Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19489


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Full Text
Ter^a-ffera S4 fte
18*5
OTTlREltC BOO
PROPBISS&BS BE MAK0IL fSS^EdA Bl &M& & flLHQS


PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8000
Por seis mezes adiantrdos. :. i5|000
Por um anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACES NA FRAN-
QA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre G &.\ residentes em Parta?18 rae de
i
La Grange Batere
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por nm anno adiantado .... 331000
Numero avulso do mesmo da- #100
Numero avulso de dias anteriores. |20O
Teegrammas
- ssavijo miisjua c: subid
Rio do Janeiro, n de Maio, as
o horas e -u minutos da noite (recebi-
do na esUco s 12 horas da noite e
entregue i:u manh do dia seguintc).
Fora:n promovidos na administraco
dos correics desse Estado a 1. otFicial
Godcfredo d'Abreu e Lima, a 2* Gabriel
Barboza di Silva.
No di i 82 do corrente seguir pan
o Rio Grande do Sul o general Innocen-
cio de Quciroz, acompanhado do i. ba-
talhao de i m lamera.
_ Hoje .-he ,ou a esta capital o i.* te-
nentc Vctor Paulino, que esteve a serv.
50 entre os revoltosos.
Foi pres:.
Telegrarr.ma official communica, que
o general Hippolyto derrotou os chefes
rsvoltosos Ismael Soares e Bazilio Fer-
reira.
A taxa cenobial regulou 9 ni6-
IIio de Janeiro, u de Maio, s
9 horas e 3o minutos da noite (recebido
na Estacac 2o minutos depois da meia
noite e entregue na manh de i2(.
Foi nom;ado medico adjunto do exer-
cito em Pcrnambuco o Dr. Arthur Pe-
reira da Cjnha.
Rio 1; Janeiro, 13 de Maio, s
6 horas e.15 minutos da tarde (recebido
oa estacao as 9 horas e entregue s 9
horas e 50 minutos da noite).
A data de hoje passou quasi indiffe-
rente; nenhuma festi houve.
Apenas pequeas passeatas de escolas
munieipaes e particulares se deram; no
mais so denonstraces officiaes.
No Estados da Baha e S. Paulo esta-
vam preparada*-, porm, maiores dem:n-
strafe?.
O governo do Estado da Bahia fez
remessa paa a Europa de 1.80O libras
esterlinas, para attender ao servico de sua
divida externa.
O mesmo Esudo tm ainda em depo-
sito um saldo de 1.500 contos.
i3 de Maio.
COXfilKSSO NACIN iL
I.i 1K >.< .
OSr. Assi
jado.
Ante-bontcm apresentou suas creden-
ciaes, e hontem foi particularmente re-
cebit'o no Paco, onde niio lhc faltaram e
o acolho milito cordial e sympaihico.
Bcrlim i3 de Maio.
HC\SAGL\
Srs. Mentiros do Congres.'o Nacional
No tnomaoto em que Idee iniciar os trnb.dhos
da presente Sec?;'io Legislativa venhn, cumprtn-
do o procedo lo an. li n. !) la Coustituic&oda
I!-publica, darvoa contada situago de Paia e
tndicar-vos as providencias que se me afigaraoj
oais argentes e cujajadopcio dep.nde de vossas
luz-es a aactorldadfl, *
Foi. como sabis, ero periodo lifflcil da vida
nacional que. ob.:dec>-n lo deii-rminagao d'-
meas compatriotas, aastuni a suprema d>rcc>>
dos neoc:o< pblicos e, do que tenlu i-do, mi
.rbita adtaiaiairativa, vos tTsraia'riaa uunuciosa !'iC: Vl,,,)
> circuiu-tiiiciaila:iK'n:e os Matnos que ra
forana aposentados pi-los Miuit'OJde Astado e
que em breves das sero subn utidos a vossa
apreciucio.
E,-me agradavel is^ignalar que cs'amos em
paz rom lod 18 asNicos e Cornelias cultivamos
relnci- d-i aiaizade que me eiupenho em ra; nt r
e d envolver.
0 importante pap da civilisiga e dojbera estar social, a Ameriei
do Sol lera .le n-presantar pir suas coudic-s
econmicas, simples que.-5) do lempo, qne
muiio se abreviar, s as relag-'s ntemacio-
naes e "accmluar indefeelivel cordiali ala e
deaejo .-incero de paz e de umao, o que sol) a
f rm arepibli:ana, lea'mento respetada, atse-
garari a iodos os direitos a mais amp'a expan-
sio e r^al effectividade.
Com Portugal foram restablecidas al rebcOes
diplomticas, medante os bons oIIHjs do ffo-
verno de S. M. 3ritanica, E' um acjnteci:r,
feliz que lodos j conliecem, mis quo lenlio o
grato dever de rommunicar-vos.
A questo de limites com a H-pubi'ci Argen-
lina, entregue ao julgam-nto do ihusire presi-
dente d >s l'.'sla-los Unidos da America, leve
eum era de jusliga. decisi favo'ive 10 Urasil
e que foi acatada pelo governo argnilni como
acto qui recove, iodo recio de a'ier.i(,6 s 'le
ataisade que ambos os gfftnm con muor sj-
licitude tem sempre procurado manter,
C'-ngraiuli-m>! cjin.o.-co por esse n i'.-.v.-l
succesu, quj despenou em todos os eorj;0es
Irazileiros expuosOes do jubilo pa'rJco.
Servindo me do crdito que eoM d :s es ao go-
v^rno pira conciuir a deinirragio cora a Bolivia, doi as rov tencia* nesessanas
para que ease tralulli -eja f-roco 11 lirevi lade.
A commissao brasileira j est m '-.am nho
liara reur.ir-se boliviana, qui de re encontrar
na fronteira.
De accordo com ]o Governo Francei es ti re-
solvida a explorago do territorio litigioso no
extremo norte d;i R-publica e para isso foi
o crediio necessario. jase decUruuaqaelleGo-
verno, por meio di sua Legagio.que o]ilo B'asil
isla prompto para satisfazer o compromisso que
conirahiu.
K' necessario que com brevidade se resolva
esta queslo de limites.
Julgue conven ente suspender as d spos ces
lomadas para a negoc acode Iratado de amiza-
de o comuicrc o com a Cona e dest nida nr n-
C'palmen'e a fac I lar a em gracao para o Bras I
e resolv ao mesmo lempo procurar um accordo
p^r- gual (ira c m o Japo, esperando real alr-
o 8--m envar oquelle puz urna cuitosa em
ba xaJa.
So relator o do Hoistero da RelagOas Ex-
teriores encontrare1* not c a de acontec ment
na fro rteira com a Republ ca Or ental. que, cora
quanto sejara de nlgumi griv da le, noj lem
indu do as nossas re!acdia com aqu-lle paz.
, Os dous Governos, satisf.izendo-se mutuaraeni"
S Brazil loi aqu muito reste-.no que for de iust ga, naberSo evitar, como al
ag"ru, todo o r seo de des olell gencia.
Para decidir de accordo cora os principios do
dirello internacional, teuho submeltido a apu
rudo estu lo urna gr-tnde quanti lade de recla-
mgCes ampralas por b.)ns oVjos diplomti-
cos. Em mullas d'elias a regra de direito a ap-
pl car 6 certa e est recebida na doutrina e na
pratica, mas os fac.os que a invocara nem sem-
p e sa ) p'ecisos ou caraclerisiiro, (ornando-, e
difflc liquidl-os aem transatgao ou mutuas
ccnres?es. Para conseguir conveniente iesu'-
lado nao vejo necessidad-; de. m;i 13 exlr.ordi-
narios de julgamento O d:reilo publico in-
terno os fornecc perfeitaiceale seguros. A boa
vontade do Governo e o deaejo sincero de nao
offenier o direilo ou ajust'uja dos reclamantes
tm contribuido para que se torne raen s irri-
tante a demora na solugu rie-ses assumplos
aos quaes liga toda a cons'den.gio.
A adopgao de ra-didas sanitarias 110 sentido
de impedir a imporlago de molestias epidmi-
ca- tera sido motivo de rtchraagOes por fia di-
plomtica, que o Governo procura attender,
concillando o mais possivel as exigencias da
saude publica com os inleresses do conmercio
internacional. (Jom esse mlu to'j se t.-m feilo
bislanle para Iranquillisal-os, >at a compre-
M nr-a) que tem o Governo de sua relevan-
;ia.
O Reichstag rejeitou o projecto rc-
pressiv/ do social smo.
Espera-se que o Impetador.Guilherme
II dissolva-c.
[\STiUJCCAO POPULAR
POR
Gasto Tissandier
cap rt lo v
-_.- uS.
:itsa
GTENBER<;ALBERTO DURER ALDO
M \UCi: -ROBERTO ESTIENNEESTE-
DOLET.
ConttnuacoJ
Est vSo cilet, aecusado e convencido de ser
> atheu relapso foi entregue tortura ordina-
ria e extraordinaria para eastnar os seus com-
Sanheircs, c. rao diz a senlenga que o condemna;
epi.-i- loi estrangulado e queimado na praga
Mai-ben, 3 de Agosto de 1546 (1).
Estevao Uulet morreu cerno um here aos
trila annos de idade, deixando na miseria a
mulher e o filio que estremeria.
Gulcnberg nlia soffrido, EstevSo Dolet fora
iHjppliciado, mas eslagrandi; luz, que se chama
a imprenta, bi lliava eom toda a mtensidade.
(1) As pegas do processo de Eslevag Dolet fo-
ram encontrar :is nos regalos enminaes do Par-
lamento de I1; ris. Eis o texto da senlenga : O
dito tribunal condemna o dito Dolet preso, a ser
levado e conluiido pelo execulor da alta juslig
ii'oma carrog 1 desde as utas prisOes da Concier-
gere em Par.s, at a pra;*a Maubert, onde se
construir, na sitio mais commodo e coaveoien-
te, um p-itibiilo, volta do qual se far um
grande fogeira' na qual depoii de ter sido le-
vantarlo n 1 tibulo, o seu cerpo ser langado e
qraeimalo con os seus livros, a o seu crpo mu
ado e coavi.'rlido um; e diclaroa e declara to-
dos e cada u r dos seus adquiridos e comiscados
para o re; ene antes da execugao de morte do
dito Dolet, II e ser upplicada a tortura ordin -
ri extraordinaria para casinar os seus com-
par.hiini-. S sera embargo, reserva se in
ment curiat que. onie quer que dito Dolet
h|a alguin e-.'.aiiualo cu diga alguraa blasplie-
pia a nigua ser cortada e quimada em vida,
rnado: Lizel de Monlmivrel.
Dolet lor: oa-se notavel pola sua grande fir-
meza. Clin d)3 seus contemporneos dissedelle
n'esle ver.- dno com Irocidillio de Palavras :
Dolet quisque dolet, non dolet ipse dolet,
(T. dos ai-utaiu Dolet. s Dolet se nao la-
me
(Contina).
Egsas estreilas e mltiplas relagOes, quando
haja o Brazil de premunir se contri invasao do
molestias transmissiveis, acaso existentes era
paizM eslrangeiros que frequenlemenle se com-
municam com o nosso Irouxeram ao Ministerio
da Jusliga e N-gocios Interiores nolavel au-
gmento de expediente, pela conslant: corres-
pondencia directamente mintida com os nos?o3
gentes d pl.maiicos e consulares na Europa
na America, e pelo estuio e solugo de reitera-
das re -lariiaees encaminhadas, em sua maior
parle, pelo Ministerio das Relug.-s Exterio-
res.
Estas ligeiras consideragOes ba lam, pelo seu
alcance, p.ra aconselhar a transierenci do ser-
vigo federal de que trato para a competencia
exclusiva daquelle Ministerio, on lo as queslOes,
Como o exige a sua natureza, poderlo ser tra-
tadas e decididas com muito muis facilidade e
promtiiSo.
A n5o serem casos solados da molestia cora
cara t r choleriforme que, em Nove ebro ulti-
mo, manife8lou-se no valle do I'arahyba. acorn-
meltendo varias localidades dos Estados do Rio
de Janeiro, S. Paalo, Minas e ulteriormente do
lispirito Santo, nao tve felizmente a Capital
Federal, onde ella nao constituio foco epid-
mico, que luctar cora as enfermid ides proprias
11 eslagao calmosa.
Entretanto, o lisoageiro estado de sale pu-
bttea, davido talvez no excepcional verao ul-
timo, de par com as medidas occasionaes to-
madas pelos Governos da L'niao e do municipio,
nao deve dar motivo a que os altos poderes do
Estado, despreoccupidos momentneamente do
a>sumpto, deixem de sobre elle provideheiar
por modo efficiz e definitivo, no intuito de fl-
enr a municipilidade do districto Federal ap
parelha la cora os meios indispensaveis, afim de
iniciar, como l"e compete, a realisagSo j to
adiada dos grandes melhoramentos sanitirios
reclamados para a capital da Repblica, cuja
populagao augmenta consideravelmen e de dia
para da.
Se par um lado o problema complexo e sua
olugao exige o dispendio de avultado cap-
ices-, por oulro os elera -ntoi de estudo aecurau-
lados lia longos annos facilitario umn decsao
Justa, e o emprego dos alluddos capitaes, ob-
ldos por operages de crdito, despeza que
ser compensada, em futuro nao remoto, pelo
rii] do saneamenlo do Rio de Janairo adv'r a
sata jd lao importante cidade, por onde se alare
em ceral, no eslrangeiro, a situago das de
loe ilidades do vaslissimo territorio nacional.
A materia merece, pois, vossa a tengSo, visio
que a mun cipalidad, cotn os i-eus recuraos or-
dioarloi, nio pode occorrer ao grande dispen-
dio reclamado por e?se importante servico, quj
interesas a toda a ft publica.
N) que raapeta hygiene Interna, seria tam-
bera conveniente rever a organisago do loatf-
luto Sanitario Federal, de modo que elle possa
preenchar cabalmente os flus para que foi des-
tinado. Alen? de outro3 trabalhos, compele-lhe
o que se relaciona cote o exercico da raed cia
s .la pharmaci.-i,- mis. n'oste particular, faz-se
nece-sari .: nt.rp-etngao do art. 72 s> 21 da
'onst uigo n > hu di'. respeio quelle exer
quijeiu-a*guns Estados da uoiaa
m si I i ni eiidi to o preceto da lberda le i-
dus'.nal b prorlssioaal, no aeuli lo de que neo-
huma liahilllag.'to legal deva ser exig da para o
desempenlio das respectivas funcg5es protis-
8 onaes.
Sao do dominio publico os successos poli i-
Cis, de feicfto diversa, que se verlficaraai ao
alguna E-.ialos qner durante o periodo giver-
naraental ransacto. quer jera rainba adminis
trago. AssilO, era Alagoas, deram-se os fie os
relativos terminago do mandato do aotigo Go-
vernador ; era Sercipe, occorreu a duaidade
daCamira L-gsla iva e do Governador; era
Pern-imbuco bouvi sria divergen -a quanto a
apurag.u dos Sena lores do Estado ; e ultima
mente na Babia deu-se a duplica a das casas do
ongresso.
AbsiivL'-me de intervir naquallas que-i-s,
por en ender que n-nliuma se po-lia cipi ular
nos ea'os em que, p >r excencao, a Cons i tutean
aulorisa a inlervengao do Governo Federal nos
negocijs peculiares aos Estados.
A grivld.ide des'es factos, que infelizmente
se esto reproduzindo, impOe ao Congresso Na
c o'ial o dever de, com a mxima urgencia,
provor a respeilo, por racio de lei que regule a
soluco das coll>0:8 como as quo vos apontei,
e que 1 c3 ti granden:n e pr-judicado o boni 80j
damento das adra nistr^gOiS de alguns Esta-*
dos.
t' do mensa modo urgente que regulara^n-
els os precei 03 do art. 6o da ConstitU'gSo, nao
adnantojra int-rpretago positiva e clarado
texli consiiluctonal.como eslabelecendo orae i
praleo di inlervengao federal, nos casos em
qie ella p;rmi'.ti E-sas le*, eslou cerlo, conlribuiro eifleaz-
muiie para o funcctonamenlo regular do nosso
reg:inn fe leralivo.
Quanto aos successos do Rio Grande do Sul,
coutieceis sua importancia e gravidade.
A meniagetn 1 da por occasio da abertura
da ultima S-ssao Legislativa do < ongresso
NaCKtaal, a 7 de Maio do anno passado, refe-
riu os graves acontecimientos moivdos por
essa revo ugao e pela revolta de 6 da Setembro
de 1833 e conclmu a exposiglo n'estes ter-
mos :
Flese, pois, considerar vencida a revolta,
visto restiren) apenas pequeos grupos, dis-
persos e fugitivos, que facilmante podem ser
balidos.
Esta previso, infelizmente, no se realizou :
a lucia, iniciada em Fevcreiro de 1833 n >
Rio Grande do Sul, ainla perdura, causando
quelie Estalo os graves damnos inherentes
a guerra civil e inrluinlo da modo sensivel-
m-vite prejudicial sobre toda a Repblica, no-
lavelmehte. subre a sua vida tinanceira.
Os elera-ntos que se salvarara dav-ncida
revolta de 6 de S embro foram reunir-se com
os quaes fizeram causa commum.
Se .os intuitos daquelles revolucionarios j
erara suspeitos Repblica pelas ideas mani-
festados por seu chefe poltico, que psm em
lurida a legiiiraida le das instituigOes cons-
gralas na Constiiuiges do 21 de Fevereiro,
mais su-pnlos tornaram-sa taes intuitos pela
inlervengao na luta, como un dos chefes mili-
arjs, do cou ra-almranle qje adherir i re-
volla publ cando manifest restaurador da mo-
narchia.
Nesta siluag), qua encontrei ao assumir o
Governo, iratei do lomar as provideneias qu:
mi parecern) convenientes a defeza da Rep-
blica e sfficaiei para abreviar a terrainagao da
reveiagao.
(Conlini)
Dita la 4os Marques 'Ba a h ', sobre aver-
hagao de a*l ees. -Deferid >, dev.-n lo apresen-
lar as ap9|Kes nara serem avbidis.
Dito do-Or. Francisco de A. Risa e Slva,
pedm-lo qn^ sej-im apresentadas ai empregado
do Banfl#Hmiss'r as lellas bvpotliO'vrias qu-
foram liadas como cauga 1 de li ngi > m favor do
colleetor deCaruar, aiim de serem oxirahidos
os coupons relativos aoa juros v ncidos.Defe
r !n, nos te-mu das iiiforinarOes.
Conlas apresen adas pelo'Dr. 1- procralo'
los Fe tos da Fazonda interino.Appruvadas.
I > Dr. sub- irec or di contab li lad-\
acompanbando um outro do chefe de 1" se :co
Ja mesrna sub- flrectoria, sobre o retardaraen o
aas con as do colleetor do mun ci. io de Cor-
reatas.O Tr bunal do Tbesouro, tendo era vis-
la o otticio d i cliefe da 1* secgo da sub-dre:-
toria de con u'. 'idade, resol ve que seja apph-
cata ao coltecH^^flo municipio de Co r-ii' s
pena da p-ra da porceolaffem que Itie possa
caber na arrecad gio relaFva ao rmestru de
Janeiro a larc", de confonn lade eom o dis-
posin no ait. 47 do rgul.msn o de 7 de Julho
de 1879.
SESSO ESPECIAL EM 10 DE MAIO
DE 18->5
Recursos das elasses ni. 2j e 38
S l>a Feraandes & CA Junta resoivo 'en-
do (in vista a informago,rain strad 1 pelos mera
Oros da classe de qui no foi ara coraprehendl
dos ni d visjio diversos con r burates constan-
tes ia notgQo* forneceram, inundar qu: se
procela a Qjdistribuigo fe 1 las as nec-'ssa-
ria3 v-nTicagi}jB com exclu-ao do contribunle
signataria da'-presen'e p.-ligo, por forga da
isengo de impostos qua gosa pelo seu contra-
cto, '
Antonio Seraphiin da Silva e Viuva Era lia
Santos.Prjodicados era face do disposto nos
ar g. 33 e 31 das InsircgOS de 27 de Julho de
18'3.
. eorarnutac.1o da pena que Ihe foi imposta pelo
Juryle Amaragy. -Ao Sr. Dr. Procurador Geral
do listado pira que se digne de informar.
Vicente Lutn de Sonsa, sentenciado, pedindo
por ceriilao o Iheor de sua s.-ntjnga.-ao Sr.
Dr. Director do Presidio de Femando le Noro-
1 ha para entregar ao peticionario a ceriido
junta.
Marcellino Fonte & C, pedindo permisso
para embarcar geoeros cora destino a Fernn lo
le Noronha. Como requerem.
O porleiro interino,
//. de Siqueira.
SECRETARIA Da ESTADO DOS NEGOCIOS
D.V INDUSTRIA
De/pichos d> da 29 d: A'jril do 1SQ3
Her-I r 1 I) ivviuan, propn.-tirio do predjo n.
i> jTUa do Uaro de Tnumpi.o ped ido illim
naca do apparelho da Companhia Recife Dray-
najN do 1. andar di mesmo pradio- rovideu-
eiou se n:sla dita afim de sar removido o ap-
parelho do 1 an tac para o an lar terreo.
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Peruana-
buco
TRIBUNAL DO THEOURO
SESSO ORDINARIA EM 9 DE MAIO
DE 1895
Presidencia dt Sr. Dr. Secretario
Negocios da Paseada
Sscrelano -Dr. Miraoo A. Medeiros
dos
taaior incremento de riqueza e prosperidade djs engentws do M;io fregueiia da Varzea.
A's horas do costurae, acliando-se presentes
os membros do Tribunal, foi aberta a sessao.
Lula e approvada a acta da anlecedenta ses-
sao, passou-se ao seguinle expediente :
Rjquerimenio dos Dr*. Cicero O ion Peregr-
no da Silva e Alvaro Uch.i Cavalcante e cida-
dai Francisco i.arlos da S Iva Fragoso, pedin-
do que se rande Wtit extensivo s grai ticu-
gOes qui percebera pelo exercic o dos Cargos
de regedor do Gyranasio Pernambucano, de di-
rector e de secretario da Escola Normal o aug
ment de 25 por cento de que tra a o decre o
de 31 de Dezembro de 1893 -Deferido, a^sig-
oaido-se vencido o Sr. Secielario da Fazt-nda.
Dita de Antonio Te xeira de Moura, pedindo
irresponsabilidale de dbitos dos aolenoros
iuquiliuos da casa n. 232, sita no lugar deno-
minado Peres, da estrada do Gequia a la-
boa o.Nao lera lugar o que reqner, era vis a
das informagOes.
Dilo ;de Teriuliaoo de Olivera, no mesmo
sentido, cora relacJo a casa n. 31, ra do Pe-
go, freguezia de San o An'ono.Deferido, alira
de ser Considerado irresponsavel pelos dbitos
dos anteri >res Inquilinos da casa n. 51 sita a
ra do Fogo. freguezia de San o Antn o, me-
nos porera quanto ao imposto do bo.ibe ros.
Dito de Sriva & C, no mesmo seolido, era re-
Ugao a casa n. 51 sila praga Barao de Lucen.
Deferido, afim de 89rem considerados irres-
ponsaveis pelo* dbitos dos anteriores inquili-
nos da casa n. 31 praga Barao de Lucena, on-
de pretenden) estabelecer.se, menos porm
quinto ao mpos o de b>mbeiro.
Dito de Severlno Antonio Cardos?, no mesmo
sentido, com relago ao 1- andar do predio .
12 da ra do Cabug, freguez a de Santo An o-
mo.Deferido, adra de ser considerado irres-
ponsavel pelos dbitos dos anteriores inquili-
nos do primeiro andar do predio n. 12, a ra
do Cabug, freguez a de Santo Antonio, menos
porera quan o no impos o de borabeiro.
Btto de Hcnorio R drigues Baracho, p; lindo
isengao de dcimas para a sua casa no lugar
denomnalo Pardo doOuro e edificada em
terrenos alagados do engenho do Meio, fre-
guezia da Varzea.-Deferido, aflm de sercon-
s dera la isen a da decimas atrasadas, a o ex-
ercic o de 183 inclusive, a suj casa sita no lu-
gar deuominado Partido do Ouro em torras
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E IN8TRUC-
CO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DIA 23 DE ABRIL DE
I895.
Joao Rodrigues de Mrara, pedindo pagamento
do fornecineiito (le ferragens, ragOes, me lica-
mentDJ e forra turas que fez ao Esquadro de
Cavallaria durante o mez de Janeiro.-Deferido,
con ofli-.io do Dr. S;cre.Urio da Faz -n la.
O m ;smo. -Del rido cora oliioo desla data d >
Dr. Secretario da Fazcndn.
Da 21 -
Bjrnardiuo Lopes Naterio, senlenciadc, pe-
lindo perla >. lndef.:ndo.
Mana Vngraia, pedindo o Theatro Sm'a Isa-
bel para realisar no da 5 de Mato um espect-
culo em seu beneficio. -Deferido, mediante a
coniribuigo do esiyio.
zalas Minoel dos Pa.ssos, p?dindo entrega de
documentos.-Entregue-se, rendante recibo.
Jos M.irqu-s Baca'.hao, tubellio publico do
Municipio de Alagoa de Baxo, podindo proro-
gagai de piazo para tirar o respectivo titulo.
Sim, por 30 dias^
Jos Perreira dos Sintos Teio, alferes do
Io Bdtilho Infamara Esla toal. Venha
por Intermedio do Comraandante do Batalh >.
Dia 27 -
J080 R. de Alraeida Braga, pedindo o Theatro
Sania Isabel ';ar realisar no da 12 de Maio ura
espectculo em seu beneficio. -Iuforrae o D-.
Presdeme da Inspectora -los Tbeairos.
Dia 29 -
Antonio Francisco d oulo Maior e Jos Pe-
reira de Barros, presos na Casa de Detengo,
pedindo provi leonas sobre o crirae de que es-
to sendo acensados.Informe o Dr. Juiz de
Direilo do Municipio de Tacarat.
Abilio Ciementno Bezerra, solicitando entre-
ga de docuraeuto.Entregue-se, mediante re-
cibo.
Amancio de Carvalho, representante da era-
preza Apollonia Pinto, solicitando a restiluigao
da quantia de 1003030 que depositou no The-
souro do Estado no da o de Setembro ultimo.
Ao Sr. Dr. Inspector dos Tliaatros para in-
formar.
Francisco dos Santos Rocha, sentenciado, pe-
diodo para cumprir a senlenga no lugar onde
foi jutgado. Reinettilo a Dr. Juiz de Dir 110
do Muuicipio de Ltmoero pa a informar.
Joao Francisco do Nasciracnlo, sentenciado,
pedindo por cerlidao o iheo: de sua sentenga.
Ao Sr. Dr. Queslor Policial interino para man-
dar entregar ao peticionario a cerii iao ju la.
Jos Garda de Araujo, sentenciado, pedindo
oerd&o. -Ao Sr. Dr. Presidente do Superior
Tribunal de Jutga para que se digne de infor-
mar, em vista da nformagio do Dr. Juiz de Di-
reilo do 2." Districto Criminal.
Liurengo Jos da Hora, sentenciado, pedindo
perdi.-Informa o Sr. Dr. Juiz de Direilo do
2.' Districto Criminal.
Manoel Antonio da Selva Gama, sentenciado,
pedindo pjrdao.-AO Sr. Dr. Juiz de Direilo do
2* Districto Criminal para informar, mandando
juntar os documenios mencionados no art. 2
o Decreto n. 2536, de 23 de Margo de 1330.
para o
MAIO 2 DE 1805
Era addii.imento do da 23 de Abril
Manoel Clemeniino Lorreia de Mello, contme-
lante d t tllumn igo publica da cidade de Ja-
botao pedindo pgiraento pelos servigos feilo da
illu ninagao da mesaa criado no trmetra de
Janeiro a Margo uliim >. -O pelicionario aguar
I-: que o Coagresso Legislativo, volle o crdito
neeeaaario paa o pagamento do deposito que
se traa.
O misraopedinlo p garaeoto referentes aos
metes de Agosto a Ouubro do anno prox rao
ln lo -O peticionario guarde que o Co igresso
Legislativo vol o crdito necessario
pagamento da despeza de qua se traa.
Dia 8
Companljia Great Western Of Brazil RiiUvay
Liraite pedindo pagamento de passagens for-
necidas por conta do Sitado durante o raez de
Fevereiro prximo passoda-S;m, nos termos
da oflic.o desta data ao Dr. Sacraiano da Fa-
zenda.
Da 9
Fre .actano de Missiua, Prefeito da Penha,
Fedtn lo para ser gustada a execugao Judicial
movida pela Companhia Recife Drayuage pra
pagamento de annuidades-Pedio-se luforraa-
cao a Secretaria da Fazenia.
Corap-tnhia Great Western of Brazil Railway
Limited, pedia to pagameaio de passagens for-
necidos por conta do Estado durante o mez de
Margo prximo passadoPediu-se uifarmagj a
Secretaria de Fazenda.
Fielden Brothers, emprezario di illurainago
public*, pe lindo pagamento do material, e pes-
soal erapregado e gaz consumido na illuraraa-
gao inte ra eexl.rna de Palacio -Mandiu-se
escripturar ali.n de ser pago opportunaraente.
Os iiiesmos pedin lo pigamento to gaz consu-
mido na illurainago da ciiale durante o raez
de Abril ultimo-Deferido com ollicio dista
data ao Dr Secretan > di Fazenda.
Os mesmos reclamando contra a pretengo
dos coinraerciantes da rui do Lvramnt in-
stalar e.itre si a luz eietnr.j Vilen ldos
Manoel Fernando Mascar.-nhas, proprietario
da meia agua sita a ra i'adr; Nobreg n. 57,
pedindc iiluui n-igjo do npparelbo da Corapa-
nhia Recife Drayuage -Iulorme o Dr. director
geral d 3 Directora.
Manoel Gomes de Figueiredn, continuo da
2 Directoria desla secretaria pedindo para ser
equiparados os seus vencimentos e dos demais
continuos desla secretariaDirija-se ao Congres-
so L gislalivo.
Antonio Marliniano da Silva, contiuuo da 2
directana desti Secretaria, pidindo para ser
equiparados os seus vencimentos e aos dem-iis
continuos desla secretaria -inja-se ao Con-
gr.-sso L:gisla'.ivo.
Ene lino Gor.galves Ferreira da Luz, contrae-
lante dos reparos de diversos pontos na estrada
da victoria padra io pagamento --Mandou se es-
cripturar atira de ser pago opportucaraente.
Abaixos assignados, negociantes na ra do
Livr.imenlo pedindo parmisso para ir.slallarem
entro si illuminagao eletrcj Nao : qualquer
propiieiario mquilno polo mar, no iatenor de
sua casa, de luz que Ihe convier ; mas, desde
que os petici manos tem a intengao manif-sta
de constiluir-se era sociedade, permitida esta
ouiras de natureza idntico si orgaoisarflo e den-
tro em breve a ilJuminago elelrica estar pro-
pagada em toda a cidade, se n contracto com o
governo, sera fiscalisagao e de encmiro ao con-
tracto di Companh'a de illurainago a gaz.
Companhia R.-cife Dtaynagu, reclaman lo con-
tra a multa de 13.1 9$399 que lne foi imposta
pela falla de agua no stu apparelho e regulari-
d-ide na remigao do lixo -ladeferido.
Jos da Costa Ferreira, pedindo por certi-
dao o Iheor da patigao que dirigi a 29 de Mar-
go pro-simo passado assira como os respe divos
despachas Sira.
Demetrio de 'GusraSo Coelho, pedindo po*
certi iao o Iheor do despacho da petigao que
dirigi era Julho de 93 reclamando o pagaraej-
to de gratifioago que se julgi com direilo-la-
deferido.
Bernardina JP.-reira Ramos, pedindo para o
governo obrgara ''omoanhia Recifa Dravnaga
c di icar apparellios as suas casinhas ns I a
62 a Travessa do Ramos -Dtferido, com oSc o
des'.a data ao Dr. Director Geral da 3 Direc-
tora.
O porleiro,
Archias Mafra.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DO DIA. 10 DB MAIO Dg
I895.
Jos P. Duarto.-Inleferido, o orgamenlo
passado desuppareceu e o sopplicante esl su-
jeito a pagar o imposto estabalecdo no 43,
p irle prime ra do an. 1* do orgamenlo vigen-
te.
FelioM. da Conceigao. -Indeferido.
Marta M. T. M. Manoel, Jos T. de Carvalho.
Indeferido a vista da informagSo.
Escolasuea M. da Concecso.Deferido, obe-
de'endo ao perSIaraento legal.
Baro de Liraoeiro. -Deferido, limitndose
ao requerido.
Mana J. da Conc-icao. -D ferilo, obedecen-
do ao perfilamento legal.
Rosa Jaosen de Albuquerque, Rita M. C- de
Amonm e Mana L. de Sa.=Averbe se.
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recife,
10 de Maio de 1895.
O porte i ro,
Leopoldo Quedes Alo forado.
RELTOHIO presentadlo S. E\c. o Sr. Dr. llcxandre
los Barbase Lima. Governados1 do Estado, pelo
Or. Pedro Jas de Olivera l'e mana buco, Secre-
tario de Estado dos .\esocios da Fazenda.
Secretaria dos Negocios
da Fazenda do Estado
de Marco de 1895.
DE PERNAMBUCO EM 1'
( Continuacao )
COt.Ii\l\IIIA DO BBBERIBE
AUendando as circumstancias precarias e n qua so acha esta compa
nhia com a elovaQo do cambio e asituaco atflictiva em que ficaria a popu"
lac&o densa e muito espalhada d'esta capital com a paralysacao do abaste-
cimento d'agua, baixou V. Exc o seguinte acto em que ticou estabelecido
que o preco d'agua fornocida variara com a lluctuago do depreciamento
de nossa moeda;
5.a Secso. Palacio do Governo do Estado de Perxambuco, em 18
Agosto de 1893
DE
O Governador do Estado, tendo em vista a representaco que Ihe
dirigi a Companhia do Beberibe, empresaria do abastocimento d'agua a
esta cidade :
Considerando quo o fornecimento d'agua potavel populacho cons-
tituo servico que por forma alguma podo ser interrompido, sob pena de
gravissimos prejuizos saude e ordem publicas ;
t Considerando que a forte e duradoura dapresso cambial tem acar-
Mmoei Ferreira deT>iiveira: s1en'en^-pue" rotado para a moela do paiz extraordinaria desvalorisaco, e com esta,
EpPiorde0guara8s', para informar. exagerado encarocimento no prego dos materiaes que as empresas nacio-
naes sao forjadas a importar ;
t Considerando que aquella Companhia para fazer face s ayultadas
despesas impostas palos grandes melhoramontos que houve de introduzir
no primitivo servico de abastecimento e animada pela constante prosperi-
dade de suas randas, teve de pedir emprestados capitaes ostrangeiros, o que
fez com os dois emprestimos em ouro quo realisou em Londres, alias em
condicOesque evidiciaram o alto crdito do que a empresa ento gosava
n'aquella praga;
t Considerando que a nenhum dos compromissos tomados ento
para com os seus credores faltou a companhia, que, at Janeiro de 1892, lhes
rmetteu com stricia pontaalidade os juros a que se obrigou.
t Consideranao que s o estado do mercado cambial durante os
ltimos dois annos forgou a Companhia a faltar aquellos compromissos ;
Considerando que tal falta era inevilayel por forca do grande
vulto que tomaram as verbas Differeaca de cambio e compra de materiaes
para oonservaco das obras e novas construccoes ;
Considerando que a empreza envidou no paiz os maiores esforcos,
realismdo novos emprestimos e restringindo com louvavel zelo as despezas
para o fin de minorar ao menos lmannos juizos;
i Considerando que o Governo da Unio reconhecendo o quanto
precaria a situaco de todas as emprezas que d'elle dependem, levadas aos
ltimos apuros pela gravidade excepcional da crise monetaria, tem autori-
sado a cobranca de taxas addicionaes variaveis com a quotaco do cambio
para diversas forro-vias, taes como Cent 'al do Brasil (Portara do Ministe-
rio da Agricultura de 6 de Setembro de 1832) Leopoldina Casangola (13 da
Dazembro de 1832) Barao de Arar/tama, Great Western of Brasil e outras ;
Considerando que e mesmo Governo para fazer face aos seus com-
promissos no estrangeiro foi forcado a pedir ao congresso o augmento hoje
consignado na tarifa aduaneira para a arrecadaco dos direitos de impor-
taco, augmentados de 50 o/O nos de consumo e 10 o/0 de expediente para
os gneros livros do direito (Lei do 3!) de Dazambro de 1891;
Considerando que a lei n. 1462 de 9 de Junho de 1879 que autor!-
sou ainnovaco do primitivo contracto da Companhia Boberiba, usando a
execugao das novas obras do abastecimento d'agua, fixou eni o n. 8 do
art. 3." quo o fornecimento d'agua s casas particulares se faria pelo preco
de 200 rs. diarios, por 450 litros d'agua, ou sejam 414 rs. por metro cubica,
correspondendo taxa mnima meusal de seis mil reis (C$000);
Considerando que, por occasio de ser essa lei posta em execuc 0,
d
Municipio de Igu;
Siraeao Hmnque de Araujo, pedindo entrega
de orcaraentos.-Sun, mediante recibo.
Virginio Horacio de Freitas, pedinlo provi-
dencias no sentido de ser-lho dada a posse de
seu engenlio L iges e proprieda le Serijo. Pre
judicado.
Dia 30 -
Antonio Qeraldo Xavier, sentenciado, pedin-
do pira ser posto era liberdade.luforme o Dr.
Juiz le Direilo do Municipio de Buique.
Avelino Francisco de Figueiredo, sentencia
do pedindo perdao. -Informe o Dr. Juiz de Di-
reilo do Muicipro de Liraojiro, miudando
prestar os documentos a que se refere o art. 2."
1> Decreto o. 25>i te 28 de Marco de 18X)
Clemeniino de Albuquerque Mello, senten-
ciado, pedindo por cerlidao as pegas de seu
procasso. Infornu o Sr. Dr. Juiz de Direito do
Municipio da Victoria.
Feliciano Jos dos Sontos, sentenciado, pe
dindo por cerlidao o llieor de sua sentenga.
Ao Sr. Dr. Presidente do Superior Tribunal de
Juitiga, para que se digne de mandar juntar a
cerlidao pedida. ,
Francisco Miguel do Nascimento. sentenciado,
pedindo por cerlidao o tliaor de sua sentenga. -
Ao Sr. Ur. Que3lor Policial interino para inun-
dar entregar ao peticionario a cerlidao junta.
Jos Francisco da Selva, sentenciado, pedindo
por certdSo a copia de seu processo.Ao S-.
Dr. Presidente do Superior Tribunal de Jmtiga
para que se digne de mformar.
Joo aptista do Nascimento, sentenciado,
pedindo perdao.-Ao S-. Dr. Procurador Geral
do Esiado,*para quo se digne da informar.
Joao Luiz Pereira, sentenciado, pedindo per-
di.Ao Sr. Dr. Procurador Garal do E*iado
para que se digne de informar.
Joao Francisco da Rocha,,sentenciado, pe-
dindo por cerlidao o tbeor de su sentenga.-
Ao Sr Dr. Queslor interino para madar entre-
gar ao peticionario a cerlidao junta.
Manoel Pereira da Silva, praga do Esqnadrao
de Cavallaria Eiladual, pediodo por cerlidao o=
seus assentaraentos de praga.Ao Major Com-
mandante intarino do 1." Batalhao de Infamara
E.ladoal, para attender.
Pedr* Pereira da Silva, sentenciado, pedindo
Mr
I
t-
s




