Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19488


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Full Text
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I$Gsn^o 19 &e Maso &: I8sp5
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PS6P&ISB&9B BB ii&Nl flOTlmO B8 f^EI& & fILS0S
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PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
Por 'tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anuo adiantado .
8000
15S000
30000
QA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Fa?re C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por om anno adiantado .
Numero avulso do mesmo dia.
Numero avulso de dias anteriores.
1650O
331000
1100
1200
Telegrammas
mili: PAMKua i: subi
Rio do Janeiro, 11 de Maio, s
3 horas e -o minutos da tarde.
Na eleiclio para presidente da Cmara
hontem precedida, obteve o Dr. Rosa e
Silva, 9j vitos.
Ao ccntrario do falla-se cuja no-
ticia hontem transmitti, nao ha nada
qoe se relacione com retirada d ; ministros.
Estes esuo riW mclhor accordo de
deias ent e si e tem a confianca plena
do Sr. Dr. Prudente de Moraes, presi-
dente da Repblica.
INSTRUGCAO POPULAR
os umm da scieFc
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO V
A ILIFRSrTSA
"-UTEXCERG -ALBERTO DURER ALDO
MANUCEROBERTO ESTIENNEESTE-
YO DOI.ET.
(Continuao)
Estevo Dolet, querendo mostrar-se digno di
prolecgo de Francisco I, resolveu imprimir
elle proprie 09 livros. Augmeutarei com todas
E como nos deve encher de justo orgulho
essa cruzada immensa empandada em prol de
urna ide'a por todos os ttulos digna de applau-
sosessa crusada de lodos os das, de lo Jos
os momentos, que encontra\a echo em lodas as
almae e applausos cm todos os coracGcs
bem formados, essa crusada que nao era
interesse do um grupo mas era a aspirago de
urna nacao inteira, essa crusada qu nao creou
retan n'ura s canto do paiz, porm surgi de
todos os lado?, e, unnime e espontanea, ger-
ruiuou em todas as cinsciencias lia, fallan lo
em nome do mais elevado palrotismo.impodon
se em neme d'umdireitoque busca va origemna
eterna jus iga imn.ulavel que preside as causas
da vi la : E como a hera que se enrosca ao
annoso tronco, cujas profundas ruizes t.m
carcomido a mo devastadora do Tempo o
grande expiador das cousas I umanas, na
ptrase de Lamartinecomo a hora que sobe o
tronco, e apertando o, arranca-lhe a ultima sel-
va de vida.assim em torno do imin-ti-o baluarte
da escravida.', j abalado pela lgica segur de
urna alevantada ideia que tiuha fundos alicer-
ees no corago do povo, cresceram as ondas
volumosas da liberdade que em breve haviam
de destruil-o, carcomido, podre, seru base para
terse de p. Ento, oss a liberdade stn'ada,
esse ideial de muitas almas nobres e alevao'a-
das, de um futuro meliior para a patria, essa
liberdade rompen, radiante e luminosa, n'uma
ecloso bnlhantissima de luz, todos 03 diques
que ce lheoppunham, lodos obstculos que lhe
margeavam a estrada, porque no ba f orea M-
paz de deter arealisago da ideia justa de um
povo, como nerhuma muralla 6 pnso para de-
t;r os impelos de urna coi.sciencia tranquila.
O fado de 13 de Maio era urna consequen-
cia lgica de antecedentes histricos que jnzero
uos archivos do nosso passado ; si o povo nao
tivesse visto a sua realisago, ei algu-'in lhe
E tcfdas as vezes que esse da glorioso romper
aclarando as perspectivas do -oossu bella nalu-
reza tropical -elle, os agradecidos, viro lr;-
zer-to aos ps as homenagens do seo reconhe-
clmento, como as aves lenJarias que de tompos
a lempis, o buscar agua nos bicos paia es-
pargir sobre a sepultura do rei Memnon.
Snlve, 13 de Maio !
PARTE OFFIGIAL
Governo do Estado do Pernani-
buco
SECRETARIA DA INDUSTRIA2 DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Hygiene
Jos Adauto da Coola, pTedindo para mandar
examinar e approv.r o preparado de sua con-
feccao denominado "Xarope de Caracary com
posto".Selle a formula
Cosa & Rocha, pedindo para mandar exami-
minar caf. -Ao Dr. Ajudaute para examinar.
Antonio Guedes Vleme, pedindo para man
dar examinar os predios ns, 1 da ra Jo Viga-
rio Tenorio e 4 da ra do Amorim. Ao Dr.
Commissario do 1.* Districlo para examinar o
o. 4 la ra do Amorim, visto j ter sido exami-
nado o de n. 1 da ra do Vigario.
I'or m considerados em cotidijas h vgienicas
para serem habitados :
Pelo Dr. Commissario do 4." Dialricto, o pavi-
mento terreo do predio n. 1 da ra do Vigaro.
Prlo Dr. ominissSrio do 2." Districto, o pre-
dio n. 20 da ra Imperial.
Pelo Commissario do 1.* Districto, o predio
n, 4 da ra do Amorim.
Peio Dr. Commissario do 3 Districto. pre-
dio n. 26 da ra de S. Gonc-ilo.
Secretara da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernambuco, 11 de Ma"o de
1393.
Apollinario A- Meira Henrlquas,
Secretario.
atminhas .'or;as, diz lie, as riquezas hUera- j roubasse essa esperanza, ou reagia ou seria um
nas;_honrar,M os manos dos amigos pela im- morlo ,pe0 lamaQh0 de urna s0 pen a,
pressao escrupulosa das suas obras, e prestaroi i ,vvw U1
o meu trabado e a minha industria aos escrip- [ se conhece o tamanho da ave que a deixou ca
tos coniemporneo?; mas assim como hei de eg- njr concelo de mn grande pen ador. E
colher as grandes obras Iliterarias, assimheidel .' ,:. ,.,. ,
ibaprexar os uos escriolos de alguns vis e- o instante em que urna nagao inteira falla em
crevinha ore?, que sao a vtrgonlia do seu se-' nome de urna ideia, que sjolhetisa de momenio
cal>-* todas as suas asplraces pairiolicas, um des-
O novuimpr.-ssor-editor cumpno a sua pro- luUd3 BU a *" ^ '
nasa. Linj-iu no mercado um cerlo numero desses minutos de que falla Lamartine, que
de bons e be os livros como: a Cirurgia de teem mai8 vtt|a nUe os mil annos dos cedros du
P.ulo Esine ; os Opusculos de Galiano ; as Obra$ ,..
Lbano,
Sim porque vai nisto urna queslto de dc-
as Obrai\
'. Cl : Ote Marol; os Dalojos de Plito, em
rae o ed.ter publica um prefa:io eloqu^ntemen
U versejado, que c mega assim :
C*l nsn;z vescu en tensores i
ver cvico, vai nisto a comprehensao de qua o
dever o>BiflJto qu' igJ entre si todas s
partes do edificio da mo'al, sem o qual, o po-
Estes livros trazem altivamente como emble- .._,_,_ i_. ,,: _.:, ,.^,,1 a
n.a um madndo, empanhado por u.na mo, der, a boadade, a intelhg nc.a, a verdade e a
que sahe das niveos ameajando o tronco d'uma felicidade nao polem subsistir, e a fabrica da
nore Dolosa. ..____ existencia desaba sobre oossos ps, deixando-
Este desenlio emblemtico completado por | .,;.,
eita apigrapne para os livros fraocezes: Li oos assorabraaos no raeio das ruina ..
Trae-me, Senhoi", da calumnia dos homen. ,. ._ _._ h
Dolet ladicbn todos os seus cuidados a sua Mas a libertagao dos captivos veio s;m cho-
iioprensa. mas os inimigos nao c-tssavain de o' qUp3 e chegou ao seu termino pela evolujao
alacar. En r.,2, foi privado da l;bardade sob d dpia acnandd eCn0 no cS.
opretex-o deque puolicava livros maculados n'lu a' UB u"ia ,u l h ... ... _.
do hercsi.i ; uc ;abo de quinw mezes de prisao,' pirilo da nago inteira, atlioglu ao dominio aa
foi aiola a benevolencia do rei que o salvou. f reoiJade nao Jeixando quasi vencidos no cam-
A' 11 le Fev rcro de 1513, um novo d icreto | ,__f .. ;:.;,..,<, aPi raitivamont
do Parlamento Je Par s conde.i.nou ao foSo treze PO da lucia, lao ins-gnificante era relativamente
ol)ras :i:;i'Stisou impressas por Dolet como o numero distes. E a celebre phrase de um
Contando .uulr;na condemaavel, perniciosa e I ve,n0 esUdista| vcncido mis nao onveiico, s-
A prodocia' aconselhava Dolet a rugir, e dei-! por alguns momentos achou echo sod as arcai
xir a Franyi, como fizera Rooerto Estienne. O ',jag ,j0 antigo parlamento, s veio ataca fora
amor da patria e a pureza da su i consciencia
qje o no dei c.iram partir. Victima de perse-
guicOes incessantes, Estevao Dolet defendia-so
Ojio a arma do gracejo.
Babia manejar a ironia, e n'este con'erarora-
a>S)de RiDelais, o escripior vingava 0 editor.
ManJava a i re i e raioha de Navarra, epstolas
em que c Mis de ridiculo os seus perseguido-
ra. a sim excitado por aquelle homem
a-'li'. i-', : n-ae lerrivel. N'uma traduccio
qjc f?. :o l -c/nis d- Plaiao, encontrara-se s-
Ur. pal.r. ; (Justas na bocea de Scrates : De-
pois I Bi : nu ser nada. >
A' 1 te N (Vi) nbro de 1511, lendo-5e reunido
a FaenJ i Theologia de Pars, julgoo he-'
runfoi ;ie com o espirito dos Saduceus
pelo porta-voz da iraprensa, poique no centro
das pragas publicas Qcou abafada pelo estrepito
da populaga que acclamava e renda hamena-
gem a Isabel, a Redemptora ao nome glorioso
d> JoSo Alfredo, o immorlal presidente do
gabinete libertador de 10 de Margo, cuj o nome
iicou gravado na Historia, tao tndelevelmente
como as inscripgOes talhadas no granito.
Na Historia de cadtPpovo, ha factos que eslo
para elle na mesma rolago directa coto as
leis physicas eslo os corpis relativamente
rflirU i \ji n tiltil V \J Jiti i i u \m\ju ^mm--UJ T-v r--f\
edosKcu-is as, esta passagera e entr gou-o gravitaga, universal. Detel-os no seu cur.o
a Bensar |ue s declarou-a raul traducida e con-' natural, seria a insania de querer obstar a ca-
ira a inlccguo i:e Plalao.
(Continaj.
MARIO DE PERNAMBUCO
l BECIFE, 12 DE MAIO DE 1895
13 de Halo
M.i.- urna v;z, noevoluir intnterruptodo lem-
po, orge no purissimo azul do cu brazileiro, a
alvigareira e .damanlina data de 13 de Maio que
rememora a .Vaternisugao da nossa bella pa-
tria.
Mais urna vaz, como um hymno de luz sol-
Uni a'oj qualro venios, repercut n lo de selva
em selva, de valle era valle, de quebrada em
quebrada, por loda.a parte, a mais longinqua,
levando a cada alma a mais ridente novale-
Tinta-se ca poeirenta estrada da historia,
essemircu minito de luz que constilue uir*(
ficto gloriossimo as conquistas do nosso
xassado, na ?tiraptuosa galera das nossas vic-
iaras em pro. das deias santas e generosas.
E hoje como sempre,por)toda a extefigao vas-
tssima desdi paiz, onde felizmente o patrotis-
loo nSo um palavra vasia de sentido c in-
capaz de d:sf triar acg-'S grandiosas, mas vive
linda cm no3sa alma como o fogo sagrado que
airdia b> tem|tlo da Deusa-hoje como sempre,
lapetimos, onde quer que palpite a mais in-
li)jmfi>: inte ptrlicula dessa g-ande alma brazi-
lera, to alti\a a tao independente, ba do por
lorca vibrar intensamente aquella mesmo en-
Ibnsiasmo sanio, aquellas explosos de justis-
lima alegra, despertadas pela grandiosa nova
iu redempgii dos captivos.
tadopa de um Nigara.
Tal a lei de 13 de Maio, a gloriosa le n. 3,353
que 6 urna das mais brilhantes paginas de nos-
sa historia, um dos mais ennobrecedorea aites-
tados do civismo -do povo braiiletro, que feliz-
mente enrontrou a frente de um governo cheio
de patriotismo, um nomem de bastante compe-
netrago do seulelevadlssirao papel, para tor
narrealisada urna ideia imposta pela vontado
geral do paiz.
Questura policial
Se^go 2.'-N. 103 Secretaria de Queslura
Policial do Estado de Pernambuco, siu 11 de
Maio de 1805.
Ao tr. Cconel Dr. Julio de Mello Filho. -
Muito digno Secretario da Jusliga e Nigocios
Interiores.
Participo-.vos que foram recolhdos hontem
Ca^a de Detangao, os seguintes individuos.
A' ordem do sub algalo do 3." districto da
O raga e a minha disposigio, Joao Minervioo da
Fonsuca, como alienado, com destino ao Azvlo
da Tamatineira.
A' ordem do delegado do 2." districto da capi-
tal e a minha disoosiga^, Vicente Farreira de
Lima ou Vicente Nunes dos Prazares, pan ave-
riguagO >s poltciaes.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Jos Rufino da Silva, como alienado cuiu
destino ao respectivo Hospicio.
A' ordem do subdelegado da freguezia de San-
to Antonio, Jos Guilherme, por embriaguez.
Communicou-me o delegado de polica de
"atonde do mui.icipio de Palmares qjia no da
(i lo corrente, de 7 para s 8 horas da noite, n.o
povoado Jaqueira d aquelle municipio, dous Ira-
balhadores da Usina perleocentea Colonia Iza-
bal, se dirigiram aoeslaOelecimento de Tazendas
all existente de propriedade do cidadao Manoel
Francisco de Souza.
All chegando compraram faxendas na impor-
tancia de cenlo e onze mil oitonentos e cincoen-
ta res, e na occasiao em que devam eff:c uaro
pagamento, pucharam de facas e pistolas, com
que se achavam armados, e ameagando-o retira-
ram-seem seguida,levando comsigoas fa/.endas.
Aquella autoridade tomando conaeciraenlo do
facto procede as necessarias diligencias.
Sade e Fraternidade.
O Questor.
Jos? Felippe Nery da Silva Filno.
RECEBEDORlA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachoi do da 11 de Maio de 1895
Eduardo Candido de Oveira, Ro3aria R dri
gues da Costa Cabral, Manoel Baptista do Ama-
ral, Antonio da Miranda Fragoso, Francisca
de Miranda ''outo, Francisca Julia de Assis,
Mara Thom do Espirito Santo, Jos C. SimOes.
Informe a I. Secgao.
Antonio Ferreira da Silva. D-ferido, -
O porteiro,
custodio B. da Silva Gnimares.
P^aaaa^
O que que se procura com essa approvag' ?
Dar a esses actos, a que se refere o projecto,
^ffetdB qua at hoje n5o liveram ?
Ora, perguntu eu : esses actos tra estado at
hoje sra produzir seus effeito?, de modo que
sem que sujam approvados pelo '.'ongresso, li-
quem muteis. nao produzin lo aquillo para que
foram pratirados?
Parece me qua n5o ; porque elles j prolu-
ziram os devidos en*eito3.
O Governadur gastou quanlo quiz, em arma-
itutitos para tantos corpos de polica quanl >s
)uiz cear0 Goveroador j pagou ordenados
.5o consjBdoj em lei ; j creou repurligO ts
e empnK^Ribilco?, marcando ordenados. To-
dos esses artos eslao consuramados.
O SR. ERMIRIOCOUriNHO: -Oquerequ-r
um votp e urna cortezia ao actual Goveroa-
dor.
O SR. ALBINO MEIRA :-Pergunto, pois :
quaes os efleilos jurdicos, o alcance d'esse acto
do Congrpsso? Ficar legalizada, por exempio,
a insliluigDo da reparligao anlhropomelrica ?
Os era)>rpgoS all creados fkario colh exis-
tencia legal T
o SR ANiONIO PERNAMBUCO:-Sem du-
vda.
O SR. ALBINO MEIR.V :-Duvido, Sr. Presi-
dente, que se possa legislar sem accentuar-se a
materia, sobra a qual so pretende legislar, a
nao s>-r que a lei se resuma n'esta phrase : /i-
cam approvados todos os actos do actual Gooer-
nador.
Mas, n'esta phrase genrica. poJ.?r-se- en-
contrar este pnsamenlo de modo a que se diga,
que fica creada urna repartigao antropomtrica
com laes e taes empregos?
Essa creagao du repartiges assim, por ata-
cado e casa vrgem nos annaes dos parla
mentos.
Quando algnmas vezes lera qnalquer Con-
grosso da approvar actos de um governo, esses
actos parleocem a urna outra ordem, que nao
estes, para cujo exeicplo, eu cito a repartigo
anihropomitricu. So aclos de outra ordem,
aclos polticos.
J houve um Congresso que chegou a appro-
var aclos de demisso de empregados vitalicios;
e V. Rxc. vio a censura que se levanlou cont a
esse C >ngresso, por isso que nao estSo esses
actos comprahendidos entre as faculdades da-
das ao Governo pela decretagao do estado de
sitio.
O Ciffress tinha tao somente competencia
para approvar actos polticos e nao demises
de emprejadoa vitalicios.
Entretanto, pretende se incluir na approvag-.
dos aetos a que sa refere este projecto, a crea-
gao da rap riigOns ao?nyinas ; (porque o nomo
d'ellas nao vem no pfojecioi e tsto como j
disse, caso virgem nos annaes dos parlamentos.
Si o ''ongresso quer dar exislencia legal aos
aclos de carcter parmanente, pnticados pelo
Governador deve especificar ca laura da per
i, em leis espaciaes.para esse ti.n apresenta-
da's, discutidas e votadas.
Tora por fim o projecto, dirimir a criminali-
dada em qu>i incorreu o Governa lor do Estado,
p-aticnd) aitws contrarios le excedendo as
suas altnbui.es ?
Tambera no possivil.
V Exc. sabe que o i ongresso nao um Tri-
bunal de Justiga, nao- lera attribugoes judi-
c aes ; o.'poiHanto. elle- nao poda, dizer : lal e
qual acto do Governador, praiicado em tal tem-
po, nao criminoso.
Quando muilo cabe-lhe decretar a aecusago.
V. Exc. sabe pi;rfsitraenle, que, no dircito
criminal, quando urna lei nova ionocenta um
acto, qu antes era considerado criminoso,
quira est sujeilo a processo, poder valer-*e
da nova lal para livrar se da culpa ; mas s as-
sim i processo ter termo.
sa com a decencia que devem ter todos os seus
a:tns,
Gomo po lernas approvar aclos que nao co-
nhecemos ?
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO, constara
dos jornaes..
OSR ALBINO MEIRA :-Em prmetro lu
gar, po-sival que nos nao tendamos lulo todos
esses jornaes. Eu, por exemplo, que es ve
s-qu: t ade da sociedade, guardado em umear-
cere, longe daqui, durante o lempo do estado
de sitie, no li os jornaes desse tempo, no co
ohego os actos do Governador, que n'elles vie
ranrpublicados.
O ex (para o Sr. Ilercultno Bandeira) que
agricul or, mui'os dias ter deixado de ler os
jornaes. V. Exc. (para o Sr, Albino Siloa) que
comraerciante, oceupalo com os seus nego-
cios, muitas vezes era dexado de abrir os jor-
naes ... (Apartes).
Poronseguin e, p le desconhecer, e desco-
nhecer de certo, muttos desses actos.
Em segundo lugar, qurn nos garante a nos,
p:rgun'o eu, que lodos os ac;os que o Gover-
nador pra'icou, des le que assumiu a direceo
do Es'ado, foram lodos publicados i (Trocam-
se aparte*).
> Bem. Durante estes 2 annos, quem nos po-
da garantir qua todos os aclos de S. Exc. foram
publicados ?
Niogu-.'in o poder garantir.
E, pos, como que vamos di*er que Acara
approvados lodos os ac os do Governador si
n'> temos preseoes todos esses actos ?
Dizem Vv. Excs., que elles conslam da men-
sagem?
Mas nessa mennagera foram todos elles apre-
senladS?... E'sempre a mesma duvida----
Quando S. Ex^. deixar o Governo do Es a-
do, pode muilo bem succeder qua urna comrais-
sao te exme v descobrir na Secretaria de
Palacio, muita cousa que nao figura na sua men
sagem. (Ajarles).
Eu no affi-mo; digo apenas que possivel.
E*ses actos (carao abrangidos pela approva-
go daquelles d qua ea*e projeclo raza ?
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO, d um apar-
te.
O SR. ALBINO MEIR\ :Eoto, eviemos o
perfgo a que me refer, declarando no projec'o
que s ilccra approvados os aclos illegaes men-
cionado na tnensai;em do Governador
Assim, o'ongresso evitar o perigo a que
rae lenho referido, de approvar ac os qu* no
conhece.
Si, porera, o Senado n5o quer es a limi aguo,
si quer urna approvacao em globo, enUo diga-
o francaraeme, declarando no projaco, que -
cara approvalos odos os actos do Governador,
quer eniara sido publcalos e apontados na
m;nsagem, quer uo, quer sejam conhecidos ou
desjonhecidos.
O Senado deve saber o que vai fazer, deve
ter consciencia do vo o que vai dar, no deve
aceitar es e projecto como est concebido em
termos vagos, elas icos como borracha.
Nao. O Senado no p>le fazel-o sem ferir a
decen:ia qua lhe compe e guardar as suas de-
Iiberag6' OSR. ANTONIO PEUN'VMBUCO :-0 Coo-
gresso de que V. Exc fez parte fez o mesmo.
OSR. ALBINO MEIRA :-Eu podia muito
bem fugir responsabtlidade daquella appro-
vago.
V. Exc. sab: que eu era Presidente do Con-
gresso, que no tomei parte aa discusso nem
na votagao daquella inicago.
Mas nao o f >go : solidario con os meus ami-
bos O que digo porra, qua aquillo no se
parece com o que sa quer agora fazer. O que
o Congresso passado fez, foi apenas urna decla-
rago de sua solidanedaie poltica com ajuma
Jgovarnava; foi urna simples micio sem al-
Dala a pronuncia, o juiz pronunciante re- canee legal, po que no segura os trnsitos le-
SENADO
Salve, data de luz que aonunciaste com tu i
aurora ulgenti3sima a vinda noo d'esse Mes
sias proraelldo raga espuria qua gema no
antro das senzalaa com o p atado grileta da
ignomia :
Salve, deusa lumiaosa da Liberdade, que
trouxesta preso nos labios esse sorriso divino,
como a ave do diluvio trazendo o ramo de
ol.veira, signal da que a tormenta havl&cessado
para infundir a primeira esperanga aquel-
las que na sua propria inconsciencia, nunca
ousaram pronunciar essa palavra qua a luz
que dimana do ceu as horas da agonia, que
oreflexoda Suprema Bondade que vem acla-
rar os momentos dos proprios condemnados
morte.
Salve, Deusa immaculada, qua no teu seio
carinhoao apertaste os infelizes que tinhao vi-
vido murados pela Bastilha do captiveiro, que
Ibes segredaste aos ouvidos pela primoira vez
palavras de conforto, e com teu gladio vinga-
dor apontaste essa estrada infinita de luz por
onde havio de seguir d'ah em diante, cooscios
de um direito que njo continuara a ser rouba-
do, livros para sentir e iivre para pensar-
23 SESSO ORDINARIA EM 4 DE MAIO
de 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
A' hora legal, feta a chamada, verificando-se
estarem presentes os Srs. Albino Silva, Albino
Meira, Salazar Moscoso, H 'reulano Bandeira,
R^gueira Costa, Antonio Pernambuco. Teixera
de S e Erraino Coutinho, o Sr. Prsidente de-
clara aberta a sesso.
E' lida sendo sem debate approvada a acta
da se-so antecdeme.
No ha expodiente nem do 1." nem do 2.* Se-
cretario.
No haveodo quem queira utilisar-se da pala-
vra na hora do expediente, a S<\ Presidente
entra na
ORDEM DO DA
Submette-3e a 3.* discusso o parecer n. 23,
desie anno, approvando com urna emenda a r-
solugo iniciada na Cmara dos Srs. Deputados
pelo projecto n. 21, tarabem desle anno (ippro-
vago dos aclos praticadoi pelo Exm. Sr. Dr.
Governador do Estado durante o conflicto com
o Congresso).
O Sr. Albino Meira: -Sr. Presidente,
V. Exc. me permittir qno eu entrotenba com o
Senado urna pequea conversa sobra o projecto
a qua se refere o parecer era discusso.
E' intil dizer desde j, que me oppmho a
ideia capital n'elle contida; mas, convencido
como estou, de que elle ser convertido era lei,
venho trazar o meu concurso para quo, ao me-
nos, essa lei seja urna cousa apresentivel clara
e precisa nos seus termos e intuitos.
Eu ignora as razOes que servirara de funda-
mento a eote projecto na outra Casa do Con- para o exame e {olgamanb dos ac os do gover-
gresso; mas, no preciso gran le esforgo para'nador. differente daquella que esta exarado no
saber que ludo islo tem por fim, como no mes- 'art. 65 asegumtes da Consti'uigao do Es ado.
rao projecto est consignado, diclarar muito] Agora, Sr. Presdeme, urna outra considera-
tan, tudo quo o Governador do Estado Tez,' go.
desde o comego de seu governo at hoje. O projecto di:: todos os actos do Governa-
Creio, que esta projeclo ainda no levo dis-' d>r.
cussou'eUa casa y. Exc. sabo quaes sao todos esses ac'os ?
UM SR. ENAOR:-Est em 3." discus-'haver aqu no Senado Quem me possa dizer,
sSo... I ura p r ura, quaes sao esses actos, cuja appro-
0 SR. ALBINO MEIRA..." digo que no hou- "Ao este projeclo pede*
ve discuiao, na expresso litleral da palavra ; O Sr. ANTONIO P*ERNAMBUCO, d um
bouve somenta votagao. aparte.
Mas Sr. Presidente, eu deg-java saber quaes O Sr. ALPINO MEIRA :-Pois, sniores,
sSo os intuitos que este projeclo tem em vista, digno desta corporago dizer que fleam appro-
Dtz elle ; vados todos os actos do Governador, sem sa-
Ari. nico. Ficam approvados todos os aclos ber quaes so elles?
praicados pelo Governador. O Senado no pode praticar semelhan e cou-
metteri no caso de recurso necessano, o pro-
cesso, para a saperior instancia, e sesta. era
virtude da nova lei, despronunciar o aecusa-
do.
Appliquemos agora esta theona ao Governa-
dor.
Supponhamos que trata se do processo do Go-
vernador, cuja pronuncia j foi decretada pelo
Senado. Apparece urna lei quo dirime a cri-
minalidade do acto que motivou o processo : o
que resta ao Senado remetter o procaaso pira
o Tribunal porque s a este caberia appltcar
a le que declarasse no crtmin so o Governa-
dor, pelo acto qua deu logar a aecusago.
No sei se me fago coraprehaader.
D'ah euconcluo qua, se este projecto tem por
fim acabar cora o processo do Governador, no
colhe seu effeito ; porque esse processo deve
seguir para e Tribunal Superior, qu; o com-
petente para por-lhe tefrao applicani>> a lei que
declarar no criminoso o mesmo Governador.
O Sr. Alhiao Meira : -Senhores, este
projecto estar na algada constitucional do
Congresso t
O Congresso encentra, porventura, na Consli-
tuico alguma disposigo, algum art. que o au-
to. Ue a dar o passo que est dan lo uom este
projeclo ?
Pois, enlo, qundo a Constiluigo manda qoe
todos os actos do Go ernador, contrarios, a lei
sejam submelti los a um. exara", cujos tormos
a mesma Gonstitugo (ireflxou, o Congresso
pode saltar por cima desses termos, lomar co
nhecimento desses aclos app'ovando-os ou con-
denando-os, sem infringir a oostiluigo ?
Ser dicen e que a Casa, sem fazer primei-
rameale esse exame, diga : ficam approvados
tolos os actos praticados pelo Governador ?
{Apirles),
Mas, digo eu, o exame do? actos do Governa-
dor est determnalo no artigo 6G 3 seguintes
da Constiluigo.
A Laara examina os aclos do Governador e
si o julga innocente, por termo ao negocio ; si o
julga criminoso, porm abre o processo por cri
ina de .-esponsabilidade, remette-o ao Sealo, e
este dar ao mesmo processo o anlamenle con-
veniente. (Trocam-M apirles).
Ora, ainia no se fez ura exame dos acto3 do
Governa lor, no se sabe, ao certo, si elle in-
nocente o(f crimin o, e como que vamos as
sim de empreitada, de chfre, saltando por ci-
ma da marcha Constitucional e por vias ordina-
narias, approvar todos os actos do Governador,
declaral-o innocente de tudo quanto fez.
O processo para julgar innocente oucrm'no-
80S os actos do Governador do Estado est la-
xa lo naConsiiiuigo; u para que haveraos de
sahir fora della para approvar ou conderaaar
esses actos ?
Enlendo, pois, que este projecto 6 evidente-
mente nconstitu'ional, por adoptar processo,
gaes. Foi urna mar indtcago apreseotada em
Congresso pleno e que, no tendo seguido os
termos constilucionaes, no revesta o carcter
de urna lei.
Nunca mnguem citou aquella deliberago,
considerandoo una lei.
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO :-Tantas
vezes...
O SR. ALBINO MEIRA :Como lei no.
Aquillo que o Co igresso passado pralicou,
de natureza differente do que estamos discu-
tindo agera.
U que o ''ongresso passado fez. repito, foi
urna mera declaradlo de soltdariedade poltica
com os actos da Junta ; mas, assa declarago
nunca teve forga de lei.
Eu, pois, Sr. Presidente, deixo de dar o meu
voto a esse projecto, em pdraairo lugar porque
os aclos de qu > lenho conheciraento no mere-
cem a minha approvago, e era segundo lugar
porque atlioja aclos de que no tenho conha-
cimento. e que muilos de Vv. Excs. pdera
tambem no o ter; finalmente porque elle nSo
est de accordo cora os termos dos arls. 63 e
seguales da Coisttuigo.
Mas, como ia dizendo, tenho a certeza de qua
este projecto ser convertido em lei, e eu pego
licenga a Casa para dizer, qua ao menos isto
eja felo sera tantos defeit >s.
O SR. E COUTINHOJ eslamos;e.n 3." dis-
cusso. e a 1.* e a 2." passarara suavemente.
O SR. PRESIDENTE:-O projecto est ape-
nas em 2.* discusso.
O SR. ALBINO MEIRA : -Este projecto pec-
ca pelo fundo e pela forma. Quanto essen-
cia, j acabei de demonstrar as suas incorrec-
goe--, quanto forma V. Exc. vai ver.
O SR. ERMIRIO COUTINHO d ura aparte.
OSR ALBINO MEIRA :-V. Exc vai ver
que a sua [nna, nos termos em qua elle se
acha escripto,. urna cousa Informe.
O projeclo diz : Art. nico. Ficam appro-
vados to'dos os actos pralicados pelo Governa-
dor do Estado dianle o conflicto.
Tenho lido este diante debaixo de rail for-
mas ; ora durante, ora ante, ora diante ;
de modo que no sei como se o possa interpre-
ta-.
Eu sempre escrevi dianle de; de modo que
.o projeclo devia dizer dianle do conflicto, e
no -dutnte o conflicto. O qua dispensa a pre-
posigo de a palavra ante, porque ella por si
j urna preposgo, mas nao a palavra dian*
quj um simples adverbio.
Mas nao este o seu defatto principal.
O projeclo dir : Ficam approvados lodos or
actos pralicados pelo Governador diante o con-
flicto em que esleva no bienio passado cora'o
ongresso Legislativo, para o nm de proves
todos os interesses do Esta o concernentes aos
melboramentos e todas as medidas...
Com quem concorda este adjectivo concernen-
tes '.' Ento (eremos ii/resesses concernentes
aos meihiramentos. Mas isso no tem sentido,
porqu os interesses dos melhoramentos do
Estado so ideas equivalentes.
Com quem concorda ento concernentes ? Com
actos (os actos da Governador) ? Ainda peior ;
pirque (eramos actos que pralicou concernentes
di medidas que decretou.
E como ac:os e medidas sao syaonirnos, (ere-
mos actos concernentes aos aclos.
Ora. V. Exc. comprehende, que isto no po-
de linar como est, preciso endireitar isto de
modo que fique urna cousa aoresentaoel.
Entretanto, este projecto foi a urna commis-
o do Senado, e este, depois de o ter examt
nado bastante, accrescentou o seguinte : bem
como tolos os armis actos praticados pelo Go-
vernador.
Sr. Presidente, sem querer absolotamen <
fazer critica ao parecer, mas simplesmente para
dar Casa urna ideia da irapresso que me
deixaram os defeitos que pululam nesto pro-
jecto, en Uve impetos da dizer, que a il.'ustre
coramisso lnba posto junto de um penedo antro
penedo...
A comtnisso do Senado vem e diz : bem
como lodos os demas a tos ..
OSR. ANTONIO PERNvMBUCO :-A cora-
misso .rafenu-3e somante aos actos concer-
nentps a medidas de intiresse publico
O SR. ALBINO MEIRA :-Enlo, Sr. Presi-
dente, ainda mais razo tinha eu quando dizia,
que, nos termos era que sa acha redgido, este
projeclo traz no seu bojo perigos desconheci-
dos.
y. Exc. (dlngindo ao Sr. Antonio Pernambu-
co) me deixou agora entrever qua o Senado vai
approvar actos que no lera em vista os inte-
resses do Estado.
O SR. PERNAMBUCO:-Me retiro ao au-
gmento de ordenado do* fuuccooarios pbli-
cos. ..
O SR. ALBINO MEIRA :-Eu pens, que esli
no interasse do Es'ado qua o seu funcionalis-
mo seja pago de modo a subsistir decente-
mente.
O SU. PERNAMBUCO :-Neste sentido, cer-
to que todos os aclo3 do Governador tem lida
em vista o interesse do Estado.
O SR. ALBINO MEIRA :-0 nobre Senador
acaba de dizer, que o Sr. Governador no lera
at^ hoje praticado oenliun acto qua no tenha
em vista o Interesse. do Estado.
Ora, sendo verdade o que acaba de dizer o
Ilustre Senador, e s o projeclo vindo da C-
mara pedia approvago para todos esses actos,
eu no vejo tazo para que o Senado inclua
mais actos ainia para serem approvados.
O projecto com a emenda d este resultado :
Ficam approvados todos os actos do Governa-
dor e m il lodos...
O SR. ERMIRIO COUTINHO:Redundan-
O SR. HERCULANO BANDEIRA :-A com-
raissao de redaego eodiretar isso.
O SR. ALBINO MEIRA :-Alm disto, o pro-
jecto vindo da Cmara no distingue nos actos,
cuja approvago depende ao Senado, actos le-
gaes e actos inconstituconaes.
Si os actos legaes no precsam da approva-
go, e si o Senado no pode, decentemente, ap-
provar os actos illegaes, eu no sei a que fica-
r reduzi lo este projecto.
O SR. ERMIRIO COUTINHO :-E' precisa
muita cautela quando se trata da Saluspopuli.
O SR. A. PERNAMBUCO :Mas pode se dar
ura tU de indemnidade como constantemente
lem felo o Congresso Federal.
O SR. A. MEIRA :Por consegninte, Sr. Pre-
sidente, no podendo eu dar o meu voto d
approvago a este projeclo, ao menos desejaria
que leudo da ser elle approvado, como vai ser
pela Casa, o fosse, mas concebido em termoa
mais claros, mais precisos ; de modo que era
todo lempo se compreheni-sse o que foi qua o
Congresso de Pernambuco teve em vista.
A Commisso devia tar apresentado um sub-
stitutivo e no um additivo. Tambem, Sr. Presi-
dente no bastava a emenda.
A emenda diz : {li)
V. Exc. sabe, que ha profunda distinego en-
tre aclos que excedem simplesmente as attri-
buigOes do governador, e actos qne so contra-
rios lei, e os que eslo em sua aleada, e ea
legaes.
No dizemos que um acto excede as faculda-
des do Governador, quando este no tem em
le faculdade para pratical-o.
N'este caso, diz se que elle exceden suas fa-
culdades,
Mas, pirguntoeu: o Governador apenas ex-
ceieu as suas faculdades, pralicando actos que
no se achara autorisados era la s ; ou foi alera
d'isto, p-aneando actos conirartos x Constilui-
go e s leis ?
E le praticou una e outra cousa ; pralicou
aclos contrarios s leis e ac os, para os quaes
apenas lhe faltava autorsago.
Vs. Excs. querera approvar todos esses ac'os
ou alguns d'elles soraente ?
V. Exc, Sr. Presidente, v quanta razo et
tinha, quando disse que a redaego do projecta
eslava envolvida era raaita sombra, mulla da-
vida, e qua era preciso muita cau ella para na
se expor o Senado a ura desastre moral.
Eu tenho anda urna duvida, para a qual,
chamo a attengo do Senado.
O projec o falla n'um bienio. Quando comega
e quando termina esse bienio 1 S..be-se que
um bienio o espago de dois annos; mas, coma
se o deve contar ?
V. Exc. poder dzer-me que espago de tem-
po est comprehenddo nesse bienio.
Si o Senado no sabe quando coraega e quan-
do acaba esse bienio, e apezar d'isso approra
este projecto tal qual esa, no pode evitar a
pecha de .. .ler approvado urna cousa que na
conhece.
B" preciso qua o projecto flxe um termo cer-
to, de modo que possamos saber quaes os actos
que esto ou nao dentro do bienio a que elle se
refere.
Si esse bienio comprehende os dous annoc
de 93 e 9i, eu pergunto : os actos posteriores,
que se contam de Janeiro para c, no entrara.
no favor ?
Por exemplo : a tal repartigo anthropoma-
trica no desle anno 1
O SR. ANTONIO PERNAMBU-'O :-No, se-
nhor.
O SR. ALBINO MEIRA : Outro; a misso da
Engenheiro, Sr. Ueha, do anno passado ?
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO :-E' sim,
acotar.
O SR. ALBINO MEIRA : Ainda outras da
vidas.
V. Exc. sabe, Sr. Presidente, que o cidado
assim como a autordade, pode delinquir, oa
por acgo, ou por oraisso.
Ora, este projecto no abranger tambem as
oinissas illegaes de qua o governo do Sr. Bar-
bosa Lima est chelo?
Urna dallas consiste em no ter S. Exc.
ainda restaurado o internado do Gyranasio.
(Apartes).
O SR. REGEIRA COSTA (2- secretario;. 9
Governador no tinha meos para isto, porque
o Congresso no tinha volado varba.
O SR. ALBINO MEIRA... Sr. Presidente,
esta aparte do nobre senador seria um gracejo
de man gosio, se no mdatrasse o desejo ia>
moderado de defender o Governador.
Pois S. Exc. que no erabaragou-se com a
falta de verba para a creago de urna forga ptfa-
blica llegal no pode restaurar um intrna-
lo ?l
Eato S. Exc. nao pode reslaurar orea re-
partigo que a lei manda reslaurar. s porque
nj lia verba designada para islo f
No, Senhor. S. Exc. mesmo no |permitti-
r que se allegua islo ; ser por em duvida
sua forga de voniade, sua omnipotencia.
O Governador respoodeu ao i.ongresso, dn
zendo : se queris internos a todo cosi, ah
lendes Internos e mandn para o Gjmnasio 120
cavallos. {Riso).
No, Sr. Prasilente ; nao foi por falla de
recursos, foi por falla da vontade.
A lei nanea teve no seu espirito, valor e im-
portancia.
Eu, pois, si alguma cousa pudesse pedir, pe-
dirla i. commisso que revisse da novo este
I
s-*- -,

