Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19490


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Full Text
'A3BXO SiJC'SI
Usearla-feira 15 e fl
tie l^tfo
^UMISItO llO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DPBLICAgOES NA FRAN-
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantedos.
Por um anno adiantado
81000
5I000
30$00<5
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .. 16|50O
Por um anno adiantado .... 33^000
Numero ayulso do mesmo da, I i 00
Numero ayulso de das anteriores. $200
r r I r i rt *v rv> r% p ^ 6 Rennsoeiiga, a nei.ncia esi sob a auto
C BOld uaS ridale pedantesca da Escola, e soccumbe aos
pe ila persegoicao, finan lo procura vivor.
Copernico, pondo de lado as id as at ah a 1-
miltidns o patinadas a proclamando, contra a
opioiaj da Bgr j i e contra a dos nestref d i ten
tempo, ruc a turra girara volta do sol, Gali-
leu, presentando humauida la o espectculo
assombroso do Verdad airo mivunenio dos astros
linham preparado urna revolacSo censideravel
na historia da philoeonnia.
Roconliece-se eniao pela primeira vez qua os
homons seguem caininho errado, procurando
obtt-r a verdade entinada por oulr s hora ns,
que a ignorara como ellas, em lugar da p'ocura-
rem descobril-a na natureza, que a revela ao in-
vestigador paciente. Galilea, dirigin lo a su* lu-
neta astronmica para o eco, conslitue ura gran-
,, _, ,__ e, ;de aeonteeimento na historia do progresso. E'
Na (.amara dos Deputados Enco oe- 0 mWo> qua-se dexa de , Iho d.-:larou que a fuerra do Rio Gran- magia 'loa vellios mestres; c & philosophia nova
, I qu i abro a era da observarlo; o espirito, que
de do Sul s era feta por cstrangeiros,conquista a sua liberdade?
devcnd.o o governo mandar para a froii-. Dwante toda a edade media, a scionca, escra
visada, ob'-dece escolstica; a essa philosophia
teira t:>do o exercito federal, e intimar j iar,;|u qU eonsiste em considerar como ver-
brizilciros emigrados para regres- , -, : os ni'.'.-lres, submissos a sua f, ensmain. Hoje,
Brazil, sob garanta de vioa ;a seieocia proclama os s.-us principies com to la
nango partis^las 23 imn
Rio de Janeiro, 13 de Maio,
5 hora da tarde (re:ebido na estaguo
6 horas e 25 minuios, e entregue s
horas c 45 minutos da tarde).
aos
sarem ao Brazil, sob garanta de vida
ranqui.la at pelo policiamento exerci"
de pelo exercito.
Si, tedavia, nao for aceita a intimacao,
neste cso invada-se o Estado Oriental,
batendo-se ao mesmo tempo os revolucio-
narios ; as forcas da visinha Repblica.
Discutindo a cleicao do Dr. Serze-
dello Correia, disse o mesmo deputado
Erico Coelho, que representara a ferra-
dura atirada pelo estrangeirismo impe
nitente a face do leo de Cambuquira.
O Sr. Serzedello respondendo, decla-
rou que deporia o seu mandato as maos
do pre- dente da Cmara, si elle affir.nas-
se que i sua eleico nao exprima a livre
vontd; 4o eleitorado que o suffragou,
mandando-o aquella casa do parlamento.
Niio houve numero para terem lo-
gar as votaces.
A :axa cambial moveu-se at 931161
fechando a q iji com tendencia para
baixar.
a libertada ; um innovador destruir fcilmente
o edificio de urna Ihecria admittiila, se se pre-
sentar armado (Se um taclo, que seja incompativel
com esso Iheoria. Mas nem sempre succedsu
assiin : a historia dos ruariyres da astronoma
j u'isao nos deu um exemplo.
(Contina).
COXGBSSO NACIN4L
INSTRUCCAO POPULAR
:"osiiai78ES da semeu
POR
Gasto Tissanclier
CAPITULO VI
U METHODO SCIENTIFICO
ROGERTO BACONPEDRO RAMIS-GIOR-
DAXO 3RUNOTIIOMAZ C \MPANELLO
BERNARDO DE PALISSV MIGUEL
SERVETPEDRO BELON FRANCISCA
BACON.
(Continuzo)
Ol Deus de misericor ia I Se
ha homem que le assemellie a essa
ser malfaiejo qua nos descrevem
sempre a d nao ser esse homem o persegm-
- dor ?
Yollaire.
A sci> ncia nem sempre oceupou o lugar que
le cali 1 no dominio da inlelligencia. Durante
muito tempj foi m i.osprezado a sua autoritade,
combat la:i -ct suas doutrinas, desconhccidos os
seus principios. Durante seculos e seculos o
seu caminliar para o progresso foi lento e cheio
de rJifUculoades. E' que o espirito humano nem
sempre corlieceu a arle de observar a natureza,
e de a interrogar pela experiencia.
f
91
ODIO DE MCA
TRADUCgO
TERGEIRA PARTE
XII
(Continuac5o)
Soumacv subi gravemente os ltimos
degr&os e "raetteu urna chave na fechad ura
de bronze.
Mas primeiro, accrescentou elle, in-
Toquem a deuaa e preparem os lagos.
A cha?e deu duas veltas com um ran-
ger de fetro enferrujade.
Jorge cea um pulo.
O ruide de urna chave na fechadu-
ra excla mou elle.
Immov<;l e mudo appliccu o ouvido. A
alma concantrra-se-lhe n'am s dos sen-
tidos. ,
E' a morte qae nos trazem mur-
marou tristemente Heva. E' a morte que
eu pedia t Deus I
Nao, respondeu Jorga transfigurado,
n5o a nnrte, jural-o-hia !
O que ent&o t
E' liilva a vida, talvez a libar-
pw*
Aiiberdada? A vida? repetio ajo-
HEVttGEU
(Contiuiiafo do ti. 109)
Assiin, com o intento de estabelecer unidade
de direccSo, d subordinar as operayes a pl-no
garal e harmnico, de mellior occorrer ao3 for-
necimeoioi nee wrlos e de (iscalisar as reap*-
ctivas despezis, nomeei commandanto < 111 ehefe
d 1 todas 3 torgas em openig'S no lio Grande
do Sal o yr-neral de dirisao Francisco Antonio
de M iura, que recebeu nstruc^es precisas
para o desempenho da co'iim's-o imprtanla
que Ihe fot confiada, leudo llie sido fornecidos
os recursos jul^aiios eOMaarfos, a!m de ser
reforjada a esquadrilha do Rio Grande com
duas lorpedeiras. lisse gen-ral acaba de p:d r
dispensa do sua eoaiaissao.
Gomo moio de reduzir as for^is dos revolu-
cionarios, a 1 de Janeiro contv li iuJullo das
penas de 1.* e 2.' deserco prugas do >'Xer-
rito, da marinha, di guarda naci mal e da po-
lica desia Capital, que se apresentassjm no
prazo de 60 das as auloriJades indicadas 110
respectivo decreto.
A rerolucao est bastante cnfraquecida, n5o
dispo de torgas que pos=am enfivnlar com as
tropas legaes, por isso s BMBlMi as bostiliila-
des por meio de guerriiha, passan lo para alm
da fronteira quando perseguidas pelas nossas
forgas.
Apezar de reiteradas reclamig0;s da boa
ventade manifestada petos Goveroos vizJnbos,!
multas das autoridades da Ironleira da Rep-
blica Oriental do Uruguay co'iliiiuiin untas a
tolerar a permanencia do revolucionarios bra-
zileiros era territorios de sua urisdiceo a ou-
tras a protes;:l-os, facilitando-Ules a rtuaia de
elementos com que repelcm i;ir iOss no R:o
Grande.
A termnago da lucia nleslina e o canse-
quente congiugamen'.o da familia braiiletra e a
aspirago de todos os patriotas. A revolncao
do Sul, que servio de ponto de apoio revolla
de t> de Setombro, rontiiia a ser a fonte inex-
golavel de expljracjs politicis e finaneeinn
contra a -puDlic ." Mas essa lucia nao pode
terminar sem a submissfio dos seus promotores
s insliluices adoplidas e aos pode es consti-
tuidos pela Nacas.
Estou certo de qui u Congresso Njcional, na
rbita de suas aiinbuig-s, cooperar com o
Governo para a realizagao d'eSM tiidiratum
Adm (I'essa profunda allerago da traoquilli-
dade publica, nao ha mais que registrar, no
periodo que vos relato, genio desordons de na
tureza meramente local, como a que occorreu a
1." do correte no Estado das Alagoas, ond 3 h
forga policial do Estado in'.tmou o Govemador
a abandonar o cargo, no Estado da liaina, e na
Capital de Pernambuco, onde, por excessiva
esaltago dos nimos, suscitou-se o laslimavi-l
conflicto, em que suecumbio um dos chefo3 do
par.do opposicionisltt ao actual Governador.
A proposito desle luctuoso acontecimiento,
cabe aqui consignar que o Governador, de ac-
cord > com a Coristituigao do Estado, commetteu
a tarefa do inquerto criminal a um juiz lbalo
jurisdiegao local do districto em que se deu o
triste successo, j se adiando, por elTeito, desse
ven. Que diz, Jorga ? Pelo amor de
Daus, expliqus-se.
Urna insjtira$o sbita, rpida e lutni-
n>sa como o relmpago, atravessou inopi-
nadamente o pensamento do mancebo.
lleva, replicou elle impetuosamente,
ao me interrumpa e obadaca-me.
E designando a lousa de porphido ver-
melho, qua oobria o aaroophsgo :
eite nesta ousa.. Dapressa, de-
pressa 1
A joven nSo comprehendia, mas fez o
que Jorge lhe ordenava e estendeu-se na
lousa.
Jorge cobrio-a cam o veo sagrado, ar
rebatado estatua da deusa no santuario
o pagode, e elle proprio se ocsultou por
detraz della.
Neste momento girn nos gonzos a
porta de bronze com ruido sinistro e ou-
vio-se a voz dj fakir :
Entrem e executem disse a voz.
Os thugs, de lago na mSo, entraram no
sepulchro e avangaram vagarosamente,
com urna especie de instinctiva descon-
anga e terror supersticioso.
Atraz dulles ia Souniacy com nm la-
cho.
De sbito, porra, recuaram todos tres,
soltando ura grito e mostrando as trans-
tonadas physionomias a expressao do
mais profundo pasmo.
Erga se e caminhe 1 disse Jorge em
voz baixa a Heva.
A joven, envolta no sagrado tectdo, er-
gueu-se 9 deu um passo em f.-eate.
Os hynds ajoelharam todos.
O veo da densa exclaraoo fakir
Srostrando-se tarabem e rojando no lage-
0 o calvo crneo.
Jorge ergueu Heva nes brago.
Sim, disie lie com voz atroadora,
inpierito, os dous commau Untes da Torga po-
licial licenciados e fra das respictivas func
coea, para se defendorera da acnusagao que so-
Bre : lies pesa.
Allu lindo cora profunda magua a estes fi-
ctos, conforta-rae o espirito o espectculo de p >z
prosperida le que apresentara aquello e outros
Estados da Uniao, on ie o augmento das rendas
publicas, o lorescimento da lavoura, do co n-
n tcio e da mduiii'a, a crescente immigracag
europ'i e o desenvolvm nto dos meios d^
comrautiicago demonstrara quo fundadas erara
as cspjrangus de tn-lhor futuro com qie foi
sao lado o a i vento do novo rgimen poltico.
Em exei'ugo da le n. 221 d-j 20 de Nnoin
bro da 1894, que completou a organisagao da
Juslig.i Federal, o Gover o notneou coinmis-
ses pira proceder coasoli lagao syslematica
de Indas as disp)Si(J3 vigentes relativas ao
processo e organisagao do Juizo Federal e par
formular o regiment das custas, emolura nlo-<
e porcenlagen^ de que trata o art. 87, ns. 1 e 2,
da mesma Isi; e, mediante proposla dos juize-t
seccionaes, lera procedido nomcugo dos snp-
ptentes dos respectivos juizes substitutos no
diversos E-lados da Uniao.
Algumas prorideacia3 complementare, qu
atada se tornam uecessarias para deiinriva re-
golarisacao da Ju>liga Federal, constara rauu
cionuraenle do relalorio da II-partigo compe-
tente.
Pego a vossa golictude para a decretarlo da
reforma de que carece a Jusligi do Districto
Federal, da qual vos occupasles da ultimu
Mtsao.
Seria de grande conveniencia, para facilitar o
funecionaraeuto dos trbunaes, laes coiuo furara
estatuidos pelo decreto n. 1.030 de 1-J93, que
deterininasseis algumas reformas que, lea al-
terar e.n suas lindas saraos a organisagao ac-
tual, concorressem para melhorar o servigo con
liado aos juizes locaes d'esle istnclo.
Cora esse titulo, entre outras medidas que
vossa sabedorla e experiencia aconselharem,
pens que pena de real vantagom fazer desap
parecer a diversidado >lu competencia das C-
maras da COrte de AppellagOes. passando as
turmas em que se divide o Tribunal a 1 onhe-
cer da lodo os effeilos para a disposigao, des-
fazendo-se assiin a d^proporeionalidade que se
observa entre os trabamos de urna cmara e de
outra,
No Tribunal Civil e Crimmal coovira con-
centrar nos Juizes da Cmara Crintinal to lo o
do Jury o das pronuncias, entregan lo
se il'.'-sc modo os membros das outras ama-
ras nos t rabal'.ios das suas respectivas varas,
Bpprimiado su os doit vice-presidentes, cora o
que a Cmara Coraruercial poder g nihar mais
dous Juizes de que precisa e desappar.:cendo
o 'o;ii :l;o do triounat, cujas a tribuido:s de-
rerlo paasar urnas para as Cmaras, outras
para a Corte de 4,ppellag0e.
No termos do Decreto Legislativo n. 223, de
30 de Novembro do anuo passado, foram redu-
cidas a 13 as pretorias d'esla Capital, teul j
s do estas novamente cas ideadas e respaila-
dos os dreilos adquiridos pelos esenvaes qu-
sarviain peranle as que foram nnnexadas.
A execg&o d'essi lei veio demonstrar a ne-
cssidade de medidas complementares, para
as quaes chamo a vossa atlengo. A suppres-
sao das pretorias em antigs freguezias, como
Paqoet ilha do Governador e Santa Cruz, dei-
xa estas localidades, afasladas das sedes dos
respectivos pretores, sera ura cirtorio de regs
tro civil e sera o funccionario eocarregad da
celebigo dos casamentes. No decreto n. ...
1.978, de 25 de Fevereiro do corrente anno,
dan lo cumprraento aquella vossa resolugao,
procurei sanar o p ira jiro inconveniente, mal
o..da foi possivel quanto ao segundo. Esses
inconvenientes, porra, dosappa-t-cero desde
que eslab;legais ora c.irlorio para os actos do
registro civil era cada c cums.cnpg&o de pre-
loria extmeta. cora o competente offlcial e
creis ura sub pretor especial era cada urna
d'essas circom-cripgG;8 para as fuocgOas admi-
nistrativas do casimenio civil.
Acham-se em elaborago os regulamentos
concernenles ao decreto n. 1.039 de 1890 e a
arrecadago o tiscalisagao do sello especial para
a laxa juiiciana Instituida pelo art. 3. do ci-
tado decreto 11. 22: e pende de estuios o pro-
jecto, organisado pela Coraraissao que o Go-
verno nouuara. do novo reg ment de cusas.
Por igual, precisa ser o"gan sa lo o sysiema
penitenciario da Repblica, atimdeque se pos-
sa dar o devido cunprim)iito as prescripgOes
do Cdigo Penal.
Nao existe anda edificio cellular especial,
nem tao pouco installado urna penitenciaria
agrcola, para effeclividade das penas coinmi-
nailas naquello I odigo.
E esta providencia 6 tanto mais necessaria
quanto certo nfio baver actualmente urna ni-
ca colonia penal, visto quj cessou, por forca do
decreto legislativo q. 2i, de Dezembro prximo
rindo, a existencia do presidio de Fernando do
Noronha.
A propria Colonia Correccional de Dois Ros,
llide rielo Gover
o veo da deusa I... Curvem-se, escravos,
ante o enviado de Bowhanie, e lembrem-
se da que a juelle que disser urna nica
palavra do engredo qne aqui presencion,
morrer fulminado pela deusa.
Seremos todos os mudos balbuciou
o fakir.
Os thugs e os brahmines repatiram tam-
bem e em tom submisso :
Seremos mudos 1
Muito bem proseguio Jorge-
E sahindo do tmulo desoeu o de-
gros.
Atraz delle ficaram os seus carcareiros
prostrados e rojados no p.
Kazil esperava ancioso, escondido na
densa sombra dos cypreates.
Bemdito seja o Deus dos christaos !
murmuron elle.
Eil-o emfim, meu amo.
Gracas ao veo de B-awhanie, res-
pondeu Jorge, e cegueira destes insen-
satos.
Nao percamos um segando I prose-
guio o rapazinho. Veoha libertar sir
Eduardo a Stop. Tem j cavallos sua
espera, e fugir em seguida.
Sabes onde meu irmao se acha
preso ?
Sei, sim, meu amo.
Leva-me l, Kazil.
Vamos !
Acharaos ocioso dizer que os guardas
do carcere de Eduardo eram to super-
sticiosos e nao menos crdulos que os car-
cereiros de Jorge e de Heva.
O vo sagrado causou o sen infallivel
effeito.
As portaa da prisao abriram-ae o
?.oseo here pode aportar nos bracos o ir-
m&o e dar cordeal aporto de mo ao sea
fll criado,
fumado pelo Governo Inorado, no3 termos do
decreto n. 1 791 de 11 de Seterabro de 1891 e
em observancia do decre'o ^legislativo n. 14i
de 11 de Julho de 1393, nao fo' conveniente-
mente insidiada, alienta nao sd a impropri-
edade do local, em razio da lifflcaldido dai
comrauin'cagr3es, como lambern os grandes
onni qu desse fado resultara para os cofres
imlilicos, tornando elevadissimo o respceo
usieo. Torc en3ejo de sujeilar vossa apre
ciago as medidas que reputo adeqndas para
s-mar os inconvenentas a que acabo do allu-
dir.
N > que d!z respoito nstrucgSo publica,
aebanvse a oargo do Governo da (Joiao, como
sabis, os institutos de ensmo superior e de
bullas-artes, o Oymnasio Nacional e o Pedago-
gium, d<'st.nado a congtituir-se o ceniro impui-
sdt da Qstrucgo primaria.
D,ts melhoram^ntos le que carecem esses
i'stab;!ecimentos, alguns poriencem aleada du
poder cx'cul vo, que procurara atleodei os nos
re-ursos orgsmentarios : ou ros, porem. s po-
dera> ser lvalos a eifeilo mediante prv a au
ctorisago do Congresso Nacional. Entre osles
ul irnos, rae ic oaaro1 os que se referem aos
estatutos da escola Polyti-chnica, os quaes ea-
lio sendo elaborados pela respect va congre-
gigio, e transferencia da oscila do Minas de
OiroPreto paraou ra localidade.
j'entre outras reformas quj se tornam prc-
c sis era alguns dos a-sump.js incumbidos ao
inmu erioda jU3tiga e negocios interiores e que
so podero ser real salas por actos emanados
do Congresso Nacional, cabe-rao indicar as ae-
guintes de notor a conveniencia: reviso da
le eleiloral na parle concernente. ao alislameu
la g-ral da H-pubci, que lem sido etFeoluudo,
cot raras excep;0's, de modo irregular, onde
o lem podido sor fono ;aalformiaacfto das re-
gras e preceitos relativos na uralis igo ;es-
tabeleciraento do prucesso para a perla e rea-
cquisigSo dos direi 03 polticos;mterprelag.'io
lo prec-to constitucional qu 1 vela as aecnam-
lagss ronumirada,indicago dos caaos e do
modo por que lava lornar-se effocliva a con-
cesso de anxilios pccuoiaros aos Estalos,
quando reclamados du ante o interva lo las sos
toea legislativas; regulamentago do estalo
de sitio, declaran !o a exelusivt competencia da
Uniao para sua decretagao;e reorganisagao
ta guarda nacional de acco.-do com o principio
descentrulisaiior qaj noiniu em no3sa estru-
ctura instnucional.
D;ve taiuliem oo.upir vossa at engo a ela-
boragao do coligo civil e do cdigo de justga
ralitar, que se ucln submtido ao vosso es-
ludo.
Na Escola IV litar d'esta cipital deratn-se gra-
ves occurrtncias quj deterrainararu por parle
do Governo prorapt 13 e enrgicas providiacias
para manta/ a ordera e a disciplina n'aquel e es-
tabeleciraento de inslrucgSo raili ar. Atranos
d'essa escola tona ara parte saliente as arrua-
cai que, era n)utes successivas, tiv;ram logar,
na parte mais frequentada d'esta cjdade. nos ul-
iimos das de Janeiro; em Fevereiro, por oc-
caiifto do carnaval, provocaram desorlens em
lous tlieatros, nao obstante achar-ae presento o
comraanlautj lo respectivo corpo ; publicarara
p^ia imprensa ura manifest collociivo, e;n qu;
se constituirn] censores de actos d> Governo.
Por essas irregularidades de conducta, por
astas viol .g s da disciplina, foram os alumnos
n'p'elHndidos em ord :ra do da da comraando
di esc.-la. O) Cactos vieram provar que a re-
prehensao foi urna pena nao s ineffleal como
contra produ ceiae
A 13 de Mi'go, obtida a permisefto para com-
raeraorar na escola o ai.niversario da ren di gao
da esqmdra r.-volta la, os alumnos enlrelaga-
ram aos applaujos aos vence lores da esqua ira
raaufestag.'s de desagrado ao general cona-
maudaute do esabelecmento a ao Governa.
Por exc.-ssos pralicados na tarde desse da,
vio-se o commandanto na contingencia de des-
ligar no din seguinte sessenta nluranos que ve-
riticou serera os pruicipaos autores das assua-
das.
O desligoraenlo d'-sses alumnos, porra, em
vez de ser pena exemplar, foi anda contrapro-
ducente; porquanlo, ao relirar-se da escola, o
general coraraandante foi surpiohendldo par
um 1 verdadeira e insultuo-a vaia, que Iho da-
vainos aluranos-pmgas cotlocados as janellas
e baluarte do edificio ; retrocedendo, o general
reuni os alumnos e reprchendeu-os paternal-
mente.
laso, porm, de nada valeu, pois, ao sahir da
escola, >m seguida, foi novamente o coraman-
dante victima de mais estrepitosa vaia e nimia
no da segunde, 15 de Margo, ao entrar na es-
cola, encontrou os alumaos, en tai officiaes e
praga3, em estado de completa insubor linagSo,
dando gritos otl'nsivas a elle e ao Governo,
executanlo um plano previamente combinado.
O comraandante, asslm desconsiderado e insul-
tado pelos alomaos, retirou-se e veio comrau-
nicar ao Governo lio graves occuTeucias ; e,
voltando logo depois escola acorapanhado de
forga necessarla e devidamente auionsado, deu
baixa aos alumnos-pragas que alli se achavira-
e desligou os oiHcia :s, quj foram distribuidos
pelos corpos do exercito, trancadas as respe-
ctivas matriculas.
Estas providencias foram exigieras pela gra-
vi I ide das circumslancias, a bera.da ordem e
trunquillidale publica e em desaffronta da dis-
ciplina militar e do prestigio da legitima auto
rk'ade.
U'-'ferin lo estas graves occurrcncias satisfago
0 dever de saliealar o procedimento correcto
das fjrgas que concorreram, con louvavel prora-
ptidfto, para a reslauragao da ordem e da dis-
ciplina ua Escola Militar, cumprindo as ordens
a instrucgss recibidas com firmezi, subor-
dinago e severidade ex3raplares, que contra
s'.-tram com os actos de turbulencia e insubor-
dniagio de que anda foram testemunhas, e ani-
quilaran! as suggestOes cora que foi posta em
prava a sua leaidade e obediencia, por parle
doj alumnos mal aspirados e esquecidos das
honrosas tradig, que deviam zelar e reil-
f.'-me muito grato dar publico e solemne tes-
temunbo da fidelidad 1 unnimemente mantid
pelos corpos da guarngo d'esta capital, que
Tornando a ver lleva, tornando a vel-a
viva, teve Eduardo um accesso de alegra
delirante.
Heva, ao passo que dava gragaa a Deus
pela sal vaga do noivo, derramava abun-
dante? lagrimas.
Aindano est nada feito, exclamou
ella, visto como minha irm permanece
em perigo Oaus compadeceu se de nos,
mas a voz do meu coragao brada-me que
se nos deu a liberdade foi para nos per-
mittir que salvemos Mary.
lleva, replicou Jorga, nSo conheca
qu injusta, e que eu estou prompto a
dar por Mary o meu aangue at ultima
gota?
Sei, sei, meu irmo... responden
Heva ; mas apresse-ee, nao se demore...
Onde esto os cavallos, Kazil ? por-
gunlou Jorge.
Esto fra do portao do palacio...
n'um bosquesinho maito prximo.
Sabes onde o palacio do rajah
Doorghal-Sahib ?
Sei, mou ara).
Qaanto tempo te gasta para chegar
a esse palacio, dando azas aos cavallos ?
Duas horas.
Entilo, partamos, e voemos 1 Devo-
ram me a impaciencia e a angustia sin-
to-me perfeitamente aobre brazas.
Acompanhar-te-hei, Jorge disse
Eduardo.
E' impossivel raplicou Jorge.
Quero participar dos p-rigos a que
te vais expor-te.
Repite que imposBivel!
Porque?
Porqne nacessario, sen perda de
um minuto, que conduzas para Benars
Heva, a toa noiva, afim de a por em se-
guranza no palacio do governador...
mus urna v?z, como representante do nosso
patritico exercito, deraffl provas do sua leal-
da le e dedicagao Repub ica e aos seus leg
traos representantes.
Estes successos da Escola Mil tar determina-
ran! o al lamento la abertura das aulas para o
Io lo crreme mez.
te* 11 correspondido ao3 intu tos dos seus au o
res. A revisao dos respectivas regu'am ratos,
e, pois, medila a:onselbida pala expenenca.
A Cons! migo obr ga todo o brazile ro ao sor-
vig mil tar em d;fesa da Patria ;e de suas ms-
IttuigOes; mas ab liu o recrutamento forga lo e
determinou que o exercito e a arma ta se con-
s- tuara pelo volun ariado, sem premio, e, em
falta deste, pelo sorteio previamente organisa-
I 1 isso pjr meio de contingentes que os Es-
tados e o Districto Federal sao obr gados a for-
necir anuualmen de conformidade com a le
de lxaglo do forgis.
Est ver Meado pela experiencia que o volun-
tariado sem prem o n&o fornece contingen'es
ne:e.sarios para completar o elTec ivodo exerc -
to e la armada fizado por le e preencher os
sou claros.
Actua'mente muitos corpos estSo como nu-
mero de suis pragas reduzido melada e anda
a ra nos, seo lo que o bvalhao de infaolar a de
marinha apenas tem 71.
Isto derainstra a urgencia da lei reculan lo
o sorteio de modo a ssr praticamen e effi;a
para sa!isfi/.er a previ33 do -legislador consti-
tuinta, e as! ib ilec-ra lo providencias qm habi-
liteiu o Governo a elevar, cora a necessaria ra-
pidez, o effjcIivo dos corpos do exercito e da
annaia nos casos em que para isso eatver de-
vidamente autorsado.
Campre-ma completar as reforajas- oiciadas
em 1839, afim de regularisar a adrarais ragfto
mil t r de accordo cora os progresos da scien-
cia o com o actual rgimen demacra ico.
A' reorganisagao do exercito, creagSo do
districtos rail lares devera sega r-se outras re-
formas iecossar,a8, taes como a da Rjparligo
do Ajulante General, qua d; e ser convertid t
era Reparlicao do Che fe do Estado-Maior Gene
ral do Exercilo, com atiribuigoes bem defln-
taa, a do Quarlet-Mestre General a da lateo
d>'n :ia e da 6',-cre aria da Guerra.
Diversos servigos foram inicia los pelo Minis-
terio da Guerra, taes como a rocoastruego e
arrairaento das nossas fortalezas, a eras ruego
de.liv.Tsos edificios para hospi'a!, quartel e
depsitos de rauniges. Os crditos conced
do3 aira alguna desses servigoa lijaram en er-
rados cora o exercicio de 1891, por isao novos
crditos sao necessar os, para a conlinuago
dessas obras, que sao nlispensaveis e u'geo-
tes.
A revol'a quo comegou em 6 de Se'ern-
bro de 1893, ao porlo do Ro de Jaaeiro, Irou-
xe funes as consequencias para a Nago em
geral, mas do que a ludo p'ejudicou os s-rvi-
gos dependentes do Ministerio da Mirinha, cu-
jas repartics ficaram dosjranisadaa, cujos
corpos foram dissolvidos e cujo material fo
con-umi lo ou estragado, ora pelos revoltosos,
ora p-las necesridiles de defesa.
O que preciso, pois, fazir em favor deste
imprtante ramo da servigo naconal consiste
era nada nunis do que na reorginiaogao total
de Marinha, para a qual ser n'-esssar o grande
ditpendio, como em detallie podereit examinar
no respectivo relalorio.
Se antes dos acontecirnentos de Setembro,
nossa material fluctuante era nsufficieote para
a defesa do extenso httoral martimo da Untao,
ac ualmenle pls-se affirraar qu! nosa > poder
naval diminura consi leravelmente : dos nossos
vasoa de guerra alguna p-rderam-se de todo,
outros carecem de concerlos radicaes, sendo
que os navios comprados de 1893 a 1891
nAo possuem aa quilidades necessanas para va-
sos ite guerra. Era N>vembro doaaoo passado.
nao s iaso.....a sal7ac3o dos nossos
compatricios, a extinegio da propria
Corapanhia das Indias est as tuas
mas.
Com > ? N3o comprobando 1
Salvars o poder inglez na India,
avisando lord Singleton deque a immensa
con.ipiragSo, adivinhada pelo nosao pai
est a ponto de rebeotar, qual trovoada !
Dir-lbe-has que ua prxima noite, no
cemiterio dos Elephantes, a priaceza
Bjella, chafa supremo dos conspiradores,
devo dar-o aignal do exterminio e fazer
correr sangue bastaate para que do Gan-
ges trasbordem ondas vermelbaa at ao
mar !
Comprehendes agora, Eduardo, que
em Benars o teu lugar ?
Perfeitamente, responden o manee-
bo, e parto j ; mas dize a Mary que eu
quisiera, para sal val-a, combater a tea
lado, e a teu lado vencer oa morrer !
Dentro de poucaa horas, Eduardo,
sers tu mesmo que lh'o digas.
Tudo isto foi dito em caminho para o
bosque, onde esperavam os cavallos.
Eram quatro, um delles apparelhado
para senhora; Kazil pansa va em tudo, e
sabia prever e preparar tude.
Jorga ergueu Heva nos bracos e collo-
cou-a na seila, sobre urna egua de sangue
oriental, que devia devorar o espajo.
Em seguida aontaram a cavalle os tres
homens.
NSo nos leparemos, meu am...
disse Kazil; vossa honra n&o pode paesar
sem -.. n&o conheca o terreno, e eu vou
guial-o pelo caminho mais corto e menos
perigoso... O seu rosto hbilmente bron-
zeado d lhe o aspecto de um chefo hyn-
d .. Pa$a aa turbante com o cinto,
con'ractou o Goveroo do meu aotecessor acoas-
iruogSo de tres cruzadores com a casa Arnts-
troog, Mchell & C., de dous encouragadot
guarda-costas cora a corapanhia Forgcs et CAa*-
tiersde ta Mediterrane, e de tres caga-torpedei-
raa com o es abeL-cimanto deuomioalo Ger-
manla. navios estes que devem ealar promptoa
em 1898. Alera destes, ser ne-.essario anda
fazer acqusigao de ou ros, de modo que a nos-
sa Patria fique dotada de ama esquadra qae
correspooda as tradlgo3 gloriosas de nossa ma-
rinha.
igualmente, 00 que se refere arlilhari* a
ramamento de rao a merioba de guerra recla-
iaa melhoramenlos.
As fortalezas das lhas de Villegaignoo e das
Cobras, como sabis, paasaram de novo a per-
tracer marinha, para cujo servigo ellas eram
absolutamente necessar as, porque n'ellas ex-
istera dependeacias necessaras da armada.
Oa grandes estragos que.soffreram essa3 for-
talezas exigem obras, cuja construcg5o impor-
tara era avulia la quant a.
A Iran-feroncia ao Arsenal de Marinha desta
capital, para outro qualquer ponto, hije pro-
videncia reconhecida como de absoluta conve-
n enca. A I raitadissiraa rea de que dispe e
que impele dar-se o preciso deseovolvimeuta
1 algumas das suas officinas e sua pos gao to
pouco estratgica, que permitte ser fac-.lraeata
bombardeado, imps essa medida, haveoda
apaas divergencia de opio e-, quanto i esto-
nia do novo local.
,N'o tendo sido por vos approvada a propos-
la do Poder Executivo, que mandava reunir
em ura s estabelecimeoto as Escolas Naval e
Militar, o havendo cessa lo os motivos que da-
terrainaram o decreto n. 13 de Dezembro de
1893, foi a Escola Naval reaberla pelo decreto
n. 1.923, de 27 de Dezembro do an00 passado,
e logo que cstiverem terminados os reparos que
estao sendo feilos nos edificios da ilha das Ea-
xadas, comegarSo a funecionar as aulas. Oc
prejuizos maieriaea soffridos pela Escola foraa
avultalissimos, de sor e que, para restaurar o
estabelec meato s suas coodiges anter ores,
ser necessario grande eaforgo e ainda maior
dspedio de d nhe ro.
Attendendo a necesssidade de preencher os
claros existentes na classe dos segundos-tenea-
tes, acredito ser de conveniencia reduzir, por
erequanto, o curso dando-lhe um cunlio mais
pratico.
E' convenien'e subraelter vossa ronsidera-
g'i a aec.pssidade de al erar-se o decreto o-
103A de 30 de Dezembro de 1^89, na parte que
se reere a quo as do sold por anno de servi-
go que, alera de 25 ou 30, contaretn oa officaas
da armada, na occasio de so reformarem. Com-
prehende-se que semelhante favor livesse sido
concedido quelles qua sao obrigados a se re-
formar, ou por terem a Ungido a idade limite
ou por mcapacidade physica verificada emins-
pecgo de saude ; ounca, porm, quelles que,
ainda fortes em eoadiges de poderem continuar
a prestar servigos Patria, buscara voluntaria-
mente na reforma um repouso de que ainda nao
carecem.
Easas vantagens lm tido como resultado o
cresc ment extraordinario dos quadros d03 re-
formados da armada.
Igual alttragio deve ser feita tambera no de-
creto a. 333 A, de i6 de Abril de 1893, que es-
abeleceu a reforma compulsoria dos officaes
dos corpos de saude, de machinas e de commis-
8ar;oa.
A execugo dai leis os. 217 e 240, de 15 e
13 de Dezembro do aono passado, aquella que
mand ;u equ.parar as gratifleages dos officaes
da armada e classes annexas s que percebeaa
os officaes do ejerci, e esta que augmenton
e equiparou os vencimentos dos operarios c em-
preados civis dos Arsenaes de Guerra e Ma-
rinha, apresentou, como veris na detalhada
expjsigSo feita no rea orio do jMinisterio da
Marinha, granles difHcul iades na pratica, pela
diversidado de funegees e coramisses cojas
gra ficagOes a lei raaodou equiparar. Chama
para esses pootos vossa esclarecida attengo.
As ultimas reformas que soffreramaa Reparti-
get de Marraba, se em parte sanaram alguas
los inconvenientes que apresentavarn os rega-
lameatos anteriores, nem sempre obedecer
ao pensamento de tornar menos moroso o ex-
peliente, centralisaado quanto possivel o ser-
vigo.
iJonviria que fosse o Governo auioriaado, poia,
a reorganlsar, sem augmento de despeza, a Se-
cretarla de Estado dos Negocios da Marinha
as repar ig28 annexas, de accordo com o pla-
no exposto no relalorio do respectivo Ministe-
rio.
O decreto n. 103, de 14 de Outubro de 1892,
fixando os casos de competencia dos poderes
federaes e estadoaes para resolverem sobre o
estabelecimen o das vas de communicago flu-
viaes a errestres, necessita ser completado com
a adopgS > do plano geral de viago da Rep-
blica. Essa medida ra se tornando urgente
em vista da expaus&o que toma nos Estaios a
porque se encontrarmes alguna follaos,
passaro sem lhe dar attencao.
Jorge seguio a recommendafSo do ra-
pazito, e depois de ter arranjado urna co-
bertura pittoresca com o cinto de larga
listas multicores, ouvio da proprio Eduar-
do a convicio de que estava irreconhe-
civel.
Adens,"Jorge, murmurou o man-
cebo.
Emquanto Eduardo corria a toda a bri-
da para o palacio da presidencia, afim da
commnnicar a lord Singleton as medo-
nhas revelacoes que seu irm&o lhe fizara
acerca da conapirace urdida pela pria-
ceza contra os sens compatricios e a Cora-
panhia das Indias, Jorge Malcelm, acom-
panhado de Kazil, tamava a direego da
palacio de Doorghal-Sahib, onde se acha-
va prisionera Mary Burtell.
Quando se achava a pequea dis-
tancia da residencia principesca do rajah,
pararam Jorge e Kazil, afim de concerta-
rem o plano que lb.es permittisse penetrar
no interior do palacio aem que fossena
vistos, e aem que corresse o miniaio pe-
rigo.
Poneos minutos de inspeecao lhe a forana
precisos para sa convencerem do que M
acham bem guardadas as cercanas do pa-
lacio.
A eova do chacal aps o antro da)
panthera murmurou elle a meia voz.
Depois em voz alta aecreaceuteu :
Que vamos nos f zer, Kazil ?
N&o sei ainda, meu ama... respom-
deu o rapazinho.
{Contina.}
Typ. do Diario; ra Duque de Oaxia,


,..