55





\0 accordo'com o-Govorno, nao cuida da futura desvalori-
a cmPai',\ d ^z e oonfiada no grao de prosporid'ade de suas rendas
Sa?taoThTpermiUiam distribuir dividendos de 12 010 consentio em re-
H rooeo do metro cubico a 333 reis, no contracto hoje em vigor e pos-
rftrfirmente a 200 reis no regulamento das peanas d agua, baixando a tres
ii veis 3S0 'O a taxa mnima a ser paga mensalmente;
mi Considerando que nao foi revogada aquella le que j em 1879
achava rasoaveto preco de -144 reis por metro cubico, eque no regulamento
aue em 31 de AgosWe 1887 expedido Presidente da Provincia reservn se
o direito de ordsnar nova revisao em qualquer tempo .
Coasidorando que a concesso da penna d'agua obngator.a para
a companhia e o sea uso facultativo para o publico ,nrfc,QC
P Considerando quecam iasulficiante.aente amparadas u olaft
pobr 3s, por isso que o proco d'agua fornocida nos chafanzes pblicos nao
aUgmRensoWe;de aocordo com a Co.npauhia de Beberibe, que, por seus
rflnresotantes assi-nar no Thesouro do Estado o competente ierrao mo-
"S^l^^J^^ntnoto^ll^Unei^ABim artigo u6 do
respectivo reaulamento, pela forma ataixo especiticaa,
respectivo reguia v casas rticuiar6S, em peanas, ser na
ras' o de Sm rtls ?10)) por quinheutos (500) litros dianos, ou sejam res mil
eisIsSOoTp^ntri ~^ep a 24 pence
Osario ti**- Pernainlmco Ter d^uatte^ i- P-rTonTriouine11
seis'mlreis(6SO00) por mez com laxa fi a ser Pf8 Pel" ^^t
salvo si o hvdrometro marcar consumo diario niaior do que o ix-ado no re-
0 ed'ahi P^---axadocambi0( 0 preco maximodo metro cubico
ella;
3r m
hydromatro mar
gUl^a^JSrn'SSt.: n e mnimo, o prego de metro cubico
variar na rasfto inversa da taxa cambial sobre Londres, guardada a pro-
porcao entre aquellos termos extremos. ,.
P A fixacao d'esso prego variavel sor feta mentalmente entra 03 das
25 o30, toraando-se por laxado cambio, a vigorar no mez subsequente, a
media das taxas sobra Londres nos trinta das prec3dentes.
< OIII .VIII i FERRO CARRIL
De;accordo.com a clausula 11 da innovado da seu .contracto de 20
de A;oso de 1879 tom esta oompanhia racolhido at hoje aos cotres ao
Thesouro a qua:.tia de Rs, 4:560090.
(OHIMMUi l>i: lROI(X-TO CALCARE
Essa empreza at hoje recolheu aos cofres do Thesouro apenas em
1893 a quantia de Rs. l:000$000-em favor do Instituto Arch0olo?_lc?:_aA"
cordo com a obngaco exprossa na clausula 4. do seu contracto ceieoraao
em 2b de Outubro de 1889.
SHBVtCR UE XJLO OH<*l*VH: A ORGAXISAC iO DOS
ULMII'IOS < 4I\ II\I All A CARGO DO ESTADO
Nao obstante haverem passado aos municipios os impostos-de decima
e gado abatido nos termos do artigo 3 das disposices geraes da le no.
de 3 de Agosto de 18J2 eos.quaes teem arrecadados danam sumcientemen-
te recursos para occorrer aos e.icargos que pela organisaco ncaram soo a
dire^ao dos municipios, continuam as rondas do Estado a serom aesiai-
cadas com o pagamento de servicos qu3 Ihe sai estranhos. mnn;f.nins
Entre elles avultam o da distribuido da forca publica pelos municipios,
illurdnaco desta Cidade, de Olinda, Jaboato, Igua_rassu,^que cleu em
resultado ser o Estado credor d'esses munic
185:')77427, distribuida do seguinto modo:
Recife.
Olinda.
Jaboato
Iguarass
Rs
' 4.- Finalmente, a isencao, durante tempo do contracto, de todo
e qialquer imposto que recahir sobre as loteras do Estado, inclusive o de
sello, sobre premios, ssim como sobre a Thesouraria das loton
10.* O Governo do Estado qbriga-se a solicitar do Cong. esso Esta-
dual na sua prxima reunio a approvac&o do presente contradi, ocaso
nao o consiga, sujeita-ee restituir ao oontractante a parte da prefacio
que houver sido recolhida e correspondente ao periodo que faltar para
complemento do semestre, quer nesta hypothese, ser contado da acta da
assignatura do presente contracto.
11. Ao contractante fica concedido a direito de prohibir a
vendagem a de bilhotes de loteras que nao sejam as ueste Esta-
do, podendo requerer |autori(Jade competente a dovida pprv'hsiisao e
a imposicao da multa estabelecida no Decreto de 20 de Janeiro do l vjo, em
vigor, entendendo-se, porm, que o mesmo oontractante peder per irittir,
emquanto julgar conveniente, a vendagem de bilhetes de qa.ilquor ioloria,
dispensados, n'este caso, das multas os que vonderem taes bilhotes.
12.* No caso de resciso do presente contracto palo Governo do Esta-
do, sem audiencia do contractante, ousem prova desua infracco, depois
do approvado polo Congresso do Estado, o contractante tora direito a urna
indemnisaco dequarenta contos de reis, que'poder ser pedida no Juizo
commum e plenario, onda ser apreciada a provade semelhante acto, caso
Ihe seja recusado o pagamento d-'aquella quantia.
13. O contractante ter direito a solicitar a resciso do presente con-
tracto desde que nao fr exocutada fielmente a clausula 11.*, e, n'esse caso,
o Governador se sujeit a a restituir aos mesmo contractante a quantia que
houver recebido e correspondentes periodo que faltar para complemento
do semestre que for referente prostaco recolhida nos tormos da clau-
sula 2.
14-' O presente contracto para todos os cff;itos, tom o valor de mil
contos do ris. em quanto sommamas prestacojs correspondentes aos cinco
annos de sna duraco.
15.' Durante o prazo daduraco do prosente contracto nao Doder
o Governo concede.! novas lotorias ordinarias ou extraordinaria e prohibir
a vendagem de bilhetes do loteras municipaes.
t 16.a O contractante poder transferir o presente contracto a quem
Ihe convier, ou constituir sociedade da qual faga parte.
17.a Fica o contractante obrigado a assignar o prosonte contracto,
dentro do prazo de ^> dias.
Alexqndre Jos Barbiza Lima.
( Contina ).
SKNADO
23a SESSXO ORDINARIA BM 6 DE MAIO
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
A' hora legal, fela a chamada, verirlcou-3e
eslarem apenas presentes os Srs. Hercuiano
Bandeira, Albino Silva, Antonio Peroambuco,
Reguera Costa, T ou-
tnho e Constancio Pontual, o Sr. Presidente,
nos termos do Rgimen o, manda lr o expe-
diente e entrar na orJem do da.
Falta com participarlo oSr. Barao de Naza-
reih.
E' lida a ac a da sessao antecedente, floaodo
adiada a vo ncfio.
O Sr 1." Secretario prccele leitura do se-
guiule
EXPEDIENTE:
ltad^rT^ad^cr^lor1 d^es muc^os namportancia'de Rs... .|^^^-^/-^d. Jus-
exumphir de cada urna das resolncdos que Ihe
foram manda las p;lo Sanado em 23 da Abril
irno, sendo urna s necionjoa sob n 67 A,
ext nguin.io os ot&c to3 do Rcife e duas qa: lexiram d: s-I-.t,
sendo mu sobre Cini erios pertencentes a par-
iicula^s e oulra sobre a suppressao da Ques
iura Policial.A archivar a primera e inteira
do quanto s uliimis-
Pasa-3e ao expedienta do Sr. 2. Secre-
tario.
L-se e vai a imprimir o segninle.
1895-PAREJER .1. 38
A 2" CooMDtMfto a quem foi prsente a reso-
uc iniciada na amara dos ars- Deputados
paloprojec'r n. 9 de 1892, de parecer que seja
ellaa dopiada Uil qoal se ach.
Saladas Comui8e8,6 de Maio 1393.Anto-
nio Pemambueo, Dr. Constancio Ponlual.
121:535*804
52:040SG23
5:1878600
4:2133400
185:977*427
OUP.4\HIl RECIFE DH \I\H-I.
plexo
como da inais transconJeutal irapc----------, --
alm da salubridade e hygiene publicas o referente ao servico de esgotos o
remccao do lixo de queacha-so incumbida essa Companhia.
Dovido situacao diffijilom que- a oscillaclo cambial collocou-a, nao
tem podido ella satisfazer, nao obstante as multas que Ihe foram impostas,
as obrigaces do scu contracto ? ^ r
Parecendo-me rasoaveis as ponderages fetas polo Dr. Director ue-
ral om sea relatorio peco para ollas o attengo de V. Exc.
loiiiiitsMo r:si*iM
Continuam a ser extrahidascom a mxima.pontuadade e sizudeze
com a assistencia do fiscal interino Coronel Manoel Gongalves Ferreira Cos-
ta, as loteras do Estado concedidas por S. Exc. pelo seguinte acto :
Palacio do Govepxo do Estado de Pernambuco em 27 Se-
tembro de 1894
O Governador do Estado attendendo as allegaces de Jos Gomes
Ferreira Maia, segundo as quaes.se v.que si bem nao tenua o reclamante
dir to al do Mirco de 1890. todava a profunda alterado do antigo rgimen tributa-
rio croou para a execucao d'esso .contracto urna situacao inteiramente nao
prevista pelas duas partes contratantes; e considerando que mau grado
todos os esfoicosd'uste governo, nao foram n'este Estado abolidas, o antes
recradesceu n'esta Capital a venda de bilhetes de loteras fedoraes o de ou-
tros Estados ; e mais que por esta fmna grande sjmma diariamente
exportada d'este Estado, desfalcando os capitaes que nelle .podenam iru-
ctificar som a mnima vantagem para as instituicOos subsidiarias por
aqute contracto, reslvo autorisar que no Thesouro do Estado se mando
lavrar com o dito Jos Gomes Ferreira Maia, novo contracto para extraeco
de loteras n'este Estado, segundo as clausulas abaixo declaradas, dando-se-
lhe baixa na nanea que para o primitivo cintrado prestara e ficando-lne
marcado o prazo'de quinze dias para assignatura do novo.
CLAUSULAS
t 1.' 0 contractanlo obriga-se polo presente contracto que ser la-
vrado e assignado no Thesouro, a extrahir loterias nesto Estado, pelo pra-
zo de cinco annos que aero contados do 1." do Janeiro de 18Jo.
c 2.' Durante o prazo do contracto o contractante obrigado a entrar
para os cofres do Thesouro com a importancia annual de duzentos contos
de ris (200:0'X)$0'J0) em prestagSes semestraos de cem contos de res......
OCUKXWOOO) cada urna, a qual ser applicada aos ostabelecunentos pos e a
Instimcco Publica, sendo a distribuico feita a juizo do Governador.
t 3. As prestac5os de que trata a clausula antecedente sero reco-
Ihidas nos oito primaros dias dos mezes de Janeiro e Julhode cadaanno, a
conlar do anno de 1895, devendo o contractante recolher ao Thesouro a
quana de cem contos de ris (100:0003000) no acto da assignatura do
presente contracto, quantia esta equivalente ao pnmeiro semestre do dito
L* Governador fiscalisar a vendagem dosbilhetes e a extraccao
das loteras pelos meios que julgar mais conveniente, de modo a dar ao
publico todas as garantas de fidelidade no servico das loteras e no sor-
teio dos premios. ,
5." Ao fiscal norneado pelo Governo para assistir a extraeco das
lote-ias pagar o contractante a gralificaco de oitenta mil res (80*000)
por cada urna extraeco, at quatro durante o mez, e de dez mil ris (10*000)
auando exceder a esse numero. umu*
6' O contractante recomer ao Thesouro os premios dos bilhetes
riuo or occasiao de liquilaQo ou resoiso do seu contracto, nao se acharem
pree,oriptos, o, portante, com direito a elles os possuidores dos meamos
1 6 8f 7 O contratante obriga-se a prestar urna flanea de quarenta cona-
tos 9 ris (40:000*000) em apolices de divida publica ou do Estado para
garanta de multa de igual valor, que Ihe ser imposta por infracco de
aualuuer das clausulas do presonte contracto. __ -
8.* A imposigo da multa estipulada na clausula antecedente im-
portar ipsofacto, a rescko do contracto.
* 9 Ao contractante fica concedido o segmnte :
c 1 O direito de extrahir o numero de loteras que puder dantro de
cadaanno, ficando entendido que, soja qual fr o numero de loteras que
ext:nhir, ainda que nao faca extrahir lotera alguma, ^m a obrigao
de pagar ao Estado a quantia de duzentos contos de ris (200:000*000) an-
nuifis de que trata a clausula segunda. ,
. 2.- O poder de adoptar o plano, para as loteras que julgar mais con.
veniente, e reformal-o quando entender necessano, com tanto que nao seja
poeto em execuco sem proceder a approvaco do Governo, e nao d em
premio menos de 60 "/. do capital de cada lotera.
3.- Dispensa do pagamento dos premios que forem cobrados dentro
do jm anno da extraeco das loterias a que elles se referirera.
o congresso legislativo do estado
DE PERNAMBUCO RESOLV :
Arl. 1." Fica sem effcito o daTeto de 30 de
Malo de 1891, que eUvou a villa e lermo -ob a
deaoiDinaao de Vicencia, as circumaccip^Oes
dos districtos de paz du Vicencia, Angclicas u
All anca.
Arl. 2 o Revogam-se as dispoeitOes em con
irano.
Cmara dos Deputados do EsUdo de Prnam-
buco, 23 de Miio de 1892.Coronel, Luiz Au-
gusto t/VeiAs Cintra, Joo de Oliveira, Eujenio
BiVencurt.
Foram ambom lidos, ilcando encerrada sem
dbalo a disiHiio. os seguintes
1835 PARE ER N. 33
A 2.* Coramisso a que foi prsenle a resolu-
to inicala na amara dos Srs. Populados
pelo projecto n. 20 de 1892, de parecer que
sejam ouvidosos ConselbOi municipaes da Es-
cada e Gam llcira.
Sala 'las commiss5es, 6 de Malo de 1895.
Antonio Pernamb to, Dr. Constancio Pontual.
1895 -l'AREJGRN 34
A 2.' Coraruissao a que loi presente a reso-
luto iniciada na (amara dos Srs. Deputaios
pelo projecto o 29 le 1891, de-parjeer que
sejm ouvidos 03 Consellios municipaes de Na-
zaietli e Limoeiro.
Saladas commissO!S, 6 de Maio de 1895.
Amonto Pemambueo, Dr. Contando Pontual.
Nao liavendo quera quera utitizar-se da pa-
lavra na hora do e.\p diente, o Sr. Pre-idente
passa
ORDEM DO DA
OSR. PRESIDENTE :Teiido presente ura
r'quermento do Sr. Dr. Antonio Pemambueo
para o parecer n. 2/ ser descutido em Com-
mis^ao geral, e nao bavendo numero para o Se-
na lo deliberar me parece que o parecer deve
contlauar adiado a6 que compareja o S-mador
auaen'e, au:or do requenmento.
OSR. EUMIRIO COl'INUO: Apoialo.
O SR. PRESIlOSNrti: -O Regimeno diz (t).
Boleado dev t". parecer.
A Mesa Pie por ai deliberar, e resolTe que
ilque adiada a discussao...
O SR. E. i OLTINilO -D uro. aparte.
OSR. H. BANDEIRV :-Estu indicafiao im-
porta nura adlamento.
O SR. PRESIDENTE : -Record me agora de
que foi o Sr. Senador Pemambueo quem pedio
Ole adiamento.
O SR. A. PEUXAMUCO -Entretanto pte-
se discutir o requerimmto.
O SR. H. BaHOBIRA : -O requariraento de
V. Sxc. importa n'um adiamento ; acho, por-
tinto, que a solugao raai natural e lgica 6 que
deve ftcar adiado. (Trocam-se muitos apartes).
OSR. E. COTlNHO:-0 requerimeato nSo
pode ter discussao por ser verbal.
OSR. PRESIDENTE : Exactamente ; nao
so pode discutir um requerimento verbal. Est,
portaoto, adiada a 2." discussao do parecer n.
Sr. Ermlrio Coutiaho fpeU or-
dem).
(Sao devolveu o seu diteurso).
Encerra-se a 2." disius-sao do parecer o. 31
que adopta a r-'soiucao iniciada na Cmara pelo
projecto o. 4 deste auno, annullando por iucon-
stituconaes as leis ns. 67 e 63.
Continua encerrada a 3.* discussao do pa-
recer n. 28.
0 Sr. Presidente dissoke a reunio, desig-
nando a seguinte ordera do da. 2'discussao
.lo p.irecer n. 27 e votafio dasmaterias alia-
das.
Senado
REUNIXOEM 7 DE MAIO DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
A' hora legal fefta,a chamada, verilicaodo-se
eatarem presentesjapenas os Srs. Antonio Per-
nambuco. Albino Silva, Salazar Moscoso, Her-
culano Bandeira, Regueira Costa, Constancio
Poniuil e Teixeira de S, o 3r. Presidente, nos
tarmos do Reg ment, manda 1er o expedien e
e entrar na ordem dojdia.)
.Falta com partcipac&o o Sr. Barao de Naia-
r"tb.
E" llda a acta da reunio do dia anterior, fi-
cando encerrada a discussao e adiada a vota*
(ao.
O Sr. 1. Sscreiario proceden leitura do se
guinta telegr imma '.
Rio, 6-5-95.
Secretarlo Senado Pemambueo. Recife.
Achando-me doeote nao posso comparecer s
sesses do corrente anno,Serra ilartins sena-
dor.
Nao lia expediente do 3r, 2. Secretario para
er lido.
O Sr. Teixeira de S, deixa a caleira pre-
sidencial, que assumida pelo Sr. 1. secreta
rio.
O Sr. Teixeira do S: -Sr. Presiden-
te. Pe li a palavra .para a presentar consi-
derado do Senado o seguinte projecto, a cuja
leitura peco licenga para pro eder, (Li)
O-CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE:
Art. 1. Nj dia 7 de I) ize.nbo do corrente
anno se proceder a eleigo de Governador e
lo Vce-Governador do Estado para o 2. pe-
riodo governamen tal.
1." A eleigo se far por suffrago popular
directo em lodo o Estado, volando os eleitores
em cdulas distinctas coolendo um so nome
Cada urna ; Para GovernadorPara Vice-Go-
ve mador.
g 2.- Terao voto da eleco de Governaior e
Viee Governador os cidailos brasileiros atis
tadoscomoeleitores ao tempo da ultima eleico
hav da no Estado e os que o tiverera sido defl
mlivamenle no ultimo alistamento ou reviso
terminada para as eleitGes do Congresso Fede-
ral.
S 3.- Nj prazo de|20 das contido; di publi-
ckco da presen e le tn a abe ao Piefeito do
municipio organisar una lUta geral contendo
os nomes de todos os eleitore3 incluidos nos
aUmentos a que se refere o antecedente,
por ordem alpnabetlea, e mandar publical-a
pela imprensa offleial onde a houver ou por
e.tilaes atflxados nos lugares mus Pblicos da
sede do mu.ucipio duranta oito dias d-psis
iaquelle prazo, a segnindo-se aos nomes as
deoiarac5;i de fallecimento, mudanga ou in-
clu S 4 Triuta das antes da eleigo sero pu-
blicadas as lis as parciac8 dos eleitores de to-
das as secge eleitoiacs em que for dividido
o municipio, tambera organisadas peto Prefeito
e com as declarago-'s do antecedente, da
designagao do edidiflcio era que deverem Tune
clonar, nao pod ndo conter cada secco mais
de 250 eleitores. A diviso das secgOes nao
no lera ser mais alterada e a designago das
respectivas seles s o ser por motivo irape
noso e declarado at cinco das antes da elei
gao, annunciada a mudanga por meio de ed tal
arBxado pona do edicio que fr prmera-
raenie designado e reproducido o dito edital
pela mprens onde a houver.
Arl. 2.' A orgtnizago das mezas eleitoraes
se .fura de conformidade cora o qU3 foi estaba-
lecido pelas InstrucgO ;s de <1 de D'zerabro do
anno passado para a eleigo do actual Congres-
so Legislativo, arls. 7. at 16.
Ar. 3.- O processo eleitoral ar tarab^m o
e-tabelecido nos arls. 17. 18,19. 29 e 21 1-,
2., 3, o 6., 7-, 8.-, 10. 11. 12.13. 14. 15. 16.
17, 18, 19, 20, 21. 22, 2J. 24 2} e 23 las mes-
mas Inslrucges cujas disposiges fcain fazen-
do parle desta lei.
S nico. O.lo dias depois da pub cagao des
ta lei mandara o Governo novamen e pub!cal-a
cora o ap;iend ce das disposiges a que se refe-
re o S antecedente, oque se repetir no jornal
o.Tic al duran e 15 das successivos.
Art. 4o A apurnco geral da eleig) ser (e\-
ta pelo -oogresso quarenta dias depois da elei-
5 '.o sendo para este fin convocado o mesmo
Coagreaso extraerdnanamenta pelo Governa-
dor do Estado ou t este nao o ftzer pelo Pre
sideate do Senado. O Congresso elegera urna
coffim sso.de cinco de seus rasmbros para es a
d r parecer sobre a ordera do processo elei o-
ral, procedencia cu improcedencia das razes
era que se fundarera os protestos e declarar o
resuti lo linai da eleigo pela sorama to al dos
voto3 oblidos at o numero de des dos cidados
volados |ara Governador e Vice Governador,
e este parecer ser discutido e voado na mes-
raa sesso ou adiada a voiaco apenas por dois
dias. Si for approvado dar-se-ha por concluido
o processo da apurago e se enviar copla da
acta da sesso aos eleitos, coberta por officio
assignado pela mesa afim da Ihes- servir de di-
ploras, do que 8) fara comraunicaco pela raes-
ma firma ao Governador do Esta lo e ao Presi-
dente do Superior Tribunal de Justiga.
Art. 5o A mesa que liver de presidir sesso
extraordinaria da apuraefio ser compisia por
sorteio entre cada ura dos numbros do Senado
e da Cmara dos Depotados.
Art. 6 Era ludo que nao est ver previsto na
presente lei e observados os preceilos estabele-
cidoa na Constiluico do Estado, vigorago as
dlspoaigOes do Regulamento Federal n. 593 de
31 de Outubro de 1892.
Revogada as disposiges em contrario.
Sala das sessei do Senado em 7 de Mai > de
1895. Teixeira de S. Antonio Ptrnambuco,
Salitar Moscoso.
E' enviado mesa o projecto.
O SR. PRESIDENTE, declara que estando o
prejecto, que acaba da ser li lo, assinadJ por
tres Srs Senadores, vai a imprimir, sob n 12,
aflra de entrar na ordem dos rabalhos
, Nao bavendo raais quera queira ulilisar se da
palavra na primeiranora da sesso, pasaa-se
ordera do d a.
O Sr. presidente declara que continuar adia-
da a vo icao dos diversosassuraplos subraelti-
dos deliberago do Smado, visto nao haver
numero, e era eguida dissolve a reunio, dan-
do a seguinte ordera do dia : conlinuago da
an ecedente.
ESTADOS 04 uRllO
Aigoa
Dos acontecimemos desse Estado, de que j
iivemoa ueticia por vi leiegrapbi^a e dernol ai
ass.m aos nosaoa leltores, s agora recebemos
prtueaote pelos Joraari d'alli, que nos cbpg -
ram e aiera o factoe seas incidentenQlerlore*
e eoneeqnemes.
Vamos reprodui-os, colbidos do ollega Gutteoberg circoraHanetadamente.
CORSPIRACO DISFARgADA
A Queta de Aiagoas, de ou certo tempe a
taparte, ''ata a pe-ceber, nos seas artigos,
Jiioriaes, que om facto de sabido alcance poli-
neo iicba aue deseorolar-se oeste Estado.
E es o fado, pela Iiagoageno convicta e amea-
dara e a que era annuaciado, bem se depreen-
d a estar reeolvido e apparelhado.
lia, apeiar do lgubre anonado estampado
cm a devida antecedencia as colaraoas da
lidela, a ena re.iiaagfio serla urna sorpresa
para o eov-rno do Estado.
A canrisao dos pianos subve-sivo?, qaa visa-
vara destruir a au ooonia do Estado, era solera
n-aeote dwuigada com om desplanta inexce-
div-i.
A) bcstilidaies redobravirn deintensidade por
na te da faegao cppnsiclooista, e a Queta* era
i o :aoeavel em jogar sobre os amigos da sitoaco
toda sor e de improperios, que tantas du7ioa<
f um pUrar sobre o civaineirismo d'aqaellas
que. o Indelicadamente os assa^avam.
E, CJOia digoa de lastima, membros do Tri-
banal Soperlor ao E^Udo de Aiagoas, que re-
presentara o grao mais elevado oa aosaa bierar-
chia judicia'i', vinham, na redaogao do orgo
opposiciooiata, trocar a penna calma e rrfls t-d >
do |o z pela pena aggresaiva do pampbietaio.
O gli>iij aelsivo dojun era e botado oas d>>
gl-dug-s da imp*easa pilittcs.
D'.icn o conhecimmto aoticip^do de oo decl
*io que incoxpeteotemen.e traba a proferir o
Tnoou.l Saperior em materia de exclusiva com'
peiencia do Senado
E.comj nao >e; assim, e esta deciio ill-val
e.-a a surp esa*, anoao Hada pelos redactores
i* 3.zeta, eitrtj es qoaes exlstiam memoros
do Tribunal ?l
E, como nao ser asaim, se os membros do
Trionoal -ope'iur, olvidand > os devere labe-
entes a sea carso nao eacrnpuiisavam em cons-
pirar contra o Roveroo do Estado 11
E, carao nao ser assim, se esta decleSo moos-
t'iiosa devia ser proferida na causa en que os
jiz'B e ara as proprias partts? !
O Tribonal ai f-a da lei; e suas re-oloc-'s
s merecem cooside'aco quando proferidas e a
maieria de soa competencia.
No que escapa a soa competenc a nao sao
obriRatorias as snas aenteogis, e, aquiescer s
preu-uges do Tribunal, serla recoobecer-lbe a
dictadura o que absolutamente impossivai.
& poder ju Helarlo deve girar oa o bita que
tbe nropria, e nao pie ulir^pusar os rm es
leterrxiaados na le, oi-giaaudo competencia
que nao Ibe fot conferida.
S assim p der existir a h =: ru ,ta do' pode-
rea, sem a qual torna e irrealisavel o fancioaa-
ment regalar do mecbaoismo poltico.
i teatoo oT-ibuHiil Saperior destituir de sojs
faocCes a m de seas memoro;, e boje, sem
o nua-ero legal coa desembargados, e pjr
me o ue ana deciso illegal, qaa ..o (era o mi
iimo v ,!or jandico, desde qae o So de saa
co upeeocia, pretende depr o gjvarnador do
Bstalo II
U i il a l:i que d comp j:en;ia ao Tibaaa!
Superior para draiiecer da vaild de da elelgio
do govaroado T
O g 11 do art. 78 da Coastitoigo do Estado ?
A efta iot-rpre:aco se opp3e o art. 59 da cltadi
C ririt iu'Cjo.
Se fosee posslvel dar-aa ao 11 do menciooa-
lo :>'.. 78 a .-li.-iicidad- q, c ne.-eja o Tribunal,
-ste absorveria os da-ais poderes do Esialo.
E tatj uj .-ena um absurdo pilpavel, percep-
i?e ao espirito m is oo>aso ?
Demoa tregua qaes o da incompetencia,
iue evid-n ee io:on>ras.a?el, e escapellemos
a aUti do Trihunil por outra face oa me ios
vu aa'avel pa-a qae o publico posa* fiser ara
(uso mais seguro soore o pmcediraeuto iucor-
i co do Ti'ioanal Saperior do Estado de Ala
goas.
Diz o art. 28 do R^giaunto interno do mesmo
r-.uQii :
as suas faltas ou impedimentos tempora-
rios lera o procarador por sosbltotuto a a dootor
ou b.cbarel em direito uura-ad) pelo goyer-
oador.
nico. Qnn :o o impedimento fe referir s
;erto determinado feito o presidente do Tri-
bunal ornea om douto- ou bacbarel em oirei-
iu pira servir de procurador ad-froc .
li' ptiacipio I-mentir de direito, e as pala-
vr^a Uti as perfeiameme exinmem que o no-
raeado id noc s pule fuoccionar ao feito
oara o qual foi ooseao* por impaii^ea o do
IT t vo oa interino, e Uto es'.i claramente de-
terminado no art. 28 ouico da regimeato in-
terno
Nj ciso de qae 003 oc:npimos, foi ou'i.loo
procurador do Sstido seuado o disposto nos
arts. 69 da let de 12 de Uno de 1892 e 30 do Ra
gimento loteroo?
Absolutamente nao foi onvido.
Funcciouou um procuradoj peilmento do p ocoradur do Estad j 11 I
Qie fligrante violigS- d le l
Oaie o respeito a lei, a qual o Tribuna! Sa-
perior devia dar o exemplo de tolo o acata-
meato ?
adio espino de jast gs e impsrclalidade qne
da?e presidir aos ac.ss de urna corporago de
tal ordera .'
' duro, mais p-eciao dizer : o Tribonal Sa-
pa lor al'joo-os corno o o fardo lmportaao, ia-
coailiavet om a poltica dasbragadi qae abra-
coa, maito embira deucapse comprometida a
saa h.raorabilidade e salpicada a t-.-g do magia
irado.
E o povo o qaa dir da seas jaise< f
Qia coatlaoca pie inspirar um T.-iaual qae
-ra modado de jastica lodas as vezas qae alga
madarem-se as con remeneas? !
O governador do Ena lo ba de manter a or-
dem nesta trra co]os deslios Ibe foram confi.-
dos; nao medir sacnOaios cara a realisago de
todo qaiaio lor a oem de AUgoas; est dispos-
u a esraagar a anircba qaa se leona a vell-ili-
da de implaatar ueste E talo ; nao pode, pas,
se 6ubraelter a omi deUo absarda, lavrada
em sesso clandsstioae qaa exprima ama c n-
oirago qaa rebeotoa disfirgada uas formas da
lagaiidaie.
0 G07ERN0 E 0 TRIBUNAL SUPERIOR
Estarnas em (rente de o oa crlse poltica de al-
gum valor, visto a pouga agitado-a assaralda
pelo Tribunal Superior do filiado qne, i oa-
t aoce, que- aaaailar todos os mal altos Pola
res Coosiilacuaaes, coavulslanaado todo, revo-
luc -ninJ) o Estado por inspirares piruda iis,
Esta c isa, prem na> 6 da ordem tal qne o gj*
veroo com o apoio franco e deciduo do poder
legislativoorgos da soberana nacional, nao
a'poas vencer.
AUenta o Triooaal criminosimente contra a
ConstitacSo do Edado, coatra o pro ario rgi-