'


-*
I UEGfVi "1





a
p7"1cTolhe desiie urna outra laigaaqu n*>
qU SKSmas, qu. nao limita,- a ap-
nr .vico dos actos do Governador a uro es-
?"'o dCe tepo ; mus, aira, desde o comego de
ser eoverno at hoje.
A'oda dira qu, se livesse de marcar uro
miro nio usasse ca expresao raga de huno.
P O vao as Leu 0 uro grande pango ; t.re-se
est* voso,dado?eao projecto termos pre-
ci89 definido?, par quanto a acgOea, quer
amalo as omsses. ,
q SuVeaas as observages que eu liona a a-
ZeV. acomm39&o toma-las-ha oo valor que
merecerera.
OSrdAnton.o Per-atua-me: -Sr
Presd-role, pode n.utto bera ser que de.xe.lo-
ma- om cos.der;g4oiualqner Pnnl daA&
menlago do .Ilustre Sanador o Sr Albino
Meira, porque emquanlo S. Eu:. anava, iui
intorron.pido diversas vezes pnraNpMB QJ
me procurara fallar o que roe obrigava a Oei
zar de prestar a derid* allencao ao seu dia-
T.itrelauto.creio quo poder-i resumir ares-
pos:a as accuaces. que & Exe. fea ao pro
iri-, rm ,iou3 pontos prrnipaes.
esFxc fe Parte- de um Cooresse qua en
trocen coutticTo com a ad-niitr.c*o^ qo
abri lula com o I oder Exeeutivo, cbegaode
o on'o de nao querer absolat-meotaaai. en
temerse coro o t*aft desse ^<-
Daii, r-sultou todo esse barago para a
mar'ha re-mlar da iadministrugo e, por conse-
Sl t dos oVes8s publcos.que nao podran.
ficL paralysados. pre-uiicadoa ?'-
me por un capricho injustihcavel, os rnem-
$03 do l'oder Legislativo negava Urtoa os
meios de aceto ao Govornador n&o volan lo
as luis de que este lnha necessrdade ,para agir
Con\ montera rote. (Apartes). j*4
Pe r consequ-ncia, d-go eu, nada mala natu-
ral do que aaecusagao q" ""o dlM j10"
ffli.ra"mbrosdo Congresso panado, faz ao
nroiecto O Manto "< iocontestavrlttje.it.
fquille ':onPgressqo que autorisou lodos esses
aC^1qUALlT^.Eml;-V.Exc. conhece
todos esses actos ? MBU(;0 :_NSo d
iO de'scerYapreeiatao driles, na*, posso dizer
nue conlieco-os todos, (uparle. ___mnAM,
qr-(io porem, que oque raais Incororaodou
ao i lustVe Senador foi "a parte do projago,
aup se refere aos meioa empregados pelo Go-
ve^Idor dobsum, para a raanulengo da or-
deFo!1p"^pa!men-.e aqnelle pool, que maie
actu u no seu animo, .que, cora certeza, pro-
2o"no seu esp-rito'esam vontade contra o
PrjJdUse, porem, que era isse ramio natu-
"fi SR ALBINO"MEin.V d um aparte.
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO:-- Estou
convencido Sr. Presidente-de que sanio fos-
serr esses meros empregados pelo pOTeraad0
do Salado, par miniar o respeilo a le e ao
nrincipij da autoriiade as constase lenta
Edo certanientede forma bem dtversa.
O SR ALBINO M.EIB V d um aparte.
OR- AN10M0 HBRNAJsBO:-V. Exc.
per Tilla que Ihe diga uma c -usa, V XC. des
Sont-ce una dispbsisa de l-i. em Tifiada da
Sal o fiovrnadr podiai de alguma sor le s-
r.,r to.los os roe:os, fatal ludo qaaolo era
SK-rio-ptra maniera ordem publica, sea,
qUe n podesse d.ztr, entreunto, qoe elle t-
2ha infHOgldo as dltpoeoes dessa meania le,
aue V Exe. nao conn-.ee e creio que o Con-
greHO passado lamiietn. nio conheeia, porque
nao teve uma v-z si occasiio .le tratar da rt
TOSiiao daqnaUe dwpoaitao legialafa, qne d
tao ampias llribu^Oea .o Governador do E<-
LQnM lo na eomnsvssfto se tr.la de da" parecer
sob -e este projeofi, eu di.ae, com fraoque7a,
oae essa parte d'elle nao precisava da approva
rao do-Congresso, porqoe o gowroador lioha a
seu favor a disposicao legislativa, dasoonhecida
por V. Exc. (refere-se ao Sr. Albino Meira, e
que o art. M da \u 965 de 2 de Julio de
Com rertea V. Exe. nao cooheoe : si V. Exc.
comecasse essa diaposio legialava, vera
que ludo quanto o gov:roador fez no sentido de
mat.ter a ordetn pnDlica, ainda que para sso ti-
ve*-. necessid.de da compra ie armamento e
augmento de forga publica, eslava por esta le
"o sr. Albino Meira:- EsU le foi citada pelo
governador na sua B3ensaeem ao Cooresso...
OSW. ANPONW PERX\MBC0:-Ja veo
Sen lo qoe um dos pontos pnncipaes. o ponto
que inais moromodoo o -spinto do oobre seoa
dor. foi exactamen-.e aquelle que se refere as
me lulas que o governador tomou para raanter
a o-doir, isto a compra de armamento, o au-
gmento de forca, emfiro, t-idas as medida, con-
cornenles raanule.ii;ao da ordem e a defeza
O M. ALBINO MEWA d uro aparte
O -SR. ANIONIO i'KIINAMBCOi-Quando
V. lxc. e oulros esperavacn que o governo fe-
deral auxiliasse o >. ongresso pjia l.rar da ca-
dena de governadir do Estado o honrado>Sr.
Dr Alexaiire Jos Barbosa Lima, pondo a
disposicao dos membros do mesmo C ogresso a
foria federal. (Apttrtesi.
Nao cel si V. Exc. conhece ludo quanlo se
pas-ou n essa occasiao, eu infelizmente conhe-
co, e digo in:lizmente, pnrque Uve multas ve-
zes de perder o socego de espirito e ver, ao
Che"ir ero casa, a ininha lamilla bastante assus-
tods, em virtude dos boatos aterradores que cor-
""sr! ERMIRIO COUJINHO:-Era o reinado
da Be.mardi. m
O SR. ANTONIO PKRNAMBCO:-Era, como
muito bem diz o honrado senador, o reinado da
Bernarda. .
S' presidente, confesso que vi o honsonte
berr escuro e Uve nedo, e nfto sei a que chega-
rianios si nao fossero as aceriadas medidas ten-
denlas manut-nco da crdem, tomadas pelo
llutrc governador do Estado.
Foi principalmente d'esse ponto que se oceu-
pou a h mrado senador, porqoanto sobre as ou-
tras partes do projeclo, S. Exc. foi mais on me-
nos lazoavel, pnn i pauten le quando refere-so
ao emento dos vencnnentos do funccionalis-
mo publico, o que nao acosiecou quiido t:aton
da i:rcaco de repar;Oes.
E" preciso, porin, prime trmente que se pro-
vecue da creaco d'essas repartirles no re-
sultju um beneficio para o Estado, para fe po-
der dizer com seguranza que nos nao devenios
samxionar este acto.
S>\ presidente, ros nao dizemos n este pro-
jeclo era op'deiiamos dizer, que todos os
actoVdo governadoi tenliam sido praticados le-
galrirole.
ij seriamos serios se assim o uzeisemos.
O.SR. ALBINO MEIRA: E a creagio da re-
na- i :4o inthropometri?
O SR ERMIRIO COUTINHO:-Acho que o
nob-o seoador tero razo de jencommodar-se
cotr a creaco ds. repartigao antropomtrica,
porque com franqueza, aqui, entre nos, nio co-
nhego ninguem cempetenta para se oceupar
d'eif-e nssumplo.
O iR. ALBINO MEIRA :-Eu uSo me moslr.'i
enes nm >dado absolutamente.
O SR. ANTONIO PERNAMBDCO :-Sinto, Sr.
Pre denle, nao tar podido guardar na memoria
lodo o discurso di li mrado Seoador e acompa-
nhar toda a argumeotacao prodnzida por S.
Entretanto, creio que toda ella Arma se na
m vontadj qit ell: demonstrou ter com rela-
cao ao projeclo.
Os intuitos deste projecto nao sao outros si-
nao leo-alisar convenientemente os actos prali-
ead-ia por 3 Exc. o Sr. Governador do Estado,
em naa situ cao difficil.
Iiitontestavelmente, alguns dos seus actos nao
esUo de accordo cora as attribuicOes, que lne
sa i marcadas na Consliluc&o.
S. Exc. nao podis, por exemplo, crear repar-
ti(Oes publicas, augmentar o funccionalismo e
os '-cncioienios deste, sinAo autorisado por lei:
Todos nos conliecemos que taes actos foram
ille^ies, mas, estao produzindo os seus eJ'eitos
prov soriamente porquanio amanha, nos mes
mol poderiamos revogal-os e por isso que
boj J aposentamos um projecto approvando-os
Muito
a*da o nasa intuito por conseguale legaluar
ues actos que jnlgamus boas.
Sr. Presidente, nao sei a razio piir que o
honrado Senador te admirou tanto do proced-
roento do Congresso propondo a approvaco de
todos os aclos pralicados pelo Uovernador em
umasitutco dimeultosa, anormalissiroa quan-
do, enflm, reroava o eslado de sitio. (Ha un
aparte)
Creio qae eslivemos em estado de sitio por
muito lempo, porque realmente, era preciso
constantemente erapregar a forca'armada para
conter tiomeoj de posic&o e influencia lo-
cal.
Confesso que muitas vesee eatie bem.agonia-
do, bem aflicto vendo a bernarda apparecer as
ras de saia e casaco e muito fe'n. i Risos) po-
rin felizmente ella tinba inedo do actual Gover-
nador e cava em caaa.
Qoanto emenda qne o nobre Sanador,* sr.
AIDino 3ira, julgou que devia ser aprsenla Ja
ao projecto cora relacao a serem npprovados o
actos de S. Exc. o Sr. Goveraador do Estado,
at o presente, eu julgo-a .Vesaecessarii. B .sta
que approvemos aquelles actos que se referem
ao periodo de 93 e 94.
S. I*, permiti rao que approveita a occasiSo
para fazer uma declar.c.ao tola pessoal. Tenno
l.do m alguns jornaes desta capital que a mi-
nha aposentadoria no cargo de Inspector do
Thesouro foi um acto illegal e assim lalvez po-
dessem suppor que depjadendo o projeclo em
dscusso eu procurava legalisar esse acto e
portanlo rasoavel que aoroveite o ansejo para
repellir semelhante embuste.
Requer a minna aposentadoria em Juono de
92, juntando atistanos mdicos, inclusive o de
i Ilustre senador qte se acha presante, o Sr.
Ermirlo Coatinbo e fui inspeccionado pela junta
medica-----
O SR. A. ME1R/-V. Exc. d licenja para
um aparto?
O SR. A. PERNAMBUCO :-Tenhosempre im-
roeaso prazer em ouvil-o.
O SR. A. MSIRA: Se eu fosse governador
teria muito orgulbo em dar.he aposentadoria,
porqoe V. Exc. merece em demasa, tempre
foi em pregado zeloso e dislinclo.
O SR. A. PERNAMBUCO {Commoeido).
obriflada.
Desde aquella poca que instava pela mmha
aposentadoria, que sO rae foi concedida a 14 de
Novcmbro porque, teudo-se de dir nova orga-
nisar/io ao gervigo publico, nSo poJia eu, pelo
aieu estado de sade, corrtinuar no exercicio
de um cargo a que eompetia principalmente o
tr.balho d'essa organisagao.
Obtve a aposentadoria sera que n'ella se en-
contr om ceitil de favor, porquanto a rainha
pensao 6 re ativa ao ordenado proporcional ao
lera io de servico, quasi 23 annos, e do qual fo-
ram descontados tres meses de hcenfia coro to-
dos os ven imentos que era fice do regularoen-
to de 2 de Julho de 1879 poiiara ser contados.
Ji se v, pirtanto que nenliura favor obitive
com a apssentadorla muito e m.nos qus esse
acto podesse ser inquinado de illegal e preci-
ossera de approvaco do Congresso.
Felizmente, s>. V. aa deixar a carreira de
fonecionario publico, aclivo, live a satisface) de
raceber em olficio do benemrito Governador
do Estado, e cujas expressOea muito me hon
ram e, ha pouco, lambem flquet summaraente
penhorado com as expresses do h mrado Se-
nador o Sr. Albino M'-ira, que leve occasiao de
conhcer-me naqualidadederun:ionario quando
esUva oecupando o cargo de Governador.
Cneluvndo peco desculpas dos meus illustre3
ollegas por ter abusado ue sua bennvola alten-
gao, principalinen'-e quando ira'ei de urna ques-
to interraraente pessoal. (Mullo bem)
O Sr. PRESIDENTE: Nao havendo qu'm
pega a palavra, ca encerrada a dscusso;
est* encerrada a 3* dscusso do prjjjclo
emendado pela Comraissao do Senado, Jeixan-
do de ser volad falta de numero e Meando
adiada a sua volaco para a s :83io seguinte.
Annuneia-se a 2.* dscusso o parecer a. 27,
d-'ste anno, que apresenta uro substitutivo ao
projecto o. 9, tarabea deste anno, do Senado
(auxilio susina).
O Sr. A. PERNAMBU '.O : S. P., tratando-se
de uma mate i i bastante importante, como a
do parecer o. 27, e nao se adiando presente o
pnraeiro dos seus signatarios, eu requeiro a
V. Exc.Jpara que este parecer seja discutido em
Corremisso geral.
O Sr PRESIDENTE : Deixa le -er votado
o requerimiQlo de V. Exc. falta de numero,
eoniinjaodo em discu-sao o mesmo parecer e o
requ'nmenlj de V. Exc.
Nao havend i quem sobre elles peca a palavra,
ricaro p'ira a sesso eeguiote o parecer e era
vot.c&o o requer.mento de V. Exc.
rao havaodo 'ais materia para a ordem do
da e t levantada a sesso.
Orlem do da para 6 do correte a segainto
i.' liscusso dos pareceres ns. 27 e 31, e vota-
gao emJ3." dscusso do de n. 23.
O estado dos animas em Londres as pris-
cipaes cidades de Inglaterra amuacador e (rau-
camente Hostil Prtoca. Mis couiinoim as "oe-
ociacOes entre os dous pases, (tai ons'tr so
entretanto o preparo de ama expedigo com des-
tino ao valle atlnlldo.
Na Cunara doscommon, o Sr. Balfoor de
claroo'se fsvoravel ao biasetaliisoo; e foi dci-
mo, por grande ujato'i, que a Inglaterra man-
teaba tjda ueatra'iaade nt questfio do Jap&o.
A iaipreus < de Lojdres approva tola asta po-
ltica de p'oaeooia.
Na ordetn do dia fot tpprovaio o projecto so
ore regola nealsgo do conmerclo de bebidas
alcoolicat.
As tropas francesas invadirn o territorio
briaoico no Nigar o qne ceisu-ado pela i o-
preasa log'esa, qae applaul o Sr Grey por ha-
ver pedido ama expedido para affasiaroi intru-
s a, dizendo-se me-mo que o governo de o !
ola, qae urna eampaoba no Niger nfto ple dri-
zar de ser piore tosa para a Inglaterra e qae uma
"xnedigio militar davd ser para all mandada
aero demora.
Una nota offiiosa diz, ao contrario a'qaelU
!i!ir;n gao a impreosa trancezt, qoe a compa
nbia do N'ger lem direitos sooerino, ucresetra
umo o rimes que azroa disoaiala p^ia IngU-
lerrt e a Pr.nga no valle do Niger. peitence aos
territorios qae foram cedidos Inglaterra pela
coafcreou de Berlim
A impreosa conervadora de Lio tres applau'e
o discurro de coaciliagi. pronanciado na cama
ra francesa pelo miuisiro dos estrangeiros, S".
-onotaux.
Sexuado O Memorial Diplonuitique, grande nu-
m-ro de depatados da matoria liberal ogez-
manifestou ao goveroooseo desconieotamento
pelas iiecUragfj-s feitas na cmara doa commans
po- Sir EJwirdeG ej, e qna podero er torra
tu cosj menos corteses e meaos equitanvis
para coa a Franca, co qae respaila qtwsiOss
africanas.
Ne parlemeoto fraoce U. Haaaitaox, minis-
tro dos negocios estrangeiros, referindc-ie a este
iiaantap'o ex pos largamente o estaido dis qoes-
I5e8 peadeoles t-ata a Franca e a lattaier.a.
fes a Jef usa dos direitos francezes, com uun
grande conviego e lirmei, dizeaao que entro
doas po'eocias que se respelUm e cojas relago>8
leer sido seapre cortezea, nao pode haver ag-
gressao qoando se trata de problemas comple-
xos e onde lanas sologOes differeulea piem ser
ap-i' vita las.
Qjando ebegar a hora conclua 13. Uaa-
i. taux le flxar os destinos deflaitivoa de easea
dois paizes longiaqaoa, en son d'aqaelles que
peosam, que, asse^uranlo o reapelto pelos di-
railos Jo 8tlto e do knedlva, reservando a cada
um o qie legitimimeole Ihe per ence, as duas
g andes nagSas saberoacbar as frmalas preci-
sas para conciliar o* seas iateressss e sa sfazor
a eaas oommuoa aspirages para a civilwagio e
para o proKre80.
A enfermidade do Fpresidenla do consemo
le mia.st'-os, lord Rosebery, dea Lgtr a boa de sua retirada do gabinete; visto o seo eslado,
qie Ibe impossibilitara deentregar-se a qaalqaei
trabalho.
K' ceno qae 8. Exc. esteve com a sanie mo -
lo effectaada, em grande debilidade e soff endo
de iasomnias. Acha se mano meiborjpoole
visitar ja a rainha e presidir o co seiho de mi-
nistro', cabinlo por b aqneile bcaio, qoe rol uo
eai-e aito por mala de ama vez eameoitlo.
O governo recu*a aOsolatao:eiie a arbitra-
gem d03 EslaJas UJidos na ques.ao de Vene-
xajla. No entrntanto o ministro dos estraogei-
ros de.la ou que a Iaalater.-a oao consentir* na
occopago estraogeira do territorio venesarUno.
O governo eavioo ultimtum a referida Repa
blica, pedindo satisfago immediata por hafer
ido expa>8) o coasul ontawco en Ca-acaa.
Ni qoeatai qae pilo .assassiaato do consortn-
leztrazcum a R-puolica de Nisaragua, cor-e
tee Ihe uo pedir mais qne omi indemnisagao
pecuo'ana, nao eeoJo exacto que a qoesto U-
caia loase dimiouida, quiado resolvidoo govar-
ao a embsriar as reodas das aifaoaegas da Re-
pblica, a'. qae seja pana a iidemnlzago, e re-
celase mesmo qae a quesio nio teaba soiugao
oicidca, vislo a attluie decididamente bmev.la
ji:e o governo dos Eitados Undos asaune em
reiagao ainella Repoolica.
s jarres de Londres anaanci?, que o prazo
ma-cadi. pira o pagamento da ioleaioiuc4o
je dona das; e qna veacidote. o cruzador n-
giez actaalmenle na a^uaa de N.caratsua blo-
qaear Corintho.
A impreosa indigna louva esta conducta ener-
.i rt en Gavernj. duendo aas o aniso meio
EUROPA
IlU ali-rr
O parlamentoAs qoesloes refereo-
tpg ao valle do Niloedo Ni^er e ao>
ri u-i,io act a' A molestia de lord
RjteSerj-Curflinos com Venesola e
Nicaragua-E.elgesA impreosa in-
Kleza e o preiiente daRepoblica Frau-
cezaEleigo do speackerO Du-
que de AoetaA qaesic da Pamir
Aconiecimentos 4a "Araenia Sapa'ri-
ros em g-eve, termiaada atical por ac
cordo Mov ment nsarree.ional oo
TchiirlDiversasA go.'rra stoo-ja-
poneza.
Na Cmara dos Comaiana o Sr. I.iwioo com
oa'eu o orgameno da manaba, que a .ha ex a
neraJo ; e o S*. Rb risjn, cml urd do almi-
raatudoreapondeado Ibe, de:laroo qoe esae aug-
mento se impoobi como oecetsirlo, eenio aflaai
regeitado o pedilo de redoegao do mesmo o ca-
rnea o. .
Timbera teve idntico resoltado ama mogao
do Sr. FSier pediodo ao gabinete qne declare
se o nrgamento da mariaba eati preparado em
crevisio de uma guerra.
o 8c. H-jQ-y Liouu ne-e combaten vivamente
a oocupagao miniar de Lbypre; mas, anotar das
rnOea expalas pelo illu t'e trador, a Cmara
votoo os crei.los oecegsarioa para a accapagSo
daqn&la liba, votando lambem o pedido de sub-
sidio para os detntadoa, e approvado por Ud
vetos conl-a 102 a mogo qna lnitiioia legisla-
ras especiaos na lagla'erra, na Escossia, na la-
vlaterra e oo palz de Gallea.
Em segunda lettora foi Tpprovada por Rranle
maU,rla a gepara^3 da igeja do E-tado nesse
p,ii, gendo-o tambem ama i.idioagao do dr
Gr^y no sentido de agradecer-se ao governo ar-
c-atloo a acqoiegcencia a exiradl^gao do Sr. Ll
foar, solicitada pelo go*ern> bfitaorieo.
O Sr. Libouihere, depu.arlo ralxil. per
gantoo ao gjveroo se est disposto a commnni-
car cmara os documentos peles qaaea notiQ
em i Pranga eftar comp'eheodido o valle do
Nilo na eapbera da Influeocia britannica, e tam-
bera a respoeti da Frange, pe-RBtando mais se
o Grao salto aimlile qoe a Inglaterra tenb sj-
bre o ville do Nilo qa3liner dlreito.
Sir Eiwird G,*fj, secretarlo pirlao?ntar do
Mroister.o dos Negocio Estmgeiros resp oleu,
qae as negociagOes com a Fraoga duram ainda,
s aceres entnu qae a F-laterra nio ignora os
otlos da Tarqun e do Egypto no Sili Sapenor,
acceatuando qne niidizcompreh^nder a esphe-
ra da ioQoentia britannici todo o valle do Nil",
mas sim qne as espberas da mQaencia brttaa-
aiea e da egypcia reonlias compreaenlem
toio o val.e do Nilo.
Acresce :ou atnda o honrado secretario pir-
lavntar, qae no valle do Nilo, na espnera ra-
glczi, a a gao da Frar.ga seria considerada
como om a to de bostiltdade contra a Iilater-
ra ; mas que espen qne isao nSo se dsra, e que
a Franga sobera conciliar os i teresset das doas
angOet. '
Os jomad ingleses approvao as declertgOes
feitas por Si* Edward Grey e rfC'am&o que seja
maedadi urna expedicao inglesa ao alto Nio;
p>la e conbaeida a iovasSi francesa no valle
deste.
A proposito deste (acto, o embaixador da
Repnbllca, conferenciando com o ministro dos
eatraogelros, au'tenton o dlreito da Friten ao
procedimenlo protestado pelo goveroo briaoico.
tea o sido em cooeelao de mialstros adoptado o
oro>etn formulado pelo miolstro dos estraogei-
roi contri a menclontla tnvasao.
tica do sea Governo, dizeado qa
possivel, vuta d> m ventado maoifesti da
repblica de Nicaragua ueste negocio, e b>m po-
da acresceotar pincipalmenle por nao eufren.ar
na qaeatSo com ama po.encia, como a qae age
oo vahe do Nilo.
> Den sua demiss&o o speacter da oa
mar e Sr. Weliesley, e em eubaiitoigao foi
eleito o-S:. William Gally, coja eleicSi) foi as-
sigaalada' por iacideales qae coos'.ilaem verda-
dera excepgSo 4s praxes al aqu 8egada3 in-
ariavelmeote.
A tradlco quer qaa o speack-ir seja eleito
por nnanimidade. Nio seado o caodidato de
oeabara partido, deveri cump-ir com a mais io-
aospeita imparcalidade os altos d9veres do car-
? o; e sejam qaaes forem as matorias que se
auccedam no parlameato, maoulo no sea pos
to. ate que sa retire voluntariamente.
Ha alguns casos precedentes de eleigOss im-
.lostaa pela fraegao dominante, mas o qne no-o
a peqoena maioria ootida pelo Sr. Gully : onze
votos apaas. .
E nao 6 menos extraordinario que rossem os
mritos, a comoetena e a capacidad* do eleito
furam coatesUdos em plena sesaao eieitoral por
um dos leadors da oaposigo.
Sir William HaTcourt, declaron. certo, em
n .me do *overo, que elle se desime essava da
eleigo ;.mas sempre foi lembraodo a oppoatgo
que ella proccrava eleger om liceral dissidente.
Todo isto 6 iqlicio de qne a sttaa;&o poltica
ingleza coatinua' mano indecisa e qoe os part
dos se p-eparam para a batalDa dejiaita das
ele'cOes geraes.
Cj o qoer qaa seja, o Sr. Gully era candidato
governamental, seudo o da opposigo Sir White
Kedley Wil'iam Coun Gaiiy, um d'.stincto ja-
'iscoasalto, teodo naanido em 1835.
Foi eduiado em Tiidty Coltege, Cambri-
dge, e dootorando se em 1839, entrn na ordem
dou .drogados em 1860.
E' liberal, como parlamentar mallo pouco
onbecidj. frequentaado meemo maito irrogo-
lirmente a Cmara.
Pertence a vanos clubs libeaei de l gia-
terra; e tem graade aatoridade p'oSasionai em
assarap os commerciaes.
Era esperado a cada momento em Snee-
oaotise, residencia de S. A. a Coadesaa de Pa-
rs 8. A. R. o Duque d'Aosta que *ae entregar
t aaa geoial desposada priacexa Helena de Or-
len o aouel Co espoataas.
Paiece que, ao contrario do qne se em dito-
o casamento dos jovens principes se nao realisa-
r4 na Italia, mas slm em Seenhonse, com o cj-
recter mais intimo, por cansa da familia real ex -
Uda guardar ainda o lucio psia marte de S. A.
o C nda de Par. O re Hamberlo far ee-ba
.etreaentar pelo principe bardetro,, e a familia
real italiana pelo Dnqad da Ganova e pelo Coa-
de de Ta-im. El-rei de Ponagil fa--:e ba re-
presentar prcvavelmente porS. A. o aqsie do
Porto.
Oepois do casamento Si. AA. RR- i ao para
Hall, sendo offi;i'lue e recebuos por 83-
alia- em Turio, onie hier graaies fcatai, a
qae asslstlro, ao qoe parece, SS. Ha. os re
de Ponogal e 3. M. a ratnna D. Mara Ta de
anoyf.
Noa circuios melbor informados diz-se ests~
aando objecto de nfgociagOes orna visita dos jo-
vens Da^uea a'Aoata a Roma, com o m de agr-
dec;r.-m a 8. S. o Papa L i XIII a sua benvo-
la acqoiescencia no casamento.
B' possivel que seja S. 91. a rainha qaem apre
tente sua Irma, e qae S. H. el rei 1). Cirios que
o meamo faga com relago a seu [rimo.
Ei.e fado ter, como fcil de compreheader,
uma altissirsa impo-taoca par as relagOss eatre
o Valcano e o Qiinna!.
Esta arJnal resolvida a qoesto ds Pamir,
qae ha lauto tempo eslava sendo objtc o de con-
troversias entre a diplomacia da Inglaterra e da
Risa ; visto qae foi assigntda u a cinveog),
para delimitago das duas fronte iras, entre os
gabinetes de S. Petersborgo e de Londres.
O accordo aoglo-rasso e subordinada, po 6m,
i evacuago pelo Emir de Afgbaoistan de loioa
oa territorios qoe elle occopa na margem dlrtita
11 Oxcs e a evacaagao pelo Emir de Bakaase da
pnrle do Damas, to sal do Oxus.
A Ruis ooteve, em virtude d'esla delimita
gao, o principal ubjec'.lvo das suae reclamag.-s:
guia atinbalr-se d'oma frooteira extremamnte)
segura para as suas possesaO^a da I vi
Em lado lato, curioso e reilme.i > r. ni.
tir que esta pariilna di intliencu >o u i
casta do tuna. porque as linhn aa. <. por
esta delioeagi *ia mai'.o qae esiav^.u i: u >
dat por poatos chioezea. Mas cerno a >.u > i n
agj-a muito qae fazer com o Ja pao, nao era
tempo para cuidar do cereeamento qne para os
seas omiois resolta do accordo an.lo-ruaso.
O emouxador tur;o enviou uma nota ao
fareign orne, coafO.uicaudo que c s agivern
ocmeara conmiasd para ea.udar .-- urmai
admmisiiativas de qus carece a Aru.eu..
O Sr, Kimberley, recebendo uma camoitatin
le amibos da Armenia, dtsse q:e .. files
paleadas continuara aa negxC:agt, s-u oo
ier o castigo dos calpidoa pelos m'"""'*.
O S-. G:adsio;.e qoe j es i de vo > > -na
vlagem ao jeio da deFraogi. [/repa.a uj mee-
tmg ..o rabino aeni do.
Mata de 200 000 sapateiroa declararim sa em
grve, exigiodo augmento de ealirio e dlminu -
ga.i ds boros de iraoaino.
Q;asi todas as fabricas fasbi.raa por esae
mo vo ; e os propietarios qa oegaram-ss a sa
lisfazer ai exigencias dos operarios, attoal .ea
Hearam um ciardo com os operarios, launtau
o sa aacim a grve.
O exercito b-itaonfbo da Iolu p eoara-se
a ataor o Tabitral, onde ja enegaram refargos.
S.be-eu lambem que os revoltosos team eoff-i
do baixis coasiderave por desergSo
A-; ultimas noclas daqujha regi&i arjQon-
cjatni qc-e em um combato naviao eau os iule
aese os ini.ge.a-, foram mo-tos o coroael m-
Utez Ral y e diversos olli, aes sab.Iteros e soi-
dado* que formavam a columaa ingleza, disendo
tetegraumaa e Calca, qae ignora ee a son
que leve a gaaroigo ingleza e Tchiiral, falian-
Ui> noticias della desde a derrota qae eoffreu
uttlmomeate uo seu conbale com os rodigenis-
Por oliuuo tem-se noticias, porem, de qoe as
tropis oglezas da tnlta tomaram de aasalto a
cidale cbtral, e sendo depos de vivo comba-
te, libertados os smciaes qua-hanam cabido pri-
aicne;rus dos naurreclos
O llajab de Umra, ebefe revoltoso, fnglo, be .
cimo os revoltosos batilus para as mietaahas.
As topas ogiezas da lodia bateram em ama
aere de comoaies impo'iantes os indgenas su-
oievaios Qj Himataya, tendo-ae rendido e cbofr
revottoso MaBomeT.
A oda commuicm de Ciicot qua foi iDaa-
garado o trafego da estrada de ferro at Madras ;
oera como qos estt lendi fortificada pelo go-
verno inglesa ila de Perim, no golfo de Aden,
igualmente a cosa occidealal do P.iz de Soou-
1.
Estas obras, quanlo completas, (rancajo o
caaal de Saez.
asb 'gu.-ara que a mi-si> dos achiotes, que
deve chegar prcxima.iieote 4 Lindres, nao ser
recehida pelo gaveoo ; bem como qoe o Estado
livro de Orango p-da-la em oreve a federag-o
de seu tarrorio com os panes v sinnja.
Denu-ae lamaitoi em Mirtju, S.reei entre
correctores em SMMsjMMt* d-< rivalidades na
veidj de ti'u'os africanos; e de Oaolro cneg-m
uoil;ias annua i indo qe na Irlanda tem-se
dado se ias desordena.
Correspoale-iclas do Foreiga Ofli;e i
23 u que o gove-ao m o loa execaur nvos ira-
oalhos de deba em G.oraltar e M Por o xmfti do aaatie-sano da marte de
Dlarael, a rainha Victoria raaudoa euas condo-
lencias i (amina do eminente estadista.
A loiprensa ingleza lamenta que o fteicbi-:-
tag r 'j -itaase o projecto ds fea'as uffi-iaes em
ijura',.o principe di Biamnk.
Urna reunio de Danqu-iros importaa es
lev- lagar n% bolsa de L ndre*, e a ojiolao ge-
ral foi laao.avel ao ayaiema monetario actual.
O cTmes discuiiuli a ul'ima ency.lica
de Lio XIII, diz qae a uniai das igrejaa ebria-
(s mpossivel ; e a impreusa da capital mos-
t'^-s) impres-jinda da actual siluagao do
tgyp'.o, lamaotaado alguna dos seos orgjs a
lut^rveoco at Rasaia nesse paz.
O allodidos joroaei dizem que n da )uatihca
esa lnterveag&o, ami vez qae a Rusaia o-i tem
n i.iu u inter.sse no Egyjto e qaa a sua coo-
iu;ia u) leade a suaeaUr a Praag em suas
recla-nagrs aoore es.a parte da Afrra.
N metas recebidas de Aocklaul diiem qae
ora eyeloae muito violento devastan a Nova Ze-
landia.
As pe-das c&i considerare ; cidades inteiras
fo'am qua- totalmante destroidap, fijando graa-
de num ro de seas habitantes sem abrigo.
Cbegou oji olilmos das do mes lindo a
Lond-es, p-ocedeote dos Ea ados-Unidos da
America do Norte, o S' Bario do R o Branco.
O .Tines aoaoncii qne a paz eufra o
Cara e o JapSi es assigoada.
A GbiBa cede a ilaa Formisa e dar 500 mi-
IbOes de tae es ao lapas, que ozcuna aa Jv rsas
p-agas ccniuis'a las.
T.dos os joruaes da capital cammentam vira-
m-ote a< cindigoes da paz; e felic taodu-sa pela
term n gj das nostilidadei, as mismas tolbaa
paisam que a siu-gi qoe o Japo acaba de
alqo rir oo Ext-omi Orieota, grifas s saas
victorias, impoe s potencias europeas novos de-
verea > obriga-aa a estar o de accordo para
salvagardar s*us loteresses.
A abertura de cinco noro3 porto3 so esm*
me'cio estrangelro vis'.a com bons olhOB pe'
Imorensa ingle.
A ooa jo'naes, po"'m, de3xentem inlelra-
men'.e a ooitct de allianga entre os dons pai-
tes ; e aproreitam o eosej), para moat-ar o*
pe-igos qae offorecerla s potencias europeas
ara accordo entre as duas grandes cotenclas
astticas e o mal qae traria a nsssa civRisago a
i jvaso da raga amarella.
Teodo onvtdo nos circuios ooliticos, qoe a-
t'aodes po'eocias protes'arSo contra certa
clau'alaa do tratado do paz, cootirmoa-sc esta
noticia, teodo ido feitas reclamacdes sobre
fundamento de ser o tratao prijaltcial dos la-
tir sos sccidenlae3 naq.ielle extrema.
Alona dlsjo, cois mesmo qae a Iagialerrt e
a Fraoga exleiram a refo'mi do tratado e qaa a
Rusaia aioiar essa exigencia, pareceodo corto
qufl o governo ingles nio fe opaoraue a Cbloa
ceda a Mandchurla ao Ja?5o e oasinta na lnde
peodeaea da Corea.
Como qoer que 3eja, o govarno como qne ea'
hesitante na conducta qos deve te- no Extremo
Orleot<\ depois doa 80c:es30s do Japo, seodo
os j irnaes de Lond-ea oaanimes e u dizer, qa-!
a aitoac&o mnit) embaragosa e qaa este nego-
cio diffi.;il carece da maior pradeaMa poasirel
para eer resolvido. _____ _
O ministerio tem effe:tnalo consecutivas con-
ferencias, e pareca qui oredomloa a oploiao de
qce os inte-eaaes Inglezes periga-o Be o bover-
Q) assomlr altitud-; hostil a China.
Mas, depr's de tar examinado a qiestSo em
conseibo de ralnist'os, o gorerno recusoo adhe-
rir ao axordo entre a Fraoga, Russia e Allema-
nba.
O Gabioeta de S. James apoiando esre accor-
do entre as tres potencias cima raeoc onadas,
teme iodiapir-se com o Japo e crear diffi;ul-
dales aoa snbli'os ingleses eatabeiecldos no
Imperio do Mikido.
Foi .eate sentido qae Lord Kmberley respon-
den s commoiicagfies qae Ibe lize-am os ga-
bioe'en de S. Pa'ersburgo. Berlim e Parts.
Do Extremo Oriente ha 6tas noticias :
- Pelo traalo de paz a Caina cede ao Japo o
grupo de Formosa Leaotong e o norte da pre-
vi) "i i Petcbili.
A ndemniaagSo da frn*rr* foi flxada em 300
mllbOes de taels ou 118.00.030:000 de francos.
Comprometa-se sinda o Celeste Imperio a
reconhecer a independencia da Corea e a ter
c'nco pvtos abertos ao comme'do universal.
Garante igualmente liberd.de para a indas-
t-ii japi3 zi e a'tabelere em 2-I. o mixim
dis direltos de lmportago de todos os pontos
do estrangelro.
O tratado ser ratificado ns illa 8 di Malar
cgaiada-3e deD'ls o armisticio.
Os l'mites do Llao-toog japones virSo desde
Yinkon ti YjI, teido a Ch ni cedido mata o
arib.pelago dos Pescadore?.
O total da indemnlsago ser paga em cinco
oraos improrogvei3, sendo a indemnissgao de
u -rra solvlda em aete annos, paga di tamben
a Rireroo chines os jiros de5*(..
Os prisiooeiros fetto pelos dons exercltos do-
rante a cannanha sero sollos, podendo regres-
aar livr mente s euas patrias.
Foram scspensss oilo jo.-nao3 da cldade de
Tokio, qoe nsaram de exortssOas injuriosas
anaiysando o tratado de paz.
O MikHo balxou ordem prohibi do qapqaer
[.especie da censara ao referido accordo.
Os ministros da Allemanha, Fraoga e Ras-
i aatregatam em nomo pos rcspecjtvos gorer
em quan'o Inglaterra, pela aua parle, cense
dos ao miolitro dos estrangeiros protesto col
la tivo contra a clansa,a do tratado de paz qn--
de'.erniaoa a annexago da peolaenla de Lia.e
Tjong ao Japo.
Todos ot jornaes bem Informados declaram
qae o governo dos Estados Unidos acha te ao
la ro o Mkado e acoaseloao a rejeitar o pro
lesu;.
Os ltimos teletrammas do Japo dizem
qoe o Uikado tem ioiengoes muito pacificas e
ri) pansa de maneira 'Igoma em inquietar as
piteadas europeas, por caa^a de saas colonias
do Pacifico.
Esia opticia foi acolbida favoravelrnnle pela
Earop, especihl jieoie pela imp-eaaa bespauho-
U. qae maito turnia t reaneito das PQillppnaa.
J regreasoa a Pe in L -an-cnang, aegi-
cia.t r do tratado de paz.
Naqneila capital prep-iram-se grandes testas
para soa recepgo.
Diz-se qoe brevmen'e visitar Tbsiiien o
Mi&aco, qne acaba de enviar ao parlimeate orna
meusigtjm relauodo as con -la--s da irataJo de
paz e acsaselbaadi ao povo japoaez qne depois
das victorias colnidas na guerra volva s coa-
quimas pacificas qae competem s grandes na-
Oe-.
As cmaras j.'pon- zis aotorisaram a realisa-
go de un emorestim de 100 nilodes de yen-,
oa 48.0Oj.OO000J moeda brazdei a, leudo o
govTuo maajalo coaatra r novoa vasos de
go As8 parllcnlare' rec-jbidos de Tlen-tsio
aaoaa.iam qae ama viva ir 11 ga>, caasada pelos
uln.Qoa acoaiecimeoto', rema na Cama, contra
a iiyuaslia rerom e.
F.-.lla-8e na p ouma expo'o de nm mov-
meato revolucionario, teodo por fina depccigo
da casa imperul de Mtnd-tioo, que o poro iorua
reapoasavel pelos desastres mi.ltares aoffndus
pela Oima.
En da ir-, onde se recelara prximo rompi-
meot), aa autoridades exercem aeiera repreaao
prenleolo sem o m-oor ef capolo at pesssas
qua nada teem com o plaao seiicioao
Afioal deu-se o toovimento e as auti'idades
fog.ram aoa primeiros tiros irocados eatre as
tropas legaes e os rebeldes*
Estes dominam na cidade.
Na Corea de.so com o Um de desihroar o rei, a jaa'-;e cum-
piicaeos ao movimento alga is.memoras da fa
milia real.
EfT^ctuarom-se muitas priaOes.
Bm rolas bem informadas asaevera-3C qu^
o Japo, a Cun e o S o coocluiam ailiauga
bffa-.sivp e defensiva para se oppurem a intei-
veugo das grandes po:enctas europeas no ex re
mo Oneale.
As a-tosas no ida da liba For. osa sao
bstame ^rave-, pois a populagi est aescua
teue cora o uovo governo, ao qual e acba su
jeitn.
; En Sbangal te.) ehezalo munas familias fu-
iiivas e re;'em horrores.
Os soidado3 d guaniigo cbinesa negam-s^ a
lornar eff stiva a clausula do tratado de paz,
esiabeleccodo a cesado da iiQa, e ameagam de
morte os oQl:iaes sa 03 nio acompanbarem na
r s.sieccia.
O goverai japnaei val tomir medidas enrgi-
cas Dar evar qa.la.uer desordem sena.
Un fantico Jaiioaez aggredio em Hiroscbima
o e-.b.ix.id).- ctiinez Li uag-cb^ng, fe.-indo-o
levemente com am panh.l.
A aggreeso de Koyano teve por flm viogar
um i'mo quo ~or eu acaassiaado peloa cb-
oeses.
O crimiosso foi preso e tem suffrido tortnraa
na cade.
30 imperador do Japo mostroo-se multo com-
movido ao ter noticia do aiteitado; e dirigi
om cuco ao ministerio chines, ca-idar.nar.do o
alternado de qoe foi victima o vice-rei de Jet-
cbili Li ung-chang, aoqual envioa nm telegram-
ma lastimando o acootecimoto.
Fji coatemnadoa priso perp-^taa o individuo
qae teitou assaasiaar o vice-rei L-uag chann,
que melno'ou do fenmento recebido.
Dasenvolve se o cholera no Japi, con ca-
racier folminante.
Nos dierssa logares Inec'-oiaios, reina ter-
ror oanico en. e aa pipalacS''"-
1888-E'extincta a escravido no Brazl
sendo presidente do conseibo de ministros o ft-
nador pernambucano Jobo Alfredo Correia de
Oliveira.
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
llelchisedech do Albuquerquo
Lima
Dia 1S
i;>G -N1301H1 Mito de D.Rita Joanna de
9f na, que .lepo (ornon-sa distincta na litte-
ratura.
Pernarabucana e artista, diz o Dr. Joaquim
Manoel de Macido, o que significava patriota e
inspirada O. Rita do Souzi floresceu ero uma
epocha notavel para a sua capitana e cu;os
acootecimeotos necessiriamente deviam iolluir
em seu espirito : a guerra dos Palmares e a re-
iagao da morte pavorosa do suicidio buonaresco
do Zumb e dos prmeipaes ebefes negros foram
as historias qu; sera tluvida ouvio em sua n-
fmcia e a guerra dos mscales t&o incitadora
dos bros pernambucanos terminada treslouca
damenle por vilenla e tyrannica perseguigo
tormentos e desterro de seus raos pela patria,
forgosamente impressionaram sua primeira ju-
ventude.
Infelizmente de suas obra3 nennuma chegou
aos no-ros dias.
18S4-L)e8de a eua chegada ao porto do
Recife o chefo da esquadnlna imperial Joo
Taylor entreteve com o coronel Jos de Barros
coramandante das armas uma longa correspon-
dencia procurando convencel-o que devia auxi-
liar os partidarios do morgado do Cabo, corres-
pondsncia que terminnu a 9 de Abril quando
Taylor participou aquello coronel o bloqueio do
Reeifo ,. .
Neste dia, 12, o coronel Jos de Barroa diri-
gi uma proclamagSo as torgas militares exor-
lando-as a se acautelarem com as promessas de
Taylor e lembrando: Um estrangeiro, que
foi trahidor a sua patria, que sacriflcou volunta-
riamente o bro, a honra militar ao seu srdido
e vil interesse, nao deve merecer a vossa con-
flanga, um triste mercenario, que nao" tem ero
vista seno a sua propria felieidade, e indigno
do que um povo livre Ihe conde a direcgo de
seus vasos de guerra. *
1854-E' elevada villa a povoagao|ie
Buique.
1879 -E' creada a villa de Afosados de In
fg-ueira e elevada a villa a povoaQo de Agua
Preta.
Ola 13
1G8I3 -Assenta praga no exercito da capi-
tana de Pernarabuco Domingos Rodrigues Car
neiro, hornera de cor preta e nalurai de Peruam-
buco.
No mesmo dia seguo contra os Palmares, ha-
vendo-se nos combales cora muito valor pelo que
foi promovido a alfires-
Commandando o tergo de Henrique3 e no pos-
to de sargento-mr pacifico os indios do Ass
10 Rio Grande do Norte, raerecendo a promof,ao
a raestre de campo e a noroeago do governador
dos pretos da capitana.
1685 Joo da Cunba Sonto Maior toma
pnsse da admiqistragao da capitana.
Foi na sua admnistrago que teve lugar uma
epidemia a que o povo deu o norme de 3fol a
qual ceifou grande numero de vidas.
Esse mal foi originado pela abertura do novas
barricas d* carne, em estado de putrefaegao, que
acarara de uma torna viagera de S Thom sendo
a primeira vctima o tanoero que as abri.
1810 -Carta de lei dando armas ao reino
do Brazil e encorporando em um s escudo rea
as arma3 de Portugal, Brazil a Adarves.
185.-A povoagao de Barreiros elevada
185 1 Lei provincial creando a comarca de
Tacaral. de 1." entrancia e elevando villa a
povoagao de Cabrob.
188S -Lei provincial creando a comarca de
Pao d'Aiho de 2" entrancia e a de Cabrob de 1*.
1881 -A povoagao da Pedra elevada ?
Tilla.
EVISTA DIARIA
Senado -ErTectuou se hontem a 26* sesso
sob u presidencia do Exm. Sr Dr. Francisco
Taizera de-Sa.
Estiverara prsenles os Srs. Baro de Naza-
re!h, Teixeira de S, Albino Meira, Salazar Mos-
coso, Albino Silva, Constancio Ponlual An-
ron o Pernambuco, Regueira Costa e Eduardo
de Oliveira, teodo comparecida depois o Sr.
Ermrio Coutinho.
Volou-se seodo approvada a acta da sesso de
9 do correte.
Foi 1 da e approvada sem debate a acta da
reuniao de 10.
O Sr. Io secretario procedeu leitura do se-
guinte expedente :
Um offle o do secretar o da Cmara dos
Deputados remetiendo as sei3 segurotes reso-
lugOiS all in ciadas neste anuo palo3 projec-
tos :
N. 7. Aulor sando a contratar-se uro servigo
de navegago a vapjr entre a capital e os mu-
nicipios que a isio se prestaren!.= .V 4" com-
miso.
N 11 dem a desp;nder-se al 15:0)0? com
a canal sago d'agua du lugar R aciio do Oiho
d'Agua para a cidade de Pao d'Alho.=A' 4"
commisso.
N. 20. dem, al a de 10.0)03, para a cons-
truego de obras era Qj;papi.=A' 4* coinmis-
so.
N. 20. Llera, a arquis gao de 4 f mos para a
inci HTjga: do lixo uo municipio do Recife.=A'
4 commisso.
N. 31. I lem a abr r un ere dito extraordna-
r.o para pagamento de aju las de custo a juizes
de d reiio.=A" 3* commisso.
N. 4ti. I lem a d.-sp-mdor Q-.QOOS -om os re-
paros da cade a de Taquaretinga e (i:000# com
03 da Victoria. = A" 4' commisso.
Outro do mesmo remetiendo a resolugo alli
iniciada pelo projeclo n. 18 deste anno sobre
renuncias de deputados e senadores.A' 2'
commisso,
Outro 00 secretario d 1 justga camraunicando
que o Ex.u Sr. Dr. Gov.;rnador do E-lado flea
sciente de haver sido convertida em resolugo
e enviada Cmara dos Deputad03 a Mensa-
gem 'eferente ao esculo que deve servir como
sello do Eslado. Inteirado.
Passou-se ao expedien.e do Sr. 2o secreta-
ria.
Approviu-se o parecer b. 33 da 3", commis-
so cuj 1 dscusso Atara encerrado no dia an-
terior.
Foi I do e approvado sera debate um parecer
das coramssO'S 4* e 3", sob o. 39, pedindo
.amura dos Deputados a remessa da petigo do-
cumentada da companhia Panlista e que deu
alli ong m ao nnjeeto o. 55 de 1S95, conveni-
do em rasolugao.
Nao havendo quera quizesse u ilisar se da
palavra na Io hora da sesso, o Sr. Presidente
passou ordem do da.
1 ontinuando a discussSo do parecer n. 29
deste anno, nao adoptando a resolugo iniciada
na Cmara dos Deput:d03 pelo projecto n. 5,
'ambem desta anno (C jinmisso Mix a), foi ap-
apprivado.
O Sr. Presidente declarou que ia fazer-3e a
devida comrauncag Cmara.
Vo'ou-se e foi approva 10 era 3a d seusso o
parecer 0. 32 deste anno adoptando a resolugo
nnquella ('.amara inicia la p-ilo projeclo n. 9 de
1892, que julga sera effeito o decreto de 30 da
Maio de 1891, sendo rerael ido 5* commisso
para a redigir.
Deixou a cade ra presidencial o Sr. Te xeira
de Si, sendo oceupadj pelo Sr. 2- secretario e
Ioo afls pelo Sr. Vice-l'resulente.
Subme teu-se a l* dscusso o projeclo n. 12
diste anno (eleigo do Governador e Vce Go-
vernador do Estado).
Depoia de orarem os Srs. Albino Meira e Tei-
xeira de S, foi o projecto approvado, havendo
sido regeitado_o seiunte requerluiento :
Requeiro que o projecto va a uma commis-
so esi.MC al, para que no praso de 8 dias, apr-
sente seu parecer no Senado : Io de Ihe dar o
carcter do urna lei permanen e, 2o estudar o
systema do voto descuberto, e propo o que
Ihe parecer melbor no intu o de garaot r a ef-
fectividade e realidade da eleigo.A' Meira.
Assuraio a cadera presidenc al o Sr. Teixei-
ra de S.
Submetteu-se, finalmente a 2 discusso, o
projeclo n. 13 do Senado, deste anno, conce-
deodo um anno de licenga com iodos os venci-
mentos professora de Escola Normal D. Mara
Cand da de Figueiredo Santos, e fu approvado
sem deba'e.
Esgotou-se a ordem do dia.
A do dia 11 do corrente a seguinle : 2' dis-
cusso do projecto n. 12 e 3o do n. 13, ambos
deste anno.
Caara dis Deputados Effecluou-
se hontem a hora legal a 37* sesso sob a pre-
sidencia do Exm. Sr. Dr. Jos Marcelino da
Rosa e Silva (nodo comparecido os Srs. ..ffonso
de Barros, Elpidio Figueiredo, Bertholdo Gal-
vo, Rodrigues Porlo, Araujo Lima, Joaquim
Guimares, Pereira Tejo, Gaspar Peres, Uon-
galves da Roca, Celso de Souza, Antonio Vi-
cente, Julio Antero, Mot'.a Silveira, Jos Mar-
cellino, Pereira da Silva, Apollinario Maranho,
Leopoldo Lin3, Est icio Coimbra, Goioy e Vas-
concellos. Gjdofreio Moscoso, Bianor de Me-
deiros e Loureogo Cavalcante.
Foi lula e sera debate approvada a acta da
sesso antecedente.
O Sr. Dr. 1." Secretario procedeu leitura do
seguale expediente.-
Petigo do 1." Oiflcial da Secretaria da C-
mara dos Deputados Antonio Olympio de Aze-
vedo Souza, solicitando a aposentadoria com
todos os vencimenlos qae ora percebe.A' 1.*
Commisso.
Outra de Maria Clara de Mello Figueira re-
querendo pagamento de gratitlcago de bous
servigos a que Be julga com direito.A' 4.*
Commisso.
Outra da mesma, requerendi o pagamento da
gratincago de mrito a que tinba direito seu
tinado marido Manoel Figueira de Mjneze3. A'
3." Commisso.
Foram lidos indo a imprimir os seguiotes
pareceres :
N. 6? -Da 10 commisso dando a reiacgo do
projeclo n. 4 viodo do Senado.
N. 63-Da mesma Commisso dando a redac-
go do projeclo n. 11 vindo do Sroado.
Foi lido e approvado uro parecer da 3." Com-
misso son n. 69 solicitando do Dr. Secretario
da Fazenda informagOas sobre a petigo de Joa-
quim Flix Sierra Cavalcante.
Foi lido, appoiido, julgado objecto de delibe-
rago iodo a imprimir o segnint-. projecto :
N. 91 -Apresentado pe o Sr. Joaquim Guima-
res, declarando exlinctas as dividas prove-
nientes de calgamentos da cidade, anteriores a
1380 e quo se nao achira devldamente escriplu-
rados do Thesouro do Estado.
Na hora do expedante justificou o man dou
mesa o Sr. Julio Antero o seguinle requeri-
raento:
Pela subida e honrosa prora de aprego e
considrago ao mrito e a illustrago do Esta-
dista Brazileiro, o Sr. Conselb3iro Francisco de
As8is Rosa e Silva, que acaba de dar a Cmara
dos Deputados, reelegan lo-o para seu Presi-
dente, requeiro qua se lance na acta um voto de
lou#br era noine da Patria Peraambucaua, e
ofcie-sa des.lej ao Senada neste sentido, sus-
pendendo-se em seguida a sesso.
Sala da Cmara dos Deputados, em 11 de
de Maio de 1895. -Julio Antoro.
(O Sr. Dr. Jos Marcelliao deixa a cadeira da
presideocia sendo substituido pelo Sr. Joaquim
Liuimares).
Orarara sobre o requerimenlo 03 Srs. Godoy,
Esiacio Coimbra, Loureogo Cavalcante, Bianor
.le Medeiros, Apollinario MaTanho e Pereira
Tejo que requer o encerraraento da dscusso.
Oraram anda os Srs. Esticio Coimbra para
uma explicago pessoal, Bianor de Medeiros
que requer votago nominal e Pereira fta Silva
que requer sejam retiradas as invectivas alira-
dos 4 tiamarb pelo Deputado Godoy
,0 Sr. Presidente atiende ao requenmento do
Sr. Pereira da Silva e approvado os dos Srs.
Bianor e PersiraTejo.
Procedendo-se votago nominal, responde-
rn! Slm03 Srs. Affonso de Barros, E. Fi-
gueireilo, Bertholdo GalvSo, A Lima, Pereira
[Tejo, -Gaspar Peres, G. da Rocha. C de Souza,

