Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19498


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Full Text




mtammamm
AXMO jC
&i>I>g fcTWT
US
PRGPRIBB&BB BE M&K0IL ElGBBIReA BE 3F&RSA & fH.H0S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mzes atirantados. 8&000
Por seis niezesadiantados. 15&000
Por ura anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES. ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezesadiantados. 16J50G
Por om anno adiantado .... .334000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de dias anteriores. $200

"leiegrammas
:::;;:.: ?msw.,s i: hab.
Rio de Janeiro, 22 de Maio, s
9 horas j5 minutos da noitc.
D: accordo com o Dr. Campos Salles,
as commissoes \o Senado rcdigiram o
substitutivo sobre amnista, exceptuando
apee as cta comprehenso dos taes elfeitcs
aquel les que tivesse como cabe;a deli-
berado, excitado ou dirigido movimen-
tos, manteado a prohibicao, porm, dos
officiaes amnistiados reverterem ao ser-
vico.
Aut risa o governo a prorogar o pra-
so de 9o dias marcado para apresentaco
dos orazileiros que foram alcanzados
pela amnista.
Tem-se como p:uco provavcl, que a
Cmara approve a amnista.
O marechal Niemcyer, solicitou sua
ex n;raco do cargo de ajudante gene
ral do exercito.
Telcgramma de Santa Catharina
annunciam que depuzeram as armas os
chef.-i revoltosos, que ainda operavam
no Estado, achando-sc assim de todo
restabelecida a paz all.
Rio de Janeiro, 2? de Maio, s
7 horas i, minutos da noite,
A Cmara nao funcionou hoje.
O deputado Nilo Pecanha conta
apreentar um projecto liberalissimo
com referencia nacionallsaco de cabo;
tagern, facilitando a medida constitucio-
nal s*m aggravar a crise dos transpor-
tes.
O projecto, no entretanto, s dispen-
sar que seja no todo a equipagem corr.-
posta de naeionaes.
Fropoz o deputado Jos Carlos, que
os aspirantes commissionados guarda
marinhas durante a rcvolta gosem das
vantagens at terminarcm o curso da
Escola Naval.
A Bolsa ees Bancos nao lunccio-
naram hoje.
L,i*boa, 23 de Maio.
O Dr. Assis Brazil foi muito bem re-
cebido r.o Porto.
Madrid, 23 de Maio.
Tclegramma official annuncia que fo-
ram derrotados os cheles cubanos Marti
e Gmez, ficando cst# ferido e aquelle
morto.
Roma, 23 de Maio.
Em Spoletto deram terremotos, sendo
derribadas murtas casas e arruinado o
acrueducto.
Rio de Janeiro, 24 de Maio, s
5 bo-as e 52 minutos da tarde (recebido
na estarn as 8 horas e 30 minutos da
noitc c entregue as 8 horas e 45 minu-
tos)- T-S a
A Cmara aos Dcputados suspendeu
a sessao em manfestaco de pezar pelo
faliecimento do deputado pelo JEs-
tad 1 Rio de Janeiro Dr. Francisco
S.i a o Goncalves da Silva.
O illuttrc tinado era natural desse Es-
tado. f
Foi concedida a exoneracao soli-
citada pelo marechal Conrado Niemeyer
do caro de aiudante general do exer-
cito.
S. Exz. ^foi substituido pelo general
Machado Bittencourt.
Consta quesera nomcado assistentc
ajudante general o coronel Noronha e
Silva.
Dczeseis senadores, em reuniao que
tiveram hoje, assentaram em oppor-se a
que o projecto de amnista seja discutido
antes do que se refere a deliberaco so-
bre os actos do marechal Floriano Pe-
xoto durante seu governo.
este sentido apresentar amarina o
general Pires Ferreira um requerimento
a mesa do Senado.
Hoje abalroaram 2 trens, na esta-
fara de S. Diogo.
t Houve muitos feridos dentreos passa-
geiros que nelles vinho.
Desde o da 19 do correntc foram
declarados limpos Os portos da Rep-
blica Artrcntina e Oriental.
Madrid, 2i de Maio.
Acredita-sc concluida a revolucao de
Cuba, ,
No combate de Bijas foi aprisionado o
chef Marti.
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de I'cr-
nambuco
Mi;\sA(,i:\i
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE
fERNAMBCO, EM 23 DE MAIO DE
1895.
Srs. Mernbros do Congresso Legislativo.
Toho a honra da apresentar-vos a proposta
de orcamento da despea e receila pira o anno
flnuceiro de 1896.
Rao t. n-io .-Mi v >(ado pelo Congresso Legis-
lativo orgaraento para p ir ucto de 9 Iti Desmotara do anno proxmc
ttroto e segundo o que dispe o arl. i da Consti-
tuigao di Estado, porogiiij o do exercicio an-
terior.
Enlreanlo a orgmisacao dos varios servigos
Vpablieoa cramela tos competencia estaduil,
o augmento Je veoctraentos concedidos nos
funcciouari s do listado, a cons-rva^ao mais dis
pen liosa das obras publica segundo a elevaco
lo prego dos raaleria.es e de mao o obra, e a las-
cingao de raaitoi trabalhos exigidos palo cres-
ceiae desenvolvimiento, in lustnal do listado e
de accordo com as naais^Smperosas exigencias
da agrlculiura o do conainSiwio, indicam a ne-
cessidade de coui'*car a lei ie orgaraento que
idos decretar a iigorar a 1." de Julbo pr-
ximo.
Par* esso lira determinareis-, segando julgar-
iies mais conveuient, queo annj ianceiro seja
Contado de 1 de Julbo a 30 de Junho, ou que
MW lal vigore para o 2." semestre do correle
oxereicio e pira os dona semestres do exercicio
do prximo tona de 1833.
O pnmeiro alviirc augura se-me o melhor,
por isso que n mu .- dispensan o Thesouro das
e.ouiplica^Os di escripluragi de um segundo
seme.stro bem diverso do primeiro no ra'esm >
exercicio. na s ainda, e principalmente, porque
lendo logar a abeftora do Congresso Legislativo
em 6 de Margo, flearia o Governo tjdos os au-
no* h ibililado a apreaeotar-TO* com a p-oposla
do orgamenlo o ba!aiga doexercici antea.ir.
Com efeilo, o essa hvpothese, ter.nnanJj o
anno linanceiro em 33 de Junho o triraestn al-
licional dudara em 30 de Setembro, e, parlar-
lo, em 6 de Muco seguinle lena o Govroo tilo
o lempo necessano para minisirar-vos infirma-
fO'.s que do seu dever dar acerca do eiuprego
dos dinheiros pblicos e dos rebultados da arre-
cadacfto autorisada annualmente.
A l^i orvarnenlaria era vigor, votada em Abril
de 1303, e duas vezes proroguda corapulou a
receila em 3.678 OOOSOOO.
Bra essa uoporuocia inferior a aquella a que
ase n leu o ultimo nrcaiaanlo da ex-provincia. o
qual foi de l lt:9.'3|333 (Lj 2L2 de 3 de Rj-
vcuibro de 180jo qu^ di-monsira que os vosso
antscesores rnoin-am snte acreditaran! poler 0
lisiado fazer f*ce s de-p z is impostas pjlo r;-
uimen poltico inaugurado pela Ccnstituicao de
21 le Fevarelro, bastara muUiplar e noyas ex-
igencias que a descentraliza.) abarre ou para
u Estado federado e auionom, que nao mus
provincia, a Is neto ao parco orc-irajnto dos l-
timos annos do rgimen monarchico.
Lomo em lod >s o< pai/.es, mesmo os mais
antigos e cun sus servigos com letam-'nte
fgaalsado, Affonso Peona, em sua mansagem presideii
rial de 1801 as exigencias da adniinistracao
acarrelau] novas despezas dj annj para
anno.
Em P' i tuain essas despezis, deler niadas pela na-
cessi lade de acudir ao progresso mrale rai-
li-rial de una soeiedile em va de conli
luir-??.
Consoanie essa judiciosa nfl'xao venfloa-sa
qut o Estado de Mitus-Oeraes, cojo ult:mo or .
gamento no reg.ram tran-a'-to loi, s-uundr> a |
le 3."14 le 30 de Agosto de 1853. 3 05l:o0)f (
para receila computada, e 3.937:63 503 para,
dispar. au'onsada, elevou saccessivain^nte a I
4 83572r00 a despea* em 1891. a 10.325:80 is .
a le 1802, a 0 5'5:0258003 a de 18)3. antu em)
ou a iluspeza realisaoa com ler silo d?,
16635771S030 excadeu a orgada, deixand-i, to-
dava gratule saldo por isso que a receila total
subi a 25 423:2308333, e finalmente para 1831
a I-i n 65 le 25 d .lulho de 1803 fi.xou a des-
pzaem 12.00003080)0: como vedes, ese or-
caraenio d'aqueMe prospero Estado est lao
|one do da anug provincia qaanlo 12.033:0338
dilfere da 3.017:6078300.
L vando essa coraparacaoaos lamis Estados
da Clniao que pelas suas cooJices do prospin-
dade e pelos anlece lentes de sua vi la econmi-
ca mais se approxiin ira de Parnarabuco, vsnli-
careis que es e loi o Utnro dos Esta los federa
dos cujos legisladores julgaram iij havar ne
cessMde de dotal o com um ornamento altu-
ra das exigencias que a emancipacj palmea
Iba tnpunha.
Com fffalto o opulento S. Paulo calculou as
suas deapezase as realisou seguudo a segra-
te esc ila ascendente e sobreraaneira Mggesliva
como um ensinamento fecundo que :
Despeza oreada para 1800, ec. n. 50 &*-*>*
Abril de 1830 ^243:4608033
Dec n 210 de 23 de Junho de 1801 pr.Toou
esse orgamentn at 31 le exembro de 1891.
Receila de 1802 !H2:IJ?!o2?
Despeza total em 1893 43.,
Despeza oreada para 1891 8>.3M 2,,8 >U
Despeza realtsada &*>' 00)8033
Entre 1890 s 1801 encontraren a diif-reiica
que ha entre 6 213:4308030 e 25.320:23385tl ou
s.-jam4 retel o ornamento pnnntivo; transnor-
ia la essa proporgao para o nosso Estado leria-
,ns que o su o. gara -nto deveria ser d--.......
4X4.1460738055 o qmd 16.5310003003
Em Mmas-tjeras a proporg-o serte a que exis-
te enire 12.000.00)8003 a 3 917:80)8030, islo
301 vezes raaior, o que applicadc a Pernambu:o
dara para hoje 3,01X4.146:9738055 :slJ c--------
14 0)3:4008030.
No Estado da Baha a le n. 2 723 le 19 do
Agosto d183) flxou a despea annexa em....
3176-.516S332: ieml8)2 esse orgatnento se
tinha el.vudo a 5 123:7018527 (le 11 de Janei-
ro de 1302 em 18)3 a 6533:O480. rghtm-
do-se, eotr-tanto, o dispendio de 6.J21 OOjSuJJ
e finalmente para 13)5a receila foi orqada em
9.265:0238063 c a despeza em .655:6 KJ| 7S;
comparando os dous orcamnios axiremos ve-
rircaremos que 7.655 6)88030 contera 21 vezes
a 3.176 8168303, de modo qui o ddsso o smen-
lo guardada aera proporgao Bererle ser.......
2 4x11 IfcWaWB isto 9 050:4008030.
' No Estado do Para a le n 1381 do 1. de
Ou'ubro de 183) fixou a despeza da eoto pro-
yinca era 3.113:0518330 ; era 18)2 a le n. 11
de 13 le Janeiro desKe anno elevou a despeza
a 5 635:8838217: era 1803 -94 a de?p:za orga-
in foi a 7.615 6-0S3"3; e tinalraeme Pra.
18)l-'.5 a lea 23) xou a despeza era 9 701 8358235.
R.-r.r.nh-r.ereis que a despeza da provincia
3 168 0308003. foi 3 1 vezes augmentada, ele
vada como foi a 9.784 0038000, o que, traslada-
da para Pernambuco, daa para o nosso orga-
nismo adua! 3.1x1.113;.)73SO>i,islo ........
12 823 600S030.
No pequeo, mas prosparo, Estalo do Uto de
Janeiro a despeza para 18)1 foi orgada era
11 768:8748030, lendo sido a despeza para 18)1
computada em 4.978:9038110 ; este ultimo nu-
mero ve-" ainda do Dac. n. 22 de 31 de Dezem-
bro de 1853 qu^deu orgamenio para 1830 lendo
sido prorogado para 1891. Nole-se qus oesse
Eslade deuse de alguma sorie o que te passou
em Pernam'mco, haven lo sido prorogado para
18)1, o urgaraento decretado em 31 de liazerabro
de 183) a desonza realzala suoio a 8.9bl 0308
contra 4 773:0008003 em qui havia side orgada.
lio forlemente se impuxerara as exigencias
econmicas do novo reRmen poltico.
A proporga que vraos applicando a Per-
nambuco oi all 2,46 qua multiplicado pelo
quantum da despeza do no so orcamento pro-
vincia par 18 d 2 46x4143:97380,3 isto
10 200 1601003.
No Amazonas o Dc. o. 23 de 27 de -Janeiro
de 1800 lixou a despeza para esse anno em....
:2 211 -2708333 ; a le n. 25 le 20 de Ou'ub-o le
1312 lixiu tiara o exercicio de 1533 a >siexa
de 6.651:173,8 )70. A projiotgao 6 de 2.)6, o
que lara para despeza a ser orgada na misma
proporgao m ^vrnarabuoo 2,38 < 1.146:0738355
tsto 12.273 1608003.
Recapitulando som>3 levad >s a concluir que,
lomando par. o poulo de partida o orgara uto
de 4 l li.033,s033 que era dos de 185) fot julga
do necassario s exigencias da despea pu-
blica da enla provincia le Pernambuco, era
urna epoctia era qu? a opulenta e prospira
provincia de Muas G>r:ies lxava as suas des-
pezas publicas era 3.051 03'383)3 j a Babia em
3 176 0038033,0 orgamenio a aar descontado
para o coi ratita exerccio linanceiro o para o
prximo le 13)5, nao p le deiiar da ser ele-
vado a Cifra bem superior aquella que na cinco
annos bastava as nossas despeza. provinciaes.
de de alguns de nossosflproliictos com rs de principalmente pela molicidade das tarifas as
outros Estados e cooscgumiera-mle devenda s'T ferro-vas, precsalo os aossos'prineipaes produ-
amparados para que posso pr isperar nem ti- jetos de exporiago de Icaogar cbllocagao nos
nalraenle n icessilade de ailenler-se e obviar- mercados e-tran eiros. donde pe adas laxas de
se slobtllezas e tos recursos da fraude tao mportago os lem afislado, e tornado irapossi-
fertil no raoio da fazir passar como sendo de ; sivel a concorrencia con productos similares de
outros Estados raercadorias de Pernarabuio. I outras procedencias.
A laxa sobre o assucar foi elevado a 7 |0 Estt n'este caso mais particularmente o a3su-
raais 1 "| do que eslava pagando esse nosso car d"este Estado, que rauito parcamente e era
principal produelo : bara sei que nao est esia quanlid ide insignificante importado pelo Es-
mere idona as con liguas previlegiadas do caf tades Jo Rio da Prata.
e da borracha, era relegan a concurredeia nos
mercados estrange:ros, mas nem s em ves d
7 "i* sao laxa los esses productos a 11 0|0 12 ,
e 15 (, aquelle, e a 17 "(, c 21 | este, como
tambem ess.t a a lu-lru que o Estado mais
p iderosamenle lera auxiliado por meio de em-
prestimos qao molivaram no ultimo semestre
vencido I despeza de 70:00)8030 cora adiauU-
menio de posos devidos pelos coocessonaros
3 quizessetu >s ni irchar nesse assurapto coui de Usinas retardatorias. Sen lo pn-ivel a re
prodcelo d'esse fiel pira qus o Tlnsouro
ict) pira qu> o riusouro se
passa oaveoientemrate presumir, cora tanto
aais justa .raza quan'o mais susceptiv-.l de
6aixa na cotagao o assucar, elovou-se a laxa
de 6 '{, a 7 |0.
Miior elevago tiveram as laxas de aleo d,
agurdenla e mal, sen lo este ultimo pira qu;
mais fcilmente flqus no Estado adra de ser
Iransformifo em aiciol eaguirdmla e osles
loui parque mais fcilmente e cora miis jus'as
razOes comporlam o impasto de 9 0. que alias
pagarara ja no lempa da antiga p'ovoca, cuja3
erara for-
a mesiaa calendado com que vo progredlodo
os Estados qua cima nome -i, haveriuraos de
pedir aos coutribuinles pernambucanos uoaa re-
ceila aouua a ser duda em
16.534:0003003
110)6:10)833)
.) 150:400503)
12 325 603803)
10203:16)8033
12 2 3163S03) conforma ado-
plasser.ios respaciivamenie a razio J* progres-
sfto -gunlj a qual teta eres'ido o orgaturataa
de S. P.ula, Muas, Para, Uatua, Rio de Janeiro i despezas," segundo 'acitni Acoo dito,
a Amazona gosamente inferiores do Estado.
Noiie, porm. e desda log> qn o quan'un I Para o algodo foi conservada a laxa de 6 |o
em qui a presanie p oposta orga a despeza i4- quinto ao que houver de sah^r pola capital, e
de 8031:65)3573, bem inferior a'nla asslra i reduzido a 4 | para o qua procura as collajlo-
raeuor de lodas as sora oas qu venta a da eco.- ras lirailrophes prec-ndo-rae qu por essa ma-
merar. neirase lera ido de encontr fraude das guias
J no passalo rgimen orgam ralos lev a falsas que dao como pago em exactora d cu-
provincia da l'ernarabuco superiores aquelle j tros Estados algo lo procedente desle, visando
que est fixado ni le 61, anda era vigor ea a vaotagera resoltante de menores taxas u'a-
que precedeu a osla sob n. 35 de 17 de ezra- qu Ihs estagOes.
ur. i s 18)1 arabas as quies conpularam era N&o me p;raualo de que saja bastante essa
3 570 033,8033 j total das despjzas a serera fe providencia para obviar o mal, que outras raizes
tas anuuiiinrala plo Es ado. possue na prevacago de funccionarios mlieis:
Com effiio, alera do organunlo j c la lo que giras medidas flseaes v sendo lomadas para
a le n. 2.125 le 3 de N-iveraVo de 183) lixou affastar esse prejuizo.
em 4:11 i 073(035 par. o an o da 18K), tera a Anloga reduego son* oram as taxas de ou-
prov.....u o ingiraenlo de 185233. calculado (tr03 producto- nossos quando exportados pelo
era 1 705:33)f32/ pela lei 1.713 da 2i _de Julho .interior, e be n assim os iraposlos cbralos so-
de 1552, e ni m .s elevados a de 183) (L-i 203))
computado em 3 703 3818033 > de 1337-85 (L i
1831) autorisand i a despeza de 3.577:3701)50 a
e o de 1355 85 (L ji 1833, que liiou era.....
3 132.1778030.
Helena pon lerar que os alga Isrooi sigiift-
cavara oessas epochas valores superiores aos
qua era agualdado de cifra podera hije irada
ur, por quauto ninguara iguora qu um cinto
de res pela extraordinaria baixi da cambio e
coosequente depreciagOJS da nossa moe !a psg
servigos e adquir tnatariaes era propori,a>
muiio infeiiir d.iqu-lies atino1.
Para demousiral-o rigorosamente bastara re-
corlar como prova dessa exagirala caresta a
aranla elevac los s.lari >s que di 503 603 a
703 res ,-uliirara a 18233, 18333 e 18103 i0is
d .ir os e a alta dos alugueis.
Scrao', portanio, levados
ainla qua do nao iivasseraas
tire productos qa encontram similares nos de-
mais Estados da (Julio, qaand destinados ao
onsummo desses Estados, si esto governo vo
rdcar que nada coosegue cora >s reclaraagOes
q-ie fizer contra impisras de irarortagao all
langaJos por alguraas municipalidades sobre, o
sibaoeouras mercado, las de produego nos-
sa
Litnitou-se a 2 |, e a 1 | o imposto nao s
so ir pro lucios de fabricas que apenas se ini-
ciara uo nosso Estado mas tala sobre gneros
de produego agrila cujo desenvolvimento
pareeeu-rae conveniente animu*. Eslo entre
esles o arr?z, o caf, o cacao e o fumo, cooviti-
do notar que deste ul irao ji conseguimos ex-
portar algusn em anuos passade*. havendo en-
tretanto essa exportigi decresci lo e qaasi
id^saoparecido. po"qua>lo nos exercicios de
a concluir que 11370 a 1871,1871 i 1372 e 1372 a 1373 figura
. ad iu ri lo oovos na exporlagj la rrovincia o furao com 21740
encargos cora O advrato da federagaa republ- kilogramraas, 2..4.3 e lnalraenta 111 kilo-
cana, mesmo conservando os servigos que a gramolas.
provincia cusieiav.o* 4.11 .,073303 nio pode- \ Para ir ao encontr da critica que se levanta-
nam por rorrai algumi b.sur ao cusiera desses J contra a elevago do impasto sobre o alcool
aarvujos Essa sora.ua s-. elevaria na raellior ; e aauardenle. dou baixo os qual ros da pro-
das hypotheses, acceitaudo-sa qoe a m >eda sa
lotiha desvalorado smen e di 50 ", apezar
da sabir-se que 0 bara mii >r ess dipreciago
a 8.2)3:0158116 irapo ti'i'-ia iufer or aquella
que pedi ia na presenl prop isla.
Enerada a qas.a> sou ouiro aspecto, nao
tentare disfarg.r o< gra es erabaragos era que
se ve esle Gove n>, obngado como e't a or-
ganisar, pode-se d z I o. o prraairo orgammto
do Eslad sera que t odessa encontrar as leis
da muos dos annis que se seguirara a promul-
gago da nossa Gonstitui.ao regional, os ele-
memos qua facilitassetn lessa ardua e ditficiL
larea. iNe s sent !o pide se dizer que ludo
usi quasi por fezer: anuni-ra', porm a grala
certeza de que a vo patriotismo suppnraojas Jlacunat e js dafeitos
ua prsenle piuposta.
Pautes de renda qu: por meio de fcil col-
lecia nos proporcioajffl os ranos necessarios a
realisagao da despeza orgada sera vexarae para
o co itnbuinie 110:11 damuo para o deseavolvi-
mento da n usa riqueza, esae o escop pre
senleinente collimado.
Antes'de as exam nr detidaraenle rememo-
remos que tanto quinto se pode deduir do
resultodo ea .. reca logao das rendas publicas,
iienhum duvidi pode cot.port.r a prospenda-
de econmica do Realmente havendo sido ompulada era-...
3 373 0308003 a rsceita annua, a arrecadagio
produzu 6 300 00030^0 sorami que se lena
eleva lo i muito mais sa llie add.cionassem a
iraportanci dos itnpostostos de decima e do
galo que passaram pan o municipios e que
licito calcular ora 1033 0338333 e betn assim
o imposto de gyro que a pretexto de inconslt-
tuc malidale foi eliminado do orgaraento es-
ladual e que deverta produzir nunca menos de
1.503 0038300, o que tudo sommiio a receila
realisada elevara esta a 8 803:0008033.
Assim, pois, as nossas condiges econmicas
comporlam sera abalos era vexames o orga-
naetiio que proponbo. ,
0 art. 9 o da Constituigao Federal declarou
quass os iraposlos cuja decrelagSo da com-
peiencia exefujira dos Estados, e
completou essa disenminagao
mo lo inequvoco que alera das
cena discriminadas nos arts. 7.a e 9.# e licito a
Umiio como aos Estados cumulativamente ou
nao, crear outras .quaesquer. nao cootravindo
o itsposio nos arts. 7.*, 9.* e 11 n. 1.
Tragado* esses limites pelo legislador coos-
tiiumie, limites que entendem com a essencia
raesma da federagao. por tal loima que esta se
repu'ar exilada quando por ventura possa
Tir a prevalecer, como urna prolagao da ceotra
hsagao caracterstica do regimeu transacto, a
revogicao daquelles arligos por siraphs avisos
miuislenaes ; confiados na invariabilidade
desses elementos fut laraentaes do nosso svs-
lema linancial, iueurabe-nos explorar para cus-
iera los servigos esiaduies as [untes de renda
enumeradas no primeo dos citados artigse
as implcitamente contidas no art. 12.
E-Uro aqu illas eslao os iraposlos :
1." Subre exportago de raercadorias de pro-
duegao do Estado.
2." Sobre imraoveis ruraes e urbanos.
3." Sobre transraisso de propriedade.
4." Sobre indusirias e profissGes.
E miis
a) Taxas de sello qaanlo ao3 aclos emanados
do goverm estado^l e negocios da economa do
Estado.
b) Contribuc0es conesrnentes aos scus cr-
relos e lelegraphos.
Na proposia os iraposlos da exportago sao
objecto uo 8 1 J arl l< reconhecereis desde
logo que me affastei inleiramente da praxe ado
piada as leis de orcamento ultimamenia om
vigor n'este Estado entre as quaes a de n. 64, a
que neyuel sanegan, que englobou na tabella A.
gneros e raercadorias os mais diversos de pro-
duego nossa, sera aiiengao nem as condigas de
vida de varios iodustriaes incipientes que por
tsto mal podem ser laxadas, nem a simiiarida-
o art. 12
eslatuindo de
fontes de re-
c
ducgSo de ura e de outro por quiuquetuo?
Ati VRH EXTE
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D'onde se v que o valor offieial n'esss perio-
do de 1879 a 1833 quadruplicou em relago a
agurdente exportada, sendo que no 1." semes-
tre de 1894 forana exportadas 20,370 pipas no
valor offlcial de 3 031-593S003.
Quanto ao alcool, o quidro abaixo raootra a
progresso d'esses elementos :
AL'.'OOL
so
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I
00
00
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a
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s
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1
a
d'onde se verifica nue o valor offlcial n esse pe-
riodo de 1879 a 1893 avullou ao ponto de tor-
nar-se ttmove vezes inalor, o quee lictlo altri-
buir a moliiplicagao das usinas ; accrescentare
que no f semestre de 1801 a expor.ag.ao.subi
a 7,187 pipas no valor offlcial de 1,6)3:6538000.
De par com a facllidaoe no' mera de irans
porte, quer pelo accesso a boas estradas, qoer
Entre as pessoas que se intere3sam pela pros-
parida le de Pernambuco, algumas ha que acre-
ditara qua, nos pole.nos. valendo-nos da dis-
po^igao constante do art. 9.' 3. la Constitui-
gao Federal, que permute a* Eadus tributara
imparUeo de mercaduras eslrangeira* quando
destinadas ao consummo no seu territorio, rever-
tend, porm, o producto do imposto para o Tlie-
iitro Federal.
E' manileslo o intuito do legislador consti-
tuinteque parece (er querido cora essa disposi-
gao poporcionar aos Estados meras de facilitar
a saluda e a boa collocagao dos seus producios,
urna ve/, que a base do rgimen tributario so-
bro qua assentara os scus orgamenlos a ex-
portago. Conviria pois, que autorsasseis o
governo do Estado a, mediante os bons oflicios
do Goverco Federal, e usando d'aquella faeul-
dade em lelagao a farinha de trigo e ao xarque
das repblicas do Prata no sentido de oneral-as
cora urna laxa condicional de impor aguo, enta-
bolar negoeiarOes cora o goveroo d'aquellas Re-
pblicas para o tira de conquistar aquelle mer-
cado para o assucar de Pernambuco.
Os impostos de IransmissSo de propriedade
pouca alteragQo solTreram em relagao aos orga-
menlos anteriores; notareis o imposto de 3 1 2
*/o sobre dividendos de sociedades anonymas.
de accordo com o que ha feto o orgaraento fe-
deral era relagao s compannias que te:n a sua
sle no Districto Federal.
eonservou-se o imposto de Iransmissao ra-
z&o de 8 % sobre compra e venda de embarca-
g6as, quando realizada essa transferencia no
nosso porto. O j c.ladj artigo 9. da mnsli-
luigao ai transferir o imposto de iransmissao
para os Estados, deu-lnes a competencia ror-
cdtstva para decretal-os, sem que houvess e
creado reslricgao algumi ao exercicio d'sssed-
reilo por parte dus li-tados federados, segun-
do as regras fundamentaos d'aquelle estaiulo
orgnico. Qualquer prelengo da L'tnaooo sen-
tido de cercear as aiinbuiges fi caes de:inidas
competencia privativa do legislador esta-
doal, importara por parle do poder central no
reconhecimento de igual direiio aos poderes lo-
caes pra modificaren! era proveto das rendas
regionaes as disposigdes do art. 7. da Consti-
tug'io Federal, e d'ahi as invasOes e inerpre-
tgsque surgir am para aproveitamenio dos
im i istos de iraporlago por exeraplo.
O esboco do orgamento que subraelto vossa
cousideragao aprsenla um imposto intetramen-
te novo era o nosso Estado : o imposto territo-
rial. Traa se sitnplesmente do om modesto,
mas proveiloso easaio. tal qual est na proposta
redigido O paragrapho qua Iba diz respeilo, nao
aprsenla essa tentativa a dilflcul'ade primor-
dial quj a lera adiado constantemente. Reliro-
iii i exequibilidade d'esta medida fiscal c
facilidaie na percep;o d'esse imposto. Nao
me amparo na mioba nuinilde opiniao e inexpe-
riencia, sinceraraeula confessala, raasnaion-
pelenca geralmenle proclamada do i lustre mi-
nistro da fazenda no exilncto regunon, o Dr.
Ljil'jyeiie R. Pareira, que a> terminar a con i-
sa, mas lauda discussuo a qao subemeUau o
assumpto, resume:
No estado actual da propriedade immovel no
Brazil nao hesito em acouselhar aalopgodo
imposto territorial pela forma e as bases se-
grales :
O imposto s llover coraprehender as pro
priedades lerriloriaes sitas nos municipios que
forera serv lis por estradas de ferro ou por ua-
vegago fluvial efectiva.
Tera por base o valor venal da propriedade
provado por escripturas publicas, escriptos par-
ticulares ou fortnaes de parulhas.
A taxa sera na razao do 28 por 1:0038300 de
valar venal.
A avaliago de proprielade para o assenta-
Hiento ser feia por urna corarais.So coraposia
de um agento fiscal, lo juiz territorial e de um
membro da Cmara Municipal.
Com a abertura das estradas de ferro e esta-
bclecimen'o da navegago fluvial as propnada-
des dos municioios que se enriqueeem com es-
tss tneios de cotnmunicago'S augmentam con
sileravelmetile de valor. E', pon, justo, que
os proprielarios a que aproveila o augmen-
to do valor que nao o resultado do seu e-forgo
individua', mas que urna consequencia do
desenvolviraetilo da nquwa publica e do pro-
gresso socul contribuam na razao d'esse au-
graen'o para as despezas do Estado a cujo con-
curso >o principalmente devidos taes raelhora-
raenlos.
tAos que impugoaram o imposto territorial por
nao ser proporcional as (acuidades do coniri
uumies, responder-sc-ha vtcorio ament com
as palavras de Malrieu Bodet : Os iraposlos
que sira percebidos dislinctaraente sobre cousas
determinadas, nunca s&o proporconaes as fa-
culdales. Assim o imposto territorial nao
proporcional aos recursos lo proprietario de
eda parcella tributada; a propriedade 6 laxa-
da conforme i renda cadastral e nao pela ri-
queza que o mesmi proprialario possue. Da
mesma sorte urna acgSo ou obngago de com-
panhia industrial ou litianceira supperta ura ira-
pjsto de 3 o sobre essa renda, seja qual fr a
posigao pecuniaria do portador do titulo.
Oulro nolav I publicista brasdeiro o Sr. F. A
d'Varohague, j em 1853 reconheca a pratxa-
bilidale desse imposto eolre nos e foi ao ponto
da redigir ura excellente projecto de le n'esse
sentido, mas ao qual preferimos, todava, o sys-
lema aconselhado pelo Dr. Laffaetle Heretra
visto dlsp rasar as carias lopographicas rara-
mente levantadas o quasi nunca com o preciso
rigor para a avahagao das reas tributadas por
umdade de superficie. Em um das artigos
desse precioso prospecto dizia o Sr- Adolpho
Varuhaguo Para Indemnisar quanto seja pos-
sivel aos lavradores pela introduego desse
imposto, inleiramente albeio ao pensamento
de obter cora elle o augmento ramedialo da
receila, o governo propor na legislatura de
1859 (o imposto devena coraegar a correr em
principio de 1358; a rebaixa qua era virtude
dalle devarao ler o direiio dos producios do
paiz, especialmente dos que resultara do
c aproveitamento da Ierra por maior como o
assucar, o algodSo e os couros ; nao dev ado
do om caso algura a rebaixa eslender-sa aos
< gneros que geralmenle se coimera as ierras
julgadas sera dono, taes como a goraraa elas-
tica, a salsaparilha, a herva raale, etc.
Ainda recentemente o vasto e longinquo
Goyaz sob icspirago segundo me parece do
distin to parlameatar o s-raador Leopoldo Bu
Ines, decrelava a lei n 12 de 23 1892 creando o imposto territorial & rara do 100
rs. por kilmetro quadrado, adoptando o Sis-
tema de declaragoes do conltibuinle davida-
menla fiscalisadas pelos agentes officiaes
Semelhanteinenle pareceu-me canveniente,
na occasio em qm do novo chamamos a ar-
recadago do imposto predial no municipio da
Capial por motivo dos pesados servigos com
que esta onera o orgaraento estadoal, o imposto
sobre terrenos baldos, ainda que murados mas
nao edificados, que se conlenhara no permetro
da decima urbana. Alera do proveilo3
prego la renla que d'ahi provier na constrse-
go e conservago de predios para escolas, xa
acquisigo da raobilia e material rrespectii^,
hoje que resolves es auxiliar raais efficazmessta
a inslrucgSo primaria, quero crer para o Est-
do cederera seos terrenos de marinba as r*s>-
peclivas municipalidades d Corle e provis-
cias, mediante as tlevidas cautelas. (Relatan*
do Ministro da Faznnlada de 1831).
Ora quando nessa epocha um estadista da Im-
perio fallava ja era cederem-se esses terrea
s municipalidades, o portanlo pondo-os sofc a
dependencia dos poderes tocaos nao se coaa-
preliende que no rgimen da Constituigao d2<
de Fevereiro, tanha rasao a Unio em coasec-
val-os sob sua imjnediaia dependencia.
&E j a Le n. 3313 de 20 de Oulubro de 107
dispunlitro segrale :
Art 8 E' o Qoverno autorisado :
N 3 -A transferir a IIIo". Cmara Jfsa-
cipal do Rio de Jaueiro o dir lo de aforar i
< terrenos accrescidcs aos de raarjnha existeB-
> tes no municipio neutro," e as 'Jamaras litas -
cpaes das Provincias os de raarinha e ac-
crescidos nos respectivos municipios, pasa
do a pcrlencer a rcceiia d..s mesmas corps>-
ragOes a renia que d ah provier, e corread
por sua conta as despezas necessarias pacn
medigo, deraarcago e avaliag* dos otes-
mos terrenos, observadas as disposigQes 4s
Decreto n. 4105 de 2 de Fevereiro de 1$S*>
Oompreheode-se aindamis que esse imaeeSai
con'ribuir para que os proprielarios de laoc
tarreaos ou edifiquera ou os vendara a tjiar
edifique, segundo a vigente e inadiavel nocea-
sidade de pr I.oj b ije era numero muito imfe-
rior a procura extraordinaria que todos coaote-
cera nesia capital. Veta de molde lemfcnt-
vo.= a conveniencia de intervirdes junto sosal-
tos poderes pblicos Federaes no sentida 4a
serera entregues ao Estado os chamados tarro-
nos de uiannha.
Cora etfelio a Coosliluigo Federal decUr
do no arligo 61 que aos Estados pertenceoa
minas e as lanas devolulas situadas nos
respectivos territorios, accressentou explica**
menle a porga de territorio que for indisoa-
savel |iara a defeza das fronleiras, fortificagieii,
consirucges militares e estradas de ferro fe-
deraes.
Ura grande pirte st-nio toda a cidade dole-
c rinha, edificada como lem sido ella na tea de
dous ros cujo rgimen lem prodozido nouvew
alixrages na rea das linas o pennsula ares*-
sas e de alluvio qne consumera o solo sofcte
qu" est construida.
Nao ser demazia citar a proposito as palavrac
da Ur. L-tflajol Pereira julgo que seria tai-
vez proveiloso sajamos dos primeiros anda-
mar contra esse fado nem a porqne qoaa:
nada toe u a Pernambuco. em a partidla <*c
trras devolulas cedidas aos Estados, e star
esles constituidas ra fonles de renda, mas iwb
porque das avultadas verbas de iramigrago -
lomaago com que vo sendo dolados os Estajee
do Sul.quo as possuem estamos at hoje priva**,
alora das difficuliJades que accarrela a a-lau-
uisirago local a dependencia em quesa a*
Alfandegas esses terrenos por -lias aforatf*a
era nome da UniSo. SoFrem notavel augnecea
o tnposlo da industria e profisso na parte ai
ilU4, aot> o nom i d uopojio He rcpis.i.^fko, C-
fecta raais directamente o cammercio. Essa
classe era tributada segundo a ultima lei a
orcarae to era 486:5253030 o em 426:6001 se-
gundo a lei n. 33 qua regeu o exeracie te
1802.
Alera dessas quantias constantes da taMb
Je repariigo foi o commercio colleciado ?-
guodo alguos nmeros c*a tabella de taxa C-oa
e as casas nao comprehen lidas oessas taaettaB
era 40"(o do valor locativa: nota-se, deste
logo, que a raesma casa pugava somente CK
desses ,impostos e n os tres como se asiea
.-rer
Diz o Sr. Dr. Drec'or do Thesouro, no reto-
tono apresentado ltimamente ao Sr. Dr.Se-
cretario da Fazenda: O inposto de cUssa,
crea lo na le 1736 de 23 de Julho de 1 ll.
inantido em todos os orgaraentos, e arrecaaaa
p-las regras das Iuslrucgas de 27 d'aqaeHa
raez e anno. Esse imposto nao tera corresost-
ddo ao que delle se esperava.
As alluJidas Iostrucg5;s mal dadas em ri&-
cipu8 liberaes tendentes a tomar a irapasicjfe
suave e esiencialmente equitativa aos coartrt-
hutite?, do resultado negativo quer quaato sa
producto do mposto quer quat/o as raienai-
veis reclaraagOes qua sugem. A Fazenda a
Estado nao consegue arrecadar bocea d ca-
fre as taxas distribuidas, quanio foi essa
palpitante espeelaliva do legislador tonuaaa.a
con ribuigao fcil e aceilavel.
R accrescenta o mesmo Sr. Dr. Directsr te
Thesouro, antigo procurador fiscal e pir as
membro da Junta da Fazenda: As Instmcgnes
delegara de preferencias as proprias classe a
qua pertancetu ou Assocago i ommerciat -a
collecta ou relago discriminada por ctassea
esse tabalho so feilo pelos langadores da -
cebedoria quando aquellas corporagOes ni m
prestam a fazel-o ou o fazem, como em seca<-
do, evado de irregolar.dades substanciaes a
de notaeel pareialdade.
Mais longo reclama esse funecionario ca
toda a razao : E' de momentosa e justa te-
liberago que seja revogada a dispostgao do ar-
garaeoto vigente (lei n. 61 do Abril de 19S8
onde pela pnraeira vez appareceu essa da
rasoaia e pouco licita concesso) na parta'
qua manda que nenhum esiabelecimenlo
inercia! seja collectado em mais de urna asa
classes espec ficadas nos nmeros 1 a 6, 9, *%
27 a 41 da abella A.
Commentando essa eslranha e exagera
proiecgo ao commercio com preterigao aa
justos interessesda Fazenda Publicae princiaal-
tnetile com manifest lezo dos pequeos
merciantos ass m prejudicados polas graaaea
casas e dos demai3 coniribu-nle3 enlreos qaaea
uvultara os lavradores, sobrecarregados cosa
tnaiores onus do orgamenlo aunuo diz tate
aquello funecionario: E^sa isengS que aara-
veita directa e exclusivamente aos negociaatai
de grande e vanado movmento cotntnereai
crea para elles ura monopolio insupporta*
para 0 negocio similar da outros que pagas* a
imposto pelo que aquelles nao pagara. ^ar
seraelhanle disposig foi nullificado o oroai-
denle arlgo 51 das InstrucgOes de 1883. aa
dizia muito bem. Quando o mesmo iai**-
duo ou firma social exercer mais de urna ta>
fisso ou industria om um s estabecimetrttv
escripioro, ou era estabelecimentos ou esc
rics separados, PAGARA' o imposto que
couber por cada esiabelecimenlo, pross*
industria que exercer unida ou separadamea*
Pois bem o pagar oessas InstrurgoejfoM
orgamenlo para 1893-Lei o. 64 de 6 de A*
de 1893 substituido, alera da disposigao acttaa
citada pelo Dr. Diretordo Tnesouro pelo segaxa-
le suggestivonao poder do i no ar%
dessa lei, que preceitua: .Nenhum estabaiac-
mento commerctal ou da industria podera aar
conectado em mais de um dos tres numeral
deste 8era expressa declarago nesta leu
E' em consequencia dessa dispstco aa*
casas commerciaes cujo s;yro annual so*
m Ihares da conios de res, contrihu.-tn para
despezas do Estado cora insignificantes, si
lias pesando as maiores quo'ts sobre estad
AMI
fl







