Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19504


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Full Text

3!

HoMiitj^o 1 dej

\lHERO 1 1*
/
*

I
PifteP!RJB&S.iB8 Bl &L&80SL FI

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaados. 8$000
Por seis mezes adiantados. 15#000
Por um anno adiantdo 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLS
CA E ING
Os Srs Mayence Favre & C..\ '
La Grarr^c ^.v,,,,,.,.
m $&m& & f liaos
SNA FRAN- PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
: 8 ru de
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantdo .
Numero avul Numero avulso de dias anteriores.
16*500
335000
1100
|200
:
Telegrammas
SERIJO ?ASTIC7LAfl DO 5IABI5~
Rio de Janeit, 2 ) de Junho, s 6
hora c 35 minutos da tarje (reccbido
na estagao s 9 horas e 50 minutos da
norte, e entregue s 10 horas e 30 minu-
tos).
Na Cmara dos Deputados oi hoje dis-
cutid 1 o proicto prorogaiido o estado de
sitio. ~0 debate ticou encerrado.
27 deputaaos aprsenlaram um proje-
ct.j^whtrado a sessao do. Conga-sso paca
3o de Setembro.
No Senado foi approvada a licenca
pedida pelo Sr. Coelho Campos para au-
sentarse.
Foi nomeado e Sr. Coelho Netto
prod-sor de historia das artes na Escola
Nacional de Bellas Artes.
O coflonel Vnlladfto segu no dia 4
de Julho para Sergipc, licando com chefe
de'poticia interino o Dr. Correa Dutra.
Falleeu o jornalista Julio de Le-
Iai-z, -2) de Junho.
Foi preso o anarchista Laboric como
cmplice de Cezare Giovani Santo.
O parlamento votou 50:000 francos
para as despezas com os funeraes de Sa-
di-Carnot.
Assistir ao acto o novo Presidente aa
Repblica Sr. Casimir Perier. e ser ora-
dor official o Sr. Dupuy.
Parift, 29 de Junho.
Foi elevado 110:000 francos o crdito
1 cobrir as despezas com o funeral de
>adi-Carnot.
Foi muito applaudido aqui o tcle-
zramma do Marechal Floriano Peixoto
dan.l 1 pe/.ames pela morte de Carnot.
Marcham tropas jjira "Vyon -Mar-
sel!, e Toulon congo lmele evitar con-
flict
i le Cezare
.....- OT
prisi v
1 ser executado como par-
ricida.
Londres, 2>. de Junho.
Prepara-se urna convenco contra os
:h i-tas.
Genova, 20 de Junho.
Eiouve aqui um f mecting de protes-
to contra o atteotado de que foi victima
Carnot.
I'uiiin, 29 de Junh'i.
Foram atacadas e saqueadas algumas
francezas de commercio.
Ro do Janeiro, 50 de Junho, s
O praticanto da thesouraria de fazen-
da, extincta, do mesmo Estado, Jos
Pedro Duarte Silva ;
O 1." escripturario da mesma the-
souraria, Luiz Augusto Jeorge Goncal-
fes ;
O 2." escripturario da Delegada Fis-
cal do Thesouro Federal, nc Estado do
Paran, Jos Lourenco SchleJer.
Foi nomeado Alfredo Emilio da Sil-
va Maia, 4." escripturario da Alfandega
do Rio de Janeiro.
Foi aposentado, na conformidade
do decreto n. 117 de 4 de Dezembro
de 1892, o fiel da Thesouraria GeraJ do
Thesouro Federal. Theophflo Jos G-
ines.
Foi reformado, na conformidade
das Lfjs das A Ifande gas c Mesas de Ren-
das, o guarda da Alfandega do Rio de
Janeiro, Antonio Caetano da Silva San-
tos.
Foi expedida em data de 16 do cor-
rente a seguinte circular :
Determino aos Srs. chefes das repar-
tieses subordinadas a este ministerio,
que o imposto de consumo de fumo,
procedente de pazes, com os quaes
baja tratado de ^ commercio, deve ser
cobrado em nota especial e nao na do
despacho da importacao, havendo o
cuidado de declarar ni nota imposto
de consumo. Felisbello Freir.
Tem a data da 2 de Junho os
seguintes decretos:
Sr. presidente da Junta Commercial
Em virtude do decreto n. 1482 B de
24 de Julho de 1893, foi incorporada
nesta capital a Sociedade Anonyma
Lotera Nacional, no intuito de estabe-
lecer a fuso das loteras estadoaes as
da Capital Federal, acontecndo, po-
rm, que alguns cessionarios de lote-
ras estadoaes, que venderam seus con-
tractos a referida sociedade, intentam
agora estabelecer urna outra Associa-
Co, com o fim de explorar contractos
de Estados, conforme se verifica do an-
nuncio publicado no fim da pagina 2088
do Diario Official de 16 do corrente
mez, rogo-vos providenciis, com a
mxima urgencia, para que seja prohi-
bido nessa Junta, o registro da nova
Companhia. ou' outras de igruaes (tos
que porventura forera creadas, visto
ser isto contrario as disposicoes do res-
peerh-o ri"' ral -. ."-:: >yio entre aqu
i 24 de Julho de 1893Saude e frater-
nidade Ielisbello FrcircConfere -
Hor Meyll Alvares.
Ministerio dos Negocios da Fazenda
Em 21 de Junho de 1894X 119
Sr. Syndico da Cmara Sydical dos
Correctores de Fundo- Pblicos da Ca-
pital Redera!Em virtude do Decreto
n. 14S2 B de 24 de Julho de 1893, foi
incorporada nesta capital a Sociedade
Anonyma Lotera Nacional.no intuito
de estabelecer a fuso das loteras es-
tadoaes, que venderam seus contractos
a referida Sociedade, intentam agora
estabelecer nma outra Associaco com
o fim de explorar contractos de Esta-
dos, conforme se verifica do annuncio
publicado no fim da pagina 2088 do
Diario Official de 16 do corrente mez,
rogo-vos providenciis, com a mxima
gusto Pcreira, Antonio Fleury Curado,
Manoal Lopes de Figueiredo e ao ex-
capitSo de Voluntarios da Patria Del-
fino Nonato de Faria.
De capito, ao ex-capito de volun-
tarios da Patria Joaquim Rodriga
Freir, aos ex-tenentes de voluntan,
da Patria Joaquim Vicente Paes
Barros e Manoel da Costa Pedreiivi, te
nentc honorario Pedro F'ernandes Po-
voas, aos alferes honorarios Ferrear.
Mondes, Manoel Lino da Silva, Durval
Alfrelo Fe; 1 'ira Guimares e Leocadio
Baptista Texeira aos capito da Guar- J
da Naliona; ; pgy4io Mes mo e,/Joa- J
quim Henriques dos Santos Vipnna,
Candido Eauriano de Pinho e Vipente]
Antunes Maciel Epaminondas ; aos al- i
feres da Guarda Nacional Joo Augus- I
to de Olivaira, Jos Antonio Branda
e ao alferes honorario Gregorio Henri-
que de Amarante.
De tenente, ao alferes honorario Jo-
s Bernardo da Silva, aos tenentes da
Guarda Nacional Antonio Pereira da
Silva Brandao, Ernesto Frederico de
Oliveira Anchado, Antonio Marinho da
Fonseca e Jeronymo Leopoldo de La-
cerda.
De alferes, aos alferes em commissao
Manuel
Da Montevideanos comrnonlcaai a chegada do.a aabemo* que ae vae mar ama revista fo-
rapltao de mar eifuerrn Cyprltno L >p s de An-
dr>d'.. ene^rregar p-lo almirante poriagei Je
synd '.! Fubre u -r.i'Uu dua asjlalo- b ari'.eiroa
oaqcelli capital etc Boeoo'-Aye.
n "
liieoteen Guiaba, relatando
iicoia alcaocrta p lo 2' re
a da goarid niciooal, ooa
c-?iei.re faccioora Fclicio Ri
e.ro., foi f t. o ({ravemMutd.
s Jo combate e o horrivel
\^, -''"'" deeolaior e amigo
ocio.
ipitcr ahlo aat^m do di-
aojo 03 rembos qie le
'umptando par3 receber o
juatro de Hilo X Aqol-
reoRe.
Colebram-ae anluala f-staa populare* a
rel'gioa em dom^oatem a S. JoioJ
pa
.5o
te i
cotu
r: i<
Q
0 Bt
Inor 6
riin. 10
Sdt.
e u g<
2 de JjQbs )
leldo eitiveram bootem
s'U'klioeale os boueo e
.30 ooBo cofeepeiidet)-
neobum uoii'ormidolwox
a qaer que seja. Ein
.-.i .la da 1 ivasao de Ri
me'o...
ladilbete pass^-se pan
mesmo o que Je me-
-.3.
.0 Bio Grai
9-if. J-5>-!- .

Srs. revoltoaot ao ler-
j-teig.
>- \-- -ae, RapbMl Cabeda
ute vio 'jacoQirar bemen que ieem-ine*
mO'f:-io qoe >A atiesa 'kh>.
0 q:- eea coborte repoblicaoa que val como
, au .alancae deetrnisdo resiaiearias ; que
Jos ae Araujo e Josc omesjco^^aijjoonioqaem vai paloma (eela em boara
de Lima ; aos cx-i"' sargentos Antonio 11i patria, temoj dado coawcuilvas provaa e aio
Joo de Barros, Salustiano Antonio
Pinto Brazil e Epiphanio Jos Zeferino
c ao ex-r sargento do extincto y cor-
po de voluntarios da patria Luiz An-
tonio dos Santos.
Recebedorit* do Estado de Per
11:1111' co
fenpaclio d* dia 90 de Jiinhi de 189
i.ivrumento & .Santo?.Informe a I.* seceo-
0 portero,
Custodio I!, da Silva Guimares.
INTERIOR
A Recolta
( 0 Paiz de 21 le Joobs )
Nao me*ece mus a hjara da -iscu-eo o boato.
Elle tia aa torJoie e aos ba>iioa da gente revol-
iwa 6 o ooieb praier que lea o taUfd! e S
qoecD, 1 orlar.-' > Mes 3 rotau e gritar to-o l. entendam, a-TDi.re !.-n?e do moic'.cuado e
o^ncu ronqulat 'J t*r':t do da fftfmt RiJ
bontem p.dltoa Montevideo so ir a invao de
grandes grupo* p..ra engrosaar aa riielras de
Marcelino Pina.
Mas que seja meamc assiiu e qoe o caulbo
tfrente de nevo ch oos.-os bravos, que oko qoe
ero outra consa ?e;ao rechaza'-j e rsmigal o
e aoa seus bandos, a poata de sabr 1...
\ nham I Detx.^m-ae da corrers lonisG e
sjaoi boaeos, j4 que no sabem ser braaiiei-
roi i...
da fioj' con a !nse-fo do telegramma que nos
eriTiaram o nossjs coocidadios, cadetes e infr-
riorts do 1 regiment de cavallarla do exer-
,cto.
Os bravos rapaies, acampados emPoota Gros-
sa. sub cbava impiedosa, deaprcaaodo o fro
corlante, embram-ee de ni e nos saulam ,
lemhrm --e da patria e do >i*as Repblica p
eatrcxim-se aos fesiejos, nt vsap rs da part'da
para Palmes, semp'e para o sol, em demiaJa o
mimigo.
urgencia, para que seja prohibida a co-
b i ho-
ra
A' Dep lado? approvou em
.; o prorrogando
t ... :-s50,
q : ai i n> te, senda que tatvez
ja sap concluida, s votado o
inh: > ^
O Senado approvou o parecer que re-
. mdando abrir con-
ars o monumento Benjamn
nt, visto ter o governo encarrega-
obra o Sr. Bernardelli.
N'a b italha de Passo Fundo calcula-
e qu^ o inimigo perdeu pelo menos 500
orons mortos; entre os quaes os tenen-
5-coronels Podziak, e Francisco 'dos
antos Yaz. Supp5e-se tambem que Gu-
lercindo foi ferido.
D,i~ forceas legaes foram feridos o gene-
j ijL Rodrigues Lima e o coronel Firmino
aula.
- Amanh,*por ^ccasio das exequias
lo celebradas por SadnCarnot,
rmar em grande uniforme urna briga-
1 composta do io. batalho de nfanta-
a, 9,0 de cavallaria e 2.0 (fc-rtilharia, ao
tando do general Cmara.
A taxa do cambio sobre C*odieg
)i hoje 9 e 14 d. por 1,?
^.
ou de outras de guies fins que porven-
tura forcm creadas, visto ser i:;to con-
trario disposictks do respectivo con-
tracto, firmado entre aquella Associa-
e o Thesouro Federal, por forcaj
Jo ljdjao Decreto n. 14^2 B de T4
de Julho de 1893Saade e Fraternidad
(Assignado)FelisbcUo FreirCon-"
fere Hor Meyll Alvares.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da Fazenda
Por decreto de 20 de Junho :
Foram demittidos como traidores
Repblica :
O 2. escripturario da thesouraria de
azenda, extincta, do Estado de Santa
^atharina, Alfredo da Costa Albuquer-
jue;
O guarda-mdY-da,alfandega do mes-
no Estado, Hernrrjgenes de Araujo
Aoscindo;
Uiuistcriu da Guerra
Por decretos"de 18 de Junho :
Foi transferido para a 2.1 classe do
exercfto, ficando aggregado arma a
que pertence, de conformidade com o
dispost ha resolucao de 1 de Abril de
1871, o capito'do 10." regiment de
cavallaria Argemiro da Costa Sampaio,
visto haver sido, em fnspeccp de sau-
de a que foi submettido, julgado inca-
paz para o servico do ine-ino exercito.
Po decretos *Je 20 do corrente :
Foi dispensado, a seu pedido, o te-
ncnte-coronel do corpo de engenheiros
Henriqtie Augusto Eduardo Martins,
do cargo de commandante da Escola
Mil tur do Cear ;
Foi nomeado commandante da refe-
rida escola o tenentc-coronel do mes-
mo corpo Leopoldo Rodolpho Pinheiro
Bittenccurt.
Foro concedidas as seguintes hon-
ras de postos do exercito :
De tenente-coronel, ao capito ho-
norario do exercito e capello-major re-
formado da Brigada Policial da Capital
F.edera! Antonio Joaquim Madeira em
aflfcnfo aos bons servcos prestados
Repblica
De capito-medico de 4a,classe, ao
Dr. Manoel-Francisco da Costa, em at-
tenclo aosfervicos prestados durante
a revolta.
Foro con
do exercito aos
los revelantes servico prestados na
campanha do Paraguay.
De major, aos majores Ma Guarda
Nacional Benedicto Jos da Silva Fran-
ca e Delfinq Augusto de Figtieiredo ;
aos capitSes honorarios Lycero-Au-
gsjhonras de postos
"es cidados pe-
( 0 Paiz de 2 de Janho )
Os soldadosrepoblicaoua. vigilantes pela Inte-
gica-e da patria, b-avo3 como borneas e haroi;
eos como brrtiileiros; a bahtanada qui tamas
VrtPs demonstren oao recetar intemperies e
Kiimigos, por nomerosos ou valentes que 8?jam ;
03 carioc-is do 2o regiment de cavall >rta da
coarda aacioasl do Disticto Federal, que na
'ioua tcezes vimos embarcar de riso aoa labios,
guapos, vivando a Republica e o marecbal Fio
n no Beisoto, aobam de dar rcais am dia de
gl na patria, toodo o seu baptismo de eaa
ru
Foi sob o fri polar qoe hoje reioa no Paran.
A nev .caba em floiuj leve.', amontoaodo-se,
a ufndole o-i est'alii', aolldiicaada-se na
bt te'nperato-a ambiente. Pirecia mesmo
q'j lodosos elercento? ee coospiravara contra os
bravoa aeo3'ams do P.io i Jatelro: a cbova teimosa, em grandes
n-u-gjs constantes, onoaa-cava os oossos sol-
dados.
Eiitretaoto, perto delles etava a Lapao vatro
da nrimeira graridea da Repobllca ; a meorerij
bcros.in:a de Gotees Garneiro, e'a com um so!
lava vicu e alent aos nossos soldados. B
""t] conar o' obetacoloa oppostos pela n-iturcza
lirmea e rieonbas semprj, sob o temporal incle-
mente e o fri siberiano, -iuraote tres dias camt
nba-aai ofbciaes e guardas do 2.
Ai.hI. depo s de 72 boras de marcha appare
ce o 'limig). eo-ootrada a a columna do fi-
no oro ebefe federalista Felicio Ribas I... Em-
pehia-re o combate, portado, sanguinolento,
n-u .le boras,.oorpo a corpo e o inimigo es
"lauado e o 2' regiment de cavallaria da nar-
ria nacional domina o campo, emquaoio a in-
farr i entda o bymno naciousl e nos despojes dos
vBDcUoa licam para o jalgameoto supremo o
f. ora Folelo e nota am dos seas compa-
ni)iro8 I. .
II ir.-f.sj pela guarda ational do Disiricto Fe-
J.t-i I...
Viva o brioso 2 regiment !...
Esta noticia que acaba da serlida o
tran^umpto do telegramma que nos envlou J va
lente major Antou'o foocalves Birreiros, coco-
maodante do regiment.
Pof iaformago official lambeo Uvemos a re-
ferida noticia, que bontem mesmo, Urde, tl-
z"mos corihecida dos lettorcs no seguinte bo-
le.im .
Tnlecramiias offi iaee recibidos da Lapa,
no'i.-iam a prla e rriai viole um coapaoheiros pelo 2* rgimen
to de cavallaria da guarda nacional desia Ca
pital .
(0 Pa; de 25 de Jonbo)
Cootinuam us tvtdidcs republicanos a mircba
vlctcnosa.
0 uos50 Sftvi{a;tal gr*pMco de h< je coo.-i-
jn- >ois tflompWgfa sal. Do um, cabe as
Eneras ao ce-jer ttior Osear o nojso cor-
respor.d oe em Pdrt^y&ifgfe apenas refere o
facto a^oardindo a parle detallada 4o bravo
milit-r.
A ostra victoria consegoic-j o velho e inleme-
'ato coronel !)-. 1 Abrautes, contra as fo-g.i de
Jac* Tice, o mesio qae o bo.'t"iros do Hiu d;
Prafa davam a raio rewndo aoj -ootroa -eioerres
l'ct-m o txiremo sal do Bral e lea a
tepo-Zi
A 'c''1 p?8oa-?e o^di 19 do corrente na
?err.jj#- Cataifitova e co3V"in1*a pesoilme te
- il ^0 faelfisra JuV Trre
t ,.'...n<> i... .--.uJ (y(ta a anlieria, ncu-
aicOA -i eavalnadas i entre os morios nveram o
CO'ttuhi Julio Ce^ar.
Con8>goa ainda o telegramma qaa nos traz
esta jubcsi noticia qae T'gr<, na faga noal, e
per.-eop-o sempreo corooel Braz Abraotes, ma-
Iog ICOJ mnarea qau para alimentacao coolu-
zla com a columna.
O iricmpho aesim narrado de grande alcan-
ce para a prompta pa lficacao do Rio Graide do
ol.
Telegrammia d' 0 Paiz :
Montevideo, 10.
T'le/rapbim de Alvear qae o ex-coronel Sal-
gaJo eit all "nfermo e recebeo iotima;?o di
autoriitade militar da Repblica para nao passar
a f'ontetra en direccao ao Rio Grande do Sul.
M.>n/ev!da, 20.
Consta qo' granrtea grup.s revoltosos qae es-
.1-i.ui em Carp'otaria invadiram o Rio G'ande
co Sol para renoir se s torcas de Marcelino
Pinnas E' boato de origem feeralieta.
Montevideo, 21.
O cb-fe revoltoso Cabedt receben armas e mu-
i,.i -i em Ssnto Eugenio, onde ainda se acba.
Montevideo, 21.
0 SapiHo e fngata Francisco Carlton Oito da
Silva, qae comman-iava a flotima de Ma'to.Gros-
80, ct.f-gio irj'j de Assuojpcio.
Dome'ideo. 21.
p-pi-acte? que consjgoiram e?coode.'-se
coi "Vkio Pelo III c assim voliarm a
esta c'dade foram agora pre os e recolbidoe
corveta Mlolello.
cenos-Ay es, 21.
Cttegarali a asa cidaJe os revoltosos brazilei-
res qse a impreca platina dra como fusilados
em ioritibJ.
Mojtevido, 21
Ciegou a esta cidade o capillo de mar e g?er-
( 0 Paiz de 23 de Janbo)
A madife-'acii l'O Paiz aos bravos da etqua-
dra nacional fella solemnemaute em outra co
loiom ; entretanto, julgamoa de nosso dever
nao ebedeeer aqi a data festival do regres^o
los veoesdores, como nao deixaiuos de memo-
rar a partida (ios bravos quando foram dar o
ultimo golpe na malsinada revolta legal.
Jeronymo Goncalves e seas dignos cumpa
nbeuos, todos souberam camprir os seus deve-
'ei e, s voltam com o despredlmeGto dos bo-
ne8tos e dos bous, a justo qae toda popolacio
veabi-lbes ao encontr, saudaudo-os e glorio"
cand os.
Agora a nossa tarefa d noticlarislas. A
o-gio telegrapbtM de boje traz copla loteree-
sante de fa:tos qu se prendem aos acootecimen
ios que aqoi prucipalmeote narramos.
Em Ltsbda, foi preso, logo qce desembarcado,
o official ia marioha portageuzs qae commauda
va o Pedro III, durante o tempo em qoe este
vapor alcou o pavilblo daquella nacionalidad?.
Naturalmente esta militar nfto desempennou o
sen cargo com correccio; .nal a sua falta, en-
tretanto desconnecemoa.
Cypnan> Lopes de iair^de, qae agora veto
ero commissao do governo portugus para sy.i-
difcar dos fados relativos 3 corvetas Mindeltot
e Affjno de Albaijufrqoe.
Po\i&r,ra>aco qae pe soalmente 003 deu esse
olicii .-'ouemos qae nSo f ram aspirantes os
indi'ilujs que conseguirn regressar no Pe-
dro IU am 15 ma-iuneircs. Accrescentoa
aioda qa eat- b- meas evdtram-se de bordo.
0 Pedro III > jl nao esta com bandeira por.
tugueja. 0 capitSo de mar e guerra Aodrade
romecona jiierrogir es offi i es e mariobeirus
di iiioltlio soiire lo ios os successos desde
o Rio de Janeiro al a fuga aqoi e em Bueoos-
Ayes.
M-nti:vido, 22.
Par-;- csrtoq'ae Bapba?! G3beda Invadi o Rio
G'aad do Sol com varice g-opos bastante nu-
me-osjbs.
El Siglo diz qoe o Dr. Victorino Moo-
teiro eqj ?eu regresJ a esta capital vira investi-
do uepoderea para aee ciar a liberdade da o
vegagao ra Isga Mirim e no JagoarSo.
Go-itiba, 2!.
O 2." regiment de cavallaria da guarda nacio-
nal des-'a cidade combatea os revoltosos nos
campos da Ha ti va, ao sul do Rio N->gro.
0 coronel federalista F- licio Ribaf, valgo R
te, foi-fi-ido gravemente e aprisionado. O
degolsaor N u morrea em combale.
Oorltib-, 24.
Jo.-s Tigre foi completamente derrotado no
dfa 19 do correte, na serra da Gotanduva, qaa-
torze leguas adiante do Xao.
u coronel Braz branles atacou-lbaa retaguar-
da turnando toda a artllbena, meiraibadoras, ar-
mamentos ditersos. muoicOes e aoimaes.
Foi mono o coronel Joiio Cesar, commandante
da ariilbana dos revoltosos, cinco officiaes e um
cabo inimigo.
Filemos 39 prisioneiroi, entre el'es 17 solda-
dos de liona sprislonsdoi pelo inimigo na Lapa
e em Paranatro.
Joca Tigre dirigi a aeco a quando atinal fu-
gio maion mil bestas que levava para a alimen-
tacao da rolumoa.
0 inimigo deizoa maitos feridos e du'ante o
cmbale dava vivas ao m trecha! Floriano Pei-
xoto.
Porto-Alegre, 24.
As folhas republicanas noticUm mals urna vi-
ctoria contra os revoltosos, alcancada pelo gene-
ral Artbur Ojear na localidade denominada Tres
Forqnirais.
Trata se aqui da fandigao de ama Policlnica
GBEGAADA RSQUAB3A
(0 Piiz de2i de Janbo)
A histori* aa Republica Branleira registra, en
tre outraa, duas dalas de g-ande reio-ijo pobll
co, e qae por ama wic: leac a ootavel sao as
signal !s pelos m-smos dia.i do mes : a 23 de
Noveusbro foi reetac-ico o dominio da Gootitoi
c5o R-puoiicaaa; a 23 de Jiobo dea eairida oa
r>abla do [lio da Jait-u.i ovante e por eoire aa
a""lamacOes de tod< am pevo, a esquadra que
but-'a os oftimo* re.!cutos da revofa e p< r Igual
'estauroa os credltoa da prop-ia marinba na-
cional.
Das fesla de bontem, pre juncadas em mei'.o
P'-lo mao '-ropo, pci. : nao pe-rtejeeram excesivamente a e. ie ou aqael*
le grop", porque a oplniio fes-se rep'eseotar em
todas as soae classes, a sociedide Jnteira, asso-
ciando-.e n'om frmito da entbusiasmo doiirante
ao .profiri go-.eruu 1 aos seos representantes,
correa voiojariamnaie. cipeHIda pela argaido
proprio palrioli-mJ a saudar os benemritos offi-
ciae, qae iao srem exempliflcaram o amor da
disciplina e o amor da* lastitoicoas, defendidas
ao p'ego dos maiores sacrificioe.
Cnegou aesqoad a legal I E a ppala So
nomneos correo p'essnrosa a sadar os b'avos
marinheiros, qae bonraram as iradijfjea glorio--
sas da cUsse e mala om ves salvarama Patria
da oppressSo selvagem doa ambiciosos- e aven-
taremos.
Cbegaram alloal os valentes patriotas I E to-
dos nOs fomos levar-Ibes as maoifestacO's de
noseas sympatbias, entusiasmados pela cansa
anta, que abracaras), aa defeta da Repblica
cont-a 1 caudilbagem.
Todos saOcm o qoe foi essa Iota, travada entre
braiilelroB, qoe se estendeu das bellas paragens
do extremo sal ao paii e ve'.o m.is tarde abr-
gar-se na magestosa Guanabara, roobauao so-
cago e a iranquiliidade das nossas familis e
perturbando a*rdem dos negoctoi pnbttoos. o
qoe iu'eressavt eom o bem estar da pataia e om
o prog-easo da ducocracia.
Ao tino administrajp de nm hroe FloMaoo
Pelxoi, janlou e a bH'O'-a e a coragem di ou-
t.0_jircnymi Gonc.;tves; e e38es dois vatios
da helarle, que relembram os memoravei feims
do Paracuay, qondo era. preciso si.I ar a baode
ra nacional, ligaram se agora para sofocar oaoa
revolta, consolidando Republica e repetlindoos
golpea vibrados contra a co&slituigao liberal bra-
zlleir. L .
A entrada da esquadra, marcada para bontem,
esta'a sonncciadi ps" as 10 boris datnsobS.
O dia ama.ibaceu triionho ; chova impertinen
ib e ioromroodativa ; grosas navens modifica
vam completamente o aspecto da nossa baha.
Desde 4s 8 horas da manda qne a populacao
desc a p*/a, es c4e-, .emb-rca^oo^ vaptjrei
. AraruaDa, MtH d laocuai, ba-eaa 4 maanlu Ferry. gttfraas-
do qn- oa gtorii>s>'nai -s 'a tnarinua lraz:ielra
tran8^nre^^e^Q % bnba de Sania Uro a u^8
MJit:s pf3SO-.3 y.'uejraTJJX'. morrja..
E-a ge.-al u evs^atauHftla ; loaas aa embarca
{6-s eetavaro exbaodeiradas, e em cada orna
dellas tocava a bana de mus ca de um dos co-
nos aiil'tare*.
Pelas 11 boras da manb o morro do Cas-
talio ueu tres tiros de peca, mitcando ao pabiiep
fluminense qoe a esquadra naciooal demasdava
a barra, e pulas 12 i/1 da manb eatava ella
ovante uo porto do Ello ae Janeiro.
Logo que o navio ebefe cruzoo a linha de
Santa Groz e Lage, salvbn com 21 tiros, segain-
do-se nes'a manobra todos os ou'.ros navios
aiediua qoe atraveasavato a nha. De 'era coa-
ti', z fortaleza ce Sonta Cruz romper a salva, se
gniodo-se Ibe os ouiros fortes e pontos fjrtifj-
cedos
Na frente vintia a torpe Jei-a Gnstavo Sam-
paio com o paviinao do capttode mare guerra
Gaspa-daSilvaR-'drigaese depois as lorpedeirap
Sabino Vieira t Tamborino, que sabiraoi d^ste
porto ao CDCoot'o da esquadra.
0 cruzador Anirada. oavio-cb^fe, abri o ca
mnh", sega'ndo seibo o Tiradentes, Pama
nyba. Quine de .Sovembro, Iri-, Santo;,
I.aio, Meteoro. 3. Salvador, 'spersnea
e por oltimo as torpedearas Svado, ?edro
Ivc e Pedro AfLnso, vindo aqnelli no centro
e est-is dos lado?.
Ao iranspor a barra a esquadra republicana
salvou.
A primeira coamisso que siudoo ao almi-
rante JTonyao Go^jalves foi a dpatacSo do
Distrito Fede#al. .
Qoerando manifestr ao illoatra almirante Je-
ronyaoo Gougalves e a narnna rj-oml/s tw
booienageos de recunhecimfnto, resolvea ir bar-
ra fora ao encontr da esqaadra e acomponhal-a
atdea;ro do po to.
Embarcados es sens metibros na lancha Cla-
rita, daEaipreza Iadosfia! de Melhoramentos
do Brasil, segu(rau2 p>a fra da ba-ra, L-ncan-
Uando a esquai.-a fobduada em Ireu'-e a Gotua-
ana. Depois das ssudacOes a todos os navios
da forja naval braziletra d!rigiraai-je ao cruzador
Aodrada. navio cn^fe, onde foram itamediata
mente reeebidos p*lo comanandao-e da e-qoadra.
Abi o deputalo capilla teoeote Jos Grl. s de
Garvalbo sandou o bravo mir;ch2i:o em nom
los representantes desta capit'.
Ao retl'ar-se a deputagao fed >ral o navio capi-
tanea saivoc.
Quaado o navio caoitaoea entrava 00 an
oorajoaro los nav:n3 de guerra estrangul-' s,
passaodo am frente ao crazalor france Dj
qaesue qoe estava e.nbaadeirado nos topes, sol
voa este vaso ao pavi'ho do almirante Gonga!-
ves, tocando a sua oanda de mostea o bymrjo
btaztleiro. -
Ocrusador \ndrada respondeu as saadcoe*
ar-iaado o pmDandeiramento em arcoeifiaoio
no lope grande o pavilbao tricolor.
Logo que faadeou a zsquad'a naciooal rece-
bea o oravo almirante assaulacOss dos Srs. :
Marecbal Floriano Peixoto. vic^.presidente da
repblica, represrntado pelos seos ajulanlesde
o'dens capito-ten -ote Arstidea Pioho e copitao
Eduardo Silva ; contra almiraate G-srios de iNo-
ro:bi, inspector do arsenal de Madnha, e-en
ajadante de ordeos teneate Francisco Miria
dos Santos ; capito de mar e guerra Qo nt.ao
Francisco da Costa, sub chefe do estado ma:or
general da armada ; captto teoeote Ramea da
Pnnseca, em oome do contra-almirante Julio d-
.Noronha, eucarregado do expediente da mari-
nea ; contra almi-ant Alves Barbosa, chefe i!o
corpo de engenheiros oavaes, com seu secretario
o teoeote Anco-a da Luz ; Dr. Gassiano do
Nasclmento, ministro do interior; m&jo-Jklunii
Vsrelia e 2* tenentp Bentes, em nome do general
Argollo ; general Lelte de Castro e major Giba
no Duane, rep*esentando a eseola superio' de
guerra ; coronel Valladeo, chefe de pol'.cia;
Dr. Teixeira de Freltas, Malbias de Carvalbo,
Sylvlo Bapfsla, Garca de Almdida. Pereira Pin
o e Costa Rodrign?, representando a swetana
e contadoria de marinba ; Velga Cabral e outros
pelos empregados do crrelo ; contra-Blmlraot^a
Firmino Chaves e Lopes da Cruz e capito oe
fragata Pinto Bravo, representado o conseibo
naval : eagenhei'O naval capiSo de mar.e goer-
ra Freir de Garvalbo ; Dr. To'caoo, pelo minia
tro da fasenda; capito de mar e guerra Dr. J os
Caetano da Co>ta, inspector de saude naval ;
Adolpbo Hisselmann, inspector da alfandega ;
collegio militar, escola potytecbnica, corpo de
bembeiros e brigada policial com bao la de mu
sica; o represen ante desia folba; gra d uarne-
mero da offieiaa de trra e mar ; Dr. J So Can -
ci. pela r ral Cmara e sen ajadante de ordeas ; quartel
mestre general ; bario de Iiaip, director geral
da secretarla da guerra ; s monos popo are*.
Fuadeada a esqoadra parti do arsenal da
guerra a lancha 23 de fiovemoro*. condur no
o tean a Caalcaate, representante do geae-ai
Coslallat, o general L-ite de Castro, directo- da
escola superior de goerra ; o general Gao aaria,
director do arsenal de gue"a ; ctronel Torreo
tame-r, intendente da garra, a qu I dirtgo-ot
pura bordo do uavia-cnefe, onde se achava a
contra-almirante Goocalves.
O almirante francs Farnier maadaa ao
Rracwior Andrada o sen aiuanie de odeaa
camprimeciar o iiTanle Goncalves.
Os officiaes do regiment de cavsl'aria da
brigada poiiwal ere^ram .10 aimlraot-e Jn>-
nymj Oongatves om vistoso ramilhete- de (lores
artiflciaes.
Os navio* qae serriram 4 revolta e o commando 00 disUQClos p-imeiros leo^nVs :
Silvinato dj-ioura, oQinz>- Je Novam^o
Q?Mnb'icac ; Joio AagtjaCa de Aaorim Rangel,
o Esperanga ; Culos Pereira Lima, o Meteo-
ro ; Ped'o Paci as OUvetra Santos, o
O frigorfico Jpiter eslava embandeiraio
em arco e liaba a seu bordo urna banda de m-
sica.
Depois de ancorada a esqoadra nesta pono foi
esse f-lgplico renier as devidas homenajea*
ao navio capitanea.
0 coronel Joaqoim Lacera, acompannado de
*pq ajadante de ordens alseres Theodoro ta
Mello e dos teoeote?-coronis Libero Gaimaries
Goislaotlno Pereira da Caoba, capito Sluarao
Mooo, leoente Lefl'iQ e maitos meibros daco-
lonia paraoaanse e oulrosacigos foram am ama
lancha a vapor ao enconUo da e.qaadra, am de
saudar a aoa gloriosa cdn;ialiiade.
A guarda nacional fex-se representar pelos
Srs. eoroael ErnestoSeona e teDentes-:orooeta
Rapnael Fonseca e Bo'ges Leal, que seguirn a
bordo do vapor Math.lde, acompanbad os ds
oaodas de msica do i' e 11 baialboes dessa
codicia.
Esiacioaaram perto Oa Ilua Rasa, d'ouste sa-
nram logo qoe faaieaa a esquadra.
A commlsso fot recebida no portlo do navio
3.-fd pela capitao-tenente Baptista das lesea,
cooimaodaoHe do cruzador Andra'a, palo
capillo lente Jos Carlas de Carvaloo, qoe
apresentoa a commissao ao almirante.
Em nome doa seus ccllegas falloa o corooel
Spona, agraJoceodo o velho official esBas aar-
featacOes.
eoogreesoNiciojal nomeou os Sj-j^zj.
oadoree Manoel Barata e-Eugeato^r Amo-ira e
dsputaao8 J0S0 Lopes, Arlhor Ros e Fmsaca
Ponella para represeotal o na recept>j ra ea-
quadra.
Em nome dos representantes da naci buloa o
3r. deputado Joio Lopes, lt.e dirigi os raaw
sinceros appliusos i. manaba nacional, pela tv:-
luiia al-aocada.
O a'.niirante r^npcuden.
08 Srs. Aoloai' Aogosto de Paoa 9 Ma-
noel Augusto FraaciSLO da Rosa Inspectores
seccionaos, foram hosiem carorra-otar o cmp-
mandaotf'em ebefe e officiaes da esquadra, em
nome de sen companbeiros da 18* c r-ams:-:p-
cao urbana.
0 Club Tiradentes man loo abordo cum-
primeotar oalmi.-aoie Jeronymo Gbncilves os
seos dino; socios Dr-. Manoel Timotdeo da
Costa, Jos Lopes de Castro Jaaior. Francisco
Aiaares Gomes Barroso e Eiua-do Monleir.
A iuspe^ioria de Ierras e colooisaeio fjz-se
representar pelo 1* ajalaote Dr. Jjs Lopes do
Castro Jaoior.
A commissao central orgaoisado-a 00c f.;-
tei >s composta dos Srs. senado-Joio Co-Jetro,
engenheiros mual:ipaes Miguel Gaima'^es, Tra-
jino E. V. de Msdeiros, Bem rdloo de Garva-
lbo, Bernardina de Frena, Emygdio Ribeiro a
Augusto M. L'ma, destiooa os segalates mimos
aoa officiaes, commandaotes d.s Lavios da es-
qoadra :
Grande ancora de rosas e mosgo com ima
corda de louro e carvalboao almirante Gon-
calves.
Ancora de rosas de 8 metros ao com m.i din-
te da divisao de torpederas Gaspar R; :,-.-
gues.
A familia do marecbal vice-pre'td.
ttepobliita assisilo 4 ebegada d* esqoaira do
ooservaiorio a tronomico. Depois da te* esta
Tundeado, a respeitsvel >enh>r* e "il-.aa do :n-
fe ij Estado tomaram oo arsenal de goer-a usa
lancha & vapor, dingnfo se pira bordo da Ur-
pedelra Gustavo Sampaio.
Tres ancoras msnores aos cot:mandiata la*
tres torp9dei as que ent-aram em accao oitra
o Aqotdaoan, Aluno Corris, Ameneo 3
e Ammtbas Jcg das torpedeiras Gcsi.
Daio, Stlvado e Ped-o Affjnso.
-..Nove bouquets aos comm;n!an;es de n
da esquadra qae tomaram narte oa Iota
la das .Seves, Ribeiro Beifo-l, Bao'ista F
Soares de Paiva, Americano Freir. R-
Lipes ".a Gaz, Tancredo Jauffret, Silvioaio da
M-ourae Alves de Br to.
Uai grande cordi de louro e carva'ho a
rante Coelho Netto, com a inscipcio: A a-
clyto almirante Coelho Keilc-Preito 4 saa dedi-
cado e patriotismo.
F 1 orador por parte da commlssSo o e^ge-
nbeiro municipal Beroa'dino GaudMo de Caras-
Ibo.
A's 2 1,2 oras la tarde, o navio-
slgaal de r^uoir officiaes e, emborcanio o al-
mirante Jerooyoao Goigaives com seos eom*naa-
datos aa lanca C'arus, onde icou o a-a pi-
vi'b&) dirigi se ao arsenal de mar!bi_.
Peh33 ho'as de ;..rd-?, affizamos r.n nosaa
p rta om boietim. prevenudo ao publico #,03 o
almirante desembarcara afim de :ampn neniar
0 ebefe do Estado.
A's 3 1|2 acras da tarde o valen'e mi!,ur ea-
tava oaqueila praca te guerra, onde racebea aa
maoifestacOes populares e os atraco' d^ oa es-
tremecida familia- Pouco depots reroc-" r-ara
casa, em con t-qu'ocia de ter-lbe sito c nana-
meado, qua por doeo'.e o marecbal flarUa* Pei-
xoto oio poleris receber immedi.itamj te, 13
que otadoa pedir-Ib-1 sinceras descolp^s.
O roaselho naval, represer>taio p' m :on-
tra-almiranie- Firmino Gbaves e Manoel Lop^s
da C'uz cspi'o de fragata F. Pin;a 11- -. fot
a -o-di -do cruzada: Aairaia, rapil-ii ia
esqiiil a
Re vb da esta eom nissio ni cam. :-uzador e em presenga di dis nc.o almtra .
p.-oferu o contra-atmiraate F. Gaaaa a segua-
te alloflocSo:
Iilusire alminnte 0 censelbo niv.l vaa
boje sandar-vos :omo o mais brilbaate ra
seotaote de soa classe, oA* s pelo1 f-i'01 da
bravii-i, que tsotj distingairam a esquad a por
vos eo:;mandada, njilaalndi pelos aoDres ex*
emplos de voso isrisolaio patriotismo q ->. ei-
tamos c?rti', serio -eproduxldos peos jveas
illi .i-s.que tanto mirara a Repblica
GCt3b>-oo.e,'"em poca mais diffi-.il, coocorrar
ta-a a icertada nuei;8o de vona pasa-, pi'i
o.oimmanda dests esquadra que tio polerasa*
mente servio para restabalecer ordsm. par
longos mesas alterada.
Acompanhei vos ao embarque, qoando diqui
P3rliste8 circumdado de briosos officiaei dd mr
e trra : lenbo boje a mals completa atisracaa,
vindo 4 frente do consefho naval saadar fo. pa-
MfHOfl EMEMPlflR ENCONTRADO |
IIEGVH
I jumuDO


