Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19481


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Full Text
i.
/
i
i
/

II.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por Ves mezes adiantados. 85000
Por seis mezes adiantados. 15&000
Por um ;inno adiantado .... 30000

SAO N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA FRAN-
CA E IiNGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batere
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por am anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16^500
33*000
100
1200
Telegrammas
asvijo
Rio de
?abi::las m cusa
Janeiro, 2 de Maio, s
6 horr.;, e 25 minutos da tarde (recebi-
do na estapo'40 minutos depois da
mcia r.oitc e entregue bontem pela ma-
nh]. -
Reccbeu o ministro da guerra tcle-
gra : ma de Mace noticiando ter sido
o barc de Traipo reposto na adminis-
tracao do Estado.
A le 71 r.olicial revoltada oppoz algu-
ma resistencia.
Ha t. egrammas aqu afirmando, que
noassahodos revoltosos foram mortos
os capitics Dantas e Lisboa c o alfercs
Lima, ci 1 corpo de Scguranr.n, que se
conserviam fiis ao governador barao
de Trah.
Ajlia-s.:doente o vice-presidente da
Repblica Dr. Marioel Victorino Pe-
reira.
F:. leeeu o marechal reformado Joo
Luiz Andrade do Vasconcellos.
Itio 5 hora= : 35 minutos da tarde (recebido
na esta .lo as 8 hora; e lo minutos da
noite c entregue s 8 horas c2> minu-
tos).
A man ha deve rea isar-se a abertura
softemm Jo Congresso Nacional.
O general Moura requereu
lho de guerra.
Aos nomes que honte.n mencionei
COtno 6i bstitutoa provaveis do mesmo
general no commando do 5- districto
militar, addicionam agora o marechal
Luz e o general Innoeenciode Quciroz.
Consta que o Sr. arcebispo D. Joo
Esber.id segu para Marselha no pri-
ODeiro paquete, d'ahi Roma receber o
barrete eardinalicio.
Foi receito a renuncia do senador
Cunha Jnior ao lugar de tabellio.
Nao si-guio sen destino a com-
misao ele limites com a bolina.
Por-e n ara s'. j peder fazer depois
do di;; ic do corrente.
F i promovido cnpitao de mar e
guerra grsduado o capito de fragata
Rodrig 1 J > da Rocha.
Exonerado Jos de Albuqucrque
Mar..'.a 1 do cargo de pagador da estra-
da de furo Sul de Pe mam buco, foi sub-
stituid no mesmo per Joaquim Tibur-
cio do Reg Barros.
Foi demittido de theioureiro
Repartido dos Tflegraphos Luiz
Oliveira Souza.
Eqii:ulor, 2 de Maio.
Are. lipao que rebentou na Rep-
blica acaba de termirar pelo tiiumpho
dos rev lucionar>s.
Oprc lente da Repblica passou o
govcrr.o 1 vice presiJcntc.
gloria do Gutenherg. N-urca epstola dedcalo- Exc. mais sabe lomar uma delibengo sm o
na de um Tito Livio, tradu/.ido em allemo a .numero legal do que n"um caso espeoalissimo,
de.licadoao imperador Maximiliano, reconhrcjm como a da projecto, alimittir que tornera par-
e silo 03 proprioi a cor.fessar que a arte de td no reconnecimenlo de poderes os Candidato!,
imprimir foi inventada em Mogniicia pilo enge-
nboso mecbanico Joo de Gutlenberg ; ma,
acuris anuos depois, vrmo'-os esquecerem-se
d isla primeira conflssuo e usurparen era seu
provecto toda a honra aa descebarla.
O infeliz inventor vai mais urna vez ser expo-
liado da ana propriadade. Abandona a patr a;
'odas as desventuras o ferem a un lempo; perde
ua raulber e seu tilhos; vellio e san po, esta
em re?peras de ca'ur iih miseria* extrema, quan-
do o eleilor d*. Nassau, o temeroso principa
Adolptio, o recollie Guienberg continua enlao
os scu trabalhos de impressao em Nassau.
Morreu aos sessenta e nove nanos, nao lei-
xando a sua Irma a m >;s prquena hvranri, e
daixaodo ao mundo o imperio do espirito bu-
mano degcoberto e conquista lo por um opera-
rio. Lro a min'a Irak, diz elle no seu les-
tam-nto, todos os livros impresas or mim, no
mosteiro de Santo-A'g >basto. Pobre inven or,
que nao traba pira le
viva senao a riqueza de qasi to ius os invento-
res como elle : ,i sua moci-tade gasta em vigi-
lias, as perHguires sorTri I- 8 em vida, o seu
neme daspreanJn, e o esquccimer.te eus
contemporneos. (1).
Depois da mors ds Gutetiberg a imprenta
propagou-se por tola a parii. II uve prelu na
maiiir parte das L'raodei ci lides da Europa : a
F'anca, no reinlo (te Lnix Xf, a Inglaterra, a
Hollanda, a Allamanlia e a I tal i a aprofettaram-
se da invenrao e coraecaratn a multiplicar os
stus lirroi.
De par cora o livro impresso raBtoa desenvol-
ver se a gravuM an BOa-ad iciwcla para
bvantar o nivel da inielligenria humani. Qu isi
no momelo em qu Gut-nberg itmappareria.
surg?, no mundo Alberto Durer. Durar nasc.u
em Nuremberg, em 111, prsejtaiBeata na -po-
cha ern qoi a gravura xylograptnca principiava
a manifestar-.e.
Desde muito novo, Durer p-rorreu os Paitos
Baixos, patria di* prinHroi gravailues, fia
Veneza, onde tinlliaviun os preiursoros do Ti-
ciann, vi^'ou Vienna, e souba conquistar as
bois tragas do grande nal de L'ju XI e de
i.arlos VIII, o imperador da Aemanli.., Maxi
milianj I.
dbnse-!----------
(Cunlinaj.
(1) Galenbcrg, to Civil tidjr, >l- Laoiartin".
PARTE OFFICIAL
da
de
Umhua, de Ma:o.
As festas
zileiro nesta
rtcepcitodo ministro bra-
cidade, promovidas pela
imprensa, associam-se o commereio, o
govcrr.o, cja cam ira municipal.
Londres, 3 de Maio.
Chegam noticias de que em Newpest,
Bilbao e Buda-Pest, u n'ite do dia r,
promover m os operarios desordens
mais ou menos serias.
Em Newaest foi pr.ciso a intervenco
de for^ai do exercito para reprimir o
conflietc.
Noclnque houve'mortcs e ferimen-
tos.
Govcrao to Il~(:ido de Pcrnan]
Ituco
Queslura Policial
(asceta 2 N. 97 Secretaria da Quesinra
Policial do Estado de Peruumbuco, em 2 da
Maio de 1395.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Pula, M. R.
Secrelario de Estad) dos Negocios da Justica
Negocios Interiores.
i'-rt cipovos qu* fosam kontem recolhiJos a
'lasa de Dtrtencao os^Muintes individuos:
A' ir.tnlia ordem, Manoel l'ern.iodes deSou^a
por crlM Je ferimen'oa f.uiua rms ngagoaxlo
nspenrada do 2 b^lalhao d nifanferia fede-
ral .lo.- l'ublio de Alineid&ede Jos B-mo.
A' ordem do subdelegado .1 -% fregu^zia do
R^cife, Damiina CoMni do E-ipirilo -anto, por
embriague/, a disiubio* e Jos Joaquim de
Souza, alinalo com destino ao Asvlo da Ta-
manneira.
Koje as 6 boras da manha. na freguesia do
Redle, ra do Vigario n. 9, \- andar, ond-
iem hotel o CidaaSo Manoel Campo-, a mu e.-
de m tne lisria de al, depois de urna eonfe-
r la que tevo rom o seu amasio Amonio dos
dantos, cojiibeiio no referido holel, langou-so
da varanda abaixo da dita casa, evadindj-sc
em seguida dito (.ostnbeiro.
A *Btoridade resp ;CliTa procedas diligen-
cias legaes a respelio do facto.
Moje as 5 boras da manila lainbcra na fre-
guesin do llecife, iua do Amunm n. 20, 1
andar, onde re ide o rubdito ingUz liasilio Jo-
nes, fallecau o subdito liollan Icz K Bel-
llion.
A raesma auloridada tomou ronbocimento do
facto t maedou transportar o cadver do infe-
liz para o Cemiterio Publico de Santo Amaro,
nflmdesor fisionado pilos ndicos da poli-
ca.
O ci la lao Fizino Vieira da Silva, assuraio no
dia 29 de Abril prximo Ando, o exercicio do
cargo de sub lele, alo do 2 .lis rielo do muni-
cipio da Jaboatao, na quulidade de 1 tup
pente
ade e ialernidade-
O Questor,
Jas Ftlhpe Sury da SiIvj, Ftlhj.
cojos diplomas lenhatn sido contestados mul-
tas vezes sem fundamento legal.
O SR. ANTONIO PKRN'.VMliUCOContestar
u:n diploma cuusa muito fcil.
O SR. HERGTJLANO lANDEIRA-S. Exc es-
quece que pelo proj-elo o Semlor conleitado.
qua loma parte na discussaj e votagao, es-
collii.lo pelos reconhecidos e pelos nao uOQtM-
tads e que. s ssr nliainado a exercer css i di-
reilo depois de recontiecila a in^ubilstencia da
cO'itestafo, e, p >r taulo o seu boro direito a
un eadoira no Senado, tiendo asun f ista la
u hypotbese de s^r annullado o seu diploma
dipus d ter evotadi o reconliecimaiMo d->
ouiros.
A Si Exc. parecen que nos enmos inconlie-
renies por na) dni".tir que t>-los04 eiflo9,
couiestidos ou ''ao, loinissem parte na rotac >
ile rcconlieciiueiilo d podares, corna, diz S.
Ex #..no zeiuis quando entrara js para esta
ar qu-da que Uie sobre- P'oj-cto, o que li'.iiuos. Todos os candidatos
diplomados torturo parla na votagio a nem po-
di.i deixar de ser assim das-la qu* nao baria
le que reguiasse o cas, salvo se quzerem cIm-
mar le do decreto de 21 de Jullio de 189J qu-,
por loc.nstitucional, nSo poda e nem dela
ser cuin.indo o anda p.rqueeniro nos nj
liavij CJOdlJaloS cuja eletcao fosie contesta
da...
O SR. ALBINO M<5!R VTanto baria que o
Sr. iiarao du tiasaretfl discuio aqu ess* qu;s-
lo.
O SR. HERCiANO UAN:)EIR V. -Pelo me-
nos comaiiasftd que Jeu parecer sobra a va-
:id ule de DOMOS diplsiuas, nao se apiesen am
(|nen con!e'aS''.
OSR. ANTONIO PERNAMRUJO-Os nobres
seii'iior.:s esluvam com Mota pressa que deram
logo o iu parecer antes da apuracSo.
0 SR. HBRJOL V50 UANiJEIRA-E* verda-
J'1, e eu prelenlia tocar n'> 8-j ponto.
Os noures Senadores foram la o acodados que
moi'O m da apuraco j unti.uu anuullaio
os iio'O) dip o na.
O SR. ALbINO MEIRA -A eleijao ; os diplo-
mas na>.
O SR HSRC'LANO DAN OEIR V -E Q lanto
lipona a annullac) da eleiclo.
V V. Exc. Sr. presdante que nio fooiOln-
conherentcs Qjeo prijeclo est da perteilo
aecor io como nosso proeedimcito ao entrar-
mos para esta Gasa.
Digo luis : se uiii esiivossa, nao harera
oque ex'raniiar p.>r.juj, como ji disse, itfti
tinhamos lei para o caso u boje legisL'au* pira
preruir outras seraeli tutes.
Sr. Prasilenle. O nobre S-nalor qu- nr>s
rhaiuou de iucuiiiieieiiies nao rapa ou que alie
era contradi lorio.
Ni pnmaira parle di scu discurso, qumlo
eu Hie pili que apresentasse em-n las qo< es-
clarecsein ainiia mais o dispositivo do pro-
jecto. S Exc. respoatlcu-rae que nao o fazia
p ique i.j nos leconbecia rofli) Sem lores e
hii la porque entre nos S. Exc. finia apaas o
papel das escravos que acorapanbavao os carros
dos Imperadores R imano* e que lenham a ims-
so de, no maio d'aquellas pompas, lembrar
seicpra a m serab lid re (latida bunanajgri-
Undo Uemcmt S tma, ota. -Alas ildOOO s> U
dt-i'uiso maulan lo Mesa" a monda que uva
era il'scussao com o projecto, emenda ((neu-
tra ousa nao sen&) a qnisl repro.iucao do
decreto de 21 de Julli-> de IS1J, qu -i o p-ojncto
em da-
n-cessarias (ica o mesmo Gorernador autori-
sado a abril o crdito preciso.
Art. 3" Rsvogam-se as Jispasices em con-
trario :
Sala ra< ';ommissu>8 do Senado, 19 de Abril
do viftjReju'irrt CoU .liar* 4e Sazarelh.
1895 P.RSCBR N. 17
A cornnissao de Redaeco, e. qual foi pre
sent o proieclo n. 4 do corrente anno, appr.i-
n 3" discussSj, do parecer qui seja
elle assim rcdigiilo :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE fERNAMBUCO, RESOLVE :
Arl. l.o i?iCi 0 (i0vrnador do Estado au'o-
risa lo a contriclar com quem raelliores van
tag"lls ollcrecer o servteo da iUllUnaCao pu-
blira 11 ii i i; lo R'Cifa a oId svsieina ru-.
ap-reicu. ado invocar o aciual contra-
cto com as ni) lifi.ac'O 's q i ijulgar convenleo-
las atfi imer.'-'sss do publico e do Estado.
$ CJni.:o. O contracto, f--it> em fac-; da are*
seiita aulonsac de ver se- submellilo a
apprivacao desie Congresso,
Art. 2.* Rivogam se as di^posicis era con
trario.
Siia das Commis-0-s do Senado do Estado
de Pernambuco, 19 le Abril du idi.Rtgut-
ra C't'a.Bir) de NaxiretA.
O Sr. Presidente; di c ira qui. reialivmcnt.
s duas ultimas resoluc'O'S, vio ser fnttiS as de-
vidas c iumu ncages Caraira dos Srs. epu-
N'io lur-n lo qu-ra queira usar da pabvra na
bora do exped He pa-^a-se i
ORDEM DO DIA
Aoprovam-se sem debate ara 21 discus-o as
einen las ns. 1. 2 e 3 ao projecto -to Seni lo n. 5
doste nno (reorganisigi d ensiuo primario),
sendo enviado 5.* Coinmissao para fazer a re-
d.icgao.
Em 2." dsciissao e ^u debata sao approva-
los os pr.ij ctos n'. 7 e 8, oprimdro deter-
minan lo o asea !o que deve servir de sello do
Estad >, e o segundo substnuin lo a re.solucao
iniciada na'"amara dos Srs. Dpuadoi pelo
projecto i, 4 le 1S02 (anonymito na impres-
sa}.
Arlh-a por 21 horas a requerimento do Sr.
Cooavfeio Ponmil a 1.* diseossaa do projedo
n. 3 deso anno (n*na-j aos lillios do fluido Dr.
Josi1 Mara le Albuq'ierqua e M-dio).
OSft. EDU\R)0 DE OLIVIR V -/?e'.a or
dem). raa;'W e otilem ilisp-usa do iniersti:io
pan os pmjectos ns. 7 e 8. votad>s twila tes- cto, qie potsa ser eoasidi'nlo p'rfeo.
sai. E* vorda le qi: i/. eslutos e eslulos acura-
E-gola-se a or le.m do d:a. | dos sobre a materia, mis, anda, assim, uiio
O /-Presidente levuita a sesso hnv n lo 1 acredita q:i sej mi s lilicienles easas estudos
djsigoad->a segulnta orlara do da : 3* discus-'fcilM simplesoiaafle por mira.
sao .los p'oje.uns ns. 7 e 8. 1." discuta.) do | l'oitiiito, p.-ro a V. Ex. qui consulte Casa
projecto B. 9, todos desla anao, e traballios de para que suja o orojacto remellido 4.' Cora-
comiDiaa&e*. |BM?ao,sem prejaisu da prim-ira Jiscussi',
_ I vUio a so 1 raai'.ilesta Ulili tal", .alio Jj que,
16. SE5SO ORDINARIA EM 2D DE ABRIL JJ** d ^ffSffJff** \r ninls^-
3. PREalOENiE -V. Ex. diz a 4 Cora-
1 :ui tsao ?
Art. 2 N13 nomea;6ss que hoorerem de ser
Fallas nara proriinentos das caiei.as creadas
pelo E-tado nos diversos municipios e nos
ubuibios da Capital devero ser preferidos os
profossores era disponibilidad'.
Art. 3 Na Capital as cadeiras sero preen-
cbnl.is um lorp>, por simples nomeaeo e dais
tercos prece leudo concurso.
S l" A nomeagai inJependenle de concur-
. -acahir unicaiaente sobre os titulados pela
Encola Ni-mil lo Estado a da Sjdedale Pro
pagalorjda InsIracjlo.Pabi.ea, que UrereiB
obtidj melhores pproraedss um ou uini de ca-
da tii-im aunaalrnema dipiorruda.
S2' Con 1 i 1. 1 q -i 1 si refire osle arti-
- ilerao apresentar-ia os que si julgarem ba-
I is, caben I > apenas 1 preferencia, quando
Utas11 jilos em ktenli lado de con ii0:s.
f." a^s prorfesao-es un dispimbili tade.
2.'aos ti tallados por aquejas in-ittuic:s de
en ino e fli'aodo garanti los os seus ord:nalos
aos professores que nao quizerem su.eilar-se a
co 1 orso ou que o lando ailo, nao podercm por
qoaiquor rircumstancia, ser no.meailos.
Art. 1 Os actos expelidos na conforrai la-
de. do art. 1." darerao ser opporlunamente sub-
met'.i los a app-ovago d> po.laf legislativo.
Art. 3. Rjv.igim se as disposieas era con-
trario.
Sala ilas "orarai s-s do Senado, 2D de Abril
de 18)5 R-gmira CsiBujdeSazarelh
;).- C'iisl.iifi Pontud.
0 Sr. Praidenle declara que, depois de la-
vrado, promulgara o Derot do Senado con-
siau1.: 1 1 parecer n. 13 re, qum'o a reso'u-
M> de que trata O le 11. 19, va : fa/.er-SJ a de-
vi ia corainantcaeoo amara dos Sr. Diputa-
do;.
Nio havendo quera Tieira utisir-ae di pa-
lavia na primeira bora da sessa >, pissa-se
ORDEM DO DIA
Sil approvalos sem d:bata era 2." discussao
os pn jecioi ns. 7 e 8 deste anno, indo a 5
'Jommissai para re ligil-os, este sobre anonv-
uiito da iinprnsa e aquella sobre o escu lo que
deve serv- de sello do Estado.
Subme'tendo-so a l discussao o projecto u.
9 desi i anno (nstaa<).
.JO Sr Ede OIiveir.i-3-. Pre
si Jeme, esie projecto inoorlteitavelin nle da
ra 1 or irap jrtan;ia pira os interesses la laroura
e CAnsaguiOteinanta, pan oinu;ivs-o do lisalo.
N aumjQlo a preteafo da lar felo un pro
DE 1805
Presidencia do Exc. Sr. Drf Francisco
Jeixtira de S
hora legal, feiti a Chamada, vericanlo-se
ostar.511 o- Srs. Barao de N'*arolh, Albino M ".-
ra.Salazar M iac >S0, srculano Buideira, Albi-
no Si.va, Regueira Costa, Eninno Cuutn 10,
Teixeira 'ti Si. Coislancio Po.itual, Antonio
iVr;ouco E luardo d Oliveira, o 3r. Presi-
a aberla a sessao.
E lili, ^ondo a(.povudj sem debite a
ia <" O Sr. 1." Scretaiio procela [altara d>
guile :
EXPEDIENTE
OSR EI)VR)0 DE OLIVE R V. Sim sa-
nbor .0 Sanio lenin esciiracunentos mais
cunal.'lo-, pira p>ler raellior discutil-O, m^di-
rtcal-o. em mlal-o na 2 discuss).
OSr Uarciilaaii 3! i leir 1 -(Siode-
. V l'eil O Sr-ll dtSCWSU
I < Sr. It.irat de X-.x-i. ireth -Sr. Pre-
'SiJente, desde qu; sste projecto foi aqui apre-
seiuado. forra 1 a ideia de combtelo por
ceniequenc a, ag.ra na 1.a liscassao rinha pe-
,.a dir algumis infjnuaeis a respeito dalle.
I Mu, o scu iligoo primero s gnalurio, lam 1
8(). ipedi lo que elle sej rem nido a 4.' Co-nraisso
I para dar pirece-, ^u m agairia para discutil-o
SENADO
INiTRl'CCAO POPULAR

08 KStTBIS DA KllKlL
?0\\
Gaslo TMsaoder
CAP ri" LO V
A iMPF^IvTSA
GTENI! 2RGALBERTO DURER ALDO
MANCCEROBERTO ESTIENNEESTE-
VAO DOLET.
(Ctmtinvacio)
Qajtosoerg preferiu Kr condemnado a trr da
abaodonai- a su arle. Arruinado, c con a ua-
do, retire 11 se para Moguacia, sua patria, para
ah recoii: iru'r a suagotia. Pastado pouco
feoipo, accioB-se a Fnusm a o seu ganro Schoe-
fer, org .a u nova- o.a\c as, e imprimi, aem-
liresot 3 reme dos seus socios, biblias e psal-
urioa auna nolarel nitidez de wnpressao.
Tamben Faulo e Scbo:fcr baviura da ceder
lenaarac de se apropri.are31 ioseosivelrneute da
14 sesso ordinaria em 18 de abril
de 1895
Presidencia do Exin. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
(i.'onclu*ao)
O Sr. Herculano Bandcira-Sr-
Presi lente.
Cusla-me tmmrnsmeDle oceupar a tribuna ;
sinto-.no .le tal forma vexado que n&o sei mis-
mo de que f. rn> posta resoonder a S. Exc-,
(dirig'tndo-u m> Sr. Albino Altira).
O R ALBINO MEIRA- Ouv-o-hei com
muito Kosto. >
O SR. HERCULANO B. -A obrijaaAo m
que tsiou j Como siiru'ata/io a"a prajcio -
como 1.* Secreiaro, rae iropOa arar d rir
a tribuna c de, mquanto coua*r am oiniiat
Torcas procuiar refutar a ar^umaotacao da S.
Exc.
Nao laoba pretaneAl de elucidar a qaaatio e
nem lie convencer a S. Exc. porqaa racoobaco
que me Ma illustrar/io precisa a maimo po'-
que, anda qu a tivegse, Mtsra-aia saber ma-
nejar a patarra, o que a um doro qua S. Ex:,
leiu ds sa vj u a mim falta abtolulamaate.
f".Vio apoiadoti.
Sun : V. Exc. ha da eonvir qaa sab* argu-
mrolar da forma a parecer ter lampra raiao,
anda racimo que nao a tenba.
S lx*. dividi as suas c?nsidara(dea am
duas [artes : em urna pedia tclaracnrjnto
respeito de soppostos obscuridades do projecto
a era aulra combata-o direclamaota-
Quanios aos etclareciiiienlos padlJos ptnio
nao ter necessidad diaer coas alguui,-
visto como 9. Exc. com os rasas atarles ja se
daclarou satisf'lio.
O SU. ALBINO MEIRA-K' rardaV
OS. HERCULANO UANDE1RA- Qtaata a
couteitaco s disptscOes do projocto, A*io
responder a V. Exc, e o ua ana proaoobo
a fazf r, nao labendo n ma laoirai Hm m ta
auiiulia por inconstitucional e por estar -------- B..,...,. .
saccordo com o Regiment, quo nai adrante que. EXPEDIENTE *XiVaa5 "\l 1, lo 1 ti > 1
o Senado reso.va sem estar em ma.ona S lI)a So ,le M,,-,., Aul1 d jt5Us Cam-' q.j d ?cu^V a I ai, lo!ro aoeToroiJrto va.
Das estas pilavras, -u rae sent ., aoper- p9,(0fP^Sora jubilada, requirendo m dbora Fmc^&ml^tSSli^^
ver.
US. ALBN) MEIRA Perfeilamento.
clarcCea ; mas nao convenceu.
E ierra ge a di.cdssao.
Appora-so o project', 33ndo rejeitada a
emenda.
E" remttlida .'Commissao dito p ojelo a
Hu de o rediglr.
BsgoU-fle a ordem do da.
O S-. Pesi lento levanta a sessao, dando a
segumie ordem do dia : Discussao das emen-
das app-ovalas em lerceira discussao do pro-
jecio n. 5, 2" dos p-fljactos n. 7 e 8 1.* do de
n. 3, tolos dwtfl anuo, e trabillios dj commis-
roea.
15.a SESSO ORDINARIA EM 19 D3 ABRIL
DE I895
Presidencia do Exin. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
A' Itera legal, p esentes apmas os Srs. Bario
de Nazaretb, Teixein ae Si, Albino Silva, An-
tonio ivrncmbuco, Herculano Bm leira. Sala-
zar Moscoso e liesueira Costa, pro;ede-se nos
termos do Regiment.
O Sr. i* S.'cretario procede leilura do se-
grate.
EXPEDIENTE
Ura ofllcio do 1* secretario da Cmara dos
Reputados remetiendo aulographoi das reso-
Iuc3s, .m numero de oito, qu* haviam sido
solicitadas pelo Senado em oficio n. 19 de 28
de Marco ultimo. -A distribuir
Urna pelic&o do director da Secretaria do
Senado requ;rendo o aujmenio de 2i0j0X) an
nuaes 0111 seus vencim ralos, fleando esies as-
sim equipralos aos do direc or da Secretaria
da Canuta do3 Depula los. A Commisso de
Polica.
Comparecem os Srs. Constancio Pontual e
Eduardo do Oliveira.
O Sr Presidente declara aberla a sesso.
E' lila, sen lo approvada sera d;ba e a acta
da se?s5o antecedente.
Passa-sa ao expsdiente do Sr". t; SCretarto.
Slo lido3, sen lo approvados sem debite (n
eolnt.is pareceres sendo os de ns. lo' e 17
dispnsalos da impresso no Jornal da Casa,
a requeriraento do Sr. Eduardo de Oliveira :
1395 PARE :ER N. 15
A Commisso da i'ulicia a qiijn foi presen-
te a penga) da Director da Secretaria deste
Senado, bacharel Jos Antonio de Almeida
Cunta, acbl qpi" o de Justina o que requ;r e,
assim, propor q'e seam accrescidos os venci-
mentos qu1? ora percebe dito funecionano cora
a quantia "annual de duz?ntos c oitenla rail
res.
Sala das Corcralsss, 19 rie Abril le 1835. -
Tetxmra de Si Presdanle.//* culmo Baniti-
ra, t.' S.-cretario.-Rr.jiielr.i Cotia, 2 Sccreta-
1305 "ARECER N. 16
A CommUsto da Re lacges, qual foi pre-
sente o projecto n. 2 do corrente anno, appro
rado em 3.' discussao, 6 de parecer qui neja
elle assim redgido :
O CONGRESSO LEGISLATIYO DO ESTADO
DE PERMAMBUCO
Rrt'Avt:
Art, l* Fica o Ooremador do E*ladoaolo-
rimdo a maular proceder, no air.ibalde da
presa tal a mintia falla de baa*ria(Aa a a tur- Magia! ma, aos eslodos e obras iodlspenaaTaia,
raa en^enboia da argumentado da S Mxc. 'atlm de rilar que, por occasi) da-, elisias do
Di.-ne o nobre senador qua nao po ta aceitar. Capibarib as agB*is que entrara pc.'a margara
o disposto no final do g 2* do arl. l. do pro-1 djreit* do no vio imundar o lugar cunbecido
jecto por Iba parecer que nao ara mosalisadora por Vtveiro
a sua diiposirao. Por ah te r qua rara 3.1 Art. i* Para as despeas que se lornirem
D i e de parcer sobre os dispositivos do projec-
Outrade Jos Luz.Milgado Accioly. arehivi- t a discu la ano-entado do lliesonro do E o meiora idntica.- 3." Commisso.
I'assa-te ao pxpedien'.u dj 2.' Secretario.
Sao lidos e dispnsalos da iinpraasao, os 3e
guinte.s p irec.-res, o primeiro a requ iaa*t0 do J;n"im
Sr. HiTculano Buideira .o segn 10 o raqaeri-jliao p_,ju,/
sa appella, apreaoota o seu parecer
Nao sei o QjOb qie.' dtzir tem prejuiz) da i '
dis;u, porqii!, lo-foquo vai o projecto a una
lia est (/?sj fado prejulicala;
o, par c .nsegutute, ser discutido
ment do Sr. R -gueira Costa, sendo ambos ap- ^ 0 me3,uo projtc.o. qu: na plirase ^0 seu
provados seraid-bale ; jillustre auctor, da uiilidala m iisputavel.
1813.PAR.'.CER ff. lo Quando um projecto 11S0 est de accordo com
A 5; Commisso a quil fot presente o projo- flJ princpk)a k,a^ quando Iue8mo e,te e con.
do n. t> desleanno, approvado em 3.' discussH :, ,riJj .t.l(:C;.lUve, naj ju 10 que entre era
do parecer que se Iba de a seguidle reda-oolii discusstopara aar aoeaKtada
CQ&0
O SENADO DO ESTADO DE PiiRNAMBUCO
DECRETA :
Arl. 1.* O art. 9 do Regulamento Interno de 8
de Agosto de 1891 p, em regra applicavel ao
caso do anno seguate da leuisl Jura correte e
da nova, se existirem no Senado palo menos
oito Senadores, anda que nSo presentes.
i 1. No caso contrario, como no le renova-
ban da 2.' turma, cin a nova legislatura, cessara
os po teres da mesa eleita no anno anterior e se
Nao ha, portadlo, neessi lada de ir esse pro-
jecto a commisso alguma para dar parecer so-
bre e le. .
O SR. PRESIDENTE-V. Exc. den eonvir
que preciso attender sua discuss}.
OSR. BARAO DE N \Z S.RETH Eotendo,
Sr. Presidente, que piojectos dessa natureza
devera ser esludados calina e serenamente. E'
precis > que o Senado examine atentamente
com todo o seu criterio, con toliasua atleo-
go, certoi projectos qu: sao onerosos ao Esta-
formar a interina para as sesses prepralo-' do ; preciso attsn Ierran situ:gio nancei-
rias occupanlo a cadeira reino da turma reraanesctnte, o qual convidar 0 SR. EDUARDO DE Ol,IVEIRA-D i
para secretarios os que mais 111 >c >s Ine parece- aparte.
cerem dentre os Senadores da ra sma turma e O SR. BARAO DE NAZARETH-Analysando
os novos eleilos que tiverara diplomas nao con-
testados.
2 Havendo reclamagf^ de que ha oulros
mais mogos, se proc-d-r votagio por escru-
tinio, atiin de decidir se quaes devera ser os
chamados.
S 3* O presidenta nomear umi commisso
especial dentre os S na 1 res da turma rema-
nescenle a qual, vista dos diplomas, proles-
tos reclamacOos ou represen tates que ltie fi-
rem prsenles dar o seuprecer, culo este
urna s discussao, em que podar lomar parle
quilquer do- 11 .vos teilia, e sendo perraitii lo
a qualquer Smidor fallar sobre elle apenas uma
vez.
4o A votaco d) parecer sero admittidos
os novos eleitos, cujos diplomas nao forera con-
lesiados e na hypothese de aiuda assim nao se
ebegar ao numero de olo Senadores, proceder-
sj-lia para esse m c por escrutinio, esculla
de um ou mais dos novos eleitos, tendo eutu
lugar a vo'ago, e abslendo-se d'esta aquelle da
cuio diploma se tratar.
Art. 2.* No caso do art. 48 do Regiment,
achando-ss presente um lergo dos Senadores,
era II lo o expediente n3o s do 1.* como .lo
s. secretario e, oceup ir-se-ha o Senado dos as-
utnp'os pirmillidos na hora do expeliente
adiad, porm, a re.-pecliva volagao para quan-
do houver numero para deliberar, o que se pr 1-
ticai lambem com relaco materia la ordem
d 1 dia.
Art. 3 E declarado nuil3 por incostitucto-
al, o ad ntivn de 21 de Ju lio da 1*93.
Arl. 4,* Revogara-se as d sposicOas era con
I rio.
Sala dw Coramissis do Senado, 23 de Abril
da 1895. -Rtgueira Cos*.-Bario de Naztre:h r.
Constancio l'onlual.
1895 -PARE :ER -N. 10
A 5-* Commisso tendo era vista o projecto
n 5 d fe anno, approvado cora iras emendas
era 3." liscus-fio de parecer que sej 1 tila as-
sim redigido :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO 1STADO
DE PERNAMBUCO, RESOLV :
Ar. l'ioa o Governador do Estado au'on-
gado a re irgansar o ensino primario d acc r-
do rom o que dispoe o arl. 33 J 5
IQirao.
o projedo, como pretendo fazel-o, o se nao fosse
a ati.mc.ao que voto ao seu i lu;tre signatario
dina que. ess: projecto nao poiena pasear, nem
ileve, sera o previo esludo e a maxirai allen-
go do Senado.
Entendo, po.s, que elle deve ser madurara ra-
le analysado.
Tenbo concluido.
lO orador nao rev:o este dis ursoj.
O Sr. Eritlirio CouMnhu -{Sao devol-
ver o seu discaisoi.
O SR. PRESIDENTE Est em discussao o
projecto n. 9.
Acha-se tabre a mesa um raquerimanto ver-
bal, que ara rotado sem discussao. Por con-
si'guin'.e con'itiua em discuss? o projecto.
OSr. BaRA.) DE NAZARETH-Pecoa pa-
tarra.
O SR PRE3IDE\TE-V. Ex\ j allou sobre
o projecto.
OSR BARAO DE NtZARErd-Eu tenbo o
direio de (aliar duas rezes.
O SR. PRESIDENTE-O art. 103 do Regimen-
t diz que s poder fallar uma voz o Sraado-,
excepto o auor do.prpjeclo, qu* poJer fallar
duas ; a o nobra Senador ja failou sobre o que
eslava em discussao, que era o projecto n. 9,
duas vezos. Quanto ao requer.menlo rerbil,
V. Exc. sabe perfeilamente qu: nao aofifre dis-
cussao.
O SR. BARAO DE NAZ VRETiI Esla 6 a lei
da rlha, porque, alm do projecto, ha um re-
querlinenlo.
i) SR. PRESIDENTE -O requerimeoto oi
verbal.
OSR. BARAO DE NVZU1E i'H-V. Exc. pro-
ceda cerno entender.
O SR. PREMDE.NTE Ej pro.-eJo de confor-
raidade cara o Regiment.
"OSr. Antonio Pernatabusa -(Sao
deto'ctu o seu discurso).
Encerra-se a discussao.
Vota-se approvad) o projecto eral.* dis
cusso bem como o requerimento verbal do Sr.
Eduardo de Oliveira, p-lo que vao dito proje-
cto 4.' Corara i ss53-
Esgota-.e a ordera lo dia.
O Sr. presidente levanta a sesso, dando a
di Con ti- segrale ordem do dia : 1.* disuiso dos pro-1 t -
jjactosns. 10 e 11, discut o in par ceras 13 el H
,11 1.'discussao do projecto n. 3 103*03 deste
anno e (rabillos da commisso.
i 17.a SESSD ORDINARIA EM 22 DE ABRIL
DE 1895
Presidencia do Exin. Sr. Dr. Fran-
cisco Teixeira de S
A'hora legal, feiti a chamada, verificndo-
se ciiarera presentes os Srs. Regueira Costa,
Albino Silva, Saluzar Mjsioso, Amonio Pernam-
buco, Tcxeira de S.i, E luardo de Oliveira, Baa-
deira de Mello, Alomo Moira e Ermirio Couli-
nlio, o Sr. Praai lente ueclara aberta a sessao.
E' lida, scu lo afqirovaia sera debate, a acta
da sesso antecedente.
O Sr. l. Sicretario procede leitura do se-
guala
EXPEDIENTE *
L'm officio doCxra. Sr. Baro de Naza-elt
co.ii.nunican lo ao S.ualo qu; se acha doente e
por este motivo deixa de comparecer por al-
guns dias s sessis lo Senado Intetrido.
Nao hi expjdiente do S: 2 S.-crelario.
O Sr. Presidente promulga o erguate
DECRETO N. 4
O Senado lo Estado de Pernambuco, decre-
ta :
Art. 1 O art. 9. do Regiment Interno de
8 de Agosto de 1891 era regra, applicarel ao
caso do anco segrate da legislatura corrate
e da nova, st cxietirem no Senado pelo meaos
oito Senadores amda que nao preseates.
:5 1." No ciso contrario, como no de renova-
So da 2.* taran, em a nova legislatura cessara
os poderes da mesa eleitj no anno anteriora
se formar a interina para as sesses prepara-
torias, oceupando a ca leira de presidente o
mais valho da turma remanescante, o qual con-
vidar para secretarios os que mais mojos Ina
parecerera dentre os S madores da niesuoa tur-
ma e os novos eleitos que tiverem diplomas ne
contestados.
2. Havendo reclamar-ao de que ha outre3
mais mocos, ia proceder volago par escru-
tinio, adra de decidir se quaes devem ser os
ella nados.
3. O presi lente manear uma commisso
especial Jenl.-e os Sina lores t'a lurn a reraa-
nsscenie, a qual, vista dos diplomas, proles-
tos, raclaraagis ou representagjes qie Ihe fo-
reCB presente;, dar o seu parecer ; tendo esta
una .-> discuss), em que podar tomar purte
qualquer do< novos eleitos e sendo permiliida
aquilquar shnador fallar ssbre elle apenas
urna vez.
S 4.' A' volacSo do parecer sero adratltiJos
os novas elcilos cujos diplomas nao forera con-
testados e na hrpotiiese ds anda assim nao 5S
ebegar ao noi iero de oito Senadores, pro:eier-
se-hi para esse fin, e por escrutinio, a escollia
d 1 ura ou mais dos novos eleitos, leudo eata
lugar a v itaco, e abstend)-se desta aquella de
cujo diploma se tratar.
Arl 2." No caso do art- 43 do Regiment,
achando-se prsenle ura ierro dos Senadores,
ser lido o expedie ite nao s do 1. como do 2*
Secretario e oceupar-se ha o Simado dos as-
sumptos permiitidoj na hora do expediente,
adia la, pir 11, a respectiva volago para quan-
do boarer numero pira d'liberar, o que sa
prat cara tambera com relajo materia da or-
dem do dia. *-
Art. 3 E' declralo nullo por incoasti'u-
cional o aildilivo d 21 le Julho de H93
Arl. 4* Revogam-se as dispoit^oes em coo-
Irano.
Senaao d ) EsTado do Peroambueo. 52 de
Abril de 1395. -Fraucteoo Teseira de S. Pre-
stdate He-c.ulano fioni:i;o de Mlh, 1. Se-
cret ino. Jado fio/i ti R gaeira da Costa, 2*
Secretario.
Era segu du o mesmo S\ Presidente declara
que dito Decreto vai ser publica lo nns ollias
era que se imprimemos trabalnos do Congresso,
faziidj-se as devidas comraunuag:s.
Nao harn lo quera queira utilisir-se da pala-
era ua 1.* hora da si-sso. pa33a-se
ORDEM DO DIA
Sao approrados sera debate era 1.* discussao
os proje;tos ns. 10 a 11 deste anno aquelle so-
bro o lempo uecessano para obtenerlo das gra-
UHcacOiS pelos funecionarios pblicos, este so-
bre iniiovay) do coutraclo com a Compannia
Recife Draiu-ige, obten io dispensa de intersti-
cio para amb.n o Sr. EluarJo de Oliveira.
Sai tamb:i approvados sera deate os para-
ceras ns. 13 e 14 desie auno, rejeilano as reso-
luges iniciadas na Cmara dos Deputadospe-
los projectos ns. 23 de 92 (matricula de cra-
los) e 22 de 1393 (leudo de exercicio etTeclivo
para aposentadoras..
O Sr. Presi lente declara qu: vao fa/.er-se as
devidas couiinunicaris Cmara dos Srs. Di-
ptalos.
Submette-se a 1." discuso o projecto n 3
deste anuo (penso aos dlnos do Sr. Dr. Jos
Mara de Albuquerque Mello).
O Sr. Albino .Mein-- Pego a palavra,
U S.i. PRElE.NrE4'ela ordem, ou sobre o
projecto 1
U Sil. ALBINO MEIRv-Mesmo sobre o pro-
jecto e para pe.lir a retirada de le da discussao.
(Ha un a>:ine).
cora edeito, Sr. Presidente, tomo a palarra
para pedir a V. Exc. que cousulte a Casa se
ausente ni retirada deste projecto.
Nao que eu esteja conreu 1 .o da sua injus-
liya, da sua improcedencia. Helo contrario, jul
go-o, como vos tambera o jotgasiea, digo da ap-
provaco desu Casa, a vista da bmevolencia da
que oestes prora, ouvindo-me cora aiteucSo,
quando o juslitiquei e que agora agradeco, e do
silencio Com que o es rotar presentemente.
Motivos de cutra prdeea, motivos, por assim di-
xer, exlrinsecos, levam-iue a rejiral-o.
Logo que ou joruaes desia cida le deram noti-
cia la-apreseutajo d'esie projecto nesta Casa,
eu fui proco rado ranito iusist-ntemenie pelo
irmj do tinado Dr. Jos Mana, o Dr. Mmoel
Caetano da Albuquerque Mello, que, enconlran-
d 1-me, mostrou se to sorpreheadido quanto
adlicio pela presentaso do dito projeciu; pe-
dindo-me com a maiur laalaaeia que o relirassa
das discuss.s desta '.asa. E por mais que eu
discordasse da imporianua, que elle dar, s
cons lerajaii que adduzia para rastrar o fun-
damento do seu pedido, por lira, fez uma qua
me reso veu a pedir, e qua d 1 certa resolver
os nobres Senadores a cunee lereiu essa reti-
rada.
Era primero lugar, elle me fez ver quo trata-
va-se do recon lecunento de ura dreito, tratava-
se de ura preito de justica polmca em relacaa
ao seu tinado irrao, e que nao conseotiria ab-
solutaraeote, era quanto delle depenles-e, qua
essa justiga fosse submettida a approvaco de
um corporacao qu; elle rapula illeilimi e in-
competente para tailar em uome do Estado por-
qui a antora dos seus membros uao reprsen-
la a opiniSo oublica.
Si preciso que esse julgamento se raga era
noraa do poro Perpaiiibucunu e'l lia- l-du ac-
ceital o d'es.a corpoiagao que nao representa
esse poro.
Em Segundo lugar porque estHj c;c sendo
coavertido en lei tem de sur ese u ado pala
acl'ual Gorarnadbr do Estado, que na >ua opi-
iiij e na dos me m boa do seu patino, uo
ple to:ar o'esla raeleria.sej grave da ar para
elles, era quanto nao bou'.e punido os auloraa
do assassinati de s-u no. Iislaimio aestaa
cmsideraces, acafcou for adinu ir p^reiuptona-
aiuda que o projedo fosse conrer-