men federativo; mas a propna Coos uiga
franqojia meios de reprimir estes arreganbos.
C ^mecido qaa foi o acto llleg'ils&imo do Tri-
bual, dando, claulesuna e arbitrariamente,
provimeito a om recurso Inep o, tanto os sena-
dores do Estado, proseles oesia capii.1 em ou-
i.eo;de seis como os deputados em qoasi soa
inlA dada deram ao ebefe do poder execativo
ai miij-rg pravo de sai eolilariedade e apoio
Dar qae i So eej apuabilada a Constifo'co
uajo nortadas as attrioaiges dos poderes qae
represenlam.
V o p.101 ico, e Sea sabendo toda a oaco qaa
o governador da Aiagoas est dentro da ei,
apoiado pelo mMs altoe soberano Podar do Es-
tadopas tira dire:tameote eua foro da soba-
raola popular b ee do dosso systema.
*.' acgo subversiva dest- elemento anarcblco,
(para vergonoa eterna da magi-lr to a alagoan )
representado no malsalto orgo do poder jo fr
ciario, oppem em todos os terrenos, a lodo
transe, em qoaiquar emergencia, os Poderes
Exacuiivo e Legislativo a mais decidida reaeco,
-ejs qaal : o resultado da-lutae
OS PACTOS
Pela madrugada do dial- do corrents, fo>
ce-Jada a case do Sr. com man dan te do batalbao
policial, conforma elle affi-ma, por alguas offi-
ciaes e pagas do mesmo batalbao e ootras pea
soas.
O Sr. coronel Honorina, impoteote para cont/
a sai soldidasca, seatio o desastre de soa si-
raagSo e comprebenda quenada pilla fazur
aem oem da ord-aa e garanta pablicas, Ucaaao
sslm ueitituido ao commando do referido corpa
que se soblevoo. .
A's 5 hars da maob o palacio do governo d)
Estada tai Igualmente cercado pala soldadesca
desenfilada qne tnvad'o a residencia do Exm.
Baro deTraip par todas as ntralas, 8sm que
a parda sse o m mor movimeoio coatra os ag-
gressore', o que mortra <\<9 tarabea fora com-
prada. .
Aos gritos e pancadas dadas as portas e soa-
Ibos de6pertiram o deputado esladoal Dr. Eocll
das Malla,gearo do Eira, goreraalor, e o se-
nador Migue! Tavaree, ambas bospedadjs na
palacio do governo.
Discenio ambos esies cidados dos apose i tes
qae tiesra no segundo andar do predio tesUmn-
nbaram a borda deaenfreata q-ia lo a da a casa,
proclauaado a deposigo do governo do Estado.
O Sr. BarSo de T.-aip, ] en;o despetado
desceu e averigaoo o qae se passava no p imei-
ro ndar.
Chegado qu- foi S Exc a) salo approxim ra-
se do grupo que eslava fom >d o a entra la do
mesmo salSo. dastarando-je comoem commissao
os S-x. Dr. Darlo Cavalraote, Dr. Jos da Ro ba
Cavalcame, depntado federal Dr. Castello B an-
co. Ed'i o Dr. Darlo f-z o goveroadot orna
lotimago formal para abandonar o pa governo e se considerar deposto, visto como
eg'.avain elles de o ase de iodo oatalbj) de po-
lica e -ubmai-ida tambem a i.uirda municipal,
nepostos os coramaadantes de ambos estes car-
pos.
S. Exc. pergnotoo era qae caracler aga r. e
cora que aotondade Ibe faziam tao aboda ln-
timago; o que respooderam qne erara a Li I I
As i bservag.'S criterlosas do goveraador qse
iiifagoa o qae si Drqu -am {que S. Exc. j devia ter coobeci'
ment do accordo do Tribunal qae o deslilaio
do govnroo onde pelos actos de pcusaargos con-
tra os Drs. R-*go Mello e Castello Brasco, actos
em qae alias nao liona coparti ;ipa,j, nao po*
da permanece-.
Dp i* de ontras observagas, S. Exc. o Sr.
eovern.dor, pirfeitamante seabor da .i u gaj,
nalison aqoelia coiIe-eaBia pro etanlo ensr-
gicamente coot-a sqaelle acto cli.i o > e f-z
sentir que uaquelle osomeo'o Impoteate para
a lata deixava a- palacio de wv. residencia affir-
i a ido po era qne tanto all corao era qoalqoer
outra parte era o lei imo tovemaior oe Ala-
eoas, eieiu pelo voto paoular direjto, e qoe o
facto de mosauja desleaiia era di p u:o
v lor para a ra aotoridade qaa contioaava fir-
me e le p, com a aoeteridade da lei que repe-
sentova.
.8. Exc, calmo, dias* que pouco3 momentos
p.-e,ava para deancrapar o pa acio e pmmpta*
mate mau loo auxiliar a soa Exm. nlba nos
arranjoa da muanga das b^gageos qae s 8
horas da manb aabiram : a-a o boiel N vi
Clatra, ooie S. Ex:., su a ii.hi. seog-nroDr.
Kucly les e o seaador Tava.-es ebegaram s 9
horas da maob.
S. Ex:. Ti-ivelarraie coistrangilocan a vio*
anua .ie qu-i e-a viitima, can-e vju altanelra*
i mente toda calma e digaidale n) se de'.xando
apavorar.
S. Ex:, o Sr. gove-naior deseen f e ea?a-
..in i ju-3 para a ra do Coraraercio ; e na es-
quina do Ferreira destaraa-se de ora graoo onde
-nt eraa-ros, estavam o Dr. Francisco Poto, o
Sr. leoeo'.e O. P>atagy qae ten cfTra^cr-se
para a^ompanbd o, o qae ci'.begoncarae.ta re*
cusca S. Exc. dizeado qaa a toa propna pea-
soa e a.norma de eui conducta passadi e pre*
-eme o ra ihim a cava beiro de qaalqaer ag-
grnwo que alias nao Una de quem nem de
qne rece ar.
Ases, oi-'o o teoeaie P atagy losistlo em
aco.opaoual-o. o qae f z al a N")?a Cintra,
eacoatraQdo em ra"o caminbo o padre Garalio,
mais aiaah o D J.>3: D jar e, que viaaa j de
palacio.
Divulgada pelos proprias conspiradores a no-
ticia, toda :> ciiiJe finou alarmada e o povo co-
oipcou a ffliir para -as mme luges o bo'.el
N>vi Umira qae aates de 7 Ito.-cS e lua jl
oompietamenie ch i > ae amigo* do governo e
P'ssois aitimeate enlloca las. emqiau o q>e o
palacio era fortemeale guarnecido pela polica
armada para garantir uraa junta givernativa
|Ue -all se intrnsOU.
O goveraaior logo ebegando a Nova Cintra
;eiegrapou urgeoiemeote ao pretideuie da R:-
puolica ped ndo a iotu'venco feioral nos ter-
mos da Constltoico da Uuo, ^ili aaio igaal-
meite ao Sr. commandaLti oa guamico fede-
ral.
Pir oa vez, tanto a mesa da cmara dos d-potados do E.-tado telegra-
phaniQ para o Rio ao presidente da Republici
e impreasa.
Estes teleg'amraa8 ; foram acaitos oa es-
laga ieleg estafSo qoe recebe-a rtm expedir oa.nbam despacho do governo legal.
Corecida esta anule do encarregado da
esiaoo veleg-apnlja, uraa ccramisso de ecua-
dores e depoiaos estadoaes dirig:o-se para a
referida estaga e reitelrala pela dito emprega-
do a -leda rata o de q le se acuava coacto pela
presenga da forca esudoal, tlli estacioaada de
ordem da lana govern.tiva, pedio om documen-
to qae p-omptamenle Ibe foi remecido no pro*
prio original de ora dos telpg'arama, accres:en<
lindo aqaella tunecionano qoe la reqositar urna,
forga federal aocoramaadanta dagoamigo pira
maatsr a liberdaie das commanicagas telegra*
pbicas, tizendo cessar aquella violen -ia e coac*
gao, e logo que caegisie ta< forga, os teleg-am-
mas do go'erno (gal aerim enpeio-, oque
se deo pan-as Horas depois.
TjmaJas estas p-oviienci"S permanec am to-
doa agua-diodo orna rasposla di neie >io go-
verno federal, qaanJo foram sorprebenido
com a chegiia de ora pelotaa de trinta pragas
soo o i-ommando do ai'e-ei ranalle t'eralgiao.
Fazeade alto detroole da Niva lililtra, cojas
immeducas estavaru cheias de pav, e cojo in-
terior cempartavam para mais de duZeotaa pes-
soas as mais altas ao'oridales. Binadores,- de-
putados, afficiaes e amigos da sitcacj, o alfares
t'eraigra) ranodia carregar e apiolar, e diado
doas Dassos a freola, iniiraaa a disper.-i) da-
qaelia reorna immediatameato, e para qoe se*
ealrega*Mnm a prt as o goveroado-, o intenden-
ta do mnnicipio coronel L'ma Rocha, e os sena-
do es e deputados all prsenles.
Das seis janellas da No7a Cintra, aplohadzs
de pessoas gradas, partiu dos labios de tolos o
p-otes o de iadigaagSd cintra taraan&a aggres-
si e a 89garaa(*a de que paoso valia para to-
dos aqaelles patriotas a criminosa e violenta
intioago. Estes pro estoi lo ara respondidos
pelo al/eres Peralgiai cora os malares insultos
e com a ameaga de qaa maadaria descarregar
imraeliatameale.
Nesse iostaoie solemne era qae da bocea oa-
gra e horrivel de barbara aBsassiao parta voz
de fogi-i, desceu roa e asaaimon dame das
trala carabinas o volto, naqi la mmenlo,
grandioso do bravo major Calbe.rjs qaa ati-
moa ao official rebelde e soldadesca a baixsr
oa arm*?, lotimago a qoe o alfae Pa'a'gmo
responden, escandenlo-se por traz do peloto
formado em Irma de a(i-adaae3. e d'-.alo por
varias e r-pTjtiaa veies a vo de fago.
Aquella ordem foi desgragadamente cumpri*
da e trinta balas partiram indo urna deltas
prostar o joven e heroico major Calbeiros que
orabou desfallecido.
Vendo sea companbeiro por trra os bravos
capitaes Dadlas, e Lisboa e os slfe-es. Lima e
A itento Jo uvera-ra amia a iaaodita coragem
de enfrentar a soldadesca assasdna qie nava-
mente por ordem do ato perverso coraraan-
dante faz segunda desear, a para a Nova Cin-
tra era coja calcada receben o valoroso cap
to Dantas a raorte cobarde cabiodo egoalmeo
le eianimeso capila Lisbia e o alferes Pere
n Lima qae sobreviven poneos mnalo?.
Coctinuoa o tlroleio, apenas respondido om
orna carga de disparos de rewolver por parte
dos assaitaio.
Coaardes qaaoto perversas sote esta altiva
represalia debandaram ous tsotos pela roa do
Coaamercio e oo'rae pela esquina do llizario
diaparaado em todos os sentidos, iodo umi bala
altiBglr a moa de 30O metros a javera Amalia
Canet, qae saccambiu loo a manhi do da 2,
permaaeceodo defrinte da Nova Cintra apeaos
rats soldadas e o sanguinario Pevl'.in> que em-
oainhou a espala e tomoa nraa ca- b oa.
Estes oito perverios continaaram a atirar so-
b'a as j mellas do edificio da Nova Ctodt na
esperaoca negra de novas victimas, pois pre-
siniiram qoe orna bala a tingio oo Interior da
c.ca o bravo lente da guarda nacional Caa-
dido Jas Faustino qie tambem succombn.
Depois da male algons disparas a forca re-
g.-eesoa para o Palacio da Junta donde sabira a
effecto r aqueta pavorosa e execranda diligen-
cia.
0 major Dimito Leit&o commandaate ia-
terioo da foraa federal, terminado o tiroteio,
foi pessoalmeate con vid r o Sr. governador a
abrigar se em soa residencia, oa casa aonexa..
a Nova Cintra, onde gempre S. Exc. permane-
cen dorante o a.aqne, convite qoe foi acceito.
Os amigos aco-apaobaram S. Exc. qoe 4s 4
boraa da tarle recebia do honrado Presidenta
da Repoblioa om telegrama qae Hrmava o
prestigio e a legaliiada de eo gor.rno coma
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^,. ,/a dePernambnco Terganfeira 1+1 o
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ntpupncao orca lederai. quctn naqnell* Foram gadimente pres-8 polos oflicaes rebei-
!,,',,, ordena termlainte P1,a a resUnra- des os teneutes Vascooceliof, Rolembar*e *lto-
UU a >*> "i"1"" .______-., A rt_ fine ID ra Mnnlai., onmminvm ila nna-n inTiar.lin MR
cao de rgimen leg', proveuindo o do que se
suena para enta ca.Hal com urgencia o com
mandnnie do dietrtcto a-i1"- ,.,,,,,
N mema ociaa-.So recebea o commandante
da ciuroicao federal telegramas enrgicos do
S- winUo d. goerr* e do camnsadtnta ao
distnr.ooa mesmo sentido.
Ao passo que o governo legal. stava re-
do de redo prestigio do goverco da Uniao e
iBE3' d va calmo e co flmie o cooiprimeoio das
od, es ailaiJan, a joota goveroaliva expeda
neo lqueto de soldadas para o plaoalto do
Pta'l que confina com o quintal da Nos a Cia-
t- na esperanca de coloer novas victimas dec-
tre'ai cue procurassem escapar por all, o que
era cina terrlvel emboscada, deixando prever
nm no1 o alaqoe.
u aiidi88imo era o Damero dos tmigos que
cercarm o 8r. Baraode Traip du-ante o rea-
to din e parte da non te.
S. t.:iC. pernoiiou em casa do digno comman-
dante da guarnlc&o federal, e ia 5 boas da ma-
nan i i imtnenso concurso de amigoi se aggl.-
meravam naqoella casa de onde as 9 horas
fol ti. Eixc a^ompanbado le una comm sao d
cffici ee do 26.', iostailar-se no qoartel ae:ta
tj ,.':'.
Iitimada a Junta, para dentro de oea hora
ev.rmro palacio do govoroo, aoreseatoa-se es-
ta no qoartel do 26 p< aludo caraotias de tida
lerdo fcl-a p-imeiraxente evadir-se a forja re-
belde qae a guarneca.
Ksia Junta era corxpoaia dos Srs. De Dono
Cavsiiante, Francaco Riori.-o Lina D Caatt-
lO BfJDCJ.
Ao mular a noticia deque oEim. K&rao
de Traiga ia ocenpa. novamente o palacio ja
eolio guarnecido por on co-Jngenle a fo-ca
fe e : o poro comrcau a aftl.tir para as im-
Died:;(0-- do quauel e palacio do goveruo, uodb
S. poucoa mamemos def.ois entraM vic-
to!; O pela mnltlcao que aciljmava derajte-
m,nu 'i Sr. t>-. Proi.eo'.e de Moraes, Presiden-
te da i'.epobUca, pela restabeleclieoto di ur-
d m e da legalidad.
baialba.
auraa-o
Era da
VICTIMAS
A Cfgreg3da revulla fea as seguiotea victt
mas:
M rt 13 l'po Viviri Dantas, do
pol.cii, mi or de-40 anaos, ebefe da
sa familia, lcaogado pjr tres balas qaa o fji
minsrau
A fi.es Pere r, Li' a, tambem do ba'.araao io
Hci i, ce 3J nea, casado,".om tres tjlnos.pros-
tra:o com duas bai-s, e qae euccamio mo-
me^tos d>ooi3 de (endo.
Tenate Caudido, da gaarla nachnal con
cerca r.e 40 aDU?, can j na ponco. com om
medcufo terimento uo urgo sapertof do ura-
co, quf viciiajoa quasi lostaonoeameoie em
eooseiueoeia de confusa bemorrbagia. _
D. dria Amalla Accioy Cabel. jo-ei de 16
nnos, solttiira, filoa do amigo e leloio empe-
gado di eecretaria do gove-oo major Manee!
Catet, victiaiada, tepois de Cororo*os padaci-
mertos por um terri.il ferimento de b^la.
r ii moldado cojo orne ignoramos,
forja ;-tadon|.
Ferijo.Vlajor Galtieiroe, do balaibao poli
ciu cooi im ferlmeoto de bala qae ania^io
na eOxa, rompendo a arte ia femoral profundo
produi'DJo grande bi-morrbaRia. Estado gra
ualac, parecenclo eutretanio qae seja poasivel
a sa|y-cfo.
Cap,;ao L sboa, tambem do ba:albo e;'adoa>,
com urna grande ferUa de bala no nombro dl-
reiio, compromellendo a articalacaj. EatiJi
gra.' .
Alfares Jos Matbias Rjcha, tambem do os"*
mo fctalbo, rom um lenixeoto de balo, na
perna. E-ie ferim-nto cm gravidade.
ToUii ea ea feriiut, fvam socoornao3 Felo
Z'j'oio e bomant'ario clmlcc D-. Jos Doartj,
auxili-'io peloj D-. Miguel Palmeiri e e p'sta
vel Sr. Jerooyaio oeliveira, disuj prjpne:ano
di No,-i. Cintra.
PORMENORES
A ilta primitiva, ao qae coasti, era coi-
poia dos Srs. D-a. Jo.-e da Roena ciepat ii.,
eJera), Daro Cival.s D p s da becitombed* Nova G o ti, o ir
Jje da Bacba retirou-se para Jaragai. d'ond-
egaio para bordo dj Tagus a o D-. Porto abaa
doaoa lambemosea posu. s.-odo sabstita lo
petos !$. Praacisco Rioeiro, oeg.ciante est.-
belecido com padaria a roa do Commercio e o
Dr. Cis.ello Branco, director do CV.legio Ala-
goan".
ij pelotSo qoe ftx a carsiBcioa psr'lo di-
recuaientu de palacio Ora a Noa Gloira, con
o-oem expressa do prendero eovernador.se-
n3dor Ki'gn:o lego pela manbao em trem expre^-
so da AU^oaa Raiiwiy para Vicoa o 3r. freo
cisco Djmiasoes da SiUa, administrador dos
correios. Dr. Lit- Pyadabyoa, procorador si-c-
ciooal. Hoolros poacci c daJos acompanhados
de fuc es.ado 1 reb Ide o mando do leneote
Fsriis com o tim da iraxerem o seTdor Atol-
llnario Torre, ex-presideate do Seoado. No
decurso da viagem ao passar por At la a de
pozeram a late idcacta e o que flzeram tambem
no Panibyoa e execotaodo mais oatros plaaoa
para a consoidocao da revo!ti.
O secador red-ral Reno Mello e o Dr.
Araojc SK tomaram parta oe-t conspiracao,
o qae irc\u do telegramma deixado oem pala-
cio, em que ellea in:>iouavam .ao Dr. Da io Ca-
va cante qoe flzeBiem o Trrbaoal e o senador
ApoUiis.no lelegrapbarem para Capital Federal
que lo unba oavido para a depocao ouiro
elemeilo; qoe naoopova, eocobrioilas roborno da (orea eatadoal.
Canela que a re tolla fol spoiada por tti
gyn '.cato- qae fes ama Do'ci de 15 cootos para
a com j a dos offlciae. e prac*s rebeldes da po-
lica Sendo na manha do du i em (reme ao
qcarttil e ao (alacio diatriba das as praeaa aval-
tadax janii.p.
Un dos primeiros a:tos da jonta fol man-
dar pa,?ar no Toesoaro o pretdi fjrca, o qne
fizmenie nao se realixou po'qaa o Sr. Sarao
de Trai maodoa fecbar aquella reparticao pu-
biiea.
Ai oda iffirma-se qae entre os decretos
da ja i'a flguriva om do augmento do sold
das i ragas e offio aes do batalho policial.
L igo qae fol coDOeeido ao qoartel da po-
lica a miervenc&o da torca federal para repor
a sitaicj, boove completa dise'cV, a s om
c:n: pie:o saque na arrecadacAo do meamo qoar-
tel.
Eff-i.-';ivamen e apenss encontraram-3e all ol
lo ar oas, estando totalmente ronbadoi os dr-
positoi de roupas calcados a moitJ desfalcado
o das a unig'jes de armameato.
\alam-eos p'ejoizjfl em mala de cem
cootoii de reis.
I'oi bootem (3) preso e remettid para
e.-t-i i.pilal o lente re-olton F.riai qae j
depoz peraotea Mtoridade coap^tente desot-
brindu qaasi toaos o* cabegas e auxiliares da
rcvolia.
Apezsr de deli,?encis8, nao anda prrno
o malviido alferes Pe-algmo que depois da bt-
catomba permanecm em palacio at a hora em
qoe le aproximoo a torca do baialbSo 25.* ova-
aindjse neo occasio com eeis ou otto solda-
dos nimpletamente armados e rxnniciadoa.
/no- pooolares, depoia da debaodada
da tri;a :talca! de-armaram ea varios poc-
tos o i cidade soldadoa que fo^iam carreac-
co as armae, mnolcoes e algons delles ai troc-
xas <( roapas e sarctdos.
O plauo execTjtalv pelos eoosplradore foi
mais un meaos o seguate :
CociiTaram por alguna cootos de ris vacuos
cfficiies do ba albSo pcllsial, qae entre o solda-
dos coiaecsram a Uicr urna sorda e cante osa
propaganda contra o commandaute no staito
aptn-8 dsdepulo, segando affirmivam.
E para qoe a soUaaesca nao reraaaa, paran-
tiim iine o tommanditnte era o oci:o colpado de
nao team a pragia aogreemo de coldo. e logo
qae fosee o ano commandame arredado do d,u
lo (cmecaria a ter oago o toldo doblado, ea-
rant r :,o qoe a forca federal absdutameote nao
joteru/ia, fesse aaal fosee os desmandos qae
prat:caserx es soldadas estadoae?.
Os a>?gr;icar'oB gcoraates acstitaram o con-
cbavo o na ncite de t* do rorrete-tartos pai a-
no?, ndados perieocemes ao gropo poltico doa
Srs. Ges e Beiooro f iram ao cuartel animar aoa
offi iej reteldes, todos all.
O tristemente celeb-e alferes Peralgino, qoe
ea'ava le guarda na cadeia, fot tomar coala da
guarda do paiicb do goveroo, haveodo nido
ncio o qoartel em nome do eommaodiiote
o leal cfBrial qae all eslava ficiLdj preso co
xadre do toano qaartei.
res Monteiro, comxi-tsano, de qoem lomaram as
cbavea qa arre"adacao.
Anda por ordem dos officlse rebeldes eegaio
para a casi d<: una dag aoaa ordenancas do
c-mmaidame an p ilotao para preodel-a, e qte
ge reaiisou. teodo soflrido monas bo doadas,
porem pie evadi'-se anda asslm.
Naate lo erm era profasamen e d'StribuMo
aoldadesca arma8 e bastan'e muoico, aeaotnlo
aa reforpo para o palacio do gove-no o outro a
cercar a casa do co imauduuie, oaia algons
officiaes do corpo e pesi Ibe a iiepjsicii, scleiitlcaudo-o da ato.ci)
En frente a palelo oca seas aredores ps vm-8a ja algosa coa-pir.d >res e a- o bo.as
estando lodos reuoidos em nomero de vinte a
trala, p^neiraraa os soldados pelas duas ent-a
das, sob n io api os revollosos cvib rariuanea-
dos pelo* Drs. Jos da Ro'-ba, depotado federal
Daro Cava lea'i te e Castello Braoco, segaindo-se
a aceaa que hootem narramo.'.
Com ee i<5 B saooroo as pracas, exploradas
asaim manDosameot-1, fol o nico elemento de
que se serviram oa coo-pirado'es, naj lalo
e:les de seu lado a menor partcula de elemento
popular.
A cocspi'acao foi tramada de looga data e
ezplodlna logo qaa o Trlouoal Superior dtse
provimesio ao inepto recorso apresentado con-
tra a constt'.aaouaiode da el-;ii;flo -io gov roa
dar e vice-goveroidor, logo em segaida i va
gam dos depaiaios e teaadores do 8.*. Besoaro.
nest-i prcpisito pi'Ura-n pira o R'o de laoei*
ro es deptradoi a senadoras feieraes para fija-
ren assim ti.leiados do plano, alioi da logo que
f..:-s! coQbe:tdo la o provi i>ento de tal rt-curso
e-i'ea'de-em-se cem o noarado preeidecteda re-
publica, com queai allirmavim falsamente aqai,
a plenos pulmCei, contar para a deoceicao
A,'>prozimando s- a abertura do Cong-esao Ni
cioa-1 e ]i ua cipial leder.l o allcdidoa rapre-
sei'taotea. raiolveram os coospirador^s prtc i-
tar o desfeenj da s-dico e assim consegpi-am
qaa o T i)ooa!, em da imp oario, rlaole-iini
ruent", -em s:i8UCia de nm de soaa m-mbros e
do procarador geral, tirm^aae o c^-e re ac:ar-
dio-qneama vergoDba para oa magiB.radj?
qae o sseigmram, qne elle foi effe tlvimen-
te asri A proposito do cerco da casado S'. coro-
osl Honort i <, o iiinanian>e do forc estadoai.
A'a 4 rjjra da madrugada de i do correu
le M deapertado por pancadas no portao do
quintal da saa residencia aquella oiScial, qae
mmedlatamea e levsntoc-33 e mandn ama sua
ordenaogi. qce parouitava em ca?a, abrir aqoel
le porl>. Eo'.roo O trabo Araojo, timben >ui
OMoaoca, jamaadoe de ter sido accomm-l
tilo em suj casa pelo sargento TQ miz e S pra
CU etladoae?, do poder do< qoaea poje fu r, e
eacapar de 2 tiros qoe Ibe desf-cba-.m, AQirman-
d.-i que s ff-ia taea violencias a ordeai do seo
commandan e. o aea a occasiao mnife^iouo seo
re-eutrmerjlo p rao merece tal trai..m ti.
Su'prebeidido o coronel Ronoriuo cim tal
facto maudoa a ontra ordena"C/i imme jiatamen
le oelir riformugoaB ao olficst de atado.
Esta ordenanca qoe nao pode sabir por e.ta
poata oo -joriSo de sbila moitaa p'agas arma
das de carabinas resressoo inform,n >o aos-o
co omandacle do qoe va. O coroue1 entao ves
tlo-se apresaadamen e e quan lo ia a sabir ouvio
fortes pi Cida na pot qae di pa a -ua. e ao
d r volta a cba -o') peoa de more, dizenio-se lbe nea.i occa-
s o qee 3e considera se depilo do ommando
como o e--ta.i do ca'go da overn.dir o Sr.
Ba-ao de T aip e de Inteodete da capual o tr,
coroo-1 Lima Rccba.
Ante <3 a iQinn^cao Toltoa ao Interior o Sr.
coron 1 e armaodo-se com aa duas ordeaangts
teutoa aaorr, preveaiado de dentro aoa emautea
de qoa nao aceitaba ta! nlinas&o.
Sesga momento maltas voze^ declararam que
si o tiiege mo rena, e comodase volti a cbave
da porta, tes ee om nei o arle icio e ju.o aoa
voz qu- lbe gara > ii a sabi la franca.
Aberta a porta eofreotou-3e com o S-. teneite
do exercito Odilon P. alagy qae se co npr.. mal-
te a a girantil-o.
O coronel agradeceu ni garaotia e eaf-tatin-
do eos a soldadesca deaenireada ordeaoa q e
se retirs85am.
33 dep0(8 Je reiteradla ordeos oeste B^-nt do
re i.-a'um-s; mas b >vu i lo feito geatoa amaica-
dor-j e proferido pbrases desrespeitoaas.
este ioterim e qaando debandava a tropa
amotinada cbt-goa a calcada do co.onei o Sr.
J s Pelro de Panas Junio- dizando qaa a vida
uo aliando coronel tora ga-amida pelo seutiibo,
o lente eslaloal Ferias, revolica o.
Dam dirigi sa O mesaio commandan e para o
palacio da goveroo em enji frente encontrn o
caiilo de pulila Ni.oordea Cabral, tenanlo
juntos a entrada qoe ibea (ot obstada pela Ruar-
uicio resol osi all posta ao auido do saog en
to alfares Peraltiioo. S;,eaiirJcdo eotretanto
de qae o eo*eroador ja oio e3ava uo palacio,
dtrigio-se para o botel Nova Cintra, oode per-
manecen ao lado do Sr. Birao de Traipa e
lonnme'js a mgos que o cerca van?.
Os officues do batalbio oolicr-l qae se re-
voltaram foam os lenlas 4lf edo de Parlas,
Peixoto de Mandoncu, e os alferes Silveno Paes
e Peralglao.
Coa exrepca de 3 oa 4 sargaotoi todoa o
mais se revoltaram ignalmente, saodo os mala
alienes os de oome Cajaraoa, Siat'Anoa, Qn-
riso, Toomai, J.-o Solero, Darmevino Saol'lago
e irea ontros cojos oomes escapam.
Da commi'so qae segoio desta capital pa-a
o interior a depdr inteodeoclas e fazer o sea -
dor Appohaario, Uieram parte al-.m d;3 Srs.
Francisco Djming s, admioistridor dos Cor-
reos, o Dr- Leito Pidahyba, procurador ?e:-
clooal, tambem o Dr. Jo*e Torqnato, taielliao
Goozaga de Ges, profe^sor Sarment e teoeote
revaUoto Parta?, com ama forca de 20 pra cu.
Aos telegrammag expedidos do ioterior para
a joota peiioao informacoas sobre o tirotaio ba-
vida diaote da Niva Cmtra, respjnderam o Dr.
Daro e seas compaibelros alli'maoda aada de
extraordinario apenas dais mortes e matos fe-
ridos.
At a bora em qaa escrevemoa nao tinaa
sido aioda capturado o saoguina-io alteres Pe-
ralglno.
Tem sido captnrados eotretanto em varios
pontos do Estado alguna soldados qaa lm sido
desarmados e detidoi.
A -.idade con a a ser guarnecida pela
torga federal, bem como as rtpart'soes pnollcis
e palacio do governo.
O Sr. teoeote-eoronel Hooorlno de Almeida
aolicitou desde o da 3 do correle ina exonera-
cao de commaodaota do bata! ao policial, en-
viando o Sr. Governador do Estado o eegaiote
oflkio:
Qasrtel do commaoio do balaibao pdiclal
em M.cs, 3 de M.io de 1895.Illostre cidadao
Governador do Estado. A gadeceodo cordial-
mate a condanca qoe sempre em iim deposi-
tante, veabo boj i anda sob a Impressao dos
limentaveis acon'ecimentos de anie-bontem e
moido por deve'es imperioso, a licitar-vos a
miaba exooeraco da cargo qae exerco de te-
nente-corooel commandan e do bataloo policial,
Honrado pela digna mise) de qae mo investa-
les e cooscio de qoe sezpre empregoei o malor
esforco no cumprimeota de meas deveres, agrade-
CO aiada a exuberante prova de coosideracAo em
mim por vos depositadi, oflerecendo-v.i sem-
pre os mena prestimos, alada qne limiadssimos.
Folgo de vet reatibeleclda a paz e a tranqolll-
dade a sombra do verdaCcro regimeo democr-
tico e das lnatitaicOes legalmente consiitoldas.
Sa le e frateroidade.R.ymaado Honoriao du
Almeida, tenente-corone'.
Forana males i polica para averigua
cOe.8 dos ceplorateia e luctoleotos soccessos do
da I." Jo corrate nesla capital: o Sr. Dr. Daro
Cavalcao'e, cm dos membros da jonta goveroa-
tiva improvisad!, tendo Ido solt.
O Sr. Francisco R b-iro Ltoa, negociante com
padaria ra do Commercto, outro membro da
jants detldo na cidade da Uaiao, sex'.a-feira,
qoando procurava o Balado de Peraambuco ;
O Dr. Eslevao Castello Bacco, director do Col
legio Alagoaoo, outro mambro da junta intrusa;
O Dr. AciDdino Simbe, ex-jai* de alreo d-
la capnai, deudo oa U nao qaando ia com o Sr.
capiao Fraootsco Ribetro Lias passar-se para
Pernambaco, que foi igualmente posto em liber
dade;
Varios sargentos revoltosos;
* O teneote Alfredo Parias, um dos qaatro nteos
ofliciiea stadoaea qoe ae deixaram corrompe-
palos conspiradores e qoe ceoserva-se anda pre-
so : o 8r. Lulz Locarlo;, empregado da I .teoden-
cii Mut'cipal qae depols'de ouvldo fot eolio;
Tan-bem foram [in arroga o o co onel Hono
rio, profesacr Loureiro, oa Srs. Marlanoo de
^rio, Antonio Luii Pereira e Jayme Foasec
Galvao, ex-capitie8 de aegurauca do maior B- da no3sa aclividade, compete a iniciativa de tao
toro ; o ieeeaU9gtadaaLJosd Poreira Atuooaer-. justa homeagm, pnomonilo.ao granda bra-