. I



i
I




i
iillmn
**-~


$
Izarlo de Pernambuco JSabhado 5 de lalo de
18&5

II


meatos maito mai3 modestos. Bastar leoibrar
que ef,sa poderosa plutocracia tao pouco amiga
da prosperidade do Estado figura oa mesma
tabella ao lado das padanas collec adas es as
em pouco menos do que os grandes armazens,
escrii'torios, etc ; e mais que nao se esqueceu
o legislad r, que assim favoreceu a opuleacia
dos funiculares cora ruinoso detrimento da
tortuca publica, de consignar na tabella de
quot'i rixas o imposto sobre agougues a
SOsOOJcadaum.
Ninguem ignora que raro o transatlanlico
que nao leve Europa, muita vez com familia,
negociantes at ha pouco lempo bastante modes-
tos e limitados para nao pensarem em tao dis-
pendiosa vageui, que umu tasa de cambio ex-
cepcionalmenle baixa torna tres vezes mais cara
do que as pocas em que rarsimo era o com-
merciante que podia ir ao velho continente fa-
zer 8<:rlimentu para sua casa de negocio.
Essa facto revela bem agrande prosperidade
do comraercio do Recife.
Por oulro lado, roas onde ha bem pouco lem-
po'ara era a casa de negocio, aitnazem. loja
ou yenda que ahi se apontava, estao transforma-
das em verdadeiros emporios coramerciaes.
Em 1892, 1893 e 1894 estabeleceram se nes-
la capital sociedades commerciaes, filmes al
cumas e a maioria malrizcs, em numero de 212
com capitaes na importancia total de.........
21853 5798755; M passo que nesse mesmo
perodo missima foi a fallencia abarla e essas
mesmas de sonnos importancia.
A tabella do imposto de rapariigo publica-
da pela priraera vez em 1881, por occasiao da
creacao desse imposto, ainda a que vigora
para aiuilas das classes all enumeradas.
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-
>
o comraercio

a
< < O o
E conhecda a camnanha' que .
desla capital raoveu durante o Imperio contra os
imposto aidcionaes de iinjortago que entao
coasignava o orgaraento da provincia.
Satie-se que no correr do anno de 1832 em
urna situago liberal con3eguio-se do Ministro
da Fazenda, Visconde de Paranagu a su*pen
sao do orgamenlo da receita na parte em que
mandava arrendar aquelles impostos.
O proceres desse movimento reaccionario
esuliaram, mas a provincia comejou a mdiv-
dar-e, onerada de despzas alias lidispns
veis a que nao poda fazer face com os recur-
sos ordinarios, ai obras publicas e principal-
mente a excelleate > le de estradas 'te rodagein
que nos havia legado a provida adminislrago
do Com- rf itna-Visla arruinaram-se. os em
pra^ados pblicos rebatan) os seus ordenados,
mas ocommTcio prosperou.
Verdade amarga que preciso ter a franqu ;za
de dizer afim de que fcque bem apurado a quera
cabj a respon^abilidade da divida qui aioda
hoja onera Pernarabuco.
O orgamento inmediato consgnava como ef-
feito dessa victoria a seguinte duposgao:
Para liquidar o exereicio rindo ficao Presiden-
te da Provincia autorizad') a emttlir (plices do
nlof de 100SOJO a LODOiOOD <-om juro* de 5 *|.
ao anno, al a quanua d-; 003:0003039 send..
pagDS de preferencia os creiores por leus orde-
naos ou gra:i/icaces, reslituices ou obras fellas
a coiU^actos, ele.
E mais o seguate: .\do urdoprovi-isas
:aieiras de nstrueco primaria que v ig irem ; /ca
MMMt o en*ino nocanlo.
A verba Reparos e conservagao de edificios
pblicos, estradas e pautes era reduzida a......
131 201S750. quantiu de que era preciso ainda
deduztr 11:239,1730, de obrus a serem fetas ou
paga?, con viudo notar que a rubrica-Obras
publicashavia sido dolada no amo em que
foi susp;aso o orcaraeuio com 1:83 030*.
En anoos anterion-s essa rubrica lnha im-
portado em 120.033S030. no e-cercicio financeiro
de :83i 37, em 147:4408000. no org-mento d-
1837-38. em 229 603SO00, no anno de 1838 -39,
em 249 1558000. nos annos ornamenta'ios de
1842 43, e 1843-44, ou fossem 41 /. da des-
peza total da provincia :
Essa verba subi a 711:0008000 e a 912 0003
as admioi3iraco> do Baro de Villa Bella,
desceu a 173:0308033 em 1877-78, mas nunc .
se nduio tanto coma por orcasfio do triumpho
oblido pelo comm-rcio importador contra a
prosperidade de Pernambuco.
Va anno imm:diato a esa Iriumpho o orga-
mento provincial cahia de 4.705.0003003 em
2.703:0038000, abaixo da cifra que ja em 1876
havia sido excedida.
tk divida provincial era 1882, exsia na!ru-
bri1:-juros das apolices emlttidas- 280:0188825,
pi'sou a figurar no exTCco seguate 1883 -
84, com mais 70 000S003, no de 1884 85. com
o letal de 380.0308000, alm de_ 184 0008030,
para exei ciclos ftndos, oo da 1885-86, como
totil de 452.9448374, e no de 183788 com
533:3998000.
A reaegao por parle dos poderes publico
nao se lez esperar, tanto se imposeram as de-
ploaveis, coosequencias da arbitrara suspeo-
fo : log oo anuo seguate foi consignado no
orcftinento provincial o novo imposto de repar-
tig:, que nao produz ndo o resultado esperado,
porque era ravencivel a reluctancia com que se
oppiiPham os vereadorea de 1882 ao pagamento
de impostos, deu lugar a que fosse creado o
imposto do gyro pela lei 1860 de 11 de Agosto
de 1885.
So relatorio da Associngao Coraraerc al de
1884 l-se que seguodo a opiniao dessa corpo-
rag.io esse pesadsimo tributo umverladetro
imiosto directo que acrrela a odiosdade.
CN' relatorio de 1836, aps a decretacaj do
impasto de gyro msistia essa corporagac nos
termos seguinles, que me pareceu conveniente
tranterever : Dir se-hia que os poderes ad-
minislrativos de Pernambuco haviara ainal
comprehendido que a causa do coramercio
d'esla provincia tioha por si a raz&o, a verda-
de, a jusliga e a lei con-lituciooal, a propria lei
. que deu vida a seus poderes, creando urna
autonoma tao necessaria quaato infelizmente
tem sido mal aproveitada ...
O impasto da gyro foi desde logo taxado de
inconstitucional, o que nSo impedio que o Mi-
nistro da Fazenda em aviso de 2 le Abril de
188; autorisasse a Alfandega s cobrar aquelle
impaslo, recomraendando ao mesmo tempo ao
entao presidente da provincia, nao que provi-
deaiiasse no sentido de aer escoimado o orga-
mecto proviacial d aquella imposigo inconsti-
tucional como ao poderla esperar, em face de
de a'gmenlo dos paladinos da /.asociagao Com-
mercal, mas que propozesse as modiricag-s
que u pratica io licasse a respeito do assumpto
sotu'dludo com o fim de simplificar o servigo,
tanto em vantagem do contribuate como de
Irataihod'Alfandega.
O minis'ro que por essa forma julgava a
queslao de iaconsliluconalidade chamaa-so
Ur. Francisco Betisario S. de Smia.
Ao mesmo lempo a Associagao app Kara
para oa auxilios dos cofres geraea que na sua
optmao deveriam vir salvar as finnngas desfal-
cadas da provincia. (Relatorio de 1834).
Al o ultimo anno em que o comraercio pa
gou o imposto de gyro, contribuio elle para a
receita publica com as quantias que em seguida
espec fleo por exercicios, sommando todas as
quantias effeclivamente arrecaiadas sera mul-
ta nerc proceaso executivo, sngundo os balan-
gos d*esaes exercicios e tomando como parcel-
las as varias imposigOes a que esteve obrigada
aquella classe, at a pmmulgago da lei a 64
de 6 de Abril de 1893.
Exercios Iraport. arree d.
1885-86...... .'03.4128897
1836-87......1.232.29 8671
1887-83 (3 semestres) 86j 5938030
1839....... 738.3WS000
1890.......1-048 5318030
1891.......1 Ojo.6638000
1892.......1.312 5948000
Abolido o imposto de gyro e outros de meos
importaaciaque acorapaanaram nos urgaraeotos
provinciaes icou o commercio obrigado a coo
tribuir nicamente cora a importnacia da tabel-
la B e parte da aballa C da ultima lei de orga-
ment.
Nao se poder em boa juspea dizer que haja
exagero na quanta que ora se pede segundo
aquellas tabellas.
Pequeas modificagOei soffreu o regularaento
do sello na parte que depende da altaragao do
taxa3 cobradas por verba ou por estampilha ; a
8imples inspecgfto da proposta nessa parte vos
indicar essasallerttges.
Ao menos al que se iostalle e se orgaaise
dtfinitvamen e a Escola Industrial Frci fane-
ca juiguei neceasario restabelecer a disposigao
da lei n 1860 que manda partilrnr com esse
es abelecimento de enslno a quota addicional
cobrada para a Sania Casa de Misentor i a do
Ranfe.
Outro3 pontos da propala se asstgnalajao a
vossa attengao pelo simples enunciado com
que figuran) nesse projec o.
Resiar-me ia expender consderagOes, igual
mente detalhadas sobre a proposla da daspeza
para o futuro exercicio fiaanceiro
Tornam-se porra desnecesaaras essas cons -
derages por isso que as consignagOes affect&o
a cala urna das rubricasd'esaa parte do orga
ment resultam de leis anteriormente votadas e
de cootractos e regulameotos que approvastes e
aos quaas me reporto, bem como de mensagms
especiaes que tve a ho ira de dirigir-vos
Havealo me esforgado por miniatrar-vos a
maior somma de informages eesclarecimentos
que me foi possivel, aerei contente em cemple-
tal-as como quer que julgue s necessario a dis-
cusso e vo agao do proiecto a le de meios.
Saudee Fralernidade.
Ale.rxndre los Barbosa Lima.
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUST1CA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DA 18 DE MAIO DE
I895.
Antonio Rodrigues Figueiredo Arueira, sen-
tenciado, pedindo por cerlidao o Iheor de sua
senteoca. -I iforme o Dr. juiz de direilo do uiu-
aicipio de Gamelleira, raanJando junl-r os do-
cumentos a que se refere o art. 2., do Decreto
n 2,365, de 23 de Margo de 18J0.
Auionio Joaquim de Barros, sentenciado, pe-
iindo por certido o tbeor de sua senlenga.
Ao Sr. juiz de direilo do municipio de Limo-
eiro, para mandar juntar a cerlidao pedida.
Antonio Manoel Tenorio, sentenciado, pedin-
do por certidAo o iheor de sua senlenga.Ao
Sr. Ur. juiz de direilo do municipio da E:ca-
da, para mandar juntar a certdo pedida.
Antonio Luiz de Lucena, sentenciado, peda-
do para ser posto em liberdade. Ioforme.com
urgeocia o r.juiz de direilo das Execuges
.rimaae8.
Francisco Soares de Lyra. sentenciado, pe-
dindo perd. -Ao Dr. juiz de direilo do mu
nicipio de Nazareth, para informar, mandan 10
juntar os documemos a que se refere o arl 2.'
do Decreto n. 2,566, de 23 de Margo de 1830
Honorio Jos Rodrigues B.-zerra, sentencia
do, pedindo por certdo o iheor de sua sen-
tenga.Ao Sr. Dr. juiz da direilo do rauuicipo
do Bonito para providenciar.
Jos L ma Gomes dos Santos, sentenciado,
pedindo por cerlidao o Uieor de sua -entenga.
-Ao Dr. jui* Je direilo da municipio de Oiin-
da, para altender.
Jos Francisco Pereira, sentenciado, pedindo
conversao de pena. Ao Sr. Dr. juiz de direilo
do municipio de Ooyanna, para providenciar.
Manoel Ignacio da Silva, sentenciado, pedi-
lo perdao. -Informe o Sr. Dr. juiz de direito do
nu 11c po do Cab>, mancando jumaros do-
cumentos mencionados no art. 2.* do Decreto
ti. 2,56o, de 28 de Margo de 183).
Jos lilemente Forrelra, sentenciado, pedin-
do perdao. Ao Sr. Dr. juiz de direito do mu-
nicipio da Victoria, para informar.
Jos Chrysostomo da Silva, sentenciado, pe-
lndo por certdo o iheor de sua senlenga.
Ao Sr. Dr. juu de direilo interino do municipio
deOlinla, para mandar juntara cerlidao pe-
dida.
Jos Pedro de Lyra, sentenciado, pedindo
perdi -Ao Sr. Dr. juiz de direito do muni-
cipio da Victoria, para informar, man.ando
juntar os documenos no art. 2." do Decreto n.
2,563, le 28 de Margo de 18J0
Mauoel Antonio da Selva Gama, sentenciado,
pe nudo perdao.Ao Sr. Dr. juiz de direilo do
municipio de Caruar para informar, mandaodo
juntar 08 documentos a que ae refere o art. 2"
do Lcrelo n. 2,563, de 2i de Margo de 1860.
Manoel Luiz Ribeiro, 8enlenciado, pedindo
perdao.Informe o Dr. juiz da direito do 2.
dislrclo criminal, mandando juntar os docu
melos a que ae refere o art. 2 do Decreto n.
2,5S6 de 23 de Margo de 1830.
Manoel da Costa Bandeira, sentenciado, p -
dindo por certido o iheor de sua senlenga. -
Ao Sr. Dr. juiz de direito interino do municipio
d: Oliada para mandar juntar a certidSo p3-
dila.
Xislo Cruz Vilella, sentenciado, pedindo con
versao de pena.Ao Sr. Dr. juiz de direilo do
munic po de S. Benio, para providenciar.
Dia 21
Abilo Gomes de Sa Novaea, captao do 1."
balalbao de infamarla Esladual, pedindo paga
meato de veacimeutos. Deferido, aos termos
do oificio d'esla data ao Dr. Secretario ia Fa-
zenda.
Bacharel Odilon Nstor de Barros Ribeiro,
promotor publico do municipio de S. Jos"do
tgypto, pedindo pagamento de venclmentos.
Deierido, cora orcio d'eata dala ao Dr. Secre-
tario da Fazenda.
Era addilamento aos despachos do dia 20
de Maio de 1895
Jos Antonio Baptista de Souza, professor
titulado, pedindo para ser posto em dispon:bi-
lidade.Por acto d'esta dala foi o supplente
declarado em aiaponibilidade.
O porteiro interino
H. de Siqueira,
-------------..-------------
Questura policial
Secgao 2.*N. 112 -Secretaria de Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 21 de
Maio de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho.
Muito digno Secretario da Justiga e Negocios
Interiores.
Participo-vo3 que foram recolhidos Casa
de Detengao, os seguintea individuos.
No dia 22 :
A' minha ordera o menor de nome Manoel de
tal, conbecido por Mass, por cr me de fe r-
menlo.
A' ordera do sublelegalo da freguezia do
Recife, Esnest Sarsen, como deaordeiro e Es-
tanislao Jos Perrera e Joaquim Ferreira
Lima, por disturbio?.
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antn o, Antonio Alexandre Vieira, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia do i.
districto da Boa Vista. Eslevo Gomes Ribe ro,
para averigoagOes policaes.
A'ordem do subdelegado do 2 dstrictoda
freguezia da Bda Vista, Vicente Ferreira Lima,
por embriaguez e disturbios.
No dia 23:
A' ordem do subdelegado da freguezia da
Recife, Ignacio Padilha de Franca, por dis ur-
bos e Belmira Maria do Nascimen'o, como ga-
lana.
A' or lera do subdelegado da freguezia de
Santo An onio e a minha disposigao Valentim
Candido da Silva (Bastos, como desordeiro e
Luiza de tal, como alienada, com destino ao
asylo da Tarairineira.
A' ordera do subdelegado do 1.* districto da
freguezia de S. Jos, Jos Joaquim de Sant'Anna
por crime de furto.
Coraraunicou me o subdelegado do districto
de Paira :ira do municipio de canhotioho, que
no da 16 do correte, por volta das 3 horas da
larde, no lugar denominado Sitio Palha,
d'aquelle districto, os individuos de noraes F-
lix F ancisco do Oliveira, contiendo por Flix
Araancio e seu irmao Claudio Francisco de Oli-
veira coi rara brbaramente a Joaquim Pedro da gilva.
Contra os criminosos, que evadiram-se, pro-
ce leu se na forma da le.
Comraunicoa-nie anda aquella autondade que
no dia 19 tambera do corrente raez, no lugar de-
nominado sitio Sant'Anna d'aquelle districto, 0
individuo de nome Antonio Marcellino espancou
e ferio sua amasia Bellina Francisca dos San-
tos.
Contra o offensor, que foi preso em flagrante,
procede se na forma da le.
Enlraram em exereicio as segulntes autor -
dades:
No da 19 do correte raez, o capito Fran-
cisco Celestino Callado, do cargo do delegado
do municipio de A.ua I-Teta-
No dia 23 tambera do correle, o cldado Li-
banio Presidio de Carvalho do cargo de subde-
legado do 2. districto de S. Jos.
Sade e l-'raternidade.
O Questor,
Jote Felppe Nery da Silva f lho.
GOVERSO DO BISPADO
Ilemcllido pela Secretario do
JUispado
A o Rvd. Clero Diocesano
Tendo embarcado hontera cora destino Ca-
pital Federal' o Exra. e Rvdm. Sr. Biapo Dio-
cesano, D. Manoel dos Santos Pereira, que vai
conferenciar com o Exra. e Rvdm. Sr. Internun-
c o Apostlico sobre negocios importantes da
diocese e tendo-se recommendado tao instan-
temente o Eximio Pastor, em sua Carta de dea-
pedida, s oragQes de todoa oa fiis, especial-
mente ;is do iRvd. Clero, mando aos Rvds. Sa-
cerlo'.es do bispado que na celebragao do Santo
Sacrificio da missa troquera a collecta da Missa
pro Pace pela da Missa pro Peregrnanti
bus, durante a ausencia de S. Exc. Rvdma.
que praza a Deus soja brevissiraa.
Palacio da Soledade, 25 de Ma o de 1895.
Conego, Marcolno /'. do Amara!,
Provisor Governador do Bispado.
B^~
ESTADOS D4 iNliO
SUL
*. Paulo
A mensajera do Sr. Bsraardlno Campos,
presidente do Es.alo, accen'Ui acerca da situa-
gio da.oceira o seguinte :
A rece, 1.1 arrecadala, de a:corlo com o art.
12 da le o. 2)9. de 4 de S-teraoro de 1893, foi
da anantia de 37.232:22bJ369, excedeado em
K.802:226*f360 o calcara orgameatario, e apre-
seaiaudo eonre o extreleio ie 893 urna dille-
reoga, a maiade 2 7.8:205*768.
Aldlciooados s rendas prupnas do exereicio
os s.l los legados pelo anterior, reouheeidoa 00
balaogo geral das oneragOes do Taaaouro, fot a
rece ta totai de .0.463:282*532.
A deso-za paolica 4do Estado altlogio cifra
de 42 367*"28823, concurre ido para ella com
o eiefaio agarisrao de 18.323:279*552 os ser-
vigoa de a t reza extraordinaria, autorizados,
mis o-.i doiago na le do orgameoto.
A despria. propriamente ordinaria, para a
qual esuv< tixad. a quaotia de 25.320:265*511,
fui de 24 047.449*271, apresentando .s-im orna
differnga, para mraca, de 1.272:816*240.
Sutre os aeriigoa extrao'dinanoa salieniara-
se ur Ja. pelas necesaidadea argntea que ti-
erem em visia atieode-, e pelos encargos tra
sidos a daspezaa do eaenvolvimento da rede
de aguaa e es jotos da capital, na importancia
de 8 690;737*424, o do aoeamenlo n* de.....
3. 32 2 9*867, e o da tamigr-gao oa de.......
1.436:6.0*731.
A despea realiza com o auxilio prestado
i) governo da Uaifto. a que me refer, foi, uo
exereicio, de 3.557:729*019, que, reaoida e
effectnhda 00 exereicio anterior, oa importancia
<*e4.6o':743*472, perfai o total de..........
8.213:474*491, aalonsado e ja approvado pelo
art. 30 da le a. 310 do 1 de Agosto de 1894.
Dj coafroato eatre a semma da re;eiu e a
da despezi lo exereicio, vendca-se, em favor
daquea, ama differenga de 3.037:240*126, que
a importancia do saluo que o anuo tiaanceiro
te 1894 legua ao exereicio correle. *
Babia
Foi apresentado a Cmara pelo depotado Lel-
les Piedade uta prejecto coocedeodo 2.030*000
para o p.t-imomo da familia Xislo Babia.
Com idntico fin devia realizar se om grande
espectculo 00 Po jibeama.
A festa promovida por algua^ admiradores do
Uado artista, lem eaconiraao grande aceitagao.
O taealro Poiyibeama, a orebeaira, a compa
ubia Moreira V->ecoocelloa, todos, eoifim, ae pre-
siam geaeroaa e gratu'.tameate.
A propoata que a Cmara CoslitucicBal
ncio j ao Sea-tdo era coaceOida oeslea termos :
Propomos :
I*, que a Asembla Geral do Estado, de ac-
cordo com o ar. 6* 2o da Coostituigao Fede-
ral, reqaisie doCoagresso Federal a ana Ir, Ir-
vengo par, maniendo a forma republicana fe-
dVaiiva em tola a eua plenitu e, solver a criae
qi: avs8jla eete Estado, com a organiaagSo de
u ui Cjmara de Desatados por juntas incompe-
t ses e de um S oalo or^auisado por urna mt-
0)la de quatro cumra nove senado'es e maati-
los orna e ooira pea forga e pela violencia con-
tra toiai as leis;
2, que para redigir e-ta repreaentagSo, docu-
meotal-i e o m ia que fr oe:easario, aejam da-
doa pfeaos poderes s duaa mesas do Parla*
mi-uto ;
3*, que. alteodendo as gravea emergencias em
que se econtra actualmente o Estado, ade a
Assembla Geral as suas eessO s at o dia 5 de
Jumo. S. R. Babia, 24 de Abril de 1893.-
(Aignadcs) Cosue Moreira. a. Cabnas.-
Coaego Novaos. Salvador Pinte. Fernando
Ko-n. Rodrigo Meoez"8.
Sao oa aeeaiotea oa ae otados rcconbe;idos e
proclamados pela Cmara Constitucional :
Dr. J o JjS da Rocha Leal.
D'. 1-aia de Carvalho Santos.
Joo Googalves Toorlobo.
Dr. Antonio Kicalai da Rocbi Castro.
Capllao Julio Cesar Gomes da Silva.
Teaeote-corooel Antonio Pessoa Ja Costa Silva.
Dr. Aeaeilo Ribeiro de Macedo.
Dr. Joo Martina da Silva.
Padre Gaatavo Adol, ho Maano das Navea.
Dr. Diolysio Ferreira da Silva.
Padre E.pidio Ferreira Tapyranga.
Coronel Heleodoro de Peala Ribeiro.
D-. Brico joaqalm da Mata.
Dr. Tnomaz Guerreiro de Castro.
lenente-coronel Joaquim Alvea dos Reis.
No dia 9, de syncope cardiaca, laileceu re
peotioamentc, no laboratorio de anatoma, qoan-
do ta faser a prelecgao, o lente calbedratico de
anatoma descriptiva da faculdade de medicina,
Dr. Alexandre Affonao deCirvalho.
Parara suspenaoa logo todo3 os trabalhos da
academia e poati a bandeira em funeral, resol-
vendo os almeos da 2' serie tomarglatg pjr 30
das.
O director da faculdade liv.-e de direito, desde
q.ie leve coonecimeoto do itifaus.o sac^esao,
maadou arvorar a baadeira em fooer-l, su rasa-
dea a auta de sua gerencia e nomeoa commla-
sao pan rep-esenar a coog'egagSo no acto do
eolerrameolo.
Os demala .'entes tambem suspendern as
aulas e oa alumnos, com) prova de solidrtela
de com os collegas de medicina, resolveram
comparecer encorporados no enterro.
O corpo foi conauzdo para a residencia da
familia, carreg-sia aos ti moros d03 eatudaotes.
com nameroso acompanbamento.
No dia seguate, aps a musa de corpo pre-
sente, o ferttro foi conduiido nao at o cemi-
rio. sO prejtita fuieora f Jl aoperlo.* a 1,000
pesoas, fo.-mando-o todas aa clasjs, as curpo-
ragdes acadmicas de direito e de meicioa
esia com o estaod.rte coberto de cepp, o gove -
oaior. representado pelo sea ajudaate de ordena,
e .1 maaici do corpo policial teca ido marchas
fooebrea.
KoraiOjdepositadas Bailas coreas e pronun-
ciaram-ae varios discursos no cecnlterio.
A coogregagio da faculdade de medisioa re
salveu tomar luto por 8 das.
O tallecido era gilmente estimado e exercia
lofljear-ia poltica aa (regaezia de S. Pedro,
ten 10 tambem desempeohadj diversos cargos
de elelgao popular.
g Foi laaagurada kfficialmen:e, ha pooco, a
uavegagao dos grandes fllaeoles do noS. Fran-
eveo que percorrem o territorio do Eitado da
Bah'anos Graadeje Corie .tea.
Do inicio besla navegagao gue proporciona as
populagea ribeirioh03 lac l comuio o e rpido
t'BOsporle, resulta iadobi;avelme:te, em lata-
ro prximo, e desenvolvimento do commercu.
da agr ultu a e da ioduairla.
Nao lucrara com ella eomente o Estado da Ba-
ha, moa tamuem os circumvuiahoa, qae tem
aeatas arterias ILuiaes os mais tacis camiuboa
para a Batuda dos aeu.i prodncu8.
A E -prexi V'agaa do Brasil, a cajo carso
