Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19480


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Full Text
I
?**u V".'" "-JI7T"

^ iLXXl
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&exta-e5si 3 ae Halo ite Ji$ds
xuimsiu? aoo
PB6PBIBB&BB ^ M&K0EL 7ZG9BIBe& BB F&BI&
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Postres mozes adiantados. 81000
v/a ora aiaveuce ra
. 151000
La Grange Batelire
& s?H.ES
Por seis mozes adiantados.
Por um anno adiantado .
151000
30|000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 161500
Por am anno adiantado ; 335000
Numero avuis0 0 mesmo dia. $i00
Numero avuiso e dias anteriores. $200
Telegrammas
812755 FASPUS S3 BIA.W
Itio <1 Janeiro, 2 de Maio, s
a horas e 35 minutos da tarde (recebido
n i estacad as 4 horas e 35 minutos da
tarde eectreguasfi horas).
Am iiha ter lugar
gres?> Nacin !.
a abertura do Con-
ijailio do Lichteneau, e mais larde com Fausto,
ourives o banquean era Moguocia.
'Suienberg, querendo occol'ar aos socios o
verdadeiro obiceto team empreza, oceupou-se
cdta elles de diversos trabalnos artsticos. En-
Iregava-se lapldago de pedns preciosas, po-
lla o vidro de Venexa-para d'elle fazer ospellios.
mas continu*va secretamente nos seus ostu tos
a trubalhof mecnicos pira a descoberta da
iropren3a.
Para melhor se furtar curiosidade, para, evi-
tar as accu.3agns do publie que couiecava a
LCCOsal-O do feiticeiria, Gutenberg installou as
traas.oflicinas as ruinas de inn vellio mostei-o
abandonado, o convento de Santo-Arbogi-do,
onue a 5scooder-.se no futido do claustro, n'uma
C lia que lechara Chai
Kra all que elle trahalliava sem Hcacango, fa-
zen.Tbassnai Miras movis, onstrumdo emtlm
b prwnaira prea** termen primitivo das nosiis
marliinaa modernas, que reproduzco) n'nau
de una falla 1 o-
Ultima trave-sa do Principe. Ao Dr. commis-
sario do 3o dislriclo para examinar.
Secretarlo da Inspectora Geral do Hygienc
lo Estado de Peruambuco, em 2 de Maio de
1833.
Apollinario A Huir HVnriques,
Sjcrelario.
da opposigo que a razio est
dani os
(mestura Policial
ftecgao 2.M. S6 Secretaria da Quesiura 'pitu-^o roais como so" ach."
reeus colindas
do nosso la
O SR. E. COUTINHO -Neate raso
nious parabens ao nobre collega.
Vn a mpsa as seguintes emendas, as tres
priraelraa da 5." coraraissao, sendo as tres ul-
timas apoiadas, e entrando todas COtljunctam ra-
le em .-cusso :
N. 1 Ao art. 2. Depois da palavra muni-
cipios,, accresconte-see nos suburbios da ca-
Policial do Estido Je Pernarabuco, em 1 de
Maio de 1395.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filno, M. D.
.-lecrelario de Estado dos .Ygocija da Justina e
Negocios Interiores.
Acham-se presentes lo7 deputados, in- J Inla ""' exemijl'iriS
closive o Dr. Seriedelo Gorreia, que jfci
recooheciio.
O general Moura tendo solicitado
suaexoneraco di cargo de comman-
dante do6' districto militar acaba o go-
verna Je resolver conce-er-ln'a.
Co.r.o substitutosprovaveis indigitam-
aej'um dos geaeraes Flores, Argolo e
Oariques .lacques.
03 revoltosos que no Estado de
Alagoas depozenus ao respectivo go-
veraador, baro de Traip. tinham or
ganisado junta governativa.
N > assalto promoven.m desrdeos, es-
paacaram clciaes do corpo de policia
que -' conservavam leis ao governo, c
ferlram at senhoras.
A' esta hora, porm. de ver ter volta-
do a calma ao Estad t com do governador deposto.
"E n vigem para Matto Grosso fal-
leceu o bario deCaralva:co'
. A taxa cambial fechou a 9 1/4.
GuienbTr comogou loo a f.izer experien-
cias de mpressao dos livros sgralos; otar,
tendo esgotado os S''US recursos, o grande in-
ventor vio-se forgado a declarar aos socios o
seu segredo, para Ihes pedir novos subs >lios
Aqu-'lies s consentirn! em auxilal-o Cena 1
Condlc,io de que liaviam de guardar para si to-
dos o lucros e a sl>iia do avent. Sidenbarfj
consenlio n'isso, s pira ver coioada de born
xito a sua obra. O seu n uno despparewa ao-
to ila sociedade, e tiutenberg nfto ticou sendo,
porassim dizer, inais do que un operario das
suas otficinas.
Mas anda nao ludo. Os Uerdeiros de um
dos socios intontar.im urna arco contra Guten-
berg. disputando-Illa a prloriJae d> invsut > e
3 p'opne'lade da sui obra. Guteiiberg no tri-
bunal 111 -istrou-sc exlraouuDAOla mbaracndv,
pelo reccio que linhi d divulgar os .-eus se-
gredis. e os jiiups, vidos >iu conhec:rom os
mystenos do novo invento, itlaqaaTaiD-0 cjiu
perguntas.
(Conliniaj.
N. 2 -Ao art. 3." Em vez das palavrai no mti-
uicipio da eaprtal -.liga-se- na capital.
iN. 3 -Ao 3 2." do art. 3. ubstltuara-se a-;
palavras :u>de-pruf.'Ssores era disponibiiidu-
ile al con:(",...j pala seguintes ; os que s.i
julgarem liamlitados; cabido a preferencia,
quando classiti'-alos em Uentidade de cond:-
c0 s, l.'aos professores em disponibilida le
2" aos titulad >3 por aquellas tistituicos de
eriatoo*.
Sala das sessOes, 18 le Abril, de I8)3u -B:-
iS ij ii foram hontcm rccolhidos a
i>:asa de DrteOQ&o os suintes individuos :
\' ininJia ordam, Caetano Uonjilves da Lu,
como gatuno.
A'orJom do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Sibaato Arruta, cora 1 vagi-
bundo. rio de Xawelk, Renuira CotVi.
A ardem do subdelegado do 1 districto de N. 4 Ao art. 2.' B 11 vez da qu3 est escripto
.->. Josa Dnperi.no Jos>; dn Silva Monlelro, por Do projecto, diga-se. as notnaacO-, que hou-
crline de rajito e Manoel Felippe Ramos, como TJrera de ser feta para provim-nto das cadei-
giiuno. ..... ras creadas pelo Estado no municipio da capi-
A ordem do subdelgalo do 1." districto da tlanos outros, deverSo ser prvidos es pro-
Boa-'vista, l' elismino Jacmiho dos Santos, para fussores aciualmento em dispjnibili lade.-Dr.
averlBO*S6>8 policiacs. Ernino oulinh.
j misso que um professor que servio muito tere
po era Cabrob venba para a cidade, ou que uic
dir tnV .d 'outro 'lo ^bojosse para outro logar?
disponibilidade, e podero entrar era ai
curso.
A commissao teve em vista, quando elaborou
oafotrabalho.Tijs respetar os direitosad-, .,.,..,,
queridos, como tambera prme plmenlo melho-', 1 UA"AU1 DE NAZAHETH-Diz o nobre
rar a mslraccaj, que i o nosso disidetatum ,or (,U3 Ja nouve quera quizesse o que n5e
principal. era justica que um uoraem que era prores-
N'S queremos que e^sa mocidaJe (ijua pre-
parada para quid) lver de entrar as Aca-
daraiaa. levar bstanlo somma de c.ouliecimen-
I*orlo Alegre, 2 de Maio.
O general Hypolito dispersou um
grupo de revoltosos entre Sant'Anna e
Guarahy.
Ha refrega ficaram mortos 5 revolto-
sos, e.'n o-es tomado muitos cavd-
los.
PABTE OFFICIAL
Governo do Estado de Pcrnam
]>uco
DR. SECRETARIO
DA 23 DE ABRIL
D .
d-;
passaram na
Londres, 2 de Maio.
As testas do trbalo o
Europa com calma.
Na grandes capitaes acha-se tudo
tranquillo.
Foram i inmediatamente reprimidos
os cor.llictos que se den.m no Porto, Li-
mare-. Tuooing, Brunn, Buda Pesth e
i.-Ti vari 5 pontos da Hollanda, sendo-o
kambe.n as greves que se levantaram em
Limare;, Turcoing c Amsterdam.
llio de Janeiro, 2 de Maio, as
;$ hort;~ e 40 minutos da tarde, /rece-
bido a#horas da noite e entregue as 7
or,
O Senado nao tem airida numero.
A abertura do Congreso Nacional,
pois, nao ter lugar aminh, como lhe
havia .-jmmunicado no > despacho ante-
rior a erte e hoje JmesmD expedido.
Faeceu o capil) tcnente Laurin-
do Penha.
LNSTUCCAO POPULAR
os umm da scisvcu
POR
Gstao 'J'issandier
CAPITULO V
A IMPHSNSA
GUTEXCERGALBERTO DURER ALDO
MA.VUCEROBERTO ESTIENNEESTE-
VO DOZJST.
(Continuando)
DESPACHOS DO
FAZBNDA DO
1895.
I'e iru Ivo de Campo', 3. oHicia! da 3.' secgao
da .Sub-Directori* de Con'abilid-ide do Tiie-
seoro, pedinto pagamento deditf'.renc ds ven-
cimeato entre dito eargo a o de 2 oflbial q .e
exerceu-de 13 de Uizembro ultimo era dlan.e.
-Iudeferido.
Mirrolino Jos Marques de Amorim. servente
do Super or Tribunal de Joatica, pedindo paga-
raen'o da quantia de 60S Hr, que se ada senp-
lurala, proveniente do .mg.nenio de 2"> *.' d>a
sem vancirnentos relativos ao exsrcieio de 1893.
Ao Sr. r. Dire:tor Geral para mandar pagar
pela verba do 63. art. 1." do orcamonlo era pro-
rogaqio.
Kielden Brothers, pedio lo pagamento daijnin-
tia de G."8."00 importancia da iilum-nacao exler-
na do e nticio da R-*Cebe'ioria do Estado durant:
as noiles (estivas dos mezes de Jullio Setembro
e Novembro do anno pissado.Esr.npture-sj,
era vista das iuforma^Ces do TnesoufO.
CaetaM Marques, pedindo pagamento da quan-
tia de 703XK) que se acba esc ripiara la orove-
niente do despacho, na A'fandeg, de 12 volu-
bles oniendo objectos ctiimicjs para o Oyraua-
sio Hernambucirio.Ao S'-. Dr. uirerlor Qaral
para mandar pagar pela verba do G3, arl. 1
do ornamento em proroga;So.
Antonio de Monea Cainpello, pedindo nara ser
levantada fi.nca qu: p estuu qnanio colleclor
do municipio de G-iraubuns. Informe com U'-
gtr.cia o Sr. Dr. Director G^ral.
DA 30
PeliabertO Fiuza, pedindo licenca para ven-
der astampilnas esudoaes, no escriplono da ra
do Comm-.TCio n. 43. -DelVnlo, nos lerm >a da
inforranQo do Dr. Director Gerai de 21 deilar-
0 ultimo
Tararea A Freir, eslabolecilosna ra Duque
de Caxias n. 89, pedindo licanca para venderein
estampillias estadoaes.Deferido nos termos
da informaco do Dr. Director Geral de 21 de
Mirco ultimo.
Conejo Anlonio Freir de Carvalbo vigario
da freguezia de Caruar. pedindo para ser en-
trege a quantia de 1.0005000 consignada na lei
do oicaratnto em vigor, em favor da (.'asa de
Candada da dita freguezia.-Ao Sr. Dr. Director
Geral para mandar entregar o auxilio consigna-
do no 75, art. 1." do orjamento em prorog.co.
Francisco de Araejo Kiltio, adrogado, pedindo
para ser-lhe passada pelo Administrador do Ca-
nal de G ijranna, cerlidao^Ja quatitidade da al-
cool e assucar exportada pelo lito canal por di-
versos negociante?, mencionados no requer
ment, durante o perioio le Dezembro a Mar^o
ltimos. Ao Sr. Dr. Director Geral pira man-
dar certificar.
Dr. Manoel Polycnrpo Mor ira de Azcvedo,
pedindo certi 15o ila quantia recollnda ao The-
souro pelo Administrador do Cana! de Govan-
na. Indeferido.
A'orlem do subdelegado do 2. districto do
Foco di Pa ella. Candido Jos de SjU3 para
arengaacOes policaea-
Corainunic iu-ine o delegado do mu licipio
da Cacada, que no dia 2.' do om lindo, o indi-
vidua de non; Jos Antonio do* Santos, a'tna lo
do uin-i pistola iuvestio contra a praga d 1 nooie
Jos Antonio da Silva que procu ava lomar di'.a
pistola por occasiiikem que rondava a I'ira da-
qu-lla cidade, do que re^ullOU receber do mis-
ino individuo diversos Viimentos.
Contra o delnqueme qUfl foi pie30, procedeu-
se ca forma da le.
Coinmu m:ou-ine ai.'idi a m>sna aniorida-
de por o.licio le 29 d; Abril lindo q le etfietuou
a captua a recolheu cadeia d'aquelle munici-
pio o indivjdiii de nonta Jos Vicente, quena
N. 5 -Ao art. 3." En vez do que esta, cs-
cripio no projecto, diga-se : No muncpio da
i capital as cad.iiras erao preeuchldas por con-
eu.-so, excepgfio feta das casas em que hajam
profesores que tenham sido provilos pr esse
modo, estrjaa rmhora actualmente en dispo
poiHbili lf\de. Dr. Ennino Coulinho.
N, 6 Ad >5 1' do art. 3o accrescenta-se :
Hei'peUando-se, em lodo caso, o direitos ad-
quiridas pelos professores, que tiverein sido
1 prvidos pjr concurso". Dr. trmirto Cuutmhu.
, O SR. EIIMIH1U COUTI.\TliO-(Nj devolveu
o seu discurso)
1 *-
" P
noite de 29 le l).'zemO-o do anno passado as
sassinou a ccele o lafeliz Jos1. Iluflao. Hnwt api
Com:nuiiic->u-iQ'! tambara o delsga.lo do
1. districio de S. L >urenco da jl tila, que no da
23 de Abril prxima li ido em torras do angeono
Agua Fria o individuo de norae Joa> de Moura
assassinou com un tiro e quitro faca las a Ma-
noel Ferr ira.
Contra o 1 d niuinie que evalio-se aqu.'ila
-ut iridade procedeu ni fmi da lei.
Ante-hontera pelas 5 oras da tarde no lu-
gar denomina lo Pantano pjriencento ao 3. dis-
tricto da Graga morrea afeitado era urna r.aiim
b* o menor de noms J13 Bjrnardin-i da Silva
de 5 anuos de iJade fillio de Jo) Anlonio da
Silva.
O sao 1-degi lo respectivo to n >u conhecime.i-
to do f.icio e verifieou ter i-ldo Casual.
Na enfermarii di Gasa de Detenga 1 pilas
11 b iras da man" a 11 di 1 31 do mes tildo fil-
IsCOO o senleni-iado, do municipio de Jaboalao,
Joaquira Flix da Silva victima da tuberculose
pulmonar.
O citadlo Joaquim Mendes Carneiro LeSo
assumio no dia 23 de Abril linio, o ex.rcicio lo
cargo de delegado Jo l." disuaotj Ou muitloipio
le laboatao.
riade o fralernidade.
O Questor,
Jos Felippe Nery da Si/yJ Filho.
O Sr. Ilur.io de ^uzrsth -Sr. Presi-
dente, nao olre que seja um i ousadiu, mas, e
mister coufessar que preciso coralera da
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Dispchos do din Z de J/iio de 895
Alexandie da Sjua Nogeira. Deferid > de
accordo cora a inloimngao.
Max D.-eclisler, .v'exaudrina .Varia Vieira.-
Informe a 1.* secg&o.
Gamillo Nunes da Silva, Manoel da Cunha
Sililanba.Informe a 1.* seceo.
Manoel Correa dos Smlos. 11.* secgSo para
os devidjs tn?.
O porteiro,
i/usndi'o B. da Silva Gmmaraes.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
De-pacho* do da 2 de Maio de 1895
Coala & HaTJS, Jos Hora, Manoe do Nasci-
inenio Silva Baatoa, Joaquini Xavier Carneiro
de LacorJa.-ilaja vista o Sr. Dr. ProcuraJor
Fiscal.
J. Candido da Silva Pessoa e Pedro Ivo de
Campos.Ao porteiro para entregar ao (ata-
reando.
Arth.ur Esoitica, Leopoldina Rivrauuda de
Chrisio- -li.forme o Sr, Dr. administra ior da
Heceb-doria.
Jos Rodrigues dos Santos. A* secgo do
contencioso.
1 anudo de Oliveira, Martiniano Campos,
Informe o Sr. Dr. Subdirector da Conlabilida-
de.
O protocolisla,
Francsjo Mililino Ftrrtira.
SECRETARIA DA INDUSTRIA2.l
RECTORA
Inspectora
DI-
Andou viajando de ciJad' em cidade, a eslu-
car es monumentos, ea visitar os homens qu
eliBiiam Umado celebres pelo seu talento. t
a as rratgens do Rlierio, a Suissa, a Alie-lirar 0 |lx0
Antonio GongaUea de
eral de Hygieiie
Da 2
Pilo Dr. coramisfano do4." dislriclo innita
r.o foram consideradas em condiges li.ygie-
nicas pir sorem hbil idus as casas ns. 7 da
ra uo Coronel Apolonio ; e 3 Ja ra de Juo
Ramos.
Pelo Dr. commissario do 2* districto sanita-
rio, foi considerado era coodigM bj para serhabitado o 1* andar de predio o. 4 da
travessa de S. Pedro.
Pelo Dr. coramlssasio do 3" districto aanlta-
rlo, foi considrala em condltoes tiVienicaa
para jer habitada casan, lio da ra da Pon-
le Varna de prnpriedada d Sr. Joaquira Mar-
| tins que tica obrigado a mandar acceul-a re-
taanha e |ior Ira a Hollanda. Foi n'esle ultimo
iialr, mi Haarlem, que elle oncebeu a priraeira
jda da impronsa.
De vi lia 1 Slrusburgo, e depois de rnuitoi
mezes gastn em inccssa^les investigagOes e em
um Kabalho atoradissioio, ejosegoio elle affei-
^oar caracteres de raadeira, reaoil-o, e crear
issini 09 pri:cipios da arte nova.
Gut;nb;rg, medindo o immenso alcance mo-
ral e tnJutiial da sua obra, conheceu a nece -
Hidadu de procurar quera o iju Insse na despe-
gas a fazer ;ara as numerosas e repetidas ex-
eTJuncias e risaios, que tinna do tentar ; mas
onlendeu que devia occultar o fira para quetra-
Jjdliava, para que llie nao roubassem a loria
do invento Entre os nobres de Strasburyo, ne-
nlinm li avia que se decidase a auxilial-o, por-
iiu? todos ralavam o grit.cipio, que era um
preconceito, do qae o trabal 10 mecbanico urna
legradaijj. O inventor vio-se assim obrigado
(1 egradar-se a si proprio, l^zendo-se operario,
11 a niiSturai-ie com o povo, ao qual 1a abrir as
porta.- dos dominios da intelligencia. Associou-
,e Gutenberg com ious habitantes abastados
de Strasburijti Andr Drii;;eheu Jo4o Riffe,
A'.evedo, reclamando
da ninagao do Dr. com.iiigano do 1* dis-
lo.Informe cora urgencia o mesmo Dr.
commissario.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, pediod
para mandar examinar a casa n. 19 da ra do
Major Agostinho Bezerra.Ao Dr. commissario
do Io districto para examinar.
Angelina Ro do predio n. 21 da ra do Uora Jess, roela-
mando providencias contra os locatarios dos
2-. e 4.* an ares do predio n. 42 da aiesma ra.
Ao Dr. Avila para informar com urganeia o
que houver.
Companba Iniustrial e Commercio de Ea-
l.va, Joaquira Perrera de Carvalbo M C, 9 Coa-
la & Rocas, pedindo para mandar e:e>ninar
caf.A* Dr. ajudaoto para examioar.
Pelo Dr. c 'in-.^issano d) 1 districto aasl'a-
SESSAO ORDINARIA EM 18 DE ABRIL
DE 1895
Presidencia do Exin. Sr. Dr. Francisco
'Icixeira de S
"ontinuago)
Vem mesa, sen lo 1 do apoiado c posto enj
discnaaau o aegamt^ requerimento :
Kequeiro que s>'ja pela Commisso do Po-
lica dado parecer sobre a consulta qiu o Sr.
presidente faz a respailo do art- 147 do Regi-
ment. -Antonio Peruambuco.
O Sr. Albino Meira-(N'ao devolveu o
seu discurso).
O Sr. Baro do \aziirctli Sr. pre-
sidente, a 5.* commissao, de que fago parte e
Un aoroaanlail i'sln nrnjorJa. i.i. A- #* pona
ser mdiffereute reclamago que aqui foi le-
taotada por parte do nobre senador Sr. AlDiao
Meira. Pelo contrario, a commisso quer m )>-
I rar S. Exc. a sua acquicscencia debaixo
de um poulo de vista qoe Ule parece rasoavel,
para queS- Exc. nao fique prevenido contra
ella a nao julgue qu: t o capricho leva-i a
ntera.-sa-se p^la proraulgago oesta lei.
DcseJamos dar urna le superior, clara e po.
sltiva, para que aquelle que a leobi de execu-
tar, o faga de accordo cora a boa intengo do
legislador...
O SR. E. COUn.N'HO -Clara, positiva ajus-
ta-
OSR. BARAO DE NVZVREl'H Quando
digo clara, quero dizer ju3ia perfeitae acabada.
A co nraissao iccmIou o argum .-nto addu-
aido por um genacor Ilustrado como 6 o r
Albino Meira, embora no.-so adversario e oppo-
aionista no Senado.
A coa m mo raoatrou com este proc dimea-
to completa isengao de capricho, que nao tem ;
o tanto isto verdede, qie para ialisfazjr ao
va caviar a mesa urna emenda,

arte do humilde orador, que esta n tribuna,
para com bale r as onsiderates
qu a alia de fazer o nobre senador o Sr. Er-
uto Coninho.
) O SR. ERMlllO COUTINHO-V. Exc. pode
, fazel-o com BJiiUa vaotagem.
O SR. BARO DE NAZiRETH-Acrelitei
que S. xc., emendando o projecto da 5.* Co;n-
^nisso, viesse mostrar a vanlagem daasuas
; emendas, vtate aponlar, ao mesmo tempo, o
erro da Commissao e, at mesmo, a sera ra-
zao das emendas que ella entendeu propor a
projecio, acceden 10 ao pedido ou nntes accei-
taodo o; alritrea lerabradjs p do Innralo se-
na lor o S Albino Mura.
A ommissao acceitou as rcclamagou do Sr.
Albino Mein o podiaileixar de fazel o ; mas.
n) iiiTeiidj proceder caprichosamente v**o
nheceu que podia ter errado porque ninguem
est isenio do erro, porque o erro parlillia
di tiumanidale.
Em:rei qu S. Exc. o Sr. Enuirio Coulinho
jusiifi-.ando as anas emendas nos trouxasse
para aqui al.'iinii lu ; nos ra >sira*ae qua es-
lavam"- -* ----.. yiiiretanlo n cohtrario disso
. > L\c. naj quiz ser generoso como nos
verd ideirainente fomos, para, com a Classe dos
professores, cujo atarease sempre procos a-
re defender.
S. Exc. vendo me entre os membros da
Coraraissao e saliendo qoe sou eniliusiasta dos
professores pblicos, aiiribnio a essa Corarais-
sao a intengio de perseguir Csses preparado-
res da mocidade. Sr. Presidente, emqnanto fui
depulado na Asamblea Provincial, sempro
ptignei pelos
pre liabalhei pelo desenvolviinento da lastra- )
cgo, porque no a possuindo fmuitos nao apoa-
d>s) lesejo, entretanto, que ella aderrame,
ddTuiida-se por toda e.ssa juventude, por toda
essa sociedade que duspouta, oli.u de que so
preparetu os seus membros para que venham
oceupar com vaniagera para o Estado, os pos-
tes que hoje oceupamos.
Quero professores aDalisadoi, competentes,
porqu s assim, que essa inocilaue, chega-
r un da a conquisur 00 Brazil as inais emi-
nenies pjsi{0es.
J 1 v pois o nobre sanador que quera assim
falla, quera assim se manifasia nao pode ser
acounado de perseguidor da classe dos p 0-
fessore3.
O que ou quero melhorar a Inslrucgo Pu-
blica : que escolas sejam providas por pro-
fessores completamente illuslrado?, que pos
san bem corresponder s vistas da mocidade
Islo e o que desejo, isto o que querem oj
meas collo-as de commissao, o qoe ^iv^ que-
rer este jenado.
O nobre senador disso quo deviam ser apro-
veitados os professores era dispanbilidade
quer para a cioade quer para o centro.
O projeclo nao faz iimosigo, mandando que
se de preferencii aos lilnos da Escola {formal
e da Siciedade Propagadora.
Nos estabelecemos n 1 projec'o as clauulas
ou as condiges em que po e,n ser nomeados
p ofessores os tilhos da Escola Xirmal, darnos
preferencia aquejes que forera approva los, com
dislincc*} durante os ar.nos em que cursaram
aquelle eslabeleciraentj, sera prelcrirraos o di-
reito dos que se achara e:n dsponibilidadc.....
porque .-ena garantido como una pensio o seu
fuluro, porque foi distincto, porque foi applica-
do, porque procurou mostrar loa competencia.
S 1 s ibouios que a distincgao a prova do
reconliecimenlo d > raestre pira com o dicipulo,
mostrando q le elle esta completameiiie li-ib lita-
do porque desenvolveu suus 'leas pira exercer
j matrtsUrio. (i/uj apoiaioj.)
A commisso quu entao dar ampios poderej
paraqu: fossom uouieados e aproveitados aquel-
las professores de reonhecilo mrito ; e quan
to aos oulros individuos, que por vralura tara
bem possara fazer jus a esse aproveitamenlo, a
commissao entendeu dever tubinettel-os a um
previo conrurso.
loa idqoendos as escolas primarias.
Anda quero a Ijjt u u argu njulo s ideas
por iqmi expendidas.
Hoje nao se trata de dar inatrocco lao sim-
ples ora so dava anligameito. "r raos boje
u,u 1 t: cola Normal mas urna vez que ella nao
corregpondsr aos s.-u; li is, acabemos com ella.
S. s.b mos que os professores que apren-
deram aotlgamante n>>asa escola, OO t-raipo do
sm inicio, nao po tem sabir o que hoje nella
se ensina paranlo, neces.ario o concurso.
D.do o caso de nao eslarcm ellos hbil.lados
para ralernamente regare essas cadeiras,
nao licirao prejudicados era sem ordenados,
porque o Estado garante os seus direitos.
Nao 8ci porquj razan o illustre senador a
quera respondo, e que nio me quiz ouvir....
O SR. E. COUTI.NHO-Quero ouvil-o, c cora
ir.uito gosio.
O SI!. BARAO DE NAZARETH -NSo vai nis-
10 uini cn-ura ao rara iliu-tro colbga.eape
as una magna qu' ramif sto...
OSB. E. GOUTjrSO -V. Bie. no tem rv-
zao.
Sri. BARAO DE N\Z VRETI -Entretanto
a. Exc. qner u;n concursi para lodos os profea-
sores da capital, esqucenlo a obrigagSo era
que eslava a coiurai-so di exceptuar aquelles
professores qu3 obverara distnxo em seu
curso.
S. Bxc. declarou que deviamos naredar todos
aquelles prolessort'S que tivessera 25 annos de
-ervigos, e que, aj contrario disto, foram postos
a raargern.
V. E. sabe que depo'13 de promulgada a
actual Consiiiuigao, a3 cousas tomaram un i 11-
pulso muiio dieren e daquill que exista no
tempo do Imperio. .
O SR. E. COIMX.IO -Mi parece que a revo-
lugo couiinua.
O SO. BARIO DE N VZ UISTa-A revolugo
nao pode continuar, ra;sm > porque nao acre li-
to qui V. Btfc Bja capaz de utna revolu-
go ..
O SR. E. fOIJTlN:iO-EiF:ctivaraente nao o
SoU.
O SR. BARIO DE NAZARE l'H -Eu por nao
querer a revolugo, abaudoaoi ura partido ao
qual serv qdareaia annos e tliei-me a outro,
que piroceu-mi! o nico capaz de firmar a paz
HB-'e Estado.
v- Exc. sabe perf lamente que muito poucos
85o 03 profess res de 2} annos de se v gos, e
e3'ej preferirianj su is aposentadoras a ticarem
osponibilidade, ou a oceuparem cadeiras
"'"nicipaes, por nao ontar;m com os seus or-
d^nados pela deficiencia dos cofres dos muaic-
P'os.
V. Etc., que bastnte illuslrado, (referindo-
se ao S-. E. Couttnh ha de concordar comtni-
gj, que o professor que tetn 25 annos de servi-
cp* nao se auieita lalvea a c^ncurs 1. preferir
jubago.
V. Exc. comprehande perfeitamente que este
projeclo do qual sou relator acaulella ptrfeita-
raente 03 itileresses do prolessorado.
Es ter o proj -cto, ha de couvir que a razio esta do
meu lado.
V. Exc. era depulado commgo (pan o Sr.
Ermirio Coutinlm q-undo se deu a autorisa-aa
ao Presidente da l'rovinci 1 para reformar a lo-
sar era Oaranhuna ou no Brejo da Madre de
Deas, ou de 8. Bento fosse para Tigipi, para
Boi-Vingem ele.
Nao rae admiro que o nobre Senador deixe
de dar o seu voto sobre o caso, mas eu teaha
observado- divrsos actos de igual nalureza. O
r. Dr. Albino Meira deva recordar-se de qae
quando S. Exc. administrara esle Estado acloe
i I'nucos havia de leVristo: um professor de
Oaranhuns qu;rer s r"prof.-ssor em Frexeiras
ou era outro qualquer luiar.
O SR.
qnente.
ALBINO MEIRA-Islo 6 muito fro-
O SR. RARA0 DE .\ \Z VRErFI-EUes prefe-
rera as vezes urna cadeira mais perto da capi-
tal, mesmo em vista de cortos interesses de fa-
milia, como seja educago dos filhos, motivos
mesmo de molestia na familia de maneira que
nao po leudo v,r sao obrigados a mandar os fi-
lhos e familias fazendo ce-las despezas,que seus
ordenados nfto comportara.
Empregam todos os empenho3 os que querem
isto, os que querem qu os professores, que te-
nliam 2J anuos de servigos possu-im maiores
habilitages do que os que sahem da Escola
Normal, para airedal-os do concurso que umitas
vezes vira demonstrar a iuexacliuao desse facto.
(Apartes).
Nesle poni, llvemos a3 melhores intenges e
n3o foi se nao por isso que procuramos, por
todos os modos, attender s judiciosas ponde-
rages do S-. Albino Maira, caja competencia
dizer-lhs (para o Sr.
nao posso acceilar as
Senado ella
ro, forara considera las am coodigOae bjajenj- i
cas para serera habitadas aa raBaa OU fi da ( qo* era ida pelo Sr. secretario, julgando~a"s
na 23 de Selembro ; 59 da ra dol Coar aun que o seu trabalho tlcai completo e sa-
pea ; e 77 da ra 15 de Novembro. tiaficiorio.
Manoel Jos Martins. pedilo para mandar' l'eolio assim justificado raen dever de mera-
inuresses do profeagordo, sera- [strocciio Publica, le mallo simples e imperati-
. {va. Deleniiinava-ica 0 Peresidenle da Pro-
vincia auiorisado a reformar a Instrucgo Publi-
ca. Coube csia reforma ao tr. Augusto de
Souza Leo e luvlam nesta occas tantas cadeiras nao proviilas. R -iu tarara por-
que nao baria verba no orgamento, mas aquelle
Presidente fazendo os seus estndos, procuran-
do os melhores raeios, fez a reforma provendo
todas as cadeiraa e sem augmentar as despezas.
Posto que o deputa lo Lourengo de S quezes-
3 j aitnbur ao governo o pensamento de ter
augmenta'lo a despeza, eu defend a a.lminis-
trago de enlo e V. Exc. deve estar lernbrido
que o ensino public foi satisfeito do raelhor
modo, altenden lo-se a olas n liCaMdades do
centro e acabando o Sr. Angosto de Sousa L''o,
que cortn ajriitiflcagoes e outras sinecuras, por
iituiinuir despezas que enlo se faziara. sem
prejuuo da insliucgao.
Sabe V. Exc. que isto foi ura acto que se pas-
sou ha pouco iemp> e de que resultou pura S
lixe. o justo titulo A Baro da Catar.
Foi devido a aase acto, foi portanlo, em vir-
tude de servigos presta los a lastrucgio Publica
de Peoiirabuco q le foi S. Exc. agraciado.
Aproveito a occaaiao para perguntar a V.
Exc. so isto que acab> de declarar nao verda-
de?
OSR. ERMIRIO COUri.VIIO verdade;
mas deu-se contra o ra:u voto.
OSR. BARAO DE NAZARETH -N >s corpos
deliberavos basta a maioria de ura voto ; lig)
que o parlamento concedeu e volou lei.
O Sil. ERMIRIO COUTINHO-Autorisai-s
ampias como essa nunca passaram cara o raeu
voto.
O SR. BARAO DE NAZARETH -S;i quo V.
Exc. votou contra, mas o que eu pergunto se o
que eu acabo de dizer verdffde .'
O Sil. ERMIRIO COUTINHO -E 1 dou o raen
icstemunho.
O SU. BvRO DE NAZARETH-Sr. Presi-
dente, de.viei-rae da materia, com qu.mto o
qu acabei de dizer tenha relago cora o assutn-
pto que se discute, as vezes assim acontece.
A commissao reparn aquellas lacuna que
do todo poni lhe pareceu indispensavcl repa-
rar. Eu ireio mesmo que o Ilustrado Senador,
que agora entra no recinto, [referida ao Sr.
Albino Mena eai vendo as raninas palavras o
rasufad> das minhas atlr-nces, 0 respeito que
l-v.mos ter com a opposigao. Nao devemos
levar anta da rojo..... _
O SR. ALBINO MEIUA-A mstrucgao sempre
foi terreno neutro parfa poltica.
O SR. BARO DE NAZARETH -A commissao
procurou por tolos os modos sallsfazer, dj&ai-
xo da lettra da constiluigo. os interesses do
Estado, aprovnilaodo os proessores em dispo-
nibilidade. ,
HO SR. ALBINO MEItU-Da ura aparte. |
O SR. BARAO DE NAZARETH-Enlrelanto,
Sr. Presidente, os apresi nlaraos emendas no
senlldo da reconhecerraos esse direito adque-
rido, n3o s em relago aos professores em dis-
pombili lade, como aos d Escola Nirraal etc. e
outros quando se apresentarera em Idnticas
condig-s.
Ja v que alteado este ponto, salisfazeado por
serlo modo aquellas duvidas que baria a res-
peno pudendo ser noraeado indepen 'enleraente
de concurso os professores de que cogita o pro-
jecto para a capital, e anda inais podeodo se
l'uzer sera isto r.aa o cenlro.
O que quer o nobre Senador o mesrao ; a
quesio 6 na redaego e por isso declaro, em
no.ns da coramiS35o, que nao acceilo as emen-
das do meu illustre collega, porque offerec
pela coraraissao sao sufciente para que a lei
aro ao Sena lo que tenho pena de nao
Mover sido a-m*,,^^ Jv( i,H .n.a ,m, % #r
Albino Miira, nunca Uve essa fortuna ; porque,
se seu discpulo eu tirara si lo, oulra sera 1
minha fisura, outra seria a pessoa que estara
aqui disculindo.
O SR. A MEIRA Muito agradecido.
OSR. BARAO DE NAZARETH-Nos sabe-
mos. Sr. Presidente, (e nao vai nisso oiF-nsa .1
ninguem] que da Pacu'dade de Direito lera si-
bido rauda gente que, ou por empenho ou por
felicidade, alcangou approvagao, rai9 que de-
pois fica com 1 eu, que sera a mais levo compe-
tencia, (nao apoiados) servindo-se da caria, nio
corresponde a expsctaiiva do titulo alquerido.
Srs no quero faer referencias a ninguem
Quera nos dir .no haver profesares desse
genero, que tenh ira exercido cadeiras aera o-
requesitos necessarios para exercerera novas
cadeiras, quaulo temos neccssiJade de melho-
rar a instrucgo publica ?
Ha mu tos professores que. sujeitan Ic-se ao
conurso, pidera parfeilam-nta 11 ostrar a sua
comi'tencia para deserapennarem o eargo qie
se Ihes destina.
Si, por ,u, esse? profeiBores a qoe mt reflro,
gubmettidos a concurro, nao provaram seu co-
nhecimcntos, e por ^jo nao forem cUs-ifica .'o
nfto sero prejudicadoi em sem direitos nem,
em seus ordenados porquo o projecto no pro
reconhecemos.
Permitanlo V. Exc.
Ermirio Cuutinao) que
3 jas emendas.
Pego desculpas ao nobre Senidor si, no correr
do meu discurso, alguua palavra me cabio dos
labios qu; podesse otf rader sua susceptibili-
da le, porque nfto Uve intengo da fazel-o.
O ->. EiiMIRIO COL'TIN HO Nao. Quero o
concurso rcs[ieiiando-se os direitos adquiridos.
0 SR. BARAO DE NAZARETHE' justamen-
te o que quer o projecto, e Tica salvo com-
missao o prazer de ter bem cumprido o spu de-
ver dan lo una lei, que de todo ponto vera be-
neficiar a in truego.
Tenho concluido. (Apoiados, muito bem).
Eicerra-se a discusso.
Approva se o projeclo com as emendas ns 1
e 3, sendo rcgejiadas as de ns. 4 a 6.
O Sr. Presidente declara que as emendas ap-
provadas, nos termos do regiment, iro a oa-
tra dii.'usso.
Submette-se a 3.a discusso o projeclo n. 6
desle aun > (additaraento ao regiment interna
do Senado).
O Sr. Albino Heira -Sr. presidente,
eu p;d. a palavra pan fazer duas orden de
cunsileragOes sobre este projeclo ; a primeira
sobre uraas cbicuridadas que o projeclo en-
eerra, a respeito das quaea eu preciso de expli-
eag .'3, e a segunda versa sobre alguns pontos
lo mesmo projeclo, aos quaes me opponho for-
raalraenU'.
Me parece, Sr. presidente, que entrei hoje
era utna raare de felicidades, e quero aprovei-
tar-m; della alira de ver se consigo fazer triura-
phar nesta casa urna ideia ba.
Earei lodo o esforgo para me conservar ci-
ma de iodo o pensamento partidario, e qaando
paree:r que ueste proposito me desvio, pego ao
1 lustre senador (para o Sr, Ermirio Coulinho)
que 6 tido cerno o lypo da moderago c sereni-
dade de animo, que me chame para o terreno
do meu proposito de impircialdade.
Co:u effetlo, Sr. presidente, icono muito em-
penho em provar Casa a sincendade cora que
sostente) a duurina que o presente projecto
qu:r rerogar.
Por amor do methodo prncipiarei a fazer as
rainhas consideragOcs do principio para o m.
0 art. 1. diz : (li.
Quer dizer que sempre que se trata do anno
seguate da legislatura a m3a eleita no anno
ant ror conservar as suas funegoe e to at
que seja eleita a nova me a.
A minha duvida est sob.e urna hypothese
que se p le dar, e que eu quero saber como se
applica a regra regira ralal.
O art. 1 do regiment diz : (l).
Essa regra app ica-se a legislatura nova, com
excepgo nica de que nesta nova legislatura
nao oxistiam oito senadores Maso fado de
nao existirem oito senadores pode se dar ni
curso de urna legislatura ; nao ser frequnte o
ca Supponhamos que por qualqu;r motivo essa
raaiona seja dcatalcada. Ora, o artigo eslabe-
leceu como regra, sem excepgo, que nos tres
an''03 de urna legislatura a mesa eleita conser-
vara 93 suas funeces at o fin...
O SR. H. BaNDEIRA Isto urna hypothese
gratuita.
O SR. ALBINO MEIRV-Gratuila aquella
hvpothese quo no se pode verificar...
"OSR H. BANDEIIU-E'dilBcil de sa veri-
ficar.
O SR. A. MEIRA-A le deve prever toda
as hypoineses possiveis, por mais dilliciis qua
p a regam.
Ora, pergunto eu, qual o p^nsamenfo da
1 igtslador, no caso de se adiar reduzido a roe-
nos d i 0110 o numero de senadores no curso de
urna legislatura ?
Qual deve ser a regra que se applicar nessa
cao ?
E' preciso que lenhamos bem clara a reda-
cgo desla le...
O SR. HERCULANO BANDEIRA-V. Exc.
bem p le apresen ar urna emenda.
O SR. A. MEIRA -V. Exc. sabe peritamen-
te a irapossiiilid-idc potinca em que me acho;
como, pois, pe le-me que aprsente urna emen-
da utna mesa, cuja legalidaJe continuo a coa-
testar ?
O R. H. BANDEIRA-Entretanto V. Exe.
est tallando parante esta mesa.
O SU X MEIRA V. Exc, Sr. Presidente,
sabe que eu eslou aqui representando o papel
daqueiie escravo romano que seguia o carre
dos tnumphadores gritando .'-memento quia
puteis es e in pulierem recerter'is. Escravo da
coniiluigo e das leis, eu venho aqu d'zer-
vos : memento quia na'.U eslis, el in nuUi tale
revcrlemini.
Sim. consola-me anda a esperanga de que na
lia era qu3 a lei tomar o seu unpeiio era Per-
narabuco, Vv. Excs. abandonaro essas cadei-
ras.
Por consequencia, o raeu papel 6 esle, nada
tem de contradiz'.ono. Eu eslotfprestaudo um
servigo mesa, indicando uraa ibscuridade na
arl. 1.* do projecto para que ella meama se en-
carregue de ev.tar essa obscuridade.
OSR. HER':UL\NO BANDK1RA-V. Exc
.t hoje effeclvamentc mu to relia.
O SR. ALBINO MEIRA-ragas a D.us! J
mais urna conquista !i >je.
O SK. HERCULANO BANDEIRA -Apezar de
diffioil de se ve nticr a hypjtliese.
OSR. ALBINO MEIRA-O artigo d a : serlo
c a nados os senadores tnas mego* de entre oa
antigos e os noves nao contestados. E si bou-
ver duvida solire a idade dos chamados, etsa
examinaras casas es. 2, 4, 6, 8el0, da 3'e br> da commiasSo, fizando crer mesmo aos curou diminuir e numero dos professores cm
seja clara, e possa ser exerulada de accordo ovida ser re.-olvida por votacao.
cora ns inieresses da instrucgo. Pergunto eu : quera deve tomar parte u'esaa
O SR. ERMIttiOcoU TINHO-Mis quer acora- votajao? Serio os a Ugos Emeuler ouosno-
1 IfMB l
1 1 ^i^L
BBBSl





