 2 qaadres, 2 esca*1-
radti-as, 1 tapete de sof, 1 amolada e 1 tapete,
forro de sala grande.
Sila de espera
Umi mobilia de janeo preto cem palhinba no
encost, 1 lustre gaz, 1 mesa de ceairo, 4 ca-
deiras de bataneo de janeo, 4 ditas de abrir, t
quadros, 4 etagsrs e objectos de metal e electro-
pate, e 1 esleir branca, forro de sala.
Sala dejantar
Urna mesa elstica, 1 guarda Iouc, i aparador
guarda comida. 2 aparadores torneados, 1 relo-
plo de parede, 4 qnadras, apparelbos para cha e
jantar, copos, clices, coupoteiras, garrafas,
fructeiras, apparelbos de electro pate para coi,
licorelros, tacas Dar champagne e 12 cadeiras
de janeo de guarnido.
Gabinete
Um sof, 1 espelbo, 1 lavatorio, 8 caieirns de
janeo e 1 car eir secretaria.
Sala de copa, dispensa e cosioba
Um armario para louca, 1 mesa com pi tor-
neados, 1 guarda cosida, Flandres, potes, bacas,
1 prateleira, 1 escada, 2 mesa3 de costana, sen-
do i com pedra, 1 gnarda pratos e trem de co*
sinba.
Obectos avalaos
Bancos de jardioi, carroo de mo, trem de jar-
dim e 1 maDgoelra de borracha.
Pavimento superior
Um gnarda vestido, 1 guarda roupi, 2 commo-
das, 1 cama francesa, l mesa de cama, 1 toilette,
1 lavatorio, 1 guarrico, 1 sof e 6 cadeiras Ita-
lianas, 1 laoca com repoeteiro, bracos a gaz.
Quartcs
Duae camas iguaes, 2 mesas de cama, 2 mar-
qneies, 1 caixa crivada, camas de lona, 1 can-
dkiro com 2 bicos, 1 sof e 6 cadeiras, i mesa
com abas, 1 sof antigo, 2 consolos e outros mo-
vis de casa de familia existentes na casa da roa
Viscoude de Goyaona n. 195.
Terc,a-feira, 17 do corrente
O agenta Pinto aatorlsado pelo Sr. Jos Joa-
qoim Gongalves B?stos, levar a leilo os movis
e mais objectos cima mencionados existentes
na casa em que residi, na esquina da estaco
do Mancu'.Dho.
A's 10 e 28 minutos partir o bond da liaba
de Fernaodes Vieira que dar passagem gratis
aos concurrentes ao leilo.
A's 10 e 43 baver um trem da lloba de Ca-
paraodo na estajo do Maogainbo.
Em continuacao
E 'eader o mesmo agente nm carro americano
de 4 rodas com 2 asseotos.t carraca para estallo'
i cachorro para sitio 1 v cea com cria e 1 cavallo.
O leilo principiar s 11 horas em ponto.
De madapolSes avariados
Quarta-feira, 18 do corrente
A'S 11 HORAS
O agente Pinto levar a eilo por conta e ris-
co de qoem pertencer, diferentes marcas de roa-
dapolOee, parle das caixarmarca MDSG, ns. 670
e672, desearrggaJas do vapor ingle Magda-
lena.
Em cootluufco, chitas, ootras fasendas, oiin-
desas e movis. *
'






Vi
-I
AVISOS DIVERSOS
ftlayio de Feraamboce Domingo 1S de Jnlho de
Preelsa-ge da em fdtor ca jardineiro, pre-
fenndo se portoguez;' a tratar Da roa MarMez
deOljr r. 35._________________________
Precle-se de om ciado que d fiador de
aua confiada, e paga-te utm ; a tratar oa traca
da Repblica n. 3.
Criado
Precisa-ae de um criado de 14 a 16 annos ; a
tratar aa rqa Dogne rie Gaxiag n. 91.
O o puro de linhaca
^Vende-se em barra de BO aloes a 2*900 o
galn ; a tratar no largo do3 Coelhos n. 13, na
desiilacSo dos Cjelhcs.
Precisa-ce
Na roa Ba so de S. Borja n. 63, precisa-ae de
tusa criada para andar com ama enanca, paga-
se bem.
Realejos
Antuaio da Costa Mure ir
Candida da Fjote Moreira e saaa iiibaa coo-
vidam oa seos prenles amigos para issistl-
rfm as m.ssas que mandara celebrar por alma
do seo praneado esposo e oai. Antonio da Costa
Morelra, na ma ni Ja Bua Vista, eegocdi-feira
16 do co-reol", 1- anniverssrio dj seo fallec
menio. pelas 8 orss da raanh, e agradecem
desde j sos qoe tompaiecerem a este ac:o de
Importantes realejo?, os melhores qoe tem
vlndo ao mercado ; tenuese na relojoaria David
ama do Caboa n 14. Precos baratsimos.
Caixeiro
Pr^ciia-se t'e doj caixe ro de 12 14 anuos,
com pratica de moibadoa ; a tratar no becco do
Marisco o. 20.
t
ralo
Criados
Precisa-se de dons criados para campo e de
um menino para copeiro ; na Uadaleoa, sitio
o commendador Barroca.
Pharoiacia
Preciea-se de um pratico ; na Pbarmscia
Americana, roa Duque de Caxiaa n. 57.
Criado
Precisa se de um criaio
3. 28, bo'cl.
no becco do Padre
Olinda
Veide-se nm prende chalet e st'o na roa dos
Milagree d. 2, a? chaves esto nu Varidoo-o.
loja di Salvador a tratar na ra de Sowgo nu-
mero 55.
Sisa
S
Aluga-se a om n. 36 ra de S. M guel, na
qoal um d)o meinvrea pontos para negocio ; a
tratar no Bav de Atoaadoa
Cautellas do Monte
Soccorro
Ouro, prata e brilbantcs
Sendo de boa qoalidade e em obras aprovei-
tatole, cjmpra-se pelo maior preca do mercado :
na roa ctte.la di R:sarto c. 1. iQkiua de relo-
joeiro
Ceblas
KotM de especial qualidade, descargadas
boj" do vapor Eqs.i!eur. a pr*co feo compe-
lencia, v.ndem Macbaao Pinto & .o.rigces, a'-
rflazera. roa do Vilano o, 27.
Ao commercio
Eo uDaixo ssigoado, dtelaro que compre! ao
5r. Albino Roza & C, o e^ufcelecimeoto de mo
Ihados sito ra Vidal de Negreiros n. 23, livre
e desembaracarto de qnalquer odub.
JHecife, 14 de Jolbo de 1894.
_________________Joaqalm da Silva Araujo.
Aluga-se
r>.03 Afogados o sitio denoiiiinado Escobar, a
travts?a do Motocciotni n. 9, com um impor-
tan ? viveiro ceira-mar, c;qoPiros e msngoei-
ras d3Co tracto, cesas e mocambo.-i que daj
bem rcodimento ; a tratar na ra do Pilar nu-
mere 5o.
Jaidineiro
PreCaa se de nai qce cultive bem jardim
o'ta, rai'agc-lbe be ra ordenado ; a'rita r
casa D. 9 ra doBemflca (Mr. galena).
Comineada dor Manoel Ha
de Barros
Ppaieiro anDiveraario
Maooel Bernardina Vieira Canalcante, saa
mu her e Hlbos, Joo Marinhe de Barro-, sua
moliier e lios, Manoel Marioho di Barne, soa
moiber e filbos, L nrlndo Marinho de Barros e
Macoel Beroardino Vieira acalcante Fho roau-
dara rezar missas por alma de seo prezado so
ero, pai, avo e bisat, comoenaador Manoel
Honorata de Barros, e pedem uos tets prenles
e as pesoas de soa amizade para aasistirem a
este acto de relig!5o ecaridade, que lera lugar
na catriz da Boa Vist3, j 7 horas de manhS, e
ua matriz da cidade de Barreiros s 9 horas do
da 18 do correle, aoniversario de 8*n paa
8ameoto, nteipando des le j seos aB-adeci-
mentoa.
Manoel Jos da SMv* Uontelro
A famil a do finado Manoel Jos da Silva Mcn-
teiro, agradece peahoradissima a tudas as pes
tos8 que ee diemram acompanhar ao cemlterio
pablico os restos mortaes do mesmo finado, e de
aovo as convida para atsislir a mlssas que ptlo
eterno repouso ce sua alma mandara celetra-
na matriz de S. Jos, s 7 horas da aob de
da 17 do crreme, V" da do seo passamento.