qoe e Sil ceacellos-; alferes eatado.es Jati
Amonio Martina Monteiro; e os sargentos Tbo-
t i de Uni Jato Fran laco de Lima. Joao Bi
atleta de Araojo, raocisco V. Oomiogoea da
Silva e AogosU) da Mo-aea; o labelltio Luiz Gol
z;)ga de Gaj, o protV83or Ignacio Sarment, e o
so dalo Laorentlno Pereira Ja Silva qaa tea par
te da eeoi>a que fez a Hecatombe borraros* da
Nava Cintra .
Foram dametiidis, a bem do servico pu-
blico e vis,o lere u tomado parte no movimenio
bavido no da 1. do corate coat-a o governo
lo Eiado oa-oih>iae8 do bttalhao policial, cap-
lo Domiagos Antooiu d tav, tenentea Alfrt-
o P-'Jro d. Parias e Mine-, 1 Peixoo de Meo-
douca e a,ferea Actinio Martina Monteiro, Fran-
cisco Ignacio Perlino e Silvano Avolmo Patrs.
Tamoem fot demitUdo, a beta do servico pu-
blico, C-esoencio ot Coeloo ao tacar aa offi -iai
da Secretaria doa Negocios do Interior, visto ter
sa eovolvido no movimento ocnorrld,i no da I.*
do correa,e contra o g,>v-rrno ao Ea ad>; e cas-
salo o acto de 21 de Novembro altimo na parte
que (jrovou na oaaaiaa de'escrip.uragao mercan-
til, comabiiilade comneruial e pri'.ici commer-
cial do Lycea Alagoaao, ajprofessor Joaqilm
Iguacio Loareiro, victo ter temado parte no
imano m ivimea o.
Foi preso, no oanbiJ > do taasMClca, o al-
ferea Peraigh), coja captara (ji plaoejada a
realisadi pelo inteadenta lia capital co'oael
Lim> Rocbi com o coacarso do Dr. Migue'. P.!-
meira.
O ex-alfere' Peralgino, urna das n?ai3 sllenles
9-;a*as da execranda tragedia do da 1.' do cor-
rea'e cttama-fe Francisco Ignacio Peralgino, tem
40 ancoT, casado, natural do Efiado da Para
0yb?.
En sendo interrgalo.
Poi deitdo do commisaarlado de pnllcla
onie presin seu depoimeoto o ex-tenente d
batalbao policial Peixoto de MenJrmc, om dos
qaatro oOiclaes revoltosos qoe conco reram para
a depojtcfi) do governador do Estado.
O di.o otScial eslava escondido em casa ,
seu ao^ro Jos Pel'O de Farus Pubo, pai do l-
ente estadoai Alfredo de Fafi-s eaie oatro olfi-
cial qae lomoo parte activa nos soccesio'.
Dos i ffioiaes que revoltaram as pragas contra
seu commaodante, e contra as autoridades do
E-ta i j t- falta ser captu'sdo nm.
S>eoos que a prom<-to.-la publica nos vio
le e tres depoimentoa fetos, ji encontrn as-
su noto por demais p'ovado para denunciar os
autores mandaotaa e maodata-ios das c tea bavidasa rna do osario, defrome e do inte-
rior no botel > Nova Cmtra .
AlodH.'te erma responde 5o o^ indignados
pelo de selicao oo nual eatao envolvidos mala
de trinta re^soas, todas am,gas uo Sr. Dr. Aran
j Goa e Sabino Beaouro.
Ha em poder da polieia do^omootoa que pro-
v.:u a O'erveticao dos S-s. Gas. Rsgo Meu t
B-soU'O 003 (actos do da 1.
0 ACCOriDJ DO SUPERIOR TRIBUNAL E O
C JNCUESU DO ESTADO
AT* r o cj-iio traa ao Coagre.-so o disparatado
acordao do Trbua'i', jaigaado, iacompeteoie
mente, urna dec^ao ao senado em mtUfii de
saa (leile seoado) exclusa at'.riboicac<, como
a,v.uida1e e amaiimcio .alidade da t.leicao.apura-
cao e reoon'iecimenlo Jo govenador e vice-?o-
verdad ar do Estado, deve dentro de poneos dia
eetar resolvdo este conllicio do TMau al qae au-
.ontart.mate le eonsUtato em iwier unieo do
itado, qaereido aie con merui parecer lo
constitacion es lazer sentencas para privar da
vlctaliciedade, garaoiir a ma viotancios, formando or aaeim
BWT, ao i iloxo de pau-as poiit.caa a genese
dos saccesso8 tnatiasmis qae en^aogueata.-am
a f imilla alagom
Dan ro da poucos dias estas quejosa serao
resoividas eeai2o verio os deaorieotalos cbafea
da coaspirucio do uii i como o Eiw. governa-
dor do Bala lo si era respailar a decieaj uo
CuOgresso seja qaal lo*.
Aote a Mageatade da Lei S. Exc. corvar s:-a
calmo e ooeaieole, como tem sabido se mp
a' boje.
A ultima data quelemoj do Estado alcanc a
11 do correte.
Poi aberto o Gon?-e-'ao do Estado.
S. Exc. o governador dlrig'o a ambas as-ca-
sas do Coaresso a soa mensagen qaa (oj 'ida
e recebida com eapacl I it.encao.
PiLdj o qae ambas as casas do pirlamento es
tidosl derato comeyo ao seas trabslbos'preli-
minares.
Foram eleitoi ui ca ara :
Presidente, Dr. Miguel Palmeira.
1- vice presidenta, D Eicles Malta.
2- vi;e-prealdente, W. de Meudooca.
1- aecfU-iJ, Dr. Djar.e da Barros.
2- dito, D-. Jos Daarte.
O S depatido D-. Fausto, depols da elei^aa
das cotnmiasOes, pede a palavra e propoe qae
dos ge lastra na acta um voto de peaar pelos aconte-
cimeotoa do da 1* do correle, qae en u'-ou a
oatria aLgoana com o aangue doa seos pttri
cios.
Tambem no senado fol aberia a respectiva
me-a, qae ricoa asfim composta :
Presidente, D'. Maaosl Jo; Daarte. i
Vics-presiaeote, coronel Jos Migael di Vascoa-
celios.
1 se:reiario, coronel Prandsco da Rocba C
valcante, .
2- dito, Dr Joio Maric8oCarnelro de Alboqaer-
que.
No da 3 fiaoo-se o aociao re.'peilavel Dr*
Roberto Calb-iros de Mello, cujo passameato
deixoa (ando seotimen'o na alma aiagoaoa
Um seu consocio uo Instituto Arcbeologici e
Geograpblco Alagoaoo, de qoe era presidente,
coocrettsou tiestas paiavras o qae (ol o Sr. Dr,
R iberio Calbeiros :
Para o Eatado das Aligoas a morte do Dr,
Roberto Calbelros de Mello e urna grande perda,
pols otile coniemplava-se osea governo e.
monas pocas e o sea representante ni cmara
dos depatados geraes; o membro proemloeote
de iodos o teotamens do progresso neete Esta-
do, para cujo Um prestava a lucidez de si ua en
teriosos pareceres e bons isrvigos.
Basta... descanc em pax, oh esrlrito ben-
fica, e \i As altaras dosCos, para junto de Dsas
teres o prenio de taas virtudes ; esta a pnce
mais araeote qaa faz por toa boa alrx? um des
teas mais obscuros consocios. *
No Sanado aprestada e approvada a re-
daccao do p*ojecto o. 1, fol elle mandad > a C-
mara dosS-8. Depaladps.
O pr jecio o. I, interpretativo dos arta 14
13,59, 73 g I e 110, % 14 da CoostituIcSo do
Estado, requerimeoto de urgencia approvado
pelo Senado, en.ro logo em seguoda di8cn>sa.,
sendo tam'em approvado em tercti'a discassao
na sessao extraordina-ia de 10,
commlgaao de redaccai.
A'Caara dos Dapotad s (ol apreseotado
um projecto de lei cancedeodo k viuva e rilboa
do rapnao de polica Antonio Vieira Danta, a
oensao aonaal de 1800100J e A viava e nios
do airerea de polica Joao Alves Bezern de Li-
bia orna pensao aaonal de 1-.2004C00. bem como
ama peDsoaoaoal de 1:2004000 a vlnva o filboa
do lente da guarda nacional Candido Jos
Faustino, victimados no dia 1 do correte.
Deve ler-se bootem realisaia selemnemeo-
le oa (brescante cidade de Atalaia a Inaogera-
cao dos trabslboa de conslroccao da E. F. Cec-
tral Aiagoaoa.
E' um grande melborsment que vam pbrir i
poaperidade e progresso do visinbo Estado lar-
gos borisontes.
se pereira Aiooquer-.j us iiuiaeaaf9in, p romo ven* lo a o granda Dt'a-
i.o llaooel da Vas-lzileiro as mais honrosas manifeatajOes do apru-
i Jote Rolemberg efeo-
Fazemos nosiaa.as paiavras do Commnio de
PernimhuGo. I
Nsohuma oc:asi5o mellior ae ofTerec: para
o publico pernambucano, essa g merca nircel-
la do poyo braxlieiro, demonstrar aquelle que
tanto brillio tem dado sua patria no estrangei-
ro, aquella que prmaneoa del ao be reo de seu
nascimento, despresando vantagens incalcula
veis pira sua carreira. arriscando meara.') o seu
futuro artigtico, oecasiao mais favoravel, rep ti-
mos, nao pode apresenlar-ae ao nosso publico
para pro ar ao ealraagciro qua sibemoi apre-
ciar a dedlcacao doa nosaoa concidadaoa: que
tambem sabamos aquilatar do meracinento ar-
tstico do brazileiro qua trininphou da plala do
cataloga om su. estra, e qu3 do dia era dia,
com :is*sua8 operas suhsequenles, orna a fronte
de vrenles folhns de loura.
Nuda mriis juslo e louvav.-l. E' m-smo de
esperar que o exemplo do l'ar, que lio esplen-
dido acoihi:n.'nlod;u aonotivel brazileiro, snja
seguido pelos pcrn-,irnbu:ano<, qui se urinal
menta na> podran ouvir a saa inspirada Poa-
ca pira cli imir o ompositor vmie vezas*
ecena e acclamal-o com d rltranle nnlhusiasnn,
pode e devo mostrar que orgulli v ss do contar,
como uinn do auas maiores glorias, o grande
patriot-i e illuatra maestro Carlos Gomes.
No l'ar, a imprensa iniciou e3sas minifesla-
C038 e inesmo assosiou so i lias.
---1 .... X- .. .
CHRO.NDLOGIA
COLLECCIONADAS POR
tlelciiisedeeh de Albuqucrquo
Mmn
MAJO
Dia 14
1633 -Por carta regia desla data confe-
rido ao indio Antonio l'elippe i.amarao nasc o
na laba dos lJotygares, noa sertoes de Pernatn-
buco, o habito dj Christo.
Em 1630 apr.;senlou-se no general Matbias da
Albuqu:rqu o a 16 de Fcvereiro cotub.it. u os
batavos as margens do rio Doce.
&A mestna carta re^ia que o nomeava cavalhei-
ro de Oliristo. nem^iou-o tambara rapito-inr
dos indios e deu-lbe b azao d'armas.
Oaniarao venceu em mais tropas liolland-ais coramindadas p^r valoutes e
exp;ritnoiiia,io3 olliciac.s.
O general Ar.ichof.-ky batido por ella em
Goyanaa exclaraou:
Ha raais da quaronta anno3 que milito na
Polonia, Alkmaoha e Flandras. occuparulo sera
nlorrupsao postos honroso.-, s o in lio brazilei-
ro Oaniarao veio abaterme o orgulliot
Fallecau pouco dapoia a primeira batallia de
Guararipes, no anno da 16li.
Sois navios hollandeze3 cora 403 hotnons
a bordo e gui .do^'.por alabar peguem para Por-
to de Pedras, onde qneiinarara tres embarcacO-s
porljguezns, ii,-.arara cinco prisiouairos dogola-
rain sele moradores.
1634 -Vmdos da Babia, por ordem de el-
rei, cheg-un ao cabo de Sanio Agostintio duzen
tos soldados.
Retiran,lose doente para a Europa o sai-
gento-mr Francisco Serrano substituido por
Luiz Harbalho no eommando do Aprayal.
1831 -Tem lugar no Rio de Janeiro a au-
diencia Jda polo imperador a deputa^io per-
nambucana, enviada para podir a conrmacao
de Manoal de Carvalho na presilencia da pro-
vincia.
A deputacao, que era composta do padre Joao
Evangelista Laal Periquito, representando o
clero; Bizilie Quareama TorraSo ,03 militares e
Joo Francisco B-istos os civis; foi mal recebida
e quando pedio perroissSo para retirar-se. res-
pondeu o imperador : Quinto antes.
187J Fallece era Roma o bispo pernam-
bucano D. Francisco Cardoso Ayres.
1891 -Abre-se provisoriamente o tra'ego
estrada de ferro do Recife Uebaribe.
1873-Om numeroso grupo invade o colle-
gio d is Jesutas na ra do Lima, no Recito es-
pancando os padres e quebrando os objectos
que exisliara no collegio.
Governava enio a prov'ncia o Dr.-Manrique
Pereira de Lucena. que mandn dispersar 03
amolinados por um esquairSo de cavallaria.
d 1 >" anniversar o da inauguraoo do maaaaa
edificio.
Para que !e- ha ainda maior rea'ce aquella
fesla, promovida pela Iospectoria dos theatros,
conforma sabemos, o commendador Ernesto
Acin exhibir algumas sartes do son variado
repertorio, terminando por urna nteiramenie
nova e que com o nome deGrande Sorpreza
offarece em horoenagi'm juilla dia.
A orchestra a cargo dos maestres Smido e
Jlo Alves se apresen ara com um selecto re-
p;rtono no quai ouviremos trechos da grande
valor.
Para commo lidade das Etm?. Sraa. que as-
;;istirein aquella festa anniversaria, nio ser
n'aqueile da inaugralo ura bufl'it, que col-
loca lo em um dos compartimentos da 2.' or-
dem, estar em condicci-s da satisfazar as exi-
ganataa du oacaatto.
Consta-nos aula quo no lalao de honra ser
exposto ura l'lionograjiho para aquelles que
desejarem, nos intervallos, ouvr alguns trechos
de msica.
opois do espectculo haver con lu 'Cao para
os arrabal-tea, geatilmeete uflorecida pt'ias dig-
nas gerencias.
-i Vieturia-Assim denomina-sn ura uovo
per odico qu acaba la sur.'r na cidade da
Vurlorio d'eato Eatado, de propri^da le dos Srs.
Holanda e Bandeira, tendo como reedator prin-
eipal o Sr Jos llwa da Sou^a Bandeira.
Esta bem cscriplo.
graiecidos viita.
Soeinlade Musical Amor da Pa
triaKma sociedade com sed era Afogados
l rocedeu ante-hcnl"m eleig&o le sua nova di-
r ctona lie m lo assim compesta :
Presidente Jos Lourenco Alves d; Carva-
lho.
ViceAntoni G.mes Mi, lalo'la Hora.
1." Secretario -Francisco Rodrigues Salle.
2 DitoJovelino Martina Costa.
OradorJoao Loursnvo avalcaato.
i'h.'soureiro.Bruno Fruncisao le-Panln.
1." 'r-.curadorAntonio dos Santos Cuaba.
2." DitoManoel Pereira de Sonza.
Fiscal -Francisco F.-rreira Horaaa.
Dr. $iiniiniio Goncalves Se-
OindO para a Europa, envi u nos um canao de
despedidas o S1-. Dr. SigsicuiiJo Antonio Gon-
ealvea,
Muitogratos Mne3n, dejejamos-llu feliz va.
gem e brevo iegresso ao seio de-sua trra na-
tal.
.ara o Sul -Atnanba dever seguir para
a Capitnl Federal, o tr. Dr. Arminio Tavaras
qua em um carta j de visita mandou nos suas
detaadidas.
Agradecidos, rasemos votos para que prosp:-
ros yenlos o con lu iftd ao seu destino.
Asoncia Littcr.tri.i Para essa can-
c-ntua iaa-^'i'iicia de qua gerente o Sr. Leopol-
do Silveira, acabara de chegar as seguintes pu-
blicacOes com exemplares das aaaea fomos g;n-
Ulmente brindados.
O n. 14 do anno 21, da conhccdis3rna revis-
ta midrilena, tA Illustraca H-spanhola e Ame-
ricana, srmpre recorxraendavel, e a Riinha
doa elU'lantes, romanea de Paulo Feval cujo
nome umversalmente co.nboi.ido.
Esta ultima publi.'aca edita la pela conc.-i-
tuada Bibliolboca Econoraie.i de Lisboa.
Bibliotlieca da Unio TTpogra-
phica -Pelo consocio Arthur de Mello loram
oeracidos as aeguintes obras bibliothoca
d'essa sociedade:
Speci nens da Casa Brua's de N ;w York, 5
vol. ricamente ene.
Catalogo da Casa Dubois &. Cottel 1 vol.. Bro-
ch.
Bilelim da Casa Oolliny & C. 1 vol broCi.
Spacimen do Casa John Haddon 1 vol. brooh.
da Casa Pell. Shanhs & C, 1 vol.
Reis, resi len e na cidade de Jaboa'fio, solteircs
e natura-.s deste Estado.
Jos Jerooymo Corresi conrSenhornha Ma-
ra da Concaigao, solteiros, naturaes dagte Es-
tado e resientes na freguez a de Afogados.
O Escrivao do casamenlos da Boa-Vista,
Graca, Pojo e Varzea affiou na reparticao do
registro a ra do imperador n. 41, 1- andar
leditaes de proclamas dasaaaguintej contrabanr
10*1 I
r i r,.L ^* Pnblicaco
Jos Bib-ano Ribeiro de M rilo, residente na
freguez a do Recife, cora Izabel Miria V rlloso
da s>ilveira, resi lente na fregueua da Grata
solteiros.
Harry Joleu M. Cali, cora Ninona Gapitola
Evans, elle residente na Graga, ella na Boa Vis-
ta, sol eros.
COIMNiCADOS
MUSICIAXA
CARLOS GOMES
J sabido que em dias desle mea vamos ter
a honra de serjvisitados pelo grande vulto bra-
zileiro que tanto nos orgulha.
Nao podemos ter melbor oecasiao para, de
viva voz manifestar ao genial componsla qne
tambem no Estado de Pernambaco o seu nome
oceupa o primeiro posto na arte qua elle tao
Dobremente tem sabido engrandecer, aponiando
ao estrangeiro qu; povo brazileiro tem um ar-
tista que a quera o mundo intelro venera.
Para recebir o Ilustre componsla devenios
nos associar, sean fazer distineces de classes, e
orgulhosos mostrar-lhes o quanto o admira-
mos.
A inspectora dos theatros, as distinctas socie-
dades Club Cario Gomes e Atheneu Music.d, a
Imprensa, todos os artistas, ai Exmas. cultiva'
doras daarte musical, a todos os representantes
13 de Malo-O dia de hnntera, aniversa-
rio do grande facto da abolico dos captiros,
o5o passou desappercibido para o< antigoanabo-
licionistns que com tanto ardor e aboagacao
haviam batalhado nesla ento provincia, pala
valisacao deesa luminosa ideia.
Assim que cerca de urna hora da Tarde, em
boni especial e precedido de urna banda de m-
sica, dirigiam se Magdalena aflm de all com
primantarem o emtanle pernambucano conse-
Iheiro Joao Alfedro i orreia da Oliveira, que,
como presidente do Gabinete libertador da 10
de Margo, co3'.iluio-3e a figura principal d'.ssa
gloriosa campanha.
As reparlig6es pnblicas nao deram expe-
diente, conservando noile Iluminadas as res-,
pectivas fachadas.
Tanto estas, como em diversos estabeleci-
menlos particulares, conservou-se duranl* o dia
basteada a bandeira nacional.
O Atheneu Musical, destnela sociedade
d'esta cidade, deu um grande sarao mualcal e
dangante em coramtnoragao, estando a soa se-
de esplndidamente decorada.
| Tambem a Recreativa Juvcnlude, soc;edade
dangante, deu antehontem o seu baile annual
comemoraliv ao mesmo facto.
rbomaz RlbclroTendo-se reun lo a
Colonia onugu^za, domingo 12 do correte,
nos salOes do Gabinete Porlu^uez de Letura,
resolveu promover urna mamfeslag&o a este seu
illustrado compatriota, por occasiSo da sua pas-
sagara por Pernambuco, ficaodo organisada a
soguiate commisso :
Presidente, Vsconde da Silva Loyo.
Secretarios, Joao Vctor da Cruz Alfara, Al-
bino Moreira de Sonsa.
Thesourairo, Commendalor Jos A. Alvares
sendo enia Vogaes :
Amonio J. Barbosa Viaona.
Jos Maia Sobrindo-
Manoel LQpes Ferreira. s,
Antonio Augusto Falcao.
Antonio Feroaodes de Azevado.
Carlos Russel.
Frederico Pinto.
N* aecgao corapJlenla vio 03 convites para
esta fasta. ,__
18 de Maio-0 Sr. Dr. Affonso Costa
digno Prefoito do municipio do Racife acaba de
otciar 4 Inspectora dos lliealros commuiiican-
do que ranndai Iluminar o jardim do Lampo
da Repblica na noute de 1S do correle para
assim soleratusar o 45 aniversario da inuugu-
ragao do Theatro S ,nia Isabel.
Cario* Gome* A proposito da vesiia
qua n'estei das nos far o liu-tro maestro bra-
zileiro Carlos Gomes, equereodo a3sociar-3e as
maniestagOes que sa preparara o Dr. prest
dente da Inspectora.dos lliealros, acaba da de-
rigir ao presidente do disliucto i-lub Carlos Go-
mes, o seguate oiflcio :
Insp ctoria dos ibeatros de Pernambuco,
11 deMao de 1895.
Club Carlos Gomes-
Spaciman
broch.
Specimen da Companhia Typographica do
Brazil, 1 vol. broch.
Spe, imen da Casa Smiths & Yordan Co's.
.5|),-cimen da '.'asa Yarnes Conner's Sons, de
N-w-York, 1 vol. broch.
Revista da Arle de Irapin, par Wiliam M.
Pailn, 1 vol. broch.
Sperimen da Casa Bouchud & Sobrinho 1 vol.
broch.
-Spocimen da Casa p.jucher Frrea 1 vol.
broch.
O Amigo do Typographo (revista) de Kaar-
York, 1 vol. broch.
Composision para prensista, de Van Bibber,
1 vol. broch.
Catalogo da R. Hve &. Coi 1 vol. broch.
Catalogo de Harrild Sons' 1 vol. broch.
Specimt-n da Casa AfFraso Duarle Pernambu-
co 1 vol. b.och.
Stanley no '-oregoj Discurso pelo mesmo, 1
vol. broch.
Panorama da Cidade de Rio, 1 vol. broch.
Vichan, por Min Braddon 1 vol. broch.
O Rei| Miseria, por Paul Sauniere 1 vol. broch
Revista do Instituto Archuologico, ns, 44 e
43 de 189. 1 vol broch.
Colonias ladustnaes, por J.F. Lopes 1 vol.
broch.
Um Trem de Praga, por Ferpes, W. Huno 1
vol. broch.
Pernambuco ao Caar, ,'histori o das festae),
1 vol. broch.
Relatorio do ministro da Viaes, 1 vol. broeh.
Alraanack J. e Mercantil por V. Toledo, 1 vol.
broch.
Im^ressOes de urna viagem por A. A C. 1 vol
broch.
2. Manifest da Faculdada edica da Bahia,
pelo Dr. A. da Fouseca, 1 vol. brocb.
Ciuraes, por P. de gamoid, 1 vol, broch.
Camem'.arios e Obaervages palo Dr. A. Si-
mfjas 1 vol. brocb.
Encyclopediana, 1 vol, broch.
O Testamento por E. M 1 vol. brocb.
Ncleo Colonial Suassuna 1 vol. broc.
O juleu Errante por G. dolpiio 1 vo'.. broch.
Notas avnlsaa pelo r, Tlnago da Fonseca 1
vol. broch.
K Candidatura de J. Nabuco por C. Lopes 1
vol. broch,
Relatorio da Hygiene Publica pelo Dr. R, Gal-
vao 1 vol. broch.
Comenao Internacional 1 vol. broch.
Subsidio Iudu8lrial por R. a. Moreira 1 vol.
broch.
2.' Elgo do Manifest do Professorado e a
Impreng Braatleira pelo Dr. Anselmo.
Vibragos (versos) tradugSo de Vctor Hugo,
l vol. broch.
Discurso do Dr. A. de Lima Freir. 1 vol.
broch.
Poltica Rapublicana (Manifest} 1 vol. broch.
A Propaganda pela Uniao Cvica, 1 vol broch,
Revista Acadmica da Faculdada da Direito
do Recife 1 vol. broch.
Alraanack Administrativo de 1893, 1 vol.
broch.
O crime da Ra Mantaine. por A. Sabr, (Ro-
manea) 1 vol. broch.
Psychologia por B. Rubira, 1 vol- broch.
Msraoria Histrica pelo Dr. Lima Drumond, 1
vol. breoh.
Falculirjde Livre do R'o 1 vol broch.
Libreto do Guarany de Carlo3 Gomas 1 vol.
broch.
Outro de ImigragSo e trabalho 1 vol broch.
Alraanack de Peroambu o de 1879 1 vol.
broch.
O New-York Herald. (Jornal.)
Suiposta violencia
BARRIIIROS
A troupe dcleterla continua a especular inde-
centemente parante a opini&o e os Poderes
Pblicos.
O desracn'.Jo formal as sua3 asseveragOes,
alarmantes nao se f z esperar, e o latego da
verJaie agoitar-'hes as faces anmica, donle
muito fugio o iangu do pudor.
Um Bello Flho, qncise intitula capilSode
oiliva -residente era Barreiros, onde conse-
nhor c rendeiro do en^^nho Tolugal, lembrou-
se de telographar ao Dr. Juiz Saccional e ao
Presidente da Repblica, na qur.lidada de pre-
sidente da commiao do alistara -ato do 21 dis-
tuclo daquelle municipio, denunciando te- sido
esta violentada pela polica.
Pedindi o Dr. Qursior inforraagOes ao honra-
do e enrgico delegado de Barrearos o lente
coronul Francisco Marineo de Paula Lins, esta
aulorilada iranudialamento olficiou todos 03
membros da refeiIda junta, amigos e correli-
gionarios de Bello Filho, e estes ,lno3 cida-
daoa nao deraararara suas resposlas, como
abaixo se v.
Que bonita figura, S-. Bollo Filho ?
Mmtir pirante o publico e o paz para ser-
vir ura partidarirao bastardo e pernicioso,
que nos avilta e degrada,
Ao menos previnisse seus amigos qae assim
o expuzerarn ao desprezo dos bomens de bem
palsnteaado clara e terminantemente a mentira
abjecta de que se tornou echo.
Emende a mao.
Telegratnraas e queixas semelhantes em
grande- numero i-eceber o digno Dr. Juiz Ssc-
cional.
Esta gente perJeu a nog5o do brio.
S. S. deve dar taas queizas o destino d03
oapeis su,03.
Muitos Bellos Filhos ha por abi alm. A
mentira cultivada em toda parte.
Asseguramos S. S que estamos promptos
informar, esraagando a calumnia, sempre que
islo julguo S. 8. necessa io,
Seguera se os documentos :
olegacia aje Polica do municipio de Bar-
reros, em 5 Je Maio de 1895 -Illustre CidadSo
Secretario da cennraissao do alistamento do 2*
di treloPreciso que rae informis, com ur-
gencia, quae3 os oomes do3 membros qua com-
p5era a commisso do alistamento deste dis-
tricto.
O delegado, Francisco Marubo de Paula
Lias.
Illustre Cidadao delegado de polica de Bar-
reiros.Respondo o voseo orScio datado de 5
de Maio no qual me polis que informis quaes
os membros que compOem a comrniaao da
alistaareoto.deste 2- distrcto, e passo a re3-
ponder-vos que sao os seguimos : Cap tao
Jos Francisco Bello Filho, presidente.Anto-
nio Pereira Vianna, secretario .c os snpplentes
nomeados ou eleitos, Pedro Nolasco de Souza,
Manoel Pereira da Abreu e o eleitor Francisco
Alves Pereira.
O referido verdale.
S. Jos da Corda Grande, sede do 2 dis-
trictodo municipio de Barreiros, 5 de Maio de
1895.
O Secretario da commissSo.Antonio Pe-
reira Viaona.
Reconbeco que esta a verdadeira firma do
proprio signatario Antonio Pereira Vianna.
Dou f, em testemunho da verdade.
S3o Jos da Corda Grande, 5 de Maio de
1895.
Eu, escrivio interino do 2- districto do mu-
nicipio de Barreros, Pedro Nolasco de Souza.
Delegacia da policia do municipio da Bar-
reiros, 5 de Maio de 1895.Illm. Sr. Antonio
Vianna membro da commisso do alistamento
do 2 di3trcto. Preciso que V. S. me informe
si a commisso di alistamento de qui faz parta
tem deizado do funecionar porque tena sido
amac/ida de qualquer voleacia por parte da
polica ou da populagao, ou si ao contrario nao
-Via trabalhado por oulros motivos que esla
delegacia descontHce.
Saudee Fraterndade. O deiegido Francisco
Marinho-de Paula Lins.
reos pobresUm nosso asignante re-
metteu-nos a quania de 5S099 para ser distri-
buida por nece8sitado3.
Salisfazendo easo padido, distribuimos a nies-
mi quantla pelas po.-'suidoras dos cartes 0$.
Ilustre cidadao delegado de polica do munici-
pio de Barreiros. Em resposta a vosso ofBcio da
lado de 5 de Maio em qne me pedia informacjs
relativamente aos trabalhos da commissio de
alistamento deste segundo districto, tenbo a in-
forraar-vos que nao tem bavido coaegao da espe-
cie alguraa referida commisso por parte da
polica aqu destacada, nem lao pouco por parta
16, 17,18, 19 e 20. quepoder vir receber de 'da populagao, acbando-se a masma commissio
inSo do nosso administrador a parte correspon-
dente.
O gpnro3o doador pede acada urna das be-
neficiadas um P. N, e A. M. por alma de Mara
A. B. Leal, era.cuja intengao foita a asmla.
Calamento civil-O escrivio dos casa-
menlos que funeciona nos d strictos do Recife
Santo Antonio, S. Ja e Afogados, af&xou na
repartigao do registro dos casamentos ra do ;
de proclama de
tes:
Segunda publicando
Joaquim de Carvalho, v uvo, natural de' Por-
de Bri'o Rosa,
Illm. Sr. presidente do _
Sc;ente que essa illustre corporacao da qual Imperador n. 7o 1- andar edilal de
V. S. murodgno presdanle, tenciona fazer casamento dos^seiiujnteseomrahen
ao grando maestro Carlos Gomas as mais hon-
rosas raanifestagas por oecasiao de sua passa-
gem por esta cap tal, esla Inspectora tem a sa-
tisfagao de por a disposigao de V. S. o Theatro
Santa Isabel para as homenagens de qualquer
genero, que lao digna corporagao deseja rea-
lisar ao notavel artista.
Theatro Santa Isabel Com todo o
esmero tem sido fetos os enaaios da opereta -
Intrigas no Bairroque ser levado a scena
no da 18 do corrente, no espectculo que no
-theatro Sania Isabel se realisa para sole-mniaar
funecionando em seus trabalhos sem a mnima
inlerrupgSo.
S. Jos da Corda Grande sede do 2 districto
de Birreiros, 6 de Maio Je 1835.
O secretario da commissoAatonio Perer*
Viaona.
Reconhego que esta a verdadera firma di
proprio signatario. Antonio Pereira Vianna
Dou f. Em testemunho da verdade.
S. Jos da Corda Grande, 6 de Maio de 1895.
tugal, artista, com Ernestina uc vnv n^,
ofteira, natural deste Es ado, residentes na fre- Eu. escr.vao interino do 2. distnco do nc..
guazia de Afogados. po de Barreiros. Pedro Nolasco de Souza.
Prime'ra publicagao Delegacia de Pocia do municipio de Barrei-
Jo3 Bibiano Ribeiro de Mello, rosdente na K Ui 1QQ:. ,i._alM -h.^sa
fregueza do Recife.com Izabel Mara Vlloao ,ro. etn 8 de Ma, de 19*--"l"tre cidadSo.-
da Silveira, residanie na fregueza da Graga, ( Preciso que me informis si a commisso de
solteiros c naturaes deste Estado. | aii9tamerito de qne fazeis parte,'tem'deizado de
Manoel Luplcino dos Santos, residente na fre- H '
gueiia de Santo Ann o, com Adelia Menai dos funecionar em seus trabalhos porque anna 8
.
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MUTILADO
--------------------------