Btario de Petnambuco ~ gexta-feira 3 de Maio de 1 S35


_.-<





na
ra
la
a
vot e amigos promiscuamente? 0 pro|ecto 6
obsciro e o caso importantissimo. 0 ptojecto
n5c dix si os contestados devem se retirar ou
flcjr para tomar parte na votado: e nos nao
deicrnosricaraduvida.
i-, auestao de idade, nao sabemos se tomara
narU nella gomen.e o anlig .3 senadores, ou o-<
nos eleitos, cojos diplomas nao tenham soffri-
o cont^stacao, ou todos entlobad, s.
O SR HERCULANO BANDEIRA da um
"ci1" SR. ALBINO MEIRA-E' preciso me isso
aue bem claro, ireciso esclarecer esta duvi-
da, de modo a evi: r-se futuras contesta!Oes *'
ex'e cacao d'esta lei.
0 2.* diz, que, si os senadores antigos
unidos aos novos nao contestados nao perfl
re o n. de 8, sarao eleitos de entre os contes-
tado tantos quant' 8 forem precisos para com-
pletar aquelle nurajro, para que possa ser vota-
do a parecer relat.vo ao recoutiecimeuto de po-
deres. .
A commissio acliou-se diante da seu rite ny-
potiese :
C' senadores da turma antiga, reunidos aos
noves nao rontes ados, ainda assim nao lorraam
oito, por con8eguinte nao lorraam o numero ne-
cess'ario para deliberar : e enlo tev dous al-
vifes a seguir: ou adoptar o que o congresso
passado adoptou, a a lmitlindo a votar ou sena-
dorei da lurma aniiga, ou adrailtir que os otos
eleit'n nao conteslados tornero parte na delibe-
ragio.
lio quero reuan o pensainenlo do congresso
passado com o da mesa n'esie ponto. Dous sys-
temf 3 se apreseniatu : O l." era dar ao sena-
dores da turma artiga e aos nio contestados o
dir.toda decidir das eleices contestadas. A
nao se aceitar eite systema, nao resta nioo o
sei'iiinte alvilre: chamarse ledos indiftincla-
me'nle, quer cont lados, quer nao, para decid -
rein e giobadamei.le da eleic&o de todos. Fo<
o que Vv. Excs. fizerara, quando quizeram se
apocar d'estas cadeiras. (Ha uhs aparte).
.1 aqu, Sr. presdeole, permita V. Ej:c que
eu abra um ptqm no parenthesis, para pergun-
tar, como pergunlo aos nobres senadores : como
cine assim tao di pressa repudiam hoje nque la
do a ria que alada iioutera prnticaraua e tiuhara
po-bji?
O .^R. HERCULANO BANDEIRA-N'aquel
occaeiao nao havia Le.....
OSR. A. MEIRA-Pois c aso mesmo.
SI nao havia le /para o Sr. Herculxno andei
ra. Vv. Exc3. trahura a liberdade de seguir o al
virt! que Ihcs parecesse raellior. Si nao liavu
lei, os obrigava a adoptar e praticar um nlvitre
que nio has pare<:es3o bom. Si hoje V>. Excs
aciam immarul, que os candidato' cuja eleigac
fOr entestada lomem parte na votagao, nal
nii'nie lastimare! que iiontem Uveaaen posto em
pratica essa iiumoralidade. (Apartes).
Fecho agora o paronlhusis e volio ao assjmplo.
O | 2." diz que para preencher aquelle nume-
ro, escolhe-se por escrutinio entre os contesta-
des quanios forem precisos.
Em piimeiro lo ar, eu pergunlo : n'es.a vota-
ca i quin toma parle?
O Sr. 1. secretario diz, que tomarao parta os
senadores ltigo* e os novos cujos diploma
- nSo forano contesto dos. Mas isso nao es; claro
nc 'jroje l ; e<- preci oque fique.
Agora, Sr. presidente, vamos analvsar a mo-
ra iade do systeiua que este projecto consa-
gra.
Elle chama para decidir as cont tacOos apre-
sentadas contra a eleigfio de senadores cujos di-
'pluraas sao affeciados por essas mesmas contes-
ta ;oes.
'ols isso 6 serio? Isso 6 moraliadoi?
Era primeiro logar, V. lixe. comprehende
bem, que para qU'' alguem possa votar como se-
nada; preciso que realmente elle o soja, ou ao
uos ten a em seu favor fortissima presum-
pr,a de que o Si o meu diploma esta limpo,
s rienliuma duvida se levanta contra minha
elei ao, eu tenhc era meu favor tao forte pre-
suuipgo de direilo, que nenhum inconveniente
ha em me deferir desde logo o direilo de tomar
par e n*s votaget.
Si, porto, raiuha eleicSo impgnala, si a
legiii'mtdade do tueu diploma pos/a em iluvi-
d:i, emquanto isso nao ;e decid.r eu nao posso
prelendjr exercer nenhuma das funcg&es que a
lei liga ao rorpo de senador.
O SR. BEHCDLANO BANDEIRA ab=tem-se
de votar.
O SR. A. MEIF.Al'erta.j; nao pode abster-
se de volar aquelle que 6 Obamadopara utar..
Em segundo lugar, Sr. presidente, esse lio
mem oui .nuitos casos era votar em sita propra
c tusa. E iO D*) ropognanie ?.....
E a^ra eu nejo liceuga a V. Exc. para abrir
u:n novo parenthesis, para applaudir, como sin
Ct rmente applau lo, os nobres senadorcj por mo.itrarem dociis a razio, repudiand) raais
u.ui vez o erro que air.da houlem defeale-
ram.
V. Es-. In de estar lembrado de que, nao a
niuito, quando se tratara de voiar o parecer que
creava ste seal), eu reqoeri que se a'oUives
se:nae tomar p; rte na vota^ao os candidatos
que n'ella erara parto. Leoibra-se tamb:m, que
titi meu requ;r!i:ento foi rejeitado.
E'uis hem; eu iao posso deixarde felicitar os
nobres senadores por rel-oa voliar ao bom ca
minlio. consignando n'esie projecto o principio
qut: aquelle meu lequerimento consagra va.
Voltaado agora ao assumpio, ia eu dizeodo,
qjeem ortos c-.-os c^ses senadores contesta
Sis chamados a sotar lnam votar em nua pro-
pia causa. .
Suppanliamo3 que o motivo da contestando e
,i n e o mamo era relayao a todos ; suppoQi-a-
rros, como na b/poibese de Vv. Excs., que so
alega a nullidaJe geral da eloiyao. N'essas
ocdigoes, V. Esc bera vi\ a causa de um a
de lodos: res. Lrel-a em refaci a um 6 resol-
vil-.i em refaci a todos. 'Apirtes).
(Jomo, poia, chama- um d'csses pret ndentes
para, com o s.U voto, resol ve.- a quisto ?
Seubares, eu nio comprehendo es3e fanalis-
rro elos nmeros.
O SR. U--R'-LLANO BANDEIRA di um
aparte.
O SR. ALBINO MUIR :Pois so pelap/ian
tasia <\e ter oito juues em v 'Z de seis ou sute
qjjreis demoralisar um jalgamento, inqumal-c
Eiesmo le nullidide, coraplelando aquell.' a-
mcro cora juizps mspeitos ou nuitos ? Isto
urna verdadeira mfanlrlldade.
OS SRS. HERCDLANO BANDEIRA E B.V-
PAO DB N V.ZAB il'H, dao apartes.
O SR. ALUIN') MEIHA- -Sejam 8 ; mas
qoandoaae podonm ac^ar S liquido, cujos di-
ploma? nao si Ja ni atacados de nulllia te. Mae,
si i?so nao for pes ivel, eu nao compn-hendo
PlM felchisao ,)ela materialidaie numrica.
X i desojo eslender-me mais sobre isto, e
vou ellirecer ata emenda.
Fica e tao o nragrapbo assim constituido
( :,. (aparles).
Senil re, eu j i figo urna concessao, j mo
dilicoo voto qae sobre 3te assumpio dei no
C'ongresso passaio.
,i,m:ii Vv. Bi:cs. tambera outra concessao
admiittndo Vtijauaquelles dos novos elei-
to?, cujos dipU mis au forem contestados ;
porque esses'iri a s.u favor fortissima prc-
ami'Cao de legi.imdade.
O SR. HERCULANO BANDEIRA, d um
uparte.
pequea conecsao, admittindo a votar, dos
novas eleitos, gorocn'.e estes porque ellea slo
o. uoicos que podera tomar parte effucliva na
rutac&O sem dei moralisal-a, os nicos que de
;ntemen e podem ser cliamaJos a julgar (tro-
ym-wt apartes).
Eu quero o lirmo medio entre as duas dou-
tnoas oppos,las O regiment s admitte a vo-
tare ji os senadores antigs ; esle projecto cha-
na a todos, os antigs e os novos, ale mesmo
Ou contestados. Eu proponbo em meio termo ;
trsm os antigos so, era todos os dovjs ; mas
ilasles somente aquelles cujos diplomas nio
Serena contestados. Eu n8o me opponlio a que
tm-ra p rte na vota^ao ob novos eleilos, com-
uon quesuaetjicaoseja liquida, O que nio
Pssoadnllllir, 5 que sejam chamados a vota-
rem individuos, 'sobre os quaes ba duvida se
ho senadores oun*.
Aquello que ie aprsenla com um diploma
limpo pode coa.- iderar-se Senador, porque urna
e eicao nao cbeletada tem todas as razes
Eara ser approvada. E' difficil quo sa d urna
ypolhese em contrario ; n3o tenhc messio
noticia de que so teoba dado o caso do ser a i-
aulla' o o diploiaa de um depulado ou de um
ssnador, n5o" bavendo contra elle cotestafia
i guma.
Por isso, digo que s os nao contestados po*.
jer&o volar.
Xas agora vejamos : si toise chamaco a.de-
cidir de urna aleicao um senador contestado,
e depois fosse o seu diploma anoullado, que |
forga teda a decisdo lomada com o voto desse
hornera que nao era senador ?
Nao estara evidentemente nulla ? (Apartes)
E' preciso evitar esse perigo.
O SR HERCULANO BANDEIRA E OTROS
SRS. sENADORliS, dao apartes.
OSR. ALBINO UEIRA:-Ja declarei que
taco urna concessao ; Vv. Excs. fagam ouira
de sua parle e assim chagaremos a um accordo
rasoavel.
OSR. KERCULANO BANDEIRA :-V. Exc.
leve hoje um da cheio...
O SR. ALBINO MEIRA :- Pois bem ; appro-
veitemos essa mar de bonanga, ebeguemos a
um accordo ; pois, o que eu propooho me pa-
rece muitssimo rasoavel.
Vera mesa, sendo lid i, apoiada e entrando
conjunctamen'.e em discussio com o projeco
a seguate eme ida :
N 1 -Ultima parte. Era vez do que est
tepois das palavras 8 senadores, dgase : as
pnmeira8 eleicOes dos contestados irao sendo
resolvidas pelos antigos e novos nao con esta-
d >s at completar aqu lie numero ; abslendo-se
sempre de votar aquelle de cujo diploma se
Iralar.A. Metra.
(Continua).
ESTADOS D4 OuHO
Hatto-Grosso
Com o titalo-M.u.-roiso e AraazoaiS-pu-
biicoaa Gjzeta uffi:lal* aesse Estado o seguic-
le :
Dtreitos flicaesJi perlence a publlcidade o
telegramoaa do Sr. leueote Frauceliao Nones
Perras, communlcaodo ao Exm- Sr. D Haooet
Jos Marliuho, illastre presidente do Estado, que
as dotorida'its amasoneoses protestaram eneret
carnate contra a installacao da collec.oria de
Saalo Ao ouo do Rio Malelra e das age .cias lis
ees de Jamarj e Gv-Parat, pele tacto de que
coasiderum como lateado parte do Amazonas o
territorio em qae se achara as itesmas eitoa
das.
Ja sao tam)em e d .minio pablico os tele-
grammis qae sobre o momeutoso assampto,
qae io directamente dix respeito a vid ecouo-
mica de nosso Estado, foram en erejados p I j
Etra. Sr. M raoel Jo Hatiuoo so Exm. Sr. go
verna ior do AmatOQas e ao Sr. leneale Frsnce-
i uj aues Ferrai, eocarregado pelo governo de
Mallo Grosso da installasao rias referidas esa-
k0 s fioaes, cujo objecllvo principal o ampa-
ro -le Qossos dl'eltoi', a reivmdicacao de nossas
rentas desviabas para o erario do vasto Estado
do uote, desde remotos tempos, sera ujj uuko
protesto de ao=sa parte.
Multo Grosso,que a' aqai tem soff ilo oes-
oa.uo, resolveu tiaimenis, no goso ule.o e li-
tro das a!triuic.0i3 q*.e Iba dao o actoal regt-
nea federativo, aprovettar os proiuctos uata-
rae* de seu extenso territorio e (azel-os tributa-
dos, arrecadaudo Dar sea laesoaro os impoa'.os
iu: Ibe devem ser pa^us, em oome da jasiiga e
do direilo, em Santo Aitaaio do Rio Miiei'a e
uas a^euc.at flicaes de Jimary e tiy Paran,
parte trouieira ue.-.e Ejtado com o do Amaza-
uas.
O Par, por eeu toroo, confo mese v de ama
eorrespoideocia pDDlicada bi mozes uoJornal
luCommercio, j pro.'uroa oDstir que o cap
tao Costa Garca, ua qualidade de agenta riscal
de Miuo-Grosso na fot do rio" 8. M raoel oo Tre
Borras, cuD.e os dtreitos da seringa extramda
eoj 00980 territorio.
Desieassump'o ja se o-.ccpou prccientemQ-
te em um dos unimos oora-ro- a' Malto-Groj-
no o oosro conterrneo Sr. D Caetano de Al-
baiuerqie.
S. S-, mostrando enm bons lun lamentas, do-
cumentos gtojrapbicos irrecsaveis, qae a ra-
Su est do uos8o lado, na questao delimites
ente Pi'a e Mallo Grosso, e omito oaflaodo no
pa'.Motismo e as lases do D-. Lmro Sod 6. o
di. uo moco aoe dirige os destinos daqae'ie to-
roso E ado. espera do seo e=pi-ilo recto e jas
liceiro qae o jalgameato oeste sump>, todo
silo material, se faga sera pre:oncmtos oe o ?i
io <, ati n de poder ser devidameate recoonecl
do o 00i80 direilo.
Pela recea'e publlcacao dos teleeramm.s a
qae cima nos releriaio urge agora a immi-
oeucia de um anlogo e m.vo coufl co, devido a
aoiiqu atiu laubea da limrn., ooifoAtniTT.
as e M Uo Grosi. os doas importiales e opa
ieu-.os Estados da Fetersc10 Brasileira.
Cam satbfafiio, porm, vemos qae semelban-
lecvDflcta a tradaxir se em faci, o que sup-
oomos oao aconter.era, nao pode deixar de ser
pissagetro, eohemero, atteoJeolo-se prtaclpa!-
meotea aae dtaote de docaraeotos de alto valor
lecootco, ce a'.lestados geogrficos (ooicos
que, nos parece, devem regular o assompto),-
a railo toda esti do nosso lado, nao ;aodo oor
isbo bem ao Estado visiano o obscurecimento
Ja verd de em detrimento de nosss leittimos
la^resses, em detrimento de nosso direitj st
neto nao coutestado e com prejaizo da harmo-
na e das boas relasOes que sempre devem ezta-
ir entre lodos os Erados da FederacS) Bi'.i-
ei-a para a r eallsagao do ideal commum da
randesa e da felieldade nacional, pira a rea-
'sico daverdzdeira frateroldale republicana.
O contrario disto o desoarombo, o sophis na
do rgimen icaugurado a lo ae. Novembro de
1839 ; o falseam-rato, a aduleragio do verda-
dei o e bello principio democrtico que procla-
ma a feierafio como om&jenio como pomo ie
ii-cor-lls, orlgem maefl.a, germen peralcoio
de lijsi-.aoej disolveates, ds cizanias faoes-
tas. _
^A'autonomia da i Estados, daalo-;hei a som-
ma de HDerdaJes pee sa para vieren iode
pendentemente, para vive.em fe seus proprios
recursos, collo.oa-os psi-faito. naoorigcao
de respe.tarem-se ma'uamento em snas reaso?*
.orUi:as sacues, nao oleudvnio dieiios re
Ctp-o;jS. *
O :e3peito matoo de3aj n Ic53 que cou-
titai tocia a torga, a veraaietra ifli:acia, a ama
da reaimeu federal vo.
O que actaalmeate est se daido na tronteira
lo Amazanas com retere-cia a Mai'o Grosso
n j.a especie ae ameaga, de ataque 4 oojs ex-
istencia le Esta lo aatooomo.
Ora, Isto qie decididamaate nii pdenos
aimutK, sem qaenra de nosso direita lerriia-
rui.
O governo do Es'aJo s mere:e eccomifs pelo
etibeleclmeuto da coll oto ia e igCBciaa Dsc e.
ua zona couies'.ida para a a-recad^gaa dos i;o-
postos qae nos sia ce bi a u!to devidas p^ia ex-
i>ioraco de prolnctos naturaes de ooso te ri
tona, agora pnuclpatmenie qne se quer negar
aqotllo qae nos perlence.
Tra'.a-.e de ama qaestSa de pura instiga, de
ama legitima, oe^essarla reivindicagio.
frata te do stmp'es caso de observancia do
vala.* jaridcj do coaectlo preceitosuona
qaijue tribueredar a cada um o que eco-
A Cesado que e de Cesar.
B ja que o prepos'-o se fez oovtr por parte i:i
lutortdadcs do Amazonas eslimamos a opporiu-
oidale. qus se offerece para que s euoelega
frauca a dscoisSa sobra o assamito e sata
iriumphaote a verdadfi-a cansa, que s cau a
da iastica e do dircito.
Wrnrl
BBKft'J unvuv %wi r**
-'*J" !
ralos sobre o -ssompto, c,pm ocu-ieutoi ofli-
ctaes qne comprovem o verdadeira di.eila, fic-
rao legamente jd-lcamente desenran.dos os
limites contestados e dabt s natural e nde, e osa-
-el o!u;io da magna q-e tao.
O resoltado ca pode detxar do ser fafoire
u Matta-Grosso, a menas qae naa teoham Mloi
alguna as m ppss do Brasil e os mipp3s par
etaes de ambos os Estados e a opliio oaspe
u aas a-tandaies scientlficas sobre a zaaa 1U1
glosa.
Ant83, poretn, qae teobamos de appellar para
qoanoi attestados valiosos ptsam apparecer
pro domo nostra em auxilio da aossa causa ;
e, em ultima anaiyse, aaies qne teuLamos ae-
ess iaie do recu'so de ama eelsia floal do
CongressoFeJeral, arim de qae liiue para St-m-
pre detarmtoado de qae lado esta o direilo, es-
prame e conBamos do espirito da jo liga e dos
>nt melos repoblicanos do actual goveraador
do Amazonas, Or. Eiaardo Ribeiro, demcrata
dos maisdi-tioctos,tjae S. Ex; reconhecera
em ma i delongas oem diffica dades o encarre
ao.da goverao do Mito-Grosa contra o qnai
se reoellaram as autoridades amason nses, na
ta'almento por om impensado trop de zk,
nada mala.
ConSamot atada em corxo S. Exc, entregan
do se desapaixenado e sem preveogOes ao esta-
do do asrampto, sri o primeiro a ptestar o
seu valioso auxilio, o sen valias j concurso ao
agente fiscal matto grosseose no de commlsto de que se acia o mesmo lavestldo,
dando 9. Exc. deste modo om bello exemplo
de solidarledade goveroameotal e poltica.
Assim. calmamsote, paclfieameate, e palea-
teaado-ce.com fulgor, com o mxima brilnantis-
mo a rordialidade republicana, (loar resalvido
o Bseamp'o qae outra sologao nto pode ter,
mesmo parque s enviado matto-groseose, los
tallando a eollector.a de Si oto Antonio do Rio
Madetra e as agencias Hscaes de Qy Paran, e
Jamar?, procara apenas arrecadar Impoa'os den-
tro do territorio de Malto-Gosso, sem oo entre-
unto delxar de respeilsr os legtimos nteres
aes do istnho Estado, ao qual nos preadeai tao-
tos lagos de sjmpaibia e qae, como parte inte-
gran e que e a Federagio Brasileia, marcha
junlameote comaosco na cjo;uista dos grandes
destinos qae aos aguardara.
A caudada, a maneira de proceder, a norma
agentl* do governo de Uatto-Grosso nesta con-
jun:tora leo sido a mais correcta passivel e re-
veladora da eollcitude da admialstracao tm
propugnar, como ora o faz. pelos legtimos inte-
reases, pelos direilos do Estado.
O otBcio que aoaixo publicamos elacida mi-
Dnciosameote a qnestio, expOe ciararneute o as-
sump'o, de tomma importancia para os mato-
grossenaes e para todos aqaelles qae sincera-
mente se interesado pelas coasas qae nos disem
respeito.
E's o officto:
Palacio do Governo de Mate Grosso, em Cava
ba, a de Fevereiro de 1895.
Ao cldadio Dr. Gaveraador do Eatado do Ama-
zonasPelo telegramma qae a 14 do prximo
pisiao, dirtgio-me o leneuie Franceliao Nanea
Farras, nomeado colle-tor da collectona creada
oo ponto denominado S. Aalooio, i margem di
reila do r.o Mad*ira, por decreto desle G jv rao,
a. 60 de 6 de Jalho de 1891. e qae segalra
acompanhado dos precisos auxiliares e de ama
torga de pragas de polica, aura da lnetalla", nao
s a indicada reoartigao fiscal, como tambem as
doas agonc as que ne sao subordinadas, e forao
e3Ut>eiecldss as embocad o ras dos ri-is Jamarv
e Gy-Parau, afilaeotes do dito Madera, (ai in-
formado de qae as autoridades amazooeases,
existentes em S. Antonio, protestro eoergi
Cimente coatra as medidas cima alladtda*, to-
madas por este Gaverno e qae ellas cons: lero
como eovo vendo osarpag&a de territorio p r-
lenceote ao Amazonas, e bera assim qae a om
eml?.a io, eavialo pelo referido collector para
entender-te camvosoo acerca do estabelecimento
ilaquelias estagOss fiscaes, daclarastes que nao
podteis rrcoabecer a legit'midade do exerclcio
de tal fonccionario, por nao lerdas recebido de
mlm cemnuacagao oSiial a respeito, a:cres
o.-oando que descjavels tambem ser esclarecido
oo e o faodaopa'-o com qae meu Governo pre
teode entender o territorio matc-grassense at o
rio Gy Par a*.
Tr taoJo-se de um assuraoto de surama icc-
partanca. porque, alera de preoder-se ao domi-
nio territorial deste Estado em pomos nos quaes
ia ui'is (oi eh cont-'s ad.i, anda diz re sea1 ioter 83'8 fi-caep, ama ves qae do regalar
funcion?meato das Inlicadas estiCSaa lep^nde
a arree idago le lmpostos qne legiUmsm'nie
he pertooesm, resolv dtr:gir-vos eta oB io,
conlrmando o> aoteriorea n. Ii7da30de0e
z^raoro da 1891, e n. 13 de 10 de Junho ia
(8J4, jantes por copia, uera como mea :e:ent-
teiegramraa de 30 de Jaaetro Uudo, afira de af
ri-inar, mls urna vez, que taato collectona de
Santo Antonia), como as agencias flseaes de Ja
mary e Gy-Parao foro estabekcidas dentro das
in luo:iaven limites deste Estado, visto coxo sua
extrema divisa com o do Am>zooas faz se pelo
ultimo dos indcalos nos, sto., pato Gj P* aoi
ou rio M cliaio, cama fazem ceno, entra outros,
os mappas ns. 3 e io do Atlas do Brasil de
Camilo Mandes de Alneida, e sbrelo lo as
cartas oCB'iaes de Mito Grosso por Pimenta Bue-
no, a da Repblica, orgaatsada em 1893, na 11-
speitor a Geral de Estradas de Ferro, pelo ca-
pitn teoeQt9 Peob. E como oio baj. le ge-
ral qae determine o limite entre o: dous Estados
deva prevai-cer a oploiao doa geog-apOos, a
qu I se p-oooncia uoitarmemeate pela liaba di-
visoria a .-iaia tragada, caneado aa Estado do
Axazauas, caso teaua algama pretengao a fazer
va er aobre o territorio limilropbe, recorrer ao
ongressj Nacional, aqaem competa resolver
definitivamente sobre os limiUs do--. Estajos eo~
tre si, ex-vi* de ait. 34 a. 10 da Cousiaigo
Fe (eral. Espero, aortamo, coofl.do em vosso
espirito de juanea qae, em ve de aaalqaer op-
potgao ao eaiaueiecirneuiu uas svo "'>'
a que tenho allaiido. creadas pelo Gars-nalor
leste Estado, em pontos sujeitos i sua jarisdlc-
go e destinadas percepgao doa dreos que
v--m ser pagos a Mallo Grosso, (acuitareis a
i-i-ta Ucao e o rega> r faocctoaaueate aellas
estrenan io, de tal sorte, os viacolos de amizade
a harmona, qae nio podera delxar do noir doas
E'.ktos visiahos e perteocente mesma com-
munho nacional, os qaaes possnem taolo3 ele-
mentos de vida e engrandecimiento qae laes sio
preprio?, que nio precisa um locoplc-tar-se
cusa do ootrv. Prevlego-ma do ensejo para
renovar Vos meas protestas Ja mais dis:in;ta
consileragao.
Siade e frateraiJaie-'i;noel Jo3 Martl-
abo.a
Ni mesma fclha l-ae o sezoinle :
Checa a> onnecimeato do Exm. Sr. Dr. Ma-
nee: Jos Muliaba; presldeata do EstaiO, um
faci lameatavel, occorido a 8 Jo correaje mez,
ds 2 loras da tarde, no logar denominado Bu-
nij Camprido, eatre os ros do Bagres e B--
wuno, ditricta policial da Barra do Rio dos Ba-
gres.
Em uoaa ftitoria qne alli existe foi sorpren-
lido e morto pomma flechada uo peito, atiraaa
o-los initos Baibados, o Sr. J-ao Pedrosa da
S la Roodoa, iroio do ir. Maaoel Pedrosa da
Silva R udOQ.
A morie foi instantnea. vita ter a flecha of-
fendido o coragao da victima.
Nesta santido foi eoJerega la ama ropresenta-
gao ao Exm. Sr. Dr. Pre-ideale do Esta o,
a qual leve fav. ravel despacbo. sendo dada
com urgencia as pro?deacias qae o caaa re-
qier.
Para o logar do crim^ a seguio urna forga po-
licial compota da sala p-agaa com o rim de
afugentar os indios e eviar que sa reprodaxau
s deprddagOes que a:li ten ca:raatio.
Como proiJenci futura cogita actualmeate
a nresidtn ia do EsUdo>de eav.ar ao Rio dos
Bagres um missionaria saleslmo pa-a o eleva-
do lutuiio social aa cateohee dos iaJios tlii
existentes.
Em aegnida, publicamos a repraseotago a qae
cima nos rebrinios, seatlado ao mesmo lempo
ter de registrar o triste acun'.e.'ineato qua ailt
mraaclosamen'.e rela-s .*
Exm- Sr. Dr. presidente do Estado.Levo
ao coubecimento de V. Etc. o lameatavel fa lo
da assassiuara do mea irmao Joao PedroO da
S.lva Rradon pelos radios Baroadas, no da 8 do
crreme, s i horas da larde, co la.ar deaomi-
nado Bnrltt Camprido, sitaado entre os ros dos
Bagres e Brasiiaao. Nessa feiiorla, Bxm. Sr.,
iraoJnava o raen desJitosa irmao ba mais de
ara auno, a, prximamente a elle, trabalna o ci-
aio Jo.qaim Tntoloro aa As-nmp.o, tam-
oem ha bat de um anno, sem qae nanea ac
comnettessem ou fassem accommettidos pelos'
indios; entretanto, no referido Ha 8 do corren-
% voi,' m?^'a<>iB8ifll^'n.llrlS por'uli'i
flcnaa no peito dtrelto, penetrando em sentido
transversal, offendendo o coragaa, de maieira
que a victima teve morto instautanea, o qae sa
evUeacia por lar sido eacn.t'ada o cadver,
oras depois, eem slgoal algum de lata on es-
to.-g.s.
Aera da flecha qna occasioaoa a morte, mala
tres foram arremeesada?, nao toado, porm, ai
ungido ao alvo. A vic'ima disparara om Uro de
espingarda, qae (Ora ouvido pelos c maradas
jue ir^balhavam as maltas, esse uto provavd
mente afageulara os radias, pelo qae bao f;a o
cadver locado.
Pelo expelido, Bxm. Sr., claro que os radios
commetieram o atuniado referido sem outro mo
evo qae o jaslinqae, aim da ndole malvada de
qne sao dotados e que necesslU repressio por
parte do governo. M
Ass m, pois, eu e mais 03 habitantes da barra
dos Bugres, esperamos do governo .e Y. Exc.
p.orapus e euicazes providencias.
Com esta parte entrego a V. Exc. as quatro
referidas flechas, estando a qae occasioaoa a
morte do mea infeliz irmo, qaeorada.em doas
pe fagos, o que provavelmeote acontecen com a
queda do morto. Ccyaba, z do Jaoeiro de
1895.Maooel da Silva P.drosa Rondn.Dj-
ftrido pela) provldaacias tomadas nent data.
Palacio da Presidencia de Matto Graso em
Cuijb, S* de Janeiro de 89. Marliuho.
Rio Oran de do Sal
Jornaes do Kio coosigoara as 8egain>ci no-
ticias telegrapblcas sobre esta Estado :
Um jornal de Bneaos-Ay.-es disse ter chegado
a occasiao de pacificar o Rio Grande ; qae o di-
rectorio revolaciooa-io propora a deuissao do
Dr. Castllhos, sendo substituido por oatro no-
meado p logoverao; que as ultimas eleigOes de-
viam8er anoulladas e qae serio iodemnlsados
04-PreJ0',0B can3ado8 par ambos os partidos.
O Dr, Silveira Martiai declara qae nada se
traba tentado a respeito; d5o teailo. ponanto,
essa pablicago ueabama sigolflcagao relativa-
mente a coadigOs de paz expostas nessa noticia,
classtficaado de ridicula a raformagao daquel e
jornal, a qual elle considera fo'neclda por al-
guem que tem lnteresse em perturbar qaalquer
oiengao do governo federal soore a pacilicaco
da Rio Grande.
Era Bag. oestes ltimos dias, tem havldo
multo movlmento de. torga.
Da cidada do Ro Graade eagalo para Ni8
ceatea o batalaio 12." de rafanleria. 1-do dalli
para o Rio Grande o bataltiao 29.- Can.uva qae
essa troca corresponde a um plano poltico.
Os ros estao ebeios, havaado falta de ca-
vainadas pura ai Jorgas do goverco, o qae Impe-
da os movi ment?.
Os revoltosos etitam atacar a Infanta'ia,
quando numerosa, atteadendo a qae dorante o
rae de Mato haver noj aoonieoimenlos no
Rio Grande.
Oatro jornal de aenos-Ayres publica ama
aova decUraco do D'. Abott, duendo qua vae
ao Rio de Janeiro, com ltcenga qae tedio tai vis
ta da noticia qaasl oinai de nierve gao do
presidente da Repblica rlenla), aceita pelo go-
verno do B a'..i.
A politi ;a do seu Botado e natural jeale o in-
taressa do seo partido o fizeram assnmir attitu
da hosdl ao pr jecto de iotervengSo cfll.iosa do
presidente da Repblica O. teoi.I e tambem de
ratervengaa dfi goverao federal, pois elle como
ministro nSo poderla apolar aqcillo qae combate
como representante do Rio Grande.
Diz qae cansidera a revolugaa juasi termina-
da, couaa passive de conseguir sem auxilio da
Uatia Federal.
O kovemaior do Rio Grande afifi-ma qae o Dr.
Abott Dao pode ser destituido por ama pensada
do presidente da repblica.
Una inlormagi) de pesoa fidedigna diz qae
Julio Cardoso, de 21 annos de idade, nomeaio
pelo Dr. Ca-Hiinos chefe dos patriotas na muni-
cipio da Saledade, depois de coolennciar coo-
esse dao.or em Porto Aleare, voltou para all
praaio paz conco-dia entre os nabiantes,
arim de conseguir dos revoltosos urna especie de
ir-gai. Na emtauto, na villa da Soledade o Dr
Joo Severiano da Caoba, advogado all residen
te, foi decollado na propria caa, na preseng>
(a esposa e des filaos. Aperar de ter ideas le
eral.s as. a vinima nao se e ivalvia as latas.
&r primo do general Gllcerjo.
Aotes i nav.a sida assissioado o paire T10-
mas da oan Ramos, a oatro* indiv;daas, se-
gaado dls o mesmo loformante.
Os revolacion.ros prepararacovoselemen-
tos por* proseguir na lata e eatraria brevemen-
te em acga.
O Abo t parle no da ?3, no O'enoque.
Apoa-lcia Sa-aiva eoutruschcfaa reolacio-
naMos, acossados e pirseatdos ao a derrota
na Est va. gaobaram matos dos polrelros liana
Correa, ihi, reuaiado e nvame He mas em
numera raeao". sahi-ara era di eegia a D. Pe-
drito. Peroebido esta ma.ira-rato pelos co'oaeis
fiarlos Teiles e Pant^leaa relies, puzeram-se es
tes em mar.-ha forgada, eaCoatranJa o inim.^o
na madrugada da 13.
A geni- de Aopancio, Cabe Ja, Tarqaa o, Sa
vero e outos offjrecau carta re.is'.eacta, saado
oersegaiaa desda Passo Via/a Fiara, no Santa
Mara, ai quatro leguas alen, no Passo Real de
Sauta M.rla.
Na diraegao tomada pela ioiaii?o, avistando a
vanguarda da diVisao M:ona Brrelo, mudau de
rumo, sarape a^ossado. Msana incommo sa da
p-osegair na persanuigao das revolucionarios,
qaa procaram a I nha divisoria.
A3 forgs leg^ei tiverara dous mortos e 14 fe-
riaos, inclusive o coronel Jeraayno Feraaaaes,
levemente. O raimuo de xju uo cumpa 45 alar-
ios perduu aoau Je 5)0 eavallas, entra mor.os,
feriaos e cansados, manas armas, muoigo, ar-
reameaiB, bar'aiss e um estojo da cirargia,
pertenceata aa Dr. feades. med co da armada.
Acaba de cnegar ouira telagrarama dan lo
os seguiQt3s oorneaores sobre o combata eatre
aa torgas ae Talles e Appa-icu :
Apparicio eslava acirapada perla ds D. Padri-
to, eoO.-a Santa M;-;a Chice, tao la forgas de
ambos os lados do rio.
No Jii ti, ao -iui_ti -.-.--, a vangaarda da
Talles sorprenden as avaegadas loimigas, obri-
ganda os revoltoso a raurar-sa at a poa.e oi-
de as forgas de IbIj de Barres a o Dataluio
Vargas tuerara alto, traiaadu-se forte comaa'.e,
conteni a vinguarla goveratsta. Assira ravo
iempo o exe clio revoltosa de reorgimzarse e
empreheoder a ret-ala ea ordem, qnaauo o
grosso do exercito de Tilles velo reforgar a vaa-
uarda. Apptrioio, con rail e qalabaatas ha-
rneas, fai tiruteaQio at tre leguas com doas
mil borneas de Talles e fazeado ah frente a asie,
os revoltosos deram ama carga de langa, contea
do os gov. mistas.
N-stj poaigio Qcar;m os combatentes. Teado
se unido Sara., a forga da P.ia e divisao
Guerreiro prcvavel ter bavido novo comaa'.e.
Os governisias dizem qae os revoltosos t.v-
r.im mais de cera nomens fra do corabata, sen-
do ferian Julio de Barros, na paito, sem grvi-
da te, e teado tambem um brago at-avassado por
bala o ajad*ale de.'ie que morrea.
O -bife Cabeda enviou a saeui te carta, qae
foi publicada em om jornal da fronteira :
Remeta o archivo qae tomamos ao coronel
Sampaio. Entre os papis acharara ama carta
dirigida a este pelo Dr. Victorino Maateiro, fa-
zeado accasagbas ao goverao oneatal. Bsaa
jarla deva ser publicada, sssim como ouira da
no.w rajado de negccios Carvalho* ao mesio
Saapaio, duendo que deviara remettor toda a
'orrespoadencia le.egraphica, via Moatevido,
porque tiabam las liabas, ama cara taxa reda-
zi u e ou;ra grana. Existe tarauara orna carta
Jo Dr. Vieira da Cuaha, aponiaado irregular.da-
das pratiuadas por certa geate governista, ?33lm
coma oalra do Dr. Caslilhas, para Saupaio. de-
ciaraado nin ler autorhada Antera Pedresa a
reuar brigaia.
O jornal da froatslra aanaacia qae coatiaaari
-a puoiiear docomeatos des3e rch,a.
Toado o jaiz federal aqu reclamada o prasi
poltico Facuaio Tavares. am da comparecer
era 17 do correa'.o coufereocia do Suprema
Trinnoal, o ju.z da i" vara Dr. Naves de Souza.
qua o havia pronuncala, teado silo a prooua-
cia confirmada pelo Superior Tribunal, poada-
roc-hj qae legitima e constitucionalmente esla-
va Faenado senda processado pela justiga priva-
tiva do Estado ; e qUs s liliqueada a Lea ( do
Supremo Triouoal pelas aliegagOes, que inqoioa
da falsas e apa xaaSlas, do petic.oaano Dr.
F.-ancisco Tavares, poda ler sido caacadido
baeas-cjrqas em favor de seu irmao.
O presdeme da Sooericr Tribanal eaderegou
oflicio ao Sopremo Trihaoal Federal, expando
meticulosamente o aue occarre e com esse ofln-
cio segee o do Dr. N;ves de Seaza ao sea repre-
Bcolante aqai, sendo ambos em liagaagem caa-
jiudajda aita r*presentag\o da justiga nacional.
a'ftlilll -w >..fiinna.lTlir.n.. Varim a
bardo despedir se da oflicislidade o Dr. Jallo de
Cisti'.boseseus secrtanos, o general Moura a
jeus ajuiantes, os coronis Cesar Sampaio e
Gomes e Carvalho, ohciaea do 1 da gaarda
nacional, o director do Arsenal de Guerra, pes-
soas gradas e familias.
O capita>teneoie Carlos Morera de Ab-ea,
coramaadaate do Ondina, foi manalo elogiar
em ordam do da pela tisciplioa e torreegio
aqu manlida pela goaroigao do transpone.
As solemnidades da Semana Sania vio cor
rendo aqni brilbao'.us e coucorridlsaimas.
Sbese que telegrammis e cartas para
essa capital dizem qae o Dr. Ctslilhos, p >r mo-
tivo de doeoga, aeixara o governo ; entrelanto
o chefe d Estado acba-sa de perfeita Bandee
nada ba qae faga eequer suspeltar tal de.ibe-a
gio.
idJOs federalistas tontiim a publicar tala-
graaamas, n.-ticisndo trlamphos, das armas re-
valaciouaria?. Sao todos Inexactos e invaata-
dos pelo odio qartldario dos opposiclonlstas.
Sabe se nesta cidade qae os dainos cau-
sados aa estancia do chefe federosla, bario
da S. Luir, qae divide con a fronteira Orien-
tal, foram causado por gente de Apparlcio Sa-
raiva.
Na Jornal do Commercio de Porto Alegre
pobllcou o Dr. Moacyr t seguirte artigo :
Ao Partido Repablicano.
Nao estiva presante, por doengas em miaba
faailia, a reanio poltica dos meu* digo >s
collagaB, reprasealaatas i'eJeraa. da qaal re-
sultou o msnifeato publicado na Federctco de 22
da correte.
Devenda sobre essa pjg: poltica externar
miaba oomio era fa e do partido republica-
no e do Estado, veoho cumprir esse deva*-, con-
vencido de qae miabas palavras serio oavidas
com atterjgao beaevola par todos O) amigos da
Bepobiici.
Aoplaud cordialmeale a atlitude dos ontros
senbores representantes, nao caademnanda de
modo algara o penmeato da reroostruegao do
partida republicano 8fm caracteri'iica paasoal,
da reaffirmsgio de sajs velhase recaudas or-
mas disciplinarespenaanea o qae aa verdad
en e ontros modestos, parara z-'lazos defenso-
res da Repblica c institucional, eraos e po-
sado, obedecendo i geral aspiragao dos verda-
deros repablicaoo'.
Apenas os dgaos representantes acreditara e
iastem na inapportuotdada oa na iaconve-
aleacia de p-omover esee Jrabalho pciitico ago
ra, qnaoda alada vasa o eova-na cercado das
doloro'as diffi mdales da gera civil.
Respeito sinceramen'e as razoe* qae ai faz -
rao em tal sentido e cootosso qua entre o -
tras calamidades decorreates da lacla p-ovo
cada oo Rio O-aoJe pelo /eccioaarismo nio
das meao*es es.a da Impedir por taato lempo
a reorganissgao, nania a sciaa, da partida van
guardeiro da R->pabiica.
Tambera a mira curapre declarar qae s or-
portanaraeota derer-se-ha resolver esses rel
vaates assamptos de no'sa econamis /interna
a fago 'otos pelo restabelecimaata denua paz
honrosa e digaa (para aervir-me das fel.zes ex-
orestfies do manifest) p->ti termiaagla da
lacla em qua alia a Repabiica, a le a o pra
clpio da autorldade nio cerem ser compro-
mat.idos, am d cansegair-se, entre Outros
inmensos beneficios cvicos p'eveaiaates de um
rgimen normal, esieda reorganizar, desen-
vUve com lioerdale o veibo partida republica-
na riO'graadeo8a ji tao caberlo de glorias fi-
-gnos as latas pela felicidade e hoara da Pa-
tria. *
Os representantes rio-grandenses, padra-
da ao5* distnsco qaa sa pronuiiasse sabr
a conducta da Dr. Maacy-, no sea hanifesto,
disseram o seguale:
Nao teado comaarectdj reanio en qaa
decidimos panucar o nosso malfesij da 22 do
correata, o vosso reoreseoiante Dr. Pedro Moa
y-, por allegar m-ztiTO de moles ia em p;Ssoa
Micha la e ft.ml'o 8-arcelios iacambidas de le-
var aquMIe dapataio o no*sa appeilo sollda-
.elada repabliea-ia a saber sa qaana camaos-
co assigaar o rafe-ido ra-nifesto.
Nao o assignoa o Dr. Moacyr, oas pedia para
a consa'var em sed podar po' algamas hara-
uondaranda ler nac-nsidde da pifiaraeat-
coofareactar cora o D*. Harnero li.pt si;.
Quena lsio dizer q.ia a asslgaaia^a do rapre
sen.aa.e do 5. AisirWtJ Scava .lepealeado de
nlacat HaiuaPt]*, cojas ioao*jas proocsvao
listamente a no3a niaaifes'.a.ia callectiva.
P.a.aJo; a.gais J.a-, em vez de vlr amVmar
i saa salir.e.jali. sao3Cravaoda imatesm-a
t- o maaife-to, aareseotao o D-. Moacyr um ou
"o, tolo pa-saai, na qaal, sob as ap.n e.i 1-
de un jji'sma panto de vista, bascava a cora-
mala posi.aoda, >o 'aesmo lempa, nao rora-
iinr comnoaco e mant-ir-sa co-p-ticipjQte di
oca Qb sjlap.meato, qua eslava leaUoa.
Rfcasamoa essa eacnata por motivas maito
poieroso?, |ae passaaios a expenler.
Paralelara-^nte ao pretexto com qua procara-
via aogariar adeotoso da racoaitra gil par-
tlariam D*s. U-ajera Bapitsa e Pairo -
-yr, agala por sus conta, tentavam decidir
i>or corapetaania e respaosaotlidaie propna.al-
tos a graves nterrSies da pa'ria na g'aoden-
e; nada meaos do qae a Jefialtiva pacifica*
gao deste E'tadj, lando a pueril p-etengio de
a resaivaram elles e a suggas.toaarem ao go-
vorao feleral I
Segando a Fcdcracc, em talas a3 localida-
des da 5 iistncia se est i caaclaiada o la
Dalna de ces>aa da maauata do a jpatado Mo.
cyr.
Sabr a r.volugaa dix o Commercio de
Big:
Passoas cr.egadas da colomaa em, expedi-
gao nesta fr^nlaKa sao o commaoio do Ulus-
ira ca-onel Carlos Taites JSo-uos aoiciade am
mporlante combata farido em 21 do corrate,
-oore a margara esqae'da da Poache Verde.
Comegoa o combate meia mela hora depois
de m8u da em Tr he aa passo da Estiva, re-
iroced-odo a l.n-.a revolucionarla al o Alto
dos Fa-reira-, di onde couegaa a retia pre-
ciptala as 2 no-as da tarde, oa mmenla em
que a lafan.aiia legal enirava em aegio.
Ao c-v.li.-ii--, dizem-noi, d-u iram galba--
damenta, sendo qae de ana carga da langa
aue os revoiuciosrrias traaxerara sobre o 15."
provisorio aso escapoa ara ualco por ter o 2."
a 4.a provisorios caainda-lhas era Cinri envol-
veoJo-as co opletaraeote.
Soo.-e c uaraero de martas e feridos de parte
a parte nio temos dados precisos.
O Popaiar do Llvraraealo l o seguate :
Ctrcolavam boatos boaem nesta cidade de
qae o cidadio Sjldaoba da Gama, ara dos che-
les da reolta da eajuadra, invadir a fronteira
da villa deS. Joio KapHsta do Quarany, com
urna columna de perto de doui mu comeas.
Disia-se mais que o ctdadio Rapa-el Cabed..
havia in?a.1ra tamben esta Estada as imme-
dlagfies da Coxilba Neg-a. cora perto da mil
horneas.
Estes boatos corr am llantera com Insistencia
(.esta cldaie, porara na paderaos asseverar se
sao ve-ideados.
Segaado iaformag5a3 que nos foram mi-
nistrada*-, eabacoas ser exacta a noticia que pu-
blicaran- era nosso ultimo uaraero sobre invas&o
dos revolucionarios.
Ella dea se, porem palas iraraed>ac6as do
passo do Ricirdinha e nio pela villa lo Qaraby,
conforme uaticiaraos.
A columna invaaora coita mil e qn'nheotoa
homras e vera coranaodi ;a pelo3 ebefes revo-
lu:iaia'ia. Aaparlcio Siraiva, Rathael Cbela .
Beata Xavier e outros.
Segundo disse mais o nosso informante os ir.
va-ar a veem bem arraado3 a montadas, e lo-
raaram a di-aegio i", serra do Caver.
Foram of7arecldo3 ao intendente municipal
lauto alraogo, solemntsan ra a inaoguragao da li
na de carris da farro para o Haspicio Pedro
V, e a Eduardo d'Aikaina, gerente da Campa-
nbia de Secaras Equitativa opparo banquet:
pelo capitalista Manoel Gangalves Jaoior.
Ds eovolta cora graves accasagOe s aas ira
portantes estabalecimeatas collegio S. Jos e
Orphelinato Na3sa Sanhara das Dores, o Dr.
Germano Haolocher esti atacando com virulen-
cia o gaiboiicismo romano pea Impreasa.
A madre Hadgsra, directora do collegia S.
Jos, afir na qae sij infaodadas as censuras a.;
seu es'.abelecimeuto, a o vigario Htpolyta Coas-
tabile. parante a maUidao qae curia o eermia
da PalxSo na cathedral, defendeu a igreja em
termos cuja acrimonia as julgam jastiBcavel e
outros incoo veniente.
Essa dscussia tem agitado a oplnio.
Acbamse na capital o ex aaioistra Cassia-
no do Nascimento, o sanador Pinhetro Machado
e o depuudo federal Pirati ino de Almalda.
A Alfandeea do Ro Granle renden em
Margo 945:122*474
En igU'l mei da anno pisaada 438.265*752
Mais agora 307:lo6*72..
A mesa de rendas arrecadoa 86:582*000.
Era igual mez do anno possado 87:462*201.
Menas agora 880*192-
Daraate o mez de Mirgo liada, a mesa d
reudas a f^odegada de Galotas rendea a qaan':.
de6.:lt8*!6i.
A Caixa EcanojaiCi, na mesmo periodo,
receben em -lepasito a somma de 61:0*6*000.
A repariigio po.lal da Rio Grande teva a
segante renda no mei de Margo prximo fia-
Sellos e ontras formulas franqua 3:079*859
Correspoodeocias de frates ,,{a)S
Premioa de illas l.i^
Eieotuaes J5*b2
BELIGIIO
3:285*075
I mlm
Bm ieoil mez de 1894 a rauda foi de........
2:865*220. Houve ponanto, urna diffarenga para
mais este anno de 43 *855. .-.,,
A Alfaadega em Margo realeo 945:422*4.6.

