Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19511


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Full Text
AMMO LXX
'*<** Ter*a-feira lOde Julho de IS1NI
tlEttdi 151
93
DIARIO
v

PERNAMBUIJO

i
'P&QP&JSD.&
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por^tres mezes adiantados. 8&000
. 15000
Por seis mezcs adianlados.
Por um anno adiantado .
30&000
2 BE jSJIdXZ, VlGUBZBdA BE VXtt
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUiJLlCAgES NA FRAN- '
CAE. INGLATERRA
Os Srs Mayence Favr & C.a, residentes em Paris18 ru de
La Grange latelire
wmmm
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianlados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
1650O
33000
100

Telearammas
Htim
""
:.ancw-ifl
..*.*,.
:: asi:
hoje sua sesso em dcmonstracao de pe- A repac gao de estttts.ira do ministerio
.,.- i *n i t-i_ <~>-4. /-\. i J0 coairaercio acaba de puolicar na uotniros
zar pelo fallecimiento Jo Dr. Octavio Ot- relaIJ0S ao prinero trimestre de m%.
chega se ao conheclmeato de jo/o
Hit) de Janeiro, 7 de Julho, ab S
horas e {O minutos da noite (recebido
na estacao as 2 horas e S"'minutos da
planta de 8 e entregue s 6 horas e 45
minutos.
O Senado discutio hoje o parecer da
respectiva commissao sobre q projecto
id<> da Cmara acerca do estado de .sitio.
O Sr. Quintn B icayuva fundamen-
uma emenda mantendo o estado de
sitio em toda a extensa'; do territorio em
que elle vigorou at 3-1 de Junho, prorc-
gandi 1 o respectivo prazo at ;1 de Agosto,
sem excepcSo das immunidades parla-
mentares.
O Sr. Ramiro discursou aceitando a
emenda. Bulhes c Vii jilio de-
fend am 1 pan :er.
iegunda-feira ser<
ap: Cmara dos Deputadi -
pare itivo ao projecto de adiamento
das >ngress >. A maioria da
commissao 1 -ia, amin >rcm.
idimento.
Segu amanh para Pernambuco. o
Di UeJinoFilho
1 manteve-sc sustentado
j) bi Londres, ha-
do, porem, a ultima hora, tranzaeges
francas a ^ e >>.; \ d.
Fdlleceu o deputado federa Octavio
Ottoni.
toni.
A commissao de marinha dessa Cma-
ra deu parecer contrario ao projecto do
Sr. J. Carlos sobre a reabertura das aulas
da Escola Navul etc. apresentando um
substitutivo que manda contar aos alUm
nos a media dos postos obtidos at 6 de
Setembro de i893.
No Senado o Sn-Virgilio Damazio
sustentou o parecer da commissao sobre
o estado de sitio, e o Sr. Campos Salles o
combateu, dtzendo que o Congresso nao
podia retrogradar como interprete da
Constituicao.
Acham-se doentes gravemente : o
marechal Baurepaire Rohan e o Dr. Ro
zendo Moni?.
Foi concedida urna licenca de 2 me-
- conferente da Alfandega de Per-
nambuco Antonio Amorim.
Abri hoje o mercado de cambios
ao conhclirn5to
a Au'trm les-e periodo
taxa de 909/32 e fechi
1$ 1 .
ge 7-32 d.
o r
l'ARTKOFFICfAL
liorna

No- circulo- officiaes garante-sc que
sao exci is relaces com o Brazil.
e'qu 0-
luc imig tvel.
Nio partero mais os vasos de guerra,
Iti le Janeiro, de Julhi
meio di Cacao s 5 horas
I o 1 tarde e entregue s -
:HSor:--
Foi tor da Alfandi I
Capital Federal o Sr. Hasselmann.
Washington,
Inlho.
- com a Italia um cor
sobre e-nigraco.
O list' de Chicago, cujo nu-
mc al ulad em 25< w, praticaram
div, irimes. Inccndia-
ram | tlacio da exp 1 quearam
ein Des
de ferro,, que o vages,
que mbem muitos ediei 1
Estao resisthdo as tro;.
Xcw-York, 9 de Julho.
aqui tizeram desordens e
pratic iram \ iolencias.
Foram por elle? saqueados e queima-
dos iri :dii is.
TIiesuro lio I'".s:J< de Per-
nanibueo
Despacho dr. din 7 de Julho de IH94
Jos Feliciano.da Silva, Eduardo Paiva Do-
"rreira ,V ('.. Compaobia Gr ai
B. Limited, Banco Einissor de Pernam-
buco, Jos de Snii'a Mi-llo \ C c conselheiro
ssis Rosa-; Silva -informe o Sr.
Dr. contador
loaqom Nicolao Feri i' seceo I
fins
tonio Gofitlvea
Perenra. Ctrtifique-se.
Jorge Jos (ros, Dr. Vicente Antonio do
to Santo c Amelia Perctti Seve.Informe
o ir. Dr. administrador da Recebedoria.
---------------^---------------
Recebedoria do Estad: de Per-
iamhu<*<
n da di 1 7 de Julho de iW I
Antonio Jos LUboa i- Uliveira, Frai
das i hagas \\ >nteiro, Santos S iva S C., Coin-
|):nilii.-i Industrial e Commorcio le Estiva, ex-
Companhia Ifeaobctnreira de Peraambuco, C >m-
panbia arril do Pernambucj. -Informe
!
laptista do Amaral.A1 I" secc&o para
os ;.\id, ; Bns.
ir 1 !- Albo u -n|ii & Deferido.
U portiiro.
,dl i. '

JXTgRIOK
o
3
Ro
e '
e
A
o calculados em.
-Ii-
Janeiro, 0 de Julho, s 6
'a tarde (recebido na
55 minutos da noite
hora e 15 minutos). -
Deputados suspendeu


ira

3,
TOS
10a
KUiOPA
V>..lriu llungrlit
(.i triduo tie ComirPrelo aas-
tro-roto e sus >-po."ov?cSo pelas
1 Os vi
1 res om eil rno da
; \ r 1 no p 11 o tr,..
1894 I cb
A baogaN,
la '
-0 D'i'-i H>\ :
ganitado pelo I)'. Wekerle An-
provi-go du yrojeco de C88au"eut'
',:vi' na camera Jos magnatas, coja
adcpco o iispraJor dt-claron n*-
ces-ariK imperador Gslnerice
da At-maoba e es M^eysres a p-o-
posiio civil e do 'ociaeote K^ssnthOa-
tros fautus.
A conveogao Ciumrrcial com a Rusta foi
eobte^ida s cmaras da Aaat'ia e da Han-
gnt.
Oadous imoerio^ coocerteni-se rp::iprocamenle
o tratamento da oag-io mu f^vorecu*
A caa-a-a hnngira appro*no-a por graDde
maiona, e igoa' foi o resltalo na aastriaca.
O eoode Wumb'sni-S'.anpicr', miawtru do
ccmmer<'io do Balado aostrluco, u'darou 1 c-
mara do, dfpctaJos qu- a Aaat'ia uao cocceae-
ti aos viudos lr:in-"ze,< a meama6 vaatateas
ndo3o?;r?s que ac i- It-lia
POR
CTA PARTE
BERTHA E RENATO
17
A inda o bracelete
(Continuaco)
Emanante a condessa, no meio de pro-
funda perpknddade, dirigi a si mesma
esta per aulivel, a criada, a
Cjn -m nao escapou o grito que ella soltara,
poz-se a examinal-a com vida curiosida-
de, .i'.ili^onciando ]er a expIcacSn de um
segredi) 1 5es fugitivas que' suc-
cessivainentc se llia paatavam na physio-
nomia.
Ao cabo de alguna minutos nofou. a
Sra. de Croy o exame de que estava sendo
alvo, e sento-se offendida.
EntSo que espera ? perguntou ella
muito seccamente criada.
Perdo, rifinha senhora... lalbuciouj
a criada ; eu esperava.
Que ? t
Eaperava as ordena de V. Exc.
A proposito de*jue ?
A proposito do bracelete perdido ..
Bertha nao pode reprimir um raovi-
mento de impaciencia, que nao escapou
criada.
Bem disse ella ; o bracelete ap-
parecer ou nao. .. pouco me importa. .
Nao passa da perda de um pouco de di-
nheiro .. Nao pens mais nisso.
V. Ese, nao precisa mais de mim ?
perguntou em seguida a criada, dando
dous pasaos para se retirar.
Nao pode ir.
A que horas aliuoc.a V. Exc. ?
Nao sei ainda.. Eu direi. Pode
retirar-se.
Aps esta intimaco, duas vezes repe-
tida, nao tinlia a criada meio de se demo-
rar por mais tempo.
Afinal retirou-se, mas muito contra
vontade. Parecia adivinhar que 1 ana que* que era extraordinario e
anormal. Farcjava um mystferio. luves-
tigava as causas da sabida myeteriosa de
Bertha, na vespera' noite ; cormnentava
a desusada perturbaco e a agitac&o ex-
travagan'e da coudessa, quando regress-
ra ; diligenciava ligar a tudo isto a histo-
ria do bracelete perdidoeaqaecido talvez
em alguma parte: n'uma palavra, urda
ama serie de romancinhos, cada qual mais
absurdo, e, digaraol-D de passagem, de-
masiadamente malvolos para Bertha.
Esta ultima, mal se achou s, fechou-se
no quarto, e poz-se a reflectir profunda-
mente.
Eis qual foi o resultado das suas refle-
x3es.
O primeim pensamento, o primeiro im-
pulso de Bertha, foi o de contar tudo a
seu marido.
Nao tardou, porm, a renunciar a este
D'ellf
commarcio extern"
l*ve a *-;,u;'te represe lac'iO :
As Kaportac.oe8 (sxceptaanda oa teaiaea pre-
ciosos) -le7araai-se, date ate periodo, a
176 miln6es e TOO i.iii (1 :iq< contra 164 mi
f.aes e 900 -nd florlos no :\r\tot-iro trimestre ae
1893) c as exprtac6i:r- a. 139 milbes e 300 lio-
rtit (coatra 179 miiboes e 8O1) mil dorio* em
1893J.
R>Italia da comparaco destes aneos que o
saldo a Mo do'fflovicneato do Wiannercio exter-
no eifr-i m rIativ o> 189, 0o i 'uilbOes e 600 mil florn*, era la
g.r 14 roiiljes f 90O ra>l flo-ias fio 1893 00
"a urna d miontcao de U milbes e 300 mil
flt-r'08.
Ro qn- dti reapeo is Irnporlages, notam-fe
*tL rela(So ao p \mito iriaesi-e do anno, un
cajelo i s produca WKOlatea : mtino, 1 mi-
V..^.i>e 600 ajii dorios ; r-vada, l iniiba 100
rr... a, 3 milliOes .: Ji'O un Boriqa ; indigc,
i liinj 700 ma florloa. Pelo contrario, no-
la- urna bsixa de 1 milbau e 30 florlos 00 al-
pJSo em rama.
Qoiuio exp'iacG?*, os acrmentos dao-se
Ova puros, 2 tailBOui e 400 mil Rorina, e noa
Otoa, t aiihao e Dfio d Oitioi. P'locoufn
rio nt '.uinies ai
'' 1 >, litio 9 e liCl) fi >rins ; ai, 1 itiinao
. e t.c 'Kiln, meio fil-
alo de flo'ins.
mtar jae o! cereaea dead-
nauoa moageo e m o pn-
Bfiro 1.1/ -s'c da I89i rer-rei-ntaia a 10 valor
CoraoTBTcial ae i jiBo-s e 0) flj-ms. eaiqoan-
'- ;c o r ^m : 1 ::(<< akporta.oease
r periodo fing a cifre o? 3 milbOer da
?orina.
Bis, por oIgo, (a es'atisUsaa rslalivas ao
era :e M.'.r^o :
hrporuc 6] ailhtfies miio J.- fl'-i..s.
(:.,oua 62 L111II16-S ^ffi Ma'CO d 1893) ;
SxporMgso, 74 aiinoy e 900 fljrine (ccn;-a
6imiiue< ttm ra co Ce 18.^3).
Ne^Ks 3gj-ioj,o iiiu ;(. ejuiprebeaieo oj
ixieUei p ecioeoa.
A t1 r-i..a-z i' .:; acab da
:.it "8 pi.oiai de ufiici 1 da iustrurjfta publiiv.
ej r'fuga
O eutbaixadcr <- Praca cid Yieatu offereeo-.
;be a iaignia eoi D-inMiies.
O imperador Francisco Jo? aceitn a d
uisaao ao br. WBrkeri*, o nacarregoo o eoni
Kiiaen Hedemrj :o Hdava', oao da Uros
r.!', c? foraiar o navo ((bnete hr.njfaro.
o p-tfuuip. vo p'esfHutc un ''.. oiflno, ro>%
:.aa tiua^aro, ao! ''i ono vo'.aram o cas--
raento c;'ii, paja regelcao prla cmara dOl ;ae?-
oa ae n ovocon 2 crise uinisteriai jnUa
Ssim qui* o DoVO >;jlii.iete ii'i ov*. tei^ito
'ri -niuaJjine ite lioerl 15 qun fuientjr? a- 1-1 a
- clrmaiicus propsaUa pelo aoterior caii'iei-.
Relaa no oatretaato e .1 Budapest r.
i'-g, Davaodu qo^s. lulo, em conai
i.di!aao d-j Dr. Wcckerie.
i 1 a ,)^:ica m& receida nos arie .,.
proin ..j '.i- i siji^ a p'imeira orilem.
"tiijj iTi-jaradiis o^^Oas ao wbit-r
iiif8ionnrio. ton o 93 liborae IhtiriJii
;. por huver-jje -s:, 1 maufeati 1. | ,
j... 1 ttOjpr j--'_; do it i, 1 za,-ii-
..'<- Rltnoioeo meeimg oa idiU, CAOcor.'i-
do pelos |i0rsoapea8 icais dis'.m toa-
Esa criBd .a-at, com efliauo, .-11 clrcumi'Ua
cas bein exiraurdinaria-, d&o tanto pelo fecto
didemiaaao do aoioeU; era si, como pe
ser cliamao > a orfpiui
loe, Duva peasoa qu< so acei-a et 1 iocnmbeocta
msalo, isa occaalonoo acriae.
!'*ra te comprebeader oem i si rancio, mpor-
:.. s,oer se uue, a despeno da \ Quea as ans
- lo Di 1 I Oa corle
;,..r'-., nu.igara ; .11 v: "- au triis do imperio,
a Huognu lem ssamo oa sua poltica inierna
om c jiciuho oppusio a esse, e ta vin aoooa quti regida por novern-w eabuiot do
pnico HDerui, que tem Boccessivsmeote Cunso
-Jdu a perletta auionouiia da uac&o fru.ya'-
detro Co imperio, ssnde o cierno desses gover-
nos o que est agor* demisiaoario, e ae qa^
era presiijnnt--. o Sr. Weckerle. ebefe 00 partido
liberal.
Propoiera se, esle estadista promolgar a le
do e-trmenlo civil ooniiaij.-io, cujo rgimen
>ie inconieelavel vaniaKfiu i.'am [aizem que as
religiOes fo variada-, e em que :od-i ellas
coniam nrmirosos adeptos ; e o imperador Fran-
cisco Jo?, apesar de seo e - caibolico, via-se obnado a cedav a essa esi
gencia, flaa da correte ,;er.il da .ipini %> a
Pilca cu reino de sanio batevio.
Na cama-a do3 depota los 1 nha o Dr. Weck-?r^
le maioria certa para a ap.provac&o Jo seu pc-
jc.o ; cao Ibe succedii, or, oairo tanto oa
dos mak"'-ta-'. i*on-a i--i 1 pnne pi'm--a[e por
ehSantoa artstocraetcos e do aira clero ciinolio.
Hura, faser i/iiiKar a sua Idea pedia elle, pois
ira" o acgainie : 1-, que esia deelarasse que
cjtsiderava a ajprowago ro casamento cnil
>'!Kitjfla craa oec'-n-'idail po'ici; J\ a 01
o"rjaoTf;t tres mcibrca vitalicio! da
iui ujj.-n^tes que anda falla noraHar; 3\ ;i co-
rcianlonsru o gaoioeie a aonaaciar ama fo--
nadd de parea (quinie condes e baroea, dlz-sei.
Or?, efgaodo parece, o imperador eslava du-
pojto a acceder aoa dois primeiros pedidos cj h
recasou-8e lermioantemeote a consentir no ter*
ce!ro, evtteniemente o mais importaote para que
le passasse oa cmara dos magnates ;em ir-
tade do qae o D Weckerle apresentoa a d;-
ir..6so conectiva do gabinete, sendo esta ac .vi-
ta.
A prlmeira vista affirara-se que e loten^o era
monareba era impedir a votacJko'de ama medica
oue repugnava sua consclencia de caibolico e
liona a oppoaico de toda a cort? que o Cerc
Basa Imuresso tica porra, destroida d^sde que
sr aaiba qae o conde Knoen Heder^ary, chami-
do para orgaoisar o novo minlUeno, aeclanqre
o sea programma ecclesiaslico e poini-ra per-
fellamefite idntico ao do ir. Weckerle. e que
s loatra coola do po-cr te poder contar com
o Bjoio deste .larimta e de todo o ponido libe-
ral ; e o qoi axiraordioario qae o impera-
dor coocede-ltie a fornada de paros que 'ecr-
soaaoD'. Weckerle, apen cojo a coodlco
de que es^e m'o s aeja eapregau apd
xaada reclelo do casamento civil obrigaorlc
pela cira>ra do* magoaias.
Parece, pois, qoe a cri.-e ministe'ia! prove>
ras do denagrauo peesoal da imperador pelo
Df. Weckerle e seoi collegag, qu: sao'deon-
geni liurga-za 00 da poqu-na- ooore^a, e qn- fi-
cario cual viaios na corte depois ns grandei
maairestaces ern boara '.: Kc-uin, do qoe !
de principios. Nao falta, porpm, qoii
a.jDpi.oha quea cn^m-jJa do conde R-,-'.-"v/vj
represeati o inampbo de ama loirlga leni-- le
a tornar impotsivei a adopcio ?do cas-.rr-eTtoci
vil obtRa:--io. e qua Francisco Jos I, dt-pi'
c'e ter conseguido urna oabstituico de patwoai
o r ootras mais de su< eico, ae n'ope ?ffec-
1U1.' una mudanca completa da poiulc h-an-
gara.
at etaoto. ':-pois da reor.iSo d '.'o.' lio
era que o paro id .:eclro-s ananl-neuia son
asrti 1 ora os actos do Dr. W-ck>'le, e o con
rn.n .-en cbe'e, lornau se pooco prova*.i- ju1
u cerne H-*de w.y consiga concitar a symoa-
UIM da cmara ; e. si dissolver eua, dillic.il Iba
sea tamben] arraooar do saifr.glo popol--
aJuj.isria solida ua 'rito-o pa-iame!io. ooia qae o
'4 lioeralijioo n cbsuvinismo magyar ao perdoa
rao nanea r-or-te se Vienna o nav-;- lejo o jo-
ao co clericalismo em defi^eoto de o>tj regi-
ajrri coaAaigrado por vate sote senos da non--
r.*u 1 uti')-, oio senao. por laoto, d-i serprende'
jgS o co ne K'iuei.-H-nervary deciioe .da mis
iiao oe organijr aTioisleno, como aflaal o fej
em face da r-saiocao >ioCiub libeal.
Nestas circo*P8l-ncia o imoerado* cuezon a
.Opc liar es i:i-afeases di poltica Da Brgaoiaa
n ao- mloisterio, qoe ir.ra a : car*.;
Brmexa muito anin ao-, loenbiado-a ao
. W-ckc-r-, que jl recan-titilio o eabinele,
- 10 imperador esia organisacSo d;i
i ds' a> :
"_ -, 1 cooselhoe ministro da fai-nd-,
Wtcke'ie ; rami'ir dos n l-an
Hieronyai; oiinistr- do comme*
co. o $ Lokacs ; ministro da da eza r.^_i
o general oarao o Fejrvaiy ; ministro da ?.p~'-
coliars, o Sr. itanfTy ; ministro da joanga, o D'.
A'.i'iy, e ministro baogaro em Vieana, o conie
Jolio AndraBay.
O laipe-auor Francisco Jos declaren qae a
c: da casamento civil era ama necea.-iJaue df
oroem poltica para o imperio anstro-boo
gar.
K 1 -ta so consagra-a j cssa le pela ado.-c.fto
definivi do projecto na cmara dos magua
tas.
A uopreasa era geral o o privo aD?t'0-hunga-
ro approvaai o facto com grandes mar.ife.-t3i;6e9
de coiteolament.
Terminadas estao aseim sg polmicas lev li-
tadas e qoe se agitavam entre altas persona-
gens polticos e alarmavam o paii.
A qnesto do casamento civil, qae estev*
qaasi a pro loan am grave conflicto entre a H in-
gr a e a corte de Vienna, leve taraDem outra
conaeqaencia, quj a oploiao publica tionaara
mostrar ee muito irritada coaira o Imperador
Goilberme da Ailemauba.
Em Budapest soube-se qoe M. Mari:h, err-
baixador da Aoat-ia em Berln, deBemoeanra
om papel bem aiogolar. 0 Imperador Guilber-
me de8ejando como de costme, ter info'iaa-
ges alm d.-.s qoo rabi'oalraente Iba forneceoj
os mini.-fi's, iiruio-se a M. Marico para qu- o
informaste acerca das manifestag-' Imhsdmjs
tas e da quesiao do casam^nti Civil na H< ng ia,
e M. M'-icn inforrooa o d; todo.
O Imperador Goilberra-', alera o'isto, qa-ndo
se encontrn em Abartzia com o Impera lor Pran-
co lose, ai| dio ao Incidente Kossu'.n e a qu^sio
docasamenio civil, iamentan1o|qae elle tivease
tanioa desgostos com a H'ingna.
Isio irntoo os migyares aoe dizem nada ter o
Imperador da AllemaOba qu ver com os seos
-godos.
Eiev am Vieuna o priucipe Fernando da
Bulgaria.
Noticias da Galicia dao contristadoras peri-
pecias sobre as inundacOeg que all tem cavido
e enumeram prejolzos colossaes.
N*s minas de Troppan deo-se tarrivel ex-
plos&o de fogo grisoo.
Alm de importantes estragos matariaee, la-
menta-aa a morte de 200 pessoas.
projecto, que tinha, com effeito, os mais
graves inconvenientes.
(3 maior de todos era tornar inevitavel
um encontr, mao armada, do Sr. e
Croy como o Sr. de Savenay.
Ora, por maior que seja a confiana,
que se possa e de va ter na santidade de
urna causa, e na justica de Deus, incon-
testavel nao haver nada mais ceg do que
a pouta de urna espada, ou a oala de urna
pistola, e descontiecer tanto una como
outra, a maior parto das venes o melhor
direito.Era, port-anto, uecessario que o
Sr. de Croy ficasse ignorando tudo.
Comtudo, como Bertha conhecia perei-
tamente que d'aili em diante, emquanto
estivesse em Pariz, n5o teria um minuto Pariz.
de tranquillidade absoluta, obrigada ai
temer iucessantemente alguma nova ten-
tativa do Sr. de Savenay, ou alguma im-
portuna revelacao feita a- Heurique, resol-
\ que a despeito di pre-
i madiet faria com c.*ue seu ma-
rido se ausentaae com ella para algum
piiz longriifiW, foss quai fosse', por onde
a demorariara dou--- ou tres atinos, e onde
sem a minima duvila, ackariam de novo
a sua to ameacada felicidade.
Digamos de passagem que a abomina-
vel iuadiuiacu, de que a condessa esti-
vera a ponto de ser victima, tivera pelo
menos um resultado bom. Bertha deixra
de sentir ciamos. Comprehendeu que o
Sr. de Savenay n&o devia ter recuado ante
nenhum embate, para dar s suas menti-
ras apparencia de verdade. Por conse-
guinte punha em duvida todas as aecusa-
c5es formuladas contra sen marido, in-
cluindo mesmo aa que tinaam funda-
mento.
Tarabem eu, dizia ella para comsi-
go, tambem eu poder ia parecer culpada,
e nao obstante estou innocente..
{que est to innocente como eu.
e quero crl-o assim...
Henri-
. Devo
XVI
U m pac
ote
Quanto mais a Sra, de Croy reflectia,
mais se lhe confirmava a resoluc&o de n&o
revelar a seu marido nada do que occor-
rra na noite precedente !
Alm disso,- repetimos, jurava intima-
mente nao tornar a duvidar do amor e da
fidelidade de, Henrique, e de abreviar
quanto possivel o momento de sahir de
Logo que adoptou urna resoluco irre-
vogavel, sentio-se um tanto tranquilla, e
pode encarar o futuro sob aspecto menos
sombro. Quando, porm, chegra a este
estado, baeram porta do quarto.
Entre... disse ella.
Era o Sr. de Croy.
O conde sabia que sua mulher nao igno-
rara ter ella passado a noite inteira fra
de casa ; esperava, por tanto, recrimina-
c5es e censuras, e, alm disso, lagrimas
que era d 1 todo o que mais temin. A sua
expectativa foi, porm, agradavelmente
Iludida.
Bertha recebeu-o com meigo sorriso,
com meigas e ternas palavras.
Reconhecido por esta indulgencia, com-
prehendeu Henrique, palo modo por que
senta palpitar o corac5o, que amava mais
que nunca a mulhar. a quem Deus lhe
unir o destino, e que tinha o rosto e a
alma de um anjo.
Nos sabemos o modo por que o Sr. de
Croy fra lancado nos hrajos de Esther;
sabemos os meios odiosos com que o ha-
Bulawria
Demiasao do Sr. .SambouralT
Soas canana e possivel alcance do
facto Declarafioes do 3r. Stambon-
loffApreciacoes da imprensa Vieo-
nen-eMaotlesiagoes em opbia
0 novo ministerio e suas tenden-
cias reaccionarias.
A qoestao do dia a deraiesSo do primeiro
ministro M Stamt>iuioff. bomera de grande h-
Hueocia e de prestigio, in'.-ooieHtavelmenie om
estadista e am diplmate de p.-iraeira ordetn, quo
n Qfragoo de improviso n'uma aventura particu-
lar, aproveada pelo seos advenarlos para
forgarem a soa retirada do poder.
Saniiodo atacada, segundo verao offlciosa, a
oa posifio, qniz proclamar o estado de sitio
eui torio o psiz; mas a is'.o o p-icrir.e Fernando
e o miniet-o dagoer-a oppoz-ram ee, e eotao
SUmboaloff ejereveu ao principe urna cartj in-
.ol'-anie. qoe o irntou sobremodo, resultando
desta emergencia a soa demiaa&o.
S'arabouloff perasa em volia- breve ao poder,
e .'z-se qua o corpo diplomtico o auxiliar,
decla-anio, no entretanto, qne oem serapre en-
coatroo no 0^50 a conaideragp oeceaaaria ao
non andamenra dos negoci-e e qne eslava can-
Sado, mas qne, retirado a vida partcular, com-
aler todos os borneas qcs "So sejam capazes
de ovemnr .- Holgara, ma-i nem por i330 deix-
ra de ser fiel a c.or6.
O valo- pessoel do aeroisstonario, o seu nom-,
* ua aotorHide e relages internaciouaes Bao
tao signifleat^vas.. qoe ni pj'irm preter-se bem
qaaes as cnoseqencias d- ': deraisso, por-
que com certeza a poltica externa da Bnlgana
rae ?er esaencialmente modificada, 1 pie muito
riern eiccedM qoJ "sa monli'-acao seja de ordero
(ia cosar graves pertnroagO-:'- internas, e por vea
turo at a cornpromet'er a estabilldade do prin-
cipe Fe-oaodo.
0 Freradeub'-'tt, de Vienua. )olga qoe a
retirada de M. SiamuoulolT tem urna importan-
cia que dee mflectir-se slm d^s fronieiras a
Balii-'ia Nao resta duvida da qoe M. Starc-
Douliff nonca tena dado a m> demisaao, se es-
iiveria convencido de qoe a ronscMacaa a
Bulgaria anda csrecia da .-ua mi tirm-.
A Neoe Fres Presse diz qoe essa retirada
deven ser co'*ider3da corno uca c^tastropfie,
se o povo bo'garo r>8o tivesse dado pro va. de
nraa red So poltica e de em val-r que j-tili
ctssn a esparanca qo^, mesmo sem o lllu
ta-iieta, sar< no prio ipe Fe---
ran:, qae esta j: senbor da ^oa oissao, con-
eervar-ae re1 ao- ait di -". a- i,oe toe aasego-
ron o D-tcneio ODioisirn deuussionari.
A .presse. qo o-- --'fto cara tl r>-ti-
rair. nao poda (er t>-u< opportotia, daca i si
ie?i.> fctoal da Europa, p oeceavidade e con-
veoiencia de orjecrar u^ia t ao iccS |
ura syt'jma de governo cienos auiontario.
r-m bs : h varias maoifes'.acOea i-a Soria
ro-it-s M. ff.
Do novo ministerio Iiti parta tre-> mais
iniransigeutes adv ra rtai do primeiro ministro
ionano ; e j consta qae ra abrir
inquerno cootrn este, pir facio-i praticadcs do-
rante o tema --'" eateve n^> ttireccSo dos
lego -os do -''.' e qce qualificm .e des-
bonroeo*.
De tudo i: lo parece qne a qoestao do Orien-
te vae reorgir seo nra novo a- siria- dlfficoldades da servia vem uu.ar-?e gi-
ra as complicacOes ta Bnlgana.
E tamo epa'a.recis i' ta? qatstOs do ler-
tras gas itt !
Servia
ifiagem do rei Alexaadre
Constantinopla. Siiuag8o do
paiz.Visitas domiciliarlas e
pri-oe.Coocsltos da impen-
sa estangeira sobre o golpe o
estado.Expectativa do procs
der do Rcssia e Austria.
Cim esluio a Cjnstantinopla delxoo Sopbia
S. M. o rei Alexandre.
A eitoacao do oaiz cada vez torna-se mais
grave ; pois, na aozeacia de forga para gover-
nar contra a ventada nacional, recorre o r-i aos
meios dietitonaes, revocando a constituicao.
violando a independencia dos tnboaaes, sospen
deodo as Ifis de liberdade da iroprensa. de alel
Cao e de direito de reooiao, lato Irax as lei
derivadas da constimico de 188S.
am forjado a permanecer sob o jugo da
corteza juda.
A febre dos sentidos, bastante excitada
pela belleza soberana de Esther, pouco
tempo durara em Henrique. Urna natu-
reza de eleicara, como a sua, em breve se
sentir humilhada com o contacto degra-
dante da sereia venal, inteiraraente despi-
da de intelligepcia e corajo.
Breve lhe chegra a saci,dade, com a
saciedde a repugnancia. Os grilhoes
impuros com que a peccadora o raaniet-
va pesavam extraordinariamente a Hen-
rique, e havia ja muito que os teria que-
brado, se nSo fora o temor do escndalo
com que o tinham ameaeado, e continua-
vam a ameacar.
O seu mais rdante desojo era que se
lhe offrecesse urna occasio azada de fu-
gir com Bertha de Pariz, sem se arriscar
a alguma triste e odiosa scena, prove
niente da ciumenta e vingativa Esther,
que lhe perturbasse o repouso e destruisse
a confianca de Bertha.
Itnagine-sa portanto a alegria com que j
elle obvio sua esposa testeraunhar-lhe o (
desejo de emprehender o mais cedo possi-
vel nma extensa viagem, que os demo-
rasse frtra da Franca, dous ou tres annos,
pelo menos. .
Salvou-me o caso murmurou o'Sr.
de Croy. Quando entre mim e Esther
houver 6spn.cos enormes, nao ter ella
vontade nem possibilidade de me seguir.
Abencoada seja a minha querida Bertha
por este excel lente pensamento !
A alegria da condessa nao foi menos^
viva que a de seu marido, o/u*ido o vio
adoptar com solicito enthusiasmo a pro-
posta que ella lhe fizara cpm hesitaco e
com receio de a ver repellida.
Dorante um instante, foi mais do que
As visitas domiciliarias e as prisoea dog ebefes
do partido radical contlauam, sem que se salba
laciamente qoaes as moresaoes do paii em
pregenci dos actos dictatorlaea da corea.
A opoosicio narece hesitante.
A cou.-titi^cao de 1869 restabeleclda p -lu ulti-
mo eolpe de estado do rei Alexandre, anterior
a lioenaco da Sarria e i sua formaco em
reino.
O povo servio nao pode tar ja esquecdo as
caodicoVs em qo ee -'.m o advento do rei e a
modaoca do mimsleno.
Nao s o ex-rei Miln daclaroo solemne e ei-
preasamenle que fasia seguir a sua abdicacao de .
urna renuncia total da seas direU^s paiernoa,
como coaprlo aals sacriricio am troca das van-
tagens que Iba foram leal mente assegnradas,
sendo este contrato ayeoallagmatlco fielmente
txecuiado pela naco, que asta boje nc d?-eito
de se espantar. Vendo-o rasgado em pee a coa,
com os okases pelos quaes o ex-rel Mi!su aca-
ba de eer reinteg-ado na plenitude de eeu 1 Ma-
los, direltos e honorarios, com excepcao dn ma-
gestade real piopriamenie dtia.
Em presenca de lodo isto, diz 3 Independance
Belge :
* O acto real um audaclose repto naco a
om acooiecimeaio ace ha de ter grave coose
qoencias, nao 96 sob o ponto de vista eervio,
mas tamoem o>> o ds poltica europea.
Duns potencias rsu particnirmente interessa-
das nas coosas da Sarria : 1 Bussia e a Aastrla,
que esto igualrr.ente iuteressadas em ver reinar
a ordem no pequeo rer o balknico ernbora
com inienseg e flus d fferentes.
Qja:qaer deli- pode resolver-S a intervlr
para restam Ilc; a orem.
A propc-gaaJa coa'-ra a dynastia 0 renovic
um, U-m nos ltimos lempos, tomado enormes
proporQe3, manifeslando-pe a op'nio multo favo-
,-avel a restadaco da djoaatia Karagec-rwitcb
que foi de-tr;nua pela a;taal. Nao s- para
admirar, pois, que ee prodaza urna suostnuico
de dynastia na Sxrvia.
Trata-se agora de saber se as poten.-'a* s'gtia-
tarias do tratado de Bellm. 'jua flxou o reg meo
103 estados novaoienie co-idu'.oidos depon da
gue-ra turco-rosja, nlo lero objecces a ormn-
ar contra o r-nabeiecimeotode um regliu^a que
ellas resolver,::a abolir.
Aleda a mesma folba broxellense escrev so-
bre o assumiio .
Rea'a ver qae dlrec$o lomaram os aconte-
cimentos, e se c D->rJo anti-dynastieo congegoj
r att'ahir e envolver os radicaes, que nos nlti-
Eios terapo', ape.3r da sr.a bostihdade contra o
re Milo, ae hivum conservado fleis ayanstia
remante.
be este reviramento se prodoair, a sr.uacac
uiroar-s" fca tm breve extremamente pengosa
p^raojovea rei Alexandre e para seu p*, que
podem ser com razo ct'O-iidcrados com? 01 20
nios ruaos oa sae patria.
Deaais, ja a autonuade judiciaria ma;e eleva-
da do paiz pronuncien inconsiituciO'iaiaade
os otaae;* >~ osdeclaroo nollos : e um lesa-
i.> |aocado ^ faces do r-i e a latn esta ira
r u terreno -mente desfivorafe-1 ao 20-
vemo ; mas uo ahi qoe 'inmecam a- bcatilt-
aaies ; u qo o re e seos miniaros p.-;segue!n,
com encarDic-imbntj, oiguo de melbor caoaa,
6 no aniqmilatnpu'o do partido radical ou de seu
chefeR princip-e.' cija p-r ejijicSc i'.a'ante.
e ra lese gprl, diz una folba pa-ifiense,
trat.udo da qoeaio -yixptoua pa-a um
governo mac'er-ss per m'io da violencia, qoe
duer de am rgimen em quj os rmo;;-.ro3 da
ra sao os |iriiorjeir.9 de boje e 05 m)oil<
tro* ue noj- alada <-? em em prisSot
Sena preciso inesgotavel capital de prestigio
e de aiitorid.de pa'a rei-ti.- a este pavoroso
cr-osumo -ie nnmen- a-, partidos. 0 joven rei
A-sanar.- oao leo rteoididajaeote 0 credi > de
qje precia;-v pd-^ pjde- irapun mente faier
pssar da cmara de caojdbo para a? fo tanas
i;>s fortalezas, e vire-vt-rsa, oe houen* d saa
camarilha.
Por moasentos. Bob a benfica iiinut:en.-ia de
li kitco, po:-a -a!?or encerrada essa.era.
Hoje o propr; Di kilcb estaa provav luieo'e na
prisao cemo o- saos collegas,
E' tssim que se camintia para as 'evoingoas.
Q es femea ventos, coin teape.-ladea.
BiiMBla ^-J, *i
Partida do principe herdeiro para .
LondresA conspiragao coatra o /
CzarN5o foi preso KropotSioe
O fervijo de vigilancia nas resi-
dencias e viagens do Czar U- or-
gj da impreosa offic'osa e o dis-
curso do Sr. Crisp na cmara ita-
liana SuspensSo f'e emitracSo Is-
rael ta para a Repblica A-s- nna
Expoo nas fabricos de p-.rlvora
em Kas.-anDesmoronamiento do
p- lacio Orlani.
Acaba de delxar S. PetersOorgo o Cazare-
wicn.
S. A. va em visita a Inglaterra oe^sa sua ex-
cerso.
9obre o atteoUdo contra o Cza- em Smo-



alegria, foi mais do que ventura o que
experimentou.
Lancou-se nos bracos de Henrique, e
pelo espa5o de alguns segundos palpita-
ran! unidos os coragoes dos dous esposos
em mudo e apartado abraco. Estava de
certo tudo esqnacido ; o passado e o pre-
sente j nao existiam A estrella ergua-
se para elles radiante.
Mas, ai j urna vez vimos Bertha e
Henrique em situaoao idntica ; j urna
vez o co se tornou brilliante e puro aps^.
urna tempestada. .. Tudo sorria ao amo-"
roso par...
E comtudo, apezar de tao felizes presa-
gios, o reptil venenoso dos antigos sym-
bolos oceultava-se sob as flores da espe-
ranca Desta vez aiuda devia rbornbar
no co limpido inesperado trov&o !
*Qs leitores lembrara-se de certo do mo-
do discreto iflystcnoso cora que o por-
teiao dopredior em que resida o Sr. de
Croy, entregou a este ultimo a fatal carta
de Esther. E' urna scena que pode sar-
vir de confronto que vamos apresan tar
aos leitores?
Naquella mestna^tarde sahira Henrique
para por em ordem os seas negocios pecu-
niarios e muirme das somraas importan-
tes que a sua proxin^a. viagem tornavam
indispensaveis.
Bertha achava-se 96 em casa.
# Sentada junto do fogSo de seu quarto
de cama, com a cabeca apoiada nas costas
da poltrona, conservava-se entregue a urna
meditacao somnolenta que nio deixava de
ter encantos. ..
(onfina).




