Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19496


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Full Text
7 -

AXXO iiSXI
^aarta-feira *'
tte 1S
^UMfiltO no
I!
Ir
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantanos. 8000
Por seis mezes adiantados. l>000
La Grange" Batelire
Por um anno adiantado
30000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Paris18 rae de
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. i6|50t>
Por um anno adiantado .... 331000
Numero avulso do mesmo da 1100
Numero avulso de dias anteriores. |200
lo
eiegramrcas
O: ara.11 os
?:o mwmiLi i: i:m
j
Maio, s]
na esta- i
!5 !o de Janeiro, So de
lo horas da noitc (recebido
co s ii horas da noite
mauha sc-guinte).
No Senado o senador Campos Salles
apresentou o scu substitutivo ao projecto
de amnista do Baro do Ladario.
O substitutivo extende os effeitos da
amnista officiacs subalternos, mas
exetue do goso della os offidaes superio-
res, generaos e pessoas nao militares,
que, com > caberas, tiver.m deliberado,
excitado ou dirigido o movimento, ou
assumido commanilo de corpos organi-
sados, ou tomado parte no governo ou
junta provisoria revolucionaria.
Segundo o mes o substitutivo, a am-
nista nao imperta para olliciaes direito
reversao a effeetividai'e dos scus pos-
tos ; abrange, porm, as revoltas de C
de Setembro e do Rio Grande do Sul.
- Na Cmara o deputado ro-gran-
grandense Dr. Moacyr mostrou-se favo-
ravel oontinuacao da resistencia legal
no seu Estado, c ao substitutivo do se-
nador Campes Salle?.
O conselheiro Thomaz Ribeiro, mi-
nistro portuguez chcg'u aqui e teve rc-
cepej> pomposa c muito significativa.
Ilantcm as ras centraes Ilumina-
ran brilhantemente em homenagem ao
diplomata portuguez.
Continuam as Testas.
- Foram promovidos :
A' capites de mar e guerra os capi-
tac:i de fragata Rodrigo Rocha e Soiaza
Lobo ;
A" capitaes de fragata os capites te"
nentes Costa Barrse Faria da Veiga
A' capitacs-tenentcs os primeires te-
uentes Nobrega de Vasconccllos, Tinoco
Jnior, Eduardo Midosi e Raymundo
do Valle.
-- A .taxa cambial oscillou entre 9
5naeyO[i6.
deputados Nj Peeanha
sustentando o seu pare:er, e Medciros
de Albuquerquc o projecto.
Os alumnos da Escola Polvtechni-
ca reunidos protestaram contra a nomca-
co do conselheiro Thomaz Ribeiro.
Chegaram a esta capital o ministro
e entregue pela;-. ,_,.,. .
tihano de Martirio co nosso ministro
cm Paiis Dr. Gabriel Piza de Almeda.
HlRUGCAO POPULAR
POR
Gastio Tissandier
CAPITULO VI
0 METH0D0 SCIEXTFICO
Maio, s
(recebido
s horas [55 minutos da
as 4 horas e iu minu-
II io tic Jnnciro, 2i de
1 hcas e 4 minutos da tarde
na Estacao
tarde e
tos).
entregui
A' proprio pedido, teve exoncraco do
cargo de vicc director da Faculdade de
Medicina o Dr. Pizarro Gabizo.
O general Hypolito di persou rc-
voltosos na fronteira Oriental.
--- A taxa cambial firmou-se boje cm
0 1 j.
Xew-Yoi-k. 21 de Maio.
A (firma Raptad Qucsada que Maceo,
Martyr c Gmez regeitam a idea de an-
nexaco de Cuba aos Estados Unidos.
Barcelona, 2i de Maio.
O congrego socialista acha-sc convo-
cat'o para o da 4 de Junho prximo.
Flore M-a, 2i de Maio.
Nesta cidade sobrevicram terremotos,
que causaram grandes dainos.
Grande numero de casas faram des-
moronadas, e mais de 100 pessoas fica-
ram feridas.
Bei'lim. 2i de Maio.
Por questes fpessoacs o baro Dza-
v/.ch matou o conde Osteror, no jardim
d;.- Munich, em plena publicidade.
Vicua, 2i de Maio.
O conde Galozowsski foi nomeado mi-
nistro dos estrangeiros da Austiia Hun-
gra.
Fo chamado a Roma o nuncio que
ser substituido aqu pelo actual nuncio
de Bruxellas.
Uio de Janeiro, ti de Maio, ; s
4 horas e 45 minutos da tarde (recebido
na es-tagao s 6 horas c 3o minutos da
tarde e entregue s 7 horas da noi-
li).
No SenaJo loi regeitado o projecto de
concesso de lcenca ao conferente da
Alfandcgadcssc Estado Antonio Menc-
zes de Amorim.
Na Cmara o deputado Erico Coc-
ino pronunciou um discurso violento
contra o Jornal do Commercio.
Na mesma casa do parlamento conti-
nuou a discussao do projecto sobre a
tixpulso dos estrangeiros.
HOCERIO BACOXPEDRO RAMIS GIOll-
DANO BRUNOTHOMAZ C VMPAXELLO
BERNARDO DE PALISSY MIGUEL
SBRVBTPEDRO BELON FRANCISCO
BACOX.
(Cvnlinuciro)
Ramus (Pedro La Ramee), 6 uma das figuras
orna nobres qae avuilara Da prnueira lili u'eaae
grande combata. A =ua vid 1, os -<-u irabalh s,
o seu canelar, honrara agoaloicnle a seieBCia e
a bsauotda.de. 0 un nasciment > Tin illumti lio
pela aurora da Renascenga, nos principios du
seclo XVI, fin 1315, eiu CwU, p qoena aUea
'lo Vrraundois. Seu pal r.i un lavrador iao
pob e, que mal puiu sustentar o li'ho ; mas o
pequeo Pedro era dolado lie gi..ulo energa
Aos oio .iiiiijs vemol-o lunar 1 '-.asa di seu-
pae?, e eanrebrH'lar, ssinbo a a pe, u viagem
a Par) liem depre* a a misara u Fn abaiiilo-
ritr aqurlla cidaic; ,njs Humus, u-i.ilo tbido
le i una, vo'.tuu all poaco depois, oli'.rec)-
M par cralo d ; um eslu lanle rit-o do Otila-
o ile Navuira. Du'aoe o di 1 serv 1 li Imantd
o piiiao Cuiuagraao u:na parle da< Dolle ao
esludo.
O liumi'de Ii:niu3, que conseguir adquir.r
para o -u eslu lo alguams obrns seria, c>mo
03 eacripto' uj X-uopiioiiui e de Pluio, Ha as
cun ndaa; n->s Horas arUoai segua os cur-
sos de pliilosophia do hispo d i'oilurs, Juuo
Henriuyer ; o >eu e-pinlo abria-M 3 scPncias
e s itlat novas, que. j;l enlao designa.l p;lo
lo leferMn, por n5a declarar qual o u*o qu
pretenda faz-r das p;ca3 da seu |i ocesso
Batprez* Teltphjnica Boargard, pedindo
pagamento do apparelha leliphanco a servido
do Corpo de l'olicin, a contar de Oulubro 11
DiKeinbro. Meta data solicito do Dr. Secre-
tario da Fazenda a expedicio i Ordena,
no sendo de ser escripiurada a im|ior-lancia
da que trata a peticionaria.
Joao Firm'no da Croa, acidado do 1. buta-
'liao de iDfanlfria E1ladu.1l, reemprendo sua
bu\a.- D.-feri lo, nos termos do o lirio, dirigin
do ii'esta 'ata ao m.jor couioiaaijnte interino
do referido biialliao.
Graciano Ferreira Lima, acateoeiado, podin-
do para ser posto em iib irda 13. [nfarme o Sr.
Dr. juiz de d roiU das exeaocOsa criminaos.
Jeio Edeltrudres de Atfcdo, Mlnres lo i'or-
po de eavallana, pedindo ccrlfdao. Dirtja-ae
ao Dr. director geral da Secretaria da Pasen-
da.
Luiz Antonio de Olivcira, sentenciado, pedin
ib |uir cerlidao o iheor de sui a-nten;a.-Ao
Sr. r. juix de dieilo do 2.* ilistriclo criminal,
para man lar juntar a certidao pedida.
Manuel Joaquina do Suni'Aona, pedindo por
certidao as pi-gas de seu procesao.Indeferioo,
por naj de larir o uso qui pretendo (azar das
l> cas de s 'u processo.
Kanoel Francisco Torra?, sentenciado, pedin-
do perdo. -Informe o Sr r. juu de direito lo
municipio da Cabrob, mandan cumentos mcwiooadoa no art. 2." lo decreto n.
2.563, le 2 le Marco de 1860.
Manoel .>os da Silva, sentenciado, pe lindo
para ser posto ere li'-eraSide. -Informa o Sr.
Dr. jais le direito das ex. cacOes criminaos.
Ureatea Alves d 1 Silvt, capitao do 3." bata-
lllo de inFant ira esladoal, requerendo quaren-
la das de licenca para tratar de so sau le.
S m, cotn 05 venc.iinentos a que ver direito; na
forma da let.
Francisco I'. Boolitreau, pedindo pagamento
de objecin forncidos pan esta s cr-taria. -
Defer Jo, cora olliiio desta dala ao Dr. Secrea-
rio da Paz*n<1a.
Jo quitn Pe reir de Sant'Anna, guarda do
Ihatro Sinla Uabel, pedinlo augmento de ve-
cim'-ntos. Informe o presidente da Inspectora
dos theairos.
Club Dramtico Para liar, nedind > o ihoairo
Saiiti Isabel pa rearia ir un e^pec aculo no
da 2 lo corrate. -Sun, mellante a coutribui-
(,30 do estylo.
H. de Siiucra,
O porteiro interino
Di-
me de Sucratismu, Coiisisliam utu julj;a- as
coma por si utesoMS, e em procurar u erdade
-6 pelo Irahaliio do raciocinio. Na Inatroccao
que p oruruva.lt nuus teve o cuidailo de ae alfas-
ir pruli nteriniiie das i is recebidas e i!e evi-
tar os preconeeiios do seu lempj. Ais viole e
i1 ll) ano >s, Uefendeu iSo briltiant :.nente a Sua
ibes- de meaire m artes, quo conquistou os
iiuiores elogioa e applusoa. 0 Muunpio de
qu: iraiiva nao era am la assim isempto da pe-
riHos. poii qui Placara vigorosamente a encola
de An-Ioieles. No auno segumie, t ndo iber-
io cursos pblicos no eotfogio do liaos, llamus
couinienlava os autores giegos e laiinos peanle
um audilino cada m mais numeroso ; o seo
proajraojqaa, que compr-bendia o estudo da elo-
queticia e o da pliilosopliia. condu^io-0 a lugi-
i-a, aitc de dirigir o seu raciocinio em ousca
da Tentada. NS. era preciso mais nada para o
tornar suspeito.
Quan lo Rama* qaiz completar as suas liies
'0.11 a putdn-ar?:o-ae obras e espalli r aa .-ui
dcuinii.is pela impren-a, os seus escriplus forara
logo censurado pela faculdade de ibeologia de
Caris O auctor vio os sous primeiros livros
iDial teit partiiionit e Aristolci:ue animalvrr
sunesj condeuinados a serem suppriuudos por
uu decreto real de 1 de Mr.icj ile 1514. llega-
ran! a pedir que o auctor Maa ron lemoa io s
(alea ; o pliilosopbo eseapoa gnlncia, mas oa
seu cursos foram prohibidos.
Toda a L'niversldadu da Paris zorabou e
rliaaqueou do miin, diz o jateo professor, cen-
Jemnnido-nie por ignrame, impiudenle, ma-
licioso, perlurbidor e calumniador. Com
la 80 COudeuiOaC&o prenleram-me a Imgua e
as raaos, de rao lo que nao me era perooillido lr
nt-m escrever cou.-a al.uina era publica aera
particularmente
Ramus eonbeeaa melhores das no reinado de
llenrique II, mas depcis recomegarain as perse-
gu.c0.-s.
lodia ter encontrado acolbimenlo honroso
l'ra da Franca cliatnavara-o para a Italia e
para a Alleraanha os convites mais liaongenos,
mas antes quiz solfrer no seu paz e pelo aen
palz .(1).
(Contina).
(1) Vi;lor Cousin. Historia geral da pbl-
losoplna. *
TRIBUNAL DO TIICSOURO
SESSAO EM 15 DE MAIO DE 18.)5
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Secretario
da Foseada
dias do inez de Maio de 1S9-5 achan-
Aos 16
do:s-e rimo los 03 membros d'esle tribunal, paa-
sou ae a tratar do seuinle
Exileme
R-querimenlO de Hedro da Silva '"osla, pe-
dindo pagamen o dos vencimenios davidoa ao
seu tinado irmo Severiano Jos da Silva, alie-
res reformado daautig guirdi cvica.Deferi-
do, nos cruius uas informa^Oes e de accordo
com os precedentes.
'A loui de Antonio Figueira d'Albuquerqu, i>e-
dindo reslituico do que pagou de imposto
de transmissi), vislo nao ter renli i'doa com-
pra da casa situada no becco do Livrmneoto
da villa de Sermliem.Itestitua se.
1 lera de Ale>ia olnna Mana Vieira, pedindo
laeocflo de decimis para sua casa n. 78 >o bec-
co do Quiabo, fregUi-ia de Afogadus. O tribu-
nal deixa do tomar con-iccimenlo fl presente
p t\i >, em visla di incompileiicia da parle.
Mein de An'otiio Jirge Pacheco, faz indo
igual p:did< ridat.vami-iite sua casa u. 3-A
ra de Pedro Alem, fregue^ia do Po.o.-Defe
rdo, alim de ser considernda serra de d C'.mas,
a conbT do exjrcici j do 13ir a 18)2, inelusive,
a sua casa n. 3-A, Bita a ra de Pedro alem,
frew'U'-zia do Po^'O da Pa-i',la.
dem d > Dr. sKredu de Aquino Gaspar, pe-
dindo Irreiponsabt'idade de imposto! para as
su.s rasas i 69 e 71 a ra da Matri/.. tefeii
do. alim d: s;r cossiderada irre.-pon^avel pe is
deb tos dos anleriores inquelinos lo pavimento
terreo do pred o n. 6) e 7[ i ra da Inperatriz,
Treguzii d i oa-Vi-la, aqu:lle qu n) mesmo
pdv i manto torreo vier a esiabe ecer-se, ui n s,
oor^m, quauto ao imposto de bomtieiro-.
IJem le Rapbael ft ':., no meamo aenlido, ri-
lalivameola casa n. 3} ra do Coronel La-
menha. Indeferido era vista das intorina^es.
Ilein de D Cuslodia Polycarpa da (.'arvallioi
SECRETARIA DA INDUSTRIA2*
RECTORA
Inspectora Geral de Hygicnc
Di a 20
Joio Ferreira da Suva, podindo para mandar
examinar o predio n. 51 Ja rna de Lomas Va
lenlina?.-Ao Dr. coramissario do 2 dtsiricio
pira examinar.
Foram considerados em ciic hjgieni-
ca- paiasere.n habitados :
i'elo Dr. roinmissario do 4' dislriclo o p'edio
n. 12) da ra Fehppe Cama rao.
i'elo Dr. commissario do 3- d slricto, os pre-
dios ns. 151 ii i roa do Caramno Novo e o l" an-
dar do 11 la rui da Impcratrz.
Pi ik. Dr. coramissa?! > d > i- distncto os nre-
dios ns. 37 da rmrrte. S. Joao e o 2: audar do 2
da ra do Cal iereiro.
Lopes Se Araujo, pedindo pira examinar caf,
Ao Dr. ajndante para examinar.
2l -
TeifAra & Miranda e Lopes Alheiro & C .
pedindo pata mandar examinar caf.Ao Dr.
ajudanle para examinar.
Foram considerados em con.lic.0es bygieni-
cas para serem habitados :
Pelo Or. commissario do 2 dislriclo os pre-
dioa na. 7 da travessa do Forte ; 193 a 203 da
ru i do Marqu-"/- do Hcrral ; 4 da ra de t. Joo
0 13 da ra do Nogoeira.
Pelo Dr. commissario do 3 d islrieto os pre-
dios M. 101 da ra da Aurora e 3." da rui da
Conccgao.
S-cretaria da Inspectora Geral de Hygiene
.lo Estado de Pernambuco, em 20 de Velo de
1893.
Apellinarlo A- Metra Hennques,
Secretario.
^aestura puliclAt
Secgao 2. -N. 110 Secretaria de Queslura
Policial do Estado de Pernambuco, em 21 de
Maio de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho. -
Multo digno Seerelario da Justiga e Negocios
Interiores.
Participo-vos que foram lio Um recoihi los
Casa de Delancao, os seguiiilea indi Ti luos.
A' minha or lera, remeliido p'.-lo co.mnandan-
ti do Porto, Adulpho Barcelloa Mida, como ga-
tuno.
\'ordem do Dr. delegad) do 1- dislriclo da
capital c a minha di-p uigo, Manuel Fehppe
GouveiaCavaleanle para averiguado JS poli-
ciaca.
A'orlem do sobdelegalo d> 1 dis rielo da
fr:guezn da Boa .V ata e a rainiia digposicio
"ana Francisca da Conce cao, como al enada,
com d )St no ao Asy o da Tamann-ira.
Sa le c Frateinidade.
O Questor,
Jj$ Ftll/pe .Ye/y d-i SUoa etlko
DIRECTORA GERAL DO THESOUR3
DO ESTADO
D-spichoi di 20 de Mah di \805
Hartins Vegaa.-A juula (endo resolv do
mandar proced.r a nova diviso Je accordo
com as mjrmaijes e IndiCaC&o futa por escri-
po pelos membros ,da classe.
A.uxo sJigidos, Martina Viegas, Joao Ro-
drigues, Vicente Cosiar.i C, e ouiros. -A jun-
ta resolveu tu andar proceder a nova divi- de
a-cordo cora Jas uilormaces e udicaco fcita
por e.-cripio palas membros da Glasse.
Auto i o l'eixira de Moura. -Informe o Sr.
Dr. adm nisrador di l\ec;b;doria.
Alexanlre Uraga, Fraucclino Amirico deAI-
huquirqu.' M, JimJ Vital du Agued. -Illloruie
0 Sr. Dr. sub-direcor da coulabil dada.
Leopoldina R mirando de Christo.-Vol o ao
) admitiirador da Recebedoria para de uovo in-
irmar.
Horacio Ridrgues Bamcho.A aeccao do
CooteoaiOtJ para fazer as devidas uotus e de-
volver.
iloraclio Pereira da Hora, RisarioR da Coa
la Cabial, Mara da oncetco. Yol e ao sub-
dlrector da contabilidad?.
Jos Paulo Uoiellio, Joao Rodrigue! dos San-
to.-', Nabo 11. B. Cavalcaire, Francisco Jos de
Mello tlosla, Joseph Hone Gerente da Brezi
1 an, Gu ll.ermo Digal, Aunro Jos dos Praze-
res. -lulortuo o Sr. admit slrador da Recebe-
dona.
Teo lomiro Soares de Oliveira. Sa iefsfia exi-
gencia do r. procurador fiscal.
Bailada de ferro do Reclfa a S. Francisco.
Informa oSr. sub-director ila contabilidad-.
Uta 21,
Adolp io Manas do Rio e Paul Julien.Ne-
Poggi, pedindo para ser dada baixa no irap-ato ga-ao provimento ao presente recurso.
iJoa-l Severiauo Anloolo eardosi e le tu
liano de
ie dcima era que Seu finado marido Jos -.
quiuUoiicalves de Barros ligma come deve- Oliveira. -A aeccao do cm encraso para fa-
dor, pela casa n. 27-B da Estrada de Joao de z^ras i
B.T'O-1.-In-Kferi lo era vista das nforuiaces.'
PAttTE OPF1C1AL
Governo do Enfado de Pcrnam*
buco ^
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DA 20 DE MAIO DE
I895.
Auioiuo Jo- de Sanl'Anm, teoteocado.
p diodo perla .Ao Sr. Dr. presilenle do Su-
perior Trbunal de Justica pira que se uign-
informar, em vista da inrormac&o do Dr. ju
de diretlu do municipio de Bom Jardim.
Antonio Ferreira le Lima, sentenciado, pe
dindo por cen lao as pegas de seo processo -
I deferido, por nao declarar qual o uso qu-.
pretende fazer da C9rldao de que trata o pre-
sente requerinento.
Alexandre Nenio de Santiago, sentenciado,
pedindo por certidao as pegas de seu processo
Indefendo, por n5o declarar o peticionario
qual o uso que pretende fazer das pegas de seu
processo.
Bernardo Lucs de Figueiredo, psdindo pa-
gamento de vencimenlos.-Agoarde que o Con-
gresso do Estado vol a respectiva verba.
Bellarinino Fern.r.des da Cunlia Alraeida,
canilSo do Corpo de cavallaria, pedio io cerii-
dao.-Dirija-se ao Dr. director geral da Secre-
taria da Fazenda.
Cempanhia Great Western of Brasil, solici-
tando pagamento de passagens toroecidas por
conla do Estada. Dferido, nos termos do of-
co J'esta dala ao Dr. Secretario da Fazenda.
Domingos Manira de Barros Monteiro. par-
tidor do jnzo neale municipio, pedindo 3 me-
zes de Ikenca para tratar de sua sade. -Como
reqner.
Dionixio Fernandes da Silva, sentenciado,
dedtouo por cer;idao ai pecas de seu procesaj
Mein de Maa Rila Wanderlej, pedindo para
ser irreaponsavel pelos debitas dos anteriores
inquilmos da casa n. 130 a eatrada do Giqui a
Jaboa'.ao,Indefendo em vista das inloimi-
ges.
dem de Maglajena Massula, fazer.do id nti-
eo pe 1 ido.Deferido, ittm de ser considrala
irresponsavel pelos debilos dos anteriores in-
quilin.is da ca-a n. 145 da rut Vidal de Negrei-
ros, fregosla de S. Jos, menos quinto a> im-
posto de bombeiro8.
dem de Pereira i'arva'ho & r*.,pedio lo para
ser dada baixa na cooranga execuiiva que se
Ihes promove. para p ipamento do 2.* semestre
lo exercicio de 1893 'lo imposto de class-, re-
ferente ao piedra n. 15 ra dj Pe lio Affonso.
Indeferido em vista das infemagoes.
dem da badiarel Fran> i co S ilvador dos San-
tos, pedindo para ser dada baixa na colicoli que
le loi laucada individamenle, para pugameiito
do imposto" sobre coliegios, o bem assim para
ser euslada a cobranga que se Ihe p omove re-
liVameoU a> meamo imposto.Deferido para
o ti ni de dai-* bani na execugao relativa ao
exercicio de 1893.
dem de Manad Fernandes de Souza, conti-
nuo da Secretaria da Fazenda, pedilo resti-
tuigo da quaniia de 4J0j0 qu demals pagou
de njvos e veliios direito*. -R. slitua-SO.
dem do Dr. Joaquim de Albuquerquc Bar
ros Guiraares, pedindo para ser dada baixa na
Collada que loa foi langada, relativa prolls-
s.) de advocado.Defer lo, arlm de dar-ae
baixa na collada, com relagao ao exetcici.i d:
18M.
dem do capifio Manoel Marques de Albu-
qiierque Mar ni ao, pedindo resillugao da quan-
11a de 231/IODD proveniente do imposto de 1 '!,
que pagou pelo contracto do arrendaine lo do
engenlio S. Joao, situado no municipio de S.
Louren .0 da Malta ; o qual licnu de nenhuui ef
feito.-Reslitua-se.
tem do -Ibiio Cruz >t C. pedindo, na qua-
lidade de procuradores de orphftos de Joaquim
Francisco da Cruz, p .ra levar averbados em no-
rae da orpha Angelina l'ereira e Cruz, a- 2'
aoolices do Estado de Pernambuco do valor de
1:0009300 -ada uma, de juros de 7 / o anno
e de na 37 a 53, perencenie.- raesma D. An-
gelina, qu; ja attingio a maur idade.Deferi-
do, devendo apreseotar as apolicea para serem
averbadas, depois de pago o imposto de irans-
missao de que Data o arl. 2, 0. 2. do rrgula-
mento de 26 de Uezembro do anno pausado, de
conformi lade com a tabella annexa ao niestno
regulamenlo.
cr.
Albino Croa & A3 Sr. Dr sub-direclor da
contabllldade para os dev dos li 13.
Joao Baplisia da Soiua, Manoel Candido
le M.randa e Silva & '.'. -Diga o Sr. iJr. procu-
dor fiscal.
Joanua Dominga do E;pir.lo Saato.-Cerl fi-
que se.
.Jos Gomes Lu.--Haja v sta o Sr. Dr. pro
curador fiscal.
Joao Runos, Bernardinn Caetaai de Sonsa,
Carlos Claudio Trotee, Manoel Jos do Naaci-
men o, trmandade de Nissa Seaiiora da Boa
Vageni, Jos Litliam, Joaquim Nogueira da
Silva, Wilson Sons & C, Pinto &Irmi>.In
forme o Sr. Dr. Fedro Das, Manoel Franriseo de S uzi, Lulz
Carlos di Silva Vilell, Jos Paulo Botellio,
Joaquim Ignacio Gongalres Luna, Joaquim F-
lix Bezerra Cavaleaole, Franciaco Carlos da
Silva Fragoo, Franc seo Antonio Lopes, Fran-
cisco M. Franco & C Es rada de Ferro raociro, Augusto da Costa Gomes, Al-aro Ucha
Cavaleaole e Dr. Antonio D>raingos Pinto.Di
ga o Sr. Dr. procurador fiscal.
O prolocolista,
Francisco Mililino Ferrrtira.
RECEBEDJRlA DO ESTADO DE PERNAM
BUCO
Despachos do da 20 de M o de 1895
Manoel Cunlia Saldanbi, Amonio Texoira de
Moura e Lopol lina Raymunda da Cn.-isto.-In-
forme a secgo.
O porleiro,
Custodio D. da Silva uimaries
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DO DU 2J DE MAIO Dg
1895.
Marcolino L. do Monte, Joaquim de B. L.
Wanderley, Antoui S. do Almeda, lirailio ;.
de Vello, Auna M t. da FonsftCa, Joaepba J.
1 avalcanle, Izidoro dosS. Ramos, Pedro O. A.
Ribeiro, Anna ,G. Machado, Fernandes B. de
Carvalho, Srahonnha C. da Silva, Mara R. da
Conceigao, Antonio N. da Costa, Pedro Costa,
Alvaro Bavlon, Jos C. de Amorim, Jeronymo
G. Ferreira. -iarlilique-se.
Dr. Joaqu m C. de Araujo.-Deferido a v sta
informagio do fiscal e da Conladoria.
Secretaria da PrefeiUira Municipal do R;cife,
20 de MaloUe 1835.
O ajudante do porteiro,
^rtftur Lyra.
5.a SEiSAO ORDINARIA EM 9 DE MAIO
de 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Fran-
cisco 'leixeira de S
A' hora legal, folla a chamada, verifican I -Se
estarem psenles apenas os Srs. Anlono Fer.
namhu o, Keguiira Costa, Herculaoo Bandeira
Solazar Moscoso, Albino Silva, Teixcira de Sa
e Eduardo de Oliveira, o Sr. trcsiJcile man la.
n ib termos do II'gun- n'.o, proceder a leitura do
expedienie u enirar-sc n or I m do da.
E' lida e sera debate mrcala a discussao da
getaSo antecedente.
O Sr. 1 Seerelario procede reliara do sc-
gnaate
EXCEDIENTE :
Urna policio da lrman la le ae ROiSl Senhora
da Boa-Viagem devetora a Fazm Ja do Balada
le 5:'.'3."S0D0de decimas d i predios, declarando
ter era visia raelliorur o Cemiterio do referido
lugar, e solicitando dispensa o'aqnella quaolia,
procedente de iraposlos em grande parte incoc-
stiluejoiiaes atm de e ti .car novo eiuiler.o, o
que se faz urgente a bera da salubndade pu-
blica. -A' 3.' ommissao.
Ouira de Gaspar de Meneze?, damtltido de 1.
Oificial da Sec-eiaria do Sealo pela Junta Go-
vernativa, que n) lera lal atinhuigao e sim a
Mesa do mesmo Senado reclaman lo o paga-
mento dos tena vencuneiitoi decorrilos da da'.a
de sua deraia-o at a nomeagao de scu succes-
sor. A' ommissao de l'olicia.
Passa-s; ^o expc lenle do Sr. 2. Secretario.
Sao lides e submettidos a liscuiio, que se
enoerra sera debate, os segrales
1835. -l'ARtiCER N. 35
A 3." Commi-.-o a que foi prsenle o reque-
rimenio d) D'. Manoel Knedinj Rogo Valenga,
Professor jubilado da Escola Normal, solicitando
que a sua \ nso seja equivalenla ao ordenado
integral, emende qui para dar o seu parecer j^'
raister que teja o dito requemneulo informado
pelo Secretario da Juslig.-1.
Sata ilas Commissis do Senado em 0 le, Maio
de 1895.
Antonio Pernambuco.
Eduard-j deOiheira.
1895 -PARECER N. 3
A 4." Comuiisso a quem loi presente a reso-
lugo iniciada na Cmara dos Deputado< pelo
p;. jacto n. 41 de 18Jl, conc^dendo privilegio
por 50 auno', com SenC&O de direilos e-luduaes, I r0J yr^t
o engeaheiro Josepti Gomes I ,e fUD3lilul(iv
ira a con^irucgao e explora- |o GjVernildor
a via-ferrea de a. I'raneaco, j r A C%M
co pede a revogago dssas leis por consida"
ral-as inconsliiuconaes, nao posso deixar de
oppor-lhe algurans observages.
Srs. a le), cuja revogago se pede,' diza siai-
ple3menle que licavam reslabelecidos os Coa-
selhos raunicipaes. Prefeitos e Sub-Prefeiloa
qaj o Governa lor dis30lveu, e subslituo por
Intendencias de sua livre nomeico ; Intenden-
cias semeilianles s do lempo do Gjverno pro-
visor o, meras creaturas dos Govornadores da-
quelle terapi /Apartes),
V. Exc. Sr. Presidente, conhece o histrico
deas- lej, o os motivos que determinaran! a sae
confeego-
Mis, para observar um cerlo methodo na dia-
cu'so, eu o repetire era duas palavras.
Km vniude de eleigio legilmente realsada,
estavam erapossados e no exercicio dos seu*
cargos os conseleiros municip-ies, Prefeitos e
Sub-Pref;itos dos varios raunicipios deste Ea-
tado.
A SlaacSfl era esta
A eliigo tmha sido legalmoalo feila, nta-
gaem o poder contestar e depon de eleitos
os conselheiros, o< Prefeitos e os Sub-Prefeilos,
depois de enipos3do3 e no exercicio do3 seui
Cargos, e quuilo iam organisar, em scus deta-
llies, os varios serricos raunicipaes, o Cougresso
yotou para esse fim uma let, regulando a vida
interna dos municipios.
O GoV'-rnador do E interprctaco que enien leu dever dar a '2 dos
arligos desta le, dissolveu easa urganisigo,
esses Conselhos, estes Prefeitos e Sub-Prefei-
tos legalmenle eleitos, legalmento erapossados,
legalmenie no exercicio dos sos cargos.
O Sil. EDUARDO DE OLIVEIRA :- O Go-
verna lor no disaolveu oa Consellioa munici-
paes...
OSR. ALBINO MEIR\:-Si nD f.sse u
dever de coriezia para cora um colleg, eu na
ternaria era consi leraco es 6 aparte; mas, eai
attengo pessoal ao nob-e Senador, vou mjslrac
que no lem razio S. Exc.
V. Exc. disae que o Governalor subslituo
os Conaelhoa eleilus por Iuteodeuciaa nomea-
por elle.
OSR EDUARDO DE OLIVEIRA :-A vista
da li o. 52.
OSR. ALBINO MEIRV : Si iaso ou na
orna r/issolugao eu ueixo ao criterio do Senado
o qualificativo.
O Stt. EDUARDO DE OLIVEIRA : -D uts
pane.
O SR ALBINO MEIRA : -Islo cousa dife-
rente
O faci repito, que foram demittidos, qae
foram posios fra dos seus cargos, os cjnselhei-
Sob-Prefeiioe eleitos legalraen-
por Intendentes nomeados
jue qualifique este acto como julgic
a compaiiliia que o engjuheiro Joaepn Gomes i ,e e !U|j3ti||]i(|0J
Nello incorporar pa"
gao de um ra nal da
de bil.-U entre millos de mu metro, a partir da! u ,
Volia do iedro na Varzoa do Urao paa an lo j s, ^^^ urna dem30i uina da.
j imme.li.gO.-s das Villas i Ipojuca e de Sa-J^^^ 0 acl0 dil%ul)Slllu,raa llos \;OU3elhoa
por Intendencias noniea-
rinliQeiii, a terminar na i.idade do Rio Fonnoso, ^^
reqner que. se solicite da m 'Siua -amara u pe- d.f.j___ (Aparte*/
igo. plailtas a Uiis d i :u uoh-ji, qu le, raui
o ge.n a dila resolugao.
ala das Commisses, 9 de Maio de 1895.
Dr. Brmirio C. Cj ilinho.
Luiz Sitanr Moscoo di Veiji Pess>a.
Albino Jos da Silva.
E" tambera lido, indo a imprimir o seguinte
projecto, precedido do parecer n. 37:
18D5 TRO E TU N. 13
A- 3." i. i.:i --': >. leodo era Vista a petigo
de Maria Candida de Flgueirado Sumos,
Eu nao fago ques So do qua'iflcat.vo.
Protestaram os loncelhos contra este aclo vio-
lento do giwrnador, e alguns al o fizeratE
com as armas as raaos.
Parte do Estado ae icbellou, convulsionou-se,
agitou-se.
O ong esso, tomando em cosiderago esse
esialo de eiu-^as, senlio que era necessario ex-
plicar, interpretar autheiilicamente a :ei que
elle Hall i volado.
V a casa que trata se le umi interpretago
aotbentlca, porque o Governauor disae que, em
professori da ama ortica di sexo femin.no e aun,mmeiito duellt lei, an tloha dissolvido
do i alhgraphia da Escola Normal, era que toli- 0Celh08 lllu^ 4
cita um auno de l.cenga coai lodos os seus ven- ^ |e Coagetso afflrmara que tal n
ementas para iralar de sua a.ule ; atteadeodo era \ *, f ou ^|llerpreta.
ao real nerecim;nio e dislincgo notoria cora
que a peticionaria exerce o magisterio, do que ,
tem a Commiatao perfeitoeonbecimenio ; alten-!
deudo a que o Congresso do lisiado s deve '
conceder a grafa que impetra a peticionarla em I
caaos cono este,especial, como estimulo a fonc-|
clonarlos que se deslindara no servigo publico e
altendeiido a que cora o alles'.ado medico exhi-
bido pela peticionaria esl prova lo o esta lo
grave de sua sade, que p le ser reslabele.c.ida I
C ra um iralameuto regular e grande repooso, o
qui s pote conseguir com o 6vor que pele ; |
ie parecer qu; se adopte o segrale projecto :
O CONURES30 LEGISLVTIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO RESOLVE :
Arl. nico. F;ca o G :vernador do Estado au-
lorisado a conceder um anuo do licenga com
lodos oa venciraentos a I). Miria Candida de
Figueiredo Sinio1. professora da aula pralica
do sexo feminino e da Calligraphta da Escola
Normal.
Revogam-se as disposig/s era conlraro.
Sala das Commisa. Jj 1533.
Eduardo de O'.iceira.
Antonio Pernambuco.
Compareeendo o Sr. Albino M.-ira, o Sr. Pre-
sidente declara ab Ha a sessao.
Volara-se, sendo :ipprova das, a saber: a acta da aessao auleceJeiile e os
pareceres na. 35 e 33.
Comparece o Sr. Constancio Pon'ual.
Nao havendo quera queira ulilisar-ae da pala-
vra na hora do expediente, o Sr. Presidente
passa
ORDF.M DO DA
Sub:nelte-se a 3.'discussao o parecer n. 31
leste anno que adopta a resolugao da Cmara
ilas Deputados, annuando as Itis ns. 6" o 8
de 15 e2>de Abril de 18)3.
U Sr. Albino Meira: -Sr. Presidente,
nao posso deixar passir o parecer n. 31 e o
projecto, a que elle se refere, sera oppor lhs
asduvidasque com relagSo a sua procedencia.
se lauantavam no iceu espirito-
O projeclo diz: sao declaradas nullas por
ere:c incons ilueiona'-s, as le s Bt. 67 e 68 de
loe 20 de Abril de 1893.
Tiatindose de um proj-clo que se oceupa de
2 materias dislinctas, differen'.es, o debate na-
uralraente ha de ser diviJido em duas partes,
versando cada uma Celias sobre urna das leis,
Cuja revogago este projec o pele.
Diz o projecto, qu3 sSo n^onsiilurionaes as
leis ns. 67 o 88, que mandara restabelecer a Ma-
gistratura e os conseloos raunicipaes que linhara
sido dissolvidos pelo Governador do lista Iq,
Sr. Presidente, si o projeclo actual viesse pe-
dir a rovogagao dessas leis por julgal-as nicpii-
venientes, eu nao teria duvidn, lalvez, em presl
tar-lhe o raeu apoio. Si o projpclo aclua-
viesse pedir a revogago dessas leis por conside-
ra l aa inuteis, com certeza eu preaiar-lhe-hia-o
ni ra apoio
Si o projecto aclual vsase pedir a revogago
da lei u. 67 declarando que ella era inconve-
ni' ole, que j volia fora de lempo si declararse
que ella no consullava mais os ioteresses do
E-lado e, oeste caso, era intil, cortamente eu
Ihe dara o mu voto.
Sim, porque inulil lera si lo al hoje essa lei
por lalia de execugao e inulil sel-o-ha, daqui
a pouco, porque os Conselhos muuicipaes, cujo
resiabel ramenlo se manda fazer, tero com-
pletado o seu lempo.
Creio, poit, que uma lei que ordena o re la-
labelecnnento dos attigos onseilus raunicipaes
aciaalmeute intil. (Ha um ajarle).
Mas, o Sr. Presidente, desde que ate p-ojo-
gao nao se poda dar s suaa" disp )SigG s, jul-
gou que era urgente, que era de toda oecesti-
dade. interpretar autli-raticaraenie esta lei e fir-
mar o verdadeiro aenii lo das suas dispoaigOea.
0 Congresto, pois, acudi a esta nraessi-
dade.
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO D UK
aparte.
O SR. ALBINO MEIRA-O Congresso acud
a essa necessidade (Apartes/.
Altribuu se Ibe uraa cousa que ello nao tinlia
fi'ilo, pois, o Governador ditas : o Congressa
votou uma le mandanio iittolver os concelhos
raunicipaes, o eu nao li mus do que cumprir
essa le: Eolito o Congress) tenlio que era
n ces*ario v.r declarar que nao traba volata
semellunte cousa, e deu a verdadeira inlerpre-
lagio lei.
Por consjguinte. rcluzida a e-tes termos a
qneslo, interpretada a le n. 52 auhe 'ticamen-
te pelo nico poder competente para fazel-a
o Corgiesso e sendo essa interpretago na
sentido de que a le nao mandava dssolver os
concelhos, qu-; o que o Governador lintia feta
era contrario Consliluigo, era contraro*
propria le, qual a consequenca jurdica desse
aclo do Congresso? A execugao da le, segun-
do a nterpretagio authentica dada a mesma
pelo Congre- >.
O SR. ANTONIO PErlN^MBUCO d um
aparle.
O .-R ALBINO MEIRA -V. Exc. diz, quej
nao era mais lempo de cumprir, de faier exe-
catar a lei, porque os municipios, eslavara cons-
umidos e, uma vez cons tui tos, nao podan
ficar privados dos seus cargos os concelaeiros,
prefe tos e sub-prefeilos.
as, o Senado bera v\ que essa argumenta-
gao s lera procedencia, si tivesse siao/ejaia
eleigo em virlude da qual esses conselheiros,
prefeitos e sub-prefeitos. eslavam na posse e
exercicio d'esses cargos /Apartes/.
Desde que o Ongr sso, o nico poder com-
petente, declarou que era evidentemente errada
a interpretago que o Governador dir lei a.
52, este nao poda raanter o aclo pelo qual d:s-
solvera os concelhos raunicipaes. erno fex.
OS S S ANTONIO PEHNA -BU O E EDUAR-
DO DEOLIVEIRA--(dao aptrt-s).
O SR- ALBINO KEIRA-0 ongresso decla-
rou violento e niega! o aclo da diasolugo dos
Concelhos Munic paes e, por cons-gu.ote, arbi-
trar.a e Ilegal fo a eleigao de que sahiram
essat Concelhos, qu: anda boja funcc.'onam.
Repito; desde que aque hs cargos vagara
tllegalmentc, islo por um aclo de videncia, n
eleigo para o seu preenchimeu'o nao foi mate
do que uma conttnu :co d'essa violencia, e coma
tal nao po lia gerar direitos : era como si na
tivesse sido felo : ijio conru legen f icti fa.TmC
pro nfeclis habentus.
.Fiu todo lempo que e decretada a nuMIdada
da vaga aberta, cesaQo os effeitja qu; d aM
resullaram. En tenho em mim mstno aa
exemplo
Fui demittido de um cargo vitalicio c noaie*.
do outro para o meu lusar
0 SR. ANTONIO PER.S \MBU 0 : 2l0 havi
lei que autorisasse.
0 SU ALBINO MEIR : O Krcreio fandoa-
se no projecto de consiitu gao qu proaibia ac-
cumulaces.
O SR. HER ULANOJB VNDEIR : -Mas nit
era uma lei.
OSR ALBINO MEIRA :-Eu ja lomj em
consideragao o aparte de V. Ex:.
Nomeado ora collega para mo snbstnir, esta
nvocou o principio de vitlieioitade, porfaw
esse cargo vitalicio. Veo o goveru ubto-
quente, veo o Congresso, e. chegou -o Ins
de que liaba sido errado o acto do (I