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Piarla de Pmiainbico P#mtnyo ifr de Malo de 1S
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Antero M Sitreiro, Pereira lha dava o trabalho para sustentar a espoia, que bleclmento de fazendas all existente, no acto. Urna rtca moc-il
ido'Lina Estacio Coimbra, G. eslava constantemente a exprobrar-lbe a manta. Je rezarem o pagamento pucharaoi de aWnai e nog#nra,-com fre
Lourenc Cavalcante e Nlo o Nao est en mira, mulber, Ih'e dizfa elle ; ameacando o proprietario do e8tabeleCtnentO|0U Jflf de rendar,
Antonio Vicente
da Silva, Leopold
Hoscoso, Bianor, Lourenc
Sr>Sr0e-''Apollinario e Jos Mareellino retra-
ram ;ie do recinto. i_.m.
F .i, em seguida levantada a sefsao
Di Rea e Silva.-3egunrto telegram-
as que nontem publicamos, sabemos ler sido
reelto presidente da Cmara doa Deputadoa,
esss illustre pernanbueano cujo norae urna
gloria de sua ierra.
O'itra oao poda ser a attitude a esperac-se
da cunara, cujos trabalhoa (ao bim foram di-
neidos no anno pissade pelo Dr. Rosa e Silva,
aue alera d'isto, pelo seu brilhante talento e
reco'ilieeiJo patrio ismo de tan ta considerara >
cosa entre os sea? pares.
Assim a reeleicjao do illustre membro da re-
presontacao de Pernambuco na Cmara dot
DeptUados, 'em, altan os os mcios empregados
pola opposic&o para odlsttncto pernambucano
do cuja hoa vontac.e e patriotismo, muini em
aind i o esporar d i ceno a trra que llie foi
berg9.
A )plaudindo, pois, com entusiasmo a at i-
lude em lai emerge icia assumda pela Cmara
dos Heputados, d'iqui enviaraosaS.Exc.es
nossos parabens por raais esta alta prova de
con!.anca que Ihi tributada.
Hntem por eccasiao de divulgar-se n"es-
ta culada essa no icia, foi grande o rcgosijo
man i Tstalo por parte dos amigos e adranado-
res do il'is re pern; mbueano.
>. Mnnoc-i dos Santn Pereira -
E' hoje o anniversiirio natalicio do Exm. rir-
D. il.inoel digno Bispo d'esla Diocese.
E pois, este, irm motivo de jubilo para o
povo pernambuaneque, da certo, mais urna
vez oproveiiara a o|>p .rtuniiade para signifiar
a S. lixc. Rvdm. o quanto de estima e respeito
Ihe vota.
A iitfcc'.uosa atiene" o rom que sempre a todos
se cinje o virtuoso bispo, a cujas -altas qualila-
des ren leraos preilo fz com que de una ma-
neira Se Hmenle sgniflcalia seja querido e
resrcitado entre os seos diocesanos.
IV r nossa vez be jando a Jextrade S. Exc.
passmi os, [com a divida permisso, pamas
nos-; s columnas, o que sobre seu anniversario.
escrev>u o nosso illus'.r collega da Era Soca.
Completa amanlia mais um anno de existen
cia i) nosw) veneran Jo e bondoso .Bispo Dioce
sane o Exm. Sr. D. Manoel dos San os Pereira.
Motivo de jubilo pura o coracao d'aquelles
a quera S. ExC dirige com a sua autorida Je d
Pas'or solicito e verdade ramente consciente na
sua sublime mis.-au na sonedade.
A Diocsse de Olinda nao pode deixar de,
n'esj'3 da meraorawl, ptticipir das sanias ale
grias le venerando anciSo que nao tem poupad .
sacr:ici',8, empregamo urna aclividade exira-
or.l n r;a no bem espiritual dos sous lilhos em
bol liora confiados a sua paternal u/recefto-
Mo ha qu-'m detconneca ;os seus mraensos
servaos i Egreja Calliolica, Uravez de sua
exiiUeucia, e as que n'essa diocese vai elle pres-
tando, j i procurando corlar abusos inveterados
Da discpulo ccclesiaslica, j volvenJo o seu
esp rito activo e emprebenoedor para o aug-
meu.o dos bons opearios da vin^a do Seutwr,
indo, arrastando a imtepereis do lempo e a al-
tere cao de sua saude, implorar de seos que-
ridos d ocesanos u:>j obulo para as obras pas e
pan as obra* do Seminario que constitue u.ua
de mas constantes preoecupa^js.
Elle que se iuipjaoaraor de seus diocesanos
pel affabilidade do falo, por suas gran les
virlades. pela sua dedicacao ao servigo de D=us
pelas suas qualidades inlellecluaes e moraes,
faz ih ao reconlieciment publico porque hein
8ab; compenetrar-S de seu arduo quao gran-
d os:i ministerio.
Pausas fillws qu i teem um pae tao abnonaJo
e rr.rrahoso !
1k us que do alio dos Cos contempla a sua
dedil agao, o seu zeloeasua soticilude pe
relia olio que Ihe (ontiou, ha de abengoar
seus esforgos hoje v. sempre.
Elle o Da d amparar nos desfallecimentoe,
consolal-o-a as tristezas d'aima, dirigilo ha
em todos os actos da vida, recorapensal-o-lia
um (lia uo Co. .
No da feliz do anniversario natalicio de
aroivel Prelado, a ira Noca curva-se reverenlo
a b'ijar-lhe a sagrada dextra e erguendo o co-
raro as Co n'urna prece sincera pede a eus
que O conserve '.id mullos annos f
Ir. Julio de Mello Filia Esse
nosso presado e illustre amigo acba-se leliz-
meiie em franca convalescencia.
Innmeros amigos o teem visitado, nao ces-
samlo assim de lar provas do alto apreco
em que lido o i lustre Secretario da Justiga.
Pegosizados con esse facto, cordea men e
alra;amos o distiucto amigo.
Para a Europa A bordo do frite; d ?ve
seguir hoie com (ItxttOO a Europa o nosso ami-
go Francisco Gu gd do Amaral,conceiluado
comraercan e da nossa praca.
Muito gratos pelas delicadas expressOes con
tidi.s do carao de despedida que nos envin,-
desejamos-lhe todx a sorte de venturas em su
viai -ra, assim coma breve regresso trra de
sur residencia.
l'reze de MaiO No passar dos lempos
temos amaoha ma;s um anniversario do glorio-
so icoatecimento, que irouxe a lber lade para
homens, aos quaes forga fizera escravos.
As lagrimas qje por ires eeculos erara ver-
tidla por urna raga infeliz eslancaram-se ha 7
annes Beasemesao da, cujo Oriente amaoba
rememora a conquista grandiosa do Brazil.
;iilhares de se lentos da liberdade natural,
que dormiram oaescravidfto, despertaramcora a
auiora de 13 de Maio da 1888 na liberdade,
rica mobilia de pbantasla esculpida em flun i-m as datas de 10 e 31 de Kargo e ti
lo
os
a escravidao urna eousa que brada aos cos
E cootiouava n'um criMctnio, a que s a reti-
rada da mulber. que a tratar de seos afazeres,
punba termo... falta de ouvintes.
Era um luctador iocansavel. Si ia comprar
aviamentos para a sua arte, embora t vesse de
ir perto e a eocomenJa fosse de urgencia, d
tudo elle se eaquecia ao primeiro motivo de ex-
pandir suas ideas O que poda fazer n'um
quarto de hora, leviva-lhe tres, expunha-omes-
mo aos raidos da esposa, mas nada disto o alie-
rava-
Fallava da triste vida dos escravos, da iniqui-
dade de os reduzrem escravidao, de mil ou-
tros assuinplos correlativos, aem fazer urna pau
sa, sem conceder altenuantes.
A lei urea de Rio Braaco, que estancou a
fonte da escravidao, considerando libertos os fi-
los nascidos de escrava, nao mereceu a sua
approv8Qao. O que elle quera era a abolilo
completa da escravidao. Tinha esta sido uraa
iaiquidale, filha do direito do mais forte contra
o raais fraco, e portanlo nao admittia conces
sOes.
A escravidao um roubo, dtzia elle; devia
acabar-se por urna vez. O que quer daer forra-
rem-se a3 muiheres smente al a cintura? Isto
urna Iraraoralidade.
E veio a morrer abolicionista intransigente
alguns anuos depois, sem ler a immensa satis-
fago de assistir a magnifica fasta que agora so-
leranisamos : a da aboligo dos escravos no
Dril.
E qpe imraen3a satisfago nao seria a d'aqnel-
le hornera do povo, cuja vida foi a de um conti-
nuo iniraigo da escravidao 1
Que regosijo enorme nao seria o seu, ao con -
ampiar a obra de que tinha sido operario, ain-
rJa que obscuro, mas cortamente um dos mais
devolados 7
Eu sei que para obler o desidertum a que fe-
lizmente chegamo3 agora, houve verdadeiros e
gloriosas luctadores, mas tambem sei que o obs
curo filho do povo, que andar apiegoando as
suas ideas pelas ras e pelas pragas, considera-
do maniaco, tambem preparou muito terreno
para o facto com que hoje, pode-se dizer, se re-
gosija o paiz intoiro.
Era um maniaco, embora. Quan lo chega o
la da justiga, esta que nlo distingue multas ve-1
zes, os que trabalharam com inlenges reserva-
das, tambera n3o podo deixar de estender o. seu
manto sobre aquelle que se tornou maniac* pela
idea.
E charaou so Pedro Jos de Santa Aona.
Alfande^a. -O inspector dessa Reparlt
gao expedio a ^eguinte portara :
Copia. -Pisp'cioria da Alfandega de Pernara-
buco, em 11 de Maio e 1W3.
N. 374.O inspector era cumprimenlo do que
lipOe o art. 73 do Regulamenio Estadoal de 4
de Julho de 1879, abaixo trana:rlpto recomen-
da a todos os Srs. proprietirios e adminitrado-
res de trapiches '.que recebem para deposito
mercaderas na ionaes de outros Estado', afim
de serem reexportadas, que at o dia 5 de JunDo
futuro apreB ntera a esta Repartigao um mappa
de lodo o movimento relativo a essas mercado-
rias havidas nos resneclives trapiches de Margo
u'timo a 31 do correte mez, devendo depois
apreBntarem dito mappa raensalraente. -Ale-
xandre de Sotu* Ptreira\do Cirmo.
Arr. 73. Os arraazens ou irapiche?,que re-
colherem gneros de outras provincias para se-
rem reexportados fleam -ujeitoi a inspeegao e
liscalisagao, do consulado Provincial, a cujo ad-
ministrador sejam obrigadosla apresentar men-
sil ou trimensalmenle, conforme Ihes for xii?i-
do, um mappa demonstrativo do movimento dos
referidos gneros' ocm degignagSo das res-
pectivas guias e raanifestos, Je bem assim
a ministrar fquaeaquer intormagOes e es-
clarecimentos que Ihes forem requisitados den
iro 'lo praso marcado, sob pena de multa de
OJOO) a 100SOW, a arbitrio ao adir
a exequive .
dias, s-ndo na falta de satisfagas neste prazo.
cobrada ju iicialmecte por intermedio do The-
souro Provincial.
Carlos Comes- -Viodo do Estado do
Para, onde esteve ulliraamente, deve chegar por
estes dias a esta i-idade, o glorioso brazileiro
cujo norae Ilumina estas linhas-
Credor de lodas as oossas aimiragOes, brazi
leiro que tanto. Um sabido honrar a sua patria
no estrangeiro, onde seu norae respailado e o
seu talento justamente admirado, Pernarabuco
deve-se sentir ufaooso em recebel-o em seus
bragos e em prodigalisar-lhe todas as horaena
geos a que faz jus o seu incootestado merec-
m-rato. a
N'esse sentido pois, fazeraos um appelto aos
pernainbncanos ciosos das lorias da nossa tr-
ra, especialmente aos cultores da divina arte
que tanto cl'V-'U e tornou admirado o norae
glorioso de Carlos Gomes, afim de que ao apor-
tar a esta trra tenha elle urna prova segura da
nossa gratidS) pela maneka excepcional com
que tem eleva io o nome braiileiro.
Todos pois, se deven congregar afim de que
recbenlo festivamente o grande brazileiro te-
nha elle mais urna prova eloquente da admira
ragao que Ihe vota o povo pernambucano.
Partido Federal- directorio do par-
tido federal dirigi a eguintecircular de apre-
santacao do seu candidato a eleig&o para pre-
encher a vaga deixaia na Cmara Federal
pelo Sr. ministro do interior. Dr. Antonio Qon-
ca!rs Ferr ra. .,
Partido Republicano Federal. Recita l
de Maio de 1895.
I.lustre correligionario.Tendo de se proce-
der no dia 30 do correle a eleigao de i
re Iraram-se.
A autoridade competente, tomando conbtci-
raento do facto, deu as devidas providencias
Fallecinaento. Fallecen ante-bontem
n'e3ta cidade a uraa congestao pelmooar o Dr.
Arthur Joaqnim Pamphiro que era inspector
do Traf go la Estrada de Ferro Central de Per-
nambuco.
O finado cootava 33 ar.nos de idade, era ca-
sado, deixaodo fillios d'esse consorcio.
Dtalo de boas quolidades, era estimado no
s dos seus compantieiros de trabalho, mas tam
bem de todos as pessoas de sua convivencia.
Seo enterraraento tevn lugar bortem.
rreco de talgrodo -Tem sabido poaaes-
tes dias devido a um equivoco na nossa parte
commercial a nota de que os negocios d'esse
producto se tem r.-alisado a 12|jC3 por 15 ki-
los, quando t un f irlo 12J0D0 o prei;o.
, Fca assim desfeito o aogano.
tthencu Musical rernambueano
Essa digna sociedade reallaa araanlia, em com-
raeranragao a fralernlsago os bnzileiros, um
saro musical e dansanta
O director dos concertes, Sr. Sin'ino Pinlo
organisou um bonito programmn para a ijarte
concertante que certamenle eri ecio a
Imaginamos o que ser a parte dansaita-
Bellissiraa noite, pois auguramos aos frequen-
tadores ds Aihen-u Musical.
Passamentolo tem pa.ai 2 1/1 Doras
da Urde, oesia iitide, laliecau ama broojdo pnenoio na o nego:iai'c dt
praga ao'oho Joi d? Me'ra e Siiv.
O fallecido era po-ta^uei de na cimento e h
mnitos annos iqul viva iradc-M caado, r j
oo deixa Ulbsi de 83 pele cracter e di-ti; -to tr.to soriil. de no-
do que gozava d i es im < de to los >qaelle com
03 quaes maoiinba riagO t.
A u- reereltavfl viuta nos-ai condo eoeia.
Colonia forlnguea-R-;:o ", b
jo mera eu nos saldes ao Gabinete Porto--n-'z
acoovna de sua directora, os oitmor 8 <1-
iJolaoi Po-iugoea .para a.carda-en no uieio
de manifeslarem o seo reozijo na cas'a. t,rn
o t o R'o "e Jaoelro do Exm. Sr on-elhei'o
rojoiz R'hir). qge all vae no caracer de
M'/u r eocarregado de negocios.
Lnioo Typo^rayhiea Fjnclooar*
boje, em sessao ordioarl, S 10 horas di m-
nba esta eocledade.
Os no'os as-ociados devero se* empostdon
nesaa sesao.
a Unlao-Di?tribaio-8 o d. 89 desne
pnod co, orgo da claB3 typograpnica deste
Estado.
Unio FamiliarEssa sociedade reu-
ne-se hoje em desdo de assembla geral, s 4
horas da tarde, afim de proceder a eleigao de
thesoureiro e vice-thesoureiro.
Commlssan do Melhoramenlo de
Porto do Rei'ifeItecife. 10 de Malo de
1893.
Bolfctim metereolosico
Horas. Term centi- Ba'ometro Tenido do fumi-
grado /o, 0) vapor dad*
66 m. 24;3 759-41 20.44 89
9 25'6 7t50-54 22,09
12 J7/8 759,-4'i 22,21 78
3 t. 28,n 758 -6 22 72 81
6 27,1 758,'93 22,67 81
femperatura minima 21/03 'ihermometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 39,09 Ennegrecido
5S,-4 -Prateado 42.-0.
Evaporajo em i horas ao sol 4,"7 som-
bra 2,-3
Chuva 13,-6.
Direcgo do venio : W de meia noite at 0
e 40 minutos da manda,- NW al 1 hora e 22
rarautos ; S\V ai 3 horas e 57 miamos ; W at
4 horas e 43 minutos; S at 5 horas ; S3E
al 5 horas e 19 minutos ; SW at 8 horas e
6 ,41minutos ; NW at 9 horas e 53 minuios ; E
sem recurso a'.gum dentro de d e ESE a|lerQad03 al 1 horas e 11 minutos da
B
(as
frwng o ciro, coberta de pella
lar, rosa e ere- e.
w'y'o a Lnie XV e compOe-oe de o o pe
I?18|VESS0S DA CORRIDA
PrQsttm ?e *
emittidon pa'a
esse fina os curt/a que foram
' co-r|da de boj- ; 6o noon-ra-
de Abril nltlmo.
T.es iog:e<8os dfio direito ao brinde, cejo Bor-
telo rtaliea-fe hnje.
CORRIDA DEAMAtORHS
Iaformam-nos qne no ua 7 do prximo ne*
de Jaobo baveri n> Pralo da Estancia cma cor-
rlaa de amadortte, promovida pela colonia ingle-
sa denla ftpiul.
PERMMBCO
Concelho Municipal do Recife
BALANCO DA RECEITA E DESPEZA DO MEZ DE ABRIL DE 1895
RECEITA
Aferifao 26
Agougues 62
Baixa de Capim 44
Bancos, Agencias, Com-
panhias de Seguros e
Drogas 67 n. 1
Cornija 18
Casas de negocio 67 n.
10
4:1495281
1:2078500
1:0678220
67
quj urna mulher magnnima e um pernarabn- | puiado pelo 4" d strcto eleitoral deste Estado
cano distincto aura inexpungirel trago de pen- 1 pan preencher a vaga aberta na representagao
nocional pelo nosso illustre coestadano, actual
Secretario dos N -gocios do Interior do Qoverno
da "epubl ca Dr Antonio Oongalves i-erreira
o Director o do Par Ido Republicano 1-aderal
resolveo apresentar como candidato a essa
eleicaooDr. HerculanovBandeira de.Mello.um
dos raa s prestrnosos republicanos que o Per 1-
do poda esoolher de seu seio para lio honroso
E' necessario que o Per ido Republicano Fe-
deral ainda desta vez ataste pela livre mam-
festacSo do voto o valor que Ihe di a discipline
e coofraleruisasao nos senlimentos de orden e
respeito aos bons principios, pelo que os abai-
xo sesionados confiara que havels doumpenhar
tolo esforco e o apoio de vossa valiosissima In-
fluencia era prol desta causa.
Com a certe/-a de que envidareis vosso effl-
UT. lo em favor da cand'dalura d esse
na inscreveram na historia da patria brasileira.
Collaboradores livuram essas du*s persona-
gen de immortal recordagio no paiz inteiro,
en lodas as carnadas sociaes.
a opiniao se fez, porque a iaeia foi irabn-
Ibada em todas a vicssiiules do que nasce a
tem de viver ; e esses trabalhadorea d^ ideia
nao vamos cluraal-os agora presenga desta
msiigao. A gralidao publica os considera, a
bisiona os consagra as suas paginas.
Todava nessai lucias, em que lanos se
afe vorara, muitos sobresahem vemsuper-
fi;ie e ahi pairar,), ao passo que outros se ecl-
ptiam, icam na fenumbra e chegam al ao ese
qaeciraenlo.
E esses operarios ext nguem se sem memor e
que Ihes lembre o concurso, e Ihes faga jus
^ratidlb, que ac outros deferida e da qual
lio esses e?queridos deshrdados.
O treze de Maio si a gloriflcacao de um fa
cto que honra a nago, lambem o dia da js" 1
ta i-eivindicigao ; e, neste caso, dever trazer |
um collaborador da idea abolicionista, que por!
sua humilde condigao e esquecimenlo por e3e
mesmo motivo gravita para o aniquilara nlo de
sua lembranga na cooperagio da grande idea.
O que segu e completa a reivindicag&> no.
ttrreno praf.co lomado de um collega que em
te rapo trouxe-o lume.
.: Chamava se Pedro Jos de Sant Anna, o
pr,raeiro abolicionista que conheci : foi ura dos
niesmos tjpos populare?, que temos tido aqu
1,0 Recife"
Ku'itos, porm, trabalhavam anda pela aboli-
g8o, qne entretanto era desde muitos aneos
urna das grandei aspirages populares, e j o
nieu bere fazia discursos pelas ra?, bradando
etn altas voies contra a escravidao, que era uto
icubo e urna iniquidade.
Eu conheci-o em 188..., desde quando n>
toslume a onvirquasi todos os dias alguraas
te suas predicas, tendo sempre por assumplo
c mesrao ihema.
0 povo chamava-o Cavalcante. Nao rae co-
nhecido a razao por qne Ihe chamavan por este
ir peludo, mas s jpponho que foi lalvez motiva-
(k por haver elle comegado os seus exerciaos
oratorios fostigr.ndo estas familias, urna das
mais proeosinentes nesla Provincia.- bosse,
iiorm, qual foe a raiao o o cbamarem Ca-
valcante, o ceno que elle olio goslava de que
Ihe cnamassem por este appellido. .
Eu nao sou Cavalcante, men senhor, dizia
elle amiuda(!a8 "ezes; chamo-me Pedro Jos de
5int'Anna, um en criado. Minha mai era urna
ieobora porlugueza, urna preta africana, paU--
;:a alli d'aquelle senhor, terminava elle sempre,
i'oootando para a parte de qualquer estabelecl-
xente, onde est vesse alguno mogo portuguez,
011 ao menos qut Ihe parecesse qu-; o era.
Este eu ikocu Cavalcante era por -He repe-
t'do talvez mai.-; de cem vezes por dia; mas
rom por ieso dosanimava. e o caso que esia a
lallanio sempre s massas e sempre contraav
e?cravidao.
sapattiro e pauprrimo, dfllcilmenta
caz,
nosso correlgonario cujos serv cose mereci-
menio so de vos bem conhecidos, subscrevem-
nos. ,
De Voseos Am gos e corro g ooaros.
Dr Joaqnim Corraia d'Araujo.
Joaquim Jos d'Aimeida Pernambuco.
Dr Francisco d'Ass s Rosa e S Iva.
M gue.l Jos d'Almo da P. rnambuco.
Jos de Cupert no 'ocllio Cn ra.
Dr. Antonio A. Pere ra de Lyra.
Lu d'Andrade.
Jos de Medrros e Albuquerque.
Prancso Coruelo da Fonseca Lima.
Dr. MuconlloLns.
Francisco Texeira de S.
Jos Mareellino da Rosa e Silva.
Eduarto Augusto de Overa.
Felppe de Fgueroa Fara.
Tribunal do urj do Recife Hn-
tem nao houve julgamento nesto Tribunal por
terem comparecido apenas 26 jurados.
Foram mnitados era 53000 os que faltaran e
sorteados os seguinles:
Recife
Joaquim Rodrigues d A meida.
Tito Pasaos de Almeida.
Santo Antonio
Joao Coelbo de Almeida.
S Jos
-Germano de Miranda Maia.
Boa Visa
Joaquim P reir de Fretas.
lirmelo de Barr >a Pimentel
Facntho Leopoliino da Silva.
Jos Vctor da Silva Pimentel.
Afogados
Thomaz Domingos Tavares.
Graga
Alfredo Carlos Moraes de Mesquita Pimetitel
Pogo
Francisco Adolpho Guedes de Aguiar.
A sessSo ficou adiada para amanha aa horas
'Swao No dia 6 do correte, no po-
voaou Jaqueira do municipio de Palmares, dols
traba h dores da Usma pertencente a Colonia
Isabel, tenio feito alguraas compras n um esla-
Cemitprios 05 24 e 25
Carrosas 32
Canoas e alvarengas 33
Carimbos 36
Dcima urbana 4
Di .-ida activa 6
Divertimento publico ot
53, 54 55 e 59
Evntuaes 5
Enchimento 41
Emolumento "15
Edificarlo 16
Espirito 63
Engraxador 69
Fogo do ar e vista 50
Fogo de artificio 49
Fabrica de sabao "
n. 4
Guindaste 29
Jogos permittidos 57
Jogos de poules 2 /
Imposto de 40 rs. 68
Limpeza 39
Mercado 2
Matadouro 3
Multas 8, 9, e 13
Mscate 30
Machina vapor 31
Padaria e refinada 43
Solo baixo 17
Suinos 28
Taboleta 37
Trilhos na ra
Olaria 6$
64
2:5208000
I36$500
4:3i4$3i5
2:8068925
3465500
5108300
28675
17808636
14:5628219
4628000
145S000
5258000
2:0458326
9208976
5:6388500
528500
108500
10*58000
6308000
1058000
105S000
2T59S500
4:9258620
2048584
9:2548140
20:8755000
618S450
1578500
367^500
5:1978500
638000
io6jJ8oo
84S000
1058000
.528500
88:3198967
CAIXA
larde; ESii cora inierrupgOea de E e SE at
meia noute.
Velocidade media do vento 4,"02 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,62.
Roletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
bai xa-mar
B. M. 10 de Miio 11 b. 45 ra. da m. 0-40
P. M. de 5 n. 55 ra. da t. 2-40
Hospital Pedro IIO morimenlo desse
eslabelecimento cargo da Santa Casa de Mise
rcordia do Recife no dia 10 de Maio, foi o se-
grate :
Entraram .... 14
Sahiram..... 14
Falleceram .... 4
Exstem. 804
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1(2 da ma- *.
oha e sabio s 7 3 4.
Dr. Joao Raogel, entrou s 7 1/2 da maulla
sabio s 8 1/2.
Dr. Berardo, enlrousll 3,4 da manha e sanio
s 12.
Dr. Arnobio Marques entrou s 9 1/4 da ma-
oh e sanio s 11.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 3,4 da manha
e sahio s 111/4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 8 1/4 da ma-
h e sabio .8 10 1(2.
Dr. Bastos de Oliveira. entran s 9 3/4 Ja
anab e sanio s 9 12.
Dr. Baptista de Carvalho, entrou s 91 2 da
manhS e sabio s 11.
Dr. Nunes Coimbra, entrou t 9 1/i da ma-
nha e sabio s 10 1/4.
Pbarmaceutico, entrou s9 1,2 da manh e
sabio s 2 da tarde.
I. Ajudante do pharmaceutico, entrou as
8 da manh e saino s 5 1/4 da tarde.
1." Ajudante do pharmaceutico en ron s
8 1 2 da manha e sabio s 5 1/4 da tarde.
Asslstente, entrou s 9 1|4 da manh e sa-
s 1*.
Caaa de Deteneao Movimento dos
presos da Casa de Detengo de Recife, Estado
de Pernambuco, em 10 de Maio le 1895 :
Dinheiro saldo de Marco 139:2398561
Rs.
O 1.
lanfar
227:5598528
encarregado de
escripturano
receita,
y cao Antonio Monteiro.
Antonio M. Pereira Vianna,
Thesoureiro o Concelho.
Contadoria, 10 de Maio de 1895.
Existiam .
Entraram.
Sahiram .
Existem .
A saber:
aclonaea.
Muiheres .
Estranseiros
Mulher. .
Total .
Arragoados
Bons
Doentes .
Loucos
483
4
8
"479
440
7
32
0
479
4J8
403
19
6
Louca........ 0
Total........ 423
Movimento da enfermarla:
Te ve alta: '
Por rallecimento o sentenciado Ignacio Jos de
Andrade.
SPOKT
Prado Pernamliiic.?ao
Hoje o prado do- L-icca effectu a ana 14.a cor-
rida.
Si am bom prog'imma e ama tnscripgio qu
se reprsenla nosra,'lhores par-lneiros do notso
turf, condlg&o de aitracgSo aos divertlmen os
nippicos, potemos contar boje com cm con-
currencia lora do coraniom no alloliJo prado.
O Prado Peroambocann, no plano ds 10a fe de boje, realiea com iff-ita aquella docla e:r
comstaocla de attraaimeoto ; a'abi de con-
cluir qne lera o publico urna diversso cooipteu
na corrida, que loe proporcionada na rala do
Lacea.
PALPITES
Oa Doctos progoo. tuo< sao os feguiotpa:
!. pareo.GUodoCampo AlegreTculoo.
S. pareo. Hircodelle-PalbacoPiramon.
3.' pareo.Laclfe!,Dubllo--Malange.
4.' pareo,Mitor-CiogolaBCotte.
5." p-reo. Aventar iro Nobaoo PeniDO.
B. jareo. 3alette-DnblioCingo.
7. paree.MallorBeij :-florTarco 1."
8.* pareo. QmyGnayanatDortlbj.
PRENDA DA CORRIDA
A directora cffa.-ece na corrida de b:ja aos
a* sientes da mesma:
i tBUttrOE* A PEDIDO
Partido Republicano Federal
RE:iFE, 10 DE MAIO DE 1895
Illustre Correligionario
Tendo de se proceder no dia 30 do
oorren'e a eleifSo de um dopntado
pelo 4. districto eleitoral deste Estado
para preaucher a vaga aberta ua repre-
sentado nacional pelo noaso illustre coes-
tadano, actual Secretario dos Negocios
do Interior do Governo da Repblica Dr.
Antonio Gongalves Farreira, o Directorio
do Partido Republicano Feden 1 resolveu
presentar como candidato a esaa eleico o
Dr. Herculano Bandaira de Mello, am dos
mais prestrnosos republicanos que o Par-
tido podia eBcolher de seu seio para to
honroso mandato.
E' necessario quj o Par ido Republi-
cano Federal ainda desta vez atteste pela
livre manifeatao do voto o valor qua
lbe di a disciplina e a confraternisaciio
nos sentimentos de ordem e respeito aos
bons principios, pelo que os abaixo assig-
nados conlam que haveis de ampenhar
todo esforz e o apoio de vossa valiosis-
sima influencia em prol d'esla causa.
Com a certeza de que envidareis vosso
efficaz auxilio em favor da candidatura
d'esse nosso correligionario cujos servicos
e merecimeuto sao de vos bem conheci-
dos, eubscrevemo-noa
De
Vv. Sa.
Amigos e correligionarios
Dr. Joaqnim Correia de Aranjo.
Joaquim Jos de Al Jieida Pernambuco.
Dr. Francisco d'Assis Rosa e Silva.
Miguel Joa de Almeida Pernambuco.
Jos de Cupertino Coelho Cintra.
Dr. Antonio A Pereira de Lyra.
Luiz d'Andrade.
Jos de Medeiros e Albuquerque.
Fr.ncisco Cornelio da Fonseca Lima.
Dr. Marcionillo Lins.
Francisco Teixeira de S.
Jos Mareellino da Rosa e Silva.
Eduardo Augusto de Oliveira.
Falippe de Figueira Paria.
Trocando...
Srato-m,ca!la vei mal forte e eaIs rj
para o combate.
A Abgetica, miobi iaseparavcl companaelra
de clncoecta annos, ante cuja lilteralura eo r.50
passo de am soldado relee, dsqaeiles de qae>
fallen o pitomoo laleificaio, nfio essa de es-
trntiar o ouu rejaveorsciixiento, depois que
metti me a eecriptor publico, e cis irnicamen-
te, que, se en vo'.to aos meas trlnta annos pos-
sados. intento ama aegao de divorcio. .
Em materia jurdica, stja dito em aboc da
verdale, a Aocellca de una ignorancia palmar.
DESPEZA
Forca municipal r
Instruccao municipal 2
Saneamento e calfamento
da cidade 3
Limpeza, jardins, e etc.
" 6
Obras diversas e micto-
rios 7
Aterro do alagado Fernan-
des Vieira 10
Eventuaes dos cemiterios
12
Instituto Vaccinieo e Hy-
giene Municipal 15
Jury e eleifes 16
Expediente da Prefetura
17
Impressoes e publicacoes
do Concelho e Prefei-
tura 18
Vencimentos dos juizes
districtaes 18
Vencimentos do Dr. Pre-
feito 21
Vencimentos dos empre-
gados da Secretaria do
Concelho 22
Expediente da Secretaria
do Concelho 23
Vencimentos dos empre-
gados aposentados 24
Vencimentos dos empre-
gados interno, externo
da Prefeitura e foro
25
Custeio com os matadou-
ros e logradoros 26 -
Custeio com o mercado de
S. Jos 27
Eventual
io:377$o8s
25:0381527
3:471$677
6:4338443
559S40O
1:1923400
223S500
1:5408975
i:325$soo
628960
5178850,
2:4008000
833$333
3:8oo$833
1828000
985SI33
25:4118107
6:4^78680
581S200
3288092
91:702869:
CAIXA
Dinheiro saldo para Maio 135:856^833
Rs.
227:559S528
O." escripturario servindo de escri-
vao da despeza,
Marianno de Figueira Faria.
Genuino y ose da Rosa,
Contador.
Toorem, ja;tiga se lbe faca, ella Dio pedia
s r evocyc opedica.
Ora, col car em c camero das 3e:la, om
disconio de qaasi qnareota por ceoto na miaba
idade. s na o cmalo da.. f'aqoeis*.
O caso qoe eu me julgo forte e curado d-
amas tantas enzaqaecas, qne me ulglam,
desde mnitcs annos.
0 trab.lao a vida, ji o dase am grande peo*
sador.
nt'c castigar o pliombo lalsiflcado.
E' ao eea artigo a' A provincia, de noatem,
qoe ea vo pulvertear; -einiir i f, trra, cin-
sa e nada.
IIo de notar, oa teriam notado oa mens ama-
veis leiUree, noe o pl'omoo comefoo por am
plagio medoabo.
Supp6e-m-, 'alvex. im fglsiflcado romo elle,
e esc-e ve o mea nome com le ara pequea.
Collado I
Baldo de rgarentes, j vera boscar os m^o?,
por acbar Ibes grica e bom oslo I
P.ro\u o sal da opp):tuoda rldica'o profondo e eloqaente 1 1
Beatas veote: qui le pcr.avit.
Porqae jao sabe ratim. dar-lbe-bei a trudic-
ce, ao peda lettra : Becarentorads a partei a
que te toou o ambigo.
Pobre pitosbo (
Meueu-se de gorro commigo, e eu esa o i
mostra'-, que elle vem tomar imagens empree-
tadas ca em casa.
Mais infcllx ainda foi ella oa declaraco de
que estoa nadando de lingo?gem, passanooCo
eslylo gres:e:ro para o delicado 1
On l qoe calumnia !
Proiore ama pb/ase ioEulucsa, em todos oc
meca artigos. e venhacom eda esmagar-me !
Venba, ee capax !
Ea c4 t tebo diteutido oolitlca, sem enb'sr
Ga vida particular de ninguem, nem nteemo do 3cldsioa teles. Q'aqnelles em cujo batalbio
rxe.jcl0 .listado, qaem ejt mnilo iocge de
mim, no conbecimento das regras de civilidad?.
t ."Nada sos, quaooo me considero mas mul-
ta cousa tforndo me comparo.
E son daqaelles qae enteniem, e com mu:t-
rstSo, qa;jaem brinca com fogo, arr's:a-se 6
urna qaeimadura.
Ent etasto, todos sabem qae o pitombo falsi-
flcslc comejoa com tanta infellcidade que,
DBSr O; tBO, fe-fe echo de mlseraTeis calom
nas, forgicadss por Individuos, qae, se conie-
tstflfem as mais leves noces de moral e-dc-ulg-
nidade, diviam beijar as m;n*ias maos e bendi-
ser o tceu nome...
QaaDtsa Vfzee (al ea chumado para, no ca-ar-
ter d' jola de pat, intervir em beneficio dr
treus gratuitoscffsoso.'Fs II..
Aqui, fax-se pre isa urna explicaco.
A' heje, t letbo ex> redo cargos de eleicSo
popular... Ful jais de pas do tenpodeCbi.
cborro da Gam?, e aacrlstao do fallecido v'garlo
Gi-apo, ;q 1-lie nremf>q8e,*-a pod de martel
lo, Introdoiio-me 00 cerebro am bocado de la-
t:m, que tiada hoje tei.
Ex dgito.....
Lila ea provat, iem aeceepidade, que familia-
rsel-me.aullo e moituccm aJingua j)*ter 1 !-..
Ea quera dlter qwspelo uede se ccDhece o
tftgsote.
0 pr.ou.bo fllame em dechas, e eu que-
ro acrectar, qae teobauliDle de m'm 8-gla-
ci#es...
Notel, feo leitor ami^o te--i repojadoqae
en techo slladidc, por oris de eme v^i, rsa'-
tgos anteriores, i am apislonadc escr.-p o I...
Ea achaqoe o pitos:bc nssceo, i emethan
a do Divioo Mtre, rm Ignma maoedoits, e,
ulvex otila teuba viv do, por milito teoipo.
M 'ira s: (So chelo de ciuors, porque od hoja
C0L6N DE OM .SUPTIMS0 PALACIO ; Igno-
rando, 8>m duvitia, que teu i aietf r.e urxa
Tela duzla de titoUree, a casta-dos qia^E.aa!:-
do diariamente ao acoague,6que sqoiiio j lga aer coma graede boorz>, para mim cou-
a qoe.Lao tem a eccrme viroti:, que ee Ihe
bgara...
pHorxbi nao eare oqae o'ar ca mao
a paga do servido prestado.
8e acDbtsse, nao se .animara a e;r: ver ce-
aoilbaute aandi-e.
E' que elle vive Bcnbarar, com es p'lnsoro-
3 cry;.tae3 da Clin (oouLew qoe u'.ra em
diana csceva chics, ccrxcgrande com
as bellezas da Eiambcl. com os furmoeos vasos
de Corjntbo, com es tji03 tfpelea da Eecossi,
com odo o coro da Californid e a'. com ama
secretaria filada o cfctfe, tm paga te tdis de-
iasl...
Em t.es ccnd'cfe', >jlga es cutres por si...
Aqaflles arrooDrs naica ecuaum em nossa
noaoitrje-choupaBB.
Eu 1 o itnho cx:r cfes, qaetex rosfam Ira-
luzir o meo modo de pensar s:tr o embarque
do Dr. Ma.-tn= Juu'ct, 'al como o e:.c?rcu o pi-
tombo falsificado.
Realcenle, deede que eu entendo que z\x\c-
numista de bcniem i e ar lderal:bta de hoje,
sem que o'abi a 1 venba o aeobr dizar, PAKECE
LGICO E CONGLDENTfi, que aquelle chefi"
simo", que nao pren-a da'oelewde pilono oc, e
qoem al o Arttar, ecb eoa afS'gna ora, Iem*
b:oa as aventaras ca; KOAS DAS CANOAS
do& Cceib.a, fac jULCco com os... seos algo-
zes de hodern, ac,teile.- qce o qoizeram matar
na travesta oa ypograr.iaa c'U Norte para a
raa de Santo \xarc.
-.; Mae a vtrfaoe que o ptcmbc co ignara
que o purssimo r*-cu u vn* cadeira no par-
I: ment, para n&o ser, SQlESTE PAPA NAO
SER ccm acbeiro de depotaefio to D'. Jo Mi-
riaono.
Ea qaixera que S. S., estudando a ques-
lio com o alo ergtnbo da qoe dolado,
ma litQit, g raiao porqae, j nojp, aquelle mocc,
qae era lao padico*. Um a GENTILEZA de
mandar om curij e despedida.
Ea lenbo a grande virtade de ccnLeeer-rne ;
e. qusndo a mioba fraca inteiligeacia nao ma
a oda em teriaa invesligaceles, eu voo pedir en*,
jloamento8 eos coi ptente?.
jg Flix qui potest verom cogeoecere censes.
N m sempre eu posee, por mim ;mesrxo, resol-
ver cerlos problemas.
Ja too exten-r, e o ccnc'uir, ea pteo ao pi-
tombo qae se digro iaier-me a p-o^a de que o
D--". JaT Maril o foi"coBtldadO'*ara CREADOR
do partido federal. Permita S. S. que, at li,
-u duvide desea muo hoosadi pslavra.
Adn inbo.
Oiioda. Male-93.
___ Dr. Roxttttt.
U lima be ra.Declaro qoe nao vea fazer a
eleicSo do dia 30, porqae uonca as fix ; mas, se
foete, nao precis.va de recomnjendac.Oes para a
pessoaindicada. E la, tahez, vieise ao mea
encontr, do m.-fmo modo qne, APEZARDETBR
EU RECUSADO TERIN'ANTEMESTa, por nao
querer dar iocommodo i ningeem, comparaceo
i micha OLTIMA retirada ; trasende-me, por
entre flores e rleoc E COM OS MAluBES PRO-
TESTOS Di AMIZ4DE, RBSPEITO E OONJIO^
PACA"), at deas leguas de distancia.
J oavlo, jen PUornbo I! _
Responder em ootres termoe, qoe nSo qae
nlo po?slvel.
Nao se coaduna com o mao systema.
Quaotos Paaloa Cbaavicf cao se qaeizsm
dos Pitcmbss d'*A-Piovlnci II...
Entre oa'-ros mello*, tei de am titular de mal-
los predios no.Recife...
Rozellis.
Escarneo liberdade
No artigo de hontem sob o titulo ci-
ma entre outras erratas suprveis, de-
rara-se as seguintes que nao o sao. 1}
Onde l-ae os arcanos da anarcia,
lea se os arrancos.
Onde l se todos absolutos que os
tronxeram, leia-se a trouxeram
Onde l-se 'e os padres hypocritaj^
leia-sepadres etc.
Onde l-seinvento de Gutemberg con-
vertido-, leia-se mais em instrumento
do despotismo.
Onde l-se mordacas stiras, leia-se
mordaces. i '-i >
Onde se lnem corrupeo a. iniciiti-
va particular, leia-secorreoso etc.
Onde l-aenenhum poder se tem feri-
do impunemente, leia-se a tem feri-
do etc. *
Vociio prompia
Illm. Sr. Ildefonso de Azeveio. O
abaixo assignado attosta, que tendo sido
acommettido duma coustante tosse, toman-
do esta quasi o carcter de broncho pticu-
mouia a tendo usado de seu preparado,
Xarope de Lebelialnflat* Etber-bromado,
ficou completamante rest*beIecido smen-
te com o uso do segundo frasco.
En? vista disto, com o corac&o repleto
da alegra, faz votos pelo progresso de
V. S., a quem a humanidade aoffredora
tanto deve.
De V. S. atttento, venerador e obri-
gado.
Miguel Castro Sobrinho.
Recife, 18 de Setembro de 1885.


