Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19473


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Full Text
*>
*
J

INraO LX
Scxta-felra $41 de Ontiibru de 189-1.
HUMERO
PS6PBIBDA.9S BB SEAH8BX. PIGBS2B0& BE P&B&.& & 3FI3E.H9S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiautados. 8&000
Por seis mezes adianlados. i5$000
I or um anno adiantado .... 30J000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DEVBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre 0 &.\ residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelina
PARA OS LUGARSjONDE S PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16&500
33000
Por am anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
100
#200
Telegrammas
yjrfCIAES
Aracaju', 25 de Outubro.
Governador.
Recite.
Communico-vos que depois de havcr
prestado perante Assembla Legislativa
compromisso legal, as-urr.i hoje governo
. deste Estatf na qualidade de sea presi-
dente ,e!eito a 30 de Julho ultimo.
Sa0.vos.
Cmontl Valltdo,
Presidente Balado.
AracajA, 25 de Outubro.
Ao Governador.
Recite.
Acabo passar governo ao Exm. Coro-
nel Valladlo, presidente clcit,o, que pres-
tou compromisso perante Assembla, de
baixo das mais vivas acclamacoes do
povo.
Cidade em festas, indiscriotivcl enthu-
siasmo pablico, regosi]0 geral.
Viva Repblica!
Saudacoes.
Dr. Joao Vieira.
. tango' jasla dodusi:
C) Rio de Janoii-o, 25 de Outubro, as
4 horas e 40 minutos da tarde (recebido
na estaco s 7 horas e 15 minutos da
noite e entregue as 7 horas e 30 minu-
tos). ;
t Na Cmara dos Deputados foi hoje vo-
tada a prorogaco da achual sessao do
Congresso Nacional at 30 de Novembro
prxima.
Consta que esto nomeados: secre-
tario da Capitana do Porto d Pernam-
buco Antonio Cesario Moreira Dias J-
nior; e almoxarife do Arsenal de Mari-
nha de Pernambuco Joao Sabino Pereira
Girardes.
O governo, tendo sido consultado,
accedeo nomeagao do Sr. Martin i para
ministro plenipotenciario do da Italia no
Brazil.
Bcrlim, 25 de Outubro.
Trata-se aqai de fundar um novo ban-
co, que ter filial no Brazil.
() Somos forcades rectificar o segua-
te trecho do algarismo hontem publicado,
visto tratar-se de erro de algarismo. *
O trecho correcto este :
As tabellas do governo hoje apre-
sentadas a Cmara dos Deputados orr;am
para 1895 :
A despeza geral em "295:719:876^141
A receta 1 -280:974:578^874
A REDAcgo.
'AftTEOFPIClAL
O refer I o juiz procedeu s neeessarias.dilt-
canea*. conseguindo capturar Manoel Antonio
la Paz, contra quem procede-se nos termos da
iei.
Sobre os fastos occorndos honteru no 2' di-
slricio do Poco da Par.ulla, dingio-mn o Dr. de
legado do 2" districto da capital o seguate of-
ficin :
Delegada de polica do 2o districto da capi-
tal, Pin 25 de Outubro de l8.
Cidad&o r. questor. Couiniunicou-nie o sub-
delegado do 2- districto do Poco da Panslla,
que hontem, s 7 '[2 horas da noiie, tendo noti-
cia de que os celebres criminosos Antonio Bar-
bosa e Manoel Torres Gallindo, o primt-iro eva-
dido da cadeia do lirejo da Madre de Ueus e o
segundo da Casa de Deteogao, acuavam-se lio-
niisiados na casa do individuo .ioo Kigneira,
no cistricto de sua jurisdicgo. para all se di-
rigi em eompaiilua dos teaeotes JoitoCaroii'i >
de O oes Canteante e Manoel Jos d Campos
Filho. acampaobadoa de .ilgumas pradal de po-
lica, alim de con e^uirem a captura de laes
criminosos.
A> ctaegarera, porm, cata do'referido-Joo
r'igjeic, foram recebnios ; uros, e liverain ne-
ces^idade de repel ir aggfeasao, travauio sj
ni.'10 renhula lucta. na qud suecumbiram o
criminoso Antonio Barbosa e o dono da casa,
Jon Figudra, que loniou pane activa na lucta.
Torres Gallindo vendo seus campanil:;ros ca-
bidos, conseguio evadir-se, disparando tiro*
contra a torga, que felizmente nao foi atli-
gntu. -
mesmo subdelegado fez transpor 09 morto
para o cemiterio de Santo Amaro, alim de se
rem vistoriades e tomn as providencias neces-
sar;as ariin de conseguir a captura de Torres
Galiind}.
Em poder de A.itonio liarbosa fiiram encon-
traCos mais de to balas, espalhadas pelos di-
versos bolsos, urna faca de pona, um relogio
de Dikel. um rewolvef ainda carregudo e lO
em dinheiro
De ludo lavrou-se o competente auto e pro-
cede-se as demais diligencias na forma da
le.
tviude e fra'.ernida le.
Ao cidadfio coronel Dr Julio de Mello Filho,
mu digno questor policial do lisiado.
O datando do 2" districto,
'Joo l'aeh co de ijueirjga.
Sade e fraternidade.
O Qo"stor,
Julia de Mello Filho.
---------------?---------------
Recebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despachos do dm 25 Outubro ds 1891
Pinto l'Vrreira & C -Informe a t.'secgo.
.Jos Menes daSilvaA ta Secgo para os
devidos tins.
Adriano & Costa Manoel de Souza Nogueira
& CInforme a I secyo.
O porleiro,
Custodio B. da Silva ttumares.
EXTEKIOR
Qucsturu Policial
2.'.SecgoN. 23b.Secretara da Questura
.Policial do Estado de Pernunbuco, em 25 de
On'u'iro de 1891.
Ao .Sr. L)r. Alexandie Jos Barbosa Lima,
to. D- .;vernador do Estado.
PartMipo-vos que fo^am hontem recolbidos
Casa de l>lenc.ao os seguinles individuos :
A' nrnha ordem, Mjnoel Correia de Mello,
conheci lo por Joaquina Vidal ano, preso em fla-
grante orn ladrfio de cavados ; Paulino Jos
Luiz, Justino Candido da Silva, Joaquim Daniel
Rodrigues, Justino Jos de Barres, Tranquilino
Soar.es de Lima, Antonio Francisco Bezerra e
Joaquim Jo> Pereira, remanidos pelo Dr. juii
de direilo de Timbaba, como sentenciados.
A' or lem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Maria Francisca da Conceic&o,
por disturbios e uso de armas prohibidas.
A' ordem do subdelegado do 1." districto i
Boa-Vista, Antonio Luiz Agripino, Joao Albino
Gama e Christiz.no de Souza Leal, para averi-
r guaces policiaes.
A' or lera do subdelegado do ?.* districto da
Boa-Vista. Francisco Jos Moreno e Manoel Joa
ao Nascimento, como desorceiros e por uso de
armas prohibidas ; Joo Elisio Emerenciano,
por criis de ferimento, todos minha dispofi-
5S0. 3
Coinmunicou-me o juiz d> 3o; districto do
municipio de Canhotinno que no da 21 do cor-
rente, as 8 para s-9 horas da raanha, no sitio
Bosque, perlencente ao municipio de QmPaPa>
traTaram lucta os individuos de nom^s Manoel
Joaqun Ferreira, Joaquina Gouveia e Manoel
Antonio da Paz, all moradores, resaltando da
mesms lucia a morte de Manoel Joaquim e fe-
rimento grave de Gouvea. o qual sendo trans-
portado para o povoado Paquivir daquelle di-
stricto, Hura de ser historiado, all expirou ts
12 horas do-mesmo da.
Deu lo^'ar ao conflicto ter Maooel Joaquim
tentado contra a existencia do capitao Candido
Severo proprietario do sitio onde elle raorava,
contra qoem disparou doas tt'os de pistola, que
aUingi.-arji-lhe OS ps, appare.jendo nessa occa-
iao em soccorro do dito capitao Manoel Ant3-
nio da Paz e Joaquim ouveia, qoe foram chi-
nados pela tnulher do alludtds Manoel Joaquim
aflm do evitar-ge ama desgrasa.
BtJaOPA
laglaterra
Convenci Uj pirlaaaenn En
prrgo i*t Ua pel'.s pirtidos
BereufiOes no p rtidj. libera!
Eleifij do lord imior da C ty
Tjoijeote 1- M-i niii*:ir e a oi
magaj por elle crala eitre a
Fiaucj ea loglte.-raSobe a
expo ajo Iranceza 00 Siu?n
Prjvueucias da goeruo a pro
p."< '. 1 da gne*ra sinojapinesa
T-atado eaire as poieocias -a
, ropig a re.-pait) da Cuna De*
app*reeiment Ce ua muoum-o-
10Viagem do prtucipe de Gal-
lesFamilia do Conde de Pa-
iiiSQibt-os A no elisia A
praga.
E eaUar-e-i n da 23 Jo sorrtQ'..
Aoer das lerna qoe corian, os pa-tidos
polticos nio e^t'.veram e.n soa cans'aocia lor-
ctivas, e nrsse laborar o raavim^uto hos.il a
cmara dos 1 j ds ao foi o meos citeaso dos
.,-otn ms em icdsO.
D onlontsta Cai^iDeriatn prooanon en Lt
verooal um Ijjgi dis;orso. em qii-? coin a-saa
coobecida eaurgia e eloqueacia, fez o proesso
da poltica, do Sr. Guistoae, qoe. oem mesoao
retira 10 a vida ptit cu ar, pjapado pelos s-u-
adversa-ns. O Sr Coa^noerhia ccmbaim vi-
goro tamente o hom: rule, decUriado qoe o
abj m cea j eture os seas aa igos aliiauo e
elle, pela ;raC(;ao gUdstjaeam sob-e a caasa
da oiiiao, jSuiis pjdera ser cjberto por ama
ponte.
As im e.U dKailivaaiente coasanmadi ama
cu-j, qoe algons joigavam termiuaria ora
dta oa outro, pelo mtuos eotre 03 rep'esenti.n
'.es ios raJici s Jo giveroa e os gladstoaaa-
ao?.
O ri'wet (as comtaeotarioi maito poaco li-
sanKeiros ao discorso JoS-- CaamDe-laia.de-
plj-ando qui um bomem de '.al rilar etejj
conlemnaae a missaa e nm chefe da oppos;-
fo, oo mi amo aiuda de oa fraccio^ de oppj-
eicio, e ensiuaa qae conveoea-se de'qae a po-
li, i :a touservadora j.; nao eegoe o cam nao do
t. rvsmo reaccionario de,-ntr'ora e qae po-on-
tro lado as cooserv lores nao aeixiram de
anreciir certas ideus reto madores do leader
uclonisla.
Si as p-oximas ele j5es recondazirem a3
pcaer a opaosicio de ajje, parj qae nao devi-
ne S. Cbrjatterlaia asgeot^r-se no ministe-
rio ao lado do lord Salirfbary oa do Sr. Bal-
Toar, orno oatr'ora o Sr. Gladsoae e lord
Aberdeea ao lado do lord Joba asaell e de lord
Palraerston ?
Estas ap-oximajojs histricas sao inters-
sanies, e o melnor qoe oa tacos vao explican-
do a locera da ren ova;ao denles e oaros pre
cedeoleB extrava^n es.
Aleo, disto, pnblicoa lord H>tntield os jor-
caeii loodnnos ama carta, declarando qae aoo-
dons o par.i o liberal, do a,aal empre militoo
e i eata declaracio, pe o qoe pessoalmeote se
refere a Itrd Homtieid, nao lem giandeimpor-
t acia, porque S. Ex', esti maito loage de
ser orna tigo a marqutmte da poltica rujela,
tiia.vM te .-n'a como jmploma de de.-ag:r
gane to da pariuo liberal, qae esia ementa
do de ver atristado das ana* leiraa memnro-
rjoaiili ;a Jos da casara alta e grandes propne
tari o;.
A retirada de lord Holblield foi deteminaJa
peU vo.acao dos projectos flnancircs de su
Wiliiam Uarc.ut, que eataoelcceram o impos
U progressivo...
A graodes tartanas sao aquellas jostaraeo.
U sobre qoe mais intensamente incidir o 4m
posto, e lord HotbQeld qae tem a desventura de
ner Immeasameate rico, de csrto lem me 10 de.
serate as exigsociis do fisco, se ver obrigado
a redosir as despeus da soa casa, seado qae
todos oa borneas ricos da IogUterra lem pela
cart.lba de lord HotbQeld. Mai o melbor
qoe a rlqaissima aristocracia logteza, obrlgada
asim a pagar na proporcio dos aeas baveres.
fes allegar pelos seos orgoa, qae as novas
xtgeaciiB iriDutiras a iam obligar a redasir
as -os obras de beneficencia qae ap.dica
vara o iirn-is Vrfin>-.< I
O a, a H estminster Gazette acata ae pjblicar
ama ca'iosa latsuc., prevalido que s e* belecimeotos de Deceflc-ncia fo os menot fa-
vorecidos pela a istocracia i
O ir. Reoold foi elei'o lord-mayor, aa ci-
dade de Landre*, em sobstitani 1 do seabor
Tjier, qae 'erratua o eea mardala.
A qaesiao de Madagascar 1 proloiia'o
seos 1 ff-i-tos.
As roUces ent-e a P-anj e a Iigla'em sao
agora difficilintaa e parece immineaie um roc-
pim.noio aire ui dota goveroos.
A ramo. Vicila convocoa seseao nleoa do
m nlaierlo, parecen lo que pa^a tratar justamen-
te des-e meiiaii-. so aaacmp'o.
A op'niao poolica a -rj-.-e eeriamen e impres-
SlOO.v.lJ. .
A imprenaa papera qon as d'.fBiuldarJeiterTii-
oem >ie om moio amuavel, sem qae aeobeaia
la" dais nafO a teotia da so?ror na sua i|'gni-
;: :e ; e ao paaao qae maoifesis tao aardata as-
piranp, moira-SH recetOM d-* qae o co-flct
h fliju-s localidad), sendo rorvuj.Q-a a Rusafa
oryi a a ti m ir parte na lata.
A Pall Man Baieltea d r." lo qce con'iouam
38 neg C a -O'*!, ente oa gao'n-ites de L'.in ir-s e
de Pan >, allirma que proconra amDos chegar a
acord.
Este joroal ooticia ao m^sao tetpo qae o go-
te no ingle', maudo'i ..ctivaros irahalhos cas
(jo ic.a de armas e man^Osa dt guerra, tndo
timoem ]> t'.ni o aa meiidns que devem pre-
ceier a mobilia.go do exercito, iujlusive o Ja
Ij na.
0 Glote confirme o estremecimvnta e d a
entender qo<< as reia(0es diplomticas pode o
cn.gar -onp insnlo.
Lord Daterio que se achava na I-landa foi
ti-i 1 a 10 a Loiidic-s pelo gove-no 'en lo o ta>
rao gover00 prohibido aos officiaes do exerciti
a pre8iac de se-v gos milit-re- tu Mida as a-
e asatm aat'uftz urna das exigen, ias ao goveruo
f-aucei.
Lord Roseb-rry, preaideate do con3elho, aue
tiuiia vi do a Londres no aumento do coutl a
.0 h voliara para sosa p-op-ieadea, oodts i*
cab^r o lempodia f-'a, den asaim a conslde
