Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19507


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Full Text



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AMIfOftXX
Qttinla-feira 5 de Jnllltl 1T JOTRO 150
DIARIO
PKePBJEBikBB Bl M&N0B. FITCrSIft& BE F&HI& & FI&K08
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Postres mezes adiantado3. $ 4 8$000
Por seis mezes adiantados. $ *J 15&000
Por am anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.a, residentes em Pars18 ru d
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16J50D
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
33J00O
too
i-200
Telegpammas
unge PASTICULAS SO SUBI
Rio de Janeiro, 4 de Julho, s 6
horas da tarde (recebido na estago s 9
horas e 25I minutos da noite e entregue
s 9 horas e -)5 minutos).
Realisaram-se hoje as testas em honra
dos Estados-Unidos da America do Nor-
te, segundo hontem communiquei.
A commissao dirigente de taes festas
foi ao palacio da Legaco Americana,
onde o Dr. Ennes de Souza leu e entre-
gou a Mensagem^de saudacao aos Esta-
dos-Unidos, agradecendo a attitude de
9eus representantes durante a revolta.
O Sr. Thompson, ministro americano,
respondeu lendo um discurso discreto,
quanto s raz5es do procedimento das
autoridades americanas, c brilhante na
forma quanto s referencias conquista
da liberdade americana.
O Marechal Floriano Peixoto manaou
comprimentar o Sr. Thompson pelos
capites Pinto, Peixoto e Barbosa.
A" 7 de Setembro dever lancar-se a
primeira estatua Mourse.
Pars, 4 de Julho.
O Sr. Perier, presidente da Repblica
dirigi urna Mensagcm s Cmaras, na
qual, referindo-se ao assassinato de Car-
not, pedio a unio dos francezes, e de-
clarou que mantera a paz.
O Sr. Perier recebeu ameaeas de
morte se decretar medidas contra os
anarchistas e autorisar a guilhotinagem
de Cezare Giovani
Roma 4 de Julho.
Activa-se o processo de cerca de 1:500
anarchistas presos.
Madrid, 4 de Julho.
Foi preso o catalao Manoel Peras, ope-
rario anarchista, por tentar matar o Mr-
quez de Cuba.
Xew-Castle, 4 de Julho.
Jack, o estirpador, mutilou duas mu-
lheres.
PARTE OFFICIAL
~ i 4. ccx *i r. -; ^ ^ 14
4 r i4. 14. i *. I
2 2 O |f 3 I s I S I sSg &f 3 s. 3 g
S.S.S a C.E30 o 2. C. "*;pJ"n*2-c s">
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Vnmorn dos
procesaos
\ limero dos
reos
'Data da dennn
ca
Ci
Governo do Estado de Pernam-
buco
; Excediente do dia 12 de Mato de 1894
Actos :
0 Goveroador do Estado,, resolve remover o
bacharel Jos l'rancelino de Paiva do cargo de
promotor publico do municipio de Tacarat,
para igual cargo no municipio de Aguas Bel-
fas, A:vendo assumir o respectivo exercicio no
praso de 'O dias.
0 overnador do Estado, resolve nomear
o bacharel Enos Alves Lobao Veras, para exer-
cor o car^o de promotor publico do municipio
de IV divendo assumir o respectivo
ex.;: M! ,. .0 i. 40 dasCommunicou-
s; 1 IV. 1 i '- iiirei-0.
-i overin l.w uo Estado, resolve consi-
_;.. ni >.' 1 ;-.,>: aria de 7 de Marco nl-
l:I:: 1 .! ',, : .1 vido o promotor pu-
l muiiicipi !; rre>ros, bacharel Jos
C->- ilva |iar "de Aguas Bellas, visto
na; : issumiil > n fixerclcio no praso marcado,
fican 11 i .morado la proinotoria uo de Bar-
reiros.
O Gnernador do Estado, resolve remo
ver o bacharel Joao Pacheco de Queiroga do
cargo d2 promotor publico do municipio de
Triumpho l^ra igual cargo no de Ouricury, de-
vendo assumir o respectivo exercicio no praso
de 60 dias.Communicou-se ao Dr. juii de di-
reito.
0 (invernador do Estado, resolve nomear
o bacharel Jos Julio de Carvalho Oliveira para
exera-r o cargo de promotor publico do muni-
cipio de I'riumplio devemio assumir o exerci-
cio no praso de 40 dias. -Communicou-sc ao
Dr. juiz de direito.
Otficiis:
Ao Dr. engenheiro chefe do 5." distncto te-
legraphi>:o. Remetto-vos, por copia, o officio
que em o de Fevereiro ultimo foi-me dirigido
pelo Dr. juu de direito do municipio de Bda-
Vista, relativamente a disturbios praticados por
um operario da linba telegraphica e a aumniu-
lacQo, naquella villa, do pessoal empregado na
mesraa linha e no melhoramento do Rio S.
Francisco.
Expediente do Dr. Secretario
Officios:
Ao Dr. inspector do Thesouro do Estado. -O
Exm. Sr Dr. Governador do Estado, manda
communicar-vos, que, em 14 de Margo ultimo,
tendo da !o parte de doente o promotor publi-
co do mnnicipio de Iguarass, bacharel Fia-
crio de Oliveira e Souza, o Dr. juiz de direito
respectivo, nomeou para substituil-o, durante o
seu impedimnto, ao cidad. Brasiliano Donino
da Costa Lima, que as3uraio o exercicio do
cargo.
0 Exm. Sr. Dr. Governador do Estado,
manda communicar-vos, para 09 devido3 flns,
que, em l do corrate, o Dr. juiz de direito do
municipio ilo Cabo, Pedro Wanderley Jacques,
passou por motivo de molestia, o exercicio do
cargo, ao seu substituto legal.
Ao Dr. Joaquim Correa de Araujo, provedor
da Santa Casa de Misericordia do Recite. -De
ordem do Exm. Sr. Dr. Governador do Estado,
accasandoo recebimento di vosso offlcio n-
4J7 di 9 do corrente mez, agradeco-vos a com-
monicaco que flzestes de ftayerdes passado o
exercicio do cargo de proveffor dessa Santa
Casa ao Comraendador Albino Jos da Silva,
Yice-provedor, visto terdes* d*. seguir para a
Capital Federal, afirn de^tomarde parie no
os-j &&* So*"o^o*;ip"
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Si II
predisponha o espirito da crenca s lides es-
( colares pela transigao gradaliva dos hbitos do-
msticos.
Duplo o alcance de urna tal instituicao quer
1 sob o ponto de vista aTectira quer sob o pon-
to de Tista moral.
. Acostumadas aos lseres do lar e at mesmo
: satisfagio de certos caprichos permettidos
' idade, despreoecupadas e inconscientes as
1 creancas experimentam instinctivamenle as
1 gravisssimas consequencias de urna sbita mu-
[ danca desde que no inicio de sua vida escolar
nao encontrem no professor essa attengao cari-
nho~2 que lhe devida e por ella reclamada.
Na ausencia dessa instituicao preparatoria
da educaso escolar, nota-se a natural ave-s5o
da9 creancas para a escola que se Ihes augu-
ra a mais vexatoria represso de suas liberda-
des intantis.
Nao succederia assm se na escola primaria
ella encontrasse urna certa attraccao affecti-
va, se de par cora as regras disciplinares all
houvesse um lugar para a afTabilidade e a ter-
nura que lhe sao indispensaveis. .
Atirados muitas vezes a escola como mcio
Decorar, o alumno, preceitos de agronoma
perder o terapo e flear na mais completa igno-
rancia das suas virtudes pralicas.
Nem s na Escola Normal e aulas primarias,
como no Gvmnasio Pernambucano, elle deve
ser adoptado, e, si, neste, como naquella, nao desde logo a coaiinissao de faxealt e omi g:aa-
f.ip ri,K4ii,.1 crear nma cadeira i t de parte da cmara 0 do paix, p-jr eritenlerem
qae as economas propocas erara o ja-naa t
qoe as despeis a qae ra.is toado ite detta
for possivel crear urna cadeira especial de
agronomia, sen lo esta sciencia ass3 comploxa
e prendendo-se em seus nearaentos as scien- ,
cas nhysicas e naturaes e at s mathematicas, corlar eram as militares, pols do extr*of Jioario
quelheservem de base, os professores dessas exagero destas proven irincpal-eote oenor
disciplinas devcr&o leccional-as cocunmittan- me deseanilibrio daa floaosas talianas.
tmente, flazendo applicag3o d03 principios fu- o Sr. Cnnspi, qniretaoto,
damentaes d aquellas sciencia9 vida rural. teroacionai deve o Reino Maido
O que tornase, porm, tmprescindive1, em
Data da pro-
nnncln
5
1
Data do llbello
aeeusatorlo

Despulios do da 27 de Junko de 894
Antonio Jos de Abreu.Informe o Dr. sub-
stituto do procurador geral do Estado.
Jo5o Ferreira do Nasciomto, sentenciado,
pedindo perdo.-Informe o Dr. juiz de direito
do municipio de Caruar. rnaniamb juntar os
documentos a que se referem os artigos 2" e 3
do decreto n. 2566, de 28 de Marco de 1870.
Manoel Antonio da Silva, sentenciado, pedin-
do copia de seu processo.-Informe o Dr. juiz
de direito do municipio da Victoria, mandando
juntar a certidao pedida.
Virginio Mendes de Oliveira e seu irmSo, sen-
tenciado, pedindo perdo. -Informe o Dr. sub-
stituto do procurador geral do Estado.
Dia 28
Banco Emissor de Pernambuco, peJindo urna
certidao.Informe o Dr. inspector do Thesouro
do Estado.
Jos Feliciano da Silva, carcereiro da cadea
do Cabo, pedindo pagamento de vencimentos a
que se jnlga com uireito.Informe o Dr. in-
spector do thesouro do Estado.
Thomaz Comber, pedindo eliminag5o de um
apparelho da Cmpanhia Recife Drainage exis-
tente na casa n. 67, sita ra lo de Novembro-
-Informe o Sr. engenheiro fiscal da Cmpanhia
Recife Drainage.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam
buco, 4 do Julho de 1894.
O ajudante do psrtero,
. A. da Fonseca.
I
- -^Caugresso Nacional.
Iuspcctopia Geral da Instruc-
cao Publica do Estado do
Pernambuco.
EM |15 DE FEVEREIRO DE 1894
Cidaddo
(Conclusao)
ENSINO GRATUITO
Muito honra ao magisterio primario deste
listado conter em seu seio professore3 que tan-
ta abnegacao e desinteresse revelara pela cau-
sa do ensino publico, aue nSo outra sinao a
da civilisacao e do progresso nacional.
A escola primaria como que a pa baptis-
mal em que recebem as agu's lustraes do sa-
ber os filhos da ignorancia.
Sublime o setf flm, civilisatorios e altruislicoi
os seus resultados, ella representa os ura-
raes desse vasto prtico que d accesso a 10-
dtft os progrosso3 humanos e de onde descorti-
nara os lucidos horizontes das artes, das in-
dustrias e das sciencias, todos aquellos que os
transpem.
E a base, o alicerce sobre que erige-se o
grandioso templo da civilisacao que tem por
cupola os astros, a rastidao infinita do espago
era que se revolvem mil mundo, em cada um
dos quaes penetra o espirito investigador do
hornera desvendando Ibes os arcanos os mais
apparentemente impenetraveis.
A carta do A B -C como que a chave des-
ses tantos enygmas que s podem ser decora-
das por quera manuseou-a.
Foi na escola primarla qae o astrnomo, o
naturalista e o mathematico apprenderara a co-
nhecer as lettras e com estas a formar as salla-
bas e as palavras por meio das auaes conse-
guirn] illustrar-se, estudar os segredos da
oatureza e dinundil-os ao seto da sociedade ig-
nara.
Sao dignos, pois, de louvores, como j vos
disse, aquelles professores que desinteressada-
mente continuaran! a leccionar os seus disc-
pulos e que dest'arte nao consentiram na in-
terrupcSo dos estudos dos mesmos, o que suc-
cederia pela mudanga do mestre e methodo do
ensino.
Em outro capitulo deste relatarlo encontra-
reis noraeados alguns del I es, os que comrauni-
caram-me continuar a leccionar, apesar de pos
tos em disponibilidade.
Alm destes, muitos outros consta-me, nem
so deste como de outros municipios, tem-n'os
imitado.
Algumas destas escolas de ensino gratuito
deram alumnos a exames na poca regla-
mentar, exames que foram presididos pelos
respectivos delegados litterar.os e nos quaes
foram guardadas todas as formalidades exigi-
das pelo regulamento vigente.
ESCOLAS INFANTIS
As escolas infantis, diz um autorisado es-
criptor, cujo intuito receber a creanca do
seio da familia e preparal-a para entrar na es-
cola primaria propriamente dita, preenGhem
urna lacuna importante na ednea^ao popular.
Se a creanca passar immediaiamente dos ca-
rinhos da familia, para a vida escolar, a trans-
gao ser por extremo brusca.
Torna se, pois, e.n extremo til fazel-o pri-
meiro passar por ama iniciacao escolar mais
suave, mais acomodada i idade e confiada a
um sexo cujas maneiras menos lhe racam sen-
tir a falta dos cariados maternaes.
Este sabio conceito demostra, evidencia, a
uiilidade das escolas infantis, guando nao re-
gidas exclusivamente por professoras, ao me-
nos fazendo parte de urna classe espacial em
que o ensino meramente intuitivo e aUrabante
qualquer dos caso3, a cfraco de um musi'o
agrcola-para 03 estudos praticos desta sel-
enca.
TRANSFERENCIA DE REPARTICAO
A' 12 de Janeiro do corrent3 anno, depois
os primeiros reparo3 que exiga o edificio que
servia de Casa dos Expstos, para elle fiz trans
ferir a reparticao da InstrHCsao Publica.
Atiraos muitas vezes a escoia como meio Desde que assural o exercicio do cargo cot
de repressio a certos desregramentos devidos que me honrastea, um dos raeua primaros cui
s licengas domesticas, si ellas alli nao encon- dados foi faaer-vos sentir a immediata neces
trarem um correctivo palo agrado e pela Ihane- si Jade da transferencia dosta reparticao para
za Jo trato, tal meio servir apenas para exal-
tar-lhes a animosidade e aviltar-lhes o carcter.
dob o ponto de vista moral, lgica e in-
tuitiva, a instituicao das escolas infantis.
'NSolendo possivel ao professor. ppr mais
vigjlnfllec providente que seja, exercer urna
resinera flscalisacAo sobre odas as bancadas
de *ua aula, mormente, se a frequencla nume-
rosa, segue-se a immediata necessidade de
urna divisSo de classes, aflm de evitar o con-
tacto das crean.as de tenra idade, com aquellas
outras das creancas de tenra idade, com aquel-
las oulrasdas classes adianladas, afira de escu-
dal-as de certas perversos contagiosas, que
lano comprometiera a moral infantil.
A obcenidades e as discordias tem serapre
logar no seio das escolas primarias, era que
nao eslabelecida a separacao de classes, por
estudo. e por idade, c a experiencia demonstra
que o sjsteraa de promiscuidade do ensino pri-
mario, foi gempre prejudicial raoralidade es-
colar.
A aclividade do mestre por mais caprichosa,
sempro nsuflicicnte boa disciplina que deve
sermantidan'uma escola publica, onde a diver-
sidade de ndoles e cosluraes, fatal e caracte-
rstica, pela accumulacao de elementos hetero-
gneos.
Em quasi todos os paizes civilizados, princi-
palmente na Suissa, onde ellas tem allingido o
seu mais alto grao de desenvolvnneuto prati-
co, as escolas infantis, sao parle integrant: do
ensino primario, quer conalilu das em sceles
distinctas regida? por profjssoras, quer no seio
das escolas primarias, forman 1 > urna classe ou
grupo especial, ob as vistas inmediatas de
um ajudante ou censor.
Estando irarainenta a reorganisaco do ensi-
no primario, parece-me opportuno lembrar a
fundacSo, entre nos, das escola* infantis, que
nem'S sobo pento de vista propriamente p3-
dagogieo, como mwnl, trazooi ioconcussas van-
tagon's ao ensino publico.
de coraplelaraente autorisado por vos, e feit03 pedia a cmara.
.. __:_'-:__..nn.^, > ..la .. liHcn nnp a atutule desta foi se tornanio, porm. cada
vez mais hostil, de :do qae o S-. Crisp, bMl
navegador atravz dos tempestuosos ocaaooi
parlamentares, resolvea inesperadamente virar
de bordo e largar de coa > o projero dos plenot
pode-es, propondo qae a cmara nomeasse ama
comraisso de 18 membros mmmoi u de ap'e-
seniar ai 30 do correle ao preje;lo de refor-
mas tendentes a realizar as economas necasaa-
rlas, e qae at essa data 3' sapeodease 00 lodo
a diacussao dos p-ojec'.os ttoanceiros.
A sorprm e a irritaco qiasi oaaaimes com
qaj sta proposta foi receoida, sio mdescr.ptl-
veu, p'ovoeaodo norme tanoHo, daraate o
qaal o Sr. Ghrispi tenia em vo ratomar a pala-
vra, e dlfficilmeote se tbe oovio diier :
A cmara nao pede recasa, -se a admiUir
esta propoa'.a.
Sagae-a ama tempestade de vociferacoet, a
qaal o Sr. Imbriani domna, grltaado :
t Os S-g. teera meto i O trt. qaereai a di-
ctadora I A cmara est redolida a oa Caver-
na I
No; nao temos medo. retracoa o Sr. Caria-
pl. Repito as palavrai do Sr. Iabriaii. Serapre
aff'oatei lodos os perigos qaando se trata da
salvar o paix. >
Teixe-Doa em paz, tornos o 3- Imbriaoi,
cora essa velba roetorica. Os S.-s. sio ons re-
oeldes. Bstio fra da lei.
lao oai vardade, respondeu o Sr. Ctriapi.
Datante este dialoga, outros grites se eatre-
craiam, qae aao teeai nada da parlamentares-
Os ministros sio bobos, comediantes, Indecen-
tes e bandidos.
ENSINO AGRONMICO
Km um paiz cs3encialmente agrcola, como o
que habitamos, cuja riqueza o prosooridade
tem o seu manancial na prodcelo do slo, o
sino da agricultura torna-se inadiavel, por en-
tender directamente com o seu desenvolvimento
c progresso.
A influencia que exerce este ensino na eco-
noma nacional, ja tem sido proficientemente
demonstrada ; e a quasi totalidade dos pvos
civilisados, tem-no adoptado em suas escolas,
quer sejam estas de carcter especial, onde elle
ministrado, de mo lo mais desenvolvido, ou
fazendo parte dos programmas das escolas pri-
marias. ..
Entre n3. inrelimenle, elle nao tem merecido
aitencao ; e, at mesmo as escolas rurae3 on-
de devia ser obrigatoriamenta programmatisa-
do, nem mesmo guiza de diverso tara in-
gresso. _
Um dos meus illustres predecessoras, o Dr.
Joao BarbalhoUchoaCavalcanti, comprehenden-
do a importancia d"esln ensino, reuni era opus-
calos cortos principios obmenures de Agricul-
tura, vasando-os propositalmente em linguagera
cha, no intuito *de tornal-os accessiveis intel-
ligencia infantil e serem adoptados aas asco-
las primarios.
Tal opsculo, porm, apesar de Ur sido dis-
tribuido profusamente, quer pelas escolas urba
as e suburbanas, quer pelas do interior, desde _
aue o sen ensino nao era obrigalorio, foi por proveltosas.
Has desprezado, si bem que o Regiment
Interno das Escolas na seccio sob a rubrica
Piano Gradital de Ensino Primar to, cogite de
estudos agrcolas as escolas do campo.
E' entretanto, incontestavel a utilidade d essa
disciplina,em ditas escolas, desde que se te-
nha em vista que a3 creancas que as freqoen-
tamso destinadas era sua maioria, a industria
agrcola. ,
Devido a falta d'essas nocoes elementares da
Agricultura, os nossos lavradores encontrara se-
rias difficuldade3 no inicio de seas labores
rsticos, difflculdades, que, muitas vezes sao
causa de invenciveis desnimos e perxUs irre-
paraveis. .
Para ser bom agricultor preciso saber
muito: do pouco saber que em regra tem os
explorador-s do solo 6 quo resulta o e3tado ro-
tineiro *-m que ainda est a agricullura.
Esta verdade aphoristica, de grande alcance
pralico, encontra mais um fundamento oeste
Estado, onde as velhas usancas e falsas theoms
buscam debalde preencher urna insondavel la-
cuna aberta pela falta de nocoes exactas e mes-
mo elementares de agronoma.
Inhabilitada a mor parte dos nos-os pcafesso
ros a ministrar to til ensino seus discpulos,
visto nao tel-o recebido no curso normal, de ca-
jas disciplinas elle nao Taz parte, parece me de
ntima necessidade aereado ali de urna cadei-
ra*le agronomia, nem s pela sua inilludivel
utilidade pratica, como pela inexistencia, entre
nos, de escolas puramente agronmicas.
Alli dever ser estabelecido um museo esco-
lar-agrcola-para que o ensino d'essa dis-
ciplina seja sobretudo pitico e as explcaces
recaiam sobre objectos naturaes ou sjmboli-
cos, vista do alumno. ,
0 prograrama de ensino agronmico podera
erigir-se sobre as seguintes bases, commelld
ao respectivo professor tarefa de desenvol-
vel-as convenientemente.
a) A trra e athmosphera, climas, vege-
tacao. u
t>) Operaces principaes de agricultura.
c) Vegetaas que interessam cultura.
d) Animaes domsticos uteis agricultura,
ej Economa agrcola.
Estas bases me foram proporcionadas por um
excellenle programna de ensino agronmico, e
adaptam-se perfeitamente ao ens no da Agri-
cultura, era qualquer escola, desde que sejam
desenvolvidas de accordo com o ratereresses
locaes. .,
Ao professor cumpre a Investigacao d esses
interesses que lhe sero fcilmente deparados
pela observaco e por meio de estudos pra-
ticos. ..
O ensino exclusivamente tbeonco dessa ais-
ciolina, torna-se improfteuo, e, at prejudicial, e
um outro edificio que offerecesse as corarao
didades precisas ao bom funecionamento da
mesraa.
Ao abrigo como se achava, da3 coudc6es hy-
gienicas, sem espaco, atirado a um do3 recaa-
tos do pavimento terreo do predio em que func-
cion-i o Conselho municipal, alli nao poda ab-
solutamente continuar, sobretudo pelo estado
de immundicie ora que se encontrava.
Attendl lo por v3? para logo, encarregaates
o Dr. director das Obras Publicas, da reparar
alguns defeitos que apresentava o predio em
que ella actualmente funeciona, restando atten-
der outros tantos de que elle ainda se recen-
te, c os quaes. era breve, estou certo, manda-
res reparar, completando a3sim o grande be-
neficio que encetastes.
Vasto e banhado de luz, perfeitamente pro-
porcional aos coramodos exigidos, bimloca-
fisado o predio era quosto, Taltando-lhe ape-
nas ura certo realce que a prestesa da mudan-
caea exigua verba arbitrada para tal flm nao
permiltiram imprimir-Ihe, defeitos que o tempo
e a boa vonlade supprirao.
Alm destes alguns outros tornara-se atten-
diveis a de3ta vez era quanto aos moveu e
utencilio3 da reparticao.
Estos se oncontram era sua maioria dete-
riorados, precisando uns de concertos e outro3
>le serem substituidos.
Comprehendeis quonto importam a deesncia
e a limpesa n'ura estabelecira:n^o publico, 3U-
jeito, quando oatas Iba fallera, s justas e rigo-
rosas criticas de quera quer qua o visite e ob-
serve.
0 Estado de Pernambuco est no caso de
franquear as portas da suas repartieres pnbli-
cas a qualquer visitante sem que as attinjam as
criticas dos aoilos: resta provel-as, po3, e
aperfeisoal-as de accordo com a3 suas nocess-
Jades protlssionaes.
Muito liis consegu lo n:ste sentido, gracM
aos bous esforcos que tendea envidado, a ramio
conseguiris, ainda, continuando a a'tender 3
reclamacOes daquelles que procuram collabs-
rar comvosco na espinhosa erapreza da reorga-
nisaco de todos 03 ramos de servico publico.
Em offlcio que, era tempo, vo3 dirig, demon-
strei-vos as vantagens da craagao da urna bi-
bliotheca nesta reparticao, composta exclusiva-
mente de obras pedaggicas, para utilidad,
nem 3J desta inspectora senSo de todos o
professores, obras estas que nao sao encontra-
das em as nossas Iivrana3 e Bibliotheca Pu-
blica e que de intima carencia sao todos
aquelles qu i precisara estudar 03 maios con-
ducentes ao desenvolvimento e progresso de
nosso ensino publico.
Actualmente, com excepeao do Pedigogium
que se publica na Capital Federal, nenhuma
outra revista de educado e ensino tem recebi-
do esta reparticao, o que nao succadaria pela
fundaco de urna bibliotheca na mesma.
Tudo est em inicial-a por moi.0 da acauisi-
Cao de alguraas obras das raais autorisadas. e
os autores e editores das deraais, so incumbi-
rao do ramettel-as espontneamente, seno por
espirito de beneft :encia, ao meuos no intuito
de tornal-as conhecidas procuradas.
Ha espaco 3ufliciente neste edificio para tal
flm, e outra importancia teria e3la reparticao s
o alcancasse : tornar-se-ha a verdadelra nas-
eento dessa grande caudal de escolas publicas,
nem s distnbuindo livros aos alamno?, senSo
proporcionando aos mestres leituras amenas
Sade e Praternidade.
Ao illustre cidado Dr. Alexaodre Jos Bar-
bosa Lima, M. D. Governador do Estado.
O inspector,
Felippe de Figueirn Faria Sobrinho.
EXTERIOR
EUROPA
Italia
A qaeda do ministerio Chrispi
Incidentes p'ovocados na Cmara
pela no'.lcla do ficto -Orginis#cao
de novo gabinete pelo mesno
ChrispiA cmara dos deputados
Tentativa de assassinato coolra
o [-residente do coosalno de mi-
nistros e msnifeitacao da opioiao
0 Sr. Gull'ti e os scaQdalos
baocai-lns CondemnacSo do de-
potado Felice e suas consequen
casFechamento das Universida-
des de iplas e Palermo Con-
gresso dos joroalistas Italianos em
Miiao Estatistica do commercio
exterior era 1893FallecimeatT do
Carao de NlcoteraAcaco popa-
lar na SiciliaCentenario de Santo
Antonio em PadeaInstMIacao do
Banco Italogermaalco Fondos
italianos uo mercado de Pariz Oa-
tros faces.
A qaeda do ministerio Chrispi o ficto mais
notavel, e foi mesmo o maja esperado qae occorreo netes das.
O voltio estadista qae pareca ter asseaurada
a sua maioria prl.mmttr, vira a aui eneria
a ll'mea irioaipbar m toda a Irada, fazendo se
a votacio dos o-camntos precimnte como o
qnerii, de modo a cooaegoi' qae os da guerra,
rairiibt e esiraogeiros fosem approvados sem
drni iuicao de ama ) lyra na* despez> calco
ladas.
Foram am verdadeiro soccesso os dis*o-sos
que pronanciou em toda esa discosso, e mes-
mo algaos d'elles liveram eoorme eco 00 es-
uangeiro, provocando at manlfe3tacoei oo-
l.'e de applaoso por parte dos diversos ebefes
doa gabloaiee aropaos, i frene dos qas sa
va Lord Riteberj.
M-a as grandes madidas com qae coaUva
snstar a grande cnee qo 00 moi..>n>o assaber-
ba o paii, eram os projeetos floanceiros do aii-
nutro da faseoda, Sr. Semino, creando novos
imposto* fateado ecooomia em todo* os cap
deres, em virtud? o foal o parlamento :oace-
de-ia ao governo ama aatonsacko u. ss'mi para
reformar todos os ervicoa pndlicoe. de acodo a
simpficat-os e a tornal es menos d epeodioe*
Contra os projeeloa floanceiros s; levactar
tallaras.
_ coja poltica lav--"'
teroacionai deve o Reino laido o aca--se en>
Dreodado los meandros da triplica aliiancx, op-
punda-se fercimeate i redo cao dos o-cauentoa
milares, e nio desista de faxer votir os navoe
Imposto, resrvaodo-se para faier as eonomias
na reraodelacao dos servicos pabhcos, para a
qul coatava com a abdicacao de poderes, que
US raethodisado. Irri a 4 marraba, e o prometo dos pleno* po.
Adiada a dtscassio da proposia do ir. CbrU-
pl aara seganda-feiri, toi ella approvada por
11 votos apenas, SS5 coolra 114. Ora Uo peque-
na maioria (ruma qoeatao imporiaoiltsima como
esta, represeota ama verdadeira derrota. Deooii,
seria bem diflicil ao govereo arraicar a eeea
com meti, na qaal de certo nio faltar iam no-
merosoe elementoi adversos a elle, am p-ojeeto
qae ao meaos de looge se ajproximasse do que
eslava em mente dos anabros do gabinete.
Kalr tanto, pareca qae o Sr. Cnrupi esteva
dltposio a affrootar aa aornis difficali
dessa sitaseo. Foi, porlaoto. eam verd
sorpresa qae no da 8 a cmara Ibe oavia L,
a declaracio de havar o ainisierio apraaeolas
a soa demissao.
Bata ooticia caasoa profunda lmp eesaj, e
(alo t*i prever qae a -lee tari labariostaatma.
Mas, resol vida ella, decidir sena, floaloeate, a
Italia a redor as saas daspesas militares ? Se
se decidir, qae alteracOea trsr4 leso i poltica
lateroacioDa T
Dada e aceia a demissao do.gabinete, circu-
ios logo nos circuios officiaes qae existia ama
certa tri-.sa entre o rei amberto e o S-- Crdspi,
e qae, rjeilada a asa preliminar relativa a dis-
soiocao do parlameoto, decurira o me rao Sr.
Crisp ao moaareba. que decliaava aa musi
qae loe offerecera de consumir o novo mraie-
trio.
Saa Mag-stade ebamon antSo ao passo 03 Sr.
Mrquez de Radini e Eanardei, com oa quaea
coaferenciou a respeito.
D^pols de prolocgar-ee a criee sem cbeg3r-sa
a resallado qoaol > ao organtsador do ooto gi-
oioet, aceiloa o 9-. Crisp a iocaaobeaci* .da
reorgaaisaci) do ministerio. Diaoie da sita-
Co poltica, qu cada vet tornava-je mil cri-
iica, eaconiroa elle grandes dilBcaldadei para
desempenbar-se d*aqaeil9ocargo, tendo anda
o rei conferenciado coa Brln ; aas afiaal o liles*
ir estadista consegaio formar gabinete assim
composw: .
Crisp, presidente do conseibo e mioieiro de
lalerior; Blao, eiterlor; Boselli, fazeoda; So-
mlno, thesooro; taraces, obras publicas, Eara-
aaolll, agrlcuttora; Calenda, jostica ; Mocenni.
ierra; Morlo, ra.r.aba; Bacce'i, astroccSo ;
erra-l, correlee.
Tal organiaaelo nio levaatoa entbasiasmo. e
p?nsa-se que carta eeri a saa daragio.
O programma do ministerio ecoaoraia as
despeaas do BsUdo, projsctos flnaoee rM e fran-
ca poltica Interna.
A Cantara dos Dspotados re-olvea.mandar l
tirar a ajaeetio relativa ao proceeso inlen ado
contra o Bancj Romano, no nal ee ac&am im
pilcados varlot persooagens polticos; adoptoa
o proiecto qae augmenta o imposto sobre o sai er
o qae tabelece o direito adaanelro 7 francoa
soare o trigo, tendo eacetado a dlscussao do re-
ferente ao imposto das vendas.
A mesma Cmara approvou um voto de 701-
patnia i Franca e ao exereftu, pelo aoniversano
da celebre victoria alcaneada pelo exercito fran-
co, 00 di.i M de Joobo de 1M, baveoo em
Rom* e em varios pontos do reioo manifeitacoee
de sympatnla i Prauca, sendo tctonados o exer
cito francs e o marechal Mc-Makoo.
O deputado opposiciooista Caval 011 p-eten le
erevemente interpellar o governo sobre os recen
tes snccessoe d Sicilia, pruvocaodo pela miena
e falla de trabalna; e o Sr. Colojaoi ja o fez >
bre as medidas de excepcSo. rigorosas, decreta-
das na mesma provincia, sobre os saccessos atu
bavidos. -
O'governo retponder a esa lnterpallacao.
A commissao de orcamenio declaran qae o
defleit, ji registrado, contint a aograsatar
pela baixa geral qae, se estt dando as receiias
do relao; e manlfestam-se os generaes Coeeox,
dlzzacapo, Priserano, San Marxano, CirveJ^oe
Pasta-e, contrarios 4s economas qoe se preten
dem f|tr 00 orcameoto a gaerra, ao pas j
qoe.s4o favoraveie os generaes Ri iota e Rica.
Cir ama certa jastsia nota un jo-nal j
palz, qoe o qae disUogae o goveroo italiaao d
das demaie poos, o que o eolloca em primeira
linhaSacima da todos os outros, sao oa imaos-
Psrece, com ffeito, que a ItaUlla o pt da
Raropa mal sobrecarregado de imposto, a ser
exacta una lista que o meerao jornal puoliea
eapecifleadame te.
levara-3e a 18, is ejpecies diversas de iap*
tos a qae vio erprovavel mente reunidoe oatroe
ji em dlscosso no parlamento italiaao. ^^
9 mesmo jornal te\nina a soa iisu com aatae
paoderacOes: ^
< Qaal o resaltado desees lmpoaioa T um gra-v
de* exexcito, e por constflneocta o abaodooo *a
agricoltara e dloiaaicio progreaaifa da :,1****
aaeionai; ama laUrminavei, inal e eoraa bu-
rocracia, fue saga o saogae italiano. 0
.....". ..."
k tHtarlemo.'e burocracia, mlaerta, oto na aa^"
tualldade a Italia. -,mh-
A eesaao de I do coireuAe.'ja^ee *****
pelos lac4ootioceaaloMdoi4Br^ra4ai-


r-
mm_l

1 .
.