est a navegjgao destes nos, nutre o maior de-
sojo e emp.ega todoa os meloi a sea alcance
para aavegar Orevemeate o .Rio Preto, que s-
laieraa pelo serto do Pi.iuoy, e os outros af
floentes da Baha e Minas.
Com a tnaifcuracSo do irafego nos alsentes
bahnos, ja uavegam os vapo'os da Erapreza
Viagao ao B'asil no Rio S. Francisco e seus af
fluentos, 2,il k lomeiros, dos (aaea 1,376 e&o
percorridos em territorios 00 E' a 10 da ana e
735 RO de Muas Obraos, sen Jo 481 de Ca u.hi-
nha oPirapra e 235 .da Gu.vcjny a Parafjaa.
Desta facililla Je de commua.cagao, resoltar
grande e mmediato progresse para es a parte
central do paiz, qua jilo ao sea ponto terminal,
cidade do meiro, esegar a estrada de ferro
quecommuoica o S. Francisco com o Ocano.
Tambem a eatrada de ferro Central inaogu-
roa o ramal de Maragogipe a 8' Fetis,
Parece que es^a demando o oroiel Santos
Marques de commandan.e do regiment poli-
cial.
Fallara terrbem que algos jQi.iaes oppOem se
o retrada do sea chee.
A ferrovia projectada para Itapaan dividida
em tres secgOea.
l esli Jeitos es'ados detiniivos de daas
eecgOei, sea io a pnmeira at brotas, urna ae
guada al Pttuoa.
No aalao do Gabinete Pjrtagoez de Lel'.ura
readou f em tempo a reurai convocada pelos
Sre. Dr. Joiqaim Baptista Mj.-eira. consol por-
tuguez uo BstaJo, J >ao Espiaola, presidente do
Gaineie e Mauoel Joaquim da Soma Vlaaaa,
pres.deate da sociedade Beoenceole Porlagaeza,
iomo tim de coocordar-ie no molo de prestar
bomeoagem ao conseiba ro Toomat Rioem,
orando divr,ros cavaPieiro;, e seodo acchma,
dos para a commistiao, com applausos gera>a
o* Srs. commeodador Jos Gaogalves Belcoiar,
Jos Rodrgaos de Soasa, Fiancuco Jos Uod-i
gues Pereira, Beroardiao Francisco de Almena,
Alfreo da Motta e Silva, Mraoet Joaquim de
Soaia Vunna e Jo) Jos Espiaola.
Em s-gui ia o Sr. Dr. Moreira dase que era
neessirlo ama demons:ragao de pezar pela
monedo grande es.ripor portagaez coaselaeiro
Piabeiro Cbaga8 ; e tomaudo eat&a a palavra o
Sr. Ro :0a dos -oatos, lembroa o aiviire de man
dar-ae rezar ama missa e de qui o p-olucio da
"uos npgo abena para easn tim reveneaae em
favor do (Raanos de P nheiro Caagas, qns le-
gou-lb3so aome nmrado, Dem veriade, mas
deixoa-oa em extrema pobrezi.
Esta propjsia fof aoanimemente approvada.
0 Sr. .Dr. Mordira agrad^cea o comparec-
meato de si u compatrulas e suapeadea a ses
.
Em satisfigaa desta altima parle, realisara n-
se no da 8, no coaveoli dos franciscanos, sa
exequias d-liaeradas pela csloola porta O templo estiva magurjcameote O'nado, er-
KUendo-se ao centro da nave graude Catafalco,
de esplendido effeito.
Compareceram o consol porluzns, represeo-
tames da imprenss local e correspondentes dos
joroaes do Rio da Jraetro, o governador, o che-
fe de polica, o intendente municipal, algaas
consoles, os cheles das repartiges publicas, o
represntame da comnaalante do districto,
grande numero de senboras e ootras peaaoaa
gradas, commiesOes de diversas sociedades, ag-
nado es e depilados.
A commissao das exequias telegraphoa ac-
dosia de sciencias de Lisboa, eaviando psa-
mes e pedindo que 03 dise tambem a familia
ao Baado.
Qaaoto a primelra parte, a receogao do coa-
s lne.ro Ta mas Ribeiro, leve deslumbrante exe-
cugao.
A coranis-ao sabio-se perfeitameote, sendo
nisto secnadada pelo caacarao eyapatblco da
oopulagSo bahiaoa, que tornoa a recepg&o brl-
lnante e condigna do sea fim. qae era rende
homenagem ao conaelrteiro Taomaz Ribeiro e
manifestar a idenuBcagio dos doos povos ir-
maos.
O Correio de Noticias est publicando o re-
lato-io do Sr. Moreira Pmbo. inspector do Tas
soaro.
O relatorio moatra o es ado proapero das S-
naogas ; calcla a receita no prximo exereicio
de 1896 era 9,686:105*030 e orga a desosza em
9,205:107*165, deveodo restar o salda orgameo-
lario de 4/9:107*925.
O seaador Augusto Fraoga trabalba ja 00
projecto de.reforna elelloral.
Na cmara foi apreseotada a ementa ao
projecto de reforma das repartig&es. creando a
secgao de IdeotiUcagao indiciara na secretaria
da poiici, vasada pelo ayatema aotbrophome-
trlco de B^nilloo.
Na es na cmara seria dado parecer reconne-
cendo 4 deputados da opposigao.
Em seai-o do cooselbo geral de saude pu-
blica, flcou res-olvido qae 83 approvasse o pare-
ce-, apreseotado pela commiasao di mesmo coa-
selho. sobre a oova capital do Estado, sendo im-
medlatameate remettido ao Dr. governador do
Estado.
A exponagSo do caf no prlmeiro trimes-
tre teste anao pira o estraneeiro foi de.......
86 594 saccas, pesando 5,193,6.0 kilogrammas.
sobre o valor official de 598:154*720.
A quarta parte quaai deaae numero foi impar
Uda pela AlUmanaa e portos de Hambargo e
B-emea.
Di Santo Amaro diz-se, que tem sido ahon-
dantes as chovas qae sobre a cidade e suas cer-
canas tm cshdo aos ultimoa das.
A eocnente dos ros foi assombrosa a pon'o de
abaadoaarem suas casas muitos moradorea da
estrada do Jarico e margem do rio qoe est va j
vendo de repeoie ficarem ellas cobertas d'agaa
e desapparecerem em pouco, pelas porporgOes
(omaias pelas torreaclaes correatezas qoe inva-
lio-laes as casas.
E' de esperar, acreasente-se, qae em breve se
posai comprar fa.-inba de mandioca por prego
multo fivoravel para a populagao, caogida de
come' tanta farinba ordinaria por tao alto prego,
o que ae tem elevado no mercado d'aqoella ci-
dade.
NORTE
Amazona
Datas at 11 do coneate.
Contlnaa na tela da discassio parlldaria os
a^oatrcimeat is de Antimary.
Q Amazonas em um editorial da ultima data
acceotua o seguate em res posta a Federaco :
0 ex-supenoieodeatj do Antimary nao
inveogo oossa coma affirma o novo redactor da
Federaco e nem de nlngaem ; e s m faltara de
al mesmo.
Se, porm, invengo ella deve ser de alguem
o seu inventor foi o Dr. Eduardo Ribeiro, qaaa-
do alada auxiliar do Dr. Villeroj ao aaao de
1890.
At entai ell era simplesmeate eleitor do par-
tido, e mais commerciante qu' poltico. No Acre
nessi poca a actividade de lodos 03 habitantes
era toda commerclal.
O Sr. Eiuardo Rbai'o indo at alli faser as
eleigOej federaea daquela anno, volt tu roto a
ideta dacreagao da comarca e municipio daquel-
le nome, e mais tarde como goveraador dicta-
torial realizoa essa Uea, salieatiado a iadivi-
duiliJade do ho nem a qaem agora tardamen-
te lembroa-se de paalr como criminoso.
Si curt qas o coronel llano 3l Pelicio reo
de moitos crimea repetidameate praiicados
no Antimary, se certo que a noticia des-
ees crimes ebegoa a todos os recantos desla ci-
pita) eao coinecimento da aatoridade sopenor
cono expUc.r qae esta nao se .mofease, fi3n
ao-as cesea-, puniudo sea saior e evitando-Ibes
a reprodogaj ? >
Poi commaaicalo ao governador a ex'io>
gSo do commaado sapeiior da Guarda Njcio-
oal de Aatlmary, con aaaullagao da oomea-
g&o dos respectivos oiliaiaus.
Foi pjblicada a lei que manda coatar o
anno aaaceiro da Estado do 1 de Juloo a 30
de Junfio ; e outra qae au'o-isa o poder execa-
tlvo a ejotractar a tntrodegao de imm gra-.te-i.
A -tia7a-se enfermo o govetnador uo Esta-
do, Dr, Bdaard 1 Ribeiro.
Continaava a fauccionar o Caogresso l>
gi-lattvo.
O cidadao Albiao de Moura> Seabra, paran-
te a Intendencia Municipal do 3. Paulo de Uli
veng3, reouncioa o cargo de superintendente
daquela moniclpildade, renunciando taraoe n o
cargo de presidente da mesma lateadeacia, o
intendente Cassiano da Carvalho.
Ao ilinasanas cocstava qae morera no
Rio N-nrj, victima de ara crime o cadete do
'6.' banloo il'.'iJ ntifa, C-zar LiOato, ti
Ibo do coronel Antanio Jo.- da S un Laaa.o,
lendo faTecido em MaoO', D Amelia de Bar-
ros Pere-i, esposa do -. Conspira Juatiuta-
00 Perei'a, oaa B. de B'ii'o emoregida oa jun-
ta commerclal, em Manacapai, o espido Ge
aezio Atves da Silva.
Renderam era Abril ultimo :
Receoedoria do Eslado 401:871*303
Alfaadega :47:o.8*234
Par4
Datas : t lo do rorree e.
Por decetado 11 do correte, o goveroo do
Es.ado maudau proceder a desapropriagao da
Compaohia das Agaas do Graa-Par, por utili-
dade poolica.
A desaoropriacS3 realizar-se-ha aos termos
da lei a. 92 de 44 e ilarg de 1893.
Em* a-carao para o Rio de Jaaalro os S s.
seaador Antonio Baena e depu'ado Dr. Carlos
de Carvalno, qae v9o tomar parte dos traba-
lhos do Coogresso Nacioaal tenio igoalmeate
seguido a conseloo medico para a Europa o Sr.
senaior Juno Coermoot, ca|a permaaeacia pa-
rece qae ufio aera deaio-ada all, doade re-
g-essara dlrectameote pira o lio logo que se
resiabelega uoj sea? encommodos.
Reas-ramio o oxercicio 10 inspector da sau
de do po.-lo o Sr. Dr. Mecenas Sanes.
No sealo hi apreseaiado e ei em 3.*
dlscosaao ao projecto concedeado ama pensad
ao juiz de direito Dr. Vicente de Leirras Fe-
reira L.odlm.
Cnegam o'-icias sabr a cha de Maraj,
annoociaa 'o qae em coadeqaeacia das muua-
Ctiavas tor.-enc.ee llcou sub u- r/1 ia a villa da
Cichoeira, na pane margenada peo rio Ara-
ry e taondados 03 predio* situados nessa oa te,
excepgau frita nos em qua faocjioaa a laiea-
deacia Municipal e de nula irea de praprie >a-
de particular, estn io c jmpretien dos entre
os prlmei os oa m qae (aaccionam as escolas
paDllcaa d )B aexoi m'acoliao e femenino, alu-
jameoto -o d-'stacamenra e cadea publica.
Na pa le maia elevada da cidade houva tira-
bem casas complelam^ote mandada?.
Dizam os moradores aatigaa daquela loc.li-
dade qae, s^u-a neaie ha 2o annos, n.o bavia
ama eaccente Uo grande.
O Sr. Visconde de S. Domingos, presidente
da Associagao Commerclal de Beln, receoea a
seguate mensagem coDgraiaiatona, dirigida
pela Cimara do Coomercio e ladostrja de Lis
00a a referida Associagao :
Secretaria da Cmara da Comm-rclo e In-
dustria de Lisooa, 15 de Abril de 1893.Ilim.
Exra- Sr. Bm uome da Cmara do Commercio
e I i just-ia de Llsbo>, a qae me hoaro de presi-
dir, compre-me coogratalar-me com a Ulustre
Associagao Cmmerciai do Para pelo reitabeie-
cimento das relages diplomticas recentemente
orarrompidas enire o urazil e Portugal.
L' ji tal facto da mais alta tignlticagao moral,
tambem da mxima importancia para os me
resses ecooomicoa de rortogal. A Uiosyicra-
oiaj'estaa duas nacionalidades enraiza se em al-
t v.s tradigoes de glorias qae nao morrem, por-
q :e.e-tao lasculpidas ao graada contraeue novo,
ao qual cabera, u'am faturo oao mano di- u.te
um papal prepooderaalissimo na marcha da ci-
filizagio bamaua para a grande a suprema ayo,
the.-e da perfectiDilldade.
E po que o Brazil em todas as manifestagdes
da su i vida reproduz a patria portagueza, e por-
qaetjs sua Iragua, a soa religio, a sui et..a.lo-
gia ao a expaosio de Portugal e a este o ligara
lagos de (raieraidade nunca atteaaados ; por
todo isto se jastiticaocontentamenio com que ao
orieate e ao occideaie do Atlianco se receoea e
se festejan o resiabeiecimeato dis noasis rea-
gOes, maia do qae diplomticas le amisale,
que ten a sua origen) uas mau vivos seoiimea-
tosjde raatuo amor e ni reciproca consagragao
de lealdade nunca desmentida que entre si une
estes dois povos.
E'o B-a.il o pnmeiro povo a cantar as epo-
pas poriuguezas ou a acooopannar Porloga. nos
seus leiloa: Portugal na Earopa a pnmeira
nagio que p6a com desvaneclmeato as aaaa mi-
ras ao triampho de todos os esforg^s emprega-
dos pelos dossos irmaos das trras de Siuta
Gru, para a coaquisia do logar de honra, a qae
t-m direito um povo que. as suaa vanadas sya-
theaes, sabe provar bizarramente quanto altivo.
a-nest;, trabalbador e digno.
Taes sao os seolimentos de que estao anima-
dos iodos os portogaeies, e -m particular o cor-
no commerclal que oas rlqaisalmas pragas do
Brazil encentra a mais salida proiecgau p.ra o
trabalbo |ioligena, de que Portugal est a'este
momento arrancando ttulos com que possa im
pr-se a coosideragio dos povos.
Honre V- Exc. a Cmara do Commercio e la-
dusl'ia de Lisboa acceltando essas sinceras ex-
pressOes qae, em nome do commercio portugus
e na nterpreiagdo riel de om sentimento cone-
ctivo, e j depoano oas raaos de V. Exc, oa qua-
lidaie de presideote d'eesa imoortaatissima cor-
poragio, briosa reprerantante do commercio bra-
zlleiro. Daus g 'arde a V. Exc Illm. e Exn.
Sr. presideate da Associagao Commerctal do Pa-
r.O presdeme, Eduardo Ferreira Pinto Bas-
tos-
Na > Provincia do Para ooticia-ae o se-
ealate sobre a expedlgao e descoberta dos Cam
pjs- .eraes, uo Alto Camina:
Chegaram-oos pera ultimo vapor entrado
do Baixo-Amaxoaas rr-ponaates iaforma^Oes so-
bre a cei>misaao de qae chele o Sr. Loareago
Cont, membro da Repartido de Obras.Paalicas
do Estado-
Tendo emOotabro ultimo sabido pelo alto Ca-
min, betas, a commusao, aps difcuidades que teve
de vencer, alcangoa emdm os Campos-Geraes.
E' ama colsa maravilbosa, que surprenende e
arrebata,]esse immenso ieogol verdejm e. salpi-
cado de pequeas lbaa de laxoriosa vegetagao,
exteadendo-se das fraidas de Tamacamaqai al
a grande florala da margem do rio-mar.
Os Cimpos-eraes, tmtim, ah esio, desalan-
do a activldade humana.
Teado aturando os campos a commissao'o per-
corren em grande extensao, em procura da me-
Ihor local para abrir naa eatrada e, convencida
de que o primitivo plano o melnor, dirigio-se
em demanda da estrada Lauro Sodr, que foi
abena da cidade de Aleaqoer.
No trajelo a commusao encontrn daas gran-
de) malocas de indios mansos, qae prestaram
i iforma0e8 certas sobre o terreao e servirara
de gata aos exploradores.
Escasaeaado ja os gneros ale prlmeira necea-
sidade, o iofatlgavel chefe da commissao fer par
vir ama torma do pessoal, a 1 de Abril, a qual,
guiada p..r indios, deseen o Curua, ebegando a
povoagao com 16 das de viagem.
A commissao ficou mar.em do alto Carua
em ama maloca de indios mansos, onde aguarda
os recursos qoe mandara bascar.
A referida turma expedicionaria, em ves de
procurar oa recursos em Alemqaer, seguio para
oidos, consoaate ru. das noticiamos, donde, a
estas horas, j deve ter voltado em lancha, qae
a levarla ate a pnmeira cacboeira do Ciraa.
Bm Alemqaer foi geral o contentamento ao sa-
ber-3e noticia da commusao, cojo chefe gisa
all d mais justa sympatbla ; e preparavam-se
ji recursos para enviar ao patritico explorador.
A commissao dirlgia-s. pols, para a estrada
Lauro Sodr e a populagao da cidade de Alera-
quer preparava-lhe eathusiaalica re'epgae.
Urna carta, que temos i vista, datada de Alera-
ooer, dis: _
- E', pois, exacto que existem os Campos-
geraes e qae o camiabo mais corto para l Ir
pelo fataroao municipio de Alemquer.
A ciosos esperamos aera! o Sr. Lourengo Cou-
to ; queremos abrasar aperladamente aquelle
paraease qaerido e patriota, a
Acoa-se, poilanio, resolvido um gr ude pro-
blema, qae affecta aos mais altos interes-es do
Estido, i em relago ao esplendido fu u-o qae
aatevamos para a ladustria pastoril, j em rela-
go s quastes de povoameoto e, tlaalmeate, a
>o-se real dessa riquissima aes\ de ierra pa-
raeose.
Os Campos-zeraes sao, pois, ama rtalldade
e bem haja o Coogresso paraease qae de^eloa a
expiorago, cajia incalcalaveis vaotigens sao
palpaveis.
Aos 003303 leitorea iremos traosmittindo as
noticias que da commissao frraos recebendo. *
A meiina folha acresceata em digo posterior
o segaiote :
ovos pormenores nos ebegara da commis*
ao exploradora dus Campos-ge'aes.
O cntfe di commissao, Sr. Lio eogo Couto,
escreveo a familia e a varios amigos, danto Do-
lidas joe coufl mira as qae ji tesaos publicado.
A coranisslo ach.va e loctaado com as maio-
res difJiraldtfdes, pela falta de vveres e lonpa,
viveado todos verdadeirara-aie anirajojos.
Un dos rapazas do pessoal ca-gara a talca-
quecer de fimo e O'Sia estado velo com a tir-
ina qae uescej o Cara*.
Ht mezea qae o aumento dos exuliralores
cinstitu lo principalmente por usa espacie de
fannna de urna rali, de que es indios fizara uso
e qae ia tica-ara a commisac.
O pesoal, antea de enejar ao Campoi, des-
crate j, cnegu a davidar das otea^es p .trio-
ticas do seu tafatigavdl caefe, que. a maito cus-
a, coosegura peraaadil-o a 1 ii abaaloaar a ex-
p.oragao.
O Sr. Couto, oesses momentos aaganiosos, foi
mais do qae un chefe toruoj-se um catechisis,
eacbeuio a todos de promessas.
sfagroa, abatidos, adoeitados, esses corajosos
explo'adores celeram voz c ovracaate do po-
inota qu 1 03 guii>, dao lo-nos a sal 'j/a-i de po-
der aaaancar a descoberta d-s Ca npisee'aa?.
O Sr. Cono, em carta qa escreveu, diz qae
tal o sea estado de magreza e abatlmeato qae,
se o vissem assim, desconbecet-o-iam.
A expiorago, alm do mu?, faz a lai e de-
monstra as loverdades do qae se ha escripia so-
bre ersa nquiaaima n &o
BSaranko
Datas at 16 do correle.
Com a chava torrencial qae cabio tarde de
14 do correte oa capital, o paredo da rampa
de palacio, na I-cite a exiiuciaTneaoarana de
Fazenda, deamoroaoa.
Diz a Pacotilla qie, de odem verbal do
Sr. Governador do Batadc, foi saspei.eo por 15
das, pela laspe t ria do Tn-eo.'o. o thesourei-
ro da mesma repanigo, SeOds.ij Pereira Gui-
mar-a, uaodo logar a imposigo da pena ama
declarago do Sr. Gaimares a am dos cueles aa
se gao, de oo se recpoas fulla qae por veotara possa acontecer de futuro
aos cofres a seu corgo, em vista do mo estado
da borra, que, ao sea dizer, nao ufferece a de*
vida ee^uraiiga
Seodo oovida3 estas palavras pelo Sr. Gover-
aador, esta determinan em acto continuo a sus-
penso do tbeioureiro, cujas palavras, segundo
parece reputoa desr^speitosas.
Fci puolicada a lei do orgamento para o
anno econmico ce 1895.
A receita o.-gada em I.68z:2c4*7o0 e a des-
peza tixaia em 1.677:200*500.
Cear
Ditas al 18 do correute.
No dia 13, pela mann, a oanla militar do Ba-
lalbao de Seguranga tocou alvorada na praga do
GeQ^'al Tiourcto, aate a estataa do valeate oata-
m idor da causa abolicionista ; pona do qoar-
tel general do commaado do 2 districto e aa
f'cniedo esenptono do jornal Repblica em
cuja faenada irernulava a Oindeira uacional.
A msica oo 2 balalOo de nfaoia-la tambem
locoa pona do qoartel general e percir.ea al-
yurnas ru.s da Cidade.
Durante o da os consulados cooservaram has-
leados os paviir.ss aas respectivas nages, tta
hoara a grande data brazlleira.
Davu embarcar para o Rio de Jioeiro no
3raiil. o S-. depotado Joo Lopes, qae val to-
mar parte iras trabalnos do Coogresso.
Aonuacia a Alfaadega, que foi prorrogado
at Juoho de 189 i o praso marcado para o reco-
Ihlmealo de notas do tnesuuro e baocos e:n: so-
res, praso que dev.a expirar no dii 30 de Jariha
deste anno.
Teem continuado as chovas, qu;, segando
parece, te-m-se circomscnto ultimameatea z:na
do [litoral.
De 15 para 16 recolbea o plarlometro 28 mil-
linietros e a aoute de 16 foi psala a pancada
a'agua qae cabio, registrando o pluvimetro
pela raanh 64 millimet.os.
iL'imo o anao psssado, os lagares mais biixOS
da cldale eslao alagadoi'.
Em sai eligio de 17 diz a Repblica :
Com as pesadas chavas qnem lem cabido
ltimamente, era de prever que se deasem al*
guns desmoroaamentos.
Ds eiio, boje pela manh desaboa a coberla
de om grande armazem doa Srs. Gradwao: Fr-
re', roa do Rosario, o qual eslava atopetado
de marcadorias.
A m-sou.-a qae se parti devido sem davida
ao aoatimea.o da prele do fondo, cabio sobre
urna pilba de UO caixea de pbosphoros, dan*
do-se explosoem cerca de 30 driles.
O incendio qae comegava a maoifestar-sa, foi
iocoatioeote aoafado, coacorreado multo para
isso o bravo alfares do 2a baialbo, o Sr. Fran*
cisco Laurenlino Pereira de Carvalho, qae cora*
josamente sabio para a pilaa de pbosphoros,
couseguiado retirar os caixes qoe haviam ex.
plodido.
Felizmente o desastre occorrea pela maab,
se lvess sida t aoulr os prejuizos seriara enor-
mes.
O armazem (ora construido apenas ha qaa-
tro annos e pareca urna obra bem solida.
A no-sa editi ago 1 oderna pessima. sen-
do para admirar qua maiores e mau frequec-
t8 sinisiros nao tenbamos nos a registrar.
Na raa Formosa de^abaram daranto a noate
as casas ns. 203 e 20, de propriedade aa Sr.
Lalt de Seixas Crrela. Na pnmeira morava
o Sr. Fraocuco da Costa Millo empregido na
Escola Milita', a segunda eslava deshabitada.
Nao bouve felizmente, victima a lamentar.
M.laerosameote escapou o Sr. Mattos, com toda
sua 1'ira lio se^i um arraobo.
Coosta-nos tambem qae ao BsmSca abalea a
coberla da casa em que reside a prof seora D.
Felismioa TOeobalda, qae por falicldade sua se
acba de liceoga fra da capital.
Na fiesr nisso s se as cUvas conlinui-
rem.
Diz a Ordem, de Sobral, que a fabrica de
Qago e tecidos montada nessa cidade dentro,
em piuco comegar a produsir.
Essa farlca devida a in ciativa dos Srs.
Candido Jos Ribeiro e Ernesto D odeclano de
Alboqae'qae.
Acnarie de Sobral, collocada em magnifica
pasigo, possjlado fcil commuaicago, por
mera da Estrada de Ferro, quer com o littoral
qaer com os contins do Estado, seodo a ualca,
desla zooa qae actualmea e po sae ama fabrica
de (ligio e i-.cdos de algolo, ser o centro
para oode coavergiro deriolilvameile. 03 ha-
bitantes e as p'odacges de tao immeasa e im-
ponaate rea do Cear.
Biu GrAH.de do Worte
Datas al 18 do correte,
Sao candidatos da opposigo na eieigo, qae
ter logar 14 de Jaobo prximo, os Sr:
Givernador, Dr. Jos Moreir. Braodao Csstel-
lo B aaco; e vice-goveraado", Jos Gervaiio de
Amorlm Garda. ,
D potados ao Coogresso do Estado. Dr?. Jis
de Araujo Villar e Joo Al ves de Oliveira.
Jais dislrictal, Dr. Laplclao Amyotas da Cos-
ta Barros; e ioteadeates mantelpaoa, teaente-
coroael Fraocisco Fellppe da Fonseca Tinoco e
Joo Sisenando Pinheiro^
CAPITAL FEDERAL
Em edig&o de 17 do correnle paolicoa o Jor-
nal do Commercio :
< O enviado extraordinario e ministro pleni-
potenciario de Portugal junto ao nossa goveroo
ter oesta capital a recepgo condigna ao seo
alto mrito pessoal e ao feliz acratecimeato qae
a soa ebegada vem confirmar, o do restabeleci-
m-rato das relages diplomticas entre o Brasil
e Portugal.
A colon! po-tugaeza representada pelos eea3
faoccloaa ios consolares e pelas suas associa-
ge8 e instlalos se p'epsra em toda a socieda-
de braslleira qae vio c m magos o rompimeato
dsqaidlas relages agora restabelecidas. para
maaifestar ao illuslre estadista e graode escrip-
tor o apreep a admlrago pelos seas serv
SJJ
f
i