IiironeSo da Saata Cruz
A Egreja Catholica, celebra hoje, a
festa da Invengao da Santa Cruz.
E' pois, foi u'ease da que a gloriosissima
Santa Helena ebeia de t e fervor parti
de Soma para Jarusalm, afim de puri-
ficar os santos lugares, da sacrilega pro-
nafaco dos pagaos, e ah descobrio a
Santa Cruz, ende Jess havia daio o
ultima alent.
Os pagaos haviara enterrado, todas as
tres cruzes ; e cabriram as mesmaa d'uma
grande quantidade de edras e entulho,
levantando no mesmo lugar urna pequea
casa para adoracao a Venus, e, nesac
mesmo siti >, onde havia aido o B*pulchro
d^ Jess, erigiram urna estatua de J-
piter.
Santa Helena, nSo olhou embaragos, e
no intuito glorioso do descobrimento da
Cruz em que o Senhor fra pregado, or
denou que se cavasse profundamente o
lugar indicado por ella.
Curapcio se, entretanto, as suas ordens
e depois do campo todo revolvido com
insano t abalbo, foi por firn encontrado
as trias cruzes ja falladas.
Esta grande dascoberta seguida mme-
diatamenta de um grande miiagra veio
corroborar a raisso divina de que se
achava incumbida a me do grande
Constantino primeiro imperador christo.
Eane descobrimento teve lugar no anno
de 323, era em que os imperadores pa-
gaos perseguan!, cruelmente e de m neira
inaudita oa christSos fazendo viver, con-
stantemente ensopada de i-angue a trra,
dos manyres e defensores da religio do
Calvario.
Eis como relata o milagre que teve
lu^ar aps o dascobrimen o da cruz um
sabio escriptor :
Oepois de insano trabalho, dasco-
brio-He o cumulo do Salvador,3oin os
instrumentos da sua Paixa*.
Edontrarani-se tres cruzas iguaes.
Nio se podia saber era qual d'el las
havia sido crucificado o Salva lor, porque,
o titulo que Pilatos mando-i collocar sobre
a Cruz de Christo Jess N.izareno Rei
dos Judeus achava-se separado e no
mera das tres cruzes.
Vendo-se Santa Helena nesta diffi*
cudale, causultou com S. Macario sobre
o que Jevia lazar. O santo bispo foi de
parecer quo se applicassem as tres cru
zes a algum enfermo, r.o duvidanla de
que Deua declarara com a!gum milagre
qu 1 dallas era a verdadeira Cruz do Sal-
vador.
a Foi approvado o alvitre ; e teado se
applicado as duas primeiras a urna senho-
ra da d stmecao que estava agoaisando,
nenhum effaita sa no-ou ; ma3 apenas sa
le chegon a terceira, ficou repenina-
menta curada, vi^ta d'uma s,ult dao
innumeravel que foi testemuaha ocular
lesta maravilha.
c Anda se fez ao depois outra prova.
Eitenderam sobra rs tre3 cruzes tres ca-
dveres, e soLoante raaussitou aquelle que
se etendeu sot>ri a Cruz que havia ef-
actuado o primeiro milagre.
D'esta forma se distingui e reoonhe-
ceu a Cruz em cujos bragos expirou o Re-
dempt.r da humanidade.
Foi por iSoju3to motivo que a Egreja
em reconhecimento a estes assombrosos e
sobranaturaes acontecitnentos instituio a
soleinnidade da test* da invenjao da
Santa Cruz.
S. Cyrillo diz a esse respaito que :Os
lfi-graa de Jess Christo mostrara o seu
podar e a sua grandeza, da mesma sorte
que o lecho da sua Cruz, aque fai aqui
achado nos nossos dias.
Taes orodigio3 f ram conve .ceudo pou-
co a poco ao paganismo da sua futilida-
dade e torpeza e que s na Egreja de
Jess que existia a verdadeira doutrina
de aalvayo.
Salve oh Cruz bamdicta !
Eecifeilaio1895.
Francisco do Assis Epiplumio R. Pinto.
CHR0N0L0G1
COLLECCIONADAS POR
Vlclchisedech de Aibuquerque
Urna
Da 3
fl'SVlAssume a adrainstrago de Per-
n&inbuco o Dr. Manoel do Nasomento Macado
Portada.
t:8CFallece no Rio de Janeiro o raajor
4o carpo de engenheiros Jos Tiburcio Pereira
de Magalhes, natural de Parnambuco.
REVISTA DIARIA
Senado de FcrnambucoEffcluou-
se tionlera a 22." sessao ordinaria sob a, presi-
dencia do Exm. Sr. Dr. Francisco Teixeira de
Sa.
listivaram presente3 os Srs. Herculano Ban-
deira, Antonio Pernambuco, Albino Sirva, Sala-
zar Mosco3o, Texeira de Sa, Regueira Costa
Constancio Pontual e Eduardo da Oliveira. _
Falloucom parlicipagaa o Sr. Baro de R*
z-relh- .
Foi li.la sem debate approvada a acia da sos-
sao ontecedenle. ,
0 5r. 1. Secretario leu o segrate expe-
diente. ,
DiB oficio do director da Secretaria ,i Jus-
ticu remellendo em noina do Secretario um
.'xetnplar da lei n. 68 A sanecionada pelo Exuj-
Sr. Covernador do Esta lo em 1 do correata
Arcliive-se. '
Passou-se ao expeaiente do br. 2." sacreta-
rio.
Foi lido. indo a imprimir, um parecer, da 2.*
coranissa, sob n. 31, artopando a resolugo
iniciada na Cmara dos Deputados pelo projecto
o. 4, deste anno, declarando aullas por incons-
tittuionae as leis as. 67 e 68 de 15 e 2." de
A.brildel893.
Nao havenda quera quizesso utihsar-se da
palavra na hora do exp-sdiente o 3r. presiden-
te passou ordera do dia.
f.pprovou-se sera dbale em 2.a discusso o
projL'cton. 21 da Cmara dos Srs. Deputados
cora urna emenda apresentada no parecar n. 28,
deste anno, approvandqAodos 03 actos do Exm.
Sr. Dr. Gsvernador do Eslado durante o con-
flicto com o GongresfO, sendo dispensado do
interslicio o requeriraento do Sr. Eduardo de
Oliveira. .
Su.braeltendo-se discu3ao o parecer das.
comraissao, sob n. 29, que nao adopta a resota-
g5a da Cmara dos Deputados iniciada pelo
"
T
-
i
I .