~







1 MUTILADO

IlGIVfl
".
I

*~





^
$r

Diario _cle r^rnamlnco Terga-rcira Iffi de JwIIiq de 18Q4
^
^dlvse qoe prece ter a polica descoberlo
acbar'se a casa, qoe elle aem oc< 0Pr -duraoie
as manobras roililarea, e a igreja prxima, m -
nalos completrosle.
S-.0 trami, esando todo o ndica. traba om o,
racter internacional e eiiag aoarcista ; e a.:
cresceoia-se qa oeste seaido acharara se de
comentos comprobatorios
E' falfo o boato da. baver sido preso oprla-
cipe Kropolk me. ..
eecerat Tctiereime fot encaifsgado de W
riglr o servigo oe vignanc-.. oas residencias na
corte oas viaavios do Ciar.
__Uai "ios or^a* tnois autonratoa na im-
prensa oficiosa, apreciando o iroiavel discurso
do Sr. Conspi. oa cmara italiana, dn que v
nells a orova de que o Roverno italiano por or
ma algoma merece a contiaocj das potencias qoe
ormam atripii ealliaica.
Turqua
Recepgao do agente diplomtico
da Balearia pelo soliSoResposia
deste ao agradecimeoto do rei Pei-
nando a proposito do trad tel-
livo a negocios d Macedoma Agi-
tacao poltico-religiosa em C'eta
Noticias de Iosurreigao na Corea,
sua intensidad e intervengo do
Japo-Falla-sa em proposta de re-
couhecimenra do pnuupe da Bul
garla
O Sr Dimit:ow, agente diplomtico da Bulga-
ria, que pedir ama audiencia aa soltao foi rece-
lado por S. M por occaslfo da uMiina recepcao
"la^mitrow transmittto a S. M. os agradec
mentas do seu governo pelas concessoes fetas a
Bulgaria pelo ultimo Irad.. e que o governo
bolgtro conaiderBva como uma nova prova ae
benevolencia do soltao.
Este reiD9udeu que se senta multo relia por
ter podido ser grndavel o Blgara, aliru.ando
e-tar aaimado dos melQorea aentimeatos de be-
nevoleocia com relaga ella, e qoe s* o prin-
cipado coniiooaaoe no se camiuho de desenvol-
viroento pac.fico, poderla contar com a mmuta-
bilidaoe destea eentimentoa e deatas oteogo s.
Na ilba de Creta continua a a^uacio polm
ca e religioaa, dando logar a consientes desor-
dens, apezar da energa ejercida pela torca o-
cirregada de manter a ordem.
T.legrammas de Soul duem que a rasa--
regio que rebeniou uo reino de Corea, toma
grandes proporcoes.
O re L'-Houil tem sido tu potente para rep-i-
mil-3, inlervinao na sjM"fc> o imperador do Ja-
nao, qoe enviara paro all imprtame columna
de exercito para a rep-esio do movimenia e
manter sua preponderancia niqoella vasta pe-
nnsula. n
A8segura-se que o soltao val propor i Ru3
sia o reconhecimento do principe Fernando da
Bulgaria, e que o czar acceitart a p-oposla.
tCom smelbanie governo. accrescetta, apena
se pole manter as ralagoea da imples co-teila.
e os governo, aos qoaes o 9r. Crisol laocou
to alertamente o cartel da daaaflo, devem con-
servar in totum- aaua libertade de accco, seo-
do tmpossivel daqul por diaote rallar em com
munidade de iutereiaes a na f.lta deraies para
am conflicto. .
O comit IsraeHata aaipendea a etnigragan
ara a Repblica Argentina.
| Houve orna tormtdavel exploaao as fabri-
cas de plvora de K8n.
l Desabou o palacio Orlan!, em S. Petersbor
Sooa escomoros morraram pas.oas da fami-
lia r criados-
ESTADOS D\ LMAO
SUL
Biata la
Datas at 5 de Julbo:
P.-ostfguia em seos trabamos o congresso es-
todoal.
Terminaram em pi as (estas de 1 de Jalno
qn foram, como seoopre. multo pomposas.
Nerlpe
Datas ai 30 de Juabo:
Nada referem as ruinas recibida; digno de
nota.
Alaga*
Datas at 6 de Jome :
Realizaram se no da i." as eleices mooici-
paea.
O Diario de Alagos, de 6. poblicou o te-
guile, soD o litlo Forga Federal:
Teodo partido desia capital para o monici-
piode Atalaia, na vespara da eleico monicioai.
am caoiingente do batalno K, procuramos syo
dicardo facto, tomando in orma^Oei de pes^oas
competentes.
Cbegamo8 a evidenciar que, antes da parti-
da da f)rca federal, j tinna seguido uma (orea
de seguranza, em trem expresso, para o mesmo
ponto.
Segundo as luformacss crltericsas que eo-
)r>emo8, a forca telera! foi reqoisitada pelo S-.
Dr. iu;t seccional, attendendo ao pedido de ga-
rantas que loe foi feito pa-a a repariic,ao fede-
ral aili existente.
Nao nos consta qoe s* tlvesse da .o inciden.
le algom desagradavel pela presehci da torga
federal.
lzual motivo autorisou a partida de um se-
gando coatiaeente do batalhao 36 pa'a M gy, em vista de telegrammas qoe que foram p >r.
aqu transmitudos, noticiando gravex perturba
(Oes da ordem publica, ^apangas armados in
vadiram cidade a foram effdcuidag div rsas
prisSes arbitradas em pessoas qoaliticadas.
Teodo a opoosic&o guardado os livros das
actas na agcO(ia do correio, consta que tora vio-
lado a repartico, e *ub'.rabidos os livros, por
agentes do eoverno.
Km virtude de taeg alteragOas, requieic i
do Dr. jais sec-ional parti para Ua-agogv -
torga que alludimos, no intuito de garantir a
mesma reparticio e coma suapreaega fax
cessar as violencias que estavam sendo all pos-
ta* ero pratica.
> Acb&ojos qua oestes casos justo qoe a tor-
ca federal Interveoba, ama vez qu- nao n ou'ra
antoridade a qoem pedir garantas em km
emergencias, prodazido^ pela inlervengio ioebi-
ta do governo estadoal nos pleitos eleitoraes.
E sendo assim, a torga armada est com-
prindo a soa misso de man'enelora da ordem,
em descer indecorosa eoodig'o de insiru
nteoio ceg de baixa politieagem.
Se da mesma forma podesse ella fazer res
peitar o principio constitucional da llberdade do
veto, oa pleitos eJeitoraea seriam coma mais se
ria.
L-se na mes re a folba:
< Em conseajaencia das cupw.-as cbnvas qne
tem cabido oestes ultimo* dias, caasaado grao
des inundag6es acba-se suspenso o trafeeo da
est-ada de ferro do ramal Glycerio Uoiio e
departe da Alagos Raiwiy. cajo trompara
patsaaeiroa f-chegara ate i'amara. a, e os pas-
sageiros para o ramal serao cooduzidos pelo
trem da carga at a Gamelleira *.
GHRONOLOGIA
MIIBIH11 *f yi
COLLECCIONADAS POR
Mclchsedcch de Albuquerque
LJxuxt
3 ."9 2a H-O
Dia lO

1631 E" atacado pelos* nollandeaes um
posto avmgado das torgas do general. Mathias
de Albuquerque em Abogados. Os bita vos fo-
ram repeilidos.
Entra no porto do tae de Santo Agos-
nho um navio da espiadra hespanhola de DAn'
tonio Oquendo que "trazia soccorros para Per-
aambuco.
1633 Os hollandezes em numero de 600
tentara novamente apossar-se do eiigenfeo^lo
Dr. Quaresna de Abreu, porem sao repeilidos.
(Vid. Bpta. de 27 de Jiumo).
16-46-Recebe Joio Fernandos Vieira um
tiro as costas, na occasi&o em qoe vinba de
am dos seas epigenUos. Aluns dos seos sol-
dados .correram logo em perseguigao de seus as
sassinos e prendando um matarain-no.
Fernandes Vieira sabia que se conspirava cdn-
tra sua vida ooproprto acampamento, maspouco
caso fez, a loesmo dopois do-attentado qne foi
victima, apeuns liuMtou-se aprevenir ao* seus
inimigos que sabia d'onie tinha partido o man-
dato.
I8t? Sao enforciidos no Recile o capitaes
de artiiharia-Domingos Theotonio Jor^eMartins
I'essoa e Jos de Barros Lima, o padre Pedro ,
de Souza Tenorio. Tolos liveram a caneca e as !
mao cortadas e os troncos arrastados em cau-
das de cavalto-
Uepois d'estas execuges embarcavim para
Fernn lo de Noroulia e Rio da Prata SOOlioicens
degradados por Sirem da trra e torem /issistido
e adherido a revolugao
... N*este dia appareceu logo de nvinh
cedo armada no Lampo da Honra, ou do Erario
uma alta fo-ca, que, somente vista espantava, e
despedacava os corcOes : quatro mil horneas
de. luerra foram postados em alas pelas re**,
que desde as Cinco Ponas vinbam linalisar na
forcn : pelas nove horas sahirum d'aqu Uc quar-
tel qua.si oitocento* .soldados desarmados, restos ;
dosdous amigos regimentos de Pernambuco 8 ',
aosom de suas msicas militares, marcha rain i
para o Campo da Honra, e foram poslados em (
roda da torca, Meando cercados de um parque de
artiiharia, com mu res accesos, e pela cavalla-
ria da Bahia : as alas se foram unindo na rola-
guarda, e rjuoiram por lira no campo.
Finda a carnigana avangou para o raeio do
circulo dos desarmados e horronsados soldados i
o coronel Luiz Paolioo, comraandanle do din e
de toda a horrivel tragedia, e proclamou-lhes
em substancia r Soldados, vos perdestas a
vossa houra deixando-vos neduzir por essea
trahidores-infaraes que acabam de ser punidos .
vos com clles atraicoastes um rei que jaras)
defender; e assasinasles um povo que dcvi -is
conservar; mas a piedade do soberano anda
quer abrir-vos-a porta do arrependimento : ide
embarcar, do 4 Montevideo recobrar a honra,
que perdeste-i na vossa patria, ida e vollai
chelos de gloria, pa-a que vossa patria s esque-
5a do passado. Os soldados repassados de
orror pelo sanguinolento espectculo e gelados
pela repentina noticia, nao tararan) tempo, en
animo para se admrarem : partiram em conti-
nente ; e como mansos cordeiros, marcharam
por entre as alas, qua novamente se formarun,
e toram embarcar as lanceas que os estavam
esperando... (1>.
Domingos Theotonio subindo ao patbulo di-
rigi aos circumstar tes as seftniutes palavras:
Pego perdo aos meus patricios, e a todos os
circunstantes dos fscandslos s males, que Hies
tenbo causado; e particularmente aos amara-
das presentes, de tudo quanto soffrem por mi-
nha culpa : tetiho uri riibo por noiue Domingos,
a quem s Ihu deixo a bengo de Oeus e he
rogo, que de hora em diante se chame Domin-
gos da Providencia, a quera o entrego. Heos
patricios, a morte nao me aterra, aterra-me a
incerteza do juizo da posteridade.
A sentanga que o< condeninou do.theor se-
guinte :
Vendo-se na commissao militar de pernam-
buco, o processo verbal dos reos Domingos Theo-
tonio Jorge e Jos de Barros Lima per alosaba
Lcao Cornado, capitaes de artiiharia d'est.i traga
do Recito, e do padre Pedro de Sou/.a Tenorio,
Tigario de Itamarac; presos aquelles por se-
ren os priacipaes cabegas da revolugo pratica-
da, no infausto dia (I de Margo prximo passado,
n'esta villa contra o estado real de Su i Magos-
tade; sendo o primeiro go ve mador general
das armas, e memoro do infame e intitulado go-
verno proyisono ; e vacuando depois esta praca
na approximagao do exercito do mesmo sensor,
com a tropa qu^. linlia debaixo do seu comisan-
do, e levando os cofres da fazeeda real, qce ha-
via roubado cora o reo Jos de Barios Lima, e
este por ser o motor e dar principio ao desen-
volvimeoto da rebellio, arrimando a espada, e
daodo uma estocada em seu brigadeiro, de que
morreu. ao terapo que este Ihe d iva voz le pre-
so no qnartel. -sendo ao depois nomeados pelos
perversos insurgentes, coronel de artiiharia, no
qual posto se conservou at o diaMasua fgida
e feliz restauraco-dj 19 de Maio : ao reo Pedro
de Souza Tenorio por accomraeltT com uma
pistola na mao ao juiz de tora deGoyanna quan
do entrava na fortaleza de itamarac, onde oreo
BSlSTS, e despoiando-o de sua iop.ignit, e in-
mando-lhe que j nao era juiz de tora, e grilao- (
joviva areligiao e a patria,e arvoraadocom j
seus sectarios, a bar.deira branca chamada pa-
triotas, ao sora da-i descargas de artiiharia, e
passado signa tempo fora ajudanle lo secretario
do dito criminoso governo. Vendo-se o auto do
corpodo delicio, depoimento das testemunhas,
documentos e interrogatorios leitos aos ditos
reos, decidio-se que as ditas culpa estavam
plenamente provadas, sera discrepancia de vo-
tos ; os reos convencidos e de algutn modo con-
tusos ; sem Ihjs poderem raffragar as frivolas o
futeis evasivas a que recorreram em suas res-
postas, as quaes se .lesvanecem por si raesraas;
e portanto julgam os meamos reos incursos nos
S o." 8. e 9." da ordeoago, liv. 3.", til. 6e
mandara que as sohreditas penas se executera
nos reos; aos quaes todos, depois de morios, se-
ro corladas as raaos e decepadus as cabegas e
se pregaraa em postes a saber: a cabega do
primeiro reo na Soledade e as masa no quartel,
a cabega do segundo eln Oliuda e as mos no
quartel, a cabega do terceiro em Itamarac e as
maos em Goyanna e os restos de seus cadve-
res sero ligados a cauda de cavallos e arras-
tados at o craitero ; e igualmente os declarara
exhautorados; e mandara que se spera e no-
tem as patentes dos capitaes "em todas as esU-
ges em qu i houverara sido registradas, e quati-
lo a degradago do reo padre determina que se
faga participages as autoridades eccle-iasticas
para raandarem immediaiament<' proceder a ella
e a expulso e deposigo da insignia do habito,
visto sercavalheiro, autos da execugao da pena
ultima. Quartel general do Rento, 8 de Julho
de 1817. (Asignados). Jos Gongalves Mar-
ques, relator e auditor de gnarn Conde da
rigueira e major de cavallaria ; Jos de Soua
Sarapaio, tenente-coronel de cagadores ; Veris-
simo Antonio Cardoso, coronel; Luiz Paulino
de Oliveira Pinto da Franca, coronel interrogan-
te ; Jos Roberto Psrein da Suva, mareclial;
Luiz do Reg Barretto. general presidente.
1H71 -Assume o cargo de chele de polica
o Dr. Hermogenes Scrates Tavares de Vascon-
cellos.
(i) Dias Marns-3/ur//ej Pernambucanos.
KEVISTA DIARIA
Commissao de EstatistieaS. Exc.
o Sr. Dr. Governador do listado, pelo seguinte
decreto, creou urnr Commissao Central de Es-
tatistiea do Estado de i'ernambuco.
E' acto esse digno de applauso. A Eetatisti-
ca, em lodos os paizes, offerece seguros ele-
mentos para a boa onentyg&o do Governo. Nao
pode ser de outra f >rma entre nos.
Tendo lamentado innmeras vezes essa falta
da nossa administrago, falta que, a jiosso ver,
importava um grave erro, com verdadeira
alacridade que recabemos essa boa nova e a
transmiltimos aos sossos leitores.
Eis o decreto :
Palacio do Goverto do Estado de Peonambu-
co, em 30 de Junho de 189 i.
O Governador do Estado : =i^
Considerando que aos poderes constituidos
deve a Estatistiea inspirar a mxima at'.engo,
uma ves qne os subsidios qua ella subministra
administrago e poltica sao de incontesta-
da e summa importancia :
Considerando que esse ramo do servigo
publico interessa quer aos direitos privados em
tedas as suas rulaces, quer ao3 do Governo ;
< Considerando que,, at hoje, tudo quauto
coacerne a EstaLisii.ia do Eitado reduz-ie, po-.
da-se iz*r, simpLes aspiragOes, tentativas
improflenas ; ._^_
c Considerando que deve-se presumir que o
Coqgres^o-em o =>ua pnmau reonilovoccupe-s
de assumptos que, por sua natiireza, taes cornos
! entre outros, a divis&o civil, administrativa e
jmliciaria, nao prescindem das aulios valio-
sos da Estatistiea ;"
Decreta :
Art. t. Fica desde j creaila a Commi
Central de Estatistiea do Estrilo da Pernam-
buco.
Art. i A" commissao da qoe trata o artigo
posasdents compete : _2
S Io Executar directamenle e aproveitar
co irdemnar e analysar todos os trabilhos este
ti.-licos qu se relacionarem con o estado phy-
-i i, denngrapliico, economicj, ommercial.
industrial, poltico, adraiiiilrativo.lJmoral e'in-
ellectoal do Estado.
2. Formular planos e dados necassarios
jexuets apreciago de "qualqr ordem de fa-
Ctos oceurrentes no Estado e iusc:|itiveis de
redncefio a formulas numricas.
g 3." Prestar as informag6j9 estomticas
do quo carecer a administrago niblica.I
g i. Dirigir os trabamos do recensearaen-
to geni da populagao.
; 'i Clasificar o dados estitistcos ecen-
sitarios que recolber, agrpalos scientifleamen-
te, estabelecer as proporgGes arittaaeticas e geo-
mtricas a que silos se prestaren, expol-os em
diagraminas ou por outro methodo graplco, e
procurar, quando a administrago publica o exi-
gir, a relatividade cora os das estatisticas do os-
Irangeiro, de acco.'do, sempre que convier com.
as liases construeges votadas pelos congres-
sos internacionaes de estatistiea.
6 Publicar annualm-nte o relatono dos
'rabalhos executados, e, logo que seja possivel,
o resultado parcial d'estes.
7." Propagar pelos meios ao seu alcance o
o.onhecimento da necessidado e das vantagens
da eaiistica, promovendo o concurso da ini-
ciativa individual para a prestagao dos dados e
iuloi'iiiagoes convenientes.
Art. 3. A commissao central de estatistiea
ser constituida por um chefe, de noraeago ou
designago do Governador do Estado, por um
l.c olcial e tres auxiliares, nomeados ou desig-
nados pelo chefe da commissao, ao qual tambera
pertence-a attribuigo de constituirJcoinrassOes
censitaras, fra do municipio da capital, quando
verificar que nao feito de modo conviuliavel o
servigo que tiver incumbido a agentes recen-
seadores.
Art. 4." Peiogovernador do Es ado sero op-
portunamente expedidos os regulameutos c ins-
truegoes para a execugo dos sei-vigos a cargo
da commissao.
Art. 5. Iniciados os trabalhos la commissao
central, o governo abrir, sob sua responsabili-
dade, o crdito extraordinario e indispensavel
para o custeio das despezas, submettendo o pre-
sente decreto approvago do Congresso Legis-
lativo do Estado, era a sua prxima reunio
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Noinea^es -Por portara de 30 de Junho
prximo lindo, foi dedgnado o Dr. Eugenio M i;
coso para servir o lugar de chefe la comraisso
central de estatistiea.
Por portara de do correte tnez, foi de-
signado pelo chele da Commiss io Central de
Estatistiea o cidado Jos Odilon Annes Jacomo
Pires, para o cargo de t.- olflciil da referida
commissao ; sendo nomeados pira os logares
de auxiliares o bacharel Lourengo Caetano de
Albutraerque e os cidados Carlos Alberto de
Medenos e Jos Paulino da Silva Guiraares.
Aos referidos cidados foi marcado'- praso
traprorogavel de oito dias para assunr V'in os
respectivos exerclcios. \
Cneia no CaplbaribeI Ion le m tar-
dinha pronunciou-se uma nova ctieia no Capi-
baribe.
Ao que parece, foi essa determinada por
abundantes chuvas, cabulas na parte superior
do seu curso, e reforgada pelo rempimento do
dique de um aguie no municipio de Lmioeiro
O certo que, hora era que escreveraos, j
nos consta estarem sendo invadidos pelas
aguas vanos arrabaldes do Recife
Praza ao Co que nao tenhamos raais desgra-
cas a lainentir.
Ferro-via do Reuife ao S. Fran-
cisco---0 rio Pirapama, traosposto por essa
via-ferrea, deu ante-houtera maij urna cheia,
embora pequea ; e prximo Cuyarabuea os
ltimos aguaceiros, de saboado e domingo, de-
Urrainarama cobertura dostrillios Dlas aguas.
Urnas e outras, porm, baixaram logo ; e
estando piovisoriiimentj uns, e oatros definiti-
vamente c incluidos os reparos do leito da es-
trada, j franca a passagera dos t'cns de passa-
geiros, sendo igualmente franco c despacho de
bagagens e auiraaes para todas as estagOes.
Ferro-va de LimoelroNessa liaba
contina suspenso todo o t/aego ; e provavel-
mente assim continuar anda por alguns dias.
se verdadeira urna noticia que nos foi dada,
de que no municipio do Limoeiro soffreu a li-
ulia novos estragos, era consequen :ia das ceias
de 6 e 7 do corrente mez, e por ter alli arrum-
bado o dique do agude de um emenho.
Estrada de Ferro Sul de Pernam-
buco Como se ver de uma local hoje tran-
scripta entre as noticias de Alagjis, es?a estra-
da tambera soffreu serios dainos, que a obriga-
rara a suspender o Irafego nao s na linha prin-
cipal, como no ramal de Glicerio.
Estrada de Ferro Central -As con-
diges dessa liana subsistera as mesmas dos
dias anteriores. Pelo menos nao. nos coas ton
nenhuraa novidade.
Danube-Esse vapor sanio do Rio de Ja-
neiro meia noite de 8 do correrte; pelo que
de presumir que, em viagem para a Europa,
toque no porto do Recife na inanut de 13.
Ferrovia de OlindaO digno Sr. Ge-
rente dessa ferrovia derigio-nos a seguate
caria :
Pernambuco, 9 de Julho de If 194.
Um. Sr\ Redactor. -No sabbado 7 do corren-
te, perto do 4 e t/ da tarde, deu-se na linha
torrea de Olinda um descarrilhamento, ao qual
me devo referir antes de qualqutr noticia da
imprensa para demonstrar quanto foi elleocca-
sional eindependente de qualquer circurastan-
cia que denuncia vicio na Conseri'agSo da via
permanente.
O dia de sabbado de loriga data destinado a
lavagem -geral dos-carros da Com>anhia,aqua)
8e faz na eslago do Varadouro, e o machiiusta
que linha de voltar com o segundo trera lavado
e vasio, era vez de fazer a mudauge da loco-
motiva como do regulameato, no desvio da-
quella estago, preferiu impurrar com ella o
tremvasio. Nestas condigOes, qualquer aspe-
reza ou desnivelamento pro luz um descarrilha-
mento do wagn da ponta, mormeote se a
marcha accelerada, coma certainente levava o
imprudente macbinista, uoico culpado do acci-
dente, pois, ou por esta razo ou porque collo-
Cassain algura pu ou pedra sobro os trilhos,
pouco a .atile do ponto de parada dos Mi la-
gres, descarrilhou esse wagn e maia tres con-
secutivos Meando em zig-zag sobre o leito da
estrada e de forma a interroraper o trafego entre
esse ponto e o Carmo, at o trera que as 4 e 1/2
partiu do Recifee
Aproveito a opportunidade para Ihes commu-
nicar que aMnal os effe tos das chuvas se fle-
ram seuttr tambe.m nesta viaferrea onde em cer-
los pontos como Espinheiro e Sidgadinho, ta-
maaho sao as inltragoes que tem soffrido o
subraolo e se acbam multo damnificados os
atterros. Para nao suspender o trafego tenho
preferido mandar dimiouir a marcha des trena
0 que tixplioa as irregularidades do horarioquo
desde sabbado devor tor sido notado palos pas-
sageiros.
lodo o pessoal da conscrvagSo esteva em ac-
tidiide oontem apezar da ser dia sao tincado-
1 O amtgo o oonstanta iaiiar- 4. P. SaojK*. *
O Occidente Dessa importante reviata
de Portugal, recebemos por intermedio do ir.
Leopoldo A. da Silveira, da Agencia Luterana,
o n. 556 do i"u auno.
Muito gratos.
OhesjadaAcha-se entre entre nos, vin lo
or do Estado o Sr. Joaqura Gomes
Coimbra, gerente da casa lial em Floresta, de
Di'lmiro (ouveia .t C.
Gratos aos cumprimentos que nos dlrigiu em
cartSo de visita, damos-'lie boas vind is
Revista dos TribunaesScb a re-
daci.o e gerencia do tr. A meneo Pinto Bane-
to l'illio, acaba de vir luz .no Estado da I5a-
hia, essa publicaco raensal de legislaco don-
trina e jurisprudencia, cujos ins se revelo na
propria denominaco.
A Revista dos Tribimaes tem um corpo de ro-
i, que por sua competencia jurdica g-
rame nao s a viabilidade da empreza, como
seguraoca da saiisfaco necessidade. a que
se prope occorrer.
No ilesenvolvirnento de seus propsitos, e
para alcangai-os, contera na parlo dootlisaria
colativa consagrada s qbeslOeii de nosso
direito sob a pratica i, ama
secgo destinada i publicidade dos principaes
arestos, accordos e decises dos tribunaes su-
periores, aeatengas dosjuizes de direito, des-
pachos dos preparadoras, pareceres dos pro-
motores, pblicos, e razad dos advogados. a ou
tra linalmente dedicada nao s a legislago
como anda um noticiario que nteresse ao
f >r e s kettras jurdicas.
Oeste apandado dos elementos constitutivos
da Repulido* Trihunat, ficam Ihe delineados;
es, e d'ahi conhecedor a iniporlanciL
de seus flus e vida na irapreiisa, que Ihe do-
zejamos longa em proveilo geni.
Agradecemos o cxemplar com que foraot;
obsequiados, e nao menos a gentileza do acto
Os tremores de trra do eorrenle
auno de 1894L-se na Revne Suento-
lique de i6 de Junho.
A Astronoma publica, areua dos tremo-
res de trra que na Grecia abalaram ltima-
mente as costas da Losada, os pormenores se-
grales :
Em Almyra, vio-se o mar crescer e inundar
as ierras at a distancia de Udmetro, achau-
do-sj os habitantes de Atalante coagidos a pe-
dir embarcages para fugirem no Caso de con-
tinuar o i-rescimeiito do mar.
Km Atalante, durante um ou dous dia3, o
solo era incessaolemente abalado cora acompa-
nhuuento de formidaveis ruidos subterrneos,
comparaveis aos de vivo Canboneio. O conven-
to de S. Constantino, situado as imniediagas
da cidade, des ibou Meando pessoas sepulta-
das debaixo dos escombros.
Na costa de Livarataes, ao N. E. de Atalanta,
o mar cobrin vasta extenso de terrenos, che-
Kan to at 30 me,ros a altura da agoa invasora
Abrio-se, na costa da Lonnda, ..uma enorme
fenda, com o compriraento de mala de 50 kilo-
metros, ao passo que outras de forma circular,
formn-se a redor da aldeia de Charma na vi-
sinhanca das TbermopvUa.
No da 27 de Abril experiinentarara-se naquel-
la reglad nada menos de irezentos e sessenta e
cinco abalos.
;.,i Xirochori, Lionni a Livadia, na ha d?
Eubea, BBitas casas desabarara e as que lica-
ram em p nao erara raais liabitaveis.
Nos thermos de Aidipsos, do solo convulsio-
nado brotaram torrentes d'agua quente que,
precepitarara-se no mar e o pharol de Sty-
lidi soffreu um abatimento tal que deixou de
funecionar.
Na capital da Grecia varias casas e o proprio
Parttiemon solTreram estragos.
Com tudo, nada sao taes desastres compara-
dos aos qae, segundo a mesma Revue, aca-
bara de enlutar a parte norte deste nosso conti-
nente sul-americano.
Um steamed procedente de Curagao trouxe
a New-Yorck noticia de um horroroso tremor
de trra, que, na costa norte de Venezuela, t'-rn
aniquilado nada menos de 40 cidades ou al-
deias.
Foi nos ltimos dias de Abril que veriticou-
se to espautosa convulso sismica, e s as
cercanas de Maracarbo, capital do Estado de
Zolia, ticaram destroidas 6 cidades salvaudo-se
apenas metale da populagao. Em Merida 45
soldados pereceram no desabamento dos fortes
on le se achavam alojados.
O pirenomeno parece que abrangeu uraa arca
exteiisissima, pois extendeu-se at a Bolivia,
onde a cidade de Lagunilla desappareceu total-
mente deixando um lago enorme no solo que
dantes oceupava.
Levanlaiuento de embarco A
Prefeitura Municipal do Recile tendo verificado
o perlilamento legal da Ra 89, no trecho cor-
resp ndenle casa n. 5J, mandou levantar o
embargo das obras em andamonto nesta casa
Autoridade policial Por acto de
30 de Junho ultimo do Sr. Dr. Governador do
Estado e sob proposta do Dr. Questor Policial
foi noraeado para exercer o cargo de delegado
do municipio de Amaragy o alfares do Corpo
Policial i^ielano Soares ios Santos, em substi-
tuico do actual que foi exonerado.
Serinhacm -Esereveram-oos dessa loca-
lidads em do crrante :
Permitti que um dos vossos mais obscuros
leitores vos dirija as presentes lianas dando-vos
algumas noticias deste logar.
O excesso das chuvas cnidas nos das 2 e
3 deste mez, elevarara as aguas do rio de Seri-
nhaem a uma gran le altura, damnificando mu-
fas casas situadas as margens do rio e uo cen-
tro da villa, nao se lamentando grandes prejui-
eos e mortes, devido intervengao do subdele-
gado major Antonio Pereira da Rocha acorapa-
nhado do sargento coramandante Cosme Manoel
de Britto, pragas do destacamento e o povo, que
relevantes servigos prestaram em soccorrer
muitas familias que se achavam ameagadas de
serem arrebatadas pelas aguas.
i Salvaram-se do raesmo modo as pessoas
d'uma familia que se achavam expostas em uraa
ilha prxima i Usina Trapicne.
No centro desta villa, desabou grande parte
da casa do n;gociante Jos Simad Accioli Lins,
que teve necessidade de retirar-se cora sua fa-
milia para a Intendencia Municipal, nica casa
deaponivel soft'rendo elle grande prejuizo era
seu negocio.
. Desabou tambem parte da casa do caprtao
Joo Pessoa da Gama, neahum iucideate, po-
rra, havendo a lamentar.
No dia 25 de Junho prximo passado
tivemos nessa villa uma reunio poltica, lican-
do creado o directorio do Partido Republicano
Federal, reunio esta rauita concorrida.
Nesse raesrao dia foi inaugurada a Estago
Telegraphiea cora muito applauso e regosijo dos
assistentes de todos os matises polticos, tocan-
do uma banda de msica marcial e soltando-se
girndolas de foguetes, reinando grande enthu-
siasmo em todos os habitantes desta locali-
dade.
Gragas attituie enrgica e cntenosa do
honrado Dr. juiz do direito deste municipio, au-
xiliado pelos dignos delegado e subdelegado
desta villa, devemos a paz em que vivemos a ou-
tra cousa nao deviamos esperarde to dignas
autoridades.
Cbeia na Escada -Escrevem-nos o se-
guinte :
E' indiscriptivel o estado deaolador em que
se acha a parte dessa cidade accoraettida pela
enornie.ench.ente do Ipojuca : tudo dcou des-
truido. .
Da noute de 2 para 3 forara-se avoluraan-
do por tal modo aa aguas do rio Ipojuca, qua
j causavam receios.
< No dia 3, j essj receio era uma realida-
de : a agua invadiu lodas as casas edificadas ao
sul da cidade e na nargem do rio e com tal
imp'tuosidade que/ialalhe reisa
c o pnico era geral. Ante esse tratisslmo
estado de cousas, grande numero de cilados
representando todas as classes sociaes, orgaai-
sou um servigo da salvaco, e, como por encan-
to eil-os afrontando as furias do poderoso ele-
mento para disputar-lhe as victimas l
A isto se deve certamente nao ter morndo
ninguora.
Todo bairro a margem do rio, partir da
ra da Estago at a Barra, dcou inundado.
Cahiram para mais de 30 casas Meando as
deraais arruinadas.
Os desabrigados foram recomidos ao Pago
Municipal, no Theatro e-em casas particulares,
tendo-se fornecido comida e os priiueiros cui-
dados.
S quera presuma p le avallar do eatado
em que fioou a parte inundada.
Cahiram outras casas na cidade, existindo
outras bastante damnificadas
Nos arrabaidtfs, oo foi e^nor a desgraga.
A tente que ha sobre o rio, resisti, apezar
de D ni i i estado, e si olla tivesse sido arre-
batada, mais sensiVBs seriam os prejuizos.
Foi uraa verdadeira calauid re.
Correa* de PernambucoEis a de-
moostragn da renda g<-ral da adininistraso da
Correio do Estado de Pernambuco, arrecadado
uo me?, de Julho de 894, comparada com a de
idntico peno I i do anno anterior.
M ';. 5 ^A Ti O -Q.O B 3^ s a B.OJ G DO -i H > s. 9 Sl. i. . En 5 C3 5 0 'r. Q
S ' - 3 m
-. C3 3-3 o1 3 1 >
O a w o o' D ' 3 O 3 M o 1P n V. v- 9 ca O. 1 O >
a U3 3 15 s CA - 2 5 o
7-. S
u. i.
SI ?.O O c 1 i i
00 1 . 'M lo i O
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1 1 = [=1
. * **- i K
K | o rs-.- <^- ^1 i ao
** 1 % .,. SO M e 1 IO eo
II 1 ^ 5 -i 3 .o 1 =-- *
51 i. 2.8 1 1
Contadoria do Corrreio de Pernambu:o, em 9
de JIIio de 1894.
Colonia franecza de Pernatnauco
A' convite do Sr. George Rvoil, digno cn-
sul de Franga ueste Estado, dev-.-m reunir-se
hoje, s 4 horas-ria tarde, no respectivo consu-
lado, iodos os franceses aqu residentes.
Inspector Ccral de Estradas de
FerroNo paquete nacional liraz, esperado
do sul at i do correnta, vira este Estado o
diiroo Sr. Inspector G:ra! Je Estradas de Ferro,
Dr. Joo Crockatt de S. Pereira de Castro.
S. S., ao que parees, vem ein commissao do
Ministerio da Industria, Viaco e Ooras Publi-
cas.
O velographo -O general belga Le Bou-
l-tng, que j construio um apparellio interes-
sautis-irao para a medida da rapidez dos joro-
jectis, itnaginou ura Velographo, ou appare-
llio destinado a registrar a rapidez da marcha
dos velocipedes.
O Sr. Le B ralang teve uma concepgo muito
simples : estabeleceu oa raia do Uand, em sen-
tido alravessado, uma alavanca de~aiadeira
leve, de 0,75 centmetros de extenso. pasan-
do pouco alm do nivel do slo, e\_posto em
contacto, por mcio de um pequeo ramo, cora o
bolo de um chronoraetro.
O velocipedista, Dassando sobre o grande
ramo da alavanca, pOe era marcha a agulha no
inicio da carreira. e faz cora qus pare, quando
terminada a volta da raia, paasada de novo so-
bre a alavanca.
Se a carreira contm voltas diversas, a acgo
da alavanca sobre o boto do chronoraetro s
se exercer na ultima volta.
O systerna de fcil installago, pouco one-
roso e nao incommoda o corredor.
Por esse apparelbo a part la e a chegada dos
velocipedistas s matheraaticamente registra-
das.
O Sr. Le Boulange procurou resolver dilcul-
dades. anda raais serias: registrar, sem chro-
noraetro, a rapidez de um corredor em dispa-
rada.
Foi tambera para esse fim que construio o
seu VelographO".
apparelho e puramente mecnica e baseado
sobre o principio da gravitago.
Estaneo dos pnospioros Foi publi-
cado era Franca o relatorio do estanco dos phos-
phoro?.
Por esse documento se vi que o anno pas-
sado foram fabricados para o cousurao vnte e
oito mil quatro :entos e vinte e dous milhOes
duzentos e quarenta e dous mil quinlientos e
cincoenta phosphoros (8.4i2.2i2.o30; sendo rail
quatrocentos e desesseis milhOes de Cera.
As despezas do fabrico, ordenados, mo de
obn e materia prima attiogiram a 3.394.28-.)
francos crea de 3.400 contos da nossa mceda,
sendo o cusi de ura milho de phosphorss 110
francos, cerca de lO ou 0.12 de real por
phospboro.
O estanco ven leu-os por atacado no valor total
de cerca de 25.800Jcontos da nossa moeda, balan-
ceando o Estado o lucro liquido de 19.500 con-
tos, pois tem de se allender no resultado das
despezas cora a administrago.
TuberculoseO Jornal de S. Peters-
burgo publicou o resultado de um inquerito
a que se p'ocedeu por ordem do Governo sobre
a possibilidade da transmisso da tuberculose
nos wagons. da estrada de ferro. Eis o re-
sumo desse inquerito:
Fizeram-se experiencias no conselho da
sade sobre os germens bactricos contidos
nos wagons das estradas de ferro.
Amostras de poeira apanhadas em 45 com-
partimentos de diferentes carros de viajantes
foram inoculadas em animaes, dos quaes mui
tos morreram em mais ou menos tempo, victi-
mas de diversos contagios. Tres dos aniraaes
inoculados cora a poeira apanhada no tecto, as
paredes e nos coxitis dos carros, morreram com
symptomas de tuberculose.
"O numero de bacterios observados por polle-
gada quadrada, foi de (6.300 nos wagons de 1,
classe, de 27.000, de 34.000 e de 78.000 nos wa-
gons de 2*, 3 e 4' classes.
O conselho de sade, vista dessas expe-
riencias, mandou cumprir certas precauges sa-
nitarias pelos directores das estradas de ferro.
Visitas domiciliarlas -1).-^Inspectora
de Hygiene Publica remetteram-nos o seguin-
te :
0 Dr. Emidio Montegro visitn 20 domici-
lios na ra Velia de Santa Rita, Io districto de
S. Jos:
Hs. 2<>, 22, 24, 26, 38, 32, 34, 40, Io e Ia andar,
42, os apparelhos da Orainage anda nao era a
suppridos d'agua que a compnnhia obrlgada
afornecer, apezar das constantes reclamages
dos moradores.
Funcciouavam regularmente os apparelhos
dos predios ns. 30, 36, 38, 4i, 46, 48 e 50.
Contra as infraeges encontradas foram feitas
as intimagOes precisas que sero observadas
pelo respectivo scal do uistricto.
- Dr. Arthur Cavalcante visitou 27 domici-
lios na ra do Hospicio.
N..8, quintal alagado, e muito balxo e convem
ser aterrado.
N. 50, quintal as mesmas condices do pre-
cedente.
N. 48, "Quadro Manoel Luiz, 8 cazebres em
ms condigoes hygienicas. Ha uma cacimba, re-
ceptculo de urinas de um estabulo da ra Sete,
dando ftidas emanagOes,
Os de mais domicilios esto em boas condi-
jgdes de hygiene.
Dr. Freitas Guiraares visitou no dia 9,13
domicilios na mi da Gloria.
N. /O, a latrina recente-sa da falta d.agua e o
quintal em couseaueucia da falta de esgoto
traiisfortna-se n'ura verdadeiro lago.
Os ns. 72 e 74 as latrinas nao sao supprid is
d.agua.
Os ns. 78, 84 e 88 esto em idnticas condi-
gfies.
N. 80, o quintal necessita de esgoto para' as
agnas pluviaes e o apparelho da Drainage-nao
e supprida d'agua.
Os domis domicilios esto em boas condi-
g6es,
O Dr. Alberto Mandonga visitou na ra do
Riachoelo 20 domicilios.
N. 23 o apparelho da Companhia Draynage
reseate-se de Calta'd'agua.
27 (agouguo) pouco asseiado e nao supprido
d'agua o apparelho.
29 tambera uo supprido d'agua o appa-
reUlo.
35 dem.
33 idem.
37 idem.
31 nao 6 supprido d'i-gua o apparelho cuja
caixa aclia-i: quebrada.
4 idem.
43 o quintal tem bastante lama.
45 hmido e o apparelho nao supprido d'a-
gua.
ao hmido u as asumas condigoes do n. 4o-
Os deinai- acliam-se ca condigoes hygieni-
cas regulares.
Dr. Avila visitou no dia 7, na ra das
Flores 49 domicilios.
Os de ns. 35, J3, 31. 2', 25, 2, 7, 3, 9. 7, 5,
3 (Io andar e lerreo) 1, 8, )t', 14, 26, 28 e 30 as-
seiados.
Os apparelhos dos jomiciltos ns. 33,7,8 o
26 sao suppiidos d'agua, os outros no.
Os de ns. 37, 23, 19, 15, 11,0, 12, 16 e 18 pou-
co asseiados.
Os apparelhos de ns. 13, 6 e 16 tem agua, os
outros nao.
Tribunal do Jury do Reeife -hon-
lem nao funecionou este Tribunal a falta de ju-
rados.
Compareceram apenas 22 jurados.
Dr. Joo Alvares Pereira da L.^ra,. presi-
dente do Tribunal multou em f os jurados
quedeixaram da comparecer. V
Feram sorteados os seguales snpplentes : /
Recife
Vicente Ferreira da Silva.
Santo Anionio
Antonio Felippe noa-Vtagem.
Julio Cavalcanti Lins.
Antonio 'la Silva abral"
Albino Loite de Parias.
Bento Soares de AUneida.
S. Jos
Alexandre Andr Gomes.
Evaristo Mea es d Costa Azevedo.
B. Vista
Dr. Antonio da Silva Paria.
Jos Alf/edo Serrano TravaSSOS.
Df. Joo da Costa Ribeiro.
rogarlos
Belarmino Goncalves de Oliveira.
Arthur Araujo.
Poco
Andr Vidal Alves
A sesso cou aliada para hoje as horas do
costura?.
O inventor Tarpin Este celebre inven-
tor qu.- abandonou a Franca e foi para a Blgi-
ca, est negocian io actualmente com o gover-
no allemo a venda de um novo e poderoso en-
genta*) de guerra, que contera ao raesrao tempo
novos explosivos, e novos projeclis, e cujo cou-
uncto transformar pompletamente, tanto o ar-
mamento da marinha como do exercito.
Diz i'Hrpin que os efifeitos sao fulmiaaai;- e
que a nago que carjde posse do sea segredo,
ter era seu poder a sorte da Europa.
Declarou TiKpinque s depois de rauitos des-
engaos, depois de Jser tratado de louco pelo
goveruo fraiicez, rejettando as suas propostas,
vendo-se sera recursos que abaodonou a Fran-
ga e poz-se em cominunicago com o governo
allemo.
Fa tudo quanto humanamente era possivel
para dotar a Franga com o raeu descobrimento.
O governo nao quiz, apezar de sodos osmeus
acrideos e todas as nimbas hnumagoes. So
o raeu acto acarre lar consequencia nefastas pa-
ra a Franga, que eu nao posso entrever sera es-
tremecer, a culpa nao de quem, como eu, foi
repellido, despresa.lo, langado ruina e ao de-
sespero.
Estas declaragas proluziram grande mpras-
so em Franca ; parece inevitavel um outro
escndalo maior que os precedentes.
cequenus livros -L'm importante jor-
nal de Pariz tem publicado urna lista dos livros
de menores dimenses, conhidos no mundo.
Nota-se entre elles um numero do Petit Chaa-
soner, pertencente a u.ra Sr. Girard, Troves.
Foi editado por Marcilly em 1841. o texto tem
2 milmetros sobre 19. O formato de 15 mi-
lmetros sobre -24e a obra completa tem 64 pa-
ginas em 6 gravuras.
0 ahbade W'agner da diocese de Nancy pos-
sue ura livro de ruissas, que, publicado por
Saintin, e impresso na casa Eberliardt, contm
96 paginas de 37 milmetros sobre 23, com 11
gravuras.
O Sr. Penjon, professor da faouldade das
artes de Lilis, possue o Manual de Lipicteto-
E' um pequenino volunte que mede exactamen-
te t',57 de altura sobre 0,9 de largura. As pa-
ginas tm 0.76 sobre 0.i8. E' com certeza o
meror volurae impresso em lingua grega. Ca-
be fcilmente no boUo de um collote ; assim o
diz pelo menos o Sr. Penjon.
Publaoidade pelas nuvensA publi-
cidad: pelas nuvens 6 invenco digna deste m
de secuto.
A reparltgo meteorolgica de New-York
inaegurou no mez de Maio findo esse systema
novissimo de publicidade para annunciar ao
publico as suas in IicagOas para o dia seguinte.
Por mcio de um poderoso reflector insinuado
proxi:p.o a Madison Square, apparecem graphi-
camente as nuvens as previsOes meteorolgi-
cas. Esse boletim celeste pode ser lido em cin
co ratinas ao redor, de sorte que os habitantes
de New-York, de Brookiyn, de Jersey e de ou-
tras loccalidade. visnhas, so temo trabaluo de
tilar o co para saber como elle se comportar
no dia segrate, :sto 6 se se dever trazar ou
deixar o guarda chuva.
Essa publicidade as nuvens alias,-idea
antiga, pois foi eusai ida ha anuos, com pouco
resultado. 'Agora o cont parece seguro.
Foi em Chicago que o novo systerna deu bom
resultado pela primeira vez.
.as ultimas semanas da Exposigo um pro-
tector installado no telhado do palacio das ar-
tes e manufacturas a oO metros cima do.j-ulo,
informava cada noite ao publico do numero de
entradas cobradas durante o dia e o diverta
projectando as nuvens palavras e desenhos.
Depois de fechada a Exposigo os appare-
lhos foram transportados para New-York, onde
desde o coraego do anno fez as delicias do pu-
blico s noites nevoentas
Os apparelhos esto assentado; sobre a cu-
mteira de ura gra-ide edilicio e c.ompe-se de
uma lampada elctrica de arco d centro lumi-
noso fixo cujos raios sao dirigidos para uma
direcga determinada por um rededor Mangin
de 75 centmetros e concentrados era um con-
densador de 25 centmetros de dimetro que os
torna parallelos.
Uma lente que pode ser manejada na parte
inferior do apparelho por meio de um volante
e de uraa corrente, perniitte projectar e pol-o
no ponto em que se quer.
O desenho qua se projecla recortado em pa-
pel carto e collocado na passagem dos raios
prximo lente.
Matriz da Boa-Vista Foram lidos
nesta Matriz no da 8 do corrate os seguintes
proclamas para casamento :
1." Deuunclago
Joo Alves da Cunha com Amelia Ferreira
Prente.
Joo Simes de Almeida com Isabel Mara
dos Santos.
Arthur Jophe Deucker da Costa cora Justa
de Moraes Falco.
Theophilo Damaceno Castro com Cecilia Lui-
za da Cosa.
Ambrozio Benedicto da Costa com Lydia Ma-
ra da Conceigo.
2.* Denuuciagaa
Herculano das Naves Gomes com Joaquina
Nevs de Oliveira.
Frederico Wanderley com Leonor Nogueira
de Souza.
3.a Dennnciagao
Saraflm Ignacio de Jess com Maria Silveira
Lopes.
Francisco Correia de Araujo com Mapa da
Conceigo Forjas de Lacerda.
Manoel Joaquim de Almeida com Maranna
da Conceigo.
Casamento 'i vilO escrivo de easa- (
montos que funeciona nos distrctos do Racife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados afflxon na
repartigo do Registro de Casamentos ra do
Imperador n. 75 1 andar, editaes de procla-
mas de casamentos dos seguintes contrahentes :
Segunda tublicago
Vicente Ferreira da Costa, natural do Estado
da Parahyba, talhador, com Antonia Augusta do
Vasconcellos, natural deste Estado, soltelros e
residentes na freguezia de Santo Antonio.
He'rculano das Tienes Gomes, oatural dn^
tado de Alagoas^artista, ^sideute n freguezia
de S- Jos, com Joaquina Naves de Oliveira, re-
sidente na* fregaezia da Boa-Vista, soltairos.
Theotonio da Fonsoca Lima, reuador comjla-
rialja Fraacisca da^ilvajSolteiros, uaturae^B-
*
v