Diario do Pemm1?neo Sahbado fco do llaio de 185
3
Coi e ai Boas obras e o amor e a anisada fr*.-
orna pelo glorioso pala do qual ven ser o re
i neniante do Brasil. __ #,.<. ..
Os preparativos para a justamente rstiva re-
cSi principiara e o. ProRrammaa I 68-
lio aceitos pelos qoe os promovem.
Na lo ma <,o estylo. o govero. pola dlipo
Hielo no diplomaia portoRuex ana lancha do
Esido que provavel seja aceita par S. Btc
nira o eeu desembarque.
E-te se fa' n> caes Pharoox, se o ministro
afta mo trar prefereo--ia por outro oooto.
O Coacelho da Intendencia nomeon ama com-
miesao roipuBia dos tirs. Dr. Gabixo, Heredia
le Sa e Sa Freir, para dar as boas viodas ao
ji'usire hospede.
Irau a bcido do Clyde cumprnentar a S.
'ic. os Sr. consol e Portogal e coacceller do
ccinscladocommeodac'or Frederico Correia Li-
na e todo o peasoal do consulado e commissOes
do Gabina Porugoez, Retiro Luterano Poro-
sues, Socieflade Por.ugut.za ae Beneficencia,
Caixa de Soccorros D. Pedro V. Lvceo Littera-,
rio Portugus, Real Clob Gymnasco PortUEuez
Real Aasociaco Benecente de* arralas Porn-
gtteses, sociedades heceBceoies Chrisiovio Co-
tombo, Congresso Tnomax Ribeirc, Homeoaiiem
ao Ac or Das Braga, Fraleroldare a Colonia
Portuguesa, Club Mosical Fio de Boiafogo, Ho-
meogeni ao Come de S. salvador de Mattosi-
nb.ee, Flibos do Trabalho. Homeoagem a El-Re
D. Carise n oitos outras, cojos ttulos nao nos
foi posaivel saber.
A Eurcas deesas commisoes irao precedidas
de bandas de mueica. .
i D senorar ando do (peiPhJroux, oconstioe:-
ro Tbomax Ri. eiro ter a soa dispoti5o um
Lunduu cff.recido pelo counol geral D.. Cenieuo
t Lase trem ec-guir com Lds as pessoas qo-
0 quiz;rem acowpanbar para o botel Metropole,
cas Laraijjeiras.
1 Parece que est marcado o sealte llloera
rio : prega Quina de Novembro, roas Prmelr..
de Marco. Hospicio, UrogoayaD, laro da Ca-
nOCT, -u-s S-nidor Daas, Pasaeio. Lapa, Cal
tete e Leraojelrai.
No Hjici ae>ropoles ef-to tomados ires apo-
3 nto, que fo; m mobiliadra de novo.
? A rompaobia lyrica do Sr. Malla dar ud
espectculo de gala com a opera Giocoada.
O numero da Mala ta Europa, qoo ser dl3
tribu do na segunda oo terca-frira dedtcadu
ao illostre mluslro portugus.
N i'i-cao do da segme ccreBcentou a
iesma (olba : .
O ar. prt>ide:ite da Repblica se far repre
tentar na chi-gada do Sr. roiniatro de Pjrtugai
por um des eeus ajooactes da ordens.
Tendo o goveroo posto urna lancha disposi-
co do Sr. cooseloei'O Tomax Ribei'o, o dts-
eaiba-qa-' se fara co Arsenal de Marioba.
Por sso, o itinerario ser peles toas D.rea,
Covidor, tongalvee Das, Carioca, Trexe de
Malo, Senador Dantas, Paso, Lapa, fltale e
Laranieiras. ... ..
Secdo o Clvde esperaao amacha de macha,
o? Srs. consol'FortOHoez e cbanceller emharca-
rSo as 6 boas da manta ns -aos Pharoox.
Abri'o pre.-iiio um cano com oeslan-
darte do Jornal do Brazil*.
A Directora do Gabinete Portoguex de
L?itura ter a sua dispesicao e a dos vog.es do
Conseibo Dei.beratvo cuas lanchafi a vapor atra-
cadas ao ces Pb.3roox, defde aa 6 horas da ma
nh de domiogo prximo, para irem a bordo do
Slj es receber S. Exc. o Sr. Consclheiro Too-
maf. Ribeiro.
As lanchas te^So arvorada co tepe ds mastro
j bao eir da Iaaiitoic&o.
As tojas MagooicasVigilancia e Un:o e
rrcnqoilnaifenomearSo commi8f6j3 para ir
bordo comprimeotar o S-. Tnomax Ribeiro.
Nei;o:iaate3 e a S. Mical FI6r oe Bo-
afogo irao em orna h'.rca Feny qoe atracara
aa Prala da Saodade. levando a soa banda de
mosica e o respectivo estaodarte. Parle da ua
di Passagem e o e'icio da Saode illuminaro e
embandeirarao, havendo naqoelie baile em re-
goa jo cnegada do novo ministro.
A Sociedade"Uo:8o e BeneBceocia, em ses-
io d< 16 do correte, oor proposta do Vice-
Presideote o Sr. coronel Delphino Erasmo V-
rente Sado. k de 8, foi approvada por oaanimi-
dade a nomeasjo de urna commiesSo para em
nome da Sociedade, comprimeotar e felicitar o
Sr. Ministro Portogoei Conselheiro Tbomax Ri-
beiro, Igo que chegar a esta Capital.
u Ccngre8so Beneceote Toomax Ribeiro
nomeoo orna commisaao para faxer entrega de
um caitSo de .elicitaco pela ebeguda do illostre
iliplomata. .
O cartao est exposto na caea Loix de He-
atnde 4C.
O Gremio dos Estodantes da Fa:uliale
Livre de Direiio nomeoo orna corntnlssao com-
posta dos Srs. : Jos Fortunato Meoexes, Carlos
Salabe.-ry e Mario Belort Ramos para receber o
Sr- Ministro Portogoez.
O Sr. Nicolao Altes Vianna, Vice-Coosol de
Portugual em Macah, veio propositalmente a
Le Doateur Phippe, tout juslice lai soit rea., a f* J caalo sem debate
due, etait un bomme de grand la'ent el de
houte intelligence, mais c'elait surlout une ame
droite, genereuse ; il etalt affable, doux et bon
poor tons. La mouche est tres vieille, elle a
ooe grande experience de la vie el elle a appris
reconaitre que rien ne vaut, s^ins la bont.
Que de gens de lalent, de genie mroe, trou-
veul mojen do n'olre aimis de personne ; ils
excitent l'adrairation, l'etonnement, lo rsped
et c'est tout !
Homraage, done, a celui que dans la vio sut
elre non seulement un homme Ilustre, mais
aussi un mari devon et tendr, um pre de fa-
mille a Imirable et un ami sincere.
Que de sien de Dieu il veiile encor sur cette
famille, qus lu lait si chore et que le Court
Pu:ssant donne a cette famille la Resignation et
la Foi. dans la reunin.e.ernelle,! dans la ver-
able Patrie 1
Fly.
Senado de rernambae iNao bonve
no!.t m n-so por lerriu aieoas comparecido
s Srs. Aotoi.'io Pernaoibnea, Hrculaoo Bandei-
t*. Albino Silva, Salazar o^ccsd, Eduardo de
Gllveira e Re^u^-ira Costa.
A r-onio foi presidida pelo Btm. Sr. Dr.
tle.colauo Baideira #n Mello, que nos termos
-egimcotees maodoo l- o ixpedieote e eutrar
- a o ' Foi la, sendo sem dbale encerrada a d s-
ca s-lo da acia da sesso anleced^ute.
O Sr i.* .e retbrio pro:eaco leilora do se*
u ote expidite :
Uin ptiao o ha'harel Joaqntm Pereira di
S iva Guimares, professor de lingoa latina oo
Gyuna8io Ferouabu:ano, r. qierendo qoe se
ut "i-e o goe'oador co I 'a o a aroseotal o
co'ii todos os veoriccen o\A' 5* commi-jSo.
Outra do Dr. Pr.x-ues G mta de Sooia Ptn-
ga, re jut'en i'j a extinecao de sua respoosabili
di'ie parcial iorro Bador do tioaao tbesoareiro
do Tnesooro do Estado, l'lneo Celbj da S Iva.
A'3' comavis- .
Gatra de Joo Luis dos Santos, latea Jo Ide-
tica 8olicitacao.A' 3* commis^a.
Nij havenio quem qu xesse utiUsir- e di pa-
iavra ua primeira hora da seaso, passoo-se
ordem do da.
Foram encerradas em segunda diecossai as
resolucoes ociadas este auno na Cmara ios
Srs. Deputauos pelos projectos i>8. 87, 27 e 26,
de qo tratam os parce-rea na. Si, 55 e 57.
O 1. ao.ol 81 a abe tara oe cre lo para pa*
g-meoio dos irabalhjs u.bygrapbicoa e lypo-
graiib eos.
2 o laeai a tiejpender--e 20.000* para a con-
atraeftO oeuna i-dcia em I amoe.
3. dem a cootratar-3e a contruejao de cma
estrada de ierro do Recite a I aub.
Esgotou-se a ordem co ai.-.
A oe hije : votaga das materias encerrada
* 2.* r.-cu-sao doB pareceres dp. 56, 58. 65, 66
67 e 08, todos dc-s'.e anuo.
Cmara dos Deputados Eflectnou-
se boui ai, a hi,ra regimeuiai, a 46" se-^so ordj
nana, sob a presideucii do xua. Sr. Dr. Jos
Marcellino da Rosa e Silva, teolo comparendo
os S s. 'otiso de Barros, Pinbeiro Ramos, Gon-
galves da Ro ha, Eipidio FigoeireJo, Jj; alar-
^ellioo. Joaquicu Giimaran. C-lso de Sjux, i b oae3.
A-aoio Lima, Moaa Silveira, tstacio Coimbra,
uomiugos de Abrea, Gaspar Peres, Apollinario
Maranho, Goaofredo Mo3coso, Bianor de Medei-
ros, Perei-a oa Silva e Rengues Porto.
Fot lioa e sem debate approvaJa a acta da
)t-sso aotecedete.
O Sr. i secretario proceden a le=tara do se-
guinte eipedieote :
OSi-o do Sr. D-. secretario da fazeoda, re-
metiendo urna meorW .. do ''0^61-1 t.aba|b0 feil0 e qne re,eia q06 S. Exc
vernidor acompaahad da propo.-ta do orgatcea- uu ""' .... ,
to de receita e despexa do Estado, concerne >te scrotoo com a mxima caotela todas as tontea
ao exer-'l'-lo de Juiho de 1895 Juaho de t89G
app-ov-ioa os segoinies parece*es :
N. $5.Da 3' coaamissao, concia ndo qoe deve
ser approvado o contra "lo celebrado uo Tneaoa-
ro do Salado com o cidaa&i Jos Gomes F^rrei-
ra Mais, para extraego de loteras com algomas
cnodificagOes. (Projecto n. 97).
N. 99 Di mesma comniieso, cooclolndo pelo
defenmento da petigao de Taom Joaquim do
Rs^oBirrcs. (P-cjeclo o i03).
N. 101Da 10a ccmsisso dando a redacglo
do projecto n. 17 deste anno.
N. 102.Da mesma commisaao redigiodo o
projecto o. 44 desta.
N. 103.Dj 4" commiasS), aotirisando o Go-
vernador do Balado a auxiliar a Extraa de F^r-
ro Norte Braxl na Cuost-r.cco da via-ferrea de
Tamandar a Palmares e ramal de B>rra Velhi
a Seriaoiiobr*. (Projec o n. 108)
N. 106. -Di 1* comm'ssao, concloiodo que
deve ser adoptada a emenda fdta no Senado, a
resolugo iniciala uesta Cmara pelo projecto n.
21 deste anno.
Este parecer (o remecido coums-o de re-
dacc<.
.da mais bateado a tra'a-, o 8r. preidente
levantoo a sesso designando a seguime oriiem
do da :
1. Parle :l* discusSo dos preje-to? ns. 8 de
de 1893, 4 e 107 ; 2* do de a. 73 e 3' dos c!e
os. 57 e 5 vodo do Senado.
2* Parle :2* dijeossSo do3 projectos ns. 67
e 90; 3a dos de ns 69 e 93 e continoaco da 2*
disciisso do projecto o. 75.
Orcamento do Estado -\la;s urna pro-
va eloqacnte de sen peregriao talento acaba de
produxir o Exm. Sr. Governador com a remes^a
ao Coogresso do Estado d'uma longa e be de-
duxida mensagem, acempaobada da p-oposta do
orgamen'.o da recelta e despesa para o exercicie
loancti-o oe 1 de Jolho do correte anuo a 30 de
Joobo do aooo vindooro.
N'essa extensa pega S. Exc. adooa cooside-
ragOes de grande valor depols de om estado
comparativo da receila do Estado, qoaodo prc-
vincia, com os demals da Uio e ebeg, por
urna lgica Irrefutavel, como a dos aigansmos,
a coaclosao de qoe o nico, onde a receila publi-
ca n5o leve rasoavel accreeciaio, como era m s-
ter, para faxer face aoa encargos qoe a aova or-
ganlaacao exige' infelizmente o nosso.
E assim prova qoe a progressao da receila or.
(ada nao teto corre3ionldo s exlgeocias d'es-
E63 deveres em om Eatado qoe, como o nosso de
primeira ordem pelas soas ondiges finaucei-a?,
deveria primar on eaa orgaaisago de Eslaio ac-
tooomo realizando aseim a sepirago cimentada
com o laogoe e eeforges de moitos dos oossos
anceatraes, colli;an1o todos o? Estados fedea-
dos om eecpo elevado em sua organlsago, Per-
oamboco nao deviu qoedar-se em mioter-se
n'essa prejudicial apatbia, vivendo simplesmente
d03 looros colhidos oaa iradic^Ces gloriosas de
cossa historia patria.
E' preciso reagir com o mais desvelado a Lo
para que a nesra hegemona 33 manteaba por
todas as formas.
E certamente oenbom alvo mais grandioso do
qoe impolsiouar todos oj melborameotos moraes
e materiae3 do Qosso flo-esceate Estado, collo-
cando-5 em coodic,5!8 de figorar con todo d?sas-
Vasida sobre esses moldes acba-se a proposta
do orgameclo remetlida tontea con-ideragao
do Congresso.
Da pablicagao da mensagem e da proposta
fea em ootra parle da nossa folha, se cbegai
evidencia da necessidado imperiosa da adcpga-
per-
A' 3* commlssio.
oot'o do mesmo seobor, remetteoda oforroa-
da a peugo do professor Joaqolm Mauoel de 011-
veirae Silva.A* qoem fez a reqosco
PatlCo de Antonio M. da Silva e Mano^-I G.
de Pigueiredo, continuos da Inspectora G-ral
de Hygi-.oe do Estado, rejuerendo que eejam
equiparados os seos veacimeaios aos des couti-
LU38 das outras Secretaria*.
Portugal em Macab veio propos.talmeate a ^ ffij&9VwtS&
esta Capital, para comprimeotar ao coaselneiro *%*e imposto de giro^-A' 4- com-
Tnomai Ribeiro.
A AssocagSo Beotflceote Memoria ao Mar- "SJ?;
qoex S da baodeira oomeao orna comrxlsaso
de tres memb.os para lomar parte as jostaa
u merecidas maoifstags de synopaibia qoa
fo ser prgalas ao Sr. Ministro Portoguei.
O Ccngresso de Beneficeacla Prodeate de Mo-
raes re3olseo to qoe se realizaram por occaslo da ebegaaa a
esta capital do Sr. cooselbelro Tnomax Ribeiro.
Em homeoagem lambem ao Sr. Ministro
Portogoez ser laudada oo da da eaa caeeada
u esta capital orna sociedade de beoetteeocia
com o litlo Cealro Familiar de Beneficencia
Taomax Ribeiro qoe assegoraodo o fotoro dos
cus associados traosmiltir aos psteros lo
notavel acootecimeoio.
A instaliacio verificar se-ba na sala da roa do
Regnte o. 86, sobrado, onde se acbam as lis-
tas para a mscrlpgao de faoladores qoe pode-
nam ser de ambos os sexos sem desiincgo de
oacioalidade. ,
0 Ceotro da Colonia Porloguexa se far re-
preseatar, na cbeeala do r-r. Tnomax Ribeiro,
por ama commisso composta dos Srs. Asgnsto
da Costa Mcia, Aoiooio Jos Pereira Loozala
u Antonio Bernardo de Aime'.da.
O Ceotro ir em laucha especial e fa' en-
trega do (lilo de presidente nooorario ao Sr.
Ministro. _
A Sociedade Beneficente Anjo da Carldade
Maria Pia resol veo oomear orna commisso para
lomar paite em todas as maoifestac&es qoe
M realixarem por occasio oo Sr. conselbeiro
Tnomaz Ribeiro, Ministro Portogoez jonto ao
goveroo braxileiro, cbegtr a tsta capital.
A CongregasSo dos Artistas Ponogoeiei, em
soa Diurna sesso aomeco orna commisso para
ornar parle na recepgfto do S Minlatro Por-
M.goez e reaolveu embaodeirar e nominar a
frente de soa secretaria nesse dia.
NECR0L0G10
Ao Dr. Miguel de Figuelra
Faria
rE SUA RESPEITABILISSIMA FAMILIA
Urna sentida lagrima sobre o t-
mulo do velho e idolatrado amigo Dr
FELIPPE DE FIGUEIROA FARIA.
NO
7." dia do seu passamento
Recife, 23 de Maio de 1895.
Dr. Pedro de Alhayde Lobo Mostoso.
[ I IIIII 1
A Mousienr le Ifeoeteui* Miguel.
la famille de fIllustre
Dfant, le Dr. Phellppe de
Figueira Faria.
La Iouche
Par sa petitesse, par soa peo de lalent la
lonche oceupe le dernier rang des Redacteurs
do Diario; mais, s petite qo'elle soit, so n cha-
grn est grand et sincere.
os seguales
Foram lid os, la Jo a imprim
pareceres:
N. 113.Dj IC' comml3so redigiodo o pro-
jecio d. 71 deste anno.
N. 114.Da mesma commisso dando a redac-
to do projecto o. 65.
N. 115.Da 2' commiaBo cooclaindo pelo de-
fenmento da pengao de Aotoolo Pereira Simoe<.
(Projecto o. 116). M
N. 116.Da 8* commisso concluindo pelo de
fenmeotJ da petlco oo bacnarsl Artoor Barba-
oo UcbJ Cavalcaote. (Projecto o. 117).
N. 117.Da 4 commisso coocluiodo pelo de
renmeuto da pelito de Manoel M. Cavalcaote
de A Duqaerqne.
N. III.-Da 2* coamieso caocloindo qoe dtva
sor adoptado tal como ae acba rediguo prc-
jecio o. 36 do correte anuo
Foram lidos e di. p 'osados de impresso a re-
queriaeoto do Sr. Gaspar Peres, os pareceres da
IC* commisso, aob os. 119 e 110, dando a re-
aacgio dos decretos ns. 5 e 6 desta Cmara, e
em segoida aDprovados.
Foram auda lidos aoos pareceres da tu* com-
misso sob os. 1X1 e 122 dando a redaeco dos
projectos ni. 10 e84, seado oupeosado oe im-
presso, aqoelie a requerloaeuto do Sr. Goo(al
da Rocba e esie a reqoerimmio do or. Biaoor
de Medeiros, e em segoida approvados.
Foi lido, apoiado e jolgado oojecto ae delib-
rago, lado a imprimir om projecto sob o. 115,
da re:eita qne podiam eer augmentadas oo crea-
das e sa despesa empregoo todos o esforgos de
modo a qoe podessem os oossoa coesUdaoca
Cosar das vantagens a qus lm dreito at'.enden-
ao se a Importancia do oosso Estado.
Qaem examinar detidamente esse Irabalbo
ver qoe^por S. Exc. foram consultadas toJas
as oecessidaaes qu9 pediam ser objecto de cogi
taco dos poderes pblicos.
Stimo diaR allsaram se hontem pela
maob oa igieja de Nosaa Seuhora do Para-
so sa missas mandadas celebrar pela alma do
nosso sempre lembrado ebefe a cbaro amigo
Dr. Felippe de Figuelri Faria.
O acto foi grandemente concorrldo .por tedas
as clasaes sociaes qoe assim ainda ocu vei reo
deram om preito de ioolvidavel estima e inex-
tlogolvel saodade ao grande lactador da impreo*
sa qoe taoto soobe elevarse pelo brilho do seo
talento e paresa do seojearacter.
D'aqui aioda oaia vez enviamos os oossos
agradecimeotOB a .todos esses qoa nos acompa-
obaram oa grande magaa qoe aos enchea a co-
ragao com a perda loestlmavel qoe sobemos
com a morle do nosso estremecido cnefa e ami-
go.
Conselhelro Tbomaz Bibelro
Coasta-nos a publicago na Cipl al Federal de
om manifest contra a nomeago do cooselbel ro
Taomax Ribeiro, partido dos alomos das esco
las sope iorts.
Tal acto da parle des referidos alomos nao
racao, oao a imprimir um f'jv>" --. ---------
apresentado pelo Sr. Julio Aolero, aoioriBaodo ( po(le deixar de provocar a c03sa condemoago,
SttJE^SSttTSS. P: -- P- I-ol. e por priocipios inimlgos
- de taes maoifeitagOes qoe, se para algama coo-
sa servem, concorrer para o nosso descrdito;
axiiiar o muni-
cipio da caplial na desapropriago doa predio i
ua roa do Cbg, a bem da ouiidade publica
e embellezameoto da cidade.
KSdTexpedien "o Sr Lipidio Figoere- e se algoma cooea revdam, simplesmente coo-
do, oediodo a palavra pela ordem, requeren que
o projecto o. 8 de 1893 loase dado j ara oroem
do di, sendo Hendido pela casa.
O Sr. Rodrigaes Porto, oblando a pa avra en-
vicu mesa orna petigao do oacbarel Antonio
Pedro da Silva Marques jo x de aireiio do moni
cipio de Caruar, reqoereodo om anoo de licen-
ca, a qoal depois de da foi remeltida 8' com-
misso.
roo aioda o Sr, Pereira da Silva qoe reqoe-
reo qoe sa completasse a 6* commisso, atim de
*e poder dar parecer sobre o projecto o. 59, seo.
lo no mea dos os Srs Estado Colmara e Jallo Aa
tero. ^
Nao havecdo mais qoem qaizesse se u'ilisar
da palavra oa bora da expediente, psssoa se a
do dia.
1.a t>arte :Eotracdo em 2a discosso o pro-
jecto o. 5 de iniciativa do Serado, orou o Sr.
Goagalves da Rocha qoe envioo 4 mesa orna
emenda, a qoal rejeilada depois ae terem ora-
do os Srs. Joaqom Golxares, dais vezes,
AfTioso de Barros, Apollioaiio Maranho, Dj-
mingos de Abren e Estado Coimbri.
Oroo aioda o Sr. Gaspar Peres qne envioo
oiesa orna emenda, qoe fot tambem regeitada,
depois de ter orador o Sr. G jcgalves da Rocba,
ji oio approvado o projecto e dispensado o in-
tersticio a reqoerimedto do Sr. Joaqoim Goimc-
res.
SOmellido 2a discosaSo o projecto. 66,
fui sem debate approvado. --
Em seguida foram submettldos i 3a discosso
os pnjecio D8. 76,88 e 104, eeado approvados
e remettldOB 10a commisso.
2.a Parte :Su^meitido a i* discossSo o pro-
jecto o. 57, foi approvado e dispensado o lotera
icio a reqoerimeoto do Sr. Estado Coimbra.
Kntrando em 2a ilscmsto o projecto o. 78, o
Sr. Celso de Sooia reqnereo o adlameotoda dls-
cu*o para imanta, seodo atteodldo pela cass.
Em seguida foram opprova^oa em 3' discos-
sao ob projectos os. 64, 82 e 94, sendo remet-
aos 4 commis.-So de redacto.
demnavel ausencia de cortesa para com nm
estrangei o iuiire, qoe por todos 08 ti'.ulos lm-
panba-se nossa deferencia e ao nosso rea-
pelto.
Qoaodo to grande p;rte da popolago daqoel-
la cidade se prepirava para, n'uma brilbantissi-
ma e juta manifestago, significar ao grande
bomem a coa admlrago pelo seo talento e vir-
tudes cvicas, ao mesmo tempo qoe mamfeslava
o sru regosijo pelo estabelecimeato das boas
rtlagOes entre o goveroo de dous palzes qne de
lio tonga data vivem unidos pelos lacas de mu-
toa afleigo realmente desastroso, verda-
deramente deploravn!, que um grupo de mocos
irrequietos, qoe deviam ter meibor nego do pa-
triotismo, se levautasse para diminuir o bnlbo
de orna festa lj altamente coafraterolsadora, e
que de to perto tocava fibra intima dos rJibos
das duas oagGes.
Di88em38 qoe houve nesse acto impensado-
al a de ludo, ausencia de corteis, e realmen-
te : qaando o conselbeiro Toomaz Ribiiro, pela
delicada mlscao poltica que vem desempenbar
no nosso pala, oo fosee syopatbico a esse oo
aquella grupo que assim se jolgasse cem o
dreito de maolfestaMba o sea dei agrado,
mallo embora escolbendo nm mel qoe mala
deUa das no/mas da boa edccar,8o, nos parece
qoe o mullo que tem (ello S. Bxc. como bo-
mem de ettras, em cojo carcter 6 ;aponlsdo
entre todos os povos cpIIoj como nm dos bene-
mritos qoe.todo ha emprehen Udo em prol do
progreso social, serla suffi.i '0 leocio aoa despeitos mal enteodldos, s expo-
s6ea deod'o. qoe nao po'e encontrar jnstifi:.ll
va eeao em ilgam grupo maito sem Ideal, que
'ente por tolos os mems desmoralizar o regi-
mem republicano, e plantar a aoarcbla Insensa-
ta no seio da no? si blla pat ia.
Lamentm.'?, pols, sinceramente, qae tal oc-
u- ocia se ti nta dalo, muito embora saibamos
que nenbuma nflaencia poder ella ter no ani-
ma raoio ..do Sr. conselhelro Tnoxaz R belro,
que bem deve avahar qu, n) ao seio deeses
qoe palpiu a ho3pal-;i-a e generosa Ima bra-
sileira, e que, pelo contrario, a patria est
om es que, irabahando pela sua paz, d-
< orrem para a sua eslabilidade e firmeza d..s
metiiuitOe vigentes.
Lavrsmoi, pois, nestas liabas o cseo prc-
to.
Dr. Felippe Figueira -A' Rep-
blica do Ctara a-
sar que me enna p lo fallecmeoto do oos-
so cele D-. Peiippa de Figueirfli, e jelimoj
pe-mi3o para patear 5s oo.-ss colonriasa so-
uoticla sobr: o triste acontecido qoe tanto nos
pungli:
Telegramma *Jjue ac-.b irnos de rebeber do
oosso CDrrespon lente da Rec fe, da-oos a tri-te
nrdcia d baver fallecido n'iqudlla cuadj, o Sr.
Dr. Felippe de Figce.rcu Faria, redactor chee
e co proprietariodo Diario de Pernambuco.
A impreosa peruaiibucana ecffreo o agolpe
profuodo.
O illi.8tre redactor chefe do Diario reuoia
8 eua varala il'ustrago orna li ineati :a:"e pro-
fe. oriJ iiaiacavel.
Podemos colhe.* ons ligeios dados sob o o
Dr. I'': ,cei e os damos aqoi:
Era en>eunelro civil oo antigo rgimen
xTceo as fuoccOes de depotado previne!I em
diversas legislaturas. D-p.i- da f-ro hma.i;.
da Repabuca, o Dr. Fi^u iri foi el 'Uo p-o
-eu Elado diputado ao Congrego Nicioa 1 Coa-
8li"oioie, e depois senador ea'.aaoal; ocerpou o
cargo de eo^eiitielro cefe de orna tas estradas
de ferro de Perra mbu.o, e o governo fe le-al
e di8lingoiu nomeaade-o na a impor an e oai-
iesao de icmigrao da Allemanba.
Registrando o laslimavel acooteciinento, A
Repobllca* enva aos coliegas do Dia io d^ Per-
u .mjoco e a familia do morto eeutilos pezu-
iCI.
D. Manoel -S-guio ho-iem pan o Rio.
acompanhado do su secretarlo, o Exm. e R7din.
Sr. D. M'Uoel dos Saotos Pereira, ulaslre e vir-
tuoso bispo d'esia ticcese.
S. Exc. It'l ii. val a n e-e-fe a'mla diocese
qaal da todo o corceo se tem dedicado.
Acompanoiio S. Ex os vetos que fazemos
para qoe seja a mais bonaegosa a sua viagem,
e volte logo ao seio ce sua alcese que tanto o
est'em'sso.
Para a Capital Federal -Pira a Ca-
pital Federal segua na iguaria fera ul'rs, o
nosso dielincto amigo, o Sr. Conselhelro Joaquina
Correia de 'A-aojo qoe ai lomar parte 003 ira
balito* do Congresso Nacional, como Binador po-
tste Estalo.
Desejamcr-lhe muito feliz viagern.
Bcreeuse-0 maestro mido ol-recen
Allanen Musical Pernambucmo urna recenlis
aima ctmpuslgj a qoe cj o nomeSent-:
cmico.
E' orna Inda bcrceu eqae vem aiada urna
fez mostrar exhuberaotemeuie os pe.-feitos co
oberiment08 qoe seu aucior tem oa arlj que com
lana oobrexa cultiva
scnpta para piano, v'olino, flauta e clariaatto.
no estylo moderno na escbola alterna a nov:i
composlclo ser muito breve clit.d .
Concert Sansone-Na prxima se-
gunaa-leira tem lugar no sala de honra do
Taeatro 5. Iz bel o concert vocal e iosirumen-
lal cffer-ci io pela Imprensa ao conhecido tm
presarlo G. Saosone.
Dividido em doas parles, o programma 6 com-
po8io de trechos de valor os quars eero execu-
tados per dlstioctos artistas, fazeodo-se tam-
bem oovlr ama Exm.* diieitante da nossa socie-
dade.
O programma ter coovgo as 8 horas na noo-
l, fiado o qoal os convidados eocoafarao no
pomo de cosame coudocgo para Api pucos e
Caxaog aos carros u'esta compaobia e alcan-
g-inuo lambem os carros da Companhia Ferro
Carril.
E' es'.e oprog'amma.
PRIMEIRA PARTE
lnliufgos da ordem O Sr. aleres Cbegados do sul no vapor italiano Las-
Haia, toodeirgado do rleafe, prenden boo'em Palmas:
o segcintus tndividaos : Luciano de Castro, Joaqnim Alves, Joaquim
Igoaco Padilbt de Fraaga, canb9cido desor-1 de Andrade, Armando Fej, Antonio R. Caval-
fielro, por querer violentar mulber de nome cunte Vleira, Alex*ndre M. Netto, H. Hildrath,
Chauna, moradora ra do Vigarlo ; e Belml- Joaquim P. Guerra, Beogno J Squeira, Fran-
'cis ue Andrade. Sebastiao Deir.
Les Rameaox.
Lasclall diz melodiespeIo
re di
N. 1i ) Fauza
l) Oeoza
Sig Sansooe.
N. z -Coonod Faust. aria Clera om
Thn t pela Exm.1 Sr." Snber.
H. 3-Rabn8ielo Romn en Mib.
Polacco Thomas Daoser Caracteristiqaes
pelo maestro Polacco.
N. 4Missenet II Re de Lihor arioso O
casto Bar del mo sespir pelo Slg ComolelU.
N. 5 -Concert per Aipa, pela Si Rila Co-
ro'ti. |
N 6-Yerdi Alda doo R vedrai le foreste
imbalsamate pela Exm." Sr.1 SibereSigCa-
moletti.
SEGUNDA PARTE
N. 7Doo per Mandolnj e pianoforte pela
Slg R. Ceraitl e Maestro Polacco.
N. 8Car o Gomea Lo Scbiavo aria Ob
ciel di Parabyha pela Slg B^rnib^i.
N 9-Verdi Otello mooologo Credo lo do
Dio crodel pelo Sig Sansooe.
N. 10-Tosti Goad Bje* melodie pela Exm.1
Sr.a'Sriber.
N. IIPolacco E'.ade symphooique pelo
Mies'ro Polacco.
N. 12-Biaet Carmen arie Toreador atien-
to, pelo Sig Sansone.
A escolba nao podia eer meibor e estamos cer-
ios qoe pelas boas sympatblae qoe entren
goea o Sig Saosone. vej mos n'aqoella ooate,
reomda a distiocta sociedade perBambocaoa.
Tribunal do Jury do Recife -Hon-
tem compareceram 29 inrados.
Foi sabmeUido a julgamecto o reo H;lio o-o
dos Sanios, prooonciado no art. 304 paragrapbo
calco de cdigo Peoal, por baver prallcado fe-
rimemos de oalorexa grava oa pes30t ae Ma-
noel Nuaes da Silva, no dia 18 de Jalao de 1894
Pez a accosaco o Dr. Virginio Caroeiro Meu-
des da Silva, 2. promotor publico.
Produxio a defasa e Dr, LnltEmygoRodri
gues Vimna, advogado dos presos pobre?.
De accordo con as decieoes do causelbo de
eeuleoga, o Dr. Jiio Alvares Pereira de Lyra,
presideale do tribuaal, coodemeen o reo no
grao mximo do art. 409 do Cdigo Penal a 1
anoo e 2 mexesde pri-o simple?.
Serviram no conseibo de senieoga os jurados
Genuino Augusto Peixoto, Antonio Gamioiaoo
Marques, Jof AnaeUcio do Nascimeotc, Manoel
Candido Feroandes Pires, Benjsmim constan'.
da Curaba Salles, Heoriqoe de Almeida Bastos,
Antonio Joaquim Lopes de Camino, Joaquim
Francisco Reg Mei'o e Alolpbo dos Santos.
Foi encerrada a seseo.
Juzo do eivel-Tendo o Dr. joixdo ci-
vel encerrado boaiem o jary, dar e'le boj a
respectiva audiencia ao mtio dia, hora do cas-
lame.
Os nossos coliegas da imprensa
A Victoric, em soa edigo de iS, fax a se
guie re'e-encia, que agradecemos, ao fallecl-
meoto do nosso presado ccefe :
Falleceo bontem s 8 e mela horas da noit<>,
na cidade do Rec fe. o Dr. Felippe de Figuai' >
Fa-ia. victimado por om ataque de congestio
cerebral.
O Dr. Felippe de Figoei'a era o ebefe e
co-propnetarfo do Diario de Pernambuco ei
exerceo dillerecies cargos pblicos, qor de
elelgSo popular, qur de oomeago, bonrando-se
em todos elles com lotellgenda e sabedorla, a
oar da prudencia com que pantava os aclos de
soa vida.
A eaa perda extraordinariamente sensi-
vel pa-a a empresa do Diario e para a Exma.
familia, e os amigos perderam a convivencia de
om coragao leal e dedicado a toda a prova.
Qae a ierra Ibe eeja leve.
Acompanhamos a il oetrada red-cc.Sa do
Diario de Pernambuco e a Exma. familia na
justa u6r qa os dilacera.
inio Typograhlea Esta assoclagao
funcciouari oeOoiuvamenie em aesemola geral
no prximo domingo, bem como extraordinaria-
mente o coopelho de delegados para approvago
de stcloi eectives e honorarios.
ra Jda'ia do Nascl -enio, por haver (orlado o|.
vertos objectos e dmhelro pertencentes ao Sr.
Manopl Jo- ra Rosa.
< ublicacdes -Rebebemos :
Os ns. 3 t 4 oa Vicoria, perlolico qae se
pur-1 ca na ciade da Vicoria, desleB'tado.
O o. 16 do po o excelleots orgio da Pa-
darta E-piritual au Ceara, qo> dedica asna
P'imeir.i pagiua ao finado poeta X.vier de Cas-
t o.
Assh*9 Couamercial Agrio
la de Pernambuco Fji eleita em asi- a-
bla ge-al, realiza ia em 18 do audante, a nov
directora des.'a asoc|.'53 para o exercicio de
1895 t I89S, tic.nio asm compota :
P.esueuta -Fr.nneco Faustino de B-it'o.
Vice p- eident^Jas Ferreira Uarj i'j.
I. S')3retario-Jo- di Silva L>y> N tto.
2* dioJoaquim Mjaleiro da Cor.
Tneaoureiroloaqom da Silva Salgaeiral.
Commisso de coalasVeoaocio da Sveira,
Adolpio de Brilla Tava-ea Ci.'delro e Augoato
Oc'aviaao de SJusa.
Iruiandade de Sao los il 'Agona
Maot-iu pelas 4 ooras da tarde uve logar
con s.-lemoidade religin a posse da v,o-.
m si a qa l foi p*esiJida pelo Rvm fre Mi
ri n io ta- ido.
Assassinato N) d.srict? d- Palmelra
do iuuicipio oe Canaotinbo, no da 16 do c r
rente, os individuos Flix Francisco da Olivera.
a sen loao Claud>o de Oliveira, coobecdo
por CUuiio Amando, aseassiaaram brbara-
mente a Joaquim Pedro da Silva.
o< criminosos evadiram bc
Ferlutento-No du 19, no logar Sitio de
Sa f .cni, do desincto cima referiJo, o indi
vi a i Antonio Usrcellino ferio sua, amasia de
Doa; Bniina Francisca dos Santos.
O ofie >or fji imo en flagrante.
Autoridades policiaes -EatraniB em
exer-ii' io:
No da 19, o capo Francisco Csleslioo Cal
lado, como dele.aJo do muiicipio de Agoa
Pret .
Na da 23, o cidadao Libanio Presidij dr
Carva uo do cargo de sobielegaio do 2. Jis
tnct He S. J>s4.
Mala Real-Telegramma recebido pela
apsata da -ala Real Ioglexa diz qae o vapo
Maydlena, sabio do da 22 as 10 hj.as da nu-
te do Rio de Janeiro.
OutroTelegramma recebido p:la mesma
aguacia d:Z qoeovipor Tagus, sabio s 6 ho-
ras damauh do da 24dai Alag.se devera
C'ie^a- .-qii amiah d* manas.
Cemiterlo PublieoForam sepultados
no Ceraiteno Pablico de Santo Amaro no uia 20
de Maio os seguintes cadveres.
Pan is o u Paula ae Souza Peixe, Pernam-
buco, 21 anaoa, solieiro; G.-aga.
B-iuo loa Aive8 B.ando Filho, fernamboco.
3 saetea; lid -Vista.
Mane Re a da Paz, Pernamboco, 33 auno?,
viav; s. Jo.
CbnaiUiasa Mara dos Prazeres, Percamboco,
38 a .ios casida; S. Jos.
Un fetV.Pernainboco; Santo Antou'o.
alaria ue Jesas, Peruambaco, 5 mezes ; 3i-
Vista.
Joaquim Fr-rrpjra Cato, Prnambaco, i anao e
8 mei-s; i di Vista.
Mane Eu.-s.ta da Silva, Peroamb.cj, 36 me-
zes; G sga.
CecU Maria da Cooceigo, Prnimboco 32 ar.-
nor, sulieira; Grar.
Emilia Mona oa Cooceigo, Perna i.bocc-, 23
ann-.s,-nli'-i.-a; Graga.
Clara Mana da Cmceign, Pernambuco,60 an-
uos, csala : Bi Vista.
Iimael de Onveirs Guimares, Pernambuco, 50
aouos, viuvo ; Bfla-V.sta.
Candido, Perna ibuco, 80 anuos, casado ; Oa
Vi-t.
Mi-c-lioo Gomes de Barros, Alagdas, 29 an-
oos, toiieiro: Boa Vista.
- Dia 21 -
Franc sen J >a d'Jlivelra, Pernambuco. 83 ao
aos, viuvo, Graga.
Paulo, Pernamboco, 8 mases ; S. Jos.
Joio Bapiisia da Silva, Pernambuco, 3 das
loa-Vista.
Mirandolloa da S Iva Portella, Pernamboco, 17
lias; S- Jos.
Aib-nina, Peruambaco, 2 meses ; S. Jos.
Saivina da Silva, Pernamboco, 3 mezes; _0a
Vista.
Elvira, Feroamba:o, 5 lias; S. Joe.
FJaoeieco Fausto de Sooxa, Parahyoa, 31 au-
nes, b. lieiro; Recife.
Sevanuo Jo* Alexaadre, Pernambuco. 40 an-
uos, casado Bda-Vieta.
Casa de Deteneao Movlmente dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 23 de Maiojde 1895 :
Jupi-
Cbegados da Europa no vapor allemo
Amazonas:
Dr. Praoz Steinrede, soa seahora e 1 filho,
Ricard Luer, Mar. Tripa, Fortnalo Ferreira
Cardozo.
A. Pereira Caroeiro e 1 filha, Claudio Vicen-
zo, sua senhora o 1 llia, Dr. Bernardino Maia,
Dr. Marcionilio Lms, sua senhora e 2 criadas,
Aona Kart. Paul Kuraan, Jos Rodrigues dos
santos, o. Landy, Max Labeida, Dr. Augusto
Soneoegro, Dr. Joaquim Correia da Araujo e
1 criado, M. L?iberman e 3ua senhora.
Sidos para o sul no vapor nacional
ter :
Bernardo Pinto Carneiro, Fre Feregrino e
Fre Pedro, Antonio dos Passos, sua senhora e
7 fllhos, NapoleSo da i;oata Lima, Joo da Silva
Faria8 e 2hlh 18, Jos Vieira, Jos M. Palraera
da Silva, Pelencio Cardozo, Manoel J. Soareg
Guimares e sua senhora, Antonio Duar e Gou-
vea.
commtssar do Melhoraraento do
Porto do Rewife.itecife, 23 de Maio de
1893.
Boltim raetereologico
>ioras. Term centi- Barmetro Tenso do
(aOl
760. '98
762,-31
760,'90
759.-90
759,94
mnima 24,23
6 m.
9
12
3 t.
,6 .
vapor
18.12
21,60
2181
20 52
20,1
Humi-
dade
79
88
82
75
8
Thermometros
Ennegrecido
sol 10,-4 som-
00
grado
24/5
25,6
2o,9
87/4
20',6
Temperatura
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 29
44, -Prateado 35,6.
Evaporado em 21 horas ao
bra 5,"0.
Cliuva nulla.
Direcgo do vento : ESE alternados de meia
noiteatl hora e 45 minutos da maob ;SW
al 8 hora e 32mmutos; SSB alternados al 8
horas e 18 minuios;; ESE at 9 horas e 10 mi-
nulos; SE eSE alternados nl 9 horas e 25
minutos .- SSE com ntarrupgOes de S E e SE
SE alienados at meia noute.
Velocidade media do vento 4,-21 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,80
Holetim do Porto
Pra-mar on Das Horas Altura
*]baixa-mar
B. M. 24 de Maio 9 b. 40 m. da m. 0 4".
P. M. dr> 3 h. 40 m. da t. 2,-25
Matadouro PublicoForam abatidae
no Mutadouro Publico da Cabanga 94 rezes
para o consumo de boje
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
estabelecimcnto cargo da -anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 23 de Maio, foi o se-
guinte :
Entraram .... 12
Sahiram..... 9
Falleceram .... 5
Existem..... 812
Foram visitadas as enfermaras pelos segua-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1.2 da ma-
oh e saino s 7 3 1.
Dr. Uerardo, enirou s il 3 l damaoh esahio
sl2 1.4.
Dr. Arnobio Marques entrou s 10 1/4 da ma-
nb e sahio s 2 da larde.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manh2
e sahio s 10 3/4.
Dr. Vieira da Cuaha, entrou s 10 1/2 da ma-
hi e sabio as 11 1|4.
Dr. Bastos de juveira. entrou s 10 1/4 da
na.in e sanio as 11 1/4.
Dr. Baptista de Carvulho, entrou s 8 1|4 da
manhi e saliio s 9.
Dr. Jos Avila, entrou s 10 1,4 da manh o
sahiu s 2 da larde.
Dr. Octavio Freitas, entrou s 9 1|2 da manh
e sahiu s 10.
Dr. Alfredo Costa, entrou s 7 lj4 da manh
e sabio a 8.
Dr. Joo Marques, entrou s 9 da manba, e
sahio s 9 3 4-
1. Ajudante do pharmaceulico, entrou s
8 1/2 da manh e sahio s 3 da tarde.
2." Ajudante do pharmacentico en ron s
8 1/4 da manh e sahio s 3 da tarde.
JURISPRUDENCIA
450
5
5
450
A saber:
410
Mulheres....... 11
Estrangeiros...... 29
0
450
414
3S3
Doentes....... 26
1
4
Total....... 410
Movimento da enfermara:
Teve baixa:
Jos Antonio de Lyra.
Teve alta:
Severiano Martins de Barros.
Inspectora de IlrsieneEi o bole-
;m da mortalidade de 1 a 15 de Maio, da
cidade do Recife:
Tuberculoso 31
Broucbo-paeumonia 20
Diarrha 15
Varila 14
Ttano dos recem-nascidos 13
Impaludismo 11
Anemia 10
Diversos accidentes da dentigao 10
Nascidos morios 8
Gastro-enterile 8
Fraqueza congenita 8
Convulsoes 8
Enterite 8
Leso cardiaca 7
Congesto cerebral 6
Broccbite 6
Athrepsia S
Congesto pulmonar 4
Paralysia 4
Lymphalite 3
Elepbanliases dos gregos 3
Hepat'te 3
Cancro 3
Eocephalite 2
Occluso intestinal 2
Nephrite 2
Meningite 2
Gastrile 2
AraDlIecimcnto cerebral 2
Ttano 2
Esmagamento 2
Intiltrago urinosa 2
Febre typhoide 2
Syncope cardiaca 2 2
Aneurisma
Ferda penetrante 1
Sarampo 1
Diabetes 1
Pneumona 1
Qneimadura 1
Coqueluche 1
Uemorrbagia pulmonar 1
Septicemia 1
Uremia 1
Dysenlerla 1
Morios por causas nao declaradas 14
*y-
Algrumas qaestKos sobre a
potlicca
(Continuafao do 114)
Seguem-se a consulta a as respostas a
mesma, a qua se referem as allegacoes,
cuja puhlicago terminou no n.
Diario.
de3te
RTotal 260
Dr. Firmo Xavier.Demographista.
Passagelros-Chegados do norte no va-
por nglez Bourbon:
F. Tregarthen, Antonia Victoria da Silva, Lu
ciano G-. Martnez, Dr. Augusto Montenegro e
sua senhora, Elmra Baltar, Eagenio Ribeiro,
Joaquim Manoel V. Silva, Luigia Zatelli, Jose-
pha.
CONSULTA
A. credor da B. com hypotheca sobre
um dos predios deste.
Fallindo B., o curador fiscal da res-
pectiva massa propoz contra o credor hy-
potbecario A. urna accao ordinaria para
o fim de fazer declarar aullas a escrip-
tura de hypotb.ee; e a sua incripeo pelo
facto de se ter n'uma e n'outra attribuido
ao predio hypothacado o numero tal em
vez do numero qual, que elle efectiva-
mente tinha.
Tal acjio foi afinal julg-ada improceden-
te e o Accordao do Superior Tribunal, que
assim a julgou, passou em julgado.
Tendo sido a requerimento do curador
da massa levado a leilao o predio bypo-
tbecado, foi este comprado por C.
Proposta posteriormente pelo erador hy-
pothecario A. contra a maasa fallida do
devedor B. a competente accao para pa-
gamento do debito hypotbecario, e arre-
matado, na execuc3o da sentenca que jul-
gou a mesma aeco, o pred o em questo
pelo proprio credor A. para seu paga-
mento, apresentou-se C oppondo ar-
rejiatacao embargos de tarceiro senhor e
possuidor afim de annullar a mesma arre
matacao e de se fazer reconbecer legitimo
proprietario do referido predio em virtude
da compra que delle anteriormente fizera
em leilao.
PERGUNTA-SE :
l.^Deve-se considerar causa legal de
extinecao da hypotheca a fallencia do de-
vedor hypothecario ?
2." Em face da legislacSo bypotheca-
ria, qur vigente, qur anterior, qual o
conceito da arrematacoa solemne empraca
publica, que nos termos de urna e de outra
dessas legislares extingue a hypotbeca?
3. A venda em leilao de um immovel
bypothcado, ordenada palo respectivo
juiz, em um processo de fallencia a re-
querimento do curador fiscal, constitue
arremataco solemne em praca publica e
, portanto, capaz de prodnzir a extinejo
da hypotheca ?
4.e Vericada e provada mesmo qual-
quer das causas de extincc>o da hypothe-
ca, poder ella produzir os seus effeitos e
aer altendida em juizo antes de averhada
no competente registro e sem que tenha
sido aprq entada a competente certidao de
avorbamento
5." O que preceitua a Consolidado
das Leis Civis de Teixeira de Freitas noa
arts. 627 e 1299 1." com fundamento
aa Ord. liv. 4. tit. 6.* J 2. e 3.' refe-
re-se ou nao exclusivamente arretnata-
cao solemne em execuedo de senteuca ?

