Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19475


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Full Text
AXI*O LX1
iomin^o 8 de Oaiafiro de 1994
r.
K>
PERNAMBUCO

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados. 8$000
Por seis mezes adiantados. 15#000
I or um anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUGAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
t Os Srs Mayence Favre C &.a, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES :ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 161500
Por um anno adiantado .... 33J00Q
Numero avulso do mesmo da. 1100
Numero avulso de dias anteriores. $200
H
Telegpammas
i
<
.#


' szav;. mwm 19 sua
Rio de Janeiro, 27 de Outubro, s
5 horas e 00 minutos da tarde, (recebido
na estaco as 8 horas da noite, e entre-
gue s 8 horas e 20 minutos).
; A Cmara dos Deputados vot'ou hoje
diversas redaceOL-s.
O Senado approvou em 2.* discussao o
projecto que reorganisa os cstados-maio-
res do Presidente da Repblica, Minis-
tro da Guerra, Ajudantc-Gencral e Quar-
tel-Mestre-Genera'.
Foi aberto um crdito de 100:000,$
para occorrer a despezas dos exercicios
findos.
Foi nomeado director da pratica-
gem da barra de Pernambuco, o capi-
tao-tenente reformado Leopoldo Bandei-
ra de Goveia.
O Ministro da Justiga e Negocios In-
teriores olliciou ao director da Faculdade
de Dircito do Recife no sentido de conti-
nuar admittir matricula e exame,
independentemente dos preparatorios
acrescidos, os alumnos anteriormente
matriculados.
Pars, 27 de Outubro.
Falleceu Vctor Cherbulliez. ,
S. Petersburgo, 2" de Outubro.
Melhorou S. M. o Czar.
Roma, 27 de Outubro.
Pedio exoneraco o Sr. de Caprivi.
LNSTRUCCAO POPULAR
i
~aT&nsra~DA_iLiSBSTASo~
(Da Itibliotlieca do Povo c das
Escolas
ALIMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES, DIVISO E CLASSIFICA^AO, CO.M-
POSig DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, REGRAS
HYCIENICAS.
{Continnocol
- --i
Em quanlidades iguaes, o chocolate tem mai
azoto ae que a carne >le vacca : lem quasi tres
tezes mais azote e potera ser reputado coras
tres vezes mais nutriente. Porm, convin reo
petir aqui o que ja no'raos N 10 Bao as quan-
tidades de azoto que predominara em urna sub
stancia as que Ihe devem lar, s por si, os fo-
ros de raais nutriente O chocolate un bin
alimento, mas nao pode substituir a carne, lia
certos estados em que o individuo no pode ali-
metilar-se de carne e para anea o chocolate, o
queijo e outros alimentos muitJ azotados, sao
convenientes.
As araend/as de carau dr-pois de torradas, po-
dem u-ar se romo succedaneas de chocolate, e,
nos lugares era que est planta se cult.va, po-
dera servirde alimento, por ezemplo, para os
convalecientes.
Occuperao-nos agora do caldo. O caldo de
ame rempoto de l)das as parto? que a agua
a ferver pode tirar d'ea- Em geral a rain-:
usada para cuidos 6 a de races. O caldo lem,
lid o como multas outras cosm, partidarios cn-
thusiasias e inimigoa enearnigados. Tem pas-
' sado ja por um grande alimento, j por urna
bebida que para nada serve.
Parece-nos que ha exagero em qualquer des-
tas opinies extremas, e que vae muito na apre-
ciado de suas qualiiides nutriente! o consi-
derar a maueira por que prepralo e o lim a
que o destiram.
Nao podemos aqu di7..-r mu lo sobre a arte
culinaria seos preceitos. ma* devenios fazer
Dolar c|ue o caldo uai dos alimentos que me-
llinr-provam a ulili lacle de um Uom cozinlieiro
!. ra preparar a carne para caldo deve ella
S'-r < ofita na pandla com agua Tria e nao, como
s.' az feralmente as DOMM casas, em agua a
ferver. I'elo contrario, querendo aproveitar a
carne para .cosido, ei.lao dever ella deiiar-se
n'aguu em 'ubuligo Segundo esle ultimo modo
de proceder, a agua a ferver coagula iramedla-
tamente os principios existente-1 na carn que os
conserva em si. nao os d.ixando no callo, ao
pass) que do prim ;iro mido, vae a afcua pouco
a pouco dissolvendo, ou, por assim dizer, extra
hindo da carne os seus principios ulei*, e o
caldo, convenientemente adubado, tica nutriente
e de sabor agradavel.
Uro kilosramma de caldo contera, termo me-
dio, 28 grammas de materias dissolvidas. nao
contando as materia? gordas, as quaes sobre-
nadan] se o caldo est-i quenle, no estado liqui-
do, solidificando se e depositando se se elle es-
fnar. Na preparagao do callo enlram saes ve-
getaes, legumes, gordura, etc., e as 28 gram-
mas que notamos, centam-se, pouco mus ou
m-mos, 10 provenientes de sal, 6 de vegetaes e
leguims, e 12 'le carne.
Addicionanlo pao, cortado em pedacos, ao
caldo, faz-se sopa, alimento muito dos nossos
usos e que, apezar de todas as criticas, tem re.
sistido e conserva secm oso era lodas as mezas,
formando o primeiro prato das refeiges.
(I) Para saber o que alcaloide veja-se o vo-
lume XXXIX da Bibliotbeca do Povo e das
Escolas. .... i-
Da comparagSo do chocolate, como alimento
pela sua c.mposiguo, cora outros, vc-se que se
assimilha ao queijo, sendo um pou:o menos
azotado. ,", ...
O Ido tem sido especialmente critcalo,
como aliraento para doentes. E' de uso geral
as doeogas dar ealdo-squanio outrosalimentoi
nao podera ingeridos nm tolerados pelo esto-
mago do enfermo.
Com certeza qui se compararmos o caldo com
o leite, era religio ao seu poder nutriente e s
melbores preparares earranjodos seus compo-
nentes, 0 leite lera a priraazia Tambem ver-
dade que se incararmos esta questio s em cer-
tas condicoes, por ex implo, se compararmos os
caldos de um hospila' muito povoado, como ali-
mento para doentes, (m o leite dado com igual
fim, sem duvida devemos reputar bera mais
til o leite; poira, entre um bom caldo e um
leite pouco puro, nao esitamos om dar a prefe-
rencia ao caldo pelo lado diettico, poste que
aibamos que o leite o typo do alimento coni-
leto quande puro.
(Continua).
PABTEOFFICIAL
Minist .> da .Iusiii;t
Poram uum< aaos para os cargos d juizes do
Superior Tribunal Federal :
Os Drs. general Francisco Ravniundo Ewer-
ton Quadros e Americo Braziliese de Almeida
Mello e os hachareis Fernando I-uii Osorio, !)e-
mosttMOPfl da Silveira Lobo e Americo Lobe Lei-
te Ferreira.
Slinistcrio da Fazenda
Foram nomeatfos :
Subdirector da Directora de Rendas Publicas
do The'souro Federal, o I* esenpturario do mes-
mo Thesouro Francisco Jos da Cunha ;
l'riraeiro escripiurano do liles.raro Federal, o
I" dito do Tribunal de Comas Joo Airea da Vi-
sil.ic.-ao;
Primeiro dito co Tribunal de Conlas.o Iodito
do l'hesouro Federal Luii Jos Cruvello ;
Conl'erente di Alfandega do Kio ce Janeiro, o
inspeciorda do Estado do Ceara Pedro Caelano
Mu luis Coala ;
Inspector da Alfandega do Estado do Cear,
o conferente da do Rio de Janeiro Germano An-
tonio Hachado;
Primeiro escriturario da Alfandega de Para-
nagua, Eslado do Paran, o secundo da raesiua
reparticfto Autouio JeroiiYmo Marques Filno ;
Segundo dito desga aJfafldega, o segundo d 1
de Penedo, Eslado de Alagias, Julio de Oliveira
Maciel ;
Segundo dito da de Penedo, Augusto Vieira
Cavalcante ;
Tereeiro dito da Alfandega de Santos, Estado
de S. Paulo; Gusiavo da elveira Pinto ;
Quarto escripturario da Mfmdega do Cstado
do Cear, Antonio de Panda Mainede ;
Thesoureiro da Caixa Econmica do Estado
do Espinto Santo, Jos Antonio dos Res Bas-
tos Jnior. -
Foi exonerado, a ieu pedido, Domingos da
Silva Santos do lugar de thesoureiro da Caixa
Econmica do Estado do Esnirito Santo.
Foi declarado sera etfeito o decreto de ti
de Agosto do correte anno, que exonerou Joao
Oamasceno 7ieim Fernandez o lugar de con-
lerente di Alfandega do Porto Alegre, lstalo
do Rio Grande do Mil.
Foi aposentado com o vencimento do seu
cargo, proporcional ao lempo pedido, em vista de se ter mutilisado no servido
publico, ronform; a inspaego de sade a que
se submelteu. o subdirector da Directora das
Rendas Publicas do Thesou.o Federal. Alva.o
Bamos Foutes, e em atiendo ajs relevantes ser-
vico* prestados em diversas oonvuisses.
" Por Ululo de 17 do corrente foi nomeado
Francisco Correa da Conc:cao para o lugar de
fiscal do Governo junto ao iianco dos Fuuccio-
narios Pblicos.
Foi nomeado o 2* escriplurario do Tribunal
de Contas Mario Barbosa de Magalha/s Casiro,
para o lugar de i* escriplurario do mesmo tri-
bunal.
Foi aposentado, a seu pedido, de confor-
midade cora o decreto n. 17 de i de Novembro
de IH9 o 1* escriplurario do Tribunal de Con-
tas Luiz Jos Cruvello.
.Ministerio da Industria c Viaco
Foram nomra.tos:
O inspector de 3* classe da Repartido Geral
dos Tele^raphos, Augusto Gomes Vianna, para
o cargo de escripturario pagador da sub-conta-
doria da mesma repartijao, no Estado da Babia,
sendo declarado sem etleito o decreto que, em
12 de Julho ultimo, noraeou para o mes no car-
go o telegrapbisla de 4" classe Joo Cesarlo de
Azevedo, que n&o prestou a respectiva flanea.
Orlando Ferreira, amanuense da Repartido
Geral dos Correios para o cargo fe Io otficil da
a miuistragao dos correioj dQ lisiado do Pa-
ran.
O eng:nlleiro Edgar 1 Gordillio para o cargo
de engaiiheiro do porto de i* classe da inspecto-
ra do districto dos portos martimos
Manoel Carneiro Leao para o cargo de the-
soureiro da adiniuislraso dos correios de Ser-
gipe.
- Foi alterado o decreto de 31 de Julho do
correte anno, que aposentou Augusto Cesar de
Hacedo Brillo, administrador dos correios do
Eslado do Maranhao.
Foi declarado sem effei'o o acto de 30 de
Selembro ultimo, pelo qual foi promovido a 3o
officiai da admimatracao dos correios do Estado
da Baha, o amanuense da mesma administra-
gao Aureliano Francisco dos Santos e promovi-
do para o referido cargo o amanuense Antonio
Pedro da Fonseca.
Foi concedida a exonerago que pedio
Heorigue Luiz de Azevedo Marques do cargo de
2* ofBcial da a Itninistrayao dos correios do Es-
tado de S. Paulo.
- Foi concelida a A (Ton so Henr;qus Roc-
ckiing, a exonerac-fio que pedio do car jo de te-
legraphisl-i de 3* classe da Repartigo Geral dos
Telegraphos.
Foi exonerado a seu pedido o engenheiro
Juvenal de S c lilva do cargo de engenheiro de
1* classe do prolongamiento da Estrada de Ferro
Central do Brasil.
Foram nonuados amanu-rases da adminis-
tracSa dos correios do Paraos os praticantes
Garios Henrique arcanchy, Alvaro da Silva Pe-
ri-a, Eugenio Alves Per'jira Martins e Sergio
Pretxtalo de Abreu.
Ministerio da Harinha
Foi nomeado commandante da escola de apren
dij.es marinheiros do Estado das Alagdas, e ac-
curnulativamente. ao du capito do porto, Fran-
cisco de Lerdos Lessa.
Foi concedida licenga para residir em Mon-
tevideo, ao pralico da armada reformado, ol.'
tjnente. Jos Roiao.
Foi nomeado o capitao lente Francisco
de Lemos Lessa para commandar a escola de
aprendizes marinheiros do Estaco das Alagdas,
exprcendo cumulativamente as fuacgOes de ca-
pitfio do porto, fleando sem effeilo a portara
de 9 do correte.
Foram noraeados fiis de 2* classe do Corpo
de Fazenda da Armada, ficando pertencendo a
respectiva brigada, Matioel Oamazio Pereira de
Meiezes, Izidorio Marlnho Guimaraes e Joo
Wenceslao Gongalves.
- Foi concedido licenga para residir no Es-
tado do Para, percebendo pela Alfandega do
respectivo Eslado, o sold e quota que tiver dl-
reito, o capitao tenante reformado Manoel Gon-
galves Duval >uimaraes.
Foi mandado passar para o quadro da re-
serva o vice-almiraote Francisco Jos Coelbo
Reto.
Foram promovidos a vice-almirante, o vice-
almirante graduado Joaquina Antonio Cordovil
Maurity; a vico-almirante graduado, o contra-
almirante Felippe Firmino Rodrigues Cnaves e
a contra-almirante, o capitao de mar a guerra
Jo.quin Cardoso Pereira de Mella.
Vm nomeado o capiiao honorario Dr. Arthur
Trilha Capitaoia do Porto do Rio de Janeiro.
Foram noraeados para commandar : o cruza-
dor Centauro o dapitao-tenente Jos Bargas Lei-
tao, e a canhoneira Iniciadora o official de igual
patente Alfredo Pinto de Vasconcedos.
mm
Ministerio da Guerra
Foram promovidos na arma de cavallana :
6.a rcgimtulo. A lenenU-coronel comman-
d a nte, o tenente-coronel erraduado Francisco de
Pau!a Alencastro, por antiguilade;
8.* regiment. A tenente-conmel graduado,
o major Antonio Carlos Fernn les Leal.
13. regiment. A corond-commandante, o te-
nente-coronel Alfredo Barbosa, por merec-
ment
li. regiment. A tenentc-coronel-comman-
dante, o major Victoriano Maciel, por mereci-
mento.
Foram transferidos na arma de cavallaria :
Para o 3.* regiment, o tenente-coronel lo 10
Joo Justiniano da Rocha para o 7." rgimen-
to, o lenent'j-coronel do 6., Jos Florencio de
Toledo Ribas: para o 10." regiment, o tenente-
c Foi nomeado instructor da Escola Militar do
Rio Grande do Sul o tenente-coronel comraan-
dante Aristides Augusto Villas Boas.
- Fci a Nicolao Jos dos Pasaos Rosas a
quera se concederam as honras do posto de te-
nente e nao a Victo? Jos dos Passos Rosas,
como sanio publicado.
Ao Dr Sebaslio Cali Collado firam, por
decreto de 12, concedidas as honras do posto de
canitSo medico de 4.* classe. em atien^ao aos
servigos prestados em defeza da Repblica..
Foi indullado o cadete do 22." batalhfio de
infantaria. Antonio Alves da Gouva Luna Fi-
llio, do crime de desergo que comtnette em
Junho de 1891.
Foi tren^ferido para a arma de cavalla-
ria, de conf irmilade cora o disposto na 2 par
te do art. 25 do regulamento de 31 d<> Marco de
18'il. o 2.* lente do 5 regiment de artilha-
ria Jeronymo da Costa Le:le.
Foi nomeado Antonio Francisco Lopes Moi-
tmho, adjunto do professor de primeiras lettras
da rompanhia de Aprendizes Artilicei do Arse-
nal de Guerra desta capital.
" Foram transferidos para o 23 batalho de
infantaria o coronel coraraandante do 31 Car-
los Olympio Ferraz e para o 9.* regiment de
cavallaria o oapitao do 14." Joao Thomaz Can-
tuaria.
Foi nomeado cammanante do cirpo de
ensenlieiros o general de divisao Innocracio
Galvo de Queiroz.
Forsm nom 'a los o major de cavallaria
Vntomo Xetto de Oliveira Silva Faro t> o len-
te tambem de cava'laria Raymun lo de Ab'eu,
o primeiro instructor de cavallaria do Collegio
Militar e o segundo auxiliar do ensino no raes-
eollengio.
Foram promovidos :
""A general de brigada, o coronel commandan-
te do 23 batalho de infantera Manoel Eu-
phrasio dos Santos Das.
Xa arma de cavallaria :
9* regiment, a major, o capitlo Ismael Lage,
por actos de bravura no cjmbaie dos Ambro-
sios, Estado do Paran.
ih regiment, a major graduado, o capitio
Canil id ) Jos de Medeiros.
12 regiment, a major, o cap.to Joao Igna-
cio Alves Teixeira, por inerecira mo.
Quadro extranumerario, a major, o major
graduado Antonio Facundo da Castro Menezes,
por antiguirtade.
Foi dispensado do commando do 3o dis-
tricto ni litar o general da diviso Inno<"encio
Galvo de Queiroz e no neado o general df
brigada Manoel Euphrasio dos Santos Dias.
Foram concedidas as seguales honras do
posto do exercito, em altencao aos bons serv
os prestados era defeza da Repblica, durante
a revolta : >
De tenente-c ironel: aos tenentes-CDroneis da
guarda nacional de S. Paulo, (Jarlos Teixeira
de Carvalho e Francisco da C >sta PinftO
De major : ao Dr. Jos Izido""o Martins J-
nior, organisador do batalho patritico 6 du
Marco.
De major medico de 3" classe : ao Dr. Jos
de Souza da Silveira, inspector geral de sa'le
do porto. 1
De capito: ao capito da guarda naciona
do Rio Grande do Sul. Ladislao de Camp >s Ver-
gara ; ao alferes refrmalo An'oiio Placido
dos Guimaraes Cova, commau lante da fortaleza
da Barra de Santos ; aos Drs. Adelino Antonio
de Luna Freir Jnior, Jos Mjriera Alves da !
Silva, Joiquim Himem de Siqueira Cavalcanta,
todos do b lUlhao patritico 6 de Margo.
Da- capilo-raedico de 4* ctasse : aos Drs
Jos Pereira Landin, Mandilo Barroso do Ama-
ra!, Joo Lopes Mlcado, Alfredo de Mello e
Alvira e Agosli ho da Silva Leal, este do ba-
talho patritico 6 de Margo e aquellos empre-
gados da Inspectora geral da aule do Pono
De lenle : a Vllorio Hadanomch. inter-
prete da mesma inspectora ; aos Drs. Osvvaldo
Pessoa.
Machado Freir Pereira da Silva, Argemiro Al-
ves Arixa, Euclides Bernardo Qutnteiro e ci-
dado Manoel Jos Soares Guimaraes, todos do
batalhSo patritico t de Marco ; ao tenente da
guarda nacional do Rio Grande do Sul Joo
Goiigalves Ribeiro; ao ex-alferes de Volun-
tarios da Patria Francisco Xavier Camello
De alferes : a Mariano Francisco Nelson e
Jos Rodrigues Martins, eraoregados na Ins-
pectora Geral de Saiide do Porto ; aa Drs.
Jos de Amorim, Henrique Mirtins, Fabio Roo
fnnor, Eusiacluo de Albuquerque Autran e
Gr.iciliano Martins Sobrinho, do batalho pa-
tritico 6 de Margo
- Foram concedidas as seguidles honras da
posto em attengao aos servgos prestados Re-
publica:
De capito : aos lenles honorarios Antonio
Machado Rozando, Felippe Borges L"al, Jos
Carlos Vital, Jos Ignacio Ribeiro Roma, Fran
cisco Pereira do Lago e alferes Honorio Chilon
Jos Avelino.
De tenente : aos alferes honorarios Elpidio
Jos da Silva Azevedo, Geruncio dos Santos i
Gouva. Jote Sevenno de Almeida Pedrosa '
Laurentin Pelx de Oliveira Lima, Salviao Ca-1
oral da Costa e Mello; a Jos Lourengo Bar-
cellos e Aristides da Kbcna Galvo.
De alferes: a Henneio Lima, Luiz Candido
de Figueiredo e Antouio Augusto da Silva.
Por decreids de 15 do corrente, foram con-
ced das as honras do posto de major ao capi-
tSo hodorario Cincinato da Motta Pedreir as
de alferes ao i" cadete, 2o sa!genlo reformado
Lourengo Guimaraes e ao ex-cadele sargento |
qmrtel-meslre Puicherio Honorio dos Santos,
em atlengoaos servig^a prestados ao patr.
Foram concedidas as honras:
. Do posto de major, ao tenente coronel da'
guarda nacional Aureliano P.nto Guedes :
De capito, ao ex-alumno da tscola militar j
Carlos Marcellino da Silva, e de alferes a Este-
vo de Oliveira Santos, em attengao aos bons
servicos que prestaram Repblica durante a
revolta.
De tenente: ao alferes reformado do exercito
Daniel Ferreira Vaz Jnior, em atiengo aos
servigos que tem prestado Rejiublica ao alfe-
res honorario do mesmo exercito Joao Pedro |
de Carvalho, em altengo aos servigos prestados j
na campanha do Paraguay e Repblica du-
rante a revolta ; ao alteres em commissao do
batalho Tiradentes Antonio Pereira Martius J-
nior, pelo modo distincto por que se nortou du-
rante o lempo emque servio nadivisio em ope-
ragois em Nitheroy, por occasiao da revolta.
De alferes : ao mestre de msica do 23a ba-
lalno de infantaria Manoel Pinto Soares, pelos'
servigos prestados ao exercito, principalmente j
durante a revolta; aos alferes da brigada poli-
cial da Capital Federal Leopoldo Mariano Alves
e Daniel da Silveira Brum, pelos semgos quo
prestaram em Nitherohy, durante a revolta, as
forgas all em operages; ao ex-fornel do t8
b-italhao de infmtaria Dionisio Harmogenes
de Figueiri-lo, pelos servigos que prestou na
campanha do Paraguay.
por decreto de 15 do correte foram coi-
ce lldas as seguintes honras de postos do exer-
cilo, em attengao aos bons servigos prestados
v.n defosa da Repblica durante a revolta :
De cauiao-raedico de 4.' classe, aos Drs.
Eduardo Augusto de Araujo Jorge e Jos Bar-
ros Pereira das N.ives.
De capito:
Ao tenente honorario Antonio Thom Rodri-
cidados Joo Manoel da F>nseca, Quin-
tno"dc Lacerda, organisador em Sanios do ba-
talho patritico Silva Jardira, e ao Dr. Migual
Soares Palmeira.
De tenepte :
Ao capilao da guarda nacional Roiolpho de
Salles Cardoso Lins. ao tenente la mesma
guarda nacional Arthur Ferreira Rangel ; ao
Dr. Jos Paulino de Albuquerque Sarment :
aos cidados Hermila de Barros Pimentel, Jos
Gomes da Silva Lins e Carlos Alberto do Espi-
rito-S.into;
Aos alferes honorarios Pedro Cavalcante de
Albuqu-rque Pessoa, Francisco Vieira de Al-
nuqueniue, Eugenio Carlos de Carvalho Gama,
Adolpho Barros de Albuquerque Sarment e
Antonio de Moura Castro.
De t.mentes pharmaceutics :
Aos pharm.ceulicos Jos Joaquim de Men-
donga Cardoso e Anlonio Cavalcante, esle da
Guarda Nacional e aquelle do Batalho Tira-
denles.
De alferes :
Aos cidados Jos Adolpho Pereira de Ama-
rante, Gaudencio Mala Cortes, Osear Silva, Cla-
rindo Correira Lima. Joaquim da Silveira Men-
donga, Antonio Alves-, Luiz Rodrigues de Albu-
querque Figueiredo e Armando Paiva.
Aos alteres da Guarda Nacional Caio Martins
e ao 2. tenente da mesma guarda Leopoldo
Vieira Peixoto.
Aos cidados:
Francisco Agenor de Noronha Sautjs e Ben-
jamn Franklin Rangel.
Recebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despachos do da 27 de Outubro ds 189i
Manoel Martinbo Fsrreira da Silva, Jos Ma-
chado Guimaraes. -Informe a secgao.
Bernardino Costa Campos & C, Bernardino
Costa Campos Jnior.A l" secgo para os de-
vidos flns.
Honorio Xavier da Costa, Ferreira & C
Joo Barbosa de MalloInforme a secgo.
Francisco Pereira da Silva.A Ia secgo
para os devidos lins.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
\;\o e exacto A Gazeta da Tarde,
em sua eiiigo de hontem, avangou que, com
dinheiro dos cofres estadoaes, fra comprada
a lypographa que f de Porcia le Mallo.
Competentemente aulorisados, declaramos
que de iodo ponto inxicto 6988 asserlo
aaquella folha. Quem comprou a referida ty-
pographia foi o Sr. Dr. Celso F. Hennques de
Souza, e o fez de sua onta propiia, com o seu
dinheiro, e sob sua exclusiva resnonsabilidade.
Uro pouco mais de amor verdade nao flea
mal mnguera.
STADSS D\ (JMAO
QARTEL GENERAL DO COMMANDO DO
2* DISTRICTO MILITAR NO RECIFE,
27 DE OUTUBRO DE 1894
Ordem do da 11. 54
Fazando publicar o telegramrna abaixo
transcripto que em data de hontem reca-
bi do Sr. gcueral ministro da guerra '.
appello para os sentimentos patritico dos
camaradas que fazera parte das guarni-
rlas deste istricto a fim de que corres-
pondam ao pensamento do beneroerito ma-
rechai vica-presidente da Repblica.
Reparticao Geral dos Telegraphos, Rio
25l'194 Urgentissimo Coraman-
dante2. D stricto M.litar. Recita.
Mais urna vez vos recommaado envidis
tojos os aforas afim de qua nossos ca-
maradas se aostunham competamenta de
intervir poltica estadoal. Qud o bene-
mrito marechal, orgulho da notsa classe
e da ptria tenti* socego ao menos js
ltimos dias de seu govorno.
Outro sim : Tendo o mesmo Sr. gene-
ral ministro da guerra t.iinbein em tele-
gramrna de hontem, declarado sem effe.-
to a ordem que mandn recolher ao respe-
cttvo corpo o Sr capitn do 31 batalb)
de infantera Raymundo ICagno da Silva
a determinado que o referido offisial conti-
nu a d sposigao dogovernador deste Es-
tado, dou disso sciencia a guarnic'o para
os fins convenientes. (Assignad >), coro-
nel Joaquim Manoel de Medeiros. Con-
forme. O secrjtario, major Leobaldo Au-
gusto de Moraes.
Qacstura Policial
2." SecgoN 237.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 27 de
Outubro de 1894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
M- D. governador do Estado-
Participo vos que foram hontem recolhidos
Casa de Detenga 1 os seguintes individuos :
A'ordem do Dr juiz de direito do 5. dis-
tricto criminal Vicente Ferreira llaptistn como
pronunci.do no artigo303 d-iCod. Peul.
A' ordem do subdelegadJ da freguezia de
Santo A'itonio, Francisca Maria da Conceigo,
para averiguigOes policiaes.
A' ordem do subdelegado do l. districto da
Boa-Vista, Mana Amelia da Silva, tambera
para averiguages policiaes.
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Ma-
ria da Conceigo, por ofensas a moral publica.
Communicou-rae o subdelegado da freguezia
do Kecife qu> hontem, por voita de 2 horas da
tai de, os gatunos pentraram, por meio de
arrombamento no 2." andar do predio n. 34,
silo a ra do Mrquez de Olin la, onde reside o
cidado Benigno Cuoha-e subtrahiram de den-
tro d urna c mmoda a quanlia de 4l84d'0 em
dinheiro, dous anneis de ouro e um relogio de
prata. .....
A referida autondale avisada do tacto com-
pareceu ao local, proceden as necssarias dili-
gincias e trata, de descobnr o autor ou amores
do crime
Sade e fraternidade.
O Questor,
/iiiodei'e)Filao.
Thesouro do Kstttdo de Per
anabaeo
* Dtspachos di dia 26 de Orubr de 1894
Ferreira Rodrigues & C.-Volte ao Sr. Dr.
contador.
Antonio Marliniano Veras, Flix Pereira de
Soasa, 10** A- Uarbosa, Lourengo E. da Silva
Uarbisa, Lourengo E. da Silva Barbisa, Mara
da Silva Camp >s Guimaraes, Niceas da Silva
Gusmo. Paschoal Lope* Vieira e Antonio Fer-
nandes X. de Lima. Haja vista o Dr. procura-
dor fiscal.
Hisbella B. da Silva eJosC da Silva.-
Certiflque-se.
Honorio X. da Costa.Votte a reC2bed.Ta
nara salisfazer a exigencia da contadoria.
y Dia 27 -
Manoel Fernandes Velloso, Jos Joaquim de
Mello Cah. e bacharel Jo^ Lopes Pessoa da
Costa.=lnforme o Sr. Dr. contador.
Manoe! Perora do Nascimento, bacharel Joa-
quim C de Oliveira An irade, Innocencio M.
L de Mendonga, Eugenio Rodrigues Sette, Cora-
panhia Industrial e Commercio de Estiva, Cos-
ta & C, bacharel Bernar lo Jos da Gama Lins
e Antonio D de Lima & C. -Haja vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Andr A. Pereira los Santos A' secgao do
contencioso para os devido* flns.
Joaquim Tavares Arco Verde e Manoel Au-
gusto Cavalcante de Albuquerque.Informe o
Sr. Dr. adirainistrador da Recebedoria.
SUL
anta Camarina
Ditas at 17 deOoiooro :
:o d.a 5 eocirrou-se o Cjogrsg;o Legislativo
do Eitade, ntfo approvado o parecer da cotr-
m^i) de Cjostiiu gao, na qcal ooina que e-ja
dey*e ji, convocada ama reaman do C lOfrtat
do Eitado coin ojdrres especlaes par revsr e
refumar a referid Costiraign nos oo.uos e-
(uint-s :-ans. 7 ; ti i. 21; 25 i ; 26. 4
4' ; 31, 38 39- com modicagao pa>a estab le
eer suostuo par o ftccft&WMtdor *artM a
attrioatcSo le p-s p.-e ; 41, 46. 49 ; 52, u. 5 ,56. 57 2 ; 58, 68
1- ; 71 e 8 ; o. 3 do art. 76, 79, 80, 81. 91 ns.
19 eJI ;9J i- e- 93.
Timbera por esse Ef>ado qaeslio a carna,
pe o que o saperimenie maalcipn Uvron a ae
ko n e portan 1 :
Cjasiderai-io qoe a popohgao nio r o I- p r
m .1 te uno e ladores de carae trie, vead nio-a desde lontra
da'.a, pr prego* excessivamene caro?, s^m qoe
para uso coacorra no no justo ;
J runde-!.lo mate aue da eomyeteo'la do
poder oaolico empreifar aedias coercitivas a
H4e bi-o, qie as claises defzvoreeiilas da
fj' ana oao podera supporlar.
K-sol'e. po'tauto, cnamar coQcorreat ao
aD.stejiajenio a p-tipcs'.as em ca'ta' fe'tieda*. na secretaria
cl^n sooeriatenteo ia al o da 22 do corren-,
proe*itntO"e, ao mei.diado r^tt-ndo da 21,
o iDerio'a das m-^rass, seo-.ic perendaaqo
mus amageos iffi-ecs*
OCingresao approvoa ai segototes propon-
las :
D nladir-no a ancsealadorla, rom 10I1.8 os
vMQoim-io'08. ao empreado esiaieal qo* out D anuys de ocas servigus prestados ff-aia-
menie aa rrpiriigJo em que 'o rro*iio ;
Au-.orisaodo o fm Jo Etalo a desp-ra-ier
a e qu'-nu le 3D:tX)04 ;oai a taudago ca ira-
preasa ifll -ia! :
Undu .uuris.go ao i?everoo do Es'aio para
escampar a e--t-ala de B onenan i Lu-nybiaos
da qual o Kuadiac:ioaiata, en virtaie duci
0 IttO de 28 le Siten)'" te 1888.
Paran
Datas at 14 deOaiotro.
En Curjiioa comegou a publicar-se o S-
talo iiu Pirana, urj da par.i lo repablicana.
Nessa to'hj vem julicua a ctiapa deaxe par'
(ido, qae > segante :
Para euador: corooel Joiqoim Resende Cor-
ren de Laceria, negocian. r-siie.ue na L>pa.
fara ueytaios: corooel Mi'cuno ou-ti
.i.-i.ilio de Magalnaes, m I lar, rasidente naC>-
pital Federal.
Or. Jj4j Cmlido Ferrara, mello, restdeate
na L Cay > Mmoel Jos de Ftria Al-.oqoerqae,
engntieiro m lili', residente era Coryuoa.
Lsun;ioCjrreia, jjroalista, residente em Ca-
rytioa.
Cn-gara & capital o novo bispo D- ia d-
Camorto, qpe leve fesl-va recepgo, sendo acom
M'jhiU daestai;aa a cithelral peli3 primeira
uioridiiies e graade coacarno ae p >'o, esuodo
eotettedu a< ras
Sjore a poese, resl saia 00 dia 30, ali o E
.a > de 1, o iieguiute :
a' 1 hora le S. Exc. sea entrada tolemoe
Qn c itjel'al.
A' freate viohau monos ndores traiidos dat
r|-i aaSCJlul.Ii- vldlROaS.
Dep is mais de auieutas virgens e os irmo
Je ya is 1 mmiaies, viadoem seguida D. Jo-
400 j i>a lio, coa luz1 11 j o Dacolo.
E a eioraie a meiudao qaeoacompaonnva.
A ndaje apreseu'.ava um aspecto verJaiei.a
me .to festivo
Ns ras principies e pr?ga Tradenies tremi-
1 .m u aa muaidaie de baudrUiutias.
Depois das soleiioitales religiis-s. que est>-
v ..m iii;pj[ieuiies'a.as pregn oninaairu.bi.te
o R'd pair. AlDero.
noite, varias casss da< roa prioupaes tilo
mnarara"e a laoleraas chioetir, sal.eutandj se
.1 1 uunagij aa catned.-ai, qie uajareeia um as
pecio Drilhaalissimo.
Fa leceu ul-amamenta en Gaualussab o
Dr. Luit Ramos Figaetra.
M. Paulo
Data at 19 d^ Outaoro :
A'16 cuega-a de Pirancana o prc'iden'.e ia
Rcpabuca Dr. Proieole de M)ra-'. .Niesagu
da Lu, acampanhado de Daudas de mas'O', ea
peravam o presuete os secretario' de amado
iodo o fuoccionalisrao soperto-. o9i:ialida.ie ae
poltcia, ets. S. Cali, devla voltar a PiracicaDa
dentro de dous olas, Constando que seguira p*ra
o Rio no aia l do prximo me
A' reanio de 19 dos so^scr plores di Ai
soaagfto CoDm^rcal as 2 horas da urlel coji-
ptrecea Kran'e numero de sobsciipto es, qae
ac hmara n presidente da reuoiao o coroael Ao-
tolo Proot Rodovajbo,
feto presideule foram cbanados para svvi
de secreta-ios ocomme.cador Daaae Rjltgae
e o Sr. Chrlsliaao Vunna.
D:pois ae constitu-.a a mesa, esposos os ttns
la reuoio. fai eleila a directoia provlso-la, ti-
aodo competa aos S'. Aoulo Soares, Cris-
tiano Vunai, Domingos Liureiro da C ux e Jos
Ign.cio Pereira L101.
K cem'bisso de enlatlos, en seg a eleita.
noou conposta do Dr. Sin- Paasto Pacheco to-
iao Daarte Rjd-guea, Hermano BoucQird *
Aiexa ,dre Sioiliauo, sendo oepois aospensa a
sessdo.
A-oaado-se no porto de Smtos os casado
res logi-i^s Sinus e Beaghs leviotaads plan
ta topogratvea e tjlrograobica, o Dr. Joveoal
Valbeiro, jais d i* ara, -ifli-ioo ao cspector da
aiandega, peJindo noe informaase pc-r Interna-
dlo do capiio do porto cem qae perinsso con
senda qae os ditos navios ae gaerae titeasem tal
servico.
O capitao do por'o loformoo qae tiobt recebi
d o orieas ao miisterio aa tUriofea.
A' 17 panio de Sao'o o vaoor .Desterra*-
com dest no ao Ro aa Jio^-iro, i-vaalo a BeK-
00M0 o ((e:ie al Riyaanado Ewrion.
.'lo rel ido vjp segaio ta o revoltoso
Dr. Aquliuo do Amara! FnQo, que se eniregoo
em Mjoievilo.
AMERICA DO SUL
Ctaili
Abrio-se o Congresso Nacional.
Foram eleitos, no Senado, presidente o Sr.
Aguitiin Elwards e tice-presidente o Sr. Fer-
nando Lascano ; na Cmara, presidente O Sr.
Samuel Valder e vice-presidente o Sr. Carleta
Beza.
Esi em discussao no conaresso chileneo
projecto de le reformando administragao oso-
iiicip.il
tsperava-se a cada momento em Valparaso e
novo internuncio do Papa, monenhsr Maceta;,
assim como pareca imminente um conflicto da.
autondade ecclesiaslica com o overno, por lf
este recusado acceiiar a nomeagao do padrai
Gregorio Daz para parocho da Ireguezia do Cv
menterio.
Forranvara-se syndicatos e associagOe V-
nanceira* nacionaes para compra de etrada3 de
ferro e exploragao das minas rtn salitre, tentta
urna casa commercial dos Eitados-uidos pra-
posto ao governo a compra do cruzador Blata-
co Encalada.
Tem cahido copiosas chuvas so territori*
da Repablica, bera como cresce uelle a epide-
mia da diphleria.
Chegou 1 Valparaso o Sr. Isidoro Erraat-
rir, e d'ahi parlirao no paquete ''ntosi os natC'
fragos da Patagonia, tendd os lancheiros diaw
mesmo porto se declarado en gr : os patrC*
resistera a satisfazer-lhes as exmencies.
Sao muito adiantadas as Obras da Exposi-
gao I'ileruacional de Minas.
Paragcay
Foi proro,jado o congreso iiafcioaal
--O ministro do Brazil acha-se enferme*.
mas, apezar do que correu sobreagravidade do
seu estado, esle comtudo nao inpira receiov,
nem effectivamente chegou ao ponto que Ibc
attribuiam.
Ao cootra'io dessa noticia, en'mu o Sr. Dr
Amaro Cavaica ite em convalesceucia.
Os mdicos que o assistem. u> e oppGerz.
que por estes dias emprebenda a sua viajen de
regresso ao Brazil.
Um violento furacao que sobreveio no rr.
17, causou grandes estragos na cidade de As-
sumpgao.
Repablica Vr^r-ntinn
A cmara uos d -putados coniinuaxa a dise*t>
tir o projecto de reforma das tarifos da allnete-
ga, tendo sido apresenta lo ao congresso naci>
nal um projecto de lei, propondo reviso consti-
tucional no srntido de ele car-?? o periodo di-
presidencia da Repblica a IU ann 1*, com a fa-
culdade de reeleigo.
Era Bu -nos-Ayros faziara-se grandes pre
parativos para a reviata que, all devia realisar-
se ; eoi jornaea noticiavam a solugo da qaes-
t}o diplomtica motivada pela enirala de ama.
lancha de guerra braziteira :n aguas fluviaes
argentinas.
O governo dj presi lente Sienz Peaa aeei--
tou communicago qie Ihe fez o ministro de
Brazil de haver antes sido aobaUlnida o Sr-
capitio de mar e guerra Silva Colho no cooa-
m indo da flolha do Uruguay.
T^e logar um meeling de protesto eco-
Ira o augmento do imp -sto* sobre o fumo. j
Espera-s a publicagao do decreto de re-
forraa da guarda nacional de Buenos Ayres ; e
para continuar o* respectivos trabalhos coote-
ta-se que partira r 21 ni Villanno a coca-
misso de Imites cora o Cbili
O Dr. Fernando Osorio t.m sido moito-
felicitado pela sua nomeagao para o cargo t
ministro do supremo tribunal de jastica.
S. Exc. parte brevemente para o Rio de; ia--
neiro.
0 ex-coronel brazileirn Piragihe publicoa
manifesio datado era Uparairotes, proclaraan--
do-se o libertador do Brazil e que para isto ra
novamente entrar em campanha.
Cahiaifl abundantes chu.as em toda a R&-
publi:a, tendo na cidale do Rosario passad
temeroso cycloie, qu ahi causou grandes pee
juizos e deu lugar a morios e lerira.ntos.
as colonias de Santa F tem cabido profoc-
gada chuva de pedras, e solTrendo muito a la-
voura.
A praga doi gifanhotes inva lio as pro-
vincias de Tucuraan, Corrientes e Entrerlcw,
produzmao grandes esiragos.
.No Regina Margh-:ritte chegarara 962
inmigrantes italianos e 100 judos, s-ndo estes
destinados s colonias do barao Hirch era Ea-
tre-K'os.
Falleceu o celebre padre Marcos DDnati.
que catecnisou os indios Kanqualj.
Reptabllc Orleatal
Correu que o 4. regiment de infantera te*
tou sublsvar-se e dava-se como razio o ter a
governo oruenado que a segundo chefj as30>-
misse o commando
Os outros corpos da guirnigo, todos athek
a esta tentativa, acham-se de promplido, se
bemqueseni ligue grande importancia ao
referido successo
O ministro do interior conferenciou cora
o das relwOes exteriores no intuito de tomar
enrgicas medidas conira os revoltosos recla-
raadas pelo Dr. Victorino Monieiro.
O presidente Iriarle Uerda, commutoB at
pena do fuzilamen'o a que fra con leranado o
soldado Fortunato Silva, e que deveria ser exa
cutaua no dia 17 do correle.
A commissao militar uruguaya parte para.
0 Rio de Janeiro no dia 6 de .Noveiubro.
Camou excelente irapresso haver asso--
mido o commando interino da li itilha do Alkr
Uruguay o commandante americano Freir
0 Dr Virasoro, governador de Corrientes
est era activa correspondencia cora o Dr.. Vic-
torino Monteiro, prometiendo impedir tod,oc
transe que! os rebeldes brazieiras sejara prote-
gidos por autoridades argentinas na fronteirai
Foi exonerado o inspector da linbado
Uruguay ngel illanco, protector dos revolto-
sos
= A' requisigo do Dr. Fernando Osorio-,
foram appr< hendidos em Buenos iVyres 4 cai-
xes contendo 8a davinas Wiuclusler, cuja
partida desle porto o Dr. Victorino Monteiro
danunciou
Esta tranquila a fronteira rio grandeose,
desde a Repblica Argentina at o estado Ori-
ental.
Sahiu para Colonia o cruzador Tiraden-
tes.
Raphael Cabeda entregou a sua gente a
Piragibe, qus dea com o commando da deno-
minada 4' divisio do exercito federalista ; fr
sabe se que chegaram a Buenos Ayres os Srs>
Saldanha da Gama, Appancio e Cizerio Sarar-
va, ignorando ainna o que houve em um en-
contr recente entre a columna do general Sara-
paio e os revoltosos, commandados por ijiragi
be, que estavam era Upamaroly.
0 chefe de polica da Rivera in'.imon^ Or-
Augusto de Carvalho e 'Gordiano Veras a ia-
ternar-se.
Telegarama da referida procedencia
.que forca do governo Orazileiro : perse
partidas de revoltosos, pentraram no |
Oriental.