-_-
I
J


***-

diario de Pernambuco < Qnarta-fetra 15 de Maio de l^o
respetiva viago frrea e para que possara 8er
barnion coa os planos adaptados.
Pura b oa execugao do que ir deliberado
torna-se igualmente necessario que 9eja votada
a le flxando as normas que de vera reger as
a le fliando as normas que uotciu rejci aa i/uiissuu u ConctssOes a fazer eos con enos de que cogita milhOas eslerlinos, ao prego de 97 e juro
.. i_ 1*1 iA Aa Anhihrn K o nnm i\ nnunmf ntr im trPR nrtatarfi q
aciladal.'idel4deOutubro.
0 3ervigo de conalrucgo das estradas de tur-
ro ctisteadas pelo Governo Federal vai corres
poncondo aoa sacrificios pecuniarios que im
pOeni
Apeiar do gran lo e patr olico impulso que
i3 emorezas particulares dea a o 6 verno Pro-
visor liberalisando favores avullados e oxca-
pcior ues que perrai tiam o seu completo desen-
volv liento, poucas forara as que nao incorre-
ram mn caducidade, deaccordo com os respec-
t.vo3 contrae os.
O Congresso Nac onal espagou os prazes de
algunas, cando oulras caducas.
A necessidade de augmentar as vias de cora-
municago e de transporte e de estimular o po-
voaroento e utsaco do slo nos aconaelha a
deser volver a rede de viagao frrea da Rep-
blica, ora como a atender ao servico de irami-
grago, que durante o anno passado leve pe-
queo movimenlo.
A Elstrada de Ferro Central do Brasil, que
tem 3 do objeclo de particular atl vern., precisa de grandes melhoramen os, quo
vos s si ao exposlos era mensagem espec al.
A navegago de rabotagem contina a ser
feita regularmente polas compaas nnc onaes,
e o Governo tem procurado auxilial-as pa a
debellago da crise causada pelos effeiloa da
revolia. da armada.
As obras de melhoiaraento dos portos da Re-
pblica tiveram diminuto impulso, pelos moti-
vos que encontrareis especificados no relalorio
do respect vo Minister o.
E' conveniente que por lei especial sejam de-
finili\ament regulados esses servicos e firmada
a coiupeteocia exclusiva da Unan para supe-
rintendel-08. ,
Os comproaissos contrabiaos pela Repblica
no Congresso Postal de Vienna, realisado era 4
de Jolno de 1891, os acedlos a que adherio
para sirvieras especiaes e o desenvolvimento de
nossas reiacea tociaes e econmicas dele-mi-
narac a reforma poslal de 10 de Abril de 1804,
autor sada pela lei de 11 de Outubro de 1893.
Esse regulamenlo entretanto, resente-se de la-
cunas, que a experiencia j demonslrou, e o
Governo para corriyil-as, aguarda a lei aulori-
sando a reviso d'aquelle regulamenlo que
pende da vossa dehbrago.
Foiam reorganisados os servigos a carga da
Reparticao Geral des Telegrapho3 deaccordo
com n dispusieres ua lei n. 193, de 9 de Outu-
bro de 1893.
Proseguera com actividade os trabamos an
construego das novas linhas telegrapbicas pelo
nter or da Repblica, obedecendo ao plano de
fazer a ligago dos lista los por urna rede inte-
rior, que possa ga-inlir a livre communicogo
entra lies nos casos de nterrupgo das luihas
ao longo do littornl.
A esse desenvolv ment das linhas aconipa-
nha 3 augmento de trafego lelegraphco e da
respec.iva renda, b>m resguardada pelas dis-
posigojs d > regulamenlo era vigor.
Scc do de grande alcance poltico e estrat-
gico que as linhas telegrapbicas attinjam as
nossas fronleiras, onde nao se pu 1er com facili-
dade I anear os ramacs das linhas frreas actual
mer.le em construri.o. espero que habilitareis
o Go torno com os necessanos meios para lavar
avante coa presteza esaa conslrucces, algu
mas 'las quaes j se achara enenminhadas.
Ha/ando o Coograsso se conformado com a;
razos de nao BtACCfto ao decreto em que se
converpu a proposi.o da Cmara dos Depula-
dos a. 59 de 1893 que dava organisago defini-
tiva ai Tribunal de Conlas, contina esle Tri-
buna a reger-se promisoriamente pelo decreto
n. 1166 de 17 de Dezembro de 1892, expedido
pelo Poder Execulivc.
Creago constitucional da mais elevada m-
portaacia para o regular fnnccionamenlo do r-
gimen financeiro, comprehendes quanto <-on-
vem que essa instituigo se funde em lei org-
nica permanente para qu* pos3a deserapen ar
com vantagem para a adminUtrago e para o
crdito do paiz o atilissimo encargo de fiscali-
zaras leis da receila e o embrego dos dlnhciros
do coilr buint-. Em mensagem especial sun-
met'- re ao vosso cilerio as ide'as que leulio a
respeito d'-s'e importante assump'.o.
A .en icncia dos Estados para invadir a zona
dos impostoa reservados i Unio rcclami de
vossr. parle a raais alienta vigilancia para que
nao seja desfalcada :. arrecadago de sua renda,
qu*, como sabis, fo' privada por disposigo
C0D3 Hucional de fontaa abundantes.
Com relaga aos irapostos de iraportaga. va-
rio stados trc procurado, s b a denominago
de ;mpostos de gvro, de eslalistica ou de pa-
tente commercial, crear recursos para os seus
orgai lentos com pr-juizo da receita fedaral.
preteodendo mesrao i inlervengo das Alfande-
gas para facilitar a execugao de suas leis.
31uit) embnra o Supremo Tr.bunal Federal le-
nh-, :m virlude de irovocagao das partes mle-
ressadas afirmado, a icmstilucionalidal de
algunas d'essas coa ibuig^s c baja o Govsrno
ordenado s repanic.-s do anecadago qu
nao levem concorre-, dilecta ou indirectamen-
te, para que seja a niao prejudicada em sua
renda, acrjdilo que oCongre=SJ bem proco lera
regulando a materia por lei especial.
O imposto do selln, ruja rea alias carece de
deseivolvimento, vai sen lo igualmente exp ora-
do < m detrimento da nossa receita, nao sendo
suffi'i'ntes as regris que eslabelec ses na le
do c remenlo para o exereicio de 1891. Algu-
mas Cmaras Muni'.ipaes lm-se julgado com
o diieito de crear laxas d'essa nalureza para os
servaos a seu cargo, em desaccordo como pre-
ceito constitucional, que nao con agrou essa
ordeai de conlribuigdo.
O raposto de exporlagSo, que 6 a fronte mais
abundante na renda de alfana Estados, tem re-
centi'tnente dado log.-.r a urna seria divergencia,
que pode, se nao fr, c>mo 6 de esperar, resol-
vida ele comraun accordo entre os interesaados,
flee ar de alguma forim os grandes intenisses
que f 3 prendera aocomrai'rcio do caf realisado
no mercado d'esta capital.
4. ei n. 23 de 30 de Dezembro de 1891 per
mitin aos Estados do Rio de Janeiro, Minas
Geraei, S. Paulo e Espirito-Santo a arrecacago
de s us impostos de exporbeo no Districto
Federal, proceden lo cada ara de harmona cora
a S'ii legiMagao riscal. O legislador no prc-
viu que a divergencia de legistago puiesse oc-
casionar as perlubag Jes de quo lendes conheci
Os lisiados do Rio de Janeiro e Minas Goraes
cobrara 11 |o de diremos de exportagao do cafr
i en rada do iroduc o n'esla Capital. Ef-!Ciu-
ada a cobranga, pre ende o priraeiro que a ex-
portagao seja livre o de Minas-Geraes exige
que o exportador seja obrigado a exhibir o co-
nhecimento do pagamento do imposto, que
d'ess arle reverter em beneficio do productor.
A questo nao teria surgido se, como no merca-
do de Santos, o inposto do caf fosse pelos
dous Estados cobrado directamente do exporta-
dor. Este alvitre, porem, parece nao ter >i to
accei.o, aflm de poder ficarsujeita ao pagamen-
to do imposto de expoitagao a grande quanli-
dade de caf que se consom n'esta Capital.
E Je toda a con'enienca e opportuniclade
que u Congresso delina de modo claro e ex-
plcito a natureza ceste imposto, ficando de
urna vez assentado ;
aj as o imposto de exportago deve sor pago
pelo exportador, o se licito aos Estados
cobn.l-o do productor dentro ou f-a di sous
resptc.vos territorios ;
6) se est segeite a essa conlribuigo e pro-
duele, que, em vez de ser exportado, consu-
mido ro paiz.
A nossa tuago financetra, aggravada por
causa9 que conheceis, continua
muic seriamenle a ittengo do
O grandes eacarro- creados p
urna parte da armada e oa que provm do cr-
ditos extraordinarios e supplementares que ap-
provi'i es despertando vossa patritica sollcilu-
de pelo bem publico, impelliram-vos a auc.on-
sar a= oparases de crdito de que trata i le
n. 235 de 24 de Dezembro de 189i, que orgou a
receila para o exereicio corrente.
Tv desde logo nocessida te de procurar re-
curso* no exterior para acudir ao encargo da
nossi divida, alliviando o mercado cambial de
urna concurrencia qie seria da consequen :a i
n.ulto gravea no estido actual de nossa praga,
trab; hada por mos elementos de perturbai;o.
Pate:ia-m que, emquanto na fosae tem
aprcic'da no Exterior a poltica de economa, de
mode-agSo e de severo respailo lei, que coas-
nao deveria nventurar-me experiencia de urna
grande operago fiaanceira.
Nestas condicgOes, contractei com a respeita-
vel casa dos Srs. N. M. Rothschild & Sons a
emiasao do Tbesouro, da importancia do dous
de
de
5 7., cora o pagamento em tres prestagGis -
curto prazo, e resolv fazer nm appelio aos ca-
pitaes do paiz, de cuja confiang i eu nao poda
absolutamente duvidar.
Por decreto n. 1.976 de 25 do Fevereiro desto
anno aulorUei o Ministro da Fazenda a contra-
lla ara emprestirao de cera mil coritos, emittin-
do para esse flm apolices do valor nominal de
1:0038 e juros de 5 Vo, determinando que o
prego da eraisso seria de 95% no minimo e
que matade do produelo do emprestirao seria
destinado ao resgate do papel moeeda emittido
em virtude do decreto n. 1 616 A de 23 de De-
zembro de 1893.
Tenho a satisfago de comraunicar-vos que a
subscripgao foi coberta duas vezes, blenlo as
sim o mais li3ongeiro successo.
Conhecido o xito do emprestirao, exped o
decreto n. 1937 de 14 de Margo, providencian-
do sobre 0 resgale do papel-moda, de cotjfor-
mdade com as disposiges do decrMo anterior
e dos votes do Tongresso. e determine! ao Mi-
nistro da Fezendaqua retirasse immediatamen-
te da circulago em notas de qualquer especie
a quanlia de vn'e mil contos, azendo-a reco-
Iher Caixa da Araortisage, onde se conserva-
r era deposito al surera as notas bancarias
trocadas por papel-raoeda do Thesouro, que
ser incinerado, e que de 39 de Abril em dian-
tc fosse applicando ao rngate a quantia que
entei.desse razoavel, lendo em vista as nece-
sidades da circulago.
O Ministro da l-'azeada, dando execugao ao
decreto, fez recolher sem demora Caixa da
Amorlizago a quanlia de vnte mil contos para
ter aqu:lle desino.
Comprehendes que os effeos d'eslas provi-
dencias nao podem ser iramediaios ; elles ho
de ser, porra, salutarea desde que tuio se su-
bordine ao pensamen'o do Governo de se man-
ter invariav Iraente dentro dos limites da lei
orgamenlaria.
A receila para o exereicio da 1894 foi orgada
em 233 521:8908743. Pelos dados constantes
da S^nopsj orgam ada para ser presente ao
Congresso, cora excluso dos balangos que nao
foram reraeltidos ao Thesouro, or algumas Re-
partiges da Caplal Federal e Alfaudegas de
diversos Estados, verifica-se a renda escriptu-
rada e classilicadas de 193.901:7818411, "que
ser elevada a somma de 278 877.2J3S0I7 pela
a ldigo de 78 985:4ilSl6 correspondente
renda arrecadada durante o exereicio e ainda
nao escripturada.
A despeza foi fixada para o raesraa periodo
em 2.">0.4o7:9938o32. Tendo sido abertus cr-
ditos supplementares e extraordinarios na im-
portancia de 120 717 2l0220, elevr sa-lia
aquella somma a 371 175:2031881, que dever
flear reduzida a 312 975 203,1 >82 pela deduego
da raportaucia de 23 200:0003003, correspon-
dente a crditos que smente sero despendi-
dos no correte exereicio o no iram--dalo
Nao ser portanto, inferior a 45.335 3728301
o augmento da renda do exereicio de 1891 com
relagao orgada, devendo-se accrescentar a
essa importancia a de 7.7059328170 provjuien-
le do liquido dos depsitos.
Comparada amia a renl de 278 837:2638011
c^m a despeza de 312.975.23*8332, o lericil .
do exereicio de 1891 ser d t.0.37:9458835,
que (i ara relucido a 53 332:01383J5 pelo a -
crescirao aquella renda do liqu do dos depisi-
los -
Pelo movimenlo da arrala tago, ja connici
lo, do priraeiro trimestre desie exereicio, na
Importancia de 62.031:5138110, pde-se con-
cluir que a rnda altragir a somma ds.......
277.076:6553205, que augmentada de...........
17.511:1938323, correspondente importancia
calculada pa'a o semestre addicioaal, elevar-se-
na ao tolal de 291.537:8438533
Sao grandes os compromisos da Xagao, ra-
jos recursos financeiros l.n sido submetlidos a
duraa provas n'estes ltimos lempas-
Nao ha, poria, difBculdades que nao sejam
dominadas por ifha administrago econmica e
adslricU ao rigor da le, amparada pelo patrio
llamo dos legisladores.
A receila publica aprsenla, como vistes, no-
tavel desenvolvimento. Se nao podemos con-
tar ain la este anno ora produogo superior a
do anno lindo, ludo presagia que as colheitas
do anno prximo sero abundantsimas.
Desde que, portanto, tenbamos conseguido
imprimir ordem adminislraco, regulansar os
servigis, estimular as tontea de receita, fisca-
lisar o seu tmprego e reduzr quaolo for pos-
sivel a dospeza nublica, a siluago inanceira
de raelhorar e a confianga em nosso crdito se
reslabelecer definitivaraente.
Podis contar de miaba parle cora todas as
iiiformag:s de que precis-irdes par o desera-
penho de vossa ardua raisso e com o mais
franco concurso para lulo quanto possa inte-
ressar a prosperidade e engrandecunecto da
Repblica.
Capital Federal, 3 de Maio de 189o
O presidente da Repblica,
P, a / me 1. de lluraes Barros.
PARTE OFF1GIAL
Xcgo-
Miiiistt-i-ii da Justina c
cos Interiore
DECRETO N. 2018 de 29 de Abril de 1895.
Crear ura commando superior guardas oa
conaes no municipio de Qutpapa, no Estado
de Pernambuco.
0 Presdeme da Repblica dos Estados Uni-
dos do Drazii resolve decretar : ,
Arligo nico. Pica creado no municipio de
Quipip, no estado de Pernambuco. um cora-
mando supenus de guardas nacionaes, o qual
s compora de dous batalliOis de infantera,
com as designag:3 de 151. o 152., da um re-
serva, com a de 87., com quairo ompanhias
ca la ura, e um regiment de cavallana com a
d isignago de 17. com qu aro esquadrOes, oa
quaes se oganisaro com os guardas qualili-
cad id no3 districtos do referido mnnicipio;
anregatUa as disnosigO s era contrario.
Capital Federal, 29 de Abril de 189o, 7, da
Repblica.
Puliente J. de Morats Barros.
r Antonio Guitcilves Ferreira.
Por decretos de 2 do corrente :
Foi declarado sem effeito o de 3 de Novem-
bro de 1894, pelo qual foram annulladas as no-
meagOes de oTBciaas da guarda nacional da co-
marca de Olinda, no .estado de Pernambuco,
feilas por decreto da 19 de Janeiro do raesmo
anno, que assim iicar subsistente e em pleno
vlf?or i J
Por portara de 2 do crreme, fot nomeado
o bacharel Lydo Mariano de Albuquerque para
o logar de curador de ausentes do Districto
Federal.
^*-
base de me i programla de Governo, L0uren 0
Miniaterio da ludustria e Via-
DECRETO N. 2016 -de 23 le Abril de 1895.
Allera a clausula 20. das que acorapanharam
o decreto n. 1700, de 3 de Siembro de 1891
O Presidente oa Repblica d03 Esiados Uni-
dos do Brazil, na conform.dade do art. 2 a art.
6., 2. do decreto n. 917 A, le 4 d- Novembro
de 1890, que regula e fiscalisa as concessOes de
isengo de direitos de impor ago ou consarao,
resolve alterar a clausula 23 das que acorapa-
nharam o decreto n. 1793. le 3 la Siembro de
1391, no sentido de ficar dependente daappro-
vago do Ministerio da Fazenda a uengao de
mposlos de macliuiismos, ferramentas e mais
i a proecupar objectos de que irata a referida clausula.
Governo. Capital Federal, 23 da Abril da 189o, .. da
lela revolla de Repblica.
Prudsnle J. de Moraei Barros
Antonio Olyntho i Siu^s Pues.
Governo do Km lado de Pernam-
buco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E 1NSTRUC-
CO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DA 2 DE MAIO DB
1895.
Jos Querino dos Santos, sentenciado, pedio-
do transferencia para a cadeia do municipio de
81o Lourertgo da Malta, aflnal deser all jo'ga-
do -A Dr. juz de direito do municipio de S.
Dr. Sigismundo Antonio Googalve', juiz de
direito do 4.* vara do Recife, pedindo o raszea
de licenga para ratar de sua saie. Gomj re-
quer.
Dia 4 -
Amelia Alcoforado Cesar de Mello, professora
em disponibilidad?, requerendo entrega de ven-
cira mto-i. Sim, mediaote recibo.
Erapreza Telephonica Bourgard, solicitando
pagamento do apparelho telephonico a servigo
do corpo de cavallaria.Informe o commau-
dante interino do corpo de cavallaria.
Dia
Vicente Antonio de Oliveira, sentenciado,
pedindo perdo.Volte ao Dr. juiz de direo
do municipio do 'anholinho, para informar.
Roberto Jos dos Santos, sentenciado, pedin-
do perdo.-Informe o r. juiz de direito do
municipio de Nazareth, mandando juntar os do-
ruraenoa mencionados no art. 2." do decreto
n. 2563, de 23 de Margo de 1880.
Dia 7
Leobina de Barros Lins e Silva, professora
era disponibilidade, pediado sertides.Passe
do que constar.
- 8-
Vicenle Ferreira do Paula, ex-cabn do 1." ba-
lallio de infantaria Estadual, pedindo paga-
mento de vencunentos. Informe o commandan-
te interino do 1. batalho de infantera Esta-
dual.
Dia 9
Jos Carlos Mascarenhas Jnior, sentenciado,
pedindo perdo.Informe o Dr. juiz de direito
do municipio de Olinda, mandando juntar os
documentos a que se refere o ari. 2." do decreto
n. 2563, de 23 de Margo de 1830.
Capio Jos Malheras de Oliveira Guimare,
t.'ibelliao de olas, esenvo de orplios, ausen-
tes, residuos, capclla?, crime, cival, jury e exe-
fU'jes cives o criminaos do municipio de Pa-
nellaa e o lente Jos Ponciano Telho de lien
donga, 1. labelliSo do publico judicial e olas,
eser vo do jury, execucOos crminaes, orphos,
ausentes, provedora, capellaa e residuos do
municip o de S. Lourengo, pedindo permsso
para perrauUrcm os referidos ofScios. Informe
o Sr. r. juiz de direito do municipio de S.
Lourengo.
Manoel Jos da Silva, 2." sargento do 1.* ba-
lalho da infantera Estadual, pedindo paga-
mento do fornecimeoto d'agua e luz que fez ao
destacamento do municipio de Trumoho.Ve-
nda por iutermedo do coraraandaute.
Dia 10
Anna Carolina do Reg Daulas e suas ir-
ines, proprietanas do predio onde funecona a
Quastura Policial, propondo a renovagodo coi
iractj Informe o r. Questor Policial iule-
rino.
Jo Soares Corrca Brazil, alferes do 2.' ba
talho de infantera Estadual, ped ndo paga-
mento do l'irnecimeoto d'agua e luz que fez ao
destacamento do municipio de Garanbun3.
Uefendo nos termos do oflicio ao r. Secreta
rio da Fazenda.
O porleiro interino,
. de Siqueira.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DO DIA. 14 DE MAIO D
1895.
Delmiro A. da C. Gouveia.Averbe se.
Mara J. da Gama, Anua P. Arantes. Daura
A. de C. Pasaos, Jos T.de arvalho Manoel
Macei, Mara G. dos Santos, Silv no A. da
Fonseca, J. Paulo Botelho, Tavares Freir & C,
Jos A. da C. Fernandos, Anna M. da Aasum-
pgo, Joo I. A. Casco, Maria Gandid 1, Fre
J. de S. Julia Bolelho. Jos A. da C. Fernandos
e Ladialo J. Ferreira. Deferido.
Francisco G. do .Araaral, Gaspar Pailte, Ma
ria da C. S. Seixas e Jos I. /.vila.-Averbe-se.
Joaquim L. Ribeiro.D:ferido, obedecendo a
indicago feita.
Manoel P. de Albuquerque.-Dadas as provi-
dencias nada ha o que deferir.
Benevenuto C. Cabral. -Certifique ae.
Joo X. R. Esteves. Deferido de accordo
com a indicago feita.
Irmandada de S. Pedro da freguezia do Re-
cife.Delerido de accordo cora as posturas.
Antonio C. R. de Oliveira.Prove que pngou
o imposto.
Secretaria da Profeilura Municipal do Recife,
11 de Maio de 1895.
O porteira,
Leopoldo Quedes Alcoforado.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
D.spichos do dia /4 de S o de 1895
Banco Popular.Indeferido em vista das m-
formagOes ministradas pelos m robros darlasse.
Ant-nio Ferreira de Moura, abaixo assigna-
dos negociantes e recebedores de assucar, Joa-
quina, da Silva Moreira, Jos Boiraa Serra Mar-
iras e Vctor Niisem.Ao porteiro para entre-
g.ir ao interessado.
Antonio Joaquira Casco. Joo Rodrigues da
Silva, Maria da Conceeo e Tertuliano da Oli-
veira.-Ao administrador da Recebedoria para
informar.
Candido Guilherrae de Sonza Azevedo. Ra-
chel Maria de Queiroze Peregrino da Silva.
Certitique-sp.
Artbur Espiuca.A secg 1 do Contencioso.
Manoel Jos do Nasciinenlo.Informe o ad-
ra nislrador da Recebedoria.
Manoel Diogo Cnave?, Francisco Carlos da
S Iva Fragoso e Cidro Peregr no da Silva. In-
forme o Ur. sub director da Contabilidade.
Ho orio Rodrigues Baracho e Severino Anto-
nio Cardoso. -Ao admin slrador da Recebedoria
para raandar fazer as devilaa notas e devolver.
Jis Lino Marquea Bacalhoe Silva & C Ao
Dr. sub-direclor da Contabili lade para mandar
fazr as devidas notas.
Albino Jos do Carmo, Silva &. C, Laurenlino
Nery da Silva, Jos Machado Guimaries, Lau-
nauo Pereira da Silva, Sipr ano Vasqujs. ora-
Sanh a Industrial '.oraraerc o de Estiva, Samuel
olelno, Maooel Gongalves Nogueira, Alipio
Apolonio da Silva, Flix Tlibeiro do Amaral,
Flix Sipriano da Silva Fe reir, Bario de Li-
raoe ro, Alexandrina Maria V eir. Antonio
Guedes Valente, Manoel de Moura e Silva. Fran-
cisco Salvador dos Santos. -Haja vista o Sr. Dr.
procurador fi-cal.
O protocolista,
Francisco M ilitino Ferreira.
Qaestura policial
Secgo 2.-N. 101 -Secretaria de Queslura
Policial do Estado de Pernambuco, ora 14 de
Maio de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho. -
Muito digno Secretario da Justiga e Nigocios
Interiores.
Pariicipo-voa que foram recolhidoa a Casa
de Detango, os segrales individuos.
No dia 11 :
A' ordera do subdelegado do 1. districto da
frenuezia de S. Jo, Mana doa Santos, como
alienada, com deatino ao Azylo da Taraari-
neira.
A' ordera do subdelegado de Afogados Joo
Jos de Fretas, como desordeiro
A' ordena do subdelegado di Varzea Bernar-
do Jos Joaqun), como galuoo,
No dia 13:
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Joo Francisco de Mello, como
desordeiro.
A' ordera do subdelgalo do 1." distrito da
Bda Vista, Joanna Mana da Cenciigo, por em-
briaguez.
A' orioin do sub lelegado do 3." districto da
Graga, Manoel Miguel de Vaaconcellos, como
desordetro.
A' ordera do subdelegado da Varzea J09
Ivo da Costa, vulgo Jos Caja, por embriaguez
e disturbios.
Hontem a noute no 1. districto da freguezia
da Boa Vista, foi encontrado pelo respeaawft
subdelegado o individuo de nome Antonio Ja-
cinlho Barbosa, que se achava deilado em urna
das ras d'aquella freguezia.
Aquella autondale fez conduziUo para o
Quarlel Central, onde devia dcscangar era vista
lo estado de doenga em quo elle se achava e
e all corap rece do hoja pela manh encon-
trou-o raorto fazendo imraediatamente coodu-
zil-o para o Cemilerio Publico de Santo Amaro,
afira de ser vistoria lo e depois inhumado.
Commuuicou-nn o subdelegado do 1. dis-
tricto da Gra<;a, que no dia 11 do corrente. pjr
volta das 8 ooras da raanha, no quintal da casa
de residencia da viuva do cidado Alcntara,
sita 4 ra Ponte de Ucha, tendo o individuo
le nome Antonio Jos Barbosa subido em uraa
ptombeira, para tirar algumas fructas, resultou
cabir, ficando bastante maltratado.
O alludido sub-delegado fez conduzir o refe
rido Barbosa, em padioln, para o Hospital Pe
dro II, afim de ser alli convenientemente tratado.
Coramunicou-me o sub delegado do Peres
que M tarde de 11 do corrente, na occas o era
que achava-se raoen lo o engenho Uclia d'a-
quelle districto, aconteceu desabar a coberta
do referido Engenho, a qual alcangando 6 tra-
bal >sdore3 deitou-os feridos, sent aiguos gra-
vemente.
Aquel a autoridade tomou conhecimcnto dJ
faci, verificando ter sido casual.
Sade e Fraternidade.
O Questr.
Jos Felippe Nery da Silva FilQo.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do da 14 de Maio de 1895
Mello & Velloso, Mauoel Ferreira Bartbolo,
Illuraioato Soares da Fonseca, Heraclio Pe-
reira da Hora. -Informe a 1." secgo.
Manoel Joaquira Ferreira. Carlique-se,
Francisca Atnaacia das Neves Cerl fiquj
4Sebast So A.lves da Stl.va 4 C* -Informe a V
8eec*- 0 porteiro,
nuitodio B. da Sdva animaron.
SENADO
1895-Parecer n. 47
A 5.' Commtsso, tendo presente a resolujo
iniciada na Cmara dos Deputados pelo projecto
n. 4, do corrente anno e aprovada n'este Sena-
do, em.3" discusso, de parecer que seja ella
assim redigida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO DECRETA:
Art. 1,-E- declarada nulla, por inconstituci-
onal, a lei n. 67 de 15 de Abril de 1893.
Art. 2.E\ pelo mesrao fundamento, decla-
rada nulla a lei n. 6S de 20 de Abril de 1893,
Que mandou reslabelecer a magistratura orga-
nisaia pela Junla Governativa.
I nico. Soraenle ao Governa lor, por forja
dos aris. 13 das DisposigOes transitorias da
Constituigi e 2.* das DisposigOa*. tambem
transitorias da le n. 15 de l4 de N.vembro de
1891, foi conferida a atirlbuigo de organisar a
magistratura do Estado.
rt. 3.Revogam-30 a3 disposiges era con-
trario :
Sala das CommissiS do Senado, 11 de Maio
de 1895.-Regueira Costa.-Baro de Nazareth.
Dr. Constancio Ponlual.
199S Parecer n 4S
A 5.* Cominisso a quera foi presente a r.:so-
lugo iniciad 1 na Cmara dos Srs. Deputados
pelo projecto n. !) de 1892, e approvada era 3."
liscussao neste Senado, de parecer que se
Ibe d a seguinle redaego :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO DECRETA;
*rl. 1. Fica sem effeilo o decreto de 30 de
Maio de 1391 que, sob adenominago de Vicen-
cia, elevou a Villa e termo as circunscripgOes
dos distados de piz de Vicenciu, Anglicas e
Al langa.
Art. 2.*-Revogara-3J a3 disposigOas em con-
trario.
Sala das ComraissOes do Senado, 14 da Mam
de 1895.-Regueira Costa.Dr. Constancio Pon
tual.Baro de Nazareth.
EXTERIOR
EUROPA
A I I e m a nh a
O Reicnatag e o anaiversariodoplo-
cipo de HismarccD33i8sao do presi-
dente do Riscnstug e a eteigao do novo
Oa depniadus socialistas e o te e-
gramms do imperador ao principe de
Bismarck A entrega do sabr de boo-
raCommsnto sobre n oa parra do dis-
curso do imoeradorFestas d 1 aani-
versiro de Bismarck Langamen'.o ao
mar do eouragado Agfr.
O Reicnstig rejpRon, por 165 votos contra 6,
a mogo ue Ibe foi aoreaentada pa a fe tas offi-
:iaes e felicttar-sa o P iucipe de Bismarek. por
occaaio do sea anuiverrario naalicio.
A sesao foi mnito iempe8iaosa, ebegando o
lumu'tu ao sea sug No p.-oprlo recinto boave
eeiesmo aceoas de pugilato.
O imperador Gjilnerme, da ilria de Heligo-
I u 1, telegrapboo mostraado-ae indignado con
o voto do Raicnstag, de nao lomar pane as
feslas que se realiisram pdo:anolV6rsarlo nata
licio do Principe de Bismirc ; e a este expri-
mi o 8eaiimenio da aaa mala protanla radig-
uagao pela resolao do parlamento imperial,
oa qae tal reaologo est em contradicgo abao-
ma com os seatimeotoa de lodoa os p.-tucipes e
do poro alinalo.
O Principa de Biamarck respoideu ao teie-
gramma do imperador Guimerme, espressando
Ibe o seu re ;onne.:ra-n.o pela manifestago por
meto da qual o iooperaJo; fansform ra toda a
contrariedle que Ibe poderla advir da parle des
seus adversarios poliiiioa, n'um motivo as viva
catisfacao para elle.
Aiang.acao dj imperador fez at receiar a
disoluco do Reicbstag.
Tola a impreusa conservadora allemS, como
todos 08 jornaes liberaes oa:iondaj, censuraai
s-veramenie o pracedimento da m^ioria cle.-ico
raaical que recosoo aasociar o Reicbstsg c ma-
n fe3tag0-'s commemorativas d > 80* aoaiversarlo
naiail;io do Principa de Biamarck.
No entretanto, a oppastgo ju-taica a sua ti-
ta ie, principalmente aceatoai por parte dos
ant goa e mais ia-ra-sigenies adversarios 00
glorioso chancellar, declarando qae se qaeria
tomar o aaatversario de Biamarck tomo pretexto
para a afn-magaj de principios comranos ao
sentir e ao pensar dos Ib'aaa allemiea. Ni
gioriticaga do Principe de Biimarck viaava-se
a censagrago aolemae da sai poltica, das suas
opioiAdS, do se 1 proceaso de governo.
Fossa como fosae, a ag^ressao poderla ser oj-
partuaa debnxi do ponto de vista da poltica
loterua, mas foi (andimeotalmente Injusta e ma-
ni'e lamente inconveaiente e oopporiaaa, attin-
gmda um bomem da enorme estatura de Bia-
marez, cara a sai loaga e brilbiote falba de
,-e:vigjj, cbagado ao acca30 da existencia, pres-
tes a despedir to deate ranal.), don le nao deve-
ria levar maia do qae io isolages e andadas.
D.-po.s, -o o Principe de Biamarck loase cban-
cellar do imperio se anda domioasse na sua
poltica, ae a aaa influeach e preponderancia
na direcgo doa negocios pblicos fosse um tacto,
poder-se-nia, at certo ponto. luatiQcar qaa 03
seas advercarios polticos, oendo na projectada
mauifesiaco de 1 de Aonl un codo de maitre
armandj popalarllade prapria e desaliando 03
partidos 'onirarios, procaraasem por todos oa
modos coatrariar e mulla ir essa manifestaco,
qud serla mala urna obra da eaa estraleg a poli
tica. Mas o Priacipe 4) Biamarcc foi aoaoiata-
,aeute estrauno as bomeiageas coocagradas &
-ua gloriucago, caja imciaiiva pariio do Impe-
rador.
Porque aggrodil-o, offendel o e desgo3tal-o ?
E f.io dsn-sa de paite do jornal sociallst
tWoiwaerta, qu pablicoa um longo arligo fe
licilanjo o Reicnsia por sea voto, e diendo
qae nitto praticoa ora a-.; o de jaatiga cun.ra o
nomem nafaato, cuja poltica de ferro e da san-
,:oe deaencade-ura ama catasiropbe.
Nao cessiram os joraaea allemes, poia, de
mostrar se maiio irr.tados com o voto pelo qaa!
o RicUg recuaoa asaociar-ae s manifesta-
eOes em honra do Principe de Bismank.
A AligemeneZliug, de M>n;cb, dii que
o voto do ReiuQgiag far poca na historia do
mondo, n o nico meto Je attenuar a peasim-'
impreas&o que causou aos olnos dos estraogei-
roe, sespre lotoiigo da grande allem, pro
testar enrgicamente contra um acto verdadei
amen e digno doa sem-patria.
A Hambarger Nacbncnieo, orgo do Princi-
pe de Biamarck, disse qae o velbo cnanceiler
nao se sent offeadido pelo voto do Reicbalag,
mas que iodo o allemao deve lamentar a deabou-
ra qae e>se voto langa sobre a Allemanha per-
inte oa eslrangiros.
A Vosaissne Z-^nuag e o Berlmar Tage-
blatt pedem a solago do parlamento e o
appelio ao povo.
E' certo qaa os jornses foram osaolinea em
consignar a grsvidade da situago creada pela
voiago do parlamento imperial e pelo telegiam-
ma do imperador Gailberme exprimlado a sea
icdigoago a tal respeito.
Os jgraaes offioioso? censu'aramo centro par
lamentir por baver faito cansa commam com os
sccialiatas.
O Sr da Lavetsovr, dlante da attitnde do
parlamento imperial e ea> consequencia deste
voto, resolvea dir a sua demias&a de presiden-
te do Reichstag; e damo-a effaclivamenta, a
cmara nao quli couceder-lti'a, e tudo empre-
goa para demovd-a.
Maa nata consegato-ae, sendo ento eleito
presiden e, em sobaiitoigo do Sr. Levelzcwo,
demis8ionario, o Barj de Baol-Berenberg, qae
exercia ja as faneges de vice-preaidenta do
m>aro parlamenio ; e para vii-e-preaidentes o
Srs. Scbmllt e Spaba. qae sabsiitaio o D'. Bj>-
klio, qa tsmLem dea a sua demissa de 2.
vice-preaidenie.
O imperador Gnilberme acolben muito ama-
velmeoie 03 membros da nova meaa do parla-
mento imperial, e disse-lhes qae faz votos por
qae o paMsavrati) impe.lal desenvolva ana ac-
tivtdade energic?.
m parlsment) o sociallataa levaotaram
a questo do telegraam dirigido pelo impera-
dor Guilbarme ao principa de 8is par k a pro-
posito da votago de ReichsUg contraria ma-
nife-iago em hanra do antigo chaoceller. Mas
a mesa recaaou se a admitilr a moca) par elles
apresen'ada, insisiindo no entretanto 03 socu-
:staa em discutir o teleg'amma, qae julgam
offeneivo da dignidate doa representantes do
imperio.
Segando as ult'mas nUicla3, muito prava
vel qae o Rechstaj seja adiado depoia da vj-
tago do orgamenio.
O presidente do centro catbo'ico lera recebi
de ao'cerosaa cartas censarandc-i acrimooea
smente pela sna attitale cora relago ao pria-
cipe de Biamarck.
O iraae-ador offerecea ao principe de Bis-
mar< k um sobre de honra ; e ebegando a Me-
d.-lcnsrohe para realis'r o prseme, ao roeia
lia iie 6, foi Ioo collocar-se i frente de nm
fequadro do regimeoto de coaraceiros ae
Sewdliiz, urna comoanbia do 76.* de iofantarh
ova esquadro do lo.* regiment de tinas r lo %
todos cora e-Undaries e mas cas, e ama bate-
ra do rigima ira de a-tlba-ia de camoantu de
Holstein ; e ooodazio-as a om terreno situado
je-io do parque e d'spO-'as em parada.
O principe de B amarrk ebegou em seguida
em umi ca'ruag-m desroberta, vestida de uq-
forme de eoaracerro branco e foi recebido ao
aosi da mo-ica pei38 tropa3, que Iba apresen
taram as armas.
u mpeaijr etregon-lb- ento, o sabr de
boma, p'onuncianda a sagain'.e allou o :
Toaa a latra prepari.-3c para feslejar o
anniveraano 00 vosao oascimeoto. O da de
Qaje pareoce ao exercita
Compr-lbe boarar priraeiro o velbo cffioial,
raja actividale Ibe permutio de concluir o-
lii.is f-i 8 qaa encont-aro recorapaasa ua re
cooiiecimeoto da palrl3.
Oa cjtingeatea militares aqal p-e??ntrs sao
am symbolj do exercito inielro; esse eyrabolo
ucar.;a-sa sob'eodo no regiment qoe lera a
iioira de considerar a Vossa Alteza Sereoiasl-
mi como aeu cneie, o ueste pavimo, qae
urna lecordago da gloria branJebarga-si e
prassiaca do tempo do 6-ande Eleit ir, e joe
toi aauuocido oe:o saogua de MaraK-Taa'. Qo
Vossa Alteza Sereassima quena bem ver, airaz
Jesiea conliogaalea, o exerojio intetro do todo?
oa pavos alleai s que fest-jo este da.
aV 'era preaeuoa estes destacamenioa que eu
vpnbo trazer a Vo;sa Alten Ser-raiaiima o mea
presente. Nao pude eacoitrar metbor mimo
jj qae ama espada, arma preforila do Ger-
mano, ayrabolo do iosiruraento que Voasa Al-
teza Serenlsaima ajadao mea beato at a fu-
dtr, iflir e manejar; o eymbolo dea3a podero-
sa poca da coas'.rocc/io, cojos alicarce3 e'o
o ferro e o aaogae ; o iaatrumonto que amaa
iranio e eutre> as m:a d-ja res e doi principes,
podar, se fr preciso, conservar a onidade
da patria no Interior, como oair'ora anicoa-u
no estrangeiro.
Qae Voasa Alteza Se-eoissiraa, pelas armas
aqu gravadas da Ais iCia-Lorena e de sua fa-
milia, queira bsm racorlar-je de tolo o p-
ora bistrico, qae term'.uoa fia vio.e e cinc,
sanos.
Qiintaa'ns camradas, e-gamoa o grito:
Viva Sua Alteza S-reaisaima o Principe de
Biamar k, duque de Lauemburgo Haurrab I
O principe reanondea :
Qae Vosaa Migastada me permita deposi-
tar a aeU3 oa os meas maia humilles agr ie
cimento*. Miaa posigo militar em relago a
Vosaa Magestade aj me permita da exprimir
com mais largueza o qae ea sio;o neste mi-
me ito. Agradego a Vo3aa Magestade.
Dapois de ter passstodiate ds tropas com
o imoerador, Bismank, voltoa ao castalio, em
quaeta o sooerano, marebaudo a f:ente do ea-
quairo d8 coaraceiros, dlrigia-3e tambem pa-
ra defroate daaaellu casa attm de asaisiir
partida da bandsira. Ea seguida o imperador
fez o esquadro desfilar diante do Principe e
ful oa*a o castalio, que flaou guardado pel03
coaraceiros.
Uraa oaieria incalala na praga d armas
salvoa emqaanta Guiluerme II ergui am rana-
da a Biama-ck.
O caslello, a eatago do caminbo de ferro, o
edificio do correii, e aa habiiag6e3 particula-
res estavio ricamente embanieiradas. Duran-
te o almago o imaerador fez preaente ao Pria-
cipe da am einete. que exista sobre a sacre-
tiria em que esc-evu Galbarma I e, em om
onnde relemb-onoa s^rvigoa qoe ao velba 80-
berano prestara o sea chancelle .
Bale reapoaiej que disde 88 nao Qzera
mais qaa o sea dever, lamentoa a falta Ja sen-
tiaienio na:ionai manifeatal- pelo voto do Rc-
cbaiag e terminoa laxeado a sanda da impara-
do-.
A Iraieratrit Augusta Vi tona remeaea a
Bismarck, nalo Priacipa Imperial, urna magni-
fica cesta de flores, acomoanhada de ama car-
ta d8 fellcitagOes. O he-deiro do tbrono, en
eat-egando as a Biamarck, disse simpleamante.
Da mami.
Alera deasa delicada, le nbraoei. o velbo es-
tadi-ta recebea miraos, qae enebiam maitaa
egis do pavimento terreo, transformadas em
estufa, adega deaoaosa e biar, segundo aaes-
pecialidadea empilbadaa em cada ama dellaa.
Logo que vio a abundancia dos presentes ra-
cebiJos, Bi3narck exclamoa ;
< Ooda metiremos o qaa aiada viar, se lato
ooationir ? Nansa vi couaa samelbacte. Qae
laseasa'ex!
Eaire aa p-'C'3 mais alta3- notao-se um lacen
sador de brome, com tres metros de altara,
enviado pelos allemea do aoio ; daaa plloas
de qoeljo pesando, ama 120 e outra 190 libras
e nm bolo com ramiflcacoes, da e3pacie de-
nominado bolo-ortore e qae baloagava pelo sea
proprio peso. E' preciso operal-o, disse Bis-
marek, veodo-o.
Hvi 1 da lado naqaella orofaao de preaen
tea: Quaijos ao lado de flires, vanoa volu
mea da Biblia pertos dos vasas ds bebidas.
To a a regiSo rbaoana envin vinbos, oa oa-
tros logaros da A.lamauha cervejas e agaar-
deQie?. A Italia maadoa marsala e syracuaa
de C'iapi: u.uttoa litieratos eaviarj saaa
obrai complot a. qae os joraaes nao dlzem se
o Principa foibei-a, mancionaod, entraiacto
qae elle examinoa calladesameaie um par de
Ootaa da montara e muitoa cachimbas de grao-
de tamanbo' oe que possue ama colUcglo es-
comida. Hivia tambem qaatro barris de Ostras
uraa eaorme carpa, salm5es, cavial, pa:s de
foi) gras, B8marck concioio suaa lmpresses,
dtzaado: Serei oem feliz qaando todo lato
acabar.
Bufe os presentes originaes notava-ae nm
aloura envrdo pela r. M. C. Tiaom, de Broa
berg, qae, alera do antigo cbanceiler, o ant-
eo raembro sobre-vivo dos Estados da Praajia
de 1847. Baso albura ; editado por von Sialp-
nagel e dedicado ao rei Frederico Galinerm^
IV, eonim aasigaataraa da lodos os memoroa
doa Estadoa e ama divisa de cada am dalles.
Ura oalro mimo nao meaos original foi ea-
vlado pelos profeaaorea do Gymnazio em que o
Principe recebea a instraego aecandarla ; e um
albora cootendo o boletlm de clasaa do alumno
Ear una tarefa difficil por esse doenmeoto
deante doa oiboa da velbo chancelle.", pois sa-
be-se qae elle nao fora am bom aiamno.
08 professores do Gymnssio sentiro neces-
sidade, para deacalpar-ae, de explicar que oa
(ataros grandes bomena nem sempre sao fortes
na escula ;
Personalidades como Blsmarrk, est escrlp-
to no prefacio do albam, 880 semp-e excedi-
das na escola por alumnos de meon valor,
porqae estes concentrara toda a sna for; so-
bre os lrabalbo8 da eacola, emqaanto persona-
lidad s muiio origiaaes ni1 o chegam facilmen*
te a lira tar ae disciplina escolar, porqaa pre-
feera aoobar com o fo'aro.
Referem 03 jornaes estn-ng-ros ter can-
sado profandi irapresso na A lemaoba a refe-
rencia que o imperador GuUberme fez no sea
discurso de eaudago ao principe de tisma-ck
qaando Ibe offerecuu a espada de honra, & in-
tervenga) qae esta arma deverla ter nao e
p ra defender a honra e aes'garar a Integrida-
da da patria no exterior, ma3 lambem para
garantir, a; preciso !-, a ordem e a disgipliaa
no ioterlor.
A imprenaa liberal v nesta3 nalavras ama
ameaga.
O imp8-ador Guilberma estar resoivldo a
fazer-sa obedecer pela forg das bayonetea
eatibrlecer. com o apoto della3, o aau predomi-
nio n3ssoil na qaeato doa negocia3 pablicoa ?
D'aqu! os pro.es'.oi mais venementes dos na-
cionaes mais avaaca I. s, pra'estos a qae im-
orensa franceza principalmente, d a mxima
importancia e grvidad<>. Mas...do vivo ao
pintado vae sua dfferenga t
Conveitea-se, pois, era qaeata da dia, a graa-
de manifeetago ao principe de Bismarck, pelo
imperador, peo governo, pelos representan-
tes de tidoa os a'toa ooierea da estado, como
proteato estraona volagia cora qae o Reichstag
recusou adherir fes:a commeTiora iva do 80."
aontversario natalicio do gloriosa ctiMeetter.
O procediraeata injasto la raaiona da sama-
ra oruinoa ama aoiecipaga ma raaoifestagOas
que de'iam reallzar-sa no dia i de Aonl.
Era boa hora a remdale carraspoilea es-
pectativa p'-la graodio.-idade e imponencia dea-
sos rnaairestacOes, a que o impera Jar qjii dar
tod a significago de ama grande e calorosa
bomenagem de recoonecimen'o nacional ao fua-
daior da uoidada gernaalci.ao ajigolale
dedicado o imperador SalttaaroM I, que a mais
aolavel e Drilbaote persoaiticagao io espirito
aacional allemo.
Pelizmante, o prncipe de Biaraarck nao per-
den anda aquella energa e aquella firmeza
aereo?, qaa iba era lo caracte*ntico e nia se
res-ra-iu do voto hostil do Reichstag. limitan-
do--e ti declarar pa-anta o impeoado quo se-
melbaute votago apenas rapreseaiava ausencia
de 8eniiraearas patriticos.
Dspois, c;rca ds trezeotos membros da par-
lamento foram expreasamen'e a Friediicksra-
apresentar-'.ba o teatemaaba da seo protesto
cooira o siugolir pracedimeota do* graao3oa-
posicionistas. que aporaveluram araa occasio,
em qae t devia pensar-se na patrio, pa'a la-
zareis poltica, pro.arando aiiiugiro hornera
qae preotu a Allemaana rervigo* relevantes
coma o principe de Uisraar k e que est no
flm da vida.
As manifai'ages, portn, 1? qae foi alvo o
veina cbanceller, coDrem par completo a injU3-
ga dos qua o dta:aram t...; rada ueat .
A popnlaridide do priacipe de Biamarck
iriompboa anda uraa vez.
Na maah de 25 taram a Frieirtchsrahe
facilitar o principe de Bismank p^io aeu 80.
anniveraano natalicio, 117 -raera no- da parla-
menta rnoanal e da cmara Prusaia, a 225 memboa da cmara dos depnta-
dos.
O principe de B.sraar k roceLcu pata do
sea palacio os deputados, que cbegao de
Berlim. O Sr. K-liar p.-o .u-^ou umi aeatida
aila:ogo, q-aal o prracip! respaadeu.
OS. Leveizow, toman ra a pilav.-a na recep-
gio doa daoutaios pelo p'lnctpa, exprimi a
este ara profaado recooneciraeaia <'m nome de
iodos os qae se lembraram.
O ex-caanceller reapoadetr, qua e-fas borne-
nigeas dingem-ae aaa reau talas adquiridos, e
evocoa a reoordago do imperador Guiinerme I,
sera o apoio da cajo exercro cala se teria con-
aeguida levar-a cabo; alladijaa receute vota-
gio do parlamento imperial a seu respeito, da-
as qae a Allemaana deve ser racoaneclda para
com os eoberauoa, que deram a suas provas
por modo muito diverao da qae o flzero os
grupos parlamea ares, oos quaes as rivalidades
pariicalares tomaram mutis veze3 a precjden-
dencia do3 out-03 senilmentas ;. concloindo,
racommeodou, qae as cmaras ae todj3 os pa-
ses da Allemanha devem cc:cpar-sa da polti-
ca allem, aflm de qua o parlamento imperial
ae corapeuetre do eentimento nacianal; pre-
ciao ter firma apo ao impelo, e prestar apoio
ao imperador.
O Sr. de Leweliaw, preileaie da Rsibatag
o Sr. O.bon, priacipe de Sta'.ba-g, Waroige-
rode p-esidente da Cimara doa Senbores da
Prus'sia e o Sr. de Kaeder, presidente da Cas
mar dos Dsputadoa da Prussa, naa allocagSe-
dirlgidas- ao ex-Caadcellar, tssigoalaro oa
seus servicos a nago, diz^nio qua a Allema-
nha actaal obra de Bismarck.
As honras ao princip: a Boalares, ea
F-ielericbsraba, furam pre-'-ias pa* um esqua-
Jro de conraceiro3 de Hia?'-:'.aif paio 73.
regiment de infantera, un oitilala da aril- -
Iheria do Holsteic. .
O imperador durante sua eatada afi, foi mal
toacclaraado. Aa faataa con.iauam depois de
saa reilrada. ,
O princioa tem recbido era F.-iaier-.c hrnrs
felicitagoea' do peraoaagens eminentes da no-
breza e poltica allam.
Innnmeras commtas38 de talo os pontoe{da
Allenaoba o tem cumprtmaauda e conlam-se
por cenieaaa os telegrama u coagrat nlatorios
receMdcs pelo ex chancelle-.
Cnegaram aquella cidale commiaaoes ae es-
ldante, que vam apresea'ir no da 1 felici-
lacO'3 ao ex-canceller.
Oa faoccionarios ci?ise mil.trea do palacio
imperial enviaram #ra3eatea ao velbo esla-
dista allemo. _____.
Os filb03 00 imoeradar Guilbsrme II dirig-
rars urna carta aotog-apha ao principe felici-
tandora.
Despoatou o da 1 de Abril, *ra Bsrlin oslen-
tou-se orgainosa palo veina cnaaceller, trajo 8.
anniversario aolemaiaava.
Aa festaa tiveram indescripttvel briibo, tal
sea ca'acter emlaenteaea'.a popalar.
As raaa da ddade achavara-s vistoeameate
embandeiradas e noite illurainaram. Maltidao
eaorme movia-se por lodos 03 laio3, entbnaias-
tica, dan lo vivas ao tlluslre estadista.
Os ihealroa realisaram feaias puDlicus, repre-
sentan lo d-anas pairioticos, cuja mrito prin-
cipal con3isa em exaltar a personalidade do or-
ganiaador da Confederago Garmani-a.
' Na tbeitro Real, o programma foi realgado por
ama '.de, original do imperador GuilOerme II,
recordando aa glorias de B:3marck.
A recitago desia psi produzio verdadeiro
delirio. .
Asaociando-se as fastas, fecbaram as casas
commerciaes da praga de Barlim
As testos das escolaa, aatorisadas pelo gover-
no, tiveram realce excepcional.
Eatieram expteadidoa os fe3tivaes organisa-
doa na capital.
O imperador dea om banquete em bonra ao
prncipe de Bismarck.
Em Friedricharabs foi enorma a afflaencia de
rorasteiroa, e colosaal a ovago popular am fren-
te do palacio do venerando octogenario que re-
cebea pela manh grande numero dos seos ami-
gos e a tarde roanas delegagOo- e os estuiantes,
que vioram em 5 comboios espesos,
Na sua allacuga aos estodantes, agradecendo
as feliclMfiOas o prlmetro elogtoa este seat,-nen-
to natural da juventoie estaiiosa, e. fallando da
nitima guerra com a Franga dase .
Procure! evitar a guerra, pois combater por
necessidade de conquisa pirecia-me ama falta
da prlnnloio3 com ole ament booanartta e nao
om mod'o de proceder garmanico.
Logo, porem, que bcoa edincado o imperio,
fui se ra pre amigo da pai.
Conclua aconselhaudo oa e:tudantes que
nunca percam o amor ao imperio.
Oe esiudantes de todas as Universidades do
imperio allemo. e qae cencorreram is testa?,
em aumero de 20.000 rapases, 'effeciuaram bri-
Ibanliasima marcbeaux tlambtaax e assim san
daram noiie o priacipe de Bismarck.
A illcmlnago da cidade e do arcos trinm-
pbaea principalmente foi de nm effeilo deslum-
brante e sem exempio.
O principe receben varias deputagoes de ope-
rarlos, que o vieram cumprimentar.
Prouonciaram-se discuraos de coolraterni-
dade.
Reoebeu os estoiandes da Haboro qoe pre-
cedidos do consalho municipal ; quatro cantos
estadantes a6iriacoa e uma deputaco da cole-
f