irse loro, nos cin u!o polticos, como sendo
10 a melnor prova ae a-curdo amlgavel e..tre
aa aas lacOes.
P uco cepols, porru, torooo a Lcnlres, e
ign raado-se o motivo desu nova v qji, ctrea-
'.i b'^oi itiversia a resuelto.
N en retauto, epobasitfa a nomea^o do baria
de Coorcel oara eaobaixidor da Kranga na ci-
te de Lioodrna, em auosiuuiiDo ao Sr. Decrais.
i.-iiiiuie foi a aporovacio da iarorensa a easf
iMO, nanro'ndo os jor la.'s lonirinos a eape
ranja de qoe o novo embaixador cootiiDotra
to'iem-'n e para u ra solugao amigavel da qoea-
'.ti pcdentes eat e os goveroos francs e bri-
taooioo.
E' de crer que a 8lu5^o, com f ffsitc, oatra
nao aeja ; e is o ncm o locica o factu oa tuuio.-
lugleats e-U em ae novo em alta, aps a haua
loieati qae uveram logo qce levantoa-se o con-
II, uto.
Do Cairo commaoicaram cerrer al i osia
leaie-ieoiB, q i* > coronal C.'lville recebera or-
oem d > luiuisterio oc uoerra no *ntHKi le eoo-
teuf-ar o qae res'a das torgas de E nio Pch'> e
je marcb.r sobre B .nr-ei-Giaza ao poato de
jau -\io eaie rio coj o Ndo, donoe aegoir ao
co oa.ro da OOtaotsa francesa Moute atim.fie
imnedir a sua paaaage b.
ljle mov.meato parece que sera o sigoal de
uu,. expeligat anglo Hallaos, qae, partalo ti
multaueamoie de S jatim e ue Kasaala em mar-
coa sobre Kharium.
! Eila noticia, porm, desmentida em sea to-
do, de foute oU'Orisida.- "Jaui ao commandant-^
Colvitie foi trjaamiuiaa aquella ordem. nem fot
cogitada a alicada expoJiSiJ ventasl sjb-e
Hourtam.
Como se sabe, a miaeao connada pelo governo
trance* ao commniaaie Uoater., leo pur ooit-
ctivo a exploracao do Sudan.
O Times, trataad 1 da guerra 00 extremo
orn-nt-, aconselba a interveufiio das poieocas
europeas, e o governo 00 eniretao'.o eavura no-
voa reforejs de iropts a Caa* e nforgari aes-
qcaira all aocoorada em mais cinco nivios.
tm i ja o mini-tro da m.rl.uba lel"grapbado ao
almiraue commanlaule d-'esquadra do extremo
orieo.e para maadar immeaiaiameate cinco na-
vios para refurfiar a esqaalra ogiesa actual'
mente as aguas da Corea.
Aleen diseo, resolved o governo reforjar a sua
goamicj em Jon* K;og, ilha itOKda oa b.nia
le Caotoa, e que, enfoora per.eoga i Inglaterra.
o ua reaccio e bem passivel all, visto qae cunta
orna popoiagio aope-ior a ceui mil cntns.
1 nooran'.ea coQiiogeotes de tropas in esiao aenio embarcadohu transportes aegaer-
ra, qae p.rt!rio em breve para aquella liba.
Asievera se que eutre a Pracga, a Rassia e o
Japao concloio-se urna alliaoc offeosid e fenaiva, bem como qoe as potencias europeas
nunca consentirlo que o Jupio conquiste a Co-
rea ; lendo a F.aar-s e a Inglaterra celebrado
por ult.aio um aecrdo para pratecgaj da vida
e dos iateresse8 de seus subditos rrsldeutes na
Ch di, em coja capital o emoaixaior ingle to
mou fraocam;nle a proteci,-aj dos missiojanos
uaqueiLs parageos, donde cnegam ao.lcias de
qoe'a Bituaao doB eatrangeiros tjroa-aecada
re mais critica.
O' alinea e os mio3 trato; silo tao frequen-
les, qae o terror )& jpodiroo-se deiles, que pro-
euraui refugio.
O consoles exl lentes So impo'.en'.es par
proieger os seas subditos.
As recUmagOes fenas as autoridales chinesas,
para pOr termo a es-es auccessoa, aio ttancadaa
e nao toma us em cjcsiiieragio.
Tolos os coasulea pedirn aos secs governo*
a viuua de oavioi paca proieger seus concida-
daos.
De sorte qae o goveroo ioglax decidlo por si
mesmo usar ds represalias, e lauto (or necea-
sano, para a a.-oi.-cc. 10 da vida e coi Iniereasea
dos seus sabdiioi, oem c ama torga de manohairoi e cypaios. que guar-
dara a legacto inglesa residente em Peltim.
No meio de ta lo lato, a legagao cbioe de
clara pea impreuaa qae a stlnacao en ivlim
muito calma, leado tomado o go'erno come as
neces^arids medid.s para Stltaiar a vida e 0-
loterea-os do; europeua, e que se hoave alguna
desacatos oa autores delles teram logo castiga-
dos.
Ds mais a declaracio serem exageradas as
noticias que circulara soore as desordena que st-
d un eua Jebal, aa m como a sedigio militar
o pal.co da imperador.
Di i impreosa inglesa qoe as potencia;.
europeas coucloiram um tratado flxanno as ba-
ses de ama aigao commum oa Cbiaa; a llou
geam s no ministerio doanegocios estran.eiro*
por es.-e accordo. altribuiodo-se loglatetra
iodo o merecimeato do respeciivo resonado
D.iem do Natal qae desappareceu o m nu-
mento mandado erigir na Zaiulauatla pela raloba
v'ic'orij, em meicoia de sua atiesa imperial o
principe Eogeoio Nupoieao, all morto cruel-
mente aoaervico de soa magestade bn auni :a ,
e de Corfb anno'iciam que all ebegaram varios
vasos ds guerra franceses e ingle es qoe veem
sandar ana mageaude o csar i ana cDegada oa-
qoella liba.
A tropoaito, fallando o Dr. Sacbario acerca
do estado de saode daque le moaareba, dase
que elle tere vida por alguna metes.
O ortocipe de G.iles val emprebender ria-
gem a Alienjuoba e a Austria.
= O oaqae ii'Aumale. antes de sahr de Sto
e ifier.-cru a coqueas de Parts hospitalilade
na sua prjpriedade ue Wooloorton.
A viuvaao co.i-Je ae Parle aceitn, e ir resi-
dir em Wooinor oa l.go que lermice o arren-
dann iio do Stow, e 66.depdi3 que resolver
dlf'ie .'ara dL-tidilivurn-nle a sua residencia.
Dii-a,, -oxto lo. qoe eiia residir parte do
rtv o em Ranu.iu, ro P.y-le-DOme. e pane tm
Vi a .. -m Sev lu .
O uq 1 !- O.leaus pretende 8eoir para a
Hdi.ri u. tix. ,i 1 sua nagela em Hyi de
pel^r-oi. i-ixtlu8, i ido pnxtmameule vi
ir aa taoiiaoe o "apa Lso XIII.
Eite repreatniaoie oa Casa de franca declara
que vai agir cem o Bm de resta>elecer a mo-
i CAia.
.>egj ido Fgaro, o joven deque de Orleaaa
aei*aj. acefear-a de geut-i novf, genie de acglo,
e is.-e'.-xpii-a o tiave-acceiado a d-mla ia do
coaaa ue taaaaouviiie da logar-tenencia em
Frasea.
Sopunto 0'G.alais. soa alteza rio nomeia,
por. eruquaiiti, H".ca o sea pessoil de servigo ho-
aorar o, ihuj o seu cuado oolltc:.
lijufo um grande simslro oa estrada de
ferro, e.u Doer, reaoilaoao mollas murtas e fe-
riawuios,
lgui-n<:ate dea se ,um acrente no caxiobo
de ierro de Caartam, cqaal, alera dja estragos
raateriaea, cc:asiooou cinco moruse .coito (e-
rimeuios.
a DOtirJa deste deploravel acoQtecimento can-
s..u ltale impre-sio na cnade
Aiuia ojj Darlingioo, n'oma fficioa de ar
meiro, leve logar orna explosio de plvora, aa
o.uai (icaram fendas sele p S'ois.
Dio uorniag Pos. qae os an:-.rc3i-lat
ertrdsei.'os rcaueuies em Londrea. reodo-sr-
veanos pea polica, vio leixando a capiUi,
por pejueuos g up>-, para aa esubelecerem oa:
ciddOes -las prjviucias.
-O mioitro ao lutenor, por preaea^io, dirigi
urna nrcoiar as reparugCies de poiicia, mao
uco cooib.r a venda de producios cnimicos
usados ua preparaco dos explosivos.
Os poariuaceul'.cus foram lotimadas a dar par
te a pdela da* cutepr. s qae se nz-ratn desse
pro l-to fm aeas es dD-lecrueitj-.
Os operadores un su k Excn^nge fo'Biii
00 comeco da primei:a srmauadeste m^ or
pradiaos uea convpc?saa orveaie do c neelbo
de luiuis.rjs, e logo a tasa reuoiSo se ligaraui
v.rn.a njpouieses qae b:eram provocar ocoa
foie Daixa no ctusulidaoo loglez Laxa q e
aramp uiii'.u -:h tornou t x'-euslia i Lalo .la dos
lO'Mi'S lotemac ouaes.
Tudoi-to provno da questio de Madagasca'.
Us prlneos momenios en aegoida ao ala-m
de rupiu-a eot e a F.-anga e I glaterra, intandi
ram g on e periori,avia, e dalla os especulado-
rea .ogur.m ti-alisar uous og ciss 00 peqo na
espago de urna a ouira ees iona Bolsa, peio qoe
eataa rtconneu se a preeipiugio do movimenlo
qt.e lomaram a tran.'acgOes suo o pnico eapa
loade.
O abalo do Stock Excname foi violento, a
oouio da d-asoiidaaii descer de 101 3|* a 100
5(16 R.tBcat.Oo po-era era pooco a coiago de
lt 9,6 a>[S. eai vut. da ar.eoaagao do pn
mei ui ramor referees as ceii02ai,0es to
goverto.
Oa fondos italianos e h^spinb^s foram os
que supportaram ,. aior balo, p u.a iirependeucta dos mrcalos couiioeotaea, e
camoabl a Daixa foi rup a, os seo elle loa
foram a-sa se.iiidoa no -Stock Exchange
pelas coustaotes e euccessivss oruen- ae venda
que os aroit-a!sta9 m nl'raio execotar.
A depre.-sio uestes Iund03 ci ^ie ser com
batua coro a undifioago perada na aprecia-
g4o aaa eo:i8fqa-ncia8 no c-nfl co inte-uacic-
nai, era tao poum com a no cia da meiboria
no igiodo curo em l'alia e em Hespanoa.
Os tund > italianos qjo no aabbadi 'am co
laio: 83 0,0 descerara para 85 7|16, e, em-
quanto osoperadares de Pars Ihea oio presla-
rem o seu concarso, nao se poder* esperar que
recuperen) a tu a anterior posigio.
Com os toado? -spootioes ambem a baixa
fea grandes estragos, pois descerara de 71 0,0
para68.",8, i-pisar da j se >.-io fallar uo em-
pieslimo, e ce baver autUeaaca3 mformagoes
relativas ao angra-oto da rooranga dos mpos
Us. As remellas arrecadadS neste erercic-,
peie tbesouro be pionol excedem em A miibOes
de pesetas as p.evs5-8 o ca Lentaea e com
eases auspicios parece que os fuios podenao)
alquir r malo* drmezi, se a cohcren.ia fosse
materia corrate dos negocios bolsista .
os enormes desvos soffridos nos fundos ita-
lianos e bespaohoes durante semana talv.-i
seiam causa deermtuaote de algam siplstro
eolre as casa9 aoe irretlectidamente se dexa
ram eulevar 009 maoejos di alta banca allema e
franceza, e por 8'0 se sgoarca com aociedade
pelos reaultados da liquidagio qamzeaal para
se'- ai que ponto os compradores podem
arorogar as suas posigOS.
0 preiciso no exterior bespaohol que os
oompradors-8 soffre.am, desculando o qoapon
trimestral que eni a pagameuto, de 1 5|8 ex-
acumente o me^mo qne o dos fondos il-
lian.s.
' O mnvimento deates dous fudlos tem grar.-
deareLgta de affiidade ent-e cada um utlita
aelp motivo dos vtodeaores dos (aodoa bes
Saqboes cobri'em essa pa'sigo comprando 011
edaeida fuados italianos, e por lal forma m
couicgaram estes imteresses qoe os doo? fyadi.-
caios tiveram de fazer causa commum oara
Oais faciimete podtrem realiaf as soaa car
teira ai qoaes presentemente ejtao oastanta
aliviaas aa peada carga qoe aa oberava.
A falta do solicitude da parle dos grupos n
nanceiros utereaealoa ooa oegocioa da Italia *
HeiDina, para a deiea dos seus nodos, faz
oonor que mudaram de aspado as necocla
cOes pendentea para novas erausoes, qua o
loas governo- es i) empentados em laagar no*
mercados externes, porque aa assim nio fosae
1 tana navido qua qaer oterveogio no sentido
de oopor resistencia i baut.
Com os fcnlos braaileiroe os ragacios forom
modera jos no decareo da semana, aero que a
firmeza do cimbio oo Rio podaaae obstar bai-
.. .-) nulos das pmpreBtimos de 4 0/0 de
1889 e i I/* / d '888, foi ago a cortado o
ooon asmeatral. e a d8oei'.o dos esarfioa fei-
u l oara *e recuperar a importad:, do coupon
naso o prejuizo ainda e de i 1/4 .ce ponto para
oa coopradoea de sabbado .aterrar.
O empres imo de 8 0/0 de Oesls Mnas, qae
Mr* toaado ,elo syudicato ores!lido pela caaa
Raibuaild a razio de 8'0?) deaceu a 78 0/0
mai bem de presumir qae ne.ue prego ae oio
cn-ua-ve, en: vista dos bons auspicios que Jm-
ontBioustD alta dos raoelvaa liimos.
Os fundos rasos de4 0/0. depoa d di?3 o
ennnon tr'mestral foram coladas a 101 3/8 mas
como as notlciaa acarea do eatado de aaude do
Ciar foram Inquietadora?, e porque 00 decaa-
tdo ccntlicto internacional, a Husela leria de
desempenhar ntn pape| prepuoderante, o mo-
timento para o resgate de pesicosa na alta to
moa maior volio e f nnelle coosolidalo facbasse ooje a 98 i/2-
Ao prego a qoe boje fecnoo o consolidado Ras
o eocoutram oa reodistas excellenle emprego
oara bb toas disponibilidades, e de certo os aoi
mari a comprar em azarar escala pota nio tem
outro (nodo qoe offareca lio boa rauda com lio
xcelleatea gario1 M.
E' de crer qu^ este moimeoto se io demoi
re e par liso oio nos caasara surprtza qas ua
prxima semana se reconqosie o par.
Houve graoie ao'imenra no rae'iad'i ooe-
tario durane a semana maniendo e eempre o
maior desafogo oara lados as ope-agO-s de oes-
cornos. Aa sabidas do ourc para c Allem^nha
e FrSgi foram imoortantes e bxcej ram as tm
portagOss deste melal de rercesas ao Cabo
Australia e India.
Na prxima semana sSo esperados no"O sop
prijjeuios que ial"es pjssa.-o psenene" as ne-
ceseHades mais initantea, pelo que o equili-
brio da si oago leveri ser mantidj.
Os negocios de descontos estiverara facei-
pl* taxa de 5/8, e nos olttmos dia d< aeor-i >a