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T
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^^


%
Biario de Pernamhuco ontingo %& l<* Outubro c B$-i
EiB Moaswrdeo coitara esto-resurlado di SOOO, nra mez antes da ra3tatlacao da Associa- todas as orden*- sociaes, 'le qw-a naciio tera
eicao do 3 6 distncte do Rio Grande da Sul : gao ; 54U00 por seu diploma, ti mezes d Monteiro i.KoVAweliaao!-.1.080,
{

et
Victorino
vadavia 1.043
Faltara S. Gabriel, S.&nacim* S. Sep^fi
cente eCacapava.
A votacSo do roarechiil" Frota para senado*
inge a .8.30 e calculase/que chegan'JJ
.000, o que o resultad* Tantajoso, atientas as.
adicoes do Estado.
Pero-
Ha noticias de. dois combates importantes
tre as Coreas legaes. os revoltosos
Sin Bagu, forana estes os vencedores ; em
lallas aquellas.
Os fuzilaraentos de pessoas syropalhicas a
voluao era Luiza, vo teodo terriveis repre-
lias no interior.
A populacode Trijultoara.ivista dos hor-
res coramettidos pela soldadesca abandonou
cidade.
CHRONOLOG1A
COLLECCIONADA8 POR
leloliisedech do Albuquerqu
Lima
OWCTBRO
.> Da ZH-
1630 Incendeiaic os hollan-iezes urna
-a chaioaJa da Aaseca. que cava frooleira ao
te do S. Jorge.
1670 Fernando Je Souza Coulinho, assu-
o governo da capitana-
t&VCI O marechal ^alazar..Moaceso d pos-
a Junta do Governo Provisorio, eleita no
i 26, fleandu elle como, commandanle das
mas.
187? -Fallece o desembargador JosNico-
j Reguaira Costa, memoro do Supremo Tri-
mal do Krofe.
Era oatun*l de Pernambu'io e bora poeta.
Promotor publico du municipio
e Flore tO Exal. Sr- Dr. governador do
tado, .por acto de 17 do corrente, dam-Hiu
m doraervico publico, o bacharel Abilio Pe-
ira de-Som* Lima, do cargode promotor pu-
ico do.municipio de Flores.
rromotn- publico do municipio
le S*lsiPi "-l'1" act0 dt i ',0 o16*"10
ez, do Exra. Sr. Or. governador do Estado,
i considerada sem effeito a nomeaco- do bar
iarel Aotonio Cirneiro de M Vasconcelos, para
cargo de promotor publico do. tauntet-pio de
ilgueiro, e Harneado para igual cargo no do
ejo, onde assumJc o exeroicio dentro do
raso de 30 dias.
Promotor publico do municipio
e Leopoldina -Por oulro la mesma da-
. o Sr. Ur. governador do Estado eon3iderou
u elTeto a exoaeracao do bacbrel Joo de
uvetn Leibs, promotor publico do rauaicipto
Leopoldina, e o removeu para igual Cirgo
i de Salgueiro, devendo assumir o exerccio
ntro do uraso de 45 d;as.
tli'iis sein-n Exm. Marechal Vice-Pre-
lente da-Kepultlica dirigi ao Coogrosso Xa-
onal, no dia 15 do corrente, a s;guute Men-.
.gem:
Srs. membroa do Congcesso Nacional.\e-
io pedir-vos conces.-a de um endito d*
i62:O0i, .distribuido pelas .segrales verbas
> orcameiito do Ministerio da Marinha :
MunicoVs nivies 40i):)00*iKK).
Material da construeciio.n-.ival,. 3OO;Q00,5OO0
Combuslive1, SMiUO 'Ood.
Freiea.ta,-'0O:0,.0*UW.
Obras, 100:OOOSOO.
Porca.cavil (:ii.trial), 12:000*030.
As seis deraonitracoes JMW, organizada--
la Coptadona da Marijha, ju-tifieara a ne-
ssidada desses angrnentos as dotaces que
cebeiam lies verbas pelo oreimenio lo pre-
rate exercioio, adra d< seren alleudidas as
.spezas que correal' pelas nusnias al seu
ncerraraento.
Essasdotaces foramab das extraordinarias e avalladas, iraprescin-
veis para debeUur a revolU. de 6 di Si'Uui
-) io anno prximo paseado.
Capital Faierui, 13 ie Oatubro d; 183%.
loria no Peixoto.
Ordena do dia C mamos a attengao do
lblico pira a Ordem dj D-ido Coraman lo du
"Oij'iicto Militar, huje inssrido na rubrica
'arte Oficial.
Folg.mo.s de registrar em nossas. paginas
se documento, que da testemunlio da isem
5o da ;inimo do Ojnemento Marechal Floria
) Prixoto, de cujas intenyes rectas aues
uvidamos.
A illii'tre guarnicao deste Estado, Chafada
:tulmenie-p^lo honrado Sr. coronel Manuel
jaquin de Medeiros, certaraente ouvir a voz
atnotica do heroico Vice-I'rjsidenlc da Repu-
iica, para proseguic na senda por ella tnlhad;.
a abstencao na politita, o que Ihe faz inuita
mra, collocaodo-a era plano onranceiro s
itns partidarias.
Milicia Cvica Pernambueana
onsu-nos com bons (undaiuenlos, qui- S. Exc.
S-. gjvernador do Estado,, labora ura regu
iraeoto dando organisacao a milicia viv-a'Par
jmbu.am, de accordo com a lei n. 11 de t de
ezembro luicaod.i Estauo ; pelo que aoaixo trauscre-
inos a referida lei n. 27.
Eil-a:
Le n. 87
O Congresso Legislativo do lisiado de Per-
irabuco decreta :
Art. '." Fica o govein dor do Esta lo au-
irisado a organisax a milicia cvica creada
nilo 7o do an. 3"} da Con^tituico do Estado
Xrl. Io Faro pane da ref-Ti la milicia to-
os os cidados d 18 a 40 airaos de idade,
ptos par o respectivo servico.
Art. 3. Os orticiaes sero nomeados pelo-
overnador do Estado e os inferiores pelos
ommao-iantes dos corpos.
Art. 4." O governador do Estado dar as
istruci;0*s e o reglamelo, q>e litromrla pro-
isonamenle al. seren approvados pelo
ongresso do Estado ; determinando no regu-
. imento que fOr expedido os casos de isenpco
a excepy&o.
Art 5 Poder o governador do Estado
ira este tim abrir o crdito extraordinario que
ir preci o.
Art. 6.* Iljvdgara-se as di3posi$.js em con-
ario.
Cmara dos deputa los do Estado de Per-
ambnen. ni de Dezembro de 1891.
Jos Mara de Albuipierque Mello-Presiden-
Antonio Estevo de Olivara-i" secretario.
Arthur Henrique de Aibuquerque Mello2*
creta ro.
Palacio do Governo do Eslalo de Pernam-
jco, 18 de ez uibro de 1891.Baraj de Con-
ndaf.
Associaco mutua Vera Craz-Fo-
os miiuoseaaos com um exemplar do Prospe-
o dessa assoi'iarao, cujos Iras e intuitos sao
ssim codiiicados:
Base d i AssociaQo: O amor de Deus, da
ja mina le e da fami a.
Fin*: 0 melhoraraento das condigOes so-
aes dos associados, pela instruegao, pelo tra-
illo, pela proteegao e pela beneoeocia. para
qoa surto aloptidos todos os nieios lcitos, ao
mi-eda Associago. .
Exiiedienes que sero adoptados em beiu/ici-j
.- auociados: -Ollicinas para criancas de am-
>a os stxos, escolas ou estabilecimentos ie
truerto e de educagao para os fllrios dos so-
3S; usinas agr.colas para acollocagao dos mes-
,s; casa de sade e tioapital; cooperativas de
evidencia de diversos gneros, provendo-sa,
eSentemente, a de cotiaunto de gneros alimen-
tos e ot pnmeira mxesftdadt, etc.
Devtres iio associudot:1. Eslar no gozo
i seus direitos civis. ..Ter occupigao de-
nte qire Ihe garanta a subsistencia 3." Nao
r anilphabeto. 4.0 Nao tratar de qu.st s
ililicas religiosas ou de nacionalidades na
sociaco. S." Nao cliamer seu consocio a jui-
serr previamente, coramunicar ao conselho
Wtop aue empregira os mi!o3 precisos
oaretn ii BU accordo, ficando-lhe o direlto
vo, dpr8C8dr_ judicialmente, ^o wj-J
arem, etc.
inesLu uistaliag;iu; 2X10, de i em uuaaM, e
adiantadi-mante. coma mensalidaden, a eiatar
do mez MU que tiver losar a installago? e 4
por <3ccasnn de fusta annirersarias.alito de
outros deveres. cjmin eim loctedmde* beaefi,-
ceutes e ie auxilie mitiuo..
trettmdosriumtciadot: -Depois da. installa-
go da Associaco. e sendo socio coolnbuinte
ha raais de um anno, alm dos direitus garal
mente concedidos pih .iocie.lades-benetloieBtos,
ser soccoprido, assimo cora'j su osp < -
lhos legtimos ou naluraes, era qualquer emer-
gencia penosa era que se acharem, licitamente
cotlocidos, as forgas da.Associaco e dos asso-
ciados. Na falta dn esp ?-a e tlhos legittrnos
ou naturaes, sua mal e irmas, sendo solteiras e
honestas, tero direrto soccorro.
O socio necessitado, em caso de molestia,
tera o auxilio; do loOOO raensaes durante os i
priraeiros mezes e lOOOO durante o de raais
lempa daraoleaia,. e sempre, medico e botica ;
e, em caso de vethice, q io o impossibilite de
trabalhar, t;r urna pensao meii*al de iniOK).
.Falle^endo, cando sua viuva e filhos lejitimot
ou naturaes, em estado de indi^enna ou em cri-
ticas con liges, a pkm uerceher um-i pensao
de 105 00 iiiensaes e Ca la ilho legitimo ou N -
tur l, recotilHado pon U;9tuaieau>. por escriptu-
ra poblica ou me pai, parante escrivo* do rgistrcivil,-perce-
ber Jiensalineote SJOOii.' alin da peuso.dis-
pen<>a4a viuva, em |uinto se conservar em es>
tado de.viuvea e eom i< uieslHiade ; percebendo1
seus lhos dila pen-o, os do shxo in.isfulino
at a id.-i.le de '4 annos, e os do sexo l'eoiinino-
nt a id.ido '1 2l i:i;i is. Hmqu'iiito nao ..'asarein.
Si os filhos forein abandonados a heneti'wnca
so s'-r dispensada aos mesm>s, ficano elle* sob
a tute 11 da Associ cao e sujeit indo-se a ella.
' t Na 'alta le esposa do socio e na hila de fl-
Ili03 bgiliraof ou KtMM1 reconlu'ciilos, sua
mi e irmas percebero pensao, sendo, sua niai
iiliK) mensat's, e suis i rias o/OU, lambjin.
raensaes cada .urna, sendo solteiras e hones-
tas.
^endo casado o socio, sua esposa & conside-
radacoca hjnoraria far parte de man miaca skuii'\-i qual pci.lera ser designada e
empregada,. de accirla cora o seu mando, oo
desempenho d M rtus socjai's .
Coran u n dos intuitos facilitar os radios de
subsistencia:aos associados por meio de c ope-
rativas, a A-'soeMci creou un Dispens Parti-
cular, cuja direegao est Ciig de urna com
mi8so;executiva compjsla d)s rs. Victoria ra
de Artigao Ebla, Sebaslao de U..Galvio, Carisio
C du Reg Birros, Manoel Victoriano de Lima
e k Uarbosa Primo.
O p-ospecto especial da Dispensa Cooperativa
menciona as bases, que nos parecem bera lan-
gadas, para ura r.al sjrvigo prestado ao< asso-
ciadas'cooperadores. Desdas.bases destacare-
mos asiseguintes:
Clausui i 2 -8!r*w considerados era aggre-
mi icio -Cooperativa, a solitarios em todos os
sfus.natos, os cidads que -toraarem o compro-
misso de s- fawrein admiltir n> gremio da As-
sociaca Beneicente e de autillo mutuo -Vera
Cruz, seis MW depois de se suppnrem na
Despensa, pagando ao ihesoureiro, cada um. por
occasiD de se mscre.vcr na aggremiuco, a
Vjuantiaide-81000 de admissii, para as priinei-
ras despezas, pod ndo lazer-se adinitlir antes
desse prazo (CL 16*).
Oasula i' -Para o funccionamnnto da Des
pensa. o ag^remiaio se obriza a empreslar-lhe,
medanle o premio, de 5 0 ao anno, recetuvel,
dito premio, trimestralmente, 200J, por ra*i,
tlfl dia 8 de cada met, at completar lOOluOtl
e raais 10)OK) ris realizaveis com a aecurau-
lago dos lucros, que auferir era seu suppri-
raenlos. Nenhom premio pnrcebera, emquan'o
oai. fr realizada dita quantra de 100*)00, e
nao lunccionar a Despensa. Dito empresta dor
iggremiado poder adiantar parte de sua quo
laido emprestimo dos priraeiros lOOOOJ, ou
iiiesmo todas ellas, sendo-lhe credilad.i o pra-
raio da antecipago, razo de 5 / ao anno, a
contar da abertura da Despensa, cuja impor-
tancia: (o premio) principiar a s:r Ihe sat'sfeita,
ura auno depois de dita abertura, era presiac"
de tu */0 por. trimestre, era conta' de desperas
de adrainistragao.
< A Despensa funceionar era logar central aa
cidade, e^tabeleciido suecursaes as diversas
frejuezia, roso que perraittirem 03 seus recur
sos: e, principiara a funccionar, apenas liver
cons aiudo e-nprestimos quo inontem 4:00 '#.
A quan'i i supn de 20d'JUO,resultante dasduas
verbas de lOt'lOO, nao poder ser cedida, negit-
ciada ou yravadi, era easo aljum, por ser pelo
aggceraiado considerada urna economa sua,
ni guul se acha interessada* grande e condicional-
mente a Associ'ice .
Temos a conviegao de que a Associago mu-
tua Vera-i."ruz, com o seu programa largo ge-
neroso, chamada prestar relevante servigo
publica, auxrliaud >. sobretudo as classes- m rao
(ararse dis da sociedade pernambueana a ven-
cerem serias ditficuldadei que se Ihe antolaam
na lucia pela vida.
11 :comnendamol-a, pois, estima e aprego
publico; e citada commissao agradecemos a
..o -za que nos dispensou eviando-nos, sob o-
ticio. o ulludido Prospecto. -
1 heutre de Olintla -rNo tiealro Melpj
mens olindease, realisa.se boje ura grande e
vanado espectculo, subui lo sceni duas opa
retas, A gala borralhejra. e O Sr. Chrispun
in apuros, e duas cangonetas, que so por si
val mi i espectculo.
Comegar s 6 horas, e terminar s 9, dan-
do Hssiiii ie.iijk> i se tomar o trem das 9 e ^\i.
O reato de bilhi-tes acna-se em Oiioda, em
pod.jr do zelador. do referido ihearto.
Auiurainos urna noute esplendida.
Lixi- Escrereram-oos honlem pedindo
para reclamar.uos providencias de quem de di-
reiio cerca de ura grande deposito de lixo
existente no paleo de S. Pedro.
Tl reclamago, porra, pode-se estn ler
toda a cida le, onde o servigo do varrimenlo
as mas tem sido nimiamente descurado oes-
te ullnnos dias
Por 'oda parte v-so montes de lixo ; mas na
fr;-u"zia de S. Jo-i; onde taes montes se
avaiiiajnm Haja vista ra das Calgadas e
pa que Ihe ficam perpendiculares, o Inga das
CiBCS P Hitas,, etc,.eic
A provuieocia recluaada para o paleo de S.
Pedro, deve p is ser garal ; e para o caso so-
licitamos a attengo do honrado r. Dr. Prefeito
do municipio .o Recito.
O ffenio militar (Versao do francez)^
O genio miliUir de um povo e a sua juven
lude, animosa e virilmente educada, nao pode
ser contrario ao genio civil das suas franquas,
e virtudes publicas, das suas oceupages e utili-
dades econorai ns, da sua cultura scientifica,
phisica e Iliteraria.
Que nago mai- militar um terapo e mais
culta, religiosa, douta e fecunda do que n Ger-
maiiia, que Laurent compara a antiga Grecia?
O exemplo raesrao da Grecia que na sua
mais bella flor de civilisaco, :.o periodo raais
luminoso das suas glorias as ordens do pensa-
rnenio, QM lettras, em todas as artes do bello,
vigorava por virtude gu*rreira e moslrava ao
universo at'onil a gloria do intellecto envolta
cora a sapiencia das armas, nao bastara para
com pro va r, quando oulras aemonstracCes e ou-
tros argumentos faitassem, que a sapiencia das
armis parte lambem das armas da Sapiencia
no magisterio da educagao e da perfeigo da hu-
manidade?
A vida do soldado 6 o antidoto do egosmo,
aue roe as visceras da cinlisac&o moderna,
exerce, por um crio respMlo para com essa sua
enMgia moral, o dever heroico do monacliisino
da Kdade Media, e que sua visa com o pxemplo
dochristiaiiism huinildade e candade fraterna
e da pobresa voluntaria, a exuberante energa
da torga e do orgulho feudal e todos os outros
excsos e desordens d'uma vida multo opposta
ao ideal da sapiencia evanglica.
No quartel se celebra o pacto da fraterni
dudii* social; pobres e ricos, filhos de campone-
zes proles de banquearos aprendem debaixo
da proiecgo dura direito commum aquella
comiounhao de principios moraes, de perigos
de lores, de esperaogas e de contentamentos,
aue a nvalidade dos egeismes desencadeados e
a d'Sigualdaie das riquezas da potencia e da
inslrucgao tende a apagar at do coragao e da
mate dos homens.
Oue escola normal mais necessaria de que
a d.> quartel, mais apta a infundir a pouco e
pomo nos nimos, nos eostumes, as ideies e
nos affectoa da nossa valorosa moctdaie nao s
o conbeciraenlo profundo da nacionalidade e o
mas Umbem o espi
9
para
tyrantiia .e dai
fugir:.da~duphea. maldisao da
auarchia ? .
VsrobfaA anarchia arruinando a Hs-
laday-arruina oom.mff cartelakida os.par.licu
larsswsllla nao aiteowila.a iiiaeaemvaera mes-
mu qnelles quai-a provocam;.e os-sophistaa,
levados oo poder' polo favor eparaero do povo,
que sUes-eoganan lisonjeando,, sao as priineiraj
victimas dos seayproprtos successos.
S^mpre la conJusion delle peraoenwi..
Principio fu del mal deila Cittade
Gome, del corpo il cibo che s'appose, Dante.

Umprofessor de msica d licedes ao filho
d'um viajante, da regresso da America depois
de lazer fortuna r ,
Vejamos, diz o professor, conlinueraos,...
Quanto vale um branco?
Lous negros.
E urna negra?
O menino ficou erabiragado. O viajante,
que assiste a liego, arrebatado pelas suas re-
cordagOes :
Urna negra I... Vinle cinco francos !