i
Diario de Pornambnco Cfcninia-foira 5 de jolito de 1 SfI

als'.erio, termhoupor um charivari moaameoial,
jue importa citar.
O depotado Diligenti liaba atacado violenta-
mente o chele radicar Sr. a?atitii. por so ha-
ter este a,liado caca o sea trapo aa-Sr. Giolili
para combater o maxaterio.
O Sr. Challo"'*0 ourlr a* increpac'S do
en antigo smtgo.uwbio doiieu I'gir,. nervoso e
furioso, correa pa o oralor, o, eem.proooncUr
palavra comecoo tpplicar-lbe aina.terdaieira
araivala di murra, e teria noo'inaado a mal-
iratar o so collega, que o*<> de'-wleu logo,
Burorefie.iiido e ;tiaato. se varios desalados nSo
iDtjrvieisem Fa o -latino a tao .aeanclalosa
O Sr. Diligenti mandn patinuos ao Sr. Ca-
valloti. ,
Na dia 16. quanio a carro dineia-se para o
parlamento, o Sr. Crisp lol victima de orna ten-
tativa de afsassialo, cajo antor, deifecbon coa-
ira o presidente do conseino de ministro algaos ti-
m Ha rev lnr. aue no chegaram fcllimenle a
rea de rev< I ver, que nao chega
alcancar o alvo.
A polica consagnlo prender o criminoso, que
ientcn evadir-se, e cbaraa-se Fie tro Lega, acban-
do-se QCommnicavel na priaao a qoe foi reco-
tste individe, cognomioaio Marat, anar-
cbisti tem 30 ancos de (dada, e declarou qae
viera te Genova especialmente para effectaar o
No interrogatorio, ^oofesaando o attentado,
sse aue sen ia terem errado o aivo os Uros.
Eiii provado ]1 que o alleotadc resuliou de
mra coospiracSo, e por iseo preoderam-ie mais
alcaae aoircbista-i pira averigu;.c.5e8.
No entretanto, 9 criminoso t;oa8m.8empre
o msmoapromo e sobranceria. duendo que
nao tem coaaoljces e que desip.a cammeiter o
assassioato pjra viagar a cooderjiaac&o do depu-
lado F 'lir.ee dos antros patrio an da Sicilia.
O S-. C ini tei.o sido multa felicitado por ter
iBhido'incclijme do stievado.
Entre as cougratt:lar,5-it por osa motivo, des-,
tacam-se as o sobe aio e saa esposa, do prin-
rlre bardeiro e das doaa caa& do parlamento,
sendo que ao apesemar se S. Ew. oa palicio,
loi abracado por S o re; Humberto, qoe o
eliotoa pe lar escapado da tentativa de assas-
' A cesa do illn?tr3 estadista, na via Greoria-
ro, lera estado ciieia de pessoas que o. vis cua-
pritneotar. .
Km h-ante, enorme mullidlo o tem aecumado,
c continua sembr Intenso esje movixento po-
pc'ar ce proteilo.coutra o attentado.
O Sr. Crisp, tem receb.lo de diua/eolts pon
toa mam do dios mil telegrammas de felicila-
50>b, por ter escapado iaco ume a sanha anar-
fJectuarao,-3e em Milo as eleiges auoi
eicaes e triumtbaram os candidatos demcratas.
Do proceeeo .Taolongo, sobre a* escndalos
bancarioe, ticoo provado que GioU-tti, qoan^o
Bioistr,) e conta,.daqo"He, capitalista, distn
bnio 103,000 liras,a-a auxiliar a eleiciede can-
didatos dcgove-ao. .
Consta qae squelle Sr. assim como ontros al.os
personageas politices ser&o pronunciados pern-
le o ir bonal de juanea, como mplu-aJos nos ts
cndalos fiaaoceiroa y* os eleitoree do circnlo Dromoro convitado o
8r. Gioleiti a defender-se das accQaa6e8, qu-i
Ihe faiem a tal respeito. ___
os grupo de depuiadoa aotesentoa indicacao
aa camsrapara que fos^em expulsos todos o
mem-ros dessa casa do parlameulo complicados
sos escndalos referidos.
Foi comeada urna commisso para estojar
u reform*a coja adoptao no exerco pas3im
Jrazer e?onomia dos dinelros panucos.
A fa-oilia t'o deputado Felice, ha pouco
conemnado, por insllgar a revolta na Sic.lia.
foi ieporiada para a tardenba, coatinoando em
larios pontos do reino os meetiogs de protesto
contra a coademnagao desBe deputalo.
Cinco depmadoB socialistas decidirara resignar
ce seos mandatos aflm de que o Sr. Felice e o i
tros qoa!ro condemnados da SioHia possam ser
propostoa deputados nos ckwIos asaia vagos.
'una entrevista que o corresuonieate do
rNvv-Yorn Harald. em Roma leve com o coole
de Blumenlbal. feld marecbai do exerct:o pros-
sjano, 3te ultimo disse :
Greio que no mundo inteiro e especialmente
aa Earopa, a 6loao m e que a gu rra ne-
cesaaria para.resolver umitas qoesl6es.
A gorra entre nacOes e ragas diff^rentes e
ma. nccesBidade a qoe a bomanidade no pode
Com effeitoH todos os triota annos sentimos a
Deces"ld?de de urna dessas grandes hesatvmbes,
une derrubam obstculos qoe pareenm nsjpe-
reven, e reitabelecem o equilibrio preciso p^ra
e progresso e deseovolvinenta da sociedad*.
Nao soo abolaiamente om partidario da guer-
ra e psrece-me que moilos annos sa passarao
sioda e muitos aconiecimentos graves, djsis gra
vegque os que agora se praduz-'ram, an'es de
ebentar urna gaerra. De certo qoe ] nao saret
deste mnno quanio o memento ebegar.
Os fraocexes sao os qae mais desejm a goer
ra e itonatu-al ; outra naco aualqoer tena
sm aeitiaieoto anlogo as mesmas circumataa-
cas. Mas a Praaga lo poder p- se em guerra
tmqaanto a Rassu o nSo tizer, e eu a raiSo por
que nao acredito qua a guerra rebente tao cedo ;
e ciar-* um homarn pacifico e segu ament nac.
fuerera anima' e estiaolir as teadencias trn-
celas oeste sentido.
F.-a da Rossla, a F-aoca uao tem alliados pos-
aiveis ; ella nao estar nunca de aec-do com a
Inglaterra, e, pirte estas duas nasOjs e a W-
plice allianca, naa existeai g-aodes- potencias
para a ajudar.
Da reno, mais.tarle ou maw cedo, e-nos n-
diflerente, estamos promp'os pa lulo.
A universiiade de Palermo aciba de ser
Jtchaia, m ruio dos disturbios promovido*
pelos estojantes, que se manifestis abertimen-
te con'.rarios aos actos de reaego do governo.
T..nio*m em virtu-ie das cootinutdas desr-
meos promovidas pelos es'.udaotes, foi feet
tencia de grande numero de persoatgeo polti-
co*, as ex-tqoi<8 solemnes do i.losire Uado.
Reappareceram na Sicilie aa4faadrllbaade
boaJilose vaa-aaqueando lmpunei-eute.
A ag.tagao papular sreice da gravidide, leodo
em Palerm i a polica Aaatmio p'aode protiad
de manifestos Incen liarlos que se distribulam
pregando a revologio.
Os operarios ^mpregmloa as minas de eoxo-
fre da mesraa provincia dexaraa os seos Irabt
lnoi. Sobe a 3,030 o nurae-o depareJistaa, cuj <
aMrtu :e i-fll civi iispira recelos.
Realiiou- e oo di 19 na cidade de Roma,
iiaportairta n a'iite.Uigao acliiisi*.
A ordem n5o foi ai:erada, tendo as autorida-
des tomado as precisas med das peveotivas.
No r a vello em Prati, exololu urna baoi )a
de d uatnne, ctasanda graades destregos.
>a Brescii ajaba de dar sa s io conflicto en-
tre a poliri* e oa locialisias, que organisi'am
urna m nifeslago boa l ao governo.
Na luta bouve martes e lando.*, tendo sido
effectoada-. multas prisoes enira oe cbefS do
motim.
Em Padaa trabalb--30 com a malor aclivi Ja-
de oos reparativos das- grandes festas com qae
ha de commemorar s?, para o ana, o se:ima
centenario do nascimeoto oo glorioso tbaoaia-
turgo, a qoe cniminaia os partugaezes de Lis
boa. porqoe elle all oascen, e a que os italiano!
coamam d* Padu?, pjr ter sido naquelli cidade
que SaiiD Antonio pasaos urna grande parte de
sua v;da e oparou nmtMNtsa milagieg quo a
crenga popular Ibe atrita.
A represeotaga muiicipal, tomando a W
uva das festejos, nonie o. urna grande con ni
aoc)iipoMd-'99ciMlh-'i.-a3 dos oai$ not-
veis d) Padua para or^aaisar, as manifesUcO s
em honra lo aanla, co.nmi-pa. que leen a P'e-
sidencia do.tyodico. o Sr. Emiliano lia-bo.-o e
que logo elege ama f ur.-:o nmw?lo .directora
du oo'e.meaabros presidida ;pel.) commenalur
Carlos UjIu.j, tila pir iiiesoareiro oor.Hi-
meo Mion
Esta.commisaao dirigii Iotj p^lo carreto a
a Allemonba. os Estados Unidos, a Halladla, a
Franga, a Blgica e a Soissa, e aquellas cuja
circuiagu. leiu par base exelnsiva a p'ata me
tal, como OEiate cas ludias, oa Cbioa, nolapo,
na Pesia a- no Mxico; ja por oniras raiO.'S,
como a ReoB'nicu A'"ea'.iiia, BraiM, PaMatg^i.
Hespau- a, Lalia, Gracia, Raasia e um graudo
aoaaero de outros paiaes, da cradiloapcuala
rio.
Ora, asohores, temos urat prlmeira oiserva
gao a ax?r: qaa oa paie.i du ci-<:u;aco mi
netarwiio par do ourO;a laglaierra. a Franga,
etc., eAo precisamente os paites a que as na
gCes du moeda bijeavariaaa lam ootr'ora pro-
curar us capitaes ne.:--ssarijs ao teu desenvolv
ment industrial e commerctal.
De mado quo-se estabelecessemos obalaag
reaps-tivo oos done grupos, apurariamis e-t'
fa-.to iuJubitavel, e qoe : o primeiro g-upo
semore credor do fecundo. O que eqaivala a
diier que os paiieB do segunda grupo sao boj-
os tributarlos dos p vem tra'aalbar e pagar imposlos pesaaos para
dareiu aos capnallsias dos panes creJores, o
juro i a amorllsagao dos capaes adlaotadrs.
Ora, nao ah'olota neute evidente que a legu-
ranga gdes, no estraogeiro, pelos paizes Je circuido
mau (aria io pa' do oro, depende nio s Ja
uj> alminlstragao linaoeira e di boae.tidide
ii.s panos dee*orea,-mas tambera da faciHia-
ii", uiaior ou menor, qua esses ltiiocs paizes
tlrerem de converie-- a aqji mieda nacional (3a-
!>-l m meial) em moed'ai ualca de ooro a-.'tual
atgida pelos credores
Ni poca em qne o bimetalismo Jfrancez, a
oe os v saos acoaovaWW* sSo hoja oiauimes
. tra3Uraua bomeoageiu to etgniticativa, v,i-
rautu o mande o oar da oaro e da prtia ua
proaarcio de 13,5 as cagoes de circolagao me-
tal:! eacaatravam samp'e, e com v.ntagem, o
i de con ver ter o ouro eovprata c a pata em
onro. Rasuitava desie liata qae as nag6*s da el. -
culagao 83 prata, d^vedoras eaa relagio a na-
gaai oi uetalicas como a Fraaga e a Blgica, cu
todas s esqiioas de PaJua e d'ouUas cidaial
do norte da liaJia.
As aasociaed^s patrlaticss foram i tarde de
3 ao capitolio commemorar G vibaldi.
D diputado Dovio oroauncioi um diacarao,
que fol.muito appisudido. Depats, conisua gru-
po de f0:iaii3tas ta^taise fazer ama ruidosa us-
Dtfeitacio. ia:erseio a .apa.di-persanJa os.un-
Blbatatatef.
nao occot'eu mais nenbom i: cldeola.
Ta-n cabido em vari s paatoa graadas ebu
vas, e.'osando mailoa p'eioizos.
la ugurau se cesta praga o Banco I.al.i
Gerojaico, a cuj frente acuam-ae reapeiiavi
capltaU tas.
Os (naJo italianos no mc'caia da Pa-s
deram varias evologOes, qae. oa faz saU'.: a
79 S|2 para depois .edcernn a 78 3,a.
A criso ministerial.e a litada do parlaxeoio
em que-o lesencoit'o deopimas torna dillioil
umi soluSao quo oiT-rega garant as, foram ele-
memos da apreciavel valor para, provocar fortes
coniracges nos pregos, daado assim lugar a
que os jogadoea pudessem ter amulo cimpa
pa a as guas. manobras.
A ao'icia.de que na prxima semana ser': an-
nunciado o pagamento da Julbo. le reanimar os
comnaJore8, rmaodo-se o prego ae 79,30.
t.daa os seot coacUaJc3 u laioQem-e3ia affixaio era grand-s carties en o vlae-varsa, tiobaio seaxore, tem pagarem
otESTOFS KCO\n\iic vs
aniversutade da aples cujos eslulaesa&>
cessaa de promover coiff.atos coa a do ici,
oe a JO repeilia-os oala. baveodo- mortos e
rimeoios, bem corno, pnaoaa sem d saaci.ode
iumno da ooiasrsila le e de entras encola*.
Nessd cidade-: ineeortioa-se o edibcu em que
era estabelecida orna fibrica d prjospbMOS.
__O governo Ja combiosgo com os darAlle-
fflanha, Ioglaterra e Hasiianba esolveo tervir
eoo Marrocos j i tendo seguido pata Tnger a
caoaoneira Lambardia.
; Dr-srcbrio-se cm Terracloa om templo an
'.ico consagra1 a upiter.
Bubio-sb em !:;aa om congrasso das jor-
uslistas ialiaaos, com 200 representantes da ico-
prensa e sob a presideucia do Sr. Baogbi.
DBCutiram-ee arins ^aes'ionacios relativos *
moral a ecooomia e aiioduatria da ta:pre[ A nsunicipalidade prentou aos j.oroal4eiJ8 as
mais tffuBlvaa homena^ens.
Das Estatistca officiaes relativas ao >Com-
nenio exterior do reino eoi 1893, coa\ o se-
go;nt=:
s, e mes permit.isse eeii;dar, com o eom-. 37." Francisco da Costa. Comccou
pleocoaheclmeoto do causa. todoso8porme|a V0CIKir emri682 e]acabou em
norea da appncgao prUCi ao fy.tema. Com^p?.. *
fff.iU, aes'e probliosa n'eliado e.u um cooveniu
interaaatonal, cafa tag rx-rnteai pri
meraannte a eclegoo oo- aeu p^.i o vsa
paiticuttr. Ms a co;i^!rtwg5o me urna iL'ga
ime'nattionals qu peim ttaem segatda o same
rt toda as o .eslOes da petmano- no ponto de
vista geral faiiliur constderivelfljenie a boa
rnarcb oo eslodoa, pe rojea cada pan podera
expor, abstrabin) de to-JaB-as cowide agoes de
amor propalo ou de senawnialidade. a nzaa
das eoaa p'eferenciss, e Uaho :i conviegao ab
soluta de que e accordoespecialmente no qae
dix respeiiu proporgSo a adoplazr e ao molo
como devfr fan ciooar o novo ravtneo moi;>
tarioserla logo nm laclo coosummaJo.
CATALOGO
DOS
V1CES-REIS, GOVERNADORES GERAES,
CAl'lTAES GENERABS
CAPITES-MRES DONATARIOS E
LOCo-TENENTES, QUE HOVERAM NO
liRAZIL DV&AKTE O rEMp >
COLONIAL
ORCAN'ISAU O
POt
Jos de Vasconcollos
(Continuando)
C.ipitauia de S. Vicente
I.OOS TENENTES DOS DONATARIOS
1635.
39." Fraueisco da Rocha. Coaiocou
a' gowrnaa em 1635 o acabou em
1G38.
39." Antonio ilo Aguiar
Comocou a fovernar om 1838
bou ca ti
Barriga,
e aca-
40." Vasco da Motta.
govcrnar em 1639 o
640.
41 Jofto Laiz Mafra.
.. ivernr oa 1010 e
lucsiao aaao.
Cmocou a
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Fallecen a II Jo-cor/eate o 8arSa Nlcotir .,
OO'avv. tst dista, coja norte fii ^erjlmentei
geniiia,oapaadeodo as caupares soas .-ssoe1
emsicnal deioaiolsoc a, e faseodo na cmara
da j oSt, Z api e eme ^epatados e"
!c._ ebre do 8 a
no da 18 liveraaMou etn-Reai^ eoa-aisis--
conferencia ln-:era.icional SI-
raet .llira de landres
i uo Jornul da Commercio do R v)
Segu-ido da
(GoQciuaao)
Nj comeco da sess&o, na mauti do deguaio
dfa, Sir Wiiliam HjuldbWjrlb. membro do par-
lamento, leo um luminoso reUto.'io intitulado :
Des cflaitos da bai&a do nivel geral dos Dra-
gos* f/esultanle da baixa daprata-metai), sobre :
A, oa ag'icuores ; B, os iudustriaes ; C,
t os salarios; D, as coxmerciaste:; E, os
banqueaos; F, as collo^agoaa de opiaes*.
EUe relatorio servio da tbema a urna discussaa
ootavel. oa qual tamaram parte es -metnbros
mais autonsalos a agricultura, da iniustnae
do commercio inglez. Na tocante Franca, o
Sr. Reue Lavolle, em no-ue t& Socledade dos
Agricultores de Franga, pronuo:iou um dlscar-
so mu'to applaudido.
Sobre os daua al irnos pintos da discusi&o, e
a padido da Liga bimetlica inglesa, o Sr.
EimovJ Tnery prooua;ioa o ae.uiote- discurso :
Sr. presidente, depois dos maguiticas discur-
sos e ju-tameu'.e appLaodidus qua ouvistes, boo-
tem e esta manb, depois dos relatorios notavels
do professor o Sr. Nicbolsoo. do baoorable*
Leooari liourtity, e Qoalmenie dtexposigo taxi
luminosa tao completa,- sob todos os pontos de
vista, qoe sir William Houl'iwjrtb acaba de f--
er sobra os effaitaa da b ixa do nivel geral
dos'pregas em rehgao a todos os ramos de pro-
luo'.a: c-ei.j qaa seria suppeitlu o alongar-
me-nos mais sobra os prejuizos-coosideravais
que a ruptura da an'ga ralaga. bimatallica
francea e a baia da pratj-uittal sobrevinJa
como coosequencia des-.a ruptura, causam
aKricultura, ao uemoaercio e classe la nteres-
santa dos SulanaJos, dos trabalba-tare da-todos
os panes cuja circulagao macetaria e ao par do-
curo.
E' intil igoalmeate racardjr as caasaa da
aoarciiam uetaria que rema nesta mmenlo na
mundo, e que fere cruelmente as nagdas ricas-,
coma a laglaterra e a Fran,';, ma;s do queas
out-as. Ma;-bi um pon o espacial qua me
apui tratar aqai, em V!anijr-laa3e, em ple-
na cidade, no ceu'.'a d: candas casas bao-
carias, cujas ope.*-gO:s ab-ang m o un.varao ra-
teiro: a nepercussSo da crisa da prata, que
os vofs.'S economistas, os voi'os errtadietas taa
acidax-eata explicaram, sob e as collecgiaas fi-
0'-n:eiras efT-ctuadas na eitangeiro c sobra o
estado aciuil do espiruo d is ba<.qae.ros que se
oc-apam ordinariamente deslas eolioJagoes em
am poto de vifta mut) partiealar.
Drame multo lempo os baoquein iaglezea
efrao:ezes imaginar j-n que esta cisa nao p.-
dia affactar os s^us iular-?ees; o maior Dome-
ro, ea-re alies, imagina, anda que Bim^ullism*
Internacional causa-ia um trejuizo sio quer
sua bitaigi passoai, (paar aos capitaes da clien-
tela qae segus os seus ronseibos.
Temem o Bimetalli mo porque julgam que a
livre cunhagem da prata pola ser peHgosa para
a sitoagao que oceupamem face do estrangei'o.
A verdade 6 qoe ellas temem o Bimetalismo,
simple3mente po qua nS) Ine conh^cem exac'.a-
mente o mecbanismo, e porque anda nao coc-
prebeoderam qae este sysiema moatario, looge
de cau-j.-ir nm prejuizj qualquer aos capitaa
collocados oo estraogeiro, deve, p:io contarlo,
dar-Ib.'3 a seguraag que rali a caminbo de
Ibes escapar boje.
Os banjueios, meas seaho'es, pe MO med-
mo qae manipulara essa poderosa alavanca das
nossas sociedades qua sa cbama o crdito pu-
blico ?ao o mesmo ttnpo, como o proprio Ce
dito puo'i'o, auda-asos e t.midos.
Sso audaciosag oos pegaeiM qae bbiloalrrvti
ip ira'am; sao timttos em tule qua-i'.o repre
aenta inuovagao, em tufo qaanto so apreseuta
em seo eepirilo, com. a appa'f:":-i exlo'tor de
orna revologao.
Naos dave querer-lhei nal
caai dessa tlaiHa*, saabi-e-, Da*que os r
ceios, do qua diz respeita ao Bi a lallistno.
prooadem de praoccupag.'J Q-> .ias.
NSo conhe^em, uos seoa icurr.-s p^menores,
o tunecaoamnto dessa systema moaet como geralmenle tai grao'ei t.:c3pa63S, qae
Ibes nao paroaitum esiula: para
ledazlr delle a syntbeie... bae'.iata. :ocuam ..
u deBconbecido ame Irona os.
E' a vi, seoboras membros da L'ga bims-
i iagiata! a voi q
eameate a Ignorancia oa a as fe
I pi
da C aa.e que o 3
sem fanJameot e qui oj aos interesset
soass, e 08 inler-ssea da opa cliaotelt actual
mate envolvida nos fundos estrangelros, na
pidertam nuoca bt mais be i do que
coma fjbH do praca
ftom a fliagio daJailvograca a um accordo
intaroacioaal-r-le orna relay' it-e ce
dow m>4aes p"ecio A vossa tarefa ser fcil, senhorsa, poique
'o les a vosso favo- a demooslracio theorica, e
P'b3 dirat*"" oa f i, ne qn8tB sSo anda
rnaii deelslv s qu*: Ibeorla. ro ponto de vis-
ir ronapt'.rio, af n efl un lo riviliddo di
vig-jise eaj dua* .itbegorias: aquellas coja
ciicolisio a ao par *oaaa, Uto i laglaterra,
cobios miooios, o meio de converte.- a sua
ma-da nacional (sob cuja forma, nao deveinos
asquece'-a, sao pagos a uerceMos os impoitoe)
aa moj.da da nago credo a. Ora-, meus Benbo
res, nao quero discu'ir aqu al qaa pooto a ra
o'.ai-a do par bimeuli praia-meul sua consequeacia directa, contnba o
para propagar entro as nagO-a .evedoras, as n.
ges que contraniram empre-ilimos en logia a -
r* e*?ronca,.elc, essa epidemia nova que sa Cua-
mi boje a crise dos crabos.
O qua peuso simplenoaenta apanr que, no
momento eno qae fallamas, 21 u-gOes da muaoo
e tao iovadidM par essa epidemia termal
que os lateresses dos capitalistas das nego-8
credoraa team exjterimantadr ji os eni>*ta3 oes
sa epidemia nova sob a < ua forma geral.
Na verdadi!, forgiso re onttecer, cesta ponto
de vis'a especial, qaa a desqualicaga da praia
cono moafla iat que esta iresqutiin-agao torna de certo moto
inevitavel. acaoaraa por arruinar todos os spi
tali-'a-s qoe eraprepUrsm aos pait.es pob'CB. Sai
mu o bem que sa poda criticar a aamiolstrag&o
lioascei'a dos oaizj3 cuj i moeda esta boje ava
'itda exteriormeoe; que se loes podeexproiar
o quertrem antes correr do quecanli ba-. Ha*
que fftter I O mal eets f*i'o. oa crditos exie-
teai; ddver-se b a pretexto da nm prra iaio
cojo valor 6cieoAiflca 6 alias maito coaicatavel,
K-ixar absoiutameoie comp-ometler esees graa
dei iatereases fiaaaceiroB qua temos no eslran-
gei-o T
Eis urna qucslSi qae os bariqaairos devem es-
talar a resolver oe:eaaarlamente, e qaando o
tiverea completamente ts'a ado. oreiam os se-
nborea que elle3 tornar-se-tiSo alaaelalistae e
bimetallstaa mais ardeates que vos mesmos qae
ao;s membros da Liga bimetalic? cglez*.
Sa fora precisa foraecer actual aenta acs bao
qoeiros a primelra prova da ve-ilade da miaba
obaarvagSo, o exemplo das ludia-', cojo assump-
ta ser estadad-j esia tarde, era dj moldo oara
ajostituirlal prova. Quando e trata da Repu
bl'ca A'aeotioa, da Po>*igal, da (ecia, etc., os
baoqueires padem voatade iDvo^r a mi adav-
nisirago Bnanceira Jeases pailas para explicar
catislropues, cujas victimas infelues sao os por-
U'Jo'-'s t3!ran-iro8. Mas na crise Onanceira
d38 Indias na se podero, iovoear ase argu-
meuta. Trata-sa agora da mais 1 ella, da colo-
nia tua* rica da toglatena ; urna colonia
adrai-avelmt-nta admiutetraia, porque o e
por ingleses; pois beaa: pergonto eu b acera-
mente a vos qoe conbeceia a sua itusgao actual
flnanceira : so ain-ia lo 10-a utaa colonia da
cot, 86 nao palera o izisar o (rdito maravl-
Iboso que a sua sitaagaa de lerriteio in n
loe confere junto do capitalistas ogtetes, nao
poderla ella por ventura ter triado aos sea-
cooipromi8so8 ex eraos... exastamente Co
acontecen Repblica Areentina, a Portugal e a
Grecia ? Ora, nes'.e caso no evidente qua a
sabida na prego da pra'a-melal e sobre.udo a O
xag&o defin iva da sua relago anire os doo?
mataes preciosos seriam favorava.s ios creddres
externos da imperio das Indias
Eis um exemplo sobre o qual os bnqueir-os
de ve rao meditar, e veris, sauores, qua acaba-
rao recoobicendoqoe oque reraaieiro p*ru
as Iodias podara appricar-sa, em almacera pro
porco, aos ourros paizes devedores.
Os seabores lbe demoatrarao tambem que com
o iic-Ulis.nj internacional tal cora-i o
coacebemos aqu, tal como nos qaeremoa fan-
dal-o, os recelos que puderem ter sobre a l.va-
sao da prata saa thimeros; provar ibes bao
coa: faoius irrecusaveis qoe este .jeturma mone-
tario mil veies mais propicio f seos-interes-
sesa aos ca ;sua clientela qoe MooomeUlis i.o
oaro tal cumojagora luncciona.
Q jando Ittea tivardes apre-enndo a queaiao
do Bi-metallismo in'.ernacional, sob este a6-
peato pa-licalar, oo banqueiroa da Cidade,
crere o bam, toraaar-sa-ba ade,Jtue" das noisae
beaias e por sua vez fdr>s-a.o inscrver eo-
tra os membros associados da Liga bimetailica
raleia.
E cnmtu-io, enh?r discu-30 sem voa trzer quaoto somas telues,
oos os f;ancezes pree^tes a eta coaterenoia,
pelo ensej > qne los h3veis dada de venno3
com oa nossos proprios oaos as grandes pro-
Kcaaaaa qua a i a biae'.allica realita se da
para dia em Inglaterra
N es!ti:vamo3 um tanto desti yencacao,
porqua o grabde argumento que os nossos ad-
versarios moQometallistaa oos oipoem em Parz
I Ihes fallamos da Dossitiilicade da usa
biiueiallismo ioterniciooal 6 a ..lutude par-
ticoiar >:a laglaterra esti gues l. >.
Nao ri-po'i'cm nida s nosas demonstra-
g5e; coatentaz-aoa cora dii!ir3os e ja r o
adi mavrmos antesque es'.o rgimen mono-
taro impiBBivel ufa a adneso formal da 1 -
gl-iterra. e que Gao quero jdo a Inglaterra onm
ouv.r fiar nisso... inu'.il discutir um proja
co impraUcave!.
Repito que o que i n acabamos de ouvir a de
ver haidous diaa pea-aiitir-coc-b-i d.-struir essa
ar.-asneoug&o aos DOHH adveraarloa.
Esta contareocia b metaJIlca interoacional te
ra.emtqda o caso, um grande rosultado :
provar ao muado qu) o bime'.iiilista ioglezes,
a, americaoof, aoBtroituigaro?, cclgn>,
no:laadeas e francfies, eslfia ja de aicordo so
i>-a is-grandes !|> systpma, sobra es
dous giaalea princtrios qaa cocstituea asauas
''jritiameoiacs :
i. Neaessidada absolota.-da coniervagao do
ooro o da Blata como moadaa nteroacianaes e
i -; S.&0 da urna proponga) eotre os dnos melaes
pracroaos ;
2. PassiDllidade, oa com mais proariodale ;
certeza la conservs;o da fixtdos da pruporgSo
por effUo de om convenio concluido entro as
.<' toleac as metallicas.
As d.ialaales que neste momento parece
BB'em osuperaveis aquellas qaiaaa poisueu a
vossa raoustt f oos mritos oo Bavetailismo
laiernactoa-it, aplaaar aa-hao oor si mesmaJ *,
o p, da r-.itacao prtica qo1 p r ora
i eetao oa sombra e qoe bota podeaastas-
lar o miBtimi'os, arbar-se-liio lot daVis-
cajs5o ; Hnalsieote o estada imparcial do I -
clon vetj'-er as Itimas beiitafias.
E' o qo todos es franceses; que as?'
>8r.a- esplendida ciofereacia isparam, alo 6
para o beoa rommum e paa a prc.pe idada dos
m cloas paisas, mss !a da todas as nagOes do mundo civilisados.
Mas reBta. aioda examinar as frmalas
p| lio o aeeordo sera muito mai-la
e tabefeoar lo que o soopOem os nossns adver-
s.iioa, e a cragla bimetlt r lotarntcional* podesee t> ooi
man da benvontado das guadas poteacias b-
7. Goacalo Affoaso, Coiaogou a go-
voraar no aaao de 1554 o acabou no
de 15*55.
8." Jorge Ferreira. Comecou a go-
ternar ao anao do Ij o acabou no
do 1057.
9.* Antonio Rodrigues de Almeida.
Comecou a goveoaar ao aaao do 1557
e acabou na do 1559.
IO." Rrancisoo de Moraos.
cou a govoraar ao aaao do
acabou ao do 1568.
11.
Pedro Furraz
cou a govoraar ao
acabou no de 1567.
Brrelo.
auno do
Come-
1559 o
Come-
lf>3 o
42." Calixto ila Mola. Comocou
remar em 1640 e acabou om
L641.
-4.1." GoncaLi i i & i erceira
v. /.. u a I fro 1641 o
acabou em 612.
Francia:o da ''
t-
bou aeste no.
-1.1." Aatonio Ribeire Eoraos.
: .i a gfoveraar 812 e aca-
i 1644.
-li.0 Jacquea Flix. ( on
vornarem 1644 e acabou neate
no anuo.
17.' Antonio Lopes da Costa. -
i governar em 1644 a<
em 1
iho. Comecou a
govoraar cm 1647 e acabon
164 >.
Jorge Ferreira (segunda vez). Co-
mecou a govoraar ao aaao de 1567 o
acabou ao do 1569.
13- Aatoaio Rodrigos do Almeida
{Segunda voz). Comecou a governar
no anuo do 1569 o acabou ao do
1571.
11." Pedro Collaco. Comecou a go-
vernar no anuo do 1571 o acabou no
de 1573.
15 Joronymo Leito. Coiaocou a
governar n anio do 1573 o acabou
no de 1580.
16." Antonio do Proenea. Comocou
a govornar noanao do 1580. o acab m
no de 15S3.
17. Joronymo Loito (soguaea vez I
Comocou a governar no anno do 1583
Q acabou no de 1592.
19. Manool Pereira L >b i.
coa a governar em 1649 e
. i ann .

admiragao. A sna calma n5 >
forca. onde perdoou i inimisca e \ ilaa-
do-si; para araultidio bradou : V -
H'impeu enliiu o liyinno Cantada a l
lido por todps os circoiistantcs, hy
era cantado de| ;5o de ca
centu cin I'ornambuoo:
Vamos i- -ados
Pelo orle rotellar,
Ile??alar um
O nehr Jo.' igar.
Vulorosos luzl
A victoria por rts chama
A troabeta ja da :
-so noiuc v.ii cantar.
Yarao' lodos etc.
J ilo >?aaa sa poi
A matajasta, a santa gaerra : .
Quein do a torra
Vos i
Yamo '-c
No
ar.
D '

Juntar,.-!-
-
cIC
\
189.'} -Fallece o I
-
Diummond, natural da
18IfcO-Assume o wimnsan
caeral oa^aim H i I
REVISTA DIARIA
50. Dionizio da Costa. Comecou a
govoraar era 1649 e acabou em 1650.
51." Alvaro Luiz [d \ tile. Co-
n 1650 ;i i
em 1652.
Francisc Alva Marinho. Co-
:a 1652 e acab u
em 1653.
52,
mecou a g ivernar
53. Valerio Carvaho. Comecou a
govoraar em'1653 o acabou fneste
mosmo aaao.
18. Jorgo Correa. Comocou a
vernar no aaao 1592 o acabou
1598.
go-
no do
19. Roque Barrote. Comecou a
govoraar ao aaao de 1598 e acabou
no do 1002.