r

-
V
Gaveinoja

T
i


Icario de Peinainbnco ~ Qnarta-feira *Z% de llaio de 199o

V.
ne-
V.
30 mi
de que a disposigo em que elle se too Ja va li-
^ha sido mal appicada, pelo qua rsaiiiulq-me
aS meucSo. Ravogada, porillegal a nanha
dem?9 "ao, desappareccu, por insubsistente, a
nomeacao do meu substituto.
V Exc que nao podo haver hypataese mais
"o Gobernador disse : a I I tal dec-etou a dis-
solucao dos concelhos naunieipaas. E, em
vrtude das vagas abortas, raandou proceder as
novas eleiges. Dizem os eleitos : nos te-
mos direto a trez annns. Mas preciso sa-
ber si as vagas foram legitmente aberlas.
6 SU. EDUARDO DE iLIVKIRA : -Foram.
O SR. ALBINO MEIRA :-Nao ; o Sr. Go-
vernador interpretando a Lei errou ; a si o seu
acto foi errado, si foi violento o procedimento
do Governador, reponham se os conselnos vio-
lentamente dlssolvidas, reponham-se, sera at-
lengo do direito dos novos eleitos, porque a
eleicao d'estes, nulla.
O Sr. CONSTANDO POXTAL:-Mas
Exc. nao foi dimiltido era virtude de lei
n 0mSR. ALBINO YEIRA : Foi tal qual.
O SR. lONST NUO PONTUAL :~Sa
Exc tivesse sido demillido em virluda de urna
Vi*. ANTONIO PlRNAMBUCO-'d< um
^oi CONSTAN. 10 PONTUAL: Nao ha
paridade no caso.
O SR. ALBINO MEIRA :-Ha perfeita parid
%nSRC*ONSTAN:I PONTUAL :-Mas aqu
^O^r" ALBINO MEIRA :-A Coos'.ituigo ja
e3tavaRVOiad|rVio pmSA||1|IM0 ._S faUa.
va ser Cocstiluico.
O SR ALBINO MEIRA.... e abi que esta
3 0aSRaAT0.M0 PERNAMB:0 :-(d oulro
aP0. ALBINO MEIRA:-O Governo trovi-
--0PO, depois de votada a Constituigo, enten
deu que os feus preceitos tenam effeito retro-
activo___ (Apaes).
O Governo provisorio entendeu, que a Coosti
tuico que eslava volada, e que la ser promul-
gada, teria effeilo retroactivo, e, foi logo por
In'ecipacao pondo em execugo a sua disposi
rao relativa a aecumulagao de cargos.
* Assim fui eu demiliido e substituido.
Eu reclame! contra essa nterpretacuo da le
o ministro de emo. oSr. Joao Barbalho ; di-
zpndo mo elle que Governo tinha julgado assim,
a que s um acto do Congreso podara dar o
verdadeiro sentido da Conslituigao.
Ora tanto vale nao existir lei, como se dizer
nue ella diz o que ella absolutamente nao diz.
OSR COWTASCIO IOvTUi. :-Smente
a dtfferenga > que n'ema havia le e na outra
n0hSRa"ALBINO MEIRV:-Sr. Presidente,
tan o vale dizer-se : a lei sto : sem que ella o
diga, como que nao exista le. Umo o Go
remador fez ; cilou urna le duendo que ella
dizia urna cousa, quando na realidade, ella tal
O que ser a Ja sociedade, se ella eslivesse na
triste contgencia de reonheccr elfeitos legaes
a aualquer acto do governador, desde que es a
aleasse a existencia de urna le, por mau ima
ainaria qua fosee 1-(Trocam-se muUot apartes.)
Pois bem, o Conyrcsso veio interpretar o
"o SR. EDUARDO DE OLIVEIRA :-Foi des-
cuido do Congresso : V. Exc. mesmo '.esta con-
vencido dso.
(Ha otaros aparte*.).
O SR. ALBINO MEIRA :->cem (orea/ &'. Pre-
sidente, eu pego aos Ulustres Senadores que
?5o continuara a fazer-me esta njuslig i; eu
auoca suslentarei, como leoho sustentado, se-
nao .quillo de que estou convencido, aquilio que
*ou obrigado pela minha consciencia.
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA :-Eu pens
que nao oftVndi V. Exc. cora Isso.
OSR ALBINO MEIRA :-No rae offeodeu,
a5o ap as eu eslen ailirmando um pouco
animado; e V. Exc. vai ver quaes foram os
dous artigos da lei n. 52 em que se fuo tou o
Sr. Goveruador: foram os 1." e 8.". Um d'elles
diz eraquanto os municipios nao forera decla-
rados constituidos se reg-To pelas lcis anterio-
res. Diz o Governador: isto quer dizer : era-
quanto nao for.m declarados constituidos os
municipios, os seus funccionanos estarao na
posigao das antigs l:i endeocias, islo sao de-
missiveis Intendencias, ai mutam.
Peosa o Governador, que esse artigo da le
reduzio os conselnos de ento condigo juri
dica das antigs Intendencis. (ApirUt).
O SR. ANTONIO l'ERNAMbl'CO : -Nao este
o argumento. ,
Nao porque considera-se Intendencia, por-
que nao estavam constituidos os municipios.
O bit. ALBINO MEIRA : V. Exc. est con-
fundtndo os 2 artigos que eu quero analysar se-
paradamente ; um diz o que acubei de refer ; o
oulro diz, que os adoses municipio, sao convi-
dados a se constituirem de accordo coin a pre-
sente lei.
Sr. Presidente, eu uo encontr em nenhum
lestes artigos argumento conveniente, que d
ao Governador do Estado motivos para a disso-
!ugao dos Conse'hos.
O pnmeiro diz simplemente que, eraquanto
as municipios nao liverem le nova reg.-ndo os
;us varios servigos, esses servigos serio regi-
dos pelas antigs leis, isto e, pelas leis que ale
entSo os estavam regeodo.
E' isso o que est expresso no art. 5. das
disuosiges transitorias da C nsliluigao.
Diz o art. 5.*: ft).
O SR. HERCULANO BANDEIRA: Nesse
lempo a eleigo nao e.tava f-ita.
O SR. ALBINO MiiIRA : Essa diapoBigao da
con3lituigao, Sr. Presidente, a chave do art.
1." da lei n. 52. .
Esla poi?, a explicago sensata e jurdi-
ca desta le.
Diz a lei: emqaan'o nao esin:rem regu'ansa-
dos os trricos municipaes. .
O SR. HERCULANO BANDEIRA:-D um
aparte.
O SR. ALBINO MEIRA: V. Exc bem cora-
prehende o que eu quero dizer. V. Ex-", sabe
que o facto de dizer esta lei que os municipios,
emqunnlo.nao forem organisado?, islo 6, em
quanto nao houverem leis novas que reguln-
uientem 03 seus servlcos, S'-jim esses servaos
regulados pilas amigas, nao quer dizer, que os
actuaes Conselnos fiquem reduz.dos s cond:
c5?s dos artigos Intendencias.
' Chamo a alteran de V. Exc. para o histrico
dessa lei; o seu aparte al rae foroece materia
omito importante.
Com effeilo, o projecto d'onde nasceu essa
le foi do Congresso de que fez parte V. Exc.
Mas, como era morosa a marcha para a con ver-
sao d"e. lado, urgia que fossera feilas quanto antes as
eleigoVa rnunicipaes, foi volado um projecto
mandan lo que ellas se lizessem, e forara para
ellas dadas insirucges especaes.
Votou-se, portanto, urna lei especia1, mandan-
do se proceder esss eleigSo de accordo com as
instruc;Oes nella dictadas; e essa cleigao se
fez.
Entretanto, e projecto n5o cou no Archivo,
esse projecto leve andamento, visto como o
novo congresso o achou em 2' discussao.
Polscrivel.que aquelle Congresso que man-
ava fazer as eleices municipaes volasse urna
iei declarando nullas essas mesmas eleigfies ?
Nao; de modo algum a lei n. 52 envolve a
annullag&o dessas eleges.
Vamos agora an ilisar o artigo 2 que diz que
M a slituirem de accordo com a recente lei.
V. Exc. sabe, Sr. Presidente que, quando se
votou a le n. 52, nem todos os municipios ti-
nbara feto sua elergo. Me lembra bem que de
um municipio, o de Lorrentes, havia um recurso,
por conseguinte, a que se referi essa lei, sendo
aqueles que anda nao haviam feito sua elei-
gao?
Agora vamos ver o valor desse termo consti-
tuidos..
OSR. A. PEIINAMBUCO d um aparte.
OSr. A MeiraVaraos ver o valor da pa-
la vra ccmtituidos.
A lei n. 52 eslabelece os requisitos para que
sejam declarados constituidos os municipios
difigindo-te ao Sr. Pernambuco) V. Exc. lera
abi essa lei?
OSR. A. PERNAMBCO-Tenho-a.
O Sr. A. Meira-Quera empreatar-m'a, ^len
o-a).
Diz o art. 6'..... Pego a Casa um pouo de
s-ieogao para o que a le chama constituir-t$ o
municipio.
Eh o que diz a le (l).
Vv. Excs. vm, que na idea de Constiluigo
nao est idea de el--ig5o.
A constituigo do municipio comega da con-
fecgaodo seu Regiment inreroo. D'ah em dun-
te, que temos constituigo de municipio.
/Apartes).
O municipio, repito, comega a constituir-se
pela approvago do s.-u Regiment in'ern i, de
sua le de orgainento, etc.
A eleigao um acto preparatorio para a con-
stituigo .do municipio, mas nao faz parle
della. (Apartes),
Depois de eleitos os representantes munci
paes, esles se reunem e v3o consl'Huir... (note
bem V. Exc. Sr Presl lente) reunera-se os re-
presentantes e vo, ento, constituir o munici-
pio.
l'or consequenci*. essa constituigo do muni-
cipio comega depois de eleitos os representante*!
do mesmo .municipio.
A elei^o 6, repito, um preparo para a orga-
nsagao do municipio. (Ha umapirle).
J v o Senado que a eleigo nada tcm que
ver com essa constiluigo.
Depois de eleitos reunem-se os represen an-
tes municipaes e, da accordo cora a le), dao co-
rnejo consiiluigio do municipio, confeccionan-
do era prlraeiro lugar o seu Regiment interno,
o seu orcanvento, e reglamentando depois toJos
os seus deraais servigo*.
O SR. ANTONIO PERNAMUUCO d um apar-
te.
O SR. ALBINO MEIRASe essa a inlerpre-
tago da disposig&o do artigo 6", que acabei de
ler, pde-s com fundamento dizer que da elei-
jo dos representantes municipaes qua come-
ga o processo da constituigo dos municipios?
O periodo da constituigo dos municipios nao
abrangea aleigo dos seus representantes.
OS SR3. EDUARDO DE OLIVEIRA E ANTO-
NIO PI'JRNAMBUCO dao apartes,
O SR. ALBINO MEIRV-Agora, Senhore?. cu
pergunlo: cabiaao Poder Legislativo, cabiTao
Congresso declarar nullas as eleiges raunici
paes?
Na propria lei n. 52 est determinado o pro-
cesso para se atacar a valida Je dessas eleiges.
(Apartes/.
Mas, nao certamante perante o Congresso
que tera lugar a discussao sobre a validado ou
nulhdade das eleicOes municipaes. iCoutinuim
os apirtesi.
Si o Congresso tivesse tido era mente decla-
rar nullas ;is eleigOes municipaes e, por conse-
quencia, nullos os Concelheiros, Prefeitos e Sub-
Prefeilos, teria praticado, pura e simplesmente,
urna inepcia; e o Governador nao sanccionaria
essa inepcia.
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA d um apar-
te. '
OSR. ALBINO MEIRA-Ad Congresso nao
cabia declarar nullas as eleigOes municipaes.
J explique! o que votou o Congresso. J
disse que elle nSo vo ou essa exorb ancia, o sa
inepcia, qae nao se oceupou do que nao caba
as suasallribuigOjs, ito nao declarou nullas
ateletgai municipaes; e, quando tiraste felto,
o Governalor, que deixou de executar muitas
leis de palpitante inleressa para o Balado, sera
um fundamento plausivel, de certo que deixaria
de dar execugao a semelliante absurdo.
Agora, (para o Sr. Eduardo dO.iveira) vou
responder ao aparte de V. Ex>;.
O governador negou sanegio a esse projecto
de le por julgil-o Inconstitucional; mas, de-
pois de ler investigido cora mais attengo a
materia sobre que elle versava, enxergou tanta-
geni na sua execugao, e deu gragas a eus qu"
o Congre so o tivesse votado de novo. (Apar-
tes).
Quer ver V. Exc. a sioceridale com que o
governador andou u'este negocio ?
Cada um dos Honrados secadores pode rever
a collai-co dos jornaes do comm:rcij del892 ..
O ?R. PRESIDENTE : -Pego ao honrado se-
nador que cinja-se a > objeclo da discussao.
OSR. ALBINO MEIRv:-Estou m.strando
que nao aV-ve ser approvado este projecto, por-
que a lei, cuja revo ago elle pede, nao racon-
sii ucion-il e, pura mostrar que ella nao incon-
stiluconal; e como o governador sastentou que
ella o cu preciso mostrar tambera que elle
nao andnu de b i .
O SR. PRESIDENTE:-Ej creio que isso nao
lem nada com a discussao do iirojeclo.
OSR. ALBINO MEIIU :-Qualquer um dos
honrados senadores pode rever a col ecgo >s
Jornaes do Commercio de Jollio de 1892 e en-
contrar, no de 14 u'e?se raez, telegramma pas-
sado d'aqui para o llio de Janeiro, no qual o
governador dizia que nao pretenda dissolver os
concelhos municipaes, que sso na> passava de
uina iniriua forjada por inimigus perversos e
pequenino que queriam marear a sua repula
gao, allnbuindo-lhe a idea nefanda de querer
dissolver os concelhos municipaes; que elle era
incapaz de cotnmetter seraelhaote crime contra
a Constituigo do Estado a dissolugo dos con-
celhos----- que elle era incapaz de p-aiicar
esse grande crime porque a Constiluigo pro-
hibe-o formalmente no an. 93. em que eslabele-
ce que os concelheiros, prefeitos e sub prefectos,
urna vez empossados dos seus cargos, d'elles
nao podem ^er privados durante 3 ames, e S.
Exc. disse muito bem que seria um enraea dis-
solugo dos concelhos.
Entretanto, Sr. presidente, d'alii a piuco essa
dissolugo era executada pjr S. Exc. cora o
maior prazer!
O SR. EDUARDO UE OLIVEIRA :Era le e
S. Exc. devia execuial-a Dura kx sed lx
O SR. AL-UNU MEIRA :-Ora, sen'iores, esse
procedimento de S. Exc, que negou formal
cumpnmeiito a outras leis sob o pretexto de
que erara offensivas 4 Consiiluigio, nao tera ex-
plicago, quando execula urna ei que elle mes-
mo qualiflcou de um alten alo, de ura grande
crime contra a Constituigo do Estado !
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA d um
aparte.
O SR ALBINO MEIRA :-S, poi?, essa le era
Inconstitucional; si o que ella dispunha era
um alternado contra a Conslilu gao, nao se \
que. como outras que nao foram cumprdas, el-
la nao devia 3er execut da ? E si o foi, nao
porque o goverujdor tinha akmn inleresse mar-
tcufar na sua execugao? [T.ociin-se apartes).
Agora, Sr presidente, depois de explicados
os fundamentos legaes da mmha opinio, vou
demonstrar poi ab-urdo, que a opiniSo contra-
ria nao pode ser aceita.
Esta\am elei'os concelhos municipaes, prc-
feilos e sub-preeilos, qu^, sinSo na sua totalida-
de, na sua quasi toialidale erara amigos e cor-
religionarios polticos d'aquelle Congresso. O
Congresso estava em lula aberla cora o gover-
nador do Estado ; e nao seria urna n ensaiez,
urna loucura rematada, um suci lio poltico
d'esle Congresso, si elle viesse decretar a dis-
solugo d'esses concelhos, composlos de ami-
gos seus ? (Apartes/.
Nao so pode suppor ao Congresso essa inlen-
g5o, porque seria ura absurdo inqualidcave,
um verdadeiro suicidio poltico, declarar dissol-
vidos 03 concelhos e en;regar esses mesraos
concelhos as majs de ura governador ini-
migo.
Ora, V. Exc. sabe que, quando ha duvida en-
tre o espirito da lei e as suas palavras, o que
deve regular o espirito da lei. a inteogo do
legislador : lex est uuod lex voluil.
SI Vv. Excs. msmo confessam que serao
urna insensatez do Congresso mandar dissolver
os concelhos, nao podem mais dizer que era es-
sa a inlengo da lei.
O SR. EDUARDO D'OLIVEIRA.-Mas se a lei
eia clara.
O Sr. Albino Meira:-Mas V.Exc.....
O 3ri. PRESIDENTE :- Semquere interrom-
per ao noore Senador, em observancia a dis-
posigo do Regiment, declaro qua V. Exc.
deve discutir toda a ra derla do art. 1..
O SR. ALBINO MEIRA :E' o que eu estou
friendo.
O SR. PRESIDENTE:Pareceo-me que o
nobre Senador oceupava-se s de urna paite do
projecto.
O SR. ALBINO MEIRA :Eitou discutindo a
lei o. 67 vou concluir, para entrar na lei n.
68.
.Em resumo : os fundamentos de minha opi-
n o sao os seguintes : O Givernador, por in-
terpretago a seu gaito, julgou autonsado a
dissolver os concelhos mun cipaes, e mandar
fazer nova eleigo.
J mostre como essa iei nao justifica seme-
lhanle interpretago. 'Apartes).
Acabo de mostrar aa s que, havendo duvida
no modo de interpretar urna lei, ao legislador
que compete acabar com essa duvida. (Con-
tinuamos apatta) J
Passando ao n. 63, eu peda pedir permisao
ao Seaado para fazer applicacao a respeito
della dos mesmos argumentos, mutoili mutan-
ds, de qua acabei de me servir; mas, por
amor do raethodo, eu devo formular o meu len-
samento. E' inconstitucional a lei n 63 qua
mandava repor a magistralar* que a Juacta ti-
nha nomeado, allegando-se que a raesma Jun-
ta nao tinha comoetencia para nomear magis-
trados. O facto o segunle : a Junta Gover-
nativa, que eslava da posse do podar execntvo
do Estado, oomeou a magistratura ; voio o Go-
vernador e, funda t no art. 13 das disposigSes
transitorias da Constituigo, declarou que a Jun-
la tinha errado, tinha usurpado ; que esta at-
tribni;5) era privativa do Governador, e qti",
nao sendo a Junta Governativa competente, il-
legal era aquella nomeaglo. Sao erradas sem-
pre para o Sr. Governador todas as decisoes
que nao Ihe agradara.
Sempra a mesua questo da intcllig^ncia de
el.
A palavra Governador significa quera quer
que detenha o poder execulivo do Estado, ou
seja ura hornera ou urna corporagao. Sgue-se
que quem ca neste caigo tem a misso de
chofe do poder exaculivo.
O SR. ANTONIO HERNAMBU.'O :-Mas nao
o Governa lor ronsl'uclonal.
O SR. ALBINO MEIRA : -Antes de r adiante,
eu pergunlo a V. Exc, si a palavra Governador,
de que so serve o art. 13 das disposiges tran-
sitorias, significa restrictamente a pessoa que
tem particularmente este qualflcalivo, ou quaes-
quer que eslej* no governo do Estado.
Dado o caso de comparecer o Vice-Governa-
Jor na falta daquelle, nao poder exercer as
mermas funcgO f t
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA:-Mas o
substituto legal.
O SR. ALBINO MEIRA:-Vi V. Exc. que a
uinha argumentago tem todo fundamento. A
palavra (jr rnitor, de que sa serve o art. 13
das disposigo^s transitorias, nao significa ex-
clusivamente, o individuo qualiticado, com este
nume, mas sien quilqaer oulro que esteja no
exercicio do cargo. (Trocam-se npartes).
A casa restringa esta expresso aj ponto de
suppor que o ari. 13 refere-sa exclusivamente
ao Governador, que esta expresso significa ex-
clusivamente o inlividuo assim classificado.
de icaneira que s a elle co npete a allribuigao
de nomear m igisirado ? ou eonfesdn, que a su-
presso governador signidea qum quer que es-
leja exercendo o gicerno do Estado? (Trocam-
se apirtcs).
Eu aproveito tu lo isto.
Vv. Excs. confesa i m que quera quer que es
teja exercendo o governo do Estado lem com-
petencia para pnticar tolos 03 actos que a
Constituyo at ribue ao. Governador : conlanto
porrn, que esse algiem esteja no governo le-
galmente.
Pois bem : a questo agora so reduz a saber,
si a Junta estava ou nao legalmcnle ao governo
do Estado.
Haa a legalidade do governo da Junla resul-
la : 1. Ja soberana popular qu a invastiu do
governo 2.* da aquiescencia d loJo e Estado
que deu aos seus actos effeilos legaes.
E a prova de que os actos eman idos da Junta
tiveram effeilo Isgal qua nhi est o Sr. Bir-
bosa Lima Governador do Estado! Ahi eslo
Vv. Exc. samados nesgas cadeiras.
OSR EDUARDO OLIVEIRA :-N?, nao:
V. Exc. e seus amigos, sim.
O SR. ALBINO MEIRA :Se nao tivesse sido
assim, o prazo para se^un la eleigo nao teria
sido e3te; n2o se tena dado a dissolugo do
primeiro Congresso, e Vv Excs. nao estaara
aqm.
Por conAquencia este o facto : Vv. Excs.
eslo aqui por forga da legalidale da Junta
Governativa, que dissolveu o primeiro Con-
gresso, e raandou convocar novo, que, acabando
as suas funeges, deu lugar a qua Vv. Exc. fos-
sera eleitos agora.
OSr. Barbosa Liraa, por ventura, renunciou
o seu Ululo, a sua autorida le, par il.'eoa, ape-
zar de ter nascido de um acto da Junta ?
Pelo cintrario; S. Exc. achou, que a Junta
liaba sisan competencia para mandar proceler a
eleigo.
Si, pois, S. Exc. o primiiro a declarar va-
lidos os actos di Juna, dos quaes resultou sua
eleigo nao sa co aprehende que hoje Iha qu*i-
ra ne^'ar o carcter de gjverno legal para sus-
tentar su i incompetencia pira nomear magis-
trados.
A Constituigo diz que. ao Gjvernador com-
pele imrcar da para a eleigo ; logo s legi
tima a eleigo quando fr marcada pelo Gover-
nador; logo, si a Junta nao tinha competencia
para marcar eleigo, o Sr. Birbosa Lima nao
ura Governador legal...
OSR. EDUARDO LE OLIVEIRA :-Neste
caso, nos retrocederemos at a monarchia.
OSR A. MEIRA: V. Exc. n> reflectio
bem ueste aparte que rae acaba de dar. porque
desle modo nao justifica os actos pralicados
pelo Sr. Governador.
V. Exc. sabe que todos os actos emanados
da Repblica nnsceram da urna violencia...
UM SR. SENADOR ;-0 Congresso foi quem
emprestou legalidade a todos os actos da Junla.
Enio legalisou tambera as nomeagoes dos
magistrados.
OSR. A. MEIRA :Sr. Presdete, para
que o Congresso possa legalisaralguraa cousa,
preciso que elle mismo seja legal ; urna vez,
perem, que a Junta nao linham competencia
para fa er a ego, esse Congresso era illegal
e nullo deve ser ludo que elle fez.
OSR. C. PONTUAL d um aoarte.
O SR. Ae MEIRA : -Eu acho vat muilo le-
gaes lo ios 03 actos da Junta (apartes).
O SR. C. PONTUAL ;-V. Exc. ntrete-
nha-se em sophisraar.
530 SR. A. MEIRA : Vou deixava Vv. Exc3.
a liberdade de interpretarem a raesraa attitude
Como quzerem.
OSR.C PONTUAL dunj aparte.
OSR. A MEDA.Sr, Presidente a Junta
Governativa noraeou inspectores do Thesouro,
nomeou chefes de reparugO'S, fez outras no
meages importantes que eram da exclusiva
competencia do Governador ; e todas essas no-
meagoes da funccionarios foram considerada3
legaes. Mandou tambera eleger Coogre33i e
san eleigo foi julgada valida ; perqu razo,
pois, s se ha de considerar illegal a organisa-
go da magistratura ? ,_
Por ventura, pergunto eu a V. Exc, a Con-
sluigo s resercou ao Governador o direito de
minear magistrados ? Nao. Todas as deraais
nomeagoes a Constituigo reservou-as pa-a elle
Governador tambara. Eotretan o a Junta Go-
vernativa a3 fez, e todas ella foram julgadas le-
gaes e boas. Porque nao o devem ser tambera
as nomoagas do3 magistrados ? Em que se
funda e si excepgo odiosa ?
Nio ha nisto sophisma absolutamente ; nao
pode haver...
,OSR. E de OLIVEIRA d um aparte.
O SR. A. MEIRA : -Por conseguinte a ques-
tai toda versa sobre a interpretago dada lei
n. 63. E' preciso interpre al-a como a de n.
67
Nao se pode dizar absolutamente que essa
le seja incons itucional, desde que ella nao se
oppe a nenhuma dsposigo da Constituigo.
Pens que se poderla consderar inconvenien-
te essa le por outros tuitivos, mas nao for
incontitucional.
Ahi tem V. Exc. os fundamentos de minha
opinio. do raeu modo de entender.
Agora pode o Senado volar como Ihe parecer
raais acertado.
(Continua).
Quiz poit o Senoor que as qaarenta horas de
reua aogasiia correeooudessem a quareota
dias de coosolagao : de manelra qai Sum hora
de tristeza succedesse om dn de aleara.
Na hora da partida da Divino Mastre para a
Jerasalo C-leste, impossivel dizer-se a-ior
dilacerante que einerlmenlirara :.au*ilas almas
amorosas, pois que, se nao fossem raeaoao forti-
ficadas por elle, seriara cortamente succumbidas
pila ''6r intensa da saudade.
A Patria para onde Jess dirigi se oess di.
dix o Evaagelidta 3. Jl&o qae e ama cldade
perfeitamente qoadrada ; os seus fuo lamentos
sao formadoa de pedras preciosas, os seos mn-