*
\




los triuCphos ganos psr wt esqaaira, que eleieOas,: e os
3 o'ulhi do palrio'.ioo goverao do marechal
Floriaao PS'o,e bi decaastitair ai hno-ia a
mais evidente saiVa do qae vales* esforc
iovens officiae mariohitecM, o-sanlo tierea
3 tortada di ssreomma liados ptr.nm vet
de voasa tempera.
O canselo **vl fa* siaceros ratas pin qi#
coalioueis a pr**tir a ci3sse O cuqcj-io
de voseos tariaga* qaev ousamos pera-, aera* convid
coroada3 de a>nrilaota xito coon aqjella qoe
boje uoa tras a Twa:- oreae 51
SaodUdo aoataooada almirante JeroiyW
Goocalvea, o eonsHio naval w#cfcra qaa *mos*
mltiais aos dlsttacto3 coaaaaaadaatea, o!H :laea e
pracas sob vossas orians os sem eaihuaiajticoj
coooprimentoB.
OSr. general R>beft> Ferrelra, coanaao'arate
superior da garda-naci jal, baiwa hoatam a
segointe ordem do da..."
Eotraa .la eeqoaara legalTeo-o ntralo
baje cm uosso porto, por entre os applaosos fle-
uranias de ama oopiilaci agradecida, a vilo/o-
sa esauadra lega), sob o cioojarrto do res eiia-
vtl e bravo almraite Jaroay.no Goagalves, 83(e
cummando compre am sai-ralo dever, ctirieinto
suas saudacOes ao venaran loe bravo anciSaqa-
td assienaiadas pravas ce patriotismo soabe
dar ao gove-ua lega! da nucia, orases das de
renbidas Iotas, latas geraina pelo oto, pela s le
do poder e pela3 ambtfiis de dasleaes mi igos
da Bepubhca.
ieltav?l e diario da veneneSa c!e tilas oa
toas cidadaos. ja pelo san smetela patriatla-
1 j que [01 costo era prava qoio-lo a sacrosanta
la da Rqpebltoa apoeiiava pira a delte*;aa
oi Dra*ileiro3; Jl-paU sui bravura, qu. tras o
sella dessa saagumoieoti ,0 darant-i moco anuos -contra om goveroo
depotico ; por toio3 este* lilos de nao.-esa e
300 5, qae'rvmlcarsratansim O deiica 10 a-r-
vWor da pafii, nao eae dtanaia tolas as hom -
nagens readi-n hojoaa vano synp.tbtco da
velbo e intrpido manaaeito, que con o sea
prestigio acalja d< levantar oa vireiitos da mi
rioa nrasiletra, seacrditos qaa ambic
vulgagares preludiara sapplaatar.
Exltenlo, p 1 >, rteisftUesdo nraaar por var
d novo solea. 1 i nisTe'tons agundoGii-
i-a a saletta esjaat.-a, qio e o syabou ia
pai eatr- j.-asileira, ?3Z qa b de par-
darar, mo gr^ o 03 cnca-ocaios iaialgai da
Kipullica, alta m nimio, jaa a> mnaa -ra-
po que saaJ ioo eii9fe sla>lr*nta Ja-
roaymo Gaocalv-s, MibU a toJa a briosa ra-
lala offl^lidada da-'e.'iailra, feUJ.ncO-
pjntineaa, qaa tai esteaiivas atla essi nu-
merata s arrjala martaaigM. em cajo aeio aa
ab'igam ehaioa de o tu ledcacio sam lirn es
moitoa cidadaos, qae aa:e3 e Qaviam bitiio ao
defeti da R-jpoblica e da gova-u legal, nai n-
ieiraa da guifda nisliail. q t8Qti3 a boira de
commiadar.
A loloi an bravo! .
G para qae tijaa ben assigaa'.alo o jab lo da
qae se ach-i possaida a gaaria niciaah1, de:er-
miaa qaa seja amali ana conmissl) con-
past doj S.*a. coronl E-neslo Au^asto da
?a-Pdralra e tena3ta3 coroaais AtTiaso Artbar
Bo-gas Laal e Ripaael Arcttaaj) di Fine: ,
aflm de aigaiScir aa brava alniroaie ebefa i\
63quadra, 8>norlojaoffinalidi1a e valaa'-e gaar-
nij)o praze-daqae seacba poisalda neami
milicia palo brilhaata faada aArfnba braiileira
Viva o carebl-Flo'iaao Peixo'o.
Viva a eaqaadra legal-
Viva o ejercito aacioail.
Viva a guarda nacional.
Viva a i apraasi republicana.
Apaaas oVinta e Qntra daMiio,oao-
ligo Aqaidaban. nfca traaapaz a barra jaati
aeota con a esiaadra legil.
Vinha deiunsa cinco milbas por bo-a, mas
arrebeotona bomba de ar, sealo obrigado a
foodear para reparo!.
Coai elle fi:aram o cruzador Niteroy e o
paqna'.e Mate'O.
Este otian po^ca dpois atNtvejaava a liiba
de Saata Graz. aflm da coamanicar ao oivio
nois aaa o coa-ajadi ja a? eslava maveada.
P S5:>iameat?, tu 7 l/i hiraa da aoita, fao-
deava neita pi-io o fmw e Qiat-o de Hat?,*
aaMio comooiaia po'a craza lar .Nrtharof.
A mato: panadas ca8a3'commarciaes fa
cbou eotrada'da eaqa-irj;naitas dallas
u5o abriraco as portas de seoa estaoelsJimentos.
Pdlas roas da ci lade. apezar do mo temoa,
couse-voo-se doraa'.a o dia graade maasa popa-
lar.
Tolos O3',editiCi03 pflilisos e mattaa casas par-
ticalarea astiveram embaadeiradaa, llamiaau-
done ooite. %
Aigumas das raai desta e'pitai esve-aa en-
fritada* e de qaaido em vi ama banda da mi-
sica victoriava a ntrala da esquadra. ci
JPiarto de PeriiainbfeiJiA ^ 9anfio
as S.-s-seaadore3 Rimi.ro iJare.loiS. Etc. si").j 1: :-,jt^^"':;. ,ti-.i.i- soldaioa di
1 de o?ialfla de 1S^4
e Gil Goalarto
Por ndioecao de Sr. dejotedo Zima, o Sr.
Flavio da Anaojo -nqoereo a obteve a retirada
de Ma emenda.
1 meaa foi uaanimemanta ipprc-
yjda, exC3pto ua*B cunclasOes, qna to.-am
rejaadaa.
Aps easa 70lacSo, o S*. p-esilaat do Coa-
03
panhado p^l: k Irraan^a les do Sac-saento, Col-
irio e SBto Amonio de L'ifcu:
Lon.*e"(ei percorraa lo o longo preoto a* roa*
da ConJ*sio, V r. Itaboraby.S. 1
Vlacond* de U-uga-;v e S. Jo5 1
na matriz-\
roso'ClTos merobroo a se
coaaBTvarem de p?,'cjrjjuiumei'a ccm raeoa,
eprioiauoo presidenta e vi-e-prcaidaiK.! da
Rjpa*ica aos Srs. Pfdeate Jjj dMflraeg.e
M-ioet Victo ino Poreira.
Fio la a pro*laoia<;j looaparanj vlvsa e pro
longadaa salvas de palmas, da tolos os iaios-'
da ala-
Saspaa5a a sessSo as 4 lia. raab''
bo ai e 40 mtoa'OJ, eaaio lila a ap
eta dasta sj.s
O r. prasidente declaroa qaa ai
oda, r. missao do Caogfasfl), vnlanlo
lia it 4 horas-e 45 minutos da tarde.
Afsso de honiam do (Jongresso lol
coi !or.ila, por aunhvas, pesi^ai Je alta j,
caia social e populares.
__________________,_____________________"
Gwde m
qao 84-o .1 jo
A > r-ntra.
lylo. occopvi
Ravdm. t,
rada, libr
boa-la Jo
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D-pi
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..)

;
ESTADi Di !%;i40
SUL
(0Paiz da 25). '
Goitiaaaram antera a dejaolstracOa olfi-
ciaes nalo regrasso da esguadra Draiilelra, q ie
to eS:azmeot3 coat-ibaio p.ra a compl-ita p>-
cificisai dos doa3 Bata !o do sal, victimados
pela iovaaao (aderaiista.
Pila maohS, ao maio dia e as 6 baa3 di tari
de aalvaram as fortalezas e oootoJ forttrJ:aia',
qoer desta cidada, qner de Nitneroy.
A' naite, illuaiiaaram 03 edificios pblicos a
multos particulares, djua desde aoteaaateai se
ciaserraaremoaa ierad03.
A poaalicaa deseioaa de provar 803 bra7ja
da eaqaadra o sa atiero a reipsita, -proioroo
visitar o diversot navios a lavar cam a ana p"-
soofia a slocjndsia doi aas seot'naa'.ai rapB-
blicano?, e b o ato fez em_ cansequanc
rleos qae vigoran aosra
barea{5ea na porta.
aDtl.TCil} da e-n-
Mim MGONaL
Bolellua
(Jornal d Commercto aa 21 de Ju ih>)
Senado.A 17.a seai&o ordinaria desta cau
do Coogreseo fol beatem ipresldiia pelo S-.
Ubr.ldiao do Ama-al.
Foi lida appro-iadt a :c;a da sesaao ao'
terior.
Na ordem do dia fo-am approvado3 03 aeguio-
tes parecera:
S. 21 de i89i, opioanda peii ctMCassio da l -
cencaiajpatrada pe'o Sr. seaalor Goelho Rjdrl-
gues. N. 23. d; 1891, oplaaado neta concea35o
da ticenca impetrada pelo 8r. seaaor Jaaqim
Felico. N. 25 de 189, opinando pela c a^ea-
s9o da licenca impetrada pelo Sr. senador Cor-
rea de Araj3. N. H de 1894, opiaando pela
cooceaaao d3 liceac* imp&trada palo Sr. sena-
dor Rauliuc Hora.
Ao entrar em discaaso o parecer sobre a
eleicao da Micas Cenes, o S<\ Domingos Vicen-
te requera, e o Sealo eoncedau preceleacia
para z scosso do parecer raUtiro .ao reojatesV
r.eato do Sr. Americo Lobo.
O Sr. Sal Uoba ariabo rejaerea que o Sa
nado se c ,atitois33 em coaamisaao geral para
ocvlr oa caididatos a ele ci do Minas Garaes.
Esie raqoarmaoto la; rejaltada, dapois da
orarem os Srs. pres Jeate, Rimiro flarcsllos e
Virgilio Diraaslo.
Foi approvalo o pirecer da coamissao inda-
feriado o reqae:.rayalo do Sr. Aaiarico Lobo.J
Tamben foi apjrovada o pi.rec^r re-oabacan-
do 3enado? por MioisGarae; o SrGLoca
CQive?, depnia de fallaren! os Srs. Rosa I
eLaopolio de BalbO's.
Tonaram asieu'.o os Srs G rioto, Ttf
tanta do R o de JaoaUo' e G^calve: Cbires, de
Miaas'Geraia.
(Jornal do Commereio do 23)
A' l h>ra da tarde da b alta brio-s.: a es*
sao lo Caagr-asao Nacional, aab a n
do irTTfoaldlao do Am lisaia .o
Sealo. .
aarecaran 36 Srs. pq..;o:3 o t8S's.
depotados,
i-' approrala a acta di es'So anter:
Na inri do espeHUate o Sr. dapotado Pr30-
: G'ca io propot qaa o Sr. presideate do
psio nomaass c 1
ai'.-.
H. Paulo
Dataa at 2i da loabo :
s looradorea da roa J) GazomatM, n ),
4 ibn da tirdj, lo/am sup-sbaadiloa por
uan trgica e sangrenta g:ana domitlsa, qaa
leve pjr tbaatro orna paaaeaa sala do o
o. 38.
B-dz 3)rabella,!' n ; a ida-
da, Ci^ou-ia lia dous masca naala capitil com
Boda Saladao, aaa javea conpatrlola,
303 pCdl.
Viviam da pax raaisinvfjavel qaa lh33 propor-
cioaava ama vida tranquilla e sem- cuidad 13.
Rj n. 38 Baz e3tava moottalj orna ti
ria e iiiin empapelada Je n ivo a .-ala di I
to, aja 1 1 tenva v .
pil de sao asi ib I- 1 O :itj.
Non. 4') oaram oa pata de Raaa, qao t n oli
un armiz'n da aeoaoae tmibaJos. Aa
lualca a-ae p ir da
Bra:, qaa piaa.l-afi nata, etwaiwuA att
casi bntem, i l hora da tarde, o 1 h a
suimalo.' aosurar oa sli qae alia 1
peraatou-lru cano eslava. El'a aatara'.moi!e
amaila, palo procediaauto d-i lea mirid 1, cai-
se'Vj. la. II-ira;: i 1 e nira o qairlo
i- dormir, B'as tiroa do faolso .'o un paoi um
revolver a vol.aaJo ao.aujie para a sai .les-
aiJija ua ik> coitra a sai ja/ea eapas-i, qaa,
aspavoili, fagio pi.-a o qairto, gritiaio par
soccorro.
Aj portas da sala qt> '^0 paa a ra ejtav.ua
fecba-las. Bms aio paraogal3a fagtivi; en-
tr ei visoa a meaja 1 ar.ai, dasteelaado 11 L-a
oac om oatro tiro e calalo di brajas doo.a o
asiealbo-
En aocsorru do Rosa jj; chira sam sentidas,
00 quari propino a cana, viaraa iaaitlUla-
mate pe.son da familia.
A'dotaaag-io dos t.-oa aculiramlogo rn.rtii
oessoas da visiahaoc, asaim cono o O
Ociaviauo Je Ollveira, doaa dala^alos 1
e o taaeota tfarao, sablsla^j-io daqua! a dla-
t.-icto.
Rasa foi grjfemaa'.a feridi. A bula peae'.'oa
pela regiio dorsal ml'i esqaria, sabio pjli
tace lattaral uajaarda do ttorax ao nivel Jai fal-
sas costella-, iodo ea:ravar-ae em urna pirede
pro v tai.
O farimeoio de Bru tzmbem fot gravissimo.
O projev.nl, parjetraado pili regiio temporal at-
qaarda, atravassoa a par'.a i.r.erior do ernao e
saliia pala o<*oua wqiardi, deatraiodo oglaao
occular. Depoi3 fai alojsr-38 et ami dn por
las da roa.
as o(H;3rs pyotacbatcas do Sr. Cabra!,
rasaatemeaia eslabale:ido em Giaratia^je.a
deu sa na dia 16 do corrala am lamaative las-
astre, do qaal resalten a mona qaasl tastaoli
aea de saa esposi, alguna ferimeatos ap propri
ir. Caoral e em dona aa aaus li aiaaoa.
O Sr. Cbrai mauipalava ama substaacia es-
plosiva e saa esposa approsimou-^a-lba deacni-
dosimaata tamaado, a'ab talvez pelo Jesp'a 1
dtmeata de alguna fai3:a, exolodia a sabs'-aa
ca em projecc&o aobre a iatalit, P'otazialo loB
cootaaao e dllacaraca do veatre e iatestiao. 4-,
ama forma barrorosa.
a* Orlen, de Mogy-nirim :
Hjrrlvs! e fatal desastre dea-ae oasticidaie,
aa segaada-feira paasala, palas 4 oras e 15 mi-
nutos da tarde, e do qaal foi victima o cooaeci
la po-tasaaz Francisco Ralvas.
Rtvas, qie trabaliava- na3 3arvicas da Com-
paabla Magy Limaira. fazla cem aaa ca-roca,
aaqaalla fatal Bori, a coadaccSo de trra? da 00
va catxa a'agoa, qaanla, daamoronaQlo-sa ama
oarreira, loi cobarto por urna qaaatiiaie eaor-
me da ierra. Oa seas compiabairos de traaa
loo acallram logo, mas aa sa: Je3eatarra1o, o
aomam ji era cadav
Ralvas ea caaado e propietario da eatiga
olaria A:bile3-
M'.n^i Geras
No Rio da Janeiro foram publlcilos 03 ae
galate3 tele?ramma3:
Oaro Preto, 20.
O sanad approvoa dealtivamenta o projac'.o
aagaeotando proiioriaman'e -os veociaii
do lanoctoaalismodo Estado.
A cmara rppro7ou e-n 31 disia335o o pro
tocto aatorisaado a inoltncacao do coa.
com a estrada de ferro Oa iH Ja Moas para coa*
struccao do Ramal de Pitanguy.
Ouro Preto, 21.
O goverao approvou o o'^ameato e estados
apreaaatado3 palo Dr. Aar&a Rais para a
atroesa da ramal do BjIo Horiioata.
Brete ser aberta concurrencia publica pa-1
a cons roccSa por empelladas parciaas daliplia
e das eatasea, deveado o material maiii
ro-Jabie sar eacommaadado aa Europa e B
das-Uaidoa. '
A es'.So oa nova capital ser um bello eJ ti
ci com todas aa accommolagSes BBOdern
O saaado Bpprovou em 2* discaisaj o peo
jacto de fo'C-i publica e ea 3* o da premioj para
oa retat.J8 aoa >aite3 do dtreits.
Na cmara foi apre3eatado o projGC.i e
coustraejao da eatrada de ferro qae, part
do r&oni Oaro Paratas, vi & Cacaoeira da
Campo.
Fot approvalo en 3* diaca33ao o projec'.o
vidiode o inalo en seis clreaacrlpcfiaa wm
8Je3 em Ou-o Preto, Jaii da Pora, Sabara, U
raba, Poaso Alegre o Miaaa Ni733.
Oaro Preto, 22.
No aeaalo foi apreaeatada para 1* discaaaa) o
projacto do casta aliciarias.
Faram appro7ai03 em 2* iacusso os p i
otos da orian'aicS da briiadi policial e de
n.Btojfc
-..(>'
Pralos e modicaalo o conirac.o con
para a canstrac^aa do .ramal de Pitaagay.
Foi a apravaio em i* dlscusio o prajec'o r
dicaaio o coolraao om aealrala da fen
Mazambibo.
Ficou m a 2 diacaJ) do po]
aitVorisaalo .) daspjtto do MDuatfl
eonstra ;cio e predios para escotas norma
Ouro Praro, 23.
Foi si a -i aagmjaUnia pro.
riamaaia os voa:imaatos do faaoeioaali.
. ..lal.
No joiaJo foi oflaooiia pra| J
;do 8?b-e fo 51 paolica.
Sa'.r.u e^ 3* dijcassia a protesto ral
103.
Ni c aira foi ap?ese)teio pina u
orojaoto -
..villa .^."4 edifljaisAi
a.
O ..". Gjaaa?i
Norial alo. .
ia Virgulo
aj do t*ueira>
Dato
ato do cr
raudo aa dcaij^j
t

u-J.
Onlaa
Batas at 25 da loabo :
CoaQUiva fu Jo Si-
tado.
Nada
cebiias.
CHRO>T0JL4?(i\
S?2S1!E!33I MlM '4S
CLLECCIONADAS POR
Mclihiseilciah le Asujik'.
Dia
3..H0
1683 -Fallecimenl 1 le Slaa le !
inem de cAr preto, <\ n mal n
guerra liollau lesa pela ua au lacia e irrojoaos
campas do liatalln.
i7lo-Louran.;> d'Alm ila Sada da
governo da. c.ipitinia. ''oi doranta a saa admi-
D8tnt(la qao cooatniio-sa o forta da Plvora p >:
detras da c.dada de Ola 11.
1832Faz-sa a primeira nomaaQa de
ciaes pan a guarda naciaal da provincia.
iSii dnatatUf&o di thasourana pi
Dia 3
1833 Sitsaflos por toaojoa lai'aajr
com as q 1 mu 1 (arte
la Naaareth do Cabo da Santo numero de 703, commmiados pal., sargan
inores Pairo Correia da Gaai 1 e Lstz '3irbalbo.
Todos ]03 soldaJo3 apaas cha^aram ao Ha-
cife cmbrcaraai pa'a as llhas d* Mideira e8.
Vicente coma Senaria combinada ni capila-
laco.
IG13 -O teiiente-coroual Bons que ao lia aa-
tecedaote hara cUogado a Santo Antonio da
Cabo deixandi em Ipojnca un guanigo da3)
soldadas, marcha pira Marlbeca, porom por
caasa da milita cliuva S ponda-negar at ao
ganho Velh>.
18;7-Co:naga a fooccioaar a commisso mi-
litar da qual era presidenta Laia do Reg, e
membros: mijor Conde da Figneira, tenante
coronel Jos de Sou'.a Saropaio, coronis Viris-
sima Antonio Carioso, Luis .'auliaa da O'.iveira
finto da Franja, maracnal Joi Robarto Perefra
da Silva e audictor d-a guerra JosJ Congalves
Mirqaos. .
Esta coinmis3a militar foi depois substituida
pela Atgada creda por caria regia de Jullio c
da qual era presi lento, doicmbargador Barnar-
do Teixeira Coutinb.'j Alvares de Carv-allio. lista
lgida, em airocido les, inila fleo; le ver a
commissao militar. >
1813-Tomi posse do gavurno das arm .- o co-
ronel Joaquim Josa da Almaida.
lS2i -O presidente de l'onianibuao, eleito
pelo pavo,' proclam-i a Coafedsracilo do Equa-
dor din^indo o seguinte manifest :
Braztteiros A salvaca da honra, da patria,
e da liberdade, a defama dos nosso3 impresenp-
tiveis e aJienavals direitos .le'soberanta, uutam
uream e imperiosamente commandam, qua cora
locos da mais fraterna e eatreita unio nos pres-
temos recprocos auxilios pira nossa comaium
defesa. ... .
E' innato 110 corajao do horaana o Jesejo ;ia
ser feliz, e esta des ajo como principio de toda
5 sociabilidada, ebebido ua natureza ena razio
que sao mnutaveis : para preenchel-o iniis-
pensavel e um governo que dando cxpinsao, e
coorlauando todos os seu s racursos, elevaos
associados quclle grao do prosparidadae gru-
deza que lilas esUver destinado nos planos da
providencia, aampra di3po3ta em favor ua liu-
aanidade. Racomecaiila estas verdades ter-
as al mtarnos o syatbema de gaveraa monar-
1 rspresontalivo e comocamas nossa regeoa-
raco poltica pala solicituie de umi sobaraaa
isseiu'alea eoBSiltointa do nossa escolba e con-
anca. .
Autos qua ge variacasaeni possos volos c de-
sejos fomos sarpreliaiidic'.os com a uxiempara-
jiea acclaniaoa do iinpM'i.Jor, subscraveinosia
olla tacita, OU exprossament;, ua persuasao de
isso *a caaduante a nassos fias, porane
'- em seiu principios a con lisio Ja -bem
da primeira e segunda liana, formam
uoieToa niurallia loexpugaavel; em breve tara-
mi poucos das,
rir^ui, oh brazileiros, o exemplo dos bravos
ites da zona trrida ", vos-
is compatriotas ; iniit.ro os va-
leiies das seis provincias do norte, qu; vo es-
laielecer seu governo debaixo lo melhor de lo-
d/s os Bjstemas repreflontativoa. Um Centro em
Ugar escolhido palos votos de 1
Entes, dar vitan lade emovimeato s todonosso
grande corpa social, cada seu fts-
ivo centro ; e cada um d'estes Centros, for-
mando um ann caieia, as tornar
lovencives.
Brazilciros.1 Pequeas considerayes s de-
vem estol 3 almas; o momento
salvamos a hoara, a patria c a liberdade,
solan Jo o gril \'ivi a Cofeier ig d>
: tur.
'ih-kI ib: Caiwilhi f. 'resi-
dente.
Alera d'esla, dirigi urna segunda qu 1 tefnjl
nava assio : nao soil'raos por mais lem-
rco de lesa-najlo, de i\iem s tendes
reoebido mal, a neahnm bem; desist do pacto
ile obedecer a quera lera violado O teto,
susteniae vossos direitos ; defendei fossa honra ;
c ostentar o vosso bro gritando Impvido e re-
so ulamenta; Nao queremos um imperador cri-
minoso, 8ei f nem palana; podemos paasr
sem elle! Viva a ConfederaQio do Equadorl
Viva a conslituie/io que nos deve reger 1 Viva o
goverao supremo que ha de nascer de nos Olee-
mos
Foi idoiada, emqoanto 11S0 se proazalgasse a
da coolderaco, a constituidlo da republi
.ulumbia da qual profusamoiltc se cpalliaraiu
ex era piares.
A baudeira ero a Begainte : Campo azul ce-
leste, leudo no centro um escud > eaojoartel
amarello gemma ladiado de um reno de c
e outro de algodao. Dentro do 1 ha uai
circu.) bronco, no qual lores pre-
tosRdigio, [ndepandeacia, Unio, Libera
-reparados osles nomes par qualro feixe
varas de cor circulo divid I i
por urna faixa brflnca que rj->s las
: a superficie do circulo
ferrete, ten!'.", no centro urna crui flore eada da
carate com duas estrellas brancas
baixo da extremidad* dos bracos da cruz, a
1 mais daas na altura dos Jan; tercos inre-
i mais aovo p >r batx i la m
cruz lorman lo un ll 1 ->-1
ir do esculo, sob urna baste encaraada ter-
minada por urna ra'io no centro da qual ha o
olho da Provi l icta circulado de. estrellas bran-
seado tiv 1 j 1 o u lado tres da outro ; a
rii.u apona para urna fUiiata branca
le u esta iQscripjfia : -Contad a/acao -e qu
por cia d'ella.
Inhala as
du-
ai'.-o
UJUniO-33 a3UUJia.w aaisuuic.
pareca, qua baamos entrada n
sos inanferiveis direii u aoai
dado principio a oraaisai^o h 1
envolva e
servir a nagao. .
Reunio-se a sobaraaa asseuialea, o quaado nos
entrado no goso de nos-
anas tinba ella
principio a organisai;uo no npsso pacto so-
cial vemos qne > imperialor poteagando m
mais sol-mines juramento.!, eos meamos priO" 1-
pi03 que Illa der.un nascmauto poltico, aulori-
dade e forja, insultou cilumiiiosimenie o res-
peitaval Carpo, que repra-a:itava a nossa sobe-
rana e l;samba:nliauJo 1 homicida espala de
um s > golpe fa/. em pedacos aquella soberano
corpa, e dilicarai sm; m:mbros
Nar preciso, brazileiro, a'este ajomento,
fazerae.mmeraciodos nefandos prbcaaimentos
do imperad ar, uem das desgr icas que acarreto'
mas salare ossas cab3gas por li ivarmos escollu-
,1o ,. ou preoecupados, tal systaraa de
governo a tal chafa da peder exectivol V3
todos e todo munlo, qua 'J tem i.'isarvado, os
conliaeam e euuai3ram; poi ato esti-
va do mala3,
]V1 DIARIA
Eloi^es Estalonc; -S. ExC. O dr-
tioverna lor do lisiado bn'xou boa!am O Seguin.
teDacreto, desigaaodo odia 31 d Outubro
;.na rindairo para torem logar as eloi
de membros Lo Coagreaao, senda:
Todos os deputados, qna deveraa constituir 8
nova Cmara;
Sala senador:.-, torca parta Jo Snala ; e
Mais 2 senadores, qua praaa.-aau as vagas
existentes.
Eis o decreto :
Paluio do Goceriu do Eslih ii Pernimbu-
co, c:n 30 diJunho d: IS9.
O Uovernador do Estado, lea to em vista o
arligo i." da Constituso do Estado, segund o
qual cada legislatura daver durar tres anao3 ;
att ndenlo a qu-J no dia 21 de Feverero de
(892 sa procaiea a claiyao do Cougresso Legis-
'ativo Bstaiaal qua inicinos seus
em 7 de Abril dossa mesrao anao ;
Coasideraulo qua essa Asscmbla fnnecionoa
nos anuos da 1892, 189J e 189i crranle
do Estado ;
Considerando qaa ha valo o Coagrosso ini-
ciado os trabilaos da sassao de 1891 em '29 de
Marcodasto anna, simante o Senado poa-l)
fuaccionar nao coaseguiado fazel-o a Cmara
Jos Daputado3 durante o praso constitucional
Je tres m:/.as, terminado em 29 do carreuta;
Consideran lo qua o Coagrosso LagisiaUvo
encarrou deanitivamante a :sesslo de3te auno
e com ella a legislatura para qi: foi eleito, vis-
to nao lar prorogado nem adalo 03 seus tra-
illas, coma lila par.niUia o artigo 36, 13, da
Constituiglo ;
CoasiJeranio qaa durante essa fiaiastre
de excepcional esterildaJe nanliuma lei en-
viou sanego, nem promulgou pojotta
s embica;
E atteudenlo as justas exu
sarvgo publico, a qua< preciso prover, o-
nao conseguir o Polor Hxocutivo etazer sem a
co-participago do Poder Lagislativo, segundo
lormalmantc piMJciti a CofeUtoIfiSO da 17 d
Juuho de 1891 :
De;rela *
Art. 1. Fica designada o da 81 da Outu-
bro prxima para torem lugar em todo o Es-
tado as oleig5 as da deputadas e da seta sena-
dores, cujo mandato taruiiiua eai 9 do cor-
rente, ex-v do art. i." da Caustitaie/o do Es-
tado.
Art. 27-Nesso mosmo dia proceder-sa-ln a
eleicao de ous sena lji' s que praaiicharo as
vagas oecoirilas por mora do senador Domin-
gos Francisco da Souza Laio a renuncia do se-
oadof Dr. Mauaol iomaa de ilaltos.
Art. 3." O O-averaa do Estada expedir
opportuaaiuauto o regulamauto e inslruceos
pelos quaas se tora i: regular o processo elel-
tora! -i ea;' J JS 8ario$ Lim*.* t
C >:uoai*s> seosrapa" Q eoio-
gica-l'^o sagiute lecreto o 's-a. Sr. Dr.
Art. 2.Esta commissao se compora do ;>
gninl I, que poder ser opportunamcnte
augmentada:
1 cngenheiro-c'uefe.
1 engenheirc-ajudanto.
1 gelogo e botnico.
1 deseubista.
2 conductores.
Art. 3. Outra commissao de profissioi
sola a presidencia do goverfldo ser uoni
para orgaajsar o plano de vtoc&o geral do lis-
lado, segundo as inslruces que sero oppor-
tunamer.te expediJas.
Arl. 4." Iniciados os trabaliios deseas
commisscs, o goverao abrir, sol sua respau-
sabidade, o cre*o extraordinario c todu-
pensavel uo custeio das despez?.
Art. 3. O presente decreto ser submetti-
do approvac&o do Congresso Legislativo na
?ua primeira sessao.Akxinirt Jote ll :rbo$a
Cinjrrcsso co Estallo. EtTacluu-se
boatom, a 1 hora da terd a sessao Jo a
ramento do Cengress 1 d 1 Esl ido,
denci-i do Exm. Sr. I)'. Cesar Couti-
nho, vics-presidento do Senado.
E : : asentes os Srs. Vello30, s,
Ul'lO,
Pinho Borgas,' erelti, Lona Praii I ireho
Morcira Alvea C
Cruz, 11
A oonvite Ja Sr. I c"--
::. Vellos,
honve expedante.
U Sr. Mireira Al.es. >!
pretan lo o
Depu en'
prjfdBdlssiin 1 pa >-i-
nalo do g
infausto
1 e a to lo
Je votos.
o Sr. Pre3i i
ra lo M trabal ios I 3
Dapois de lavrada c lidaa respe
Senado de Pcraaia!)a;ii -Eilectuou-
sa ante-hontem a .'
:. Sr. Dr. E
Bstivoram prsenles os
reir, Malaqaias Gfncalves, Ermirio Couti
Perttti, Luna l'reii
. JUS.
Foi lida, :\i lo approva 1 sem lebate a
Ja sessao antecedente.
O 3r. I." -
ibaixo transcripto, da Sr. Cnsul da Fi
11 ...
itiden-se a
lavrada a acta; e, raabarta toi ia !;da,
sendo approvada sem J '
Rendimenlos pblicos -Foram arre-
m Ju lina :
.ll/ 1.3'.'
1.517
i.0S2 3633S
I.278.28381
/;- il) de Pemimbucj
Mi. 3074902
303:3634889
3:93
3S3.4V383
J94-.34M37
Nos primairo? semestres deste c do anuo
passado [orara arrecadadas :
Pela Alfandcja
gar na igreja do Paiaiso a fesli.il;: i
do Sr. Bom Jcsu
As i 112.horas aa re-
sada e s 11
Koran Jo ao :.
A' 11 lite llavera re-
fre Augusto da I
A jreii acl;.
Brazil Medie
mos o o. 22 do mu V
sumniario >' o qu
Clnica Medica : -T
relia em mulhera _
n aborl.. aelo Di
Sncicdada de-Medie .
especial a.n i bro
sito do cbolera-oortn
1
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Revista dos Con .
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paludismo, pelo prof
Kclempsia, por i
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e outros; Tral 1
Medicina Pratica:
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1894
93
92
91
90
1891
93
92
91
90