-v



I



\
-
Diaria de Pernamlmco ftnartefeira IS n'a alienan em OJ-m. que ier;.-in tarobett. caoa^
prnoenla.-o e traxrr-Ibe suas leliciUges pela
8V tnnierBiirio principe. .
Os .lacraos poiraocUdos *" j^^J'-
ver m lodos a nota de coofraternidade. entre a
Rn=s dea Aiiemaiba.
Di- se de Olessa que o principe de Bi'raark,
aaa-oo receben a* coaoJii*e6>8 dadvela* M
eleil.'dea r-llems, falloa loogain?nte-'B respel o
da lanlaUa geral, razendo sobre?abir as '?aots
ees que trarla.
Os courareiroB de Z-Idlits e os riel-galos de
JO universidades atierras taudartm o p-iucipe,
t II 13 iflereceram un barril de cerveja com ras-
crlpcoca ccmmtffioratlvas em ooro e prals.
Era Leiprg, alea das fee'as populares p lo
annversaria do venarando estdis'a, realisou-e
com randa aolemnidad.s e coma-reacia a ia .u-
garncta a sea e.siato?.
O principe deBtf-m-irck reebeu durante *
fr.8t: a do sn 80 anoiver-a-io natalicio 5'>,O0O
rarua, i-.0,003 nilhues pasiaes e 8389 irle-
rararoas,
=0 prm ir>e recahio de saos ait-gis ourt-
m 03 p-i-j.sicos, ea consequeaiia da fadiga
qai< Ina caneares! ai' innmeras recepgoaa por
occ it\la 11 u ana.versan .
H lisoras spnslvem. piren, minife.*'am '9 eu*.
Bi-rj 3Hi 'o rrurbllo, de *o lo qae o D. S bw i
nin: -, o meiteo, de:3-ru que 'gira tolo o
peni) di -.pp-i-pren.
= O imp?i..dor l3li:iars) asistalo a ce-e-
aii do lanjaaientQ ao irar do novo R-aad-
couragado lAagir, prjaaic.o'i o segu .*
lis urso : ,
Srmbolo da i'u tria nacin", depos de
umrdie labor nos esUlolro. laparlsea is
navio esta ah', aia->'e da oi, pan ser eifegoe
lo b.sj elem -i: o,
D- idaeeta momento laxes par^| damili'
allecS. .
Ti servir- p-o uec*0 da pat-ia. Tu stica-a-.
0 loiaiigo e deaioll-a-aa.
O-noraes dos oavo; da lu faibs*ona ae
1 : las aoiigaa leudas amanea*. Por ta
ra-5-, tu recordar* a memirii d>s oosso3 av>,
Irawido o nona di celebre diflfldade ih ant -
go germ-BH liada d9o Mr ti^, coj) no ieroso imperio ee estea-lia no polo
norte c ao polo s I n sobre as tagal do qu.I fo
raoi r-elejadoa o combates qon eepslusram a
ie-'ira'cl e a raor'.e na* regios lalmlgas.
ra o nome de s djus podjrjjo : moatra-
t i
Cli mo le A'gir* !
MCSICIAXA
CARLOS GOMES
do seu
tolo o
O grande artisla que cora a pujanfa
tlenlo tem se imposto a admnaj.O d
mundo, acaba de otder ltimamente noEsiauj
do i'.ra, niais urna esplendida manilestafo,
cuja (tescripso e assim narrada pela Provin-
cia do Para. ,
Realisou-se anle-hontera, no thealro da
Pa::. o f.-tival consagrado a esse genial bra-
zileiro, com a exocu^ao da Po a, urna das
suas operas imraorU.es.
' Niio obstante a cliuva torrencial que de3de a
tards cahira sobre Balra, aquslla importante
cusa da espectculos ostentava-se replecia de
admiradores do egregio Meatre.
I);ixamos .o coll ga il'ustre que se encarre-
ga da chronica theatral da Provincia do Para
o exaaie crilico. alias j magislralmente feo,
da celebrada Fosen e dos artistas que a can-
laram, para cinairmos-nos smentc s fesias da
que foi alvo o brazileiro insigne, que actual-
mente honra a trra paraense.
No vestbulo do tieatro. elegantemante ac'a-
rade pela lluminacOo eljctrica, tocavam alter
natlamenlJ duas bunda raarciaes, que executa-
rara o bvmno brazileiro cliegada. do r. Lau-
ro SjJr, .ligno gjvernador do Esldo.
D'-'CorriJo o pnmtiro acto da bellissima ope-
ra, tppareceu em sena, chamado instantemente
pela unanimidade da publico, o vulto s. b^rano
e s.nipalhico de Calo* omes, a cuja, assomar
reboaram pela vasia abobada do primeiro tnea
tro do Brazil as vibraes tumultuosas de mil
fren; lieos vivas.
aN'sa cccasiao o cavalheiro Nicolelli, corre-
CttBbimo basso la companhia e particular
amigo do maeslro, o'ereceu-lhe um elegante
b-niquet de flores uaturaes, que Gomes susli-
Dha na mao como u;n sceptro, quando leve a
fronte cingida, em scena, pelo maestro Gama
Maicher, com urna valiosa corOa de louro3.
N.0 poda A. Privincia, com a iucolor ex-
presso do noticiarista, representar a indesen-
plivil successao n palmas, bravos, acenar de
Icnjos, etc, que no decorrer do espectculo
tradmiam o profundo contentamento da tocie-
dade paraeose, eleclrisada e desvanecida por
podtr victoriar aqualla sumraa iadiviluali lado
crazileiro-americaoa, na alta esphera da raasica
superior. .
Podemos nolar, entre 03 mimos offerecidos a
Gomes: urna co 6a de louro e um pavilhao naci-
onal, em que o maest'o se envolveu em scena,
por parte da companba Pery-CO'ilho; um es-
tio de prata para toillele, por parle da Asso-
da-to Lyrica Paraense; um bouquet de fcres
naturaes,pela familia do fallecido maeslro Gur-
iao : um outro offerecido, por intermedio do
Baro de Camela, pelas dilectas Albas do Reda-
ctor-' hefe d' A Provincia do Para, Senador
Antonio Lemos que, por sua vez e por purte da
commissao encarregada do festival, offereceu
lhe, n'um estreito aorago, urna guarnigao com
pleti de ouro e brillantes para camisa.
Fizeram-se ouvir em fallas de elevada com-
mocao os Srs. Dr. Virgilio Sarapaio e um mem-
bro da companhia Pery-Coelho. Euslaquio de
Azevedo e Maia Filho,-estes dous em ersos
muito applaudido.
Os bravos esiudantes do 'Lyceu e do Athe-
neu Paraeose oceuparam os vastos paasoa oo
Paraizo, donde fiwram enlhusiastica ovago
ao invicto chefe da msica nacional.
Flores choviam incessaatemente sobre o bus
to do venerando valho-moco que, aendo a maia
legitima e incontestada gl.-na daste paz, agra-
dece todava profundamente, sabemos, aquel-
las expontaneas e delirantes ovages, aiada
asiim bem fracas para o que elle merece
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
^lelchisedech de Albuquerque
Lima
1&4I-0
Da 1S
161S Joo Fernandes Vieira e Antonio
Cvale me assignsm na Varzea, diplomas con-
feindo postos de capitaes a diversos moradores
importantes do ir.lerior da capitania, devendo
til 5 chamarem as armas do so os nacionaes
como os estrangeiros que quizessem se livrar
do jugo hollandz.
181? As 2 horas e meia da tarde em Pin-
deba travou-se urna batalha enlreas forgas re
ublicanas comniandadas porSuassuna e os rea-
itaa do commanJo do marecbal Cogomioho de
La:erda. ,
At as 5 horas da tarde a batalha consi3to na
troca de alguns tiros de canbao, porm a essa
hora destaca se Domingos Jos Marti as com
303 domens, e vai cortar a liona inimiga, mas
saiamle ao encontr as milicias de Peoedo,
trjva-se a Iota e Mirtios sabe vencido, lquan-
do a general .Suasiuna firme no 8eu poste batia-
se como um her?, aquello revez deu causa de
g;.nbo aos contrarios, elles redobram no seu fu-
ior & v.doria foi adversa causa dos patriotas,
e a BOile Suassun i raune os seus .-ol iado:!, aban-
dona o campo e marcha para o Reclfe, nico
ponto que entao poda oppor sena resietenca.
Sobre o enconi-o e batalba travada entre estes
d sus exercitos, ba um ponto histrico de grande
alctince e ioteresse a averiguar. Constou que o
Secieral Suassuna por ordens superiores, eola-
olara certas negociagO^s com o commindaote
difi forgas realistis, no intuito de fralernsar ob
d}iis exercitos, c unidos cooperarem em susten-
ta gao da causa d;. independencia o que elle ac-
qiescera, mas que fra contrariado ror dous
ofeiaes, os quaes de aeu!,motu proprio alacaram
o patriotas.
Seja como fdr, diz o padre Dias Martin?, o^e-
neral Suassuna, ou surprehendido contra a f da
convengio, tu irritado com as orgulhosas pre-
tenges do governador Domingos Jos Martina,
perJeu a'aquelle dia com a batalha todas as es-
peranzas.
Smente no im da aegao chegou o mareclial
Mello commandanle em chefo d-s forgis realis-
tas, e a sua attitude, o seu procedimiento, sao
revelagOes Importantes, porque s entS) quimdo
aquelles dous ofQeiaes acabavam de gauhar a
victoria, e quan lo elle raais nada poda fazer,
foi fama, de que s entao mandara o desenga
de nao poder fazer na la raais em banetlcio de
Pernarabuco, do que dar o lempo preciso para
capitularem com o bloqueio
0 coronel Antonio Jos Victoriano Borges de
Almeida commandanle da arlilbaria vendo per-
dida a batalha recusou se a [acompanhar seus
camaradas na retirada e tapando os olhos cora
um lengo deixou-?e lloar junto a urna pega, at
qje sendo encontrado pelo marecbal t'ogoininho
e perf?untando-lhe este quera era, raspn leu :
Eu sou um pernambucano hvie que comman-
dei estas pegas era nomo da palria indepen-
dunto.
1888 -O Dr. Lourengo Jos Ribeiro rastilla
em Ohnda o curso ju_idico.
1 SOSFallece n j Recifc o pernambucano
coronel reformado Ueoto Jos >Lamenha Lins,
que h.ivia se distinguido nos combatas feridos
na Baha cont'a as tropas do general Madeira e
na campanha de l'H em Pemambuco coraba-
tendo cora os imperialistas.
Foi porm na campanha Cisplatina que lhe
eslava reservado escraver o seu nome n'um dos
failos ma; brRiaotM que honrara a historia do
exarcito nacional, merecenio nao s o elogio
djs seus companlieiros como al os^do inimigo.
Quando na batalha do ltuzaingo" o innnigo
que com todo o peso e prestigio de um exercito
victorioso centava aniquilar-nos vio quebradas
suas furia3 anlo um punbado de bravos que co-
brindo a retaguarda do nosso exarcllo, lhe ga-
ranta a retirada.
Esses bravos que por inuilas hars emtarga-
vam o pas30 ao exercito iiiimigo, eram Laineoba
cera o seu balalnao. Gravemente ferido nunca
aban louou o seu posto. Vendo rarearcra-se as
fileiras do seu batalho a cada carga iniraiga,
continuou serapre itupassival a sua gloriosa ta-
rea. E quando ja pala tarde, corla los pelo ferro,
e extenalos pela fadi^a, esses bravos mal
se podiam susler, descobrem urna divisao ini-
miga o/ie manobra va para corlar-Ibes u reti-
rada ; era Lavaleja que surga com tropas frei-
cas. Lanenhaiu'gou-se perdido, porem impvi-
do continuo* a marchar como d'anles.
Aqui, meui senhores, s-ja-nos licito render
urna hom.-iitigem ao bravo Lavaleja, o general
inimigo soube apreciar a heroicidade do advar
sario infeliz e tomado de admirago pelo valor
de Lamenha, longe de o aniquilar como pidia, a
lhe perrailtiam o direito e usangas da guerra
conservou iramovel a sua diviiiio; e quando
Lamenha lhe passou em trente em vez de o ac-
commeltcr, corteja o Cvm a aspada:
Apraz-me memorar o cavalherisino desla ae-
gao do general inimigo que por eila leve do res-
ponder a conseibo de guerra em seu paiz
Apraz-m: anda consignar a explicaco que elle
deu do seu procediinaolo : as circiimstan-
cias seria urna covardia atacal-os; disse Laval-
leja. (1).
Terrainou a campanha Cisplatina no posto de
coronel, tendo entao 27 anuos de idade.
Entre as muitas coudecoragOes que ornavam-
a farda possuia a da Cisplatina cora a inscrip-
to : Aos bravos entre 03 mais bravos.
P. cal-
(1) Arago
Ueputados.
i
Mello. Discurso na Cmara dos
a t VISTA DIARIA
Senado feciuoa-se boatero a z7* ses-
rfto, ioo a presidencii do Exm. Sr. D Frao-
ciso leixeira Je Ss.
Estno'a pr^se. tes os Srs. : AUoDio Per-
n.mbuco, T-Xira de Si, A'biJ Silva, Bar-
de Nal.re.n, Eiuardo el Oi-veira, Solazar Mos-
co'o. Albino Mjir.i, Ganstaa.'io Piialasi, ReUJi
ra Cfjata e Ermino Coui i.ho.
B' Mea, rendo approvaca sem debate a acta
da reisao antecedente.
O Sr. 1- secreaiio poceleu a leitura do le
BS/Dinte expedieule :
Um offiwio do 1- Recetario da Cmara dos
Depuudos remeileodo cipia de um reqaennieo-
io, que aop-ovoa era ii de cotcDI., e em vlr-
tode do qu-it c ngigooo oa acta um vo'o de lou
por pela reeleigai do Eira. Sr Cormlbelro
Pranoisco oe its.-is Rosa e Silva pa*a o cargo d -
fresl'feaie da Cmara Federal, aasp'adeudo em
s-golJa a s-sso.-- Ioiei-alo.
Outro do D-. Secretario da F.zenda tran?-
mi.tloJj a inlormagio solicitada pelo seoado
soore o reqoenmeoto de Jas Laix Salado Ac
co i. A' 3* comcDlsuSo.
Urna peiigio de Maooel Feodrlppe de Sluzi,
geme consolar da Repblica francea, em da-
pioibiiil.de, e director oo 'Jompioir Pran-
ais requemado o privilegio e cooceesao por
40 aunos para a coo-tru gao, aso e gozo de um
p .v lliao ua p-aga Tira Denle*, em que serio
expostos da e nolte geoeros e amostras de pro
lucios braaileiros e Irancties.A' commls-
So.
Paasoo-se ao expelien e do S*. 2- Secretarlo.
Pul lila, sendo approvado sem deoate, om pa-
recer sob r. 40. da 3* commissao soliciiando a
. audiencia do Sr. Secreano da Pateada sobre
a petigao de Joe Francisco do Rgo Brrelo.
Poram a :mp:imir es segmclas pareceres,
Sido o de n, 41 da 3' conmistao, os de os. 4t
_ 16 da 4* e os de us. 47 e 48 da 5.
N- it, adoptando a resolugao indicada na C-
mara dos Depotdo pelo projecto o. 31 deste
aooo.
N-i 42 46, idem, as reolagfies de os. 7,14,
20, e 45, tamoem des e anuo.
Ns. 47 e 43 raligindo as reolugfies iniciadas
oa masas* Cmara pelos proj-cios ns. 4 e 9,
lambem deste aono,
O Sr. Antonio Pernamboco {pela ordemljus-
nDcou o reqoe-ment ab?ixO, qoe sendo apoia-
io, entrn em discussao,
Retiron-se do re-inio o Sr. Albino Silva.
O Sr. Baro de K-izareib ora em favor do re-
qoerlmeato, reqoer verbalmeate qop, se for
approvado, >e lev.ote a setsao em sigoal de bo-
mecagem ao illostre Presidente da Cmara Fe
deral, Coaeelbeiro Rosa e Silva.
Sao approvidos ambos ob reqoerimen'o'.
Eis a integra do do Sr. Antonio Peroambuso :
Reqoeiro qoe se consigne na acia qus o
Senado, recebendo a commanicago que loe fez
a Cmara co? Depolados do voto de congraiola-
^ao pela eleigio do Exm. S-. Coaselbeiro Prao-
cco de sala Rosa e Silva para o cargo de P e-
sidente da o .amara dos Deputadts ao Con-
gresso Fee'i.l. acolbe com justo desvaoecimeri
to a cornmuricacao e se associa ei prova do alto aprego, qoe merece o dLtiocto
peraambo.'aoo, Conse'beiro Rosa e Silva.
Sata das se^.-Os do Senado, 14 de Malo de
18)5 -An'ono Pernambuco.
O Sr Presidente em seguida suspenden a ses-
so.
Lo..ti '. a mesma orlem do da.
Cmara dos Deputados EQectncu-
se bontem, a hora re^iuirnu, a 38" seisSo or-
dioaria, aob a presidencia do Exm. Sr. Dr. Jo
Marceliioo da Rosa e S'lva, leodo comparecido
os S's. : Affcnso de Barros, Klpidio F gueiredo
Be-ibcldo Galvfio, Gaspar Peres, Pereira Tejo,
Molla Silveira, Leopoldo Lias. Pereira da Silva,
Celso de Sooxa, Pinbeiro Ramo, Estado Coi li-
bra, Jo.-.qoim Goima aes, Jos Marceliioo, Apolli-
aario Maranbao, Gidoy de Vasconcellos- Godo
fredo Moscoso, Julio Antero, Gongalves da Rocha
e Bianor de Medeiros.
Lila e approvada sem debate a acta da sessao
an'edente, o Sr. 1 Secretario dea coala do se
guie expediente :
lcio do Sr. Secretario do Senado, solici-
tando a petigao, plantas e mais documentos que
deram locar a reaolugao ohiada oesta Cmara
pelo projecto n. 44 de l89l.-Satlsfga-se.
Outro do mes o S-., solicitando a petigao e
mais dCumenios que deram lugar a resougao
ioi iada nesta Cmara pelo projecto n. 85 de
189-Satisfaga-se.
Ootro do S-. Dr. Secretario da Indnstria, re-
meitendo ioformada a petigao de Lydio Pnrpo-
rario Santiago de Oliveira. A qaem fea a re-
qoisigo.
Oatro do Sr. 1 Secretario do Senado, cotnme-
aieaodo no ter aquella casa do Caogresso adop-'
lado a reeologao ioi: iada oesta Cmara pelo p o
ia:to n. 6 do corrate sano
Este om io foi reme.tldo i i' comxiaJ p"r
deliberagaosda casa, sob consulta do Sr
dente.
PeugSo do bachirel Arthar Barbilho Ucboa
Cialcaote, dirac or da Biblloib-ca do Esta o,
reqoereado augmento d veocimentos.A'8'
commissao.
Ooin de Mmo-'l An'oalo Lelte, professor pa
blico, rpquirendo para ser confideraio a-n dts
ponioilidada a cootar de 5 de Mirgo de 1893.
A' 7* commiBsSo.
Forara li-ios, indo a imprimir, o reglales pa-
reen-ns :
N. 70 Di 7a commifsao. coociuin-loq'ioape
ligio de FranctBCo de Paula Rves da Senas nao
est no caso da ser de'eri la.
N. 71. Da 8' conrais-Sj, conclulndo palo i!c>
fenoiento ita petigao de Jos Jo*ge Lobo le Car
valbo (projac'o O. 95).
Fot nao e sem debate 8Dorova4o um paree t
da 8* commi33o, sob n. 72, solicnaaJo que ee
reqaisi'e da Secretaria desia Cmara a petigao
qoe a professora Leovl de Na hora do expaPeo e o Sr. Pi ibelro Ramos
eavion i m-8a a ae.^uiule declaragao :
3 De'li-o qia ti ertivpB?e p.-eseote na Bess
d> da II do correatj. ten? votado pel ndica-
g5a do Sr. depurado Jalo Aotero.
Sala das sassOes da Caoara dos Dapu'adcs.
em Ii Je Miio iie 1895. Pmbeiro Ramos .
O 3r. Pa'elra da Silva r.-qaerea qaQ, mfo--
iii3 oo Io io ?r'. .00 do Regimenio In'e-no
fosse o projecto o. 2~do correnoanno dalo
para ordem do dia, sendo atteadido pela casa.
Usdu au .a da pnlavra o Sr. Estado Coln
bra.
Pasaoa-re crdem do dia.
1* parle: Entrarara era l* discnsslo os p'O-
jectes ns. 22 e 87sendo approvados sam debita,
e dispeaiado e^te do ratersiuio a requerimento
lo Sr. Estado Cairabra.
Bitraram ata ta en 3" dissa.'sSo os projec'ns
ns. 3 e 23 sendo tamoem app ovado* sem deb.-
te a reinetiiloi commissao de redaegio.
Eiii s-. u. 11 for>m auOm;tHdas i 2' disciss i >
as eme.Ua* apreseoiedas a 3* dcaaso ao pro-
jecto '.:. 15, as qaaes conju tmente com o re-
f i to proj-elo forara approvalas lado corn-
otssao de redacgSo.
2a parte: i?.,ram subme'.tidcs i 1* discnssa
e s-m debate app-ovados oa projecto3 ns. 34,
57 77 e 59, lano ete dispnsido do intersticio
a requerimen.o Jo S'. Gong.Ivs da Rocha.
Eai.-aodo na 3* d'.s:u-o o projecto n. 28,
foi approvada a reinel lio i commissao ae re-
daego.
N'da miis haveida a tratar o it. Presidente
IcVuu u a =t'S:ai, des'gaaodo a seguiste ordom
do da .
I* o-re:l1 dlBCO-sao do3 projestos ns. E8,
83.. 84. 92- P4.
2'pire:2' dierusaSo dos p-ojactos n?. 44,
70 e 79 ; 3* dnfl da oj. 78 a 87, e discusso de
pi ec-res de con ni-^-p.
i'r rogarau de praso O Sr. Dr. Se-
CreiariO da Juct g, NejioioS lute lores 6 [OStrU I-
gio Poniica, por ooriaiia de li do crreme p-o
rogou por mais 2o das o pra?o marcado ao 0a-
Ciarel Uoonque Daniel da Cmara Pimeatei
pra as.-omir o exccicio do c rga de promotor
pubici ao municipio de Alaga do Balxo.
Alfainlega-A-hi-se esia repartigo ai;-
o-isada a maulla* raoeber as qaotas de anoui
dad para o moote-pio dos Srs. Jos Peregrino
de Barros ex pilleante ia estrarja de ferro C;u
t al cesto E'ia io ;
B.cba-el Genuino A?uedo da Andrade ex-
guarda da inspectora ue Sau >e do Porto.
M.jor Antcuio G-accdo ce Gasmo Lobo ex-
agniaensor da exmela delegacia de Torrase
Coloo; ago.
Jo qoim Tibnrcio do Reg Birros, exad-oi-
trsdor daa capatasias da altan Jega do Espiri'.o
San.o.
Acba-se lambem de posse dos ttulos de
peo-ao do oie^ma monte po D. Ma'bilda Julieta P. da S Iva, vlava do gaa--
da da je-uaa alUadega Mariauo E luardo Jay ne
la Silva.
B andina FiK;nelrag e a m?nor Cecilia, vlava
i tilaa do -x-te'pgrapi;la du 3* classa da es
irada de ierro Ceatral do B.-an', Alearlo Fil-
g*eiraa.
Consclheiro Ttaomaz Ribciru. a
bordo coUljaea ds^t Doje pela m ao noesa pono o Sr. couseln-.-iro Toomaz R
beiro.
A vi-iti que por ventura receberemos de S
Ex:., dnranie as horas de estada do CIjip
oe-ie porto en sen iraotito para o Rio de Jaoei
ro, aos honrar malta; e o nos-o praz.-r nao sera
menor que o de seus compatriotas.
O an.or do D. Javrne nao om deacoobecido
para o Brasil, a'aislo Pemambuco nao aore ama
excepgSo.
O Bras-I, e Pernambuco prlmeira trra braxi-
lePa que sem davida elle pisar, onbeca e
aprecia o poe a e jurisconsulto, Qdalgo pela m-
QNi pa'te mosidl, seb a direcjo do ioleili-
gente prjfessor Saolioo Alvt-s Carnelro Pinto
foi correctamente execatado todo o programma
cranoslo de escomidos trechos.
Effectlvameo'e flzeram a dai iaa do especta-
dores a execegao das co opo^igOeB : OneraUa
B-elondeHiraiaao, Pyrolieaoe Yane-deRd-
vioa, Li Canzone del Meudigode Sara pen.
Roy Biazdp Marcbe'.ti, Lacia de Limmermoo
je Donixeltt, [ G.ia'any da Cirios Gomes,
Obi dte* Coile Kotscoubej, e o Poeta eo
Camponex de Surp.
Todos esses trechoa, foram execotados com
roricia e goto por todos que se eocarra.'aram,
tem eicepgo de um s.
A pirlo dangante corea aniadsima e na
milbor criara at madrugaba.
03 ealO-s estavam raplectoa de eeohcras e
cavalbeiro?, qae mu'to ib.-i.hantaram a f Ainea^a.
Nossos parcharas aos socii ^o Alh?neo Musi-
cal Peroambocaoo e especijlmenta ao digo pro-
fcenr S.ntino Filo, sen dlrectur de cooce-ioi".
IMowIdades littei ir.as -O padre JoQo
Manoel de Carvalho, bastante conhecido, lera
irapresso um livro que imilulou R'-iuiniscen-
cias sobra vultos e fado* do impe io o da Re-
publica.
Na sua obra o padre Jo5o Manoel estuda os
princlpaes acontecimentos polticos do Brazil e
a personalidade dos nossos estadistas.
Aibarto de Oliveira, o lino escripter brazi-
lero, putilicoii lambem no Rio de Janeiro o seu
annunctado livro da poesa?, Versos e Rimas.
Prefacia o volume o Dr. Araripe Jnior.
O autor das Caugis roraancas, das Me-
rdinaes, dos Sonetos o Poemas* e das vile-
luias, editou o seu livro na casa Fauchon & C.
O Sr. Olavo Freir, no Rio de Janeiro, pu-
blicou as Prraoiras nogOes de geometra pra-
tica, excell-nln livrinho.
*ul>lici-6es Ricebemo3 c registrarao.:
agradecidos :
Razas flnaes pelo Dr. Manoel Clemen'ino
da Oliveira i-'scorel, advogalo em S. Paulo, na
aegio de inderanisagao d: que autora a'aquelle
Esiado a Corapanhia Fro.ntSo Pauhst-i.
Um exeraplar do Hyrano comraercal,
dedicado ao comraercio d'esla cidade pelo Sr.
Julio Soares de Azevedo.
Os ns. 2 o 3 do anuo XXV, corresponden-
tos aos mezes de Fevereiro e Margo rindo do
Brazil e 03 Estados-Unidos, muito boa publi-
cago destinada a desenvolver as relugibs de
comraercio e amizada entre os dous paisas.
H' seu propietario o Sr. A. H. do Paula Coa-
llio.
O n. I, aono II a'O Livro, o bem redi
gido orgo da Escola Noria Luterana da Bahia,
que passou agora a ser dirigido pelo talentoso
mogo Silva Oliveira, presidente da referida as-
sociagaa.
Felitando a re lacga d'0 Livro pela acer-
tada esco ha de seu redactor-chela, damos aqui
o vari ido summario do presente numero :
Castro Alves, Mucio Teixeira. Gremio
Evolugo, -Silva Olive ra..Discurso, Salles
Brazil.Discurso, Fre Innocencio.O nosso