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Diario de Pernanibueo Terc?a-feira 14 de linio de


rte aualquar violencia por parlada illno. cidadSo delegado de polica do raunici-
polica ou da popolacao. ou se ao contrario nao
tem trabalhado por outros motivos que esta de-
egacia desconhece.
S,ude e fraternidade Ao Ilustre cidadao
rraocisco Alves Pereira, M. D. membro da cora-
iiissao do alistamento do 2." distrieto.
O delegado Francisco Marinho de Paula
L.ins.
Illm. Sr. delegado de polica de Barreiros.
Ein resposta a voseo offlcio tenho a informar-
ns que coacgao alguma por parte da polica loi
eita a commissao de alistaraento #de que sou
membro, nem tao pouco por parte da p^pu-
ksglo.
A polica tem sido nestn povoacao a garanta
3a ordem e da trauquilidade publica.
Assim, qualquer denuncia da ameagas ou vio
l.;ncias a commissao 6 inveridca e cavilosa,
admirando o pouco escrpulo e desfugatez em
afErmar-se o coatrario.
Es'o dadas as inonmc^ que me peds a
cuja verdade giranto e assegur..
Sao Jos da Corda Grande, sede 2 o distnc-
U de Barreiros, 6 de Maio de 1895. O membro
Ja commissao.Francisco Alves Pereira.
Reconozco que e3la a verdadeira firma do
proprio signatario Francisco Alves Pereira, dou
tEm tesle.nunho do verdad*. !
Corda Grande, t de Maio de 1803.
Eu, escrivao interino do 2" distrieto do muni-
cipio de Barreiros, Pedro Nolasco de SuUza.
Delcgacia de polica do municip'o de Bar-
reiros em 5 de Maio de 18'5. Cida.lao-Pn -
siso que me informis M a commissao de alis t|
ment de que fazeis parte lera deixado de func-
cionar por que tenha sido ameajada de qua'-
quer violencia por'parte da polica ou da popu-
lacho, ou se ao contrario nao te^ Irabtilhadu
f.oroutros motivos que eita delegacia desco-
nhece.
Saude e Fraternidade. Ao etaealo Manoel
Pereira de Abreu. M. D. membro da comisao
de alistaraento do 2." distrieto.
O delegado Francisco Marinho de Pu!a
Litis.
Illustre cidado delegado da polica do muni-
:ipio de Barreiros Em resposta a vosso cfficio
Jatado de hoje, tenho a informar-vos que a com-
onssao do alistaraento deste segundo distrieto
lom funecionado todos os das, nao me consia
3ue tenha havido ameajas ou violencias por parle
3a polica, nem da populago, a referida coro-
JilssSo.
S. Jos da Coroa Grande, 5 de Maio de 1895.
O membro da 'commissao Manoel Francisco
!?reira de Abreu.
a verdadeira do pro-
Francisco Pereira de
Reconbeco que esta
p-io signatario, Manoel
Abreu, dou f.
Era testemunho de verdade. S Jos da Cora
Grande, 5 de Mijo de 1895.
Eu, escrivao interino da 2." distrieto de rou-
licipio de Barreiros. Pedro Nolasco.de Souza-
Delegacia de polica do municipio ,"de Barrei-
ios em 5 de Maio de 1895 Cidadao. Preciso
C|ua me informis, com urgencia, si a commissao
(lis alistamenio de que fazeis parte, tem deixado
de funccionar em seus Irabalbos porque tem
i i Jo evadida pela polica destacada oeste dis-
tr.elo, ou si ao contrario nao tem trabalhado per
ccitros motivos que esta delegacia desconhece.
Saude e Fraternidade Ao cidadao Pedro
N.'lasco de Souza, M. D. membro da commissao
ele alistaraento do 2. distrieto
O delegado, Francisco Marinho de Paula Lin;.
mamm
( olaceM le geacres
J*ar* igricuVor
Acucar
l'-mis por 18 kilos. t * *
Oislallsado por 15 kilos 6fte . 6*700
Iliaco,idco.ideai. 3/500 i 00O
Sarxeaos.tlem, dem ZHf i 3*630
Muscavado. idea, dem. iJWi #5
i; uto seceos iJein, Uetn 1H4.1 a U3>9
Grato melado dem, laeao O## a it2tJ
Huame, dem ideu 14/00 a 149*0
Algodo
Nao coatoo negocio.
pi de Daneiro.'.-Em respjsla ao vosso officio
datado da boje, tenho em informar-vos. que a
commissao de allftamento deste segundo dis-
trieto, de quo fago parta como um dos mt rubros,
tem trabalhado todos os das sem a mnima !
terrupgao, nao havendo coacgao nem ameagas
por parte da polica nem da populagao, airado
rateiramente falsa qualquer denuncia ou queizas
por alguem que cavilosamente isto propala.
Eis pois a informac&o que mo cumpre a dar-
vos por ser esta a verdadeira.
S. Jo? da Corda Gran le, seda do 2.' dis-
trieto de Barreiros, 5 de Maio de 189.
O membro da Commissao, Pedro Nolasco de
Souza..
JOBlSPBODfflfl
Algalian* qtaeulo'e'S sobre a by-
potlieca
Passo a publicar as aliegacSe*, com
que sustentei os embargos, qua por parta
dos meus constituintes Ernsto & Leo-
poldo oppaz ao ultimo Aceordao proferi-
do n:s autos de appellaco cornreercial,
em que? os mesmos raeus constitu ates
con.endem cora D. Seahoiiaha Maria
Ferreira e outra.
^Ne-t-es emba-gos, r.lin da urna ques-
tao de simulaos que presumo prevaia,
discuti divrrsas outras questS-'s purr.-
m-nte de direito, que si prondum ins-
t;tucao da hyp)thec conveacional.
Nao p.->rtanto, s o direito em lypo
these dos mous constituimos, que est em
cansa : o proprio d.reito eui theie ; a
garanta asma da hypotlieca que julg
ameaca a da aniquilaraento pela deciafta
embargada, da cuja reforma, alias, nem
um so' momento duv.do diaate da inte-
irridade intellectual e moral dos illustras
julgadoros.
IJ'ahi o interesse que pens ter a dis-
cussao por mira sustentada e para a qual,
sem a miaima pr;occupaco de vaidade
chamo a attenco de todos os horuens
competentes na materia.
E' um daver de solidariedada s:ientifi-
ca e at de patriotismo da parte dos que
professam a nobre sciencia do direito
contribuir para qua se firmara as mas
importantes instituteoes jurdicas e apu-
re-se a verdade do direito nos certanens
judiciario?.
A raissao dos tribunaes nao outr. sa-
no fazer justica e tazer justiga b:m
applicar a lei ao factos quo ro levados
ao seu c nhecimento.
Para o desempenho deisa elevada mis
s5o todos os meios de esclarecim n'.o, to-
do o concurso da explanacao do diroito
pelos seus mais auctjrisados cultires,
nunca sSo dermis, era se podem consi-
derar iccabidos.
E' por pensar assim que trago & pub-
cidade as minhas allegares e provoco a
critica bam i .tencionada, a critica de boa
, para as solucoes que offareco as ques-
torB por mim explanadas no meu modesto,
mas consciencioso trabalho.
Depoia da publicado das miabas alie
gagSes e dos magistiaes pareceres a que
nellaa me rtfiro, farei sobre o assumpto
novas consideraste e darei publicida-
de muitos outros pareceres sobre as solu
c5es das al ludidas questOi- no intuito de
projectar sobra a procedencia dessas solu-
ges tanta luz, que a torna visivel aos
proprios cegos de espirito.
Aos peiores cegjs, que sao os que iui<
quercm ver, si possivel admittil-os em
urna qnestode doutrina jurdica, a estes
nao me dirijo porque nao ha luz poss vel
para ellas.
Seguem se as allegaces.
Recife, 12 de Novembro de 1895.
Jos Vicente Meira VasconceUws.
A|>ielliit'4to Commereial n.
1194
embargantesErnesto Leopoldo,
EMBARGADAS D. SENHORINHa MaRIA
Ferreira e outra.
Relator o Exm. Sr. Dr Galvao
(ES'JRIVAOJovino Cunha)
ALLEGACES D33 EMBARGANTES
EM SUSTENTACAO DOS EMBARGOS A
FLS. i 57
O Venerando AccorJao embargado a
fls. 151 v proferido contra o voto da um
ilos tres jiilgadoras que o assiganvira,
attentou, segundo, cora a devida vena,
fnrm.arD.js nos embargos a fl. 157, nao
s contra a prova dos autos, como tam-
ben contra as mais expressas d8posic~sa
de lei, contra os pr ncipio de direito e a
dourinv do3 mais abalisads escriptores,
pel q le esta a exigir prompta refor :;a.
l'a Embargantes difBoilinente compre-
liendem como os dons julga lores, tao iu-
tregos e 1 mrados, qua rmaratn a da-
cisSo emba-gada, desconheceram o direi-
to mascul', palpitante, inaupplantav-'l,
que nos presantes autos Ib s asiiste con-
tra &i Embargadas.
E' o ciso de dizar sa : quandjque bo
us dormitat Homerus.
Os Horneros da magistratura tambera
dormitam.
Fv'Sti, porrn, aos Enbarg ntes a con-
fianza na rectidlo e probidada dos ve
ne andos julgadires, que foram votus
vencedores do Aceord.to da fls 151 v., e
por isso acreditara '('e, apercebi-lo do
erro involuntirio em que cahiram, esses
lustrea julgaiores navo h-'sitarSo um s
momento em einenlal-o e n vez de [,er-
severarera nelle.
Os Embargante1, tendo de entrar na
raais cabal diinanstrac&o da s:us embar-
gos a fls. 157, desda ja pedem descilpa
da fazal-o cora al.-umi extansao; por-
<4ne ab'ira oexigara o interesse que li-
gam defezi de sen direito e a naces-i
dade de restab-le^er era toda a sua luz
esse direito, infal z-nente, tao obscureci-
do pel's juridic .8 fundara ratos do Accor-
dSo da fls. 151 v.
Ante?, porra, de encetar essa doraons-
tracao, passari 03 meamos Embargantes
a CaieT urna resenha dos uil 1 IJo funda
mentos do v neranlo Acordio embarga-
do a fira da maltior e ma i raatbodica-
menta refutal-s.
L6-se no Accordlo a fl^. 151 v :
t 1.* R cebera os embargos da fls
133, attenta a procedencia das njvas
allegaces das Embargantes (actu-l-
< mente Iv.nb rgad-s) fundidas nosarts.
862 e 88b* do Cod. do Cooamarcio para
reforraarera o Accordio embargado e n-.:-
garern a appallajio interposta da s:nteu-
ca da fls. 83 qu confiraiara
S5es das Embargadas a fls. 143 e est is cado e que, por tanto no caso denlo
por sua vez fazam grande cabedal para sel-o, perca o direite de excutir o me3mo
i.
O o
o predio f ji vendido as
^actualmente Embargadas)
Pr.iuanto mostram os autos que
Embargantes
em laiUo
publico auctorisado palo juiz da fal-
ce lencia de Falix Gomes Coimbra e feito
t cora as solemnidades le^aes na confor-
< midade dj citado art. 8 2 e nasta
condi^oes embora hypothecado pelo
c fallido aos Embargados (actualm nta
[ynbargantas) passou livra par* o do-
minio e posse das Embargantes (pro-
oente nente Embargadas), Cons:lid
ci das leis Civw art. 1296 1.-, fi-
* can lo quelles o direito de aiercerem
* seu privilegio sobre o producto dassa
venda, como disp3a o art 8S6 do Cod.
citado >
tS.* Po3 que a venda devia apazir d'iiBo
t effactuar-se por forja da lei, a qual
a sua argumentado dos ans. 862, 885,
873, 876 II e 880 do Cdigo Commer-
eial.
O art 862 dispoj o segainta :
Os administradores da quebra sem
necosidaJe de outro qualquer titul>
mais que a acta do contracto da unioo
e independenta de sudiencia do fallido
procedem a venda de todos oj seus
bens, ofT^itos e m;rcadori..s, quilquer
que seja a sua especie, e a lijuida;o
de suao dividas acti-as e passivas. A
venda sjr fata em leilao publico, pre-
cedendo auctorisaco do ju.z corara ssa-
cario e comas solemnidades da lei.
Eis o qua d3p5e o art. 8S6 : Os
ce l)i03 hypothacarios a reipaito dos
qoaea sa 1 o ler c ntes'ajo, ou que
teaaara obtido -ntenja, serio embol-
sados palo producto da v*nda dos ban3
iiyp jthecado ; a sobra, havendo-a,
entra na massa e pola falta ou difieren
t ca concorrem em rateio com os credo-
res cbirograpbarios.
O a t. 873 assim se exprime:
O credores do fallido ser) dascri-
ptos em quatro relajas dist;netas, sa-
1 gundo a u.turez* do. seus ttulos ; na
primeira serio lanfjdos os credores
ae domiio, na segunda os credores
priv.bg ados, na terceira os creioras
com bypotheca, e na qtarta os cre-
dores simples ou chirog.apharios.
O art. 876 II diapos : 'o credores
privilegiados aquellas, cujos dbitos
proceder m da despezas -3 custa.s da
ailrainis r&cSo da casa fallida, tendo
sid feitas com a devida autorisajAo.
O art. 8S0 disp5e o seguate : O
credoi-es preferera un aos outros p-:la
ordera em que ficam olassificados o ua
m ama classe pela ordara da sua 1111 ..c
ros^".
'osja* differentes disp)8:co33 eonclui-
rara u Erabarg das: Io que a casa sita
ra Imperial, sob n. 157, e bypothe-
cada aoi Embargantes, fo muito legti-
mamente vendida era leilo a requer-
ment do curador fical di massi fallida
dd Fslix Gomes Coimbra e que em virtu io
d'ea venda os nnsmos Erabirgantes.
credores hypothacarios do dita mas-a,
com bypotheca aa reierida casa, fiatram
sonuntc como direito de serem pagospre-
ferenciabneutepelo producto da aludida
casa, p;rdendo, poriaato, no cis> da na
o serera.'o direito de t-xcutiri'm a mesraa
casa para o seu p credores privilegiado.-*, que sio da segun-
da c'ane, preferam aos hypothecario* que
sSo Ja terceira, e que, port. n'.o, os cred -
res da despezas e custas da fllenla, que
sao da segunda classe, preferam aos era-
dores h ,'pi(hecarios ; 3." qua tilo verla-
dira a interpretado dada por ellas
Embargadas s citadas disposicos do Co 1.
C 111 narcial que o Dacreto n. 017 de 24
de Outubro de 1893 em certas disposico-;s
to;*nou mais explcitas aquellas, como,
por exarapl', no cas. em que, tratando
da preferencia entre credores, dispoz no
art. 67 : Sio credores da massa o serio
pagos da preferencia a todos e ouaes
< quer outros, os de despezas, salarios
custae, honorarios, etc., referentes a
arrecadacao, administracao e distribu-
ocao da massa
A n&o ser a competencia do Juiz do
Coramtrcio para, em proce-sso da fallan-
ca, auctorisar a venda era leilao do pre-
dio hypothecado, todas as mais conc'u-
soes das Embarga as as allegages, a
c neste caso garante o direito do credor que se refere o Acrda ei.bargdo o
hypothecario com a providencia estabe-
c lecida no art. 888 do Cdigo.
Como se v dos trechos que acabara de
ser transcriptos do Accordio embargado,
o Io dos fundamentos em qua so apoia o
mesmo Acordao encontra-se naa allega-
.ll*f
;- pipa da 480 litros 2234 venia.
Agaaralnate
Por pipa <1e 480 litros 1304 ?eod.
Cvnrst '
Seceos salgados aa Dase de 12 kilos 82) rts
nMa.
Verdes > 840 ri?, ooolaal.
Caraauba.
. 'Jot-se de i3t 354000 por 15 klioo.
M
Por (004000 nominal.
Imporfaco
H.mbargo e Lsboa. vapor atlemao c^iranaa;-
: ea ralo 00 do a Bjrt'.elman C.
Carga de Htmburgo
Amostras 33 totumes a diversoR.
Agaamineral 50 caisas aC. BjriaeC-,50
s branles e C.
Arrot 50 saceos a C L ma e C.
jiots 1 caiit a ordem.
Loaros 2 csixaa a A. P. de Aievefo a C, i a
II S Prnco.
Jt 5 gradea a ord.m 22 a Comoantoia de
IMiva.
Cevada 21 barricas a rrdem.
Coadelro 3 caixas a Bipiitu Ferrei-a e C
Ei a ordem.
Ca vrja 10 cixas al. S. Amiral, SO a i>-
(ic 110 Pereira de Ca valoo e C. 2 a a. R. Soa
es, 35 a C L?oj03 e C-, 20 a B ?ga e o., 5
1 E Kaotba k.
Galfiados 1 callao a Par-eira Birbiss e C, 3
i, A. Cros e C, 1 a J. L. de Oliveira.
Caoservas 4 cdits* a l. B .ra e t.
C'kvoa daloJii 10 airccsaComp^abia A'- E<
I vi.
Cognac I caixa aA.lt. Soa-e'.
Capsplai de neUi 2 caixas a ordem.
Cnaro: 2 caixas a ordem. 3 > A. P'nad !e
eC, 1 a R phaelDaseC 2 a Maood Licio e
Braga.
Drogas 2 volanes a GalmarSes B-aga eC.,1
1 Aiev.'do e Meidooc, 1 ordem.
Eata'OM4caiusae8Ctlt iMtiCaai: .
Est rcpan 2 calxt! a ordeao.
F.o 5 volamei a ordeno.
Ferrageoa 6 'a xa> a C HaH da; e C, 1 a J.
ds Sactos O ifntra, 3 a a. i.jCar/aih.1 e C 23t
1 Mtranda e S ca, 5 a B-ag e Cae r 3 a Al-
bino Filia e t., 5 a ordem. 32 a Perroira Gn
maraes eC, la Manoel C I afis eC.,1 iN
Eoosec, 2 a Vianna Cutro eC-
11 i-moni;u 3 ca x>s a Mo ei CjII ) e C.
Jone 1 cana a J. K'i'i* e C-
Kan ugu 6 o ni a C moaunia de Et iva.
Mwmore ( c ta a Silteira Floto e C.
M en as 1 caixa a o'-em.
1) as ue costera 6 yoiumjs a P. ente Vsoq
*C
Movis 9 calas a S Ival' Plato eC.,lsJ.
Goerreiro, i4 a o oeji. 2 a T. B .oiira Ki
iro.
Mjrcado*ias5 volomea 1 P eille < C 7 a P.
B. Crls. 2 i Parete Viaoni e C 26 a ordem,
7 j T. Jas- 3 '.. B.r* e C, 2 a Manoel Cot-
laco e C, 5 l N. Foo895 eC, 5 a A. Peroao
le e t, 1 a Norooba e t 7 a A. de Aodraae,
2 a A. f. di Silva eC,l a J. S. de M-il'>. 5 4
J. C. de Albaqoerque M -lio, 5 a J. C de Abo
q if-r iu: M-llo, 1 a B. Uw lea. 1 a Morir e
C, 5 a I N. da Pousica, 2 t t. L. M Ramo*.
1 a A. D. de L-ma, 2 a J. O.as Moretj, 9 a J .
deS. Mell-, I a A. R. Soares, ladrare*
iirdO'o et.. 8 a Brag e CiStro, 5 a M>x D e-
nler. 2 Jaita D .derlel", 3 Mna e S la. 1 a
Cimpos e I-raaod. lata. N aseo, 1 a J. C.
1. Mello, i escalaJPrel Caneos, 1 Ja. Di*
Morara e C, 4 a Parate Viaooa e C, I a P. te
S. M'llo. 1 a Compaobta 11 'aairial de naoeos,
2 a Gomes de Mattos I-maoS.
O^jeclos para cbacos de sol i caixas a Joi
Frrreira eC.
Piocel 1 caixi a ordam, 1 a Viat)9a Castro
eC.
Piano 1 caixao a F J. i* Bi ros.
Paral 8 'a-dos a C. Lima e C-. 2> a Pereira de
Parus e C, 1 a A- Peraodes e C. 27 a Ateve-
!o e C, 4 a Per-ei-a Brboaa e C. li) e 17 cal-
km a ordem, la J. S. Agota-, 10 a Parete
Vanos e C-
Oito de imprfSjo 15 (arlos a Manoel Figoei
roa ds Paria e Pilos.
Oro da embraibo 500 fardos a Compaobia de
gilva.
Paraflnas 3 caixas a A. D. do Sintos.
P.mentas di ludia 10 sic-.os a Compaobia de
Eaiv .
Pno'pftoros 5 etix5:s a J. P. Salsa, 50 a -oa>
oanbla d1 Estiva.
Qieljos 2ii a Affinao Tabo-da, 5 a C. Borxa
s C.
Soda 1 barrica a ordem.
Tintas 50 bar;leas a Compaahia de D,-o-
gs.
Tecidrs 2 ra xas a J. L. TVixetra. 2 a F. de
Arefedoe C, 2 a Prente Viaona e C, 7 a Pe
reir e Magalcaas, 3 a A. da Brillo e C, 1 a
MullereC,la A. Vi aira a t., 4 a Be^oet e
G.,6a ordem, 2 1 Parate Vianna e C, 2 a
Manoel da Caaa Lobo. I a A. I.op js e t, 2 a
CoocalfesCaana e t. 1 a A. Amorim a C, I a
L. Mala e t 1 a A. Lo>*' e C 2 a N. Mala e
C. 1 a O. Cimpose C. 1 i J. de S. MjIIo, 3 a
Minado e Pereira, 5 0. Jordio eC.laA
t. e Irmop.
^Vidroa 1 da & Soota, 5 a A. Gome? & t, u a ordeno.
Viln 3 caixa a C Ba sa & C.
Carga de Lisboa
Atete 30 caixia a Francisco R. Pinto Guiraa-
rttf.
I.ta!a 100 caixao a B Mirtina rte Barrrs, 100
t Companhla de Kbtira, 50 a eider.
Cbolas 250 calas a Compaobia de Estiva, 50
a Pereira Rodrigue' C
Sardinbrs 30 -aixsa a Compaobia de Estiva.
Viobo 10 p pai A mesma.
Hamborgo, barca nornegaenae lorgbllrj,
entra o em 5 do corete consigna io a Joao
.e Aqoino Fonseca.
rame 200 ruiu.- a '. C>i.
Ale -Su i-i barra a odam.
Borra d ierro 43 1 & A. P. da Si!*', 808 a
Re S an'.
C mei o 3!0 rriCis a J. de Miedo, 2:5 a J
i, .v : 1 Suva. 350 a A de Cirva 00 & C 150 a
Miran la & S ma, 1,100 a A. Pinto da S Iva, 15
* neis & Sanio.
Capsula I cala a Ma'e'ra A C.
Cer?ejt 13 1 caun a crieru, i0 a L pes Alce-
0 &, 0 30 a Pereira de Carvaloo C 25 a /.
8. Cravoa da lo lia 3 aac: s a Ferreira Rodrigos
4 Comp.*
Caoella 5 caixas a C Lsm & C.
Cnapis <~e ferro 19) ordem.
Esujletas 2 caixas a Pannte Vi na & C.
F< gi artifliaes 5 caixai a A. J de C*>v*iho.
Francos varios 30) canas ordem, 1 291 a
t. A. V. L'Qdao, 021 a B. Frere & t, K 8 t 8
tradea < Bores & C.
G r-ale< 500 a C. L*mos 4 C, S10 a Cimpa-
obia de Estiva, 15l a Malei'S & C
G-oeb-s 50 caixas a Ferreira Rodrigues de C
59 i ordem
Lo 1 ICO ar ales a Jaaqoim F.-rrelra de Ccr-
ratno & U, 4) a M. Cardcto & C.
Madeira d* r>iabo 1,000 prancbes i ord-m.
100 laboas ao D.-. Francisco do Reg Barros de
Laceria.
Papel 17 kVdos a J. R. J. da Silva, 2 a Com
paobla de E<'l 1, 20 a Ferreira Rodrigues de C.
20 i Joaqoim Ferreira de Carvalbo A C.
O to de emn olbo. 1,0(0 pasotra a Joaqaim
Ferrel* fe Camino A C, 30 a Lopes Albeiro
t C, 49 a G .ucalves Roa Feroindes Jolln & C, 515 a Baltbaaar Mia
inaes & t, 2 0a C. Lemoa & t 511 a Costa
L'ioa & C
Phosoboros 20 caixOes a Figaeiredo Costa &
0., 5 a Go calves Rosa & Damiagoes, 10 a B.
M. da S Iva, 5 a Feroacd^a Joiifto & t, 15 s
Ferreira Rjd igoes A C. 30 a Compaonia ae S--
fv, 5 a C. Lemos & C, 10 a V. A S Iva, 2)
loaqaim Ferre a de Camino de t, 10 a Pcrel-
relra de Csrvalh.i & C, 5 a P. reir de Farlt <*
C. 10 a 1. F. Salja. 5 a Baltbatar Magalbae. &
t, 5 a Fa- aades JallSo & C.
P'egos 15 nirricas a ordem.
Pm-Dl" 10 soceos a C, Lemos & C.
Velas (0 caixas k ordem.
Mercado unuic-ipai dea. Jos
O movimento desie mercado ao da 11 de Maio
(ot o segointe *
Entrsram :
41 bois pesando 7 016 kilos
410 kilos de peixe a 10 re. 8*2 0
9 compart. com manscosa 100 n. 490 >
5 ditos com camares r 100 rs. 4500
27 l/ columnas a 600 rs. 1642'X-
2 carga com gallinbas a 500 rs. 14000
9 eassnaes com gallinbas a 300 rs. 24700
2 cargas com mtlbo verde a 300 rs. 400
2 carga com amendolm a 300 t'uo
3 carga com batatas a 300 rs. 900
3 cargas com macacbeiras a 309 rs. 4900
4 cargas com laraajaa a 300 ra. 14209
6 cargas com diversas a 300 rs, 1800
40 cargas com farnba a 200 rs. 84000
6 cargas com milho aeren a 200 rs. i;290
5 carg'as com fejao a 200 rs. UOtO
67 lagares a 200 rs. IMiO)
40 Sumos a 200 rs. 840L0
12 corap. con doioeiroa a 14000 124000
9 eomp. com stiad-ot a 700 ra. 64300
9 comp. com fressor. a >00 s. 54400
3i comp. com comidaa a 70o ra. 134800
"5 comp. com (axeodas a 600 rs.
que forano por este adip adas, si) filsas
e improcedentes.
Do dispoato no art. 88 i n'io se pida
concluir que o credor hypotb.ecario s
fique com o direito de preferancialmente
pagar-se pelo producto do bara hypotne-
aa
49 :otnp. com verduras a 3<>0 rs
83 comp. com farioba a 4/X) -s.
52 comp. '.um tainos a 24000
Rdudimenlo do da 1 a 10
14*700
341000
104*000
3i43'K
3 0.04700
3.32340(0
Grecos do dta :
Carne veide de 2X) a 14100 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14200 dem.
Ca-oeiro de 14000 a 14200 dem.
Faricns de 700 a 14500 rs. a cala.
Mtlbo de 630 a 700 ra. a cada.
Feliao 1 e 14500 a 34030 a caa.
Parraba por coota da liunaacla de 1* q lau-
darte 14 00
O ta de 2' qaal.dade 4900
Fei]ao 14-OJ
avos eaperadoa
Rio de Jaoeiro
Birca porlogoea Mane Emilia.
Ue elou
dagar ragle Risg.
Lavar ujroeao-iise Nioi.
Esoaoa :Mema Guaina.
Lanar portauoei Muiabo VII.
Lagar oraiileiro Z-qatoba.
Paajiij bespaobol Riymaodo.
De Montevideo
Barca noroegacnse Macalsster.
De Terra Nova
Logar iogle Rosloa.
De CardiU
Barja noraegaeose Malea.
Bjcca inglea Bristol.
De Hamborgo
Barca allema Cari Botn.
P..t.cDo uoruegoeese Elisa.
De Londres
Lagar ingle Faony.
Harca nornegaenae Gyda.
De Liverpool
Barca noruega TborgDj.
Vaporea a entrar
Mea de Maio
E viraa, da Europa, boje.
B i:rbo' do norte, bije.
Viilf. do sol, boje.
jlye. da Eu-opa, a 15.
Algoac, do sal, a 16.
-Espirito Saato, do norte, a 16.
Desterro, do sal, a 16..
Lis Palixas do sol a 17.
Villa de Rosario, da Earopa, a 17.
cHere'tes do ral, a 2 .
Actor, de Liverpool, a 21.
8-itaoia, da Earopa, a 25.
B-axIl. do norte, a 25.
Migdaleoa, do sol, a 25.
Miraba--, do sal, a 26.
Tamar, ua Earopa, a 2'.
Danabe. d Earopa a 3).
Taparea a aaklr
Mez de Maie
R. G. do S jl e se., *Bellareoa>, 14, il 4 b.
Aracuj e me, S. FrancUca. 14, s 4 bofas,
Liverpool, BourDon, 44, Se 4 doras.
Boeaii Ayrea e es:., C y e, 15. s 2 boras.
Hsrre directo, Vil a de Ceart, 16, s 4 boras.
Maaaa e esc, Ai^gis? 17, sS oras.
Rio e ec., tEsiir ta Saotc 17, s 5 borar|
434000'nova e esc, Las PaUai>, 17, is I boras.
ciocalidade e com bons fundamentos de-
monstra a razSo desta.
No pense o seu autor que nos somos
egostas, ou que eserevem s pro dromo
nostra. No, d que nos qtn:ivu-;.s que
o brfm saja para todos e ui^ para ortos
e deterraiaadas eleitos "da Providencia.
Nos nUo pretendemos que os nossoa com-
panheiros sejara prejudicados, e sira pu-
gnarraos afira da aue nao fijiiemos.no os-
tracismo.
Seria a mais terrivel das d O autor do artigo cuja epigFflpfafl ci-
ma citamos, se bem que defenda r. nossa
Classe, aiira-uos a um caminho pseabro-
bem para seu pagamento
Si assim fotSB, a que fijara reduzido o
dtrrilo de sequela iutiereute bypo-
theca ?
direito de sequela, no diz-r de La-
fayette o de tod is os escriptofes, c.onsti-
tue a propria essenc.a di bypotheca e
era virtude d'elle que a hypotheca acora-
oanha o iminovel reas mdtaijSea por que
pasaa e subste-to aempra ora sou pleno vi-
gor, era quanto nao so extingue por al-
gum dos modos la,aes, d* m-meira que o
credor hypotin.-cario, eu qtinnt > nao
umr*. tem o direito dj petfhorar o iiHmo-|or
. so o ua parciaadaae. :sto us r.s s de-
vol era pnler de 011: n quer que o dte- r. i._ / .. ,, ,
, ,r. ^ ^ renaemoi a ariuelles a quera o Drotecto
uhae defamo raalar era F^ P*'^ favorece com i angaicntl de 25 0-0 noi
BOU }8gam _n .-L.ri.yo ta, .rcito das S(nH vencilent S-5 '^
b^'Ajk 1, Nao aodou bem av ado, parmitt-noi
E se etleitidM liyp tueca nao desappt- f1- ._.__ __. M i
, Jr, r,1 dizr, avancou uma propjsic-Ao u:n oouco
ra", sara que a hypolheca tema tarab)iu oci_.,4at r L k >-j^
deappareci'l>), poriaanto nao sa com c ,,', ,i,f.,., ,. ,.
prehende.,y(j.;th e sem o eiloito da ee- MblS ntZ. fancclon,MM
ql.ela.-DJr.;,tJll, "ou.s da Droit b'ran- Pr'f ^ ^ quer que ,,-j.i a ua ctuego^
c.-,tora. 19, n 218 Oqua'qaeremos proiar qv* entre
No cttado art. B8b, n,ra era qualo.u-r n6s existe grande diffLn9a da veiiracn
oatro do tjjd v.omra--:rc;al ou da outra l-;i, tnm -.utjl--^ v ,
tos, relativamente ao carero ao cada um.
se encontra uraa so palavra, da qual se. ,, a
., f '-'ra. o augraento da 2o 0; 1 ao empre-
poa coneluir que a liypo.l..ca M ta- ^ / ^^ --,
gua pelo tacto da venia di bem h;po.h-- *g, graadJa soonaa que
cado era processo da Wleacia, antas de na ein rtc0 d Carn4b
pago o respactiv credor pelo producto
do me sino btn, at onde possa elle
v j- ai- 1 V^ii. mulla drffer^nca e n'istj e a erri-
Ao eaatnraa disso Jas dispiwcSe. daa tll rt da uV
nrts. 8 2 II, 833 e de outr ,s, sa ev, be- Ncm) p> hgta ,
ca cae a aypathaea antas da paga man- E- neste t0 f toma:IirjS a08 ^
tera-se em sou rate.ro ,g aa h/potbe-e ljr(H a arJ,^ m J^
de talencia, uraa v. z qua os credores by- _\>-li) t
pjthacarioo Q&o totuara parte as delibe-
rac9'-s relativas coaoirdata, ca;-j en
que esta uio ohsigatora para ellos
Era fim nunca bou ve quem P^- trr qulo juato^'o "a
desee que, aaguodo a aa*a lagulaaa, pacoaios de accordo
a talleucia sfja uraa caos* da BXtiaecao
da hypotheca.
A signatarios dos parecer* untos, resposta, ^ j
ao 1.* quaaito.
E' sabido qui, do accordo cora o art.
24', 6.". n. 4
na era taco
t nto nao se da com o
p'r.tebe para raaid de
Vni
se iba addicio-
actual. Oatro
em pregado que
moa as precisas habilita goes
para .e ura modo claro provarmos que
a&o somos pretaaciosos, muito embora
SjanLus tidos por utopistas. Paramos-
nos.i'0 appdllo o que
c m o Justitia
transcri'.vemo.j aqui ura tpico dn-et ar-
tigo quo coudrraa o qua vijco de di-
isiu nao quer dizar, pir r, que o
[empregado de ordenado inferior nao te-
'laaajus ao atigraent't prsjectado; nao
, tem, o tem muito .os nitigufm inelhor
robldoLod. Ciraraerc.u ciija d.soosicao, d |I3 n0J ,e 0 g ^^ a (J anpart, .deot.ca do art. 8Sb, era Lu, iada e da vJa j fa
applicarel ao_c,-ed)r hypothecario |iufi.., dfJ commerc0
.1,. K-
3 t-J ?, o art.
J1
< que especulando com
Poisbara brlalo da Mendone a.-l bVo abu.a de nossos'recursos peen-
sen Dimito hyp -thecanu do BraxiU, Ut.. n!iri03> cweieaM de t0(los os obit cu8 da
IV. pag_ 13^, com neniando o raesmo; uma crig(4 filianceir,.
o roesmo
art. 2ii) da citado l-"g. e tirando d'elle
Consecuencias, diz o
1
or ventura
pensa ia o Justitia
que nos eramos um.
(jaiba? Suim quinqu tribuere.
V! este o aoaao pausaraento
Justitia taxa-uos da irreflectidos,
d tfarautas
galota.:
6.a Nos sobr ditos casos do fallencia
e id-olvab h 11 le :
I I' appl.caval ao credor hypi- po^uaTp^lauY.raTs Trojecw 7^a'ra-
di^pisicao do art. 881 do .' r J f
a dtsp 1S19C
Uoraraarcio
e era nota ac-
thecario
Cod. do
crasc^nta :
U nrt. 8S1 do Coi. do Coraraercio
diz: Ni) se oTaracendo duvidas so-
prenaa
Enitianto 01 illu tre congre3 istao;
trillinrara no cam'tnbo do bam, larlo eera-
pre o n) o:applau of uraa vez qua ve
raoi nelle i o verdadairo* defeu oro--, Da-
_ i no
< ne.o sobra os privilegios (a-t. 87d),o, Ag-ard rao-a d, cu, o do proiacto na,
< j.iiz commiaaano po lera mandar atttr*-j dlia c,mara-. cadio de eperanca da tUa
gr logo a eoosa nos pn.ne.ros _aos| Datcla-t;n. nornue os illu t
bra os adufes de domiuio (art. 874), .j, -]ao de n0l0, direit!)
segundjs a importancia reclamada.
Assim, p>is, a divida byp tbecaria ser
iawaadiataaidnte paga, sob pena de ser
excutid) o iimnwcl hypothecado para
pagamente do credor hypjtliecario.
iist visto, pas, que di tacto da ter o
Credor hypo>heeario o direito de pagar e
na fallencia prefe encialmeute pelo prj-
ducto do bem hypo'hecado, nella vendido,
nao se segu que, nao sendo pago, n3o
possa ella excutir o Otssmo bara do poder
de quora quor que o baja adquirido afira
de tornar efectivo o asa pagamento.
(Contina)
Recife, 17 Je Favere!ro de 1895.
O advogado,
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
SFO T
l'r.jJi ': ra;s auicioo
li* -urri la
II .1 coo o pr. 'o do Lacea no d ilcito -oa A (e-<:o :'si-..; a ii.). 11.
a ca a da) apostas revistreo a cirrn'av&o de
4 938 poi-l-, na impon.n -la a J:69040J0.
.No so telu a orla ooDlIla plnntaSi, qoe
cOi.stl ul-' a prenda ir t. a o pcD.C-, sanio
a qnm*To 9.1G6-
E 1 o "; mt ni das 1 arr 1 -as :
i. p.rfO-830 o.e.r.Mp-ea.1.1 Jo04000--Yen.-
;edor eoj 65" fia'o, j rk y J. MVceino. 64 k
tos, diodo a peni ei) 1 o titfQ) e ei i IU409
Saraa^ca 2 pareo -90) metraspremio S5040C0. Ni
corren tsle pareo.
3.* parei-90J aielro Premio 1304000-Vei -
cedur em 67" Dictador, |ni.v J. M.'clino, 4
kilos, danu. a poule em 1. 1(4200 e em 2.
74IU U.laoee fna f SitiOJ.
4. pa-eo1.30'J meTO^-Premio 30O4C03-
VaceJor 9. IIjI"-, jo-key J. *arceli o, St
kilos, d.niu apoaia r-m 1/ 7410 em 1 6470u
Ma cutio em 2.* 649 0-
5.* pareo1.61)9 in-tros (han ira;) Preaai-
5UU4000-'enceior en 2)' Tudo-, |u k-y 4o
to no. 40 k'l ', danoo a pni-- pm i.* ; iiou -
em 1J459C NO-oj em 2. 84700.
6. pareo-9 >0 raptosPremios 25J4000 -
V"e.)Cedor em 71" dugo, jockey O.ympio 54
kt'o' aao'li) a p-ot.i m l. 284J00, e em i
14200 Giieoo em 2 94000.
7. areo-1.30 mtl-oj-Premio 300400J-
V-nc dor e& 103" k!aor. jotk y J. M ice 10
52 kilos, dando a poulrt eu i.' 80 a im 2"
74500 Tod 1 em 2. 948'0.
8." oareol 050 aai o ( sid ap) Pr-mc
30O4OUO-Veucedur am 71'' Gp-y inck ySe;e-
rmo. 73 ti 01, daoJo a nonie em l. 9,38J e..
2. B4708 Goaymai em 2. 6410-3.
Derby-Club de l'ernanabuco
Emera-.-e boje a io c u> o a* a c r da d.
ralo ca E-tra ia 00 nomiogo rr>xlmo.
COKRI-JA EHTR.\()R01N\rI.4
O P tdj Pernambiiouo reaoueo, segando co
inljTcam acque-rera ped lo ds etopregno.-
ds osa dis eposai conceoendo-lh s oa corr
da em eo beueti la.
Pa-a esse Qm a::i..-se designarlo o dia 13 d-
Jdono p-'-x'mo.
0 1 RINDE DO TRAD) PERNlUBU'A^O
En o-sraftor do n 9 266 em ooe sahia
nrenda qoe o Prado Pe-a Ua aao oLTarerea acs
i'.o.cu reute.; a sne cornil ue domiogo aitim-, o
Sr. Ped-o Lies C.valtante essa, a quem por
cousegointe coabe o mcj brtme.
SlBL^fOSi A PEDIDO
pat.agem, porque oo illu tre
ta- tera por phar I bem da patria, e
o E .ra Sr. Dr. G vemad r .agrara
c uo a ua tau"cl e te 'pr jeep.
________
A' Cil.'.1 Ir:i -i,'- ;
A c(j:ii.)iissao Ejecutiva das fes-
tas a Thomas fibeiro, convida to-
du-^ os sus compatriotas, a com-
parecerem amanha i i do corrate,
das ( da tardo s !) da noite,
fortugu
O Cougresso
Sentimos hontem um immenso prazer,
quando lemos as columnas deste judi-
C9S0 Diario um artigo 60b a epigraphe
Cmara dos Deputados e nao pode
rnos de maneira alguma furtar-nos a dar-
lbes os nossos emboras.
O sea actor ainda que um pouco recelo-
so de que o projecto passa tal qual elle
se achak levantou a baodeira da propor*
no^ saloes do Gabinete
da Lcitura aim, de subscreve*
rem a mensagem que a Colonia re-
solveu dirigi aquelle eminente
homem de letras.
Recite 13 de Maio de 1895.
Os Secretarios,
Albino Morcira de Souza.
Joao Vctor da Cruz A /farra.
Thotaanz Ribeira
A commissao ejecutiva encarre-
gada d 1 recepgao de Thomaz Ri-
beiro, convida a imprensa, os aca-
dmico? a estudantes de Pernam-
buco, todas as corporacoes desta
cidade a abrilhantarem com suas
presencas todas as manifestacoes
de regosijo qua preparam a este
emitiente homem de lettras, que"
deve aportar a Pernambuco no
dia 15 do crrente a burdo do Clu-
de.
O ponto de reuniao ser no caes
da Lingueta, logo que chegue este
vapor, achando-se prompto a con-
duccao para todas as pessoas qu e
queiram ir a bordo.
Recite, 13 de Maio de 1835.
Albino Mor eir da Souza.
Joao V. C. Alfana.
A Colonia Portugaezn
A Commissao Executiva encar-
regada da recepeo do nosso mi-
nistro e eminente litterato, Tho-
maz Ribeiro, convida todos os
membros da Colonia Portugueza a
reunirem-se no caes da Lingueta,
quarta-leira, 15do corrente, logo
que chegue o paquete Clyde, am
de reunidos a bordo desse paque-
te, cumprimentar este nosso que-
ridissimo compatriota c entregar-
lhe a mensagem que a Colonia re-
sol veu dirigir-lhe.
Para este lima commissao tem
vapores e lanchas preparados para
conduccao
Recife, 13 de Maio de 1885.
Os secretarios,
Albino Moreira de Souza.
Joao V.C. Al farra.
Er. Scixas
Participa aos seus amigos e el untes
que mudou a sua residencia para a raa
do Conde da Bo. Vista n. 101, acha-se a sua disposico.
Recife, 12 de Maio de 1895.