Janeiro
Feverero
Margo
Abril
Maio
Junho
semestre9i
semestre-93
Mais em 9';
1.916:78! 4i02
1.098 3335112
1.7*1 9.123I7
i.'i3 i: 8941653
989:4385060
1.398 CSU578
9.410:2485431
8.737:3035:88
67i:7i'f5Gi3
Janeiro
Feverero
Margo
Abril
Maio
Junbo
lstaio it crntnivjnrn
310:1315233
semestre 94
semestre93
688:9635353
48:042530
i:,;.,'Ji427
480:06753(8
411:3075902
2.893:7225181
:ij?:ot35082
Mais em 94
Os excessos do i." semestre
424:1075039
de 94 sobre o de
7,7 /, para
93 representam para a AlfanJeg
o Estado de Pernambuco 17,18 ",'0.
Curso Aanexo -Na secretaria Jo Curso
Aiiuaxo Faculdado do Direto estaro aberlas
d'amanhalii o dia 10 do crrante as inscripcoes
para exam:sde preparatorios, de couformiJade
com a autorisago do Exm. Sr. Mtijistro da Jus-
tina e Negocios Interiores.
Dioeese do Para -Corre com visos de
verdad a ffe fora nomeado para oceupar a sede
episcopal do Para o Exm. Sr. Conega Antonio
sfanoel de Castilho Brandc, qua rege una das
freguezias do Estado de Alagas e fOra, ha pou-
0. co, nomeaio pelo nossa venerando Bispo uio-
cesan-o Vigario Forneo das Alagoas.
Manifestacai-Aite-hont:m teve lugar
no Hospital Pedro II. urna modesta, mas sigui-
icativa manifestato ao KevJ. Padre Pedro
Venturini, da Congregago da Htssfto, promovi-
da pelos mojos e meninos, dos quaes loraou-s-'
esse virtuoso sacerdote emrito director.
Poroccasiao da missa que devia celebrar,
coma caHenao do estabelecimenlo. apresen'.a-
ram-3e incorporados o Corpo Musical de S. Luiz
e o Patrocinio, ejecutando durante ella diver-
sas pecas e cautos, confiados estes aos meni-
Fi'ndaa missa urna comisso cotividou o para
descer ao salao principal, graciosamente prepa-
rado pelas dignas irm&a de candada, e ah c
gando foi etse 3 .:erdote sorprebe
vesse 1 ii i.s 111
nttQCt ; u pissar p da Jeia, lalvaz
i. a a 1 .- lili 1'. i'. 11" 1 imp orador ha va
s-gK, .a caprichuda as- Govarnador da Estado craou essa eoauuiilo :
sos sanguautos e impla-iv-1> inimigos lu:ila- %, g^,, pUq ia Gomtim ArSstaoda
nos, m momento em qua tove intima de estar
. lo-se a valla a oxpaaMjao ijvasora
Pe m u'jhm, em 3J de Ja.vu d: 1894,
E 6 crivel que nao fo.sa' praparada le accor-
di comella? U'p 'L
Ns portoria qu .ikco tsMsc:' s, Oh
brazileiros, uaia pr i wei da quant) i --
perpatuo do Brazif, quej-
acia
11 m Q obrado) vergoniosa conlissao d;
...u recur os pocu nercito, e
iiaira ; e alflm lu;r-' I
cada ia sa valha ios prc
noc i, viudou-
ros! Ni tem i : 1.1"
par.
0[0 ts u oal.-as toia ti-
r.ilo' 11 am dintieiro, effaitos e
iii:,ruv.-. a-as o !n de* ta," racaf|0 eada

s partj i
o k>J.f.
de .* ai. j, am
,ese FQ3iraPorieIla.
Frrstau a coaoromsso r'uiTfatal b to
a S-. Jjaqoim <.iner ib Valle,
i eleito po: Mata Grcaso-
iscasao o pa*e:er da mesa ao0gt-
i a resoe
}-s. i Mi tai. ?iavio i. qoe
oa ama ;meda anuaUtnia lelas i>\

j; para v,ca-p
cexa.b 03 Dra-
I ,v.ei.
L3i* ti o Fin .wterut
' R^a^Kan
D. fl
ijreja ouiai doy,* viaUde.
. i para
culo
,m n o syata'JBi Amaricado deva
ser idntico: d
-ioropt.
r os
1 : t
bayoucUo .jauejadas por uI'o Untos cidadaos, gca,
. O Govarnador do Estado de Pernambuco ;
Ctosideran i jue aos poderes pttbliC03 in-
cumbe velar com solicitle na defesa dos inta-
r.'.sses econmicos do Estado;
CoasiJjruo qaa essas intaressas de
dan. em grande parte, de um bomsystema Se
viago publica qua distribua cOaveaieute.nmt^
estradas, ca:nm!ios c c.uaes ;
Gonsideranda qa i a organisagao da.uia ju-
dciasj pli'io da iaedo presappa a existencia
de urna carta sa tinte approximido. do
territorio do Estada;
Considerando ouetsa taz msler foruecer na
proxi .a ao Corpo Legislativo a nfor-
macfies n :.: sariis .i vot igo de meios p i
raalisafijio lo plano da vijo qua adoptare i
:ia dastcEsUJo ;
Decreta :
,i ora di aCoujmi
jraphica e Q aologica do Estad i i idt-
bnco, incu
aitico e : lo territorio do Es
orgauisanio a sui carta corographca e ge
Jfcm da g
pela
!. a n
em e
O l'
cenante a ti
lada p
Ann i Poggi.
O Sr. Aotoni -
Caridada do mal .
dense e o ac
consola -
Fioalii
rienoi.i em l-
dores, entre os una
giiva qua desempenhoa
pe.
O Occidente -
obsequiou-nos a agencia '. srai
357, esplendido oner no l
vuras.
Ao Sr. Lcopollo A Ja
mesma Agencia, n i
Laplacc C tegou hon
te vapor qu i havia s.:i!j ...
no dia 23 da corrate, a 11
Concurso B* amiuli
rante a commissao respectiva, o en
os lugares de confarentes Ja Vli.i.iJ"^o.
Coimnercio de PerasMSjM -t>
c'd'iV.'.l'o' -icsJo.a. honts i
Saiidamol-a.
Club Dramtico familiar -
club raalisou a sua prom
do mez lindo.
Foi levado a scena e- lo drusu d
traJu-cfiao do Dr A
D'entre os amador
paga, os Srs. Moraes, Gu'mai
gima muito coaseguiram
A concurrencia foi muito grande.
Alheen Musical i-croaiaba.'aao
Essa sociedade deu n ua a
seu costumado sania mus
A parte coacerla.
prol'assor Santino Pinto e-tave ara I -
O trecho da Ajda i
lugar estove sabralu lo :uu to be n
mereieodo justos applansos.
As dansas se pro! -
gada entre as mais rui I coo-
tentamanto, sendo os i nen
iucansaveis em ai' n, -
Sociedade Recreativa Cifuaiaaer*
cial-Ter lugar hoja
dale um recreio du;i! i nt
rectoras de mez.
Dave ser urna fes' i i
esforcos empregados p.ia
ria.
Esmagaiuenlo-Nn di I
o 'reiuque descia
as 8 boras Ja u
Zumby, do districlo Ja al igdalen .
anulherde noma Am
tasque no-momeao tenluva aira
ira la.
Odalei/adi do di
local do tacto e les transportar o cada >
Cemtario Publico -
vistoriado e inhmalo, pr aceden lo i
ligencias arlmde veri .i-
d^ da parte do un hio
Visitas domiciliarias-:>a los \





presencade randa numero da familias, qua Hygiene Publica rem
tendo assslido a missa, empeaharam-se por to- .. -
mar parte na ma itestcjio, de mogos e dos me-
ninos do Patrocinio que receberam entre accla-
macOes, ao som da msica. Tomando em se-
guida assento no lugar que lbo fra deslmado,
e tendo aos la los os commendadores Josc Lan-
diJo de Maraes e Jos Mana de Andrade, es-
forgaJo raordomo da Santa Casa, foi
r.om a recitaco diversos dis
te .
Dr. Alberto de
18 domicilios.
5 partencentes a roaDeao Paria
em boas condicOas hjgienicas.
7 casiulias entrada dojer
luidas de ass:
, e possuem utnappareln > a
com a recitagao diversos discursos e poi-sias, ^.irmoale por Qao ser s ,
quoeram entrecortados por trechos musicaes, h^yesa do Pir
sendo-Uie oerecido varios pnsentes, entre os d; d
quaes mencionamos urna bella pa para agua ^K-a-ua
Benla, trabalho de .biscuit. representado em p^ypoWatie|ad0l
dous anjos. N 5 hmido
Por ultimo agradeceo o Ravm. Padre Yentu- ai.lia,.3a'cmb(s coo-.li
rini, a provi de aprecn de que era alvo, mi-1 -, r.(
tando-se a poucas palavras. em vista do seu es-1 Ud* V ;
tadp de lao le, altera la pelos constantes traba- ,;i UJ,.vl, ... sp-
Ibos ejecutados anteriormente para a festa de a
S Luiz CJonzaga.
A' noite rmniram-se anda todos na re3i
ca dos Padres Ja Misso, cujojarJim acha\
artsticamante Iluminado e e ala m lealo, e
ahi mantiverara-se os meninos em alegres tol-
suedos, sallando fagos a diversos bailmcs, to-
cando tambem o Corpo .Musical.
Desse rao Jo termino i a rainitestacao
iuatica feita a esse digno sacerdote, que, pelas
grandes qualidadas qua o e

'
Uora>V.88nit;fcl.asss*sa)M
\ ^ oia e i. a .1 a
aC.i, un miz e .
an
Cdolia ''' '
u
S loja, app
i
i:isip,.or-
isassinsM
cujo bem o
rida 0
Alfaiataria-Ra.
da Janeiro o Sr. SalVlO
Victoria u. 3i cara
O Sr. Sil'.
suas ouicin;.
trouxe eid st^K1
bilis
o do Hio
socio da liini
ru i
c laja da roupas.
ir u n
fado contra'
laoStf. 1, l'al!,
ra, lu-
de ronpa.
Svasua vistl
, seu allulido estabalecunenfb.
FestiTidaue rcSiasa-Hoje tar^ lu-
N. 13 laja,
--

10. predio : *"
N. ii lo,&, i." e i **3 is*
'M -'i laja, q o Uxo, I." ell anda-
res aparis '"U- ,. .
N. 26 1.a andar, o app ir alo
>;. s, o app %e 3
couJii
MMTIUUW I
I thSrtll


!M;*jrSo aJe Pernam1 !? Dtomtfn*-
SllS '1


B

i
I
--*:

l ti. i nao tem agua o ap-
N. i e abaixo do mv I
du ra. n| Tiejrjide.
N 9 i^wfWT
9 rassmas
lo n. 21 loia e
3!.
\. anti-hygienicp e o
3 dos
6 e f8, l. an-
2".
N li foja',**.' e X. "ios
ISqiiinti tuluoeoappa-
os appa-
I
10, 8, 0, i ol.'* andaros pparethos no
_ d 22 do-
micil io Largo do Pilar e ti na ra
Jorge.
i do filar. Estavam regularn;
ITo 18. Precisa de
micilio a. 2, garalmenta hmidos,
anudo do falla d'agna as latrinas e de
pluvfaes.
Kua do S. Jorge, nao :. >io os
pasito de lixo
n'un Irea loraicilios do predio
ii _''. que preci erg i$.
los.
- latrinas do9 de
o precisam de
i midas a pluviaes.
:<:. i n.i ra io
alios, encontianq i quasr lo-
ie bvgteae.
rascada e nao
-i lo d'agna
N 11 tera o quii ada
) lia ama gran oba incompleta-
m m slgum lixo ; eoa-
isitou 28 doraici-
, iac8o da ra da San-
\ .. no n. 7 tara" latrina nao func-
3 au lar
precisa concertar e as pa-
.
-ral.
-
_ foj 18 dom:-
cllii Q ';:'!''
;ua.
X ; rapara la.
13 tem
-o era condicjs hy-
_ \ isitou 20 do-
Rozario.
clho
"o os
I te iiv
.
iado coi andar
ialao mnito leterio-
api re :h i-se
u I : '--lidos
terreo.
Hospital PoruRiiMEntrou de se-
.bino Joso de Andrade
Tribunal do Jury So RecieDcvo
-:,o ordinaria deste
a ti si lencia do
ju;z de direilo
nal.
i aliiii do serYirem na mesma
- 101 : IOS
ile
silva Catibo.
Jo5o l'edro tas Neves.
Santo Antonio
Izidi i Wanderlej Luis.
Alipio de Franja Mello.
- (Inir.iI',.- Lima.
Ilaymando das Cbags
i Licio Haicn
redo.
Sio Gonjatves de Bruto.
Fernandi
Gaudencio de Soma Ltns.
Francisco Fcrreira de Almeida Cruz.
L''raoc8CO Jacintiio de Sampeto.
Francisco Gomes.
S. Jos
Imperador n. 41, andar, editaos do procla-
mas ^e casimentos dos seguintes contrllenles :
Segunda publicacao
Fernando Pereira da sirva, residente na fre-
guezta da Varzoa, com G rAnnrim, re-
siden- ilteiros.
Primeira publicacfio
Fi .'.nderley com Leonor Nogueira
do Souza, solteiro?, residentes na freguesiada
Boa-Vista.
Escrivo Me easamentos -Prestou
hontem, juramento e assuraio vitaliciamente o
erercicio do officio de 1." Offlcial du Registra e
scnivao dos C s deste municipio, no
qual foi inovido por Decreto do Sr. Dr. Gover-
lo de 22 re Junho ultimo, o Sr.
Genn que exercicia interinamente o
dito l Maio de 1893, efo cm-
pregalo dorante Ij annus no 1. Cartoro do
Jury londo jrxercido interinamente no foro desta
capital diversosoficosdj justiga, c oceupou o
Ivao da deleg' d slr cto
filial.
Cirttuno Hontem o presa pelo Sr. Anto-
nio .iiv !;iw Aires, subdelega lo do 1. dis-
, o 'individuo do
iquim de SaofAnna por ter fur-
nm po'co pertencente ao Sr. Henrique
i) vendido a ura
lud'Tiduo morador do Pombal.
Os lo mandn o amante do alheio
dar uiu passeio na Delencao.
Tclerrammas retidoAcli.i n-se no
rapo Nacional os seguintos despacbos :
Barra i ros, para Rabello ; P. Alegre, para Ta-
noaria ; Unio, para ) acadmica AdolpboC-
mara.
Inspectora do *. distriuto marl-
tisnjteciro, 29 de Junho de 1894
Bolotim mctereologicc
;i/i- Harometro l'enxo do Humv
SPORT
D Wby ecub do FeraoKkbra -
i.sanoje a eua ce. p i
coonaa a Ssisteneia des amadores, o.
Cerf-nSo fltara.
Ec> ora des ioierelloa1er lo^arosor
a que sao offereelaoa purfico.
Palpitea
ticos:
1- f>itf9 M
2- pwoc-paloap', B.ralbo eD'strr^r.
i pireo-Cio a, Ptrbot9 Toe
4 i'OteoTiii>oipho,T-ci U tiB.
," pi r-'T) ;< iy, Al
6- prfOTa-c-i i-.Trtaapuo e Piti
7- i arec MiC'e G*",rnf.i'i,-;, Pantano.
8- per^oNababo, AHy.s'oppc\" e Tu t-
Ani"J*ur*po -t
I> ') pjBrf'i r Est^n-
.'..na i:;,
ciooio a) I Je.-empt
6 h.
9
12 .
3 t.
6 .
vap'ir dade-
i 7.27 83
18,18 79
18,11 73
18,58 74
18.57 78
laOl
,09 769-14
24.'0:t 7t.-l
1j,09 7fi i-28
769-16
2:,(l 71',-04
ura mnima j(Q
na 7T78
Ev oiu 2i oras ao- sol 6."j', i om-
Chura aulla.
Dirccjo do vonto : SW do meia noite at
0 h. jo m. da manbS, \v ato 3 i. 30 m. s\V at
4 b. :;5jn.. W.IW at 7 li 69 ., SW at iOli.
Ib S SW al 8 li. 01 m. da
h. 3] m., WSW at meia
aoite.
Mude media So vcato 1-7 p
gundo.
bulosidade md
Ecl K)
ou :ora Altura
29 Junli Bi tm. da m. 0,-70
B. M. b. 53 m. d
Clisa de. Detenga--M dos
-1 d D 'i ncSo do Recife E
B94 :
;, to, do bui*
y.rsv.
3c | 'r'
.'hib:;'
mesaa reoisV- ; i d^peocia'
ujitircu^^j tion* momento
Je ter fli i.
Fot orna ei baatelreal, to qo "' "or"
- a e:(8'( o d?s joj-
rala-- q
Os c, qoe toa'
'i t
i !n?olvlRm
D
. a vi.-.
I
ji-:Cr-r-..' .'.-.-
PUBLCANOSOS JPISDIDO
C^iBipanhia Reeifeiie^'-le SBaiiili-
*
Batrarara .
o .
Existem .
A saber :
Hartona
. .
Mulherea .
Tola! .
Arra
Boas .
D nti i .
Loncos. .
Laucas. .
47!
9
i
479
4o I
8
17
0
479
425
401
13
S
3
US
Jo= Alvo? da Silva Mala.
J Ai-'apito da Costa.
mi de Leo.
Ramiro Antonio da Qosta.
Jos I.uizda Costa Rocha.
Boa-Vista
Eostorgio Austrirlino de Brito Macado.
Joo i'crrrira Ba tar.
Joaqoim Lins Vicira.
Alberto Dias FernancUs.
Dr. Eduardo Augusto de Oveira.
Eduardo Liyne.
Eduardo Gregorio Goncalres.
Maior Jos Bodifacio Jos Santna Meagulhao.
Jos Bercardino Dias da Silva.
Jos Accioly de Miranda.
Afogados
Clirislovao Gomes Pedrosai
|Graf;a
( oronel Augusto Octavian de Soua.
Joaquim de Barros Lins Waaderley,
Augusto Seixas.
Odn de Gusraao Tarneiro
Varzea
Jos Castro de Albuquernue Mello.
Antonio Correia de Almeida.
Opera^oes cirurgicas-No Hospital
Pedro II forain fetas w seguintea
Pelo Dr. Alcebiades Velloso : ...
Reducgao de grande porgao JdoMnlcstino del-
gado com desbridamento da aponervoa abdo-
minal e sutur indicada por ferimento pero-
rante. ,. ,
Partliolomia com a pinja de Ricord, indicada
pcrphymois e acclusao do meato urinario.
Pelo Dr. Malaquias :
Amputado na fiontinoidade da segunda plia-
lange do dedo medio damaoesquerda pelo pro-
cosso ri'.'cular.
Pelo Dr. Arnobi
Duas urotlirotomias internas pelo processo de
Ma .
, ira da Cuno ;
Ar. la mamma esquerda reclamada
por carcin
Pelo Di
Duas larsorrhapbias com reialhos ovalares e
tran?p!anluce3 dos bordo; indicados por tri-
cbiza dupla. .
Matriz ds Boa-Vista -l'ram lidos ms-
ta matriz no da 29 do crrante os seguiutes
proel taimas para i-a?amentos :
1* Denunciagrio
l-ranci.- iaiijo com Maria da
Conceico Forjas de Lacarda.
Serapliim Ignacio de Jesuj com Maria Silve-
ria Lones Magalb!
2* Denunciaco
Maii"l Joaqu'm de Almeida com Mariana da
Concei
JosLuiz Boarigues Barbosa com Majjia Rosa
de Lima.
Hj irojra Ribeiro com Laura Henn-
:ivvail;o.
Julio Barbosa da Costa Soares com Julia Mar
rid da Conceicjb.
3*.Denuucic5o
Rayinuado Nonato da Silva com Julia Alet
xand'r.na de Souza.
Jos Lin) Marinho com Froucisca Umbelina
de Souza.
Manat Loure go de Almeida com Joaquina .porliMiieza Soaza Bastos.
Josephina Ligobst
Luiz Ribeiro di Souza com Anua Ritta Maria
da Conceigo.
Antonio Hibeiro da Silva, com Candida Mon-
des da S Iva.
Joio Felippo Carneiro Campelkt eom Jose-
phina >Iaxlia lo Siecarte.
Manal de Barros Cavalcante Los com Mana
Mirandolina da Costa Cabra]
Casamento civll~-0 .Mcrivao (L casa-
menlos que funeciorta nos diotrictosda ocVista,
Graga, Pogo e Varzea foii^o da 3>> 4, ^,nt9 de eclamajao do Cn?#ryalorw;d^ilj-,
corrente, na reparticSo do registro, ra do
Toral.......
Movimcnlo da enfermara :
Te ve baixa:
Francisco M guel d Nascimeoto.
Matadouro PublicoNesse estabele-
cimento forain abatidas 85 rezes para o consumo
de lioie da cidade do Recife
Hospital Pedro II O movmento de33e
lelccimeoto a cargo da Santa Ca.-a de Mi-
sericordia do Recife, uo dia 29 de Junho foi o
seguidle :
Entraran)..... 13
Sahiram..... a
Fallecp.-am .... 4
Existem..... 747
Foram visitadas enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Barios Sobrinho, eulrou s G 12 da ma-
nila e sahio s 7 1/2.
Dr. Malaquias. entrou s 1C da manba e sa-
hio s II.
Dr. Amonio Marques, enlrou s 9 3,4 da ma-
nba e sahio s 12.
1) Lopes Pessoa, entrou s 10 1/4 da raanh
e sahio as 12.
D;. Vieira da Cunha, enlrou a 10 3 4 da ma-
nila c sahio s 12.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 1/2 da
ma ih e sahio s 12.
Cemiterio PublicoObituario do dia
28 de Junho de 1894.
Josc Joaquim Ramos o Silva, Pernnmbuco,
56 annos. casado, Boa-Vista.
Delphino L. de F. Santiago, Pernambuco, 32
anuos, solleiro, S. Jos.
Antonia Maria Darbosa, Portugal, 38 annos,
viuvo, Recife.
Jovino Ascencio Ferreirada Luz, Pernambu
co, 38 annos, casado. Boa-Vis a.
Benedicta Vicjncia F. da Cru\ Pernambuco,
70 annos, solleira,,Santn Antonio.
Thom Dias de Oliveira, Pernambuco, 9 an-
nos, S. Jos.
Adriana Maria das Dores, Pernambaco, 34
annos, viuva, Graga.
Mauoel Ferreira de Andrade, Pernamb-.co, 30
annos, casado, Boa- Vista.
Candido Jos Hamos, Pernambuco, 30 apnos,
casado, Graca.
Jacintho >iende3, Pernambuco, 19 annos, sol
teiro, Boa-Vista.
Horacio los dos Sanio?, MaranhSo, 20 anncB,
solteiro, Boa-Vista.
Dia 29
Laiza Maria, Pernambuco, 9 dias, S. Jos
Antonia Maria da Concsigao, Pernambuco,
60annos, viuva, Gragn.
Jos Honorato da Costa, Pernambuco, 54 au-
nes, Boa-Vista.
Viccncia Maria da Conceigfio. Pernambuco,
40 annos. casada, Boa-Vista.
Umbelina, Pernambuco, 45 dias, Bon-Vista.
Francisco, Pernambuco, 4 das, Santo Anto-
nio.
Sebaslio Bernardo do Santos, Pernuubu-
co,29 mezes, Boa Vista.
Una feto do sexo femiaipo, Pernambuco, Boa
Vista.
Leocadio Francisco das Chagas do Nasciman-
i, frica. 70 armas, solteiro, Boa Vista.
NimI.i'j dos Santo. Alagoasj 30 anuos, soltei-
ro. 'oa-Vi.-ta.
II kainaV. Pereira do Carrao, Cear.i, 21 ai-
nos, Bolteira, l'.oi Tiste.
Lourenga Maria daConceigao^ Pernambuco,
28 annos, solteira Crrafa.
finteo do sexo feaiiiiino, Pernambuco, S.
Jos.
A jcensura rute faz liontera no Diario de Pernambuco, o Sr Carlos de I'au'a
uopes, relativamente acta publicada uo dia 2b' nao tem a mnima procedencia.
A directora KSe intsrrew da qualquer modo na redaccSo deaoa acta, devida
exclusivamente mesa da asaemblea geral, ?ob a presidencia do S#- Dr. Joo de
Oliveira; cujo testemunho envocai-iamos, f,e fosse necessario. A directora apenas
as.signou essa acta, porque exprima com ihteira exctidao o que se tinlia passado.
O Sr C. de Paula Lope, oua estava lSD', se-
gundo declara, e que esta divergido com ipanhia desde o mesmo tempo, is-
to (:, date,a son comeco, longe de atteimar os factos argidos em urna exposi&o
qu acabava de ser lida, servio-se delles pah msurar os companbeitoa do ex-ge-
rante e a propria incorpor.aro da Co ido estes factos (em sua generali-
dade) como previstos veis, t a '' de ser praticados sem o eonlicci-
mcnto dos outros directores.
Com essajdupla nvengo, comejou dizendoque, ao imcorporar-se a companhia, a
Jo ex-gerente estava core a geralmente sabido. Isto pro-
vocou diversos, apartes em sentido contrario,. Vv delles, por exemplo, fo que ura
negociante que tinlia crdito para obte balacimento ban^ario 5'jO:OUO$000
n8p poda .ser considerado naquellaa CCndiccOes. O outro foi uestes termos : O
Sr. no quiz iiiformar-me que era esse o estado da casa do cx-gerente. Alguna
accionistas que depois de pedirem a palavra, fizeram expressareferencia quelle dito
do Sr. O. de Paula Lopes, salientando que este havia corroborado as argu:
feita a sau faecidoirrno.
A vrsio ; rente 8 absurda ; Eu disseque a Com-
panhia foi co falsas o carcomidas, fia filial do Banco da
, e o Sr. 'uto Director
O Banco da liaou pontualmente todas as entradas das ac^es que sub-
screveu Companhia fez entradas ficticias na importancia total de nao jioucas centenas de
contoa de res, creditou-se pnr mais de 8.'. CO barricas de farinha de trigo, alera das
que possuia e realraeute foram entregues, ce. Pois ei'to o Banco da Bolea foi a
base ., a q:iu o Sr. C. de Paula I/>pes, na asaemblea geral, attribuio os
oiulj- I sta Corapanhia
Le uro diese nam poda dizar, saa provocar a maior extranheza, que era di-
rector gQi-l desta Companhia a .urna pessoa que nem ao menos compareca s reu-
nidos da stfwembloa geral*
O artigo da que nos oceupamos, mais ura motivo para darmos publicida e
exposjao lila perantea asserablc.
Recife, 30 de Junho de 189L
A Directora
Illms. Srs. Presidente c Directores da Cotnpa -
nhia fyeifense de Panificar.'
(i Relatori
ra foi publicado : Asserabla Geral. Os Directoref
padiam discutir verbalntente, de
vendo, eXfiJicando e jiistilic.iMcln-ipia.~-
... iiicsni. relatono, li-
leram-ao por eseripto, que foi lido por
um delles em nome de I iuoe.
Ca ac onist.i, .irln d iv
da ama. viva do coronel Luis de Pea-
la Lopes, censurou a Directora
ir nao ter publicado i exp
li'l.i perante -i AwcinMa Geral;
8. porque ajult*a*ra responsaTel pe
fautos attribuioos no fallecido Ge
Oe-
Carioa de Paula Lopes precisa, para os
effilos legaea, qoe Vs. Ss. Ibe mandem dar, por
copra, o Relatono aprcscniado c lido na Asscm-
bla geral dt'-JSSa Companhia pelo sen Presiden-
te, e no qual sao argidas as faltas commelidas
pelo ex-gerentc o finado Luiz de Paula Lopes, c
atacada sua probidade.
Recife. 10 de Junho de 188*.
Carlos P. Lopes.
""i i l
MUS1CIANA
KPHEMERIDES LYRICAS .
1 DE JULHO
1816-Em Vcao/a ,vae a scena no th^atro an
Bend;tto, ,i opera Et lin la dp maestro Cac,-
1874 -No theatro Manzoni,- da Milo, vm a
scena a opera Celeste, do maestro De Sta-
l*3 Etra em Pernambuco no theatro San-
ta Iaftbel, cem a revista 'Tira Um, a pompanhia
loa i."
rente. .....
O petiiionario. no mesmo inti.
eencorar a Direcjoria, procurou anda
mais corroborar os tactos expOttW, li-
zedo que, .por occasiao de inooi
.se i (mpaahia, estava carcomida e
quehuaoa a casa commercial de Utiz
<\c Paula Lopes pelo que era de espe-
rar que guccedesse o que expunha a
Directora; que.ella uiio podia inorar
aquella circumslancia, nem os actos
que iam sendo praticados por aquelle
gerente; etc.,
O mesmo peticionario desejando-ago-
ra obter um copia da expoicao. re-
corre ao pretexto de ter sido atacada a
probidade de seu fallecido irmao.
Por estes motivos, resolveu a Dire-
ctora mandar publicar a mesma ex-
posicao, ficando satisfeitos deste modo
o desejos dos parentes e amigos do
coronel Luiz de Paula Lopea.
Recife, a) de Junho de Ml.
Joaquim Olinlo Baslui.
P. J. Pinto.
Joaquim Mauricio G. Rosa. ,
Srs. accionistas : O- que dissemos no rela'.oro, foi a synthese de todos oa factos
que se prendiara aos interesses desta Companhia.
Era prec'so dizer mais algurna cousa e com toda franqueza.
J tereis comprehendido o motivo d'aquella conciso, nao deviamos fazer figu-r
rar um um documento dado i publicidade, certos inoidentea da vida intima desta
Companhia. Nenhum proveito e obteria. e ao contraro offereceriamos ense;o
commentarios injustos e insidiosos.
laso nao significa que o Relatono deixasse de exprimir a verdade, ao contraro
podemos assegurar a maior exactido. Elle apenas necessita de alguna additameu-
tos que nao alterara o valor dos conceitoa emittidos, principalmente acerca do estado
actual da Companhia.
Tudo quanto omittimos no Relatorio se refere a pessoa do ex-Gerente. o fina-
do coronal Luiz de Paula Lopes.
Tres ordens de actos praticou o ex-Gerente, criando as mais serias difficulda-
des a, Companhia e pondo em risco o seu crdito, que ebegou a ,sentr-se abalado:
1. Onerou-a cora despezas. excessivas; 2." .Desfalcou o seu capital, o desviando,
para empregar em negocios de interesse particular, pelo que se constituio o ex-Ge-
renta devedor Companhia de urna somma enorme ; 3.- Depois da installa^ao da
Companhia nao realisou urna s entrada correspondente a 11241 acetes que possuia
em seu proprio nome, do3 filhos e de amigos.
Quanto ao primeiro ponto, diremos : >
Nao honve prudencia naacquisico das padarias, os seus prajos for-m exage-
rados, tornando-se mais notavel o de Rs. 25:0) SO )0 arbitrado pelo ex-Gerante a
sua propria padaria, levando a crdito deste .estabaleciunnto essa quantia e redu-
zindo-a a Rs. 14:0 K)$0 O quando -deu-lhe entrada no activo.
E fez tudo isso disericionariamente, sem dar sciencia aos coinpanheirqs de Di-
rectora que ignoravam esta e utras transaccoes.
Poderia elle ler evitado despezaa. que rnente foram produ/.idas polos desvio
do capital da Companhia.
Para convencer-vos basta diz.er que temos pago a somma, avetadsima d. Ka
7*717J550 de premias dos descautos e reforma, o que nao succoderia, se os nossos
recursaattivssera melbor applicailo.
Esta outra ordeni de factos nao se pode venficar,i seno depois da morte a
ex-Gerente que teve meio de occultal-os, emaranhando tudo na multipbctdado- de ne-
gocios feitos em seu,nome individual e de teresiros, servindo-se de recu*.^os,eue 1
permittia a quadade de Gerente., as reunios de Directora nada se tratava.
que gozava de confianca nesta pra^a. Seria um procedimento.cen.4vei-4j gg 0ur
tros Directores fossem fazer a contagem de barricas com farinha.
Os conhecimentos e notas dos depsitos deviam merecer inteiro cieditr,
Deste modo tambem se illudiam os esabelccimentos bancarios que acceitavfc.
cau53es, acreditando na exactido dos nmeros. Baseados nestee no !vro= mi
escripturados, formularam seu parecer os membros da Commis o F. <:al; que nao
pode ser censurada, propondo a appnrvasao das contas e nao denunciando negocies
abusivos ; porque nao seria de sua competenc:a devassar o interior dos bancos e
pr ceder exame nos livros dos tapiches !
A'proposito dse fallar em trapiches, notaremos nm facto abusivo pelo oa
nao devero ser responsaveis 03 dous Directores ou a-Commiss&o Fiscal,' facto que-
ato Ibes era eonhecido at ento, e sim i epois da morte do ex-Gerente o ter elle
dado sabida a farinha novamente in portada, deixandn 37' O barricas tujairr.p^ra-.
2ao se remontava ao tempo anterior ao da existencia da Companhia, cansando aao
grande prejuizo:
Ao desvendar-se o mysterio que envolva alguns desses negocios, foi se fazendo-
a luz m tudo mais. Foram encontradas no Banco Popular obrigacoes na in
cia de Rs. 207:145 430 c parte dellas j vencidas em Maio, Junho a Julb, :io
lor de Rs. 117/7858400 ; no Banco de Pernambuco duas lettras de P?. 8:r00J
cada urna, as mesnias condicoes, e um que de L. 84<"\ protestad'.' < r fallp de
pagamento.
Como seria possivel aos outros dous Directores, conhecerem da ao ti di
tad letras desde que o ex-gerente nao lh'as communicara, nem as finta registrar
nos livros da Companhia ? Smente agora 6e poude conbecer terem
mer:ado lettras de quantia excedente a 590 contos, saccadas pelo ex-Gerente aoh a
firmaLope* IrmSos c (J.* em liquidaco e acceitas por elle mesmo no caraeter"
de Gerente da Companhia de Panificaco, figurando ein algumns tomo acoca.
aquella extincta firma e dando-se em cauco a raosma farinha de tr;ro com que-o
ex-Gerente entrara para esta Companhia em sua organisacSo e llca ella
em Setcmbr i a 1891, at por numero superior de barricas ao ex: no trapi-
che,
Do mesmo modo se verifica que o ex-Gerente usou da firma di Cumpa
em lettraa de favor, por diversas maneiras, na importancia de mais
Cumpre mencionamos anda urna circumstancia o rncteristica
ex-Gerente era oceultar aos seus companheiros o movimento das transseoes qm ti-
nha com terceiros. *
E' nssim que boje se verifica de urna caderneta da conta co-
panhia com o Banco Popular ter ella no anno do 1892 recolhido a aqaeile est;i
leciniento a quantia de lis. 137:1^4,410 e retirado a de Rs. 127:4'
um saldo de lis. 9:74^5210, entretanto, acerca destas operacSi ne-
nlium lancamento foi encontrado nos livros da Companhia.
Poder-se-ha admittir a hypothese de que por sua vez o CoHatt i Fi I com
cesse estes e outros factos, ignorados at pela maiorta dos Efirael
Por certo que nao !
Felizmente taraos diminuido de modo mnito consideravel o | pa-
nhia, melhoraodo-ae ao mesmo terapo as condicSes de alguru d >m
pto nao podemos liquidar.
Tambem j conseguimos arrecadar graude porte dos ttulos (
Conforme dissemos no comyo desta ezposioSa, o desvio d
nhia em negocios s de interesse de- ex-Gerente : carretou a ella p
misso8. i
Se nao fossern as deJucoes que referimos em nosso relator'o. sua res;,'
lidade para com a Companhia elevar-se-hia a mais de mil cont
Esta circumstancia de toda gravidade vem-onfirmar as n i
eir tambera de pro va ao que teremos de dizer sobre as entra'1
Apezar daquella- providencia o debito do ex-Gerente anda attin;* a importas-
te, somma de lis 379:956$ 70.
Cumpre-nos finalmente esclarecer-vos sobre a terceira serie lla-
res que em synthese attribuimos ao ex-Gerente.
Vamos tratar, portanto, da simuladlo de sua segunda entrada S das
se seguiram.
Pelo exame a que procedemos nos livros desta Companhia e re
diligencias empregadas, no intuito de se conhecor a verdadu dos
a evidencia de que o ex-Gerente alem da primeira entrada neahuma ontra r^>
pelas accoes que possuia em seu proprio nmne, e no de prente* e
Os Jan9amentos que encontramos a tal respeito foram todrs siraula'i ~
podera ser comprehendido.1) de outro modo.
Urna simples consideraco ser sufficieute para convencer R)eaat>
guinte.
Almdas quantias por que se debitara o ex-Gerente, a lita]
tas, simulava retirar nutras, sempre que entenda creditar-Be por valores deaera
tradas, succedeudo at debitar-se na mesrn accasio por qaantia idntica e as Toees
superior, dando-se ainda a notavel circumstancia de hDMjamentog em dupUC
latiros a algumas accoes, em nomo individual do ex Gerente e de terceiro*
possuidores dellas quando a esse tempo constara teretn sido a aquellas trana
das !
Apreciada a maneira porque se acha escripturado o livro di I
priva cabal da simulaclo.
Voltando ao mesmo conceito que externamos sobre o grande debite d > e\
rente, devemes pond-rar, era apoio de nossa oppini&o, quanto a entra i
sadas, que se de facto ellas fossem feitas, esso debito nao attingiria a to grandes
proprocoes, nem teria o ex-Gerente necessidade Je tantos aaspada i pata
nhia, obrigando-a a pagar premios avultadissimos de descontos e reformas,
dispunlm ella de to ampios recursos.
Por tudo isso se v que a Directora baseou-se em provas as mais concia
decretando o.coramiso das mencionadas accoeu.
Poderia coin botn dirito no ter deduzido do debito do ex-Gereue a qaastia bi-
valente primeiro entrada das inesmas accoes, mas enteuden por equidao eliminal-
a, considerando que embora ella entrasse para a organisacilo da Companhia
depois retirada englobadamante com ontrae qu*atas e portanto figurou simaltanas-
mente.
Para alguem reclamar contra acommis30,.ser preciso confessar o debiti aqai
valente a essas entrada, e issi importara' o mesmo que dizer: Essas acedes stw
minhas pois se escroveo nos livros da Companhia que fiz entradas no valor de....
674:46 '000, embora Iba ficasse devendo na mesma occaziao esta quantia, alen
outras porque rae achava debitado. Seria om cumulo
Srs. accionistas :
U Couselho Fiscal verificouaexatidSo.de tuda que acabamos: de expr ; mas.
inspirando-se como nos era motivos da erdem- soperior, registrn enr sen parecer
os factos sem descer s suas mmiciosas eircumstanrias.
A copia da acta deque fizemos mencao: no relatorio completar os .seclaraci-
mentos. .
Conclurado esta .xposieo' devemoo repetir-r Tranqiilizae-voe, o estado da Com-
panhia bom e o sen futuro muito esperancoso.
Recife^ 4 de Junho de-1894. .
Joaquim OHnto Bastes
Joaquim -Mauricio Goicalves Rsa.