anniversario. Scena Oriental (sonelo) Costa e
Silva.-Teu (soneto), Ernesto Paula Santos.
Canlos e Preces, J. Augusto de Castro.-Ni-
vas thealraes, O ponto. Gazetilha. Expe-
diente.
Firtaa omruereial-Nos foi dirigida a
seguinte carta :
Recife, 11 de Maio de 1395. Srs. Redactores
do Diario de Pernambuco.Amigo e Sr.
Cumpro um dever comraunicando a V S. que
em 1 deste maz, tlrraet um contracto da socie-
dade com o Sr. Augusto da Silva, para o com-
raercio de corap a e venda, iraportago e expor-
i.agfio da ferragens, Untas, cimento, anigos e3-
peciaes para usinas, estradas de ferro, e etc.
sob a firma Silva & San:os, ao estabelecimenlo
Era o.- tros muitsi casos ainua, a paiciali .a-
de p-tente i
As3iuo qae. emqaaoto no sol. sem nece: -
ldade conbecita, cream-se daas alfan egas de
luxo qae bSo de sar fiialmaite dous fmporiis
le i'onl-abando em la-ga escala ; a Alf.ndega
da Pernamboco coja resda por exercictos o>-
cilla entre 18 a 20 mil cont*, carece de lato /
Nao lento elevadores, pesaos volomea
passam da baizo pan cima par ama rampa
muito lgreme, as '-exea matando os serventes i
E' ia adiio i...
A ponte das capatazlas mal ee sus'm anda
obre 03 estelos nodres.
Un ac de guindaste a vapor mal chega
i.a-d as di s argas ; oliimamente toodo s'do
aulorisala a acquisigao de am oatro.
Uxa lancha a vapor, urai bjr*a de regi--
Iro, Dida die.-o possoe alada 1
Finalmente, o limitado Homero de serven-
lee, pessimam ote remunerados, naasa jd.e ser
au< cantado e d; (liciaalis.-imo I
E tu le o mais asara*, faina a verdade.
Di modo qa-' o observador moirclal pode
deor a cood glo do norte no grem o da fede-
r :g ', olz- n lo qoe < He paga os impostos a for-
nica os doldados e os rjmriaheiros.....
E depols diiem qa9 o -ul sata p-osptro e
rico, e o note de-ade ote e pobie!
USo poda ser maia p ingenie a i-riz3o 1
Mis, o desp.oio do .-ul pe'o norie OL>ae -o-
dio de ponto fo; na celebre proel. ;:a(5) 'te un
proto ma-iyr on p-ecu-sos da Repblica na pps-
soa do infeliz Tiradeoles, quando rert que
mallo antes delle Bamardo Vifia e a matyr
en P- raambaao pir amor da R publica !
E B-rnindo ViaTi nao era o de aitrac
miilLuno, caja oe-aza tsnio comproneteu a
oau a da I conieicia M nelra 1
P..I8 ate maso, e apoza' do sa^cio da
verdade bisto-i', o eul leva osea pridominio,
sa io es eio^ueoies e opporlunas p'Otestoi do.<
oeajo.j illnetradoa e beaeneros coeatadaoos
coonel Jos Dj -ingues Coaacetra c Dr. Gispar
Je Urummoud.
Po s Dora ; todo le/o, qia pole ser ora cri-
mo cscevar-sa, mis nao possivel diisitoaa'-
$; lado laso,repito, s-.rvo-ms de eatimoio
P ra melter maoj o3'a,eml>ora Ijtando cot
a iadiff:rdogi d:uas e a descuelga deoatroa.
E", rjae espero em D.'us nao morrer foro
da ierra qoe-ida or.da nac, one re*bl a-
p rae r-s nn;ires6*3 divua; oda miorejei
ni rapronsa e aa p.l tica; o.de hz amigos e
te >b > nusarasas aff-ii.!*; ao vi- pira esia ca-
o t.l fui dos poucos qae nao atravessarrm o ro
mythoioglea do esqoecimaato.
Nao atravasse com effeito.
Amo a alQhi tW e a mmli genk. e, se
os calclos nii me lalbam, anda lhe coosagrei
o pou:o da aettfidaae que re3;a-rae de ama san-
da qae nnac i foi me-ita aera vieoro a, e boje
a*n:ca-3! a o os vis 03 sob ara c iraa to n
ironaiaote qaanio Ingrato.
u'ia!vez qie ea vi u tariepira a assimi
i.gic, qaa, qurato a ouiro, ioi rpida ecim-
p e a.
I to po:t), saiba e33a lu'trala RedacgSn,
qoe ni d a desiiiado, tive afortuna de ver
eahsa.'o o meo vento.
Fuodo-use eil.'oli.amante a \3so:iar,5iBe-
aeleeate Paraam&acafia coaaoplau'o de lo-os
o.i bo s peraambu'nos, un qae comparece-
ram, e oulros mo t:s qa= rommaoicaram coa-
Carrer, e o eslo fas udo moilo geoerosameote.
I r.p.-e .osos respectivo esutotis. d vaques
tenbo a Uoora de enviar am --xe opiar a fB;a il-
lostrada reJacgo, a aiJociagio e3iabelec-u a
S'jic'euo aoorado da ruiSete o. 117, Tan-
dar, onda j 3' ort*anisa'ia a saa bibliotbec ,
coiataurto priocipalmiote da Uves de bisraria
pat ia, rela'orios, almaia ki, mappas, lea e re-
i-alaraantos das estradas do norte, jornaas e to-
da fonie
1891, 1892, 1893 e 1894, 7 vola.
(Io e 1 annes) 2 vols.
las as poblicages, que pjs.-am servir
que gyrou sob a miaba firma, ra do Duque da inlorraaga?.
de Causa n. 7t. gD q.j)Qto
Espero qua sa dignarao da honrar a nova
Arma, com a mesma confianga, de que sou gra-
to a V. s. por tel-a me dispensado por tanto
tempo.
Sou com estima e consideragSo.De V. S.
ltenlo Criado e Obrigado.Jos dos Santos
Oliveira a
ASMoeiafo Benef eentc Peruana
bucana. -Aorimos es.go em uo'S'S cutara-
aas a tana qua Jlrwio-uos da C>pilil .Padeial o
uosso Miuatre co esta lana Dr Democruo Caval-
caoti. oa qaalidade de Presidente ia Asso-iagio
Beoeticenia Peruambocana, com sede u'aqaeila
capital.
All, n'aqailie centro da miior actlvidade
brasairs, onde exerce o cargo de DireHor do
oQieociso do Tnesooro federa', cj esqaaca o
torrao natal, coja causa advoga com calorosa
elocuencia.
Eis a carta a qoe alludimas :
CipltalFeieral, 21 o Abril da 18)3.-4
l u.-trada eia:go do Diario de Pemambuco
telugeocia e pelo corac&o, qae ba coceo se: u jfteoifa.
alvo de nossos saudagjes. Talvez essa iilcrt-ada redaegio teaba lido oo
E estas nao serio mtc03 qoe jasto preito O Paiz de 21 de Desembro do auno nodo, qoe,
ama personalidade qae se distingae por tantos CUi caaiaoao com a bi voutide e o valioso
dotes, qae altranem a ey apath a, cimentara a
misade, a o toruam na sitoagio qae o tras ao
Brasil, o ravj-be ro capas de desempsobar ast s-
factoriamente a sua rti'3ao, reahsaado o coo-
celo qae exiemou oo Diaquete offerecido em
L'sboi a -aieo Im de MaalQa-s.
Sarei fraternal para com os braiileiros, se-
rel paternal para com os porlogaasam
E sslm o esUaaaovs, e dts le jfTelicitamos a
S. Exc. pelo soccesao.
A disuada colonia portneoesa oesta capital
prepara lhe recepgo condigna de ei e do emi-
nente cldadSo qae lhe jasto orgalbo, como de
vem ser todos aqaelles qae oomlitam a patria
oa plana dos patrlo'as*
A colonia portogoaia nao desdisse das tradi
goes proprias. Uavalbelroea e patritica festeja
a passagem daquelle qae jastimeute respetu-
do e admirado, qoer oa poluic.J quer oas let-
tras, oode tem reputagSo aoiversalmeate Arma-
da ; e asslm ai procede fidalgsnta, e las para
com o osigue patricio que credor das man
festagSes de aprego, qae lhe aguardara da parle
dos lnos da mesma Ierra, e qoe lon^e della nao
a deeadoram e sab.m honrar aos rmios qae a
dignifican*.
No proceder di colonia portuguesa val impree-
sa a .Irma loaitaaa.
Dalas columnas saodames, por no'so torno,
ao Sr. coo.elbelro Toomas Ribeiro, syalbeiisao-
do neata saodagSo toda a noesa adm raga) pelo
sea onlbante talento, qoe o colloca entre as
miis eminentes individualidades de Portugal,
seado como urna cas ma das lettras modernas.
Jurisprudencia Sob esta eplgrapbe
comegimo deaae oontem a publicar ora impor-
tante trabalh) jor;d,co, firmado pelo D-. Jos
Vi -ente Maira de Vasconcelles, no qual sa dis-
cotam e se resolvem iateressaotes ques'Oes so-
bre a hypotheca.
Como oassorapto de Ioteresse geral, cha-
mamos para aquello trabalno a atteogao do pu-
blico-
Tribunal do Jury do Recife -Func
cianou DoOiem esta tribunal so > a presidencia
do Dr. Joo Alvares Pereira da Lyra, jais de
direito do 2- districto criminal, ocupando a tri-
buna da accosagao o r. Virginio Carneirp
Meaaes da Silva, 2- promotor publico.
Comparecern 3 jurados.
Foisubmettiio a julgamenlo o reo Heorique
Jos da Rocha, p-oaunciado como iocorso as
panas do a-t. 303 do Cdigo Paaal a aecusado
de baver oo lagar denominado Lonas, f-egu'zl-i
da Af gados, a 13-de Jaobo de 1893, praticado
fertmentos de oaiureza leve em Mara da Luz da
C -.n'-'igao e Antonio Pereira de Araojo.
Frz a deieza o D-. Luis Enygdto Rodri'aas
Vlaons, advogauo dos presos pobres, e de ac-
cordo com a deciso do coaselbo de senteoga,
qoe aegou por res votos a autora do delicio,
o Dr. jai* de direito absolveo o rea da acgc In-
tentada e condemnon a I tendencia cas castas
do processo.
Serviram no coneelho de senteoga oa jara
dos :
Gaopar do Nasclmeoto Rleaelra Cesta.
Genuino Aogoslo Peixoto.
Jos AoscletodoNssclmento.
Jos Francisco do Reg Birroe.
Abio-n Americo de Aqaloo.
Antonio do Reg Pacheco.
Aatomo Joaqom Lopes de Cirtilho Jaoior.
Jos EieibSo Birges Ucboa.
Francisco da Rocba Pasaos Lins.
Hoja cera jolgado o reo Manoel Geraldo do
M0"' Porral.
Ata enea Ha leal Pernambucano
Em aolemolaigao ao dia 13 de Malo, reallsou-
es* ui*> a Bvci aade, boatem a coate, am brl
ibiate saiu musical e daocaote.
concurso de amigo?, inttoctooava crear nesta
Capital urna Asaoctago BeoeQcaote P.romb
cana, a qaal se ia ios.alala ao dia 27 de Jaaei
ro seguate, data memoravel nos faustas da his-
toria de Peroamouco.
Essa Asaociago, disre o O Paiz, obedece-
ra a moldes diversos das do geral das Associa-
g0e8 ao m?smj genero.
Completamente albeia poltica dos pai
dos, seus Uns, eatretaoto, nao se l mi'.tr.am a
beoellceacii propriameate dita.
Alera dojamparo aos desvalidos e da defesa
aos perseguidos; ali.m de facunar o ragre.-so
aos peroambacanas, que. lendo violo a esta
Capital, se encoatrasBem baldos de recursos ;
alm de trabalaa''no sentido de obter colloca-
gic rasoavel para mogos pobres qae se raosiras-
sem dignos de.se favor ; a Assoclagio. faadaudo
uaia paqoeoa oiblo-heca em saa s le, como
teatro de ioformagOes sobre o Estado de Per-
namboco, ee incumbira de engrandecer o nome
pernambucano, rebalsado ai imp*easa falsas
apreciagc-es soore a historia desse mesmo E la-
do, a ndole e o altaatameato dos seas habi-
tantes; e (arla coobecido o seo comraercio, a
saa lavoara, industria artes.
< De ba muito qua eu jalgava poisivel e in-
dispeosavel congregarse a iiurnero-a colonia
pernaraDacaoa exisieo'e no R o de Janeiro, para
eeqoeceodo odios e rivalidades, auxiliarse re-
ciprocamente nae grande centro, e p incipal-
mate p.ra recordar as glorias do nosso E-t .-
do, que urna pare da impensa e dos polticos
do Sal procura deprimir amesqulobar.
Eo entenda, alm dlsse, que sa ura crine
pjosar oaseparafao do Narie, o meio de evi-
tar se esse euccesao, seria advogar alada ue
moderadamente, sab 'ege mas por todos os meios
decentes a cansa do proscripto, pan q, cm
da elle ebegue a mee:ee a jusiiga de ser coa-
templado dignamente da part'.laa das attengjs
dos Poderes C-nfaes.
A esse respeito neo parega lora de proposito
iecordar ase a monan hia nos deixoa n'um es-
tado de verdadelra irnugo.
O sai regurgitando de preferencias e rega-
las; o norte esqaecido e despresado, seno c>l
coladamente espesiohado
No emlanto, pelo uoita comecou o Brazil e
de la foi qae comegoa a projecUr.se pa a lodos
os recaotos do pila a clvilisagfto e logo a li
brdale i
A poltica das preveogOas, porm ; do medo
e das tibelas no 2.* Re dame dos arreganbos
balitees do sal, oale as revolugO -s, oo cooceito
de um mineiro il ostre, constitaam ama profis-
so reodosa; a poltica das prevengOes, repito,
redazio o corte a burgo podre.
E aioda boje, por -so'que as reparagOes
completas nao as fazem de am dia p ra ootro,
o no te (oraeca os sida ios, emquauto o anl for-
oe.ee os geoeraea.
O sai tem sana'uad s os diobeiros do Tbe-
eotiro da U i ao para o cofre das eoas prosperi-
dades ; mas o oorte remane qoasi ntegralm n e
o produelo da arrec"dac&o federal, e o pouco
que ratero para pagar as tropas da guarnigao
feleral.
Sao Estado de S. Paolr?, apexar do seo or-
gamento de qaaeata mil cootos e das suas n-
qceas, consom milhares de cootos de ris da
recelta federal com a immigrgao ; entretanto,
alada agora, a le qae votoa a competente verba
para essa despea, supprlmio s poares dele
gac'.ss de trras e colonisagio qua alada resta-
vam em Pernamboco e oa Bahia, sopprlminlo
l.lcan aa hospedarlos 1
Meihjramenn do porto de Pernamboco?...
Qiem disse ?.......
Damos grsgas a Deas qae prosiga a pocca
dragagem qae o o g-mento aicla permute.....
Um desperdicio lou jo !.....
quinto os recurioa pecaoiarios n3o par-
rrjHtern mil* do qua isso, a dlrec-orii, da qaal
por mera rjeaevoleucii dos dis'ioctos compa
aheiros, eo sou o presidenta, conaidera-se feliz
pelo muito qaa lem conseguido.
Resta ago-a.a na a esse Bm oque dirljo-
mea mp.'ecsi de Peroambaco qua estaos
auxilie com a sai poderosa Icfl-eu'-.u.
Por emqaanlo pego qaa te .ligue de : t-
traassrever, para ecieacia de todos, as paravras
qoe precedem aos eatatutos, e a parte refereale
aos fias da as80ciaga> ; 2- enviar regularmente
um oumar* do seu importaite jornal ; 3' deca
rar os comeo de todcs os directores, qae eer&o
dignos peruambacanus, entre os quaes eu seria
0 diurno, como sou en merecimeoto*, se elle?
meamos n&o me ivessem feto o primus ir. te-
pare-.
Esperando qae sa digne de acoloer ben-
volamente o pedidos qoe abi Qcam, aitecipo
es p-o'.esios do meu sincero recoobeclmeaio, e
assigao-me com estima e particular consider-
gao patricio, amigo aliento obrigadoDr. De*
m ic-uo Cavalcaote .
DeslastreNo dial! do corrale oo di-
tricto uo reres, oa occasio em qae acbava em
trabalbos o eogeobo U coi acontecen desabar
a c beria do mesmo eogeoho, reaultando disto
sabirem feriaos 6 trabalhadores, algaos dos
qoaes, gravemenl-,
O facto foi lotei-ameate caaal.
Prado Pernambucano-Os eroprega
dos da casa das apostas desta socieda e sporti-
va reunem-e oa 6 fera prxima, aflm de tra-
'.ar-se do melbor meio de realisr a testa bippica
nue em seu beoldcio lera logar oo da 13 de
Jonno prximo.
Fallecimento- No dia 12 do co-reole
falleceo nesta cidade o cidadao Cypriaoo Brnuo
de Oliveira, qae foi p >r mu;tos sanos emprega-
do na Fabriia de Tacidos da Torre.
Era o nado om cidada de carcter redo,
pelo qoe era credor de syopathiaa.
Paz saa alma.
Os ladr es O a Aplpu'os escrevem-noa
dixen io que oh mmenle teem os ladrOes faitos
isuat all, tendo praticados diversos arrom-
bvmeotos, de maoeira qae taem estado en coa
tiaao sobresalto os respectivos moradores.
Publicando a raclamagao, chamamos para ella
as visias da policia local.
Memorndum Recebemos om felbeto
que agradecemos, coaieodo am memorndum
sobre as rszOea de Parale Viaoaa & C. aos em-
bargos ao accordao proferido na argao bypotOe-
cana qua movem contra a viuva e oerdeiros do
Dr. Amaro C. B. Cavalcaote.
Operaces cirurglcas- Foram pratt-
caoas no hospital Pedro li as segrales opera-
g6es:
Pelo D-. M.laquias :
PostboiotLia com anesthesis pela cocana.
Ablagio de ksto seroso com aaestbesia pela
cocana.
lactosa periaiaes reclamadas por infiltagaa
jnoosa.
Ablageo de lipoma na reglo temporal poste-
rior tireita.
Exracgo de bala de revolver aa regiio (roo
tal.
Pelo Dr. Vieira da Cacha :
Daas amputagOas de mamas, reclamadas po
carcinomas.
Ektracgaa de kisto da reg ) posterior da
cxa.
Pelo Dr. Avita*:
Amputagao da roana esquerda reclamada per
sacoma ulcerado.
Pelo Dr. Berarda:
Q oairo ndiciomias aDtlpblogisticas, indicadas
por glancomas caronlcas.
Bibliotheca da Unio Tfpogra-
phicaPela c-.osocio dessa so^eade o Sr.
fedro Celastino foram ofierecidaa mais as se-
gointes obras :
Rea orio da Santa Casa, por Olivera Macicl,
i vol. ene.
Inmigragao da provincia de Pernamboco, 1
oi. ene.
L-is jadiciarias, pelo Dr. J. Vieira d'Araajo,
1 vol. eoc.
listracgo Popular, por Un MigUtrado, i vol.
ene.
SessSo Lltterar'a do 11 de Agosto, 1 vol. ene.
Misce'anei (poesa e lilteritora), 1 vol. ene.
Vida de Sania Vernica Julten, 1 vol. ene
R gulamento Interno da Assembla Provincial
de Pernamboco de 1888,1 vol. ene.
Os Beneficios do Cbnsiianlsmo por Fraocisco
Candido M. de Mello, i vol. ene.
Almanack. da Rigaeira Costa de 1894 e 1893, 2
vols. brehs.
Relatcr.o da Colonia Orphanalog'ci, por Fiai
Cassian., 1 vol. breb.
R-latonos das Seohoras de Carldade de S. Vi-
caote de Paola (1888, 1889 e 1895) 3 vols. breb.
A I lea Abolicionista, porPraoctsoA gusto da
Costa, 1 vol. breb.
It>89, 1890,
brdn.
Revista Acadmica,
brehs.
Refotacao das Hereslas, por Fellppe Nerv Col-
lago, l vol. bren.
brdi'"01161"' (?er80i) P3r ''id Fi]b l T0--
ifinLe. bKBi.8 (O ?or Claaa'loo dos Sao-
toj, i vot. breb.
i ? F.m M*10'10- cor i. FilAo, l vol. eoc.
Lbrete*i das Operas La Jiococda, Emane, Tro-
valor eNirma. '
Meosagem a Cesar Z o a, 1 vol. breb.
Coouitoigo Palluca de Pemambuco l vcl.
b-ib.
OragSo, pelo padre Angosto F.-acklio, por oc-
casio da somo-emoragao a de.cjber.a da Ame-
rica 1 vol. b-cb.
A Fadersgo e a Mocarchia p:r Francisco de
Almeida, 1 vo breb.
Catascisrao do Syllabo pelo padre Giorae, t
vol. n-cb.
Reoslas Litterariaa por A. M.ia e M. Tinoco,
l vol. o-ch.
Coogeqaeacias do am rapto, por Ribairo da
S 'va; 1 vol. bren.
Coimeras, por Farit* Nevas Soorinb., 1 vol.
ori-b.
A vida d- J-.803 Cbristo, poi K., i vol. breb.
Regu amanto EleParal, 1 vol breh.
u Remorio, por Maieiros e Albuque*que, 1
vol. bren.
As Malberes de A-li-tas, por Aff nso Daadede,
1 vol. r:h traiucgao deCordalia Silva.
Csrta ao M m&ros da Liberta lora Alagoaoa,
por Jos F. de Barras Lima, i vol. br n.
Di'CO'so do dapatada Dr. Jos Mara del A. e
ello tm 1830, 1 vol. breh.
T-upicaes (verso.-), por Jua> Duarte e Birroa
FlcSo, 1 vil. breb.
R z5es para assistir ao Callo Tabuco, 1 Ul.
bren.
Esludo Critico eohre o Escravo e o Coador de
Carlos Gamps, por E. Fonsora, 1 vol. breb.
A3 mrahaB despedida, por JoSo Esberard,
1 vol. euc.
Revista Asidemici (3." annr) 1 ol. breh.
Jalgamennto de 86 (revisi) por JaatU. 1 vol.
ene.
Jeeos Christo e a Griti:a Moderna, pelo padre
?-z, 1 vol. eoc.
Notas obre as Dergonia respeitoBas, pelo Dr.
Roberto Killey, 1 vol. brea.
Cnticas da Eg-eja Evanglica, 1 vol. breh.
O Corxm*rdo a Retalho, pelo D-. Brax Ploren-
t O', 1 vol. b'cb.
Pariz na Roga (ramedia) por Vicente Lima. 1
vol. breh.
Ssrmo por y, i vol. breh.
BeaeiVios proeraioentes da morta de CnrietO,
1 vol. b-ch.
C-tbeciamo Histrico 1 vol. breh.
Di8*cr.03 de Co ta Hato e Sal e3 Birtoza, 1
Vvl- o-ch.
Homejagea do partido conservador ao Dr. Eu-
frasio Crrela, 1 vol. breb.
Tragos Bio;rapbcoi do Dr. Tnomaz do Born-
1ra, peo bacbaei Anorim Silgado, i vol.
areb.
Conferencia Abolicionista, por Fernando de
Caa'ro. 1 vol. breh.
Di sioaario Biograpiiio dos Pernambuc-nos
'eleores, por Fra-cisco A. Pereira di Cosa, 1
vol. breh.
Mappi Geogr3pbico io Eslado de Pernamboco,
i Vol.
A sitnaglo da epoblica, por S. B. Civa!can-
te, i tal. breh.
Sociedadc Goncalves Dia*-Reunie-
se a-ite-hontem essa sociedade sob a presiden-
cia do alfares Dr. Luiz Gomes.
Terminado o expediente tomaram posse os
novos socios effectivos J .o de Morisson, Jos
Bernardo Filho e Miguel Dantas, que foram sau-
dados pelo vice-oraaor.
Seguio-se a parte Iliteraria que constou de :
Dis-ertagSo da these : A repblica franceza foi
un caso fatal ? e leitura da poesa Resurrectio,
pe'o Sr. Honorio Carrilho; deseovolvimento
sobre a Gnesis do Direito, pelo Sr. Joo de
Moris3on ; leitura do Irabalho Auto biographia
de Joaquim Faguodes, pelo Sr. Alfredo Barba-
Iho ; e discusso entre os Srs. Drs. Luiz Gomes
e Alfredo Campos sobre o assampto -Responsa-
bilidade criminal da mulher em certos estados
physiologicos.
D;poi3 d tratar-3e da outros assuraptos da
interesse social foi encerrada a sesso e convo-
cada outra para o prximo domingo.
Casia de Detencao Movlmenle dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 13 de Maio de 1895:
Existiam .
Entrara m.
Sahiram .
Existem .
A saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulher. .
474
.
Total .
Arragoados
Bons .
Doentea .
Loucos. .
Louca .
427
Total.......
Mov ment da enfermara:
Tiveram alta :
Joo da Silva Santos vulgo Tat.
Jos Quirina dos Santos ou Antonio Quinao
dos Sanios.
Hospital Pedro IIO movimeoto desse
estabelecimenlo cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 13 de Maio, foi o se-
guate :
Entraram .... 13
Sahiram..... 21
Falleceram .... 4
Existem..... 802
Foram visitadas as enfermaras pelos segua-
les mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrn s 6 1|2 da ma-
ah e sabio s 7 3 4.
Dr. Berardo, enlrou s 12 da manba e sabio
31 da larde.
Dr. Arnobio Marques entrou s 10 1/4 da ma-
ah e sahio s 12.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 3,4 da man
e sahio s 11 1/4.
Dr. Vieira da Cuaha, entroa s 10 12 da ma-
n e sahio ns 12.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 da
nanh e sanio s 11 1|4.
Dr. Nunes Coimbra, enlrou s 10 1/1 da ma-
cha e sahio s 11 1/4
Dr. Alfredo Costa, entrou s 7 1.4 da manh
e sahio s 8 3|4.
Dr. Baptista de Carvalho, entrou s 10 da
manh e sahio s 111/2.
Pharmaceutico entrou s 9 1/4 da manh e
sabio s 2 da tarde.
1. Ajudante do pharmaceutico, entrou s
8 da manh e sahio s 5 da tarde.
2." Ajudante do pharmaceutico en'rou s
8 II da manh e sahio s 5 da tarde.
Assistente, entrou s 8 da manh e as-
hio s 9.
Cemiterio Publico-Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro no dia 9
pa Maio os seguintes cadveres.
Mara Ignacia da F. Bancks, Pernambuco,
28 annos, solteira, Sanio Antonio.
Christovo Eduardo Q. Muler, Pernambuco,
25 annos. solteiro, Boa-Vis'a.
O iilia Alexandriua Paes Brrelo, Pernambu-
co, 15 mezes, Boa-Vista.
Firmno da Costa Cabral, Parahyba, 40 an-
nos, solteiro, Boa-Vista,
Ral, Ptrnambu o, 1 anno, S. Jos.
Anselmo, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos.
Antonio Roberto Pinheiro, Peronambuco, 2
dias, Boa-Vista
Benedicto da Paixo Pires Ferreira, Pernam,
buco, 1 mez, Santo Aatou'o.
Mara Ignacia de Jesos, Pemambuco, 54 an-
nos, solteira, Graga.
Maria Joaquina da Conceigo, Igoora-se, Gra-
i' ,1.
Francisco P, da Cruz, Hespanha, 40 annos,
Graga.
Felinto Bernardino dos Santos, Pernambuco,
32 annos, solteiro, Boa-Vista.
Felismioa de Mello, Pemambuco, 64 annos,
solteira,. Boa-Vista.
Benedicta Mara da Conceigo, frica, 90 an-
Sesso Litterariado 11 de Agosto, de 1888, nos, solteira, Boa Yuta.