v


t
% *

t .

a
MUTILADO
Na










Diario de Pernamimco Twqa-teira 14^^gMi^ te frUtMI
"
3
te Estado e residentes na freguezia de S. Jos- rastre lin lo excodeu em valor do seu homo- Pona.'' de boi
ihe Deucker da Costa, natural d;ste loijo em 1893 em 7:895:786*730. i'rata velha
ArihurJoph'
gjta ) -finta d Moraes Falcao, na-
tural do Estada da l'arahvha, solteiro.-er.>si-
dentps nafretuezia do Recite.
certo que muito conlribuio para taso a
aira dos precos dos productos locaes, princi-
pa dos seguintes: algodao 1
Julio Barbosa da Cosa Soares, artista, com agurdente 5, 7 %, alcool 15,1 %;mel t5,8 %
Julia Francisca da Conceico, naturaes deste
do, solteiros e residentes na fregiezia da
Jos l'eci de Simom, natural da Italia, nofjo-
ciaste, coiu Q vaina Cordeiro do Nascim
natural deste listado, solteiros e residentes n;>.
zia do R
Inspectora do 5. distrieto mari-
timoRente, 7 de Julho le 89i
Boletim melerpologico
Ten* cnit i Tenso do umi-
grado (a Ul or d idv-
6 b. 701,-06 19.50 89
9 24/09 ,*H 19.19 81
1 - w, Vi (3 SS
3 t. .08 1 ")9 86
6 25" 73 ',-07 I8,7 77
couros 28, 6 %.
Mas, tambera, nao menos certo que a baxa
dos precos do a-sucnr, que foi era media 13, 4
%,concorreu para reiluztr aquella differenca,
que seria muitomais vultuosa se se tivessem
inanlido no primeiro semestre deste anno os
precos doassucar do primeiro semestre de 1893.
porni. como lr, o certo que a com-
a racao dos elementos dos dous semestres
par
orarel ao corrente auno e una iodiotic&o Vnho de fructas
tiara minira
5.U0
ragao euii horas ao sol 6.8, som-
bra ,4-9.
Chuva3,-6.
o vento : SSE do raea noite ate
0 h. 53 m. da nianha, SE at 6 h. 23 m., ESE
at 8 OS m., E e ESE alternados at 11 o. 37 ni.,
E a'te t h. 56 m. rin tarde, S a ( I h. 18 ra SE
atti 2 h. 0 m., E o ESE alternados at ineia
noite.
'ulosidade miia 0,83.
tira do Porto
Pra-mar ou IMas Horas Altura
ba: ____
p M 7 Julho 8 h. 20 m. da ra. 2,-20
B. j!. 7 2 h. 30 111. da i. -i!
Passagelpos Clwgados da Europa no
vapor iancez Cordouan :
Florido Vincenzo, Scrnn lino Martjno, Apoli-
nar Alfonso Costa, Juan Martino Bras, SeJ
tian Avelina Alfonso. Manoel Pires, Jos Mana,
Manocl Fernandes, Valentn Maurel Fernandes,
Antonio J. Fernandas.
_l do Sul no vapor alleinao %tn-
a Croven, Sarn Semana, Elisa H. Reed,
rii. GerUnan.
anidas para a Europa no mesmo vapor:
no Espiuoia, Antonio Morja, Moyzes
> "retid, Auna Cari Scn.lle. ^
transe, 13 tripulantes norue-
feueus :s. __,
. cbe 'Ul no vapor nacional -Prin-
cipe do Grao Para- : ,
.! >s da Silva. Isabel M. da Coaceicao,
2 tilhos e sua mfii, Manocl Pedro da Inversao,
Di. Manoel Accioiy, sua seohora e 1 criada,
Luiz Lima, Joao A. N, Caldas. Carlos Marques,
Joao Falco, Benedicto V I lbano, Francisco
- le 100000(8, Benigno Cunha, Josenhi-
. Manoel Leite Filho, Padre
. Camino.
Casa de Deteneao -Moviraento dos
ios da Casa de Deten(9o do Recife Estado
bem fundada da segnraana evolutiva ila indus
tr a local.
\ Imoortacao, se nao foi Igual, pouc.i
renga fez 4a do primeiro a 'lo nono pas-
sa lo mas os respectivos presos avultaram in-
menso, devido em gran le parte baixa cara-
bul, esse respeito regulador absoluto.
Eis os nossos dados. Elle? prescindera de
[uer outros comentarios.
Arrecadaram as seguiutes repartieres no se-
Diistre :
M'indega
Janeiro
i'evereiro
Marco
Abril
Halo
Juobo
, Primeiro semestre de
Primeiro semestre de
Miis em 1894
1:946 781402
112
1.741:9321417
i (i4:894036
989:i3Si(>60
l:3'Ji:fi263784
1894
1893
9.1,10:248*431
8:737:503^788
67^741*643
Queijos do seitSo
Rap
SabSo
Sal
Sebo
Sement de carnauba
Sola
Trapos
Tnlias de '.boi
Vassouras
Vellos de cera
Verniiuth
Vina.

1(2:000
6:000 eraras.
30 kil.
248 .
1:560:593 .
200 alqrs.
7:8)0 kil.
8:500.
3:399 raeios.
24:276 kil.
6:0D0
5i duzias.
7:543 kil.
5 7 caix.
85:006 ht.
22:970.
8
IMPORTACA' )
scgujnte no 1 somestre do correte
50 caixas e
O valor dessa exportadlo, comparado com 0
do I. semestre de 1893, apaeseotatja 'xcessu
de 7.H5:786*730 OU 24, 13 "/ sobro o total do
1." semestre de 1893.
0 referido valor dado pelo seguinte quadro:
OlARRU comparativo do valor da
expnrtaeao
" y h i
5' I y* o
a I
3 |
3 .
1
! ?.\
: so
3 V S > > >
53- |;.?
: : : s
-
f : : ] ':.
A dTerenca representa 7, 7
do primeiro semestre de 1893.
% sobre a reud*
Estado le Pemambueo
:buco, em 8 de Julho de 1894
Evistiam .
Entraram.
Saliiram .
1 :-!';m
.\ saber:
Nacionaes.
lieres .
- :ranueiios
Mulheres .
Total
A'-r.i-oados
Bons -
itea -
Loucos.
Louca -
455
10

463
438
8
17
O
463
412
397
12
2

412
Janeiro
Fevereiro
Marco
Abril
Maio
Junh
Primeiro semestre de
Primeiro semestre de
Mais era 1894
510:231,5253
538:9'
482:042 3308
4 "0:904 i 42 7
'17538
4H:KM
1894
189
!:893 721*181
1:469:615*089
414:107*099
A di Berenga representa t'.'S -;
da do primeiro semestre de 1893.
sobre a ren-
Total.......
Hevimento da enfermara:
.\'ao bouve.
3I:itadoura Pul'licoNesse estabele-
ciraen > loram abatidas 8i rezes para o consu-
iiu lio da de boje.
Hospital Pedro IIO movintento desse
estabelecimeolo u cargo la Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, no d;a 8 de Julho foi o se-
guinte :
Entraram ....
Saturara..... j*
Palleceram .... 5
Existera..... 7*2
Foram visita las -s enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Or. Malaqnias. entrnaa 11 1/2 da manha e sa-
hio I. ,
Di Uerardo, entrou as II 3/4 da maatia e sa-
bio a 1 j
Dr. Arnobio Marques, entrou as 9 3'* da ma-
nba e^sahio s 11 1/4.
Di. Lopes Pessoa, entrou as 10 da manna
e sahios 11 1/4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s9 1/2 da ma-
nha e sabio s U. tn
D-. Bastos de Oliveira, entrou as 10 d
m:> iha e sanio s I i i/4.
Dr. Simplicio Mavignier, sahiu s 8 3 4 fl
manh e sahiu s 93/4.
Dr. 1- reitas Guimaraes, entrou s 10 d
nh e sahiu s 103/4.
Pbarmaceutico, entrou s 9 1/2 da manhae sa-
biu s 2 da tarde. .
Cemiterio Publico-Obituario do da
7 de Julho de 1894.
Mara do Carmo, Pernambuco, 3 mezes, Boa-
Vista.
Francisco Ramos, Pernambuco, 68 annos, ca-
sado, S. Jos.
Joo Luiz da Silva, Pernambuco, 23 annos,
solteiro, Boa Vista.
Ludgero, Pernambuco, 3 ineies, Boa-vista.
Um feto do sexo femioino, Pernambuco, 6
mezes. Santo Antonio.
Antonio Carneiro Pinto, Pernambuco, 6 me-
zes, Boa-Vista.
Agostinho da Silva Castro, Pernambuco, 3 me-
zes, Boa-Vista
Jos Joaquim G. Chaves, Parahyha, 80 annos,
annos, casado, Boa-Vista.
Mara Manoella da Conceico, Pernambuco, 25
annos, casada, Boa-Vista.
Francisco Jos das Neves, Pernambuco, 60
annos, casado, Boa-Vista.
Cecilia de Lemos Amaral, Rio Grande do Nor-
te, 40 annos, viuva, Boa-Vista.
Mario Catharino de Senna, Pernambuco, 40
annos, viuvo, Boa-Vista.
Um feto, Pernambuco, Recife.
Dia 8
Jos Francisco da Silva, Pernambuco, II me-
zes, Boa-Vista.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, Pernam-
buco, 9 mezes, Boa-Vista.
Felippa Mara Geralda, Pernambuco, 40 an-
nos, viuva, S. Jos.
Raymundo Gomes da Silva, Pernambuco, 40
annos, casado, Recife.
Joaquim Jos do ascimento, Pernambuco, 24
annos, .-olteiro, A rogados.
Mana Perrilla, Pernambuco, 2 mezes, o raga.
Francisco de Paula Costa. Pernambuco, 3o an-
noS, solteiro, A rogados.
Manoel Claudio, Pernambuco, Boa-vista.
Sevcrino, Pernambuco, 3 dias, Boa-Vista.
Simplicio Couto, Pernambuco, 50 annos, casa-
do. Boa-Vista.
Joaquim Jos de Sant'Aona, Pernambuco, 49
annos, viuvo, Boa-Vista.
Julia Maria da RessurreisSo, 30 annos, soltei-
ra, Boa-Vista.
Maria do E. Santo, Pernambuco, 30 annos, ca-
sada. Boa Vista.
Desiderio Maria da Annunckie&o, Pernambu
I annos, Boa-Vista.
ESTiTiSTI \ COIftH m
Primeiro semestre de 189<4
Os descontos de leltras na p toa-
se ao- premios primeiro semestre do anno passado; sendo po-
rra no pri o i." i sem -re doste anno mais ros-
trictas as operaces
Era ttulos pblicos e de empresas fiseram-
se na BoUa as seguintes oegociacoes por ven-
da :
IOS apolices gares de t:00*e4 !; 500*,
il isde o par at com c agio de l
41 aptSices do listado de t:000, 2 de S
e I de 100*, todas ao i ir.
13 acgCes do Banco da Repblica, valor de
200*, com un depreciamsoto de 26 i.
lei"6 accOes do Banco de Pernammap, valor
realisado de 405, com agio de O < 62 e 1/2 %.
16 aeces do Banco de Crdito Real de Per-
namiuc, valor de lOOi, com o agio de 30 %.
4:62') aeces do Banco Popular, valor reali-
> de tOOO, senJo 30) cora o deprecia-
mepto de 10 % e todos as mais ao par.
260 lettras hypothecurias do Banco de Cr-
dito Real, parte com o depreciamento de 1 e
1/3 X s parte cora o agio de 1 e 1/1 %.
50 lettras hypothecanas do Bcnco Emissor
de Pernambuco, valor de 1001, com o deprecia-
ment de 15 |..
10 acjes da Companhia Indemnisadora de
seguros, valor de 200*, com o agio de lo V
103 aeces dos Trilhos Urbanos do Recife
Ohnda e Bebenbe, valor de 2005. com o depre-
ciamento de 27 e i|2 ,.
161 acjes da Companlua do Beberibe. v lur
de lOO, com o depreciamento da 30 a 4 > |..
96 dehentures da Cempanhia Pemambucana
dt Navegaco, valor de 200, ao par.
1 accio do Derbv Club, valor de 1:0005,
0 depreciamento de 50 in
723 aeces da Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos, valor realisado de 805, com o
depreciamento de 75 e 87 e lyJ |
529 accOes da Companhia de Servidos Marti-
mos, valor de 1005, ao par.
200aeyes da Companhia de Estivas, valor
reilsado de 605000, com o agio de 66 e 2|3"l.
70 accCes da Companhia Agrcola e Mercan
til, valor realisado de 1205, ao par.
10 aeces da Companhia Pernambuco Pow-
der Faetones, valor realisado de 1505, ao par.
23 aeces da Companhia Recfense de Fanifi-
cago, valor realisado de 605, com o deprecia-
mento de 33 e 1(3 |..
60 aeces da Companhia de Tecidos de Esto-
pa, valor de 2005, ao par e com o agio de ..
lO [ ; e 610 debenture* da mesma empresa, de
igual valor, ao par.
150 aeces e 85 debenlures da Companhia de
Tecidos Paulisla, valor de 2005, ao par.
O movimento do porto foi este :
Entradas
1.' semestre 94-513 emb. lot. 510:105 toneladas
1 93-530 544:431
Menos em 94 17 34:326
Sahidas
05 i
bo I
g?|
2a I
tu
O ^1
35
OC M> (DXOU
t *^" *" '* -' ^
O ZX C*3 C^ 03
'-> iO SK oo ;/- l)
O OiO 00 JOO
i:* ** &* *K Um tu B*
JO W W Cl to OJ
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r* l
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w*^~ too o O
i? o b ab o ?- b
C^ O -O J z, o
se -; x i4ic.-!t: ^
Tta .>&. o.
CC -'' '" -i o -s
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20:8SO rea)
10 barra e
' S
I
Os precos medios comparados dos priucipaes
productos dado pelo segointe quadro :
(JjL'ADRtl comparativo dus preeos
medios djsprincipacs productos
Differenca em 1*94
"O
5
i
-.
com
1.'' semestre
94-
93-
Menos em 94-
509 embarcaces
533
24
EXPORTACO
Foi a seguinte no 1." semestre do corrente
anno :
O!
S:
X
o"
o
>
5"

> eo N Tok
* * c
o> O c
o o 3^3
u O O

Foi
auno:
sinto
Atfafa
Aillos
Ameixas
Amendoas
Arroz
Aseita d'oliveira
as
Bagres
llicalhio
anha de porco
Batatas
utos
Biiler
'amares
Canalla
C irne de conserva
i astanl'.as
Ceblas
Cerr a
Ctvafll
Cevadinha
Cha
Champagne
Chocolate
i ihoureas
Cidra
Cognac
Corainhos
Conservas
Cravo da India
Doces
Ervilhas
l'.irinlia lctea
Kannha dt mandioca
Farinha d trigo
Feijo
Figos
Foi has de louro
Frnciaa
Geuebra
(iinger-ale
Goma de mandioca
Uro de bico
Lcgumes
Le te condensa do
Licores
Lingoas
Haiaena
Man liga
alimentares
Ha 'Sa de tomate
Milho
.Mina lellas
Rotes
Passas
Peixe de conserva
Pntenla da India
Presuntos
Pr^vi
Queijos
Sag
Sal
Salame
^alpices
Saldinhas
Tapioca
Toucinho
i aagre
Vi:,ho 11:769caixas, 1:047 e
pipas e
6o vol.
53
1:123 caoast.
142 vol.
5
I saceos.
28 barrise f-ttM caix.
41 vol.
3:800
127:903 bar.
}:(M9 vol.
7:398
UO
80 -
12:909 saceos.
76 vol.
281 >
425
133 -
96 caix
6:012
50 vol.
j7
73t
93
24
39
1:160
94
1.10 -
i :>7j
15 .
14 .
99 .
S
1:950 saceos.
121:975 parr.
3:877 saceos.
21 vol.
63
10
1:390
40
350 .
1
212
316
242
27
2:096 c
1:379 caixas e 7.4i8 barr.
1313 vol.
U
i:420 saceos.
42 vol.
16 .
116
9C7
:-07 .
107
802
H:3S8 .
100 -
370 vol. e 8:384 alq.
H vol.
32
312 caixas e 3:906 barr.
186 vol.
25 caixas e 7J barr.
7 pipas e 49 i
i/l
13:341 barris.
SPBT
Ceblas, de 255>00 485000 a ca xa. ',,,. / j
Cerveja, de 145000 a 225000 a duiia de gar- occesaor e ex-socioida extmeta firma
rifas ou botijas. Gomes terreira x. C, estabelecido no
Cb, de 45000 105000 o kilogramma. largo da Penha n. i2, pedindo a trans-
Cominhos, de 265000 a 305000 par 15 kilo- fa-encia para seu servico do livro diario
filCravo da India, 3*o(X) o kilogratnma. 1ue presenta pertencente a aquella ex-
Farinha de mandioca, de 45300 85000 5 tmeta firma Vista ao Dr. secretario
sicco. Nada maia haver e foi encerrada a sas-
Farinha de trigo, a de Trieste e Hungra de : cSf, an mp0 ,1;,,
385000 405000 ; e a americana de 25500a ''
275000 por barrica.
Feijo, de 105000 265000 o sacco.
Genebra, de 75000 i 26.5000 a duza de fras-
cos.
Gomma de mandioca, de 45500 65000 os lo
kilogrammas.
Hervadoce, de 275 a 295 por 15 kilog.
Manteiga.de 3J450 45800 o kilo da franceza
t ni barril; e de 35578 65054 o kilo de diver-
sas marcas em latea
Massas alimentares, de 145 163 a caixa.
Milho, de 93 i 150 ris o kilog.
Passas, de 95 255 a caixa.
Pim-nta da India, de 15250 I5S0O o kilo.
Queijos flamencos, de 35 a 9 cada mu.
Sal, de 35 a 65 os 100 litros.
Bardiobas, de 40 UO ris a lata de 1/4.
Tapioca, de 55500 655 0 os la kilog.
Toucinho, de 245 28 os 15 kilos.
Xarque v2l:l8 lardos e
Wermoulh
Wiskv
3:596:185 kil.
3"4 vol.
539
DIVERSOS RTICOS
<7a vol.
70
oo
"S

oc
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C-e *
8 S

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eo
*
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O
o
-I
2
Br
o
Assucar
Algodao
Agurdente
Alcool
Mel
Conreo
Abaeazis
Agua gazoza
Azeite d'OIivera
\toite de peixe
Borracha
LaB
Cacao
Cal
Capil
Carocos d'algodo
Carra pato
farvo animal
Cascas de angico
Cera vegetal
' hapeos de carnauba
Cidra
Cigarros
Cimento
Cocos
Cognac
Cordavo
Couros:e pelles
Doces
Kspunadores
Farinha de- mandioca
Feijo
Ierro vel^q
Fio d'algodo
Fructaa diversas
Garrafes
Garras de coure
Genebra
!(t*raxa
Jaborandy
Lft de tab
Latas vaiias para doce
Licores
Ma leiras -pranehes
Taboas
Medicamentos e drogas
Milho
Oleo "e mocot
Oleo vegetal 3 b. e
Aqui abaixo resumimos os elementos estatisti-
cos dos seis mezo- d orndes do corrente anno
comparan la-os quauto possivel aos congeneres
o primeiro sem mno passado.
0 resomo > ")c patente que, se
em al m iior a exporta-
jo do priuiero semestra deste anno, em quui- i :lho
tidad^, i*menor era wdora do Paiqu
algodao o. de coo (liitr.vpo3J5ao -foi ; carnauba
inaior I i que a d primeiro *emtra do anno', Plha de Ouricury
{ir, |gU|rdao!e, alcool eou- wk d'aves
ros : oo i ias
bem vas
A copoeqoencia *i que a expojlco do se-
95:976:7<2 kil.
10:488:487 .
10:345:449 lit.
3:152:375
5:478
436:484 kil.
3:500
10 caix.
150 lit.
45
1:152 kil.
35:997 .
2:4'3
1:260 barris
2:i44 lit.
10 35".lis kil.
92 772 .
1:650 >
30:000 *
33 911 .
91:900
661 lit.
2:000
3 barris
1:096:125
7:234 lit.
3 pelles
871:596
19:161 kil,
2 caix.
49:794 sac.
100 'saceos
70 tonlds.
40. saceos
72 vol.
6
2:420 kil.
68:266 lit.
260 kil.
1.120 .
5 saceos
900 kil.
1:748 lit.
4
43
343 '. >l.
1:373:785 kil.
A quantidade exportada dos priucipaes pro-
ductos dado pelo seguinte quadro :
QUADRO comparativo dan qnanti-
dstdes dos prifipaes productos
exportados
Differencasem!894 3 'o ea i

fD o
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"5 "i "1 -%
5 5 a o

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Moedas de ouro e prata 17:7005000
&
150 Jit,
0120'latas
0:0W kil.
4:800 (jr.
7 e mu.
. 50 inolhs
"60 .kil.
76
2 caix.
221 vol.
5:610 k.