HBT1IAW







**,_
*
Diario de Pernambneo Tcrca-fera 14 de linio de 1895
x

_

Partido Republicano Federal
RECIFE, 10 DEMAIO DE 1895
IIlustre Correligionario
Tundo de se proceder no dia 33 do
corren e a ele;o de um dentado
pel34.'districto eleitoral deste t-tado
r.i preancher a vaga aberta na repre-
sente rilo nacional pelo DM80 Ilustre coes-
taoajK), actual Secretario d >s Negocios
do Interior do Governo da Repblica Dr.
Antonio Gonealves Ferreira, o Directorio
do Partido Republicano Federil resol veu
aprp:'entar como candidato a cssa aieigSa o
Dr. lilercnlsao Bandeira de Mello, um dos
mais presurosos repu 1 canos que o Par-
tido itodia escolher de sen seio para to
honioso mandato.
E'necessari) qu? o Par ido Republi-
cano Federal ainda deeU vez atieste pela
lirre sanifesta^o do voto o valor que
lbe da a disciplina e a cotifraterpiEjio
noe w.timeutos de ordm e reapeito aos
bons vrincipijs, pelo que os abaixo assig-
nados. con5am que baveis de empentar
todo esf.irco e o apoio de vossa valiosis-
aima ii tlu-ncia era pr'l d'eata causa.
Co. a cert-za d. que envidareis voss
ef&cix auxilio cm favor da ranlidatara
d'eaif nogsocorreligionario eajoa serviros
e me:*ciroento s-ao de vos bem conheci-
do, nbscrevemo-r.03
De
Vy. Ss.
Amigos e correligionarios
WfJk. Joaqoim Corma de Ara'jo.
Jor.nim Jos de Al.ueida Pernambuco.
* >t. Prsncisco d'Assia Boaa e Silva.
Elil'ael J >s de Almeida Pernambuco.
ft Jat de Copertino Coeho Cintra.
f}Dr. Antonio A Pereim de Lyra.
Luir. d'Andrade.
Jo*<: de, Modeiroi e Albnqnerqae.
Fr oeiaco Cornelio Fonseca Lima.
Dr. aarcionillo Lina.
Francisco Texeira de S.
|T Jos<: Marcellinoda osa e Silva.
K,Edu*rdu Augusto de Oliveira.
Felippe de Figueiia Pa:ia.
Ao coinincrcio
Os abaixo assignados scientificam o
commarcio e a quera mais interessar pos-
sa que dissolveram amigavelmeute a so-
ciedade que. tinham n'esta pra9a, sob a
razao de Andrade Maia &?, ('., retiran-
do-se o socio Felippe Gonealves Maia,
pago e satisfeit- di seu capital e lucro',
icaudo a cargo dos dcinais, toda a res-
ponsabilidad?) do activo e passivo social
Recife, 30 d'Abril do 1S95.
Felippe Gonealves Maia.
Maria de Barros Dias.
A.bino Nevcs de Atidrade.
Ao commcrcio
KJbio Fernandes de Almeida retirandu-se
temporariamente para a Europa com sua
faro31 i', previne ao comme ci em geral
e a q;m mai interessar que deixa encar-
regados de todos os seus negocios com
merciJB e paiticulares os seus associa-
dosGtii Inerme. Pf-reira Gtiimares e lit-
uoe7 AE'odeo do Couto Soares.
Recife, de fcaio de 1895
Joo Fernandes de Almeida-
14 de llaio de 1SOO
Oreoyio iooxoravel do tempo marca aoje*8
Mino? qj.- ren'W'U seu espirito ao Creador com
80nuc>i de dad, do* quaes 55 foram honre-
sarornle -nsagrados ao serv co de seu pi z, o
venerando br g.de ro l-'ranc neo Joaquina Perei-
ra Libe.
OadSc respeilavel, Parnambucano d'st neto
e de om carcter impolluto, a sua momo ia ja
mais i'ra ser esqiKcldr-. e por moramoi com este pre to de jusl ss ma ga-
lid&o.
A' fu Ilustre Fam I a e e?pec almentc a 8< u
d gno filio o tenente-ccronel Antn o liraca-io
de Gasnito Lobo nos assoc amos a magua que
a nda m sangra por tao triste e luctuoso acon-
Ur mtni:
Red, 14 de Maio de 1805. ,
Seus amigos honorarios
?M
Cnntselheiro Jos Bernardo
balviiu Alcoforado
6. AKN1VERSARIO
h fcn a manda resar m ssas por sua alrra
nodo 16 i 8 horas da manha na matr z d
B6a-V '.la e greja do Sicote ro.
i rBnroncza de Frelxeiras
Cordolina Veloso da S.lva'ra Pontual,
ruga mi? prenles o carioso obsequio de
anictirem a missa que pelo eterno descan-
so e sua cunhada BARONEZA DE
FREIISIRAS, m dan celebrar ter^a-
leiTa M do corrate, 7/ dia de seu fplle-
omea'ii, s 8 horai da manha n capells
doenger.ho L'moeiro, antecipando desde
j sens aincero agradeeimentos.
rfJ BT'Uttor Trcuasoau defiaia o kl-
ment digestivo iqute qae f^rnecia i
teoccain k maiur psrte d't>lni faderes ex'gindo menes trabalho poai -
l i% prte das farota d'gesta< ; a Pe, -
tea tidads (i'uma eoll de c viota o; 0
grB).Ti;ii de tarn dr. va o di erida p*l*
pepein b jie, ella io, al me Ur leo f
iigT o cistomago. O Vinho de Pepo*"
da Gbapoteaut a fraa mais commod
f-TJk adaiatatrac cata Pepiook*
Ao conamercio
Albiiio Neves de Andrade, Ca losGoc
Salves da Casta Maia e Maria de Barros
Das, icientifieaiB ao commercio que con-
atitnirnm nma sociedade s b a razao de
Andrade Maia &c C., para a continua^d
do meeno ramo de negocio da Bociedade
estincta, sita ruado Livramento n. 22.
BKec i'(, 10 do Maio de 1895.
A.'v no Neoes d'Andrade.
Marta de Bares Dias.
Carlos Goncahes da Costa Maia.
Major Fernando Lobo
Cura do Poltoral do Canibars?
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguarao, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
Mu'tis e moitai ohearva^iS a feitas por
emitientes mdicos ta .to nos hospitses
oitoona cliniji partietUar, -emcnUraram
qte *a Feroloi d e h-.r dr> Dr. Cirrtao
ooDst.tucia um n.ccieuujiato verdade ra
mente bcfOM, qu* dsipa rapidameote
aa osirnbras co eetcm go, ta palpitosla,
as C"l p bapato a, oa gie. iotestioaee,
as siiff csk-i'x a causad-a pel.is Imisres do-
loro > 8 provindo de oige-ta) d ffle '; emfiai
todas as cores que provea do qu^lquer
aarezcia^So aai oa
Dr. Franci-tco ucopoldlno
Communica r.os seus amigos e clientes
que de volta de euh viagem 80 sul da
tepublica, acha-se a sua disposicSo em
seu consulturio, ra Mrquez de Olinda
n. 38, 1.a andar e em sua residencia, &
ra do anta Cruz n. 72.
-------------^--------------
O Dr. Geniiniano Costa
Parecer sobre o Pe toral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peiloral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minba clnica part-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano Jos da Costa. [ Belm do
Para. ]
O agenteCompanhia de Drogas-
Productos Chimicos.
14
Olympio de Oliveira
Cura do Peitoral de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constpacao com tosse
desesperadora, s conseguu res:abele-
cer-se tomando > Peitoral de Cambar,
de Souza Soarc.
O agente Co,;.pan/Ua de Dragas e Pro
duelos Chimicos.
Dr. Francisco Leopoldino
i specialid des : Febrea, molestias de
cianjaa, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 Leras da ta de
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
and ir.
Residencia-Ra da Santa Cruz n. 72
Telepbooe n. 214
Chamados por escripto.
------------- -----------
Embarcando boje, para a Europa, no
Nile, com minba familia e faltando-nos
tempo nece8Ssrio para despedr-me pes-
soalmente'i-s pessoas com quem mante
moa relaces d'amisade, o fuzemos pelo
prsenle, offerecendo, ao mesmo tempo,
notsos limitados prestimos, em Pariz.
Kecife, !2 de Maio de 95.
Francisco Gurgcl do Amoral.
Tendes tosse? Suffreis
do peito?
Usai o mais efficaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBAR, de Sou-
za Soares, garantido por Decreto do
goveruo geral de 30 de Juuho de 1884.
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de i.' classe e acha-se
approvado pela Exma. ex-Junta Cen-
tral de Hygiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR tem
realisado curas maravilhosas e por
isso, o remedio de maior consumo em
todo o paz.
Vende-se as principaes pharmacias
e drogaras.
O agente Companhia'de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
Advocado
O bacbarel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador .dos Feitas da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praja 17 n. 79, das
10 Loras da manha s 4 da tarde,
O Cognac Drazllelro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeire
porque tem o sabor da agurdente do
uvas, tendo mais a vantagem de custaj
2$SOO a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangero cus-
a 88000 a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumatcas que o acompanham, um
veneno.
J^Por melhor que seja, o cognac es-
trangero contem essas' essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas e pessoas de
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvacao
e a Hygiene acaba de autorsar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Garrafa 2$50O
Duzia 2 5 OOO
Na fabrica a dnheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za.
Pedidos de 10 duzias mais 5 0/0 de
descont.
Advogado
O Desetnbargador Jovino Maia tem
o seu escriptorio ra Duque Caxias
n. 46, i. andar.
Au Faradis des Dames
Casa especial de artigos para
Noivas
Rita Br.Q da V doria 38
Telcplaone H9
Po t-, 27 d^ Abid e 1*83
I. mi. Sra. Scott e B<.wje.
Techo emprendo p r vetes ta minha
clnica prtpai a Jo ph rmac ulioo deno-
minado Em eSo mlhf r esiio, espec'almen'o nos d;ie> t t
que ooknifestava-n >mi tucep'ibiiijade
g mulb'r<-s. A 'orina e os do res orca'.c!p'.icoa do m'd!C*ocoto aSo os
mfcis proprios para o turureo egrdsvel
pira o iooividuo niia %'to a sujeitar-ac
As preanrip;Sea pharaihcologicas ; as auas
propredadt s tberepeut:cas, lorge de ee
ttenanrex-, antea aobrelav m, pela rs-
Bion^l asaociay'o dos I ypophosi.hitos to
calcio e di sodio, i que rio peculiares
ao ol dero portanto do mais alto valor a desje-
berta eos Srs. {cut e Bowa*.
Eugenio Augusto Pt*rdic5o.
Medico ( irurgiao pela Esc I M:dico-
Cru:gi'u do P.rto, OirurgiSo Ajudaate
da Guarda Municipal da Lsboa.
_------------o--------------
AO PUBLIC E AO
IUIMI
Carlos Gonealves da
Costa Lima scietiiiica
que para fins cummer-
caes a s s i g n a r-se-ha
d'ora em dante:
Carlos Gongalves da
Costa Maia.
Recife, 10 de Maio de
189o.
EMTAES
Secretaria da Jo-Uc", N- gor'oi let'riores e la-
siMicfio Puolcs ao E Udc de P^rn?a.bo'-a
D.recto'i da JaaC 1* Seci&o, em 7 de
M.io de 1895,
ED1TAL
Ds ordemdo Sr. D-. Secetsrlo ^a Josllc,
N go-iog I. elort-j e Introrgao Publ ca, e ea
oD*rtancia ao ari. 1*7 do r^gohmeiito a qu-
> r.fere o D-cr. o 9 420, de 28 '"e abril de
1885, faco pcblico, paia o 'vidos fln, o edital
aimixo t-ansenp o, pondo era oocurfo com o
praxo de 30 >ias os uA&fcM de 2 tabelliao do
poblico, ndcial e nota, esn?ao rio cive' e
aDDcaca. jtt'j e exe oiea enmioaes do rnuoi I-
pto de Serlot.acm.
O director,
AiTorao V. de Mtdelros.
EOITAL
0 Dr. Francisco de Asaia Perelra Rj ba, ju i de
arelo do mooiciplo de Se'iohem.EsUdJ de
Peroarxbuco.em vi tode da Ui ate.
Fas paber a qo n irjler 8 io roncur-o o< oflL'ioa de J- t.bellido dj pu-
blico, judicial e noi, eecrivao do civel e con-
merco por duiriboicio e prwalito du jury, ex-
ecceoes e mala aantx'S de ate mool>ipio crea-
dos pelo decreto de 30 de Jaoei'O d* 483*, qce
ae cnm vagoa pea oomeasao do respecti'o
aerveoiuafio. m;j.i Busii-q o C Wlctce', para o de i- cscr;vao privativo do
cunmerc > da eaplial, pelo qoe, na forma do
DtC n. 9 i?0 ue 28 do Atinl de 1885 o da le
o. 3 321, -e 14 de J. Ibo de 1887 e do regula-
ment ae 23 convido aos pretecidete8 a serven ia vttalicit
de t.ea offiVos a ap-cs otarem-se ueniro do
prio de 30 ca, a cooar'-ea a oa'a. eja re-
qoerimentot dUdo-= e ssigoa'io* pnr s oo por
egulo o i'roco'adorea, acjoipai bidoa de ix-
-ro* ce fofBi-'Ofia e certinaa de exime de lio.
i a portuguesa c de ariibme'i; 8, lolti- corrida
.e-tidio de idade, Btt"*'aJo meilco de rara i.
dde phy-ica e o troe docoaeotos xlg'08 ielo
art. J10 c eos p*r.grapboi, do citaoo D<-cr. n
9 420 iodo fm tniiiisl, pdenlo, e ,tret=n o,
na io^de a filia oe crl'dftJ de bipsoioi ser
p'ovada por ou'.ro qca'quer meto legil.
B para que coe^u^ >o cooecimetito re lodos
manooo paitar ene edi al, qoe logar pntiluo do ci8iome c pub icado peUim-
proea Ui rar 1'-1 do Es a i i.
Dase e paseado nts a vnli de N s a Scnbora
da Cooceijao de S nnb m d.> E-iano de Per-
oambnco, aoa 25 ^e Aonl de U95,. 7- oa R pu-
Uica.
Be Maooel Mart' da Coaha 9f abra, eacrivao
ii-'tnj o eacrevl. Franqueo oe Aasia pertira
occa.
on.Bco qae axei neje s 10 oo^s do dia.
oa porta do Jonceli,o Hai i :ipl o eJal do Sr.
Dr. jais de diretto, piolo em cjumro os ofll-
ces de jositca deele rxunic.ippj. don (. Sen-
ohaem, 2 ue Abril dd t895.0 porteiro dos
aoaitoroe, PoClioo de Gjuveia Ramo1-
N dao sqol betn e Belmfnte copiados dos resptc-
to* origtnaes, sos qaae> me reporto : don M.
Eu. Mauoei Martina oa Cuaba Seb-a, eeerr-aj
uterino, o eicr.fi.
Edilal
O Dr. S Ivio Pelli:o Pereira Ferfax, Jois de Di-
retto do municipio de I, o;oca, do Estado de
Pe'Daubuco, em vntale da let eic.
Fj5o aDcr aoi qm o preseate edital vlrem,
e delle noticia tiverem, que por parte do Co
rooel Lola Ca< I:asiede Albuqaerqoe Uchua.
mae fej dirigida a ptt jao do ibe.r teguiuie :
lllrx. Sr Dr. Jo;i de ireuo do muoiepio '
Ipojoc D.z o Co'onel Lea Cav-lcate de Al-
boqaeiqae Ucb.a, invenUrhale do. beos an-
xados por sua fallecida mae D Francisca de
kttii Civalcaole U:boa, qae o berdeiro Alfre-
do Diummood acba se em lutar incer'o e oo
rab d, pelo que pede a V. ?. ae dlkoe de d-
mtttir o rupp'lcinte a jus'lBCHr a aus'nria do
alfodido berceiro aflm ce ler logar a cila$ao do
meao.0 por eiitats ca forrxa da lei para todos
os (eraos do ovioiano e par Ibas.
Nenies termos pede defenmento. Espera re
ceber men. Eslava Irg.latete sellada E
m is se nao rootinba em na peilr;ao, na qusl
dei o despacbo do trejr seeumte :
Aaloada des'goo o d a 7 do corrate, ? II
biras da manbfi. em r;si de miaba reatatocU.
Ipojaca, 7 de Miio de 1895-Silvb P llic\ Ex
m do o jastiQcaQ'e portea irutaradoF prcdozido
soas lea'.emr.tiaB, qn dopsieras cotivemenie-
mente acerca do allegado oa aoa pelleta ID'
ora Irsoacipta, o respectivo escrlvao faxeodo
sellar e preparar 08 autos, m'os fea conclotoa.
oelle pr feria a seatnga co ttieor legoiate :
Jolgo por seateoca o oedostio na pe.igSo de
fl 2, pars qoe prodaxi os tios legan. 0
'io faga a Clt.jSn ra L;n retjeerida, e
'ig' quu enlver eoaclouo o nvtotariJ-Perei-
ra Ferraz.
E mal sj d5o conllnba em dita ten erca
tqi fl 1 nerj'e t'aoac>irjta.
Em curnprimeoto desta senierga se pi"B00 o
prese:te edital. pelo Ibeor co qaal, chamo, ello
e bel por citado o berdeiro Alfredo Drummond,
para sssilir a t.rtoa oa le*mos do Ineatano
qae par e te joizo e eat5 p-ocedendo por fal
lerlmenla le soa a6 D. F-ancisca do A->fl? Ci-
valtanl6 U bea, a' Qaal sent..(a ; p<-;a d re
velia.
E para qrje che?oe ao conhecimeoto de torfop.
maodel paas.r o p-esente, qoe Sr publicado
pela imrrecea, c tfllxsdo uo logar mais publico
deaia vi?.
D do p pascado otsta villa de I iojnca rio E-
tado de P-ri axt.u^o. acs 10 Je l'alo de 1895.
Paga este de s lio seis reo'oj reto, e quiooeo-
'os ris i emolumentos pela tssign.tjra do
Jola.
E". Pj;fifio Alvos da 9i!va, escrivao o ea
cri vi.
______ Siloio Pellico Pereira Ferraz.
Secretara da Industria
3. Directora
EDIT L
Pelo p-ese; ti faco puniiea qae, co rila 25 do
andare miz ao meio da se o receb'.daa nes'a
serenarla nropostas para os r pi os "a portes
d-'B Carvaiboa eob'e o ti1 Jaboiiao e d' Eogenho
Nevo erhre o rio Pirapama tu 'mp 20:07U77i r|. s.ndo 13:109*730 iets a 1."
pontee 6 962^44 teja a 2.
as propoetaa nevem eer cocvoleptemente sel-
ladss, entregaos em cartas fechadas e conte;em
em termos claros :
1 O p.-eco pelo qusl ae propOtm es licitante
a execu'ar es reparos ;
2 Od locaea de soaa residencia?;
3. I'iova de itoreii.'E 'e profiilCBtl para di
rigirem e execcarrm es trabaloos.
Haveruo duasou maui popcatas rm iualdade
fie cou-ii^Oes, sera pr^fe'ido o roncn'rente qoe
meit-o-e- provasde idooeidade off-recr.
Nao fco aceitas te propostas qo; so resenli-
retr das eegon'as faltas:
I. As que exoedert-m os prefos tos orgameo-
tos;
2 A qoe oSc forem orgaB'Sddaa de a^c ro
como prestn'e edital;
3. Acs que pe baseare-n sob e pr?gos de pro-
ponas de outro coocorrei-te;
4. As qoe foren fl-msias por res?os8 que
tiverein j detnaJo de camp'ir cintrados cele-
brrdoa com a exticc.a repariigio aa6 Obas Pu-
blicas.
5 Aa de concurrentes qae nao (fjHregam as
tjannllai e quali4ade ex g:Jas no sr. ten o edi-
tal.
Cada p'opoata versar sebre nm dos reparos
a eootraetar e deveri trascr no u-'o'ucro a de-
tlartcJ i;'aqoella a que se referir.
>'e>ibama propoa a ser aceita sem qie o pro
peneote ap-eseote rec bo que prove ba.er depo-
sitado na TVsoa'aria a importancia de Ireseotoa
mil ni. (300*009).
0 f r.'pooe"te que ti ver propons escolhida e se
recasar a ass'gnar o termo de cooiao.o, perder
o dire.io a ccogao cima erigida.
Os o'Qameotof. dos trstaiboa de que trata o
prsenle edital. achSo se a disposigOes do- pro-
ooaentFB, que podero iximma'-os das 10 as 4
bo-at> d< t rde.
Recie 11 de Malo de 1895.
/. /. R Saldanha Ju/nor
Secretaria de Iudustria
3. directora
Edital
Para conhecimenio aos interissados, f (o pu-
blicj que ni dia 18 do crenle, ao meio dia
ieiebeiL-3 neeta repa:ticao propoatas para a
re'o-).- iro'CSo dos p.-iseeioa lateraea da pente qu
d paesagem aoa trena oa Rratilian Street R.
Cou't'i'ty da rea do Sol a da Aurora, crgado
em 7.890*170. ib.
Totas as obrae de que trate o ornamento se-
r; fei'ai de ciuco'eiri.8 de piobo ce riga.
O coutr?c'acte d;ri prioripio 88 obras do
prj-n de 15 oas da dala da assigoatora do
contracto e as termnala do ce duus mtzes.
As obras sero fettas p-imeirameote em om
oaxeeto e depois de entregue tu so transito se
cjm-^ar o segunda
Em todo qoe io vai especiticado ni presen-
to eiitai, s- golr-te ba o qoe o"*escrevem as re-
g-as a'-rie, o'Camenla, retu'amenlop, e inslroc
(Os do Btcal dacb's.
As p'oaoBtas desem ser eouveoieotemeote
i liadas, eotrrgoes cm orlas fechadas e coo-
terem rm termos claros :
1. O prego pelo qoal s propOem os lid an
tes execolar obras,
2 Eoderego de soa ve-idencia ;
3 Provas de idooeldade proBsiooal preci-
sa para dirigirem e exerntsrem as obras.
Haveodo doas oa mais propoetas em igmlda-
db de ccudlces, aera preferido o ccn:urreote
que meliiorig pravas de iioieldde tfferecer.
Nm serio arceilas as propostas qae se resen-
U'tem das segoiot^s faltas :
Ia As que excedtrem aos p egos do orgr..
roer.to ;
2.' \i qce nao forem orgsbiaadas de accordo
com o presente edital;
3.* As qoe fe bazearem em pregos de entro
conrarreote;
4,* As qoe forem fl m;d s por peeoas qae
tve'rem ja deixado de comp i* contractos oo
promessa de cootracios releDracos com a ex
tin'ta repartigao das Obrs Publicas;
5* As que 15o ifferrce-em as iarntias e
qoDiidades expidas no preaecie edi al:
Nuoouma prupusia sera acceita sem qoe o
preponeate aprsente recibo, que prov haver
depositadJ oa Tbeaoorana a quotia d i 300*000
e perder o diretto de restnoig&o re, eacolilda
soa pr pos a, recuar-sa o proponente aasigoar
o eepeciivo cootracio.
u orgameoto de qoe Ira a o prraecle edital,
a.ha-se neata repa-tigio a aispo'igao do> prc-
poorntes, qoe poler&o examtoal-o das 10 as 4
da tarde.
R-nfe, 9 Je Miio de 1893.
(tsMgnado J J. Roonitoea Saldaoba Jm'or,
Director geral.
O Dr. Marcos Iuj floa Rea Lo a joi ce di-
retto dos feitoe oa Fssenia Muui. ip.-l 4o Re-
cife.
F;x eater relo prsenle, qoe no dia 20 de
SI. io do corrate anno. se Ca dea-rematar io
eoda a qoem mais der em p-aga publica deste
o zo.'cs beos seiruioles, penbo a os por txeco
ci da Fateo
Fregoesta de S. Joee
0 terreno morado com large por'ao <*e njadei-
ra na roa doGiz, ( qua-to. 1 sala o 1 porla, e
epla ; roede de fren e 10 m-troa e 40 cea ime-
iros Ce fret.tie de faodo 33 'nel-oa e SO cent-
metros, P' la qoantia de 800*000. fe t) o ah.'f-
men'.o legal, visto como M avallado em i:000*
e esta a terteira praga. Perlin.e a Enrielo
M ndis da Cocta Aievedo Juolor.
A rx {'io e r-alco, niotido a olee, evistsn-
lei na ca1 o- 78 a roa Sa-riHo D'as, em ma-
e-talo, pela qaantia de 18*'00 le.ti o tbni-
menio lega1, visto-orno fjram ara'i^d'S em
20*000 ee esta a segoeda prnga. Perieace a
jo qo m Jos d' 0 iveira.
E para coas a* p8J3B-s~ edi'-al na form da
le.'.
D'docpa?ia1o cesta cldado do Recife d.
prnumbo o bos 10 le M-'o de 1893.
Bo, Jo: da Cuta Reeo L tn >, eacrivlo seb
seresi.
Marees Tallo dos R-is Santas.
Secretaria da Iadusiria
3.* DISECTORIA
Calcamento da ra do Ria-
chuelo
B 9ITAL
Para conhecloDento dos ioteresaados, fago pu-
blico que oo da 18 d j correle, ao mel dia,
re:ebem-se nVu reosnicSo propostas para a
cuaatrucgat de I0.7f0 metros qoadrados de cal-
9aoiento paralletiplpdoe orgados em.........
t):4i6*2O0-
0 ccotracianle dar coojfco as obras dentro
do P'810 de qoinze das a coedoira oo. de
se s mei-s contados Ja data em que fr anlgoa-
j) o cooiracto neeta directora.
As propon.s deven ser convenieaiemente
da, ei t-egnes em cartas fechadas e conte-
rcm em termes cla-os:
l'J prt'cj p 1j qo-l se prtpoem os licitante.')
exeeuar a obras ;
i.' Enderego Ce 3." P ovfcs de idonetdade prctisi-ional precisas
pai- diiigirem e execuUr as ob'os.
H.V' Dio duas oo traa pnpoa'as em uoalda-
de ce coodlgCe, ser preferuo o erneorrent--
qce melhcres provaa de looeldaC tle-ecer.
Nao serio acce.t s as proojslas que se r.aeo
tirern das segoictes MtM :
1." As qu: exceder .; aos pr.gos do ori-
niento ;
2.' As que cSo forem crgonludas coru o preteoie edital ;
3.* g que- se bazerem em pregos de outro
con.o-reno ;
4 As qoe fo-em firmadas oor peeaoas qoe
tirerem j. deixalj de curatrir contra'tos to
promessas de cootractos celebados com a ex
Ueta repartigao drs 03rrs Pebl'cas;
6.a As que i,Sd (ff.rtcerem as xar^Blias t
qoaii'iadea ex*gMas no p-e Nenhnma propes a sra accei'j sem qoe o
proponene ap'eseiti rvcito. que prove haver
depis lado na Thetcurara a quantia de 300*0 0
e perd'r-. o cireiio do r^stHnigaj re, is-olnida
Boa prjpo8ta reresar-se o proponente aesigosr
o respeciiv, coolracto.
O orgameoto de que trata o preFn'.e eli'.al,
neha e neta :epariao 4 tlspcsrcSo dos p-t-
oooentep, que poderao examioal-o das 10 s 4
Ooras da la'de.
Recife, 10 de Miio de (895.
/ /. Rodrigues'Salianha Jnior.
m
Abertura
Edital
de cocheira
na ra
Direita de Afolados
Carlr.s Roberto requeec a abertura de tma
cocbelra de ca roa do p-stio -ja casvi o. 3 da
roa Direita de A' galos, de accjr [op'o no artigo 2.* c ptalo I/, 'olo 11 da lei
a.* 4 e quem ee julgar prejiidicaij ion a pre.-
ti-ncao do requertote pdu reprsentar ao Dr.
Pre'eito no praeo de 8 '-'as con'.a.'o) e boje.
uperint'n tccia de 11?^ e-e Uuoioipal, 9 de
Mato de 1895.
0 sec e'arlo,
Jos Bonifacio ce MeodoOva Elael'O.
J'So ?: n isco de Iiuaada Cavaleanle.
> Jou G'a iao:> Co' 8 JoS'. o^-a o da Cja Azevedo.
Jjs ba-ooia de Viiconcellas.
M- Teneote lu' Th u^as de O iveir?.
R'izeodo Adr.o Ber.erra.'
Sv.ero Btrboza a. Silva.
m Eioy da Cu b.i A?.evelo.
iiao Antinn de OiiveiP.
M.ojpI e Barros Vie'.ra.
. lly.- ni Svndob da Cosa Bello.
Jncu ho X vior e Ltcerda.
a tii z ritl'a trono Negromoot".
Frn lt>co Cadena Baodlra M IIj,
Anin o Pereira da Silva,
Ter.e ra sagtto da Alf-njega, em 11 do Maio
da 18S5.
O rhel,
Clito Valterino Pereira.
Edital
Arrematucao de poreos
Faz publico a quem interessar que uo e.ia 14
do correrte, ao meio di.j, na ra Imptrial, trn
frente a cata jntelra ao quarlel rcDoicxnl,
rSoen praca por errgo desese (16) norcoa
app-eb^ndidos em co.' c.f. Bical o 1." di.-lric-
to da fregueiia ae 8.-Ju e para pagamenodaa
de-peas di; deposito, molla e p'ego, o- qo^es
erj fnt'ej.'U'P e qu^m rr.a* off-rece-, ? i o
momento da praga nao fj'em reclaasad-js por
seos dono, pasan lo eaies* deapeua 'ef^-'.das.
Secr'ta'ia ta PMtitu.-a M:icPjI do R;::fe,
11 da Maio de (893
s
Edital
Dd criem do Illa. Sr. D\ inrp-e.tor s5j etn-
vidados os cidadSos abaixo deefarados notEeadep
para a Gca-t i natlonal do aun:c:pio de Naz -
re'b, disteEat'do, n vireoc a esta repartigao sa-
lis.'azer os diieitos de sua3 ptenles:
Coronel Luiz Igaacij Pessoa ae ^elio.
Teneote coronel Antonio Xivier de Mo aas.
An^onioT va-e'i de Araujo.
Ferjaodd Ba-ata da Silva.
* Antonio Josa Ljpes de Aib:qoer-
que Jaoior.
Piiio Aigislo Cival-snle ce Al-
huquerque.
F', n lrc .4. do Reg Birros.
Loorer go Bezerra Cavalcaote.
Major Franchco Djcrado da Coala Atevedo.
a Joaqu'm Manoel Caroeiro da Cuaba.
Jif Satirolno Cav-iltante Wanttil y.
Fr-LcisLo Cam lio de Fa.-i.?.
Joaqaim !):j- R te ro Boro?.
* Maooel da Molta Caval:.ot-.
oorx Ribeiro.
* Hogorno Machado da Cooba.
Agf.t'1 Nunea Baodeira de Mello,
a Herui-io Barrozo de Mo-sc.
Capitao Ai' /lo Cavalcaote Waoi rley.
a Joaquim Ris^rdo de Alboqoerqbe.
Antonio Tavarfs de Aru jo.
Man el da Motia Cavalcaote.
Sebitlito Saio-nino Cavalea-te.
a Miguel Gome-' de AodaCe Lana.
Jacinthj Jos Ja Costa Bra;>.
> Jjr Bermo^eoes Kibeiro de CaB'70.
a DifgJ Antenio Rodrigoec.
JjSo Cavalcaote Pina,
a Joaqun F aaciico de Hollaoda Caval-
caote.
Clul Agrcola de Gainelleii'a-
De orjex jo Sr. presidente inter.u i cvni'O
.o* aores socio pan compara erem a ees-
'So Je 15 do correle, a'im de p-oee^e .se a
leigao oa di-ee'o*ia de accord i com ea e.tuio-
lo< aoi'O'alo na refi.aj pa-'s-^-.
Gdmelltira, 10 ;e M.io de 1895.
0 1. secretrrio,
Maooel Accioly.
COMPANHIA '
Exr>loradora de productos
calcreos
ASStBpiEA GERAL EXTRAOPXIN ARU
CoovdvS t.-do4 es genho-e-i aertoDil'aa ds'a
^oxpaobia a reanirem-s-i em afgejjij.a geral
-x rao'dnaria no da 17 do cerreu e, 1 hora
la larde, n3 ren esetiotor o so caes dj Apollo
'. 73, Bti Je tomarcm conh cin eoio de um
mcenle occ rrido na co locacSo do empre ti
to por debeato's a qce estira a directora
iulo-isa!a.
Recife, de Maio de 1895.
Rodrigo Carvalho
Secretario.
Segaros GoiF
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundoa accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & C
" SEGUROS MARTIMOS GONTKA
F0G0
Companhia Plienix Pernambn*
cana
BA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
DE8M.MI8
DE
FEENAM
PRADO DA ESTANCIA
8.' Corrida em 9 de Jmilio
de 1893
DEDICADA AO CORPO 00MMER0AL
--------------^-------------
Quem esliver de posse de um bilhete de
ingresso numerado ficar habilitado a re-
ce ber o seguinte
PREMIO
Urna passagem de Ia classe, ida e volta para
a Europa (Lisboa)
50 libras esterlinas ajara as despezas de viagem
Urna malla contendo um corte de casimira fina
para um costume, urna duzia de camisas,
collarinhos, puchos, meias, cerculas, lencos
e toalhas para rosto.
Um binculo e umacadeira espregucadeira.
BMBACOiODBPT^ PAREO
Acorrida comecar as 10
horas da manha e termi-
nar as 5 da tarde,
OS !K.EgSQS AIS41I-5S A WIL M S&UiTSS LIASES
Ba
Ra
Duque de Casias u. O tV andarr, Escriptorio.
Primeiro de Marco u. 9, E.lvrara Francea.
n. Centro dos Fumantes.
Ra Mrquez de Olinda n. 2J, Ciabana.
(< <( n. IO, Airaiataria.
nma da Imperatriz n. 18. A Brazlleira.
Ra Baro Victoria n. 5, Leja de Msicas.