'os fabricados de Bno jasoe, a san pragas de
ou-o pare, as soas portas, no meos de doze,
e estas feitas de preciosas margaritas; inmen-
sas eaphyras e eaaeraldaa mali-iam a belleza
das nas mas.
Essa cidade santa nao precisa de sol nen de
loa, oa dealgomalai, porque o mesmo Deas
qu. m a Illamioa.
L nao na trevas nea ejeora noite, mas sem-
pre ora claro da ; nao ba fri, nem calor, nem
lome, nem faatio ; nao ha irabalbas nem dores;
nem te Ug6es, nem a menor trihalago ; mas
eim encbenies de alegra qae fo-raatn a felicida
de dos seus habitantes : la se t sobre nm ele-
vado ihrono a TriadaJe Santissima. e se coaheee
perfeitamente este augusto e incamprehenslvel
mysterio..
Para maior cla:idago aos leitores desta se>
gao, apraz-me traoscrever as uagidas palavras
de om sahio bispo, concerneate3 a feslivldade
da Ascengo.
Eil-as :
Jess Chrlsto sahiado glorioso do seoul-
chro, vencedor da morte, qaerendo provar ao
mualo s verdade da sua Resirrelgio, allifiar
aop. ceas Apostlos da pertu'bagao, do medo e
da incerteza aoi qoe os traba posto a sua prifo
e a sua morie e cooveacel-os da sua falta de fe;
neveodo emflm dar-lhes todas as orens o io-
s'ro'cSes de qae ainda preclsavam, para traha-
Ibar na conversio do genero baaiano, disperso
por toda a face da trra ; por consommar asm
o sea sacnficl) e ;r o ultimo complemeato
divina Misaio, de que o Eterno Pal o tiaba in-
curabiio, se demorn quarenia das sobre a
tsrra.
iVo ultimo do3t(-s iO dias, appare:eo1o aos
Apostlo?, que se a:hvam juntos em J-'rusa
l ", Ihes ordeaoa qee fossem oor talo o m^nJo
iaatroir e b> plisar todas as gentes em nome do
Padre, da Pi h > e do Espirito aite. |
Promeli>D-lbe3 o dom dos tLilagrea ; e as-
s gerou-os da goa aeai t -Q :ia e protecgo at ao
lira do mundo. Eu estou comvo'co, mes diz o
Seihor, todos os dias at ao Un do amado.
Eu estou comv.H-.o, Ihe3 diz o Seahor, todos
os das at ao lia d-.s saciloa ; palavraa com
q .e aolemaemnte prom- ttea Je auaca desam-
parar a sai Enreja aellas representada. E sea-
do os Apjsoios mal roles, e perfe tineate Ig-
norantes, oSeihor Ihes abri os olhoa do enten
dimeato, para que polessem compreheader o
gentilo das S3.:riotaras. Prometeu de IQes en-
viar logo o Espirito Santo, que os encleru de
sabedona e te fo'ga e has er-ienoo, tinalraeote,
qae nao se separassem at que recebessera estes
dons, que o m -sao D.viuo Espirito loes bavia
de infundir.
Feito isto condazio Jess Corista os seus dis-
cpulos ao mmte Olvete, qae era parlo daqoel-
la cldade; e ebegados alli, levantaran as mis,
deltoa a hengio a todos, e 'ogo se comegou a
levantar da trra : e elevan1o-se ao Co, orna
nuven o re:'Dju em si, a quil o esconlea aoi
oaos da mal'.do. que admirada observara om
tao j8pao'oso prodigio.
Os circam-tantes o Fejaiam com os olbos
q laclo poderam ; e como continnissem attonl-
tos em olbar paraoCo, Ihes appareesram dois
aojos em forma bamaaa, vestidos de branco, os
qo es lne3 duseran, qae J*ssa< Cbrlatc, qoe
eiles acabavam da ver gloriasa'nenie su")lr ao
Co, bavla algara lia da mes na ra metra vol ar a
ierra, (como jais do geoero bamaao).
i A Ascenga do Sannor foi o t-iunpno da
oalareza bamaaa ; porqae aesse da a nosst na-
loreza, a qual o D.vino Verbo se havia uoldc,
foi metida de poss? da gloria eterna, para que
tinba sido creada : e com effeilo desde logo le-
vou o Senhor comrigo as almas da tolos os jas-
tas, q.e aa; ojj, por Elle estavam esperaodo.
< A Ascengao de Jesas Cnris'.o tambera o
solido fundamento da nossa esperaoga ; oorqoe
como diz 8. P.u'o, Elle entroa no Cea, para
servir-nos de precorso-.e offarecer contiaoadi-
mecte a seo Eterno Pai o sango*, que de ra-
mn por oosco amo*.
Tal o fan lamento, e o objecto da fasta,
que a Santa E<'eja solemnisa na p- xmi qain-
ta-feira, em qae se completara os 40 das de-
pois da Daatnga, em que telebramos a graale
fes a da Resa reigo.
Para que nao pj1jssemos doviiar desta
prodtgioei Aacsngo do Sanbor ao Cea : aiada
noje, cjmo refe-em os qoe teo fe'to a viagera
a T-rra Santa, se oiHervara 03 veitigi03 de seos
sagraao6 ts, do tal molo tmpressasno laear,
oade seelevoa aoC), qae at agora ti.ii po-
deram ser apigaloa. Jesoa Chnsla Sannor
oosso aabinfo ao Ci ; la diznmos nos, est
senara a mo direita de iei E'erao Pai ; ex-
presso, que qaer dizer, que eate Senhor em
quanto Deua em digailade e poder igual a
seu Pal ; eea qaantonomem es' elevado pe-
la granlezi deso gloria soora toJas as crea-
taras .
Salve oh Deas de Poder e Magestade !
Ei coifesso a toa e*andezi e saolimidaJe !
Recife, tfaio de (895
Francisco de Assis Epipluxnio R. Pinto,
Ascenso do Senhor
A Egreja Santa de Deus celebra a.naob com
toda a magnitode a fesa da Ascengao do sea
amado Jess.
Nesse da Jesoa Cbrlsto convida a todos os
apaatolos a Irem com elle ao Monte Olvete, e
abi chegando, faz as soas despedidas, langa so-
bre todcs asoa paternal bencao e comega a ele-
var-so ao Co, at qua chega a desappare^er
completamente das vistas de todcs.
&' qae o Divino Mestre quer que todos tenbam
o seo pensame to no Co, e para isso procurcu
o- seos adeptos am de serem testemuuas da
soa gloriosa Ascengao.
Diz S. Lacas, fallando da Ascengao de Jesos,
que quareota horas esteva o Senhor morto no
sepalchro, e todo este lempo estiveram descon-
solados os discipolos e usas coragOas mol tra-
les.
INDUSTRIA
Industria Pastoril
O PROJECTO N. 8
E o parecer a. 53 da commisso de fiasogas do
Senado
(Dr. Francisco Marques de Araujo Goes)
ll
O art. 3. da subet tattvo da honrada ;com-
misso de fioangas do seoadonsa merece menos
reparo qae o 1.* da art. 1..
Ali Indiviaualisam os lu;t ei senadores as
ragas animaos q:e ce;er&o ser iotrodazids no
Esiado, e sSo as segrales :
i." ragas bov aa Darbam, Zeb grande oa
brauam e tollaadea leitelra.
i.' ragas cavallares rabe e normanda.
3.* aga ovina merino e soalhdowa, sendo
oito aoimaes de cada especie (raga deriam di-
zer),dos quaes doai reproductores ou KaranbOes.
Pedimos viraia commisso do senado para
"Quito humlleme ue oppor-aos a to vasto quai
to disseodioso pl.Rj. A necesaidade palpitan-
te e qae ama admiaisirago esclarecida e pro-
gressis a nao deve adiar, a regenerag) do
galo bovino d; agougae e de traoalbo ; porque
ni primeiro cao, melbora as coa;Oes da ali-
mentagio publica, qce disto muo carece, e, no
segando caso, f voreca classe da lavoara, qoe
mais door:e para as reaJas do EstaJo.
Tado mais am laxo incompativel com os
ooi.-os mlogoados recarsos pecauianos.
Mesmo entre as ragas bovinas do todo lonll
a importagao da bollaodeza le eir. A commis-
so olvidoa se de que a raga Darbato oa Slbar-
tbora alm de outras qualilade-, possoe, tam-
bera, as maiores aplidOaa para forae:er graode
qaaut.dsde de leile.
Em om leilo de Djrbams realzalo o anno
atrasado em Pars, foi vendida a vacca Jesabel
Cassta como grande lei.eir : a biaav deste ao|
mal a vacca Bathlde dava. qaarenta litros de
leite as boas p staeens da armanlia e a me
da me-.rma Baronne Wastide vinte e qualro li-
tros no Passo de Calais. Jornal da Agricultu-
ra iralica o. 21, 1891, pag. 713.)
O iivo do marqoez de Cbaavelia (Ra:e Slhir-
tborn cii.e Darbam) menciona entre o mritos
da raga a prolucgo do lele,
Convencer-se-ba, mala aluda, a cobre com-
mi.-so si recordarle de qoe o animal de agou-
gae anualmente preferido, o celebre Darbam.-
resaltado aa traosrormago de tima antlga raga
essenciilmente letera das margens ao Les.
Apesar das p-ofandas modiQcagdes porqae
pissou na amplido da caixa, no cura, rcenlo
dos memoro?, na redaego dos osos, oa pe-
cocidade do desenvolvimeato, etc., a be'anca
manteve nella as qualida es lelteiras avoeogas
e n certo uro, e o atavismo as exagera, as ve-
les, como as vaccaa citadas.
Portanto pmce-nos dispencavel a lu.raduc-
rao co Estado da raga bollaadesa, pela mera
' circums antia da iptido para proiazir lile,
En relago as ragas cavallares foi mal ins-
p r ra a commisso.
Nao carecemos Je cavallos rabes nem dos
normandos. O animal de uro e de viagem lan-
ga em oosso clima por ex:ellencia. o muar
par sai sibriedade e resistencia i fatiga.
O cavalio, normando (iu nvai- apropriada-
mf nte o pereheroo, por ser esta a rag caracte-
risada) effecilvameate o raelno* entre os de
typo massicG e tiro pesado : para nosso pata
serla prefe-ivel aos iogleies Cydesilae, Stlre
e S'jir k e aos bagas Br^bagoaa, Piamengos e
Arde'mesps: am percae*on, pi m, come tres
vez s mais do qu o mais ^uIosj burro, e s
presta ia fervigo em carrogas e oids, Isto ,
oai ciladdes, porqne no campo o preferido
como animal de tiro o pidete 'o.
Se a honrada commisso se limitasse a decro-
lar a importagao de am casal de pereheroo-, co-
ma experiencia, nao avallara t?ato ama de*De-
za que nennama urgencia poblica jostitica. Un
cavallo dessa raga, as condigOes de servir de
garaobio regohr costa 5000 francs, ou 5 cori-
tos de ris ao cambio actual fra as despezas da
transporte.
Se o animal de grande perfeigao de fo-mas
sea valor sobe a lo oa 20 mil f-aacos. Taes sao
oa pregos que pagam em Frang os criadores
dos estados do norte da Ualo americana, por-
que nos do sol (az-se usa explosivo da mala co
me animal de tiro.
Os oito normandos costando o menor prego
3000 francosnao ebegaram a oosso porto por
meaos de 55 oo 60 cnoloj, alm do qae for dis-
pendido com o eacarregado de ir a Europa rea-
lisar a compra.
Maior anda ser a despfza feita com a acqui
sigo d"8 cavallos rales, a qu il nao orgar em
meos de 80 a 90 coatoa, sa forraos boscal os no
Dais de oMgera, coco exige a nobre commisso
do senado.
N Asia e na frica, onda forgoso traaspor
lougai distancias em cario espago de lempo, po*
cansa d i (alta de agua, o velos cavallo araba
de ities.iraavel aprego ; mis aa Bihia sua utili
dade aos parece mino conlestavel. Si a bjura-
l. c-mmis-a teveem mira melborar o cavallo
de mon'a-ia e da tiro leve, mais acertado sarta
o introduzr o pnro san ae laglel, qae SCifA-
do do a abe.
Os cruzados, ao voltarem da Palestina, troa
xeram para a Europa novas iadastrias, a dos
esmaltes, o emprego o ail e alomea oa lin o
ra-ia e maitas ouiras : trouzeram mais i caoni
de assucar para a Sicilia e o cavailo orieaal pi-
ra a Iiglaterra.
Esta remole importagao foi o tronca lo paro
sangae ingles ; mais larde no reino de Jorge I
(17i4 1727) a criagao systeraatica e scientica
acentoa e fixou os ca teres da rag nova, boje
ap e:iala oniversalm-'n e.e que a energa e vi-
gor do araba reane a bellesi das formas e mais
avanlajada eetatura E-te oojancto conslitae o
mais formoso cavallo do tyao esbelto.
Com egoat oacionaes eacolhidr.s ob'eriamos
bar'8 pro lacios de s^lia e carro.
3,E se crusimeoto j faz-3, ba annos, no R.o
di Janeiro, S. Paulo e Minas onda lambam se
mantera a raga pura: portanto, am exemplo
acta 1, e oo mera uuinio.
Nio houve alli viador que, para aperfeigoa*
a raga eqaiaa ioligaoi", preferisse o araba ao
pa*o sanv.ue. m qae to ios es bippologos vem o
cavallo orieotal.o coraal do deserto trauagora
do p-los mil arilnclos da sele^go e da domesii-
cago.
Applaasos merecerla a illoatre commisso sa
aatjrisasse a importagao do jomeoto hespaabol
para regeoerar a prodaego rajar.
D'is'.o poderia o governo aufe'lr lucros, se
qu;z sss, foraecendo posanles animaes as cum-
pa, m;as de boods e a todo trauco urbano. A3
despezas f iias Com tal empreeniai-r.t i seriam
vantajeiameaie retrlbaidas pela renda da fazea-
la de crlago maar, ao paaaa qae as realisadaa
com a u.ruiue.'ao das ragas a.-abe e normanda
ser aa em pura perda.
IV
N i veriade, muito tamas qua estudar e apren-
der para deparar uom oa iotailos aa hoora^a
commisso do senado, aoode preter do aro Es-
tado cam as r dowa.
A at lilade desses animaes caaststa em pro
dazir l, principalmente : em segando lugar
prestara se ellas i al'raentag). Mal avsala
proceden a Cuiaaissij de naogas. se foi sea
tira a prodaego da l, porque ua 3* oa 4* gera-
go os descendentes aos ejemplares importados
eslaro qoasl to peludos como .os caroeiroa
indgenas, em razo ao clima.
O proloquioDaos d a l conforma o fri
coadeasa ama parase o re-altada da ooaervago
e experleacia secuUroa qae atnrmama pro-
ra gao mdastrial da la-nmal e ax-se do; pa-
ses fros. Nao bavealo rigor de fro na Babis,
claro que esse po tu-lo bovi o serinsigniti
caoie e oSo constituir ama lndostria de impor-
tanca e exteaga taes queantansem a latervea-
go pro esiora do governo em sea favor.
Si, porem, a comml sao teve por onjectlvo
miroJuztr carneros para o agjafeue, nao foi fe
tizna es:oliia das ragas, a'm de Incorrer oa
orillea de inJanr adispsaderos diobeiros do Es-
tado, sem escasa do orna necesaidade do ordem
publica iaiis:ot:vel.
De tacto, consideramos o caroelro como ali-
meotago de laxo p, portantJ, (ora das coudi-
(.Oes do patrociaio clfictal.
Nao foi feliz a camaisso na escalba das ra-
gas, parq e os mermas e sootbdown3 oo reo-
nem as qaalidades qae lecotsmeadam e ai a
valor a aa animaej de igongu.1. as quaes sao :
1* graode massa de carne.
i* relu:gj o meucr volme de todos os nos-
sos.
3* engordar com facilidade.
4* desenvolver-se e crescer rpidamente. Es-
tes eo os prelicadss capitaes, mas se a elles
reuoirem-se.
&* fecandt lada precoce e daradoura.
6r bailesa da formas: a raga, sab-raga oa
vanedade s-r de gr.nte estimagS), como sac-
cede com a Durtum ou Sjorlboa.
Nasie particular, como em algons ootros, es
ingieres levan palma, a todas ?s oagOes. Con-
seguirn) elles redasir sea para-.:angao de co-
ridas a mscalos de ama elasilcidade e vigor
admi aveis! seas purcos gordura pora : sea
Darbam a ama massa de carne saboresa, a maior
qne ee conbece, quer se trate de Durham Bootb,
qaer do Bates, daas variedades qoe disputara a
primasia nalaglaterra e qae eapplantaram as
antigs e reputadas r.sg 8 Horeford Jraej, Aber-
jetn-Angoi:3. Davonsoe Sessex, bem como as
Irancesas Charol ise, B etonue Normanda e Li-
moasiaa.
O carneiros merinos e sjoth-owas reunem
os predicados enumralos ?
Nao, ceriameote.
Os prime!ros sio, com especiaLdade, a t.ega-
g5o cab&l do animal ae agougae, eegonJo as re-
gras e preceitos correales. Os longos cornos, a
cabega gfade, os ossos volrnosos, a dicnlda-
de de engordar, apesar de mnito comerem, o
saber da carne ,ue laz recordar o do bebo, todo
isto affasia o caroetro daiypo correcto do ani-
mal destioado a alimeatago.
Os saatbdwas de l carta, como oa marines,
ao oa represntenles mais estimados da especie
ovina na Inglaterra. Empregm-no em Franca
no crasamento com as ragas do pas, bem como
o Disley, com o Um do reunir no mesmo animal
o maxixo da prolocgo de l, de par com as
qualidadeB exigidas para agougae.
Consegail-o nao parece emprebsadimealo fa
cii, ato qoe tem sido frastradas todas as ten
tat'ivas feitas neste sentido.
O soatbdowa precoce, sua carne superior
o do merino, mas eogorda pouco e dave se; de
laboriosa accllmago em am pas que le.
Si oo fra tasadla indicaramos a raga fran
ceza charmoue, na qual o esqaelelj foi redun-
do ao mnimo e a massa .mt;s:ular ao mximo :
eOsOr.a e oreece rpidamente.
Alm disto o carne ro cha-moise sobrio, ru -
tico, nao teme o calor, em sarama emoli me-
nos exigeate e facfl de acclimar do que o meri-
no e eoatdovra.
Por tolos estes predicados, a raga em qaestao
tem sido favorecida consumemente as nliimos
10 annos com os premios de honra dos cinco*-
so3 reglonaes franceses e uas expoiig0e3 gri-
colas.de Pars, ao passo que os merinos, mesmn
como antratas de l, tiveram apenas um 6' e V
premio no coacurso geral agrKola da Franga,
no anno pasaalo- "
Em conclaso, si coao productores de la os
soatbdowos e merioos n5o devem ser importa-
dos por oonta do Estado, porqae o clima n&o
apropnado industr.a langera : si como ani-
maes de sgoagae outros lae sao prefenveis, oca
'demonalraao que qu.lqaer dispendio doi di-
oQeiroa pblicos com a ini o otg5o dessss rscaa
ovicas ser orna sup ril'uidade, oa om desacer-
t.
(Continua.)
CHROxNOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Alclchsedech de Albuquerque
JLima
MAJO
Da S
de
1866 -Fallece do Recife o mareclial
campo Francisco Sergio de Olivaira.
1818 -Chega ao Recife o bispo da diocese
de Olitida D. l-'r. Vital Marta Googa ves de Ol-
veira, era cujo bispado teve lugar a questo re-
ligiosa.
JNECROLOGIO
------ ...... aSSSJJI
Dr. Folippe de Figueira Faria
E'-me impossivel deixar passar desap^rcebido
a morte do Ilustrado Dr. Felippe de FigueirOu
Faria. S digo : elle como jornalista, brilhoe
como Veuus em noite sem luar; como chefe de
familia foi o modelo, e como filo invejado, a
como amigo dedicado. Em poucas palavras, eis
o que foi o Dr. Felippa de Fiqueirda Mas, a
morte serapre injusta, ceifa a vida d'aquelle quo
mais falta faz no seio social I Nao devo conti-
nuar, sou sojeilo a morte e Deu3 rae ouve. Diga
smente : paz a su'alraa e psames a Exma. fa-
milia, e bam assim a Ilustre redago do Diario
de Pernambuco.
Recife. 21 de Maio de 95.
Joao Gomes de Mallos e S'dva
.vEVSTA DIARIA
Senado -aftictaju-se hontem a 3i.* sai-
so soba presneacu doE*:. ir. Dr. Fraasi3-
co Telxeira e S.
Estive-i.m presentes os ?-J. D. Eiaarlode
Otivelra, Aibiao Silv?, Bar. o dd .Nizaretn, Tel-
xeira u Sa, S.lazar Mascoso, AntoniJ Pernam-
naco, Aioiio Mi ra, ttrmlrlo Coa io, Uegael-
ra Casta e Comlioco Pootoal.
Foi lila e app'ovada sem deba'.e a acia da
reoniSo Ja da aote:e;eote. v lindo se e sea lo
app-ovada a aa sesaj ele 18 da correct".
O S-. 1.a setr-trio ptojedea leitura do 83-
gaiote expedieaU:
OKIO do i. scc-etario da Cmara dos Srs.
Diputados remetteado sis res-luges nella ini-
ciadas pelo3 seeaites prcjvS de.te anno.
N. 3. Aactarisiulo a apaseutaio is da ex-
argeolo uo Co po de Polica Jaa Dameceno
Paea de .a^vlao e a leviso da reformx do ex-
cspitao Jof Antonio Pereira de Car?aboA'
3.a Commisso.
N. 13 -Ilem a despender se 2:0000X) para
a coastraego de u na cadeia em Caroa;...-
15:030/000 pira urna ouira para ea Bez^rros e
desapropringa da caa qje serve ae qnartel
em Pao ..'AlnoA' 4' Cjcnmissao.
N. 3 Mena a despeui r-3a a quao'.ii neces-
3aria neate exercicio para a cons'. ugj de ama
estrada da rodagem de Gamelleira a Barreiros
a' 4.* Commise}.
N. 38Ilem a dtspeoder-se iO.0001000 com
03 coacerto3 da epate Puaabir, eoistro.-gaa
de ama paute cm Pelra tapadas re.ars de
estradas qae leata povoagio aegoem para Vic-
toria e L'moeiroA' 4.* Commisse.
H 78-1 em a levanta- ss um emirastlmo
at 500:OOOJiOC applicaveis 4 cons racg'aode om
passeio paolico em a capiul>' 3.* CctcmiB-
fo.
N. 67-1 lem a abrirse o cedito qoe Id: n>-
cessano ptra pfgamento do fervigo tasflygra-
pnico e da impr^so dos dsbates ao Congre3so
- a' 3." CammiSiSo,
Oui'o do mesmo remetteado a reofogSo ini-
cala palo proje:to c. 22 desle anao, auctori-
saodo a deapender-se at 30:00 )OOJ para a cori-
atarg- de ama cadeia oa cidade ae Palmares
A' 3* Cammiseo.
Passsoo se ao expeliente do Sr. 2. secreta-
rle.
Foram lidos. Inda a imprimir ai segrales pa
recer.8, sendo o de c. 54 da 3.' Uomraiaso e
os de d?. 55 a 58 ia 4" ;
N. 54Aioptanda a resolujo miciada na Ca-
ma' eos Srs. 'patada3 peu projecto ?. 87
deste aun < (cedi'o para apaonameato dos de-
bates e pub cago tos irabalnos do Coogresso.
N. 55Ilem, idem, iokiada palo projecto o.
27 deste anno (20:000OLO para a coastraego
de ama cadeia em Itamb )
fl 6 -Ilem, dem, iniciada pilo projecto n.
2 deste anao (reparlgo arrecadslora ue tazas
pelo embarque e desembarqu; de m^rcado.'las
no Caial de Gayanna.)
N. 57 Ilem, co u emenda e iniciada pelo
projecto a. 26 deste anuo (estrada de ferro do
Recife a Itamb pissaado par Olinda, I^uarss-
e e Govanna.)
N. 38-Idem, dem, a in'rala pelo p-oe:to
a. 9 de 1883 (alojameolo de immigraDtes.)
Nao baiea ioqcem qalzetss til za:-se da pa-
lav.-a oa p-imeira hora da Bta<6, passou-se
ordem do dia.
D-iixoa a caieua presidencial o Sr. Teiseira
de Si, assamiado-a o Sr. Dr. Ermita Co-ti-
nbo, vice presidente.
Conlinaoo a 3.* discussao da project) n. 12
deste aoao (elei;o do goveruador e v:e-go-
veroador,) eacerra.ido-se sem debate.
Votoa-ae e foi regeitado o reqaerimaoto do
Sr. A btoo Meira, bem como a emeuda, soa n.
, do mesmo S aenador. apresentados na ses-
so e 17, sendo'a ultima votada artigo por ar-
tigo.
A requeriraento do meamo Sr. senador de-
pois de le' orado pela ordem o Sr. Aatonlo
P^raambuco foi nominal a votagSo do artigo
2. pelo qual se macif^stou a favor o Sr. Al-
bino Meira e coat-a os Ir* Antonio Peraam-
buco, Albino Silva, Teiseira de S>, Constancio
Poatual, Eiua-do de Ohveira, Bario de Naza-
re.h e Regueira Costa. 8.
O projecto o. 12 foi approvado em 3." dis-
ccaro, emendado coma se achava e remettida
5 cum ntssfo pan o rellgir.
Approvou-se o requ^rimentj d) S-. Edaardo
de Olive ra, depjis de orar o Sr. Barao de Na-
zaretb, pednio informagojs ao secretario da
Pateada, sobre o proje:to do sonido, i. 14 dea-
te anno (aoosentadona ao ba^harel Jos Anss-
ta -ra da silva Gnlmares,) continaaaaa adiada
a 2.* disca3ro do projecto.
Tambera fo approvado o reqaertmen'.o ver-
bal do r. Baro ae Nazaretb sonre o projecto
n. 15 deete anao. em I." disMsafto, pedmdo
que sobre elle ossem ouvidos 03 Ccn:el03
M inicipaes ae Garanhnns e Canboliobo.
Ea l." discasso approvou-se o pr jecto n.
16 deste anno (Conservatorio Masical de Per-
nambuco )
Em seguida, sem debate, foram app^ovalas
as resolugOes mi: ais na Camara^dos Sr3 Da-
prjtaaos de qae tratam os pareceres ns. 41, 42,
43 45 e 46, tolos deste anao, em 3 discussao
se'ndo enviadas o. Commisso para asjredi-
eir.
Ess )'.?a-se a ordem da d!a.
A de hoje :
Trabalhos de cammiasfiea e 3. discasso do
parecer n. 44.
Cmara dos Dcputadns- EiT.c acu-
se boatem, hora rgimen.al. a 44* sesso ordi-
naria, sob a pres dencia da Etm. Sr. D.-. Jos
Uarcellioo da Rosa e Silva, tendo comparecido
os Src Affjoso de Barros, Elpidra Pigueiredo,
Rodrigues Porto, Estado Catmbra, Jaaquim Gal-
ita-es, Antonio Vicente Jaoior Btaaor de M-'-
delros, Piubelro Rimos, Celso de Siuza, Gangil-
ves da Rocha, Julio Aatero, Jos3 Marcelluao, Go-
dofredo Hoscoso. Leopoldo Lia=, Apollioario Ma-
ranbo e Gaapar Peres.
Foram tidas e sem debate approvalas as actas
das sessOes autecedeole3.
O Sr. Secretario procedeo leilara do M-
goia'e expedieote s _, .. ,...
Officio ao Prestdeote do Superior Tnbona'fcra
.--