Diarla de
Scxta-fera 3 de Maio de 1 SOS
I


<
projeCo n. 5, desta auno, moda d* eleicac da
bomm.seao mixta de que Irala o art. 27 da ,on-
slituicao e o procesan a seguir ms saw J^Ibe-
rago.*, foi adiada po- oilo das o requerimonto
do ?r. Herculauo BtndeiN.
Es otou-se a orden do da.
A le amanna a ueguiote : R
8.. rlifrussao do-parecer 27 e,3. do de n 8
Ciimara dos ePaV*?^5Ka'
se hornera, ora recental a.80.' sms&o^or-
dinaria sob a presidencia do Exm. Sr Dr. J08
Marcan, da Rosa e Silva, lendo comparecido
os Srs. AtToosode Bmos, Ga3par Peres, Ber
tholdaGalvao, Pinhero Ramos, ElpiliodoFi
gueiredo Aievedo Jardim, Molla Siveira, Jos
Marcelino, Joaquim Guiraaraes, Pereira Tejo,
Apolinario Maranho, Julio Antero, Araujo Li-
ma, Clo do Souza, Domingo- de Abreu, Leo-
poldo Lins, Pereira da Silva, Bianor de Medei
ros, Ctodofredo Moscoso, Rodrluues Parlo e
Francisco Tiburcio.
Fo. lida e approrada sem debate a acta da
sessas anlecedente.
O Sr. 1." secretario procedeu i leitura do se-
guints expediente:
Petigao da Great Western of Brail Ra.lway
Cornpany Limited, reclamando coaira uin pro
jecto apresentado n'esta < amara, autor .gando o
contracto para a construegao defama estrada de
ferro do Recife Itarab, por jolgar altenlalorio
dos seas direitos.A 2.1 commissao.
Outra do engenheiro Francisco Apolinario
Leal, direcior geral las obras publicas aposen-
tado, requereno que se aulonse o governador
do E-lado a raelliorar a sua aposeotadoria.-A"
8* commissao.
Oulra da Francisco Augusto Paes Barrete, 1.
officinl aposentado da 3* secgao da extracta Se-
creta ia do Governo, requereodo que se mande
computar para o calculo de sua apose"tadoria o
tenipo de iicenga que gozou.A' 4.* commis-
sao.
Oulra dos empreg&dos da Bibliotheca do Es-
tado, requereodo qu:1 seja contado como te.np >
de servigo pub'ico, para todos os elTeitos le-
gtet, uiais um terco innual, em vista do exces-
sa do servo que lera noite, as horas em que
todos os funecionarios se entregara ao desando
e ao ocio.A' 4.' coniai ssao.
Fonm lidos, indo a imprimir os seguales pa-
recer i:
N 43 Da 10.* commissao, dando a redaegao
do projecto n. 31.
N. 40Da mesma commisiao, redigindo o
projecto n. 29.
N. o\ Di mesma commissao dando a re .ac-
gao do projecto n. 46.
. (31. Di 7.* comuiisso concluiodo que b<
aulonse o Governador do Etado a considerar
em disnombilidade o professor publico Joao
Cordciro Foaceca de Medeiros (Pr jeclo n. 79).
Foi ainda lido e seca debate approvarto um
parecer, sob n 52, da 7.* coramiBsao, solicitando
informagoes do Sr Secretario dos negocios do
Interior sobre a petizo de Lourengo Quedes
Al oforado.
Fo um I idos, apoiados ejulgado3 objecto de
deliberag), indo a imprimir, os seguales pro
jeclos :
N. 77. Apresentado pelo Sr. Manoel Jardim,
autorizando o Governador do Estado a despen-
der ati; a quanlia de oito contos de reis cora a
construegao de urna cadeia no municipio de S.
Benlo.
N. "8, Apresentado pelo Sr. Gaspar Peres,
auloriiiando o overnudor d> E-iail > contra-
hir un eraprestimo al 500:0005000 applicaveis
construegao d um pstelo publico neata ca-
pital.
K. W. Apresentado? pelos Srs. Motta Silvei-
ra e Pereira Tejo, autcrisando o Governador do
Estado a despender a quanlia de 5 OS.000 cora
os melnoramentos na serra de Joo Congo, no
municipio de Bom Jardim, e com os reparos no
acude ie servidao publica da sJe daquelle mu-
nicipio, e a quanlia d; 2:0.03000 cornos me-
Iborarcentos das estradas que da uidade a Ta-
quareiirga, partem para diversos pontos do
municipio daquelle norae.
No i ndo nenhura d is Srs. depulados, que-
rido se ulilisar da palavra na hora do expe-
diente, passou a ordem do da.
1.' p.irte : Entrando em 1.* discussao os pro-
jecios lis. 8 e 17, sao a|)provados sem debate.
Entrando em 3." discussao o projecto n. 2,
orou sebre elle o Sr. Molla Silveira que enviou
mesa urna emenda sendo approvada.
2.* purte : Foram approvados sera debate, em
1* discussao os projectos os. 30 e 55.
Foi igualmente approvado sem debate em 2*
discussio o projecto n. 54.
Nala cnais havendo a tratar o Sr. presidente
1 vantou a sesso daudo a segrale ordem do
dia.
1.* parte: discussao los projectos ns. 3,13
e60.
2.' p.rte : 1* discussao dos projectos ns. 12
e 70 e 5!' do de n. 10.
Instituto Frei canecaPor acto de
liOBlea datado do Exin. Governador do Estado
foi suspenso das funches de administrador do
Instituto Industrial Frei tCaneca, o cidadio
Deodato Pinto dos Santos por haver sido pro-
nunciado pelo lir. Juiz Seccional.
Lieinca-0 Dr. Secretario da Justiga, Ne-
gocios Interiores e Inslruccao Publica atten-
dendo ao que requereu o Dr. Sigismundo Anto-
nio Goigalves, Juiz de Direito da 4.* vara do
municipio desta capital e tendo em vista os at-
lesiado.'i mdicos exhibidos por este magistrado
resol ve a conceder Ihe seis mezes de licenta
com ven:imentos na forma da le para tratar de
sua saude onde Ihe convier com o prazo de 15
dias para entrar no gozo da mesma.
Ponto da Boa VistaAcha-se restaba-
lecido o transilo de todos os vehculos a ani-
maes por essa ponte, conforme faz publico o
e.lilal que em seceso competente publicamos'
Estacao teles rph ica Foi hontem
inaugurada a e*ia^ i telegraphica da cidade de
Pau d'Alho, sendo 70 res por palaTra a laxa a
partir desta c Jad .
Em despedida -Mandou-nos bontem um
cariao de despedida, o r. M. oares de Alber-
gata, negocame desta. praja.
Gratos nez?, fazemot rolos para que faca
feliz vigem.
Para a EuropaNo vapor Orenoque
segu neje para a Eunpa, o Sr. Adolpho de
Castro e-Sirva, chafe di conhecida casa cora-
marcial Chapelaria Acolpho.
S. S. ra fazer compras uo intuito de cala vez
melhorar o seu conhecido estabelecimento.
Muilo penhorados pela gentileza das expres-
ses ios enderegados no seu carlao de des-
pedida:, desejamos Ihe muilo boa viagem e
prximo regresso.
Hinlia Esperanca Continua essa fa-
brica a merecer a conlianca publica adquerida
pela longa pralica de bem servir aos seus frs-
guezes.
Mesaio na siluago actual creada ao3 indus-
triaes que erapregam como materia o fumo, pela
alta do prego deste e pelo imposto grvalo
que sobre elle incido, a Minha EaperanQa
conserva sempre o seu systema de erapregar as
melhoreij qualidades e de nao alterar os seu3
precos.
Comorehende-se, pom, que a industria nao
tao nudosa que, as condicOes expostas, dei-
xe raargem para car o lucro razoavel que ele-
ve ter o industrial.
N'unia fac ura de fuo importante n'uns----
0 03000, vimos s de despezas cerca de 2003000,
nSo falluido as accre:cidas do fabrico do c
girro.
D'alii pois, o digno proprietario da Minha
Esperanza, para nao aterar a sua tabella, ape-
nas reduzo a porgSo te fumo empregada nos
seus cigarros grossos, jubirahindo nelles raiii-
ma paxella, compensada pelo papel especial e
de uso inocuo com que: envolve os seus cigar-
ro?, a ilo qual j tiveaios occasiao de frisar a
qualidade e a introducto exclusiva para a al
ludida fabrica.
Esteja certo o Sr. Cruz que os seus fregueses
lbe relevarao esse recurso obrigado pelas cir-
eumstancias emergentes, mesmo porque a di'Je-
renga i quasi nulla per cigarro, como o obser-
vamos
Marca de ronpa A loja de raiudezas a
i na Duqne de Caxias n. 101, dos Srs. Candido
de Mul iros & Cacaba de receber canelas com
lapis destinados matea de roupa.
Superior a tinta usuil empregado nesse mtiter
recominendunol-as ao publico, que alli as acha
r alSOOO por caeta.
E' una especialidad se
Para a Europa-Segu o Sr. Benedicto
Goetsclml, acreditado legociante de joias delta
iiraca 0 cavalheiro ceixou-nos o seu carao
ce desiMidids, fineza <[ue lbe agradecemos, da
sejando Ihe l'eliz viagem.
Club Carnavalesco Velhos Pan
diegos-Esse Club procedeu no dia 30 do cor-
rente a eleig&o da sua nova directora, que fl-
cou assim constituida :
Presidente-Arthur Rgo.
Vice-dtoJos Ca neiro.
ThesoureiroGodofredo Guerra.
Secretario Luiz de Preitas.
Procurador Jos de Barros.
FiscalF rancisco Costa.
Orador Hermogens da Souza.
Zelador Arthur de Almeida.
Director-Odorlco oe Carvalho.
A posse da directora cou marcada para o
da 5 d > correte, as 7 horas da noite.
A Uniao-Vis'itou-nos o o. 16 d'esse bem
redigido orgSo da classe typographica e que
acaba agora de augmentar o seu formato.
Muilo gratos a visita.
Criine *? -Hontem, s 6 horas da manha;
no predio n. 9 1. andar, a Ra do Vigario, na
hotel do cidado Manoel Campos, a raulher do
nome Maria de tal em conferencia com seu a-
masio o cozinheiro Antonio dos Santos, langu-
so da raranda do dito predio, evadindo-se o re-
ferido cozinhe ro depots do fado.
Sobre o facto procedo a sjndicancia a compe-
tente autordade.
Hurte repentinaAs 5 horas da ma-
nila de hontem, na freguezia do Recife, i Ra
do Araorim n. 20, 1. andar, onde reside o sub-
dito in.lez Basilio Jones, falleceu repentina-
mente o subdito hollandez K Beltton.
O cadver do infeliz foi transportado para o
cemiterio de Sanio Amaro, artm de ser visto-
riado. .
An'orUlarlc Policial -No dia 29 do mez
lindo, assumio o exerclco do cargo de sub-de-
legado do 2 dislricto do municipio de Jaboa-
iq, na qualidade de 2.* supplente, o cdad&o
Seilno Vieira da Si va.
Tribunal do Jury-hontem foi submet-
tido a julgam-i'to nesle tribunal o reo Jo3o
Francisco da Silva, pronunciado como incurso
as penas do nrt. 330 do Cdigo Penal e abu-
sado le haver no da 21 de Outubro de 1893,
subtrahido do 1- andar do predio n 23 a ra
Duque de Caxias, um espelho oval a sete pan-
nos de crochet no valor de 508000, pertenceoles
a Balbma Moreira Caldas.
0 jtwf de sentenga corapz-se dos jurados
seguintes :
Gaspar Antonio dos R*is.
Antonio Genuino Marques.
Jo8o Capislrano Ribeiro de Souza.
Manoel Candido Ferreira Peres.
Jorge de Oliveira.
Joaquim Eugenio Codeceira.
Jos Adelo do Nascimento.
Jo? Ozias de Paula Homem.
Antonio Manoel Ferreira dos Sanios.
Eez a aecusagao o Dr. Virginio Mendes Car-
neiro da Silva, 2 Promotor Publico.
Produzio a defeza o Dr. Luiz Emigdio Rodri-
gues Vianna, advogado dos prezos pobres.
De accordo com a decs8o do jury de sen-
tenga, o Dr. Joo Alvares Pereira de Lyra, pre-
sidente do tribunal, conlemnou o reo no grao
minimo do art. 330 Io combinado com o art.
409 do Cdigo Penal, a pena de 2 mezes e 10
dias de prizao simples a na multa de cinco por
cenlo do valor subtrahido, c julgou linda a
pena em face do disposlo no art. 60 do dito
Cdigo.
O reo deixou de ser posto em llberdade por
estar sujelo a oulros processos.
Arnanb ser julgado o reo Joaquim dAlmei-
da Nascimento.
Instituto Vaccinieo Municipal -
Realisou-se hontem a secgao annunciada de
vaccinacao animal directa cujos trabalhos po-
rra exculados peles Dr. Bastos de Oliveira e
Vieira da Cunba em 54 pessoas entre adultos e
criancas.
Os revaccinidos, pies e protectores devera
coraparecerem entre 6 e 8 das da vaccinacao
para venficaQao das vaccinas e lhes serem da-
dos de accordo com o desenvolvimento dos
pos'ulos os rsped vos attestados, incorrendo
com urna multa de 53000 mil reis as pessoas
que n5 > compnrecerem.
OrenoqueEsse paquete da Companhia
des Messageriet Marilimes sahiu da Baha do
dia 1. do correte a meia noite pelo que, devo-
ra amanhecer em nosso porto boje.
Foi essa a communicacao que recebemos da
respectiva agencia ueste Estado, assim como o
pedido de avisar-mos aos passageiros que no
mesmo embarcara de ir para bordo as 8 horas
da manba.
Matadouro Publico-Foram abatidas
no Mataduuro Publico da Cabanga 66 rezes
para o consumo publico de boje.
Casamento civil-O escrivao dos casa
rnentos que funeciona nos dslrictos do Recife
Santo Antonio, S. Joc e Afogados, afflxou na
reparti do registro dos casameotos ra do
Imperador o. 75 1* andar ediial de proclama de
casamento dos sagrantes contrahentes :
Pnmeira publicagao
Joao Justiuo de Meoezes, artista, cora Mara
Annunciada Baldelley, solteiros naturaes des-
te Estado e residentes na freguezia de S> An-
tonio.
Fenelon Barlholomcu da Silva, artista com
Celestina Alves da iosla, solteiros naturaes
desta Eitado e residentes na treguo zia de S.
Anlcnio.
O E3criv5o de casamentos da Boa-Vista,
Graca, Pogo e Varzea afflxou na repartigSo do
registro a ra do Imperador n. 41,1" andar
editaes de proclamas do3 seguintes contrahen-
tes:
2* publicado
TheoBlo Custodio de Souza, residente na
freguezia de S. Antonio, com Luiza Caro lina
de Figueiredo, residente na freguezia da Var
zea, solteiros.
Luiz Los de Albuquerque, com D. Elvira San-
tos, solteiros, residentes na freguezia da Boa-
Vista.
Jos Gongalves Florentino, com D. Franc isca
Pereira Soares, solteiros, residentes na fre
guezia da Boa-Vista.
Antonio Arlhur de Alraeida Soares. viuvo,
com Elisa Izabel da Costa a Silva, residentes
na freguezia da Boa-Vis'a.
Casa de Detencao Movimente dos
presos da Casa de DetencSo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 1 de Maio de 1895 :
Existiam....... 457
Entraran. ......
Sahiram...... 3
grado
6 m. 24/9
9 . 25,'l
12 . 25,8
3 t. 27,'3
6 * 26' ,9
Sabidos para o sul no vapor nacional Ca-
mocim :
Dioclecio Reg e Antonio de Oliveira Porello.
Sahidos para o sul no vapor ioglez Tagus:
Arthur Cotrira e sua senhora, Antonio Barros
Barreto a C. Baumann.
Sabidos para o sul no vapor nacional Et-
peranca :
Joaquim Ruar, Antonio Elizeu Vianna, Fran-
cisco Antonio Crrela, Olympio A.GalvSo e Ge-
raldo Silva.
Commissao do MeIhorament do
Porto do RecifeRecife, 1 de Maio de
1895.
Bolfctm metereolosico
Horas. Tetm centi- Barmetro TeniAo do umi-
ta O*) vapor dade
758,-61 21,07 89
759,-63 21,41 89
757,-83 2160 88
756,-45 22,67 84
756,-92 21,81 82
temperatura mininia 24 25 Tbermometro
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 28,00 Ennegrecido
40, 0 -Prateado 31/8.
Evaporagao em ti, horas ao sol 4,-0 som-
bra 2,-6.
Chuva 63,-6.
Drecgao do vento: S com inlerrupgOes de
SSW e S5E de meia noite at 2 horas c 4 mi-
nuto; da manha ; SW at 4 huras e 16 minutos;
WSW at 4 horas e 35 minutos; WNW al 4
horas e 59 minutos ; N al 5 horas e 30 minu-
tos ; NW at 5 horas e 49 minutos; SW at 8
horas e 33 minutos; WSW al 9 horas e 10
minutos ; SW at 9 horas e 34 raiintos ; WNW
at 10 horas e 29 minutos ; W al 10 horas e
43 minutos ; SW at 53 minutos da tarde ; S
at 3 horas e 57 minutos; SE com interrupges
de SSE at meia noute.
Velocidade media do vento 3,-94 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,82
toletim do Porto
Horas
9 ti. 20 m. da m.
3 ti. 30 m. da t.
Altura
200
0'85
Existem .
A saber:
Nacionaea.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulher. .
Total.
Arragoados
Bons .
Doentes .
Louco .
Louca .
457
421
6
30
0
~457
424
400
22
2
0
"424
Pra-mar ou Dias
baixa-mar
B. M. 1 de Maio
P.M. de
Cemiterlo Publico-boram sepultados
no Ceraiteno Publico de Santo Amaro no aia 29
de Abril os seguintes cadveres.
Ildefonso de Almeida Albuquerque, Pernam-
buco, 40 anoos, solteiro, S- Jos.
Ildefonso Antonio do Monte, Pernambuco, 30
annos, soltein, Santo Antonio.
Lucia Francisca das Chagas, Pernambuco, 56
annoj, solleira, S. Jos.
Pbilomena Pereira dos Santos, Pernambuco,
6 meses, Boa-Vista.
Maria Magdalena, Pernambuco, 10 mezes, S.
Jos.
Jo3o Jos do Nascimento, Pernambuco, 38
annos, viuvo, Boe Vista.
Thora Ribeiro Gomes dos Santos, Pernam-
buco, 64 annos, casado, Boa-Vista.
Isabel Maiia da Conceigao, Graga.
Mara Luiza da Conceigao Parnambuco, 18 an-
nos, solleira, Boa-Vista.
Dia 30
Dr. Luiz Antonio Pire?, Penarabuco, 66 annos,
Boa-Vista.
Maria Adelaide Leite Rodr.gues, Pornambuco,
35 annos, viuva, Graga.
Mara Adelaide, Pernambuco, 20 mezes, sol-
leira, Boa-Visla.
Joanoa, Pernambuco, 20 annos, solleira, Pogo.
Esiher, Pernambuco, 18 mezes, Boa-Visla.
Elisa Medeiros, Pernambuco, 5 mezes, Boa-
Vista.
Joao Francisco Leite, Portugal, 49 annos,
Boa-Vista.
Cosraa Mara da Conceigao, Pernambuco, 36
annos, solleira, Sao Jos.
Joao Peres Annto, Pernambuco, 70 annos,
solteiro, Sao Jos.
Mana da Conceigao, Pernambuco, 25 annos,
solleira, S4o Jos.
Jos d'Azevedo Maia, Pernambuco, 22 annos,
solteiro, Recife.
Elvira Mascarenhas, Pernambuco, 1 mez, Gra-
ga.
Joo Franciscj dos Prazeres, Pernambuco, 4
annos, Boa Vista.
Severino Jas dos Santos, Pernambuco, 8 me-
zes, sao Jos.
Constancia Mara d'Aguiar, Pernambuco, 2
annos, Sao Jos.
Izabel Ferreira da Siha, Pernambuco, 25
annos, solleira, Boa-Vista.
Alfredo Gomes dos Santos, Pernambuco, 21
aunes, solteiro, Graga.
Aldelvira de tal, Pernambuco, 45 annos,
Graga.
Jos Bernardino da Silva, Pernambuco, 5
annos, Graga.
CALEPINO
Total.......
Movimento da enfermara:
Te ve baixa:
Jos Tbeodoro Lambert.
Tevealta: ,_ _
Joaquim Jos de Sant'Anna, conhecido por Ma-
ranguaya.
Passageiros Sahidos para o norte no
vapor nacional Brvz:
Anienio D. d03 Santos sua senhora e 1 fllha,
Adolpho E. Sooci, Joaquim de Souza Lemos 1
irnta e 1 menor, Angela Nobre, JoSo Nello, Jo-
sias Cmara, Manoel dos Santo?, Carlos Castro,
Gongalo C. D, Paredes, Jos P. dos Santos, Jos
Pe-eir Neves Baha e sua senhora, Luiz A. de
Oliveira Lima sua senhora e 1 filho, Joao A.
Loureiro, Balduine Hardman a 1 criado, Walter
Eye. Mana S. Fanas, Jos A. Athahyde, Eliza
Gouvea, Jos Botelho, Antonio F. Tavares,
Gongalo P. de Albuquerque, Joaquim M. da Sil-
va, Hermina Costa, Candida Becker, August
Re'ifenberg, Vicanta Ferreira e Mathias Fer-
reira, Manoel de Souza e Antonio Vicente,
Francisco Vieira e sua senhord, Jos M. Silva,
Francisco C. Mello, Mara R. Domingos, Anna
L. do Lago e 2 criadas, A. de Souza Mendes,
Luiz R. Gongalves, Manoel Joaquim M. Bastos.
Pedro Calixto de Mello, Julio Soares, Jos A.
Lina e Maria A. Lins, Ciara da Motta, Manoel de
Faras, Ignacia da Conceigao, Franci3ca A. da
Silva, Jos Gomes Leite, Isabel Rosa Machado,
Lu za M. de Fre.tas, Simplicia M. da Conceigao,
Mana da Conceigao. Maria Dantas Ferreira
Licia, Dr. Manoel Nobre e alferes Jos Pinto da
Silva.
i^ovid des! Novidades !
NOVIDADES CHEGADAS PELO CORRElO
Artuantl Silvestre Le passe ternpi
des farceur-, 1 vol. broc.
Pterre Lott Jerusalm, 1 vol. broc,
Cieorges OhnetLa Dame en gris, 1 vol.
broc.
a rmana SilvestreCont de l'Arcner
1 val. broc
Alfredo de BarrosNotas e apontamen
ti'3 sobre minha priado na Fortaleza da Con-
ceigao, na caa de correegao e em minha resi-
dencia, (sob palavra) desde 4 d6 Novembro de
93 at 14 de Agosto de 94,1 vol. broc........
Si 000.
Assis Brazil -Democracia representat-
vo, do voto e do modo de votar, 1 grosso vol.
broen. 61I000.
QHistoria do general Osorio, 1 vol.
broc.
Ferreira da Rosa-Elementos de ana-
lyse orthographica, 1 vol.
Ca LIVROS RECEMCHEGAD03
Gastn Robert Sortea de prestidigitagao,
1 vol. broc.
Gastn RobertAs sortes de physica,
1 vol. broc.
Gastn Robert -As sortes de earlas, 1
vol. broc.
Cosinbeiro nacional ou o coplelo ma-
nual do cosinheiro, 1 vol.
Secretario brasilelro ou o; 303 mo-
delos de cartos para lodos assumptos.
i-ascoalA morte moral, 4 vols. ene.
Tn. GautierMlle. Maupn, 1 vol. broc.
Th. GautierNovellas, 1 vol. ene.
Th. auiier Re Candaule e fortunio, 1
vol. broe.
Th Gautier-O avatar, I vol. broc.
alian KardecO livro des Esprltos, 1
vol. broc.
Alian Kardec-Co e inferno, 1 vol.
broc.
Alian Kardec-Gense, 1 vol. broc.
Alian Kardec-0 que espiritismo, 1
vol. broc.
C. Flammariou Deus na natureza, 2
vols. ene.
C. Flammariou -NarragOes do infinito,
1 vol. ene.
c Fl --mmariou Mundos imaginarios,
1 vol ene.
C Flammariou-Pluraridade dos mun-
dos habitados, 2 vols. ene.
tluisio Asevedo -O homem, romance
naturalista, 1 vol- broc.
Aluisio Aievcdo-0 mulato, 1 vol.
broc.
Aluisio Azevedo-() curuja, 1 vol-
boc.
; J-"e Alencar Cinco minutos, a viuvi-
nha, 1 vol. ene,
' e A,encarDiva, 1 vol ene.
J. de Alcncar -Lucila, 1 vol. ene.
J. de AlencarAs minas de praia, 3
rols- ene.
J. de Alencar-Tronco do ip, 1 vol,
ene.
I, de Alencar-A pata da Gazella, 1
rol. ene.
J. de Alencar -0 Ermitao da Gloria, 1
vol. ene.
lacedo Um noivo a duas noiva3, 3 vol3.
broc.
Mace Jo-O forasteiro, 3 vols. broc.
Macedlo -Luneta mgica, 2 vols. ene.
Macedo -A carteira de meu tio, 1 vol/enc.
MaoedoRomance da semana, 1 vol. ene
SI cedo-A nebulosa, 1 val. ene.
Macedo -Vicenlina, 3 vols. ene.
Macedo=0s dous amores, 2 vols. ene.
MacedoRosa, 2 vols. ene.
Flffuler-Depois da morte, 1 vol. broc.
a. Uaudet O nababo, 2 vola. broc.
Debay-Phy8iologia do matrimonio, 1 vol
ene.
Debay-Hygiena do amor, 1 vol. ene.
Debay -Arles de conservar a belleza, 1
vol, ene.
L.utz Gulmares Contos sem preten-
gao, i Vol. broc.
Luiz Guiuares-Filagranas 1 vol.
broch.
S. Sutiles-O carcter. O poder da von-
tade. O dever. Economa domestica. Vida e
trabalho.
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SESSO ORDINARIA EM 3 DE MUO
DE 1695
PRESIDENCIA INTERINA DO SR. DR.
GALVAo
Secretario Dr. Virgilio Colho
A's boraa do costume, presentes os Sr., joizsa
em numero legal e o sot sitlo Dr. rjcura.or
ral do Estado, foi aberta a sesso, depob
de lida e app'ovaria a 'ida da antecedente.
Distribuidos e pausados os feitos, deram-se
03 eegoiotes
JDLQAMENTOS
Aggravo de petigSo :
Do KecileAggravante Delfino de Paala lo-
.ej, Bgg'avauo o b'aucj de Crdito Real de Per-
oambccj. Relator o jolz Caldas Barrmo. Ad>
juatos os juizea JoSo Carlos e A meiia.- ?.';-
goa-se provimeoio. Enanlmemente.
Aggravo de inst-umeiuo:
Do PalmaresA^gravaoie Mnoel Pdnlal-
da Silva Borges. aggrarado D>mlogos Marques
de Preitas. Relaioro ]Ui Al-neida. Adjuntos os
joizes Jodo Carlos e Carloi Var. Adalo.
AppelUgo crime :
Do RecifeAppellaote o i- promotor publico,
appeilado Jas Rodrigues de Almeida. Relator,
ojoliGalvao. Presidio o juteamt no o juiz Al
xena, no impedimento do Sr. Galvao, por ser
o relator do f.itj. Miadon se novo jury.
PA8SAGKNS
Do juiz Galvio ao ju Costa Ribeiro:
De Auna PretaAppellante Antonio Lins de
Vacoucelio, appelUdd a jostlga.
Da jais Caldas Barreto ao jou Almeida :
Appellagao civel:
De jyanna Appellante Joaquim Urbajo
Guedea GonJIm, appellado M.notl Civalcant-
da Conbi Rpgo.
Embargos infringentes:
De '\i j a'AlUaEmDargsnta t.neote-coronel
Miguel Dirbosa Camell, embargado o capitSo
Jjaqoim Candido Carneiro da Silva.
Do juiz Almeidk ao jaiz C Appellagao crtme:
Do RecifeAppellante Antonio Pedro Ctleali-
no, qoe dit Cnamar-se Antonio Pedro na Silva,
appellada.a justiga.
Do ]a Appellagao-civel:
Do ReciteAppellante o Dr. Aoeuto Cirios
Vaz de Oliveira, appellaJa D. Mina Cietana
da Silva Lstiao.
DILIGENCIAS
Com vista as parles:
Appellagao commercial:
Di G y omAppeliantes Loareiro & C, ap-
pellado Mjoo-IJoaqoim de Aodrade Lima.
Kncerrou se a sesBSo s 12 horas a 30 minutos
da tarde.
Qvimares Braga Deposiloa
Ja Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceulicas, medicameD^
los hameopatieos e Untas, eleos, pi-
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Oli-
la n, 60.
PERNAMBUCO
Banco Popular
Capital 1.50 D. 0008000
dem realisado 750.0008000
Fundo de reserva 200.0JO8OO0
Balanco em 30 de Abril de 1895
ACTIVO
Accionstas 750.0005000
Letras descontadas 2.366-09682)0
Fundos pblicos 72 9858300
Emprestimos e cau3es 2.9U3 2385320
Adiantamentos 338.063842
Diversas agencias 3.140.212820
Mobilia 12-3G08000
Latras a receber 3.590.8218450
Caucao da directora 30.01080JO
Valores depositados 6.577.1785250
Diversas contas 9o.712.5290
Caixa :
Em moeda corrente 1.154.2068110
Rs. 21.118.8718610
PASSIVO
Capital l
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Contas correntes de mo-
vimento
Contas com aviso
Contas de peculio
Depsitos a prazo fixo
Depsitos voluntarios
Redescontos
Diversas garantas
Diversas agencias
Dividendos:
Saldos pagar
Diversas contas 3.
,500.0008000
200.(0080)0
10.1538400
1 517.8318100
1.161.3618610
7.4-1.3298180
4.273.464S090
131.1198070
685.9073220
6.47. 05 98180
96 51l350
9.2118900
619.893848a
Rs.
21.118.8718610
S. E- e O.
Pernambuco, 2 de Maio de 1895.
Gustavo da Silva Antunes.
Gerente.
A. Lambert.
Contador.
Aluisio Azevedo -Mortalba de Alzira, 1
val- broc.
Aluisio Azevedo Demonios, 1 vol.
broc.
G. Ohnet-A vontade, 1 vol. broc.
G. bnei-S;Tgio Panine, 1 vol. broc.
G. Ohnet -Lyse Fleuron, 1 vol, ene.
G. Ohnet-Dr. Rameau, 1 vol. ene.
G. Ohnet -Condessa Sarah, 1 vol. ene.
Lyra do Trovador, raodinhas, recitati-
vos, 1 voi. broc.
lbum do Trovador, Lundus, etc, 1
vol. broc.
C. Alves Espumas fluctuantes, 1 vol.
broc.
C- Alvea-A cachoeira de P. Affonso,-1
vol. broc.
1HD1CAC0ES BjM
Oeenllstas
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n.* 63 i. andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone a.' 588.
Dr. Brrelo Sampaio, oceulista, d
consultas de 1 s 4 horas do primeiro
indar da roa do Baro da Victoria n.
51.
Residencia a ra Hospicio n. 46.
Teloohone o. 3o5.
Me Jiros
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz di
6, d consultas medico-cirurgicas todoi
)3 dias das 8 meio dia, menos no-
domingos e dias santificados.
Dr. Joaquim Loureiro medico partel
ro, consultorio ra do Cabug n. 14,
residencia na Casa Forte n. 5, casa de
azulejo, defroote da igreja da Campia.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
iua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da manha 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promptidao para fora da cidade. Espe-
cialidade, operacOes, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. Amaro Wanderley, Mudou o
consultorio para a ra Duque de Caxias
a. 74 1. andar, onde d consultas de
11 horas, da manh i hora da tarde,
Residencia Ra Direita n* 41 em
Afogados.
O Dr. Pedro Potttual.ex-chee de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4- Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Drogaras
aria Sodrinho & C, droguistas por
atacado, ra do Mrquez de Olioda o. 41.
5. P. Braga Guimares Agencia de
lias as especialidades pharmaceulica,
tintas, drogas, productos chimicos e eu-
tros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
lBfOF* 4 PEDIDO
Trocando
Sejo as mlnlias palavras, do hoje, urna res-
peitosa saudacSo ao illustre Conselheiro JoSo
Alfredo Correia d'Oliveira, pela sua volla aos
patrios lares.
Conheco S. Exc de longos annos ; e, conser-
vador do velho rgimen, sempre tive, pelo seu
grande vulto moral, a maior veneracao.
Creia, pois, S. Exc. na sinceridade destas mi-
nhas palavras, que nao sao fingidas, e nem lao
pouco filhas de algum interesse, srdido ou nao.
Nao sao fingidas, porque eu nunca ameacei S.
Exc. de morte, obrigando-o occultar-se centra
as persegucOes des BRAVOS DEMCRATAS
de hoje; e nem tao pouco filhas do interesse,
srdido ou nao: 1 Porque sei que S. Exc. est
ntelramente arredado das lutas polticas do
Paz e, sobretudo das do nosso Es'.ado 2' Por-
que eu nada pretendo de S Exc. senao que con-
tinu dispensar me aquella mema considera-
gao, de todos os tempos.
Descanso, pois, na certeza de que S. Exc. nao
comparar a minba saudaco a da Provincia.;
porque ali forgoso convir, nao ha naturali-
dade....
E' com grande pezar, Exm. Sr. Conselbeiro,
que vejo entre os nossos inimigos de hontem,
tao ferozes, quanto desleaes, os Tolentinos e os
Moreira Alves....
Nao valia a pena urna tal Repblica, para se-
paral os de nos; a elles que forum crealo3
com o 'usso leite; elles que soffer > tantas
persegucOes e injurias d"aquelles pilombos fal-
sificado !.
Quanto mais esludo este mundo, benemrito
Conselheiro, menos o comprehendo !..
E V. Exc. ba de concordar commigo, em que
alguma cousa de extraordinario, de sobrenatu-
ral, paira sobre nossas caberas....
Dar-se-ha o caso que estejamos prximos do
fim do mundo, d'aquella grande calamidade,
vatecinada, ha annos, por urna freir de Portu-
gal para quem, j de entSo o mundo nao exes-
tia....
Tudo boje, Venerando Conselheiro, aconselha
mais sena abslenencia.
Quando V. Exc. em 1883, 13, de Maio, dia
enormissimamente grande para a patria ,brazi-
leira, quebrou os ferros que acorrentavao urna
raga maldita, eu cheio do maior e mais justo or-
gulho, vi-o subir tanto e tanto, que tornei-me
microscpico, diante da augusta imagem do Deus
dos opprimidos.
Mas V. Exc. por entre as ruidosas manifesta-
jOs de apreco que forao tributadas j eslava,
enlSo, bem longe de pensar que, logo dapois,
teriamos a escravidao dos brancos, triste e hu-
milhante prova da degeneragao dos nossos eos
turnes...
Ah se V. Exc. pulesse rehabilital-os peran
te o mundo social l
E" que, infelizmente, nao depende de um
decreto tao grande sucesso para a nossa cara
Patria t...
ma resolugao, tal vez, produzisse muilo bom
resultado no novo organismo social ; mas o povo
brazileiro j nao sabe fzel-a com sangue..
E V. Exc. nao Ignora que no dzer de D. An-
tonio Costa, ha urna cousa peior, muilo peior,
do que o povo enveredar pela carreira dos de-
satinos e do crime; quando mostra-se indffe-
rente, apathico, a todos os grandes acontec
rnentos sociaes.....
Cbegamos a um tal estado de abalimento mo-
ral, que sbese, que anda vivemos, porque no
obituario das grandes nacOes nao Figura o n sso
nome.
Nao de novas les, que precisamos, bem o
sabe V. Exc. Do que servirio as melhores leis
do mundo, diia Montesquieu, se ellas nao fos-
sem fielmente executadas....
A reforma deve ser nos coslumes. A gera
eSo velba soflfre do bicho ia canna, e a nova,
diante de tao tefos exemplos, j est flechada;
nSo podo dar bom assucar.
Aotigcmente, tragada a linha divisoria, sa-
bamos com quem andavamos, e, por taito, fa-
cillimo era conhecer lhes as manhas; hoje V.
Exc. v um figuro, rico, independente, un me-
dalhdo, para usar da linguagam technlca, per-
gunta-lho o que o que pensa sobre a poltica;
xa V. Exc. ver navios, na certeza de que elle
, na phrase de Franga Jnior, do partido, que
tem por parlido tirar partido de todos os parti-
dos !!
Diante de tantos descalabro?, forgoso ne-
gar o progresso.
Le monde ne marche pas.
Nao viu V. Exc. passar 15 de Novembro
flr.do, com geraes applausos, o governo dos mi-
litares para 03 civis, e j nao v noje, decorri-
dos menos de seis mezes, os republicanos PU-
ROS, como o Sr. Martins Jnior, dzerem que
o Marechal Floriano Peixoto um sol que ainda
pode illuinlnar este vasto territorio brazilei-
ro ?!...
E nao v a guerra desabrida e cra que sof-
fre o Dr. Prudente de Moraes, por querer im-
plantar o rgimen da le entre nos, aquelle re-
gimen contra 03 fuzilara3ntos, sen fig ira nem
foima dejuizo, aquelle rgimen contra as ds-
misses acintosas de funeciouarios pblicos vi-
talicios ; aquelle rgimen, finalmente, que de-
ve congregar eu torno de si as forjas mai3 vi-
vas da Nigo ?..
E nao v anda V. Exc. a guerra infamo que
movem neste Estado os revolucionarios de 6 de
Selembro e seus ad:plos contra o governo ho-
nesto e inoralisado do Dr. Barbosa Lima, o
dislinclo pernambucano, quem cm vis ini-
migos nac deixaram ainda cinco minutos de
descanso, para por em pralica os seus bons
Jesejo?, em relagfio sua trra natal, qu elle
lanto es:remece e sobre a qu;l nao cessa de
fallar em docum.-ntos pblicos ?:..
Chamam-n'o assassino de Jos Mara e dizem
que comprou un engenho com o dinheiro do
Eslado :!
Tambera V. Exc. j foi acensado, por aquel-
les que o felicitara, agora pela sua chegada,
como autor de diversas mortes e pela celebra
L0YaDA|:...
E'em que consiste a poltica do nos30 paiz...
J vou exlenso, Illustre Conselheiro. Nao
repare V. Exc. da epigraphe, que aloptei. tan-
to serve para o serio, como para o jocoso.
Sempre s ordens.
Olinda Maio 95-
Dr. Rozis.
Liberdade de imprensa
O paladina que se araaou de cavalleiro
defensor da imprensa, escrevendo os en-
feitados artigos editoriae3 do Jornal do
Recife, fiobre a inconstitucionalidade do
projecto n. 8 do Senado, parece que ea-
barrou uds seus printeiros torneios e es-
caramuces; desenterrou Napoleo, Vilella,
Guttembsrg*, a conta de quem Uvou a
denominaco de seculo 19 to seculo das
luzes, e engorolou a questSo da inconsti-
tucionalidade do projecto com argumen-
tos de meia-tigela.
Cansado e auado por suas arrogantes
investidas, o Ilustre cavalleiro acabou a
sortida dando brados descompassados con-
tra o projecto ; ameagando-o com um re-
curso para o Supremo Taibunal Federal
afim de reduzl-o a ama simples curiosi-
dade do tino legislativo do Senado.
O contemporneo est em extremo exal-
tado contra o projecto. A culpa de sua
mal succedida ca vallara a si deve attri-
buir, pelo mo terreno em que se col-
locon.
O motivo que determinou a alludida
resoluc2o do Senado, j remettida para
a Cmara dos Deputados foi o mais justo
e conveniente, o de reprimir os abusos da
imprensa convertida em instrumento de
perturbagao da ordem publica, da deamo-
ralisag&o das mstituigSes e dos bons cos-
tumes ; os ..busos que nesse sentido se tem
pratido o contemporneo nao desconhece;
e a causa publica nao ba de ser sacrifi-
cada s paixoea e exjessos dj3 especula-
dores da politica^em infrene ou ao in-
teresse que dio s emprezas jornalisticas
mercantia as publicacOes anonymas. O
meio de tolher estes abusos que tem es-
candalisado todas as consciencias hones-
tas, tal como foi adoptado pelo Senado,
podia sofl'rer outras objeces e ser criti-
cado n'outro aspecto ; meno3 quanto a in-
constitucionalidade.
Nena ao comprehende como a illustre
redaego do Jornal do Recife aventu-
rasse semelhante conceito.
Vamos passar em rpida revista os seus
argumontos, que sSo verdadeiras abber-
racoea do senso jurdico.
O Elstado nao pode legislar sobre
materia criminal.
Dssemos que a illustre redacc3o estar
equivocada sobre a nogao de materia cri-
minal propriamente dita; que a compe-
tencia do Estado para a punigo dos Cri-
mea contra a sua polica e economa admi-
nistrativas stava at expressamente de-
finida pelo Cdigo Penal da Repblica ;
que, portanto, era falso o argumento de
qae o Eslado nao podia legislar sobre a
punic&o de certos crimes.
R;cusa o contemporneo a acastellou-
se na disposigSo do Cdigo que falla des-
tes crimes como dos nao especificados no
mesmo Cidigo ;logo o Estad) nao pode
applicar novas penas aos que o Cdigo
tem especificado.
Outro equivoco da illustre radaccao e,
para forrar-nos ^ao tr.balbo de demons-
tral-o segundo os principios,, remettel-a-
hemos aos antigos regulamentos da In-
strucejio Publica provnciaes, onde ver
os mesmo crimes de responsabilidad de-
finidas pelo antigo Cdigo Criminal erigi-
dos em crimes disciplinares e punidos com
outras peinas alm das desse Cdigo.
A reBclu$So do Senado, accrescenta o
contemporneo, aind* inconstitucional
porqveestabelece a censura previa da im-
pjensa e ataca o direito do propriedade
investindo a policia no direito de julgar
sediciosos os escriptos e proclamagSss
que se distribuirem com essa intengao e
de apprehendel-os.
Com.ente systema de discutir inconst-
tucioualidade o Jornal do Recife vaa
aonde n8.o deve querer ebegar: isto ,