I


1
^MaaSBBBB

I

'>




DERBY-CLUB
DE
PERMMBIJCO
Projecto de inscripto
Para a 7.a corrida a realisar-se no domingo
19 de Mitio de 1895
i.
.
3-
4.
'AREO Mercarlo 1.5C0 metros- Handoap. Animaes c'e Pernambu-
oo. Fbkmiob: 400500(1 no primeiro, 805000 ao segundo e 40/5000
ao terceiro.
|>CSONababo 56 kilos, Feniano 55 kiica, Triompho 54 kilos, Avantareiro
53 kilos, O mera 50 kilo?, Bismarck 2.-, MAo e PlutSo 50 kilos,
Pir^mon 46 kilos e oa demais 40 kilos.
PAREOVenus 1.250 me ros. H cdoap. Animaes de Pernambaco.
premios : 3500000 eo primeiro, 70J0C0 o segundo e 350000 ao ter-
ceiio.
|esoBeije Flor, Todo Hi ondelle Plba^o e Pyrilampo 54 kos, Torco 2*
53 kf, Futneca 2.a 52 kilos, Furioso, e Ida 50 kiLs, e 03 demais
45 kilos.
Tt. 5 Nt.babo, Fenianc, Tnumpho, Aventnreiro, Qamore, Bismarck 2.',
Pialan, Malor e Piramor.
PAREO Terra 1.000 nvstros. Animaea da Porn.'mbooo. Fbe-
mos 300-5000 ao primeiro, 600000 ao segando e 300G0 ao
terceiro.
Yrt. 5.'=08 do pirco Venas.
E'.iREO Merte l.COO metros- Animaos de Peroambaeo. premios:
3OO0,OO r.o primeiro, 600000 ao seguado o 30|000 ao ter-
ceiro. \
Art. 5.*Os o pareo V<:sflM mais Beija Flor Tudo-, Hyrondee, Taroo 2."
Furioso, M:.1it, 'K, Paibaco, F amaga 2* e Pjrampo.
5o P&REO Jpiter 1.100 metrosanimaea de P^roambuoo. premios:
250IU0O ao {rimeir 5O0.GO r,o segando e 250COO ao ter-
ceiro .
Art. 5.*O* do pareo Mar*e e mais Uallet, Miscotte Conquistador. Malaio,
Gailioleio, DubliL, Berlim e Taiicier.
6.* PAREO Saturno l.COO metros. Animaos de Pernambaco. Pas-
mos: 25CS0OD &o primeiro, 0,5000 ao aegondo e 250CCO ao ter-
ceiro.
Art. 5.Oa do parao Japiter e mais Patshooly, Ally-Stoper, Talispber, Ba
thcry, Tenor 2 e Ciogo.
7. PAREO Urano 900 metros. Animaes de Pernambaco. premios :
2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo 25(5000 ao ter-
ceiro.
'art. 5."Os do pareo Saturno e mais Ybo, Viogador, Blia, Sanr-Soaci,
^\ *^r* Pbarisvu Fortalesw, Tapj 2o, Lucifer, Timoneiro, Garrmpeiroj Teberio
\e Petropolis 2o.
r. JJARSQ''--------Veplano 1.000 metroa. Aoimaesde Pernambaco. Pre-
^ mica : 250(J0ao [primeiro, 500000 ao segando e 250000 ao ter-
eiro.
9.
10
Art. 5----Oa do pareo Urano e mais Eoireby, Narciso, Pruasiao, Vinganca,
Mooro, tara'be, Dictador, G^od-mormog Gatuoo Maodigo e Teimoao
PAREOA E.na7C0 aietro2.=-Animaes de Pernambaco qoe oBo terhm
obt.do class ficago nos prados do Recifc, contando oa nBo
victoria. Ffemios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e
100000 ao terceiro.
PAREO-O flol1.500 metroa. Animaea de qnalquer paii. Premios:
30CSC00 ao primeiro, COLOCO to seguodo e 300000 ao ter-
ceiro.
Oa parres t aerSo considerados realiaadoa inscrevendo-30 e correndo 5
animOD de 4 proprietarios differentes.
O animal qoe for inscripto aem atar matriculado e que deixar de correr
por este motivo perder a inacripcSp.
A inserirlo encerrar-acba impreterivelmecte na teroa-feira 14 do cor-
rete, a 6 1(2 berta da tarde, deriido vir acompanhada da respectiva importancia,
e ca nSo veLha podei a Directora, querendo privar o animal de tomar parte ao
paree.
O propietario qoe fizer icscrever ceas animaes para as corridas do Derby
C.ubde Pernambaco. assim como os jock peescia que tenbam internase ns corridas pr aunte-se qoe a&o conbecedoras das
dipji' 1,0j do cdigo da corrida e que a ella si anjeitam, bam como as decisSes
da Director a.
Tocando a peaagem os animaes deverlo estar junta da respectiva casa par*
ssre:i immediatamente ensilbsdos e segnirem para o barradlo no centro da raia, onde
a pc-lerSo estar os ockeys e os tratadores oa criados, os quaes nao poderlo ter com-
mun: 3iy3o com pesaoa slgnma antes de realisarse a corridn.
Secretaria do Derby Club de Pornambuoo, 9 de Maio de 1895.
O gerente,
A A. Gomes Penna.
limite de Soceorro de Per
nambuee'
Sao convidados os possuidore3 das
CsfWcl.n.: de nmeros em seguida decla-
radha a virem reagatal-aa at o d a 22
do di i tapie, yisando-ae-lhea de que fin-
do4K'S trrazo" r&o levadas a leilo pu-
blico, opho detl|ina o regulamanto.
22.613>6.6*rT8 27.033 26.439 27.313
23.3S7 26SS89 27.041 28.440 27.320
23 3i3 26.706 27.084 27.441 27.822
23.419 26.750 27 112 27.442 27.833
23.618 26.791 28.119 27.445 27.835
23.659 26.803 27.128 27.450 27.837
23.690 26.834 27.191 27.451 27.855
23.802 26.86 27.197 27.452 27.867
23.872 26.870 27 213 27.458 27.875
23.89l 26.875 27.224 27.459 27.879
24.349 26.898 27 252 27.467 27.902
24.&o2 26.899 27 257 27.478 27.905
24.634 26.905 37.263 27.482 27.914
24.72) 26.907 27.274 27.483 27.918
24.731 26.903 27.297 27.524 27.1142
25.0'4 26.911 26.313 26.525 27>^
25.040 26.912 27 30 27.534 27.970
25.222 26.915 27.327 27.550 27.972
25 429 26.917 27.328 27.556 27.974
25.473 26-919 27.323 27.590 27.080
6 131 26.918 27 334 27.594 27.995
26.198 26.920 27.34) 27.595 27.997
26.215 23 923 27 37L 27-631 28.017
26.331 26 924 27.381 27 632 28.019,
26.464 26.92- 27.394 27.668 28.026
26.479 26.939 27.395 27 703 28.0341
26.542 26.964 27.401 29 715 28.038;
26.544 26.976 27.402 27 73J 28.047
2 547 26 978 27 407 37.732 28.049
26 '49 26.991 27.422 27 746 28.054
26 .572 26.997 27.426 27.751 28.082
26.579 26.999 27.433 27 763 23.083'
26.629 27.007 27.434 27 774 28 086
26.633 27.020 27.435 27.780 28.088,
26 636 27.021 27.436 27.782 28.101,
26.639 27.029 26.437 27.796 28.1(8
26.66127.032 27.438 27.798 28.127
R O gerente,
Felino D. Ferreira Coelbo.
aXPANHIA TLTHYS DE SEUKOtf
MARTIMOS E TEBRESTSES
iC. DO VIGABIO N. 1, 1. AJTOAJI
Directores
I Bario d#-Soasa Le5o
Thomiis Comber.
Julio Cesar Taes Barrettc
Assoca(o
Commerciai Agrcola de
Pernmbuco
Asscnib'a geral
Para comprimeolo do qoe aisioaoArt. J9
des estatutos deita afsociacao, envido de o--
dem do Sr. presideoip, tadoa os Sra, socios a se
reantrem em ssaenjHa g-ral ? .0 boras do
da (4 do arrele, oa sede re-pectlva.
~ccr tsria da As*ocis(&j Co -ir ercul A ricola
9 Pe mamoneo. 10 de Maio da 185.
Jos de Gjdty Vasconce Ijs
i secretarlo.
Companhia
RecifeDse de Panifica cao
Sao convidados oa Srs. accionistas a reoni-
rem-sa em aasembla onMosria no dii 27 ao
correle mes, ao meto di >, no eecriptorio detta
compaobia, caes do Apollo o, 65. arim de toma-
rtm coobe ileito do relatorio, psrtcr fiscal 6
cootss do snoo prximo pasfaso, e procederem
oos demais termos dos egta'otos.
Recife, II deM.io aeal893.
I. P nlo
pretidcDe.
I UUB ce io aej89
Direftor
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHmN
De Londres e Aberdeen
Posico financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos aecumuiados 3.000.000
eccita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
Dejaros 155.000
Agente em Pernmbuco,
_______________Boxwell William feC1
Conpanbla \orth Bvltish & Mer
cantil* e Insuraaiee
Capita* subscripto 3,000,000 0* 0*
Fundos aecumuiados 9,452,452, I8d 5*
BECB.TA. ANNCA.L
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- *
De premios sobre
divida 992.379 6' 1*
2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticSo de fundos aecu-
muiados sobre seguros contra fogo, nio
M responsabilisa pelas transaccd~es fu-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
m \mim mmm cowast
nacm
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital i ,*oo,ooo
(Rs 4,000^000,1000)
BEOUBA EDIFICIOS B MEKCADOBIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BIXAS
PBOMPTO PAGAMENTO DB PBBJIO
Sem descont
Agentes
KftOWNS C.
COMPAHIA.
Centro Commerciai
l ctiDmaia Se fa :i(al
83o convidados os Sr?. Tctonistss a fsz rem
a 4* enirala na raiao do 10 O/o do capital anbs-
cripio, dentro Do pri-zj de 30 diis. aconta.'
lesta dat*, no Banco de Pernambaco.
ILcet. 30 de Abiil de 1893.
Os alte''tores
Tiberio Alvej de Carvbo.
Hoj ventura Aroorim.
Pedro de Almeid-
Estrada de ferro RJfocIro a~
Bonito
Nao se teodo effeutoado oo da 6 do cor'ente
a ass^mbla ge al ordinaria, de novo convido
de ordem da directo-ti o> Srs. accionistas para
fo rrcnlrem oo di 16 do correte, a 1 ora da
laMe.oa s le da As?oci?cao Aercola.
Hecif-, 11 deMode 1895.
Ca-neiro da Ccnba
____________________S-cretarlo.
Recife Drainage
A companhia Recifr Drainage fax pnolico, para
co .decirte to des inte casados, qoe eolio oo no
m a e Abril prximo pateado, o apparslbo
abaixo declarado.
F etuez n da Boa Vista
Rui Fre Vr.il n 44, apsa-elho o. 11.071.
Recife, 8 de Malo de 1895.
J. P. Hacktntcab,
Gerenta.
1RZTX1CS
O vapor Dorueguense
Argos
' esperado de
Montev do n'es-
Ips pencos das
Eegmodo depci
para
Santos e Parangu
Para carga, passageos e encommendas trata-
se com ob
AGENTES
rerera Carneiro i G.
RUi DO COMMERCIO N. 6
1.' andar
L!o|d Brazileird
O VAPOR
Espirito Santo
Commandaote Flcrindo Das
E' esperado dos portos do
norte.no da 16 do correte, se-
guira para os pertes do sol oo
ia IO domesmo.
As encommendas serio recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barbosa
Caes da CcmpaDhia Peroaaabocaoa o. 4.
Aos Srs, carreaadorea pedimos a eoa attengao
p?ra a claosola 1C* dos coobecimeotos qoe t
aeeoiaie:
flo caso de baver alguma reclama^io contra a
eompaobia por avarias oa perdas, deve ser (ella
per eacripio ao aaen'e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fiosli-
sada.
Nao arecedepdo esta tormaiidade, a compa
cQ'a tica iseota de toda a r sp osabillCade.
J paps?f n sao liradas no meamo esenpto-
rio/at as S 1/2 boras da larda do da da sabida
idnapar.
Atlen^ao
As pnssageaa pagas a bordo custam
mais 15/s.
Para carga, passsgens, eocommendas e valo-
res trata-se comes
AGIOTES
Pereira Carniro & G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
CHAMfilttS REllS
Companhia Franceza
DE,
lVaregfio a vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambaco, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
O VAPOR
Ville de Rt sario
COM"ANDANTE DANIEL
B' tf pe ado da
Eoropa a' o aia
19 di correte,
segoindo depois
Bdu iDd;spens.vel
demora para
Macei, Bahia, Rio ^e Ja-
neiro e Santos
Bcga-se aos Srs Importadores de carga pels
vadores desta linba, qneirarn apreacntar deLtro
de 6 dlaa, a contar fo da descarga daa alvarea-
gas qoalqner r clasaacao concrraeoie a volomeB
qoe por ventora tenbam seguido pira os portos
do sol, alim de se poerem dar a tempo as pro-
videncias necesearlas.
Expirado o referido praso a compendia nao se
responsabiliza por exdvlos.
Bccebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio 9
Companhia Fr gorifica Pas-
to ril-BraziI eir
Vapor nacional
Jpiter
Pr^seosemente nene por-
to seroira depois de breve
demora p:ra a
Bahia, Victoria, Rio de Janeiro, Santos,
ParansguaJ Desterro o Bio Grande
Bate vapor lilomioado a lox elctrica e tem
excelientes accommodacOes para passagelros de
!. e 3." clisses.
Para carga e psssagens traia-se com
Burle & C.
Roa do Commercio ni. 13 a 15
Boyal feil Mm Mu mm
O paquete
Clyde
Command&nte A. E. B-ll
E' esperado rta
Eorcpano da IS
do correle, se-
,eemao depois ta
demora iodispen-
favel para
Bahia, Rio de Janeiro^ Mon-
tevideo e Buenos Ayres
N. B.Previoe-ce aos 9rs. recebedores de
mercatorias, que a Companhia Mala Real legis-
la, conlractou com aGecoat Steam Navegsiion
Cofflf anvcm sorvico da va ores semanaes ne
partlndo de fiordeaox, Cogr.ac, tbare-ile, devem
ebegara Sontbsmpton a tempo ce caldearen* es
cargas destinadas i America do Sel pura os so-
pores desta conpanbta.
Esta companbia acceita po* precos raeoavefe
para Valpaialso a' Abrii, paeasageiros com este
desuno por va de Buenoa-Avres e entrada dos
An-te.-*
Tambeai aceita passagelrcg para NewTork
s Sontr.amptco, por especial arraojo leiio coi
a CompEbia Allemand Lloyd, polcado demora-
rem-3e oa Etropa ca > t, desej'.rem.
Rodac^So nes pregos das passa^ops
Ida' lint volta
fc Lisboa yiasse 10 *,0
A' Scutnacapton i" ctasse 28 52
Oanarets r,afervaito3 pan a passajciros de
PcrDi3ifc2C0.
Para carga, pas93gDs, encommendas 6 di-
obelro a frete, trata-se com os
AGENTES
morim Irm^.?>* &
S.3>~Boa d>Eom Jasan W. 3
Gmmn Psri
nK
DirecU Santos
VAPOR
Capibaribe
C0MMANDAN7E l.'TBNE.ME VERISSIMO
<- OSfA
Esperad do Sol, segoi-
; depoii de pequea de-
mora para o porto cima.
Recebe carga, encommendi-s, paesagene e di-
nbeiro a frete, at s 11 bcres da manca de du
da partida.
rCbama se a sttenco do Srs. csrregatiores
para a clausula 10.a dos ccnbecimecto- qoe
segointe :
No caso de baver aUoma reclarraiao contra a
Companhia, per avaria ou derda, deve eer futa
por escrlpto ao agente respectivo do porto ds
drs-arga, dentro de tres das depois de Ouali-
lada.
NSo precedendo esta formalidade. a Compa-
obla tica iseota de toda a reeponsabilidade.
ESCRD7TORIO
Ao caes da Ce. ipaoha Peroambocana
o. 12
Mangaran 'a-a Nsvgation
Company Adria Limited
O vapor hangaro
Klmn Kirly
E'esperado de Trieste e sf -
guiado depois da indispeo-
ssvel demora para os portos
da
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Para carga, pasiagen?, encommendas e d:'-
ebeiro a ."rete, trata-se coui es
AGENTES
Henry Foriter& G.
Roa do C-immer io n. 8
! andar
Companhia Pernambucaua da
PORTOS DO SUL
Maceio, Penedo e Aracaj
Paquete
S. Francisco
Qommandante Pinto
Segoe no dia t* do err-
reote ie i boras da israe.
Recebe carga, encommecdM.nasaagens e di
oheiro frete at as 11 boras da msDba do din
da partida.
Cbama-ee a attencSo dos Sra. rairegadores
para a claosola 10* dos ccnbtclmentos que a
segointe :
No caso de baver algara reclamado con
ra a CompsBbia. por avar:a oa perda, deve ser
feita por escripto ro agente resje tlvo no portj
da deecargs, dentro de tres diae depois de nos*
Usada.
NSa precedtndo esta formslidade Compa-
nbta Ora iseota fe toda a reeponsabildade.
E8CBIPTORIO
No Caes da Companhia Peroambocana
_____________n. 12_____________
Bamburg Suedamerikaok-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
8ellschaft. ,
O vapor
Amazonas
E' esperado da
Eoropa at o da
IO co corerte e
segoir depuis da
demora neceesa-
rla para o
Rio de Janeiro e Santos
Entrar no porto
Este vapor illominao Ion elctrica
6 offerece ptimas eocommcdacSes aos
Srs. passageires.
Quaesqoer reolamscOes f serao altendldas 48
boras depois da olUma descarga da vapor na
Alfandega.
Para paseageus, caiga, frete.e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & G.
18Ra do Commtrtio18
1. andar
Prnee Line of Steamers
James Kuott, Newcaatle-
ca -Tvne
Linfan regalar eatie os Eta-
doa>Ualdos e o Btazll
E esrerado de
Mevr Yiksto
aia I* de M.-.io
e teir depo'S
d a deaora n e-
cessar.a para
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Carib Prince
Tem ptimas ao3om>da\8es para passa-
geiros o illuminado loa elctrica.
Para earg:a e pacsacens tmls se com os
AGENTES
Johnston Pater e .Comp.
Ra do Commercio n. 15
jjambmg- Suedamenka;iis-
c h e Damplschif fahrte-
Geselschaft.
o VAPOR
Desterro
B' esper-o do snl at
1 ui> 10 00 correte e
Pr-oiri oepcis da decora
n-iefsaria ptfa os portos
de
Leixoes e Hamburgo
Para passugesi, carga, freto e etc., Irata-sa
i'.021 OS
Comig-iatarics
Borstelmann Sf C.
Roe. do Commercio 18
1* andar

tfoa Isjnarto Duvnl
Dorr n;c8 FerLaoes Falhe;ros, sua mulher e
liino, convidam os nareot'S e amigot deseo
ogro, pai e z\o. Jo .poacio Doval, fallecido
0. Hi'spanba, para a-glstlrem a m!8--a do pri-
meiro aocivereorio de seo hl.'fcimento. a qcal
ter lo/ar na capola do ccmitcrio poUco, pelas
7 boras di a.a&ha do dU sexta feira 17 do cor-
rete. D^sde a se cor f ssam etreamente gra-
toj a tods qie so digoar^m comparece; ao re-
ferido acto.
f
H^HP
LEILOES
Terga feira, 14, leitso de movis, li'Ufia
vidros. piano, eipelbo', ui bilas e mais objetos
existentes na caa da roa Via onde de Govanoa
n. 68, oo'r'cra roa do Cotovello p ro da labrica
de i-Ianfos, onss morco ltimamente o D-. Bra-
ga Turrep._________________________________
LEILO
De movis, louca, vidros, es-
. pelhos e crctons
Ter^a-feira, 14 do correte
A SABBR :
Ia saleta de entrada
Dxa me'a mobilla Cum 1 sof, S censlo*, S
cadeiras de b-tecs, e6de tusrai.ao, e mesinbas
de pbaotaa a.
5:1a de visita
Um piaao forte e novo, francs, 1 linpa ma-
china de phan-aiia. 1 esstl'o grande. 4cade*ras
e^pregotsade ras, 6 altas a Lor XV, lindos qoa
drof, co tinados brincts e de co es, tancas para
cortinados, repesteiros.mesasovaescom pearas,
cadeiras de balando
L sa.'e!a
Urna mobil'a completa. 1 piano para prioci-
i i ? e. quadros. jarns para iics, 6 cadeiras de
lonco, 3 colDmoas a 1 reloglo de parede, de
brome.
Qcxrtos
Utna cama da Hr-btt. eos lastro de rame, 1
mata de cama, I raaro TMiido, 1 commoda, 1
aatqaeio, l lavatorio com pedra para 3 pef-
soas, cabides, lavatorios can de agatb, ontroe movise mais objetos de
casa da ramilla.
Sala de jamar
Una mei elstica, 1 goarda lonca, 3 apara-
dores, 34 cadeiras de janeo, 1 motulls de fsia
branca, lenca, vidrt e crystaes.
T^rija-eira, 14 do co-rente
Agente Pinto
Ns casada roa Viscsnds de G yaor.a n. 58,
outr'ora roa o Cotoielo, pe-lo oa fanrica de
chapeos, casa em qoa mcroa ulna menle o Dr.
Braga Torres.
Em continuacSo
Duaa vacos toorioss o ansa garrotas de raca.
A entrega doa movelf effcctaar se-ba no mes-
n*i du, por ja tstsr s cua alagada.
Agente Pestaa
Leilo
Do importante sitio e casa de pedra e cal
estrada do Arrayan. 16, terreno proprio otm
arborlsado, boa baixa com caplm, om impor-
tante riacho correse co centro do mesmo, qoe
tem doas frentes sendo ama para a cstrasa do
Cio-.oeiro e ontra i ara a do Arnyal, entre as es-
la(,6ea de Margab*lra da Baixo e a de Cima.
Quinta feira, 16 do corrente
A'8 12 HORAS
rVo armatem travetsa do Carpo Santo
n.27
O agente Pesian?, bastante auterisalo, vende
r o importante sitio e casa cima mencionados,
cojo terreno raede 333 i.bIoicb de frente sob
1.900 de fondo, conforma a planta que acbs-se
em mo do mess>o agente tata ser examioaca
pelos Srs. pretcodeote.-i.
Leilo
Mr i a.
De fsenlas avariadss, algodOe^, cuitas esm-
braiap, b-ins, madap.lOes e ootras fazeodae
delei.
Quinta-feira, 16 do corrent
A', 11 Aoros
Agente Pinto
RA DO BtM JESS NUMERO 45
Leilo
Do sobrado Oa roa da Roda n.. 17. de S acd -
res e sotao g-and, fondos para s roa des Patis,
o qaal rende lOSSOO mensalmeate.
Sabbado, 18 do corrate
A'S UlOPAS
Ageste Pinto
A' SUA UO fcOM JSSUS N. 45
AVISOS BTCERSflS
Alaga sb om peqaeno comparmeaio cem
om qaarto ao fondo, propr.o para Darbdro, eti
pajeiro. lalho, etc,, roa de Bemflca n. 4 : a
tratar no i i sgdileoa.______________^
Tambem se alaga orna loja de fnmle.roi
aro en sem ferramenta, as meima roa e cao
regoexaaa : irstar no mesmo o. 6, M ens.
O fiscal de 9. Jos Antonio Luiz do
Rege Barreto, venha ao Pateo do Paris*
n. 15.
LeonarSo J) uregoeseo8 l-mos aerade-
cem do iatio,o o'a'ma a teas o qoe se digna-
sm acompanbar ao ceaitetio pobluo 03 reatos
mcra?a da so p-ezado pal. padre Leonardo
Joao Greco, e de novo convidara fs seos amigts
p*ra assiatiieui es misas do stimo da, quj
t ri lugar s 8 horas daxnabba do da 14 oo
corrente. aa igreja do Espirito Santo, e desde
j se coofessam ommamento pethjrado.'.
Baronesa de Frccbelras
M'tei a. loii'u ib saniLB Dia?, id> molber,
liibos e n.ra. roe-m a reu3 percates e amigos o
picdoBO obsequij de as-isiir-m a rcisa ene
u aodam rezar em eua capells na oziua Santa
Fillla, Ss 9 aoras da manb do du 14 do
correte, pjr alma is soa praoeada irr^a, cu-
hida e i,3. Barona de Precheira, 7- da de
seo paScaii.ento, pelo que antecipam 8BCsara-
eciuieuio.
t
aron7ia de Frecbeiraw
C Baro do rre^Lei.a-, 6'U> irmaoa e sob.-
cho3, agradecen) a tod s ia parentes e eoigos
que se dtguaram corapnnar 08 .'e'os uortaes
de Boa piezida molte coubaiia e t a, aroeexa
di- F'eheir.s. at a es lo ci da inco Poo^a?, e
coavidain para assistir as assas qoe se ao ce-
tea-sd&s por soa alma na motriz da bea Vista,
as 8 boras oa maoba de 14 do corrente, e as 10
Lo vb do mesm* da na canells na uua Cioeca.
de Negro, pelo qoe se coofe-Esm desde ja mono
reconndcldos parete acto denligio e cwi-
Ui.de.
f
V, Hara Ignacia da Fenseca
Banks
D. Franci-ca Nery j rooseca BiLks, ;.dulpho
Banks e AILn-j Uscs ara pessoas qne bCoupiQUaram soj prezaua ti.na e
rea, D. M r;a jgoacia da F Banks ai ceite-
rfo, e de novo pe itu o carido.'o QDaeqoio de
iSiistirem as mista] qne por soa alma mmdam
celebrar na qo_ra f*ia 15 do comente, s 8
oras da maoo, as igrej.s ae S. oa ?e:ha
mairu ae Afogdus, pelo qae mnno ara.e-
cem.
Preclsa-de an,a para cjainbcr, psga-se cem
aa roa do Baogel v. 17, leja.
ra eoli partlrolar 4 isu de Honas o. 54,
ensioa-se sor n.uK, francs, geograpb;a, i-a-
balbos de ageiDa, de Iojs asqoaiadts, flj-
res, manca e Piano, a pnejs cimmodis.
Vndese as cata terreas i ra Imperial
as. 190 e isa, sendo aqoella com 3 qiartos, 3
Bulas, Dora qnintal e a moderna, ltvre. e derem-
Darscadss oe quaetqoer onas : a tratar i roa da
Madre de Deoa o. 4.
Precias-ae fallar ao S.\ UaDcel i sM.runs,
ex pocorador d Alberio Jorge M. Pinto (Porta-
gslj, es ras i. Jorge n. 56. ftp
frecJS3-se de castsrriras ; lo becco dos
PerreiroB n. 6._______
Pnctsa-se de orna menina, b'an'a oo de
cO*, re 14aauos rara cio^a, para aooar com
crlangaa ; na rea Im^arial n 19, V andar.
Veode-se uia ooviida de raga toorioa ; a
tratar na toa Imperial n. 230.
Precisa-se de om bom cai_eiro qoe (ecba
pratica de boteqolm e c fiador de soa coodac-
ia : no pateo do Paraso o, H. ?aga-s6 bem.
\a ma do Nogueira n
3 4 eose-ae roupas de senho*
ras e meninos, por precos com-
modo*.
Caixa Ecanomica de
Pernmbuco
Perdec-3e s catieroeta n 5U5, pertencen'e ao
nbaixo assigosjfo ; quem a acbar s rva ae es-
tregar oals el lade i roa fia Soledide a. 7.
K-c fe, 10 de Mjo de 1895
Carlos de Barros Brrelo.
Locomorel, for^a de 6 ca-7
vallos
Vende re oa er Ga-anbons, psrfeito, garen-
(ido, e tambem tea. hia neva, de 40 serras e
coo.'enjador, todo para oescarec r aigodio :
ofrmoc6e8 a ra Vende-se
Un boai chalet ai estrada do Arralsl, cem 2
sal.b, 3 qosrtos, cesinp, terrajo, cacimba, boa
ama de beber, com t5 palmos de frente e 300
de fondo, bem plLtadc, f octe'ras e jardim ; a
ratar no mesm-j logar cem Antonia Feli arlo
e Juncriai, lavtrn n. 33.
Temo inglez
Vende-ee om novo pa-a baoeada. mediodo 7
pollegadas de borca : a tratar no escrlitorio do
Diario com o Sr. Lapas.
Arrenda-e
O engenbo Tranqoilldade, rxter.te e corrente,
em lodos seos pertecces, silo no mooiclpio da
E:-.da; atritjr cem o solicitador Antn o Be-
aerra uavalcante de lbnqoerqne, roa 1- de
Marco n. 18, 1 andar, qoe di' lod:s os e cla-
eerreotes prectro^ a gcalq^er tr tenjentt .
Feitor e amas
Boa Pavfan'.u' n. 36. precisa se de oirasma
p.ra servlco Interno e nao fe.'or q e se ja perito,
podeodo ser cafsoo.
No engenho Oriental
Estscao de Ar pibn', lem para vender-Be nasa
esldeira de vapor, forca de qoatro (avalles ja
seivida, precisa de pooco conec-rto : aesim iam-
ten orna boa mnenda de 20 a 2J pcllfgads,
om cm rodete ce 7 palazos, em perfeito estado;
quem pretende- dirjase as dito engenbo qae
achara com qoem tratar.
Menino perdido
Aoba.se na subdelrgacia do 1* diatricto da
fresueila de S. Jos', oa residencia do respectivo
sobdeleeado, o capliao Mancel Rodrigos no-
goeira L ma, om mcntno decr preta, represn-
tenlo ter 6 sones-de idsate, qae dis terviade
do engenbo Cabecswde Negro, em eompanbla do
seo pal, de queoa deivioo se reata capital. O
meolno diz chamar-re Angosto, e se ni psis
jcaqcim e Joancs.
i
4
i
*>



arle de Pernamhuco aer^a-tira 14 de Maiode 195
Mobilia
Venre-ao urna mobilia do Jacaranda em per
feitofstaao, leda enalbada ; na roa do Torres
D, I paicQPOto terreo. ______
Egonmmadeiras
Precisa-se na raa das
Flores d. 25, tinturara.
Carne verde a 800 r?. o kilo
Veo l^m os abixo asBigoados, carne de pri-
melra qcadaoe, ooa tainos da ra Mrquez do
Herval s. 17 e J,e Gamboa do Carmo a 1.
Ese pr.co ecffre.- 8lter8cSo par. mais oo
para meoca, simpre re accordo cem 03 presos
do gaco na fe i r a -.
Hecife. 5 de Abril de 1895.
Fio* Lima. A C.
Ao commercio
Man0(1 Alonso Meses, teodo comprado o es-
tabelrnirif nto de nolbadoa silo i E-trada N do Car. og n. 81 ao ir. M'tielao Goxes da Cu-
nba, p-i!e a tocios que se julgrem credores do
meso.", *nbor que apresi-o'eai soas contaa do
praeo de tres das a cootar tiesta data para ee
rem raea:<, o que Brido rete i raso nao ee rep.
poneaiiii ea por cebro algom aae o mermo S
Menelo 8') devedor por baver comprado o '
tabeleci-ceato livte desc-necaragiido de qualq
OOU.
Reci ?, II deMVorte 1895.
Uaocei Alonso llcraes.
Ao commercio
M r.elao Gomes da dn h', tendo vendido 'en
esUbtieeitceoto de mnibadcs ao S-. Manol
AlODfi1 Morep, ?"o n* E-trada Njva de Galan-
ga d. ti livre e df eembara^ioo de todo e qual-
qcer;nae. pedem para qoem se jolgar credor
oue c r eecte mas ccntfs no i raso de lies
d a& i contar da pretende dita, firdj tste pra-
10, nao fe atender rerli-m'COep.
fteetfe 11 ce :>'o e (895
Mi-rello 6-ms da Cunta.
Ao coftimercio ,
O 83-ixo assignado declara ao commercio que
resta di'.a fomprcoo eitabelecimento r'e molba*
des ti o a roa do Ixp .adora. 14. Oolro sim,
lenoo nVa-in respcnsavel pelo paeivo ao refeii :o
eiabe.t- 'm'Dlo, convila ;os Srs. credores em
seral pu a aprefsotar sosa cunas.
Recifu 1 de Hato-de 1895.
Joi da Silva Pereira Lisboa,
SP'TPBEOr.
A o commercio e ao
publico
O atiiiio assignado, pelo presente declara ao
corpo comurercule so publico que n'efta data
venden o aeu estabulen-necio de molhados sito i
roa du Isjpe ador o. li a>Sr. Mano?l Moreira
Ribeirj. tie-ndo o comprador responsavel palo
passtva (!a referida casa. Out'o sito, antoriso o
mesmo S?. a fazer u-o da minba firma inrti-i-
dual un t-antacc-Oes a merma casa at o Em do
crreme anno.
Se ali-'iem ee jolgar rom direito a proles ar
qo-'ira fazel-o.
R-C:f. 1 de M io de 1895.
IJos da S Iva Pereira Listos.
Engenho
Vende se o engenbo Cananduba, urra legoa
distante da estaeao de Janoatao, multo box
d'.-gu \ nioente e ccrerite. com extensas trras e
matts cura safrejar a 8,000 paes de aesocar
snniu-'inuoie ; a t:iar com o commendadar Bar-
roca, ti.i es'ajao central deCaroaiu'.
53"
< o
5 as >
as
gos-tf
Cd -
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gge.
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S.03 g
S
la
ag