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47 -
551
175 .
35 o
3:409
575 .
i
9:208
357
1:856
172
1274
21:776 tonel.
2
316 vol.
799
332
1:186
18
14:659
l:*-4.
11
804
1:102
3:924
5
3:624
26
420
vols.
vols.
Agua-raz
Alcatrao
Alf'izeraa
AI pista
Alvaiade
A/.eite de peixe
Barricas e barris 25:214 e
Barr Iha
Borracha
Breu
Cabes ,
Cal
Calcados
Caragos de ntgodao
Carvao de pedra
Cava 11 os &
Ceras diversas
Chapeos
( baratos
ayo
Cigarros
Cimento
Cobre
Colla
Cordas
Courinhos e pelles
Couros de boi
Cr
Drogas e medicamentos
Dyrramite
Enxofre
Estanho < *
Esteiras 230
EslPa ?!2 "
Farello 20:477 .
FerroEm ago : 359 cunhetes e 100 feixes;
em ancoras 38; em arames 771 vols.; em
arcos 10:392 feixes; em barras 14:553 e
11:443 eues; em can aos 52 e 491 vols.;
em correntes 14 \ols.; em enxadas 990
vols.; em ferragens Varias 8:921 vols.;
em foges, fogareiros, etc. 3:577 vols.;
era folhas de Flandres 5:2:3 vols.; em fo-
lhas 535 e 441 vols.; em formas 41 vols.;
gusa 65 toneladas; em machinaseappare-
Ihos diversos, 1:327 vols.; em pas 446
vols.; em pregos 914 vols.; em rodas 350
pares; em tambores e toneis 422; em la-
xas .14 ; em trilhos 3:243 ; e em wagoos
7 volumes.
Fio _____
Fumo 'ffip^BQP
Garrafas, frascos, etc., 400 e
Gesso
Graixa, l:419,'pipas, 883 barris,
45 caixas e
Joias
Kerosene
Linhas
Lona
Louga e porcellana
Madciras, 4:400 prancbOes. 160
taboas, 59 feixes de remos,
2 bjtes, e diversas
Marmores e pedras, 103 taboas; 200 barris de
pedras pomes; 400 de amolar ; 401 baris
de pedra de fogo e diversos 626 volumes.
Vinagre, de 20i>5 a 2205 por pipa do de Lis-
boa ; e de 805 1005 por pipa do nacional.
Vnho, de 4005 4604 por pipa do de Lisboa,
fi de 4305 48"g por pipa do .la Figueira.
Xarque, de 75500 a 185 por 15 kilog. do do
Ilio da Prata e de 54 1248 0 os 15 kil. do
nacionnal.
Alfazema, de 105 125 os 15 kil.
Alpiste, de 75 85300 os 15 kil.
Borracha, da 225 255 os 15 kil.
Carvo de pedra, de 3*5 408 por tonelada.
Cera vegetal, de 115 225 por 15 kilos.
Cimento, do 115 a 155 por barrica.
Courinhos e pelles, de 1305 i 2005 o cento.
Farello, de 64 85 por sacco.
Fumo, de 194 a t04 por 13 kilog.
Graixa, de 105 165 por '5 kilog.
Kerosene, de 45400 55450 por lata,
L>uga ingleza, de 1S05 2605 a giga.
Papel de embrulho, de 750 2580U a resma-
Pbospboroa, de 640d 75500 a grasa de cai-
:cinhas.
Sebo, d 115 185 os 15 kil.
Sola, de 75 95 o meio.
Vallas, de 9i0 115100 o pacote das estrangei-
las ; e de 114 135 caixa das nacionaes.
CORRIGENDA
Na fcstitustic.a CiHiniTcial de Junho prximo
lindo, alm de pequeos engaos de fcil cor-
ecyao pelo leitor, deu-se um grave equivoco do
compositor ao fazer urna emenda, de que resul-
lou a troca de duas soturnas.
Rectificamos o equivoco pela seguinte for-
ma :
1.O valor dos duersos producto* exportados
?m Junho ultimo 553.7655750, como se v
oelo resumo do valor de toda exportago, e nao
como sahio 4.869:1245270.
-2.-lista somma de 4.869:1245270 o total
do valor exportado em Junho ultimo, e de ve
substituir a de 6:483:132 180 que foi publicada
orno tal, quando 6 o valor total da exportago
.m Maio anterior.
1:294 vols.
8:527 .
9:937 .
8
5:858 kilog.
10 vols.
37:070
819 >
53
8:889 .
391
Materiaes diversos
Mercaduras diversas
Movis
Ocre
leos
Papel
Pennas
Perfumaras
Phosphoros
Plannos
Piassava
Pipas
Ponas de boi
Potassa
Rap
Saceos vasios
Salitre :
Sebo, 113 pipas, 4:252J>arri3 e
Soda
Sola
Tama 0008
Tecidos diversos
Telhas
Tijolos 1}
Ditos para facas
Tintas
Trapos
Typos
Vassouras
Vallas
Vimes
Vidros
Zinco
vols.
36:292 vols.
11:847
214
82
1:498
9:357
1
M52
2 012
37
108
8:180
4
16
43 >
180
1:282 .
20 caixas.
854 vols.
1:884
93
15:409
89
33:500
335 Tols.
2:608
148 >
24
264 .
1:964
1:000 Hacas.
2:535 vols.
98 >
Precos correntes do semestre
'Alhos, de220 503 reis pormaunca.
Arroz, de 45700 5*300 os 15 kilos.
Ateite, de Oliveira, de 3580U & K580O por ga J
lo.
Bacalho, de 305000 4009 por barrica.
Hanha de. porco, de 15750 15950 o kilo-
grarama.
Batatas, de 55600 305000 a caixa.
Caf, de 224080 | 40?;000 por 15 kilogram-
mas. sw^sw
Qauella de 2*000 3*000 por kilogramo.
Ilipjuxlromo do C'unnpo brande
18.a CORRIDA
Foi executada essa corrida no domin-
go ultimo.
Apezar de dia invernoso, foi notavel a
concurrencia, correndo animado o movi-
mento das apostas, sem que se dsse in-
cidente desagradavel na constanciu da
corrida-
Esta, pode dizer-se, foi toda da sor-
prezas pelos animaos que sobrenadavam
coinpetico, fazendo falhar os palpites
e produzindo rateios bem gordinkos.
No intervallo dos dous ltimos pareos,
effectuou-se o sorteio das prendas, e a
Ficliet distribuio-as pelos nmeros: 2,786,
8403, 6,111 e 9,236, cabendo ao primeiro
um riquissimo relogio de mesa sustonta-
por duas lindas estatnetas ; ao segnnd
uinu importante estatueta de T'asso ; ao
terceiro um par de bellas estatuetas ; e
finalmente ao quarto um ralogio para
toilette.
Foi este o resultado daa earreiraa :
1," pareo=Animaco 1.200 metros.
Auimaes de Pernambuco. PremioE:
250S0O0 ao primeiro, 50SOO0 ao segundo
e 25#000 ao terceiro.
Frontn, montado por B, Benja-
mim, 51 kilos 1,"
Teimoso, idem por P. Queiroz,
50 kls. 2.
Pirata, idem por Deolindo, 50
kls. 3.*
Ternpo : 94"
Rateio daa poules : Frontim em pri-
meiro 580300' e em segundo 258800;
Teimoso em segundo 208600.
Movimento das poules : Circularam 482,
em primeiro 316 e em segundo 161, na
somma de 2.4100000.
2. pareoPrado Pernambucano1050
metros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 25J|500O ao primeiro, 5O0COO ao
segundo e 25S00O ao terceiro.
Turco 2.% montado por M. Ro-
zendo, 5> kls.
Aventureiro, idem por Deolindo,
5 kls.
Beriin, idem por B. Benjamim,
50 kls.
Tempo ; 77".
Rateio das poules : Turco 2."
meiro 21S0O0 e em segundo
Aventureiro em segundo 834-0.
Movimento das poules: Circularam
542 45, em primeiro 346 e em segundo
196 I 5, na somma de 2.71430CO.
3. pareo Imprensa Pernambuca=
1500 metros Haiidcap. Animaes de
Pernambuco. Premios : 350S0OO ao pri-
meiro, 70S000 ao segundo e 35S010 ao
terceiro
Teimoso, montado por B. Beija-
l.
%.
3.'
em pri-
114U) ;
um, 50 kls.
l.
2.a
3.'
CgMltfA iiiMOABU
Junta Commercial do Recife
ACTA DA SESSAO DE 2s DE JUNHO
DE 1894
Presidencia do Sr. deputado commaidador
Joaquim Lopes Machado
Secretario Dr. Soares d'Avellar
As I o horas da manha abrio-se a ses-
sao com a presenca dos Srs deputados
Figueiredo, Gurgel do Amaral e Paren-
te Vianna, faltando com participaco o
Sr. deputado Oliveira Bastos E toman-
do a palavra o Sr. presidente propoz
que se consiguasse na acta um voto de
profundo pezar pelo inaudito attentado
ie que foi victima o grande cidadao fran-
;ez e -minente estadista Sadi Carnot,
presidente da repblica da Francia, atten-
tado que veio eneber todas as naces
de immensa consternacio e do mais en-
tranhado sentimento de que com justica
tmbem se acha possuida esta Junta
Proposta que foi pprovada unnimemen-
te, resolvendo-.se que de semel liante acto
se desse conhecimento ao Exm. Sr. Dr
Governador do Estado como chefe do po-
der executivo, e se communicasse ao Sr.
cnsul da Franca.
Approvada depois de lda a acta da
sessao antecedente, tomou-se conhecimen-
to do seguinte
EXPEDIENTE
Offlcios:
Da Junta Commercial do Estado das
Alagoas datado de 20 do corrente, aecu-
sando o desta Junta de 17 do mesmo
passado. Archive-se.
Do Dr. secretario do Goterno do Esta-
do, recommeadando, de ordem do Exm.
Sr. Dr. Governador que seja durante se-
te dias conservada'em funeral a bandei-
ra do edificio desta Junta em demonstra-
cao d8 pezar pelo fallecimento do Sr
Sadi Carnot, presidente da Repblica
Franceza.Inteirada.
Da Junta dos Corretores de 26 do cor-
rente, lemettendo o boletim das cotacoes
referentes a semana de 12 a 23.Para o
archivo.
Foram distribuidos os seguintes livros :
Diario e Copiador do Azevedo &c Mendon-
5a, Copiador de David F. Porto Baltar,
idem de Souza Pinheiro & C.
Foram despachadas as seguintes peti-
ces :
De Joaquim de Almeida Gomes, para o
registro da escriptura ante-nupcial junta
em traslado. Registre-se e publique-Be-
De Jo&o Alves de Freitas, para identi;
co registro*dem.
De Joaquim Maximiano Pestaa, para -
registrar-se um conhecimento do imposto Movimento das poules : Circularam
de seu officio de agente de leiloes relati- 808 lt5, em primeiro 509 eem segundo
vo ao primeiro semestre do exercicio cor-1 299 lp5, na somma de 4.0418OOD.
rente,Registrese.
Mascotte, idem por A. Franca,
55 kls.
Pirata, idem por P. Alexandri-
no, 50 kls.
Tempo : 116".
Rateio das poules : Teimoso em pri-
meiro 748800 e em segundo 2d$300;
Mascotte em segundo 17S800.
Movimento dos poules : Circularam
825 1/5, em primeiro 511 e em segundo
314 1/5 na somma de 4.126J0C0.
4." pareoDerby Club de Pernambu-
co15450 metros Hanflcap. Animaes
do Pernambuco, Premios : 300SO0O ao
primeiro, 608000 ao segundo e 30$ 300
ao terceiro.
Bismark 2 montado por M. Ra-
mos, 59 kls.
Turco 2., idem por M. Rozen-
do, 52 kls.
Tudo- idem por P. Queiroz, 46
kls.
Tempo 92".
Rateio das poules : Bismark 2." em
primeiro, 150300 e em segundo 91500 ;
Turco 2.- em segundo lOSSOU.
' Movimento das poules : Circularam
751 v/5, em primeiro, 486 e em segundo
2652/5, na somma de 3.7570000.
5.* pareo Trilhos Urbanos -1. ICO
rceiros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 2508-00 ao primeiro, 508000 ao
segundo e 258000 ao terceiro.
Mouro, montado por Pedro
Queiroz,50 kls.
Vigilancia, idem por M. Rosen-
do, 5'J kls.
Frontn, idem por B. -Benjamn,
5 > kls,
Tempo : 83"
Rateio das poules ; Mouro em primeiro
6505OU e em segundo 22S80'J ; Vigilan-
cia em segundo 158100.
1/
2/
3.
1."
US
3.'
De Jos Jacintho Silveira, no mesmo
sentido quanto ao segundo semestre do
anno passado.dem.
De NuneB Fonseca-dc C, para archi-
vamento de seu contracto
chive-se
6. pareo -ConsolacSo1 350 metros.
Animaes de Pernambuco. Premios :
8OOS0O0 ao primeiro,-600000 ao segun-
do e 3O0OOJ-8O terceiro.
soeial.-Arr Pyrilampo, montado por J.
Mendes, 50kls.
De Marques archivamento.Seja archivado.
Nababo, idem pOr Olympio, 50
kls
Doamasmos, para o registro de sua Afly-Stopper, "M. Martins, 50
firma, social,Como.requer.
Da Companhia Pemambucana de Na-
vegac&o para o registro do documento
que junta.Deferido .na forma do pa-
recer.
D-Manoel Marques de Souza, Jos
Moreira de Souza "Primo e Jos Moreira
de Souza Sobrinho, socios componentes
da firma Manoel Moreira de Souza 6c
C., ptrm o archivamento de seu contra-J
cto social em nome coliectivo.Seja ar-
chivado .
. De Aiexande deSouzaNogueira e>Ea-
zebio da Cunha Bekrao, ptoprietarios d^
hiate .Apody, recolhenae carta do-re-
gistrado, mesmo hiate .por ae char in-
navegavel vSatiafiaeam .o pareeer,
De Antonio Francisco* de Souza Maia,
1/
2.'
3.*
kls.
w Tempo*. 403"
Rateio das poules": PyrilaTnpo m pri-
meiro 148300 e em s*gundo-$?70G ; Na-
babo em segundo 17$000.
Movimento das poules : Circularam
755 2f6, em primeiro 500 cem*segfundo
255 2[5, u,a somma de. 3.777OO0.
7. pare) -8- de JulhO^SOO metros.
Animaes de Pernambuco que- uSo-tsaham
ganho premios nos praaos 'do Reoife,
contando ou n5o victoria at a data-da
inacripcSo, Premios : 2508000 ao pri-
meiro, 598000> 'segundo e 25f 00 ao
terceiro.
BaralhOj'ffiontaido por P. Fi-
gueiredo, 51 kls^ .


ILEGfVEL
T

i
t '





2.'
3.'
Furioso, idem por M. Rocha,
51 kls.
Leiroso, idem por Kelly, 51
kjs.
Tempo : 60"
Rateio das poules ; Baralho em pn-
meiro 235900 e em segundo 10S0O0 ;
Furioso em segundo 10$700.
Movimento das poules : Circularam
509 4i5, em primeiro 344 e em segundo
165 4f5, na somma de 2.5490OOO.
Casa das apostas : O seu movimen-
to constou de urna emissSo de 4.674 4i5
poules, realfsando portanto a importan-
cia total de 23.3743000.
fcimrioyde Pemumboco > Torcn-feira 1Q de Jiilho de l*t>4
espado de trer annos, na prfus&o de
ideias importantes, de reformas necessa-
rias, convertidas >im projectos,' que pre-
PRADO PERNAMBUCANO
Termina hoje, na respectiva Secretaria
e as horas do costume o processo da in-
scripc&o para a corrida de domingo.
Nessa corrida resolveu a directora of-
ferecer aos seus frequentadores, por meio
de sorteio, quatro importantes prendas
representadas por um bellissimo toucador
em electro-plate com lmpido espelho,
bracos para luz e compartimentos para
pentes, escovas, pos, e perfumes; um re-
logio para mesa em bronse dourado e de
forma de pavilh&o ; um porta-charutos
em concha ; e um porta-gelo.
Estes objectos d'arte sao de um lavor
e execucao completas e por conseguinte
da mais feliz escolha para o fim a que
sao destinados.
A' aprecias&o do publico foram postos
taes objectos em exposijao no Bazar da
Boa-Vista.
Essa prxima corrida, em consequen-
cia dos estragos feitos pelas chuvas na
prado do Lucca, ter lugar no prado do
Estancia.
pvBLieicOEs k mino
Elcicu de Pcrniimbuco
Continuando a nossa narracao sobre as
eleicoes de Muribeca, Tigipi e Arrayal,
queremos tao smente provar a incohe-
rencia do Dr. Martina Jnior, ou melhor
o servelismo inepto com que arroja-se ao
lamaral.
O impolluto representante de opera
"Ijuffa, trilha por despenbadeiros escabro-
sos e va i deixaudo transparecer a masca-
ra do seu passado de euvolta com o man-
to da prostituijao poltica.
E para comprovar a nossa assercao
transcrevemos alguns tpicos do parecer
n. 1:
As illiistradas eommissoes nos seus
minuciosos c bem elaborados relator ios
apoulam 3/2 autlienticas em que notaram
irregularidades, de entre 3*995 que fo-
ram snbmcttidas ao seu exorne
c Dcdusindo 22,888 votos, corres-
pondentes as actas impugnadas e as nutras
/'te nao foram remettidas ao Senado, as
eommissoes apuraran/ :
Ninguem ignora que as alludidas eli-
j 581 nao constavain de- actas, e sim de
boletins fraudulentamente adquiridos e
vantajosauente contestados pelo Dr.
Eduardo de Oliveira. Assim endo,
lgico que a eommissao mixta conside-
rar insubsistentes taes eleicoes, por isso
que careciam de bases para constituir
oro vas, pelas quaes podesaom ser levadas
ao computo tinal da eleiclo presidencial.
Mus a coramisso mixta compulsou as
artas e documentos da eleic.o de 1." d
Marro, com verdad 'ira isempcao de ani-
mo, pelo que deixou de tomar conheci-
18 mencionados boletms !
Anda o mesmo parecer em sua pri-
meira conclusSo diz:
.< .*, que se/a valida a eleicSo a que se
1 cjh i 7 Estados e no Districto
Frderal, em 1 de Mareo ultimo, /lenos
nos callegios eleitqraes abaixo enumerados.*
Ennumerou as 15.a e 2b seccoes elei-
toraes do Recife e ne.m por sonhos trata-
ra das de Muribeca, Tegipi e Arrayal,
que nao mereciam semelhante referencia
por seren nullas.
Em tudo isto porm o que nao impres-
Bionou, nao foi de certo o parecer da me-
sa do Senado, mas, foi a votaco desse
parecer. Ella effectuou-se em sesso
plena das duas casas do parlamento,
achando-.se presente o Dr. Martins Jnior,
qua votou pela nulidade das ele9es que
nao cmstavam de actas ; e mais ainda das
15.' e 25.a seccoes do Recife, eleicoes es-
ta- que deram a votaco necessaria para
o chefissimo irapolgar urna cadeira que
por dirtito e justiea pert-ncia ao Dr.
Eduardo de Oliveira.
Qua uta baixeza e servilismo I
sorieutago da/ chefissimo teve o
seu inicio a pos a Repblica, proseguindo
de rochado em rochedo, ao cimo de cala-
mitosa montanha, onde, de par com os
seu; ai d iixon desvendar a masca-
ra ile impolluto, para ligar-.se a revolto-
sos com o intuito de forjar um diploma
com o qual devia defender os iuteressas
d'aquflles 8 doscolligados. Entretanto,
o Dr. Martins Jnior acaba de esbofetear
1 otando urna
emend.1 ao projecto de ; :.;~>o do es-
tade de sitio, estendendo este ao Recif-3
On la a popula ae o estado
de poda preiudicar aos adversa
1 nao ios do Governo ;
logo Dr. Martn Jnior foi por domis
insensato e pretencioso qu ando apresen ton
tal emenda, ali icial aos seus e
lelle.
-. preponderancia do aulicismo ?
NaV tamos arto,
lelhante
luimos : a Repblica
dos brasileiros e nunca dos exclusiovis-
eomo pensa o chefissimo.
seutemente 8&0 leis, e queja eetao, na
Beocia, em completa execucao; o que
asseveramos de notorieda.de publica, e
ninguem por certo ousar contestar-nos !
E, como esses emritos representantes,
pleiade luminosa le distinctos patriotas,
con&antes no muito que fizarun em prl
ilo bem publico i nossa terra natal, pre-
tendera a renovacao dos seus mandatos,
uas prximas eleicSes, nos, levados pelos
.-en ti montos de justiea, dando a Cezar o
que de Cazar, aprassamo-nos em bem
lembrar ao patritico eleitorado os servi-
ros que prestaram. servicos relevantes,
verdadeiras comedias, representadas a
ra d'Aurora, quando, obdecendo aos
acenos de D. Bibas, praticaram famosas
brilhaturas.
N5o ha negal-o, sao caracteres sparta-
nos, que inspirando-se as alevantadas
ideias de Lycurgo, trataram de fundar
leis sobre os nossos costumes, e procura-
ram tornar o nosso Estado urna s fami-
lia, onda todos os cidados trabalhassem
mutuamente para o bem publico, e se
dedicassem completamente defeza da
patria estremecida.
Entretanto, estamos con ve cidos de
que sabris proceder com inteira justija,
e que assim os auxiliareis por todos os
meios ao vosso alcance, quodDuts avertat,
a esses to legtimos e necessarios candi-
datos, qua se retiram triste e saudosa-
mente, deixando nos aunaos da Cmara
as provas incoucussas, para nao dizermos
negativas, de seu acrysolado latriotismo,
e em nossa memoria indelaveis recorda-
coes pelo muito e muito que fizeram para
consolidar a Repblica, derramando en-
dientes de prosp ridades em favor desta
patria de hroes cujas tradiccSe souberam
honrar mos cheias.
Avante concidos cumpramos o sa-
grado dever de gratidao ; nao importa
que os maldizentcs apupando-os, e pra-
guejando-os, digam que elles s merecem
o daspreso, e qualalis vita, fina ita.
Muitos cleitores.
menador Barroca, a3sim comoabaixa existen-
te era frente ao raesmo viveir, nivelando a
estrada: e assim quando appa'ecessem as
innundaces, as aguas, em Te? de se accuinu-
larem no tal viveiro e baixa, seguiriara inme-
diatamente o leito da estrada, e iriam sahir
pela ra, que vai par a ilha do Retiro, pr-
xima a ponte.
NSo nos parece que se deve argumentar cora
as despezas, que se teria de fazer com o Caes,
qua lerabramos, porque o Goverto tera o di-
reito de exigir de todos os propietarios da
Magdalena, Torre, etc, urna contriliuicao ou in-
deranisaco, como se faz com o edeamento da
cidade.
Esperamos que o Exm. Governacor e a Ilus-
tre Intendencia Municipal tomando um consi-
deragiio estas ideias, que nos sugeriram por oc-
casiao de tal innundagao, se digaem mandar es-
tudar desde j, tao importante questo, am
de romidial-a, nao continuando o habitantes
da Passagem esperar da Misericordia Divina
0 remedio para estes grandes males.
7 -Julho-9i.
O ilagdaleneme.
e muito versado na theologia moral e dogmati-
Partido Republicano
Tinliamos o maior iuteresse em que se efle-
tuasse amanh nesta capital, como eslava an-
nonciado, a reoniao poltica, que, na qualidade
de representantes da maiorta do directorio do
partido republicano deste Estado, lia iani'is coa-
vocado para a eleito do directorio definitivo
do mesmo partido. > ,
E* dis!o pr >va inconcussa o facto de termos
proseguido do prepsito de eifectuar a alludida
reurioa despeito das ilitficuldqdes, cora que
j contjvamos era vista dos ltimos dias de ri-
goroso invern que temos tido.
Acontece, porra, que tura continuad) at hoje
o m:.o tempo e que nos chegatn agora mesmo
por telegrammas de vanos pontos do interior,
ainli dos m-.< prximos desta capital, noticias
da uiterrupgo das communicac;6es e da impos-
sibil'ide. por esse motivo, do compareciiumto
de numerosos amigos reuniao ile que se trata.
E' verdade que ora as noticias recebidas
chegara-nos ao mesmo terapo as mais significa-
tivas mamlestaroes de apoio ao nosso proced-
men de alheso as deliberares, que wr ven-
lura r'oss 'in tomadas na reuniao projeclada.
Isto. porm, nao basta.
Tratando-se de dotar o partido republicano
com a eleicao de um directorio definitivo o con
(netamente de snbmeUar ao sen wredtetum a
attiiuJe por nos assumida em face do proced-
menta lo Ilustre cidad) Dr. Martins Jnior,
a 11.; provocou a sciso no seio do mesmo parti-
o, o concurso pessoal do maior numero possi-
vel le correlisionar.es indispcnsavcl.
Eis em poucas palavras as razes imperiosas,
pelas quaes temos resolvido o a liamento da
r-unio, que eslava marcada para amarilla e que
deveri effeetnar-se, quando for novaraente an-
nunrii i t.
Recife 9 de Junho de 139i.
Ambrosio Machado.
Bernardo Jos da amara.
Manoel da 'rindade Per tti.
Dr. Malaquias \. Gongalves.
Francisco do Reg Barros de Lacerda.
Dr. lirmirio '.outinho.
Joo Jos de Amoriin.
Virginio Marques Carneiro Leao.
Jos Vicente Mjira de Vasconcellos.
O Padre Marcellino Veira da
Silva e HA
30o da
Ha trila dias viraos desapparecei- iaexpeva-
damente dentre o clero o virtuosa e Ilustrado
Marcellino Vieira da Silva e Sa.
Victima de urna syncope cardlac, elle, s
7 <|2 horas da noite do da 10 de Junho ultimo,
encontrado sein vida no cubculo em que re-
sida, havia poneos dias, 110 Seminario de Olin-
da onde fizera os seus estudos eclesisticos.
Ninguem pode bem avahar qual a sorpresa e
sentiraento que produiio tal acontecimento ao
Rvdm. reitor do Seminario, conego Pabricto, e
a todos os circumsiantes e sobretudo aos semi-
naristas e collegiaes !...
0 padre Marcellino havia sido noneado di-
rector espiritual do seminario e conego da Ca-
thedral de Olinda, instancia do reitor e a pe-
dido de S. Exc. Itvdma. Sr. Bispo Diocesano-
Elle por obediencia ao su.ierior accei.ra esses
cargos, pois sabido quanto era despretencioso
quanto fugia dessas honras e dignidades de que
alias era muito merecedor.
Entretanto tendo acceitado com sacrificio da
sua propria sade to melindroso e difficil car-
go qual o de director espiritual, elle o desem-
panharia satisfactoriamente porque sem duvtda
era niestre da vida espiritual, possuia o zelo e
o espirito de um Francisco de Salles, de um
Felippe Nery.
Natural de'Souza da ?arahyba, orde anda
vivera seus extremosos paes, irnios 6 jiarentes
que o iuolairavam, o padre Marcellino sentindo-
se doeute e desejoso de recolher-se ;. vida pri-
vada no seio da familia, resignou a (regoezia
da v'arzea e ha tres annos resida com seus
virtuosos paes que se desvanecala de possuir
um tilho crue era merecidamente reputado como
sacerdote exemplar, modetlo de virtudes. Has
ah que tristeza, que dor profunda Iba foi cau-
sar n'alma u aterradora tioticia ds prematura
morte de to bom tilho, elles que anciosos i.s-
peravam vel-o voltar em breve casa paterna :
Todos os anuos costumava vir Olinda visitar
os amigos e em busca de melhor saude, ali
passava algum tempo e voltava; e.-te anno,
porm, veio e ficou para sempre : Qoo in-
coinprehensiveis sao os juizos de Deu;.!
Levado pela molestia que soffna e princijiul-
mente pelo seu desprendimento v.da e s
cousas mundanas, ebe como que previa desde
muito apioxunar-se-lhe o termo final da existen-
cia, e a proposito aqu transcrevo ura tpico de
urna carta que ha dois annos me dirig ra do
serto :
Cada vez mais me retratiio das cousas desta
vida to transitoria ; o pensamento das minhas
conta- a Justo Juiz o que me domina
As alegras mundanas me causan mais
desgoslos do que a privae&o d'ellas,
Dura condco do hornera '. humilde, nodesto.
o Padre Marcellino nunca procurou fazer valer
em publico o seu merecmento intellectual e
moral, nunca alardeou viriu les e nem sabedo-
ra [sendo entretanto verdaderamente virtuoso
ca, seu estudo predilecto) nunca procurou ser
caneco, raonsenhor ou bispo e nem a menor
honra civil ou ecclesiastita.
Diia sempre : S quero ser aquillo que
sou diante dos olhos de Dens.
E nao era 'de esperar outra cousa daquelle
que alera dos raros dotes de corafo que tanto
o destinguiara, teve desde a infancia como mo-
dello da perfeigo christ seus virtuosos paes
e seus raaiores de quera procedederam padres
como Herculano Hermenegildo ( virtuoso mis-
sionario) Joo Baptista Costa, Chagas Vial
ra e ouiros sacerdoies que tanto honrarara
classe, to relevantes servicos prestaram a Igre-
ja Pernarabucana.
Apazar de ler sido parodio era urna freguezia
pobre, com tudo sem faltar com a caridade aos
pobres que Ihe bat am a p>rta, elle pode man-
ter firme o seu crdito sem nada dever, e tinha
Bampre alguraa rezerva com que multas 'vezes
auxllava aos seus prenles pobres alargando
assim a escala de beneficencia sem nuuca lia-
ver chorado migaras nem se fingido pobre
para passar por abnegado e santo.
E' quo a economa bem entendida urna vir-
tu te e elle tambera sabia pratical-a.
Que melhor llho pois, melhor irrao, melhor
amigo, melhor sacerdote, melhor parocho j
houve do que o padre Marcelino Vieira? Nin-
guem Vssiin rae externando creio dzer a
verdade sobra o real raerecimento daquelle que
na vida honrou-ui sempre coma sua confianva,
com sua sincera, e cordeal e verdadeira ami-
iada : o padre Marcellino foi al ra de tudo meu
director espiritual : nao esquecerei jamis !.. -
Deus Ihe d o descauyo eterno.
Aos seus venerandos paes e boa .familia os
meus profundos pezames.
Escada, 9 de Julho de I39i.
Vi ario, PedrjS'i.
Si ha alguma escriptura em sentido
diverso falsa, e todos sabem que sou
incapaz de vender aquillo que uo me
perten e.
Todo e qualquer negocio que se fizer
em virtnde de tal documento nullo
como provarei em juizo.
Engenho S. Salvador, 20 de Junho de
1894.
jfoaquim Pedro Carneiro Campello.
COMERCIO
Bolea Coinmerclnl de Peraum
turo
COTAQBS OFFICIAKS DA JUNTA DOS C0B8ECT0BES
Praca do Reci/c, 9 de Julho de 1S94
Nao houve .oato.
0 Dresidente
Auet" Pinto ae Lemos.
J secretarir,
Anioaio Leonardo Rodrigan.
Cidatlc do C i lio
Acabo de ler o artigo do demcrata
Dr. Luiz Fernandes. Demcrata s ?
Nao. .narchisca o muito bom, come-
cando por lancar mao do jue pertence a
ex-escrava Maria.
Para que o Ilustre Dr. falla em ori-
geus 'i
Olhe o seu tclhado de vidro, que is
muito grande.
No irei a Massangaua, nao quero ter
o man fim de urna sua antiga propieta-
ria : o Sr. Luiz Fernandos ha de prestar
conta em juizo, para onde ja foi cha-
mado.
Quanto ao que diz de mim o Ilustre
demcrata, o mais fiel guarda dos dinhe-
ros municipaes, devo pouderar-lhe que,
gracas as intrigas de um Luiz Fernan-
des, chamado Outra, fui injustamente ac-
cusado, em otitros teinpos, mas defendi-
me, q as minhas contas foram julgadas
boas, pela extincta thesour ra.
A arrogancia do Sr. Luiz Feruandes
nao est, na razio directa de sua probi-
dade.
Recife, 9 de Julho de 1*94.
Joaqtm THomas Ribciro Varejo.
----------------^----------------
Engolillo S. Salvador
o coronel joaquim pedro carneiro
Campello ao publico
Declaro que n."io vendi o engenho S.
Salvador, nem todo nem parte.
Assignei urna escriptura de declarafo
da divida de 2:O'XJ80OO a Francisco Quin-
tino Rodrigues Esteves e de igual quan-
tia a Manoel Francisco de Barros am-
jpello, com a uondig&o de ficar a divida
eu ir pagando em parcel-
Hospicio 3
internos, externos e
Collegio Parthenon
3 Ra do
Recebe alumnos
meio-pensionistas-
O director,
Bcharel Ovidio A Ivs Manaya.
--------------^--------------
A corda da furm sara na aaailber
loduDiiaveluiHie o caDello h para obter e cuu-
n--v^r al ao tino mu cabello bonito, abundante.
iiave perfiionado e re ae oodnlacA'f, bania
'<-ule oaar rom1 fs-doidaile a admiravci pp.
p tal pu-a c*b o
O r.agico effeiio deste assomoroso Tonteo se
prodat 0S0 *b no cabello 'nSo lamnem na bar-
ba e uo< bi^'u'jpx, roui'naiiicao-lbes am bruno
k uaia soa i 'He exqu'xitis. 19
stacionaria
las.
Ao coinmercio
Os abaixo assignados, componentes da
firma Guerra, Fernando & C., scientifi-
cam que a contar do 1" do corrente adop-
tara m a firma de Guerra & Femando,
nicamente por exigencia da lei, confor-
me determina o decreto n. 916 de 26 de
Outubro de 1890.
Recife, 5 de Julho de 1894.
A tipio Rosado de Oliveira Guerra.
Minervino Fernando da Costa.
---------------?---------------
Ao publico e ao commercio
Hanoel Korp.ira de Soaza, tenrp.ndo-se para
Por u analcos 1 frneles p-la preaieja da tiagm,
(a! o pormniu arate, offerecnnio toio* oe seus
nm I.!iu pregiira08 aaqnelie reino.
Ouiro uu, aelxa co'iio shos DroccradO'FB, para
ir p rll "lares .s 8r#. Jos Uoreir d Jj^i aj ireirn r'o:u.i Sobri-DO o Blanoei do <8
riineiiU>.6alaa'ae Ha-10-, na ordem em qne ee
actuio r.oJto .1 -'o.
R*cif, 6 d- Joloo :> 18^4.
---------------^---------------
Diogo Haptisla Fernandes mudou
seu escripterio para a na Estreita do
Rosario n. 10, 1. andar, onde pode
ser procurado das 10 horas al as '{.
Hospital os documentos comprobatorios
de sua pretenc&o.
Os pretendentes devem indicar a sua
residencia, provar a idade, filiacao, e que
sSo naturaes da cidade do Recife e satis-
fizeram plenamente a intencao do benem-
rito legador.
Secretaria do Hospital Portuguez, 30 de
Juaho de 1894.
Joo A Ivs de Frcitas,
Secretario.
Coinpanliia de Seguros 4 outra
I oSo UDOUN M
Capital-12:000:000^000
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
coixrR\ O FOGO
TAXAS DIMINUTAS
Pagamento de prejuizos immediato, e
sem descont.
nico agente n'essa cidade
Augusto Paeca.
IIo ---------------^--------------
Partido Repuklieano
Fazcmos publico que a reunio, con-
vocada pela maioria do Directorio do
partido republicano para o da IO do
corrente mez de Julho, ter cometo a I
hora da tarde, ra 15 de Novembro,
out'or do Imperador, n." 44, I." andar.
Recife 1 de Julho de 1894.
Ambrosio Machado.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Perctti.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg Barras de Lacerda,
Dr. Ermirio Coutinho.
Joo Jos de Amorim.
Virginio Marques Carneiro 1-eo.
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
.\o I\ni. Governador e a ln-
teudeueia Municipal
Desde !bC!t que n&o pres-:nciava-mos um es-
pectculo to c.ontristador, qual o que nos offe-
reeen a rista a inexperarla cheia do da i do
corrente mez.
susto, o me lo, o terror que se desenhavam
no semblante do todos quando ao amantveer
i 1 lia i, virain as suas casas, plantajes, jar-
dins, urnas ,a iuvadidas, outras ameagadas de
o serem, pelas aguas, sao iiidiscriptiveis.
Realmente desse a rua do Jin-tica na Pas-
sagem da Hag latena, Remedios, Luca, Estra-
da Nova, at o Casanga, era um mar immenso
de a^uas do co !
Os estroudos medonhos ao desaliar dos mu-
ros, as casas por trra, os alaridos das crian-
ras, os gritos por socorros,- os tiros de armas
de fogo em signal de pergo, sao cousas, que s
s^ descrevem com plidas cores, por ser m-
possivt'l descrevel-as ao vivo, como na reali-
la le se dao.
E' preciso portanto qu' o nosso overno e a
D asa Intendencia, tratem de estudar as cau-
sas de semelhanU nvasOes das aguas, e de
procurar os meios d 1 evital-as, ou removel-a-,
sen&o im todos, ae menos em alguns dos n >--
arrabaldes, ama vea qus elles estao
fiados la sociedade, u -
goranca publica das familias o dosparticua-
ros.
E' a elles particularmente, quo trbutam o
: u 1.1 parte rio seus lu-
1 ivic'enciar, e nao addiar
'oes de maior monta, de grandes nleres-
lo nova- calamidades e as-
su ain msabili I
mais b;llu das ,ir;;i-
da Hag-
1111. do-- que mas
soiiv. coma las cieias pela sua po-
Qua ig .lilao ruinoso mal? E-o
estudar cri-
nntiouacio ;lo taes in-
!
v i de duas grandes cheias
d'aquelle a de
!lte aDllo ja O
fetizmeute menores
-jgem da
alea principiam alazar a euu entrada
unuiendador Barroca,
ilo, eachein
l'azendo um la^co
Cambio
l'KAi;\ DO HEC.FK
Os Bancos abriroin noje suas operscoes a 9
3|i6 sobre Londres 90 ji.s, com pouca Jispu-
sigo p.ra saccar.
De tarde bauraco a uiu para a 1/S.
O movimento Deeie mercado foi peqoeao.
m papel particular nao constou aegocios.
Cotacoes de gneros
Para o agricultor
Assncar
C istaliaado por 15 kilos i a 7<000
Branco idem dem .... 54300 a 715"0
Somaaoa. Idem Id-m 4*100 a 4*300
Mascavado k em dem 3*t00 a 3*300
Broto idem idem .... 3*000 a 3*200
Bruto melado.....2*600 a 2*860
Rtame dem dem. 1*300 a 2*500
Algodo
\o constou Legocio.
lleool
por pipa de 480 it-os 365*000.
Jk%asrd*air>
:>r r.ipj de 480 litro* 190*'jXJ0.
Caroa>
-i-eos salgados na base de 12 kilos z 7)5 ret
' "res a 485 res.
flMSUUS
a-se de 13* a 21*000 por IR kilos.
H
,oia uoa oo.iiinal a 130*000 por pipa.
c m una ran le iiufundidado e com
- lo patritico eleitorado deste ,uy, e >Mm 0 9rando |I0S0
Estado
lad&os 1 Terminar trn seus tnanda-
illastres representantes deste Es-
tado. Vio rtpousar das fadigas rnojiva-
ng-as e quotidiana8 sesses,
as iiuaes empenharam toda . dade e esforyos de robusta intelligencia
para conseguirem dotar, como realmente
dotarnm, a nossa cara patrl dos grandes
melh Tamentos, de que ella tanto neceg-
sitavn!
Cu npre, concidadaos, que n&o esa,ne-
caes os nomes d'a^uelles que ae d stin-
guira.u brilhantemente durante o longo
1 .-inhos por me-
un.
Sendo assim, eremos qu; Dio ser diillcil aos
j.u os meios de evitar
gemeihaiues ii no arrabalde da i'assa-
i ao menos*as chsi. > forem iguaes
a dos anuos de 1854 e 1869.
Com quantir nos nabilitados para co-
nhecer di- taes iu;ios, todava lembramos, que
o Exfli .Sr. Dr. Barbos Lima, honrado Gover-
nador *o Estado, de combinado com a illustre
Intendencia, afim de evilar tais innundaces,
devena mandar construir leni perda de ternpi,
um Caes, em connuacao do que existe em al-
guns litis da Passagem, at a Fabrica de phos-
phoros na Torre, fazenMo ass.m as aguas se-
guirem directamente o curso do lio ; mandan-
do deaapropriar e aterrar o viveiro do Com-
fABELLA DAS KSTKAuAS I)K AS3DCAB i
OODAO
Mea de Julhn
AL-
juraaa
.,as.....
/apori-a......
nea.....
ida de Ferro Central.
je S. Francisco .
!\>u) ae Limoeiro. .
Somma......
j Assa-
aar
i>iaa
1 9
. 1 9
1 a 9
1 a 7
5 l 7
I 7
1599
322
585
426
94
KM
Algo
dfto
Sacca*
50
4
104
36b
423
\s.i|iwfaco
Recife, 9 de Jqo dr 1894
fara o exterioi
: No vaper allemao Ciat.a, para Uambur*
go. carregaram :
B intel ..un & C, 500 couros verdea com.....
10.500 kilos.
R. Brotuer*. 4 barricas com 160 kilo de
aesucar refinado-
Para Bremeo, carrerou 1
V. Neesea, 4 barricas com 340 kilos de bor-
racha de mangabeira.
Para Lisboa, carregaram :
Amorim Irmaos 4 C., 7 gaccas com 495 kilos
do algod&o-
M. Lima 4 C, 101 saccas com 15,310 kilon de
aigodao.
= No lugar portugus Coala Lobo, rara
o Porto, carregou :
G. ne Mallos l-mao, 68 aaccaa com 4.90U uto-
de airla.
P*ra o intenar
Sj vapor uacioial CjI para Rio
Qraode doSat, saregoo:
CoDpaohi 4* Euiva, 15 pinas coti 7,050
litros de altiuol e 45 d.ias com 2l,<30 ditj Se
aguarden.e.
Para Pelotas, ca-rt?ou :
^ompanbia ie Sauva, 10 ,ipas om 4,700 li-
tros d aua'(l--uie.
No vapor Iraucer V. de S Nicolen, Dar
Santos, carrecoo:
Cnmuaubia deE-itiva, 1,0.0 saceos com tO.OOO
kilos de assucar bramo.
Para Rio i Janeiro, carreear^m :
Compaibia de Estiva, 70 pipas com 32,900
litios ae agurdente.
S. -iuimareg & C, 500 saceos com 30 COO
kilos oe assucar branco.
No vapor francei Cordoan*, para Santos,
carregaram :
Coropaobu de Estiva, 10 pipas com 4 700
litr .0 d< alcool.
P. de Oliveira Maia 60 barricas com 3,600
kilo de as*oar retinado.
Para R o oe Janei'o, carrego-i :
Companbia deErtiV.. 50 peas com 23,500
litros de aguarape e 10 ditas com 4,700 ditos
de alcool.
31 j vapir naclon.l Brazil, para o Para,
carregaram :
E. Kantneck 4 C, 1,100 barricas com 76 800
kilos de assucar branco.
Pai-a Manos. carreearam :
E. K-int-iack 4 C, 50 Drricas com 2,710 kilos
de assucar branco.
No vapor austraco Nagy Lajos, para
Rio de Jaaatro, carregou :
Compacbia .le Estiva. 50 pipas coa 23,500
litros da igua -i-ne.
:-j vapor alemao Patagonia, para Rio de
Janeiro carregou :
Compaohia de Estiva, 50 pipas com 23,500
litros No patacho .merlcrno Havelack, para o
Par carre:ou :
C. Gaimares Jnior, 400 barricas com 28,892
kilos de agsucar branco.
PAUTA DA ALFANDEGA
Hospital Portuguez
Premio de virlude
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de accordo com a disposicao tes-
tamentaria do tinado commendador Anto-
nio Jos de Magalhes Bastos, tendo de
adjudicar o premio de OOSOO a filha
ou filho familias, natural da cidade do
Recife que pelo seu trabalho honesto
ti ver concurrido eficazmente para o
sustento de seus paes, ou assistido a
:>eu pae ou mae com verdadeira dedica-
co e amor filial durante molestia gra-
ve e prolongada ; chama e concede o
prazo de sesseuta dias, contados de hoje,
s pessoas que se julgarem as cond5oes
citadas para apresentarem na secretaria do
Saoao. kilo........................ 367
Sedo eu rama, kilo.......... 400
Tat.iiuna madeira-kilo............ 60
Taboas de am -relio, dazi ......... 160*000
< o JULIO ds I8v4
Afandegn
.ina* awai
'Jo Jit 2 a 7
'tem d 9
ti7:0?ta875
77:3lff Peitorai de Cambar
CURA DE BRONOHITS COM HE-
MOPTYsES
Illais. Sra. Silva, Qomes & C, dro-
gaiaUs no Rio dt J*r-;ro. Ha mais de
coi.-o uno os ou eu chite, ecoojpanhada de henjoptysca, que
nao me deixv- dormir r.oitea mteiraa,
h>v>ndu das d taoo>r mus de meia
garrafa de taogue.
Recorr a t4oe os rceiios esto inu-
ni opio de '/ r-g>.i.i>f j& sera gi,sto nec:
lorias pAra enidur di uiidd* luvoura : nSo
tioha oenhua cp-r<*i:-., du mirh& exis-
enca pT rauito i^'^o, >>pesar de nSo me
faltaren reenraoa e bvm rratamento.
Por milagro de Deus, um amigo o ne-
gociante deste lugar, nf.o <]aerendo que
ea deixaase meus nooeentes Sihos por
oriar, aconBlh'ia-me o Peitorai de Cam-
bar, e eu sem f, de mais nenbnm re-
med me por bom, resil-i que esse ne-
geciante me mandustse vir i., casa de
Vv. 8a. '.ia vid roa para ex oeri mentar e,
hnd todo ca eaearroit sanguneo.
Masdei vir m vinte e qa-itro vidros
o coatiouei ot termicnt-oe, iato at o fim
do anno de 1888, o, grscs,a a Deas, ech-
me noje completamente curado.
Agradeco u Vv. Ss. e pei-o-liica pabli-
Do da 2 a 7
-j da 9
33.687487
7:60<4:i9
Scmma total
8a?anda asocia da Alaoctga t* ParnamDuco,
9 d Juiho de 1894
Servindo de ce'e
M. L. Pereira Bastos.
O mesoureiro,
Luis lauoel Rcdngues Valenca.
equipagem 49, carga vanos gneros; a Bor-
stelojnn & C
Babia e escala9 das, vapo- nacional Prncipe
do S'So P^r, :e 5'30 tonelads, commaadan-
te J f Livrara:ito. enaiaagym 30, caraa va-
rios genero; a Pe ro -orio de Cerqueira.
Pelotas20 na*1, na"1 r.o'Qeenense Artic, de
263 toneladas, capiiao M. H. Monsen, equipa-
gem 8, carga xarque; a Aiiorim i"-macs Si C-
Navios enejaos no dia 9
Havre e e-cala 20 Sao NicOoia-., de 1,184 toneladas, commaa-
dante S. d- St. Jores equipagem 39, carga
varios gen-r.-i; a Angust Libdle.
Bo.'deaox e escala pelo R o de Janeiro40 dias.
Vapor fraocez Cor.iouao. de 2,637 toneladas,
commaodante E. Tiart, eqoioagem 50, carga
varios gen-ros ; a H. Burle & C.
N.vio sabido no mesmo dia
Hambargo e escalaVapor allemao Ciatra*,
44:289*926 corarnaadaote Suitnberlua; cirga varios ge-
n-ros.
365:631*363 Observacao
Procedente de Trieste e escala fondean no Li-
marao o vapor aastriaco Naey Lajos>, bem
como de N-w-Vok o allemao Japua, e. nao
commomcaram con a terra.
Nao houve sahid* no dia 8.
321:341*437
RRCfiBEDOiUA DO ESTADO
Do da 2 a 7 idem de 9 45:975*521 4:739*712
50:715*233
-E.JIPfc DRAINAO& Do du 2 a 7 dem iis 9 208*728 *
208*728
"ALORaS DAS MBBCADOHIAS SACI0SAB8 SOJElTA A
Dlaairos DE SXPCRTAQAO
Semana de 9 a 14 de Julho
U.i oacungd, Utro.......... 364
D;ia destiiada ou alcool........... 718
Aigodo em rama, kilog........... 766
, idem............. 166
Asuca brancr-, idem............. 395
Dito a?*' i em............. 186
Ouo refinado, idem................ 400
tagos de mamona, idem........... 130
Birracha de leile mangabeira, idem. 1520
io. ilem....... .............. 900
Caf bom, idem.............-..... 2*Ol'o
Duo eseolba ou restolbo, idem...... 1*800
Dito maido, iiem................. 2*00
Cera em vela, kilo.............. 1*000
Dtu vegetal em b'uto, kilo......... 1*000
Carosos ou gementes de algodo.idem 40
Carrapateira (SementeJ............ 120
Carnauba idem................... 906
Carvo ae paira, tonelada.......... 30*000
Cooros seceos espichados, kilog----- 770
Ditos ditos saleados, idem......... 720
s verdes, idem................ 444
Courinao um...................... 2*000
Cacos em casca, cento........... 10*000
Pannba e mandioca, lit........... 150
Graxa sebo, kilog............... 700
Genebra, litro..................... 480
Jaboraodj (folha). idem.. ........ 800
Meios de aola, valor nominal........ 7*000
el de tanque ou melao, litro...... 145
Muo, khogr................... iW
Pelles de cabra em cabello, valor
docsuto....................... 1*0*
dem de carneiro em cabello, valor do
cento........................... tBO*
Sement de carnauba, o kilo....... 40
Mercado U unid pal de H. Jos
O movimento dste mercado no da 7 de Jaltu<
foi o iiegainte. Enirsram :
30 tiois pesando 4,780 kilos.
200 kilos de peixe a 20 rs. 4*0i>i
8 caoipart. com mariscos a 100 rs. *80ii
6 ditos com camaroes 100 ra. *600
31 columnas a 600 ra. 18*900
2 c-ireas com zaliinhas a 500 rs. 1*000
2 c.issuaes com galbanas a 300 rs., *300
4 cargas com milho ver te a 300 rs. l*iO0
1 cargas com amen.ic.rn a 300 rs. *3otJ
6 cargas com batatas a 300 rs. I *80Q
1 carga com macacbeiras a 300 rs. *300
3 cargas com canoas a 300 rs. *9oO
2 cargas com oananas a 300 rs. *6U0
2 carga com Isranjas a 300 rs. *600
3 carpa com loucas a 300 ra. 1900
4 c:raa com dive-?os a 300 rs. 1*200
19 cargas com farinha a 200 rs. 1800
69 lagares a 200 *a. 13*800
22 Sninos a 200 rs.
11 comp. com sui'jeiros a i*000 11*000
8 comp. com seineiros a 700 rs. S M00
11 comp. com fressuraa a 600 rs. 8*806
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
53 comp. com faseo.is a 600 rs. 31*800
50 comp. com verdarc3 a 300 rs. 15*000
61 cemp. com farinha a 400 rs. 24*40)
38 cimp. com talhos a 2*000 78*000
Rendtmentos do dia '. 6
249*900
1:541*300
1:791*200
Precos do dia :
Carne verde de 400 a 900 rs. o kilo.
Suinon de 900 a 1* idem.
Carneiro de 1*000 a 1*200 idem.
Parinta a 400 a 500 rs. a cuia.
Milho de 700 a 800 rs. a cuia.
Feijao de 1*300 a 2*000 a cuia.
Xarque a 900.
Movlmeato do porto
Navios entrados no dia 8
Santos e escala9 dias. vapor allemao Cintra,
de 1,672 toneladas, commaodanleSaimberlicb,
\avlo8 esperados
Do Porto
Palbabote portuguez Rasoolo.
De Pelotas
Patacho nacional Annita.
Lugar noruegueose I. nz.
Patacho argentino Hermanos-
Logar noruegueose Rvick.
Lugar portuguez Horacio.
Lu:r noroeguense Muranger.
Lugirporiogat-sM abo Vil.
Escuna bollandesa Aooa.
Patacoo allemao J. M, Bontk.
Patacho allemao Harisoote.
Patacho inglez Almioa.
Patacoo allemao Harald.
Vacno inglez Arthur.
inglez Aurora.
Patacho hollandez Ah'ep:?.
Locar inglez 'irnnet-
Legar p.^tiu-s Marinbo VI.
Escuna allem Anna.
De ;-w.;ea
Brigne nornegoeni' Statsmin'ster- Sleog-
De CardiB
Barca noruega Osmond.
riarca noruet>:a Pararon.
Barca norue.- 'I,
Urca ingleial\;llo.
barca-noruega Carelle.
De New Port
garca noruega Gangar Rolf.
De Githenbcrg
Barca sueca Heidi.
Do Rio Grade do Sol
Lugar aoruegoense Gasa.
De Haiut o
iio alleroa: Trina.
ca noruega Rosita.
Tab' Lujar iugzle Albatross.D
Vapores a entrar
Mez de Julho
CcDaeta, do sol, a 10.
v, da Eorop a 11.
Brasil, do Fui, a 11
G;:leo, de N-.w-York, a 11.
Daoobe, co su!, a 12.
iRoiarto, do sol. a 12.
Patagonta, da Enropa. a 15.
\ew.on, ao Rio de Janeiro, a 20.
Parahiba, da Europa, a 20.
Vapores a sahlr
Mez de Julho
Buenos Ayres e esr,Jordoan, hoje, s 5 horas,
Hitnbureo e esc, Cintra, boje, s 4 horas.
Sul, Ville de San N calaa, hoje, as 3 horas-
Buino8 Ayos e esc, Nlle, 11, as 2 horas.
Rio e tac, Galilea, 11, sS horas.
Cear, una*. 11. s 4 coras.* *
Norte, Brazil, 12, s SJioras.
Southampton, Daoobe, 12, a 1 hora.
Genova e%sc, Roario, U, s 12 horas.
Santos e esc, ParabvOa, 23, 3 horas.
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O i. .
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Ja4H