t

-

1


m**
iiisn.....a
,
i



I
Piarlo de Pernambuco Safrbado %5 Vie Maio de ifr

;toodWda2de Mai. da 1893,
.ic ama equivalencia do disposto na
Al cima citada, Unto aaatm que, no a-
wioda lei n. 1237 de 24 de Seterabro
je 1864, a reapeits da arrematacao solem-
m em praca publica como urna das causas
de extinccSo da hypotbeca, continuou a
ser considerada em vigor dita Ordenacao
por isso subsiste essa causa de extinc-
mo da hypotbeca >
7. O terceiro detentor ou adquirente
ici immmovel hypothecado, que nao o
iouve por arrematac&o solemne em praca
pubica e que nSo promoveu a remissao
o meemo mmovel nos termos da legis-
lcao em vigor, nao se achando pago e
satisfeito de sua divida o credor hypothe-
ario, est, ou nao euj ito & exporpriacaa
fcrcada de dito i mmovel, restaurando lha
penas acc;ao regressiva contra o ven-
AJox?
& Em vista das respostas dadas aos
pasitos cima, o credor hypotheca rio A.
tem ou nao o diroito de pagar-se de seu
iobito pelo predio que lh* oi bypotheca-
Jopelo devedor B expropriando-o para
tal fim a C, qua fica apenas com acco
aigressiva centra a massa fallida do mes-
3o devedor B., vendedora de dito
psidio?
Recife. 11 deFevereiro de 1895.
O advogado
^r.'Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
RESPOSTAS
Pela Ord. liv. 4, tit. 6.*, quem com-
prar alguma cousa movel ou de raiz, e
luiaer ser relevado de o poderem deman-
Ar, em razao de ser a cousa obrigada a
atrem, deva requerer desde logo que o
gireco fique em sequestro em mao de
^jssoa fiel e abonada, por tempo conve-
liente, a que yosaam vir alguna credores,
ne o vendedor seja obrigado, ou tenha
nimbada a cousa vendida. Diz a Ord.
ae, offerecido e consignado o preco, o
comprador bavera seguramente a cousa
oximprada, e nunca mais Iba poder ser
i-maudada por algum credor, a que pelo
Jvedor fosse obrigada.
Para isso necessaria a citajao dos
odores, feita pessoalmento, se forem
2<1ob moradores no logar, e por meio de
>reg5es e editaes, se n&o forem presents
^Bwe logar, nem moradores nele; mar-
cando se aos primeiros o praso de b* dias
> -!s outros um termo conveniente, se-
cando a distancia, nao excedendo de 30
( !) ,.
Este objecto primodial da Ord. hv.
4.% tit. t.', como se v da epigraphe:
Do que compra alguma cousa abrigada
ontrem, e consigna o preco em Juizo
aor nao ficar obrigado aos credores
Quanto s a'rematacSes feitas por man-
ado e autoridade de Justica com tabelliao
(do judicial) ou eacrivao, em logar costu-
vado (que geralmanta a porta da au-
iiancia) dispSe o 2.' : ma->damos, que
3 raedor, cu/os bens foram arrematados, ou
3epois anies da arrematacao nao veio outro
2-edor, qua lbe embargasse sua divida e
-^amento della, neste caso, tanto que a
irremataco fr feita, saja logo pago de
v&a divida o crador, a cujo requerimento
a execucSo e arrematacSo fui ieita e se
iepois vier algum credor outro, que se
issraser primeiro que elle, sejam ambos
olvidos com seu direito sobre o preco o
iinheiro, por que a arrematacSo foi feita,
e a cousa assi arrematad* fique salva *
comprador, pois que a.comprou em pu-
blico per mandado e autoridade da jas-
tifa.
Finalmsnte a Ord. liv. 4', tit. 6-, figu-
ra no 3- o caso, em que, pendendo en-
tra o credor e o devedor demanda, de que
descendeu a execuco, ou depois della ero
qualquar tempo antes da arrematacao, veio
algum outro credor, que pretende baver
dir to ra cousa apenbada (pen/torada)
fazeudo sobre ella demanda, ou proles
tando por seu direito, por dizer que sua
divida era primeira que a do outro. De-
termina o 3* que, neste caso, < se faca
a arrematacao, e seja logo o preco, ou
a qu&ntidada sequestrada e consignada
em juizo, e sejam ouvidos esses credores
com seu direito sobre o preco, ou quanti-
dada, e a coasa arrematada jue sempre
salva ao comprador, que a comprou pu-
blicamente per autoridade de Justica. *
Haveria incoherencia no 2 se nao
fossem os pregoes e editaes que as exe-
cufdes preceder as vendas feitas em lo-
gar coslumado.
Repare-se uas palavrai do % 1*: E
se os credores forem todos morado es
nesse lugar, ou abi presentes, faca-os o
juiz citi', que a 6 dias pereraptoriamente
venbam perane elle ; e se na f jrem pre-
sentes nesse lugar, nem moradores nelle,
faca o juiz dar pregSes e por editos.
que todos os credores, a que o vendedor
for obrigado, ou a cousa apenhada, ve-
nbam psrante elle allegar seu direito ac-
breo prec;o e a enbamento a termo con-
veniente.
Se nao fossem os pregoes e editaes as
execucOes, na haveria a preBurupco la
gal, de que os credores tinbam sciencia
de que o bem a elles obrigado ia ser ven-
dido ; e esses credores podiam ser victi-
mas de urna surpreza injustificavel, nS
encontrando mais o preco, nem cousa em
que
san
fazer panb ira, quando apparec-
tfSSttttl
Ha
iinei-clal de Peraam
bue
[ CTADeBS tWiUjLSB i JBNT BOS BeeSTORS
H-aca U ea/e, U i Maw i* 189
Camoio soDre Laare* t 91 orv 9 1|8 d por 14
i) b.cco.
presidente
AbIobo Marquen e Aranrn-
0 secretario
Maooel salves da Silva Piate.
MMi
Praca Ucife
ftBioco3 ibi.laram sna aperacoes a 0 1,8
ailire Londres a 80 lu, realisan:o-se pequea*
irinsaccOat de tarde bailaran a Uxa para 9
?*?.
:im papel pariicolir ieram te peqaeos ce-
Htoe a 9 3,16.
Cotat? de geacres
Par* agricultor
aaaucar
13WM Pdr 15 WUi. .
;riUllsai por lkiUs .
JWmo, dcu.ideco. .
3acf eios, 11 em, dem >
llascsTado. dem, dem. .
S.'Bto aecrus dem. dem .
?ato melado dem, dem .
Mame, dem dem .
A lei n. 1267 de 1864 sujei'cn o ad-
quirentj do immovel hypothecado a sof-
Tdr a expropriac&o forjada ou a pag-^r
integralmente a divida hypothecaria, ss
nao promover a remissao, n > praso de 30'
das, com cuaco de todos os credores.
com hypothecas inscriptas sobre o im
movel. As disposicSas, que se achaui 8 -
bre este assumpto ni lei di 1831 e na
leg da rem bSo consagrada, em este nome,
na Ord. liv. 4', tit. 6', pr. e % 1.'
Quanto bypothese do 3o, a de ap-
parecer antes da arrematacao (fe;U em
execucSo resultante de urna demanda,!
algum outro credor, que pretende Itaver
direito na cousa apen/utda,& lettra e o
espirito da lei de 1864 e de seu regula-
memo se opp 4 uniformidad?, com que
se mandava, em todo o caso, fazer a ar-
matacao, ficando apenas garantido com
o preco, consignado em juizo, o direito
do mal or credor.
O Sr. Conselhuiro Lafayette disse no
su livro Direito das Cousas, 273 :
< O meio que assiste ao primeiro cre-
dor para impedir a ex:cu$o do immo-
vel hypothecado antes de vencida a saa
divida, o de embargos da terceiro pre-
judicado,
O eximio jurisconsulto deu testemu-
nho da que bavia julgameoto neste sen-
tido.
Hara um cato, em que os credores hy-
pothficarios nao podiam oppor-se a exe-
SiOC
5*Ji i
3A8M a
343M a
Ut* a
UVtO a
lilMl
17W a
*7N
Mtae
3M
MCOf
?*8J#
U24
I#9j
Algodo
3ao constoa negocio.
Aleool
Jir pipa da 480 litros 31** venia.
* gurdente
Por pipa de i80 litros 1301 reada.
Cearoa
Seccoi salgadas na bate de 13 kilos 850 rls
nada.
Verdes a B8J e SO* rls, oemloal.
Caramba
oota-ee d 23 a 85M por 1S ditas.
i
Par 100*000 nomlaal.
irARELXA DAS ENTRADAS DS AS-
SUCAR E ALQODaO
Mez e Maio
asacar Algo dio
Iturcacas 'aporea..... Jtuimaes..... letrada do Perro Central. 3em de 8. Franclaco. -ln do Llmoeire. Somma. Das 1 a 30 1 a SO 1 a 20 l a 30 1 a 1 x30. Saceos 36304 35*0 3571 13114 48100 4510 -------- 96511 Sacra 575 30*1 100 3043 3164 7480 15483
13xprtae*
iecife, 34 de Maio de 1895
rara a exterior
.10 vapor Ingles EaptD>, cara New Yjrk,
irregaram :
A. Costa & Fioxa, 1,650 saceos com 133,750
Je assucar msseavado
Para o iotarlor
Nj Tapjr nacional Caplba'be, para Sao-
ili, carregaram:
S. Gj|jiari-9 & C, 1.30J k lo* ae aocar braoro e 2030 ditos ce rn ltJ.000
jio de di d marcj-adj.
P. Alve A C, 83 xaectis com 4 80) kus d i
B'ucar braoco a tOO ditos com 3b OOJ ditjs de
dito mi-"rVado.
lio vapor noraegaeose A.-kj, para Sao-
tos, carregaram :
Tbeoa Just, 5) cun com 650 Kilo de FBbto.
P. Caraeiro A C, 8,5i0 -ecos com 1J0 0 o
kiina de a-ocar braoco a 1000 dito* com 110 000
Oka de diio mascv No vapor logles Bellareo, para Santos,
cerregon :
M. S. Mala, 360 accos com 31.6 0 kilos de
asaacar mascavado.
Nj vapor oaclooal Iuoema, rara Porto
Alegre, carrexoa :
M. 8. Mala, 30 pipas com 15 400 litros de
agoardeoie e 300 saceos com 33,500 kilos de
assaoar braaco.
Paa Rio de Janeiro, enrregaram :
V. da 8ilvei-a A C, 435 aaccoa com 35 500
kiioa de aseotar branco.
J. S. da Cos a Mo-eira, 80 saceos com 6.C00
kilos de aseucar branco.
o vapor ai.emao Capoa, para Rio de
J.neiro, carregaram :
P. Caraeiro A C., 2. pipas coa 12 030 litros
de alero I-
Loy > k Pllbo. 203 aaccoj com 130 OOO kilos
de assa^r braoco.
So vapor nacional Rraal!, para Rio Be
Janeiro, carregaram :
M. P. Lelte&C, 1,603 tascas com 96 000
kilos -e ucar braacc.
Fa-3 Victoria, ca"reTam :
C de Sativa, 10 pipas e 550 birria com.....
39,770 litros de agurdente.
A. IrmiM A C, 700 saceos com 43,000 ki os
de a sacar mascavado.
Para Pabia, carregoi:
C. de Drogas. 10 cauaa com 0 kilos de ci-
bera de negro.
No vapjr logles Cearenae*. para o Para,
carregoa :
i. A. de Foastca, 4u00 canas com 52 000
kilos de sabao
?. Alvts A C I ealxa Cum 0 kibs de doce.
No lugar dinamarqus Hlldor, para o
Par, carregaram :
B. Urauau & C, 850 barricas Uta 25,250
Kilos de aasocar branco.
P. Al ves a C, 400 barricas com 28,186 tiles
de asaacar braoco.
Sj vapor inglcz 'Irdnswick, rara o Para,
carregaram :
P. Caraeiro A C, C00 barricas com 46,600
iLs de aseocar branco.
Na paibabote Jaadlaby*, para Cer, car-
regoa :
O. de Estiva, 50 barra com 4,350 Uros.de
agaardeote-
para Cimoealm, carregara n :
P. Viama k C, 3 caixas com 90 liirja de
aleool.
Na biate D. Jalla, para Aracaly, carra-
giraa: m
J. 8. do irraral A C 34 caixas com 144
litros de cerveja, 2 pipas e 10 barrls com 1 8iO
ditos de aeoardeate, 1 pipa, 61 ba.ris e 30 esl-
as com 3,130 litros de vuba de (metas e 15
barra com 535 litros de viasgre, 10 caixas com
80 litros de capil, 67 di'a- com 536 ditos de
geaebra e 4 ditaa com 32 ditos de cognac.
P. Alves & C. 30 barricas com 1,(30 kilos de
aiBOCar refiaado e 51 ditas com 3.848 ditos de
dilo brao o.
J. Rodrigues, 20 canas com 180 litros de
cidra.
Para Mbsior, carrego. :
3. Rodrigoas, 30 calzas com 180 litros de
cidra.
Para Santos, carregaram :
Araojo A C 40 caixas cam 920 kibs de sabg
G. Pl-to A C, 39 barrls com 135) litros de
vicho de frocas.
.uc') movida pir u:n !r ou chirographario, cabendo lhes simples-
mente allegar a sua preferencia sobre o
producto da arrematacao, depositado para
este fim. Citando a decreto n. 3453 1865, art. 240 5, diasa o mesmo es-
cript r :
* Os credores privilegiados ou chiro-
graphario3 nSo podem, sob pena de nul-
lidade, excutir os immoveis bypotbecados,
salvo nos casos de fallencia ou iosolva-
bilidade.
r^Eis ah derrogado o 3o da Ord. liv.
4o, tit. 6."
R^sta-nos o 2*: quando o primeiro
credor (aquelia caja divida primeira,
nos termo da Ord.) apparece depois de
arrematado o b'tn, e quando talvez o pre-
co ja nao existe, a nao ha meio de reha-
vel-o. O Sr. Conselheiro Lafayette ea-
creveu em urna nota em seu $ 273 :
t E' de notar que ae o crador da pri-
meira hypotheca nao impede a exeeuco,
rdsta-lhe o direito de haver por accao
ordinaria dos credores que bajam rech-
inido o preco da arrem ta^ao, a parte
precipua que lha dVr\*ocar como hypo-
thecario. Vej. Oecr. n. 737, ?rt. t 10,
Ord. liv. 4-, tit. 6-, 2-, e Per. e Rou-
za, nota 901.
A Ord. de 1603 e seos commentadores,
e o regulamento de 18,0 (negando o con-
curso de prelereucia aos credore* que
vem a juizo depois de entregue ao exe-
quente o preD da arrematajao ou dep )is
de extrahida e as ignada a carta de ad-
judicacao ; a permi tindo aos credores pre-
judicados a ac5*o ordinaria) nao pode
esclarecer-nos sobre o alcance de lei* es-
peciaos promulgadas muitos ann s de-
pois.
O art- 609, l- do Reg. de 1850 so
admitte o concurso de preferencia quan-
do o deved r commum nao tem bens para
o pagamento de todos o credores. bup-
ponha-se qua o devedor commum, tem
2o predios, sendo um hypothecado, e
que um credor chirograpn-rio penborou
essa predio e o fez arrematar. Nao ha
quem negu neste caso ao credor hyp>-
thecario o direito de coacjner a exacu
e>V\ para se- pgo precipuamente.
^Dominado do masmo pansamento sx-
bmim no 273, es",reveu o Sr. Oonselhei-
ra Lafayette n. 277 ;
A arrematacao feita por aut ridade
de justi$a em execuco regular, ex'in
guia, segundo o nosso antigo Direito,
as hypothecas sobre a cousa, salvo a-
hypothecas lagaat do fisco.
t Nem a le (de 1864), nem o decre-
t> que a regulamentou, inclusm entre o
molo, de extinecao do hypotheca a arro-
mitaio. Que concluir deata ommisao?
Foi ella intencional? fot obra do ocaso V
Paerce-nos que a commissao fui ne
cessariamente casual e que, portanto,
continua a subsistir a antiga doutrina,
s om este correctivo que resulta da n-
dole da hypotheca tal qual foi c nsagra-
da pea nova leijua a arrematacao -x-
tingue tambam a hypothac legal do
fisco.
E dad em urna nota esta rasito, que
uo aceito:
Pora adnaittir-se que a antiga legis
lacao n&o foi neste ponto derogada, ba.ta
ponderar qua em a nova lei n&o lia dis-
po&ico alguma em contrario.
Pois urna lei taxativa, que enutncra o*
casos de extin?cao da hypotheca, deixoa
subsistir tcitamente aquello outro, que
ella nXo mencioaou ? Batstoa ao Sr. Con-
elheiro Lafayette attenler 'ndole da ment o predio qua lbe estava stijeit o ;
hypotheca (a realmente bastava) para outro credor nao quiz arrematar, mai re-
considerar revogada urna lei antiqu'ssi cjbeu imraediata e integralmente o paga-
da mais de tres sesulos, a fav r da'atento da divida, da acc^rd. com art.
ma
Fazenda (que hoje mesmo tio privile-. 8^3 do 'od. do Com. Os credores hy
giada), e entretanto nio bastavarn aquel- p,hecarios a respeit > 'dos quaas se nao
la disposico taxativa, a ndole da hy der contestajio, ou qua ta-jham obtide
potheca, e os artigo, que se referiam ao sentanca, sero atnb-jlcados pa'o producto
adquirente, sem exceptuar o arrema- da venda doj bens liypoth;cados : a so-
taute ? bra, havendo-a, entran* massa; e pela
falta ou differenea c ncorrem em rateio
da j com os credores chirographarios.
Se a hypotheca adhere ao predio como
a lepra ao corpo, na phrase dos romanos,
niaguem deve ompral->, sem que lhe
A lei n. 3272, de 5 de Outubn
1885 disp'z no art. 6- de accord.t com o
Sr. Lafayette ;
t Em quae quer exuctifSe?, promovi-
das por oradoras chirographario contradir a lepra, ou sem ter a certeza de q.c
ha de ser tirada.
Ao 8 RosponJo queciin.
Recifa, 12 de Faverairo da 1695
JosJ oaquim dt Oliveira Fonseea.
(Contina)
I_____ I1 w ... '
Reudlmeatos |>ul>lle
Mea de Malo de 1895
Alfandega
Renda geral
Oa da 1 a 21
dem -ae 34
1,147:757*313
63:350*841
o devedor commum, p dora o credor by-
pothecari defender por via de embargos
os seus direitos e privileg s, para o lien
de obtar a venia do immovel ou immo-
veis hypothecados.
O* redactores do R -g.' de 2 da Mato
da 1890, prestaram nova homenug-m ao
t dent e elevada compe a ota do Sr.
Conselheiro Lafayette, consignanco a
art. 226,
A hypotheca extingue-se :
9.' Pala arrematacao solemne eu
praca publica.
A origam desti disp siclo regulameu-
tttr, nao consignada na lei n. 16 J A. de 19
de Janeiro daquelle auno, toi esta nota do
Conselheiro Lafxyatte ao seu 277 :
Arr matajao era execu;So de san-
tones, e nao ai arramat 50as sem solem
nidade e s por mero despacho, como as
que se usara no Juizo do inventario e
parthas.
Essa nota do Sr, Conselheiro Lafayet-
te um elemento histrico a o melh'ir
c mmentario daqudla disposic&o; cuja
fante inicial a Ord. liv. 4, tit. 6., 3
2- e3.-
Passo a responder ao3 qua-itos.
Ao 1.* -Negativamente. As leis, que
regulam o processo da fallencia, resguar-
dara o direitos dos credores hypotheca-
rios ; de modo que ocioso discutir sa a
fallanca extingua a hypathaca.
2jAo 2.'A arrematacao solemne a de
que fallou o Sr. Conselheiro Lafayette,
ba aado na Ord. liv 4", tit. 6
A1 3.'Est prajudiCado com a rea-
posta do 2.*
Ao 4."Negativamente. O registro,
eraquanto ee nao canaellar, proiuz todos
03 s us effeitos lgaos, aiaia quanio por
outra maneira se prove qne o contracto
est deefeito, extincto, annullado ou res
cindido Dcr n. 370 da 1890, art. 103
Ao 5.-Um vez que os artigos 5.'7 e
1296 1 da Consolidac&a das leis oivU
funda-re na Ord. liv. 4.-, tit., 6 elles
-e referem exclusivamente s arremata-
co"as feitas em execuco, ubantenid.i a
observancia das formulas que conati-
tuem a sua solemnidade.
Ao 6 'Prejudicado com a rasposta
ao 2.-
A- 7.-O datentnr ou adquirente, na
hypothese do questta, est sujeito & ex-
propria9o forcada.
Dir-me h&o talvez que perigoso ar-
rematar bens hypothecados em leilo de-
terminado pelo Juizo da fallencia. Res-
pon ierei que o perigo na ce de um da>-
acerto.
Em urna fallencia, quando era Juiz do
Commercio o Dr. Sebasti&o Lacerda, ha-
via doaa predios hypothecados a duaa
pessoas diversas, e foram ambos vendidos
com audiencia dos credores bypothecarios.
Um delles arrematou para o %*\i pga-
i^^aSH^^a^-BBHr^^^PBiBHBB
Renda do Estado :
Oo da 1 a 13 217:006*835
dem de 34 14 231*716
Somma total
1,310:108*161
331:338*380
1,441:345*714
3* asceta da Alfandega de Parnamboco, 34
de Malo de 1885.
O cbe'e da seccao
L. P. Codecera.
Pelo ibesoareiro
flemeaegilao M. Cbavea.
RECBBED0RIA
Di dia 1 a 22
1 jeru de 34
DO ESTADO
138:470*079
18:304*114
3 cargaa com fijao a 300 ra.
"2 loearea a 200 .-a.
22 Suidos a 300 rs.
ti comp. com oineiroa a 1*000
9 comp. cojj 8da- liat a 700 ra.
9 oomp. cum fressara. <0 e.
34 comp. coro comidas a 70o rs.
75 comp. cote lateadas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 ra
9i comp. com tartana a 400 rs.
53 <:omp. uo lalboi a 1*000
Heodlmaato do da 1 a 2i
Precos do dta:
Carne verde de 6)0 a 1*030 ra. o
Sainos de 8 a 1*200 dem.
Ca-neiro de 800 a 1*200 dem.
Kancha de 800 a 1*50) ra. a caa.
Milbo de 700 a 800 rs. a cola.
Peiiao ce 1*300 a 3*O'J0 a caa.
*iH'
14/40)
4d 1
12**)"J
643 r;
5*4)
23*800
40-)0
14*700
37*000
106*000
299*(K 8
6.690*300
6.9*9*500
kilo.
CUeBlCa f6D10ABla
3r Ae afusel^a
WSa') oodmaru ku
t a is'.'o
^RK8II>KNC1A DO 88. DB. FUANCISCO LOIZ
iSecrsfart'o Dr. Virgilio Coelho
a's heraa do costme, presenta o? Sr'., juiz-?*
ira oumero legal eotois lleta Dr. precaraoor
gt-ral ao Gst.do, foi a Derla a He3Fao, OfiOa
de ida e app'ovada a acta da antecedeae.
i)islribuioH e passdos um ftiius, aeram-M
j s-.iaintes
JOLQAU&NTO&
II 3 \!S CJ pjj.
Pa;fcOir :
Mi 1. Anana a Aaaiodacia.Xiodoo se
e 11 iil g n :a.
R-.curi-u- cnine< :
U1 Hfiif-? Ueiarrente o j-a!io, r.cani.'j
P*l saioa T vaNt Jan o M*-l tjr j jai: (jaivao
= '''Wi prjim^.,10, uaautitaoute.
! Oiioia rltor e .t-! o dito, reoo-ridoj
Biatlaa Bi-iicsa e oatras. ft. l.or a>aCaUd
ou ni.Xegoa-xe p'ovtxesto. uaa-j| i.emene.
o Llu^)^,rJ-H c-jrc iit! j jauo, reconito
tiiU.1 Jo e US 41tOS. rt'-'-U-r J |Q Allil; -
d Ne ;on Be priiv.iut-ij. ou.u.emeiite.
A.i^eii i..a 1 cr in 1
D; UmoairtfAppelli'-U Ptaoclaca djj S dio
Ko:Qj, 8|iai a li i usi (;- II ia'. r o jtilt Ca -
d :a liar ei K -ViSj e* u, j loi v-u.o 11 a u .! jurj.
Appcllacao civel:
> K^uif >Appellaale i 81 Oalwto ie A'.-
m-', p .ii-do J-e 1}OQilva de Soa-
K<-Uit>r ojota Aliena. H-vufif
a va j
Antonio Gonyalves Farreira, o Directorio
do Partido Republicano Feden 1 resolveu
a presentar como candidato a essa eleijao o
Or. Herculano Bandeira de ilello, um dos
mais prestrnosos republicanos que o Par-
tido podia escolher de seu seio para tao
honroso mandato.
E'necessaria qui o Par ido Republi
cana Federal ainda deata vez atteste pela
livre manifenaco do voto o valor qua
lhe d a disciplina e a confratemisacao
nos se timemos de ordem e respeitu aos
bous principi,, pelo que os abaixo a8sig-
nados conam que haveis de empenhar
todo esforco e o apoio de vossa valiosis-
sima iufluencia em prol d'estn causa.
Cora a certeza de que envidareis vosso
efficaz auxilio em favor da can iidatura
des.sso correligionario cujos servias
mereciraento sao de vos bem conheci-
dos, subscreveiiio-nos
De
Vv. Ss.
Amigos e correligionarios
Dr. Joaquina Corma de Ara-jo.
Joaquira Jos de Al.neida Pernarabuco.
1 r. Francisco d'Assis Rosa e Silva.
Miguel Jos de Almeida I'ernarnbuco.
J.'t de Cupertino Coelho Cintra.
De. Antonio A Pereira de Lyra.
Luz d'Andrade.
Jote de Madrinas e Albuquerque.
Fr.ncisco Corneo da Fouseca Li;ua.
r. Mareiwoilia Lins.
[Franciaeo Te xeira de S.
Jos Mtrccllicio da i'osa e Silva.
Eduardo Augusto de Oliveira.
B is liar.-rii-. ti-p e.-a
ral
(a ii -ir).
ju i a r-
i i o aMii*tti:t. C fitri o vota dj reito .
PAUSA iKSS
D jo>2 G !-.i > at ju .u h R Dr-.-1 :
Aitpetl gau enme :
Ue t--zte'0' Anp<-ll-'te L'U'cniino Rairi-
j* .- Je Al u-i-a appelldda a juitic/i.
Appellavao civel s
j Ur ;roi\;>p lauta o B.rJ de Gioda-
b apo-1| da Ad-jIpDo L."i j Waiioe l-y.
Aipellicao conmercial:
Uo rt'j,!--Appi'il C-oo. pp^luda H-rirmnH Ji q f-e S.hc'e
D jaz ')a earreio aa juii Ai3riaa
Embargos infriogentes:
.4o elciterado do 4* distrcto
0 directorio uo partido republ^atio, t-ando-se
rcuniio o anuo pasudo, puuco depo^ d-> veri-
IC'ir-se a vaga cc-'nJa na ruinara dos D^pu-
lados pala nomeucao do r. Antonio Gongalves
Pwrcra para unidos logare* de rninisiro de
: lisiado, resolved c.iii -orrer elei&0 a que se
j deveria proeeder para preeocbimenio daaaa vaga
le desde lo^'o iscuili-u para n--u can.liduto o dis-
liucio peroamboeaoo r. K mado Jos da Ca-
! mar.
Assini proccilcu o directorio republicano na
pcisu.i-.) d qu o tmmtdiaianenie ito 3 do
larri. 17 da ConsiilaictaFaaVral nao signldcava o
l estirada praso de sai* e mi-i) meit-, (rpois do
qual vai ter logar a elai^au do substnulo do
Or. Goticalvt'S Kerreira. lV '?SL
1 on.o. puicid, desde a occu leinia da vaga
al u ujoiiiciiiu em que se inatidou proceder a
eleico, se desHiirolarain oeste Ksiado tantos e
. tao gravea iconiecimeuUw, que inoditti-arum
j profundaiaeiila as ras eon>ii(0 s polticas, 1 n-
teu n a commisaao axecaUta abaixu assigna-
I da que, ames de dar extCU(;io -i-liberacao
cciu tama antecedencia tomada pelo directorio
[republicano, cumpri.i-lbe convocar o. uaesmo
Idirei-tono para ubiiietier a sua revisoo essa
ImeadM delibravao, alira de que elle, bem pen-
deranJo a siiuafo poltica do p.iu t-.-[n?cial-
menie u ilesic E lado, resolvessa c<.m sabedo-
li.ique preside todos os scus actos sa devia
D rby uiaiiur sua dibberaco aoterofoo se CUlra
ItilUtle de via aconselliar an pjrldo r pjhlicano
i-ui rehila, eieigu do 30 lo crranle mez.
Eflectivam me reunio-se antc-liont m o d re-
Dj KtClf^ cIujoj tc^u e Fraocisca An oaio dt telurio do pariiio republicano e por essa o Ci-
ouq 1 .(ue U-.I o, eajiaai-f-a o J-i Baarigaaa
d lljU--; .
UIUOKNCIA8
Cjm vis'a as partea:
Appellacao civel:
u^ i.*.Afp-:iani- J.is Gancalv^s ti O i
V- a. a u-lUJo diK. J ajiilic di'Sotzi .l'.a.
K 1 e-'oj <- a njji a- 2 ojras 4 tae.
Parraba por coata da liunseacla
tada
Dita de 2* -jailida le
Feijio
de l'
RECirE DrtASAGE
Dj da 1 a 22
dem de U
153 774*193
10.163*951
1:350*047
"il:5l4*0:8
lovimenlo do porto
Nivios catados no dia 21
Minos eesesf 7 dlaaVapor nacional aBr'a
li, de 1999 tooe adas, 60 de eqatrapem
co omandaole Antonio F. d> Silva, carg* va-
rios seneroi; a Pereira Carneiro & C.
Rio de Janeiro 4 dasVapor ingles Rroos
wick. de 1000 toaeladas, eqaipagem 30, com
mandante George Browq. carga varias g-
neros ; a Companbia de Estivp.
Pelotas 28 diaa Eicuoa atlema Gca w. de
119 toneladas, eqo'pagem 5, commaailaate R.
E khoff, carga urqoe; a i. 3. lala.
Canlff 19 dasVapor logles Rosneaib de
1132 toneladas, equipagem 22, command>n(e
J. U. jogall. carga ca-vSo de ped-a ; I W.l
son Sons & Q.'
Nivtos salidos 00 mesara dia
PelotasLugar ooruegnense Euvold > coro
mandante I. logoaldeo, carga, varios gen.--
roa.
Navio sabido 00 dia 21
Rio de Janeiro e escalaVapor nscianal Bra-
sil,* comtnaodante Ao ooio f. da Silva, car-
ga varios geoeroa.
Mercado Mamielpai de m. du
O moviujtnto deata marcado 00 da 23 ua Maio
foi o seguinte -
Entrmm :
37 bois pesando 5 775 kilos
195 kilos de pene a 20 rs. 3*90
S compart. com mariscosa 100 rs. *soo
5 ditos com camarOes 100 rs. *00
27 1/2 colomnas a 600 rs. 16*200
1 carga com gallinbas a 500 rs. *500
8 cassnaes com gallinbas a 300 rs. 2*i0j
2 cargas com milbo verde a 300 ra. *600
2 carga com amendoim a 300 *rjryj
5 carga com batatas a 300 rs. i*oO
2 cargas com macacbeira a 300 rs *600
1 cargas com laranjas a 300 rs. *300
1 cargaa con germana a 3)0 rs. *3 ;0
3 carga com bananas a 300 rs. *6;i0
2 cargaa com diversas a 300 ra, /600
1 cargas com loac&s s 30) ni. *300
^_10 cargas com rartnba a 200 -a. 2*0f'0
~ 3 cargaa com milbo secco a 100 re.
Savias earaeradep
Rio de Jaoeiro
Birca porlogoea Ma.ia Eiailla.
De Felotaa
tJear inglez Riatz.
Lii^ar ponugnea M'riubs Vil.
Lairar orasileiro Z-quinda.
Patacoo bespanboi Rayaaaodo.
De Meatevido
Barca noroegaense Macoiaater.
re Terra Nova
Linar ingle. Mlatleioe.
Ljgar ioglex Oora
Logar loulez Fla-er.ce.
Lagar logles Rosioa.
Be GardiP
lia roa no o?ga Sopbie Ueleoe.
Barca noruega Meraor
a ca porlogoea Florence Stella.
Barca ooraegaeuae Medea.
Barca ingle risiol.
De Uamborgo
Barca al lema Can Bata.
IingueU leinao O.io Grat ia S'.al berg.
De Loadrea
Lagar ingles Faoov.
Vapore* a enerar
Mea da Uaio
latios*, do sol, Dojee
Desterro, do tal. uoje.
C.pua, de N w Yj k, boje.
Ceareose*, do norte, boje.
Rerveltus do al, uoje.
Tasas,do sal, boje.
Britaaia, da Europa, boje.
Magdalena, do sol; hoje.
AlsgoB,do sol. 2a.
Cbareate*, di Europa, a 26.
jreole Pnoce*, de New Yoik, a 27.
Tamar, da Europa, a 27.
Rasarlo*, da Edropa, 28.
Danabe, da Europa a 3).
Vapores a sabir
Hez de Maie
StDloa r esc, Capoa*, boje, a 4 bora.
Para e esc. Brun-wich, boje, is 4, horas.
Liiboa a Hamt>arg>, Dasterro*, bO|e, 4 b
New York, H-irveiius, boje, *a 3 boras.
RIO 6 esc, B asd*, boje, ti 5 boras.
Soatoauptou e esr., Tavos, 23, aa 12 horas.
Baenos Ayr>s e e esc, B- l.ma*. 25, s 12
3ouioamp-.cn easc, Mgdalena*. 25, as 12 b.
Mi aas e e esc, Alagaa-.*, 27, -iS oras.
B. Aves esc. .Turnar 27 i 12 h ras.
Cetra a ase., Jaboatao, 27, a 4 horas,
*600j jj^euiS Ayusesc, 'Rn* lo. 28, ia 4 horas
Jnula Coiaauaercial do Recife
KBSi > DE 9 DE MAIO DE i895
PRESIDENCIA DO SR UBPUTADO COMIESDADOR OA-
tjl'l LOPES HACHADO
Secretario Dr. Joaqun TheAonio Soares ie
Aceitar
A'a 10 tiora* d i o&auO t aono S a sesai i, *t-
ao.io i>rese.,ied os S. D -potados Figoeiredo,
Gatjel Anaral e Harru e Viaooi. ,'aitanao
cora pa*l aottfi i o S-. D^pot' io livrira Basle.
F .i IIaa e apprjvaua a a t* oa ierfto antt-
edeoie.
O -n.'fcd en e ccastoa do sexoiate
O lucios :
Un cororner, iant Ta^ioo da S Iva Reg", com
Mta da SI z ps->ado cooauunicaodj b'-
er iiiuir-sna dais as-iiii'H) a exerc- lo dj
Cxrgo de p raiJftOte da Juata Comaie cal do
lis: d j ne AlagoasRe*pooda-\
Da iiinu ais i'o'rt'JO'es. d'6 d) CO'reotf,
re i-ite- d i o ou etinri aa cotn.6tS offiiae', a-
f-ren es t emana ae 23 de Aoril a 4 du mesmo
cortad eCa a o rcinvu.
Ltv-os Mit).ii-Mt)J. s a i -tinca :
Olano d He oirjj dn Men'ouca.
leo d: H.rDJ-', Sqieira & Bistaa.
Ideo da Compaubu RectleaS de Paaicari^
Cjoiador de BarDasa, Slqaeira & B-tos.
Ii'in da Conpanbta Ge-al de BelQaraueoios
eoi Peroamr-oo.
litro de H Hurle & C.
Hem da Companbia R : ilease d: Pantic..* .
qaali- o-ivd-is ap ueenadaj a despacDa :
1*')0iJ D; Canpannta de TeciAas P*ol sli, p *OJ h viajen tu da acia jauta por capia em duplcaa
1*100 di Maaao orjiuaru da as^e oDISa Reral, celco-i.-
ia em 13 de Ajril prximo liidoDiferida.
Di mes'ra iJoaipannia, par o a-chi-ajenio
la tela jaita oo- copia, em duplcala, da res
saa extr-ordioaria da aaseujQi gera', tffectoa-
d< bid 15 do mes pa-saao Arcol De n.-i.him Lapes di C-oi & '-, para o 'Pgis
:rn, alisa arcnameato oo sea con racto social
S'ja archivad'.
O.) JoSo Mi-iins Viegu. Alfreda Ma'li03 Vip-
di fl-ma Kanirs V.eaaa A Fnboj, para ideo.ico
archlvamentoCoaao re'qaere-ai.
Ue aio 're Je Sjuj iNj^aeira, a acia da fl -
ma Soaia agaeira (.'. para a arcblf*meot"
do distracta ocial, co ifurm- oa exetnphres an-
uexofA'Cbive-se.
De Fusrsteujbirt;, Lmia & C, para i a it'co
jrc,iivamtO'.oCjmo peden.
De A'ia ti :o Hobeir.' de M^riJoc, estabel--
>cida 4 roa do Bario da Vic'or a n. 30. para o r<-
iia.ro ue sua Ii ma couimerciaiRegistre- a.
De Co*ta Campos & G., para o registro de tai
fl'ma socialSeja r^giatrad?.
De jj*'jiiiui al.x miaco Pestaa, agenta de
letlCes d-sta praca, ara o reg-tro da coub -
cimenta com qae orova haver pago o seu im-
posto, conceruente ao p-iuaeir > aeaaeatra uo er-
ercido vigenteSeja registrad?.
De Joao o.- auloo Fooseca, pediodo a carta
de reg stro da Bar. a Victoria, cmprala na c -
dade e Uacao, do Esta' o do Rio Gr.n : da
Narte, a Mancei Lopes Riae ro e sua molb>.r
Cnmo requer. prtaeedidaa as fo-u.aiJa.1ca legaes
De Martina V.eas & Flibns, pediaco o r-gis
Iru de eaa Urma socialA.teudi.',
De Albino Tav.rea Lipa de Aatvedo e los
Gcm8 Ferreira Mal1, CimpaLeotes da firma Ta-
vares Lap3 ft C, aara archivamdQto i sea con-
tracto socialdJomo reqoerem.
Dos ia-sinos [.ejiodu o registro de sia firma
sai discuti deiuoradaiuenle o iiisumpio, deli-
ber.,ii.lo atinal liiiiiler a t-ua reaoluc uuleiior
N.o passaram rtesapercvbidas ao Sir-ctorio a
iljiuru.-aa Coodi(OS8 da p -htica desle Estado e
purlanto, ua iiiuii'.nsas diQiculdades com que
lana de lumr o partido republicano, propondo-
6e a atfinu ir as urnas o seu direito a coparti-
cipacao no Oernu du pu z.
O partido otficial tem etcriplo entre os arli-
gos de l do seu programma que a el -icio uo
e urna cousa ena.
SMais do que isto o partido oificial, nvcsso'a
todas as grandes conquistas da deinocrucia'e
liasleundo a bandeira de utna barbara uitole-
rancia poltica, na qual escreveu o-crou
tuorre-de urna poltica de sun^U'', levou o
terror ao animo de todos os bons ctdai'aos, fa-
ztndo-lhes acrt-ditar que o voto e ofto um
crune, quando tla-lo ao cnn-lidutos do govorao,
e arredando assitn das urnas eleiloraes u muitos
daqu.-lles u quem o servclism, a conupcao ou
a cobanlia tilo levam a entaar cotn o Ave,
Coesar, tnortluri te saluiant-o liyinno da mais
abjecla degradago poltica.
O parli.o republicano, apexar de uiurado da
rerdude de tudo quanto fien dilo, nao quiz re-
colher-se s cuiaruuibas da absieara > a apre-
senta-se no prximo pleito para protestar con-
tra a uova theoria do crime do direito de voto,
quando uo lha seja dado alimentar a esperan-
za de fazer valer esse direito mesmo em toda a
a realidade de um i vic aria.
QS nao vier a victoria, ficar o protesto,
pira que se nao proclame a nossa cusa a acet-
tngao da nova llieoiia*.
_ umpo da victoria ba de ter fatalmente a
sua vea!
6&o lautos os att nlados cor.tra o direito de
voto, laes as investidas do governo contra a
verdade eleitoral, que o partido rcpuiilicano, se
o goveino uo recua de sua arrojada empreza,
deve de hoj em dnte escrever na sua ban-
deira ease novo letnma :EleJca ou rcvolu-
co.
& partido republicana naa -e dirige a essa
classe de cidados, a quem Tcito, si oje vt-
vesse, chamara homines ad serviutem pa-
rati, mjs sim a todos o* seus correligiona-
rios e a todos os bons cidados, para quem a
liberdale poltica um su.remo ideal pelo
qual nao duviuaro sacrificar a propriu vida.
E' a esses cidados que o directorio apresen
ta e recoiiiienda com o mais v vo interesse o
tiome do prestigioso republicano Dr. Bernardo
Jos da Cmara, que bem conhecido em todo
o 4* districio pela sua dedicago causa do
njsoj partido, peio seu amor a Repblica e por
tantos outros predicados, que o fazern digno de
representar este heroico Estado no Congresso
Nacional.
E' ao patriotismo de todos esses cidalos
que o directorio pede o esforco, o sacrificio
mesmo, de comparecerem s nrnis para anda
uaia vez proclamaron a magestade do direito
de voto e aftirmarem bem alto que a Repblica
o governo do povo pelo povo e nao a explo-
rarlo do povo pelo poder.
Recife 11 de Maio de 1895.
Ambrosio Machado.
Jos V. Meira de Vasconcellos.
Manoel da T Perelti.
Jos Antonio de O. Mendonca:
Sebasti&o M. do Reg Barros.
Partido Republicano
ClDADO
O directorio do* partido republicano
deste Estado, havendo resolvido concor-
rer ao pleito que se vai farir no dia 39 do
crrante, no 4.* distr cto, para preenchi-
mento de urna cadeira no Congresso Na-
cional, navega do Dr. Goncalves Ferrei-
ra. lembroue do mea obscuro nom-
para seu candidato nesse pleito.
Forcoso me foi submetter-me a esta sua
re8olucS >, naqualidade de soldado firme
" Nada maia'liavo'do a tratarse o Sr. presiden- da mesmo partido e que, sem ttulos que
o reconanaendem, ^outra cousa nao tem a
seu favor, que a sua lealdade e decUca-
SA'.
NSo foi sem demorada discusso, em
vista da crise melindrosa que atravessa
actualmente a po'itica do nosso paiz, e
com especialidade a de Pernambuco, qua
o directorio do partido republicano deci-
iatRei;t-' -se.
S'ada mais tia;eo<
ie encenoa o sessao aa meio dia.
ObTB!
ri'BLlCiCOES 4 PEDIDO
Partido Repablloano Federal
RECIFE, 10 DE MAIO DE 1895
/Ilustre Correligionario ,
Tendo de se proceder no dia 30 do idl0.:r.s, urDa8 na prxima ele.ca,,.
crrante a eleifao de um denotado
pelo 4.* distrioto eleitoral deste Estado
para praancher a vaga aberta na repre-
entacSo nacional pelo nosso Ilustre coes-
tadano, actual Secretario dos Negocios
do Interior do Governo da Repblica Dr.
M.is do que nunca necessita, portanto,
a minha candidatura do concurso a do
apoio dos meua correligionarios e de lodos
os bens pernambucanos' para o seu com-
pleto tnumpho, que poder nao consistir
a victaria spparente das urnas, mas, sim-