20. Pedro Vaz do Barros. Comocou
a governar no anno de 1G02 o apabou
no de 1607. ,~
21. Antonio Pedreso do Barros.
Comocou a govoraar ao anno do 16')7
o acabou no de 1008.
22." Gaspar Coqueiro. Conrecou a
governar no anuo do 1508 o acabou
no de 1013.
23." Roque Barroto. (segundo vvi
Comecou a govornar no anno do 1613
e acabou no do 1014.
24. Domingos Pereira Jacomo. Co-
mecou a govornar no auno do 1011 e
acabou durante o mesmo aaao.
25." Podro Cubas. Comecou a gover-
nar no anno do 1611 e acabeu em
1010.
20." Barthazar do Soixas Rabollo.
Cemecou a govornar em 1010 o aca-
bou oa 1618.
27.' Goacalo Correa do S. Comecou
a governar em 1018 e acabou no mos-
mo anno.
28." Martim de S, Comecou a go-
vernar om 1618 o acabou em 1619.
29.'Balthazar do Soixas Rabollo. Co-
mocou a govornar om 1019 e acabou
em 1020.
30." Manoel Rodriguos de Moracs.
Comocou a govornar om 1020 o aca-
bou em 1022.
31." Joao do Moura Fogaga, Como-
cou a govoraar oai 1022 o acabou no
mosmo anno.
32. Feraao Vioira Tavares. Come-
cou a governar om 1022 e aoabou em
1026.
33.' Aatonio "Luiz do Valle. Co-
mecou a govornar om 1626 e acabou
neste mosmo aaao.
34.' Joao do Moura Fogaca (segun-
da- vez). Comocou a governar em
1026 0 acabou neste mesmo anno.
35. Goncalo Corroa de Sa. (segun-
54.* Jorge Fernando dn Fons
Comee m'a g .vernar ern,".l,;"':'.."I;l0a"
boa em 1654.
55." Goncalo Cmara de Mosquita.
Comecou a govoraar em 1654J o aca-
bou om 165b.
56. Simao Dias da Fonseca. C
cou a govornar em 105(5 o acabou om
1657.
57." Manoel de Azovedo Vascoacel-
los. Bomecou a govornar em 1657 e
acabou om 1058.
5S. Joronymo Pantojo Leitao. Co-
mecou a governar em 1058 e acabou
.om 1660.
:>'.." Jorgo Fernandos "da Fonseoa.
(segunda voz). Comecou a trovenuir
om lOOe acabou em 1662.
',i).' AntonioRaposo da Silveira.Co-
mofou a govornar em 1002 e acabou
eia 1005.
01. Thomaz Fernandas de Oliveira.
Comecou a govoraar eml665 e acabou
cm 1000.
0:2. Agostinho do Figuoiredo C-
mara. Comecou a governar om 1
o acabou em 1008.
03. Jorge Broa. Comecou a go-
vornar em 1068 o aoabou om 1009.
64. Hoarique Leitao Rabollo. Co-
mecou a goveraar om 1009 o ^acabou
eai 1070.
65." Athaaazio da Motta. Come-
cou
1075.
Feriado -S Eac
Esta
Unidos da America do >
n ao maio
tadoaes, can

iii amprtmo da li
Inverna-O dia de hontem :
v is i do qu
A' despullo diso, ; >
plelamenle a chei-i '
notavel do que
l 9 o povoa
i al e B rrcram a
i"ui- UU3PIH alguns laga
aoenos predios edesl
bapedlado o trafaga p
eoda rerrovia do Caxa
Nopovoado Jo Bawo. por
"uns predios ; em UcttCn
m-
a goveraar om 1070 e acabou oa
00." Thomaz Fernando do Uliveira.
(soguada vez). Comecou o goveraar
em 1675 o acabou om 1679.
Luiz Lopes de Carvaho. Comocou
a-governar om 1679 o acabou em
1684.
63. Diogo Pinto do Rogo. Como-
governar em 1681 o acabou em
(Continua).
COLLECCIONADAS TOR

^Iclcliiscoch de Albuquorque
Liuia
$ 33 a. ie -o
Da S
lftOS O bispo D. los Joaquim da Cunha
\zcredo Coutinho embarca para Lisboa. Foi
durante a sua administracSo que creou-se o se-
minario de Oliuda com as cadeiras de latim,
fraecez, grego, gcographia, historia universal o
ecclesiastica, philosophia e t eologia dogma-
tica.
1811 -E' f nforcado no Uociic Antonio Hen-
rqoai nab:llo,que leve a cabeca e as maos cor-
ladas, Beodo esia collocadas era um post na
da vez Comocou a goveraar em 1626 o p0nte' do >i iclfe e aquella tincada no campo da
.______ i .__________* -i 4 i nm ln Hilo fifi nna. II.
acobou om 16 i2.
56." Pddjo da Motta Leito.
Ou a govoraar om 1632 e
neste meomo anno.

'.;:
U
de I
bam cotiij virio-"
Come-
acabou
. i io car-sc nm |> n
ioSr. Jos sAin *ii I -
aeOoaria e disiilliio Peraambu ana fie
plelamenle allagado. .
ng, Moni.'iro. Van a amh*.
Poote de choa, '.rra al I
medio, etc., etc., ti arara ana inteiraiu-
gados. oulros om grande parte
Qb tren da terrona do i na 3 poae-
ram trafegarnem no ramal da
lioha principal cima do Man|
A Ferro Carril nao pou le laraliem I ir os
seus vehculos alem da ponte do Chara M-atno
na linlia da Magdalena, nem alera do ini
Capooga, na linha dj Farnandes Vieira.
Para os diversos pontos inva !
lizeram as auloriilades supenores 1
pessoal e materia! de salyacSo, 1
esaes pontos pracas de policia
botes, escalera e jangadas,
annarclhos.
S. Exc.oSr. Dr
panhadodo Sr. Dr. Questor Pol cial j
tem tarde percorrer >; aliad 1 -
ao inlui o de presidir os tr salsa-
mento e providenciar a medida das n :essi la-
des. L ,
N) foi. porem, somenle 1
deo notavel cnsia. Codea ros
Estado tiveaam srnn lea di lias sendo 1 itibi-
lissimas. as do Jaboatao, Pirapam
Serinhaera e Una e
E todas essis enolvi lam-
aos, 'uei- u partieularB, determinando perdas
de lavouras, rompimentos -Je diqo
c desmoronamen'"- de obras qaer
zas, exnecia'mento as estradas de ferro, eon-
forme liontcm dissemos.
Xas fcrrovasCentral e lol/
lenenhum noTO asano i 'i0ra
em que escrevemos ;8,Ja ooite).
Arabiim continuara a fazer. as
que hontem mcocionamo, tra-
fe";ns.
Na /onna Barrida pela lino
Praacisao, poeto que as asnas i -
;ada aaasar, tCKM'ia aioda no o ;
modo permitlir um
dainos causa los linda p das
Hontem poade haver tr iros
entre as estafes do Kecifo e sntre
as du Onda e Palmares I.
que ainda boje n > soja posiv
labelicido o trafago, taes Bao os r
na* obras de trra do leito da
estragos conhecidns por ora sS
Os estragos j ?eriHeados sao 09 -:
No kilmetro II, em Prazeres um ro bo, |u-.-
foi provisoriaiiient.- tapado.
Da ponte sobre o Jaboatfio. no kilometi U
at o kilmetro 2i p rio da Un, a inha ata -1-
da, ten lo 8 polegadas d'agaa acia tri-
Ihos.
A'quera da estaco da lllia, 500 metros
nlia seta* eataagadoa
Do kilmetro U ao 31 tem a I"
rombos e est sen: aterro.
No kilmetro 3 as aiiuas arraataram pira o
rio 60 m tros do aterro, prximo d : Barbalbo.
No kilmetro 37 lia 500 mUros sera lastro e
diversos rembos.
No kilmetro it, Zamboa, metros de al
foram destruidos i'elas aguas.
O trem descendente de Una p .e hontem
cbagar at a essagfea de Olinia.
Fazem-se esforcos para coadazir issa-
geiros de l'na para o Recue, lioje. a larde
mas talve/. nao Beja isso possi\el.
Temericlade -S. Exc o Sr. Dr. G
nador do Estado, na excursao que fez
aos pontos inundados, pralicou um aelo de ver-
dadeira e temerosa intrepidez.
S. Exc. ao chega ao lugar Loca, dislricto da
Magdalena, nao varlou em afrontar o perigo da
violenta correnteza das aguas: e, seguido pelo
Sr. Dr. Questor e das pessoas que os acompa-
uliarara, derigm-se para outros pontos com o
fim de observar os eJeitos da inundaco e pro-
videnciar respeito.
S. Exc, do accordo com o Sr. Dr Queslor,
mand.Hi disiribu r patrulhas de cavaliana e m-
fanteria, commanda laa por offlciaea, pelos pon
tos ioaadadue, a deu outras providencias har-
mnicas com as circuiusUnciaa peculiares
cada pjnto.
Sao altamente siguirlcativos taes aclos de
energa e intrepidez, que sempra enaltcela
aquelles que os praticam
Chela du rio Uaa A cerca lachea
do Una, receben S- Exc. o Sr. govenulor do
Estado o segu inte t 1:
. Un j 3 de .lulho, s 7 horas e 54 inmutas da
uotv'-
- Prefeito ao ExraGovcraauor.
Endiente invatio al gomas ras cidade re-
Juiz de Dircito, De-
Honra e o eorpo arrastado em cauda de cavallo
at. o r oiterio da matriz de Santo Antonio.
Fo. orna das .lorias mais puras da revo^ao "^ -'enormt
,ff M r .. d I!' M por ella ale os seus Ultimo \Tg L acord
bm o I m e |u -i.Jo foi coiiduzdo a preseaca do .- ^^1^^ Ulri) cidados. Coo-
tnbunal porUHt-M co.a t-inta firmeza que causou \ 1<-**<11,*H1- ^= u






I




'\ .
^t
mam i
*)



DIsrrlO'diLVPer&amliiico Qoftita-ffclro 5 'de f llio de IW4,

^e c!ioer ooite teremos lamuntar
9tre8. Providencias caso possivel.
Futradas de assuear e algodao
Por mar e trra catraram na praga do Reare em
Junho :
Attucar
1894 65 761 saceos
93 43 508
92 14:507
91 82:715
90 85: lO
.1 In
1391 G:IU fardos
93 21:203
92 18:447
91 8 030
90 1 611
A entradas do prximo Ando uiez de Junho
assim se descriminain:

Saceos Porcentagem
P : animaos 1 08 3,15
vapores barcadas 18:367 27,93
.3 2 (teatral Limoeiro 6:672 10,15
1:9!):! 3,03
fe{ [S. Praneisco 36:661 58,74
Em Junho 9 65:781 1C0.00
. 93 13:808
Mais em 91
22 83 I
A iln;Vrencn para mais em Junho liado repre-
se:: a 51.-o .'h sobre J"'i|lo Jo l8'ja-
Algo
Fardos Porcentagem
Por anima *4'^
vapores BI6 13,35
bareacas "JJ 8,01
.1 8 Central 230 8,76
"t moeirq 3 057 *MM
S.r S. Francisco 1:453 23.80
Em Junho 94
93
0:114
21:203
lO.OJ
Menos en 15:089
A difi'ercnca para menos em .lunho proxinio
n lenta 71,16 / sobre Junho de l8'.).t
,; entr dous pro lacios p u
do Recife 'Stres d
luid > roram:
.! tSH ir
Poreeal
l'jr animaes *>s"
.224 30 42
ral 'y ': 7";'
189 t29 14,91
nS. IS. Francisco 559:138 44,0o
| {
~ < Li
\ meslre 94 I 100,00
94

331 9':9
Milla
- ex sso do I. i mesl do correte an o
das eniraas de igual se
'
* Pardos Porcenli
limaos 14:960 9,99
bareacas 141 9,39
vapor jj 22..2S
z 'Central -li: 9,81
...:,. 53,153
. S. Fra I ;
\ | 95 IV.
93 188:309
c:i)Vl *8 52
13,04
100,0)
a no !. semestre do
anno representa 20,48 /. do total do
: ira d> anno passado.
Paquete Liguria Esse paquete, da
lia ilo Pa 1 i an eli mlem do
porl 11 Baha, s icSo i -i
-: aimimMrador
M-o que di vei je do por-
. mi viajera pira a Ear >pa.
Visitas domiciliarlas-D i Insp el ria
Publica remetteram-nos o segain-
Ii-. Fli \ i Bre lerode visitn nos das
> le Juili-j '7 domicilios ni ra de S.
: :i :-- I : os dom;
de ns. 37, 3! ', P3 W, 1?. 44, 5, W, 5s", 'O
: i regularmente assetados.
: imiCilioa de ns. 3>,
37. :;.'. \\. 55, 57 51 63 10, 50, 52,56, C8, 6",
._.... i .;
Ni. sao providas d'ugoa as lalnnas dos do-
- ns.33, i-, 5', '', 36, i, 44, 46, 52,
do l' andar do predio n. 63.
E ;. miente aterrar as cacimbas dos pre-
di' s ns. S\ 4\ i i, 37 e 4'. que servan de es-
di psito de liso.
' Todo- os domicilios visitados se resentem da
I lo para as aguas sirvidasede
chuva. .
ODr. Frailas Ouimarf.es visitou hontem
22 domicilios na ra da loria.
Os ns. Il. 12'. 1"*0, 103, 130, 1 andar e 140
Io andar, os apparelhos nao sao suppridos
datos.
N, 22, a latrioa nao tem agua e o quintal ne-
:-:' ilo
N. ;. est em id nticas con lige3.
X. 12i, oapparelbo da Drainage nao funccio-
na e quintal nos das chavos is transformo-Si
D'um verdadeiro lamaca devido a falta de es-
go'- ,
" N 2->, lem oapparellii sjm agaa, o quintal
sem esgoto para as ai-'uus pluvia??.
N. I3tf, est as Diesmas eondices.
N 3i, tem o apparelno deteriorado e o quin-
tal precisa de esfroto.
Os demais domicilios esli m coniices gy-
bjginicas ,
O Dr. Emigdio Montaocgro visilou 20 dn-
micili >s na ra Vdha de Santa Rita, 1 distado
de S.
\ i .8 andares, 20, M, J4,88,88,3s 40,
1 e 2" andares e 4*, os apparelhos daDraina-
rao rram suppridos d'agua qua acjmpanhia
la i rornecer".
Fun cionaram regularmeote os apparelhos
3 los n-, 3 ', 36, -. i i. 4'. i8 eSt.
Contra as ioftaccOes encontr.i !ss foram leitas
as. icisas, que serfo observadas
i jpeci fiscal do distrlclo.
Empresa d Revistlnha-Simis in-
f. i-.. me sa ada em va de formajio
lade nina pequea empreza htteraria
assim denominada.
Sao nrincipaes fins da m 3 sai a Empr:za a
coniiuacfio da publica;o da Re itinhti, co-
Dhecido peridico litterario, e edic^ao de
obras qu bnnario tima bibliotli.-ca, em van-
- ind Siles para -; a :cionisl -;
Pelas infonaacOes que nos foram ministra-
mpresa da /;.., i ser^degraadd
urtilid I. para todos io$>s cultoras das 1 li-
bras que assim terao un m..'i') fcil publica-
r i p ira s -as traba!hos littetarios.
E' r pois que a id>a, nobre o {sata
Como vis i'. lo un \:o ale.iuitado qual o de
estimular aoi ase -:d;he.im ao. cultivo das
lettr.1-, tenliao bo:n a:ollii:n--nt; qi: incontes-
tavelmene merec;.
Rpiini:i() anailetnica Deve tet lOfir
boje una reun:'i i .! acilomieas. noerfidcio
da Facu'dade d i I) i ;;o, no intuito de tratar
cotn urgencia di iTiteresses da el i
'Traasfsveaeia "de leilo Porn)
bavertrem le passageirw para Palmareti le-
xou di liavcr o leilfo aaauaeiado para hontem
n'aquella cida le (cando adiada para qoamlo
for n vamsnte annun-iado.
arcmlo dos Professores crima-
rins -Esse grasao renn-s liora e lu-
ga- do ostum'.
Santa Casa de. Misericordia do
Reeife-Xodia I. do crrante s 40 horas
da niauh leve- lugar a BOS8 : da junta Jidraitiis-
Ir.itiv i .ue deve gi-rr a Santa C ,-a de Mi
cord'.a no biensio d 1894 i 489.
a I." seuao or Uara de 3 de corteste o Sr.
Vie;-i'i'ov.idor un exarcicio fo a designacao
do3 mor lomos para a fisonlisagao. dos atraaos
esta I' .iijs di modo spgiintf: ,
Hospital Pero Ifc
Commaniladir Jos Maria da Aoirade,
Dz lor Hermogeaes Scrates, Tavares
de Yascoacellos. .
0
r. Francisco Apoligorio Leal.
Hospicio de Alienados
Dr. Manoel ilaTrradaio Perettf.
Comineada.lor Joo Jos de Ainorim.
Coronel Francisco Faoslioo de Brillo.
Asvl,. de Ueodicidade e l.uaros
Dr. Jos Antonio d i A1 incida Cuulia.
r Manoel do Naseimento Cezar Burlamaque.
Demetrio Accacio de Araujo Bastos.
Casa dos Expostos
Uracilim-i Octavio da Cruz Martins.
Coronel Aaalioario Florentino de Albuquerque
Maranbao.
CollegiO das Orphs
Dr Alexandre d-- Souia Pereica do Carino.
Dr. Augusto Carlos Vaz JrOlivjira.
Hospital 'de Sania gueda
Manoel Jos dos Santos.
Dr. Prxedes Gomps Soasa Pilanga.
Obras o predios
Antonio Leonardo Rodrigues.
Dr. Antonio Francisco !'-reir de. Carvalho.
Demandas e servico funerario
Dr. Jos Bernardo Salvia Alootorado.
Bxante de con; is
Antonio Leonado Rodrigues.
Maria de Andrale.
Entrara d i mes, na lisculisaQo dos stabale-
eimentos, os primeiras designados ni lista su-
pra.
fjm viajante ineansavel -o prlnc p
Constantino Wiasemslcj ebegoo ltimamente a
i ari, dopois d i tar feito ama riagem de 43 W-
itros, atrav* da Asia. E", pelo qae du i
ciironi'i, n::i principa rasso, veriadeira pafS)-
nflcacfio do Judo Errante.
Comecou a viajar quinlo liaba 22 amos, c
j perem-eu 3MK0W kilom ,lr>s isto 6 urna
distancia m.uor do que a que separa a la la
tem..
Pez us < de tod ios de locomofao ima-
u-iuaveis: a Irette oa llussia, o tmnvt Siba-
ria, e p-vlanquiai na China, o cavadlo Ha Tur-
qnestan, o elephantj na india, o camello na
vi'r'a, sen mo lo favorito da viajar pjrem,
ido.
Ou ni lo se casou, de^ aonos, deci lio sm e-
|i isa a a iinpa,n.d-o n unn excursa d: iiiiva-
,io;. Os r emeasad a passar&o a lu d: ni 1.
irrendo a cavallo o Cauceso, a Asia Man r,
a Pal istin i, u N irte d > Egypto, Trpoli, Tonis,
Marrocos.
Nunca vi ija a K rico e po lo pagar o lux)
de numjrosa c imltiva
\ 141.00) kilomel que acaba de pe cor-
rer na AsU acorapanhram-no nm interi
u.u cozinheiro e un la de < irios cossa-
ii iois de { di is e n P iri
[lalia, on 11 a v r -u i mulh ir, tenciona ir em
|, .|.._.: m>nt3 Albos, [ue 6 para os ni3-
",i os mah unetanos. i> ipois
! -heiid im ande viagem, p ssan-
lo da nuil ;i -1! i ido o conlm 'nt_- afri :
sahir ijTri Egyplo, internan lo-s
ludan e pissan l > a regia d ts 'iranes Lv
chegar a i /-arab/.a e por ttm frica Aus-
tral, par abo da Boa!
ii princ i ''' annas, rb :-'
1. i irova intra as mai >res fadig is.
o plan de suis viag i m muito refl >x i i
i i flrra iza inquebran-
: el
Todos os que o conhscemju lalmen-
te rapaz de levar a !> 'a ?ua vi
alravez da frica, se nao for devralo no ci-
rainho.
richo pjrcurioMdade, p'to atan
d : rr cous ; n va, p ira na i ficar parad >.
V -.trisan da eerveja
i qU3 .,. egypcios preparivam vinho !
-- irm i mi mo da c rv -ja l '
ju i princ iris sm
Enconl i so n is hieroglyphos de di-
versos iscos i man '. i da c rveja -
plural, e lambim infcripta
ras margens di Euplirates,
imite se n! >s anlesd i nosa era.
: a qualrocentos aonos
antas le J sus Chr.-to, Cezar e Tcito ontam
que os g rmanoa nao tinham vinho, mis una
a feiti de graos fermsntados.
E n summ i, todo o licor Je gros fer n inl
o.-titue prototypos da cerveja. A historia
,..; iu os i; ''i Sai ote essas
.- dos nossos dias
feituscom lpulo, genibra, alecnm, serpo, p*-
;. mtegeric i salva etc. Na idsde media
a se aromatisavam os viohoj. Acor.
en; .na bebida de familia, l'ibricava-se .em
cas .
As crvajaria* s mais tarde apparacerao
liara receilas pira fazer cerveja: os con-
ven! a : i irdavam oo ml-
lalo: e existe na Allemanha -conairega
si
oes da mongas cervejeiros quo fabricam bs-
: 1 ij muito estimadas.
D : qae p a dal i o impreso do Iupul i f Em
TS hou*'e questo por una planlago d: lpulo
m u o Pequeo o conh cia.
\ IX e X scalos einiregava-se na r:gij
do norte 11 Franja. N i Baviera, Peising o as-
:nala em 850 e 890. A cidade deOardvIa
:ea, na Prussia, boje anda grande centro de
jultura de lpulo, guarda desde o ultim sca-
lo o lpulo nos s ios arm iris. Em M igdboarg.
cultiva-a n-no em M70 e nessa poca a cerveja
ilil: era muita recommendada.
Foi tambem nessa p >ca [XI S 'culo; que Sin-
Hildegaldo disse as Pyhsicas Hildegards ,
q i se runj o lpulo cerraja
A partir dessepoca aban lam as inrormn
O lpulo, porm, un fui empreado ao mesmo
tempo em (o la a parte. A Inglaterra o prohi-
bi e s; no XV scalo foi empragado, nan_s3ra
di Sculdade, por que encoutrara-se prohibiges
em 4j0, 1530 e 1552. Os prejuizos contra o
lpulo persistiram nesse pai ate o XVII se
culo.
raiiuetes do ^'orte=0 vapor Planeta
esperado hoj i, devendo seguir boje mesmo
para o sol.
O vapor Pernambu:-j sabio hontem pela
raanlia do porto de Natal: s-3 alcangou hontem
mesmo a tarde, o da Parabibi. podor ciegar
hoje ao
Recire. O miis provaval, porm,
,. s cheque aqu arnanlia.
Ei|ateur isse paquete da Companhia
Messageries Maritimes que da Baha sahiu
em 3 do corrate meia nout3 devera aman e-
cer en noss pr!o lio ;, conform >communi-
cacfo que nos fez a agencia respectiva nesse
Esta lo. i loje m amo zarpar para a Europa.
Tribunal do Jury do Reclfe -Anda
nfi i p lade sit installada a 3a ses.-ao deste l'n-
bunii iuf" los.
Hontem responderam i chamada lo jora los.
Foram multados pm5*os junios quedei-
i de c imparecjr e sorteados os wgoiaUi
Reclfe
SebastiSo da Silva R.-tumbi.
Jos da Sdva Ferreira.
Santo Antonio
Antonio da Silva Leit&o.
Rndopiana la C. Amaral.
Luiz da Silva uiinir -
,iio ^agallo de .\.l!>uju:rqu3-Sobril.
Joo da M tt i.
Mmo.'l Pires Agr
Joo Sailherme Mariano l-alcao.
Bo i-Vista
Cribar Taima Esptica.
Pedro de Alcntara Oliveira.
M-iao.il Paulino Cavalcante de Albuquerque.
Demetrio Cal las Brando.
Jos l'eix ira Ceiinbra.
unacio Xerv da Fonseca.
Oraca
Mi'ivd Antonio dj Albuquerque Mae'iado.
i Pereir i do B
AntouiotMirlms. Pacueco.
Francisco Pinto de Assis
4fogados
VI'."S l'jvo.
A sessio ficou sddiada para boje as horas-lo
cosame. _
Xa Iotmleacia Municipal proc^deu-se hon-
tem ao sorteio dos 86 jurados queteem de ser
i 4" sesso ordinaria desle Tribunal, c
voenla para o (lia 4 de Agosto prximo.
BMara sorteador os jurados :
Mee i fe
RDso Barbosa.
Antonio Pinto Betarra di Azcvedo.
maro Gomen da Sdva Rama.
Jos Joaquim da Rocha Farias.
quim Antonio Rodrigues das Hefes.
Jos de Castro Jess Primo.
Cu: Ponel.
Constantino Rodrigues Mandes.
Sint Antonio
psifj Rtbeiro Al'oaujrqaj.
con-
Desiderio Martins de Oliveira.
Antonio Francisco da Costa Lins.
Duarte Lins Macha lo.
Antonio Fernn les da Silva.
S J -
Joaiuim Antonio de Castro Nunes.
Joaquim Alfreilo H dos Santos.
Joaquim Baplista da Silveira.
Luiz Machad Das.
Jos Luu Innasaario Pogy Jnior.
lose Felicio Buarque il; nacedo.
Mi noel Joaquim Bapt sta
Manoel Joaquim de Cawalho Seara.
Candido Manoel de Siqueira Oliveira.
Boa Vista
Alexan De Am rico de Caldas Padillia
Antonio Augusto Per-ira
Antonio as lio di Silva uimaries.
Joaquim Augusto de Almolda.
Jos Antonio de Souza Jnior.
Jos Antonio da C tata Moreira.
Bemveonlo Cavalcoote Albuquerque.
Graga
Franlflim ''destino de Mendonga.
Francisc i Xavier Cavalcante Lins.
Fran asco Xavier Carneiro Pessoa.
Md.-hiades Joaquim de Siqueira Santa Rosa.
Elesbo Capitalino de Siqueira Itiheiro.
A i ados
Antonio Firmino de Siqueira.
Ayrua na Baeroailhvadla-Mraloras
da invcssa de Sanio Amaro, naqoelle local,pe-
dem-n fs qaa cha almos a aSaneao do Sr. i)r.
Prefetto do municipio, para aquellatravesa, e
os quintaos das casas all situada-.
Sai extraordinarias e voluraosas asaguas
quese conserva u uiquelLs quintaos devido a
falta de vahdos qoa eonduzam as mismas
aguas para nm BUmidouroque poc all existe.
As aguas em vez de toinaram diracco para
o referida snmidoaro, invado os qstntacs, tor-
nando-os assim pantanosos.
O sitio psrtencente ao Sr. Francisco
na mes a travessa. deposito eeral le todas
as aguas a;i izar d i Icar vizinli > d ; dou I su n:-
lioui'n-. i des le as priniOHMS chavas wnser*a-
s-: chaio d'agua.
Trafamestto des folmlaaalas -M a
d'Arsonval mostroa ha poaco qai a electnd la-
de provoca a m irte de dnas maoeiras muito dif-
f 'i-:utes : I." pela losad ou dsstruicfo dos leci-
I is, caso tacao dos centros a tvosot, caso em que a mor-
II na i & a principio senao apparent i, com para-
... ;, Je re icope que entao se pro-
duzsm, na -en > Bcompansada da lasos ma-
teriaes. ..
O fulminado pido, pois. ser chamado a. vina
pela respiragao articittcia e d'aqul ama parte
.; formula pratica em que o autor resumi
suas experiencias: i fulminado dm
itad i 'in itm s/o /1 loa ; e p >r oulro la lo i
ia critica do modo te execucao dos condena-
lados t :n el usa lo a is Bstados-ni los sol o
noin: lo tristemente famoso de '" mi.;-i, a
ule alternativa iolustrial q
d-i n;V. pD.lu' qu ssmpre sennamortc
M. l'Ar son val volta a tratar d'este assumplo
mm qu; ? i lome nota d i i n acci I- nt i im qu \
todas as cmdicoes podiam ser d.t ruinadas
com o rigor do una experiencia de laboratorio
raecontirma lado naautosstim visto nos
animaes. o acci lenl aeu-se em Saint Danis.
"rn operario que ia coll '.car nm 'i > I
phico, eslava sobre un SUpporte de ferro ciium-
ha 1 Mi'utna prele qu; liulia tres os. O ope-
rario tinlia im ni.Vj un dos Sos conductores.
Havia levado -omsigo o o lelephonico. Este
fio, apoiado sobre > supporte, tocou em ontro
los :ios conducl >rss; a c rr3nts passou a'ravez
locorpodo limem. entrando por una inoe
, !o p ir am i n niega, em curto circuito. A
victima supportou porinlo directamente to la a
io (4: 00 volts, Creqaaacia 55 proximam;n-<
Durante quinto lempof Muitos minutos
certameute. u accidente datava j de nm quar-
' i d : hora, quanlo MM. Pie m e Maurice L-blanc,
dous ele'-lricistas muito conheci 1 ;-. chegando
a Siint-jnis, viram o desgrasado sempre mn-
talo no supporte, mas sem dar o menor signa!
de vida, tiveram muita difflculdade em o des-
i-er. eesti opeiMi; d;ruu pelo niin)S meia
h ira
Fol ento quo, segundo as prescripe/;* ds M.
d'Arsonval, os eng '.ol 'iros cima citados, tra-
tando este fulminado com se tossi afogulo,
priliearam sohri elle a respiragao arti letal; a
principio l'a/.enl) manobrar os bracos, oque
nao leu resultado, mas i m lo em s gulda ab:r-
to a bocea forga e solti lo a lingua, os pul-
moes ninecioaaram quasi immadiatamjnte. Pas-
duas horas, o mono poode fallar.
Eslava quemado na mi e na nadega, mas
apenas fi |reciso tratar deslas quemaduras
ninhuma pirtarbtcSo particulir si havia dado
com a pas-ag:m da corrent;. O estado actual do
operario o i n.
0 faca esl, pas, compfovalo: um fulmi-
na lo J ive s ir trata lo como u.n ufogado.
Ileunies de ir.ii aaila.le -Keunern-
se hoje as rmanda les ilo SS. Sacramento :
Do Reclfe, a 1 hora da tarde, para eleger a
sua nova mesa regadora.
Da Bi-Vi-ta, s 6 hiras da tarde, para dis-
cutir a reforma de varios artigos do respectivo
compromiso.
Ktoa Idea O Restaurant que com esse
nome sito nos predios ns. 8 e tO da ra das
Larangeiras, manlou-nos de presente 1 masao
de cigarros, fumo goy uino, com o nome de lh)i
Idea, o 1 garrafa de vinho verde especial, que
ali tem para con-ummo.
Exporimentamos ambos. Os cigarros sao ape-
nas soffriveis ; o vinho, porm, muito bom, e
pode ser libado em qualquer mesa.
Agradecidos pela lineza.
Telescopios de 8880 a 1891-A
ptica astronmica tem feilo enormes progres-
sos. Em 1844 o raaior instrumento conhecido
era a equalorial de 15 pollegadas da Harvard-
Collega ; 30 annos depilso maior era a equalo-
ral de 26 pillegaJas do observatorio da Was-
i ington.
Vieram lepois a equatonal de 30 poUegalas
do Pulkowa, a di obaervatorlj Bischoirsheira
de Nice, e a grande equitorial de 3 i pollegadas
di obsejvalorio de Lick na America do .Norte.
Hasvaitera sciencia instrumento mais co-
lossil anda
O Sr. Yerkis, um a niricinorico, encoramen-
dou n ira o observatario visinbo de Chicago um
11 itorial coja objectiva medir 4'i pollegadas
l metro de diametr i, e cujo tubo lera 2.i, de
im-nte.
i). .; iros foram leitos nr Fel e Mait-us, em
Franga, e esto sen lo trabalhados por Alvan
.le Carabridig a is Bstauos un I is
i que as esta looge a lente da SO pode-
({adas, e com esia l.remos a lu a 100 kilorae-
distancia.
Trado phologranhias d nosso satlite, e
ampliando-as dez vexes. desdobrar-s:-liao aos
no-sos odios paizigeus lunares vistas a 10 kilo-
inilros de disiancii. J.i bonito, e nao lia un-
(kjssikIi lale alguiua. Assim apHirega, diz
i! de Parville, algu n lecaaas qu-', a exemplo
dos Srs. Bischotl'sheim e ferkes, eucommende
o objectiva d i 50 p > lega las.
Rnpi7.es para casar -A industria oa-J
H-i nmiel sobe uete !b,al de scalo a propor-
r,"i is inauditas e a cotagesa da impren-a no le-
auiericsna por seu lado nao lera limites.
Urna f l-i.i do enorme circulacao nos Estad '
Unidos dedica tres de suas columnas nja
vistosas a iafermaooea fobre os oivos iaiaits-
zes mais appetiosos, e exhorta aam casaam
rioasas a nliatiiiniunni o ocano para dis-
putar lo rica presa as raparigas da lafflalerra
Publica a inesma follia a lista dos rapaas
com neuB nom-s, ti lulos, s^nealo^as. notadas
sujs foriu.i.is. a mais o andereco dellose o re-
trato. Qu- mais qurcm 1 Pois anda n&o ba-
ta Ojornalista cnascienemso. Accresceula
a tul isto aU'uns da.los s >b o a vida, o caiaotir
e as qanlidadES intellecluaes' dos ranazea : es-
tes toai iraui grao em t es e taes uriivarsida 1 s.
aquellos tm vi nudo muito um 6 dilho de ia-
milia de acceiUUados sentimento religiosos !
aqaelle viuvoseductor, mis inoonsoiavel.
Xj falta BgOaJ neni informa,ao ; i|iiill>r
un verdadeiro sinl-bjjk de animaes do puro
sangue.
E1 de imaginar-se a febril aiciedade com qp
este jornal ha de se- li Jo pelas misses yaukees,
pelas solteii-onas. desanimadas duqu.-lla 'terri
origio. lissima
O qui aindaae nao sabe i o effeito que ha de
ter prolu'.i I > sem dbaate anmtncio aV; leilo no
espirito d :s sapaaSM Wglsna to innspeSida-
taeote pistos em eedencia pelo coiajosojcr-
nalista.
E os velbos e sisudos lords que dirao as*
kinj I
Uiua ponte suspensa -Um immenso
trarialhn conclue-se actualmente no norte do Al-
lemanha, trabalho que em potencia, pide corn-
il irar-se a do canal de Suez, o .Nordostsee-
Icaad, que liga Bruudsbuthell ^ituulo na em-
bocadura do Elba; a llaltuvoneu perto do porto
de Kieel.
O canal tem 100 kilmetros de omprimento,
22 metros de largara m su; has- e 10 metros
n i anparcie d'agua, sua profuudidade de 7
metros
Entra 03 trabadlos reclamados pelo canal, a
i suspensa de Grunshal, lem um dos pri-
tneiros lugares, Grunshal siluado entre o alba
e o Eider, se ach,, p >r cpnsa pteocia, no mdo
do tnballio do atierro ; foi preciso construir
urna calcada e faz"r passar'umi liona frrea por
baixo do canal Bata leadopricipa mente con-
struido para a passagem aos grande? navios, foi
preciso levantar a ponte a urna altara de 41
metros e d nxarno pilares d i apoio uina largu-
ra de I "O metros 5. A ponte 6 construida em
forma de arco.
O peso do material em fino de l MM tone-
la las.
Os contrafortes sao formado- de 6 pilares,
kan I o cada um Robra u:a i cunada d 2 a
3 metros de hetom abaiico do terroso de rea de
construir.
Oa pilarea -ao reunido d >u; a dous or se
eos de 9 metros de largura mais ou menos, so-
bre os qu es n-pou-am as abobadas prlocipaes
de 3 metros 17 a metr 18, '
Santa Casa le .Misericordia ilo
Reelfe-Eis o pessoal qae no mes de Junho
ultimo oceupoa os eslab dscuiienlos a cargo
PERXAMBUCO