ja se f-r. correatemente a de l/ 0.0 por 1 ff-.i
10 da afllaanca de disponibUiades p-ovenieo
es do recebimenio dos ccopo03 ao mez de Oo-
tobro.
A eveitoaliade da aaSida da laxa do de<
cont Uo Ba ico da laglaierra vol 0.1 a-ser dij
cotid ', (jaso 1 > a ezpo agio do o'O pa-a o ci n
tinenta apreseutava um as. ecto ara--gadar, ma?
tal bjpotnese. oi. ercoo'.oo a-'oih'me ito, p-I
motivo do grande B no, poaulr rerrval mo
te alm das aoas oecessidades e que embra
aoff am a perda de algons miibO^a de i.bia-
eto uj-a algama es-e facto poleri trai.toi-
oar a po gio do mercado.
Ora se o Banco ae Io.glate.va cora a taxa de
2 0/0 toacas op-fricS"* realiza de descootos,
pirjoti o eertia do I 3/8 0/0 la 'ata do in-ro-
do ine afasia a caucurrencta, para qoi care:e
de levar a laxa reguladora, ^i o nivel de soas
resalvas arada tem margam para qoa aaer de
pjesso, f si 00 mere-io.ilvre a pronna laxa
de 5/8 0/0 ao soni se maniera froaxa '.
CHaONOLOGlA
COLLECCtONADAS POR
iMelckisedech de Albuquerquo
Lima
Dia S6
1633 R:cebiMaihiasde Albuquerque urna
carta ue el iei e ouira do conde duque de Oli-
vares, arabas, agradecerlo os inultos servigos
prstalos na campanha de Pernambuco.
18SlH:ivendo chegado as decises das
corles ordenando a Luiz d-i Reg que nao ?u-
zesse obslsculos as'Ieic0;s 'os governos con
stitucionaes, lem logar nesle dia a eleigao da
junta do governo provisorio que ficou assim
coraposta- presidenta Gervasio Pires .-'erreira ;
secretario, padre Laurennno Antonio Moreira
de Carvalho: inercbros t Felippe Sery Ferrein-,
Joaquim Jos .le Miranda, t-nente-corouel An-
tonio Jos Victoriano Borges da Fonseca, ba-
Charel ..ar.oel Ignacio de Carvalho e Bento Jos
da Co E aquell ;s idadios autoras do miivim-nto,
e os que compunhatn o governo de Goyanna,
victonosus, senhores da torga armada, e mimo-
sos da populandade, que fcilmente se paliarn
eleger para a junta do govt-rn > da provincia,
determina lamente nao o qui .erara, r,em outro
algum emprego. Cada un regressou aos seu'<
engi-nhos e berdadss, ao s.-u lar pacifico, sim-
ples, e -puro, como delles liona sah lo para os
perigos, e dure/.a da guerra. O amor e os ap
plausos dos seus ConcidadOS desagravados
foram a nica recompensa dos seus esforgos e
failigas.
Exemplo memoravel e raramente visto !(!.;
Neste mesmo .lia e sera ter dalo posse ao
novo governo como Illa ordenavara as ordens
das cortes, erabarcou o capitao R.go tarretto, uliinio governador da capitana
sob o dominio portuguez.
Dentre o gran le aomerodoa que emigraram
cora Luiz do Reiro, a maior parte passaJo algum
lempo voltou de novo, provavelmente. por nio
ter se dado bem :ora os ares da patria, para
eila provincia, onde fteia aos seus principios
de idolatras de absolutismo, toinaram lugar no
pirlido que em 1829 to msoenleinente surgi
nesta provincia e ni do Ceari o qual seintitu-
Liva Columni do Himno e do Aliar a cuja
frente, como batedores da grande idea, virara-se
figurar muitos brazileiros degenerados, todos
empenhados que o rei goveruasse s-iin Iram-
bolho (2).
Entre os f.ictos qu: tiveram logar no governo
de.Luiz do Reg, destacara-so tres principa.-s :
os julgaraentos e enforcainenlos dos patriotas
de 17, a exterrainacao honorosi los habitantes
da sena do Rodeador na comarca do Bonito e a
luta linal com Goyanna.
As cru-'ldades praticadas em 1820 no Roaea
dor foram de tal ordem qu Pedro I em Seo ma-
nifest aos brazileir.5 duia : Pernambucano-
letubrai vos das foguetns do Bonito, ole.
Para molhor ori -ntiigio dos factoi occorndos
na Pedra do Rodeador trar-.scrovemos um traba{
Iho do 8r. Francisca B-nicio das Chagaa publi-
cado na Revista do Iiisluto Histrico da Per-
nambuco.
Os tristes e lamsnt-iveis acontecirasnto^
que tiveram lugar na Pedra lo Rodeador pelos
lins do atino de 8 9. mediando anlre a revolu-
gao de 1817, que'ara sulTocada pelo [Oder ab-
soluto e a de 18 i, que vingou na invicta villa
de U-ovanna, torara como que o prenuncio da
nossa independencia, que se flrmou no sempre
memoravel dia 7 de Sei.;rabro de 182!, e raos-
Iram bem claramente, que a reuniao de povos
na .'edra do Rolan lor neesel lempos tenebro
sos tinha flns verdadeirumenle p .Uticos e que
o chefe de tal raovimento, Silvestre alcunhado
Mestre Quiou, Maioral na linguagem dos 00-
turaes, nao era um simples aveniureiro, um im-
postor e salteador como se propalava nesta pro-
vincia, durante o governo desptico e violento
do general Luiz do Reg Barreno.
Silvestre nio era um impostor, quando ensi-
nava aos reunidos, que urna.santa a fallar pira
mostrar o que convinha adoptar para melhorar
a serle de um povo soffredor, loi isso explicado
depois independencia da pelos patriot-.s boni-
tenses, que esliveram era maior contado cora o
dito Silvestre. .
E qual era issa santa que a fallar para mos-
trar multas cousas otis, que um povo soffiedor
devia adoptar? Era cortamente a santa hber-
dade, era a independencia do Brazil, indepen-
dencia que or esse teinno toda a America dis-.
puta va, e para o Brazil, Pernambuco deu os pri
metros passos a cusa de inultos sacrificios.
A reuniio de povos na Pedra do Rodeador'
deu-se pelo modo seguinte : Pelo mtiadoat:
flns do anno de I8t9, quando toda a provincia
de Pernambuco nnncipiava de nove a igitar-se
re8seotila das violencias e arbitrariedades, que
praticava o governador Luiz do Rego.appareceu
nesta villa entio simples povoagao, cora um
desiacamento de soldados luzitanos, um bomem
mysterioso dizendo chamarse Silvestre e que
a sua missio era a de escolher um sitio para
empregar-ae na agricultura. Alguns das depois
soube-se no povoaJo, que o tal Silvestre tinha
escnlbido um roctiedo chamado Pean do Ro-
deador e ah estava reunindo geot* {ara que
em temoo opportuno ouvisse a urna santa qoe
a fallar para mostrar o bom caminho por onda
o povo devia seguir. Dentro d- vinte das o Ha-
rnero dos reunidos tinha augmentado consie-
ravelraente; em coasequencit do que os nego-
ciantes d povoadj do Bouilo, e com especiati-.
dade os portuguezes, temendo algum assalto
dos reunidos, pediram ao coramaod^ante do des-
lacaraento que tomasse algurnas medidas pelo
que o comnandante (era um teneota luzitaao)
ordenou por ura offlcio'que dirigi ao enere Sd-
vestre, que tizesse dispersar aqulla gente sena
demora, certo de qua, se o nao fizesse, ellecooi-
mandante- tomara algtima medida para dis er-
sar urna reunio illicKa, ale Nenhum elTeito .
produzio no animo de Silvestre o otcio doolS-
cial portugoez, e polo contrario o-numero dos
reunidos auginentava cada vez mais, a ponto de '
j haver ura abarracamento ou arrayal de casas
cobertas de palha.
Silvestre nao dispondo de raeios para susten-
tar algurnas passous desvalidas, rnulheres e me-
ninos, que com elle estavam, raandou inlimar
aoo pro'prietanos e com especia)idade aos por-
logoazea para que Ihe-man lassem, gado, rari-
nho, railho teijao e etc., crlos de que se nao
satisfizessera sua riquisigio, elle mandara tirar
a-forci de armas, e deste modo eram sempre
satiswitas as riquisigOes, algurnas vezes cmgs-
nerosidade.
Este facto foi levado ao conheciraento do go-
vernador Luiz do Reg, talvez cora exageragSa,
era consequencia do que o governador reaolveu-
se a mandar urna forga para dar o assallo aa
Pe Ira do Rodeador. Para tal diligencia foiao-.
meado como chefe o tenante-coronel Madurara,
ponuguez insolento e dadn a etnbriagez.
Moaureira parti do Recife a frente de ura
corpo de primeira linlia e tendo chegado a villa
de Santo Anio recebvu ani outro corpo de mi-
licianos, declarando sempre o chefe, que o seo
destino era para Paje, de Flores; aproxtraaa- .
do-Se do Bonito fez urna negaga, e munido de
bons guias entranhou-se pelas maltas e chegoo
ao Rodeador pelas tres e meia horas da manhi,
oividio a gente em dous corpos sendo um de
linha por elle (Madureir.i) dirigido : e o outro
corpo de niilr'ianos de Santo Autao a maior
pirte dos quaes vestidos a paizana grosstra-
menle, era commamiada por um capitao: ota
destes corpos eolrou pelo ludo orintale o ulro
pelo occidental do roi-hedo, nas quebradas da'
qual exista o arrayal dos reunidos constante d*
casas de palha.
O chefe miliciano, primeiro que Madureira,
cliegou ao arrayal, nao ae aabendo ao crto de
que lado pirtrain os prfraeiros tiros, se dos
siticia los ou dos sitiantes ; o Certo que houve
graiide tiroteio, ao qual acu lindo Madureira, a
passo de raarebe-marche "cora a'escUrido-da
noite e mtervindo rio conflicto resultou grande
carnificina entre as forgas legaes.
Os reunidos pelucos teriam soffrido, se os sol-
dados de Madureira nao livessem langado fogo
nas casas do arrayal, sen Jo victimas das chara-
mas borneas, rnulheres e meninos fizeram al-
guns prisin.Mros maior parte rnulheres e me-
ninos qne foram condolido* par-i o Recife e pas-
sad >s ;dguns das foram todos sollos por nio se
descobrir motivo algum de criininalilad. O
chefe Silvestre com alguus corapanheiros esca-
param-ssT, sendo que Silvestre foi depois visto
en G .yantis, fazendo parte do exercilo dos ia-
iipendentes, qus titnrri seus clubs na cidade
do Recif! e eni outros pontos.
Silvestre era de cor morena, estatura ordiaa-
na representan to ter 38 a4tl annos de idada,
sabendo ler e eserever, era activo, per?picti e
M1W0 era snas deliberagas-: nunca declaroa a
ninguem, de onde era natural, qual era a sua
missao.nem qUem Ihe fornecia os meios de exis-
tir; -
1883='da segunda 'Vez asume o caar
mando das armas o l"igi Jeiro AgosUuho Mar-.
ques de a>-.
(i) A. J. de Millo. Biog. de alguns poitas"
e hora ill da prov d Herumbuco.
(i) Amarul. Esc, vagues. ____
REVISTA DIARIA
rromotores publieosi O- Exra Sr.
L)r goverud >r do E-tadv), por portara de 21
do crreme, dispeosoa o b u-lian-l Manoel das
Santos Moreira do cargo e 3.* promotor pu-
iil.co d'esta -capital, remven lo, eift sua subs-
lii.uica o do' municipio do Cabo, bacliarel Fran-
cisco Pinto tle AbriU.cora 6 prasod: i5 dias
para as^umir o respectivo exerricio, e. noraeoa
para o dease, o bacharel Jos Correia de
Aiaujo Portado, que dever assurair o exerci-
co dentro de Sigua! pra'so ficando sem tSt
sua anterior nonaeacSo para o do Brejo.
Navegado de caluttngem Con-
slamlo benemrita Associacao Coinmerci*
Beneficnte. que entrar era vigor, 11 de No-
vembro prximo, a restriego constitucional re-
trente navegagio de cabolagein, exchjsvat
pan os navios brazileiros, t-xpedio ante-lioatctB.
pora o Rio de Janeiro os aeointes telegram-
mas :
Ao Conselheiro Risa e Sila.Rio.
Commercio, Agricultura impressionaqosboa-
to governo mandar vigorar iei cabotagem 11
Novembro prximo. Mannha Nacional i-isunt-
cente cnduego productos estiva. Estamos
forga safra ; prejuos ser8o enormns. i'edimos
perante governo prorogago -Associacao Ctm-
mei cial Beneficetite.
Dr. iartins Jnior. Rio.
Associagfio Cornraercial Braelicente sol-
cita V. Exc. ulervengao perante governo proro-
gago Iei cabotagem, que consta vigorar II No-
vembro prximo. Graves prejOltOS resultara
Commercio e Agricultura falta conJucgao. Fr-'
tes subiram lQ*/0.-Di:etoria.
Ministro Fazenda Rio.
Consta governo pretende fazer vigorar Id
cabotagem U Novembro prximo. Comraereie
unpressionado, prejuizo muito calculaveis. E?-
taraos forga safra ; faltando conduegao agrical-
lora soffrer. Boato j fez sabir frete eiisive-
menie. Comraercio, Agricultura esperara go-
verno prorogago le. -^sso>af Bene/icente.
Associaraonos aos reclamos da benemrita
sssociago Commercial, no sentido de ser pro-
rogado > praao para ter execugao o dispositiva
constilucional sobre a naturalisago da navega-
go de cabotagem. '
Essa prorogago, perm, deve ser tal que i '
azo fonnago de urna verdadeira esquadra
mercante nacional: o que de certo. nSo se ca-
s^-uira sem algum tomento dos poderes p-
blicos. V 1
Malla do Sul-0 paqutte inglez Ligmrtn,
procedente do R>> e Baha, fuudiou honteai ata
Lama rao depois de B horas di tarde, pelo qao
s depois de 6 e lii-horas da tarde chegaraaa
as respectivas mallas ao Correi, e depoia da*
7 horas nos veio as roaos a nossa correspoaeo-
cla.
Em vista'disso e do facto de estar j oocopt-
do todo o espago disponivel do Diari, pedimos
desculpa aos nossos leitores pelo adiaraeato,*
3ue somos forgados, na publicagao das notiew*
e que foi portador o referido paquete.
w apenas urna demora de 34 horas.
i
ILEGtVH