Diario de Pernambuco ~ ablmdo 4 de Hai de 1 St#5







lido em lei, a familia do finado absolutamene
nao se atilsaria d'ella, nao recebcria o provea-
tos que della resuliassem.
A uta disto, comprehendi que nao liona o
direito Ja iasis'ir mais, e venbo por conse
euinte pedir a V. Eui. que consulte a Casa, ti
eonsen e na retirada i'eate projecto, cantando
que ella aprrovara o otea pedido, porque estou
certo di que no animo do* nobres Senadores ai
consideriges cima expostas pesaro tanto
quMto do meu.
O Sen'o approva a -etirada do projecto.
Esgoia se ordem do di*.
O Si. Presidente levanta a sesso, dando a
seguale ordem do da : 2." discusso dos pro-
jectos tis. 10 e 11 teste auno e irabalhos de
commisno.
REUNIO EM 23 DE ABRIL DE 1895
Presidencia do Ex.tt. Sr. Dr. Francisco
Jeixei.'a de S
A' hora legal, feua i chamada, verifica-so te-
rem comparecido apems os Hrs. Teixeira de S,
Salasar Mjscoso, Herrulano Bandelra, Antonio
Pernaubuco, Albino Silva,.Eduardo Oliveira e
Regueira Costa.
Falla com liceoca o Sr. BarSo de Nazareln.
Na fjrma no Deeroto n. 4 do Senado proce-
de-se i leilura e dscussSo das materias con-
stante ; do expediente e da ordem do da.
E' 'i:a e encerrada sem debate a dwcussao
da ac'.j da scesto antecedente, adando-se a vo-
taco
Nac lia expediente io Sr. 1." secretarlo.
Passu-se ao doi. secretario.
E' lido e posto em discus.-", que se encorra
sem debate o segura!'!
1895PARECER n 20
A $." comrojsao, para dar parecer sobra as
inclusas pelicOes do .los Luiz Salgado Accioly
e D. .'liria Auta de Jiisus CarapeJIo, era que so-
licitam tuelbora de suas aposeotaderias-, p'ecisa
que lijara elles inlormados pelo Exm. Sr. Dr.
Secretario da Fazenda, nao s, quanio ao mere-
cime i.o das allegaeOes proiuzidas pelos peli
donaros, bem cora quanto ao onus que ve-
nhar: ollas ararreU.r para os cofres pblicos,
sendo deferidos.
Sai a dan commlssoss do Senado, 82 de Abril
de 13)5. Eduardo de Olivara. -Antonio Per-
nambuco.
Adia se a votacao deste parecer.
Pussa-se
ORDEM DO DA
Eacerra-se sem debate a 2' discussao dos
projectos ns. 10 e 11 deste anno, o prtmeiro so-
bre lempa de servico para obtengo de g*atifi-
cac.>3 '8 e o segundo autorizando a innovado do
cotiaclo com a Conpanlua Recife Drainage.
A votacao de ambos tica adiada.
Esgota-se or leni do dia.
O Sr. Presidente em segurta d. niaa dando a segointe'ordem do dia : Votaco
da acta, do pirecer n. 20, dos projectos ns. 10 e
11 era 2.* dlscusso "e irabalhos se commisses.
EXTERIOR
EUROPA
lBelgica
paramentoViajera do
rei Lecpoldo Al a I ;ia.
O movimento social ;sta e
suas coasequeocias manifes-
tadas em prevsDelibera-
do dos c ntros socialistas
reooociando a greve como
meio de accao Cuademna-
co e expclao de ana-ebis-
tasMaOifeatajada opoic
coitra a cesso do Estado
hvre ao CoouoProje to da
crcaco ae um servico de
irabaitioCoQve'so da ren-
da belgaCoodemoac&o do
Sr. Jraiaox, e a mor- sbi-
ta de um dos seos joizes.
Ac-b de apprcvar o senado o projecto d* re-
forma a' eleic,o?s commuoats, que fora fotidi
na cmara dos raoieiena.'.es, oade fot tumul-
tula a respectiva disco-sSo, a ponto dos depo-
ta .o .o.i listas deixa^em a casa antes e ter-
minar a sea:5o. em signa! de proe-tc.
A cmara d.is rep-ese liantes aparovou o orca-
meiio do ministerio da goer a, sem alierscio do
pro,sato, combatido violenta nenie pelos socia-
lisias que atacaran o corpo ae gendarme* et-
pnrltinirmn
E'.r e>a orcatiar, em nome do gropo socialis-
ta, l> uepuudo DoIl tt msi.'doa a mesa esta d--
cLia..a :
Av" garios declaaios do militarismo e
parala t.is da arbra^em para resolver os coo-
fli: os e .'.re as n.'C'ie-, oo queremos, de modo
algum, coatr jair ior noe^o* votos a despeas
que eogiUm as Horneas do paii.
up>ieiio< na voto no^dl ao o cimento da
guerra .
N ujsna camar', oSr. Lorand ped'O ao ko-
verit explicav53i acerca de liioffi iaes Dlos
eav alas aa ungo, son preex o de que forano
desliados p:ra o nistiium canograpblco.
Eiies (aiem pa-l' da res vv?, dise o orador
o que sera da rese.-a sem elles oo caso de mo-
bilit-tC^O ?
E' sala que se couorometto o pais, apezar
do oompromisso tomado pelo gorerno para ea-
tisfsaer ao re.
Cs otti :ues qoaodo nao mor30 por', vem
doeates, ou er.tio silo Irn formados em Someos
de !i lances e representantes i'e sociedades com-
meiciaet.
Sj sao n els ao tiai', termina o Sr. Lorand, o
seo liga- aqu. I>j "...ufro melhor qos ee
jan suppriUidos.
C 'i 'patado soc-iilista da Soignies apreseotoo
tai cen um projeitode le relativo a doragau
do taDallio, ;o trnalao denotie e ao descanso
beb^m.dario.
U projecto flxa e.n 8 fiaras o dia de trabalh
par o empregados e ope'a'tos do Estado, e 10
bora.i paia o; indurtriaes, que possoem pe o me-
nos cinco operaricr.
-- O re: Le^polJO a:aba da partir em vis la
aos ligas de Alta I:.lu, faiendo a impeosa si
ger; con:meotario8 a essa viagem.
Ctrtcs joroats fai.eru sobresablr a relafcio que
poce naser entre e prnctpe de Napol B coa o i> ia:ei Clemeoti&a
seaondo corro tal same oto
Todava, esse boato djchradoioeacto, com
dec!orc^o de nao uaver projecto de eolace cd-
tre ('S releridoj principe*.
O) socialistas lizertu demonstraces pu-
blmas. contra o ?n>erao, resaltaado desoldeos,
fe-meatos e riscos.
O movimcoto socialista no paii aceso ua se
ca1 ves mai, e era todo elle augmenta a agi
tacho operarla.
ih< aiveraoa puoicbcgam noticias de coa
flictos c.m a poUea.
:a R n .la travno-je e"arifsimo cocl.ito en-
tre a genlaraieria a os teC9iSes grvistn, fioao
do cm 3sie mo lo e 6 ferilos.
A,ezs- da poidencias aioptadas, no dia
Bei'uinle honve novo eticqae, ticando feridos
miitos los grevisiae, (3 doaqvaea gravemente,
e tice gendarmes timbera algaas foram feridos
t elicito de pedradas.
Si inioha oes psote por. vm-ie em gi'
mus de 10 mil iperaris vidreiroi de Cbarle-
ro e Verviers, teeda os operarloa das minas da
tt(i:rna 3idade sbaudonado tambera o trubalQo,
exigindo aogmento de salarlo.
0 nnoeiroa em greve conservara at'itode
ani" ca tora.atlltoiado ae a soa arrogaoeta'kao
fiito de receberetj aoxl ios das cooperativa*
03 raogeiras.
La ac-oraaeafeos pareJstas e os patroes
par ce qoasi impis ivkl. a meaos qae grandes
ioii mOm ffj,,ri ,elt3a de parte a parto'
13oi L ege esta suspenso o trabalbo das minas
de -jarvio de podra por canea da gre?e.
Os mloeiros mantera se tm pcsicao aggr,8,i
Ta temo j sosimudo verdaderos comjatea
coi a polica. Mis, j consta, qae a greve aoi
Woo por accorlo entre os indastrues e o
opsrarks. .
im N.Dur derar-:e erlas rixas entre sol-
dado j e o-polar s, resultando farimeotos.
fim p-senca reata gitoacao, foram mobilisa
des 7X00 hanuns da reserva e prohibidos os
mi* .irii aooaociados em prpagna da gievo
f;erul, sondo que |tor seo lado os ostros eocia-
t?tus, tm rennc qae fizeram em B'usellas,
te..-: am renunciir a cont uuacio aa greve.
Ll c.Urea oeste sentido foram aiiigldu tes
di mrsjf grapos d;.s provincias, conviuando os
np3-rus de tadan classe a voliarem ao traba-
ao.
Foram conlemnados a 18 meses de pnsao
dooi anarcbletas, a:casados de Instigar a grre
gernl e a pralica de roabu.
Deram-ie tumultos no tribunal, quando lida a
semenca.
Os camarada; deram vl? s a revolefao so-
cial e qnisaram arrebatar os coademoados.
A poica obston a realisac&j des'.e plano e
eSeciuoa grande numero de prisOes.
Foara expolsos e recondaiidos fronteira
qoatro anarchisias itali'QOi dos raiis perigosos.
O cooselbo de ministros presidido pelo
H, decidlo o texto deflnitlvo do projecto di le
relativo anaexicaa do Coogo.
Era urna reuniio da dire a parlamentar o Sr.
de Ballet, presidente do cooselho, fez declara-
(Oes importantes, diienda qae tema graves
coaipli;ac6es no caso da recus ao projecto de
aoiexacao.
t orna qaesto de gabiatle e talve ie abdl-
cacao do re.
ita allusao do re far os mab'Oi da maio-
ra retlactir e trahsloar para a alopca) do pro-
jecto qae o ministro dus negacios tslranjafros
j iprsjt.ntoo, approvaado a caiso ao Coogo 4
Blgica.
A opmiao publica em tolo o Dais vai se ma
nifestando contraria venda do Esiado Llre do
Congo.
~ T.ala se da cresc'o de ara servico de tra-
balbo, qae se- ligado reparlicao da agricultu-
ra, da iadnstna e obras poblicas.
Ser eiu remma e:leiico de organba;Oes mats
on menos idnticas, existentes no estrangeiro,
principalmente na Sui?si e eos B tados U jidos.
A oasej'esse servico ama es atisllca de 1ra-
b; ibo comp-cne id .'ujo : o esado da p'JC1 ParB
a> d.versas p ovisOes a< cansas da fa'ta d; tra-
b ho e os molos de reooed alas, a siloaco dos
o; erarios dos dous sexos, a' estatitca competa
dos accidente', os conflictos entre opearlos e
piilroe, o orcaraeoto das dlfferiDtes classa* de
operarios : a suoaco das sociedades coopera'.-
vs e mu'ua-, o ensino protissicnal, a legi-laci
social das piizes e trangeio. Urna adminlit a-
C&o especial colnera todas est>s iularmajOe?,
collaborara oo stabeieoimeLto das lea e reg-
lamentos e 0 calleara asna execoyia. Opera-
rios, Horneas e molberes serSo chamados para
htaar pule deesa adiaolstragao *
Ao codla ia da ptica alopiada nos E-ti los
(Joidos, onde lados sao ohrigados sob peoa de
umita a abrir seos Uvros aos age .tes do Depara
leaaeai of Labor., o projecto do conseibo s :pe-
rior do trao. Ibo repelle toda aiia da oonga
(So e prtfere as informaco s lisres ob'.idas par
pessoal competente.
Acamara uoa represantan'es adopton o
projecto daconverso da ronda belga 3 l|Z "|-
em 3|. aflir ando muios jomaes clencaes
que tratase seriamei.te de modicar o reguia-
mento da cmara e de dar ao presidente pode
res l) extensos qnaoto os da presidente d i ca-
raira franesa.
O tribunal roicedeu a criminosa Mario Jc-
riaux de cojo crirae de envcaeaamento tanto ue
occoparam os jornaes, a ser executada em oooa
aa< iracas pul) nas de Aa ue:pu-
l r: dus membros do jnry.que candemioa-a, o
Sur Peelers Vos', morrea suo ta aeni", Si Uoras
oepiis deter pronuncia oo seu ju!gameuu so
tire a envenecalora.
Essa morie ioaprersioooo mmto os soperg'.i.
c osos, qae viram maso o ffe.to das maldigo-;'
uradae sobre a envenenadora de Aatue p a,
jdt os qae a seoteacurara mine.
Ha pouco, noue oo cal Teniers, eoa Bro
xellas, anta nova rejaio dos presideoes da*
assocligOas aos clobs liberaes belgas, coavoca-
ios pela commisso piovisoria eacarregala de
procurar os meios da reorgaoisar o pariido li-
oer.l.
A8!S;Sofoi presidida pelo Sr. Julio Jansen,
seudo a ordem do da: medidas a turnar relati-
vamente crgaolaco do Cragre so Regional,
qae ser e i arregado de formular as bases de
urna federaco iieral democrtica e de elaborar
o pregra urna publico da nova a^ociat .
o principio da sesso o Sr. Jolio Jansen leo
uiia rana da Liga Liberal, dirigida i coma>i>a^o
i>ro73ir!a e informaoJo-a qae. actoalmeot?, e l>
nao podia partlcipor dostrab.lhos de reorg.nl-
8ac.o, sendo noanioe a aseemoia em sentir a
deiermmaco da Lga Lberal.
0 Sr. M-tervie, delegado pela as-oci-CSo >i
beral do diatMcto, trooxe comniscao proviso-
ria todas as bjoopaihias oa comm S'o da sacie-
ilide poli tea do distracto, anonnciando qae na
saa ultima sesso tila havi pronunciado um
voto favoravel |J reorganisago do paito libe-
ral, comit de Broxe'U jolga que na meio
de crear-.-e un organismo f-Jer-1. No em tanto
a qaetao?er4 apreseuiada em ordem do dia de
ama asamblea feral da aeeociajo, qos dever
realiLar-ee breve.
H ave depois urna longa discuesao pa-a sahe-r-
3 como le faria a eleicao do3 delegados do pr-
ximo coogresso regional; e flnalmect', a assem-
bia decidi deixar aos presidentes na delgalos
das asaoeb<;5es Lberaes do di trico aos mem-
bros da comraisso da assc-lacio lib-ral do da-
mete formando o ua grande commiss&a com os
mambros da comm'.sr&a pr. visoria de reorgaoi-
cao, o cuidado de organisor o coogresso regio-
Dl- .
No emlaoto a assembla emiltio e voto de \er
a represeotacoo proporcional ser appllsada,
qoando forem designados os delegados ao con-
cres80; aflm re qae iodos os grupos polticos te-
ja-i repreen'ala8.
A asiemb'.i occopou-se da eleico Jos dele-
gados roraes e decidlo:
1 Qae ama nova tentativa era feita junto la
liga lineal para p3rsoafii-a a participar dos
irabalhos de reorgaoisacio.
a Qie tolos os p-eeidentes das 883cciacoe<
e clubs libaraes de lisiriclo sarao convidados a
reunir mals celo possivol os seus meu oros era
assembla gertl aflm de dar ao delegado os ple-
nos podtr8 para exitnr, sendo necessanoi. vo-
tos formaos e tambera atirr de consaltar as a?-
sociacOae sobre o pouto da asber so ha meio de
crear-se am orgialsmo oo?o e central no dis
tricto.
U aa novarennio lera lug r brevemeata pira
a nara-acao da mesa defio.tlva, enca-regana da
arguuisacJ <*<> prximo coogresso regional.
Termiaon ja o processo los anacbistas de
L Os lacos que aerviro de base para o p-oces-
8i foro: o duplo ottentado commettido no dia
32 de Ab'il do anno passado contra a casa do
DO'gme;tre, Sr. Leo Gora-d e contra o theauo
Ret ; a exploso de urna bomba na lacha la da
igeja da S. Jiciues, no da 23 de Abril ; a ex-
plo: lo da ama bomba no dia 3 de Halo, na casa
doalvogido Raison.
O Jay respoodea negativamente s accasac5?s
contra o reo* L-biane. Amolpli. Verbte, Jo'is e
Berg, qae foro abiulvides; e as oairas alrma-
tiva nenie.
Depois da deliberacSo o tribunal coadernnoa
03 acensados Mulles e Westcamp a trabalbos
forcados e perpetulJaie; 8roucb e Bic a 10
anoos de trablhos toreados; Wjsen a i aanos
de prisao, Wilkc e Scblebacb a seis reexes de
pr sSo ; e pronunciada a coniemoacao de Bach,
o juts pergoatoo-'.be so liaba alloma coasa s
dise'.
O candemaado, oavinJo essa perguata, eJi-
receu-se e cbamou 03 jutzes de caoalbas e ve
Ihaeos.
Haveia commeuido ara crlme, .iirse elle,
isso nao juslie .
AUroa se depois sobe os sollados, cloc dos
quaes lutirao para coatl-o : foi urna sceoa io-
descnpttvel; toda a eala pareci eslucefaeta.
Oa oa'.ros coatlemaados consjrfa'ao-ja cal-
mos.
Huliauda
Visita p ovavel das rainbas a
Londres Tratad; camme-cial com
Portugal GoasagracSa do princi-
pio da arbitragem Pa ijo dos
operarlos sem trabalbo Approva
Cao das dellneracOes docjngresoo
socialisa- Java devastada Dli-
berac&o sobre a faaiagSa da ara es
tabelecimeato de inst ucc&o secun-
daria pelos catbollcos, dtrigdo por
jetultas Optrlid>ope-.'rij Das-
men'e-ie o boa o da vlnita do im-
perador Gallherme as raiabas -So-
bre o Cratble*.
relativas i saa iata-pre^c e a sui execucio,
se nao pnderem ser decididos directamente, sa-
rao saDmettidos a ama deciso arbitral, mas alo*
da que todos os oalros litigios, qae apparece'era
entre oa dous pases, serSo sobmattilos mesma
d ciso, comtaato qoe nSo toq-iem oem oa tua
independencia, oem aa sua autonoma.
Os operariosi desoecupaios, reunidos em
grande metiog, pediram trabalno ao go-
teroo-
Segando ama ioformaco do conselho cen-
tral da Assocuco Socialista (Pariid> D.mela
N ecwjhui>). todas as decIsOes do ultimo con-
gresso reunido em Dasembro na Haya faram ap-
provadas por via do rtfereodom.
Gbegam noticias de Am. do qae um violento cyclone devasloa a Una de
Java, fazen lo innmeras victimas.
Os citbolico.- reaolvei-am altlmamento fu i-
ttt em Amsterdam am esiabeleclmento de in-
s'.rdccao sacaradaria. qae ser dirigido pelos je-
auitas.
Gomo ja sabido, os catholicos crearam o an-
no pistado oa uolversidade de A.nsiardam, usa
cadelra oceupada pelo Rev. P. Groo', qae ensiea
a pbilosoDbu de S. Tnom.z de Aquioo.
O pirado operario socialista dirigi ama
circalar a todas as asaocucOes e cidadao', qae
sao par darlos de orna larga extaoso ao direito
de sotf'agio.
O ebefa d'sse partido CvOvidou todo) os to-
te essados a provocaren! no i glande mov-
meato de opiaio em favor de prompta e vas.a
refo-mi eleltoral.
O lim qae tem em vista exercer pressSo so-
bre o governo da segunda G mar, de mooo a
ob.e: dalles vastas concessOes.
Todas as socio Ja les ope-arias, sem dia inejo
de cores on caracteres, foram con.id.-las a se
rearare D, aflm de naraear uxa comaoisso, qoe
edigir um pro^ramma coaomum. A reunio
ter logar em Arasterdum.
Estas tentativas de agitado pare-cera, por i,
n'io intimidar oem o Goveraa e era s Ca
iaa-a*
O Dtgblad*, da iyi, qoe bem iafarma-
do em not'cia a- c- desmentir do modo mais formal a noticia da It-
alia qae, seguodo vari.s jornaes allemtaj, Gal-
lherme II la faxer em Amsterdara s du.s rainbas,
Indo em Agosto para a I Ssr juigada em Rotterdo a aeco in'en-
tada pea companbia Ajrddemscher LK-yd ao
proprtetano do vapor escosiez Gratbie, qae se
presume ser o causador da perda do Elbe e o
seu i anua).
P r soa ves o raini-terio do commercro Inglez
ordeoo ara i qu?riio p ra apreciar os estragos
qoe soffreu o CraiBi, ao choquo qae teve com
o Elo .
aisa
Sobre dueles Rep-eseotagio
proporcional do sy-t'-rca eleilora!
de Barne A respeito dos anar-
nbiela8 Representacao dialomati-
ca da Suis'a no eraogeiro Gran-
de lempeetade no lago Neofcbatel
As raiabas da Holanda visitarao Lon 'res pr-
ximamente.
03 EstalOE-Geraes occapatn-se actoal-nenie
de ama conveogSo commercial entre o goverao
bullandes e Portugal, a qual. tem o meresimento
de dar ama nova sanelo ao principio da arbitra-
gsm.
Por proposta do gabinete de Haya, Portugal
coasentlo em declarar no tratado ora qnesto,
nao smente qae as diffi:aidades oa as qaastOei
a.ri', uliimamente celebrada, raffi on, por um-
niioidtde de voios, as propoalaa dos seui tres
departamentos das alfande do' na.ocios esiraageiro*.
O decreto do Gooseib i Federal, que ootrou eoi
vigor no da 1.* de. Marco, e qae poe termo ao
conflicto, que ha muito lempo exista entre a
Fraoca e a Snissa. denominado das Zonas, toi
receb do com grande satisfago pelos babitant-'s
da Alta Saboia, do paiz de uez e ;-el.s popula-
efles dtLamano.
O novo decreto do Cooselbo Federal aonolla
as dlspo*iOes do decreto de 9 de Malo de 1893.
qoe oneroso para aquellas papulacoes.
Es importante deciso do Cooselbo Fede*al
vae de ceno recebar a approvaco das Cmaras
Federaes ; ella coostltue urna conceeso e urna
marcha s reiagOes commrciaes mais am har-
inooia cora as tra1i(0es pe. ular.-s de bous viz>
Oos que entrutlonam os dous pnze3.
Igrejas oo apellas filiaos publicas e nunca em
casas ou oratorios, que~ pub icos, quer particu-
lares, approvados ou nao approvados, sera liceo-
ca Nossa ou de Nossos delegados. Nas freue-
zias de campo, por ra. por serem de ordinario
extensas em lerr torio, i'ermittimos que sa fa-
Cara casamentas e baptisa los era casas ou ora-
tarios particulares decentes, quando estes lista-
ren! da Matriz ou Capella publica raais da urna
l*gua. Ei'este caso o Revdtn. Parocho ou sa
cerdote celebrante exigir de cada un a psqu;-
na qumiia de um rail ris em beneftc o das
Obras pas dioci'sanas, como d'afltes fora esta
belecido pehN-jsso Preclaro Antecessor, o 3xra.
Sr. I). Josa, era favor do Monte Pi Eclesis-
tico.
5.* Continua prohibida a pratica de pedir es-
molas pelas ras com migeos de santos e s-m
licauca dos respectivos parocho3 ; e a as es Ha-
vemos por multo recoraiueodado que jamis con-
bitantes Oas soaas
o conflicto.
A commisso do Conseibo Nclona1, enca--
regada de examinar o projecto da ere-cao de ora
banco do Esta in, mtoiuzam diffeceo es moll-
tleacOea nokorojecto do Cooselbo Federal.
R..'canoecaj prioapa1 ente aos cacto s o di-
reo de participar por dons quartos da euoscr-
Piao do capital da fomaco ,;qoe o projecto re-
servava intelrameo'e Coafederaco.
Os uliimos jornae8(.8ai88os paolicara a no-
ilaia da suparesno cautao te Berna, por ura referendam popalar
de 2d.238 votos caotra 24.53.
A oarigacao legal exiaiia desde 18.9.
A campanos fui molla violenta.
Nos ultimoc das os adversarlos da obrigaco
distribuiram nm pampbleto cont a o vaccioa, or-
nado de il.attracoes macabras e mnito pouco ee-
pirHSM.
E iire as molifleaces nropo nls-aa do Conielho Nacua.l figa am ss cegait-
lee :
O presidente da Confedarscio qne sar eleito
iodos anaoa, ser ao m.smo lempo ebefe do
DanarU.neato poltico.
po.- ama preposta do Sr. Spes'er o p-eaidente
ter UmOem a vigilancia sobre todos 03 nego-
cios.
O S 51 C "e-o!e propOa a creacSo de n?
posto de 8egunlo vice-cbaoceiler (ranees.
A comaoiAsaj do coojelho dos Estados para
a eicaco domeatica daa molberes, proroa por
Ui^oitoidade a asReobUi leaeal Dan ei.evie-
lambera a ess ramitlcaco os eflVlios do decre-
to federal de 27 de Juuuo de 188a, relativo
ins rucio prulssionil e industrial e de Iba con-
ceder ui.t. bve'.co federal.
Os delgalos su saos a conferencia de Mi-
15o, Srd. R'j'.nooQtt e Donar, j& es o de volt
a fcieraa para onde levaran a uioliior imprea
jo de'fa cooferea,,.ia p'apos:a pelo governo ita
liano pa-a examinar a qaestio da abertura do
Simpiou.
As receltas daAfinlega Meva-am-se eia
faridega, agriCoHura e eatr>Dgeiros
Creatjo do Banco do Esado
Suppresj da obrlalO'iedade da
vaccina ModiQcacao na Coa-tiiui-
Cao Sobre a educagao dom'tica
e profl8ioaal das inulheres Dele-
gado* ussos a conferencia de Mi-
lo Receitas aduaoeirss no roes
de Fevereiro ultiico Conflrra^QSo
por jalgado do Tribunal do Fritmr-
go na qaeato do Am'gn do Puvo
Li.a dos cimpoaze? laceodio
do tbeatro de Barne Fri.
.Feverei-o de 1894 a soaim de 2 85..380 frao-
itidcaco do Conslbo Federal eos e 22 conteeimos ; era Ftvereiro oe 1893
s proposlas dss reparlices da Al- soooma de 2 8JS.713 francos e 88 <-eatesi.no*.
Hoave orna dimiaaicao eu 1893 de 10.66G
francas > 3i ceatetimos.
O trlounal federal, diz o Jornal de Gene-
bra. conmoa o julgamento doa iribaaaes de
Fr.iurgo, regeitando o pe 'ida de iodemoisic*o
fo.-iioia'o co.tra o Sr. Pailiopone, editor da
Amiga do Povo, de Fribu-go.
Oe S'. Gail escreveram a 'J.zeti de Laos.n-
o;, o Co u.t da Liga d03 Citi-jo i--zts annuo-
cou ao gove-r.o ura peiido de luicativa no sen-
tido r-o abaixam-utj da carla a
4 .;. mximum, era vez d; -1. cono aciuil
m n.e.
G- demcrata?, cm o S-. Sobe-ier-Falierraan
e a IJjio Oj rana, apouram o psdi lo.
O ib'-atro le Berna, coja velba coostraceSo
data de 1768, 'jaa-i fol devorlo por ora gran le
ioc-ndio.
Feiizmeote o facto dea-se de dia e os bom