*B>
^;0b~,*>*- -aeM
/
Anniversario

2 DE JULHO .
18(18-0 maestro L^vigna apresadla no thea-
tro Scala, a opera Di posta m aosta.
pernuttia a quaiidadt
podesse provocar qualquer iodaga^ao externa,
Tudo pareca ter curso mais ou menos rjgular, conforme
se
devia
ique
concluir
das nqtaa e lancameptos faoultadosno axatna dosDirectqres, .que sempre,,.sa. traiv
quiliaram vendos grandes- sowmas creditadas a eferente ra|iiitant8SMde: Jepor
sitos de arinba, nos-quaea seat barnice oq8 se figumvu, sendp necessariopaua chegarmos.x.evtdencia desea fieSao
sio trabalho insaao-e prolongado.
At entao, alera de- tu^.iaao era ignorado, tf..randa, pasvo qe n*rava*-8
1714-asceeaiiWeimdevang alto PaUHaato, rjon,pphia. n4o o poda cogitar da-que maamo otj.seus titalos o portador .a^m-
o celebre comfwmstj, ^rj**ovao filucH, o reror ^^ de Rv u, .j^^f^o^ coofiados a guarda -do x-Gerenle, estiveseanLcancu)-
1te-?la1ddaa(til Uitovie a scena aopar. Wes.par.a garaptWabitpa.am.aea *m *& migos ou -des-pon**,e;lattras,dt>
.Iltfatfmo**eftato ,e.*^*J0'fl *, J^, favor, m^^ -
i8Pr-a:*rofar Luigi Jip&i t nqaeto ,- Eis p0aae se engajaavaBkoe eutros dowjnembrtfl4tei#Wo*r>"-.
fenta de declamacao do Can?anWn.: 1 Vos cottprehendois peffeitamnte>nao era licito dutidar de um courfianheiro
ri
fi
i
8
I
Mais ura-anna. de eaieteaeia
completa baje o prostiraoso ci-
dado, Dr. Antonio Hibeiro lo
Albuquerque Maranho, honrado
conferenle da Alfandega-d'cste
Estado, i
Ao distincto cavalheiro; (\a
lao dignamente oceupa un lu-
gar Blanda na categona do
funecionalisrm publico e que
tralo se Utm salientado pelos al-
tos dolos do seu espirito sauda-
mos no da de seu precioso an-
niversariomatnlici"
a
T
t
i

lSC)J*-04s-'-^'C>l-as~.v
O i at iM'ia l iIj virt-ferro le
OHiMba
(Co:,
VI
Mattrial rodanteNo boa hojea cooser-
vacao do.ujaterial rodaulo la Coapanhi* sim-
plcsrnenlg' porque repentinameato, attenlo o
Seaenvolt'imento do traego, elle se tornou in-
suiciente, como a digna cooimissi o a pri-
meira a reconbecer.
Quanto as loejmotivasf.por cxemplo, desde
uo, e sem forja para estabebeer pontos i dis-
CDSnao.
Mas hu nesle particular a necessicMe fazer a defeta do habilsimo mechanio ')u:
directamente tiuba a seu careo as olTicinas as
machinas da Companhia; e por mais que me
custe ter de contra dizer certas arnv
to Ilustres collegas nao posso tiegar
da justic'i memoria de um mora tanto osis
quando o respeito aos morios deve -
superior o respeito aos vivos.
Depois, o quj terai n dlMT apenas atacara o
excesso de zelo da illastre commiss.ln e :
era evidencia oatroppllo com o qual Ihe foi Ja-
do fuer o exame das locomotivas d
s qualro exigiu ella que para c-i
trassem para as orncina*.
Diz algures m autor- inglez que cata
rtssional toma em suas resolw-G n technicas
una margeni maior cu aten de tolepc.
ou de ido a qual, ap:/.ar d ser urna resellar:
to segara do grto de conbe-"imealoii adquiri-
dos, tem ura carcter poramentelidi
chama clls pitlorescameote a esta inarpin. jwr
ser censtanto cm rada pro-i
srgueunnu. indiriilual.
Si se notar, pois, desharmoius .roe-
sas. arrirmaeos e as da illastre, conwino. em
i|iicsto de priucipios, deve-; do ante-oao
Hcar prevenido qoo e irmonia ape-
nas umi cottsequenci. exclusiva do excesso
de zeloida lUustre commissas e da admis*ivl
toleraoeia de nos ouiros>
. E tanto nao batan ataque verdades sciea-
tincas, quer de nossa parte, quer da parle doe
dignos protissionaes, qoo depois de tai lama
elles al em crimes de aleada policial nao
U03 mpozeram a suspeosas do !rafe;:o ; per
que, a razio de ser a r.os6a via-terrea o u
sv4tsma de transpor'e aperfeicoado entre as.

I
!
Setembrodo.anoo passado quo quasi nao tocm W poputoas xtdadei\w Uil caso s pw *
descanso, .seirdp.o trabalho da conservaco por
va de regra feito a noute com salarios dobra-J
Mr
E certamente.se no dra a deduaco ilo va-
lente operario, mestre das officinas, ao qual j
(he -referi, e cujo fartociraooto-hoie infelismen-
t i lamento, da* ,9 machinas ue a Qompanbia
possue 'j Iras estoiam em,8ervigo. -
^VBsnoane diza,illusir# commisao sobre
eSfc material, cujo estrago absolutainetaac-. _
cidentai, aao teria Jec^asidaiier de comBitMita-ii.^alvulasdeiBguramf' o tinado Mr>m M
fio, como i oaos rajauM escsasrio 4s suas spor como i cosapleataata un arams wofem- -
oriseryacoas ota aspbrasu4'arte. o oa car-ifio,; Bsa-.de um lado caixa do otliaasara-
ros e vaaofls-.auja. iriagularidades otadaslrtb-por outro Isdo-ao bm asaco .>**J2B
sao morent,* astiweaa saericos que .pres-f ma. sasociaeja>de^aehiot^s deotrt^ a
Jtame existem coanaumeara M, demais ;ca,< ,e*ite esi mOs, a esse napsiio, "d*l^*,nJ'"r;
minhos de ferro, 9Ujeitos ao reparo quotidia- anteriormente a digna commssao de engeom *
influir para quetuiaior am; a exigeiJKi. a.
^ruemos assim urnas conjiderate necessarias para depois aecompahaf.nopar*
passu a filustre comm>?sao em suas valiosas sa*
s nagss sobre as locoraatiiss da Comptarn.
nica parte do material redantej como j i d;
seibos toa, qos deverao* referir
I aivulas wrv*rrd ,ia contraas saltiali* ama>radat das ossas loco-
motivas, aUadindo'-se.aotiacso de> em algnams
^fcjaaa
llEGiVH





'-
Diaria de Pejrjiambgeo Pomingo 1 de
de IS04
23' ? k'iMJun^K qu em vista das pon-
""W *5~""hbil eugeaiheiro, nao a tomou
mMQai-^Kto, pois que nenhum coaheci-
Zn?Smcial tivemos do caso I
IS aual foi o procedimento que tiverar os
redactores de alguna de nossos jornaes, como
fui informado particularmente, g-racas ao coa-
ceito que mereca o velho mecnico pratico.
A disposicio supplementar adoptada aa ve-
zea*por ease ousado chefe das ofQcioas e por
mim toleradas tinha por fim unici iDproveitar,
em casos de forca maior, as vlvulas de mo-
las enfraquecidas e que naoaguenlavam a pres-
sao de marcha.
Como ja disaemos, porem, ratava-se de um
araran amovivel que, a vontade do raachioista.
prenda oudespren lia a valrula conforme as in-
dicaco-is do manmetro.
E ato naturaluunte fo notado pela illustre
eommiasa, da qual um dos dignos raembros
viaiou e dergiu urna de nossas machinas em
taes condices elevaudo-lhe a pressao de vapor
de 100 libras, at 120 libra.
Os mmometns patentes de que usamos, (aya-
te m a Bmrdon), nunca entre nos se desarranja-
ram em viagera ; e eremos meara) qua difficil-
mente serto infieia aos paes em que nao es-
teiam lies sujeitos a con ge lacio dagua U3S
tubos con luctores, quando estes merguinem na
i" 11 I 1PT
E pela abertura Jo regulador nao difflcil
conhecer o excesso de pressao na caldeira.
Por outro lado ; urna exp'osiq so oevila-
velquanl-j resulta da formagao instantnea de
ma grande massa de vapor na caldeira e oeste
cuso "a luelhor vlvula de seguranca de nada
val s, porque insufieie' te sempre para preve-
nir o desastre. .
Ora esta prodcelo de vapor s se pode dar
quaiulo nao existe no co da tomaina
. .___.- A n m
peridica das caldeiras Jnao a seguirnos ultima-1 pressao at I0 libras ff1 maior velocidad*, ape-
ch'imbo
; o raacliinista se *escuidou dei-
xando a caldeira descoberta, palo abaixamento
do nivel J'agua, e esta se esqueutou ale a tem;
peralara vrmelha, recebando nesle estado o
actodaaguadealitnentago, que instantnea-
mente se transformou sobre o ferro embraza.
Pelo que muito ra lis importante e, a este
reapeito, a vigilancia do nivel agua tanto mais
quando a bombas e tu lUjetortos esto fcil-
mente suj :tos a alterages qu; s as officinas
se podem remediar.
Sel que, pelo eslu lo das explosoes, tambera
seatfirma que ellas se podem dar pela aecu-
mulagSo pralatina da pressao na cal le ra, caso
em que urna vlvula perfeita absolutamente a
evita. Mis, ao dar, em casos especiaos, aquella
disposigao suppleinenlar, as v dvulas de al*
gumaa de nossas machinas, o perito chefe das
flcinas nupunlia aos sous .uacliinislas a obri-
gacao restricta, do descarregar a vlvula sem-
pre qu-- Asease est .">, que quando a pressao
mais fcilmente augmenta.
E se estes machinislas mereciam confianca
para viciar o ro Ao >. gu* e ale as tor-
il iros 'i- ..'"' parque maitas roses o tidro se
quebra em viagom, como nao a mereceriam
para regular a allu lida vlvula dessguranca ::
Poder-se-lia responder que era pelo mo-
nda augmentar-.he os cuidados limi-
nuir-lhe a probabflidade de u el1 res-
ponder ; mas, aote-se bem que cu nao digo que
se adopte esta pralica, porqua e a val
rola de '-'urani;.i o que se dte [azer substi-
luil-n, : sun apenas denuostro 911c era taes
casos' de farca maior nao havia un desprazo
da geguranca individual e raui'o meaos -um
Crimea: aleada policial*.
eate ponto, pofs. estiveram exclusivamente
no .;:a pap I e rigorosos os
illastres eugeabeiroa da commisso, moldando
B sua penna naa tintas m.is lgubres do aen
tintei o .ara uscrever um parecer destina lo 80
Exm. Sr. G overnador, qu: um prolissional, e
nao para denuuciar a Coinpanhia ao resp itatel
publico, cujo juizo lciido-o n.ii pode no geni
ser p-irfeito.
Experiencia* &fretto o que tu de mais
positivo in esludo que at boje aetemfeito
das explosoes de -nacumas a vapor que ellas
lio lensivelmenle mais raras as caldeira? mu
Utubulares e que entre essas as menos sujeitas
.-a 1 as das locomotivas1.
O enfraquecimento das paredes da cal leira.
quer pela ma qualidad; do ferro, rjuer pela m
querpela m. dispoaicao dos cra-
vejameotos e curvam'nl >s sa 1 ansas predis-
ponentes e determinantes de ex.! isoes.
v- !s loses nestj rm, qu: o ni-
ce no qual, como i i diseuios, a meuh 4e ta-
le i :;r de salvdterio sao eliz-
. : te u ir isas sendo que nao a
suB:ient:
intemao caraderisar a ex|ilosio.
P lis que a ruptuia dar-se-lia e elusiva nenie
quando or excedido o seu coetflcieolJ (le re-
acia; e na maior parte dos caaos a sua
raani ipanas determina o prejoizo da
caldeira sobrenudo sera o menor apparalo, do
que temos lido diversos ezemplos.
O emprtJi-'o da bomba liydiauliea para as ex-
mente lia alguns mezes no periodo de nosso
maior trafego por nao nos ser posaivsl esfriar
as machinas e faier a devida operagao.
Como tambem exacto qui o chefe das Om-
cinas foi autorisado a deixar sabir, pan mano-
bras na linha, urna locomotiva condemnada pela
digna commissao por ter n'uma roda as trinca-
duras a que se referem os Ilustres engenhei-
ros era seu minucioso parecer.
S3 queneste ponto nSo foram exagerados
Ilustres colUgas Gustavo Richard e E. Bacl,
em seu recente Manual do Jachinista Conduc-
tor de Locjmotivas dizera,.a pagina 365, que a
ruptura da parte comprelicndida na cora das
radaa, ahs rarissima nis locomotivas de ro
das de raios, produz cim certeza um descarri-
Ihatnentw ; e logo poucas linhas abaixo dizem
os meamoa professores que a lavagem constan-
te -las culd jiras c' una, das inelhjres garantas
contra as explosoes.
O estudo, porcm, das taes trincaduras da ro-
da, o cambla, ou circurafareneia interna, e
um de sem raios partidos em dous lugares,
diametralmente opposto, n5o nos furia receiar
que, dada a ruptura, cahisse a parle destaca la
sobre os trilbos e muito menos que fosae con-
sequencia a ruptura ouafrouxaminto da corda
ou c rcumferencia externa, casos emqoe se po-
dara dar um grande ou um pequeo doscarri-
lliamento : e felizmente, para appoiar a conftan-
ca do velho operario, chefe das oicias, e a
minha tolerancia para com elle, posso appellar
para a propria impugnayo dos dignos enge-
nhairo*. Pois que no seu minucioso parecer
annunciam 'os Ilustres profissionaes que se
deu arlnal a ruptura provavel sera que meocio-
nU o grande desearriUxamealo ; 0 qual na rea
lidade nao se deu, sendo qu at a locomotiva
era ao menos icou inhibida da se recolher so-
sinha otScina da Encruzlhada, indo do Recife
onde estava.
Equanto falta de lavagens continuadas e
imprescindiveis das caldeiras vejamos
temos comraettido um erro de ocio.
O maior ou menor periodo imposto technica-
raente para a execugao dessa presenpeo regu-
laraenlar depende da natureza da agua usada
na alimenticio da caldeira e cuja forrea incrus-
tante varia.
E' facto sabido que as aguas mais nocivas
sao as sobrecarregalas de sulfato d-< eaktttm en
primeiro lugar e as sobrecarregadas de carbo-
nato decalcium em safando lugar.
As de que usamos sfio, mais frecuentemente,
as das empresas dagua do Recife e de Olinda
e as de chuva. quasi cli.nicam:nte puras, e.
zar de ser de 100 librad prasso a qui o raa-
chinlsta nao deve exced' Por diposljao nossa
e estar na occasio a tfivula cora o suspeito
rame. ,-*'-^_
Oficinai de machinas Forah eeoipre muito
rudmentarea as oficinas da Ctmpanhi.
Noterapo de meu antcessorconstavam ellas
apenas de urna forja de folie, de urna bigorna,
". de duis machinas da furar; ama perfeita e
outra estragada ; sendo raros os utencilios que
encontre, entre os quaes nea ao menos havia
urna larracba era bora estado.
Pouco a pouco procurei monlar ao m^nos urna
oficina de reparos ligeiros e vfl'este sentido fo-
ram comprados, urna plaina, um torno peque-
n ), um rebato, um ventilador patente, e diver-
sos utencilios como tornos d: bancada, man-
dris, tarracha, furador pat:nU de chapas ote
Destas machinas o torno e a machina de fu-
rar tem actualmente alguns dsntes partidos nos
rodetes cnicos de converaao, o que se deve ter
dado nos ltimos tempos afflictivos da vida de
dedicado meslre das Offlcinas perseguido ht
perto de um anno, D)r una ameagadora lesao
cardiaca -
Sao detTeitos porm que em pouco teinpo s
re parara o.
1'

.-..:
Era no ent
qua o valeni
comotivas d,-
Diante da
nistas s .- .. '
purtuna par .
das, urna
descalgal-ar'
todos estes Bpparetitos .
offlcinas de urna segunda for a cstou prepa-
rando os dispositivos para urna pequea fon-
digo de raetae8.
B a nica cousa qu: lastimo sinceramente
que, Malhus Florant, o vclno companheiro de
que nao lucias, no possa mais gosar da cr.lma e das
corumodidades que esta nova disposicfto vira
trazer aos servidos das machinas da Coinpanhia
era recompensa do verdadeiro desgosto o ac.i-
brunhadora tristesa que ell: t nha quando com
a sua lima e os seus cascalbos nao le or
possivel fazer o concert necesaarlo e o lnlia
de sujeitar a urna Oficina estranha.
Podoremos. porin ser equitativamente ira-
pugna 1 is por nao termos urna Ofllcina bem
mntala; quando at lias Oilieinas bem mon-
ta las as obrigad 1 moilas ''ezes a ir pe.lir o
auxilio le O Hcinas estranlias ?:
Nao, de corto, e a llaslre commis-j notici-
em pequeo volunl-, as agaas de una grande tando o ficto nao nos impugnou : mmenle &t-
cacirabaqueo mju Ilustre anteceas>r abriu na .siderando, por ventura, que anda n'este ponto
Baoruzilbada e que tive o cuidado de examinar sanaccordea asminhis actuaes intent js com
logo que vim mi por a frente da Corapanliia, en- as suas prudentes indiciges.
contrand) apenas o chlorureto de ca'.cium entre I Vil
es saes de cala m. Desca rilhament;. Nao foi mencior.ado, e p
E da quasi nnocui ladj destas aguas acabo
fego a que se destina principalmente a estrada
e que aqui como em toda parte, segundo o ve-
lho axioma, tanto mais se desenvolve quanto
maior a somma de commodi lades aos raes
mos offerecidaa.
Os deacarnlhamentos que se deram ltima-
mente na linha farrea que dirigo, excitando as
reclamaces o ondemnaces de urna folha da
manha e de urna folha da tarde por serem por
ventora seguidos, foram os aeguintes, segundo
deve estar na memoria do publico e consta do
nosso registro do trafeg), um em Beberibe, um
em Campo Grande, um no Salga)inho e outro
ni Recite, cora a part cularidade de serem de
trens puchados palas machidas mais novas da
Compaohia.
Pjs que nao merecem mensao pequeos
lescarrilnamentos de um ou dous carros que
senpre ae deram as curvas ou ras agulhas e
cruzamentos, e imaediatamente reparados ; pe-
culiares alias a todo o caminho de ferro e antes
devidos a taita de combinacao na uccao do3
reios doi wages e locomotivas, e s paradas
repentinas do que as con ligues do ma'eriat da
Compinhia.
Nestas occasies sempre me dirijo ao local
do accidente e sempre rae prende a attengo o
eslu Jo da causa do accidente, coin o djplo ftra
air Ihe a repitigao pela elimicagao im-
."regularidacle encontrada ou pelo
oravel dos culpados.
Sr. Dr. Qucstor tivesse-me attend1-
. oetigao que Ihe ti?., no sentido de
.ra inqnerito policial sobre a natu-
isa de taes descarilhamenlos na via-
: iliula, c que S. ti- nSo julgou ne-
vista naturalmente da nomeagao da
profflssional, teria eu aqu agora a
contra pi uva do que acabo de affirmar.
O publico, porra, ha de me la er a justiga
de acreditar que eu nao venho a estas colum-
nas para faltar a verdade e, a sua valiosa con-
siderago, offereco o quadro al)3\o rigorosa-
mente confeccionado.
Descarrilliainentos
or afluencia de passageiros, as estages da
1* aer^ao, dado-se o contrario as da 1* sec-
go ; o que determina a necessidade de demorar
o trem mais n'estas do qu i n'aqueilas. E muito
igualmente faltou considerar das vantagens a
baldeag3o e espera que trai o cruzamento io,
tren do Recife a Olinda e os de Beberibe no
mesmo ponto, em urna estag'io onde sempre
necessario esperar por isto mesmo.
Cnsul lando-so o quadro das distancias medi-
(as pela digna commisso e por ella publicado,
e as velocidades impostas polo Regulamento of-
icial, obtem-se o seguinte quadro, na hypothe-
S3 do cruzamento actual, afora a demora neces-
saria as estages.
9
O g
0 0
-a 3 e Di s 0 H
si linha B "8 g 5 m ^3
|h -2 "K
^ 8 ~
'O O
PN Ut a w ^ *>
Recife a Encruzlha-
da . 12 k-. ?0 _ 3 1
Encruzlhada a Duar-
te Celho 16 k"". 14 " .^ i 2
Do arte Coelho a
Olinda .... 12 k"'. 9 " 3 i 2
Ramal de Beberibe 14 k-. 20 " i 4
A
al
_o
So
5 3
o
i i
5 II
<
"2
de ter tuna contra prov.i no com-go da semana
passada, examinando os residuos de lavagem
de las loco motivas qa: pademm ser j su-
j lilas a estaopsrac&O, as li a. 7 e -i.
Estes resilu)J sao un composto de lamas
das materias m soapeisao as iguas, de (er-
rugem, o de 11111 tnbslancia a qual es raachi-
nistaschamam sUitre. R r-.. foram encontra-
das incrastacoes que. alias, no sao Ific cora-
miins as locomotivas como as machinas (Izas,
consi-gu nte nao leve a menor prava, em to
minucioso e tonga relatorio, a eircumataocia
de entre o material tixo e o material rodante
(l nossa a-frrea se Jar desequibrio ou bita
de estabildade na coosi lerocfti gjra! dos ppjn-
cipios que a cslalielecem em um 1 C
bem acabada.
Foi dito que sepvliam Irllhos durante a
pas-agein dos comblos, mas em le rigoroso
exaaie nem ao menos se aventn a idea Je qa !
cr.i este fado una coosequeocia da inauB-
ii 110 na tiypotUose U alimenlag'ij com aguas ciencia da saegao do resistencia ol do
mus.
titira '>ifL,mda. .Nao f j possivel a digna
commiasao ezaraioadorade nosso material ez-
rainar a fri senSo as machinas as. I, 2, He t,
das que estavan; em tv 1, sen lo d: imaraen-
t; pelos dign >s engenheiros dispausadas detun
tal ezame as machinas na. 3 e 7.
Estas .las lo oniotivas, porem, ag ira a:a-
bain de ser exam nadas a fri, directamente
mim, e p ws 1 a firmar que 6 completamant
e por
2 ful
adoptado para o trilito Vigr.ole, pelo contrario
tivemos oppoituni'lu 1; dev.r que lato oc-
11! peculiar a tolos oscamiuhos de ferr 1
em virtude de urna contingencia da tabric
doi t-iIlos.
B igualmente nao dtssemn OS lllusl
nheiros que a ivpirticao ou distribuigo I 1
peso do material rolante sobra a via p irma-
nent, 11 > nosso caso, podarla dar como r-sul-
tado a ruptura do trilho pelo tzCJSSo ou aC-
sa a supposicao que contra os enrgicos prol tos do digno" Chefe das OiBcinas approuve a ponto.
quera quer que Tosse espaldar, iludinlo a rtgi- l'oi dito que a sobrelargora exessiva, o dis-
laneia (losillusresengenaeiros.no sentido de uivelamento la linha, a existencia de dormeu-
qu: havia em servigo um 1 caldeira qu .'imada, tes p idres morm-rnte Consecutivos e lias junta-.
A caldeira contra a qual se levan'ou tal accu- a m amarragao dos tn.'lios pe as talas dejunc-
sago foi a caldeira da machina n. 3, que altas o gao ou prgmnenld, convergn lo em una ni --
actual Chefe das O.flcin.i reputou-'oslai 1; eso 1110 po'lo poderiam ocasionar 1 m
porumi ra interpraiaeao de notas tunadas
sobre o joelho, 011 p)r um erro de memoria foi
naturalmente indieidfl pel.i Ilustre commisso
01110 tal a caldeira da machina 11. 7.
Nao ara difficil urna iliuso n'este sen ido
esp.ritos prevenid is contra 1 a peasima conser-
vagao e as reincidencias na pratica de cri -
mes da aleada policial, visto como, a caldeira dados retirar, nima ltaluni:iit; do tr.Hego peio
ila machina i>. liv.iv: na C-uxa da fornallu por 'gefent) para seren reparado-, ni!.
una trincadura 111 eantoneira da cUapa (abalar, ellas igualmente digno le men-ao ao ob
e outra trinca lora literal ; ea machina 11. 7 .lorio parallelismo ios ei eos, nica-- u.
i parte inferior a externa la caldeira, eo- j que nao se dan lo positivamente inlazema iip-
costa lo ao apoio transversal qa: liga Umgt j$r laea uccidentiu qsM consiituant a mais seria
minios ou com certeza "W occasi >n ivam lio
entinto iis escrupulosos collegas nao o
essa con erjeii:M em uenlium ponto la cal 1 la
de ferro.
1 E quanto ao materia! rodante, ranmenle at-
ln linai os dignos cngeiihiros fa'ii Je pir-
| peiilicul.irisnio dos maocaes dos ca ros, man-
do irafe
perencias de pressao e que pira ser proveiloso
ceve ir pelo menos at o Jupio da pressao com
que pode trahalhar a caldeira eui mullos casos
determina essa ruptura-
Por isso snu de opinio que, tratanio-se de
"locomotivas, s se deve usar desla prava era
casos extremos, e nunca d'cllaa se aDusar por
luso scientifleo.
i-: porque amnea julguei ser ob ecto de pri
ter as ote as da Com .a-
nhia urna bomba bydraaliea para taes expe-
rienci 1 a digna commiss) leve de i-a is-
portar a queperteace as oficinas de Caruaru.
E n;i 1 julguc Q 1 objeclo de prnncira
I .11 ... cnefi las
' 1 i.'omp lie p>ri|uc as
. a fabricagao e mtes
1 ixperienoias