.
U
--
r

.

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#



Diario de Pernainbneo Scxta-taira til de Ontuhro de 18941

\
V Heeekta Geral-Lemos
d(i Rio, de t do correala
a'
Sabemos que esi^Msi .acabado iirojecU-,
du recnila geral da Ketnibi pwa M05, epnn
dtodo apeaas da re-neaaatli aifWs dadosftuius,
r:quisitados da altaaaaga a-da oulras repart
ces.
' relator do pirecara iiM*re deputado palo
Pilri, Sr. Dr. Aut'iisto- lian tsaegro ; e- a ser Mi
definitiva adoptacioo 9*11 phao pala- eomnmio,
a receita geral pura o pioainio: asercicio Acara
oreada em 267 0 mi retinto?.
A conimisso uuiorisi Kverno a cantrahi-
um erapresttmo de seta milhss aterimos, desti
nados especialmente para o resgate do papel
nioeda emttiido pelo gorerao durante a revolta.
Sendo a somma do pa|>el emittido de 83 mi.
cootos, no calculo da aiitori&aao itra a ster-
lilla pelo valor approniinado de 15*, cuntan lo-
t com a alevagaodo ct.mbio nio s pelo eff.'ito
du emprestimo en st musmo como pelo Ama
qijc elle sa destina, isla o, o resgate de forte
somma de papel inoeda.
Contina a ser fwto pela Uniao o abastec-
ment de agua para a Capital Federal,, mas
sibstituid) o svstema cas pennas pelo hydro-
metro, isto 6, haver urna laxa por litro de agua
eonaanido.
No calcula da neceita entre pelo, valor de tres
mil conios o augmento de retMa provamen*.!
dos.effeilos da deouucii do tratado com os Es-
ados-nitki da Amerii:a ctoUforte.
Quanlo loteras, sen esi r anda nada a.$n
mtivameaie asaeatado, o relator prop i a suba-
titukjo do imposto do sello pelo iaaposto aobre
o caMtal a a substituidas do actual svaletna di
fifcalisago psla Ascaliaaco directa do the-
souro. .
E' elevada ao triplo a contribuicao cobrada
nas alfandegas para as casas de caritide. E
elevado ao quintuplo, isto ,-dd-J00 relajara
id, sella as procurares de proprio puuho,
Sao havara. cobranza em ouro de dinUos
aduaneiras. As laxas actuaes nao aoffrer al-
teracaoaiguraa, excepc-ao Inta d um ou outro
g=naro qua ser incluido na tabella dos que pa-
gara 3Q C[(> addicionae:; -camo proteccao a in-
dustria nacional.
O.governo ticar autorisado a ravaras. tanas
aduanaras para englobar n'uma s Uxa
as diffarentea laxas actualmente cobradas, faci-
litando aaairaao importador os seus despachos,
que ficurao BHJeitos apraas as rubricas : dn ei
to* armaianageai capatazas. Estas duas ul
tinas terao um pequero augmento, qua s.-ra
Viia, lastrada, quer no texto, seleccao de boas peda-
leo hilaran os
Cauta !! Viiirnn-nm n. 104,
io VvdMisso aanathcu quaae publica no Es-
tado dPuri *
Arariweidos.
TrUtaai LlrtuiT le OllniintA.ma-
nn ao uojo da, na reanecttva-sede, deveca
rviinip-aw enjaaaeiabla geral us accionista des
sa roaipenliia para'tomaren! conoeciraento do
lelatiiriic e coalas da directora .Andar, e ele-
gvrin a nova d'toria e cwatDiaaao fiscal.
Club Carlos ttames -lissa ltusire so-
cieda le d amanlia o taran do crreme mez,
para o qual se atavia na.forma do eoa.ume.
Contraria de4i.. Wanedieto -No res*
pectivo consistorio funcciona, em assembla ge-
ral esas confrario, as tU horas da manba de
domuisff de 11 do- correte mez.
Operaeiies eirurjjiea*Praticaruo-se
QU'HiwpiL.ii goitxo ll as srginntes opera^Oss.
Plu Dr. Malaqmas:
Extrarao de esquilas osseos reclamada, por
fractura aoicinmiva datextremidadu inferior do
humoras.
l) sarticulagao da 21 pbalange do dedo indi
c?dor da mo esquerda, reclamada por ferida
incisa do-osso
Pelo Dr .Vniobio : >
Tres postuloinus, in.lkadag por cancros ve-
nenos epliiraosia ni flama tonaa.
Pelo Dr Vieira da Cunlia :
Extracgo di; calculo vesical pelo canal da
nreth.ra dil.ciado (telas sondas da llegar.
Ampulaco a tlienno cauterio, do grande la-
bio dimito reclamada por elephantiases
Fmetas selvasens. Do Maranho,
onde foi irapresso, veo-nos s maos um I vro
de versos assim iaUtulado da lavra de S. Xavier
de Carvalho.
Fji impresso nilidamente na typograpnia da
Pacotilha, tendo mais d; 80 paginas.
liis c e vagar, tereraos que dizer a impressao
que nos ciusouos ftaiatta telvagens cuja leitura
vaaio lazer. .
Juizo do Commereio O Uoutor Jui?.
de Direito do Coiuiuercio dar audieucia. no da
J7 Tlieutr de Oliilda Inlormani-nos que
no prximo domiago, realisa-se no tnea'.ro Mel-
pomene Olindiose. um grande < variado espe-
ctculo comieo lyrico, dedicado aoa pasaadores
de festa de Olinda.
Subiro acea as operetas A Gata Borra-
llieira-e o Sr. Chrispirn em apuros, e as can^o
.r a <_____t i ^ O .4.x Kan l'i.
ti nas te rio um pequero augmenip, que s ra meira -e o sr. ourispitu suj d|iuius>, o ^..v
rmtnensado oala suppraasao completa dos 10 aetas Locas de Gravali e So de urna nauta.
Ulll|rorew y ........ m,rao,rf c fi hars lermi-
jo addicionaes.
P090 da Panella -Ante-hontern
s 7
iit hocwda noite, sendo informado o saMete
gido lo 2- drstneto do Poco da Mnella de
que os criminosos Antonio Barbosa e Manoel
GallindoUste evnlido da Casa de Detencito, e
aquelle da cadeia do Brejo da Madre de 1>pus,
e'tavam honsh.los err,.casa de Joao Eigue'.re-
dodaqu:lle distrito, para alli se dirigi acora
panhado dos t^amles Joo Carolino de Goesi
Cavaloante e Manuel Jo*- de Campos tilho e
de algumas pracas para o fim de capturar di-
tos criimnoaos. ....
All ehegando. fui a diligencia recabida ti-
ros t e, repelundo a agressao, travou-se loeU,
da qua) MMsItTsa cahirem morios Anlonio Bar-
bosa e Jofto Figueiredo, que toawu parte na
meima lacta. lorros (iallindo, sein cassar de
disparar tiros eoulra picfisfasala, conaeguio
evadir-se. ,
Os cadveres de Barbosa e F^oeindo forara
transqoriados para o Cemiterio de Sanio Ama-
ro, Htim de wrein vistoriado,
Poram arrecariadas de ,Barbow cerede 6t>
balas, uraafaca d-. ponta, um r.dogto da nickel,
um revolver e tUgOOem dinbeiro.
Bstatistica spirit Escreveu-nos c
.Sr. Pedro .t'Able :
Perin'itti-me, rr. r*c!actor, que complete a
noticia que hont.m disteis aobre aste assora
pto, preencaendo indirecUimente. um lacuna.
que o noticiariata, com justa razo, deplora.
- Lastima elle que o lamoso relaiono rnglez
sobra a diffasSo das .acuidades raedianuuicas
na>precise qual o meto social d'onle emer-
'i-iD seus ai?ente^. .
. Jnlgo nao poler m-illnr aatisfazer a josta
curioaitade, agucada. no uoticiarista e dos nu-
merosos leitoresiteBia biano, do que trens v"Hlo para aqui .1 cnnclnsao d> nHalono ita-
liano, etabona.lo id iUao por distmcl>s sabios,
e nl83, duranu- as sesees spintas at-sisUda?.
nela-celetore meiinm Eu*apia Paladino, e pu-
b1.eado,-w Bttwo, no jorral llalin, M l'^io,
nos das 30--3I de Outubro, i~3de .Novembro
daquelle anuo :
.... Assim pois, todos os plienomen.'S
maTavilhoso- que Unhainos observado na ob-
cundade completa. 00 qtaai completa (ca ei-
ras arrasiadas frlera.-nte om ap^ssoa nell.is
sentada, toques de mos, linea, vestigios de
dedis.-elc.) njs es obtwemw, lambem, setn
nerder de vista, um s momento, o me lium.
. Tornan lo publico e.-,te breve e incompleto
resumo las nossa* experiencias, devemos anda
externar as coiimcscs seguintes :
. 1 Qua nas dadas circumstancias, nenliu n
dos phenom :bos, obudo- luz mais ou meos
intonsa, pidena ser proludo por um artificio
nualquer. .
. Que esta convicio pode ser afirmada para
a maior parte do-plidiioineaos da obscartdade
Gonspleta. .-
Entretanto ludo o que vimos e venteamos
baila, a nosao v-, pira provar que estes phe
nomenos sao bem dig ios da atteocao scieiiti
Ac,a. porquaoto visam o triumpho d urna terdide
imuMidar. ,
l.-xaadre '.ksak'iw, director do jornal
Pr.i' hischesiali-n, d;i Leipzig, conselheiro de
E la 10 le S. M. o Lnp^radorda BOi*tt.
Giovaiin'i Scl.iaparelli, director do bser-
vaiorio astronoBio de Slilo.
. Karl du Prel, dautor em pnilosopliui de
Munich, Baviera- ...
ngel) BroiFrio, profesaor de pbiloio-
phia. .
. &iuseppe Perosa, profesor de physica na
Red Escola superior d.i .agricultura di Pjr-
tici. .
h S.B. Emacort, doutor era pnvsica
Chuls Richet, professor da Fac
il.iiicina ae Par?, director da Recae sueatt/i-
Cesar Lonbroso. professor da Faculdale
de Medicina de Turira.
Bis o m*io so^al d'onle sahsm o que sa-
bem ver.
PerguncTSgora : .
3er pesaivi que sabios firtemente prev:-
Bid3.se ciosos di ana reputaco aosnaaem
urna aliucinacan collectivi ou cabas em bogal
mente n'a Pergunto mais :
Pode a auggesto mntal explicar pheno-
menca phvsicos da ordem dos observados, pir
queii sabe observar, e provocados cora mten-
co experimental, portan ;o mais surprehenden-
tea Jinda e mais girantidos do qu as uppari-
cOet espontaneas ?
Deixo ao bom senso dos leitores o cuiaiq
de responder a estas peguntas ; e ao digno di-
rector deste .Diario pego desculpi por tur
abusado da aua indulgencia. -Pedro i Me.*
Lazareto eia Tamandar. Escre-
veni-noa.
No dia II do crrante araaaneceu em de-
manda do noaso porto o vapor Laplace da
Coirpanhia Pernalnbucana.e aa 8horas se acha-
va fiiudeado, trazendo a aeu bordo os Drs. Cou-
tioho e Cunha Prea, engenheiros militares
que vinbSo dirigir ao trabalho do Lazareto, A-
cando ainda no Be:ife o l)r. Agiuar ebefe da
reap activa commissao.
O vapor foi fretado es pecialmeate para ir .1
Fernnio buscar o material ooe la se achava
para o Lazareto, porm nao obstante ser o
maior. da Companbia, me-uio assim deixou an-
da carga para oulro vazo de meDJres diman-
90 es.
\penas chegou cDmegou a descarga cons-
taudo-BO que aesle traballu lav-ra alguna dus ,
depoisdoqae8e in ciario os demais trabiltios
relaros a construego.
\u revnir.
CilamydesTemo sobra a mesa de tra-
balb.0, esse iivro de versos de lysseg Sarmen-
t, litado pelo Centro LiUarario do Cear.
espe iaculo comprar s 6 horas, e termi-
nara as 9, alini de dar terapo aos espectadores
para lomaran, o tram qua desee daquella cidade
as9ei|. .
O resto dos bilhetes acham-se em poder ao
talador do theatrinho.
Chuva aulla.
Direcco do vooio i ESE a alternados du-
saale todo o dia.
Velocidada media do euo 5,-69 por ser
guado.
Neaulosidade media 0,S5.
Botetuu do Porto
Pra-mar ou Dias Monas Altora
baixa-mar
B. M 2Vde 0tubro6 b.45 ni. da m. 1,"90
P. M. de 12 h. 55 m. da t i.-OO
Casa de Deleaeo----Monmente dos
presos da Casa de Detenco do Recite, Estado
de Pernambuco, em 24 de Outubro de 1894 :
Bxistiam....... 421
Entraeam....... 76
Sahiram.......
Exislem....... 492
A saber:
Naclonaea.....- 457
Mulheres....... 4*
E8tranueiroa...... 21
Tolal .
Arragoadoa
Bona .
oentea .
Louco^. .
Loucas. .
492
404
381
19
1
3
"04
Total ....
Movimento da enfermara:
Teve baixa :
Herculano Jos Leite.
Tiveram alta: ,
Bernardino Josde- Mello.
Jos Francisco dos Santos.
Lotera IVaeional Pele Casa da for-
tuna dos Srs. Martina Fiuia & C foi vendido o
bilhete n. 120 13 da K 14 Lotera Nacional ex-
irahida hontera o qual obteve o premio de-----
6:000H>.
Tambera foi Tendida toda a dezeua e appro-
ximacGes do referido premio.
Telegrammas retidos. Acham-sa
retidos na estacao ao Telegrapho Nacional os
seguintes :
Para Fabrieio de'Santos.
Lotera de Minas Geraes -Eia a lis-
ta dos nmeros premiadcs na 8.1 aerie da 6-*
lotria desse Estado e*'rahida em 24 de Ou-
tubro de 1894 :
13194
5 OOOOOO
Embarque 0 Sr. Cicero Brazileiro de
ldlo,embarcan 1 > para o sul. onde, ni alfan-
dega de juiz.de Fora, Tai servir, leve a geuti-
le/.a de uiaudar-oos um carto de despedida ;
o que a-sradeceraos desejando-lhe feliz ia-
Se,n- ,
t.atuniee -Um gatuno audacioso, pardo e
moco penetrou anle-hontera s 4 horas da tar-
de, na sala da frenle da casa n 18 da ra de
Santa Hita, onde mira D. Antonia Maraede da
Silva, e aproveitanlo o momento de estar easa
senhora e seus filhis BB ianmlkot e dalli lurtou
urna machina de custurus. de Singer, de mo
gaaino loi visto pas ama peoa mora lora na inesma ra, e depois
por outra pessoaoa praia do Caldeireiro.
O -Sr. sublflegiio do districto de S Jos
procura descubrir o gatuno aijn de restituir a
machina pobre viu^qne amienta qutro fl-
Ihinhos cora o producto do aeu trabalho neasa
machina.
Pelos pobres -Em satisfaco ao pedido
rn'ra convidamos as possuidoras dos carlOes
ns, t, 2, 3 e 4 a virem receber a sua quola na
dislribuico da quantia remellida, devettdo as
beneficiadas alten 1er aa pedido feito :
l'ede-se o favor de distribuir a inclusa
quiniia de i por viuvas nec^ssiladas, no lia
Jfrdo crrante m:z. pedmdo-lhrs que rezein
urna Ave Maria pelas almis de Joao e Anna.
Lucta, naorte e ferimento-Das 8
para 9 oras da manh de 2 do crrente, no
sitio Bosque, do dtstri -lo de Quipap: (ravarara
lucta Manoel Juaquim Ferreira, Joaquira u-
veu e Manuel A ionio da Paz resultando della
a morte do primeiro e o ferimento grave do ae-
iimio, que. aesdo transportado para Pesquei-
ra, aili falleceu 12 horas depois.
A aaaaa da lucta, foi ter Manoel Joaquim ten-
tado conra a existencia do camtao Candido
Sn m, proprietari > do sit;o referido, e contra
o qual disparara duis tiros, ferindo-o nos ps
Os do-as Mitras, 4 chamado da mulher de
Manoel Joaquim, aecudiram ao capito Severo
e' pasto lravou-se a lucta.
Foi preso Maaoel Antonio da Paz, que s. ti-
nlia evadido.
Caaameuio Ivil0 escri\ao de ca s-
menlos que funcciona nos nislricur, do Recife
Santo Antonio. S Jos tfosa los afflxou na
reparticao do registro, a ra do Imperador a.
75, l- andar, edital de proclamas 'e casi
mentos dos aeguintes co iirahenles.
Segunda nublicago
Francisco Paolo Falbo, natural da Italia, ar-
tista, com Mana d'Assumpco Campos, natural
de Portugal, solteiros e residentes na freguezia
de S. Antonio.
Clnaiterio aublieoObituario do dia
2. de Outubro de 1894.
Antonio Mana dOi.veira, Pernambuco, 29
innos, solteiro; P050
Tnunbio Amaro Santos, Pernambuco, 50 an-
uos, solteiro ; Gragi.
Amaro Lopes de carros, Pernambuco, 33 das,
Boa-Vista. .
Pelronilla Maria Victoria, Pernambuco, 1
aano ; S. Jos.
Jos Carlos da Silva Parahyba 30 annos, viu-
vo : Boa-Vista. _: _.,.-. ..
Joanna Maria Damasceno. Pernambuco, 49
annos, viuvo ; Graca.
Joo Pereira de Lima, Pernambuco, 43 annos
solteiro ; Bia-Vista
Antonio Martina dos Santo?, Pernambuco, 46
. annos, solteiro ; Boa-Vista
p Jos Joaquim dos Santos, Pernambuco, 1 bo-
raj'osc Manoel'dos Santos, Pernambuco, 2 ho-
ras ; Boa-Vista.
adadonro Poblie,! -Nesse estab ;leci-
mento foram abatidas 71 retes para o consumo
publio de hoje.
Hospital Pedro II-0 movimento dease
siabelecimento cargo da aula Casa de Mise-
icordia do Recife, na da 21 de Outubro fot o
aeguinte :
Elntraram ....
28078 5:0001000 2213 10*000
2J208 2:0 0o'0 4459 100*000
23959 l:0iH)*000 41183 110*000
26792 50000 9783 i00#"0o
S7925 5*U0J 12004 iU0*O.i0
5WI 2004000 13943 10040)0
66 5 WJOO IP609 110*000
26154 S00400- 21046 100*000
28)80 200*000.........
Esto premiados com 50*000 os aeguintes
nmeros
15692
17089
177*1
24i27
2G633
28.S34
289^3
2 1551
2 K66
2988
2665 l
285.4
28981
29)51
2966-1
296C8
seguintes
131
14:6
'910
5901
6634
M34
11819
136,7
galio premiados com ;i00000 os
nmeros :
1319! | 13I9| 43I96| 13'91 1 13100
13192) 13 95 | 1319/| 13199 1.....
Fsto premiados cora 50*000 os aeguintes
nmeros :
28071 | 28"173 | 28075 | 28977 | 28080
28072 28074 | 28076 | 2-(079 |.....
Esiao premiados com 50*000 oa seguintes
nucLeros :
22203 1 22203 I 22207 22210
22104 I 22206 | 22209 | .....
Approximacoes ^ ^ ^
2CO*000
|U0*IHI0
100*000
50*000
50*000
Os numaroa de 13101 a 132oO esto premia-
dos com 10*000.
Os nmeros de 28001 a 28I0J es'.ao premia-
do? cen 10*010.
Os nmeros de 21201 a2300 esto premia-
dos com 0*000.
Todos os nmeros terminados em 4 e 8 eto
premiados com 5*000.
Lotera de Minas Geraes-Essa im-
portante lotera cotre hoje 26 de Outubro e
despena a atlengo o respectivo annuncio em
outra secrao publicado.
Os bilhetes estao a venda na casa 0 Sonrio
de Ouro n\ 3 e 5 Praca da Independencia
onde se effecluam os pagamentos dos pre-
mios.
botera do Espirito Santo -Corre
no dia 3t de Oulubro a *2, lotera, cujos bi-
lhetes estao a venda na casa o Sotih de Ouro,
Praga da Indepenlenciana. 3 a 5.
-
LaeassaRne-Precia d'hygine piive et
aociale, 1 vol. ene. MSooo.
V. 'let Resume d'anatomla applique,
vol. ene. e^Kdooo.
G. Tardaeu -tude medico-legale sur la
folie, i val. ene. avec quinte fac-simtle d'acri-
ture d'alios. l-Joo >.
^iVnrta- Lejons lraeutairea de etmic
moderno. 1 rol. ene. t^oo.
Dr. Antonio de Faria-Apootamenlos
para o esludo de-climea medica. ligOes feitas,
t vol. enc.SWao.
Pnard et Abelin-GuiJe de l'accou-
cheur et le la sage-femme, 1 vol. ene. avec 2j7
Agora 2(jr4MMl.
I.ittrjet Beanjean-Dictionnaire uni-
versel, t \0l. ene. 4d>ooo.
P. Yon Traite de l'art de formuler, I vol.
ene. 3doo.
I:. Gnttinann Traite du diagnostic, 1
vol. ene. Ioim.
Dr.' nominaos Freir Recueil des
ravaux chlmiques, 1 vol. ene. I^ooo.
' Dr. C. MliuAnalyse des uries avet 74
figures, vol. ene. 5jooo.
Dr. F. de Castro O invento Abel P-
rente, 1 vol. ene. 1 >!(<.
H. FrltsehTrad clinique dea opra-
tiona obatt'iricttles, arec 90 Usures, I vol. ene.
1892) toooo.
Dr. Cli. Abadie Lecona de cliniqoa
ophthahnologique, i vol. ene. 3d5oo.
Dr. Cb. Anadie -Traite des maladies
dea yeux, avec 6i figures. 2 vols. ene. (1884)
I JIMIO.
A. Corre Traite dea fivres des Pays
chau la, 1 vol. ene tijoon.
G. Hivem -r. .. ioc8 du sang,
avec 43 figures, 1 vol. ene. 7-i'ooo-
Tera permanentemente na laboa da porta,
urna colleccio de volumes, romances, litteralu-
ra etc. 9DO ris.
L. VRAHIA ESCOLA DO POVO
DE
SO U Z A PAZ & C.
81 -RA DO llaflikALiOR81
Compra e venda livros novos a uzadoa
PERNAMBUCO
Af-
NO
smi i
22202 |
13193
<8195
28077
.28079
22 07
22"9