I
-


li-
-


>




Diario de Pornambnco Qmsrta-feira 15 de llaio de 1895
""ftanna Mana da ConcVtfo, P ern aitbuco,
'Tm' felf do S8exo masculino, Pemambuco
3Leopodo Mario, Pemambuco, 10 me zes, San-
io ADtOQO. _
gueda Mari, Pemambuco, 5 mezes, Santo
Antonio.
Dia 10
Antonio Jos da Silva, Portugal, 5i annos,
asado Recife.
Um feto do sexo feminino, Pemambuco, Gra
m.
Mara da Conceijao Silva, Brazil, 25 annos,
oolteira. S. Jos.
Um feto do sexo feminino, Pemambuco, Gra-
a.
Jos, Pemambuco, 4 dia?, Santo Antonio.
Mara de JeBUS, Pemambuco, 3 meses, Gra
i ja.
Joanna, Pemambuco, 18 mezes Graci.
Bevenuta Maria da Conceicao, Pemambuco,
annos, solteira, Boa Vista.
Felippe Nery Santiago, Pemambuco CO an-
uos, solteiro, Boa Vista. .
Antonia Maria da'"onceica), Pemambuco, 10
sumos, solteira, Boa-Vista.
Joao Neporauteno de Albuquerque, Pernam-
bnco, 52 annos, solteiro, Boa-Vista.
Jos Dantas, Pemambuco 32 annos, casado,
Jtoa-Visla. _
Joao Benlo da Silva, Rio Gnnde do Norte, 23
iodos, viuuo, Boa-vista.
Josopha Leopoldina de Albuquerque, Pemam-
ba-o, 20 annos, solteiro, Boa-Visla.
Ignacio Jos de Andrade, Pemambuco, 50
.limos, casado, Santo Antonio.
Jos Florencio de Barros, Pemambuco, 3
iJias, Graca.
-Dia 11
Alice Marga Rodrigues da Silva, Pernambu-
o, 13 annos, solteira, Boa-Vis a.
Dr, Arlhur Joaquira Pamphiro, Rio da Janei-
ro, 37 annos, casado. Sanio Antonio,
Firmina Geminiana do Sacramento, Pernam
Inco, 37 anuos, solieiro, S- Jos.
Jos Luz Marlins, Portugal 41 anno3 casado,
-Jos. _
Manoel Francisco Mendes Dlniz, Ptroambu-
eo, 44 annos. Recife.
Francisca Borges Arruda, Pemambuco, 2
annos, casada, S. Jos.
Severoa Maria das Mercs, Pemambuco, 20
anos, solteira Afgogados.
Theopbilo Correa Dantas, Pemambuco, 20
annos, solteiro, S. Jos.
Maria, Pemambuco. 8 das, Boa-visla.
Hanoel Amaro, Pemambuco, momen os, Gra-
Pedro de Alcntara, Pemambuco, S.nto Antonio.
Antonio Francisco dos Santos Moco, Pernam-
jbeco, 40 annos, casado Boa Vista.
Thereza Maria da r.onceicSo, Pemambuco, 20
sanos casada, Boa-Vista,
Ped o Gomes da Silva, Pemambuco. 37 an-
309, solteira, Boa Vista
Joaquim Francisco de Moraes, Cear, 30 an
ios, solteira Boa-Vista.
Mana do Nascimento, Pemambuco, 36 aooos,
oa-Vista.
Severiao Ramos, Pemambuco, 3 WW, Gra-
Comuilss&o do Melhoraroento do
l'orto do RecifeKecie. 13 de Maio de
i 895.
Bolttim raetereologico
R orai. Term centi- Barmetro Tenso de fluroi-
"0 Temperatura mxima 23,75 Ennegrecido
155."8 -Prateado 40,'0.
EvaporacSo em 2i boras ao sol 5,"0 i som-
bra 2,-4.
Chuva 7,-3.
Direccao do vento : W de meia noite al 0
e 19 minutos da manha ; S al 0 hora e 43 mi-
nutos; SW al 1 horas e 23 minutos ; E eESE
alternados at 5 horas e 33 minutos, SW al
al 6 boras e 28 m nulos ; WSW at 8 horas
08 minutos ; 8E e ESE alternados Eal 12 horas
e ESli com inlerrupcOes de SE e E alrneia
noute.
Velocldade media do vento 4,"98 por se
gundo.
Nelmlosidade media 0,80.
Uoletira do Porto
Pra-mar ou Das Horas Allura
baixa-mar
B. M. 13 de Maio 7 h. 50 m. da m. 2-1.-
P. M. de 2 h. 00 m. da t. 0-60
JBlSPRlESfila
(Vm.
i'
ffi
: t.
cL
grado
25.5
25/6
27,8
26/5
26 ',3
Temperatura
(a. O)
759,-10
760,-42
760-47
759.-03
760,-59
mnima 25,g25
vapor
20.93
22,25
22 36
21,63
21,2 i
dad
8S
J
80
81
81
Ttiermouietros
desabrigados ao meio dia.
cmurnti
Appellacito Conimereial n.
1151
embargantesErnesto S Leopoldo,
embargadasd. senhorlnila m.yria
Ferreira e outra.
Relator o Exm. Sr. Dr. Galvao
(E3CRIVAOJovino Cunha)
ALLEGAQOES DOS EMBARGANTES
EM SUSTENTACO DOS EMBARGOS A
FLS. 157
(Continuaco do u. log)
E' tambera completamente inexacto que
ao trinpo em que se deu a venda em
leilao do immovel hypothecado aos Em
barg .ntes, como aind boje, os credores
privilegiados preferissem aos credores hy-
pothecarios e que, portanto, os credores
de despesas e custas da fallencia prefe
rissem aos credores hypothecarios.
Isto assim aconteca somante antes da
le a. 1237 de 24 de Setembro de 1854 e
de seu regulamento u. 3453 de 2G de
Abril de 1863.
Essa lei e seu regulamento derogaram
as disposicoes do Codigojsobre a classifi-
ca9o de crederes na parte referente aos
credores hypothecarios.
Eis o que diz a citada lei :
c Art. 5."Us privilegios nao compre-
c hendidos nesta lei referem-se :
Aos movis ;
f Aos immoveis alo bypothecados ;
Ao pres dos ira i.ovis bypotheca-
dos, depois de pagas as dividas hypo-
thecarios.
5 l. Exieptuam-se da disposicSo
deste art. os cred;tos provenientes das
despezas e custaa judiciaes feitas para
excusso do immovel hypothecado, as
quaes sero deduzids precipuameate
c do producto do mesmo immovel.
2. Continuara, em vigor as pre-
'ferencias estabelecidas psla legialacao
t actual, tanto a respeito dos bena rao-
Mole i ivmaiercial de t-eruau*
(CTACBS OiVKIiIS A JWiTA DOS CBBBTRK8
traga it Reate, A it Mat de 1895
Cambio soore Lojd-es a 98 d| 9 1(8 a por l*
Ja Baoco.
presidente
AnioBio Marqaej deAmorim.
secrelarib
Ilaaeel Goocalves i Silva Piolo.
Cambio
Prac o HiCife
Oa Baacot aoriram com a taxa de 9 l|3 sobre
loidres a 90 das effdctoando-se pequeos ne-
gnos.
lie Urde o mercado rxotrou- e meos nme,
bailando a laza p.ra 9 1|16.
Em papel particular e oaDcarlo repaesado
ion ie traaisc(6 C-ota<-e de seeros
J-ara agricultor
Assucar
Samas p-ir 16 kilos. 5*'.00 a 6*100
C-k-ialtsaUporlSkilss S^M* a 6*700
Braoco,ideo,dem. 3*60 a Hw
Saq.aaos.tiem, dem 3*KK> a UGM
Skscavado idea. dem. UUt % SJ5*>
A.-Bto seceos idem. dem **.> a /3 0
Brglo melado dem, ideo #Ot* a it2to
etnne, dem dem UN U9ot
Aieod.o
foi nei ociado a 11*000 por 15 kilos
?m pipa de 484 litros J18 veaJa.
A^aardeate
Kr pipa de i8 litros 135* reuda.
Cn ros'
Seceos salgadas aa base de 11 kilos
Mi.
fer lea a 6*0 rete, aocial.
Carnauba
'Joti-se de 23* a 35*900 por (8 kiioe.
Ii-^ 6ca:i.s dCimpiUtiii de D otras.
Fa-ioOa delito 670 orea?, 1-jO a 8oU
Ch> de Mise'icorili*, i,670 a UicOado e Lopes,
i 000 aos consignatario?.
U'vem 10 .KXii a''."lho Janlor e L'JtSo,
9 a Manoel de S osa Franco.
Mer, ajori.s t can a J. R d Fonseca e C,
t a M*onl Collajo e C, t a Nones Foiseca e
C. lili BjI e C.
Papel 40 fardo* a Asee>ioe C, 10 caixas a
Mo eir e C I a W. C. H.oaler, I a T. Joft.
V-iujcutn 40 caixis a O as Feroaodes e C.
Vnbo 6 pipas e 1 786 barrls a ordem.
Porloa do rol vapor loglet B-llareta*, eotra-
doem 6 do correte e cootigondo a Csmpanbla
le RstiT.
Bi'rii 229.
r.nooa ue trigo 100 barricas e 1030 sic
COS.
Fumo 160 volomes.
Merca orlas 1 caixa.
Pipas 616.
rijl. 62 rolo?
Tais 84 a ordem.
Kspr(ac
ieelfe, 14 de Malo do 1805
rara o exterior
t veis, semoventes e imrnoveis n&o hy-
t pothecados, como a respeito do preco
dos imrnoveis hypothecados depois de
pagas as dividas hypothecarias.
O Ragulameuto dado a es a lei dispa
por 8iia vez o segunce :
Art. 213. Alm do3 elditos referidos
Assim que o Decr. n. 917 de 24 de
Outubro, tratando no tit. V da classifica-
9ao dos credores e sua preferencia, disipSe
no art. 70, n. III, o seguinte :
Os qi;e tivere. hypotheca legal ou
convencional inscripta.
nico. Os decreto n. 169 A de
j.nos artigos antecedentes, a hypotheca 19 de Janeiro de 1830 e n. 370 de 2 de
t tem sobre o immovel hypothecado prcfe-\* Maio da 1890 reguinro as prefe-
renda a quaesquer crditos com exccpcac> rendas.
soincnte do crdito proveniente das des- Sague-se, pois, dessa disposico que o
Decreto, regulamentar das falleucia3 e que
refonnou o Cdigo Commercial na parte
III, expedido posteriormente aos de ns.
169 a e 370, era nada alterou as disposi-
cods destes ltimos relativas 'pref.;ron ;ia
dos credores hypothecarios e ao contrar o
exrjssamente confirmou tudo quanto a
tal i'ddpeito nelles se dispoz, donde se se
gue qtn para verificar qual a posic.3o dos
c odores hypoth-icarios mesmo uas tallen-
cias era relacao aos demais credores a::
deve ter era vista o di-posto nos mc.n io-
nados decretos na. 169 A e 370.
Vejaraoso ^ue sobro o assurapto dispoern
este-s ultim-is decretos.
O de n. 1G9 A no art. 5 o e seu 1."
estabelece expressumente que os privile-
gios nelle u&o compehendidos refe-
rem-se :
Aos movis ;
Aos imrnoveis nao hypothenados ;
Ao preco dos imrnoveis hypotliccados,
depois de pagas as dividas hypothecarias,
exceptuando apenas dessa disposic> os
crditos proveniente das de3pezis e custas
udiciaoa feitas para excussilo do irumovel
hypothecado, as quaes sero deduzJa&
precipuamente do producto do mesmo
imroovei, >>em como os debentures ou obri-
gacoes ao portador emetidis pilas ocio-
dades anonyraas ou comraaniitaria; por
aeces, e accrescenta no 2o qua conti-
nuara era vigor as preferencias estabele-
cidas pela le.,rislaco actual, tanto a res-
peito dos bens movis, semoventes e im-
rnoveis nao hyrothecados, como a res-
peito do preco dos imrnoveis hypotheca-
dos, depois de pagas aa dividas hypo-
thecarias.
O Decreto n. 370 por sua vez dispoi o
pesas e castas judiciaes, feitas pira
excusso do mesmo immovel.
Art. 244. Aisini que, deduzids as
sobreditas despezas e custas judiciaes,
o preci do imraovcl ser p: ecipuaraen-
te destinado ao pagamento da hype-
theca e s depois do pagamento dclla
pode o mssmo preco ser applicado aos
t outros crditos, conforme a ordem que
liies compete (art. 5." da lei).
3^'o possivel raaior clareza.
Lafayette, escrevjndo r.o dominio da
citada lei n. 1237, assim ae exprime no
Direito das cousas, 26"9 :
?U Hoje a byootheca, legal ou conven-
c onal, pura, e illide e perime 6empre
o privilegio, qualquer que seja a su*
prerogativa. E-ite principio absoluto ;
sellie c nheed um excepSo a que
respeita s despezas e custa- judiciaes
feitas com a excuasSo do immovel. A
ditas despezas por direito expresso da
lei sao precipuamente tiradas do pro-
ducto da cousa bypothecada.
O.i privilegios, po s, s subsisten! epro-
duzem efieito, quandi ou se referem a
movis, ou a immovdis que nio estilo hy-
pothecadas, ou ao preco dos imrnoveis hy-
pothecados, depois de pagas as dividas
hypothecarias.
A preeminencia que a lei confere by-
potheoa sobre o privilegio e o chirogra-
pin decisiva e abs 1 tita.
Furtado de Mandoi^a em seu mencio-
nado Direito bypothecario do B-azd, a
pag 133, na citada nota 52, diz o se-
guinte :
< Por esta disposico do Reg. frefere-
se ao art 210 do Reg. hypothecario
n. 3453 de 18f5) e pilo art. 5." da lei
a hypothecaria po veqne est alterada a
crdem di graduicj dos credores esta-
belecida no art. 8jj do Cod. Commer-
cial, deveudo-se collocar em 1." logar
os credores de dominio, em 2 os de
hypotheca, era 3." os credores priviU-
giados e em 4. os credores chirogra-
pharios ou simpies.
Si pas8armos ao direito novissimo, isto
, ao Decreto n. 917 de 24 de Outubro
de 189), que regula actualmente as fal-
iencias, e aos Decretos n. 169 A de 19
de Janeiro e n. 370 de 2 de Maio de 1890,
que regulam as hypothecas, verera -s
ainda a improcedencia da doutrina susten-
tada pelas Embargadas e acceita pelo
Accordo embargado.
"^'
mente desuado ao pagamento da hy-
potbeca e > depois do pagamento d'clla
pode ser applicado aos outros crditos.
na ordem que llies compete (Art. 5 do'
t Ddcr. 129 A). >
Onde achirara, p ds, as Embargadas;
que o novo D cr. n. 917 de 18'JO confir-
ma a interpretadlo por ellaa dada s dis-
posicoas do CdigoComtoerctal cin rela-
co graduic.io da pre&reneia entre os
credores privilegiados por despesa?, sala-
rios e custas da fallen a.", e os credores
de hypotheca convencional inscripta ?
fliBUCiCOEi PEDIDO
Partido Republicano Federal
RECIFE, 10 DE MAIO DE i 895
/Ilustre Correligionario
Tundo de se proceder no da 30 do
correne a eleifo de um defntado
pelo 4." districto eleitoral deste Litado
para preancher a vaga aborta na repre-
sentacito nacional pelo nosso Ilustre coes-
, t.idan'o, actual -Secretario dos Negocios
Ao contrario d isa>, oque das d.sposi- | do interor do Governo da Repblica Dr.
cocs acuna transcriptas calta a s olhos e Aotonio Goncalves Ferreira, o Directorio
s nao ser visto p w quera os cerrar para d() partido Republicano Feden 1 resolreu
nao ver, que a hypotheca tem sobre o apn.sentiir como candidato a essa eieico o
immovtl hypothecado preferencia a quaes Dr_ Herculano Bandeira de Mello, um dos
quer outros crditos com excepedo smente mas ,,rt)l;,r.,,POS r!-paSlicanos que o lJar-
das despezase cusas judiciaes feitas para t(do podia e=oolher de seu seio pura to
a excusso do mesmo immovel c dos deben- konroso mandato.
tures ou obrigaeves emittidos anteriormen-
te pelas sociedades atwnymas ou eommau-
diarias por acedes.
E' nacessarn qm o Par ido Repbli-
ca iu Federal anda desta vez atteste pela
livre manifsstacjM do voto o valor qua
Fra d'es-es dii-; casos todos o> rnaisj jj,e d& a tscipUna e a confraternizado
crditos ern r dac-Io ao immovel liypothe-! nos S3.(i,ntnto3 da ordem e respeito aos
eadjj sao prefnaos p-jlo crdito hypotln- j hwi pr;ncp f ,,elo que os abaixo a^sig-
a s poden) ser pagos depon u este,, nad.s con5ain qae Lavis de empenbar
" ',i,lver 8tbr* Para l'tl- todo esforco e o epoio de vossa vaiiosis-
ica as ira por trra o castcllo da pre- 8ina ..Huicla em prol d'esla catira.
Pnr100000 oomloal.
le
Imporaeao
Fertos do norte, vapor nacional Uaa, eotra-
ia em 2 do corrate e consignado a CompaoQia
TeroambDcana.
Aliiodao 700 saceos a diverso?.
Caipos 1 eaixSo a ordem.
Calcados 1 caitao a F. da C. W. Lima.
Cera de carnauba 5 accos a ordem.
Coaros 54 a erdem, 24 a M. C. doi Saotos.
stelraa 51 voiomes a Praaclsco Gar^el e Ir-
aloe, 16 a ordom.
Macaooa i5aaccoa a Manoel S. Franco.
Maiigirioba 7 saceos o meamo.
Mtrcadorus S< voiomes a A. V. da S Iva Al-
iaQiierqO', 20 a ordem.
PelliB 6 Tardos a Borg6i e I mios, 20 a E.
.ant'.G a C. Gilvao.il a ordem.
Plano t a o deao.
Pe xa t calxa a Manoel S. Franco.
Queijos 2 caixas a ordem.
Sabiio 2 caixaa a A Miraada.
Vasnonras 6 fardos a ordem.
Portos do sol, vapor nacional Olioda, en-
trado em 6 do corrale e consignado a Pereira
Carnoiro C
tile 61 accos a C. Lemos e C.
Canatos 14 caixas a diversos.
Calcados 3 cal.toes a diverses.
Drogas 5 eaixas a Gaimaraea Braga e C.
Toi;ao 11 voiomes a Miranda e Soma.
Fotoo 6 raixas a ordem.
Filtros 4 caixas a P. O. Maia.
Ladrilbo 32 caixas ao mesmo.
Ve-cadon.B 4 caixas -"o gorerDd.r.
Sati.0 2 caixaa a ordem.
Tenidos l fardo a A. de Cirvalbo o C, 1 a Mi-
undn e Sooxa. a N. Miia e C.
Ci'ilifr, barca noraegnense tBr>vo, enlada
em 4 o correte e consignada a Lopes Gaima
lie i lrmaos.
Canto de pedra 600 loneladas a ordem.
Menta e escala vapor Ingiex *&i\aao Kirilv.,
IDtrai) em 8 e coos'goado a H. Forater 6 C.
Ae > 130 coias a Antonio Oaarle aroelro
?lanra.
Ceneja 8 caixis a G. Nactr.
i
No vapor Ingles Billeaa*. para New-York
carresoo :
R. Bro bors, 368 siccas com 22.080 kilos de
assocar mtscavado.
Nj vapor iogles Naimltb*, para Livepool.
carregoo:
U. Gooveis, ;8) saceos com 54 630 kilos de
carocas de algisao.
no vapor iogle* lijibon*. para o Porto,
carr^g.ram :
F. Rodrieaes &C, 1 barrica com 60 kilos' de
-sBocar brinco, 1 dita com SO ji os de larioh*
de maodioca.
no vapor ingles Avio, para Liverr.o>l,
820 rialcarregaram :
I P. Carneiro C, 6,750 aaccos com 606.250
kilos de assocar mascavado.
no vapor lleao Paragaisso'*, para
Hambargo. Dorgielman C, 2000 ejoros verdes pesiado
42.C0 kiles.
No vapor trances Ville de Cear*, para o
rime, carrecoa :
R. Brotners, 900 coaros verdes pesando 189U0
kilos.
a ocar etioaJj e 4 d.nas c>ro 140 iiitos rtj dito
ojanco, 65 dixaft com 1,193 kilos de gabi e 4
gar,.f0ei com 48 i ras ds teiebra..
J. Sd^aeTl a C., 1 barrica ram l'O k Iof
di a-soca- braceo u i da com 93 ditos de dio
retinado.
Na i'i;'e Correia de Natal*, para Macahi:
ba, carretn :
H. L. de Almeid, 10 barritas com OH) k. los
de a-sacar brsoco
ilo biaie .Neptuoc*. pr toior carre-
earor> :
G. Correia & K, 10 bjrricas rom 578 k ls
de 'sacar Dr N. barcica *3 otio*, para P.raRiba, car-
regaram :
P. Valente & C, 20 barris rom C50 litros de
vinagre e 20 luixas cam 300 dlta^ de licor.
m barcada Fraociaca O.tavia, para Pi'a-
de Alagoas, carregoa :
M. Vie^ac, 2 pifas cam 90 lifos de vinagre
Ka t-arcaea Gjyaz*. para Maragogy, car-
reaaraai:
P. Ca-valbo & C, 10 caixas rom 2!0 kilos
Je sahaa-
Ni barcaca F.or M-r.a, par Mima .-
gaape carresaram :
C Pi:to 4 C. 1 c-iixa com 12 kilos de doce,
10 c*ixis rom <80 lins de geaebra e 4 barru
com 100 lit-os de vioazre.
Readlentos publleoa
forencia dos era lores ded^spe^as, aalari >s
e custas roforentes arrematacfto, admi-
Com a certeza de que envidareis vos
efficaz auxilio em favor di canlidaiura
OlstraioedtstribuicJtoda inassa faUda'.^^ n.-lf rioqario enjos servisoa
sobre os credores byp .tbecarios, cjiis ru;-e luerecime[ito fio do vos bem conheci-
do pe,o atraso em que se acharil as Em- 4 aubscrevemo-Bos
barbadas a respeto co estado actual da |
Dossa le^islac&o hypothecaria.
Depois dsso a iiivcncao das
De
seguinte
Art. 220. Alaa dos effeitos referidos
t nos aitigos antecedentes, a hypotheca
tem sobre o immovel hypothecado pre-
t ferencia a quasquer crditos com exee-
pecio soincnte:
t a) do crdito prjeniente das des-
< pesas e custas judiciaes feitas para a
excusso do mesmo immovel;
< b) doa debentures oa obrigucoe* ao
portador emittidos anteriormente palas
c sociedades anonyraas ou commandita-
rias por acc8es.
Art. 22!. Assim que, deduzids as
isebreditas despesaa e custas judiciaes e a
importancia dos debentures, quando h u
ver, o preco do immovel ser precipua-
^---*-*^
resmas
Erabirgiidas as razftea wfls. /./>' de se
tertm ellas tornado successoras dos credo-
res da massa por despesas e custas da fal-
lencia, credores privilegiados pelo -rugo
8?f>, n. II, iuveneao, segundo a , julgam com o direito dd preferir ao Em-
bargantes em relaf-o ao immovel livpo-
thecado. nenhinua procedencia tem, n-jra
lhes aprove'ta em coubi algumu
Becifa, 17 de Fevereiro de 1805.
O advogado,
Dr. Jos Vicente?Jcira de Vascoucellos.
(Coutini)
craemo finicmiu
Vv. Ss.
Amigos e correligionarios
^ptior S'r'n.a.ri ,. Jusilla
SSSS > OHDISaP.I*. EM li HE MllO
b IIM
eHKlilSNCIA DO SK. I). FRANCISCO LCIZ
Secretario r. Virgilio Coelha
A' heras do ro'imip, i'ppcptos o Sr*., joizes
: ger.i jo Est o, foi aoerla a sessao,
?poi>
Mea
Reoda geral
Do da 1 11
dem ae 14
e Maio de 1895
Alfundega
524:569*270
95:2t'J*970
Para o Interior
Nj lagar nacional A'bsrtc, ara relotas,
car regaram :
N. Maia & C, 70 pipas com 33.45 J litros de
agurdente.
A. l.-maoi & C, 20 pipas com 9,653 litros de
agurdente.
Na vapor iogles Bellareoa*. para Rio de
Janeiro, earregaram :
Comoanhia de Alcool, 20 pipas com 9.CG3
litros de alcool.
C. Deslacao Central. 15 plpaa com 8.100
litros de alcool e 25 birria com-12.50J ai o de
ajoardeote-
Para Santos, carregoa :
C de Al ojI, 100 barris com 8,700 .t-os de
agoardeote.
No vapor allemao Capoa, para Rio de
Jmeiro, earregaram :
P. Caroeiro & C, 900 saccas com 65,690kilo.
de algodan.
No vapo* anstrucj Kilma:*, para San-
tos, earregaram :
E. Kan hark & C, 200 barris com 17 600
litros de agurdeme o 200 saceos com 12.00J
kilos de assocar braoco.
Para Rio de Janeiro, earregaram :
P. Ciroetro a o.. 200 sacca com 14.750 Kilos
da algodaa.
No lagar portogoex Gaji, pira o Para,
eirregaram :
A. Irmaoa & C. 20 pipa com 10.779 litros de
alcool, 20 pceos com ItiOO kilos de cal preta e
50 pipas com 25,625 ditos de agurdente.
# No palhabote Jandabj, para Camossim,
carregou :
SC. de Estims, 2 birria com 183 litros de
agoardeote, 10 ditos cem 315 ditos de vloagre,
10 dito- com 450 ditos de vinagre, 10 caixas
com 240 kiios de sabio, 8 ditas com 64 ditos
de geaera e 4 ditas com 48 ditos de cogaec.
Pira Ceara, carreguu :
C. de Estiva, i0 barris cem 8)0 litros de
alccoi e 50 diios com 4,490 litrcs de agoardeste
Nj Oa le Aorora 2. para Mica?, ear-
regaram :
C. Lemcs k C, 6 bar. leas com 360 kilos de
619;8ie#2W
Renda do Estado :
Do da 1 a 11 Il8:s78<419
dem de 18 31.074*140
149.656*569
Somma total 769.496*609
2* sascao da Allandega de Pernambaco, 14
de Malo de 1895.
O ebefe da seccao
L. P. Codecers.
Pe tbesonreiro
fljmeoeglldo N. Claves.
RECEBEDORIA DO ESTADO
Dj dia 1 a 11 (0:597*39'
dem de 14 iu:42l*ib9
m n '.ante W Ilii Jardioe, carga vj.io- %t-
i.eros.
ulereado Mnieia>i de. Jos-JS
O moviaieuio deste marcado 00 da 13 e >Ui.
foi o segointe
gntra'tm :
42 boia pesiado 6 996 kilos
310 kilos de peixe a 20 r?. 6-2 0
2 compart. com mariacosa 100 -s. *20u
3 ditos com camarea loo ra. *3UO
27 l/z columnas a 600 rs. 1620
t ca'ga com galliobas a 00 rs. U000
8 cassoaea com galliobas a 300 ra 2*400
6 cargas com milbo varde a 300 rs. U8JO
1 carga com ameodoim a 300 *3 carga com batatas a 300 ra. *90
1 cargas co.o macacbeiras a 300 rs. *300
4 cargas com laraajaa a 300 rs. 1*2))
z cargas com divo.-** a 300 re, *6' 0
20 cargas com farinha a 200 rs. U000
5 oargas cu'M fuiltio secco a 200 re. 1/000
6 cargas com fejao a 100 ra. '2 mi
65 lugares a 200 rs. 13-0 0
14 Suioos a 200 ra. *80i
U como, com .ainetrM a 1*000 lz*ooo
0 comp. com scia 9 comp.com Iressora* a *Mj -a. 5*4'MJ
3. comp. com comidas a 70o rs. 23*80
75 comp. com fasendas a 600 ra. io/6-'0
49 coma, com verddras a 300 rs 14*700
90 comPWem farioba a 4no rs. 36/000
54 comp. wm Ultioi a 2*000 108*000
Rendlmento do dia i a 12
300*300
3 f7*t00
3.927/410
RE
Dj da 1 a 11
Uem de 14
TE DrtACSAGB
61011*560
1:785*892
1.823*383
3:611*275
Hovlnienlo do porto
Navios eot ados no da 12
Cear e escala. 8 dasVapor nacional 3. Fran-
cisco de 368 tonelada*, commaodaote Antonio
Alves Plato, eqaipjgem 30, carga varios ge
eros; a Comp Pernambcaaa.
Santos e Macelo, 8 das -Vapor nacional ;ap!-
bartbe* de 881 toneladas, comm^odante Ve-
rissio J. da Costa, eqoipagem 33, carga va-
rios gneros ; a Cimp. Pe-nambocani.
Rio da Prata Vapor ingles Niie*. commaodao-
te J. D. Spoooer; eutregoa malas e receoeu
passagelros e maUs em quareotena.
Nivlos sabidos oo mesmo da
Saotos e escalaVaoor iogles Coleridge*. cam-
mandanle J. BruWi, cirga varios gneros.
Sooibamptoovapor iogles Nile, coinmaadaa
leJ.fi). Spooner, carga varios gneros.
Navloa eolrados no dia 13
Maco, 2 diasVapor nacional Asstt* da 779 to-
neladas, commandaate Lola Jos Ramo*, eqoi-
pagem 26, carga varios gneros; a Comea-
noia de Estivas.
Navios sabidos no masmo dia
Para e escalaVapor iogles Hilary*, comman-
dante J. Iiirrisoo, carga varios geaeros.
New Yj k e escala Vapar ingles Belleoa*,
commaodanle Iver versen, carga varios ge-
nreos.
Navio eotrado no da 14
Terra nova. 35 diae Barca inglesa ^arpaslao*
de 270 toneladas, cipilao William Lawale,
eqaipsgem 11, carga Dacatiio i a Meades Li-
ma & C.
Sabido ao mesmo dia
Saotos e escala Vapor iogles Strab, cerr-
Precoa do dia:
Carne verde de 2)0 a 1*200 rs. o kilo.
Sumos de 900 a 1*2)0 idem.
Ca'oeiro de 1*000 a 1*200 dem.
Fancba de 700 a 1*50) rs. a cala.
Milbo de 600 a 700 ra. a caia.
Peao e 1*500 a 3/0JO a caa.
Parraba por coma da Iifenieaeta de l qn.li-
dade l*Xk)
D ta de 2* quilidade *900
Fejio *20
lavlas aperado
Rio de Janeiro
Birca porlogoexa Mane Emilia.
De elotaa
jgar ingles Risg.
Lunar aoroega-tuse Nina.
Escuna allemi G-mna.
Lugar portogoes Miriabs VIL
L'jg--ir orasileiro Z'qainbs.
fota:o bespanboi U De Mootevide
Barca ooroegaenie Vacoiaster.
De Terra Nova
Logar ingles Rosita.
De Cardlf
Barca potogaesa Fioreace Stella.
liarca oornegaeose Medes
Barca ingiexa risiol.
Vapores a aerar
Mea de Maio
E vira, da Earopa, boje.
. B jirboa, do narie, boje.
VnledeCear*. do sol, no,e.
< .Ijle*. da Ecopa, noje.
E'piri'o Saaio, do norte, boje.
Desterro, do tal, a 16.
Alsgoap, do sol, 16.
cLds Pal; as do sal a 17.
Villa de Rosario*, da Baropt, a 17.
I anema, do so1, a 20.
tCeareose*, do norte, a 21.
Herveliics. do sal, a 21.
Ador*, de Liverpool, a 21.
Briaola*. da Earopa, a 25.
It-aill, o norte, a 25.
Magdalena*, do sal, a 25.
-2Maraiiac, do sol, a 26.
Tapora* a aaklr
Mez de Maia
R. G. do Sal e esc, Bellareoa*, boje, as 4 b.
Aracaj e esc, S. Francisco, boje, s 4 bofas,
Liverpool, Boarbon*, boje, ts 4 boras.
Bueuj Ayres e es;,, Cijr.'e*. boje, s 2 horas.
Harre directo. Vilie de Cear, beje, is 4 b.
Rio e esc, E.pinti santo*, boje, Ss 5 bora|
G -nova e esc, *Las Palma**, 17, is 2 boras
Mi. aos e esc, Ai?g)f, 17, s5 oras.
Lisboa a Haoioa-g', Desterro*, 19, s 4 boras
Saatoa e esc, Ville de Rosario*, 2), As 4 b.
New Yjik Hirvelius, 21, i 'i boras.
Buenos Ayres e e esc, B-U.ola*. 25, s 12
Soatbamptoo e esc, Mgdalena*, 25, s 12 b.
Rio e esc,, B-as'l*, 26 Si 5 boras.
M osas s i s;., Maraabic*, 27, ai 5 boiu. ., '
de la e apo'ovada a a;-.ia da aolecedeatf.
Ostriboulos e passados o? feitos, deraoi-3^
os segoiotes
JUI.I.AlIrNTdf,
App-llc5 i c ij-s :
Di Recife Appelia'ite o p-o-notjr pablc,
appe.Uo Manoel tff*o<: s^j di loro joit Ci loi Va. AijujU oajoUes )lo
Carlos e Galvao. leo-se provimuio, uuani-
aameote.
Dj R-cife Appellanle o tnMJH tpnbises
ppclladj M.'.j-, dnidj Bravia. Itd.l.jr u
U't J.fto Crio'. AJ|outOJ os j'imu G>Wo <
l'At Rib^iro.Ue'se p ovimento, uaaaime-
m ote.
^ U..- Gjjnaa Apre'laote PraDcisao Be.erra
Cava'caoii, apneii di a (ustic- R-"'atr o juii
Curios Var. D.u si prjuntnio, coainuae-
BMOte.
De Agn Prei. Vopellant- Amonio Lo s de
Vacouc ll.-e, ;i,i; i- I ij.i u juici- Rsiator o jon
Gai-a.'jotiiirai-u se a teueuc', unaaim meo e.
Appe.laces ciei :
D-j olioaaAppellanle i Qaronea de Tacara*
0", apppllaio F OfiiJi [i uictuot di Sivs.
R> la or O jala Cai-iaa Sar;Mi. Adjaous o- jai
tes Jjai Gtrlis e aIuo de A'uio.Foraui
defloresados os eruii.ri;i>8, oaaolire neate.
Dj RecileApi>eii*tii- Ho-nariliuu F'rrei'a de
AieveJo, appellado JM F^roandes Lima R-la-
tor o jaia Gaivao. v-juntos o joiz-s Costa R-
beiro e Calda Harret. Detoresados os em-
oargos. cont o voto do relator.
Do R-cife Apjiei1* iie i'-rp-lai Mr'a da
Conc-'tai, ppeliaio Ano o Jacio bo V reir.
Relatir o luz A me1 ia. Aijoaus o* jones JoSo
Cario eGilvo. Deu se provimento. uoaoi-
memei te-
Appeilacao commercial:
Do RecifeVppellane Biwas tC.appelU
djf. W. W. kr.-So^oa e prorimento.
PA88AORNS m
Do jaii Gilvio ao jaix Cosa Ribeiro: j
Appellacdes crimea:
M: GjHon. Appelluot o nomotor poblico,
appellada Migiel J^aqu'm de Smi'ADQa.
o LimoeiroApprllanie o jaizo, appellado
s-DoS.,: o Jos Crrela.
D j-.u Joftj CaMoi ao juiz Gilt&i:
AppelUco crime:
Di BjxerroiAppellante C'ementiao Rodri-
gue- de Steja-rlra. appellada a jastiga.
AppellacSo civel:
Do CaboAppeliantes Ao'oiio Fernndes de
Rrro* Ljra e soa mulner, appellada D. Mina
Carlota t Pr.Qo Bo'tres.
(Eoceirou se a sess4o a 1 bora e 10 miooiot
da tarde.
Dr. Joaquim Correia de Ara'jo.
Joaqnhn Jo- de Al.neida Pernambaco.
1 r. Francisco d'Assia Eosa e Silva.
Miguel J.ifc de Almeida Pernambaco.
J.ie de Cupertiao Coelho Cintra.
Dr. Antonio A Pereira de Lyra.
Lmz d'Andrade
J..f; de Medfiros e Albuquerque.
Fr ociaco Cornolio da Fonseca Lima.
Dr. MaTcienillo Lins.
Francisco Te.xeira de S.
Jos M-ircellinoda osa e Silva
Eduardo Augusto de Oliveira.
Foppe de Figoeiroi P.t:ia.
Ai) ILLUSTRE PERNAMBCANO CONSE-
LHEIRO FRANCISCO DE ASSIS ROSA E
SII.V DIGNISSIMO PRESIDENTE DO
COHGRESO FEDERAL.
a purnambucanos, como n naci bra-
zileir-a, em um s amplexo de cordialida-
de e jubilo, vos estende a dextra ; e, par-
ticularmente o directorio do partido re-
publicano federal do l- districto da Afo
o-ados, que tem a ufania de fazer salien-
tar a sua intima gloria, por ver-70s fio-
re^cente na representaco nacional, cuja
inaioria, que symbolisa a seleceo da
vontade soberana do nosso cbaro paiz,
vos deu o justissimo e meritorio gaihar-
di>, para, coui es conheciment s, a par
de sublimes qualid des que vos ornaineu-
,ara, irigirdes e encaminhardes os des-
tinos de nossa cbari.sima patria.
Eia, Exm. conselbeiro, os vossos ad-
miradores de Pemambuco e esta pleb.de
de cidad2os que o mam ao lado d i dire-
ct rio do graude partido republicano fe-
deral d-a Afolados, vos sadam.
Af.gados, 14 Je Maio de 1895.
Theodomiro Tbomaz Cavaloante Pessoa.
Antonio Ferreira da Costa.
Luz Jos Carneiro.
Antonio Gum s Cazar de Mello.
Ricardo Pantaleo da (/amara Santago.
Joe Pereira da Silva.
Atitoni Pereira Lag s
Antonio (romes Grangeiro.
Antonio Gomes Maceado da Hora.
SPORT
Derby-Club de 1'ornauibuco
Teve logar hontem a inscripcSo para
a 8.* corrida a realisarse no r/rado da
Estancia em 19 do corrente sendo este o
resu'taio, a Baber ;
1' pareo1250 matros FuriosoFu-
maba 2-, Beija-fi5r, Hyrondelle e Tudo-.
2* pareo900 metr s. Dic'ador, He-
breu, Mendiga, Transporte, e Baralbo.
3* paeeo 1.003 metros. Abysmo,
Piano, Piaacb, Divertido e Malauge.
4- pareo 700 metros. Girafa, Ma-
homet, Indio, Traidor Certnejo, Logo-
digo, Ajudan'e, Hebreu, Cabor e Za-
mores*
5" pareo = 1503 metros. Dorothy,
Gipsy, Guaianaz, Douradilbo e Apollo.
NSo se tendo realiaado os pareos Mer-
curio, Terra, Marte, Jpiter e Saturno,
cbamou-se outros conforme projecto pu-
blicado no Diario de Permimbuco de
hoje.
A Provincia
NSo devo ccrUraente sabir a' a ckvidtsstmi
esiiliera em que tirtmoaa e patriticamente gira a
muito apreciad i follta de mito r c nulacdo pira
dar urna reposla a referencia qua era siu nu-
mero do boolem fes a minlu bumiMe indivi-
dualidad-.
Assim apenas direi:
A Piovincia revcla-e convencida de que seus
crittriosM intorinaues, a fiseram engaar os
seus leilore-< em relajeo a noticia de castigos
rigorosos ioffligido ao cabo Jos Leile de Ama-
zonas Brasil.
Sim, aab.-m todo? que o castello levantado a
respeito, caliiu, por for\;a do sopro da verdade,
e, assim, flcou a Provincia entapida sara po-
der provar o que avaocou. ficando de pe as rai-
oliis declara^es corrobralas perfeitamente
pelo exame me lico que requer.
Emquanto ao valor que juridicamenle pode
ter a di-claracao ou conrlssao do cabo Amazo-
na?, nao a mim que cabo disculil-a ou susten-
tal-a; para tanto disponhem os dous grandes
criminosos inveniaJos por Egasfafe, lagos, bran-
do e seu rancho, de advog-idos illustradiss'raos
que de accordo com a rzaos o direito, fnQo
que inumphem as disposiges da lei, evitando
que a juslica seja mareada pelos sopros de
meia duzia de innoceatrs, que puiotcando sobre
o cadver do Dr. Jos Mura, s procuram esec-
cer urna vn gai.a impropria de polticos ferios
e por isto f.zm que o Partido v cahindo no
ridiculo, concorrendo para a perda diaria da
adeptos seus, que escrupuiisam coruraungar na
raesa dos desvario?, guarnecida pelas duchas
glaciaes do apistonadas faiscas. Basta.
Recife, 13-5 -95.
Bellarmino F. da C. Almeida.
---------------He]----------------
Gabinete Portuguez de I.ci-
tara
A directoria desta iostituicSo era vis-
ta dos festejos que se organisam para
receber o seu distinctissimo socio cor-
respori'lente, consclheiro Thomaz Ri-
beiro, e previoindo a eventualidade de
elle vir a Ierra, reso'.veu preparar os
salOes de sua bibliolheca, a(im de rece-
ber este seu tao digno associado e fran-
quear ao publico os referidos sates.
Secretaria da Directoria do Gabinete
Portuguez de Leitura, 13 de Maio de
1895.
Albino Mor eir de Souza,
i.' Secretario.
PRADO DA ESTANCIA
Pela dreetaria do Derby-Club de Per-
nambuco, acaba de ser cedino o Prado
da Estancia a Colonia Ingieza, residente
ueste Estado, afira de dar um divertimen-
to de amadores, semelbante aos dosanno}
anteriores,
Ao commercio
Albino Neves de Andrade, Ca'losGon-
5alves da Cesta Maia e Maria de Barros
Dias, scientlficam ao commercio que con-
stituirn! urna sociedade s-b a razo de
Andrade Maia &, C, para a continaafao
do aesmo ramo de negocio da sociedade
extincta, sita ruado Livramento ?. 22.
gRac fe, 10 do Maio de 1895.
A Ib no Neoes d Andrade.
Maria de Barres Dias.
Carlos Goncalves da Costa Maia.
--


'




mmwm


Diario de PernasssSineo Qnaria-fcira 15 ce Haio de 195
*
O Congrcsso
A incredulidude de que muito dos nos-
sos, companbeiros eatao cheios, d lu
gar
ac receio, prognDsticando ao projcct ela-
bcrado pelos alustres signatarios avalla
eouiroum do esQueciraento, onde muitos
ootrcs lm tombad<>.
Temos f uos distinctoa representantes
do povo, que pngoar&o pela n ssa classe,
especialmente aquelles que sao tambe ni
fanccionarioa pblicos.
FafBino utb pe.Mieno retrospecto sobre
o f jnccionaUsmo publico, coroecando pela
classe dos professores em disponibili-
dade.
Estes preceptores da infancia que luta-
ram, nuitas vezes, cora senos sacrificios
na conaniata de um titulo, que emprea-
ran toda sua activrdade r.a educac&o da
inf: ncia, \Getn-se hoja frente a frente com
a d fpoii.bidide e com os voncimentos
de ttenla e cinco mil ris, cercados de
mil embarazos, producto de longos ann i
de acarado trabalbo.
Pdem estes educadores da infancia
aurp riar tiio pesado guante r.a pocha
presante ? Ni .
Estes prgflos da justiea publica que se
emrraianbando Mates invioa Mrtfca, ao
desenpenho de Mas funccOaa, IntanJo.
com risco de vida, pela eTectividude d;>
lei, punindo o delicto em desnggravo da
oeiedade, encontrando em toda parte o
mesroo pr0 dos gneros e a mesma mi-
seria, podem dignamente manter-se com
os ytneimentos rctuaes ?
A estes j;i o Congresso proeurou aug-
mentar os vencimentos, porfli este daai-
dera-.um esta ainda em projecto.
Esta briosa cerporafS* uuo com .> a
nossa guaruicfto eatadnal, muitas vezes
entregando os paitos balas homicidas,
as dlfficeia capturas de criinincsos habi-
tases ; i|e garante o uosso lar, irapeiu-
do que sombra da noite nao sejamos
nabsdoa, pode tarabjm manter-se e arcar
com i.- iig jres do monopolio do commer-
cio?
Eis porqce somos defensores dos im-
prgnelos pblicos estaduaee, nao preci-
sando iie.-cermos os outras classes o que
seria enfadoiiho-
O Justitia somante fez urna compara-
yo, esqueceudj-se dos que acabamos de
referir, talvez por precipitaco em querer
mostrar qua era justiceiro e equitatixo,
antecipando o aceito ue que s quere-
mos para nos e uiio para os nossos col-
legas o augmento.
Eog-anou se comple:ament.
Somos mais humanit rios que egostas,
o nosso tini muito mais elevado e mais
subii* e ; qua o Congresso melhore as
eondi^es dos empregnos pblicos esta-
duaes 9 iio as deixe entregues a merec
do acas.
J no acno prximo passado pedimos a.0
Exm. Sr. (jovernador um augmento aos
nossos vene;mentas, mas S. Exc. cioso
de seu deveres dissenos que aguardas-
Bemos a abertura do Coogresso e este
gem que lhe dirigissemos ulguma peticSo
ueste nentido, espontneamente n5o se
fez esperado e cmprebendeu que deveria
termint:r o martyrio.
Seja uaal tr a sorte que nos aguarda,
nao dei Taremos da puguar corajosamente
em prol dos empregados pblicos esta-
uaes, npezar de erem muito diminuta
as nossas forjas.
Sirva ao menos a que temos dito de um
applauo aos nobres Co'gressistas pela
elaborago do prjecto e ao illustre Gc-
Ternador pelo muito que lhe deve-aos.
Fazenios tregua at que vejamos a
realisai.-ao do nosso desejo.
Esperando que o Justitia comprela
ainda ni imprensa combatendo o que te-
mos demonstrado, declaramos que nao
vo!tarar06 a refutar o que elle disser,
guardando-nos a discusso do pro-
jecto
Caj ito .\:auoel Theophilo da Sil/a Gui-
mares.
Franci-co Nogueira da Silva.
H-triuogenes Tavares CsVa'i t
Oeremias Manuel de Ment nca Siqueira.
Joaquim Miguel do Arraral.
Mariano Gomei de Olive ra.
Joaquim Euclides Machado.
Antonio Luiz do Reg Barreto.
Antonio Pareira Bailo.
Vicente Jos da Silva.
Francisco Antonio c"e Oliveira Brazil.
Simao Jos de Asavedo Santos.
Antonio Pcre:ra de Gas.
Joaquim de Myra Wanderley.
Pedro Francisco de Almeida.
Joo da Motta Boltro.
Francisco Ramos da Orna,
alandal Firmino de Barros.
Manuel Pereira de Ges.
Antonio do Reg Barros.
Joaquim Menua d Reg Vir.les-
Jos Antn o Lordllo.
Krnesio de Almeida freir.
' a jiiim Alfredo R. d"8 Sanios.
l-i!08to Xavier dos Santo.'.
ii' culano Ferreirt Xeves,
Hu8 aquio Antonio G-.mea.
Euxebio Pinlieiro da Mendonca,
Kmvgdio e Asts Campos ("osdem.
Hermenegildo Lopes de Siqueira.
Parixio da Valadares
Artliur Goncaives de Amida.
Francisco Xavier da Cruz.
Roflniaao Xavier da Cruz,
Ernetto Domicie dos Santos.
Adolpho Miguel da Costa,
Antonio II .norato Ferraira.
Vicete Jote da S Iva.
Joaquim Ribeiro da Silva Guimares.
Antonio de Senna Barbosa.
Weu eslo Pinto de Paiva.
Vicente Furias Maciel.
i'"rancisco dos Passos.
Candido Martiniauo da Souza.
Jos Hygino d Oliveira.
Jos Francisco Anselmo deSant'Anna-
Jos W'aldoaldo fioares.
Hermenegildo Lopes de Siqueira.
Fraiicisc Flix Valois.
Falinto Leao.
Manoel da M raes Pimental.
J'-su Joaquim doi Santos.
Antonio da Cunha Guimares
Antonio da S.lva Ramos.
Germano Motta.
Antonio Alfredo do Carvalho.
dia 15 do crrente a bordo do Cly-
de.
O ponto de reunio ser no caos
da Lingueta, logo que chegue esta
T :,:>>;-, achando-se promptoa con-
duccao para todas as pessoas que
queiram ir a bordo.
Recil'e, I '> de .Maio de 1835.
Albino Moreira da Souza.
Joo V. C A/farra.
A Colon i i Porl ligue za
A Commissuo Ejecutiva encar-
regada da recepefio do npsso mi-
nistro e eminente litterato, Tho-
rnaz Ribeiro, convida lodos os
membros da Colonia Portugueza a
reunirem-se no caes da Lingueta,
quarta-feira, lodo corrente, logo
que chegue o paquete Clyde, aiim
de reunidos a bordo desse paque-
te, cunipriinentar este nosso (ue-
ridissimo compatriota e enlregar-
Ihe a raensagem que a Colonia re-
sol veu dirigir-ihe.
Bw'