Aproveita a occasio para, do intimo rt'alma
nypotbecar a eterna gradSo aos illu&tres Sre.
Vinato do Soccorro, ,'oao Mcndes e Dr. Siitts
Barboza, digno gerente da Errada de Perro de
lmda e Beberibe e a tedos os empregados da
referida estrada, e ao Mooie Po dos Cigarreiro
em PerDamboco. pela coadiavocSo a este acto de
re'ieiSo.
*"faclc:t Hartnt Ceattr do
iKmoclia
Manoel Marti 3 de Ac&crioi Santa Ra e sua
molher, Dr. Joaqoim M. Cesar deAmorim, Ma-
noel M. de Amonoi Jnior (aueotesj, Rita Mar-
lins Cesar de Aroorim, magoadoa com a per'a
dn soa iuditosa e nonca eaaoeelda liiraeirmS.
Francisca M. Cesar de Araorim. 3Kraducem de
coraco a *odos o< atngs que acorrpaa isram
fu ultima oo^Pa ; e de t,oo convidara tu los
os amigos e prenles para ui*tifca amista
qoeporsuc si ra mandara r--zar oa ;jtrir d
Boa Vala, s 8 hora* da minia ue quiulafeira
19 do correle, 7. Jia do seo paesamanto.
t
Feitor
Precicase de uc feitor, preferindo se porte
gooz : oa roa Impensl n. 17.
Vende-se
Um fino cavsllo p?ra relia e perfeito andador:
a ver e t-a!ar ra do Hospicio n. 83.
Aos Srs. proprietarios
Vendemse com grande dtfferenga dos actuaes
P'ecos do mercado, azulejos com lindan edres o
scrprehendenles desenbos, no largo da Airan
deea b. 2.
l'nbellnk Ij. raen nutra
Tr3nquelinB Vircs Dutra, Maria Santos Ll-na,
Francisco Lima, Lcurenco J. VirSes, Manoel Oli-
Icn Viris, convidara seus prenles e smifios
para apsietirem as roiseas que por alma de sua
prezada ix5i. av e ta, mandara celebra' na ma-
iriz ds Boa Vista, s 7 1/2 boras da manb de
18 do rorrele, 7." lia do seo passameolo.
Ao commercio
O abaixo assignado,
estabelecfdo com arma-
zem de courinhos ao lar-
go d'Assemblc i n. % de-
clara que mudou o seu
escriplorio para a ra
do Barao do Iriuajpho
Cantiga do Brum) n. 24.
Recife 30 de Junho de
1694.
____Delmiro (ouvcia
Eogenho
Negocia-se por venda oo arrendamento, com
*euda da safra fundada, acitaaes, etc., o enge-
nbo Satdade. situado no muticipio deAmarsgy,
com prcporgC.s para safrejar 2,000 pies de as
sucar ; a tratar no referido eugenbo.
Carne secca
lo Rio Crrumclo do
Sul, Machado
Pinto db Utodri-
S'iies, ariKiazcm
ra do Vicario n.
^ ^ reeelieram pe-
lo vapor JYancez
Corduaii -II-8 far-
dos com \arqne
mag-ra peirfoita
em defe i to* e
vondein om <|iial-
liier fiiantidade
de fardos a von-
lade do compra-
dor*
E' sonoro Jpara
dar bom lucro ao^
compradores
[FILULAS DI6ESTIVAS DE PANDREATINA
de DEFREfiNP


Pharmaceudco de 1- Clone, Foniecedor dos Uotpae de Pana
A Pancreatizia empregada nos hospitaes de Pars, o maia Dodprr.
tf^TZl qU? S C0,?heca' vistcomo tem a propriedade de ttr?r M
ornar ass.m.laveis nao smente a carne e os coraos gordurLos masB
tambera o pao, o araido e as fculas. Koruurosos, mas s
a?i',al.guc.'' que seja a causa Ua '"tolerancia dos alimentos, alteracSo ou I
* da sueco gstrico, inflammacao, ou ulcerares do esS ou M
g-do intestino, 3 a 5 pQulas de Pancreatna de De-esne deDoK'co-
ffln i H';"]|'re afc5anain os melhores resultados e sao por Lo prescrpS
rajpeloa mdicos contra as seguimos afTeccCes
iifalta de aPPGtite- { Anemia,
f Mas digeetas. j Diarrhea.
Vmitos. Dysenteria.
kS.mSC1* e?fcoma?al! Gastrites. tmmagrement.
Da^M^SSt,,eV0,alt08,,J acompanham a gravidez
I --iV5 *' BErKESKF, em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
iadazinhas depois da comida. mw^mm
E, autor da Peptona, PARS, e em loto u Pharm
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagremento.
AVISOCONHECEDORE^^DONASbCAZA
Para fazer Boa Cosinha
preciso Boa Manteiga
OSA I, PO II
DE
FfRES
era VALOGNES (Franga)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de 4c;do Brico, Margarina,
Azeit3 e que.Iquer corpo gordo
^^^^ QRflNDS P'AS-.FulG Ex.usi N GADET
N. 150:000
Pede-seao Sr. Dr. Jos
Goelhoda Siva, ex-premo-
tor de Barreiros que haja de
resolver sobre estes alga-
nsmovS, quando nao queira
que trags-nos para aquie
objecto que os determinou.
toa certa em S das sem ontn medicamento
JPARIS 7, Jiiouievara JOenain, 7 1*AIIIH
Decosiioa em todas as princinaes i bamiacias e IJrog&rlaP-

f
airii Candala Mnde Raposo
Elplio de Carvaltio Raposo e seo pai convi-
dara a eeus parentee e amigos para ast-istrem a
missa que por alia de eoa nonc* egquecida es
pu's e ora, raaDdsm celebrar na raatriz e Ga
raelieiro. no dia 16 lo correle, 30" dia do seo
passatnerjto, s 8 nerss da manhS, e desde ]
Aviso
Cara Amalia de Scnta Rcsa, estabelecida com
cr rfe negocio aila estrada velba e S3ntc
Aman n. 21, atifa ao poblico e a seu: fregoe-
Mi que d.-hta data em diante asaignar-se ba
pe Clara Gomes Corma ds Silva.
R^clfp, 13 de Jolho de 1894._______________
ARTISTA DJPKESSOR
A o escriptorio do a Diario
se precisa de um iuipressor
habilitado a qualquer servieo
dn arte.
antee psm os seos ctemos agadeclmeoio
cario liopn iinare
tAoreliano Teixeira Kisto e Paulina Goi-
maraes Ba^to coovidara os seos prenles
e amibos par assistirer- as misas aae,
era sun'ragio a'alraa de Cario Lopes Gui-
marae8, seo orejado cnohado t irmao. mandara
rezar na igreja da Santa Cror, tere felfa 17 do
correle, s 8 hora? da manua. 10- dia ie seo
falle: inientj, confesseodo se graios quelles que
co parecerem a e.e acto de religiao.
Doce de ara tan ha
Ciiegoo nova remessa de doce, a roa larga do
Rosario n. 30._____________________
Cunha, Lima A. C.
I'articipam ao commercio c aos seus
dignos freguezes, que mudaram o seu
escriptorio de commissoes e consigna-
foes da ra do Mrquez de Olinda n, i,
para a mesma n. io, i. andar.
Coral Hosa
Lindas vollas de Coral Rosa de i,
2, 3 e 4 fios o que se pode desojar
de melhor recebeu a relojoaria David
ra do Cajjug n. 14.
_ Pregos commodos. ______
Ao commercio
: 6s a"c.ixo asignados declaramos qoe nesta
data vendemos ac Sr. Joaqnim da S Ka Arar je o
nos o estabeleriraento de raolhado; sito i roa
ViCal de Negreiros O. 3, lire e desr mbarscado
de qnslqi'er onas, e se slgem se jalear credsr
da res pe diva Brrxa, qoeira spresentar seos li-
tle" dentro do maso de tres das, a cooiar de
beje. Rtc.'d, 14 de Jn'bo e 1894.