i
1
/



4
i




ne'.tenlo, devidaxeote informada, a petieaoale
Carlu .le A. P. O'Olielra.
Forara lides iodo a imprimir os seguales pa-
N lO. Da 10 commissao. redigiada o proje
clan. 17 lo correte anuo. .j,.(.,
N. 10 Di mesma commusSo lando a rela.-
cao do D-oie-.to o- 4V do corrala aooo.
R.103. Da 4' BouiDiJl-'. eoncluiodoqtM seji
aaopa:a a proposia do G^eroador do E lido,
aoBcedeoJr-e o auxilio para a constru-gao da
fia-ferres do Tamandar a Palmaros e rana! da
Barra Valha ao Se.-iaaz.iobo. (Projecto o. 108).
N 104 Di 2* cotuur.Bsao solicitando informa*
C6es fo|e a pelicS) de Luis Emygdie Rodrigues
N 10; Poi lldo e apoiado, solicitan io iofor-
masos soDre a pe Icio de Jos N'.cacto da Sil
. 106 Foi lo n "o a imprimir adoptando a
emenda (M peloS^oado ao projecto o. 27 le=ta
Cmara,
Foi huo e dispensado de impressao a reqaer:-
mervo de Sr. E. de Pigoeredo, om parecer da
10' .omay.ssao ?ob n. 107, redigiodo pojeco
D. 7 da Senado.
Ccmpjreceu o Sr. Pereira da Silva.
Foram lidoe, apoiado i e jolgaJos objectos de
dsllh ri^aoos eegoiotes pajados:
N. 1(9. Ap-eseutado pelos. Su. Bhoor di M:
delros e Celso da Scoia. elevando catbcgoria
do rj.iade a villa te P-lrolica.
N. 110. Aprsenlo peles Srs. Antonio Vicec-
le e GiSjiar Peres, autonsando o Gjmiior do
Estado a despender a qoaotia ae 5:COO/>003 cora
a cci]t'iiCo de ana ponte sobre o riu C riie. na povo jio de S. Vicente.
i. III. Apreseotaio pelo S-. C-?l.-o de Sansa,
sulorisrr.do o Goveroador do Estado a crear o-
ta capital urna Pacuidate de Medicina, Jespen-
dendo para isto a quaotia neceasaria.
N. 112. AD"e3en;ado pelos Srs. AfToora dj
Ba-r.p, F'inneiro R>mas e C-Uo de Sonsa, auto-
risanio o Gaveroador a despender a quantla de
60: 001 ora a conit-uefio de urna pooie ssbre
o rio Ca pitearlo**, que lieoe a povaacao da Laz a
v.lla de S. Looreoco da Hat'.a.
rou o S-. Banor dcclraodo qoe a commis-
85o desleda por esta Cmara, para aasistir no
entero e txeqoUs 4o j roallsia pernumbucana
Dr. F--lif pe de F goeiroa F.iria, esleve presente
Das referidla solf mol la le?, tenJo sobrecabido i
bonresa mlsilo de proferir ama pequea alio
cu>-' jacto ao tomlo.
O-cu em seguida o Sr Goigmes da Rocba.
qoe jn^ Incoo e env.oo mus om p-oj3cto, eob
n. 113 el alo a villa a povoagaa de Bello Jar-
dlm do B tranferkido a t le ao municipio do nuemo no-
me.
Niaa xs haveodo a tratar paesoo-se a ooem
do da.
1. p.r:e :Eotroo em i i-ccsssSo o projec
lo n. I! seodo, sea debate appruvado.
SDn:e Udo a i' diacaaf5o o projecto n. 71,
orarum C3 Sr?. Apcllna-io Ma aonao, Eipiaio
Fit-ceiredo e El lacio Coimbra, sendo approvaio
e dispeosido do intersticio a requeri nento do
Sr. Ripalo Figuelredo.
Eoa se.nida eolraam em 3a diar.cssao os pro
jectos n?". 2*. 61 e 70, sendo sem deoate appro-
vados e remetiidoa commissao de redargSo.
2 Pane -.-Ent'anJo em 1' dlsao^sao o pro-
jecto n. iO. f i stm debate approvaJo e lispen
sado o in'ereticio a reqoericeoto dj Sr. Eloidio
Figoeiredo.
Suba)! ti dos l' d.ico tai os projectos ns.
76. 92 e 93, foram eem utbite approsados.
Foi aiola app-ovado, sem debele em 3" dir-
tastao o >rojec;o o. 53, sendo temeitido a com-
missaj de redaejo.
Proceder di-?e t Totar.5) das materias ccjs
di3co0i-: foram encerrada?, fo-am approvadas:
em i' i< osaSO o projecto o. ^5. sendo disp-n-
sado do iatersnclo a rejoerlmento do Sr. Rodri-
go?s Porta ; em 1 o de o. 6i e dispensado do
Intersticio a requenmeoto no Sr. Antonio ViceO'
te ; fin l" dijcosiao o prometo e. 66, *endo da
pensado o nter.-ticij a requenronte do Sr.
Godf'edc Mos.oso em i* o de o. 88, seado tarn-
bem diereosai.'o do intersticio a reqoenmanio
do S-. Gas, ar Pcrea ; >m 3 o de n. 79, enJo
remeiiido a cormissao de redaccao.
EntraDilo em 1* di>-cossao a emenda aprerea-
U Ja em 3' ao projeetc o 10 foi approvada.
Adfiruvec-se em 2" diBCouBo os projectos ns.
33 e 91. si?ndo diapeosadoa do mie.sticlo a re-
quenmelo do Sr. Biauor de Medeiros.
Foi approvado o requerimento do Sr. Apolli-
nario Maranbo, para ooe o projecto d. 59 fosee
a commissao de aivisao ci?il do listado.
Em segaida foram anda approvadoa em^I'
discofso o projec'.o o. 9 e em 3" o de a. 51
sendo este rttcttlido a commissao de redacso.
Sobie tida a discuasao o parecer n. 8 com om
toto ea separado, donlo a redaegao do projec-
to n. 1, foi approvado o voto em separado de-
pois de ie<-eu) or^do os Srs. Elpidio Flgoeiredo
e Antonio Vicente Jonior.
00*80 amigo coonel Pionecp Rjmo^ qaMevej Tribunal do Jury do Becife-Hn-
tam foi siib-neiii '0 a juy^meoto o reo Luli Dj
mingos d> 01 ve1 ra. p.-ooaociado c 'io < ncirso
ni 8 peoa^ do at. 338 do Cdigo Pena' e axosi-
d de bav-tr no da 3 de Agosto de IS'.li proco
rado descootir nma letra Mt>, flganiodo o v.i
lor de 2:00JJI'jO0 com es negociante i Ciscio &
Barbota.
Occopoo a tribonn da aeco3sc1o o D*, V"gi-
DioCarn^iro Menle da Silva, 2o pronotjr po-
blico
Fox a difsaoDr. Antonio Jos Henrlqoes
Ll.ir.
Di accnrJo rom a declsSo do coneelho de seo-
tenga, o Dr. Jon Aves Pereira de Lyr, presi-
Jeme do trtoonal. absolvi o reo da >cousag3o
intntala e condemnoaaliteodencia a?.a cui'a .
Serviram no conseihj de senteog os jurados
Waooel AfTmso de Castro Nanes. AllraJo de
Palva Mrtin?, IiJ ro Th-oolo de Mattos Fer-
rei-a, Ablon Ame'ico rte Aqolno, Aatoaio do
Reg Pa'-Q?M, Ant.n'O MagalbSes da Silva,Gts-
pu Antonio dos Res, U>ooel CioJIdo P-roan-
Jnior.
Hj]3 a:r jolgaJo o t; R.juando Isidro P8-
eoi
Telegraiumas retid: -Achai)-3e re-
tidos na reparugno geral do Telegrapbo Nici)
nal os Beguintes :
Di Salcn?i.-o, pira Jo Ia3tino.
Dj ni i, para Resine Jiraand.
Tolas es lionas acbim-3a furcloaaodo
regolarmente.
reos pobres ?e33oa, qce f>; asslgna
com a raidM aotei ne F, roj.ett-o-nos a qoio-
tia de E0 0 pita d.j'.rioo i-j em Ioteogao d-
seo pai por igua nomero de pessoas nacessi-
ladas.
De a" O'do com osa dez^jo poi? 'o as po;-
suiJoro dos no'ji-.-roi 28, 9, 30, 31 e 33 vir
recebe'a pa'ta qae toca a cjJa orna, de 'mo
de no3.-o adrj: Livros de sortes -Accu-a-nos o recebi-
memo de tres livros de sortea : FaiaaePra-
zeres de Seraph:m M moo, A Fei.icei'a,
do Atelier de Ares Grapnicas e a < CQ^ve do Fu-
toro de qoe sao autores 03 Srs. Nogueira Ir
mos.
O primelro Fad38 e Praierer, nm traba
abonlad da nol-9 ap-esentarv permit.iodo
ana poblicacao :
< Pao .i'Albj. 11 do Milo da 1895.Qo-on?l
Pino tro RanosRecife.
Associanoo-nos ao vosso peiar pelo falleuimen-
to do Dr. Fllppe de FigoeiiOf, rosso especial
amigo.
A oo'icia desse prema'uro passamenlo penal'
son aos amigas a'aqol.
Traiis nV.ti nossos psames a. Ilustre familia
do mostrado exliocto.
SMro, Pacifiu}, Valle, Barbosa
Illos rado leit oe nossaFacoldaie,Dr.Heo-
rlqne MJIet, fet-nos, a Queta de dirigirs seglo-
tes exprestOes :
A illosirada redacgSo do Dhro de Pernam-
buco vbnbo Beotimentar pela inesperada parda
Je aeu ce'e D.*. Falippe Ja FigaelrO).
GaarJamo-as em oo.^so cofre de gratldS1) ; o
igoal te.-tioj damos a idnticas maoi(asla(d *
do oiverioi ootros cavalhei-o., amigos o atle:-
goados qoe tem violo juntar os seos aos ojbbos
aeoiimeno- pela morte do llastre cidado que
lo'os pranteamoj.
Os nossos collejas de imprensa
Aluda com a devisa tedia p.isjjuus para as
n-'ESis eclamoas os segdinies concaitos exter-
nados pelo nessos collegas do lmp easa sobre o
fallaoimejio do nosso estimado befe e amigo Dr.
Felipp de Fixoeirda-
Coxmercio de PenimbOJO emeuiedic-
gao de hoQiem :
Faeceo 17 desle mex as 8 horas da LO'.ie,
orno noticlom^s, o Dr. Felippe de Figaeira
Paria 4
A iigos palecime.itJS, que a cerca de om
anuo igg'cvarau-se consieravelmeate, corta-
ram-iha o tio da existencia.
O tinado poseuia qualnaiea exceilentes qoe o
f nain estimdo dos seas parentes e de quietes
p jvavara as suai rrlagas iaiimas.
Dolido de intetl'genca coli vaa oDr. Falippe
de Fiueira Fana reveloo se jo-"alista baoil.
Ns colomaas e-litoruei do Diario de Per-
naiuboco f.;rim publicado?, excei entes artlgos
p^r elle e3rriotos.
Fornal em engentarla nao foi ponente jor-
nalla, mas dpoois do fal ecimeoto de sea ais-
lado i-m5o o D Minoel de Pigueiri Firla Fi-
Seguoda publicacSo Dr. Baptisti de Carvalho, enlrou s 8 3,1 da
Vianuto Francisco de Sousa Ral, negociante, manha e sahio s 9 1|2.
En segtitnte feram approvadOJ sem debate os ^ ,g^ a"0".Joroal do Recile o D Mar-
Begonies pareceres: rocog. e aive.g0, redacores doa joraaes di lar-
h"l\S.e .Esiado. e .Navidades..
O lommerclo de Parnamboc- fax-se rerre-
98. 96. 97, 98 e
107, dando a redacg&o dos projectos na. 16, 35,
83 58 e da n. 7 de iniciativa do Secado.
N. 9".-Da Z' c-jmmissao conclolodo pelo de
ferimeoio da paligao de Gvovaaue Sinsooe (pro-
ecio n. lliO).
N i4 Da mesma commissao, coocloin Jo
pelo lodtfanmento aa petigo de Francisco Jde-
lltlno Ferreira.
N 85.Da 9* commiflao conclotndo pelo in-
deferimenio da peiigao de Antonio dai RoeUa
Monra, e apreseotanoo om projecto sob n. y
soore o archipelago de Fernando de Norooba.
N 91 Da coinojiaS* especial, concluindo
qoe se deve autor'.sir o Goveroador do EUido a
auxiliar a Companbia das Estradas de Farro do
Norte do Hrazil para conBtrocgio da viaferrea
de Tamaular a Palmares e ramal da Barra Ve-
Iba a Se-tioiiobo. (Projecto n. 101)
Nada mais bavebdo a tratar, o Sr. presidente
levantou i. sessao, desiEnanda a segoinle ordem
1 Par.3 :=1* dlscus;ao do projecto o. 50, I*
dos projextos 08. 69.104 e 88 ; 3- dos de D8. 12
e91.
i." Parte :1* discossao do projecto o. 101 ,
S* do projecto o. 64 e da emeoda ao projecto n.
10 ; 3" des de ns. 84 e 65.
Proiuoco c transferencia-O Sr.
Dr. tiecrttaiio da Josiiga, por acto de 20 do cor-
rente, premoveo ao pesto de tenene Secretario,
do 3.' baialhS) de infantera Bstajoat, o alteres
do 1.' baUlno, Jrs Carlos Goennes e trantferio
o tenenie Secretario d'aqoelle batalbao.Tbeoionio
Jo da Silva para a 3 coupaubia do mesmo.
JLIeen9aPor acto de 18. do Sr. Dr. Secre-
la-io na Jusuga, foram corjcedldoa 4:J das de
icenga so Cspitfto do 3.- batalbo Bstadoal,
Orelas Alves da Silva, com oj vencimentcs a
qoe tiwer direito na forma da le, para tratar de
coa saode ; devendo eotrar no gozo da mesm.
do prszo de 15 das.
Promotoria publica0 Sr. Dr. Secre-
tario da Josiiga, iVgouos Interiores e inslracjao
Putilca, por portara de 20 do correte, do-
aeou o bicbarel Adolpho Cj.-iaco da C'ox Ri
beiro, para o lugar de prometor publico do mu-
nicipio de Trium>ho com o praeo de 40 diat
para asumir o xercicio.
Licenica- Pelo mesmo ministerio cooce-
deu-3e nceufia ae tres mezes, para trataf de
soa saod.=>, ao cdsdfta Domingos Ma-tins de
Barros R.oeiro. Berveoluano vitaliciJ do offi-
cio de partidor do oaicipio desta capital, d-
ndo en:rar no goio da mesma, dentro do
praeo de 15 das.
Dr. Felippe de Fiaruelroa-Tem sido
recebido mai-. o segoiuiea itlegrammas de coo-
dolenciap, qoe va-i s cavalbeiros se lam duna
do de iransmitttr-nos polo fallecimanto do oosso
ebefe e ii.olvidavel amigo.
Rio de Janeiro, 20 de Maio de 1893. Rs-
daegao d.i Diario de Pernambuco,Racife.
Psames i Exma. famiiu do eogaobelro Felippe
de PigoeirJ.
Chrockctt deS' Inspector geral da Repartlgo
Geral das Eslraaas de Ferro. >
, Rio de Janeiro, 21 de Halo de 1893. Dia-
rio de Pernambuco, -Recfs.
Pezamee. Pego transmitta-is i familia do eos-
so mallogrado e oom amigo, Felippe.
enlomo Luis Cutiano da Silva.
guia 2 de Halo de 1893.RedacgSo do Dia
ro d* Pernambuco -Kinte.
^Lamento a perda Irreparavel qoe acabis de
soff.er, orno desapparecimaoto do tosso pres-
tigoso cnefe de redaegao, Dr. Feliape de Fi-
goriros.
/ose Florenct) de Carvalho
Scbre o triste acontecimeoto, tambem foi
ptssado seguate despacbo telegrapblco o
Irio. qna emp-egon loavavel esf^r^o para prest:-1 ino impresso em bou papel e dnlde-st em tres
"" i partes, a primeira de sorief, a segunda de alf.ua*
trecbos Iliterarios e a tercetra ae algons versos
ciiisto.-o- sobre aieumpo de opportoriidade.
A Felicaira, cajo aot-jr ee cccolta aob o
pseodonyrao de Joao da Bola Vlrads,* om
Lv.-inbo escripto con muila erve e nos parece
d-'i alo a proJuxir etltito uos cos-05 ealOe'.
A m -as sorte< < A Feiticeira traz orna boa
cMIecgo de poesa* de Acgnsto Aristbt-o, neme
bsn conheci o o tra os nossos rapa-es que s
doaicam a leitras.
A Cbive do Fotaro em .goa'meote bd."
so tas vetn acompaobado de ora albnm Ilitera-
rio.
A:s respertivoi edlctcres muito agradecemos
a n mrs-n dos ailudidos livros de sorte3.
PublleayesRe-'istramos 2gr.ideddo3 :
O u. 8, anao 1, 2." serie da RevlJta Toeitral,
pob i agio qui za a da UisoOi, dr ida por Col-
lares Pereira e Joaqom Miranda e collcborada
por conaccidos escripto'es portuguezee.
U o. 8, 1. anuo, da R-vUta das E-col-s do
Pono, de propredade e direcgSo de Antcmo McE-
quita.
Por cfJe.-ts do S:. Leopoldo Silveira da
Aejcia Ls't^arla.
0 n. 889 '.O Occidente do Lsti qoe Irar.
em soa 1.* pagina o ret ato do D-. Jato Carlos
Rodrigues, redactor-chela do Jornal do Ccm-
merci i do Rio.
E *Un muibar perigosa, da Nm Biblio-
iheca ificooomica de Lia: i, raba bo original de
Vctor Teroval e traozido por Ligara Jo oe Uen-
d rjga.
E' eeta a decima pnbllcago d'essa blbliotbe
ca que milito 83 res'orneada peioa bous traba-
icos qo-\'sem(>-e publica.
Club Carnavalesca "Jlist > das En
xadas\!:ir-hj'nem, aigaos rapazes amau-
iba dts folias carnavalesca*, fundaram urna eo-
cieJade com o molo cima.
Bis a soa directora :
Pre8tect9, JjSo Suva ; vC3 di!o, Cjprlano
Cornelio R Delro.
1 Secretario, Eduardo de Uello.
2. dr.o, osme Damiao dos Sailo?.
Ordor, Pelro de Moura.
Procaradoes, Minoel Patricio e Hanoel Gal-
maraes.
Fiscal. Pedro Paulo.
Tbeauareiro, Marcol.DO dos Santos.
Dt-ector de ra, Joao da Cruz.
Z dador, Cielo da Costa.
No prximo domingo bavera a eleigao da d-
rec'oria das seoboras, preteudendo a socledade
dar urna soire dansante no da 28 do mes
prximo (aturo.
Observaces astronmicas Nj oto
Sirvat.no as.rouomico da Pars o: t-ve Be ama
pbotograpbia da loa, de 2 n,30 de dimetro.
O Sr. Loewy, presidente da academia de scieo-
cias. eo dr. Puaaanx, astro:omo adjunto do
orssrvatorio, tomaram a imagen da loa por
raeio Je ama eqaa'orul m.diticada para as ctr
comstancias de momento, e com o auxilio de
urna objectiva de 0n,60 centimetro.1 di di-
metro.
Aa puotograpbias obtida dispertara bastante
lote esse. Unas apreseotam toda parte lsivel
da la, danoo umi imagem de im,40 sobre o
papel, as oolras sao imigaos parcisej, de essa-
la maior, porque corresponden a 2m,30 para o
dimetro do disco.
As pbct.-graiibiaa do observatorio de Pars
mostram tragos geraes do relevo lunar com
bastante lotensidade.
A mala inteessanle dellas a que representa
a regia) boreal da loa, os tres grapos de moo
tanbas qoe os selaoograpboB cbamato os Alpes,
o Caucaso e os Apeoiooos.
Eotre os tres masaigos esteode3e urna pla-
nicie semicircular, onde todas as variedades de
accidentes de terreno ae acbam reooidaa.
Nao cooeotes con esaas pro vas os Si?. Lcery
e Puiseaux propOam-ee a ezeeotar o re evo jd -
tograpbico, completo da soperficie lunar, m
tscili igoal tu saperior i das melbores cartas
existentes.
gi .r o Diaria, leve p:r vexes de resumir as
foncgBs ce director e redacto* principal.
Da origen conser.adora, maoieve-sa eenpra
propecsa ao partido quo asstm se deaomiaava
em todo o rgimen monarchico.
Sob a sai dun-gao acceniuou-se mala a felgaa
partidar:a do D ano.
E' para no'ar q :e nao;iiv sse affaigoado o ma3
antig jornal da Peroamboco, fon Jado por s=u
lllo.fe pat-, cujas tradlcgOaa foran continasdas
par seo digno irmao o Dr. M noel de Figaeirdi,
aoa geaninos pini'i-s da imprensa, prefenc-
d> sego:r os habito' iocorapailveU com a clvili
acaa do jo-nalis i n traoaviado.
Foi o D Fcli.'pe de Figueioi om bomem tra-
balbador.
Eogenhei'O, exerceo commi>e683 importantes'
jo.oalhia foi sempre acivo e aestJoo no exeroi
co da soa prossao.
Durante o ieiodo monarebico o san nomo foi
por vezes scffagaio para os boo-o;os ca-goB de
vereaJo', deputado provincial o geral, encargos
que exerceo dignamente, merecenJo a cooHaoga
pleoa do partno conservador a que pertecera
sea bonrado pae e cuja bandeira Ici por eus
Sibos a bragada.
Cj a transformagao da R^pab'i:a foi eleo
senador ai CcngresO Coosilioinle, elaborando
ni lai faodamenial da sua trra natal.
Deaempenbou inda em o novo rgimen im-
portan e commissao na Allemanua referenle
coionisigso 'o seo paiz.
Ha una auno deixou de escrever para o Dia-
rio .em cooseqaen.ia de teos padecimentos e
em virle de prohib gio lerminanta dos iilos
tres facultativos encarregaaoe do seu trata-
meoto.
rizeram Ibe a Injustiga de atlribuK a autora
de artigos qoe nao foram elle escriptes.
por ooea anoos exerceu o cargo de eoge-
nbelro Bacal di estrada de ferro dr S. Francis-
co, digoando-se de enviar-uoa os seos trabalhos
d-pois que regreasando da Europa assumio de
oovo as fonc^O.-s d'aqoelle cargo.
Bra o uado esposo e pse estremecido.
Legn a soa desolada familia a pobreza depols
de urna vida assaz laboriosa.
Cootava o illostre morto fO aones de idade.
Realiscu-se o sea enterro no saobado, 18 deste
mez, iepos de 4 boras da tarde, compartiendo
a elle repreeeDtaates de diverjas clasees so-
O ebefe do poder execoilvo do Estado, aoc-
ciooarios feJeraese esladoaei alh esuveram pe
seatea.
Do Joroalismo peroambocaoo notamos o prc-
prieiario e gereote do -Daro de Paroamboco
'Dr. Miguel fjgueiroi de Pana e seu< collegas
sentar peio sao redactor ebefe Dr. Pe-eira Ja
aior e pelo oossa collega fle redacg&o Sr. Perei-
ra da Costa Filbo.
Dvois do ofli'io religioso na capel.a do Ce
miteno bandas de msicas dos coros po'.lciaes
loca'am seoiidos trechos
Foi ronsporUdo o aiaude aberto para o jazl-
go perpetuo de soa Exma. lamilla pelo Exo.
Sr. D.~. Barbosa Lima, coronel Piobeiro Ramos,
Dr. Antonio PeroamDoco, D-. Teixetra de Si,
barao de Nazareto o pelo oosso collega Dr. Pe-
rei ? Jaoior.
Juoto ao (amalo fallaram os Srs. Goliberme
Patricio, represeolaodo a co-poragao lypog'a
pbica do Diario, o Birio de Nixarelb, orador
da commissio do Sea ido, Sr. Manoel Ario em
oome di redacii) do Darlo e Dr. Biaocr de
Medeiros representando a corxmtse&o de deputa
dos.
A corporogo tvpograpblca do Diario de
positon sobre o atante liada cora mortoarla
com es;as pilavras gravadas em ouro obre as
jres:
Gtratidio dos tvpographos do Diario, e oa
Ota pendente : Eterna lenhranga do praoteado
chife. companbeiro e amigo, contendo tambem
a data do da do eoterrameoto.
8ospenderam oa seos trabalbos no mesmo da
a Cmara e o Sanado, consignando votos de pe
sa*.
Tarmioon-se a lnbomag&a 9 5 boras da tar
de.
Alm dos carrs am bond espacial foi posto
a disposi^So das peaoas qoe, sem convite, all
foram aasnir o enterro.
Lameotacdo com elocendade o Infinito acn-
t cimento, aesaciamo nos 4 justa magoa de sai
Exm. familia.
O Estado de aote-hootem escrevea o se-
galnte sobre o eo erro do oosso ebefe :
Anta bootem, pelas 4 boras da larde, no ce-
muerio publico de Sanio Amaro, foi dado a se-
pulmra o corpa do oosso illostre praateadocon-
frid- Dr. Felippe de Figu-iri Far'a, redactor
ebefe e co-proprietario do Diario de Pernam
buco.
Compareceram a esse att), alm da innuma-
roi amigos e admira lores do ooiavel pernam-
oojaoo, o Exm. S*. Dr. Gaveroador do Estado,
muitoj senado'es e deputado?, os ebefes das
repanigoes publicas e os representantes do Es-
tado, do Jora"l do Recife, do Nj'idades* e
doCjmmercio.
Oraram junto ao tmulo, em oome do Seoadc
o Exm. Sr. Barao de Nizamib enoda Cma-
ra o nos o inteligente e digno companbeiro
de irab.ioo Dr. Biaaor de Medeiros. que pro-
dono ama bella e sentida allocogio ; pela re-
dacgiodj Diario o Sr. Manoel Aro e po
corpa tjpogrjphico dessa foiba o sr. Gailoer
me Patricio.
Anda urna vez, apreeentamos as nossas sin-
ceras condolencias i illostre familia do brllban-
te joroalista e aos nossos dignos collegas do
Darlo
Derby-Club -Nos foram offarecldas duas
vtaiarolaa-.eciame desse prado.
Por ellas se v qoe na proxiua comd.t de 9
de Junho, dedicada ao corpo com re-clal. quem
ifver um bilbete de mgresso numerado Bcar
habilitado ao Begointe premio:
Dma passagem de i.- classe, ida e volta para
aE-ircpa (L'sboa):
60 libras sterlinas para as despeas de Via
geni;
Urna mala contendo um corte de costmlra Boa
para om cosame;
Urna dozia de camisas, collariobos, punbof
etc.,
Um binculo e ama cadelra spregaigideira
Providencia pedida Es.nvem-nos
da Casa amareila, oo Ar aial :
Srs. rajadores do D a'io da Peroamboco.
Pedimos a Vv. Ss. qae por obsequio cbimem
a atteogo di8 au'oriasdes muoicipes, para o
estajo em que se acba a Casa Amarella o eca
immediag6es, entregues a manadas de a ni ai -.es
tuino?, cabrous e bovinos, qoe arromoaodo cer-
ca* e invadlodo qoiotaes, vai dtstru n Jo vorax
mente toda a pl mtagao qoe eocoulram, eaasan-
do asslm cooslderaveis prejuizos aquellos que,
com in renso sacncio, consegaem faser al-
gi a plaotigai.
C-e nos qoe existe oas pistaras mtnicipaes
am artigo' que reprime estes abasos, e eea.o
assim, compra s referidos autcndadtis provi-
denciaren, respeuivameal'.e eaperanoi ser at
leo iidos.
Associacao Medico Pharin.iceuii
ca-15 une-seUoje, fem sessaa exiraerdloana,
oo logar e hora da costme, alin dse tratar
da eleici; da cov directora
Cal^amento -Polo Dr. prefe to est sen-
do concertado o caigatrcilo da roa Djqoe de
Cax as, qoe se acbava bastaote estragado.
Foram concluidos os calgamcotos da roa das
Lir^ogelras e das t'avessas do Padre e do Sara-
patel, qae ja se acbam entreues ao traoslto
publico.
Juizo do Comraerclo O Dr. juiz de
dreno do commercio dar audiencia oo da 24
do correte Ss 11 boras da manta, visto ser
sact fleado o dia 23.
Casamento civil -O escrivao dos ensa-
rnemos que funeciona nos d strictos do Racife
Santo Antonio, S. Jo: o Afogados, afflxou na
repartigao do registro dos casamentos ra do
Imperador n. "5 1* andar edital de proclama de
casamento dos Beguintes contrahentes:
Primeira publicag&o
Bernaidino Antonio Praxades do Nascmento,
anspegada do 14- batalhao de infantera, resi-
dente na freguezia da Boa Vista, com Anna
Rita do Nascimento, residente na freguezia de
S. Jos, solteiros e naturaes deste Estido.
Filomeno Hermino dos Guimares Peixoto,
vuvo, empregado publico, resdante na fregue-
zia do Pogo, com Adelaide da Silveira Macha-
do, soltera, residente na freguezia da Santo
Antonio.
Amaro de Medeiros, residen'e na freguezia
de S. Jos, com Maria Izabel de Medeiros Gui-
maraes, residente na freguez a da Bia Vuta
solteiros e naturaes deste Estado.
com D. Firmina Maria da Afinada, sola ros,
naturaes deste Evado e residentes na freguezia
de 9. Antonio.
Francisco Antonio da Silva Ramos, natural
do Portugal, negocianta, residente na freguez a
de Santo Antn o, cora Mar a Elisa Pereira de
Lyra na'ural das e Estado e residente na fregue-
zia da Boa Vista, solteiros.
Manoel Feraandes da Silva, natural do Rio
Granda do or e, trabalhador do estiva, resi-
dente na fr guezia do Recife, com D. Anna
Mendes da Silva, nalural deste Estado, resi-
deota na freguez a de S.Jos, solteiros.
Prim-'ira publicagao
Marcelino Domingos Naves de Amorirn, nalu*
ral de Portugal, residente na freguezia de Smlo
Antonio, cora Amelia Seraphina Nagueira Lima,
uatural deste Estado, residunlo na freguezia de
S. Jos, spllairos.
O Escrivao de casamentos da Boa-Vista'
Graga, Pogo o Varzea afflxou na repartigao da
registro a ra do Impsrador n. 41, i" andar
editaes de proclamas dos seijuintea contrllen-
les :
Primeira publicngao
Filomeno Hermino dos Guimarses Pe'xoto,
viuvo, res dente na frSguezia do Pogo, com
Adelaide da Silveira Macha lo, soltaira, resiJen-
e na fregu;za de S. Antonio.
Amaro de Medeiros, residente na freguazia de
S. Jos, lora Mara Izab;l de MaleirosGui-
ma-aes, residente nr freguezia da Boa Vista
solteiros.
Jos Cvrilo dos Santos Ferreira com Fran-
cisca Gontil Pereira da Cunha, sol eiros e rasi-
danle na foeguezla da Graga.
Sebast So da Barros Barreto com Anna de
Rarros Barreto, solteiros e residentes na fregue-
zia da Boa Visla
tii-iimissin ti Melhoramento de
Porto do Reuifellecile. 20 de Maio de
1895
Boletim metereolosico
doras. Term centi- barmetro Tenso do
Dr. Octavio Frailas, entrou s 10 da manha
e sahiu s 10 3/4.
Dr. Alfredo Costa, enlrou s 10 da manha
e sahio s 8 12.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 10 1/ da ma-
nha e sahio s 10 1/2.
Pharraaceutico, entrou 4s 9 1,2 da manha e
sabio s 2 da tarde.
!.' Ajurlaole do pharmaceutico, entrou s
8 da manila e sahio s 4 1/2 da tarde.
! Ajudanta do pharmaceutico en roa s
8 1,4 da manila e sahio s 4 112 da tarde.
Matadouro i'ubltco -Foram abatidas
io Matadouro 1'ubHfeo da Cabanga 87 rezes
Iparao consumo de hojo
w C.asa de Detenpao Movimento dos
presos da Casa de Detongao do Recife, Estado
de Pernambuco, em 2D de'Maio;do 1895
grado
6 m. 24 3
9 25 9
12 27,' 8
3 t. 27,6
6 26,6
Hmi-
da dr.
84
82
vapor
19,35
20,79
2183
21.50
20,93
Termometros
(a nl
758," 91
760-23
758,-10
757,-28
759,-24
Temperatura minima 23,"50
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 29,-00 Ennegrecido
53,0 -Prateado 42,4.
Evaporagao em 2i horas ao sol 5,"4 som
bra 2,"7.
Chuva 6,m7.
Direcgo do vento: S\V de meia noite al
0 hora e 81 minutos da manh; W al 0
hora e 55 m utos ; S e SW al 1 horas e 05
minutos; W al 2 horas e 03 minutos: NYV
at 2 horas e 16 minutos ; WNW nt 3 horas e
10 minutos; SSE cora interrup1?, de S at
10 horaa.e 14 minutos SSW at 10 hoias e 38
minutas!; SSS com n errupgO.-s de S ai2 11
horas e 3 minutos ; ESE e EE al ernados a 5
horas e 41 iinnu os da tard -, ESEe E alterna
dos at 7 c 39 ra utos; ESE e SE alternados
at 9 horas e 37 minutos ; SE at horas 9 53
meia noute.
e E alienados al
media do vento
4/11 por se-
Altura
da m. 0-85
minutos; ESE
Velocidade
gando.
Nebulosidade media 0,52.
Boletim do Porto
Pra-raar ou Das Hora3
bai xa-mar
B. M. 20 de Maio 0 h. 55 ra.
P. M. de i h. 05 ra. da t. 2,-O
Pratamas de casamento Foram
lldos oa mainz da B^a-Vista uo uia 19 do cor
rene es segrales proc'anas :
1* daoua'agaa
Jaao Delato Mas con Z i ni-a Maria Fre:a.
AntOBio Smpalo ao N.s:imeoto com Frao-
cisca Lobo de Carvalbu.
Miooel Bipi:sta BirDosa com Mjr.a Magdala
aa ne A r^n Caociu.
Manotl W.ifrado de Madeiros cjm Clara B. -
lamaque MjgalhSes.
Arinor Mareira D.aa com Olindlna Wander-
-y de A'D .qa-rr-jua Marannao.
eoasiiao de Barros Brrelo com Aona a.
Birros Barreto
Amaro de M'deirns com Maria Isabel de Ma
deiros Guimares.
Manoel Aaguato de Oliveira. com Isabel Sabi-
na de Farias.
2' denaociagSo
Augusto Custodio de Oliveira, com Carmenada
Esmeraldiea de Freita*.
Save-lno da Cosa M>ia, com Rosa Tilia-am.
Jos Francisco de Ol'eira, com Mirla Adelai-
da Medeiros de Arroda.
Jos Aives de Figuelredo, com Antonia Guedes
Ca voleaste.
3' denanciago
Francisco AUes da Silva Freir, com Jalitb
Mirtina de Barros.
Augosto Nunes Pacheco, cora Mara da Gon-
ce gao Lios de Alooquerqae.
Ricirdo Jas Soares das Merc1, com Sacandi-
oa Pereira de Ly a.
Es'evSo Pranc:s:o d03 Santos, com Amalia
Maria na Concelglo.
Jos Barbosa da Silva, com Isabel Rodrigues
do SaotCB.
Padra Pi Paos Barreto, com Angelina Gaedes
Alcoforado.
Operaces clrurgieas- Fo-im prail-
cadas oo- oipital Pearo 11 as seguiotes opera
gOes :
Pelo Dr. Vieira da Caoba :
Seqoestrotomla, reclamada por oevroae do ma-
xilar superior.
Hi-pisem uterina, reclamada por metrlte be
morrhaglca.
PeloD-. Aroobo :
Operscio de Gasselia como tralamento de pa-
cbl vagioalite plstico.
A'thrototla e raspagem da extremitade ar
ticolar da tibia, indicada por artrite taberru
losa.
Pelo Dr. Joan Rangel:
Poslbcmla a caivete, reclamida por pbimosi
e cancros veoereos.
Ponrgo evacoalora e lojesgSo de tln'ora de
iodo para com aoestbesia previa pela cocaioa.
Pelo Dr. Berardo :
Exiracgao de catarata dora, senil, do olba di
reito, pato metbodo a retalbo perifrico de \Ve>
eber.
Cemlterlo Publico Gbitaari do da 19
de Maio :
Jovioo Alexaodr io de Oliveira, Peroamboco"
83 asnos, casado ; Bo?-vista.
Balbina Leopoldina dos Siotos, Pernambuco
53 anas, ssiteiro; Boa-Vista.
Elvira Alves Ferreira, Peroamboco, 43 anoos,
vma ; Boa-Vista.
Guilbermloa de Sooza Padilba, Peraambuco
38 anuos, vluva ; Bn-Visti.
Francisco BapUsu de Oliveira, Peraambuco,
22 anoos, casado ; Boa Vista.
Um feto do sexo feaaloioo, Pernambuco, as-
cldo mo-te ; Boa Vi-ta.
Um feto do sexo femiaico, Peraambuo, nas-
cido motaj Recle.
Herondina, Paruhia.'., 30 anoos, casada ; Baa-
Vista.
Fabrico Jos da Sant'Anua, Pernambuco, 29
anona, soteiro ; Boa-Vista.
Elias Frlix Farias, Peroamboco, 46 anoos, ca
salo ; Graca.
Aotoolo Vaz da Costa, Pernambuco, 46 anoos
casado; Bas-Vista.
AotoatoJoi Bernardo, frica, 70 aanos, so-
teiro ; Boa-Vista.
Hospital Pedro IIO raovimeolo desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 20 de Maio, foi o se-
grate :
Entraram .... 22
Sahiram..... 17
Falleceram .... 3
Existem..... 811
Foram visitadas as enfermarlas pelos Beguin-
tes mdicos ;
Dr. Barros Sobrinbo, entrou as 6 1/2 da ma-
nha e sahio s 7 1/2.
Dr. Berardo, entrou s 111/2 da manha e sahio
sl2 12.
Dr. Arnobio Marques entrou s 10 1/4 da ma-
nha e sahio s 12.
Di'. Lopes Pessoa, entrou s 9 1(2 da manha
e sahio s 10 3/4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou a 10 3/4 da ma-
na e sahio s 12 l|2.
Dr. Bastos de oliveira, entrou s 10 da
na una e sabio as 10 3,4.
Dr. Tavares da Mello, entrou s 1014 da ma-
aba o sahiu s 10 3|4.
Existan)
Entraram-
Saliiram .
Existera .
A saber:
Nacloaaea.
Mulheres .
Estrangeiros
Mullier. .
Total .
Arragoados
H-ans .
oenies .
Loucos. .
Loucas. .
Total.....
Movimento da enfermara
Tete bai xa :
Jo^ Francisco de Frotas.
Te ve alia :
Jos Joaquira Alves.
463
4
12
455
415
11
29
0
455
420
395
18
3
4
420
JURISPRUDENCIA
Appellacuo Commereial n.
119-1
EMBARGANTESErMESTO & LEOPOLDO.
EMBARGADAS D. SeNHORINHA M.\RIA
Ferreira e outra.
Relator o Exm. Sr. Dr^ GalvSo .
(E3CJRIVAOJovino Cunha)
ALLEGACES DOS EMBARGANTES
EM SUSTEXTAgO DOS EMBARGOS A
FLS. 157
(ContinuafSo do ti. IIJ)
Articularan! tambem o Embargantes,
no art. 5 de seus embargos a fls. 159 v.,
que a compra con-tante do documento
a -. 39 simulada e nuil da pleno
direito, pelo que nao pode ser invocada
para produzir effeitos juridieo. de qual-
quor e pecie e muito menos contra o di-
reito hyp thecario das Embrgame', que
permanece etn seu inteiro vigor, desde
que os mesmos Embargantes nac forana
pagos anao se acha -xtincta por algum
dos modos legaes a hyp theca a fls. 3
v. e seguintes.
A simulacro da compra em questo,
consiste em ter sido a mesma compra
feita pelo depositario da massa fallida de
Gomes Coimbra da uin dos bens da mes-
ma massa por intermedio de Bellarmino
Alves Aroxa e em noma dai Embarga-
das irmaa do mesmo depositario.
Na verdae v-se : 1." de fls. 106 des-
tes autos que J.aquim Ncolo Ferreira
foi o depositario da massa fallida de F-
lix Gomes Coimbra ; %." de fls. 106 v.
que a casa n. 157 na ra Imperial fazia
parte da mesma massa fallida ; 3." de fls.
46 e 49 que essa casa indo a leilao foi
arrematada por Ballarmino Alves Aroxa,
qae doclar u tel-a comprado para aa Em-
bargadas, irms do alludido J. Nicolau
Ferreira ; 4. de fls. 98 a 105 que os
aluguais desse predio sao recebidos em
raome do mesmo Joaquin Nicolau Ferrei-
ra e por um proeurador deste.
Ora, de todas essas circumstancias ca-
balmento provadas se evidencia que a
compra da casa n. 157 da ra Imperial
em ome daa Embargadas nao passa de
ma simulagao de que se servio o men-
cionado Joaquira Nicolau Ferreira para
adquirir a referida casa, qne elle nao po-
da comprar em seu nome.
O voto vencido a fls. 152 v. considera
manifestas a similujo e a fraudo* da
venda da casa em questaa e repetindo pa-
la vras do Rep., verb. simulaccto, nota,
accrescenta : Probata causa, potest si
t mulatio probar i conjecturis et presum-
ptionibus etiatn levioribits.
Os que nao padem comprar directamen-
te nio o podem fazer por pessoa interpos-
ta ou testa de ferro.Ora. liv. 1", tit.
62, 3% e tit. 88, 29 ; liv. 2", tit. 53,
5o; L. de 22 de Dezembro de 1761,
tit. 2, % 30 ; Reg. n. 834 de 2 de Outa-
brode 1851, arts. 32 e 35, % 6o ; L. 1*
Cod. de dol.; Mor. liv. 6o, cap. 13, n.
33 e cap. 14, n. 33. Veja-se Leite Ve-
lho, Execiices de sentenca.
A acquisi$ao do bam, feita pelo depo-
sitario do ma>mo bem, anda mesmo por
iuterposta paasea ou testa de ferro, ex.
pressamente fulminada de nullidada pela
le. *
O nosso antigo Cdigo Criminal dispu-
nha o seguinte :
Art. 146. Haver para si directa ou
indirectamente ou por algum acto si-
t mulado em todo ou em parte, proprie-
dade 'ou effeito em cuja administracao,
disposiejio ou guarda dva intervir etc.
c Penas ..
Em todo o caso a acquisicb ser
nalla. >
c Ait. 147. As masmas penas se m>
c porao aos que commetterem os crimes
referidos no art. antecedente e bem as-
assim aos tutores, curadores, testamen-
tairos e depositarios, que delinquirem
de quaiquer dos sobreditos modos rea-
t tivamente aos bens dos pupillo?, testa-
c mentaras e depsitos. >
O Vigente Cod. Penal no art. 232 re-
pete a disposijao do art. 146 do Cod.
Criminal e substitue o art. 147 desse mes-
mo Cdigo pelo seguinte anda mais ese
preasivi :
nico : Em iguaos penas incor-
c rerao os peritos, ayaliadores. partido-
c ras, contadoras, tutores, curadores,
c testamenteiros, depositarios, udminis-
trad res de maesas fallidas e synJico
c de sociedade em liquidarlo, quando
commetterem o mesmo crime.
O art. 66 do Decr. n. 917 de 24 de
Outubro de 1890 aioda disp3e o se-
guinte :
E' prohibido ao juiz aos Syndicos,
commsao, ao curador fiscal, peritos,
avaliadores, e mais officiaes dejustica
a comprar por si ou por intarposta pes-
pessoa quaesquer bsn- da massa sda as
penas do art. 146 do Cod. Criminal
(art. 232 do novo Cod. PenalDecr.
< n 847 de 11 de Outubro de 1890).
A le pois, terminante eln fulminar
d3 nullldade a acquisicSo que faz do
objecto depositado o propri > depositario,
quer tenha sido essa acquiicao feita di-
recta ou indirectameute, quer por um acto
simulado.
No cato da acqui8i9ao indirecta' ou si-
mulada fra da duvida que nao se poda
pretender a prova directa do facto, porquo
esta seria na quasi totalidade dos caso3
impossivel.
As presump9as e at as simples con-
jecturas bastam para proval-s e a prova
que dellas resulta tanto mais satisfa-
torii, quanto mais concludantes a prova-
das sao as circumstancias de que se da-
duzem as mesmas presumpcas e conjec-
turas.
E' o que acontece no caso vertente, em
que, vista das circumstancias que acorn.
panharam a compra em leilao da casa n.
157 da ra Imperial, a simulaco de se-
melhante compra impoe-se como urna ver-
dade palpitante.
Os Embargantes juntam com a consulta
qne dirigiram a tres dos mais iilustrados
advogadoa deste foro, que sao ao mesmo
tempo tras dos mais distinctos lentes da
nossa Faculdade da Dirlito, as respostaa
por elles dadas a essa consulta e que sao
lodas concludantes em favor do seu
direito.
Essas respostas foram dadas pelos alla-
didos advog.dos em vista da consulta for-
mulada e que a cada um delles foi diri-
gida, sem que um tiverse conhecimento
da resposta do outro, e entre tanto todas
ellas sao accordes as solucoes dadas s
questSes propostas.
E' que o direito dos Embargantes nSo
offardee duvida e nao pode ter em face da
lei e dos principios senao urna mesma a
nica solujo.
Os Emb .rgantes nao querem tornar este
trabalho mais extenso do que ele j Be
acha.
Por um lado a necessidade de fazer va-
lerem em favor de seu direito todos os
valiosos elementos que Ihes podiam mi-
nistrar a lei, osp rincipios da direito, as
opiniCes dos mais abalisados escriptores e
as provas destes proprios autos, e por ou-
tro o expediente para tal fim adoptado de
citarem-se as disposicOes da 'eis e as opi-
nioas dos escriptores pelas suas p-opras
palavras, a fim de evitar-se a suspeita
de serem urnas e outras amoldadas aos
interesses dos Embargantes, muito con-
correram para a extenco qua quasi invo-
luntariamente deram os mesmos Embar-
gantes ao presenta trabalho.
A benignidade dos dignos julgidores
nao Ihes far disto um crine, attendendo
a que a defesa da verdad3 jurdica Ihes
impunha tamanho esforjo.
J Cicero, o granda orador e advogado
romano dizia : Omnis ratio expediende
salutis honesta est.
Aos juizes nunca ficou mal ou antes
fioa bam emendar o erro e sanar a injus-
tica, em que pela contigencia humana
possam ter cahido. Nao outra a razao
do recurso de embargos concedido s par-
tes contra as decisoes judiciarias.
Foi com razao que disseratn os Embar-
gantes em seus embargos a fls 157 nao
hver sido ainda precisamente faito nestee
autos o diagnostico do caso jurdico pa-
thologico, de qua nelles se trata.
Eil-o agora ahi eito e demonstrado, e
por tanto fcil applicar-lhe o remedio
jurdico, que nao do cirto o do Accordo
Embargado.
Beati qui custodiunt judicium et fa-
ciunt juslitiam in omni tempore.Plsalmo
CV, v. 3.
Em vista, por tanto de tudo quanto
fica exposto e do ma:s que suppriro com
suas luzes os doutos jul^adores, esperam
os Embargantes que sero julgados pro-
vados os sens embargos a fl. 157 e refor-
mado o Venerando Accordo Embargada
a fls. 151 v. para o fim de restaurar-se-
0 de fls. 129 v. e mandar-se proseguir
contra as Embargadas nos termos do
procedimen'o intentado nestes autos, con-
daainadas as mesmas Embargadas as
CUSTAS.
Recife. 18 de Feverairo de 1895.
O advogado
Dr. Jos Vicente Metra de Vasconeellos*
(Contina)
CHRflMGA JDD1C1AB1A
Saperlor Tribunal de fastle
SSSSaO ORDINARIA EM S1.EMU0
DE 169o
PRESIDENCIA OO 8B. DR. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's boras do costme, presentes os Sr., joizes-
m numero legal e o surs'ituto Dr. procurador
gerai do Estado, foi aberta a ssso, depois
de 11 Ja eapp'ovada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram-se
os segoiutes
JLG*MENTOa
Aggravos de peticao:
Da RecifeAggravante a Compadhla Iadus*
trial Commercio de E, tgg'avado Tdu.co
Tavares. Relator o juii Cirloi Vai. Adjuntos os
juizes Alaieidas Callas Barrete.Ncgou-se pro-
vlaiino, unnime nenie.
Do RecileAggravante Manoel Martina de Sou-
zi. 'apgravado Eroesto Actoo. Relator o uiz
Joao Carlos. Adjuntos os juizes Costa Ribeiro e
(Jarlos Vas. Negou-se provimento, unnime
mente.
AppellaiOes crime9:
Da VictoriaAppellante Francisco B>i3rra
io Ni-ciu3.it', apselladi a justica. Relator o
loiz Jao Cdrlos. Adjuntos os juizes GalvSo e
Costa Ribeiro. Mraiao.se o ria novo jury.
Da Goyaona Appellante o promotor publico,
appellaco Migael Joa^mm de Sant'Aon-. Rea-
tar o fala Joo Carlos. A 'juntos o janes GalvSo
o Cosa Rib-iro Man iou-oe a oovo jury.
Do Limoeiro Appellante o juizo, appellado
Seontiao Jos Car-aia. Relator o juta Joo Car-
los.Negoa se provimento.
Embargos infringentes:
Da Pao 'AlOBajDa'gaote Manoel Barbos*
Camello, embrgalo Joaquim CandidoCameiro
di Silva. Relator o jais Joo Carlos. Adjuoto
os joizes Caldas "Jarreto e Almeldt.Diapresa-
dos os embargos, contra o voto do jala Caldas
Barreto.
Appellea civel:
Da Victcr.aAppellante D. Jnlia Beserra de
A buquerou-' Barros, appellado Dan.el Moreira
da Cosa. Relatar o jais Almeida. Revisores os
juies Carlos Va* e G.l.ao. Foram des presa-
ios 01 embargo?, contra o vo'.o do jais Carlos
De Banito -Appellante D. Cosma Maria da
Fonseea Ba-roi e nios, appellalo Manoel Pe-
''jiippe Mirq esL'ns. Relator o jala Coila Ribe-
1' ro. R-altores os juizes Caldas Barreto e Almei-
da. Segou-Be provlmeato, onanlmenete,