Um advogado defendnu, e pode livrar da
priso ura individuo eccuraao-de ter roubado
uns oculos de ouro. Chega.o momento delicado
dos honorarios :
i Palavra \ie honra; meu defensor, diz o absoi-
vule, eu sou um pobre diabo, nioteatto dinliei-
ro,' mas- se queris os oculos, eil-os I
Era Nova -Punlioou-os hontem o n. 44,
anno V, des.se>jriodico religioso, poltico e no-
ticioso.
Sao de sua redaego as segrales linhas, que
com prazer transcrevemo," fazendo votos para
que nao falte folha calholica o amparo pu-
bli:o.
Tendo-se atgurado a muitas'psssoas qu;
a Era Sov eslava para desapparecer da arena
jorualistica, apross'Uiio-nos a declarar que ape-
zar. ;as ditfi-:ulda les econmicas que a assooer-
ba.nvclla n.abandonar o seu campo de ac-
go emquanlo pstiver ausente o presado Redac
tor(.'h:fe o Rvm. Sr. Vigarie Augusto Fran-
klin, umeo que poiier resolver a respeilo.
Assiid pots, uem tiquera satisfeitos os que
nos. votara as suas antipathias, era tristes
aquelles que amara de corago a iraprensa ca-
lholica, e nos cercutn de suas valiosas sympa-
lina.
A nossa misso^continuar a ser cumpridn,
porque estamos convencidos que nao appella-
mos em vo pan os homens do bem. amigos.d i
boa 'i m prensa, i
Estes, comprehendendo os nosso sacrifi-
cios e a nossa boa vontad nos ajalar j a pro-
seguir na ar iua viagem jornalistici.
E' quanto nos basta.
Ladr es-enaguada Escrevem-nos da
visinh i cidade de Ulnda o seguinle :
Vivemos constantemente sobresaltados aqui
por causa dos ladrOes, que praticam grandes
roubos sem temor a polica da localida le
L'iiiraamj'nte, forara essas industriosos
cas ido uidado Antonio Moraira sita a ra'3
Miio, e ah, tentando penetrar no interior da
referida casa, foram preseoiidos, p>nih)-se era
fuga, dux.iiido entietauta a parla com diversos
buracos- de pa.
Era seguida foram casa era que reside o
Sr. Jos Jenerino, d'onde poderam levar diver-
sas pegas de roupa, algura dinheiro e um im-
portante oratorio, den indo as imagensquecon- j
tinha no raesrao oratorio.
Pedimos ao Sr. Dr. Questor aue lance as
suas vistas para o estado de gustos: em que vi-
vero os habitantes desta cidade, p >is ate o soce-
gj da ooite Ibes falta por causa dos gatunos, o
que em parle devido ao piqueno numero de
policiaes que rondara a cidado.
V;por lye*BSs>paquete dalieal Milla
Ingleza.deve tocar hoja no porto do Ricife,
vm o do sul coan destino Europa.
Monta i'it* Itrun Sueeesso-E' hoje que
e-a associago corameraora o anniversario de
sua fundago
ConsUtuiro os actos coraraeraoralivos : mis-
sa Padraeira na igrej do Rosario as 9 h. do
da ; sesso magna s II horas na sede social,
i ra Duque da ilaxias n 37; e ah nuera > la-
dainha .inslruraanial s 7 honsda ooite.
cluJi i >I*r.:eUim cielo -^Funccionou
na qu irta-feira 4 do corrale est club era
ses.ao ordiaana.
To nou-s eontiocimsnio do expediente con,
c : ie ido -*c 3 > das do lieenei ao I* sacretario-
asumiodo este cargo o 2*.dito, tendo sido no-
mealo para o cargo de f o r, Maaoel de Frai-
las.
Foi approva lo que se langasae na acta um
voto de-pasar pelo* fallec ment do vicepresi-
dente eidado Victaliano, llibeiro,
Em segui>lu foi susp'"sa :i saasai e igual-
mente 03 tranalhos doC ub por otlo dis; com
prova de sentiment pela raorte do mismo ci*
dad3o.
Hatadouro r*ablleo -N'esse estabeleci-
mento foram abatidas 109 rees para o consumo
publico de boj*.
flospitai cdro II0 movimenlo desse
stabolecimonio cargo da aata Casa de Mise-
ricordia do Recife, no da 27 de Outubro foi o
-seguinle :
Entruram .... 16
saiiiram..... 6
Fallecenm .... t
Hxistam..... 78 >
Foram visitadas as euferinarja-pelos seguin-
tes mdicos i
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1,2 da ma-
nila e sabio s 7 3/4.
Or. Mntaquias, entrou s 10 i/2 da raanh e s-
tira s 12 3/4.
Dr. SiraOns Barbosa, entrou s 11 1/2 da raa-
nh e s Mo s i 1/4.
Dr. Ilerurdo, entrou s 11 da manh e sa-
bio s 1< 3/4.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 10 da ma-
ah e sanio s 2 1/2.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 da manha
e saino as ti 3 4.
Dr. Vieira da Gunha, entrou s 9 3 4 da ma-
nir' e santo a i 1/4.
Dr. BasU*s de J.n-tra. entrn as 11 da
o i na e sanio as 1 < 1/2.
Dr. Tavares do Mello, entronas 10 3 4 da ma-
cha e sahiu as ti I, i.
i. Ajuianle do pharmaceulico, entrou s
7 da manha e sabio s ." da larde.
Assisleole, eulrou s 9 da manha e sahio
s <21 4
Lotera .HacioualT-Pela Casa da For-
tuna dos Srs. Marlins Fiuza & C. ra Primeiro
de Margo n. 23, fui vendido nesta capital i casa
lotrica Rei da Fortuna de propriedatferdo
Sr. Francisco de Assis Fernandes Vianna o bi
ihete ni 40447 da 0. 3." Lotera Nacional hon-
tem exlralda o qual foi premiadlo com a sorle
de 8:' OOO 0,
Forara tambera vendidas as approxiraages e
de-ena do mesmo premio.
lnspj-eiorin do a.* drsCrloto mari-
tl.uoitecife, 36 de Outubro de t894
Boletm metereologico. i
Horas. Term centi- Barmetro Tenso do
oifegto dos raonarchistas do Par O sebastia-
nntiuo em argo.
CAPITULO V
As individuali la tes e os factos histricos.
Illm Sr. Dr. Silvio Pellico.Respon-
dendo a carta do V. S. o que faco por
precisar defender me d\ imputado de ser
Ongem da escravido no Brazil e sra tesen- o informante d'A Provincia, tenko a di-.
grado
6 m. 2V
9 S5.'4
12 . 20,9
3 t. 25,7
6 20',8
Humt-
dade-
83
83
78
86
88
Thermoraetro
Ennegrecido
i sota'
ta U) vapor
761,"43 19,35
76 ,-*4 2d,*6
761-08' 20,41
759,-82 2l,i>
76D-78 21,30
. "TpL'rarara minima 24,30
desabrieado ao meio da
Temperatura mxima 28,S9
36,"4 -Prateado : 30*0.
Evaaorago em 24 horas ao sol 5,-3
bra 4,"1
Ghuva 63m.
Dtrecga do vento : ESE com interrupgao
de meia nouU) ale. at 7 h., 43 ra. da raanh,
SE e KSE alternados ate. lin. i", ra.; SSE
al 0 h. ti m. da larde ; SN at /' h. 46 m.
EiE al 1 h. 8. m. SSE ate in. 10 m. ; SE
at 2 h. 40 ra., ESE e SE alternados at 6 b;
46 ; ESE at raeia noito.
Veocidade media do vento 5,-88 por se-
gundo;
Nebulosidad media 0,83..
r,olettiu. do Porto
Prea-raarou Das Horas Altura
baixa-inar
B. M. 2 de Outubro b. 30 m. da m. 3,-30
P. M. de -2 h. 40 m. da L 2,-dO
-
^
OALEPliNO
O Blnoooloi-Est.distribu lo o n. 3 desse
peridico,,cuja visita registramos. .
Estatuto-Recabemos um folheto con-
lenao os estatutos do CentroOprrno de. Cam-
pos, lindado ra-3 de Janeiro de 18^2.
Hospital, i'ortusuea Entrou de se
mana nade pi estabeieoiraento o mordomo
Sr \ntonio Alv^a de Miraala.
Embaru'jo -A birli do vapor Olinla.
eguiui no da. t para a Capital Fjdral, onde
v*buscar melhoras pira a sua saude alterada,
o nos flnesa.de vir pe3soalra ate trazer-noi as suas
despedidas ao nos Que faga feliz vngein e possa- quanto antes
voltar ao seio dos seus amigos.
Casamento- drilO escrivo de casa-
memos que .funcciona dos uistricioi doR-.cife
Santo Antonio, Jos tl'oL'a los affixou na
repartig do registro, k ra do Imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas H e casa
mentos dos sesuintes cou-ahentes.
Priraeira publicagao
Getolio da Silva Carvaiho, residente na fre-
guezia de Sanio Antonio, cora Maria das Dores
Moura, residente na frpguezia do Poco;soltei-
ros e naturaes deste Estado.
Si'vino Jorge da Silveira, natural do Estado
da Parahyba, coia Francisca Sarment deOM-
veira Bastos, natural do Estado do Cear, sol-
teiros p residente, na freguezia do Recife.
Cimiterio \ publieo Obituario do dia
26 de Outubro de (894.
Antn Jos Moreira Gomes, Portugal, 52
annos, casa/lo, Graca.
Francisca Mana dos Prazeres, Pernambuco,
56 annos. viuva, Santo Antonio.
11-iiiiia Barbosa M. A.ccioly. Pernambuco,
30 annos, solteira, S. Jos.'
Guilliermioa.Mana de Jess, 40 annos, casa-
da.
Maria Luiza, Pernambuco, 18 meze3, Ba
Vista.
S uvro. Pernambuco, 3 annos, t raga.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, Boa
ViBta.
Demetrio Francisco da Costa, frica, 70 an-
no*, solteiro. Boa Vista.
Braxilina Maria !de Jess, Pernambuco, 60 an-
nos, 6olteira, Boj vista.
Casa de Oeteneo-Moviraento dos
presos- da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, era 26 de Outubro de 1894 :
LIVRO RECBNCHEGADOS DO RIO DE
JANEIRO
Luz Rosa Imagen* e vises, 1 vol. broch.
Xtffooo..
Dr. trias da Silveira -Galera hist-
rica da revoiugo de 15 de Noverabra, procla-
mado da Repblica, I grgsso vol. ene. e Ilus-
trado de mudas estampas 6d*|oo
lleitor (jruim traes Mojticores, contos,
i vol. oroen. 3jnun.
Anselmo Ribas A Capital Federal,
(irapresses de um serta.ncjo) 1 vol. broch. 4rf.
Dr. FajardjO microbio da malaria, l
vol. brocliado.
Franca Jnior-Follielins, 1 vol. broch.
3 Veii.li.ino, de Carvaiho. Tachygra-
phia, meihodo fcil, i vol broen. t^.loo.
Veri di un o de CarvaihoA. Pcaga do
Rio, l vol broch. :(ioo.
Dr. Crias da .SilveiraFontes de ri-
queza, 1 vol. ene. (i-jlitoo.
AutranManual da jastiga federal, ou c m-
pilago das leis de sua organisago e das que
Ihe sao referentes, vol. ene. 4-iiooo.
I.i-s da Repblica de IX.'IS 1
grjsso vol. ene. era cii-.grain So-i'ooo.
Existiam
Entraran.
Sahirara .
Existen
A" saber:
Naclonaes.
Mulheres .
Estranueiios
Total .
Arragoados
Bons .
Doeotes .
Louxo..
Loucas. .
487
4
16
475
438
16
21
475
413
389
19
i
4
"l3
A lavara Escola do Povo, fez aqui-
sigao da importanlt Dibliotheca de um iMustre
medicoi da uual destacam-se as segrales obras
que veude por raems da melado de seu valor
(obras quasi novas).
Debove et Achar.iManuel de rae-de
cine, 2 grandes vols. ene. em ehagrain (1893)
lHooo.
Dr. Paul Blocq -Les troubles de ia mar-
che daos les inaladies nerveusas (Bbliotheque
medcale Clurcot Debove), 1 vol. ene. I*-J.
Dr. Cta. Luzet-La Chlorose iBibliothc
que Charol 1'eove), 1 vol. ene. 3>ooo.
Debove et ReniuudLavage a l'esto-
mac (mena inbliora.'que) l vol. ene. :tiaoo.
Dr. Eloy de Andrade Tratado da
phlhisica pulmonar, i vol. ene. -jooo.
I'. Datroulan -Meladies d-s uropens
dans les Pays ciauds, i vol ene. 7d>auo.
Dr. A. .IlalcotDe la spermatorrhe,
l yol. ene. :tj .n><>.,
A. Courty -Muladies de Futrus d*8 ovai-
res el d.s trompes. 1 grosso vol. ene. lH-j>.
E. Lancercaax-Traite danatorate pa-
tholgtque, (so o 1. vol. 4'oon).
Dr. Cari Schroder -- Manuel d'accou-
.leiuents, I vo'. ene. Sooo.
Gazet* Medica- da Baha-4 vols.
1890 91 e 92 Hum,
Dr. J. Grasset -ConsultAtkras medicales
sur qu Iques raaladies freqseates,- 1 vol. ene.
(1893i 50O.
Auvard, ilrosi. Chapul, Delpeu-
cli, Desnos, Lubet-Barbou, Trous-
seaa Guido de tlierapeudqui genralo et
speciale, (i893> 1 vol. ene. looo.
Ilenry Thompson -Traite pratique des
maladies des voies unoaires el legons clini-
ques, grosso vol. ene. ISoco.
Touvenaint et Caubet -Memento de
therapeuiqu^ ob-t.-trcale el gyncologiqoe, I
vol. ene. (1892) 3-iooo.
Tem permanentemente na taboa da porta,
urna collecgfto de volumes, romances, litteratu-
ra ele. !MM> ris.
L.VUAKIA ESCOLA DO POVO
DE
SO II Z A PAI 4C.
81 RA DO IMPERADORi
Compra a vende livros novos e tizados
voKimjnto. -Priraeiros tratados e lea rdativas
uhoiigo do elemento servil ule 1831 O bi
Aberdeen e a le da 4 de Selembro d.' 1830. -
A li'Mle 28 de Seteraoro e sua desvirUrico
Accealuaco iibolicionisla de 1884 88> -0
ministerio Cotegine e a reaego escravista.
Adtcretagao d a le de 13 de Maio. Controver
sias.
CAPITULO VI
Dualismo entre o sure norte do Brazi!. ~on-
sidtragOi's jeraes A Incrarid.racia,.\Iineir:i e
Tiradentes perante a -hisloria. Sua apoih iose
l'heophiloOltoni e a.eslutua equeslrc Cou-
frontag5os
CAPITULO VII
A collecgSo de escriptos no lbum orTerecido
D. Pedro. -Estudo "synthelico sobre o seu
carcter d-i hornera particular e ue homem pu-
blico. -Gonsideraces oaes.
Rmelte-se (raneo de porte a quera enviar
5*000 a
Francisco Soares Quintas
Editor
77-Ra '8 de Novembro77
.amor da patria con:mura,
6. Contribuir com urna joia deril0 % recipro:a conhanca e toleraucta entre
Total .
Movirae.oto da enfermara :
Tiveram biixa:
Francisco Antonio da Silva.
Cosme Jos do Oj
Esequiel Ferro ir a da Costa.
Verlssimo Aires de Araujo Bastos.
Joaquim Jos de Lyra.
Tranquilino Candido Amaraolho da Silva.
Joo Martins Marques.
Tiveram alta i
Joo Virgolino de Almeida ou de Sant'Anna.
Trajano da Silva Maciel.
Orneus republicanas
gEFUTAf;O AO LIVRO DO SR. DR. AF-
fonso Celso o imperador no
EXILIO
Pelo Dr. Felicio Buarque de Monedo
pesutno dos captulos
CAPITULO I
Carta Sra. D. Isabel de Orleans.-Critica
geral d'o imperador no exilio.Conceitos
da Gazeta da Tarde.
CAPITULO II
Origens e Iraces republicanas.-Causas da
fun lago da Repblica.Reformas realizadas
cm pouco tempo.
CAPITULO III
Sinthese da historia dos partidos monarchi
eos. Formago e desenvolvimeato do partido
republicano atravez das reaege* opposias sua
marcha-a excurso do Conde d'En s pro-
vincias do lorie. A fileigo de 31 de Igos
de 1889 A armada e o exercito naci ial.
ConclusOes.
CAPITULO IV
10 povo e o exercito como os maiores coniri-
buintes das aspiracoes nacionaes Circular do
Dr. Sjlvio Romero.A legenda imperial.Ma
SI-'-hT
Prado 1'er.ianiriiicaiia
Realiza hojo o Prado do Lucca a sua
6 corrida
Pela organisago dr) respectivo program-
ma v-se qua a fesca sportiva deve ser
agradavel.
A' inscipgio conseguida, por sen lad >,
promette buns lances, e assira convida a
concurrencia.
PALPITES
Sao estes os nossis progoostios:
1, pareoa uanTransporte Vul-
co.
2. pareoMaurityGamors Hiron-
delle.
3 paraoPetropolis RadamsDou-
r adilho.
4' parjhFurioso Fusileiro T:
or 2
5.' pareoCamors Tudo- Awentu-
reiro.
6.
risco
"i." pareo
rioso.
8.
cotta.
CORROAS
S contara victoria
l.% 3.- a 4.* pareos.
pareoVingador-Tupy 2Mou-
-TraauinasDictador Fu-
pareo MilaioGarimpeiroMas-
LIVRES
os vencedores
dos
filUUim k PE!) i DO
O jwiz de direito le. Ipojuca e
(t A'Provincia 4 .
Contestando, a declaraco que z pelo
Diario de hontem a rospeito de urna Me-
ticia mam A Provincia da2) d<> corrente
publicouj attribuindo-mo propalar sem
reserva que o Exm. Governador do Es-,
tado esta disposto a praticar actos violen-
toa coatra.os.redacaore'' da meamo jornal,
airma A Provincia em sua edicao de
hoje que um dos referidos redactores ou-
vir do vigario Harculano Marques da
Silva'a noticia quo ella deu. Para con-
fundir semelh-nle contestagao a mostrar
que o v nerando vigario Herculaao nada,
disse.a quem quer que seja, que podesse
autarisar a noticia d'^4 Provincia, trans-
crevo a -cart*,que Ihe dingi e a resposta
que recebi, sujeit-nd") ao juizo dos h>-
mens de bem a verifcaco de que parte
est a verdade desse incidente, que a
tera psr fim intrigar sem vantagem algu-
n para a causa publica.
Ipojitca, 26 de Outubro de 1894.
Illm. Sr. vigaria Harculano Marques da
Silva..
Peco a V. Revdma. o favor do declarar
ao p desta, se eu dissa a V. Revdm.
que o Exm Sr. Governador do Estado
asta disposto a todas aa violencias contra
os redactores- .(YA Provincia, mas que
nao.mandara empastellar os types do re-
ferido Jornal, porque republicano de
convieces a respaita a imprensa.
Permuta V. Revdma. fazer do sua res -
pssta o uso que me convier. Sou de V.
Revdma. amigo, obrigado e creado.
Silvio Pellico.
Sr Dr. Silvio; Pellico.
Respondo V. S., que,nada me disse
acerca do que faz o objecto da presente
carta. Entretanto, verdade que estan-
do era um dia da semana passada em ca-
sa da residencia do Dr. Benjamn Baidai-
ra, tendo alli apparecido a convite deste,
cooversei muito superficialmente sobre a
tentativa de em pastel'.amento i'A Pro-
vincia, manifestando a coaviego de que
o Got.mador do Estado era incapaz de
setneUiante acto, mas ndo Jal lei no no me
de V S., era autorisei a pessoa algu
ma a levar ao prelo o que em familia
disse, nem to pouco permittirei qua a
roinha pessoa seja objecto de urna poli-
tica indigna da cavalheires que se pre-
sara.
Nao adopto systema algutn do poltica
onde>seja mister o uso de enredos mes-
qu.nhos e infames.
Pode fazer o uso que Ihe convier da
presenta resposta. Sem mais motivo,
preso assignar-me de V. S. amigo obri-
gado e sarvoVigario, Herculaao Mar-
ques d- Silva.rlpojuca, 26 do Outubro
de 1894.
Vj pois, o publico que nao e verdadei
ra a noticia dada pel'/ Provincia.
Sei que nao foi m-u distincto amigo e
coliega Dr. Benjamn Baudeira quem a
levou, a sim o Dr. Arthur de Aibuquer-
que qua se incumbi da ingrata tare-
la, nao poaando, porm, eu saber que
motivo particular teva para isso, pois
que apenas o vi em urna simples apresen-
taco de cortezia e nao Ihe guardo os
traeos. A carta que passo a transcrever
me deu a certeza de que f6ra o Sr. Ar
thur o inventor da tal noticia.
Ipojuca, 22 de Outubro de 1894.
Illm. Sr. Dr. Joo Baptista de Aibuquer-
que Sales,
Peco-lho o favor de declarar ao p des-
ta qual a pessoa que ihe disse o Dr. Jos
aria ler dado a notioia, que a meu res-
peite foi publicida no jornal A Provincia
n. 63 de 20 do corrente.
Permita faaer resposta o uso que me
convier.Sou de V. S collega, e amigo
obrigado.Silvio Pellico.
zer : Foi o vigario Herculano Marques
da Silva a p-asa qu disae-me o Or.
Jos Maria, referi o que noticiou a res-
mito de V. ., A Provineia de 20 do
corrente. E em <> dade, tenbo a accrescentar que encontran-
do-me hontem, na ra do Imperador e em
preseuga do Dr. Heunque Eugenio An-
tunes e Francisco Manoel de Siqueira
Cavaicante com o S-. Arthur de Albu-
qrjergae, este me aSrmou que efectiva-
mente o Vicario H-.rculno contara o que
notician t Provincia, nm casa de sen sa-
gro o r. Banjainm Banddira o que por
se tratar de um facto cie dizia respeito
s-gur/inca do r. Jos Maria Ih'o c>m-
m u n i cara, mandan lo o Dr. J s Maria
toriial-o publico i' le fazer desta mi-
nha resposta o uso qu Ihe convier.
-ou d- V S. ctllega amigo obrigado
Aibuqiierqua Sales.
Us'iia Xova ouceigo, 23 da Outubro
de 1894.
Ip juca, 27 de Outuiro de 1894.
Silvio Pellico.
" Ao Euarechal Floriano
AO EXERCITO BKAZILEIRO, AOS QUE SB
BATERAM pela repblica
Noticias de Pernambuco trat\smit-
tem a esta cidade um faoto que, por
tao inonslfuus, seria inacreditavel
se na fosse vei-dadeiro : Algttns offi-
ciaos do exeroito-, das forgas alli des-
taeadas.^associaiu-se ostJtisivarnente
aos festejos ao Sr. Jos Mariano As-
sitn, um revoltoso que saliiu do car-
cere, nao ;jeia absolvicfio que redime,
mas pelo habeas-corpns, quo urna sus-
ponso provisoria reito to s.liento de defouder-so em
liberdade; um roo que com todo o
cymsmo confessou o seucrime, quer
perante os concelhos militares, quer
perante .a eamana-; utiftal hmem,
})artid:trio de una revolta que devia
aniquilar o exercito, no exercito
precisamente quo v.ii encontrar apoio
e auxilio. Ao passo que a cmara
recobeu-o entre um circulo de fogo
do apartes vehementes, vibrantes de
iiidiguaco; ap paaso-que discursos
magistraes, saudados [ior ovagoes de-
lirantes, responderam sua arenga
no seio da propria classo que conta
entre os seus membros o chefe do Es-
tado que elle vai encontrar amigse
alliados!
Certo, S3 pode responder que o erro
de algutis nao attingo a todos. As-
sim seria do facto, so esse erro nao
fosse conhecido, se nao fosse ja agora
um facto publico e notorio. Desde
este momento, o que est em causa
aclasse militar toda inteira.- Que-
brada a sua solidariedade ser en to
certo que cada grupotenha o direito
de [latrocinar unta ambiro qualquer,
qualquer miseria sem que o clesdouro
recaia sobre todos ?
Officiaes brasileiros, camarades qme
foram de Silva Telles e Gomes Car-
neiro, podem-to cedofraca memo-
ria !permittir que aquelles que os
assasstnaram tripudiem sobre o seu
tmulo mal fechado i Forca seria en-
to convir que os que se batiam ao
lado 'aquelles valentes generaes nao
tinham convicc'ies. E essa conclu-
so to deshonrosa que ninguem a
pode subscrever; ella est absoluta-
mente arredada do nosso espirito, que
a repudia, para consideral-a um sim-
ples desvio.da momento, oque alias
inilludivelmente um crime.
Era, pois, com officiaes do exercito
'brasleiro que Jos Mariano contava
quando dizia que s se metteria em
outra tentativa com a certeza de vencer
Ninguem ousaria crel-o-.. Que inge-
nuidade a da cmara, que levantou-
se fromento de indignaco, tempes-
tuosa e vibrante quando o caudilho
sem pudor ousou articular tal cousa !
Ella nao pbdia acreditar que to cedo
se esquecessem entre camaradas me-
morias sacra"issimas...
Ou ser, que tudo isto acha urna jus-
tificacao no odio a Barbosa Lima,
odio que Ihe votam alguns ambicio-
sos trefegos'l
Foram-se s dias aziagos, foram-se
os dias sangremos da lucta em que a
victoria incerta pendera para qual-
quer lado, ao accaso da menor adhe-
so Foram-se os dias do amargura
e lagrimas, em que os inimigos coa-
lisados da Repblica estiveram quasi
a suffocal-a!N'esse tempo, o nomo
de Barbosa Li r.a era o de urna espe-
ranca da Patria.
N'esse tompo era do norte que se
esperava anciosatnento a victoria,
victoria quo de l veio ao cDmmando
do venerando almiranto Gongalves,
gragas em parte aos esforcos do moco
illustre que preside os destinos da
patria pernambueana!
E tudo isto j se osqueceu ; tempos
em que a menor cousa poderia mudar
completamente o resultado da lucta !
Ah so nesses dias nefandos o go-
vernador de Pernambuco tivesse que-
rido ser revoltoso !... Foi o Sr. Jos
Mariano quem confossou em plena
cmara como a sua adheso te/ia sido
decisiva; e se a memoria de alguns
nao fosse to fraca, el les se lembra-
riam dos dias em que a esquadra an-
corada no porto do Reeife era minada
por todos os esforcos dos revoltosos,
que alguna cousa teriara obtido se
nao fosse a dedicaco incansavel do
illustre governador, auxiliando os
dignos commandantes desses vasos e
o bravo general Leite do Castro, que
Ihe deu publico tostemunho de sua
gratido...
Mas hoje, quo o pango passou, Bar-
bosa Lima um reo, e Gomes Car-
Aeiro deve por certo sor tido por um
imbcil que se deixou morrer comba-
tendo homens de quem ha camara-
das seus que sao hoje os cumplices e
alliados ..
Sobre a sepultura, mal fechada do
here do Paran, que haja officiaes
do exercito que acclamem festiva-
B*0