beiros paderam acudir a temuo, para impedir
propaganda do fogo, qae foi devido ao excesso
O fri tem sido eate anuo, coma em toda
a Suiopa, rlgorosisaimo.
Tem cahlda mulla oev.', e em alguos canlOes
o tberanmetra de3ceu a 30* abaixo de i9ro, a
poato de, em signas laa es, na di i de Mar-
co, o .hermoneiro raa'coa 17* abaixo da ero.
Km Chatel Snnt Dsais brava una casa qoe se
abaten sob o t.e-o da nev.
O minislro di jastiga dedaroo que os duelistas
sarao exemplarraeote castigados, alada qae es-
lejam al ament collocad:s na poltica.
Nao ha mullo o Conaelno Commercial de
Qe-ne ordenou a apreseniac) de ura projec o de
retu'ameoto eleltoral que permit sse esiabele-
aer a represenUco porporctooal na leglilac&o
de Be-ne, e esse projecto elaborado pelo S--
Mulier, presidente da cidade de Be.-ue, fol adop-
tado.
A represeotac*o proporcional val, pois, ser in
Iroauzda ua Capital Federal.
O que ha de mais noiavel nessa medid.: qae
foram ralicaes qae eiabo.-aram esse projecto,
eraquinto que o partido radical oppuoha-ie a
esse systema reclamado por urna boa parte da
opiaio publica.
Ha pouco comparecern barra do tribu-
mi oo jury os 21 iadiviluoa. que pralicaram
manos roaoos noi cantoes de Za.-icb, de Luceoua
e. Je S.hiwr.z. Algoos caafessarsm os eerjs crl-
me .
Un delles ealouqueceu e outro euforcoa se na
prisao.
N numero do3 aoarchistas que o Coneeibo
Fed.-ra' Sa'seo expulsou recente Lente, acba-se
um de nome Borgbatii.
E-a iialiaaoehaoltava Li-gaao, sendo qae em
saa casa que reumara-se os p'opsgandisus
O r' 'Cisso raje ton prximamente, por
22,39o v tos comra 171 732, a lei federal soore
a representaco diplomtica da Sjlss no.es-
iraogeiro.
Sobara cs leitoras em que consiste esta lei.
O Ca.iselho Federal, considerando a impor-
tancia sempre cre.-ceoie da amuraco e da pro-
,j-',aj qoe ten tomado no ertraogeiro as col-
n.as saissas,gcnidou de reforjar a representaco
consular da Goufederaco e de sobsinuir os agen-
tes consolares, nicos empregados ale boje, por
consoles do qnairo. Ao mesrao lempo jolgon
dever valer-se do ensejo para eolio.ar a repre-
se nuci uiplomzlica di Soissa ao aorco de ce-
los a-nenies e suatrahir saneco popular lo-
tos os decretos cranlo noroa cargos diplo.ua-
11X8.
A' piiraelra vista parece que seriara exceden-
tes as da.a medidas e, cora efleito, nao euscitoo
a pnmeira matos crticos; o mesrao porm, nao
a edn com a segonJa a a oppoiio qae e:l.
eacoatrou, fes regular pelo povo toda a lei.
Ha u na I-rada aceita pela decao -racia sassa,
mais anda qoe por entras dera-jerac as, e vem
a ser que a diplomacia para nada serve e qae cs
diol< maus sao ociosos pagos pingemente pela
estido para faterem musirs nos salOcs ofliciaes;
esta seanmento est vi.anecie arragalo no es-
crito dos camponeses saissos, e, fot liBoagean
do-o, qaa os adversarios da le consngairam (a-
zer rejeital-a.
Em vedada nao era o principio da le qaa
riles auca vara, cea parece qne a diplomacia es
laiereesava muila vivamaote ; i.nnam, porn,
ra.ido qr.e o Cooselao Federal ia dar am golpe
mano grave oo referendum e fol a isso que
quizeram oDviar.
Seguramente nao se illodiara.
Tendo querido o governo federal augmentar
ha algoos aunos os honorarios do miutstro da
Soisoa nos Estados (Jaldos, virs-ae tolnido de o
fazer por um voto popular, e vivamente sentir o
laconvenieoie dea.a sitaac&o; e usse momento
nao eslava inve .tada o direito da iniciativa.
lloje*qae edm uraa simples petlco de 50,000
cidaoos toda a le pode ser eoometlida ao re-
lerenda era para temer qae accidentes dessfc
genero Sbbrevlessera cora frequencia e o loine>-
sem na.sua aeco exlerna; foi por Iseo que por
engenboso processo constitucional, o Cra*eln.s
procurou saoirabir ao rufereadum ludo o
que disseese espeito diplomacia.
Nao o coosegaio, e os esforcos dos fanticos
do tefereudu a, juntos sos Jos adversarios de
toda a diplomacia, sob-epoja*am os estoco ,
pouco vigorosos lalvez, daqjeilss qne com re-
beudlara todos os iacoareoteate* di interferen
ca da naci inteira na3 relacdes exteriores da
Coafederaco. Sem doviJa nao necessano in-
sistir toare a incapaeldade em qae p e estar
um campoaio de Apieosel ca ura pastor d.s
Alpes para julgar ee tittl que a Sui-sa seja w
presentada era Pektut ou albores ; 86 o governo
cectral pode aber se os nteressss da Con'
raco o exigem e fcilmente so coraprebendem
os iaconvenientes qae poderla irazer a nova ei-
ta.ico-
No foi dis30, porm, qae caldaram os promo-
to es da campanba u tima e do mesmo mo o, u
aliiidade certa de coasales os delxoa iadfferea
tep/exeatte e xergaram o ataque qae te fasta
ao alreito de iniciativa popular qae tiaviam con-
saguido fiser ioscr ver ua Conslituicao e pelo
quai relavam ciosamente, e, felizes de pregarem
urna peca ao governo central, pelo qual profes
sam geralmeate um laieress. mediocre, de mais
nada se occoparam.
O referendum viagou-se dos ataques qae
Ibe qaiseram dar; era isso o qa Ihe baataia-
Q ande tempesta le desencadeoa-se sobre.o
lago Neofcbatel.
Abi sostiobraram diversas embarcacoai.
O Goaselbo Faderai, em lesdn extraordl-
Dada peoa satisf^So s reclaraacoea dos bi .sinlam semelhante pralica em suas Ireguezias,
" est terminado latei ameute sobre tudo cora ac mpanharaento e muscis de
qualquer especie. Tambara nao 6 nerrailtido es-
molar para fastas ou prociasOes fra das fre.ue-
zias, onda deve ter logar O acto religioso.
6. Nas procissOts de Passos nra parmlJo
representar as quedas de Jess no cammho do
Calvario, era faaer andar a iraagein le Nossa
Senhora, no encontr, em volla da imagein do
Smhor
7.* Nenhum Revdai. Parocho ou encarregados
de 'estas podaro promover procisses de ima
gena sem ,ic.aa Nossa ou de Nossos delega-
dos.
8." Rcoramendaraos ao3 Revdms. Parochos
que nao consintara em suas freguazias a pralica
de m cas on raeniuas conduziera nas procissOes
andoros coin imagens de santos ou da S ntis-i-
ma Virgem. Muilos autores que nao passam
por severos, denominara esta pratica a&uso ie-
tesiaoel. cos;ume cundemaado filel iheol. Falise,
psg. 554.
9.* Nao 6 adrnissivel o loque de msica mar-
cial dentro dos templos durant actos religio-
sos, e era antes neta depois d'elles. E menos
adinissirel o usa que s-: quer de aovo iniro-
lu ir de canlarem no coro das Igrija- senhoras
promi cuanento com horaens nas orches ras de
festa, noveoas, septenarios ou triduos. Repro-
varaos absolutamente esta pralica e Recommen-
damos aos Revdms. Parocboa que d'aii/aino fa-
Cam sentir esta No sa prolubi.o aos encarre-
gi-los de qu> quer solemnidade religiosa.
10. "8 Revdms. Vigarios encoinaiendados,
coadjutores e mais sacerdotes provisonados de-
vem requwrer novas pravises dn 13 das a um
inez antes d- expiraren ai provi-os em vigor,
segn lo a distancia de suas residencias, deveo-
lo sempre juntar ao requerimento as provUees
a expirar.
11." Os Revdms. Parocos devem ser solcitos
em orover-sa cala auno de Santo. leos novos
para admiotslrac&o doi Sacramentos.
Ouirosira, altendendo a qu-s os. habitantes das
nregpeaias oeotraaa uem geranre podarau de
pro'upio recorrer a Nos ou ao Nosso Vigario fo
raoao ou Arcipreste, onde o houver, em vn-tude
das grandes distancias, Haveino< por liara auto-
rsar aos Rv aereo, por delegatjaa Nossa, havcnla urgencia,
as seguintes dispensas:
1." Para casamraio depj3 do sol posto, lia-
venJo i'eocssidade.
2.' Era uraa proclamac-lo de banlios, Invendo
urgencia no cas.nne:i!o.
3.* Nis ceriil;s de baplifm s para casa-
mento, de parocliianos naturaes de suas fregu
iias ou de ouiras d'es'.e bispado smen'e, dis-
tantes e remotas, devendo elles justificar sum-
iiMriamente cora duasou tres lestemn has o seu
baptismo p-rante o seu Rcvdm. Parodio. O de
pounenio juramentado das test-racunlias deve
ser es"ripto no verso dos banhos e assignado
pe o Parocho e pelas tesleniunhas ou a seu
rogo
Os R<;vdm>. '.Vigarios remeltero era cada
quartel ao Revlm. Secretario lo Bispado um
relatorio des casamentos e baptisados feita* era
oratorio privado, e das dispensas qui liouverem
concedido, acompanhado dos eraolumanlos da
tabella e n vipor.
Palacio da Sol lade, 30 de Marco de 1835.
R^dm Sr. Vigarios da freguezia de....
r Manuel, Bispo de Olinda.
S. Jos da Agroiiia -Cora grande pompa
tera lugar araanh no convenio do Carmo, a festa
de S. Jos da Agona-
Haver hoje vespera solemne, com salva de
21 tiros ao meio dia, tendo lugar s 5 horas o
ultimo triduo com solaranidade.
Amanha, dia da festa, ser resala urna missa
i. 5 Horas da raanh, unlruio 11 horas do
dia a missa solemne que ser precedida de ter-
cias.
Occupar no Evangalho a tribuna sagrada o
Rvdra. Conego Octavio Costa, oceupando a re-
gencia da orcliestra o maestro Joo Al ves.
A s 3 horas da tarde lera lugar a procissao,
sendo levada em andores artsticamente feitos.
a Santa Familia, ten lo de percorrer a procissao
as pnncioae8 ras das treguezias da Santo An-
tonio e S Jos.
Ao recolher a procissao lera lugar o Te-Dcum
pregando o Rvdra. Conego Jos Lopes.
O interior do templo cuja ornamentado C3l3
confiada ao dislincto artista Manoel Agr Filho,
est magnficamente prepara io.
batalho de inTiuterla-Honteni
larde sse brioso batalhao realisou urna re-
vista de mostra no adro do respectivo quar-
tel.
Era segui la, em passeio militar deslilou pe-
las principaes mas da cidade, era ordera de
marcha, apresentando-se cora grande garbo.
Lamen*avel occarrenela Ante
hontem, is 8 horas da noite na ra do Riachuelo
teve lugar urna desgranada scena de sangue
que impressionou vivamente aos que presen
ciar-ira n'a ou qm della tiveram logo noticia,
Aquella hora conservavara na residenci- do
Sr. -los Soares da Amaral, o esludante de.
medicin Bernardo da Cmara Sampaio e a
Exm, Sra. D Josephina S. do Amaral, que esla-
va de casamento contactado cora o referido es-
tudante em presenta de diversas pessoas da fa-
milia, quando inop-nadaracnte Sarapaio puxan-
do de ura punhal, antes que ninguem podesse
delel-o, cravou-o na sua desditosa noiva.
A punlialalaque foi vibrada cora seguranca,
perfur >u o pulmo da infeliz moca que so acha
gravemente doente.
O criminoso, foi preso era flagrante, e
acha-3C recolhido Casa de Delero.
Rio Grande do Norte -Do' Natal rece
bancos o seguinte telegramma, que nos expedio
o digno secretario di Associajao Commercial
d'aquella pmca:
N tal, 2 de Maio. Diario de Pernambmo
ReClfe.
Ciiamado juizo criminal o inspector da Al-
ian lega d'esta capital, Dr. Jos de Moiaes Que-
des Aicoforado, afira de responder por calum-
nias irrgalas ao presidente da Associaco
Coramercia1, comraercante Angelo Roseli, em
telegramma pausado ao Jornal do Recife, negou
o referido inspector a autora do telegramma,
apezar de declaracao affirmalva do director do
mesrao Jornal.
O processo proaegue.-Secretario, Jos Gar-
ca
Publicacoes -Robemos :
Por intermedio la a^eocia Iliteraria n. 1142
d'0 Pimpao, folha humoristica de Portugal ,
03 voluntes 23,21 e 25' da biblioiheca do
mesrao jornal e o n. 5S7 d'0 Occidente, a
conhecida e apreciada revista llusirada de
Portugal o do estrangeiro.
O Occidente v m traiendo iuclo "ela raorle
do eminente portuguez Pinheiro Chagas, de
quem Iraz nm retrato e.m ptima gravura da
Caetano Alberto, director arlislico da mesma
revista.
Est digno, pois, de grande apreaaco este
nuniTi do Occidente, especialmente para
aquelles qu; aonberam devidaraente acatar a
pujantsima menlalidade do grande horaem
que acaba da fallecer, deixando ura luraiaosis-
simo rastro na historia do seu paiz.
Novidades Iliterarias-A seguinle
iijlica extrahida 'O Livro da Baha, que
por sua vez a Iranscreve da Gazela de Noii-
cias do Rio :
Valentina Magalhes prepara-se para pres
lar ura elevado servico i moderna lilteratura
brazileira, a, portanto, ao seu paiz. Nos prin-
cipios de Marco far na sala da Sociedade de.
Geographia desia cidade uraa serie de confe-
rencias sobre os escriptores que, nos ltimos
quin/e anno?, tem creado nome, irapoodo suas
individualidades salientes era larras do Bra-
zil.
Nao se limitar elle a tragar os perfls dos
prosadores poetas da sua gerago, ou do tem-
CHRONOLOfilA
COLLECCIONADAS POR
.Vlclchisedecla de Albuquerquo
Lima
Ml-O
Da 4
1G35 -Tomara os hollandezes um reduelo
avallado do forte deN'azarath comman lado pelo
capitao D. Jeronyrao de Loma, porem viudo era
soccorro djsie o sargento-rar Luiz Burbalho
teve o inimlgo de abandonal-o.
16'3'9-Proviso permillindo ao3 filhos do
Brazil a preferencia nos postos militares e em-
pregos pblicos.
18SOA's dez horas da manha deate da,
foi fuzlado, na Cruz do Patrao, enlre as lortale-
zas do Brura e Buraco, o sol lado do 1. bata-
lhao de fuzileiroa addido ao 2." da mesma arma,
JoSo Luiz dos Sanios, condemnado pelo crirae
de haver tentado contra a vida do alfares Jos
Joaqun Capristano, dando-lhe ura tiro de es-
P'nSar'iil -, J A
Foi e:te o ultimo soldado fuzlado, nesta cida-
de, por sentenca de conselho de guerra e o eu
corpo foi o primeiro inhumado no Cemiterio
Publico de Santo Amaro.
18S8=Toma posse do commanao das armas
o raarechal de campo Francisco Sergio de Oli-
veira.
?^
REVISTA DIARIA
Governo do Bispado-0 Exm. Sr. D.
Manoel, digno bispo diocesano, eoderecou a se-
guinle circular aos Revdms. vigarios das Iregue-
zias d'esta diccese : ...
Revdra. SrTemo3 necessidade de providen-
ciar acerca de alguns pontos relativos i isc-
pl na eccl-siastica, que de tempos em lempos
vai sendo obilterada e infelizmente logo substi-
tuida or us'S que eslo em flagrante opposico
cora as prescripces cannicas e dioce anas. A
uniforraidade das leis ecclesiasticas, j naad-
rainistracao dos antos Sacramento', j na cele-
brado do Augusto Sacriticio da Missa, j e.n
suas mltiplas disposicOes litrgicas, coosti ue
ura '.odo i.-.arinonico da unidade na disciplina da
Igreja Catholica Apostlica Romana. E esta
umda-le disciplinar, lo imponente eadmiravel,
nfto pode jamis -transigir cora uns tantos abu-
sos que p r ahi se vio introduzin lo era alguraas
parochias do nossa dioce e. E' preciso, Revdm.
Sr., extirpar esses abusos, sciatir essas corru-
ptelas que desfeiara a harmona oas leis da
Igraja e compromettem & consciencia do quem
aa prati a.
N'ele intuito Julgamos de mxima ulilidade
fazer vigorar as seguales prascripgOes:
1. 1' absolutamente probibida a celebraco
do Santo Sacrificio da Missa em casas ou orato-
rios particulares, sem Indulto apstol.co ou sera
ijcc'.Qa e proviso Nossa, a qual s Poderemos
conceder por causa ju-ia e urgen t, et ptr mo-
dum aclus. E se alguin sacerdote ou ar infrin-
gir esta No'sa datermioaco, sob qualquer pre-
texto, incorrer pso fado em su jiens&o de Or-
deno, por espaco da um mez.
2.' Fica prombida a exposico do Sanlissimo
Sacramento noite, por occasio dequalqmr
soleranidada, Te Deurn, novenas ou triduos, que
nao forem de mera devoco e piedade.
3,' A hora legal para a administrado do Ba-
ptismo e a celebraco do Sacramento do matri-
inonio de sol a sol. Os casamentos nola
nao sao permittidos sem licenga Nossa ou de
Nonos delegados.
4o Os Sacramentos davera ser sempre admi-
nistrados nas Igrejas Matrizes. Mas, ltenla a
pratica establecida n'esta diocese de longa da-
ta, Toleramos que s3 possam administrar nt.i
po em que se tem assgnalado tao notavel-
mente a sua propria actividade luterana. Os
seus juizes sarao reforcados, a proposito com
a leitura las passagens principaes das obras
dos horneas de leltras, honrados por esta bella
propaganda, que vai familiarisar cora o espirito
portuguez muitos producios preciosos da in-
telligencia brazileira.
A coiapatencia manifestada Valentim Ma-
galhes nao deixa duvidas do xito das suas
projectadag conferencias. Bastariam, de resto,
para Ih'o garantir, s justas syrapathias que
elle tena sabido conquistar em Portugal, onde
frequentemenle solicitada a sua ,collaboraco
para differentes jornaes e revistas. *
Einbar jue V bordo do Planeta a che*
gar do norte em viagem para o sul da R 'publi-
ca, em companhia de seus filhos Drs. Ueralao,
Vicente t Pedro Landira e de sus filha D Ma-
na Lanlim, segu cora de-tino cidade de
Campo, no Rio c"e Janeiro, a illustre matrona
D. Joaquina das Mercs Ferreira Laniim, que
all vai en visita a outro seu filho, Dr. Manoel
Landim, residente n'aque la cidade, onde casou
e distinct.) advogado.
Apreciadores das virtudes e dstinctas quali-
dades da Exma. Sra. D. Joaquina, qae no raag s-
terio publico, no_ qual jubilada, prea'.ou rele-
vantes servicos infancia que ensinou com pro-
ticicncia e cuidados matern-es, e no lar foi a
esposa dedicada e a m&i que se rev n'uma
prole que Ihe honra e acaricia a velhiee, dese-
jamos-lb) prospera viagem, e que della colha
todas as alegras de que vido e se encue o
coraco materno ao estreitar o filho ao seio, ou
tenha-o sempre prsenle ou o acolha depois da
ausencia.
Almanack Iliterario pernamba-
c*no-Publicamos cora saisfacSo a seguinte
caria que nos enderecou hontera, o illustre auc-
tor desse almanack pr jfessor Gaspar R gueira
Costa.
Illm. Sr. redactor do Diario de Perntmbuco.
Ueseji'.ndo que n Almanack Litterario Per-
narabucino para 1393 seja publicado at o prin-
cipio de Novembro futuro, venho solicitar de
V. S, que lo benvolamente me tem auxilia-
do nesta empreza, o especial ob"quio de, pela
revisla to seu conceituado Diarlo scientificar
essa ranha resolucao a ipdcs os illustres ca-
vaiheron que desejarera callaborar na referida
obra, afira ie que estes n3o demorem a reraes-
sa li seus e?crpi03 que devero ser endere-
cadoa pan ra do Viconle de Pelotas n-
22 al o lira do correte mes.
Aproveilo a opportunidada para ommunicar
a V. S. (pedn lo-lhe que o faca tanbem aos
seas inauraaros leilore) que o almanack de
180-3 continuar Ilustra lo, irazendo em sua
parta liiteraria, alara de niguas retratos de no-
tabilidades eslrangeiraa, os do3 emm ratea cl-
dadaos Tobas Barr lo. Clovll te B.ivilaqua,
AiTonso Olindens-, Daniel Berardo, Rayol,
Victoriano Palhares e outros Ilustres brazi-
leiros qu-j p-;Itors seus talentos e estu los tanto
l.n diglineado a Ierra que Ihes deu o ber$o.
Cora toda a estima sou de V. S. amigo obri-
gadoGaspar Regueira.
Agora resla que os nossos conterrneos que
cultivo as lettr-n correspondam quanto antes
ao app^llo que Ihes f^ito : e que o publico em
geral rao poupe esforco3 pira coadjuvar, como
merece, uraa publica$ao que, como o almanack
luterano pernambucano, visa, a par de satis-
fazer o intere3se3 do eommereio, para o qual
vai-se tornando dia a da .ie inJispensavel uli-
lida le, levan'o igualmcnto as lettras patrias
em prcl las quaes lera concorrido cora lo
boa om na de estmulos.
Rifas A propos lo de uina noticia que sob
esta cpigraphe publicamos n'uma das no3Ss
ediccoes pasgmlas, podeaoos CQjfl satisfago re-
gistrar que o Sr subdelegado do Recife, toman-
do em consi leraciio o reclame publico lomou
enrgicas providencias sobro o faci, fazeaio
cessar esse jog> era todas as casas que o maa-
tinho na allodida freguezia.
Foi esta urna boa providencia pela qial a re-
ferida auctondade digna de elogios.
Unio Dramtica Tiuabaubense -
E-la sociedade realisou no da 23 lo passado o
seu espectculo raensal. montando o drama
Gaspar, o serralheiro e a comedia lima
criada impagavel,
Muito concorrido, foi applaudido todo o es-
pectculo pela numerosa pial.
casamento civil -O escrivao dis casa-
raentn, que funeciona nos d sirictos do Rjcife
Santo Antonio, S. Jo e logados, afixou na
i-epart cao do registro dos ca3 tinentos ra do
Imperador n. 75 1" andar edital de proclama de
casamento dos seguintes contrahentes:
Segunda pubcaco
Ignacio Leopoldo de Albuquaque Miranho
Filho agricultor, residente na freguezia de S.
Jos, com Ca'.harina Eogeala de Andrada Paes
Barreta, residente na freguezia da Afogado3
solteiras e naturaes des'e Estado
Manoel Xavier Paes Barretlo, natural deste
Estado, agricultor, com Idalina Elisa Paes Bar-
relt', natural da Babia, solteiros e rezideates
na freguezia de Afogados.
Primeira publicagao
Manoel da Silva Ramos, natural de Port ugal,
comm -reante, residente na freguezia de San
io Antonio, com Francelma Amelia da Silva
Ramo:!, naturaes deste Estado, resideQ te aa
fregutzia da Graca, solteiros.
Hatidouro Publico-Foram abatidas
no Mataduuro Publico da Cabanga 89 reze,s
p^ra O consumo publico da hoje.
Hospital Pedro IIO movimento desse
estabelecimento cargo da -antaCasa de Mise-
ricordia do Recife no dia 2 lo Maio, foi o se-
guate :
Entraram .... 21
Sahiram..... 13
Fallecern] .... 6
Existen..... 738
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 lt2 da ma-
aha e sahio s 8.
Of. .'alaquias, entrou s 10 12 da manh e sa-
hio s 12-
r. Berardo, enlrou sll 1|2 da manh e sabio
sl21.2.
Df. Arnobio Marques entrou s 10 1/4 da ma-
nh e saino 1 da tarde.
Di. Lopes Pessoa, entrou s l(Jda manha
e sahio s 11 1,2.
Dr. Vieira da Cunha, entrou 3 8 1[1 da ma-
h' e sanio .a 9 1/4.
Dr. Bastos de Oltv-ura. earou s 10 1|4 da
na nii e sanio as 10 3 4.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1|4 da ma-
nh ". sahiu s 10 1 2.
Dr. Baplista de Carvalho, entrou s 10 1|2 da
manh e saiiio s 11.
Pharmaceutico, entrou s 9 1,2 da manh e
-ahio 11/4 da tarde.
I. Ajudante do pharmaceutico, entrou s
8 1 4 da manh e sahio s 134 da larde.
2. Ajudante do pharmaceutico enlrou as
8 Ii4 da manh e sahio 3 4 da tarde.
A 3'atente, entrou s 9 da manh e sahio
a9 1.2.
Cemiterio Publico-Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro no uia 1
de Mio oa seguintes cadveres.
Mana Francisca Eduarda, Pernambuco, 2o an--
B'tciw Joanna Pinto Moreira, Pernambuco,
27 amo casada, Afogados.
Cecilia' de Abreu Paiva, Rio Grandevo Sul,
13 nu zes, Santo Antonio.
Antonio Xavier Correa, Pernambuco, 28 ancos,
8Andre Francisco, Pernambuco, 84 anuos, sol-
^MUr.a^Peroambuco, 26 annos, casada, Boa-
VRoki Maria da Conceico, Pernambuco, 26 au-
nos silteira, Boa-V sta.
Joaqum Flix da Silva, Pernambuco, 30 an-
o os casado, Santo Antonio.
Auna Mana da i.once.co, Pernambuco, 48
annos v.uva, Boa Vista.
Feliciana de tal. Ignora-se, Graca.
Joaiina, Pernambuco, momentos, Santo An-
tonio.
f
"A
i
v--**-
.:



maiMih*!.......
litarlo de Pernamtinco **iaMmdo 1 tic Haio de 1995
9
>
K
I

lt
GALEPINO
Novid des! Novidades !
HOVIDADES CHEGADAS PELO C0RRE10
Ariuand Mllvestre Le passe temj.i
iliss iirceur-, 1 vol. broc.
1. erre Lo Jerusalra, 1 vol. broc,
Geurges ChnetLa Dame en gris, 1 vol.
oroc
Armand Silvestre-Coate de 1 Arenar
1 vjI. bruc
Alfredo de BarrosNotas e aponlamen
tos soiire minlia prisao na Fortaleza da Con-
cticao, na ca*a do correegao e em rainha resi-
dncia, (sob paluvra) desde 4 de Noveaibro de
>3 al 14 de Aguato de 94,1 vol. broc........
',S<$ooo.
Assis Bra:ellDemocracia representa! -
TO, do voto e do modo de votar, 1 grosso vol.
liroch. Sdooo.
Historia do general Osorlo, 1 vol.
.'jroc.
Ferrelrada Rosa-Elementos de anu-
lyse oriliograpliica, 1 vol.
LIVROS RCEMCHEGADOS
'Gastn Robert ortes de preslidigilafiao,
1 vol. broc.
Gastn RobertAs sortes de pnysica,
;. vol. broc. .
Gastn Robert-As sortes de earlas, 1
vol. troc. .
Cosinheiro nacional ou o coplelo ma-
nual do cosinhiiro, 1 vol-
Secretario brasilelro ou 03 30o mo-
delos de curtos para lodos assumptos.
l'ascoal -A morte moral, 4 vols. ene.
Tb GautlcrMlle. Maupin, 1 vol. broc.
Tb. GautlcrNovellas, 1 vol. ene.
"Mi. tiamler-Rel Caodaule e fonunio. 1
vol. broc.
Tb Gautler-0 avalar, I vol. broc
Alian Kardec-0 livro dos Espraos. 1
val. broc.
Alian Kardec-Co e inferno, 1 vol.
troc.
Alian Kardec -Gense, 1 vol. broc.
Altan Kardce-0 que espiritismo, l
O Dr, Lobo Mofcosn d cousullas em H 6*'- vz do -rjtMucaj, -Marta -ra-
na casa ra da Gloria a. 39 das 10 volarlo. -
horas da manh 1 da larde. Achan-
do-se fra do servido pubtico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promplido para fora da cidade. Espe-
cia dade, operacOes, partos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr, Joaquim Loureiro medico pariel
ro, consultorio ra do Oabug u. 14,
residoucii na Casa forte n, 5, casa de
azulejo, defroDte da igreja da Campia.
O Dr. Pedro Pontual,ex-caete de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
larde. Chamados a qualquer hora.
Na 65*, em vez denovo,leia-senosso.
No floal do pensamento de Montesquieu falta
urna interrogado.
Os oolros sao facis de corrigenda.
Rozeilis.
i IBUf0E$ k PEDIDO
Trocando
AO PUBLICO
As pitombas falsificadas, que rabiado as co-
lumnas d'A Provincia, entendem que eu nao sou
eu, e invectivan claramente um conhecido ca-
valheiro de nossa sociedade ; quprendo que elle
sirva-se do racu noine, para trogar no Diario.
Vfnho declarar que manifest o eDgano do
mordaz adversario.
Seria prudentissimo, que S. S. escrevesse d'ora
em diante, em outro estylo ; mostrando d'esta
arte, que leve educaco.
Eu nao tenbo pendrado na vida particular de
nnhum dos pitombos, que por ah andao.
Parece, porianto, justo que, nem na minha,
VC.bFammariou-Deus na natureza, 2 nem na da peefoi. quera matratao cora suas
vols. ene.
C- viMMmrlw
Narraces do infinito,
imaginarios,
dos mun-
1 vol. *I1C.
C Fl miuarlou -Mundos
1 vol ene.
C Flammarlou -Pluraridade
dos habitados, 2 vol*. ene.
Aluisio Aaevedo O hornera, romane;
naturalista, 1 \o'- broc.
Aluisio Acevcdo-0 mualo, 1 vol.
troc. .
Aluisio Ai-.evedo-O curuja, 1 vol
t.DC. .
Aluisio Azevedo -Mortalha de Alzira, 1
vol. bioc.
Aluisio AzcTedo Demonios, 1 vol-
broc.
G. Ohnet-A vonlade, 1 vol. broc.
G. Obnet-S.-rgio Panine, 1 vol. broc.
G. Ohnet Lyse Fleuron, 1 vo!, ene.
G- Olinet- Jr. Ramoau, 1 vol. ene.
G Ohnet--'ondessa Sarah, 1 vol. ene.
I,j ni do Trovador, modiuhas, recilati
vos, 1 vo. broc
Allium do Trovador, Lundus, ele, 1
vol. bto-.
C. Alves Espumas fluctuanles, 1 vol.
broc.
C. AlvenA cachoeira de P- Affonso, 1
vol. bree.
J de Alencar- Cinco minutos, a viuvi-
nna, 1 vol. ene,
I. de Alencar-iva, 1 vol ene.
I. de Alencar Lucila, 1 vol. ene.
I. de AtenuarAs minas de prata, 3
vols. eac.
.1. de Alencar -Tronco do ip, 1 vol,
anc.
I, de Alencar-A pata da Gazella, 1
vol. ene.
.1 de Alencar-0 Ermilao da Gloria, 1
vol. ene.
Macedo-Um noivu a duas noivas, 3 vols.
broc;
Mace.'oO forasteiro, 3 vols. broc.
Hacedo-Lu iota mgica, 2 vols. ene.
llacedo -A cirteira de meu lio, 1 vol. ene.
MacedoIlo;aance da semana, t vut. ene.
SI ..cedo-A nebulosa, 1 vol. ene.
Bf acedo-Vi'ientina, 3 vols. ene.
licedo=Os dous amores, 2 vols. ene.
MacedoRosa, 2 vols. ene.
FiffuierDepois da morte, 1 vol. broc.
a. Ilaudct O nababo, 2 vols. broc
Debay -Ptiytiologia do matrimonio, 1 vol
ene;.
lehayHvgiene do amor, 1 vol. ene.
Debay-Atej de conservar a belleza, 1
vd, ene.
K.uiz Guiuare-Contos sera preten-
cSo, 1 vol. broc.
JLuIz Gulnaares-Filagranas. 1 vol.
broch.
S. Sinlles- O carcter. O poder da von-
taie. O dever. Economa domestica. Vida e
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I.ui/. tiuiuaraesCurvas e Zig Zag^, 1
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cnicas de Whecker e Landolt, di
'consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n. 63 1. andar. Rezide em
C.minho Novo.
Telephone t.' 588.
Dr. Brrelo Sampaio, occalista, d
consultas de 1 s 4 horas no primeiro
odar da rna do BarSo da Victoria n
II.
Bjsideocia a ra Hospicio n. 46.
Telenhone d. 335.
Mediros
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz n:
6, d consultas medico-cirurgicas todos
ei dic.s das 8 meio dia, menos no
de mingos e dias santificados.
Dr. Ar/iaro Wanderley, Mudou o
consultorio par a ra Duque de Caxias
D 71 1." an lar, onde d consultas de
11 horas, da ciaah 1 hora da tarde,
Resideucia Ra Direita n* 41 em
a logados.
diairibes, se atrevo enerar,
Discute-se, apenas, poltica; e em grao ino
ffensivo.
Seo juiz que os ptombis suppem auxiliar-
me era ineus irabalhos Iliterarios nao tem agra-
dado ao Exm. Sr. Lr. Barboza Lima, que ainda
nao Ihe den melhor colhcaco, o caso escapa
competencii dos nvejosos.
Tanto p;ior para aquelle juiz, e tanto melhor
para os seus desairelos.
Se entendem que elle vendeu sua penna ao go-
temo do assasinato e do sanjue, nao muito que
adraittao que as suas trocs agradem.
Tomo a defeza de S. S. porque conheco a eua
pureza de seolimentos, e sai que elle nao 6 um
o-pcculador, dos muitos quo figuro n'A Pro-
vi cia.
Se Iba quizerem fazer jusliga, hao do con-
fessar que elle sempre foi um apreciador do alio
merecimento do Dr. Barboza Lima, cora quera
esleve identificado, DESDE QUE S. EXC. CHE-
GOU A' ESTE ESTADO.
E depois elle afirma que costuraa ser grato
aos beneficios recibidos; vrlude que nem to-
dos sabem ter.
Quaoto aoi insultos qu lhe atirao, prova de
que elle vale de alguma cousa, posso garantir
que os despreza e deixar sera resposta.
Foi o que elle leve occasiao de dizer-me, em
nossa ultima entrevista, mesmo, proposito do
qui pro quo d'A Provincia.
Mostra-seindifferenlo aos elogios dos pitombos,
tjpos para os quaes tem o raais solemne des-
prezo.
E nao o chacera santo, estar elle salisfeito.
-Parece que nao agrada a continuacao de S. S.
entre nos, urna ve que a Provincia aconse-
lha-o que volte para o seu Municipio.
Ainda quando pretendesse vollar, agora dei-
xaria de fazel-o, tmente porque os seus desa-
fectos querem coma sua ausencia jogar, segan-
do dizem, dessa paz imposta pelo terror ptla
ameaca e pelo crime.
Boa paz!...
Em conclusao : eu nao preciso de mentores, e
sei escrevr.
Delxei, pois, a Provincia^ de suppdr-me as-
sessoriado por pessoa, que nao se lembra dos
pitombos, nem meimo quando pratica o acto mais
cjmmume nessesari na humanidade.
A phrase vem de l e foi applicada para de-
monstrar que, em hjpolbese alguma, o Exm.
Dr. Gobernador lembra-se d'aquelle juiz.
Agora, se elle lembra-se e se o consiiera pela
sua dedicajo e lealdade!....
Eu nao sei a razao porqua a Provincia en-
tende que nao se pode discutir, senao levando
a questao para o terreno dos insultos J
Pesiimo systeraa t
J urna vez eu me lembra bem, atirarao-se,
atrevidos sobre a mesma pessa.
Esta veio a imprensa, e declarou, que deixa-
va sem resposta os insultos, porque, por traz
Osear Leal
Ainda ha potico nigumas folhis de Lisboa
noticiavam que o Ilustre escriptor brazileiro
Dr. Osear Leal recusara pobremente o liiulo de
Barao de Menezaere que cora instancia lhe foi
offereciJo para nao perder os seus direitos de
cidado brazileiro. Fez bem o illuslra hornera
de sciencas em preferir usar o seu nome que
tantos louros j lhe lera granjeado no gra de
campo da lilteratura e que ainda agora acaba
de contar raais urna victoria cora a publicaclo
do seu ultimo livro Viagem a um paiz de sel-
vagens.............
A iaprensa portugueza unnimemente acaba
de elogiar 'este ultimo Irabalho Iliterario do
nos-o amigo Dr. Osear Leal: Viagem a um
paiz de soivagens. E cora iustiga, assm era
de esperar, porque Osear Leal alera de ser um
grande escriplor, tera-nos acosturaado ao seu
genero e 03 seus livros ho de ser sempre pn-
curados e estimados.
E' de esperar que no Drazil esta obra dis-
perte grande enthusiasmo entre aquelles qm
se interessam p^lus cousas patrias e sabem ver
em Osear Leal urna gloria u icional.
A imprensa brazileiralque at aqu tem nao
s animado o llustre escriptor, como tambara
elog do os seus irabalhos-lilt^rarios hade for-
go'arenta reconhecer que elle tem prestado
bem bon- servidos ao seu paiz, que nao devera,
era poderao ser esquecidos.
Osear Leal tem publicado ja raula3 obras de
visgem e tem-se-nos revelado um nabil e bri-
lbante cnteur.
Em 1893 publicou em Pernambuco um vo!u-
me intitulado Conloa do in-u terapo que no
norte no Brzd ou prmcipalraent-j no ltcife
desperou grande celeumi entre os zoilos di
trra e uns pretensos Iliteratos co;- de caf cora
leite. qu9 l tera a estulta mima dse q ere-
r^m elevar costa Jdo crdito alheio. Toda-
va bora lerabrar qn essa critica manti la
pelo anonymato ou nssignada irrisoriamente
(para inglez ver) por nome completamente des-
conhecidos.
Ncssa obra Osear Leal d sobejas provasda
superi-ndate do eu espirito, e deixa-nos de
bocea berta, admirados do sou san< fagan, da
sua maaeira de dizer e sobretuJo prova-nos
evidencia que nao est filiado a escola .Igual*
e, que a sua penna rnenla obedece a arte in-
dividualista, ecrevenJo como p^nsa e coto
sent. E nisso est o grande v- lor do seu tra-
barlo, o que pura muitos paree absurdo.
-S.Conheco pe.-soalmen'e o auetor e sei d ^can-
to capaz o i-ra atihido espirit >. Osear Leal
tem levido ama vida aventurosa, irrequieta,
cortada de dissabores muitas vezes e ouiras de
Srazeres. Quem lhe conriecesse a fundo a sua
istoria poderla diz -r que lau o mais intrincado
romance de que pode haver noticia. De tudo
porm resultara urna cousa, que Osear Leal
nunea so deixou prender palo desanimo em
emergencia alguma, hornera que tem sempre
esta p rase entre dentes : Tudo lera seu lem-
po e deixemol-o seguir a sua rola porque quan-
do julgarmos casualmente qui riraoa d'clle, te-
mos forzosamente de saber que est a rir-se de
DtfSl
E' um horaem de aeco e que sabe tirar o ma-
0 Correio de Noticias... A parte poelca que
pode desagradar aos amantes do ideal Ivrmo
pelo contrario udroiravel e curiosa porque per-
tence arto individualista a que sempre se fl-
liou o Dr. Osear.
Basta sem duvida de lranscrip;Oes.
O leitor acabade lor a opinio da iraprensa
brazileira, do Amazonas ao Prata. Nio ha pois
a menor duvida de que o auetor tenlia perdido
com esta publicarao, como prelenleram alguns
anonymos do Recife
Agora vamos confer ncia que o meu amigo
Osear Leal realison na Sociedade de Oogra-
phia de Lisboa em 9 de Noveinbro ulmo o de
que se oceupou com elogios unnimes toda a
imprensa portugueza. Esta conferencia que
revela em seu autor um espirito superior, re-
presenta um estudo profundo e dutulhado do
grande rio americano. Vou Iranscrever apa-
uas o que diss- o -Seculo do L SDoa de 2111
91 depois de ter no seu numero d 10 do
mesmo miz apresentado longa noticia acerca
da mesma conferencia.
O nosso illusire amigo Osear Leal fe* pu-
blicar era voiume a sua iiUeresantissiraa con-
ferencia sob:e o Amazonas conferencia que
ha das fez na "Sociedade de Geographia da
Lisboa perante numeroso auditorio e qu tant s
applausos lhe conquislou etc...
Eis ain l-i o fin .1 d'uma noticia do Diario de
Noticias, de L'sboa do 10-11-91 .. .0 nu-
meroso au lilono que tove occasiao de co.ihecer
essa peca litleraria apreciou-a com bastante
sympatlna, manifestaba em vivos applausos
quando o dr. Osear Leal terminou a sua confe-
rencia :
Como o leitor tem visto o meu de3ejo tor-
nar con eciJa a opinio da iraprens i seria so-
bre as ultimas publicaces do mu amigo Osear
Leal e tia.-le intuito o tmior prazer que siulo
mostrar quo tanto l como c ha crticos son-
satos e da primiera ordem, que o sabem apre
ciar deviJamente e tecer-lle merecidos elogios.
Fui um menino homem..
.Atad. .o h...r. .. atM8. 4 'riS& P.lq"e3.na T
oremduvtds aquella minha asaeveracao. i;. v uo uw. r,s.^. re
Felizmente Osear Le.l um esp rilo superior u
por isso ri-se serapre, sahindo triumpliante em
todas as luctas e estimulando os tnvejosos a
inii al-o cm beneficio da patria.
Osear Leal publicou tamb;m rocenlemente
um formoBO livro i n ti taladoDa Tejo a Pan,
pjbhc.go esla que foi muito bera receb la
pela imprensa portugueza e brazileira e tera em
va de publicai'o outros livros de viagens e
um romance Par tro que ser mais tarde
publicado, quando fr opportuno o seu appa-
recimeoto.
Lisboa, 1835.
Lopes Carqueja.
Uta a grave njustica
A honrada Asso ia^o Cominercial Be-
nofieente procurando defender o interesse
ferido de alguns individuos para quem o
eutreposto estadual, creado p lo Regula-
manto de 9 da Feverairo ultimo, consti-
tuio urna forte barrei ra oppoeta da de-
fraudago da r uda do Estado, irroga cla-
rnor..sa injustiga ao digno inspector da
Alfandega, cajo papel no assumpto lim:-
ta-se execucio leal e fiel do dito regu-
laraento e de quaesquer outras resolujas
do procurador d) Estado, como imperio-
smente lha cumpre era virtu le de ordens
superiores,ni.tidamente da Circular da Di-
rectora das Raudas Publicas do Thesou
ro Federal, sob n. 10 da Uda Margo
do 1893, j citado na iraprensa em dafeaa
d'aquelle Ilustre funecion irio.
Com effeito, benemrita Ass^ciacSo
ximo partido dos seus actos s vezes i reflecti- Commereial, qua alis mais de uma vez
dos. Em certns occasiOes parece-nos um inge- em documento publico tem firmado o re-
nuo, maso corto que se alguem experimentar conhecimento de qu3 a actnal adminis-
por em dnvda aquella rainha asseverac
Sd eu estou caneado de esperar por um
municipio melhor, o caso de satisfacao
para os ineus desaffectos.
Ha, realmente, muita gente quo/'refere
a lama ftida dos caitos de es goto ao mais
exquisito dos perfumes.
Perfeitemante, de accordo com a Pro-
viucia.
Ella nao tem raz2o, em dizer qua fal-
ta quem diagnostique o meu ?norbus ;
desde que tem bom medico em -asi, aquel-
le raesmo qua deu recata ao Exm. Sr.
Dr. Barboza Lima.
Tanti doenca por c, e tanta saude por
l!...
Parabens Provincia.
Em ultima analyse. os bomans que s
vive/u de perfumes exquisitos, poderao
morder-me vontada ; cartos da que eu
nao voltarei carga.
Mus, (vejo bemj se tem em algum
apreco a honra das tamiiias, atirem-se
somente sobre mim...
Se nao comprehenderam, leam o ulti-
mo artigo de um dos seus pitombos.
Nada mais.
35=95.
Paes Barretto,
Despedida
Joaquina das Alerces Ferreira Landim
a seus filhos, retrando-se do estado, e nao
podando por motivos justos despedir-Be
das pessoas que os h nraram com sua
amisaie, faz pelo presante, offerecendo
a todos, os seus diminutos prestimos na
Cidade de Campos, Estado do Rio da Ja-
neiro.
Recife, 2 de Maio da 1895.
IaQ'es de amizade, mas tambem porque
ignoramos quaes as exigencias que Silvio
comidera como inattendiveis e os emba-
races opposto* por S. Exc. & execucSo
das obras do Passeio em quest&o.
Estando cert08 de que S. Exc. dar ao
publico as explicagoes que ulgar conve-
nientes, voltaremos a > objecto do editel
do Dr. Saldanha, cujos actos mu to preo-
cupam os espiritos dos Salvio Silvio e
socios.
Recife,
3 de Maio de 1895.
Vespasiano Pollarini.
com maldade a sua bondosa ingonuidade, pJc
contar que se metteu em ra cama o peores len-
fes.
E' sujeito de poucos amigos porque s sabe
ser amigo verdadeiro e como lal s quer quem
lhe pague na raesraa moeda. E' encontrado em
toda a parte, destro e fra de horas. No S. Car-
io, na Avenida, em Lisboa, nos serles de
Goyaz, ou Mallo Grosso, entre selvagens e po-
vos rastic s; de casaca e luva branca como o
mais gentil e cavalheiroso habitante do Cniado
ou do Doulevnrd ; era ranngas de comisa e c a-
po de carnauba cora abas largas a remar em
canoa Amazonas cima ; tomando caf no For-
nos em Madrid, cenndo no Rice em Pars, ou a
flanar porta da M naco ; nos bailes campes-
tres dando o braco a modesta coslureirinha ou
levando gentil snnhora em veniriinosa valsa nos
vastos e sumpluosos sales da Marqueta de Am
briz. Em Lisboa se no o encontrarem no Marti-
oho a 1er rpidamente o Correio da Soiteho-
de encontral-o n'alguma espelunca da Moura-
ria I Has porque e para que? Dir o leitor. Ser
vicioso ? Ama o jogo ? vinho ? As bebidas f
Nada d'isto. Osear Leal vota a mais profunda
averso ao jogo e s bebidas. O que elle quer,
o que gosla, a sua paizo favorita, afinal decon-
tas, tudo ver, ludo avassalar, tudo experimen-
tar e realme-ite era capaz de jurar que o meu
amigo se relativamente pouco tem visto, de tudo
tem alias experimentado.
A's vezes invpjo-o e sinto vontade de acora-
pnhal-o as suas excursOes, de seguil-o pres-
suroso e este desejo cada vez mais se aviva e
cresce quando leio releio as suas interessantes
descnpcOes que se recommendara aquel les que
abera apreciar trabalh.03 d'este genero, cuja
leitura diverte e illuslra.
Fallei nos Conlos do meu lempo e disse
qu? esta obra de grande valor, mas nao sou s
eu que o digo, disse-o a imprensa portugueza e
brazileira, senao vejamos :
O Secuto de Lisboa de 7-4 -91, assim se ex-
prime referindo-se aos Gontos do meu lempo...
Escripto em lioguagem amena e despre-
tenciosa este livro captiva agradavelimnle a
altenco do leito- pela variedaie de assumptos
que n'elle encontra.
Do Diario de Noticias, de Lisboa de 26 -3 94:
O lalentBo escriptor e poeta bras leiro Osear
Leal rubn ou um,novo livro no Kecife, sob o titu-
lo Cornos do meu terapo. E' urna serie de con-
los em parte humorsticos, uma serie de poesiae
com dedicatorias a diversos amigos, recordaces
da boa camaradagera e por ultimo trechos de
excursOes, etc.
Sendo presente esta ob a a Academia de
de uma mocidade fogosa e ogitada, ella va uma Sciencias, o respectivo presidente ordenou ao
secretario da mesTia, Pinheiro Chagas, afim
de transmillr ao autor os seus cumprimentos.
velhice, que lhe mereca tolo respeito.
Alludia um titular, que devia valer alguma
cousa para a brava gente, e quem nao podio
ser agradaveis taes insultos.
O Rosellis est, hoje, indisposto para escre-
vr, diante dos boatos assualadores, que correm
pelas ras desta cidade.
Ou bem ha de pensar nelles, ou bem ha de
eBcrevr calma e reflectidamente.
< Nemo potest servir duobus dominis.
Vai um pedacinho de latm, para amenisar
as agruras dos malditos boatos.
Da lodos, o mas revolucionador aquelle,
que d a deposicSo do Dr. Governador do Es-
tado, para o dia 5 do correte.
E como, perguolei eu ao novelleiro ? !
O Arthur Osear traz do sol ordens termi-
nantes, e manobrar cora O SEGUNDO.-
Se assim acontecer, quebr a penna e vot-
me ao silencio.
O meu roebedo nao poder resistir ao emba-
te das ondas inimigas.
Ou er, ou morre, gritarSo^os pitombos vence-
dores i
Mas o Rosellis, mesmo no codo mundo, bota-
r manifest, explicando sua attitude, sempre
correcta e invejada.
Dr. Rozeilis.
P. S. No meu artigo de hontem, ha alguns
erros, que convm corriglr.
No periodo que corneja por-Dar-se-na o ca-
so-e finda, por existia,-fulla uma interroga-
Na 62", linha, em vez de -sucesso,leia-se
guccesio.
etc.
O Secuto e o Diario de Noticias sao as
principaes ful' as diarias de Lisboa.
Vamos agora ao Brasil. O Jornal do Com-
raercio do R>o de Janeiro de l-ti-93, diz :
Os Conlos de meu lempo dj Osear Leal of-
ferreem ulgumas horas da carioso passatempo.
O Artista, folhadiaria do Rio Grande :-
Se o Dr. Osear Leal nao fosse assaz co he-
rido na repblica das leltras pelo seu espi-
rito cultivado e abalisados dotes de publicista
o livro tontos do meu lempo ser a o suli-
ciente para consolidar-lhe a reputaco como
escriplor emrito,
Agora O Amazonas de 2"12 93 -Os7on-
os le meu tfinpa coraprehendem tres" parles :
a primeira uma collecco de qurnze mimosos
contos. em estylo despretencioso e ameno que
deixain o espirito agradavelmente Impressio-
nado; a segunda Flores de Maio, se ic de poe-
sas diversas em que a elegancia, a neutrali-
dad* e a corrego da forma correspondente
inspiraco do pensamento ; a terceira Excur-
sOes conlm cinco descnpjOos de viagem que
encantara pelo modo porque Ibes sao trans-
miilidas as impresses e as ideias que a con-
templaco da naiureza snggere a um homem
culto, etc...
Do >Goyano de Goyaz Os Contos.
sao 2cripto8 com a verve que caracterisa o
autor e que j o iez conhecido da imprensa
bra'ilera e estrangeira...
Do Commereial do Para-Os Coritos
uma obra digna de uma estante de lilteratura
como sSo todas as obras que sahera do mscu-
lo tlenlo do nosso distincto compatriota o Dr.
Oocar Leal...
Do Clarim da Cuyab-Peo9 captulos
que lemos licamos fazeodo b.mjuizode todo
o livro..
Agora o Diario de PernambucoO Dr.
Leal mostra-se um conteur muito eslimavel
pois diz com espirito o que quer referir e por
vezes captiva inteiramente o leitor.
O Commercio d, Pernamhuco-Compre-
hende esta obra contos, versos e oxcurses que
revelam muita habilidade no au or ibeontesta-
velmente intelligente.
qu
traco aduaneira tem a feliz inspiraco
de conciliar os legtimos intaresses da res-
peitavel classe commereial com as da Fa-
zenda Publica, nao deve ignorar qua a
Aifandega, na misso que lhe est confia
da, por forja de accordo estabelecido en-
tre o governo da Unio e do Estado, da
arreadaco da receita a este pertencents.
ote poda seguir outro caminho que nao
seja cumprir, e ecatar escrupulosamente
as ordens do Sr. governador no tocante a
esee ramo de servico, desde qua nio re-
sulte d'ahi, com. na r.ypothese, nao re-
sulta perturbaco para o serv? > federal.
Por outro lado, seno, como indircu-
tivel, que na aua limitada esphaia de
mera executora do seu regulamento, es-
capa completamente Aifandega compe-
tencia para entrar na apreciajao da con-
stitucionabdade ou nao d'essa regulamen-
to, mais se accenta a improcedencia das
increparlas que com tamanha vehemencia
levanta n'esta particular a Associaco
Commereial contra o chefj da reparticio
aduaneira.
Entretanto certo, e a Associajo o
proclama e reconhece, qua esse digno che-
fe, do il liccao da experiencia e ao
mesmo tempo sensival razoaveis ponde-
ra3a-- o coramercio honesto e digno, que
importa nao confundir com alguns com-
merRante3 remissos a satisfacao das con
tribuic.-s qua o Estado (Talles exige e
que repr sentam a excepsao monstruos>
da classe, com sua gran la maioria de in
contestavel h nestidade, qur as transac-
c3es mercant8, qur em suas relacSes
com o fisco ; o digno ch ;f da repartic&o
aduane ra, dzemos, foi o primeiro a pro-
por modificacSas ao questionado R-jgula-
mento, as quaes foram acceitas, no senti-
d) mais liberal.
Es e facto por si s demonstra eviden-
temente o espirito conciliador do Inspec-
tor d Aifandega no desempenho 'e sua
arduas fundas, env lvendo ao masmo
tempo e lgicamente o mais seguro tes-
temunho da injustica que preside s cen-
suras da distincta Asociacao Commer-
eial.
Nao tem, pois, razo digna represen-
tante da claese commereial pernambu-
cana
A Provincia
O orgo do partido autonomista insul-
ta-me, em seu numero de hoje, por en-
tender que eu sou o autor dos artigos pu-
blicados no Diario de Pernambuco^ sob o
psaudonymoDr. Rosellise talvez, sob
o deJustus.
. Odio .valho nao canga .
J em tempos idos, quando eu, no ca-
rcter de promotor publico de Iguarasa,
repelli uma grosseria do conhecido juiz
DOENTE, aquelle orgao, por amor da al-
guem atirou-se sobre mim com unhas o
dentes.
Nao estou disposto a entreter polmi-
cas, em estylo conveniente.
L mesmo n'A Provincia ha quem sai-
ba, que eu tive oduc sao...
Se ella entenda que eu devo ser atado
ao posta da diffamasao, tem carta branca,
e pode continuar na tarefa encetada.
Sao honras que nao sb solicitara, mas
qua nao se recusara.
Quanto minha meninice, eu msmo
poBso fornecer-lhe bon3 elementos para o
ataque.
A Provincia sabe onde resido; a ahi
pode, sem receio, mandar um emissario,
que tenha educaco.
Contarei tudo, sem ter de que corar.
Ha uma circumBtancia, qua convm,
desde j tornar aliente.
F ilma: e*
N:f noite de 28 para 2J do mez findo,
eu e o meu amigo Dr. Jos Lima tea-
mos sido victimas do puuhal de VLinoel
Ferreira, se nao nos apressassemos em
desarmal-o.
Deu lugar ao facto ter aquelle indivi-
duo sa enfurecido com uma pergunta
que, por engao, lhe foi teita pelo cidadao
cima referido e investir contra nos.
Desarmado e preso Manoel Ferreira
que nao foi espancado, como cavilbsa-
mente se d3se riAProvincia de hoje
o delegado procedeu a respeito como de
lei.
Sobre o oc:ori*ido nao procure! o Dr.
Cos a Lima para dar desculpas, e muito
menos allegando erabriagez.
Achando-me nasta cidade, -me impos-
svel, de momento, corroborar tudo quauto
venho deairmar com testemunhas e pro-
vas insuspeitas, at de passoos indicadas
pelo meu aggressor.
Fal-o-hei, porm, da bom grado, ao
regressar a Palmr.res sa o noticiarista
a'A Provincia quizer Ver com a sua as-
signatura. ..
Eis o qua, por ora me cumpre dizer.
Recife, 3 de Maio de 1895
Fenelon Affonso Ferreira.
A' Sania Casa de IIisci,iet,rla
Peda-se a Exma. Junta Administrativa,
que zelando os interesaos da Santa Casa,
ao faca particularmente, e sim por ar-
rematacao, contracto de aluguel da casa
n. 30, da ra do Commercio, pois ha
pratendentes, e como se offerece uma es-
mola para a Santa Casa, no acto do con-
tracto, que a Exma. Junta orefira quem
maor esmola offerecer.
Um pretendente.
Estrada de Ferro Central
Pede-sa ao chefe de machinas que
cohiba aos empregados as mesmas de
nao encommod rem sem necessidade ,a
todas horas do dia a com especialidade
da noite, os infelizes moradores das pro-
ximidades da estac&o apitando incessaa-
temente
Quando a exigencia do servigo o pedir,
estamos conformes, mas por brincadeira
nao se pode admittir tal abuso.
Passeio publieo 13 de Maio
I
Salvio Silvio, illustre desconhecido, no
Diario de Pernambuco de hontem, e
sob a epigraphe, que encima estas linhas,
estranhou que o Dr. Saldanha, digno di-
rector geral da 3.a Directoria da Secreta-
ria da Industria, tivesse annullado o edi-
tal de 27 de Abril findo, pelo qual S. S.
abri concurrencia para a exeiugao deal-
gumas obras no projectado Passe;o Publi-
co 13 de Maio.
Realmente, custa a crer que haia quem
sa atreva a abusar da benevolencia do
publico pela forma audaciosa porqua o
fez o esclarecido escriptor.
De todas as suas phrases ressumbra o
despeito. que nao pode sofrear um espi-
rito pouco affeito aos pequeos revezes
da vida.
Na i ha quem acredite qne Silvio esteja
em circunstancias de concorrer praca,
principalmente se apparecerem. como
de prever, outros pretendentes muito mais
idneos do qua o illustre cens r.
A p r de inveriades pilpaveis, vais a
demonstraco cabal de que Silvio nao sabe
qual a verdadeira posicao, que deve man-
ter um funeci .cario pnblico da estatura
do Dr. Saldanha.
E, si fosse viavel a epinilo de Silvio,
nenhum stvqo seria exeqnivel em qual-
quer dos ramos da administraco publi-
ca, porque as ordens emanadas dos I"gi-
timos superiores deveriam ser sempre
cons deradas palos funecionarios subal-
ternos como imposices incompat veis
com o seu carcter.
Por hoje nos limitaremos ao que aqui
Sea escripto.
Aguarde o pnblico outras consideraces
aue pretendemos fazer no intuito ds pro-
var onde est a verdade, que Silvio pro-
cura, mas debalde, oceultar.
E ento ficar patente que Silvio nao
mais que um dos muitos emp eiteiros
prejud.cados em seus legtimos interesses
pala fiscalisa^o severa e em extremo
louvavel de correcto fiscal do Governo.
Prograntuin
DA FESTA DE SAO JoS D'AGONIA DO
CONVENTO DE NOSSA SeNHORA DO
Carmo do recife, no DIA 5 DE
MAIO CORRENTE.
TRIDUO
No dia 2 do crrante tevo logar o
primeiro Triduo o qual foi precedido pala
banco da bandeira do Santo Patriarcha
a seu asteamento, sendo conduzida por
grande numero da anjos e meiinas at o
mas'.ro, rompando osares diverjas g ran-
dolas de fogos ao aoin .da banda marcial
do Arsenal de Guerra que tocar em todo3
03 actos da festividade
VESPERA
Ao meio dia um) salva de 21 tiros
acompanhada de imitas girando'as de
fogos annunciar ao som da banda mar-
cial do Arsenal de Guerra, que a I.reja
Catholica reveste-se de galla para solem-
nisar festivamente o Augusto Chefe da
Sagrada Familia.
A's 5 1/2 ho as da tarde entrar o ul-
timo Triduo com t da solemnidade pos-
sivel.
FESTA
A's 5 horas da manh?. ser rezada uma
missa em tenco dos devotos que concor-
rerara com suas csraolas para o brilhan-
tismo da fasta do Divino P.triaroha Sao
Jos a'Agona.
A's 11 horas do da, ap3 as Tercias,
entrar a missa solemne denominada
Santissima Trindade instrumentada
grande orchestra.
Ao subir a Tribuna Sagrada e Evdm.
Conogo Octavio Costa que com sua pala-
vra fcil e eloquente oritaria tem de
expor aoi devotos de S. Jos as virtudes
dessa Santo Patriarcha, romper a or-
chestra sob a direccio do nosso irmo
Joo Alves a linda evertura Rainha
Santa Isabel.
IRJCI3SAO
As 3 horas da tarde ser levada em
solemne procissao, pelas principaes ras
desta cidad, a Santa Familia em ando-
res ricamente preparados, sobresa::indo o
do Patriarcha que'-t ornado agosto intei-
ramante novo, aendo acompanhada a pro>
cisso palas bandas ma ciaes : Arsenal da
Guerra, U Batalho de Infantaria e 2.a
Batalhao de Inlantana Estadoal.
O seu itinerario o seguinte :
Pateo do C rmo e Camboa, ras, Nova,
Cabug. Larangeiras, Estreita o Larga
do Rosario, Largo do Para zo, ras, de
Slo Francisco, Imperador, Ouvidor, Cru-
zas, Caxias, Rangel, Largo e ra da Pe-
nha, Livramento, Direita, Sao Jo3o, Au-
gusti, Martyrios. Hortas e recolher.
TEUE'JM
Ao recolher a procisso ser cantado o
magnifico T-Deum -Rio de Janeiro sob
a batuta do cistincto protessor Rosas,
oceupando a Tribuna Sagrada o insigne e
eloquente pregador Rdm, Conego jo Jo
Lopes, que mais uma vez exaltar o
quanto de sublime a devocao que deve-
nios tar com o Santo Patriarcha, esposo
da Santissima Virgem.
Frado o acto sero queiniddos tres des-
lumbrances morteiros preparados especial-
mente para esse fim.
TEMPLO
O interior do magnico Templo de
No sa Senhora do Carmo est sendo de-
corado pelo nosso irmo Manoel Goncal-
ves Agr Filho que nao tem poupado
esforjos para o realce primoroso que deve
ter a Santa Casa do Senhor.
A profuso de flores, luzea e arabescos
formam um conjunto architectonicamenta
delineado e encan;ador.
A' indicaco do virtuoso Prelado do
Convento Rvdm. Fre Marianno da Gor-
don foi collocado na Capalla-Mr sobre o
Trono o Glorioso Patriarcha SSo Jos
d'Agonia.
Aos moradores do Pateo do Carmo pede
Veneravel Irmandade de Sao Jos
da Agona que armem as frentes de suas
casas assim como illuminem suas fachadas,
para maior brilho da fasta do Santo Pa
triarcha e desde j agradece aquelles que
satiszerem tal pedido.
Consistorio da Irmandade de S. Jos
da Agona em 3 de Maio de 1895.
O secretario,
Jos Francisco da SilvmMa'a.
As roletas borbulham p3r
t:>dos os cantos e a mise-
ia, hedionda e ttrica so-
lapa ido a honra o ivadindo
o Jar.
k t de familia.
Abstemo-nos de referencias pessoa do
Exm. Bario de Aguas-Bellas, julgando-
nos incompetentes para rebater as insi- jengiso.
nuafSes alaivosas feitas ao carcter do Iaimn Kmp.
K03SA M4RCA INDUSTRAF. -Alm daapj-
la.ra Linman & K-imD, N-w Y irle, que appa-
re;euj tziaraas em letras ir.nsparentes em
ciia fola do prospecto que serve r.c envoltorio
ios (tascos e garrafas de nossas preparacOes es-
eMass rbanoaToos hoja a Bttencu do publico
pa'a i Nossa Marra Indoslrial ree sirada, que
a'^qui em aiaote servir de garanta de legiti-
mid.ile a obesas especialiiad s, e sem cojo re-
qiifiloos a rgx ar>atxo mencionados deverSo
co^si ie:sr-ae romo (itlsiticadoi.
A di marca industrial cor.s'stfl em um rotu-
lo talgo, branco, im forma de ura, do cent o do
qaal aprarecem Rravadcs em MiTca Iadoetnal e debiixo o fa^siinle de nou-
sa B-rna. cuja i-nitacao constituir em fars.rlo
parante a le o que a isso se aventaar.
0 ,-eferido roio'o ira aiaedo a cada pacota.
ffar.a'a cu frasco dgs egoin.es preparatfita :
A'^aa Florida de May & Laeman, Salsaparrl-
in do Bnstol. loaico rtenlal 6 Pei (ral de Ana-
cano! ti.
Para impedir a fraudulenta pr&.u>a de reen-
cher com lquidos espurios as grrafis e frascos
vatios d nossas especialidades snpplkampsao
coosiimiiior que destraa o mencionado rtalo, e
si pC'i'ivrl far a garrafa ou frasco me^mo.
Oosarve- e, antes de corarrar, as simples pre-
; caiigei qne deixamos apoatadas, i fe evitar! o
13
". .5

|



-

|
3*
IH |
mm




H







Diario de Periiiminic**
Hara Adeluic Leite Rodri-
5 oes
Clelia Augusta Leite, Augusto Le te
Rodrigues, Mario L;ite Rodrigues, Mara
Ctomei:.tini. Leite Rodrigues, Augusto
Coeiho Leite e Ba esposa, Jos Claudino
Leite (ausculte), Manuel dos S-intos Ho-
jeira (i sua espora, Jorvne Jungmann e sua
esposa, convidam os seus parentes e ara:-
gos para assistirem s missas que por
alma de su prezada filha, mSi, cunhada
airmi., mundam celebrar, segunda-feira,
6duccrreate, as 8 1/2 d raaub, na
jiatriz da Boa-Vis'a._______________
Phairmacia Americana
WCBITAS AVIADAS DURANTE O MEZ DE
Abril :
Dr. B. Carneiro 321, Dr. B. de
Carvallio 113, Dr. F. Gu;mares 82,
Dr. J Loureiro 65, Dr. Amobl 57, Dr.
C. Lsilo 54, Dr. C da Cuaba 48, Dr.
Y. da Cunba 45, Dr. R de Bn'tto 39,
Dr. E. Coutinho 39, 3r. Adriao 37, Dr.
Pontual 31, Dr. J. Paulo 28, D.\ Save
28, Dr J. Rangel 26, Dr. C. Leite 26,
Dra Amelia 25, Dr. L. Pessoa 22, Dr
M. Carlos 18, Dr. M- FalcSo 16, Dr.
T. de Oarvalho 16, Dr Berardo 15, Dr.
L Vell so 15, Dr. S. Barbosa 13, Dr.
N Coimbra 13, Dr. A. Gaspar H, Dr.
B. Sampaio 10, Dr. M. Costa 9, Dr. B.
ie Momea 8, Dr. Si Pereira 8, Dr. A
Fe reir 7, Dr. J. aUa-jues 7, Dr. J. de
Barros 7, Dr. B. Sobrinho 6, Dr. B. Fra-
foso-6, Dr. A. Costa 6. Dr. P da Silva
, Dr. DomingueB 4, Dr. F. Velloso 4,
Dr. Fonseca 4, Dr. F. Gaspar 4. Dr.
Curio 1, Dr. A. W. 4, Dr. T. de Mello
3 Dr. M. Gomes 3, Dr. C. Gomes 2, Dr.
Tiajano 2, Dr. F. Xavier 2, Dr. E. Mon-
isnagro l.
Tota.'. 1.320.
Cognac Braiiiei.0 a 2i>00
Cblle^io Santa Gruz
Curso primario o de prepara-
torios
75Ra do Hospicio75
Contina sob a direcco dos abaixo as-
signados este estabelecimento de educa-
co e instruccSo primaria e secundaria,
para o sexo masculino, cujas aulas acbam
se abertts desde o din 16 de Janeiro.
Receba alumnos internos, meos pen-
sionistas e externos.
Informales e estatuios serio dados no
collegio.
Ra do Hospicio n. 75
Os directores:
Joiquim Agripino de Mendonca SiinSes
Au: ii:i da Silva Guimaies.