s-.
V
>


MU.
-1
I




Piario d Perimmbnco Qnarta-feira de Hnio de JSOS
tie Ac PretAppellintes Jjj TCfmoio para pranncher a vaga berta na repra-
m sentacao nacional pelo nosso Ilustre coes-
tadano, actual Secretario dos Negocios
do Interior do Governo da Repblica Dr.
Antonio Gongalves Farreira, o Directorio
do Partido Republicano Fedenl resolveu
apresentar como candidato a esea eleicao o
Dr. Herculano Bandeira de Mello, um dos
mais prestrnosos republicanos que o Par-
tido podia escolher de sen seio para tao
honroso mandato.
E' necessario que o Par ido Republi
cano Federal ainda desta vez atteste pela
livre manifastajo do voto o valor que
lhe da a disciplina e a confraternisaco
nos seotimentos de ordem e respeito aos
bons principios, pelo que os abaixo assig-
nados conSam que ha veis de empenhar
todo esforco e o apoio de vossa valiosis-
sima influencia era prol d'esla causa.
Com a certeza da que envidareis voseo
eflicaz auxilio era favor da candidatura
d'esse nosso correligionario cujos aervicoa
e merecimento s&o de vos bem conheci-
dos, subscrevemo-nos
De
Vv. Ss.
Amigos e correligionarios
rl Sllveirs Lissa e ooiros, appellada Joauoim
Pairloi. de >! Brrelo. Relator o joiz Car'os
Va Revisores os juies Jo4> Carlos e GalvSo.
AooIIou se o processo, contri o foto do o z
Carlos Vsi.
O PASSAGKNS
Dp jais Galvlo ao jun Costa Ribeiro:
Acpellacio civel:
De Agoa PretaAppel'auta Joao Themodo da
Sil Ira oe*a, ppellado Jjaa.olm Patriota de
Mello B rreto.
Dj jais Costa Ribeiro ao jai Caldas Bar-
Mto:
Appellac,6e8 civels :
Do ReciteAppeilaote o jalz), sppellados H n
rf Jacqae Adriea.
Di RecifeAppellanlea Jos Bleoterio da Aie-
vedo e oa ro<, appelladi a Feeoda do Estado.
Do jais Al anida ao juiC^os Vas:
Appellacao crime ;
AppellaotePrancisco dos auloa Rocha, sppel-
lada a jostici.
D > jola Joao Carlos ao joii GaUSa :
Appellaco crime :
De .Caroaru'Appellante gueda Mara di
Conceicao appellada a justica.
Do jola Jo) Carlos ao ju z Coala Ribeiro :
Appellacao civel:
Do ReciteAppellante Dro Alfredo de Aqoino
fiaapar, appellado Df. Joao MiriaSve.
Da jais Joao Carlos aa jais Caldas Barreto :
Eajbrgos iofrlgemes :
Do RecitaBmbrtjaQte-Fr;n:i8C0 Antonio
fe Albuquerqne, embargado Jo4o Rodrigues de
lloara.
distribicoes
Ao jais Galvao i
Recargo crime :
Dj Recife Recrreme o julio, r.corrido
Jeiismloo Tavares Jaolor.
Ao jai* Cosa Ribeiro :
Appellacao civel : _. .. .
De Nasaretb-Appellantes Pedro PaoloL-ao
e toa mulber, appellados Dr. Aotoaio Cavalcao
te Pioa e saa motber.
Appelbcao crlme:
De Caohollobo-Appellaote Anicoio Al ves de
Sonta, appellada a justica.
Ao jai Caldas Barreto:
Appellacao crime : M
De Caroaru'Appellante Jos Luii de Moora,
appellda a jastlca
Appellacao civel:
De OiiodaAppellante Jos Gonfilves de Or
letra, appeilado los Joaqaim de Sooxa atona
Ao jaii Almeida.
AppetlacSo crime:
Do Brejo-Apoeliante Lino Jos Gaocalvea
appellada a justica,
Ao jai Carlos Vaa :
Appellacao crine : ... ,
De OliQda-Appellante Joe Jaquim de Li-
is, appel'.adaa ju-tic/.
Ao jala Joao Ca los :
Recurso crime: ..
Dj Limoeiro-Recorr^nte o julio, recorrido
..ait Claadino da Silva.
Appellatao crlme : .
Da iaboaiaoAppellante o promotor puoii o.
ippeltado S-vermo Martina de arros.
Bncerrouse a sessao as 2 boras da Urde.
reBUClCOESTiPEDIDO
Partido Republicano Federal
RECIFE, 10 DE MAIO DE 1895
IUustre Correligionario
Tendo de se proceder no dia 30 do
oorren'e a eleifao de um denotado
pelo 4.* districto eleitorai deste Estado
Dr. Joaqaim Correia de Arar-jo.
Joaquim Jos de Alaieida Pernambuco.
Dr. Francisco d'Assis Rosa e Silva.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Jos de Cupertino Coelho Cintra.
Dr. Antonio A Pereira de Lyra.
Luiz d'Andrade.
Jos de Medeiros e Albuquerque.
Fr.ncisco Cornelio da Fonseca Lima.
Dr. Marcionillo Lins.
Francisco Teixeira de S.
Jos Marcellino da Hosa e Silva.
Eduardo Augusto de Oliveira.
lea
lerda I *9 Peraaa
bmm
MTACBS ** trao* de ea/e, 11de Mau de :S95
Cambio sobre Lodrvs a 90 d|v 9 1,8 e V 3,16
sor 11000 do Banco.
t presidente
Ansalo Marques eAmerim.
8 secretaria
MiDoel Caocalves da Silva Pialo.
< aoaUo
Prac* da Recife
O Bancos abrlram com a laxa de 9 l|8 iab-e
jo odres a 90 d|v saccando depois de mel da
Siver Piale o o de Pernambuco a 9 3,16, ferbio-
io de Urde o mercado menai firme, a 9 1,8, ssm
lomsdores.
Bm papel partieaUr constoa peqaenoa nage-
sioe a 9 1|4.
< olares de geoera
Tan tiu/w
Assncar
usinas per 15 kJIot. .
3-rUUUsad > por 15 Ittlss .
Braaao, idtsi ,ldem. .
Sooseaes, I leoa, idea .
Maecsvado, idesa. Mam. .
Broto seceos idem, Ideo .
Braio melado idem, ideo .
mame, Idem dem -
Algdidim
31o constoa negocio.
Trocando...
A Anglica um perigo!...
Cada vez me convengo mais, de que 5o pes-
9imamente erapregadas as saias que ella ves-
te t...
Se fosse possivel urna troca, era eu qu rio
volia.
Coraprometli-me contar um sonho daqaella
natureza privilegiada, daquelle monslro de
tino e de lgica; mas, antes de fazel-o, eu peco
ao leitor amigo, que consinta era urna pequea
digresgao ; para prova de que eu tenlio razao
em querer a Anglica de pal.tol, calca e collele,
metiendo nos bolsos de una das tres pecas, ou
em todas ellas, cachos e mais cachos de pion-
bos falsificados.
Yejam de que havinm de lembrar-sc o diabo
da velba !
Hontem, bem cedo, ainda cu nao tinha almo-
ado, e quando manipulava com a mioha esp-
tula um ungento para os hvsterico? e me-
galomanicos* d'A Provia ia, fui interrompido
StiOO a 64100
StM a S7W
nm a s#wo
SlSM a 346M
lilao a J3W
UUi a S43DO
340*0 a 142!
14700 a 14900
aleeel
>: pipa de 4M lros SISA vea la.
Afaardeole
Por pipa de 180 litros 1354 veada.
Conrea
Seceos salgadas na bise de II kilos 850 rls
nasa.
Verdes a BAO rls, aoI al.
Carnauba
Coli-se de 234 a 354090 per 15 kiios.
aci
Por 1004000 caminal.
TAEELLA DAa ENTRADAS DZ AS-
SUCAR E ALQODaO
fvlez de Maio
D- P. Porto Bail r, 20 titeen con 1,570 tos
de alaod&j
- No vapor franges Ville do Rosa io, p r
S.nios. orregaram :
M. S. Maia, 2J0 barra ron 18000 lurjs de
agurdente
Para Rio de Janeiro, carreearam :
P. de Oliveira Mala, 10 baru com 870 II ros
de m*l.
J. 8. da Coila Moreira. 420 saceos con 25,200
kilos de atsocar branca.
No vapor noraegaeuee A-gas, para San
tos, carregarara :
J. B. dos He 8 & C, 5 barrls com 50 litro
de mel.
No vapor Ingles Bellareoa, para Sanios,
carregoa :
C. de Estiva, 5 pipas com 2.750 111 os da .l-
cooi e 100 bsrrls com 8700 ditos ee anaroecle.
N? vapor oarioual Brasil*, para Rio de
Janero, carreos :
M. Braga, 71 empinadores de ptlba.
Para Vicior.a, carreg-u :
J. T. Cairein, 125 barra com 6,600 1 tros de
aardente, 50 saceos com 3,000 kilos de ssu
car maacavado e 15 barricas com 2,700 ditos de
dito braoco.
eio vapor francs Ville do Ro.ario, p rs
Rio de Jausrro, carregoa :
J. S. da Cosa e Silva. 1000 saceos com 0,000
kilos de assncar braoco.
No palhabote Jaadahv, para Cimje'im,
carregarasa :
C. de B'llva, 20 barrls com 1740 litros de
aguardaoie.
T. 4 apa 4 C, 27 barrls com 1.447 litros de
vinagie e 11 caicas com 83 1 troa de geaebra.
Prra Grar ja, carregaram :
t. Crrela C, 6 barricas com 5.0 Kilos de
aesucar braueo.
Na barcafii D. Jalla, para Mono.6, car
reparara :
P. Ai vea 4 C, 10 barricas com 1085 kilos de
assocar braoco e 10 ditas com 530 duo de dito
cVIo ininlia Iliterata c obrigado i fazer-me todo
ouvido para ella.
Vinha pedir-me um favor, dizia em'voz mei-
ga, sonora e compassada ; mas eu comprebendi
pelo olhar e por um oulro syuptorna encobar-
lo, que ella no eslava de boa T.
Tarabem eu, se com cincoenla annos de nniSo
inlerrup a, no a conhecesse, bem mereca o
qualificativo de i lila I
Malu* ipse flet, qui convivet cum malis.
Seria realmente utn absurdo nao conliecer-lhe
as ma.has.
Queria (altenda bem o leilor) que eu fosse
procurar o Conellieiro Thoma:; R beiro e.....
Talvez pareja muita genio quo a Anglica
queria mostrar S Exc. xlgumas de suas poe-
sas e consultal o respailo, ou mesmo indagar
de seus velhos pais, eslabelecidos em Lisboa, no
principio deste seculo, ja moribundo.
Engao perfeito l
Nem eu consentirla que ella, poetisa de meia
tijella, fosse impacientar o ma\ioso autor Jayme, e muilo menos que, por um excesso de
amor filial, indacrasse de gend*, qut ha muilo
repousa na- verdadeiras CATACUMBAS DA
ABSTENCO .
A Anglica Jesijava a honra de urna visita
daquslla gran le inJividualidac t, smente para
conhecel-o....
Oulro qualquer menos pratico e mais esquen-
tado, leria lomado o caso ao serio, altend.nlo
singular affcctaeao daquella cnica, edado qua-
tro gri os de reprovajao e oito murros de
raiva.
Grilos ao ar livre e murros sobre a mesa...
Bom fallar portuguez claro.
Mas, disse-lhe eu com aquel a raesraa fleug-
raa, com que castigo, hrandaraenle, as insolen-
cia dos pitombos falsificado., que vrm esae
seu desejo, alias um fado uuoca vislo e sem
nome no Cdigo do B.>m Toro 1 !
Pois V. j viu, nao ser, era casos qne a
moral reprova e condemna, urna pessoa inte-
ressar-se para que outra v visital a ? !
Em qualquer hypolheses de inferior para su-
perior, de igual para igual, e de superior para
inferior, urna insensatez Inqualificavel, urna
pitombada de caroco ...
A' estas ultimas palavras, a lypa, que sernpre
foide um espirito de 19 eraos, desatoa a rir e
poz-rae em frente aos olhos. menos de quairo
pollegadas de di.-lancia, urna Provincia de
quinla-feira ultima ; e, apontsndo cora o de lo,
Brando* que eu lesse na segunda pagina pri-
meira columna, o seguinlc :
i Sahindo do Gabinete Portuguez, o consc-
Ibeiro Thomaz Ribeiro, foi ao palacio do gover-
no-SEGUNDO NOS CONSTt POR IVSfAME
PEDIDO DO SR. B-RBJSA LIMA-e depos ..
Logo, dis8e ella, anles mesno de ter eu ter-
minado a leilura do periodo, je o Dr. Barbosa
SBK^
Lima pediu ao Thomai Ribeiro 6 porque a cou- serva. Fslizraemle, o injnte eslava] vir-
sa tem cabimento....
Tanla lgica assitn, eu nunca vi, era mesmo
quando ella, j urna vez, procuruu convencer-
me que eu era homem e ella era mulhcr !
Mas o diabo da velba nao clava de boa f I !
Ella quiz ridicularisar o caso e no achou outro
meio ; pono me'assim etn lalaj, de qualquer
modo, que enlendesse acertado resolver a ques-
Sabao. kilo...................... 360
Seoo em nava, kilo ..... 666
Tataiaba madclra, k.lo......... 420
Taboas de amartilo, da........... 160*000
Ora em veias.kilj.................. 14000
Una vegetal em bruto, kno........ 28I4U0O
Uarogos ou sement oeaigodac, dem S
Carrapateira (sement,............ 190
Carnauba idem.................. 1490)
Carvao epeira, loneta Ja ......... 400tJ0
Couros ceceos espichados, kllog.... 815
Di tes ditos a aleados. dem.......... 765
Ditos verdes, dem.............. 5W
Coorlobo um...................... I470J
Cocos em casca, ceo o........... 94000
Prmba e maodtoca, kito.......... 180
Graza seba, kllog............ 692
Geoebra, litro..................... 360
Jaooraod; (folba). dem........... 800
Melos oe sola, valer nominal..... .. 64500
Mel de tanque oo melagj, litro...... 158
MilOokiiogr...................... 130
Peiles de cabra em cabello, valor
do ceoto...................... 2404
Idem de caroeiro em cabello, vtlor do
ceoto .......................... 1104
RendltaeiitoM pnblleoa
Mes de Malo de 1895
Alfundega
tao.
No pensou ella que eu, estranho ludo, teria
suores frios, emquanlo a graga, se conservasse
as CATA'UMBAS DA.... AB3TKNCO.
No posso deixar em esquecimenlo o sonho
da Argelica, urna das faces de seu primoso t-
lenlo.
At dormndo, a mulhcr ni .rece-ser ape-
ciada
E, cousa admiravel, deilada, de raais -acert
e eloquencia. do que em pe !___
Consuliei o rpitombo faisifcado, que c boje
o primeiro classilicador de molestia", e elle,
depois de ler lido o d'Alembert, o Arago e o
Max N.rdan, seus escriptos predilectos, dis-e
que allribuia esse augmento de raentalidade
uraa concenlrn<;ao de forjas, em rcoraentos
dados. ..
Elle nao souba explicar-se; porque, final, o
homem de nina ignorancia invencivrl e oa
seus escriptos o provam ; mas eu pela palria,
que ludo, comprehendi, que elle tinlia lulo
alguma cousa sobre o caso, sem que podtss
desenvolver a quesl&o.
0 homem s especialista era bysterismo c
megalomana.
L explicar porque a mulhe- deilada (5 cera
mil vezes mais inielligentc do que em pe1, nao
nem para urna penca dos melhore pitom-
bos* ..
Pallemos no sonho.
Manoel, Manoel, onde ests, que nSo res-
pondes? gntava Anglica, em ncute proxi
ma.
A' principio, eu cheguei acreditar que elli,
mf.ia poetisa, como sempre fol, e hei de prora
brevemente, esvcfse preparan lo urna paro lia
s Vozcs d'Africa.
Has, logo depois, liquei nos ares, qaan lo ella
coatinuou assim :
Branco CYSNE, que vogavas
Das hirmonias no mar.
Ah, eu comprehen II que ella sonhavacon
Castro Alvee, teu amante platnico, e puz-
me de sobreaviso, esiulando-lhe os pontos...
E proseguiu :
Teu Pal f Porque recusaste os trinta mil
rifa, que te mande- ?!
O negocio, quando foi essa altura, | 6 in
de orellia em p. Levantei-me, c fui ver se
ella teria levado sua audacia, i ponto de u-
tirnos nosso* fundo? (salvo saja.. ) de re"
2 carga com ameoioim a 300 ^n/1
5 carga com bat-tas a 30U rs. VOO
3 carg s en n macacbcim* a 30' rs <5O0
3 cargas com lara <]as a 300 rs. 49c'0
5 .1 cargas mu genmans s 300 is. i9 U
2 carga com bananas a 300 rs. 46j*
2 cargas com diverfis a 3O0 rs, 44 "
5 cargas com loug^ -> a 30 rs. 1150*
13 cargaa com (anona a 200 rs. I6i0
3 Mrgfs com ruilho eecco 200 r, 46 Ir)
5 cargas com fejao a 200 rs. I.tMO
64'lugaies a 200 rs. I i Un
13 Sainos a 200 rs. 2i60
12 corjjD. com oinelros a 14000 I2<(KX*
9 comp. com sci.-. i o a 700 rs. 613IP
9 comp. com f re asara a 'MJ '8. 54400
34 comp. com comidas a 70u rs. 23J800
75 comp. com faieudas a 600 rs. 45.00o
49 comp. com verdura a 300 rs 144700
96 comp. com farinba a 400 rs. 38/400
55 comp. r.om Ulbos a 24000 11U40O0
gem.
E finalizou, era espasmo de causar horror:
Oh : l'adres Salesanos !
Porque no rae quizestes ? !
Quando a couu chegou lamnnho pprigo.
pa ecen lome que qualquer oulra nvi-laco po-
dia f.izer a nossa desgrana, ea cei-!he una sa-
cudidclla, que fel acordar repentinamente,
e pcrguntei-lhe o .significado daquulles dis-
parates.
|{-!poadi'U-me que nao ludia lernbranga do
que se passra, e que eu fizera grande mal em
perturbar llio o sotnno; porque cu ca a se-
ductora imagem, a grata iniragem, que uo ermo
Via.
TalTez, fose o Tooiim II beiro, que eslives
se dando luz naqu1 IU potente car'b'0 .
Nao foi vistala, evito; mas leve a honra
di sondar cem o bemem.
O caso que :
Onde ha n u'lier e ondj ha no
Cuidado que leiiiacao...
Se o rio nao muta gr>nU,
Quem .liz inulher, diz liairo.
A Anglica est liff.-ronte-..
Emquanlo ella nao cuilava em poltica, f
linha orillos bons.
Agora, vem seu Manoel cura trinta mil
rls!. .
Tudo myMerio!!
Olinda Maio-95.-jV. RculDi.
P. S.
Vou quebrar a p-nna, o reco'her rae ca
tacumbas da abeieosio.a
Chami mngu:in rae responde
O.lio n) v>jo ninguem.
O pitotnbo falsificado arvorou bandeira
branca .
Nao asinentoa o reposo.
Qu tu nao p le cotn o lempo, nao inventa
modaj.-
Quando elle sentiu o mea pe*i>, azu'ou, e
ainda BJje corre...
1Yren.ii brevein'-olf, um beneflcio. em fe-
vor da querida ngel ca, e dard por finia a
frea.
Eu bem diace, ltimamente, que eu. por un
laila, e ella, por ou'ro, hnn.,m->f de relu'iro
.'iitombo faliiftcado ezpreseao raais sim-
ples.
Por alma do infeliz, cu pico um Padre Nosso
e nava >v; Mida.
R .sclis.
DF. FBLiJPR DE MllEDT A
FBA
A viuvi e os filiaos ,|<, fijado
Dr. Fclippo de Fi$ ria, suuto agradecen* aos ami-
gos, pnreates o coiumi hsSob
das associacSes a que perten-
t' o mes un fluudo, o o!>seaiio
que Ibes izorana assistiudo aos
ultimas sufYrigios feilos ao
corpo presento do seu filado
marido e pao, e do anvo llies
'rogam o cnrMoso obsorpiio, Ce
n.j*tireiii s misas do ?. dia
que mandam rosar s 8 horas
dn manliil do da 31 do cor-
reute na groja de IVossa Se-
iliora do Puraizo.
amajaj
Reudlmanlo do dia I a 19
30 43%
3.7tH*tHl-
6 0724100
Renda geral :
Do da 1 > 20
laem ae 2t
968:36749*4
53:0974512
Reada do Estado :
Do da i a 20 191:0064973
dem de 21 8 i6S*o;.
1,021:4634496
19.1:4754518
1,210.9414014
relluado.
Para Aracaty. carresaram : I Somma total
R. Sonrinbo C, 1 turnea com 75kileade, ...
aasocar braoco. I -\.<* d* Alfandega de Pernambuco, 21
Nj vapor ieele Bellereo. para San- de de 885- .
les, carrexoa: coe, d "Co
P. de Oliveira Mala. 100 barrls com 8,700 L. F. Uodecera.
Presos do da :
Carne verde de 2)0 a 14030 rs. o kilo.
Salos de 8 14200 dem.
Ca-oeiro de 800 a 14200 dem.
Puncha de 800 a 1450) rs. a cala.
Uiltio de 700 a 800 rs. a cuia.
Fejao e 14500 a 34009 a coi*.
Parmhi por coo'a da Iit:nteacla de 1* H-
darte
D ta de 2* qailidaJe
Fejao
ItMOd
4800
1410'J
Das 1 a 20 1 a 20 1 a 20 1 a 20 1 a 20 i i 20 Assocar Algo dio
'larcacaa ..... Vaporea..... animaes..... iUtrada de Perro Central. jtem de S. Francisco. idem do Llmoeiro. Somma. Saceos 26204 3500 2571 13614 461*6 4516 96511 Saccaa 575 2091 100 2043 3164 7480 15453
Exportae*
Recife, 21 de Maio de 1895
Para o exterior
No vapor iuglez Magdalena, para Lisboa,
jarreeou :
U. D. it S. GtrxarSes, 2 barricas com 75
ilos de doce.
Para o ioterior
No logar oaclooil Alberto, pan Rio
grande do Sol, carregaram :
4. Irmaos & C, 25 pipas com 12.042 litros de
agurdente e 5 dila- com 2,753 ditos de alcool
o vapor allemao Amiionas, para San
k, carreaaram :
B. Williaaii & a. 72 iccas com 13 200 kilos
de algedao.
CP- de Oliveira Maia, 1000 saceos com 60,000
kilos de assocar branco e 20 pipas com 11000
dtros de alcool.
L. A. da Costa, i calza com 103 kilos de doce
Para Rio de Janeirj. carregaram :
P. db Oliveira Mala. 40 barrls com 3,480 litros
ile agurdente e 8 pipas con 4000 ditos de aleo Jl
C. Pean, 1030 saceos com 60,000 kilos de
.socar brinco.
iltrod deagairdtnte.
No lugar dinamarqus Hildor, para o
Par, carregaram :
E. Ca'doso u C, ioO btr.-ius com 30.750
kilos de asacar Draoco.
ra aaotos, carresoo :
Peroamboco P. Pactori. 110 olomes com...
1,290 kilos de polvera.
no biate tfom i eos, para Ma'sl, carre-
garam :
S. Araojo & C, 200 canas com 4,600 Libs
; abao.
^JG. de E-fiva, 13 barricas com 1.170 kilos de
assocar lefioado e 1 dita com 105 itos de dito
branco, |5 cixas com 360 kilon de eabao, 1
barril com 45 litros de vinagre, 2 volaraes com
18 ditos de geaebrs.
na barcaca Itajaby, para Parabiba, car-
re* aran :
P. Valente & C, 15 caixu com 550 kilos da
oleo vegetal, 10 altas com i80 dito ae velas, 5
volames com 50 ditos de vjssoaras.
Para Santos, carregaram :
Arsujo & C, 300 caixas com 6,900 kilos de
sabiO.
I. S. do Amaral & C, 5 birrii com 440 1 tros
de vinagre
8. Piado 4 ., (7 canas com 1376 litiei de
geoebra.
Na barc fi Mara, para Parabija, carre
garam :
Pelo ttiesooruro
flemeaegilJo N. Cnaves.
RECBBEDORIA DO ESTADO
Dj dia I a 20 105:2794973
dem de 21 8:4174090
Dj dia 1 a 10
dem de 21
RE'JIfE DtiAlNAGE
- 8:3924'.90
Movlmento do porto
Navios ent adea no da 21
Liverpool e encala 21 diaiVapor logles Ac-
tor, de I0J4 lonoladas, commandinte H
Borke. eqaipagam 27, carga varios gneros ;
a Biarkbora & C.
Ni w Yo k e escala. 26 dlss -- Vapor allemlo
Cooa de 1480 toneladas commaodante G.
Mel er, eqoipagem 30. ca-gu vanos gneros ;
a Mreir Carnelrj a C.
Paran (R. Argen'ina) 38 diiS-Lar Ingle
Cyobe*, de 399 toneladas, capuSj fien y
Davier. eqoipa em (0, car(i trigo ; a ordem.
avloe euperado;
Re de Janeiro
Birca portogoeu Mana Emilia.
De elula
llagar taglex Rig.
Escaaa allemft 6^'ioa.
Logar ponugaei Miriab VII.
Lagar orasileiro Z fatacbo bespaoboi Rynaado.
De Montevideo
Barca uoroega(n40 Macaiasier.
i e Terra Nova
Li. ar Ingles Mistle'oe.
Ligar ingles Dora
Logar Instes Fi.veoco.
Lagar logle Rosita.
De Carditr
1-94740 1 B-rca no oaga Sophe Heleoe.
Barca noruega Me':ur.
Barra potugaea Fioreoce Stella.
. Barca noruegueose Me lea.
K:7?24fl?2 Bttet inglesa Biisiol.
2:5924140 De Uambnrgo
iarca al lema Cari Bato.
B.-igae cliemao Ono Grat iu Stal b.rg.
De Londres
Lugar ingles Facny.
Vapores a entrar
Mea de Maio
Barbosa & C. 20 barra con 800 liros delMo980r0 57 dias-Byale oacDnsl Argentina
vinagre. d! toneladas, mesire Manoel a. da Silva.
C. Ferasndes & C, 10 caixas com 145 kilo/ e Dr. Folippo desVigueiroa Paria
O directorio do partido republicano fe-
deral do 1.* districto de Afjgadoe, sen-
sieute pela fataiidade que enlut<>u a Exal."
f*milia d preclarUsitno, eminente e re-
cto cidad&o Dr. Felippe de Piguatrfia Pe-
a, um* das gloria dest* terr.i quo lhe
den <> barc e uj^or* abrio-8 impielosa
para o receber, ainda cheio de vigor, tem
o infortunio da lamentar a iosuperavel
ran leza d vacuo qua a 'ei irrevo-
gavel da morte cavou em uosso meio so-
cial, arrancando-lhe tao prestante mam-
bro, quao saliente era na poltica gene-
rosa, opulentt a racional, un dos seus
mais brilbantes luz^irose leal prupugna-
dor.
Se o justj, qua obeo'ocendo aos precei-
tos da vonlade suprema, se tra^sfera am
alma para junto da sua manso ca'.estial,
alii tera o Dr. Felippa da Pigueiroa Fa-
ria, o premio de sau aci ysjUdo amor da
Familia a da Patria, tara a encarnaco
viva de seus actos de irtude, desse de-
votamente paternal da candada pelos in-
feiiziS. da purezi de costurnes e da paz
que inherente a>> espirito desprejecuja
Uo do vicio.
O direct rio pois, confraternisando-se
com os sentinientos do partido, dirige
os sinceros pezames aos seus inconsola-
reis irmacs Dr. Miguel de Figueiroa Fa
ra, Marino d3 Figueiroa Faria, a sua
Exma. esposa e filbos, parentes e ami-
gos
Afogados do Recife, 21 de Maio de 183o.
Direct rio
Theodom'ro Thomaz Cavaloante Pessoa.
Luiz Jos 'arneiro.
Antonio Gomes Caznr de Mello.
Ricardo Puntalean da Cmara Sant'Iago
Jos Pereira da Silva.
Antonio Pereira Lagos.
Antonio Gomes Grangeiro.
Antonio G mes Machado da Hora.
)r. Fel.ppede Figu*i-
rou aria
D. Thcrex de Josik Fi-
gncra do Faria, cus lilaos,
genros, norns. netos e bisiietos,
do i :i i tsi i I ulii i agr Iccoiu a
todas as pessoas quo ass.sli-
ram aos ltimos suffrugios IV-
tos ao sou presado tillan, iruilo,
cuniado e to Dr. Feiippe de
Figueira Faria, e de novo les
rogam o earidoso obsoquio de
assislirctn as naissas <|uo man-
dam rezar na groja de .\ovxa
Senhora do Paraizo, uo dia 34
do corrate as H koras da na-
nliA
Dr. Felippe de Fgueroa
Fara
llanoel los Fernandos Bar-
ros e sua mallier Anna llar-
tins Fernandos Barros since-
ramente enalisa-los pelo in-
esperado passamento da seu
<* ii ei lu do e dedicado amigo Dr.
Felippe de Figueiroa Faria,
convidam a seui parentes e
amigos, afina de ajsistireua a
missa que pelo eterno repouso
de sua alma mandam celebrar
no lia 4 do corrente, pelas S
horas da maiiIA na igreja do
Paraizo.
Antecipadamente agrade-
cen aos que Ibes fizerem esse
earidoso obsequio.
de cera em velas.
PAUTA DA ALFANDEGA
VALOaaS DAS M2BCADOBIA1 NACIONASS 8UITA8
DlaUTOS DB U-OBTiCAO
Sswaaa it JO o 15 de Maio de 1895
Agurdenle, catbsca litio.......... 219
Olla de canna, litro................ 400
Dita deatilada ou alcool............ 4(0
Algodao em rama, kiiog.......... 733
Arroi com caica, i. em............. 120
Assucar branco.'em............. 300
Oito mascavado idem............. 140
Dito retinado idem................ 340
Bagos de mamona, idem........... 130
Borracha de teite maogabeira, Idem. U500
Cacao, dem...................... 900
Caf bao, idem................... 14700
Ditoescolba oa restolbo, idem...... I1200
Dito molde, idem................. 21400
Oito ordinario, Ideo.............. liOO
Sement de ci?naba, o lulo....... 47
noel Jjaqotm Pessoa.
.New P>r. 38 dUs-Lftgar no-aegoeose Con
dor, de 295 toie'tdai. cipitao D. Dinlelen
eqatpagem 9, carga carvao le pedra ; a C ra-
pan 11 la de Fiac&o e Tecidos.
N vio satido no mesao dia
San'03 e fscaU-fipor francei Ville de Rota-
rlo,, commindinte Daniel, carga vanos ai-
eer.e.
Mercado nanielpal de los
Q movimeoto deste mareado ao du 20 de Maio
foi o eegointe:
Bntrsrim :
50 bois pecando 7 916 kilos
C250 kilos de peixe a 20 rs. 540 0
310 compart. com mariscosa '.00 rs. UOC0
5 ditos com camarOes t 100 ra. 4600
27 1/2 columbas a 600 rs. 141C0
1 carga com gallinbas a 50C re. 4500
I atlb>, do sal, bojee
Brao.wick, do sol boje.
Hasioeoib, de Cardiff, boje.
Desterro, do sal. boje.
Capos, de NcW Yo k, boje.
.'carente., do norte, boje.
ervelios do ul, bujo.
A"ior, deLiverpcol, boje.
Brasil, dj norte, a 22.
TaQS'.do sut. a 24.
Britaoia, da Borops, a 25.
Aiigou, do sal, 2d.
Onarente, d 1 Europa, a 26.
jreole Prince, de New York, a 27.
Timar, da Europa, a 27.
It sarlo, da Earopa, 28.
Daoube, di Europa a 30.
Tapares a safcl*
Mez de Maie
Santos e esc. Amelonas, boje, as 10 bor-j.
R. G. do Sal e esc, Bellareoa*, boje, as 4 b.
Liverpool, Bourboo, boje, is 4 horas.
Lisboa o Hamborg, Des'.erro, boje, ai 4 h.
Saotra e esc, Ville de Rosario, coje, aa 4 h.
Ncvf Yo>k, H-irveliu', boje, s 3 boras.
Rio e esc.,B-Bil, 22 as 5 horas.
Soulbaiipto 1 e esc, Taens, 2i, a 12 horas.
Baeoos Ayres e e esc, Br.l.nii, 25, as 12
Soalbampton eesc, Mgdalens, 25, is 12 b.
.1 memoria de meu querido li-
Ibo Antonio < de Mello
NASCI DO A 8 DE ABRIL DE 1800
FALLECIDO A 16 DE MAIO DE 185
Que pertencins ao Coa" e
nao a ierra, bem me dizia o corago,
Depo's de 10 das de soffrimento dei-
xa-te teus queridos paes na mais cruel
das saudade?, soltarte o ultimo suspiro
urrindo, para teus paes, como que de-
monstrando que hias fazer companhia aos
anjos que entohin byinnoi ao Senhar!
e que s neste coro divino era tea ver-
dadeiro lugar!
Sirn, querido filho! craio assim ter,
em vista da presteza com que Deus te
charaou, e respeitemos sua divina vontu-
de : mas, que t*lvez ign res as amar
gura* que nos vai n'alma peia tua sepa-
rajo ; poia que eras no lar da familia o .
enlevo e o encanto de todos que te eram ssim a contestacao devida e indi pensa-
caros e qu9 tinhara a felicidade de reconhe vel por parte de S. S. aos no3sos argu-
cer em ti todos ob attrativoi dos anjoj mentos.
Cmara dos "Deputados
Projecto n. 80
Voltamos hoje imprensa, conforme
prometamos, para nos oceuparmos da
refutagao do artigo de 15 do corrente,
com que um illustre protector do fundi-
tialismo publico terminou al.' serie de
seus escriptos, em apoio a esse projecto.
Fazendo-o, terminaremos por na esa vez
as nossaa consideracoes, aguardando como
o ns-o amavel co.tendor, a discussao do
projecto no Congresso do Estado e bem
9 casaoaes com gallinbas a 300 rs. 24700 'Maiaos e esc, Alaga*, 27, i5 horas.
dos Cos no emtanto aeguistes a oi'dem
do Senhor, e de l de *eu verdadeiro lu-
gar junto a ello te pedimos para implo-
rares por nos, para que elle nos ninore
os 8oFrimentos tobre a trra.
Consente que hoje stimo dia de tua
subida ao Co, depositemos em tua cam-
pa urna cora tecida de saudades.
Lemhranja de teus nunca esquecidos
paes.
Maio22-95.
M, C. M.
A. A. J L.
Ildefonso de Azeveda
PHARMACEUTICO
Avisa a seus amigos e a quem inte-
ressar, que* se acha nos dias uteis, de
8 horas da nianha s 8danoite, na
Os primeiros periodos do artigo que pre-
tendemos analjsar, n3o obstante serem
brilhantemente toados, provam no en-
tretanto, que o seu autor, ou, porque j
esteja convencido da verdade de uoasas
allegacoes, ou, porque, tenha comprehen-
dido a m posi3o que escolhera, corneja
a passar-3e para nos, com armas e baga-
gens, envergando com galhardia o uni-
forme de n asa opiniao.
E' urna mufaQao esta muito honrosa
para nos que conseguimos chamal-o ao
nosso aprisco a muito frequente em tor-
neios, como esBe d*e imprensa, cujas armas
nlo sao os epithetos grosseiros e infaman-
tes da injuria mas, as expressSes sinceras
e delicadas da'Jogica sensata.
A todas as auaa perguntas com que ter-
mina os mencionados periodos respnde-
la


1


Baro da Victoria n. 37, 1. andar, sala rem08Com.
S. t. Atoo maa accrescan-
1 cargas com milbo verde a 200 re. 4300Boeoes .tu eesc, Risano 23. s 4 hor.s *. de suas especialidade.
oarao aa imwna u. o/, i.- anaar, sala---------------. ', roierto romo r*i/
posterior, ondetem LABORATORIO t~ f* /ZZZ'Zff
i tamban nao porque elle nao aproveitar
.
ai


.. I
* *'

'/
Diario de Pernambaco ftttarta-fcira ^9 de
a todos os oreaos da juBtica publica, nem do proposito, dos programlas pomposa
a toda a gnarnicio do E.tado, nem a to- ** promessas do estylo...... -^|
dos os preceptores da infancia, de q iem
s agora S. S. se lambrou e S. S. que
apologista do provecto como est e refu-
Eogenho Uuyambuca, 11 de Mato
1893
Bernardo Jos da Cantara.
de
toi' a nossa judici sa emenda, fundada na
raaio e na justie*. torna-se por isso in- A- eleilorado do 4- districto
coherente n a seus propnos artig .8. 0 diree,oM ,l0 purtldo r(.pub,lCail0j Be
E provamot-o : |rtutii-ioo anno passado, pouoo desos ds veri-
Em um S- S. aT)0ia o pr jecto tal como n'cr- ra abresentado daiido at p-rabens aos f*Peta nouieac&o lo Dr. Antonio Ooticalvsa
J. r ., i-_______ i remira para orados lugares de ministro de
deputado* que o sub-.creveram. i Estado. soiveu coocorer lelfao a la M
Em outro desdore unta grana aiffe- jdeveria proced.-r para preenchiinentodessa-va^a
renca de vencimtittos, relativamente lOOOTIOIM. |4?!%SAr{!c.,,,rP-
Di-se um cont de ris em moeJa Atol ultramar, ki'o.
de lftf>5
5