t*

1
~






Diario de Pernambmco, Domingo Ifc de Maio de 1335
de Malo de 1S8S
Ao Exm Sr. Conselheiro Dr. Joo
Alfredc Correia de Oliveira
Salve dia inmortal! Data solemne
Que nos trouxeste a nos rgimen novo,
E que, abatando a tyrannia infrene,
Da negra esoravidao salvaste um povo !
Eu, como filho desta trra ardente,
Beryo de hroes e tmulo de bravos,
Exalto a rac> brazileira .ingente,
Que no 8 E se houva gloria em redimir captivos, .
Por um impulso nobre e soberano,
Essa gloria ncs torna mais altivos,
Como filhos do solo americano.
Jamis esquecerei as grandes almas,
Osnobres coracCes que, outrora unidos,
Colher soaberam do trmmpho as palmas
E libertaram homens opprim dos I
E' que entre o grupo de varoes preclaros
Quo bacalharum na crusada santa
Fxiata um bomem desses homens raros
Cuja vontade a inveja nao quebranta-
Existe um hornero, sim, carcter nobre,
Alma romana, coracSo que occulta
liaras virtudes e que emfim so cobre
De umamodeatia que inda mais o avilta...
E esse mortal... modelo verdadeiro
Qu* symbolisa a historia de um remado,
Sois vos. graade Ilustre Conselheiro,
Telha reliquia de um feliz panado!
Sois vos, qne as iras affrontando outr'tra,
itraa injustas de craeis senhores,
[la redempcio nos apontaste a aurora,
'Quebrando ferro, e espalhando flores !
Por isso eu, filho desta heroica torra
t'ue ioda se ufana de Beus grandes feiios
Canto o egregio vario, cuja alma encerra
Luz, virtude, honradez a dotes perfeitos I
Salve dia imroortal! Da(a solemne
Qne deste ao meu Brazil rgimen novo,
E que, abatendo a tyrannia infrene,
la negra escravido malvaste um povo !
Maio da 1895.
\ParizioJe Valladares.
i----------------------m--------------
Dr. Seixas
Participa acs seus amigos e clientes,
.-ine mudou a sua residencia para a ra
do Conde da Boa Vista n. .101, >de
i.cha-se a sua disposicao.
Recife, 12 da Maio de 1895.
Antonio Jote de Hera e
Silva
Digna Amelia de Faria e Siva e seu
sobrinho convidam a todos os seus paren-
t-s e amigos para acompanhar ao Cemi-
terio Publico o cidaver de seu presado
marido e tio Antonio Jos de Meira e Silva
que se acha depositado na Ordem Tercei-
ra de SAo Francisco, de vendo ter logar o
sahimento pelas 11 horas do dia.
Recife, 12 de Maio de 1895.
Una bona conselkio Desejai
que se vos aconselhe e nao que se vos
louve, tra dito os sabios de todas as
pocas e de ttdos os pases. Quando o
calor muito forte nao se deve baber
rauito e principalmente nao se deve tomir
bebidas alcooljcas geladaj : perde-se o
appetite e logo que apparecem os primei-
ros dias da fri, fiua-ao exposto sem
resistencia a todas affec<;es do peito.
Quem quizer calmar a ele sem arris-
car de estragar o estomago, deve usar do
alcatrSa de Unyot. C>;m um vidro sb,
pode-e preparar em casa na occasiao
em que se queira tomal-a, a agua de
aloatrj para vinte dias pelo menoi
Ter-se-ha a vantagem tamtem de for-
tificar os pulmOes, de purific r e sin-
gue e poder evitar as constipacSes e os
catarrbos.
Oalcatrao de;Guyot s se vend em
vidros cujos rotulas ton o endereg*, 4J,
ra JaC'b Pariz.