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C8 O- 3

5 o O
Barao da Malta Bacella
Parecer solre o Peitoral de
Cambara
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. bario da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestias do appa-
rv ho broncho-pulmonar.
Aa Paradi- (ie Dames
Casa especial de artigos para
Nievas
Ba Baji> da V dira 38
Telcphone 53
------- m --------------
Advocado
0 bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Faitas da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Pra^a 17 n. 79, das
10 horas da manh s 4 da tarde,
Peitoral de Cambar
1:500X?000
D-se esta quantia a quem j.rovar a
lo authenticidade da declaraco infraj
Ha mais de 5 annos que eu soffria
e um grave bronchite, havendo dias
de lancar mais de msia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperancas de restabelecimen-
to, com as forjas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consideravel, podendo dormir
e.deixando de lancar sangue.
Com a continuaco do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido ioo os Zt
bendo (Eavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteCompan/iia de Drogas e
Pro judos C/tir/iicos.
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a Influ-
enza, as Corysas (dfluxos) acompaa-
das de reaeco febril, broncho-pneunio-
uia, catharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da ''-'ganta, insom-
nirs e esses suffocan- ..dem inmedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia inflata
lt'icr bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor gtherapeutico'
pprovada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtdos pelo
Xirope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepcao, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Barao da Victoria n. 37, i." an-
dar, sala posterior.
Pcrnnuibco
2 riIARMACliUTICO
Avisa a s.;ua amigos e a quera inte-
res.-ar, que se acha nos dia^ utois, de
1 s 3 horas da tarde, rna Mrquez de
Olinda u. 33. 1. andar, e s ontras ho-
ra--, de 8 da maui s 8 da noite, ru
Baro da Victoria n. 37, 1. andbr, sala
posterior, onde lem a LABORATORIO
de suas especiahdada.
Terri\el tosse secea
Cura do Peitorul de Cambar
O Sr. Joaquim Alves Ca\alcant, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soft'rendo durante aous
annos do urna horrivel toSse secca com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares
O agenteCompanhia dt Drogas e
Productos Cliimicos.
A o commercio
Sones Fons; KOi de ser seu ciDpregado o Sr. Jos Maria
Oius a Cost:i, iletde o la 30 de Abril.
Loja do e!lio
M Sjares ft'A.oeria'U f^eoman boje p'n a
Euto(ano v^por f'aoni t Oitwqar, u onde v-e
aitr tortiir.en'o "csrij^os ae iuol* para ""C
pubceciu tnUj- L-jH dd Coefbo-i rti. [ir-
pe'alnt r>. SC, tfftot~to tus >eui) aifii^o e
f ej, e?es4 < 1). it:i i d.-lties o s u aitnO&U p-b-
1 ir.) a ce 8" cne.
Ii cilc, 3 d M.io ce l89,
Au Paradis des Dames
Especialidade em sedas, brancas, pretas
e de cores, gases, surahs, para casamen-
to?, bailes e passeios, para grsnde escu-
lha.
38 Ra B. da Victoria 8
Telpbose S9
Peitoral re Cebar
Parecer do Ilr. Francisco Sil-,
Nos granee* ticoamodos da senhorae roeaf-
t: orcSo, niav\ bre de om refOitado n>. 10 ce !o e seg>'o e a
a tna coxpotfrao to si fieles one d5o otf^repg
receto de applicar o El iir nem cjesmo em do;t-
toprtoffl 6s indicadas Da isrella isfra.
Pedicios ao; i lediooi asa dasej
reo faner uso det^e Eir etn sea enniea uau t
RQflturea wwn prescrtpcao, mas sim toa i
a (pe ia >
jirom comr.ttsr, <>-.'. de qb c cedtcaoeB \ para o orguiMKO per
, qo -:
Kdo de usnr
A's crfDf.l t um .neo tu rous de S em 2
biT36eu urna colDr (s de fopa Chela daRca
(na.
3 a IC anro tai atante 40 goliat fc.
df.iu Bempre s.-;r apphaaai en
a>ai fna.
/iJctcpanria dt ro^as e ^reducios Cbimiccf
;. :.. 13.
auliraonb ingrediente esle, que abundan-
e meiile na encomia cas preparaces da-
quellespor coittegaiuts o seo goslo nao
produz nauseas e 6 sua\c e agradare! de
lumar-se
Como garanta contra as faleificaces
obgerfe-S6 quo ns uouios Lanmon &
Kewp veahamesla.'npadusern ici;.bliaus-
[parelas no papel do Ijvriofio que tersa
do envolloiiua cada garrafa.
Acha-se de venda cm todas as Lulicas
droersa.
N ctoal Pbar:
rus Lsrps do Itotsrtc n
k, lcaj..
l^sriMCia >.: : a
n. I
xrasacia Aifredc Fr*e>a. roa o Bario c
Vi. loria c. ;4
Pttarteacta &i.-riinj, 'n Doooi dt- Casia* d.
Ptivnscii Wter*, 5 s re
Pbartmtia V eturt : ::. w ae Afl-
< Utiit Lnw,cUada da Vio'uiw
O Peitoral de Cambara, de Souza; para q enoccUado o
Soares, um poderoso expectrame .asxi tralh o Ruarlo r.. 17.
Tenbo-o empregado com muito pro- ; *;,
veito as molestias bronclio-puimona- e 0 .c[,i;^. r.,e ....( r (o
ros [Dr. Francisco Angust da Silva- tans ectoa sai i r.. os por Hoo*l
rj) Recie. \ c '- kulor, aeadofilies c: ',ic tio -.rtai
S aots.
Elixir At-Febril Cardoso
SEGNf.O A FOjcCUULA
da

10
Pcnafie). 19 de II ; 860.
Idcaj. Srs Scfltt e i', w p.
N Bii>ba crica traba reooit"do muit;a
vt-rB a proparce Jo Roo! i rio
'leu de figado do basail ;-y( -
h:abi di de b b r*tn!tado os eatrnpb l-a*, n.>
rMlikiaipo, e eru tidoa ca ras doi pitbf
log-ooa fn que 6 p.c io iovr rr as f r-
g^s do organismo 'nm e impobreei c.
Aietn disi<>, t'-doa es do^n'ea tomam -s'a
p.-fp-rn^a son gran da r/pagasnfia era
dfB'3-IJade o qno j :?.* a^o.il ce oo/n o
irlco d gido ii b".ea!h. k.
Abii o A. Fr--f3,
Meii.?;-Ci'ri-gi3.) p .,'.; |
Cirar^ioa ce Porto, SWJt-.'ivu
e CO H>i'ofo d raobfiol, etc.
1
M is'fl ; a!
Capas impeimeavets para homom,
recebeu o
Au Paradis de Bjuios
Dr. !\'uncs Coiulira
MEDICO jPARTEIiO
Comrauica cus seus amigos e clientes
que iijud'iu o seu cousuluri", para a mes-
tna ra do Marqu:zde Olinda. n 134. 1.
nd r oodc d consultas das 12 k '
h :-as da tarde.
(otavoes de ge aero*
l"*rm 0 jnciMM*
Aaeaar
S'-.ints Oii' < JialUn) pr 15 kilos .
Sranco, ll(u aem.
Ssaeaos lleai, dem .
Sisea vado idea, Uem. .
atoteerje Uem, dem .
rato melado dem, tdam .
-teame, itiem ideu .
EiM a
StfOO a
3480 a
3id0 a
iiiH a
UUJ a
20J0 a
u/ue a
COOO
5S0U
S>0uu
19%
JJ3J0
*S>tf
22W
AlgodSo
C la-=-e oomlaal a lltOJ per 18 t.los,o veo-
dorea letratnora.
Olaool
Par pira de 489 litros 225J veada.
Jkgeardmate
for pipi de WO litros 135/ veoda.
Coairoa
Seceos silgados aa base de 11 kilos 820 rls
senda.
Ve/des h BiO ri?, M^loal
Carnauba
Usta-se de 9.1* 3*>tH> por 15 ktioe.
Hel
Pw 100,1000 aamlaal.
SsTioa esperado
De eloui
jbjrar infles Bisg.
ioxr do-uego'ii*e Ntaa.
Sscaoa sllcm G-*ioa.
lopwponugoes Mi-iiho Vil.
Jugar orsiilelro Z*qo.oh.:.
SaUcOo bespaoboi R^y nuodo.
De Uu'.vido
Sarca aorauaeoie Macaaater.
U e Terra Nova
larca tngniaB. IaW.
De Cardiff
Sl-ci Boruegoessa Meiea.
Barca ioglea Btii'Ol.
larca do tiegaeose Bravo.
S;ca Do xeguiseo Faroaudo.
De HixDa-go
torea allana Cari Botb.
?atico t oraegueose Elisa.
De Loodrea
legar iof;lei Faooy.
laicaDoruegaoQse Gyia.
De Liverpool
larca no cega Tborgoy.
Imporiaei*
Baeoos Ayres patacho illemlh Mara, eotra-
ataem 29 ilo passado e coajigeado a Pe.*era
fe- Del ro : 0.
6rxa 6 oipaa 68 Mrdaiezaj.
iarqoe 1022 fjrJoi a crdea?.
JiwTors yapar ingler.Eyptlao Priace, en-
trado do da ii djpassnoe cosigaado ai.
ttfar*C
rame 20 'Oos a C. HiMIday & C.
goa ra 20 barris a M rauaa & Soaa-1.
acalbao 190 barricis ,oj roaslgaatano*.
Caodie ros 5 barrins a J. Das Moreira ft C,
la A. Gjmei A C, 1 a 0. Bailiday & C.
fariona de trigo 2875 barricas a Qoaipaobia
e faoifi.:1158c, 325 a orden.
ferragims 2 calas a A. Gomes & C, 1 a C
lalllday C,8a ord> m
tonroai.jLioi 1 caixa a I. R. da Fonseca.
Marcad irias 3 caliza a Goimaraes Cardeao &
t, a J. A. da C. Araoj", 2 a M, V. Neea. 1 a
K Boo.itreaii, 1 10* teraelroa de Maooel Car-
* Ay ei, 2 a Silva 3 a A. Gomes, 2 a
teta S.iitor, 1 a Maooel Collaso & C.. 1 a O.
Bastos & (,., 1 a M^and.. & .-00u, I i VlOfa
*I GC-aS.lvea C38CD.
elogio ciimu j. Mm d0 c. J
wtan i T;iaaea > C. ilii AitaerpU ees 'a, vapjr inifle M ons'one-
entrado no da i7 do patsa-io e coosignadj a
W1U00 Soj* & G.
A costra* 2 -o'.q-dcs a n-l^ti.
Accessorios < cana a ov'ccd.
Agoa mineral 1 eattJ a C. A. V. Lin^ei.
Arojdf 6 canas a A. dd Grvjiau & C, 8 a
Pa-acle V dOU Se '".
Lartocnod 4 aixas a o'dccu.
Cirxelj 1 birri'-a a ordem.
Gon-ervas I cia a C. A V. Ltodi n.
Fogoi da Coioa o caix< a orJem.
D los aruHclaes 12 can s a A> tjoto Soare*
& C., 8 4 orderp, l a C. Bar, 5 a G. Plaen-
iel 6 a D as Fern. Ddfg & C.
Fe-rageis 2) toIohvs a Miran 'a & So. z .
Ll7ros 3 anas a F. P. Bualureao, i ao go
vernador dt> etud'.
Liiirilho 72 cal.s a crem.
Mosaica 87 graiess Poly:oro BirlamiqOJ.
MdQkiga 1 cana a !*. V. Liudeo.
Me-cadonas 1 Ca a Parectd V.an.ia & G 3
a orden?.
Mate iaei 28S2 volonrs e p 513 a orden).
Ditos para ajfuiar 4 voluoitis io U F. do
Reg Barros 1- Lacerda.
Ditos para estrada d er-o 3li vo'u33"s ao
direcur a Estrada d9 Ferro Sai bocc
Oleo iO barris a G. Paute.
Pno- 22 :..ix ib a J. de Abalar, 22 a Bran-
da) & G., 4 a Parete Vunna & .
Papel Ij f.rJos a cr .em, 17 a J. Cy Delro de
A. Mello, 2 a Hu; ) & ('.
Pa.ieliao 20,tarco3 a F. Coz.
Sitila 3 Oarricas a Parea.e V>anna & r.
Tontis de ferro 152 i orleun, 110 a G. Pa:lle.
T-litas de vilo i) cnus a orden*.
Z boj 20 olam s a A. dd Cirvalb j & G 4 a
A. Sila & C,
Vl-ncli e escala, vapor italiano Aqail>,*
cotrado du 28 do pascado e conaigoado a 11.
Borle & C.
ViobJ 40 pipase 90 oarri- a Coapaonia d'
Es na. e 3 60 a Salzer Kiaffa.na & C, 4 e 30
a A. M. de Olivera & G.. 2 e 40 a 4. Lomara
A C. tO c 223 a L-mos & 1'., 250 a orden.
93 a Guim-res & Valente, 12j a A. M. F. da
Grasa.
Po tja do sal, apor in^le* Moo'i Prince,
entra 10 em 3J do pisjado e coQri^niu a J. Pu-
tar & C.
Barr.- 1.100 4 o .-.le a?.
Ctiaru o* 9 cana diversos
Gaf C0 canas a T. & M r^nda, 113 a Jiaqoirn
Ferretra de Garvaluo & G., 229 a Compacta e
EiiiT-i, 50 a Cesta & Rocna, 59 j Lopss Mbei-o
& Comp.'
Mee aortas I ciixa i ordem.
Madcira de omoo 171 volooies ordem.
P.pas 62 a Pre,ra P.nto & G.
Trcuja 20 lardos 1 I.. Slaia k C.
Por os do sol, vapor nacional Mrquez do Ca
zi-i, enfado no da 30 do pastado e cojsigca
do a Pedro Oaorio de Carquetr.
Arroz de ca;.:a 100 saceos a G)"5il>e; & Bar-
ros.
A'god^o 330 sac:oa a Ferreira Rodrigues &
Couip.'
Mercado i?s 1 caixa a O. Bastos & C.
Pedras de amollar ICO a M S. Mra.
Pcllea 1)5 fardos a E. K bo, 83 a Bxw.-ll
Wiliiam & ;., 2 a Delsuiro A Gjnveia.
Tamaacos tu fardes a Aloje.da Macbjdo & C.,
ll a A H. A. Macbdo.
Portas da Earopa, vapor logl trado em 30 do passado e consignado a Acconm
Iroiaos c.
Amostras 17 volaaiei a diversos.
B.scoa os 8 ciixas a J. P. L xa.
Ciados 1 calxao a F. R. da Siiv, 1 a M. Car
neiro.
Capsulas 1 caixa a E. Lecoco, 2 a G. D. Bao-
neff
Cbi 30 caitas a Compaobia de Ea iva.
Jolas 2 cnas a D. G. Rlbelro.
M-rcadorias 2 voluues a a-ina Pinto. 2 a Ja
lia Djrderleio, 1 a Silva Gu mar&ia & C, 4 a
Gompinna de Dro.aj.
P.pis 300 i ordem.
Q iei|0 35 eslas a CjjJDanhi de Ks iv.
Srli'n- 50 oarriCfS a A. D C. Vhnc.
Bronchite aslhmatca
Curada pelo Peitoral le Caa-
ba r a
OSr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-so
de uma bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o uso do Peitoral di
Cambar, de Souza Soares
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
Durante os calore?, O ifaruado e
001 h ci o V111L0 de Quina-Linroche [hon ^
irado com urna recompensa de 16.t.0jP
\ ,aAnl Miaoel tarao^o jnior n0,ipiia(ieUmiat0 e intl33tino8 ref.-.s-!i
Atprovarfo.m 2i de M,rto &- IS 0 ; -i. I-- rr- \ cando-.w. O- li .uido* ft-nr citados debih-1
toria G ri d. mgta JauU de .-ijtiene ao hio^atn jem Acalmar a sJe.
i- laofl r. ta" ~
Este Elit d.- c co-c'io 'c'a vpgetal prr-|
parado gon.io ae re uiicjh, a-(,a- udstria faciisaaasl
s itwasa i-elod aotorf n '' ii>' o4t recoot-e
c da ci.cidee sciet. t u'.o lio p-iz
bemip.
Cuca lacJoj-cii^nrgiea
Medico, parteiro e operador
* O Sr. Antunio Martiniann Vera?,
o--- extiaogi-iro. ; pharrnaceutico, actoalmecte era P.-rnun-
g-te El.nr c o pro.-'ncto cao t6 do g-aeder-s buco, rnimcseou-nos com utna garrafa do
iujo da a 6 6 P^W.-Kirai1 m' 'aiclr;BCognac Brazilciro, preparado cm todo o
coq.o uiLteu. pdtilogtcai, co.'lo-smnem e .. r. -. > r r iu-_.
Mlitdo daa unaroaa* applie(6ra nos diversas esmero ^or auuelle laborwao cavsdhatro
i.ucr ce fes s rte fcd paiosire. I O Cognac Brazilciro poasiH sabor es-
A a_.jiln-.5a) df E-if Elixir na g'ao.ie rpida- ;cellento sendo igua. aus methores simila-
tDia d<- blicas ce (S90 a 1891 mal- cr,a -!, Mtnw8i
jeai.oa-iouaaaaiflKaua; pon no pr^cn-io rt-s ,L: ul,Uo v t ODD
,.:ujaica .yupioroas r.^xiga Ebcna.eim ca- O preparado do Sr. \ eras ob ove a
f. s icais a-, laiit. Q>-f a brx'ga pa-sa a itr cu.a j maior acceitayao no lecife, onde a im-
lof'5-i f aitf gfr** nue c o i coi'tio 6*0 "io f
pare-.-eai sem to:av;a apreseuiar recei
rigu. : tos-
Og rccltrs stiesUdos p::Mic?3if n..- 0 ano.'! I Agradecemcs a fieza do offerecimec-
Perna .icoco >atea da 1 arde provain o q o \ (0 ,
a .ti ri.u : luaior accKiiuy.ui u iveciic, uhuc a nu-
?? B* proaaa notieiaudo este 11 vo producto na-
cICb e r'-1 fc'unal ,xterua os mais li=o geiros concei-
UIZ [LOS.
N .-scaiOB de febre amarofia o PTfi'to e arttrt
ravel, a presentando pacnomm.is to tnaravili
4 que Meta cicade co K.cife e no 10 Rio c-
Jiue.fo (occo rtceio cao-a a ftb'i aisareila
oesmo ebtando o deente com vomito preto?.
aac^aineoneaiea ol im.'i pe-ioios e enio ch-
Do Federalista, n. 10 do Maranh.lo.
Garrafa ^500
Duzia 25500J
Na fab ica a dinheirt po; este prego
reinet e-se utna duzia do cosroac paro
Wtt a apnltcavao etn alta cose, desprexanco : qualquer ponto o Justado, por cammo su]torj0 e residencia ra da Iinp^.ratriz
t .UaanwBH de ferro u icariiimc, sem despeza n. 71, 1" andar: Operador parteiro tra-
..SS^Sll^S^^! ^'f9 de 10 d" &/0d ta com especialidades de molesta de se-
>ar comea .er os differeo'.es mcciuxodos todu.- ,",oU '
ell" decaiact-f febril.
i
15
i
Dr. Manoel Carlos de Gouvfia, %
do volta de sua viagein, previno
fijos seus coiit-'s que reside e.^
p, lem seu consultorio aborto a ^
E.roa Bar-fio tia Victoria n Gl, 1*9
pandar. -^
( D consultas de 1 s 3 horas'l
(fe, da tarde. $jj)
S Acceita chamad >s a qaaiquer
4hora para dentro e para fia da"3|
'* cidade. C
lr. Artaur Cavalcciite
Tera o teil consultorio medico-ciiitrgi-
co ra Duque da Casias n. 74 1." an-
dar, onde ser encontrado todos oa dias
uteia de 1 s 3 horas da larde.
ResidenciaRa da Imperatriz n. 11,
2." andar. Teleohone n. 430.
Dr. Alfredo GasparMedico Con
J c'insta que o cognac estrang'i.iro est
sendo vendtio mais barato. Ha de che-
Tal
dira A C. 2 a G P-rnandus & C. 3 ;A. Vi-*i a
A C. 3 G r.^alves Curt a ('.. i a IdChaio &
Peroira 7 i Perer & Miga h .m 3 P'a-nl'Cy
G rol & l-itiii. 3 8 or e o 1 a M J de A-v
-t-n 'p,"S A. MaMios, 3 a Ii^roet & C. 7 a Hal-
le- A C, 7 i L. .iia A l
Por-oa da Cu 3X<, JpO" lIRte* K'llleoa
eoi'-do no ia t "o co reate o tuasig >aio
Amonro |-nr*rt* C.
Anoa'.ras 38 vnlutpps a diversos.
Atua mner.ii 0 jix.ia ao L n 1. n R r>k.
B scg'o' 12 c. xa* a C Lemo- & C.
Cilcat'os 1 caixa a P. auen & C.
i'^oos33 vlomcsaCompaonia Pcoambocaua.
Ca 13 oaixa- or-.ei.
Drogas 3 c.ix is J. a. Miifl Silva.
Elenco < caixa a P. Non^a A C.
Pi 5 fa'dis a ti de Minos Irmaos.
L ca 3 farios aos mesan*.
Me^adorias I Cilxa ao L nlo-i Ban', 3 a Na-
nea Pooseca & 0
Papel de ej)b ulbo 60 fardos a T. Jet.
Qji|o8 6 calxB a J. F Lim %C..2iiJ. F.
de Alme d^, 10 a M. Lopes de SI A C 2t a or-
den), 11 a A- de Fritas Irma 8,15 a Couipannia
.1 E-i-vj, 11 a Suva sU-qaes & .;., 6 a A)raa-
tes Teridos 3 raixas a Sil tetra & C. 3 ordem,
2 a A. L^nes & C, 4 a Blas Moreira C, 6 a
Mibidu & Per^i'a, fi a G. Peroao 01-nlc Jardia &C, 7 a Altes de B'tu C.,1
a 11. Bod;ioes & J., 2 a Pereira A M galbae?.
PAUTA DA ALFANDEGA
SUiXlTAS
Cognac Brazileiro
veire
FormuJa de An^eno Jogc
5<8 0
40 i
U900
2100
^3UU
*30
90)
la2J()
<3d0
3*600
l.'Sl)
Jos
Santos Andrade
VALOiaS
DAS M2BCAOOBIA8 NACIONAEJ
DIBEITOS Di KXPJTAg\0
T^U? 1 c4i:vi- -tar i r>.,"+i**tm
Semana dt i) de Abril a i de Maio de 1895
Atorseme, cainita uno.......... 239
Dita ce canoa.litro.. ........... l<>0
ita delUada ou aiciol.......... 427
Dlxodo e.n rum, kilOK ........ (,9
Arrea com casca, > m.............
Asaocar brsncc. i em............. 3C0
Dito aascatai!( iiem............. 0
Olio'Cenado dem............... 340
Baizce de mamona, dem..........
Borracha de "ette maogabeira, dem. 1^500
GaeSo, idem..................... 900
Gaf b.ia, tdera................... <*700
DitJtS'.uba on restolti?, dem...... 1*200
Dito maido, i-ieai................. 24J0O
Oitoordiairio, l'en.............. t>Si0
Sement de ca.-ua^a, o ;lo....... ,47
Sabio, kilo...................... 3C0
Sebo em raxa, kilo .. .... 666
TatajaDi maouira, lelo......... <-'
Taboaa de amarillo, da ......... 160i00
Cera em veia.kilj................. t*0
Bita tegetalem brntj, kilo........ 281*000
(,arocos oo semeote oealgodic, laeio 033
Garrapateira (semeoie,'............
Garnaba idem................... 1/90)
Garvdj-e oelra, oaelaia ......... 40,0u0
Gouros seceos espiebados, kilog..r.
Ditos ditos silgados. dem ........ 738
Ditos verdes, dem.............. 486
Goariobo am...................... l'OJ
Gocjb em casca, ceno........... 9iMKW
Penaba emanaioca, kilo.......... 200
Graia seb), ktlog............ 693
eotbra, litro..................... 360
Jabarandy (lola), idem... ........ 800
Meios de sola, valer nominal....... 6/1500
le de taoqae oa melaco, litro...... 118
Milbo kiiogr ..................- 130
Pciles de cabra em cabello, valor
do ceoto...................... S40A
Mem de carneiro em cabello, valor do
Cinto ......................... fliO
Movlmenlo do porto
Navios entrados no da 3
Sajlcs e escalaVapor nornegueose H.koao-
Adelsten,* coxmandaote S. Sandt, carga va-
rios Reseros.
Bihlae escalaVapor oaciooal Mrquez de
Guia cjUimaadanta Fra cisco Ferreira
Vlella.carg vanes gneros.
UbaertagSo
Prcden'e de Bnacos Ayres e es ala i'und'oo
ni liimi'MA oi>- ff8nre Oreaoque, tpn'o
Por maiio tempe tivrmos orcjsiao de 'ii*r
pplicacao cas ier,;-)8 erysip !lc.-a3 6 cua io ar a p, lllo ,jq nao Eer proCurado
bom resalgo que liceos admiraos dt t m-\* C0Jurren(.ia du
ns eSelu>*.
p>la crauca rbcgamc8 a co mecer aoe oos
al.qoes He teore ery^ipe-lofa co erysipeiia eoOHi
tulgaujente se oiz e nectss.rio o uso ae 10 iaf
do Enr.
las, segla 1o depois o r a Siop em t;r
Z uncidcao rom a trra.
Nio oote eot a ti,
Mercado umieio s s
O motime.i'o desits mercado oo un. 2 oe MWlo
'ol o scguiuie'
Enirrrim :
40 bola pesando 6 006 kilos
290 kilo de pene v 10 r.
4 compart. coa man#cosa 100 -s.
4 ditos com camarOes r 100 rs.
27 1/2 columnas a 600 rs.
2 carga coa- gallicDa a 800 re.
8 i-assoaes com gal lionas a 300 rs.
1 cargas com milbo ver je a 300 rs.
1 cargas com macacoeiras a 30t> r?.
3 cargas com melaocia a 300 rs.
4 cargas com Iodcss a 300 rs.
I carga coro batatas a 300 n.
12 cargas com genmaas 300 is.
6 carga coni bunanas a 3ta) rs.
9 argas com laranjas a 300 rs.
1 carga com canoa a 300 rs.
2 cargjs com ceboltoho a 300 rs
3 cargas com diversas a 300 re, .0 i
30 cargas com tarima a 200 re. 6*OiiO
6 cargas com rnilho secco a 200 rs. 1*200
t cargas com fejao a 200 rs. !20
53 lagares a 200 ra. H.605
li Soino8 a 200 rs. ;80J
t como, com ooir.elros a tOOO \HO>K)
9 co>np. com scl^.i ur a '00 rs. 6*3 Ki
9 comp. com fressorio a ;0u -8. 54iU)
la comp. com comidas a 700 rs. 23<80o
76 comp. com faiendas a 600 ra. 4360 i
49 comp. com terdaras a 300 rs. 14*700
8'. comp. com fariona a 400 ra. 3i.000
52 comp. tjom talbos a 2*000 IC4000
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manlii. Chamados (por escrpto]
qualqure hora, tei.epuone n. 226
Re-iOlBento do da 1
00*8(10
30.5JJ
f0i*3.0
P^iSagetiO* o Uta.
Pre;oe do da :
Carne verde de 2 10 a 1*200 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 1*2 '0 dem.
Ca-oeiro de 1*000 a 1*230 dem.
Paricba de 700 a I *50) rs. a cala.
Milho de 600 a 700 rs. a caa.
FenSo i.e 1*500 a 3,10 0 a caa.
Far.nha por cooa da lt' n'eicla de
darte
D ta de i* qaahdaue
Fejio
i'
qosli-
i*i.O
*900
i*10J
Vapore a enfrar
Me de Maio
Equi eur..da Eu-cpi, n.j".
ViHe de Bieoos Ay ^ a iSoropa, bcj*.
Jupiar, d> sol, b j\
Plae a dcnir'*, a .
U la y, do norte, k *.
cUropesi d) so', 0.
cUiinds, do sol,a 6.
?arsBD8 o, da Ku.- opa a C.
B ao-w.-k, do norte, 6.
Bolleua, do8ol a 7-
'.ol n ige, de N.-w Ya'k. a 10.
B^orbO", do norie, a 12.
Vi.I' do sol, a 12.
, lyde, da Eu opa, a 15.
Vaporen nhtr
Mez de Maia
Siots eesc, BgTOtian Priaca, hoje, i4 b.
Nw Yo.-k e Para, Moornk Prince, boje, s 3 b
Baenoe Ayres o ess Eqoatfur, boje, ; 2 ti.
Hio e esc, Plaen 5, i 5 doras.
Sintoae eac, Y. di B.eaos Ayree. 5, i4 b.
p.ymoatbe eac.. Oroiei, 6, i 12 boras.
Rio eege, B'otx'wi k. 6, 4 horas.
New-Y ik. Ballena*, 7, t 2 boras.
Mansos e rs\, Otinia, 7, s 9 boras.
Sintos e eac, Coltridge, 10, as 2 boras.
Soutbamp.one esc, Nile, 11, s 11 boros.
Liverpool, Bou-bon, 14, aa 4 oras,
flutn >a Ayres e es;.. Cy e, t5, < 2 bo as.
Mr.au-' e eac, Aigoas. 17, norar.
Rio t etc., Espirita Sanie* 17, s 5 nora-|
flooova e eac, Lia Palmas, 17, as 2 biru--
Ij .no* *tre8 e so., O Lo. t5 i'1
joUIUjuj/'vu o O-, b,i>''iU*i *-> a 12 -
Approvad- pela Inspectora Geral de Hy
gieae Publica do Bio de Janeiro em 2(
de Julho d 18*7.
Es'. .* depurativo de grande eCica;la nsa co*
er-t j pypbilitica' pe irr.oresa da san?ae; assim
"".orno cm todas aa moltstias das etihoras.
Tem coradu radicalmeD'e muitas pessoas ac
ccinireltidas l tcrrivel molestia ber:beri.
Itbecmasmo ev-pbilitico oa got>zo, dr sel-
cros vt
irto i-
os olao
moleslas do Dgado, eacrontuias, escorbatc-
soffrimeDtcs de estomago, dieras, gommas, lit-
las, emping* dens, a'troa, pannos e mancha,
da pelle, bobas e benoes, s<;rEas, catarrhos e
qa-iesquer raoldstias da oejuga, entre ootra*
ltiuiuu:ia, cerinas doces e sanguinolentas
si?mia, paraiysia, eryaipelas, e iDtlaajmatl"
p.s pemas bVmorrnyi.'las, ma, s n .itjtA-
:ellea, amores, nevraUias, e elep-.antiais u;.
norphi, as irregalaridades da oieostruacSo.
Prcvase cum a'jaelie numero de attestados j
po.ilicado8 e os que existex em noso pj'era
affioaet* de8:e elixir as a.o'estias inJ:r..u?p.
Kaoura se a vesta na Bfodca
do Rcasrlo n.
A'roa Baro da Victoria d. 37 se dar toda .
ualqu.T ex;licc.'.?oque f^r precisco cerca desi-
prr parado.
Coltado ce ai rt*If Vtce
MloiIo ele uaar
Os adtltos tootarSo quatro colberes da-- de
rcra pe manb e qnatro nolte.
As criaucas de 1 a 4 anno3 tomarao nma co
iher pela m-nb e outra a noite e aa de 5;a
mnos tcraarSo cluas co'heres pela manb doas
noite
o 23. mim muii'i
Avisa a seus amigos e clieutes, qua
mudou o seu consultorio pura a roa
Larga do Rosario q. 0, entigo con-
sultorio do Dr Ferr ra, onia contiuua
dar consultas Jas 11 1 hora da arae
e residd no Cajueiro n 4.
TelephoLO n. 29^_________
Dr. .uiaes Coimbra-------Clnica Me
ateo Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Oiinda n. 64, l.8 andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
Especialidades Pebres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho on no consultorio
Telephono n. 387._
Dr. Brrelo Sampaio Oculista
Consultorio ra Baro da Victoria n. 51,
l.8 andar. Ex-chefe de ciinica do Dr.
de Weckar, de volta de sua viag-em
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdoming'os e diassan-
tieados. Telephone n. 285. Residen-
cia rua Sete deSetembro n. 34. Entrada
pela rua tia Saudade a. 2t Teiephone
n. 287.
Permitir senos-ha exp e nder
uma palavra sobro as rnfer
midodes dos {ulmrs e da
garganta.
guando os palmees se chegam en-a
fermar pode-so dizer que o doenle se acha
s bordas tl'uma eufermidude incuravel,
e o prinieiro passo dado em to pirigosa
siluaco tosso. Torna-so pois da maior
importancia o alalhar-se a mesma im-
raetlialameute. Se por accaso pergun-
tardes do que maneira isso se pode con-
seguir, promptanieolo re-sponderemos
com o Peitoral de Anacahuita, cujo ex-
celente Xarope preparado e composlo
com o maravilhoso e bolsamico sueco
d'uma arvore do Mxico conhecida des-
de muito seeulos pelos aborignes, co-
mo remedio excelso para as iufermidades
pulmonares. Essa magnifica preparaco
curar a tosse dentro eiu poucos dias, e
s vezes etn poucas horas; alliviar a as*
thma, curar a irritada membrana da tra-
chja e impedir finalmente o deseavolvi-
ntenio da thisica. Ao contrario de lodos
essos Peitoraes o Xaropes feitos de fruc-
tas e oulras substancias acres e d'uma i a
torosa duvidosa, eila nao encerra eu si
nenhum acido Prussico, e como igual-
mente nao contm ucnhutia ra's'ura d->.
Na audiencia do Exm. Fr. Dr. jm'z
de direitodo civel do dia 4 do corrente
mez pelas 9 horas da manh vic a 3.*
praca, com o i batimento de 20 O.'o os
ber.s seguinee:
Urna armacao de amarell envidraiada
em bom estado, avahada por 2:tK05. 00.
Tras balcoas de botica tambem da ama-
relio por 15080CO.
50 frascos de bocea larga po- 263000,
cuios movis foram penhorados p^r exe-
cugo de D. Maria Rosana de Torres
Baudeira e outros contra Jos Francisco
Bittencourt, e nao havendo licitante com
o abate aciraa mencionado serao anama-
tados pelo maior pre90 que for offerecido.
ni^ioiFgefI de Hy^ece
SERVIDO DE VACINAgO E REVACINAgO
Po- ota aecrelaiia se tu poblico que egse
ftro ca comecara a str feta ao ee,uo e modo :
Nesta iiM'ec crio fcrral de I ysleoe, ua praca
3-o dt Lcicen, tolos es Ca* otis ae 11 ao
a.f io da.
Pelo D-. Jal Ignacio o'Av a, coimissar'o
do Io aistrco, ra roa Lap do R-z.non.3i.
(evrjia pela a. 36.) nes c.o?t'.B8-fei:a6 de l a
3;da larde. .
Peo D-. A-nsroW.id rJey cj-de ssario do
2J"rlc!0 naj-oa D reila de Afcgados n. 10
ca- qu-ot^-reiras d.f 8 0 boras da rnaabS.
p.i n- A Knstj CChe Lei'.p, rommiasarlo
dj 3 rti.t i.,to. em olinda. na Tretiinra, das
{O'i '2 da jiaob^.-nas s-sonda* (.iras; em
Ma"a!tna na tacla roo! ca da pr.iQ Joao
Alf-e-Jo us .julotas-feii-sa J^s 0 ii 12 da rna-
oda en 8 d.mst* fl,a8 em tna r' "'?ncia i
roa 'Viscoode de G ftui a. 173 dtl 7 U 8 da
manba. m
ptlo D". Manoel de Frrius Gi-tsafae?. com-
lg; ro do 4 rtitrl. to, na ;u Vitctn.e d
Goyanoc, r. 187 (ionio i eft c5j-lo Mango;-
ou) uas qainlae-leirai de 1 3 boras da
larte.
Pelo ar. Alberto d> M^daoc, comn;i:sr'.
do 5. dNinc.o, em Cxaoi, cas ou ntaa fe
ras das 8 as 10 da oaotia, em cara d i proles*
for Uacedo, a na Varav.a. em casa do Dr. 3ju"
san. ti alle-nadamente.
Secrelrla da Iaspeciorf Gral re tlyune
Publica di Estado de Tercacbui-, em Si de
Aonl da 1895.
^.w.'tinarw A. Meira Uennquei,
Seceisno,
1
i