Peitoral de Cambar
c rrente a quem provar ao authen-
ticidade do attestado abaixo :
\ Tendo sido accommettida de tuber-
Aueben de lluhj, kl\
Alc^trao, li.ro.
Alcatifa* cu (apelas.
Baldes de maieira, om.
culose incipiente urna minha lha, de Bindcira nacional ae 3 pilmos, arca
cargo de cada wn (textual) e acha q e
25 "|0 umita para o empegado que re-
cebe para mais de 5f 0000 mensaes.
laso dopoia de. ter dito que impossi-
vel ao empregado publico obter o ttecessa-
rio para a sna iiianutencdo e de sna fami-
lia coih os veitcimeutos actttaes.
L go todo o empregado publico tern di-
reito no augmen o.
No ultimo finalmente dos setts artiges
que anaiyamob hoje_/V quer o augmento
para toios e ped ato ao Congresso, to-
cando quasi no pat'netico.
Entlo ?
S. S. pensa comnosco ou discorda an-
da do nossas ooin.ois e refuta o que dis-
temos ?
Nao ha meio termo.
No que pot n discordamos na inco-
betencia de S. S. que uaV querend dar
o seub.acoa toreare coiitrictame le mur-
murar, ao nosso lado o confteor dco dos
anrapendidog, recoulieceuio que mjrecau
a censura de irrt-neciidos que Iha atira-
mos tacteia as trovas de urna obstinada
teimesia que o fazem cahir a cada j.asso
as niais tremendas contradiccoes.
Nao uos esquecemos de neni.uma classe
de empregado publico, desde que pedi-
mos o augmento para todo3 06 que o fos-
sem e Uto S. S. nao poder, contestar,
des-fiaiuol-o.
Tendo assim analysado minuciosamen-
te os artigas de nosso illustre contendor
rcgamo-lbe tambem <> obsequio de vir
novamente a iinprensa, antes raesmo da
discuasiio do project no Cocgresso Esta-
dual, afim de a vi.'la de nossas contesta-
joe declarar s) continua a pensar do
mesmo modo, ou se, de .scordo cora a
n ssa expectativa, ja est comnosco.
Desojaremos muitissimo e com verda-
dero rd r que tetiba sido este o ca preferido por S. S. porque assim seremos
um s todo em defesa do augmento que
pretendemos.
Agora ficamos nos esperando-
S. S. tem a palavra.
7 us tilia.
tinelo periiuiubucano Dr. B rnardo Jos da C-
mara.
As.m proci'dru o directorio republicano na
persuasao de que o immcdtalaminle do 3' do
or. 17 da Constituido Federal nao signinYav o
estirado prafo de seis e meo mees, depuis do
qu.ii vai ter I gar a plei'cuo lir. Goncalves Ferreira.
' otno, porin, desde a occ'rencia al o mntenlo em qui se inaudou proceder a
eleico, se desenrolaraui oeste Estado lantos e
tao graves aconieciiuentos, que modificaran
profundamente as suas condic s poliiie.au, en-
(en leu a.eommisao exeeuliva abaixo assigna
da que, antes de dar execovao d oelibaragao
ce ni lana antecedencia tomada pelo directoiio
republicano, cunpn.i-lti convocar o inusmo
dirertono pera ubiui;ller u sua revisao csa
mearan deltberato, uliiii di qa> elle, bem pon-
derando a siluatao poltica do paiz e especial
mente a deste E la lo, resolvesse com a sabedo-
'iaque piesi le n todus os rus actos so d^via
Ulanter x eu.i de|:b.erav<>0 nnteror ou se mira
13 annos de idade, sujeitet-u a rigoroso
tratamento medico, porm. sem resul-
tado
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, c com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
jamente. iodo Antonio PereiraSan-
itigo (Socio da firma Santiago, Irmo
C, do iiio de Janeiro.
O agente Companhia de D.-ogas e Pro
pnctes C/iiynicos,
E hoja sabido de todos que o ferro
forma p rte integrante do saugue, e que,
quasi tudas as molestias conhecidas pelo
norae de anemii, caimbras da estomago,
lymphatismo, etc proveas dn diminuic&o
ou taita do licor vital introduzir pr mp-
tamentn no saague o ferro qte ihe falta,
sem produzir grisao do ventre, o ponto
ilitutle devia acosemaf'aopariido rpllic_iio impo/tant-j que sa consegue nttngir com
o emprego do Fer o Girard, approvado
pela Academia de Medicina ce Pariz.
Apiicllo do honra
O eleitorauo do 1* districto de Afoga-
dos deita capital, enclieodo-ae de jactan
cia p lo candidato apresentado ao suffra-
gio d aitivo e bem orientado eleitorado
do 4- districto, na duvida, de-de j,
consignar o seu applauso a vota95o cer-
rada por esses nobree cidadSos que fazem
honr a^ tradic,5es pernambucanas ; es
tes memos nidadaos affluirao, certsmen-
te, s urnas, em prol do distiocto Dr.
Herculmo Bandeira de Mello, o qual re-
verter, a seu tttrn', paraessa localidade,
pocerosa coopera560 que a tua palavra
autorisada, em transportes de reconheci-
mento possa conquistar na Cmara em
benefici > commum de Pernambuco e si-
multneamente da no sa querida patria.
r. Eia, nobres e valorosos cidad&o*, un
vos, quo a victoria do pleito, est na se-
gurarla do V088O concurso.
Sao estes os v tos dos voss:s coteida-
d3t'8, que adheridos por vos, ir ascim
triumpbaudo a causa da liberdade.
Afogados do Recife, 21 de Mau de
189*.
Theodouiro Thoraaz Cavalcante Pessoa-
Jo Franciico da ("amara Saotiag .
Innoven io Joao da Motta.
Angelino Ramos Bittencourt.
Alfredo Bobero Lopes Lima
Al.pi de Assumpcio Cavalcante Pessoa.
Antonio Gomes Cesar de Mello.
Innocencio Paulino da Conha Souto
Msior.
Francisco Bezerra de Menezes.
Joiii Francisco da Alendonca.
Luiz Jo Carnero.
Acton'o Jos D as.
V&lntin> Thomaz da Silva Gororoba.
Joaquim Xavier Constancio.
Hilarino dos Santos Franca.
Elias J s de Sant'Anna.
Bened cto Daniel dos Aojos Ferre:ra.
Deocleciano Jo- Joaquim L'av.=l:ante
Ooncio da Cunha Moreno.
CUudiino Antoni Jo? de Mello
Bellarmino da Costa R mos.
Natalino Natal de Souza
Herminio Evagalista da Silva Fraga.
Joao Edeltrudes de Azevedo.
Manoel Honorato de Paula Frano.
Jcs Vicente deFarias.
-----------------S@@----------------
Partalo Republicano
ClDAD
O directorio do partido republicano
deste Estado, havendo resolvido c0ncor-
rer a pleito qoe se va ferir no dia 30 do
corrente, no 4. distr cto, para preenebi.
manto de umacadeira no Congrego Na.
eioital, navega do Dr. Gon$alves Ferrei"
ra lembrou-e di meu obscuro nom
pf.ra seu candidato nesse pleito.
Forcoso me foi sabmetter-me a esta sua
resoluta', na quadade de soldado firme
ds. mesnio partido e que, sem ttulos que
o recoramende, oatra cousa nao tem a
seu favor, que a sua lealdade e dedica-
Nao foi sem demorada discusso, em
vista da crise melindrosa que atravessa
actualmente a poltica do nosso paiz, e
c >m especialidade a de Pernambuco, que
o directorio do partido republicano deci-
d o ir as urnas na prxima eleicSj.
M.8 do que nunca necessita, portanto,
a minha candidatura do concurso 9 d-
apoo dos meus correligionarios e de todos
ou bens pernambucanos' para o eeu com-
pleto tnumpho, que poder n3o consistir
a victoria pparente das urnas, mas, sim-
0 esforgo ejue todos fizerem para que te-
nha o meu nome a sagrasao de sua hon
rosa confianca.
E8 a raz3o por que com a presente ve-
nha incommodurvos, sollicitando o voseo
valioso auxilio em favor de minha can-
didatura, s vos hypothecando por ora a
minha sincera gratido, e fugindo, multo
etu reJaCfta eloieo de 30 lo correnle mez.
Kirectiv.iui nte nunio-se ante-liont< m o dir
clono do partido n-pobticano e por esa oeca-
si&o discuti deiLoradamcule o assutnplo, deli-
berando aliual nianler :i sua resolucao anleiior.
N&O DMiaram d^saperrebidasao dirociono a
do torosas condites da p lnica desie Estad e
poriatito, as iuum-nsas dilliculdadcs com que
ler.a de lutar o partido republicano, propondo-
se a aturra ir as urna* o seu direito coparli-
cipacao no {(overno do paz.
O partido offlcial lera eCripio enlre os arli-
goj de le .10 seu progrmala que a eleicao nao
urna cousa seria.'
Uais do que isto o partido omnal, nvesso'a
tod-is as grandes conquistas da democracia e
basteando a bandeira de uaia bu liara iniole-
ran.'ia poltica, na qual escrereu o-crou
niurre-da urna poltica de sungue, kvou o
terror ao animo de lodos os bous cidat'.o-, la-
z-nlo-liies acreditar que o voto s nao um
crunc, qoando dado aos candidatos do governo,
c rredando assim das urnas eleitoraes a ituilos
daqoellei a quera o servelismo, a conupcao cu
a cobarda nio levara a eutoar cora o Ave,
Coaiar, morituri te salu'ar.i -o bymao da n.us
abiecta degradacao poltica.
(0 parli o republicano, apezar de saturado da
verdade da tudo quanto tici dilo, nao qu'z re-
colher-se s calarunib-is, da abslenco o apre-
senta-se no prximo pleito para protestar con-
tra a nova llieona do crime do ilireilo de voto,
quando nao llie leja dudo alnivnlar a esperan-
za de fnzer valer esse dtreilo raesmo em toda a
a realidade de urna vio. oria.
S nao vier a victoria, licar o protesto,
para que se nao proclame a nossa custa a acci
tacu da nova Iheoila
O tirapo da victoria ha de ter fatalmente a
sua vez !
Sao lanos 03 alt n'adoi cotlra o direito de
voto, laes as investidas do governo contra a
verdade eleitoral, que o partido repunlicano, se
O goveino nao recua de sua arrojada empreza,
deve de boje em di ule escrever na sa liu:-
deira csse uovo lamina : Eleicao ou rtvolu-
cao.
O partido republicano nao se dirige a es6a
classe de cidaduos, a quera Tcito, si hoje vi-
vesse, chamara inmunes ad servilulcra pa-
rati, mas aun a todos o> seus correligiona-
rios e a todos os bons cidaduos, para quem a
iberdadu poltica om supremo ideal pelo
qual nao duviaarao sacrificar a propria vida.
B* a esses cidadaos que o direciorio aprsen-
la e reroramenda com o mais v vo interesse o
nome do presligioso republicano Dr. Bernardo
Jos da Cmara, que bem condecido em lodo
o 4." districto pela soa dedcagao a causa do
no>s > partido, pelo seu amor Kepublica e por
(autos outros predicado, que o fazera digno de
representar este heroico listado no Congresso
Nacional.
E' ao patriotismo de lodos esses cida-lftos
que o directorio pede o esforco, o sacrificio
tnrsrno, de comparecerem s ornas para anda
una Vez proclamareis a magesla le do dtreilo
de voto c atilrmarem bem alto que a Repblica
o governo do povo pelo povo e nao a cxplo-
racao do povo pelo poder.
Recife 11 de Mao de 1895.
Ambrosio Machado.
Jos V Meira de Vasconcelos.
Manoel da T Perelti.
Jos momo de O. Mcndonca.
Sebastio M. do Reg Barros.
Acrstico
-. que tent orna cadeira do Senado,
onde a Patria te confia seo destino...
>presenta-lrie om proiecto d'ailo lino,
one melhorc oossa sorte... nosso estado:...
m carcter impolluto, nao manchado,
Ilumina urra tnlha tenebrosa...
KunienJo pura luz ao Solo amado : I
r.receraos de paz,ordera,progresso!
3-viiiii'io da bandeira triumphunte. ..
resurgida ao no^o sol,que deslumbrante
-ciiou n'um Horizonte purpurino...
-a qoe doura com fulgor diamantino
>. Mae Patria, que eme agontsante 1. .
elega a croenla tyrannia.
pga fas la-te d torpe ohgarchia!
>gora,-que o Brazil anarchisado ..
^oeieiiiDra a u 11 l'ovo es ravtsa lo
>. larefa que ihe cumpre.-sublimada...
cjm auxilio Ihe presta vaiorso,
_ qu' s filho d'esle Solo desJIloso...
o iue vemos no3Sa herdade d.ssipada !!...
Teudes tosse? SotTreis
do peito?
Usai o mais eficaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBAR, de Sou-
za Soares, garantido por Decreto do
goveruo geral de 30 de Juulio de 1884.
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de 1.* classe e acha-se
approvado pela Exma. ex-Junta Cen-
tral de Hygiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR tem
realisado curas maravilhosas e por
isso, o remedio de maior consumo em
todo o paiz.
Vende-se as prncipaes pharmacias
e drogaras.
O agente Companhia\de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
tmmm---------------
luduslra \actnaal
O Sr. Autonio Martin ano Veras,
pharmaceutico, actualmente em Pernam-
buco, mimeseou-nos com urna garrafa do
Cognac Brazileiro, preparado com todo o
esmero x>r aquella laborioso cavalheiro
O Cognac Brasilciro possa*) sabor en-
cllente sendo igual aos melhores simila-
res estrangeiros
O preparado do Sr. Veras ob eve a
maior acceitajiJo no Recife, onde a im-
prensa noticiando este n vo jiroducto na-
cional t xterna os maia lisongeiros concei-
tos.
Agradecemos a fineza do offerecimen-
to.
Do Federalista, n. 10 do Maranh3o.
Garrafa 2.J500.
Duzia 25500
Na fab ica a dinheirc. po este preco
remet e-se urna duzia do cognac paro
qaalquer ponto do Estado, por caminho
de ferro u martimo, sem despeza.
Pedidos de 1U duzias miis 5 0/q de
descont.
J consta que o cognac estrangeiro est
sendo vendtio mais barato. Ha de che-
gar ao ponto de nio ser procurado. Tal
a concurrencia do
Cognac Braz'llero
Maio, 21 de 1895.
Joaquim Francisco de Helio Santo.
Olynpio de Oliveira
Cara lo Peitoral de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipaeSo com tosse
desesperadora, s consegua restabele-
cer-se tomando > Peitoral de Cambar,
de Souza Soares-.
O agente Companhia de Drogas e Pro
duelos Lhimicos
Major Fernando Lobo
Cara do Peitoral de Cmbaro
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercto, residente
em Jaguaro, certifica que, sofirendo
durante muitos annos de urna tosse as-
Bo'era oacioual de 2 p timos, urna.
Bnm grosso ce liobo, ojeiro.
B Im das R^s-ia n. metro.
Belasao aoae-Kaco, metro.
Breu, kilo.
Broxas p-a pictarai, sjrtldas, ona.
Cano de ca-o, un .
Cano ce linio, uai.
Cbod-i raaolbi, ki:o.
cfi de .'a^oarisp, .Iqueire.
Gil crdQca, alqoeire.
Calbres, eeoo.
aiei.to pjrtUul, b rric?.
Carvao Cardiff, tonelada.
Caduco de algodao, rasco.
OrUs de vime para papis, OTa.
Canacas de Flajdres, urna.
C k lo
Cera amar-IN, k le.
Coba .ia B,h ,klo.
Coques, U.
C.raa ae loua para solteirr, omi.
CU'V i de SiCOWa, uiua.
Cicet*e de mi -eir, 00x1a.
Canelas de macia tosrauQ?, dozis.
Chuela de majei'H, ordiu.r a. duna.
Caaivftes finos de 4 lomar, 001.
Com tea ordiuano de i lolas, um.
Bsiin o de vinbo, liirr.
E*"o, a rmertcao.', kilo.
E iveluppes para cartae, crotn.
Stivtlcppea timbrado para oili-.'.o, c. n'.o.
E paiaJoree de pslb, um.
^ late, metro.
Fui .ie a'^od", kc.
Fo de vel?, k 10.
r'ilbds di cubre, k o
Kerros de moiciura, om.
Fttrramen'as eorttaa-, duiia.
Pe-raraenu son das, dona.
Far-oraos de ferr<, ora,
Kecbadaras de ferro de I vil.r, nm\
Fer.badoras de f-rro de 2 vcl'a, orna.
Kerrolo de laio, om.
Fdradores de ac. u .
Fio tospo e Bao, oovello.
Fio de core' sonidos.
Foli.a e lloco, p.
ti lopas, orna.
Ganar.fbos, ora.
Gr;ica Jo Rio-Grande, k'lo.
Souiraa laca, k lo.
Gorama arbica qaiJo, frase;.
Gt, kilo.
Imiire* es para cspitles de navio portuguer, mi-
Ibei'O.
Impressos para canes estraogelro, mtlbelro.
Impreesos recibos para Uispec.a ae bordo, mi
loeiro.
IopreK'OS de licerc para atracar barcaci.
(mpressos passes de bir -.ja.
Impressos mappaf/de alvareoga.
I'jjpresst-s de iutimscao aos cipitaes.
fmpr-8i:0J pedido.0 para descarga.
Imi>r>840s temo de visita pa'a tnieta.
[jjpresso termo de vis'ta meia Lilia.
Impresas relacS ae drsca'ga.
mp essos de eoiradas ae barcecar.
mpresses marpas de eal^adas.
Jar o agaihj, om.
J rra de barris cem torne ra. cma.
Jana de ta-ro seo. torneira, uia.
K-rosene. litro.
Lanterojs oo pbaroletes, am,
L 'ib. de barca, k le.
L xa de esmeril em folba, cma.
Lita de vldro em f ilfa, orna.
Lioa americana 2 5, met 0.
L:na da Russii n. 2, ms re.
liona ingleta u. 2. u.et o.
Looa e-treitd iDgltta D. 2. metro.
L I-i rrrto Far-er, dona.
L vis de boracba. duna.
Lajis de tort*. duna.
L t 10 ios de ferro, om.
Livro almasso pauta-'o de 50 Llaaa.
Di o d t) de dito de <0) ditas.
dito dito de dito de 150 ditas.
tutu dito de dito de 200 folbaa.
Dito Jeso. impresso, de 100 folbas, om.
Mito 11o impres'Ode 160 ditas, um.
D to 110 impre'so de 200 folbaa, am.
Do rte 100 folhi, om.
uno ditj.de i;0 ralbas, ao.
D.to cuoone de 100 foluaf, 00a.
Dito dito de (90 dita-, um.
Lirapadores de peiaine, um.
L Oito aro de 150 ditas, um.
O to Cari de 100 ditas, om.
Dilo dito de 150 ditas, um.
HVteilca ux.
Mata to tao cariao braoco, folbas.
O.to dito rosado, folh:i.
Oleo de micctO, liuo.
Dito de liubr^a, kilo.
Icre, kilo.
0 bares e rap'.tilboF, un.
PQospboros em eaiziabts, dozia.
Puinas. urna.
Ffgoa liaoctref, kilo
PreRi-e de coare para forro, alio.
Plxe. caada.
Pincel? para pio'ora, um.
Piuc is para cala-, um.
Pregos npaeE, arjjo.
P pgoa caibraes, o.a;o
Pr^allbas de metal de t a fccaixa.
Papel Jeri pautado, caieruo.
ni e Ra'.i-i dito, idem.
Dilo C.-r ditj, n.em.
D .> B d'.M, ideo.
ooise dito, dem.
EDITAL
r^- 0^D.r" Jo^ ,uLlft0. R'gu9ira Pinto de Souza, Juiz de Direito do 1.-
Districto Criminal o substituto reciproco do 3. da Cidade do Rocife.e etc.
1 ? ^b,er qte t,endo dos'Snado o dia 18 de Junho prximo
ytndouro as 10 horas do da para abrir 3/sessao ordinaria do Jury, que
trabalhar om das consecutivos, e havondo procedido ao sortcio dos 36]u-
rados que tem de servir na mesma sessao, nos termos do art. 13 da lei n. 15
ae 14 de Novembro de 18K1, sahiram sorteados os cidadaos soguintes :
Santo Antonio
Antonio Francisco da Cruz.
Pedro Jorge da Silva Ramos.
Manoel Augusto da Cuaba.
Joaquim Bazilio Pinlio.
Jos Joaquim Marrocos Pereira.
Jos Ribeiro Pessoa.
Jos Joaquim da Cosa Pinto.
Raymundo de Aln:eida Sjmpaio.
Manoel Ferreira da Cruz.
Jos Monleiro Pessoa.
Jos Flix dos Santos.
Boa-Vista
Anlooio Candido Guimaraes da Silva.
Itodolplio Marlins Moreira.
Sebasliao d Barros Barrello.
Antonio Martins do Rio.
Dr. Jos Nogueira de Souza Filho.
Anlonio Alves Vilella.
Tiburcio Adelino de Oliveira.
Rodolpho Gomes Leal.

Geaea
J>o Rolrigues de Moraes Campos.
Fernando Magalhaes da Silva.
Manoel Borges Leal.
J0S0 Livino de Alraeida Lins.
Dr. Joao Augusto da Ponseca.
J080 Rodrigues Ber?.
Gabriel lavares de Lyra.
Joao Carlos Gomes de Alraeida.
Joao Pernandes Juliao.
Jo5oEvangelisia Gomes.
Francisco Xavier Cavalcante Lins.
I*ojo
Joaquim Pompeo Monteiro Pessoa.
Joaquim Manoel Cordeiro.
Joaquim Moreira Res.
Jos Baptisla Braga.
Jos Leopoldirra ( yrillo de Olireira.
Jos Antonio deAlencar.
thmatica, curou-se radicalmente com ol^'J0 %,tao 3
uso do Peitoral de (ambara de Souza Dito dito 789, dem.
Soares. [Firma reconhecida]
As psasoas que padecem d; nevralgiae
de enxaqtteca8 ignoram ent geral qua
quasi sempre essas dolorosas affecgde,
provem da m digestao e prisio de ventre
mo^stia muito usual nos paizes quectes
Combatendo a causa cesaoi os effeitos.
Bista recorrer Fruta Julen, confeito
vegetal que, com eua influencia laxativa
e refrigerante, purga suavemente e faz
desapparecer o incommodc dando ao
diente um grande bem esUr.
0 Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cmbaro
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tire sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que sofTrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano Jos da Costa. [Belm do
Para. ]
O agenteCompanhia de Drogas-
Productos Clmicos.
E' o meltaor reconstifuintc depois
de doeiieas^ravc
R o de Janeiro, 12 de Janeiro de 1838.
Em minha clnica tenbo mullas vsaet acoose-
Ibado a Emulsao Scott, e d'ella ten colhido raus
doentcs o resultado desejado. Com o seu usos
tsicos tem prolongado suiexistencia bem como
fortalecido aquelles traquenlos por en'errai ta-
des anteriores ou que sotl'iam de dinlhesc scro-
phulosa, bem como aos de temperamento lym-
plialico, depois de pn-uironia? ou pleu izes.
Em somma direi que rssa Etr ulsac ura bom
preparado.
De V. S. atiento etc.
Dr. G. Emilio da 7onsaci. (6
D1TAES
Ai febies typhoideas, intermitentes, as
affeccSes do figado que tantas estragos
fazet, sao terriveis- sobretudo por deixar
o doente em um estado de completa
prostracao. E' absolutamente preciso an
xilar a marcha da convalescenca com um
restaurador da forga muscular e do ayate-
ma osseo, e nao ha outro mais efficaz do
que o Xarope de Dusart, que offerece ao
meamo tempo a vantagom de ser urna
bebida inoffensiva e agradavel, com sabor
delimSo, ede calmar sie abrazadora
que devora os enfermos no estado febril.
De ordem do I Im. Sr. D inapectir da Al-
taodeea. 'ac publico qa rete at 1 dora da tarde, se receben pr posia
em cartas fecbaaas para o i'>roeimenio de ard-
eos de espediente e ooros anU'os pa'a o teme-
t' viodooro de Jalbo D zemh-o iuj > arugea
artifiOabraoge.'So as sectdej i.", .* c 3* suar-
da-ttoria e cspalaita'd'esti Al'an Jea. coaviodo
doclarar que oto rerao tomadas em considera-
dlo .8 prjpostas qoe an afaetartm da o.-deo,
med as e [esos esiacelecldas.ao presente eii-
(al e oem as qu ai apresentaram 04 respectivos
P'fcos. ollreceratn para serem preferidos aba-
timect.i-- 00 po-cen'aBem de tantos por cen 10 so-
bre qaalquj' das ootras; ooir'oBim apresenisrao
os propooeotes \i amostras dus art'gos qoe H-
verem de fo'Utcer cjnforme a relaclto abalxo.
Arela.
Aiette doce, litro
aoUfl de carralo,'litro.
k |\aei;t.-e coco, litro.
Dito Dita dito 0. 317, idei.
Dito dito 0. 5, dem.
Dito dito o 4, dem
Pape' ministro piolado, caix.
p. i.s oleados pa-a ftorea Rai ia, um?.
Di:aa ioCarr, cm'.
p no '8 de ac> Perr j n. 150, calxa.
O,tas i o Milit, caixa.
D tas dito aaier ciaas, urna.
p.ioi de vldre.u-.
D ms oe metal, um.
^'Oto^ollo aliaaso paulado, 80 raina.
Dio dito de 100 ci a*, om.
Di o di o ie ISO Mas, um.
Dio dit.de iO) folttt?. um.
Pa el mioistro tttibraito pira carlai, caixa.
DI osado dito para-offieios, reams.
Puiaes. kilo.
Re,'aa.< de ebaoo cha'ai, nao metal, urna.
ria-pa tetras de ac caba de oseo, urna.
Dita dito cabo de andeirs, urna.
Seno em bexigas. kilo.
Serra de tragar, uaia.
Saroiee8, um.
SecaDte bro:o, k'0-
Dito fetes de ouro, kilc.
Saoae, kilf>.
Serrotes, um.
Taixss ds bomba de cobre, k' 0.
Di^as alta de le-ro, k'lo
Timbo icgiei, um.
Traa branca em lata*, kilo.
Tio'a ve-de em latas km'.
Trata verrxel em latas, k lo.
Torcidas p ,ra los, dos a.
Ta'ioas de rioru <*e riga, urna.
Ditas ce cedro, ama.
Dius de pi carga, urna.
TI .re 'O de vidro oe l vaso, um.
Dito dito de S vasos, om.
Di.o dito de 3 vasos, um.
Tan lileu Black Stepbeos. litio.
D a de carmttn, flo, frasco.
'Ha Betle Rjse, (rafee.
TjalnaB f(podas para moj. cma.
Tbeeouras, urna.
Tijollo de tapameoto, mhelto
Torqueas de ferro, um.
T, rqoetas de metal, atea.
Varao de ferro, kilo.
DUo dito galvuoistdo, k.l).
Dito de robre, ki'o.
Vaisooras de pissava sortlda?, umi.
Vernii de gaz. l'tro.
Verde francs, k'lo.
Zircli ktlo.
O rhtfa.
Clilo Yalterino Pereira.
A todos os quaes e a cada urn do por si, bem como a todos os ine-
ressados era geral, se convida para quo comparecam na casa do Tribunal
do Jury, ra 15 de Novembro, tanto no referido dia e hora, como nos de-
mats das seguintes, sob as penas da lei.
.. E Para hdttai que ser afflxado no lugar do costume e publicado pela imprensa.
Tambem se remetterSo iguaes aos Juizes de Districtos respectivos
para publical-os o mandar fazer as intimacOes aos jurados, aos culpados e
as testemunhas que se acham em seus districtos.
Recife, 18 de Maio de 189.3.
Eu Manoel Bernardino Viera Cavalcante, 2." Escrivao do Jury, o
escrcvi.
fos juliao I{eguezra rinto de Souza.
Secretaria da Industria
3.' directora
Galera''e es.ct) da ras do Deo Farla e cal-
carne ato deta oj corredor do Rispo
EDITAL
P.-lj presen'e faco puD;o. qon 00 dii 30 do
carrete ao meio da serio rtcebll? nesta s-
cela r a propost s ia-a a cooatroc(3o de 390.a*
metros correntes de a- ir.na 6 ramaes de 2.a
classe, e 5,107 ai*-tros qaadrados de caicameoto
a oaraileliiiip-dos, gen-io oreados em..........
100:13 56)
O c,n.ra^tao'.e dari caneco as ob-aa dentro
do prasi da (5 das e as cooclui-a oo de 9 me-
ses costados da data em qoe fr assieoadj o
contrac'o oea | nreclorla.
As pr peetis ieem ser coovenieatemeate gal-
ladas, entregues em cartas femadas e co::ie-
rem em urmos claros :
(.* O preco pela qu 1 se propOem os lie tao-
lea fXpcutar as obras;
2 Ea :er.-co de un residencia ;
3 o Prj-a- de idoieidade protissioial pre i-
sas para d rUIrttn e execu'aren ea obras.
Havendo doasouuaia propastas em Igual a
de de coodtcO e, cera preferido o coocur.-eote
que melbnres pravas de idoaeidade offerece'.
Nio aer&i ace.eitas as propostas qoe se reseo
Urem das se^uiates faltas :
1.* A qae excederem aos precos do orcimea-
10;
I.* A3 qae nio forem orgaoizidas de accor
do com o prseme ediul;
3.* Aa que se baiearem ea pr C s de r u-c
coororreo'.e;
4. A< qu f,rea firmadas por pesetas qoe
tiverea ja deiado de compnr coot'acioi 00
prumessis de contradi celebrad jj coma ex
tiocta repartlcio d. s Obras PoLlicas;
8. /.i qoe oao lT-recere-n as garaatiai e qoa
lidades exigidas 00 preseote edial.
Neuboma proposta sera acceiia sem qae o
p-opooea'e sprasesie recibo, qae p-ova n-ver
d pjai alo oa Tbez orarla a qu e perder o direito de restitoicio se, esco biaa
soa proposta, re-usar-ae o propooeote a;8 gnar
o respe.t vo conratti.
O orcameoto de qoe Irala o preseale edittl.
acba-se nesta repart cao a disposicao dos pro
pooeates, qoe poderao examioal-o das 10 a 4
uons da larde.
Hecife, 18 de M iio de 1895.
J. J. Rodrigues Saldanha Jnior.
fli.-e tor G?ral.
0 Dr. Aioillno Gomee Porto, joiz de direito e
de orpbaos d> municipio ce Gimelieira, Bs-
lalj de Peroimbuco, em vir.nde da le. etc.
Paco saber qoe, por parta do Dr. ru-ador ge-
ral de orpbaoi me foi requerido a pr*ca por a*-
reodamento trienca' os eogoEos Lobo e Casto-,
deste monict(i\ e qoe zeiae cilar par editaes.
com o prsio de 30 dia?, a viova e herdeiros do
Boado Dr. Jos Frat cisco de Araojo Ivma, e
a.-s m aos filnos do tioado D.'. Moaei Taeopbilo
de A-auja Lima, qce fe acham ausea'es em lo-
gar nio sabido para, napnmelra audieociades-
t ju o. ee louvarem em arbitros qoe ?valiema<
rendas aoouaes aos ditos eogeobos, arJm de se
ooder eegolr nos termos ul e lores da praca ; e
tendo deferido eite reqoerimeoto, maodei pisaar
o presente, pelo qaal bel por citada" ib pessoaa
sopra declarados, com o prazo de 33 dus para
se louvarem em arbitros que deem valor as re-
das BDeuaes dos meamos engeobos, ds que sj
conieono-ea, pena da revel a.
Didn e passaio oeita villa de Gine'I lamaos
11 de Maio e 1895-
8r, Un-'" Jae A 0;!la F"no' eCrlTSo screvt.
A|oilloo Gomes Porto.
Edita!
Dt o-dem do eidadio D*. administrador dos
Crelos deste Es'.ado, fajo rublicoque desde
ia se a bam aberlis neeta Edmioistraclo, com
o praso de 30 di 1 para o respecli'o e icerra-
menin, a coatar da da'a do presente edita!, as
ingcnpcoes para os roncu*soa a que eeio 10b
ote tidis, em con primelo ao sviso do M nistro
da ludot U. V agio e Otras Pubias o. 182 A,
ie i de Abril ultlm", os empregidos abaixs
meactonado?, nomeados ou prouovidoa ten as
n'miilHades exigidas peto artigo 490 do rego-
lameuto approvado pelo deceto 0.1692 4, de
10 uc Atirii ne 1894, expedido pa'a a execu;ao
da lei 0. 194, de 11 de uotabro de 1893.
Para os luna-es de praticaoiei e raneiros po-
dr'o luec-ever-te p.ssoaa extrnbas 1 epar-
ticac, de conformidade com o aviso do Minis-
terio da Inlos'.tii. ViCSo e Obraa Poblicaa d-
187, de 26 do mei de Abril prximo Bolo.
Para os lugares de praticioles e BuppleoleF.os
candidatos deverae 'er mais de 21 anus e me
nos de 30 annos de edade, excep'o se ja Uverea
exercieo 00 C irreic ; goiar de boa saede** es
tar vaccioados; ter bom p:0'>dimeoto e cc-
nhficer as lioguai pottoguesc. e francesa, a gjo-
grapbia cerai, com deseovolvimento qoanio ao
Brasil, i'Humtica at a tbeoria des propo-jOe
inclusive, sendo motivo da preferencia o roobe
cimento de algoma ou algomas das segJinte^
asterias: dse bo lioear, escriptoracao mer
cantil, ioglez a allea.ao, guardada a disposicSo
do artigo 4119.
Os (aodidttos ao3 logares de rarlelro e sop-
pleme d* cartelro devero ter mais de 21 e me
tos de 30 aaoos de edade, excepto se j& tive-
rt in exercicio 00 Gurreio ; guzar uoa aauje e
estar vacc nados ; ler bom procedlmenlo, saber
ler e eecrever corr.'ctaroea-e, e cooecer as
qaa'ro ope'3(0e foodamentaes da aritbmetica.
Os caani;a;os aos lugares de praticante e
sopetete de pratlcaote, carteiro e sopetete de
carteiro, pjdero ap-eseotar dosoawGtoiv qoe
comprovem cuaa babilltacdes e (.servo?, sendo
oa classiQcacao atundidos es que se referirem
a antenas nao exigidas oe Ra^olamnlo e dis-
peoBado do exame de materia oa mat-rias do
concurso o candidato qua apr. s otar stttstado
de approvacao obudo ra ia-lroccag Pob ica,
aeidemia ou ioslitoio approvado pelo governo.
Pelo aviso o. 182 A, de 22 de Abril prximo
oasta.10 e ac-ma citado, foi dispeosado o ice s-
ticio de doos aones, de que t'a'a o g 1 do ar-
tigo 496, pj-eoio, po-ti uto, todos o> amanneo-
se e pralic otes caocorrerem is vagas dejtercei-
ro> ollie ues ;
Te.-ceiros officiaes
Fraocisco Xxier de A'Bafld
Aolooio Jcqiim Cavalcante de Albuqoerqa;.
Amsouenaes
Olympio de Arroxellas Gilva:-.
Pratlcaotes
AbUio Teixeira L os de Barros Lo.eto.
Alfredo Erueato Vaz de Oliveira.
Mao^el Joaquim de Castro Uadeira.
Jos Napole-i de Loca F.etre.
Uoa ci da Sil va Lope?.
Jos Biooifaclo do Ama-al e M -lio.
Miguel Figueiroa de FarU Hobricbo.
Ao'oiio Doarte Manir.
Cartiros de 2 a classe
Antonio Carvalb] aa Costa L'-bfl -.
Autopio Fraorl'co de Souza.
Bernardo Joaquim de Azevedo.
ieoacio '-. Vlcaole de Si e Albuquerque.
Maaoei Francisco de Almsida Doria.
AJojiniiiracI-i do* Crrelos do Estado de Per-
aambuco, em 17 ce Maio de 1895.
O 2.a offietal.
Joaquim Spencer Lopes Selto.
O L'r. Jo-e tnica Via |ui( uo 2" uiaincio
maoicipal da cidade do Re -if ., Estado de Per-
nambuco. era vlriude .a lei, etc.
Faco saber aos que virem o presente el tal,
da 10 das de pregao e tres de p'tca, que per
este ja:z> tem de ser arrecatvlo a qiem mais
ar, oo aia 3 de Joobo do co-ren'e auir, s 12
boras do dia, Da sala das tudieocias publicas,
beos peoboraios a Beroardioo de 4zevedo, por
xecocao qae movem Bei.j & Almeida, cojos
bens f) os EegulD'.eg:
Viot pecas oe madapolo eepec'al, ca marca,
avalladas cada urna em 1040C0, p'efszeudo ao
todo 200>T>000, as qoaeg podem ser visi. a -"a po-
der do meamo execalado a ra Bario da Victo-
ria 0. 16.
E para qoe ebrgue ao coohecimtoto de todor,
m nJo a> porteiro iojuizo afBxor o p'es nte no
logir do costume, p-issinio-se a respectiva cer-
liaao.
Dado e passido reicto municipal
do Recite, em 20 de Maio de 1893.
Eu, Aatooio Horacio da Silva, escrivSo, escre-
vi.
Recife, 20 de Maio de 1895.
EscrivSo,
An'onio Horario da Silva.
Gomes Villar.
Secretaria da Industria
3a dr c'ona
Substir.ui.3a0 de madeiras
de p >ntes
EdJial
Pelo presenta f.90 poblco, que no dia
30 do oorrente mes a o meio dia c-sl
secretaria serio reoebidas propostas par.
BubBtitnicSo de madeiras de que prcc;sam
as ponte* do E>tado.
As [ropostas devero sar conveniente
mente sellada e oonterem em tarmea
claros :
1- O preco pelo qaal se propSem os
licitantes a oollooareui cada urna daa
pe cas de ponte ioolciado desleselo dn
qae tem de aer aubstituidos :
a metro oorrente de corraniSaa-
b preco de oad.-pilastra e peoa dr
craaetaa ou intermediarias.
o pre^o de metro oorrente de vasas e
con ra-vaaas.
d prico de metro qua&iado de lastro
(eoalho) de 0,-38/0, 20.
e pre 90 de metro cubioo de viga dj
0,m22 a 0,-30 de aeccSo at 10 metros de
cumprimento.
f ld.m, idem daa mesmas secsoa de
mais de 10 metros de cumpr mrito.
g dem de contra vigas chapuses e m2o
de loro.
h D to de madres.
i Dito de emendas de eataica at 6
metros de comprimento de 0,25/0 25 a
0,30/0,3 \