___________________Albino Ro;a & C._______
Caixeiro
Preciia-se de nm menino de 10 a 13 anoos.
cora pratica de raolbados a tratar na roa dos
Goararapes n. 14, dando fiador de soa condeca
Ccsiuheira
Precisa se de ama cosinheira ; na roa Dnqae
de Caxias n. 6, loja.
Casa^ra alugar
AJuga-se a metade da grande,? esticnja
*i ro "fe S. Frsoclico o. 60, piolada e catada
je ..ovo, a ama pessoa que re traa e d fia-Jor
de sua conducta; trata-se oa mesJig casa e ra
Bernardo Jos da Camera e seos Hlbos
conviJam aos seos pa entes e amigos
para astisiirem as raic-sae ane msndam
rezar pela alma de soa serntre lembrada
espisa e mal, Joaquina Wanaerkj di Cmara,
co dia <9 d) correte, 1- annivereario deseo
passarremo, a 8 toras da m.infca, ca igreja da
Divino Espirito Saoio e na capeila do engenbo
Coyamboca, e de3Je jagracecem a todos aqael-
les qoe comparecerem a este acto de regiao.
Antonio Emilio de Slica .breo
t francisca Kmia de Oliveira Abreo
convida aos sen* [renles e asigoa de
seo nnnea esqoecHo esjoso. Antonio
Emilio dt Salles Abreo, para asslslirem
a mise qoe por sua alma manda rezar
na igreja de S. Pedro, no dia 17 do corrate, s
8 horas ta manbS, 30 dia do tea fallecimento ;
pelo que se confessa eteroimeote grata.
t
Marn Amella Hevea Beta
Horiooe Leal Rei?, sea fllbo eirraos,
Justino EpamtnonriER Aatmpcao reves,
sua raalher, tilho', geuro e ora, convi-
dara aos seus prenles e amigos e aos da
sea fallecida esposa, mil, coDbrda, Giba e irm,
Mara Amelia Neves Res, para asslstirem a mis-
sa que por alma ta mesixa ser celebrada na
matriz da Boa Vista, s 8 horas do dia 19 do
correte, 30 do seu fallecimento.
t
Carloa Iopea (Inlmariea
Emilia Halliday Guio raes convida aos paren-
tes e amiuos para asaitti era a missa qoe manda
rezar ni igreja da Santa Cruz, por alma do seu
prezado esposo, Carlos Lopes Goimares, pelas
8 horas do da 17. 30* do eo passameolo.
Cario* Lupe linfmarttea
tAlipio Halliday e sea esposa coaviJsm
aos seos parent s e amigos para aseisti
rem B ama mis.-- que mandara celebrar
por alma do sea coobado Carlos Lope
GuimarSe.', na igreja n Santa C'uz, terca-feira
17 do correte, 30* dia do seu fallecimento, i
8 horas da manba.~
C-jboiaS gffWdM
Os nicos qne .em c-
bolas estrangeiras de espe-
cial qualidaue Machado
Pinto & r^cris;ues e ven
dem por pre^o baratissimo
20^000.
Armazemrua do\igario
n. 27.
Ao publico
Tendo se extraviado do poder do abaixo a?-
sigoado nm conherirxento do Thesouro do E-la
do, relativo e uma flanea provi-oria, preotada i
favor do ex-collocior da Victoria crrese ja len
les s cauteilas n. SS8 c Ban^o Emiee ir de
Pernamboco, ooira n. 648 do 8aac de P, rr; o
bucoecut'a n. til do Banco d3 Crdito Rra,',
pede a qcem o encontrn o obseqoio de ec-re^a"-
ra do Bom Jefus o. 11.
Recife, 6 de Jolho de 1894.
____________Francisco Faustino de Brilo.
Aluga-se
aia casa com manos commodos para grande
familia, tendo agua enraoads. jardim, \iveir.>
para peixee, silio dp !-urteiras, complelEOjacte
morado, ImLa de bonds a por'a, gosando-te de
erna vi la sgraaavel, scada dita casaao largo
-da igreja de Samo Amaro n. ; as chaves par
vel a 8cnam-fe depositadas era casa de ssebris-
tao da igreja junto a mesma, e pira tratar se de
alngamento, na pnarmaria Concelgo, roa Mr-
quez de Olida.
Ao commercio
As abaixo asignadas declaran que nesta dsla
venderam livre e desembsracaJo o seo estabe
lecimento denominado Restsurant Parla, silo a
ro do Bippj Sirdtha n. 1, ao Sr. Maooel Mece
zes Scblappe.
Recife, 11 de Jolho de 1894.
Helena S verina dos Res.
_________________Emlia Braon.
Cachorro Galguo
Desappareceo do sitio de J. Bailar Pasaagem
da M-gialen" om peqaeDo cachorro galgo de
ama n) c', caf cora lelte claro: qoem o acnar
oo der noticias do raesmo, eer rallBcado.
ola iiisitpza
Na loja de calcado a ra do Bom Je-
sii8 n. 21, tem para vender.
Cosinheira c ciiado
na roa da Palia i 40, pagote
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUIRTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em prz'ar os Convslescentet,
as psssoas idsas,
as Uulheres, as Crij-.gas dbit
a as Ptssas
tracas de Constituioi.
(M

:>.
COM QUINA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOnsCAL
Contpoato
eom Substancias necessriaa
kjndispensareis na
formagao a no desenvotvlmento
da Carne
ir.jscular e dos Systemas
nervoso?, e ossosos.
combatir a Anemia,
ica, a Maje critica, a
_lgagi m Pemambueo : TBAX M da silva i c
t ea toia u irmuiu e Prozaria
:"
SAUDE PARA TODOS.
PIL U L A S H O L L O WAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigcm todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
w^ll^f^ft?0*"?0? delIicadas- e s" <''" valor ncrivel para todas as enfermidades peculinc
ao sexo femmino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para os pestow de idade^ncaS
a sua eflicacia e incontestavel.
Essas medicinas si> preparadas sfir.ienti no Eiabelecimenlo do Profesor HoLLowAr,
78, HEW 0XF0BD STREET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendemss em todas as pharmacias do universo.
O. compradores sao convidados respeosamente a ute a. rotla de cada caca e Pow >e nio teem duecsaa. _
533. O.vford StlWt, dkl alsicacoes. ^**
CURA CERTA
de todas as Affeccoes pulmonares
*-
^
capsulas
^creosotadas)
loDr.FOUENIEIl!
XTnloaa Premiada
Fzei em caza
com grande economa
A VOSSA AGUA MINERAL
anloga t aguas naturats
COM 05
CQMPRIMIDOSdeVICHY|
DE
FDIT
itiM
M
J1ID1 .
al< m\^i
Todos aquelles que solreml
Ido peito, devem experimentar!
[as Capsulas do Dr. Fournier.[
epou'foi em iod.if < pnntiptes Pnarmami
do Braitlf.
FALTA DE FORCASf
Anemia, CltloroBit, UebiliUntttj
M:rtrnuitfti>
CURA RPIDA R CKRTA PELO
dPEPTOHATO de FERRO ROBIH
sursaturados com agua das fonte
' BRILLE, CLESTINS, HOPITAL,
HAUTERIVC, S'-YORR, Itc.
PAR 2 23, Aoenue Victoria PAR 12
Precisa-ee
betn.
Sal
Aviso
Vende-se de aoperiur- qtjslidadB; para nter
raacoea, no larga do Corpo Santo n. i, prlmelro
Acha-se nesta redac^ao
uma carta urgente para se r
entregue ao Sr. Daniel No*
gueira.
m Olinda
Vende re bom doce de cajo' neceo ; a Ireta'
na ra de Matosa Feelra n. iu : a lamben om.
boa machina de vista.
Bichas de Ham burgo
Vende-se em Rransea b
jppllea-ce ?entoas ceceas
as LaranpeiraB n. ii
NICO TERRUGINOSO
i'fioa Rec'"'ac/(fo assimilavel e prferit
^gSg P*'os melhorei mdicos do mundo.
Deicooiiir-s dai tilsifcicof imiracoei.
POR ATACADO t
13. Roe OrenIer-8>-Lacare. em PABIf
lQap9j/fo em forfat es priitO,pacs P^irirata,
^4/ ~ LAIT ANTPHtUQUE ^
fn o leite antef:elico O
^r paro ou misturado oom agua, dissipa
BARDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS-RUBRAS. BORBULHAS
ROSTO SARAB'JLHtNTO
E TARINAGEO ATA-,
>9 RUGAS o?