I


Diarlo ttrno eUt, 8 bem da ham^niiado aoffre-
dur. Aj memo tempo, poco Deu
pu *(!, prosperidad* e felicida.de do
%, graude c prodigioso ren:
o Sr Jcse Alvares de S->u*> oare.
JoSo Jote Zbendo.
(Bom J-rdim. em CanUga.lo, E do Bio de J.t-t-'r.)
R0'r>hQo sr verdadeira a firm do
Sr. Jo3o J> Z-ibeodo Aotmio Louren
yo da Silv, Rio de Ji.neiro.
Re;. h-r;o ^asignatura supra. E
ttatoipaaho de verdodf, o hWI&o fro
cite PeM Rtai (Rio dr Janeiro.)
"V ':- i 0 -ge^.tn o depit.sri'> do Pntco-
rtl di *.inbur r.estn Estado C 'do Dr'gaa e Productos Cbimicu.
L' anteo sgeote e depositario do Plu-
ral de Cambar* nesti Estuco a Companhia
de Droga e Productos Chindos.
Maria Antonia
A* dores de h t. ctos uoooa na pero
du brae eaquerdo, e ama bola que tioba
ca b>.rt.ga, o oue tudo ensmava remedios,
inau iirgueta curava ; aaron agora com
algn vidros do remedioElixir M. Mo-
rato.
Dos ajude o inveotcr.
Jaoareoy.
Maria A tunia de Souza
Ajenies *i Poro-nibuc: ACoropchia
B Drugaa.
Ru* Morque O ai 24
------------ a--------------
Peitoral de Cambar
CUBA DE TOSSE PERTINAZ
[Un. "ir. J. A. do So -%- Soarea. Pe-
lotas. Teobo a B.eisfaco de dar Ibe meut
aeradei de -aliar o Peioral de Cambar.
Ha d.iua aouuti miaba mulber offria de
o na hoirivel toao aeca, aoomp-nhadu de
dores do paito, i&eco-me do todo perder
speruDca de sea reaUbelecimeato, pois
B&t p s> explicar Ibe a parySo ue reme-
did3 que ntou, reeditados por laedicos
desta cidada, aera colber rebultados satis
fictorios.
Cxsu-lmente, veio-me s m\>a um fo-
ll:eto do" qua V. S. publica e, lando ai
caras reaiar.daa em doen^as semelbantes
s de ni i riba mulher, resolv faael-a exp^
rioeoEr u Peitoral dt Cambar, com o
quii r.:s..'oe!t P*e V. S faier desta o oso que Ibe
convje.-. De V. S. amigo, criado e obri
g..d<> Joaqu-m Aloes Ijicalcanti- (For
taleza, Ccar.)
Rpcjoheco verdadeira a firma sapra d*
Joaquira Alve.-> Cav^lcaoti. Km t de
vordade, o tabelliao Joaquim Feij de
Mello.
E' unioo agente e depositario do Peito-
ral ca Cambar nestb faltado a Compaohia
e Drogas e Productos Chimicos.
--------------------------------^---------------------------------------
Peitorul de Cauibar
Cara de bronchlte, roaquldia
e tosse
Iliro. Sr. J. Alvares de Souza Soares
Pelotas. Veobo penboradiseimo dar-lhe
lonv>res pelo eeu benfico Peitoral de
Cambar, m,s tnob"-o applicado em pea-
coi. de mioba tamdiK ero casos de bron-
ebiies, roiquidSo e tosae agudissima, oo-
Ih*!-d > os melbores resaltados, pelo que
v i incansawal em recomniendal-o ao
do-'.tf^ de enformidades do appare b<
re-pratorio.
Aomte r-.icbas feiicitaySes e Deaa o re-
OOmpeate pela eu descoberta de tanto
ajhviu par oa que aoffrem. De V. I*.
cndo e obrigado. Jeronymo Acacio S.
Qhuquero, (Bhiu.)
KecDnbeQn a firma supr. Em test*
m; nhj de verdade, J^ Augusto de Al-
eidj.
.-. nico ageota e depositario do Pe-
toral de Cambat nesta Estado u Ooopa-
ob:a de Drogas e Proauctos Cbimioo.
EDITAES
VI1iihI<';ii de Pernaiubuco
EITAL
:'.i/.-se publico de ordem do Exm. Sr.
ministro da fazenda, que fica prorogado
at 31 de Dezembro deste armo o prazo
de todas as notas sem excep9o alguraa,
coeforme os editaes da Caixa da Ainorti-
sa^.o ja publicados nos diarios officiaes
de 3 e 30 de Maio ultimo.
Alfandega do Estado de Peruainbuco, 2
de Julho do 1894.
O ebefe da secgo.
Luis Fredcrico Codcccira.
Secretaria da Prereitura .11 u-
i'jml do Reeie
E1UTAL
irde i'doSr. Dr. Prefeito deste
Licipio, fago publico para conhe-
oi i :i,..'Ssa(los que, no da
12 de S do corrale anno,
.; d'ticao recebuni-se propos-
| r5o abortas em presenca
. ira oonstrucca
i das ras desta
| i ivas canalisaces de
iguas pluviaes, de accordo c un asse-
es e condices
1 ulasseObras de oalcamento.
unto Mac-Adam, for-
por carnadas [alternativas de
brita la de 0,"15 a 0,"25
I essura.
tent a parallelipipedos
0,' 25 ile con]irintento e
a 0,ra15 le largura, assentes S-
lito de areifl de 0"15 a 0,m30 de
Vira, em terreno previamente
todo.
3." tica

ilcamento a parallelipipedos
de (i#30 a (M@5 de comprimento e
0,m\lr. 0,m15 v largura com base de
Mai-Ada/n de 0,"15 a 0,"25 de espes-
sura.
4o Trabalhos de reparaco de cal-
ca i 'IltO.
5/ ConstrucQo de lagedo de pedra
calcrea com rejuntamgnto de arga-
massa de cimenfo e areia em partes
iguaes, entranhado de 0,ml* no m-
nimo.
6. dem de rneio o comc juntas
ig jalmente tomadas argamassa de
cimento e areia em partes iguaes.
2.* Classe Obras de canalisaco
comprehondendo :
1." Galera de sec?ao ovoide, com
fund iQes de concreto e paredes de
alveuaria de tajlos construidas com
arganassa de cimento o areia, na
prop >rc&o de 1 de cimento para 3 de
arei ,capeada com argamassa de 1 de
cuno uto para 2 de areia, tendo :
1:* typo: eixo maior l.5, eixo
menor 1,"0, espessura 0,"25a 0,m30.
2." typo: eixo maior 1,*0, dito
men >r 0,"66, espessura 0,20 a 0,25.
8/ Bocas de lobo parajunegao dos
ramnes de 0,70 de altura e 0,50 de lar-
gur.- .
dem, idem de0,"60 por 0,-40.
3.'' Chaminsdo ventilaco e visto-
rias de 0,m80 por 0,m80, com o com-
pet te tampo de ferro fundido.
coNDigOEs geraA
I
A obras soro executadas. de con-
for idade com os typos adoptados
pe PrefeituraMunicipal, cujos de-
so) os e descripcOcs podero ser exa-
minados, a contar do hoje, em todos
os lias uteis, do meio da at tres
hoi is,
II
O contractante no praso do 5 mezes
contados da data da assignatura do
contracto apresontar Proioitura
Municipal os desenhos do oxecucao
na escala de 1/100 para o conjuncto,
e de 1/4 e 1/2 para os detalhes das
obras cima especificadas, abrangen-
do a extens&o que fr designada pela
mesma Prefeitura o que puder sor
construida dentro do anuo, podondo
introduzir modificacAQ de pormeno-
res que julgaropportunas, sem, entre-
ta'nto, mudar o typo geral e material.
Estes desenhos deverao ser appro-
vados pela Prefeitura Municipal
que podera os reieitar, no praso de 15
das a contarda data da apresentago,
c devem comprehender:
1." Planta eperfis longetudinaes e
transversaes co projecto das obras,
acompanbados dos competentes estu-
dos de nivelamento.
2." Desenlies parciaes dos typos de
galeras e mais detalhes concernentes
s obras d2.a classe.
No caso do infraccao desta clausula
pagar o contractante a multa do.....
501000 por dia de demora, e, si esta
exceder de 30 dias considerar-se-ha
rescindido o contracto, perdondo o
contractante, o deposito a que se re-
fere a clausula X, a le ni da accao ci-
vil por maiores prejuizosque lbo po-
dera ser intentada.
III
Cada proponente far acompanhnr
a respectiva proposta de una amos-
tra dos matenaes a empregar, conten-
do, em inscripcao legivel, o nomo do
proponenteeadesignacaodo material.
Estas amostras serao restituidas do-
j)ois de migadas as propostas si recla-
madas dentro dos 15 dias que decor-
rerem conclusao desse processo,
exceptuadas, porem, as quo a mpa-
nhareni proposta que for acci 1, as
quaes ficarao em deposito na F.efci.
tura Municipal eservirodc padrao
na exocuc&o dos trabamos.
IV
As obras abra ..rero no mnimo a
superficie de duzontos o cincoenta
mil metros quarados do calcamei "
com lagdo, meio fio e canalisacao,
correspondente, ficando, entretanto,
onteiHiido que o contractante se obri-
ga a executar pelo mesmo pre$o o ex-
cosso de obra que for ordenado pela
Prefeitura Municipal e poder ser rea-
lisado no praso de 1 anuo a contar da
data da expiracao do contracto.
V
As propostas deverao indicar o
prego das unidades, escripto por ex-
tenso e em algarismo, notando-so
que a unidade ser o metro superfi-
cial para as obras de ns. 1 a 5 da 1.*
classe e para os 2 typos do galeras
das obras de 2.- classe.. e o metro li-
near para as demais obras das 2 clas-
ses, nao so tomando em considoraco
a proposta que infringir esta condi-
co.
VI
Os pagamentos serilo feitos mensal-
monte e por quarteirfto. de obra e\e-
cutada, em dinheiro ou em apolices
da municipalidade de juro de 7 % ao
anno resgataveis no praso que for
estipulado.
VII
As obras, medida que forem se-
cutadas, serio classificadas, medidas
icebidas provisoriamente, e so se-
rao consideradas como definitiva-
mente entregues tres mezes depois do
recebimento provisorio, deduzindo-
se em cada pagamento ."10" da im-
portancia do servico feito, os quaes
ficar retidos nos cofres doTHE-
souro municipalcomo cauco da
fie! 63 solidez e
seu rece-
bimento definitivo.
VIII
Das retenes ue trata a oondi-
efiM precedente, 10y, n de-
posito at ] de ci 11-
ta contos de res e final conclu-
ido todas as obras, e osrestai
20% s como garanta
vagao dos I C S pro\
podentte estes ser levantados |
contractante medida qu os receb-
mentos de obras se tornarem difini-
vos.
IX
Cada concorrente mencionar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, seu domicilio legal, de-
vendo cada proposta referir-ssa am-
bas as classe.s de obras nao se toman-
do em considoraco a proposta que
nao satisfizer a esta ultima condicao.
sua proposta nSO for acceita, e, caso PWtas de frente, 5 neiroa e 30 reo na
n ficar comn cmir3n ovia nordo- ,rprile mit,,>' ^ ,ondo 2 ",,B- *
a, como caugao que perae- al em ,b.rt,, vrtr 6347O0 3, prc,. Der,Pn
apresontar guando for
um-tr '* de
qoartos,
r, S nO S6 auDsoiuai- uiumuo lur ,
convidado pola Prefeitura Municipal,
sondo-lhe .restituido, dedusidas as,
multas a quo se refere a condiico III.
VI
A concorrencia versar sobre :
1." Idoneidade e habilitares do
Sroponente, devidamente comprova-
as.
2." Prego das obras.
3." Praso de conclusao de todos os
trabalhos.
XII
O Prefeito solicitar do Governo do
Estado o auxilio pecuniario que for
necessario para que as obras projec-
tadas nao sejam interrompidas por
falta de recursos.
Secretaria-, da Prefeitura Munici-
pal do Recife, 12 de Junho de 1894.
O SECRETARIO
Joaqitim Jos Ferreira da Rodia.
Secebedori* h Estado de Per
namb&co
Ed.tl D. 11
O administrador da Recebedoria do Es-
Udo fus ubi ico para coohecimento dot
rpectivoa contribuate* que, dentro de
30 diaa atis improrogawei contado* de
9 do correte, iorS<. cobrados, bocea do
cofre, os i'.-p tos abaizo meocnooadoi
relativos ao 1 .* eemeatra do ezeroicio e m
vier de 1894.
ftrcebedoria do Estado de Pernambaco,
6 dr, Julho de 1894.
Affoiiso d'Albuquerque Mello Jnior.
Imposto! a qn se refere o edita sapra
(Jlasse n. 1 rmaseos e ojea de {aseo-
da em groito e t ratalbo.
> > 2Arma, en a o a lo jas da Ierra
ger.s, miadeeas, qainqailhari&s e
machioas de costara.
> > 3rmaseos de vender gene-
ros de estiva em grosso.
> 7rmaseos de zarqoeam gros-
so e a retalho.
> 11 Armsepa oa deposilos de
reoolber olfandegados oa ofio.
> 1 14rmaseos ou depsitos al-
(aodegados ou nao de recelher
kerosene e outras materias to
flammaveis.
15 Armasen* de Teodor dro-
gas e perfumarlas.
> Ib*A^nc a* tili*ea oa repre-
sentantes das mesmas e casas
bancariaa.
18 -Caaos de vender bilhetea
loteras.
> 19Empresas anonymai, etc.
> 27Lijas de ioias e somonte on
joias e relogios.
28L<'j de chapeos.
1 1 30 L j*s de calgado compre.
prchendidbs as oficinaa dentro
do e*tabelecimento.
> 41Tavercas.
Companbia de Bombeiros.
a Meno-l.C""-!
Ol-
Casa roa 4o Baiao Vera trox n. 55 com
do-u p j^tlla, 3 r-''-o: 70 penlitcpiro- de
frente,! metros e 50 centmetros (le lano. 2
lalts, S qoanos, ci0a intcrc'. kvlia"a em
3OJO0O, prieno*nte a Mana Ignacia da Pie
darle.
Caaa ra da Estarlo do Varadoaro n. 6 com
pjiu e janella, 4 meiroa e 70 centmetros de
frente, 4 rxetroa e 90 centmetros de fondo, t
sala, 1 quarto, contaba fr?, avahada em......
I00U00, nerteoceote a Heonque Ferreira Pon-
tea.
Beberibi
Caaa Estrada Nova n. 17, com % janellaa de
frente, porta e janella 110 oitao. 4 m>-t's e 70
centmetros de largara, II metros de loo'lo, t
salas. 1 qoar 04, coaiooa fr, avallada em.....
280*000, pertencente a Aoolpho N.
Caaa a ro-i de S. Beato a. 2. com 3 metro t
50 lemimer s de frente, 6 me'ros e 70 ni!
mecos da fundo, 2 km?. I quarto, copiaba lo-
urna, avahada mu 1004000, pertenceBte a Joao
Antonio Praniir o Alves.
Casa no Fon 4a n. 10 A, com 2 portas e 2
janeiu de frente, 7 metros de largona, 10 me-
iroii e 20 (f nilmeiros da fondo, 2 salas, 2 quar-
to', I pactada -o la*fo do qalDtai em aberio,
avallada em 1004000, penenceaie a Mara Jos
uo EspiiMO-Saolo.
E para r.oosUr, pacou se o presente qoe ser
poMCdo e affixado
Dado e passado nsla cidrda do Recife, aos 9
de JJba de 1894.
Eo. Alfredo Diamantino i Torre B*odeira,
eaertsfeo.
Jos Jaliaa Begaelra Pinto de Socia.
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
Ediui
O lm. Sr. Dr. inspector deste Theaoero
manda pelo presente coavidir oa S's. pa-aido-
MM> da apolices na. 3, 12, 39, 47, 90 100, til.
146, 209 e 139, emiitid bur ti, a virem resctalas at o du 3 de Agos-
to viodooro, vieio tarea sido > me^ma sortea-
das; certos de qoe desso dia por diante 'o
veocero mala joros as 'eferidaa apolices.
Secretaria do Ttiesoo'o do Estado de Peroam-
Ducu, 3 de Jalao de 1894.
Servind de Secretario,
EpamiDoadas P. Bandeira de A. Vaaconcellos.
PUADO
PERMMBICAW