mmmmwm
riaiiR i

i
*




.i*



m
Diario de Pernambueo Saliliado
[aio de 1*95
o enforco qne todos fizerem par que te-
nha o nieu norae a sagr 9&0 de sua hoa
rost confianca.
Eis a razio por que com a presente ve-
nha incommodar-vos, sollicitando o vosso
valioso auxilio em favor do minha can-
didatura, s vos hypothecando por ora a
minha sincera gratidao, e fugindo, muito
de proposito, dos programlas pomposos
e das promesa-8 do estylo.
{' Engenho Cuyarabuca, 11 de Maio de
1893.
Bernardo os da Cmara.
O Congresso
AO JUSTITIA
E' a bem de nossa dignidade que
voltamos hoje arena, nao para tra-
annos sobre o projecto, urna vez que
em nosso ultimo artigo dissemos que
aguardavamos a discussSo do raesmo
projecto e estamos no firme proposito,
mas o fazemos em face do appelio que
o illustrado Justitia nos fez.
Ligeiras, muito ligeiras serao as
considerares que faremos, relativa-
mente ao t Justitia mesmo porque
estamos em nosso ponto de honra e
jamis fugiremos da pugna por cobar-
des.
Antes de tudo queremos ser justo
com o Justitia porque vemos n'elle
qualidades de um bom gladiador.
NSo foi S. S. ainda feliz na arma que
escolhen porque, seja-nos licito dizer,
parabens nos e obrigado a S. S. sim,
parabens a nos por que ionios nos os
primelros que levantamos a bandeira,
cuja sombra milita S. S. e obrigado a
S. S. pelo auxilio prestado apezar de
querer tero primo loco nter pares.
Reconhecemos que S. S. dotado de
urna linguagem pollida e de urna ma-
neira fcil exprimir-se deixando em
seus artigos traeos de urna mascula in-
telligencia e de urna lgica esclareci-
da.
Senhor de todos estes predicados, o
Justitia julgou opportuna a occa-
sio de sahir vencedor, porem foi de-
balde o esforco
Chamou-nos ao seu arredio, que nos
eramos ovelhas desgarradas quando foi
S. S. quem se esqueceu do rebanho
en se tornou, talvaz em loup devenu em
borger.
Damos de barato tudo isto, porque
o Ilustre tjustitia um bom e sensato
contendedor e certo estamos que mui-
to breve elle vira ao nosso Jordo la-
var as aguas lustraes da verdade.
Si bem que S. S. esteja ainda rein-
cidente no erro, nos de boa vontade
daremos um canto em nossa tenda de
trabalho para juntos pugnarmos pelo
mesmo fim.
Nao queira S. S. tirar s concluso
para si, nem supponha que seja isto
urna incoerhilidade de nosso parte.
Nao temos como S. S. a facilidade
de dizer o que pensa, sent e quer,
contudo estamos convictos, de que te-
mos com a nossa mediocridade satisfei-
to o compromisso da nossa missa e
contentes estamos com S. S. por ser
um Ciryneo em nossa cauza.
Mnima de malis.
Adi cabalero.
Prsgramma da Testa da Glo-
riosa Santa Rita de Csala
em na igreja.
No sabbado 20 do corrente,so meio dia, I
ser annunciada a vspero da testa ao som j
de urna sa va de 2I tiros e diversas gi-
rndolas de fogo, tocando nesta occasio
a banda marcial dos menores do Arsenal
de Guerra e as 6 112 horas da tarde ter
logar urna ladainha.
No dia seguiute, as 4 1[2 horas da ma-
drugada, haver. missa resuda, por in-
tencSo de todo os nossos eharissimos ir-
maos e devotos, que concorreram para
esta soldmnid.ide, subindo api o..acto,
urna salva e diversas girndolas.
As 11 horas da iuanhii, precedida de
tercias, entrar a fest, executando-se a
missa den minada Santa Cruz* do maes-
tro italiano Mariaoi, sendo os solos des-
era penhados pelos roais habis cantares,
cuja orchestra, confiada aos cuidados do
nosso irmo professor Candido Lima, ser
1 egida pela batuta magistral do nosso ir-
mo prefessor B*ndeira Filbo.
Ao Evangellio, e d^pois da urna linda
fantasa flmta pelo professor Candido
Filho, se far ouvir o Ilustrado pregador
Hevdro. Conego Octavio Costa, que, cheio j
da inspiraban, que anima a sua palavra !
fiuente, pa'entear aos fiis as rarissiraas
0LHE1,
que milita*
pessoas do interior, que tm pedido o
nosso COGNAC BRAZILEIRO a seus cor
respondentes, tem rece -ido Cognac Es-
trangeiri, ignorando o motivo da substi-
tuico.
Para evitar isto rogamos, que se no-
dirijam directamente, que lh'o remetteres
moa por 25S0O'J a duzia, sem despeza de
frete, por caminho de ferro ou martimos
Os pedidos de lOduzias, tem alem de.sta
vautagera, mais 5 */ de disconto.
A. Maritiiatto Veres & C*.
0 ur. Geininiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambara
KTendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que soffrem de rnda-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiatw Jos da Costa. [ Belm do
Para. ]
O Caguac Brazileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeire
porque tem o sabor da agurdente do
Advagado
O Desembargador Jovino Maia tem
o seu escriptorio ra Duque Caxias
n. 46, i." andar.
Peitoral de Cambar
i:500EOOO
De o leiD di lum. S-. Dr. inspector de-te i-
'andega ncam mimados os Srs. Cotonel Pom-
peu de Carvaibo Soares B andio, Mtnoel Qu c-
tini dos Sanios e Sevenoa Mia di Silva, par
ao prao de 8 da1, a cootar esta data, vlrem a
eta reparticS solicitar o respectivos ltalos de
dio ixeotoj de terrenos o ciones, slUs i roa
de 3. Fr.nctso, da cidade de lloaa. qoe lu
foram ".once-iirios cor de;pac 1 de 14 do cor-
rale, fl aado desde ja s^leo'es da qu Hado
es c praso, serio cui>cjdido* o* meamos lerrt-
ni8 por aforam-oio a qua quer que os p'eiec-
22 de pt vireiro de 1868.
3' Serc" rtt Alfjoaega de PeraamCccc, 22 it
Maio de 1895.
O chefe
Cuto Walterlno Pereira.
Secretaria da Industria
T' Pa'ellta "' ula, riiu j u tndo mas a vantagem de custaJ
virtudes, qua ornaram a vida gloriosa de 2jj500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
uossa iciyta matriarcha, seguindo-se
apa o credo do maestro Canessa.
As t 112 horas da tarde, entrar o Te
Deum, denominado Lima Grande, subin-
do a tribuna sagrada o nosso querido a
prestimoso irraao, eloquente pregador,
Conego Dr. Jos de Oliveira tapes, que,
nos arroubos de sua palavra eloquente, e
com a illustracJo, que muito o distingue,
far o panegyrico da nossa inclyta Pa-
droeira, terminando a sim todos os actos
ao tora da mesma banda marcial, que to-
car no adro da igreja.
A arraaco se acha a c&rg.i do nosso
irmo ex conaelheiro Agostinho Jacome
B-z;ira Pessoa.
Em nome do conselho administrativo,
peco aos moradores da ra, para illum:-
narem a fachada de suas casas, com o que
muito peuhorar ao mesmo c nselho.
Consistorio da Veoeravel Confraria de
Santa Rita do Casaia, 24 de Maio de
1895.
Maiioel do Nascimento Reg Monteiro.
Secretario.
Trocando***
Ha cccaeies eui que preciso fallar s mas-
sas.
fjN6o prelendi envoWrr-tne, dirtctamcntH,
Dai quesioe*, em que o tneu idolatrado Totonio
est raeitido ; mas desde que sou chamada, no-
minal mente c por um modo inconveniente, ao
plana lo da iropreoss, ca eslou impetrada a de-
vida veoia do poder competente.
A fragilidude do meu sexo nSo permute cer-
tas futas; mas meltida, sem rszao, na balella,
preciso reagir.
Um gaiato d'A Cidade, sem respeito al
sata M lar das familia?, (com certeza ese M-
jeito so 00 inundo) disse na ler(t feira, que
u fui ao mercado comprar tripas para un u
amo.
rv>; II ?, apenas leu o insulto, quiz mandar
esfrar o atrevido; porm eo oppuz-me, por
entender que o caso nao merecia ser temado ao
serio.
Se o amigo das tripas encon!rou-ma no mer-
cado, no exercicio de um direito que mais seu
do que meu, porquan o sou urna mulher velli e
sem ; :-pn mmj -s; amaoha bem pode encontrar-
me c. mprar um bom bacallij para ensopar
as costas da qoalquer lypo sem educac&o.
Coapram tripas aquelles que nao sabem res-
peitar urna velhice, toda cheia de ttulos de no-
bre.a...
A aobreza em que eu e o Rosellis nos vemos,
nao motivo para que um individuo, que nas-
ceu, tem ivido e ha de morrer na tripagem.
venf1* insultar-me, zombando da mioha sempre
reconheci'ta ssodez.
Asfim pois, peco licenca para serv rme de
palavras do gerente (!' A Cidade* e dizer: *Re
tirei o nnnuncio. Nao compro tripa...
Aproveito a opportunidade para deepedir-me
de todos os bens amigos de Rosellis, aquell ;s
que eocorijaram na lula, em que esteve mpe-
nhado com o difunto ptombo.
Felizmen e, anda urna vez o fogoso velbo ba-
'u se com denodo e coragem, vencendo o ini
migo, lao vil, quanlo iracoeiro.
A ti ge tica Rosellis.
Ao publico
F;.iieceu no dia 13 deste mez o lente Jo-
sino Alejandrino de Oliveira o qual gosava
grnnde svinpatbia dos seus camaradas de farda
! Isto devidoas quahdade3 que sempre soube
distinguir, quer na qualidadede militar, quai
no qualidade de paisano ou na quahdade de
autondade policial sempre sjube desempeuhar
o lugar que occupiva.
Na quaiidade de militar foi tido como um
dos primeros offlciaes do corpo a que perlen
cia lixm vifia seas collega-) como paisano ren-
da bomenagem a mais insignificante pessoa
que o proruravn.
E na qualidade de autoridade policial que em
sua vida militar oceupou por dirersas vezes
soube sempre desemieotiar com distincc&o o
lugar que oceupav?.
Portanto digoo que o Governador dp Estado
com seu corajao benvolo e cheio de alUnces
para cora -eus irmaos lance osolhos para aquella
oobre familia que ficou na indigencia digna e
merecedora da caridade de V. Ene. nao s por
que V. Exc na qualidadede Governador desse
listado tem sabido manter-se com distineco
quer como Governador quer era particular.
O lente Jusino Alexatidnno do Oliveira
con ava 19 annus de praca e nesles poucos das
Cavia de ser reformado, nao quiz Deus assim o
irou degte mundo para o outro deixando plan-
tado no coracao de su* familia, prenles e ami-
gos a mais viva lembroca.
Dou oisus pezames a soa oobre famil a.
Recife, 23 de Maio da 1895.
Um amigo.
Bi p.'-
Depedid
Scgoiods boje, p.' u Rio ue Janeiro
01M Atuasonas,* e na porteado desindir-me
pesfoiimeote dolmen aneos, o fci ior e*te
me:). iff::e:endo a todcs, rxeui 1 muidos pr.s-
tyxa.
R;cfe. .2 do Maio de I8P5
D-. Uarcionil o Los
Srs. Redactores
Os moradores da ra da Penha e da ra
Direita peden para Vv. Ss. chamar com
urgencia a attencilo do Dr. Prefeto para
urna obra qne est fazendo nos sobrados
da ra D reita d. 5 e 7.
Esta obra est sendo feito sem .eguran-
S* alguma para as vidas dos miradores
das ras cima.
O dono della pretende fazer dos 2 so-
brados um s assentando travs de um
comprimento demasiado e de urna grossu-
ra enorme em pillares que fez junto dos
oites singeloa dos predios visinhos, pil
lares estes que nao comportam o peso
destas travs.
Nestas circumstancias o deaabamento
certo logo que arreada as frentes, e as
vidas dos moradores d-i ra da Penha e
da ra Direita correm risco e pedem
providencias.
G. H. P.
Despedida
Retirando-me para o Rio de Janeiro
sem noder procurar a todas as pessoas de
minhas relacas peco desculpa aquelles
para quem incorri nesta falta e ofifereco-
lhes al os meus servio ..-=.
Recife, 22 de Maio de 1895.
Dr. ioaquim Correa de Araujo.
Avise
Explorsco de algodo
Vende-se nu excallenta fabrica d.
dasoarOQar e enfardar ulgodSo, nova, per-
feita, com todos seos pertecces, como se
ja, boa caldeira, machina de qua-eot*
serras, preaca, empatadiir deposito para
agoa, casa propria da cfficiua e maia daa*
oasaapara dt-pos t a de tardos de alg. dio
e ma*eria*f, si*oado co eaperanfiso po
?oadodeS. Jos doii-S-, no nberrimo
Estado daa Alogoas, distante dnaa leguas
da EstacSo da UniSo e oatras tantas da
ettaclo de S. Jjso da L^ge.
O f >rnecimeoto do a'godo no reeriio
povoado rbuodntis8iai--.
A tratar no Recife como neg>ciante
Francisca Br.ga &c C,', roa de Pedro
Affonso n. 43, para io Coronel Lu % Joii da Si'veira negociar t-
na cidade da Unio no referido Estado d. s
A'agoas.
O Dr Espiridio Ferreira Monteirq tem seo
ejcr.ptorif de advogado b oatej d > Collegio.
hoja praga de Pedro I', n. 77 1." andar.
Instituto Pernambncano
DIRECTOR BACHAREL VIRGINIO MAR-
QUES C. LEO
Este estabele-.imenlo de mstruccao primaria
e secundaria, mu lou se d* ra do Hospicio
para a do vcude d'Albuquerque, (anliga da
Gloria, a. 125. ______
MEDICO
Dr. Amaro ^Vanderley
Especialidades : molestias de criancas
Consu torio ra Duque de Caxias
n. 74. Das 11 horas da manha 1 da
tarde. Residancia ra Direita em
Afogados.
Advogado '.
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador .dos Feitas da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praga 17 n. 79, das
10 horas da manh as 4 da tarde,
Dr. Francisco Leopoldiao
Especialidades : Febres, molestias de
criancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da ta-de
rna do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
ta 88000 a garrafa, pelo menos !!!
. O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas e pessoas de
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvacSo
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Garrafa 2$S0O
Duzia 258000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za.
^Pedidos de 10 duzias mais 5 0/0 de
descont.
Peitoril de Cambar
l.OOO&OOO
D-se um cont de ris em moeda
corrente a quem provar a nao authen- I
ticidade do attestado abaixo :
V Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
D-se esta quantia a quem provar a
So authenticidade da declaraco infraj
Ha mais de 5 annos que eu soffria
Je um grave bronchite, havendo dias
e lancar mais de meia garrafa de 8an-
gue e n5o podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperancas de restabelecimen-
to, com as forcas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuaco do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido Joo Jos Zt
bendo (Xavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteCompanhia de Drogas e
Productos C/iimos._______
18
Lisboa, 4 de Abril de 188b*.
Illmi. Srs. Soott e Bww,
Ha cerca d 'um anno presorevo aos
mena de entes a Eoaulsao de Scott d'oleo
puro e ligado de bacalho com bypo-
phosphitoi de cal e aid, em ve do prr-
prio oloo, tendo sido nctado o Afeito
alterante e reooostitointe mais prompto e
aoaenluado. Tambem gr-to ao palla-
dar, e e8o fatiga o estomago.
Antonio d'Ordsx,
Medico-Cirorgiao pela Escola de Lis-
boa, etc.
KDITAES
tratamento medico, porm, ssm resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessoa que me era dedicada, dar ani-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicdade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
jamente. iodo Antonio Pereira San-
i'gd ( Socio da firma Santiago, Irmo
C, do Rio de Jaueiro.
O agente Companhia de Drogas e Pro
prietos C/imieos,
---------- *# ------
Dr. Francisco Leopoldino
Communica nos seus amigos e clientes
qua de volta de sua viagem ao sul da
.iepublica, acha-se a sua disposicHo em
eeu consultorio, ra Mrquez de Olinda
n. 38 1.* andar e em sua residencia, &
ra d Santa Cruz n. 72.
Olympio de Oliveira
Cara do Peitoral de Cambara
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constpaco com tosse
desesperadora, s conseguu restabele-
cer-se tomando ) peitoral de Cambar,
de Souza Soarer.
O agente Conip anhia de Drogas e Pro
duelos Chimicos.
A.u Paradis des Dame 8
Especialidade em sedas, brancas, pretas
de cores, gases, surahs, para casamen-
oos, bailes e pasBeios, para grande esco
]ha.
38 Ra B. da Victoiia 38
TelpboDe 59
para homem,
t
Au Paradis des Daaies
Capas impermeaveis
recebeu o
1 i cd -
cS rt o-o
C/2 ^ O" cd s .
OP " ^ a '5* O rr. vO s. en N -a o > t-o o M t- c N i-i c-r; s
SQ . ^ S3* oB >m
s ><-! W o kK "-* 0
S e 0-, o t>0 -i O -3 M-c i- t< H rf t O ^3
Q m C8 rl m t s 1-1 <" r>
u M3i
Dr. Seixas
Participa aos seus amigos e cl'entes
que mudou a sua residencia para a ra
do Conde da Bo Vista n. 101, onde
acha-se a sua disposico.
Recife, 12 de Maio de 1895.
Major Fernando Lobo
Cura do Peitoral de Cmbaro
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em JaguarSo, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de una tosse as-
ResidenciaRa da Santa Cruz n. 72 thmatica, curou-se radicalmente com o
Telephone n. 214. I uso do Peitoral de Cambara de Souza
Chamados por escripto. Soares. [ Firma reconhecida ]
Secretaria da Industria
3a directora
Substituido de madeiras
de pontea
Edjtal
Pelo present f*c puolic), que no dia
30 do corrente mea ao meio dia n-st
seoretaria arSo leoebidas propostas par.
aubatituicSo dn madeiras de que prcciaam
as pontea do Ettado.
As propoataa devem aar conyenienU-
mente selladca o contereu em termos
claros :
l O preco pelo qaal ae proprJam os
licitantes a oollooareax cada ama das
pecas de ponte inclninda dealocaofo das
qne tm de ser substituidos :
a metro corrente de coirimBes-
b preco de cada-pilaatra o peca d
oraaetat ou intermediarias.
0 prego de metro corrente de Tasas
contri.- vasas.
d prego de mntro quadjado de lastre
(soalho) de 0,-08/0, 20.
e prego de metro cubico de viga d
0,"22 a 0,-JO de scelo at 10 metros de
cumprimento.
f ldam, dem das mesmas secgSes de
mais de 10 metros de comprimento.
g dem de contra vigaa ohapassa e mS
de (orea.
h JJ.to de madres.
i Dito de emendas de atteos at 6
metros de oomprimonto de 0,25/0,25 a
0,30/0,30.
i Prego de nm esteio do 0,3/0,3 at
8 metros de comprimento.
Ifck Dito de dito de mais de 8 metros.
1 Dito de metro do loogarinaa de
0,12/0,18 o 0,12/0,12.
2* Os locaeB de suaa residencias ;
3' Provas de idoneidsde profisioca:
para dirigirem e ezeoatarem os trabalhos.
Havendo doaa ou mai propostas em
ignaldade de conigSes, ser prtfrdio o
con c ir rente qne melhore. provaa de ido-
neidade offerecer.
Nao serlo acceitos as propostas qne se
reaeotirem das segumUs taitas.
1* As que alo forem or^ anisadas de
accordo com o presente edital.
2* Ae que se basearem sobre pregos
de p-opostos de oitros ooncorreotes.
- As que f reos firmadas por peesoas
que tiverem i4 dixado de comprir con-
tractos celebrados com a eatincta Repar-
tigSo de Oorai Pnblicss.
4* As de cooooireotes que nao offereoe-
reai as garantas e quididades exigidas no
presente dital.
Caia ptoposta veiar sobre os obras
de cada um dos dittrictos a oontraotor e
derer traaer no involucro a declaradlo
daqual'a a que ae referir.
Neabuma proposta ser aceita sea qne
o proponente aprsente recibo que prove
baver depositado na Thesourari a icp^r-
ttncia de ^unhen'os mil rs (5C0)J000).
O proponente que tiver propesto e>co-
Ibido e 83 recps-r a aseigoar o termo do
contracto perdei o direito a oeugio cima
exigida.
As icf. rm trata o presente edital, aobsm-se nesta re
particSo a dispotigSo dos proponeoter, que
poderSo examinal-as das 10 as 4 de
tarde.
Este s.ra publicado pela impreGBa e
afixado as portas a mal rites e onde mais
o ohefes de distrioto jalgarem conveni-
ente.
*^A daragli do contracto sera at 31 de
Deaemhro de 1896.
Recife, 16 de Maio de 1895.
Joe Joaquina Rodrigues Saldanha Jnior.
Director-gera'.
3.' directora
Galera c'e esgoto da rna do Deao Farla e cal-
c*ae.j de-u do rorredor do Bispo
EDITAL
Prlj presen'e taco puoco. que do os 30 do
correte ao meio da serio rtcebi'? cesta Re-
cetar a propost s pa'a a coostroecao de 390
metros ci.r--- tes de g lea e ramaes de 2.*
ciase.-, e 5,107 imt'os qnadrades de (.a'gameaio
a parii|ellri:ped08, sendo or ados em.........
100;133*569.
0 c. n a'tin'e dar CDTeco as ob'as dentro
lo rrss i da 15 dias e as coocloir no de 9 me-
ses costados da data em que fr assienada o
cootrac o ne.-ia |iirectona.
As pr.postis ae^em ser con*erjieatemeate sel-
ladas, eotre^ued em Cartas fe<.Q rem em ttrmos claros :
!. 0 prego pela qul se propem os lie t3a-
teexcutar as obras;
2 Eaiereci de fu re-ideDC.a ;
3* Pro sas para d il^irem e execntarem as obras.
Haveodo doas un u ais proponas em Igual a
de de coaaicO s, rera preferido o concareote
qoe melaores pro<8 de idooeidade clTerece'.
Sj sera, aceitas as propostas qoe ee resto
Urem das spRaiot-s faltas:
!. A< qoeexcederem aos procos do org.meG-
io;
.* As Qae nSo forem orgaoiz?das de accor
do com o pseme edital;
3.* as que se baxearem em pr s de cut-o
com urrrii'.-j ;
i.Aqa: f-rcm BrmaUs p3r p"sas qoe
tiveien jl deinadode comprir cootracioi oo
promees.s decootrsjta celeoradj* coma ex-
tiocta reparti.ao d. s Obras PoLlica?;
8." s qoe aio fferecerea *s garatas e qoa
ii jadea exiguas no psente edtul.
Neaboma croposta sera aceits sem qoe o
proponen'e apreseBte recibo, joe prova nfe
deposi'alo na Tbez^uraria a qa^ntia de XPJOOO
e perder o direito de re.iituico t-, eco ba
soa propasta, re:usar-ee o propooeuie a:8'gnar
o respectiTO coalraito.
O orcamenio de qoe trata o prosete edital.
acba se nesta reparti.ao a disposico doa pro-
ponales, qoe podero exammal-o das 10 *s 4
bcras da larde.
Hecife, 18 de Miio de 1893.
8o993
7560O
o.i.47
42J997
,'0,83.7
i I :#542
/. /lodn'3s Saiianha Jnior.
Oirector Geral.
Edital
Da o'dem do cidadSo Or. administrador dos
Crrelos deste Estado, fago publico qne desde
la se a bam aberUs nesta administrarlo, rom
o praso de 30 dus para o respectivo e cerra-
meoto, a contar da daa do presente edital, as
loscripcOes para os coocursos a qne seiSo sub
ce lides, em enmprimelo ao sviso doMnlstro
da Industria. Viacso e Ooras Pobiicas n. 182 A,
de U de Abril nltlmo, os errpregados abatxe
meaclooadop, oomeadoa oo promovidos sen as
formalidades exigidas pelo artigo 490 do rego-
lameoto approaao pelo decreto n. 1692 A, de
10 de Abril de 1834, expedido pa-a a execocao
da le n. 194, de 11 de uotobro de 1893.
Para os locares de pratcaaie< e rarleiros po-
dero tute eter-se pessoas extranbas i Hepar-
ticae, de cooformtdade com o aviso do Minis-
terio da Iodustrh. ViaCo e Obras Publicas d.
187, de 26 do mex de Abril prximo flodo.
Para os lugares de praticantes e soppleotes.oa
candidatos deverae ter mais de 21 aonos e me-
os de 30 tonos de edade, excepto se ja tlverem
exercicio no Cjrreio ; gour de boa saode e es-
tar vacetoados; ter bom proesdimeoto e co-
ohecer as liogoas portngoeic e francesa, a geo-
graphia eeral, com desenvolvimeoto qoanto ao
draxil, arltbmetica st a theoria das propo'COes
loclome, sendo motivo de preferencia o coobe-
cimeoo de algama on algomas das eegaiates
jjaterus : dse ho lioetr, escriptoracao mer
cantil, ingles s alleaao, guardada a disposigao
do artigo 489.
Os candidatos aos logares de carttlro e sup-
pente de carttlro dee:&o ler mais de 21 e me-
nos de 30 aaooa de edade. excepto se ji lie-
rtm exercicio no Correio ; gozar boa sande e
astar vscc nados ; ter bom procedimento, saber
ler e escrever correctamente, e conaecer as
qaa'.ro operagoea foodamentaes ds aritmtica.
Os candi Jatos aos logares de pratlcaots e
soppleote de pratlcsnte. carleiro e soppleate de
caneiro, piderao apreseotar docomontos. qne
comp-ovem eoas bsbiiltagoea e .eervos, stndo
na classirJcaco altendidos oe que se referirem
a materias oao exigidas o R uu.amnto e dis-
pensado do exame de materia oa materias do
concorso o candidato que apreB ntar attestado
de approvagao obtido ca Iostroccao Pobllca,
academia oo instituto approvado pelo governo.
Pelo aviso n. 181 A, de 22 de Abril proumo
pasalo e cima citado, foi dispensado o lotera
ticlo de doos annes, de que t ata o $ do ai-
Ugo 496, 03tendo, po-toto. todos o amaDueo-
*e e prsc otes concorrerem is vagas de.tercel-
ros ofnciaes:
Terceiros ofnciaes
Francisco Xler de Aibsje.
Antonio Jocqiim Cavatcaote de Atbnqoerqae.
AsMsvsuea
Olympio de Arroxeilas Galva?.
P.'alicaotes
Abilio T'ixeira L na do Barros Lo.eto.
Alfredo Ernesto Va de Ollveta.
llauel Jjaqnirc de Casi'o Uadetrs.
Jos NapoleSo de Lora Freir.
Uoacio da Silva Lope?.
Joe Bonifacio do Ama-a! e Helio.
Uiguel Figotiroa oe Faria Hobrubo.
Aa'OJlo '.Jnvie Manir.
Caiteiros de 2' classe
Antonio Carvalbaa Costa L'-b).
Antoiio Francisco de Sooxa.
Bernardo Joaquim de Aievedo.
Ignaci C.valCDnte de S e Albuquerque.
Manoei Francisco de Alarida Dj'ia.
Adminijtraclo dos Crrelos do Estado de Per-
oambuco, em 17 ae Maio oe 1895.
O 2. offieial.
Joaquim Spencer Lopes Nelfo
O Dr. Jos Jabao Regneira Pinto de Soaaa,
jo:z de direito de crphos e ausentes,
nesta cidade do Reofe, oap'tal do Es-
tado de Pernambaco em virtade da
lei, eto.
Fuco saber aos que o presente edital
vircm ou delle noticia tiverem que, tendo-
se arrecado por este jaiao, requerimento
do Sr. Consol de Portugal, o espolio do
subdito portusroei Jote Pereira Bastos-
fallecido ab inteatato e sem berdeiroe pre-
sentes, s&o chamadoa os herdeiros e ere-
dores do mesmo finado para no praao de
30 dias, contar desa dats, perante este
juiao. req^iererem e habilitarem-ie em
seos direitos. .
E para ooostar e chegar ao oonheci
ment de todos os interessadoa mandei
passar edital para aer publicado pela im-
prensa
Dado e pasiado nosta Cidado do Keofe
capital do Estado de Pernambuoo. aoa 23
de AbrilBie 1895.
Eo. Vicente Ferreira Nabre Pelinca, es-
crevente juramentado o escrevi.
Fia escrevi, sabscrevi o ass'gae
U escrTBo,
Francisco de Siqaeira C&valcanti.
Jos JoliSo R. Pinto de Soqia.
Paga me ato do cagame oto da
ra dss Larangeiras
O prefeito do municipio do Recito manda faxer
poblico os p.'oprieiari.s ds MpfaeHaja rna qne,
oo prato inprorogavel de irioia diss eootidos
da dala oo preseole edital, decerao vir recolher
ao cof.e municipal a importancia do c> (carnelo
feuc, calculado ca razio de 15 % sobe c valor
locatvo dos respectivos nredlcs. ne COfo'ffll-
dade coro o dispost3 do 70 art. do orc*men-
"o vien e.
Ns.
2 Prancuco Xan'er Fr Brasa e Sso^atio Lopes Gaima-
raes
4 J; s Aolonio da Motta GoimarSes
6 AlbUo a? Slva Le I
8 Lou Hltio ae Antonio Piuto Carnei*
ro da Suva
lOO-den 3- de S. Francisco
12 Luiz Manoe1 R.;.iriizu-8 Valeoca, JoSo
Mo eir Fiagoso rr^ocisco Mjreira
Famoso, Jo4o F. Kei;:s do Rio Cor-
deiro e Manoei Jos Costa Perplra
14 Manoei, Hunrique, Aor.a e Marian
ua, tlihos de J. V. dus S:c:o Res 175242
(0 Joaquina Eirtlia Vichas Mana Rosa
Vjbis Emilia Julia ViDb3s, Agceda
Rosa Vincas e Jalla Emilia Vmbas,
Daites igoaes 4J997
8 Vizconde dr Campo Alegre 191*992
2) Mara Rosa de Lima 4#J'J7
It Mara, Conolano e Noemia. Gibe de
Aoloaio Gj.i e* de Miitos
24 Jo.- Ao ooio Ma ta Guirrar s
26 Galdioo Actonio Alves Fe.- eir
23 Jeonyro i gido de Gusto Goi-
artes
30 I-rxandade do S-miiasImo Sa:raneo-
lo de Sanio Amonio
1 Maria Victoria de Souza
3; Maria Rosa dos Pasaos S Iveira
5 Ranbolomeu Fiaocisco de Suoza
'Maooei CoMaco D a<
9 JeroDyxo Sainado de Castro Gaima-
riei
<1 Manoei Coloco Dias
13 Jote dd Araojo Veiga
15 Antonio Mala Cortes
19 Margarida Julia Ferreira Ma:balo
21 Ki fiar^ A. Owu; ui
23 Loiz de Paola lop. s
2i Haimelioda C. -iva
-.1 Marcono Peiro de Sjcza Braga
29 Jo-Coviriro dos Saotcs
29 A Vin^a e berdeiros -e JoSo Ribeiro
da Conha 63^030
31 Manoei Cardoso Jnior 3'iS47
S -i retara da Prefeltnra Manic'p.l do Recife.
18 de Maio de 1895.
O 8Pcrel;ro,
Joaqrim Jos Ferreira do Rocbs.
Secretaria da Industria
3 DIRECTORA
Calcamento da ra do Ria-
eluielo
EDI I 41.
Para conbecimeeio dos interessados, fago pe*
blico qne oo dia 30 do corrente, aoQmeio da,
rereoem se nesta reparlicao propostas para a
ccnitrnccio de 10.76'J met.-o.' qoadiados de cal-
Canelo paraileiipipedos oreados em..........
91:446*200.
O contraran! dar comeco as obras deolro
do prazo de qoioze das e coocliirt no de seis
meses contados da da.a em qoe l: assignado o
contracto oesta directora.
As propostas devem cer convenientemente
selladas, enlregoes em carias fechadas e contc-
rem em termos claros :
1.* O preco pelo qaal se protoem os licitantes
execotar as obras ;
1.* Eodereco de roa residencia ;
3. Provas de IdoDeidade probssional precl as
para dirigirem e txecotar as obras.
Havendo daas oo mais propostas em ignalda-
de de coodicSes sera preferido o concurrente
qoe melborea provas de idoneidsde offerecer.
Nao serao aceitas as propostas qne se resent*
rem das segoiofea faltas :
1.* As que exceserem aos precis do orea-
memo ;
2.* As qoe ra forem organizadas de accordo
com o presente edu, I;
3* As qoe se o*.sarem em precos de cu'.ro
concurrente ,
4.a As qoe forem firmadas por pea-oas qne
tlverem ja deixadj de rniiprir cootractos oo
promessas de extractos celebrados com a ex-
tincta repango d?s Obras Publicas ;
5.a As qoe nSo offerecerem as garantas e qua-
lidades exigidas oo presente edital.
Neoooma proposta ser* acceita sem qoe o
proroneets aprsente recibo, que prove naver
depositado na Tbesooraria a qof-n'.'.a ce 300*003
e perderi o direito de restitoicao se, escomida
eoa propo.-ta recosar-se o p'ODooecte ssaignar o
respectivo contracto.
O oresmeoto de qce trata o presmte edital,
acna-se neeU repaiticio 4 disposico do pro-
ponentes, qoe poderlo examinal-o das 10 s i
oras da la'de.
Recife, 10 de Maio de 1895.
J. .. Rodrigue Saldanba Jnnior-
Secretaria da Industria
3' directora
Reparos da poote ue S. Joao e Bico Feb ne
3' din icto
E Utal.
Pelo presente f-co publico qoe no dia 30 do
anaante mer, ao meio da, serao recebidas, nes-
ta secretaria, propalas para os reparos d.s pon-
tes de S. Joao e B.co Peba oreados em .
14 410*098-
Tolas as obras de qoe trata o preseu'e edital
sero feitas de madeiras do paiz empregando-
se oas longann;s e estivas, pJ d'atco sicupi-
ra n, aogelim amargoso unifica e oas pran-
cbas soaieotess triz al imar, vinbatico, B-.ren-
diba e Baraqu'm.
O con'rae ante dar prioii.ii as obras dentro
de 20 dias contados da aaMguatnra do contracto
e as entregar ao de 4 mez:s contados da mes-
ma dala.
Os pagamentos eerSo feitoj measalmeate a
proporcao da obra feita, cootaoto qoe oo im-
portem em menos de 2 contoa de res.
Em lodo qoaato aqni nao vii eepeeifleado se-
euir 6e-ba o qoe o s evem as regras <.'arte,
orcameote, re^niameuto, pr inetruccdeB do Uscal da obra.
JAs propostas devem ser convenieitement sel-
ladas, entregues em c.rtas lechadas e conterem
em termos claros ;
1- 0 preco pelo qnal es prcpoea os licitan-
tes exeettar as obras ;
2- Eadereco de su* residencia ;
3' Provas de Idoneidsde piofhsional precisas
para dirigirem e execu'arem as obras ;
Havendo duas ou mais propostas em ignalda-
de do condicoea, ser preferido o concurrente
qan melborea provas deldoneidade cfferecer.
Sio sero aceitas as propesas qoe se resec-
tlrem das seguiults faltas :
Ia As que excederem aos precos do orna-
mento ;
2* As que nao forem organlsadas de accordo
com o p e^enle edital ;
3* As qoe ce basearem em precos de outro
concomite;
4a As qoef rem Armadas por pesetas que -
verem ja delxado de cnxprlr contractos cu prc-
messas de contractos celebrados com a ex incta
repartico das obras publicas ;
5a As que oSoofferecersn a- gara,.t?3 e qua-
lidades exigidas no presente edual.
Ne boma proposta cera acceita sem qne o
proponeoie aprsente recibe qne prove baver
depositado na Tne?i ua.-;a a quantia de 2001 e
i.erder o direito de restitoicao se, eacelbidn sea
proposu, recoaar-se o proponeme aatlgoa* o
respectivo contracto.
O oresmeoto de tjue trata o precente edita!,
acbs-se oeaia repart (,5o a disposico dos pro.
ponentes que podero examioal.o das 10 aa i
boras da tarde.
El; sera publicado pela ixprerjsa, aqoi na
Capital, e pregado oas porta das matrizee, en-
mara municipal e oude me!hi.r coavier ao ebefe
do3-dist'tc*o.
Recife, 21 de Uno de 1893.
J Joaqaim Ridrignes Saldanha Jonior,
director geral.