IIW
diario d* Pernamtroco "Domingo 9$ v Ontnbro ifi* H9M
monte o caudillo \ ernambucano Jos sado com Antonio Bernardo Gomes por do engenho, negocio este que V, sem-idestes e como seu procurador, protes-
Mariano ne o poder ser como coherdeiro te- pre me aconselhou que o fizesse.que V. tava como de facto protesta contra o
Memoravel exemplo para os que nente-coronel Jos Piauhylino jamen- que mandava a procur aco e tambem'tenente-coronel Jos Piauhylino Gomes
tenhar
tas.
de assistir a o atrs revol-
v victimas da revolt a.
Do Paiz, do/19 do Outubro.
Triste!
Nao costifnrattHts despa.ider cera com
ruins defunctos, inih vancoado a repu-
gnancia que nos proluz o a verrina d-j
Commersio da Pernambuco, vamos muni-
do sufficientemente de sublimado corro-
sivo, at.rar aljfuinas psale cal era cima
do putrid) artig) que tanto arae.fou a
hvgieue da i \ prensa que elle pretende
transformar n'um torpe soalheiro.
O Comimrcio sabe perfeitamente que a
Ilustrada redccco do Diario nada tein de
comnium com osartigosdas Publicaeoes
a pedido Ella nao absolutamente res
poBsavel por essas publicacoes. Dirja-
se o Com/mrcio exclusivamente a (llar-
kson que nao conv;ve com oa illusires
redactores do Diario e com qusra mesaio
o tem a honra de entreter relaces
cionado, directamente, sem consenti-
mento de todos os herdeiros descen-
dentes do dito Baro de Bonito, como
sua mulher para Luiz Herminio e elle
assignar a escriptura.
E' chegada a occasiSo ; o Sr. Albino
preceita a Or. liv. 4 tit. 12; consen- vai encrrregado de me mandar esta proc
timento este que pedio aos supplican- curafo na -juarta feira e o portador
prestado por mo-
tes, mas n3o lhe foi
tivos justos ; doc. n.2;
3.0 Porque o contracto
foi lavrado
que a receber segu para Gamelleira
para tirar o bilhete de sisa e trazer
escrivo e passar logo a escriptura ; es-
por prece mui inferior ao valor de que [pero que nao me faltar com o que me
gosa o engenho Ma das Flores, visto Iprometteu. Ao Sr. Albino encarre-
como pelas suas proporces, extenso guei de fazer as despezas da procuraco
e a buscar o mais depressa possivel
pessoae?.
Portan to
o Commcrcio j demasiada-
mente injusto aggredindo como um ga-
roto aquelle que juramos ser innocente,
jogando sobre elle a lama am que se cha-
furda.
Que tem que ver Clarkson com a ilus-
tre redacyo do Diario de Pernambuco !
Cue tem que ver um enigmtico X
com as ptalas de urna rosa, ou a raz
quadrada de uin numero com 03 nilhues
de avesinbas matisadas que gorgeiam no
espaco o hymno eterno 'la oreaco ?
Marcados com ferro em braza, devem
ser esses erradios ciganos, esses peregri-
os politices que na excurso de suas
aventuras desprezam covardemento os
amigos no dia em que estes se apeiam do
poder, porque a sua poltica s proclama
a omnipotencia do estomago como lei
nica para chegar a todasgas soluedes que
concluam pela nosse de himis um goso
para o seu vivar de sybaritas !
O Comiucrciiafigura-se-noscomo aquel-
le Beltro do Bornio que uas profunde-
zas do inferno trazia a cabeca na mo
em vez de a levar sobre os hombros, cora
a diffarenca de que esse representante da
imprensa pornographic a tem colbcada
sobre o estomago.
Marcados com ferro em braza devem
ser estes nmades polticos que na im-
prensa de'.urpam constantemente a ver-
dade dos factos, que enredam a caluin-
niam para serem agradaveis ao chefe que
desprezaram !
Esses que fazem praca de neutralidade
e se mostram de urna parcialidade ex-
trema, e que nao satist'eitos de trunca-
Te m a verdade enlamaiam os que vivein
cima do baixo tremedal em que pati-
nham, s merecem o desprezj que pro
voca o estygma indelevel da maldiio
que Ihes realcam as frontes.
Relatando as oceurrencias da noita de
15 deste inez, o Commercio nao s raentio
como procurou crear anim .sidade no es-
pirito recto do coronel Medeiros I
A mentira' senipre um signal indi-
cativo de um pessimo carcter. A todos
podem ser tolerados os desafogos, mas a
uinguem t permettido as asseveracoes
inexactas.
U 1 ommcrcio que to mal comprehen-
de a misso da imprensa, faz-nos pensar
muitas veze* na terrivel prophecia que
encerrava aquella segunda voz do sonho
de Guttemberg no mosteiro arruinado de
Arbogaste.
Triste !
Recife, 27 de Outubro de 1894.
Clarkson.
e uberdade de seus terrenos, cobertos
de mattas, margem de urna linha fr-
rea e produzindo safras de seis e lete
mil pes de assucar, tem valor supe-
rior a tresentos contos de ris, em
vista do valor actual das propriedades
agrcolas e das quantias fabulosas por-
que ho sido vendidas .propriedades in-
feriores de que se trata ;
4.0 Porque o sogro e pai dos suppli-
cantes nao tinha necessidade a remir
que precisasse alienar o engenho Il/ia
das Flores, que est arrendado ao seu
referido genro dito tenente-coronel
Jos Piauhylino; possuindo tambem
quantia superior a trinta contos de ris
dada em emprestimo Usina Pedrosa,
de que sao concessionarios, alerh de
seu genro a que se referem os suppli-
cantes, Antonio Parisio da Cunha Pe-
drosa e o coronel Jos Bellarmino Pe-
reira de Mello, filho e genro do mesmo
seu sogro e pai ; e ainda outros bens
no municipio de Bonito, estimados em
dez contos de ris ; estando provada a
circumstancia, j declarada, de que
nada influio no animo do sogro e pai-
dos supplicantcs para alienar o j dito
engenho a nao ser conselhos e sugges-
tes do coherdeiro declarado com o fim
de prejudicar os supplicantes em seus
direitos ; e accrescendo mais a circum-
stancia de que nao tem o vendedor
compromisso algum de dividas para
com terceiros, que as precisasse indem-
nisar ;
5.* Finalmente, porque Antonio Ber-
nardo Gomes da Silva nao est as
condicoes de effectuar o contracto de
compra alludido, visto como nao pos-
sue bem algum e apenas empregado
do capito Antonio Parisio, cunhado
do j dito Jos Piauhylino, de cujo
trabalho aufere meios de subsisten-
cia.
Por todos os fundamentos expostos,
os supplicante# protestam, como pro-
testado teem, ante V. S. contra o con-
tracto a que se referem salvaguardan-
do assim seu direto futuro, e requeren,
a V. S. que se digne de mandar redu-
zir a termo o mesmo protesto fazendo
a presente petico parte delle, o qul
dever ser intimado com venia que de
V. S. imploram os supplicantes, ao j
mencionado sogro dos supplicantes dito
Baro de Bonito, morador no referido
engenho Illia das Flores, e a Antonio
Bernardo Gomes da Silva' e sua mu-
lher, moradores no mesmo engenho, ou
onde forem encontrados, visto teiem
residencia neste municipio, afim de
que, julgado por sentenca o mesmo
protesto, seja o original entregue aos
supplicantes a servir de base defeza
de seus direitos to fragrantmente vio-
lados.
P. P. deferimento. Gamelleira, 24
de Agosto de 1894
O solicitador, Higuel Arcanjo Fer-
fiaudes Vianna. D. A. Tome-se por
termosGamelleira, 24 de Agosto de
1894. A. Porto.
TKRMO DE PROTESTO
porque a demora me ser prejudidial
porque deve vir de casa para aqu na
quinta feira tarde e na sexta devo
voltar deixando tudo arrumado, de
cujo favor .muito obrigado.
Sobre o seu negocio que me manda
fallar pelo Sr. Albino devo me mudar
para aqu no dia 8 de Setembro
e at o dia 12 lhe appareco, porque
este negocio s se pode liquidar em
nossa presenca ; mais um sacrificio
que V quer que eu faca.
Ainda nao achou papel para
me escrever duas linhas ; j teve mo-
tivos de desgosto de mim ? Recom-
mendacoes de todos a todos
Comadre que bote urna benco a Mo-
cinha. Um abraco do amigo e criado,
Jos Gomes.
(Sellado). Conforme com o original
que me foi apresentado : dou f. Reci-
fe, vinte de Agosto de mil oitocentos
e noventa e quatro. Subscrevo e as-
signo.
Recife, 20 de Agoste de 1894. Em
testemunho de verdade. (Signal). O
Tabellio Publico.Jado Silvcira Car-
neiro da Cunha.
de Mello e sua mulher e Antonio Be-
nardo Gomes da Silva e sua mulher, os
primeiros como compradores do enge-
nho Illia das Flores deste municipio e,
os segundos como vendedores do dito
engenho que adquiriram por compra
feita ao Baro de Bonito, Manoel Go-
mes da Cunha Pedrosa, visto serem
nullos e lesivos de seus direitos os con-
tractos j mencionados pelas razoes
expendidas em a sua petico que
fica fazendo aparte integrante deste
termo.
E para constar e, em vista da peti-
clo j mencionada lavrei o presento a
pedido dos protestantes, por sou legi-
timo procurador, o qual vai por elle
assignado, pelas testemunhas presen-
tes Joo Flix Cavancante d'Albuquor-
que e Maxmiano Gildado Santiago,
commigo Ignacio Jos Aroxa Filho,
bncann
Questor Policial (antas e lautas -veses alvo
seu pauegyrico hoje substituido pela satura a
Refertido se as occorrsncias da. Arraya! diz 1 CU 1111 (l (jB H | SUH E L fl |j
& Provincia: e .]), ,1- r~-,u,,rtA t
Em frente casa de Joao Figneira,- homem ~
trabalha tor o zaiow. casadtr com urna filha dp
Os propietarios deste..conhecido es-
Sr: DouMirgo8 Siqoeira, bem connecido 00-lagar *abelecimento. tm a vanagem de offe-
e pai de seis manaros, estacional* a Torca.
A' porta dessa casa se ifhava o in lividuo de
noin-j Mano -I Barbosa, que comursava com.urna
multier, Contra elle fez. fogo alafia; prostan-
do-o morto, iinmediatameote. Ourindo a des-
carga, Joo Pigusin, .quj se acliava no inte-
rior da casa, deitado em urna rede, levantou-se
dirigio-se para a port-, sendo reoebido por mente compradas nos centros EurOpeu
I tambem or um dr>t!' recermesta ooaasiio aos sutis-disotin-
tissimosxamigos e freguezes-a.'.mais-e-
pnchosa^e elegante escolha de
do mais requintado gosto -escruplosa-
outra descarga, que matou-o
l'ara auai;ar esta calumnia basta-nos 'rans-
crever a noticia qu*- s >lir o facto deu o Jr nal
do Recife i;ue nao affoigoado ao Governo :
Deu-se antehontem, no P050 da Panel la,
una dihgndia policial que terminou com a
rao: le de um dos individuos que a forca procu-
rav capturar a a -le um outro.-e.n cuja casa s
homisiarao prim-jiro. A forga acompanhando^
ao del'gado de polica do d.ntricto e aos tenen-
tes Goes ('.. vji.-ant: a Campos Filho, cercou a
casa, dentro ila qual s acliava tambera o indi-
viduo de oomK Manoel Torres Gallindo, evadido
da casa le detengo. Este e Antonio Barbosa
escrivo que o fiz e escrevi. 3//^^/, recaberam a forca a tiros de revolver, nao attiu-
Aos vinte e quatro dias do mez de
Agosto do anno de mit oitocentos e no-
S..it l,,i lo de <|iioira Barbosa I venta e quatro em meu cartorio nesta
Arcoverdv ao publico
Sem commentario algum, faco pu-
blicar os protestos por mim e minha
mulher interpostos perante o Dr. Juiz
de Direito do municipio de Gamelleira,
contra o contracto de compra e venda
feito por nosso sogro e pai o Sr. Baro
de Bonito do seu engenho Hita das Flo-
res, daquelle municipio, a Antonio Ber-
nardo Gomes da Silva e por este tran-
sferido pela mesma forma ao tenente-
coronel Jos Piauhylino Gomes de Mel-
lo, protestos estes que teem por fim
salvaguardar o nosso direito heredita-
rio que faremos valer opport unamente
pelo modo porque nos garantem as dis-
posices legaes em vigor.
Recife, 23 de Outubro de 1894.
Sititberto de Siqueira Barbosa Arcoverde.
Illm. Sr. Dr. Juiz de Direito do mu-
nicipio de Gamelleira.
Dizem Suitberto de Siqueira Barbo-
sa Arcoverde e sua mulher, moradores
presentemente no municipio de Olinda,
que tendo seu sogro e pai, o Baro de
Bonito, feito venda por escriptura pu-
blica lavrada em as notas do tabellio
Herculano Guimartes, desse municipio
de Gamelleira documento n. 1, do seu
engenho denominado Ilhas das Flores,
do mesmo municipio, a Antonio Ber-
nardo Gomes da Silva, empregado em
servico da Usina Pedrosa, situada na-
quelle engenho, da qual concessiona-
rio o capito Antonio Parisio da Cunha
Pedrosa, venda esta que os supplican-
tes consideram prejudicial a seus direi-
tos hereditarios", visto como seu sogro
e pai, o Baro de Bonito, contando da-
de superior a oitenta e cinco annos e
sofirendo gravemente em sua saude, j
mal pode dirigir os seus negocios, ten-
do sido a mesma venda effectuada por
suggestes do tenente-coronel Jos
Piauhylino Gomes de Mello, genro do
j dito vendedor, e em seu exclusivo
proveito e figurando o actual compra-
dor Antonio Bernardo Gomes da Silva
em um contracto todo Ilusorio e frau-
dulento, com o fim de transfetil-o ao
j mencionado coherdeiro Jos Piauhy-
lino, veem os supplicantes protestar
perante V. S-- contra o procedimento
que fica expendido, symthetBando qs
motivos'que teem para fundamento d
seu protesto, os quaes sao os seguin-
tes:
. 1." Porque a venda effectuada pojo
sogro e pai dos supplicantes Ilusoria
e fraudulenta;
2. Porque esse contracto foi reali-
villa de Gamelleira, municipio do mes-
mo nome, compareceu o)solicitador Mi-
guel Archanjo Femandes Vianna na
qualidade de procurador bastante do
cidado Suitberto de Siqueira Barbosa
Arcoverde e sua mulher D Mara Joa-
quina da Cunha Pedrosa e apresentan-
do-me urna petico devidamente despa-
chada pelo meritissimo Dr. juiz de Di-
reito deste municipio perante mim de-
clarou que de conformidade com a
mesma petico e despacho alludido,
protestava como de facto pro-
testado tem contra a venda do enge-
nho Illia das Flores situado neste muni-
cipio, feita em notas do Tabellio Her-
culano Theotonio da Silva Guimares
no dia dezessete do corrente pelo pro-
pietario do mesmo engenho o Baro
de Bonito, Manoel Gomes da Cunha
Pedrosa, a Antonio Bernardo Gomes da
Silva, visto ser a mesma venda Ilusoria
e fraudulenta e ter o fim nico de ser
transferida ao coherdeiro do j dito Ba-
ro, o tenente-coronel Jos Piauhylino
Gomes de Mello, concessionario da Usi-
na Pedrosa n'aquelle mesmo engenho
situada, fazendo parte intregante do
protesto de seus constituintes toda a
materia produzida, allegada e provada
em a dita petico Em vista pois do
despacho proferido lavrei o presente
protesto que vai assignado pelo procu
rador dos protestantes, pelas testemu-
nhas presentes Pedro lexandrino da
Silva Ramos, Joo Flix Cavalcante de
Albuquerque o qual dever ser intima-
do com venia ao sogro e pai de seus
ditos constituintes o Baro de Bonito,
conforme o pedido feito na j referida
petico e a Antonio Bernardo Gomes
da Silva e sua mulher.
E para constar lavrei o presente ter-
mo que vai por mira assignado, do que
dou f.
Eu, Ignacio Jos Arocha Filho, es-
crivo, Miguel Archanjo Femandes Vi-
anna, Pedro lexandrino da Silva Ra-
mos, Joo Flix Cavalcante de Albu-
querque O escrivo. Ignacio Jos
Arocha Yillw
PUBLICA FORMA
Usina Pedrosa, treze de Agosto de
noventa e quatro. Amigo Suitberto
de Siqueira Muito estimo que passe
bem de saude e todos que lhe sao ca-
ros.
Eu e os meus vamos vi vendo, gracas
ao nosso bom Deus.
Deve estar lembrado que na noite,
vespera de sua mudanca desta trra, eu
lhe disse em sua casa que seu velho
sempre realisasse commigo o negocio
Illm. Sr. Dr. Juiz de Direito do Mu-
nicipio de Gamelleira.
Dizem Suitberto de Siqueira Barbo-
sa Arcoverde e sua mulher, residentes
no municipio de Olinda deste Estado,
que tendo seu sogro e pai o Baro de
Bonito Manoel Gomes da Cunha Pe-
drosa alienado por titulo de venda o
seu engenho Illias das Plores desse mu-
nicipio de Gamelleira, como consta da
escriptura publica lavrada em as notas
do Tabellio Herculano Theotonio da
Silva Guimares, sendo o comprador
Antonio Bernardo Gomes da Silva,
protestaram os supplicantes perante V.
S. allegando ser semelhante contrato
Ilusorio e fraudulento e ter o nico fim
de ser transferido ao tenente-coronel
Jos Piauhylino Gomes de Mello, genro
do mesmo Baro de Bonito, urna vez
que este nao podio fazer directamente
venda aquelle sem consentimento dos
de mais herdeiros seus decendentes nos
termos da Ord. liv. 4.- tit. 12.
E porque tenha sido realisada pelo
mesmo Antonio Bernardo Gomes da
Silva a venda do j dito engenho Illia
das Flores ao tenente-coronel Jos Piau-
hylino Gomes de Mello, ficando assim
provado o facto previsto pelos suppli-
cantes e expendido em a petico de
protesto a que alludm, vem os suppli-
cantes de novo protestar contra seme-
lhante acto, attentatorio de seus direi-
tos hereditarios para o fim de os fazer
valer nos termos da Ord. citada liv. 4/
tit. 12, visto como manifesta a nulli-
dade de semelhante contracto e ama
f que lhe servio de elemento, sendo o
seu protesto feito contra o tenente-co-
ronel Jos Piauhylino. Gomes de Mello
e sua mulher e Antonio Benardo Go-
mes da Silva e sua mulher.||
Alm da orova fornecida pelo actual
comprado/ do j mencionado engenho
Ilha das Flores, constante do documento
que offereceram os
seu primeiro protesto, accresce a cir-
cumstancia de ter sido a venda feita
por Antonio Benardo Gomes da Silva
ao tenente-coronel Jos Piauhylino Go-
mes de Mello, cinco dias depois de ter
adquirido o mesmo engenho por igual
titulo, venda esta feita por sessenta e
cinco contos de ris, tendo adquirido
por sessenta contos como .tudo consta
da escriptura cuja copia juntam os sup-
plicantes.
O engenho IPui das flores, como j
ficou dito na petico do primeiro pro-
testo, tem valor superior a tresentos
contos de ris estando hypothecado por
cem contos de reis ao Banco de Crdito
Real de Pernambuco, a quem pelos Es
tatutos somonte permittido aceitar
como garanta para seus contractos de
emprestimos os immoveis offerecidos
por metades de seu valor, o que prova
que mesmo pelo Banco foi considera-
do pelo duplo do valor dessa hypo-
theca.
Ainda por esse lado nulla a venda
do j dito engenho, porque mani-
festa a leso enorme do referido con-
tracto.
Os supplicantes, provando o que
fica expendido com a escriptura de
venda a que se referem, feita por An
tonio Bernardo Gomes da Silva ao co-
herdeiro de-seu sogro tenente-coronel
Jos Piauhylino Gomes de Mello, re-
querem a V. S. que se digne de man-
dar tomar por termo o seu protesto
para ser aos mesmos intimado e asj
suas mulheres nos engenhos Ilha das
Flores e Flor da Il/ia, onde sao morado-
res, fazendo a presente petico parte
d'elle, afim de que, sendo julgado por
sentenca, produza os seus devidos ef-
feitos e seja o original entregue aos
supplicantes para defeza de seus di-
reitos.
P. P. deferimento.
Gamelleira, 2j de Agosto de 1894.
-t-O solicitador, Miguel Archanjo Fer-
nandes Vianna. D. A. Tome-se por
termo. Gamelleira, 28 de Agosto de
1894. A. Porto.
TERMO DE PROTESTO
Aos vintee oitoda do mez de Agosto
de mil oitocentos e noventa e qnatro
nesta villa de Gamelleira em meu car-
torio compareceu o solicitador.Miguel"
Archanjo Femandes Vianna compro-
curaco que em forma apreserrtou,
disse que de conformidade com o des-
pacho do Dr. Juiz de Direito deste
municipio proferido na petico do ci-
dado Suitber'to de 'Siqueira Barbosa
Arcoverde e /sua mulher, por
Archanjo Fernaudcs Viamia, Joo Flix
Cayalcaute d'Albuquerque, Maximiano
Gildado Santiago.
Ki-*lili<-al i- brazilcii'o
USINA CABEC/A DE NEGRO 25 DE OUTU-
BRO DE 1894
Illm. Sr. Bento Martins., Na expe-
riencia feita com o apparelho de svia in-
venco, collocado em um alambique de
systema antigo, fiquei iuteiramente re-
conhecido do seu bom resultado, tendo a
vantagem de 33 por cento de agurdente,
do que cestumava tirar : por tanto cum-
pre me agradecer-lhe e felicital-o como
industrial intelligente, acultando-ihe o
uso desta-como lheconvier.
Subscrevo-me rom <-stima.
Attento e obrigadisaimo criado.
'BarSo de Frecheiras.
(Est recouhecida a firma).
O agente norte do Brazil, Antera Soa*
res Vasconcellos. Ra da Aurora 8.
Rindo, porem, nenhum aos otciaes ou pragas.
Travou se Jucta entio entre a forca publica e
os criminosos, senda inortog Antonio Barbosa
e o dono da casa, Joao Fgneira, Torres Gal-
lindo consigui evadir-s. Antonio Barbosa
fugira da caduia do Brejo di Mad-e de Deus.
Os dous oidavi-rss faram removidos para o ce-
miterio de Sanio Am;'.ro onde procedeo-se o ex-
ame legal. Joo- Figoeira ero casado e tinha
quatro lilhos Alora de outros objectos, en-
contraram-se sessenta bal is e urna faca de pon-
a nos bols'js de Antonio Harbosa.
E' esia a rerdade que a Provincia trunca, men-
ItaiO escandalosamente, para mais uina vez
despejar a 6ilis qje Ine traz o cerebro em con
tinnas vertigens.
'X)k"a Mtevel Desmentalo o Jornal e o
Diario com a exposico palhda de urna Histo-
ria adrede ageitada, como se.o Vcrdide nao mi-
se urna s, a Provinia neru urna vez no seu arti-
go editorial raferio-se ao principal protagonista
daquella luda o celebre a terrivel desordeiro -
Manoel Torres Gallindo, terror do lugar por
onde passa !
E porque a Provincia omittio o hroe daquelle
crime de resistencia a le e em busca do qual
ia a polica ?
Torres Gallindo bccinon tenebreso e cojo
retrato oceupa na secretaria da Questura o prin-
cipal lugar na galena dos criminosos, prote-
gido pelo Sr. Dr. Jos Ma.ia, Tendo ido ao jury
0 anuo passado, o Sr. r. Jos Mara nao po*-
dendo naquelle dia comparecer no Tribunal,
mandou que elle requeresse adiamanto, e quan-
do ojuizperguntou a Gallindo se tinha advo-
gado. elle levanton-se arrogantemente, com es-
"fwnto de todos, e declarou com forca que s se-
na defendido por aquelle Dr. cuja ausencia la-
raentava e por isso requera aliammto Dias
depois foi patrocinado pelo Dr Jos Mari a que
no curso de sua def ;sa disse qne nao era mo-
lido por nmlium iuleresse pecuniario por ser
Gallindo eeu amigo.
IflMM
As festancas em honra do dolo d
ainda nao terminaram.
O orgdo de malar circu a cao annunclou
ama missa cantada, onde se farao ouvi
maviosos trechos musicaes do maestro Co-
las e variagSes do maestro Euclides, na-
quilla mesma igreja em que o festejado
tribuno insultou o parocho da freguezia
t,.de8peitado porque este nao qaiz se
prestar s profanagoes, arvorou-se em pa-
dre e por conta propria offiiava no mez
inarianno e as ladainliaj, com a sola do
man-sumsum.
Eu sempre ouvi dizer que a divindade
est em primuro lugar. Se saturnos de
urna empreza arriscada ou nos iivramos
de um mal. e a f nos faz elevar o peo--
samento at Dens, a elle devemo-nos di- :a'ra ? M'ciamento do Poco
. >, Este lugar, residencia di
ngir mmediatamente para render-lhe ac- :'pretendeu dominal-o como sua propr.edade
coes de gra a. sempre foi considerado o ponto mais peri
A trente do tribuno, p rm, resa por
por um dos'seus socios
Em joias com brilhantes, pedra;
preciosas e alta iantasia relogios dos
afamados fabricantes PATEK PHI-
LlPPff ft C. J UPPET2 WALTHAIk
etc, em ouro prata e nicke para se-
nhoras e homens de urna delicadesa
ROVISSANTE o sortimento que hoje
expomos a admiracao de todos.aquel-
es que nos honrarem com suas visitas -
*! *& m nutnrex, e especialmen
t as ou.-sas Qirestan faanencaaas, e plantas
'" li -. arvnrea e- tatito *({ente ..ejefleo -con
qM a Providencia ioiaotou alllvisr e aioda snp-
irionir as >o-es e molestias cono'aes da lli*
rodade ; por v.bamnn tem olbos e nao t-
smeuie. algoar sai,, de lempo em lempo
occuDa-s- em *tr oeaefc-c .)>. qe iiitt-cem,: cono lem ecoe
'ecidn < ro a Av-inra MRica da qual 0 sabl
Or. G 0. Bnsiol liroo e oumDlnou o seo celebr-
Bxt-ae-.o Diplo de Aveleira Mgca, admrate
HiinDinacao "irsii/a, bi eada as maratiUiosa-
irto ;ea q i Hiraamnis Virgloica, para o allivit
cua. radical de toda a moie.-ia ds carcter ia
ll-.jjTi.iiorio, Jamo tme.-oa como externa, tae;
.: rno :
C qio.A'8, ferilag, loicore, nlc-iraa, qoeio
loras, ins-dacSo, ca-bDClos, trupgOe?, psoari-
io nal da gr_'aoU, de olnos e de onTldo :
dr da deoiese flecabega; bemor uagias, pntoc
.ai los rm-.lncorrfle; diarmea, iHeostrnaC
n-oosi. cocioeln -Jie, clica, certipaco e asiiuna
fe' Isalllfei. vsoiDoroi un seos effetos aae-
iaimen'-e elfi>az em ca-os de almofreimas t
rQeum3iitaio ?
*>--
geDte
outra cartilha : fazem carnaval, queimam
fogos de vista, banaueteam-se etc. e de-
pois mandam cantar missa.
Isto faz-me recordar a historia do la-
brego, que, depois de inquerir ao empre-
gado de seu estabelecimemto j se tinha
pos*o "gua no viuho, sebe namanteiga, cal
na farinha, dizia-!he atisfe'to ante a af-
firmativa : pois, est bom ; vamos para
a missa, como bons catholicos que so-
mos.
Urna missa cantada no Pojo em honra
do idolo !
Quanta profanaco I
Manes do vigari* Joo Rodrigues, tre-
meii
No acto da missa, diz o programma,
ero exeeutadas a rainha Santa Izebel
una outra.
Por ahi imaginem : vo ser guil/totina-
supplicantes m a das uas raiuhas...
Um horror !
Do-me not'cia do Venancio ?
N'a quinta-feira atirou-nos elle .urnas
flores colhrdas as turunbas que frequen-
tou ; chamou-njs acatos, iscrevinhadores
de artigeles immundos, gente miseravel,
matulo, de imbecis, e depois disso nao
app receu mais.
Teria sido victima de alguma bola de
strichynina ?
Demoer ito.
Mentitrto systhemalicamijnte dizainda a Pro-
vincia : *
No Poco as familias rivem amedrentadas e
poucas sao as casas que nao se fecuaiu logo a
tardinha.
Apanhada em flagrante mentira, pois, S sua
historia diversa*e muito diversa da narrada
por toda a imprensa, a Provincia contorce-se
polici
Este lugar, resi-lencia"do chefe que sempre
. e
JOBO
da captol, coito dos mais celebres criminosos
onde existe ama nnmerosa quadrilha de ladrOiS,
onde os disturbios, os roubos, os assasstuatos,
os' crimes de toda a natureza, do-se com ai-
susiadora"frequencia,
Ninguem iunora e proloquio antigo que o
Poco o centro terrive* dos sicarios mais assa-
lanados, dos faccinoras mais tenebrosos.
Terminando, di- ainda a Provincn que o bobo
elevado por ura capricho da sorte a posicao de
juiz do 7.* dislricto municipal, officiou aos rne-
dicoada polica reclamando os seus servigos.
E' mentira, os iiied.1-o< n niiuii oiliciu ou
recado receberam do tal juiz e dirigiram-se para
all mandado do honrado Dr Questor.
O estro ehulo do artigo qje respondemos de-
nuncia que fcii elle escripia pelo parvo e igoo-
nniejuiz qae teve o descoco de intimar o ad-
ministrador do cemiturio paa nao inhumar os
cadveres ainda mesmo depois dewitopsiadOs
Essa inepta iniimaco foi despresada porque
os mdicos rapreseotarara ao Ilustrado r.
Queslor contra tao- inquaficavel disparate !
E assim que a Provincia faz opposigao ao
governo calumniaiido, intrigundo e detrac-
tando !
A sua parvolez causa core pai xo a todos que
com calma e criterio obiervam a ridicula co-
media que no scenano poltico representa essa
troupe de declamadores banaes, esse partido
que -uina espeeie de-centauro poltico,.um ente
meio republicano e meio monarohico, que naga
contemplar na-gra vidade cmica desia imagem
o symbolo da liberdade 1
Recife, 27-dt Outubro de 1891.
Clarkson.
Irnaandadc das Almas do Recife
Em virtude da recente portaria do
Exm bispo diocesano D. Manoel dos
Santos Pereira, suspendendo a execicSo
do art. 33, cap. 5 do .Compromisso da
Irmandade das Almas do Recife deixa de
haver elsico. que em vista d'aquella
disposicio, devia realizar se no 1." de
Novembro prximo vindouro dos Meza
ros que tinham de administrar a referida
Irmandade no anno de 189495.
D. Manoel dos Santos Pereira, por
merce de Deus e da Santa S
Apostlica, bispo de Olinda, ere-
lado DOMESTICO DE S. S. PROTONO-
TARlO APOSTLICO ad instar fartieipa-
tium, ETC.
Considerando em vista de. exime por
Xos mesmo feito, qua o Compromisso da
Irmandade das Almas da Matriz do Cor-
po Santo n'esta cidade, contm disposi-
ces .inexequiveis nos tempos que cor-
ra m ;
Considerando que se faz precisa, pela
razo allegada, ama reforma do > mesmo
Compromisso ;
Considerando finalmente que a acta;
Meza i Regedora da referida Irmandade
acha-se disposta a trabilhar na confec-
5I0 do novo compromisso e que muito-tem
ella fe i lo em iavor da Irmandade ;
Haremos por bem suspender, como pela
presente portaria suspendemos, a execu-
cilo do mencionado Compromisso, no ar-
tigo 30 cap. 5 que.manda proceder no
dia 1." de Nowenibro -eleico, 4da nova
Meza e determinamos que a actual Maza
Regedora continu por. mais um anno a
dirigir a Irmandade. --,
Liada e paaaada na Palacio-da Sol Ja-
de. aos 24 dei Outubro de 1894.
E eu, Padre Casimiro Tarares Dias,
secretario do Rispado, subscrevo.
I Manoel, Bispo M Olinda.
Aosr Srs. Mereielros
Alfredo Pinto & Companhia agente
de urna importante Fabrica de charu-
tos ltimamente- estabelecida na Baha
acabou de receber urna grande quan-
tidade de charutos de t qualidade le
que vendem de milheiro para cima
com o descont de 14%
A elles antes que se acabem.
das em grosso e a retalho.
3 RA i. DE MARCO 3
Rectificador Brasilelro
Engenho Cate9 de Outubro de 1894.,
Illm. Sr. Bento Martins. Sendo mag-
nifico o resultadcT^obtido com o appa-
relho de sua invenco o Rectificador
Brazileiro cumpre-me manifestar-lh e
o meu agradec ment por to acertado
melhoramento, e felicital-o como indus-
trial intelligente, certo de ser irreoirtes-
tavel a vantagem na applicaco do
Rectificador iras destillaces do sys-
thema antigo.
Subscrevo-me com estima.
Criado Attento e Obrigado
Arthiir dt Siqueira Cavalcante.
Reconheco verdadeira a assignatura
supra, dou f :Recife, 11 de Outubro
de 1894. em testemunho da verdade, o
tabellio publica interino, Manoel Joa-
quim Baptista.
Engenho Arariba da Pedra 14 de Ou-
tubro de 1894.
Illm. Sr. Bento Martins. O Rectifi-
cador Brazileiro, apparelho de seu in-
vento, tem me mostrado exuberan-
temente aquillo, que -se nao impossive!
sempre julguei de grande dimculdade
aos apparelhos de distillaco nenhum
dos processos actualmente conhecidos
era nosso Estado deixa to..bom resul
tado quanto elle nunca esforco algum
foi capaz de fazer urna caada de mel
produsir outra de augaardente entre-
tanto vejo hoje, pelo processo mais:sim-
ples e econmico possivel, fe-^l-o em
mel de 36o o apparelho de seu invento-
Pode fazer deste o usb que lhe con-
vier.
Continua as suas ordena como At-
tento Obrigado e Criado.
Jos Henrique C, Cunha
Reconheco a assignatura retro de Jo-
s Henrique Carneiro da Cnnha :Re-
cife 15 de Outubro de 1894 Em tes-
temunha da rerdade O. T. Publico.
Jlo Silveira Car-neiro da Cunha.
Agente no norte Brazil
Antera" :Soares Vasconcellos.
Ra da Aurora n. 87.
Notice
Vert-
O Dr. Lopes Pessda
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamsnte a ra de S. Gon- |-iU3
calo n 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso;
( bem como na Phamacia Franceza ) a
ra do Barao da Victoria e Companhia
de Bombeiros do Recife ; que ser en-
contrado.
The annual Gdneral Meeting of Sub-
scribers to the Mission to. Seatnen
wi.'l be held at the British Consulate on
Wednesday the 3ist. of October at 2
o'clock pm.
Ernest B. Williams,
Acting British Cnsul.
---------------^---------------
O Dr. Francisco
Leopoldino
Participa aos seus clien-
tes e aznisos que mudou a
residencia para a ra
ota: Grnz'o. 72.
da
S'.v
rcaiposrta
Na vertigem da odio, a Provincia' de-^iontem
atira-se-bydrophoba contra o denodado cida-
parte! dao que tao bnlhantemente exerce o cargo de i
Xarop q de Lobelia inflata
DE
ILDEPOxSSO HE AZEVEDO
Pharmaceutico
^Approvado pela iilustre inspectora de
Hygiene do Estado, obm o parecer do
Ilustrado clinico eanseitoado chimico,
Dr. Martins Casta.
Este insigne preparado preenehe as
indicacoes dos medicamentos balsmicos,
com etfeito mais rpido e accao mais se-
gura as molestias do aDparelho respi-
atorio.
E' um recureo therapeuticos efficaz na
cura das cor esas .defiuxos) acompan ha-
das ida reacfo febril, bronchttes, broncha
pneumona, catarrho pulmonar eom febie
elevada, tuberculose em segundo periodo
com catarrhos sanguinolentos, asthma.
lartngitet molestias, da garganta, insom-
nta e tosses sufocantes.
Dose : 3 6 colheres das de sopa em
24 horas. (Colheriuhas as criaacas).
DepositoPharmacia Francesa.
' Raa do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephone n. 398Endsreco telogrs.
phicoAzevedo.
Advocado
Antonio Jos da Costa Ribeiro con-
tina no exercicio de sua profisso
de advogado no escriptorio de seu
finado pai, ra .15 de Novembro,
67 1." andar.
20:000^000
Do-se 2:oqoSooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo -lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns f/acos ficou radical-
mente curada. -- J. J do Nascmento
[ S. Jos/dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Companhia de Drogas e
productos Qfrmicos
Medico
O Dr. Barros Sobrinho, de volta de
sua viagem Europa, continua no
exercicio de sua profisso no^seaaati-
go consultorio na do Vigaria.n. 4- "
andar : e residencia na ra Real da Torre
n. 73.

v


\
'i.
-.



BU|BB|nf2i&^bX
*V

I

-I

i
Coqueluche
CQRAS DO PEITORAL DE CAM-
L BARa
eclaro que criahpas de rninha casa
ese tchavam atacadas de coquelu-
-eJbe ficaram em poucos das restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
..CAMBAR^, de Sou/.a Soares.
Amrrico Salvatori.
r J Socio da firma Manoel Joaquim M Xtsra & C. do Rio de Janeiro. ]
.----------^------------
Agradec intento
r Jaa-irmaes do Instituto de Santa Dorothea
pelo pregunte veem agmdecer todas as pes-
adas que se dtgnarao nao soruente acompanhar
os restos morlaes de sua pranteada superiora e
aii Virginia Janozzi, directora do Collegio de
S. Jea.lallecidaa i do correnle, como tam-
fcem s qite coinjiarecerSo as missas do T din
celebradas no mesmo co legio, e de um modo
articular aos Rvdins. sacerdotes que celebra-
ra pela mesma miada n'aquelle dia enos an-
t ecedeutes.
Finalmente i* pss-as que se mostraram pe-
-ajalisadas por tao infansto acontecitnento se
BbscrOTem agradecidas
Asirmaes de Santa Dorotea
Utecife 28 de Oulubro de 1894.
Felicltaclo
Ao Sr Albino Jos* Maia pelo seu an-
:viario natalicio, no dia deamanha,
OOJnprimenta.
A. S. A.
488 91.
Fas annos hoje a tima,* Sr". D. Leo-
ldica Anglica de Azevedo urna n6r
qt brota bo jardia de sua existencia fe-
iacita.
l*r i& Hermina A. da Costa.
.Joo Octavio Alces da Costa.
Ifarcionilla Figueiredo A. da Costa.
Sarta Francisca da Cruz.
33isa Francisca da Cruz.
Bernardina Duarte de Figueiredo.
Amelia Francisca da Cruz.
?kilameaa Monteiro Lina.
Secife, 28 de Outubro de 1894.
Estado da Parahyba
Dr. CRUZ CORDEIRO
* Declarou este Ilustrado facultativo
c O Peitoral de Cambar, preparado
yelo Sr. J. Alvares de Souza Soares
xza excellente balsmico, e como tal o
tenio empregado nos doentes de bron-
tites e affecipes pulmonares com gran-
de proveito, tanto mais por ser um ex
yectorante suave e efficaz ; o que affir-
jbo etn f de meu grao. Dr. Antonio
JaQruzCordciro.
AttenQo
PROGRES90
"Qtm:pa>iia\de Seguro Mutuo contra fog
Tendo pedido exonarac&o do cargo de
agente n'eate Estado, o Sr. Joaquim Au-
jrasto d'Aimeida. faco sciente aos Srs.
asociados da referida companhia, oa a
tjmeaa possa interessar, que iwta dacta etn
iaavte, at segunda ordem da Directora,
~odae qualquer transac&o a realizar-se
32*sste Estado e no da Parabyba do Norte,
ao firmadas pelo actual representante
abaixo assignado, assim como recebi-
' janatos de annuidaes: Alguna dos senhc-
res asociados que tenham reclamac5es a
daacr, ou queiram qualquer informacSo,
5tm relacao a mesma companhia podem
daixar seus recadoa a ra Marque de
Alindan. 15, que das 10 as 3 beraa da
iarde estarei sompre as suas ordens.
Secife, 24 de Outubro de 1894.
Jos Antonio Linluxres da Sirva.
Representante.
Ci.
flU n CMHerlsl *e Peraain
fouea
flBTACES OFFICIAES D-. JUNTADOS COSSSTORKS
trac* o Keci/f 27 ie Uutubr j le 1894.
A-ocoes mi* ompa na Industrial Comii>ercio
faBiiva do vflor rtal sado de 604 1S04000
OOB O dividendo
Let'aa biopottiprariap do Banco de rdito
aeal do vaior de t004 joros 7 0,o a 101*000.
&* E Isa veDde-amae :
rlSOArcGes oa Companhia Iodotrlal Commer
Si Letraa t jo-oa de 7 0,o-
: 0 preoidete
aaiP-- Pinto de Lemot.
0 secretario
asiOBio Leonardo Rtari|Bea.
< anblo
Prac do R;cife
'Oa Bancos ab-iram com a taxa de 11 3/4 so
.are Londres, reahaaodo negocio ceqcenoa.
t> erca4o fechen em posicao dobla.
Letras particnUres totam enCidaa a 11 7|8
,4a>ara Novembro epara Dezembro a 1S d.
Cotaces de gneros
rara o agricultor
As; ucar
Saviaa por 1S kilos. 6*300 a 60)
Sratalisado por l!rk loa f*"C0 a 6*3 0
aaaco.ie-, u>m. 6#0i0a 6<6('0
jBseaeoofl.lderc. dem 4<000 a 4*i0
gascavado, dem. dem. 3#000 a 3i00
ralo seceos dem ideu 24200 a 24400
-Aatto melado, dem, dem. 1*700 a 24200
jtame, dem, dem 14300 a 14600
Algodo
1 Yela manb fot neitm uio este producto a.....
%tf 300 por 1S kilos o mercado (noto.
Ullll
3 far Pipa de 480 litro) 2654 vend
-----
Acnardeate
. far pipa de 480 litros 14J4 mmlnal.
G*rc
Seceos salgados na base de 11 kilos 660 ris
venda.
Verdes a 400 ris, oo.olnU*
Carnauba
. Colare a 204Jpor li tnoe.
Diarto de Pernambnco Domingo t* de Oatnbro de 199-4
Rio t.
He!
TABELLA DAS ENTRADAS DS AS-
BOABE AL9ODA0
Mez de Outubro