Cada proposta dever ser acompa-
nhada do conhecimento da Thesoura-
ria Municipal de ter o concorrente
feita o deposito de 5 contos de reis,
em moeda ou em ttulos da divida pu-
blica, o qual lhe ser devolvido si a
A-lfan dega de Pernam-
buco
EDITAL N. 43
Pela inspectora da Alfandega se fax poblico qoe
As II horas do da 25 de Jolho viodooro, serio
vendidos em praca pobltca as mercadorias atiai
xo descriptaa, qoe nao foram despachadas no
praao da lei por seos donos 00 coo'igoauno*.
ao* qu.ee, alias. Ora marcado o praso de 30
'I1.3 a contar desta data para as retiraren), sob
pena le, realisada a veoda, nao se atteoder mais
a reclamaco algoma.
Armazem n. 2
Urna caixa n. 6, marca R de S', vinda >'o Ha-
vre no vapor Coocordia, em 1 de Jolho de
1893, conieodo obras de ferro foodido nao cas-
riricdas, (.oasigoaoa a Res & Sanos.
Duas dita?, a mes; a marca, dem dem, cod-
leodo momo.s para caf, pesando 230 kiloe., e
meema consigoagao.
Dezesete calxas, marca F e qoadro 2468 00
ceniro os. 18 a 34, viudas de Liverpool 00 va-
por Mercbaot, em 15 ie Jolho de 1893, con-
lecdo cartes de cor em folhas, pesando 4254
kilos e consignadas ordem.
Urna caixa, sem nomero, marca diamante K S
cimama,*,X{ C em baixo e Cataoe do ceniro, da
m erna precedencia, no vapor Rbeos. em
(7 do dito mex e anno. conteodo obra de ferro
foodido, 1 ao clasaifl da?, pesando 100 ktios, e
nSo constando a conaigaacao.
Urna caixa, o. 1736, marca triangulo L P no
cejtro, da mesma protedeDCia, ao vapor Hi-
beos,* em igoal data conteodo rucados de !-
r. d5 la\r.d:w. pesando 72 kilos, nSo coosiao-
do a consignacfto.
Altaodega de Peroambuco, 23 de Joiho de
1894
O inspector,
Alexandre de ?oia Pereira do Carmo.
0 Dr. ioe ca Silva Ramos, joic do 1' dutricto
moDicipal do Recife
Fajo saber, qoe lindos os dias da lei, se ha de
irrematar por venda a quem mais der em rr?ca
publica de-te joizp, depois da audiencia do du
10 ce Jolho preximo viodooro, a pequea mei'
agoa sita no becco da Moleta, o. 3, com poria e
jaoella, mediodo 3 metros e 34 centmetros de
frente, 3 metros e 60ceo'-imeircs de fondo; 1
sala, I qoarto e cosiuba oierna. avallada em
2*0*000 aqnal porten :e a Ignez Maria dos Pra-
zeres e Silv.*, e fra peoboradu por execuco de
Alexandre Amerlco d>: caldaa Padilbu.
B para qoe chegne ao coohecimento de todos,
oS80u se o preeeale, que ser publicado 3 affi-
Dado e paseado nesta fregnezia do Recife, aos
28 de Junho de 1894
Eo Silvestre Baptlsta de SantaJRosa, etcrivu
oescrevi.
Jos da ci!va Ramo;.
O Dr. .'osJnliSo Resuelta Pinto de Soozn, jai''
de direito dis feios da fazanda, do Esii'do dz
Proambuca, etc.
Faco saber qoe fiados os dias da lei se lia de
arrematar por venda a quem mus der em praca
ca deste joizo, no dia 13 do corrate, dos
'w aoiixudeclaredo. peotinrados por ex"-
cacao da faieoda.
Boa-Vista
Uaj fr-o da casa roa de S. Gong o n
18 coa 2 salta, 3 qoarto, cisinba fra, qoin-
t do em i:5'.P000, pertencente a Gn:-
lermd Gomes Padllha.
ABogadot
Cisa o Io b^eco da travessa dos Rem"diog
n. 8, con 2janellas 1 po"a da freote, 1 oorta
em cada oi 4o, 7 metros e 30 ceotirnetros r>e fren -
ie, 10 metros e 80 centmetros de toado, 2 sa-
iss, 1 gabinete, 3 qo.rtos. cosinha a grane
1 caelmm, m soto proprlo, avallada em...
800O(W, pertencente a Americo de S Albu-
ra, ne
G?sa estrada do Giqaa i J.boatSo o. 153,
com 3 metro e 70 centmetros 1e frente, F me-
t-oa e 60 centmetros de fondo, 2 salas, 1 qoar
.0, quimai em aborto, com solo foreiro, por...
8tH) 3' pri,a, pertencente a Jouqulm de Almei-
na Queiroz.
Casa a estrsdn d Giqoi Jaboalo n. Q6
com 7 metros e 45 centmetros de frente, 14 roe-
trus e 60 centmetros de fundo, 2 salas, 1 gab
rete, 5 qoartos, cosioba fra, solo proprlo, t-or
90li 00, 2" praga, pertencente a Jos Vlelra de
Soosa-
Vanea
Cata i estrada do Barbalbo n. 10 A, com 2
Julio de Mello Filho, bacharel for-
mado EM SCIENCIAS JURDICAS E
SUCIAES, CORONEL C1IEFE DO ESTA-
DO MAIOR, COMMA.NDANTE SUl'ERIOR
INTERINO E PRESIDENTE DO CONSE-
LHO DE REVISTA DA GARDA NACIO-
NAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, EM
VIRTUDE DA LEI, ETC. ETC
Faz saber a quem interessar possa, que
de conformidade com o que preceituam as
instrucce8 n. 722, de 25 de Outnbro de
1850, 'Regulamento n. 113), de 12 de
Mareo de 1853, e decreto n. 146, de 18
de Abril de 1891, reunir-se-ha o Conse-
lho de Revista da Guarda Nacional deste
municipio no dia 15 (3* domingra) do cor-
rente mez, pelas 9 horas da manb, no
Pa90 do Condelho Municipal, para tomar
conhecimento dos recursos interpostos
fela maneira determinada nos arts 20 da
ei]n. 6(2, de 19 de Setembro de i850,
arts. 37 a 39 das mesmas instruccoes e
29 do citado Regulamento.
Os no vos documentos e provas que as
partes interessadas quizerem produzir, na
forma do art 47 das ditas instruejes,
s poderao ser apresentados ao mesmo
Conselho, at o primeiro dia de sua reu-
nio.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandei fazer o presente cdital, que
ser aillx do nos logares pblicos desta
capital e publicado pela imprensa.
Recife, 8 de Julho de 1894.
Eu, Joaquim Francisco de Moraes, te-
nante-coronel secretario o escravi.
Julio de Mello Filho
Alfandega de Pern Edital d. 47
(Terceira e quarta precia)
Pela, Inspectora da Alfacdega se fas
publico que s 11 horas do dia 11 do cor-
rente, mes ser?,o em tjrceira e qaarta -ra
cas vendidas as mercadorias *oaizo deco-
radas.
Aimasem n. 2
Bdarc* F&HUioco caixas ts. 9382 a
9385 e 9387, viadas de Liverpool no vapor
tAntor em 6 de Maio de 1<593, con-
teodo obras de vidro, de borracha, e
ferro, louca, papelao, balaccaa, aaes,
medicamentos recentes chimicos, pro-
prios para laboratorio ebimie, pesando
44 kilos e consignadas a Compaobia In-
dustrial Assucareira.
Armazem n. 1
Marca diamante B-J no o^ntro FF aos
ladosUrna caixa n. 274, viada da Ham-
burgo no vapor dlemSo eS. N'CoIsb em
3.
4.
PaOJKOTO de nsgripco
f*araa 1.* corrida que se realisara no dia 15
de Julho de 1894
l.s PABEO-Consola^o1.000 metros Animses de Pernambaco quo nhi te-
nham ganho premios nos prados do Recile, coatoado ou nao visforia.
premios : 250(5000 o primeiro, 5 "(5(000 ao segoodo e 25' 00 ao ter-
cniro.
Art. 5.Jrde.
2' PAREOPrado fernambucaao 1.800 metros Haudcap Ammaes
do quslqoer pi. pbbmios: 400^000 ao primeiro, 800000 ao segundo
o 400000 ac teroeiro.
PesosOypsy 68 kilos, Apollo e Atlante 56 kilos, Petropolis. 54 kilos, Guaja-
n z a >.ptl.Uii<"i 52 kilos ; os demais 40 kilos.
PAREO Ha moala 1.000 cetros. Animaea de Pernambuco e pongas que
nao tenham fido ioscriptos. prkbuos : 30(>000 ao primeiro, 600000
ao segundo e 300000 ao tercairo.
PAREODerby Club1.400 metrosHendca^. Ammaes do Pernamba-
co. PBKMI08 : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e 301000 ao
tereeiro.
Art. 5/Bismark, Ave: tureiro, Piraznon.Triampho, Plut2o, Turco 2.- Deb.qae
Jarde, e Mauri y. ,
PesosPiryUmpo e Huguenote 56 kilts, Tudo-. AUy Stcper e Nababo 54
kiks, Doblim 53 kilos, Ide e Pigroeu 5 kilos, Hirondcile e Malaio 51 kdoB,
oa demai 50 kilos.
PAREO Illppodromo do Campo rande1.150 metros Handcap.
Animses de Percambuco. Premios : 2505000 ao primeiro, 500000 ao
segundo e 250000 ao tereeiro.
Art. 5.' 0 do pareo Derby Club de Pernambaco e mais Piylampo, Hagueoot,
Tu-io-, Ally S'oper, Nababo, Dublim, Ids, Pigmeu, flirondelle e Maho-
meree.
Peso-Berlim 56 ki>os; Malaio, Tenor 2.-, Tuolon e Patchonly 54 kilos, Ga-
rimpeiro e Gallet 52 kilos, Teimoso, Pirata, Mascotte, Poatable e Vingador
50 kilos, es demais 48 kilos.
PAREOO/dem-1.600 metros-Hd3p. Ammaes de Pernambaco pre-
mios : 3000000 ac primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.- Os do pareo Hippodromo do Campo Grande e mais Berlim, Malaio,
Tenor 2.-, Patbcbooly e Gallet.
Peso-Masco-te 55 kilos, Pirata, Viajador, 3*ds-Sodc, Mouro, Toulon e Poeta-
ble 54 kilos, Scepticismo, Petropolis 2.-, Phariseu. Pbilommo e Teimoso 52
kilos, R-geote, Coloasn, Mendigo, Taliapher Tupy 2-, Tacier, Malange,
Fuseiro e g 50 kilos; os demais 43 kilos.
PAREOEstmalo 1.350 metros Haodcap. Animaea de rnambu co
PBKMI08 : 3000000 ao primeiro, 608000 ao segundo e 300000 ao
tereeiro.
Art. 5. Os do nar Peso=B r'im 56 kilos, Malaio, Tenor 2.- e To'i'ou e Patcbouly 54 ko, Gal-
le 52 k I' s, Teimoso, P.rta e Mascotte 50 k;'"s, os dem*is 48 k;lcs.
Observaces
Os pareoa Coosolaceo, Derby CIcb de Pernambuco, Hippodromo do Csmpo
Grande, Ordem e Fstlmulo nao contarSo vi tona e cao consideran;-se realisadca saiO
que se inser-vara e corram 4 BLmaes de 3 proprietarios difierentes.
A propoito qoe nao estiver acompanbada da respectiva importancia nao ser
lida.
A inscripcao enoerrar-se-h tarc-iera 10 do correte na secretaria do Prado
i ra da Imperatris n. 26 1." andar.
Secretan* do Prado Pernambacano 5 de Jjlho de 189 .
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes Gauches.
ti
Companhia
Iiiustria de Chapeos
Joros de obrijjates
Cooviio sos portadores de ttulos de obrga-
ces derla compannU rccpbe;eui os joros dos
mismos, relat'.vjaer! e a;> semestre flodo nesta
nata, asim como a t ocar oh actores ttulos
pelos no?o8, de accordo com o decreto n. 177 A,
de 15 de Sptsmbrode 1893.
Recile. 30 de JaBbo de I89ie
Ji! Gomes Gsncbes
Tbesooreiro.
Hippodromo do Campo
Grande
No eorteio havido hontem pela machi-
na Fichet foram premiados os seguiates
nmeros:
N. 27861- premio
N. 84032-
N, 61113- .
N. 9236~4.
Tendo sido vendido os citados nme-
ros, convido os seus possuidores a virem
reclamar na secretaria a ra Larga do
Rozario n. 16 l* andar, os premios que
Alfandega
lhes couberam ; mediante recibo no pro-
19 de Outnbro de 1891, contando eetoro pr0 bil^ate.
pas nSo cIhss fio-Hiis (retrato* eca grarapo)
pescrd.i 0 kilos e condignadfis a orden.
Ara sem n. 3
, Marca BL&C Urna ea|sa, u. 269,
vinda de Hamburgo no vapor allemSo
Argentiaa em 10 d' Abril ultimo, con-
tend 60 duias de tuques de papel
abendooa^n eos dire.tos. na "drm? di art.
281, | i da Consolida-.*,!.
Dduga de Peinimbuo, 9 de Julho
de 1894.
O inspector,
AlexMdm de Sonsa Pereira do Carato.
ESCLAUCuES
Alfandega de Pci'uunibuco
EDITAL N. 48
Pela inspectora da Alfandega se faz
publico que s 12 horas do dia 13 do
crrente mez, serao vendidas am hasta
publica ao trapiche da Compauhia Per-
nambu ana, cento e cincoenta caixas vin-
das de Lisboa no vapor inlez .splorar
entrado em 23 de Dezembro de 18.93, e
consignadas a Francisco iibeiro Pinto
Guiauritas &t C.j cujo contedo foi man-'
dado lan ,ar ao mar por se achar em I
mo estado de coaservacilo, de accordo ,
com o | nico do art. 250 da Consolida-
cao.
Alfandega de Pernambuco, 7 de Julho
de 1894.
O inspector.
Alexandre de Souza Pereira do Cartno
EsquaJraj tle cavallaria
qj vinade de ordem soperior o lm. Sr.
tenerte-coronel commaodante, mana annonciar
qae. qnarta-feira li do correte, em Jaboatao,
(rao a arremaiacaj os cavallos qoe se acham oa
Colonia Soccorro.
Qaartel aa Praca da Repblica, 6 de Jolbo de
(894.
0 secretario
Bellarmioo P. da C. Almetds.
Posteriormente serao publicados oa
nomes dos que lhes couberam os referi-
dos premios.
Secretaria, 9 de Julho de 1894.
Augusto Silva,
Thesoureiro.
Thesouro do E tado
de Pernambuco.
De ordem do Sr. Dr. inspector do The-
souro do Estado faco publico que no dia
10 do corrente mez continttam os pa-
gamentos dos empregados pblicos, ju-
bilados e aposentados.
Thesouraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco 9 de Julho de 1894.
O escrivao da deapeza,
Al/redo G ib son.
intimacaxi
De o-dem do Illm. Sr. Dr. inspector, ca pelo
presente lotiroado o ex collect r do mocicipio
do Brejo, Jor da ?ilva Amaral, a ir a e^e-
parti(o allegar o qoe for a bem de sen djreito,
relativamente ao slcacce *e 372:652 ru. feriflea-
de 1886 a Margo de 1892, exercicio de 1886 a
1887. al 1892.
Alfandega do Estado de Pemam'.uco, 28 de
J-nho de 1894.
O ebefe da seccao
_______________Lo i FredeMco Codeceira
Companhia Manufactora
de Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionista a
realisarem, dentro de 30 dias, a contar
da presente data a 6.a entrada de suas
prestacoes razo de 10 O/o do capital
subscripto ou 208000 por accao em mo
do thesoureiro, ra da Madre de Deus
n. 22.
Recife, 25 de Junho 1894.
O director secretario.
J. P. Gcnsalves da Silva.
Legiao de Soccorros Mutuos
dos Officiaes da Guarda
Nacin-il.
De erdeto do Sr. major presidente, ernvido os
Srs. aso ados a virem receber seus diplomas
s 7 oras da noe rio dia 10 do corrente. na
serte da L'8'fto.
Secrttana da LegiSo, 6 de Julbo de 1894
Caj)itSo Jos Miguel d03 Santos
1- pecretario.
aturas io Arsenal
de Guerra
De ordfn do : ante coronel director
nos da? 9,
10 e It do corren'e mez, com as (-storelr^-s,
pos joofof im as orden em vigor.
ecgii le Guerra do
o, 8 de Jolno d^ 1894.
Flix Antonio na.
Capitn adjnoto.
Intimadlo
33Da ordem do Illm Sr. Dr. inspector
intima-se pelo presente edital ao Sr. Jes aostras^apreMmtodaB*
Roza pera no praso de 3 dias, contados
desta data, apresentar sua defe;a e re^
querer o que fOr a bem de seu direito no
processo de pprehensao de 33 caixas,
marca SItSC, contendo cognac, feita &
26 de Junho prximo passado no caes da
Companhia Pernambucana.
Terceira Secjo d'Alfandega ^e* Per-
nambuco, 6 de Julho de 1894.
O chefe de eccab.
Luis Frederico Codeceira.
Arsenal de Guerra
O conselho econmico d'este Arsenal, rece-
ber propostas para a compra dos artigos
abaixo declarado*, no dia 13 do corrente s li
horas da inanh.
FAZENDAti
Brim escuro (raneado, metros 376.
Bramante de aljiodo, idem 60.
Cordo de l encarnada, idem 230.
Lengos de chita, 80.
Mei 80.
DIVERSOS ARTIGOS TARA FARDAMENTO
grande- prctos de osso, 640.
dem pequenos pretos de osso, 640.
dem idem brincos Je osso, 400.
dem iJem do madreperoU, 400.
Sapatos de couro, pares 80.
OBSERVARES
Os proponemos deverfio aprescnlar-so de vida-
mente habilitados e apresentar as suas propos-
tas, em duplicata c acia a cada especie
de artigo, devendo nasgmesmas couter o nome
do proporrentJ, a indicarlo da casa commercial,
declur%<;o expressa de se sujeitarcm as multas
de 5 %no caso e recusarem a assignar o ter-
mo de contracto e"as .le 10 % e 2o % de que
trata osrts. 87 c 88 do Rotrulamento em vigor,
e qual o prazo improrogavel para a entrega dos
artigos. >"ao serao acceitas as propostas que
nao vierem acompanuadas das respectivas amos-
tras. E mencionaro uo subscripto a especie
do artigo propnslo ejos nmeros e marcas das
tadas.
Secretaria do AftenaPde Guerra de Pernam-
buco, em 3 de Julho de 1894.
# Jos FmntaCQ Ribeiro Hachado,
____________ Secretado,_____________
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS e terrestses
. A. DO VIGA.BI0 N. 1,1. ANDAR
Directores
Baro de Souza Leao. *
Thomaz Comben
Julio Cesar Si&r Barreto.





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G. L,, I. S. G.
Gabinete de Lettara instructiva e
Recreativa amellelrease
I!e orilHm da cia-j Man.**! Aias,oe Araaja,
presidente de^te. Gabioete. convuo aos S-s sj
:>ara se .no na 15 do
correle, as 4bora* da tarde. > reapec/.iva s^ de,
aflii de va j.i>r- aele'CS) d"o ciaaetba
aojial de 1894. 1893.
Giblnete d Ljitufa Iastrr.miva
, l, itita Gimellei"*n8P, 9 da Julho de 18J4.
O l* Hcre'sr'f
DerbyO'lubde ^er-
nambuco
EMBLS'A GERAL
.aprecido nu^-ro snH 'i<*Me d-
ira a reaniV* d-' baje, p-1. p-si^it
sao 03ea'.e eonviiMu os Sn. acci Dist:i-
o>aipire; reni oo dli tt> i
ttana le t. so '1-1 ><"l , le Casias ;i O -< 2 hura* d i
taras, lim *t dous directores. viBtD
os elell
: > Derby Ciub 'la Penambueo, 9
iiao de !834.~O directo! "i-oareiro
J. L. Teixeira.
Companhia ds Fiacao e
Tecidos de Pernani-
uco.
Sfto convidados os Srs. accionistas a
recoberem o dividendo do primairo semes-
tre do corrente anno, na razao de dez
por cento ao anno (seis mil reis por ac-
cao no escriptorio da Cumpnhia ra
do Sora Jess n. 42.
Recite, 10 de Julho de 1894.
O director secretario,
Jos Joo de Amorim.
Junta Couiinerciul
Pela Secretaria da Junta Commercial
do iecife se faz publico, que em 3 do
corrento foi registrada sob o n. 340 a
esciiptura ante-nupcial celebrada entre
Joao Alea de Freitai e D. Anna da Cu-
nha Dias Torres, estipulaudo-se na ines-
ma escriptura o seguinte ;
1- O casamento ser effectuado nao
pelo rgimen commum e sim pelo do di
iracao de bens, ficando pertencendo
exc us vamente a cada conjuge os bens
que eutram para o casal o os que
adquirirera por qualquer titulo na cons
tancia do matrimonio, 2\ A adminis-
trac&o dos bens da esposa pertencer ex-
clusivamente ao esposo, sendo os respec-
> rendimentos destinados a sustenta-
dos encargos matrimouiaes. 3.- O
ub3te dota a nubente com a ouantia de
quinze coutos, consistentes em duas casas
terreas ns. 37 e 39 ra da Palma, desta
cidade, e 50 accOes da Companhia In-
dustrial e Commercio de Estiva. 4-.
No caso de fallecimento do nubente ser
. bente usufructuaria los bens a que
se refere a clausula 3.a e por morte del-
la passaro ditos bens aos berdeiros dos
nubente doador, salvo disposico testa-
mentaria. 5\ No caso de fallecimento
da Dbante, se:n filho, os bens dotados em
usufructo vultaro ao nubente, dotador,
que, alm disso, ser uiufructurario dos
outros bens da nubente, sendo que estes
ltimos passaro aos berdeiros da nu-
bente, logo que fallecer o nubente, salvo
disi osico testamentaria. 6.- Se a nu-
bente fallecer com fiT.ios, para estes pas-
saro nao s os bens proprios della, como
os dotados por seu futuro esposo. 7.-
Para garanta da nubente fica declara-
do que os bens com que ella entra para
o casal sao os seguimes : 0 accOes da
Companhia Industrial e Commercio de
Est: va. dinheiro, parte da casa n. 91a
ra do Coronel Suassuna nesta cidade,
joias da seu ornato e movis de sua casa
de residencia, tudo no valor d* vinte
congos, os quaes bens, assim como os
dotados e quaesquer outros que a nuben-
te adquirir na constancia do matrimonio,
nao ficam sujeitos a dividas por qual-
que- delles pactuantcs contrahidas, an-
tes ou depois do consorcio
Secretaria da Junta Commercial do
Recife,,de Julbo de 1894.
O secretario,
Joaq*im Theotonio Soarea de Avellar.
Junta Commercial
Por esta Secretaria se faz publico, que
em 30 de Junho ultimo fci registrada sob
n. 348 a escripturacao ante-nupcial cele-
brada entre Joaquim de Almeida Gomes
e D Hermolinda Coelbo Leite, estipu-
lanlo-se na mesma escriptura que o seu
consorcio nao ser regulado por carta de
amotade, segundo o costume desta Rep-
blica, esim pelas clausulas seguintes:
O nubente dota a nubente em dez cou-
toi de reis ; trez contos em movis e sete
contos encravados no estabelecimento, a
ra Duque de Caxias n. 80, freguezia de
Sai.to Antonio, desta cidade.
Que o dote ser inalienavel e a salvo
de qualquer compromisso do esposo, an-
terior ou posterior ao casamento.
Que po caso de fallecimento da esposa,
seni successio, reverter o dote ao esposo,
mas se deixar successo, a esta passar o
dotj, aleni da meiaco da esposa nos de-
mas bens do casal, salvo disposicSo da
terca, por testamento, visto como fica
estipulado, que quaesquer bens adquiri-
dos pelos nubentes na constancia do ma-
trimonio, por qualquer titulo que seja,
serio communicaveis, segundo o costume
desta Repblica.
Que fallecendo o esposo sem successto,
tera a esposa, alem do dota, a meiao
dos bens communicaveis do casal, indo a
maiaco do esposo a quem de direito fr,
salvo dispos9o da terca por testamento.
Secretaria da Junta Commercial do
Re^ife 4.de Julho de 1H94
O Secretario,
Joaqim lli:oL>ni.i Scarcs d'A ve llar -
Alfnadcga de Peroambuco
Artigoe pira >u Oipataziat
De orden do Sr. Dr inspector, fajo publico
qu: at o da 18 to correte as il noria da ua-
nh rocober-se-b&o prono'ta? en e%i
Ja: c fchalas para otornuciflienta ilu ariiifo?
paia as c i di 'la alta idi ra, duranl> o
semestrs de Junho a Derembro d*st<#aono, de
vecdo os proponentes s> Ujiiplitar previamente
req ierendi) provando qu" sio estabelecido
nssta cidade.
Expediente
Caetas J. Fabr, duia.
. una. #
CaiiiTetes nuos o \ binas, un.
('Pitas de vim dina.
'evaninhas df t vizu-, uja.
- de vasos, urna. oo
-ideres de aci^uig. 'iSPE
Fit^i de ca larco maco de 12 pecas, maco.
%
Gomma arbica liquida, frasco,
omina arbica em caroco. kilog.
Lacro jncurnado e verde, ,)o.
Liiiin llores de peanas mat'.sado, un.
Nvelos de fio de cor, um.
s d>3 lio parlo fino cu gros3o um.
Tape pautado Fiume, resma.
Dito afmaco pautado supeiior idem.
mata-borrao brauco, l'olha.
Dlu mata borro osado dem.
T a ;iios du vidro diferentes tamantio um-
Tmpano, um.
Presilhas n. 1 a 3, caixa,
Ditas i 31, 33 e 3', dita.
Regoaa de bano cora lio de metal chata, urna
is dita, quadrada, dem.
Pennas l'erry u. 150, jclem.
Dita Ifallat, dem.
le ac Fmcoo, dem.
Fastas de oleado, una.
Hilas de couro para conducir expe.lente, idem.
'tbosouras para cortar papel, urna.
Livroi e im^r:
Livros de 300 Comas papel i.'olombier, impresso
e i. icaderuado de couro e panno,
um.
Livros na mesma conform'ulade papel Jos (300
flliasi, um
Livros na mesma conformiade papel Jes (200
follias;, un.
Livros la mesma conformicade papel Jes (ISO
folhaij, um.
Livros :ia mesma confonnidade papel Jes (100
folhas) um.
Livros na mesma conformiJade papel Razin
(3KI ol tas;, um.
Livros na mesma conforraidade papel Haizin
(200 '.Ihas), um.
Livros aa m '.?ma conformidade de papel Itaizin
('vO blhas;, um.
Livros na mesma c nfi rmidade papel Raizin
(100 folhas um.
Livros na raesmajconformidide papel Carr (300
folhas, um.
Livros na mesma confonnidade papel Carro ;200
folhas um.
Livros na mesma conformidade papel Garre (150
folnas), na.
Lirros na mesma conformidade papel Carr (100
folhas i, um.
Livros ile talo impressos (300, 200, 130 e 100
(folhas), um.
Prolocolos de 200 folhas papel almago. um.
Protocolos de ISO folhas papel almaco, um
Protocolos de 100 folhas de papel almaco, um.
Protocolos de papel almaco 50 folhas, um.
Lirros Je papel almaco 2t0 folhas, um,
Livros le pap 1 almaco '00 folhas, um.
I almaco i50 folhas, um,
Papel Coiombier, caderno,
Pap I Jesn, cadorno.
Papel Razin, caderno.
Papel (Jarr, caderno.
Papel, Sc, caderno.
Impresso era 1 de papel almaco, milheiro.
Imprpsso de meia foha de papel almaco, tni-
Ihei-X).
I.ivro para ponto .,00 folha<
Livro pira punto 200 folhas
I.ivro para ponto 00 folha-
Campai le metal, urna.
Espallas de osso, urna.
Pegado-es para papel differentes quahdades
um.
A.lmagre, kilogramma.
ebo do Rio Grande do Sul em bexigas, ki-
los.
A.zeite de Garrapato, litro.
aseite de c Oleo de mocot, litro.
Estopa ingleza, kilogramma,
Estopa de algod&o, kilogramma.
Potassa, kilogramma.
Carbonato Je soda, dem.
Lixo de panno, duzi.
Lisa de papel ns ('. I, J, t, i. 5 e 6, duzia.
SvicatrtO, caoada.
Pixe, caada.
Aimaras, garrafa.
Kerosene, lata.
A.sbest, kilo.
Gachetas de papel, borracha e de palba. kilo-
gramma.
Cabo manilha, braca.
Colla da Babia, kilogramma.
Rosa terra, idem.
Breu, idem.
Taixas de ferro, mago.
Cime d.) Portlant, barrica.
Cal branca, alqueire.
Cal preta, idem.
Areia, carroga.
Alcool, litro.
Giz, ki.ogramma.
Vassouras d : piassaba chapeada, dnzia.
Dita de timb, idem.
Espadadores de peonas, um.
Ditos Ditos de timbo, um.
Vidros para vidraca differentes tamanhos.
Barris vasios, um.
Bacia de ferro agutha, orna.
Hacia de metal, urna.
Bacia de louga, urna.
Caneco de metal branco, um.
Dito dito dito, com correntes, um.
Copos le vidro para agua, finos, um.
Jarro ce ferro agatba, um.
Jarro ce louga.um.
Moringue barro, um.
Jarros de barros, um.
Resfriadeiras de barro com toraeirasuma.
Ps de ferro, urna.
Tiiollo francez para areiar facas, um.
Tiiollba de alvenaria grossa. milfaeiro.
TiioHos de ladrilho, milheiro. ~*m
Tiiollo de.tapamenlo, idem. '
Parafusos de latao de differentw tamanhos,
duzia. |
Ditos re ferro differentes tamanhos, mago.
Ditos francazes differentes tamanhos,mago.
Preeos ripaes differentes tamanhos, mago.
Pregos caibraes differentes tamanhos, mago. ..
Prego9 francezes differentes tamanhos, maco. ,
Pregos de zioco, cento-
Arrodas de 21* A\f, 5|, 6t8, cento.
Temos de peso de lato, um.
Pecas de cordas, urna.
Tubos de borracha, metro.
Telhas de zinco, uma
Tenas de barro, urna.
Algodo, kilog.
Deseol'ec-antc, frasco.
Chumbo, kilog.
(Jadeados patentes, um.
Cadeacbs de rosca, um.
Acido phenico, litro.
Arsnico, frasco.
Zmco, kilog.
Alvaiade de zinen, kilogramma
Alvaiade de chumbo, idem
Azul ultraoiar, idem.
Pos prelos, idem.
Secante de zinco, idem.
Dito ff.ies de ouro, idem.
'Oleo de linhaga, galc.
/.arcao kilog.
Vermehao francez, idem.
VermeIhao da China, idem.
Verde francez, idem.
Verde chromo escuro, e claro, idem.
Amanillo francez, idem.
Ocro amarello. idem.
l'ioceii virola de cobre ns. 1 a 10, duzia.
Pinceis puuiasio sortidos, duzia.
Brochas para caiar differentes tamanhos, duzia.
Gomma lacea, kilog.
Cu uiia, idem.
I lem.
Sndalo rubro e am arello, dem.
Trinca!, kil.
Verniz copal, kilog.
Alicate chato e redondo, um.
Alicate de ago chato, e redondo um.
Puchidor de langa, um.
Aldrf.bas de ferro sortita,, urna
Alirabas d% Ierro pollidas surtidas, uma.
MdfaDas d la'o sortidav urna.
Badamas # nidos, um.
Chav- hil z -I.versos tamanhos, uma.
-> rtidos, um
Dclbr.idicaa de ferr i da eras surtidas, par.
D^pradicas dt l'io sortuias, par,
Desbastadoras, par.
Encli "'na.
pW.duras ; f-rro francezas plidas, sorti-
das. urna.
Fecli^.duas ae ferro paru armarios e gavetas
dfl'ei oanbos; ima.
Pec!ioluras de "' gavetas e armarios
difrerenl na.r<#
Fectn.duras le ferro de brfJbaCpara portas di-
veruos tamanhos, urna- .
:
Ferrolhos pedrez de ferro differentes tamanhos,
um.
Ferrolhos pedrez de latao diferentes tannos,
um.
Ferrolhos de lato para armario, sortidos um.
Ferrolhos da ferro para anuario, sertiuos um.
Ferrolhos de ferr coin cauda, um.
Formos de ago.
l'h'-souraspara cortar llandres, uma.
Esleirs da Lidia, metro.
Limas inglezas triangulares, bastardas; ( sorti-
das, uma.
Limas inglezas murgas de o' a 8 polegada^.
uma.
Lima ingleza chata, bastardas de a 16 o o lega-
das.
Martellos de ago com cabo, surtidos, um.
Palha de junco ns. 1 1 e 3, kilog.
Palha de junco especial, kilog.
Pedra de amolar, kilog.
Pedia de amolar de rebolo, uma.
Pudra pome, kilog.
Serrotes de tachas, um.
Serrote, de pona, um.
Sorra braga! e de volta, uma.
Tarrachas de palmatoria de 6 a 18 maches, uma.
Tarrachas inglezas para tubos de 1]2 a 1 pole-
gada, uma,
Tornos patentes para bancada, um.
Tornos de niao de ago de o a 6 pollegadaa.
Travadeiras de ago, uma.
Torquczas sortijas, idem.
Verrumas sortidas. idem.
Trados sonidos, um.
Cabo alcatroados, kilogramma.
Dito de linho fino, idem
Carvao de pedra Cardiff, tonelada.
Pregos de construegao, cento.
Aguhns de empallombar, uma.
Encerado para meza, metro.
Panno fino para mesa, metro.
Panno alcatifa, pega.
Capadlo palha de coco, um.
es de alcatifa, um.
P de serra sacco.
Ferro para soldar, um.
Ccovas, uma.
5.
v
Buril m e mu m-
O novo paquete
JNile
Cooamacdaate J. D. Sposnor
1
Baha,
t0 i/wt Madeiras ~^
Barrotes de pinho differentes tamanhos, um.
Barrotes de amarello de {diferentes tamanhos,
un. **> ~rtSt*
Barrotes de louro de differente3 tamanhos,
um. **' .
Costados de amarello 'de differentes tamanhos.
uin.^'1!'*=**" "'**''*** *~*~* "sJ*****-
Costados do louroiyej differentes .tamanhos,!
Costadosldc pau;carga de diiferentes.tan anhos'
Costados de sicupira de differentes tamanhos,
Costa lindos de amarello de differentes tama-
nhos, um. .
Costadiuhos de louro de dierentes taannos
CostadiatM de pau carga dedifferente; tama-
nhos, um.
Costadiuhos de sicupira de ditterentos laraa-
Knchameis'dc qualidade de ditl'erentes tama-
Preocboes de sucupira de differentes tamanhos,
idem. -**V*>
Ditos de amarello, dem. ~'iSSX
Ditos de po carga, idem.
Guiris de diveros tamanhos e rosauras, dem.
Taboas de pinho da Succia de diversas dimen-
sOes, uma.
Ota3 dita americana de diversas dimensoes,
idem. .
Ditas de cedro de '/2 pollegada a I pollegida de
grossuras de differentes tamanhos, dem.
Ditas di..a de Riga de t/2 a 3pol!egadas de gros
sura, idem.
Ditas dita dita para forro, dem.
Ditas de amarello de asoalho de differentes ta-
manhos. dem. ,
Ditas de amarello para forro de diferentes ta-
manhos, idem. ". ...
Ditas de leuro para assoalho de differentes ta-
manhos. idem,
Ditas de louro para forro de differentes tama-
nhos, idem. .._
Ditas de pao carga para assoalho de dille rente*
tamanhos, idem.
Ditas dita dita para forro de diferentes tama-
nhos, idem. ,. ,
Travelas de sucupira de differentes dim.nsoes,
Ditas^e amarello de differentes dimtnses,'
idem __
Ditas de louro de differentes dimensoes. dem.
Travos de sucupira de differentes diniensoes,
Ditas de pao carga de differentes dimensoes,
idem. .
Ditas de massaranduba de differentes dimen-
soes, idem. .._
Caibros de couco, embriba e arag, de di Itren-
les dimensOes, cento.
Ripas, dem.
Telhas de barro, milheiro.
Lona patenl, metro.
Brabante lio de collar, meada.
Escropo de ago, um.
Funis de Flandres, ura.
Motolia de Flandres, uma.
Caldeira de cobre pequea, dem.
Dita de Flandres, idem.
Macetas de pao calgadas de ferro, dem.
Toalhas felpudas para maos, duna.
Escanadeiras de agatba, idem.
Ditas de louga, idem. I
rame de latao de difierente3 tamanb03 i gros-
sura, kilogramma. .
Dito de zinco de differentes grossuras, dem.
Dito de ferro de differentes grossuras, dem.
Dito de Ferro em verguinba, idem.
Chumbo em lengol. idem.
Gu*rrg6es para carros de maos e wagon9.
Rodas de ierro.
Eixoa de ferro fundido.
Parafusosde porca.
Chavetas.
Arroejas.
Ps de ferro.
Chapas de ferro.
Abragadeiras de ferro. ^^____ .
3 secgao da Alfandega de Pernambuco, 9 de
Julho de 894.
0 ebefe de secjao,
Lu: F. Codeeeiri.
B* espeado dos cortos da
II m COP-
.ote e feceir dpiiois da rt !-i;?avel uara
de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos Ajres
POSTOS DO SUL
O nevo e esplendido paqaot?
Daoubie
Coms^odante O. C. Hijks
sjA \( V t-peraco do sel at
/,-.> ':'\ ;'A la 11 h correte fgfl
*-BwsM8iWMra' do o00i d*< demora md
2Lj pcssavel para
s.:^J>03, Vigo e ot>J!sp*ia
N. B.Previqo-e^ aoa Srs- re."ebedo">3 de
aj=rcadof!ag, qa a Cora < R*l Iagle-
Z2,coor. Stoa com afleooi I Sttiaai Navpgation
Csopooyom s^rvigodo vapores stm^na^s ons
: ii-'^rior:* Por "ent e'-C, de
*ro rbpgsr a 3oitnaroptoa a lomeo Je bal.ieia
rem as cargas "tinadas a America do Sol.
o?ra os vioorpx Cesta eofl)p*oWa.
Reducto aos preso? du pagew
l>i# lie tolta
A Lii l Cl! 3 SO -2 30
A'3o-. 23 X 42
Caen- HTtdes pa
Pemsoobneo.
Para pass&genB, tteM. oDcoiantoadu, iri
rom os
AGENTAS
A.roorim Irraaon
W. B l-i". do Boto IwrmN. 3
Companha Sacional de Salinas
Mossor-Asso'
O vapor nacional
guaniar
Botrado de Uacaa, se
goe ceetes pencos aias
para os porlos do B o e
Janeiro, R'o Graudti do
Sol. Pelotas, Porto Alegre
Para carga, enc^mmendas edinhe'rj a frete
traia-se ^cm o agento
Joo Maria de Albuquerque Oliveira
Roa do .omniscio n. 14 1" andar
Llojd
Brazileiro
PORTOS DOSUL
O paquete Rrazil
Comraandante capifo de frzj
Hippolito Duarte
frzgata
Pedro
E' esperado do
ni a' o da 11
leJolho. segam
ao dei i da de-
ru'jra ncesra>ia para
Parahyba, Natal, Gear, Ama'rarao, Ma-
ranhSo, Para, Obidos e Macaos
As encommeodas aerao decebidas at i bor
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
no caes da Compaobia Peroam bocana n. 4.
Aos Srs. carregadoro.a pedimos a soa attengSo
aara a clausula 10* dos conhecimentos que:
No caso de na ver clgoma reclamagao contra a
companhia, por avarla ou perda, deve ser feita
por escripto ao aeeote respecsivo do porto de
descarga, dentro ta tres dias depois de finali-
sada.
Nao precedendo eta foi-mahdade. a compa-
nhia fica isenia de toda a respoasabilidade.
Para carga, passagens, encommeida di-
oheiroa frete: trata-se com os
Agentes
Pe reir Carneiro & C.
3ua do Commercio
1* andar
n. 6
Haajburg Suedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge.
sellschaft/
O vapor PatagOEtia
Espera-se da
Europa no dia
15 oe Jrjlbo ee-
goiodo di'poi da
demora: iieoessa
rispara
Baha, Rio >de Janeiro e
Santps
Este vapor Iluminado lu elctrica
a oftereoe ptimas t.ccomm- 9rs. pasBeeairos. |
Q'iaaequor-neciamacjjes s serio atioo-
d^das 48 horas depoia da ultima descarga
do vaco, na |AifanVga.
Entrar no porto
fprljcarga, enco-imecdas, paasagere e fre-
te' *pai D o
Oonsagoatarios
Borstel?; an & C.
Raiido Commercio n. 18
1- andar
Companhia Babiana de Navega-
v*. a vapor
laoei Villa Nova, penedo, Aracaj, Ea-
teoeiae Babia
O VAPOR
Principe doGrao-Par
Commfcndarjte Livramento
Seguir para
os portos cima
indicados no dia
1* do corrente
s 4 horas da .ar
mnm
'-liPsHlafla fiel
rpo
PORTOS TO NORTE
Parakyba, Natal, Mato, Motsor, Ara-
caty e Cear
O paquete Una
Commatroante C*rvRho
Segoir cara os
port03 acirna ln-
s do da
II do crreme
a 14 horas da lir.
dp.
'ae, pussatrens e di
i frete ai', as i i horas da maua o da
da partida
?IOP.lO
Ao Gao da fyOEjpnr.bie P^rnAmbacans
__________, -, 2_______________
Companhia ce P a q u e t e i
Brazil Or:ental e Diques
Fluct antes.
O paquete Guanabara
Commandante Luiz C. Amaro
E' esperado ueaies poocos
das do sol, segnindo d?-
poiscaiemarn oecessana
para
Macei, Bahia e Rio de Ja-
neiro
para cajos porlos desde ]S contracta cargs-
Efite vapor iliombado luz e'ectrica
e olfurece ptimas eccommodagSes aos
3rs. passageiroa.
Agevitos
amorim Irinos & C
3Sua do 8om Jess3
iiisii
CoiDDanhia Fraoceza
DE
Saveg? a vapor
Licha regalar entra o Havre, Lisboa,
Percambuco, Sotia, Rio de Janeiro
e S&atos.
O
apor
Parahjb
a
COMaANDANlE LUCE
S"; da EnrO'
pa al o dia SO do
corrente seguindo de-
i- pois da indispeneavel
J^p demora para
Meceio, Babia, R > de Janeiro e
Santos
Este vapor Botau no porto
Roga-se aon Srs. importadores de carea pelos
vapores desta llnba, qaeiram ao^esentar den-
tro d fl das, a corlar do da descs-.rgn das al
vareo zas qaalcoer rerlamago conefreenta a vo
lomen ^ue oorventnra tenbam sencido sari porlos do su!, oda as toderem dar a tciai o
as provideicias cecessarias.
Ex lirndo o refprido oraro a companoia nao sp
resp oeaOllisa por extravos.
R- .Mbe carga a iraiarcom o
AGENTE
4Luguste Labille
9Rna do Commercio9
LEILOES
Ilcjp, 10, deve ter logar o leilao de grava-
tap, duendas, miu'ezas e movis existontes no
armatem da roa do Rom Jesos o. 45.
de.
Para carga, rasgeos encommeodas e dinhei
ro a (rete, traa se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqu*ira
Ba do Vigario n. 17
1* andar_________
Companhia de Navegacao
Carioca
PORTOS DO SUL
O vapor Cometa
E' esperado dos portos do sol
at o da O do Julbo se-
indo depois da oecesaarta de-
mora para '__
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul e Pelotas
Para passsgens, fretes .e encommeodas tra
*-se com os
AGENTES
Pereira CarBCtro i,G
'6Roa do 'Commercio6
I* andar
Companhia Pernambocana de
Navegado
PORTO DO SUL
Directo Sanios
O paqnete
La *lae
COMiAXDANTE VERISSIMO '"OSTA
Segoe o o d i a
i* .do correte
> 4 bor as rt?
'.tarde.
Recebe carga, encommeodas, paseagenk e di
ohetrosa (rete at e 41 horas da manba do da
di farlida-
ESCRIPTORIO
Ao Com da Companhia Pernambucana
D.12
Leilao
?De eravaia?, madapoloes, a'para para chapeos
de sol e chitas avariadas.mobUias, qoadros, rea-
lejos e 1 cesmorarra.
Hoje
A's i i horas
Agente Pinto
RA DO BOM JgSa.N.-45_
Agenta OliFBlra
Leilao
De Sxavallos qoe foram apprebsndidos pelo
sobdelegado do Peres
Quarta-feira, 11 do corrente
4's i[ Um
Xa armazcm n. 39 da rna 15
de \ovembro
O agente cima, por maDdaJo do lllm. Sr. Dr.
jo'i de direito ^e orpha-s, a requerimeoto do
Dr. curador eral de ausentes, levara a leilao os
i cavalios cima.
Leilao
De 1.030 arrobas dt arroa
Quinta-feir j 12 do corrente
A's 1 i horas
Na pona da Compaubla de Estiva
0 cente Martina farS leilau por mandado do
lllm. Sr. Da. jota de oireito da faienda municipal.
de mil e ciocoenia arrobas de rrroz, peoboradat
CompaDbra oe Es:ivas na execncao que iba
mov' a faxeoda mnnicipai e ae acbam soba
guarda de Amonio Gandes Valente.
Olinda
Vende-se am graode chalet e sitio na rna dos
Milagrea n. as chaves estao no Vardoaro,
loja do Salvador ; a tratar na roa do Socego nu-
mero 55.
m Olinda
Vende ee bom doce de tajo' recco ; a t'atar
na roa deMaiblas Ferrelra n. itl; a tambera ama
boa mscnioa de vista.
Aifata e-pecia' do R5o
G rande
Acaba de ebecar esta artigo, e vende se no
escriptorio de M. S. Maia, ru* dt Commercio
numero 7._____________________________
Vende-se
Um fino cavllo para sotla e p^rfeito andador:
a ver e talar i roa do Hospicio n. 83.
Criado
Preclaa-se de om criado de 14 a 16 annos ; a
tratar aa ra Duque oe Casias o. 91.
O- o puro de linhaga
Vende-se em barris de 50 g3l6>8 a 2900 o
galo ; a tratar no l?.rto dos Cctlhos n. 13, na
desiilacSo dos Caelhos.
Bichas de Hamburgo
Veode-se em granjea o pequmas pcr;6
3ppllca-*e wtesai pecca o airjsoa*: Dt roa
as Laraoeeiras n. 14-
CAXEffiO
Precisi-se de urn bom caxeiro na Pa-
daria; cm Sanio Amaro a ra de
Luiz do Reg n. 54 B.
Cebo!
?fiS
Ncvas de especial qoalidade, descarregad?s
boje do vapor Eqoatr-ur a prpeo fem cosipe-
leacia, v..nJem Macba io Pinto & Eodrigoes, ar-
ma zemj^oajloVizs^ij^T._______________
Vende se desembarazado
Um estebeleeiroF-nto ce fjzpndas cem pequeo
capital, e podendo nt iran formado em ootro
gecero de negocio : quem pretender deixe carta
nesta typograpbia rom ? iT.-ia-.i A. C A.
Cebla^
De Montevideo a prf co de 25*000 por milhei-
ro, veodem Machado Pinto & Rodrigues, arma-
ze.'i, ra Hontem. as 7 1/2 r
27 da ladeira da Misur
o menor Lo's Pereira
uartz chato, cem qoas
bojp qoe o di'o mencr
trem de 7 1/2 da noit
com o desitno Sncr
na alludlda casa, oa
ser bera grtiQcado.
Fugio
da noite, da ca^a n.
cordi, etc Olinda. fogio
da Goaia. de cor branca,
10 rmnos de idade, soube
toTon hontem me3mo o
2^ (s'p.go do G.rmo,
uzllbada. Quem o trcuzer
quem deile noticias der
Eagenho
Negoci3-?e por vend?. m arrendsmento. com
veuda da safr^ fuodafia, acimaes, etc.. o enge-
nho Saudade, siloadtio municipio deAmaragj,
com propores para sfrej .r 2,000 pae3 de as-
sucar ; a tratar do referido e genbo.
Caixeiro
Off rece-ie um ca xeiro cem pntica de mo-
Ifiados, attestaodo a condecta se quiter; as^im
como degj4 alci.gar aleom ioteresse na casa
em que- P' ti ter e'npregiao : a tratar na ra da
Goia o. 57, taverra ______
Oriado
AVISOS DIVERSOS
' i ----------------- y '
DeseACamiobaa-ae.a oatsemeta n. Ht.oa
Caixa Econmica de.Pernamwo; quero aehar
(aca>o favor do le val a a ra o Lima a. 16, qoe
ser: gratificado
Precisase d cm Ttitnr ou jardineir.'pre
feriado-se po-iogoez ;' a tratar na ra Mrquez
de linrfn.0. 3o.
- Veoooite- salas, 2 qnartos. eosiobs fora, edificada am ter-
reno proprio, tx>m arborisado a com baixa dt
caDv,, tendo cerca de 300 palmos de frente, nr
largo dos Rturedios, prximo a Igreja ; e berc
ast m quitrovaccas de Uitt, estanto duas prts
tes a tercena, todas de mullo boa rsca ; a-tratar
aa caja cima mencionada, oo na roa do Impe
rjdor n. 71.
Preclsa-se de om criado para o servico do-
mestico ; a tratar aj bot*l D. Maria, ra do
Apollo n. 2________________________________
Caixeiro
Precisa-r.e de um caixeiro com pratira de
rxolhvdos, de 14 a 16 anuos, pfiancando sea
conducta ; ca roa da ? n(f- Velha n. 43.
Engommaeira
Precisa-se de uma de boa conduct?, que en-
gorme bem, para casa de ponca familia ; oo
paleo do Carmo o. (5, 2- aodar.____________
Ao publico
Teodo se extraviado do poder do abaixo as-
signado om coDbecImtnto do Tbesouro do Esta-
do, relativo a uma Sanca o-ovi-ona, prestada a
fafor do ex-collector da Victoria, coresponden-
tes s cautellas o. 258 do Banco Emissor de
Pemambaco, oa'ra n. 548 do Baoco de Pernam-
buco a ou-a o. til ao Banco de Crdito Real,
pede a qtem o encontrn o obsequio de entregar
a roa do Bom Jess o. 11.
Recite, 6 de Julbo de 1894
___________Francisco Paostino de Brito.
Aos Srs. propritarios
Vendena.se com grande differnnca dos actuaos
preces do mercado, azulejos com linda cores o
sorprebeoneates desenbos, no largo da Alfan-
dega a. 2.
Sal
P-haroaacia
Proclfa-se,rfeJm wsilflo ; n Phermscia
Anjirican, roa Dame de Castas o. 57.
Criado
Precita se de om criarlo
B28 bote!.
co becco do Paor
diados
r-aclis-ie-de doos crfirJos para osirpo e de
om menino para copeiro ; na Ma;daleca, sitio
o cammendador Barroca.
Veode-se de superior qualidade ; para ofor-
macees, no larg-> do Corpa Santo o. 2, prlmetro
audar.
A' Caixa Econmica
Tendo desa p parecido a ca dmela n. i 5 078,
Derienoeote ao Ic-*u*.uto BeaeHceole da Guara
Nacional, previno a otrecofto da Caixa Economi-
ca, que apprebenda a dita oade-neta se algoem
fcaoresenlar.
Recile. 8 de Julho de 1894.
Heleodoro Rabello
Theaooreteo.
Caixeiro
Precida-se de um caixeiro com pratica de
molbioos. de 12 14 aobo. e.ae d fiador de
sua conduca ; a tratar oa rot Pedro Iro nn*
mroJ0. _____________________
{Ao commercio
^m moco cem regular s babititicOes, offere-
ce- se para faser escripias por partidas mixtas
m pequeas catas de commercio, podendo ser
procurado A.roa a Impetatriz n. 63, segundo
andar.
XaroDe de Sumar
lEate sgradHvel e enrgico medioameot
o ejrtermicsdor dan toases reesentea oa
antigs, catharroa, auffooajSes, bronchitea
ebronicas, ronqoidRea.ie em geral contra
todos oa padecimentcs provwnieutea da ir*
ritaoSo daa vias respiratorias.
Conven como Unitivo aoa tyiiooa.
JC0MP0SI9A0
DB
I
11
ApprxverJo peU reapeitavel Junte
de Hygiene
Prj|>' fuslores
Bapftsta IJigielRdo
Ei.orotrs-ae en qualquer pimrmaeia.
' *^ola Ingrleza
Na loja de ale, ado a.rua do Bom Je-
ss n. 21,,tem para vender.
1 wmm