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\
!

w
Secretaria' da Industria
:} M E.10.-IA
,' rco^e-inen'o "> tmT-OTad< 'JC'> P '
biK'< q -f 10 ? i *'" M 'n'iuro, a
Iterada ird* re.-eeu.-> proposu o*m i
rea-liocc...: ri<> r'a>m0M d> largo R^pobl
c mellado 12.000 rc i jJO-'i de CilC3
Diento, ore d) -7.6 A) proHBtu v.m s-r c?CT9Uf**feWo
iHlidiBer.iie.oruaritofll 'iTi itu-i liaros'
*. o puco p-i q*1 M PreJo*a ;
l'# a < v '.i l.r i i .. .
2o gofe ,C) :n .-.: 1-niia ;
3 Pr. v.."i oe i '-'ft- s*i-
retar* m ntM
H,. bo ass i b U i m
flf t. rr, ir f: -i .o f n crruii-
qop bi '" ;; '
i j lis aa M : i
lirern das sa tola-e M<
IAi o fc c Car:e'i
l ;
: As qce f' irren orgaolsda s 'e aecir o
Cf B> ;' <-' t'1 ;
" A : D eic p'tfOS ne o
en prri Bte ;
4* A- qu 'ico .1 i'-i po; [* as 'ice -
veruGJi i i d i jb o! ii.pr I 'sido
BHCfcl l O m a SIOC
i.' '< (!. riitjili d a 0%n l Del;'
5" As !'., --. -i dH|l.
Xe'inp:'. | o >u ca iceetta 6-;jn q e o
cropiCH : 89* P'Ce d*p'
depLBlUdO DJ 13.' Cor- dfl.M OCo
e perV3 i' Oirtlio d* n 3 i ; i, 1 c com i
*i !:;' r6-:a?s**se o pr>-pooeettt aawfg*
ni r o ron i o :t f 1 e ;;v.i.
Os ce ** a *'ric qr',,,r'-
!a o [-i i l tthao > I e'a R a- ico
i p-s.-'-- no oaetueB, i>9 (bdetAo csafl
6f a 10*' 4 1 ',;r-
l'.t |{i le Ab-l d- 8 5.
J 1 : ;'_..". i""' lof S Jji.ba Junio-
Dre-irr Gj.-:!.
Ed:id de prg^a
O Fr. B rtudino HinoMEo, i--'* e di-
re: '. -1' ro: 53lp t' ii u 4tf*B0M| di'
Estad) ce Ptomb/or, fie.
F;o t.h.r i to es q^;o <> pieaect-s eli-
ts,\ ir'.Bj ijaa n c 'o M;o proviso
Ourr, ai rrtio df, na B'.U da au
dieccias, tooa ci: ser trrsaipt-ido por uur.o>
roaia der e in-ioi- Isrcs ff reoar, o a--
rcndaaii)t: do eBgOtbo C qoe'ro, ieite
mnoicifia u r-ilio d; l.'Oi'JOO per
ene, e vi) a prt-yi por uro llivopto a
ccmec;r df u'it^tD'i 1 M*.o pr. s-mo vic-
do oro e te titilar r.o tltioo do R!sio de
1893, sob 66C'!i.'',3 a ^KuDte8 :
O Rrr?r;Bta'-!o ser ib-gado a onnaet-
vtr O preci'', obrt, mtitttB ierrenes e uta-
ebicism" : OEi fin 58 idnea cu diohein<
a viU-, iSo pudendo licitar qu. m d2o
tatisfizer i-atta ci.udi^Sea.
Jfc p-ra que tiesas so con^ecimeoto de
t doB m-.iicei; casssr o prceeate rdit&)
afxaco o, porta de iua dm acdi-.cu.B
e {.ublieado ta morera.
Cidado do H10 Fjr.zcs' 18 de Abril do
1893.
Eu Aot;rjij Fioriaao de iUUo, cscritrfio
eicrevi.
B. M-racLSo.
Eslava devidamente eelladt.
Era o qj<: se coot. li. ca dito edi-.l
iqoi c pialo : dou i.
RoFitcDuso. ih de Abtii di 195.
O eicr:v<-,
AoIodo Fioriaao de tic 11).
b^rso ue
Ko tarto acbUB as propoeUs i,oe se res >
ilre-n as 8eRoin'e fatus :
t.* Ai que excelerem aos precos do ores-
a.ruo;
2.' A;1 qae tao.fo em org.nliadas ce ccordo
OBta o treseLte ediUI;
3.-Al qz ee batearem em prtgoa de iu^ o
- 'So* ;
4* A ijun furem Brmad8 per scesoag que ti
a ; -.uisado e raoprir conlrartos cu i-rc-
-.* ce cootractot celebrsiics com a exi'.tic a
11 pa'li(Aq de Obrn Pt|t>lict(;
b.' A qae no rffrecwem atraatiae e qua-
i'i es > x\' i 'as eo preff-ive edital.
N bijas en (/jala f-rA arena soto qoa o pro-
ate aprescLie rec i que Lroe baer depo-
Brs'la (joaotla te 600UtO e
pa o >Me to d" te^ii^u c-o kp, acoln-Ja iua
pr. i)3.t:, renjkU o propectute a C6tisii.r o cu-
HB< Ut IflBi B-Hto.
t s it'imnius c 1 lao'aa tas n!>-*.e de qce ^"a-
; .- i-eote editsl ;.(bac -e ji'erla iei-a>i cao 4
i do* prftnootn'eft, qoe icce.ao rii
'8 10 ti 4 biift* itifH. 22 l^ A'.ul Lti Ju.quliu Rodr>ai>i S^l.laoa Joolor,
D.tceor e.-il.______
Aforamento de terri-
no de marioha
De o dea d;I :d. $r. ^. rispe, lo- *>
r ; icaa [ c puoiiro qce, '(O o Jit(M>D
.Sohrlao) r qseM '> > ^fjran>D!a n ima tio5pti.a'o; Ui'aKreB Ca cidad* i-e
UI10', o qjal hDi'a* ainor'e cum 'errecn
rto p-tewnartj e 10 *1 cpti t.r e""o 'e Jote.
P riiil 1-.0 UT*, nudo n imaUo* os l..r.-i o>
/)fn(-8 n;a!8 itt r;3>a;0'', pura provaretB
n-'' p alo ''' l" uta "ae, .1 air--t o te p'f e en 'ta,
que per fO'nre 1 v.-.-t-ui e> ai re:i"a ao a.'ir-
i.t-n'0 S> U18DO lf-r-r. ).
..'p(i;o di A'aa^.ga de Te tuxboco, (f
de Abril te 1S95.
O he'e
Cli'o \'si:e-11 o Pf"<- r^.
Para
Projecto de iascripQo
IWUCAUOB MMBHC1AL
DO
DIARIO DE PERNAMBCO
lisi
i.
.
IRXD4BK
Di
t. Jum daAgontarrectaae conven
lo de !V. 1'. io < arui >
Diorrieiii iia luei-a remedo- cuiviio a todos
o- nof8n roaos ra a piraaeitaion, (aalsdr-
DU- 'tsla to ntsi) oimoo pjdro-iro, ls 10
lo ai ta rcanna ne 5 do o'reoie, eacomin-
Diiarco- a proel sao as 3 b ra* aa ant de;se
ireacco oa.
ftKretarta Ce S. Jo t d'Agcoia, 3 e Bfa o de
8 5.
0 fecea-io
Jo Fr.ncisco da Silva H>ia.
RecabeJoria do Estddo de
Pernambuco
Edlial n. 8
O adoioh-trador ai pobHsa a qa- m lcterersar
pte?a que tentrt de irtfl a aia< teis improroea
tur, eactadoa d< 25 to rorrrta\ ferao arrrea
o a bocea co ctfre 'o< abanto decla-
rados retili'ci ao {* semts re dj ejercicio 'is
TiRor te ifclc.
Becbenr.-u do Estado de Fernarxbuco, 13 4*
Abril de 17)3.
O Bdaijislradtr.
Soaso da Alboque que Helio Filbo.
impoiiou sa que refere o ed'laal
supra
20 /. -cb c o valor tecali?e de depoaitc cox-
jreiaer.
30 / aobr o valor l.ca io e (Btablec'oien-
13 (6 a da ei-jac>.
40 /!'i: 1 ideg, de ettsiel. cimeotos altua-
ic> D 1 ai;. : i
Classe 0. i.ATuezem co loja de azeida eai
goeso 00 a rp'a'n.
Classe c 2 Arrj) 0:1 Irja de ferrajPOS,
nui.f, qo:cquilaa'ias e rxacbaas de coa
liras.
Classe n. 3 -A-maitm da veoder fjeaeros lie
fgtlva e.D -'-.s .
Closse B. EArmatePS de aBocar.
C16p ? 7Armareo3 ce xarqoe em grosso
oo a realD?.
Claise 1 11A'rxaTf ai uu deposil) lher, aiandeif^dooa lQj.
Cfsst-ee. 12 -Armaitm de isipec^So de al
goda i.
Clamo. <4-Armazemca depoei-.o, alfaode-
gade tu oa, oe lecalher.
Olasse c 17-Ccmpacbia de aegaro ou agen-
cia, ele.
Classe r 19-Ejjprtzis aocDjxas co agPD-
fiss nu iruaudas em teu raxo especial de aje-
gotiO.
Caste n 20EnchtffiPO'.o de agurdente.
Ciarse d. i: Fo^iicao > vapor.
Ciat'WD. 30-Loja de Cij-idos.
Cl.8e n 41Taer:a.
Classe d 37Loja 00 slabtlecime.ttc de ven
de' nrxo a teairio, p JtDlO. ________
EdTal
Secretaria da Industria 3-
Ibirecturia
PAS.ElO PUBLICO 13 DE MAIO
Para coaluciniento dos miprt's.-ndo.s toco pu-
blico que ca sera effoilo o edilal de ti de
Abril ailo chamando concurrenlea consuu
rgto das 8esu'llleB obras do Fasseio Publico
13 de Halo :
1777 metros correnles de muro; 500 ditos de
passeio da lge Lubo:i; G77 diios de prt-
ele p ra cicada e 5 pcriOss de ferro ;.lU('o or-
eado em 9J:815S7l2por Ut o Sr. Governador
00 Estad rcsolridomanl ir proceder a cobran-
ca da ;irp)riantia dos alorroa e ouiras btmfei-
lorias fcitos ero diversos terrenos particul res
encravados na rea desuada ao referido Pas-
seio por exigeucia3 ioatuotei da saudo publi-
ca,
Recifp, I de Maio de 1395.
Jote Joaqun Rodrigues Saldanha Jnior
Uiieclor g-ial.
decretara da ludusina
3.a DISECTOBIA .
ENTAL
Para coDtiecimtn'o fes inieressados fa0 pc-
blico qn no da i de Maio preximo viooaro ale
1 horada la1 da receben-se 'es'a rerarlio pto-
costas paiti a cocetracsao do calcamerto da ro
de Santa II la, mediodo doos ron e qoatroceotos
mei'ts qi).iorcocs (2:403 m.2.) oreado eir....
50:4240C3.
As p ooslas evirjj b't ronvenientemeo'.e ael
lidas enlr^goea em rrt. r lechada* e tctn-u
ttn lerrcoi claro :
1.* O pieco pelo qail sa propfem os 'lcilinies
txecotar t obras ; *
2 EGdereco de soa residencia ;
3* Prova de idoneidad i precisa para dirlgi-
rtva e exe rular Km is obra s
jveodo ia n'co m:.is procoftaj em 1gn->ldoe
i<" i"ondic5i." ser* pnfftdo o rnnoo"eaio qot
c irc-p-" pirvt t Seguros Martimos
As directoras das
Gompanlias de Segaros
Inderanisadora, Phenix
{^ernambucaiia, Amphi-
tritc e Tcthys, desta pra-
ca, convencidas como
alga mas das suas con-
generes do Sul da Re-
pblica, conforme circu-
lar recebida, de que os
seus interesses sao gra-
vemente comprometti-
dos pelos contiauos e
exce.jcionaes prejeizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente com destino
aos portosdo estado do
Rio Grande do Sul re-
solveii a contar do da
10 de Abril prximo, s
efecluar seguros de as-
sucar ern saceos para es
portes do referido es-
tado, 4 particular", o que fazem
publico para conheci-
nieiklo e governo dosin-
t^rfssaaos.
Recife, 30 de Marco
de 1895.
Pela companhia In-
demnizadora,
Joaquim Alves da Fun-
seca.
Alvaro Pinto Alves.
Pela companhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz Duprat,
M. da Silva Maia.
Pela companhia Am-
phitrit
irthurugusto d'Almei-
da.
Joao Jos d'Ajjuorni.
Pela companhia Te-
thys.
Raro de Souza Ltao.
Thomaz Comber.
Julio C. Paes Barreto.
"SEGUROS MARITMOSCOKTltA
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
nuA nocoMUEnr.io
S EGURO CONTRA FOGO
3-
4.
5.
7.
8.-
a 14." ponida que se reamara no
domingo 12 da Maio de 1895
l?ARX>-CouJe.'arJa Ioernc!an&l-- 1-WiO matroa-- Handeap. Ani-
maoB es qualquer pic. 1'kkm:08: 4O05OOO ao primeiro, 80 -> aerando o 40J000 ao toroeira.
PesoGipfjr 75 kiuy-DB3 50 k o<
cid veo, R.dmg 45 kil a, Aj-o o c Uoarrdiho 40 kilos cada un?.
PAREOCondel tria Crsszelro 1.609 marca. H odcap. Animaes
e PcrDambuco. fbvmh : 5005000 ao primeiro, 100JW00 ao egurj-
tio p, 50()00ao terctio.
f*CSONababo, 57 k'los, A" Hiaotrik 2.' 52 oar1 am, O mera e PlaUo 50 kiioa cada uji, P.-
rarn'n 45 kts oh t^entis 40 kiioa cad am.
PAHEO Cov.delariR Indepcadtncfa 900 metros. Aoimaea da
P. r uiibuco. Pbbjuos SUitOOU au primoiro, 50>OO ao segando
e i.53')O0 ao tercairo.
rr 5 Nababo, Aveotureiro, Triompht), e Feoiaoo.
PAHEO Coiac'.a'fa Urazl elra 1.350 metros. Animae> da Per-
Dambuco. PRtija: 2'0o00 o primoiro, 50(5000 o aegoado
e 251000 ao teroMro.
Art. 5.*Oa do p.reo Coi <.'.- ra lodepandeocia o maa Camors, Pa to, Pira-
mor, Ili<-..n ia e B .airasrck 2 e Banquero.
PREO Candelaria FraierilSdcdc 1.300 tcetroaninsaea do
P'00 ao ae-
gotjdo o f05CCO ao uraciro.
Art. 5.*Oa o pareo C-ndoUria Braa.loira a maia Boija Flor 2 Famaca 2*,
T;rc; 2., Tod. Ida, Pyrilampo, Furioso. Pa!h;co.
Co^dciafa IVoTS 950 ,metros. Animaea de Perr.ambo*
co. Pbhmjos : 2C'fOO-) ao primeiro, 50^000 ao gando .o 25 ao turyeifo.
Os do par:o Coudeer:a Fra^eroidat'e a ma>a Gol.oleto, Mailorde,
C'onqofatkdor, Bethoiy, M-Iaio e Tabcier.
CoutScfaria sFluainense -900 metros. Animaes de Per-
camr-oco. pkkkios : 250)5000 ao primeiro, 50000 ao negando
e 254CO ao te-, oeiro.
Art. 5. '.>* do pareo Cudeiaria Nova a maia Pttcoou'y, Mendigo, Masco-
GaU- nor 2", Balm, Eerlim, Yoo, Braltio e Pigmeu.
PAR20 Treiu C 2lIo 850 metros. Ao'r.: si de Peroambooo.
Premios : 250f5U)0 ao primeiro, 50)5000 8 abundo o 25I50CO
ao terceito.
Art. 5 Os do i.areo Coudelaria Flomineaao o mais Malange, Lu.f r, Ga
rimpeiro, Odblio, Ar-y mo, Tib-rio, Toiraosr, Vingarjia, En r.-be, Ti*
moceiro, Divertido D.utador Pctropoba 2 e U:odmcraiug 2*.
8.- PAREO
Art. 5"
PAREO
61>8rT3$>}8
Netibum parto sari considerado retnalo sem que se iaacrevam pelo menos
4 animaes de 3 proprietarioa i ffarentes a naobam dos pareja contar victoria.
O proprietario que injcravtr os sena 6lhj e para cata corrida, tc di-
i e lo a um bilbete fua*r*ii, por anmil que eicrevc, qno dar d.re.to a brinde
ao boi o'c de 2 do corro te.
A inscripta') eccerror-se-ba terca-fira 7 do correot* a 6 12 hor.s
da larde na Sac otaria do Pr.do, ra da Impeatria n. 26, 1.* andar.
Secretaria do Pradc Peroambucano, 2 de Maio de 18?5.
Servindo de Secretario,
G de Abreu.
Ll-
(asGraner. Coiupany de
verpool
CAPITIL 0O,0M
AS!ISS-?:SL1,A &C.
LA 1( O DA CUHFANIHA N,6
SEGUItO CONTRA FOGO
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Poeicio fnanceira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William tk.^
OOmPANHlA
Exploradora de productor
calcreos
ASSEMbLSA GERaLEXTRAORI IN'aBU
Convido a t.doa os serboes acctoriisias d. s a
coapaobia a reacirerc-s i em atsenbia ee'sl
i xrao'dinaria no dl.i 17 do coren e, a t bon
da larde. u> seo esoipio' o o caes do Apollo
n. 73, i fki Je lomarem coob ctn.poio de otr>
inciaeote oc; rndo oa ao por dtbeuio'is a qie fst>ra a directora
ao'o ioada.
Keclle, 2 de Jia.o p Ib95.
Ro'nfo Carva'bO
gpcrea-'o.
122 immi mmm co^pa .
iXisns
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital f ,900,000
(Rs 4,000;000f000)
BKGURA EDIFICIOS B MEBCADOBIA3
CONTRA O FOGO
7AIXAS BA I XAS
PaOMPTO PAGAMENTO DE PBEJIZO
Sena descont
Agentes
BftOWXS C.
o* o*
18d 5'
Companhia !\'orlh llrliisli & .ilcr
canti e- Insurance
Capita. subscripto 3,000,000
Fundos accumulados 9,452,452,
bece:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* S*
De premios sobre
divida -992.379 6 l*
2.4^8.196. 12- lld
N; B. A repartico de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transacfes fei-
\as pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
Pede-se ao Senho-
res consummdores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclamajo, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os aStjv
Manoel Antonio daSil
va Oliveira, Hermiilc
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tono de Castro Nunes.
Todos os recibos
1 > B-r -^-^- t\wof>l -I oirp
Vit. 3 lil y y l ki 1 a \jui V*. Vy o
rao ser passados em
i talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
iem o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
COMPANHIA-TETHYS "DE SEGUROS
MARTIMOS E TERKESTSES
BU* DO VI8ABI0 N. 1, 1. ANDAB
Ciractorea
Bario de Souza Leao
Thomaz Comber.
Julio Cd.r face Barretto.
Bascos
Banco EmissorDirectores, rs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Fernandes .
I Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tunes.......,......
Banco d* PernambucoGerente Wilam M.
Webster........ .
Gompanhias de Xavcgacao
CariocaAgentes Pereira Caineiro & C. .
Chargeurs Reun iFruncezait'i-lix Bandeira
Companbia Pernambucana de Navegacao a vapor
Gerente Coronel Ulkwea A de Grvalho .
Companhia Messageries Maritim.esAgentes H.
Burlp A C...........
Lloyd BraiileiroAgentes Pereira Carnciro & C
Norte e SulAgentes os mesmos. .
Pac lie Steam Navigation Compan yAgentes
Wilson Sons C. Limited......
R:d Coss Line ol Sieauers. Agentes Johston
PateriG............
CompanbJas de Segaros
Companliia AuiphitriteDirector Artbur Augus-
to de Aimei IndemnigadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............
[ Nortu British Mercanlile-Insurance Compauy
Agente Wilson, Sons 4C Limited .
Phenix PernamoucanaAdministrador Gerente
Luiz Duprat..........
Coicpanhlar* diversas
The North BraxUian Sugar Factores Limited
Gerente Ilenrique swales......
CoBSfguaccs c oEaatlss s
Augusto Labille.Casa de Commisies ;e C)-i
signacOes...........
BorstelmanACEscriptono de CommissOes e
consignaces..........
Carlos Rabello & C. Casa de commissOes.
Joao de Meira Lins.. Casa de CommissOes .
Johnston Pater k CCasa de commissOes e
consignafes.........
Max Drechsler- casa de agencias e commissOes
Machado Pinto & C.-Importadores, exportado-
res e commissarios.........
Manoel da Silva MaiaSuccessores de M. Maia t
CEcriplorio de commissOes ....
Manoel Ferreira Bartholo 4 CEscriptorio de
commissOes e assucar.......
Pereira Carneiro 4 CCasa de commissOes. .
Suva Guimares a C. Escriptorio de commis-
sOes e consignacOes .... .
Souza Pinheiro fc OEscriptorio de commissOes.
Agoslinho Cosa & Fiuza successores de Tava-
res de Mello, Genro & CCasa de commis-
sOes ............
Tbeod Just=Casa de commissOes e represen-
tacOes ............
Wilson Sons ft C. Limited-Casa importadora de
carvo de pedra de todas as qualidades .
Armazens e loja* de fazeadas
Andrade Lopes & C. Armazem de fazendas em
grosso .........
Andrade Maia & CArmazm dejfazendas cm
grosso e a retamo.......
Francisco Gurgel 6 Irmao.Loja de fazendas e
modas ..... ...
Joaquim Luiz Texeira 4 C. Loja e armazem da
Fa endas das Estrellas.......
Loja do Coellio Sortnento de Fazendas e
Aodae.............
Rodrigues Lima 4 dArmazem de fazendas em
grosso..........
Vianaa Lastro 4 CLojade ferragens .
Hassames
Joaquim Alves da Silva SantosArmazem de
macantes.........e,
L.torapBa
J. Purcell.Ljtbographia e Typographia a
vapor ............
Farinha de trigo
Machado 4 Lopes.Armazem de farinha de .
trigo. Importador........
Armazem de bacalho
eixas IrmosImportadores de tacalbo .
lundites
Alian Paterson 4 CFundico geral.
Cardozo 4 Irmo Grande fundico de ferro e
bronze.....,,.- '.',-'
Uiiz da Cruz Mesquita.Caldeirana e lunt-
co de bronze.........
l&iversos negocios
Abe Stein 4 C-Negociantes de couros em ge-
ral e borracha.......
!le6bach Broters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportaco ....
Fabrica e i- Jas de calcados
Albino Cruz 4 CBotina Maravilhosa -Loja de
calcados estrangeiros e uacionaes. .
Braga S< CFabrica decalcados .
Fabrica de Cnapeos.
Chape laa VictoriaVariado sorlimento de
Chapeos, para horneas e 6enhoras.
Serrarla vapor
Jos Rufino Climaco da Silva.-Serrarla a vapor,
Armazem de fumo
Almeida Machado 4 CArmazem de fumos,
papel eouiros gneros.......
Arm- uo de **tlva
Henrique Louieiro & C.-Aaniazem de gene-
ros d: estiva em grosso......
Eachlmeaio oc agurdente
Fabria de vinhos aguaraento e met.Pinto
Ferreira &<:.......
Enchiraeto de ahool. gurdente e rcel.- Pinlo
Ferreira & C ........
Uercearins
V'evesPedrosa&C Mercearia......
Pocas Mendos & C Armazt-m de estiva em
grosso e a relalho......
TvpograpUia e Litograptaia
Atelier Miranua Tvpograhbia e litographia a
vapor, pautajao e encadernago
Hernzene c cemento.
Fonscca Irmacs & C Grandes importadores e
exportadores..........
-------------------COMPAM1A
Centro Coinmercial
4* cntmaa ie a iial
H5o cor.vida.los os Srs. accionistas a f. z rtm
a 4' eai'a la na raiio de 10 O'o do csplU ubi*
iripio, dentro Di pr. za de 30 di, s, a ccntr
lala data, no Banco de Pemambaco.
Mace'.. 30 de A" i1 de 1893.
Os ulteriores'
Tibir io AUe* de Carv4.lt0-
Rnatpn'p- At"'!!).
Pedro ae Almeidi,
Lfci ;a Fia Popuhr Pernam-
bucara
tVam^soiemoidjde do coatoap, cammeno-a
no ois-5 lo coren e. a Laua Pa i opoUr P-r
namtocana, o 2- annivptsano e soa losiUOHao
A Airecioiia nao letid i | 0 ipa-io exforcos p; ra
o Pple/idor oe eoa lesia, espera o comparte-
aeato de soas co-irm!s, pfa a- nuaes endere-
',tm convites ttp-f ia-f, e do que rxoi'o se bt na
' 3 ae JaluQe lc9i.
A ti,rf a 13
j*.n *uiua.
Ra do Coramcrcio n. 38.
Ra Bom Jess n. 04.
Ra do Commeicio n. 40.
Ra do Commercio n. 6, !- andar.
Ra do Commercio n. 9.
Caes da Conipan.ua Pernambucana a. I i
Ra do Commercio n. 42.
Ra do Commercio n. 6, i andar.
Ra do Commercio n. 6.
Ruado Commercio n. 10, i* andar.
Ra do Commercio n. 15, i. andar.
Ra do Commercio a. 48,
Ra do Commercio a. 44. .
Ra do Commercio o. 10.
Ra do Commercio n. 46
Ra do Torres n. 34, 2- andar.
Ra do Commercio n. 9, andar.
Ra doCommer;io n. 18, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31. L' aadar.
Ra do Bom Jes as n. 44, i.- andar
Ra do Commercio n. lo, 1." andar
Ra da Cruz n." 16 e 18,
Ra do Vigario n. 19
Ra do Commer'ion. 7, 1* andar.
Ra do Bom Jess n. 4.
Ra do Commercio a. 6,1* aadar.
Ra do Commercio a. 5 l' aadar.
Ra do Bom Jess a. 7.
Largo do Corpo Santo a. 91 l' andar.
Ra do Bom Jama n. 62,
Ra do Commercio a. 10 Io aadar
Ra Duque de Casias n. 52.
Pateo do Livrameuto n/ 22.
Ra 1 de Marjo n. 20 A
Ra Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Ra da Imperatriz n. 06
Ra do Mrquez de Olindan. 20.
Ra Duque de Caxias n. 115.
Ra do Vigario n. 8
Ra do Mrquez de Ohuda d. 8
Caes do Apollo a. 47.
Largo d'Alfantlega a. 3
Ra do Bario do Tr:um?bo a. It.
dem a. 104.
.dem n. 66.

;
K
Ra do Bom Jess n. 62 |
Ra do Bou? Jess a. 5, r
Ra r de Margo a. 18.
Ra doLivramtato a. 24.
Praca da Independencia c. 36
Caes da Regeneracao a. 24.
Ra da Madre Deus a 36.
Travessa da Madre Deus n. 8.
Afogado?.
Caes da Companhia Peraambucana a. 13.
Ra da Penha n. 33.
Ra do Rosario Estreita n. 9.
Ra Duque de Caxias a. 37.
Largos da Alfandega a. 2 c do Barao dn
Trihumpio ns 6 e 8 e ruados Guararapes.
,:
h
8.U.F.
Scciedade Unio Familiar
De orcen ce 3*. prenlfctil*, comido a 10Job
js eenbores so ios a cem .ar.ceren) 00 o< mingo
5coco!reie. & 4 boras da ia d\ pa;a em
aa-emul 1 ge-'. 1 eleger se o ttiFSourei'O e Vi-
i-dic. .
Ee-rpitria daStcedade o:) Familia-, era 2
.16 lij d; 169?.
0 secre'ano
__________J ao B. Grlvi".
Goutrana
DO
(-nii Manta Can
D ord< :n na o f-a tenedora, coevido a todos
ob taTSircrs irnajs pira c.impare^erem eo
cosso EOCl'lorto f-ae.-ti- o de ttm na'.i o- ihm
de cncorporado arurai-i a*i* PWCi S" Jt
S. Juf 'Aat.'Oia que -tvera s.hir uc cjaveu'0
de .N. S. rt. Ovo o telas 3 bar.8 da tarde de
dimirs/j 5 -o -o- eme.
CotiBKtoiij. 2 oe UAa O e-cnva
J.ao kb ueFigoMr-dj.
Estrada ie Ferro de Kibei
rao a Bouito
De ordera da Directora convido aos Srs.
accioaTslas d'etla Erapreza, para se reunirem
assembla geral ordinaria, no dia 6 de Maio,
.na sede da Associga) Commercial Agrcola,
; alim dn lomar conhecimenlo do balango e aclos
I da adiuimsinica/ relativos ao anno lindo, as-
! gim como proceder-se a elcijao dos membros
da conttnissfio fiscal
Rtcife, 16 da Abril de 1895.
1 Manoel carneiro da Cuilba.
i Secretario.
Devoc,ao
De *.
Joao Baptlatado ditttricto
de S. <0t s
A corxmisrSo som n s'.rativa. encarregada da
1 d ticca 1 da capelia e Dos;itl, lendo marcado
ocia 8 do to;ente pira ier logar o sesenu-
ujeata di pnmelra pedra, vem declarar qce
depa de ter logar rqoeile acto 00 d to da em
ecosqot nca ceeatir em difficnldade para cb-
lera ar.l. oeci'Saria pira lonpleiar o aterro
lo local pan a pedra, e i?niDtm por taller
s-.do linda concedida a licei 51 da In-endencn
tara atdiBc;cio a pl.n a aprei.en a !a, ii.anio ptr iseo adiado
n.ra ssirc qo for etla cj; cedida.
Miio,3ce 185. .
F.010 Ca (.0 ta'Pertira de Feriar.
Fiadc eco Aoguato de Miranda.
JnOoofre co- Rus M?riobc
Vencravel
Confera deis anta Ri-
ta de Cassia
Deordem to contelbo adai jatratho dessa
veoeiavel Wt.lr.rb, c-nvido tolos o, no,sos
crissimes i.mSos para comp: rieren eino
oosbo cousis orlo e 10 boras da manha de do-
mingo 5 d3 crreme, para em numero legal e
em reonito d. colegio represeo.aiivo pr.ei-
der- o a deita) do-) fonfclonar'.o qne ttem de
reg.r a aeam. cenfrana no t nao coxpromlssal
de 1893 4 18^6
CooslsUTlo. 2 de Maio de 1895.
M niel d 1 Niecimeaio Rro M.nteiro
Secie eric.

t


m
wmm






Diarlo de Pernambnfo Sabbado 4 de Halo de 1595
Ateri^So de pesos e medi-
das
Fai-9e publico a qnem interessar, que doran-
te o correle iaea, das 9 i/1 horas da manb.'i, s
1 1/1 da tarde, no andar terreo do paco muni-
clpil, serio fetas. mediante pagiiteoto de re-
ferido imposto, afric,6es de pesos, balanzas e
medidas d03 es.abelecimeoios coramercaes,
sitou Das fregoeaiaada Grca e Afogados, Bran-
do io;eito8 a pagamento de molla osqae vieren.
aferir depois < o praxo supra Indicado.
Secretarla da preftitora municipal do Recite,
i- ileMaio di) 1895.
O secretario
13 ; Josqolm J.Ferreira. da-Rocha.
MARTIMOS
Llojd Brazileira
O vapor
Olinda
E' esperado dos po*los
do sol no dia e do cor-
rete, segoira paraos por-
tes do corle no dia t
O VAPOR
Planeta
E' esperado dos portus do
norte no til do crreme, se-
guir para os portes do sal no
ia do mesmo.
Ab encommendas sero recebidas at 1 hora
da tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Compannia Pernambocanan. i.
Aos Srs, car-egadores pedimos a soa attencSo
p?ra a clausula 10* dos coobeomenios que e
segeiote:
Ho caso de baver algnma reclamacSo contra a
companbia por avartas oo perdas, deve ser filia
por escripto ai agen e respectivo do porto da
descarga, dentro de ires diaB depois de floali-
sada.
NSo precediendo esta formatldade, a compa
nb'a nca isent. de toda a r sp-nsabilitiade.
As paEssgeo sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 2 l/i horas da Urde do da da sabida
do vaper.
Atlen^ao
As passagens pagas a bordo custam
ni ais 15*/**
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trets-se comos
AGENTES
Fereira Carneiro & C.
6RA DO OOMMERCIO-6
1* andar
O vapor norueguense
do mesmo.
4H^k