Consclheiro Jos Bernardo
al vito A Ico forado
5." AX.NIVERSARrO
A fam l!a manda resar missas por sua tilma
no -i a ta s 8 horas da nianha na matriz da
lj 'a-\ BU e igreja do Monte ro.
^fekv- Han
Companliia llccifc Drainagc
Ilontem foi fefa urna rcrlamacAo urgente,
para o desentupimeoto de um apparelno da
Recifs Draioage, em una quez do Herval O enrarregado de receber as
leclamaces, promelleu m-indar fazer o servigo
allegando-sa ser de urgencia.
Nafa tarde foi de novo o mesrao reclamante
indagar sej liavia ido o empregado fuero
aerv.ju, e a re.posU fui affirraaliva.
Mais o que succedi u ni1 as '< horas da tarde,
Bada de empregailo, e a familia que supporte
a peste dentro de sua casa, porque o exlravu-
aamenlo de fzps foi tal que inipestou toda a
casa, e certamento o mesmo se deu, as casas
visinhas.
A quem comp:ti- pede-se para providenciar
de firmas quaudo te tizer reclamacao igual,
ser attendida iraraedialamente; porquanto os
nrju'ios de sade sao maiores, do que se pode
imaginar.
O prejudicado.
Para este iim a commissao lem
vajiores e lanchas preparados para
conduces o.
Recife, 13 de Maio de 1885.
Os secretarios,
A Ibino Moreira de Souza.
Joo V.C. Al farra.
-----------------^~-----------------
Peitoral de Cambar
Ojtiiiiao do Rr. Cruz Cordero
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal c
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affeccGes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e eficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordeiro. (Parahyba
do Norte
Curade tosse astil matica
cen o Peitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Baha, que sof-
Gria de una incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
gO AGENTE Companhia de Drogas
e Productos C/iimiccs.
Na invaslo d'um bronchite o medico
recomnienda as Capsulas de Quinina de
Peetier para combater a febre e a eleva-
5S0 da temperatura, e o Xaropa Ph-rnica
do de Vial, qua considerado come o me-
Ihor antisptico des bronchios e dos pul-
moes.
Advogudo
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitas da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em aeu escriptorio a Praya 17 n. 79, das
10 horas da mauha s 4 da tarde,

Nonos artigoe tem sahido com algu.Ds.
ncorrec^ao, isto divido, talvez compo-
8;o, como por exemplo :pro dromo
noitraem vez depro domo ncatra
sunm cunq'ietribuere em vez de suum
caique Iribueree muitos outros.
Honra ao mrito
Nos abaixo assignados eltitorea da fra-
gnezia de S. Jos, pertencentes ao gran-
de partido federal apresentamos pela
imprensa as nossas felicita$5es ao illas-
tradiss uio mini tro da justija o Exm.
Sr. Dr. .Julio da Mello Filho, pelo seu
completo restabelecimento.
Bcifo, 14 de Maio de 1895.
Aleanore dos Santos Selva.
Anacleto da Silva Ramos.
Laurentiao Odorico de Freitai.
Luiz Correia de Araujo Mello.
Manoel Rodrigues Nogueira Lima.
Manoel \\aldoaldo S aer*.
Major Porfi i > Pcppe Girfio.
Manoel lpiphanio de Oliveirs.
Hermioio Antonio Leo.
J0S0 Leo \
Eduardo Cavalcante de Albuquerque.
Joaquim Teixeira Peixoto.
Luiz Rodrigues Mendes da Silva.
Philomeno Jo> de Souza.
Francic) Monteiro Barb sa.
Paulino de Siqueira.
Idelfon-o Alfredo de Carvalho.
Jo5o Clnysostomo de O. Pelagio.
Antonio Maximiano de Albuquerque San-
tiago.
Julio C riolano Dias.
Idelfons: Lucio Monteiro da Franca.
Narciso Jote da Co ta.
Jo. Augusto Carneiro de Mosquita.
Silvino Luiz Gonzaga.
Porcio Alve da Silva Filho.
Virgilio Candido Ferreira.
Zeferino Candido Ferreira.
Valentim Candido da Silva Bastos.
Roberto Prudencio de Souza.
Arcenio Antero Borge'.
Antonio Jiaqaim da Silva.
Antonio .?loren ino de Figaeiredo Lima.
Antonio Caaemiro da Trindade.
Agostinho Jos Loarenjo da Silva.
Capito Oreates Alve* da Silva.
Augusto ca Chagas Monte.
Capitao Custodio B da Silva Guima-
tlea.
Argemir > Antonio de Albaquarque.
Antonio Sjrgio do Eapirito-Santo.
Bernardiiu de Senna Ferreira Caldas.
Ao commercio
Os abaixo assignados scientificam ao
commercio e a quem mais interessar pos-
sa que dissolveram amigavelmeute a so-
ciedade que linhara n'esta praya, sob a
razo de Andrade Maia &, C, retiran-
do-se o socio Felippe Goncaives Maia,
pago e satisfeit > d eeu capital e lucro?,
ficando a cargo dos demais, toda
ponsabilidade do activo e passivo
Recife, 30 d'Abril do 195.
Fclippc Goncaives Maia.
Mara de Barros Dias.
Albino Neves de Andrade.
a res'
social
Dr. Francisco Loopoldino
Communica nos seus amigos e cuentea
que de volta de aua viagem ao sul da
iepublica, adiase a sua disposicao em
seu consultorio, ra Mrquez de Olinda
n. 38, 1.a andar e era sua residencia,
ra de Santa Cruz n. 72.
-------- m
Dr. Francisco Leopoldino
Especialidades : Febres, molestias de
crian9as, syphiliticaa e da pelle.
Consultaa de 1 8 3 horas da ta'de
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
ResidenciaRa da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214
Chamados por escripto.
Ao comoaercio
Jo5a Fern^ndes de Almeida retiranda-
ee temporariamente para a Europa com
sua familia, previne ao commeraio em
geral e a quem mais int^resaar que deixa
er.carregados de todos os sens negocios
cmmerciaes e particulares os seus aseo-
ciados Guilherme Pereira Gnimar&es e
Manoel Affonso o Coato Soares.
^Recife, 11 de Maio-de lo95.
jco Fernandes de Almeida.
Advocado
O Desembargador Jovino Maia tem
o seu escriptorio ra Duque Caxias
n. 46, i." andar.
A laryngile e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
""COAGENTE Companhia de Droga
Productos C/iimicos.
Embarcando boje, para a Europa, no
JVi/e, com minha familia e faltando-nos
tempo necessario para despedir-me pes
soalmented'b pessoas com quem mante
mos relaces d'amisade, o f< z 'mos pelo
presente,'offerecendo, ao mesmo tempo,
nossos limitados prestimos, em Panz.
Recife, 12 de Maio de 95.
Francisco Gurgel do Amar al.
Dr. Neixu*
Participbaos seus amigos e el''entes
que mudou a sua residencia para a ra
do Conde da Boa Vista n. 101,
acba-se a sua disposico.
Recife, 12 de Maio de 1895.
onde
Thomaz Ribeiro
A commissao executiva encarre-
gada da recepeo de Thomaz Ri-
beiro, convida imprensa, os aca-
dmicos a estudantes de Pernam-
buco, todas as corporacoes desta
cidade a abrilhantarem com suas
presentas todas as manifestares
de regosijo qua preparam a este
eminente homem de lettras, que
deve aportar a Pernambuco no
PHOSPHATINA FALIERES. imo m enanca.
---------------?---------------
Au Paradis des Dames
Casa especial de artigos para
Noivas
Ba Baro da V doria 58
Tccpbone 59
Peitoral de Cambar
2:000*000
Do-se :ooo$ooo em moeda cor-
rente a'quem provar a n3o authentici-
dade do seguinte attestado :
iv Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mi carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] *
O AGENTE Cmpanhia de Drogas e
Productos C/t micos
OLHEM,
que muitas
pessoas do interior, que tm pedido o
nosso COGNAC BRAZILEIRO a seus cor
respondentes, tem recebido Cognac Es-
trangeiro, ignorando o motivo da substi-
tuido.
Para evitar isto rogamos, que se no-
dirijam directamente, que lh'o remetieres
mo* por 258000 a duzia, sem despeza de
frele, por caminho de ferro ou martimos
Os pedidos de lOduzias, tem alem desta
vantagem, mais 5 /0 de disconto.
A.Martijiiano Veras & C*.
Industria \acional
O Sr. Antonio Martiniano Veras,
pharmaceutico, actualmente em Pernam-
buco, mimeseou-nos com urna garrafa do
Cognac Brazileiro, preparado com todo o
esmero Lior aquelle laborioso cavalheiro.
O Cognac Brazileiro possue sabor ex-
cellente sendo igual aos melhores simila-
res eatrangeiroa
O preparado do Sr. Veras ob eve a
maior acceitacSo no Recife, onde a m-
prensa noticiando este n.vo producto na-
cional externa os mais lisongeros concei-
tos.
Agradecemos a fineza do offerecimen-
to.
Do Federalista^ n. 10 do Maranhao.
Garrafa 2,5500
Duzia 250000
Na fab ica a dinheirt pot este prego
remet e-sa urna duzia do cognac paro
qualquer ponto do Estado, por caminho
de ferro >u martimo, sem despeza.
Pedidos de 10 duzias mais 5 O/q de
descont.
J consta que o cognac estrangeiroest
sendo vendiio mais barato. Ha de che*
gar ao ponto de nao ser procurado. Tal
a concurrencia do
Cognac Brazileiro
A I--fiiiil>.!<> Scott um remedio
providencial para as criancas
iracas, rachitieas e escrophulo.
sas.
Rio, Dozembro 11,1837,
Assegnro sob palavra da honra qne eiu nume-
rosos casos de minha clnica, tenno colh do mul-
to felitea resultados do empreo da Emulso
Swil de oleo de flgado de bacalho com hypo-
phosphilos de cal e sodn, particularmente em
dous casos de escrofulose.. em urna senhora de
t7 annos e em uuia crianga de 6 annos de idade
oblivd rpidas me horas o restubeleciraento
completo em poucos mezes. E- quanlo devo
informar a VV. SS.de quem sou attencioso servo.
Dr. Vicenle de Paiza,
R. Itapr 30. R. S. Francisco de Assi, 111 Rio
Secretaria da Iudusiria
3. DIBECTORIA
Cali-amento da ra do Ria-
chuelo
EOITAL
Pa'a conh-cioienio dos Imeressados, faca pu-
blico que oo da 18 do rorrete, ao meio da,
recebem-se aVala 'ppariico prorvsiaa ra a a
conelruccao de 10.760 metros qoatrados de ca!-
Camen'o parilleiunutdoe creados em..........
BS:4MilOO-
O confacante dar ccm>0 88 obras dentro
Ao praxo df qoinza dias a cooclotra do de
se'B DttB contaeo a cata em que 6r Signa-
do o contracto oetta directora.
As propoat.B devem s^r convenientpm e"Hadas, ei t e#nes em cartas fechadas e coate
nro eii tercue cla'o>:
1 O preg-i pelo qasl se prcpOem os licitantes
e::-i u ar ai obras ;
.* Eodereco de ua rrsilen-ia ;
3." Povs de i'ioneirtade i;rofisrioDal preclas
para dingirem e exeeuUr as oba.
Uvno tinas oo mais propoitss em i ? u o I i c -
de te coniijfer, cari preferido o cencorrenti-
qne meihores provas de Idoneidade offerecr.
Nao spra acceit as propalas que ee rosen
irem das segaiiitoi faltas:
i.* As qua exceder.: aos pr!os do orj-
mento ;
i.' a* que ala forem orfiDinda tfe accorde
com o preeeme erfitol ;
3.' c qne se liaejrem em procos de cutro
000. arrentt;
4* As qae foem firmada oor pessoas que
licrem j'. (it-ixa!. de cumprir contra'te; co
prora chcu rtpariijao dss Obr, s Publicas ;
B.1 Al qce nao (ff^reccrem as ;arD'ias e
lualidadea eil(rldai do prateota fdttal.
Nf-niutxa propos a s-t accpi'a sem que o
proponenie apresett: r.ciho, qce pro? h-ver
iep e perdri o tiirtito de rstituitai le,FSCClOtla
sua prjposta recesar-se o prop; ceote aselgSf
o reepectiv) ronlraclo.
O org^meoio de que t'ata o nrefente eital,
ucba fe netta leparucSo i dispoelcio dos p-(-
iv.if-, qae poderao examioai-o das 10 s 4
n* ras da urde.
Recife, lOdeM.io do 1895.
/. /. Rodi iques Saldanha Junior.
Abertura
Edital
de coclieira
na ra
Direita de Afolados
' Carlos Roberto renuc eu a iDertura do ims
cocbelra de ca ro* de patseio Da c;^sa c. 3 >a
rea Direita de Af"gales, de accordo com e dis-
ic-io oo artigc 2. c pito'o I/, litloII aa lei
n." ke oa^in ee ju'gar rejadicado com a pfe-
(en(ao do rfqoernite pode representar ao Dr.
Prrieilo no praso de 8 'as coatauos ''e boj>.
eoperinteadeocia de Iljgie e UuoiJipal, 9 de
Maio de 1895.
O eecre'arlo,
Jos Bonifacio de Mendonca Pinei'o.
CUEf-BIS RSSTABBLtCEH-VOS DO CANSA
go t- do calor, reallzanco om des maleras prare-
res don 8onbc8 o tn'aft ? Tomai um banno pe'-
futaoccm na ^rrafa de Aros Florida de
Horra y & Lsnman. Nata mi Ihor que esli ex-
ao'sua ^reasr^cao para foriiflcar o ervos
para coarcuiicar lhe 'rescara, elasticidade e
vigor, tatouf corpo cm ?o >sjhiio. 16
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Declaro que criancas de minha casa
que se achavam atacadas kde coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele-
cdascom o uso do PEITORAL DE
CAMBAR^, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma lauoel Joaquim Ho
rura &C, do Rio de Janeiro.]
Edital
NO BANHO, NO TOADOR, no lenco, dos
ro u dos d.nies. Das roupas da cama, em >(d.
s partes val oso, utl e asralavel o delicado
ptrfome confluido sob o ojom de Agua Florida
ce Morray & L^omao. iS
D1TAES
Secretarla a Iislle, N(forioi IntTiares e Ir
8trncc?o Publica do E-tido de Perosmboco
D rectora da Joslic l* Seciao, e\ 7 de
M*io de 1895,
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Secetario da Jasti'c,
N-gocios Iiterlorr] e Inslroscao Poblca, e ex
obsrvancta ao art. 157 do regulamento > qoo
s. rffere oDecr. o. 9,420, de 28 de abril de
1883, fa(0 publico, para os llovidos lius, o edital
aoaiio tranecripio, pondo em roocorao com o
praio de 30 das os efficios de 2- labelliao do
publico, udicial e Dotas, earrivo do civel e
arnexos. jury e exe u{Oes criminaes do maQi -
plo de Serlabem.
O director,
Alfonso V. de Mtdelros.
EOITAL
O Dr. Frsnci8f0 de AbsIb P^reir Roba, jo i de
PeroacDbuco.em vi-todo da Id. etc.
F.x eaber a qo-nj ater-s'ar po8^a. que eslao
am concuo os ofDios de t- tibellio di po*
buco, judicial e notas,escrivao docivel ecom-
mere o por disirihuicio e privativo d jury, ex-
eci cot's e mis annexns deste maniripio. crea-
dos pelo decreto de 30 de Janeiro de 1834, qce
ee icoam vagos pela nomea(ao do respectivo
s^rveotuario. major Euslaqu'o Cavalcaole Los
Wlccer, para o de 1-escrivao privativo do
CjmuiercM da capital, pelo qoe, na forma do
Dc n. 9 4S0 ae US db Abril de 1885 o da lei
3 3x*, "e 14 de iulbo de 1887 e do regola-
mtnto de 23 de Jaotiro de 1693, dente listado
convido aos preteodeDlea a eerveo'ia vitalicio
de taes oKt-'os a ap-cs -olarem-se dentro do
praxo de 30 dia, acornar rema da'a. eas re-
qucrimentos datado? e aesignatos por s1, oo por
legnlrxos proco'adores, acompaihdcs de *x-
ume de fofficifocia e certii&o de exame de lio,
ca portuguexa c de ariihme'ira, tolo? corrida
(ertuao de idade, atUEiaJo medico de capa i.
dade p!y irt. ?10 e eeud pargrapQos, do citado Decr. n
9.420, todos rm original, pdenlo, entretao o,
na iu:*de a falta de certtdo de baptisno. ser
p-ovada por outro qualqoer mel legal.
E para qoe chegue so cooecimeoto de tolos,
maodoo rascar este edital, que pera iflxado no
logar publico do costme e publicado pela lar
prensa na capital do Estad>
Dado e paseado ors'.a villa de N ti Senhora
da Cooceic&o de S'rinhi m do Estado de Per-
nambuco, aos 25 de ADril de 1695,; 7- da Rep-
blica.
Eu. Manoel Martios da Caoba Si abr, escrivao
i;-t"rioo o escrevi.Francisco de Assls pereira
teta.
Crri.rico qae sixei boje s 10 horas do dts,
sa porta do c'ooceluo Maoi'ipsl o edital do Sr.
Dr. jola de direito, pjouo em concurso os offi-
cics de joalica deete rnuoifioio, doo f. Sen-
ohaem, 25 de Abril de 1895. 0 porteiro dos
auditorios, Paulino de Gauvea Ramos.
Nada mais se cootioba em dito edital e certl-
dao aqot bem e Belmente copiados dos resptcU-
TOB origioaes, aos qoses me reporto : doo 6-
Eo. Manoel Martina da Cuatis Seabra, escriai
oterino, o eicr.rl-
D? crlem do lllm. Sr. Dr. inrpector s5o con
vidados os C'dadaos abaixo declarados acalcados
para a Gca'da nacional do o uaicipio de Nasa-
re'h, deste Estibo, a virem a esta reparticao sa-
liafaxer os direitos de sua? pst-nle? :
Coronel Lu z Ignacio Pcesna de Mello.
Tenente coronel Anton'o Xavier de Mj-aes.
Amonio Tva'e de Araujo.
Feraaodo lia-ala da Silva.
Aotomo Jote Lopes de Albcqoer-
que JaDlcr.
Piioio Argasto Cmlcantc ce Al-
buquerque.
Frn:lsco A. do Reg Birro?.
LourerQn Bezerra Cavalcaute.
Major Francisco Dourado da Coeta Atevedo.
Joaqu'm Mauoel Carneiro da Cuaba,
a Jos Satoroloo Cavalcante Wandeiky.
a Francisco Gamillo de Fariac
Joaquim Das H>bero Boro,
a Maooel da Motti Cavalc-nte.
a loori Ribeiro.
a Hognuoo Macbado da Caoba,
a At^i Nuues Bandeir* de. Mello.
a Herairio Barroto de Mo-se--.
CapilSo Al'.- rto Cavalcante Waofierley.
a Joaqjim Ricardo de Alburjoerqce.
% Antonio Tavarrs de Arai jo.
a Man el da Motta Cvales rile.
a Seb,tli^o Satornioo Cavalcacte.
a Miguel Gomes de Aod-aCe Lona,
a jacintbo Jos Ja Costa Braga.
Jof Beroiogeries Ribeiro de Castro,
a Dugo Aottnio Rodrigues,
a JjSo Cavalcante Pica.
a Joaqun F iircieco de Hollaoda Caval-
cante.
Joao Frn'isco de Bollosla Civalcaote
a joao Granaoo dos Santos Andrade.
a Joao D ora o da Costa azeedo.
a Jos Ba-boia de VaBcoocellos.
Macoel Francisco Cavalcante.
Tenenle Jos Tb)Q\ax de Oveir?.
a Rjiendo Adr:o Bezerra.
a Solero Barboza di Silva,
a Eloy da Cuuba Axevedo.
< J :Su Aatcoio de Oliveira.
a M.oel de Barros Vielra.
a Hye no S i iidoL da Cosa Bello,
a Jd'ci'j'ho Xvicr de Licerda.
a La x Uel'a*a>ioo Negromoote.
a Francisco Cadeoa Bandeira M lio.
a Antn o Pereira da Silv?,
Terceira secyao da Alfooaega, em il de Maio
da 1885.
O chele,
Clilo Valterino Pereira.
Secretaria de Industria
3. DIRECTORA
Edlial
Para coohecirceoto aos interessados, f go pu-
blico que o > ou 18 do orrente, ao meto dia
recebem-ae oetta repattigao propostas para a
reciuftroigao dos paeseoi lateraes da ponte qu-
da passagem ao? trena oa Braxillao Street R.
Con 3i y. da ra do Sol a da Aurore, creado
em 7:89o*i70. ros.
To las as obras de qu' tra'a o orcamento se
rao feas de cougoleiros de pmbo de riga.
O coDtri>ciaDte dar principio as obras oo
praen de 15 das da data da assignatora do
cootracto e as terminar no de doos metes.
as obras serao feitas pimeiramenU em om
oapteio e depois de entregue e.te ao transito se
com--gar o segundo.
E:e todo qoe oo val especieado no presen
te ellia', gegoir-ee ha o que piescrevem as re-
gras d'.rip, orgamento, rej u!amcni0P, e instruc-
g'S do litcal da ebra.
As propoBias devem ser ccnveoiea'emente
selladas, entregoes era cartas fecbadas e con-
lerem em termos clares :
1. O preco pelo qaal se propOem os livllan
tes execular obras ,
2 Eodereco de sua /evidencia ;
3 ,J Pravas de idoneidade p-otisional preci-
sas para dirigirem e execulanm as obms.
Haveodo duas co mais propoetas em igmlda-
le da condigef, sera preferido o cen^orreate
qa mellior8 (rovss de iioieldade offertcer.
N-o serio arceita8 as proposlas que se resen-
lirem das segointes faltas :
1* As qae excedtrem acs pegos do org^-
meoto;
2/ A- que nao forem organisadss de accordo
ovm o preseote edital;
3.* As qoe te baxtarem em prrgos de outro
concurrente ;
4,* As que forem fl-med a por peseoas que
tiverem ja deixado de cump-i- coctraclos oo
promessa de contractos celebraaos rom a ex
ttorta repartigao das Obras Pablcas;
5* As quo rao cfferecerem as karsotias e
qnalidades exigidas no presente edi al:
Nenbuma propesta tera acceita sem que o
proponente aprsente recibo, qoe p-ov haver
depositad) na Tnesooraria a qoaotia 300*000
e perde' o direlto de reslliulgio Fe, escolnlda
sua rrpoas, recosar-se o propoaente aj.-igoar
o reepeclivo contracto.
orgamento de qoe tra'a o presente edital,
acba-se oesta repartigao a dlspoaigo dos prc-
poornlea, qoe polerao examloal-o das 10 as 4
da tarde.
Rerlfe, 9 de Maio de 1895.
(Ajsignado.J J. Rodrigues Saldaoba Jcn'or,
Direcolr geral.
Secretaria da Industria
3. Directora
D EDITAL
ijeio p-esecte fago publico qoe, no 'lia 25 o
andante mex ao meio da sero recebidas nesta
ecretaria popostas para os repaos da pontea
dos Cirvaiftca sobre o rio Jaboitao e do Bogeoho
i5?JSaII"ort0 PifPama n.i imp-ra cia de
2U:U7!*/74 hs. g. Ddo 13:-:09*730 tela ta 1."
poole e 6 962*044 res da 2.
As propoatss oevem r.er corivenlentemente sel-
ladas, eclregues em cartas fechadas e conleiem
em termos cI.tos :
1 O prego nelo qoal ce propOem es licuante
a execular os raparos;
2 Oi lecaea de soas refidencia;
3.Prova de idoneidaiie pr.fisfioncl para di
rigirem c exeru'arem os trabalhos.
Bataneo duaeoo mais p-cposlss em igu!dade
de cou^iges, Ker prefe'tdo o concurrente que
melr>ore> provasde idoneidadn cfferecer.
Nao -cao aellas ts proprstas qoe se i-esenti-
rem das regu'nra faltas:
1* Aa que txeedenm es pregos o O'g.raea-
loe;
2 Ai rjui r5o fo.-rm organisades ? a cro
como prese ole ediul;
3. Acs que pe basearem eobre prEjos o'e pro-
rio>ia3 i',", cu'.ro roncorreiite ;
4. As que foreai HrmaJas por pear a iue
tiverem j deixa:o de csoiprir ccnlrattos ceie-
br.do coLu a exiiocia teparlico fas Ob-ta Pa-
blicag.
S A de conrurrenles qoe nSo (ff^regam as
jaraoiias e quaidadei exigidas co fresen e edi-
t i.
Cada popof.ia versar fobre um dos reparos
a eoctraetar e devera tfazr no 'B'o!u";o a de-
'.larrgSo a'aqeella a que se referir.
rte'-.homa propos'a sera aceita eem qe o pro
penene ao eeect" rec bo que prove ba-er depo-
sitado r>a Tbeao.urarla a imi-ortaocia de trea:nl03
mil reia (300*000).
0 propooente que tiver poro a eseolnida e se
recusar a sssigoar o lermo decoolracio, perder*
o dire.io a CEUgao scima erigid?.
Os o-gamenios dos Iraba'DOS de que rala o
presente edital, acbo se dispo?igces do- pro-
ronen'<8 qua podero ex mioa!-os das 10 ;s 4
boras da Urde.
Recife 11 deMaio de 1835.
/. /. R- Saldanha Jnior
~ Edita!
0 Dr. Jj5Qnm Elizio Maia e S iva, Juiz de Di-
reito interino do Commerc/o do Uoncpio te
OHoJa em virlude da Iti etc.
Fat 8->bfr aos qoe o preaente eiital vircm or
delle no'.lcia ti-eeim, qoe se hade arnaiata
em segunda praga depois da respeclivi au en-
ca dest" iuzo no dia 15 do correte, s 10 o-
ras da manhS, o bem eeguinte.
Casa terrea sob n. 6, da ra 7 de Seteccbro,
oo ti'ora travesea deS Pelro. com 4 quartos,
2 e^lrs. coz'.nha fr?, quir.tal murad j e forlio
ao lido sol da meema casa, a qoal tem frente
ao cscente e fundo ao poeote. so'u propno em
bem eslado, do valor etimalivo e 4:L0'.'000.
Dia caa vai a p-sga para pagamento da
execogr.o qce trove n Banco Popular deste Es-
lado, contra Cimillo Leus di Silva e eoa moiber
D. Mana Das da Silva, cem o abatlmeoto te
10 v do accordo com o rtico 24 do Regula-
ment de 23 de Janeiro de 1886, para que the-
gee ao c:r,n-:i|pecto de todos mandei pasear o
prsenle edital que ser tnblicado pela impren-
sa e affixado no logar do colme.
Dado e pastado oesta .cidade de Olinda, aos
11 de Maio de 1895.
Eo. JoSo Theodomiro da Coeta Monteiro, es-
crivao, o escrevi.
Paga de sello 300 ris e 503 rea de assigna-
tura.
Joaquim Elisio M:ia e SI va.
DECLARARES
Club Ag-rieola de GaincIIcii>a-
De ordeai jo Sr. preeldeute loleriuu enno
aos seotiores socios pata compare erem a ses-
rao de 15 do correte, alim de procede .se a
eleigSo da directora de accordo com es estatu-
ios apnrovalo na testal pasBad.
Gumelleire, 10 Je Mio ce 1895.
O l.secreUrio,
Manoel Accioly.
COMPANHIA
Exploradora de productos
calcreos
ASSBMBLGA GERAL EXTRAORDINARIA
Convido a todo* os seabores accionistas dcs'a
compaobia a reonirem-sa em aese-Bbia geral
extraordinaria no da 17 do ccrreo'e, 1 hora
da tarde, no eo escriptorio ao caes do Apollo
o. 73, sti de tomarem conb cimento de om
incidente occ.rrido oa co'locagao do empre ii
ao por debeotares a qoe estara a directora
aaio-isata.
Recite, i de Maio de 1895.
Rodrigo Carvalho
Secretario.
Rojal Insurance Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL '00:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & G-
SEGUROS MARTIMOS CONTRA^
FOGO
Companhia Phenix Pernanabu-
caaa
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Estrada de ferro de
Pernambueo de Reci-
fe ao S. Francigco
Aviso
Pelo pieeoae s5o coavidados os Sre. accicois-
la* desta companbia u vlrem receber na eslacSo
cooceroeote ao aemesxre veasido em 31 da De-
xerob'o de I69i.
Escrip'ono da so;erintendeocii', Cabo, 14 de
Mato de i 895.
Wills Hjcd
Sopenn'endeiite.
COMPANHIA ~
DK SEGUROS CONTRA FOGO
MUYIUEIW
De Londres e Aberdeen
Posic&o financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal:
De premios contra, fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agenta em Pernambuco,
Boxwell William &^
Companhia
RecifeDse de Panifica^ao
Sao convidados os Srs. accionistas a reco>
rem-se em assembla ordinaria do dia 27 o
correte mez, ao mel di, no escriptorio def ta
companbia. raes oo Apollo o, 65. arim de toma-
rem coohe iieito do relatono, parecer fl^cs! e
Co tas do anno proslmo paseado, e procecerem
nos demais termos dos estatutos.
L. Reci'e, U de M do de <893.
P. J. Pinto
Director presidente.