pa i'i-tiluiro :
Hospital Pelro II
Hospital dos Lazaros
Hospital dos Variolosos
Collegio das Orphas
Asjlo de Mi'ii licida I i
Hospital dos Alienados
I l.'na'i-
Em poder das amas
Xo estabileciinento
7:19
.'i.i
34
199
835
282
89
214
Total 1847
aiadosuro PoMIeaNesse estele
minenlo foram abatidas ti9 rezes para o consumo
de hoie da ci lade do Recit
Casa siento civil') escrivao de casa
mentos que funeciona nos districtos do Ib-cife
Sanio Antonio, S Jos c Alegados afli>.ou n
repartico do Registro de Casamentos 4 ra do
Imperador n. 7 t andar, editaos de prorla
mas de casamentos dos segrales contrllenles
Primiira publicag&o
JoSoLuiz Goocalvea Penna, empregado no
commercio, com Marir Em lia Carneiro de Mil-
lo, solteiros, natura ;a daste Estado e residentes
na freguezia de S. J .
Aasoelao&o Medleo PUiirmaecuti-
ca -Reun >-se hoje era sesso ordinaria no lu-
gar e liora di costura i
inspectora di. districto mari
tino> :l 'eii'e, 3 de lulho de 1894
Boletim metcrcologico
Horas. Tem eent- Barmetro Tetuao do ffiinu'
jrodo tai)0!, vanr dad?-
6 h. 22/06 700,-18 18.65 91
9 23/04 762,-33 IM' *
12 21.'Oo 762,-51 19.3- 9
3 t. 23<)7 76i,-67 19,50 89
0 23,04 7i2,">!8 I9,t0 %, 89
.'ppera'.ura minima 22,22
Temperatura mxima 25,00
Evaporago em 2i horas ao s-d 4m6, i som-
bra 8,-6
Chuva 80,3.
Direcco do vento : ESE de meia noito ate
l h. 15 ni. di niauh vanav.d de S a S\V at
6 h. 27 m, E at 3 h. da tarde. S at meia
noitJ.
32 ni., HSR at meia noitc.
Velosidade media do vento 5-9J por se-
gundo
Xeulosidade inedia 1,0.
Polelim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixam ,. ... n
p M 3 Julho 10 h. lo m. da m. 0,-30
B. M. 3 '* li 3'i m. da t 2,i>
Passaaeirosahidospara o Norte no
vapor nacional oiiula- :
Antonio H. C de Vasconc dios, Ernesto Kah,
Joo F. da Silva, Metchiadoa A. PaesBarreto.
, io P. da Silvcira.sua senliora e 1 I1H10, Irma
Mana l.-sse, Jo.o Pedro Das, sui s:nhora e o
Mos, Tiburei Jas de Sou/.a, loto Rodrigues
Saraiva suasenhsrae l criada, Joi Pinto l)u ir-
te Jos toledano, Liinuilo S Mangann'io.
Jos Luiz, Francisco S. P. Brandio, Jos i Teixei-
ra, Leonardo de Souza, Domingos 11- Vaiente,
Vnlonio C. de Alneida Jnior, Antonio s
Oliveira, Jos do Mattos Rabello, Alfredo C
Jarvatho Alfredo Pinto da Cruz, Ernesto (iruy
dulli, Antonio Pereira Jnior sua saobora, 3 li-
lho, t soorirdia e 2 criadas, Faysse A Aneas-
te, Marcelino S. Lessa, Antonio C Cansino Jos
H Jemanes. Jos Pinto, izidoro Hevrera vane,
Joaquim Mmde', los A. Lessa, Jos da Silva
Carvalho. Rita B. P de Albuiuerque Antonio
Joaquim E da ocha, Manoel A. E da Rocha,
Jos Ferreira Ribas, Anselmo Tinoco Ernestina
dos Santos P- da Silva e 2 irmes. Albert boa-
res da Cimba, Jos Atexaffdre, Antonio Fernaa-
iles, Joaquim M da Fonto, Julio Augusto Ma-
Sihido pora o Sul no vapor allemi Ita-
Elias da Cruz Ribero e sua senliora, 2 lilhos
e 1 criada Dr Luiz Jos Pereira Simes.sua
senhora, I Albos e l criada, Idelfonso Jos Pe-
reira Siines sua mai 1 irm e 1 criada Dr.
Jos da Costa Ribeiro e sua senhora Mana Vie
gas u.mir 3 lilhos e 1 criada, Manoel Net-
i rampollo, Julio de Albuquerque Maranhia,
Mine. Sciimid!, Cecilia Burle, Dr. Alt redo Lis-
boa sua senhora, 2 menores c 1 criada, or.
Jos Antonio de Oliveira Pernambuco, sua mai,
lilhos e i cria la, 11 da Novaes, Manoel Xa-
vier Correia Lima, Jorgen Gondersen, 1;re Ai-
ra mi lo, Baronoza de Amaragv 1 billa e Icria.la,
Casa de Ietencao-Movimenlo dos
presos da Casa de Deenco do Recife Estaao
de Pernambueo, era 3 de Judio da-1894 :
Existiam....... 4'-
Entraran....... .?
Sihiram....... .
Esistem....... 49
A saber : f
Xacionaes....... *J'
Molheres....... t
Estranyei'os...... ij>
Molheres....... u
459
416
3I
19
3
0
410
Tolal.......
Arrasuados......
Ilons.......
Doentcs.......
Loncos........
Loucas........
Total.......
Movimento da.enferraana :
reva baixa:
Jos Theodozio do Nascimento.
Tevoalla:
l.'osni Pereira Barboza.
HiMpUal Pedro II -O mmvimeuto rteese
eslabelecimento a cargo da Santa Ca de Mt-
ericordia do Recife, no da 3 de Judio foi o
leguiote^ 19
'. 6
. 743
enferaivaas-pelos segutn
Le n. 35
O Concclho litinlcijml lo Recire
RESor.VK :
Art. 1." Os donos de estabelocimenlos que vende-
rem kerosene pai'a consumo, nao poderSo ter, era depo-
sito, mais do que ciucotnta latds deste genero, sendo
trinta do inexplosivo.
Art; 2." Os infractores pngarSo a multa de quinze
mil rea, e o duplo na reincidencia.
Art. .'5. Fica revogado o art. 4. do Capitulo 4.",
Titulo 3." da Lei n. 4 do mino passado.1*
Sala das sessOes do Goncelho Municipal do IlacifV,
28 de Junho be 1894-
Desmbargador Luiz 'di^Albuqucrqiu Martins Podra.
Presdante.
Assenco Maria Goncalves de C Masaireuhas.
1. secretario
jfose di Azevado Main c Silva Junior.
Servindo de '." Secretario.
Publiquo-se. Recife, 3 de Julho de 1-94.
Mwwcl Pinto Darnazo.
MEUICIN;.
A iiiciiMaiBQnio pevuleiva
(^(Jontinuaco)
Citaremos, em primeiro lugar, o gran-
de sabio Littr : (l)
Na antiga medicina, quando um hu-
mor n&o corra mais ou nao circnlava
mais pelas vias naturaes, obtiuha-se com
e auxilio da arte o seu desvio para al-
gum orgo vizinho ou aastado alim del-
le ahi correr ou fixar-sc e evitar assim
os accidentes que poderia causar.
a bexiga sente-se atacada (cystite can-tha-
rideaj ; sohrevem priapismo, erec.
como na urethiite aguda. 1. npto-
na6 3o consecutivos absorpeao da can-
tharidina cuj< s vapores jicnetram a [
E' notavel que elles so manifestem algu-
nias vezas antes do desenvclvimento dos
phlycteuas.
Vemos que Rabuteau registra o facta
da manifestacao des symptonoaa den
co, antes do desenvolvimiento dos /
nae (bolhas). embora pareca admir.T-s.
disso, o que nao extranbamos
jcidentea que poderia causar. i ^ m(JgmJ conteste ainda hoje
Ad.nitt.a-sequatro variedades de re-, .., ..(1)ri)C.io cntilU,a. e u
vulso : de cima para baixo, da direita
vo lonere os tempos em ',ue elia
para a esquerda, de diante para traz e
Eotraram.
Sahiram .
Existem
Foram visitadas
tes mdicos : '
Or. Malaquias, entrou a 10 da manha e sa-
bio s i2.
Dr. Arnobio Marques, anlrou s 9 i 2 dai-iaa-
u''.'t e sabio s 12.
D Lopes Pessoa, entrou s 9 da. manha
e suhio s 9 1/4. ___
Dr. Vieira da Cunha, entrou a 10 1,2 da raa
aba e sahio sl21/'i- ,-*!.
Dr. Bastos de Oliveira, ientrou-8 10 t/2 4a
sai iae sahio s II. ______
Dr.Simplicio.Mavignier, sahnas IC i/4dajua-
nh c sahiu ns II 1'?- ,,, _
Dr. Frailas Guiraares, entrou s 9 i/Ada ma-
nila e sahiu s 10.
Cemiterio PublicaObituario do lia
3 de Julbo do 1894- .
,o FirminoC-om>s ao, 47 annos, solteiro, Boa Vista.
Manoel Alfredo Barbosa Luna, Pernambuco,
8) annos,-A: Jos.
, Silvin-i Mariz daCoocajco, Dernambuco, 31
amos, solteiro, S. Jos.
Luzia N. Maria da Conceico, Pernarobuco,
18 annos, solteira, Graja.
de dentro para fra.
f -\ observaciio nao confirmou estas,
liypotheses, sobre a explicaco das quaes
muito se tem discutido sem certificarem-
se em primeiro lugar da realidade dos fa-
dos.
a Nos casos em que um phlegraaq,
urna erysipela, etc., sohrevem durante
tuna pii3Uinonia, urna enterite, una ar-
thrite, etc., e iminuem a sua intensida-
de, 011 mesmo, segundo dizem, lhe abre-
vian, a dnraclo, realisa-.e, para muitos
mdicos, urna aeco revulsiva. O mesmo
succele nos casos em que este effeito
obtido por meio da utn vesicatario, de um
vomitorio, de drsticos, da diurticos;
mas, afinal de coatas, estes etfeitos re
vulsivos slo muitas vezes menores do que
se diz, ou mesmo millos.
< O3 tactos qua se busca interpretar
apoiando-S2 na poesibilidade de urna re-
vulsan, prendem-se s modificacas da
circulacao qua se obtem expenmental-
mente corn a picada ousecoao de certos
ervos,- e comprahenda-se qua effeitos
anlogos possam ser obtidos pelos vomi-
tirios, purgantes melicamentos ou san.
grias actuando sobre o cerebro ; mas
ainda nao ha lei estabalecida experimen-.
talmente este respeito, e os effeites ob-,
tidoa nao tem a intensidade qua Be sup
poz outr'ora.
L)"esta magistral opiniao sobre a ac^o
a nvadicaco revulsivas licito concl ir
qua os mdicos ravulsionai-ios conser-
ram-sa ainda rgimen anachronico hu-
morista, a que sao mais versados em ar-
cheologia do que em physiologia.
Passemos a outro autor e sejV all o
conceituado profassor da chimica thera-
peutica Dr. Uujardin-Boaumetz que nao
poda certamenta S3r acensado da adver-
sario de raadicacao revulsiva ."
Eis o qua elle diz as suas licOes sobre
as molestias da pleura : (2)
Hi urna medicaeao qua se appliea
em geral, a todas as affecces da* sero-
sas com derramento : a madicagtio re-
vuliica, e posto qua nestes nltimos <-tem-
pes, se tenha feito numerosas objecc3e%
a este methodo ella est por toda a parte
adoptado e receben a oonsagrasao, desde
seculos da pratica medica.
1 O vesicatorio, o revulsivo mais
umversalmente empregado, mas como es-
es visicatorios devein ter grandes dimen-
soas, preciso tomar todas as precau-
coes necessarias para evitar o canthari-
dismo qua resulta da sua acjSo. Este
cantharidismo qua tem por origera a pe-
netraco da cantharidina era maior ou
menor proporcSo na economia e sua eh-
minaco pelos' rlns poda ser -provocado
por causas diversas, urna? provenientes
do vesicatorio, outras do doente.
t Pelo que respeita s primeiras tem-
se invocado sobretudo a extensao do ve-
sioatorio, a sua consistencia mui'o molle,
a sua mmropara^ao com referencia s
segundas,, a integridada da palle espes-
snra da epiderme e sobretudo a suscepti-
bilidada do doente ; mas de toda3 estas
causas, a muito mais importante, cor-
tamente, o tempo de applicaca do vesi-
catorio.
Por isso, quanto a mina, o Jmsthodo
mais certo de evitar o cantharidismo
vigiar a applicac.1i do vesicatorio, reti^
ral-o loo-o quo a epideruoe estiver levan-
tada c substiti;il-a por urna larga cata-i
plasma.
Ma.s esta tarS providencia de naJa
al por quanto a esso tempo ja a sbeeqh-
ya do principio activxi asta fei.ta. Esta
absorp:ao comesa logo que o emplastro
cimtlurico adiare epiderme dando assim
lugar ao inic o da aeco chimica pur
osmose. Isto evidente.^
\"ejamo. o que noe diz, a espaito, Ra-
bataau, (1) u*o menos distincto thara-
pauta :
Apoz a applica^ao de viaieatonas,
sobretudo quando sao.largos, observata-
se muitas vezes alguns dessas .accidenrtart
(txicos) -especialmente doblado dos ras,
da bexiga o do3 orgna genitaes.
f^Galippe obsarvou urna 4>lataco
consVante da pupilla. Sobrevem nephri-
ta ; os tubuli- dos rins. descamnm se em
parte, ns jarinaaitornam-se albuiaiuosasl
(1) E. Lvttr et-Ch'. B.bLu,'Duitiormai.
re. de Mdeavne, ,arts. Du-iwatiou et R-
valaton. *
2J Dujardin Beaunet^^Iejou* de:obi-
miquadherap.'.atique 3' ed., tomo V,)
pagw'599?v aeg. .
{4} Rabuteau Elemnts de there-
poutique, 3" adiccaopagina 994, ?
era
negada geralmento.
Quando um medico receita um o
co nao se lembra certamente que
absorpeo ; e, quando se lembra.
sempre, na f dos mestres, que a/
levautamento dosphlyctmas que ella n]
rece.
Mesmo porque b tem em menl p
zir a initacao local para derivar o
cipio mrbido, em vtrtude da daatrins
humoral de Galeno e da velha mxima :
kubi stimulus ibi afflirxns, quando alias
este tnythico effeito c suplantado pela real
introducoo no organismo d'um fuMSta
agente corrosivo.
E se considerarmo3 que certos txicos
adquirem a sua mais alta intens
quando iatroduzidos na economia :
procesaos eudermico e hypodcrmic r,
nos admiremos que urna fract&o
simal volatisada d'um veneno o violen-
to, como seja a cantharidina, que mata
um bomem na dse interna de cinco cen-
ligrammas, (provoque promptamentr- acci-
dentes d'intoxipacdo antea mesmo da 1er-
me ser desnudada.
"Em todo o caso estes accidente
ndpodem ser negados, demonsl
perigo e o erro dos vesicatorios esatha
ridicos fazendo-nos saber que, afora a
aceito local vesicante e mortificante se-
cundaria e S9m utilidade real, tem ellas
urna ontra muito mais enrgica o terrjvef
que neutralisa todas as problemticas
vantageus promettidas pela doutrina re-
vulsiva.
Esta esquecida e trai^eira aeco, que
justamente a que dev-Jra estar aempre
presente ao espirito do pratico, descrip-
ta por Paulier (5) nestes termos :
i A aco local acompanhada quasi
sempra de reacyo geral mais ou menos
viva, divida ao mesmo tempo a abasq
da cantharida e :i inflamrnaco dos tegu-
mentos.
Ha doentcs que nada soffrera oa quasi
nada : n'outros, pelo ooatrario, os sy pte-
ra as exageram-se s vezes a ponto de in-
quietar o proprio medico : deste moio tent
se visto sobrevir, aps appbcai.o de ar-
gos vesicatorios, a suppresso ou retencic
das ourinas, com espasmos da urethra
um priapismo extremameute doloroso po-
dendo dilatar-se at indammaclo a
sranTena do raembro ; as ranlher-
nymphomania, nrlammai-oes do otero,
etc. (Trousseau et Pidoux;.
As urinas contem albumina, fibrina e
algumas vezes mesmo sangue. /Bonil-
land, Morel-Lavallie).
Os visicatorios volantes podem ser o
ponto da partida, sobretudo nos meninos.
de complicacoes mais ou menos seria*.
taes como ulceraces, furnculos, antirra-
zes, gangrena, diphteria da cbaga, ai.'ii-
mas vezas erysipelas ou entao iniamma-
go persistente das vias urinarias, nma
albuminuria passageira que pode de
nerar em mal de Brigth Cornil).
Pedro d'Able.
(Continua)
(5; A. B. Paulier, Manuel de Iber*-
peutique et de metiere medcale, I
ediccao, pagina 1H>2 e 110".
fflSICIAIVA
EPHEMERIDES LYRICAS
18 de Julho
1 1804 No Ibmtro S. Benedetlo > A* V
vai a scena a op ira Elisa do maestro Mavr.
1855 Em Pars, no -llK-atro Opera O
que apparece o Annean d'Argent de O-
fes
893-Morrc na Italia o coabecido bar?toeo
Antonio Superclii
/ DAN'SA SERPENTINA

'iM-m jernies, do Rio de Janeiro oae espe-
rada por ledo i'ste 1-7 Miss Ada lbompson. aja
fr.m trabaJJiado cmiJJoetios-Avresaww de 10*
veres consecutiva? ji.i cdrbrs dansa'serpen-
tma '. .
1 F.' dizem-** jornies pJaiinos. ama oas boas
imitada'as du Loie Foller, a ervadom dessa di-
versuo liujSe,socolo.
Miss Ada Tberapson e;ta Jrabalhaado con
ama companlHa*iespanhola de..zawoelas do
baixiromrco 1). Rogerio Joarez.
O APO*L% DE MADWD

SiOfCm ama rasa-.dikjan Uari|uillo..^roximoa
Iheatro Apollo em Madrid, 'Era-Q sefano
c-ppctarul.i de 1*1.a foinpan'jaiyrteS rom ama
casan n rea iba eeaiipiva -se o 1 El anoe ia
Africana^r.quaak> a theatio, que. e Husmeado
a luz elctrica, .Hcou* de rpenle swscnras e
sem raaiVHmes quetS sujiptementBrw do
lamento.
MUTIIMI I
>



-
. r .
' s .
m%.