b ;idu 8rs.
-
' aba-
relagao do material rodante para a via ,
nente.
Vas isto sea urna probabiKlade nao urna B esti deaccordo a dignaommlssaoam [ue
prava de que omi caldeira es teja oiMtiHais. curvas, pontos mais melinlrosoa ai des 1
E, o que observei na fornalha da caldeira n. voli nenio da linha ferraa, deonociam
3 n) samcientepara ievar-ms a conviccj de (Ur superelevago, bitolagem geralmente ba-
que esta ella queimal'.. [LB ItOi ; tralo l'ri- e como consequencia liieltior asseiitam j-ito.
O _ 1 Sb
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" *^ ~ 3 n S _; 33 ti 1 1 1 X
a A = 3 < 1
f. . ? \ 1 -5 -^
? y 5 '/i /.
E iguaes clculos sendo faltos para o cruza-
mento do trem do Recife na Eucnuilhada coui
o trem de Beberibe c depois em '.'ampo Grande
com o trem de Olinda, emqnanto o de Beberibe
forgosamente esperar segundo cruzamento do
trem de Olinda, pois que a relocidade nio pode
ser augmentada nem 111 primeira seccSo, nem
em nentiuin outro ponu da linha, lereinos afora
esta condigno e a demora naa estagOcs o s iguio-
te quadro;
Seeyes
liiilia
da
Reci e a Encruziiii
da .
EncrnzH a la a
po Grao'l:
1.' a in p o Grande a
Duarte oi-lho.
D aarie -Oelbo a
Olinda .
Rainal de Belieiihe.
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UU 1 I ll Ir 'Ulica,
o .- inas, j 1 a lem-
po em Uafeg 1, resis
l'ij as ezp. .1 .(onte. nas
h-ao dh .id. quando toioa os
mel ichara dilatados a vedam parf iita-
.! falhas e inlrsticios.
E nas experiencias
1 a illutre jo;.-raissao se'
;.!...! nosii is icomotivas.
! viuda Ja fabrica, sup-
i a pi issao bjdraulica;
fendo necessario vedar co .1 gran lo trabilho os
1, 2 e 8, j v dlias na linha, onde alias sup-
yortam perfeitamjnte, sem perdas, a pressao do
Ivmor.
m vista da importancia, porm, que a este
jute deram os illostrae I legados do Exm .Sr
fcnrernador do Balado i em viaU do grande
ibquedivemosao publico, ser en bre-
re dotado le urna bjraba liydraulica as offici-
IiCompanhia e a essa prova sujeitas as
lid jiras apoz a viagera entre a Inglaterra e o
izil, ou sempre que por qualquer circum-
ancia se tornar :n -uspeitaa.
1 nanea farei, son a minha reaponsabi-
liaade prjjiss onal e Bubmettei-as a lal prova
i-!in ^- .ni; entrem em reparos como fazm os
el^V '' '" '"' leram esteassumptocomo
'* 1 uportantissimo.
nacu partida. Laeaiens oninnas. Muitas
ezjs no desempeiiho dos encaris que me pe-
^m quanto a direcgSo da Companhia, tenho
entido a necessidade de (azer valer mais aex-
lertom-ia adquen la no liroc.nio da proflssao,
.0 quj obedjeer estrictamente s indicages
heoricas e mesmo to cons ilho de profissionaes
e nconliiCilo mYecimento ; rtiaa tara sido
ito sempre nas occasies em que tenho sido
brigadc a escolher en'r a suspenso do I
o da Companhia) ou pelo menos sua int.rrup-
ao, e o exclusivista rigorismo scientifleo.
Por isso, ex icto empre observada era outro tempo, a lavagem ':
E n'essas curvas os pantos mais serios, ni-
co* que positivamente occasionariam descar-
rilharaenlos, a concordancia da superclevago
e da sobrelargu-ni om os alinhamentos r
nos pontos da tanguea, nada tem de irragu-
ras a lar que era exame to minuciosamente r.
essen- os inipressiona-se e os privasse de tirar a ac-
crta ta cjucluso; pois qu: os descarrilha-
m;iitos sao mais commuiis ah.
No enlanto, paraliesm > dos eizos a p rr en
tico das lo emotivas 7.' eiiecao, paginas 31 e 32.
E'esta a caldeira que trabalna ha perto de
2i annos.
Nasuacaixade fornalha observa-se o carac-
leristico das caldeiras que teem tido muito tra-
ballio, def):-.;iii;"ijs sejisivets e as rupt
qua j m; retan ; maroqoe tenho com
cial ciracleristio para denonciar a caldeira ai
sivelmnle qu imada, isto 1; a d ifor.nag.) ou
ovalisar.V) dos ol'.ues da mbulago nas proxi-
audades la paredi suspeita, nao se observa I dkularidade'dos mancaes do material rodante
icaldeira. I divergencia barmwiosamenle, u entre
Atloomot is.Comaj il''U ditonn firiniei-.as suprlevacos e sourelarguras da via per
ra p-rteoestes msus c>m:neat*rioa observa-Imnenle, sao por si eaclusi ascinli-
1 seis as locomotivas |i aqai encon- \t- es gentes qae4eem fori para ca
trei e linham sido compradas ao serem >m .- ibuldade na rjlaj
Jo os irabilhos de conslruccao da via forre* I fixo e rodante, o indicar a sua b)a m arican
em 1870 e ser inicala o Irafego em 1871. rv..go:
Rram ellas as m que liuliam os nu- A bno'.a entac as rola?,
u ro 'i. perar, certa.
BralS88 tu comprada a locomotiva n. 7 do AbitoUdalwho
no. mot ni I) ap
1 18S9 1 1 .
iva n. -.
n. y amba :>r. Mas; ne 1 a
E u 1 ,
; .-.'
I
n. ti (Ol
.1 C 1:111:;. I
!
reeisaud eta-
pas locom iIia 1 as de n. t : Poia que ale
MLulmab
' t 80 e : 1 lella, a. nenhuin ral ir com
qual ochil c a- mentas 1 ir ''i. 1 para quera
petia in' r ir ar, e.iinpran lo a -ua casta a chapa
fundid 1 com o uorne, lesigaou
.1. /'. S n
Sa occesio li risita da digaa ooramUsa1
ul-'-ni I i- :rr.-e a i i t :- 3 nente
a a lomo! i :llelos
por s ter entorta ii o pno da ro la mol >ra, em
um d.-scarriliia n:n:. v a oao nos ter sido amia
possivel Fecoihera aa-ii na as o.Scinas.
a runtur i da caldeira d i m lehina n. 7 deu-se
no das.uirrillia.mento ultinu que ella solfreu em
Bebenbe,
Curapre-me aqu fazer urna observa-ao liial
no qi. pe lo a este pintido estudo do
nosso material ; p:lo facto deaouanoia? a Ilus-
tre commisso, alias sem impugnar, e ser eu o
proprio a confino ir, que empregaram-se eraser-
vgo caldeiras enfraquecidas e al rachidas.
Nao est n'isto u na am-aga a SJguranga dos
passageiros ; morm.-nlj consi ler.iulo que nao
est por esse facto a caldeira mais sugeita a fa-
zer explosao, phenoraeno que, alias, lano mais
terrive: quinto mais resistente 6 a caldeira, e
tanto mais provavel quanto maior confianga
mi rece a caldeira.
As fendas e trincadura', nas caldiiras sao
principalmente nrejudiciaes porqus prohihem
que agaeatbra ellas a pressao d > timbre o que
naj quer dizer que nao pos3arn supportar as
presses suificientes para a marcha de certos
trens
A c.ildaira da machina n. 7 supporta bera a
pressao uecessaria pira os trens pouco pesa-
dos.
E a da machinan. 3, apjsar le ser urna ma-
china de man abras, como a digna coramisao leve
isia de ver dirictaminti, poule faer, o
trem ezpressono qual em diversos das percor-
remos linha.
3eodo pira notar que, naturalmente mediante
a prova directa qu: tal caldeira anda tira dalo
de supportar con franqueza at 140 libras de
vapor, loi justamente a esta locomotiva que te-
ve occaso de dirigir um dos illustres en-
genheiros da commisso qual Ihe elevou a
j iiss.'.nns. q i (largara da
das r .las d; 0"06 a lirguri d
Irillios.
E nao o teria ain ra na hjrpatheae era qu i
mximodesnlrelamento Cbnverg mui-
ximo da sobre largan encontradas; conside-
rando mesmo qu; pela obliqu dade la s
transversal da via p:rmineute apaasaugm i-
taria essa sobrelargura Q'uma quanti lada
nitissima.
Assim, resol vendo o triangulo rectngulo que
tem para um dos lados i %37 e para >atro
acharaos aprozimadamente para tai excesso de
sobrelargura apenas 0m,0t).
Conseguintmente si a taes conligSes nao es
tao ligados os descarrlhament03 na viaferrea
de Olinda a consequencia lgica que sai me-
ramente accidenta es. puramente occasionaes e
independentes da vigilancia e prevencao da
Administrago : isto sao absolulasBnte da
naturesa dos qus se do no* caminhos difera
mellior construidos, e de ni dhor cons"ervai
Tolos os defeitos apontados, ocla digna com-
misso, constiluem urna caria somma d i ir-
regularidades que era para desfijar fosse muito
mais reduzida ;snas que princi palmante a Jet*
tam a economa da Compauhh e nao a segura .i-
ga publica.
Os dormentes podres pro lusem asperesa na
marcha dos trens, os disnivelasaeatos transvor-
saes e desencontrados produzem jago lateral
plenamente agravado pela aegao do vento sobre
a longa superlicie dos wagons ; mas estas cir-
cunstancias se ao de immedato incoramolo
Eara oa passagei-os atfeclam principalmente a
a conservagao do material rodante e do ma-
terial fizo, pois que 'ahi nascem os choques
qu i arrecentara as molas e as tizas, os saltos
qu fazem rolar oa canos conductores de vapor
e quebrara os parafusos, e dao em resultado o
afrozamento de todas as pegas, quer do movi-
mento, quer da via permanente.
E assim duplo o prejuizo da Companhia,
pois qne o incommodo do passageiro urna
probabilidade em favor da dlminuigao do tra-
Teiiho ouvido o publico utti ibuir quasi se .1-
prc 0.-: descarrilliainentoi an fcl 1 de 53 ter a
linhaatKTlo,o que gerlmenle una e,inse-
quencia e nao urna causa .lo accidente 11 js ca-
- .- que tenho veriHeado.
.Ni liesearrilha'Ji :nt o (lo Salgadinho, par
i'xemplor.a I Komoliva saltando n 1 junta de um
tnliio, ass.'ntado em p re s bre a alvenaria
le um boeiro e parte de menor estensao sobre
o terreno natural, e qne linha abat lo, tVz des-
carrilbar o primeiro wagn u ui l :u nin la so-
bre >j iiiilus a arrostal-o n'uma distan
. inte metros, at que esta,wagn tnlo
aberto a linli 1 fez caluros de.iu s carros vi-
ran lo com o quebramento dos engates ao pa-
rar a locomotiva levou-i a rolar em sentido
contrario alraessando-se ni linha, e com tanta
forca que fazenlo p;a) com o rebordo da ro la
de'encontr ao trilito o curvou de tal forma
in a lenas .10 s:r con ertila a linha o pirtiu
em vez de rectitical-o.
I'oder-seha dizrr que foi o abrmento Ja li-
nha a causa d > accidente ?
1) eerlo que nao !
Poisasaim ordinariamente
A res;....':0 .1 1 fazpr
ainJ 1 um 1 obs |ui par 1 ir le n nitro
a u... de Donstrar
- m S pjrqu 1 o 1 lia j
apetenle que ali uro-
1 p ir veneidi r Ibe s ir r ic >rJa-
laa e aatheai
uto urna funegio d 1
do cqrp ; 1 o., i
issiin fcil de co nprah : I
1 re itiva-
pdo determ
ipl ,s d : n :: I
ate 111 ii- 1
r'i : 1 s nao al-
...
brii 11 1 for nieda lo
: 1 geral.
Conti-se que nos descampadis lo sertaoos
nossos Birlan sos derraba n o an mal mais pos-
re ua mais vertiginosa earreira eap-ran-
ran o o'ao plls pa n
'j ni simni.'S e frgil van.
E gjr.ilmenij se sabe |ij ao pnsso que un
pjquma bala de rewolver fura ama chapa de
farro una bala de peca d 1 g 033 1 calibro mil
unalaama o rebocco da urna para 1: s ido con-
tra ella atirada por un h minn qa; a possa sus-
tentar.
VIH
Concluin lo o seu importante relatorio faz a il-
lusti e commisso urnas tantas observagoes ge-
raes quj, como oirvif5qae sao, teem franca-
mente o ciracter da persoualidade ou convic-
go in iividual de cada cade s"us dignos meni-
oros.
Por isso nao vejo necessidade de lli:s fazer
II.1 assim dse !. pri-
...eir disp
demora nas estages, que iu, _..
caso, \ minutos de diffon-n^a pira esperado
trem de Olinda a ) Recife.
Isto como esta, pela u. Ipraco ds
distancias,o trem do Recife esperars min
na Encruzlhada ; orno se propO;, nas m na -
condices, o trem Je Oliuda esperar 7 niiiuio-
e:n Campa Grande.
Sendo que anda, como est, o trem de i b-
ribe nao precisa esperar pelo d. Recife si uo
porque o relofio daquella p ivoagao tem urna
differenga convencional Je 5 rniiut is de adian-
taraento c por.ju a marcha se accdi-ra as ve
zes. Como quer a digna corami-so ter d --
pi-r.r pelo trem de Olinda S minutos, aforan
demora nas esuu.Oes e devora na ralla percor-
rar a linha com urna veloc dade superior a 2 I
kii. metros alim de cliegar a h ira em Beberibe.
l nao e s isto. A espera real do ll
Eneruzlnala com'numentc de 3 minuto*, lem-
po que ordinariamente gasta o ireni para vir de
Campo Grande a EncroxHIada; sen lo que J
nos casos de accidente torna-ae esta espera no-
ave.
A di i npressionou perqu os Irens ilSo tinhara or-
dera para diminuir a marcha visto o sop|
mo estado da linha, que nao devia ser decla-
rada tora de prico, isentanio-me de respousa-
11 idade em qualquer caso de accidente que so-
breviesse, emqoanto nao enlivesse terminado o
rigoroso exame da dtgoa c imiqiss&o
.Veste sentido, de esperar o irera mais do que
o necessario, segundo as velocidades e a dis-
tancia, a nica m mifteacao a introdazir no lio-
rano da companhia, consiste em fazer partir o
trem do Carmo, mais proxiun da hora imposta
pelo Varadouro, que r a cstagao principal, para
ahi nao se demorar tanto ; mas isto depende e
uiua circuiostancia que preciso remover e
anda nao o poude ser per circunstancias inde-
pendentes de nossa venianV, mus que era lodo
caso era breve sei-o-ha.
Era o que tinha a diser.
Agora agradecen loaind.i urna vez aos ilmsircs
cavalleiros a Ihaneza do procedimento, para
eonmigo, nao posso deixar de coul'essar-mc
-rato a Ezc. o Sr. gov rn 1 lor Jo Bstado por
me ter attendido to promplaraente f dado-m i
frisante prova de sea IlOJ
qne alluai no pri 1 estirados e im-
mentarlos observacoea sobre o material da
yia-frrea de O'inJn.
Olmla, 2J de .*uuho S-. .
I
Ao Ir. Dr. Inspector m AtTuwk-
dega
Ante V. S. vem pela imprensa, pes-
sas interessadas no ccmmercio. quei-
xar-se contra a irregularidade de pro-
ceder o guarda desta Alfandega esta-
cionado na estafo do Brum, por isso
que, quando nao comparece a exercer
as funeces de seu cargo hora da le,
o que prejudica enormemente aos inte-
ressados na conferencia de merca lorias
e procurado tora da estar;o e encon-
trado, trata mal as partes e nega-se ao
comprimento de seu dever.
Pedem urna providencia.
Diversos.
1-
Couipniliiii BecTence de
lififlM-HO
Tendo servido de secretario *n'As-
semblca Geral d'esta Companhia, efle-
ctuada em 4 do expirante mez, sou for-
jado dar urna resposta ao Sr. Carlos
de Paula Lopes.
Causou-me grande surpresa o artigo
de S. S. publicado no Diario de 29,
pois nunca passou-mc pela mente nao
ter o Sr. Carlos de Paula Lopes a co-
ragem precisa para sustentar aquillo
que diz.
S. S. deve estar lembrado que disse
achar-se a casa commercial de sen fina-
do irmao, Coronel Luiz de Paula
carcomida e quebrada ao tempo e::i que
foi constituida a Companhia de Panifi-
caco.
Deve ainila recordar-se que o Sr.
Dr. Oliveira Fonseca chumou a atten-
C.o dos Accionistas presentes >ara o
que V. S. havia dito, que outra cousa
nao era mais do gue a confirma!.,".) de-
que dissera a Directora.
Esta i a verdade c appell > para to-
dos os Srs. Accionistas que im
presentes, mui especia1.!-: 1 ios
S. I )r-. Joo e eir
Fonseca, Jos 1 de
Oliveira, que podec2o zer de que lado
est a verdade.
Agora cumpre-mc dizer a S. S. que
jlgou-me m lito m I, q 1
a Acta continha aquillo npa-
1 va tn ira _-:r jver : u .piem
S. S. pensa.
itre o qus fea dt<
!> Sr. Car \. .tr-
lia
Recife, 30 de Junho de 1
r-
t;;,"

le
Cl<*;io fie S iiilu Lucia
/' ra o
A directora |d' '-:
nstruccosi participa ao illa
e aos paes d lamna 1 que
o supradito colleg^o ,1a roa do [.'..man-
to para a ra do Alecrim a. 4
Espera continuar a mopaeer
confanca que at. aqai !i. 1
pensada.
A utcii !|iifi'iSo |.t H'.tTinr*! ier
01itfir:t pela eti 4 8 nTiiii.:-
atrle i-.l<-i
Faltara-me atavio.s sobreaturaes,
vos manifestar cabal meo I ie mte
meu coradlo de tilha, li .je. da do 1
anniversarlo natalicio.
Eu qneria sor boje urna De -o 1
ni) una Herona, para ror; 1 03
obstculos, para vencer tolo- as-
iris, i' vos coroar com 11 na cor >a
oraveja la la brilbanl -ni-
na e fra'-n como sou, c ape-
nas poss i ollerecur o meu c: .. iioo
de amor filial, da .um amor soberao e
humilde, de um amor vivo e eterno.
Acceitae, pois, esta minha ofierta de
um coracao de filha, e urna offrenda po-
bre materialmente, mas rea e muito
rica pela intenefto.
Accaitae, 9 abenyoai sempre com um
apertado abraco
Vossa filha extremosa,
Mara Carolina de OU
2-7'.)!.
X. 8.Q
'u liase
i I.1:' a : .
atropelladamen
misjao.
k'.'Jiuj Reptiblleataia
Fazamos pubiic > qu liao, con-
voy t-.I.i pala ota lorio do
pirtido republicano para o dia 10
corrente mez de Julho, ter comecoa 1
hora da tarde, ra 15 de Xovembro,
out'ora do Imperador, n. 50, i." andar.
Recife i de Julho de 1894.
Ambrosio Machado.
Bernardo Jos da Cmara.
.Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg Barras de Lacerda,
Dr. Ermirio Coutinho.
Joao Jos de Amorim.
Virginio Marques Carneiro Leo.
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
MODO DE PR.VTICAR UMA OBEA DE CA-
RIDADE ECONOMISANDO DIXHEIRO. Os
C'hn^5di;;03 d[)013 de luloia;l!lloa,lai l0" propretarios ruraes que empregam tra-
tino cscripio- 11 11
Morra auto quando accordjmen'e 03 inteitigea-
te prolissionaes annunciaram ao Exm. Sr. Gover-
nador ao Estado e este ao publico, pela publi-
cagSo da importante pega, que o Garente da
Companhia est providifiiciando no sentido de
serem eliminados todos os defeitos e irregulari-
dades,
Conclulrei pois considerando apenas urna n-
3nuacao f;ita pela digna commisso 110 sentido
de 3r intnduzida urna altorafiio na actual dis-
[i isicao dn crusamento de trens.
Diz a iliustre commisso que o actual crusa-
n:iito defjituoso visto que o passageiro espe-
ra muito no trem do Recife na Encruzlhada por
nao ser ahi o ponto central da linha e por ter a
secgfio da ncruzilhada a Olinda, alem de maior
desenvolvimento, maior numoro de estagOes.
v.nbus as condicOes sao rigorosamente ver-
dadeiras, mas a concluso itelirmeate nao ;
porqua os dignos engenheiros nao se lorabra-
ram que o art. 0 do Regulamento em vigor que
nos foi imposto a II de Oulubro da ts7t deter-
mina que a velocidade da crculago dos trens
seja de 12 kilmetros por hora nos povoa-
dos e 16 k|ometros por hora nos* demais pon-
tos da liaba e nao levaram em conta a noti-
cia de qne, embora mais numerosas sao de me-
terrenos pantanosos e
principalmente em arrozaes, saesobri-
gados a pagar jornaes muito mais ele-
vador em vista do pen'go a que estao
expostos esses trabalhadores em apa-
nhar febres tercas e malignas, assim
mesmo nao impede que o paludismo fa-
ca bastante victimas todos os annos.
Podiam reduzir esses augmento de
despoza e. salvar a vida a muito d'esses
individuos de um modo muito simples :
entregando-lhes ao mesmo tempo com
a paga urnas tantas Perolas de quinina
do Dr. CUntan que tomadas loge que
apparecem os primeiros symptomas de
febre, a cortariam e curariam rpida e
seguramente, actuando tambem como
preservativo para o futuro. Estas pe-
rolas, preparadas pela casa L. Freir,
A Champigny e C\ _successores, 19,
ra Jacob, em Pariz, vendem-se em to-
das as pharmacias.
ttnbi*Q tmulo !; 9"so !*-
imhi'ii C'rv;j""io
(.\ 7.* lia do Si!I 1
Dorme c
B >m ce lo 1 paz
aos ruid
riso,
ca lo I .
:llb
metra 11 .
la 'ira
imo > o s
ipenaa contemplavaa tudc
atravez das amaices de U
semvcoohecer as mi ,ci
.ma, sem coinprehender n dor ,
mundo quando te partiste, levando gra-
vado nos labios esse derradeiio aorria 1 dos
anjos, entre as contr&ccCies do derra eiro
instante.
Djnua deves ser feliz assim, aparta-
do sempre do matado, materialmente, e
ligado aampra eapiritcutlmanta ao coraco
d'aquelles que soubeaam amar-te com "to-
das as vehemencias e qua nunca saberlo
esquecer-teporque para isto sera pre-
ciso romper indissoluveis oos, que nem o
Tempo nem a Distancia conseguir) des-
truir.
Ahi oude dormes o derradeiro soma > os
teus despojos materiaes, nunca poderao
passar indifferentes esses a quem tao inti-
mamente vivestes ligado em cujas almas,
n'uma trausubstanciacao sublime, fica
ram desgarrados pedasos de tua alma.
E tua lembranga, substituindo-te na
tetra, revvenl sempre n'clle tudo quanto
soubeste inspirar de affectos.
Porme creanca esse somno de innoncen-
ca que se prolonga no tmulo* o ber-
50 da etarndade.
Ao coitaniercio
JoSo Fraacelno do Nascimento, decla-
ra para fina commerciaes, desta data em
diante assignar-se-ha
Joo do Nasciinento e S&VOy
Recife, 28 de Junho de 1894
MUTIUB01
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mtwrfo le flternmmliaco Domingo # tfe Jolito / .
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Para niUorar o eIlo. Eifre-
gte-se o luo puuco Jo-1 qon su poona encimado or
Ir c;*i c- t -;<'i ia* s-> iteneJ'atameo'e o Toatco
D,*'No" Dr Jj, JWoPo*odt Soan. laii
Balanza horizontal de 9 a 20 kilos, urna.
Balanza romana, forca de 400 kilos, dem.
O chefe de seccSo.
L. Frederico Codeceira.
Sle. F. p -jt w'3 deas veies i sema
n : dm^ 30 tres quim o novo naicimeolo
ju U'.ttti4 8-ri vsuel, como si ai ralies oao
i.-uv s:'.;:> recras.
Pa-1 m car a o-sja.Empape-se toda a ca-
beN loca o T .ii co e eefregue-se ai forma- nma
p>l>coi tranca c:im sabio. Reptaos* lito du-
rar t- 6 ou 8 illa*, e depois uae s diariaosente
ocal paqueos ojoaotidade da Toaico O-ieotal.
liu (. luflicieol..
Amia -ioe cimpas, ai e observam fielmente
esta 'Ocio coes, s: cbtera um espUod do ca-
b-Mo, coteMaio extirpar toda a cp de-
iu ..i.-; fF- cOes do caco da cabeca. 27
ED1TAES
tlTandega ale Pernanibuco
Formeimi uto para o presidio de Fernando
de Noronh i
EDITAL
c ordem do Sr. Dr. inspector, fajo publico
que nesta ifandega recebem-se propostas at 4
de .lulho prximo vin louro, s 11 horas da nia-
nh para sor contrariado, com quem maiores
vantageiis otlVrecer, o fornecimento de artigos
para o presidio de Fernando de Noronha, no se-
meslre do Julho a Dczombto prximo vindouro.
As propostas serao em carias fechadas com a
declarado expressa, de que os proponentes se
obrigatn a por os gneros e artigos naquelle
presidio, occorrendo a toda a despiza de acon-
dicionamento e frele, e correndo risco do qu-il-
quer arara ou contra algunia eventualidade du-
rante o transporte at final recebimento iid logar
iln desuno.
Os proponontes dererao habililar-se na frma
(Stame perante a inspectoria dista reparti-
fao. requerendo previamente neste sentido e
ido que sao Degocianles matriculados.
S gue-se a relajao dos gneros e artigos a
conlractar, us qines deverao ser de prinicira
qaalidadee propolos pelas unidades mencina-
la- aqrji:
Arithin -tica de Castro Xuncg, una.
IrrOf pilado, kilo.
Aruruta, idein.
&ssucar brsmcq refinado, Mein.
Alcool de 36 :. i'i. litro.
Igulhas p ira, pa, o'.
tro.
Assucar mascando, kilo.
Assuear mascavadiabo. ilem.
\!_ > la )8iolio, metro.,
ao trancado aiol, dem.
b ilu
taime le ferro, i'i'itl.
- de forro Blidos, dem,
itr i. barril.
i
-.- furo-, groas.
ilo.
ates, um.
alo.
150 um.
a relio.
nal, ama.
:, i le 2oo kilos, dem
I: 20 kilos, dem.
\ B C, duzia.
Chap 'i i"!h um.
ta, kilo.
5, um.
m tal para sopa, duzia.
rjoi dreiro, idem.
irra, kilo,
um.
. ento l'orllaud, barrica-
So 11 e Ira, : nelada.
roa, peja.
s de cairo, tilo
Cab is ce iiianJja, i lein.
i liaicint's, ; ateMh urna.
! lelas J madeira, duzia
ras e pires, casal.
Caf em -
Cabos para encbada, um.
n, kilo.
>m lias, dem,
ros para forro, um.
( lia prelo, kilo
Cal branca, litro
pr. !,i. liom.
i s de lioho, Itog
Couro- Din.
..lo.
Doulrina chrisla, dnzia.
Doce do goiaba, kilo.
um.
loppes para otficio, mu.
ha, urna,
lio n verga, kilo.
Enchadas de ;t 1/2 a i libras, urna.
Esteira do pa!ha para cangalhas, urna.
T-'umo cm laia, kilo,
es americanos, um.
inha de mandioca, litro.
inba de trigo 86SF, barrica
de vella, rinveUo.
Farinha d lapioea, litro.
'landi
p, kilo.
umatica Por^tgueza de Castro Nones, urna.
Grammatica Poriu. AbiliO, idem.
lem.
: na-laca, kilo.
Gomma arbica liquida, frasco.
Giz,
i'j.
' .
o.
;. um.
:ra.
I is, dem.
ama.

de kiio.
i kilo.
nr.ro.
': it
m,
ifado Fiume,.reima.
1,'orrao, folha.
. i-,uma.
para balsis, dem.
laa.
. ir carnauba para chapeos, cento
as de aro (de iO), caixa.
izes, kilo.
toa di louca Agatha, duzia.
i de Holland.i pautado, folha.
dlias para papel, caixa.
- le socupii i. um.
Farafusos de ferro grandes, idem.
Ditos de Ierro grandes, dem.
Ditos de ferro, pequeos e sortidos, kilo.
Pxe, barril.
[ -ierra, kilo.
Systema mtrico decimal, um.
Sida forte, kilo.
S dia, meio.
Sabao amarello, kilo.
SI romnium, litro.
Sellins, um. .
Seccanle de zinco, kilo. ..
Taboadas, duzia.
Tinta prela para escrever. gaTrata.
Taboas de louro para soalho, urna.
Toalhas de algodao, duzia.
Taboas de amarello para soalho,.uma.
Travs de diversos tamanhos, Bina.
Telhas do barro, cento.
Traslados, collecco.
7idro para vidraca, um.
.uras de piassava, urna.
Vinho do Porto, liiro.
Vellas stearinM, kilo.
Vinagre de Lisboa, litro.
inho braaco, idem.
erde chromo, kilo.
\arque, idem.
Xarap\0es para prensa, um.
d a Feitoe da FnceatU do Estado de I
Peimmbaoo eto.
F* aber qae 6n4o oa dis d le, ae >
t endo harido licitante na primeira praca,
vSo a segunda praca na forma da lei,
com o abate de dez por cento, no dia 5
de Julho vindouro, a urna hora da tarde,
no Pajo do Concelho Municipal desta ci-
dade os bens seguintes : metade do enge-
nhe Humayt no valor de vinte e dois
contos e quinhentos mil res ("22.5008000)
n.W p^r venda a quem ma-s lCUJ-0 enge;nho foi avaliado por cincoenta
Ul *J Utl MU ortntrt^ Aa r*aia o matada loa fnfrQa dn ar.
der, depois d audiencia no
Iho prximo vindouro os pred os abaizo
decUrados, penboradoB por exeOuoSo da
fasenda.
R.ci'e
MeUde d oasa a ra da Moeda n. 33.
coja casa tem 1 porC e 2 -nella, 5 me-
tros de ente, 10 metros e 50 centme-
tros de ufndo, 2 salas, 2 quartos, oosioha
dra, totBo em sallo coa aellas, e qnin-
la', svaliada dita metade em 400)9000
perteacente a Flora de -ia.s
S. Jo.
Casa ra do Padre Nobrega n. 75,
com 4 metros e 80 centmetros de frente
7 metro, o 50 ceotimfros di fondo, 2 sa,
las, 2 quartos, sem qointal, pr 360(5000,
j feito o abate da lei, perteacente a Ida-
noel Gomes Viegaa.
Casa ra de Antonio Henriqne n. 28
c m 4 metros e 50 ccntuietrca de frente,
4 metros e 50 oeotinsetros de fondo,
porta e jaoella, 1 aala, 1 qaarto, por 162f,
por ser a 2.* pra$a, perencente a Mari*
Joaona do Carmn.
Bo-4 Vu
Casa a ruado LeRo Coro-d n. 28, 4
me.rcs e 40 ceotitae'roa do frente, 12 me-
tros de fundo, porta e j-nelto, 2 salaa, 2
quartos, oosinh ra,quintal, por j3$000
por sera 3.1 pray, perteacente a M^ria
da Le.
Cas a roa ce 3. G.^v*'* 28, cuja
tero l pertr. e 2 j*reII-, 2 pelee, 'i qu-r-
tor, co'nha, serv; do ^e bsse a qnnta
de 18*250, p->r ser 3.* prac->, pert-
cente a Goilhorrae Goniea Padb.
Afogados
Casa co Be&fie* r. 28 H, cora 5 me-
tros e 250 c-sotimetrr.' le frente, t( ice-
tro* e 90 o-ntimetraa defaodo, ie t
porta e j oh, alieda ero 250j5;/00 pert*~caot *
H-rcc;ar,o "os d* S nt'Anca.
Caae r Eetrtdb do Gequi a Jab'n.tS'i
n. 319, ron 3 metros e Wcentimslrwi da
frente, 12 metros e SO ee-itiusetcoe n
..ndj, 2 fj.!.i, Sqaartos, da 'sips qu'O-
fai eicosieba, fioln foreiro, por ll
:or s.-r a 2.' p'n?. ;. I aoeDfe Ma 'bs-1
o da Me.
E puta qse ohegae >. eanhecimento do
todos, pa.-sou je o prsente iuo sata pu~>
b!ic Dado o passsdo cesta cirii,; do Rrcif<.
a< 28 de Junh do 1894
Ea Alfrado Dism'aatino de Torraa Ban-
aejr esori ro.
Jt'sc Julido Regueira Pialo de Sonsa.