RUGAS
A TR1VIATA
8")-RA DA IMPERATRIZ-80
Alberto Teixeira Bastos
GalSes pretos e vidrilho.
a pallasa
Grande sortimento de fitas e bicos.
A Traviata
Variado sortimento de brinquedos.
A TRAVIATA
Espelhos mgicos.
lXsenhos para bordar.
A Traviata
BalSsiuhos cbinezes para illuminaco
A TRAVIATA
Setinotas e sargelins todas as cores.
A Traviata
Papel de seda para flores, todas
* ESCOLHiDOS J5^
CO O O co L CE LOCO O o < U. L Q OLEO PURO DE FIGADO DE SACALHAO DE LANNAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que Ihe do a preferencia, o re-ceitam cada dia para todas as doencas Pulmonares, Escrfulas, etc., e o consideram o mais puro e rico em PODES MEDICINAL QUE 6E PRESENTA AO PUBLICO 1 O (Si > O O 05
# E MAIORES ^
Amas
Na Capoost, rra !ac C eoolsg d. i5 A, pre-
, da Dma cosinners e de cma criada para
mer.iofg, tformiodo Ama e criado
Precisas? ie ouii de cm criado na
JUsLaipafJ:) Roraia n 30.
PiPCP8-3- re orna em ?inb3r e faxer
pfquecoa arrai |m 11 ferial n.
104.
Ama
Prpciga-fe de orna toa para cotinbar em casa
du peqoena familia, que d Ion r.tie.-tado de
6B3 condo''ta p dorm em .-esa ; a trotar na roa
do Greepo o. 8 A loja de chapeo de sol.
Ao commercio e
publico
ao
Os abaixo assignados declaram ao
commercio e ao publico em geral, que
desde o dia 30 de Junho pp. que dissol-
veram amigavelmente a sociedade que
tinhamos no cstabelecimento de calca-
dos sito o n. 7 da ra do Livramento,
sob a firma de Nicanor & Irmao. RetJ-
rando-se o socio J0S0 Agripino Alves
de Araujo pago e satisfeito do seu capi-
tal e lucros, e ficando de posse do acti-
vo e passivo o Sr. Nicanor Avelino Al-
ves de Arujo.
Recife, 12 de Julho de 1894.
Joo Agripino Alves de Araujo.
Nicanor Avelino Alves de Araujo.
Caixeiro
Preclsa-se de nm caixeiro com pralica de
moloados ; a tratar ta esirada velha de Saoto
Amaro n. 5.
Caixeiro
P'ecsa-se de om caixeiro com bastante pra
lica de molbados ; a tratar na roa da UniSo nu-
mero i.
Cosiziheire
^recsa-se de um; a ra
Nova n. 16
Ao public i e ao com-
mercio
Antonio Jos da Silva Braga avisa ao
publico e ao commercio que o Sr. Joao
Baptista A. de Mello deixou de ser em-
preado de sua refinaSo desde o dia 30
de Junho prximo passado e nSo se res-
ponsabilisa por debito algum contrahido
polo me3mo.
IPYRANGA
Fabrica de Charutos
DE
Sm?iES S3LISAI2 & C.
S. Flix Baha
Os exellentes charutos d'esta nova e j
acreditada fabrica, esto a venda n'esta
cidade na antiga e conceituada casa com-
mercial dos Srs.
Joaquina B. dos Reis fyC.
Succeseores
RA LARGA DO ROSARIO N. 30.
Os surperflnog cigar-
ros SAMPAIOS, vea.
dem-se as prineipaes
naercoarias e na fabri-
ca de J. B. do Reis C. Successores, a ra
Larga do Rosario u. 3
as
cores.
\ TRAVIATA
Bugiase vellas de cera.
Fundico Ge-
ral
pequeas pereca
i tarjada* ; oa ro
Vende-se
a pequea taverna da ra do Forte n. 2,
. propria para principiante ; o motivo dir-
se-ha ao comprado::.
28
[CHABLE
IBTBin B FB3DI
CHABLE
13P0.0OT CoratiYostH Goatfrtw
Ftaxoi bnmeo*
. Pordas Minina
Dehadadsa^Orgtos
UTOMUisnutjua?'
TINTURA UNHCA
instantnea
Para a barba e o cabello
(I ni .< frateo) ua prifjrji ao ilgnii Dea UTafim
Pars, nitioi, Rus Lapayette, 53
NintlUao Pe'ntmbuco:C*il DrojU ( PndgetN OBlBlCM.
A TRAVIATA
"80-RA DA IMPERATRIZ80
Seda frouxa e torcal, todas as cores
para bordar.
A Traviata
80-RA DA IMPERATRIZ-80
Leques de gaze a 38000 un.
AlfaJalaria Moderna
318Re Larga do Rosarlo18
ee de abrir unja aca alfaiaiaria, com
asplesd:do sortlmedto de caserolra, ebeviotes e
brin?, cltimas novidsdee de Pana e Londres.
A officlna dirigida por um hbil e conbtcido
artista.
Os seus -roorieiirias ptdem orna jsa no
eo eslabelecimenlo
___________CAMPOS A MAIA*___________
Serragem de madeira
a fabrica de movis, .a vapor, de Silva Fer-
oaades & C, serra-se adeira a 30 0/0 menos
do preco commom.
iad
AJlan Paterson^* V. avi-
sam aos t^eus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado eortimento de
aiadcs os mais afamados.
Sjracuse ]?
Arados a 2, b 1 !
Cubanos ns. 1 e 9 !
Nova officina de ta-
noaria
Viveiro do looiz n. 20

DE
Fructuoso &
ota
Nesla olficlna trabalba se com toda a perfeico
em pipas, ancora?, cobas e frmi para enge-
nno, e em todo mais tendente a ana arte, garan-
tiodo ser pontoal as encommeccfaa qoe ibe
torear' feitia, e para leso tem grande deposito
de madeiraa de pao wa para seo fabrico e
tambem comprare mideiras da pao carga em
quMqtier (jaaatiL'dc.
\ '
1
I
T '
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Il
ILEGfn


MIIIM
Diario de Pernainbiu'o Domingo 15 de Jnliao de f 8f4








SOB A DIRECCO
no
:a, jco baista ssksisa costa
tRameo reproduz ao natural os effeitos do vene-, I D en si diversa* punhaladn, currase sobre
no : curvase; levantase e parece apertar com as \ o punhal, para melhor erar i-<>, tvolv ts fe-
mof o seio doloi", deixindo eszapar de vesein ridis e as rasga enm furor ; depois precipita-i
quind'i gritos lancinantes) Vbre Romeo e marre) apparecem a guarda e <> p i
ijem.
ROMEO E JULIETA
TRAGEDIA DE SHAKSPEARE
Acto 5 .
BC EN A 5-' (*)
Paris
Estou morto Si mis restos de piedade
Inda conservas, abre-rae esta campa
E ao pC de Julieta me sepulta.
Romeo
Sim, o farei: Mas deixa-me fitar-Ie !
i A Pans Oh d-rae a tua mao, tu cujo nome
No livro do destino estiva escripto
Juntamente co'o meu; vou sepultar-te
N'uiu glorioso tmulo. Que digo?
Tmulo afta mas miles paraso,
Porque n elle repou.-a Julieta.
A' forca de bater, arromba a porta e o$
iouibmieHtmteabrtm: descobrese o interior de
tim carneiro como os que existen em oigamos
igreja. Alem de diversos corpos plelo, que enchem os atades vean se outros em
pe, em torno da abobada. As paredes achamse
eoberta de urna crosta de salitre verde escuro,
d su '/ne a humidade forma nos lujares subter-
rneos, /tula entrad* do carneiro, deitada
nm atade, que est aberto, segando o uso da
i 'alia, conten* um crticifu-o as mos e tem a
face descoberta : urna lampada scpu'xhral suspen-
sida abobada au/menta o horror tenebrosu ilo
I toar I torna todos os objectos lvidos.
Romeo trmulo c respeitoso ajoelhase diante
nide de Julieta.
O amante adorada, minha esposa,
A morte liorrivel, qne sugou to cedo
A BOave ambrosia de leus labios,
Nao poude destruir os teas encantos,
>o poude conquistar as tuas graeas.