62*517
47*280
90*720
8?*ii5

42*997
27*2.7
39*217
101*748
37*800
61*81.7
37*830
106*312
94*500
4z*997
70*875
90*147
43*97
4*7
71*347 1

T
.







Diario de Pernambneo Sabbad 95 e Maio de 1595
DECLARARES
Corapanhla Ferro Carril de Per-
nambneo
Plota-a da ponte 7 de Se'embro
Ni escriptorlo deata coojpanhia recebem-ce
prometas k caria fechada ate i no-a da tarde
do ca 1- de Jonbo prximo viodooro, pira pi
tara da ponte cima indicada, as sacoimes
conJlgOes :
i* O contratante ce obrlgar a pintar de nr-
cao as pares que tiverem de ser batidas em
cod qoeocta da ferrogem e a dar dnas maos de
liad branca.
I* Apreaentar o ercaxento dere traba'bo,
de3:riminandoa mao d'oora da materia pn.ua a
empegar.
Ia Garantir a coa.ptchia, nob respontabilida-
de de pessoa idnea, a boa e pe-tena execugao
do ervico at seo ul ima'um.
Escripiorioda Companh a Ferro Carrli de Per-
nambuco, 22 de Malo de 1893.
Felippe de Aojo Sampaic
_____________ Gerente
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA DO VIGA.BIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Bario de Souza Le&o
Thoma|f Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plicnix Pernambu
(tono
BA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Companhia
Recife n se de Panifica c,ao
Sao ccnvidaos os Srs. accionistas- a reooi-
reco se em assembla ordinaria no dia 27 fio
correte mei, ao mel dia, no eacripiorio dest
cciopamia. caes ao Apollo o, 63. aflm de toma-
ren coche, iieato do rela'orio, parecer fiscal e
coutas do auno prximo paseado, e procederem
nos demais termoH dos esta'otos.
Recite, il de Miio de 4895.
P. J. Pinto
Director presidente.
Seguros Contra Fu
Roy al Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMAM & C-
' COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
AMVVIlVLiVN
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.00C
Fundos accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fbgo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William O
U. T. P.
Ud&o T)pographica Pernambii-
can
Assembla geral
Ultima convccac.a.
i)e ordem do Sr. presidente, nos termos do
Arts. 18 e 19 de oo.'ea lei, co vino a todos os
Sre. arBciacios para romparecerem em nossa
sede a roa Marcilio Dias o. 32, as 10 horas da
man a, aflm de constituidos em asseoibla ex-
traordinaria tratarmos de varios essomp'O de
intereses social.
Ootrostm, de secan? o cm o Art. 27 de cosaa
lei, convido os Sr. delatados de officlrj.s para
constltoi los em cooselbo, approvarem p'oposias
de secioa efTettlvos e buoorarios.
Secretaria da Onlao Tipogrfica Pernambo-
cana, 2a de Maio de 1893
0 1- secretarlo,
jo Cavalcante.
Oonfraria
DO
Senbor Bona Jetus da Via Sacra I
lgreja da Santa Crin
De ordem do ruiao p.oveaor e para oieiro
coobecimento de todos os H)S' b Irmaos, par i-
cipo qoe a meta regedora >ia tiossa contraria no
anno compromissai de 1895 18S6 fleoo com
posla dos segoiotes -maos, couforme as tlel-
coes procedidas.
Proveder, Adolpbo A. de A. Gotnara.ee.
EscrlvSo, Jo&o Joa^ de Figueiredo.
Tnesooreiro, Joao Fernando* de Aievedo Val-
loDgoeiro.
P.-ocnr. do-es, Sebastlao Lopes do Amaral e
Manoel Manques dos Santos.
Definidores:
Francisco Antcrio Fernanes.
Jo- Joaquim Altes P.coeco.
Maooel Affooeo de Cou'-o Soares
Adslbeno Jos de Paiva.
Manoel Joaqoim Ribelro Joo'or.
Maooel Vleme ds Cruz.
Manoel Jo^ ca Cooba Sampaio.
Jorqoim Roriguis da Cosa Mgalbles.
Vicior.no do Reo Co ta.
M coel Odonco Daarte.
B-nto Jos Alves Braodao.
Jeaqoim Francisco Rodrigues 'la S iva.
Conislorio, 23 de Mau de 1895.
O c-ivao
Joao J^s de Figneiredo.
PRADO
ERMMBlJfAN
Projecto de inscripeo
Para a 15.* corrida que se realisar no
domingo 2 de Junhode 1895

1.8C0 metros-- Handcap.Ani-
600^000 ao primeiro, 1205000
2.
3.
4.
COMPAMHIA
Centro Commercial
4 cramaia de capital
Sao convidados os Srs. accionistas a fizrem
a 4a ntrala na rszao de 10 O/o do capital suba-
trlpto, dentro Do prazo de 30 dUs. a contar
leeta data, no Banco de Pernambneo.
Macelo, 30 de Abril de 1895.
Os directores
Tibnrcio Alves de Carvtlbo.
Boaventura Amorim.
Pedro de Almeida.
Ben.-. Loj.\ Oap.\ Ca-
vall.. Cruz
S.-. F.\ P.-.
De ordem do Pod.-. Ir.-. Ven.-, convido os
Ilrr.'. doqoadro, e es aagons, que nuizerem
comparecer, a assistir ses.\ ma^na d'Ioiciacio,
eem pompa, que estacff*. cclecra, segunda-feira
27 do corrente s 7 horas da nciie.
Orr. Recite, 21 Malo de 1895- E.: Y.'.
M. F. Martina Gr.-. 18. .
Secret.-.
1.* PAREOiBapre asa Pernambacana
maei ce Pemambuoo. Premios
ao segundo e 605000 ao teroeiro.
PesoNababo 55 kilos, Avxntareiro 54 kilos, Feniano e Triumpho 52 kilos'
cada aro, U raers, Bismarck 2.-, PlatSo e Molor 50 kilos cada
um, TuHo- 45 kilos e os demais 40 kiloi jada um.
PAriEODerby Club de Peranmlmeo 1.500 metros. Animaos
de Pernambuco- premios: 300f000 ao prineiro. 60^000 ao segun-
do e 30^000 ao terceiro.
Art. 5 Nababo, Avuntureiro, Foniano, Trinmpho, Camor, Bismarck 2.-
ti Malor, PlutSo e Bmquo:ro.
PAREO- Ulppodromo do Campo Grande 1.050 metros animaos
de Proambuo<>. premios : 250&000 ao primeir<>, 505COO ao se-
gundo e 25/CClJ ao teroeiro.
Art 5.'Os do pareo Derby-'Jlub e mais Hyrondello, Pirareon, Tado-6, Ida,
Beija Flor 2.*, Paihaco, Pv/rilampo, Famaya 2- Taroo 2.- e Fu
risas*
PAREO- Sportman 1.250 metros. Ammaes de Pernambuco. pre-
mios : 30000)0 ao primeiro, 60/5000 ao segundo o 301000 ao
terceiro.
Art. 5.'Oa do pareo Hippodromo do Campo Grande e mais Gailiolete,
M*scotte Conquistador, Batoiy, Cingo, Malaio, P*tchouly, Maurity,
Tahspber e Tenor 2'.
5.a PAREO Magda eni-i 1.100 metroa. Aoimaes de Pernambuco. Pre
mos : 25C|0On ao primeiro, 504000 ao segundo e 250CGO ao ter-
ceiro.
= >a do pareo Sportman e rra's Pbartsen, Berlim, Taoier, Gallet,
Ally-Stcper, Dictador, Vingador, Ybo, Baiiss, Mendigo, Huguenot e
SsdsSouc.
PAREO Pro;;; sso 900 metros. Animaes de Pernambuco. pre-
mios : 2500C0 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao
teroeiro.
Art. 5.-Os do pareo Magdalena e mais Malong. Lucifer, Tiberio, PSAC,
Teimoso, Gatero, Petropolis 2., Mouro, Garimpeiro, Baralbo, Dabl.,
Divertido, Abyimo, Good-morning 2, Timoneiro Frontn Vivas.
PAREO Ordem 850 metros. Ai" u de Pernambuco. Pre-
mios : 25U0OOO ao primeiro, 500000 ac sj^undo e 2o$0G0
ao terceiro.
Art. 5"Os do pareo Progresso e mais Enreby, Narciso, Ideal, Sfirogoca,
Prussia o, Vinganca, Maurily, Chimbute, Toulon Scepttsmo, Pirata,
Erna egCarauna.
PAREO Consola^iio 800 metros =Animaes de Pemambuoo que nao
tecbm obtido 1.* e2.* logarnos prados do Recife, contando ou
nSo viatoria. PKemios : 2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e
50000 ao terceiro.
PAREO Pr&do Perainmbncano 1.609 metros. Handcap. Animaos
de qnaLuer paia. Premios : 3O08GOO ao primeiro, 6O0OCO ao
segando e 300000 ao teroeiro.
Arf. 5-* Gypsi.
PesoDorotby 58 kilos. Petropolis e Guayanaa 50 ki'os cada um, Ra-
dams e Apollo 45 kilos cada um e os demaia 40 kilos cada um.
Art. 5.-
OBRBY-BUIB
DE
PERNAMBUCO
PRADO DA ESTANCIA
8.' Corrida em 9 de Jnnho
de 1895
DEDICADA AO CORPO OOMMEROIAL
m
Quem estiver de posse de um bilhete de
ingresso numerado fcar habilitado a re-
ce ber o seguinte
PREMIO
Una passagem de 1 classe, ida e volta para
a Europa (Lisboa)
!>0 libras esterlinas para as despezas de viagem
Urna malla coiitendo um corte de casimira fina
para um costume, urna duzia de camisas,
collarinhos, punhos, meias, cer^ulas, lencos
e toalhas para rosto.
Um binculo e ume cadeira espregucadeira.
EXTBACCOPEPO^S FLTIMO PAREO
Acorrida comecarft as 10
horas da manha e termi
naras5 da tarde,
OS IMBESSOS ACSAU-SS A 7EEA S SE&I1TSS LC&ASSS
IBluu^Daqae de Caxias n. O i.* andar, Escrlptorio.
JBtua Primeiro de Marca a. 9, Llvrarla Francesa.
a c n. 3. Centro dos Fumantes.
Hiua Marques de Ollnda n. 29, Cubana.
n. tO, Alfaiataria.
IlLua da Imperatriz n. 1S. A Brasileira.
Ulna Bardo Victoria n. 59, Leja de Musieas.
6.
7.
8.-
9.
Obs*m$$$
Nenhum pareo ser considerado realiaado sem que sa inscrevam
pelo menos 4 arimaea de 3 proprietarios differentes.
A inscripcSo eneorrar-se-ha terca-feira 28 do corrente ss 6 12
da tarde na Secretan, do Prado, ra da Imperatria o. 26, 1.* andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 22 de Maio de 1895.
Servindo de Secretario,
C de Abreu.
e corram
horas
Companhia .\orth Brltish & Her
cantilee Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* O*
Fundos accumulados 9,452,452, 18a 5'
rf.ce:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* &
De premios sobre
divida 992.379 6 1*
2.488.196. 12* 11
tomo de Castro Nunes.
Todos os recibos
de sta empreza deye-
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
N; BA reparticio de fundos accu- maO pelO gerente
mulados sobre seguros contra fbgo, nao *, ^
em o que nao terao
valor algum.
Samuel Jones.
Ger
se responsabilisa pelas transaccSes fei-
\aa pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
------*- -
Assoeiacao dos Morcieiros
A directora desta Associago aviza
a lodos os seus associados e collegas
de classe, que finda no dia 26 o praso
para o pagamento do imposto de classe,
relativo ao i. semestre, pedindo a
todos para evitar o seu pagamento com
mulla.
Recife, 21 de Maio de 1895.
Joaquim Christovao
Director
Pohbio tTOhveira Pinto.
1\ secretario
?nte.
m zraBiAL zsrsBAsrcs cootaot
ilit::
DE LONDRES
Estabelecida em i 803
Capital f l.too,ooo
(Rs S4,0O0;0O0d000)
SEGURA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
7A IXAS B A IXAS
PEOMPTO PAGAMENTO DE PREJCIZO
Sem descont
Agentes
BaOWNS c,
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
pialquer communica-
cao ou reclamac.o, se-
ja esta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio daSil-
va OlTeira, Hermio
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
Boyal fflail su Fuit inpr
O paquete
Magdalena
E'esperado do3
portot do snl no
dia S5do corre-
te, segoindo de*
pois aa iodispen-
savel demora para
Tcente, Lisboa, vlgo e son
ttiamr>*on
O paquete
Tamar
Esperado dos norlos da Ec-
ropa at o da Sf do correo*
ro eegoirdo depois da demora
oecessana oara
Macei. Baha, Rio de Janeiro e Santos
O paquete
Danube
Fsoerarfo da Europa DO
da SO do cerrede sagoio-
do atpois oa fleco:- ne-
cessaria para o
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Prefine-ce aos Srs. recebedores de
mercadorias, que a Companhia Mala Real ingls-
xa, contracton com aecoat Steam Navegaron
Gompanyum servcoda vanores semanaes ane
parando de Bordeaux, Cognac, Cbare-iie, devem
ebegar a Sooibamoton a lempo de baldearem a
cargas destinadas America do Snl para os Va-
pores desia coapaobla.
Esta compaobia accelta po' prejos rasoavels
para Valpaialso al Abril, pasuageiros com este
desuno por la de BneDos-Ajres e entrada tos
Andes. .
Tambem aceita paisagelrcs para New York
a SoutbamploD, por especial arranjo feito com
a Companhia AHemand Lloyd.podendo demora-
rem-se Da Eoropa casi o desejarem.
Reducj-o nos pregas das paasagsns
Ida Ida $ volta
A liisfcos 1 classe t SO i -0
K' Soutiiaiupton classs 2* 52
Camarotes rS6mdos psra o pasaagoirc de
Pernamiaco.
Para earga, passagens, encommendas e ai*
nheiro a frete, trata-se com os
AGENTES
A.raorim Irmo & C
M. 3-Bi oBorn Jeana-N. 3
Prince Line of Steamers
James Kuott Xcwoastlo-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Ini'ios e o Drazii
E' esperado de
Nw-Ymk at o
da %1 do cor-
rente, esahir de-
pola da demora
np.cesgaria para a
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Crele Prince
Tem ptimas aceommodacOes para passa-
gelrcs e illamtoado a Int elctrica.
Para cargas e paseageos trata-se com os
Ccnaignatarioa
johnston Pater e Comp.
Ra de Commereio n. 15_____
Cwia IHMH il 8-
Rio de Janeiro e Santos
VAPOR
Capibaribe
COMMANDANTE I. TRNENTB VERISSIMO
COSTA
Segoe no da SS do coj-
reoie i 4 horas aa tarde-
Recebe cargi,"eocom>Eerjdas, passagens e dl-
nbelro a (rel, at a 11 horas da manna de da
da partida.
Chama se a atteogio dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a dos conhecimentos que i a
eegointe:
No caso de baver alguma reclamadlo contra a
Companhia, por a 'aria ou derda, dere ser falta
por esenpto ao agente respectivo do porto da
d scarga, dentro ds tres das depols de flualt-
sada.
Nao precedendo esta formadade. a Compa-
nhia'lica lseota e toda a respoosabilldade.
ESCRD7TORIO
Ao caes da Ce. ipanhia Pernambucana
o. 12
Llojd Brazileiro
O VAPOR
Alagoas
Commandante Carneiro
E esperado dos portos do
sal do da SO do corrente, se-
gumdo para os potes do norte
no dia S? do mesmo.
As oncommeodas serio recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barbosa
Caes da Coinpaohia Pernambucana n. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a sua atteocSo
p?ra a clausula 10a Jos coobecimeotos que a
aeguictie:
No caso de baver algoma reclamagSo contra a
companhia por avarizs cq perdas, deve ser feita
por e^cripio ao agen'.e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depos de finali-
zada.
Nao prereepdo esta formadade, a compa-
ob'a fica iseoia de toda a r sp nsabilidade.
As pa88?eeD.n sao tiradas do mesmo escripto-
rio, at-i s 2 i/2 horas da Urde do dia da sabida
do vaper.
Atienrao
As passagens pagas a bordo custam
mais lb*/u
Para carga, passagens, enccmmendas o .valo-
res trata-se cornos
AGESTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
Cotnpashia Ferfiambucana da
NaTegaco
Fernando de Noronha
O paquete Una
Commandante Carvalbo
Segoe no dia 2 5 co ccr-
ret.'.e is 4 horas da tarde.
Recebe carga, eDCommecdae, passagens e di-
nheiro frete at s 11 horas tia maoha do dia
da partida.
Cbama-se a atteD(o dos Srs. carregadores
para a clausula 10* dos conbeclmeolos que a
seguinte :
No caso de baver algu:?;a reclamagSo con-
ra a CompaBbia, por avaria oj perda, deve ser
feita por escripto ro agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres das desos de liaa-
Usada.
Nfio precedendo esta formalHade Compa-
nhia tica iseQta de toda a re?pnsabilidade.
ESCRIPTORIO
No Caes da Comp&nbia Pernambucana
D. 12_______________
Corapanhia Pernambucana de a-
vegafo
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Aracaj
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSes
Segu no dia SO do cor-
rete is 4 boras aa tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
nheiro i frete at a 11 borss da manba do dia
da partida.
Chama-se a atteocSo dos Srs. carreeadores
para a clausula tu> dos conbecimentoB que a
seguiste:
< >o caso de baver algoma reclamagao con-
tra a Conraubia, por avaria ou perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
de descargs, dentro de tres dias depois de fina-
lisada:
Nlo precedendo esta formadade, a Compa-
nhia flea lseota de tola a responsabilidaae.
ESCRIPTJRIO
Ao Cae* da Companhia Pernambucana
n. 12
Club Internacional do
Recife
O abaixo asilgnado previne aos Srs. socios do
Clab lote-nacional que a reuaiio familiar do
carrete mea ter losar a 25, e pede-Ibes o seo
comparecimeoto con suas Ezmas. familias.
Recife, 22 de Maio de 1898.
O director de mes
A. Domingos Pinto.
MAJAMOS
Pacifico Steam Navigation Com
STRAITS OF MAGELLAM
O paquete
Britannia
LINE
Espera-oe ds Enrops at odia
SS do corrente e seguir de-
pols da demora do cosime para
_ Valparaso, com escala por
Babia, Rio de Janeiro e
Montevideo
Para earga, passagens, encommendas e dinhel-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons i C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1' andar
Hambutg- Suedamerikanis-
c h e Damplschif ffahrts-
Gesellschaft.
O VAPOR
Paraguass
Companhia Pernambncana de
Navegado
PORTOS DO NORTE
Parahffba, Natal, Maco, Mottor, Ara'
caty e Cear
O paquete
S. Francisco
Commandante Pinto
rf
E' esperado do sol at
o dia Si do corrente e
seguir depoia da demora
necessana para
Lisboa e Hamburgo
Entrar no porto
Para passagens, carga, frete e etc., trata-sa
con os
Consignatarios
Borstelmann rC.
Ra do Commereio n. 18
1* andar
Bel don Liu of Steamers
E'esperado dos
portos do norte
at o da Si do
corrente. e eabira
depoia da demo
ra neceasaria para o
Para e New York
O VAPOR INGLEZ
Cearense
Para earga trata-se com os
Consignatarios
Jobnston Pater fy O.
Ra doCommercio n. 15
Segu no dia *s do cor*
rente a* 4 boras da tarde.
Recebe encommendas, passagens e dinheiros
a frete at as 11 horas da maoh do dia da par-
tida.
Cbams-se a tteocao dos Srs; carregadores
para a claosala 1.a dos conhecimentos que 6 a
segoiote :
No caso de baver alguma reclamicSo con-
tra a Companhia, por avaria ro perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres d'as depois de fina-
Uaasa.
Nao preceden -o es:a formadade, a Compa-
nhia flea isenta de teda a responsabllidade. *
Nao recebe carga para o Para.
ESCJaiPTORl
Ao Caes da Companhia Pernambucana
______ n. U____________
IHbIb Manttaes
LINHA MENSAL
O VAPOR
Charente
E' esperado da Eoropa at o
dia SO d) crreme segoindo
depois da demora neceasaria
para
Baliia,i Rio de Janeiro, Santos, Montevi-
deo e Buenas-Ayres
Entrar no porto
PreTine-se ainda aos Srs. recebedores de raer-
cadoriaaque -6 se attender a reclamacCes por
(al.aa, qoe forem reconbecida0 na occasio da
descarga dos volumes; e que dentro da 48 bo'
ras a contar do dia da descarga daa alvarengas-
devero fazer qualqoer reclamacao concernen-
te a volumes que por ventura tenbam seguido
para os portos do sol, afim de serem dadas a
lampo as providencias necessarlas.
I oga-ae aos Srs. passageiros de se aprsenla-
reai na vespera da chegada do vapor para toma
ram aa suas passagens.
Para carga, pas?agens, encommendas e dinhei.
ro a frete tratar com os
OS AGENTES
H. Burle & C.
4.2RA DO TORRES42
1. andar
IKlK
'''-.
.






\
I
Diario de Peroambaco -* Sabbado 5 de Maio de 18315
#
Pacific Steam Nivigalion m-
puny
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete
Orcana
Espeta-se dos
porto do sol at
O dia 8 da Jando
e seguir depols
da demora do
costme pira Li-
verpool com es-
cala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
Para carga, passagenr, encommendas e di-
ccoiro a rete, traia-se cou os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
____________1." andar______________
C0AI6KIIRS MUS
Companhia Fraaceza
DE
NaTcgfSo a v/apsr
Linba regalar entro o Havre, Liaboa,
Pernambaco, Babia, Rio de Janeiro
e Santot.
O vapor
V He de San Nicols
Commandante Levallois
AVISOS DIVERSOS
PRECISA-SE de on creado copeiro, n'
te/vico domestico e tompraa. qoe tenha pratiea
de servir em casa de familia, daodo conten
cimento de soa conducta, a tra'ar no armazem
n. 54 a roa Mrquez deOMnda.
MTi.Vende-ao uro, n Enineiro, cooi ex-
celleoie casa, jardim, I salas. 3 qaartos, qnartcs
fra, apua encanala, banbel'o, etc., alem de on-
tras monas casas e terrenos e eogenhos : Estret
lado Rosarlo p. 41, 2"> andar.
Prccisa-se fallar co Sr. Mantel Joe Mar-
tins, caixeiro qoe fol do S-. Pesas, alende* & a.
e soppe-ee actualmente h. nitor na estrada oovC
de Caxaoc, a roa S. lorge n. 86, a negacio de
seo pa'tl-:o'ar ioteresse
E' esperado d a Eoropo
at o da te do correle,
e seRoi depois da necea-
earia demora para a
Baha, Rio de JaDeiro e San-
tos
Roga-se aoa Sra. Importadores de carea palos
vapores desta llnba, qoeiram aoresentar den
ro de 6 das, a contar do da descarga das al
varengas qoalqner reciamacio concemente a vo-
lotees qoe por ventora lenham sesoldo para os
por.os do sal, alm de se podsrem dar a tempe
as providencias necessarlas.
Expirado o referido preso a companhia nao tt
wiponaabllisa por extravos
Recebe carga: a tratar com o agente.
AGENTE
Flix Bandeira
9Boa do Commercio9
Gonpanhia Rob.M. SIoms Line
VAPOR
Capua
E* esperado de
N'.w-Yj'k at o
da., do correte,
seguindo depols
da demora necea-
saria para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas] ele,
et: trata-se
com
OS AGENTES
Pereira Garneiro k C.
Ra do Commarcio n. 6
Commarcio
1.andar
O vapor norueguense
Argos
Segne ncatt*
poneos diaa para
Santos, Paranagu e Monte-
video
Para carga, passagens e tncommendas trata-
se com os
AGENTES
Pereira Carne.ro k C.
R4 DO COMMERCIO N. 6
].- andar
Norddentscher Lloyd
O vapor
Crefeld
E' esperado da
Eoropa al o dia
S> de JooboceOo;
,e seguir de pe I
da demora neces-
earia para a
Baha, Rio de Janeiro
e Santo3
Para paseagens ce 2.a classe, carga, Irele, etc.,
t:ata-se com o
AGENTE
V. Neesen
Uea do Ramos n. 4
LEILOES
Agente Pestaa
Leilo
De omi lioda e Importante mobilla de jaca-
randa, completamente tova e com lampea de
pedr?, 3 dunas de cade ras de junco, tambem
iicvas.
Sabba lo, 25 de Maio
A'S 11 HORAS EM PONTO
No armazem a travena do Corpo Santo
n. 27
Agente Pestaa
Leilo
De ama linda parelba de cavallos assas, dous
borros e em ca vallo alaxSo
Sabbado, 25 do corrente
A'S 11 BORAS EM PONTO
No armazem travessa do Corpo Santo
________________n_27_________________
Leilo
De bons movis, oovos e osados, nacionaes
e eotrangelros
Segunda-feira27 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
RA DO BtM JESS NUMERO 45
Em continuacao
Lustres, pen feotes e bracoa a gai, canos
(bombo e registro, esmaede farro, novu.
Vende se as casas terreas na 190 e 19J, i
ra Imoerial. Uves de todo os impostes : a
tratar rea da Madra de Dos n. 4, ca do Quei-
mdo n. 78.
Compra.re om a doos contos em apollees
directas do Estado ; na roa Larga do Rosario
oorcro U
Precisa se de orna senbora para casa de
bouem solteiro, qoe seja reerlhida e tenba boa
condocta ; oa ra Angosta o. 133.
^ i --1,, ^fi. i i i i
Pre-isa-se de orna cosinbeira e de urna en-
gommadeira; na roa do H apiolo n, 20.
Precisa-se
Perreiros n. 6.
de costurriras : do becco dos
de
Aloga-se om pequeo compartimento c.m
om qoarto ao fondo, propr.o para barbeiro, sa-
pajeiro. talho, etc.. A roa do Bemflca n 4 :
tratar no r>. 6 Mgdaleoa.
Tambem se Inga orna foja de fonileirot
, aro ou sem ferrameota, na mesma roa e cao
regoexada : tratar no mesmo o. 6. ti g 'a
eoa.
Gaiata esposa
Nao nomos nada aeitc manda
Cniqoobo veoba c. v a toda pressa no
commercio, roa do Crespo n. U, loja Estrellas
da America e compre me 12 covados de orna
linda pbantana de nome Sirtndinba, de 1*690
o covado, cao se demore, do contrario...
Simplorio esposo
Prompto miaba Cbiqoinba.
Que fasenda esta ? onde cemprastes ? oh
criada t trata de l as obras de misericordia.
Pula a cooea nao est fia.
E' o casoNao eomoa nada neate mnndo.
Ctiiqo'nlia... eo comprei... em casa do
ocaso compadre.
Que compadre, que cada, eo nao te disse
qoe losne a roa do Crespo o. 12, loja Estrellas
da America, nSo sabes qoe oeste bem montado
eeUbe'.eclmeo'o tem om lindo e variado sorli-
mento ce fazendas Unas e modas e que sens pro
prieta.iog recebem mensalmeniede Parla, Ingla
'erra e Allemaoba, maltas fazendas lindas e qoe
os meemos tao moito agradaveis, sinceres oa
m> dija e moito tazoave s em prego t voltas,
vais engeitar, traga-me a fazenda pedida e as
mostras de
Sedas de c es arrepladas na ullina moda.
Vaidosss.
Sedas ne cores, cbifonete, sy alema deecoobeci-
do.Suspiros qoe vio e vem.
Cachemiras de cores, de cordo, ultimo gosto.
Bombardeio.
Sedas pretae, 1800 o covado.
PaooiQDO macio, tina cambra a, 10 varas, 500
a peca.
Fino tecldo de cores, com salpicos. Sirandinta.
S ae de corea, Pernambuco na Ponta.
lana com llstraa de aa, Adelaide, 360O o co-
vado.
Laos com listras de eds, Elvira, 44000 o co-
vado
Laos com listras de seda, Marak, 3!00 o co
CacPimiras de corea. Tenbo domes de t!, 4*000
o covado.
Laos com salpicos, As Tres Maras, ?500 o co-
vado.
SJas, padiOes novos, As sogras, 4W)0 o co
- vado.
Sedas, tecido de gorgorto, Hei de amar-te at-
morrer, 6*000 o covado.
cabemira preta e de cores, Nao quero amores
3*500 o covado.
Chitas escuras, Sampaio molle, 310 rs o co-
vado.
Cbttas claras, 6 de Marco, 600 res o covado.
Chitas escuras. Raja po, covado 500 rls.
^cantaiia, Nao me toque, 800 ris o covado.
Crotones, A H6r do baile, 600 rip o covado
Llodos padrfles de cassas de cores, LydU, 400 rs.
o covade. .
Cretones, Sampaio duro, 500 :;a o covado.
itos, Gosto de ti, 480 ris o covado.
Ditos, Pocbbs, 500 ris o covado.
Ditos, Traeos de amor, 400 ris o covado.
Ditos, Bernarda, 500 ris o covado.
Diloe, Regencia, 480 ris o covado.
Ditos, Floriano Peixolo, 500 ris o covado.
Ditos, Prudente de Moraes, 600 ris o covado.
Ditos, Republicanos, 700 ris o covado.
Merios pretos para battna.
Ditos cor de caf p ra batloa.
Grai.de soriimento de merinos pretos e de corea,
lisos e lavrados.
Velbona de todas as cores.
So-ao, completo sorlimeato
Lindo bortimento de cambraias bordadas.
Cortes de vestidos brancos bordados,
Vestidos em carteles bordados a seda.
Pbaotaua, Beljos do amor, 1*500 o covado.
Linoo soriimento de chus para senhoras e me
ninas.
ExDlendido Borlimento de faxendas preus.
a Semaea Santa.
Peiuinos oe linbo, lisos e bordados.
Grande soriimento de btjooterias.
Pannos de crochet para sof e cadelra.
Novo soriimento de gravatas.
Corople o soriimento de espartarlos.
Camisas bordadas para noivo.
Ponaos e collarinbos.
Camisas de Unto brancas e de cores para omem,
Vestuarios para baptisado.
Boleas de mao, ingiezse.
Tapeus para sof e cama.
Sobretodo de orna e duas vistas.
Ditos de borracha para bnmem.
Capas de borracha para senbora.
Camisas brancas para meninos.
Vestuarios amerlcancs para meninos e meninas.
Chambres.
Goarda-p.
Plaoella lisa e de listras.
Chales pretos.
Cortieades de crochet para cama.
Cortinados de crochet para jaoella.
Cortinados de cambrla para cama.
Mamabas de seda pratas e de corea.
Ditas de algoaao pretas e de cores.
Camiztas de la para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores.
Cobertores americanos, 3*800 om.
Bata encarnada e axul.
entinados de coree para cama,
Lindos cortes de casemira.
CasemiraB em pecas pretas e da cores.
Grande soriimento de roopas fetas para hornern
Soupas feitas por medida, perita tesoura..
Corles de lueto branco e de cores para collets..
Aioalbado de iinho e de algodao.
Pannos da costa para mesa.
Serouias elsticas.
Seroulas de liobo e de algodao.
Lindos padroes de crep para cobertas.
Bolsas de tapete.
merino preto lavrado. 1*500 o covado.
Las com salpicos de seda, doaa largores, teo-
ninha Verde, 3*500 o covado.
Sddas de listas. Carnaval, 3*200 o covado.
Palilots de palha de seda.
Camisas de meis com lisias de cores.
Cachemiras pretas, salpicos de seda, cOres.-
Ahra a porta sinba.
Leaoes, o I timo gosto.
LiDoni Usos, de listas, de qoadros e de salpicos.
-Julieta.
Cachloet de seda e de cores.
Veliodiloo de cores.
Roffalo de cores.
Capachos.
Estrellas rl'America
at-Raa i- de Marfo1
Aotiea doCreapo
MARQUEBLIMA
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pn. -iks de pemas e do peito ; tambem para as feridaa
antigs chagas e ulceras. E famo.o para a gota eoi. ... :nio e para todas as enfermedades de peito nao
se reconhei
Para os males de garganta, bronc s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teein semelhante e para os membros contrahidos e
,uncturas recias, obra como por encanto.
medicina* riK. preparadas smentc no Estblecmento do Professor Hollowat,
78, WSW OZFOBO 8TKET (antes 638, Oxford Street), LONDKES,
K vendem em todas as pharmacias do universo.
' Os oompradorts to convidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada csixa e Pete se nfco teem a decoao
S33. Oxford Street, sSo folsUnMea.
FERRO MARTIAL-BGDIN mmi
. agrada-val toma a dar com rapidez ao antige sua riqueza e Torca. Nao d /j.
priso de ventra nao ennegrece om dentee r.io irrita o estomago. /Str
fiBlS. S8. ra BolHia. Deposito em fertsasnosseo i C" di IB004S a flSKCTM CariCW. /33
INJECTION GADEH
Cura certa em 3 das sem ostro medicamento
FAItIS 7, Bouleittrd Denain, 7 l'AMUS
depsitos em todas as princinaes FtuuvmaoiM c TVo^twss^
/Sedalba de bomba
0 oleo chevrier
* deBnloctado pelo Alcatrlo,
tnico e biiumtco, o Que multo
lugmenU aa proprit oto.
0 OLEO de FIGADO
DE BACUIO FERRUGINOSO
a nica prtptracio sua parmitta
admnitrar o ferro aam en.
dunr Prisas de Veatre, nam
lacommodo.
DIPLOMA DE HONRA]
BFcANCO.LOIRO
E ferruginoso)^
V ^?0 4LCATr\^5e- A
//EVRW.
nrOSITO ttl ea PiRD
W, ni do fiai'-IonUiirtrt, 21