=

N
1


Piarlo de Pernambaoo QnaHa-fe ira ^^ de Halo de 1S5
*k
\ Praeo de um eeteio de 0,3/0,3 ata
8 metros de oamprimento.
Ek Dito de dito de mais de 8 metros.
1 Dito de metro do longarinaa de
0,12/0,18 e 0,12/0,12.
2* Os looaes de soas residenoiaa ;
3* Proras de idoneidade profisiocal
para dirig rem e exeoatarem os trabalhos
arendi daas oa maii propostas em
igualade de condicBaa, era prefardio o
cocorrn! 9 qne melhores provas de ido-
neidade oferecer.
N5o seiSo aoceitaa as propostas qne se
rcsentireai das seguintas taitas.
I s qae nSo forana organisadas de
accordo ccm o presente edital.
2- As qae se bascaren) sobre pregos
9 p opostas de oatros ooacorreotes.
b- As que f.reas firmadas por peeaoas
qne tiverem j dixado de oamprir con-
tra Jtos celebrados com a e-tincta Repar-
tilo de Obras Poblicas.
4* As de concurrentes que nlo offerece-
rem as garantas e qoalidades eaigidaB no
presente dital.
Cada proposta versar obre os obras
d cada um dos dif trictoa a contractar e
de ver tnaer no involucro a declaracfto
daqaal'a i qae se referir.
Nenbuma proposta ser aceita sem qae
o propoesnte aprsente recibo que prove
haver depositado na Thesouram a impor-
taccia de c,uinhentos mil ris (5C00000).
O proponente que tiver propoBto e^co-
Ibido e sei recuaar a astignar o termu do
contracto perder o direito a ccucSo cima
exigida.
As itf rmacSta dos trabalbos de que
trata o presente edita), acbam-se nesta re
partieSo a dispoeicfio d^s propone ites, que
pcderSo exammal-as das 10 s 4 de
tarde.
Este iier publicado pela imprensa e
ificado c:is portes e matrites e ende mais
os che!e3 de districto julgarem conveni-
1 A uranio do contracto aera at 31 de
Dezemtaro de 1896.
Reci'e, 16 de Maio de 1895.
Jet Joaquina Rodrigues Saldanha Janior.
Director-gera'.
Pagaraentodocalcamento da
ra das Larangeiras
O preeito do mooiclpio do Recite manda faie-
publico im proprietarics da supracitaaa ra que,
no praso inprorogavel de trila das contados
da ova do presente edital, devero vlr re:olher
ao core municipal a importancia do calcameoto
feitc, calculado na ratao de 15 / sobre o valor
locat vo tos respectivos predica, ae eoDfo'mt-
dade com o disposto do 70 art. do orcamen-
lo vlgen'e
Ni.
2 Francisco Xavier Freir de Araojo
Braga e Seo*8iiao Lopes Gnima-
Taea
4 Jos Aatonio da Molla GaimarSes
6 Albiao ds Silva Le;il
8 LoiX: lilbo de Antonio Piuto Carnei-
ro da Silva
10 O-dei 3" de S. Francisco
12 Lnil fc!aooei Rodrigues Valenca.JoSo
Morei.a Fiagoso. francisco Moreira
Fragoso, Joao F. Re(;s do Rio Cor-
deiro Maooel Jos Costa Perelr 119*542
14 Manoe., Heonque, Anna e Marian^
na, tillios de J. V. dos Santoa Res 76#2i2
16 Joaquioa Emilia Viobas, Maa Rosa
Vicha ?. Emilia Julia Virabas, Agoeda
Rosa v.noas e Jalla Emilia Vinnas,
partes iguaea 5'^??I
18 ViBConde de Campo Alegra *9
20 Mara Rosa de Lima 42*9!
22 Mara C rielaco e Noemla. filbes de
Amonio Goaei de Mattos
24 Jo Aa c lo Malla Gannar-s
2b Gaiulno Antonio Alves Ferreira
2s Je'onfcno Si'gado de Castro Goi-
marSea
30 Iraandade do Santissimo Sacramen-
(o de Santo Antonio
1 Mara Victoria de Sema
3 alaria Rosa dos Passcs S Iveira
5 Banbolomea Fiaocisco de Souxa
I Mmofil Collaco D as
S jeronvxo Salgado de Castro Goima-
re3
11 Mano'1 Collaco Das
13 Joto ele Araojo Veiga
13 Antonio Maia Corles
19 Mrgarida Jolia Ferretra Machado
21 Ri.-nar A. Christiani
23 Lmz de Paula Lopes
25 Hameliada C. Bexerra
27 Marcolino Pedro de Soasa Braga
29 JosCordeiro dos Santos
29 A Vitiva e berdeiros ae Joao Ribeiro
da Cinha
31 Manoul Cardoso Jnior
Secretaria c.a Preteltura Moolclpal do Recife,
15deM..iodel895. .
O secretario,
Joaqcim Jos Ferrelra do Rocba.
0:071*77* reis, sendo 13:109*7JO rea da i*
tote e 6 962*u4i rus a 2..
As proposus uevem ser conv-oleotemente sel-
ladas, entrega' a em cartas fecbadas e conlerem
em termos claros:
!. O preco pelo qual ee proptm os licitante
a execatar os reparos;
2 Os lecaes ne soas residencias;
3." Prova de idoneidade pruris8ionl para di
rigirem exeen'arem os trabalnos.
Kavenao daas oo mais propostas em igaaldade
de couigOi'P, ser* preferido o concurrente que
melbore provasde idoneidade offertcr.
Nao f rao aceitas es propostas rem das eegumias faltas:
1.* As qae excede*em os pregos o orcimen-
tos;
2 As qoe nSo ferem orgaBisadas de a c rdo
como prestn'e edital;
3. Acs que se b>8earem sobre pregos de pro-
poetas de outro coocarrei.te;
*.* As qae forena Armadas por pesrdas qae
tiverem j deixalo de camprir contractos cele-
brados com a extiocia reparng^o jas Obaa Po-
blicas.
5.* As de concurrentes qae nao cffereeam as
garantas e qualid.de- exigidas no presen e edi-
tal.
Cada p-oposta versar sobre um dos reparos
a contractar e deveri tratar no iu'olacro a de-
clarscan n'aqoella a que se referir.
Nenboma propos a sera aceita sem qae o pro
ponente ap-esent rec bo qu) prove haver depo-
sitado na Tbpsr>u*ar>a a importancia de treseoto^
mil reis (300000).
O proponente que tiver propofi'.a eacolba e ee
recasar a assignar o termo de contracto, perder
o direito a canelo cima exigida.
Os orcamentus dos trabados de que (rata o
prsenle edital, acbao se i dispoaigOes dos pro-
ponentes, qoe poderlo eximtnal-os das 10 os *
horas da t rde.
Recife 11 de Maio de 1893.
J. J. R. Saldanha Jnior,
853993
73*61)0
5Z/7
42J997
70/3i7
'65*317
47**50
9U*72'>
82*115
4t*997
27*2.7
39*217
101*745
37*800
61*897
37*800
10GJ312
94*50D
41*997
70*875
90*147
42*197
42*997
71*347
63*030
33*947
l
Secretaria da Industria
3. DIRECTORA
Calcaimento la ra do Ria-
chuelo
IDHtl
Para conbecimecto dos interessados, fago po
fc;co que no dia 30 do correte, aoQmeio dia,
recebem se oeeta reparticSo propostas para a
ccn-'.rucclo de 10.760 metros quad.ados de cal-
Smente parallelipipedoe oreados em..........
2-4i*5*'!00.
O contactante dar comeco as obras dentro
do prazc> de qoinze dias e concli ira no de seis
meses contados da dan em que (: assignado o
con'racto nesta directora.
A? poposias devem ser caavenientemente
selladas, entregoes em cartas fwbadas e cont
rem em termos claros:
1.* 0 preco pelo qoal se propOem 03 licitantes
Executar as obras ;
2." Euderego de soa residencia ;
3. P: ovas de idoneidade prottssional precl as
para dirigirem e execatar as obras.
Haveodo daas oo mais propostas em igualda-
de de condic5es, sera preferido o concurrente
qoe memores provas de idoneidade oOerecer.
Klo sit&o aceitas is propostas que Be resent-
rem das segoinfes faltas :
1.a As que excederem aos pregos do orea-
aento; .._.
2.* A qae nao forem organizadas ce accordo
com o -'asele ediisl;
3.* As que se basearem em precos de ou.ro
concurrente ,
4 Ae qoe forem firmadas por pe3~oas que
tiverem j deixado de cumprir contractos ou
promessas de contractos celebrados com a ex-
tcela repariico dfcs Obras Publicas ;
5." As qoe nao cffe'ecerem as garantiaa e qoa-
lidades nxigidas no presente edital.
Neonnma proposta ser acceita sem qoe o
tropone:ti aprsente recibo, que prove baver
depositado na Tbeaouraria a quantia de 300*000
e perderi o direito de restitoico se, escoltada
coa proposta recusar-se o proponente assignar o
respectivo contracto. .
O orcamento de qae Irsta o presente edita!,
acta-se neeta reparticao disposic&o dos pro-
pocentes, qoe podero exarulnal-o das 10 s 4
lloras da tarde.
Recife, 10 de Maio de 1895.
_____________J. Rodrigue Saldanba Jonior.
Secretaria da Industria
3. Directora
KD1T, L
Pelo p'esente faco publico qoe, no da 25 do
aedaote aez ao mel da se ao reeebldas nes'a
Secretaria propostas para os reparos das pontes
des Carvaibos sobr o rio Jaboato e do Bogenbo
h'cvo sobre o rio Pirapao>a na importancia de
DECLAhAGOES
Seguros Contra u.
Roy al Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLMIAM & G-
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
RA DO VIO ARIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Bario de Souza Le&o
Thomaz|f Comber.
Julio Ctsnr Taes Barretto.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernaml>u
cana
BA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO _
Monte de oeeorro de Per
iiainiuicu
Sao convidados oa posauidores das
cautelas de nmeros em seguida decla-
rados a virem resgatal-as at oda 22
do corrente, visando-se-lb.es de que fin-
do este prazo serSo levadas a leiio pu-
blico, como determina o regulamento.
22.616 26.668 27.033 26.439 27.813
23.337 26 689 27.041 28.440 27.820
23 358 26.706 27.084 27.441 27.822
23.419 26.750 27 112 27.442 27.833
23.618 26.791 28.119 27.445 27.835
23.659 26.803 27.128 27.450 27.837
23.690 26 834 27.191 27.451 27.855
23.802 26.86i 27.197 27.452 27.867
23.872 26.870 27.213 27.458 27.875
23.891 26.875 27.224 27.459 27.879
24.349 26.898 27 252 27.467 27.902
24.352 26 899 27 257 27.478 27.905
24.634 26.905 37.263 27.482 27.914
24.720 26.907 27.274 27.43 27.918
24.781 26.908 27.297 27.524 27.942
25.014 26.911 26.313 26.525 27.969
25.040 26.912 27 3-'0 27.534 27.970
25.222 26.915 27 327 27.550 27.972
25.429 26 917 27.328 27.556 27.974
25.473 26 919 27 329 27.590 27.980
26.181 26.918 27 334 27.594 27.995
26.198 26.920 27.340 27.595 27.997
26.215 26 923 27 371 27-631 28.017
26.381 26 924 27.381 27 632 28.019
26.464 26.925 27 394 27.668 28.026
26.479 26.939 27.395 27 703 28.031
26.542 26.964 27.401 29 715 28.038
26.544 26.976 27.402 27.73J 28.047
26.547 26 978 27 407 37.732 28.049
26.549 26.991 27.422 27 746 28.054
26.572 26.997 27.426 27.751 28.082
26.579 26.999 27.433 27 763 23.083
26.629 27.007 27.434 27 774 28.086
26.633 27.020 27.435 27.780 28.088
26 636 27.021 27.436 27.782 28.101
2i.639 27.029 26.437 27.796 28.108
26.661 27.032 27.438 27.798 28.127
Reeife, 4 de Maio de 1895.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho.
Gonfraria
DO
eiihor Bera J*a da Vi Sai ra da
Igreja i Sania Cru
Mesa g^ral para *leicai e re:orma ao cotxpro-
misro
De o'dem fla runa resedora, convido a Iodos
os 008E03 carsimos irira s atim de compare-
rerem em dosso consistorio pelas 4 boras da
(arde de qu'oti-fti a 23 do cortete, aGm de 8-
proceder a nova eletco para os careos de p'o-
vedor, tbesoore ro e procurador no anno com-
promiasal de 1895 i 1893, visto motivos impe-
riosas terun ImaosMb'litinio oa eleitos de assn
mtrem os logare, procedeodo-ae em seeaida a
discoseao e approvacao da reforma de a'euos
artig03 e raragraphos do noseo compromisso.
Coosislorio, 20 de Maio de 4893.
O escrivaD
Joao Jos de Figneiredo.
Companhia
Recifense de Paaificagao
Sao convidados os Srs. accionistas a reoni-
rem-s9 em asiembla ordinaria no dia 27 do
corrente mes, ao meio dia, no eacriptorlo desta
companbia. caes do Apollo o, 63. aflm de toma-
nm coobe'iieato do relatorto, parecer fiscal e
codUs do anoo prximo passado, e procederem
nos demais termos dos estaiatos.
Becire, 11 de Hilo de 1893.
P. J. Pinto
m______Director presidente.
COMPAMHIA
Centro Commercial
4* cbamala de caplal
Sio convidados oa Srs. accionistas a f xsrem
a 4a ntrala na ruto de 10 O/o do capital ins-
cripto, dentro Do prazo de 30 das, acontar
testa data, no Baoco de Peroanbl'O.
Macelo, 30 de Abril de 1895.
Os directores
Tiborcio Alves de Carvdbo.
Boaventora Amorim.
Pedro de Almeida. '
122 !M?SniAL ZSSUaAKCS COMAUT
ilSitsj
DE LONDRES
Estabelecida cm 1803
Capital i.oo.ooo
(Rs 8BQBA EDIFICIOS B MEBCADOBIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BA I XAS
PKOMPTO PAGAMENTO DE PBBJDIO
Sem descont
Agentes
BAOWNS C.
Beo/. Loj.*.i 'ap.-, Ca-
val.. Cruz
S.-. F.-. P.-.
De otdem do Pod.\ Ir.-. Veo.*, convido os
[I-r.\ do qoadro, e es txacons, que nu'zerem
comparecer, a assistir a ees.-, ms^na n'Inicia5 >,
8*m pompa, qoe et-tacff cclenra,segonda-feira
17 do crrente s 7 boras da nti'p.
Or.\ Recife, 21 Maio de 1885- E \ V.'.
M. F. Martina Gr.-. 18. .
Secret.-.
Pede-se ao Senho-
res consum mido res
me queiram fazer
jualquer commuaica-
o ou reclama^o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os *Srs>
Jlanoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
*J *- ;v*- rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Grer?nte.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
MHVVUVAYX
De afondares e Abcrdeen
Psito financeira
Capital subscripto 3.';80.000
Fundos accumulados 3.000.000
eccita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Penaambuco,
Boxwell William sP
Veneravel
ir mandado do Dlvlao Espirito San-
to do Beclfe
MESA GRaL l'AH.i ELEigAO
. convjcacaa
De ordem da me;a regeaora e de :on[ormi-
dade com o Ari. IOS Cap S* do oosso compro-
m seo, convido pela segunda ves a lodos os
Q03808 carifimos lrmacs a compardeerem em
nosso coneistorlo qolntb-!. ir. 23 ao carrete, as
10 dora, da machi, atim de reunidos elegerem
a do va mesa rege do a qne tem de gerlr os des-
t ni-!da mesaa irmaodade no anoo comprooiis-
aal de 189S 1896.
Secretaria da veneravel irmandade do Divino
Espirito Santa do Recife, 11 de Maio ele 1895.
O es ti lo
Domingos Brono.
Associatfo
Commercial Agrcola de
Pernambuco
De ordem do Sr. presidente, commnnlco
a todos es pocios qoe (ai eleita em .userobla
eral, reallsada im 18 do andanta. a nova direc-
tora para o exercicio de 1895 i 1896, caodo
asim composta :
Presidente, Francisco Faustino de Frito.
V-p'esideote Jos Ferreira Marques-
1- secretario, Jj da'Silva Loyo ISetto.
i- dito, Joaquim Mooteiro da Croe.
Tce oureiro, J.aqu m da Silva falgoe ral.
Comnis-ao de comas
Venancio da Silveira.
Adolpbo de Bro Tavares Cordeiro.
Al tu 'o Octavlanu de Senza.
O J" secretarlo
CoBtodioMar'.iss.
4thencQ Musical Peroambacsno
.VMeml)'(;i geral
De ordem do Sr. presideote, convido a todos
os socios para renolrem-se em astembla geral
quiata-feira 23 do corrente, s 11 botas do dia,
ofim de preceder-se a elelgao p ra a vaga de 2-
secretario e tralar de assamptos de magna im-
puMaacta.
Recife, 21 de Maio de 1895.
Joao J. Ssn'os
1- secretarlo Interino.
Associa^ao
Commercial Aercola de Pernana-
linco
Pelo prsenle commuDico a todono ss ocios
ane as 10 boras do da 23 do andante derera
realisar-se orna aegmbla geral, aflm de em-
poesar a cova d.rectana eleita.
O 2* secaetarto
Custodio Costodio Martlns.
BE!-. LOJ.'. CAP.-. CAVALL.-. CRUZ.
S.-. F.-. P.-.
De ordem do Pod.*. Ir.*. Veo.*, convido oa
Oobbr.'. do qoadro para a seseao de fiosccas,
qoiniafeia, 23 do correte, s 11 boras da ma-
nta. Em seguida far-se-ba sessao preparatoria
de oipttEmo magoaico para a festa de S. Joto.
Or/. Re.'. 21 Malo 1895/. E.\ V.'.
M,\ F-. Marti oa 18/.
Secra!.'.
Rectbedoria do Estalo de
Pernambuco
Da ordem do Itn. S-. Dr. a'minlstra''or
cieotifleo aos Sre. contr.buintfs do loaposto
le industria e prossao, cemprehendido na
cloese o. 23 ta tabella aonexa a lei do or-
camento em vigor qu3 por despacho da Jonta Es-
pecial ao Tneeooro, se acbam ccllectados pela
forma constante da relaco abanto refoimada.
i* Seceso da Recebedoria do Estado de Per-
aamboro, tm 10 i Maio de IE95
O che fe,
Frcderlco C. da Si.va Goiiaraes.
Clasie n. 23.Fabri a de cerveji, Ilrronadai,
liid-es, g cebra e vlbo?, 5.000OO.
Coijuibniniea :
J. Borees & C ra do Amorim ns. 60
e6!, Ia J.vhSo, qucla 83332
H. Foqueao, Dr. Jos Marianro n. 12,
2 d 'a, dem 123998
.'oso Fer'eira da Cesta, Madre de
Uens o. 10, dem Mem 1J4/998
Enoenlo Freir & C, Amorim n. 44,
3* d ta, ilem 1(6/664
Braodo & Fnbo, Marciiio D aa n. 71,
dem dem 163*664
F. Oliveira & C. dita n. 84. dem
dem If6664
Pinto C. dita O. 8, dem iderc 166*6 4
Antonio Frajcisco da Costa. Pnha n.
7, dem dem 166*664
Viceotf Costa & C, Madre de Dem o.
6, idem tdem 166*634
V eir Andrade O, Joao do Rega d.
3d n.en. 1 leui 166*654
Z. Costa & C Pedro Affsnso n. 9,
i-em idem 166i 64
S. Pudo & C, Imperial ns. 500 A e
3)0 D, dem idtm 166*66
Barbosa & C, Madre Dtcs n. 4, 4>
dita, dem 249*996
T,vires Lapa & C, Amorim ns. 1 e
5, dem idem 249*996
Jlo Rodriga* 4 C, Joao do Reg
ns. 1 e 3, 5* da, idem 333*328
Urlins Ve,;a3 & C, dita n?. 11 c 13
Idem idem 333*328
A. A Lemoa &. C, dita n. 15, em
idem 333*328
C A. W.'nderlioden, Dr. Jos Manan-
no n. 42. O dlt>, dem 416*650
Coeibo Pimo &, C, ciea do Apollo n.
r.53. idem dem 416*660
J. S. Axaral & C, oraca da Aesem-
bla o. 2, dem dem 416*660
J. S. *m->ral & C Joao do Rago DS.
18 e 20, idem dem 416*560-
"5:001*000
Arremat2Qao de porcos
Faz-se publico a qte i interessar qce no da
22 do co rente, ao meio da, oa ra .mpenal em
(rente a casi fronteira ao quatel da guarda mu-
nicipal, irSo em praca, por prego, diversos
porcos, entre erantes e peqnent;s, aprebendidos
em correlcao Bacal no 2o districto da freguezla
de S. Joi, para pagamento d;s desrezas ae ae-
psito e prego, os qoaes ?cao e2treKi.es a q em
maU offerecer, se at o momento da praca nao
forem reelamades por seua docof, pagando estes
as deepezas referas.
Secretaria da Prefeitn'a Masicipal do Beclfe,
18 de Maio de 1895.
O secretario,
Jjsqaim Jos Ferreira da R;cba.
Cunipanhia A'orti Britista & .11 er
canille e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0' 0a
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5"
rece:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* Sf
De premios sobre
divida .
992.379 6 1*
2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, n5o
se responsabilisa pelas transacc5es fei
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
IllllAMAD
S. Jos da Agona
Erecta no com vento do Carino
PSSE
De ordem do irmao provedor, convido a todcs
os irmos mesarios a Be reoolrem na qu ota
folra 23 do correte, petts 11 boras do da, atim
de darmus posse acs nevos funcionarios que
tem de dirigir a irmaodada do anno compro
m 3>al de 1895 1896.
Secretaria da Irmandade de S. Jos da Agona,
22 de Maio de 1893.
O se:r6lario
J03 Francisco daSilra Maia.
Awsociacffo dos llercieros
A direcloria desta Associaco aviza
a lodos os seus associados c collegas
de classe, que finda do dia 26 o praso
para o pagamento do imposto de classe,
relativo ao i. semestre, pedindo a
todos para evitar o seu pagamento com
mulla.
Recife, 21 de Maio de 1895.
Joaquim Christova
Director
Pohbio d'Ohvcira Pinto.
i\ secretario
Risco martimo
O patacho ncroeguense Gnuvor, proceden t,
de Boenoa Ayree, e arribado a este porto poa
fo-ea miior, necessita do fazer algons reparoso
atim de proseguir em soa viatem para o porta
de Falmoolb, pelo qae sao convidados aqnelle-
qoe se qozerem encarregar dos reparos precia
sob a apreseotarem soas proposias em carta
(ochada no vice-coosulado da Soecia e Norue/r
a roa do Commercio n. 10, at o ola 24 do cor
renta mez, onde os proponentes podera obter
as informacOes de que necesstarem, bem como
o consentlmento para irem a bordo do referido
pata cha.
k.?.it:iC5
Bo Cross Lii o Stoamers
E'esperado dos
poros do norte
at o dia i do
correte, e sahir
depois da demo-
ra necesaria para o
Para e New-York
O VAPOR IMQLEZ
Cearense
Para carga trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater Sf O.
Ra doCommercio n. 15
Boyal Mal Sisas Mol mm
Opaquete
Magdalena
B'esperado dos
portoi do sul no
- dia tft do corren-
te, segoindo de-
Pbis da iodispen-
ssvel demora para
. Tcente, Lisboa, vigo e Son
Iham:*-:
O pgqaete
Tamar
Esperado dos cortos da Eu-
ropa at o dia *f do corren-
ro segoitdo depois da demora
necessana oara
Macei. Babia, Rio de Janeiro o Sntca
O paquete
Danube
Esoerarto da Europa co
dia 30 do ccrrenle segoin-
do oepois da demora ne-
cep.-aria para o
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
W. B.Previae-se aos 3rs. recebedores de
mercaderas, que a Companhia Mala Real Ingls-
za, contrseton com aGenuat Steam Navegatioc
Gompanvom servico da vaoores semanaes qoe
parltndo da Bordeaos, Cognac, Cbarente, devem
cegar a Soatbamploo a lempo de Baldearen) es
cargas satinadas America do Sul para os va-
pores desta cosapanhia.
Esta companhia acceita po' pregos rasoaveis
para Valparaso at Abril, passsageiros com este
cestiao por va da Bueoos-Avres o entrada dos
Andes.
Tambem aceita passagelros para New-York
o Soutoampton, per especial arranjo feo core
a Companbia Allemand Lloyd,podendo demora-
rem-se na Enropa casi o desejarem.
RuduocSo nos prejos das paseadora
Ida Ida volta
A Lisboa l*c!a8se 20 fO
n' Southampton i* classe 2 52
Caiaarotes rasarvacos para m p3ss2L'os! de
Pernambace.
Para carga, passagena, encommendas e di-
nheiro a freta, trata-se com os
AGENTES
A-Horim rrao?? fe C.
V. 3-Roa do Boa Jesni-N. 3
Priace Line of Steamers
James laoll i\e'castle-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
EsiadosllnldoseoBrazil
E' esperado de
iNew-Y.k at o
dia *> do cor-
rente, esahtrde-
poi3 da demora
necessana para a m
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Crele Prince
Tem ptimas accommod8c6es para passa-
gelros e illomioado a loa elctrica.
Para cargas e pasragens trata-se cem os
Consignatarios
Johnston Pater c Conip.
Roa da Commercio n. 15
O vapor norueguense
Argos
)|V Begoe neales
V5- poocos dias para
Santos, Paranagu e Monte-
video
Para carga, passagena e encommendas trata-
se com os_____
AGENTES
Pereira Ganeiro 1 C.
Rui DO COMMERCIO N. 6
1.' andar
Crapacoia PiraniiicaM U1-
-5 c
Rio de Janeiro e Santos
VAPOR
Capibaribe
COMMANDANTE 1 TENENTE VERISSIMO
COSA
Segoe no da do coj-
ren'e 4 boras aa tarde.
Recebe carga,?encom'eadas, paseagens e di-
nhelro frele, at s 11 boras da manh do da
da partida.
Chama se a attenco dos Srs. carregadores
para a claueola 10.a dos conhecimeoto qae a
segninte:
No caso de baver alguma reclamado contra a
Companbia, por avaria oo derda, deve eer fetta
por escrlpto ao agente respectivo do porto da
df scarga, dentro de tres diaa dapols de fluali-
sada.
Nao precedendo esta formalidade. a Compa-
nhia'ca isenta de toda a responsabilidade, *
ESCRIPTORIO
Ao oaea da L-t ipanhia Pernambuoana
o. 12
Pacifico Steam Navigation Com-
pany
STRAITS OF MAGELLAM LINE
O paque.e
Britannia
Espera-oe da Earopa at o dia
*5 do corrente e seguir! de-
oois da demora do costme para
|ValpaisiBC, com escala por
'Ta? *
Baha, Rio de Janeiro e
Montevideo
Para carga, passagens, encommendas e dinhel-
ro a frele trata-se com os___
AGENTES
ffsob, Soas I C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
Llojfd Brazilelro
O vapor
Brazil
Commandante A. F. da Silva
E'esperado do3
portos do norte no
dia do corren-
te, seguir paraos
Dorios co eur n o
mesmo da.
O VAPOR
Alag'oas
Commandante Carneiro
E esperado dos portus do
f ni no dia ttt do correte, ge-
,gala4o oara os po-tcs do norte
io dia 91 do mesmo.
As encommendas serao recebidas al 1 htra
'" tarde do dia da eabida, nc trapiche Barbosa
Caes da Companhia Pernancbocana n. i.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa atlencao
p?ra a clausula 1C" dos canbecimentos qoe a
aego/ote:
No ca3o de haver algoma reclamagSo contra a
companbia por avanas ou perdas, deve ser feita
por escripio ao agenie respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
sadf.
Nao precedendo esta formalidade, a compa-
oh' tica iaenxa de toda a r sp csabilidade.
As passaeens sao tiradas no mesmo escrlpto-
rio, at s 21/2 horas da Urde do da da sabida
do vapor.
Atlencao
As passagous pagas a bordo custam
maia 15*/*
Para arga, passagena, encommendas e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro fe C.
6RUADO COMMERCIO-6
1 andar
Companhia Pernamfoicanade Sa-
vegafao
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Mosior, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSes
Segoe no dia t do cor-
rete s 4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagena e di
nheiro a frete at s 11 horas da manb do dia
da partida.
Cbama-^e a attenco dos Srs. carreaadorea
para a clausula 10a dos conbecimentos qae a
segninte:
.\o caso de haver alguma rcclamagao con-
tta a Connaobia, por avaria ou perda, deve ser
fei la por escripio ao agento respectivo no porto
de descarga, dentro de tres das depois de tina-
Usada:
N8o precedendo esta formalidade, a Compa-
nbia Oca isenta de toda a respoosabilidaae. *
E9CRIPT0RIO
Ao Cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia Pernambucana da
..NaYegaco
Fernando de Noronha
O paquete Una
Commandante Carvalho
Segu no dia ts do cor-
rete s & horas da larde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nheiro frete at s 11 boras da manba do dia
da partida-
Chama-se a atlencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10* dos conbeclmentos que a
segninte :
No caso de baver alguxa reclamaco con-
ra a Companhia por avaria oa perd, deve ser
feita por escripto ro agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres diae depois de tina-
lisada.
Nlo precedendo esta formalidade i Compa-
nbia Oca iaeota de toda a responsabilidade. >
ESCRIPTORIO
No Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O rapor
Amazonas
E' esperado da
Europage eegoir
depuis da derxora
necessana para o
Rio de Janeiro e Santos
Entrar co porto
Este vapor Iluminado Iue elctrica
a offerece ptimas aocommodac.o'es aoa
Srs. paiaageirce. __i
Qoaesqoer reclamacGes s serao attendidss 48
bo as depois da ultima descarga do vapor na
Alfandega.
Para passagena, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & O.
18Ra do Commercio18
}. andar
Companhia Rob.l. Stomans Line
VAPOR
E' esperado da
New-Yjk at o
dia.. do correte,
.seguindo depois
'da demora neces-
seria para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas] etc.,
etc., trata-se com _____
OS AGENTES
Pereira Carneiro C.
Ra do Commarcio a. 6.
1.andar
%