Brillii ainda em teu rosto a cor da rosa,
E a purpurina cor te anima os labios.
Porque es 15o bella ainda, Julieta ?
Da que aqu eu repouso eternamente.
Qoe o jugo das estrellas inimigas
Eu sacuda atnal e deixe um corpo,
Que do mundo e da vida est caneado.
(Ao veneno)
E tu, guia sinistro do infortunio.
Tu, piloto cruel do desespero,
Vem quebrar nos parceii a minha barca
Caneada de rogar. Fatal veneno,
Eis p'r'a que te guarde!, foi para ust bora
{Tirado bolso um frasquinho que enterra o ve-
nenos abre o)
Em honra a minha amada eu vou beber te.
Bebe o veneno
Do seu ultimo olhar gosai, meus olhos,
Pela ultima vez cing, meus bracos,
Contra o meu coracao seu corpo exange ;
E vos, labios mes, na sna bocea
Deposita! nesfhora um casto beijo
lnchna-se para abracal-aj
M s nao ; ella respira, ella se agita !
Veste momento Julieta levantase lentamente,
t espectro, do fund do atade e ostentase
os fechados e o emei/S* na man. Ro-
. horrorizado, cae para traz i so vol'a a si al-
gum lempo depois.
Julieta, com voz lujnbrr
En que lu?ar estou Oh I efendei-me.
Romeo, com tramsp r
Ella viva respira e falla ain la
Anda-poderemos ser ditosos !
O destino feliz rt'uTi S momento
Dos males, que hei sot'rido, me compensas.
i: (rae-te, Julieta, oh! abandona
Bata mausao de trevas e de horrores ;
Ao? Dragos de Romeo ida depressa;
Vem respirar a vida nos seus labios,
R viver para a lu/., amar de novo.
[Pega-lhe as meas)
Julieta andandoem torn de ti um olhar
espantado
Protegei-me, meu Deua Que fro eu sinto !
Quera me falla ? Quera ?
Romeo
E teu esposo,
Teu Horneo, Julieta, que inda ha pouco
Eslava em desespero e agora exulta...
Deste tmulo sc, fojamos juntos.
{Elle a levanta e tira do atad i
Ju'iet i, retistindi
Para que empregas tu a violencia '
Bu nao consent rei... As miabas torgas
Podem me abandon ir, minha vool
nao mudar. Casar com Paria
Eu nao qu no.. Romeo meu esposo.
Romeo
Desvairad^s esto os seus sentidos !
. raa&o ; ;-titui-lbe :
Eu sou Romeo, Romeo leu esposo ;
\ ihuma torga humana sobre a trra
Pude parlir os lagos, que nos prend m,
v ., do i 10 oraco pode arrancar-te.. -
. Julieta
Reconheco esta voz ella me encanta
E anima o meu espirito aterrado.
Meu extra noao amanl i! meo esposo :
la, nh.ac d-o. Scste momento Romeo seie o
effe.loi'.o veneno t lueta em vo contra elle.
Porque me fogea lu, Rom .o querido 1
Da quj eu loque e-sa mao, di qu: cu respire
O suave perfume de tena lalwo3.
Tu rae enches de horror : rllame ao menos ;
Faze ouvir oulra voz, aK'-ui da miaba,
Nestas tristes an,>b;idas sombras
Era que vou me en errar talvcz p ra sempre...
Sinto os joeltios trmulos; me ampara.
PomoO ca mbal ando
Ah : euno posso... eu ja nao onho torcas...
Eu DeeeMito do teu l'raco apoio.
O' ven.-no cruel!
Julieta
O que que dizes :'
A tua v i) treman, oa i na labios
Descor.i, teu- olhos quaai extracto?,
A morte dse:'1: a no t-u rosto ..
i; >meo
Sim e debalde eu ludo conlra ella.
A emo^ao que sent, quando inda ha pouco
Ouvi a tua voz e vi teus olhos
Se abrirem para mira, por ura momento
Suspenleram seu curso impetuoso.
E na minba ventura e em ti smente
Meas pnsamentos todos concentrava...
Mas agora contiejo que o veneno
Corre as minhas veas.
(*> Segundo as alterasOes feitas pelo celebra
actor Garrick.
Nem cu oosso
C;ontar-te o qoe se deu .. Poi o destino
Que aqui me conduziu para dizer-te
O ultimo adeus. para morrer comtigo.
Julieta
Ah ter-mehia Iludido Fr. Lourengo?
Romeo
Nao comorehendo nada do que dizes ;
Eu 'e julgava morta, o rainha amada :
Foi a mao da cruel fatal idade
Que levou-me a beber este veneno ;
Ten atade eu vi, beijei t;us labios
E gosava a ventura inexpnmivel
De morrer era leus bracos. Mas agora
Julieta
E f j s para er-te nejte estado
Que eu despertei:
Romeo
As minhas facultades
Esto completamente aniquiladas!
Disputara entre si o amor e a morte
O mea ultimo alent de existencia.
Ambos o meu espirito atormentam,
Ambos me dtlaceram ; mas a morte
E' oais forte que o amor devo deixar-te..
Barbara sorte, sorte inexoravel
Que na porta dos ceos me sorprehendes !...
Julieta
Tu estis delirante : a tua fronte
Repousa no meu seio
Romeo
Os pas de cerlo
Tem entranhas de podra; nem os rogos.
Nem as lagrimas podum abrandal-os :
Em vo Ihes falla a voz da nalureza ;
Elles volam os flllios d isgraga
Julieta, chorando
Oh o meu corago se despedaza !
Romeo, em deirio
Ella minha mulher e para sempre
Os nossos conoftea eslo unidos.
Perda a tua lilha, Capuleto,. .
Pris nao lentes nunca desunl-os.
Ah tu podes feril-os, tortural-os.
Mas sera os separar.. Oh Julieta,
Di Julieta '.
(Cae por trra e, depo's de algn* movimtntos
convulsivos, expira/
Julieta
A tua esposa espera,
Meu querido Rooieo. E' o deslino
Que nos casa na morte, um s nos somos,
NSo ha poder que possa separar-nos.
Atirase sobre o corpo de Romeo, abrael-o e fica
tmmovel. Entra Fr. Loureneo com urna lanter-
na, um alvioo e urna espada
Fr. Lourenc.) caminhand e albinia em torno
de si
Quantas mea noite aqui meus passos
Atravessado tm este3 sepulchros !
Mas o que vejo eu ? Tragos de sangue
Mancham do monumento a augusta entrada !
Julieta
Quem a este lugar vem a taes horas i
Fr. Loureneo
Justo co Julieta est desperta,
Romeo, morto ao pe della... Outro cadver !.
E' Paris Oh quj instante infortunado,
Cheio de tanto horror!
Julieta abracinda Romeo
Eil-o a meu lado :
Quero apertal-o raais contra o meu seio ;
Nioguem ha de arrancal-o d: meus bracos.
Fr. Lou rengo
Julieta, acjliuai-vos; paciencia...
Julieta
'Ergue a cabe
l'aciencia : Quem que assim rae falla?
E's to, raonge infame, que aconellits
A quera desgragada a paciencia:
Fr. Lourengo
Que erro fatal Erguei-vos Julieta !
Deste sitio, em que a morte so impera,
Sera demora fugi...
Julieta
Nao le approxiraes
[Apanha opunhtl (/ Romeo)
Que eu com este punhal, dando-te a morte,
a morte viogarei da meu espaso.
Fr. Lourengo
Nao estranho que a vossa desventura
Vos tenha conduzdo ao desespero
lOuvem-se vozes em distancia
Mas que ruido este... O Julieta
Pujamos deste sitio. Em nossos planos
Cra poder sobrehumano atravessou-se.
Vinde. rug. O' inditosa esposa,
A um reliro de religiosas
Eu vos recolherei. Nao percaia tempo-.-
O ruido recresce. Eia fujamos
(Quer ajudal-a a levantarse e ella o repelle/
Oh a guarda approxima-se... E cu nao ouso
Aqui rae demorar um s momento.
J. B. Regueira Costa.
GRIHI19L9GIIE BSTATIST[6\
(Se)
Julieta
Deste lugar retira-te; eu nao quero
D'aqui sabir. -. Mas que objecto eu vejo 1
Um frasquinho... foi elle certamente
Que ao meu pobre Romeu roubou a vida.