mmm
\\



-

.
O
DERBY-CLUB
DE
PERNAMBlJiJO
Ptarto de Pernambaco {|warta-feira 15 de Halo de_lOS
CHA^GEUKS REUNS
esa
Projecto de inscripg;ao
Para a 7.a corrida a real tsar se no domingo
19 de Mdo de 1895
NSo sa tenpo realisado os pareos Mercurio, Tem, Marte, Jpiter e 8atarno para a
corrida a realisar se em 19 do correte, chama-Be a concurrencia doa se-
gantes : a sfber.
Mercurio 1.5C0 metros- Handcap.Animaos de Pernambooo. FttBMiOl :
400AOOO ao primeiro, 805000 ao segundo e 40<5000ao teroeiro.
p,-oNababo 56 kilos, Feciaco 54 kiios, Triumpbo e Avantureiro 53
. kilos, U mor, Biamaro, Malor e PlutSo 50 kilos, P kilos, Tuflo- 45 kilos e os demais 40 kilos.
Terra 950 metros. Animaos da Permmbnoo. Premios 300J000 so
primeiro, 605000 ao segando e 30S0OO ao teroeiro.
Art. 5 Nababo, Feniano, Triumpbo, Aventureiro, Csmors, Bsmarck 2.-,
Malor, PlatSo, Piramon, Tado-, Forioso, Hyrojde'le, Pirylampo,
Beija-Flr
Mcrte 1.000 metros, Aotmaes da Pernambooo. premios: 3000000 ao
primeiro, 60J000 ao segando e 30f000 ao teroeiro.
Ari. 5.'=Os do pareo Terra e mam Turco 2', Ida, Pa'baco. Fum^g* 2*, Py
rilampo e Taoier.
Jupfffr 1.100 metrosAninsaes do Prnambuoo. premios: 2501000 ao
jrioeiiv, 505C0O ai segando e 261000 ao terceiro.
5.'Oj do pareo Marte e mais Ualle?, M&scotte Malaio, Gallio'.eo e
Dubliu.
F se considerar repisado os pareos com 5 animaes.
A kaeripefto eccerrer-se-ha hoje no logar do costme, a 12 borss do
Ar<
dia.
Secretaria do Derby Club do Pernambooo, 15 do Maio e 1895.
O gerente,
A A. Gomes Peona.
Monte de Soccorro do Per
nanibuco
Sio convidados os possuidore3 das
cautelas de nmeros em seguida decla-
rados a virem resgatal-as at oda 22
do crrante, visando-se-ltes de que fin-
do este prazo serao levadas* a leilo pu-
blico, cerno determina o regulanaenio.
22.616 26.668 27.033 26.439 27.813
27.011
27.084
27112
28.119
27.128
27.191
27.197
27213
27.224
27 252
27 257
37.263
27.274
27.297
26.313
27 30
27 327
27.328
27.32J
27 334
27.340
27 371
27.381
27 394
27.395
27.401
27.402
27 407
27.422
27.426
27.433
27.434
27.435
27.436
26.437
27.438
Reeife, 4 de Maio de 1895.
O gerente,
Felino D. Perreira Coelho.
23.337 26.689
23 338 26.706
23.419 26.750
23.618 20.791
23.659 6.83
23.690 26834
23.802 26.861
23.872 '6.870
23.891 26 875
24.349 26.898
24.352 26.899
24.634 26.905
24.72) 26.907
24.781 26.908
25.014 26.911
25.040 26.912
25.222 26.915
25.429 26.917
25.473 26.919
26.181 26.918
26.198 26.920
26.215 2G 923
26.381 26924
26.464 26.925
26.479 26.939
26.542 26.964
26.544 2*3.976
26.547 26 978
26.549 26.991
26.572 26 997
26.579 26.999
26.629 27.007
26.633 27.020
26 636 27.021
25.639 27.029
26.661 27.032
28.440 27.820
27.441 27,822
27-442 27.833
27.445 27.835
27.450 27.837
27.451 27.855
27.452 27.867
27.458 27.875
27.459 27.879
27.467 27.902
27.478 27.905
27.482 27.914
27.483 27.918
27.524 27.942
26.525 27.969
27.534 27.970
27.550 27.972
27.556 27.974
27.590 27.980
27.594 27.995
27.595 27.997
27-631 28.017
27.632 28.019
27 668 28.026
27 703 28.031
29 715 28.038
27.73) 28.047
37.732 28.049
27 746 28.054
27.751 28.082
27 763 23.083
27.774 28.086
27.780 28.088
27.782 28.101
27.796 28.1C8
27.798 28.127
::: :*;. -iiili insumes comn
ILUTE
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital l,oo,000
(lis *4,000;00 BBGUBA. EDIFICIOS B MKBCADOKIAS
CONTRA O FOGO
JAIXAS BklXAS
PBOMTO PAGAMENTO DE PBEJCIZO
Sem descont
Agentes
B&OWXS C.
COMPA* BIA
Centro Commercial
4 cbamaa de raoital
85o convidados os Srs. acciooisUs a fiz rem
a 4" caira Ja na razo de 10 0/o do capital subs-
cripto, dentro Do praza de 30 di;3. a contar
testa dat', do Banco de Pernambaco.
Uacei. 30 de Abril de 1895.
Os directores
Tibnrcio Altes de Carvalbc.
Boa ventora Amorim.
Pedro de Almeida.
Recife Drainage
A compaobia Recite p.-aioage fas publico, para
coobecimeoto dos ioteressados, qoe eolio oa co
mes e Abril prximo paesado, o apparelbo
abaixo declarado.
Freguez'a da Boa Vista
fiu r.F el Vital o 44, appa-elbo o. 11.071.
Recife, 8 de Halo de 895.
]. P. Mackiotosb,
Gerente.
K/.r.rr:ics
O vapor norueguense
Argos
E' esperado de
Mootevdo n'es-
tes pan eos dias
segundo depui
para
Santos e Para nagua
Compiau liia North Brltish & Mer
anille e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5*
eece:ta annai.
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- 9
De premios sobro
iivida 992.379 6' 1*
2.488.196. 12* lld
N; J$.A reparticao de fundos aecu-
muladoB sobre seguro contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaccSes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
Para carga, passageos e encommendas trata-
se com os
AGENTES
Pereiri Carneiro t C.
RUI DO COMMERCIO N. 6
1.' andar
Llojd Brazileiro
O VAPOR
Espirito Santo
Commandante Florindo Das
E' esperado dos por tus do
norte no da 1S do crrante, se-
guir para os partos do sol no
fc'ia 10 do mesmo.
O vapor
Maranho
Espera-se d o
norte ateo dia 18
de Maioe seguir
depois da demora
do costme para
Estriada de ferro Rlfoelro a
Bonito
Nao te endo effectoado do da 6 do correte
a assembl&i ge al orJioona, de novo convido
de orden da directora ro Srs. accionistas para
se recoirem no df 16 do correte, t oora da
urde, na fde da AssocjcIo Agrcola.
Recife, 11 de Malo de 1895.
Carnero da Contia
Secretario._______
OOMPAaiA TETHYS DE SEGUROS
MA3ITTMOS E TERRESTSES
BA 1 TIOARIO M. 1, 1.a AKDAB
Diroctoree
Bario de Souza Lato
Thonaai Comber.
Julio Cosar Taoi Barretto
os portos do sol.
As encommeDdas serao recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Compaobia Per nano bocana n. 4.
Aos Srs, carregadorea pedimos a sos attencSo
pi*ra a claosola 10* dos coobecimeotos qoe s
egataie:
No caso de baver alguma reclamajSo contra a
compaobia por avarlzs 00 perdas, deve ser feita
per escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
zada.
Nao preceder do esta formaildade, a compa
ab'a ca isenta de toda a r spnnsabllidade.
As paesrgena sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at as 2 1/2 borss da tarde do da da sabida
do vapor.
Atlenc,ao
As passageos pagas a bordo custarn
mais 15 Za-
para carga, passageos, encommendas e^valo-
re trata-ge cornos
AGENTES
Pereira Carneiro 8t G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
Companhia Fra aceza
DE
NaYeg'cio a vapor
Liona regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambooo, Babia, Rio de Jareiro
e Santos.
O VAPOR
Ville de Rt sario
COMMANDANTE DANIEL
E' fctperado da
Eoropa a' o aia
1* dD correte,
segoiodo depois
'i-i ndispecs-vel
demora para
Macei, Baha, Rio ^e Ja-
neiro e Santos
Brgj-se aos S-s. importadores de carga pel"8
vadores Cesta linba, qoeiram apresi niar dentro
de 6 das, a contar c*o da descarga das alvaren-
3B qcalqner r clamac&o conceraeole a volumes
que por ventora tenbum segoido para os porlos
do sol, siim de fe po erem dar a tempo as pro-
videncias nsceesarlag.
Expirado o referido p^aso a compaobia nio se
responrablliFB por extivlos.
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
O vapor
Ville de San Nicols
Commandante Levallois
E' esperado d a Eoror.c
al o dia SO da ccrreCe,
e segura depila da neces
earia demora para a
Baha, Rio de Janeiroe San-
tos
as
Roga-se aos Srs. Importadores de carpa peloe
vapores det>ta Dona, qoeiram aoresentar dea
ro de 6 d;a3, a contar do ca descarga das ol
varengas qoalqoer reclamacao concercente a vo-
lumes que por ventora tenbam seeoldo para oa
porto do sa!. a itn de se podereo dar a tempo
as providencias necessarias.
Bzpirado o reierido praao a companbia oio Et
sp wabllisa por extravos
R' cebe carga: a tratar com o agente.
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commereio9
faciici Steam Navgation Com
pany
STRATTS OF MAGELLAM LINE
O paquete
Britannia
E.-pera-oe da Europa at odia
B do crreme e segoir de-
pois da demora do coatome para
YaIpaiBiso, com escala por
Baha, Rio de Janeiro e
Montevideo
Para carga, passageos, encommendas e dinbel-
ro a frete trata se com os
AGENTES
Wilson, Sons 1 (]., Limited
10BA DO COMMERCIO10
1* andar
Mossor e Aracatj
Segne para os portoi cima o bjale D. JULIA-
Rseebecsrgi. _
A. traur: Da roa da Maire de Deu a. 9.
Prince Line of Steamers
James Kuott Xcwcaslle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados lnidos e o Brazil
E' pepersdo de
Ntw-York at o
da do cor-
rete, esabira de-
pois da demora
neceesaru para a
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Crele Prince
Tem ptimas accommodacOes para passa-
gelros e illomioado las elctrica.
Para cargas e pastageos trata-se cem os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commereio n. 15
Bel Cross Line o steamers
E' esperado dos
porios do norte
at o da ti do
correte, e sabir
depois da demo-
ra neceasaria para o
Para e New York
O VAPOR INGLEZ
Cearense
Para carga trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater fy O.
Ra doCommercio n. 15
Messapes Mariliies
LINHA MENSAL
O VAPOR
Charente
_ E' esperado da Eoropa al c
dia SO d) corrale segoiodo
depois da demora necessana
para
Bahia.i Rio de Janeiro, Santos. Montevi-
deo o BuenoB-Ayres
Entrar no porto
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer
iadorlas que se attenderi a rectamacOes por
(alas, qne orem reconhecida na occasiao da
descarga dos volumes ; e que dentro da 48 no'
ras a contar do dia da descarga das alvarengas-
deverao faxer qnaiqoer reclamacao concernen-
te a volumes que porventura tenbam seguido
para os portos do sul, afim de serem dadas a
tampo as providencias necessaras.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresenta-
rem na vespera da ebegada do vapor para toma
rem as suas passageos.
Para carga, passagens, encommendas e dinbeU
"0B-A3o
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Eofai Bail smi Me! ueiSM
O paquete
Clyde
Cnmmandante A. E. Bell
E' esperado da
Eoropa no dia IS
do correte, ee-
goindo depois da
uemora indispen-
savel para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos Ayres
O paquete
Tagus
E' esperado dos poriot
(*o sul no dia ZO 1o cor-
ea e, seguiodo depois da
demora otcesearla pera
Las Palma*, Lisboa e Sou-
thampton
O paquete
Magdalena
E'esperado dos
porte* do sol no
dia *5 do corre-
te, segoiodo de
poia da iedispen-
avel demora para
9. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son
tliaaapyofi
O paqaete
Tamar
Eaperado des cortos ca Ec-
rc:a al o da ti do corren-
ro FcgoIr.dJ depoa da oemora
oecessaria Dar
Macei. Bahia, Rio de Janeiro o Sntcs
O paquete
Danube
Esperado da Eo'cpa do
dia SO do ccrreole seguirt-
do depois da cecee::: ce-
I*ce88aria pira o
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-ee aos 3rs. recebedores de
oiercadoria8, que a Companhia Mala Real ingh-
za, conlracloa com aGenual Steam Navegatiot
Companvum servico da vaoores semanaes qne
parando de Bordeaos, Cogaac, bbarente, devem
i-Degar a SoDtbampton a tempo de baidearem as
cargas destinadas America do Sal para os va-
pores deBia companbia.
Esta companbia acceita por precos ratoaveU
para Valpaialso at Abril, paessageiroa com este
ea'.ico por va de Boeoos-Ayres e entrada do
Ande.
Tambem aceita passageiros para New York
3 Soutbamptoo, por especial arranjo leito com
a Compaobia AHemaod Ltovd,podendo demora-
rem-se oa Enropa casi o desejarem.
Reduo?5o nos pregos das passagenB
Ida Ida e volta
A Lisboa i' classe 20 t 20
K' Soutbamptoo i* classe 2 4 82
Camarotes reservados para os passagiroc de
Pernambuco.
Para carga, paasagena, encommendas o di
nbeiro a frete, trata-se com oa
AGENTES
A.morim Irmos & C
N. 3Roa do Bom JoansN. 3
Rojal HoDgarian Sea Navigation
Company Adria Limited
O vapor hngaro
Klmn Kirly
E'esperado de Trieste e sr-
goiodo depois da lndispen-
savel demora para os porlos
da
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Para carga, paasagens, encommendas e d-
Qbeiro a Creta, trata-se cota es
AGENTES
Henry Fornter & G.
Roa do Cjmmercio n. 8
1 -andar_____________
Hamburg Suedamerikaois-
che Dan pfschiffahrts-Ge
selischaft.
O vapor
Amazonas
E' esperado da
Eoropa al o da
io do correte e
segoir depuis da
demora neceesa-
ria para o
Rio de Janeiro* e Santos
Entrar no porto
Este vapor illaminado los elctrica
6 offerece ptimas accommoda^Ses aoa
Srs. paaaageircs.
Qoaesqoer reclamacCea s serio attendldas 48
bo-as depois da oltima descarga do vapor na
Alfandega.
Para passageos, carga, frete e ele, trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & G.
18Ra do Commereio18
1. andar
Companhia Fr gorifca Pas-
toril-Brazileira
Vapor nacional
Jpiter
Presentemente netle por-
to segair depois de breve
demora para a
Bahia, Victoria, Rio de Janeiro, Santos,
ParanaguJ Desterro o Rio Grande
Este vapor illaminado a lox elctrica e tem
exce'lentes accommodac6es para passageiros de
1. e 3.* clisses.
Para carga e psssagens trata-se com
Burle & C.
Ra do Commereio os. 13 a 15
Prince Line of Steamers
James Kuott, Newcaatle-
cu-Tyne
Linha regalar entie oa Eata-
doa-Ualdoa e o Bfazll
E esperado de
Mew York at o
da ia de M-io
e eabir depois
da demora ne-
cessaria para
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor inglez
Carib Prince
Tem ptimas acsomodacSea para passa-
geiros e illaminado loa elctrica.
Para cargas e paseens traa se com ts
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commereio n. 15_____
jjambuig- Suedamerikacis-
c h e Damptschif fahrts-
Gesellscbaff.
o VAPOR
Desterro
E' esperado do bdI al
o eeuir depnis da dewora
neceasaria ptfa ca portes
de
Leixoes e Hamburgo
Para passajeas, carga, frete e etc., lr;ta-sa
com os
Consignatarios
Borstelmann SfC
Rce. do
Commereio
1- andar
18
Guala nnmmm isli-
Direeti Saltos
VAPOR
Capibaribe
COMMANDiNTEl.'TKNESlE VEP.ISSIMO
OSTA
Esperad do Sol, segui-
r depoii de pequea de-
mora para o porto cima.
Recebe carga,'encomnendss, passageos e d!-
nbt'iro .i frete, at i* ii boras da maob da da
da partida.
t;Cbama se a altencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a doa coobecimeatoi que e a
segniote :
No caBO de baver alloma reclarr aco contra a
Compaobia, por avaria oa derda, dere ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fioali-
sada.
NSo precedendo esta formalidade. a Compa-
obia ca iseota de toda a respoosabilldade. >
ESCRD7TORIO
Ao caes da Ce ipanhia Pernambucana
n. 12
LEILOES
Agente Silveira
Leilo
Hoje
De 6 barricas com fariaha
de trigo
A'S 11 li2 HORAS DA MANHA
lo armazem n. 4 a da ra i &
de Noveaabro
O agente cima, por maodsdo e ecm assisten-
cia do Ezm. Sr. Or. jais oe direito dos fetos da
faieoda municipal, levar a leilo 6 barricas
eom farloha de trigo, peoboradas por execoco
da faxenda moni mpal, contra Lopes & C.
Agente Silveira
Leilo
Hoj e
De 3 saceos com caf
A'S II E 1/2 HORAS
No armazen rua 15 dlo-
veaabro n 41
O agente cima, por mandado e com ashleo-
cia do Ezm. Sr. Or' jais de direilo 03 (ellos da
fazenda municipal, levar a leilo 3 cacees com
cafe, pcnborados por execsco da faxt-nda mu-
nicipal, contra Maocel Lopes de S fc C.
Agente "estaa
Leilo
Dj lmporlante sitio e cssa de pedra e cal
estrada do Arrav.l n. 16, terreno proprio Dem
arborlsado, boa baixa com caplm, um impor-
tante rlacbo crreme no centro do mesmo, qoe
tem doas frentes sendo orna para a estrasa do
Clmoelro e ootra para a do Arraval, entre as es
tacOes de MaDgabelra de Baixo e a de Cima.
Quinta-feira, 16docorrente
A'S 12 HORAS
iVo armazem travetta do Corpo Santo
n.27
O sgeDte Pestaa, bastante autorlsado, vende-
r o importante sitio e casa cima mencionados,
cojo terreno mede 232 palmos de frente sob
1.900 de fondo, conforme a planta qoe acba-se
em mao do mesmo agente para ser examinada
pelos Srs. preteodentes.
Leilo
De fazeodas averiadas, algodOef, coilas cam-
Draias, brins, madaot>l6ea e ontras fazendas
de lei.
Quinta-feira, 16 do corrente
'i 11 hora
Agente Pinto
RUA DO BtM JBSS NUMERO 48_____
Leilo
Do sobrado da rua da Roda n. 17. de 2 anda-
res e sotao grande, fondos para a rua dos Patos,
o qoal rende 103*300 mensalmente.
Sabbado, 18 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
A' ROA DO BOM JESS N. 45
Leilo
De moveic, longo e vldros, coDslando de mo-
bilias de jence t dita da pao caga, 1 dita de
faia branca, 1 piano e muitos oatros movis de
casa de familis.
Sexta-feira, 18 do co/rente
_______Ageste Pinto
S- leao
D3P dividas activas na imporiancla de.. ....
48:913/980 pertencenles a ma?sa fallida de Al-
ves da Coma & P ibo, eendo qoe f em tilu'o
existem 16.693^420.
Sabbado, 18 do corrente
A'S 11. HORAS
So armazem roa fftdcIVo-
?emforo n. 39
O Jgen'e Olwera. por mandado do Exm. Sr.
Dr. j'bj de direito do comm^^c!o, levar a leilo
tortas as as dtad.ts i.cinja pirtenceutes a massa
fallida de Alves da Cosa & F.lbo, ronstaets tos
litlos e reiago qje acna-i-e em peder do mes-
mo pgecte e vSo a leilo a requenmea'.o 03
ayn'.'icos da referida masoa.
6 Srs. p-eenden!ej poderao vir examinar 03
Ulules.
Agente Oliveira
2' leilo foWn
Do ex-'eeaie e ga-.d- serado de 3 andares e
sotao. tito rua nu Impirairit n. 34, loio feito
a moderna frente teda de az leja, rsoada de
volta, agoa e gaz encalos pm todo o pre-
dio grande q-jinial murado, com 3 caeinbas de
njclios com cjrnija. ec, tendo o FOD.-ado 3
ponas de fren'e. e cada a% andar com 2 ^aljs 5
grandes qaa-fo'. coainha, e o lerceio granOe
lerrago com g.adil de k-rro, ?otao, etc.
Sabbado, 18 do con ente
A'S 11 HORAS EM PONTO
Xo armazem roa 15 de Xo-
veesoro a. 3
ANTIGi DJ IMPERADOR
O acente Oliveira, po- r-andado e asia-encia
do Ezm. 8r. Dr. julz de direo de o.-phos, le-
va- a leilo pela segunda e oliima vei 0 im-
petante .obrado cima deacripto, a rrqueri-
raeato do mveotarianta o> beas qseOcaram por
flleciraenlo de D. Utria R )3a da Silva Lemos;
podendo Cekdd ja os Srs. compradores exami-
nai-o.
AVISOS DIVERSOS
Aloga se um pequeco companimemo cem
ntn qoarto 10 fundo, propr.c para narbe-iro, sa-
pajeiro. talho, etc.. roa da Bemlica n 4 :
tratar no i. Magdalena.
4m~nJaaiben),,e "'* Bmt ,oja l,e fonileiroa
am cu sem ferramenta, sa mesma
regoezada : tiaiar no
eoa.
roa e cao
mesmo d. 6, U.gJ*.
O fiscal de S. Jos Amonio Luiz do
Rege Barreto, venha ao Pateo do Paraizo
n. 15.
na eolj parll-olar <\ raa de Horias u. 54
ensina-ae ponoBuez, francs, geoerapbia f-a-
balboa de agolba, de todas as qoa'iades, flj-
res, msica e piano, a prrejs esmmodos.
- Precisa-se
Ferreiros o. 6.
de cestereiras; co becco dos
Prc:ea-se de orna menina, b-Bnca oo de
co-, re 12 ancos nara cixa, para andar com
criancas ; ra roa Im.'arial n 19, andar.
Vende-?e uia"noviha de raca tourina "a
tratar na mi Imperial n. !30.
la roa do ofpoJm n
3M. eose-se ronpas de senhe*
ras o meninos, por precos eom-
nodos.
- RAME FARPADO AMERICANO com OS
competeutas grampos, o memo: qu vem ao
atrcido, vendem HeDry Forster & C, sssim
como pregoj ame-icanos em s ua armazees de
annba de trigo ces da Regenerago ns. 2 6.
Chalet na Torre
Vaade-e um. travessa do Trqae, com 2
qaarto,2 salas, cosioba fra, terreno foreiro: a
tratar no becco do Pociobo n. 13.
Perdeo-se
Pede-re a pessoa qne a bou no dia II do
correte, no carro salo, do trem da imiia prin-
cipal qne cbgi ao Rerlfe as 8 1/1 da mano,
um capole de oorrarba, o favor de re;titoll-o a
Henry Forster & C. (o. 8, 1 andar, roa do Com-
mereio) que ser generosamente recompen-
sido.
Ama
Precisa-se de orna ama para aniar com me-
ninos ni botica francesa o. 21, roa do Bom
Jeeps.__________________________
LocomoveJ, forga de 6 ca-]
vallo*
Vende fo am em Garaobans, perfeito, sarn*
tido, e tambem machina oovs, e 40 Berras e
condensador, lado para descarec-r algodSo :
nformacOes roa do Amorim c. 52. Recife.
Vende-se
Un bom cbalet oa estrada do Arralal, com 2
sahs, 3 qoart.s, cosinhr, lerrsco, cacimba, boa
agua de beber, com *5 palmos de frente e 300
de fondo, bem plantado, factelras e jardim ; a
ratar no memo logar com Antonia Feli.ario
te ilmcrim, taverna n. 38.
Fabrica de gelo
Agnas e limonadas gasosas de
tod s asqnIidades
Boda water, ginger, ale, limlo, laranja,
enrasan, abacazis, granadina, groseaa
franboisas, baunilha, hortelS-pimenta eto
etc.
12A=CAES DO CAPIBARIBE 12A
Ama deleite
Precisa-se de uta qoe seja eadia, paga se
bem ; na roa da Concordia n. 128.
Feitor e mas
Roa Pavsandn'n. 36. precisase deomasma
para servico Interno e um feilor qoe seja perito,
podendo ser casado.____________^^^^^^
No engeoho Oriental
Estaco de Arpibu', tem para vender-se orna
caldeira de vapor, torca de qoalro ravallos jl
servida, precisa de ponco concert ; assim tam-
bem orna *ioa moenda de 20 22 pollegadss,
com cm rodete de 7 palmos, em perfeito estado;
quem preteoer dirjase ao dito engento qoe
achara com qaem tratar. ^^^^^^^
Menino perdido
Aebt.&e na subdelegada do 1* districto da
fregoesla de S. Jos oa residencia do respectivo
subdelegado, o capio Manoel Rodrigues no-
gueira L'ma, um menino de cor preta, represen-
tando ter 6 annos de ldade, qoe diz ter viode
do engenbo Caneca de Negro, em companbia do
seo pal, de quem desviou se cesta capital. O
menino diz chamar-no Augusto, e seas pas
oiqcim e Joanoa.
y.





-

* I


m
,
-


*
Diario de Pernamboeo Qnarta-feira 15 de Uaio de 1*95
^
en
O

00
L
cr
ESCOLHIDOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE EACALHAO
DE
UNMftN E KEHP
RECOMENDADO
[>or distinctos Doutores que
he dao a preferencia, o re-
ceitam cada da para todas
ai doen^as Pulmonares, Es-
^ | crofulas, etc., e o consideram
li i o mais puro e rico ein
PC DEIS MEDICINAL
QUE SE PRESENTA
AO PUBLICO
v
E MAIORES
O
CR
>
09
30
O
O
cr.
Mobilia
Vnde-ae urna mobilia do Jacaranda era per
feito estado, (oda enalbada ; na roa do Torres
D, li pavimento tarreo. _^_____ ___
Egonmmadeiras
Precisa-se Da ra das
Flores d. 25, tinturara.
Carne verde a 800 re. o kilo
Veiiem os sbaijo resignados, carne de pri-
melia qualidade, bu talbos dama Mrquez du
Herv;il i'. 17 e 1, e J-robOa do Carrxo n i.
Es e prgo sctTre-i alteracSo par mais on
para renos, sempre e accotdo com 03 prego*
do (!<.do n:s fei'a.-.
Rente. 6 de Abril de 1895.
Fi'in L'm A- C.
Ao commercio
Matrjel Alonso Momea, leodo comprado o eB-
tabeleeimento de molbados silo a Estrada Nova
do Cai'Dgi n. Si ao Sr. M-oelao Gomes da Cu-
nba pjde a lodos qoe te algarera crederes do
mesrnc senbor qoe apresen'em sua3 contal no
praso de tres di;:? a contar desta data para te
rem yaca', o qoe findo este 1 raso nao se res-
ponsa- H ea por 1 ebi'o algom qae o mermo Sr.
Menelo sej* devecor por baver comprado o es
labe'ic: tiento livre clestmbarsgado de qualqcer
nv.
Reu'e, HdelIi;one 1893.
Manoel Alooeo UoraeI.
Lquidaco
FERRAGENS
CUTELARIAS
ARMAMENTO
Para acabar
RA DO BARAO DA VICTO-
RIA O
P" Participamos aos nossos antigos "re-
guez3s e ao publico em geral que resol-
vemos liquidar com grande abatimento
de preco todas as mercadorias que se
acham no referido cstabelecimento.
PARA ACABAR
6 Ra Barao da Victoria 6
Locomovel
* Compra-se um de lo-^a de
12 c.vallos para cima, no
Ca 5 da
Bilhar.
Bixas de
Hamburgo
em pequeas e gran-
des quanlidades, a prepo
reduzdo.
Ra de Mariz e Barros
n, 16.
Loja de Barbeiro.
Pharmacia dos Pobres.
Ra Larga do Rosario.
Guimares Braga & C.
Ru a Mrquez de Olinda
Nao ha maia baratas !
Ivvliiicc'ilo completa
Apparelhos de pegar baratas e ou-
tros insectos vende-se pelo preco de
2^000
nicamente as lojas de ferragens de
Antonio Pinto da Silva & C, 62 Ru
Duque de Caxias 64 e Vianna, Castra
& C, 115 Ra Duque de Caxias 115.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de alg-ibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
a.aricha, caiza do msica, apparelhei
elctricos, ocalos, binculos, ocalosbo
alcance, joias e todo e qualquer objecto
cuente a arte mechamca.
9Ra Larga do Rosario
Cimento inglez
Per'eito; garantido, de 150 kilts e tambem
rom peque na arara, vende s- batato ; na ra
do Anorim n 52.
Cosinheiro
Precisa fe de om boro, co iobeiro ; a tratar no
romera n. 44 a roa RegeneraQo n. 26
Criado
Precisa se dom criado at a idade de 15
tonos a iralar ua ra do Commercio n. iV
Em Olinda
Veod'5-fe excellente doce secco de caj
Ladeii'a da Rioeir n -V
ra
Ao ccmmercio
M nelo Gcmes da Coi ln, tendo vendido reo
estbeu-circecto de molb?dog ao Sr. Manoel
Alonso Moraes, sito na E-trada Nova de Galan-
ga d. Fl livre e drfembaraQido de todoe qual-
qoercnu?. pedem para qoem sejolgar credor
qoe apn sent toas ccotas no i raso de tres
d afe a contar da pre?en'e data, linlj este [ra-
so, i5j se atendem reclsm>c6ee.
Rec.f U ee Mato de 895.
ftfeoelao Guinea da Contia.
A'
__o coumercio
O a*: ixo assignado. declara o cnmmercto qoe
cesta data compren o estabelectmento de molba
des tiio a roa do Iccp-radorn. 14. Oolro tlm.
tendo 0cad6 responsavel pelo paesi.o ao refeioo
eiiabelclmento, connJa sos Srs. credoreBem
geral pata aprereotar so8 cunas-
Recfe 1 deMaiode 1895.
Jos t.a Silva Pereira Lisboa,
Soccessor-________
A o commercio e ao
publico
O al;aixo assignado, pelo presente declara ao
corpo com:) ercial e so poblico qoe o'esta t'ata
vendej o seoestab^letiODeoto de molbadss si .o a
roa do Imperador n. 14 ai Sr. Manosl Moralra
Ribeiro, ticodo o comprador responsavel uelo
passivo da referida casa. Oofo sim, aotori.ro o
mesen;) Sr. a faier no da micha firma indivi-
doal m tranEac(6es a merm casa at o fin do
correla anno.
Se i'l.oem se jolgar com direito a protestar
qotira lazel o.
flRwife 1 de Mao de 1895.
gg ;Joa da S Iva Pereira LlscOa.
Attendite et vi
dte!
Jote Samoet Botetbo, fabricante de booquets
qo ma! aporado go&to, para casamento, bapti
ado 3'3 entro qoalqter acto, pode ser proco-
acfo' -na da Gadeia n. 43, loja de elletro. oc
na sos residencia, ra da ConceicSo n. 3, Boa
Yuta._________________________
r
&
Casas na Torre
Vi"ide-se 9 pequeas casas
situadas na ruta Real da Torro.
ns. H'i e 81, i um terreno de
50 palmos de frente e 3C
palmos de fundo, chSo pro-
priu.
Quena as pretender podera
ir r el-as; e para tratar en-
eon'trara pessoa competente
na casa grande do alto la
Torre, ao p da capella._______
sia
AIi ?'.-se a casa n. 36 roa de S. Mfgoel en
Airea itis tendo dita casa om doa melbores
ponto para negocio ; a tratar no Baiarde Afo-
eado3 ___________^_____
Ama
Pre.ia-ie de iraaama qoe saioa cosiohar: a
i,rUr co Bawr de Afogadoi.
Preciar-a? de cma ama tara cosiohar; atra-
ar n o'pq* Mai'K-l Pinhelro n. 9. 8. indar.
Cimento
Vende se cimento
francez do conhecido
fabricante Boyer em
barricas de 150 kilos,
na ra do Commercio,
n. 13, 1/ andar.
Bom piano
Veide-ie por 1:100*(X0 ; no pateo do Pa
raizo c. 15._________^____^_^______
Ama
Coslcheira ; freclsj-ee de orna na roa do Raa
tel ._____________
A todos e em especial a
Mrm. passageiros da Estrada
de Ferro Snl de Pernam-
boeo.
O bem conhecido e} acreditado nego-
ciante em Marayal o Antonio Mon-
toiro, avisa aos aeus amigos e re-
guezes que, tendo de fazer urna viagem a
Europa onde vai contractar pessoal e
machinismos, psra melhor poder satiafa-
zer ao publico, no grande consumo que
tem merecido os seus especiaea bolinbos
e bonb ns ficar suspensa a remessa de
bolinhos na eetacio, a qualquer encom-
menda tendente arte de confeteiro at o
regresso do mesmo especialista) ficando a
sasa c mmerci.l durante a aueencia, sob
a direcc&o de eua mulher, Qracinda Mon-
teiro.
Marayal, 6 de Maio de 189o.
Antonio Monteiro.
Engenho
Vendc-se o engenbo Canandoba. urna legoa
distante da estaeao de Jaboatao, moito bom
d'gua, moeate e corrente, coa. exteneas trras e
maUs para safrejar at 1,000 paca de Menear
annoi>lmeote ; a tratar com o commendalor Bar-
roca, na eitac&o central de Cmara'
AUDE PARA
TODOS.
1
,
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desord.ems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortlecem saude das constltU9oes delicadas, e sHo d'um valor incrvel para todas as e'^fermidades pecnlWwa
ao aexo <*^"'""" em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para is pescos de idade avaofada
a sua eliicacia e incontestavel.
su medicinas-sao preparadas smente ao Estabelecimenko do Profesor Hclloway,
71, NEW OXFORD STREET, (antes 933, Oxford Street), L0NDEES,
E vendemse em todas as pharmaxias do universo.
CST Oe oomfradores sao convidados respeiiosamente a examinar os rtulos de cada caixa e PoU se nao tem a direcejac,
533. Oxford Street, sao falsihca9oes.
INJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem ostro medicamento
PARS 7, Boulevard Denain, Y VARIS
Oenusitoa em todas as princit>aes Fhavniacia f. RaaoaidlP
PAKA J^
RECONSTITUIR O ORGANISMO ARRUINADO POR
NATUREZA DO CLIMA FEBRES
CHLOROSE POBREZA do SANGUE
FLUXO BRANCO
DEBILIDADE, etc.
EXTRACTO de CARNE HYP0PH0SPHIT0
O VINHO JOHANNO tem por base o vinho de MARSALA
dos PRINCIPES .
Sos prineipilea tharmacia: PARIZ, Rae Lafayette, 1BB
Caixeiro
Preclsa-se de om rapaz qae teara pn tica de
faiendas e,d aitestado de seo bom compor.a
ment ; a tratar no Baiar de Afolado?.
Engenhos
Veodem-88 o: engenhoa Gu'.ibi e Poco RA-
don/lo e as propiedades Masag&o e Ignez Tbe-
reca, aqoelh anoexa aos doos enRenbo", oc-
tr'ora engeobo do meamo oome e qoe conserva
anda as obras precisas, sitos todos no moni
cipio de Goyanna, formando om qoadro, e ba
ob?dos pelo riacbo Carabti e co'roe.
Tem cada om trra rara safrejar qoatro 8
cinco mil cSes de a^ii ar aonoaes e em ambos
avalladca em 10.000 dito?, maltas, capoe ra*
naia lerbas e senas bastantes para orna u-inn
de 15 20 mil saceos; com logares prop i>s
para se formarem doos grandes depsitos n'.--
goa, pois enstem doos riacbos perennes moito
proxitio?. T m mais cada om macbioa nova
de forca de[8 e 10 cavallo?, casa d cal 'eir coi.
doos aBseoiamentos de fogo directo ; casa ue
porgar, distillarla, casas de viven a e de mo-
radores, estribara etc.
Dt8tao doas legoas da estac&o de Lagoa Secca
(va frrea Timbaoba,) e 3 1|S da cidade de
GjyaoQa, com bons camloboo.
EslSo tieviJameote limitado?.
Qaem pretender comp'al-os, dirija se ao pro-
prletario na referida cidade de Qoyanna oo en
ditos engenbos.
os Ignacio Duval
DoB.'ngos Fernanae8 Palheiros, saa molber e
nltio, convidam os parenUs e amigoi de sea
t-ogro, pai e a*, Jo. -goacio Doval, fallecido
oa HespuDba, para ai-sisllrem a m'.8a de pri-
meiro anciversario de seo fallecimento. a qnal
lera losar na capella do cemiterio pobiieo, pelas
7 doras da rxai>h& do dia sexta feira 17 do cor-
rente. Desde j se cotf-issam eternamente gra-
104 a todos qoe se digoarem compareier ao re-
ferido acto.
Caixeiro
Sedalba de honra
0 OLEO CHETBIER
dea*afectado p*lo Alcatrflo,
tnico a blum co. o Que muito
augmtrita propriadadu do
e/o.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
i g nica prtDaracio Qut permit*
tdmmittrar o Farro aem pro-
duzir Pnso da Ventre, ntm
Incommodo.
BRANCO. L0IR0
.E-.FERRUGINOSOJE
50ALCMr\t^
L^EIfRIEW.'
PSITO geral ea PIIS
H, ra do ria'-IontaurtK. 21
LICENCIADOS

DIPLOMA DE HONRA)
BECHIT4D0 POS TODAS AS
Celo'bridaa.cs Medicas
DA rRANCA E DA El SOPA
, molestias"do PEITO,
FftFFECgOES ES>0fUL0SAS
CHLOROSIS,
ANEMIA, CEBILIOADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACUITISMO
Vinho de Coca
PKLA rNSPBCTORIA."DE HTGIKSB DO IMPERIO DO BRAZII
^.Va-
de F
0t9*i
ANEMIA-CHLOROSE
Expermenta'o pelos primeiros mdicos do mondo.
pasas immcuijtamente na Economa sem occasionar
i ncommodos. Rrstuc ao sangue a sna cor, recons-
' Utaindo-o e dandc-lhe o vigor necessaro.
Desconfir-se dat Imitarcs e Fai/tcacej.
tiln per lUcsdi en Paris,40 4 i 2,Ru St-Lzaro
S SU TODAS AS PtUILUACUS
28
lCHABLE
?ar/s
200}UU oentes
CURADOS DE
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras
PELO
00t^r^
. LAIT ANTPHUQUE
>K
r^y o LEiTE antep^elico 'Q^
[ *V puro ou mlaturodo oorr. agua, dissipa
SARDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS-ROBRAS, BORBULHAS
ROSTO SARABULHENTO
E FARINCEO .^VL
CURA CERTA
de todas as Affeogoes pulmonares
CAPSULAS
^CREOSOTADAS)
LoDr.FOUHinEEl
TJnlca Premiadas
, afsfetjafcoljftrbsffi m.
HIJA-SI A 3AIDA DI
ASAIITIA nBHADA
m\%^z
Todos aquelles que sotrrem
Ido peito, devem experimentar
[as Capsulas do Dr. Fournier.
Caposi'cos em (odas as pnneipaes Phirmtclu
do Braxi!.
Precisa-se de oru caixeiro coa prati a de ta-
verna, qoe dcunbecimeuto idneo do seo com-
portamemo e condoca, sem o qoe nSo sers
atteodido, paga-se bem ; na roa Imperial o. 164.
_N. B. O mefmo p6re iofurmar-se da ctsa.
Casa ein Jaboatao
Vende-ae nma nova, no largo da matriz; a
Irafar com o commeodador Barroca, na esta
(Ao central de Carear.
Ccsinheira
Pre:isa-83 de otra costr.beira para casa d>
familia : a tratar na roa Duque de Caxias o. 84
loja
Coslu reir
Preci a-se de orna costurera para c familia : a tratar na roa Doqoe de Caxks o. 8i,
loja.
Bom m-gocio
Em Tamandar vende-se om estabelecimento
de molbados, fazend^s, mloilezag, ferragens etc.
inmolado Earraco de Tamandar. Esa es--
tabetecimeoto moito promelte a qoem o om-
prar e se pozer soa frente, o qoe nao pode
fazer o actoal proprietario.e por isso o vende.
Estando se constroiodo naqoellx praia o im
menso edificio qoe dever servir de lasareto,
fcil de ver qne nao ba exageragSo as promes-
gas ge bom teguclo, tanto mais porque j g
acba em const'oi 53 a estrada de ferro que
all lem de terminar, e qoe ser conclu Ja den-
tro de dona annoB, ?ob peoa de grande nrejoizo
para a companbia eonstrnctora. A tratar na
nrsga d( Herval n. 3 com o propnetario Maoosl
Clcmentino Corma de ielio.
f
w, Mara Ignacia da Fenseca
Banks
D. Francisca N-: y aa Fonseca Bariks, ; dulpho
Uanka e Aff.nso Baeke agraiecem a todas as
pessoas que acompanbaram so> prezada tiia e
urna, D. Mina ignacia da F Banks ai eemite*
ro, e de nevo pedem o candlo ooseqaio de
r8ii8tirem as miseas qae por soa alma mandam
celebrar na qu.ru feira 15 do correte, is 8
bj as du manba, as igrejs de v S- da Penha
a matriz de Afogdos, pelo qae mano agraJe-
cem.
Antonio lva
t Digna A uelia de Parias e ailva, An-
tonio Gon^alves Costa. Merme! nda
Barreto Costa, Antonio Goncalvcs Cos-
ta Jnior e iove.-ta joj-lves Costa
agr.necem a todos os umi?os qae
acoiupaobaram ao cemiterio publico os restos
mortaes de seo Drezato esposo, lio e padriobo,
Antonio Jos de Mr i e Si, vi, e de novo coavi-
dam-os para asssurem as miesas do 7 di que
t"&o logar na oroem 3* de S. Francisco, no dia
17 do correte, s 8 no-as da manba. Desde ja
s- coofessam araoecidos.
t
Ena;eniieiro Artbnr Jeaquin
PafJBpliiro
Gelinesa dos Santos Pampbiro e seos rilboa
(presentes) Maria Jalla Pampbiro, Alfredo Fam-
p iro e soa molber (ause-ates) esposa, Gibo?,
mai, lrmao e conbada do eogenbeiro Arlbor
J aqoim Panipbiro, sgradecem do ioiimo 'alma
ll pessua-i qoe, uarante sna molebtia. Ibe pres-
taran] auxilios e acompannaram etu corpo at a
ultima morada, convidando-as, assim toonoaos
demais amigos e collegaa do finado para asis
tir a missa de 7- da que realisar-ee ba a aex-
la feira 17 Co correte, s 8 1/2 horas da ma-
i.aa, na mdris da Boa Vista. Por mais este
favor se conf^ssaai eteoameote gra'cs.
f
Bom negocio
Vende-se a taveroa e padaria sita a roa de
Ponte de Oo.boa n. 57 ; a tratar na mesma oo
roa 1- de Mico n. 8 A ; o motivo da venda se
dir ao comprador.
Tijolos
Mili de FORCAS
l*jf'.,ii. UtloroaiB, Debilidad*
>
fC"
RUGAS
&
&
IPHOSPHATO DE FERRO
de LERAS, Doutor em Soienoias
/Bj-vfSo ss'i Juntt t% MjMfWt do Kio-iH-Jtiiln.
Este ferruginoso o tnico ouo
contm em sua composicSo os ele-
mentos dos osso8 e do sangue. E' muito
efflcaz contra a anemia, a pobresa
do 8anerut>, as dores de estomago,
a pallidex, as per das brancas e as
desordena a irregularidades da
menstruaro. A-gradavel pelo seu
aspecto e pelo seu sabor, sempre bem
acceito pelo estomago, muito acon-
selhado pelos mdicos, as senhoras,
as mocas e as creancas delicadas.
. Bm PAR19, S, *** VJy/nn.
r .rtrnuiifilo
A! IDA B CERTA PELO
SPEPi ?FERRO ROBU
ttfi'.CO FERRUGINOSO
Recontecirfo assimllnel e preferida
pelos mslkorc mdicos do mundo.
De*ccz..a; se da: falsificacoss e imilactet.
POB ATACAOO .-
113, Rae Oreaier-S'-Larare, em PaM
__tDepititoi tm toir- is piincipaes Phvmacit*,
Fabricados na fabrica de Cama gibe, de su-
perior qnidade, xeode-se no escriptorio da
L'crrracblddotrial Per amoicina, 4 roa do
Con m-rcio n. 6.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se rentosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Caixeiro
JtqEim
f ;'" lie ir o trlhnr
Pampbiro
O peisoal da estrada de ferro cer.tr; 1 de Per-
namboeo convida a familia e amigos do ioditoso
engeth^iro Artbor ioaqoim Pampbiro, a assis-
tirem a missa do 7- ula do seo fallecim.nto, qoe
ser celebrada na matriz da Boa Vista, la 8 1/2
boraB da maob de sexta-feira 17 do correte.
Ac s que accederem a este convite o referido
pessoal protesta o s-u re"onbec'mento.
Ama
cosinhar