Hl










Diario de Prnambnco gexta-feira 3 d llaio de B 8f>5

uSo eleve ter attribuigao al-
1 Ppois' qTde todos pode abusar ; &
em flagrante, a appreher.sao do
{juna
,?rSto8"artados tu pea" polica, oh
qie horror I pede ser urna arma de pre-
potencia e perseguido! Pois nao da
Lnmbardement e Richelieu que com farra
lahas cripta* ou tres simples algaris-
Bi:s etn columna, separados por um trajo,
poda se mandar qualquer passa s fo-
gneiras da Inquisicao ?
A. distribuidores de escriptos ou procla.
jBiiSoea sediciosas ou immoraes, condem-
niiria a dez dias de detencao emquanto a
polica procura investigar os reaponsaveis!
Qae attentado contra a Coustituicao Fe-
deral que diz que excepeo de flagran-
te delicio, a prisao nao pode executar-se
aecao depois de pronuncia do indiciado,
saltos os casos determinados em lei e me-
diante ordem es cripta da autoridad.} com
potente! Como punir o responsavul si o
ettribuidor j foi punido ?
Basta expor ao publico sensato estas
Criticas que faz o fontal do Recife re-
aotacio do Senado, alias dascendo de sua
posicao de um dos prineipaes orgaos da
nriprenaa do Estado, para reduzil-as nao
a curiosidades divertidas do seu -criterio
de publicista, mas atr'stes e ridiculas
aauloprs de um insupportavel pomadismo
Juvenal.
\cg*m lo a verdade
( L'O Estado )
Nao podando aegar a serie de melhora-
mentos significativos arnprchendidos pelo
Dr. Affonso Costa, diligente e activo pre-
foV.o desta cidade, uo podendo occulUr
aa vis'as do publico o interasse que ao
municipio vota o digno moco, a quem fo
CwiSada a honrosa incumbencia da iidmi-
BistraeSo municipal, A Proviacia cheia
de odio, procura apouc.r o seu proced-
aiento, attribuindo a interesses inconfes-
saveia aquillo que filho, aimplesminte,
o patriotismo e boa vontade
Acoalumada a ser patrn a de contrac-
tes pingues e privilegios idiosos, advo-
cada de empresas rendosas o magnficos
anindamentos, a folha de maior circula-
cSo nao comprehende que os seus adver-
sarios trilhem outra norma de conducta
sera que se inspirem em cutras ideas.
W assm que o orgo do deleterismo,fac-
gSo prejudicialissima ao progressD do
B.CKS3 Estado, cuja faaaagem pelo poder,
aturante muitos mezea, nlo attestada
aeio palo opprobio do nome pernambu-
eauo e pelo rastho vergonhoso que dei-
xain os governos impatrioticos e dege-
Miados, v, em todos os actos do Dr.
Affjnso Costa, urna pratica criminosa e
mm interesse oceulto.
Decretando melhoramentos nrgentes,
attendendo s necessidarfes publicas, tanto
quanto lhe permittem as disposicSes da
fei, cujos preceilos vae obedecendo,o digno
piwfeito torna-se merecedor dos applau-
jos da Imprensa criteriosa e justa e re-
eeher mais tarde, a gratldo do povo.
Qae facto, que obra de utilidade publi-
ca perpetua o nome do Dr. Jos Mariano,
chefe da grey deleteria ?
O rgimen do punhal e a mania dos
contractos.
8881
n
V
Parabcns
Ao dfalioeto frocis'a Marinho'
Jnior pelo da de hoje, compri-
men ta e lhe eevia um aperlado
g abrago,
Um trocla.
;-i
Recife, 3-5-93.
03
a3axaBxi<02HJ3ffiasBEfflaEEXBE3>a>.:
3 Loja do Codita
.M. S jaread'A.bciva'U p"Ba.nrm b>jer>at
Europa na vapor frunce Orencqat, i on :e vat
fja^r soriioiento rteaftlffoa o<: moa* ps'& MI
i'stabelecij p itj L ji do Ce tu- rus da lu
pe-alrla o 56, detp-de-se Uoa tei' amitos
e^oezes, tereeer d,- Q<-s o s U c:tn ictc pe?
f
ti mi a onde se
R cite, 3 de M
icfir.
U ue
180 J
ui a i
CoU-
DU\S P \L A Vrt AS.Qumeme timba a
l-'geira aog&'j ct j vu fu i.l rftj c u ib u
oa< palavas : Agua Fiorila 1
Q en, oa Ainerxi, Earop, Ana, Ada cu
Oceania. que ua|a oicaptao uuia me-iaai po*i
cao na vi Ja, naj hx pi:a!o can dell ia o de-
lirado aroaa des'e rir|uiEimo perfume?
E seo emO.rxo, a Acoa Fior.da ce Murray *
Liona i, setupre Lova ; os anoua p;-8?;un, po
.cu nao 98)03 a i e -eariJada o uta ufo, c;u '
caua vh u:aior nem o praier que p'odur, q ie <
cada vti iiau luleao, nem a u 5 > 8 1.
a-oma qoe 6 ln*tin^ni-e!. Pur^o ? Pj-que
ea delioioaa agta Q ral ee iaB.'uo e Wdo
01 dea' 's pertuLD.- (;c.e:idos .1 i hoje por 8^
o estrado puro oa Bate* da pija era c.li.Wa.
e j ioa i looc-ni', por do eoVar em m
Cjmpo {Ao neuuuua -ub taocia cbimica qu<-
poa.-a ir.iur os ervos ou fTe-.lar a eaude, o
ser e grao aip^naluo nfieca v.e, bJKleoiea 1
cairraot.', e final f speci .Imen'e pela uiilliadr
e vai.eJade de sus p.ilicacOa no lar.c1, n
tiucador e do iimtii que faseca Celia Li tert
p:oto urna aecealJade da vi la. 13
Mura Adelnido Leite Roilri
gmmm
Clelia Augusta Leite, Augusto Leite
Rodrigues, Mario Leite Rodrigues, Mari
Clemeutina Leite Rodrigues, Augusto
Coelho Leite e sua esposa, Jos Ciaudino
Leite (ausente), Manuel dos Santos Mo-
reira o sua espora, Joruie Jucgmann e sua
eapoaa, convidam os seus parentes e ami-
gos para aasistirem s missas que por
alma de sua prezada filha, raai, cunhada
e irma, mandaui celebrar, segunda-feira,
6 do corren te, as 8 1/2 d manlii, ra
matriz da Boa-Vis a.
Coiiegio
l/TUZ
prepara-
S Lita
Curso priiuario o do
torios
75Rua do Hospicio75
Contina sob a direceo dos abaixo as-
signados este estabeleciraento de educa-
<;) e instrucsao primaria e secundario,
Tpsra o sexo masculino, cujas aulas acham
se abertis desde o din lo' de Janeiro.
Recebe alumnos internos, meos pen-
sionistas e externos.
InformasSes e estatutos sero dados no da Influenza^ podem ser
collegio.
O abaixamento da temperatura ama
eireumetancia favorovel ao desenvoivi-
aser to dos microbias que oecasinam bron-
tbitei, catarrhes grippe,
iasofi o Xarope Phenicado de
antifieptico por excellentes, que
victoriosamente essas
etc. Nesses
Vial o
combate
divessas affeccSna.
Programma
DA FESTA DO SENHOR BOM JESS DOS
MARTVRIOS
A veneravel irmaidade do Senhor Bora
Jess dos Martyrios, celebra amanh a
festa do seu Padroeiro, constando d
missa rezada s 4 1/2 da manha, em ten-
co dos irmaos a devotos que concorreram
par a festidade
A' 11 horas da manha entrar a festa,
oceupar a tribuna sagrada o nosso irmilo
ex-provedor Rvdra. Conego Jos de Oli-
veira Lopes ; a tarde entrar e 'Ie-Dcum
denominado Rio de Jan iro, occupan.lo a
tribuna sagrada a Rvdm. Gonego vigario
da freguezia, locar em todos os actos
una banda marcial.
A mesa rpgedora pede a todos os irm3os
e devotos a sua coadjuvajo e espera o
seu comparec monto.
Secretaria da Irmandade do Senh r
Bom Jess dos Martyrios do Recife, 1.
de Maio de 1895.
O secretario,
Adolplw Solano Campjs e Silva.
Aa Paradis de= Dames
Casa especial de artigos para
Noivas
Ba Bario da Y doria 58
TelcpUooe 50
Advogado
O bacharel Antonio Tolentno Rodri-
gues Campos, procurador .dos Faitas da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, das
10 horas da manh& s 4 da tarde,
Rua do Hospicio n. 75
Os directores :
Joaquira Agripino de Mendonca SimSes
Antonio da Silva Guitnaies. dar,
Depsitos
Rua do aro da Victoria n. n, i.' ai-
sala posterior.
Pernambco
A.u Paradis des Dame s| LiidefosotdeAievjo
_ ... PHARMACEUTICO
Especahdade em sedas, branca-, pretas: Aviga ft 8dU8 amj a em inte.
e de cores, gases, surahs, para ca$amen-'re8ar Qua g(J acha n08 dias uteB, de
Coqueluche
Curas do Pcitoral de Cambar
Declaro que crianzas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele-
cdas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR.*, de Souza Soares.
A mcrico Salvatori.
[Socio da firma Hanoel Jjaqui-n Mt>
reir & C, do Rio de Janeiro.]
INFLUENZA,
A bronchite que sobrevem a Influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanh-i
das de reaeco febril, broncho-fneumo
nia, eatliarro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculoso em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asi/una,
larangile, molestias da garganta, insom.VLonman & g
nws c tesses suffocantcs cedem jmmedia-
tamente ao uso do
Xarope deLobeliainflata
Etlner bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceufico
Formula de alto ualor therapeutico' PS do Dr. Cruz Cordelro
approvada pela Ilustre inspectora de i litoral de Cambar, prepanfiGo
Hygene do Estado, com o parecer do Pel Sr. J. Alvares de Souza Soare
insigne clnico Dr. Martins Costa. | umexcellente balsmico,^ como tal c
Os grandes resultados obtidos pelo \ tesho empregado nos doe'ntes de bron-
Xarope do Lobclia Influa, no tratamen chites e affecces pulmonares com
attestados' grande proveito, tanto fnais por ser
por centenas de pessoas da maior ex- urr expectorante suave e efficaz ; o
cepeo, residentes n'esta cidade. j ^ue affir.no em f de mcu grao. Dr.
(Parahyba
rtspiraro, seus progressos podem se
atalhar pelo espago de anuos inleiros, e a
applicucao do remedio proporcionar um
alivio instantneo e~tt'deuito.
Nao ha necessidade de abrigar ou ler
o menor reccio relalivamenle aos seus
etl'eiios, niesmo durante os periodos ifiaia
avancados de ilcbilulade.
iNa sua elaborada composieo nao en-
tra opio, Dom arillo prussico, nem anti-
monio, nem -uenhuma oulra droga au
seabuoda, e sim lao smenle composio
e preparado da extraern doa suecos d'u-
ma arvoro balsmica do Mxico, a qual
pussueaspropritdaiiesas Oais admira veis
o curativas, e as suas cur>;s fo ridlmen-
le maravilhosas.
COMOAUANTA contra as faliidca-
cos observe-se bem (ue os nomos de
veuliam estampados
em lellras traospareatcs ao papel do li-
vrinlio que servo de invoitorio a cada
garrafa.
Aeba-a doc venda en todas as boticas
drogaras.
Peiteral de Cambar
""^rrum.
i que affirmo em fe de meu
Antonio da Cruz Cordciro,
do Norte
tos, bailes e
lha.
J8 Rua
passeos, para grande
B. da Victoiii 8
Telp^one 59
Dr. nnes Coiualirn
MEDICO kPARTEI.iO
Commuica aos seus amigos e clientes
que mudnu o seu consultorio, para a mes-
marua do Mrquez de- Oliuda. n 64. 1."
and r onde d consultas das 12 s 2
horas da tarde.
res.-ar, que
esC0' 1 s 3 horas da tarde, na Mrquez de
;01inda n. 38. 1." andar, e s outras ho-
I ras, de 8 da man'u s 8 da noite, rua
JBarao da Victoria n. 37, 1." andbr. sila
!p>sterior, onde tem a LABORATORIO
de suas especialidads.
PHOSPHATIHA FALIRES. aieeib aa cite
estrangeiro
Capas impermeaveis
recebeu o
para homom,
Au Paradis des Dames
jl?i Commerclal de Peraam-
baca
M'tACiBS OFWBMABS D* JHT1 DOS CO>SCTRKS
Prap d. Raafe, i de Mato de :S95.
Nic boove Loicic
pretideate
AQtooio Marqoej de Amorim.
O secretarif
itaooel Saacalves di Silva Piolo.
Cambio
Fracs do Kscife
.)-: Bidcob atr.rtm cem a uxa de 9 /|i sobre
Loacres a 90 dias, real a-Ldj-aa sIjdoss traos
iijOis, depois Danram para 9 3,16, faenando o
arcado coa tendencia cuv do-a.
Sai pa:el panicalar e bascario repasiaio boa
erara negocios hollado* a 9 3,8 e a 9 5,16.
CoafeM de gneros
?ar agrtcul'ur
A.ssacar
Para o tQterior
litros
ki'o;
T?-tnin por 15 kl>s. . KiM a 6MO0
C-kialUadi par 15 kilos . 5*200 a 5*800
BrancB.idtn, idean. . 3*80t a 5*0>>0
SaanaoB, IJeaa, Idea; . UtU a sr,*
Xiscavado dem, dem. . iiif a iir,i<
Sato secrus ideo, Ic.em . Ut.) a iS-i)
Brio melado dem, dem . 20J0 a 22M
5 a i, dem dem Algodo u;oa a 1*9 JO
Sen negocio.
tieool
o pipa de i&9 litros 225* venda.
Agnardene
To: pipa 1e 48U litros 135* venda.
Cunro*
Seceos salgados oa base de IX kilos 823 ris
wud.i.
Ve'oles a 510 ris, nominal
Carnauba
Co i-ge de 33* a 3*0O por 15 kilos.
el
Por 100*000 oomii al
TRULLA DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALQODaO
Mez de Abril
Darcacia -
Vapores.....
AommB ..'...
latradii de Ferro Central.
kem la S. Pranciico. .
Btaa ilt Llcaoairo.
Sun i toa. *
Ito ifcal mes de 189*
Xeooi em 1893
Dias
1 a 30!
A88B-
car
30
Algo
dao
6639 i
6500
3J 478;
30! 9525;
30 101871;
30 17913)
!206973,
212813
58<0
Sa^ca*
5010
2063
1350
1928
2148
8373
18172
24113
t9it
No vapor naettoat vomeli, p;ra Rio
rande do Sa*. cirreearam :
P. Carneiro & C, 10 pipas com 5,12
de igua;ae!d e 400 saccas com 2J,6iO
de akolao.
Para Pebla carreearam :
P. Carnjiro &C, 210 barricas com 27.000
kilos de assocar branco.
Para PonoAlegre, carreg.-r.im :
P. Ciinerj 4 c, 20 saccas com 1,520 kilos
de algodj.
Para Rio de Jioeirj, carregaram :
Lima M>ras, 30* saceos com 18.000 khg
de assocar Or.n :o e 200 ditos com 12.000 :.t;s
da dito massavado.
E. CiraoiO C, 600 saceos coa 38.C03 klios
de ssocar branco.
R. Senas, 18 pl as com 8,640 llir ede agoar-
denle.
no vapo- allerxo Pirago983o', pjra
la i tos. ca-resjoa :
V. Neesen, 100 fardas com 15,20) kilos de
aigoiao.
No taper oa:aeaene*H Adelesten*, para
Saotos, carrpRaram :
id. S. Ilaia, 550 saceos com 31000 kilos de
atsuca'branco.
N. at.iia & C, 50 barris com 4,50) litros de
agurdente.
No vapor ioglsi Creoale, para Sanios,
carreeoa:
C. d Esiiva, 35 c ixs com 2,800 kilo de
doce, 3o pipas con 19,153 li ros de alee o 10
dua.i e 25 barril com 26.530 ditos de agoai-
uente.
Para RlodeJtnuo, carrejoa :
C. de Esuva, 117 saccas com 8.811 kilos de
algcd&o e 30 Hipas com 14,4-0 liuoj de agur-
dente.
No vapor ing'ei M. Priner, pjra o Para,
car'egaram .*
F. Lemos & C, 10 barris e 44caU a'coa
2 540 litroa de oho vee:al.
J. Bal-ar & C. 15 pipos com 7,100 Uros de
agurdente e 5 dita* com 2,750 dio* de alcool
P. Coila, 500 barricas com 37,000 kilos de
assocar branca.
no biate Victoria, para Maclo, carre-
zar am :
P. Rodrigues & ti., 2 caiios com 40 litros de
clara.
na ba.-caca Iiajaby, para Parabiba, car-
retaran :
P. I.maos & Ct., 300 caixas com 93 kiloa de
sabio. ___ ..
P. Vianna & C, 20 caixza com 700 kilos de
cera em vellas.
Na barcac3 Formoja Jas'ioa*, para H>-
cei. carrega'am :
Y. Irmaos C., 60 caixas com 1,38) kilos de
sabao.
Na barcaca Flix Socleckde*. para ata-
mangoape, carregaram :
C. Pinto & C, 10 caixaa Com 63 litros de
genebra.
ilendlmentos pablleoa
de 1895
C/3
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M ~X a s
O <3 o
-5 o O
Peitoral de Cambar
tOOOJDOOO
Do-se :ooosooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. .J. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Cmpanhi.i de Drogas e
Productos Cli micos
= -2 O
Arrea com casca, x socar brancr.irm............. 3.0
Dno mascavadr iieai............. l'o
D.to clisado dem................ 3i0
BdBos de mamona, dem.......... 130
Boiracba de teite maogabeira, dem. (suO
Cco, dem..................... 900
Caf bina, dem .................. 1 "00
Diu tS'i-.ina ou restolb-a, dem...... 1*100
Dito maido, i.iern................. 2oO
l>lloordinario, dem.............. liOO
Sement de ca.-naoa, o kilo...... 47
Sabio, kilo...................... 360
Sebo em raaa,-k lo ........ 66d
Tataioba madeira, kilo ......... 120
Tabeas de amartilo, du........... 160*000
Cera em velas,ciIj................. l'i
Diu vegetal em broto, kilo........ 281u0O
Carocos ou aemeoie deaigoit, dem 033
Carrapaieira isemeoie;............
Carnauba dem................... 1*5903
Carvao'-epeira, tonelaia ......... 40>0u0
Cooroa seceos espiebadoa, ;kilog.... ?88
Ditos ditos saleados. dem.........
Ditos verde?, dem.............. 486
Cooriobo um..................... 1**03
Cocas em cases, cerno........... B*ouo
A TSICA circnclusa
Nao s6 se curar radicalmente median-
leo uso aPeiioral deAnacahuiia. lo
dos os casos ordinarios do tossa crnica,
bioochiles, calarrhos, aslhma, ele. mas
iim lambem nvismo qaando a molestia
liaja alfetado seiamouto os orgaos da
O Cognac Brazcro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
2S500 a garrafa.-
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
ta 8$oo a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
Veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro conten essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de enancase pessoas de
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Garrafa 2S500
Duzia 25S000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za.
Pedidos de O duzias mais 5 /o de
descont.
310 Soinos a 200 rs.
12 comp. com auinelros a taOOO
9 cimp. coa scia- i ur a "u rs.
9 comp. cum lressoraBa K s.
' 74 comp. com fatendas a 600 ra.
49 comp. com verdura a 300 rs
9* comp. com lanr-na a VM) r,
'i comp. '.om laidos a 2/000
F'rioba e maodlcca, kito.......... 200
Graxa gebi. kilog............. 19.1
GeoebM, litro..................... 360
JaDoraody (folna). dem... ........ 800
Meios de sola, valor nominal....... 6*500
Mi-I de tanque on melago, litro...... 186
M.inokiiOKr ...................... 130
Pblk-s de cabra em cabello, valor
do ceno...................... 240*
dem de carneiro em cabello, valor do
cni ......................... *120
Het ce Malo
RECEBEDORIA
Di dia 1
dem de 2
DO ESTADO
3:691*97
4.089*346
XBortaeo
Bedta, 2 d Para 3 exterior
io I6ar por'.ugnf a Miibo, pir* o Po -to,
H -ea-ara :
tsiSf**1 ** i< *6C** WlB '** k **
V&LCHU8
Somma total 7.779*320
PAUTA DA ALFANDEQA
8CJK1TAS
das naicADoauf nacioni
DUBITOB DI IXi-OIIACO
Stwuna de 29 de Abril a i de Maio de 1895
aguardte, catb .;* litio.......... 239
Dua e canoa,litro-............. 400
DH destilada ou aicool...,........ 417
Movioientu do porto
Novios ent ados no dia 2
S u bampt o e encala. 14 oin Vasjor loirlea
ag.ialena. de 3J6J tooelad's, commandan-
11. C Rigaud, equipagem 144, ctrga ranas
gneros ; a Atnorim Irmaos & C.
Cea* e escala. 1 dasV^por nacional Un' de
268 toneladas, commar.aaote Francisco R- de
Car val. o. iqoipatiem 30, carga varios gene
ros; i CompanMa Percambasana,
N ivlos sabidos no mesmo dia
BuecoB Ayres e eacala Vapor logle tMasda-
lene, Cmmandaole R gaod, carga varloi g-
neros.
Pens.cola- Birca nirnegaenae Sjr, Capitao
J. Bcelner, em lastro.
io Gande do Narte Ilyate na-:iooal Vicio-
n. mfstre Pedro F. ae Menexes, carga va-
rios gneros.
Ulereado Hmiiripai dea los
O movimeotodeste mercado no da 1 aa M-uo
foi o acguiutfc'
Enir.-rtm :
41 bols pesando 6 111 kilos
236 kilos de peixe a 10 rs. 4*1 4
12 comparl. com mariacosa 100 rs. 1J20J
9 ditos com camarOes 100 ra. *930
27 1/2 columnas a 600 rs. 16*500
1 carga com galuchas a 600 ra. *S00
8 cssaaes com gallinbas a 300 rs. 2*400
1 cargas com milbo verde a 300 rs. *30J
3 cargas com macaebeirai a 300 ra. *930
3 cargas com melaocia a 300 rs. *903
4 cargas com loncas a 300 rs. 1.200
1 carga com batatas a 300 rs. *300
12 cargas com gerimuns a 300 rs. 3*6"0
2 "rea com bananas a 300 rs. *)J
* 1 cargas com laranjaa a 300 re.
2 cargas com ceboilnbo a 300 ra
6 cargas com diversas a 300 ra,
24 cargas com farinba a 200 ra.
4 cargas com milbo secco a 200 rs.
4 c*ra com luiiao a 200 a.
Prego do da :
Gime verde de 2)0 1*200 rs. o kilo
Suinos de 900 a 12.'0 dem.
Ca-neiro de 1*000 u 1*200 dem.
Pancha de 700 a ti50) rs. a cnia.
Millio de 600 a 700 rs. a cala.
Feiiao i e 1*500 a 3/OjO a caa.
Farnfia por cooa da li'cnleacla de l* qiali-
darfe 111*
i ta de 2' qoillda'e #903
] Fejao 1*10-3
Havio esperada
De i cilas
li-.'par infles R:sg.
Lonar uoroego-'iife Na!.
Escoaa sllema G sloa.
LoKar portuguex Mij VII.
Lugar ursilleiro Z qo nba.
fw!a;3 bepanboi R.y tundo.
De HoQtvidf4
Barca noruega nao Mucmasier.
eTerrsNova
barez inglesa P. Ib I.
De Cardiff
Barea noruegueose MeJea.
Rorca inglcia SristoL
Barca nameguense Bravo.
Barca noruegoesen Fernando.
De Hambargo
larca allemi Cari BJth.
Ptacbo onrueguense Kiisb.
DeLoadrea
Logar ingli Faony.
Barca nurueguensc Gyda.
De Li'epool
Barca noruega Tfiorgny.
Vapores rnirar
les de Maio
F.iju euri, da Eorcp-, boj".
Oreooque. do aul. h 'j<".
ViHe de B'ieooa Ayr.'t, d. Earopa, boj*".
JOfie*, do sal, b'-j-*.
Planeta donjr>, a .
rOrop^ies, dj su 6.
tiinds, do aul,a 6.
Piraguas u*, da Em> opa a 6.
Viik.. do sol, a 12.
lyde. da Eu'opa, a 15.
Alsgoac,dosel, a 16.
Espirito Santo., do norte, a 16.
Hntaoia, da Europa, a 2$.
.B-axll. do norte, a 25-
Magdalena, do sol, a 25.
Maraoao, to sal, a 26.
Tama", aa Europa, a 2*.
Danube. da Europa a 33.
A Ktiiulso dft Seott mc'Iior sem
duvida (fue outr.ts pre;iarutos
congneres.
Rio. Dezembro 21,1387.
Ulm*. Sr?. Seott & Bowne :
Tenho eiii[.re.'u'lc) o preparado Einulso de
210 0! Scolt era numerosos raso?, que nu posso proinp-
l!#l>,K., laman e mencionar mais que poden-i com mais
vagar colteccionar, porque conalam dos meus
assi-nlnnientos. Alera de numeroeus casos de
chnira civil que em it-mpo poderul communicar
a V .S. consignare! outros em nao menor escala,
obsertidns no servio) de cirurgia do Hospital
(leral da S Porlugu aa de lieut-lieenc-.a desla
cidade a meu ttrgo. Em lodo caso o que
posso de momenio ndinnar que o preparado
preenche as indieaci-s tlierapeulicas, com en-
cllenle resoltado, e muilo b:m supporlailo
polos doentes ; melhor sem duvida que outros
preparados congneres
D utor H. Mcnat,
Membro da Imperial Academia de Medicina do
Rio de Janeiro, (iru.gio da Sjcie.u le l'orlu-
gueza de Beneficencia.
63 10
SV.O
23*8fH)
i..Oi
14*700
38*000
106*000
30 *o
volriircen'.e se diz necessario o uso de 10 tilas
f E xlr.
Nob grande* Irrcorrtnodos das se t'0"clo. Envides e nos cacos oe paro eom t-.
are de om rebultado m: '..- C to e eai o e a
a toa ccnpotieSo tSo slipl.B bc *&u \S*r*e$
'ccefo de afjplcar o Elixir db bu o f s
orea tu indicadas na tabella ir
Pedimos oa disnissmos axi'ox ana rem bixer neo des'te Elixir eru sea canica nao e
B5o em barmonia cot os c .-eet-
js'^ra cernbater, eertoe de que o medcameoto
da coasosigo inaocf ata para o orgaasr;,-o per
mais frgil ene sein.
BCodrj de asar
A'a crianp's al.'- nra >rjno 10 gotas re 2 em 2
cer3 em urna colbcr da de eopa cnea d agea
(na.
' um a tres annosi5 gi ti-.-.
D-. 3 a IC ancos Pm oanle 40 t.-: .
Ectaa doce devem st ci;.'-.: cm
agua I .z.
Iposilo.1
bia rif Drogas e i'.. elees
RfClfe, rua oo Uarqocx de Olioda n. 2J,
ScaJBa Pharaaoia, rea Larga ,: Ro?ark o.
Eslfri a do r"D3;i
nera. rea de Bario da
:> Ca>;*3 n.
Pra-macia Orir-hial, raa
rt 3
Ittsrmsda lredo F
7i-forra n. '4
Ptajuaaah Mtrtins, ios Doqaa
80.
Phstmacia Riheirn, ( p ; -o .
Pnarm.-uia V:ct.irif:if*< di- Loiz l.:^a\:io d<: au-
1ra le L^raa, cadade da Yie-.ona
Psra qur.tqiier informarSo aart eccoctrado o
auor na roa Eeirea do Iioesrio n. I?.
Os nosbos i'rascoe ?.io aazcvda e eot, a j^-
t?s. Ivnm la.-c teem gravadofih>ii an;< r*-.i r 1
e no oatrosnr'3i lardoBOPerriclmso, o
io* oc pro*.poeto* fSa asi i; rw Miooel
Cardnso locior, sendo falsos co qce n'o L-rem
assignaOcs.
---------------^ ----------
Formula de Angeiino Jo^
5
dos Santos udrade
Approvad.-. pela Iuspectoria Oera! de Mr-
giene Publica co Rio do Janeiro em 20
d> Jnlho de 18V7.
Fs(: depuranvo de grande ePica-'la as no-
a4 r-ypbiliticas ce irr.ureja do saopue ; s*E:ai
co-co em todas 38 molestias das echo,raa.
Tem cu~ado rutiralmeote maHaa pmaoaa ac
co-nrce'.tidas da terrivcl molestia beriDer;.
HbeucatiscTO sypfiill'.ico ou goicto, ddi ela
tica erapefiea tfe peile, cancros, e ca.:ros ve-
nc eos, lores brr.ncas, Cy.-lerismo. treozltilo rte
aervos, irites e outr?s iiiamraaySes dos olSOS
mol**sl.as do ligado, escronftcias, eacorostia
.icffnmentcs de estomago, ulceras, gummas, lis-
olas, emping-doiis, aiiros, pannos e ma.iChaa
4a pelle, bobas e Dooes, sarnas, catarrbos e
^oaesquer moldstias da bexiga, .entre outras
albuinuria, ounnaa deces e aagaiDOtaOtta
anemia, paraiysia, erysipeias, e ofiammacjle
pas peruas lifniorrboida8, ma, s ii -y.e
iees, luraoreg, nevralgias, e elephantiazs da
norpba, as irregularidades da menstruaci/o.
Prova-se com aquelle numero de aueatadoaj
ponlicados e os que existecc em nosso pacer
sf;cac;a des e elixir oas molestias indiCj.ifp.
Eacontra se a venda na Botica
do Rosarlo n. 35
A'rua Barao da Victoria n. 37 se di a icda a
qoa!qner explicrj&o que for preckoo coroa desli
preparado.
lultdu coa rrilairt-7ac0e>
^lodo de usar
Os aa'tlos lomaro croatro colhercs da-de
sopa pe manfa e qaalro noie.
As criaucas de 1 a 4 annos tomaran cma co
Iber pela mub e outra a noi'e e as de 5 a
t.t-1 8 tomaio dnas coiberes pela manba duas
Kita
Vapores a sahSr
Mez de Maie
Sint"s e esc, cEgtJuao Pnnca, hoje, ?4u.
N-w Yotk e Para, Moorik Prioce, boje, s 3 b
Boeoee Ayres o ese Squatesr, baje, 2 0.
Lisboa e Dakar, Oreroiue, b>i-s, s 22 boras.
Kio e esc, Plaen. 6, 4s 6 Horas.
Santos e esc, V. da Baeooc Ayres*, 5, s 4 b.
330! Plycuoulbe eac, Oropeat, 6, s 12 boras.
*600 Maoauae ca'., Onla, 7, i 5 horas.
1*8')8 Soutbamp,ooe esc, Nile, 11, s 12 boros.
4*800 Butn
800 M> aus eesr-., tAig)M. 17> <5 oras.
*S00 Rio o i*., 'Ea^ir.tj aat-.. 17, as 5 iora*l
.tVv r y ~ S a '* "
Curade tosse asthuiatic
com o Pe i toral de
Cambar
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Babia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
| O AGENTE Compauhia de Drogas
e Productos C'iimiccs.
-------------------a-
Elixir Ati-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvao fm 21 de Marco de 18JO pelalacpec-
lo ii G-iti da di^Da Junta de dygitce uo Re
da iaopiro.
Elle Elixrr de C;.m,Oiic5o toda vegetal pre-
parado peguudo as re/ras itiarmaceuiicss, acoa-
selbadas yelos aatures modemos e de recoobe
cida cirj..ed;.de scienl.Bca tanto do pbiz ceno
no e.xlraogt-iro.
li-ie lmr c o prodneto nao e do g-ande es
tuao di a c6 s pivsiol igicas das suosianci?s
como umbem paiclogicas, como lambem o re-4
sollado das immcnaas applicacOes nos diversos
cases t!e febrea de fuudo palustre,
A ajplietcao de Eie.ElixIr oa grande eplde
mia de bexias de 1890 a 1891 mais orna ve:
lemoos.rou a sea facacla; pois no prioci-.io A :.
primeiros ympiomas a bexiga aborta, etm ca-
sos mais u-iaolaiioe a bexiga passa a ser omc
ioet'ca febil volgar apreseniando pequeas to
mef c^a que ctm a coattatafiia do elixir desa-
parecen) sem todava apriseniar receles e pe-
rigo.
Os muilcs attestados publicados no Diario de
Pernamocco e Gaxela da Tarde provam o q.e
dlacnaa.
Nos casoa de febre amarella o effeito e adml
ravel.apresentando phenomenoa to maravilbc*
sos qoe nesta cidade do Recife e ao do Rio de
Janeiro pocco receio causa a febre amarella
me3mo estando o doeo'.e com vomito pretos.
saagoloeonestes ol.irnos periodos entSo oe
cnsario a applicacSo em alta dose, deaprexaedo
t ella annexa.
aajte Elixir j conhecido do publico de na
Krande numero de dignos mdicos apreseo'ado
para combater os diferenies ucommodos todoe
elles de carcter febril.
Por muito lempo tivcmos occasio de 'aier o
applicscao cas lebi^s erysipeJlosas e com tac
bom resultado que reteos admirados de ido al-
tos fcCeitos.
Pela rraca chegames t conhetrer ine do-;
S
:? Cinica iMcdico-cirurgca
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,v
de volta de sua viogem, previne.
faos seus clientes que reside e'
ftem sen consultorio aberto
rua Baro da Victoria n. 61,'l.%
fu andar. !
6* D consultas de 1 s 3 horas'
^da tarde. '
* Acceita chamados a qualquerJ
'SShora para dentro e para fra da-
K cidade.
'-*:
Dr. Arthur Cavalcante
Tem o seu consultorio medico-cirurg-i-
co rua Duque de Caxias n. 74 1." an-
dar, onde ser encontrado todos os diaa
titeis de 1 s 3 horas da tarde.
ResidenciaRua da Imperatriz n. 11,
2. andar. Teleohone n. 430.
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con
sultorio e residencia rua da Imperatriz
n. 71, 1" andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nboras e creancas. Consultaade 8 s 10
da manba. Chamados (por escripto)
qualqure hora, tblephone n. 226
o ra. rssiiAS t:mm
Avisa a seus amigas e clientes, que
mudou o seu consultorio para a raa
Larga do Rosario n- 0, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e resids no Cajueiro n. 4.
Telephona n. 292._________
Dr. Nones Coiinbra------Clnica Me
ico Cirurgica Consultorio, rua Mr-
quez de Olinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 d 2 boras da tarde.
EspecialidadesFebres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer bora na sua residencia, na
rua da Soledade n. 84, esquina da rua do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387._
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
l.* andar. Ex-cbefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viag-em
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados). Telephone n. 285. Residen-
cia rua Sete deSetembro n. 34. Entrada
pela roa da Saudade a. 26 Telephone
.!.. -4- ff.^~f rt

Da .