{Pega no frasquinho c v que elle est vasio/
Foste ingrato em havel-o esvarado
Sem deixares sequer urna s gotta,
Que aproveitasse tua esposa amada.
Quero beijar teus labios inda queot*#. .
/Ella o abraca)
Talvez que ahi recolha algumas gottas
Do veneno subtil, que deu-te a morte :
IA guarda e o pagem entram na igreja sem
serem vislos/
O ofDeial
Vem guiar-nos, pagem. Que ca minti
Deveremos seguir T
Julieta
O qoe qoe escuto ?
Oogo urna voz... O instante abreviemos.
O' ditoso punhal,
^tt'ra para um lado a bainka)
Eis a bainba
Que te convm embebe-te em mea iitt:
Enferruj te abi; deixa que cu metra t
a nova eschola penal, 1io db ja-
neiro 18j-1, eosuicidu na capital
Federal, pelo dr. viveiros de
CASTRO.
Nao me porm:.ttem,npsito momento,
os meus affazoros rejigii urna analy-
sc dotalhada sobre os t -aballios cri-
minolgicos do meu insigne amigo
Dr. Viveiros de Castro ; porom, por
inaioreso maisexgottantos que sojam,
nv< consentirao sompro que traduza,
em phrasos rpidas, o enthnsiasiuo
que me despertaram o a confianza
que fizoram em mim nascer de que
a sua propagandasert'ocunda.obtun-
do maior numero de proselytos do
iiui! aquellos que aqui no Rocil'c bata,
lliam pelos meemos principios.
Dop >is dos Menores e /orcos do T jbias
Barreto, do Eusaio penal de Joao Vieira
do Araujo o da Philocritica de Artliur
Orlando.om quo anovaorient.ir.-Viori-
minologioa vempoucomaisdo que in-
dicada, apparocoram.aqui noRecife,o
Commentario philosophico e critico ao c-
digo criminal polo msalo Dr. Jo&o
Vieira qu -, sompro incansavel, antes
inosmo do publicar aquello voluinoso
livro, derramara, polas columnas dos
jomaos desta capital, muitos escri-
ptos no intuito do tornar conhecida a
oscholapositivo-naturalisticapolaqual
nao esconde suas sympathias e por
cujo triumplio empenhi as energas
de seu talento.
Dopoisdo Tobas Barrote, a Facul-
dado do Diroito so tom, por assim di-
zor, completamente saturado com o
concoito sciontilico do diroito em to-
das as suas modalidades e nomeada-
monto do direito criminxl. Em pre-
leccos, om palestras sci3iitiicas, em
publicacoesvarias hao sido dobatidos
oolucidados os pobleinas quo mais
intimamente intorossam ao destino
o alcance das novas doutrinas sobre
o phono'.neno do crimo o os meios do
oppor energas estimulantes e restau-
radoras perniciosaac;ao dissolvente
de que o ello dotado.
Mas quem quo fora de llecifo co-
nhoco o que por aqui so l'az.quom aqui-
lata, por exomplo, do valor altamente
scientifico das prelecc63sdo emrito
professorde medicina legal, Dr. Pon-
tual, que famili irisou seus discpulos
com a intuicfto aova da criminologa
positivo-sociolgica? Quem leria o
bollo estudo de Adolino sobro a Nova
esclwla de direiio criminal (1), quotn
sabe ijue Eugenio do Barros um
fervoroso cultor da anthropologia e
da sociologa criminaos"!'
Parocc que ninguein, visto como o
precioso livro de Viveiros do Castro,
a Nova esclwla penal, quo tam bem in-
formado so mostra quanto sciencia
eurona, nao tem ama phrase a esse
rospito, a nao ser quando destaca os
nomes do Tobas Barrot i e Jofto \'ioi-
ra, as suas paginas do prefaccao.
Eoqueamrmo do Reoife, podera
applicara outros ncleos do norte da
Repblica, Babia, por exemplo, cu-
ios limites parece que nao conseguiu
transpor o criterios > estudo do Dr.
Nina Rodrigues sobro o crneo do cri-
minoso Lucas.
Era prociso que algucm falasse de
um ciino elevado para o qual cjii-
vergissom todas as vistas, que esso
alguom tivesse por si as soduecos do
talento brilhan;u eda oxposicao attra-
bente i>ara que pudessemos osperar
que os benficos resultados da bella e
mascula douirina da eriminologia
sciontilica Jse espargissem regene-
radores sobro a mcutalidado brazi-
leira.
Nao sei si outro so adiara melhor
talhado do que Viveiros de Castro
para realizar galhardamente essa em-
preza. Oquesei ealfinno que le-
vou-a valentemente a sou tormo eom
a clareza, a simplicidade e a eloquen-
cia oxigivois om livros do vulgarisa-
cao.ecomo criterio, o preparo o a
OTientac&O iudispeus-i''eis a quem
fala mocidade, na qualidade do mos-
tr.
Falo om vulgarisacao ; mas nao so
imagine que o livroNova esclwla pe-
nal, nao se aclie enrequecido com ob-
servacoes do auctor cc-Ihidas no es-
tudo e na eontemplaco dos Tactos.
Absolutamente nao. Castro, eom i
promotor publico na Capital Federal,
achava-se em posicao bem ade juada
para ver o crime om ebullica <, e
s ube aprovoitar-se do museu de his-
toria natural do crimo, que tinha do-
antedosolhos cuotidianamente, para
tirara provas tbeorias que us livros
dos mostres lhe offerec im.
Um dia, bom possi rol qu i escre-
vendo mais desoanoadamente, disc i-
ta, com o illustro auctor da Nova es-
cJwlapenal, alguns ponctos de doutrina
sobre os quaes nao 110:5 adiamos de
accordo, mas hoje quer.) smente dar
expans&o a meassontiir.ontos dosym-
pahia por olio o de apreco p te sua
produoco. E nessi manifestacfto
envolvo o opsculo intituladoO
Suicidio na Capital Federal,
Sao fatigantesosestud js estatistioos
o posso dizer que sao desanimadores
os de ostatistica brazileira, a qual tive
occasiao tambom de pedir esclaroci-
inentos para minhas Notas sobre a cri-
minalidade no Estado do Cear (2), o,
11 irtanto, conheco-a mais de porto.
Assim acredito quo deveria ter dis-
tado mtito labor ao meu ilustre collo-
ga, a organisaco da estatistica do
folhoto a que estou me referindo.
E pona que-, desdo logo, nao tivesse
elle tirado, das cifras colhidas, todas
as conclusSos om quo ollas serian
fecundas, interrogadas por pes^Pt
11a competencia' e habilidade.
Em todo o caso o sarvico realisado
grande. Sinfto iraaginem. A obra
laureada de Morselli sobro o Suicidio
(3), que ventilou todos os problomas
attinentos com esse phenomeno bio-
ethioo, ostudando-o. minuciosamoate
nos Estados eurjpous e mais ligera-
mente nos nao europeus, tove de pas-
ear em silencio onossi paiz, porque
somonte os Estados Unidos da Ame-
rica do Norte, aArgentina, as colonias
francezas o a Australia poderam offe-
rocer-lhe dalos estatistioos organisa-
dos. Hoje um outro oscriptor que
tente qualquor ntonographia a esso
respeito, seguindo .s pegadas de Wa-
gner, Salomn. Morslli, Lombroso o
Boismont, j nao encontrarao silen-
ciosa a ostatistica de nosso paiz. s
esta considoracao nos mostra quam
valioso o trabalho quo Viveiros de
Castro acaba de levar conclusao, or-
ganisando a ostatistica do crime na
capital do Brazil, o 11 vinte anuos, de
1870 a 1890.
Parece que afinal comecamos a es-
tudar.
Clovis Bevilaqua.
(3) // Suicidio, saggio do statistica
moral' eomprata, Milano 127'J.
!^P
O PINTOR E O POETA
Conclusao
* i
(1) In Revista acadmica do Recife,
1891, pag. 27eseg,
(2) Revista acadmica do Recife l8gi.
Finda a cerimouia fago tencao do
darcartasderecommondacaoaainbos,
a Estevao para o mostr V'elasquos, e
a ti, mancebo, para Felippe 2.-
Para o ro Feliupo 2.- !... E o pa-
dre conh6ce-o ...