Ao apagar-se a illuminacao, e cora tSo apro- liquidabas feitaa por credores" do pasai-
veitavel motive, os graeto'os tizcram soar bei- vn im)vm rWadnras do activo da dita
miados, latidos e demais expausoes seme-
Piarla de PfffuaMhn Qninta-feira 5 de JFiillio de l4
MS"s-o
IhanieV'e'os res'antes o ruido proprio em um
nubllco que dispOe a retirar-se.
Immediatamente accenderara-se no palco e na
sala grande numero de velas e, em attenc&o a
anormalidade do caso e por ordem da empreza,
Sm representante desta sabio a peguntar ao
publico se quera que a representacao prose
Se naquellas condices, ou prefera que Ihe
G devolvida no camaroteiro a importancia
n8g;aublicoUfptou por continuar a ouvir. El
do de la Africana pouco menos do que s
apalpadellas; continuando a representefiao como
se nsda tara passado.
A's 11 horas, quaudo o panno baixava e o
publico principlava a sahir accendeu se de re-
pente a lu elctrica, que foi saudada com pal-
mA' culpa da occurrencia averignon-se, por fim
que nao coube a ningaem pessoalraente. Dm
incendio na ra Barquillo onginou urna excava-
do e urnas infiltrages de agua que, alagando
oe cabos conductores, interromperam o regular
funcctonaBMato destes
EM HONRA A GOUNOD
Para o dia 12 de Junbo ultimo, anniversarlo
da morte do grande componista francs, prepa-
rava-sa em Paria um grande concert no qual
toraariast parte os principaes artistas dos thea-
tros Opera e Opera fiomiqoe cantando-
se o Policute e o Repentir a ultima pro-
duccao do conaponista
COMHIISSA MUSICAL
p
O ministro italiano da Instrocgao Publica,
por decreto do mez passado noraeou para lazer
Surte da Coawnissao ISssical Permanente .,
os componistas; Arrigo Bolto, barao K-anchetti,
Marlucci, Tebaldini e G. Bicordi.
IM1CACES DTBS
sm salteos
Dr. Pe*tira do >iva chegatlo il<-
Pars; com pratica tas cliuicas da Wh;-
cker e Landolt, d consultas de J s 4
horas da larda a ra do Imperador s.
63 piimeiro andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
xang.
O Dr, Lodo Hoscoso d consullas en,
sno casa ra da Gloria n. 39 das .
horas da manh 1 da tarde, chao
do-se fra do servico publico offerere-s*
para acudir a qu.i.quer chamado toro
promplido para fora da cidade. Espe-
dlidiade, operacoes, parios e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da Itoperatriz n
6, d cousullas medico-cirurgica^ lodo
os das das 8 meio dia, menos no*
dominaos e dias santificados.
ODr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2 ten consultorio ru.i
doBomJcsusn- 9. 1" andar. Residen-
cia : ra Real da Torre n. 29. telephone
a.26t
Dr. Amaro Wanerley, Mu lou
consultorio para a ra Duque de Galios
n. 7 i t. andar, or:de d consultas de
^l horas, da manh 1 hora da larde,
Residencia Ra Dtreita ir II
Ajogitdos.
Dr. Joaquim Loureiro medico pane
jo, consultorio ra resideacis. ua Cas* r/ore u, 5, cusa 4
azulejo, defroot>' aa igreja da Campia
ODr. Simviicto Mavignirr ir<.
seu consultorio a ru;i Mrquez de litv?>
o. il primevo andar.
tspecialidadesMolestias do appar
Iho 'espiratorio, fabre e da petle.
Consultas das 9 as 11 na phannaev
Minerva, larjro do Terco < em seu euo-
i 'crio LsideuciaRa Jo Hospicio o. i
Chamados a qaalqaer hora e por as-
erbio.
Telephone n .^.>
Clnica de atolentlH* le olhos
ouvldoa c nariz.
O Dr. Pedio Pooloal, ex-chefe de cl-
nica do professar Weclter, de volta d<
sua viagem a Europa, leis sea coosul"-
rio ra Nova n. 18. priraeiro andar.
Consullas de 1 s 4 da larde.
felephone o. 539.
Orogarja
Braga $ Mxchaio. Deposito de to-
das as woedaHrlades pliarmaceulicas,
tinla?, droga, producios rhimicos eou-
tros medicamentos hoeopathicos, roa
Lara do Rosario n. 34.
Paria zobrinko k C, <
laa!~ lo. i i Marque. I, a I
Gmmares Braga Deposito
Je Drogas e productos chicoleos, espe-
cialidades Pharmaceulicas, medica'.
lo lio leopatiews 3 tintas, leos, pill-
eis etc., etc. Ra do Mrquez do Ou-
da n. 60.
Dr. Barreta Sarr.paio, oculista, d
consultes de 1 s 4 horas u? prini
indar da roa do aru o-t Victoria n
51.
-ideucia a ra Selt de Selembro u
34 -.lirada pela rus Ja Saudade n.
yo e tambera devedores do activo da dita
massa e cedida ; segundo o balanjo.
E' assim que tendo, como manda o
art. 61 do cit. dec. n, 917, de 24 de
Outubro de 1890, esta commiss5o de
e/ndicancia convidado por meios couTe-
n entes eesas credores e devedores de
quantiae superiores a seus crditos a ex-
hibir seus ttulos e dar explicacOes como
prova com os seis decretos juntos, cons-
tant-s de tres recibos telegraphco6,de ns
21 4 23, de 5 de Fevereiro de 1892 ; um
recibo do peridico A Repblica de 28 de
Marco de L80i ; carta commercial de
Parete Vianna &c O., do Recife, de 8
de Fevereiro de 1892 e telegramma de 8
de Fevereiro de 1392, da Luiz Gonyal-
vee da Silva Pinto, tambem do Recife ;
sses credores, na"o ligando o menor res-
pelto i Loy, nSo veram com esses ttu-
los e nem entraram no menor accordo
commercial tambem com esta commis-
missao. Ao contrario dsso, teem elles
realisado cobranjas, liquidacSes diversas
puramente por si, recebendo quantias il-
legalmente e nullas de pleno direito, como
claro e terminantemente prohibe o art
28, lettra A e seguiutes do art. 2S do
do cit. dec. n. 9r7, de 24 de Outubro
de 1890.
Como se pode prever tudo seo tem tra-
zido serios embaos liq'idacjlo do
Activo desta massa e isao que esta com-
misso, cumpriudo o seu mandato, vem
pedir a este juizo para que se digne pro-
videnciar.
Consta do Balanco apresenUdo em
reuniio de credores a acceitos pelos mee-
mos, julgado por sentenca do juiz com-
petenta, seudo assim a bae jurydica de
todo o mechanismo comnwrc ai da dita
cesslo de bens, o seguinte lancameato :
Activo
Devedores por lettras eui caucho :
Herdeiros Bowmann, c, es-
pecial
Mftia & Resende, idem,
idein
Prente Vianna & C, idem,'
idera.
Benjamin Antunes de Oli-
veira, idem, idem.
Luiz Gonyalves da Silva
Pinto, idem idem
Prudente G. da Costa Ale-
en m
Dr. Jos Paulo Antunes
Chauiage
Kao respondo aos insultos e calumnia*
contra mim dirigidas teste Diario palo
Dr. Vicente Ferrar, porque entano que
nSo devo me enlamear no charco em que
vive chafurdado.
Ao publico que nSo me conhece, po-
dar parecer 'que aquella audaciosa ae-
ser^o publicada em sua verrina do eu
j ter sido preso e processado como es-
tellionatariot seria um facto verdadeiro,
porem, gracas a Dees, nunca soffri nem
processo algum, nem muito menos priso
at hoia. Assim sil) todas as invectivas
cora as quaes pretende morde.--me na ua
verrina.
A' um ci que ladra, encbota-se-o com
o taco da bota, e vai-se andando : o
que faco.
Reoife, 4 de Julho de 189 .
Carlos Graca.
t
82:C825186
3:539,750 >
274:1763595
46:7/8S380
115.3023185
7.612 .80
i 5 5 0S0O0
somma
grande
Leobina Ceiesila ainnu.
i irniv-ruarlo
"^?tau" Pei-reira Ramos fea Bino*,
I/'ob.n.i C. NVp .trucho F.-m.-s. M-ria
rt^ Jeo< Lo-' Ramos t feas B ''os
Franoin-o Tood'Ha e spui flloos, Mj
.:oel Tiin-Plia v gja uiu.n.r conva.ia-
acs piuiuuet x ui.-w *<* i< igr^ai
as u>Ua.B qne rosada^, rrzar s. 7 l/i hons d>
in.i.'il na i:r-- da Co.kv-qSo o o* Uilnarex uu
da 7 d* c. r.-e.ii^ oi'i. 1 ani*r joio f^iltcaieip a- sua letoye lembfai e
i'horj )a a^pcaa, 7 i. 'i-h-, no'i, cuiib-a, r irtos
L lts dj IUjj peto uoi ai.i*'i|itm
-as axradccimi'^U'B 1 or mais e.L; p'ova de ra
ridad<> e aimiadP.
O Tonteo Oriental iuuo foon- d
brilno crmc8iri Untj para ai aaia< (Win
pa'a oa ca^e:ro. O c.'!>'IU adqui'i* m.m -
oso, sip.vuade, zre:o. ..mn rancia e n.X'ii
do.> a naroa e o-; bod?, brhaniumo, kfd-i
d4'f< e g'4C!od,s onaoi:jQi><.-a. 29
Pet CUJA DE AbTHMA ANTIGrA
8r. A. D*. de Frait-a Vallo. Itaqay
(R. -Grand.: dn oi). ^eudo V. d. o
/jeottj neata oidad** Pei'oral e Cam
bar, Sr. J. /!* ro d* 1?. Su* r,
da l'fl!otnn, dirijo M t> p;<*/:te, afizt dv
aliwr, b-
muiU'8 aanot. <' att-ma, ? ?*.r* t coa
o uso constela ii" jt>Jer.d-> rneJo-un*:!to,
fi 00 radicaluientfl oarad- .
Paaao o presente attaau4o prra t-.r u
enaejo de reo;>romendar to b.-.-i-fi *, ^re
parad ia p-eos victima fssa OTool
oierrai(L.'io. fioacJo V 8. para t<.l fi
a'it- i'ia.d-' a h-.iQT dt-sta dau./acZo u va
q-j.< i:r: tyjnviet. Do V. S. Uaiu vo^<-
rador e aari^ado
Bas-lio Pereira Jt A'hmjde
(Est_i-i.iro ea Ic^quy, Ri^-i.'.ai : J'>
O que tudo prefaz
de ris 544.83382 .
A' vista, pois, do exposto, vera esta
comraisao de syudi-*.ancia vos requerer
que, em prazo que fGr de lei e de accor-
do cora c c tado decreto n. 917, de 24 de
Outubro de 1890, vos digneis mandar
passar editaes pela imprensa d^ste Estado
e da de Pernambuco, intimando esses
credores a exhibir esses ttulos caucio-
nados perante esta coiumisso e a entrar
em acco/do commercial com a mesma,
que tem attribui^rjes claras e torminantes
na lei, como se v na lettra b, do art.
60 do citado decreto cima ; tudo sob as
j i-j a 1. ? c ,-. .;*.. partido republicano para o da iodo
penas de nulhdade das transacoes fetas .
fazer por esses credorc
e por
dores por letras em caucSo.
Bem assim, requer-vos que mandis
dar vista desta ao Dr. Curador Fiscal
nesta cidade e para ella requerer o que
for bem da justia, como manda o
4." do art 78 do citado decreto tambem
cima dito.
Nests termos
Pede que vos digneis deferir, juntan-
do-se esta aos autos e para os seus ulte-
riores flns legaes.
(2 estamplhas de 200 res cada urna
datada e assignada).
Macahyba, 24 de Abril de 894.
O syndico,
!'r. Jos M. P Pac/uco.
Despacho :
Importando a caucao de ttulos ou cr-
ditos para garautia de dividas era um
penhor, o qual, segundo o art. 271 do
cdigo commercial, s pode provar-se por
escripto assignado pjr quera os recebeu,
para que possa ter lugar a intimaco dos
credores com cauco de ttulos afim de
os entregaran commissao de syndtc&n-
cia, como autorisa o art. 70 letra k 2."
do decreto n.' 917 de 24 de Outubro de
890, preciso ex-vi do art 281 do re-
golamento commercial o 737 de 1850
que se exhiba escripto di contracto.
achda, pos, esta formaldade le-
gal, volte.
Para accordo nao 11 tcesaara a inti-
inacSo de taes credores ; a commissao
procure-o pelos meios ao seu alcance.
Macabyba, 1 ie ^ai 1 le 1894.
Jos Iheotonio Freir.
(Contina)
---------------o---------------
R c^.-lego verdadaira a as*igu-tijr* ....
pr.", do oa do-j iA. ta tasta.nunii^ ae
?.rd-..-, u tobvlliSo P. J.-:i3.
Pai'tido Kcpiibllcuuo
Fazemos publico que a reuniao, con-
vocada pela maioria do Directorio do
1 corrente mez de Julho, ter comeco a 1
B.
P
5 2
PUBLIC ^COES 1 PEDIDO
Rio Grande do \ortc
MACAHYBA
Ao Superior Tribunal de Justica
Dando o devido cumprimento segun-
da parte do despacho do digno Dr. Juii
de direito de Macahyba, magistrado da
Republica, escolhido em boa hora pelo
digno governador, Dr. Pedro Velho, re
Premio de vlrtude
A junta administrativa do Hospital Por-
tugus, de accordo com a disposi^ao tes-
tamentaria do finado commendador Anto-
nio Jos de Magalhes Bastos, tendo de
adjudicar o premio de 500$0O0 a fllha
hora da tarde, ra 15 de Novcmbro,
out'ora do Imperador, n.* 44, i." andar.
Recife 1 de Julho de 1894.
Ambrosio Machado.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg Barras de Lacerda,
Dr. Ermiro Coutinho.
Joo Jos de Amorim.
Virginio Marques Carneiro Le&o.
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
Peitoral de Cambar
CURA DE 00QUELU0H3
A ebaixo assigaada atteats, a booi ds
buraaoid^de, que teodo sido atacadas de
caqueluche bcus netinho, Aotonio e Doja
nira, e ser term podidu obter sllivio
oom u tr. tu ra- nto de sea llaatrd u^dieo,
J^u-lhes o co.becido Peitoral de C.ambwa'
io Sr. J't AlcarcB da 8ua Soares, e
Cjji qoktro idroa daete efSous remedio,
fi:. terrivel taMiimmsXo. Mara Jos It. Bar-
cdlot Pel.ta)
liecocihrfo verdfaddira a uvgater
supra, do que doa f. Em tester.-,unbo de
vo.-dad.;, o tabelhlj jais PeUppa (t' Al-
m^ida
ESGrltPTQIO COMMERCIAL
RU* OQUE Dt CaXIA^ N. 72. t. AMDJ
TEL^PUO^IE 51.144
Ender-co llegraphico
'W
natural
ou filho familias,
Recife que p do seu trabalho
tiver concorrdo eficazmente para
sustento de seus paes, ou assistido
da cidade do
honesto
o
a
publicano, como eu, intirqo pala pre-*j
sent os devedores por lettras em caucjto rto feeador.
s entregaren! esses titulos commissao" q-p.,*,^-'
entregare
de syndicancia la dita mssa cedida e paraj|
entrarera em loilao, como manda o art.
70 lettra* 2- do dec. n. 917, de 24
de Outubro de 1890, sob pena d# nulli-
dades de pleno direito e independente de
ac5o de nullidades, como em tempo se
foram effectivas. /
Eis a peticio e seu despacho :
Illustre Cidadloc Dr. Juiz de Direito
__A commissao de syndcia da massa ce-
dida por Panla, Eloy & C, neta cida-
de, em vit dp que dispOe o J 2 do art.
3r3, a dec. n. 9i7, de 24 de Outubro
de 1890 : vem requere; a este juizo con-
tra as Ilegalidades *e .jerturbac5es das
seu pae ou mSe com verdadeira dedica-
cao e amor filial durante molestia gra-
ve e prolongada ; chama e concede o
prazo de sess-3iita dias, contados de hoje,
s pessoas que se julgarem as coudic3ss
citada para apreaentarem na secretara do
Hoiptal os documentos comprobatorios
de sua pretenc&o.
Os pretendentes devem indicar a sua
residencia, provar a idade, filiajao, e que
fio naturaes da cidade do Recife e satis-
flzeram plenamente a intenclo do beneme-
Secretaria do Hospital Portuguea, 30 da
Junta de 1894.
Jodo A Ivs de Freilas,
Secretario.
Colleo de Santa l.uri
Para o sexo femenino
A directora ;d'eate estabeleciment de
instrueoio participa ao Ilustrado publico
e*aosvpaes de suas alumnas que mudou
o supradito collegio da ra do Livramen-
to* {Tara a ra do^ Padre Nobreg (antiga
do Alecrim n."4"*
Epera continuar a merecer a mesma
confiansa que at aqui lhe tem sido dis-
pensada.
Peitoral e Cambar
CORA DE BRONOHITS ASTQMATI0A
Llui. Sr. Joo Alva es de BeajH S.-cree
Pelotas. 'Joma xnais viva satisfa9So lonoa
mSo s. penna para d^r-lhe nct.cia de urna
importante cara realiaads pelo Peitoral de
Jambar, a qual ner/ir de grande ut.li-
d.de para a bumanidade soffredors.
Ha oer.v> da cinoo ancos pesaoa de m:
ba fsmiiia fctha-se atacada da bronchits
athaiktisa, que faaia-me viver debaizo
da mais acerba dr, nao obstante haver
ella asado por longo tetnps asaltos prepa-
rados e receitas medicas indicadas para
cs&e fim.
Lando, porem, o Jornal de Noticias,
desU capital, nelle deparoa-se me am
annancio do Peitoral de Cambara', em -,ue
er*m relatados os sena effieaaea Afeitoj.
Em vista disto, resolv comprar o pre-
parado e dei-a doeste, qus apenas cora
dous frasios 1 estabelecea-ao completa-
mente do terrivel inoommodo que por tan-
to tempo a peregjira.
Sarprehendido por ta, adsaircvel onm,
oom o cor&cBo replato da iosaensa alegra
nSo cesso de (aasr votos pela prosperidede
da V. S aqun ahusaanidads soladora
laato deve
Autorisando-o a faaer destas linhts o
aso que lhe eonvier, sabsorevo-o De
V. S. atiento, venerador e criado. Jote
Ca/tmrj da Silva Rjgo, (Bdivia.)
Roconheoo a fira* supra. Eas testa-
manko de fardada Jos Aogaito de Al-
meida.
A EQUITATIVA
Sociedada Matu de Um fie Vifla flos Mjs-nidos
::-:;:::a2ls i::i mmmi-mm or tss :::::: sutes
EU JANEIRO-i-4894
Activo ,
Excedente ....
leoda amiual.....
Risctis novos......
Total dos riscos vigentes .
Pago por Etinj*>trc8 e do'flcov v-^-
cidas desJe a organisa^ao da
Scciedade......
IcfurmacSa* e proapao'oe com
ALBKRT FAAJEON,
Inspector de agencia.
Dollars 169.056,506,00
i 32.366,750,00
42.022,605,00
I 205.280,227,00
I 932.532,577,00
I 192.572,734,00
JOS DE CASTRO PAES BARRETTO
8B-GERENTB
44-Ra do Commercio -44
Eii^cnho H. Salvador
O coronel Joaquim Pedro Carneiro
Campello ao publico
Declaro que n3o vendi o enge.nho S.
Salvador, nein todo nem parte.
Assignei urna escriptura de declarac&o
da divida de 2:000$000 a Francisco Qun-
tino Rodrigues Esteves e de igual quan-
tia a Manoel Francisco de Barros i 'am-
pello, com a condic&o de ficar a divida
3stacionaria e eu ir pagando em parcel- raattr u.i iie muit
las.
O Dr. Simplicio lavgnyer
Participa aos seus amigos e clientes,
que restabelecido contina a dar consul-
tas em seu consultorio 4 ra Mrquez de
Olinda n. 27 e em attender aos seus
chamados.
Cura de terijas
Foj cess nao d>Elixir S. Morato
que curi-i.- da nmai frridac ? ao o~,-
..e milita tiap.>, com f-,:^i
otter rcelhor. c.ra uit<-s taedscaiE^st.-s
Si ha alguma escriptura em sentido |que temei. Hoje m^ti getoa-* c-
todos sabem que sou
aquillo que nao me
diverso falsa, e
incapaz de vende
perten e.
Todo e qualquer negocio que
em virtnde de tal documento
como provarei em juizo.
Engenlio S. Salvador, 20 de Junho de
1894.
Joaquim Pedro Carneiro Campello.
se

izer
nullo
Coiupauhia de Megaroai Con Ira
Capital-12:000:000 $000
segura edificios e mercaduras
COXT&VY O FGO
TAXAS DIMINUTAS
Pagamento de prejuizos inmediato, e
sem descont.
nico agente n'essa cidade
Augusto Pacca.
Hotel de Pars
partitivoElixir M. Morsto [ repagado
dor D. Cario*, es'ou ccm^l--.t-imaato bom.
Mandem publicar este para b-jo da ha
m-icidade.
Ar< ras.
F. de AmU-ade Costa.
Agesta* .ti Pe.'Pjnb.ij : A Ui>ff,:i
nhin de Drog-H, ra fifa-^uea de 01ind
o .23.
EUx
rdo*
L'LA
i mili un un i '*
GfiMIEECIO
de ?crnain-
iSolma Comaiereinl
I uro
COTAgons OFFICIAS D\ JU.VTi 1)0 C0RBSCT0II9
Prof j d) Hea/e. i de Julho de 1894
Cambio x-D-e Lj-Ui s '~ ;0 o/ 4 9 1/4 d po
1*000 4o aico Dc-'.l-m.
O presUeoie
4uti-i> pmu re Lemas.
J ee-.rtiarii,
JDtODlO L^^nr;lo liodrigQ-s.
Cambio
PBAQA DO BUtFB
O* Bacti s abnraoi coiu a uxs t? 9 5/16 sobre
LonJres 0 dia, encontraoJo-sti poacos lomo-
o**a
Oe tarde os Bancos elevaran a mi para 9
S/8 tffeciuando-ae traQ-,(\0e r ,_-.lares-
Era paptrl baacarlo repgadotitverainiraDi-
atces a 9 1/2 com eolrog* aas 1 tras at o tlm
da Agosto prximo-
Cotaeoes de gneros
Para o agricultor
Aia u car
xi Afi-1'-
SEGU.!-' AFO
ce
aiaaioei Card< h ;or
de bezigas de 1890 a 1891 mais ama ves *e-
moQs'.roa a soa efBcacla ; pois no principio do*
primciros sympiomas a bexiga aborta, e m ea-
sos ccais ad'.anlados s beiipa passa a ser cma
doenrs f'.bnl volcar aprenenUodo peqoenas te-
metat.oe? ae com i continoa;ao do Elixir de-
flgO.
0: es!*! i;udoK tacUci-i no Darloale
P^ratmnaco ert*u Tardr provam o jae
meses.
Ale* caeo* ie febre aitareila o effeilo e admi-
/-acel.aura-iraiaDdc ohra/>rc*oo4 tao maravio-
m que 3-.S.-U cidade -o Recito e nc di Rio ie
Janeiro poaco r^cio naos* a feb'e fjnareils.
mesojo ustaco o ioentc. com vomito preto e
aaiatoeoDenles elumo^ periodos aotao ne-
sfaario a apacacio tro alia dos, deipretaodo
a talls*a aoaei*
pU* Elixir ]& canHeciio do publico e de em
grande rimero de d-gnos mdicos -presentado
para comba ir r os dinVren elle? decciicu-r f.-bnl.
Por rr.tir '.erape tivemos oressiio de "aitr a
ippiicacso us ieb:s* p-ysip- llosa3 e com tao
bom resomc'o qae Cc--06 admirados de tao al-
tos l'ffOUO*.
Pela praiira chpgaito conbacer tos nos
ataqacs de fei>e ery8>peiic>. -. "> erysipella eomo
volsmenie se diz ne,.i8Mriw o n*o de 10 das
do Elixir.
No* grandes incoaimc-duB da* enhor*s mens-
tro*&*> gravidez a njz ;asos de pa- o com f*-
O'e de o r*K*Jlsdg -^ c*rlo e ego*o e t
a m* co-anc?icao t j pies bjbm nio i (T reso
reaeie de appj-car o elixir nem ciesmo em ro.*
ivperwrea f in;.?a:id3 na tabella ftnfra.
Pedios .oe UiRnias-iiDO medico* aae !-? *j faxer nso des'-c Eiixlf em sua curuca BSa '*
snjeitaren a i ssa prescripcao. mas sins '.zv.m 3
apnlleaeSo era fcarzno-iia ctMI c.i SWI (Jt'
i letsa coaibatef, c-","- de que o mealcaa.'. o
a ceflnposi^ao oacnte pa^a cr::rir:: yr
j.j frgil a2''< se4a.
^odo de s?fla?
A's crisnea^ n? oa iodo 10 golas dt- 2 -cal
ar-ras em urna colber das de aopa cr-aia d agoa
*r;<.
De- arj auno a wea w ,- ua
-3 3 10 ariDC '.n '-;L"ir-. iO otras .
Esus doiK-B de'era st-mcre --.fcr aapiiGB4a< eoa
;oa frt*.
Depesltoa
Oaipsimia c Drogas IToJaeto* ..
Rerif, rea do Margo*: d.- 0!;adatn. i3.
N^cJoaa] Pnarju&a. r.i^.La'ga do Ro.":- a.
o.
rearmada rirr.lai ra i'.t l .. r;
a 3
marmsaa .-:..- r*ri .- rea tf: ?*: -'a
. n.
Pbarmaciu JaiiiD>-, m- Hsqoes de Osiaa o.
O.
Pt*;macia i;.: '. Pi -- ffl SI.
Paaro tia Victon :t*d Ujis Igsceo ae Aa-
ilra.!- L;o c. le O Vid na
P-a oaaiaos infera -
:.;; .t i .,' Bi jarlo 1'..
.. .
_ i ; .
natr*
)c;< os srvsi -.
C ru.zo Jo:.u al* o f m s-
.03.
-o Ro
A,".p.';,., .
c'oris geral
de J;r
*!? Elixir -. pc;? o tod a pre-
parado I :- 9 u r : pcarrai otw s.scon-
ifclbada3 pelos aater^s ss-iernas e 'ie recorim
. -. : ;;c>..-' tanto po pai: eomo
Jo .."".:r:
t' te Elixir e a j,-re aade ef
'jj.:o 4:'f ''.' pi dai :-r-.--'ar:-"ia''
caco taaelmm raiaoiog eoiaasbeo :; o ,
aliado tfaa usmaoaw appiHstcftes :oi divr*of
ca>s fi febrea ;'-? tanda palmea
A ipallcasSo deaie Blix'.r na t'rEtide ep'.dcmiu
2 a Olaiir5=s Gaid jo e 'Jo-np., laJa: D.-
Jtioieic.l a Cju,Muri;j iA. MareaoUI, 1 M-
not-lda Cuoba Lobo, i a a. I)jxinu8 de Licua,
I a Kriocisco L-iOria Coop., t s Igaa~i. H. n-
Fun.'eca. 3 a Pedro Ans ej e Gmpo, 6 a Sil-
1 a Ofaldj de Gu.4r0, 6
Ni. i.tmafica EHenifolarei
1Vc;i!-
J.
, r, lo La total tees c:.r,fg .': a
m i-.-;:.id.-s coa :.:-...' scSo U'ivocco ado.U do snsi a de Sfijnyo
ijt-r-. ido que ur menos de 30 lig-fa
ra. p."-p<;ad.' toeorica e \K llcamen
(jec crcoi ccuiplptdtn.--V; extraotes ?s irsassc-
6es coaiaiprciaes.
CcoUna a tesciooar si material acina -: roa
Onque d tiaxiaa o. 7f. i* aodar.
Cristalisado por iSk.l.
Ilr.n.'.o ideen idem .
Sob.-.ob. Idem id -id
tfascaado n'em dem
Broio idem id o
Broto melado .
Risme dem dem.
Vrira Pinto e C-^o;p
a 1. Ju:.
Objcctos pjra cnapos Je^sol 3 calxaa a A. P.
A'el.s.
i.Im pa'a macbi.u 83 voluraes crdem
Pap.l lS;tarde r N. Koueca e Cunip., 12 i
Mor-lra e omp-, 2 or>.em, i a Browj & 0.
i a I. E. forre*!. I e 1 c-ixa Jupar.b;a i.e
Cnapr-oi. 8 e i i Atevt u ti C-mp., i paco es
Goeoes rte Arai>ju 4 Filho.
Dilo de \atprtii3 18 .rdos ao lorbal do P,c
cife, !6 a M.n >tl Figaeiro* Je Paria A F,.ba,
S a G mes de Ua'o. rmeos.
Preaes 20 eaixas a Preme Vmona e C^mp-
Paralici 25 rpio* > G. Fernandes p Comp;
^Pianos a eaixas a Preallee Gomp., 2 < H. Vc-
geley, 1 ordem.
Qoeij j I crixgi l Max .Dr-cbelar, 18 a AlTuD
so Taborda, 16 a Sjiwr KaulT.iaao e Gomp.
Tecidos 3 vo'.uxes a Macbado & Pe-etra, 2 a
Vieira & C 3 ftcdrigaaa Lia & !C, ta Goncal-
ves Conba e Gomp.,',2 a Affoosj Mala e C-^mp.,
9 a L. a1- Com,'., 2 a M. Dias.!i Silva Gaimarale3, i a
Alv.a d*> Sritto c Comp., 22 ordem, 13 l Mol
7i50|l*r< ,10 a eroei e Corrp., laPr
li?03 co e Gjaip.
:t:tfift Vrrz 62 taceos a Pablfflann o Gomp.
3i coren, tea cou- Id 700 rs.
S3 cemp. coa tasendas a 00 rs.
50 coep. ixro indares a 160rs.
70 eump. eorc ;.: a 4AO rs.
39 eomp. com lalftoe a J<00O
Rendlm-. o di' i i
.;*sOO
3t4800
ii'JOO
281C0
>woo
iYJ 90
301*
78M700
r'3C0
i a
5#30O i
4*100 a
iiO a 3300.
300 a 3*521)0! VUros 2 loixas 3 A. R. ca L. w01iveirs, o ;.
2&'0 t lagQO GoiaraB liraga .' Goaip.. .la A. de Ca
!#300 a 2*3:0 i e G^mp
V nbo 20 cuixas a P. Buriamaqu!.
Alcodftfi
Hooleis I iam eff. i I i -
B k
Hoji.- coumoso m?=c-v pr(
- I
-. ltwdei80 It.
: -,'-
.
[gados na base Ja i2 altos i 795 res
i8o i tia
Gcta-ie de 13 a 11*000 por 15 kil.
el
(ioliinoa Dooilnal a 130*000 por pipa.
importuno
Vapor alleo)ao Iiapa-1 a, ent ado da Haai-
burgj em 30 di passado e cju-igaad) a Bi mana e '"odp., mani'itoa:
Amostras Si vjlomesa diversos.
Cerveja 20 esixal a Ballbuar Maa!baea e
Co-'ip-, 30 ordem, 25 a E B- Coper.
Cdgoae 20 ciixaa a P. Bo'lamaqoi.
Couns 2 caixOes a A- D. G. Garoiiro Vlaonae
1 a Froierico eC.
Calcadoi I caixao ordem.
Cha 1 volme aE. 11. Cooptr.
Cbapos 1 ca'xo a Ctiristlaoie Gomp., 1 a 8
da Silva GaMalbo e Guuip. [1 a ,*I- Licio Mar-
ques, 1 a rdem.-
Candleiros 5 eaixas a Maaoel J- Pereira.
Conservas 1 caixa ordem.
Droga; 19 voluraes a GuimaraeeBraga a Comp
I a Faria Scbriur.o e Coai
Estopa S fardos a Poblman e Comp.
Perragens 955 volomes -a Cardoso k I'maos,
I a CQrisaoi e Comp., 8 a AlbUo Silva e Comp
II a A. de Cirvi bo e comp. i a Gimes de]Mat-
tos Irmaos, 7 a W. Halliday e Crup., 5 a A.
p. da Silva e Cemp 3 a Gamas de Mattos r-
roaop, & a Viaoaa Castro e Como., S a Bovmanp
e Comp.. 1 a ordem, 17 a Miranda & Soasa.
Manteiga 5 eaixas Compaobia de Estiva, 10
a J. Ferreira de Carvalbo e Comp.
Machinas S caiXLs ordem-
Oias de costara 8 olames s A. Campos % Ir-
maos, 15 a Aatoob Daarte Caraeiro Vlaona, 15
a O. de Gosmao.
Mivels 7 eaixas a B. Fonseca.
Mercadorias 60 volomes ordem, 4 a Max
Drecdeler, 1 a J. R. da Fonsec, I a Frederlco
e Comp-, 2 r Nones Fanse a e Comp., S a Ma'a
e Slva, 1 a Netto Camp.is e Comp., 7 a M. f.
Rioeiro, 3 a G. de .Matos Irmaos, 1 a C. Han-
iog, 4 & Oliveira Bastas e Comp., 1 a A. Cam
pos & Irralis, 1 Ylava de Manoel dos Santos
Villaca, 3 a Pialo Silva e Comp.. 1 a Manoel
Collaco e Csmp., S a Silva Fernandes e Comp.,
&*.v:'Jar>pyu-.-
waa o a jui.a-j
. 189*

* ira:
2 a3
da i
7 5.0 i
ii:408 6
'(0
Oj dia 1 a 3
i
7.563iOJ8
7;43->'52l
Somn-j total
I8.; 96
I5:0i9*5jj
33:*2)*883
Sagaili 63C5o is AKaadigs f s Paro ara D
4 d:- Joiho ds 1S91
Serv'.ddo de chote
M. L. Pereira Bastos.
O tbesour-nro,
Lu^ ...dtgaea Vt<.
RECEBEDOaiADi ESTADO
Do da i a 3 8:901*877
!dem dfl 4 1:116*788
4:118*66."
BCIFS DRAISAG*
Do da S a 3
dem da 4
63*370
17*549
83*919
Mercado antelpal de S. Jos
0 movimento deste mercado no dia 3 de Jaiba
(oi o seguinte. Entraram:
26 boii pesando 5,016 kilos.
170 kilos de peixe a 10 rs. 3*400
I compart. oom mariscos a 100 rs. *i00
3 ditos com camaroes s 100 rs. *300
31 colnmnas a 600 rs. 18*900
1 carga com gallinbas a 500 rs. *300
4 cassaaei com gallinbas a 300 rs. (*900
4 cargas com milbo Verde a 300 rs. 1*200
5 cargas com batatas a 300 rs. *600
i carga com la rao jas a 300 rs. *300
1 csrga com diversos a 300 rs. *300
30 cargas com farinba a SOO rs. 8*000
3 cargas com milbo secco a SOO rs. *600
1 cargas com fejio a SOO rs. *iOO
68 logares a SOO rs. 13*600
13 Sainos a StO rs. j*6oo
11 comp. coa im-jelroi a 1*000 li*ooo
8 comp. com aeineiros a 700 rs. 54600
11 comp. com fresanras a 600 rs. 6*600
Precos do da :
Carne verde de 300 a 900 n. o alto.
Sainos de 900 a i* Idera.
Carneiro d- i/OOO a I*t00
Farinba a 300 rs eais.
Milbo de 7J0 900 re. coia.
Ffcijle d;; IJ'CO a 1*800 coia.
Xaraue a SCO.
ESorJnaeoo do porto
Navio eotrado oodia 4 de Jalbo
Tamandar e Rio F-t.t.oo 12 bcras vcpor
Oidocal Una, e 368 tooelads, cemman-
f atiie Carva bo, ^qoipagem 30, carga vari:s
gcoero-s ; C*>m:>anb a Peramboc*aa.
Navi i Fabido oo m smo da
Liverpool e escala Vpor inglex Rofse*. cm-
nandi>nle.i. ^'-''1, arK* variad eneros.
Observagao
P>ondele d Liverpool taodeoo so Lasarlo
o vapor okIc aatara. e nia leve CoMlic-
gSc 'ra.
ttnv0* esperado:
Dj Puno
PoIiEjf.ip portogeea R--rL
i1 "Jotas
.
Lugar aotn<'g\eza* I
IOS.

r pon
r D.-ruesoet. r.
Vil.
.
bo :
H 11 ...
no logle Ailbu-'.
La :-r ijigL'a Ai..
Pataetio holii -
Brlp.uohoilaDde Admlrafel Tromp.
Lagar iugle Brooat.
D3 Terra No7a
Lugar '.id o Willian.
De N.-w Pon
Barca r.orvji-gi Gjrg D- G ;henb-rg
Barca sceca Baidi.
Da RloOracde di Sol
Lagar norugaerj;" Gnaa.
D? Ramr,_
Pa'ac'uo aliemlo Trini.
Barca ooru-ga Rosia,
De LiTe.pc..
B.irca loclesa Llliaa:
De CardiB
3arca inglea Ralle,
Barca noruega Paragon.
Barca noruega Oamond.
Vapores a airar
Mea de Julho
Planeta, do Norte, hoje.
Ville de San Nicols*, di Borona, boje.
Squa'.u1", do sol, hoja.
Cordooan*. da Ilha G-and?, hj;e.
Capoa, de Baltimore, a 6
Ciot'a da Sul, a 6.
Principa do Gran Par*, ao sol, a 6.
Pernambuco, do norte, a 8.
L:gurin, do ooi a, 7
Nagy Lajos, deTriesIre. 4 8.
Cometa, do snl, a 10.
lile, da Borop a fl.
Daoube, do sul. a IS
tRdnnoB, do ?cl. a IS.
Vapores a sabir
Mez ds Julho
Rio e esc, Paneta, boje, is 8 horai.
Europa, Eqoateur, boje, as 4 botas.
Bcenos Ayres e ese, .ordean. boj, t> 5 horas.
Himboreo e esc, Cintra, 8, s 4 doras.
Sul, Ville de San Melas, 7. s 8 horas-
Rio e esc, Pemambo:':, 7. s 5 horas.
Lisboa e esc, Liguria. ?, s it*borae.
Sanftjs e esc, Capoa* 11, 4 horas-
B*008 Airea e esc" Nlle. 11. is S boras.
SoainaaftoD, DamM, fl, a 1 dora-
fleoov e e*c., Rosario, 41, II borai.