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"molestias das creahgas
XAR0PE<.RAB010DAD0
ORIMAULT k C
jlUtran Junte i tf/s-iMStdc me-tt-Jn^
Hais aetirc que o xarope aDtiscor-
butico, excita o appetite), resolve
o engorgitamento das glndulas,
combate a plidez, torna firmes
-&a carnes, cura os mos humores
e as croatas de leite das creanoaa,
e as diversas erupces da pelle.
Esta combinaclo vegetal, esseiicial-
mente depuratira, melbor tolerada
i que os ioduretos de potassio e de faro.
I Km PA.HIS, 8, Boa Viyrtsu.
^a>
OQ
! grcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia 1 de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres milhoes de ps de cafeeros semea-
dos em leiroes cuojs precos, tamanhos
e qualidade, si encontrara no Jornal do
Rceife.
AVISO
Arrenda-se um importante sitio
com casa para moradia, dita para
creadus, banheiro, muitos arvoreda
fructferos, prximo Estacao Casa
Amarella ; quem pretender dirija-e-
a Custodio Neves, estabelecido pro
ximo dita EatacSo.
Precisa-se de om caixeiro com bastante prati-
ca de molbados, qae teoba qoem garanta eoa
condneta. e qae na sna ausencia possa faier as
vezes do doo da casa ; na roa Ereiia do Ra-
eario n. 9.
Alugam-se
Alogam-se plantas e;taoibem veodem-se, ai
raa do SebJ n. 2, de todas as qaalidades a gos-
10 dos compradores, assim como bastantes.Caro-
linas principe8 para sombrio 00 arreados.
Caixas de Msica
Importantes modeilos novos.
Secretarias proprias para presentes.
. Recebeu a Relojoaria David ra do
Cabugan. 14 desde 150/5000 a 4008000.
Grande sortimento
Cal lira oca e Vi r-
g^em de tf a;na-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes neai
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro
duelos seencontramem
seuarmazem do caes do
Apollo n, 73.
para
Precisa-se de orna para casa de doae pes-
soas, na Caponga ; trata-Be na roa de H j.-las
nomero 17.
Sobrado no P090 da Pa-
nella
Ba da Poelra n. S
A'oga-se ; a (r&tar nesta cidade la Sete
de Setembro o. 11.
A nga-ss urna grande casa e sitio ; a tra-
tar roa do Inpersd:r o. 2, 1- andar, oo Do|
qae de Caxias n. 60._____________________
Caixeiro
Precisase de om caixeiro com pratica de
taverna, de 10 a 14 annes e qae d conbeci-
meato de conducta : na raa da Cruz a. 53, Re
cife^____________^__________________
Acqaisicao vantajosa
Vende se om estabelecimento de fazendas,
maito afregoezado, em ptimo local deata cida-
de o com bons commodos ; a tratar com os Srs.
Horeira Olivara A ., i roa Mrquez de Olinda
nnmero 13.
Arrenda-se
0 engenbo Traoquilldade, moecte e crrente,
rm todos seos peneaces, sito no municipio da
Escada ; a tr.tar com o solicitador Antn o Br-
zerra uavalcaote de Alboquerquo, roa 1- de
Marco o. 18,1 andar, qoe dir todos os e cla-
ecimeotos precisos a qaalqrer pretendentp.
Engenho
V^ende-se ou ar-
rendar se o engenho
Virtude, distante duas
leguas da esta^o de
Catende, com boas tr-
ras, boa maquina a va-
por, a tratar na' ra
1. de Mar(jo nt 17,
1. andar.
minie
3
tsi
LUZ
DIAMANTE, I
LONCHAN & MARTNEZ, Z
NEW VORJC
ca Lrrie de Exploso, Furaaca J Mo Choro
A venda em todos os
'.'" armazems de seceos e mo
cJ4UiiJuauui.Li
;


3
Diario de Pernamneo Ctnarta-feira 15 de llaio de ldo


*

*


DAO SE 10:000^000
i quem provar a nao authenticidade de qualquer dos attestodos infra a favor do
PEITORAL DE CAMBARA'
TUBERCULOSE PULMONAR
Illm. S'. J. Alvarts de Socza SoaresPtla
Us--Levo ao conhecioitiio de V. S. o efgoinie
faca :
Acbaodo me ma ricoUdo na Escola Militar do
Ri) de Janeiro, fui accorotietti'io de omti pneo-
moda, rea< liando Betr iOe-.taco dos ptilmOes,
e, tendo coasultado diversos wydieos, taotn bo-
meopa -bes como lio; atbas, nto obtive melbo-
p. rjenhoroas. pelo que me vi obrigado a in-
terrumpe* meas estados e voltar ao seio de mi-
n a familia nesta capi al.
Sendo acodado inspeccionar de snele por
or ii m do ccmmando das armas, fui jaleado in-
capaz para lodo servig do ejercito por satrer
de tuberculoso pulmonar.
Vendo que nada consegua rom os mdicos,
recorr ao Teitoral de Cambar e com algaos
frase s des:e maravilboso preparado Bquolcon.-
pletaracnte restabelecido de tao perigosa eqfer-
midade, ctosando pasmo 3 pesaoas de mioba
aiia-ie, que julgavam-me iucapaz para lutar
com a vida.
Muito grato me raanifestar-ihe o nra reco
nte:urer,to pelos lesoltalcs qae colbi con o seu
pre:io=o preparado, podento V. S. faier desta
carta o uso que Ibe convier.Raol Cesar Fer-
r .ra da Coi.
B.Im (i-r.-).
BRONCHITE ASTHMATIGA
!l!m. 8r. Jos Alvares de Sdoib Soares-Pe-
IotasCom a mais vita satisfagao laogo mao da
e'ina para dar-he noticia de urna importada
cura reatada pelo Peitoral ae Camb-ra, a
qoai servir de grande utilidad.) para a bauaai-
ade soffedora.
Ha ce'ca de cinco atinos pesroa oe mioba fa
milla acnava-se tacada de brenebite asihmalic,
que f zi-me viver debptxo da mais acerba dflr.
nao obstante baver ella osado por longo lempo
muios preparado e receitas medicas indicada
para esse flm.
Leodo, pom, o Jornal de Noticias, desta
cap tal, nelle depsron se-me ura annoccio de
Peitoral de Camnar:. em qoe eram relatados
os teus (fficazea tff.itos.
Em vis'a disto, resolv comprar o preparado
e dei-o 4 doente. qoe apenas coco doos irascos
re.itibtleeeu-se completamente do terrlvel 10-
commedo qae p>r laoto tempo a perseguir.
Sorprendido per laa admiravel cora, com o
corajao repleto de tmmensa alegra, nao ceasu
de fazer votos pela prosperidade de V. S., a
quera a bomanida-le sotfredora tanto deva.
Aoto-i.aido-o a faier deataa liobaa o UrO ae
lhii convier, sabscrevo-me Da V. S. atteoto,
veaender e criado,Joa Carneiro da Silta
Reg.
;BaLia).
HORRIVEL T03SE SECCA
!5r. J. Alvares de Souxa Soares. Pe otas
Teiho a BalisfaQo de dar lbe meu3 ag-adeci-
mritos por una cora que ac&ba de realizar o
Peitoral de Cambara.
Hi doos annos mioba molher sonra de ama
borrivel tO!se seccu, acomoanbada de dores do
peito, azendo-me de todo perder aeaperanja
de sea restabeleciniento, pois nao posso expn-
ca'-!he a p rcao da remedios que osou, recei
ll'i por mdicos deata cidade, 6em coit.er re
enades satisfactorios.
Cafoalmeo'e. veio-me as mos nm folbr-to do^
qat: V- S. publica e, leodo as caras realizadas
em deeogas semelhantes a de mioba molber,
resoivi fazel-a experimentar o Peitoral do Cam-
bar com o qual restabelecec-3e completa
mete.
Fode V. S. fazer desta o oso qoe lbe convier.
De V. S. smigo, criado e obrigado,Joaquina
Abes Csvaloaoti.
Fortileza(Cear).
BRONCHIIE D3 30 ANNOS t
I.lm. Sr. J. Alvares de Souza Soare3-Pelo-
tasSoa immeusameote grato a V. S., nao f
pe i de' cad'ia de .hVecer-me o sen preparada
Peitoral deCambari fa-a ccrar-me de urna
rebe.Je bMr.bile qoe me atornientava ha mais
de 30 ann, coc pelo fe iz resoltado me ob-
tive, tomando sse cnravilboso remeoio. qoe
toe i estabeleceo de ama epfermidade qoe joig
va incoravel, atteoto a mloha idae de 71 anuos
e a estar atacado na octaeao de ootro incommo-
doa icfloenza.
Sirvam estas linbaa de teslemonno de mlona
graticao.Joo Coelho de Qoeiroi.
(Cidade do Kio Bonito, Estado do Rio de Ja-
Miro.)
TOSSS ASTHMATICA
Illra. Sr. J. Alvares de Sooza Soa'63Pelo
tas Scff.-e'.do ba qoatro annos ae aua toase
astt matiza, e nao colbeaao dura te esse longo
espejo de lempo melbo-ss cea os rxaitos r.aie
dios, tidos coa.o tflicizes qoe me receitiram oe
met eos, resolv abaodonsl-03 e experimentar o
Peitoral de Cambara, Invengo de V. S-
Logo ao prlmeiro frasco tcbei me com nm al-
vo eur: rebendeme, e, qoando acabei o ercel-
ro. es:ava compkt-amente restabelecido, aire-
sent.ndo boje urna robustez como talvez ooGca
poseui8se.
Cim prazer afSrmo qoe o Peitoral de Cam-
ba: i. esi cima de todos os remedios coubecl-
doa para a asthma, broocbile e molestias pol-
monares.
Teetemnohacdo llie o mea r.conbecimento por
tSo importante cora, autonsc-o a fazat desta
miela declarajao o oso qoe lbe aproover.
abscrevo-me.cos alta estima e coosideraco
__rje V. S. amigo, venerador e criado,Maooel
Cavalcantl de Albocioerque.
(Pilar das Alagoas.)
o qual alcance! o resolta java, e por iseo dou a V. S. sinceros parabens
pelo sea maravilboso descobrlmeoto, (rendo
votos para qae a bomanidade offredora eocon
tre do sen preparado o allivio que experimen
tei De V. S. atiento, venerador e criado,
Nestorio Antones Pereira.
(fatua.)
CNSTIPACAO E TOSSE
S>. J. A. e Sooza Soares lacado de urna
forte coostipagQo acoropanbada de tosse e te-?do
tomad) varios remedios seio o menor proveilo.
a conselbo de utn amigc,experimeotei o sea
Peitoral deCaxbar e l&o lisongoiros foram
os eff i'.03. que cootiooel a nsal-o at restabale-
cer me completamente, pondo de parte os ou-
tros preparados.
A varios amigos atacados do mes ro mal te-
nbo jrjigado prestar om servido recommeodaD-
do-lbes o s-u pf tiral, que om verdaleiro al
livlo para os doentes.
Quia aceitar miubis feliMtacOes por to tztil
descoberta e cre:a-meDa V. S. atiento ciado
e obrigado,Arlbur Osear (General de briga-
da).
BRONCR'.TE ASTHMATICA
Illms. S's. Silva Gomse A C Rio de Ja-
Janeiro Feclto-me por ver annonciado em
casa de Vv. Ss. o remedio denominado Pei-
toral oe C-mbar.
SofFrenJo eu ba tito mezes de urna broncble
aslbmatica, quinao me deix^va dormir, e, sem
qoe os meaicos a conee^olssem debeilar, pois
pois j a jnlgavam chronica, resolv comprar ea>
casa de Vv. S.<. o pre loso med'icam^oto e prin-
cipie! a tomal-o, observando cuidadosamente a
dieta e reg'naeo recommendaos e prescriptos
oos impressos qae o acompannaram, e no Qm de
pooco tempo, depols de ter tjmalo algaas fras-
cos, acbei me completamente carado.
G-f tissimo aos introductores ueste maravllnc-
so preparado, pe;o-Ibes qna aioi pobcidade a
erta miaba declaragao, para della terem conbs-
Imento lodos aqoelles que soffrerem da mesma
molestia.Joao Antonio da Silva.
Barreado (Uiaas Gerae)-
PRINCIPIO DE USA TUBERCULOSE
Illm. S-. J. Alvares de Sooza SoaresE' com
eraode prazer qoe communlco a V. S- qoe.
tendo estado na nou? mezes coa urna tosse re-
belde, a ponto de nao me delxar dormir muitas
ocites, coneoltei diversos clnico* desta odade,
os qu e3 di8:eram que eu eslava com om p-iu-
c pi da tubrculos.!.
ASTHMA CE MUITOS ANNOS 1
A. Das de Predas Valle Itaqoj (Siol
le d> Sal Seodn V. 3. o agotd uesia '
Sr.
Grande
cidade do Pet'oral de Cambar, do 8'. J. Al
vares de S. Soares, -te Pelota?, ulrijo-lbe a pre-
sente atim de atUsur qae, sidreodo miaba ma-
Iber, ba muios anuos, de aslhm?, f agora e
com o oso cernante do referiao medicamento,
ficoo radicalmente curada
Passo o prejenle attestado para ler o eosejo
de recommendar tao benfico prep irado s p3
soas victimas dpgsa crurl eifermidade, OcanJt
V- S. para tal fi auioruado a fazer desta de
clarafiSo o aso qe lbe convier. De V. S.
atteoto, venerador e oorigado,Bazllio Per9ira
de Atbayde.
(Estaocieiro.)
TCS5E SECCA COM DORES NO PEITO
O abafxo assignado attfst?, a pedido de sua
comadre D. Rosa Mria da Con eicSo, com Idade
de 33 annos, ccoatituiao dbil, costureira,
moradora aesla cidade, qae pinciplandoesta a
sillrer, ba perto de dous annos, de ama tus^e
secca, com dores no peito e costas, respirado
embarazada, n < maio- extremo de debilidade e
aem "uaca obter alltvio coai os m'itos remedios
qoe osoo, ficou radicalmente cu-a a com o Pe1-
toral de Cambar, preparafiao do Sr. Jos Al
vare3 de Sooza Soares.
E sendo o referido verdade, tambera por m!m
o atiesto, a bem da humanidade soffredora.
Polo V. S. fazer des'a declara5o o oso qae
,be convier.
Soa com estima e considerjcSo De V. S.
amieo e criado obr'gado,Joc Marcioio Soares.
(Piratiny-, Rio Grande do Sol )
T0S8E DESESPERARA
lrrj. Sr. Jos Alvares de Souia SoaresPe-
lotasSpndo atacada minba esposa de orna tosse
desesperadora e de carcter grave, Uucei mSo
de diversos p-eparados ieu colber oenbnm be
r.eficio, e, tendo coDb^cim>n(o dos bons resol-
tados do Peitoral de Cambar, mandei com-
prar doos frascos deste sea preparado e com o
uso do primeiro lozo man'fesiaram-st* melb^ras,
eudo sofbcjeoie o-rgaido para debellar com-
pletamente o terrlvel mal.
Qui-ra, pcis, aceitar a expresso do mea re
conaer-.imeDto, podendo fazer desta o oso qoe
Iho convier.-De V. S. amiga moito obriga-
do, Israel Antonio Cidade.
(Serros de Taquary, Rio G-ande do Sal-
BRONCHITE, ROUQCIDO E TOSSE
Illm. Sr. J. Alvares de Soma SoaresPelo-
tas Veuhj peoboradi^simo dar lbe louvores
pelo seu benell;o Peitoral de Cambar pois
tenbo-o applicado em pes-oas de mioba familia
.em casos de broncbl'e, rouqoidao e to?se agu
JjSo Correa Peixoto. (Ourives estabekcido em jd3Slm3i colhendo os melhorts resultados, pelo
Pelotas.
COQUELUCHE SEM r.LLIVIO
A cbaixo asaignado atiesta, a bem da huma-
oidade, qae tendo sido, em Dezembro pa.-sado,
atacados de coqueluche seus n.-tnhos Aotooio e
Dejaoira, e sem terem podido obter alltvio iom
o tratamenlo de seu illusire medico, deu Ibes o
conbecido Peioral de Cambara ao Sr. Jos
Alvares do Sooza Saares, e com quatro vidro4
deste efficaz remedio, tioaram comple ament
restrbelecidos do ternvel solIrJmeato. Maria
Jos R. Barcelloe.
(Pelotas.)
CONSTIPAgO E TOSSE
Eo, abalxo assigoado, a'.tes'o, a bem da bu-
mamaade, qae foi atacado de ama constipacia
acompaebada de tosse desesperadora, que in-
possibihtava-me de escrever e nao me deixa?a
C0DciW?r o somno.
Sem ter ailivio algam, lancei mao do Pcitra
de Cambar, dopoia de ter feto do mea esto
mago urna completa pbarmacia, e sd este im
Parto j de lomar diversos medicamentos | portante medicamento removeo os sorimenios
ao proveilo Igom, lembrei me do sea Peito- qae tanto me tormen>avam, dndome, linl-
meote, o descanso 'da nona v o somno iaapa-
gavel.
E' dever mea agradecer ao Illm. Sr. Jos
Alvares de Souza Soares tao importante deseo*
berta. Por isso, tenbo recommendado o seu
preparado a diversos amigos, e o recommenda-
rei sempre a todas as pesaoas que, por fatalida-
de, aotlrerem de molestias provenientes de coo-
srp.ees...ulympio de Assumpgio Olivti-a.
Socego, Minas Geraes).
sem proveilo algom, lembrei me do seu Peito-
ral de Cambar e, fazeudo uso de 6 vldros.
creio acbar me completamente restabelecido,
visto oio ter mais tosss nem febre, etc. ; e por
Iseo pode fazer oso desta como lbe convier, a
bem da bomanidade.De V- S. criado e obri-
gado,Francisco Jos de Barcel.os, 1.* empre-
gado da Pbarmacia Delgado, roa aos Oorives
o. 31. (Rio de Janeiro.)
Br.ONClTZ E TOSSE ASTHMATICA
Ilm. Sr. Jos Alvares de Sooza SoaresTem
esta por Qm scientiScalo de mais doas esplen-
didas caras de7id-.a ao sea precioao Peito'al de
Cambar*.
Por occaa'a de eff. ctoar-se om bazar em
beobeio da Bibliotbeca Pp.blica Peloleosj, foi
atacado de urna forte broacbte que me levou ao
leiio. Vendo-roe prostrado e deaejaodo o
meo restabe!e:imeoio o mai-i prompto possivel,
deliberei asar o Peitoral de Cambar*, eo'iz
com taa felicidade qoe, no lerceiro da da mo
lestia, pode reassomir as miobas furjrgOes de
bib;iotbtcano d^quelle estabelecimenio.
Ni mesma poca foi minba Qibiaba Julieta
atacada de orna tos^e Impertineole, com car-
cter aatbmatico, e sppliCiud-lbe ea o mesmo
.-Qi a med -aaieDio, vi-a re.'tabelecida em pc-
eos das. Sabscrevc-me, ex.,Francisco ae
P. Pires.
(Pellas.)
BRONCHIlSCHRONICA
Ilim. Sr. J. Alva'es de Sooza SoaresTeabo
a satisfaco da escrever a V. S. para participar
lbe qae. soffrendo eu ba mais de quatro annos
de bronebite qae me irazla a malor parle do
tempo prostrado no leito da cor e, asando do
sea abeogoado Peitoral de Cambar, apenas
com meia dozia de frasees restabeieci me, e,
por isso, dou gratas a Deas por ler eocontraJ
tao benfico remedio.
Dispooba sempre de qoem com maior es-
tima e coosidergoDe V. S. amigo afeicoado
e moito obrigaao, Silvioo Ribeiro. (Tenent*
coronel ebefe de can^abilidade da guarda n.cic-
nal do Rio de Jioei'o.)
FORTE PNEUMONA
II di. Sr. J. Alvares de Sooza SoaresPelo
tas--Compro om elevar scientiBcando V. S.
de toe ba tempos acbando-me atacado de ama
fortti pneomonia, recorr a diversos preparados
q oe os mdicos deca capital me accnselbiram,
em obter memoras.
Por minba espoataoea deliberrco, resolvi
experimentar o ato Peitoral de Cambara, com
TOSSE COM ESCARROS DE SANGUE
Levo ao coobecimento do publico mais om
trompbo alcanzado pelo popular remedio Pe
toral de Cambar, preparago do Sr. Jos Al
vares de Soasa Soares, d Pelotas.
Havla seis annos qoe cma tosse grave me
atormentava dia e noite, faxendo-me ltimamen-
te deitar i abundantes escarros de eaogoe, e os
pulmbes, cam certeza, acbavam se aneciados e
ea teria infallivelmeate de succamDir terrivel
tsica pulmonar i
Ua amigo, sabendo do mee estado, aconse-
Iboo-me o precioso Peitoral de Cambar, e
someote com o oso de doxe vldros deaie impor-
laotissimo medicamento, consegu enrar-me
radicalmente, sentindo-me boje forle e podendo
j eotregar-me s lides de minba fasenda do
Cerrito. Dapois deste caso teabo aconselbado
a maita gente o Peitoral de Cambar, e todos
teem coluido resollados imporlantes.
Actoalmente fas aso deste preparado com
moito aproveitamento, micha filba Neufrides,
qoe tambem se acha soffrendo do peito.
Fasenda do Descanco, no Cerrito (Rio Grande
do Sol)Bernardo Jos dos Santos.
AFFECQO iULM.NAR
8r. J. A. de Sooza Soare3PelotasAcBin
do-me ba 9 mezes se.-iamente affeclado de om
pulmo e j desanimado pelo nenbom rebultado
obtilo com urna intioiaade de prepara os es
irasgeirr, priocipiei ba 3 metes a toonjf
Peitoral ue Cambar.
Anda nao eet terminado o W* frasco e j
me acbo completamente restabelecido.
Devo, pois, a este poderoso remedio a minba
cura, que lbe commu-io para o que V. S jui-
gar coaveniente.Carlos Como (yhoiogMpbo
no Rio de Janeiro, ras Sania Luna o. al e
Oarives o. aO).
TOSSS VIOLENTA
Illm. Sr. Jos Alvares do Sonza Saar-; Ata-
tado de ama tosse violent?, pertinaz, tenao tido
por e pago de oito Olas coosecativo, pe ma-
n vomito5, a ponto de Qcar sufocado, lem-
brei-me de tomar o sea precioso medicamento
Pei'cral de Cambar e com aui frasco -
quei restabelecido, pelo que o fel.cito.
Com toda a coosideragfto, eobsireve-me de V.
S. aliento e admrador,Carl.s Aogusto Peixo-
to de Alencar. (Major de cavallana.)
que sou incansa/i! em recommendal-o aos
doentes do apparelho respiratorio.
Aceite minhas felic tagOei e Dos o recom
pense pela sua descoberta de ta-io ailivio pare
os qoe BvlJrem. Jerccymo Acacio S. Chu-
quero.
(Babia.)
TOSSE CAVERNOSA
Eu, abaixo assigoado, declaro qoe, fazeodo
duas peSsoas da amizade de minba familia oso
do Peitoral de Cambar, iffectivamente tira
ram bons resltalos, fleaodo curadas da tosse
cavernosa qoe ba bastante tempo as a (Ligia O
tabelliao, Francisco Pereira Ramos.
(Rio de Jaotiro.)
T0SSE3 EROUQLUS
Ea, ab3xo asficoado. morador roa8. Lniz
Gonzaga n. 176, no Rio de Janeiro, atiesto que
oseu comn todas as pe?soas de minba fa-
milia te'nos sempre colbido os mais satisfacto-
rios resoltados com o Peitoral de Cambar*, do
Sr. J. A. de Souza Soares, as tosse", rcuqoi-
dOes e maia ffecges das vas respiratoria, e
por Isso eo cessamos de acoaselbar o seu aso
s pes8oas de nossas relagOe?.
E, por er verdido, firmo o presente.Alfre-
do A. PiOhelro.
, T05SE PER INAZ
O abaixo assignado declara a bem da verdade
que, ten o soa senbora feito oso do Peitoral de
Cambar, do Sr. J. Alvares de Sooza Soares,
ficou completamente reatabelecida de urna toase
pertinaz que a ahigia.Joaqaim J.-et Rodri-
guen.
(S. Paolo).
TOSSESiREBELDE
Eu sbaixo as3i;>nado, commeraa'.e i prga
geueral Osorio.nu Ro de Janeiro, declaro que
teo^o Cito nso oo Peitoral oe Cambar, do Sr.
Jos A. d S:;u'-a Soares, em tosfes rebtlJes e
ostras enfermidades das vas respiratoria, co-
beodo aerup-e os mais saliaFactorios rebultados
e bem a-tsiuj que pes03S de miaba familia ero
qoem teoho fero applicagto do mesaio prepara
o bao coneegoido os meamos benficos reeul
taos.Alfredo Caelano.
PINiOES MEDICAS
Damos em seguida, em resumo, a opiniao de
mnitos distlnctos medies hraziletros e eslran-
geiros sobre o Peitoral do Cambar :
... O Peitoral ae Cambar om bercico
meio preventivo e ara auxiliar no tratamenlo da
llsica pulmonar, to freqaente r.o Brizil...
Dr. Urias A. da Silvelra.
Barra Manea (estado do RIc).

BRONCHITE EM UtiA CRIANZA
Illm. 8r. J. A. de Sooza SoareaPelotas
AcbaDdo-se mea filbiaho Arcbimedes atacado
de orna forte broacbte. fl.ou em procos das
rad calmette carado com o u-o de sea precioso
preparado Peitoral do Cambar.
Qoelrn, por isso, aceitar os proteatos de meo
rreanber.imento, podendo fazer da presente o
aso que lbe apronver. Soa com estimaD
Vv. patricio e criado,Rodolpbo Taborda.
(Encroziluadu, Rio Grande do Sol.)
INFLAMMAQO DO LARYNGE
Illm. Sr. J. A. de Sooza Soares.Pelotas-
No intuito de prestar orna bomenagem ao m-
rito do Peitoral de Cambar, dirijo lbe as
presentes liabas, narrando-loe ama imporiaot
cara realizada por aquello afamado remedio :
Sendo accommetiido de ama forte e pertinaz
ofiammago do larynge, recorr medicina,
sem colber resoltado algum dorante quatro me-
zes de acarado tratamenlo.
Acbando me bastante mal, em estado de nao
poder levactar-me do leito, pela mioba excesi-
va fraqueza, lembrei me, em om momento feliz,
de experimentar o Peitoral de Cambar e co-
mece! a osal-o sem a menor cooianga, tal era
o desanimo de qoe eslava possaido I
Em poaco tempo, com a conlinoagao do re-
medio, flqoei radicalmente curado !
TOSSE ANTIGA
El abaixo assigoado declaro a bem dos qoe
scffrem de ioan periioazes qae tendo feito aso
de Peoral de Cambar do S'. Jos Alvares de
Souza Soarea, tiquel restabelecido de urna tosse
que na moito lempo me fezia aoffrer.Jos J.
Aogostoda FoBseca.
(S. Paulo).
TUBER ULCSE PULMONAR
Illm. Sr. J. A. de Souza Soares.Faz doas
annos que falleceu miaba malber de tabercaiose
pulmonar.
Poucdl mezes depois, mioba (ilba mais velba,
de oome Honoria, declarou-.'e cora a mesma en-
fe-midade da mi.
Racorri a todos os meios aconselbados por
mdicos e cariosos para a cora de minba riloa,
aesira como tinba feito para a fallecida ma', e
o resaltado 'era sempre o mesmo : a molestia
caminbava a olbos vistos para o sea termo fa-
tal i O mea prenle e amigo, o S\ major Jos
Manoel Barbosa, actoalmente joiz de paz do 3-
disirlcio de Pelotas, e mnitos peasoas o'abi, sa-
bem deste cso deseeperador.
Desaoimaao sem saber mais o que fazer, fui
ioelado por om amigo a dar miaba doente o
sea elogiado Pectoral de Cambar e, coofesso
qoe nanea vi remedio lD maravilboso, pois fot
o que salvoa minba fllha de urna morte certa J
J se pode dizer qoe a tsica pulmonar nao
orna molesi'a iocaravel, qae zomba de todos
os meios aconselbados na medicina.
Doa-lbe os meu3 parabens por esta grande
descoberta, e Daos o recompense pelos benefi-
cios que della lm resaltado bomanidade sof-
fredora. De V. s ,ete.DelOm F. de Vaacoo-
(Upacarabj, Rio-Grande do Sal).
...tern sido per mim empregado rm di-
versas afleegoes das vas respiratorias, obtende
sempre os melhores resonados... Dr. Fran
cisco Mariannn de Aguir.
(Btlm do Pa.).
.. na. excedente balsmico e como tal e
tenho erapregaoo nos doentes de broncbite3 e
jfiecgOes pulmonares, com grande proveito tan
to mais por ser om expectorante cave e efficaz.
Dr. Antonio da Cruz Cordeiro.
(Parabjba (.o Norle.)
... tenoo-o empregado pempre com mnito
bom resoltado oas molestias dos orges resii-a
torios e tero a propriedade de ser om medica-
mento de sabor agradavel, sendo bem tolerado
pelos creaogas, em cojas molestias de grande
lficacia.Dr. Jos Joaqaim Pereira de Sooza.
(Cidade do Banano I, em t. Paulo.)
... aconselbo sempre este preparado aos
qae toli em de bronjbite, principalmente asth-
aicti a.-D-. Gsmioiaco OE da Costa.
(Pai.j
... exerce acgo benfica sobre a mocosa
das vas nspiratorins, pelo qae teabo abserva
do em minba el ole i... Dr. Mancel Alves da
Costa Brancada.
(Rio de Janeiro.)
... manifesta soa acgSo especial sobre a
mocosa das via3 respiratorias, por cojo mutivp,
em minba clnica medica, tem tldo enorme
aceitago...Dr. Jos R. Rlbeiro.
(Belam do Para.)
... tenbo-o empregado com resol>ad03 im
portaotissimos em diversas affecgSes das vas
respiratoria?, sobresabodo ara caso de tuber-
culoso incipiente que foi radicalmente corada
por este preparado, em D. Virginia Mara aleu-
de?, residente na capital do estado da Babia,
roa S. Miguel o. 46.Dr. Alfredo Meodes Ribei-
ro. (Babia.)
... tecbo-o empregado em diversos doen
le?, obleado exceilentes risoltados-.. Dr. Pe-
reira da Motta.
(dio de Janeiro.)
... om excelleote balsmico expectorante,
e como lal o tenho empregado sempre com bom
resaltado as affecgoes pulmonares...Dr. Vi-
cente Cypriano da Maia.
(Pelona.)
... tenbo-o empregado era molestias dos
orgos respiratorios colbendo os melbores re-
sollados. D.'. Francisco Alves de Lima Filbo.
(Prybaba do Ncrio.)
... ienho-o empregado com granee provei-
lo as molestias das vas respiratorias...Dr.
Pedro onia de Macado.
(Valeos?, Estado do Rio )
... tem ama acgo especial eobre a mrcosa
das vas respiratorias, corando cu alliviando
multas molestas desias mesaras vise, o que
P'ota cabalmente a sua ~erescente procura e
ac i'aca >, qud anda nao leve aqu producto al-
gara blicinal.-D. Octachio A. Cmara.
(Pelotas.)
... tenbo-o empregado, com op-imos resol-
tados, as bronchites e molestias do appare'bo
broncho-polmonar...-Dr, Barao da Mtta Ba
cellar.
(Para)
... Acbo o mnilo importante, nao ec pela
efficacia de eeus resultados em molestias do pei-
to, como tambem pelo agradavel sabor, que nao
faz repugnar o doente inda delicado de pala-
dar...Dr. J. Lasaala.
(Antllbas.)
... empregoei-o com grande vantagem em
pessoa de minba familia que soffrla ba alguna
mezes de ama laryoglnte, acompanhada de
accessoa de tosse ..Dr. Telasco de Gomen-
soro.
(Maranbao.)
... tenbo-o empregado com brilbante resal-
tados as diBereoies formas da broacbte e em
signas periodos da tubercalose pulmonar...
Dr. Lopes Pessoa.
(Reclfe.)
... gosa de propriedades emolientes e faci-
lita a depectorago e o considero como excelleo-
te meio para alliviar e curar.a (osee qoando
convenientemente preacripto...Dr. Baro de
IUpttocaj.
^Pelotas.)
om excelleote medicamento, emprega-
do cem muilo bens resnltados cas molestias
oronchc-pulmcnres...Dr. Seraflm Jue Ro-
drigofsde Aranji.
(Pelotas.)
... Tenhao empregado cem assas proveilo
em rcinha clin'ca as molestias brcncho-polmo-
nares.. Dr. Francisco Aogns'.o da Silveira.
(Recife.)
... tenbo-o empregado com o melbor resal-
tados ras diversas arTecgee das viss respiratori-
as, principalmente na bronebite c&tarrbal das
creangas quando traTeseam a ctlse da pnmeira
dentigao...Dr. Emygdio Bezerra Montene-
t-ro-
(Recife)
... tenho-o aplicado em minba clin!ca com
granle proveitc as diversas .ffccg6s das vias
rpiraloriae, eepecialmente quano tbrenicas.
D'. Julio A. Camacho Crespo.
(Rio de Janeiro.)
... fui oHimamente ebrigado a langar mo
delle em mmha clnica e jcigo-me boje habili-
tado para iffirmar que om dos melhores reme-
dios qoe em minba pralica tenbo conhecido para
enfermidades do peito e vias retpiratonas...
Dr. C. Henriq?or.
(San;a Victorid, Rio Grande do Sul.)
... tenbo-o empregado cem lesoltados vao-
t?joso8 as moiesas do spparelbo broncho pal-
aoaa', sobretodo as pronebit-s ebronicas e na
coqueluche.=-:. Feliciano Teixtira da Malta
Bacellar.
(Par.)
... leobc-o applicado em diversos casos da
affrcgfies das vias respiratorias e tenbo obtdo os
meiho.-es resoltados-------Dr. Jos de Azevedo
Maia.
(Parabyba do Norle.)
El mdico-cirajano que eoscribe, certifici
que el especifico inalado Peitoral de Cambar
del Sr. J. A. de Soaza Soares, del Brasil, me ba
dado dmirables resoltados eo el tratamiento de
las enfermedades del apralo respiratorio, espe-
cialcenlo eo las bronchitls crnicas.Dr. Jaao
Peralia R.
(Elii, Chile.)
... Tenho-o aconselbado na minba dioica, e
com elle (enbo tirado resaltados importantes no
tratamsnto das molestias broracbo pulmonares.
Dr. Carlos Marchand.
(S. Jabriel, Rio Grande do Sul.)
... T.-nboo empregado em minba cniea
nos casos de molestias br. ncho pulmonares, co-
lbendo resultados muito s tisfactorios. Posso
em virtude desses bons resoltados, garantir a
efficacia deste medicamento, principalmente
quando e?tai sffecges tiverem tomado o car-
cter dechronicidade...-Dr. Laz Jos de Arau-
JO Filhc.
(Sapucai, Estado do Rio./
... teoho obtido ptimo resultado r.a ap-
plicagao do Peitoral de Cambar as molestias
bronchc-pnlmonares.Dr. Poljcarpo A. Arapon-
ga do Amara'".
(Porto-Aiegre.)
... empregei-o e com o melbor resoltado no
hospital da Sania Casa de Misericordia nasaffec-
gOes em que indicado, e conco a empregal-o
com o mesmo resollado na mioba clnica civil.
Dr. Israel Rodrigues Barcellos Filbo.
(Porto-Alegre.)
... tenho o empregado com felii xito as
affecges catarrnaes-bronchicas...Dr. Jos
Bernaidino da Caoba Biltenconrt.
(Porto-Alegre.)
... Uve occasiSo de o examinar e, com ple-
no noHnecimento, eco-seibo o sea aso com a
maior confiaoca.
(Formulario Inlemacnna', do Dr. Pires de
A taeida.)
... lecba-o empregado com bom resaltado
naa mtles'-ias do apparelho respiratorio...Dr.
Agnello Candido L (Parabyba do Norte.)
... tenho-o empregado na minba dioica ci-
vil, as sffecgoee broncho pulmonares, obleado
xceilentes resoltados...Dr. Ceciliano Alves
Nazaretb.
(Babia.)
... na minha clnica civil tenho lirado bons
resoltados cem o Peitoral de Cambar, nos casos
de broocbite?, nao s acudas como ebronicas...
Dr. Francisco Homem de Carvalbo.*
(Babia.)
... tenbo-o empregado as differeates affec-
gOea do spparelbo respir&trio, colbendo sempre
mcito nom resaltado, especialmente em caaos
de coqueluche...D.\ Antonio Cardosoe SU*
va. (Babia)
... Tenb:-o empregado com proficuos resal-
tadas em todas as affecges brcncbo-pnlmomtet.
Dr. Gnilberme Pereira da Costa.
(Babia.)
... tenboo expregadoenm ptimos resalta
des as broncnea e molestias do appareibo
broncho pulmonar.D.\ FranciscoTosta Mello.*
(Villa do P a jo, Babia )
... tenbo-o empregado em todas as mani-
festagoes orooeho-polmonares, sempre com mag.
nifico8 resultadosDr. Bizilio RaymaQdo Sel-
xas.
(Mano?, Amazonas.)
... tenbo-o empregado sempre com grao4e
proveilo em tolas as molestias do apparaibo
respiratorio.Dr. Angosto Seraflm da Silva.
(Pelotas.)
O PEITORAL DE CAMBARA remedio sem rival para as molestias das vias respiratorias, acha-se appromdo pela Inspectora
geral de Hygiene Publica do Brazil, no Rio de Janeiro, autorizado pelo Governo Federal e premiado com os mais altos premios da Exp BrazUeira-Allem de 1881, Exposico Universal de Chicago de 1893 e Academia Nacional de Paris.
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E* as en le e depositario n'este Estado a
DE MIS METO GHIHIGOS
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