=Seoconho(;o !...Muitoe muito ;
e cont gozar para som ello do algum
crdito : antigamonte fazia elle quan-
to eu quoria... Boas tardes : Deus os
acompanho.
0 pintor o o poeta obedeceram
ntimacaocomprohondida nestas ul-
timas palavras e encaminhavam-so
para a porta do claustro ; mas de-
pois de fallarom baixo um com o ou-
tr i, voltou-se Estevao para o padre,
quo ainda contempla va corn corta sa-
tisfacao as armaces e a eca Se-
nhor padre ia a dizer-lho
O que queres i Falla, o avia-te ; por-
que sitito a communidade quo vem
as vesporas. Receamos que nao
queiram liar-nos alguma cousa na
pousada. E se podesse dispensa? a
oeca d'ouro quo me prometteu om
recompensadas pinturas...
Nao foi urna, foram doz .. E o
roligiosjvasculhou as algibeiras, e
s achou urnas tros pesetas : riu-so
com a descoberta, e disse para os
doisTomein que quanto hoje pos-
sii 1; os gastos das oxequias me tem
lado cresta bolsa; mas amanha
hoido de recober um quartel d'u na
pensao do vinte mil pozos, solveroi a
divida, acabando o ollicio dos defun-
tos. Esperem por mim na igreja.
Como os frades noste intervailo
tam chegando, e tomando assento
as cadeiras do coro, fr. Arsenio se
lhes foi juntar a toda a prassa, aban-
donando os seus protegidos, que lar-
garan} a rir olhaudo um para o ou-
tro.
0 pairo digno (disse o mais ye-
Iho) promette-no8 ouros mftoscheias
e nao tem no peculio com quo pague
a cuna e aceia de dois pobres artis-
tas, como nos. Embora ; resta-ni a a
codeado pastelo paracear-mos; esse
dinheiro basta para reforjar a borra-
cha ; e os degraus da portara, que
nos sorviram de moza ao almoQO nos
daro cama por esta noite quo pro-
Uo estar amona. E dosto modo
amanha estaromos.lostos para ser os
primeiros a assistir pompa fnebre
que tanto inquieta aquello frado.
3.
Era alto o dia, quando os dois ami-
gos acordaram ; e por mais tempo o
somno pesado lhes cerrara as pal-
pebras.se nao fosso o estrond> que
ram as portas da igreja, gemendo
nosgonzose abriudo-se de par em
par. Ja os brandos scintillavam
accesos, e os frades, com as yestes
sacerdotaes, s esperavam pela cune
tara dar principio aolemnidade.
Estevao o o seu companheiro doram-
se presea a entrar na igreja para oc-
cuparom cominodamoiite um can! 1
iro da nave, donde podessem ver
bom, sem serem vistos.
-Quando o tropel da gonto ontu-
ihar a igreja, ninguein dar f do nos
(disseopintor)oup idoreiaqui a vou'-1-
dedesouliarumbosquejodesteespecta-
culo curioso. E' urna boa fortuna que
0 acaso nos deparou e de quo muito
folgo. Vamos ver o rei, t idos os
magnates e damas da Corte,eCarlos ."
sobre tudo Carlos ."!... Quanto me
tarda j poder de meu vagar contem-
plar aquella fronte ospacosa o forte,
donde sabiram tantos pnsamentos,
que abalaram o inundo !... Onde se
pora elle durante a singular cerimo-
uia do sou l'un 'ral !... Qual ser a sua
attitude e presenr, 1 u ste acto?... Mas
ja ts frades ?ao para o coro, e s nos
estamos na groja !... Que o roi, da
crte e de toda multidao do.povo, de
quehbnte a nos fallou Ir. Arsenio
ti .ss 1 amo .-... E ocaso que o offi-
;io fnebre oomepa... l sobom os
pa Ires ao altar.e o os cantores en-
1 it.ii o introito.
C > n olfato, priacipiou-so a missa
lo defuntos, o durante ella toda a
nave estovo deserta. Ninguom veio
oceuparo throno regio destinado, no
ir do estilo, para Filippe 2.; nin-
guom tomou os assentos magnficos
aderecados de proposito para os gran-
d e senhoras da corte. Nao se
lembrraolilhodequeseu pai lhepodi-
ra oraches piodosa; nem os cortezaos
de que o imperador, cujo bom agrado
tanto d'antes sollicitavam, os cha-
mara naquelle acto melancholico
^pafb junto de pessoa Tinha urna cer-
ta sublimidade, um terrivel nao soi
que, aquella prifunda solido, aquejl-
le osquecimento de todo o rospito,
do toda a piedade para com quem t-
I nha sido Carlos 5..
Finalmente, terminado o officio Es-
tevao o seu amigo, segundo a con-
Ivencao da vespora, doixaram-se icar
'no templo ospera do fr. Arsenio.
.Tinham-so retirado os padres e aco-
' lytos do alta'- o a communidade do
coro, eis quo os dois mancebos ou-
viram suspiros que sahiam da eca,
aixitou-so o panno mortuario, levan-
tado por mao trmula, e cahio, fican-
'do patente um rosto pallido e contra-
| hido por urna expresso de dor e ajo
; mosmo tempo temerosa Era o
padre, quo hontem ordenava os pre-
parativos do officio de defuntos; mas
dlvisava-so-lho urna certa magostado
que suspendeu os dous mancebos pe-
netrados de asso;nbro e respeito.
Ninguom! (exclamen o padro.que
figurava um resuscitado) ninguein !
Nem um s se lembrou do imperador
Carlos .! O' horrivel nada das gran-
dozas humanas Dous meu O' met
Deus Abreviai as fataes e duras
proras : chamai-me vossa adoravel
presenca E acabando do desembara-
car-se do involucro lugubro, sahiu da
oqa, prostrou-so ante o altar o orou
fervorosamente com lagrimas o so-
lucos.
No ontanto nem o pintor nem o
poota ousavam approximar-se ao re-
ligioso ; porque j conheciam |quom
ora ; achavam-so com Carioso.0. Le-
va ntou-so este depois de dilatada ora-
cao, e lampando a vista ao redor de
si desoortinou Estevao e seu compa-
nheiro; fez-lhes signal para se choga-
rem, o ambos obodecendo trmulos
ajoolharam aos pos do imperador que
lhes ostondeu a mo e os mandn er-
guer.
Nao me tributis essis demonstre-
coes de respeito ; bom vo les, meus ti-
lhos, que, para o mundo como para
Dous, j nao sou senao fr. Arsenio ;
nem ja de mim ha essa lembranca
vaga, outorgada aos morios, e que
lhes ronde procos pelo eterno repouso
de suas almas!... Estevao, toma
esto rologio, nica joia que me resta
do minhas antigs riquezas... o tho-
souroiro de Filippe 2." ainda nao pa-
gou o quartel da minha^ponso, ven-
cido ha quinze dias : nao tom um pu-
nhado do pesos duros para me dar !...
Porom eu vou oscrover a Velasques
a teu favor e rogar-lhe que te admita
ao numero de seus alumnos. Diz-me
agora o teu nome todo ; devo sabel-o
para o mandar a Velasques. Nao
tons que temer traico minha.
Nao me envorgonheis mais, se-
nhor ; chamo-me Estova > Munllo.
E tn, meu litterato, em que te po-
dorei ser til ?... O meu crdito
millo na corte, como acabaste do ver
o a minha recommendacao, om voz de
aproveitar-te, te aearrataria dissabo-
res o persoguicos, como as quo l
prom >vom ao padro Bartholoineu,
quo fra meu confessor. E vordade ;
o imperador Carlos o fr. Arsenio nom
por isso pareccm muito orthodoxos
iuquisico o a Filippe 2..
Senhor ; (responden o mancebo)
s duas graeas tenho a pedir-vos, que
bas'a-n pira me encherde satisfaco
e de orgulho.
Falla, que eu t'.is concedo.
A primoira o pordo das insen-
satas palavras que hontem em vossa
real prosenca profer.
Nem dellas j me lombro...
A segunda, a permissao de toe ir
com meus labios essa mao gloriosa.
Vem a mous bracos (lhe disse
Carlos com visivel commoco d'al-
rna). Soldado e poeta, s digno do
abraco do imperador !.. Adeus,
lilhos, ido encetar no mundo a vossa
carreira : oxal qu as artos o as le-
tras vos deparem mais grata o menos
olorosa gloria do que essa que me
custou a supportar sentado no throno
imperial! Adeus.., Poqo-vos que v 4
lembreis algumas vozes de fr. Ar-
senio.