Ilolf a Commcrclal de Peruana
bue
rcTAcias omukaa A ionta dos CORBETtJRM
fro-a 4 Recife, IV ie Maw de :895
,Saa boave cotacio.
presidente
Aa tois Marque. deAmoria.
0 secretario
ftaooel GjQctives da Silva Pialo.
amblo
frac 4 RCite
Cs Bancos abrtram con a tata de 9 :)|16 io-
jjre Lo3dres 90 da, depon de meio du o B.o-
co ds 'erntnbuco cffectaoa algosas tr>nsacc6es
a 9I|4
De Urde o mercado io*troa-8e menos orme.
bailando ataia para 9 3,16 a umita tura par
i 1,8, oucote
Em pipe particular Hiranme*ocios > 9 3t8
e9i|i.
< o.acei de gfera
Pur 0 fncuUar
?.eucar
D4hm par 15 kilos. 5iM a MOOO
C'istalisadi por ISkilti i a i
3ianca, i Suxeaos.llen.Uem 3*Mi a 3J6H
M.acavado, iden. idem. UiVi a 2/.5M
B qto seceos idem, dem *Hi a 2/.3'
Briuo melado dem, iden. lOdO a J#2w
tn me, dem iden U7W a U9M
Algodio
Roatem fot negcciado este producto a 11*000
a iliu a 12*600 cono por eogaas [j patlicada.
Hoje nao consto* negocio.
Aanl
?r pipa de i&) iitroi 225* veoda.
Auirdflnle
!'- pipa de 80 litros 130* Tend.
Mft
fleceos salgados na base de 11 kilos 82) rla
Milla.
Verdes a S40 ri, ooclaal
Carnauba
. UjU-se de 23# 35JM0 por 15 kilos.
Baroneza de Freixeiras
Cordolina Veloso da S.lva'ra Pontual,
roga aos parentes o caridoso obsequio de
assistirem a missa que pelo eterno descan-
co de ana cunhada BARONEZA DE
FREIXEIRAS, m dan celebrar terca-
feira 14 do corrente, 7.* dia de seu fplle-
cimen'o, s 8 bo a; da manha n capella
do engenho Limoeiro, antecipanlo desde
j seus sinceros agradeciiuentos.
Protesto
ENGENHOS ILHA BELLA E TRIUMPHO
O abaixo assignado vem prevenir a
quem interessar possa que nao acceite
hypotheca nem negocio algum com os
engenhos Ilha Bella e Triumpho da Co-
marca de Maragogy, no Estado das
Alagas ; pois consenhor sm ambos
os engenhos e desde ja protesta contra
toda alienarn o n que nao seja onv.do
en resalva de seus direitos.
Marogogy, 30 de Abril de 1895.
yodo Bautista Accioly
Dr. Francisco Leepoldino
Communica aos seus amigos e clientes
que de volta de sua viagem ao sul da
.iepublica, acha-se a sua disposicao em
seu consultorio, i ra Mrquez de Olinda
n. 38, 1.* andar e em sua residencia, a
ra de Santa Cruz n. 72.
Para o lotenor
ara RoG an-
lltto* fe
el
Por 100*000 nominal.
riEELLA DA8 "TaADA8 D AS-
8UCAR E ALQODaO
lies da Maio
Sanacas
Vapores.....
*ormaea.....
Ksirada de Perro Central.
Idun de 3. Praaclico. .
diim do Limoeiro. -
A8SB
c*r
i3omma.
Dias
9
10
lo;
a 10'
a 10
t 8
Algo
dao
Saceos
12310
1246'
873J'.
2546
1597
Saco
175
700
6.4
17U)
3140
49331 636*
Sxpnrtaei*
iccife, 11 de Maio de 1895
rara o exterior
Nj vapor ioglez floimttb., para Llve-pool
M'regaram :
Julio S C, 2000 saceos eom 140 000 kilos de
cai'ocos de algosa}.
Y. Neeseo. 403C' sacecs com 240.0C0 lulos de
caicos deilgodac.
No vapor ingle Hilary-, para N-w-York,
earregou :
Et. Fraice s, 2,671 palles de cabra e 33o ditas
decairel-o.
no vapor ingles Bjibon. para Lisboa,
ca'ieg.ram :
M. Lima & C. 150 ceas com 11712 koj
de ilgoatn.
C3 Twl?y Dg ,Ni"^*, P"a SDtlaalPl0:l>
Dalles 4 Clanle. 29 caix.. com p'an'a
-- o vapor francei Ville .3 Cear
flavre. carregoo: '
?. Paoe'ra. 8,fOOpoDtaa de t;i
de bal e 15000 abogoi atool. '
Nj gir nacional Albertc
de do Sal. arrogarn :
P. Pial & C, 3 (lipis com 1.090
Ko)l e 10 diias com 4 M)J ioi de agurdente.
No vapo- auiui cj K lona p. a San
ios. carregaram ;
P. Pinto & C. 300 Oarria an 26 400 litro
de ainird*nte.
Na vapor nacional Piaceta, ra"a Ra de
Janeiro, carregaram :
P. C.roeiro c. 230 saceos com 13.80J kilos
de .Bocar branco.
-- No vapor iigiei C. P.in e. para Rio de
Janeiro, ca.-regou :
A- C rvalbo, 1 caixa com 4 k>los de doce. 4
narria ion 110 l.iroa de agaardeote e 4 latas
coi) 50 ano? de mel.
_ a vapor nacional Itaqoi, para Rio
C ande do ol, carregoa :
i V. de Carvjino, 8000 coeja fracta.
Ni vaper iagles Belloreoa*. para Rio de
Janeiro, carregoa :
J. G. de A'sojo. 50 pipas cjm 21,750 litros
de agurdente.
Nj vapor iogles Hi:arj, para o Para, car-
regam :
J.Ba>a-4C. 160 vol unes con 9,800 kilos
Je assncar Draoco.
M. P. Le> e & C.,4'0 saceos com 3J.80kilos
de assncar branco.
P. de Ouvera Mai i, 20 pipas eom 10 80J
litros de aloool.
D. Lyra, 5 pipas eom 2,560 H'rjs d-t tlcool.
K. KiotOa k 4 C, 60 sajcuj con 3,750 kilos
de assocar braaco.
L. A. de A-aojo, 600 barricas com 4,6t2
kilos oe assocar Draoco.
No vapor naciooal Beberioe, para Ceara.
carreearam :
F. Luaoj & C, 15C0J caizas com 19.590
kilos de sabio.
J T. Carrelro, 38 caizas com 551 k los de
ea em vtl'as
P. A'ves *C, ;135 birrlca com 6.930 kilo
de aesucar retioado.
M. C. Baodeira de M>llo, 35 barricas com
3,570 kilos de assncar Dranco e 230 Jius con
tJ,5O ditos.
jj. fijiur & C., 5 b.rns cem 440 litros de
alcool.
A. C. Rjdrlgoes. 8 barricas com 735 kilcs de
assucir ranao.
II. i. de Sena 4 U, 30 bar.-l&s cam 1 5 0
k 1.8 de assocar reoado o 10 Mu com 2 611
aiios de dito mascavado.
P. r Araca j. carreearam :
P. AIo & C, 18 barricas com 1,210 kiloi de
asocar r.udo e 44 ditas com 3,152 ditos de
dito branco.
Para Maasoi. carregaram :
P. Alves & C, 12 bar lcis com 1,080 kilos de
aj-ocar. eaado e 8 ditas com 8)8 altos a anco.
Para Macao, eirreearam :
P. i Ivs & C, 2 barricas com 183 kilos de~
assucar retinado.
So vap4r laglet H la'j, para o Para,
carregoo :
E. Cardes.), 500 barricas com 35,000 kilos de
assocar branco
No cate Neptuao, para Mojaor, carre-
goa ;
J. Rodrigues, 2 barricas com 50 litros de cer-
vja.
No vapor na:ioaal Beberibe. parj Gesrs
carreearam :
J. Sala,uairal & C, 50 barricas com 8 500
kilos de assocar nBoado-
C. Piolo U 70 caixaa e 102 barr| con
vinno de fractas, pesando 4,385 litros, 96 barra
coa 3,600 ditos de vioagre. 300 caizas com
itenebra, 23 ditas com va moulb e 3 ditas de
'guar Jeule, peaaodo 3 030 I tros, 5 calza* com
40 ditos de ceneja 10 ditas con 120 ditos de
.tugoac e 40 ditas ton 400 ditos ue cidra-
Na barcada Ameli
oa.-regoo :
C de Estiva, 2 barra com 180 litros e
aagre.
Nj Uscba Pbenes, para Msragcgy, car-
rejaran :
P. Irmaos 4 C, 100 raizas com 2,300 kilos
de sabio e 5 ditas com 25 ditos de veilas.
Na barcaca Maema, para Camaragibe,
carregoo :
E. Silva, 20 caizas coa 400 kil.'s de cabio e
12 caceos com 720 ditos de ilbo.
O illustre senador liara > de
IVazarella (I)
Aeha-se restituido ao seio de S. Exma*
familii e de seus extremosos amigo?, o
Extn. Sr. cenador barao de Nazareth.
S. Exc. nao se acha anda completa-
mente restabelecido, po ca o seu grande
amor a Repblica e a Liberdade, fez com
que elle voltasse o mais breve possivel
pi.ra tratar dos inters es do Senado Per-
cambucano deque elle digno membro.
Sabia perfditHinente d'isso e muitas
vesea em sua ausencia e entre amigos
tive oc-ms&o de patentear o que exista
de grande e nobre n'aquelli coracao de
patriota.
Fazendo parte da bmemerta iustitiu-
9I0 1j Sjndo Peraarabjc.no, o baro di
Nazareth orgulha-se de se elevar p-j-r si
raesmo a-> gran la Pantheou de uos.a his-
toria Patria.
Eu, um de seas mais obsouroa aprecia-
doras, fervorosartente o abraco em nome
da Patria e da Repblica Brazileira.
Meua sinceros parabens 11 S. Exc.
Recife, 10 de Maio de 95.
(I) R"produzixo8 hoje ene comraun;-
cado por ter sahido truncado.
---------------.*----------------
Ao commercio
Jo&o Fernandes de Almei la retirando-se
temporariamente para a Europa com sua
arailia, previne ao comme ci era geral
e a quem maia interessar que deixa encar-
regados de todos os seus negocios com-
merciaes e particulares os saus associa-
dos Guilherme Pereira Guimares e Ma-
noel Affonso do Coulo Soares.
Recife, 9 de Maio de 1895.
yodo Fernandes de Al me da-
Arroz coa casca,' e ............. 120
tsaucar bracee.i em............. 3'j0
Dito mascavado idea............. UO
Oiio reSoado dem............... 310
Bogos de mamona, ideal......... 130
Horracba de Wite mangabeira, dem. izf.no
Cacao, dem.................... 900
Caf b.im. dem.................. I7t)
Diu esc. Iba on restolbo, dem...... iitOO
Dito mjido, dem................. iiii;o
mu ordinario, tdem.............. 1/ioO
Sement de ca.-naba, o kilo--------. 47
Sat Sfbj em rana, kilo ........ 666
TalajuDa madeira, kila......... <2t)
Taboas de amarillo, do;........... 160^000
>ra em ve'as.kilo^............... lithiO
iu vegetal em broto, kilo........ 28l/*<0
Carocos on sement de algodio, dem 033
Garrapaleira isemeo'.p,1............
Carnauba dem................... 19O0
Car vio _e pe tra, tonelada ......... 40>tn O
Coaros secv*os espkbados, kilos.... 788
Oites ditos a ligados. dem......... 738
itjs verdes, dem.............. 5)4
Couriobo om...................... 1 *: 0J
Cocos em casca, cerno........... 9*ouo
Parlaba e mandioca, tuto.......... 180
Craza sebo, kiiog............... 693
Genebra, litro..................... 360
Jaborandy (folba). dem........... 800
Meioj ae ola, valer nominal....... 61500
jIi-i de taoqae oa melaco, litro...... 166
libo kiiogr ...................... 130
Pciles de cabra em cabello, Talar
do ceo'.o...................... 240/
dem de carueiro em cabello, valor do
ceoto .......................... UtO
Peitor&l de Cambar
1:500^)000
D-se esta quantia a quem j.rovar a
So authenticidade da declaraco nfra"
Ha mais de 5 annos que eu soffria
e um grave bronchite, havendo dias
jde lanfar mais de maia garrafa de san-
jgue e nao podendo rnuitas vezes con-
Franeiseo xMarcclino do Amarad dIrar SOmn 1 .u,
o, r, Ja sem esperancas de restabelecimen-
Olympia C. Guimares do Amaral
e seus filhos, genro e neto agradecem
lumraamente aoa parentes e amigos
AO PIBLUO E AO
que se dignaiam acompaonhar a ulti-
ma morada os restos mortaes de seu es-
tremecido espozo, pai, sogro e av
Francisco Marcelino do Amaral e de
novo convida-os para assistirem as
missas que pelo eterno repouzo de sua
alma nundam rezar na Igreja da Santa
Cruz no dia 13 do crtente (segunda-
felra) as oito horas da manha stimo
dia do seu infausto fallecimenlo, con-
f.ssanlo-se desde j eternamente gra-
tos.
I>r. Francisco Leopoldino
' specialidsdes : Febres, molestias de
criaDas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da ta'de
ra do Mrquez de Olinda n. 33, 1.
andar.
Residencia-Ra da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214
Chamados por escripto.
---------1-?-----------------
\f> conaniorcio
Albino Neves de Andrade, Ca losGm
?a!ves da Csta Maia e Marta de Barros
D.aa, scientificaia ao commercio que con-
t, com as forjas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent una
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuado do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido iodo ios Z
bendo ("Lavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteQoinfianhia de Drogas e
Producios C/n'raicos.
Embarcando hoj, para a Europa, no
Nilc, cora minba familia a faltandc-uoa
tempo necess-rio para de?pedir-me pes-
soalraentei s pessoas com quera mante
moa relcovs d'araisade, o f'Z:tn"s pelo
presente, offorecendj, ao raesrao t:mpo,
nossos limitados prestimos, era P;nz.
Beeife, 12 de Maio de 95.
Francisco Gurgel dj Amaral.
Terrivel tosse secca
Cura do Feitoral do Cambar
O Sr. Joaquim Alves Ca\alcant, resi-
dente na ciclado da Fortaleza, declara,
Carlos Goncalves da
Costa Lima scientiica
qne para 11 ns cummer-
caes assignar-se-ha
d'ora cm dante:
Carlos Gongalves da
Costa Mata.
Rcife, 10deMao Je
1895.
stitu rara urna, sociedade sob a razo de nUe sua mulher, soffrendo durante aous
Andrade Maia & C, para a continnacl '
ao rxesmo ramo de npgocio da 8ociedade
extiuota, sila ruado Livramento n. 2.
Rec fe, 10 do Maio de 1895.
A Ib-no Neoes d'Andrade.
Mara de Barres Dias.
Carlos Goncalves da Costa Maia.
Bronchite asthmatca
Curada {telo Pcitorai de Cam-
bar
OSr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o uso do Peitoralde
Cambar, de Souza Soares
O agente Gompanhia de Drogas e Pro-
ductos C/iimicos.
Ao coinmercio
Os abaixo assignados scientificam ao
commercio e a quera mais interessar pos-
sa que dissolveram amigavelraeute a so-
ciedade que linhara n'esta prag, sob h
razo de Andrade Maia & C., relirau-
do-se o socio Felippe Goncalves Maia,
pago e satisfet de seu capital e lucro
Meando a cargo dos demais, toda
ponsab lidade do activo e passivo
Recife, 30 d'Abril do 1895.
Felippe Goncalves Maia.
Alaria de Barros Dias.
Albino Neves de Audrade.
annos do urna horrivel tosse secca com
dores no peito, para a qiul nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompankia dt Drogas e
Productos Chimicss.
a res-
ocial
MOLFSTIAS do ESTOMAGO.Ynlw [taina
Ilendimeato* publleen
Mes ue Maio de 1895
Alfandega
Renda geral
Oa da 1 a (0
dem de 11
474:612X034
49:9174236
Reala do Sitado :
Oo da 1 a 10 94:761*151
llera de 11 21:417*178
Somma total
de
524:S69J270
118:0781423
"6 3:14**699
Peroamboc, 11
2* Mscio da Alfandega
de Mito de 1885.
0 cbe'e da secca)
L. P. oleceri.
Pe" tbesonreir)
flemeaegildc N. Ciaves.
REEBED0RIA
Di dia 1 a 10
dem de 11
DO ESTADO
16 145*473
4:451*9,!
re:ii"e
Dj dia 1 a 10
dem de 11
L)rtAi:SAU5
80.57J391
1:785*891
*
"1:785*892
para Villa daPenba,
T
v vas
rara o
1500 o ha*
PAUTA
TALOS*
DA ALFANDEGA
SCJKJTAS
DAS JiaCADOllAI NACIONAIS
PASITOS DI KXroiTACAO
Stmtuw ie 6 a 11 de Maio de 1895
Aguardante, cachaca litio.......... 219
Dita de canoa, litro............... 400
Aita destilada ou alcool.......... 421
1(50lio eoi rima, Ul.g .......... 706
novioieoto do parto
N>i>8 eol ados do dia II
NiW-Yo:k16 dias, vapor ogl-z Colerldgp,
d' 1643 lonplais, cjmmuDdinte J. Brtw.i,
fqilpagem i7, carge rus gneros; a jla.k
tu-n & C.
R'O de Jioelro e eicala22 dia, vapor iaelrs
< Avi', > de 800 tdoeljdas, commaarJante M.
Torner, eqapagem 13, carga varloj geoerob;
a Brow.is & C.
Sintoe escala21 das, vapor icgle Bel en?,
de 1770 tone'aiai, commaodante I. I?ensen,
eqnlpaeem 26, carga vario, gneros; a Blaik-
Luro & C. SM
Liverpool48 dias, barca noraegaense Tnor-
gny, de 448 tonelada', capillo P. Tbersen,
equiosgam II, carga varios gneros; a Bnw-
ns & 0. S9M
Macio12 liar, byVe nacionil D. Jna, de
GJtoneaia-, metie Laoreatino P. da Costa,
eqoi: agem 5. carga sal; a Bar:h&lomeo Lao
lenj?.
Nivcb sibidoi do msjrxo da
Rio de Janeiro e escalaVapor iugle Co'e-
ridg, commaodante J. Brcwa; carga varks
gneros.
Santus e escalaVapor Ingles Bellardrn.
coxmaadante A. Davdsoj ; c nos gene ro.
Cena e eecalaVaror oaclonal Beberibe,
command^ote FaOio Rico; carca varioi gene
ros.
Porto Alegre e etcilaVapor n.ciooal Itaqul,
cQrtjaadaote A..H. Keop; ca*ga varios ge-
oeroe.
B'baooaL W k:iba- ; eoi lastro.
Re G*40de do NorteHfVe oaclonal Crrelo
do S.ia. meare Joaqatm H. da Silveir* ;
isr^a Varios gene.oi
Mercado lian crPi de 8. lose
O muMii-iiio esie marcado 00 da 10 ae U-nc
foi o segaiate *
Bn'r'rim :
18 hois Desando 5.19\ kilos
48J kilos de peixe a 20 re. 9 6 0
i7 comparl. com manscusa 100 -3. 1*70"
6 ditos com camarina > 100 rs. *o>
2j I/i columoaa a 600 rs. 1**400
1 carga com galliobas a 500 rs. *500
8 i'as'uaes com galliobas a 300 rs. 2*400
1 cargas coca milbo verle a 300 rs. *30U
f* carga com amsodoim a 300 1*8)0
3 carga com batutas a 300 rs. *900
1 cargas con macacbeiras a 300 rs. 130
2 cargas com laraoas a 300 rs. *601
o cargas com divc.-ms a 300 rs, 1500
30 caigan com ra-inna a 100 rs. 6*0ii(l
i 'argjg com milbo secco a 200 rs. *800
8 cargas com fejao a 200 rs. ti >
63 logares a 200 rs. 1260)
11 Suinos a 200 rs. i lo -
.12 comp. com aatnelroi a 1*000 12*000
9 comp. com scio- Iim a 700 rs. 6*3>'
9 comp. com fressarn a '^ -s. 5*400
34 comp. com comidas a 70o rs. 13*800
75 comp. com aseodas a 600 rs. 4^*0 o
49 comp. com verduras a 300 rs. 14*700
87 comp. com tartana a 4Afl rs. 34J800
50 comp. um talhos a 2*000 1C0*000
9 ,t
que. in'jit8*.
pescas o interior, que tm pedido o
nosso COJNAC BRAZIUSIRO a aeus cor
responil-;nte8, tern rece ido Cognac Es-
trangeirj, ignorando o motivo da substi-
tuigo.
Para evitar isto rogamos, que se nos
dirijam directamente, que lu'o rernettore-
mut por SoO-J a duzia, sem despeza de
frele, p O pedidos de 10 duia^, tem alem desta
vantagem, mais 5 / de disconto.
A- Martmiano Veras & C*.
los
301*0(0
t. 709*70-
3.010*700
kilo.
Reudimento do dia 1 a 9
Precos do dta :
Carne vetde de 2)0 a 1*200 rs. o
Soincs de 900 a 1*2J0 dem.
Ca'r-eiro de 1*000 a 1*200 dem.
Furicha de 700 a 1*50) re. 1 cola.
Milbo de 600 a 700 rs. a caa.
Feiiao lo 1*500 a 3*0.0 a caa.
Fannba por coo'a da IitenJeacla de 1* qoali-
dar D ta de 2* qu.lidade *900
Feijao 1*200
Siavloc esper*.do(
Rio de Janeiro
Birca portagoea Mina Emilia.
De eloia
jgar aglez Riag.
Uu.ar QjroeguMige Nina.
Escuna .llema G-noa.
Logar portogaex Miriaba VII.
Lagar urasileiro Z-qa.Dba.
fdtacbo be^paobol U-y ouodo.
De Montevideo
8arca nornegonje Mcolsier.
De Terra Nova
Logar ingles Rosna.
De Cardlff
Barca oornegaeose Heles.
Barca mgleza Brisiol.
Vapore a entrar
Mea de Maio
3 vira, da Europa, boje.
Bi'irbo:., do norte, beje.
Villi >. do so I, bo.e.
' Nile, do al, boje.
,lj'le. da Ea opa, a 15.
Alagoae>,do sol, a 16.
Espirito Santo, do norte, a 16.
Desterro, do tal, a 16.
Lis Pal. as do sul a 17.
Villa do Rosario, da Eoropa, a 17.
Hervelias do >qi, a 2.
Actor*, de Liverpool, a 21.
Britaoia, da Eoropa, a 25.
B-axil, do norte, a 25.
Migd.tlena, do sol, 25.
Maraar, 00 sal, a 26.
Tamar, oa Eoropa, a 17.
DaDObe, da Europa a 30.
Vapore ahlr
Mez da Maio
Soulbamp.oD e esc, Nile, aoje, s 12 boros.
Cear* esc, B beribe, b )e, s 4 oras.
Sorepa. Nile, boje, t 12 borss.
R. G- do Sal e esc. B-liarena, 14, as 4 b.
A acej e etc., S. Praoclaco. 14, s 4 Bofaa,
L'verpool, B u'Don, 14, Sb 4 boras.
fla.ni Ayreg e esj., C'y'e, 15, s 1 hora?.
Havre directo, Vilie de L.eara. 16, is 4 ho.as.
Mu aos e esc, Ai.-g;?. 17, ^6 oras.
Rio e ecc, Esiunto Santc 17, s 5 bora?|
Genova e esc, Lis P Lubja Hamnaig', Destarro, 19, s 4 boras.
Sanios e esc-, Vale de Rssric, 20, i. 4 b.
Fallo agora a iaipreasa,
S'.'^lisdO'
Recebemos a oiferta de 1 garrafa da
Cognac Brazileiro piolucto de nova
industria nacional, de que autor o
nosso conterrneo, pharmaceutico An-
tonio Martiniano Veras, estabelecido
na cidade do Recife.
Nao se pode notar a menor differen-
Ca entre o ;Cognac Brazileiro e o que
nos vem do estrangeiro, tanto no gos-
to como na bonita cor, e engarrafa-
mento.
Os collegas da imprensa pernanbu-
cana, as aprociac-oes, que temos
vista, sao unnimes em afirmar a excel-
lencia do novo producto, que est ten-
do a melhor acceitago, por saber se
ser a sua corrposic-o isenta de qual-
,11er preparado, que possa prejudica-
a sade.
E' actualmente recommendado-como
um dos melhores productos no genero.
Diario do Maranhdo, n. 6406.
.^j* Garrafa 28500
lyp-sCV Duzia 25S000
Na fabrica a dinheiro por este prefo
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem des-
peza para o comprador.
Pedidos
pesconto.
Edital
O Dr. Joaiuf.r, 8l>s a **h e Silv, ia-i dj D -
reito interino d> Com(rciodj t Oii'irt, em viriune ua I-I er.
Pat ^aber aos que o presente edttj finv
jj delk no'!- '* 'iiurftp, <|f.e :e tu d sr>uJ
iar tm praca porWica date jauo Cepois da
epectla luiiencia no uia 5 deJn o p-ox..
ate, aa 10 bjras na man o b;i Ef ga :> e:
A- 'ssas le.'resB i*. 14 e 16 ta ra dj
C'jrorel Jo^u'Oj Lavaicau onti'cra do-S 1 e
neje tfoiku oe 1 a ;., e ft a as ero o'o iro-
ri", cjoj a Irciilt- ao uasc.u e e loi.Uo .o pi.ee-
i*-, 'ei/tm-iro 16 ra a caja d^ o-qom Muol^ira
u luz f a i o 11 com a rasa di Carlua A Ko-
iir. ne araojo, no vaur es-imaiivo, tab da
5.0 00 10.
Di 8 chis vio p'taja para rag mi ti da
-xecog&o qu^ tauve Jut Joi^uim de Sjuza Mo -
a Sf-c'oiia'lo do Ban:o fo^ul.r ues:e -iai"
con ra D. AUsaa ros Figueira de 0.ie;rr.
E nao nav- ndo lan^adur que cuba o prf ca
ia aaliat8 a'reud'icu ge !e:la pi su-
lieocla sffju-nte tom o aDit'.mfio oe 1U / de
airordo (oj) o >rogu 2a do R^goiamento ae 3
ie j -1 d< 1^86.
E par* que ebegoe o coobecim n'o de lo-
-0', m-iodci paaanr o prese -le eilia, qce ser
jiuolirado pela imprens e alfc"x do uo lugar dj
Costme.
liado e pesado neata ciade de OlirjJ?, ||
df Maio ne 1895.
Eo, i Ao Tieudomiro da Costa MonUlro, es-
crivao, o encrivi.
Pata 300 !;s de sello e &00 ri de emola*
'i entf pela asslgn.t'ira.
Joaquim E'izio Man e Silva.
0 Dr. Harm iu i> dj tteis L ma, jais ae di-
reno dos feitjc aa Pazeoja Mcnidipal o Re-
cife.
Fx eeltr telo preceDte, quero da 20 da
Mo do cor.ejte annj. se ca oe arrematar ro:
veuda a qaeu mais der en p 351 publica <".%
)U zj, is bens se^umlen, penbu a os por 1 x-::u-
v- o >ia Fattn > M-jnicipal:
Fret(0eia oe S. Jote
O terrtao uarado coa largo poriSo >*e saatfei-
-a ua ra ujGu, I q >a to, I sala a 1 pr a, e
to; rede de fr n e 10 m iros e 40 ceo iae-
iroa de frei.t) e de luudo 35 metros e 20 ceati-
meiros, p-la qoauia de 8ti0000, fe tj o ab t'-
xento let.il, i8U como IjI aballado em t:O0O5
e e eaia a t-rceira praca. Perltn.e a Evaristo
M odts da i.'ocba Aievedo Jaoior.
A ara ie= na ca-a o. 78 a ra UaTiiio Das, eco uio
e-lado, pela quauia de 8/00 ie-li n ib.ii-
mpnio legal, visto "oau Ijram *ava'id s em
20000 e e eata asegunda praga. Prieace a
Jo qu ai Jos d O.iveira.
E para t-oss a* p.3aju--.r edital aa form da
le.
Daito eptalo nesia cidade do Recife d
Peni ri,bu o nos 10 de M.'.o de 1895.
Eo, Jj da C'U Reno L mi, escrlvfo stb
rcev .
Marera Tullio dos P."is Saato*.
Edito]
de IO duzias mais 5 O/O de
A Emulsio Seott um remedio
providencial para as criancas
fraeas, racallleas e escroptiu'o-
OJh
Rio, Dezembro 11, 18Sr,
Asseguro sob palavra da honra qne eru nume-
rosos casos de iniuha dioica, tenbocolb do mu-
lo felizi'S resuliados do emprego da Emulso
Scott de oleo de ligado da bacalho com hvpo-
phosphilos de cil e sodn, particularmente eui
dous casos de escrcfulose, em urna senhora de
(7 annos e em unn eriaaca de 6 annos de Idadr
oblivj rpidas me horas e reslabelecimento
cumplato em p->ucis meze?. E' quanto devo
informar a W. SS.de quim sou altenciososervo.
Dr. Vicente de Paiza,
R. Ilapir 30. R. S. Francisco de Assi, 114 Rio
a
Barao da Malta Bacella.
Parecer sobre o Peitoral de
Cambara
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. barao da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestiasdo appa-
relho broncho-pulmonar.
Advogado
O bacuarel Antonio Tolentino Rodri-
fues Campos, procurador .dos Feitas da
azenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, das
10 horas da manda s i da tarde,
iriTiiintnriin de porcoa
F-. put.ii- o a quem mleressar que 00 tu 14
Jo corrcLte, .0 meio di, na roa Imperial, un
treite cata fivnietra bj qaartei inauicipal,
i-aoen praca por pregao desesrii (16) parcos
apprebeodidos em co-r. c.S) fiscal do 2. di tre-
lo da fregueiia ce a Jore para pagamen o da
e- reas de deposito, multa e pregao, os qoaes
-t-iao eotregors e quem mais ott*--ece-, se 1 o
ouento da praga nu fo-em recla&ados po;
4tug dor Secrriarja da Preftitura Mucicipal do Re.:fe,
Edital
Peitoral re Caiuar
Parecer do Dr. Francisco Sii-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado com muito pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res [Dr. Francisco Augusty da Silvei-
ra) Recife.
D-- trdem luados os cidadaos abaixo declarados norneados
oara a Gca'da Nacional do aunicipio de Maza-
e h, drste Estado, a viren: a esta repartic&o ea-
1 .'ater os direitos de seas t-tt-cte- :
.urooel Luiz Ignacio Peasoa oe Mello.
Tetnte coronel Antonio X ivier de Mo aes.
Antonio T-.va-e6 de Araojo.
* Prroaodo Barata da Silva.
Antonio Jos Lopes de A'bsqcer-
qje Jooicr.
Pliflio Argasto Cavalcante ce Al-
buquerque.
Fnnlscj A. do Rfgo Bjrros.
a Linreoco Bezerra Cavalcantr.
dajor Cranclf co Doorado da Cosa Aievedo.
Joaqu'm Maooel C&roeiro da Caoba.
J.E Saitroloo Gavilcante Wao-ieil y.
Fr^ocisco Gamillo de Faiiac
. Joaquim Diaa Ribe ro Borai.
Maaoel da Motta Cavaloant''.
morx Rtbeiro.
Hogoiioo Macbado da Caoba.
Agfc) Nones Bandeira de Mello.
Herai".o Barrosa de Mo-se\
apitao Al' :to Cavalcaote WanJerley.
Joaq-Jim Ricardo de Alboaoerqse.
Antonio Taarts de Aracjj.
Man:el da Molla Gavalcacie.
. SebalHo Saiomioo Gavalcaute.
> Miguel Gome de Aad-ae Lana.
, jaciolho Jos JaGosia B.ag..
. Jote Herojo^enaa HiOeiro de Castro.
Dirg Anlsnio Rjdngae?.
. Jjo Gavaloante Pina.
. Joaqun F ancuco de uollanda Caval-
caote.
, j So Fr n isco de Hollanda Cialcaote.
. .o'o Graaano dos Santos Andrade.
Joao Doorado da Cos'a As-vedo.
Jos Ba'bota de Vasconcelos.
Mano'l Francijco Cava'.cante.
Teuente Jos Thia3i de O.veira.
Roieodo Adriao Beierra.
Sjtero Barboza a. Silva.
Eloy da C j hj Aievedo.
< J ,ao Aaunto de Ollvelrs.
MiDoel de Barros V.eira.
Hyg ni Snuiiola da Costa Bello.
Jacio'bo XiViir de Lcerda.
L'J 1 liera-miDO Negromooie.
Fran isco Gadtoa Baudetra Mcll:.
Amono Pereira ua Siiv-',
Tercelra stejao da Alfandega, em 11 de Mai
O chele,
Clito VaUeno Pereira.
.
-
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Diario de Pernambuco Domingo 13S de Mato de 1895
.....------------------- ------------=>~^^ .
&
k cretaria da Industria
3. DIRECTORA
Ca%aTiento da ra do llia-
chuelo
E D1TAL
Pira cocherixeoto dos iniereatartos. f3i;o pn-
Mcmieco da 18 da crreme, ao mio Ola,
jtcetaat-ie n'esta reoirtigSo pror-ca.as pal i
UBtiacgao de I0.7C0 mel-cs qcud'ados de cai-
jaawmo naralle|iip':O oreados em.........
t .tai'aciante dar cetn go as obras dentro
efe |i'!io df qointe das a co'do'ra 00 de
seis mnet coniaoi la cata etn que fr aseigea-
4o cenirado nesu directora.
As p:c:oil-s decena srr convenientemente
saliJi'i', e; t e^uea em carias fecbadas e cont
jtoj rjk te e B cla'O.: :
I. txm ar a> obras;
I. Endertfio Je .ui residenMa ;
3* P. o;s de idoueidadt rotidrional prtei-as
par thigirea e execul-r as oirs.
JkvBo duas on tois profkOlttB era igtlle-
e a lonaigeV, te prefer lo o conrorrant;
fte .lfccrts piovas de idontidace ofleiecer.
Rii lerfio acceita aa propastas que se rceM
firem tu seguirte* Litar :
4." As ^uj ruedero aua pne.03 do o-gs-
Ktnto ;
3." *, que taa forem org:aii!daa de accordo
ao> c presente edltsl ;
3. v que se bate.rem em p-egos de cutro
**Dii'rm e
Ia i.s que foena flraada or peasosa qoe
tJKitu j. dixa. He eomprir cantra'ton oc
roiBtsva de contracto! c^b-adis cora a ex
noca pirtico tea Qbrsa Publicas ;
I. A>. sue oto .11 rtcerena as garn'ias <
sjC2ii'aii8 tx'gidaa o. p-esi.oie ed tal.
Htibaoja p.'opce a s r sccei1* sera que o
fTspc.;i>cie speseLt ricil-o. que prove b*w
*tv;> ldo na Tbezcuraria a quntia de 30010 O
|wd r o tireito 4e realitwctj ie,*aeiDtdi
ata B-*Bi"tU receiat-ae o propenema aiBlgnai
rsapue itj rontracta.
O ic/elqio nc qoe l be a. e.-ta 'cpur.it&j rtisp; *igao dos pt-
oct-tir, qn- poderlo exaonoal-o das 10 s 6
fe. / i g a 1 a r e
lee.':', Oae Miio de 1893.
Haterijo duas 00 oais p opostas em igualdad-
de cou('ie6es, ttrb prefe'ido o roiica'ienle qoe
melbo-e pro?as de iifooe'cade offreeer.
Nao feao aceitas te propoBlas que se rtsenli-
rem das segania3 (altas:
!. As que excedertm os pregos doi ornamen-
tos;
2 As que nao fon m orgaaisadas de a-c rc"o
como pres 3. aos que *e Dasearem sobe presos de pro-
co-tas d 4. As que foreo B-maias por pes:ois que
livrreoj ja deixaode caoiprir ctotraiUs cele-
brados cota a exlincia repartijao das Obas Pu-
blicas.
5. As de cooenrrentes qoe o5o cHiirefam as
gri uw e quali; :de-> ex gtdii no srisen e edt-
ni.
Cada p opoaia versar ecbre oro dos reparos
a coLtraclar e nevera tra-:f no i'oloc-o a de-
cljr.ia > o'dqoellj a qae se referir.
i
p nenie an esentH rec bo qui prove haver depo-
sitado na Tn^Boararia a importancia de tresentO
uiil reh (300/00J).
O |ropone>te qoe tiver propona escolbida e se
recosar a assignar o teraio de contacto, perder
o rtire.to a ctu^ao cima ezicMt.
Os ogamentos des tn.ta nos da que '.rala o
preernte edttal. acbao se disposigoes do pro-
oonenlfs, que poderlo fxam na -33 das tO 3s k
boras di t rde.
Hecif (i de Bro de 1893.
/. J. R. S'jlJanha SttJtlor