t
'Barcaciii.....
Vapwea.....
aoimaiif .
atra la de Perro Central.
em de S. Francisca.
deLimoelro. .
Assn-
car
flomna
Das Saceos
< 2i> 48334
i a M]
i c 16 974
1 a 26 1440
1 21, 38329
I t 24j 75744
14830
Airo
dio
Saccas
180
2563
623
349
6^5
8166
11701
O Sr. Dr. Geniensoro
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gomen-
soro, medico da armada, certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos C/titnicos.
Qiat a Origem dos Pbanlasmss ?
114 anda aliraem que acredite em al-
mas do o a tro manic? Taires qai > rit
da iano bomem imparido com Voe.
. Nj obstante, se tiveemoa que visitar
um dimiterio, aempre preferim'x a r* do
dia para esse tm. Porque? Sara porqa ?
de di se p-jsaa ver melttor ? Sir sae o
nico motivo? Nodo oerto. A uoioa ra
sSo ., que todos em eso^pjao^teem reoiiu
de visitar a manaSo des morios p-Ias tre-
vaa da noite. Qnaai todoa tem ; ao p^aso
que, ae o naermos qoando o aol bnlba, o
ae tormos acomp bados, vamos aampre
roves'tidos de maior animo. Ni nlo cr -
moa em toleimas; pelo menos assm o di
zemoa.
Coobsci um hotnem, qne qoando joven
aoanbea tal tasto coro a i > da appar cao
d'eseta auppoat a ph^itismts, que por
parto de omcoenta an'os, ficdo
d' aquel'e ch que. Nao H p e diaT :u
o bo uera a qu9 a'lodo, foaaa medroso, ero
tiveaae prejaiso al^um d'ees* nt rean ;
pelo contrario era um bravo e d.atioctt
otf oial do ex >icito Qoando elh tinha
oi'enU e doia aonos e quando ae re'eri
aquella acooteeimeato, era aempre ero aa
eguin es palavras que o d=aereva : Por
espado de dea minutjs. fui victima de to
violento terror que d'ent5o para ci um
8orte de sobresalto co titu'> me domina.
Qaalqaer baralbo ioeaperado me iz tre-
mer, e objectoa que aombra da noite eu
nao poaao discernir, me impellem a recuar
Devo conf a.'tr que o aproximar da oci-
te me fia medo.
bastante curioso, qe eata mesma e-
prest i a reapeito do reoeio da noite, foa-e
atada ha pooco tempo asada por eutro
hornera. O sea ty tema nervoao di* elle,
eslava todo (Ora d'ordem Nic podia dor-
mir, revolvic-se na cama aem poder oonei-
liar o aomno. Eile nSo havia cummettido
aaaaaaibato albura e cao era peraeg 'ido por
oenbuma a na do oo'.ro mondo ; todt- via
pareca elle nSo f .ser oaao da vida. Por
me a dosis de veses que elle peosoo em li-
vrar-ae a' ella- Moita ente ha que vae
at ahi todos os diai, en qe us seua
amigoa jmaia o asapeitem. E todo um
erro, mas nlo ha qae admirar. Poia, do
que ser jo merameite viver qoando d ess-
vida se ol tira praser algum oa conforto ?
(Jra eate homem prosegua disendo, qae
aa repetidaa dores de oabeca e a-ormenta-
vam por tal forma, qae pa-ecis qae ae lbe
aLria em algamaa occas oas, alem de al-
teroativaa dorea em varia* partea do eorpo
Tinha a pelle por tal frira amarellada.
que mais se asemelbava cor d'am per-
gamiobo velho ; o appetite tmba-lhe desa-
parecido, e a maia 'e'e tX3tst}lo Ihe fasia
palpitar o co relo aemelheoca d'am relo-
gio qar.cdo s Ihe tira a pndola. Ningn-
em pode viver sam comer, bem certj ;
olo obstante, od vez qae eate homem
comi-, era por tal ''ma punido, oomo ae
o comer para elle, foaae um ciime O ea-
tomigo recebia todji os'alimentos qua elle
engolia, nlo b duvida, mas nada maia; e
por iaso qae recasava digeril o. D'eata
na, eate pobre homem, ae tornua um
eepalchro vivo com a sua alimentadlo p-
trida dentro de ti. Oa cidos venenoso.
e gaaea ezaladoa d'easa masaa ptrida,
ttiporfaeo
Recite, 26 ae Oatabro de 1894
Kara o exterior
No vapor oglex llariQ'r, para Liverpool,
carregaram :
M. Caaviohi & C, 900 kilos de borracha de
anngabei'a
V. Neeseo, 68,100 kilos de carocos de alaolo
Para o interior
No vapor ingles Ptolomy, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Cou>;>aobia a- Estiva, 100 saceos com fartnba
de mandioca, 10 pinas com 5 497 iuras de alcool
e 5j mas com 21,070 diios de aeaardeot".
S. uaimaiae> & C, 50 pipas com 23,3311 tros
de afcaard' nt .
C Pes oa, 2,000 pceos com 120,0.-0 kilos de
assacar majcad).
B. Williams & C, 1,000 saceos com 60 Oi.0
no* de assacar masoavado.
Para Victoria, carreearam :
P. Alves & C, 150 siccos com.9,000 kilos de
aasacar branej.
No naper nscional Uaa, para Ceari, car-
regaram :
Barbosa & C, 40 caixas com 280 lros de ge-
nebra.
Na blate tBarrosot, para Mielo, carrega-
ram :
J. Salgaeiral & C, 5 barricas com 573 kilos de
asbocar braoco.
C. Pinio a C, 12 catxas e 22 garrafOes com
426 Htjj de genebra, 1 barril com 45 ditos de
via&gre, SU ditos com 1.395 ditos de viobo de
I-ocias e 5 caixas ''om 60 ditos de vermootb.
Na barcaca D. Sinn, para Natal, carre.
garam :
J. Salgaeiral k C, 5 barricas om 357 kilos de
assuiar brancoe45 ditas com 2,550 ditos de dito
renuado.
Para Macabba, carregar-m :
J. balgneiral h C, 5 barricas com 353 kilos
de assacar braoco e 5 ditas com 30J ditos de
dito refinado.
Barbosa & C, 20 caixas com 120 litros de
geneb-a.
Na barcaca Flor de Marta, para Maman-
goa, e, carregaram : ya
b. Pinto & C, 2 barra com 90 lros de vina
gre, 4 CaiX'8 co.u 48 ditos de geoebra e 4 bar
ra com 180 ditos de viuo oe froclas.
No i.pur nacional Itanema*, para Porto
Alegre, carrega' m I
P. Lemos a C, 100 latas com oleo vegetal.
Para Pa-aoagol, carregou :
0. F. Porto callar, pipas com 1,' 85 litros
de alcool, 700 aac o c m 42 000 tilo* de asesa-
car braoco e 400 di es com 2..00J ditas ae dno
ma acarado.
Para Santos, car-egaram :
Pcbman & C, 2,'jOO accos com 120.000 kilos
de assucar rnaacavado.
T F. de Mella, 400 saceos com 24 000 kilos
c assacar masca va do-
li. C Belirlo & Irmao, 800 saceos com 4S 000
kilis de assacar branco e 500 ditos com 3o!o0O
ditos de dito.
Para Rio d- Janeire, carreearam :
Companaia de Melhorameots. 1.017 saceos
com 61,020 kilas da assacar branco e 96 ditos
cota 5 760 ditos de dito mascavado.
J. 6. d Amorim, 00 la'.aa com oleo vegeta.:
Ms vapor inglez Ptolomy, para Rio da
Ja e:ro, carreearam:
P. Carueiro & G 326 saceos com 24,480 kilos
kilos de aasocsr braoco.
B. WilCams C, 500 saceos com 30,000
ie aiii'.ca." Eifcatsaj.
sobiam-lha garganta, osusando vom tas,
e introdoaiam-sa no systema da oircalaclo
da saogae, affet*ado todos as par.es ira
cas do organista.
Fui p jib o offaitoj d'is'o sobre os ervo*
qae f:% o aoso amigo "reoeiar a noite."
A constancia de friesa de ps e ml, o
estado de fadiga, a der isilo de espirito, o
aaa paladar, a toase aeooa, oalafrin, tr-
qaesa e tootiraa, e oat-os muitos syrap'o-
mas que agora noa nlo reso'-da, ala sgia
es e coaaeiieooias d'rnn'. t cauza e um.
anica indeg st^oedyipapsia. Nida n'es-
te muodo mais rapaos ao oorpj hum m >
e,ao espirito; ndanos tas apparecer m .is
phaotasmas, Paaotasmss',6 vosea e sem
myi eriosos, nada maia slo do qae ech a
que ternas na imag::n>(Io. Aq/ielies qaa
g zim boa saade speaas veem o qie na-
tural e quando a noite ebeg-k dormem du-
ra ti ell.
O homam a que aoibimos de allnd:r
um Francez nbamado Jao M-rio Horv,
b-ibitajtd da Yvaia, C-t'itou da Pompo), a a
FraoQa. Dia elle n'am > recente carta, q'ie
depoie de te? soffrido por alg ios annos, de
adigestlo e dyspepii?, rn ."ha ai'.'i Itiiv
te curado com o no do Xropa Curati-
vo d- Me S-ig-1 Vejo em Vea-." d
elle "o meu berntaitor. Teoho os ervos
oompletameotn ales e a noite j fas vJo
causa receio."
Milhares de pe-goas enj Inglaterra, que
j eativeram' Uo mal como nqu-1'e, reg-
sijam se hija de ter o corpa e espirito l
eom c auxilio do Xar-ps Curativo da
Mis Seigel."
Tosse asthnaatica
CINCO ANNOS DE TRATAMENTO !
Pessa:da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de uma.incommoda tosse asthma-
tica/qu resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimicos.
m---------
Ao commercio e ao publico
Eii resposta ao ar.uo pabl>c< de 23 do correu'e, sod e*ta epig'apbe, e relanzo
a minha ppsua. ooporionameo e vire a Imoren
o ci n rarlo ao q e all se alltgt, s no Q'U lu
de ui.iiii baro-n a mmna reputaban.
Al la, peco ao con inercii) e ao pub.'ico, que
eoir-endarh aoalqaer jnuo a resuello.
Pregonas, 25 de Outnhro de '894.
Maocei Francisco Aogeiras.
Elixir depura-
tivo vegetal
SormuJa de Angelino Jost
dos Santos ndrade
Approvadc pela Inspectora Oerat de Hv
fiene Publica do Rio de Janeiro om 2t
c Julho de 1887.
Es(; depurativo de grande eficacia as m-
estus svpbilitica pe imoreza do sangoe; assim
'.orno em todas as molestias das eenboras.
Tem carado radicalmente maltas peseoas a< -
commettidas da ternvel molestia beriberi.
Rbeamatismo sjpbilitico oa goiozo, d6r acia
ica erupcee de pelie, cancros, e cancros ve-
nreos, ores brancas, byterismo. (roaxidlo ce
aervos, irites e outras ioQammacCea dos olbo?
jnole8t'.a8 do ligado, escronbolaa, escorbuto,
offrimentcs de estomago, ulceras, gommas, fis
nas, empinge dens, aliros, pannos e mancbae
da pelle. booas e bcoOes, sarnas, catarrbos e
qnaesqner moldstias da bexiga, entre ontrasi
aloaminaria, oannas doces e sangainolentas
nemia. paralysis, erisipelas, e Inflammaces
las pernas e ps, hemorrboidas, astbma, nyire
No vapor ingles Da.ube, para Santos,
csr-eeoo :
M. Oliveirs Halt, 475 saceos con 28,48! kilos
de asacar braoco.
no vapor loglez Leibnitz, para Rio de
Janeiro, carregoo :
ai. de Oiivfi-a Mala, 200 saceos com 12,000
kilos de assacar brando.
No vapo* allemao Cari ti ba, para Rio de
ineiro, carregoo :
U. de Oliveira Maia, 900 saceos com 64 000
tiles de asiocar braoco.
No vapor aiien&o Capai, para Santos,
carregoo :
U. de Oliveira Maia, 1.000 saceos com 60,000
kilos de assucar braoco.
Para P.io de Janeire, carregaram :
P. da Silva R stos, 583 saceos com 34.9S0
kilos de asucir maactvado.
G. de Mallos lrmao, 147 saccas coa 9 720
kilos de alg dio
No vapor francei Villedo Rosarlo, para
Sjoio-, cairegos ;
J. de M. Oliveira, 1,200 saceos com 72 000
kiloa de assacar braoco e 1,800 ditos com 108.000
ditos de dito mascavado.
no vapor nacional Olioda, para Babia,
carregaram :
A. Irmioe A C, 100 barricas com 11 500 kilos
de assacar braoco e 50 ditas com 5,925 ditos de
-to mascaado.
C mpaDqii de Estiva, 150 sazcos com 11,230
tilos de assacar braoco.
no vapor nacional Una, para Ceir, car-
regaram :
P. Ca oelro & C, 20 barra com 1.800 litros
de alcool.
J. Bailar & C, 11 bsrris com 9-0 1 tros de
alcool.
J. M. Morira Jonior, 100 barricas com 6 000
kilos de assacar retinado.
J. T Carrero, 5 Darns com 450 litros de al
cool e 20 ditos com 900 ditos de^ vinagre, '0
caixas com 600 ditos de cidra e 10 ditas com 125
ditos de cogu.c.
G. de Muios irmih, 2 barris com 180 litros de
alcool
v. Alves & Ch 10 barricas com 140 kilos de
assacar mascavado, 60 ditia com 3,170 ditos de
dito tetinado e 25 oitas com 2,290 ditos de dito
branco
C. Pinto c C, 10 barris eos 900 litros de
alcool.
Para A-acal*, carregaram :
C- Pinto C, 10 oarrts eos 15 Juros de c
drae 2 barricas com 80 ditos de curveji.
P. Caroeiro & C, 30 saceos coa o de al-
godo.
Fana Sjbrlnbo & C, 2 barris com 180 litros
de alcoo1-
A. de Almeids, 20 caixas com 200 kilos de
sabeo e 1 dita com so litros de cerveja.
Para Mosso-5, carregaram :
K. Rocba & C 1 barril-com 40 litros de vina-
gre, i caixas com 8 altes da cidra e 3 ditas com
24 olios de agaardente.
MflPara Parabir-a, carregaram :
-tN. Caban 4 C, 17 fardos de algolio para
saceos.
No diste Earrofoi, para Maco, carregoo :
M. Vi'.gas, 4 barricas com 180 kilos de asso-
car reQnsdo e 1 diti com 90 ditos de dito braoco
Na barca fia D. Sinba, psra Natal, carre-
goo .*
Urbano M. da Costa, 10 barricas com 750 kilos
de assacar branco.
Na barcaca Roas do Sal, para Macei,
carregoo :
J. Soosa, 172 caixas com 3,400 kilos da sabio
Na ba'eeC' l'ejaby., para Parablba, car-
reo :
selles 'amores, nevralgias, e elepbantiatos a
-norpba, as irregularidades da meostrnacao.
Prova-se com aquello numero de attestados jt
publicados e os qae existem em nosso poder
i>mcacis deste elixir as molestias indicad??.
JHufontra se a venda na Botica
do Rosarlo aa. 35
A'rua Barao da Victoria n. 37 se dar toda
qnaqner explicasao qae for preciso acerca desV
preparado.
Colado com mm tmlmtnvaiedes
.VIodo de usar
Os adultos tomario qnatro coiheres da oe
opa pelamaoh e qoatro noite.
A cnaucas de i a 4 annos tomirao ama co
snnpela m nnS p ontra a noite e as de 5 a 4-
o oitos tomara0 daas colberes oela manb daas
?---------------
Elixir Ami-Feoril i;ardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Vanoel Cardoso Jucior
Aoprovado em 21 de Marco ae 1890 pela iospe
cioria geral da uigna junta de bjgiene do Rio
e Janeiro.
Este Elixir de compostcao toda vesetal pre-
parado segando as regraa pharmaceBtlcas.acon-
Beinadas pelos aatorjs modernos e de reconbe
lea capaciriade scieat.Qca tanto no paix como
no ee'rangeiro.
F-te Elixir o producto nao so do grande es
tono das accOes pnysiologicas das substancias
como tarnoem pai>o!oeicas,como tmbete o re-
saltado das immeaas applicacCes noa diversos
caos de tebrps 0e (onio palustre.
A apDcac5o deste Elixir oa rande epidemia
de hex'gas de 18% a 1H91 maia ama vei de
moostron a siar efficacia ; pois ae principio dO"
y .xeiros symptomas a bexiea aborta, e m Ba
sos mais adiantarios a bnxtga paasa a ser ama
doenca febril vnl&ar anreaentan-jiu ppqor-uas to
ateiaeOes qae com a coatmoacao do Elixir ae-
4a lerga.
O maltes attesiados pobltcados no >a'iodf
Peroambuco eGase^. da Tarde* provain o qu>-
izemos.
Nos casos de febre amuralla o effei'.o e admi
ravel. a presentando phenomefo-" tao maravilho
un que nesta cidade to Rocifo e no do Rio de
Mire pooco receio caosa a febre amare*
maamo estando o doente com vomito pret > <
angatneooestes altimo periodos ent&o ne-
resano a apolicaca.i em alia dose, despiezando
basea aonexa
Esta Elixir ja ccnlecido do publico e de am
grande nomeo dedgnos mdicos apresen'ado
'jara comoaier os oiifereotes ncommodos todos
alie* decaractf febril.
Por omito tempe ti vemos occaslao de fazer a
applicacao Das teb:-*s erysippllosai 6 com tic
bom resaltado que ticaToa admirados de tao al-
tas efleuo.
Pela prauca chegamoa o conbecer ane no?
ataqoes de feore erysipeiio.ii. >-i erjsipeiia nomr
valgamente se diz oe^saarlu j nso de 10 oa-
lo Elixir.
Nos grandes iocommodos das senboras mees-
troacio. gravides e eos casos de parto com fe-
ore e de om resoltado to celo e seijo'o e t
a foa conposicao ta< s oipies qoe nao tffresu
recelo de apphear o El ir nem mesmo em ao. re
superiores as inoicadas na tanetl?- infra.
Pedimos aos digni3i em faier uso deste Elixir em sua oniuca uau 't
sajeitarem a nossa prescripeo, mas sim faxer a
auplicac&o em barmoota com os caaos qne deee-
jarem combater, certos de que o medicamento
la comnosicao ioooceute para o organismo atr
mus frgil que seja.
lindo de nsar
A's criancns ate bid snoo 10 gotas de 2 em S
oras em orna colber das de sopa cbea d agoa
fra.
De ora anno e tres id goitaa.
Da 3 a 10 annos em dante, 40 gottas etc.
Estas doaea devem aempre ser applicadas en
igaa fria.
Depsitos
Compannia de Drogas e Prodoctos Cbimtcoi
Rectfe, roa do Marques de Olioda ,n. 33.
Nacional Pbarmacia, rea Larga do Rosarlo
Pharmacia Oriental, roa Estreita do Rosarla
n. 3
Pbarmacta Alfredo Ferreira, roa do Barfio di
Victoria n. 14.
Pbarmacia Martina, roa Duques de Caxias n.
80.
Pbarmacia Ribeiro praca Maciel Pinbeiro 22.
Pbarmacia Victoriense de Loiz Ignacio ae Au-
drade Lima, cidade do Victoria
Paraqoalqoe- in'ormacao seri neo
autor na roa do Rosario Estreita o. 17.
Os oosbos frascos sao qoadrados e conta go-
as. N*um lado teem gravadoElixir antefebrl
e no oatroManoel CardosoPerrsbuco. e to
los na oruspectos sao asflgnados por Maooe
Cardos Joclor, sendo falso os qoe nao forem aa
^ig a os.
Morpha
Miaba malher O. Mara des D>re
est compiet mente curada d ter.ive
moleatia da morpha que rofireu quaai
qoatro annos turnando muitos remedio
o nico mi-.dicamento que lbe deu a re-
oonatit-n'cSo da aauda e feliidaiie, cbarn-
eElirir M. Mjratopropagado por D.
(Jarlos.
P> dem fuser o uso cus coevier.
Paragib.
ANTONIOGOn LAKT DE SOL'ZA.
Aue.t-s um Fernaojbaou : A Uompanhiy
de Drogas.
Kua Marques re Oirda ?4*
---------r*----------
Dr. Alfredo GasparMedico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 18, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephone n.226
Dr. Carneiro I^eoMedico parteiro,
consultorio e residencia ra do Livra-
men Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
Dr. Joo Rangel Medico opera ior.
Especialista em molestias da bocea.
Residencia ra do Bario da Victoria
n. 3, 1." andar, onde d consulta todos
os dias uteis de meio da s 2 horas da
tarde. Attende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro ou
lora da cidade.^ Telephone n...
Medico Parteiro ^Operador
Dr. Manoel Carlos de Gouveia de volta
de sua viagem, previne aos seus clientes
qae contina a ter sua residencia e con-
sultorio ra Baro da Victoria n 61,
l*. andar.
D cnsul ai de 1 afS^boras da tarde.
Aceita chamidos qualquer hora, para a
cidade.
Dr. rVunr's Coi mitraClnica M-
lico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 56, onde d consultas
das 11 as 2 boras da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
uer hora na sua residencia, na ra da
bledade n. 8 i, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
Dr. Dastos de Oliveira Medico e
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda, antiga daCadeia do Recite n. 18
1. andar. De volta de sua viagem da
Europa onde visitou os principaes hospi-
taes de Paris, avibo seus clientes 8 ami-
gos que contina dar consultas de 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Alflitos n. 32 B. Telephone n.
865.
Dr. Freiss Gusmares Medico
Temo sen consultorio iia, ra Duque de
Cazias n. 01,1 andar, onde ser encon,
trado de 11 'i 1 hora da t-.rde e i e-ide no
Cajutro Telephone ?92.
Dr. Brrelo Sampaio Oculista
Consultorio rua Baro da Victoria n. 51,
l. andar. Ex-chefe de ciinica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
Exfracg5es diarias intransferiveis
LISTAS NOS BB8M0SDlAi>
NAO HA SERIES PREMIOS INTEGilAES
M 13. Lotera I remio 20;000SO0O ex'.racco amarilla
F 22. c c 20:0005000 a 30 do corrente
II 16. c c 30:0005000 31
E 15* < c l:00"S000 a 1 de Novembro
R 1. < 20:0005^03 < 2 < c
O 4. 50:0008000 3
Graude lotera D00:u00So00 C 22 de Dezembro
Cliamamos a attencao para esses novo importantfesimoa
plano da --'
m/dii
A. Meades, l caixas eom ,600 kilos de
tabla.
tandlmeatcs stW cas
Mes ue Oaiabro de K.Vi\
AtfatuUsa
Randa csra1
Dj da 1 a 26 i.Cai 6S5*5'8
Idsm da 97 57:8J3*5*8
Rad .f Halado
Oj di i a 5 l&~> 8 ;osj rs 27 3.Uzi735
t,7i4:9066
IS-.3110
Rcmma total 1,8-9 753*176
SaRondi seccao da Altaudsjta da PeroamOaco,
27 ac Oatabro ae ir>4
O ebefe da seccSo
J. Goocalves da Silva.
U inesooreiro.
Florerr- numifgops da Silva.
B1LHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Paira ment dos premios eom toda a proiuptido
NA
CASA DA FORTUNA
*S aa I. de 31a5%'o--23
Martins Fiuza & C.
BECKBLi ORiA
jo da > a %6
Idam da 27
ESAD
I72:C72;877
5:73113:9
177:8114196
HIEQIPB LJH/INA3B
0o da i a 26 3:81U610
dem dt 27 39u*39t)
kut
PAUTA DA ALFANDEGA
V, XlBSS D MESCADOtlAS NACloNAsa 80JCITA T
D1BB1TOS DI BIPOBIAgio
Semana de 22 a 21 dt Outubro
Agurdenle cacbca, litro.......... 281
Oua de canoa, litro................ 400
Dita destilada oa alcool............ 510
Algodao em rama, kllog........... 680
Arroi comcaaca, Idea............. 120
Assacar branco, dem............. 380
Dito mascavado, dem............. 143
Do refinado. dem................ 4t0
Bagos de mamona, idem.......... 130
Borracha de lelte maogabtira, dem. U400
Cacao, dem..................... 900
Caf bom, dem................... i*00
Dito eseolaa oa restolho, dem...... 1 *200
Dito moldo, dem................. "'u
Sement de carnauba, o kilo....... 47
Sabao, kilo ....................... "60
Sebo em rama, kilo ......... 666
Tatajoba madeira, kilo ......-,- 120
taboas] de amarello, do-......... 160*000
Cersem velas.kile.....'............ 1*000
Dita vegetal em broto, kiio........ 14000
Carocos oo sementes dealgodao,ideui
Carrapaleira (sement)............
Carnauba idem................... 906
Carvao ae pedra, tonelsds ......... 30 Oi-O
Coaros seceos espichados, ki'.og----- 644
Ditos ditos saleados, idem......... 594
Ditos verdes, idem............... 360
Coariobo am...................... 1 47l0
Cocos em casca, ceoio........... 94000
Fahoba e mandioca, kito-----...... 176
Oraxa sebo, kllog.......... 700
Geneora, litro..................... 360
Telegramm^FIUZA
b^b|s^^*-^HBHD^1^I^pw^MMHHBBB^^^^HIHK3BMbWBIH
Jaboraooj ifulna). ioem... ........ 800
Melos ae eola. valur oomioal....... 7<0O >
riel de tanque oa mvlaCJ, litro.'.----- 189
Milbo kiiogr...................... 80
Pelles de cabra em c.bello, valor
do cedo ...................... E*3*
Ideen de carueiro em cabello, valor do
cenio.......................... 90*
fovlmeii'o do |io-o
Navi<>8 i ntrad M oo ma 27
Bocriop-lyes e eraia~10 das, vaoor fraoce
Ville de Rofario. de 1184 maeladas, rom
inanrtaote Daniel, (qu pseem 38, carga varios
geoeros; a Angos'o kablH.
Liverpool e fec^l 0 di33 v?por inglet cMa-
rlner de 860 toneladas, comoiaonante O.
William, eqo|)ag-;m 2i, carga vares geoe-
TerraNova38 lia, :ja- iogle Flora de
298 tooelalas. caoiAo Jiffps Pk, eqonugem
10, -arga baealBsi a BMikborn C.
Pen^acola100 dias. lugr ineli J.hn Sfl
243 tooelacias, capi-lo A. SlaQu, eqaipagem 6,
em lastro; a > rreu.
Navio cabdo no mesmo dia
B-eno-yes | B*rca irglesa Nitb. cjpito
W. M'-wlel; em 'a tro.
Estados .idts B rea noroegons8 Coric-
r.nt, raoito A. K. Myst-n ; un laso.
MosStEscuna al ea.a Blece, capilSo B;a-
mano ; em lastro.
Herrado nal.-lpal de*. Jos
O movimento deste mercado oo dia 26 de Oc-
tabro 'o: o scgointe.
En'r ram :
40 bois pesando 6.111 kilos.
620 kilos ih> peue a 20 rs.
14 comparl. com manscosa 100 *s.
i} ditos com caioarO s 100 rs.
311/2 columnas a 60.1 rs.
5 cargas com gallinbas a 500 rs.
. 3 cassaaes com gallinhas a 300 rs.
6 cargas com batatas a 300 rs.
I carga cora amenLoim a 300 rs.
I carga coj macaciieiras a 300 rs.
1 carges com ceb ilinbo a 300 rs.
1 cargas cora gerimona a 300 is.
3 careas cera eanau a 300 rs.
3 cargas com banana* a 300 rs.
i cargas com lardiijas a 300 rs.
3 cargas coi louga3 a 30 i rs.
3 cargas com diferecs a 300 rs.
27 cargas com farlnha a 200 rs.
10 cargas com raiiho secco a 200 rs.
6 cargas com leijo a 200 rs.
72 logares a 200 rs.
9 Suioo8 a 200 rs.
11 como, com snineiros a UOOO
8 comp. com soioeirosa 700 rs.
11 comp. com fressuras a 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 ra.
51 comp. com fizeodas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs
74 comp. com fariooa a 400 rs.
47 comp. com taino a 24000
Caixa Jo Correio1 55
Re dlmentos do dia 1 e 25
12*400
14100
4600
184600
24500
400
1480J
43'i0
4300
9300
4300
490'l
*90>'
46C0;
4900
490 J i
5J4'M)
24U'K>
14200
144410
14800
114000,
54600'
64600
234800
304600
144700;
294600
944000,
2814900
7.4084700
aluvin cHtfra-iui
Da B ha
Palbaoote porlogoes La lo 1-.
De Pelotaa
Paltcbo alien li Anlje.
> tncno ail-m^o Biue.
Paiac-no aaeeo 'i-. ; .:.
Palai'bo ailft i;i L'na.
LOitsr argenuuo Albepto.
'Paic-cbo brlgs Ero 1 .
(.asar pcMoa-oez 31. E'Oregntira.
Logar po-oegiienfe^Dan' e.
Lugar Dir2 Arfu-.
Paiacto oaoi(iri Toerea.
Loga' suecoDnk'O.
PaUcfio all n,So Wlle.
Patarho allmo Mi'garelb.
Barca no ueg ense U.uva.
Lagar :u.t. z 6avher.
Lagir ponuguez Mi'inbo Vil.
Paiacbo all m i" llirold.
Lugar oh^i Aurora.
De CarJiff
B. r a corcega Cn on.
arca oorae,-.a Pa on.
Barca norne;i Norata.
Birca noruega smood.
barca noro-ga Ats>aats.
Birca Dornoga [alali le.
Birca iogleii Gaideo F.eee.
t'j.-Ci ooraega Dovoore.
Barca noroeg.i l't'peraior.
Birca 10 -J-k', J i (--
Birca uo oegi Go< I) .1 Barca ora gi Viva.
Ce B*yth
Lngir Eusso Silie.
De. Hamburgo
Logar illaatio S:w n
Lit-a-alierco A sel.
Logaraliemo Jonano.
Logar u'ovgaense Aibatroas.
D:Pito
Logar pbrtugez Mmo.
e Terra Nova
Logar loglez Mi-y Jjnos.
L-igar tglez U 'leOl lc EiC.
L-gar ogiez Menaie.
Tapore a rtasrar
Mt da tatabro
Alaxa"-drii. lo sai, i ii.
Clvde*. do aol, a 28.
JiDoatdO L1D Itfa, }> N; > Yiirk 29.
tanab:, da Euopa, a 3*.
Vapores a aaikir
Mes de Outubro
Eu:opa, ^.ly*.c, 18. as 2 hars.
Sul, Sul Sinloza*. 28, >s 4 boras.
Bal. LaibnUz.. 29 a* 3 boras.
S.il.D>-i'0be.31. as 2 norbs.
Sul, >Viut d Rosarlo., 31. s 4 horas.
Fr.icos do da:
Uroe verde de 300 a 900 rs. o kilo
Sotos de 900 a (4 dem.
Ca-nelro de 14000 a 14200 idem.
Farisha de 700 a 900 rs. a cois.
Milbo de 500 a 600 rs. s cois.
Feij&o e 24 a 34<'00 a caa.
7 6904600
SEGURO CONTRA FOGO
Rojal Insurance orapaay de
verpool
CAPITAL OO.OOO
afiSST'S-PSStM S.
LARGO DA COM PAN IH A N-6
SEGURO CONTRA FOGO
W-
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
Companhia Plienix Pernambu-
cana
WA DO COMMERCIO
I
ILEBfftt [