Kt*l Oria- ^
BICEITADO POR TODAS AS
Celo oraades Medicas |
DA rBAMCA EDA EUROPA
. iOLESTIS*00 PEITO,
'AFFECgOES ES:--0FUL0SAS
cmoRosis,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACUITISMO
Vinho de Coca
i >,_* '\_r... l/rare" ----------------------
LICENCIADOS PRLA INSPECTORA. DK HYQIENB DO IMPERIO DO BBAZIL.
IPILLAS DIGESTIVAS DE FANGBEATINAI
de DEFRESNE
Pharmaceutico de i" Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Paris
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis no smente a carne e os corpos gordurosos, mas
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammagao, ou ulceraedes do estomago, ou
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Dafresno depois da co-
mida, sempre alcancam os mclhores resultados e sio por isso prescriptns
pelos mdicos contra mi seguintcs affeccCes:
Falta de appetite. < Anemia. | Gastralgias.
Ms digestoes. | Diarrhea. j Ulcerages cancerosas.
Vmitos. | Dysenteria. j Enfermidades do figado.
Flatulencia estomacal. Gastrites. { Emmagrecimento.
Somnolenciadepoisd-.comer.evomitosquaacompanhain a gravidez
PAHCREATHA DEFBE8NE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhns depois da cumula.
Sm casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas ai Pharmacias
a "Phosphatina Falires"
alimento o tata agradavcl c mals recom-
mendado para as enancas desde a idade de d
para 7 mezes, sobretudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a dentiyao, assegura a boa formacaa
dos oseas, dte e eslorva os deleitos de cres-
cimento, impede a diarrhea tao frequente entre
as criancas.
frU, S, Arenai Vlrtorli em todas as phamaoUs.
PRISAObVENTRE
Cara pelo*
I Verdadeiros
y&
'vaj
te

LantlTs certa, i I
d User ajradavel a fcil a temar.J
Pars. 6. Avenas Victoria e m !"' ss Phimiif
28
iCHABLE
?AR/S
ICITRATO DE FEHRB
CHABLE
1390.000 Curativos de GoBorrriea
Fluxos brancos
Perdas seminaes
I DebilidadednOrgftoa
1 TODAS 15 PBaUUCsAI
Criado
Precia-se de um. na roa do Hospicio n. ii.
Todos aquelles que soffi-em
do peito, devem experimentar
as Capsulas do Dr. Tournier.
depsitos em toda i$ principie! PhurmtcJu
tfo Brasil. _______
^??^o

LAIT iHTPHUQUE
*3
'fif o LEITE ANTEPFELICO Q
*V pmo ou mleturado oorr. agua, diaalpa
SARDAS, TEZ CRESTADA
VENTAS-ROBRAS. EORBLHAS
"rosto SABABDLHENTO ,
E FARINCEO
RUGAS
Sur* amjS
~M0LEST/AS DAS CEAHGAS
XAROPEasRABO ODADO
dcORIMAULTBC*
-Hj[isW s*i ;jta i> HytltuitiD Mo-f-Jtrai.->
Mais actiro que o xarope aDtjscor-
bntico, excita o appetite, resolte
o engorgitamento das glndulas,
combate a pallidez, torna firmes
aa carnes, cura os mos humores
e as crostas de leite das creanoas,
as diversas erupces da pelle.
Esta combinacio vegetal, essercial-
mene depurativa, melhor tolerada
que os ioduretos de potassio e de ferro.
Em PAJUB, B, Rom ViriaiBay*.
agricultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni
eipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres inilhSes de ps de cafeeiros semeao
dos em leiroes caojs precos, tamanhos
e qualidade, si encentrar no Jornal do
Rceife.
AVISO
t
Arrenda-se um importante sitio
cora casa para raoradia, dita para
creados, banbeiro, muitos arvoredos
fructferos, prximo Estac&o Casa
Amarella; quera pretender dirija-se
a Custodio Neves, estabelecido pr-
ximo dita Estacoj_________________
Plvora
De todas an qualPades
em barns e em ktinhas ven-
de-ee no e criptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
tua do Commercio n. 6.
W. Ira Alvet* Ferr ira
Stimo dia
Francisco S. Cardoso Jnior, Goilnerme Al-
Beito LidK'.oD, eoas esposas e conbadta, tendo
ie mandar celebrar mtssas por alma de soa
segra e mSi. Elvira Alves Ferreira. convidam os
reas rarfn'fs e amigos para aesistlrem essas
mlssas, sabbado 55 co orren e, i 7 1/2 horas
ila mansa, oa matni da Bia Vista, aotecipando
a todos es pus reconherim-oto.
t
D. Antonia Loa lie lina efe Sena
Qiytnpi de tanza Cj e Laima agracece do
totimo d.alma < peesoas qoe se dignarsm acoai
panbar at a ultima morada os restoa rxo-tae
de sna presada ta, Antonia Umbelioa d Sena,
e de nt-vo convida seis prenles e amigos para
iselst.rem as missas que pelo descanco eterno
de sua alma manda celebrar cas mair.zes da
Escada e Villa de Amaragv, s 8 horas da ma-
obi dodta 17 do correle, 7- do .e passameo-
io, e desde ja cooleaca sua eteroa g-atiaio por
este acto do religio e cartdade.
taalttino FratRciMco da Silva
Antonio Gali, o .i i va, -u- .-.-pona Pullo-
mena de Alm; i .. e Silva, Joao Ot.iIIj do Nasci-
meoto e Antonio Carloa do iV-cionn o coovi
dam oe seos pnreites e po latoa para asisti;em
as missas qoe maoiiaa) ce etrar por alma do
sen estremuso ra. ios o e *, G^iuiao Fri'cit-
co da 8 Iva, no da 58 io co'reit", as 7 horas
da macha, na matru de S. Jt, e desde ja se
cenfessam eternamente agradecidos.
Q o. aria Candida W, utren &
Antonia Alvjs J-- i.tru e :u-'ina Alves Car.
nelro pedem :s wsMeaa r un o obsequio de
uuvirem a ai-s-> qoi- no au 47 'o corrente, 4s 7
borss da Gii-tift. m'H'*iu ezar ua igreja do
Carmo, telo tfgcaoco tlt'no de D. Hara Ao-
tran, 7- d;a do seo p--ssair.-n r.
t
Francisco fos de Ollveira
Thomaz ae Oliveira e Jos Aurelio de O.mira
e eoas familias, pegidos da mais acerba dor
veem pelo presente nao f agradecer aos amigoi
e panOtes qoe a"ompanbaram os resto mortaes
de sea estreooso pai para cna dIUom morada,
como confalos para a musa do 7 dia que
era rezada na matriz da Boa-Vista no dia 17 do
correle, fia 8 horas da manbB, agradecen>fo
leede j a lodos qoe comparecer a este acto de
.andade.
frcii-a-Br na ra de S. Jurge n. lii, de
orna perita engommadeira, pagase bem._____
su Ma ra do Moguei-a n
34 cosc-ne ronpas de senho-
ras e meninos, por precos com-
nodos._________________________
Caixeiro
Precisa-se de om menino de lSl4annos,
qoe tenba ortica de atibados e qoe d conbe-
cimento de soa condocta ; a tratar na roa do
Coronel Saassnna n. 149
Ama
?TPreclea-se de orna ama para andar com crian-
cas e mais servlcos de casa de pequea fam lia:
no CamiDho Novo n. tlO.____________________
Ama
Preciaa-se para coslnhar e algom servijo mais
de casa de familia de duas pesoas ; na travesea
da Praia do forte n. 6.
H
<
QQ
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CA8PA
IMPBDB A CAHIDA DO
CABELLO
PERFUMA

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H
2 s,
Precisa-se de urna ama para lavar e eneom-
roar; Da roa de Pedro Affcnso n. 43, aegoudo
andar._________________________________
Caixeiro
Precisase de om de 12 14 aonos com pra-
tiea de molbado?, qoe d fiador de soa conducta:
a tratar na ra Mirqoex do Herval n. 165.
Para distrahir
Usa honrosa visita a casa de modas
Nov. Eaperancaas amaveia leitoraa en>
contrario nm completo soriimento de
bjectoa de novidade e phbntasia reoebi-
dos meosalments das piinoipaes praca
da Eoropa e America oa qoaea sSo Ten-
dido* por menos de qoe em outra cual-
qoer casa e com descont para f.s vendas
por atacado oa maior de 50|$000.
Em reeumo destac mos algana artigo*
alem de moitoa uutroa.
FINOS E ELEGANTES
Espartilhoa c os especines pa... Sras.
'tao oriam, novo sortmento.
GRANDE NOVIDADE
Em bordado* finos, cambraja branca e
de cores e madapolao, presos reduzidoa
para descont.
FINAS RENDAS
De linbo verdadeiro, algodSo e seda.
ELEGANTES CAPAS
E pollern* para Sras. e moinhfts.
Bonitas camisa* brancas e de cores.
para. Sras. para o dia e para dormir.
LEQUES
Em todo genero o qoe ba de melhor
em ploma, seda, gaste para senhoras a
mocinhas.
BONITAS
Mantas para missas
BINCULOS
De madreperols, msrfim, conro da Rnc'*>
a tartaruga para theatro* e Tiageo*.
ESTOJOS COMPLETOS
Com, esc vas, malaa com artigo* para
viagen* estojo* para barba.
ALBUNS PARA RETRATOS
Completo sortimeno.
PEDRO ANTONES 4 C.
63Roa Duque de Cazias63
Ama
Precisa-se de orna para eogonmar : a tratar
a ra de Pedro AfTooso 0. 7.
Vendo-se
Mais da metade de
um excellente sobrado
na ra do Sol n. 23 com
loja, magnifica construc-
cao, por preco mdico.
Tratase na ra da
Imperatriz n. 64 I ja do
Cysne___________________________________
TNBIGAO CBRAl,
ALLAN TATERSON & G
44--RUA DO BARO 0 TRluMPH0-4
Machinas a vapor.
Me endas.
Rodas d'agua.
Taixas fundidas e batidas.
Tcixas b itidas sem cravatjao.
Arados.
fODiriO
Continua a manter em seos depsitos completo sortimento de utensilios paraa asina
dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de dinerentes sistemas e tamanhos de Robinson e outros fabri*
cantee, e de S a 12 cavallos
CALDE1RAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para fonecionar com o ofogpas er
nalhas das tachas.
CALD EIRAS A VAPOR Coman e typo locomotiva para funecionar com 1 enra e bgacc?
RODAS para agua:
BOMBAS de motnn-continno.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas'e caldead*.
ARADOS de differentes svstemas,
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodao de 14 a 80 serraa com alimentadorea e empasladoref
a vontade dos agricultores. _
Fasendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augnsto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabamos de tnontagern de grande numero d*
zinaa funecionando neste Estado, iucumbem-se de mandar vir e erigir garantmdo a producclol
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelho* de vacuo ;
. DIST1LLACOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo nn, para grande
pequeas fabrica.
58BITA BARAO DO TRIUMPH-52



MMiHl


1
Diario de Periiamlmco Sabbado 95 de lalo de 1895
Fao^ba maisj baratas!
Iv-iiiKM-rto conilc*a
Apparelhos de pegar barata os ne-
tros insectos vende-se pelo preco de
2^000
nicamente as lajas de ferragens de
Antonio Pinto da Silva & C, 62 Ra
Duque de Caxias 64.
Criado
Pre isa-je de iim criado opeiro; noCamfnho'
Novo 11.110_____________________________j
Acquis/gac varita josa
Vende se orna leja de fazeodss, roano sf -
gcezHis, cm ptimo lccal dista cidade -o erm
boca commodos ; a fatar cum os Srs. M-vr-ra
OliTti-a A l-'., 3 roa sdrqofz d.! Olioda r. 13.
^_____ _.-
Cimento inlez
de 150 k.tks e tambeui
vm.'e g-i'jtt'o ; ua roa
Per'eilo; rn olido,
com requeni a>ar;a,
do A.urim n.5?.
uita a tt en cao -
C-rnp-a fr p'a. m rsjcoj e iro-eis: qoe3
tive pa'a vinle*- d--uo caria 1 esta red_C5
cera a i i.iies C. E.
Criado
Prcisr-'e de ota cralo oo becro o Padre D.
58. tnel.
Coso heira
P'ccits-fl de urna bJ tosn elra : Bolea
Fra-.ez-", 12,ra do Boro ,.'e_D8.
Em Oiinda
Vrrde -e e_C6lleoie oc* aecro de c?j',
Laleira da Rid-itm ;, 23
ra
Alugam-se
Alogr.m se planhs e tambera vendem-ge, na
ra cj.-iji). de lodaa as qa'liddes a os-
lo c os cerrp-aderes, afsi roiio banan'es caro-
lin-t trincuf pa'a tombrio oa armados.
Engenho
Fende se ou ar-
rendarse o engenho
Virt'vde, distante duas
leguas da estacao de
Caten \e9 com boas tr-
ras, boa maquina a va-
por,
a tratar
1. de Mar(jo
1. andar.
na
ra
17,
ENULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FICADO DE BACALHAO
Com Hypophospliitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hygiene Publiea e autorisada pelo governo
do Brazil.
"Devo dizej-vos que no l'.rruil inteiro, son o
medico niais a|olo;i-ii da vossa preparlo di:
Oleo de Ffga.latlc lircalliao, temi em minha cl-
nica, fazetii alguns'._tn6s, obtido es reultados
mais 1 il fn||yfr-T e fui o introductor da vossi
preparaco em multns cidadesd'csteEstado; por
tanto vos felicito e comprimerto.
Dr. Estevo de G. Pwuli.
Tenente Coronel de lulia, Fx-Cirurpifio Mor do E_er.
cito Argenlino, Ex-Sub Directir du Hofpilalde Obst :-
tricia de Buenos Aires. Er-Inteino do Hospital ce
otre Dame de Par, Membro Agraciado e Honorario
de vaiia Aswciac/.cs, Fx-Mechco de i'iimeira C__m-
e Fundador das Sociedades de Soccorro Mutua It-
liana e Hespanhoia de Dueos Aires, Medico Partril-
e Especialista de Molestias de Scnhoias. Cirurgi!.
Dentistal aureado em Buenos Aires, Montevideo c Pr-
riz, c premiado com Mcd-iUws <'e ('uro as _?xpM_c
Continental de 1878 c Nacional de 1880. etc., ele"
O..: Alia, Kfo Crar.dc do Su!, Dtazil.
Este Illustre Medica reccit" a
Emulsao de Scott em todos os
casos em que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
Anemia, Rachitismo tas Criancas, Rheumatismo chro-
nico, Catarrho epidmico (Influenza) etc., em tocias as
formas de Extenuacao ou Debilidade, as AffeccSes da
Gargante e Pulmes e tambem o emprega nos Conva-
lescentes. E' um facto reconhecido geralmente pela
Sciencia que come o Oleo de Figado de Bacalhao, nao
ha outra substancia que contenha tantas p'ropriedades
nutritivas. E aggregando-se os hypophosphitos, cujas
virtudes tnicas sao to recommendaveisparaos ervos,
cerebro e ossos, a emeacia d'estes dous componentes
augmenta^ ligados como estam na Emulsao de Scott
sob urna forma perfeitamente homognea, agradavcl ao
paladar, e de fcil digestao e assimilacao. .._,
DE VENDA AS DROGUERAS E PHARMACIAS.
Evitar as falsificares e Imitacoes. c
SC0TT E B0WNE, Chimieos em Nova York.
Dr. ESTEV.T0 DE G. PRIULI.
EMULSAO VERMFUGA
r
Carne verde a 700 re. o kilo
Venlrm os biho asfignaiios, carne de pri
rxcira qcalidade, dos uitns da ru Mrquez dj
Herval ve. 37 e 3. e Gamboa do Carteo n I.
.Ej'.f pr par rr.eni u, sempre te accordo com 03 precoz
de adonf ei-s.-.
rtecire, ,8 de Maio d? 1893.
Fiaza Lima & C
LocomoveJ, forga de 6 ca-1
vallos
Vende ?t vz en Gvanhona, perfello, caran
{do, e leroDeai ma bina n.vD, de 40 Berras e
ioO'enstJcr, io.1i para cescarrer a'Rodo :
oa|ra.>C;3es roa do kan ita n. 52 Recfa. (*}
Arma^ao envidra^ada
Veode-.e orna boa arxscio de amaiello, en-
.?idraadd, propria para qlqaer negocio : a
Ira'.ar na roa do ApUb d. 81.
loiniiilaila o preparada
Jos Marques Ferreira
I H .RMaCETI O
:::::::: ?-; escola n nmn i :ili"iv ba sasza
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os varme intes-
tmaes, conhecidos vulgarmente com o neme de lombriga. Tem rantagem sobre
os demais medicamentos empreados para o mesmo fim, a de nao ser preciso porgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s crean cas
sem repugnancia. Em su composico nao entratn substancias mineraea que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao org-nismo.
Modo de usar
Adultos colherjs das de sopa. Crianzas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh btn cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou meemo com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro 1<5000
1 c 28000
Duzia de 1/2 10000
1 c 205000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
19Praca. Maciel Piniieiro19 PERNAMBUCO
G1UWDE
Ra 15 de Novembro 29
Egonmmadeiras
Prec sa--e n* ra das
Flores n. 25, tinfuraria.
Bom negocio
vincroe treg carros < qo&trc rdp, moo
f .res, seis ois nove e o-di?, ct'be ra com
iodit ti um cnifl d-' ; a--'ea p''"(B('8 e morada
para o < trnpr:u!or. e uva aaaim tt dn m;.it-rial
pert DCftile o niftiro trsfi'' : oa tea coede Or Gojaota, antua Coioello, laven a
numero 4&.
Attencao
Compra se cautellas do
(Viente tie Socorro.
Eua da Piaia n. 8
Caixasde Msica
E^tabelccinentode primoira or-
dem.
Caamontada com laxo e com-
modidade h'ibih do pontos mais 2sy-
g-ionieos da eidadr do Reife.
Aceommoda^oes mag-nifleas, to-
das com janellas para a na.'
TS*--..- .-. ~ m m ^ m ~ Importantes mooetlos noves.
jfjfSpECIltllUa Salfe llCrOei^OC^t a Secretaria proprias para presentes.
maior emaisarojada tiesta eapitalJc^^^
A eosinlia aelia-sc a cargo de um Gran-Je sortim-nto
perito eosinlieiro.
SE BltlBSOS IBICI1S
PKECOS iASOAVEIS
PR'.'PRIEDADE DE
N. GrlUNBERG
19
arco -19
familias
Exmas.
Casa de commisses e
sentacoes
eore
I
leta
cai!
Semen tes de ) ortalicas
ciii'^ads boje
Uuinpleto 8oriia.eato
I oa cstreita f'o Rosario n. 9
Pocaa McDdts & C.
Parallelipipedos
D-se de emp eifada o
fabrico de parallelipipedos,
fornecendo-se a pedra. Tra-
ta-se na ra do Commercio
D. 13 1 andar.
EXPOSICAO
CATLOGOS 3S
iiua I. d
Pedmos attenc,o d
para os presos resumdissimos por quanto
vendemos es nossas fazendas abeixo men-
cionadas.
A saber:
Br>n> de Moho de r para roupa de bom>ip a 6C0rs. o eovto
Oretocea claros e escoroi cores firmes 4C0 rs. o oovado.
Mf dapolSo nacioD^I 24 jardas fasend* de 145000 por 10SC00 a p;a.
Mantilbas de aeoa pretas e creme a D0 orna.
Ditas de alg'd2o pretas e creme a 2r0:) iim.
Cclcbas de cor pera cama a 4J0' 0, 58CO0 e 88000 urna.
pjpias cruas para homem e para BAchorai 12000 a duzia.
Zephiros de quadrinhua para vestidos : 40 rt. o aovado.
Merino preto ligo e Iavrado a 105OO 2(5000 o covalo.
Cortea de cambraia branca bordades a 16|000 um.
Cachemiras para TestidoB a 400 rs. o aovado.
Atoalbado braceo e de cor para mesa a 3000 o metro.
Bramante com qoatrj larguras a 15800 o metro.
Dito de nho cem qoetro larguras a 3O00 o metro.
Setim brinco maoau para vestido* de noi^a a 1^500 o covado.
Gapellas com vc para coiva a lOCOO e 12000 ama.
Cortioado de crochet par cama e onneaa 12^000 o par.
D.t'.'S de caicbraia bordados a 1(. SOCO o par.
Cemiaas da malha de IS, para faomem < eenhora a GOOO urna.
Cortes de coserntra de cor a 4|JOOO 8000 um. "^ ^y-
|Epartilhci de coir.ga a 6,J00u, e 8,5000 e 10)500 ira.
Lusas do e a pira senborA e para xrenines a 1>J500 o par.
JEaxovaes para bap'isndoa diversos preces.
FsneiUi de pura l 18000 o covado.
Esf e idido rti.-Dcr.'o de camista di flaoeHa com collarinho a 6J)C0 as.
Moeqaiteiros amer c na a 150C0 um.
ColzOra (farcezee a 15,5010 uro.
Ma apo So pslle de ovo a 10(5003 a ^eyt cim 24 jardss.
M"iim para epxuva! a JOO peca.
Cclleriobos de pero liobo 84000 a cusa.
Caaermia preta de ago.iai a 21000 o covado.
Sobreludos, chambra, oobwrtM e cbert.rps, !e*>c's, ctm'ise. ceroi'ea e mais rticos
qce vendemos barato pra l/quidir
S na
Kn^enbn
V?rdf-ie oene-io ra^aejub, ota legea
"istaoie da tsVco te JiD'.alio, KUilo bom-
d*. { w, moeet eco'-enta. cna, t-x'en;a- :<-rra e
tti, s -ara sifrej r a 2,000. prs de acucar
snourTinerne ; a a'Br cm o r^Dmp.ridadGr Bar-
roca, n:..es'sco Cr-otal de CaroLin'
Mobilia
Vende-ae umo mebia do jaesrsadi rm per-
eilo retado, (oda en^loarta ; La roa dj Tor e>
p. ti pavimento lene-'.

os paizes
da Europa e
4
a vml m ia
POR
:::::: ::;:--
ii
A FERIDA DE NAGATO
(ContinuacSo)
Se nao houvesses arriscado a vida tan-
tas vezes por mim, eu acreditara que te
divertes minha custa. Peco-te : nSoma
exponhas a taes recriminages e n3o es-
quenas que estou prompta a reconhecer-te
como eenhor, e que vivar perto da ti o
Iieu maior desojo. >
Nagato sorrio guariande o papel; de-
pois fixou o olhar na luz que projectava
l.o soalho e cabio n'uma scisma pro-
funda.
O joven Los estava desapontado, pOr-
3ue no conseguir 1er o papel por traz
e seu amo : a carta era escripta em ca-
racteres cbinezes e at ahi nao chegava a
ana sciencia.
Comprebendia bem o kata-kana e tinha
toeemo algumas nocoes do hira-kana, ma.",
infelizmente, ignorava o alphsbeto cbi-
lietj.
Par occnltar sen despaito, approxi-
iaon-se de ma janella e, erguendo urna
jM>nta da cortina, fieou-so a olhar para
f5ra.
de innmeras fahncas de todos
das duas me.ricas, lo'aesr/aeie
nacninas e de ^materia prima.
F>eposito do afamado ltfr,OL
i afectante conheciJo.
Deposito da bem conhecid\ ODONTINA do
Dr. H. Rrte
de raercadorias, de
CiM o me'hor des
d.
i9:r.xt.a. i* DaDexwx^.DR.ga
Telephone 61 v
DU Hi & SO

'. ..
__ Ah I exclamou ; o principe de Sat- Os contrafortes da residencia de Osaka, ,n5o tem um movel sequer
a e o principe de Aki chegam ao| largas e altas muralhas, flanqueadas de
mesmo tempo ; seus cortez2os olham-se de longe em longe de um baluarte semicircu-
grande quadrado contendo
esguelba. Ah Satscuma passou adian-
to. Oh 1 oh I l vai o regento pela ave-
nida ; olha p'ra c e ri-se vendo que o
cortejo do principe de Nagato ainda est
diante de sua porta ; quanto mais se elle
soubesse onde est a toilette de meu se-
nbor.
Deixa o rir, Los, deia-o nr, e yem
c, disse o principe, que tirara da cinta
urna penna e um rolo de papel e esetevia
ao acaso algumas palavras. Corre ao rei
e entrega-lhe este papel.
Los precipitou-se aos encontr5es.
Agora, disse Yvakoura, toca a v(6-
tirl ki
Oa fmulos aprossaram-se, e mnaedia-
tamente o principa enfioa a larga calca
rente com o chao e o duro manto de ce-
remonia, bordado de insignias.
As de Nagato eram um traco negro em
Cima de tros bolas, formando urna pyra-
mide.
O joven principe, de ordinario Uo vai-
doso, to meticuloso no trajar, nao deu
attencSo obra dea fmulos, nem mesmo
vio'se ao espelbo rnuito delicado para
Los, quande este collecou-lha na cabera
o alto bono ponteagudo, amarrado por fi-
tas de ouro.
Terminada a toilette, labio do palacio,
mas era tSo forte a preoccupacSo com que
ia, qne em vez de subir ao norimono que
o esperava no meio de ana escolta, afas-
tou-se a pe, arrastando na areia aeue
immensos calces, luz do sol.
O eertejo, espantado de semelhante ul-
traje etiqueta, acompanhou-o em desor-
deno, ao mesBo tempo que oa eepioes en-
carregados de vigiar as ac;5ea do princi-
pa carriam a propalar o extraordinario
acontecimento. j
lar, formara
muitoa palacios e jar lins.
Ao sul e ao oeste a fortaleza da para a
cidade; ao norte o rio, que atravessa
Osaka, estende se, formando um fosso co
lossal; ao oriente limitada por urna es-
treita corrente d'agua.
No terraplano dsmiralhas ergue-se
urna alea de cedros seculares, cujas fu-
lhas escuras projectam-se sobre as settei-
ras.
No interior, outra muralha, precedida
de um fosso, rodeia os parques e os pala-
cios reservados aos piincipes.
Entre esta muralha e os contrafortes
habitara, es funecionarios, os soldados
Urna tercerra muralha cerca o palacio do
siogoun, que fica u'uma colina j este edi-
ficio estende-se largameute com urna sim-
plicidade architectural cheia de nobreza :
torres quadrangulares, escadarias do mar-
more flanqueadas de monstros simblicos
em bronze e de grandes vasos de iaianca,
e um terraco na frente, i m cuja areia
branca o sol p5e reverberos de ouro.
No centro do edificio eleva-se urna torre
quadrada, alta e magnifica mente decora-
da, cem se.te tectos, eujos ngulos recur-
vam-se para o co ; na parta mais alta
resplandecen! dous monstruosos peixes de
ouro, visiveis de todos os pontos da ci-
dade.
E' na parte do palacio visinho a essa
torre que ae cha a sala dan Mil Esleirs,
lugar de reuniao do consalho.
Os sen hores chegam de todos oa lados,
pelt-a rampas da colina e cirigem-ae para
o prtico central do palacio, que abre so-
bre urna looga galena coaduziudo dir*
ctamente sala Mil Esleirs.
Esta sala, muito vasta e mnito alta,
res ;
um pecegueiro
roseas, estende os
mente deserta.
Tabiques movis girara, formando com-
partimentos de varias dimensoes, e sSo
collocados de modo a produzirem bellos
effeito3 de perspectiva.
Em tal compartimento sao elles reves-
tidos de laca negra com flores de ouro,
em tal outro de laca vermelha ou de ma-
deira de Jeseri, cujos filamentos farmam
bizarros desenhos ; aqu o tabique, pinta-
do por um artista illustre, tem o avesso
forrad* de setim branco matisao de fle-
adiante, n'um fundo de ouro fusco,
todo coberto de flores
seus ramos ; ou, sim-
pleamente, em madeira escura, pontos
brancos, vermelbos e negros d0 vista
urna impressJo original deborboletas mul-
ticores.
As esteiras que cobrem o soalho bSo
brancas, cor de nev, guarnecidas de
prata.
jjOs senhores, com seus largos calcSes,
parecem caminhar de j^elhos, arrastando
as sedaa com um ruidosinho de cascata
longinqua.
Os aasistentes guardam, entilo, um si-
lencio religioso.
THallamotos, da recente nobreza insti-
tuida pe,lo regente, agrupam-e nos ngu-
los maiVafastados, emquanto que os sa-
mourais, da antiga nobreza, possuidores
de feudos e vassalos dos principes, cru-
zam se perto d aquel les, olhando-os com
desprezo, e approximam-se do grande re-
posteiro arreiado^ velando o lugar do
sitgOUH.
Os senhores da Urra, principes sobara
nos em suas -provincias, formam gande
circule diante do throne, deixando um es-
pato livre para os treza membros do con-
sol ho.
Os conselheiroi approximamse, cum-#
completa- primentam-se, trocam algumas palavras
uieia voz, o tomam seus lugares.
A' esquerda, de perfil para o grande
reposteiro, alinham-se os conselheiros su-
periores.
Professora particular
0ferece-fe orx8 pechera para ensiosr pr!mei*
raa letra e irbflhr p de agDlbas em algum en-
genbo perto da cidade.
Quem precisar dirija-se roa Barat de f. Bor-
*- ?t______________-*^a
Cesinheiro
Preciea fe de cm btm roinbelro ; a tratar no
iiCMi d. 44 i ra: 4o Comrx-ercio.
Tijolcs
Pab.irados n> fabrica de Ciina'JBibe. de su-
perior quemare, fnde-83 10 eecripiono da
irj.panbiili'Jotnal Ptr aqcbncana, rnida
C romercin o. 6.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelha
elctricos, ouulos, binocuos, oculosibo
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mee harnea.
9Ra Larga do Hooario
Vende-se
Um grande terreno ra iravess oa
pi.a o Hosa-l: h i ; a tratar na meEma
cata anlirela n. 7.
/fflictos
irveaea.
Sao elles ao todo cinco, mas apresen-
taui-se somonte quatro.
O que fica mais prximo ao throno o
principe de Satsouma, veneravel ancio,
cheio de bondade.
Perto delle acha-se a esteira do ausen
te. Depois vem o principe de Satak. jo-
ven, moreno, elhoa muito negros, de urna
extraordinaria vivacidada, dispondo, cau-
teloso, as pregas da sua roupa, mordi-
cando os labios ; a seu lado est o prin-
cipe de Ouesougui, homem um pouco
gordo e indolente.
O ultimo o principa da laida, baixo e
feie.
Os oito conselheiros inferiores que ro-
deiam o throno s3o os principes de Ari-
ma, de Figa, de Vakasa, de Aki, de Tosa,
de Iss e de Couroda.
Ha um frmito na sala, todas as cabe-
gas curvam se para a torra e o regente
penetra, adianta-se rpidamente a vai
sentar-Be, com as pernaa cruzadas, sobre
urna pilba de esteiras direita do throno.
Hiyaa, apezar de velho, era musculoso
e espadade; a cabeca, meio raspada,
moatrava urna fronte larga com preemi-
nentes arcadaa auperciliares; a bocea es-
treita, de urna expressao cruel e volanta-
ria, afundava-se nos eantos ; as maca do
roeto eram extremamente notaveis, e os
olhoa apertados, flor do rosto, dardeja-
vam um olhar brusco e sem franqueza.
Lancou unta vista de olhoa, acompa-
nhada de nm meio aorriao, para o lugar
do principe de Nagato. Mas, qnandoer-
gueu-se o reposteiro, o siogoun appareceu
com a mo sobre o hombro do joven con-
selheiro.
O regente fechon a cara.
Todos os assistentes se prosternaram, a
fronte cmlra o solo, e, quando ergueram
a cabeca, o principe de Nagato estava em
seu lugar, como os outros.
Fid-Yori sentou-se e fez signal a
Hiyas para fallar.
Entilo o regente leu algumas notas peu-
co importantes : nomeac_3is de magistra-
dos, movimento de trepas na fronteira,
mudanca de residencia de um governador
que bavia concluido o prazo.
Hiyas explicava brevemente e com vo-
Iubilidade as razSes do seu procedimento.
Os conselheiros deitavam o elhar aos ma-
nuscritos, e, sem azerem objaeco, ac-
quiesc a-Ji com um gesto.
Mas o regente 'obroe
dndoos a um secretario
gv-rrM :
todos os papis,
e, depois de pi-
Convoquei hoje esta assembla ex-
traordinaria para urna declaraco : que
tenho serios receioa pela tranquillidade do
reino; a vigilancia ordenada contra os
bonzos da Europa e oa japoneses que
abracarara a doatrina estrangeira vai se
tornando iniufUcieti.'e, e elle* recomecam
suas machinacSes ameagadoraa da sega-
ranea publica.
Peco, portento, que ae torno effectiva a
lei que ordena o exterminio de todos os
ohristSoi.
(tTnariatfa)
Typ. do Diario, ra Duque de Oaxia, 48

\
v


r
I


Full Text
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