MUTILADO t
. .-^



%
I
Wamim me> y+riamttiico ^einta^feira 5 tfe #ntlto ar 1*9*
5
i
i
i,
r-
EDITAES
O Dr. Joo Alvares Pereira de Lyra, ]uii 'de di-
reilu do conmercio des.a cieade do Recita,
capi-ai do Eewdo 4e Peruambccu, oa "lrtu*
da le. ele.
Faca satier ao quJ o pra**sta edllal virem oo
eeile oicia iverem, qe do da 5 o proxlao
m&z tk- Jolbo, depoia da respectiva audiencia
des jmzo s dao de arrecentar en prac* publi-
ca, a qce.ii ai* der e caior lance offerecer, o-
beas foini:
(J-i grande cata con solea sok a. 1 entra-
da ac* tkmedioc, oa frfgoeiia te Afolado, em
lerraoo foreiro, a ,ual ci-crlae- por um trra-
CO ro.n rad-BCDio de tere, 1-enJo bi uu'O
nframe com poni on de ferro, radiado
de trtau- 48 pa la, oou qaa'toa traod-, coaloba fora com
urna po-ia e orna jaiella, e mala od peqoeoo
qon.ru rom offlt porta, W-odo de Ir.-cie qoafo
jmeilaa e u-iia porta e a na)a cooaa ooa fun-
dos, e oa so-a qut o JDellas e urxa poita com
ce i jf na varanda e os ol'Oes lambm com 4
janelias e 1 varanda, acnaado-.e dito predio alo
da d&o acallado; ama coriieira ea> mi astado a
om pradeo sitio arborizado, coi vivalro sern
porta li'-tUJ. teaio uti lauo cercado Miro ex
af *f i-' n> (viru lo i< u.o, avahado todo em
IfcOOOOO.
Cui rai;ea4in-QU) i< adei'a <>averoido para
eetrtpioric, avallado >m Sdj'OO.
Daj Ix.lcAo eavldr.caao, avahado por 30A0OO.
Urua :.v!--j com gaveta eoverniaada de preio,
ataluda por 200CO.
Doi< graod-g armarioi eovtdracadoi, avalla-
dos ucr 100000.
D-,u eaCret de ierro, acedo um grande e ou-
tro meour, e psia com baso de mad dos por 3604000.
Dta .arieira com o respectivo mocha, ledo de
Nd-l'a, avahados rx r 30J0G0.
Cinco reiogioa ae prele de diffarenles lama-
*o, rea o ac novo e os ooiros em mao espa-
rte, a-.nl::uics por 400O0.
Uicu grao ec trame para axirargao de loteras, aval ac
per fsCOOO.
Ooo* ranees cafado* gradeadoe e eavsraiia-
dos para inualnos de loleri.a. avaliadoa por
8U00U.
Caja iabokia pa'a rcismes, avallada po<"
3*000.
Cini prense rie copiar sobre urna banca, a'a-
Laia per lofixJQ.
D'iQ* il pepenado rea da m-tal, av.liados per
MC00.
Ona bata oca pequea com seos peos de coa-
xa a rana de iii-deira. valia-la por 64000.
Um croa n'qaena para estrarco de loteras,
M:da por 3000.
T.-> s radeiras de jusco de i pr-.-la, avalladas
per J20G0.
Dilos bens v&o i pr^ca por fx^ceco que ao-
ve p Dr. Fiapcieco Gomes Parelo cont-a Ar-
ibor e Dfideric.
B'aar que r:et,te ao coohecimeolo de e'^mU-
manil, passar o prt-seDle cdit-'il, quesera pn-
blic.i'u pela ixprensa, e ooto e igtal ibeor
rlix do lUK'ar <)o cosiume-
Di e paseado mua cidaie Jo Recife, capitel
do E. a : Ce Pernaoiba'-o, ata 7 de Jj 189*.
Y Bale de eello l>e0J e 500 res pela aeei-
gtara ) jui.
Re:iff, 7 SuLscrevo e asi|;r>n. Recife, 7 Ja Jno'iO fl
189. O t.-rr vio iaterioo bacu3rel FranceO'
UsSIlvein M.cbado.
_______Joao Alvares Pereira de Lyra.
Alfuudc^a io4Pcrnaiubuo
E1TAL
Faz-se publico de ordem do Exra Sr.
ministro da fazeada, (j-ie fica prorogado
at 31 de Dezembro deste anno o prazo
de todas as notas .sem excepjo alguma,
conformo os editaes da Caixa da Ainorti-
sno j publicados nos diarios officiaes
de 3 e 30 de Maio ultimo.
AlfanJega do Estado de Pernimbuco, 2
de Julho de 1894.
O ebefo de seccao.
Luiz Frederico Codtccira.
Dn^lo a>aaa4o a*n o*4ad da I..--
d ** i-6 de J^oIk) 1894.
En Aatoio Cario* da Aln;.(l, w-*-
t*o U jry k-teriiKj, o tuoreri.
Jo- Mu.jt m Rju. LU-v.U..
anifi-jo, que b-j<, u 11 tur i.
ohi e o parta dLn oaaa do C -cceih. <
ooj^aJ, lagf u -. ? -
ds odixai aoioi-
O r<^erid.) vardada e -u (4. 16 *
26 de Juobo da 1694. O eacnviu {?y
iot^rif o A4oeo Carlos d> AlmaU.
Cooi^rmo w, o ridwi, q^ ^ construida dontro do anno", podendo
reporto De.Uc.dad da Wola, rt. a. ; lltroduzr modificacao do pormono-
V. ,, i ai ,ros que julgaropportunas, sem, entre-
E Antea CmL da AJa.Ua .*,-*. |tanto, mudar o typo geral e material.
no )ury mtvnoo, subsoravi.________ Estes dosonhos devero sor appro-
O Dr. Jos Jacintho Borges Diniz, juiz da, vados pela Prefoitura Municipal
os dias uteis, do meio dia at tres
horas,
II
') contractanto no praso de 5 mezes
i-citados da data da assignatura do
c."tutracto aprosentar Prefeitura
Municipal os desenhos de exocucao
:.;x escala de 1/100 para o conjuncto,
o de 1/4 e 1/2 para os detalhes das
obras cima especificadas, abrangen-
do a extonsao que fr designada pela
mesma Prefoitura e que puder ser
?^M^ INDICADOR COMMEHCIAL
direito do municipio de Palmares, Es- quo poder os reioitar, no praso do 15
tado de Pernambuco, em virtude da
lei etc.
Fso saber aos que o presente edital
virem ou delle noticia tiveem, que nao
tendohavido licitante na primeira praca,
vSo a segunda praca na forma da lei,
com o abate de das por cento, no dia 5
de Julho vindouro, a urna hora da tarde,
no Pajo do Conceibo Municipal desta ci-
dade os bens seguintes : metade do enge-
nhe Humayt no valor de vinte e dois
contos e quinbentos mil reia /,22.500S''0")
cujo engenho foi avaliado por ciucoenta
contos de res e metade das trras do ex-
tincto engenbo Conselheiro no valor de
nove"contos de reis (9:0014000/ avaliado
por vinte contos de reis, cujos bens fo-
rera penborados aos berdeiros incertos
de D. Carlota A cioly Litis, para paga-
mento da i-xecuco que Ibes move An-
tonio Hermino de Senna.
E quem nos mesmos quizer lancar,
comprela no dia, hora e lugar cima
desiguados.
E para constar mindai passar o presen-
te que o porteiro dos auditorios publicar
e affixar na casa das audiencias, la-
brando a competente certido.
Dado
dias a contar da data da apresentaco,
e devem comprehender:
1." Planta e perfis longetudinaes o
transversaes do projocto das obras,
acompanhados dos competentes ostu-
dos de "nivelamento.
2." Desenhos parciaes dos typos de
galeras o maisfdetalhes concernentos
s obras d 2.a classe.
No caso de infraeco desta clausula
pagar o contractanto a multa de.....
50S000 por dia de demora, o, si esta
exceder do 30 dias considerar-se-ha
rescindido o contracto, perdendo o
contractanto, o deposito a quo se re-
fere a clausula X, alm da accao ci-
vil por inaiores prejuizosque lhe pe-
der ser intentada.
III
Cada proponene lr acom[)anhar
a respectiva proposta do una amos-
tra dos materiaes a empivgar, conten-
do, om inscripeo legivel, o nome do
proponente o adosigna9aodo material.
Estas amostras soro restituidas do-
pois de julgadas as propostas si recla-
madas dentro dos 15 dias quo docor-
rerom conclusao dosse processo, i
Thesouro do Estado de
Pernambuco
EDITAL
Da ordem do Illm. Sr. D.. inspector
deste thesouro, convido os Srs. possuido-
res das apolices do valor de cont de reis,
emittidas a favor das usinas abaixo men-
cionadas, a virem resgatal-as e receber
os respectivos juros, at o dia 30 do cor-
rente, visto terem sido as mesmas sortea-
das ; certos de que desse dia por diante
nao vencerSo mais juros as referidas.
Eu Hermeliudode Almeida Alc-.fora-
do, escrivao o escrevi, Jos Jacintho
Borges Diniz. Eslava legalraeute sel-
lado.
Nada mais continha no edtala ;ma
copiado do proprio original que fui affi-
xado ; dou f.
O escrivao,
Hernielindo do Almeida Alcforado.
O D'. 1 iio A*' 'i '' i ir* de Ljra jcii d- d
r'i'n d.ii'O'M i c...,'.- ..uiurif c -
pib I no K-i.|.k, ,;, ,-. i uadiCQ ro, w.'i i' u ic
da l;. e c
!"..-;i ..r o0 80*" .1- edita] vj-prn
ou a.ii. r-j-i-iJ u\r>A>, au.- lo --/., .. .;,
i. qli' r:., iy;t ti dP Jr.lll .i.i ,-,- .> biiiihi ;)g.
i.a <| hia-J-. ir'iH'.'', ii ^.!a da- and son*
U"3 lo*>r r-a* fe cre* a .it-u d-'
/ ,-..& *< 'fi-ri.ii, ,i.,,~-,, it .j o- -i:, ,-u.
credurns lictn tii- \ p-M- d* louis os .
i-o*, [ir u/]t- por cl'S s-j p^^v.: p*r* <..-.
rem rcr|n l>v. eommlsaso u.a ijod]ei .
ar,pen'a- o .-t'O Intiurk, d'c*<
i-i.i'io f -p- iiv.'t'ic totir. a nnino
i .i. a- r. ('. i : mit**, '.iu .'.- ji- o
Autonio du Coona a COO*OCO DdNaAlO, (ir;' !ai 11.n, o- C'SXOfKi
do rererido JoSo Autnk> da Jj;.h Ca'tt-Ua i--,
se reoirem oo , ar lodka^o-,
E rari! qn<>ch ROS a.> CinbecluKiitd -1- 101>"
roaiil-'i passar o prc'P iU-.--iiidi. qu- r- po'
nli a o prla iopr<04a .-; oh'o a iui tbe >
li\. :u uo luga' do Ci B U.ao i- asado o**ta ed.di' o n.'-if.-. -!;>>
til d^ r"rnciL'fiu o. aas 2i jb loiiru d- 18JI
PJ* tte dtpjIo- ppla n'it'ia na
i- i.'-, 21 Of Jaonj de 189t.
Don yni-o-.-M. e BMigoj. i,-;:-, 2t de
i -'89i
O nc i*4o ioUt n ,
B>cbu-fcl Fr.::cino .a Silvc r- Mcl.aJo.
Secretaria da Prefeitura
lieipal do Itecifc
e passado nesta cidade de Pal- exceptuadas, porm, as quera
nliarem proposta que for acct i, as
quaes ficarao om deposito na Kefei-
iira Municipal eserviraode padro
na ezeeus&o dos trabalhos.
I\
As obras abra .?'ero no mnimo a
superficie do duzontos o cincoenta
mil metrosquadrados de calamei, <-
comlagdo, meio fio o canalisaco,
corresp.uniente, ficaudo, entretanto,
entendido que o contractante so obri-
ura a executar telo mesmo preo o ex-
cosso do obra que for ordenado pela
Prefeitura Municipal o poder sor rea-
lisado no naso de 1 anno a contal
data da expirac&o do contracto.
V
As projtostas deverfto indicar o
preco das unidades, escripto por ex-
tenso e em algarismo, notando-se
que a unidado ser o metro superfi-
cial para as obras de ns. 1 a 5 da 1.*
classe e p ira os 2 typos de galorias
das obras de 2.- classe, e o metro li-
near para as demais obras das 2 elas-
ses, nao se Jomando em consideraco
a proposta quo infringir esta condi-
co.
VI
IIII-
I'.DiTAL
De ordem do Sr. Dr. Prefeito deste
Municipio, faco publico para conhe-
cimento dos interessados que, no dia
12 de Setembro do corronte anno,
nesta Heparticio recebom-so propos-
tas que serao abertas em presenta } ""Xl
dos proponentes para construeco o'
Os pagamentos sero feitos monsal-
mente e por qnr.rtoiro de obra eje-
cutada, om dinheiro ou om apolices
da muhicipalidade de juro de 7 % ao
anuo resgataveis no praso quo for
estipulado.
VII
As obras, medida que forom exe-
cutadas4, serao classiflcadas, medidas
e rocebidas provisoriamente, c s se-
ro consideradas como definitiva-
mente entregues tres mezes depois do
rocebimento provisorio, deduzindo-
so om cada pagamento 30*/o daini-
portancia do servido feito, os quaes
o retidos nos cofres dothe-
. Relafdo das usinas a qiu se refere o
edital sufra
TrapicheApolices ns. 2*, 32, 35,
4, 52, 104, 12'. !75, e 184.
Cara AssApolices ns. 10, 24. 37,
39, '. 54, <9, 108, 139 e 195.
BandeiraApolices ns. 28, 55, 79, 93; j
1\w!ta7l1so^Vdo1E"stado,3de! \\ C^menlj I MacAdam for- Jo prece.lent,, 10-/ ficarao u.
Julho d9 1894 niaJo por carnadas alternativas de i psito ate periazer a quantia de cin-
Servindo de secretario,
Bpaminondas P. Bandeira e ^Jde
Vasconcellos.
reparos do calcaniento das ras desta i *JV"RO municipalcomo cauefto da
capital, c respectivas canalisac."es do!no1 ext-cu,.'o do contracto, solidez e
aguas pluviaes, deaccordo c tm as se-1 oonserva^So das obras, at seu rece-
gUnt68 esnAnifiAflr7M < nnriHipni tlVO.
.
1.* cas
especifcacoes e condicos
-Obras de calcamento.
VIII
Das retencOesd' que trata a cndi-
lo
1 .* a ,i; : =9 .. .aria do Qove
"o de Pernambuco. em 3 de Jull
1894.
EDITAL
do Sr. Dr Oorernu
en .bervf-c;:i &o dispotto oa
57 Rg^Umento au'.xo m D.
u. 9420 de 28 d. Abril ae 1885
c alt^l ;=b.ixo traaecript...
por.dj e: cncurs com o praio de 30
(r oeata ata, oa officioa de 1
i' e pabt'Oo judicial e eoUb a .-
-V-. ^ ]acj o e*eoujSt- cr-
>< do mooicipio da Esoada vag-s
j f : atonto rio reepeciivo gerr*.tu-
r H .rio Urbtiio da Si!?.
O Brcretario,
I lo Augcaio Ferre/ra Litr.a
EDITAL
Jvi Mara da Koi> Carr&lno,
diieito do municipio E*-.
., do Eatado de Percaiabcco, etc.
F -. bar h quem interoisar posaa, ^v-
tmoin id.i concarsj, a rventia vitalioL
uffi;ioa de 1- UballSo do publico, ju-
d.e -. a notas e ecrivo privativo do jury
e es*ca$8oi crmiaaea desta moaicipiu,
pei lei geral n. 261 do 1841,
. c'.ikl. io cora a lei provincial c. 1093
re 1873 a vagos pelo falleoimeoto do res-
pct;c > aorvestaario vitalicio, Hilario JJr-
' S Iva, o Exm. 8r. Qovernador
do ''.. i, oq o&zii 22 do correte
dou qae ia ^flsaaaa novoa di-
ts<*, vij(o tar o nico candidato quo se
apfacntoo ao provi/uoato dos referidos
i ffiai- Hisstido da aua pretoccia; pel.
qoc r iv da, aoa pretondoatea, a apres93-
tr--r 8 ---i r-q'ieri_eat0B uo praao l'ega',
cu aooordi c.m o art. 210 e aeut ||, 4c
Rgai.aicit; r. 9420 de 28 de Abril de
1885. *
- E pfi* que abogue o coohocimooto de
lodofl aaadoa passar o preaeqja edital, qae
era afflcaJo ao lagar dvcostumft .
:iado por carnadas alternativas dejP08^ wfezer a quantia (
areiaepedrabritada de 0"15 a 0,"25 coentacontos dereise final c
I de ospessura. hrs, e os ros
2." '.' tlcamento a parallelipipedos 20*/. s como garanta da boa conser-
|de0,"^0 a O,'^." do comprimento ej^ac recebimentos proviso
podendo estes ser levantados pelo
ouclu-
os restantes
.O,":!] a0,""15 bre leito de aris de0,"15 l de
ospessura, em terreno previamente
preparado.
3." Calcamento' a parallelipip
do 0,"20 a 0,m2 de comprimen
0,"11 a 0,"15 de largura com base de
Mac-Adam de 0,_15 a 0,m25 de ospes-
sura.
i.' Trabalhos de reparacao de cal-
cament >.
5." ConstrncQo de lagedo do pedra
calcrea com rejuntainonto de arga-
massa de cimento e a reia em partes
ignaes, entranhado de 0,ml no m-
nimo.
6." dem de meio fio com juntas
igualmente tomadas argamassa de
cimento e areia em partes iguaes.
2.* Classe Obras de canalisaco
comprohendendo :
1.* Galera de seccao ovoido, com
fundaces de concreto e paredes de
alvenaria de tijolos construidas com
argamassa de cimento o areia, na
proporc;ao de 1 de cimento para 3 de
area.capeada com argamassa de Ido
cimento para 2 de areia, tendo:
1:* typo: eixo maior l.m5, eixo
menor 1,"0, ospessura 0,"25a 0,m30.
. 2.' typo : eixo maior 1,*0, dito
estes ser
c tntractante medida que os r cebi-
mentos de obras se toruarem difini-
vos.
IX
Cada concorrente monciorcar em
sua proposta por si, ou por bastante
procurador, seu domicilio legal, de-
vondo cada proposta referir-s3 a am-
bas ;ts elasses ele obras nao se toman-
do em consideraco a proposta que
n&o satisfizer a esta ultima cndilo.
X *
Cada proposta devora ser t.compa-
nhada do conhecimonto da Tbosoura-
ria Municipal de ter o concorrente
feitiV) deposito de 5 contos de reis,
em nooda ou em ttulos da divida pu-
blica, o qual lho ser devolvido si a
sua pro posta nao for acceita, e, caso
seja, ficar, como caucao que perde-
r, si nao se apresen tar qua nao for
convidado pela Prefoitura Municipal,
sendo-lhe restituido, dedusidas as
multas a quo se refere a condicao III,
XI
A concorroncia versar sobre :
1." Idoneidade e habilitares do
lUmidega de Pernauabuoo
0 conselho para o contracto do fornecimento
dos gneros s pracas, dietas ao Hospital Mili-
tar e para o tratasento e pasto dos cavallos do
contingente do 9." regiment de cavallaria des-
tocado ne9ta Estado, recebe pronostas no dia
7 de Julho correte, s 11 horas da manbS, no
Quartel General do Coramando do \ Dislricto
Militar, onde funecionar para o referido con-
tracto, de 16 de Julho 31 de Dezembro de
1894, constante da relajo abaixo.
Para a guarnigdo e Hotpal Militar
Aletria, kilo.
Araruta, kilo
Azeitc doce de Lisboa, kilo
Dito dito dito, litro.
Assucar refinapo superior, kilo.
borracho, um.
Biscoutos, kilo
Carne de vacca com osso, kilo.
Dila, dita sera osso, kilo.
Cha verde Hysson, kila.
Dito prelo, kilo
a em grOo, kilo-
Dito moido' kilo.
Carne de carneiro, kilo.
Ca-vo vegetal, barrica.
Feij3o mulatinlio, kilo.
I'ito dilo, l'tro.
Multe, kilo.
Marmellada, kilo.
Peixe fresco, kilo
Tapioca, kilo.
Toucmho de Minas, kilo
Vinlio linio, kilo.
Dito dito litro.
Dilo l"i;ueira, kilo
Dilo dito, litro.
Verduras e temperos, kilo.
Vinho br.mco. litro.
Feijao preto, kilo-
Ditt ditt, litro.
Frange, um.
Gallinha, urna.
Ilaoteige inglea, kilo-
Dita franceza, kilo.
Sal, litro.
Dito, kilo.
Vnssoura de Piassava, duzia.
Vinho de pasto superior, litro
Leite, kilo.
Dito, litro.
Axnl ultramar, kilo.
Amanillo francez, kilo
Pincel para caiar, um.
Dito para pintar, um.
Roxo lena, kilo.
Secante fezea d'ouro, kilo.
Dito de zinco, kilo.
Cal preta, alqueire.
Batatas inglezas, kilo.
Para a cavallaria
Paslugera dos cavallos, urna.
Condi(e*
I."Todos os gneros sero de 1* qualidade e
os fornecedores deverao salisfazer os pedidos
d'-ntro dos prazos marca los dentro dos respecti-
vos contractos, eniregando-03 nos quarteis e
hospilal depositando na Alfandega urna quan-
tia cunto cauco que ser arbitrada pelo conse
lho de fornecimeeto.
?. Quan'o a invernada de cavalhada o con-
iractante obriga-se a dar por dia duas racOes, a
rada animal, de um kilo e m:io de milho cada
urna, sendo a distribnic&o feita pela manli.'i e
tarde, devendo haver abrigo de telha ou palha
no terreno paraos cavallos, e accornuiodaces
para as pracas encarregadas do tratamento dos
mesmos animaes
3." As propostas deverao conter declarado
expressiva de sujeitar-se o proponente a multa
de 8 / da importancia que montarem os n-
meros de artigos que forem acceitos, sedeixa-
rem de comparecer para assignar o respectivo
contracto dentro do prazo que Ihes for marcado
pelos iornaes.
4. S podero concorrer ao fornecimento os
candidatos que se habilitaren! na forma do art.
i do decreto n- 76S5 de 6 de Marco de 188 .
5." Os fornecedores serfioobrigaJos a vender
o expediente pelos presos do contracto que as-
signarem, aos officiaes dos respectivos cornos e
fortalezas.
6." Na falta de liel cumprimenlo de qualquer
das obrigacOes cunlrahidas, os fornecedores fi-
cara'iijeiios a pagar a multa de 2a do va-
or dos gneros c artigos rejcitados por ra
qualidade ou uo receltidos em lempo, obrigan-
do-se alm diste a substituireru n'o ou pagar
<^m continente os carpos, sos pena de multa de 1U / do rsspecti-
vo valor.
7." Na falta de fiel cumprimenlo de quaesquer
das obrigagues a que se sujeitarem pelo irata-
menlo dos cavallos, o contractante ricura sujeito
u multa de <0 por cada eavallo.
8." Os concurrentes sao obrigados a apresen-
tar as amostras dos gneros ou artigos que fo-
rem julgados preceos pelo conselho.
9. As propostas sero apresentadas era du-
plcala ats II horas do referido dia, em que
all serao abertas e apuradas, em presenta dos
proponentes.
10. 0 contractante obriga-se a fornecer por
mais 3 das, alera do prazo do seu contracto.
Allandega de Pernambuco, 28 do Junho de
1894.
O inspector.
Alcxindre da Souza Pereira do Carino.
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escripto ros
menor O,"^, espessura 0,20 a 0,25. proponento, devidamonte coinprova-
2." Bocas de lobo parajunecao dos das.
ramaes de 0,70 de altura e 0,50 de lar-
gura,
dem, idem de0,-60 por 0,"40.
3.* Chamin.de vontilarao e vistu-
ras de 0,80 por 0,m80, com o com-
petente tampo de ferro fundido.
CONDICES GERAES
I
As obras serlo executadas, de con-
formidade com os typos adoptados
poja Prefeitura Municipal, cujos de-
senhos e descripc5es poderao ser exa-
minados, a contar do hoje, em todos
2." Proco das obras.
3." Praso de conclusio de i.oaos os
trabalhoe.
XII
O Prefoito solicitar do Governo do
Estado o auxilio pecuniario que for
nocessario para que as obras projec-
tadas nao sejam interrompidas por
falta de recurso*.
Secretaria, da Prefeitura Munici-
pal do Recife, 12 de Junho do 1894.
O SECRETARIO
Joaquim Jos Fet reir da Rodia.
'.'oipaobia de Tnliss Mim
do leetfe a 02 sftenbe
JUROS DE DKBE?iTfiE :
Para o lebenltres,
Bbmeitidoa prece i lor ibescoreira no pee:.
o^; li | 7
Coras. I :: t I
|i ;.h r.;.a-: e
o ..i'- fortn das Dieta.
P.;ire, dd Jeltiuue 1894.
O rti'vcior prtgiipnte,
A: Perera Eima.
Campanhia Manufactora
de Phosphoros
SSo convidados os Srs. accionist j a
realisarem, dentro de 30 dias, a contar
da presente data a 6.a entrada de suas
prestacoes razao de 10 O/o do capital
subscripto ou 20$000 por accao em mao
do tbesoureiro, ra da Madre de Deus
n. 22.
Recife, 25 de Junho 1894.
O director secretario.
J. P. Gonsalves da Silva.
Irmaudade
DO
SS. SacraiMio do flecie
sao de uovo i onvldados os irmSos deata ir-
oaoilaile a comparecen m no consistorio da
'<*)* 'lo Ci'pj Santo no da S do correnle. i
tior da tarde, para elegerem a no'a mesa rege-
dora.
Becife, 5 de Jaiho d IC9A
M J. Ja Silva Guimaraes
Escrivao.
' IR)11\DAU|
DAS
Almas la matriz da
Boa Vista
De or en da mesa regadora, convid a todos
o ooteo carissl < os imiaos para coooparecerem
aua noiso cocststarlo pelas 6 horas da tarde do
dia 5 do corrate (qnlata-leire) para discutir-
mas a reforma de algnos arligoa do nosso com*
p omisso.
CooMetorio, S de Jolbo d.> I89i.
0 escrilo
SebastiSo Aoaral.
Baacos
Banco EmisgorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Fernandos......Ra do Commercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tones.......,......Ra Bom Jess a. 64.
Banco de PernambucoGerente William M.
Webster........ Ra do .Commercio n. 40.
Banco da BolsaGerente Pedro Jos Pinto. Praca do Corpo Santo n. J.
ompanhlas de MavegacMo
CariocaAgentes Pereira Carneiro 4 C Ra do Commercio n. 6,1. andar.
Chargeurs Reunis (Franceza) Agente Augusto
Labille...........Roa do Commercio n. 9.
Comnanbia Pernambucanade Navegajo a vapor
Gerente Coronel Ulisses A de Carvalho Caes da Companhia Pernambucana n. t:
Companhia Messageries MaritimesAgentes H.
Burlp ft C...........Ra do Commercio n. 42.
Lloyd BrailleiroAgentes Pereira Carneiro & C Ra do Commercio n. 6, Io andar.
Norte e SulAgentes os mesmos.....Ra do Commercio n. 6.
Pacilic Steam Navigation Company Agentes
Wilson Sons 4 C. Limited......Ruado Commercio n. 10, andar.
R Cross Ldne ol Steamers. Agentes Jobston
Paedter4C............Ra do Commercio n. 15, l. andar.
Companhlas de Segaros
Companhia AmphitriteDirector Artbur Augus-
to de Almeida...... Ruado Commercio n. 48,
Fidelidade da LisboaAgente Miguel Jos Alves Ra do Bom Jess n. 7, 1. andar
tndemnisadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............Ra do Commercio n. 44
Nortb British Mercantile-Insurance Company
Agente Wilson, Sons 4C Limited Ra do Commercio n. 10.
Phenix Pernambucana=-Administrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n. 46
~ Conapauhias d.lv. rsas
Companhia Adria.Agentes Jonston Pater & C. lua do Commercio n, li!, I." andar.
Companhia de Productos Calcreos.Gerente
Caetano da Costa Moreira......Caes do Apollo n. 73.
Companhia de Drogas e Productos Chimicos.
Gerente, Francisco Manoel da Silva. .
The IS'orth Brazilian Sugar Factores Limited
Gerente Henrique Swales......
onsjgiiacoea e comnalases
gusto Labille.Casa de Commissfies e Con-
signagoes...........
Beatty Altgeldt 4 C Casa de Commissoes. .
borstelma4 C Escriptono de Commissoes e
consignares..........
Carlos Rabello 4 C. Casa de commissOes.
Joao de Meira Lins.. Casa de CommissOes .
Johnston Pater 4 CCasa de commissoes e
consignagoes ........
Max Drechsler casa de agencias c commissOes
Machado Pinto 4 C- -Importadores, exportado-
res e commissarios.........
Manoel da Silva MaiaSuccessores de M. Mala 4
C.-Escriptorio de commissoes ....
Manoel Ferreira Bartholo CEscriptorio de
commissOes e assucar.......
Pereira Carneiro 4 CCasa de commissoes. -
Silva Guimaraes 4 C. Escriptorio de commis-
soes e consignares.......
Souza Pinheiro 60Escriptorio de commissOes. Ra do Bom Jess n. 7.
Agostinho Costa Fiuza successores de Tava-
res de Mello, Genro S CCasa de commis-
soes ............Largo do Corpo Santo n. 15 andar
Theod Just=>Casa de commissOes e represen-
tares .........Ra do Bom Jess n. 02,
Wilson Sons C. LimitedCasa importadora de
carvo de pedra de todas as qualidades Ra do Commercio n. 10 Io anrf ar
ArMazens e lojas de fazendas
Andrade Lopes 4 C. Armazem de fazendas em
grosso .........
Andrade Maia grosso e a retalho ........
Francisco Gurgel & Irmao.Loja de fzendas e
modas .... .....
Joaquim Luiz Texeira 4 C. Loja e armazem &e
Fazendas das Estrellas.......
Loja do Coelho Sortimento de Fazendas e
Modas.............Ra da Iinperatriz n.
Olyntho, Jardim i C. Armazem de azendas
em grosso,...........Ra Mrquez de Clinda n. 16
Rodrigues Lima 4 CArmazem de fazenda3 em
grosso............
Jliveira Basto & CArmazem de miudezas,
quinquilharias e l'erragens em grosso .
Vianna '.astro 4 C.-Loja de ferragens .
iMllfll
Joaquim Alves da Silva Saotosrmazem de
magames......... .
E.! Purcell.Ljtbographia e TyDographia a
vapor............Ra do Mrquez de Olmda n. 8
Farinha de trigo
Machado 4 Lopes.Armazem derarioha de .
trigo. Importador........Caes do Apollo u. 47.
Armazi-ni de bacalhao
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Ra do Torres o. 34, 2- andar.
Ra do Commercio n. 9, 1- andar.
Ra do Mrquez de Olinda n. 52, 1" anda-
Ra do Commercio n. 18, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31. 1. andar.
Ra do Bom Jess n. 44, I." andor
Ra do Commercio n. lo, 1. anda
Ra da Cruz n. 16 e 18,
Ra do Vigario n. 19
Ra do Commercio n. 7, 1- andar.
Ra do Bom Jess n. 4.
Ra do Commercio n. 6, 1' andar.
Ra do Commercio n. 5 l* andar.

Ra Duque de Caxias n. 52.
Pateo do Livrameuto n.- 22.
Ra 1 de Margo n. 20 A
Rui Duque de Caxias ns. 36 e 38.
06
a n.
Ra do Mrquez de Olinda n. 20.
Ra Mrquez de Olinda n. 17.
Ra Duque de Caxias n. 115.
Ra do Vigario n. 13.


eixas IrmaosImportadores de bacalbo .
lieiloelros
rhomaz Jos de GusmoAgeuit de leilOes.
FntadJcdes
Largo d'Alandega n. 3
Ra Mrquez de Olinda n. 48
Ra do Baro do Triumpbo n. 44.
dem n. 104.
.Idemn. 66.
Ra do Bom Jess n. 62
Ra do Bob> Jess n. 3, i-
Ra 1- de Margo n- 18.
Ra do Livraraento n 24
Praga da Independencia a. 36
Alian Paterson 4 C Fundicao geral. .
Cardozo 4 Irmio Grande rundigo de ferro
bronze...........
Luz da Cruz Mosquita. Caldeiraria e fundi-
go de bronze..... ...
Dlrcrsoa negocios
Abe Stein 4 C Negociantes de couros em ge-
ral e borracha .........
tobach Broters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportago .
Fa^ricr c loja* du cateados
Albino Cruz & l'.Botina Maravhosa -Loja de
calgados cstrangeiros e nacionaes
Braga S & '. Fabrica de calcados .
FaS^fica de C&r.peos.
Chape!;ua VictoriaVariado sortimento
Chapeos para e senhoras. *. .
Sert-iiria vapor
ose Rufino Chinaco ca Silva. Serrara a vapor Caes da Regenerlo u. 24.
Armazeia de faino
Almeida Machado & CArmazem de fumos,
papel e outros gneros.......Ra da Madre Deus n 36.
Arnax^oii e ehtva
Domingos Ferreira da Silva & C.-Aamazem de Travessa da Madre Deus n. I.
ros J-estiva em grosso.....
Gachlmeoo de agn^rdette
Fabrica de finaos, agurdente emel.- Pinto
Ferreira & c......... Afogados.
Enchimeto de alcool. [gurdente e mel. Pinto
Ferreira C ........Caes da Companhia Pernambucana n. 3-
Jlercearlas
Neves Pedrosa \; C Mercearia.....Ra da Penha n 23-
Pofias Vendes & C.-Gneros de Estiva em
grosso e a retalho.......Rui do osario Estreita n. 9.
Typograpkisft e Litographia
Atelier Mirauua l'vpograhliia e litographia a
vapor, pautago e eucaderaagao Ra Duque de Caxias n. 37.
Kerozene c cemento.
Fcnseca Iraios &C- Grandes importadores e Largo da Alfandeg n 2 e ras do BarSo de
exportadores..........Trinump o ns 6 a 8 e dos Guararapes n.
.->
Iadustfia At Chapeos
n;:r
Jar 1 .'e obi^acOee
Cjafii> aos porlaiio. a de nicles da obrig>-
5<5es de ti c asi snila recebe tu es juros tos
meemos relotlv. j ene eo remestre Bodo n*>^ta
data, t-ssim oumo a t ocr 01 actores ii'u'cs
pelos noi'08, i!p acord aom o decreto n. 177 A,
de 18 de- S.nasibrnJc 1893.
Recife, 30 de JobbJ c i894e
Ji\ Gomi-s Gaorbes
Tbesoureiro
reat. Western of BrazU
Railwa).
Aviso
Em rcnpqoeDci ''a cjplcsa cbnv darama a
ooote taesa'la, lija Buepeass aM Bogan,
dem. a Iraeaporte Je mercadorbs Je'tacSv/ do
Recife pa e o iota-io' p if-verpa, conilouspio
porm a serrx t-.pacliadas da fsiejao de Ca-
maratibe rara o oierlor e vice-^rii.
K bigagtm poie tet d|^>acbaa do Recife
para o Interior e vicfcrsa, tend cada voinme
peso inferior a 30 kilo-*.
O trasporte de parsageiros feito com bal*
de=<,ao |n'.re as eattcOM de Macacos e Cmara-
Hio*
Escaiptorio da (upsrioten lencia 3 de Jolho 4o
18940 eoperifflelWftite
. J. H. Ccnooly.
DerbyCyubde Per-
zambuco
assenibja geral
1' convocagao
Ma leu-1o compaiixido nomerc officienle de
cctiaiaiss para a reuMauconvo-ada para boje,
pero prosete eo no?amm9 convidados oa 8ra.
are, nistas desta f.ocledade & coaparecerem no
Ha 9 .o corrente, na secrotarla desta sociedade,
i.a Duque de Casias u. SO, I- andar, i hora
d% Carie, afin de elegerem doos directores, itte
os leiloi nSo terem acntio, e Dio har; aebe-
Maj'OO.
*Sec elaria do Derby Cob de Pernambuco, 3
e Jolbo de 1894.-0 director 'besooreiro
h'L. Taixeira.