AMBDG
STANCIA
PRADO
EuNAMBD
Editai
JlllIlO
8.a Corrida em 9
de 1895
DEDICADA AO'OORPO COMMEROIAL
a
/. J Rudgnes Saldanka Jnior.
Vcortfem o Sr. D Inspector da Al'andeRa
M faa pitlico qi boa marcado o praso 'e rile
fe<, r9iadoi a data do p-eect-t fdital p.r
M taio declatdoa df>eJores do imposo d^
Ijmo Ce f x-rct.-io de i89i, a vir m pagar ^eos
den i aojiteavelmei L-, |cer os de qae se t5o i
feeresa e-ra remem aj aj respectivas cerf-
tffiea ai br. Procurador stccional oa RepoDlna
Tn promover ccbran.a executivameoif.
JietoB ocwo da C ex *4S'9'-
Ao-eo da S Iva &, C 574/200
Oaae.iins 874*0
Aqci.fcC. 15'*'9!
o* ni.su p ,5!*A'C
Carite a? Arroda & C. 35W
diatam* 3084438
* HMiros I. *1'
Jjibo l;.-al de A:aojo 20i6o<
Oataiai. 1015J2
JaaFfivacisco dos Pass.'S Guiaares 2<4*'00
mns 4600
Ae li ac Alvs l3S57rt
fjtJa Caria'hj & C 14'4877
Oamrar.-.os 1404877
Viavn 1. reg & OUeira 8154 0
Oa rntrii.-s lo44K50
All mi ea de Pcnambnco, 6 de MjIo de 1893,
O ebefe.
_lito Valterino Ptreira.
Editai
HWiiara de cacheara na ra
Direita de fogados
E Sarita Huberto reque cu a aoertora de ums
tt/fc!; Je ca ros de passtio aa cas o. 3 ca
jia B>la de A' gades, de accordo com e dis-
iov B)art)gf c p'o;o W, lolo II da lei
.*4e .itm se julgar prtjndicado com a P'e-
fcica )c ri-qoertote (ae repretentar ao Dr.
J/tinto ioprasode8 as cootados i*e boj.
Sujiar rknflecciade lljrfiece Booicipal, 9 de
laiooeH93.
O secre'arlo,
Jo Bonifacio te Meodoov tibei'o.
srctia a oa Ju"Ug, N-ujuOi lituriwiea ala*
Btratcio Publica do E tido de Pemamboo
re:to-ia Idvv de 1893.
EDITAL
Iteo-d^mdo Sr. D-. Secelario da Justlfia,
3 eo ii i Ij e ion J e Ioflroagao Publica, e ei
jrtrrr--------- ao art. 1*7 do repnlamento a qu
* rffc-r oDecr. o 9.425. de 28 a abril de
IB85, faco ptbiico. para os nevidos lias, o editai
abano i'"'senp o, pondo em roocoreo com o
jraiodeSO :ias os cfficios de 2 tabelliao do
'^aWlco, dleial e notaf. es:n?4o do civej
axo. ja-y e exe ujOts enmioaes do muni -
>a< Strinbuem.
O direclor,
Aflooio V. de Btdelros.
EDITAL
O Dr. Prsncisco de asbi* Perelra Ro.ba, ju i de
irato do monicipio de Serinbaem,Buladj de
fersaa t'uco.eoa vi-lade da Iti. etc.
9m palMir a qu o. titer. s^ar posta, que eslao
wa CtsecrO o offi^ios de 4- Uhelliai dj pu-
JMit,jici8l e notas, eacririo docivel ecom-
a>ert a por dmriDuicao b privativo du jury, ex-
Kicaea i rniis anntx ilrste maoicipio. crea-
das pelo iec:eto de 30 de Jaoeiro de 1831, qoe
ib lBam vagos pela Dcmeagao do respectivo
wnealsiiio, mijorBnslrqaio Cmlcanle Ld
Caletee para o "ie 1-escrivao privativo do
eoaraerc-o da c.pii?l. pelo que, oa forma do
ft r. n. 9 !0 de 28 de Abril de 1885 o da le
b. 332?, "elide Julbo de 1887 e do regola-
acato ce 23 de Jaoiro de i>93, deste bs'-do
nuino loa p-etendentes a serven ia vitalicia
e lat c.Qioioj a ap es atarem-se dentro do
raxo te 30 ia, acn ar ces'a da'!, teas re-
ajanmentos datados e assienados por 3 cu por
togUittaj iirocu'adores, acompatbidoj de n-
,t le Etfficieocia e certt ao de exime de lio,
aa aorni|;oa e de aiiibiuef, folb corrldi
ertidio i e idade, alt-siado tuedico de capa i.
iatte r>'-Ji'ca e o. tros du::uaeotoi -xlmdos pe.
3il. fO < seus pangrapbos, do citado Dccr. n
,*, todos un cngiual, podendo, e.lreUn o,
jBHusde a falta oe ce rudas de baptismo ser
arovada fW ootro qoalqor meio legal.
S |ara que ebegue ao ccoecimecto ''e tolos
JKiae sanar eete edliai, que ter aiHxido nc
Jilpr pallii-o do ctstume e publicado pela lar
n.-fEia b.: capital do Estado.
Daac e psesado neeia villa de N au Senbor
4 Cooce iao de S noba m do Etado de Per-
aasaoco, acs 23 ae Aor de 1895,, 7- da rV pu-
Bo j:t>el Martins daGonha Sabra, escri'Sc
jeWojc escrevi.Fran;isco de Assb pereira
a^i\ticd qoe affixei neje s 10 boro do dio.
a parla da onceir.o Mu. i:ipal o editai do Sr.
Pt- jo; ie direo, p njo em cjncurso os offi-
tjti de iciica deste mncicio(o, don f. Sen-
iA3en?,2 .ie Abril da I895- O porteiro dof
atrlltonos, Paclico de Gouvea Hamo?.
Mida a ais se coatiaha em dito edi'al e certi-
sc- iem e Delmenie copiadas dos respecti-
ve origlruea, aos quaes me reporto : don 16.
Ri. hltiioel Bartlns da Cunta Seabra,escfi*a-
aifino 3 escr v.________________________:
Secretaria da Industria
3. Di re cf orla
EDITAL
FlJa "iwatll fago puonco que, oo da 25 do
ludale ai i ao meio da se ao recebidas nes'a
ecietana proposlss para os repa-oa cas pontes
atol Carvalaoa sobre o ra Jcboaiao e do Bogenjc
Rovo sobre o rio Pirapama na importancia de
2*0714774 reis. a.ndo 13:1094730 >eis da I.'
lete e 6 624" '^ *'
Aapropcstas aevem eer couv-oientemenie sel-
ladas, eu iega'-8 em cirtus fechadas e cont en:
em lermu:i claros:
.? O p-fca pelo qul ie propoem oe Iicitactei
i txecc a es reparos;
5 Oj i o caes de suas niaidenciai;
>_ P0"ii de idor.eidade prafisiiooal para d:-
ligWtto _exc:u 'ttu os trabalLos-
0 Dr. J.'3qua Ellio Mala e S :va, Joii ,1c Dl-
rito iutenoo Jo Ujmoi're o do Municipio de
(MloJa eaa vtrtaic da lei etc.
Fx sbi-i- ao qae o presente e-lital vireu ou
Jells Botleti atvvna, que se ba de arrebatar
e'3 stgundj praga oepois da respe.Hivj aa-ilen-
cia dift. ]ui;o no cia 15 no correte, i 10 o-
ras da manbS, o Pem tetunte.
Casa terrea sob r. 6, fia ra 7 de S lerxb o,
oo..'ora uaviaa le S Pairo, com 4 qoarlos,
i s-il; 3. Costea fr?, qutr.tji uier^ .-e rono
;.o li.io siil da ru'fun casa, a qoal tem frente
ao cscenle e fu.iJo ao poea'e. sj'u nroorio en
ocm estado, no v. lor etliontivo -e 4:t.0('40O0.
Di a cata tal a p- ca para pagamento na
x-cuc o que rrove o IIjoco Popular fieste E -
lado. to->t
O. M-na Das da Silv*, com o abutlmeuto te
10 V do accordo com o trUga 24 do Regola-
aentj de 23 de Jaceiro de 1886, para qne che-
g< e ao cj inecimeaio db todus mandei pasear o
presente editai qoe eera paolicado pela impren-
ta e iffixiido oo It'g.- do co-ioma.
D do e pastano o-sta .ctdace de Olioda, sos
11 da Mato d- 1895.
Eu, Jcao Toeodomiro da (Jos'a Monteiro, e
c-iv3o, o escrevi.
Paga de teilo 300 ris e 503 reis ae Bsigas
tura.
_ Joaqun Elisio I ia e S lea.
Secretaiia de Iadustria
3.' DIRRCTORIA
Editai
Para coobecimemo ooa loleri asadoa, f go pu-
blico que oo dia 18 do carrete, ao meto di*
recebeu.-3e nesta repaitigo propostas pra a
reooottrocgao dos paselos I .teraea da peme qu
Ja paisa,em aos treos ca braxtllan Street R.
Cumca y. da rea do sol a da Aurcra, crgado
em 7.891.4170. res.
To-ae as obras de qu^i traa o orgameoto 8-
i tia de cougo'eircs de pmho de riga.
O coutr?r.iatt! aira principio as obras no
prarn de 15 das da data da assigoatura do
oootracto e as terminar oo ce don mf tes.
as obras serio fetas p'imeiramente em om
nseeeio e depon d entregue eitt ao Iran.-ito se
comegar o secundo.
Eu.- iodo que nao vai especificado no presen
i* edinl, s* gulr-re ha o qoe prescrevem as re-
a*as o', ne. orgamenta, retu'amcnto?, e tnslruc-
i.0 s do fitcal oa obra.
As p-oai'ftas devem ser conveoieolemenle
selladas, entregoea em cirtas fecbadas e con-
terem em termos ciar, s :
1. O pngo pelo qaal os prcpOem os ILi.an
tea execolar obras ,
2 Eoderegu de ana re.-idencia;
33Provasde dooeidade pircfi-lonal preci-
sa* para dineirem e executtrem as obra?.
Hav odo duas cu mala propostas em lgn du de ccudigOef, seri preenao o ern urreiiie
que melborcB prov.s de iloieldade cfferecer.
Nao serio a celta a as propostaa qoe ae resen-
t em d;a 664.uii.t-s f.ltas :
I.' ab que txcedtrem aos p egoa do erg.-
meato;
2.* As qce nao forem organUaias de accordo
eom o preaecte editai;
3 As qoe re baus-ern em pregas de cutro
c>/m oriente;
4,* Aa qae forem ti ar d s por pessoas qoe
liverem j deixado de compir contractos oo
prcmessa de contractos celeDraooa com a ex
tinda repartigao das Obr a Publicas;
5'As qnalidades exigidas no presente ednal:
NunOoma propesta sera acceita sem qoe o
prc penen te aprsente recibo, qoe prov ha ve
depuBitado oa Tbegooraria a qu-utia d'. 30O4000
e perdei o direlto de restlioigao ce, eacoh Ida
sua rr posa, recusar-ae o proponente as.-goar
o .especiivo contracto.
O orgamento de qoe ira a o preieate editai.
a. ha-3e nesta reaartigJto a dispostgao do* pre-
ponales, qoe poierau examloal-o das 10 ia i
da tarde.
Rerife, 9 de M-io de 1895.
(.Ungoado, J J. Rudrigues Saldaoba Jtn or,
Direclor geral.
Qieni estiver "de posse de utn bUhete de
ing.-esso numerado ficara habilitado a re-
ce ber o seguinte
PBEIVIIO
Urna passageai de Ia classe, ida e volta para
a Europa (Lsboa)
50 libras esterlinas para as despezas de viagem
Urna malla contendo un corte de casimira fina
para un eostume, Juma duzia de camisas,
collarinhos, puihos, meias, cequias, lencos
e toalhas para rosto.
Um binculo e umacadeira espregucadeira.
QUE SE REALISARA' NO
Dia 12 de Maio de 1895
Terminando as 51 [2 horas da tarde com
a entrega do requlssmo Brinde, constando
de urna rica mobila de phanta&ia, esculpida
de nogueira, com frisos de ouro, coberta de
pelucia cor de resedr, rosa e creme, estjlo
a Luiz XV, (oto pegas).
Extracao pela machina Derby-Ciub
No ultimo pareo
E1TRACCA0 DEP0_8_D_) ULTIMO PAREO
Acorrida comegar as 10
horas da manha e termi-
nar as 5 da tarde,
os ::"::;:: 'imi l .";:: sis ;:::.s::s vmn
Koaaev
3 a a * Pellos Katora lid. a 0 m i
Cor da veatl-
menta
Proprlclarfov
1. Pareo13 de ila'o-830 metros Anlrnaen de Pe'narrbuc:
L, 504000 ao 2. e 234^00 -e o 3\
Premios : 2504000 ao
Galano......
Piano......
Campo-A I e-
gre......
',ara?gi ...
Tooloa......
Pedrez
Alazao.
Rodado......
Oastanbo....
Turdilno.....
Peroamb..
K4
34
54
54
ai
Ouro e prelo.
Encarna.o e azul
.Verde e rosa........
Braoco e prdo.......
Preto e eccarnado....
''.onrl Fraternidade.
?. C. Rezeade.
*. 'AiboqiJe-qae.
\. Piraentel.
;rc 4 C.
i.*
p.reoCoud>!arii indeaendencla 900 metroJ.Anaiaes de Peroambooo
Premios: 2S04tOO ao 1.'.504 ao 2.' e 234 ao 3.
Palhago.....
Piramoo....
Hiroutelle .
Famaga 2.'.
C/istaabo....
Ziqo.
Pernamb.
54
54
54
54
Azul e encartado.....
Anarello e branca....
Atol e braoco........
Ooro................
Pelix G.
Coud. Bel!a-Vi8ta.
J. N-ves.
Stltrio P.
PareoCoodel rta Finmioense-900 metros.Animaes de Peroamboio.
mos : 2J04000 aa l.; 504000 so 2.' e 234000 ao 3.
Pre-
Valaoge .... 5 Rodado.,.,.. Peraa
5 V c
5 R;albo.....
S P^d-ez......
8
Lucifer .. e <
54
oi
54
54
54
54
Encarnado e brenca...
Encarnado e azul......
Azul e eocaroado.....
Ouro e prtto..........
Rasa e b'anco.........
Roaa e preto..........
Cond. 24 de Maio.
J. M. Rodrigues.
?. G. R tende.
Cond. F.aterniade.
ijuod. Cruzeiro.
Ilem.
PareoCaadelarla
Premioa:
Fraterntdade1.303 me r s.Animeei de Percanbac?.
30O4CO0 i, 604000 ao 2-, e 30000 ao 3.V
Ba
Ra
a
Aforamento de terre-
no de marinha
De o dem do I im. Sr. D.-. inspector deata
reparicao. f.o publico que, leo o Jos Hala
Sobriobo rqaeriJo o aforamento do terreno de
marinla si'o praia rjoi Milagrea da cidade ce
Olin-d, o qoal limua-.-e ao norte com terreno
do pdiciooarlo eso si I com tereco de Jos
IVrtul ano Clava, ticando in'imados os ftreiios
cooflnentrB e mais iot resaJo, para provarem
no p azo de trila oias.o direi'o de preferencia,
que por vn*ora tiverem etm relag; ao afera-
ment do mismo terreno.
3* secgao da Alfaodega de rcroamboco, lf
de Abril de 1S95.
O rhe'e
Clito Valle-ico Pereira.
SECLA&ACOES
Societa Italiana de Be.
neficenza
Fraaeesco Crisp
Sin) invitati i eo:i di quesia S;tie'8, a volir i
iuti re io asjemblea genf ra;e atraord naiij, i el
lcale sacale, domani 12 crreme mese a le ore
12 meridiaoe.
Pernambuco, 11 B egio 1895.
l Segretirlo
Cberio NarJelle.
Estrada de ferro Rlbelro a
iiouto
Nao ce teodo f ffactuado oo dia 6 do correle
a asemele geal oriioaria, de novo coovldo
de orden da directo-ia 101 Srs. accionistas para
ae reuoirem no da 16 do correte, 11 oora da
tarde,na sede da Assocgao Agrcola.
Recife, 11 de Mato de 1895.
Carneiro da Caoba
___________ Secretario.___________
Companhia
Reciense de Panificacao
Sao convidaioa oa Srs. acciociBlaa a reooi-
'eoi-n em aaiembla ordioaiia no dia 27 do
-.orrecte mei, ao meio dia, no escripiorio def ta
cmpanbia. esea o Apallo o, 63. aflra de toma-
r.m coohe lxeato do relatono, partear fica 6
.-oilaa do snoo proilmo passado, e procederem
ios Jemats termos dos es'a'otos.
Recife, ll de Maio de 1893.
P. J. Pino
Director presidente.
Duque de Caxias n. SO 1.' andarr, Escriptorio.
Primeiro de Marco n. O, l.ivruri Pranceza.
n. 3. Centro dos Fumantes.
Ra Mrquez de Oliuda n. 27, Cubana.
n. IO. Airaiataria.
Ra da Emperatriz n. AS. A Brazileira.
Rut Barao Victoria n. 59, Loja de Msicas.
Monte de Soccorro de Per
natnbuco*
SSo convidados os poasnidorai das
cautelas de nmeros em seguida decla-
rados a virem resgatal-as at o d a 22
do corrente, visando-se-lhea de que fin-
do este prazo serfio levadas ft leilio pu-
blico, como determina o regulamanto.
22.616 26.668 27.033 26.439 27.813
23.337 26 689
23 3 8 26.706
23.419 2o.750
23.618 26.791
23.659 26.803
23.690 26 834
25.802 26.86
23.872 26.870
23.891 26.875
24 349 26.898
24.35 26 899
24.634 26.905
24.72) 26.907
21.781 26.903
25 014 26.911
25 040 23.912
2J.222 26.915
25 429 26 917
25.473 26 919
V6.181 26.918
26.198 26.920
262.5 26 923
26331 26 924
26.464 26.925
26.479 26.939
26.542 26.964
26.544 26 976
26 547 26 978
26.549 26.991
26.572 26 997
26.579 26.999
26.629 27 007
26.633 27.020
26 636 27.021
2^.639 27.029
27.041
27.084
27 112
28.119
'l. 128
27.191
27 197
27 213
27.224
27 252
27 257
37.263
27.274
27.297
26.313
27 3 0
27 327
27.328
27 3.)
27 334
27.34J
27 371
27.381
27 3"4
27.395
27.401
27.402
27 407
27.422
27.426
27.433
27.434
27.435
27.436
26.437
27.438
28.440 27.820
27.441 27.822
27 442 27.833
27.445 27.835
27.450 27.837
27.451
27 459
27.458
27.459
27.467
27.478
27.8.5
27.8*7
27.875
27.879
27.902
27.905
27.482 27.914
27.483 27.98
27.524 27.942
26.525 27.969
27.534 27.970
27.550 27.972
27.556 27.974
27.590 27.980
7.594 27.995
27 535 27 997
27 631 28.017
27 632 28.019
27 668 28.026
27 703 28-031
29.715 28.038
i7 73J 28.047
37.732 28.049
27 746 28.054
27.751 28.082
27 763 23.083
27 774 28 086
27.78) 28.088
27.782 28.101
27.796 28.1'8
27.798 28.127
lnio rVlaconica Pernambu-
cana
ConToeicSo
D crdem dopresideote desta associag&>, con-
vido a todos os msgoas que subscreveram acgOes
oara orgamsrgao da sod-idade sob o ltalo aci
ms, e coGstrocgo de um templo axclusivameote
ta.a.'iioKO, a se reunir no da 13 da correte,
-egiinds-fei'a, so meio da cm oocto, na sede
da Laja Cavatleircs da C-cx, raa da Impera-
t'U n. 2 pan discuscao e approvagao dos esta-
itis e iattallagao defloitiva.
Outrosim, sao c:n e a.'ol-o?, que se io.eressam por este desidera:
tura, a compa-ecer I re'erida reumSo.
Recife, 10 ce Maio de 189 i.
Pedro Soare*
Secretario.
1 Ciogo.......
2 Talispber....
3 tfiscotie.....
4 falor......
ST.IIcier.....
6 Patchouly....
5 Pernamb.. 52
5 R dado...... 52
5 Jastanbo . c 32
5 52
5 Me lado..... 52
5 ar 52
Ou.........,.......
Rosa e verde .......
Azul e ouro........
c
Eacarnado e braoco...
Sacarnado e pre'.o....
3i!v.-io P.
J Costa.
Coud. Mouriscaaa.
Brazilioo
B. C. Camoos.
Pimentel.
3. PareoCoudelaria Crazelro-1.609 metros. Ilamlcap. Aoimaea de Peroambo-
co. Premios: 5004 ao 1.a, 1004 ao 2* e 5J400J ao 3
Camors......
Torco !....
Na nabo......
Piramon.....
Feoiauo......
Aveotureiro.
Todo ......
Castaobo...- "ernatnb.. 50
Aiazfto...... i 40
Alazo...... c 57
.iastanbo----- 45
Ro.UJo...... 52
Oastanbo. ... 54
Mellado..... 40
Atol................
Verle e rosa........
Braoco e eocaroado..
B'anco e amarelto___
Varde e rosa.........
Atol e encarna.:o.
40 Verde e amarello.
6. PareoCoi
tdelaria Msva-P50 metros. Aoimaes f"e Percmbuco.
ao 1.*, 504000 ao 2. e 254000 ao 3.*
1 Tiberio.....
2 Lucifer......
3 Doblio.......
4 Cingo......
5 Gallet.......
tiMascotle.....
7 Talisfer.....
8l Tenor V.....
Rodado......
rtodado......
Rodado.....
Preto........
Ralado......
Castao/)
Rodado......
Alazo.......
Pernasb..
54

Rosa e brinco......
Rosa e preto.........
Azul e encimado___
Ouro................
Atu e encarnado....
Azul e ouro.........
Rosa e verae........
Azul.................
7.* Pareo Coudelaria Braailelra-i.350 metros. Animaps
mos: 3004 ao I C04 aa 2. e 304 ao 3
de
COMPANHIA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posic&o financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita annual:
Da premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente era Pernambuco,
Boxwell William &?
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
0* O*
I8d 5'
26.661 27.032
Reeife, 4 de Maio de 1895.
O gerente,
Felino D. FerreiraColho.
Club Agrcola de Gamellcira
Ue oroem do S'. presiaeute interino convino
aoa Beolmres 80cioe para compare erem a sea
tao de 15 do ccrrenie, aflai de procece .se a
eleigao da dlrec'ona de accordo cum os eotato-
to-< apnrovado na sessao pass-id.
Gamelleirs, 10 ie Halo de 1893.
O 1. secret?rio,
Maooel Accioly.
COMPANHIA
Exploradora de productos
calcreos
ASSEMELEA GERAL EXTRAORf INaRIV
Convido a todos os seehores accionistas des'a
companbia a reanirem si em sEgeribKta geral
extraordinaria no ota 17 do corren e, i 1 boro
da (arde, no ten escriptorto ao caes da Apollo
o. 73, afta de tomarem conh cunelo de om
menete occ rrtdo oa co locag&o do etepre ti*
tro por debeutuis a qce estira a directora
BBtorisada.
Recite, 1 de Maio de 1695.
Rodrigo Carva bj
Secretario.
Companbia North British & Mer
cantil*e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000
Fundos accumulados 9,452,452,
BECEITA ANNUAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10*
De premios sobre
divida 992.379 6'
2.488.196. 12- 11"
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, no
je responsabilisa pelas transaccSes fai-
fas pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
m imm isssanc. coipasi
Misil,
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital 1,900,000
(Rs S4,000;00 6BGBA. EDIFICIOS B MEBCADORIA3
CONTRA O FOGO
7AIXAS BAI XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DB PBBJUIZO
Sem descont
Agentea
BAOWNS C.
Furaaaca2...
B-sija-flor 2.
Todo-......
Ma.........
Torco 2....
Milor.......
Ziinc.......
Hodaiu......
Mellado.....
Rodado......
Alazao......
aetaobo....
'ernamb..
52
52
52
30
52
52
Ouro................
Preto e encarnado....
Verde e amarello.....
Braoco e tncarnado..
/eroe e rosa.........
Azul e ooro.........
8 PareoCoadelaria Internacional-!.050 metros. Bandean.Annaes de cuit-
qeer paiz. Premios: 4004 ao !.<, 804 ao 2.' e 404000 ao 3.
liDoroby ..
2 (iuayanai.
3 Apollo-----
4'(ipsy.....
Afasaa......(Inglaterra
Caslanbo-----8. Paolo..
Alazao......R. daPrata
*. Iloglaterra.
58
50
40
75
Brancoe acornado...;Cond. Cruzeiro.
Ooro e preto.........C. Fluminense.
P.-eto e ouro.........C. Fratereitale.
draoco e prelo......Coud. Nova.
Qb3$m$o$3
COMcAbIA
Centro Commercial
4* cbamaa e ra ilal
SSo convidi-das os Srs. accionistas a f. z-;ren
a 4' enirali m razao de 10 O/o do cspiui inbs
cripto, drn o Do prez) de 30 di: s. aconta;
Jesta dat>, ro Rar.co de Pernambaco.
Macelo, Oda Abril de 1895.
Os rtitertores
Ttburcio Aires de Carvtlbo.
Hoavemura Amo-im.
Pedro de Almeida,
Tocando a psagem os animae devero estar junio respectiva casa para seren irume-
dialameote eofiloados e segolrem para o ba-raco oo ceotra da raia onde t pode'a estar os
ocluya e os tratadores oa criados e os joizesdo raesmo barracSo os quaes Gao podero ter ccm-
municagio ccm pessoa alguma antes de reais.r-:u a corr .a.
Os fieqoentadces mouidos de soa competentes, bilhetes a rao de 14CO0 com f"o!8
aoiamua differentes, terao direito ao[bricde qoe a sorle designar:por meio datoachina DertyCltb.
A arehibancada do centro, fica exclasiva-
mene reservada para s directoras congeneres,
autoridades, civis e militares e imprensa.
Oa aoimaes iaaoriptos para o l pareo deverao achar-se no ensliamento
aa 9 e 1|2 horas ds. mach!.
Oa forfaits serRo recebidea a' sabbado 11 do correnta, s 3 horas da tarde,
oa Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresenlarem convenientemenle trajados com as
corus adoptadas no prograrama por seus patres, nao sero admittidos pesagem
e sero maltados do accordo com o art. 51 do cdigo uo ooenaas.
Previne-se aos seuhores accionistas de precurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatr'.z n. 26 1.*andar.
A Directora chama a atteoco dc9 Srs. proprietrios e jockeys para o art,
21 e seas e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-se atlencao dos Srs. proprietarios, e Jockeys, para procuraren) os
seus carlei, e cllemelas na Secretaria do Prado ailm de seren entregues aos
oorteiros no dia de corrida.
Oporto do ensilhamento s d entrada as pessoas que vierem com annnel
BRINDE
Acha-se em expsito no Bazar da Boa-Visla, ra da
Imperalfiz d. 88, onde fe eocontra a venda os ingressos
numerados e na Secretaria do Prado, ra da Imperatriz
o. 26, na Livraria Francia ra 1 de Mar^o n. 9, no
Centro dos Fumantes ra 1" de Mar^o n. 3 e Tabaca-
ria Cubana ra Marque i de OlinJa.
Entrada para Senhoras c GRATUITA
Secutarla do Prado fernitnbuisno, 9 de M>io de 1895.
SERVINDO DE SECRETARIO,
C. de Abreu,


UEGtn
, ..OT^mniSaiaosx

t
y. L. Macbado.
J. E. Ferrars.
'ouJ. C'ozetro.
Coad. Bella Vista.
Cooielaria Vital.
Coa i. Limited.
i. Moraes.
co. Premios : !3 4
Cond. Cruzeiro.
Coud. Cruzeiro.
J. M. Radrigaee.
silveira P.
Osear.
Coud. MouriacaEa.
1. Osa.
G. A Albuqu-rqoe.
Peroambuco. Pre-

Silveira P.
J. de Olivera.
1. Moraea.
Coud. Cruzeiro.
1. E. Fer.eira.
Brazeiro.
r
i -'