i





V
'
"
Diario de Pernambaeo ftoarta-feira %1 de Maio de i**lo
Paeile Sleam Navigation Lom
psny
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete
Orcana
cala por
Espera-ae dos
porto do f al at
o ctii 3 de Joabo
e seguir depois
da d emo ra do
coetome para Li-
verpool com es-
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
Para etrga, pasnagen?, encom meadas e di-
nhiiro a (rete, trata-se cou oa
AGENTES
Wilsoa Sons & C. Limited.
10Ra do Cominercio 10
1. andar
CAiiBS lETNS
Companhia Fraaceza
PE
NaregscSo a rapor
Linha regular entre o Havre, Liabca.
Percambooo, Baha, Rio de Jaoeirc
e Santos.
O vapor
Ville de San Nicols
Commandante Levallois
E' esperado d a Europo
at o dia S6 do correte,
e segoi a depile da neces
eaiia demora para a
Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
Ruga-te ao3 Srs. Importadores de carea pelos
vapores desta llnha, qoeiram aoresentar den
ro de 6 das, a cootar do da descarga das al
vareogas qoalquer reclamacao concercente a vo-
lames qoe por ventora tenham seeoido para os
portos do sal. aim de se poderem dar a tempo
as providencias cecessarias.
Expirado o reienao praxo acompala nao se
espesa oilisa por extravos
Recebe carga : a tratar com o ageote.
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio9
LINHA MENSAL
O VAPOR
Charente
E' esperado da Europa at o
a 16 d) crreme segolodo
rdepola da demora uecessaria
loara
Bahia,i Rio de Janeiro, Santos. Montevi-
deo e Buentu- Ayrea
Entrar no porto
P;evne-se ainda aos Srs. recebedores de mer
cadoras qce i 6 se attender a reclamacies por
falas, que rorem reconhecida na occasio ta
descarga dos volamos ; e qne dentro de 48 ho'
ras a contar do da da descarga das aivarengas-
devero faxer qualquer reciamacao concen-en-
te a volumes qne porventnra tenbam seguido
para os portos do su!, atim de serem dadas a
umpo as providencias necessarlas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apreseata-
rem na vespera da cbegada do vapor para toma
rem as suas passageos.
Para carga, pas.-agen?,enccmmendas e diobel.
x-""0|"mS1IB
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
LEILOES
Agente Silveira
,) leilo
Do erigeho Boa-Es-
peranqa
Quaita-feira, 22 do corrente
e meio dia
Xo armazem ra 1 & de Ho-
vembro u 41
O agente cima, por al va do Exm. Sr. Dr
;uis de direito do civel e com a sua asaisiencia,
a requerimeolo ce I). Jalla Aires de Almeida
Frenas, inveniariao'e dos b.os deixados pilo
finado Dr. Joaqotm jres de Almeida Freitas,
leva' a leilao o eogeabo Boa-Eper&Dca, per-
teccente ao espolio do ruesmo finado, e siluado
ca comarca de raadlas de Miranda, > eogeobo
motnte com agua, copeiro, com moenoas de
ferro, cafa de telo- e, assentamemo constante de
seis tachas, grande numero de formas de ma-
deira, dcos caixOcs para deposito, alambique de
cobre ccm dipcs to e seos perteoces, em casa
de te,ha?, ca.-a de vivenda de tijollo e taipa, co-
bf rta de Ulnas, sendo qoe a ana demares ci
constante da escripiora de compra e termo judi-
cial, esta tm rxao e poder do meecio geme
para que os licitantes possam coobecer, e mals
Cinco i avalles nevos ; analmente que o eogeobo
vendido com a safra anda cao cela,da e a
viodoora ja fondada, respeuando ee os dtreitos
d:8 hvradoree.
IJOs pretend ntes podem procurar o mesmo
agente, na roa Duque de Caxias o. 41, i*
andar.______________________^___
AVISOS DIVERSOS
Alagase om pequeo compartimento com
um qoarto ao fondo, prcpr.o para oarbeiro, ea-
pajeiro. lalbo, etc., a roa do Betica n 4 :
tratar no n. 6, Magdalena.
Tambem se aloga orna loja de fooe.roa
am on sem ferramenta, na mesma roa e cao
regoezada : trata r no mesmo n. 6, M\g'a
ena.__________________________________
O fiscal de S. Jos ADtonio Luiz do
Rege Barreto, venha ao Pateo do Paraizo
n. 15._______________I_________________
rrecisa-se da costereiras ; no becco dos
Ferreiros n. 6._______________________
ra do .Xogueira n
34 cose- roupas de senho-
ras e meninos, por preeos com-
modo*.
T PRECISASE de on creado copeiro, para
ierv:co domestico e compras, qoe teona praiic
de servir em casa de familia, dando conceci-
cimento de soa conducta, a tratar no armatem
n. 54 a roa Mrquez deOlinda.
Gaiata esposa
Nao huidos nado acate mando
Cniqomno veoba c. va a toda pressa ao
commercio, roa do Crespo n. iJ, loja Estrellan
da America e compre me 12 covados de nma
linda pbaotazia de nome Sirndioba, de 1*600
o covado, nao se demore, do contrario...
Simplorio esposo
Prompto micha Cblqolnha.
Que faaeoda esta ? onde ermprastes ? oh
criada Irava-d l s obras de misericordia.
Pois a coosa nao est fel.
E' o casoNio eomos nada neste mondo.
Cbiqomha... eo comprei... em casa di.
aosso compadre.
Qoe com adre, que rada, en nao te disse
que fosse a roa do Creipo n. M, loja Estrellas
da America, nao sabes qoe neste bem montado
etibeiecimeo o tem rm liodo e variado sort
ment de fazendas finas e modas e que Eeus pro
prletarios recebem mentalmente de Parla, Ingla
trra e Allemanba, monas fazendas lindas e qoe
os mermes tao ixoito agradareis, sinceros oa
m da e moito raioave s em preco 1 voltas,
va,a engeitar, traga-me a faienda pedida e as
8mobtras de
Sedas oe (Ares arrepiadas na uliina moda.
Vaidosas.
Sedas de edres, cbifoorte, systema eescoabeci-
do.Sospircs qoe vao e vem.
Cachemiras de c-es, de cordo, ultimo gosto.
Bombardelo.
Sedas pretas, 14800 o cevad '.
Panniobo rxacio, fina cambra a, 10 varas, 5jQ0
a peca.
Fino leudo (e cores, com salpicos.-Sirandinta.
S rt de co'ts Pernambaeo na Ponta.
ans com lietras de t Ja. Adela,de, 34600 o co-
vado.
Lana com listras de seda, Elvira, 44000 o co-
vado
Lana com listras de seda, Murak, 34200 o co
vado.
Caciiimiras de corra. Tenho ciumesde ti, 44000
o covado.
Lajs com saipiccs, As Tres Maras, ?430O j co-
vado.
SO jas, rai:0:-s novos, As sogras, 44500 o o
vado.
iJas, tecido de gorgorfio, Hei de amar-le a'.-
morrer, 64000 o covado.
cabemira preta e de cores, KS3 qoero amores
34500 o cuvado.
Caitas escoras, Sampaio molle, 320 ris o co-
vado.
Chitas claras, 6 de llarco, 600 ris o covado.
Chitas escoras, Haja pao, rovado 500 tis.
Pbautazia, N&o me toqoe, 600 ris o covado.
Cre ones, n tldr do baile, 00 ris o cevado
Ll'.dos padrOes ae catsfl decores, Lydia, 400rr.
o covadt-.
Cretones, Sampaio doro, 600 ris o covado.
Ditos, Gusto de ti, 480 ris o covado.
Ditos, Pucaseu, 600 ris o covado.
Ditos, Traeos de amor, 400 ris o covado.
Di o, lieraaraa 00 ris o cevado.
Dilot-, Regencia, 480 ris o covado.
D.tos, Floriaoo i'eixoto, 500 ris o covado.
Ditos, Prodeote de UVaes, SCO ris o covado.
Ditos, Kepobiicanos, 700 ris o covado.
Merms pretos para batloa.
Ditos cor de caf p ra batios.
Grande sortirxento de merinos pretos e de cores,
Iisob e lavrados.
Velbotica de todas te cores.
Sorab, completo sortimeato
Lindo bortimeoto de cambraias bordadas.
Corles de vestidos brancos bordados.
Vestidos em carles bordados a seda.
Pbaotazia, Beljos do amor, 14500 o covado.
Linao sormenlo de fichas para seohoras e me
ninas.
Expleadldo sortlmecto de (aletadas pretas.
a Semana Santa.
Peitiibos de liobc, lizos e tordados.
Grande eoriimeoto de bljouterlas.
Pannos de crochet para sof e cadeira.
Novo sortlmento de gravatai.
Cumple o sortimeote de esparlllhos.
Camisas bordadas para noivo.
Ponbos e collariobos.
Camisas de lint o brancas e de cores para hornea,
Vestuarios para baptisado.
Boleas de m%o, inglezas.
Tapetes para sof e cama.
Sobretodo de orna e doas vistas.
Ditos de borracha para borneo).
Capas de borracba para seobo.-a.
Camisas brancas para rxeoiBOS.
Vestoarioe americaocs para meninos e meniacs.
Chambres.
Goarda p.
Fianeila lisa e de listras.
CbaleB pretos.
Corneados de crochet para cama.
Cortinados de crochet para jaoella.
Cortinados de cambria para cama.
Manutbas de seda pretas e de cores.
Ditas de aleoaao pretas e de cores.
Carnuias de la para noneco.
Cobertas, colchas e cobertores.
Cobertores americanos, 14800 om.
Bata encarnada e azol.
Cortinados de cores para cama,
Lindos corles de caaemira.
Caeemlras em pegas pretas e da cores.
Grande sortlmento de roopas fe,las para homem
Hcapai (eitas por medida, perita leaoora..
Cortes de fostao branca e de cores para colleto..
Atoalbado de lioho e de algodao.
Pannos da costa para mesa.
Seroolas elsticas.
Seroalas de lioho e de algodao.
Lindos padr6es de crep para cobertas.
Bolsas de tapete.
merino preto lavrado. 14500 o covado.
Las com salpico* de seda, doas largaras, Ccn-
oinba Verde, 34500 o covado.
S^as de listas, Carnaval. 34200 o covado.
Palitots de palba de seda.
Cam'sas de mela com llSvas de cores.
Cachemiras pretas, salpicos de teda, cres.-
Abra a porta sinh.
L^qoc-s, ultimo gosto.
Linons lisos, de listas, de qoadros e de salpicos.
Jclieta.
Cacblnei de seda e de cores.
VellOdilOo de cores.
Boffalo de coree.
Capaclics.
Estrellas H'America
fl9 -Roa 1- de Mareo
Antlga do Crespo
MARQUES & LIMA
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Caixas de Msica
Importantes modellos novos.
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Recebeu a Relojoaria David ra do
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Criado
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cedente casa, jardlm, S salas. S qoartos, quartos
(ora, agua eacar.aH, baobeiro, etc., alem de oc-
tras monas cases e lerrenos e engenbos : E-are;-
ta do Resano n. 41, 2*andar.
Engenho
Vende-se ou ar-
rendarse o engenho
Virtude, distante duas
leguas da estac,o de
Catende, com boas tr-
ras, boa maquina a va-
por, a tratar na ra
1. de Marino n, 17,
1. andar.
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Exigir o nome da Fonte sobre o Letreiro
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Ter o cuilaao di dtttgnar a Fonte.
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Adoptada por todos os mdicos
pela sua pureza e efficacia contra
as Enchaquecas, as Nevralgias,
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tentes, e paludosas, a Gotta, o
Rheumatismo, os Sucres noc-
turnos, a fadiga geral, as dores
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da com mais facilidad* do
que as cpulas, e traz o no-
me de PELLETIER.
PARS, 8, Ru Vivieane
e ewt toda* eu fhevrmaoia
Egonmmac!eira8
Precisa-fe Da na das
Flores d. 25, tinturara.
Cal Branca e (Vir-
&0111 de I a mi.-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da calbran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes neni
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro*
ductos seencontrameni
seuarmazemdocaes do
Apollo n, 73.
------F^Tfl DE FORQAS
*:,:. I M Xoromi; Debilidad
I ."tenmiftlo
CKB k.M'ILA R c::rta pelo
MmU.J^ FERRO ROBU
HtlCO FERRUGINOSO
Beconhs'.i asatoiMevel e prefercH
pelos mtibores mdicos do mundo.
Descnliac f da: .U:;zi^das e imiU{0es.
POR AlACAOOi
13, Rae Qreoler-S' Lazare, em PaJUI
Deposiloi em to; s piincipea Phermeain,
*F ??'??? r ?^ 9^WW
Xarope Phenico
de VIAL
Pharmaceutico em Pars
O acido phenico o principio ac-
tivo dos alcatrOes expurgados de todo
quanto torna desagrada-vel a sua ab-
sorpcao, e se digere com difficultade.
Sob a forma de xarope, um espe-
cifico efficaz contra as Doencas do
peito, Bronchites, Asmas, Ron-
quidoes, Tosse, Coqueluche e
Grippe. Produz los melhores resul-
tados para as pressoas obrigadas a
fallar muito.
Deposito em PARS, 8, rae Vivienne
em todas a* pharmaiiat
CIGARROS INDIANOS
npiridoscomoCANNAElS INDICA
pir GRIMAULT e C.Pb^d Pari.
Jkjeriadn pan Junta de Hygltni do dlo-d9-J1 Miro.
Oonstitaem a preparado a mais
efficaz que se conhece para com-
bater a asthma, a oppresso,
as bufQcaQoes, a tosse nervo-
sa, os catarrhos e a insomnia.
Hftouito aun PARS, 8, rom Vivitnnu.
Buhares para senhoras e
meninos
Dfsde 3(7060 ;> 1004000
Novo sorilixeDlo de brinqu'-cs.
Velocipedes com ciivallas.
Cavallas ce baiango e carrlnbos.
ChKoiese laciemaa para carras.
Realejos, accordeon, pinnoB.
AriGs deblbar e panta8ia.
ia loja de mrairis e loitromentoa de Eduar-
do Palvz, roa WoTa Q. 13_________
Bom nrgocio
Em Tamaodr vende-Be om eatabeleciaeoto
de molhadoR, rnead inmolado Frarracao de Timaodar. Ees e--
tabtlecioienlo moi'o promeite a qoem o rm-
prar e ge pofer a eoa frente, o ooe no pode
fdz^r o acioal prop-letario.e por tiao o tfnde.
itindo se constroiodo naqcellx prala o Im-
meneo edificio qce dever servir de lasan-to,
fcil de ver qoe nao ba exagerclo oae promea-
as Je bom cea' fin, lano maia porqoe ja se
aclia em cocEtu^aj a estrada de ferro que
a'.li '.en de terminar, e qoe ser coocloida den-
tro de dona annos, ;ob p -para a companbia eoost-octore. A tratar na
pt8ca de Harval n. 3 com o proprietarlo Maooel
Clemeotioo orrtia d Kello.
I IMffi i
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, appmrelhei
elctricos, ocalos, binculos, ocalossbo
alcance, joiaa e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechamca.
9Ra Larga do Rosario
la
Prec'sa se de orna com pratica d? coeinba : a
tratar na roa da Iainera'rn n 47, 3* andar.
Ama
Pieci32-~e de cma para engoo mir : a tratar
na ra de Pedro /ffooso o. 7.
Ama
Precia-se de orna ama para andar com crian-
gas e mais eervlgoa de casa de pequea fam lia:
ao CamiDbo Novo n SO.
Vende-se
t
Um grande terreno ra travesea a Alllictos
p--ia o RoEortrh1 : a tratar na mesma trvesea,
casa amare.I: d. 7.
KSo hamaia baratas!
I'vliio-rio L'oiii|ilct
Apparelhos de pegar baratas e ou-
tros insectos vende-se pelo prefo de
2^000
nicamente nae lojas de ferragens de
Antonio Pinto da Silva & C, 62 Ru
Duque de Caxias 64 e Vianna, Castra
& C, 115 Ra Duque de Caxias 115.
Alugam-se
Alugarase plantas e tambem veodem-se, na
roa do Seb3 n. 2. de todas asqoalidadea 1 gos-
e dos compradores, arsiu romo bastantes taro-
linas principia pa-a sombro oa armados.
Ama
Cosfnbeira ; precisa-ee de urna na roa do Rao
-^el n. 5.
Ama
Precia-se para cesinhar, e a'gum servigo
mais. de casa de familia de doas pecanas : tra-
vesea da praia ro Porte n. 6.
aas aWaawMJUaaS ana
Precis-sa de cma ama para cosfnbar ; a tra-
ar oa prsga Maciel Pinbe ro n. 9, 2. andar.
Bom piaoo
Veade-fc por 1:S000C6 ; no paleo do Pa
raiso c. 1S.
Criado
Prerisa-se de am criado copeiro: 00 Caminbo
Novo n. 120
Bom negocio
Vende-se a taverna e padaria sita a roa de
Ponte de Ocboa n 57; a tratar oa mesma oa
roa 1- de Marco n. 8 A ; o motivo da venda se
oir eo comprador. ________
Acquisicao vantajosa
Vende se orna loja de faiendas, maito sfre-
oezada, 0on8 commodos ; a tratar com os Srs. Moreira
Olivtira A C, a roa Marqpez de Olinda d. 13.
Grande exposico de ob-
jectos de coral
Ba do Barato da Victoria n. 03
Fabrica de Luvas do Sr. Josepb Glrard
/.?tocio Anrilia, representante do Deposito de
Coraes de Amell Aorilia da Italia, ebegado da
Erj'cpa do allimo vapor, resolveu p5r em expo-
s'.gao ao poblico e e?peci lmente s Exmas. Se
onoras, o seo variado e ccmpleto sortlmento de
todo artigo em verdadeiro coral, qoe vende p.r
preci s resnmldos e oara liquidagio.
N.B das 17, 18, 29, 21 e 32 do correle, das 9
da manaa s 9 da noite.
Ra do Barao da Victoria
n. 63
Cimento inglez
Per'eito; garantido, de 150 kiles. e tambem
com pequea avarla, vende se barato ; na roa
do Acoorim n. 52.
Bom negocio
Vendem-se tres carros de qaatro rodas, mullo
fortes, seis bois novos e gordos, corheira com
toda commodidsde para empregados e morada
para o comprador, e >em assim todo material
pertenceote ao mesmo traQc>: oa roa do Vis-
coede de Govaooa, aotiga Gotovello, taverca
numero 45^____________________________
Semen tes de hortalizas
c negadas &< je
Completo eortitxeato
Baa estreita do Rosario d. 9
Pogaa Meodts C.
Em Olinda
Vende ee excetlente doce secco de caje', ra
Ladeira da Ribeire o 23j________
Sobrado no Poco da Pa-
nella
Eua da Poelra n. *
Aloga-se ; a trMar nesta cidade a roa Sete
de Setembro p. 11.______________________
Engenho
Vende-se o eogeobo Caoandaba, orna legoa
distante da estaoSo de Jaboatao, moito bom
d'ifua, moente e correte, com extensas terra e
matas para safrejar a 2,000 paes de aeaucar
annualmente; a tratar com o commendador Bar*
roca, na;esUc.ao central deCaroaio',
Mobilia
Vende-se orna mobilia do Jacaranda em per-
felto estado, toda enalbada ; na roa do Torres
o, 11. pavimento terreo.
Aproveitem
Veode-se e estabelecimeto denominado Fa-
brica Cybelle roa Larga do Rosario n. SO, com
urna Importante arrx^cao e fiteiros proprios para
qoalquer es abelecimento, am cofre Hilaers
ateosilioa e allomas tuercadoriaa proprias do
mestro estabeket 1 en'o : a tratar m mi do
Amorim d. 37, ende se cbm as cbaves.
Plvora
De todas as qualiiades
em barrs e em latinhas ven-
de-se no e?criptorio do Per-
n ambuco Fowder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Joaquina Narciso da Silva
Al ino Jos da Silva, Joanna Francisca da
Rosa e Silva, Dr. Francisco de Assis Rosa e
Silva (auseLte) D. Jos Marcolno da Rosa a
Suva, Albino Narciso Mala. Maooel Googalvaa
u ,,?> Antonio Jongalves Maia e Carlos Goocal-
ve' M'i. irmao. canbaCa e sobrinhoa de Joa-
qnim Narciso da Silva, terdo recebido a infausta
naucia co seu fdleclmento na cidade do Porto,
roaam aos s^us pareles e arxigos para assistl-
rem as mits.s que maodom celefirar por sua
alma, na igreja uo Paraiio, qoarta-fe ra 22 do
corre te. as 8 horas da mauha, pelo qoe desde
ja se confes83m gra*c3.
t
Major Alvaro Baylon rerreira 1
da Silva
Maria Jos' de Moraea Ferreira da Si'va e saa
fllblnba, Mara Magdalena Ferreira da Silva, E.
ferreira da Silva, Antonio Carlos Ferreira da
Silva e Jos Candido de Moraes, soa molber e
rilbos agrade-em de coracao a 'oios os sena
parentes e amigos qoe se d'gnaram acompanbar
es estos mortaes de sea sempre lembrado eE-
poso, pal, fiho, 'rmao, primo, geDro e colindo
Alvaro Raylan Ferreira da Silva, e de novo os
convldam a assistirem a mlssa do 7- da que
m lo renoosa de soa alma mandam ecl bra na
eatrix da Boa Vista, na qoartafeira 22 ao cor-
pnte. pelas 8 boras da manh, agradecendo
r'e'de pggp p'n de d edi^e e rellpiao.
t
Eivlra am es Ferreira
Stimo dia
Francisco S. Cardoso Junio.-, Goilberme Al-
berto L'dgton, Boas esposas e Loabadas, tendo
de mandar celebrar missas por alma de soa
srgra e mi, Elvira Alvea Ferreira, coovidam os
reos parrles e amigos para assistirem essas
missas, sabbado 25 do corren e, a 7 1/2 horas
da manea, oa malrix da Baa Vista, anlecipaodO
a todos os seos reconhecim-'ntos.
t
Hara Ihereaa Agr
Mancel Gongalves Agr, eoa molber e Elhoa,
agradecem a toles os amigos qoe asslsram ao
enterro de soa irm, coobada e tia, Maria The-
rexa Agr, e de novo os coovidam para mi-si i
do 7o dia na ordem 3* de Nossa Senbora do Car-
mo, peUa 8 boras da maoba de qaarta-feira 21
do correte, Bcando sommamente peuborados
por rxais esa prova de rellgiao e amiade.
Ao publico
Bellarmlna Emilia de Andrede, previne ao pu-
blico e principalmente a seo 'nqntl'D ta data em dlante Oca SEM NENHUM EFFEITO a
procurecio que passoo ao Sr. Jaouario Gomes
les Santos, visto ter constituido cuiro procara-
dor de soa loteira cooBanca.
Quanto ao ajuste de cootas com o referido
ex-procorador, fara valer seas d.reilos no ioizo
competeote.
Arraial, 18 de Maio de 1895.
Bixas de
Ham burgo
em pequeas e gran-
des quanlidades, a preco
reduzido.
Ra de Hariz e Barros
n, 16.
Loja de Barbeiro.
Pharmacia dos Pobres.
Ra Larga do Rosario.
Gumares Braga & C.
Ra Mrquez de Olinda.
Atiendo
Compra se cautellas do
Monte de Socorro.
Ra da Praia n. 8
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assigoados, caroe de pri-
metra qoalidade, nos talbos da roa Mrquez do
Herval na. 27 e 2, e Cambda do Carmo n I.
Este prego ecffrera alteracSo par mais oa
para menea, sempre e accoido ccm 03 preeos
do gado as feira.-.
Hecire. 18 de Maio de 1895.
______________Fioia Lima & C
Locomove), forga de 6 ca-1
vallos
Vndese arx em Garanhnns, perfeito, earan-
|do, e tambem machina nova, de 40 serras e
inojensador, todo para descarecir algodao :
oojrmacOeg a roa do Amo im n. 52, Racife.
Armagao envidracada
Veode-se orna boa armacSo de amarello, co-
vidracada, proprla para qaalqoer negocio : a
tratar na ra do Apollj n. 61.
AVISO
Arrenda-se um importante sitio
com casa para moradia, dita para
creados, banheiro, muitos arvoredos
fructferos, prximo Estacao Casa
Amarella; quem pretender dirija-sa
a Custodio Neves, estabelecido pr-
ximo dita Estaco.
Muita atteDQao
Comprase piatos usados e movis: qta3
tive para vender detxe caria cesta redrelo
com M ioiciaes C. E.____________________
Criado
Prc:sr-3e de om criado no becco do Padre n.
28, hotel._____________________________
Ccsinheira
Preira-se de orna boa cosi he ra : Botica
Fraoceza, 22,;rya de Bom /ees.
Paralielipipedos
D-se de emp.eilada o
fabrico de parallelifipedos,
fornecend-8e a pedra. Tra-
ta-se na ra do Commercio
n, 13 Io andar.
i
#


.-


T
1


1
II
i



lliario do PeraamlMico ^aarta-feira *tZ de JHaio de l05
Para distrahir
oa Locroea visita a c.ua de mu! s-
a Esperanzaai tmaveia leiloras n
r. rao nm completo aortime&to de
otes do covidade e pbbDtatia recebi-
mensalicenti daa p.inoipaea prayus
Europa e Arcnea ra qn&ea a5o ver-
des por men. de que em cutra roal-
quer caa e com deucotto p-ra s vendan
por atacado ou maior de 50^)00.
Em repomo destsc moa ulgooa artigoB
sJem de moite uuiroa.
FINOS E ELE9ANTES
Ei pe ti.Lo c (8 erpeciaea pa. Sr8.
^oe enero, novo a Timeiitft.
GRANDE NOVIDADE
Fm bcidadca Bocf, etmbrii* brenca e
ele coree e raadi-polio, precia radcaidoi
para descont
FINAS RENDAS
De Ijjiho "erdbderc, ilgodSo e teda.
ELEGANIES CAPAS
E pellerirs para Srsa. o mooinba?.
B(:,[;-a tiiisi-B hrnnc?9 e ce coran,
pira Srcs. pira n dia e para dormri
LEQES
Em te do genero o que La de tn- ILoi
etn pluma, seda, geze para senhoraa e
meciera;.
BONITAS
Ms-t.-.a para ttifi.s
blNOCDLOS
Da madrei-crol?, marfioi, como Ha Rncia
e tartiruga para Iheatroa e v: geus.
ESTOJ08 COMPLETOS
Com, e:c vi, muas com ntgrs para
Vgen* o.ti j .8 para b ubi.
ALSU.vS PARA RbTRATOS
Ccmpleto sortm<*iio.
PEDRO ANTOJES & C.
63Ra Duque da C*x.b 63
Cosiaheira
P eci a Be de cena bi cosintei-a par cafa *c
rastilla : & tratar as tas Duque de Casita o. 48.
toja.__________________________________
Caixeiro
Frciat-?e de iu mmro d^ 2 a 14 ar noa,
cox prat'ci de moltiDdos : i na ro 0:cioeD!o
p. 5, IWIfe.____________________________
Locomovel
Ccmpra-se um detona de
12 C'vallos para ciar' do
Ca*s da Regeneregao n. 26
Bdhar.________"
Profesora particular
Cff rere-;e oaa cerner* para ecsiosr primei
ra^ i-ira- ir balhes de oculbaa eui algum eo-
gt-ntio pert<- da nuai'e.
Quera {.recitar diriia-89 a ra Bario de S. B.r
3 c 84._______________________
No erige? ho O.ijntal
EBUcao de Arp;rV, 'em para vender-s^ cma
CEUtira de vapor, fcica ce qualro availos j
aeivida, priesa de ronco coprpo ; ;m2 tan-
tea orea l.oa orneada de 20 a l ii ll-gades,
cem ib rodete ce 7 p.-lu o-, em p-rfi-ito i-rtado ;
qtem [reeiidc oirja t- aociuingenlo qoe
cebar aro qu>rr< tra sr-
Gosinbeiro
Pretia fe de nm b> m co irheiro ; a tratar nc
i mateen o. 44 -1 roa 1o Ommtrcio.
GRANDE
Ba 15 de Novembro 29
Estabclcciiiento de primeira or-
den. g?f~.
Cafen montada com Eu\o eeom-
modidade it'om do ponto mais Iiy-
gicnicos da eidatle co Reife.
Aeeoimnodaeoe niagrnilica. to-
da eoitB janella para a na.
Kplendida ala derefei^oe. a
maior e mal arejada neta~ capital.
A coi filia a ella- e a carg^o de nm
perito eoinlieiro.
FiLU-SI BIflOSOS ll
PHECOS HASOAVEIS
PROPRIEDADE DE
N. GKUNBERG
GJRA2TDB
XAROPQ BE R :UTSl Vi. 2
0 UELHOR
HIFiCAD 0
PARA O
* A N fci UB
Coro remedio (!a EstacSo calmo, puriflcaor do ?.^ftw, digestivo
a aparieue oenhnm ootro pppeili ado d<-prrati?o o > eaUaparriloa fe sppro
xima8eqcir a> X r pe de ie:ter d. S. Combio quitro ranaes prop;:eaa-
desfm rm s6 eaedio, peraoio a nm lempo tobre o* orgaos dtgestivt, o
singue, o rm>, e oa loitetinos.
AbBtloo^emtn'.p rj'irilTa e expo!* peljr canae inteBlinaes, iln.i e
poro* ri". p'He, es germeiis i:jw-, que fluctoam no eaofciitf, oa u:i'a e na
IrepepitPcSo.
DEPOSITARIOS DXST.OS PRODUCTOS- A Companbia de Drogis e Producto
CiimiocsRu Morques de 01 nda n 24.
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Fi^ajo eo'orpctdo cora-se poaillvimele com e^l38 plelas. EIa
sao um remedio pu-.tiv>i nv-e de p-nto para o bomem mais (raco, '3o bem
tomo br- t;-r:te c ivj raa o h-imem mata forte, e n3o cooslipam depoia; pela
iccao geral agra>)a a ij-'ca oue ,as u'sm. fao as pilla* eMau'a'le oa i-ro-
dui-t medna dos Eiado.-Unidos. Sao as meaores e mais facis a lomar.
Qiiarema em oa :.> (rarn.
Ra Larga do Rosario os. 29,M e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direccito da sen hbil proprietario MA-
NOEL OAUCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sera competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela proinptido e aceia do servido culinario aduaueiro, ja, tani-
bem pela posico hygi^uica do'seu edificio.
Depois de innmeras transformacOes por que tem pausado este Hotel, ConPfguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
proferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a cla*ses relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontarle dos Sra. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricanifite mobiliado, onde podem ser realisados jantarija e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER. Salpieoes, ostras, lagostius, salchichas, etc peixes era
latas, qneijot flarnengos, stiiBO" e do sertj, djc8 seceos e ein caldas, estran-
geiroa e nacionaes.
A. B A
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bjnleaux, Porto, Venncut
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boi/J, oloi rac-ibi -
dos directamente dos mais acreditados committentcs da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tcm sempre grande deposito de
bebidas de sua imprtaselo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognac?
finissimos, que vende as niel horas condicoes do morcado e precosaera competencia.
GRANDE HOTEL GOMMRGLA
Ra Larga do Rosario ns. 29, 31 e 33
PARA
O
FI6ADO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tomores, cravo, pelle ver-i'tloa, iiepera e oleosa Imped lona nra^o
por o mais glande de ledes os aformoseadorea da {elle, o Sabio Cor^tivo de
Renier. Produt a pi le fjrmos, b-scca e clara e mies brandas; abeoiota
menle pao, 'ehcadutente medidiudo, extreoomeQle iocomparavel cono
aatii pi'a a pelle bem romo -1o trocador, do baobo e doqnart-) das C'iaQia<.
CAUTELA. Nao e" tenoido eem rada envollorio lar a marca re-
gistrada op B>rrUy & C. S w-Y>k.
MEDICINAL
PARA
TOILEFE
Eng*enhos
Veodfm-se o. engeibas Gunfiba e Peco R"
doodo e fcs pr:ip-'e-i;idea stattgi e Ir,ex Toe-
re, aqooili acr.exa ioi doos eogenho1, r-
tr'cra co(.e. ho dj aefmo notre e que couserv.
lcdi bs obrdj p.-cc-'s", ritos tjdo8 nomuot-
c:p:o re Goyono, fu-aiioda om qcadre, e ia-
cb d os ce:o riacbo Cartl e curo?.
Ten esdaca t-rra< [ara fafr>-j<.r qcatro a
cinco m:l raes -"e uuar annuae e avalladoa eo O 000 dito?, nittta?, capoeira.-
taia !e: b-*s e b^uis bastantes para urca sjiiea
de 5 20 mil necoc; cero logare aresfot
para fe formaretu doos grn.ra drioeiic-s c\-
goa, sois existem dous ilscbos pereuce* mui'o
proxiao'. T m ma:s cada cin macboa nova
de fjrca de]8 e 10 cavaMor, csj d caideira coa
eci;; asseuiameotos .e f.tu rfu.cu ; casa >.e
purg:.r, dis!:iiarlD, casi-s de vivm a e de mo-
radores, ealribitw ele.
D.fciao do?* le^ObS da es!?c5j de Lgca Secc
(f;a frrea T mbab-;,) e 3 1,2 da cidade <
ti.y.-ona, rrm bos caminaos.
Esto ("eviamenle liiitac'O'.
Qoem peteDi e- comp-al-os, dira se ao pro-
prietario r.a referida cidade de Goyaana tu ea
CA l erjcenbos.
TRICOFERO DE BA&RY
Urna i r'-p .rg5o elegante, extremamente perfomada, ramove todas as
mporezas do caneo, pcrs*r*Bllfu contra a calvcie e cah- Ih clntf Dio ; fax o
cabello crearer espesso, b^ndo e formso. Infaliirel para curar erupcas,
doenjs da pelle, glndulas e mcicclo, e cora rpidao.ente as cortada .'as, qnet-
madores, fr i a.-. (orre nr*". rtc.
caCteal-.N, ^en^inosem C3ds I-sur ter a marca registrada.
PARA O
CABELLO E a
PbLLK
1AI1IA
La de
(
Maihias de Jbuquerq1
i\ik;a das flohe )

TINTA M mu
E LAVAGEM
TINTURA PaiTA
AS
Tercas e Se.vtas-feiras
TiDge e limpa rom i maior perfeicj&o toda a qualidade de estofo, e fazendas
em p*5sj ou em otras, tira o mo/o de fazendas to'aTo~9 trabalho feit*- por me o de
maqumismo aperfe9oado at bfje desconhecido.
A-5Li5
S- Mliffll
-.IV____
-.
*-- '
...
:
E
.

ni i mmm
9
iepi
'
18-
C2C!
Casa de commisses e
senSages
XPOSICAO
C ATALOGD8 '&
os pnizes da Europa e
mercadoriaB, de


-
TARDOSO k RilAO estabelecidos com fun-
dicao de ferro ra do Barao de Triumpho na
li 0 a 104, tendo comprado aos SrB. B Martins
c C o direito de venda de seus apparelhcs privi-
legiad os p;'o Giverno da Repblica, por paten e
n. 1717 de 4 de Ju ho de 189-*, denomirados RE-
CTIFICADORES BRAZILEIROS, n-to so para
est i Estado como nos de Alagd-is, Parahyba, Rio
Grande do or e e Cear, avisaru aos seus nuie-
rosos freguezes e amig b que poderi* fornecsr
ditos apparelhos e mandar sental-cs com a maior
pr steza, garant do augmento de 30 por cent,
sobre a pro.lucco de qualque- hlara'iqne, o qu
est provado pelos diversos j assente* e traba-
lha do era engenhos tUste Eatado e de Alagas
dos quaea teem valiosos attestados.

de
Tijolo
s
Fabricados ni fabn.a de C?ma"SRibe, Ce sr
penor qo hdade, ende-sa o eecripioio d;
CcmpaobwIidDctnal Ptr aubocana, ra de
Ccmmercio n. S.
FOLHSXM '
a mM ai nm
de \nn\i meras fabicas de todos
das duas mericas, lo ia espacie
caacbioas e de materia prima.
Deposito do aaiaado REOL cdfv omeiborde?
iaecaote ccnhecidc.
De psito da bem conhecid ODONTINA do
Dr. H. Rirted.
44-EUA DI) BAJ8A0 0 DTfillMPHO-4
9C
POR
;::;:::::::::,
**h-w~
O BOSQUE DE LIMOEIROS
(Conlinuacao)
i
Os dous homens adiantaram-se na ave-
nida.
O mais moco tinha apenas 23 annos,
nao obstante a expresso mascula do ros
to e a firmeza do olhar, quando sorria.
que tinha o ar de urna crianca ; mas
pouco sorria e urna especie de nobre tris-
teza derramava-se-lhe na fronte.
Trajava simplesmente ama roupa escu-
ra de crep e um mantc de se'.im azul sem
neahom bordado ; na mSo um leque aber-
to. A toilette do companheiro era, pelo
contraria, rebilBCada : urna roupa de sfda
branca, leve, imperceptiTelmente colorida
de azul, como um reflexo de luar, cahindo
em pregas fioissimas at 03 ps e apertada
por urna cinta de velludo negr.
Tinha 24 anuos o era de urna beilaza
perfeita ; havia um encanto extraordina-
rio na quente palliJez de eu rosto, na
dofura irnica de seus olhos, e tobretudo
no abandono altivo de toda a sua passea ;
apoiava a mi no luxuoso copo de seus
doua labres, cojas pontas erguiam aa do-
braa do manto de velludo negro, trabado
nos hombres, as mangas pendentes.
Tinham ambos a cabera descoberta, os
cabellos em tranca, amarrados no alto.
Mas finalmente para onde me condu-
zca, amavel senhor ? disse o mais velho.
Ha tres mezas que me fazea esta
pergunta, desde que sahiinos do palacio,
Ivakoura.
Mas ainda me nao repondeste, glo-
ria de meus olhos I
E' urna sorpreza que te desejo fa-
zer.
Fecha oa olhos e d-me a milo.
Ivakoura obedeceu c o companheiro
fel-o dar alguns passos na herva.
Olha agora, disse elle.
Ivakoura abri os olhos e deixou esca
par nm grito de adrairacao.
Perto, diante delle, havia um grande
bosque de limoeiros em or.
Cada arvore, cada arbusto pareca co-
berto de orvalhos ; tons de ouro e rosa es-
maltavam a copa do bosque, os mais altos
ramos.
Todos os galhos dobra?am-se para a
trra, chdios de perfume ; banquete de
florea tocavam o solo, n-s quai arrasta-
vam-se pesados bracos de arVTes.
No meio deesa branca floraco deliciosa-
mente fresca, tenra folhsgem apparecia
aqui e all.
Olha, disse o mais moco com um
sorriso, eu quiz dividir comtigo, meo pre-
ferido, o prazer de ver antea de outra pes-
soa esta eclos&o maravilhosa. Hontem,
qiando vim, o bojque era todo perolas;
boje todo florea.
Ao vel-o, dase Ivakcnra, eu pens
n'uma imagem do poeta daa florea de pe-
ceguiro :
c Sobre esta arvore branqnejavam azas
do borboletas que, atraveasando o cao ma-
tinal, tingiram se de rosa. >
Ah!
i
Mchicas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Tiixss tuniit]as e
T-ixas b tic], as
Arados.
batida0.
sem crsvr^a .
8H8pirou o maa moco, eu des Jque elle occtiltava, deixou escapar um. Talvez eu seja injusto ; s a nica
|pe8oa que eu amo, e sem duvida, por
Urn bello dia che^a-me ajisso que me parece nao ser amado seno
sejaria mergulhar-me no seio dessas flore-
como em um banho, e embriagar-me, at
morrer, cotu o seu perfume !
Ivakoura teve um gesto de desaponta-
mento.
Flores ainda mais bellas eu tera em
meu aonho, disse comprimiudo um bocejo.
Senhor, para que fizeste-me levantar to
cedo?
Nao, principe de Nagato, disse o
outro paasando a mo no hombro do
companheiro; tu nao te deitaste essa
noito !
Como ? tornou Ivakoura, com sor-
preza. Porque d'zea isto ?
Vejo-o na pallidez de teu rosto e na
expressao de teu olhar.
Nao sou eu sempre assm ?
A toilette que trazea sera muito
mais sumptuosa hora do gallo () ; e
clha I o sol apenas desponta ; estamos na
hora do coelho (**).
Para honrar Um soberano como tu,
nunca cedo.
Ser tambem para honrar-rne, sub-
dito infiel, que te apresentas armado
diante de mim ? Essaa dnas espadas que
trazes ciatura condemnam te ; acabaras
de entrar no palacio, quaodo te usandei
chamar.
O culpado baixou a cabeca sem se de-
fender.
Que tens no braco 7 pergantou de
repente o mais moyo, descobrindo urna
estreita faixa branca no punho de Iva-
koura.
Esta, oc altando o bracfl, moatrou a on-
tra mao :
Nao tenho nada...
Mas o companheiro, tomando o braco
grito de dOr.
Ferido 1
(*) Seis horas da tarle.
(*') Seia da man ha.
noticia de que Nagato fui m >rto n'nma
questiuncula. Dize o que fizeite, incor-
regival 1
Quando o regente H yas estiver em
tua presenca, sabers tudo, diss9 o prin-
cipe. Dir-te ho bellas cousas, illustre
amigo, sobre teu indigno favorito. J
mo parece ouvir a voz terrivel esse ho-
mem que sabe tudo : Fid-Yi ri, chefe
de Japo, Elho do grande Taiko-Sama,
cuja memoria eu venero, graves aconte-
cimentoa perturbaram Osaka essa noi-
te I...
O principe de Nagato imitnva 15o bem
a voz de iryas que o joven Siogoun na >
pode evitar um sorriso.
E quaes s5o eBses acontecimentoa ?
perguntara : portas arrombadas, gol-
pes, tumultos, escndalos Conheces os
autores dessas desordeDs? Aquclle que
dirige os outros o nico culpado e eu o
conheyo .. Quem ? Quena, senSo
esse que se acha em todas as aventuras,
em todas aa batalhas nocturnas ; quem,
senSo o principe de Nagato, o terror das
familiaa honestas e da geute pacata ? >
E como tu me perdoare, clementissi-
mo, Hiyas insinuar a tua fraquez, pro-
palando-a bem alto, afim de que essa fra-
queza comprometa o Siogoun e apnveite
ao regente.
E se eu me encoleriaasse com o teu
procedimento, Nagato ? disse o Siogoun ;
se eu te mandasse paasar um auno em tua
provincia T
Eu obedecera, senhor, eu ira sem
murmurar...
Sim, diase tristemente FiJ-Yori,
mas a tua amizade ? Vejo ao redor de mim
grandes dedicacSes, mas nenhuma afifei-
<\ 1 como a tua.
acerca:- ntoa
por ti.
gNagatoergueu para o principe um olhar
cheio de reconhecimento.
Achas que devo te perdoar, n2o
assimJ* tornou Fid Yori sorrindo ; trata,
porm, de evitar as insintia$oes do regen-
te ; sabes quanto ellas me incomraodam.
Vai saudtl-o, que approxima-se a hora
delle so levantar, ver-nas-hemos no con-
selho.
Esta feia cara ha de fazel-o sorrir,
murmuron Nagato.
Saudon o siogoun e afastou-se amuadt.
Fid-Yori continuou a passeiar na ave-
nida, mas voltot lego ao bosque de I
moeiros, estacando para o admirar ainda
urna vez, e colheu um pequeo ramo de
flores.
Nessa occasiSo, pprm, as fothas come-
caram a farfalhar, como sob um grande
vento ; brusco tnovimento agitou a ram-i-
gem e d'entre as flores surgi urna rapa-
riga.
O principe recnou com um grljo, acre-
ditando n'uma visSo.
Quera s tu ? perguntou. Sers o
ge o deste bosque ?
Oh! nao, disse a moca com a voz
trmula ; sou simplesmente urna mulher
aidaeiosa.
|E sabio do bosque no meio de urna chu-
agricultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tena para vender do dia 1 de
Marc;o de 1895 em diante, cerca de
tres milhoes de ps de cafeeiros semeao
dos em leiroes cuojs precos, tamanhos
q qualidade, s encontrar no Jornal do
Rceife.
hia que o peso '.a. seda cbrgava-a a cahir
de joelhos.
Seus grandes olhos puros, olhos de
criancu, tinham urna expresso medrosa o
supplice ; as faces, avelludadas como azas
de barboleta, coloriram so um pouco, e na
bocea, pequea, entreaberta de admira-
9S0, brilhsvam una dentes alvos como
gottas de ieite.
Pcrdoa-me, disse ella, so vim tua
presenja sem o teu consent ment.
Ests perdoada, pobre ave tmida,
respondeu Fid-Yori ; se eu te conheessse
e adivinhas8e o teu deseje, procurara
ver-te.
Que queres de mim ? Est em mim fa-
zer-te feliz T
Oh senhor, exclamou a moca com
enthu8asmo, urna palavra apenas de tua
bocea tornar-me-nia mais radiante qi0
Ten-Sio-Dai-Tsino, a fi'ta do sol.
E quai essa palavra ?
Jara que nao irs ama ubi fsta
do Genio do mar.
Para que esta juramento ? fez o sio-
goun maravilhado por essa eatranha sup-
plca.
Porque, dase a moga trmula aoa
ps do re, porque bruscamenta urna
ponte desabar, e o Japao perder seu
re.
Descobriste sem duvida urna conspi-
ragSo, disse Fid-Yari cora um sirriao de
incredulidade, ante o quai a moga empal-
va de ptalas brandas, ajoelhando-se nalideceu e seas olhos encheram-se de lagri-
herva com aa mftoa para o rei. mala
Fid-Yori abaixou a cabeca, olbando-a
curi jaamente.
Era de urna exquisita belleza : peqit-
na, graciosa, como que etmagada pela
grande largara de seos vestidos ; dir-se-
{CoHtifto.}


\

'

Typ. do Dimrio, ra Duque de Oaxias, 42
i


Full Text
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