GALEPINO
Sahiram
Falleceu
Exislem
II
10
1
767
Vamos ll-o e iniis da eapac! eaittirjmos
U80
Desde ja :nrradac?mo8 a offerta.
Ce ia*"a Ilinatrado D'essa importante
reviH a artstica litleraria e s;ieniiflca, du pu
biici;!io quinzeflal, raifiatraaioa agradeca o
n 7 do anno I .,
Bil como sempro boa, t[uer na aua parte l-
J4ICUIII ,
Foram viaiiadas aa enfermariaa pelos aeguin-
tes mdicos: -
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/3 da ma-
nba e sahio as 7 3/4.
Or. Malaquia8, entrou a 9 3/4 da manba e aa-
hu as 10 1/2. ..,.
Dr. Simes Barbosa, entrou as 10 1/3 da ma-
nh e 8 hio As ti J/4.
r. Uerardo, entrou a 11 1,4 da manna e aa-
bio s II 1/4.
Dr. Arnobio Marques, entrou as 10 da ma-
nb e sahio a 11 3/4. ..,., t-
Di. Lepea Pessoa, entrn as 10 1/4 da manca
eaahio 3 II.
Dr. Vieira da Curtha, entrn s 11 da ma-
nha e aah-.o -s 12 1/4.
r. Bastos de ivir, entruu s 8 1/2 da
rw ine sanio as 9 3/4.
Dr. Tavares de Mallo, entrn aa da ma-
ah e aabiu s 11 3 4.
t. AjuJante do pharmaceulico, entrou as
7 da manh e sahio a 5 1.4 da tarde.
Assistente, eotrou s 9 da manh e aahio
s 10.
inspectora do districto man-
iilinollecife, i3 de Outubro de 1894
Boletim metereologico
Term eenli- Barmetro Ttnso do Btuni-
LIVRO REGENCHEGADOS DO RIO DE
JANEIRO
i.ui/ RosaImagens e visOes, 1 vol. broch.
tlasii
Dr. Irias da Silvcira -G leria hist-
rica-da revolugo de 15 de Novembro, procla-
ma^-o da Repblica, t grosso vol. ene. e llus-
trado de rr.uitas eslampas Gdooo.
Heitor Guinmraes-Multicores, coulos,
1 vol. ornen. U-iooo.
Anselmo Ribas A Capital Federal,
(impiess-- de um sertanejo) i vol. broch 4d.
Dr. Fajard.O microbio da malaria, I
to brochado.
Franya Jnior -Folhetins, 1 vol. broch.
3-5ooo.
Ve iilano de Carvalho -Tachygra-
phia, meihodo fcil, 1 vol broch. S-JISoo.
Veridi tn<> de Carvalbo-A Praga do
Rio, 1 vol broch. 3i(5ao.
Dr. lirias da Silveira-Fontes de ri-
queza, i vol. ene. U-iiooo.
Autran-Manual da justiga federal, ou c m-
pil,i(,o das leis de sua org.misago e das que
lhe sao 'referentes, i vol. '-ne. 4dlooo.
Leis da Repblica de I SUS i
grosso vol. ene. em ch igrain Soooo.
A IA varia Escola do Povo, fez aqui-
sico da importante bibliolheca de um illustre
medico, da qual deslacam-se as aeguiniea obraa
que vende por menos da melade de aeu valor
(obras quasi novas).
Aebard -Manuel de raede-
enc. om chagrain (1893)
lloras..
6
9
12
3
6
m-
t.
grado
25,'9
J,6
27,"3
27,4
26',3
vapor
10,3J
21,63
22,31
22,31
19,36
dade-
8.
gi
i
8t
76
(a O)
760-8
76!,7J
760," 18
759,-87
759,-06
le-nperatora minima 25,25
cesabrigado ao meio da.
Temperatura mxima W,00
4,0-Prateado: *V-
Evaporaco em24 horas ao sol 8-6 a som-
bra 5,-4.
Thermometro
Ennegrecido
Debove et
cine, 2 grande-
18j;ooo.
Dr. Pai Blocq -Les Iroubles de la mar-
che dans les maladies nerveuses (Bbliothcque
medcale Cbareot -Oebove), t vol. ene. 34.
Dr. Ch. Lnzet -La Chloroae (Bibliothe
que Charcot Debove), 1 vol. ene. SeSooo.
Debo ve et Reine ud La vage de I'es to-
ma c (rai-me Hibhothequ'). l vol. ene 3ooo.
Dr. Eloy de Vndrad- Tratado da
plithisica pulmonar, i F. Dutroulan -Heladios d'sEuropeas
dans les Pays c'i.mds, < vol ene. T/^ooo.
Dr. A. SlalcotDe la apermaiorrbe,
1 vol. ene. 3[jooo.\
A. Courty Maladies de l'utrus dea ovai-
res et des i rompes. 1 grosso vol. ene. 18c$>
E. Laneereanx -Traite d'anatomte pa-
thologioue, (s o i." vol. 4c2ooo>.
Dr. Cari Sehroder Manuel d'accou-
ementa, 1 vol. ene. ri-iooo.
Gazeta Medica da Bahia-4 vola.
1890 91 e 92 Sooo.
Dr. J. Grasset -Conaultations medicales
sur qu'lou>-s maladies l'requentes, 1 vol. ene.
(1693) SiilSoo.
Auvard, Brosq, Cliaput, Delpeu-
eh, Desnos, Lubet-Barbou, Trous-
seau Guide de therapeutique genrale et
speciale, ('893i 1 vol. ene. G^ooo.
Henry Thompson -Traite pratique des
maladies d^s voies urinaires et lejons clini-
ques, i grosso vol. ene IZiooo.
Tonvenaint et Caubet -Memento de
therapeutique obstetricale et gjnecologiqne, 1
voL ene. (1892) 3dooo.
Origeiis republicanas
eefuta^o ao livro do sr. dr.
fonso Celso o imperador
exilio
Pelo Dr. Filicio Buarque de Macedo
Hesutno dos captulos
CAPITULO i
Carta Sra. Isabel de Orleaus.-Critica
geral d'o imperador no exilio.Gonceitos
da Gazeta da Tarde.
CAPITULO II
Origens e tradigoes republicanasCausa3 da
fut laco da Repblica. Rformas realizadas
em pouco lempo.
CVPITLO IU
Siniheae da historia doa partidoa monarchi-
cos Forniaco e desenvolvnnenio do partido
republicano atravez nas reaeges oppos'.as sua
marcha\ excurso do Conde d'Eu s pro-
vincias do lorie. A eleico de 31 de Agos
de i889 -A armada e o exercilo nacional.
Concluses.
CAPITULO IV
0 povo e o ejercito como oa rnaiores coniri-
buintes das aspirar-Oes nacionaes Circular do
r Sylvio Romero' A legenda imperial. Ma-
nifest dos raonarchistas do Para.O sebastia-
oismo em aeco.
CAPITULO V
Aa individualidales e os fados histricos. -
Ongem da escravido no Lrazil e sjudesen-
volvimenlo. Prmeiros tratados e leis rvlativas
a abongao do elemento servil al 1831.O bi
Aberdeen e a le de 4 de Setembro de 1850. -
A le de 28 de elembro a sua desvirtuado
Accenluago abolicionista de 1884 -<88> 0
ministerio Cotegine e a reaeco escravista.
Adecretago d a le de 13 de Maio. Coolrover
CAPITULO VI
Dualismo enlre o sul e norte do Brazil.ron-
sideracOes geraesA Inconridencia Mineira e
Tiradentes perante a historia.-Sua apoiheose
-Thcophilo Otloni e a eslatua equestre.-Con-
frontaciea. CAp|T0L0 vu
A collcecao de escriptoa oo lbum offerecido
a O. Pedro.-Estudo "synthetico sobre o seu
carcter de homeui particular e ue lionum pu-
blico. Considerares fioaes.
Esta importante obra recommenda-ae a todos
que desojara aab3- o quanto custou a liberdade
e a independencia .do povo brazileiro, at: 15 de
Novembro d s 1889.
Remelte-se tranco de porte a quem enviar
5*000
Francisco Soares Quintas
EdHor
77Ra 15 de Novembro-77
Ao conanaercio
A Companhia de Tecidos de Malha
avisa ao commereio que o deposito ge-
ral dos seus productos no armazera
dos Srs. Souza Nogueira & C, ra
Mrquez de Olinda n. 58 para onde
devem ser dirigidas todas as encom-
mendas.
Mdicos
Dr. Joaquim Lourtiro medico pafte
o, coasultofio ra A Cabula o. li
-esidencis na C8 f'orle n. 5. casa oV
zuiejo, defroot" .laijireja da Caspioa
Coronel Frederico ChavesEomceo-
pathia Ilua 1.* andar.
O Dr, Lobo Motcoso d consultas en
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iioras da manba 1 da tarde. Achan
io-se fra do servico publico offerece-.**
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dromptidao para fora da cidade. Espe-
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ie senhorus e raninos.
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domingos e dias santificados.
Dr. Penetra da Siina chegado d-v
Paris; com urlica uas clnicas ae Whe-
cker e Landolt, d consultas de 1 s 4
hora9 da tarde a ra do Imperador r
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saog.
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inerva, largo do Ter?o e em seu ioa
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ResidenciaRa do Hosptck) u. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
ripto.
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O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2." tem consultorio ra
do Bom Jess n- 9.1." andar. Residen-
cia ra Real da Torre o. 29. telephone
0.366
Rotatorio ca Coinpanliia Trillios
Urbanos
INTRODUCfAO
Compete-me, Srs. Accionistas, anda urna vez vos dirigir a palavr*
para fazer o relatorio do anno vencido. Peco-vos pois a vossa attenr;ao. -
FINANZAS
Accentuou-se, como vos annuciei a ultima vez que vos fallei, ainda
este anno o desemvolvimento progressivo da receba, da Companhia ; sendo assim
o periodo que tenho de 'considerar perfeitamente urna continuafo dos annos
anteriores.
Demostra o quadro da receita e despeza um augmento na receita de
46:1758160 maior de 7:8775440 que o accrescmo do anno anterior.
para lastimar que maior tenha sido tambem a despeza cuja diffe-
rerrr;a para mais foi este anno de 85:403$58 quando no anno passado attigiu
essa dirTerenca apenas 326:3688757. ...
A causa principal, porm, de urna tal circumstancia foi a baixa do
cambio, visto que afiecta ella directamente todas as mercadorias com as quaes
surtimos o nosso Almoxarifado e snpprimos a exploraco e conservaco do
nosso material, tanto mais dispendioso quanto vai sendo cada dia maior
o desemvolvimento do nosso trafego.
Por isso vos annuncio, apezar desta circumstancia, ser cada vez mais
accentuado o nosso futuro financeiro.
Esse augmento da despeza deu em resultado, nao obstante a maior
receita, urna menor renda liquida. Foi esta assim de 35:1288402 quando no
exercicio anterior tinha siuo de 744356S900.
Tomada a deliberacao que tomastes de abrir mo espontneamente
dos dividendos at ento cstabelecidos, pela considerado de que capital em
exploraco e augmento de capital empregado sao duas cousas distinctas, com-
petia-nos applicar essa renda supprindo o depreciamento do material velho
pela aquisico do novo material, e isto fizemos consoante virificareis pelos qua-
dros demonstrativos que vos offerco em annexo.
ACCESE ACCIONISTAS
Nao desceu de 140:000 a cotaco de nossas ac numero de transferencias feitas em todo o anno, muitas das quaes por succes-
so ou heranca; e ltimamente rarissimas teem ellas sido, o que para mim
indicio vehemente de que nao tardar a se pronunciar a subida das cotacoes,
pois ha procura por parte de compradores e retrahimento por parte de ven-
dedores.
- Dando muito valor como sempre dei ao preco da accao, sjeito ge-
ralmente a alterac5es independentes do estado financeiro da Companhia, do
qual nao pode ser devidamente o real medidor, mas do qual de facto o ver-
dadeiro thermometro para as suas transaeces ordinarias, manda.a minha leal-
dade que vos diga que n'esse sentido esforcei-me por oppor'zPbaixa desarasoa-
da um obstculo artificial-. E o consegu dispertando entri os Srs Accionistas
mais descuidados a divida attencao para a idoneidade dbs compradores e as
condicoes especiaes de cada venda.
O nosso capita' nominal e de responsabildade, meus senhores, de
500:OOOSOOO e s o saluo de nosso activo em material e proprios, attinge pelo
ultimo balanco, a 536765S476 em moeJa brazileira, o que quer dizer para mim
que o valor real da empresa c hoje dobradamente superior !
_ BALANCO
Isto que vos affirmo demonstra-o o alludido balanco que a vossa con-
sideracao aqui oftereco
Igualmente vos faz vero activo desse bilanco.que acha-se reduzido a
6:1868600 o debito da Companhia Santa_Thereza e a 29 1698590 o debito do
Sr. ex-Director-Thesoureiro que eram no balanco passado, aquelle d^......
47:5978970 e este de 51:7648816; pois que, como vos -demonstra o^uadro
annexo do movimento de caixa.comprira aquella Companhia a sua promessa e
conseguir a Directora vender os bens que lhe foram entregues pelo Sr. ex-
Director-Thesoureiro.
O passivo indica um debito de 51:94483006 outro de 22:8078500 aquel-
le a Fry & Son e este a Lopes Guimares & Irmo. Sao essses dbitos os a
saldos da conta corrente que com um e outro tem a Companhia mantido ; com
o primeiro para o fornecimento de materiaes comprados, em Inglaterra, com o
segundo pelo fornecimento de carvao de pedra.
No anno anterior era de 15:7588440 o saldo a favor de Fry & Son e
era de ^2:5348090 o da conta de carvo.
A difieren.a de 36:1858360 para mais este anno na primeira das contas
exprime apenas que maior tem sido a somma de facturas c principalmente que
s nossas transaeces teem sido feitas com peor cambio
MATERIAL DA COMPANHIA
Tanto o material fixo como o material rodante receberam sensive3
melhoramcntos e aturada conservaco e renovamehto
A va permanente foi toda ensulipada.-de novo sendo mudadas granT
de quactidade de talas de juneco e substituidos milhares de parafusos e gram-
pos, sendo por ultimo substituidos os trilhos que se tem partido, para o que re-
cebemos 199 trilhos novos de ac que em grande numero esto em deposito
para as eventualidades futuras.
O material rodante fqi augmentado com mais 14 wagons novos de Ju-
nho de 1893 a Julho de 1894, sendo desses wagons 13 de 2.* classe e 1 de.i.
clase ; e todo o restante do material foi reformado sendo pintado todo o mate-
rial do trafego ordinario. Igualmente assim as locomotivas nas quaes se fize-
ram as pesadas repara.oes exigidas polo grande trafego que temos com to pe-
queo material.
Como vos disse no meu anterior relatorio recebemos em Novembro a
locomotiva n.'9 Brazil da forca da n 8 Yernambiicoque recebemos em
1890; e se acham em viagem para c as locomotivas n. 10America e n. ir
Olinda. -J '
Estas novas machinas nos viro habilitar a fazer grandes economas,
tirando-nos sobre tudo da grande dirficuldade em que estamos, tendo-duas das
velhas locomotivas fra de servico e duas outras com as caldeiras vasando e
sem assim poderem supportar grande presso. Entre estas ultimas infelizmen-
te est a locomotiva n. 7Verseveranfaque foi a primeira que jmportei e que
c relativamente nova!
DESCARRILHAMENTOS
Corneja vos annunciei no relatorio anterior, antecipando urna noticit
que n'este caba, teem sido geralmente attribuidos ao mau estado do material
da Companhia os descarrilhamentos que este anno findo se deram na nossa
linha frrea, infelizmente as vezes com intervallos de poueps das, sem que aitaz
seja isto urna novidade em caminhos de ferro suburbanos, cujas linhas attraves-
sam ruase vias publicas que esto absolutamente sob o dominio de perversas
e de vadios. ,
Em outras epochas iguaes periodos calamitosos temos atravessado sem
causar to grande escndalo a Imprensa e ao publico, naturalmente por ser en-
to muito mais reduzido o trafego de passageiros e por conseguinte muito me-
nor a somma de interesses contrariados .-- en
Nao sendo justa urna tal interprotaco reqmsitei do fc-xmo. br. ur. .
Governador do Estado a nomeaco d^ urna commissao technica que exammasse
e dsse parecer sobre o nosso material e re-iuisitei do Illm. Sr. Dr. yuestr
abrimento de um inquerito policial sobre taes accidentes para mim verdadera-
mente insidiosos, pois em muitos d'elles s calcos nas agulhas e crusamentos e
cunhas nas juntas dos trilhos os podiam explicar. jeil-i-*-,
O Exmo. Sr. Dr. Governador do Estado, a quem Ja encontr, disposto
a tomar urna tal deliberacao attendeu-me; deixando de fazel-o o Illm. Sr. Ur.
Questor por nao julgar necessano, prestando-se de boamente a com prontidao
me accompanhar com um engenheiro de sua confianca a diversos pontos da va
frrea para os quaes publicar,oes anonyuas pela Imprensa emprasavam desastres,
mandando em um desses pontos vigiar a linha pelos seus soldados.
A illustre commissao nomeada ficou composta do engenheiro-civil Jos
Antonio de Almeida Pernambuco, do engeh&eiro de pontes e calcadas A lion-
nheone do engenheiro militar, tenente-coronel Joo Claudino de livetracruz
E depois de minuciossimo exame de todo o material deu ella a respeito um
notavel parecer, que S. Exc. o Sr Dr. Governador mando^publicar pelo Harto
de ?erna>nbuao, pelo Jornal do Recife e em avulso, e no qual apenas artirmaram
os Ilustres profficionaes que, dada a concurrencia e a convergencia de certas
irregularidades que encontraran! e que sao peculiares as vas frreas em tratego,
poderiam ellas occasionar descarrilhamentos. B foram os illustres engenheiros
positivos em julgar que nio era caso para se mpor a Companhia orna suspensao
do trafego, tecendo-nos valiosos elogios e manifestando a sua confianca na nossa
administraco. ....
Para salentar bem essa concluso do notavel parecer sent ^necesstda-
de de vir a Imprensa explicando alguns tpicos do alludido trabalho da commis-
sao, que s por proffissionaes poderiam ser aquilatados ; e neste sentido escre-
vi um circunstanciado relatorio que mandei publicar a minha custa nos mesmos
orgos da nossa Imprensa e depois em avulso para ser profusamente dis-
tribuido, ,.
Estes expedientes tiveram o valor de serenar os nimos mais' ;*~~"
dos e para completar o nosso crdito facultou-nos um valioso ensejoo ri oro ^
e excepcional invern que este auno attravessamos, pois que, qua
outras vas frreas do Estado viam-se forcadas a interromper o seu traiego eiu
v
Nv

.