Argos
E' esperado de
Montevideo n'es-
Us poneos das
eegniodo depo)
para
Santos e Paranagu
Para carga, passagens e encommendas trata-
os com os _
AGENTES
Fereira Carneiro i C
RUI DO COMMERCIO N. 6
1.' andar
Hambw g- Suedamerikanis-
che Damplschiffahrts-
Gesellscbaft.
O VAPOR
Desterro
i\r
E* esoerado do sol at
o dia i do correte e
segoiri depois da demora
necessaria para es portes
de
Leixoes e Hamburgo
Para pafsagena, carga, frete e etc., irsta-ae
coto os
Consignatarios
Borstelmann S?C
Roa do Commeroio &. 18
1 andar
Parifico Steam Navijation Coi-
pany
BTRAITS 01 MAGELLAM LINE
Os paquetes magnifico!
Orlsia e Oropela
AELICES DOBRAOOS
Primeira viagem este porto
>esa
Orop<
Espera-se d o
snl al o dia de
Malo e seguir
depois da demora
do costme para
Liverp~ol com escala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
Estes magnifico*) vaporea (m ptimas
eccommodfccBes par* passageiros.
IPara carga, passigens, encommendas e diobel-
roa frete traa se :om os
AGENTES
Wiison, Sis 1 C, Limited
10RA IX) COMMERCIO10
1* andar
Boyal Mangaran Sea NatigatioD
Gompany Adria Limited
O vapor hnogaro
Klmn Kirly
E' esperado de Trieste al
at o da do correle, sr-
giodo depois da indisppn-
savel demora para os porlos
da
Babia, Rio de Janeiro
e Santos
I ira carga, pamgens, eocommeodas e di
ohiiiro a frete, traia-se cou os
GENTES
Henry Foroter & C.
Roa do Comaercio n. 8
1--andar
Cipaa nmiiuiu ti Na-
Fernando de Noronha
O paquete Una
Commandante Carvalho
Segu no dia 4 do cor-
rele as 4 horas da tarde.
Recebe carga,"encomxeodas, passagens e di-
obeiro s frete, at a 11 horas da manca de dia
da partida.
Chama se a sttencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10.* dos coobecimentot que a
seguate:
No caso de ha ver alguma recla-r ar, 3o conira a
Companhia, por avaria oo derda, deve ser feta
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depoia de fluali-
aada.
NSo precedendo esta fortcalidade. a Compa-
nhia tica isenta da toda a responaabilidade, *
ESCRD7TORIO
Ao cees da Ge ipanhia Pernambucana
________________n. 12________________
Prti.ce Line of Sleamers
James Kuott, Newcastle-
cu-T^ne
Llnha regalar entte os Esta-
dos-Unidos e o Brazll
E esperado de
Mew York at o
ota I de Malo
e eibir depois
d a demora n e-
cessana para
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Carib Prince
Tem ptimas acsomoda^Sea para passa-
geiros e Iluminado luz elctrica.
Para cargas e passagens trais se com os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
tawiu Hanoies
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Comma?daote Rossignol
E' esperado da
Europa al o dia
4 de Mato, bp-
goindo depuie da
dea ora cecessa-
ria para"
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Avres.
P.e-vine-se aindaaos Srs. recebedores de mer
cadorias qce 6 se attendera a reciamacOea por
lal as, que forem rcconhecida na occasiao ca
descarga dos voliuaes; e que dentro de 48 bo'
ras a contar do dia da descarga das a varengaa-
deverao fazer qualquer reclmac&o concertien-
te a volumea que por ventura tenbam segnido
para os portes do snl, aim de serem dadas a
lampo as providencias necessartas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se presenta-
era na vespera da ebegada do vapor para loma
rem as snas passagens.
Para carga, pas-geos, encommendas e diobei.
r j a frete tratar com os
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
i*
Qamburg Suedamerikams-
che Dan pfschiffahrts-Ge
sellschaft.
O vapor
Paraguass
Espera-sn da Europa
al o dia de Malo, e se-
goindo depcis da demora
Decessana para
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
Entrar no porto
Este vapor illominado i loa elctrica
e offerece ptimas accommoda9001 aos
Srs. passageiros.
Quaesquer reclamaces t serio attendldas 48
bo-as depois da ultima descarga do vapor na
Alfaudega.
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & G.
18Ba do Commercio18
1. andar
Hyate
0 fcyale nacional c Jondteby recebe carga
gara o Cear e Ccmocio), rff-recendo ais carre-
gadores a vaolagem de 10l0 de abate sob'e o
(rete do costme, i Iratar : 00 escrlplono de Ma-
noel Joaqulm PestOa, no Recife.
Boot Lib Lif steamers
E' esperado dos
porios do norte
atj o dia 4 do
correte, segoio-
do depois da de-
mora necessaria para o
Para e New York
O VAPOR INGLEZ
Hilary
Para carga e passagens trata-se com os
Consignatario*
Johnston Pater fy O.
Ra doCommercio n. 15
LEILOES
Sabbado, 4, as 11 horas em ponto o leilio
de farello avariido.
Ao meio dia de sabbadn, leilio de fixendas
variadas.
Boje, s 11 no-as em ponto, leilao de no
vas fasendas afsrladas, madapolQes,
ti roa icoca. 2 (paradores
casa de f<.m vas fasendas avariadas, madapolOes, gangas, 1 casa de lm\\.
bfalos, baDt'slas. estampas e oolras fatendas.l Tar/ta.tar-x' 7 Ar\
O deJOJ saceos de farelto variado, flea I x ^rVd Icirrf? ^
e ootros movtis de
cbrente
transferido para segoaia feira 6 do co'rrente._
Grande e importante
Leilo
De fazendas avariadas
Hoje
4 de Maio
A's 1 1 horas
CONSTANDO:
De modapoloes Oros, gsn a para coberlas, fl<-
nellas, chitas preas e de tOres, tecider, bofa'.os
e bapiislas
Hoje
A'S 11 HORAS EM PONTO
Por occaeiao de ooiro, de chapeos de fellro,
preos e de c'es, chapeos de p^lba e bonets.
Agente Silveira
2* leilo
Do engenho Boa-Es-
peranza
Sabbalo, 4 de Maio
8 meio da
So armazena n. 41 a da roa 15
de Novembro
0 agente acim?, por alvar do Exrr. Sr. Dr.
ala de direito do civel e com a sua asaia'.encia,
a reqoerimento de D. Jolia Av'es de Almeida
Freltas, inventarame d03 bens derzados pelo
hoado Dr. Joaquim Ajrea de Almelda Frei:a-,
levara a lellao o engeobo Boa-Espersoca. per-
tencentb so espolio do mesan finado, e situado
da comarca de Paneliaz de Miranda, o engeobo
rxoente com agua, cnpeiro, com moendas de
ferro, casa de telbas, atsentameoto constante
de seis tachas, grande numero de formas de
madeira, dous caizOes para deposito, aambiqoe
de cobre com deposito e seos pr-rtences, em ca?a
de telbas. casa de vivenda de lijollo e laipa. co-
b.rta da tenas, sendo que a tua demarcpcSo
constante da escip'.ura de compra e termo judi
cial, eet em mao e poder do mesmo agente
para que os licitantes pos?am conbecer, e mais
cinco cavallos n. ves ; fioalmente qoe o engenbc
vendido com a t-afra anda nao colblda e a
viodoora ja faodada, respeiundo-ee os direttos
a dos vradores.
Os pretendecte3 podem procurar o mesmo
egente na ra Deque de Casias d. 41,1* andar.
Leilo
De ganga para vestlao de montarla, estampa,
madapoloes, chitas, a'gecoes e oulras fazendas
avariadas.
Sabbado, 4 do corren te
AO MEIO DIA
Agente Pinto
RA DO BOM JESS NUMERO 48
LeiI.o.
De SCO saceos com farello deecarregado de
bordo do vapor inglez Crele, com avaria
o'agua do mar, exlsteotes no trapiche A. Bailar.
Sabbado, 4 do correte
A'3 ti HORAS EM PONTO
ente Pinto
Ag<
Leilo
De 24 cade.ras de junco, 1 mesa elstica, 1
espelbo oval, i qaadros grandes com moldura
dourada, e 1 ti.eiro de amarello para guardar
cimrxidar, pertencenies a Joan Mayer e pe ho-
rades por ezeeocio dos Suzer K.uffiaa & C.
Sabbado, 4 do corre nte
A's \\ horas
Ra da Florentina n. 19
O agente Oliveira, por maodado do Exm. Sr
Dr. jotz de direito do commercio, levara a leilao
os movis cima, os qoaes foram peoborados
por expcogao dos meamos Salser Kauffosao &
C. contra Joan Mayer._______ _______
Agente Pinto
Leilo
De 1 vacca tourloa e i garrotas
Sabbado, 4 do corren te
A' 1 HORA DA TARDE
Em frente ao armascm da roa dn Bom Jess
n. 45, onde bavera anteriormente leilio de cha-
peos e faseodas.
Grande liquidacao
Leilo
De chapeos de palba para senboras, toiets
para meniucs, chapeos para senboras, formas,
cbapos de caaO- pretos e de (ores.
Sabbado, 4 docorrente
Ao meio dia
Agente Pinto
RA DO BOU JESS N. 45
Por occisi'o do leilao de tasen Jas avariadas
Ageute Oliveira
2-
Das dividas activas perteicentes a massa fal-
lida de Alves ua Costa & Fbo oa Importancia
de 48:. Jii980, sendo qoe 16 693/410, sao ex
ttulos, constante de letras, ttc.
SABBADO, 4 LO CORRENTE
A't 11 Aoro*
No armazena roa f 5 de Ko
vembro n 39
ArlTIOA DO IEPEHADOR
O agente Ollvet a .por maodado do Ezm. Sr.
Dr. jais de direito do cemme*cio e a reqoeri-
mento dos syadicos da masea fall a de Alves da
Costa S Pilho, levara a 3* leilo todas as dividas
pe'teouentes a mesma masea constante de tiiu
los, etc.
Os Srs. pretendenleB desle j poderSo exami-
nar a reiaeso e ltelos qoe ce acbam em poder
do mesmo agente.
Agente Oliveira
Leilo
De diversas movis, 1 rico corte de eda, 1
piano de mesa, qaadros e 1 repartiente de ma
deira com 3 quartos, cosioba, banbeiro e fo ro de
ilnco, etc.
Seguoda-feiva, 6 Jo con ente
AO MEIO DIA
Na casa sita a roa Inperial n. 69
O agenta Oliveira. aoton;alo por ama pessos
que se retira do Estado, fari lellao dos movis e
rxais objectos existentes em dita (asa, a qual si-
garante a chave a qnem comprar dito reparti-
mento cima mencionado.
Leilo
De 1 piano, 1 mob lia com 1 sof. S consojos.
4 cadelras e 1S de guarnicSo. i espelbo val
doorado, grande, 5 lancas para cortinados, i
jarros para fljres.
Urna cama francesa, 1 teucador com espelbo,
i lavatorio com tedrr, marque 180,1 mesa tor-
neada.
Urna mesa elstica, grande, cem 4 tabeas, 1
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
No 1 ao^ar do sobredo da ra Velba de Sin-
a Rita o. 40.
Ageite Pinto
Leilo
De um carro ingles para 2 cu 4 pessoas, des-
cebarlo e com arrelos, lactercas e chicote.
Um cavallo castaoho proprio para o mesmo.
Um noiro dito rodado para carro.
rerca-feiiv, 7 de"Maio
A' 1 HORA DA TARDE
Em frente
AO ARMAZSM DA-RA DO BOU JESS N. 45
Oode bavera anteriormente um outro lei'S. >
de fazendas avariadas.
Agente Pestasa
Leilo
De nma excellente casa terrea sita no Ambol,
do ladj do rio Q^axanei), rodeada de janellas e
ealgada edificada rra terrea) prop-io, com 2 so-
las 2 juarlos, cos'nha ao lado, medtndo de fren
te 70 palmos e 180 de fundo, todo o tTreno ;
readeodo annoa.meme 4004000 : a casa tica vi
Binba ao Sr. Virginio Trajaoo e acba-ee oceupa-
da pelo Exm. tr. Br. Argim Ter^a-feira, 7 do corrente
A'8 12 HORAS EM PONTO
No armazem a travista do C'orpo Santo
n. 27
Para quaesquer Informacde', com o age.te
cima.
Agente Oliveira
Importante leilo
Do ex eenie e g-ande sjbrado de 3 andares
e sotao, Mtoa roa u Imp rairl n. 34, todo de
az.lejo, feito a moderna com cornija e pa.apei-
to, escada de volia a- o 3 andar, solleiras de
marmore, agua e paz encanados em ledo o pre-
dio, le.io os ccmaiodis 8fgoiot?s : o andar
terreo grande armazem com cosioba xlerru e
grande quintal lodo ruurado, lendn parle ladri-
Ibado onde te acbam eiittcodas 3 castnhaa de
pedra e cal. com cornija e porta, arboriado ; o
1<> andar, 3 port?s de f-ente cem varaada de fr
ro corrida. 2 grandes salas, 5 quartos, cosioba
externa, et*. o 2a, com os msmos commedos
do 1 : e o 3o, i grande* salas, 5 qnaros, gran-
de terrajo com gradil de ferro e sctSo, com 2
salas, 2 quartos, eos nba, etc.
Quinta-feira, 9 de Maio
A's il horas
Seg
\o armazem roa 15 de So
vembro n. 3
ANTIG.A DJ IMPERADOR
O aeente Oliveira, pjr o andado e aeslB'encir
do Exm. Sr. D-. ju'a de direito de opbSos, le-
vara a leilo o importacte sobrado aerma ds
cripto, a requerirrento do inveotariante dos beQf
qoe flearam por lallecimen'.o de D. Marii R -a
da Silva Lemos.
Os Srs. pretendeclps de.'de ja poierio exami
oar o referido sobrado-
Agente Silveira
Leilo
De movei?. lencas, qaadros e jarros
;Hnda-feira, 6 do corren U
Ao meio da
Na casa o. 6 a ra Bica, em Olinda
O agente cima, por mandadado e com assie-
tencla do Exv. S-. Dr. ju'z de difeito do c
vel, a reqoerimento ao respectivo ioventariM-
te do espolio de D. Adela'de EodoxU Lio d<
Reg, levara a lei'i 1 mobll'a de joo con-c.
los com pedra, 2 esoelbos, 1 commoda, 1 mea.
para janUr, 2 guarda comidas, 1 mtrqceit
grande, 1 dita pequea, 1 t ilette cooj pedra
'adeiras de bslanco. eapreguicaielras, relogio
1 lata de roopa osada, treles, laolernas, jar o
qaadres, f*ca8, garlos, colheres, copos e aotae
movel, pateles no aeto do lei ao.
AVISOS DIVERSOS"
Aloga se um pequeo compartimento ren
um quarto ao fundo, propr.o para narbeiro, s-
pajeiro, (albo, etc., a tua do Bemflca n. 4 : i
tratar no n. 6 Migdaleoa._________________
Tambem se aloga urna loja ele funile.ro.
m ou sem ferraments, oa mesma ra e cae
reguezada : & Iratar oo mesmo o. 6, aKg a
ena.
Prec sa-se de orna au>a i>* c.a.^.i e >
criado; ra do Arabio n. 33- _____
Precisa se de otta peri a engommadeua
tratar com o portelro do Arsenal de Marinba
"~0 fiscal de S^Jos Antonio Lu:z do
Rege Barreto, venha ao Pateo do Paraizo
n. 15.____________________
Precist-se de urna ama oa roa do ArsgSo nu-
mero 19.
cbwXVXCA
Preclsa-se de nma ama : a tratar ; a rna Ba-
rto da Vjriioria n. 68, 2- a'dir._____________
.loo I'rniit'lxco Lelte
Leopoldina Soares Leite, Antonio Jos
Soares, Carelina Soares da Silva Marques
e seu marido Rom&o Jes da Silva Mar-
ques, padre Antonio Francisco Leite, Ma
noel Francisco Leite e Anna Leite, au-
sentes, agradecem do intimo d'ahna a
todas s pessoas que se dignaram acom-
panhar ao Cemiterio Publico o corpo de
sea sempre chorado, esposo, padrasto e
irmao, e de novo convidam (para assistir
as missas que Be tem de resar na matriz
da Boa-Vista, segunda-feira, 6 do corren-
te, s 7 1/2 horas da manha, stimo dia
da seu passamento.
t
Jos Carlos Cavaloanle de
Aibaquerqae
Jcj Carlos Uavalcaoie oe Alooquerque, Mara
Cavalcan e de Albuquerquo Lns, Candida Es
terina Gavalcaate d Altu-.u-frqne, B;rnardino
de Sena Ribelro e soa muiber, alferes J.io Ca-
vaioente Altuquerqne Soares e tua aalber,
imaos, C3nl>a intimo d'alma a todfs as peseoas qoe icompa-
nbaram al o cemi'e'i} o calaver ue seu mu o
p-exado irmao Jos Ci lo Cavalcarle de Albu-
querqoe, o de novo convidam a todos o= cena
jarentes e am'g s pira assis'irem as masas
qoe mandam retar na matrli da (iJade oa Es-
cada, na Igrtja de Amaragy e na lgreja de N.
S. do (armo, seguoda-feira 6 do correte, sen-
eco dia de seu pirssm>nto, as 8 horas da ma-
ob&, e desde ja bvpotbecsm a Eua eterna gra-
tidao a todos que compareceris a es'.e ac'o de
rellgiao e caridade.
;
Cacilde JonnnuBIhdro Horeira
lana Joaquioa 0 Msod v
filbo-! convidara aos seus prenles e an,i08 para
sssistirem a missa oue munlam ceiefar na
matris da Graca, por dma de sa desditosa
Bina e Irma. C-cilda Jjanni R bei o Uoreua, as
8 horas da manba db te-ca-feira 7 do correte.
aetiao dia do seu passomooto; p.ir ette acc
de rellgiao e caridade ee c.ufescam eternamente
agradejdn.
t
Hara Dolares da Silva Doarle
1* anolversario
.'oaquim da Silva Ouarter sna muiber Berna -
dica Aotooieta da Silva Daane ;ogam aos seus
prenles e amibos a Ateza de asit-tirem bj
istes qne maodam celebrar na oj.,i-iz de San-
to Antonio, a 6 do correrte, as 7 foras da ma-
nbi, 1' aniversario dj pasaamenio de sea
ett'emosa filna, Mr a Dolores da Silva Dnarte,
coofes^audo-se oesde ja agradecidos eos que te
dignaren acceder a este cocvite.
t
General Joe Joeqnim Ivs
Ani a Auuna de Ba-ros Aivea e mnos aga-
decem do Intimo o'alma 3s pe. srus qoe a-:.m-
panb^ram os restos moriaes de seu presad-)
esposa epai, geueral Jo j J.iaquim Alves. a ea-*
ultima morada, e convidara a seos parales e
arriaos, pa-a as'is'trem as misas qoe por sea
alma nsodaa razar ca m<',nz da B.-a Vista, as
8 horas da macha do Jia 7, antecipando a todos
sua encra gr^tidio.
Amas
Precisa-se de doss amas, sendo urna para co-
slnbar e ootra para cuidar d* dous meninos; a
tratar ca roa do Amonio n. 58. 1- andar.
Precisi-se de urna para casa de um homem
vidvo e em Ulbos ; a tratar oa ra de Aguas
Vardes n.2l, (averna-__________________
"saTa paitiolar ^ tui de Horlas n. 54,
eueina-ae ponuuez, francs, gcographia, ira-
o.ilbos deagolba, de totas as quaiadts, fli-
rts, msica e piano, a prc>s ccmmodia.
Veade-se
T.-es carrocis de carregar assucar, e tambem
quairo borros maos^s e bem tratados ; na ra
Fe mosa, confron:e aa cicioas do Caxangd, a
f lar com o dono Jos do Esoirito S mto.
Ve de se um >om sobrado de um andar,
o roa Vidal de N greiroa ; a Iratar na ra
Angosta o 201._________________________
P ecisa-se de orna arxa para andar cem
uua crianca ; a trati-r i-a jrua da Cadeia o. 35._
J/ercearia
f
Anna ttotre Ferrcira Mcrcira
Maria Olegaria r'er.-a da Cesta, Jos Anas
ia-io Perreira da Cona, ana muiber e til- os,
Andr Pdrrcira da Coila, sua a.olner e lhos,
M>ria F^rreira da Cosa e Ar.as'acio Ferreira da
Coia maniamresir rris-iaj no di.. 3 do correa
te, pa a-a-n da Boa Visti, U 8 b^ras, p'-r alma
de soap-ezada rma e lia, Anoa Aibre rVjrreira
Mjreira, falleelda no Rn d Janeiio. para cojo
acto coavidam os seus parentts e 30,1.0', ante
toando a 'odo' os pn agr^.de',i,n-nl Vene-?e cmj na fregoezia da Boa Vista, pro-
pr'.a para principianta por ter iouco fundos, e
o motivo na ven .-a se dir ao cotepredor; a
tratar pos qoatro can'.os da Boa Visia n. 131,
(averna.
Ao conimercLO
Os abaixj assinados, tendo vcdido aos Srs-
Lusciano Ju.- Diis Suimaia-a e Manoe: JoEqn:m
ua Silva, o seo esuoelecitaeato flH :olhados,
ito rta do Pad;e Mqds n. 61, tWd e d sem-
ba.'acado de qoalqoer oduj, os mesiscs aDaixo
aselgnaroj decUrm qo oaaa devem nem ao
cotamercio nem a pessoa olgum3, e quem se
juigar (redo- &>a raesmo3 apreientem tus oa-
'a oo prBso do tres das, a contar- desu data,
Uulo o referido pr>io nao tero direito a recia,
ffi-go elgoma.
Ittcife, 4 de M.io e (8 5.
Jot- Ccs'.a &. C
Jote Maria da Cesta.
Bom
negocio
Ama
Coslnheira ; precisi-se de urna ca ma do Pan-
el n. 25.
^.'eode-=e for-: da capital un impoitinte 3 a-
beltc meaio de in. l..a:o, faiendtB e ferragens,
cor- lnar que multo pom-tte, e a pessoa qu? se
pi-p 2er a c.-mp'al-o vfc-ifleara por '1 mesmo
as vaniageos qu? dsbt lbe pote provjr e nesta
occasiao fe Ihe oir os motivo po-qos to 83
aenc'ooa aqui o local or.d; existe o mesmo es
tabal-cimeno. T.- ti-se na ma P.incesa Jeatel
b. 3, psdr'a.
GRANDE
HOTEL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, Bob a direccSo de seu hbil proprietario MA-
NOEL GARCA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura %
pintura interna, j pela promptido e aceie do serviso culinario aduaneiro, ja, tam-
bem pela posico bygienica do'seu edificio.
Depoia de innmeras transformares por que tem passado este Hotel, consegaio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes. '
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melbor
ordem e aceio, a vontade doa Srs. viajantes, s, ou com familia.
S VLAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares a
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
P)R SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissoa e do sertj, doces
geiros e nacionaes.
seceos e em caldas, estran-
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordaaux, Porto, Vermout q
cognac, cervejas, licores, champagnes e outro* aperitivos & a se boiro, odos recebi-
Jos directamente dos mais acreditados commit lentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importagSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos que vende as melhores condijSes do mercado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMM^RCILA
Ra Larga do Rosario ns. 29, 31 e 33
Antonio Alves Barbosa feO:
Grande sortimento variado
em cores de ladrilhos.
( mosaicos), vitrificados )
dos me e hydraulicos
Inore* fabricantes,
assiD como
dOB
d' jaarmore
natural, i dras para sepul-
turas, etc., etc.
Variado sortimento de figu-
ras, vasos, pias,
banheiros e mausoleos
de marmore.
Recebem qualquer encom-
menda
de fra e tambem se
incumbem
de qualquer obra concernen-
te a sua arte.
Grande deposito de marmores em taboas
blocos, de todos os comprimentos,
larguras e grossuras, assina coreo de cimento
FOBT&AflBB
37RUA^ DA AJUDA 37
RIO DE JANEIRO
E
nniun i iniBn
CARDOSO & iRMAO estabelecidos com fun-
dicao de ferro i ra do BarSo de Triumpho ns.
KO a 104, ter do comprado aos Srs. B. Martina
& C o direito de venda de eeus apparelhcs privi-
legiados pe'o G verne da Repblica, por paten'e
n 17iT de 4 de Ju ho de 1894, denominados RE-
CTIFICADORES BRAZILEIROS, n3o s para
esta Estado como nos de AlagSas, Parahyba, Rio
Grande do Norte e Ceara, avisam aos seus nume*
rosos freguezen e amigrs que poder5-) fornecer
ditos apparelhos e mancar sen tal-as com a maior
presteza, garantiado augmento de 30 por cento
sobre a producto de qualqtier alambique, o que
est provado pslos diversos j asseutei e traba-
lhaodo em engenhos dtste Estado a de AlagSaa
dos quaes teent valiosos attestados.

4.
_

I
-
|.








I
;

4
Diario de Pcrnambaco labbad 4 de Haio de 1995
Ccsiiiheira
PreclBE-se de otra co'lobelra e de urna criada
pira gpr* coa domestico* ; a tratar era cas? do
Dr. Non t Coimb'a, ro da Stledade n. 8, e;-
qoioa di roa da Conquista.
Egonmmadeiras
Precisa-se Da ra das
Flores d. 25, tinturara.
Regalador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas co torre deigreja ehronometres de
mannhs, caixa do msica, apparelhei
elctricos, oculoe, binculos, oculossbu
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mec.aanica.
9Ra Larga do Rosario-9
Gosiniheiro
Precis i se de um bom co-iobeiro ; a tratar no
armazeui n. 44 a roa do Commercio.
Caixas de Msica
lm per tantas modeiloa novos.
S:cretarias proprias para presentes.
Racebeu a Relojoaria David ra do
Cabug n. 14 desde 150/5000 a 40CS0OO.
Grande sortimento
ni aiMiawn ._-
Ama
Precian-ae de orna boa cosinheira ; na ra di
Matns ci. Boa Vala n. 18, i' andar.
Gaiata esposa
Nao nomos nada acate inunda
Ctiiqmobo venba (. va a toa preesa io
comme u<\ roa co Creipo n. 11, toja Estrellas
da Axer ca e cmpreme 12 covasoa de orra
linda pbi.iitazu ae nome Sirandinha. de 16G0
o cot de, nSo se demore, do contrario...
Sitnplorio esposo
Proipto uiiuba Cbi'umha.
Qie laienda esta ? onde cempraetes ? oh
crii.il.- t ra a de la is obras de misericordia.
P. i a toe-a nao est fcia.
E,' o casoN*o zem -s oada ceste mondo.
Ctii|i!inli)...;ea cemprti... ea casa di
osso coipadre.
Q:; i:cfn adre, qtn tada, en nao te dase
qoe foa.-e 0 roa do Crnpo o. 12, loja Estrellas
da America, cao sabes qcie oeste bem montado
eatate'.eiicoea o tem im !iodo e Vdriado sort
men:o de Uz-ndas Boas e modas e que seos p o
prieta-ios receem meaaalmeniee Parla, logia
trra e All.-macha, anuas fazendas lindas e qne
os mecoue sao moito a-adaveis, sinceres na
medida o mnito razoaiu a en preco ? voLaa,
vais ergr.tar, iraga-me a hienda pedida e ac
amo.tras jo
Sidcj aa t e arropadas ni atina moda.
VaidoEi-s.
SJas de cores, cblfoneie ajstexa ce6coaneci-
dcSufcjiroB que vao 3 veto.
Cachfmir&s de cores, de cordo, nliimo goato.
Boa brdate.
Sias pr us, 1 *800 o corado.
Pannisbo maciu, dea cacabraia, 10 varas, 5*90
Fino tic;.o de coree-, com salpicos. Sirandlnta.
S tac de corte, Ptrnaoibuco na Pont*.
lans cem listras de tJa, Adela.de, 3J500 o co-
Lans cem liatiaa de ia, Elvira, UOOO o ce-
Lans com liB'.ras de ia, Kurak, 3ItO o co
Cactimirf s de con s. Tenho cinmes de ti, 4*000
O covaflo. -,,
Lass cem salpiccs, A3 Ti es Maras, ?) J co-
gis, [JrOas novos, Ab segras, 4AK.0 o i-
' VECO. ..... .
U9, teculo de gorgurto, Hei de amar-te ai-
mor'rtT. tiJOOO o civau.
cabeccirapreta e de tres, I\4o qnero amores
3flt0 c colado.
Cfciaa escuras, Sampaio molle, 320 r:a o co-
Cbaclarai, 6 de afeo, 600 ris o covado.
Cbitaa e*:o'W, Baja pao, covado 500 lela.
Phaciazia, Sao me tcque, 800 ris o covado.
Cre cees, a Q6r do baile, 600 ris o cevado
Licdos padrote ae cansas decores, Ljdla, 400re.
Creicnes, Sampaio doro, BOO rea o covado.
Ditos G.. to de ti. 480 ris o covado.
D;io;', Puc t, 500 ris o covado.
Ditos Irayos de amor, 400 ris o covado. .
Dos! Bercaroa. tOO ris o covado.
Dito- R D'.a, 480 ris o covado.
n to:' Fl, raDO Peixoto, 3U0 ris o covado.
Ditos' P-ccerne de Moraes, 800 ris o cavado.
Ditos.' Reraibcanop, 700 i* o covado.
Meru^ prwtos para batlna.
Ditos cor da cal p ra batioa.
Gra: de si nirxenio de merinos pretos e de cores,
lisos e aurado?.
VelDutir.a de todas is cores.
Sn!S^. ct.npieto eorUoaea^o ...
Lio^o ccrt!mentoxiecamDraia3 bordadas.
Cortes de vestidos braocos boriadoa.
Vestiica etn cartoee bordados a efida.
Pbao'a:, Be:joa do amo:, 1*500 o covado.
Lia o so'fumento de ttthua para senhoras e me
Expenlo Bo-iimeito da fsetda3 pretae.
a Semana Santa.
Peititios ie liobo, Iizos e cordados.
G-acdp Fotumentode bljouterias.
pai [08 d' croctet para safa cadeirz.
Novo sortimeMo de grvala.
Compie c sorumento de e partilboe.
Camua, lit rd^das para noivo.
Pld'.cs e ccllarinho?.
Cari isas ic liobo brancas e de cores para bornee,
Vestuario* para baptisade.
B-Jsas do mo, ingiezas.
baetee tara Befa ecama.
Sonretuit oe urca e duas vistas.
D tes de borracha para borneo*.
GatEB ce lorracba pira tenbora.
Camisas brancas para ddiboi. monin
VeEioanc: ^mtricaccB para neninos e meniaaB.
Chambres.
Guarda p.
Flanea Isa e de iiatraa.
CbalfB prstos.
Cortil '8 dp crochet para cama
Cortioadcs de crochet para janella.
Cortinado b de cambria pa-a cama.
Mami ,le Bda pretai e de Core8-
D>ub de i.laoaao pretas e de corea.
Gamiiun de la paro Doaem.
rT.hl'i-i-'? (debes e cobertores.
Coherto-esmericanos SWOOom.
Bata encarnada eszul.
Cortinados decores para cama
Atoalhato de liobo e de tlgOdSO.
Pancos da cosa para mc:a.
Serouiaf 2 Icaa.
Seroob: f rtealiodao.
Lindos pidi6ta ue trepe para coberua.
Bolav d tapete.
merino prnto lavrado. I*H o covado.
Laa cem espieos de sede., duaa largaras, Uu-
ninha Vsrde, 3*500 o covado.
S,as de listas, Caroaval, 3*200 o cove.da.
Pailoie dfi palba de teda.
Canvaa" ce niela com lis as de cOres.
cbcm'ii'<8 pretas, 6aip.cos de seda, cores.
Abra a porta slnh.
Leqces, altima gosto.
Lincns lliaa, de lieUs, de quadroa e de ealpicos.
Jolieta
Cachinel de leda e de core, g
Vellodiltc decdrei. t
Boffalo de ebret.
Cipachc.
Estrellas <\ Amenca
a--a *** Mmrf i
Aatiga d) Crespo
MARQOESaLIMA
PHOSPHO-QLYCERATO DE CAL PURO
'*
Dehil;dade geni,
Emaquecas,
Nevra/gas,
I OpressJo flo /(ma ntrroio-
_______ Esta preparaco que se pode tomar sem nenhum .,. WBBi
perigo, embora que Inventad ha pouco taapo, deu Ji resultados mai-avilhosos como o ceruncam milhares de attesta^oos.
Dpodto |-anl : GHA8SAJNQ a C,, Vlotori, Paria. Dpoflto em Perntmbuco: t'* i* tUBAl k nODDCTSI CHIMICO em todM Firmcii.
00
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ASTHMA & CATARRHO
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OPPBESSOES TOSSE DEI UXOS NEVRSLG1AS
APPHOVADOS I LICEKClADOa PELA IM8PBCTOUA OKRAL DE HYOrENE DO BRAZIL
Vnd* por atacado J. ESI>IC, O, roa Saint-Laiare em PARS. Bxija-te a Jlrmn :
-'''KIU J TO** A ruin 'l-til PHAHJ1AC1A AIB t*S4 a D0 t XIH A .1 O MI U
K SUCALtPTOL ABSOLUTO lOPOPORHO-CllIOI OTADO
MCDICAmCHTO SEM RIVAL PBA A CUfiA OAI
TOSSES PERSISTANTES BRONCHITES CATARHOS
LARYNGITE8 DOENQA8 DO PEITO
Exigir p vardaddlras CAPSULAS COGNBT levando na equeu a aulonatura do Inventor
Pars, 4, Rus de Charonna. En Perrumboco: C* de Drogas e productos chimicos e toda, pharm'**. i
mpa>>aeateeamiaaaj>mmtimnaaaeea>>eaaaaaaaoil
Criado
P ocisa-re d? nm ciado
r. 22 ra do Ekm Je-ns.
na botica fraoceza
Criado
Precira pe deom criado at a idade de 18
anaos ; a iratar na ra do Ctmmercio n. 44.
Eii Olioda
Verde-se excedente doce secco de caja', ta
Ladeira da Rioeire n *
Urna
Pre-if a-se de urna ara com pratka de cos-
(ha ; a tratar na ra da !mperatrlx n 17, ter-
ceiroaud.-r.
Ama
P/eri.-a-sp de urna para cosinhar e mais algrns
pequeos se'V'Cos de caca re familia de doas
pe'so:<, paga-;e bem : iravessa da Praia do For-
e o. 6.
Ve-.c-e-re
raizo n. 15.
Bom piano
por 1:OCO*0 6 ; no pateo do Pa
Pharmacia
Preclaote de um pratlco de pba'macta ; ni
botica francs o. 22, roa do fhm Jess.
Dentes
DOENCASduESTOMAGO
ELIXIR GREZ
DIGESTES
OIFFICEIS
Dyspepsla
Parda
\ie Appetlto\^
TNICO DIGESTIVO
I ADOPTADO KM TODOS 08 HOSPITAK8 '
I PARS C01X1M C*. I
, OCX) MPSINA
de Omro IMpIoomi da
49. o ta at PtaraueU
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Dlarrfia
chronlca
GRAGEAS
ORTIINF
INJECCAO'
yg/saloa Prssanatfara
em cunar
teeUtat algum.
deCopihlbt, Cubtbt
KMxhl t Ftrro, tismutho
leatrAo, Urebenthina, f
As ORAGKA8 FORTN, forlo m primeirsa que obtiveram a approTselo da Aeadmim
i mediana (1830) e que adopuram-se nos Ecspitses. Cnrem em molaatias oeexetas,
mete rebeldes um fatigar oe estomagoe mais delioadoa J
A IMilIC*?AO FORTN tampre rocomrcaudada como e complemente de medlcaelo. y
Payoattevrl m Pama-atmoo : 3rKA.JSr- ac. de> SIL.V A. a. O'-
>a#^w^aAa^aa^aaaemavimva>aTaa#a^eA^>a^g^ra^e^
C*4*
J
/r
As nicas Verdadeiras Paslilhas de
VIC H Y
PASTILHASVICHY-ETATi
Vendidas em caltinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de Maio 30 de Setembro.
DtiiiU a Ptrnambuco: A0S. LAB LLE, HABA fc
a-Va JtmoB e ui snsdpau num u t DmpeM
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o ex ce 1 leu te preparado de Manoel
Cardoeo Jnior.
As carta que lhe tem aido dirigida
pelos jornaes de maior circulac&o, attea-
tam a eBcacia.
Depos
sitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Marques de linds
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra QO
d i&o da Victoria n. 14.
I harmacia Virgilio Lopes, ra Larg*
R oatrjo n. 31
o
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* efflcacla certa : supprime %\jfg)
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I e cura radicalmente, sera a^9
perlgo de reincidencia, pela sua aeco **
esumulanlce antisptica.
FAZ-SE C80 DO ^^^
MATICO-SANTAL/
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2 P
Para distrahir
una honrosa visita a csa de modB>
Nova Esperaufaas amaveia leitoraa en -
eonr;r3o nm completo sortimento de
obj ctos de cevidado e pbt>Dtaaia recebi-
d aemecs&lmenta daa piincipaea praess
da Eoropa e America ce qaaea aao veo-
didoa por rcen.-s de qoe em outrs caal-
qaer caes e com dencooto pi-ra aa vendas
por atacado oa maior de 50OOO,
Em recomo deatacAmoa algans artigos
alero de maitoa outroa.
FINOS E ELEGANTES
Espertilhoa o os eapeciaea pa. Sraa.
qoe criam, novo aortiriento.
GRANDE NOVIDADE
Em bordados finoa, cambraja bracea e
de corea e madapolSo, pregoa rednzidoa
para descont.
FINAS RENDAS
De linbo erdadeiro, algodSo e aeda.
ELEGANTES CAPAS
K pellerica para Sraa. e mocinbae.
Bonitas camisa a braceas e de corea.
pera Sraa. oara o dia e para dormir
LEQUES
Em todo genero o que ba de melltor
em ploma, aeda, gase para b-echoras e
mocmfca*.
BONITAS
Mactaa para miasaa
BINCULOS
Da madre-.erol?, marfm, como da Recia
e tartarntra para tbeatroa e visgeua.
EU'OJOS COMPLETOS
Com, ecc vas, malas com utigca para
Tagecs eetojoa para barba.
ALbiSS PARA RETRATOS
Ccmpleto aortimeco.
PEDRO ANTNES & C.
63Roa Duque de Caxiaa63
/
so ou juntamente com a 8
\ INJECCO VERDE
"*, Eligir a Assinatura do Fabricante :
\ DUPERRON, Pli-de 10L
X- 3 tf r, rao des Rosiera, 3 ter
PARS s% 'A^