i



Diarfo 4le PernamTtQeo Domingo fcS ae Oninbro <1* fS94
5
ExtraccOes no mez de Outubro de 1894
Chamando vos*a attoiico para a nota ahuivo:
Lotera do Estado de Minas-Geraes 1." serie da 8.' 15:0008 a S800 29 de Outubro
> > do Espirito-Santo 22. lotera -12:00S > 1S600 31 > >
-,o
Companhia Santa
Theresa
Agm e luz de Ilud
Asanojbia feral
Ciovido os sennores aciooistas se rentrem
; /m aieembia cen ordinaria a 3 <1e ii'o*embro
irroxmo, oo prmeiro aona' oo predio n. 2 do
'caes sfl' lido or. laiorio do exercic:o odD, e consl-
,rt rr.da a prnpaaia abi aprese itd, fella pre-
tacfi) d cnota eeita a coitmisfSi uVcal e
rendas meosaes da directora, co.lrne ob es-
! ttuios.
A renntao se f ffectoar ao meio dia e bella
iroa'raeote fer jolgado o pareter da commia-
s4n lineal.
Escnptorir *a companhia em Olmda, 17 de
Outubco de 1894.
O gpr nte
A. Peretra SimSes.
Para as extractos de Novembro ssro postos em execugo novos planos com premios intograes
do 15,- 30 e 40 contos de ris, devendo brevemente ser annunciado o dia da extractjo dos planos de
100:()00,< e 200:000$ integi*aes. Com loteras de outros Estados serao preenchidos os outros dias d
semana.
o .*.
Vendas em grosso e a retalio
CASA. SOINHO DE OURO
x Pra^a da liiclepeudeEicia 11*. 3 e 3
Para pagamentos e premios e mais informacoes com Bernardin )
Lopes Alheiro.
Caixa crrelo 196 Teleg. AlheiroPernambuco.
u
ODr. J^r,) yuj MU oj *Vel' 'ie d v*lb
ja ie fllreitd 13 .'JUl Cioil de Li'nO'lro, 0>
furiaa da le, u .
F.o seoer j S"gooio -abl!i5 do joiki I t
Dotas, fsc i.ai ii cvl privativa ~u- ex eco-
0*8 Cite1! 4 8 e mnniPO'0 HiOO"! &ld-o P-"-
reir di L-go que ""' ma-c.aio o praio e 8
dias, conar d.i pu ie*ea B--fie, yara r--
sum- a -e-veo a n> fu .ilc o c;a allanar e pro.
var jS'0 impedimento, tota oeo e ser o me*-
mo iffi::o ooiiera'io ahand.oajo para o* Un-
nlie i rfB mn'oraie .> rt uo o t't. III oo
Decr. n. 9 4.0, na 33 d- AmI 1885. S'f
que sera puMica......Dur>o Ofli i. o, fra tand^ui Dix*"o no iar oo cosionv
deta Ciai*-, o que certificara o pjrleirodo' a
dltoriof
f dale do L moH-o, 23 ie DotatVo, de 1?*
Eu.E'Qesti de ftltveifi Civateaote, escriva
do Clel, Dlio0 o qoe nscrevi..
Jeronyno M i* n i P: reir de Carvaltao.
CertitiwO qoe n= ajoallaadV dr poneiro inter-p
dos auditorios, .iSvri edtUl oo meeino tneor
tiesta data.
E pira costar pjssei o prevate que aaelg'jo
e dou f.
Liioeiro, i\ de Otnoo de 1891.
Manon! a-t"tto d.is San'o.
Edial
vai a praca em publico pregfto, para foninailha He TecHf<5
ser vendido a quem mais der soba t"'Pl ** u 1 C1UUS
Policial de
de Oiilubr.
jerrctariu d* Quewtain
Pernambucti. em t*
d ltt>*
Por esta rppa't tao fe t<)i poblico ( do Sr. r. Qoeujr Po'iciai qoe e aroa ot-po
itsd.) na robd-l-ea:ia do i. di t':cto -.o Poc>
a Faoella om e*vl!o hjbso andador da bai-
xo a meio o oi lol anprchenaiio em poder
ao cei. h.-e t r;.o d caii'os Maujel de tal. cj
pbecido po" Jo>aoiui Vtcialioo.
Quem se jalear i oti din i o ao mesmo ra?a!-
lo apresenir--e oauu IIj -uJekacia momio
ie ducumeotuii prubaiurus de leeiiimo dor/.ioio.
O s-cayH In'enoo
Francisco G. di Silva Barrozo.
Secretaria da Inutrucc.lo Pnbica da Per-
nambuco, 1 de Agosto de 1894
EDITAL X. 30
Ele9o para um membro do Conselho
Litterario :
Por esta secretaria se faz publico de
aecrdo com a decisao do cidadSo Dr.
goveraador do Estado, de 5 de Setetnbro
do anuo prximo passado, qoe na forma
do que determina o art 212 do Ileg de
18 de Janeiro ce 188S, devem os Srs.
professores que estao a cargo do Estado,
de ambos os sexos enviar a esta reparti-
co at o dia 14 de Novembro vind mro
os seus votos para eleico de um membro
do Ccnselho Litterario que represente a
classe.
Os votos s poierao recahir em algns
dos nomes infra ascriptos, de profassorea
base de 1:800$000 a casa n 0, no lugar
Matambo, estrada do Portp da Ma-
deira de Beberibe, pertencente parte
da dita casa a Amalia, quo se acha
ausente em lugar nao sabido, por
ter-so retirado daste Estado em com-
panhia do scu pai, Manool Theophilo
da Costa, para Buenos-Ayres, ha
mais de lGannos. Convido a todos
os pretendontes a comparecerem no
dia e hora cima designado, afim do
ter lugar a alludida arremata^So. E
para quo chegue ao conhecimento de
todos, mandei afixar o presento Edi-
tal no lugar do costume e publicar
pela imprensa.
Dado e passado nosta cidade de
Olinda aos 24 do Otitubro-de 1S94. E
ou bacharel Francisco Lins Caldas,
escrivo o subsefevi,
JcsCavalcante de Albuqiterque Uc/Ja,
liitiiitf'iio
COLLECTOR DE AMARAGY
Por ordem do Ilh.:. Sr. Dr. Inspe-
ctor intimo-se o ex-collector de
rendas geraes do municipio de Ama-
ragy, Sergio Evergisto Ferreira Ma-
palhaes e seu fiador, Dr. Laurino de
Moraes Pinheiro para, no praso de
30 dias, a contar desta data, entra-
rem para os cofres da inesma Repar-
tico com a importancia do 95$400
re, proveniente do alcance verifi-
cado as con tas daquelle ex-collector,
do exercicio de 1801 ; e se taz publico
que aos interessados Jlicito allegar
O que entenderem de seu direito, por
si ou por seus procuradores,com tan-
to ouo o facao no dito prazo, sob pena
de revera.
Terceira Secco da Alfandega de
Pernambuco, 27 de Outubro de 1894.
O Chefe do Socco,
Luiz Frederico Codeceira.
Paulista
Chamada do Capital Social
Sao convidados os Srs, Subscriptores
de accoes para o augmento do capital
social a realisarem at o dia 31 do cor-
rente, no escriptorio provisorio d'esta
Campanhia ra do Bom Jess n. 1
pavimento terreo a terceira prestaco
das accoes subscriptas a razo de 30 0/0
ou Rs. 60:000 por cada aeco.
Recife, 9 de Outubro de 1894.
3os Antonio Saraiva Jnior,
Director Secretario.
Associacao Predia do
Recife
De ordem do Sr. Presidente o Exm.
Sr. Baro de Casa Forte, convido ao
Srs associados, a se reunirem no do-
mingo 28 do corrente, pelas 11 horas
do dia, no prmeiro anc ar do predio
n 32, a ra do Marci io Dias afim
de discutir-se o projecto de estatu-
tos : Podem tomar parte nesta re-
unio, os proprietarios, que queiram
fazer parte da associagao.
Recife, 25 de Outubro de 1894.
0 Secretario,
Julio halcao
A Gl.\doGr.\'Arch/.
CIO Q.'r
rn.-. L. J.-
d* Crui
Cap,*. Ca-u.
S. F-. P.-.
Convido a todos oa II*r.. do qnad-o a cou-
parfcer Sess.-. de ,-eeunda-feira 29 io cor
reote. Para ?e iratar d>- ansoropio importante
par a Macoo. Pernambofana.
Tra{.*. aos K de Oijtnbro de WlE.- V. .
Antonio unes Perreira Coimera 33- -
Ven.-
Santa Casa He Misericordia
do Recife
De ordem da Illma. jonta adt Inistrattva da
anta Casa de Misericordia do Recife, faco pu-
blico qoe parante a roesm junta, em saa eessn1
do 30 o correte, s 3 ho-aa da larde, sero
levador A prag o orrendamrntoj dos pre ios
n ib a rna da tfoeda e 45 roa do Amo-'-n
aendo a* pronn'aa em carias fechadas, ero
d"Ciaraa;So da cfferta do prop^nentes e do nome
do Oadop, a contento da jnnta.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Redfe, So de Ootobro de 1894.
O acnvSn
Jo e Honorio B. ce Mecezes.
,.-1
gencia de empresti-
11108
Sao convidados os seobores posoidore eaogOes abaixo descrlptas a vire retormal-ss
oa escatal as desta da1 triota d a, sob pena
de seren vendldss rm leilao para pagamemo do
empteattmo qoe lhe* foi rooceoldo. conforme
deterroioam as condicSes aceitas pelos eeabores
apeonantes.
ti*. I5t.2!0 33 43,567 308, 311 3! v. 315,
373 4S4, 41H. 4'0. K7, 461, 487, 801, ROz. 51,
514, f87, 614 618 66, 6i8, 637, 641, 64V 675,
705. 74 7o, 735 736, 737. 745, 746 '49, 754,
.90 793, 806, 811, 814 815. 8z6, 829, 835, 837.
Rerife. < de Outu ro de 1894.
COMPANHIA
Industrial e commer-
cio de estiva
No escrip'nrio desta companbla, i roa do
Amonen rj. 58, a< b m-se i dispostcao dos se-
or o eg accioo'aas a copia do bataneo e mais do-
comentos exigidos por lei, relativos o ano.
o^ial tiodo em 30 de Joobo prximo passado.
R-icife, 11 de Ounbro de 894.
A. D Pernandeg
Director 8ecret-to.
latlniarfia
Por ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
fica pelo pre.ente edital intimado o ex-1
collector de Rendaa Geraes do municipio
de Canhotinho, Maooel Ignacio da Ro
cha Accioly, bem como seus fiadores, her-
deiroa e outros intereasados, a fira de al-
legarem o que for a bem de seu direito e
produzirem os documentes que jalgarera
das Ffreguezias da capital, vindo em offi- ecessarioa no processo de tomada de con
ci que traga uo endere$o o segninte : tas do dito collector relativamente ao pe-
Para eleico de um membro do Oonselho riodo de sua g->st*o (7 de Marco a 31 de
Litterario. | Dezembro de 1891 ); e, como se ten ha
___ I verificado um alcance de 100640 contra
Belaro dos pnnessores era disponibilida- elle, fica outro sim, marcado o prazo de
de, sobre oa quae? deve recahir a elei- i 30 dias para recolhimento do mesmo
cao para um membro do Conselho Lit- can-e^ aos cofres desta Altandega,
terario :
Augusto Jos;'; Mauricio Wanderlay.
Joo Landelino Dornellas Cmara.
Lourenco Goti9alves Aleixo.
Benjamn Constant da Cunha Salles.
Sebastiao Brandio.
Manoel Marinho Cavalcante de Albu-
que
Hermelindo Eliseu da Silva Caneca.
Flix Valois Oorreia.
Izydoro Mar ni o Cezar.
J0S0 Jo Fibeiro.
Caetano Francisco Dures.
O secretario
Ysrgcntino Saraiva dAraujo Galvo
al-
sjb
penaderevelia
3 Secgito da Alfandega de Pernambu-
co, 27 de Outubro de 1894.
O chefe de secco.
Luiz Frederico Codeceira.
COMPANHIA
DE
Tecidosde *4alha
De accordo com a l> i das sociedades annry.
ma a h";i se c disposico d i i. ta, 11 rna 1 o* M c > n. 7, s 00 a do fia
ac -.'in.i.-i < f .i& i'ao.terea-
0 Doutor Segismundo Antonio Gon-
calves, Jutz de Direito da Fazenda I ^C^^1108
Estadual do Pornambnco. Recite, 10 de Oninnro de 894.
' Faz saber pelo presente que no
dia trinta e um de Outubro do cor-
rente anno o agente Jos Jacintho!
t n-a'f.
BEIKY-CLUB
DE
PERNAMBOt
Couipanhia estillacao
de S. Jos
Silveira vender a quem mais der
em publico leilao as onze horas da
manh a ra quinze de Novembro a
armocao pesse medidas exstentes Convido aos Srs. subscriptores a rea-
na casa numero dous ra de D. *" a segunda entrada de 20/.
avahados em cent mil ou vmte mi1 .re,s Pr ^f. em_,mao do
Antonio Gomes Sr- thesoureiro, ate o da 30 do cor-
M iria Cezar,
res. Portencem a
Salgueiral Jnior o vao a praca por
execucao'que lhe move a Fazenda.
E para constar passou-se edital na
forma da lei '.
Dado e passado nosta cidade do
Recife de Pernambuco, aos 20 do Ou-
tubro de mil e oito contos e noventa
o quatro.En Jos da Costa Reg
Lima escriva > subscrevi
Segismundo Antonio Gouca/vcs
0 Doutor Jos Cavalcante do lbu-
querque Ucha, Juiz de Direito da
Provedi ria e Ausontes om Virtudo
da lei, etc.
Fago saber aos quo o presente Edi-
tal de pra<;a vireni, que, a requeri-
mento .de Jacintho Correa Lobo,
como administrador de sua mulher o
Boaventura de Paula< Mello, no dia
31 do corren te depots' da audiencia,
rente.
Barreiros IO de Outubro de 1894.
Fraticisco da R. Ho llanda Cavalcante
Sobriu/10.
Director Presidente
Companhia
ExpLra Jora da pfodacKM
Calcreos
Ai68aiba ^erol extrrordiDBria
Nose le>to "=i>nl o Oafisero eai dos Srs.
bccioqibUs pa a a reoniAo coov >ra 21 do JOfrt-ute, aliai cr de li r,r.-uj r-ubre un
eropreB'lmo em Abrigares ao portador para
ccmpletari-m-.e a oora da fobrica cemtrnc,
pede-ae 01 meemos stnbores accicnistas para
rennrrem--e pela sega da tea no esciptoriu d
compinba, no cte do Apoo n. 9, no da 29
do corrate, 1 bora ua tarde.
Recife, z3 oc Coiurj-o ae 1894.
RjdrlLO Csrvalbo
Se-e rio.
Projecto de inscripQo
Para a 15a corrida a realizar-se no domingo,
4 de Novembro de 1894
Encerrndose as 6 i |2 horas a tarde
em ponto
l.d PAREOPrado da Estancia 1.800 metros. Handioap. Animaos de
Pernambuco. PRKMios : 5000000 ao prmeiro, 10000 ao segundo
50(5000 ao terceiro.
Pes08=Bismarck2, 0 k los, Aventoreiro 58, PiotSo 54,Triampho e Tarso 2 .
hi, Pirumof, Nab.bo e Tado- 50, Maurity 46, Al'y Stepper e Pygmea
4 e os ''eroais 4 kilos.
2." PAREO L^berdsde1.200 metrn Animaes de Pernambqco premios :
300$J00 ac prmeiro, 604000 ao segundo e 30JOO0 ao terceiro.
Art. 5 B smirk 2.
3.' PAREO AnlmacSo -1.609 metros. Animaos de Pernambnoo. premios :
3000000 ao prmeiro, 6' C'00 ao segando e 300000 no terceiro.
Art. 5O do pareo L birdade e mais Aventureiro, PlatSo, Triampho, Tarco
2, Pir mon, Nababo, Tudo-. Manr-'y. e Dublio.
4* PAREO Prado PeraaMbucaao -1.200 metros Animaos de Per
nmb :oo. premios: 250JO00 ao primoiro, 500000 ac segando e
250000 ac terceiro.
Art. 5.*Os d>s pareos Lioerriade, Animc3o e mais Hirondelle, Feniano, Ha-
gaenote, Pigmea e Aily Sttper.
5." PAREO11 i p podro na o de Campo Grande1.000 metros. Animaee
ae Pernambuco pkkuios : 25O0OUO ao prmeiro, 500000 ao segaado
e 25.00O a'o terceiro.
Ar. 5- Os dos pareos Liberdae Animaa;3?, Prado PernambDOano e mais
Mouro, Id, F. ma^a 2.-, T^oor 2.-, Gailet, Patchooly, Naroiso, Ciogo
Toulon, Beija FiSr, Palhajo, Taiy 2 ', Mscete, Pirata, Ybo, Garitn-
psiro, e Mal.ip.
6.* PAREO Drrby Ciob de Pernambuco1.000 metros. Animaos de
Pernambuco que oto teutum gaoho no Derby Club. PREMIOS: 25O0COO
o primero, 5U0OOO ao segundo o 251000 ao terceiro-
Art. 5. II-rondelie.
!. PAREO-Elperlenela-SOO^ietros. Animaes de Pernambaoo qce nSo te-
Dbam eiobo uos pra'dos do Raoife, contrndo oa nao victoria, premios :
2590000 ao prmeiro, 500000 ao aogunio e 250000 *j tercero.
8 o PAREJ Consolaco == 800 matrosAtiimaes de Pr-rnambaco que nSo
tenbam tido olassifi :sy3o noa prados do Reoife. prKMUB 2j0jOO0 ao
prmeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao terceiro.
Observaces
A irjscrpg5o encerrar-se-ha imp eterivelmeote s 6 1|2 horas da tarde de
rca-taira 30 da o rrents nao sendo aceita aqaolla que nao vier aoompanbada da ie -
pectiva iroportaccia oa patear da bora marcada.
O pr>prietrijqae traer ioscrever seas animaes pira as oorrid'S.do Derby Clab
ce Pernambaoo, aesim como os j citeys, empregado* de Coudelaria e mais pessoas
que tenhem interesa as corridas, presame-se que sj conheceloras das decikSes do
Directora /*
Tocando a peaagem oa animaes devetSo obtar junta da respectiva casa para
aerem immedatamenteeaaiih.dos e Sagairem para o barrado do centro da raa onde
6 poderlo estar os jocheys o os tratadores oa criados, os quaes nSo poderlo ter com-
muniosslo oora ptaaoa alguma aotesde realiai'r'se a corrida.
Os 6 primeiros pareos cao contarlo victoria.
Ca pareos s sero considerados realisadcs iussrt vendo-ae e correndo 5 atimaes
de 4 proprietarios diferentes.
Secretaria dj Disrby-OIub de Pernambaoo, 25 o Oatubro de 1894.
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
PRADO
RNAMBUCANO
QUE SE RBAL1SARA' JNO
Dia 28 de Outubro de 1894
Terminando as 5 horas da
tarde com a entrega dos qua-
tro importantes Brindes.
Extracco pela machina Derby-CIuD
Norneai

s
a
a
4
Pello
Nalar
lid.
ProprteCsuriatst
1.* PareoCoaaolacfto 800 metros, animaos de Pemambaco qne nao teribam ganbo
nos prados do Rpcif-< coDtaoi o oa nao victoria. Premios: SoOfOCO ao f,
50*000 ao -. e iJiOOO ao 3..
Guana. .... Vulcao...... Transporte... Nillo........ Baoge ...... 5 5 5 5 5 Rodado ..... Mellado..... Castanbo---- Peroamb.. m c 3i 5t ."i i, 54 5i
azq! e branco
Bocaraado e bronco..
Preto e encarnado....
Azul e preto.........
Encarnado e preto
. X. Baha.
Coad. 24 de Maio.
P- Ca-albo.
F. J. Moreira.
P. R. R.
2 Pareo imprensa 1 450 net-n*.Animaes de Peroamboco. Premios: 300/000
ao 1.', MU* u ao 2.* e 30000 ao 3.
Hirondelle...
Pymeu.....
Maurity.....
Torio-.....
Caraors......
Gastaoho.
Zaino ...
.Hstanbo.
Mellado ..
Castaooo.
Poruamb.
5C
52
52
52
52
Branco e onro........
Ooro e preto......
Encarnado e azul......
Verde e amarello.....
Ljrio.................
J. das Neves.
A. M A.
a. Taqoea.
J. Moraes.
Coad. Colombo.
3.* PareoFerro Carril1.850 mtro8. Animaes pnogas peodos. Premios: 300*000
ao 1,', 60*000 ao 2 e 30*00J ao 3
Doarsd'lbo Athl-ta 2.... Petr pons... Radam8 5 3 S 4 Castanbo ... Peroamb.. 56 M 58 54
Ouro e azal..........
Ljrlo................
tale eucarnado....
Verdee onro.........
Coad. Colombo
(1em.
VlanninSpR.
Coad. Brazilelra.
4. Pareo
Ettimnto-8 0 metrnaAnimaes. de Pernambuco. Premios : 250*000 ao
i, 30*1)00 ao 2 e 25*000 ao 3*.
iiPaxileiro....
2|Pbarisea ...
ra-'oso.....
Abysmo.....
Peuor !...
PiSOO.....
Rio-Grande..
5
5
5
5'
o5
Rodado...
Castanbo
Rodado..
Mellado.-
AlazSo. ..
Rodado.
Peroamb..
5i
58
Si
56
i 54
, 51
55
Encamado e preto.
Azal e t.Q-o........
Azal e p-e'.o.......
Azal e branco. ...
Encare a.o e azal.
Coad. Arraya!.
J. M Ua.
9. Moreira.
0. G. Luz.
M L. M. Nettr.
P. E. Tizeira.
i. M. Fuoseca.
5.* PareoPeraamboeo 1.609 mtrosHandcap-Animaes de Perpambuco. Premios:
400*0C0 ao 1.*, 80*000 ao 2.* e 40*000 ao 3.*
Todo-.. ..
Aventoreiro.
Pi ramn.....
CamOrs.....
Bismarck 2*.
Pigmeo.....
Mellado..
uasiaobo.
Rodado.
Zaiao...
'ernamb..|
45
58
43
45
60
45
Verde e amarello....
Amarello e branco___
Azul o ooro.....
Azul encarnado..-
Ouro e preto..........
J. Moraes.
Coad. Limitad.
Coad. Bella Vista.
Coudelaria Colombo.
F. C. Reg.
A. M. Almeida.
6.* PareoHippAdrouso ala Campo Grande -i. 110 me'rosAnimaes de Pernam-
ouco. P^emioa : 250*OU ao i 5u*000 o 2.* e 25*000 ao 3.a '
Balory....
V'Oatador..
Mourisco.
Cingo....
Mcu'o ...
Tapy .*..
Mellado.
Rodado..
Zjoo. ..
Alazao-
Pernamb.
52
52
52
52
52
52
Xadres.........
Atol a bran.?o .
sr neo e azal ...
Joro.......... ..
Azal e ouro......
Azul e encarnado.
"pod. Nacional.
ood. Porioense.
Luiz de Pracca.
J S. Pupe.
Coad. Moo-iscana.
F. C. R. Reg.
7.* PareoSporimaa-1.000 metrosAnimaes <*e Pero mbuco. Premios: 250*000 ao
1.', 50*000 ao 5. e 25*000 ao 3.
Furioso...
Tr-q-jtosSv
Oiciador..
Gailet ....
Malanga...
8.'
Rodado..
Mellado.
Fovelro.
Rodado.
U8S0...
Peroamb.. 54
56
54
54
56
Azol t preto.........
Preto e roca........
Azul e encarnado...
Encarnado e branco.
F. J. Mo-eira.
A. D. Santos.
O. Telieira.
Ojear.
Ccnd. 24 de Maio.
ParecDerby Clab1.200 metros Animae de Perrambnco. Premi03: 250*000
ao !.<-, 50*000 ao 2. e 23*000 ao 3.*
FomaQ 2.
Maiaio......
Ganmpeno.
Mcete
firaia.......
Zaioo.......Perosirb..
Mellado.....
Rodado......
i.as'anbo....
5 Preto........
52
52
52
52
52
Ouro............
Verje e amarello.
Azal e rn o.......
Rncaroado-.....
J. S Pope.
J- Figueiredo.
'Melara Campos.
Cood Mouwcana.
Mapalha- & C.
8tatra$$g
Tocando a peeagem os animaes d^ve-ao estar unto respectiva casa para
aerem immediatamen e ensilbados e se^uirem para o barrado no centro da raa onda
t poderlo estar os jockeys e os tr tadores ou criad.s e os juises^do mesmo barrado
os quaes nSo pod.rao ter communicado com pes&.a algsma antes de realisar-se a
corrida.
Oa frequentadorea nunidos e seus competentes bilhetes, a raalo de 10000,
com cinco nmeros difirante*, teiSo direito ao brinde que* aorta designar por meio
da machina Dsrby-Club.
EstSo a vndanos soguintes logares : Bxzer da Boa-V:ata. ra da Impera-
tre o. 88, Livrara Frai cesa ra 1* ce Mwrgn, co Centro dos Fumantes, ra 1* da
Margo, o oa Secretaria lo Prado, roa da Imp*ra*rn o. 26,]l andar, das 10 horas as 3
da tarde, e no dia da corrida noa portSea do Prado.
A archibancada do centro, fica exclusiva-
ftiente reservada para s directoras congneres,
autoridades, civis e militares e imprensa.
Entrada para Senhoras GRATUITA
Us animaev inscriptos para o I. pareo devero acbar-se no ensilhamento
as 9 l|2 horas da uiauha.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 27 do corrate s 3 horas da
larde oa Secretaria do Prado.
Os jockeys qoe nao se apreseatarem conveDientemenle (rajados com as
cOres adoptadas no programla por seus patres, nao sero admiltidos pesagem
e sero multados do accordo com o art. 51 di cdigo uo winods.
Previne-se aos senhores accionistas de procurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz n. 26 l."audar.
A Directora chama altenct dos Srs. proprietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero reilriclameate observados e o horario que for
marcado oa pedia ser rigorosamente cumprido.
Chama-se atiendo dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procurarem os
leus cartes, e cadernelas na Secretaria do Prado afim to seren entregues aos
09rliros no dia de corrida.
0 porta,; do eosilhamenlo s d entrada ai pessoas que vieren! com animal.'
Secretaria do Prado Pernembucano, 25 le Outubro de 1834.
O secretario,
i/. Lentos.

.