\lfandega de Fer-
Dambuco
EDITAL N. 44
( 3 j> r c a )
Pela inspectoria da Alfandega se faz
publico que, :'is 11 horas do dia 4 de Ju-
lho vindouro, sero ve.ulidos, cm 2- pra-
ca, as mercadorias abaixo declaradas :
Armazem n. 2
MarcaE. S. II. Cinco caixas ns.
9382 a 9385 e 9387, vindas Je Liverpool
no vapor inglez Actor em 6 de Maio
de 1893, contando obras de vidro, de
borracha, de ferro, louca, papell, ba-
lancas, saes, medicamentos reagentes chi-
micos, proprios para laboratorio chimico,
pasando 44 kilos e consignadas a Coin-
panhia Industrial Assucareira.
Armazem n 1
Marca diamante F. F. era cima e B.
C. no centro. Urna caixa n. 274, vinda
de ramburgo no vapor allemo S. Ni-
cols, em l9de Outubro de 1891, con-
tetido estampas nao classificadas (retratos
em grampo), pesando 10 kilos e consig-
nada a ordem.
gjMarca risca V. 5c C em cima e C.
W em baixo. Urna caixa n. 7, vinda
de Hamburgo na vopor allemo Ama-
zonas, em 10 de Janeiro de 193, con-
teni im kilo e 400 grammas de fil
nao especificado ; Beia kilos e meio de
cambraia de algodao lisa, mediado 100
metros e 2 kilos de tiras bordadas de
cambraia, consignada a Villela C.
Outro-sim ser veuda, em 3
urna caixa, marca B. L. 6c C. n
vinda de Hamburgo no vapor allemo
au era 10 de Abril ultimo, con-
tengo 6 losias de leques de papel e
aoa direitoa, na- forma do
art. 281 '''- leis das
Alfanga de Pernftmbtrfo, 27 de Jb-
nho de 1894.
O inspector,
AUxwdre de Soasa Pereii\t do Carmd.
Alfandega de Per-
COMMERCIO
contos de reis e metade das trras do ex-
tincto engenho Conselheiro no valor de
nove'contos de reis (9:003(JK)09/ avaliado
por vinte contos de reis, cujos bens fo-
xzxa penhoradoa aos herdeiros mcertos
de D. Carlota A cioly Lius, para paga-
mento da execuco que lhes move An-
tonio Hermino de Senna.
E quem nos mesmos quizer lanzar,
comprela no dia, hora e lugar cima
I designados.
E para constar raindei passar o presen-
te que o porteiro dos auditorios publicar
e affixara na casa das audiencias, la-
vrando a competente certido.
Dado e passado nesta cidade de Pal-
mares aos 27 de Junho de 1894.
Eu Hermelindo de Almeida Alcofora-
do, escrivao o escrevi, Jos Jaciutho
Borges Diniz. Estava legalmente sel-
lado.
[j^Nada mais continha no edital a cima
copiado do proprio original que foi ani-
sado ; dou f.
O escrivao,
Hirme'iado de Almeida Alcoforado.
1 a scelo Secrctbria do Gove no do
Ksv. o de Pernembnco, em 25 de Jaoho
de 1894.
EDITAL
De ordem do 8r. D<\ governador do
latido, e em observancia d disposto no
art- 157 do R-gul.meato anueco ao De-
cr.-'o n. 942 de 28 de Abrd de 1885,
taro publico o edital abolso transcripto,
pondo em ooccuro, com o preso de 30
dina, a coatar d'esit d-ta os officios de
1. ubfl'iJ> do publico judicial e notas
escrivfl>! r.iupio de AgJ.. Pret^>, vagos pela deeia-
enoia do r afectivo earventuario Hanoel
ie C*rv8lho Pc de Andrade Gondim.
O Secretario.
^odo Augusto Ferreir Lima.
FDITAL
O Dr. Manoel Florentino de Albuquerque
Moiteo^^ro. jais di dire-to do munici-
pio de Agun-Preta, Estado da Peruam
buco, em-t nade di lei ett.
Ft-jo saber a qoem iutaressar posta,
quc,tendo sido anniiMuco pelo Esm. Sr.
Dr. governador d-> Estdo o concurso a
que se proceden n'este municipio pora
provimento dos "fficiesde 1.a tabe.So do
publico judicial e coU-s, escrivao o civel,'
commercm o orirne e por distiibuicSo s
exeo-j\,J?ei civei?, que com o praso de 30
dios, conUr d'esta data, est novamente
aberto o ooncursp parn provimento dos
mct o inicios, em virtude da portara di
22 de Marvo de 1890, do marechal go-
vernador do Estad" Jos Simeao "de Oli-
veira, cajes emeios toram creados pela loi
provincial n. 1405 do 12 de Maio de 1879
vago por ter pedido exoneraoSo o respec-
tivo serventuario, capito Maooel de Car-
valho Pies de Andrade Gondim. Os con
curtentes deverS jantar, em original de
suas peti^Ses, os documentos segaintes -
1.- auto de eximo de sufficiercia ; 2 ccr-
tidSo de idade; 3.- certifica lo de exame
d* portuguez e arithne!ic; 4." folha cor-
rida; 5.- ettestado medico de eapacidde
pbysiea: 6.' procura^0 especial se re
qaererem pir procurf;2o; 7." fioaloente,
outros d >eu.Tici.t.'9 que toieo convenientes
para prova de cpaeid*cepri/fiiE.cnal. Tudo
de coDorcaidade com 0 art. 216 e eui |
do D-rcreto n. 9420 de 28 de Abril de
1885. E p ment dos inters ido.i, mandei pesiar o
presente que ser pubiic&do pela imprensa
e cffixaio no logar do coatame.
Dado e psssxdo n'esta villa d'Agaa-
Preta, em 16 de JunKo do 1894. Eo,
Francisco Bandeira Leite, escrivao inte-
rino do orptSos, o esorevi Mauoel Fle-
rentino de Albuqnerqae Montenegro.
Certifico que affixei o edital na porta das
audioucia d'esta Villa, para o concurso
doa oficios da Juatiga, ooaforma o edlt*l
retro; d ?Ajoa Preta, 16 de Junho
de 1894. O port6iro doa audi o:ioa, Cle-
to Prea i.' CarvJhcOoBonne. es-
arivSu ic erino do orpliSos Francisoo
Bti deira Leite.
E nada meis se conticb em dito edi-
-almonte copi. ;ts de proprio ori-
giaal) ao qual me r>pj:te dou fEri ;
sapra. O escrivi" o do orphSos |
Frace.sco Bandeir.
Bolsa camine re al de Pernam-
fcaco
coTAflSsa ornofAgs da junta dos coaascToaga
Prafa do Recife, 30 de Jtmho de 1894.
Nao tiouve cotacao.
0 preeideole
&mvri* Pinto de Lemos.
J secretario,
Antooio Leonardo Kodrigu-*.
Cambio
PBAQA DO RECIFC
Os Bancos abriram com a usa de 9 3/10 sobre
Londres a 90 dl.s.
O movlmento foi pejueno pir aer dia de mala
para a Europa.
Eo papel particular uao con=tou negocio-
('(daiMH's de y -Micros
faro, o agricultor
Assocar
Crlslallsado por 18 k.los a 6450O
Braceo dem idem .... 530O a 71500
Someaos. dem Id m 44000 a 4*300
UascavadoK'em Idem 34000 a 3*fU0
Bruto idem idem .... 34000 a 3t00
Bruto melado.....S4600 a 248GO
Rtame idem idem. 3*300 a 2*500
BECURACOES
nambuco
Rdltal d. 48
'(RAZO DE 30 DAS
P?la irspedo-ia da A!faode; se faz publico
rju* as 42 Doras do dia 4 d>? Juico vindouro se-
so vendidas, em p>a5a publica, as mercadorias
abano descrilas, qoe nao forsm copacbada*
no prazj a le. ti-a-ido mircRdo novo prazo de
30 a\?i>, a comar de3ia data, aos intt-resaaios
para as rfti^arem, sob pona de, realizada a veo
da. dSo se atiende: reclamac&o algoma.
O ar^roaiante mirar, sob pena de rxulta,
com o pr ras.
Armaiem de bagpgeci
larca R M <:U'-na ca'xa sem numero viada
da Europa no vapor Tharr.es eaj 26 de Janei-
ro de 1693, cootendo nove parrara* com vinho,
pesando 11 k'los e nao confundo a ct-nsigoa
S Sem marcaUrna dita sem comer, vinda do
gol no vapor noncguuz Malange em 7 de
Agosto -e 1893, centeodo dozt cimi?a de aigo.
d5o, pei c de Inho, o g*:s leccoep, pesando 3
kilos e ienorando-ee a coosignaco.
Marca Alfredo LopesUdia caixa sem DOTie-
ro vinda do f o! no vapor allemSo Cintra em
de Abril de 1893 contendo Jos qoadros com
mcldqra i nvemisada, psaedo 4 kdos e ignoran-
do tes roosignacSo.
Alfandega de Pernaa-buco, 2 de Jonno de
0 inspector,
Alexandre de Souza Perjira do Carmo
O Dr. Jos Jacintho Borges Diniz, juiz de
direito do municipio de Palmares, Es-
tado de Pernambuco, m virtude da
lei etc.
Fsjo saber aos que o presente edital
virem ou dejle noticia tiverem, que
Algodo
Colamos a 12*400 por 15 kilos.
AJeoof
-or pipa de 480 lros 383*000
Ag ardeos
-or nlps de 480 litros 188*000
Csgro
accos saldados na base de 12 kilos e 795 ret
Verdes a 485 reis.
:,;a-se de 134 a 214000 por 15 kilos.
Sel
Cotaaoi nemlnai a 130*000 por pipa.
TABELLA DAS KNTBAAS 1)3 A88CCAB K AL-
GoDAO
Mes (!* Junh)
Eniradaf
I
:!
Stfcacas .
Vapores. .
Aniro8e8 .11
Setrada de Ferro Central. I
[dea de S. Francico .jr
dem de Limoeiro. .M
AS8C-
car
Das
a i9
291
i 8
1 28
s 28,
j 25
A. fe.
dio
Saceos Sac'i--
14X471
2368
5002
33449
188
490
616
66
208
1490
277
Somma.
I
566)ti 5649
BBoira 28 as ;junho os 1894
r*ra o xferior.
o lugar lnelez Rosee, para Liverpool,
r.arregou :
V. Neesea, 50 fardos com 8.859 kdos de
a'godS e50 dos com 7,695 kdos de carocos
e algodao
No lugar portugoez Cota Lobo, p>ra
t*crio, carregaram :
M. Lima C, 80 couros salgados com 9G0
kilos.
No vepor oglez Heveleus, para New-
Yurk, carregou :
R. Brothers, 1,446 pelles de cabra e 6,324
diUs de carneiro.
ctt oa jusho na I89V
hlfandeaa
Hsrda ge;ai
Do dU 1 e 28
dem d 30
1,354 082.355
4i:54ii419
Kaoaa do SsUdo :
Do dta 1 a 28 233:349*054
tdMJ
*20
3.526723
Scmma total
1 393.-626J78.
2)6.875*781
1,635:502*506
s*ir,uiicta &eco ta Aifaudegs <*ParnamoacM
30 d-i Junho de 1894
Serviodo de cfcef*
M. L. Pereira Bastos.
inesoureiro,
Luis Kanoel Rcdgoss Valen;'.
RECBEDOrUA DO ESTADO
lio J.5 I 28
Ideo, dr 30
JlFfi
De c.: i a 28
30
DRAU5AG*
170:514*331
4:117*789
174 632120
16-122*659
2:119*91:
l8:-42f37
n5o
0 D> Jof IniLo Borges Dinis, i iz rfe direiio
df A'1 moni Iplo de Palmares. Ed'.ao de Pf-r-
nic i r.uie da e etc.
r... De o presenta edi-al virero,
u lele j' .; Ii tene bavido
i citante se*un.la prsc*. v-i a terc^ir praca
na tata a da I c ra o ar.ale se dez por cento,
nc da 3 do Juino vin'ooro. s 11 boras do dia
no Hf) o Corjcelhn Mon !:al desta cidade, a
c.i de.avalia.ia pjr 4:000*00:1, no valor de 3:2404,
e alada nao baveodo c ptlo raaior trego ofT-,r- c; o coja casa foi penbo-
rada a D. Rjsa-1: Per-ira de MsgMnaes Bastos
para pagamento di ex-cugo que Ibe aova Jos
Victorino de P.iva. como tutor dos orpbSos B-
!b"s de Antonio Ca-lns Soarcs de Avellar.
E para noaoar, mandti pisjar o presen'p,
que ser affixdo &- lugar do coaeme, lavrinde-
se a respectiva certido.
Dado e passado nasta cidade de Palmares,
aos 23 de Juubo de 1894.
Eo, Hermelln-io d-i Al reda Alcoforado, es-
crlvo. o escrevi.Jos Jaoin'.no Bjrges Dinis.
Es'ava'legaimenle s!laas. fl
E nada mais se conticfn no edital cima bem
e Oelmen'.e copiado do p-oprio original que se
acha affixado, doa f.
O escrivSo,
Hermelindo ^e Almeida Alcoforado.
O Dr. Jos da Silva Ramos, luiz do 1- dislriclo
moDicipal do Recie
Fago saber, qoe lindo- os das da lei, se ba de
arrematar por venda* quem mais der em praca
publica dele jize, depois da audiencia no da
10 de Jalho prximo vlndooro, a pequea mel'
aeua sita no becco da MoI-'j, o. 3, com porta e
jaoella, mediodo 3 metros e 3. centmetros de
frente, 3 mtros e60centmetros de fundo; 1
sala, 1 qaarto e cosioba interna, avallada em
2504000 a qaal parteo ;; a Ignez Maria dos Pra-
zeres e Silv, e f'a pehar^da por execocSo de
Alexandre Americo de uidaa Padilbo.
E para qoe ebegae ao coobeolmento de ledos,
paseou seo presei'e, que ser publicado e affi-
xado.
Dado e pausado nest freguetia do Recife, aoa
28deJaobo de 194 '
Ba, Silvestre Baptifl'a de SntJftosij, eacrivo,
oeaertvl.
Jos da Filva Ramos.
HoT'oieao o porto
Na..' M Innho
-
'h .
Beark. 'i^ii'agem 28, ca;ga
a Jobcston Faier e Comp.
Navios sabidcd no meeiBO dia
escala-Vapor allemo P -Iotas -
vsrios gei
Vaoor Ingles DK:ol)re" coaia.
te \V. J.riine. cn-g;a tar:o3 gneros.
VictoriaTapor inglti 1106605, coamandan-
W. Fairlen, cargi varios peeres.
MxicoBrigaea.ieu.5o S&i:-'ra Qoinla, ; -
16o i- H. Msrttol, tm taetro.
Navios entrados no d:a 30 de Junho
Baeoos Ayrs e escala 11 das, vapor 'ogl-z
Magiafcna, de 2 865 toneladas, couuiac-
darne II. C. Rigind, equlpage.. 138. carga
varios geaeros; k Amorim IrrrSos e Cooip.
Himi^orgo p=r T-pe-dfe-16 tia^, vapjr ale;cc
Haparica. cu 1.C86 tjoeladas, commaad:M!-
te F. K er, --qoipa ros; a Bo.-8telmann e Comp.
Santr<87 lias, vapor inglez Li Place, de 857
taoelatas, opmmandante A. Mathesen.equi
pag?m 28,-Carga varios gneros; c Compa-
nhia Pernambacana.
GlotfB-40 dias. patacho fcco Hilma, do 155
ton Jadas, capao O. Carlssoo, eqolpagern 7,
carga a.'qae; a Jcaquim da Silva Carneiro.
Para e escala20 da?, v.por nacional Agua
mai, de 779 toneladas, con&.aadaote Piuio
Nones Goerra. eqoipagem 27, carga vanos
gneros ; a Joao Mara de Afboqoerqoe 011-
veiri.
Rosario de Santa F-16 das, vapor Inglez Sir
Walter Ralelgh, de 1.261 toneladas, com-
mandante E. Kiowle, eqnipagem 21, ca-ga
trigo em g'&o; ordem
Navios sabidos no mesmo dia
Sootbampton e eBcalaVapor lngle Magdale-
na, commandante Rigaul, carga varios g-
neros.
Babia e escala Vapor nacional Beber!he,
commandante Fabio Rlno, carga varios gne-
ros.
ObeervagSo
Soependoo do Lama ao cem de tino ao sol_o
vapor ioglez Mineral e nao
a ierra.
Alfandega de Pernambuco
O conselho para o contracto do fornecimento
dos gneros s pracns, dietas ao Hospital Mili-
tar e para o tratamento e pasto dos cavallos do
contingente do 9." regiment de cavallaria des-
tacado ne3te Estado, recebe propostas no dia
7 de Julho corrente, s 11 horas da maohS, no
Quariel General do Commando do Io Districlo
Militar, onde funecionar para o referido con-
tracto, de 16 de Julbo 31 de Dezembro de
1894, constante da relago abaixo.
Para a guarnico e Hospital Militar
Aletria, kilo.
Araruta, kilo.
Azeitc doce de Lisboa, kilo.
Dito dito dito, litro.
Assucar refinapo superior, kilo-
Borracho, um.
Biscoutos, kilo
Carne de vacca com osso, kilo.
Dila, dita sem osso, kilo.
Cha verde Hvsson, kilo.
Dito prelo, kilo
t'af em grao, kilo.
Dito moiao' kilo.
Carne de carneiro, kilo.
Carvo vegetal, barrica.
FeijSo muiatinho, kilo-
Dito dilo, litro.
Malte, kilo.
Marmellada, kilo.
Peixe fresco, kilo.
Tapioca, kilo.
Toucmho de Minas, kilo
Vinho tinto, kilo-
Dito dito litro.
Dito I'igueira, kilo.
Dito dito, litro.
Verduras e temperos, kilo.
Vinho branco, litro.
Feijo prelo, kilo-
DitJ dito, litro.
Frange, um.
Gallinha, urna.
Manteiga inglesa. kilo-
Dita franceza, kilo.
Sal, litro.
Dito, kilo-
Vassoura de Piassava, duzia.
Vinho de pasto superior, litro
Leite, kilo
Dito, litro.
Azul ultramar, kilo.
Amarello francs, kilo
Pinc.il para calar, um.
Dit i para pintar, um.
Roxo trra, kilo.
Socante fezes d'ouro, kilo.
Dilo de zinco, kilo.
Cal preta, alqueire.
Batatas inglezas, kilo-
Para a mi- Maria
Paslagem dos eavalio?, uma.
C mdifdi
!.' Todos os gneros serao du 1
os fornecederes deverao satisfacer os pedidos
dentro dos prazos marcados dentro dos respecli-
vos contractos, cniregando-os nos qu;:
hospital e depositando na Alfandega uma quan-
tia como eaugo iue ser arbitrada pelo consu
Iho de fornecimeelo.
?." Quanto invernada de cawlliada o con-
mento concluidas as obras "de rcccnstrnc
5S0 a que se est3o procadendo em alguns
pontos da linha n'aquelle trecho.
Secretaria, 27 Junho de 1894.
O Secretario,
Victaliano P. Ribeiro da Silva.
Companhiado
Beber ibe
Prevne-9e aos Hr. conces-
sionarios de pe unas I ata
que nos termos la nova dispo.
sieito do art. 5B do re^ulasnea
to de pennas la-na cem vista
da ccrtidtto da Junta dos l'or-
retores, que derlara ter sido de
f 111 d. por l?tOOO o eaniblo
medio sobre a 'praca de Lon-
dres, nos trala das decorri-
dos de 25 de Maio a 94 de Ja-
iho lo corrente mino, o p.icco
1 ii^ua s casas pelas pennas,
ser na razode TtOO<> para a
lava mnima, e de 444 reis por
metro cubico cxcclente, no
iiiez proxiiuode Julho.
Recife, 'S de J 11 11 h o le
IH04.
Gompan
Beberibe
\ escriptorio la Compa-
a in do Bclx'ribc ra IA de
lovembro i. JI csto a iloj*
si'al<)s Sra. accioiiLstoM a co-
pia do balando e tuais Incu-
meutos exigidos por lei r*lati-
vos ao anuo su*ial lindo <>m :SO
de 4hril lo rsi-reulc anuo.
Recife, S de J u 11 h le
i4.
qualidade o Graciliano O. da Cruz HMiin.
Director gerente intoriiio.
Nociedade ReOnart^ Destlllav
eilo I'ernnmbucaiia
Tendo se procedido ao 1- sorteio da l0
, debeutures desta sociedad'' oube a
Iractante obnga se a dar or ilia duas raC'.'e-, a .
cada animal, de um kilo e meio de mi I lio cada !as dos nmeros abaixo declara I
uma, sondo a distnbnicSo feita pela manli e .que convi lo os possuidores '!.,
Urde, devendo haver abrigo de tellia oa palha a virem resgatal-as do dia 1
no terreno para os.cavallos, c accommod^Oes | rao em diaut para u. pracas eiicarrcgadas 'o tratamento dos r 1 -
mesmosaoimaes lr3 mais juros depois desta data.
3." As propostas deverao conter declarago t Igualmente convidos port
expressiva de sujeitar-se o proponente multa debentures desta sociedade a r
de 5 da importancia que montarem os n-
meros de artigos que forem accitos, sedeixa-
rem de comparecer para assignar o respectivo
os juros d.as mesmas relativamente 80
semestrea findar em 31 do corrente mes,
contracto denlro do prazo que lhes for marcado .assim como trocar os acluaes ttulos
pelos jornaes
4." S podero concorrer ao forneciraealo os
candidatos que se habilitarem 11a forma do art.
18 do decreto n. 7fS5 de 6 de Margo de 188 '.
o." Os fornecedores serao obrigados a vender
a expediente pelos prejos do conlracto que as-
slgnarem, aos otficiaes dos respectivos corpos e
fortalezas.
C- Na falta de fiel cumprimento de qualquer
das obriga(6e8 coolrabidas, os fornecedores li-
carfo ?uj ios a pagar a mulla de 25 ".'. do va-
lor dos gneros e artigos rejeitados por m
qualidade'ou nao receidos em terapo, obrigan-
do-se alm disto a substituirem u'o ou pagar
em continente os que forem comprados pelos
corpos, sob pena de mulla de 10 ,'o do respecti-
vo valor.
7." Na falta 1.; 1UI cumprimento de quaesquer
das obrgacOes a que se sujeilarein pelo trata-
meuto dos cavall s, o conlractante flear sujeito
multa de 10 por cada cavallo.
8. Os concurrentes sao obrigados a apresen-
tar as amostras dos gneros ou artigos que fo-
rem julgidos precisos pelo conselho.
9. As propostas sero apre3entadas em du-
plicata ats II horas do referido dia, em que
alli sero abertas e apuradas, cm presenga dos
proponentes. -
10 O conlractante obriga-se a fornecer por
mais 3'J das, alein do |Jrazo do scu contracto.
Alfandega de Pernambuco, 28 Je Junho de
1894.
O inspector.
Soma Pereira d> Carino. '
De ordem do [ilm. Sr. Dr. prefelto 'ai- e
publico a que:D iater--s-.r, qae ao meio dij de i
de taino p oxime, Ir a orpra m r.orta-do Paco
MiinJ qaem pertencer,
ra i-"''' m epotl l e
, iodld DO 2*
.1 Vista.
utno d !8?4.
vio,
(i Roen.
los novos de accordo com o decreto
A de 15 de Setembro de 1*93.
Nmeros :
77
56 134 387 685
82 149 109 686
83 i 64 442 68*7
93 166 47 708
95 170 158 7^4
107 187 481 726
214 2)8 547 75S
118 246 558 775
130 272 604 7-'
131 273 684 791
Recife, "27 de Junho de '894.
Jos Goncalv s Pinto,
Presi dente,-
communicon con
Vapore* a entrar
Mez de Julho
Sirios, do norte, a I.
Vi U de Saa Nicols, da Europa, a 0.
Eqca'.tu do sol, a 5.
Cordouan. da Iba Grande, l S.
Actor, da Euros?, a 5.
Banco Eiissor le Pcraana-
Biuco
de apo-'
lieos do embestimos feito por este Banco
ao E pothecarias emit-
lo mesmo BaD .-em receber
os juros do somete ii
Os coupons serSo destacados no acto do
pagamento.
Recife,30 de Junho de ':
Jezuino Alves Fernandes
Director
Cesturas lo Arsenal
de Guerra
i lordemdocidi :el director
irsen&l, disiTibi 1 no das ,
3 e 4 do CorrsD's '.-.reirs, pos-
jQidorss rj 1 guias ,: M a 150, de con
formidade eoai S6 orden- em vigor.
SeccSo .s coBluras d: ,\ rpenal de Guerra do
Bstado de I..-rrjnmbnco l -ie Jolbo de 189i.
Felis Antonio de Alcntara.
Ci niiSn nrlinnto.
Derbj Club de Per-
nambuco
Jissembla geral
1* ctovofacio
Pelo prefen'.'' sao ccnidaJo? os Srs. sccioaij-
las desla foc'edate a ccmp'ecrrem do dia 3 de
lolbo vindouro. oa secretarla desia sociedade.
ra Duque de Casias 0. 20, 1- aufar, s 11
oras d; da. zften de flf^- si dre:tores,
vis'.-) o? ei-'iti- cloterem 3 ce!tad!>, e cj bater
Iluto?.
Sec e;c.-;a do Derb) Pernamb M
de loobo .' H9i.-- -o
1. L. Telxei-a.
OOMPANHIA
Industrial e co rara r-
elo d iv
;
A. !.'
r*~~

lidostria d- Chpeos
Joros de ob-ijacOes
G'jcvido aos pr"rtado>= de Utulos de obriga-
66 o-salas rd.jtiv.rxe" e so remeetre fiado cefta
cata, asMiu coajo a t oear o ecteaes ttulos
pelos novos, de accordo roe o decreto n. 177 A,
de 18 de S-"sabro-m 1893.
Reci!e,30 de Joebo fle I89ie
Jot Goaea Gancbes
Thesourei'C
lastrada de Ferro Ceutrnl de
Pernambuco
De ordem do Sr. Pirector Engenheiro
em Chefe se faz publico que a partir
d'amanhg, ser restabelccido o trafego de
passageiros e cargas entre Victoria a
G'ravat, sendo, porm os trens de car-
ga expedidos apenas, tres vezes por se-
mana, enguanto nao ficarem completa-
Campanha Manufa ;( ra
de Phosphoros
S3o convidados os Srs. accin;
realisarera, dentro de 3 das, a contar
da presente data a 6." entrada de nal
prestacoes razo de 10 0 q o c
subscripto ou 203000 p>r accHo em ato
do thesoureiro. ra da Madre se Peu
n. 22.
Recife, 25 de Junho 1894.
O director secretario.
./. P. Gonsalvm da Si.'va.
Alfand^g"a
IniimagSo
De o-dem do ll!m. Sr. Dr. iBffMtor, B 1 pelo
preseole intimado o ex coectir fto : o icipio
do Brejo, Jof ta f i!v- Aaaaral, a rt> a ---t re-
particio allegar o qoe for a bem e ^ea 'Jireito,
relativa mente ao slescce *e 372:632 r. ?e Iflca-
de 1886 a Marje de 1892, exercieU de 18*6 *
1887, ai 1895.
Alfandega do Estado de PernaaSecc, 8 de
Jcnbo de 189i.
O rhef.; da secjio
Lom f '' prico i'.jie elrs
INSTITUTO B'.NEF!;e'T8""
DOS
Ofciaes Ja guarda nacional
Da ordem do capito vice-pr^fidtnte, roovtdo
os Sr?. bocios do mesap para no domingo 11 de
Jalbo, ki 6 1/1 {boras i* 'a-ce cccpirccvrem A
roe Vdsl de Negreiro? o. 137. tico de t'alar-se
de 3egociu8nroe o neuu Instituto, ticaodo
logo avisados es Sf. sac'.os que M t-Cecbnri
c-'tn o nnasero qu 'ecer.
Recife. 27 de in 0 i- secretari
Suaes da Fooseca.
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preto.........

Encarnlo e braoco;-
atol c encr.rcado.....
Scarnaclo e preto ...
A. Silva-
Coud. Cf.
J. E Ferreira.
Coud. Arrr.ya!.
5 Pa-^o Prado a *taail.Gu9 r-ietros. ff Pre 000 ao Io, .>0000 ao 2' e i l 3."

Soaj.
y...
. ano.
Castaotio.
Auzao...
Pernamb I

Icsaterri- 5
S. Paulo... ai
Verde e. amarelio.....
Ouru e prelo.........
Azul, br. e encarnado
Brar>co e encarnado.
Escarla'-e e curo.....
Ccu.deea Coud. Fraiern darte.
Coud. GruetrOi
Cood. N)va.
P. C- Rezeo.de
6 vareo-rromperlda-l'-l.^OO rastro*. Bandcap.AnitDntt r>e Pernvmbuco. Premios:
300*000 so !., 60C0 ao e SCOO ao 3
Pl jiClC......
Pv-iUmpo...
Aveotureiro-
Turco 2.'...
;bo...
Rodado......
Tordilho.....
Melado.....
Caslacbo
Aiazao......
M-.-liado.....
Peraam!). 52
50
50
55
5
51
Verde e amarelio
Preto e ro:-a........
Ver Je e amarelio------
Grenat e rnui.'O.'.
Azul c encarnado..
Encarnado e preto .
Coud. Nenadla.
va.
J. Moraea.
r. l.
J. F. Ferreira.
Coud. Arrayai.
7. pareeHippndrumo do Campo Cirande1.C00 aetroAnim*e9 da PsMiam-
bDCo qoe nao teobsm ganbo do Derr-y. Premios : 250*COD ao 1.', 50*000 ao
J. e 25*000 ao a.
Pros.iano..
Gsnmteiro.
T'01C30....
Mascle.....
Galaoie.....
Faianc...
Rodado...... Pernamb
Caataoho.
Gastan to.
RoJado...
50
50
50
50
SO
50
Encarnado e amarcllo
Encaruaio e ire-o..
Verle e rosa.......
Azul e oo-o......
Encarnado e branco.
Hdxo e amarelio -
lo G. Teixeira.
Figneireio & C.
G. C. A.
Cood Moorcana.
i. R. C.
Cjrreia Retande.
3* PareoUoiao1.250 metro. AOimaes de Perrrambaco. Preml03: 230*000 ao 1,',
50*000 ao 2" e 25*00J ao 3*
Malaio......
T,1o .....
Nababo..
Ally S oper.
5 Mellado.....
5
5 |AlazSo......
5 |Rodado......
Peraamb.. 50
i 50
t 5i)
50
Verdee amarelio.
Azul, b'atico eencarn
Greoat e amarelio.....
J. Moraea.
J. Moraea.
Coud. Croieiro.
Almeida & C
a
Banco Emissor de Pernambuco
Terceiro Sorieto das Letras Ilypotheearias
PRIMEIRA SERIE
:193 :OOO9t>OO0
4<*I i:00O^)OO t:i59 500&OOI
Ns. PRIiMIADOS
.7C SOOiJDOOO
19499 %00^0<30
3*A OO^OOO
tHH OO^DOOO
* OO^OOO
20
64
i 01
W)
120
W5
524
518
541
709
7.*i5
750
703
915
003
1036
1091
i 35
1291
1310
1138
M39
1154
i 501
1515
1530
1535
1083
1095
1720
1776
1880
1916
1959
1998
021
2262
2509
2778
2901
2919
900
2985
3037
3049
3194
3244
3277
3310
3355
3409
3415
3118
3177
3513
3550
PRJMEIRA SERIE SORTEADAS
3748
3749
3858
3901
4251
4308
4321
4394
4426
4470
4483
4500
4570
4005
4864
4807
4922
4952
4991
5003
5103
5217
5325
5353
5391
53'10
5406
5555
;>.) i 1
58 46
5858
5881
5955
5958
0009
6044
0209
(57
6272
0274
0301
0508
1)598
0089
6775
71 0
7320
7752
7.S08
8027
8137
8174
8228
8295
8482
8573
8027
8731
8750
880!
8871
8890
9015
0095
9144
9173
9180
9231
9233
9271
9270
9299
933 4
Ns.
9509
9584
9074
9747
9799
9825
9849
9807
9878
9885
9925
9959
9998
10062
10117
10171
10193
10230
10304
10392
10087
i 0095
10823
1090.',
11182
11180
11191
11254
11432
11604
11064
11092
11877
12!
12225
12375
12001
13077
i 3390
13151
13551
13729
13929
13962
14024
I 4080
14177
14504
1-4525
14584
I 4054
14907
1 4938
108 144 i 88
SEGUNDA SERIE
28 375
510 620 658 992
LETRAS SORTEADAS E
i. Soricio n. 5937
2. > n. 7800
MIADAS NAO APRESENTADAS
2004000 1129
1:001 11527 200SOOO
1007
1082
098
1108
1117
11 5
1226
2757
3034
30 0
3621
5711
0580
6582
0585
7003
702*4
7030
7050
7074
7075
709!
7151
7158
7175
7197
7217
7218
7209
7 77
7286
7288
7291
7325
7357
7373
7381
7 OS
7441
7472
78H
7512
75 i 0
7529
75 4 i
7550
7570
758 4
7592
7599
708!
7692
709:;
7719
7727
7733
7757
7702
7773
7789
7797
7807
7851
7882
7887
7897
7910
7919
7926
7938
7050
7952
7908
797
799!
8037
8062
81183
8094
8105
8112
8118
8119
8128
8140
8143
8173
8170
8179
8182
8209
8215
8225
8232
8241
8252
82.73
8373
8391
8416
8417
8444
8400
8477
8494
8497
8564
857!)
8.788
8002
8608
8611
8028
8040
8047
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8;;s
80
8097
8099
9626
9949
10092;
10107
10111
10113
10123
10130
10147
10230
10253
10201
10202
10273
1029.7
10399
10407
10429
10432
10400
10540
10585
10595
10001
10077
10701
1(1702
10707
.31
10738
107
10779
10785 -
10842
10850
10876
1088.7
10921
10984
10999
11002
11045
11083
11085
11087
11145'
11108
11209
11238
11242
11250
11261
11287
11307
i i3>5
11382
11384
11396
11420
11431
11440
11530
11575
11583
11.70.7
11033
11079
I 782
12385
(2864
3448
Alfaudega
A xtrac^ao dos premios ser depois do 6' pateo
Entrada gratuita ao bello sexo
Ob Srs. frsriaentadores,. manaos de eena competenta bilhatasj raaao d*
15000 cada ata, terao cireito ao premio qaa a aorta deaignar por maio da machina
Fichot.
Od premios asbaia a3 ezpoetoe na Livreria FranoeM, ra 1 do Margo,
oiidi tambem sa aooontiSo. veiida os roferidos bilhots; bsm como na Secretan do
Dor'-y Cub, & ra D-jqne d." Oasian rt. 20 l- adr daa .10 borna s 3 da tardo, au-
tarior to i* corrida, o, oo dfa sagniote es por'3e,s d. Prado da Bata <:'
Conlinuao em vigor todas as .resol acosa at hoja adoptadas pelas socieda-
des h\ picas deste Estado, constantes c. seos cdigos de corridas o iustmecoos \a
publicadas.
Deulro da casa das apostas, na sala destinada a venda de poules, nao
ter iugresso pessoa alguM aln da liro'Horii, commisio fiscal e caipregadus
Os Srs. jnizes so' lero ingresso na sala contigua a da venda de
poules*
Os Srs. empregados devein jstar no Derby Club s 10 horas da mayia
eui posto, S0D PeDa de nao seren admitidos no servico,
Chama-se a attecsSo dos Srs. apot-tadores para o horario qp? oar restricta-
merte observao, techando o 1* pareo s 12 horae em pouto.
Os jockeys que cao se apreseutarem coaveniemeoienle trajados com as
cores adoptadas no programraa por seus patres, nao sero adaiiltidos pesagem
e sero multados do accordo com o art. 51 do cdigo ub cornoas.
Os animaes inscriptos para o !. pareo dovero axhar-seno ensilhamonto
as 9 1|2 horas da manh.
Os. forfaits sero recebidos ate sabbado 30 do .correte as horas da
tarde oa Secretaria do Derbv.
As poules qu) nao lorem prjgas no Pradto da Estancia no dia da cor-
ida so' sero pagas 3 dias t.epois na secretaria do Derby.
Os premios seriio pngos 48 hora* depois da corrida M secretada do Derby
Club ra Duque'e Guxia;; n. SO 1.- andar.
O expediente para osta corrida encerrar-s* -ha no dia 30 do correte as
3 ti oas da tarde. I
A Directora chama a allento dos Srs. proprietaiics jockeys par o
art. 21 eseus e o art. 46 que s'o restrictamente'obsrvads.
Secretaria do Dwrby-Clnb 27 de Jooho de'1894.
O FIEL Dp THESOUfiElffOr
/-^A. A. Gomes Penna.
.llcdieaincntns, dragas e utensilios
para o presidio de Fernando
De ordeni do illustre Sr. Dr. Inspector dosta
reparligao, fica designado o dia 2 de Julho pr-
ximo fuluro para o recebimento de propostas em
cartas selladas e fechadas alim de ser contrac-
tado o fornecimonto, que fica em concurr ncia,
dos medicamentos, drogas e utensilios abaixo
relacionados, destinados ao abastecimento da
liharmaciR do Presidio de Fernando de Noronlia
durante o prximo semestre de Julho a Dczem-
bro.
As propostas seno organisadas, tenJose em
vista as unidades que vo mencionadas, atim
de que se poasa fater, semdifiiculdadc, o (tejo
dos pregos offerecidos e julgar na mesm;i con-
formidade os mais vantajosas.
Devera tambera consignar as mesmas propos-
tas, e declarac&o expressa nao so do que as ar-
tigos fornecidos so se consideram deritiva-
mente recebidos depois de acceitos pela respec-
tiva commissaodo presidio, emborasejam. como
todos os demafs arligos, examinados pelo Dr.
Inspector de Hjgiene Publica, como tambem de
que a3 despezas de acondicionamento ecenduc-
go correrSo por conta do proponente.
A entrega das propostas deve ser feita at s
I i horas do referido dia 2 de Julho.
Assucar de turbina, 1.' sorte, kilos.
Assucar refinado especial, idem.
Assucar candy, idem.
Amendoas com cascas, idem.
Ammoniaco, liquido,
Alecrim, idem.
Alfazcma de Lisboa, id.m.
Alcatrao de Noruega, idem.
Alvaiade de zinco n 1, idem.
Alvaiade de chumbo idem.
Amarelio francez, idem.
Acetato de chumbo cryslalisado, idem.
Altha em p6, idem.
Alcac.us.era p, idem.
Acido phenico negro, i lem.
Acido phenico crystaliado, i.iein
Antipyrina, idem"
Acido tartrico em p, idem.
Acido rulfurico puro, idem.
Acido chlorydrico puro, i lera
Acido ntrico puro, idem.
Acide ctrico cristaUsado, idem.
Acido brico, idera.
Acido oxatico, idem.
Arruda em p, idem.
romuretode sodio, graramas.
Aliuecega, idem.
Arseniato de sodio, gramraas.
Azul ultramar, kilc.
Alcoolatina de raiz de acnito, grammas.
Alcool a 40, litros.
Alcool a 36, idem.
Acafrfio, grammas,
Algodao iodoforraado, kilos.
A!rdo pbenicado, dem.
Ataduras iodoformadas, numero.
Atiduras phenicadas, dem.
Agu:> de3lillad8 de de larangeira, litros. .
Agua destillada de rosas, idem.
Agua eatmada raellissa dos carmelitas, duzia-
Agua ingleza de Lisboa, garrafas.
Agua de Vichy, jdem.
Agua de Robinat, idem.
Agua de Vals, idem.
Agua de Janos, idem.
Balsamo de^tol, kilos.
Bicarbonato de sodio, idem.
Borato de sodio, idem.
rottiureto de potassio, kilos.
Bromureto de ammoniaco, gramnv.
Breo, kilos.
Bamba de porco, idera.
Benjoim nacional, dem.
fenjoim de Lisboa, idem. -,
btes de rosas rubra?, idem.
Gblorydrato des cocana, grammas.
Chloroformio prjro, idem.
Campliora, kilos.
Carbonato de potassio, idem.
Carbonato de sodio, idem.
Capsulas taurinas, ca xas.
Coflodio elstico, kilos.
Cognac fino, litros.
Carvao aoimal, kilos.
Carvao vegetal, saceos.
Carvao de lieiloc, vidros
Calomelanos, kilos.
Cochanilha, idem.
Chlorureto de calcio, idem.
Crmor de trtaro soluvel, idem.
Carbonato de magnesia, idem.
Cnv preparado, idem.
Cabecas de papoulas, idem.
Conta-goltas, nmeros.
Canda em p, kilos.
Cautlmrida em p, idem.
Cevada, idem.
aseas de laranjas amargas, idem.
Cera amn relia, dem.
Cera branca, idera.
Colla da Baha, idem.
Cb Chambard, caixas.
Cr para artes, kilos.
Confeitos de ergotina de boenjoim, vidros.
Capsulas de Limousin ns. 1, i, 3. milheiros.
Capsulas de e3sencia de therebentina Clertan
vidros.
Capsulas de chloroformio, idem.
Caixas francezas, grozas.
Caixas com gaveta, idem. i
Caixas da madeiras, grozas.
Extracto fluido de cascas de laranjas, kilos.
Extracto fluido de quina, idem.
Extracto Huido de salsapariltia, kilos:
Extracto fluido de genciana, kilos.
Extracto fluido de Iherebenthina, kilos.
Extracto de carne de Liebig's, potes.
Ergotina de Bonjean, vidros.
Extracto de digitalis, grammas.
Extracto tte rhuibarbo, idem.
Extracto de belladona, idem.
Extracto (Je cicuta, idem.
Extracto de quina, idera.
Enxolrc dourado de antimonio, idem,
Enxore era bastes, kilos.
Elher sulfrico, idem.
Emulsao de Kepter, vidros.
Emulsao de scott, idem.
Elixir de Groz, idem.
Eli v ir de papaina Marti ns Costa, idem.
Elixir de cabeca de negro, i lem.
Elixir de salsa, caroba e cabacinho. dem.
Elixir do Tisy, idem.
Emplastro poroso, duzin.
Emplastro Meliloto grammas
Emplastro dyMchylo gommado. kilos.
Estopa para filtrar, idera.
Estanho. laminado, idem.
Fies curtos de linho, idem
Fios longos de linho, idem.
Fundns direitas e esquerda?, numero.
Fundas duplas, dem.
Flores de tilia, kilos.
Folhas ile malvas, idem.
Follias da sene, idem.
Folhas de digitalis, idem
Ferro Bravais, vidro?.
Farinha lctea, lata.
Ferro Itobim. vidro.
Fcula de batata, kilo.
omma de aratuta, idem.
C omina de batata, idem
Gommo arbica inteira, dem.
Gomma'arbica em p, idem
Glycerina neutra, idera.
Graos de sadc de Franck, caixas.
Goram lacea, kilos.
vpophosnhito de cal, grammas-
odureto do potassio. kilo.
oduretode sodio, grammaj
Iodol, idem.
Ipeca raiz, kilo.
Incens, idem
Lithargirio era p, idem.
Lpulo, idem.
Lanolina, idera.
Lacre em paus, duzia.
Le Roj francez purgativo garrafa.-
Lacto phOKphato de cal, gntmma.
Licor de Laprade, yidros.
Llnhaca em srao, kilo.
Mel de abelhas, dem.
Man commum, idem.
Man em lagrimas, idem.
Magnesia fluida de Murray, vidro.
Mustarda ingleza, idem-
Mamnadeiraa forma canoa, numero
Mosca; de Milao, idem.
Mercurio doce, kilo.
Mercurio rnetallico, idem.
Maluca, gramraa.
Mantelga de noz moscada, grarama.
Nitrato de pikcarpina, dem
Nitrato do prata fundi.lo, idem.
a lacada, kilo.
Oleo de ricino tiltradb, n!
Uleo de araendoai lem.
Oleo i}c oliveira, idem.
de liaba a, dem.
Flanella branca para -coadores de xafopes,
metro.-
Rtulos para receituario, milheiro.
Rtulos para uso extern, idem.
Livros cm branco de napel de Mellan da para
corgns e descargas de medicamentos e copias
de offlcios, de duzeot 8 folhas, idem.
livros para copias de receita?, de duzentas fo-
lhas, dem.
Impre8Sos para opodeldok, milheiro.
Formulario Oowautt ultima mmero.
Formulario Bouehardat, ultima edicao, dem.
Formulario liujardim Baumei/, uliina edicjSo,
NI.
3.' Secg.lo da Atlaodeftl do Estado de Per-
nambuco, 23 d3,Junho de .1891.
o fjiefe de sec(
Luiz F. O
alhau de Berth, vidro.
Oleo de Bga Id (fe bacalbau de Ducoux, idem.
Oleo de figdo de baculhau de Chinier, idem.
i le bacalhau creozotado de Ctie-
nier. idem. I !!-' fe, irSO i pra.; .
Igado de bacalhau ferruginoso Che- 'ral, ao m-o u >> 4 de Jo ib o
r, idem.
Ocal >8 de grau, numero.
Uculos (le eor, idom.
Oculos de ror, myopin. Id
i rubro de mercurio, kilo.
bruto. dem-
Pyjophosphato de ferro citror.mmoulacl,'-'rani-
ma
De crdem do Dr.
31-
,:s
bezerros Jo:;ic^ utilizados r a'-
Clnscao, sen'do Potr;'3r^3 dito; em
moi3 der, te p off
tarii 17 de Joabj de 169i.
O pfcrtt
icaquim Jos Ferreira di- Re cha
orial dupla, klio.
Pe i tos para mamadeiras, du^ia.
Pos de li'--' -, vidro
Pa de Vicbj, i i m.
Pitillas de Blancard, idpm.
Pilota I, id ni.
Pilula
- de Iteuter para o igado. id
Pilulas de ermifugasde Calasans, caixas.
Pedra hume, k
!cm,
lib res, vidro.
> de ferro liquido, dem.
x irope, numero.
Pos prlos. |
Martina Costa, gramraa.
PasHIti 18 d Diloh vidro,
Paslilhas d \ Naf, ca
.!o.
Pastilhas de Ipeca, dem,
za.
de virola de cbreos. 10,6. e
I, !0 linhas, i lem.
Pinccis Ar, rtld