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Ti
S-grS S
i 2 S.2-5
S es
sis
Criado
Frecua-se de om criado; no sillo do oommf c-
dador Barroca, rm BemHca n. 40- _________
Casas na Torre
Verde-s pequenaa casas
toadas na ra Real da Torro,
as. 8 e 84, -' terreno de
3 palmos do frente e SOV
palmos de fnndo, cho pro-
prio.
Queaaa as pretender podera
Ir vel-as-, e para tratar en-
contrar A pessoa competente
um casa grande do alto da
Torre, ae p da capella.
Carne verde a 800 r?. o kilo
l Vendem os abaiio assiguados, carne de pri-
meira quali Herval b. S7 e 2, e Gamboa do Carmo n 1.
E3te prego st ffre. a alteracSo par. mais oo
para meos, sempre re accoida com o precoz
> do gado 0:8 lea-.
Recite, 5 ce Abril de 1895.
Piusa Lima a C.
- '"- T 1
Farello superior
Rerebido neite momecto retalna-se a peque-
oes loies a preso baratsimo ; a tratar no largr
do Corpo Santo o. 15, i- aodar._____________
Caixeiro
Precisa-s4 de uiu rapas que 'enra pntica de
fiieodiae doa'tistado de eo bom corupor-
tamento ; n alar no Baiir dJ Afogadpg 0.
Ccsiheiro ou cosinheira
Piecisa-sede um coslobeiro on cosiobet a ; 1
tratar na loja daa Etrea?, rea Deque de Ca-
.las ns. 66 e 58._________________________
Gofre fraocez
Na ra da R da n. 31, casa de aerralbeiro,
vende-8e om cofre trances em perteito esta Jo.
Sitio para alugar
Com grande ca^a e coebeira, no largo dos
Remedios 0. !">, defronla da igeja ; a tratar no
njeamo larco, la^errj" do Sr. Palva._________
Engenho
Veodc-se o engenno Cananduba, orna legca
'iatanie da ea'cao de J?t)a(ao, mallo boc
d"u ua, moeate e corrate, com externas ter
rr.atg para safrejar a' 2,000 ra-s de a fO'ar
anonrlmeote; a uaiar cem o commeodador Bar-
roca, n eataiio central deCaroaiu*.
Colla da Baha
a retslho ; na roa do Ano. im dd-
Vene-fC
ae o5S.
Vende-se
A casa e si io no Barro son o o. 102, edificada
em om terei o oe 69 palmos de ftvDte e 690 a
Tinto, com fclurraj arvores de (ruco, frente
mr rada com port5o de f rro : a tratar com o
SJitador Aotcnio Becerra (JaTa'cotB de Atbu
ourque, n? rartorlo do estriTSo Veiga Pescoa,
roa I* de M reo n. 18. ant'.ga do Crespo.
Cal Branca e Vir-
^em de !a^na-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
creos, sendo a nica
exploradora da cal bran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tm suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
qiie os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seuarniazem do caes do
Apollo n, 73.

A
AMI A HI i; E VLFlIlTAttli
15 Ra do Visconie de Inhaiima15
( A miga do roa do llangel)
Eate novo estabelaciment acha-ae sob a direcgo de Alvaro Jos Pereira,
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade, por isso acientifica ao respeitavel pu-
blico pernambucano, e a todoa os seus freguezes tanto da praja, como do matto qut
alm de um bom sortimento de finas casemiras, bri m, bramantes, fl' lellas, ptimos
madapoloes, esgniSes, entretella, crotones eetc., tu.do o que ba de n^ia apropriado
para o bom fabrico de eamisas. Esta caaa tambero se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas daa qualidades e precos seguintea :
Duzia de I." classe com panbQ oa sem panno 850000 t
Duzia de 2.* classe com collarfhhoB 90^000
Duiia de 2 classe cem punho e sem punho 725000
Duzia de 2.* classe com ollarinbos 78)5000
Duzia de 3.* B com punco ou aem punbo 608000
Duzia de 3.1 B com collarinbos 661JOOO
Duzia de 3.* classe com pnnbo ou sem punho 488000
Duzia de 3.* classe com collarinbos 540000
Duzia de 4.* classe com pnho e sem punbo 42iJC00
Duzia de 4 com collarinnoa 488000
Etn duzias fnzem-se bons descontos
Linda exposic&o de grava tas, lencos, punb^s, collarinbos, meias de 1S
algodao, para homens, senhoras u meninos; o que ba de mais fino em aberturas da
amisas, 'lizas e bordadas. <
A frente da oficina de alfaiaaria bvmn es- perita e babilartista
XAROPE DE REUTER 1*. 2
Como remedio da Es tacto lalmota, pnriQcador do BaDgnp, digestivo
aprtente nenbum outro appelliJa-Jo depurativo ouralsaparrilba se appro-
zims aeqoer ao X-r pe de tteoter n. 2. Combina quatro grandes proprieda-
des em nm s remedio, operando a om lempo sobre os orgaoa digestivos, o
saogue, os ilos, e os loit stoos.
Ab8oloutamtDle ncotrallsa e expulsa pelos canees loteatlnaes, rins e '
poros da pelle, os germens nocivos, que fiuctuam no sanF;ne, na rica e na
traospiracio.
DEPOSITARIOS DSSTSS PRODUCTOS A Companhia de Drogaa e Prodaotoa
CbimicoaRoa Msrqaea de Olinda o, 24.
0 MELHOR
PURIFICADOS
PARA 0
IBAIG UBI
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Figuuo entorpecido cora-se posittvameote com estas pillas. Ellas
gao om remedio purgativo livre de perigo para o bomem mais fraco, (So bem
romo bastaDte teivo para o bomem mais forte, e nSo constipam depois; pela
acco geral agrada a todos que .as naam. Sao as plalas estandarte da pro-
ducto medica dos Estados-Uoidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Qaareota em ra^a frasco. ^^^^^^
PARA
O
FG1DO
Sa\BAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa impedido on corado
por o mais graode de tedoa os aformoseadorea da pelle, o Saco Corstivo de
Renter. Prodoi a pelle formos, branca e clara e m&oa brandas; absoluta-
mente paro, delicadamente medicinado, extremamente inoompararel como
sabo para a pelle bem como do toocador, do banno e do quarto das mangas.
CAUTELA.. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Brcl .y & C. New York. _____ ____
MEDICINAL
PARA
TOILETE
TRICOFERO DE BARRT
Urna prepsr. cSo elegante, extremamente pe-fumada, rdmove todas as
Impurezas do crneo, perEervatlvo contra a calvicie e cabello cimento ; fax o
cabello cresepr espesso, brando e formoso. lofaliivel oari corar erorcO.s,
doeogas da pelte, glandolaa e msculo, e cora rpidamente as cortadoras, quei-
madaras, feias. torcedoras, etc.
CAtTELA-Nao genuino sem cada frascr ter a marca registrada.
PARA O
CABELLO E A
PELLE
5 e 58 Ra Duque de G axias 56 e 58
Resolveram liquidar pea quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que se achavaiu no Centro da
VIoda.
A saber
Madaolcp para BOtva a 4*500 a peca.
Bramantes de linho de 10 palmos de largura a 33003,
Cazemiras pretas e de cor a 38500 e 48000.
Bramante de algodao com 4 larguras a 1S00.
Cretonas francezes claros escuros a 600 e 640 rs.
Cretones inglezes a 320 ra.
Brins brancos e de corea.
Cretones de 1.' qualidade para coberta a 800 ra.
Sedas escosseaase lavradas a 1$5CC e 28000.
Setim de todas as cores a 800 ra.
Cortes de setim da Persia de 705 por 2.8000!!
Ditos andnesuk de 308 a 68000 !!
tos todos de renda de gripure val;nciane de 800 a 128000
Cachemiras escuras de 35 a 800 rs. M
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de quadro para mesa a 28000.
Guardanapos duzia a 38 e 40000.
Capas e pelerinas de seda e cacbemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 308000.
Ca^as de casemira de 358 a 128 e 150000.
Um completo sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Golletea de casemira de 128 por 48000.
DUob de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, las, cachem'ras, cretones, lnons,
chitas, etc. etc. *,
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fami-
lias em geral que se diguem visitar o nosso estabeleci-
ment, afim de se convencer da grande reduccao de
precos.
NA
Loja das Estrellas
56 e 58 Raa Duque de Caxias 56 e 58
Telephone nt 210
Cardozo & Irma
Ra doBarao de Triumphons. 100 104
e ra do Visconie de Jiaparica n*. e
COMMNICAM a seus numerosos fregu* que tem em depoaito e rece*
bem regularmente da Eoropa e Ama ioa todoa oa machioiBmoi e ferrsgens praoim
agricultura d'esta Estado como sejam
MACHINAS a vapor de foroa do 4 i 10 cavalloa.
CALDEIRA mult-tubulErea de todoa oa tamanhoa.
MOEWDAS aa maia aolidsa do mercado e fe dierentet tamanhos,
TA1XAS de ferro batido e fundido.
RODAS D'AQA.
RODAS DENTADAS direitaa e acgolarea.
CRIVAgfiS de ierro fondio e batido.
BOMBAS de repocho de differentes syatemaa.
LOCOMOVEI9 do diversos tamanhoa.
MACHINAS de deaosrooar algodao.
CANOS de ferro galvanisadoa, pintados e ele ohombo.
ENCARREQAMSE de qualqoer ooncerto para o qoe tem anas offioiiuu
bem montsdaa e oom baatante peeaoal o dirigidos por doq engenheiroa baatante pra-
tiooa e oonbeoiduB.
MANDAM vir da Eoropa e aoearregam-ee da montagem da Usinas e raa-
tilla^oes, garanten) sua bda ffnaltdade e foncoiooametto oooio provam com diver-
sas que tem montado.
ENDEM a praao oo a dinheiroiom descont e a presos reaumidoi.

i


I







Vicho Gemino Forlopez
DE
MONMN DB BASTO
O melhor vinho de mesa, paro, generoB
e ds r*dadar agradavel.
(arantimoB a 3'>a inteira legitiroidade
poique importados directamente das
JirnUS dOS DOS508 socios
Apresentamol-o especialmente nos Sra.
particulares como urna especialidace in-
coiapativel.
Venciera em qaintoi e decimos.
Alvares deCarvalho <&C.
Stt Ra Duque de Caxias 86
Caixeiro
PreC'sr-se de orx calxe'ro cera tptant' prall-
ca de o.o!naro8, que leona qoea taran!i toa
coo neta, e qoe > rui tenencia po?fa fajar as']
ei"i do dcD" da otea ; oa ra E:trei a to Ri-
aa-jt d. 9.

linofeho
Veode feo eegetLo Btlls-Fic-, no rro'irip'o
de Agoa-?.*eta, coa nIYa ara mais yaeit je aer-Dcir, acbs-se rrcente e cerrf ote :
trsiif rea do Imperado- r. 44, l" aooar, tu
rea l>ire;t* n. 16.
Muia attcmjao
Ui reotiora j:ert>:tair:rn'e habilita*) a ins
D?r LO'lumis c ru lo.a a ct-rr cS \ ilTr- r-.e
para eccicrr.r sqa' ni tre roo f,ra da cda'-e :
S8i:u ano eoitna b. r^crj03 ( ll>rfH de Mi
a esped ; pode fer p-ocurec;: a qu i m< r ro a
to da, ra H a P es Oa Pu'.rlf, c?sa n. \5.
"AVISO"
O 5r. i, s Lima eu ro? re."licnca > L'ira
heni.1, niacaj Fio e-'a', proljogarutnio da
eelnda de ferro Sul ce Ferpairbu.o, paraioe
e enriara sea corresponden'u.
Sstjvna'ltv' B#
'OLEO DE F!GADQ 35 5ACALHAO
popl i de Cal e Soda.
Aryj. C.r.tral to Hygic.-.c PaS .'oa e aatorisada pel3 gavarao
to C
__^^K ge no Drazi! rateiro, son o
I ara$tto de
minha di-
gnos, e.luido < resal
._ii u introductor ta vossa
prepa Im d'cste 1
e canprimenXo.
Ds. Exteyo de G. Trivu.
' r do Entr-
eno -Ug^ntiio, I-lx-Sub Dirccl r lio ofpilalde Obste-
tricia i: Pnrii, Mcn:!>ro AcraiaHoe Hunoiario
I \ Medico ds Primcin t.lasse
c F <'e Soccorio Mutuo Ira-
I in noi Aire?. Mccko Paitciro
e t Ciriei5o
Pcn'.i-ta: aur*ado eni Hlenos Aires. MoLtevdeo e Pa-
liz. e .n M'-.! Ih.is tV enronas FjtpasicOes
ScNxiaaJcto 1880, etc., e.c."
-, Kit Grendtit S.i!,
E:--'.e Ilustre Medico receita a
Emulsao de Scott em todos os
>b < m que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
, Rachittstao das Criancas, Rheumatismo ch re-
pico, Cctrrlio c j-idemico (Inluenza) etc., cm todas as
formas tic Extenuado ou Debilidade, as Affeccoes da
Cargante e Pulmdes c tambem o emprega nos Conva-
i E' um facto reconhecido geralmente pela
e como o Oleo de Fgado de Dacalhao, nao
ha outra :;'.ibstarci. tantas propriedades
nutritivas E >-r,e os hypophosphitos, cujas
virtudes tonicr.,. 5 ) :;.Qrcccmrnendavf:is para os ervos,
cerebro c ossos, a efiicacla d'estes dous componentes
augmenta, ligados como estam na Emulsao de Scott
sob urna forma perfeitamentc homognea, agradavel ao
paladar, e ele fcil digestao c assimilacao.
DE VENDA r.'.s.'B 'DROGUERAS E PHARMACIAS.
Evitar as falsrficacoes e Imitac5es. ?
SCOTT E BOWNE, Chimieos em Nova York.
arco
JSxma?.
familias
Cr. ESTEVXO 0 e. PRIJLI.

Tijolcs
Pal icstcs ni Caen-a de Cfrui-eRibe. de 3?-
peiiof qu-lidai'e, erdPS'' ro rscnpiorio ca
Coarachis IrfMtrlaj Ptr ar.Jjcarji, ra do
CoBtiiP'rio n. 6.
NO SI lilil
m
SUPERIOR QUALID4DE
TKRDE-^B
mais barato do que em
om tra qualq uer parte
NO
Caes do Capilisribe u. 30 e 52
5^^' A tt endite et vi
dte!
Jgs5 Sarzuel Bo;Pi*io, fbr:-aiie de bonqaeu
ao am aporaco rc.-io, pira escmenlo, bapn
ado, oo c-uiro qualquer acio, pode ser proco-
raco ra datdeia n. 4t, lo.a dd selle.ro, od
Da eo i residcQCia, roa aa CocceicSa o. 3, Bot
Vista.
Caixeiro
P'e. Isa fe de en enm p-a'Ka e mcUisdoi, de
idtde de 14 a 16 ancos, e que c cor.he Imeulo
de mu cottOocta; a ra ar na ra de Santo Anarv
n. 5 li.____________________________________
Alugam-se
Alegato se p'aDt. e ti:i.heos eni'eT.-p, na
roa uo (j d. 2, Je locas as qa*ld.d>-a a ges-
to den coapradores. e. s -oto binante* caro-
nis p'ineiD s pa*a toi'bno ta ?rrv*f o*.
Ao commercio e o publico
Joa(|Dim Anxnio de Soc:a estabeleci Jo cero
CCCrarta a ru^ Ft i i;e Cirasrao r. 171, ao-
nonci o rrsp' i avt-1 .orpo cemm* re al e ao po-
blico, qne exitoso coa oa:ro coloip ri.n'.e de
igaai lime, gMr-ie
Joaqoim Jol'n de SoO'a.
Recite, S de Kiio tip IS95. \
Atte^ao
Queni precisar de om eicellen'e piano di
tus CtuJ- e Htfl novo, do acrentido tsbri-
caoie Ierra i Cari 2 lie i d Ca-r-l; dirij-:e a
raa de Arsgo r. 41, das 9 ca uaai hi as 5 ca
tarde, para ver e tuiar.
25 Hua de Mathias de .^Ibuquerqae 25
( A.VTIGA DAS 1 I OIU S )
E LAVAGKM
TINTftA PaiTl
AS
Tercas e Sexlas-feiras
Tinge e limpa om t maior perfe^s&o toda a qualidade de estofo, e fazendas
TINTA OS CDRKS
DliS
em pfs ou era o'- ras, tira o mofo de fazendas todo o trabalbo faite por me o de
maquinismo aperfeoado at hoja desconhecido.
EMULSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHRMacRTICO
:.::ls: ?s' l escola ss v:zm i mMWk n iz\l
Al'PROVAA PELA INSl'ECTOKIA DE YGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas herasos verme? intes-
tinaes, conh-cidos vulgarmente cora o ame de lombrigar. Tem vantagem sobre
os demais meJicamrntos empregados para o mesmo fin, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agrr.davel ao paladar, podendo ser usada pe s creancas
Bem repugnancia. Em sua composijao n&o entrara substancias miaeraes que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao orgnistno.
Modo de usar
Adultos colberes d9 de sopa. Crianza colheres das de cb6. Deve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesiao com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro 15000
1 c 2S00O
Ba I." de
Pedemos altenqlio das
para os presos resumidlissimf s por quanto
vendemos ?:s nofsas fazendas abaixo men-
cionadas.
A sfber:
Erica do 'inbo c'o pan* rovp^de borneo* o 6COr. o novicio
Ort tonca u;n c. ecoroa cree flripe 400 r*. o covado.
Mrdjo!2f DmoDl 2-1 ifrr'aa farend- 1430CK) por 1OJC00 a p'Cv
Mantifbas du :a pretM e crete e rj$0O0 ooa^.
Ditat de a'g' cSo pretBS e creme a 2fjr0't ii.-nr.
(/ cSg c!e er p*ra c^ro a 410^0, f^S' 0 > CS0O0 uros.
Reisa croas para boato e para 8nhor^ 126CO) a du2ia.
Zepbiros dn innrich- a p-rj vet-tidos :A'> r. o covi,do.
Mfrirr", p'. t :':> f lavrO lAOU a?<500 > covalo.
Corres de CPtflvia brr>ca bord.it > lb'WX) cus
Cachemiras par v^-etido^ a 4(X) t*i o 'do
Atoalbado brarco e ele < r para tcc? 3000 o raetro.
Brarr>ante coa cni.tr) lartrOrM !*80O n metro.
0:to do lioho erm qaafro Ur^nroa 3CO0 o metro.
Se(inj brDco ntscfu p-r ,-es:--!',s I* rtin a 155C0 o covado.
Ot-pfcHafl cera To para coi?* O-5C0'' 120000 urna.
Crtioado de or'cb"t f>irr rtoi o t>5a!!a 250CO o par.
Dstoo d? chcbr^ih l,..rddo8 a K'jOf0 o p*r.
Csmisaa de mulba de 13, pr,t boneea -chora a 60OO urna.
Cortos do ootenira de cor 4<)000 ?00'J o.
Etpartilboa dti r.otr-9 a 600ti, e 80000 o 1 O000 ota.
Luvas de e'a pri er)br o pra rrenipss a IfJO o psr.
Easovaps p>r* b>-p'i^*'loi flier^f preejos.
Fsoellaa de pwra ti 18000 o ovad).
Ksplendido e-rtiao'.o de c=>mii> da Canella com clUrinlo a 6JO00 ja.
Mo?quiteirrs arser'C ns a J550C0 urx>.
CulsQea franc"BOB u 13f0'0 ora.
Ma apo'So p:!! ce ovo n 10/003 a pej? c m 24 j :i.s.
M"iim p*ra erxova! a i$0\.Q a p?ca.
Cceriohos de pro inho a 8500i! a asi.
Ceferaii* pr.-*a do pgo.sl 2I0C0 o corado.
Sobretudca, cb*n>l>r'p, oobarta e c bertorrs,
que vecdeaics berto ptra l/qoidur.
S na
ta-gea, ccmiacB. cerou'cs e mais artig-
Telephoue 61
D
GH4INDE
Ja < <5 5 l v> t; <&. J SE < AGRADAVEL 5$
Se recomirsnda como o melhor remedio da sua classe a n O H TI O > m m z o o 73 O >
-| EMULSAO ff
LANMIN E KEHP COM POSTA DOS MAIS ESCOLHIDOS INCREDIENTE3 combinados scientificamente e a todos os respeitos a melhor preparacio de OLEO DE FGADO DE BACiLHAO COM HYPOPHOSPHITOS
fr DIGESTIVO a
Agricultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni-
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do da i de
Marco de 1895 em diate, cerca de
tres tr.ilhoes de pes de cafeeiros semea-
dos e;n leires cuojs precos, tamanhos
C qualidade, si encontrar no Jornal do
Rccift.______
Cimento
Vende-se cimenta
o*
francez do conhecido
fabricante Bover em
barricas de 150 kilos,
na ra do Ci>nimereio,
n. 13. 1/ andar.
SO.5
5 ai ?
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Duzia de 1/2 *
1 c
DEPOSITO GERAL
19Praqa Maciel Pinheiro19
1080(0
20500>
Pharmacia Ferreira
P ERNA M BUCO"
f^i Ama de ieile
tPreisa-se de cma com o'eeccta,
bem ; a tratar (oaS .o ia, o ra e
C. 15, fio. Afrg.dos.
paca-f
I. Miguel
ogommadeira
Precita s com ve acia de ooia loienpom-
madeira ; oa roa Vitteotfa de Gjjnca o. 20.,
Eo'.r.ircmenio. Pag;-3ehcni oraenado.
FOLHETJM
r*
ODIO M MCA
zc-r
TRADCQO
TERCEIRA PARTE
IV
(Continuacao)
B m Os deuies favoreceram a ul-
tima dos Tameridics, que daram a sua
protecjio descanilente de Wichna. Nao
revel :n nada ? Nao ergtieram nenhum
dos veos que oceultam aos nossos olhos os
aegredo do futuro?
__ Ou coroprehendi mal a roysteriosa
lingugem qua fallivam baixinbo mi-
nh'altr.i, ou a primeeza est para saber
ma chande noticia.
Quando?
Dantraem paaco... Taire boje.
De onde me rir asa noticia ?
NSo m'o disatram os dousa?. Ra-
vista-H! de paciencia, e aabal-o-ha.
Est cenreraago, Coaiecada junto dos
degrjn qU conduziam aa pagode, canti-
aura nob a abobada mbroaa do arro-
redo.
Foi nlli qua Djalla rio dirigir-t pira
ella uti des saos crirdos.
Que me quer, Djerii ? perguntou-
lhe ella.
Pri aceza, reap ondea o riado, ch-
44-BA MU AHAO 0 DTfilJiaPH0-44
MaohEa a v.por.
Mcendas.
a*
9
Rodas ti'agna
Tiix 's un Jidas e
T^ixas b tidas
Aradcs.
gou ao palacio o rajah Doorghal Sahib, e
pede o favar de o receber.
Traga aqui o rajah.
0 criado inclmou-se, apoiando as mos
no peito, e ia j a afastar-s-*, quaudo
Djella tornou a bamal-o.
Djerid ? disse ella.
Priacezp.
0 Saugsr j veltou de Benars ?
NSo, princeza.
Assim que elle abegar, envie-m'o.
Asslra se far.
Bem ; v...
Djella voltou se para o fakir Sou-
niacy.
No esperava o rajah Doorghal-Sa-
hib seoo esta noi:e, roirrourcu ella ;
forcoso que teuha algum motivo impe-
rioso para ee apressar assim Talwz aeja
ella qua vem como portador de boas no-
vas.
Talvez... repetio o f-kir.
Seja o qne for, prosegu a princeza,
vamas sbelo, parque elle ahi est.
Cem affeito vis-se Deorghal-Sahib ca-
miuhando rpidamente na dFec(&o dos
doas interlocutores. Ao cabo de segun-
dos alcancou-os.
. Como est, princeza ? disse elle pe-
gando na m.o de Djella e levando-a aos
labios com galantera inteirameate euro-
pea.
Seja bam vindo, rajah.
S mais tarda rae esperara, nao a
verdade ?
E' verdade, cora effeito.
Da modo que lhe causa admiraelo a
miaba chegada antecipada ?
Faz-me p'lo menos acreditar que
m trnz importantes naticias.
E nio se engaa.
Rajah, eu sou mulher e curiosa,
falle depresaa, eetou esperando. Da que
na tureza alo estas noticias ?
balidas.
sem ernvacao.
Eua 15 de Novembro 29
Esafeelec'inentode primeira or-
dena,
Ca^^iBQontada com laxo e com-
modBdladen'umdos pontos mais liy-
icsiieo *9a ciclada do Heife.
AeeontnaodaQoe magnificas, to-
das com janelas para a ra.
Esplendida sal& derefei^oes9 a
maior e maisarejada nesta capital.
A cosinlia acha-sc a cargo de om
perito cosinheiro.
A-SE BI
PRECOS RASOAVEIS
PROPRIEDADE DE
GKUNBERG
a^ t
3 S
9
e a
^ 5
2)
flH O
i '-


N.
:
*w
respeito, a todos que queramos a liberda- .'rara ao m.smo tempo Doorghal e o fa- Julga-o ?
de da India.
E a #utra T
A outra s a mim interessa ; e ea
n3o sei dizer ainda, se devo regozijar-me,
se afflgr-:ue com ella.
Comece pela primeira rajah.
Eil-a: o prodigio annunciado ha
tantos secubs pelos nossos prophetas e
pelos nossos irnos sagrados realisa-ae
hoja.
Um prodigio repetio Bjlia; o
que ?
Apparecea na India o enviado da
deusa Bowhanie.
0 fakir Souniacy ergueu para o co os
compridos e descarnadas bracos, a o rosto
de brenze illumioo sf-lhe.
Djella fez um gesto de assombro a quasi
de incredulidad.
E' carto ? perguntou ella.
E' irapossivel a duvida.
Falle entao ; que foi que occorreu ?
Hontam, pouco depois do momento
em que iahins do pagode, penetrou
no aanctuario o representante de Bowha-
nie.
Quem o vio ?
As sacerdotisas a os brahmmea.
Porque signaes o reconheceram *
Por signaes infalliveis. A deusa
despojou se para elle do veo que fulaiaa
e do anoel que mata.
Tera prova dissa, Doorghal ?
AJsuprema sacerdotisa, Jubba, ju-
rou-m'o, e Jubba-n&o pode mentir.
Oj deuses nao enganam nanea oa
sen eleitos axalameu o fakir com a m-
xima exaltacSo de inmenso orgulho.
Mas se irssim disse Dj-lla nadian-
to e triamphante, est Ccra a nessa
victoria, ganba com anteoipajlo a causa
santa.
. Urna belliseima o a todos nos rix N5 o duride, princeza, reapanle-
kir
Djella proseguio:
A noite de araanhiV neite gloriosa,
cuja recordagio vivera nos seculos futu-
ros, ouvir dar signai da luta immensa ;
e no campo de batalha, cem o veo de
Bowhanie fluctuando por de sobre a ca-
beja, qual estandarte protector, qu* nos
apparecer no meio do sangue e d fumo,
o filho primognito de Sva.
A Iadiasera lirre emSm exclamo:
Djorghal, exaltado pelo contagioso en-
tbusiasmo da princeza.
E o poder ingiez aniquilado por
nos I
Para aampre I... cenalui o fakir.
l bar* tm qua aa estou fallando,
prosagaia a rajab, j oa inglezas tremem
e eaapallideeeaa, o todas as suaa tropas
esto osa armaa em Baares.
O qo 1 parguaUu a princeza ; sa-
bem j 4a appari(ao, t&o tarrivel para
Un, do nriado da dina?
Ignram-o.
Parque tremem entSo ?
agora o momento, respondeu
Doorgbal, da Iba communiear a aova que
me da raaptito a aaito vivamente lhe in-
teresaa.
Falla, rajah, (alie; auril-o-hei.
Ka aoita da bontem foi incendiado
o baagalow da familia Malcolra 1
Ab l faz a nrineeza ; e asta mono-
avllabo aaaapa-8e-lha dos labios, sem que
o'naiaiaM signai de asaambro sa lhe ma-
nifeaUae* do rosto.
Uiaa arv s mita He va Burtell das-
appareaanMB., tptedias no ra a i a das
ia a ejaim [M 4aa inaairiilnri Ignorara-o,
Tal ras... espoadeu Djella.
Procuram per t*doa os lados os
tu tarea.
NSo oa acharlo.
Tanbo toda a certeza.
Assim, princeza, proseguio rajah,
na sua opiniSo, nae tem o rapto nada que
deva inquietar o meu amor?
Nada absolutamente, replicou a jo-
ven ; e eu julgo poder nffiancar-lhe, q*e
langa de lhe ser prejudicial, lhe ser
til.
Sabia tudo I dissa para comsigo
Doorghal com vivo impulso de alegra.
Foi ella quem ordenou tuda! Trabal ban-
do para si, trabalhou para mim.
E depois. em voz alta :
Agora, princeza, ordene Que devo
fazer ? E' neceasario regrassar a Bena-
rs ?
Peco-lhe que fijee, Doorghal*
Ter nacest-ilade de mim T
K' provavel.
Para que ?
Prepara-se aqui urna fosta; quero
que assista a ella, e prometto-lhe urna
sorpreza.
Os tras personagens qae agora mette-
raos em acea, quer dizer, a princeza
Djella, o Doorghal-Sakib a o fakir Sun-
niacy, tinham aontinuado a sua conver
sacao, caminhando vagarosamente para o
palaci.
Quane chagarain eseaJaria qaa ;ora-
raunicav o parque com a rez de-okaaaie,
rasaoa no patea de hanra o galope rpido
da im cavallo, do lado dos edificios, a este
raido cessau da repente.
Dera aar o Saugor, peniara a prin-
ceza ; quero faliar-lhe aam teatamunhas.
Em seguida voltou-se para oa seus hos-
pedes.
Rajab, diste l% e ros, fakir, dea-
Madeira
Escelleole tatoarto de marp?, I uo e pao
caraa, craocri.s de siropira, e'r.. prreos rom
10e200/- df abiittrenn : r.a f.brica de tro-
vis da toa Pe S. J. Si d. i*.
Mobilia
Veadc-a urna m.bia do j-c?-crdi em per-
fetio Bt*oo, ro-a eo timada ; Da roa ov Torres
o, ti patiaient u reo.
Bichas de ilaiburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Fabrica de 2*elo
Agcgs c laraaias yasosss de
Soda water, pioger, ale, litco, araoja,
eutEc", f>bacaxie, grancioa, froeel'as
ranbjic&s, bauniiba, hortelSpiraecta eto
DO CAPIPARIBE 12A
etc.
12A=0AES
cilpem-me. Preciso deixal-o por alguns
minutos.
E subindo rpidamente aa degros da
escada de marmore branco, ntroa no pa-
lacio e achea-sa faca a face oem o Saugor,
qua se preparava para ir procural-a no
jardia.
-- Eia-me de rolta, minha senhore, lhe
disse elle.
Como ta demoraste tanto ?
Levei muito tempo a procurar.
Mas acbasta, omfim ?
Achei.
Eduardo Malcolra pereceu as rui-
nas fumegantes do bengalow incen-
diado ?
Nao, senhora, Eduardo Malcolm
est vivo.
Como que o sabes ?
Vi-o.
Onde?
Vi o no meie da raaltidSo e segui-o,
at que final entrn em casa do medico
franeax. Difigi-me alli e entraguei-lhe a
carta one a minha senhora lhe raan-
dava.
E n&o lhe notaste qualquer in lirio
de asaonbro ?
Nenhum ; leu a carta, e disse-me
apenas que ficara seiente.
Hii da vir, e rir aainho raurma-
reu Djella em expressS de f'e.-oz ale-
gra. Decididamento tudo me favorece,
e apanaa a minbs rontade- o date mina
logo, inpoasvel sa tarca faeil.
A minba senhora quar saber Tng
algeasa toza* ?
Quar.. *
Qia a iniba aenl.ara otitis
{Cvitmda.}
...-,1 ''"-------------
Typ. 'Z)tri9, raa ruque de Caxias,;42
wm\
I
yr.-

i

H


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