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i
I
,
fe



H(

1


i
Hospital ^edro^II
Precisa ae com argemiia cootuctar om pritiro
de pha-macla com hubiht c&e< ffira servico dn
aboratorio. 3 servico 4 das &. horaa da miot.
aa i da larde: 4 tratar ccm o fir. director, nc
;ajeHiDo bospial, as Doras do expeliente.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem ducidado ".soeole coronel director
deste arsenal, distribue-se costo-as dos das 29,
30 e 31 do correo'e mes, com as costuren as,
posadoras das golas de ns. 501 i 550, de
conlormidade com as ordena eco vigor.
Scc8o das costaras do Arsenal de Goerra do
Balado de Percambuco, i8 de Outabro de I89!i.
Feliz Amonio de Alcntara,
Capilao adjunto.
Aluga-se
xt casa era Aoipacoe n. 30, estrada P'ira
doa.i rmeos, d fronte do amigo qnartel, cooi 1
sal a trar na roa Nova, loja Prato Orines.
Companhia
Refinadora Veicantil Assu-
careira
Acbam se a di^p iftcij dos Srs. accloolslas
para serem exami ado-, no escriptcrio di-ma
compaabia. a na 1o Dr. Jos Mariaauo n 66. os
turammtos de qos trataai os or. I a 3-do Ar.
14,7 dq lei das sociedades anooyuaa, relativo ao
acoo social findj em 30 de Setei.bro ultimo.
Eacrlpt r.o da companhia, 25 de Ootabro de
1884.-0 Rere tile
Maooel Jos Ferreira Crnx.
iM
aVlfi? .
oCmpanhia industrial
e commercio de es-
tiva
SSo convidados oaSra. scciansta:! viren
receber n eacnpto'io desta comoaobia a roa do
Amorim a. 58, do u 5 de nofembro prximo
em dame, o 3- dividendo na razao de 15 0/0
sobre o capital re., liaaao.
Oatrosim, pree: cbito como foi oeste anno o
fondo de iutegracao raga ae aos meemos Srs.
accionistas de aoresentarem :s caoielas desos
ccoes para uelias se fater a respeciiva ave>
bacao.
ftecife, 26 de Oolubro de 1894.
Aloer o D'as Pernandes
Director secretario.
O London & Brazilian
Bank Limited
Sueca obre Lisboa e Porto
iem librasster linas, e a vista,
sendo o pagamente i'eito na
eecasiao da apresentaeao do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista naquellas praeas.
Igreja da Madre de Deus
Irnandade de !f.*. da Honten
Em comprimento do Art. 27 dos rosaos esia-
totos, couvuo a iodos os lrmaus desta irman-a
de comparecerem em nosao caaiotono pelas
10 Horas da na: .i de domingo 28 do correle,
atim de :eomr-se mesa geral para eleger a mesa
qoe tem de administrar a irmandaile no aano
de 1894 i 895.
Consistorio da trmandsde de N. S. Mal dosi
JloaienB. 25 de Oatubro de 1894.
O eacnvao interino
_________Jw Dativo ara P. Bastos.
Santa Casa
Caes 6 para alogir
Na secet -ia aa Santa Casa alugam-ie aa se-
gointea caaau ;
Roa do Amparo o. 18.
Id-m Am' di n 8.
E' esperado xt e dia 98 de On
frtobro e aabir depois da demO'
ra necesaria para
Santos
(En cir rtca)
O VAPOR
Corrientes
Commandante Lainey
E' esperado da
Eoropa at o da
4 oe Novemb-o
segoinoo depoa
da indispenaave
demora para
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
?ste vapor en rara oo porto
Rega-se aos Srs. importadores de car?a pelos
vapores desta liona, qoeiram aoreaentar oeo
tro de 6 das, a cootar-lo da descarga daa al-
vareogas analrjoer rectatoauao conceroente a vo
l=sss esa pssreaa :szr= zsszz ;srs o.-
portos do sal. aiim de se poderem dar a tempo
as providencias neceasarias.
E. resp josaoilisa por extravos.
& cabe carga a tratar com o
AGENTE
A-Uguste Labille
9Roa do Ocmranroio
Hainburg Suedamerikanis-
che Dainpfsch'ffahrts-Ge
sellschat/
Vapor Amazonas
Espera-se da
Eoropa oo da
4 ue Novembro
regmndo depoia
da demora neces-
saria para
-Hoei>e i-Mr*d, 4-ucoHKnen .>, paitB e di
nbeiros a (rete ate a 11 oras da manba do di.
da partida.
SS JRIPTORlo
Aa Caes da> antwahia Pernarabucana
12
LEILOES
Terca-feira, 30, d-ve tnr logar o le-So de
6 saceos com algona em r-ma,
Qoarts fera, 31, de 2 dalias com Calendas
asa-iauas -ioda d Pr byna.
Leilo
Criado
Precipa-fe de nm mdo oa botica -franrea
roa do Boto Jexaa o. 22.
Em Gaxaug
Vende-se orna ttverna livre de qoatqoet res
DonaaDilMa'ie ; a iraiar oa meem, alem da pon
le, n. 1, cha'ei.
Ama
iaf.:-:i >
Lmha regular de vapores
nacionaes e est.rangeiros
O VAPOR INGLEZ
Shaftsbory
P res o t^m ente
oes le porto se-
goira depoi8i de
breve demora
p? ra os portos do
Rio de Janeiro e Rio
dedo Sul
Em direitura
Gran-
jera carga e vaiores tra's secom
E. S. Levy
Roa do Commercio n. 22 _____
O novo e explecdido. paquete
Dauubie
Commandante G. C. Hicka
B' esperado dos porlos da
Eo'ooaate o da SE de Oota-
bro e eegoira depois da ae
mora ind.apensavel oara
Baha, Rio de Janeir*?, Mon-
tevideu e Buenos Ak 7*s
N. b.Previne-sa aos Srs. receben de
osercadonas, que a Companhia Mala Reav. e-
za, eootncioo com at^r.oat Steacn oiavegai>on
Compaojom servico da vapores .emaBae qaa
partiado de Bordeaos e ogoac, eOi ebegar a
Sootlimptoo a tempo de oaloeiarem as cargae
destinadas a America do Sol. p;ra os vaporee
teuit comosrhia.
A Rea' Mola a!ceita por p-ecos raioeveisDas
sageiroi para Vaparano va Ba.LosjAvres e
tetrada doa Ande-.
Tambem acceita paesapelrcs para rvr Yjrk,
va Sootbamptoo, por especial arianjo leiio com
a GoDpanSiu AHemaoi Llojl,polendo demora
rem-3 na Enropa cas i u desejarem.
ficuloo^So nos pre^o daa .paeaagena
liUi / i tollo
A i-it-'* a i0 30
A'SoBtnarapta- tass 28 42
Camarotes raearvadaa aara o passzs;cirot ae
PcrouBi.aco.
' Para carga; paesagens, encommcadas e dinbei-
ro a frete: trata-ae co oj^____
AGENTES
Amorim lrrao '-&' C
a, 3Rrr*. rio rtilB '"'
N 3
CHA1MMS 'ISIS
Companhia Fraaceza
PE
Xaveg;io a vapar
Linba regalar entre o Havre, Liaba*,
Peroumbooo, Babia, Riorde Janeiro
a Santoa.
O vapor
Ville do Resario
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Eite vapor entrar no porto
'Vuaesqaer reclama(3es b aerSo at'ien-
idas 48 horas depoa da altima descarga
do vapoi na Alfaodega.
Este vapor iluminado i loa elctrica
e offeroce eptimaa aooommodacSes aoa
Sra. Daaaaeeirus.
Para carga, encoumendas, pass&geas e (re-
tes trata-sw com o;
Cooaigaatarioa
Borstelman & C.
Ras, do Commercio a. 18
! andar _____.
Austrian Lloyds Steamer
Mavigation Couopaoy
O vapor austraco
Meduza
E' es jerado de Trieste, se-
garndo depois da demora
neceasarii para
De 6 saccas Com aleodao em tama com
a varia
Terca-feira, O do correte
A'S 11 HORAS
Ag-nte Pinto
No aroiare o uua S-. Sao os L*ma A C,
Caes d3 Cooai)iinb> Pernambocana
Le ao
De praocbOps e ta oaa de (orro e asaoalbo de
am relie, looro e cedro Pnz-ae abatimenio dos
pregos actoaei^ de-10 a JO /> P&ra ver oa eer
rana da rna de S. Joao t a iractar na fanrics de
vtiO s de caj, ee Jos ae MdceJo ra da Ao
rora o. 111.
Leilo
Da importante rasa lerrra alta roa Paol oo
Cmara o. 10 aotiga Camooa do Garmo, freeoe-
aia ne SaD oe frente,! aalaa grandes, orredor indepenaen-
te S qoarios, saleta, coenba e mais 3 qaartoa
lora, quar o com pparelro, qca-to com banbei-
ro agua encanada, ennae quintal com ponao
qoe o para ootra toa
F A'S 11 HORAS
No amtoMem a ra do Mrquez de Clinda
n. 48
O agente Gneraao, cimpetentemeote aotoriaa-
do fara leilao c imuortanie casa cima meneo-
nrd<. poeudo os S.-s. compradores irem exa-
mina! a
JLeilao
Hahif-, Rio
de 7 Janeiro
toa
r ajao<
Para .rea, passageos,
rer trats-ae com os
Agentes
encommeotla8 valo-
HenryForiter& C
Roa do Craxaeroio n. 8
CjmtBeroio
1 andar
ItT tSf
VA10K 1NGLEZ
Bourbou
De 1* ca: se
E' esperado das portos do norte
ata odia S de Novembro se-
gaiodo depois aa neoesaarla
demora para o
Rio de Janeiro
com escala pela
Babia
Tem-magnificas 'acaommodatOes paranaaia-
gelros e llomloado a loa elctrica.
Para carga, pasjageaa e diabeirc a (rete, t-a-
ae com a
Cnnatetietaria
COMPANHIA INDUSTRIAL ff COMMERCIO DE
ESTIVA
88-Ra <1o Amorim- 58 ,
TcTcTmSs
Sud BraziL Dienset
O vapor
Macedsnia
E' esperado do portos da Eu
ropa a' o da 9 d<> Novembro
,e seguir depois da demora ne-
|Ceseena para
"do Sal, Pelotas e Purtc-AIe*
gre
Gran da
Para carea e passagut "" 'rata-se eom os
\__" AGENTES
Pereira Hmm C,
Ra da Commercio n. 6
Qntamercio
1. a.D Cipaniiiieiiiiicsi' i.
nwM
PORTOS DO SUL
H paeaete
S. FTa Commandante Pinto
lacei, Penedo, Aras jo' e Babia
kegair par o
portos cima ln-'
dicadus oo da
O do carrete
_______ aa 4 ; toras da
tarde. '
Recebe carga, enr-0Tmec:da6, paasagens e di-'
oheiros Irete al ae 11 boraa da manba do dia-
da partida.
Cbama-ce a aitencao dos Srs. carrecadores
pars aclauanla 10 doa coobeameotos qne aqail
poblicaroos :
c iva caso de baver.tlgoma reo'amacao con-
tra a Compaobia, por avaria oo pe-da, deve ser
feila por escriDto ao anete respectivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois do boa-
lisada.
Nlo nrocedando esta formalidade, a Compa-
nbia Oca lienta de toda a respoBsabmdaae. *
De fazeidas avariadas, couataodo de chitas,
menns, ganijas, liados, chaUs, cretotes prelos,
e de cores e aat'H fu^oiia ..ri >daa.
Paseadas mofada
B'ios, setioetas, cretooes e entras faieiidas
com mofo.
Fazendas limpas
AlgodOes, bros, cbiias, colx.s mfiap, colla-
rinhos, lengos. caaemiraf, toalbas felpudas e
outraa muius fazendas
Quartafeira, 31 d^corrente
A'S il HORAS
Areme Pinlo
RA DO BOM JSSUS X. 45
Leilo
De 1 mobilia de iacaraod completa e cem coo
solos com pudra, 18 cadeiras ae janeo, 1 mesa
elstica com taboas, lindo cendi'-iro belga de
soapenaao com pioeoter, l cofre ae ferro com
banco, 1 -mesa com 2 vetas, 2 cde:ras uovas
de amarellocoro balanco, 1 banc com gyela,
2 cabidts de jaocu pra narede, 1. roe-a grande
pa'a jaotar, capsebos de r^o. 1-banca com
gaveta. 1 lavatorio de ferro com (arro e baca de
gata, 1 repartimento de madeira, 1 jarra com
toroeira. 1 oeposiio para gaz, 1 jirra, 1 mesa de
pinbo, 1 candieiro de narede, copee,clices, gar-
rafa*, loacaa, talhares.
No 1 andar doaeb-adoa roa do Imperador
d. '39 entrada pila bico
Quarta-feira, 31 do corrente
A'3 ti. HORAS
O agente Giiaui;!", naioreado. far leiiSo dos
mev-ia e ai Precisa-^e rja Duque
de Caxiasn. .':0, padaria.
Boa
occasiao
AVISOS DIVERSOS
Aloga-se om viveiro a belra mar' em Af
gadOB t>a a se oo largo da Paz at 8i. oa ios
do Pilar n* 56.
P ecis -je ae om leitor oo jarouici.u
tratT oa ra oa Cadein do Recife n 35.
alosase a casa com aoa, do paleo
Terco o. 82 ; jooto se dira-onem aloga.
do
Vende-sa por rao d>i ferro de 8 a 12 primos
de largora.-graaeaoe terr para, cima de mato,
erraco e jarano, peaaco de gradea : oo largo
do Forte das Cinco Ponas, teoda de ierreiro un
mero 4._____________________________^__
Q-Tprecisa de om caiseiro para laveroa, de 14
I 15 aoors. dando -tiaor de ana conducta ; no
becct do Bapinbeiro o.- 6.
Cosinaera e criado
Precisa se X a tratar o a roa do Cf mmecio -
mero 32
Coras Mortuarias
Explendida exposi^o de Cotas Mor-
tuarias em flores, de biscuit e panno,
offerece ao publico e aos seus fregue-
zes
A Loja do Colho
56 Ra da Imperatriz 56
Vende-se
*leons miltielr< a de lijlos de remenlo,
osados, marca aotiga; no. armas, m. da bola
a mar ella do-caes, da negenerafio._______
Carvo asi mal
Rfebe-ee qoalqcer encommeDda ,0a1 pedido,
na roa de Bemflca n 6, mercesMa Looreiro.
Telepbooc472
Criado
P eci a se de om criado : os roa da Soledade
0. 38, srerenodo-e menino.___________
Cosinheiro
Precisa-se de. uiu bom ce-
anlieii'o oa coalaheira para
casa de pequea ruin lia, em
Olinda paga-se bom ordenado ;
tratar na rna do (ommercio
n. '44.
Burro furtado
Fortaram do engenho Ucbo>. no. dia 1* do
correle, om borro pequeo, de ;\ pello de
rato, com os sigoses segoiotes : eastrade, pas-
seiro, crinas e canda enras, com tres talos de
faci na anca esqnerda e 1 o ferro n na a ea
direita ja apagado pede-se a todas, as ae orl-
dades a apprebeosao do mesmo,e maooar avisar
o seo propriaiario nametmo eubenbo, Alfredo
de-paea-Brrelo.
mpregado
Preciaa-se ne am empreado qoe garaota soa
coodocia. pj/a occopar se em di.vurscB iraba
Ibos co Pradc da Estancia ; a tratar oa roa Du-
que de Casias os. 56 e 58.
E u gommadeiras
Precisa-te na tinturarla a roa das Florea no-
aaro.25._________________________________
, Jferreno
Vtode nm bom larreno no Pares, com 100
palmos de freote t> 7t0 de taodo,- -com a frente
para a estrada da rodagem e os loados para a
estrada ale Oaroa 1 n: a*ranr na aeeretarla do
governo com a 8T< Lisboa.
Urna senbora fetirando ae para Eoropa cede a
sea casa de ten.-ao. re ommendavel pela boa
EO'Kio d caaa como pela seriedade e nm on
servico qne at rioje tein ri lo apreciado ib iipre
peloa i-eus 'e omnenoaveia peosl-niaiae : para
as conoides de venda c aloguel da casa dirja-
se empresa do Diario.
Padaria
Vende-ae nma na-ia'ia com tolos oanteosilios,
em Ti.ip ; trata' 00 ^."un lii'r.
A'
praQa
O ahaizo aesivoa'lo atclaai aae o Sr. Prospe-
ro de Oliveira Cardoaa des le o ais > 9 do correr-
te del oa amiaefmeote e azer parle da ftrma
Flcoeira a'doso. roonnaando a.casa com o
mesmo ramo -1 nego'io e oao filial a de Sin
loa oa Fign"ra & C., e fobr mioha gerencia.
Recife. 27 d-Ooiob-. de I89V
Mmoei SimSo 'los Santos Pigaeira.
HOTEL E HOSPEDARA
i i:
CASANGA'
?S3PP.IEDDB SE IES0BALDO ILiMU '
DOMINGO 28 DO CORRENTE
Inaugurado definitiva d'este importante estabelecimento, o prlmeira
em/seu genero no norte do Brazil.
r~ -
O Hotel e Hospedara de Caxang caprichosamente montado, offerece
a todas as pessas que o quizerem honrar com sua confianca, todo o conforto
de que se carece n'um estabelecimento d'essa ordem.
O
arrabaldes
torna-se recommendavel, especialmente aos senhores
traro alli todos os commodos indispensaveis.
Hotel e Hospedara de Caxang situado n'um dos mais aprasives
de Pernambuco, e dispondo das melhores condigoes hygienicas,
viajantes, que encon-
poupoa
ordem,
Fandi^o
ral
Ge-
Alian Paterpon 4*'C. avi-
sam ao *^eus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um varalo t-ortimento de
ara des os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, b 1 !
Cubanos os. le!?!
Ourives oceu-
lista
Tbeodoro Jos ar moa ae BlellC
Stabeiecido com oSimoa a oanves roa daa
LaraDgetraa o i an ana sera 'fregoesea a ac
reap-iave poblico, qce minien) officiaes .bani-
luadiasimos fara eseco ao de quainer trabadlo
cooceroeme a soa arle, especiaim oie crava-
cOts para briibactea, ^colos, peocioez, monc n-
los. ce.
Doara-se. praieia-ee ooalqaer metal, nefr-
tos em leqoee de madriperola oo ootra qna oer
espece, garaoiiodo presos mdicos.
Ra las Larmigeirae n. 1
O Hotel e Hospedara de Caxang cujo proprietario nao
esforcos para dotar 'esta bella veneza de um estabelecimento d'essa
contcm as seguintes seccoes :
SALA DE RECEPCO
Elegantemente mobiliada, com ptimo pianno, etc., etc., etc.
SALA DE REFEICES
Luxuosamente preparada e propria para banquetes. Servico de mesa
correctissmo e de modo a agradar ao paladar mais exigente. Vinhos e outr.S
bebidas de primeira qualidade.
SALO DE RECREIOS
Com magnficos buhares,.jogo de domin, xadrez, etc., etc., etc.
AO AR LIVRE
Para os que gostam de urna refeico ao ar livre, ha no jardim urna
infinidade de pequeas mesas para dous, tres e quatro talheres, alm de
grande mesa central.
QUARTOS DE DORMIR
Vnte e um quartos competentemente preparados para excelente
dormida.
para
COMMODOS ESPECIAES
Duas lindas salas com um quarto cada urna, confortavelmente prepa-
rados e proprios para casal.
BANHOS
Compartimentos para banho com agua encanada.
O SERVICO DE COSINHA ';
Confiado a um habilissimo mestre, urna garanta segura de que O
Hotel e Hospedara de Caxang um estabelecimento de primeira ordem, e de
qu ha muito necessitava o Estado de Pernambuco.
O proprietario do Hotel e Hospedara de Caxang faz um appello ao
publico d'esta capital e convida-o assistir a Inauguraco do seu estabeleci-
mento convicto de que sahiro satisfeitos aquelles que o honrarem com suas
visitas.
DO
1BEIT
O Hotel e Hospedara de Caxang achar-se-ha convenientemente
decorado e urna banda de msica tocar durante a tarde e a noite.
Para a festa inauguravel do Hotel c Hospedara de Caxang convida-
se especialmente as Exmas. familias.
PARA
ZIaS l SOT2K202
Guimaes & Valente, continuara
a ter as mercadoFiaa abaixo desen-
minadas propnas para Uzinas e En,
genhos que vendem garantidas e &
grecos sem competencia,
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocoto.
leos americanos para lubnncacao
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite dePeixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potessa da Rassia era barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extingo
da formiga sauva.
M. Lar^e alo Corpa Santo M.
^Fabrica de Charutos
Camponeza
DE
BIHINCOURT k LKITK
Balaia
Os proprietarios da conceituada e
acreditada fabrica de charutos Campo-
uesa, constituiram nesta cidade, nicos
agentes dos exceentes e magnficos
charutos de sua manufactura, os nego-
ciantes : loaquim B. dos Reis &. C Soe-
ces sor es.
Ra Larga do Rosario n. 30
PERNAMBUCO
Cal branca e vir-
gen* de Fra-
goso
Brevemente ser annucada da ven
de excelente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras sero dentro de pouco
tempo postas disposicao do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
cao Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda.'n. 19, I. andar._______________
Fabrica de arelo
Agass e limonadas gasosss de
Ud,s a qoilidadfis
8cda water, gioger, ale, limSo, aranja,
car-co, abacaxis, granadina, grosellas
franboiaaa, bauniiha, hortelS pimenta ato,
etc.
1?A=CAES DO CAPIBARIBE12 A
10 UU
Contina a nranter era sem depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
dendo sempre por pregos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de (fferentes sYstemas e taraanbc-3 de Robiuson e ontros labri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos
CALDGIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher para unecionar com o ogo das or-
nalhas das tacnas.
. CALDE1RAS A VAPOR Sornisb e typo locomotiva para funectonar com lenha e-bagaco.
RODAS para agua: ?
BOMBAS de motnn-continno.
MOENDAS e meias moendae, garantidas.
TACHAS de ferro-fundido e batido, craTadas e caldeadas.
ARADOS da diflerentes systemas,
CRIVAC0S para forminas.
'MACHINAS' para deacarocar algodo de 14 a 50 ierras com aUmcntadoreo e empastadores
a vontade dos agricultores.
' Fazendo parte da direccao de sua .fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, ranlajosa-
meote conhecido dos Srs. agricoUorea peloa scus trabalbos de montagem do granrle numero de
iinas tanecionando ueste Estado, iacusbem-se da man Jar vir e erigir garaolindo a producc5o e
qualidade de a&ucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de-vacuo ;
DFSTILLACOES comiUetas para alcool e aguardante a vapor e a fogo n, para grandes e
pe^nenas fabrica.
52SUA BARO DO TRIMPH-52
-AIE8IR0 & IKMAO
Vinho da 8erra ta Estrella
O nico vinho qua mais se pode apreciar na comida, nao tem rival.
Rna Estreita do Rosario ( junio a igreja )
i 'fas Hiendes i C.

NMA P0MPJL10
Cirurgio dentista
Cantinea .om o seu conaaitorio rr
Bario ala Victoria n. 54.
Consultaa e operagOes daa 8 horas i
^a"k* a 3 da tarde.
Dentaduras peloa ijatemas mais t
eisoados-
OSDFLA.S ID(D VX^MCS
Como sejam :
Cestas de diversos tamaitos para compra?
i Bergos.
Ba'aios para papel.
Lindas cadeiras.
Ra Estreita do Rosario (junto a Igreja)
I*oeia* Hender & C.
Vinho para missa, puro
Em garrafas e ancoretas,
Ra Estreita do Rosario (j ino a Igreja )
Po^as iesdes t
SEMENTES NOVAS DE H0RT4LM8
Ra Estreita do Rosario (junto a Igreja)
Pi^as Mtndes & (J.
.GNEROS DE PRIMEIRA OUALIQADE
Tudo quanto se pode desajar para urna boa duapania, prayos a
posaivel.
aa Katreita m alooori ( aWSS
Poeas Mendes i C,
ta EareiU do sarift (joalft a:Jgreja j
Pogas Mendes & C.
E roopeuMi.
E
r iMiwrn
&
I


--* H
"T"




*
Diario de PernamhHCO Domingo l8 de Ontnbro ssrErciriccs
DO CTISBBC
!r. Hnmpireys tellm
Ea liso mal ile SO arreos, aimslM. fgnpn;
vnr barais ATela,nas frotarlas ,r .
1 setos princl>Ms e nak tasantalas do Man Jo.
. CUBA
Frsrm, Conayatao, Inflamniacdes..........
S. FrhreeColica.causadas porLombrfaa...
i -1 "'.....-'-------t*h iii tlaana
ranlas e Adulto.....
L II i -inii-in, IXire de Barriga, Clica blllosi
i. r-olrria:^ OnlerarMorba, VolSi.........
'. Ti:-i'. '.'(.mM^anio. BoaqalaAo, Bnmchltp
K. P..i- Ilei,|ecle Calme Nfvraie:
Cal ign, Enchat lueca, VenUs
.,>'!, Ii,uii;eat.io. 1 rlaoda Yt-nir-..
I.- --upire.HSiatii Itrupt. Eacaasaoui
rjUa.........................
moi-raea, kluroa Brescas. Keis arsf km
KmpqdiTliSFSliNkau*.......
'leiiuial isiiiiit ^ret r:4,iruallcx^.
>j-ze, Mai.-ia. Febm lu. 17. Hemorrheldan^ Atmorreimas. Inieruas ov
_ externas, simplesou saBArenCaa...
2- ~"i---i:i-i,VHmiuo <,^ lu, Sanlii..........
.'. mi ret::*. ;Tii*h*ue rlri"nu..........
ff. f tni>t>trn(;)u, iV'luil -.lie- nerv^im. eadDvl
. ."lio- u:i cu. giinaaa do Oaa-iuik.>J*nitMttM ,
ti tenstrtaaeriil -:i'U>tirawJrm-ttA..........
olfHtlsxn *', <.orn,;ie- l>uli,l:afes.-e0 .
S. Kpj-Ii-^i. aU^auiA-Uottacorat Baleos .
.tMf^,>\Ulnialiti1(k.ii-gajito,;.
6- t!onuesti>eGJii-uaietnw .V,Qi!Cubo5 ,.
: a:->rmr?l do Dr. Humiibero. :u aagioas ur*> .
-rr-J;!ai.;o ...i, ,u. ..i-a^.i.^.^.,.
i o- -
.Jt -'':.Str*et.. KWW T*JC_ .
NICOS A0ENTE8
Para Yendas en grosso ein
Ptruahueo
Varia Sobriofao I C.
Precisa-ge de on enano 5
Li' pira n. 1.
a t-eia
osrnidae
Fei 1 a 00 if Ui^b ctnit'Oeirim Cotn-urtreo,
:ia ; a tratar na na do Apolo o. 8, i-aoaar-
vh (1 sg 4 horas da tarne.
Ana
Preciss-se de ama ama para cosinr-ar ; na roa
Pdqoe de Canga n. 46. loja_____________
A ttendite et1 vr
dte!
Jos Samuel Boterno. fabriraste de bonqoet*
no ua'.s epurano go;to, par* casamento, bapu
nado, od ostro qonlqaer pe.o, role ser procu-
rado roa da Cadeia r>. 43, loja -d* eeltevo. ot-
ra eoa resideucie, ra na Canelos o. 3, Bot
Vwta______________________________
Ama e criado
Preefea-se ce
n-r.o, p nenm.criado
da roa da Ono- rula t
ama pa'a an-pr cem me-
P' servido de fabrica :
Feitor
Pn risa-gp da um feitor : a tratar Da
da Independencia, loga da Brira.
praca
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianca ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
.0Q-

o
OD
K
I*
ACTIVAS
pilulas
DE BEISTOL
VEGETAES:
ASSUCAHADAS
fe!
H
O
V
QD
SEGURAS
ASA
0Prec'8r-*e de nrra *ma para roldar de crian
C< ; na ni ir Bnm J.-ma n. 3 .
a
a
Precifa-ae de nrra fma para codIw ; Da Pra
ga liaclf l HiDhejro D, 9, S' andar.
Crsinheira
pre.-iaa un re o para caga de ponoa famii'a
i roa Doqne FRANCISCO GB.RGEL & IRMAO
CASA DE COITFIANgA
Fazenda^ linas, modas e eonfcccOe
Sortimento'permanente de tecidos e oulras mercadorias cui-
dadosamente escolhidas as principaes praeas da Europa, principaes
mente em Pars-e Londres, de onde reeebem asprincipaes novidades
E' sempre variadissimo o sortimento que manlm
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algodo, enxovaes
mentos ebaptisados e mu tos outros artefactos
Superiores tapetes, alcatifas, esleirs da India lindos tecidos
para reposteiros e mutt s outros artigos para decoracoe,de casas
PREQOS MDICOS
Eua Primeiro de Margo n. 20 &.
TELEPH0ISENJ58
em sedas;
para casa-
t
Ttcialiaato P. iciru le itata
Tbeodora ClementiDa ibei-o de Saoia e f oh*
filbs Mana, Albertma e Lacilla, Joao C. R b*ir
de Sooza, ra nul'.er e fliboa a^radeceorfo do
fnndo d'aima a lodos qae s- digoaram i a' nmpa-
tiar a soa ollima morada f<-u inc.itoso e enpre
chorado esposo, pal, irmao e lio. co'/Vidaa de
novo aos spdb amieos e ao- do tinado, 3f8'8 i-
rem as mise s com que FcfJrgam a alma do
mes o ti3.-do, no dia 39 5- 8 Doras, na matriz
de S. Joe, crin o qqe rev arao om acto de cari-
dade e re giao. e pelo qual Ibes aerSo eterna-
mente ; traducid je.
t
traadla llap-
t
A atalo Perelra da Silva
Setirfio dia
Francelioa Maia da Silva, Jos Perira da
Silva, Lacriodo Pereira -da-Silva, Mjoo*1 Perel'8
da Silva, Princlaco Pere;ra "a Silva, Pilemos
Pereira da Si I -a, Joaqmm R litio Pereira- da
Silva, Ai- Ai'cdri o Pe-eira d, Silva, Tb xrai Pe-
reira da Silva, Malvina Pereira da 8iia, liara
Pereira da Silva, Oliodloa Perpira da Voita, Ha-
rta Jalla Pereira Santiago. Jos Francisco da
Cmara Santiago elonocenclo Jote oa Motta,
agra.eepm do intimo d'aima as pesioas qae Be
dignaram acompanbar a aoa nltima moraoa o
sen planteado tspo o. pal e eogro, Aciooio Pe
reir ca Silta. e de r j i convidam aos seos
paremes e arrieos, e t> m aasim aoa do finado,
para ^psisiirem ; 3 ssi qne no timo da do
en f '''""inif i<'. fpgnnd^ f-i a J9 do c;r-ente,
s 7 1/2 ti ira* oa rn-cb, mardam rcar na Ca-
pelia a>i S. M gu-l de a(, gados.
Irnbarlnha C. ae I
tUta
Th inzu de Aqaino baniista,: A'thor d Miran-
*< Bapcna, Jeao J. de Miranda Pubo, Geraina
L. a Miranda Obver, Manee! M. de OH'aira, zeres, como sejam
BaDl Mt i* Oil-elra, Eogenia M p Ouvri-a a caju e janipapo, e o
Palm ira M. de Ol eir coovMam a seos par<-D-
tes-e amir.8 para assisiirim a mtssa qne man
Sao m^gni/icos
Moura & Costa previnem ao publico
que j se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecido indus-
trial, Padre Moura de sua fabrica Pra-
os puros vinhos de
caj e, janipapo, e o finissimo licor.
As vendas sao feitas em grosso e a
dam celebrar t.it-matrii de S. Joe. qoana-fera retalno em seu deposito.
roxima, s. 7 bor;g da manna pelo r-pousi de
de Miraoda Bapiuta, fallecida no da 15 du cor-
rete.
Dea4e i* 8Dti tpam des mesmos oa protertos
r'e shb einc-r n c neo eoto por essd acto de
reiiia-> c caridaae.
Ra 15 de Novembros n 45 A
Antigb imperador 1
ti
t
D. Amelia Ferreira Iturlliodu
t otaipaiifeiadr II tnbrlrui
Os ofJbciaeg desia compaobia convidan ac
pireBiea amigo* do tinado capillo Jo-e
Jallo de S-.ui' Mirtina, pa a aseistirem no
na 31 do-correte o na mi aa qoe mandm
celebrar peio S- a mu versar 10 de sen pastameo
10, na igreja aa Cooceico dos Militares, ib 7
borai da maDh.
Desde \\ te cjafessam ralos i lodos qnaDta
11 w "Cn'fna e-'" a t" "* f 'arte.
A ttencao

Vende-se urna caldeira multitubalar;
urna machina a vapor de forca de 4 ca-
vallos ; 186 formas novas de ferro gal-
vanizado e um alambique com serpen-
tina existente no Engenho Fragoso,
sito na comarca de Olinda.
A tratar com o Dr. Jos Antonio
Saraiva Jnior, no escriptorio da Fa-
brica de Tecidos Paulista, em Paulista
Manoel Ferreira Barthodo, seu fi-
lho, ora e notos, mandaip celebrar
missas pelo descansa eterno de sua
presada esposa, mae, sogra e av, no
dia 31 do corrente na igreja da Sol
dade as 8 horas da manba, primeiro
anniversario dos?u infausto passa-
znento ; e para este
convidam seus parentes e amigos,
e aos da finada; pel que antecipa-
damente se confesses sumamente
gratos.
Presos americanas
Vendem Henry Forster C, em sen arma
zeas de tarima ue trigo, caes da Regen^racao
nsi 3 1(, 00 uo sen escriptorio a roa do Com
me :io
Ama para cosinhar
Jojto Fernaades Vieira ae pre-
cisa de 111111 nmlher de naeia
acto de religio idade, cosinheira.________________
t
Antonio tloa Korelra Claaaes
Manar na Uoteira Gomes. Menoel M Gomer
da Sia, Mari* Ro nguri Qointal, Jca^ A. Vir-
tordeMoraeg Qjimal, -o-qo'na R. Moreira Go-
mes, BeenarCiuo R. M. 6orw, Joe M Gomes,
Jiclnih P. da Suva (assea aebrinbon. gearo. eo'-lida e ronoade. cjnvdam
os pan n fg amii.- s do flaa.o a assistirem a
missa-dd 7- dia qo>> ^e iem ie rexlisar na iereja
do Uarto, 4g 7 a .ras da maob do dia 31 do
correal9. Aprov-i tm aoccas Jo pars agradecer
g pessoas qae se digstra acomcaoba'-o.
.ata a a
Manoel 4far
e amipp.u
Kodriajaes de Ol
veira
convida eos eeui parentes
iretu a musa 00 7- oa q-fl
alm de soa finada Irmi D.
de Olivera, na igreja da
do correla, 4j 8 boras
Impressor Litho^raphico
Precisa o Atolier Miranda ra
do Padre Nobrega n. 18 a 22.
Antiga do Alecrim
Grande modificacao
de presos
Enlames regil.i.os a veodermo as faxen s. Ipiapiia TY PtQ
nt cim aba imento da 14 ^iUI lii U>
Caixeiro
Preira-ee de a 1 calxnro com p'ailca de mo-
Ihalus e qce ( conheiimecto de gas conducta.
com idade de 16 18 aonts ; na. roa 4o Ca.jitao
Lima n. 15. S-pio Ama-o iimS linas.
Bordados] e renda* -
Lindo sortimento de finos bordados
brancos e mescladcs de todas as largaras.
Ver para crer.
Loja Nova Esperanza
. 63 Ra Duque de Caxias 63
PEDRO ANTUNES & C.
BICOS e rendas, completo e mimoso
sortimento desde o fino valenciane a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
guras, precos sem competencia.
ROUPAS BRANCAS
Carniza para noute e para o dia.
Tambera vende a NOVA ESPERANCA
FINOS CORTINADOS
Para camas e janelas, brancos cr&me e
mesclados, precos limitados.
I
ave roa
V>Dde e orna tatema en; bom- logar; pa-
informac'f a o iiwraa dai Viciori- n. 48, Iota
Atteiic^ao
P-ecia-ee alogar o mata perto posaivel om
terreno qne sirva para p iu&'qa<, prefere-se que
seja cercado e qoe ierra algaraa coBsnncco : <
tratar na rna nova n 21.
Vende-se 2 velocipe-
des novos de systemao
mais moderno quem pre-
tender pode examnal-
os na Ra Baro da Vi-
1. andar.
(losiiheifo
0/0, ato faxemos devioo nao t a rande qaan-
iidade de t xend-s qoe i os e caia e beai
i orno ao g-aode o espen i o sortimento qne a
cada momento ejperaaaos de Par*. Inglaterra o Precisa ee de nm bom coombeiro, aseim romo
Allemanna ; por t ota, cosa pooco om pasaela | de om criadinbo a I-atar na rn do Carm
aeate bem uioitado esiabelecia.enio. onde todoe chalet n. 6ft, em Olinds.
encontraraa cinceri ade na medida e oo qo
cima tic dito e bem cetn j o agrado dos pro-
piiea ion do mefin-e
seos fiinpeiuore
Estrellas '^America
il-l de Mareo-i t
Aotiga doG'K"po
Magdalena
Aluga-ae o rredio n. 81 roa de Bemftca, com
grao es commolos e goa eocmada ; a tratar
aa roa Direita n. 45, sobrado, oa na secretaria
da Sanu Cata.
Frascos, vasios
Cnmpram-8e f'a-co? de maeoe ia fluida, va
na roa BatSj da Victoria
stos, paga e bem
numero 37.
Vende-se
A fav -na sita roa da ConceicSo n. $, livree
dejeiabaracada.
Bom negocio
Vende-se ama casa peqqeoa com om terreno
graode ao lado, sita roa do Bisco Cardoso Al-
rea n. 17; a iratar na mesxa rna n. 18.
pars
6, Ru* de Mareago
e em todu as
Pfrtf miciai do BnzH.
SaUPaLO BRETOMMEflU I
Doenpas do Estmago, Falta de ForfOB,
Anemia, Fbres, etc.
"**

F1D6IIIS0
Chlorosis, Pobreza do Sangue, Debilidade, etc.
Lymphalismo, Escrfula, AmoUeeimtuio dos Ossos, etc........
Paria, 13 et 19. Bae Droaa* l'Larmaalaa
O MESMO
\ PHOSPHATADQ
SAUDE PARA TODOS.
UNGUENT1H0LL0WAY
lies de pernas e do peito; tambem para as feridaa
, :<:nio e para todas as enfermidades de peito nao
O Ungento de Holloway ( um remedio infallivel p,
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o i.
se recor.h;,.
Para os males de garganta, bronc* ^s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhame e para os membros contrahido e
juncturas recias, obra como por encanto.
Es&as medicinas sfto preparadas smente no iJCstabelocmvnio *te Professor Hollowat,
78, NEW OXFOBD STKEET (antes 533, Oxford Street), LONDBES,
E vendemse em todas as ])hannacias do universo,
* Ot compjadore sao convidados respe:tosamente a examnar os rotulas de cada, oaiza Pote c no teem a cfirecoao.
533, Oxford Street, sao falsiticaCoes.
\ '(i) FERRO' MARTI AL-BGDINULAi
Costo agraduTel k-rna dar_cotn rapidez ao mnaue sua riqueza e forca. Nao di /-
prii-iio da venir* nao ennegrec) os dentea nao irrita o emtomago. Sin
PARS. 50. ru Bollen. Deposito em ftnmmbiii C_i^Bg001S k rEODDCTO^ 'fliaitO. /$ <^'
Exjase em cada lata
Marca da fabrioa abaixo
USA I, POIS,
AVISO CONHECEDORES^ DONAS -GAZA
Para fazer Boa Cosinha
preciso Boa M&nteigra
de ME. I B.L. FRRES
em. VALO&NES (Franga)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de 4c/do Bo-ico, Margarina,
Azeite e qualquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO Expomi^.ao Vniveral de Pari 1SS9.
Grageas Demazire
Apsroradaa jpol Inspectora
CASCARA SAGRADA
l>.du PRISAOkVENTRE
----lITUAk
: PHARMACIA a.
do Hygiene do Brsuzil
lODURETOoEFERROcCASCARd
Contra ANEMIA iCMMN
M rt-n^nm.ntto a l-rmo *e Ventre
OEMH7ltt. 71. aenae de Villier. PARS
Km Pa-Msifiuco ; C" fl taMiaJfcPR8DIl)5 ffiMBIIS:
CAPSULAS AZYMAS E. QORUN
MteU
OBREfAS
paarvir^EOFLixio 3. a-. 9. c*s
TTlITaSPRBTAB
V
CMU Hernia i Prie
tm tanto* a il atoaMaia'VHMaaM aWH naiat,
taoaa*: Otoe a Fl. A t BWcalbag, Oleo 81 Ricin,
laama da C*pah!%a Opiato*. Aloatrfto, rtc.
TODOS OS KKDICAJf ENT08 EK PO
.OUZW4rUi,H,rj(lTia|il,Brarit. -8*
HOSTIA^
JFSem A*
fmnPherwmiu
BOBTIaf
rara!
.asi
SM
aaa*
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor tjxcellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que osierruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo ^astear.
Receitado as Molestia- Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalesceacir ; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iaosas, s jovens, mulhere3
e s crianzas.
*mi1m M Ptraambueo: C' la Erofirm i Prod3Cto< Chiailcos; FAR1A S4BB3H0 O e b piiucpus lu;:r.r'*
LINIMENTO GNEAU
Para os Cavallos e ]V\a.las
os
(Suppressoo do E DA QUEDA DO PELLO
S este precioso Tpico o nico que
1 subfitlUioucmmstlaoecururaditalinoiite
I em poucos das as manqnelraa, novas
e antigs, as Toreooaa. Cantuade.'
I Tamoret e IncbacSe* daa pernas,
'aparaTio Sobrc-Canna, rraqurxa e Kn- I
| aTOraltamaato -das pertuu dos potros, etc., sem I
' occasiouar nennuma chaya, nem Queda do pello I
i durante o tratameoto. I
hirauia GNEAU,
u. a i
Di r.iiic.
40 (Anuos de (Exito
SE 2*. RIVAL
Os resultados extraordinarios que tem '
obtido as diversas AfreceSna do i
Palto, os Catarrhoa, Bronchlta,'
Blolea tas da> Cara a nta., O pb tal- |
na, etc., nio dio logar a concurrencia.
A cura faz-sc com a mi em 3 minutos, sem '
dor e sem cortar, nem raspar o peUo.
Ra St-Honor, 275, i ib todu is Pharmieii*.
:-^:-^7--:^:^ ;-:*-.-*>.-' o
INJECCO VERDE DUPERRON
Novo preparado, nem caustico, nem irritante : acalma as -dores dentro de 24 horas,
oes trac o microbio especifico, e cura com mais seguraiica e promptido MATICO-SANTAL DUPERRON
Nova formula ue efllcacla certa : supprlrae o Copahu e o Cubebn, e cura radicalmente, sem
perigo de recidiva, pela sua accao estimulante e antisptica ao fucsino lempo.
Faz-se uso do PtATlCO-AJITAl.'s, ou ji iUamentc com a iNiECgio Vexde,
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conjurando os ncciaenies k.-rrivcis que. laroiiueiilemente, sao a consequencla dessas doencas.
Ealglr a Asaitinatura do Fabricante DUPERnCN rh-de NOL 3, rae de Rosiert. PABIS
DtponUji em ririMiiilac* / c W CI0CA11N81UCTSS CHII1C8S > principas! Ph.trmacia* ci-OfirteM.
GIBtl
1\
e Grageas de Gibert
AFFECQOES SYPHIUTICAS
VICIOS 00 SANOIK
Verttodelroa productos fcilmente tolerados
pelo rnomago e Oi intestinos.
tMlglr i, firmn a
|O' QIBERT di OUTiONY, Hirmaalfco
Mecettados pelas celebridades medicis.
DMCOHri>JI-CT DAI nPrAQM.
AtwsmiKS. MuaoOT-Urnrra. P>
POMADA
rVitonur i dir ao-cabello Ira'.c
ROSADA
oou
TANNINO
a sua ca rnrmmvA
POMADA DE ALCATRA0
QUINA contra as PFLLICDTJll
SEGUNDO A FORMULA DO DOCTO NVSTCN
PARS, Wli.I.HH.. run Lahretre. 53.
BajflBlt m rlIKHMlCT: C" le Orojis & rrodictncklmicM ,
arma^ao
Vende-te ama arra ro er-Ytdrsca'ia com bal-
cao ; a trat r com Jote Perreiradaila A ** a
roa do General Abrtu Lima .antiga Santo Ama-
{'ro)n.6.
Precisa-se de ana homem
de aneia idade e que nAo tea ha
familia, para cuidar ao *erv-
co de aeeio de um estabeleci-
mento, e guarda do mesmo,'
quena se julgar as condlieffes
deixe carta com as iniciaos
J. C. no escriptorio do Dia-
rio.
lA^TAZAS
' he do a a<> rtimento de teoidoa aenda
impoBBivol do ae deecrevtr a grande Ta-
re'la de de teoidq/i de fantasa, seda*,
11% naniook, cambraiaa branoaa a de oo-
rea ; pede-se ao publico em geni o priora- >
] paiment'j aa txmrs. iomiliaa de viaitarea O
CoDgreso das Damas
Carvalho & AJmeida
RA DO CABUGh' n. 8 e 10
Telephone 196
Avisam Conrado, Antunes &C, qae
recebaran) luvaa para este til divert'
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RosetJis, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravatas e abo--'
toaduras o que se p^ de desojar de maifl-
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, Altanes & O.
A' BRISA
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Espartilhos
Receberam Conrado Antunes & C, um
variado sirtimento
Conrado Antunes i C-
A BRISA-
es de (aze e Peinas
Ultiman novidades de Pars reoebea o
Gangresso das Damas
IVXEXaAaS
O mam completo e variado sortimaito
para hemena, aeohoraa e meninos.
Sedas
Brancaa, pretaa e de cores, lisas e la*
rrsdaa.
Cachemiras
Cortea oordadoa, e*partiibo0, linotM,
perc linas, levantinas, oretones, sephiro,
jhapos de sol, oamiaaa, punhos, collri-
ohoa e peitilbofe. %
Pertociarias doa melhores fabricantes,
ate., etc.
Todo se noontra por preces resami-
dissimoi
NA
La Gran Via
55 A-.K08 da lmperatr--S8 A
DE
Otbon Siiva ----------------------------.----------------------_---------- i i r -*
Galoes e Guarnicoes
Com vidrilbo e aera vidriihu acaba de
receber lindo sortimento o
G0NGRKSS0 0A8 DAMAS
-------------------------------------------------------------------- i y"
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas seccas e
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Brancos e de cores recberam
Conrado Antunes tt C.
Um importante sortimento acabam de
receber
Conrado Antnnes tt C.
A' BRISA
CoHinheira
Precia tu de orna rna Velba n. 28, qoe Bal
bn Dpm cor-o ha .
Serrag'em de madeira
N> f brina de movis vapor, dp Silva Fer-
oaodes 4 C, a roa ae S. Joo n 48, eerra
madeira por menor pr co do qoe em qoalqoer
oaira parte ; tamoem fax-semoldaras, lambrfv
qoins e qnalqr.er obra de carpintera, taes como
portsB. ji.nPll.iB, etc.
DEPOSITO
Rna BarSo da Vioioria n. 49
Ama o criado
Preciea-sn de urna ama e de nm criad; na
ro Larca 1n Rosarlo r. SO.
emarc" $o de trras
Pelo engpoeiro C. C. Cardal, racitftneia na
cidade da Escao, a roa do Rio c. 12.
Cosinheira e copeiro
Precisa 8d de orna boa cosinheira por 30#000
por mea, e de am bom copeiro : a tratar no pa-
whapellaiia Uoiao
Este novo e oem ontaJo es:abele:lenta
pr-aba de reerfber d03 pa.i's mais traponantea Europa nm comp-cio e variarlo sommento de
Miap<03 e f'ltro, la e p.i.'ba para bomeot, #**
Lttor89 e cr ancas limas capjtLS, lorrxid 19
paiha, o qoe na j mais niviale, chapeo tle
pello para n imeDs. o qoe na de mais moderno ;
assiaJoomoliU!-, flo es, aiiirett* de peonas, ditos
p?ra cabello ps aro, aig, veos, n'sm^xy' oar
chapeos, comulea novid*ie, toocan para enan-
ca', o aoe ta de mais chio, eom lindo sortt-
meato de olet.doa. conrtahdn, forros e fltaa para
cnaroa de h.mem.
Urna visita, poi, Ckape.arla Jalao.
onde o resieilavel poblico a par de om completo
sortimento em sea genero, encontrara modicida-
de em preces, agrado e siocerldsde.
P>da Dnqoe de Gaitas o. 87
R. Mello & Azeredo
P