-

ry


?
7
?.
Diario de Pernambaco Sexta-felra S* le Maio i* 9ft05
5
Na audiencia do Exra. Pr. Dr. ju.z
dedirMtqdocivel do di 4 do correrte
mez p;!a8!) horas da manha vito a 3.a
praca, cora o tba'.imento de 20 0/q os
bans seguate:
Uina armacao de amarello envteraca ia
<:m bou estado, avahada por 2:0005.00.
Tres bal coas de botica tambem da ama-
rello jior 15OS0C0.
50 triseca de bucea larga por 26S0O"),
cuios movis forano peohoraaos por exci-
cucao le D. Ma.iit Rosalina de Torras
Baudeira e outroa contra Jos Francisco
Bittencourt, e nao liavendo licitante com
o abatt cima mencionado serio arrema-
tados pelo uiaior prego que for offerecido.
IssjpstioHagefel de Hygienc
SERVIDO DE VACINA(;XO E REVACINACAO
Po- El BC reru U t>l publico (O"
ecrr.g-) :omecara a mi lelto do se* un e m
Re oria t-r.il de hy^ieno, o v
Ba'Eo i peot, tolos es ctaa ui- is oe 11 io
ILCloi!:;. ," *
Pelo 3 s igiuclft C'Avit, turopUa'io
4o 1 o, oa r..a a-g* di K tirio n. Z\
(estrada lo a. .) o; a quailaa-ici.ae de 1 a
3Ja "a-.
'Peo 3'. A'.aro Wi'.ii.rl.y cimm s'srio do
20rTio oa ro D r-lu d Ategaoos n. lu
ua qa'i'. :-f> irse dir 8 3a iO b-ves <)a manbS.
ppi l)r. A vatio)Cna L"ii*>, rommtesarta
do 3 o r 1tficto,W Ullirta. & rrefi'ura, da
10 a :3 "d a^h?. o^J e .uidn-d lrae j en-
Haa>3alei:ii, di escola rnica na iraf* J ao
Ali'eo. 'u,8 quinus-leinb das 0 12 da roa
Bhi; en-a droaia >tiaa em Ma rr^eni-'a a
roa Vi- -jo^e 8 G vu. ia D. 173 das 7 8 Ja
!D:Bb.
Ptlo 3'. Minrel de Fieit GuinDarle-, r-.om-
n 3> 4 n-tn c ca :ne Vieron Givanir., n. 187 (junto a .wt gao do Mangoi-
otn") oaa qu;!3r-irirai n'e 1 3 horas da
uce.
Pelo fjr. Aloerto d' Kendarga. rommiacan
do C* otl ele, em C laog*, as qo utas e-
r.s d:i- 3 i i 10 i a Baoc?, ej. caea do proles*
por Mart'\ e n. Vari a.eta casa do Dr. Sou-
za O. 2: aiurr ji amenif.
Si.: :a Publica di Ea'.adi ce rercareburr, eai 22 d<:
A-iril to I89i.
Apollinario A. Meira Ilcnriques,
Secretean.
5.' A eou a5o c B-.r^riem m Kiraauad e qt-
Ud.es fxipinag do prefieoie ediul.
P'p.rboma Dfr|y<)8ta ser aceita sem qoe o pro*
nis apregeutB recibo que prove baer depo-
"it;io.na rnesoorarla a quantia ce 600*000 e
pe-iler o direito do re*iu co ae, escolbida coa
loata, recoear o proponeute a eaoisoar o coa-
irado :er e '.Iivo.
Os orc>meotoa e t Isn'as das obrta de qoe tra-
a presente edltai b\tiam-se d'e.-ta reoartxao a
dltip;isgao dos prnnnnees, qoe poderlo c
oii< a'-oa it-s 10 a* 4 boras da tarde.
Re<-.if.\ 22 i>- Ao-il de 1895
Jjte Joaqoim Rodrlsuea Saldaoba Joolor,
Director geral.
Edtal
Secretaria, da Industria 3-
Directora
PASSElO PUBLICO 13 DE MATO
Para conhecinienio dos interesandos faco pu-
blico que fica sem eiTeito o edital de 2T de
Anr:l Ando chamando concurrentes a con.siru
eeCo daa seguintes obras do Passeio Publico
13 il Maio :
1777 metros correntes de muro; 590 ditos de
passeio ilo hge de Lisboa ; G"7 ditos de p,ra c--lcaila e 5 n;riO;s de ferro ; tU'io or-
eado em 93 815S7I2 por ler o Sr. Governador
ilu litado resolvi-lo maular proceder a cobran-
ca da importancia dos aterros e outras bcmfti-
loria fetos era diversos terrinos particulares
encravados na rea il-siinala ao refarido P.is-
seio por exigencias instantes ca saude publi-
ca,
Hecife, I de Maio de 1895.
Jus Joaqiuin Rodrigue Saldanha Jnior
Ka Director geral.
Rgceedoria do Estado de
Prnambuco
Secretaria ta ldustria
3 Dng.TOBlA
Para conheeimeOioloa inier^ssados facip;-
h le q ) co i 4 d? Mro prximo vin^ouro.
1 I era d i larde receDea-i3 proposl-s liara u
cojsiroci.c rlti e.:c<''enio di largo fi Repnbl
ca mediudo 12.000 uVlros noadrado. -j caiga
rrento. o i;: d i em 5.7.6|COO.
As pro lalas devtm Sur c;.nveoltntemen'c
fpllsdas p iiife.-oH m cartas fecbadas e CSS-
te*em a.rr urinas daros:
1. O t:\co pelo qoal ie prof 6-a os li.ltaa
le? a rZecoUr as obraf;
2o Enerijo de fea r*!idencia ;
3 Prtvjs ae idoneidad? pira dingireo e ti-
erirtanm m olirae.
Hiv.ndr don ou roiis prorostaa em goald,-
de tfe rond'coe?, sera pr*feri1 o ron^orrente
qae n :bvre prova. de noneidade iff recer.
Nac 6--io acceius a* p-oportia qoe se recec-
tirem dus i-eRUinies l.ltie:
1* Ae a e excederem -r,s pregos do o gamea
te;
i* As cue nao ferem o-ganisada s de sccirJo
com o un f-n'e ei.W ;
* As e;se se baseartrn eaj prfgos de ouiro
eo: correr ie ;
4' AJ qt.e r.reu i-arjarta por p88(a3 qoe i-
verem ji ex do de ecunr r cocil'acies oo pro
mentas :< ccmrac'.oa, celeD'alOS Ci-ro, a (X'.loc-
ta rPfrtii;SG ds Obras pabltcas ;
o* As qte co iffe-ere tm as garaotU eqoa-
lida'es i nigtdaf ro presitef-dlal.
Neaboui'i preposta te i acceita sem qoe o
croooDf r/e preseate r.do qu proie naver
depk.8Uaco oa tbrtoorana a qoniia de 800*000
eperder c airelto de r'.s'iloi^aj re acoinili
MKf>ropota reftoear-se o propoueotc aasaig-
nir o conoav.o restesuve.
Os o'5oeDi08 e planta.! das ob'as de qoe tra-
ta o pe.-* te eiiul chati-:e resta Re aiigvo
dHBColgaofl p.'OPOOMlea, qoe pcderaoexaaiLal-
08 taj 10 f 4 oras d lf">.
Fe :f-, 19 ie Abr:I da 8>5.
J;i i.aqoim RoJr oes Saldanba Jonior.
D.re lor Geral.
Edifal n. 8
O adaioilrador tai (.ubiico a qoern ioteressar
pt3--a que seoiro de trn a da-: teto improroea
vw, cooiodos de 25 do i orren.e, serio arreca
ai A bocoa do cofre es impopios abaixo decia-
fadoe relativos ao semis re do ejercicio 'ffi
vigor un l9-5.
He.-f bedoria do Ea'.ado de Pernarxboco, 3 de
Abril de 179o.
O admiulstrador,
'.ITjq.'o de Aibcqoe que Mello Pibo.
iinpoitji
Edital de pra^a
O Dr. B'.-ruardino MraobJo, jai da di-
reito do municipio de Ro Formoao, de
Estada de Peroambico, etc.
Fago aber a todos tuo o presente eii-
ta! irrui que no dia do Maio prximo
vindot.ro, ao mcio da, na sala dts au-
diencias, tem de ser a-remnUdo por quem
mais dei e maior lati iffjrecer, o ar-
rendamento do engeLho (Joqoeiro, deste
municipio ra rssao de l.S0$0(X) por
anne, e vti a prsga por cm triecnio a
coineg r do ultimo da Mio prximo vir-
denro e terminar no allirno de Maio de
189?, ecb asconoi^S.a fgointes :
O arr:adta!o *er ib-gado a conser-
var o predio, obres, ciattas terreces e m>-
cainismi- ; Q&i fic5 idnea cu dioheiro
a viatp, nao pedendo licitar quiin n2o
satisfier essfs condir,33S.
Ifi ptr qoe ciegue bo con^ecimeoto do
t dos misnde>; paestr o presento editalje
affixado na porta de casa des andinoibB
e jubliendo na impreraa.
0>dad9 do Rio Fon:os i 18 de Abril o o
1893.
Eu Aoclo Floriana de Mello, eacri2o
ecravi.
P. M.ranbSo.
EB'.ava devidamentc sellada.
Era o que so contii bi em dito edital
q'i c pido : dou t.
R.o Formoao. 18 d Abril di 1895,
O eicrivac,
Antonio Floriano de Mello.
Secretaria da Iadustna
8." DIREGTOBIA
k niirAii
Para cotibeciro6o:o (oa .Qteressadce fago po-
ulico oa do da 4 de alai > prximo Tloooro ate
1 .ira ca.a- rii iecebetn-se u'esa repariigao pro-
pettaa p.rs a cooairo-.'ga) do ca'gamei.tj ca toa
le Siou P. ta, medindo cou? mil e qoairocento
'i nn-dr.-o (1:4.0-:' tr.1.) org-d? or
LO.'.22/010.
As p oiotUl dev-jos srrcnvenierjtem?nte ael-
Usal f'.-vro em cart a fechada e roitereiu
,d leamos curo :
I." O p ego pelo qol ae propOm oa iciUn.es
ttecatar a5 obraa ;
2." Eauerego de oa res.deacia ;
3* Pro iiis de Idoneidade pre:na para dlrigi-
reo e ete oUrem as obn.3
(Ivpuoj do.i oo mala iropostaa em lga-'ldade
de conditcea sera preferido o roocorrenie qae
melbores i rovss de tdooeldade cfferecer.
Nao aei.o asntas sa propoetas qoe se re-en-
tirn ii d;i egioies fall j:
I.* As que exceierem aoa pregos do org;-
meoto;
..' As i ie bao fo em org.auaaaa de ac:o;do
coco o prenenU edital;
3.a As qae ee baaearen em pregoi de entro
codcoi oue;
i.* Ai <|iie forem rmalas por peaaoas qoe ti
aerem j deirado de cooiprir roniractos ro oro-
ro 'as i\ i i l
que re refere o editas
upra
20 / ob'e o alor locauo de depsitos com-
aivrr.iatb .
0 % sobre o valor loca ivo de stabelecimen-
o* f a j ci ate.
40 / ideo?, dem, de. ecUbel<-clmeoioa eltua-
o o- cidaut -"i
Cljsse n. i.Armaxem oa loja de azeodaem
g-oaso oo a re alb.-.
Ga?te p. 2-Araiasem oo Itji de ferrageos,
miu leaat, qo cquiloarias e macbo^s de coa
toras.
GlassH n. 3-Armaiem de vender ^eneros de
estiva en grots i.
Clage u. 6Armaipoa >ie afsoca*.
Ca.'se n. 7Aroiaieas de xarqoe em grosac
oa a re'albo.
Clacae o. i(Armara m oo deposito Ce rtca
Iber, afandegudo oo lu.
Cascerj. 12-Armaiem de i&fp.cgo de al
godao.
Giasfe n. 14-Armaiem cu depoi'o, alaode-
gado ou nao. Classe c. 17Ccmpaohia de segoro on agtn-
cia, ele.
Cusser:. 19-Eajpvus anoDjmas oo aget.-
ci8 nao tributadas em sej rajio eapecial de Oi-
go iiO.
Cajpo. 20En-h roonio de agoarden'e.
Clarpe n. :Fo^IgSo vapor.
Ciatseo. 30-Loja de ralgidos.
r.iasse n. 41 Tver aa.
Cianse n. 37Leja oa s'.-belecimentj de ven
der foroo a reislbo, rap-1, cigarro e cna-oto com-
preheudidas aa officioas dmtro de estabeleci-
ujento. _
Edital
Secretaria da Qnestura Poli-
licial, de Abril de 1895
.festa data faco constar, que
em vista do que retjuereaa o
cidado Jos (.imies Ferreira
llaa. eontraetante das lote-
ras do Estado, flea suspensa a
prolaibiclo da venda de billae-
tes da lotera nacional, cons-
tante des editacs de e 30
do Janeiro do crrente annti.
O <|uestor.
JOS' FELIPPE NERYDA SILVA
FILHO.
de
Aliando
A foramen fo de terreno
Marinha
De orden do Illm. Sr. Dr. Inapeotor
deata repart;c3o be publio que, tendo
requerido Mancel Perpelino Laia Barbosa
o ifiramento do torreoo de maricha sito
cn*re o rio Capibaribe e a Uoba frrea da
eatrada de f rro Central da Peruamb c >
da freguesia de Sao Jos deata r.idad<;
ficm intimados os foreirea cenrinantes e
masa intereasados para peranto o masmo
S'. Dr. Ioppo<-tor prov*,retn no preso de
30 das o dir ti de preferencia quo per
ventura tiverem com rtUcao ao aforameo-
to do mesmo terroco.
3.a Seccao da Alt-odega t'o EaUdo de
Pernambaco em 2 de Abril ^e 1895.
O cnef>,
Clito Va'teriro Pereir.
ArTonf.o o. 14. 7* ana, luem 3i322t
B. C. Ramsaeo, M.rquet to Olin-
da n. 34, ideo, meiu 3I3#2'21
Eugenio cn'.iie. Larao do Corpo
Santo tj. 27. H,,,,em 31322i
CooBiaalino Bars?, Bom J ios n.
55, dem, dem 313/-24
Jonjiias Baibos, dita c. 9, dem,
dem 314*234
G. Va-cjueellca & (".. Tonel n. 6,
dem. dem 313/24
C. P. CascSo, Boaa Jesos B- 30,
dem, Kiem 313*224
HloraiQ..tj So-ms Posooa dita n.
7. dem, i-em 313*2**
Capolioo G. Gusrrao, dita n. U,
dem, ilem 313*224
Moora Eo^gea & C, Lrt0 t'o Co*pa
Samo o. i9, i.ieio iie.-n 3i3*224
Joao liWqatOB Aiv.n oe a;' uque-
oue, Pa^re Ncbrega c. 28, idt.m,
dem 311)224
Uanoel Cuniia, B.m Jt8u?, u. Uccr,
Kem 313*2:4
Domingo' Abren N. de Va rer.
c-iKs, Bj'Sj dj T loxpliO i. 83,
ifletc.iaem 313*221
Pn louieoo N. Ba'b<;83, dita o. $9,
id m, dem 313*224
Pnihrrpuo N G. Mo.-eir dita n.
8-5, dem, dem 3(3*2!4
Carlos R.ii<-iio & C, Vicaria Teo.-
rlo n. 31, dem, i em 3!'l*224
lose de Raooa L'ipa, dem, i-iem 3i3*24
Mar h Uo-ei a & C M Olila n- 83, dem, Mem 3131224
Vict rino Sliv & c.. V.econde t'o
Felotaa n. 37. iiero, Uso 313*224
Jjr Antoi.io .ie C. Utwleiros, Bom
Jesoa o. 38, idem, dem 313*224
Jj&j P.jrto loo Cvales ate, Con-
roerrij a. 13 dem, idem 3>3^224
loii PV0I0 Coteibo, POlO Affooso
o. 53, dem, i.iem 313*221
Ffo ie-o i. RlneuwC*raeiro,D*.
Puosa c. 19 dem.il.m 313*224
Ja B^libar & O L"gi Jo Corpo
Sar.tn d. 17. 9* d'visio dem 417*632
Dom ngOiJ Pin.o c C. roa Vie-
c.ude laparic.-. u. 35.7.* disi.-ao
quoia, 3.3*224
Bloa'do Acgu.Mo de Ollvetr, roa
a\i Bou Utm. a. 45, 7.* dem,
llm, 313*214
Aotoiio Birba CootO'O. ro do
Vi-onde ce Iaparc--, ns. 42 e
44, 7." id.m.ldes. 3 3*124
Ot Gotee- C. 01 veira, roa rio Ba-
r.'u do Tnofflpbo, o 80, 7.a idem
dem, 3"*2J4
Dortingos R. Lim', 'O BarSo fo
Triooirho, n. fcC. 7.' dem, idem 313*224
L-U'indo G. de Vaaconceil' a, raa
do Bario do Tnoxpbo, u 83, 7.a
dem, idero, 313*24
Joo Antonio P. Andra!'.rugido Ba
rao do Triurapbo, r. 85, 7.* dem
dem. 313*224
afaoutl L. B. ItaTm, ra Dujue de
Caxus. o. 71, 7.a i em, dem, 3 3*224
R. de D'o-ina & C, ra do Bom
Jeeos, o. 6i, 7.a mea), Uea, 313*22*
L .Ule & Libu ia. ra do Com Je-
sos, o. 51, .' dem, idea?,
Fraoctaco de Barros Los, ra rin
Marqoes de Gil da, u. 3, 7.'
ideo?, idpm.
SebaeiiSo Alfea d> S Iva, roa do
Bam J--FUS. o. 19 8 a i-iem. ld-rp,
Medeiros l-a>S- & C. roa dj Mar-
qoet de di ca o. 55. 8.a idem,
dem,
Rijmoodo Seixg & C, ro M-r-
qoei fie Olmda, o. 26. 8.a idem,
i ieu ,
Broao A C, roa do Camroe co, n.
3. 8.a i lem, idem
D.vid Fe rrl a Pono B llar, trate -
aa oo Corpo Santo, n. 23, 8.a
iderr, luem,
Ba ao da Soled, de. roa do Bom Je-
eoe, r. 15 8.a dem, dem,
Mego-rt & C. roa do Marqoei de
Olloda, o. 59, 8.a Kltm, idem,
Fraocisco Ju^e j.yie t>a|o,
roa oo Commrrcio. o. 2i 8.a dem
Ideo,
Sloardo V. ie Birro & **. ra do
Vigarto Tenorio, u. 3, 8.a idem,
idem,
SeOaUao U. do Reg Rarron. roa
15 de Novembro, o. 81, 8 dem
Idem,
Flix B nrfei's, ru do Cemmer-
co, o. 9 8.a desr, iierr,
Fernaolo Barata, ru Vhco de de
Daparica, o. 16, 8 a idem, idea),
Hermenegildo A. taideira, roa do
K1
PUADO
PfiRNAMBUGANO
1
Para
i.-
t.
i
-1.
DECLARACOES
Rect-bedoria do lista i o
Pernambuo
de
De ordem do I Im. S-. Dr. aimioislra o~
3ciei.t.fli.'o -o Stf. cintr.Dai'itis do! lnopoatoa
de industria e proB-fo. comprchendidos ra<
claE8C* o*. 10-44 da tabella anoexa 1 lei do oi-
gamenlo em igor, quj se achara colt-ctado? pe-
la forma constanto das relagOes aoaixo. qoe
nes temos do a*t. 33 daa iaiirocg0e3 de 47 (
J.lno de 1881, Ibes Oca marcado o prrzi fe 15
il; s troprorogavets, con'ir da dala da publica-
gao do p'eieate, pira apresentarem ne?ia re-
partlgSo q'iaesqcer NCUmigOea ou recoreos
para o Toes! o'o do Estado, aob pena de nao ae-
rem mala atieodldo* (ora do referido prazo.
1.a SecgSo da hecebedoria do Kiado de Per-
'lauQD.'o, cm 1 de M=io de 1895.
O ebefe,
Frederco C. da Si.va G.-inarae.
1.a 44 a C asaesArm:xem oo escripiorio de
romm;a-o--a 37:50')*CO0- V t eu ios de navios 7 500*000.',5:000*00).
Coniribuio'e* :
Feroando Leal, Marque* de Olinda
c. 38, 3* dita, dem
Jj. F. Aiva-e8 Qaiolal, Eon Jesos
o. i, idem, dem
Fabril 10 Gomea & Lima, dita u. II,
Matatj idem
Dr. Lao'iQdo de Mrraes Pionelro,
Ia de Margo o. 17. Idem
Aiilocio A. Paes Barrett al- iloU-
taira o. 7, ido ioeni
Dt. Ljorengo Caialcants, Marqaea
de Olloda n. ..., dem, idem
Alfref o Altea da 811ra Frel.e, dita
o. 18, dem, l-ea
Oto'! 1-tre' d-* Ro
1C4*408
1044409
104*408
104*408
104*403
104*408
104*408
Co -Diere o, 8.a idem, Hem.
Roteado de Araojo, -oa do ba-ao
do Tfloaipho, r. 86 8 a (4em, ilem
Daniel Francia :o Pmnai'o, roa
Harcillio Das, 0. 81, 8.a idem,
dem
Resback Bro>, ra do Bcm Je-
8UJ. o 5, 8.a dem. Idem,
E'neaio Kaolcha(k& C, roa do
Bom Jecos, o. 18 9.a iiem, Mem,
M-X llOClleipr. ra do Bm itOS,
os. 16 e (8, 9 a dem. Iderr,
Paolioo de Olneira M.li.raados
Tanoeiroe, 9 a jtorr, dem,
B'aihy Algeldl, ruj Karqoi de
Olioda. o. 51, 9 ilerr, idem.
Hcnrlqoe Borle & '., roa di Cam-
rt er.-u. n. 42, 9 a i lem, Idem,
'Uva GaiaiarSe* 4 C.roa do Cora-
aercio, o. 6, 9.a idem, idem,
Nava Mili & c-< ''"B' do Corpo
ann. o. *'. 9-* ''em, leo-,
M. M, 'U1 do C;mmerCP,
o. 7. 9.a ide-i. Idem.
Beronrrfno G. de Ca-vull". L^rgO
r"i Corpa Santo, o. 13 9.a i'em.
idem.
Wander'ey & BMos, ma do Bom
J'.\ r. 19 S' Iriem. dem,
E C. L'y, roa di Coramerc''-,
O. 29, 9.a idem, tdem,
Cun^a Li-n & C.. na 1o Marqrez
a oinrl', n. 10 7.a i lera Hem.
R. H. Conno'"/* C., roadoCim-
mercio. i ti 9 a Id- m. Mas,
BriMelrnann & C.. 'U d> Co:-
naaQt> p. 48. la iderji. de-n.
Artbur A. Dalla*. ro> do tom-
rrerclo n. 8,12a idem. Mero,
Mello A- VUoto 'na do Bou Jo-
po', n. 28, <2.a 'rie-n, i.1cm,
Pomo-I R-sendo C, 'oa do
Commerd), n. 49, lf.a dem,
idem,
Sooi> Pinb"'ro & C.roa o Bom
J- miu 7 l"'.a idm. Hnii.
oSo de Melra L'o, d.ta o. 40, iJrm
dem
Frnrluco p.ng.io de Brito, dita o.
9, ''''o, Ide"
Tneo Io*i & C., dila n C, Idem,
idpm
Agotl nho Cos'a ft Fiaia Lirui do
Co po San'o n. 9 Hem, ldm
Manuel Perre'r- B "trilo & C ,
B itn Jt"o n. 4 dem idem
Wiifon & C Cortriercio n. 10.
i-ipro, Idem
Blackbarn & C. dlia n. 13, dem,
idem
J n'istoj Pa'.er & C, di a D. 15;
i''em. idero
Niemeyer C^kho, d:t3 o. 55, !dcrr.
dem
Antonio Lola dos Saotoa et C, dita
n. U, Idem. Idem
Lal I-ffiloe, Marqoes de Citada d-
C6,idem, Idem
Jallo & C, Lirpo do Corpo Santo
os. 3 e 5. dem, Idem
Gmpaobia Ag-lcola Mercantil, Va-
co"de de Papsrtca o. dem,
^'dera
Boxtv-"!! "W liam & C, Coromercio
n. 26, 2a dita ldo)
Pe-eir' Cirneiro & C, dita Lf. 4 e
6, 28* dita, idem
Amorim Irm&os. Bom Jeias as. 3 e
S, idem, idem
3(3*224
313*224
365*423
365*423
365*428
365*428
365*418
363*421
365*428
3f5*428
365*428
36 *428
36i*428
365*42*3
365*428
365*4r.8
26i*418
365*428
417*632
4!7*632
4l*31
417*332
417*6)2
4(7*632
417*631
417*532
i
417*612
417*612
417*63!
313*224
4I7*?32
5741244
574**44
57i*!41
575*244
730*356
- 730*8;9
80#j9S6
730*8?6
730*356
7:0*855
730*836
730*856
730*8*6
730*855
730*855
730*356
730*850
730*850
1:30j*100
1:461*788
1:451*768

'rqjecto de inscnpQo
a 14.a cor/ida que se raalisar no
domingo 12 de Maio de 1895
PARSOCoadeJarla IucrnscJanal 1.(50 in.-tros-- Handcap.-Ani-
maes da qualquor psic. Pbkmos: 4005000 ao primeiro, 80OO0
ao aorando o 403000 ao terebro.
PesoQipay 75 kilos ; orothj 58 kilos Pctro^olii e Gisy*na3 50 koi
oada uj, Redames 45 kil-a, Apo'lo c Doarfdilho 40 kilos cada un?.
PAREODoadeldria CVnzclro 1.609 metras. H-r.dcap. Animaos
de 'ernambuco. pbbmio8 : 5C05000 ao primeiro, 1008000 co teguc-
do e 50(5000e.o terueiro.
PesoNababo, 57 kilos, Aventurero Triompho 51 kiios cc?a um, Fenaoo e
Biacoarck 2.* 52 cana um, C mors e Plutao 50 kilos cada un, P.-
ranif.a 45 kilos o os demais 40 kilos cada um.
PAREO Condelaria Badepend*nca 900 metro. Animaea ds
Pernarabcco. PasMioa 50(5000 &o primeiro, &0AOOO ao aegondo
a 251000 ao teroeiro.
Art. 5 NabAbo, Aventureiro, Triampb^ e Feniaao.
PAREO Coaderarla Brazl eir 1.250 metros- Ammaes de Per-
namboco. paninos: 2"0000 ao primeiro, 50(JC00 ao segundo
e 251000 ao teroeiro.
Art. 5.'Os do pareo CoodeUn'a Iodepeoianoia o maia OamorB, PiutSo, Pira
mor, Hirf'n Va s Bismarck 2*.
5.' PAREO Coudelaria Fraternldade 1400 metros--Animaeg de
Poambuco. premios: 3OO$0O0 ao j-rimeir 605C00 eo se-
gundo e OiCO ao teroeiro.
Art. 5.*>Oa do pareo Candelaria Braaileira a maia Beija Flor 2 Fumaba 2-,
Turco 2., Tudo, Ida, Pyrilampo, Furioso. Palhago e Ban-
quero.
PAREO Coildelaria Mova 950 .'metros. Animaes 4e Peroamb-
co. Pkbmios : 2oC|00) ao primeiro, 50^000 ao agando e 25(>L0
ao terceiro.
Art. 5U Oa do pareo Coade ara Fra'eroidad'e e mais Qallioleto, Mailorde,
Conquistador, Bethoiy, Malaio e T.li-pl.' ,-
PAREO Coadelarla Fluminense -900 metros. Animaes de Per-
nambnco. pskuios : 250^000 ao primeiro, 500000 ao segundo
e 25^000 ao teroeiro.
Art. 5.'D* do pareo Coudelaria Nova e maia Pctcouiy, Meodigo, M .sc-
ailet, Ciego, Phariaeu, Viogao'or, Talioier, Mauny Aly.Stoper, Ta
or 2., Balua, Berlim, Yoo e Baralbo.
PAREO Treze de HUo 850 metros. atotsSM de Pernambuso.
Premioa : 25O)JO00 ao primeiro, 5O0OCO ao s jo ando e 253CO
ao terceiro.
Art. 5 Os do pareo CoodeUria Flaminease e mais M*langp, Lu fer, Ga-
nmpeiro, Dublin, Aby.mo, Tiberio, Toimoao, Vioganc;, Enirob?, Ti-
mooeiro, Divertido Dictador e Petropolia 2".
8,
8.
bfl$rva?$s
Nenhum pareo aera cooaiderado realisado aem qoe ae naerevam pelo menoa
4animaes de 3 proprietarioa d fforentes e neoham dos pareos contar victoria.
O proprietario qoe inaorever os aoua animie. para eata corrida, ter d-
reito a umbilbete numerado, por animal que oaccever, qne dar, direito a brinde
no sorle;o de 12 do corrate.
A inscripgSo eocerrar-se-ba tarcj-f da larde na Sso-etarib do Prado, ra da Impetatria n. 23, 1.* andar.
Secretaria do Prado PernambucaDo, 2 ie Maio de 1895.
Servindo de Secretario.
C. de Abreu.
Junta ConiaierciaL
Pela Secretaria da loata Coaimercial do Recite
ae fax publico, que du ame o periodo de lo a 30
ie Aoni ultimo, foram arcbvados os seguales
docomeoios.
Col tractos :
Dj tia^baei Bapiitti Hirqoes Das e Horacio
J j quitn da Silva, sub a urina de Rapnael D.aa
& C, para o coccmercio oe cnap.s oacioaiee e
eatraogelros, oo eslabetecimenio cito 4 loado
doro ua Vii. o'u n. 2, deata cldade, com a ca-
pital de 32:090*000, aeudo a socieaaoe em Qotte
collecltvo.
De Antonio da Costa Campos e Jos Lo.e-
Daa re, aob a Arma de Cosa Campo; & C, par.
o commercio ae calgado. e o.iro tieocos que
coateibam, oo eiabelejmeDlo ?lio roa do
LivrautOQlo o. 10, deoo-uloado Flor do Bocqoe,
com < capital de 117:6"Oj9, codo a socie-
dade em oome coilectivo.
0 Sebas'io fiogueira de M- lio e Praociaco
Nogivira ae Mello, sob a tirina N. gat-ira de Meilo
a I iSo, para o commercio de geoeros de -eli*a
eiu g-Oro e a reUlbo, com o capital de 3:Jt'*.
di catabeleclmeato silo a roa de Saata C oa u.
1, Jai'* cidade, eenu a aooie ale em come col-
iectivo.
De Joao Baptlsia Pinbe:ro e Jalo Aatooio da
Caoba Castello, ob a firma de Joao Bapiidta P-
unelro & C para o commercio de caree de xa -
qae e genero* de ei iva, o eji-btlecimeoto sito
a roa Pedro AnToo-o o. 7 desia tilade, om o
capital de 100:OO*0J0, seado a socieade em
nome collectivo.
Da Jos de 0ivei-a Basto, Alfralo de 0, veira
Bvto e Aoreliaoo Telxeira Batto, aob a rm *-
O. cira Basto & C, para o commercio a- im-
pirtagio em gro'*: (rato de marcadonas eaica*.*
geiras e nacioaaes, eapectalmea.e mia-lea-i e
(arrjgeur, oo arait-'m sito a rui do Uarqaez de
Olio-a i. 17, deeta ciuade, com ocaptul ae ...
2.l.C-42*306, codo a sociedaGe em uoae col-
le 'ivo.
Da B rnardlro Jos de Oliera Camp s e
Caadlo Joc Goetra, sob a li-ma Beroa'dino
Campos & CM para o conme-oio de faz^udaa ou
ouirs quaesquer raercadonas, na eataoeleci-
meoio s:o & roa 1* de Ua'Ci n. 1, 1ce a ct Ude,
com o cap til da 40:C0 JoO, aeudo a f ocie lade
en tione conectivo.
A'-ta da aasemiila geral dos accionlst ie da
Coaipaobia de aeric>8 M3r.tnioos de JefOm-
fre o, reahaada em 15 de Fevereiro u Uni e na
qual forara altera os beos esiaia'of.
Registro ce firmas:
Fo-aui regiattadaa ai eguiuls U ma eacUes:
Sipnael Ds de 0.; B.rooaa Siquein & Biatos ;
J. SiVado & C ; A tolo P^reira de aj-i-pio ;
Braga & TravaaaO' ; e "e uardino Campoa & C.
Expeio-se caria oe rtatruoli ce cEinerciao.
te deata praga a J.ac Fe.Qjulea de Azeveio Va
loogueirc.
S^ceUrla da lucia Goasmercul do Recite, 1
leM.io de 1895.
O Secretarlo.
Joiqoim Theatcum S a-es de AveHar.
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermio
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos

Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
malquer communica-
(jo ou reclama^o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
*?, ondetambemsere-
os
*-l ** -*% j-j *ryr% -% *a rw O
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Tr-ns.l) pe po&te da Ios-
Vista
O Dr. Prefet do municipio d R cife man-
da faier publico que i aciia resanelendo o
traosito pela p.nte a Bia Vista para tolos oa
veh estos o animaer.
Hecrea ia da P-ei-nu a Manicipal do Recite,
3 de Maio de 1895.
O secretarlo
los ftaqum Ftrrera dt Rocha.
Icscraucc; Coiupany de Li-
verpool
CAPITAL 800,000
rSfiss-rssim as.
LAItO DA COMPANIHA N.6
SEGUHO CONTRA FOGO
COMPHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicio financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
" eceta annual:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &C
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
COUfAMHlA
Ceatro Commercial
4 coamala ie (aMtal ntfW
Sao convida-loa oa Srs. accionistas a f-z rem
a 4' eol-ala na razao de 10 O/o do capital toba-
eripio, deotro Do pr*zi de 30 dus. acontar
letta dati, do Eanco de Pernambaco.
Macelo. 30 de Abril de 1895.
Oa ditectorea
Tiborclo Ahea de Carvi.lto.
Boaventora Amoro}.
Pedro de Albelda,
nitm 71
Seguros iViaritimos
As directoras das
Companhas de Seguros
Indemnsadora, Phenix
Pernambucana, Amphi-
trite e Tethys, desta pra-
ca, convencidas como
algumas das suas con-
generes do Sal da Re-
pblica, conforme circu-
lar recebida, de que os
seusnteresses sao gra-
vemente comprometti-
dos pelos continuos e
excepcionaes prejuizos
nos seguros de assucar
em saceos embarcados
quer em navios vela
quer em vapores, parti-
cularmente coi destino
aos portosdo estado do
Rio Grande do Sol re-
solveai a contar do dia
10 de Abril prximo, s
effecluar seguros de as-
sucar em saccoirpara os
portos do referido es-
tado, "lira de avaria
particular", o que fazem
publico para conheci-
nienlo e governo dosin-
teressaaos.
Recife, BO de Marco
de 1895.
Pela companhia In-
demnizadora,
Joaquim Alves da Fon-
seca.
Alvaro Pinto Alves.
Pela companhia Phe-
nix Pernambucana.
Luiz Duprat
M. da Silva Maia.
Pela companhia Am-
phitrit
4rthuragusto d'Almei-
da.
Joao Jos d'Aniorm.
Pela companhia Te-
thys.
Baro de Souza Leo.
Thomaz Comber.
Julio C. Paes Brrelo.
SEGUROS MARI TIMOS CONTKA
FCGO
Companhia Phenix l'cnianjbu-
cana
fUA DO COMMEBC10
SSGRO CONTRA FOGO
m immi mmm::::;::;:
IUITH
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital 1.800.000
(Rs 84,000;000000)
SEQUES EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BIXAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PBEJOIZO
Sem descont
Agentes
Companhia \ortli Brctish & 11er
eantil e lnsaranee
Capita. subscripto 3,000,000 0a O*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
BBCEITA ANNUAL
De premioa contra
Fogo 1.495.418 10a S*-
De premios sobre
divida 992.379 6* 1
2.488.196. 12- lld
N; B.A reparticao de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, no
se responsabilisa pelas transaeces fai-
fas pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
_______________________.------------------------*...... -----
Es'rada de Ferro de Ribei-
rao a Bonito
De ordem da Directora convido aos Srs.
accionistas d'esta Empreza, para se reun rem
assembla geral orJinaria, no dia 6 Je Maio.
na s.le da Asancingaj Cornmcrcfal Agrcola,
alim de tomar conbecimento do balango e actos
da adminiatragc- relativos ao anoo hndo, as-
sim como proceder-se a eleigo dos men.bros
da commisaao fiscal- --*
Recife, 16 de Abril de 189o.
Manoel larneiro da Cunha,
BBMB Secretario.
MPAHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
DA DO VIQABIO N. 1,1. ANDAS
Directores
Bario de Souza Leio
Thonian Comber.
Julio Cesar Taes Barretto,