5:

ai

2^

agricultura de cafeeros
Na :'azenda Serra Grande do muni
cipio da Victoria, Estado de Pernarn-
buco, tem para vender do da i de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres riilhes de ps de cafeeros semea-
dos em leires cuojs presos, tamanhos
e qulidade, si encontrara no Jornal io
Rceift.
* NAO Ha Mais Febres!
t
AS PEROLAS de SULFATO de QUININA, de BROMHYDRATO de
QUININA, 4a GHLORHYDRATO, VALERUNATO de QUININA, etc., de
*H" *l CDTll ntem cada una des ceutiprammas (doisgraos) da Sal de Quinina
U uLCII IJIH ehimicamente puro, de fabricarlo franceza e preparados por
nm proceuso approvado pela Academia de Mediana de Parix. Debaixo de nm
envolucro gelatinoso, delgado, transparente e mui fcil de digerir, a Quinina te con-
ttrva infinitamente eem alteracfo, e te engole tem dqixar o menor amargor na bocea.
Cada frasco contm trinta parolas eqoivaUndo a tres grammas de Sal de Quinina.
Cada vidro tem a marca: /-> /)
e em cada Perola esto V_--CA'CtSi^v
FBRICA Z VEfDA POR ATACADO :
Ctu L. FRERE, CtueVHNT sCu,S~
19, ra Jacob, Pea-U
Impressas as palavras
Viertan, Paria. V
Vende-u a rarej'o em qutll todll la Pharmtcit.
H^^t***^rtr******V**^nrt******************Wt***ilr+
A L^i. HEINE DES FEE'JRS
^5
RaialMs Hoyos
L. T. PIVERem PARS
Mascotte'
PERFUME PORTE-BONHETJR
Extracto deCorylopsiSdo Ja]
PERFUMES EXQUISITOS :
Bouquet Zamora Anona da Bengale
Cy denla de Chine
Stephania d Australie
Heltotrope blanc Gardenia
Bouqnet de I'AxnitiWhite Rose of Kezanlik Polyflor oriental]
Brise de Nice Bouquet de Reine des Prest, ato.
ESSENCIAS CONCENTRADAsTM QUALIOADE EXTRA
fJepettt !X principats PrtamariaB, Pharmacias CaiaUerairoB i" h*
elissa*. Carmelitas
"CTaxi'so Successor dos Carmelitas
IA.E5.S 14, Ba de VAbhaye, 14 PAR28
3Descoaa.fiax
CONTRA
Apoplexia Flatos
Cholera I Clicas
Enjo do mar 1 Indigestos
Febre ama.elta, etc.
ter o protcetto na quil til inrolrio
i-a rldro.
Deve-st slglr o letrairo branoo
o preto, em todos os videos,
neja qual 16r o tamanho.
?aposnos ex todas as phamaciab
do tJnitymrao
lfafaifirafofa
e exigir a AMignatur
PAPIER AMBRE
CIGARROS com PONTA IMPERMEAVEL
nSo podando adherir aos labios
pars, Gastn d'AUGY & Cia. pars
mvt.itd'ts e ricos Feo- c'-/
S g. fo'-'ffcefort dat Fabrica do Esfal) Privilegiad)
epoitiada em Franca e no Estrn+tro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACAC :
Franca : Pars, Tribunal Correccional, 83 de Novemb'ro de _1852,
8.000 francos. Confirmada pulo Tribfrjud de Appellarj.o em 2 do Maio oe
1S8S, e pelo Tribunal da Re'a<;o 15 dd Maio do 1*J4. Paris, Tribunal
Correctional em 21 do Abril i 1 1888. 9209 francos.
Balgica : Bruzellas, Tribunal do Anpellacj! '' '-osto da 1883.
MARCA8 DA. TVtiiSIvrA. C:
PAPIFB PRAHCOIS. cap d* Psrgjasutiho ; PAriER JEAB, capa ir
LE MTaOPOLITAIN. erm a Borda gommadi LE CHEUR. p^pel isaaq '": ''
u l^t>rrfr "^"'Tnda ;
SS^
I ,,IIW. tri-,,iOH oo ,.. importadores n o PAPEL . El r'nivili'iu don porto* de Antuerpia, Trente, etc.. como r.. ''-='
1^___________________gtaMBiBsjiasatasajBsiiii 1 11 ubi" ti-------------
I Nova e:ueuca contra um lallcador : Ptrn. T-ibunal Crn;r.- a di Jj ";> "' <3.
PerfBi t dam-ot e pen/ifwa Confirmado pelo TrlLunil da dppr'/arj' di 11 J* S'i'c i; 1*.Q3._
EPILEPSIA
HYSTERI
Cura qnasi sempret
Allivio sempre!
POR UBIO KA
SOLUQAO AT1HERV0SA
CONVLSOES
MOLESTIAS Laroyenn
NERVOSAS
VENDA EM OROSSO
PARS, 7, Boulevard Denain, 7, PARS
PHARMACIA DUREL
Deposttos ni todas as pamciPAES Phabbacias do Brazii.
Kola-Bh-Natton
BICta. BU CAPBINA, THBOBROUINA, TANNINO, B KATBBIA BNCABVMADA Da KOLA '
TOKICOS ESSENCIALmENTE BEGErtEflAOORE!
r 4t Viuho X5Lola-:k3*%li.-^irttox.
Sitractos fluidos, Pasthas, Pillas, Essencia de Kola torrada
mu prodrictos experimentados com o malor xito nos hospltaes de Pars, dcsaeiSM pews .
noutnrps Dt-JARDIN-BEAUMETZ, HUCHARD. DURlAt. Halijz. Monnkt etc., na alJiei^aj^ojrotila.
lTenterta, Diabetes. Albnmlnorla, Phoarbatarta, Bxce.so de tratiatto inrilee ei MlrtlectiaL
JE1\Z
UhlllllllllllllllHI!
MEDALUAS de OUSO
na Expoivaea Vnlveraaes de
Paria 1S7H-19
Barfleoi. DIPLOMA DE BOSRA na EmslcD 6 1882
s. w
Brdeos (Franca)
Deaejam V. V. M. M. passar bem come: vos cada v,
da Deliciosas Ameixas J. FAU :
l
Arrenda-se um importante sitio
com casa para moradia, dita para
creados, banheiro, muitos arvoreda
fructferos, prximo EstafSo Case
Amarella ; quem pretender dirija-s-
a Custodio Neves, estabelecido pro
' ximo dita Estacao.
^ AGRADAVEl &
< 2 Q LU 7* Se reconirr.enda conio 0 melhor remedio da sua classe a TI O 33 H -n O
4 EHULSO j^ LANHAN E KEHP
l COMPOSTA DO8 MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES > rn
O combinado* scientificamente e a todos os respeitos a mielhor preparacio de m z
LU < OLEO DE FIGADO DE BACALHAO COM HYP0PH08PHIT08 0 0 0 >
A DIGESTIVO 4
Fao ha ma.s baratas !
i:*tiu<-;< conapleia
Apparelhos de pegar baratas e ou-
tros insectos vende-se pelo preco de
2^000
nicamente as lojas de ferragens de
Antonio Pinto da Silva & C, 62 Ru
Duque de Caxias 64 e Vianna, Castra
& C, 115 Ra Duque de Caxias 115.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometres de
marinha, caixa do msica, apparelhei
elctricos, oculos, binculos, ocnlossbo
alcance, joias e todo e qualquar objecto
tendente a arte mechamca.
9Ra Larga do Rosario
Cimento in^lez
Per'elto; piTmiirto, de 150 kilrs e timbeai
coro pequen^ avaria, vende s-; barato ; Da raa
do A'i onm n 62.
Cosinbeiro
Prect-a pe de om bem cooneiro ; a tratar do
trrw-"n o. 4i i raa NAO HA
MAIS
OppromoOo, Catarr,
Obtere aa ma'i a/faa
Deposito em todas as PbanMtl
Bixas de
Hamburgo
em pequeas e gran-
des quanlidades, a pre^o
reduztdo.
Ra de Mariz e Barros
n, 16.
Loja de Barbeiro.
Pharmacia dos Pobres.
Ra Larga do osario.
Gulmaraes Bra^a & C.
Ba Mrquez te Olinda
Caixeiro
PreciFa.se de om rapas que leo) a pri tica de
faieod^s e d atleitado de seo oooi comporta
mfDto ; a tratar no Bssar de Afosoos.
Engenhos
Veodeavae o; eogenhos Go'.iba e Peco R1-
duDdo e aa propiedades Haug&j e Igoes Tbe-
rea, arjoell 1 BDoeza sos croo* eneeub >-, oc-
tr'ora eogeobo do a>esmo Dome e que conserva
Inda as obras precisiB, eiton todos do mooi
c po de GoyDoa, (ormaDdo um qaa >r e ce
libidos pelo riacbo Carab e cu roj.
Tem* cada om terra< iara safrejar qoatro a
cinco mil {.Vs de asro ar aonoap" e em ambos
avaliadci em 10 000 dito?, maltas, apoera-
' ota le h'8 e aguas b- stantps para orna unua
de 15 30 mil saceos ; coca logan-a prop ios
para se foroarem dous grandes depsitos d'a-
goa, pois esistem doos riacbos pereor.es rr.ui'o
prozitto'. T m mala rada om macblna nova
de torca de[8 e 10 cavalio?, c > 1 d cal 'eir coi.'
doos useDiameotoa de (ogo directo ; casa ue
porgar, diatiilarla, casas de viven a e de mo-
radores, estribara etc.
D sio doaa leco-js da estafan de Lgca Secca
(na frrea T.mba&ba,) e 3 1,J da cidade de
toysona, com boos camiDbo.
Eslfio eviJamente liuiiiaro--.
Qaem pretenre- comprsl-os, dr.ja se ao pro-
prletarlo oa referida tida-ie de Gojaaoa ca em
ditos e.'.tPohoB.
Caixeiro
Freei^a-se da um caixeiro orc prati a de la-
vera?, que d CuDbecimeolo idneo do sea coi:-
porUmen'o e con'uc a, sem o que nao te*a
i.ttPDrtido, paira-se bem : na roa iTiperial n. 16.
?.N B. 0 m< amo p e io(> rmarse da r. si.
Casa eiu Jaboatao
Vende-se ana nova, no largo da matriz ; s
tra'ar cera o commeDdador Birroca, na eala-
),&o ceotral de Giruar.
Ccsioheira
Pre;iea-sfl de oxa costibelra para casa de
ramiln a tratar aa raa Duque de Caxias n. 84,
lojae
Costil reir
Preci a-se de orna costureira para cssa da
timiCa : a traUr na raa Daqne de Caxias o 84.
toja. *
Pom negocio
Em Tamandar vende-se om estabelecimento
Je molbados, fmerj 1 s, mladezas, (erragens etc.
inmolado-Earracao de Tamaodar. Essa es-
tabete?imeoto moi'o promette a qoem o :om-
o'ar e se pazer a soa frente, o qae nao pode
fjz- r o adual prop-ptano,e por iaso o vende.']
Cshndo ee conAtroiodo oaquellz praia o ira-
opopo edificio qae dever servir de lasarelo,
fcil de ver qae nao ba exageragSo as promes-
as ge bom Le?- ci, tanto mais porque ja ge
acha em coostrurgi) a estrada de ferro qae
all em de terminar, eqoe ser concluida den-
tro de doos aunos, sob peoa de graade orejaizo
rara 9 companbia eoostructora. A tratar na
orac d Hrval o. 3 com o propnetario MaDoel
Clemeotioo Coma de afelio.
Bom negocio
v*ende-se a (averna e padaria sita a roa de
Ponte de cboa n. 87 ; a tratar na mesma oa
roa 1- de Ma'tjo o. 8 A ; o motivo da venda le
eir ao comprador.
TINTURARA
^_______lMB ^3hW>B>
25 Kua de Matbias de Jbuquerque 25
( A.VUG.l DAS llOltIS )
TINTA 8 GORKS
i
E LAVAGEM
TINTURA PRETA
AS
Tercas e Sextas-feiras ftiOS i3 DIIS
Tinge e limpa com t maior perfoisSo toda a ijualidade de estofo, e fazenda
em p*JM ou em o"ras, tira o mofo da fazendas todo o trabalbo feito por mel de
maqumismo aperfeicoado at boje desconhecido.
GRANDE
HOTEL COMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direcc3o de sea hbil proprietario MA-
NOEL (JARCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura a
pintura interna, j pela promptidao e aceie do servijo culinario aduaneiro, j tam-
ben! pela pos9&o hygienica Vseu edificio.
Depois de innmeras transformagoes por que tem passado este Hotel, consegnio
afinal o sen incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que dere ser
& referida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares 0
banquetes, a contento dos Srs. pretenden te.*.
APERITIVOS
POR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagoatins, aalchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaea.
ADEil
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Rordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos racebi -
os directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua mportacSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condijSes do morcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMROLA
Ra Larga do Rosario ns. 29, 31 e 33
Piano
Vende-se tm bom piano ; do roa da Alegra
somero i._____________________________
Cimento
Vende-se cimento
francez do conhecido
fabricante Boyer em
barricas de 150 kilos,
na ra do Commercio,
n. 13, 1/ andar.
Bom piano
Vende-fe por i:.600#V); 0 ; no paleo do Pa
ralzo c. 18._______________________ |
Ama
Cosobeira; recisa-ee de ama na ra d Bao
gle Vi-______________________________
A todos e em especial a*
8rs. pasoageiros da Estrada
de Ferro Snl de Pernam-
baeo.
O bem conhecido e" acreditado nego-
ciante em Marayal o Antonio Mon-
tiro, avisa aos aeus amigos e tre-
guezes que, tendo de fazer urna viagem a
Europa onde vai contractar pessoal e
machinismos, p-ra melhor poder satisfa-
zer ao publico, no grande consumo que
tem merecido os seus especiaeB bolinhos
e bonb ns ficar suspensa a remessa de
bolinhos na esta<;ao, a qualquer eocom-
menda tendente arte de confeteiro at~o~
regresso do mesmo especialista, ficando a
sasa c mmerci 1 durante a ausencia, sob
a direc5io de sua mulher, Gracinda Mon-
teiro.
Marayal, 6 de Maio de 1895.
Antonio Monteiro.
Attendite et vi
dte!
Jos Samuel Boteibo. fabricaste de booquets
ao maij aparado Ofcio, para casamento, bapti
sado, oa ouiro qoaiqoer acto, pode ser procu-
rado roa da Crdeia d. 43, loja de. sellelro, oo
oa sna residencia, roa da Conceic&o n. 3, Bes
?isla.
58 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolveram liquidar peJa quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que se achavam no Centro da
Vloda.
A saber
Madaolap pan RCiva a 4A500 a pe?a.
Bramantes de linho de 10 palmos de largura a 31000,
Oazemiras pretas e de cor a 3S50 e 430 Bramante de algodo com 4 larguras a 18200.
Crotones francezes claros e escuros a 600 e 640 rs.
Crotones ingleses a 320 rs.
Brins brancos e de cSres.
Crotones de 1." qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escossesase lavradas a 1S500 e 2SC00.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 705 por 20*000!!
Ditos andnesuk de 30$ a 6*000 !l
tos todos da renda de gripure valmciane de 8Q0_a 128090
Cachemiras escuras de 3$ a 800 rs. II
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de auadro para mesa a 28000. _,
Guardanapos duzia a 38 e 44000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 308000.
Calcas de casemira de 358 a 128 e 150000.
Um completo sortimento de frak, da 100$ a 5$000.
Golletes de casemira de 128 por 48000.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, las, cachemira 3, cretonas, lnon
chitas, etc. etc.
Pede a todos os seos f reguezes e as Exmas. famir
lias em geral qae se dignem visitar o ncisa estabeleci-
mento, afim de se convencer da grande reduccao de
precos.
NA
Loja das Estrellas
56 e 58 Raa Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n 210 /













i


&
BjBue*BO ge l*erntmMneo jror^a-Mcira 1-i de Malo de Ifto
if

Engenho
Vende' se
renda se, o
V'l'rtude, distante duas
leguas dfi estaqo de
Calende, com boas tr-
ra*5, boa maquina a ya-
ou ar-
engenho
1.
1.
r, a lr t r
de Marco
nchr.
na rua
n. 17,
ai
Caul Branca e Vir-
srem de Jag-na-
rlb
A Companlia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran
ca e virgen), avisa aos
consumidores que nao
tem succursaes neiu
agencias nesta eidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramen
seuamiazem do caes do
Apollo d, 73.
P;tc;S se de au ama para rata" de nxn<-
cs : na rea do Bem Jess r. ?2. ^^^^_
roa de leite
Precis-.-se de u?a qce eeja eadia, paga *
bem ; ra roa ta Coucordia d. 18.
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FiCADO DE BACALHAO
Com Ilypopliospliitos de Cal o Soda.
Approvada pela Junta Centra! de liyglene Publica e autorisada pelo governo de Drazil.
Os mais afamados mdicos do mundo "reccitain constantc-
.tiente esta'preparado. Leia-se o seguinte testemunho :
O abaixo assignado, Doutor em Med
cir.a pela Facudade Medica da Babia,
Estados Unidos do Brasil, Delegado de
Hygiene d'esta Ciclada, etc. Attesto sot>
f de mcu grao, que tenho tirado os mel-
hores resultados na minha clnica civil,
com o emprego do vosso preparado de-
nominado "Emulsodc Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em
todas as enfermidades que deixam em sua
terminacho um depauperamento das (br-
eas. Alem do bora resultado em seu em-
brego, alem d'isso, fcilmente suppor-
tado pelas crianzas as mais rebeldes
medicarlo. Podero fazer d'este o uso
que lhcs convier. De V. V. S. S.
Dr. Antonio Muniz Ferreira,
O Dr. Muniz Ferreira Si0 PAULOf Braz1. aca.
A Emuisao Scott urna preparaco d'Oleode Figado
de Bacalhao, de una apparencia agradavcl c fcil a to-
mar. Nao tem o gosto repugnante do oleo puro e simples,
e ao contrario d'este de fcil digesto c assimilacao. Os
hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto
sobre os ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta
preparaco, augmentan] as virtudes j reconhecidas, do
oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrophulas, Anemia,
Chlorose, Rachitismo, Afrecgoes da Gar-
ganta e Pulmoes, a medicina nao encontrou anda
nada que iguale Emuisao Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Chamicos, New York.
GRANDE
Ama
Pe sise de i m Eia qie saina cosionar :
tratar no Basar >'.r- afovadef.
Tijolcs
Pab irades n? fabrica dp CtmasRibe. Catr-
ptror qu hiisce, tnde-ss 10 eecriptorio di
CtiL|iaoha IidBftriol rcr amDocana, 4 rua di
cmcnerclo d. 6.
Caixeiro
p.-cig-se deum Ciixeirc com LasUcte pi.ii
ca de iLOlbaaos, qae leona qoem garanta n:.
con'iKta. e que m sua tutea u rosta faier *>
vetes do ricDf da enea ; Da rua Ejirei'a do R>
li'iati. 9._____________________________
Farello superior
Receido neMe momento re.alba--e a peqce-
ec lies a prece tardisimo ; a t'atar no laigi
do Corpo Ssntu n. IB, i- -niar.__________
Lquidaco
FERRAGENS
CUTELARIAS
ARMAMENTO
Para acabar
6 RUA DO BABAO DA VICTO
MA ,
Participamos aos nossos antigos fre-
guezes e ao publico em geral que resol-
vemos liquidar com grande abatimento
de preco todas as mercadorias que se
acham no referido estabelecimento.
PARA ACABAR
C Ba Bapau da Victoria G
locomovel
* Cempra-se um de or9a de
\2 Civallos para cima, no
Ca* s da Regenerac3o n. 26
B.lhar.
repre
cea
C asa de commisses e
sentaces
18-aifl M ME _SP
EXPOSICAO
A.XWXOSX3B.A.S
CATLOGOS 3S
X33SS3Sr5T3COS
le innmeras fabiicas de todos os p^iizes da Europa e
Jes duas Americas, lo la espacie de mercadorias, de
nachinas e de materia prima.
Deposito do afamado REOL cCIM o mehordes
iufectante conhecido.
Deposito da bem coohecida cODONTINA do
Dr. H. Rirted.
Rua 15 de Novembro 29
Entlleleciiaento de primelra or-
dem.
Casn moaitada com luxo e eoin-
modidade n*nm dos pontos mais Uy-
g-ienieos da eidade lo Rc*ife.
Aceoimiiodacoes magrasicas to-
das com janguas para a i(ua.
esplendida sala iferefei^oes, a
maior em^Isarejaila nesta eapitsL
A eosiulia acha-se a cargo de nm
pepito cosinliei2*o
F4LU-SS QfilSOS IliOIli
PKECOS RASOAVEIS
ggS,, PROPRIEDADE DE
N. GHUNBERG
19
NOTO
~:I9
familias
X ARO PE DE REUTER N. 2
0 MELHOR
FWF.CADOB
PARA 0
Coeo remedio m EtacSo Calmoja, porlflcador do sangnp, digestivo
i sparienie nei-hum ootro arpelIHado depr.-ativo o ; alapsrnlba ee appro
xima sequer ao X r pe de Keoler d. 2. Coxtini qjitrj grames prop'ieoa-
d i em um c remedio, operando a ux lempo tobre o orgos digeaiiroe, o
^aogue, os lio?, e os Infgtinos.
AbRoluatamiote n*o!r;.l'fa e expulsa pela caoaea lutealinaes, riaj e
poros da fie, es yrmeos uocivos, que fluciu^m no eaogue, na orica e Da
traiwpiracia.
DEPOSITARIOS D^STiS PrlODUCTO A Compaobi* da Drogas e Proucto
Cl itr o IIn Mirjue do 01 nda n 24.
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Fihju eo^r'-^cido cera-Be posiliv.m^ole corL et^tas pnulaa. Blla-
pSo um remedio pa*tio nvre d p^rigo para o Bomem msie fmco. 5o b m
como baeta&te te ivj ta a o twrxem min fo'ip, e nao onailpa^i; d>-pois; pe
ccao petal agrada a lo'os ooe a u-am. SSo aa rilolae er-iao a'le na pn-
duicj medica dos E<:mo--U .no?. Sio as meu3res e mais facis a temar.
Qiarewa pm raa ira?ro.
PARA
O
PICADO
Kua L de Margo
Pedmos attencao das Exma?.
para os presos resumidissimos por quanto
vendemos as oogsas fazendas abaixo men-
cionadas.
A saber:
Brini t? licho da cor para roopa de Iiomem a 600 ra. o cor&?o
Oretonea daros a escures cores firmes 400 rs. o oovado.
MfdapolSo nacional 24 jardas faeenda de 145000 por 10{0)0 a p^ca.
Mantilbaa da aeoa pretra e creme a r000 omi,
Ditao de alg d5o pretaa e creme a 2(JcO0 idn>.
Cccbaa de cor para cama a 4I0CO, 5JK00 a 6$000 i ma.
(5iaa cri8 para bomem e para aenhoras 12(5000 a dciia.
Zsphiros de quadrinhua para vestidos ^40 ra. o covndo.
Meric preto liso e lavrado a 105OU e 24000 o cevaio.
Cortes de cambraia branca bordadea a 16}000 um.
Cachemiras para vestidos a 400 ra. o oovado
Atoalbado braceo e de Of para mesa a 3000 o metro.
Bramante oom qaatri larguraar a 1800 o metro.
Dito de nbo cem quatro larguras a 3)5000 o metro.
Setim branco macau para vestidos de noiva a 1#5C0 o covado.
Capellss com vc para nova a 1O4G00 a 12^000 orna.
Cortinadoa de crochet para cama e panella a 120000 o par.
Ditos de cambrtia bord.-dos a 1080C0 o par.
Camisas de malba de 12, para bomem e senbora a 6(000 ama.
Cortea de cusen-ira de cor a 4<$GO0 85000 um.
Es^krlbos de c Luvas de te a para aeobora a para meninas a 105O o par.
Eaxovasa para baptiasdoa fliver.i.-s pregoB.
Finellaa de pur .'& 18000 o covado.
i/.sjlendido Brrtiroen'.o de cf.iaia; d- Acuella com collarinho a 6JOC0 ao.
MceqmteircB amer cnosa 150OCO urr.
Cdlxfs frarc<-ses a I5i50.0 um.
Ma apo So pello ce ova a 10000a pejt c m 24 jardas.
Morim para trxoval a JOCO a psga.
Col.'erinboa de pi.ro linhu 8300U a cuaia.
Casermia preta de a^oc.! a 200 o covado.
Sobretudoa, chrtbr p, cubsrts a c -bert' rrs, Ierres, cam:ea!. carou'ts e mais artigoi
que veodecos fctrto p>r^ ^uidnr
S na
SABAJ CURATIVO DE REUTER
Criado
Precia a deucu criado st a idade de li
inoos ; a tratar oa roa do Cimmerciij n. 44
Em Oiioda
Verde fe eicfllente < Ladeira da Rioeirt n *%
ra
FOLSEXIM
O
ODIO DE SACA

TRADUCCO
TERGEIRA PARTE
XI
(ContinuacSo)
Sepultados vivos bradou elle, e
cao posi.o d arrombar esta porta N3o posso salvar
esta crimca e correr em auxilio da mi-
nha querida Mary !
Arrar.cal-a dos brajos do miseravel a
queru s fame Djella a deu Ab que
esta ida faz-me pulsar o corajao e quei-
ma-nie o sangue as vaias.
Tem razao, Heva, tem raza. Sirr,,
isto para enlouquecer, perqu tambera
sinto d(i.vairar-8e-me a razao 1
Entreunto ardenta febre devorava a
joven, que come?ava a ser dominada por
ama espacie de delirio.
Eicluardo, murmureu ella com des-
esperado, nao torno mais a verte... 12
eu ama va-te Unto... All, coma uta
amava Vou ter comtigo, meu notvo, nSo
quero iaorrer sem ter aberto o mea cora-
$2o diaote de ti 1
Por (fFeite de supramo esior$o ergu
ra-se Heva. Cambaleou, e para nao ca-'
bir ne.iissitou apoiar-se com ambas aii
mSofi aa lousa do aaicophago.
Tcmoref, cravo, pel!e er tina, spera e oleosa Imped lo oo corado
oor o mais grande ae l'.-di Renter. Frodoz a p> l'e formos, barc c clara t maoa brandas; ahsolo'a
mente pu'0, Cellcadameme medicinado, extremameote iocomparavel como
sabj para a peIIp t.* rn coreo do trocador, do banbo e do quartj das c-ianca<.
CAITIXI.- Nao p cr.uino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Birciay 4 C. N- w Y k.____________________________________
TRIOOFERO DE BAftRY
Urna prf p'-r. j5o elpgantp, extrtmameote pe-famada, r^move todas as
rapo reza do crarj< o. perr^rvativo contra a calvicie e cabt.ll > cinzeolo ; fas o
cabello crc-scer eepesso, brodo p frmese lofalfel para curar erucgS s,
doencas da pehe, glndulas e moscolo, e cara rpidamente as cortado as, qoei-
nadaras, (fii'aB. torce'nraa. etc.
caCibu-.Nao Kecoino sem da frascr ter a marca registrada.
MEDICINAL
PARA
TOILETB
PARA 0
CABELLO E a
ptLi.i:
Jorge..- Jorge... disse ella com
voz quasi indistincta. Daspedasa-se-me
ocoracao... sinto-me suffocada... Pelo
amor de Deas, ar, d-me ar.
Acaso se pede ar & sepultura ? re-
plicou Jorge com amargara.
Ent&o tou continuar a orar, prose-
gua Heva deixando o ponto de apoio, e
cabindo de joelhos.
Mas quasi no mesma instante accres-
centou aportando canvulsivamenta peito
com ambas as maos enclavinbadas.
X5o p.aso mais... nao posso mais!
Jorge repeta:
Que agona 1 E nao poder nada !
E' para eapedayar a cabera de encontr
a estas paredes malditas 1
Em quanto occorria esta scena aflicti-
va no sepulcbro, o fakir Souniacy, em
p nos degros exteriores, rodeado dos
brahmines, voltava os olhos para a facha
alvacenta que se desenhava no oriente.
Irmaos, disse elle, a estrella da ma-
drugada descora no horisonte. Lancemos
os perfumes no brazeim. O fogo que arde
em honra de Bowbanie s deve extin-
guir-se quando as victimas hsjam suc-
cumbido.
Um dos filbos de Bowhanie daixou ca-
hir naa brazas varios aromas reduzidos a
8.0JA
Telephooe 61
Di
SUPERIOI QUALID4DE
WBI-Sl
mais barato do que em
outriqualq!ier parte
NO
Caes do Capifcaribe ns. SO e 52
Para distrahir
urna hocroa visita a casa d hov. Eapraofias krnaveis letorac en.
con r;r5o um cr.mplfto sor!mect da
obetcade rcvldade e fbt-ntasia rcebi-
des mccftlaeriti das p incipces pra^a*
da Europa o America s qoaes bTa ven-
didos por rce-us de qoe em outia rcal-
quer ctea e com descont ptra as vcodaa
por atacado oa maior da 50^000.
Em repumo dtet>-c .mes alguna tmgsa
alem do truitos u!rcs.
FINOS E LLEGANTES
EspMti hoa c os efpec:es ca. ^ Scs.
one criato, novo s rUeteato.
GRANDE MOVIDAOE
Ero borddoa cos, cambraia brena e
de corc e madspolito, prejos redondo*
para descont.
FINA3 RENDAS
De licbo verdsdeiro, :lj'od2o e seda.
ELEGANTES CAPAS
F pr-llt-rirs para Srs. e ruo<;)cr;ce.
Bonitas camisas brecess e r'e cer.
ptrtk
ras. Bra o dia e para dordrt
LEQUES
Em tod gec-ro o qce la de sic'-lax
em p'.jaof, sed, gase para leobosui
mccicLan
BONITAS
Martas para mixtea
BINCULOS
Da madreperoln, m^rfm. canto a Recia
e tartaruga para tLeatroa e v;i-geu*.
ESTO JOS COMPLETOS
Com, e:c vi.?, malas com srt'gca para
viagen* ebttja para brbs.
ALrfU.sS PARA RETRATOS
Completo sortimeno.
PEDRO ANTONES & C.
63Rua Duque de Cxiss63
Compra-s
Um sitio cjm frncielras, qui Unha eos do-
jen'O' palrr.ia r!e frente, rom fundes s fi tente
bara plaii'acOfS, n-i.-emo sfoi ter cara, .ce s*ja
na M hi i i tii' od A'raial : a ntl roaraa
Fl rail na n. 6.
A!ugam-se
Alcgm se plaot.s e 'an bem vendeav# u
mi ojSPbJD. 2 de lcia3 as qoslid.d'-a (?o-
io des con.p-udores. aesim foxo bafaa'a.caro-
l'o.s priocip s paa torxbrlo cu arrcile.
Bichas de Kamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas seccas a
sarjadas ; na rua das Larangeiras n. 14
po.
ondas
No mesmo instante ergueram-se
de fumo branco e odorfero.
Oremos 1 proseguio o fakir ajoelhan
do e erguendo ambas as maos cima d
cabeca.
Os brabmines imitaram-o.
O fakir comeeou a psalmodear, n'um
tom pausado e montono, urna especie de
invocado extravagante s terriveis divin-
dadas byndus, e as vozes dos brabmines
fizeram coro com a delle.
Jorge, no tmulo, endireitou-ie e ap
plicou o ourido.
Ouco raido atravez da porta de cide ? Que devemos faser ?
bronze, murmurou elle. Os inglezes ve-
lara.
Da repente sabio do palacio um vulto
branco, atravessou o terrajo, e poz-se em
acc3o de descer os degros que conduziam
ao jardim.
Por detraz deste vulto branco esboca-
vam-se tres 011 quatro vultos escuros.
Quem vem ahi ? perguntou o fa-
kir.
Ea, a princeza Djella, respondeu o
vulto.
Era com effeito a princeza, seguida por
dous homens e por um rapazinho.
Os dous homens pertenciam ao numero
dos sectarios selectos de Bowbanie, a
quem denominavam matadores de ingle-
zes ; o rapazinho era Kazil.
Djella chegou junto do sepuichro. O
fakir e os brahmines inclinaram-se diaate
dalla.
Guardas do tmulo, disse a princaza,
j cessaram de viver as victimas ?
Nao, princeza, respondeu o fakir. A
fume e a sie s ao terceiro dia consum-
maro a sua obra.
S ao terceiro dia I repetio Djella;
ao tarceiro dia ?
Sim, princeza.
Tem certeza disso ?
O fakir fez um gesto afirmativo.
E' tempo de mais exclamou a jo-'
ven.
XII
Sim, repetio Djella com voz sarda,
a approximaada-se do sepuichro, tempo
de mais !
E colln um ouvido porta de bronz.
NSo 01190 nada... murmurou ella.
Silencio absoluto .. silencio de morta..
Princeza, perguntou o fakir, que de-
-i .-
Sitio para alugar
fji.-m cande ra a e cortera, oo larga dos
Remedios r. 23, dt-froole d3 ig-*ja ; a tratar no
itesmo larso. lattrn" do Sr. Paiv*.
Caixas de Msica
Importantes modeilos novos.
Secretarias propinas para presentes.
Recebeu a Relojoaria David roa da
Cabug n. 14 desde 150000 a 40f000.
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Casas na Torre
Vende-se 3 pequeas asas
toadas na rua Real da Tarre,
as. H'i e 84, n'um terrea* de
. palmos de frente e 3Qb
palmos de fundo, cha* pi
prio.
Quem as pretender poder A
ir vel-as; e para tratar en-
contrar pessoa competente
na casa grande de alto da
Torre, ao p da capella.
Casa
Alppa-se a casa d. 36 rua e S. Wfw\ en
tugados, ei-odo tita casa om tos aiacrea
ponto para negocio ; a tratar no B.tarde Afc-
aaaa*.
__ E' preciso acabar com isto, respon- for dado o signal, conduzirs tu os Thngs
deu Djella. Recebi noticias que me cha- 4 prisZo de Eduardo Malcolm.
mam a Benars, onde permanecerei at j Obrigado, princeza, responden Ka-
noite, para de 14 me dirigir ao cemiterio zil.
dos Elephantea e dar a aignal do exter-
minio Nao ha senSo a morte que anni-
quile de vez Nao quero confiar nada ao
acaso, n5o quero deixar aqu atraz de mim
vivos em vez de cadveres.
Ordene, pos, proseguio o fakir. As
suaB ordens, quaesquer que sejam, serSo
ejecutadas iinrcediatamente.
Protegei-nos, Deus dos christtos !
dissa para comsigo mesmo Kazil. Que
ir ella ordenar ?
No interior do tnmulo continaava Jor-
ge Malcolm a applicaro ouvido.
Contina o murmurio de vozas, bal-
buci u elle, mas no posso distinguirs
palavras.
Qu'importa proseguio lleva ; que
imperta, se j ao temos esperanca, se j4
nada nos pode salvar.
Princeza, repetio o fakir, ordene,
que nos obedecemos.
J dei os captivos a Bowbanie.
Quando a carruagem que vai conduzir-me
a Benars tiver transposto os limites dos
meus deminios, am dos meus escravos vi-
ra dizerlhe: A densa espera.
E entao ? proseguio fakir.
Djella designou os doua hyndds que a
aconpanbavam.
Eoto, disse ella era seguida, estes
dous irm&oa d obra terrivel entrarSo no
sepulchre, que tu abrirs, e usaro dos
lacos.
Maito bem, disse Souniacy, a von-
tada da deusa, acbar-nos-ba docii.
Depois dirigia-so a princeza a Kazil, e
proseguio :
Kazil, meu filbo, o punhal de Eduar-
Djella estendeu a mSo para o tmulo.
Malditos exclamou ella ; ho de
ser os primeiros oFerecidos ao holo-
causto.
Depois voltando se para Souniacy :
Fakir, proseguio ella, tornaremos &
ver-nos na prxima noite, hora em que
a nossa fronte curvada ha tanto pela do-
minasao ingleza se erguar para nao tor-
nar a aurvar-se. Reuair-nos-hemos no
cemiterio dos Elephantes.
No cemiterio dos Elephantes, repe-
tio o fakir, l estarei, l estaremos to-
dos.
Djella afastou-se, e dentro e a ponco fui
apenas um vulto na escurido.
O fakir reassumio a sua attitude exta-
ctica; os brabmines sontaram-aa de novo
nos degros, e o jardim ficou outra vez
silencioso.
Jorge, Jorge, approxime-sa de mim,
dissa de repente Heva no interior do Cu-
mulo ; estou sorendo tanto que o maior
beneficio que Deus poderia lazar seria
chamar-me para si !
Curva a fronte, orgulho humano 1
exclamou Jorge com amargura. E' mais
forte do que eu esta crianga Ella pode
orar ainda, eu s tenho desejo de amaldi
coar.
Meu amigo, meu irmao, disse aje-
ven com voz supplicante, nao blasphome !
Esqueceu-se de que anda ha pouco me
recommendou que tivesse coragam. Que
f:s da sus ?
~"L Corg'em f repetio o inglez. De que
me servio a coragem necessaria para ar-
do Malcolm derramou o teu saague nojrosUr vinte v-ze* amorta? De que me
'ataqae do bengalovr. Entrego-te a ma serviram ca thesoures arrancados ao pa-
vingaoya as tuas proprias maos. Quando goda de Bowbanie, e o veo, o annel, que
deviam dar-me o poder supremo? De
nada. y
Aonde rae eonduzio tamanba audacia,
astucia e energa ? A achar-me captivo
nesta sepultura para sempre fechada, com
ama crianja que eu jurara proteger e de-
fender, ao passo que talvez ueste mesmo
momento, a minha amada, se esforca da-
fcalde nos bracos de Doorghal-Sabib Ah I
Kazil, Kazil, pra que me suscitaste a ea-
peranca, senao hava de passar da asa ao-
nho?"
Para que me puzeste as mios estes
talismans, igualmente mentirosos, qaa
me nSo protegeram a mim, nem aes qaa
amo ?
Jorge mergulhou o rosto as otaos o
deixou-se cahir acabrunhado na Ioosa do
sarcaphago.
Docorreu depois meia hora.
Ao cabo deste tempo resoou por detraz
do grupo de cypreste3 o ruido de paasas
rpidos.
O fakir Sauniacy, vigilante sentiaeila,
ergueu vivamente a cabeca.
Quem vem ahi? perguntou ella.
appareceu am as-
fui enviado {.el*
No mesmo instante
cravo e respondeu :
_- Fakir Sjuniaoy,
princeza.
O que que deves dizer-me?
Tre3 palavras.
Quaes sao >
Estas: < A deusa espera 1
O fakir voltease para oa dous taagie)
perguntou-lhe :
Esto promptos ?
Estamos promptos.
Venham e facam o seu devar-
{CohUk*.}





-

fe
>


Xyp. do Diario, rua Duque de Ousa, 41


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