ma
lem.
Papel
i'apei is azul e bran .\. n
ila, vidro.
.
Peiton
Quina am as, kilo
umarella lem.
Quina cmarello-rubra emp,
Quininun l,
Rolhas para Ij2 garra iro.
Rolhat lem. '

.i i.
ilsaparnlha, idem.
Itaiz d
Suspensorio lerzicolar, duzia.
Subcar ioi ato d ramma.
Secante de zinco, kil.
i zinco, idernV
Sulfato de ferro, idei
ito de cobro, i lena
lo de magnesia, Idem.
sodio id
Sulfato de quinina, idem.
Sulfato irleina, gran
Sulfrelo de pot ecco, kilo.
Solucaode chlorydio phophato du cal creoso-
tado vio Pantabecge, vidro. n.
.Salio iiedicinal, kilo.
Sabo para opodeldolk idem.
ulphuroso, duzia.
Sabao pbenicado, idem.
Sabao -ilcatrio, idem.
Sabao acido brico, idem
Sabao bi-chlorureto de hydrargirio, idem.
Sabao Ichtyol, idem-
Soiucao de iodureto de stroutium, \idro
Seringas de vidros, duzia-
Seringas vulcaBisaoaa sortidas. i'1.' i
Seringas para jacto continuo, numero.
Salsaparrilha do Ayer, vulros.
Salycilatode sodio, kilo.
Spermacete emrama, kilo.
Sal '. grammas.
Sedlitz Chanteaud, Tidros.
Sal deructeP, idem.
Suboitrate de bismotbo, kilo.
Tiniura de juca, litro,
Tintura de Neciandra amara, vidro.
Thridaceo, grammus.
Tanioo, idem.
Terpinol, dem.
Terebenthina de Veneza, kilo.
Tubos negros de borraeha, metro?
Tubos Draynage sorlidos, idem.
Vinho brinco de Lifboa, litros.
Vinho de quiniuo Labarraque, garraa.
Vinho de Chassaing, idem.
Vinjio de Bellini, idem.
Vinho de Aloitier, idem.
Vinho de Chapoteaut, idem.
Vinho de Larochc sortidos1, idem.
Vinho de Girard, idem.
Vinho d Silva Aranjo, idem.
Vinho de Dusart, idem.
Vinho de Defresne, idem.
Vinho de Malagaf tro?.
Vasilina branca. kilo-
Vesicatorio de Albes peyrs. idtom.
Verniz copal branco, idem.
Vermelho da China, iJem.
Vinagre branco, litro.
Vidros para Opodeldok, ceoto.
Vermfugo Fahnestok duzia.
Ve-de Francez, kilo.
Verde cren.e escuro, idem.
Xarope de iodureto de potassio de Larose,
vidro- _, .
Xarope de odurato de ferro de Blancard
ilera.
Xaropq iodur do de Gibert, dem.
Xarope de lactophosphato de cal de Dusart,
idem. .
Xarope de agrio, jua e cmara, dem.
Xarope de seiva de pinho martimo, dem.
Xarope de iodoreto de stroutium, idem.
Xarope de co leina de Berth, idem.
Xarope de hypophosphito de cal de Churchili,
idem-
Xarcpc de rbano iodado, idem.
Xarope de Cromureto de strontiura, idera.
Sueco de grose'.has, litro,
MU m
Cogito nglez de Pe(W, numero,
Lampeilo pequeo, idem.
Espumadeiras, idem.
Cagarolas esmaltadas sortidas, idem.
Capsulas de porcelana s/c sortidas. dem.
Capsulas de porcelana c/c sortidas, idem.
Torneiras de metal tamanho medio, idem.
Saccarrolhas, idem.
Lampada para alcool, idem.
Tubos para ensaio, idem.
Espanadores de pennas, idem.
Machina para ventosas, idem.
Vidros ou copos para as mesmas, idem.
Balanc de-precisao, idem.
Balanca ordinaria para 10 kilos, idem.
Collecjao de pesos para a mesma, idem.
Bacas pequeas Agaut, idera.
Potes para infusOes para 125,0, 259,0,500,1000,0,
idem.
Copos graduados para 5,0, 30,0. 60,0, 125,0,
250,0, 500,0, 1000,0, idem.
Graos de composigao ns- 25 8.
Escrivania, idem.
Funis de vidro para 60,0, 125,0, 250,0, 500,0,
2000,0 idem.
Tesouras 6 polegadas, idem.
Apprelho proprio para desiifecfao,- idem.
Prateador para pillas, idem.-
Porta-fios, idem.
Porta-tubes. iilem.
Porta-fll-os. idem.
Vidros bocaes esmerilhados para 8 libras,
idem.
Vidros bocea estKHI eimerilliJos pafti ,S li-
tros, idem.
Garrafes vasios pira- depsitos de Ttnho3 em
maceracoes, para 16 litros, idem.
FacSsIe Je D!reio
Do trdom do Sr. D mo
se f-o publico que, em virtada de ante*
risada, do xm. S.'. Mi. itro d Juciq
e Negocios i j, trsaacoittid por
ia n. 67i '. 22 i correte
i.iaria, d<
at 10 libo vinoure, rs iuscrfp^oe*
psT lo preparat&:iC9, aos q
t 03 c!jijcc-s do
Cura i oa eanr'a^e qoe
. *s.
'
rs:-s
Se
dade do Oreito do P. : m 26

Jo-

.
&

i-' l


'". aquet _.->



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i pot
I
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Var
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Cord

r.o pert
S' 3P3
ILHA GR Ai
5 de Julho de 1394
teiniido depois da deu
Rio da Janeiro, Sir-.i
do e Boenoa-A,
As niercdorks da Europa pelos
dts vapores rredados E!hr- iracde
porerdac do govarho e itns a, '
por cenlo de pre-.-ai-i Bi>bre o tot
freto csarado coa i-espeoTCs conl
tos.
ProTina-se anda ac
dorias qae e se attenderi a riclarcc
fala3, que forem reconliecida3 caocc:r-o 'a
iencarga dos voinmns p se der-Ira te 48 ho-
ras a contar do da ta cac.'ga d-- .v_
deterao aier qcalqi'c' reclamarao cou,
te a volames que porventura tenbam seguido
para os portos do sol, aim ce eereai da'aa a
lempo as providenciad rjeceasariaa.
Roga-ae acs Srs. pasoogeiros de se apreseuta-
rem na vespera fia chegada do sapu pera
rem as suas passagec3.
Pira a carga, pssageos, encommeadas e di-
Cbelro e frete, trataba cem os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Conmuran42
Hamburg- Suedamerikanii-
cho Dampfschifffahrst-
GesellscLaft.
O vapor Cintra
E' esperado do
ioi a o da
e Jo lio, ffgotn-
do deroiB da le-
o/ofa necesca'ia para
Lisboa e Hamburgo
Eata vaper iiiamioado lua elctrica
e cffaroco ptimas accommodccSes aos
Srs. pcsBSgeiroa.
Esto vapor entrara no porto
C Para carga e tncommenias rtc, tratar ecu
08
Consigna i&rios
Borstelraaaii & C.
18RA DO COMMESCIO18
P andar
Hamburg Suedaraerikanis-
che Dampscliif^fahrt-Oe'
sellschaft/
O vapor Itaparica
E' esperado los. portos da
Eoroca at o d;a SO c c:r-
rente e eepnr depois da <
rcora iocdirpr-cs.ivei aara
Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor ^illominado Alus elsotrica
a oflereoe optic;S'"Beaojarfl9d<;Je. a**
Sr. passareiros.
Qaaesqaer reeama didas 48 horas depsaa da ultiroa daaoargs
do vapoi na Alfandega.
Entrar no porte
Para carga, encousendas, ptisaageM t fri-
te, traa-si com os
Consignatarios
Boratelrran & G^.
Rar, do Commeroio a. 18
1* andar
i
~-m

Mm i n
HIGiVt
J


U

.







'1
i -
3
7
I
r
Piarle ele Fernainbac domingo 1 de Jtiiho de

MU MMMxra o u ana
Pacific Sieam Navigatioa Coa
paiiy
. STRAITS OF MAQELLAM LINE
O paquete Liguria
rW
Btpera-Ee.djfijl at o dia
.1 de Jaldo seguindo i
da demora do coatume pata Li-
verpooi coro escala por
{boa, JUa f.llce e Plymeaih
Este Tapcr, aasita cjjij todo* os oatrc3desta
yomnanhla, uao tocara.) mais eai P^n l!ac (Bjr-
de.ux) e Bim em La Patifee (Li Rocbelle, as
Tiagens de ida e volta.
Devido a esta tlterago os vaporea era viagena
de regresa Caegaro a Ltvsrpool ota da a ates
do lempo commsm da viagem.
Para arga. caPiagem.encommenlas e dinttel-
to s fete t: wn oa
AGENTES
Wilson, Sons | C, LiiaiieiL
10RA DO COMMERCIO-10
>ara
i las o
cfco americano
Havilrih
De primeara classe A (I)
" a
CONSINATARIA
Cnp.-rJii:. Ta'los'rjtl C
tivu
Roa do Amoro a. 53
Knoti's Li eofS
ers
LIH*. R >AB ENTRE
O
. itatzll e Bi a

O VAFOR
Mexican
INC!LEZ
] 'rinc
R" eapen -: de
NYw-York e
oa a de
mora neo:
' ra
bd
s Janeiro, Santos
Bu'.*no;>Ayres
e
Para carga, eneommendaf'. Ir: 'a-se cea o*
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater e Cooip.
Rus do Corrnsrcio u. 15
Cefpaohi? KoMi, SUnaos Liee
O paaaete
Capua
E' e6jerido da Bsllimore
ateo dia 8 de Juico.
Para carga, pa8sg>n-,niC;CjQCDd<8e dinhel-
ro a (rete: trata-se coa oa
AGENTES
Pereira Caraeiro i C.
Raa do Cjmmercio o. 6
.1 andar
Companhia de Navegacac
Carioca
PORTOS DO SUL
/* yapor Cometa
E' esperado u_- ---- rift sni
at o da i do fj.u10!?'
kginde depoia da necesaarla de-
mora para
Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sol e Pelotas
' Parir passagens, (retca e ecommendas trs-
a-se sames
AGENTES
Fereira Careeiro & C
G-Rua
Llojd BradMfa
PORTOS DO fORTS
O VAPOR
?emambuco
Espera-se d o a
ponoa do oorte
at o dia de
Juiho eegaindo
| o* ta ..eme-
la indispeDEavel pora
Macei. Babia, Espirito-Santo o Rio d<
Janeiro
. Aa eucommendas eerSo r'ecebidas al i hora
da tarde dt< uia" da sabida, no trapiche Barbosa
oo Caes da CoaiparjiaPemaaibOcjna n. i.
A03 Srs. carregadorea pedimos a ana attcncSo
pura a ci^usnla {O* des conoeciiuentosqoe:,
Ms*ca80 de haver tlgc-jj reclainacao coutra a
', por avarls ou-p8ra, deve aer
per eacrlpo ao agente respectivo do porto de
descarga, dentro rrf os ae tioali-
earfa.
. Nao prec*.. i farsaaaade,*! compa-
* .-e.'ponsabllidade.
Para carga, rjasaageafl, encom.
abeiroa aetc ? trata-se-cou oa
gecteo
Pereira Carneiro 8t G.
^ua do Oomaercio n. 6
1' andaj
_______* >>mmmmmmmm !_._..].
LEILOES
gente Silveira
Da move?, qaadrea, i t kuc?s
Segunda-feirp, 2 de Jnlho
roda de II m'tTg.) pj'o vapor e:.; lo Pura-
goaat*. ,
Quarta-feha. k do corrente
A'S II HORAS
No armaiem a ra do Mrquez di Olinda
n. 48
Por interven cao do agente
Gusmao
AVISOS DIVERSOS
VNDESE ura terreno em Agoasinha t*o
Bebenbe: tratir c roa i de Margo loja o. Alcease a casa sobradada slta]a ra de
Joaqatm N-buca a. J (sponga) com cxcellen
tea commodoa fwra familia ; a tratar cora Goi-
Iherme Piulo i rea Marques de Oluidu i. 7, ar-
aia*pm. ^^^_____________^^^^^
Pi 'nma raelber idOta ou uieamo
Boca, i;ua teja de bons eos omep, pjra bi
eoSpaftttra a i ai* fiallia de duaa petsoap, e
p-ft< r alguna servir;..: ac ; a tra-
tar na lliba ar n. iJ.
-ma cus trabaibi b i eaa florea i
eocoumen'j lade-ae cotr preateea
->'C0. '______

isa re de naja nrxa pl ir; 01 ra
de Pedrc AHj^o n ',
Ama
r-mi >ma
a tratar Da il d. 77.
As li Iioras
No predio raa Co-oatl Sa: 11 <- 13
O egente Silteira, por mandado e con
tencia f>o Exm. Sr. Dr. jaiz de dirtiio djrl, i reqtorlmento do-invectariantc do fin^Ho
Jor Joaqoira Perreira da Souzt. levara a leUSo:
kUmi c.oliiiia ie Jacaranda, I uf i c
de gaam;c3o, 2 de oracoa, S cooaolos, 1 es-
releo, i mesa redoodr, 1 guara-rcopa,.3 mar-
qofzOe. 3 cabdeg, 2 CanqoinDi 3, 1 mes
aotar, i commoda, 1/2 dita, cadeiras de
ni(lo,i espreeuicadeira, i quarilaeira, 1 c
caes?, qusdrca, livros, 1 relcgio de ptrae e
Pjoveia patentas no acto rio le ao.
L
eilo
De cerca de 9 sacca3 de tlcodS, 65 ardoa
e trspo3 diver80. SO loneladafl de es-o?, 10
aa de aobaa e lo' mil chifres de bei, avana
: e 3al?a ssirica* e depG3iU'3ca ao araiazeos do c;8 do
mos.
Segundz.-feira, 2 de Julho
A's I f horas
Na raea do Ramos
O agente Piato, legalmeote aatorlsado. levsr
eilao por conta e r;sco de qacm pcr'encer,
ccaa de algodao, fardo? de trapee diverso,
unhas, osos, cbifres e mais objectos 8varlados
alvados da alvateog? liaplssirica. existen.es
os armaxeos do caes do Ramos.
LeiJo
De movis, pianos do fabricante Deoffenbacher e
mais objectos, constando:
De 1 rxobia de Jacaranda, cem i2cadeiraa de
gaarni0, 3 de braco?, 3 de b.lacco, 1 sof, 1
consoles e 1 jardloeira cem ismpo de pedra, 3
excellente piano do fabricante Deoffenbacher.
1 mobilia de junco com 12 cadeiras de guara^ao,
: de braco, 3 de bataneo, 1 sof c 2 consolos
com lampo de pedra, 1 mesa redonda, 1 mar
qoeilo de amarelio, 3 cadeiras de dito, 1 cadeire
de balaba, i guarda-Icoc*. 1 quartiobei.-a. 1
commoda, 1 costorelra, 1 guarJa-roopa, 1 merea
elstica, 1 oiarqaeza de amarc-llo, 1 toilette com
pedra, t tapete, loucas, vidros maiios otros
objectoj Derteaceatea a casa de familia.
Ter^a-feira 3 de Jlho
A'a 11 horas
Na roa da Concord.a n. 130
O agente Gasmao, autorizado ror urxa familia
qtiu ioa jg.jg gta.jo f,,r j^ho dos objec-
tos cima m< nCiuu*oa
do
Oommercio6
and&r
Li
J4UtiLUt$i:KDSIS
Companhia Fraceza
PE
^avcge-fo a vapor
Havre, Liibca,
Rio de Janeiro
Baha, Hlo
Liaba rogolar e;tre o
Pemsrabaco, Rshta,
e Sav.tca.
O vapor
V ille de San Nicols
CommandauLe de Saint Jore-a
E* esperado da Euro
pa| at o dia S do
correte seguindo de-
poi8 da indiapensavel
demora para
danolro o an-
eo
Este vapor entrar no porto
ftoga-Ke aos Srg. importadores de carga pelos
vaporea desta Italia, queirata aprsenla.' den-
tro de 6 das, a contar da da dessarga das al
>^arcn.7"H qaalquer reciamag&u concernente a vo
TttBiea nve. por ventora tcoltaoi aejaido para rt
po.tc3 cj sal. aJm de e podorem dar a tempe
as providencias necesearlaa.
Expirado o referido razo a compannia uao a*
reepjnsabllisa por extravio^.
R ebe carga e eocommeadas a tratar com o
AGENTE *
uguste Labille
9Rna do Oommeroio9
Companhia Balnnna de Navega*
^ a vapor
Maoei Villa ov^ ,peDedo, Aracaj, E-
tfincfce Rubia
O VAPOR
Principe do Grao-Para
Commandante Livrsmento
E'esperado dos porto
lima at c Jia de Jo-
to e depjis da demora in-
avel regredaar para
Agale Silveira
Leilo
Terc,a-feira, 3 de Julo
A's 14 horas
No pavimento terrea o. 5 oo pateo do Carmo
O agente Silveira, por mandado e roa assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. jo.z de dircito da prove-
doria, a requerimecto do inventariante do finado
Jos Joaquina Ferreira de Suaza. levar a leilao :
Um cofre fraocez, 1 ailemao, 2 carieiras, 2
tncas, 1 mesa, i jarra com toroeira, 1 qoarti-
nheira. diversoB movis, diversos livros. matc-
rlaefl, 1 oadeia de ouro, 1 relogio de prata.
Precjaa-se c i ; na iuu Ao
38.________________
a fe t!e u.lu imi para icsiabar; ta teb
V!-;Ha de 8atti Ri's n 83.
Leilo
De fizendas avariadas eflimpas, constando de
12d pe^aa de madapoln, avariadas, 15 ditas de
I chita a 6 citas de estopa, lamber a\anads e
:150 dit's de madapo So iimoo.
i Ter^a-feira, 3 de Julho
A'S 11 HORAS
Vo armozem travesad do Corpo Santo
n. 27
Pelo agente Martina
AetmtB QliFeira
Leilo
Da casa de taifa n. 42, sita estrada do Ma-
duro, aesim como d armacSo, rjtencilios e g-
neros existentes oa dita casa que ae acba baa-
ULte afregoezada.
Quara-fera^ 4 de Jalho
A'S 11 HORAS
Na propria casa cima
O cgente Ollveira, autorisado pelo prcprie'a-
rio, levara a leilo a armaste, gneros e u'e -
cilios da (averna cima e em seguida vender
lambem a cas?.
Os Srs. pretendentea desde j poderSo ir exa-
minar.^_______
* Ag\ nte Surlamaqu
Leilo
Qur---feira, 5 do corrente
A' 1 hora da tarda
No Paso do Coneelbo Municlp.l de Palmares
Dametades dos en^ dios
mas
P : ;e de naB rmre, serio omi para CO-
i lavar e eo^ororaar ; n '.
01 ina de Uomtngoa Jet | cUada Sen*
mita) p. 80._____________________
Professora
Precsa-se de urna professora, que de attesta-
do de suas habilitage?, para enainar ''ni casa
de famia cm um engen! o, prximo a esta-
Co da Escada, as materias seguintes: Por-
tuguez, francez, arithmelica, geographia, mu-
sica llicorica, solfejo e trabailios de ngulha.
Paga-se bom ordenado.
Para infmnacOes, ra Mrquez da Olinda
n. 56, 1- andar. ____
Alten gao
Qem tiver urna casa commerclal or ,
de quaiqcer ram>, e qaeira vender og admilllr
um aacio com Cifpiial, dttse carta no eacriptorio
desta folha loajjs iniches S. M.
Ao commercio
O abaxo assignado,
estabelecido com arma-
zem de courinhos ao lar-
go d'Assemblea n. % de-
clara que mudou o seu
escriptorio para a ra
do Baro do Xriu;uplio
fantiga do Bru) n. 24.
Reoife 30 de Julho de
1894.
Delmiro Gouveia
Tavern
Vende se urna taverna bem afregoezada, ca
rea de Lola do Reg n. 47, rm Santo Amaro,
prodria para principiante por ter poneos fu c$,
a C'-a tem cotaxodos para familia, o motivo la
veoda se dir ao comprador; a tratar na meema
on roa da Rangel n.l._____________
Crianza desappare-
cida
Na Btxla-feira i9, desappareceo da Encro"
Ibada urna crianca de cor branca, cabellos vj
melos, denles perfeitos, levando vestido de cli
ta om ponco velho e casaco banco. ievanlo
mais consigo a importancia de 204000. Pede-te
aa autoridades a captura da mesma, pdenlo
ser entregoe na estetao r'a Eacrozilhada
Assucar refinado
Em vista do alto prrgj a qu tero chegado ia
prca eese genero em rama, 03 reaadore3 teaa
resolvido vender o refinado do dia 1 de Julha tm
diante, pelos presos seguintes :
Especial, 10*000 por arroba Kilo 7J0 rs.
1\ 9/000 kilo 640.
2* V1000 kilj510.
3' 6/OC0 kilo 440.
* ACTIVA8
PILULAS
DE BEISTOL
a
VEGETAES
ASSCARADAS
SEGURAS
H
k
H
O
?
tsi
t
S.h.i'.',iC\o Horario Ua. 'Iva urceo
; BUva 'i
Ifcca, geiro, raa ai
.1 1


I 1 o if
Silva Races, e
que pele rapooeo ftei
ina alma mandan

TN!CO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentet,
as pessoas idsas,
as Mulheres, as Crianoas dbis
e as Pessas
fracas de ConstituigSo.
ja'
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOd.CAL|
Comporto
com Substmsiss necessiriu
e ind'tpntMV$ na
for.r.acao e no desenroltlmento I
da C
toiMvlar e dos Systemas
ntrvotoi a sosos.
OVINMO DE vial o a Assocl^ao feliz'ios Medicamentos mil- tiAnenaia,
a Clilorose, a Tsica, a DvspBpsia, as uas!ralgi;is 011 Castritas. a Diarr .
Frouxidojreral, as longas Convalesceccfas, t-tc. Em u:nai.a!avi-, t, estada;-le Lan
:uiilcz, de Eiamagreciu.i.n'.o, do Esgotameuto nervoso, aos y uaes os leiup-
atalmento predispslos. Em I jon, fhannaria J. VIAL, rna de Jtowra*M. 14. \
ttH e^ Pernambuco : FRAN K.
SILVA iC'ltiW*
IVISO^GOlECeOOPiES^DONS^AnA
Exija-So em cada lata
a Mana de fabrica abaixo
Para fazer JBoa Cosinha
J3oa Manteicfa
U8A1, POli
mi i
ti

DPOSr

t

ok Lj O C N ---?a>
:a cto mu-
Man'.-
i


luna o i. Ttioninz U* Frea*?
arvalbo, Mana Jo-coi
l: c
a i
a lodaa su petoas QU: c
-; u oa testos i i sen prt
Freitaa ; e
i- novo te nv.di.L.-.;s para as:Eir<-m a mif sas
ni celebrar sexuada feira, 2 d i
feici dia t^mo, nj c pi-lia <
Caxanf.', i> rete bor do e desde j agfdiicidii8
MMssVMMHsMHbSK^bKMBESBE"^
. i ac
. ; .