Diarlo de Pernambnco ^exta-f eir 3 ci aio de 1SQ5
AH
III






H

1

I
1
n



i





an
Afericao de pesos e medi-
das
Fas-se publico a qcem interessar, que doli-
te o curreut mei, dai 9 1/1 boras da maobS, s
31/1 it. (arde, no andar terreo do paco muni-
cipal, serao feilaa. in< dlante pagamento do re-
ferido imposto, afarif.Oes de petos, balanct a e
medid.if. dos estaba! acimentos commeroties,
sitos na frugnenas da Graga e Afogados, tican-
do tu;Mto8 a pagamento de multa oaqoe vietem
aferir depoia do praso supra indicado.
Secutarle, da prefei'ora muniripsl do Recite,
i- de Maio de 1895.
O aecretari
__________Joaqum 1. FerreiradaRoocha.
00MPANHTA
Exploradora de productos
calcreos
ASSEMULEA GERaL EXTRAORDINARIA
Convido u todoa oa aeoborea accionistas des'a
compre hia a reooireiu-88 em assembla geral
extraordinaria no dii 17 do correo'e, a 1 tora
da tarde, no sea escriptorio ao caes do Apollo
o. 73, aflu de tomarum conb cimento de om
inctdecte occrrldo ra ro'locac&o do empre li
no por debeotures i que estar a directora
autorieada.
Recite, 1 de Maio ce 1895.
Rodrigo Carva'hO
Secretarlo.
t n .i.
Vencravel
Confraria de Santa Ri-
ta de Cassia
De crdem do coostilbo admiDi-irativu desea
teneiavel conlraria, convido a todoa os nossos
caris imo3 irntsoa para comparece'em em o
Doaeci consistorio n 10 boras da manba de do-
mingo 5 di) corrente, para em numero legal e
em reanifio do coledlo representativo, proca-
der-?a a elelc&o dos faocclonarlos que teeoa de
regd i rresma confiara no >nno cornpromesai
de lti Consistorio, 3 de Halo de 1895.
Maaoel da Niacimeao Reg M jntelro
Secie ario.______^_
s:u. f.
Sooiedad^nio Familiar
De ordem do S\ presdante, convido a todos
os stictaorts socios a ccmparecsrem no domingo
6 do correrte, as 4 boras da tarde, para em
assenbia gertl tlcger se o tbesooreiro e vi-
ce-d:lo.
Secretaria da Scc'udade Uoio Familiar, en 3
de aio ds 1893.
O secretario
_______________Joao B. G*lvao.
Confraria
DO
eoiior Bom Josas da va aera da
aiats Croa
Da ordcm da mesi regedora, convido a .odoa
os carisslmoB rmats para comparecerem em
C08EO consistorio revestido de teas habitat afim
de encorporados acompantiarjioa a proas-So de
S. i Mi a'Agona qu i devera sabir de con.ento
de S. do Carmo pelas 3 boras da tarde de
domingo B do corrate.
Coosiatorio, 3 de Jiaio de 1895.
O escnv&o
J Z.1 ios oe Figuiredo.
mi-
GflmpsBfia Penaiicain
jipo
Fernando de Noronha
O paquete Una
Commandante Carvalbo
Segoe no da 41 do cor-
rente s 4 boraa da tarde.
Recebe carga.'-'encom nendas, passagens e di-
nbelro a frete, at s 11 boras da manba do da
da partida.
Cbama se a altencSo dos Srs. carregidores
para a clausula 10.a doa conbecimentOJ que a
seguirte :
No caBO de baver algoma redar ac.5o contra a
Compannia, por a varia oa derda, devtf ser feita
per eacripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depols de liuali-
ada.
Nao precedendo esta formalidade. a Cornpi-
ntiia tica iaenta de toda a reaponsabilidade.
ESCRIPTORIO
Ao caes da t'c ipanhia Pemambucana
o. 12
Prnce Line of Steamers
James Kuott, Newcastle-
cu-Tyne
i.inha regalar entre os Esta-
(s-lnldos e o Br azll
B esperado de
Mew York ateo
da I de M-io
e eabir depoie
da demora ne-
cesBana para
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Carib Prince
Tem ptimas acsomodacBes para passa-
geiros e Iluminado i las elctrica.
Para cargas e pi'eens trata se com os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Ba do Ccmmercio n. 15
Hyate
FO byate nacional Jondlahj recebe carga
gara o Cear e Camoclm, cflVrecendo aos carre-
gadores a vaotagem de 10010 da abate sobre o
frete do costme, tratar: oo eacriptorio de Ma-
noel Jeaquim Pesea, no Recite.
CHA8GEIRS REUNS
CompaDhia Fraoceza
DE
IVaTegeeSo a vapor
Linba regalar entre o Havre, Liaboa,
Pernambnco, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
OTAPOR
Ville de Buenos-
Ajres
Commandante
Prand
E' esperado da
Europa a' o dia
S de Mato, se*
guindo depoia d
indispens.vel de-
mora para a
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Roga-se aos Srs. Importadores de carea palos
vapores desta linba, qoeiram aoresentar den-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
aarengas qualquer reciamacao concebente a vo-
ornes qce por ventora tenbam secoido para os
portoa io sal, ajm de se poderem dar a tempo
as providencias necessarias.
Expirado o referido praxo acompanbia nao ce
csponsabllisa por eitravics.
Leilao
De ganga para vestiao de montarla, estampa,
madapoloea, cbltas, algedOes e ou'.raa fazeitdaa
variadas.
Sabbado, 4 do corrente
AO MEIO DIA
Agente Pinto
RA DO BM JESS NUMERO 45
Leilao
Da 2C0 saceos com farello deacarregado de
bordo d vapor ingle Crele*, com avarta
o'agaa do mar, existentes no trapiebe A. Bailar.
Sabbado, 4 do corrate
A'S li BORAS EM P KTO
Agente Pinto
llfOIeir
Leilao
Recebe carga:
a tratar com o
AGENTE
M.TJTIMOS
Lloyd Brazileira
O vapor
Olinda
do mesroo.
f *'I ^:"
\ E' (Bperado dos portos
do sal no dia b do cor-
r- reste, seguir para os por-
tos do norte no dia t
C VAPOR
Planeta
li' esperado dos portos d o
norte no da do crrante, se-
,gnlra para oa portes do sol no
Idin s do mesmo.
As encommendas aerSo receidas ate 1 hora
da Urde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Ca;s da Companblt. Pemambucana q. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a ana atteocao
p?ra a clausula 10 dos coobeeimentoa que 6 a
ae-tiate: ,
lio caso de baver algoma reclanoagao mira a
conpaobia por avnrlas oo perdae, deve ser feita
per escripto ao agente reapectivo do porto da
descarga, dentro de tres diaa depols de Bnali-
saiia.
Sao precedendo esta formalidade, a rompa
cbui tica isenu de toda a r- sp^nsabllidade.
Ai paessgens s o tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 31/3 boras da tarde do dia da sabida
do vapor.
Atlencao
As passagens pagas a bordo custam
rnaia 15Vt
Para carga, paasagens, encommendas e valo-
re! trata-se comon
AGENTES
Pereira Carneiro 8t G.
6RUADO COMMERCIO-6
1* andar
O vapor noruegaense
Argos
E' esperado i
Mootevdo n'es-
tts piacos das
segaindo depoi.
Santos e Paranagu
LINHA MENSAL
O paquete Orehoque
Commandanto Le Gall
E' esperado das
portos do sul oo
dia S d-. Mato, Be-
guindo denois da
demora neceesa
ra para Bordeaos, com escala por
Dakar e Lisboa
O paquete Congo
Commardante Roasignol
E' esperado da
Europa at o dia
4 de Maio, se-
goindo depuis da
_________ demora necesaa-
ria para t
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ajres.
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer
cadorias roe s6 se attendera a reelamacoee por
(altas, que forem reconhecida* na occasiao da
descarga dos volumes ; e qne dentro de 48 bo'
na a conar do dia da descarga das alvarengas-
dever&o faxer qoalqoer reciamacao concernen-
te a volumes que porventura tenbam seguido
para os portos do sul, afim de serem dadas a
tempo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresen
-em na vespera da ebegada do vapor para toma
em as soas passagens.
Para earga, passagens, encommendaaedinbel*
ti a (rete tratar com os
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
De 24 cadeiras de junco, 1 mesa elstica, 1
espeibo oval, 3 qiadroa grandes com moldara
doorsda, e 1 Qteiro de amarellu para guardar
Citen ilas, pertencemes a Joan Mayer e pei.lu-
rados por exeengo dos Sulzer KaotTmaQ & C.
Sabbado, 4 do corrente
1 lata de roapa usada, (aretes, lanternae. jarro",
fuadres, facas, garios, colberes, copos e ontros
movis, patentes no ae'o do letiao.
AVISOS DIVERSOS
Alaga se om pequeo compartimento com
um qoarto ao fondo, propr.o para oarbeirn, sa-
pajeiro, talho, etc., a ra do BemQca n. 4 :
tratar no n. Magdalena.
Tambem se aluga urna loja de funileiroa I
m ou sem ferrameota, na mesma roa e c>o
j-eguesada : i tratar no mesmo d. 6, kUg'aJ
ena.
Prec sa-se de urna ama para cziebar e om
criado; roa do Ara/do d- 33.
f^ Precisa se de oaa peri a engommadeira
a tratar com o porteiro do Arsenal oe Mannha
_______ --------- rn^sBsisassiiiiBssaBB>aaBssssvsii*>>siaaBsa*'
^O fiscal de S. Jos Antonio Luiz do
Reg Barreto, venha ao Pateo do Paraizo
tufe,________________________________
Preciss-se Se ama ama na roa do AragSo nu-
mero 19.
Cotinbeira
el n. ?S.
Ama
precis >:e de urna na ma do Faa-
SUPERIOR QALID4DE
YENDE-SE
mais barato do que em
outra qualquer parte
1 NO
Caes do Capibaribe ns. 30 e 52
r
A's \\ horas
SO
psra
Para carga, psssagens e encommendas trata-
se con oa ___
AGENTES
fereiri Caraeiro t C.
RUI DO COMMERCIO N. 6
1.- andar
Prince Liae of Steamers
ames tnott Sew amle os
Tysie
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Loados e o
L' esperado do sul at o
dia 14 do ccrrenle e sabi-
a depoia da der:c:: n-
'cesaaria para o
Pari c New-York
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Psracargas t ata-se cem os
OontignatarioB]
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commereio n. 15
loyal Haogarian Ssa Nafigatioo
Company Adria Limited
O vapor bangaro
Klmn Kirly
E' esperado de Trieste at
at o da do correle, se-
guiodo depols da indtspen-
savel demora para os portos
da
Rio de Janeiro
Bahia,
Flix Bandeira
9Roa do Commereio9
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfschiffahrts-Ge*
sellschaft.
O vapor
Paraguass
Espera-sn da Europa
al p dia de Malo, e se-
guindo depciB da demora
necessaria para
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Entrar no porto
Este vapor illominado i luz elctrica
offereoe ptimas aooommoda$Soa aoa
9ra. passageires.
Qnaesquer reclamacOes e serio attendidae 48
boras depols da ultima descarga do vapor na
Alfaadega.
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & G.
18Ra do Commereio18
1. andar
Bant Lino tf stmnuns
E' esperado dos
portos do norte
at o dia 4 do
corrente. segoia-
do depois da de-
mora necessaria para o
Para e New York
O VAPOR INGLEZ
armazem h roa 15 de So
vembro d. 3
ANTISA DO IMPERADOR
O agente Oliveira, por maodado do Exm. S'.
Dr. joir de direito do commereio, levar a leilao
os movis cima, os qoaea foram redorados
por ezecoc&o doa meamos Saiser K'iuffmaa A
C.. coutra Joao Hi>ver.
Agente Pinto
Leilao
De 1 vacca tonrina e S garrotas
Sabbadot 4 do corrente
A' 1 HORA DA TARDE
Em frente ao armaiem da roa d*> Bom Jess
n. 45, onde baver anteriormente leilao de cba-
pos e faaendaa.__________________________
Grande liquidado
Leilao
Da cbapos de palba para senboras, toiets
para meninos, cbapos para senboras, formas,
cbapoa de castor pretoa e de corea.
Sabbado, 4 do corrente
Ao mel dia
Agente Pinto
RA DO BOU JESS N. 45
Por occasiao do leilao de faseoJas avarladas.
Antonio Henriqne Marra
Sebastiana dos Santos lafra e u filio, sea
sogra, conbadas e irmas, reabo^doi pela coad-
javaca qoe ibes pres'.aram os I tms. Srs. suar-
das oa Alfundeg e Maooel de Oiiveira Braga, ,
por occasiao do fallecimento de seu eposo, pai,
Qlbo, irmao e coobado, A tolo H-n-iqce Mafra-
agralecem aos mesmos senbores e a todo- o?
qoe satdignaram acoaipanhar os sena restos
mortaes ao cemiterio publico, e os coovidam
para aasistir as mi3.-aa que pelo sea etern re-
poaso serio celebradas no dia 3, s 7 1/1 boraa
da manba ua igreja matriz da Boa Yista.
Attendite et t-
dte I
Jos Samuel Boteibo. fabricante de bouqnets
o maia apurado goeio, para casamento, bapti-
sado, ou outro qoalqoer acto, pode ser procu-
rado roa da Caqeia n. 43, loja de aeeiro, ou
na ana residencia, roa da Conceic&o n. 3, Boa
Vista.
_
Caixeiro
jfPrecisase de um com pratica de molbadoi, da
idade de 14 a 16 ancos, e que d cotibeclmento
de sua conducta; a tratar na ra de Santo Anaro
o. 5A.
t
Alugam-se
Alugam-se plantas e tambem vendem-se, na
roa do Sebo n. 2, de todas as qaalidadea a gos-
' to dos compradores, assi n romo bastaffles Caro-
linas principes para sombro oa arreados.
A o commereio e ao publico
Joaquina Amonio de Soaza estabelecido com
An.a Xore Ferrclra Morelra mercearia i roa PeiippeCamarto d. 171, an-
Maria Oloeana fe-r.Ira oa coDta. Jos Anas- "ncia ao respniavel corpo commerc al e ao pu-
ta "o FeVreira da Oosta, saa malber e Bltos,! buco, que extstindo nm oatro commercunte de
Andr Ferrelra da Coala, sua mulber e Biboaljig". notne, desta dala por dianie pasea a aesi-
Miria Ferreira da Costa e Anastacio Ferreira da gnar-se
Agente
2-
Oliveira
Cosa, mandamrezar roisias no dia 3 do corren-
te, Da mains da Boa Vista, a 8 b^ra, por alma
de sua p-ezada trma e ta. Auna rljbre Ferreira
Mjreira, fallecida no Rio de Janeiio, para cojo
acto convidan os seos prenles e amigo', ante-
cipando a todo> os seos agradecimentos.
Joaquim Jul'o de Souza.
Recife, 3 de M,-io de 1895.
Prec 81-se oe urna ama ; a tratar a ra Ba-
rao da Victoria n. 65, 3- ar d,r.
i
Hilary
Para carga e passagens trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater Sf O.
Ra doCommercio n. 15
LEILOES
e Santos
e di-
Psra earga, passagens, encommendas
cheiro a frete, trata-se coui os
AGENTES
Henry For&ter & C.
Roa do Cjmmercio n.
1- andar
8
PaciOce Steam Navigation Gen
n
8TRAITS OF MAGELLAM LINE
Os paquetes magnifisos
Orina e Oropen
AELICES DOBRAOOS
Primeira viagem este porto
Oropesa
Espera-s d o
sal at o dia de
Maio e seguir
depois da demora
do costme para
Liverpool com escala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
Estes magnficos vapores (6m ptimas
sccommodfcjBes para passageiros.
Para carga, passagens, encommendas e dinnel-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Wtlsoo, Sois i C, Limited
10RA DO COMMERCIO-10
1* andar
Sexta-feira, 3, deve ter lugar o leilao de
. ovis, espelnos. louca e vidros, no sobrado da
ua Nova n. 43.
Sabbado, 4, s 11 boras em ponto o leilao
de far* lio a variad o.
Ao meto dia de sabbado, leilao de 'alendas
avarladas.______________________________
Leilao
De i piano lorie. 1 ilca mobilia austraca -om
1 sota, 1 ettaeers, 4 cadeiraa de Dracos e 13 di
tas de guarnico, com ptlblnba do encost, 1
estante psra msica, qaadros, 1 estante para II-
vros, 4 Jarros, 4 cas'.icaes e mangas, 4 balas, 3
arandelas a gsi, 3 espelbos, 7 tapetes, 5 pratos
cbinesM.
Urna mesa elstica, louca. viiros, garrafas,
compoteiras, frueteiras, 1 cofre francs e mul-
los ontros movis de casa de familia.
Sexta-feira, 3 do corrente
Ageie Pinlo
No 3 andando sobrado da ra Bario da Victo-
ria o.|43, entrada pela ra das Flores
A casa j ea alagada.
Agente Silveira
2- leilao
Do engenho Boa-Es-
peranza
Sabbaio, 4 de Maio
Ao meio dia
15
Das dividas activas perteiceotes a massa fal-
lida de Alvea ua Costa & Filbo. na importancia
de 48:; 33/980, sendo que 16 893/430, sao em
ttulos, constante de letras, etc.
SABBADO, 4 LO CRREME
A'$ 11 Aoro
aro armazem roa l& dlo-
vembro n 39
AMIGA DO IMPERADOR
O agente Oliveira por mandado do Exm. Sr.
Dr. juiz de direito do comme-cio e a requen-
mento dos syndii.es da massa fallida de Alves da
Costa & Filbo, levara a 3' leilao todas as dividas
perlenceotes a mesma massa onslanle de Min-
ios, etc.
Os Srs. pretendentes des le ja poderSo exami-
nar a telacSo e litlos que ce acbam em poder
do mesmo agente.
Joo Francisco L.-ile
Leopoldina Soarea Lelte, Antonio J.
Soares. Carolina -Ja Silva Marqoes, Ma
noel francisco Lelie, p.dre Antonio
Francisco Lelte e An' a Leite (ausentes)
agradec^m do intimo (.'alma a todas
a pe-soas que se dignaran acompaonar ao ce
miterlo publico o co:po do sea senpre cborado
esposo, pBdrasto e rmio, e de n -vo convidara
para aaalstlr -*s mlasafl qoe 8s t#em de reiar ua
matrix da Boa Vista, seeunda-leira 6 do corren-
te, s 7 l/S boras da mabba, stimo da de seu
parsamento.
,mSBBBSSSBBBBSBBl
Leilao
De 1 plano, 1 mobilia com 1 sof. 3 consolos,
4 cadelras e 13 de guarnico. 1 espeibo oval
doorado, grande, 5 lancaa para cortinados, 3
jarros para fljres.
Urna cama francesa, 1 toncador com espe'bo,
1 lavatorio com pedr?, marque sao, 1 meea tor-
neada.
Urna mesa eiaat.ca grande, cem 4 taboas, 1
guarda looc>, 2 aparadores e ootros movis de
jasa de fbcnli*.
Terca-feira, 7 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
No 1 an'iar do sobrado d ra Velba de San-
ta Rita n. 40.
Agente Pestaia
Leilao
De nma excellente caaa larrea sita no Ambol,
do lado do rio (Casanga), rodeada de janellaa e
calcada, edificada 6m terreno proprio, com 2 Ba-
la 2 joartos, costaba ao lado, medindo de fren-
te 70 palmos e 180 de fondo, todo o terreno ;
reodeodo annoa.rcenie 400/000 : a casa tica vi
sinba ao Sr. Virgioio Trajano e acba-se oceupa-
da pelo Exm. er. Dr. Argemiro Oalvao.
Terca-feira, 7 do corrente
A*S 12 HORAS EM PONTO
No armazem a travesa do Corpo Santo
n. 27
Para qaaesqaer loformacOe', com o agente
cima._____________
So
ua
armazem b. 4i da
de Xovembro
O cgente cima, por alvar do Exm. Sr. Dr.
juiz de direito do civel e com a sua assistencia,
a reqaerimento de D. Jalla Aves de Almeida
Frenas. Inventarame dos neos delxados pelo
tinado Dr. Joaquim Avres de Almeida Freas,
levar a leilao o eogeobo Boa-Esperanja, per-
lencentB ao espolio do mesmo finado, e situado
oa comarca de Panellas de Miranda, o eogeobo
moeote com agua, copeirc, com moeodas de
ferro, casa de telbas, asaeotamento constante
de seis iacbas, grande numero de formas de
madeira, dous calxoes para deposito, alambique
de cdbre com deposito e-seos perteoces, em casa
de telbas, casa de vivenda de tljollo e taipa. co-
btrlSh de telbas, sendo qoe a sua demarctcSo
constante da esciptura de compra e termo judi-
cial, est em mo e poder do mesmo agente
para que os licitsntes possam conbecer, e mala
cinco cavallos novos ; finalmente qne o engenbo
vendido com a safra anda nao rolblda e a
vindoura ja fondada, respeitando-ss es direitos
ados rrsdores.
Os pretendentes podsm procurar o mesmo
egente na ra Dnque de Caxias d. 41,1* andar.
Agente Oliveira
Importante leilao
Do expeliente e g-aode sibrado de 3 andares
e sotSo, sito ra di Imperatrs n. 34, todo de
axjlejo, feito a moderna, com cornija e pa.-apel-
to, escada de volia al o 3 andar, Bolleiras de
marmore, agua e gaz encanados em todo o prt-
dlo, taodo os commodos segoiotes : o andar
terreo grande armazem com cosioba < xlerna e
grande quintal todo murado, lendo parte ladri-
Ibado oode se acbam eilcadaa 3 caaiohas de
'pedrs e cal. com cornija e porta, arborizado ; o
! andar, 3 portas de frente com veranda de fer
ro corrida, 3 grandes salas, 5 qoartos, cosioba
ex'erna, et?. o 2*. com oa m smos commodos
do 1 ; e 0 3o, 3 grandes salas, 5 quaros, gran-
de terrago com gramil de ferro e sotSo.com 2
salas, 2 quaros, coa nba, etc.
Quinta-feira, 9 de Maio
A's li horas
%o armazem roa f & de So
vembro n. 39
ANTIGi DJ IMPERADOR
O asente Oliveira, por o andado e assis'eacia
do Exm. Sr. D\ juiz de direito de o.'pbos, le-
ta'S a leilao o Importante sobrado cima des-
cripto, a requerimeoto do inventarente dos bens
qoe flearam por lallecimenio de D. Maria Roa
da Silva Lemos.
Os Srs. pretendentes desde ji poderSo exami-
nar o referido sobrado- _____
Agente Silveira
Leilao
De movis, Icugas, qaadros e jarros
Seganda-feira, 6 do corrente
Ao meio da
N casa o. 6 roa Bica, em Olioda
O ageote cima, por mardadado e com asis-
tencia do Extp. S\ Dr. jai de dir to do ct
vel, a requenmtnto do reapectivo inventaren-
te do espolio de D. Adelaide Eadoxls Lis'do
Reg, levar! a leilart 1 mobll'a de janeo cooco
los cem pedra, 3 espelbos, 1 commoda, 1 mesa
para jantar, 2 guarda- comidas, 1 marqoea
grande, 1 dita pequea, 1 toilette com pedra,
cadelras da bataneo, espregolcalelras, relogio,
Cacilda aoatnmas Blbeiro Morelra
karia Joaqn'ca oo MnJi-nja Ribeiro e seus
filbo roavidain aoa seua prenles e amigos para
asoistlrem a missa one mandam ceietrar na
matriz da Grca, por ulma de soa desditosa
Riba e Irma, C-cilda Joaoni Relo Morelra, as
8 boras da maob de te-fia-feira 7 do corrente.
stimo da do seu passameoto; por este acto
de reltgio e caridade se enfes-am eternamente
agradesido. _______________________
Ama de leite
Premisa-s de urna com urgencia, paga-se
bem ; a tratar ro n Sinlia^o ra de S. Miguel
o. 15, en Afogtdoa.
Ama
Precisa-Be de urna boa eiBinbeira; na ra di
Boa Vala o. 18, lc andar.___________
ttencao
Quem precisar de um excellente piano da
tres corlas e quasi novo, do acreditado fabri-
cante allemo Cari S'he^i in Ca*rel; dinja-3e
roa do AragSo o. 41, das 9 da maibi s 5 da
tarde, para ver e tratar.
Ao commereio
Nunes Fonseca & C, communicara que dei-
xou de ser seu empregado o Sr. Jos Maria
Dias da Costa, desde o dia 30 de Abril._____
Eogommadeira
Precisa sa com ramela de nma boaengom-
madelra ; na roa Visconda de Cojanca n. 307,
Eolroncamento Paea-ae bom ordenado.
HOJE
Sexta-feira 3 de Maio
Dia designado em todas as semanas para a
quidaco de diversos arligos na loja e
mazetn das Estrellas : a saber :
li-
ar-
tJfMadapol&o para noiva a 15500 a peca.
Dito a mericano com 22 metros de
200000 a 10000.
Meiaa inglezaa para homem a 70000
a duzia.
Gbahemira escoaeza de 2 largaras de
45000 a 10000.
Ditas de 2 larguras e de todas as coras
de 20500 a 10200.
Caaemiras inglesas de 8SO0O a 3500 e
40000.
Casacos de Jerseys para menina-a 2S0O0
e 20500.
Cortes de cambraia de 258000 a 7$0C0.
Ditas de linn de 501000 a 15SOO0 e
200000.
Camisas inglezaa com pequeo toque de
mofo de 120000 a dusia por 60*000.
ColIariohoB Celluloide
duzis. a 48000.
de 18000) a'
Sahidas de baile da 48000 a 18000.
Gangas adamascadas de 500 rea a
res.
Gnardanapos de 6800 a 38000.
200
NA LOJA B ARMAZEM DAS ESTRELLAS
Ra Duque de Caxias 56 e 58
TTRARIA
ZHBMS attraBB
25 Ra de Malhias de .Jbuquerque 25
( AIVTIGA DAS FLORES )
UNTA 8 CDRKS
E LAVAGEM
TINTURA PftKTA
AS
Tercas e Sextas-feiras
Tinge e limpa com i. maior perfeijSo toda a qualidade^de esJ0_f>
em pe 98 ou em obras, tira o mofo de fazendas todo o
maqumismo aperfeicoado at hoje conhecido.
:?
e fazendaa
trabalbo feit" por ma'.o de
VIJIllllO DI) IIWIJIN
Continua a manter em seus depsitos completo sorlimento de utensilios paraa a Bina
dando sempre por precos mdicos; n ..____.., ,.kj.
MACHINAS A VAPOR de direrentes sTStenfts e tamanhos de Robmson e outros fabri-
*TTltOP O f* z *\ z e*V1llfi3
' CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcherpara funecionar com o ofogpas or;
aalhas J^gg^ A VAI>0R Comish typo loconioti,"para funecionar com lenha e bgacc-
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas. _
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadag ,e caldea-ls.
ARADOS de differentes systemas,
MACfflSAlMrTdSiValgodo de 14 a l serras com alimentadores e empastadores
a TOnted^da(fjXTreccao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto^ClaJ yantajosa.
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem.de grande numero>de
Uzinas funecionando neate Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao a
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meioe apparelhofl de vacuo ; _,.H. _
D1ST1LLACOBS completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo u, para grande e
peiuenas fabrica. __ ^
52-KA BARAO DO TRIUMPH-52
*






t


**a
Piarlo de Pernambuco exta-feira 3 de Mato de 135
'Realmente a invencao
nao m
' 0 nnblico ia vite cansado da leltora re Unios
reclames, oos tendo razio de ser e outros. .
laoiivo para tserever, porem d que temos iim
aosto extraordinario as eecolhas de nosaaa i'a-
>n1as e ane recebemos teoos os meies aien-
da Boas coinpl >'meote descoonectdas do mer-
cado pjeclsamus descrevel-as e erperarmos
Dla visita de lodos para realcenle vurem se o
iioaao re lame oo nfio pura reslldade.
Eaiamos sera competidores.
3edas de core', arrepiadas na ultina moda.
Vaidosaa.
.SeMas de coren, cblfooFte, sistema cescoGbect-
do.Suspiros qoe vao e vem.
Cachemira de c Jree, de cordao, ultimo goato.
Bom brdelo,
iddas preas, i #1)00 o coTado.
I'c.ooiiiho macio, una cambra a, 10 varas, 5^0
a pifia.
lino tecdo de cres, coto salpicos. Sirandlnb.
Hadar olao em caixioba, espenalidade, 15#0CO
a pi 5a.
St":as de corea, Pernambuco na Pont.
l,ds com listras de sJa, Adeia.de, 3#500 o ce
vado.
1-.ns com listaa de seda, Elvira, MOOO o ce
vado
Lana com listras de seda, tfurak, SJMOo co
vado.
Cacbitniras de cores. Tenbo chimes de ti, MOOO
0 covsdo. -r
Lias com lpicos, As Tremaras, "WW o co
vado.
SJas, paltoas oovos, As aosras, i#80O o co-
vado.
ESJas, tecido de ,;orgorto, Hei de amar-le al-
morrer. 6#000 o covado.
cibemira prea e de coree, K4o quero amores
3#5l.O o covado. ___
Cuitas escaras, Hampaio molle, 0 ris o co-
vado.
Cblias claras, 6 de Marco, 800 ris o covado. -
Chitas esotras, Hija po, covado 500 ris.
Phantaiia, Nao mu toque, 800 rea o covado.
Cieonea, a flor da baile, 500 ris o covado
Lindos padrote ue cassas ae cores, Lydia, *tw rs.
0 covade. ,
Cietons, Saropaic doro, 600 rea o covado.
Ditos, Gito de ti, 480 ris o covado.
Ditos, Pucaes, 800 ris c covado.
Di ios. Trajo de auno*. 400 ris o covado.
Ditos, Hernarda. t0# ris o covado.
Ditos, Regocia, 4110 ris o covado.
D toe, Florwno Peixoto, 500 ris o covado.
Di os, Prudente de> Uoraea, 500 ris o cavado.
Duis ce m bada, Deodoro du Fonseca, 700 ris e
COVdlIO.
Di 03. Republicanos, 700 ris o covado.
Meri; 6^ preoa para hatiaa.
Di os cor de cal p.ra batioa.
Gri de sortimento de merinos prelos e de corea,
lisos o lavtaoo.
Veibutina de tavatfi is cores.
Su-iP, completo 8.irtio,eQto
Lindo omnenlo de cambraias bordadas.
Corlts je vestidos brancos borlados.
Ves idea em carloea bedados a teda.
Pbi ita. la, Beijoa 00 amor, 11500 o covado.
LUl o sortimento de tknua para senboras c mo
nicas.
Expenlo sormeoto de lateadas prttas para
1 Semana Sania.
Capeles com veo tara noivas.
Peili.OE de Hubo, litos e Lordados.
Grii.de oriimt-cio Je bljooterias.
Par nos de crocbet para eofi e cadeira.
Novo aortimebto de praviaa.
Gocple o Borumento de espartilbos.
Ci.roi.-ar buro.d* para noivo.
Pon; os e collirlubo?.
Can Bas o liato biancas e de cores para homem
Ventoado. para baptisado.
Btltas de mo, iDR.ezae.
Malas pa:a viagem.
laf*tea para ao' cama.
Sotr> tuo de orna B duaa vistas.
Ditos de borracha 1 ara borneen.
Car.aa de borracha para senbora.
Cat:;s..s brancas para meninos.
Vei3rioE americaics para neneos c menlacB.
Chambres.
Gas r da t.
Flane'ia la e de lisirae.
CDsks prelos.
Cortisa;:.ea de croctet para cama.
Cortnau de croctiet para jaoella.
Cortinados decaxbria para cama.
Haiuttbaa de eda rretas e de cores.
Ditna de Blgoaao pietas e de cores.
Can leus ae la paia bomem.
Cchena?, colchaa e cobertores.
Cohertotes americanos, !#800 om.
BaM encarnada e.izoi.
Cortinados de c6ref para cama.
Liaoa cortes de cisemira.
Caseroir^s em pecan pretas e d 1 cores.
GraDde sortimento ie roopas eitas pare Domen:
Retpas feitas per medida, perita tesonra
Cor;c8 de fustSo branco e de cores para colleta..
Atoii.nadode liubo e de algodSo.
Paocos da costa para mesa.
Seralas eiasiicas.
Serotilas at liobo e de algodSo.
Lio os padrOes de crep para cobertas.
Bols te tapete.
Dito ateto lavrado. I #500 o covado.
Las com .lpicos dn eda, duas larguras, Ltn-
niiua Verde, 3#5)0ocovad..
&iu de listas, Carcaval, 3#200 o CCVad3.
PalUn'a de paltia de eda.
Cani.aa^ e meia cera He aa de cores.
Cachemiras pretss, salpicoB de eda, cores.-
Cr a porta sinbi.
Leqres, uitimo gosto.
Linons Usos, de listas, de qoadroa e de flpicos.
Julieta.
Ca(.;i!t,e-. de teda e de corea.
VfcHudilr.o da c-es.
Boir. lo de cores. m
Estrellas VAmeri a
o ALCATRAO de Guyot
Ostx>3"uJ.ts o Licor ___
o qrte servia para as experiencias feitas nos sete grandes hospitaes de Pariz contra as CoNSTiPAgES, as Bbon-
l chites, a Asthma, os Catasbhos dos bronchios e da bexiqa, as AffeccjObs da pblls e o eczema Por sua compo- i
sicSo, o Ooudron Guyot participa das propriedades da Agua de Vichy, sendo no etanto mais tnico. a raz&o .
porque de urna notavel effcacia contra as Molestias do estomago. Como todos aabem, do alcatrao medicinal
* que se tiram os mais effcazes principios antispticos, eis porque durante os fortes calores e quando grassa qual- '
l quer epidemia, o Alcatrao de Gnyot urna bebida preservativa e hygienica que refresca e purifica o sangue. As 1
Capsulas do Guyot nao sao mais do que o Alcatrao de vuyot puro.*no estado solido.
tlt esperar que et prep&raQ&o eja, em brere, unlverialmente adoptada. > rWlr BUI1, dice i, BpiUl L Lili, M hrlt
' Racu8-e;(Mmo sendo ftlsifloagSo, gua/quer fraseo da ilcatrtO lie Goyot (Licor ou Capsulas) que nao leve o endereco: 19, ra. Jacob, Part,
fl -Ra 1- de Vareo
Anlica do Crespo
MAR0 0ES 4 LIMA
19
Ce sioheira
Piecisa-'e de err coeinbeira e de orna criada
par sfrv ob domsticoi; a tratar em esas do
D" Non's Coimba, -iua da Soledade n. 8, es-
faioi di ra da Ccoqnista.
Egonmmadeiras
Precisa-ie Da m das
Flores d. 95, tinturara.
Regalador da Marna
(Jjncerta-ae relogioa de algibeira, pen-
duhtfl de torre deigreja chronometree de
inaiinha, caixa do msica, appawelhei
elctricos, oculos, binculos, oculoesbo
lcE,nce, joias e todo e qualquer objeetc
ter.tlente a arte mechamca.
9~Rua Ltjga do Rosario-9
Go.iinheiro
1 reciaa-M de um bom co?inheiro ; a tratar no
aiDiEiett d. 44 i roa do Comtterclo. __
Canas de Msica
Importantes modellos novos.
Secretarias, propriae para presentes.
Eacebeu a Relojoaria David ra do
Cabagn. 14 de.ide 150/5000 a 400SOO0.
Grande; sortimento
Para|;(distrahir
una honrosa)visita a casa de modas-
Nova Esperaneaas amaveis leitorss en-
coa rarlo um completo sortimento de
obj otos de novidada e phantasia reoebi-
d seneosalments das piinoipaes pragaa
da Europa e America os qaaes s8o ven-
didos por meos de qoe em ontra coal-
qaar casa e com descont para as vendas
por atacado oa maior de 500000,
Em repnmo destacamos algans artigos
alem de m ni tos untros.
FINOS E ELEGANTES
Eapartilhos e os especiaos pa. Sras.
qoe criam, novo sortinento.
GRANDE NOVIDADE
Em bordados finos, cambraia branoa e
de odres e madspolSo, presos rednaidos
para descorto.
FINAS RENDAS
De linho verdadeiro, algodSo e seda.
ELEGANTES CAPAS
E p< Herios para Sras. e mooinhds.
Boni tas camisas brancas o de cores
para Sras. para o da e para dormir.
LEQES
Em todo genero o qoe ba de melbor
em ploma, seda, gago para aeohoras e
mocintas.
BONITAS
Uattas para misias
BINCULOS
De madreperol, marfim, onro da Rncia
e tartaruga para theatroa e viegeos.
ESTOJOS COMPLETOS
Com, efcvas, malas com aitigcs para
viagens eatejes para barba.
ALBU*S PARA RETRATOS
Completo 8ortitseco.
PEDRO ANTNES & C.
63Roa Duque de Cazias63
SATJDB PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel r*. "les de pemas e do peito; tambem para as ferldaa
antigs chagat e ulceras. G famoso para a gota e o 1. ;];.'xruo e para todas aa enfermidades de peito nao
se reconhe>. -poj
Para os males de garganta, broncv-'^s resfriamentos e tosses.
Tumora oaa glaudulaj e toda as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membroe contbalos e
juncturas recias, obra como por encanto.
Ekui icdicinai tao preparadas lmente no tabelecimento do Profcssor Holloway,
78, NEW OXFORD 8TEEET (antea 533, Oxford Street), L0NDEE8,
E vendemse em todas as phannaciaa do universo.
ataT O ocsnprmdore tato coaviaUioft respeitoaaunente a examiar o rotulo* de rada caixa Poie D