>






V1
4



Diario de Pentamboco -. Pomlngo 19 de Mato de I#5
DERBY-CLUB
DE
FERMMBIJCO
Projecto de inscripQo
Para a 7.a corrida a realisar se no domingo
19 de Maiio de 1895
i.
2.
3.
4.<
5.
6.
7.
9/
10
FAREO- Mercarlo 1.5C0 metros- Handcap.-Animaes da Pernsmbn-
oo. Pkkmios: 400)5000 ao primeiro, |80000 ao segundo e 40^000
ao terceiro.
PesoNababo 56 kilos, Feniano 55 kilos, Triompho 54 kilos, Aventtireiro
53 kilos, 0-mors 50 kilos, Bismarck 2.* e PlutSo 50 kiios, P\mon
46 k'l's e os domis 40 kilos.
PAREOVaos 1.250 metros. H-cdcap. Animses ds Pernambnco.
PBBMios : 3305000 so primeiro, 701000 ao segundo e 350000 ao ter-
ceiro.
PesoB*ij Flor, Todo Hi oodeUe Palhaco e Pyrilampo 54 kilos, Torco 2-
53 kikp, Funaga 2/ 52 kilos, Furioso, Malor, e Ida 50 kiLs, e os
delicia 45 kilos.
Art. 5 Nababo, Feniano, Ttiumpbo, Aventureiro, Camors, Bismarck 2.*,
Plata/ e Piraraon.
PAREO Terra 1.000 metros. Arimu ds Pernambnoo. Pbs-
mios 3OO;.000 ao primeiro, 60JO0O ao segando e 301000 ao
terceiro.
Art. 5.'=Os do psr>o Venas.
PAREO liarte 1.000 metros. Animaos de Pernambaco. premios :
300^00 ao primeiro, 60000 ao segundo e 301000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.Os do pareo Venas e mais Bsija Flor Tudo-, Hyrondelle, Taroo 2.*
Farioso, Mblor, Ida, PaJhaco, Famaca 2- e Pyrilampo.
PAREOinpfer 1.100 metrosnimaes de Pernambuoo. premios:
250f0OO ao frimeir-, 50JC0O ao segando e 250CO ao ter-
cero.
Art. 5.*Os do pareo Marte e mais Uallet, Msscotte Conquistador; Malsio,
Gatlio'eSo, DubliL, Berln o Tulicier.
PAREO Saturno 1.C00 metros. Aoimaes de Pernambaco. Pre-
mios: 25CS0OO ao primeiro, 500000 ao st gando e 250OCO ao ter-
ceiro.
Art. 5.O do parao Jpiter e mais Patboaly, Al!y-Stoper, Taliepher, Ba
thory, Tenor 2' e Ciego.
PAREO 6.'rano 900 metros. Animaos de Pernambuoo. prsmios :
250|$0C0 ao primeiro, OtfOOO ao Bogando 250000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.-Os do pareo Saturno e mais iYbo, Vingador, Bilisa, Sane-Soaci,
Pharisea Fortaless, Tapy 2o, Luoifor, Timoneiro, Gsrimpeiro, Teberio
e Petropolis 2o.
PAREO--------Xeptano 1.000 metros. Animaesde Pernambaco. Pre-
mios : 2500000*0 'primeiro, 50(5003 o legando e 25 eiro.
Art. 5"Os do pareo Uraco e mais Enreby, Narciso, PrusBiaro, Vinganco,
Mooro, Baralbe, Dictador, Gaod-morning Gituoo Mendigo e Teimoso
PAREOA i.ua700 metros. =Animaea de Pernsmbuoo qoe cSo tetham
obtido classlfioacSo nos prados do Recifo, contando ou nBo
victoria. Pfjmios : 2004000 ao primeiro, 400000 ao Begundo e
0i$000 ao terceiro.
PAREO- Sol1.500 metros. Animaes de qoalquer paii. Premioa:
300C00 ao primeiro, 6O0OCO to segando 300000 ao ter-
ceiro.
bsm$o$s
correcdo 5
de
correr
Os pareos s serSo considerados reslisados inacrevende-je e
animaes de 4 proprietarios differentes.
O animal qoe for inscripto sem estar matriculado e qoe deixar
por este motivo perder a inscripcS?.
A inscripto encerrar-scha impreterivelmente na terga-feir* 14 do oor-
rente, i 6 lt2 horas da tarde, devedo vir aoompanhada da respectiva importancia,
e coso nSo venba poder a Directora, querendo privar o- arria! de toasar parte no
pareo,
O propretario que fuer irscrever seas animaes para as corridas do Derby
Club de Pernambuoo. asaim como os joikcys, empregsdosde coudelariaa e mais
peisoas qoe tenham interesse nes orridas pr surxe-se que tSo onheeederas dai
duposit,3ei do cdigo de corrida e que a ellas s sujeitam, bsm como as decitSee
da Directora.
Tocando a pesagem os animaes deverSo estar junta da respectiva oaaa para
eerem immediatamente ensilbadoa e segoirem para o barrado no centro da raa, onde
so poderSo estar os jockeys e os tratadores ou criados, os qaaes cao poderlo ter coan-
mullicado com pesaos algnma antes de realisar>se a oornda.
Seoretaria do Derby Club de Pernambuoo, 9 de Ma;o de 1895.
O gerente,
A A. Cromes Penna.
Veneravel
Irmandade do Senlaor Bom Jfmii
do BIartyri_d Btecife
ELBigAO
De ordeno da mes. regtdora deti i-mand?de
convido a todos os cosaos (a latimos irmos
para corosarecereca em nosse ureja do domin-
go 12 do corrento, pelas 7 Coras da man a, aQoa
de usa s'irem s missa 0 Espirite Samo, as 9
1/1 ora-, do dia comparecerem a asseaobla ge-
ral, afim de pr:ceier-3 a eleico dos no vos
foiKclonarlos de 1895 4 95.
Secretaria da irroandade do S:ofcor Bom Jetas
dci! Mirtyrlos do Recite, 10 de Malo de 1895.
O secretario
Adolpbo Solsno C. e Si'va.
Vecerarel
Iiiianlir de U. doa de Hibarmar
em wiia propria lf reja
ilesa geral
De ordem da d eaa regedor convido a todos
os oossos carisslmoa ira ios s comparece-* m ein
noeso consistorio no da 13 do corre* e, pelas 9
heras da macha, rico de assistirem a missa o
Espirito Santo, e em seguida elegerero a dovi
acnunlstrscSo qcs tem de ad.. i isirar o des-
tircj da mesoia no anoo de 1895 1 96.
Heei'e, 9 de laio de 1835.
0 secre'ario
_________Eiilanislao Henrigoe de Araojo.
len.-. Loj.'. Cap.\ -Ca-
val.-. Cruz
Val.-, da Imp'MMiD. 1.
S. S.-. S.-.
Por ordem do lte*r--. Jr. Veo.-, cenrido
aofllrr.'. doQ:ad.-. e ais llrr.-. d-sdemsia
eff.*. e macona avuls -. qoe qusiram rompa-
cocer a assisiir a Seas. -. de I.icucao tem pom:
pa qne a nossa Cff. -. celebra, demiog, 13 do
coi "ente, is 11 horas da maoba.
Ord. Recite, 8 de Malo de 1895.-E. V.
M. F. MartiO: (.-. 16. .
Sociedade
D03
Artistas Mechanicos e Li-
beraes
De s;dem do Sr. dirc or crvido os S-f. ecn-
ivnoa a com pa "ere en na etle social domingo
1! do corrate, s; 10horas 4o da, para em as-
semt>iea g-ai ordlaarta ira'ar-se de assompio
e si'a imporuoda social, cuja aesslo effecinir-
se ha com o numero qoe ore parecer.
OutroBlm codv do tmbem sos cldadios pro-
T\iXo.'* ePPr*,'M a rem torear asiento no
ra'end) da.
Secretaria da Sociedade dos, Artistas Mecani-
2?-e ^lDerae8 de Pernambaco, 10 de Msio de
1895.0 I* ecretario,
Gisfar Antonio dos Reis
COMPANfflA TETHYS DE 8EOURO8
MARTIMOS E TEERESTSES
BUa DO VIO ARIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Bario de Souza Lefto
Thomas Comber.
Julio Cesar Paea Barretto.
Associace
Commercial Agrcola de
Pernambuco
Assemb'a geral
Pars comprimento do qoe aispoe o Arl. 29
des estatutos desta .-saciagao, c .nvido de or-
dem do Sr. presldeotp, todos os Srs, socios a se
reooirem em assemDIa g^ral i .0 horas do
da 14 do ce rente, na sede respectiva.
?eer-taria da Associacj Co nn-erci.l A. ricola
de Pernambnco. 10 de Malo de 18C5.
Jos de Godoy Vascooce l.s
1 secretarlo.
Rojal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
P0LH1MANN & C.
"SEGUROS martimos CONTRA"
FOGO
Gempanhia Plienix Pornanahn
faMMUl
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
12lF.XTI1CS
Hambuig- Suedamenkanis-
che Damptschiffalirts-
Gesellscbafr.
0 VAPOR
Desterro
*t<
E' esoerado do sol st
0 dia do correte e
'esoira depon da demora
necessarla ptrt os porlos
Leixoes e Hamburgo
Para passagess, carga, (rete e etc., irata-ie
con os
Coneigaatarios
Borstelmana 4rC.
Ra do Commeroio 1. 18
1* andar
O vapor noruegaease
Argos
E' esperado de
Moutevdo nVf-
tes paocos das
se^oindo tep&i
Santo3 e Paranagu
para
Para carga, pateagena e encorr meadas trata-
se com os _____
AGENTES
Tereira Caneiro i C.
RA DO COMMERCIO N. 6
1.- andar
Llojd BrazilelM
O VAPOR
Espirito Santo
Commandante Florindo Das
E' esperado dos portus do
norte 00 dls la do corrate,se-
guir pars oe pe*toa do sal 00
t!a 10 do mesmo.
As encommendas eerao recebfdas al 1 hora
ds tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da CcmpaDhia Pernambocaoco. i.
Aos Srs, carrepadores pedimos a soa attencao
ppra a clausula 10a dos coobecimeotos qoe e
segeinie:
o caso de baver algoma rec!aoiac5o contra a
eompanbia por amias on perdas, deve ser (ella
per escrlpto ao BRrn'a respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dias depola de flnali-
sada.
Nao srecetffpdo esta formairda^e, a compa
Qti'a (ka iftnta de toda a r sp nssbili'ade.
As pasrseos sao tiradas no reesmo escripto-
rio, at is i 1/2 horas da tarde do da da sabida
do taper.
Atlene,ao
As passaf eaa pagas a bordo cus a m
mais 15/s.
Para iiarga, psssagena, encommenda e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro, & G.
6RUADO COMMERCIO-6
1* andar
CflABGESJRS RIU1S
CompaDhia Franceza
DE
Kaveg^^o a vupar
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambaco, Babia, Rio de Jaceirc
e Santos.
OTAPOR
Ville de Cear
Otmalandante A. C. Jores
Bspera-se des
portos do sol no
a dia ia do correo-
te, segoiodo de
pois da iodispen
savel demora para o Havre em dlreitora
Roga-se aos Srs. Importadores de carga palos
vapores desla ltnba, qoeiram apresentar den
ro de 6 dias, a cootar do da descarga das al
vsrengas qnalqoer reclaroacio couoeroente a vo-
lomes qoe por ventora tenham s ?so!do para os
portos do sal. sJm de se poderem dar a teffips
as provldeocras oecessarise.
Expirado o retenoo prato acompan&ia cao se
tsp>08ablli8S por extravos.
Recebe carga: a tratar eom o agente.
O VAPOR
Ville de Re sario
COMANDANTE DANIEL
E' esperado da
Eoropa a' o dia
y do corrate,
|8eoindo depois
_____ 'da lndispens-ve
demora para
Macei, Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos
Bcga-se aos Srs. importadores de csrga pei-s
vadores desta linba, qoeiram apresentar dentro
de 6 das, a contar dods descarga das alvareo-
gaa qnalqoer r clamacao conceroeote a volomes
qoe per ventora teotiam segsido pira oe portos
do sol, sfim de ce po erem dar a lempo as pro-
videncias necestarlss.
Espirado o referido p'aso a companbfa nao Be
responsabllisa por extivios.
Recebe carea: i tratar com o
AGBNTE
Flix Bandeira
9Roa do Commersio 9
Companhia Fr gorifica PaR-
toril-Brazileira
Vapor oaoionai.
Jpiter
Presentemente neate pe-
to fetuir depoie de breve
demora psra a
Babia, Victoria, Rio de Janeiro, Santos,
Paraesga2 Desterro c Bio Grande
Rete vapor iikiaiinado a los elctrica e tem
excedentes accommodacOes para passagelros de
l e 3.* clisses.
Para Carga e paasagens trata-fie com
Burle & C
Roa do Commeroio ns. 13 a 15
Companhia PernamLucana da
Ndvegacao
PORT08 DO SOL
Macei, Penedo e Aracaj
Paquete
S. Francisco
Commandante Pinto
Segoe no da le do cor-
rete o i boras da larde.
Recebe carga, erjcommesdas, passageni e di-
nbeiro A frete at bb 11 boras da msnbl do dia
da partida.
Cbama-se s atten(io dos Sri. carregsdore
para a claosola 10* dos cenbee mentos qoe s
segiloto :
No csso de baver algnma reclamacao con
//* a Compinbls, por avara on perds, deve ser
Rejal la sien mu mmi
O paquete
Nile
Commmandante J. D. Spooner
E' esperado dos aortoj
do sol no dia 11 de eor-
renie, segoiodo depois da
decora 1. dispensa el para
Lisboa, Vigo e Southampton
O paqae'e
Clyde
Commandante A. E. Bell
E' esperado da
Enrcpano da si-
do correte, sv-
uinJo desol da
demora iodispeo-
eavel para
Baha, Rio de Janeiro Mon-
tevido e Buenos Ayres
N. B.Prevlne-se aos Srs. recebedores de
mercadorias, qne a Companhia Mala Real icgh-
w, contrtC.cn rom aGeonat Steam Nsvegatio-.
Companvcm servico da vacores eemanaes qon
parllndo de Bordeaox, CoRCiac, Cbareote, devem
e-negar a Sontbampton a lempo de baldcarem as
cargas destinadas a America do Sal para os va-
pores desta comcachia.
Esta cumpanbla acceita po* preces rasoavele
para Valpaiaiso at Abrli, pasasageiroa com este
destino por va de Bueros-Ayres e tntrada don
Andes.
Tambera aceita passagelros para Hevr-York
d SoutfiatnptD, por espechl arranjo leito Coa
a Companbia Allemsnd Lloyd, poJendo demora-
rem-se ns Ecropa cas i> desejarem.
RodaooSo sos prajos 'as passaftena
lia Ida 0 vola
A Lisboa 1 cissse JO t 0
A' Soathamr'o:i cjdssa t H 61
Camarotes NsafffSttes pra ot pasae^eiroa de
Nrsabsjeo.
Para carga, passafens, encommendas e I:--
nbeiro a Irete. trata-se com os
AGENTES
A.morio Irmos & C.
H.S-j-Scs do Bom JarasN. 3
Gompsania Peroamnacaog tk-
Directi Saltos
VAPOR
Capibaribe
COMMANDANia 1-' TINE.NTB VERISSIMO
- OSfA
Esperad do Sal, sega-
r depaii de pequea de-
mora para o pono cima.
Recebe carga.encomtnends, pasragene e di-
nbdro (rete, a'.e ; 11 boras da manna da d .
da partida.
Cbama se a ltencao dos Srs. carregadores
para a claosola 10.* dos conbecimeato' qoe a
segoiote :
No caso de baver alitrma reclao-aclo cont'a a
Companhia, por avaria oo derda, deve ser feia
por escripto ao agente respectivo do porto ca
descarga, dentro de tres das depou de Ooail-
aada.
Nao precedendo esta formalidad?, a Compa-
obia tica iseota de toda a reapoaaabiUaade
ESCRIPTORIO
Ao caes da Ce ipanhia Pernambacana
o. 12
Prince tlie of Ste^mcrs
James Kuott, Newcast'e-
cu-Tyne
regalar
Llalla regular esiie
ds-L'aldo8 e o I
os Esta
razll
E esperado de
MewTork st o
ua IS de Malo
e eabira depc s
d a demora n e
cessar a para
Bahia. Ra de Janeiro e
Santos
Ora por inglaz
Carib Prince
Tem ptimas acaomodacSss para pasea*
geiroa o Iluminado a los elctrica.
Para carcas e pasneeos trata bb com es
AGENTES
Johnston Pater e Camp.
Rns do Commeroio n. 15
Boyal Hmgaran Sea Sivigatinn
Gompany Adria Limited
O vapor homgaro
Klmn Kirj
E'esperado de Trieste e fir-
gniDdo dep'ois da indispeo-
savel demora para os parios
da
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Pora carga, Dassagens, encommeodas e d-
ebeiro a rete, -trata-se com es
AGENTES
Este vapor iliuminado loa elctrica
e offerece ptimas acoommoda^Ses aos I
Srs. paaaagoiroa. l>.
Qoaeeqaer recUmagoes s6 serao attendtdss 48
ho as depois da oitima descarga do vapor na
Aitasdegs.
Para paesagens, carga, frete e et;., trata-Be
com os
CocsigoatarioB
Borstelmauo & C
18Rita do CoinmercioIS
1. andar
t
IEIL0ES
Terca fera, 14, leilao de movis, leuca,
vldros. piano, espelbo-, trib-l aa e mais objetos
ezieieoteB na casa da ra '-'s onde de Gojaina
n. 88, oar'ora roa do Cotovelio p r;o oa turica
de cbapos, onde morou ltimamente o Dr. Bra-
ga T-nec.
LEELO
)e movei*, louca, vidros,es-
pelhoe e crotons
Terc,a-feirp, 14 do corrente
A SABRR :
1* saleta de entra-la
Urna me'a mobilia coro i sof, 2 censlo*, S
cadeiras de bracos, e fl de gn ra i_ao, e mesincas
de pbao'.az'a.
Sala de visita
Um piano forte e oovo, francs, 1 linpa ma-
china e pnaoaia. 1 esp-lr^o grn-ie, & cadeiras
eipregDiB.da ras, 6 ditas a Lcir XV, lindos qaa
cortinados, rspcstekos, mesas ovaes com peuras,
'. adeiras de balanjo.
i ealeta
Urna mobilia completa. 1 pifno para princi-
pian e. quadros. jarres rara llores, 6 caieiras de
]aoco. 2 cclomcas e 1 reloglo de parede, de
reate.
Qoartoa
Una cama de Brbi; com Ise'rc de srame, 1
mera de cama, 1 goaria feetio, 1 commoda, 1
aa-qoeao, i lavatorio coai peara para 2 per-
seas, cabiaes, lavatorios se ferro, jarros e ba-
cas de agites, ootros movise mais cbjs:tos de
casa de fa-nills.
Sala de jan'ar
Urna me>a elstica, 1 guarda looca. 3 apara-
dores, 2i cadeiras oe janeo, 1 mobilia de faia
branca, loses, vldros e crystaes.
Ter^a-feira, 14 do co rente
Agente Pinto
N? caea da roa Viscoode de Gryanca n. 5?.
outr'ora roa do Coiovelo, pe-to na fanrica de
cbapoe, casa em que moroi nltlmamenle o Dr.
Braga Torres.
Em continua cao
Daas vaccas toorinas s A entrega dos movis t-fT.ctuar se-ba no ates-
te dia.po- ja estar a casa aiaeada.
Amadru Ferrelra Balear
PrMd8'0 Perreira Barter e MHrianno da Co-
nba Magalbes Oliveira, tendo recebid da Ca-
pital Fdderl a iofau ta noticia do fdiiecimen'o
do sen qce'klo nata Amadeo ferrelra Billar,
conTldam a tc-dos os seos prenles e amgos
aes's'irem as mitsas qoe por en? alma mandam
rezar no da 15 o corrntP, ds 8 boris da ma-
oha, na or leai 2* e S. Friaeis.-.o. fetiaa i dia do
ecu passamento, e n>cpam os seos agradec-
rnenios a todo* que cooiparecerem.
f
Agente Pestaa
Leilo
Dj Importante sitio e casa d?, pe ira e cal
eBtrada doArraj*ln. 16, terreno propno ntm
arbonsado, boa baixa com c.plji, om impor-
tante riacbo crrame no cemro do mesmo, qoe
tem dnae frentes sendo orna para a estrasa de
Cimoeiro e oot-s rara a do Arr>;al, entre as ts-
tacCes de Maogabslra de Baixo e a de Cima.
Quintafira, 16 do corrente
A'S 12 HORAS
Vb armazem travessa do Corpo Santo
n. 27
O agente Pesian?, bastante aaterisalo, vende
r o importante sino e casa cima mencionados,
cojo terreno mede 231 palmos de frente sob
1.900 de fondo, conforme a planta qoe acba-e
em mao do oiestpo agente tara ser examroaca
pelos Sre. prbtbadentea.
Leilo
De fii'Q'ai avariadas, algodCe-, caitas esm-
nraiap, b-ins, madapoloes e ootras faxendas
de lei.
Quinta-feira. 16 do corrente
A'S 11 ACTOS
Agente Pinto
BUA DO BtM JESS MBO 45
AVISOS DIVERSOS
Alaga se em peqseoo compartimento cem
om qoarto ao fando, propr.o para oarbeiro, sa-
pajeiro. lalbo, ale,, a rea da Betunes n. 4 :
traiar no n. I sLtgdalana.
Tambem se alsga orna loja i'e (onileiroa
am on sem ferrameota, as mesma roa e cao
regaesada : tratar do mesmo n. 6, M g Ja
ena.
O fiscal de S. Jos Antonio Luis do
Rege Barreto, ve&ka ao Pateo do Paraize
n. 15.____________________________
Na aol) parflalar 4 reu de Horfaa o. 54,
eoslna-3e por atoes, frsncex, geo esotra, fa
balboa de agoioa, de todas as qoaiadrs, ti-
res, masica e piano, a pr'fis ctmmudca._____
Vende-ss as cs*s> terreas i ra Imperial
as. 190 e 19S, sendo aquella com 3 qcartos, 3
slas, bom qointal e a moderas. Mese e rierecu-
baracf das de qotesqatr onos : i tratar a roa da
Madre de D?oa n. 4
Precisa-Be 'ailnr o Sr. Mane el JVsM. ritos,
ex p-cccraJor d Alberto Jorge M. Pinto (Porta-
gal), ta rss S. Jorge o. 56.
Precha-se oe am bom cosiobelro oo coel-
nbeira, e de doas amas, a>ndo croa para aeda-
com cm> criacca a ontra para ariamar qnirtos
e avar algnma ronpa de criac/s : a tratar na
roa Mirquex de O'i'ida o. 35.
i*recisa-se
Ferreiros n. 6.
de costsreins : no becco dos
VcnJem-se bois mansas e novis, para car-
roja e treca-se ; e venrem-e garrotes de pora
raja ; na roa Tttccnde de Gayata, an'iga do
Citivello, taverna o. 4.
Henry Forater & C. Engenhos
^ Veodem-ie o.' engecbos Ga' ba
Boa do Ojmmenio n.
1* andar
feta por esciipto ro ifn'.e respe tivo no porb
da descarga, dentro de tres diae dorte de tt ia-
Usada.
Nao precedendo esti formalHade i Compa-
obia Oca iseota de toda a reomsabilidade. ..
ESCRIPTORIO
No Caes da Companbia Peroambao&na
________a. 12______________
Eamburg Suedamerikanir-
che Dan pfschiffahrts-Ge
sellschaft.
O Tapor
Amazonas
E' esperado da
Eoropa at o da
lt> do cor'eiie e
segolr depulf; da
demora necesa-
ria para o
Rio de Janeiro e Santos
Entrar co porto
Vendem-e o? engecbos Ga ba e Peco R^
' dondo e as propiedades Maicgaj e Ignex Tbe-
re, aquelU anoexa aos dous eogenno-, cd-
t 'ora engeoho do memo oome e ene canee-va
anda as obras precia is, si'os tolos no rxnoi
Cipio de Goyanna, forman'o oca q>,a r\ e : a
obdos peo'risco Carab e o ro?.
Tem cadasmUrr&i tara szfrejar qoatro a
cinco mil otas de asso^r anoaaes e em ambos
avaiiadd em 10.000 dito?, mallas,
pas lenbas e SgUB4 b-auutfB pan orna osioa
de 15 4 20 mil saco ; coto logares propios
para se formarem aoi*a raodes depsitos d'a-
goa, oois existeas doos ilscoos perennes mnito
proxiao'. T-m mais cada om macbioa nova
de torca de[8 e 10 cavallo?, ca d calCeira com
dona asseoiameotos de figo directo casa de
porgar, distillarla, cesas de viven a e de mo-
radores, estribara etc.
Distao doa* legoss da est>(9o de Lgoa Seccs
(va frrea T rbanos,) e 3 1 jS da cUade di
G.yaatia, com boas camlobo?.
Esto devidameoia limitado'.
Qoem pretender comp-al-ce, dirija se ao pro-
pretario na referida cldade de Gjyanna on em
ditos eogenbos. -
Leonardo J.aa trgoe seos irmSos agrade-
cen dj tatiD.0 u'a ma a tejjs o qoe se dtgna-
*am acompanbar ao cetniterio publico 03 restos
mor'ais de s?o D-ezario pal. padre Leonardo
Joao Greeo, e de novo convldam s seos amlgcs
para aisisiirem as mijsas do stimo di?, qua
raj logar as 8 boras da ma:,ha do dia 14 do
corrente. aa igreja do Espirito Santo, e desde
j se coofessam omaiamoato pechirado'.
t
Caixeiro
Precisa-sede om rspaxqne lenta pr. tica de
faxendas ejd aestado de sea bom co mpor s
meato ; s tratar oo Basar de Afosado?.
Jos fbonsa Cs-valcante
Pessoa
Utrianna Cantita neSi Oavrlcaite Persoa,
TneodomfroTbomix C Pasao-1, .caoTbnmaxC.
Pessoa, U>ria C odMa 0. l'-s-ea, Capitalina
Caodlna C Pessoa. Mara R)3a de Horaea Pes-
soa eldefonpo de SaC.Pe-'roa, viova. filncs
e peores de Jcae Tmm..x Cavalcan e f :seoa,
rogara aos eeus i aren es e amigos a li:e,a de
: SJisti'S'n a mi:-a que mandam cel-bnr na
greja mitria de N. 8, >la Piz de Affgadis, a
13 do correte u.ez, i 8 boras jb manual 1*
aonnersrio do passarxento de i-ta estremecido
marido, pal e soro, de saodota memoria, por
(jo acto de rrligvao e caridide, aoteciptm-se
desde ) agradecidos a aqaelles que se digea-
rem comparecer.
Baronesa de Frerltelraa
Mu el Antonio d Ribos e n :ra, ro-im a sen? ptreatt-.-j e amigos o
pioioso obsequio de as-istir-m a missa ene
mandam rezar em sua rap-lla na nziua Santa
Fioilla, as 9 oras da manba do du 14 do
correte, par alma i.'e saa prao'earJa irrx, cu-
rhida e na, Baronezade Frecbeiras, 7* dia de
seo passamento. pelo que anteclpam b;us agr-
decimeutos.
ea
f
Baronesa de Frecbelraa
LeocaolH A ves roo u >t e sua molher, Dr. Sa-
moel dos Sao o* iori'ua! e u< mulber. ronvi-
dam os seas prenles e amigos a^sistirem a
ama missa que mandam rezar na capelU de
/.ripibu* por alma de sua cambada e lia, Baro-
oea de frfebe ras, no da 13 so co:rnte, 7o do
sea U le'irr.eaio.. a 11 hora? di msob.
Joncplina Ueatinda da Cunta
Sonto BSalor
Augusto Byino de Mirai da, Carlita Iiy^r'na
Daarie Pereira (o*- ni) Angosto Hygino aa G.
So"to Ua or (aosrntr) Dr. Pedro ca u. Souto
Maior (.asente) e euas familias mand&m rezar
dd. missa na eeguoda-feira 13 do corrente, aa
t boras da mri s, na mat-iz da Boa V ra, 7*
da da pasamiento de saa prezada irna, mal,
CDQbada, ta e v6, ta lee da no Rio de Janeiro,
coDVidr m os seos prenles e amigos para ais's
tirem iHe acto de rrhgio, pels que desde j
aotecipam seos asradeciorenlos.
t
aronrza de Frccneirn*
O Barno de freibei.ap, S'U.' irmaos e sobti-
obos, agradecen) a tod -a i 8 pareotea e amigos
qoe se digoaram acompanbar os 'estos mortaes
de soa prezada mulle-, cuebana e ta, ?roneza
de F/eibeiras at aestacSo das Cinco Poo'a', e
convldam para assisiir as aiisaa que se-So ce-
lebradas ro* soa alma Da matriz da Boa Vista,
Bb 8 boras da macha de 14 do corrente, e is 10
to-as do mesma da na encella na usina Cibeca
de Negro, pelo que se coofer-sam desde ja malta
recoobectdos por ete aito deuligi&u e cari-
dade.
D. STf araclaea Tlaereaa de Oiivr ira
Joaquim J> de Oliveira, os >acbare>s jo5o
de Oliveira, Haooel Leite ce Oliva e Tooias G.
de Oliveira, Honorio de 01 veira e respectivas
familias, renvidam seos amlg 8 e es de sea fal-
lecida mil, sogra e iv. coropaTecerem a mia-
sa qne por alma da mesma ceiebra:-se-ba na
matriz da Boa Vista-no dia 13 do corrente, se-
gooda-fsira, < 8 boras dodis.
f
sr, alarla Ignaela da Fenseca
Banks
D. Francisca ftry da Fouseca Backs, /dolpho
Baoka e Aff.nso bactts agra^eiem a todas as
pessoag qae acorrpiDDaraoi sai prenda Hlba e
irma, D. Mina lgnacla da P. Banlcs an cemtte-
r'o, e de novo pedem o S'iBiirem as missas que por soa alma mandam
celebrar na qoi-ria ftia 15 do corrente, is 8
oras da manba. as g ej;s de S. da Pecha
e matriz de Alagados, pela qoe multo agrae-
cem.
Precisa-de na para cosinber, paga-se bem
na roa do Rapgel p. 17, loja._______________
Preclsa-ee de um bom csuelro que teoba
pratica de boteqolm e t fiador de sua conduc-
ta : no pateo do Paraizo o, 1. Paga-se bem-
Gafa no Monteiro-
/.luga-se U02a casa D0 Monteiro com cemmo-
dos pa-a orna familia regalar, tendo fnesramen-
Ij de gaz ; a tratar Da :na 1- ae Marco Homero
fO-A-___________________________ _,,
Ma rusa do .\ogucira n
34 oose-e ronpas de senho-
ra e naeninos. por precos com-
msdos.
Caixa Ecanomica de
Pernaibuco
Perdeu-se a ccemela n 5i5, pertencen'e ao
abalzo assignado ; qaem s acbar s rva ae en-
tregar Dsta cldade i roa i'a oledide a. 72.
Recife, 10 de Maio de 1895.
Catlos de Barros Barreto.
LocomoveJ, for^s de 6 ca-1
vallos
Vende se aa em Garanhons, perfeito, taran-
tido, e tambem machina nova, de 40 serras e
condensador, todn para escarcear aigodo :
nformacOea a rea do Amo:lm d. 55, Rscife.