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!* INOFFENSIVO *T
r-1 H > < < K 1 O GRANDE PimiFICADOE SALSAPARRILHA CUMT ODAS AS IMPUfrElK8 3 SANGUE E HUM0RE8 H ? H H
A EFFICAZ ^
Diario de P^rnaintouco TerqaHfoira 1Q de Jnlho
OleotFigadpBacaJaol i MTIE !iE
(fia*
-
7
DOUTOR DUGOX
lodo-Ferruginoso, eotn Quina e
de lAirauja amarga.
cota Cuaca
O uaia completo e variado sortimsn'c
pFi | qj | q meninos.
Sedas
BracoaB, protaa e da corea, lisas e la
fKOW.
Cachera i ras
Ccrtes bordados, erpcrulLos, inoas,
pero linas, levaBtttMW, orcUnea, zepbiro,
cbi~<>.4 ce sol, oamiaaa, pachos, collari-
no a peitil
PVQUJariua dos melhores fabricantes,
etc.,"-eto.
Todo se encontra por preces resumi-
diaainioa
NA
La Gran Via
% 4-Roa ImpersIri-SS A
Onon Silva 4* ^*
Quando so trata do curar a*
DOENQAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATISMO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dio seinpre, sem hesitar, a preferencia M OZjEO do FIGADO
de BACALHO do Dr DUCOX, Iodo Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque eilB Ble umh m.o Rosto quaU
quer o que a sua cniiii>oicao o faz eminentemente tonloo B orrobora/lte.
Deposito geral: 7, Boulevard Denain, em FABIS
A.uba-3t pon Tooder ta toda* as Pbarm&clu e Drogaran ncridiadis 'ln Universo.
Bemconflar-mft do* Fal/tfl*a?&eK Imitador*.
mS Tf annna dx0MMeo. Peana: r ilniato. .Cxposiciio l/iuVej-oa2, Parir 18&9- ^
"< -4 E^Jcroan j I-Iaat a, tu tde^hlbaa FM1HA ULGTI
LISTE Si
Kara i Fakrfc* I
CVM BUS?; o UOl
F.' o melMf alimento i ;ira as crinnoas de teora lade. Sapprej
a lusuflieienct do leito Uia(>-ial efacilltao Josmami.'. Com 9eu4
oco ii.o lu Jiarrhea aein voiii:U>ae.suaiiigcstao fcil e completa.!
mprtf/t-* tambem vtntajotamente tomo alimento para i
Adultot Convalotcantas eu* flni salmago Velicadoa.
ENSADO EESTLg
8
(Vor.adolr X,CCT*E IfOJto si Vtccii BVZ88AS ter.do conservado seu aroma e
todas suas auaJidades nutritivas. a.lm dos grandes swvieps que esta conserva presta Frota,
jao Kieicito e aos ilosvttes, ella teto ganbado sua pof.^io na allmeoUcao dos particulares;
toe quaes ella aese^ura um leite a^radavel, saudavel e natural.
IHgtr a tima : HSni vsani a lina i rakrlca: sano sa PiiiSAXUM.
A casa cnrl irestl nao tem jiali, como outr'ors, nm nico agente pera O Broirtl ;
seus producios acnam-ee as prlucipaes casas Importadoras, Orogarias, pa. maclas e tojas
lie comesifvci*.
HENRI NESTL,ean VEVET. { f S SflUS; T ** ^^'Uv9U
&nou> IlilU

Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jove.as, raulbere
e As crianoas.
I Pir.l-.im: WStSJSt Btfll II WMM
A0-I0DAD0 (2S)
2lajrofe x>? J. IB tro i
O iodo, oomfctnado com os sueco das plantas antlsoorbuUcaa,
preau s craaseaa anisi oa mala relevante?, serslcps, para con
bater *ilmn*i*:--J mam aftMMMStsW ealilOmm
BuarflfwwH! er*ful*M WkWmMm M*
jrrdlff HlsISI tantean, etc.
E1 pre/erlvel toa leos de fl- ^S ^ ^
Z&te\xaaXs^\aikmtot&-~~2/ly*sPs4f *
am s*t. tamben gjr~- V'^^%l^55Cm
aupgxMM neretco- ~__Z^ ^^^
^uJiva^B^.aU8M^TVlia,-. "j^ i s**^
FESRO BSARTIAL-BOUnipo
,\ Goeto agrado-jel torna a dar_com rapMez ao mangue sua riqueza e forca. Nao d /-.
^\ pr,ac do ventre nao ennegrece os dente nao irrita o ettoznago. iw9
r\ PASJS. S-), raa Eollea. Deposito ein feruumbuco : C aa DRODiS fRODOCTOS CBIMICOS. /S Q
~^--
Erpecialcdade para o toucador
N"?a remessa do Maravilhoso SabSc
Rusao. nico deposito
Pedro itiluoca & C,
NOVA ESPERANOA
63 Roa Ddqpb de Caxias 63___
.Bordados
Completo sortimtato em todas aa lar-
guras, brancos e acsclada, de cores, e
crome e branco, alta novidade.
Refeberam
PEDRO ANTDNES & C.
NOVA EVrEBATVCA
63 Rus Duqoe de Caxias 63
Alta novidade
Urampes a Mana Stuart para en-
fcites de cabello o que ha de mais novo
Receberatn
PEDRO ANTUNES & C.
Fabrica, de movis a
vapor
DE
Silva Ferusndes i t
48Ra de S. Joao48
Promptfica se qnalquer encommend*
de maroecaria ou carpiuteria, coro a
mior prestesa a por procos rasoaveis.
Comprarse madeira de boa qaaliduda.
Aeeita-se artistas marcineiros e cara-
picas) que sejam peritos ; e tamben ad
mitte-se aprendisea pagando-se desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
gjy Baro da Yictoria-49
Roiolpho Antaocs & C*
f Raa atie de Gallas 9
A
laravilha
FINA8 COLCHAS parr. cama. LIN-
DOS cortinados para sama e janolas,
presos aem cosspetaoAta. Elegantes
objeeto de biscoit, vidro, trra cotta para
toiletbi. Orando sortimento de albaca
para rstratos. Papel de fantaata para
cartas. AIem de mnitos osjtroc art.igos
que o bello sexo encontrar aempre na
bem conhecida caja do ROJOLPHO
4NT0NE&dt 0.
f 7Ra Boque de Caxias67
cpsuus jmrmis
paarvu^EGaADO s. o. r>. a-
OBREIAS
Lucre
TDffAB PRETAB
t >s ooafii
CeU htmdAPri
13. OOXaxm a. lila,H, rea la Taasia, m Paria.- to Pftmtxno:
aasjsjssssss siimnninm>'a
fifi MNlAf t I! E -! UUU IU>UBICtaC illliSM 11(1 U,
UoM:Ceoi;f fttr. B.vjslsao CleoitRic.no,
Balsame ta Copah4, Opiatos. Aloatrio, le.
TODO OS MADiaAJSXftlTOS ESf P
HOSTIAw
par Pbarwucw
scosxxjbva
hnlkaUtonu
3K, ti ss&VA a.*
use amwi
VERDADEIROS GRAOS deSAUDE do D'FRANCK
L1CDICIAD0S FEW- INSPlCTOaiA OBBAL DB HTOIEHE DE RIO DB JANEIRO
Jkparientoa. Emtomachicoa, Purgntirom, Depurativo*
Oontrat Mts de ppetlte, a Obztmcoio, a Baaaaueca, vVertlgeoa
as ConceatOes, ule Dom ordinaria: 1,ai ortos.
DeaconQar da falsilicacoes. Exigir o rotulo junto lmpiesso em (ranees
^ieur.'^r^^Qflj^tfg UniQ_(tos FapricanW
Grageas Dehiazere:
Approvadaa x>cia Inspactoila de Hyamno do Hraz:l
CASCARA SAGRADA
PRISOoeVEjMTFSE
IODURETOde FERROeCASCARA
Centra ANEMIA e CHLOROSE
MAIITUAL
Qspoilto grai : PHARMACIA Q. CEMAIIRI, TI. Tenue d Villier PAR*
Km f.r/imfiuco : JTTZO
Be.ra(!a
Vende-se na raa* do Cojo-
mercio ,26-A
remedios
LE ROY
Populare em Trufa, lmcrict, npnha e
ou coIooj, do Brasil, aooda itAo autorix4o*
pttlo ConaeL o da HygiuL
Voiorio Le Roy
Ultimamcinta mpragado conao prepa-
rado para o aso do Purgante).
PurptesLeRoy
Sritw teuttu contsrn a Mala.
SSo proprtoa para qoalqaer doenca.
Umt noticn etpltomtlra anrolr* cada tarrifa.
Pillas Le Roy
Extracto concentrado doa Htmtdloi llquidoi.
Ib aruiicta siallaatlTo utoIti cala Iraico.
O frasco ds 100 pU. tV O truco d 25. 1'BO
Acaule.ar-so daa aaiJica900
qaalqnei rodncto (U ala lartf etade-
areajo aa tkatmuU COTTII tara *UW
ei, Um ate tum,trit em Wune.
DBPoarrcs bm Toaas as PHaBMAOua
WliA
As anicas Vartadeiras Paslilhas de
VIGHY
PASTILHASVICHY-ETAT
Vendidas em caiiinhs metallicas scelhdas
EXIGIR A FIRMA DO ESTAOO
CSTACO DOS BANHOS
IB de Utaio r SVawakpro.
BapaUi m Pirrramkuto
Ht.il Joawaai *aw
i. kAan-U; -J
ntrauauail
Fabrica de Charutos
DE
smii ::::::s & c.a
S. Feliz Baha
Os exellentcs charntcis d'esta nova e ja
acreditada fabrica, estiio a venda n'esta
cidade na antiga e conoeituada casa com-
mercial dos Srs.
Joaquim B. dos Res a^rC.
SuceesHires
RA LARGA DO ROSARIO N. 30.
a Grageas do Gibert
AFFECCES IYPHILITICA8
VICIOS DO SANQUEl
Vordadelros productos fticilmente tolerados
pelo stomaoo e a Intsilno.
fi'aV' ai Hnu a*
ID* QIBBnT i d. ROUTIQNV, rsimamtt
JUcettadot pelai celtoritaiea mtdicaei.
Bsscowfua-ss dii niTAcSia.
a*-nwfr>f .Jliltow-LAirreTi T*infl
ECOLMET
SANTONINA
CHOCOLATE com
nriiLT.a ,h .ara; u
bu V 6ttL.l!^i3 tn-imaet'
se, iibtaara3a>il t.uawracla
lf.'/si; r aa UmtX. P> i
tn ftXtinbiKQ MM|ti> PlIMt tM- 1
m HANlUniNA aV
moswtsu -JA
oe. uic, pe (1> ylr*tt\
t 0 N
WILHELM EEGEB,
Frankfurt a M.
PARFMERIE
NIWANA
BODQETDEL'EXKlSm
CHICA G 0
a Maimn obtlnt FexposoD
de Chicago fuique Medaille


es
Aocommerco
0 abaixo assignado,
estabeleclrio com arma
zeni de courinhos ao lar-
go d'Assemblea n. 2, de-
clara que mudou o seu
escriptorio para a ra
do Barao do Tru- Pn0
fantiga do Brum) n. 24.
Recife 30deJunho de
1594.
Delmiro Gouveia

i
SB20BS
As sezoer, febres intermi-
tentes, palustres( reDiteotes,
dores de cabeca, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall velmente com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
iOTC EKANCEZA
H. > .ouquayrol
22 Ra da Cruz 2
Os urperQnos cigar-
ros s i II I VION. ven-
dem-se as princpaes
mercoarias e na fabri-
ca de J. B. do Beis rt
C. ucoMoros. ra
Larga do Bosario n 3
Cautellas do Monte
Soccorro
Ouro, prata e brilaaoteg
Sendo de boa qoalidade e em obras iprovei-
tavpis, compra-s pclo maior prego dj mrcalo :
a a roa estrella to Rce&no o. 1, officiua de relo
joeiro- _______________________________
Fundico Ge-
ral
Alian Paterson 4" C. avi-
sam aos seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
arados os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, b 1 !
Cubanos ns. 1 e 2 !
\ accas de leite
Veodem-se boas vaccas de kilo, t'n-inas
msticas : Da Ponte de Ucboa, mi da Capells.
Doce de aratanha
Ctiegon nova remenea de doce, a raa inrea do
Rosario o. 30.
Restaurant
Ba Zdei
Paula Gomes & O par-
ticipam aos seus numero-
sos amigos e freguezes e as
Exmas. familias que rece-
beram directamente o espe-
cial azeite dend proprio
para as iguarias a bahiana
como sejam: Garuru', Va-
tap, Muqueca, etc.t etc.
Vende-se em garrafas no
mesmo estabelecimento, por
preco rasoavel.
8 e 10Ra das Larangei-
ras8 e 10
Engenho
Arrendare o engerbo Jondlft-Assn', na comar-
ca da Victoria, drstaodo das esta;Oes Frecbe'.ras
ob Limoeln> da viafarrea S. Francisco doas
leKo*8,.vtndeodots tanham a safra a auiaaes ;
a jjstar no oresfiDo engenbo.
D. Maria Velloato Freir de
Oliveira
Loii Gomt-s Correua e 01l ra e spqs filh^n
fu;-. aora D. HWnqueta Velloso Freir. Iraao
e coobidoi< de sua pranuada erposa. mi, riiba
irrea e rontiada, D. Mana Velloso Freir de 0:-
veira, ronvidain a todos os seos pa-eotes e
tiDiTcs para aasimirem as missdS qo tr>i Cam
celebrar na igreja de 8. Pedro Mrtir de Olio ;a
n qoru-(e;ra 41 do correte. 30- la do seu
ailecirr.ento, coofeesando-^e agradecidos a to
0. s qoe comparecerern a este acto de religiao e
candaae.
t
Sari
do Anjo de Slquelra
Cavaicante
Erotoides Castro de Sonza Leao e seos blos
convtdam aos Bens parentes e amigos pata as-
eisiirem as missax de stimo dia. qne na matriz
da Boa Vista, as 9 boras aa manba oo da 10 Jo
correot-', mandau rezar por alma de eoa cooba-
da e ta, Maria don Anjo de Siqneira Cnalcan
le, fallecida oj Rio de Jiceiro ; aoiecipando
desde ja os secs mais sinceros agradecimen-
tos.
zuimta Fernandea ioares
t Antonio Jos Scares e seos timos,
Alberto Diaa Ptmandes, Jo- J Das
Fernaodes. Fr.nclsco Dis Fe-naodes,
Joao Frunc uso Lene Romo Joda
Silv Marques sgrsdecem aos pa'eo es
e amigos qee se dlgnaram a^ompanbar A sua
tlima morada os restos mortaes oes I p*ezada
espora, mai, raa e cuob.da ; ede ovo rogam
o ob-eqoio de ass'stirea a mies's de stimo
da que maodam celebrar no da 10 do correte,
* 8 boras, na matriz da Boa Vista, pelo desean
0 eterno da merma finada, por cajo acto de re
iimSo se man'fes'am -gradee!do*. ___________
EiNGEiSiOS A VENuA
Vende-se os importantes en*
geulios Agua Comprida
ConceicXo do l*aNwu. sitos o
municipio do Pnsso de Cama-
ragibe e prximo eidade do
mesmo nome, no Estado de
Aitagoas moentes e oorrentes,
coai excellcntes obras, ptimos
terrenos e abundantes mattas.
o primeiro a vapor e o segundo
movido por animaos, com pro-
porcSes para safrejar cada um
3 a 4 mil pSes. O engenho
Agua Comprida pela belleza
das obras, fertilidade dos ter-
renos e abundancia das mattas
considerado como um dos
meiliores do Estado de Alagoas.
Trata-sena ra do flosp ci
n. SO.
' icrvel!! s se
vendo
arla don AnJo de Siqaelra
Cavalcaate
tD.Francisca Gailue'mioa de Siqnei-
ra Cavalcaote. seus lbos Dr. Joo de
Siqoeira Cavalcante e Dr. Fernando da
Siqae musas por alma de en prezada e sem-
pre lembrada ora e ronbada Maria dos Aojos
de Siqneira Cavalcante, fallecida oo Rio de Ja
cetro, e pedem aos sen* parantes e pessoas de
soa amisade para aseistrem a este acto de rell-
gio, qne se realisara na nsatiis da Boa Vis'.a,
as 8 i/S boras do dia 10 do correte (terca fera)
stimo deseo (allecimsnto, coofessando-se agra-
decidos desde j.
Ama
Precisa-se alugar urna rapa-
riga para vigiar c cuidar de
urna crianca de 2 annos.
Trata-se no 3.- andar do pre-
dio n. 48 da ra Ouqua de Ca-
xias, por cima da typographia
do Diario.
Ama
drnnemiroB
a tratar o
Prefica-se de sma para serlcos
de ume casa de pequea familia
pateo do Paraso n. 9.
Precisa se de orna ama para andar com nma
crianca e mais servicos ; a tratar aa rn do
Atlbo 0. 15._________________________
tai
Precisa-se de nmr ama para cosinbar em casa
de familia ; a tratar na rna Dlreita a. 10, pri-
meiro annar. _______________________
SAhmXwwm
Precisa-se de orna ama para comprar e cosi-
nliar, para casa de poaca familia ; na raa do
Impe-ador o. 3. i* andar.
Amas
Na Capanga, roa das C coalas n. 15 A, pre-
cisa-se da nma cosinbeira e de orna criada para
menines, dormindo em casa dos patres.
e\sIsVLwC\s
na ras da Uaio n. 1, preetsa-se de ama cosi-
nbeira para casa de peqaena familia.
Ama
O propietarios dasESTRELLAS D'AMER
' -a roa i oe Maree n. 12, aniiga do Crespo,
i-ulbam Ba em dizer a trdos qnantos Ibes
x o prazer de 1er este anouncio, que
aa :i erca"'o-iae aqui descrlptas ees leem
di 'eu estabule imeno.
E' incrivel! f ao !-e venJo, e cusi pou.c aa!
Pab^eio a este liado estabelecimento onde en-
coi trarao o qae ba de rbic, bom e barato.
S6 querem o descor.lo.
S'iaa ch-'i'adiobi'e hootem, Percambc.^o pa pon-
ta JSOO, o covauc.
CorliDados para jacellas. 84000 o par.
P.ntioe ce crocbtl para sof e cade ras
Cr'-iooes inglazes, 600 rs. o covado.
Semprt viva, o qne s. de ebie, em cretone3t
700 ri. o covado.
Tecido de pbaotazia, 1 000 o covado.
Nao me tqne, pbaotazia, 1000 o covado.
Liados tapetes para sof e cama.
La e iiobo alcochoado, alta novidade, 14 o co-
vado.
Foiardine de balas, lindos padrOes, 700 rs. o
cevado.
Cobertores de l. granded, 2/800 nm.
Gorgorioa de bolas 600 rs. o covado.
Merinos pretos de 800 rs. a 44000.
Sedas doLyricofnra corea 4300 o covado-
Cmoraias brdalas eom nm metro de largara
a 142C0 o covado.
aptistes tioas 210 rs. o covado.
Gentil pernambocaoa 700 is. o covado.
Panam lin-.lssiioo 00 rs. o covado.
Vestidos bordados seda.
Las de qaadro. 300 rs. o covado.
L'nbi cbinez, 5u0 rs. o covade.
Verbutinas de todas as cores.
MadDclao Panninbo-lavaJo 54000, peca.
Cb lea de todas as qoalidades.
Corles de casioeas boas.
Bapusies tznisrimas 400 rs. o covado.
Ficbus de 14 144.
Fenos de linbo, grandes. 24 um.
Madapolo especial de 104, 124 e 144, peca 20
varas.
MeriDs de cores 14200 o cevado.
Maniilbn pretas oe seda 44 ca.
Hitas de cores, oe seda 74 urna.
Ditas de aleodo 34 orna.
Eiamioes, 600 rs. o covado.
Sedas cbioezas, 14300 o covado.
Cambraias de c rts, arrendadas, 14300 o covado
Cretone babiano, 6C0 rs. o cavado.
Cratooes Iraocezes e ingleses
nerios pretos e de cores, lavradoa, 14600 o
covado.
Vestidos brancos bordados, diversos precos.
Vestuarios para b>ptisados, de 10 604.
Voile de l 14300 o covado, finissim. =.
Fusta, de cores para calca 44 o corle.
Setins ue todas as cores,
Surab de d erras cores.
Cortinado de cambraia 104 o par.
Cortinados de crochet, de 144 404.
Colcbas de crochet 104 nma.
Corles de colletes de fasto, tranco de cores
54000 om.
Colcbas de cores, grandes, 44 nma.
Raeta encarnada e azul.
Las com lisias de seda, 24200 o covado.
Sedas pretas lavradas de 24300 84 o covado.
Gorgorao de seda pura de 64 104 o covado
Cambraia transparente de 44600 84 a peca.
'DiU Victoria de 44600 i 84 a peca.
1 l'n completo e variado sortimeoio de mludezas.
' Completo e variado sortimento de roupas feitas
para bemens.
Um completo sortimento de casemiras de cores.
Lindo sortimento de vestuarios para meniQos e
meninas, ultima moda.
Marino' azol marinho, o que ba de melhor nesta
genero.
Crep azol marinbo.
Qamiaetas de tlanella, finiesimas.
Completo sortimento de socretedos e c pas.
Cacbemiras furta-cores, 14200 o covado.
Grandes redes da B.bia da Traicao.
Gentil aUgoana. furia ores, 14 o covado
Voiles de 15, lavradaa. de 'odas as cores.
Vestidos brancos bordados, de 164 224.
Vestidos em carios, de cambraia d cores,
ma novidade, 224 nm.
Maeselina da India, 14 o covado.
Crepons de cores, 800 rs. o covado.
Pregos sem competencia.
Malas de mo, pretas e b raccas, de eccro, ln
glezas e traocezas.
Malas para viagem, grandes e pequeas, io-
glezas e francezas
Chegaaam a sedas, Amor perfeito daas
larguras, a 34500 o covado.
Um completo e vanado sorlimento de roupas
feitas para bomene, meninos e meninas.
E' incrivel 1! s se vendo.
NA P0NTISSIMA
Estrellas d'America
l=Bna i- de Marco1*
&NTIGA DO CRESPCI
Marques & Lima
Uitl-
Na roa Deque e Caxiss n. 44, precisa-se de
ama am. qoe osiofae bem.
Ama e criado
: Precisa s* de ama ama e de om criado ; na
ra La'pa do Roeano n. 30.
Cosinheira e criado
Precia--se iia roa da Palma n. 40 : pa
bem.
Dentes
Termina a horrivel dor da dentes usan-
do o excellente preparado de Manoefl
Cardoso Junion. %
As cartas que lhe tem sido dirigidas
pelos jomaos de maior circulacao, attea-
tain a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23, .
Pharmacia Martina, rua Duque de
axias n. 88. ,
Pharmacia Oriental, & ra Estreita do
Rosario n. 3.
RPharmacta Alfredo fereira, k rna do
Bario da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio,, Iiope6,rua Larga
do BoBario u. .3*. *
Kerosene inexplosivel
NEW ERA OIL
De la fabrica de Jobusmit m
Hw Tork
TEDBM
Fonseca lrmo
RoyaJ Blend marca VIADO
Este exceaDtf Whisky Escoce i pre-
terida ao cognac oo aguorddonte oaont
para ortificar o corpo. "
Vende-se a retalho norj maiocta %'
ens de molhadoa. i
Pede Bdyal Blend maro*
ojo nome e emblema alo
odo o Brasil.