53j, Oxford Street, alo faiaica^oes.
OH
VARI
FERRO MARTIAL-BODINiuuoi
Oosto agrcda?ol torna a dar com rapidez ao mangue sua rliuoza e forQa. Nao di
prisa da venir nao ennegrece oa dentam nmo irrita o eitomago. /.?*
?\ riRJS. 50, ru BolUai. Deposito em JPemambue 1 C" 11 DiOfils k PRODUCIOS CBlMlCOt. /Ja
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA!
de
Pharmaceutico de Ia Ciaste, Fornecedor dos Hospitaes de Paria
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Parts, o mais poderoso
i digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
I tambem o p5o, o araido e aa fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracSo, ou
1 ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracOes do estomago, ou
ido intestino, 3 a 5 [lulas de Pancreatina de Delresne depois da co-
Imida, sempre alcangam os melhores resultados e sao por isso proscriptas
[pelos mdicos contra as seguintes affeccoes:
Gastralgias.
UlceraQ-es cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
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Falta de appetite. Anemia.
'Ms digestes. { Diarrhea.
Vmitos. i Dysenterla.
Flatulencia estomacal.} Gastrites.
i Somnolencia depois de comer, e vmitos qaeacompanliam a gravidez
IPAKGREATINA DEFRESHE em lrasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da oonuJa.
|Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todu ai Pharmscias

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AMcistefca'CJbfcfe^^fcifc^fcjfat
Melissa* Carmelitas
Buccessor dos Carmelitas
lina de l'Abbaye, 14
CONTRA:
Apoplexia I Flatos
IPPPPFV
Cholera I Clicas
Enjo do mar I Indigestos
Febre ama^ella, etc.
Ur o protptelo no autl ni enrelfklo
otdtt vkiro.
DeT-ee exigir o Ietrelro branoc
e preto, em t'xlo* os vidra,
a]a crual lr o tamanho.
Diroorros nc todas as psaucub
do Vniverao
Desconfiar
falsifiraffH
t) exigir e Assitmatura
de
t
P-ecia-re o nm criado
0. 22, roa do Btm lesna.
Criado
na botica francesa
Criado
Precisa se dcom criado at a idade de 15
annos ; a iratar na ra do Ccmmercio 0. 44.
Eii Ol oda
Vende fe excelleoie doce aecco de caja
Ladeira da Ribeire o *3-
ca
Preciga-se de una ama com pratlra de cos-
oba ; a tratar na roa da Imperatris a 17, ter-
ceiro and. r._______________^___________
Ama
Prfcisa-sp de orna para coiinbare mala alguns
pequeos ecTifos de cara de familia de doas
oe foaa, pags-se bem : travesea da Praia do For-
e n. 6.
Veode-?e
rain n. 15.
Bom piano
por 1:000*0 9 ; no pateo do Pa
Pharmacia
Precis:-3o de om pratlco de pbarmacla
botica francex n. 22, roa do Btm Jeeos.
ns
Fabrica de gelo
Aguas e limcnadas gasosas k
iod s .ls palidades
'cd, water, ginger, ale, limlo, laraoja,
conjo, nbaerais, granadina, groiellai
fnu ImiaiM, bao.ni.ha, hortell-pimenta eio
eto.
12=CAE8 DO CAPIBAEIBB- 12A
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circalac&o, atteav'
tam a effcacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Mrquez de Olind*
n. 23,
Pkarmacia Martina, rua Duque de
ax ias n. 88.
Pharmacia Oriental, & roa Estreita do
Rosario n. 3.
Pharuiacia Alfredo Ferreira, & roa ao
S.I fio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopeg,rua Larg
o Rossrjo n. 31
Ao commercio
O labalzo isiignado tendo ccnlraUdo "n neos generoa axtteotes Da casa do Sr. Joao
Anaberto Lopea, no luear Areiai r. 68, pjeTloe
a seos credorea para comparecerem no praio ae
tres diaa, a coatar deat data.
Arelas, 30 de /.biil de 895-
Maoeel Aaiojto C. Albenuerqoe.
MO HA
MAIS
Oppremso, Catarro,
:= GLrtY. -
Obter ai mil affai rscvrpttttt. <
Deposito m todas aa Pharpffrif
Casas na Torre
Vendc-sc 9 pequeas casas
sitaadas na ra Real da Torre,
;as. H'i e SI. n'una terreno de
j 50 palmos de frente e 300
palmos de fundo, chao pro-
prio.
Quena as pretender podera
ir vel-as: e para tratar en-
contrar pessoa competente
na casa grande do alto da
Torre, ao p da capella.
Carne verde a 800 re. o kilo
Ven Um os abaixo aeagnado?, carne dR pri-
mara Qcalirfade, dos talboe da roa Marques do
H-rval i e. 27 e 2, e Gamboa do Carao a t.
Este proco soUrera BlteracSo par mafs on
para menos, sempre (*e acroido com oa pregoa
do gado n. s lera.-.
Hecife, 5 (ie Abril de 1895.
Fima Lima & C._______
Farello superior
Recebido neete momento realbc-.-e a peqoe-
nes loies a p-eco baratissimo ; a t'atar no largo
do Corpo Santo v. 15, i* andar.
t\9 commercio
Lociaao Jr-a Das Coimrces e Manoel Joa-
qnic- da STa teem jacto e contratado comprar
aos Srs. Jos Costa A U. toa taverr.a, sita a roa
de Padre Moma n. 61, li?re a deaemb acada
de qualquer ocos, e caao alguem se jalgue r<-
jodco aprsente seas 'Kulia o prato ce tres
das, fiodos oa qoiea nio ba mala direito a re-
cia u.acao.
Recite, 1' dMilo de 1895.
Guimaraes & Silva.
Caixeiro
Precisa-sr de um rapax que lenba pratica de
Lientaa e do a'teatado de teu bom corupor-
'.amento ; a alar no Bazir d* Afugados o.
Ccsinheiro ou cosinheira
Pre.i82-se de um coslnbeiro ou coatubel'a
rutar oa loja das Eetreai,
iina na. 66 e 58.
ra Oaqae e
a-
Gofre fraocez
Na ra dn Roda n. 31, caea de terralbeirJ.
vende se um co.'re fraocei em perfeito eilalf^
Sitio para alugar
Com grande ca
Remedios n. 25, defroota da )g-eja ; a tratar do
megmo lareo, tavero do Sr. Faifa.________
Engenho
Vendc-se o engenbo tananduba, urna legoaj
listanle da eaiacSo de Jaboaiao, multo bou
dVgua, moeete ecoi-eote con, extensa* Ur
mat 3 para satrejar at 2,000 res de actuca
anDulmeote; a tratar com o commendador Bar-
roca, na eatasao central de Caroaiu'.
A o commercio e ao
publico
Declaro que oeata data emprei ro Sr. joso
Mat.qu'ai Mir.ios o seo ejtabelecimiD'o de
m-.ilbado?, alto a roa de Feppe Carnario o. 71,
nr- o ''ejeccbarac.ado de tolo equalqoer odds,
e qaem ae jalear cretor aprsente ee no praxo
de t.'f s diaa, contar dea'a dala.
Recite, 3'J de Abril de 1895.
Jocqcim Antonio de Soea.
Aa commercio e ao publico
D'rlaroqu neata data T.nlisoSr. Joaqatm
Ani- Dio de Soma o meo eatabeleclmen o de
m Ihados sito & roa de Feli' pe Camar&o d. 71.
livre e d-'e ; baracado de todo e qualqoer onos'
e jo ear com direito apresente-ae do
pr ti de olto das, acontar de ta dala.
Rente, 30 de Abril de 1895.
Jos Mal.qofaa Marlfos.
Tendr
pdb-o 82.
Colla da Bahia
a retalbo ; Da roa o Amo.-im nu-
Criado
5tt e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolveram liquidar pela quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que se achavam no Centro da
.Voda.
A saber
Madaollep para nciva a 44500 a peca.
Braacante8 de linho de 10 palmos de largura a 31000,
Cazemiras pretas e de cor a 38500 e 4S0')O.
Bramante de algadao com 4 larguras a 15200.
Cretonas francezes claros escuros a 600 e 640 rs.
Crotones inglezes a 320 ra.
Brins brancos e de cores.
Crotones de 1.a qual idade para co berta a 800 re.
Sedas escossezase lavradas a 1S5U0 e 28000.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 705 por 2 8000!!
Ditos andnesuk de 308 a 68000 !!
tos todos da renda de gripure valenciano de 80j a 128003
Cachemiras escaras de 3*5 a 800 rs.!!
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de quadro para mesa a 23000.
Guardanapos dnzia a 38 e 44000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 25$ a 308000.
Calcas de casemira de 358 a 128 e 150OOO.
Um completo sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Golletes de casemira de 128 por 48000.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades e retalhos de sedas, fs, cachem'ras, cretonas, lnons,
chitas, etc. etc.
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fami-
lias em geral que se digaem visitar o nosso estabelec-
ment, afim de se convencer da grande reduccao de
oreos.
NA
Loja das Estrellas
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n, 210
SIROPE DE REUTER Vi. 2
Como remedio da EatacSo calmosa, purlflcador do aaogoe, digestivo
a aprtente nenbum outro appellidado deprratiTo o ^alsaprnlca se appro-
xima sequer so X.r pe de iteoier n. 2. Combloa qcatro grandes proprieda-
des em um s remedio, operando a um tempo sobre os orgos digestivos, o
sangue, oa rica, e os lat atinos.
Absoloatameote nentraliea e expulsa polos raaes inteitinaes, ria e
poroa da ptrlte, os germens necivos, que flactuam no sangue, na rica e na
iranspirfcSo.
DEPOSITARIOS D2STES PRODUCr03 A Companhia de Drogas e Prodaotoa
ChimicoaRun Marques de Olinda n- 24.
O MELH0R
PURIFICADOS
PARA O
tf AXCiCCl
PEQUEAS PILLAS DE REUTER
Figaao eniorprcido cura-ae poeitlTameole com estas pillas. Ellas
sao em remedio purgativo livre de perigo para o bomem mais fraco, t&o bem
como bastante ecvo para o bomem mais forte, e nSo conatipam depois pela
accao geral agrada a todos aue ,as usam. f So as piiulae estancarte da pro-
dueco medica doa Estados-Uoidoa. Sao as mencres e mais facis a tomar.
Qoareola em cada Irasco.
PARA
O
FIGADO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Temores, cr&vo, pelle vencelba, spera e oleosa Impedido ou curado
por o mais grande de todos os aformoseadores da pelle, o Sabao Curativo de
Renter. Produx a pelle formoaa, branca e clara e niaos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparafel como
sab&o para a pelle bem como do toocador, do banbo e do quarto das criao(a3.
clvela. Nao genuino eem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay 4 C. NewYork.___________________________________
TRIGOFERO DE BARRT
Urna preparacSo elegante, extremamente perfomada, ramove todas as
impurezas do crneo, perservattvo contra a calvicie e :abelb ciDzeolo ; fas o
cabello crescer espesso, brando e formoso. lafallivcl para curar erupcSis,
doencas da pelle, glndulas e msculo, e cura rapldaxeote as cortaduras, que-
maduras, ferinas, torreiuras. etc.
CaCtelaNSo genuino sem cada frascr ter a marca registrada.
MEDICINAL
PARA
TOILETE
PARA O
CABELLO E a
PELLE
Cardozo & Zrmlo
Ra doBaro de Triumphons. 100 a 104
e ra do Visconde de Jtaparica m. e
COMMUNICAM a seus curr-eroaos freguezes que tem um deposito e rece-
bera regularmente da Europa e Ame ica todos os machioiamos e ferragens preoiao
agricultura d'este Estado como aejam
MACHINAS a vapor de torca do 4 1.0 cavalloe.
CALDEIRA multitubularea do todos oa tamanhoa.
MOENDAS aa mais solidas do mercado e ^e differentet tamachoa.
TAIXAS de ferro batido e fundido.
RODAS D'AOA.
RODAS DENTADAS direitas e engrieres.
CRIVACES de trro fundido e batido.
BOMBAS de repucho de diferentes eviternas.
LOCOMOVEIS de diversos tamanhoa.
MACHINAS da deacarcQar algodSo.
CANOS de ferro galvanisados, pintadea e de chambo,
ENCAEREQAM-SE de qualqoer concert para o qae tem seas omoinaa
bem montsdas e com bastante pesaoal e dirigidos por doas engenheiros bastante pra-
ticos e corheci'-os.
MANDAM vir da Europa e encarregam-so da moutagem de Usinas e res-
tilla^Ses, garantem ena boa qualidade e fonecionsmento oooio provam com aa diver-
sas qae tem montado.
ENDEM a praso oa a dinheiroeom descont e a precoi reaamidos.


A
Preci=a-B de om criado; no sitio do commen-
dador Barroca, cm Bemca y. 0.
lilil
CAHIIIARL1E AliFAIATABIA
15 Ra do Visconde de lohama 15
( 1 litiga do ra d Rnngel)
Eate novo estabelecimento acha.se soh^ direcjSo de Alvaro Jos Pereira,
ntigo e conhecido camiseiro n'esta cidade. por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernambucano, e a todos os seus freguezes tanto da praja, como do matto que
alm de um bom sortimento de finas casemiras, brins, brsmantes, fl' nellaa, ptimos
madapol3es, esguiSes, entretella, cretonee eetc, tudo o que ha den.,.is apropriado
para^i bom fabrico de camisas. Esta casa tambem se encarrega da reforma oh con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e precos seguintes :
Duzia de 1." clase com punho ou sea punho 85fj000
Duzia de 2.a classe com collarinhos 90^000
Duaia de 2-* classe com punh e sem punho 723000
Duzia de 2.1 classe com ollarinhos 785C0O
Suzia de 3.* B com punco ou aem punho 60J0OO
uzia de 3. B com collarinhos 660OCO
Duzia de 3.1 classe com pnnho ou sem punho 4ot000
Duzia de 3.* classe com collarinhos 540OCO
Duzia de 4.* classe com pnho e aem panno 42J0O0
Duzia de 4 com collarinhos 480O0
Em duzia) lazena-se bann deoointai
Linda eiposicSo de grava tas, lencos, panhos, collarinhos, meias de 1S
algodSo, para homena, senhoraa n meninos; o qUe ha de mais fino em aberturas de
an isas, 'lizas e bordadas.
A frente da oficina de alfaiaaria hvam es perita habilartiata


UEffi 1


J




islario tie Perumpaco Sexiaffeara 3 de Sgaio de i SOS
!!8 A TOSSE E
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ti ANACAHU-ITA ai O. 8
0 ll 1(1 ftf^TOSBb. ! 00 m q
13 M IV(EV-^ADC POS I.AWMAI E KEMP t-B; o
KETI' YORK
(h o balsa:,; P^ODUZ CiA AOM1TAVEI5 E TE* w
TAIUUFHADO C MUITCfl CA3C3 CS 1
-,.. * PMTHS.CA MCM
NFALLIVEL
i n tes-
Sobre
Formulada e prer :rada pe>r
Jos Marque; Ferreira
PH4RMa(ETICO
TITULA3D3 HU ESCOLA SE aDICIFA S P.UBSIAtlA DA SA2IA
APPROVADA PELA 1NSPECTP.IA DE i YGIENE
Esta Emu'eofaz expellir completamente em poucas hcrasos verme?
tiraes, conocidos vulgarmente com o neme i lombriga?. Tem vantagero
os demais medicamentos empreados para o mesino fim, a da nito ser preciso purgan-
tes depois de 6eu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s cranlas
sein repugnancia. Em sua composicao nao entram substancias minarae3 que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sipa. Crianeaa colhcres das de cha. Ddve ser
tomada pela manh bem cedo,j)ura ou misturada com caf, lete, ou mesrjo com
. agua adocada.
Preco 1/2 vidro 15000
c" 1 c 28000
Duziadel/2* 10S000
1 t 2000)
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
19-Praca Maciel Pinheiro19 PERNAMBUCO
>.! JlSrauxa e Vir-
rihe
A Componhia Expo-
radora de Productos Cal- AlltOlllO AlVeS D d>T D0SB & C.
careos, sendo a nica;
exploradora da calbran GrRnd
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes neai
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro
duelos seeucontramem
seuarniazem do caes do
GBANDE
EEIC1N1
Apolfo n, 73.
Agricultura de cafeeros
Na fazenda Sem Grande do muni
cipio ila Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do da i de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres rcilhSes de p<5s de cafeeiros semea-
dos em leires cuojs precos, tamanhos
e qualidade, s encontrar no Jornal do
Rceifi._______;________________________
Cimento
Vende-se cimento
rancez do conhecido
fabricante Boyer em
barricas de .50 kilos,
na ra do Commercio,
n. 13, !.* andar.
Cixeiio
Prec'6 -'6 deom caixp'ro com tasian'e prati-
ca de iL'.>iDa< 01, qa*'teora qoem z^rai U sua
coO'ln<:t. e qua na f-ua ausencia po?a taier as
inzs ita rt0Df> da cata ; os ra Eairena do Ro-
tarte 0. 9.
e sortlmeuto variado
em cores de ladrillio^.
(mosaicos), vitrificados )
dos me e hydraulieos
lhore' fabricantes
assin como
dos
d' .narmore
natural, ; dras para sepu'-
tuias, etc., etc.
Variado eortiraento de figu-
ras, vasos, pina,
banheiros e mausoleos
de warmore.
ftecebern qualquer encom-
menda
de fra e tambem se
incumbem
le qualquer obra concernea-
;te a sua arte.
Grande deposito de marmores em faboas e
blocos, de todos os comprimentos,
larguras e grossuras, assim coo?o de cimento
37RA DA. AJUDA 37
RIO DE JANEIRO

. %



AVISO
$
OSr. j;s Lima 'ev ?c? residencia i Uira
Pbealx, esU(S) FiO'Ctal, p-tljosamento da
estrada fe ftrro Sol de Pem3mhu o, para nde
etiVis a saa correp.nondeneis.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjada. ; na ra das Larangeiras n. 14
Mu ita attengao
ma fpshora f-ettf.amfnte hanili ada a ntr po-iu.DP Ci.m lo .2 a corr ca', off reoe-ee
psra leci-ionar sqoi 00 ir mo f^ra da cidade :
assm fino (DBtaa berdados e fi'frs de toda
a ecppi i ; poda ser p^corada a qu 110. r rea
do da, a na P.co a Patrie, casa o. \5.

- .- V

C*r" "-


I
E
CAREOSO & iRMAO estabelecidos com fun-
dicao de ferro ra do Baro de Triumpho na
1( 0 a 104, tendo comprado aos Sra. B. Martina
&. C o direito de rinda de sena apparelhcs privi-
legiados p^o G vfrr^ da Repblica, por patene
n. 1717 de 4 de Ju ho de 1894, denominados RE-
CTIFICADORES BRAZILEIROS, nao a para
esti Estado como nos de Alagoas, Parahyba, Rio
Grande do Nur a e Cear, avisam aos seus nume-
rosos freguezes e amiga qae podera> fornecer
ditos appareiboB e mandar sental-cs com a maior
prateza, g&ranti'do augmento de 30 por cento
sobre a produeco de qnalquei* alam^iqne, .0 qu
est provado pelos diversos j assente* e traba-
lha> do em engenhoa dtste Estado e de Alag6as
dos quaes teem valiosos attestados.
Ba 15 de Novembro 29
E^tabel^ciuentode primeara or-
dent.
Ca^mnaontacla eom luxo e com-
lotlidadc n'am do pontos mais liy-
g:ieiiieo da cdatl^ do Rcife.
Accomiisoda^oe^magrniflcas, to-
da^ eom jaaaclila para a rsia.
K^plendida sala de refei^oes, a
maior e mal are jada nesta capital.
A eosiaha aeha-se a earg-o de om
perito eosliiheiro.
PKECOS KASOAVEIS*
PROPRIEDADE DE
N.
EJ
M
GHUNBERG
[9 ua L de Margo ^1
Pedmos attenc,ao das Exmas. familias
para os presos resumidissimos por quanto
vendemos
clonadas.
as
nos sas fazendas abaixo meu-
A saber:
Brins do Hnho de r p&ra roopa de bemem a 6C0rs. o covado
Orctonea cloros e escor-oa cores flrmcj 4'JO rs. o covado.
MedspoiSo nacional 24 jardas faiend* <* 146000 por 101000 a p=>ca.
Mantilbas d pea pretss e creme a (500 om.
Ditas de algr-flSo pretas e creme a 2$-:00 ddm.
Ce cbaa de c5r para cama a 4!0:O, 5$f'00 a 5000 orna,
(qeifcs croas para bomem e para senboras 125C00 a duzia.
Zepbiros de qQadrinboa para vestidos :40 r. o covado.
Mrtrin preto liso e lavrado a ItfOU a 2(500) o covado.
Cortea efe cambraia braoca bordid< a a 16^000 nm.
Cachemiras para vrstidos a 400 r?. o oorsdo
Atoalbado braoco e do coi para mesa a 3000 o metro.
Bramarte coro tri larguras a l80) o metro.
Oitc de linho c- m qoafro larguras a 3)5000 o metro.
Setim hr*Dco macau para vestidos de ooiva a 1^500 o covado.
CaptPoB com veo para noiv a 10(5000 a 12000 urna.
Cortiondoa de crochet par* cama e oaaollaa 120000 o par.
Ditoa do cambraia bordados a 10$GCO o par.
Camiaa de malba de 15, p*ra bomem ac-nbora a 6S0OO urna.
Cortes de coaewira de cor a 45000 8(5000 om.
EspsMilhos de conrea a 6&QOV, e 8(J000 e 10)5000 om.
Lu as de teJ* p>ra tenbora e psra meniosg a 1)5500 o par.
Eazovaes para baptiaados fliversoa pregoa.
F.toel.'aa de pora l 1( Esplendido srrti.'nen'c de comisas di anella com ollarinbo a 6,)010 ca.
Mofqniteiros amer'C-nos a 15^000 urr.
CclzSfs franceses a 150t 0 um.
Ma apo'lo pslle ce ov a 10003 a rea com 24 jardsg.
M rim para erxoval s 5$OC0 peca.
Ctl!erinboB de poro litho h 85000 a cuaa.
Casermia proti. de agooal a 2S000 o colado.
jobretudos, cbambr-s. coborti e c hertoree, 839CB, cam8i.B. ceroues e mais arlg
que vndeme barato pra Uqnidar.
gal
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Mobilia
Veodo-io urna mobilia do jscsrrnd pm per
feito fst3do, toda en.;>hada ; oa oa do Torree
D. 14 | ai nccoi'j tc.veo.
Ti jlos
Pabriesdes m fabrua de Citnarsgibe, de ?r-
perlor sn-liosfe, ?rde-sa o escrip*'io da
Compso.iia Ii4*itrlaJ Ptr .aasbncoa, roa do
OrajDPrrio n. 6.
FQL'E
1
44-HUA D iABAO 0 DTflllMPH-4i
MaohiDas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Taix'^s unudas e batidas.
T\Jxas b tidas sem crava^a?.
Aradcs.
OJA DO POVO
Teleohone 61
ODIO M MOA
-ror-
TRADUCCO
TERGEIRA PARTE
II
(Continuacao)
A princesa Djalla I exclamaran Ma*
ry e li^y recaande da espanto.
Sdu en, sim, a princeza Djella I Nao
sa lembram j, minhus meninas, que Ibes
dase : o At a vista?
Mas ento onde estamos nos ? per-
ganton Mary.
ti.sti) em minia asa...
Ali! balbuciaram as jovens a tre-
mer.
-ira, em minhu casa 1 NSo em Be-
nares, mas uo rneu palacio de Allababad,
bem viem, erravam hantern em repellir a
minba hosp talida Je, visto como teem de
ceital t. hoja 1
Pulla a has >italidade, minha se-
chora, replieo tirmemtnU Mary, 0 com-
tado fi per violenc.a au Be apadarou de
toa !
Jsa pudadeiiir de recorrar ferfa,
por im quu vi infructfera a persaasSe 1
Qaando resolvo fatar mar cousa, nao
daixo nanea de a faxer I Vou direlta uo
mea fin e oor todos s caminboa Qui
Ora, como vem, consegu, porque estfio Fazemos mais do que suppol-o, mi- .'cabir sobre ella... Poupa miaha irmi I
em minha casa !
A princeza accresceotou, com o mais
extraordinario sorriso :
E desejo-lhe boa vinda, minhas hos-
pedas 1
Suas hospedas repatiu Mary. Nlo
seria mais jasto mais verdadeiro deno-
uinar-nos saas prisioneiras ?
Djalla fez um gasto irnico, sorrindo-se
de novo.
Poia seja assim disse ella; ni
discutiremos palavras I Recusaram-se a-
companbar-me a titulo de amigas !...,
Nem por isse dsixam de estar am man
pader ; e s de si daveaa queixar-sa se a
minha hospitalidade mudou de noint.
Mas, minha senhora, que tenciona
fazer de nos ?
Em breve tero resposta a essa
perginta.
Intenta conaervar-nos aqu ?
Nao posso deixar de Ibas oonfiiisar
qae tenho, com effeito, saa pretendo,
respondau esearninbamante Djella.
Mas entaa empregar a violencia
para nos deter, cima fez para nos raptar ?
Nao hesitarei I ^
E' ent3o noa8a inimiga ?
Djalla daixou cabir a mascara, j agora
intil.
Duvidam-o ? exclaaaou ella em tom
bravifl, lanyando i duas jovans olhoe, nos
quaee brilhavam ob ardores de implacavel
oio.
J o auspeitava, minha senhora, re-
plicou Mary sem baixar as olhos; o mes-
mo naste momento, mesmo depois de a
ter ouvido, ainda duvido, perqu iaterro-
g9 a consciancia, e a cansciencia respon-
da-ma qua nada fizemaa para merecer o
aea odio.
SuppSe-no assim? parguntou a
ampona o n.f com tanto que consiga ? priaCMa aim violencia bravia.
nha sen har, temos certeza disso...
Pois enganam-sa!
Queira ento dizer-nos o que fci que
iho izemos...
No decurso de um 03 dous segundos,
parecea Djella hesitar, mas aquella natu-
reza impetuosa era incapaz de se conter,
de sa dominar.
O que me fizeram repetio ella com
medooha expresse de raira. Querem sa-
bel-o ?
s eerto qae queremos...
Muito bem, disae jalla, poia entio
saibain-o Antes de a coahecer, era Jor-
ge Malcolm mea amante...
Mary soltou um grita amffoctdo, que
parecen um gemido, a tornoa se palbda
que nem urna finada.
A priaceza proseguio :
En adorava-o, comprehende ? E a
senhora roubou-mn o seu coraco Por
sua cansa desprezou-me elle... a ainda
me perguata porque que a adeio I
A pallidez livida qua cobria aa faces
de Mary, fra substituida por vivo ru-
bar.
Lastimo-a da intimo d'alma, miaba
senhora, murmurau a joven, porque deve
ter padacido cruelmente...
Djalla racuoi um passo, como sa sentir
as facas fustigadas por um insulto.
Lastima-me replicou ella em segui-
da, soltando satnica risada.
* Lastima, sin, minha senhora, e do
intimo d'alma I
Rijaito a saa compaixo... guar-
de-a para si .. que ha de precisar dalla.
Nlo tanto como a seohora ; porbue,
apesar do seu titulo de princeza, a s-
Restitua-lhe a liberdade
Heva lancou os bracos ao pascoco e
Mary e beijon-a, balbuciando com lagri-
mas :
Ah Mary, Mary Para que pedeB
a liberdade para aaim Bem sabes que
a&o quero deixar-te...
Socegtia, menina... interrompea
Djella, socagae, que ficar aqui Tem
tanto direito aa meu odio, camo sua irma" I
Esquecs-se de que hentem, Eduardo Mal-
colm, seu noivo, me fez a mais mortal in-
juria que urna mulher poda receber de
um hemern 1
Esquece-se de que n> bangalow, aonde
eu ia buscal-as, elle mo expnlsou de
casal
Aa 1 minha senhora, raspendeu He-
va cato firmaaa aorajosa, que parecia im-
possivel eapar&r-aada sua ndole meiga a
timida ; ac ao na tinba elle razio? O
instineta indicava-lhe na senhora a mais
implacavel a enaarnicada inimiga !
A prinaeza Djella fez urna pausa ; n'ou-
tros tarmos, couservoc-se por instaatea ai-
leacioea, relanceaado suceessivamente a
vista pelas duaa javens.
Sorria-ae, a eata aorrise, Unge de lbe
Iluminar o rosto, dava-lha s variavaia
feicSaa expreise extraordinariamente s-
nis'tra.
Afinal prenuneieu estas palavras :
Jorga Malcolm offanera-me, a quem
qaer qaa me ofrenda asta antecipadamentc
cjndeaanado l
Jerga; Malcolm foi boitcm rnortalments
arido. palo rajah Daorgbal-Sahib, a quem
en dM A Cate .faomam 6 o noivo da
U^'j*ifrj-* .da Mary a quem o pr!n-
princeza. Julgava que Jorge fra verda-
deramente morte no ataqae do bengalow.
Soltou um grito pungentissim e ajoe-
ibou-ae, oceultando o rosto cam as mos,
e prorompendo em saneos convulsivos.
Djella proaognio :
Eduardo Malcolm insulto u-me tam-
bem Dave snecumbir como suacumbio
su irmo Sa vive ainda,o que nao creie,
morrer antea da noite !
A desgranada Heva, mida, desorienta-
da e estorcando as maos, pareca ama es-
tutaa do Espanto, da Desesperace.
E isto apenas o cometo I praseguio
a prinaeza ; dentro de poucas hora?, mi-
nhas meninas, saberao como eu me
vingo 1
Depois de ter pronunciado estes terri-
ve8 palavras, retirou-se Djella do quarto,
fechando a porta atraz de si.
nhora a desprezada e cu a amada Pu_ne- kjj ae>-l affcTjaae a
me pdruto d um orime iaroluntario i f tco>rir iU fitv* !'?; da 1
e elle morra ; e
poYutu dt} urn cdine involuntario !tcrfv ai, flfV l'T.ra da sua noiva 1 |
Eaiou as suas maos 1. Vingue-se dala pitua do Deorglial-Sabib ( jaetifa a
sua rival! Mas minha irm nlo lbe fez] Jorge Malcolm l
mal nenhum, e o meu crime nlo pode re-I Mary nao poiia adivinhar o erro da
IV
Como j dissemos a-s laitores, a prin-
cesa Djella, a despeite da sua insirueco
solida, a despeito das saas riagans e da
estada nos principaea centros earopeus da
civllisac2o e das luzes, conservava no in-
timo d'alma todas as suparstices das ve-
Ihas cartas hjnds.
Era de extrema boa fi erante nes m-
ximos absurdos, e levava a cegueira do
fnnatisno religioso to longe, como os
miserea fdate promptos a lannar-sa sob
as andas do carro de Jagarnath, para pres-
ttirem bomeaagem bravia divindade.
Parecem-Qos indispenaaveia, para per-
fi.'ita compreacns&o do qae val segair-se,
despertando a meaorla dos leitares estas
pormeneras extravagantes, mas exaotos,
do earactar da nossa herona.
A deus tiros de espingarda do palaeio,
i beira de um tanque e sob a cpala de
verdura femada por arveres tras vazaa
Viiiho Genoino PorlnGtz
DE
ONOIK m BASTO
O melhor vinho de mesa, puro, gneros
e de faladar agradavel.
Garantimos a s a inteira legitimidade
porque o importamos directamente das
quintas dos nossos socios.
Apresentamol-o especialmente aos Srs.
particulares como urna especialidade n-
compativel.
Vendem em quintos e decimos.
Alvares deCarvalho &*C.
88 Ra Dnquo de Caxfas 6
Madeiva
Exceente lateado de amarillo, l carga, praachas de Birapira, e'r.. precos com
I0e200/- d abitiaen'o: na lbrica* de mo-
fis da.-ua de S. di n. ii. +
Eng-enho
Vende- feo encobo Btllc-Flor, no rranicipio
de Agaa-Prete, con cafre f ara mais de dees mil
paes oe 38fOCr. acbs-je meene e ccrnnte ;
i-alar rtis do Imperador r. 44, 1 aocar, 1 u
ri:a Direita o. 16.
seculares, erguia-sa um pagoda em mi-
niatura, construido em honra do deu3
S va, e que podia lutar em riqueza, ape-
sar das propones restrietas, com os
templas mais afamados de Benars e Cal-
cuta.
Foi para e.^te pagode que se dirigi
Djella.
No mmente em que transpunha os de-
gros de marinee preto, que conduziam
porta da entrada, abri-se aquella
porta e a figura extravagante e hedionda
do fakir Souniacy desenhoa-se no vao da
porta.
A princeza inclnea-se cem apparencia
de profundo reapeito, porque entra os h-
meos da obra tarrivel, era o Souniacy tido
como um eleite, por am Iluminado, quasi
como um propheta.
Dsseeu es degros e parou diante de
Djella.
Entio? Iba perguntou esta ultima.
Est acabado, princeza.
Qae foi que fez?
Obedeci e suas ordens. Ordenoa-
mc que iiterrogasse os nosso3 douses ; a
minha vox ergueu-se para ellea ; interro-
gaei Siva, Kaly e Bowhania.
Q3 responder m os deusea ?
Qus no feturo, cerno no passado,
sorrira para a rainha des vingadores da
India.
Falloe-lhe das oras victimas que
vou hoje fferijcer-lhes ?
Faliei.
Aciitana aa ?
w- Aco'tam.,
(Cwtina.}
\
a
Typ. de Dinrie, ra Duque e Gaxias, 42
aUBME J


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