Nunca esquecer esto dia a Mi-
w el Cervantes bradou o. p 'ta,
beijaudoa mao do imp irad>r: !>' >
vao Manilo o imitou ; e Carlos i. es-
I mdo a doxtra sobre as cab
d'ambos lhes doitou a benc&o ; limpou
comogrossopanno;da manga algunas
lagrimas que lhe despontavam nos
olhos, o tomou o camiuho da sua
celia.
Os dois companheiros partirn) em
seguida para a curte de Madrid : Mu-
rifo, aproveitando as lices do Velas-
ques, veio a sor um dos pintores mais
insignes o fecundos da eschola hes-
panhola ; e Cervantes, tomando por
guia nica o seu pasmoso engenho,
compoz os immortaes livros de D.
Quixote, o morreu pobree sem premio
.Ta patria, a quem na milicia o com a
ponua servir. Extr.
GHIMIGA
Elementos de elmica geral
PELO
Dr. Euzebio Martin- Costa
Capitulo V
(Continuaco)
THEORIA ATMICA
alton foi o primeiro que teve a idea
do explicar as corabinacoes chimicas pela
hvpothese dos tomos, que se justapoem.
"Da hypothese atmica Dalton deduzio
a priori a lei das proporcoes mltiplas,
lei que depois de ter recebido a sanecao
da experiencia, tomou-se um dos mais
solidos fundamentos 'esta hypothese.
A theoria atmica explica perfeitam n-
ta o facto dos equivalentes, isto que os
corpos entram as combinacSes em quan-
tidades que affectam a raesma relaco,
ainda que variando com cada um d'elles.
Na theoria atmica, o equiraleates doa
corpos tonam-.se, pois, os pesos de seus
tomos, comparado com o peso do tomo
de hydrogenio tomado por unidado.
Supponha-se que ura tomo de oxygenio
gose o mesmo papel que um tomo de'
hydrogsnio, que os dous possam se sub-
stituir tomo a tomo em urna combina-
cao clnica : ora, a experiencia demons-
trando que 8 partes era peso de oxygenio
substituem 1 parte de hydrogenio, se-
gue-se que o tomo de oxygenio pesa oit
vezes tanto como o tomo de hydrogenio
e portauto o peso atmico do oxygenio
seria 8.
Admitta-ae agora que, para substituir
um tomo de oxygenio em urna corabi-
naco, sjam precisos dous tomos de hy -
drogenio ; mas, como 1 d hydrogenio
substituido por 8 de oxygenio, 2o serSo
por 16 de oxygenio ; este facto nos leva
a admittir que" o tomo de oxygenio pesa
16 vezes mais que o de hydrogenio e
portanto o peso atmico do oxygenio ser
representado por 16.
O numero oito encontrado indica sim-
plesmente urna relaco ponderal 6em
o.nsiderajo a tomo, e representa o
equivalente do oxygenio e nao o eeu peso
atmico.
Da mesma so'te se chegar a conhecer J
o peso mollecular dos corpos, urna vez
couhecido o peso atmico dos seus com-
ponentes, sendo este comparado com o
hydrogenio tomado por unidade.
DetermtnacSo dos pesos mollecular es.
A determinacao dos pesos monoculares
dos corpos funda-se especialmente na hy-
pothese emittida por Avogadro, e desen-
volvida posteriormente por Ampre, as-
sim emunciada : em volume igual todos
os gazes, as raesmas condicoes de pres-
so e de temperatura, contera o mesmo
numero de molieculas
Ora, partindo-se d'este principio com-
para-se, per exeraplo, volumes Mguaes,
as mesmas condicoes de pressao e de
temperatura, de choro e de hydragenio ;
encontra-se o volume de chloro pesando-
33,5 mais que o hvdrogenio, pelo que se
conclu; que a mollecula de chloro tam-
bem pesar 35,5 mais que a do hydroge-
nio ; mas a mollecula de hydrogenio se
compe de dous tomos e o tomo do hy-
drogenio metade da molhcula.
Urna mollecula de hydrogenio pesando
portarto 2 intituitivo tambem que a
mollecula de chloro pese 71, porque
o peso 35,5 duplicado.
Ve-se, portanto que o meio empregado
para duterminac&o dos pesos molleculares
dos corpos, funda-se no conhecimento
exacto da densidade do vapor d'esses cor-
pos, tomada relativamente ao hydrogenio,
multiplicando-e depois o numero que re-
presenta essa densidade por dous.
Mas a3 densidades dos vapores sao to-
madas nao em relagao ao hydrogenio, mas
em relaco ao ar atmospherico, de modo
que, para chegar-s^ ao resultado pratico
desejado, ser preciso ter-se conhecimen-
to da densidade do ar em relaco ao hy-
drogenio. Este numero j conhecido
e representado por 14,44 que multipli-
cado por "2 ser 28,88.
Praticamente, obter-se-ha o peso mol-
lecular de um corpo, multiplicando o peso
de sua densidade de vapor, tomada rela-
tivamente ao ar atmospherico, por ".8,88.
Nem todos os corpos, porm, podem
passar ao estado de vapor, pelo que o
processo empregado para a determinacao
do pes > mollecular, fundado no conheci-
mento das densidades, nao sempre exa-
quivel e d'ahi a imperiosa necessidade de
e:npregar-se outro meio, favoravel as con-
diro9s d'esses corpos, que nao passam ao
estado de vapor.
Lanca-se mo dos meios indirectos e
n'eatas condicoes figura-se duas hypo-
t beses.
Na 1.'hypothese os corpos nao se vo-
latilisam, "mas podem se combinar com
outros corpos ; 2.' hypothese : os corpos
nao se volatisam e nem se combinara
com os outros.
1.* Hypotliesc.Seja o acido stearico o
corpo de que se deseja conhecer o peso mol-
lecular. Este acido nao se volatilisa,
isto nao passa ao estado de vapor, mas
combina-se com o potassio e n'esta com-
binado, que se faz em proporco certa o
conhecida, deixa'desprender urna quanti-
dade de hydrogenio equivalente a quan-
tidade de potassio.
Este acido tem as maiores analogias com
o acido actico, que tamhem se combina
com igual porc>o de potassio e deixa des-
prender a raesma quantidade de hydro-
genio. Ora, este ultimo corpo suscep-
f'vel de passar ao estado de vapor.
Sendo assim, determina-se o peso mol-
lecular do acido actico, que a experi-
enc ia demonstra ser 60.
Em 80 partes de acido actico 1 de hy-
drogenio substituido por 39, 1 ds po-
tassio : procurando-se saber qual a
quantidade de acido stearico que pode so
combinar com 39,1 de potassio e elimi-
nar 1 de hydrogenio, se achara que
"84, palo qne se conclue que "284 partes
de acido stearico sao perfeitaruente equi-
valentes a 69;partes de acido actico ; mas
60 de acido actico representam o seu
peso mollecular, logo 284 representaro
tambem o peso mollecular do acido stea-
rico.
2.a Hypotluse.k. substancia nao
voltil, nao passa ao estado de vapor,
nem tao pouco se combina com outro cor-
po ; n'astas condicoes submette-se-o ac-
clo dos reagentes, que o destroem, tran-
sformando-o em outros corpos aovos, sus-
ceptiveis de passar ao estado de vapor ou
de combinar-se com outro corpo que ex-
perimente a mesma aejo.
V-se, po:s, oue esta ultima hypothese
nao pode dar resultado preciso, em todo
caso ; apparecendo em urna analyse um
corpo de que nao se possa chegar a conhe-
cer o seu peso mollecular seno empre-
gando esse processo, convera que as
transforma5oes euccessivas que se fizer, se
preste toda attenco a perspicacia, sob pe-
na de nao haver rigor na analyse chimi-
ca ensaiada.
PESO ATMICO.Dous methodos sao-^
empregados para a determinacao dos pe-
sos atmicos dos corpos.
0 primeiro funda-se no facto de que
os atoraos representam a menor quanti-
dade da um corpo que pode entrar em
reacj&o ; o segundo, no couhecimento
dos calores especficos dos'corpos.
(Continua)

y
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m
^h
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Full Text
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