i



a. t
i
MUTILADO l
s s
' *\ \


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Piairfo de Pffrnamlnieo 1fnga-feira 1Q de fEulhp de 1SQ4
DOCUMENTOS EMPAVO
DO
ELIXIR

PROPAGADO POR D. CARLOS
ANOVADESCOBERTJlINDierEKA
Remedio'sem rival para sypkiles em todas as suas manifesta^oes para o rhenma
tismo e para a morpha! I
^2^**--
~

DR. BEZERRA DE BRNAY
ii.lustrado amigo o Sr. D. Co-rus.Depois de
momas experiencias e acosado estado sobre o
e,s ratide remedio oElixir M. lorato, cejo
UQho ministra<>o nos hospiacs e om miaba ch-
l.co particular, resolvo, de accerdo com os meos
ion-tres collejas, o Dr. Medeiros, Dr. Lcfreve e
)ae Sa Mendos, applical o ppla sega rite forma.
nido caso* de -yphi; -inveterada, rbeumatis-
eio ebrooieo e r>-.noas.
e..............
Teoho lido o melho* succeeso com o elixir M.
Morato.- co* nrieos collegas chsmam-
ibe com raiao de salva vidi O eeu remedio
I uoi prodigio uoico come aaii >ybilpico e ao
R.ode Janeiro, Mirgo de 1889.-Dr. J. Pitia
Bizarra de Boroay.
OCAS CURAS
Sr. ). Caries.A miaa* fiib'is Elvira e Leo-
nor, Mrerso ba tanta t?mpo de bomores, sef-
ora Dis osos ou dores rbenmati-
cat, ti ootra de molestia de pelle. Nada poope
-\. a coral as, po-em, sempre em vSo. Acabo
Doalmeate deobtera cara 4b ambas com o uso
qne tizeram do seuelixi- M. Moratoa tal a
rnipha satisf-cSo cora o efeito de to bom medi-
(amento, qoe Ibeescrevo esta com o fim de elo-
r,:al o em sea descoberla.
s u c."j3 n sppi'o e coTfidTjgSo Actinio Al-
e CsmargcS Paulo.
DR. EDUARD I 6I51 aRES
Dr. Eduardo P. GuiuiarSea, formado em med-
ma pela Facoldade da Haba, etc.
Atteso Un fiie grani, que tenbo empresad"
cero feliz resoltado em todas as afferces syphl
icaa, oelixir M. Mcrato,excellente prepara-
do do Sr. D. Carloo. o qu' aflkmo com o jora-
memo se fr preciso
Rio de Janeiro 15 de Fevereiro de 1892.Dr.
Eduardo P. Guimare?.
CURA DE RHKl'MATISMO
I lar. Sr. D. CarlosMeu Slbo, de 21 annos
de idsoe eateve qoatro mezes eot-evado das osr-
oas e dos bracos, c, ment por macs de oa'r>s
ce um estado lastimoso. Pnocipiot ; fa?er
uso doelixir M Moraiopropagado per I). Car
les, e logo aos prim-M-ou vidros de uso, levan
tense e prm ipioa .i Bervir-se de 8038 preprias
9. E' um verdadi i' magre esse remedio
Antonio Mt-'m's de Siquelra. Santa Rita de
I '.!-tro.
DR. JOO NEPOMUCENO
0-. Jo'o Nppcmocpno de Oeira Bello, doo-
to* eca medicina pea Faculoade do lio de Ja-
neiro, casalbeir da Ordem da Rosa, etc.
Atiesto qup teofco erapregaoo em mioba elim-
o-elixir Morato,prcpapado pplo Sr. D.
Caries, >"om re-ul'adr-s vrt:.]Gsos Das molestia;
, ticas coronica?, sobretedo no rbeumai;*-
rxio nodoso. O que affi'mo sob fe de tren grao
acadmico e com o juramento se for preciso.
, ti de Peve-eirc de 1892.Dr. Joao
Doceoo de Olivt ira Bello.
CURA DA M0RP1E\
Sr. D. Carlos Dispondo de meioi>, gragas a
Detif e soffrtdo b3 lempo ce morpba, eslava
desesperado por nao acbar remedio qoe me cu-
rasse, pois tomai icdo que offerecem para esi^
mal; gragas a Providencia, pude obter orna ou
ta do seo elixir M. Moraic, e em tao boa hora,
qn me acbo convalescen o. Os boboes esappa-
re eram : a grosseira do rosto e das maos, ac
boo-se, a pelle tomou a ca dovioa cor. e asso-
brancelbas estao crescendo de boto, considera
do rxe sao, e den gracas a Dos pela descoberla
de santo remedio elixir W. Morato, que a qoem
vo a miaba saivacao.
Pode man ?r publicar eta para que qnem aof-
c. 8 xi- M. Morato. Deas guarde a V. S.-JoJ Co-
nm da Silva. Ctdade do Amparo.
PADRE JAC1.NTH0
O mea visiobo Roberto Das de Andrade. este-
ve enfermo ecca de nm anno, e, entanto ei co-
mo ^qnelles qoe o trataran), julearam no perio-
do por morpb* De.-illodid por alKDua lomou
com ptrcimcnia o elixir M. Morato, propagado
por D. Carlos e earou. Dens me perdoe em dlxer
qoe e nao fe ase en testemotba oceular desie
(ano poro-bia em duvioa.
O elixir M. Mrralo. cora a morpba.
Bemdito senbor o Senhor P:idre Jacintbo E.
TcrresS. Paulo.
DOZE ANNOS
Fez'a mais de doie annos que e_ra Tictima-de
uci infame rheumasmo que me tlBla para todo
porm, a concelbu de meo collega major Moora.
de 093T do novo mejiccmeoio indgena chamadt
elixir M. Morato, f- o qoe me fez 'carcomoru-
tio ora sio, forte, rijo valente e prompto pa-a
tu'io.
RecorcmeDdo a qu^m precisar qoe tome, para
ficar bom, s6 Elixir M. Morato, e mals oada
o-i-jor Tito Alve3 Ramos.Ro de Janeiro.
DR. AT0N1JSEVERO
Dr. Antonio Severo WencesUo formado em roe
dicina pela Facoldade dj Rio de Janeiro, me-
dico adjuncto do hospital da Scciedade Pcrtu- pleiamente bom.
gaeza y Benpflcpt.c'a.
Atiesto sob f do n>eu grao, q^e tanho ao-li-
.aio em minba clnica oElixir M. Moralo
propagado por D. Garln, com grande proveito
nos caeos de sypb'lis terciarla, especialmente
quando ebrouca.Dr. Antonio Severo Wences-
lao.-Rio Janeiro, 22 d- Janeiro de 1892.
A quem anda nao conbece o
ELIXIR M. MORATO.eo deciaro qae BB
remedio santo, porque faz milagros.Aaur
BorityPorto Feliz.
CASO DKSESPER*DOR
Jamis vivente aleo n tera s:-ffrido de syn:i!i'a
e suas conspqaencp.- camo eo, e ha muito tempo
que desej-sa a more, osia vida atroz qne tenno
levado. Tudo qcao'o ha de sypnihs parece que
eslava em roiui. BattM hoja curado, e rurailo
deveras, pelo remedio novo chamadoelixir M.
Morato.
Foi a Providencia Divina quem fez descobrir
ste grande e magnifico deonralivo.Victor Mei-
relles de MataCidaae de Santos.
CURA DS FER1DAS
Foi com o uso do BlixIrM. Moratoque cu-
rei-me de urnas lerldas de mao carcter qne tive
muito tempo, sem poder obter melboras com
moitos medicamento qnn tomei. Hoi", gracas
aogrande depiirsiiv)Eiix'r M. Moratfepropa
gado por D. Carlos, que e vende em S. Paulo na
casa Pelxoio Estrella eston completamenio bom. Mandem publicar
esta para bem da humaudade.F. de Aocrade
Costa.Araras.
DR. MEDtlROS E CUNHA
Dr. Joao Alb-.-rlo em medicina p u Facoldade do Rio deCJanei-
ro, cavalheiro commendador;da Ordem Militar
Portupueza de Nossa Senbora da Conceieo de
Vili Vi>;oaa, ele.
Certifico em f d mt-a grao que tenho sempre
emp'eaco em molestos sypbiluicas e rbeoma-
casElixir M. Moratopropagado por D. Car
os, colbendorsemprn os melhore resollad s.
Dr. Joao Aluerto de Medeiros e Caoba.Capital
do Estado de 8. Psnlo, 1 de Margo d 1892.
UMAMOQA FELIZ
O labo ioso lav, idof >r los L"n'ro de Aa-
Irade. prente do S'. Liiz Oinzaga de Oliveir,,
iuz de paz em S. Paulo, lev* fu spL.-a e ;
Slha mais ve'Sa gravemiitp cffectaiias ^a lerri-
vel morpha. A molestia, znmbando do mii
ex ropoioso tralamemo mnicc, ceifco i exi--
tpirij a nduosa raposa do >r Andrade e mos-
irava-se alada dlspot-tas a exercer sua fatal a-
loencia srb ; ca. O desespero do
sal pxiremosn lo"plroo o S-. Aulrade ama re-
folucao acertada, levaodo o fer expeMe co
doElixir M. Morato.O- Bellos dos pnnetrot
irascos tizeram tostar o cu-so da molestia fatal
8 a contlnjacao do medicamento operou a m^is
orilbanie cura.
Bs'.e faco dea-re e 1890 de hoje completa-
mente odfa robusia e forte, j cacada e coi fi
Ibo, nao'apresenta u -eco- indicio da enfermi-
'ade qae ame-icoo arreba'al.a naquella poca.
Contemos ao oroper o Sr. Jos Leandro de Aa
diad, a narragao deste caso i.portaule, tiei-
ment dejeovolvido na eegoiote caria :
Il!ra. S. D\ CtIcs.Fazej boje deis annos
qoe fallecen miDoa molber, de mcrpba. Pou
eos metes opooj defife .'.illeclmenio, minba fi-
Iba mais veiha, fe nome. Clotilde, declarou se
om a mesma enfermidade da me. Recorr a
iodos os meios acjoelbados por mdicos e ca-
rioso* pa'a a cura de mioba filba assim como j
tinha feto para a fallecida me, e o resoltado era
sempre o mesmo, a molestia camlabava a tino-
vistos para o seu termo facial I O meo parete e
amigo o Sr. Laiz Gcnzaga de Oliveira, ac jeiz de paz em S. Paulo, e mnitas pessaas d'ah
-abem deste caso decesoerador. Desanimado e
sem saber mais o que fai-r. fui instado por om
amign a dar a minha doeote o seu elogiado
ELIXIR M. M03AT0,e conf aso qoe noooa vi
rem-dio t8o maravilboso, rois foi o qae salvou
mioba filba de ama morte certa I Ja se pode di
zer que a morpba pito orna molestia locara vel
qae zomba de lodos es meios aconselhados em
medicina.
Doa-lbe os meas parabens por esta grande
descocerla, e Deas o re ompense pelos beueO
cos qae deil.-i tem rranllado a homanidade si.f-
fedora. De V S Jos Leandro de Andradp.
S- Paulo.
DR. GLTLHERME VILLIOT
Sr. D. Cariot.Constando me, fa lempos, que
varias pessoas desta cldade e seus arredores
lem feito oso, rom muita vaotagem. de soa pre-
paragSo-ELIXIR M. MORATO-fui oltimamen
te obncado a lancr nao della em minha dioi-
ca e jnlgo-me boje fcabilitado pira afirmar a
bem da homanidade, que om dos melbores re-
ruedios qoe tenho conbecidn para enfermidad'-
de syphilis.Dr. Goilherme Villota.R>o de Ja
oetro.
GRAVE ENFERMIDADE
Declaro qoe foi mo-dido de orna cascavel, eos
re| me sem cessar mais de qoatro aonos, flcan-
do-me oos buracos chagosos nos pes se sa-
rvra um, abra ouuo immediatamente ; ficando
a:oda cem paralysia m urna mao desde que (bl-
lordido : Acoscelhando a fazer oso do novo re
aedio-EL'XIR M. MORATO propasado por
D. Carlos, tomei o bstame lempo fique! com
DOIS ANNOS DE SOFFRIMENTO
lili. Sr. Dr. CarlosDoo8 annos com urna
peroa incbadn e ama erupcao hmida na mes-
ma, com iodos os curativos a tempos e boras,
sem sentir melboras ; para descoronar. Ex-
perinjerJai o Boo remedio indgena oELIXIR
M. MORATOpropagado por D. Carlos e sen-
lindo melhoras contnoei a asal-o al ficar com-
pietami-nte corado como estoa. Abeagoao ro
dicamento. Pode usar como convler.De V.
8. Aogusto Calbeiros de Mirando.3. Paulo.
DR. SA' MENDES
Cerlirico em f de meu grao que tenbo appli-
cado em molestia* sypbiliticas cr roicas o no*
vo preparadoELIXIR M. MORATOpop'ga-
do por D. Carlos obleado sempre os metburet e
mais satisfactorios r-sult^dos. Dr. Alfredo
Alm de S Mendee.Vassouras.
GRAVISSIMO ESTADO
Sr. D. CarlosMinha mae, D. Mara Ismenia
licou depois He diversos iocommodos, com a
m.:rpha, cuodo com o rosto agrelado em om
estado deploravel, a ponto e lodo o mando fu-
gir della, coitada. Os fa altitivos que mandei
vel-. dis3rsm-me qne nao pardease ifronu.
Era om horror. Abaixo de Deas, :ioELlXlt
M- MORA l Opropagado por V- i. que devo a
ver a minba me boa e a eoka de vota de via>
gem moito demorada, acodera sois anudas
amigas a 7el-a e-a fehcital a Re:onheco jnro s*-
preciso for qoe o ELIXiR M. HORATOcura
a morphaFaca o u.o qae conv;erDe V. S.
F/ancisca Enmenia da ConcclceoBotocatu.
CURA DE RHBUMATISMO
Tendo ido a Pocos de Cridas ha seis annoi
IMARIA DAS DORES
Minba mulber D. Mara das Dares, esl coa-
pletameuie corada da terrivel molestia morpha
qoe soffreu quai quairo annos, tomando monos
remedios, o nico medicamento qae Ihe dea a
reconstituido da saude i a felicidad*, chama se
Elixir Morato, propagado oor D. Carlos. Podem
fazer o oso que convier. Amonio Goulart de Sou-
xa.Piraglp.
MILAGRE
Eo pensil que morria podre Ce tanto 1 homo.
res qae soffri e de feridas aotgas que tantaa du-
res me deram. Hoje gragas o remedio indgena
o Elixir M Morato, propagado por,D. Carlos, es-
too carado a tendo sau.de qu farte, para vivar, orna boa desr-oben
;oado reme lio o Elixir M. Mo-ato. i de'ado como o mel
por V. S., e pela eairanbeza do fado, tem dous
dcectes mais a aer uso e com algumas melho-
ras ja, apezar do pouco tempo ainda que o lai
lomado. Qoe imoorUote, que bom que e oEli-
xir M. Morato I I Titoircio Naocimemo.Am-
paro.
PA1 E FILHO
Sr. D. Carlos.Mo filho Jos, esl comolea-
mpiite so da tfrossejria do rosto e das manchas
do curpo, qee codos diziarn ser morpba e, foi
s cum o uno do
toque mandel
S. Paalo, ra de
rexedios conheciies sr-m proveito nenhnu. e h-
qu^i ''omplelamente descoregoado, por ver-OM
isolado, e ciorto em vioa. G'agas s Invidencia
tive cunbeciT-eolo Co seu remedio de or," Eli-
jir M. Moralo, e nand^i ouscar, fia i^o, o
qoe anda eslou fazeedo. acbando-me c pela-
mente sao.
Nao sei romo possa agradecer a V. S. o bem
que fez a homauidade com este tettedio. porm
creio que me censlo em gritar bem alio qoe o
emedio que cera a morpba, e que s u^o.-a fc
feliz. Abeogoado
Uanoel da Coi'.z
Aoreo.Taaba'.
RHBUHlTHMO
S sabe o qae o rbeaaiuiismo qaem o tem cu
leve, e es8s declaro que si-llri II annos, e peii
a Deas, a morte multas vezos. Usel o novo reme
dio indgena o Elixir M. Morato, propagado por
D Cirios, e esloo bmn livre do perlgo, devndo
vida exclusivamente a esse santo remedio.
Sebastic Pareira de Agu >r.lampinas.
ALBERTO DA UATTA
O Sr. Alberto da Matia conbecido aarda II-
vros to Rio de Janeiro, soffrta mullo e ha tea-oo
defionando a ponto de julgararj no perdido. To
mando o grande anti-sypfiitico o Elixir M Mo-
rats, licou robasto e for'e causando estraobeza
aos mena amibos. Escutemosio qu elie diz :
Illm. Sr. D. Carlos. Emaugreci ha lempo a esta
parte, e tato progressivameate a ponto cer om verdadeiro esqueleto. Perdido appeti",a
alegra natural e o consolo, sebresabindo sem-
pre uto certo mo estar Caocei de tratar-me por
Dada aproveilar. Tomei por ultimo com muia
recommeodagao o famoso depurativo indgena
Elixir M. Morato, e com espanto meu e de meu
seguidos, palo roeumajismo e a prova di pouco'amigos, restabelect a saude depaopera-a 1 II je
proveito, a Decssidad annul que all me tem
lavado. Tomei agora o ELIXIR M. MORATO
propagado por D. Carlos p don do- traa a vi-
sita s agoas, porque oELIXIR M. M R vTO
-oroa-nje radicalmani. E' tal a minb.< aa-
tisfdgo qye oBeregc de noto, proprto e*ie i
testado recouhecido pelo labellioAlfredo N#-
bias da SveiraCampias.
FELIZ RCSULTAD'J
Minha fl'ha Malicia Prospera -te Sooaa, esteva
muito lempo completamente emrev.ata, pelo
rnirao&atijmo leudo sido impotente lodo a med-
camento de que lancei mao. Fo-am doos meses
de oo sem iotprm'ieocia' do nu"o remedio
ELIXIR M. MORATOoropagi^o i> D. C>'ios
que pozerarr minba loa completamente re-la-
elecida. Reconbego como verdadeiro prodigio
este medicamento indgena Tiborcio Prospero
de Souz?. Rio de Janeiro.
MARA ANTONIA
Aa dores 'e ba taotesanuos na peroa e no
bragoesquerdo, e ama Dol que tmba na barr:
aa, e que todo enainava remed mis nln
guem curava ; sarou gtlra com aiguns vi iros
do remeduEuxi- M. MoratoDeus ajode > in-
ventor.Mara Aotouia de SouzaJacareny.
GRANDE CURATIVO
Illm. Sr. D. Ca'lojLoio que ebegoei da Eu-
'opa, iocbaram-me as pamas e apparecen orna
cerceida e confooa e qoe era bom i la e escamo-
sa, com aggravante de ornas dores nos ossos
dos ps e das pernas qae me fizeram sofrer
atrozmente por mais de qoatro mezes. Fui tra-
tado por tres mdicos de oomea-.a, tendo dous
deste progoosticado a molestia de rbeumatica,
e i otro proenc^ncooEcrema.Tratado com
loto o cuidado pelo tempo referido, peort, sem
pre apezar do tratamenlo. e. olas, raoso estado
em qoe )azia, 'Ai ]ua.a do* tres facultativos para
dectdlrem-me o resoltado da jaota foi conse*
Ibarem me a entrar e:n um hospital para serem
me applicadas InjergOes de moooina. Desa-
nimei. e tloba razao pa*a sso. Vuita-iie n'es-
la occasiao um amigo e aeonselha-me a Qu.
como com appetite, siuto torgas, coragem, ani
mo e aptidao para o qua me for mister. Era sy-
pbilis que eo lioba, do entanto que todo? attn-
buiam a ou'ras molestias, davido a vida s^deo
taria que tenno do escripto-io.
Parbaos pois homanidade pela felicidade
que pode boje uufroir com o apparecimeDto de
-oberano depurativo o Elixi- M. Morato, p-opa-
ido por J. Carlos. Us como couvler. Alber-
to da MaltaRio de Janeiro.
ALBERTINA E ALICE
Illm S-. D. CarK sVenho chelf. de gratjdao.
declarar-lbe que rainha riia Albertina. scUria
muito do ventre, tendo ao a bola na barriga,
com multas dores, e do-es tgudas na per"4 es-
queroa e as costas A minha lilbi Alice, sol-
freo semp'e desde cringa, de muitos humores
tTOr todo o corpo, tendo de vez em quando in
Exc. descobrir o saoto remedieElixir M. Mu
rato-pois que michas filhas ararem delle a sa-
raram. Mas tanto remedio qua gaste:, lauta vi-
sita, e tanto traba'bo com a botica tudo foi aia;
o nico que curen a ambas, que al me parece
miiagre de Deus, foi o sea Elixir M. Morato.
Eu nem sel como po-sa agradecer a V. S. e as
sim como : peco u Dens qci inj d mullos an-
uos oTviaa e ssude por te." achdo So grande
cousa como o remedio san.oElixir M Mora
to._D. Elisa de Scuza Cuteiro.S. P3Ulo.
A RE A LID A DE
Cinco annos de tratamenlo aseidao de ama
ulcera na peina, nao Uve reaoltado algum ape-
zar do dispenlio extraordinario. Trez mez s
de (ractamento exclusivamente pelo-Elixir M.
Moralopropagado por D. Carlos, dea em resal-
lado sarar. Poderoso, extraordinario o dein
raiivoElixir M. Mralo.Jos Alves Pcheco.
S. Paalo.
MORPHE'A
Illm. Sr. D. Carlos.Foi depois de ama gran-
de constipagao qoe se me desenvolvern! iodj?
os syaiptomas dessa horrorosa eofermidade a
morpna, e apez>r do rgimen diettico, e ceriu
hor dos oenirativos.Cons-
lau'.lno de Abrao e ilva.S. Rcqae.
CHAMA-3E
Elixir M. Moralo, p-opagado. por D. Carlos, o
remedio qoe cera a Lcorpbta; este poderoso re-
medio d.-scoberto agora e composto com vegetal
que tem virtute xcepconaes, e as cora* qoe
tem feito < esl fazendo todos os dia3 provam o
su Heilo certo.
O Sr. Cu todio Mdladinbo, diz qoe temando o
Elixir M. Morato, propagado po' D. Corlos,
sarco, esperangts qae nao tinba mais por ler si-
do desengaado pelos mdicos.
Tola a pe33oa atacada deste terrivel mal, a
morpha, sara completamente tomando o grande
remedio agora descoberto e Elixir M. Mora'o,
propagado por D. Carlos.
RHEUMATISMO
Declaro ter-m* corado radicalmente de fo-tis-
simo rbeomatismo cem o oso por algom lempo
do novo remedio denominadoElixir M. Morato,
propgalo por D. Carlos, emendando eu que o
referido medicamento, o melbor auti-rbeomatico
que existe oc o nico remedio que cura rhru
luatismo.Sly-iario Gargao de Azevitdo. Capi-
vary.
CAMPOS NOVOS
De Campos Notos, o Sr. Felltardo A. Maltes,
eooimnaica-Dui qae soa moihe- que e?t4 aparta
da ha tempos por roorphetica, fez oso do gr
r<-mediO novo oExir M. Msralo, propagaciu
por D. Carlos, e ella nao so sarou, como acaba
de jo'iia*'8H ao mando.
O Sr. Pelisardo A. de Mallos, no ex por as eir-
camataaciaa, expande se d uma maoeira exira-
ordioiria a favor do remeti quo Ihe salvoo a
muiher.
Teui feito prodigio de espantar esta descocer-
la JoElxir M Moralo, seado realmente di-
gno de lodo o apreco.
O vr. Fizardo di mais qoe depois d sua mu-
lber sarar, ja i-es peesoas daqoelle logar ic.-m
llammagOes na garganta. Foi D-us que fez V. presentado mnitas melooras de morpha com
me o Klorioso-ELIXIR MORATO-propagado traclam.-nto qu- cbservei, desenvolveram-se com
por D. Carlos, acrei'.ei p-la teima a elogios fri-
tos aos prodigios o^vie remedio e com o uso de
12 frascos acoo me curado Sioto alta saiisfa
gao em commomcar Ibe esta cara qje acho ma-
ravilbosa, e alterar a no "Has pes;ois que me
conberem, qup salvei-me de morte ce?ia, gragas
aoELIXIR M. MORATOPara beneficio -a nu-
maoidade mande publicar este atlentadoDe V.
S.Francisco Peres y HerreraS. Paulo
A MI
Son obrigado pelo recoubsciuento a vir oe
clarar qae tinba meos filbos inotiliaades pelos
muitos bomores que- ofriam n.qae eslava de-
sesperada de ter applicado muiiot trtame loe
qoe acooseltiHvam. e quennn a tiri resultado.
Hoje esiSo meos filhos, livres de perigo ecom o
corpo limpo de hamoree, emfim ssude perfeita
e isto so acoaieceo depo s de Ibes lser asar el
,nm tempo o glorioso remedioELIXIR M. MO-
RAVO-propagado por D Carlos. 3emdicto ee-
ja, tao feliz achadoMara Etelvina.ia Cooceicao
Tutoby.

tristeza da minha parte, lodos os sigBaes caracte-
rsticos.
J votado ao aniqolamento pela sociedade fot
qoe p'lncipiei a tomar o sen preparadoElixi-
M. Moratoe, comquaoto a prraiipio sentase
meihoras apenas lentamente, verdade que oom
a constancia do oso me acho comclc'.amtnle ca-
rado.
Foi sem crenga oue lancei m3o deste rcedict-
meoto.por ter loma o tanta cousa, infructfera-
mente no emtanto que, boje declaro e reconbego
qoe noje cura-se a morpba, ama vez qae se use
doElixir M. Morato.Rendo preito e homeoa-
em ao poderoso e portentoso mi- licamttoto. o
Elixir M. M rato. E' tal o poder mageMatico oo
incomparavel depurativo oElixir M. Morato
que, se ha milasres, e|le milagroso. Crea-oj -
semore, etc., etc.Antonio Angosto de Alomua.
Rio Claro.
MORPHE'A
Illm. Sr D. Carlos.Saroo a mulber morpbe
tica a qoem del oElixir M. roralopropagado
o a3o do mesmoElixir M. Mcrato.
S. PAULO
Fazia. raito lempo que scffria de ^ypbilis, e de
saxs conseqae cias, e o mea soffrimento era de
veras serio, porque a'm do soffrimento foram
sempre impotentes tod-.s os medicamentos qoe
asei.
Experimente! o remedio novo indgena deoo
minadoElixir U. Mo-ato. propagado por D.
Carlos, em tao feliz momento qae acno-me com-
pletameot ccado. E' digna dos malores eo-
comios a descoDerta extraordinaria desle medi-
camento, o qual opera i&e efficazmeaie que as-
sombra os qoe soff-eram e eslavam descorogoa-
dos eomo eu.Paciioo Cesea d Socha.S.
Paalo.
NORMALISTV
Ulm. Sr. D. Garles.Remet > boje a V. S. o
atiestado que promettl enviar lego qae earr.-'se.
Depois dos vidros qoe V. S. ttv.- hon-iade
de mandar-nje, mandei comprar rlodi em I'--
lo mais 3>iAidros que tomei ficando completa
menie bom da lerida da perna e do encha^.-o no
ps. Nao mandei o attestado logo porque qu--
ra e-perar pa'a ver nem como paasavae fehz-
menu posso diier a V. S. que estoa completa
rjjpntp bom.
Hoje posso calgar bolinas, o que nao razia ba
multo tempo.
Por conseibo meo, diversas pessoas tm feito
aso desse Elixir M. Morato, tendo muito bom
resaltado.
Agradeg, poi3. a V- S. e pego a qoe m* con-
t entre os seas criados.
De V. S. criado n obrigadoAnt nio"Fa'raDi,
professor publico, Casa braoca.
FERIDAS
Ua-M com persisteaoja do remedio indigena de-
nominado Elixir M. Morato por D. Carlos qne
me carou completamente de cinco feridas bra
vas e leras qoe ha muno lempo nao bavia quem
csruse- Ahencoado remello o Elixir M. Mora-
to.Marcelino Gaspar de Oliveira.Taubai.
MORPHA
Illm Sr. D. Ca'los.Tam esta o fim de par
ncipar lue qoe estando ha doos annos soffrenoo
da terrivel molestia a rrorphs, tomei todos os
NORMALISTA
llim. Sr. D. Carlos.Sabindo me eca ama
na urna ferela, Pz uso de diversos : mean < para
I carel a, porm sera resaltado algem. T.-.rcel
i depois Elixir M. Moriu, propagado porD. Carlos,
e flqoei ccmpltlamente bem.
. Use V. S. deste como Ibes cootier.-Dc V. S.
criado a obrigado, Anioaio P'-rraai, professor
j publico.Casa Breara.
CURA CERTA
Declaro que desde qoe vim de Maluca vds-
panha) tenbo sido vietina do rheumauso. > por
urna forma extraordinaria, ficando por vetea pre-
so ao lfciio em um estado lastimoso.
Tratei-me cens doolores, em Campu.-i -m
S Paulo, estando cesta cidade, por ama .sz,
deis mezes em hospital pagoccip asriste^t-.- coo>
nono, nunca aproveitando em btoefJ'vo apesar
do seno trautiento.
Hoje erto s&o devoras, porm foi ooic -jcoie
com aproveitar os c.nselhos que u>e 'e u de
tomar o grande depurativoElixir Mjraio
propagado por D. Carlos. Claco me; s s-m ia-
terrupgo osei este medicampute aprovetiodo
seriamente seos benficos effeitos. Use como
convier.Joao Moatijo da A'bUUerque.Soro-
ca ba.
l.HEUMATISMO
... Todea es annos eu s viv^a aove ezes,
pois que tres mezes pelo meats ere c ... .l.u
era para gemer rom agadisslnso rb
passar cem as jomas jambadas a pealo e loatf.
lizar-me por esse tempo. Hoj" deviJo ao reme*
dio indgenaElixir M. Morato-, prop-gado
por D. Ca'l's, estoa perforo, s vivo es lose
; meses de cada anoo, rorro tC3bo de ter a prova.
E' celebre a accao roedtcamento'a doElixir
M. Morato- .ea?rio Rotngaes de Men ionga.
Braganga.
D. ESCOLSTICA
Vou fallar-'.e do Elixir M. Mora'o pr
por D- Carlos, o maravilboso. o incomparavel, o
santo remedio qce me deu vida ceoois de toaos
me deaanimare.-n e darem-tce como sei cara da
naralysia de otea pern, grosseia ecu
corpo, manas dores no veotre e irregulari Jde.
O qoe eu sol i s Deus o sabe, foi de mais,
era de man, e deu para causar meas pu.eotes,
que iodos julgoram nSo ter cura as mra.'.is eo-
fermidadea.
O grande remedio chamado Elixir M. Ma-ato
propagado por D. Carlos foi o qse me Ucu vicia,
foi o qae me carou. -D. Escolstica Mana Per-
petua. Indaiaja.
MUITO GRAVE
Atiesto que soffri por mallo tempo amas dores
agudas nos os3os que conforme o sempj se .oca-
lisavam aqol e all, tinba um adormecimeuto no
p e mo esqnerda qae resista a moitos reme-
dios sem proveito e ama irregolandade r,* bar- '
rlga, qae era ama cousa per demaia. Com es-
tes soff'imeotos, com muitos remedios qne to-
: mei e com a ideia que me deram, de gorda qu*
sempre foi Hqoei magra que era ama tristeza;
e depois om fastio que me enfraqoeceu a poato
de qua8i ficar en.revada. A testo mais que to-
mei o Elixir M. Morato p*eparado por D. Carlos
p que sarei de tudo, fleaodo como eetou da com-
pleta saade, for e e rr-basia. D. Leonor A Vtel-
i*.s. Paulo
MILAGRE
Urna terrivel molestia sypbilitica, inuiilisou-
me para a familia, para os amigos e para afo-
ciedade. SolTrer quuiidiano, laslimoso e dis-
pendioso.
Tratei me com muitos especialistas da capi-
tal, flz uso das agaas tnermaes, e noB"-a "-hegoa
a vez de otilisar o tratameato qae nao proaaalo
o effelto desejado. Os conselhos Bzeram-me
langar mi do remedio novo o Elix'r M. 'orato
propagado por D. Carlos e com certo uso effec-
livo sarel.
E' verdadeiramente miraculoeo este superior
depurativo, e soa acgo ant! syphilitica tal que
causa espanto a quem como eo chegnu ulti-
mo esiado detia eo/ermi.ade. Para mtn est
resolvido qoe u Impotencia de todas os repara-
tivos para as molestias de imporeza ao laiM.
cessa com a preseega do seborano ami sypnilili-
co, o infallivel, o milag-oao Elixir M. Morato.
Para beneficio daquell. s qoe preciaarem. aato-
riso a qne pobliqoem esta.Joao Domioguea Pi-
lar. Campo Largo.
Todas as firmas cima acham-se rec^xxhecidas na fbnxia da lei sao
de pessoas muito conheoidas e consideradas
ELIXIR M, MORATO, soberano remedio pura as molestias sj/p/uHticas e rheumatkas, acha-se approvado pela Inspectora de Higiene Puhlica

dpBrazif, autorisado e licenciado pelo C averno Federal, e elogiado pelas entidades medicas scieniifkas
Agntese deposjpf&rioi? em Pemambuco ?
A CompauMa de Drogas.Ra Mrquez de Olinda n. 24 u V .

--a.
MUTILADO
. .>
-
,
l


1

'.


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