w **~v.*v*3*sA>*ne<***


m*m
Diario de Peraambaco Sexta-feira fcO de Outuliro de I*4
periodos maiores ou menores, e virtude de estragos produzidos pelas chuvas, vros da Companhia Dr. Joao Augusto da. Fonseca, e ao do ex-comprador Gui-
os conseguimos marchar quotidianamente com muito pequea alteracao do .lherme Brito.
nosso horario .,_ "..'..___ Aquelle foi aberto, particularmente, com o Sr. Ex-Director Thesoureiro,
Hoje quero censura qua.quer descarrilhamento da^v>a [erreade Olinda, sem audiencia minha, e s figura no activo da Companhia porque o honrado Dr.
joo Fonseca d'elle -se aecusou e por elle se responsabilisou.
O debito do Sr. Guilherme Brito, entend que n5o
s: v ao menos obrigado a confefsar que prontas sao no entanto as providencias
tomadas pelo pessoal e administracao.

r
PESSOAL
Acha-se alterado esse quadro. Falleceu o nosso valente amigo e velho
accionista, chefe das officinas de machinas, o engenheiro pratico, Matheus Fio-
rant L'honneur Falleceu o activo Inspector da linha velho engenheiro prati-
co Manoel Livino de Amorim Lima. Este em Setembro de 1893 e aqueje em
Junho de 1894. E a mesma sorte coube ao machinista Luiz Virfies, discpulo
da Companhia, e ao conductor Manoel Jos da Silva Monteiro, geralmente es*
timado pela sua lhaneza e procedimento correcto. Sendo que infelizmente foi
disida a um desastre a morte do caprichoso e dedicado machinista-
* E retiraram-se do servico da Companhia, por nao lhes convir mais con-
tinuar, o antigo chefe do trafego Joao Mendes Martins que tambem era nosso
accionista e o antigo guarda-livro;; Dr joao da Fonseca.
O Sr. Joo Mendes entrara para o servico da Companhia pouco tempo
dopois da innaugura;o do seu trafego, como conductor de 2.* classe, e por me-
recmento galgara todos os postos de accesso at o de Chefe de Trafego onde
j o encontrei. O Sr. Dr. Fonseca foi nomeado ainda pelo fallecido major Lau-
rentino Jos de Miranda e era guarda-livros para o qual todas as commisses
fiscaes da Companhia sempre dispensaram elogios pela nitidez e profisciencia do
seu trabalho.
Todas essas vagas se acham interinamente substituidas pelo pessoal
que tinha direito a accesso e idoneidade para os cargos.
" QUESTES JUDICIAES
Proseguem nos seus tramites as accSes civil e criminal que mandastes
instaurar contra o ex-Director-Thesoureiro; e obtivemos sentenca em primeira
instancia na que as propoz o Illm. Sr. tenente-coronel Arcilino de Barros
Franco, a proposito de nossa velha servidlo de urna barreira que nos fora con-
cedida pelos primeiros senhores de um terreno por S. S. agora comprado Dessa
sentenca foi interposta appellacao para o Superior Tribunal de Justica.
PARECER FISCAL
O que aqui fica dicto vel-o-heis secundado pela valiosa opinio dos il-
lustres membros da.Commisso Fiscal, no parecer que a este relatorio vem
annexo.
Alem dessa confirmadlo sobre o estado progressivo de nossas financas
essa peca, que s deixa de ser completamente justa na parte final em que faz
julgar que todo nosso material reclama substituico, traz observaces que para
bem serCm aquilatadas exigem esclarecimentos que vos devo dar.
Referindo-se a conta corrente da Companhia Santa Thereza, que lhe
fci presente, estranha a illustre commisso nao ter encontrado documentos com-
probatorios das entradas de dinheiro, a nao serem os lancamentos do caixa da
Companhia, alias jamis impugnados pelo ex-Director Thesoureiro que cuidado-
samente sempre os conferio.
Na rigorosa acepeo da palavra est n'isto realmente urna irrregulari-
dade commercial.
Mas, a verdade Srs.. Accionistas, que Gerente da Companhia Santa
nos devia. pesar,
quaudo foi necessario que elle deixasse de ser nosso empregado, e quando, ni
hypothese de nao sermos reembolsados dessa quantia, certo que tem a conta
Monte-pio dos Empregjtdos saldo muitissimo maior para cobrir esse prejuiso da
Companhia.
A falta de asseio notada pela illustre Commisso na estaco de Bebe-
ribe, comparada com outras estacSes da Companhia, exclusivamente devida
a nao ter ainda ahi sido comecada a caiacSo e pintura que do Recif partfit para
Olinda e da Encrusilhada ha de ir depois a Beberibe.
No tocante ainda a Companhia Santa Thereza os 213S 510, a que se re-
fere a illustre Commisso Fiscal, relativos a quota parte que a essa Companhia
tocou na impresso dos* novos ttulos dos emprestimos de debentures, das
quaes 6o:oco$000, por authosisacao vossa foram levantados em seu beneficio,
devo vos dizer que a falta de lancamento realmente urna irregularidade de
cuja culpa s sou responsavel porque nao verifiquei se foi cumprida na occasio
a ordem que n'este sentido dei ao Ex-Guarda-livros.
Mas esta irregularidade est j sanada pelo lanf'm ru dessa quantia
na conta do Semestre vigente.
E ha a notar a circumstancia de haver menso do debito alludido na
acta respectiva da sessio da Directora, pelo que jamis cairia em olvidio si-
milhante debito.
No meu relatorio do anno anterior e na sesso da ultma assemblea ge-
ral, conforme consta da acta, expliquei a razio do atraso da escripta, que agora
ainda mais se justifica pela circumstancia de termos mudado de guarda-livros,
encontrando o substituto o atraso anterior e sendo natural que nao consiguisse
ser tao expedito no comeco como j o era o antigo empregado.
Urna administracao, meus senhores, deve sempre ser julgada pelo sen
resultado geral, porque particularidades, que sao quasi sempre do segredo de
quem administra, nao teem valor para caracterisal-a si n3o lhe modificam o ef-
feito.
Estimei, porem, muito as judiciosas observaces da illustre Commisso
Fiscal porque crearam-me ellas a opportunidade de desvendar essas circumtan-
cias que a outros Srs. Accionistas poderiam ficar sendo pontos de interrogaco
sem resposta immediata.
CONCLUSAO
Nada mais me occorre dizer-vos, sino que se completam hoje douze
annos que para este cargo me elegestes, distinguindo-me n'elle com tresreelei-
f5es, e que tempo de proporcionardes a outrem o seu exercicio.
Digo-vos isto, preventivamente, porque sei que amigos meus preten-
dem ainda dar-me os seus votos apezar da resoluco em que estou e que fiz
constar de no> acceitar nova reeleico.
E'preciso que todos esses votos convirjam em favor de um Director
mais competente, pois acho-me cansado e j sem incentivo para aqui empregar
a minha actividade.
E' grande, senhores accionistas a gratidao que vos devo Nao me
pertenco, porem. Saccrifiquei ao vosso servico os melhores annos de minha
vida e tenho filhos aos quaes devo serias contas. Nao tereis, pois, o direito de
me julgardes um ingrato por nao querer-me sujeitar de novo a mais um trienio
Srs. ^xxbmstas
Thereza o mesmo Gemente da Companhia Trihos Urbanos, e esta conta aberta | e esPin ^ ^^ em qualquer parte ^ qug ache ter.me.heis ^
pre como um amigo sincero e agradecido
com sciencia vossa e continuada com o vosso consentimento, era prestada por
mim ao ex-Director-Thesoureiro.
E a t'udo isto presidia o proposito em que sempre estivemos, a exem
po de nosso honrado antecessor, de irmanisarmos absolutamente essas duas
Companhias que o futuro vos demonstrar nao poderem convinientemente viver
independentes.
Igualmente se refere a illustre commisso ao debito do ex-guarda li-
Escriptorio da Companhia 27 deOutubrode 1894.
JZP'iite'nto. Peieii& cfx'nwety
ENGENHEIRO CIVIL.
Companhia -de Trilhos Urbanos do Recifo a Olinda e Beberibe
RESUMO DO BALANCO GERAL DO ACTIVO E TASSIVO EM 30 DE JUNHO DE 1894
190'. 133*820
86.3755690
11.0001000
2.6008000
Aeiivi
MATERIAL FIXO
Estrada do Ferrodo Recife a Olinda.
Ramal de Beberibe .
Ponte de ferro de Duarte Coelho. .
Ponte de ferro do Varadouro, .
Linha telephonica ... .
Depsitos...... .. ...
Lodon Brazilian Bank......
Proprios da Companhia ..*....
Carvao de podra..........
Trem rodante...........
Carros novos........." .
Alinoxarifado...........
Companhia Santa TTiereza ... .
Utensilios.........
Espolio de Matheus Lhonneur ....
Caixa (saldo).........
Manoel Jos Carneiro...... .
Banco do Pernaiubuco.......
Deposito do em pregados ......
290.129*510
1.129*430
15.0008000
93*220
183.316S003
225*000
142.5368820
38.8948873
42.702*344
66.1868600
4.1588840
308000
1.295*210
29.1698590
,24.0528620
9288581
839.8488644
Paasiva
Directora............
AegSes prefeeenciaes........
Acces obrigatorias.........
Monte Pi os emprogados......
Fry & Son ;.........
Juros de acopes preferenciaes .. ,
Dividendos............
Oredores geraes ..........
Lopes Guimaraes Irmao...... .
Juros de obrigaces preferenciaas. ... .
Lucros e perdas ..........
Capital :
Valor de 2500 acces a 200*000.....
15*000*000
16.4008000
167.0008000
2.6868210
51.944*300
1.508*004
3.542*000
4.679*340
22.8098500
6.0378540
48 2418720
A Commisso Fiscal, tendo examinado o balance, contas, e livros da
Companhia, e bem assim visitado o Almoxanifado, e petcornido a linha em
toda a sua extenso, vem dar-vos- conta da sua tarefa.
A receita da Companhia no ultimo anno social de 1. de Julho de>
1893 30 de Junho de 1894 foi de Rs. 3i3:oo2$690, inclusive a receita
eventual de Rs. 2:8964950, resultado esse que confirma a progreasao constante-
das rendas da Gompanhia, as quaes excederam de Rs. 46:i75$i6oas do'anno
de 1892.a 1893.
No mesmo periodo por nos examinado as despezas subkara.a. Rfe..
277:874$288, com as eventuaes.de Rs. 2:495$200, cifra bastante elevada.,;mas
que na realidade corresponde nao s imperiosa substituico de grande' parte
do material fixo e rodante, como tambem ao augmento do custo do combosti-
vel e dos ordenados dos ernpregados dai Companhia.
Do confronto da receita-e da despeza resulta, pois} unx. saldo de
Rs. 35:i28$402.
Da conta corrente da Companhia de Santa Thereza que foi presente
Commisso verifica-se ser ella devedora dos Trilhos Urbanos de Rs...
66:1868600, que reunidos quantia de R6. 213*510, que aquella as
despezas com a substituico de debentures nao lancada, perfezem a impor-
tancia de Rs. 66:400$! 10, ahi, comprehendidos Rs. 6o:ooo$ooo do emprestimo'
em debentures emettido pela Companhia dos Trilhos Urbaaos...
No exame da referida conta corrente, a Conrmissao teve ^ae cingir-se?
nicamente ao sen confronto com os lancamentos do livro caixa relativamente
as entradas de dinheiro no i." semestre, e isto por falta dos documentos-
comprobatorios d'aquellas entradas e do borran decaixa do ex-thesoureino**
Notou a Commisso que figuram indevidamente no activo da Compa-
nhia dos Trilhos Urbanos as duas seguintes verbas:- iv i?532$875
de adiantameato por emprestimo ao ex-guarda-livros Dr. JoSb Augusto da
Fonseca,. e a outra de Rs. 4068570, tambera proveniente de adiantamento', por
emprestimo ao ex-empregado Guilherme Britto.
No Almoxarifado, pelo que foi visto; parecen Commisso achar-s-
tudo em ordem. O mesmo, porm, nao podemos dizer de algumas estacoes,
onde notamos falta de aceio, notadamente na de Beberibe, que requer at
reparos urgentes.
Smente no dia 22 do corrente foi dado Commisso o exame com-
pleto da escripturaco do anno decorrido, por s ento acharrse ella .ultimada,
irregularidade essa que convem evitar.
Dizendo-vos que as contas, salvo juizo voseo em contraria, merecer a
vossa approvaco, a Commisso julga poder tambem assegurar vos que conolu-
da a forcosa e despendiosa substituico do material fixo e rodaite entrar a
Companhia dos Trilhos Urbanos no periodo de dar-vos vantajosos resultados.
Recile, 24 de Outubro de 1894. 1 '
e^ManoG ^J/oaquim de *J$nUacG jSSiifict.
PLBLIGlOBS 4 PEDIDO
sao, iaculcando-se amigo, nos susteata-
va docentemaute, nao sei ve 4 sua ensta
ou do goverao.
Instaunram-nos um monstraoso pro-
cesao, Bob um inquerito feito sema nossa
presenfa, no qual depoz o mesmo admi-
nistrador da. Detenc&o calumniando nos ~
339.8488644
500.0008000
839.848*644
()
Oompankiu de Trbmi Urbaaos do Recife a Olinda e Beberibe
Transferencias de AccOes no periodo do 1/ di Julho de 1893 a 30 de Julho de .1894
1893
Julho.
Agosto
>
*
Slmbro
*
Novembro
Dezombro
>
>

>
>
>
Janeiro
F3vereiro
>
>
17
10
21
25
28
2
19
6
4
i
11

12

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23
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16
20
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23
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17
23
9
18
6
POSSUIDOKES
ai
O
2
D. Emilia Vianna Guenn
Manoel Soares Pinheiro.
D. Emilia Vianr.a Guenn

D Francisca de Souza L' Christiance
Dr. Estevaa Cavalcante de Albuquerque
Jos Goncalves Matins. .
Joo de Oliveira Leite e Souza
Joo Soares Raposo
Manoel Mediros ....
D. Maria Guenn de Miranda .
> *-
D. Francisca Lina da Cunha Porto
*
Joo Soares Raposo .
D. Maria do Carmo V. Costa
Manoel Joaquim Baptista
> >
I). Joanna A. Michado Perto.
D. Leopoldina de M. Pacheco.
D. Maria do Carmo V. Costa .
Manoel Jos Carneiro .