1
I1EGVH
v>

a
..







V

Blai*tttt> 4te yejpp amlHig-*^ 4|iuta-riMra S & ^MtHto te l-gjHa
Companhia Ferro Car-
ril de Per namb* co
Aviso
Esta Companhia avisa ao publico que,
de conforniidade com o que foi reaolvido
pelo Exm. Sr. Govarnador do Estado, as
cadernetas de coupons de me:a passa-
gem, actualmente emittidas, so" servirSo
para passagera em seus carros e cuja
importancia nao pagar em seu escrip-
torio ; bem como declara que achando-se
esgotado o praso limitado pelo governo
para o recebimento nos carros dos bilhe-
tes da emisso anterior, devero estes
ser trocados no sea escriptorio.
Rccife, 4 de Junho de 1894.
bclippc (TAraujo Sampaio,
Gerente.
Decima urbana
De ordem do Prefeiio faco publico a
quem pcssa interess&r que no sabbado,
1 o crrente, terminaro os 30 dias
uteis marcados no Regulamento da Re-
cebedoria, art. -10, para pagamento do
1.- semestre da decima urbana deste mu-
nicipio, ficando sujeitos a multa os que
nao pagaiem ato esta data.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recif*, em 4 de .Tulho de 1894.
O secretario,
Joaquim Jos Feneira da Rocha
SEGURO CONTRA FOGO
Coanamnnia North British & Mer-
cantil c Insurance
Capital subscripto 3,000,000 0' 0a
Fundos aecumuados ,9,452,452, 18d 5'
lliCEITA. ANNUAt
De premios contra
Fogo 1.495.418 10*
De premios sobro
divida :992.379 6'
"^^"^
6d
Ia
Pttfc S era JSaiigation C^Dz-ISoys! Haugarte ffci taiga ton
'psrcy Cdffljiaiiy Aria Limited
STRAIT3 OPAIAtBtLAM UNE
O paquete tiguria
Pede-se ao Senho-
res consum mido res
me queiram faaer
jualquer commucica-Companhia
. 1 ______2 ___
2.4*8.196. 12' lld
N; B.A repartico de fundos aecu-
muados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transacces fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilsou, Sons & C..
Lloys! Brazilelro
PORTOS DO NORTE
O VAPOR
Pernambuco
Eepera-se dos
ponos do norte
tu o dia de
Jc'no Mfl
Ota da Eo-
ra inuiTpeu.-avel para
Macei. Bahia, Espiri^o-Sntu eRio dt
Janeiro
A3 enccmmendas aero tecebdaa a'5 i hora
da tarde do dia da sabida, oo trapiche bir^oea
no Caes da Cotnp:rib'?erQintBv'Qa n. i.
Para carga, pasesgens,
re9 tarta se cem os t
Agentes
Pereira Carneiro
'[la do ComT'Tcio
1* andaj
encoramcodae val:

n.
c.
cao on reclaniac,o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde taiul)em se re-
cebera quaiquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Mano el Antonio da Sil-
va OKveira, Hennillo
Francisco Rodrigijes
Freir e Joaquim ^n
tomo de Castro Nunes.
Todos os recibos
de sta empreza deve-
ro ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente,
sem o que ufe tero
valor algum.
Samuel Jones
Gerente
BaMana de Navega'
#, a vapor
Macei Villa Nov?, penedo, Araesi, Es-
to ocia e B&hia
O VAPOR
Principe doGrao-Par
Comnismdar.te Livramento
E' esperad! da portera
cima li 0 da oe Jo-
Itoe depcis da demora in-
dispcnav.l regroseara para
os meetno.3.
J*ara cirga, passapens rncoemendas a dionei-
ro a frele, lia'. se co"i o
AGENTE
Pedro Qsorio de Cerqu^ira
Bug do Vigario n.
! andar
Royal li
Oti
M


Epera-= Jo enl Ele o dia
1 de Jfllbo seguiQJo
ciadim-u docostume para Li-
verpool coui escala poT
falsooa, Ln tflllfcc aPiyaa^nSi-
Este vaper, a:fim como lodos os ogtro'desta
C)mp2oh a, nao lostrlj mala en fkniUae (Bor-
dean) e eiTj ex. La psWee (Li KoateHq cas
vlageos de ida e Bevido a e^ia alloaco os v.iores eai visgacs
de regresso ctegarl) a L'-v io:>l ua di* ales
do lempo comitDJo da iagem.
Fcra carza, pssdagem.eo^^miaeDiaa e diahel-
roa (rete trata-se com oa
AGENTES
Wilson, Soas k 1., liBied
10RA DO COMMERCIO-10
O vapor hngaro
Na^y.Lajos
E' e -"p erad o do
Trirate a' o dia
n iio crrente e
i do dppti
Hamburg- Suedame.'-ikan i
cho Dampfschifffahra
Gesell
sc^al
O vapor Cintra

E' esperado do
-_. eul a o d!a O
-r^deJvo rrfaTa*
^-y^o dep.o"L- dac";*
Di Tc\
AVISOS DIVERSOS
Vende-se cma cisa de peira eca', com 2
salas, 2 qir ri-no propr-o, bm rrhoiissdo e eon turixa de
caplE,, tenrto ce-ca de 300 palmas de frecte, no
icrgo dos R-rredios, pr. x m> ;i igrt-ja ; e bera
asim qoitro vac-b ^e leite, ef-tando Uti'is prs-
C8 a ler ci1, todas dfl mcito hna ri-ga a I
na ca-a cima tre .clonada, on ni ru3 do Impe-
rador p. 71.
Kahia, ?iio de Janeiro e Van-
tos
Para csr^a, paasog^BB encomn-
ro a ir>"-o : trta -" n
AGENTS
c l-
<7
R'ia do
rser &
C.
7oW"
1 andar
:.!
Para
Paru o port^clEa segee oetUt Ha o
Pr-coo aourc&co
Havilah
De priraeira classe A (I)
Recete carg) r freiaiMii .'ora a
CONSIGNATARIA
Companhia Iadoatrial Coaamjrcio do Es-
tiva
R?, do Amorim u. l8
L.jra bcst'fl pfcfi
Lisboa e
Hamburgo
Esta vapor iluminado & la eiectrics
a cffereco eptimas Mffoaraiedi^So aoe
S'8. pasesgeiros,
Eato Tpor entrar nc porto
Pera csr(;a e encorrKeaJps tic, tritu eos
,3
ConsgDBtena
erstelniann
&C.
18 -RA DO COM M ERCIO -18
'' andar
a.
rmn
0 novo paquete
JNile
Commasdanto J. D. Spooaer
SEGURO CONTRA FOGO
Rojal Insurance Company de
vcrpool
CAPITAL t OO.OOO
, LARGO DA COMPSIIIA N. 6
Li-
COVPANHIA TETHVS DE SEGUROS
' MARTIMOS E TERRESTSES
BA DO VIGABIO N. 1,1. ANDAR
Directores
Barao de Souza Leo.
Thomaz Comber.
Julio Cesar Paes Barreto.
THE IMPERIAL INSURANCE CONPAKY
LIMITED DE LONDRES
Eslabelecida em 1803
capital i ,,
(Rs 4,000;000i00)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
TAI XAS BAI XAS
FROMPTO PAGAMENTO DE PREJUIZO
Sem descont
Agentas
B&OWXS C.
E' espertdo dos por'oa da
Ecora a^C o da II rio cor-
rente e segoir depois c'a ce
a;o:a iar.;.. SEGUROS MARTIMOS CONTRA
_ FOGO
Companhia Phcnix Pernamlm-
cana
RA DO COM HERCIO_________
COM'ANUA ~
DE SEGUROS i ONTRA FOGO
De Londres e Aberdecnj
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.G00
Fundos aecumuados 3.000.000
Receita annual:
De preaios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De uros i 155.000
Agente em Pernaibuco,
Boxwell'fcVii^m&.C.
DE EGURSMTOS
F(]GC
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
PORTOS DO SL
O cove e axpendido paquete
Danubie
Coiaaicudante C. Hicka
W fperado dn sl\ a'.
dia 11 do corretite segni
vf do epoi da demora ia d
?eo;avel para
L boa, Viga c SooiBin>p
S. B.Frevine-E. eos 3rn. rece-bedorfa de
Qjercadcrias, qoe a Companbia Ma!a RealIoRle-
la, conlracoo coa afltnersl Stratc NsvegatioD
G3r-r*05or servc^dc vapores semaoaea job
tEr'.irjJo te Prteaox, Cogna, C(iar6Ql etc, de-
ea ebegar a Sootbamploo a empo de baldeia
rem as carcas deetinajUa a America do So1.
para ob vaporea des's ccmpu^i ;
RednejSo noa pre^o* dfe pauagftci
\A& lia e+olto
k Llsbok t olas 6 SO *0
VScB?hDI.tC24,C-.6M C 53 2 4J
Caxarot23 reEerwdo^ para n psisa(??irji oe
PeroaibC'.
Para pwsagtMl rets?.cco2atac^irata-u
rom oa
AGENTES
vl. 3-H;. '-:-n "-N. 3
LINHA .MEK AL
-Paquete Equatcur
ComraiodaDtci Lirtignio
E'esw^do doa pinos do eul
a' o dia
5 de Inlh de 19.fi
t-^uiado depoii da i.e-;eceara demora para B3
deaos com esrala por
Dakar e Lisbo*;
Tara carga, pa83geas, encommendas 9 d-
obtiro a frete trala-se com os
AGENTES
Vapor Cordouan
Ealrar co porto
*!' H^fisfat'o -; Ejropa por
ILIA GRANDE al odia
5 de tftilbo do f 94
jegnitido depois da demora necesaria ^ara
Rio de Janeiro, Santos, Mootevi
do e Buesoa-Ayree
As merdcris8 da Eoropa pels refer-
d.s vafees maedades liba Crasde
por crdom do gnveroo eato aajt-iua a 23
por centft de premio s^bre o total do
trete tsarado coj -tapeelivce conheciroeD-
tos.
!'.-evice"Ee anda e^ s Sffl. raeelMdaru de rser-
dorias qoe se atteeder a reclapjjfCes por
(al a3, que orem reoonhecita0 na occasiSo t'i
laccarga dos volara es ; e que dsstro de i8 ho
ras a contar do dia da dec-carga das a'vareagar.,
deverao aier qaalqDer reclamagao coQcen.ec-
te a volumea que porveniora teaba seguido
para os portos do sel. alira de serem dadas a
empo as provideacias aecee:!arU3.
Roga-se aos Srs. passageires te g preeenta-
eai na ves pera da ebegada do vapor para toma
em as saas paesagens.
Pra a ra'ga. paesagena, tncommrndas e di-
Cbelro e frete, trata sa com es
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commerao42
cBMGEcas -miis"
Companhia Franceza
DE
eo a vapor
Compaoba RadiBri de Sainas
ISossor-Assa'
O vapor nacional
A guama
Cautefl-iJ do Monte
SOCCOT70
Ooro. prata o brilbDDl
Sendo de roa qoalHade e em obras iprovei-
tav'-i, cboa&ra-e r-'A mator prrf> dj aicrco 10 :
aa roa.tt/e:'.i tt i. -, i>ffie(M Je reio
oeiro. __________ ___________
Sitio venda
Vende-sj o grcue eij !.;f.*y, com UHWl
f't'.c llerai, f;r-;r le b3ixa ce ejpim, exee. otes
terreocM par;. p.>- q 9, ajaj :c\
lita l rta a oa
rg ia ; trtj toea^o de
. jur.;o a L-a-
jSo C i'-.i'ir i, an l)o(M feWia l.-iXtneS.

Mi|;M"l luH 4?ve*
D. Joonoa rsula Moreira Alves e tea Albo
Jcs Bocelo More.ra Al3 a [ ;i-
mt) do coradlo a totfta jb peaaaa qoe re dtgnv>
nm campuiiiar i tu utiraa or da o ssa
idolatrado esposo o pal, Miguel Jo. Altea, e de
novo convidara os parete* e amigos e !>ado
p ra ssaiarem a ufases que .audaro cekbrai
na aiatriz a Boa Vis;;, stxta ftlra 6 de ,:bo,
.8 8 bo-as da manba, cetimo dia do bu (sil ci-
DJP't'l
3!

Mana
Olind
Ealrado de lU>au, pe
gco cesli a potaos
[,,-a (8 pr.rtoa do !'. o
Jar.i i-o, It o Grnd- dn
So!. Ptlolae, Porto Alegre
Para carga. raerawieoda> e d:i li ro a frete
tra'r-- rem o agente
Joo Maria de Albunuerqne Oliveira
Hoa do Comm rero i. 14 l'jiodar
M
Qain a elra, S, deve !er logar c 'e:lo de
ocna luob'lia, tjp-ks. efieirsa e Bulto* ootroa
oiovpi de casa de f.roi;", a ra da Sandide
ii. t.
Lei.o
De urna tnob'a i u^z X/ coa 1 Wf, 2 op.
solos, & calfiras ue bracos e 12 de :-uarG!o, i
mesa oval ccui ci>jra, i Bttsgeres, i jarros, t ta-
peta de >-cf 5 dit s da porta e 1 estrira nova,
forro de sila, ganJe.
Sala de jac'ar
Urna mesa, i goirda Icjci, aparaderas. sotas,
c*aeirr.s avolsas, icoja, vi iros e mais objectos
de cafa de familia extrtcnVa na cosa aa roa da
Saudade os. 14
Quinta-te ira, 5 lo co/rente
O.affenie Pinto levtrt a !"ilao 11 e 1/ ho-
ras eic p.Tr.lo a mcba acuna u' L.eiorarfa, srr-
viodo de bafe a offeMa ji ebiida o.e 700OGO.
C o iicO-n
O arren-atanta tomar conta r'ndo o ic'.o da
arrematac1. PO" i* a aclisr iia cea alegada.
Leilo
De aien-;^ ava idae e limpai
Constando de 18 pteas de m;dapolao, alaria-
tu, 15 dit^e de cuita, 6 Jilas di estopa, tamb6m
avariadas, 150 peca3 de madapolo. limpo, e di-
versos ItDp. de baosjeirae cacionaes.
Quinta-feir), 5 do corrente
As K\ toras
Ufo armazem travessa do Corpo Santo
n.27
Pelo agente Martina
Leilo
Xa? rg
i Liuba regular
Peroamboco,
c Santos.
(!
'-J-!,-J.il
PORT05 r O NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Messor,
cty e Cear
O paquete Una
Conimandante Crraho
Rl
tn-
COMPANHU
CONTlA
DP3Fiao3a^ssa /sfa
Capital de arantia:
c8:511):^0pr00
BA d\ l6 RIO DE JANEIRO
AOKNCIA EM. PERXAMBUCO: .
BA DO CAB0G(K. f 8t I." ANDAR
Cauta do Cotrsw 210Reci/e
floaiinpr.i A. de Almfeida
Agente representante
Se d- pira os
portos cima ln
dlcadcs no dia
11 do correte
a-: 4 horas da tar-
Recebe'carea, encommeedas, pseasgeni e di
nbeiros a frete at 311 horca da rcjnba do dia
da partida
ESCRIPTORIO
Ao Caes da (,'opanh _______r, !2_____________
Gompanhia de Navegscao
Carioca
PORTOS DO SL
O vapor Cometa
E' esperado dos portos do snl
ata o a i O dtrJolho se-
liaindo depea da necessarla de-
ectre o Havre, Lisboa,
Babia, Rio da .Janeiro
Ri de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sul e Pelotas
Para passagtns, freles e encomiendas tra-
la-se com es
/ AGESTES
. Fercra-Carneiro i C
6Raa do Gommercio 6
* 1-^pd.r
O vapor
Ville de San Nicols
Commandante de Saint Jores
E* esperado ta'Enro
paj a.' o da 5 do
correte sepoindo de-
pois da Indisp-n-aTtl
demora para
BaMa, Ro' dn fsnclro e Sae-
tas
Este vapor entrar no porto
Rog-8e acs Sra. importadores de car.a reos
vapores desta linha, queiram aprsenla.* den
ro de 6 diaa, a coo'ar no da eacarga das al
varen gas {jo'ajijner rocl*mac3o concernente a vo
lomes qoe parveniura teniam aejjsio para <
partos do aol. a im de te podsrem dar atembe
as providencias Qecassarlas.
Espirado o refertSo praio i companbia 080 bp
resp asabilisa por extravos.
R- :fbe Carga e encmmeardas a tratar com o
AGENTE
Augusto Labiile
9R"a dn Coromereio9
De bona moveif, p.aoo, ricos espeibos. qna
dros, porcelana!, louga?, vidros e di-
versas plantas
StxU-feira 6 do correle
A'. 11 horas
No I* aedar do eob^ao raa B3rao da Viclo-
ria n. 46
Constando:
D 1 plano do tabrirante Ben'y ttf't, mobiiias
de tonco e amarello, 2 ricos e grandes espeinos
com molanr doararta, 1 linda secretaria, 1 -reja
de|aparaodpara-]ogo, i colamnas douradas.t
eetsr.te de jcarand para mosica. qnadro', pas-
aro?, cadeiras de p!-;ts-i, tapetes pan of
por'as e c?oa. 1 cempafo pr". piano, jarro?, es-
rarradeireB camas pa-a casal e scltziro, gosriia
venidos, toilette, tama de cama, re-la par
roopa, cabides, 1 tre-a elstica de 4 iab03, 1
froarda loota, 1 gmr^a c m'da, i aparadores. 1
n-lo^io de parerte, 1 tilfador para agua, colom
as para jerdim, estrado para piaoo, 1 ceta
(phBtaaia). bjUs e vdro, etprefolodMr^g
cale:raj de lona, ^or^:^laaa8, loncha, vi.iro--
ai i iobos, vafes com p'antas e -muitos out-cs
0bj?Ct03.
O agente GaamSo snlonsario VO" una faxill
qne re'.irou-e pa*a fra do staao, tara Ii
coa excellentes mo-rels, es qnaes
menle hotos e de toto.
Veae>ze a .'p.'.&o rfcalft o eit'.o ra rea dos
H'gres O. S, a psiSj co Varedrnro,
or ; a tratar na roa d:> Svcfgo nn-
mi-rooa. ______ %
Era Oliuda
-oce d.' eajo' ;e;co ; a t.-alar
r0.rre'' r. W ; ? ':"rb'ir orna
{.oa machioada -.i !.
Vendse
Urna toa cau bem e lifioa ia e n '.Treno pro
prfo, na rea te 8. JjSo do Arratal : aaem pre-
leode', iifjrrr e-so ni meema tus, teverea do
Sr. B-aga.
Turbir as
Acbampe na re de Sots Rita,
JcSo Holmee, taaa (nrbiras
t! simo ntsdo, isne fi
3i.nrir, >y-'p'r,n -rp-f-i-
ao de
dar cpthno
Grao perdido
A pessea qoe ecbou haaiem no raereadode S.
Jof rm prao :. ir I
eotrfgl-o pode-o fiier no raa Bella o. 37, qne
ser re\ Uosinheir-t e ^Ti'jdo
Precis se ua roa da Palma n. 40 : pae-3t
bera.
Ao cora me re io
O abaixo-jfslRnado, tendo jaste contratado
comprar o esiafcleciiaento de raolhados que foi
S-. L.?orepgo nos Sufrirs Rapooso. f.to no
engefho Morenos, lireedesimr.>ra(;3do de todo
e qoslqaer onns, perte r. qiem so joigiir credor
dj ti.tj eftabeiecimccto a presentar sosb re:la-
m'jSes dj mesmu es'ate!ei.iiier:to, do praso de
trr. :!ia?, (inrio

Eogir.no Moreno.', 30 ci!- Jur.bo te 1894
Han-iel Roieces 0a Silva.
livetraa
JoSo Bap'.irta da Silva .M r;u B
sna molber, peoBlisartoa pl3 in-
basta Dcttcia do fallecmfn!o do
peo pre-ado cernfadre e a i igo J'So
da MaUi Oveira, era C:
-9 do roez prximo paseado, t>: dsta
ai s ?era prtales e smlgoa os
do mesmo finado, para as:istirem a otta missa
qnemaedam retar Da aaatria de Saeta Antonio,
na Quinta i a 5 fio corrente, ie 8 boraa da
macha, stimo dia o see ralleeiaBcnto, co-fes-
sarnio sa desde ja agradecu-os por esle 10 da
re g5 e caridae.
t
Ileorlqnftn Seith re' a 8fi
seaaa
Oifilno?, netos, '.' a
a tjdoa os =ecs p re raig IsU-
rem as misass qse i m raar p< ) e erne
descaoco do sna rrezada Cii!, evo. biiav e
segra, H-ioriqoeta Serhonsbrt bzezu. r ro
ja da Sarta Grcz, pelas 8 horas <" d'
S do nrrer.te, -i:. la sea Mlfc mfn'j, p
de-de j.1 anteclpim asoa etama gratiot .
os tfnrlln tis Atatcidn
TfilGEiaO I IA
J s Martina da Almeidaea!
rea Marti ia *e 4lme4d?, :-. lo r
r.fj.ustd doI V
prez.ido p^i e. t'o Jj-'- M rlir.3
fallecido ea 'o-t---.!, convidas a lo Jos ;.J
Sfos pareles e amigos oara apsifitirem .
aaa qce or soa ai a rneni-:-?.) cHebrai .
vei.to do Carmo. ojDtsta-felra S do i -,f
pelas atie m-a hcr;s la tEatti:*.
ia de seo fallecmjcclo, pele q
e'eiri..m'-nle '"a'o'.
t
se c: f,-:.."m
Janipabo
Compra-st a J^OTO o cento ; na estrada dea
Afligios o. 80.____________________
Papel de cores
Lindo sor-imento!
<;uminenaoi'-or ili^un o
Alvea
Anlnoio AIvpb Gcimara-'i, pena i
elo fitlcimeio desooej-pi
to, o cooa;?Dt.-dor Hlgoel lote Ai ye,
manda celebrar ama missa e te i&o
da n? mtri: i!a Bia Vi-la sex1?. f ira
6 ce Julbo, aa7bo*aa da maobS, para este
acto de caridade ceoria seas prenles e amifiOB
e ag'adtceao que com pan :e.rem.
Ama
r mero
'os de
13.
Rnma Ra. IS500
nusicas do Paiva. roa ^ovi nu i
filipanhia M. S, Smmds Lioe
> paquete
/ a pa
fi' e;era(*o de Baltiocre
'*t o c*i; de 'Julbo.
Para carga. patapns, fnccomcadsse riitai-
r6 a frele: irata-fe cea ch
AGENTES
Pereira tvieiro i C.
Raa do Cjmmercio n. 6
1 andar
eao ccrapltti-
Asenta Oliveira
Leilo
Da raea de taipa n. 42, sita estrada do Ma
duro, assim como d i a-maja-, jlenrlos e ge
ne:os exls^enten na dit ca?a que se tcha MS<
tante afretuezala.
Sex-fcira, % de Jalo
A' 11 UOBA3
Na propia casa cima
0 acente.OINWra, sntorlsado pelo' prip'lea-
y, levara a leilso a a: *8co, geoeres e te- -
Aifata especial do Rio
Grande
Acata de ebeesr esta artif o, e vende se no
escriptorio de M. S. Maia, roa do C>mmerc>o
Lumero 7.
Aluga-se
Urna rasa' na C^puo^a- a roa rfa Baixa Vi=rde
a. 17 ; a tratar ca l.-ja das Estrrllaa a rna Dn-
qoe de C'iiaa rs. B6 P8.
Bichas de Hamburgo
Vndese em Rren*ies c peqaisas porcots
3pp!ica-P ventoras ceceas d aerjadas ; l re:
as Larareeiras n Ii-
iachorricho
Faio na Doito de seta-f*ira' passada om ca-
cborrraho b'?n.r, It-lpodo, aoe ecede pelo1 ne-
me de J.smim i qnem o tn.'oolrar qaelra lovar
na n da Aurora r 59, on na roa aa Cadeia n.
57, qna sera bem recompensado.
oeroL temer Sprudel
Cbegon a exoall-it asea mineral \ aatoral
GerolstPiner Soruift, t m .tur agua mineral qoe
ei- viDdo ao B'tzil.
Un'co deposito ro Mrquez de OliLda
somero 48^__________^_^__
Aviso ao conasaaorcio
A firma Defrance Andrieux &, .0, eata-
belecida a ra do Commercio n 24 com
o reataurant conhocido sob o nome de
Lunch Raora Internacional convida os
Srs. negociantes fornecedores dasta casa
e as ontras pessoas (pie se julgarem ere-
dores de Andrienx 6 C. e de Defrance
Andrieux &c Co especial favor de apre-
sentarem aeus ttulos na Caraboa do Car-
mo n. 9, nt o dia 7 de Julho de 1894.
s 5 horas da tarde para se proceder a
verificasSo e regrularisaco dos mesmos
com os antigos donos Andrieux & C. e
de Defrance Andrieux fk C.; findo o que!
prazo ficar. a nova fi.'ma isempta da
quaiquer responsabilidade anterior.
Recife, 29 de Junho de 1894.
Defrance A ndrieux.
Doce de aratanha
Cbtgoo nova remesra de doce, i ra larca do
Rosario n. SO. ______
"Sola iiig'leza
Na loja de calcado a ra do Bom
sus n. 21, tem para vender.
Precisa-s- alujar uswa rapta*
raga tara vigiar e cuailna* sio
una ei'iauen de 5 anuos.
Trata-so no 3." anclar lo uve-
dio ti. l da ra Daqua de __sm, por rima da .ypographfo
do al>iarioi>.
Criado
Preciaa-pe de nru ciado lie 11 16 accoJ
tratar na roa Di'.cucd' Cuxia n 91.

rio,
cima o cu sefuicta ven Jera
cilios da lavarea
lambero a ca?a.
Os Srs. prelenden'e.i desde ]& poaerao ir exi-
mtnar. ___ ..
Agte Silveira
Leilo
Caixeiro
Subbado, 7 do corrente
A'S 11 HORAS
e-iadveise Ibc anegos
No Bredio v:. 51 da rea da-Iaperatrls
O agenta Silwt.'a per medaho do Ex3. S-
Dr. JnM'do otei, Ven itera-'em lnliaOio B?uin *e :
moblliae, oapetoa, n?B?sa feaattea?' sereisrla,
gonrda'roupa e anarda leo5J,>p*ea'ore9, cdei-
ras, B3_rqoe*as. t!?uraa d# browts, ftijjerej, ca^
'eir;e, cabltle?, hvatrrrioi, toe'.te. liveraos lotec-
o loocj e vrtres, 1 't-e tatori'.s tarameofs
ricos e muttoa cutres arttgos qo* en'arao a vi'ta
doa Sra.v HcltacUs, cojos' beas \ pertenceaJ ao
icervo invenUrlado da flneda D. M ra Cxlcrina
Leonor de ttixis Perra *
Ainda se prpe^ea de nro menino deU a li
fnaos, ro3i d-e a to tuvprna e a bo*coD'uc
la ; na tua.lmneri->l n. IP't.
anco de Oredito
Re A
Fartaram 'lo ahsixo sanado 83 Ietr'8 Va
7* eerie de ns 601 a 650, Jn novo avisa ao
QODltfO, es'ao dirles loafcs ai proTlJ^toiaa pera
oaO hav?r novillas
ReciT-, 4 de Jobc S 18?k.
___________J yqntm ca Silva Sello.
Diccionario
Vendan vm (iheson-o da lingna oorloeneaa)
c'm *o naiJ, -.e kV, DjJMng:s Velra : na roa
doPifrs r. 31
i'iano
Vaade se n piBno'novo r a ira tar oa tu do
Marques do Heivil n. 19, i- anda-, esquina da
rna das Fu-ce.
'.
I

%
9 '

i
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"_r
Diario de Peraamboeo Quinta-feiira 5 de f ullio
__. i i i n ii_____i ...ji_____________!____.... i____*m

i
,t
i
Y
' inerivel!! s
vendo
se
Ofl prrp'ietarias lasESTRELLAS D'ASERI
CA,a .ua l' de Margo d. IS, imug do Crespo,
orguibam s i l cuer a tdoa qos^tca Ihes
der. Mi de I-,' este annuocio, que
tudas ;.s irercaatllB aoni descripUs elles no te
E i nodo, e costa pooco ora
passeio a esle Jimio ea!abelecir_eDto oode en-
contratao qae lia de cic, bou e barato.
S querem o 0 esees lo.
Sia:< cheusaiobashoteai, Peirjaoibaco na pon-
a 8,; va lo.
Cor1."-: i pnr3 mellas, 8*000 o par.
P n crochet para stf e eide:ras-
Creiore; ihrI^im, 6uO rs. o covado.
Se- o qt-e b> do chic, em cretones,
700 'i. o covafo.
Tenido N>. i pbaataria, tfOO o covado.
Liados laoetes pera ca e estra.
La e inho a! :iade, 14 o co
vado.
Fckrc'i-.e de balas, lindos patries, 700 rs. o
(
Catortorefl de i, prended, ?f 800 nm.
Go:?: ; de betas 000 n. o covado.
Herr- acetos e 800 '8. a tJOOO.
Sedas doLyilcoforia-ccrea #!00 o covado-
Cm rdaiKi cen oa metro to largura
e l- a lo.
Baptts.es fioss 2*0 if. ocovsdo.
Gert I rrr.3mbcca.1a 700 ib. o covado.
Pane > coade.
Ve a sedo.
aro; St* ra o aovado.
L'til i. o novad*.
Verbo* mim afea.
Ma I':: ;-.L'P-:.va o 'S00O. prca.
C lorias e qml.aade.
o aloetaa I
1j, tiam 4tr?. o covado.
Wit a* do l 14*.
Fi de lirjbrj, grades, ffi oro.
Madapolao especial de 10*. iU e 14, pefia JO
van?.
Merinos de core? 1*200 o ce vado.
MantUbaa pretas de-ceda 4* oaa.
P I c-es, de 8?da 7* Beaa.
Ditas d *leo-iao 3* urna.
E '>..' ra. o covado.
. 1*300 o obrado.
Cainbr;ta8 de e.atej rreodailts, 1*30 0 cov*d<
, 600 rR. o covado.
Crett a ir .nrezes e iogletes
Kerica pretOs e de core?, lavradoe, MfO o
coi
Vestidosbraocoa bo-Jadcs, di\er?o*prrc4>*.
Vesteanoa psr b'-pusartos, d* l 60*.
Vo de IS 1*300 o eevado, tinissim. e.
Fusta de cores para t-H* t* oorta.
Setj .f todas as cores.
Sor;'" do d traes rom.
Coi '.';: do oamhraia 10* o par.
Mof eii i'*G00.
ro det, de 14* 40*.
Cola de crochet 10* ude.
Cor, e oolieies de fasiao, '.raneo de core*
5*1-00 era.
Cocbaa de cores, grandes, 4* orna.
Bae'.< dcernada e azul.
Lis coa ll m de si i*MK) o covado.
.le 5*500 8* o ovsdo.
Son re daaeds pora de 6* 10* o covado
C ala I laparenie de 45tO0 a 8* a pega.
Di- V iCtWM de 45G00 a 8* a peca.
Doa complete e vanado eortiaeoio de miodeiss
Cotcp! j Bortimento de roapas f<-;as
UitLiipleiv sor'.iiceaio deoasesairas de coree.
Lindo BortUMJSto de vesiuarios puru meaicoB e
i_-. ioa, u-t'.rca moda.
Marino'atea msriubo, o que bada meihor ne?!e
pe:
Crert tiol marinuo.
Caccis^ias defl*oelisa Ccirsima.
Cch i\o acrirmen'.o d^sorreiovlos. e e pas.
Cacb-rLQiViis am-enre?, 1*200 o covado.
Grande.. Penes ds B.bia aa Traigio.
Gentil al Roana, furia c >rea, 1* o cavado
Voif.8 de 15, lawada. de'odas ac cores.
Veetidos brat.cos bordados, de 16* a 2i*.
Vestidos em eariaoa. d camb-aiadi cores, u!ti
Ea novicade, !2* nm.
Mu:fe!ln8 da India. 1* o covado.
Crepocs de cores, 800 rs. o covado.
Precos sero compeien^ii'.
"iMalaa de hj5o, pretas ebraocaj,,de ccoro, Id-
filezca e liaccrtas.
MaUs tara vagem, g audea e peqntnaB, tc-
glesas c fracetzas
Cbetaasin as sedas, Aojo- perfeito doas
larKuras, a a*&00 o cevado.
m completo e vanado sorBen'o de rcopa-
eitas para bomens, meu'.nua e meninas.
' incrive!! f se vendo.
NA POST1SSIMA
Estrellas d'Amenca
ie=Rna 1- de Marcoi
AMIGA DO CRESfCI
Marques & Lima
FERRO QUEVENNE
XJoieo appTovtuto
pela ACADEMIA DE MEDWINA BE PARS
fixICJIR O ySRDADEIRO
14,RuedesBeaux-Arts,PABIS &