,.-...;
-;..-.
-'' r, sa I I
atcesi Piaras! Lhonncnr
No da 3 do ccrr?aln os emprendes do cami-
chj de ferro do Rsclfe a Olinda e Beberibf
UjauJam re?ur creo misfa na capeila do Cemi"
t-no Publico, b 7 e mtia natas da inanh, poi
ser o ensimo dia do piseameoto do 'veibo
compaooeiro e amtgo Matheos Fioracte L'non-
ceur, o para asantir a este acta convidsm os
amiges do inorto.
(No oitSo da eataco da Aurcrr, s 7 horas
partirn dnpg rnnds de'- 'r^dos aos ronvlda-'ng.t
do Souza
t
FrauciM' Ci-uSiiam
Fradiajae
Eduirda Dan-! de Souza Fradique,
Jos Antouio F. Fradiqoe, AbioitA.
de S^Dia Fradique, suamolbe-, liiboa
e Eb-ir.-bos agradecem no intimo ttVI-
ma a todas ta pessoas que se digoaram
acompanhar os restoa mortaea de eua Bempre
lemlirida esposa, conbada e ora, Prancl ca
Candida de Sonta Fradique, convidando para
assistirem as missas que pelo seu repouao ter
no desea alma mandam rezar ua matriz do C,-
po Sanio, is 7 nor.s da maob de tercvfe:ra 3
de Julbo. Cosfossam se ao mesmo tempo grato
a to.do que assistirem a este acto de religio e
ra-i-iJrtP.
Hara da Anuunclafo Drando
t
Jos Soares Br.-ni5o agradece a todoa
08 amigos qoe se dignaram acompaobu
fu ul'irca mca'a os restos moraes de
sea idolatrada esposa, e de novo os con-
vida para assistirem s missas qoe pelo eierco
repooso de eua alma manda celebrar oo dia 3 de
Jolbo, 7- do seo pacsaac-oto, is 9 horas da m?-
Gb?, oa matriz de Sacto Antonio ; o qual desd-.-
j se confessa summamente agradecido a tcaas
as pe soas que se uignarem assislir a este acto
de caridade.
aBSBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBaBBBHSSBVsn
.33 cm tod rzaaoiaa c Droojariafs
ILULAS MESTITiS DE P1NGMT!NF
L:\ de DEFRESNE
jj Classe, J- : de Parts
A Pancreatina empregada dos ? da Pars, t o mais poderoso
digestivo, que se cor. tc-m a propri rir
lente a carno o os corpos gordiiro'7
tambem o pito, o araido e las.
que sejaacau olerancia dos alimentos, alter?/--lo. ou
ausencia de >, inflammag^o, ou ulceraves d<. i
nado inti lino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois d
un os melhores resultados e sao por isso prascrp^s
pe!... iguintes ai-
Falta de appetite.
oes.
03.
Flatulencia estomacal.
Anemia.
Diarrhea.
Dysanteria.
Oastrites.
*iSomnolenciadejois:comor,evoraitosqosacoaipaxihaEi a gravic
PA?iCttCATiiA ?SF?EStE em frasqninhos com a dose de 3 a 4 cotoe-J?
radazinhas depois da comida.
Gastralgias,
iceracoes cancerosas.
Enermidades do ligado.
Ei:i.iiarjrSslmento.
b .. D2FR3SKE, autor da Peptona, FARIS,
i ai

SAUDE PARA TODOS.
PILULAS H0LL0WAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos. ~'
ForUlecem a saude das constitu{oes delicadas, e' sao d'am valor ncrivel para todas as entranaacs fe.
o exo feminiuo em todas as edades. I'ara os nicuincs astim como lambeu jara t- ptm _t--------
a sua efricacia e incontestavcl.
Essas medicinas Ho preparadas dmente no EstabelecMen.o i Proesoor ITr.' V
78, NEW OXFOEn 8TSEET (&nte SS, Oxford Mrcat), tSWDaiS,
vendera-c cm ivdos at j.harin:iL;-t; do univeno
sT* O compradores Ao coavidados respe: ...; e i'Ac te JsW
5J' '
.= JsWtSBa
t
Ao
comiercio
arla eaborinhik de SaniAnn-.
TRliiSSIMO DIA
Jos Jou',lm de Sant'Acca e5avida aos t
parentes e amigoTtra wttrem s missas q,,
por alma de eua nenca esiiT?'(l./!pfa fv}-::
da rezar na egrea da S. jg ^.T 't *'
tefca-fnira*3 def Jolho. 30 dT do seu poi"
ment, pflas 7 borss di maoba, coofessauuu -
deede ja agradecidos.
t
0 abaxo aaalgoad*, tendo justo e eoDtraiadc
comprar o esiabolecimento de moloados que fcl
do Sr. Lourenco dos Santos Rapouso, sito no
engeaho Morenos, livreedesembaracado de todo
e qualquer onus, pedo a quem so julgar i
do dito estabelecimento a apresenlur suas recia-
pjsgSes no mesmo estabelecimento, no praso de
tres das, fiodo csqoaes nao serao attend'dos
Engenoo Morenos, 30 de Junho de 1891.
' kanrrel Bodriene3 da Silva.
Francisca HenjBiMln da Lapa
Lydia Digna da Lipa. Luiza D:g
Lapa, Arlhur urbano da Lapa e Fran tl'co
Benjamn da Lapa JuniorJ do intimo d'al
ma ngradcem a todos os scus pare;
amigos qoe se dignaram acompaubar os r> a* i
raortaea de eeu e.;t*emoso marido e pai, .
ultima morana e de novo convldam a aaalstlretc
a misaa do 7o dia, da Santa Croz, lerga feira 3 de Julho. cenfe-
do se desde j agradecidoa per este aclo t
ridade.
c
LilT \7PnLiut -
>" O LEITE ANTEPrELICO Q^
r puro ou mlaturaco eort agua Jiiy ^
SARDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS-RUBnAS, BOR] at,HAS
ROSTO
Cozinheiro
os sjeamo .
Para crga, aassag neudaa e diubei
roa f ele, trata se com o
AGENTE
Pe(Jro Osorio de Cera uf ira
Sua do Vi gario n, 17
1* andar
enr,
Humajt e Gonselheiro
O agente acuna, por mandado do film B'. n .
tiiz'dt di.eitj de Palmares, levar a leili
metadea doa engentios Humavt e Cor' I
da accordo com os e-Haes publicados nos Jar-
atat.
0 leilao eera effectuado d pois da cheg?d
trem em Piimarea.
Para cforra-cSea no escriptorio do ref.nd^
agente a roa 15 de Movembro o. 41.
Leilo
De 1 calza marca JCC. u. i, com 30 esdeiraa
de guaro tu), de jeneo, 3 ditas com balBfij, de
diio e 1 gofl da dito, aiin.at' d'agaa do mar,
Predea-se de um bom cozubeiro ; tiata-se
no cbalet n. 65 roa do Carmo, era OIIri's.
Ao commercio
Gongalves oe Ataoj.t 4 C, estabelecldcn con
molaados ra da Palma n. 4, declarara ao pu
btico em geral e ao commercio era partcula:
qoe neata data venderam o seu referido estabe-
lecimento ao Sr. Joo Pimentel Pereira, Itvre e
desembaraga o de qualquer ooua, e qoem s-
jalgar seu credor, queira apreaentar suas con
tas do prato de 3 dids, afim de ser pago.
Recife, 1% de Joobo de 1894.
Ao commercio
Declaro que nesta data compre! aos Srs. Viar
na Irm&o & G. o eetabelecimento do molhadop
sito raa ri-.i Imperatriz o. 65, livre e desemba
ragaoo de qualquer uuus.
Recife, 28 de Joobo de 1894. ,-.
______________M-noel Peafo s^va.
Aviso ao conimcrcio
A firma Defranca Andrieux.'&/C, esta
belecida a rna do Commercio n,' 24 com
o restaurant conhecido aob o nome de
Lunch Room Internacional convida ob
Srs. negociantes fornecedores deota casa
je as outras pessoas que se julgarem ere-
dores de And rieux & C.^)'. especial favor
de apresentarem seus titules na Camboa
do Carmo n. 9, at o dia 3 de Julho de
1894 s 5 horas da tardakra se proceder
a verificasflo e regularisaj<5 dos mesmos
com os antigos .donos Audrieux fie C.
Recife, 29 de Junho de, 1894.
Defranee Aadrieux & C:
Todos aquelles que sofreml
Ido peito, devem experimentarj
|as Capsulas do Dr. Fournier.)
Oapotilot em todas ai principies Phirmiciai
do Brasil.
aria Magdalena B. Pereira
i* asDiversarin
tJoao Jos Pereira e seos fiihos com
dam os prenles e amigos para assietu
as missas que em suffragio d'alma de
ra Magdalena Barbosa Pereira, sua pre-
lada esposa e mi, mandam rezar na igreja doa
Marlv.ios, tsrea-reira 3 do corrente, B8tso:as
da manba 1' nniversario de sea pasaamr-nlc,
confesaando ee agradecidos qaelles qoe corrp
rfea- '" 'o icio.
ABluaiu Francisco de dess
A mulbe-, rrai, lhoa, irrnS, cunbados e sobr-
los de Aotooio Fraocirco de Jess, agradecem
aos amigos qoe digoaram-se a condozir o seu
cadver para o cemiterlo, e de novo convidan
para assisiir as missas do stimo dia do s-
paisam?nio, que serio celebradas na matriz d>
L'ioeiro, pelas 5 horas da roanba do dia 2 ae
Jalno, e na do Mooteiro, eelas 7 Doras da m-
nhi.
t
d*s donquim Mam, e Silva
Marta doRe;arto Ramo^ e Silva, seu*
fiihos, ora, genroa e netos, convidan; t
todos os <-eus parales e amigos para ..a-
Bistirem as missas qu m ndam rezar pelo
eterno flescanjo de ^eu preeado marlds, pal, eo-
gro e avd, Jos Joaqnlm Rana a e Silva, na ma
triada Doa- Vista, pelaa 8 horas da mar ha de
dia 4 do correne, 7 de seu lallecimentc. D
de ji antecipam a sua ele-La gralidfio.
Fazei em cara
e oom grande economa
A VOSSA AGUA MINERAL
anloga s aguas naturats
con os
IcomprimIdos^TvTchyI
DE
FniT
^
E FARINCEO
1*
RCOAS
*
-va a cu*
10Za
om negocio
,37.
sursaturedos com ayua das Tontea
B" GUILLE, CLESTINS, HOPITAl,
HAUTERIVE, S'-YOPRE, etc.
PAftlZ 23, Aainue Victoria PAflZ
Caixeiro
Precisa se de ora caixeiro que teoha bastante
pratica de mclbados e oada-i?, paca se 1
;, uwtm i p> niie I.
para que ae prc esa, como tsm.em seda,'
na mesma caa : roa do i r n. 61..
Cosinhera
Precisase de ama coinhtira ; na ra Duque
de Caxuao. 86, 1- audar.
CosiDheira e criado
da Palma o. 40 : paga-
P/ecisc-e ua roa
bem.
???????????????
FALTA DE FORQAS
Anemia, VMorotim, Debilidad*
hlrtenuufa
CURA RPIDA B CBBTA PELO
PEPTOIAI de FERRO BOBU)
NICO FERRUGINOSO
Heconhscido astimilavel e preforitU
pelos melhores mdicos do mundo.
DtKooliar-ie d blsiliucSe e ioilacSea,
POR ATACADO.
13, r.uc Oreaier-S'-Lazare. en PAUf
< ;n todit t princioft Phirmicn
emm b pbbh8
CHABLE
DO.OOQCpriUTOfltGHiTTf
fluos braaoM
Pardas asminaaa
^biliddsssOrgao
fasslalIfAsBie**
U..*9k NICA
irLsta.xxtaxa.ea
Para a barba e o cabello
(lu* franco)uatripirapoalgima laiifui
PAJUS, n<XOX,, RUB LAPAVITTB, 53
li)i]!i Pirntmbuco: C* Driju ProdoctN tkimiN*.
mero 44
CiiMmi
"se de om c. ; csumv*
doCoemsrek: aa-
.
Laixeiro
j o ?noo c* toaa r
' no palee do Terco a.
j>kda;ia L.-j iIj Nsi
<
iMTl


nr
8
Diario de Pernambnco Dominsro 1 de I11II10 de 1894
POESAS




O DESEVCAXTAMEXTO
fltENRI HEINE)
Mora o velho'mineiro na montanha
Kuma cabana rustica e soidosa ;
No colmo dalla o verde abeto brinca, .
De luz a inunda a la magestosa.
No intimo se ostenta ampia cadeirs,
Rica e esplndidamente cinzelada ;
Feliz sou eu que nella os bracos poiso
Doce conchego achando... Ah como agrada !
Senta-se um aujo no escabello prximo
E os bracas, leve, enconta-rae nos joelhos ;
Sao-loe os olhos azuesazues estrellas,
ilosa-os labios lindissimos, vermelhos.
E as estrellas azues, de olbRr tito doce,
an-se em mim com civinal candura ;
E o dedoum lyrio !elle cclloca timido
Ka fresca rosa, onde o carmim se apura.
Nenlmu temor meassal.a. A mae da joven
Fia. fia na roca, em graade lida ;
aun guitarra o pae ferindo as cordas
Canta a velha caucao, bein conbecida.
Coniiuigo, cmtanto, a joven palestrando,
Falla a titubear, baixinho, a medo ;
Desfiando cornaca a pou3o e ponco
Mai um de moca egeheo segredo :
x Depois de sueeumbir a amada tia
Diver.-Ges e praeres me esqueceram ;
n Foram-se as grandes fastas de arcabuzes
>. Que i i Gslar via e tilo bonitas eram !
Aquimorno silencio E' tudo triste
Da montanha na altura friorenta ;
.< A nnve se acumula e o gelo mata
.lando o invern impiedoso se aprsente.
.c Sou tmida e medrosa :urna crianca
x Quo um nada assusta em proporces estranhas ;
a Teuho medo e pavor dos maus spiritos
Prestes agindo noitc as montanhas
Toda a tremer, calou-se inopinada...
Do qua dissera, pavida se espanta
Coas mao-s gentis os ineigos olbos cobre,
Fa Murmura e brjnca mais ruidoso o abeto,
Doida pragueja a roca estrugidora ;
A guitarra a seu turno entra na ftsta,
Sa a velha canco consoladora :
Ao poder dos espiritos perversos
7ua teiiro, filhinha, nunca prestes;
t Sabe que, noite e dia, estao cuidosos
,- t velando espiritos celestes. <
II
abeto os dedos verdes brando nieve
tra as v;dra-;as da janellasiha ;
- 8 curiosa amavel
Luz a* camarinha.
No H'"isento contiguo, ambos os .'cilios
:nno mergulhados ;
jfpeu l bjm desportos,
ititrados.
Mea bo'. amigo, ju-'go lo uin crente;
mi Upa ttua labios vejo,
nao -:o prova, certamente.
Ti 8 crrsj '- e mii ^" r>as
, ppr Oeu.; quando as diviso ;
io dos teus olhos
g3o :ue acalma de improviso.
< Cr**-. no (j iiu F, santa virtude
i i alma un doce encanto r
vr nao enscrencas,
espirito, que Santo ?
Respond lhe: Crianca !-=E= menino,
, Jso t -o agazdhado,
a J Cria no Dana Pae, qne no Alto existe,
i Nabondade 3 idea efclwoBisado.
Delle f torra li) formosa, -^
a. rjfe !, 'a e de roulheres bellas.
, q, pialara os oKSs
. las 5 estrellas-^
pea cutio mas claras,
q : ahendia ;
. o espirito entregando
. (Jada .-i.:'. mais no Filho eu cra ;
i No Filho, sira. que, amante, revelou-nos
< O gerdadeiro Amorsublime graca,
Asa foi, como era de uso,
'

hi popal a
pie um 1 imemsou. ortico, serio,
, Qu i ::i;ito e viajado tanto,
, Oc S Lilati-iO m mea peito...
> no EspifH Santo.
p :. [agres a r gios
M mmenla ; i bom, ../dugo;
O reductos rulo da tyrai
Da srvidrio desnodagan^V igo.
gas morta- s,'
I amando -) Greito pi -
Todos TodO igua-"--" E' justo tiro-.
ras vas, phaniasi n-brosos,
Q\, l..m Prazer e Am^r c minando,
iiioroeuto e d e ntinuo
(( 13 i dando.
1 cavalleiros pelo Sinto Espirito
i Eteitos firam j.'., mogos e arde tes;
E, afim de seusdesejos Lbe c prirem,
Insoflou Ibes audacias sorpren oates.
Ab nne espadas to boas q scintillam !
- Que est u dartas fluctuam rreiros !
i D:e : d6 ii-erias, p"r 11 a,
Ver a i iidos cava ros ?
< Fita-ma os olliot. sem temoi >raca-me;
Nao receies I ntHa.nM&do i1 ine.
.( Eu mesm a-.iistadica <
Sou d, i Santo ai,pa"ladino!
III
Silencios- l ndcaa la
Por iraz ium do virante abeto;
Na estancia a luz vacilla amortecida
Do candjeiro lnguido e discreto.
Mas as duas lindissimas estrellas
Desprendem luz bastante, azul e amiga ;
E a linda boceapurpurina rosa,
Trbida entreabre a loura rapariga :
Nosso toucinho e pao, todas as noites
Guardam-se bem no armario, comprehendes j
c Mas de manha, debalde os procuramos...
c Roubados sito pelos fataes duendes.
Sao perdidos por leite esses diabinho
c E, quaes doidos, saciara-so de nata ;
c Vo-se, deixando as celhas descobertas,
c do que resta se aproveita a gata.
t A gata feiticeira, raeu amigo,
f Pois de noite desusa e anda de esguelha...
Vai correr as montanhas dos espectros,
f Onde urna torre existe negra e velha.
Um castello houv alli cheio de gosos,
a Brilhante d armas, do ouropois, saites,
Em que fidalg03, escudeiros, damas
n A' luz danjavam de um milhao de archotes.
f Mas tudo aquillo subverteu num dia
Fada cruel num brbaro esconjuro ;
a No escombro immenso os mochos fazum ninhos
E onde offuscava a luz, domina o escuro !
Minlia finada tia assegurava
Que urna palavrao desencautaraento
t Pronunciada a noite, em lugar proprio,
t Na alta montanha e no fatal momento,
Faria de improviso converterem-se
t Em castello riqussimo as ruinas ;
Dangando todos : escudairo3 bellos,
Fidalgos, damas de feicSes. divinas.
a Ao desencantandor perteuce tudo
Gente e castello :fausta preferencia !
E bao de exaltar-lhe as trompas e timbales
A bella e juvenil magnificencia.
Gentil emmudeceu; e os olhos lindos
N Azues estrellas cobigando beijos,
A amena garrulice lhe aureiam
De ailados e mgicos lampejos.
Enlaca em derredor da minha dextra
Seus cabellos cor d'oiro, cuidadosa ;
D-me um nome lindinho a cada dedo,
Ri, beija-os todos, simples, graciosa.
Ah tudo me quer bem naquella estancia
E olhos me fita placidos e amantes ;
Sao muito amigos meus o armario, a mesa,
' Como se os vira muitas vezes antes.
O tique-taque do relogio manso...
Num sonho estou, que todo o ser me agita.
Uns brandos sons murmura, como em extase,
A guitarra que dorme e inda palpita.
Crianja 1 Estamos no lugar, na hora,
Tudo conforme a tia te predisse.
Nao ficarias bem surpresa e muito
Se o desencantaraento eu proferissa ?
Pois bem ; prefiro-o Vs ? Tudo estremece
Transformando-se em dia Sus Alerta !
Fontes e abetos mais ruidosos cantem
E a montanha robustaeil-a desperta !
Retiera, repercutemMhe nos cncavos
Cantos de anes, de bandolina, de ameles.
Semelbando a insensata primavera
Qa trra um bosque irrompe todo em flores :
Bosque de flores, sim, mas fabulosas,
De folhas longas, nunca imaginadas,
De exquisito matiz, de odor magnifico,
Por sublime paixo sobreexcitadas.
Rosas ardentes, quaes enormes flamtnas,
Rubras vicejam nesse bosque infindo ;
Grandes pilastras de crystal os lyrios
Vo, tudo perfumando, ao co subindo.
Do tamanho de ses, milhes de estrellas
Raios de cupidez estao vertendo,
E dos lyrios nos clices giganteos
Ondas mil de taes luzes vio c^7rerj0-
E nos, fica^7JJ) excedendo a tudo, .#
PV nossa vez metamorphoseados ;
E ouro, e sedas, e archotes, que nos cercara,
Resplendem saltitantes, namorados.
Num castello mudou-se esta cabana,
J transformada ests numa princeza,
E damas, escudeiros e fidalg03
Rodopiam as danjas com presteza.
Fiz o prodigio. E' meu todo o f.astello,
Minha tu s, ti veste a preferan'ci-.
Onve... Exaltam-me as trompas e os timbales
A bella e juvenil magnificencia.
Mas quanto a meu filho foi grac,v o contracto ;
O amor faz quem ama ser crente e insensato.
A' estas palavras a pobre Mara
Vacilla, estr/Smece de susto j fra ;
Sem voz, e com a alma de d5r traspassada
Depois a encontraran! no chao demaiada.
Pas3ou inda um anno coberta de magua
De me! s vivendo, vivendo s d'agua ;
Oh dai-lhe um seputehro na relva vicqaa ;
Nenhuma ceifeira ibi tao amorosa !
Joo Baptisia Rcgucira Coca.
CHUICA
Elementos de chimica frepa*
PELO
Dr. Euzebio llartfy Cosli
Capitulo I
Forcas molleculares.Mstura o
comhiDagao, suas leis.
(Continuaco)
Tome-se um pouco de acido tartrico,
que apresenta-33 cora a apparencia do
sal de cosinha redazdo a p, e bicarbo-
nato de sodio que um corpo de cor
branca ; misturando-se esses dous corpos,
nenhum phenomeno apparece; mas logo
que a essa mistura se addiccione certa
quantidade d'agua, corneca urna eferves-
cencia activa com deseuvolvimento de bo-
inas gazosas, indicando que a combinaco
chimica sa estabelece
2.' Calor.O oxydo rubro de mercu-
rio urna substancia medicamentosa co-
nbecida as pharmacias com o nome de
Pos de Jcannes e composto da oxygenio
e mercurio. Pois bem esta substancia,
sendo aquecida dentro de um ballo, se
decompe, o oxygenio se desprende ese vo-
latilisa e o mercurio fica em deposito com
seu aspecto metallico brilhante. I' urna
reaeco favorecida pelo calor.
J vimos a mistura da enxofre t. ferro,
sendo forteraente aquecida, fundir-se e
constituir urna combinaco chimifca.-Es-
tas duas substancias sem serem aquecidas
estariam sempre juntas e jamis se com-
binariam espontneamente.
a. Luz.A luz concorre poderosamen-
te para facilitar as combinacas chimicas
pode determinar a combinaco sbita
um volume de hydrogenio com um volu-
- me de chloro, para formar-se acido chlo-
rhydrico, o que nao se faria na obscurida-
de. E' sob a influencia da luz que a ma-
teria corante verde das plantas decompSe o
acido carbnico do ar atmospherico, apo-
Maio de 1894.
Al incida Cun/ui.
ilarin. a ceifeira
. ^(ulhand;
Bons dias, Maria ; no prado s primeira !.
Recordas a Ruth, a antiga ceifeira ;
Si uestes tres dias ceifaras o prado,
Dar-te-hei por esposo meu filho adorado. '
A' esta- proraessa do rico rendeiro,
Exulta seu peito de amor verdadeiro ;
Sen3 olhos'fulguram, seu braco mais forte
As hervas abate com rpido corte.
Baten meio-dia, j verga-se a espiga ;
E' hora de sede, de somno e fadiga ;
Smente nos ares agita-se a abalha,
A ella Mara gentil se asseraelha.
O sino as triudades j soa vibrante;
Debalde o vizinho lqe diz : bastante ;
Debalde os ceifeiros, o gado, os pastores
Regressam, deixando do dia os laDores.
* i
No co brilha a estrella, o orvalho na relva ;
Gentil philomela gorgeia na selva ;
Co'o bardo nocturno nem ella se importa,
Movendo ras messes a foice que corta.
Assira dia e noit^ de amor se nutrindo,
E a doce tarefa com gosto cumprindo,
No dia terceiro Maria desea nca,
Chorando ditosa de amor e esperanca.
t Bons dias, Maria, j tudo ceifaste l
Ters boa paga, porque trabalbaste",
binar-se um litro de hydrogenio com um
litro de chloro, ter-se-ha dous litros da
acido chlorhydrico.
4.* Lei de Lavoisier.Na natureza
nada sa perde e uada se crea. Toma sa
um corno qualquer, por exemplo urna fo-
lha. Se pesarmos essa folha encontra-
mos um pazo certo, que chamaremos 5
gramolas.Agora incineremos esta folha
mas en condicoas taes que sejam recebi-
dos todos 03 gazes que se desprenderem
d'esta incinerado e tambera as cinzas.
Pesemos esses gazes e juntamente os resi-
duos das cinzas, devemos encontrar o
mesmo peso que tinha a folha antes de
experimentar a acc5o que soffrau.
Capitulo II
METAES E METALLOIDES
Os corpos simples foram divididos em
metaes e metalloides.
A' classe dos metaes pertenc3;n cor-
pos tilos solidos, exceptundose, porra,
cas ha na peninsnlo onde os m >u: s
duixassom maisassgoaladoa vest
da sua phantasiosa architoctura:
ainda agora os viajantes maravilha-
dos buspoudom ospassos as 1
nuosas, orladas do palacetes, (porque
siria atrevimento chamar-lhos vul-
garmente casas) para contemplar
estes singulares edificios, marchis*-.
dos de ornamentos.quo mais parocem
caprichos das fadas orientaos do que
simplices obras da industria humana.
Eso ainda agora assim o quo
seria no meado do socalo do'imo
sexto Que espectculo offere ;ia
tao PlacencU vista dos curiosos,
amantos das artes '. Julgai que
improssao faria na Crvida o p > tica
imaginacao d'um mamco.b >, pie nutra
cousa nio vira senao a modesta igr<>
ja da villa de Pilas e as oh^up^nas
docjlmo congregadas
greja D-'slumbradto afcsono corra
" pobre rn^QO de p rliodpra[>or
couduzindo
dada.
A' classa
bc:m o calor a a electrici-
dos metalloides pertencam
lho, que se nota em alguu3 d'elles, de
sapparece com a pulverisacao, sao mos
conductores do calor e da eectricidade.
Quando um metal se combina com um
metal'oide e o composto formado sujei-
to a acjo de urna crrante elctrica, no-
ta-se, que cada ara dos elementos, me-
tal e metalloida, segu a direcsao dos
polo3 da pilha, de modo tal que o metal
lo pura lauutai aa wiuumwa ^u.^..v. ^/^o '-. '*y ...v/^*v v. ^^ -.
E' assim que um raio luminoso vilete se dirige para o polo negativo e o metal-
___.1 .1 .-. i.-.-,.,;,! n / -vi-.il ,1 mi r* T \ -illlllla ltA Initlrt r no n nnr i t \'i\ a AlT-sa 11U1I (i ITli'-
dera-se do seu carbono e deixaem liberdada condigues o metalloide, que attrakido
_______-.^!- i^alr \\lrt nniVfltliTA i\ a rIlKQ TT/ Q T11I\(^-
1-
0 oxygenio.
E' o que a photog.-aphia seu^o a appli
cacao da aeco da luz sobre os saes d(
prata ?
4.0 Eectricidade. O oxygenio pode-se
miturar cora o hydrogenio sem que se
combinem e da mesma sorte o carbono
com o hydrogenio ; mas desde que se fa^a
passar urna corrente elctrica a essas mis-
turas, inmediatamente a combinaco se
d.
5"." Estado nascaite.Entende-se por
isio o estado no qual se acha um corpo
no momento preciso em que sabe de "urna
combinaco. A experiencia demonstra
que n'estas condices os corpos tm mais
tendencia a se combiu:irera do que se esti-
vassem no estado de liberdada. O e.-ta-
donascente favorece grandemente as com-
binafas chiinicia.
6.a Acedo da massa.S3o accSea as
quaes dous corpos se eliminara mutua-
mente de urna combinago, tomando o
que existe em maior quantidade o lugar
do outro. Tome-se, por exemplo, certa
quantidade de vapor d'agua em um bal-
lo, e se submetta a temperatura de 120
graos, em um grande excesso da chloro ;
urna pequea quantidade de hydrogonio e
de oxygenio se tornar. 1 i vre, pois a agua
se compOe d'estes dous^corpos. O hydro1
genio livre combina-s*quer com o oxy-
genio, quer com o chloro com a mesma
Forca de affiuidade; mas o oxygenio exis-
tindo em menor quantidade do que o
chloro, com este ultimo que elle se com-
bina pela sua maior massa.
Aquega-se agora acido chlorhydrico era
grande excesso de oxygenio, ora o acido
chlorhydrico composto de hydrogenio e
chloro., e como u'esta experiencia o oxy-
o-existe em maior quantidade do que
chloro, Com elle se combinar o hy-
drogenio. -
7.0 Estado cataltico.D.- o nome
de phenomeno cataltico, o que -resulta
da combinasao 011 decomposico chimica
que se effectua pelo nico facto da pre-
senca de um corpo, sem'eutretan'o. fazer
parte da reaco.
A esponja de platina decompSl a agua
oxvgenada em oxygenio e agua, sem en-
tretanto soffrer nenhuma alteracJO em sua
estructura ; mas actium simplosmente
pela sua- acgo de presenga.
Se ns combinagoes chimicas sao gran-
demente favorecidas por esses diversos
agentes phvsicos, como o calor, luz. eec-
tricidade, por outro lado,.tambara as com-
binacas chimicas desanvolvem esses agen-
tes phvsicos,
Qua'esquer que sajara as comoinacoes
lAimicae que se effectuem, ellas esto su-
jeitas as seguintes leis :
i.1 Lei de Pronst ou lei das froporcocs
definidas. Quando dous corpos se com-
binara para formar um terceiro, elles en-
trara sempre em proporces certas t
terminadas.
Esta lei demonstrase fcilmente,
"experiencia ensina que querendo-se com-
binar o chloro co.n o potassio, basta to
mar-se 35,5 partas de chloro para 39,1
de potassio, para ter-sp um\ m>lle:u.a da
chlorureto de potassio. Se um d >s dow
elementos for juntado em excstso, esta
excesso ficar sem entrar na eombimcfto.
/,a Lei de Daitn o/e lei das proporces
jnu/'tiplas.Qaaa&o dous corpos se com-
binara para formar diversos compostos,
se se tomar um dos dous elementos na
mesma quantidade o outro cresca era pre-
porc Tomando o Az na mesma quantidade.
Az "O Oxydo azotoso o oxygenio
crosce como 1 para 2, : 3,
Az *0* Oxydo azotico 4 e 5 etc-
Az 'O3 Anhydrido azotoso
Az *0* Hypoazotide
Az *05 Anhydrido azotico.
j." Lei de Gay LussacQuando os
corpos que se corabinam affectam o stado
gsoso, ha sempre u*ma ralacoconstante
entre os volumes dos gazes priraitivOs^e
d volume do composto formado
posnos sonaos, excepiuuuuj-be, uuiciu, i r--------. 1 .-!,,,
o mercurio, qua affecta a forraa liquida, erguaasmos;COmig vi ivawm l-
dotados em geral de um brilho particu- QOJS hespanhola, invoc^n-l-. tocia a
ar denominado brilho metallico, todos f,ort.)iloic6a.-PorD0Me8\irgern>
ta|(oxclaniava tora do snjque uaua ciie-
ga a isto Ah meu patrn 1 Santo
, Esteva), punca vi uiais beHa
corpos diversos que se encontrara no es- Que maraVilhas estas, ido li-
tado solido, liquido c gazoso na tempe-; raizo! E quem assim
ratura ordinaria, nao aVsentam brilho expnmindo o acceea ? do emtb :
algura como os metaes e o pequeo bri- inspirado pola vista dos monume
V de Placcncia, eraura rapaz de q nnze
a dozossois anuos d; idade, e n c
feices brilhava a varonil belleza,
nisturada com o trigueiro da p-slle,
caracterstica dos montanhozes na
Hespanha : ora alto, gil, bem talha-
do, enos menores ge8t a ravaa
elegancia natural, Hlha d 1 '" a orga-
nisaco o d'um modo de viver activo
e sobrio: vestido com o trajo engra-
cado dos camponezos andaluzes nao
trazia mais trom do qnfj um alf >rge -le
msela o ao que mostrava muito mal
prvido.
Depois que tudo cor.eu, e vrsi e
admirou tudo, foi sentar-se nos de-
graus da portara d'um mosteiro; ar-
reou oaliorgo opuxand l'um pa le
centcio o duas ceb >las.q:iel>rou ijlje-
jum por fazor tregoas com o appeiite.
J o pao ostava em meio e a meflade
restante ia ser prozada boa v<
do mancebo, quando outro camnhan-
to, cujo agradavel semblante nao
perda com o ridiculo vestuario que
trajava, vendo o desfaslio do c (me-
nor na j pode reprimir urna sonora
gargalhada. Irado levantou o moco
os olhos para observar quem o trata-
va com tao pouca ceremonia, mas a
jovialidade do adventicio
franca e commnicativa rfue tai
nao pdesustepo riso e c nviti i-;1
boamente para particip l*
1, sol tao jucund >-
mocado.
O outro, com 'auto
cmica, olhando para o 1
que ainda'esfava iatact), responden
Amigo, fens excellene appe
mas nao fazos imito cis do appetite
loide para o positivo e diz-se que o me-
tal por ser attrahido pelo polo negativo
electro-positivo e o metalloide por se
dirigir para o polo positivo chama-se
electro-negativo.
Quando se combinam dois metalloides
ainda o mesmo phenomeno se,d a n'estas
pelo polo negativo da pilhav faz a func-
co da metal e:n relaco ao outro e
electro-positivo.
Os corpos simples at hoje couhecidos
e estudados sao os seguintes abaixo clas-
sificados em metalloides e metaes :
Metalloides
Antimonio
Arsnico
Azoto
Boro
Bromo
Iodo
Carbono
Chloro
Enxofre
Fluor
Hydrogenio Silicio
Tellurio
Oxygenio
Phosphoro
Setenio
Metaes
Alluminio Erbio
Oaryo Estanto
Bisinutlio Ferro
i';iilnio
Calcio
Cerra
Cesio
enromo
Chumbo
Cobalto
Cobre
Dyoimio
MolybdcnjRuhenio Zinco
Nickel Sodio Zircanio
Niobio Stronclo
Glucinio inio Tullio
Iridio Ouro Tntalo
I'iio l'alkidio Tun-'iteno
Lautano Felopio Thorio
I.ithio Platina Titano
Magnesio Prata Uranio
Mnganos Rliodio Vanadio
Motcurio Ilubi-lio Vttrio
Simante com esse numero to I i ir'f &
do de corpos simples a .-*-^'-il f0rm8
os corpos1 .^"les compostos que se
conhe* ,
Os antigos, porm, suppunham que so
tiavia qiiatro elementos simples na natu-
reza e esses quatro elementos eram para
ellos a trra, a agua, o are o fogo. Esse
modo de pensar, entretanto, era perfeita-
raente justificavel se attender-se para o
estado do atrazo em que se achavam para
cora s estudos das sciencias physicas.
Capitulo III
NOMENCLATURA
A nomenclatura dos corpos simples foi
feita sem obediencia a nenhum_ preceito
scientifico pelos antigos akV.imistas, de
modo que, para caracterisar-sc um cor-
po, .-re vlese ia o noma arbitrario ou a'-
giiraas vezes toinava o nome de urna
priadade que lhe era peculiar.
Era assim que o hydrogenio tinha se 1
nome por ser urna substancia qaegerava
a agua ; o bromo porque era um corpo
que tinha mo cheiro ; o iodo pela bella
tdr violeta do seu vapor ; o selenio por
ter sido dedicado a la ; o tellurio por ter
sido dedicado a trra ; o pho3phoro por
oxvdar-se em contacto com o ar com, de-
sen voviraento da luz.
Guyton de Morveau e Lavoisier redu-
zirara este estudo'a un corpo de doctrina
5 fundarara a nomenclatura chimica, su-
eitando-a a regras precisas e scienti-
"ficas, conservando porm, a nomencla-
tura arbitraria dos corpos simples esta-
belecida pelos autigos.
Corpos binarios ou /orn idos de dous
tUmmUs. Rcgra GtrwLPara ter-sa
nomenclatura de ura carpo formado de
Jjpselemntos, toraa-se o aome do corpo
fctro-negativo e accrascenta-se-lhe a ter-
minacao urto seguido do norae do outro
corpo precedido da preposi^o de.
Exemplo : Imagine-sa combinado o
mil*\ potassio com o metalbide chloro e
para saguir a rejera tereraos: chorurcto
de potassio ; o metal sodio com o metal-
loide iodo teremos; iodweto de sodio ; o
metal ferro com o metalloide carbono,
teremos carburcto de ferro ; o metal prata
com o matalloide enxofre e n'estas con-
dises para o enxofre se toma o seu nome
latino sulpliur, teremos sulphitreto de
prata. .
(Continua)
CONT
O PINTOR E O POETA
1.
Placencia urna cidade poquena
Se com-'daJet(e:adepahPe^? P**
alhmo.... Como homo '&
ni.- com. o bocado d^-- nelle... ,lias
^^'^mvite por uinvite., fi
ceste-mo d-j leu pouco, jst que eu
rolribua com o pouco que '-'-'o.
Cre que nilo deixaras, a nozar de
adiantado n raimlo, de me afotlar a
consumir estafempada. B, palavras
nao eram ditas, tirou do seuair.-rgo
um facanhoso pastel&o, dq testa .1 :-
1-eiiad,que fazia crescer a,- >ca
delpendurou da cinta a inseparavel
borracha, cheia at qbo;al de vinho
delicioso de Val .le Poril as. i
eseri 1 pulosament ao \ aei o e
pastel, oomeuarj&i os l t|>-
nheiros a ompreitada, com > se lia
muito so eonhecess a
fWBein comido. No Un
mais reinava a ai----
so estr inclos.imonte a |
1 para sabir um fio
ial, a uuem um fr -
l 'ncia empurrava:para I
j -i } iqui i iti, que
' itar-o embriagada a '>-'
' '''-
dade do i >gar, nomnfoiv;
p .rtane ti-abalb) que te coi n
FradaquE nao apptrecaa
diante de mim, ou tom 1
padre Arsenio. Que ha.i sor, p la
tua intem rauca, dos .-'ra
acero noala d'afmh ?...
isto l.que fazem vosas aqui '. (di
reparando n ts dois arranchad -I
degraus da portara servm do 1-
tono .1 yethaque*es desea laia.
Nao se agonio, senhor pa
plico 0 rapaz em quar 1
nheiro ra s volfio rocolhia a
dopastell ameooados pelo pe do
frae)nao se agonio. Mal cuida va-
mos i; pieos geligios que |
_-1 a a virtu l da candado, tomar a n
em c ma de ei-imo o vir aqui 9* il tr-
mo-aos para obmermos Um -o
mais 1 Larga
._ p illas bona atrevida)
t )i-iiou o frade, de cuja
em presenca da ga-
lhardiaovi [)/! '
-C).n>te. if...kA\
seu criado: .^enhor |
chana?... A -sta p Tgunta i ii-iai
ofrade^ihoMpafao moco coa uo-
dosd'tJSpaatJ, e rosp.Mideu dep3i-> de
brJvehesificao.komc so estivera a
nontosde pr .feriroutro nome. ha-
mo-me Vv. Arsenio. Mas tu di-s-s-
te-mos .o 11 me da pa; e o da ma
familia i Isto sogredo E porqu.fl
Porque fu-'i da casa do meu pe : e
se vos eu dissease ...meu nome por
inteiro poda sor queflfcndasseis itraz
de mi.n quem mo agarrasso. Fugir
da casa p terna !... E' muito mau..
que'm iv i te lovou a fao criminosa
acQo ?...
I

-

t.
(Contina),
'

.i ...
ILEGlVEL


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