>

D. Francisca -Lina da C. Porto
Adriana Rodrigues da Costa
Alfredo AugustfiM. Porto .
Joo M. Maria Leroua .
D. Antonia Maria do Corpo de
Joo Mendus Martins
Manoel BaiptistBido Nasciraarto
^Francseo Augiito Pacheaoi
us Nascimento
3
15
2
3
30
5
1
36
5
5
1
1
3
2
5
25
5
10
14
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6
2
16
5
5
8
20
20
6
3
6
25
326
PARA QUEM TRANSFERIDAS
Manoel Goncalves Agr.
D Marcolina Theodora da Silva Pinheiro^
Manoel Goncalves Agr.
Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
Visconde de Campo Alegre.
Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
*"'.
D. Clotilde de Oliveira e Souza.
Alpheu Soares Raposo.
Antonio Ignacio do Reg Mediros.
Dr. Ermirio Cesar Coutinho.
Dr. Antonio Pereira Sim5esi
Jos Estanislao da Cucha.
D. Francisca Maria Ferreira.
Jos Alfonso de Araujo.
Dr. Antonio Pereira Sim5es.
>
Joaquim da Silva Carvalho.
Alfredo Bapiista de S.
Thomaz Eduardo Andr Comber.
Joaquim da Silva Carvalho
Thomaz Eduardo Andr Comber.
Hsrbert Caries Fi Combar.
Dr: Manoel Joaquim de Andrade Lima.
Maneel Joaquim. Pessoa.
Jos Domiugues Maia.
Joaquim Jos Martins.
lOfOscar; filho de Joaquim da Silva Carvalho.
Herdeiros de Joo Maria Lsrotre;
D- Livina Correia de Abneida Cunha.
Thomaz Comber.
D.
Dr. Cosme de'S Pareara.
O Dr. tntnuio Borge* da Fou-
eea
(Continua$o)
D'ahi a pouco eint > um grande movi-
raento, grande desordem. E' Porto que iof* oemnU,. pr orian da p >licia.
tem rompido o pova, subido a escada, Quando o soubemos dispenaei o obse-
dado um golpe de espada em Burgas quio de nos alimentar, e mandei vir a
pela cabeca, que nT lhe cortou o crneo comida pra n de minha ca. Um
porque o chapeo, da copa altn, o defen- amigo-Hnriqn Saraiva solicitou de a-
aeu em parte Oa mimaos e ffiaiaes so- tros, auxilio para esta fian
bem sustentando Porto, e accommettem Quando o ieridos .podaram eran scol-
a Ulbos os filhos de Borges,. Beato' e tados por grande-for9a para a raladas
Candido. Borges cahe, quando ia pe- audiencias, porque o pqvo se aglomera-
gando no puaho da espada por que Bato- ?* na'casa, e a porta ena roa.
Rsqueremos para mais de duas veze
ordem toiiabeas-eorpus, negada a princi-
pio, e coucedida a todos por. empata, con
excepcao de Borges qne, sendo cunhade
Livina Correia de Almeida Cunha. "^
to o punha pan traz, para ivral-o.
Todos os que estavam jantos de Bor-
ges foram tal hados. Barges pode levan-
tar-se e foi sendo levado de rojo a esqu
na nordeste da igreja, cahiado e levan-
tando-se, cando estendido entre 1 urnas
grandes pedras da -constnieco da igreja,
Nada d'isto sei do principio que foi tuo
em um momento, e minha vistt estar
interceptada de Borges pelo povo, o qual,
saltando da calcada,, nao o podendo faze-
rem todos de urna vez. Liapa a calca-
da, j nao vi aais Borges onde est'ava,
mas aim subindo a escada diagonal me ate
em direcc&o a mim, urna fila de soldadas
officiaes e msicos, estes ltimos de es*
padas denembanhadas e aleadas, e os sol
dados de bayonetas caladas, de um em
um e em marche-marche.
Contei-me morto, nao que rendo sal tari
a calcada, uSo o devendo fazer, toado
chamado o povo quelle empreheudd-
mento patritico. Fia oracilo, nre ea-
commendando a Deus, e cruzai oa bracos,
fitando o soldado que vinha adianto. Elle
nlo tocon-me ; passon w minha esquer^
da, e foi ao canto da igreja, no lagar
deacripto, e foi quando o vi.
Pareceme que foi defendido pelea pe-
dras e pelas propriae armas ^quer erara
muitas. N2o olhei mais e 's para a fila
que suba sempre, passando por mim, e
tomando aquella direccSo.
Deixou a tropa de subir &t escadas, e
passava por junto da calcada eoai direc-
c&o ao nascente. Olher para onde esti-
vera Borges e nao o vi mais alli, pois o
lado para onde se diriga a tropa, e o vi
todo lavado de sangue a 50 bracas de
distancia.
Salto entao da calcada e dirijo-ma para
la. Esta va Borges muito-- ferido. na ca
beca e em outros pontos, como os filhos
e presos com outras pessoas.
0 coronel Seve commandaiite do bat
lhao, estava a cavallo junto deiles, como
tambem o Porto, de espada desemba-
nhada.
Pergunto ao Seve poique estava B/>r-^
ges preso ; e Porto levantando a eapada
para cortar-me diz : Ainda fallas
patife I Seve mettendo o' braco para
amnarar-me, livrou-me do golpe.
Chegou o chee de polica a cavallo,
v;ndo da fortaleza, donde cvfrtmandara a
acfo, e manda que se condasam aquel-
las prezos p ra a Casa de Detenyao 4 e eu
perguntei-lhe se tambera estava preso.
Nao, respondeu-me elle.
Nao me caba iiem os outres presos e
fridoe en para minha casa. Teria ne-
cessariamente de ir continuar o meeting
Seria necessariamentv cortado e tal vez
morto; respondi-lhe: Mas en vou
continuar a fallar. E da certo ira,
se me deixam solt. Livro'i-me Pinda-
hyba d'este perigo, dando-me 'voz de pri-
z&6
Fomos para a Deten^ao eiooltadoa per
todo o batalhao e pala' pelicia toda.
Pelo trajecto eu fui. acensando eta altos
brados, o chefe de poficia Pmash5rba.de
do desembargador Assis, nao vetou esta
.a seu respoito.
Solt eu, depois de trm -msz com o
outros, p rticipei a Borgas que ia prose-
guir aoe mettinga da propaganda, e elle
com espanto extranhou este proposito,
dizendo-me : t Sera miin ?
Annunciei a reuni&o para o pritceiro
demiogo, e concorreram a ella nao maia
de 30U a 400 pessoas.
Convdei-as para irmos aaudar a Bor-
ges por fura dos muros da Oetencao, e o
fizemos, dando muitoa vivas, tendo se-
formad o a guarda.
Chega Silverra Lobo de presidenta a
manda acabar com.o monstraoso proeee-
so, nos despronunciando, e foi solto Bor-
ges-
Tiiiha *eb visitado a Silveira Lobo,
como contemporneo da academia, e fi-
eos dopois mal satixfeito commigo por
que, sendo elle presidente, nao tive p*ra
com a sua pessoa a atteoyao da acabar
com aquella agitaco e maltrat tt-naa-na
ausencia diante de pessoa que trouie o
propos.Ul recad, a que respond no mes-
mo toro.
Continuando eu com os meetings, en
tendeu-se elle com sea tio Borges, o qu*
vim a comprehender percebendo conta
este ia dirigindo para outro assumpto a
propaganda do commercio a retalho.
Snccedeu que se ia proceder a eleica
e era Urbano Sabino, liberal histri-
co > candidato pelo primeiro districto.
Tinha-34 de proceder primeiramente a
eleicao de eleitores.
Os historeos (Iiberaes) fizaram allian-
5a com os conservadores, todos em oppo
sico ao governo da liga-progresso.
A tatica pois de Borges combinada
com o sobrinho era' desviar do con mer-
cio a ratalho os maetings, para a propa-
ganda contra a candidatura de Urbano
de que se oceupava B rges exclusivamen-
te em suas arengas. Quando eu lha no-
tava como iamoB mal assim, responda _
me que a propaganda do com va feita; que o que era preciso agora
era combater a candidatura de Urbano.^
(Contina)
A tGdzeta da Tprde
Nada psior para a vida de um orgao de pu-
btieidade, do que as falsas posicOes, as oppesi-
cOes ytematicas, que auasi sempre accarre-
am cootradiecOes reveladoras demos iottn-
tos, e conseqnentemente o despreso publico:
0 qu ahi deixamos dito applica-ee perfeita-
mente ;i Gwela da Tarde.
Nin^enr coalesia que essa folha, orato do
pseudo grupo poltico do Dr. Marlins Jnior,
tm-se collocado sjstemalicaujente em opposi-
Qo ao GoVemo do Estado, "devido falta de
experiencia ou de ama segura oneataco dos
negocios pblicos por parte da maloria a, diga"
mos tudo, da totatidade de 30a redaccao-
D'ahi os saos desvarios, d'ahi as anas opt-
nies ahsurdasfe contradictorias que acabavaca
por fazeJ-a|cabir em completo descrdito.
N9o declamamos.
*tattoa'de'ha^er tertado mator""Borge, ^^^^tJ^^SSS^SSL
da Fonseca Toman toBteraiaira*.
Os-ferimentos de Borgn e dos dotrs fi-
lhos -foram curades ; mas- Borges foi de-
fiuhando sempre, at que d;ia4o morreu,
ikr> qa*,,jL.j. __.m- .ia v-3-iuu M"''_'rauamainos^wjnr unos os
e ofilho Bento des* .entio/e anda haja .ttnJ d8 ^^^tean ctva-- esatetra reama
soffre, assim come o Caodidt de trad ccOjs gloriosas. eete Na Deten9ao, o admiaist rador da pri- l ^te das rnegmasiradcoM:
a&M ojm o artigo que sob a epigrapM Dv*gia
pnblicaaias nesle Diario, a -Giraate traecre-
ventfo c periodo inicial, duse :
0 primeiro periodo incoattstaveltaaaM o
prograrama por os.tracadoe yara iroaHaaca
do qual. trabalh.'imos com todos os estorco.