ANEMIA, CHtOKOSlIS
FRAQUEZA
POBREZA DO SANfiUE
A PEROLAantigo estabelecimento
do niiudozas, si tu ra da Imporatriz
ii. 78, iiiipulsiouada pelo'grande sopro
evolutivo d'este fim de seculo, acaba
de passar por una vordadeira trans-
formaco.
O sou proprietario, solicito em ser-
vir do modo satisfactorio numerosa
clientela que o procura com justi-
cada avidez, resolveu, apezar d9 sa- |
orificios, de nao poquena monta, ex- j
por apreciacao do publico um ox-
plendidosortimento de artigos estra-
nhos ao genero principal de commer-
cio, eoiu que a casa, ento milito
mod ota, iniciou sitas operaces.
O bjoctivo da PKOLA formar
no espirito publico a cobvoq6o de
que a profisso do commerciauto ,
nao raras vezes, umvordadoiro sacer-
docio, pouco importando a cessaQo
de lucros, toda vez que fique paton-
te a satisfac&o de haver contribuido
para I 'ruar menos aflictiva a vida
nostes duros tompos do alta prossSo
cambial.
E, por isso, quo importa que a
PEROLA se aprsente hojo ostentan-
do as galas de um grande centro de
artigos do luxo do mundo elegante,
I hijouterias, do divers5es para os
lidos Bobos, si ella podo ainda do-
monslrai quo tambem um grande
omporiodo fazondas para as veneran-
das e econmicas Mes do Familia t
A PEROLA sabe do ante-m&o que
o s u qovomods-vivendi produz cor-
u> prurdo do despeito entro espiri-
tos aoanhados o refractarios mar-
cha ascensionul do progresso.
Mas liga pouca, ou mesmo nenhu-
ma importancia s fraquezas do pro- .
zimo, urna voz que prova, dia a dia,
u > se acha em circumstancias de
concorror vantajosamente com qual-
quer negociante de fazondas.
Para isso, para que o publico con-
venea-se do quo o presento artigo nao
um maro reclame, nadamais lhe
Erociso do que verificar de vis o que
ca ex posto. 1
ATROLA realmente urna bolla 1
joia) o o sen engaste feito do mara-j
vilhoso, do deslumbrante sortimentoj
de artigo&j confaecidos e dos que em!
Importantes
ENGENHOS A VENDA
Vcnde-se os iauportautes on-
o ?i-. s A -un Compridtt e
Conceiefio do Patato, sitos no
niuuieipio do Pjssso do Cama-
ragilte e |iroxiuio cidado do
tucsnio uoiue, no Estado do
ajugoas luoentes o corren tos,
coca oxccllontos obras, ptimos
terrenos o abundantes niattas,
o prinieiro a vapor o segundo
llovido por animaos, com pro-
porcSos para safrejar onda uin
Bal nail pales. O eugoHbo
Agua Oomprida pela laelleza
das obras, icrtilidade dos ter-
renos e abundancia tas mattns
eo. siderado como um dos
melliores do Estado do Alagoas.
Tcata-se na ra do Hosp ci
n. 50.
IPY!l\NfiA
Fabrica de Charutos
DE
&mstt S3l:sa:s c.
S. Flix Baha
Os exellentes cliarntos d'esta nova e j,
acreditada fabrica, estao a ven cidade na antiga e conceituada casa coin-
mercial dos Srs.
Joaquina B. dos Reis SfC
SacceeTOCM
RA LARGA DO ROSARIO N. 30.
resumidissima lista submette a con-j
sideracao das amaveis leitoras e dos
respeitaveis leitores.
Eil-o :
Merino, com ditas larguras 3 do to-
das as cores, a 1S000 o covado.
Toujours le memo, espocial, para
blusas de menino e senhora, com
duas larguras, a r>00 rs. covado.
Sargolim diagonal a 320 rs. o co-
vado
Especial morim.
Fio torcido.
Morim PEROLA.
Camiseiro legitimo.
America do Sul.
Para carnizas
Drap Flamboyaut, para noivas.
Pelie de ovo.
Flor do Brazil.
Amoroso.
Sempre na ponta.
Morim invencivel.
Morim desojado.
Viva a Repblica.
Boa Vista.
Estacao Lyrica.
Soledade.
Reforma.
Liberdade.
Elegancia do seculo.
Especial para noivos.
E nitros artigos,assim como o apre-
ciavel Moscatel e cerveja Pschrr e
algumas mercaduras com muito levo
avaria, que se vendem por qualquer
prego, a vontade do comprador.
Domingos Pcrttandes
Royal
l Bleutl merca VIADO
Eat -<* >r--
fe. eguordoeote oaana
par- orttk po.
Veude-fcs i r;tlbc coa maiorea arraa-
icnn do moiaedos. m
Pede Ro|al Biann niaro> Viade
njo come e \- rajpatrad
ci o Braail
A PEROLA
Bonecas de lou^a com
molas a 1:000 a duzia
Brim preto de linho
a 600 o covado.
Vende-se na ra da
rnperatriz 78.
Aos Srs. fabricantes Je cal*
cados
Vi loja de calendo a ra do Bom
Jess n. 81 : VKMlE
Durnquo prelu superior qualidade
Elstico patente, dem idem.
Ferramenlas tnod:rnas.
Cerdas inglesas, brancas e pretas.
Escullas para medidas e outros artigos.
Os surperfluos cigar-
ros SIMIMIOS, ven-
dem-se as principa es
mercearias o na fabri-
ca de J. II. do Rois (t
C. s*uccossor*s, roa
Earga do Rosario n. 3
m
Amas
Pteaea-se de cesiobtira e eogommadeira ; i
tralar na casa n. 63. 2- andar, ra do topera
dor, pwa-ac bem.__________________
Amas e criado
p .... opibtird.uma eogo-icma-
' ''''do : na ra da aandbdr; n. 16.
Ama e criado
i m ae una ami e de om criado na
ra Larga de Boeartn n. 30.__________
Ama
JMK.l vrit.tii
a ANEMIA o RACHITI3MO
aLEUCORRHEA as ESCROPHULAS
o RHEUIWATISMO _____ ____ a TSICA, etc.
??_.!-
de EXTRACTO de F1GAJDO de BCA.LHA.O
mais efficaz aioda do que o. oleo cr de figado de bacalbao
O GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRADAVEL que as
mQsrrtas crianzas omam-no com prazer.
Xas prlneipaes ttiarimieias. PARS, Ru Lafayctio, 126 ,
VINHOdeBUGEAUD
___3NI-NUTRITI__Qj
^COMOUINAj
[ECACi
O meihor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
illustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRESde qualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAGO, GONVALESCENgAS.
P. LEBEAULT & Ci9, 5, Ra Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
DGESTOES
DIFFICEIS
Dyspepsla
Parda
do AppBtite
DOEHUSdoESTOMAGO
ELIXIR GREZ
TNICO DIGESTIVO com (SUMA, COCA e PEPSINA
ADOPTAW BM TODOS OS HOSP1TABS MUUthas \ p__us coli_u o O*, rao UaabeoRe. 49. o ce u p^amacla:
GASTRALGIA
ANEMIA
Vomitas
Dlarriia
chrontca

Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconst-
tuinte, de safaor excellente, mais efficaz para as
pessoasdebilitadas do que os ferruginosos quinas.
Conservado pelo methodo Paeteur.
Receitado na3 Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendsido s pessoas *, idosas, as jovena, mulheres
e s, crianzas.
>e|-il- _ FERRO iiflRTIL-B0Bii__.,
Gosto agrada-rel torna a dai com r.ipldez ao wiiigiu sua riqueza e forca. Wo da A.
prit-aa de van re nao ennegreco os dentee n&o irrita o estomago. /* 4"
PAEK, 53. ru Bolleau. DepOito em I'ri-Naia*co .- C de DROfiiS i PBODDIIT05 CBIMiCOS. /S O
AUMENTO O/lS CHUNCAS 6 DOS CONVALESCeNTES ....,_.
Para Mit>ptitulr o chocolate, de digcslo inullis vezes difficil, c o cafe com lelte cujos cffellos dcillteniea
trojiidican em extremo a sade das Senlloras, os Mdicos recommeudam oRacahout dos rabes
e Selangrenler, por ser um alimento leve, agradavel e muito substancial; receilam-no lamDem aj
aria:.r.is, i e.-soas idosas ou anmicas, numa palavra a todas as pessoas que carecem de rortmeante.
PAJRIS. 63. ru Vir-itumo. DEPOSlTOi KM TOPAS A3 PHAP..*0.liS OO MU.N1K) LHIW
Fabrica de irelo
Agnas e limonadas mom k
iod. s as qyalidades
Soda w.ttr, ginger, ale, litase, laranjas
curacSo, ibacaxis, granadioi., grcsellsa,
baumlha, hc.rteiS niroenta, etc. eto
12-A-CAE8 DO JAPBASIBS-1.2-A
ESPECIALIDADES
T. J N ES
FtCNCARTE DE PERFUMARA INGLESA
EXTRA-FINA
VICTORIA ES&EKCE
O perfume mais d-.liiiosono muudo.
E urna grande colleccao de exlracU>s para o lenco
da mesma qualidade.
LA JUVENILE
P sem mistura chinaca alguma, para o rosto,
adherente e invlsivel.
CREARA IATF
CoMotTa-ao em todos oa climas; um ensaic
demonstrar sua suporiofktadc sobre os outros
Cold Creama.
AGUA DE TOUOADCR JONSS
Touica e refrescante. Excellente conlra as
picaduras de Insectos.
ELIXIR ~ASTA SAIIOHTI
EHniUfi icio anU Oootea e tortlOoa as geoglvas.
a, Bo_ls-_r daa CmpaHmtm, 23
PARS
i HiiatMi i tiBNfM ftmitctaeM(_-
CATARfiriO
TOSSI: ANTIIA
____T SICA
Esto remedio, em
granuloa, uo tan
aabor naahuD
tu roo* as rstasifllM
> PKHAMBUCU : ut DUttAl t f eiWrfll UUUOk
AGUA
Mineral ntturtl Pwgativ*
IsUBINAT
fFonte do Doutor LLORACB)
1A Analys$ \rit prora que a I
\dila a- '7vSI4 i! wbttancias fixai tiat guau .
SULFATO im ."ODA SULFATO HE !
OGif 65 f 3v 268
Preciaa-ie e cma ama ; na ra Nota e Santa j
Rita n. 38_________________________________ !
CAtXaXufo*
R i u a i, i rtci .-fe denma coal-
Dbeira para caa _tque.>a fitia.

^ Eligir tobre o ktreiro ,
Aocommercio
O abaixo assignado,
estabelecido com arma-
zem de courinhos ao lar-
go d'Assemble n. % de-
clara que mudou o seo
escriptorio para a ra
do'Barao do T-'iu^pho
^antiga do Brum) n. 24
Recife 30deJunho de
1 Delmiro Gouveia
Licor depuruivo vel "getavodado do me
dko Quintella
Este notabilissimo depurante que vera
precedido de la o grande fama, rofallivcl
na oara de loda as doencas syphililtcas,
escrofulosas, rheunralicas e de pelle, c lio tumores, ulceras, dores reumticas,
osleoc.opas e nevralgicas, blenorrogias
aguda, o chronicas, cancros syphiliticos,
iuflamma^Oes vieeraes, d'olhos. ouvidos,
iganlas, intesliuos, etc., e em todas es
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assim como na alopecia ou queda do c-
beilo, e as doencas delermiuadas por &a-
tmaco mercurial.
Do-se gratis folbetos onde se encon-
tniiii Quaierosas experiencias feilas core
este especifico nos hospital..? publit
muitos attestados de mdicos e documeii
los particulares.
Faz-se descont em casa de
FAMA SOBRINBO A C.
Hua do Mrquez de Olinda n. i
Engenho
da.fe oe)Cbo JoD^ia-Aaau'. na
V; 11"?, dic'aodo das esta 01 Pl
! oa vi Ierre;' S. F neis 0 do 8
orjendo i ra e suia- ?
. t.r I- .geLbo.
Convida a seus freguezes para que ve~.han_ aprovetar
os saldos qae ficaram do a uno jjabs_u1o; e que se
titao liquidando no anno covo, viato cocao o que
ne receber este anno custar c oro do qae *e
vende ; a saber:
Cortes da Llcoa bordados a 150000 e .afMOQO.
Ditoa do cschpreira ricamente enfeitadoa a Yeita&c 6 S5!d'.'.. 10,
Ditos de cretoaa Oa B'saeai a 125000.
Cachoi-ira de duaa largaras de 20000 a 800 rea a covado.
-WapelSo americano a lOSOOO a pease.
Dito cota u metro de largara a 140000.
Voiles lindiasiiaos dBecboe a 200 rea o covado.
-Xeltona para ronpa de hornea a 10500 o cova.o.
Caaeiniraa inglesas a 3(000 e 30."-00 o covado.
Gtanga para oobetta a 240 res.
tona de 700 a 320 rea.
Ou&rdaaapoa de 6000 a 3J0O0 a duzia.
Jramantett do ii._ho com 10 palmos de largara & '>
-a 600 oie
BabadB bordadoa de cf ft 600 o 800 res tsdu peca.
Cortea da fbtSc. para ccete a 16(00.
Li_di8~03 feci'ios arrendados de ow para certi: 000 o \'ym
o mato.
AlgodSo americano 50000, 60000 e 71000 a pa^a.
ragextiLhoa para senhora a 40000.
;,iem fiara meninas a 20600.
Toaibas de fusto a 60500 res a duaia.
Flanca para vestida, lindas deaenboa a 400 e EfK; i
Merinos pretoa com ds largaras do fSOOO a 800 reio Srgc-lins de todas aa Dores a 240 res o covado.
Liooua de cores, imdiasimos padrSss a 240 res o cuva
Planella de qnsdrrs a 500 reis o covado.
Fast_o biaubo iiQ'03 deaenios do 20000, 8j0 e 10OO.
Ebsi u-b :.. : i a 830 i a o ootado.
Pens da QotU I Corttrjd-ji d. n e_ t r, U % I 0 e 80000.
Setaa da erres a &:{j e 10(.(iO rsie.
Cobrtore a iMOO M.
Assim como muitos duros artigos que se vende com
grande reducfsb de presos.
Grande quantidad de retalhos de chitas, brins e
lans.
56 e 58 Rc^a Duque de Oaxias 56 e 58
Telephoue n, 210
Loja e armazem das Estrellas
r
W 1T
asa
commissoes e repre
sentaces
EXPOSICAO
odi m mmm m
JmCOSTTPLAJS
oissrjsx^rxsco
de innmeras fabsicas de iodos os paizes da Euro
daa duas mericas, de toda especie de mercadoriae. e
machinas e materia prima.
Deposito do afamado CREOLIMb o ^:*-_*tK des-
infectante econhecido.
Deposito da beca cenhecid?. ?ODONTINA* (/>
Dr. H. Eirdet.


31 ^
i .'. :-
DE
O&rdozo & Zrxno
Mua doBaro de Triumphons. 100 104
e ra do Visconde de Jtaparica ns. 2 e 4
COMMUNICAM a sene narrerosos fregueses qae tem en dep-aito a rece-
bem regularmente da Bnropn e Ao ioa todos os machiaia-os o erragena rTs^aat
agricultura d'este Estado como sejam :
MACHINAS a vapor de forja de 4 10 cavados.
CALDEIRA mulutubalares de todos os tar_snbos.
MOENDAS es mais solidas do mercado e 4e different?-: -lamas-S-.
TAIXAS da ierro batido e fandido.
RODAS D'AQA.
RODAS DENTADAS direitaa o a_gkn
UBI VACOS de trro fundido e batido.
BOMBAS do repucho de differentes systemaa.
L0C^MOVEIS da diveraoB tamaohos.
MACHINAS de deacarogar algodSo.
CANOS de ferro galvanisadoa, pintados e de char.rbo.
ENCARREQAMSS de" qcalqoer ooucertrj para que tsa saaa -fficiaa
bem montedas e oom bastaste pesaeal e dirigidla por dous engeaheiros basante pra>
ticos e coohecidoa.
MANDAM vir da Europa e encarregam-ae da oetagem i Rea-
tillacSes, garantem bou i*5a qualidade e fonc A;>amento co p;*wam oo^; aa diver-
ue -tej montado. # '
VENDEM a praao oa. a dnbero ^jom descont e a precos reaamidoa-
VINHO QUINA PYROPHOSPHATtMERRO
^ PRBPAKADO KA ^^ __^_______
PH___RlV_-_-CIA _RO__3IQX7_E2X
MK-BRO rtA ACADBMl- DB MBU31N- DB PAB1Z
Esta preaaracio e proveltosa s Criattfqa frnca e r-oVhAJea. e tarotUi Ihaa o ereset-
mecto; convem tamlxm s henhor frutw-do e previi.e as mniculdades da idade critica, activa o resta -elt asista da
tde depois do parto. Restabeli>ce a forta dril dot homens enfra.jui-cUos fceim -W
*i> a|ipctlietfser_ produzir os florea proprios as oatras
as tUgcatc* laborioais, dosperta^) appetltoJ
DMparacAes. co di loyar a prlsao de Venre. larrliea ou r&dlga Jo Alomago.
Ef por Islo qua deve ser considerado como o melbor Sece_-r__ar es 1
Imitacocs a FaAiJloar^c-e frammXmcnta, fa-aa
cta VESSB, wileo iKwr da tmbe/ttct i tfysfr
jem produ.
Trliea ou ra.liga Jo <
i o melbor r
' por Islo que i
Um da sillar aa
e
3IA. aoBioRT. aa, ru os l_:
DipomuiotMi WaamlvM*. Fratuf M. slm WU/m 0>
O
^_ s
o

l__ii*0
i -----i,---!------------------,-2^-
/


s

fc DELICADO ir
AGUA
o o FLORIDA 30 m "TI 33 m
< o PURA n /SEN* SEM
ce RICA RIVAl * < O
UJ *W* 1 *w* >
2 BURAY
u. * MEMAS m
. LU n Montero sotnpre a sua popu- m
laridades Cautela com as MITACOES.
* DURADOIRO ^
Diario de Pernamboeo Quinta-fcira 5 de f ni to de 1994
I
O man completo e cnido sortimoto
pura hornens, senhnras e mininos.
Sedas
Brincas, pretM e de cores, sps o Ja*
.VTadS .
Cachemiras
Ccrtes bordado, *""> rtilboe, lincea,
perc linas, levactinae, eretcoea, eephiro,
chapoa de aol, camisas, puchos, ccllnri-
ebes e peitiihoa.
Perfnu-ariaa d^a melhcres fabricantes,
etc., etc.
Todo e enoootrf pr presos reauaai
disiimos
NA
La Gran Via
8 A-Saa da Imperalric--
TE
Ofion Suva 4 C.
I
09
H

MR
O)
<<


SES
Xarope de Sumar
Eate sgrad- vel o enrgica medime:
o esteran i&dor daa toases resientes on
antigs, oatharros, suffooaco'es, breochites
chronicaa, rooqairfSes, o em gerel contra
todoa oa padecimeotot provenientes da ir*
ritaco daa vas respiratorias.
Conven oomo unitivo eca tyicos.
COMPOSIQAO
M
Hmo Mk te Fiiseireio
Approvao pela respaitavel Junta
de Hygiene
Prop gado re*
Baplisla i Figneircdo
Ecoontra-ae em qoalqoer pharmacia.
Rodolpho Anta oes & C/
t Ras OnajHe de Casias 1
A
Maravlha
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS oortinadoa para cama e janelas,
aremos aem competencia. Eleg-ntca
>bjeetoi do biacoit, vidro, tetra cotta para
toilette. Grande sortimoto de albans
para rstratos. Papel da f actos? para
cartos. Alem de mi i tos ostro* artigos
que o bello sexo encontrar sempre na
bem oonhecida oaa de RO "OLPHU
ANTONES 6 C\
87-Rea Dnque de Carias67
Alta uovidade
Grmp8es a Msna Stuart para en-
'sites de cabello o que ha de mire cevo
Receberam
PEDRO ANTONES & C.
gaau de Ca>xi
Erpecialcdade para o toucador
Nora remessa do Maravilhoso Sabio
Rubio. nico deposito
Pedro indines fc r,
NOVA ESPrTRANCA
63 Rui Ddqob ob Casias 63
as lar-
de corea,
novidade.
-41
Fab ica de movis a
vapor
DE
Silva Ferusndes I C-
48Ra de S. Joao48
Promptifica se qoalquer encomroend*.
de marcenara oa carpintera, coro a
aaaior presteza e por precos rssoaveis.
Compra-se m&deira de boa qaalidade.
Aceita-se artistas maroneiros e cara-
pinss) que aejam peritos ; e tamben ad
mitte ae aprendii.es p-gando-se desde lo-
go algam ordenado.
DEPOSITO
jfrlM Bario da Vidoria-49
\accas de Jeite
Veiidem se r-as vareas de l*ite, ti urinas
Uticos Da Ponte de Ucbo, sirio da Capel/.
.Bordados
Competo sortim*-nto om todas
guras, branooa e meaclado,
cerne e branco, alta novida
Receberam
PEDRO ANTNES & C.
NOVA BtFBBAlVCA
63 Roa Doqoe de Casias 63
Fundieo Ge
ral
Alian Paterson fy C. avi-
sam aos seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
arados os mais afamados.
Syracuse !
Arados a 2, b 1 !
Cubanos ns. 1 9 !
JGRANDE LIQIDACAO
NA
LO JA DO WW
19--Ra 1Q de Marijo 19
Os proprietarioa donte eatabelecimento rebolveram liquidar a fssecdsa
abaizo menoioradat com grande rtdooc5o da prejoa vito o gr-oda deposito de mer-
oadorias que tem mais anti^-a
Como sejam :
Cschetniras, urna largara do listas e lia*e e c^m flores, faseail% de 10 00
por 400 retB o covado.
Et-miL-ei arrendados com flores u 500 riris o covado.
uit.ua idem de ama cor a 600 rea o oovdo.
Brim pardo com toe ue de mofo a 400 reis o covado,
Flanellas brancas e de onres a 400 m- o oova?".
Brim liso o com Oretooca franceaes e americanos a 400 r-ia o oovado
Mantilbas de renda todss &s ccre e r*ioa a 3fi000 umv
Cv-lchas do eor pra ea> d cbkI ? 5$(."00 un*.
Oasemira preta e do cor para rcapa de hornera u 34200 reis o cr-^ao.
Corte, de cachemira esa eartla pM veid- do 403 Ditos de casemiraa finas pora cly s 88000 uto
Atoalba3o branca e de cores para wen a 3^000 o metro
Cacaces de Jeroey p*ra senrora 6000'f u-v.
Camisas brande do Itobn pr.% h'iuaus 3 6ledi0J a 600010 das.
MtdapolSo pello de ovo, de \2%? ( p>r 10i$000 a pefH.
Dito americanos maito largo a i 2 Cortinadcs bordados a 100000 o par.
Capellaa oom veos pera noivas a 120009 urca,
Garoic^Ses do crochet para odeiraa e sof a 10(5000.
Camisas bordadas para bomem dormir a 60000 ama.
Ditsa com renda para seobora, idom b 70- 00.
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44RA BOAO DO TRIMPHO-44
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POR
ZATisa :: ::i:?is
SEXTA PARTE
BERTHA li RENATO
XII
O coefuiro de Fiacre
(Continuacao)
Bertha n5o comprehende distincta-
Mntft o sentido destas palavras ; ouyio
apenas som de ama voz, peroebeu q>ie
se dirigiam a ella, imaginando que era a
voade Renato, chama ndo-a. Esta crenc.
t eu Ihe aza*,
O' diabo dase Gargablou, e deitou
a correr atraz de Bertha.
Esta conheceu que a perseguiam, pare-
oeu-lhe que o coracSo deixava de palpi-
tar, nos ouvidos resoou-lheestranbo zam-
ido ; n&o se deteve, porSm, *e redobrou
e velocidade na sua fuga irype#tuosa.
O pesado calcado do(. cocheiro n&o o
d eixava correr velozmente, de modo que
d entro em pouco perdeu t de visia a Sra.
de Croy, cujo trajo escuro se confundi
C om as trevas ; JoSo Baptista Gargablou
p arOu estafado.
-^ Irra murmurou elle, carrejando
a cabeja o chapeo ale oleado, nao tem
ae ver que fui rochado 1
E roltou resmungand para .junto do
fiacre. A' luz das lanternas consultou o
relogio.
Duas horas ? disse elle, cincoenta e
cinco sidos e a gorgeta. Esta s a mim
succede 1
E bateu o p ama duzia de vexes, arti-
culando ao mesino tempo urna enfiada de
pragas, qual dolas mais p.ittoresca.
Ah! eocclamou elle, em seguida e
como que interrogando-se, mas eu tenho
aqui urna cousa de ouro I
E tirou do bolso uin bracelete magnifi-
co, que Bertha, como sabemos, lhe deix-
ra de penhor.
Joao Baptista Gargablou mirou-o e re-
mirou-o, e disse em seguida :
Isto bonito, mas urna vez que
ella m'o deizou porque nao vale tres
francos 1... E araanha ainda tere! de per-
der duas horas, para o vender talvez por
"ItZ sidos. Foi urna fortuna, nao tem
duvida I Que diabo lbe hei de eu fazer !
Nao fallemos mais Disto.
Ao paseo que Gargablou se entres'-^
s lamentacoes e interjeic'es 7,^03,36^83
"^Iio-se efecbou-se notamente B porta da
casa n. 17.
O cocheiro ouvio a bulha e voltou-se
rpidamente.
Querem ver que me enganei, e que
desta vei que a fregueza I
Mas Gargablou abanou a cabeca com ar
de desacontamento. Nao era &frep*eza,
era um nomem, que se demorou um ins-
taste parado porta. Em seguida poz-
?e a caminbo, mas parecia cambalear.
o momento em que passou junto de
Gargablou, tocou-lbe este ligeiramente no
braco. ...
Q homem estremeceu e pergantou :
Que me quer
Gargablou tirorf o 9hapo.
Que ira desca par, mas desejava per*
guntar-he ama coust...
.
Que ? perguntou Renato, que os
leitores j de certo recnnheceram.
O senhor nao sahio agora da porta
n. 17?
Sabi... edepois?
E' que... queria perguntar-lhe se
sabe quem urna senhora que sahio de l,
ha tres minutos mais ou menos ?
Que que quer a essa senhora T...
p6rguntou elle vivamente.
O senhor conhece-a ?
Talves.
E' que eu, sempre lhe digo, que
eu fui quem a trouze.
Ab !...
Ajustou-mt s horas.,
Demorou-se exactamente duas horas e
cinco minutos... Tres francos e vinte e
cinco... e nSo me pagou...
Onde est ella ? nterrogou Renato.
Onde eet ella ?
Sim.
por
Eu
Olhe, se ainda vai a correr, como
corra, deve ir muito longe... passou
p de mim que nem um foguete...
chamei-a, mas qual I Depois corri atraz
della, mas nSo fui capaz de apanhal-a.
Onde foi que ella se metteu no trem ?
perguntou Renato.
Na praca de Magdalena.
E diz que ella nao pagou ?
Nao pagou, nRo, senhor !
Quanto que lhe ficou devendo ?
Tres francos e vinte e cinco .. e a
forgeta, essa conforme a generosidade
o fregnez.
Renato metteu a mo no bolso.
Entio o senhor vai pagar ? pergun-
tou Gargablou.
Gargablou tirou o chapeo. Renato deu-
lhe cem sidos.
Quanto lhe hei de voltar ? pergun-
tou o cocheiro.
Nada, rtorquio Renato.
Gargablou fez profunda cortesa, excla-
mando ao mesmo tempo :
Obrigado, meu principe!
XIII
O bracelete
Renato deixou Jo3o Baptista Gargablou
desfazer-se em cumpriraentos empolados,
e em seguida perguntou-lhe :
Voc olhou bem para a tal senhora
quando ella se metteu no trem ?
Olhei, sim, senhor, e sempre lhe di-
go que era bonita a valer !...
EntXo, se a tornasse a ver, conhe-
Ca-a?
Se a conhecia!... De mais a mais
eu tenho memoria como um profssor.
Que numero tem o sea fiacre ?
O raefi numero setecentos e no-
venta e nove.
Renato puxou pela carteira e escreveu
o numero.
O cocheiro proseguio :
Olhe que muito bom o meu trem,
quasi to bom como um trem particu-
lar... e depois tenho urna parelna que
despeja caminho como ae fosse de cavallos
inglezes... Quanto a cocheiro baBta di-
zer-lhe que tenho a alcunha de Cocheiro
Fiel.
Bem... disse Renato. j
Em seguida deu alguas passos para se
ir embora, mas Gargablou deteve-o.
Que mais quer ? perguntou ainda o
mancebo.
Queira perdoar... mas como o se-
nhor pagou pela fregueza, nSo se me tira
c da cabeca urna idea.
Qae idea ?
E'.que ella ..
0 que ?
Ora, sua conhecida !
Bonita como n&o me admira nada. I
De raca
V<-ude-?e na ra do
mercio n. 26-A
Com-
E quando assim fosse, que lhe im *
porta isso ?
Ora abi est !... E' que se o senhor
a eonhecesse, poda dizer-ine onde ella
mora
Onde e:la mora ?
Sm, sonhor.
Mas para que ?
Para ir amanha, de manhS, procu-
ral-a.
Com que fira ?
Com o fim de lhe entregar ama cousa
que lhe pertence.
Urna cousa 1... O que ?
E' um eufeite de ouro.
Que ella deixou talvez no trem?
Nao, senhor. .
Mas ent&o como que esse objecto
se acha as suas maos ?
Gargablou contou a Renato o que nos
j sabemos, mas desejando conservar para
si na narracao o melhor papel, affirmou
que a fregueza lhe ezigira que ficasse com
o bracelete, cousa a que elle nao acceder
sem grande difficuldade.
Deixe-me ver... disse o Sr. de Sa-
venay quando o cocheiro terminou.
Elle aqui est... replicou Garga-
blou, apresentando a Renato o objecto pe-
dido.
0 mancebo reconheceu immediatamente
o bracelete que a Sra. de Croy usava ha-
bitualmente.
Bem... disse elle restituindo-o ao
cocheiro.
Quanto vale isto ? peiguntou este
ultimo.
Cinco ou seis francos.
Ora, adeus 1
Quando multo.
Ento nao ouro, nem estas podras
sao finas ?
Est doido Isso nSo Dassa da cobre
Tiif
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E' l:ndo o sortimento de tecidos sendo
impossivel de se deacrever a grr.de va-
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o Itrg) do
"' qoalidade ; para Infor-
Corp Santo n. t, primeiro
Entilo sempre a tal senhora mo qne
ria embafar ?
Que lhe tinha ella dito ?
Que valia mil e quinhentos fran-
cos.
Renato rio-se.
Esteve a mangar com voc Ea
supponho-o homem de bem, mas emfim
ha de concordar que nao se confiam desee
modo mil e quinhentos francos a um dea-
conhecido.
Foi o mesmo que eu disse para com-
migo... nao sou to tolo que nao eonhe-
cesse isso mesmo... Mas emfim, qaer
seja ouro, quer aeja cobre, quero ir ama-
nha restituil-o... De modo que, se o se-
nhor me quizesse fazer o favor de me di-
zer a morada da tal senhora...
Disso que voc est livre, rstor-
quio Renato.
Porque?
Pois voc nao comprehende que
aquella senhora casada ?
Eu j o suspeitava I Ah os mari-
dos I
E que lhe seria muito desagradavel
vel-o ir lhe restituir a joia diante do ma-
rido, que nao deixaria de a interrogar...
Oh 1 os diabos Eu que nao tinha
pensado nisso I Que grande animal que
eu sou I Irra, que sou mais animal que as
minhas peruas !
Nem tudo lembra, retorquio Renato.
Mas ento o que que eu hei de
fazer ?
Isso com voc.
O senhor que poda muito bem fa-
zer-ma um favor...
Eu?
Sim, Benhor. .f
_ VOque?,
(Contina).
Tff. jlo iVV, ra Buque de Cazvaa t



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