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sj

/
l
/
V

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y**
^
Diario de Pernambaeo Domingo lfc de llaio de l*t>o
i mr^--------------------------^-------------------------------------------------- ~
Mobilia
Vende-se orna mobilia do caranda em per
feUofBJ-'i. (oda enalbada ; na roa do Torres
D, li pa icaento terreo.__________________
Egonmmadeiras
Precisa-se Da roa das
Flores d. 25, tinturara.
Carne verde a 800 re. o kilo
Ven !im r biiio sssigoados, carne de pn
metra .i ali-'ace, do. talos da ms Mrquez d>
Hera' i a. i7 e 2, e Gamboa do Carmo n I.
Es* prego siff'era alleracSo par, maia oo
para [Qtsoca, stmpre re accoido com 03 pr(0i>
do (a ti. e. fei-ac.
Recif 8 ce Abril de 1895.
Fi jz Lima & C.
A.0 commercio
Mano 1 Acoso Moraes, tentlo comprado c fs-
tabelcc.meoio de molbados sito a Errada N>*a
do Ca: rif. o. 51 ao Sr. M.-relau Grces da Cu*
nba, p;dn a toiioa qoe te julg; rem credores do
meea-o 8-ntor qne apresenem seas conlai oo
praro le Irea das a contar tiesta data para fe-
rem pagar-, o que cC.a es le jras j nao ee rcp-
poosa. i sa por cebilo a.'aum qae o me.-tro Sr.
Meneio B*ja devedor por baver comprafo o pg
tabe'cc:_ co livre dcsembaracado de qsalqoer
onnr.
Beti'e, 11 deJLio <"e 1893.
_______Manuel Alonso Moraes.
Ao ccmmercio
M aelao Gimes da Curh:, teodo vendido eo
esiibi;(c idcnlo de molbados ao Sr. Matoel
Alonst' Mjrer, 8i:o 03 E-trada Nova de Caan-
gi o. \'.i Uvre e deserobarsc^do de todo e qual-
qoercru.'. peder p: -a qoem se jolgar cteor
QueB|r-eeLi9 tius erlas no i raso de tres
dat a coatar da preci'e dta, tkdj cate [ra-
lo, rS> ee aiendem recUm-'COeP.
Recta 11 ce U.\o rt 895
Menclo G me da Contra.
A o cowmercio
O alieno asignado ce lara ao ccmmercio qce
cesta dita compren o e ta be lee i ajenio de molbf
dos fo a rea do Iipradorn. 14. Oolro eim,
lenao li a!, respcnsavul pelo paetivo ao rete i o
enabeiecimento, convida sos Srs. credores em
geral pata apreteotar sos con as.
Recite 1 de Maio de 1893.
^_, Joi da Silva Pereira Lietoa,
Soccessor.
_B_E_inEi_W9____H_________*_H_m__l__a____11~*
A o eommercio e ao
public
o
O ataixo assignado, pelo presente declara ao
corpo ccrouercial e ao i ubico que n'etta dal
vende; o h eslab-leciroento de molbados sito i
roa do Imperador o. 14 aj Sr. Mano-l Morelra
Ribeiro, tiendo o comprador respoosavel pelo
pasani da referida cana. Out'o si ai. aotoriso o
meemo Sr. a faitr o o da micha firma iodi-
doal ii. ; r;eacjcs a me.- m- casa at o b'm do
correo'e ai no.
Ses'uem ee jo'.par rom dirtito a protestar
qoeira lizel o.
Reci: 1 de ILiode 1893.
Jos da S Iva Pereira Llst6a._
Engenho
Vende -se o tngtnbo Caoandoba, orna legoa
riiata-i.'' da estaoSo de Jarx-alao, moito toa
d'.gB, moente e correte, coa. extensas trra) e
matas ara safrejar a 4 2,000 pes de assocar
ann; nec?; a tia'ar com o commendadar Bar-
roca, i;; et cao central deCaroaiu'.
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A g t cultura de cafeeros
-i fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Maree' de 1895 em diante, cerca de
tres milhes de ps de cafeeros semea-
dos em leirdes cuojs prefos, tamanhos
e qualidade, si encontrar 00 Jornal do
twi
FERRO QUEVENNE
^wSSwtSSmf^ / AMA,lONMOM
Exigir o Vbrdadbiho ^ rHAQUEZA
14,Ru.daaBo_ux-Art,PARlS' POBREZA DO SANOUE
Pilulas purgativas 1D Guilli
_om Extracto de Elixir Tnico Antlftcgmoso do fr 6ullll6
_PrXMkzcul__i s>>lo Doutjr Paul QA.Qk'Ei Filho, Flxo-rirxa.ooTitioo Am X* ~1-.a
?A-U 9, KUE DE QREKEIAE-SAINT-QERMAIN, 9 FA1XS
MAIS DE TRES QUARTOS DE SECULO DE SUCCESSO
uemontraram que o ELIXIR do _Or O- XTI L L I
en o melhor remedio contra as doencas do FIGADO, da PELLE, RHEUMATI8MO, GOTTA,
FEBRES EPIDMICAS, GRIPPE ou INFLUENZA e todas as enfermidades
causadas pela J3ilis e as Flagraa.i
a PILULAS DE EXTRACTO DE ELIXIR DE GUILLI
contm em pequeo volume todas as propriedades tcni-purgativas do ELIXIR.
APPaOTAOlO DA JUNTA DE HTQIEKE DO RIO-DE-JAXBBO
SI MXICOXtTUAM A VXN9A BM TODAS AS P.EAJUtACXA ACREDITADAS.
AROPEPHBiCAOO ftLYCO -PHENIICO
DCLAT I.. DO ti DCLAT
G
do D DCLAT B,- OO D
Tosse, Catarrhos, Grippe, Bron-1 I Antisptico poderoso, Hygieae do
chites, Tialca, Coqueluche, etc. ^0 toucador, da Bocea, Curativos, etc.
8, Awnu Victoria, Pirli, e Phpm-cl
CAPSULAS AIYMAS E. G0RLJ1
OBREIAS
Mmeru
TINTAS PRBTAB
i na cojuBf
ColU Up* i Prit
PHBTIUGrIA.Do s.a.s.
hnnt.-irai<9N_Htttowai acal: Olo te n_k fc B^oalbaa, Olo d Ricino,
IUimio t C*|ikM, Opiatos, AlcUrio, ato.
TODOS 08 mXICAMENTOl EU P6
4rC,H.ru >!>)
HOSTIA.
-P-Ag Ayan.
/-m f ht-mmim
SOflXIAt
r coi-mi
KuinYa^fl
AGUA
Htnvtl naturtl Purfttiva
RUBINAT
fFonte do Doutor LLOB ACH^

Antlftlt di tctdemti d Medicni d Ptrit prora oue a I
\diti ua coae 103*SH 0 tubttancmt ni ffa ouaea .-
SULFATO DB SODA a. SULFATO DI MAONBSIA
Mg26 f 3268
j. Eligir loore o letrtiro ,
^Ata
de For
ANEMIA-CHLOKOSE
O l'KRRO
tes
BRAYAIS
EiperimenU'iO pflos priratiros medico do oedo,
passa immediaUm^Dte Da Economa sem occjsicdur
I jocommodos. Ki stue ao sangue a roa cr, recont.
liluindo-o e dando-lue o igor necassarw.
Dcsconfi tr-it dos (midicdci e Falsificles.
Tuti-H j i tmi ta Paria.40 4 42.Rue St-Lazar*
K BM TODA* AS PR.EIUOUI
Criado
Precita se decro criado at a Idede de 15
eoncB ; a iratar na ra do C. mm^rrij n. ii,
Alugam-se
Alcgsm-8e planta ettambea vendem--p, i.,
rn> doSebin. 2 de todas a qoalidides a gog-
o dos coapradores, atsiai 'orto basiantea caro-
lirjiS princiDf8 pata foa,btio OD armados.
Bichas de Haoiburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfSes applica-se rentosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Sitio para alugat
rjotn grande ra-a e cocbe'ra, do largo doe
Remeiiios r. 25, defroole da ig-> ja ; a tratar do
msalo lao, laiern do Sr. Paiva.
Icrno mgiez
V>ntie-8e om nevo w* bsocida, medirdo 7
pnll^itida- d. borca : a tratar do eucrlf torio do
Di>r4o pcm o Sr. Late?.____________
Arrendare
0 fDgebo Traniju'Mdale, arrete e crrente,
ro io;c8 feos peneB'-e3, s"r> no rxnnieirio da
EjCida ; a Ir; ti-r com o solicitador AnioaoB-
zeta Uavaleatita de AIL.i-quf rque, a ua t de
Marr^o o. (8, i andar, qo*- e. ted s os e ch-
rec tetaos predios a qaalq--.er f r tendete.
_>t^y ">>
OS
c
r^^ GRANULADO V^
<* FRAUDIN ^
Jnftilllvel contra
Dyapeijula, Outralg^m,
Platuoaldadea, Dyienteilm,
Oiarrbeaa dos plaos quantes.
Preclostsabno para a antisepsia
do tubo digestivo na
Pobre AmareUa,
DOSE3:
t para 0 coierad_s (daa para
caf) por dia dapoia daa
a\
rcreiij*ea.
V
I i **S
a
14*
28
CHABLE
VAR/S
|200>UU Iloente
-CURADOS DE
Impiyens, Eorbulhas
Virus, Ulceras .
PBUi
! DEPlBftTIV) CHiBLF
Cimento inglez;
Perrelto; g?raDtldo, de 150 kilrs e tambcoi
com pequen i arara, vende s bara'.o ; carca
do Aiuorim n 62.
Gosiiitieiro
Precisa tr de om bem co-inbeiro ; a tratar do
m.izeai a. 44 roa do Commercio.
I^ao ha mtiH baratas !
EstanceSe completa
Apparelhos de pegar baratas e ou-
tros insectos vende-se pelo prefo de
2^000
Arvenda-se um importante sitio
com casa para moradia, dita para
creados, banheiro, muitos arvoredo
fructferos, prjimo EstacSo Casa
Amarella ; quem pretender dirija-se
a Custodio Neves, estabelecido pr-
ximo dita Estacao.
nicamente nas.lojas de ferra.gens de
Antonio Pinto da Silva & C, 62 Ru
Duque de Caxias 64 e Vianna, Castra
& C, 115 Ra Duque de Caxias 115.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algiboira, pn-
dulas de torre de igrejs chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhei
, elctricos, oculoa, binculos, ocolossbo
[ alcance, joias e todo e qualqner objecto
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario
Criado
Precisa Fe Je orn criado qce 8rja de boa cori-
atada ; a tratar oa roa ce S. Ellas n. 10, Espi-
Dbetrc.
Piano
VeDde-se om bom piano ; co roa da Alegra
r-mnero i._____________________________
Cimento
Vende se cimento
francez do conhecido
fabricante Boyer em
barricas de 150 kilos,
na ra do Commercio,
n. 13, I.* andar.
Bom piano
Veaie-se por liOOJOCO ; no paleo do Pa
raiio c. 15.
CosfohPira ;*-*-< d aim r*i na do Bao
cr-l a. n.
Gaixus de Msica
Importantes morledos novos.
Secretarias proprfas para presentes.
Recebeu a Relojoaria David ra do
Cabug n. 14 desde 1505000 a 4008000.
Grande sortimento
5
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HO
Attendite et vi
dte!
Jos SaraneJ Boieino. fabricante de bccfjuets
ao ir.ais aperado koho, para casamento, baptt
sado. ra ouiro qoalqaer acto,- pie sr procu-
rado roa da Cadeia n. 43, loja de selleiro, a
oa so* residencia, roa da CouceicSo o. 3, Bos
Vista.________________________________
_$/erreari*
Tea e-e oroi na (regotzia da Boa, Vista, pro-
pria para prinetpiaata por ter i onco; fundos, e
o moiivo na ven.a se dir ao comprador ;
tratar nus qcalro ca los da Boa Vis'a n. 13tr
taverna.
Bom negocio
Veide-se fora da capilal un importante sta-,
bel'C meslo de rocliado?, fatendzs e ferraceDs
err lu.-ar qoe malto promette, e a pessoa qnf se
propuzer a c mp-al-o verldcarl por I mesmo
na vantagens qo* 'w.cagio re Ibe aira os motivos porque nao 8-
xezc on,i aqui o local onda existe c mesmo es
labei.clsento. Trbta-se na ra Princesa Jeabe
a. 3, rdi.r;a.
Pilfl DI RIGA
DE
SUPEROI QALID4DE
mais barato do que em
outra qualquer jjarte
NO
aes de CapilKiribe os. 30 e 32
Casas na Torre
Vende-se 9 pequeas easas
situadas na ra Real da Torre,
ns. 89 e 84, n um terreno de
5O palmos de frente e 30>
palmos de fundo, chito pro-
prlo.
Quena as pretender podera
ir vel-as: e para tratar en-
contrara pessoa competente
na casa grande do alto da
Torre, ao p da capella.
Caixeiro
Precisa se de om com pratica de taverna, que
d coobecimento idneo do seo corupo-tamemo
e contacta, sem o oue as sera attendido, pa-
ea-'e bem ; na roa Imperial n. 164.
NB.0 mesmo pode informar-serda casa.
fian
A!oi*a-?e a casa n. 36 roa de S. Miguel e*
.K'gsilos, seaio dita casa om dos melbores
ponto para negocia ; a tratar no Basar de Afo-
sados.
Bixas de
Hamburgo
em pequeas e gran-
des quantidades, a preco
reduzedo.
Eua de Manz e Barros
n, lfi.
Loja de Barbeiro.
Pharmacia dos Pobres.
Ra Larga do Rosario.
Gufmares Braga k C.
Roa Mrquez de Glinda,
u-_r*am n iaavua.-aaauu IViSV SU Kf M I MJ M1MLJ J
5tt e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolvern, liquidar pela quarta parte de seu va-
lor todas as raercadorias que se achavam no Centro da
VIoda.
A saber
Madsoilcp par aoiva a 4*500 a poja.
Brascantes de linho de 10 palmos de lar
-.
rgura a 3J000, >
Cazemiras pretas e de cor a 3(500 e 450 >0.
Bramante de algadao com 4 larguras a 18200.
Crotones francezes claros escuros a 600 e 640 rs.
Crotones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cures.
Crotones de 1.* qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escossetas e labradas a 1S500 e 2(000.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 70J por 2CS000
Ditos andnesuk de 30$ a 6(000 II
tos todos de renda de gripure vabnciaue de 80^ a 12(003
Cachemiras escuras de 3# a 800 rs..'!
Atoalkados para mesa a 2(000.
Panno de cores de quadro para mesa a 2(000.
Guardanapos duzia a 3$ e 44000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 903 por 258 e 30(000.
Calcas de casemira de 35$ a 12$ e 150000.
Um completo sortimento de frak, de 100( a 5(000.
Oolletes de casemira de 12( por 4(000.
Ditos de brm de 8( por 2(500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, la, cachemiras, cretones, lno n
chita, etc. etc.
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fami-
lias em geral que se dignem visitar o nosso estabeleci-
ment, afim de se convencer da grande reduc^ao de
precos.
IVA
Loja das Estrellas
56 e 58 Rna Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n, 210
DE
& .Xrmo
Ra do Baro de Triumpho ns. 100 104
e ra do Visconde de Jtaparica r .2 e
COMMUNICAM a sena numerosos fregueses que tem em deposito e rece-
bara regularmente da Europa e Amo ica todos os machinismos e ferragens prooisu
agricultura d'este Estado como aejam
MACHINAS a vapor de torca de 4 10 cavallos.
CALDEISA maltttnbalares de todos oa tamanboi.
MOENDAS aa maia solidas do mercado e de diferenet tamanhos.
TAIXAS de ferro batido e fundido.
RODAS D'AQUA.
RODAS DENTADAS direitas angelares.
CRIVA9ES le trro fundio e batido.
BOMBAS de repucho de riifferentas systemas.
LOCOMOVEIS de diversos tamanhos.
MACHINAS de deaearogar algodao.
CANOS de ferro galvaniaados, pintados e da chumbo.
ENCARREGAM SE de qualquer concert para o que tem suas offioinar
bem montadas e eom baatante pesaoal e dirigidos por doos engenheiros bastante pn
ticos e coobecidos.
MANDAM vir da Europa e sncarrega m-sa da moctagem da Usdss e res*
tillagSes, garanten saa boa qualidade e fonosionamento co uo provam com as diver-
sas que teja montado.
ENDEM a praso ou a dinhe'roiom descont e a procos resumidos.
TINTURARA
25 Ra de Mathias de ^Ibuquerque 25
( ARTIGA DAS I LOIII S )

TINTURA PRETA
AS
I
TINTA M GORKS
E LAVAGEJ
Tercas e Sextas-feiras TOBU BS BUS
Tinge e limpa com i maior perfeic&o toda a qualidade de estofo, e fazendas
em pe (as ou em obras, tira o mofo de fazendas todo o trabalho feito por mel de
maquinismo aperfeicoado at hoja desconhecido.
CTt__3E
HOTEL COMMERCIAL
Ba Larga do Bosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccSo de seu hbil proprietario MA-
NOEL GARCA, e auxiliares entendidos na materia sui geturis, prima em ser a
nnico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
pintura interna, j pela promptidao e aceie do serv9o culinario aduaneiro, j tam-
bem pela pos9&o hygienica do]seu edificio.
'
Depois de innmeras transformares por que tem paseado este Hotel, conseguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illuatres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, s vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantarea e
banquetes, s contento dos Srs. pretendentes.
POR SE MANGER. Salpic3es, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes am
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces secos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADECrA
E' espleidido o sortimento de vinhos Figueita, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos t> a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
fnissimos, que vende as melhores condicosa do morcado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL OOMMiROIU
Ra Larga do Rosario ns. 29, 31 e 33


*


diario ce Peroambnco
w
Para distrahir
una honro vi fita a casi de mod.s
Kovi. Esperaosas 'aniaveis leitoras en
'con ;; ro um completo sortim.Eto de
objcti.sde rcvidae e pbintSRa recebi-
d PireiJSfcliLeLta das p iocipses prncas
da I'cropa e America ci quacs so ven-
dici por trenca de qae em outra c cal-
quer casa e com doaeonto para as venda
por atacado ou maior de 50(5000,
En rernroo destec-mos alguna artigo
aleta de muitca vatros.
FINOS E ELEGANTES
E partunos e os eepeciaes p... Srs.
qoe iriam, novo h rtinento.
GRAWDh. NOVIDADE
Em bordados finos, cambrt-i brcnoa e
de ocre e madi-polSo, preces rednaido
para descont.
FINAS RENDAS
Da ici'.o erdadeirc, algoSo e teda.
ELEGANTES CAPAS
F pellurioB para Sres. e mocinhflt.
Bonitas camisas brancas e de corea,
par. Sras. para o dia e para dormri
LEQUES
Em todo genero o que ba de melLor
em i..urna, seda, gaae para seobort.s e
mocicLae.
EONITAS
MaLtis para mistas
BINCULOS
De madreperols, marfim, cocro da Rucia
e tfci t-rojj! para tteetros e voceas.
ESTOJOS COMPLETOS
Ce ii, etcovo, malas com rit:g"s para
visgens estfjos para barbe.
AL'xS'S PARA RETRATOS
Ccsipieto eortimono.
PEDRO ANTNES 4 C.
t53-Roa Duque de C-xiss63
Caixeiro
PrfciBt-se de coa caixero com tastsnte piatt-
ca de colbaucs, que tenha queco Rsrar.ta ena
consueta, e que na -m seseocia rc?.-a faier ss
vetes do don" da casa ; na ra E^'.rei'a do Ro-
sario a. 9.
Farello superior
Reretsdo nete mo^nto retalha- e a peqoe-
ces l< tea a prr co raritijEimo ; a tratar n ) large
do Carpo Santo n. 15, I* >ndar.
Liquida cao
FERRAGENS
CUTELARIAS
ARMAMENTO
Para acabar
6 RIJA DO BARAO DA VICTO-
RIA 6
Participamos aos nossos antigos fre-
guezos e ao publico em geral que resol-
vemos liquidar com grande abatinaento
de pieco todas as mercadorias que se
aehairt no referido estabelecimento.
PARA ACABAR
C Ra Barao da Victoria 6
Locomovel
USO.
Casa de commisses e repre
sentaces
aa-aaA id mm rass-aa
EXPOSICAO
CATALOCJD8 36
33S3S3NfDHCOS
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa e
das duas Americas, lo ia espacie de mercadorias, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afamado REOL cCIM o meihor des
afectante conhecido.
Deposito da bem coshecida cODONTINA do
Dr. H. Rirted.
EMULSO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHABMACEtICO
:::::l:: :il escola :s mitin i mmm ja sasza
APPROVADA PELA INSPECTORA DE i-YGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas bcras os verme' intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o neme de lombriga?. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s cranlas
sem repugnancia. Em sua composicSo nao entram substancias minerae3 que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de asar
Adultos colheres das de sopa. Crianeas colheres das do cha. Deve ser
tomada pela manila bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro 10000
1 c 2SC0O
Duziadel/2c 108000
el
DEPOSITO GERAL
19Praca Maciel Pinheiro19
205003
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
19 liua I/ de Marco ~ -19
Pedemos atten^o das Exmae. familias
para os presos resumidissimos por quanto
vendemos ss nosas fazen'as abaixo men-
cionadas.
4 saber:
Brice e l'who de cor para roopa de Lomen; a 600 re. o DOTr*e
Gritones claros e eecoros cores flrmeB 4C0 rs. o covsdo.
IftdspoUo nacional 24 jardas faeenda de 145000 por lOJOGO a p"Cl.
Mantilhaa df> seria pret?s e crome a 55000 omi.
Ditas de alg dio preas e eren-e a 2j$f00 iiem.
Ccici'as da cor pera otros a 40ZO, 6$C0) e dtOOO orna.
otea croas psra bornem e para sfDhomi 12.5000 a dutia.
2>pbi."os de quarinb s par* vestidos .40 rs. o covfcdu.
M '" preto liso p lvrto 1550O s 2(5000 o c v*io.
Cortes de c^mbr^ia brt-nca bordsdis a 16)fOCO om
Cackercirsa para ?ftidop a 400 re. o oo=dn
A'"'ba3o brarco e de err para mesa a 3000 o metro.
Bracte com qnstn 'arpnr&s a 1^800 o a>tT".
Qh*a de lir.bo erm qoiifro I .rcuras a 35000 o metro.
Setim brstic) macu pira vestidos de ooiva a 15500 o covsdo.
Cspess com veo pa-fl no v h lOfllOO e 125C0O urna.
Curtinados c"o crochet p^rs cama e panella a 125000 o par.
Diti^s de canbr-ia bordados a 11 SOCO o par.
Usmiass de Waiba de la, para bouem o atchota a 6S0OO urna.
Cortes de ousemira de cor a 45000 85000 om.
Eapnrtilhos do coi re* a 6500U, e 85000 e 105000 um.
Luyas de tea para teobor e pira menioes a 15500 o par.
Eaxovaes para b-p'eaf'o fli?eraos prejos.
Flanellas de pura !S 1S000 o covado.
fs,}!endido scrti.men'.o de camisas da flanella com collarinbo a 65000 om.
Moequiteiros amreme a 155OC0 am.
oIsSes frar.cpzes a 1550'JO um.
Ma apo 3? pella de ovo h 105000 a pega c>m 24 jt-rds.
Morir para erzoval a f/$0C0 a peca.
Collerinhos de poro linbo a 85000 a duzia.
Carermia preta da agOi>a! a 23000 o covado.
Sobreludos, chambr s, cob'rrt^a e cobertores, leuccs, camisa?, cerou'es e mais artigo
que veedemoa barato p.ra liquidar .
So
na
de
Ccmpra-se um de fo'^a
12 Civallos para cimaf no
Caes da Regenera^ao n. 26
Bilhar.
Em O!inda
VeE je-Fe excellenlf doce ceo La JeiK da RiOeira o *
Cal Branca e Vir-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran
ca e virgen), avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontrameo)
seuarniazemdocaes do
Apollo ne 73.
DI) lifiWllI
Contina a manter em seus depsitos completo sonimento de utensilios paraa usina
dendo si mpre por precos mdicos;
^ A!
BYStecrjfas e tamaunos de Robiuson e outros fabn
para fanecionar com o ofogpas er
fanecionar com leona e bg?co-
ODIO DE MCA
_o.
TRADUCgAO
TERCE1RA PARTE
(CoatinuacSo)
E comtodo, conserva-se meo allia-
MAGfJINAS A" VAPOR de difrerentoa
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multiiubulares de Fletcher
nalhas das tachas.
CALDEIRAS A VArOR Cornish e typo locomotiva para
RODAS para agna:
BOMBAS de motun-continuo. *
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas'e caldeada.
ARADOS de differentes sjBtemas,
CRIVACOES para tomainas. .
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serrae com almentadorca e erapastadore."
a Tontado dos agricultores.
Fazendo parte da direccao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, van tajo sa-
men te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero d
Uzinas fnnecionando neste Estado, iucumbem-se de mandar rir e erigir garantindo a produccSo e
qualidade de assucar.
APPARELUOS e meios apparelhos de vacuo ;
DIST1LLACOES completas para alcool e agurdente a vapir e a fogo na, para grande e
pequeas fabrica.
52RITA BARIO DOTRIMPR-r.2
lOJ DO POVO
Telephone 01
6BRA1,
ALLANPAfSRSONSG
44-FUA DO BARAO 0 BTRPMPH0-4
Maohinas a vspor.
Me endas.
Rodas d'agua.
Tixss tundidas e batidas.
Toixas btidas sern cr.?,vgra".
Arados.
GHAINDE
1TIL AMLWNO
Eua 15 de Novembro 29
K^tabeleeiiiento de primeira or-
dem.
Caamontada com laxo e com-
modidade n*isi do ponto maii Siy-
l^ienico da cidadt do Rcife.
Accoinnioda^oe magnificas to-
da com janclla para a na.
Esplendida sala dercfei$oes, a
maior e maisarejada nesta capital.
A cosiaha acha-se a cargo de om
perito cosinlieiro.
riLLl-SE BlfilSOS IDIOMAS
PHECOS KASOAVEIS
PROPRIEDADE DE
N. G'rlUNBERG
PEITORAL
DE
ANACAHUITA
HiePARAOC POR
LANMAN E KEMP
KKW YOrtK
0 BALSAMO MAiS EFFICAZ
PBOOU2 CUBA A5MIMVEIS E TE I 01
TR1UUPMADO EM MurTO CASO. DE J
PHTMStCA INCIPIENTE.
5NFALLIVEL
** VJ* t Preci-ee de nma ama par tratar de atsi-
nes : oa roa do Bem eto n. 22.
Ama deleite
P.*fC:s?-se de m,a qoe seja padia,
b'tn ; na ra da Concordia n. 128.
agii
Ama
P ec's'i-se de rma sipj qie ?a;D~. Cj iahar: i
ratar no kntvi' AVgiitos.
Tijoics
Fabricados ni fabrica de C.ma'tglbc, eso-
penor naUdtCe, -^rde-se ro epcnptonoda
Uc-rcpaobia Iidoftrial Ptr a-jucana, anuda
cmmercio o. 6.
A iodos e em especiaS >
Srs. passageros du E*ra&m
de Ferro $nl de Pcrnaat-
bnco.
O bem conhecido e" acreditado nego-
ciante em darayal o Antonio Mon-
tiiro, avisa aos seus amigos e Ve-
guezes que, tendo de fazer urna visgem a
Europa onde vai contractar pessoal e
ms chimamos, p-ra meihor poder satsta-
zer ao publico, no grande consumo qoa
tem merecido os seus especiaes bolinho*
e bonb ns fcar suspensa a remesas da
bolinhos na eetago, a qualquer eocom-
manda tendente arte de confeteiro at o
regresso o mesmo especialista, ficando a
sasa c mmerci 1 durante a a usencia, soh
a direccao de sua mulher, Gracinda Mon-
teiro.
Marayal, 6 de Maio de 1895.
Antonio Montciro.
CRIADO
Precisarse de um com
pratca na Pharmacia
Americana.
Criado
Preri'a-Be de eco criado ; no f;to do ccaroafa-
dedor Barroca, un Bexl'c i. 40.
io?
Mais que nunca.
Os seus odios sS. os meus ?
Nao lh'o diss j !
E como eu, invoca Bowhanie T
Duvida o acaso?
Como eu, pede-lhe o exterminio da
infame Companhia das Ind:a#?
De certo.
E todo o sangue io ultimo inglez 1
Peco-lhe, e praza a Daus attender as
min tas aupplicas !
Creia que as attende A Compa-
nhii. das Indias vai desapparecer da su-
persie do mundo, o primeiro inglez
que dar o seu sangua...
Djalladeu um passo depois da ter mur-
murado estas palavras ; em seguida, com
voz estridente, exclamoa :
Seria tu, Jorge Malcolm I
Esta nome assia pronunciado de im-
proviso, reaoou com. um trovao.
Jcirge, vendo-so recoahecido, deu um
mo
Atraieoado I Fui atraitjoado ex-
clamou ; mas ainda me nao seguraran. I
E quiz puxar pelo kandjiar para se de-
fender ; mas nao teve tempo para isso.
Saugor e o Djerid achavam-se prxi-
mos delle, um de cada lado, e o circulo
dos hyndt apertra-se em torna delle
quando a princeza pronunciara as ulti-
mas pbrasss da sua fulminante apostro-
pbe.
Foi desarmado, prostrado, sem mesmo
ter tido possibilidade de fazer o nainimo
movimento.
Stop balbncion em voz baixa :
Que tristi8sima aventura !... Onde
nos viernes metter!
jella estendeu a mao para o infeliz
criado.
Esse homem seu cumplice, apo-
derem-se tambem delle 1
Depois, com indizivel accentuacio
triumpbante, aocrescentou :
Tenho-os todos em meu poder Es-
capaste das ondas do Ganges, Jorge Mal-
colm, juro-te que me nao escapars a
miin 1 A porta da gepaltura vai abrir-se
da novo para ti. AUi morreras em com-
panhia de Heva Burtell.
A princeza voltou-se para o rajah.
Doorghal, proseguio ella, monte a
ca valle e corra ao seu palacio de Ban-
kock. La achara no harem a ana queri-
da Mary. Nao poupa as esporas, Doer-
ghal 1 Devore o espaco, lute com a velo-
cidade do relmpago. Dsve ter presea de
pr.var o seu amor ex-noiva de Jorge
Malcolm.
Corro j, prineeza... resp.ndeu ra-
diante e rajah, beijando a mSo de Djella.
E correu para fra.
Daus desampara-me, disse para com-
sigo o inglez, a quem os hyuds arrasta-
ram para o gepulchro, vociferando phra-
sea hediondas. Eatou vencido, e ellas
esto perdida* I
E duas volumosas lagrimas lhe rola"
ram pelas faces, e a cabeca pendeu-3he
s.bre o peito.
Tenha esperanja, meu amo, tenha
esporanca, qne aqu eatou eu 1 murmu-
rou junto delle urna vo quasi em se-
gredos.
Era a voz do Kazil.
'*---------L-.."^ I-----------M-_^UMI_li_L ^_---------
a que era fechada pela porta de bronze e Eu Senhor, nunca vos o'Jendi, e de
duas frestas estreitissimas e abertas na joelhos imploro a voaaa infinita misercor-
nascenca da abobad, para tornar p.ssivel d a. Salvai-me, salvai-nos Velai pelo
XI
Decorrera quasi toda a noite.
A escuridSo relnava soberana, mas do
lado do Oriente urna facha da duvidosa
alvura destacando-se das trevas entre o
co e e trra, indicava nao tardar a sar-
gir a aurora.
Tudo pareca adormecido na immens:-
dade muda do palacio de Allahabad.
O jardim estava silencioso e desarto ;
apenas alguns vultos humanos" se dese-
nhavam vagamente em torna de um bra-
zeiro atulhado de carvSes accesos, coiloca-
do nos degrios que conduziara porta do
tmulo, que servia de prisao a Jorge Mal-
colm ea Heva Burtell.
Os clames Vdrmelbos do brazeiro da-
vam reflexos extraordinarios s feicSss
descarnada, s formas angulosas e aos
m'mbros semi-ns do fakir Seuniacy e
de meia dazia de brahmines acocorados
em torno delle em attitudes extravagan-
tes, que um pintor taria adiado pitto-
xjsca8.
Deixemos aquellos iniseraveis, desem-
penhando com feroz zelo o aeu hediondo
papel de carcereiros, e aproveitemos urna
das mais preciosas prerogativas do ro-
mancista, para transpdr o temivel limiar
e penetrar no proprie interior do sepul-
cItj.
Este interior, formado por urna sala
abobadada, menoa larga que comprida,.-
nSo tinha aen&e urna abertura importante, 'vel I
a renovacae do ar.
No ce ti tro do monumento havia um
grande sarcophago de marmoro verine-
Iho, sustentando urna lousa da mesma
materia, semelhante s que cobrem as
sepultaras as nossas egrejas e cemite-
rios.
Nesta loasa viam-se gravad-s caracte-
res extravagantes e hiereglyphicos in-
com.rehensiveis.
N'um dos ngulos do sepulchro havia
urna lamparina de cohre, pousada sobre
um fuste ds columna, e que espalhava era
torna claridade frousa e sinistra.
Heva, de joelhos na pedra, os cabellos
solios, o rosto oceulto com ambas as mSos,
solugava.
Jorge Malcolm, ainda com o trajo de
rajah, mas de cabeca descoberta e despo-
jado das compridas barbas brancas, con-
servava-se em pe, sombro, silencioso, e o
rosto devastado por immensa angattia e
por indizivel dr.
Estava encostado pirede, como se os
membros fatigados n&o tivessem torca
para o sustentar.
De vez em quaado deixrva de mostrar
nos olhos a expressao amarga e bravia, e
fitava-os em Heva com immansa compai-
xao.
Ce repente levanten a joven o meigo
roato banhado de lagrimas, e ergueu as
maos pra o co, o, para nao transpr os
liarte da rigorosa verdade, para a abo-
bada do sepulchro.
Meu Deus, Deus de misericoidia e
bondade, nao tereis piedade de nos ? Se-
nhor, submelto-me aos vossos decretos,
mas morrer assim, raorrer separada de
minha irmS, morrer sem tornar a ver a
lu do sol, as flores, a verdura... horri-
meu noivo Eduardo e protegei minha ir-
m3 Mary.
Heva nSo pode continuar a pungente
supplica.
Os eoluccs sufFocava-lh a voz.
Jorge approximou se dola e pousou-lhe
a m&o no hombro.
Ora, minha filha, lhe disse elle. A
oraco consola e allivia ; mas o que pre-
ciso pedir a Deus resignoslo e n&o vida.
Nos estarnas definitivamente coademnados,
condemnados sem appellacSo A porta
deste tamulo fechou-se sobre nos para
sempre. Eata abobada ha de extinguir o
nosso ultimo suspiro.
A pobre Heva estercia as mSos.
De repente exclamoa :
Mas que fizemes nos, meu Daus,
para merecer t&o cruel morte ? Que fize-
mos nos ? Sabeis-lo acaso ? Se o sabis,
dizei-nol-o ? Porque vos juro, Senhor,
que igaoro.
Foram condemnadas pela princeza
Djella, respondeu framente Jorge Mal-
colm.
Mas que odio desapiedado nutre essa
mulher contra nos ?
A princeza tem em si todos os
odios.
Todos ? 1 repetio a joven.
Sim, todes. O odio casta inimi-
ga, o odio do ergulho offendido I E por
isso viuga-s. !
Aps um momento de silencio, acores-
centou Jorge em voz mais baixa, e como
que fallando comsigo mesm. :
E nSo poder nada 1 A impotencia, a
morte inevitavel, obscura e sem combate !
Disse me Kazil que tivesse esperanca !
Maa de onde pode vir a esperanca ? Pode-
r ser que aquella crianca aalve meu r-
Vende-se
Un box cbslet ai estrada do ArraUt, com f
sala. 3 qu;rti, cosm^, t?rraco, cactaba, boa
agua de beber, com t palmos de fren'* e 300
de fondo, bi-m plar.tadr, f-gcte'ras e jatla; a
ratarnomesmj logar cem Aotocis Fefi arto
te mrriiE. taverna o. 33.
Gompra-se
Boa sitio cjtn f-ocieiras. qu< tautia os ?e"t03 palmos >!e trente, com landos 3-.S'JeBta
bara plao>ac6e. ttepmr gem ter cafa, qae aeja
na llnha ni cipal oo A'raial : a Irttir aa ra
d Fi rentin o. 6._______________________
Engenho
Vende-se ou ar-
renda* se o engenho
Virtde, distante duas
leguas da est^o de
Catende, com boas tr-
ras, boa maquina a Ya-
por, a tratar na ra
1.
l.c
de Margo d. 17,
anda]
mo ? Lembrar-se-ha elle de ir avisar lord
SiBgleton ? Conhecer, como eu, o ponto
da reunio maldita ? Na. cobrir amaahS
o sangue dos meus compatricios a India
inteira ?
Emquanto o mogo inglez diriga a si
mesmo estas terriveis perguntas, a qu
pareca impossivel responder, diligencio
Heva orguer-se, mas, como a sua fraqae-
za era extrema, tornou a cahir.
Jorge, murmurou ella, sinto-ma era
f^rgas. Tenh. fabre. Apodera-se da min
a vertigem, afigura-se-me que vejo cbs-
gar a morte I
Supplice-lhe que nSo falle aaain,
minha querida Heva, retorquio vivamente
Jorge.
O poder de Deua infinito, e os sena
designios so-nos desconhecidos. At ao
ultimo momento tem lagar a esperaos.
Pense antes em que pode vir a talvae*.
Animo, minha filha, animo I
Animo repetio a joven; acaso
possivel ter animo quando cada hica qaa
passa me traz novo tormento 1 Quaado a
sede me devora, quando sinto a loamra
apoderar-se-me do cerebro !
Pelo amor de Deus, Heva l
A joven interrompeu Jorge eom ana
risada convulsiva.
Qner dizer-me, como ha pouco, qaa
ainda renta esperanza ? Ah Jorge, nao
seria capaz de o jurar, porque o nao
er.
Ent&o apoderou-se de Jorge verdadei'
ro accesso de raiva.
(Cotttm*.)
Xyp. do Diario, ra Duque de Oaxia%i
v

'






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