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s
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IHfll
Diario de Pornambnoo Dominso $8 do Onlnbro do 131M
SOB A DIRECCO
M. 13 3A?TXT SE&tfSISA COSTA
Aponlamontos* para a historia
da littcratura cm Pernam-
Itiico.
ESCRIPTORES PERNAMBUCANOS AT O
ANNO DE 1757.
Continuaco
Frey Manotl de Santa Catlutrina, na-
tural di cidade de Olinda, instruido
as letras humanas o Grammatica la-
tina, professou o instituto Carmeli-
tano, ondeadquerio crditos de vir-
tuoso, grande Theologo, e excellonte
pregad or.
Compoz :
Suave armona sobro cinco vozcs,
que sao as cinco palavras, que fallou
Nossa Senhora. 1. M. S. Desta obra
como do sen Autor faz mencao Frey
Manoel de S. Mem. Hist. dos Escri-
tores d.) Carmo da Provincia de
Portugal Cap. 72 pag 368. Diogo
Bar usa Machado, Bib. ISHzit. Tom.
3 pag 218.
Padre Mauoel Rodrigues Correa de La-
cerda, nasceo no Recio sendo filho
de Munoel Rodrigues de Lacerda, e
D. Izabol Das do Almeida. Instruido
as letras humanas, para as quaes
mostrou prompta comprehonso,
passou para o Reyno e com virtuosa
ambicao de fazer progresso as scien-
cias, frequontou a Universidade do
Coimbra, depois de recebor o grao
de Mestre em Artes se fonnou na fa-
culdado de Dvrito Pontificio no
anuo do 1741. lllustrissimo Bispo
d Leiria, D. Alvaro de Abranches, a
nomeou seu secretario, bastando esto
elecao, (como pondera hura do-uto
Escr.tor) para crdito da sua litte-
ratura, e inculpavel procedimento,
por sor feita por hum prelado orna-
do de todas as virtudes Episcopaes.
Por morte do dito Prelado passou
a Roma, e nesta Sagrada Curia so
acha bom accommodado na familia
de hum Cardeal.
A natural inclinaco, que tem para
a poesa vulgar o impellio a compor
com elegaucia summa, e admiravel
enthusiasmo :
Cenethliaco, ou Natalicio augura-
do da Senhora D. Maria do Carmo, e
Noronha, filha Primognita do Se-
nhor D. Alvaro de Noronha sucesso-
res da lllustrissima e Excellentissi-
ma Casa dos Senhores Condes de Va-
ladaros. Lisboa por Antonio Isidoro
da Fonseca 1741. -I.' Consta do 74 ou-
tavas. Dalle faz nienco o Abbade
Diogo Barbosa Machado na Bib. Lu-
sit.. Tom. 3 pag 3.">8.
Padre Mat/iias Rodrigues Portella,
natural da cidade da Parahiba, filho
do Thcnento Coronel de Ordenanza
Manoel Rodrigues Portella, e de Iza-
bel Mansa, estudou alingualatina no
Collegio dos Padrea Jesutas da Pa-
rahiba e Filosofa no Recifl'e, em que
defeudeo com applauso conclusoens e
recebeo o grao de Mestro em Artes.
Em concurso do outr.s oppos.tores
levou o lugar de Examinador dos Es-
tudantes do curso de Filosotia da ci-
dade da Parahiba.
Ordenado do Presbtero se dedicou
ao ministerio do pulpito, no qual
mostra grande capacidade, que tom
para elle- Por sur muito ponto em
os preceitos Grammaticaes sendo
ainda estudanto compoz :
Cartapacio do syllaba, e figuras
conforme a ordem dos mais Cartapa-
cios de Grammatica, ordenado para
melhor commodo dos Estudantes
desta fa^uldado nos pateos da Coni-
panhia de Jess. Lisboa por Anto-
nio Pedroso Galvo 1733 4.* Delio faz
menco o Bib. Lusit. do Abbade Dio-
go Barbosa Machado. Tom 3 pag.
Frey Scrapliim de Sanio An.omo, nas-
ceo no Reciffe sendo seus Pays Fran-
cisco Lopes Martins e Cathanna de
Oliveira. Instruido na lingua latina
e Oratoria, recebeo o penitente habi-
to do Serfico no Convento do Para-
guass em 6 de Abril de 1727 o pro-
gressou solemnemente em 6 de Abril
doanno seguinte.
Aprendeo cun tanta comprehen-
so, e vivesa de engenho as sciencias
Escholasticas, que "com grande ap-
plauso ensinuu aos seus domsticos
Filosofa, e Theologia. No pulpito
anche as obrigacoens de Declama-
dor Evanglico e dos mu Jos Sor-
moens que tem pregado, deo ao
Sermao doTriumpho do Santissi-
mo nonie de Jess, pregado no Con-
vento do Nossa' Senhora das Neves
da cidade de Olinda. Lisboa por
Francisco da Sylva 1751. 4.
Sermao as exequias do riaeiissi-
mo, Augustisssiino Rey D. Joao V
pregado no convento do Nossa be-
nhora das Noves da cidade de Olinda.
Lisboa por Francisco da Sylva.........
Frey Luiz BoteUw do Rosario, nas-
ceo no Reciffe a 25 de Agosto de 1695
onde teve por Pays a JoSo Baptisla
Campelli, e' D. Beatriz Bandeira de
Mello. Aprendeo a lmgua latina em
o Collegio da Companhia de Jess
tendo tambera por Mestre ao Pa.re
Aguatinho Diniz, presbtero do habi-
to de S. Pedro que era Eschola pu-
blica a ensinava comlgrande crdito
da sua sciencia. Quando contava
desaste annos do idade recebeo em
o convento de Olinda a 2 de Dezem-
bro de 1713 o habito de Carmelita
observante, cup instituto profuesso
a 27 de Dezembro do auno seguinte.
Desejoso de cultivar as sciencias se-
veras navegou para Portugal, e sen-
do admettido a collegial no seu colle-
gio da Universidade de Coimbra fez
nella taes^ progressos a viveza do .Capitulo Geral da sua- Roligiao foy
seu Engento*socorrida com a^rom-!eleito secretario do Reverendissmo
ptidao da sua.memoria, que meroceo' Geral, Assistenteda naci Lusitana-
dystincta veneracao de todos os Ca- '
thedra ticos.
Laureado com as insignias douto-
raos na faculdade, de Theologia no
anno de 1722, volt^p para a Patria, e
no convento da Baia dictou Theo-
logia alguns annos aos seus domsti-
cos. Foy nomiado primeiro socio do
Capitulo Geral celebrado em Ferra-
ra no anno de 1726, em o qual assis-
tio como Diffinidor Geral por falta de
Provincial. Restituido segunda vez
para a Patria, oceupou os lugares
de primeiro Diffinidor, Presidente do
Capitulo, Regente dos Estudos, Chro-
nista da sua Provincia, Qualificador
do Santo Officio, e Prior do'Conven-
to da Bahia.
Passou segunda vez a Portugal do
donde se embarcou para Roma, e-no
lugar que est exercitando com gran,'
do applauso do seu talento. Dos
muitos sermoens que tem pregado se
fizeram pblicos os seguintes :
Sermao P anegyrico da lnvencao
da Cruz Santissima de Christo, es-
tando manifest o Santissimo Lenho
na festividade que annualrnente Ihe
consagra' a Irinandade dos Santos
Passos do mesmo Christo na Igreia
dos Religiosos de Nossa Senhora do
Monte do Carmo Calcado na cidade
da Bahia no dia 3 d Mayo de 1738.
Lisboa por Miguel Menescal da Costa
Impres. do Santo Officio 17104..
Sermao as exequias dos Sacerdo-
tes Irmos de S. Pedro da Congrega-
cao dos Clrigos da cidade da Baha.
Lisboa por Miguel Menescal da Cos-
ta. 17411..
SermSo Panegyrico pregado noirapazes entrasso. em urna Tabacaria,
soleralnissimo da da festa da Cano- dizendo estroinamente :
nisac&o de S. Joao Francisco Regs, j Estou com tfma fome damnada !
celebrado pelos Reverendos Padres D-me ah um masso de cigacros,
Carmelitas Calcados da cidade da
Bahia de todos os Santos no Real Col-
legio da Companhia de Jess. Lis-
boa por Miguel Rodrigues, Impres.
do Eihminentissimo Senhor Cardeal
Patriarcha. 17414,.
Sermao moral, histrico e Pane-
gyrico no festivo diaem que o Ex-
cellentissimo e Reverendissmo Se-
nhor D. Jos Botelho de Mattos, Ar-
cebispo Metropolitano da Bahia Pri-
maz do Brazil, do Concelho de Sua
Magestade se vio adornado com a
vestidura do Pallio Archiepiscopal,
recitado em Domingo, 14 de Mayo de
1741. Lisboa por Miguel Manescal
1743, 4. Delle faz memoria a Bib.
Lusit. Tom. 2 fol. 64.
{Contina).
POESA
O Amazonas
(indita)
Balisa natural, ao Norte avulta
O das aguas gigante caudaloso
Que pela trra alarga-se yastissimo ;
Do ocano rival, ou rei dos rios,
Si que o nome de rei o nao abate !
D. J. G. de Magalkaes.
Salve, das aguas grande soberano,
Portentoso rival do grande ocano,
Colosso fluvial I
Que dos dous hamispberios entre os rios,
Campeando soberbo, em teus desvos
Nao eucontrae igual !
Sim, o Danubio, o Tejo, o Nilo, o Rheno,
O americano Mississipi ameno,
A teu Jado o que sao ?
Meros smiles teus, tibias imagens,
Pobres ribeiros tmidos, selvagens,
A serpeiar em vio 1
Com effeito : qual d'elles a grandeza
Possue, que tens ? e tua profundeza,
Teu leito e tua foz ?
As florestas gentis das margena duas,
A valenta das correates tuas,
A embocadura e a voz ?
E a voz... que espanto muita vez infunde,
E que co'a voz horrivel se confunde
Do mar sempre revel,
Quando o furor da tempestado o agita
Que infrene e bravo e revoltoso imita
Indmito corcel ?
Sim, tu s sem rival em todo o mando !
Sim, tu s u m portento sem segundo,
Da America do Sul 1
Onde te alargas pela trra immenso,
Sorrindo s iras do ocano infenso,
Indgena taful!
Leguas mil a medir no solo oceupas
Jorrando caudalosas catadupas
Do trpico atravs ;
Vendo no curso de imponencia clieio
Mil afluentes a buscar-te o seio
A rastejar-te aos ps 1
Co'a pororoca infrene, irresistivel,
Que no teu seio c lossal, incriyel,
Referve sem cessar,
Vences de Paulo Affonso a cachoira,
Vences do Nigara a sobranceira
Catarata sem par !
Semelbante s florestas brazileiras,
Semelhante a essas inv;as cordilheiras
Onde habita o Cndor,
Causas a todos vivo enthusiasmo,
E susto s vezes, outras vezes pasmo,
O filho do Equador 1
0 proprio co te admira o enorme vulto,
O prop io mar te rende um digno culto
Chamando-te irrno seu,
E orgulhoso em seu seio te recebe
E as puras aguas prazenteiro bebe
Que o tea Tupan te deu !
a tua grandeza sobrehumana
Com
A nobre berdade americana
Syinbolisas assim,
as plagas do cacau, e da baunilha,
Como do mundo a oitava maravilba,
Campeando sem fim !
Longo tempo em teus bosques embrenhado,
Do universo conviva retirado
Permaoeceste tu ;
Como em geral de todos esquecido
Qual teu fero tapir, qual teu querido
Caboclo smi-nu.
Mas a voz do progresso emfira ouviste
E as tuas portas ao commercio abriste
Dos povoa, das naces,
Que hoje em navios mil buscam-te as plagas,
Sondando o leito, bicortando as vagas,
Itendendo-te bblagoes!
Oh 1 Cantar-te a soberba magestade,
Cantar-te a sempiterna immensirlnde,
A forca. a intrepidez,
S nos pampas a voz das ventanas,
Ou em aldanha, em llagathSes, em Dias,
Ou em Dur.lo, talvez !
Nao eu, rio-mar, grande Amazonas,
Que estendes-te atravs das quatro zonas
Do Norte senhoril !
Nao eu. que posso te saudar apenas,
Proclamando-te em pobres cantilenas
O genio do Brazil!
Do grande Imperio natural balisa,
Que entre as plagas ardantes se divisa
De Belera e Manos I
Tu, que ora no tea seio majestoso
Finalmente recebes orgulhoso
As estrangeiras naos :
Oh I S tarabem attenta sentinella,
Velando sampre, como acaso vela
as fronteiras do Sul
Teu digno irmao,o crystalir.o Prata,
Que pela trra ovante se dilata
Sob um co sempre azul \
Quando o oasado estrangeiro ingrato, estulto,
Acaso um dia nos cospir o insulto,
Affrontando o paiz,
NSo te descuides,de teu leito te ergue, .
Chamando a pstos o palacio, o albergue,
Com teu reclamo ultriz !
Socegado e silente, oh nao, nao fiques !
Transbordando feroz, rompendo diques,
Tildo inundando audaz,
Alaga, alaga todo o continente
Com a medooba e impetuosa enohen'e
Indmita e voraz !
Das tuas margens desarraiga 03 troncos,
E tro vejando em tempestosos roncos
Que imitem os do mar,
Como armas tuas isp^ciaes, dilectas,
Bem como os Indios atiravam settas
Atira-08 sem cessar 1
Levanta te, gigante enorme, infindo,
Do inimigo as hostes engulindo
Sem demora, nem d,1
Como enguliu o Mar Vermelho um dia
A numerosa, audaz cavallaria
Do torvo Phara !
Sim, constitue-te a marcial trombeta,
A cujo som, calando bayoneta,
Reuna-se a Nacao !
E, bastantes nao sendo as tuas agoas,
Lavj, lave com sangue a nodoa, as magoas
Do bicolor pendo !
F. Cismontano.
nf
E sabio, expellindo grossaS bafo-
radas.
Mas nao teve fome ao jantar."*
Afinal, a theoria ser um dia com-
prehendida e praticada.
Joo Candido.
Descoltcrfa do Paraso terres-
tre e da lingua primitiva
fallada desde Adao at
Babel
Traduzido expres-
samente do francez
para a Fagina do Do-
mingo.
ahi estabelecerem suas posteridades
de suppor que l^alag, e com maioria de
razao seu pai Heber, precederam a epo-
cha da construeco de Babel.
Contina
ROMANCE
DICE BI 0UID1
V
POR
"A
A.
C. a"A. P.
Continuaco
CANAAN
A PROPOSITO DO FUMO
Lia-se alguma cousa sobre fumo,
Nictiana tabacum, e essa leitura era
urna verrina contra o uso da planta.
um veneno terrivel, na verda-
deconsiderou um dos circunstantes
e que tem feito tanto estrago, como
as epidemias. Se estas arrastam em
golpes violentos grandes massas de in-
dividuos, o fumo vai minando os orga-
nismos, depauperando por tal forma as
suas forcas, que afinal geraces intei-
ras acham-se completamente devasta-
das'.
Um rapaz magro, herpetico, que ha
pouco havia enrolado um cigarrinho,
chegou at a janella, e, como occulta-
mente, atirou na ra a mortalha com o
caporal.
Todas as pessoas presentes acharam
muito procedentes aquellas reflexes);
quasi todas eram victimas do fumo;
mas nao tinham coragem de abandonar
o doce vicio, embora ficassem com o
remorso de sua pusilanimidade. No
entretanto, appareceram protestos em
favor do abandono, para no dia seguin-
te serem quebrados miseravelmente
mica que exerce aeco particular sobre mais raros nos homens do que as mu-
lhcrcs que em geral nao fumam. Se-
o systema nervoso ; como o chloro-
formio, cuja intervenco indispensa-
vel as grandes operaces cirurgicas,
como c o proprio acido cyanhydrico,
veneno dos mais violentos, mas que
por isto nao se exclue de tantas appli-
cacoes, at em casos de affecces car-
diacas E ainda muitos outros !
O ataque era tremendo. A luz da
boa razo quiz irradiar de chofre na-
quelles espiritos, e teria irradiado, de
certo, se nao fra um brusco embargo
opposto pelo aecusador, fiel represen- \
tante da contumacia que se faz valer
em tantas occasioes.
Mais como se explica o damno
que o fumo causa ? Nao tem sido ori-
gem de tantos males ?
A pergunta era -caracterstica da-
quella contumacia.
Oh Nao acabo de mostrar ? Fiz
por acaso a noite em minhas palavras,
querendo dizer que o fumo um vicio,
porque nao fazem delle urna virtude ?
o thema. O proprio cha, tlua cinen-
si:, ainda mesmo desprovido de azul de
prussia empregado em falsificares, ir-
rita o systema nervoso, usado por ha-
bito em infuso concentrada ; o caf,
coffea arbica, da mesma forma ; o vi- ral fallece em nossas praticas.
nho, ingerido immoderadamente, pro- memos mal, vestimos mal,
gundo o Dr. Nenderosper, o efTeito an>
tiseptico do fumo depende da pyridina,
substancia que realmente possue urna
aeco microbicida, a tal ponto que nos
laboratorios de bacterologia prohib
do fumar, porquanto isto impede a
evoluco da cultura. A exprobraco
levantada pelo Dr. Leopoldo Turck em
seu manual de medicina popular incide
perfeitamente com o falso conceito a
respeito do fumo, que mais urna vez foi
perseguido pela injustica.
um veneno que arrasta o fu-
mante do caf taverna
Que gosto para declamar !
Mas quem que nega que seja um
veneno ?
Mas tambem o arsnico c um vena-
no, como o bichlorureto de mercu-
rio, o iodureto de potassio, o chlorhy-
drato de morphina, e tantos outros que
nem por isto deixam de ser incansa-
veis auxiliares da medicina.
Esta a questo.
fc Assim, faca-se do fumo um bemfei-
tor, que immediatamente desapparece-
r o seu carcter de verdugo.
pura applicaco de arte que em ge-
Ns co-
andamos
duz os accidentes to conhecidos, etc., mal, dormimos mal, e, finalmente, por
Mas urna aecusaco injusta que etc. O que quero dizer q\ie o fumo via de tudo istopensamos mal. Nes-
se lz sempre acudi alguem Ao assim tambem. te conjuneto de desorganisacoes, fuma-
fumo acontece como a muitas outras Elle um poderosissimo antisptico mos tambem mal.
cousas : aecusa-se em vo, em vo, em da bocea e do ambiente, onde os seus Tinha sido comprehendido o pensa-
vo vapores azues que ondulam preguicosa- ment exposto.
Mudanca de atttude, ar carregado'mente, como nuvens, sao adversarios O applauso surgi:
de curiosidade. de certa ordem de micro-organismos ;' Muito bem muito bem !
Pois como digocontinuou vi- elle aguca o appetite, falla imagina- Juvenal foi sensivel manifestacao,
vamente o interruptorO fumo tSo cao, etc. Esta theoria filha de minha e com pouco entrou em detalhes sobre
observaco; mas acha-se autorisada, preceitos a seguir, em que predomina-
por exemplo : pelo Dr. Tassinasi que I va a qualidade da planta, a quahtida-
mostrou as propriedades antispticas d, forma e tempo de ser usada,
do fumo ; peo Dr. Hayck que asei- Mas nada disto valeu para que mais
gnalou como OS casos de diphteria sao' tarde, dissolvida a reuniSo, um dos
culpado do mal que faz, como o opio,
como a noz vmica, como o chloro-
formio, como o acido prussico No
entretanto, o opio um precioso ageu-
te da therapeutica, como a noz vo-
Chegamos a Canaan autor da raca
cananea. O seu nome vem do radical
cana, genuflexit, ajoelha-se. O mesmo
termo cana tambem o adjectivo humi-
lis, humilde.
Como o povo cananeo dav-se espe-
cialmente ao negocio, o nome de Ca-
naan tomou em breve a significacao
de tuereador ; de sorte que Canaan, hu-
milde e mercador sao synonimos : tal
ainda o carcter especial conservado en-
tre a generaldade dos judeus que fa-
zem o pequeo commercio e que sao
descendentes dos cananeos por suas al-
liancas, e cujos costumes e lingua ha-
viam adoptado, lingua que a mesma
dos phenicios, hoje conhecida sob o
r.ome de hebraica. O kichua tambem
possue o seu termo cana, que dos mais
expressivos; porque o verbo cana si-
gnifica lisongear, engaar, ser falo ; ca-
an, elle lisongeia, engaa ; cana tam-
bem o substantivo lisongeiro, engaa-
dor. O kichua tem ainda o verbo canaya,
ser lisongeiro, ser engaador, assim
como cauay, lisonja, engao, astucia.
Assim o hebraico cana, d'onde canaan,
designa o homem humilde e o merca-
dor, em quanto que o kichua o designa
como lisongeiro, engaador e astucioso.
Ha evidentemente ahi urna correlacao
de ideas entre o kichua e o hebraico,
um completa o outro no que concerne a
Canaan e ses descendentes.
O kichua possue alem disso os ver-
bos kana e kananana, queimar. Este
lembra-nos o nome de Cham cuja si-
gnificacao segundo o hebraico quen-
te, ardente Faremos ainda observar
cue a primeira letra hebraica de cana e
Canaan um ca/, equivalente ao nosso
c ; mas que em hebraico ha um outro
termo qana que se escreve por Qum
qoph ; a nossa consoantejou se o qui
zerem k. Ora, o verbo hebraico qan
significa elle tem corado, era corado
ou corado }; depois tera-so qn,
cioso, colrico, ardente, fogoso. Ha pois
urna relaco commum entre o hebraico
qana e o kichua kana, pois que nessas
duas linguas as palavras cima tem a
significacao de queimar, ser ardente ou
quente.
E' sem duvida o que faz dizer ao sa-
bio hebraisante abbade Fabre de Oli-
vet que Canaan e Cham nao sao senao
urna e a mesma cousa, que um s per-
sonagem cosmognico, no sentido de
cue Canaan, urna vez produzido por
Cham, torna-se tambem Cham To-
dava esta concluso obscura. Esta
relaco commum entre Canaan e Cham
lembra-nos que No e Sam tem tam-
bem urna qualificaco idntica, pois que
os commentadores do texto hebraico
tem chamado No repouso ao mes-
mo tempo que o kichua sama significa
igualmente repouso Esta confu-
so na significacao dos nomes de No e
de seu filho Sam, assim como dos no-
mes de Cham e de seu filho Canaan,
demonstra a antiguidade da tradico,
e que no tempo dos hebreos nao se co-
nhecia nem a signicaco destes nomes
nem como escrevel-os correctamente.
Cham teve quatro filhos cujos nomes
acabamos de traduzir, e estes engen-
draran! vinte e seis que esto designa-
dos e a respeito dos quaes l-se no
cap. X, V. 20. Estes sao os filhos de
Cham segundo as suas parentelas, as
suas linguas, e as suas familias, os seu?
paizes e as suas nac;6es Com rea-
cao aos filhos e descendentes de Sem
e dt Japhet, o Gnesis diz tambem que
tinham linguas diversas. Ora, esta di-
versidade de linguas 'precede a funda-
CSo de que s no cap. XI se faz men-
so Se a ordem chronologica da histo-
ria bblica deve ser considerada exacta,
como que Moyss diz no cap. VI, V i.
c Ora na trra nao havia seno urna
linguagem, e um mesmo modo de fal-
lar. V 2. E os homens tendo
partido do Oriente, acharam um campo
na trra de Sennaar e habitaram nelle. >
Por esta narraco ve-se que os filhos e
descendentes de Sem, Cham e Japhet,
j haviam engendrado numerosas po-
pulaces antes de cuidar da construeco
de Babel.
Mas com a transposico contradic-
toria na ordem dos versculos dos Caps.
X e XI, acerca das differentes linguas,
que precederam Babel, difficil de sa-
ber-se se Hber, o fundador dos he-
breos, da terceira geraco de Sem, era
anterior a Babel ou contemporneo dos
que construiram a torre, e se Paleg,
filho de Hber, no tempo do qual foi
feita a partilha das trras, assisto a
essa operaco, que deve ter sido feita
de urna maneira regular antes da con-
fusSo das linguas, ou se a partilha ve-
rificou-se depois da disperso dos povos
que trabalharam na construeco da
torre de Babel. Esta ultima hypothese
pouco provavel n'uma disperso e
quando os homens j nao se entendiam
rnais. Ora, como sabemos que Sem,
Cham e Japhet haviam j partilhado
Ava a Tv!irrr3 AFVi/^ nira '
(Continuaco)
Abri a janella; um completo e nao in-
terrompido silencio reinava em torno da
casa^^ponas se ouvia ao longe o ruido
d'uma cachoira e os gritos agoureiros
das aves nocturnas.
As portas fechadas todas as noites pe-
lo capitao-mr me retinham preso, e
por consegunte mister era saltar pela
janella ; fiz pois urna corda asss forte
dos lencoes e colxa, e por ella desci ao
terreno apenas com a minha espingar-
da.
Era preciso correr muito, galguei o
morro em um momento; no cimo parei
para descancar e dar o ultimo adcu^_
aquelle hediondo lugar, onde deixava
penando um anjo digno de melhor sor-
te.
Internei-me no mato j meu conhe-
do, achava-me exhausto, assentei-me
em urna pedra.
Pareceu me ouvir resomnar; a idea de
alguma cobra ou outro qualquer animal
feroz que alli estivesse me assaltou, pres-
tei attenco, e conheci que o ronco vi-
nha debaixo da pedra.
Esperei que o crepsculo do dia appa-
recesse, com a espingarda apontada pa-
ra a boca da caverna.
Ouvi fallar, e cnto rcconlieci que me
nao tinha a haver com feras, mas sim
com homens approximei o ouvido ca-
verna.
Pobre sinhazinha diziammal-
vado quer matar aquelle anjo de bon-
dade!
Conheci a voz do negro que eu havia
apadrinhado, chamei-o, e reconhecen-
do-me nao hesitou em sahir.
Que isto, meu senhor? excla-
mou espantado, vem fugindo da morte
como eu ?
E" verdade, mas o que estavas tu
ahi a fallar em sinhazinha?
Ah meu senhor sonhava que es-
tavam matando minha senhora, vi dis-
tinctamente a cozinheira deitar um p
na comida de sinhazinha,
Recuei de horror; de repente me
cahio o veo que me vendava os olhos, a
recommendaco dada cozinheira nao
foi outra cousa seno o veneno.
V se descobres meio de avisar a
tua senhora moca, se a esta hora ella
j nao tomou o veneno, porque esta
noite eu ouvi a recommendaco que teu
senhor mandou pelo Roberto cozi-
nheira.
Ah meu senhor, se assim est
perdida, porque do veneno que aqu do
nao se conhece ainda o contra.
OJnegro chorava, e eu tambem es-
tava dominado por sombras pondera-
Coes'; que cega fatalidade !
Qnem advinharia o que naquelle mo-
mento se passava em to rido deser-
to !
Meu senhor tem ahi lapis e pa-
pel ? disse rpido o negro.
Tenho a minha carteira com tudo
sso.
Poisescreva; minha parceira pro
cura sempre occasio de vir aqui, e ho-
je noite espero-a; levar o bilhete.
Fiquei mais tranquillo ; se fosse viva,
quera persuadil-a a fugir daquella ca-
sa maldita.
Nao havr perigo em ser o nosso
escondrijo descoberto ? interroguei.
Ainda que por aqui passem nao
descobriro a caverna e quando isso
acontecesse nao a penetrariam com re-
ceio ; lem de que no fundo ha outra
abertura, por entre pedras, qne qual-
quer nao se aventura a transpon
Acabava o negro de proferir estas pa-
lavras, quando ouvi vozes.
Eil-os comnosco, exclamei aterra-
do.
Nada receie, meu senhor, entre
na caverna sem susto.
Entrei, o negro ficou encoberto por
detraz de urna moita para ver quem
era e o camnho que tomava.
Pouco depois entrou e disse :
Meu senhor, socegue, j vo de
volta, o senhor velho e o senhor mo-
co, vao desesperados pelo nao encon-
trar.
Sahimos ento da caverna, e o preto
trouxe-me fructas e cocos ; nada com,
meu espirito estava por de mais exal-
tado.
Era noite, quando chegou a preta
que costumava a visitar o fugitivo, con-
tou o desespero do velho, que manda-
ra logo chamar o filho, e armar urna
por^o de capangas para irem em meu
alcance.
Contou a afflicco em que ficra a se-
nhora moca queixando-se de dores de
cabeca e vmitos. -
O negro comecou a arrancar os ca-
bellos e a gritar:
Mataram a sinhazinha mataram
a sinhazinha !
Mas porque dizes isto, negro ?
Porque a menina est envenena-
da, e j nao ha remedio, s se o pai
Matheus a poder salvar.
Pois manda j a tua parceira,
corre Maria que eu te recompensarei.
E meu coraco diriga incessante-
mente as maiores maldicoes aquelle
monstro, e me arrependia mil vezes de
ter emprehendido semelhante viagem;
tdo isto era horrivel, eu estava no
maior auge da afflicco.
Maria, exclamou o preto sobre-
manera augustiado. .
Corre, nao h tempo a perder, pro-
cura o pai Matheus, .diz-lhe que a si-
nhazinha est envenenada.om pelle de
saP- .. ,
Continua

entre si a Asia, a Europa e frica, para '"Jh:J* '* '>* Caxiaan. 4




Full Text
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