-f-



4
Diario de Pernamimco Sexta-feira 9G de OiimIh'o de 1SP4







:,<-

IBI
Na soa affectacao requebrada, .
fuioie"0 actual momela poltico de Pornam- |ridicula, esse orgao de urna P_"IM.ca f^^ecom-
O dosso periodo, a que ella se refere, " momento poltico de Pornam-
Sui-o esi to los os das i reclamar a attengao
es onforcos dos homens bera rntencinoados
denle Estado
li primeira uapressao que vemos, ao termos
a referida Gazeta., f j (|ue esta aflnal aban-
loaar a opposigao systematica e irrefiectidn
fela ao Gou'-rno. '.Mas, logo nos convencemos
doimgano, foi que ella chama :de immigos da
airia aos defensores do actual Governo, e re-
cluaa para si as boas intenses.
Mas quem tem boas intetices nao defende
principios subversivos da ordem. ) a Gs
presumida e
m-
mao
poicao, na sua nesota arrogancia, langa
de todos os recursos anda o mais abominavels
para fazer germinar a sement da anarctiia que
atirou audaz no seio da socledade.
K 6 tal o seu desplante, que suppon io par-
vamente escrever para u a Gaztta niio teve escrpulos de escrever o se-
guinte :
A torga federal, apparecendo n aquella noi-
te fatal, cumprio o devar que' Ihe e impasto
pela Constituido, no S 3* do 6 1ue.diz de-
ver ella intervir em negocios do Estado, para
a _-
teta mesma, em seu editorial de hontem, quem assegurar a execucao **' ........ -.
deiza ver c arenle qua a su. posico na po- At a Constituigao Federal :i5o escapou aos
K do Es ado nao determinada por intentos 'botes da calumnia desses peralv.lhos polticos
nn'ires e natriolicos. Esta Coosiituigao diz o seiruinie : Art. 6
Pfc edictorial, sob o rotulo A to^a federal O Governo Federal nao Md.rt )* "J-
- gocios peculiares aos halados, salvo. &
l'ara restabslacer a ordem e a tranquilidade
nos Estados, a requisigo dos respecl.vos Uo-
vernos.
Se a Gazeta quer referir-sc ao tao decantado
direit de r.moiao, este direito araodo nao
s pela lei fundamenlal da Repblica como pela
Constitukao do Estado, e ambas a delinem o
ajuntamenlo licito que lenha por fira fazer re-
presenuges a autoniade, ou outro qualqu;r
lim, mas sem desasoce^o para a socwdade e
com previa participagao respectiva autori-
dade.
A Constiiuig&o nao protege os ajuntaraentos
que leuh un por im alarmar a populago com
arruagas e fazer manifestugas boslis aos Go-
verno da Uniao e do listado.
Xingnem ignora que as festas preparadas
para a recepgao do novo iiolo da Gazeta dis-
e os depuUdos barbosisiis. referindo-se a urna
serie de artigos publicados na Capital Federal
pelas amigos do honrado Gcvernador do Esta-
co, contra aattitule- assumid aqui, na Capital,
pela torga federal na noute de 5 do correle,
uando, na phrase coloss lmente falsa da Ga-
t?ta, toda a populago ordeira e prcilica se v.o
jUBea^ada em sua.vida <> em sua propriaridade,
par aauelles mesmos a fuern co*ria a obriga-
eio de garantil ?, diz : Os cupertinos-
bTm tem nenbuma razo. A torga federal ap-
' parecendo naquella noute fatal, cunipriu o de-
ver que Ihe imposto pela constituigao no S 3o
o art. 6' que diz dever ella intervir nos neg-
. cos do Estado para assegurar a execugao
das lei. .
Sem querermos entrar na queitao de saber se
de fado houve, na referida noute, intervengao
i torga federal, basta-nos, para o fira que te-
mtis em vista, apreciar a doutrina que a Gaze-i farganam mal o trama funesto de DOMiiiMr,
la sustenta as pala vras transcritas. por m^o de discursos violentos e motins, ao
A folha a quem respondemos achou muito ra- G iverno do Estado que prendeu o acelerado
soavel a intervengao da torga federal para manttr tribuno que fugio aperlado na cmara n'um ci-
a ordem que segundo cliz, eslava alterada; e ticlo de loaca cerrada petos fl jrentes <
Era ess'a intervengao ci la o 3.* do art. 6. da
lOstituicao.
Knlretaoto a citagao falsa, e nao encobre os
ao intuitos da Gazeta.
O art 6* S 3.* da Constituigao Federal diz:
O (overno Federal no podar intervir em ne-
gocios peculiares aos Estados salvo 3.. Para
jelabelecer a ordem e tranquilidade nos Esta-
dos requisifo dos respectivos governts.
Ora, est fora de duvida que o honrado C*o-
Ternador do Estado uao requisilou (orea federal
em a referida noute de ll, urna vez que com a
me di.ponhe podia e poude manter a ordem.
Logo, a intervengao da torga federal *lB.ittin-
o-se que ella se tivesse dado nos termos da
azela seria indebita, a at urna violago do
art. 6. da ConstituigSo Federal.
?ao precisamos ir mais adiante.
No caso de que se oceupa a Gazeta a nter-
liigo seria simplesmi-nte illegil, tendo anda
a grande inconveniencia, de firmar um pessirao
precedente.
Sio to claros e expresaos os termos ao ari-
4 g 3." da Constituigao Federal que a sua ap-
ptioagao ao caso figurado peia Gazeta s pode
jtrellar m f- E foi o que se deu. lanto assira
o.} referindo-se a ella, a propria Gazeta tran-
screveu as palavr.s de oulros dispositivos da
sesma Constituigao.
Eis ahi o que sao os jurisconsultos no ur.
Marlins Jnior : fallara serapre em le sem co-
ah,:eel a, nem corapreherjdtl-a e sao serapre os
secs mais audazes infractores.
"Falsos apostlos.
Recito, z* de Outubro ie 1894.
Cwt.
\ilSoa !
A Gazeta da Tarde, na febre do desespero,
na allucinagao do desp'eito e no paroxismo da
jeira, enche quolidianamente as suas ce-lum-
ias de artigas replecto de maledicencia, no
snu:to desgragado de crear embaragos a cri-
eriosa administragao do Exm. Sr. Dr. Barbosa
Licoa, que pelo seu carcter essencial e fegao
preeminente na poltica do pas a dentifl-
eacao com todos os successos e gloria repu-
Wic.nas pera que elle .em contribuido e que
tem exaltado e propugnado cooslanlemenle.
CbmiKRnft
rectos republicanos. A Guanabara e Brico
Filbo, os quaes pulverisaram os estratagemas
do tribunj embravecido acossado pelas galeras
que cuspiram o ridiculo sobre o seu discurso
de mais que patavina rusticidade.
Nmguein ignora que o carnaval preparado
por esse partido era um aciote ">o benemrito
marechal Floriano Peixoto que inflingi o jU3to
castigo aquello que como Luiz XIV pretenda
synthetisar o seu systema poltico na mxima
cezaristao Estado sou eu.
Em laes circuniatancias o honrado governa-
dor procedeu cora max'ma prudencia e corree-
gao evitando as arruagas preparadas para des-
prestigiar o principio de autondade.
Ms, a Gazeta que se dbale como Prometheu
encadeado pelos grilhOes da Borla ou se con-
torce como Laoconte enroscado pMas sirpentes
do desojo simula desconhecer aquillo qui lodos
sabein e curva o joelho callejado ante o hroe
da tarde de 22 de Jullio de 89, quando uioguem
sonhava a queda da raonarchia.
A attitudeda Gazeta que nao deu ediegao no
da da chegada do Sr. Jos Marianno para to-
mar pane no festejo efectuado a custa do di-
nheiro extorquido ao cnmraercio, n dena
mais duvidas sobre a sua allianga com o chef
dos caudilho.
Todos sabem que a Gazeta que se calcina no
togo de sua indigoagao enlregou se ao Sr. Jos
Maria que ainda o anno passado foi processa-
do pelo Sr. Marlins por haver na Provincia in-
juriado a est Cjm os epilhetos os mais tor-
pes.
No trasloucamento do desespero a Gazeta diz
que os depulados amigos do governo toram
eleirs custa de inmoralidades e violencias !
Ainda est bera vivo na memoria do povo o
prtocesso eleitoral de !' de Margo. Se houvesse
amais leve pressa-i, o indicio mais ligeiro de
violencia, os autonomistas nao teriam na capi-
tal vencido a eleigao e esta no tena corrido
com aquella indiffereaca do governo de qne to-
dos se lembram.
Fallando era immorahdade esquece-se fcil-
mente a Gazeta de que a entrada do Sr. Mar-
lins na cmara devida aos 2dO votos fraudu-
lentos de Muribeca, cuja conia ainda nlo apa-
gou-se da memoria de lodos que amaldigoarara
Bol^a Cmaaerlal do leruaii-
buco
na^eti ornen da t:*ix. ao1 corbsctoiks
Praca io Reeife, i ie Uutabrj ie 1894
ArcAes lo danro-Popular do v^lur realizado
ie lOJOJO a 11*530.
Camoio sobre Landres a 90 div II 3|* por If
id Banco.
N, Bolsa venderam se :
100 acc5es do flanco Pupilar.
O presideote
ofi Piolo de L-moi.
O secretario
42 io dio Leonardo Rodriguen.
CMBbi*
Praga do R-'Cife
O Bancos abriram com a laxa de il 3/4 *
kre Londres, conservando se esta taxa a. ao
kchar, apparecenlo poneos tom dore?.
Letras particulares fiz^am-ae algomas trans-
e;5asa9 7|8ea9i5|i6^
totaces de gneros
J*ura O aancul'or
Astucar
dinas aor 15 kilos.
Crietalisado por 15 k;los .
firaoco, idea, dem.
3oon:nos, dem, dem .
M^iicavado, dem, idex>. .
Bruto secos dem dem .
Broio melado, dem, dem,
ftetame, dem, dem
Para o interior
Ptolomy
para Rio da
6*400
I
6*000
i*iK)0
3*000
2* 10)
1*700
l*:iJj
6*600
6*5 0
6*5"0
4*200
300
2*6 i0
2*20
1*6 JO
Sem negocio.
Algodo
B
(I
pipa de 4S0 litros 265* vend.
Acuanlente
Por pipa de 480 litros l* nimlnal.
"ii'ai
Seceos salgados na base de l kilos
ttnda.
Verdes a 400 ris, ooxln.l-
Oaraiistna
Cota-se a.20* por 15 io*.
660 ris
1*1
5o h.
fiMLLl DAS KSTB4')48 OB A88DCAR S AL-
CruoXo
Mez de Outubro
ai*
<\ soj-
a go
dao
Saceos Saeca*
Barcagas .
Vapores
Aniroaes
Biilrada de Ferro Central.
idflm de S. Francisci.
idsm do Llmoeiro.
i
:;
22
24
2
23
23
20
3.26!
5T0
9.0
337
61990
160
2563
624
60i
657
4(41
Somma
13130'J 10195
.pini^ao
Heclfe, S5 de Ooionro de 1894
iara o exie'ior
No vapor Ingles .Ciloridge, para New-
T.irlt, carregoo : ...,.
E. Kaho, 38.V.30 pellos de abra e 7,120 ditas
diicarneiro.
No vapor i'igle Mary, para Nevr-Yjrt.,
airresaram :
Poblman & C. 3.000 saceos nam 215 000 kilos
d-i assncar masca vado.
Mello Vello>o, 2.0)0 saece c-m 150 003
i Jos le assncar masca ilj.
fio pataca portocufi Timbre 2-, para
Lisboa, carregaram :
A IrmSos k C 300 lieos com 2.,500 kilos
4* ?"c.' mascavado.
rto vapor inglez
a_e.rj, carreearam :
S. Gatma-ae & t, 40 p'.oa com 18.749 11 ros
de elcoul e 50 dius con 23,608 ditos .de aguar
dente. .
ou paobia de Euva, 500 saceos com a-ini a
iie m .n J o -u .
H. Borle ^s C, 100 sac:as con 15 516 kilos d
i* oao.
R. F. de Carvalho, 12 060 cocos froda.
J. aa Cosa F. reir 5J pipan com 13 I6 li
iros de agurdente e 10 duss com 4 937 ditos de
alcool.
f-tt Visto-la. carregaram :
V. Alee C, 40J saceos com 2* ,000 'los ae
assncar masavado e 100 barra tom S.OuO litros
Je agaardeote. ____^
Uompaobia de Estivo. 100 bsrrii com 9.000
litros le lrdente e i lalas com 180 kilos de
asacar retioado.
Ho napor n cional Uaa, para Ceir, car-
reearam : ..
P. Oroeiro C 5 pipas com 2,100 litros de
graxa. ,
Na blate Barroso-, para Mscao, ca-^egoo :
Urbaoo M. aa Coet, 2 harricas cim 195 kilOJ
de assa:ar braocoe3 ditas com 261 dito* ae dito
red ja io.
Para Mosjr6, carregaram :
A. C Moreira Das, 10 caixas som 50 litros de
genebra, 6 barris com 150 ditas de viooo de
faDipabj e 4 ditos com 150 dnos de licor. /
C. L*mas C 10 caiaas com 230 kilos de
sabo, 2 oarrlcas co 150 altos de assncar m.s
cavado, 1 ba-ril com 45 litros de vinagre e 4
caixas com 34 duoi de genebra.
Na hiate Adelina, para Macahib, carre-
goo :
M. J Pessoa 20 barricas com 1,200 kiios de
assncar reBoaoo.
Na'barc.c-1 D. Slnb, para Natal, cine.
roo :
rDano M. da Costa, 3 barricas com 235 kilos
de assacar uraoco e l dita'com 70 ditos de do?e
Na barcaga Hosanna, para Villa da Pe-
nba, carreearam :
Marques S Sauza. 5 caixas com 18 litros de
cogaaT 2 ditas coo 16 ditos de cidra e 2 ditas
cara '8 n'o' de vermootn.
No- vapor allenao Capna, para Sanlose
saceos coi 99,000 kilos
200 saceos com 12,000
carren-rom :
P. Aives*C.. l,f0
de assncar Or.nco.
M. de Uliveira Mala,
kilos fe assncar branso. .
P. Carnelro fcC, 10 ploas com 5,579 litros e
alcool e 578 saceos com 34,684 kilos de-assucar
braoco.
Para P.o de Janeiro, carregaram :
P Carneiro 4 C, 500 saceos com 30.000 kilos
le asiucar braoco.
P. da Silva Basto', 1,000 sac o c:m 60.0O/
kilo' de asssncar mascavado e 170 di os com
10 200 ditas de dito braoco.
G de Maltas Irmao, 75 saccas com 5,625 kilos
de algodo.
A. Cona 4 Finia, 151 saceos com 9,060 kilos
de assncar ma caveado e 523 ditos com 31,380
ditos de dito braoco.
No vapor logles Danube, para Santos,
carregoo :
M. oe Oliveira Mala, 1,900 saceos com 6Q.0C0
tilos de assncar braoco.
no vapor Ingles Lelbnitz, para Sintog,
carreeoo :
M. de Oliveira Mala, 300 saceos com 13,000
kilos de assncar braoco.
No vapor francs Ville do Ro.'anc, para
Sanio-', carregoa :
i. T. ..mero, 1 000 saceos com 60,00: kilos
de asi-ocar mascialo.
nu vapor nacional Placel;, para Rio de
Jaoeira carregoo :
U. A. Borle 1,050 saceos com 63,090 kilos de
assncar braoco e 1,150 ditos com 75,7tO ditos de
,ito mascavaao. ..
No vapor alienao Coritiba, para Rio de
Jai eiro, carregoo : ,. ftnA
U. de Oiveira Mais, 400 saceos com 14.000
tilos de assncar braoco. _
Na vapor nacional Ilanema, para Pelotas,
carregoo :
Compaobia de Drogas, U volames com me-
dlcam oto oaciaoal.
para Santos, carregaram :
J. C. de AraojO, 6 caixas com 360 kilos de
E*.''J. Ba'trto I'dbSo, 400 acco: cot l\ 000
aquelle que proclamando-s? impolluto teve a
raqueza imperdoavel, movido pela sua enor
mnima vaidade, de cupplicar aos inlraigos o
auxilio que valeu-lhe a cadeira que o impedir
de erguer a fronte sobranceira diante do fachi
neiro da ilha das Cobras. "O Sr. Marlins cuja
aspirago suprema era ser deputado fcilmente
esqueceu os seus rancores que se evolaro
como os pesadelos de pesarosos sonhos que se
dis^ipam ao resplendor do da.
Emulados entre a nulliJade que os devora e
1 pedagoga' que os apalhaga, os poUichtnellos da
Gazeta era nanitas raanifestagOes de despeito,
amaneiram as mais vis calumnias, os mais de-
teslavois enredos, as mais torpes ciladas con-
tra o emrito governador que abri com gigan-
tesco .esforgo o caminho do porvirde Pernara-
buco.
Causam lastima esses processos degradantes
da fazer opposigo mentindo tao impdicamen-
te i .
Quem disse a Gizela que o governador man-
dou agantes para o interior do Estado, larga-
mente remunerados, recrutar homens para a
organisagao de um novo batalhao de polica ?
Quera disse a Gazeta qua o governador liulia
comprado algodo, areia e pedra, ?
Quem vio pegas de artilhcna 'assestadas em
Palacio ?
Ridiculos ecjnicos, tao nescios que no sa-
tisfeitos em dar expansao s suas atrevidas in-
vectivas, calumniara al cora aluodw areia e
pedra, no intuito desgragado de tecer enredo
como honrado coraraaodante do districto e de
arrefecer a.? relages cordialissimas existentes
entre esse brioso militar e o entorilo cidado
que tao gloriosamente dirige os destinos d
Estado.
Cobrindo-nos dos mais grosseiros epithelos,
chamando-nos serapre alagados e de vendidos,
elles, os comprados da Gazeta, depois de inju
riar-nos noa termos os mais in .ompativeis com
a dignidade da iinprensa e com os principios
ru (mentares de boa educagao, escrevem um
desalinhado artiguele.sob a epU'raphe Ave Ltber
las qiieixanclo-.se de insultos que Ibes dirigimos, cacia
Nesse artigo o seu auclor da que a imprensa
quasi que diariamente intimada para nao ceu
surar o governador!
Digna discipula da Provincia que inventou
urna historia de um empregado seu pe ado pelo
derado como indi He renga, apresso-me em dar
is explicagOes necessarias para destruir laes
irapressoes, inleiramenta errneas'
Para que melhar o publico conhega ter sido
a Corapanhia serapre solicita era vencer dilfl-
culdades imprevistas, venho publicar urna parte
de sua correspondencia omcial. donde se ver
que a principal causa de queixas de irregulu
ridade ser o local fixado para deposito mu lo
distante dos centros dos distncto*, acarrat inda
quasi a tota! destruigao des animaes emprega
dos no servigo da remogao do lixo, o qual tem
sido grandemente augmentado cora enlulhos,
em consequencia das visitas medicas aos domi-
cilios.
Presentemente raelade d9sses aniraaes esl
era estado de prestar servigo, estando a outra
raelade em iratamenlo de molestias adquiridas
por exce*o de trubalho.
A corapanhi i lera adquirido este anno oito
bos novos, e inesrao alguns d'esles esto j era
estado de nao poder traalhar.
As iilicuidudes onanceiraa cora que lucia a
Corapanhia desde o coinego de seu contract?. e
agora augmentadas por diversas causas, niio
tem [lermiiudii orga-iisar o servigo com as pro-
porgOea por elle hoje exigidas, augmentando o
numero dos trubalhadores e dos animaes. To-
dava no se tem poupa lo o augmento de des-
pezas para melhorar dito servigo.
A corapanhia nao esquivase ao cumpriraen-
to das ooriguyes impostas por seu contracto e
nem raesrao, quer insinuar que as queixas
sejara completara-nte mfunduilas; deseja s-
mente provap que, se nao lera raelhorado tal
servigo, jttendendo as reclaraagas. isso de-
vido a' forga das circunstancias que a oppri-
m ni.
Como se v da correspondencia official a que
alluo, tenho emprega lo toda a solicitude era
melhorar tal servigo, pedindo cora insisl-ncia
para ser designado ouiro deposito do lixo.'em
lugar mais prximo e que possa ser transposto
mais faeilmeote; s.ndo este o nico raeio a" seu
alcance e de que pode langar mo coraem-
81 a Companhia fr.attendida n'cste ponto,
posso BSaegorar que o servigo .ser teilo de
ido lo muito .nelhor e mais regular,
Ex pondo deste modo ao publico a posigo
d'esta Corapanhia tendete remogao da lixo,
apjoveia a opportunidade para dizer que, assim
como ella tem sido solicita com'j servigo da -
governo para desconjunctar a Marinonil '.'.
A Gazeta arrependendo-se finalmente aas in-.
justgas tremendas que fazia aos depulaios mogao do lixo o ineiio tem teito cora o servigo
amigos do governador, dlsse que o povo sera-' e geral ao seu cargo, e, apezar de oppnmida
pre as accumulou de todas as demonstrag5s de [ P^'o seu estado naiic.-ro, tam-se nrorcado para
aprego. Reconhecem noje que inentiram quan-i obter do governo d este Etado rae.iia que
do invectivaram quees denodados cidadaos' tornera ella capaz de mellior cumprir seu con-
Aisideve melborcomprehender a mis- Iracio, e anda que al agora n&o lenha si. o
saodaimprensae nao manchar lo continua- altendida nao tnho oerdido a esperang;i 0<
mente as insignias de suas augustas fuicgOes que s. Exa., justiceiro e digno como iara
E' por demais degradante esse systheraa de- justica a sua petigao. era que pede quiiqui r
primete de calnmiias e enredos, que s tem augmento as animidades ou medidas ouir.s
por flm perluroar a paz da sociedade que des! Que concorram para que o servigo sej a leo
canga como nm corpo se engasta em seu centro como couvem aos interesses d esta bella ci-
de gravidade. I dade.
Quanio ao depauperamento do thesouro de' Convem saber que durante o"0'n|>ft0.e
que falla a Gazeta,," outra intriga vil e mes- 3 0 de Junho panado O.***"!>***>*
quinha ; todos os funccionarios pblicos sao Coinpan .ia oi Rs b9.?6.3l e aif**V*** #
pagos poniualmnte, ha ura saldo enorme, como Pemambuco de Rs. 2/< 94:330 assim danda u.u
j foi publicado ha poucos das. 0 partido do dficit ie Ra, 8J17:5.
Sr. Mailins que consumi na Cmara todo o Em Londres, para o mesrao periodo, a des-
terapa em fazer rhelorica, n'uma loquacidade nea foi de 4.19 i aa cambio de 12 ti R*
estril, nem ao menos voiou a lei orgamenta- SS.snOiOOO, sem fadar em amonisago de De-
ria. Ibenlures ) por tres anuos atrsanos, e una
A Gazeta pode esbtavejar, mentir, intrigare j vea somente, e esta em 18H9, com o cambio de
calumniar que nao conseguir os seus detes-
laveis (Ins. A opinio*'do8 bomens sensatos,
dos bons e verdadeiros pernainbucanos, j la-
vrou solemnemente a senlenga que qualificou a
importancia do honrado governedor, canonisan-
do seus cvicos merecimentos.
Reeife, 25 de Outubro de 1894.
Clarkson.
A Companhia Aecfe oratnase a"
- jta Publico
Por varias vezes e ultiraaraente t^m a im-
prensa se oceupado cora as reclamages contra
o servigo feito por esta Corapuiliia e principal-
mente com o da remugua do lixo; e podando o
silencio al agora por raimmantido ser consi-
kilos de aesucar ora ico e 850 ditas com 51,000
ditos ae dito mascavado.
l'ara Ra d Janeiro, carreeao :
Compaobia de og.s, 15 voloojes cor ni ')'-
carnalo naciooal.
no vapor uac.ooal Oiada, para Bibia
carreearam :
F. Ho irigoes a C 11 eaixia com 660 kilos de
doce.
A. R. da Cuta, 23 volames com 800 tilos de
do e.
Copanma de Drogas, 21 caixas oai medica-
mento uacunal.
U-p<,ui;ete* pailklfcos
Mez ae O a obro de 1894
Mfantteea
Ksnca gorai
0 > da 1 a 24
idm da 25
1,527.785*937
81:741.527
28 l/ d. deu um devidendo de 2 l/i 7,
Relatar en delalhe todas as circunstancias
que tm contribuido para infortuna- a posigo
da Corapanhia, s.ria traballio bastante longo e
raesmo.desnecessario. Presentemente, creio ter
dito bastante para mostrar que n5o possivel
melhorar actualmente o servigo em geral, como
correra, sem um justo auxilio .dos poderes p-
blicos.
Considere.se que a annudade 24*780 por
anno, por familia que serve-se de um apparelno
smenle, ou 2<08o por mez, ou 68 riis por da,
ssendo a Companhia obrigada poresti quanlia
diminua, a ezpellir as materias fecaes para o
ocano, fornecer agua aos apparelhos e re nover
O lixo 1
(Uan <-< Ra*sw
j da 1 a
, -JJ :
24
25
16;.5951759
7;9Wa4:9
Somma total
1.6(0:527*464
173:533*166
1,78.063*630
5 ditos com camarOes 100 rs.
311/2 columnas a 60.) rs.
4 cargas com gal Urinas a 500 rs.
A cassnaes com gallinb'as a 300 rs.
8 cargas com Dtalas a 300 rs.
1 carga com amenioim a 300 rs.
< carga co o macacbeiras a 300 rs.
2 carga? com cebohnbo a 300 rs.
8 cargas cora gnmons i 300 rs.
3 cargis com eannas a 300 rs.
4 cargas coca bananas a 300 rs.
1 cargas com laraojas a 300 rs.
I cargas com longaa a 30 ra.
fi cargas com diversos a 300 rs.
28 cargas com fariina a 100 rs.
si cargas com milho secro a 200 rs.
6 cargas com eijio a 200 rs.
63 logares a 200 ra.
in Suinosa 200 rs.
II come com saioeiros a 1*000
8 comp. cocc sciceiro8 a 700 rs.
li comp. com fressnras a 600 rs.
3i comp. com comidas a 700 rs.
50 como, com tazeoda* a 600 rs.
49 com- com verduras a 300 rs-
75 cemp. com farnha a a/V) rs.
53 comp. '.om Uluo- a 2*000
*500
i8*900
1*000
*900
2*400
*3"0
tiro
*i',n
24 *90u
*30C
*:100
*300
1*80 J
5*6'"0
2*400
14100
13*400
2*000
11*000
5*601
6*600
23*800
30*00n
14*701'
30*000
I00MX)
Rendtmenlos do dta 1 e 23
,589*5'X)
6 836*)00
Sagonda eacgo da Alfaodaga da Parnamou o,
23 a. Ootuoro aa ISH
O ebefe da secgSo
]. Goog^lves da Silva,
tnesooreiro
Florerr- Ojmingaes da Silva.
.o a 24
dem de 25
RSCRHEiORiA ...BJIAD:>
133:269*720
30:118.725
163 388 345
Oo da
Mam
1 a
dt
UKtfl OMAlNASi
24
25
3:617*743
*
3.617*743
Hovlneoio do porto
Navios entrados oo oa 25
Manos e escala10 das, vapor nacional dun-
da, de 1999 tooeladas, cooamaaaaate J ao
Marfa Pessoa. eqaipagem 60, carga vanos ge
eros; a Pereira Carnelro & C.
Trieste e escal -39 das, vapor aostiaro Me-
dasa, de 1686 toneladas, comxaodaote A. Ci
lbrese, eqaipagem 55, carga varios generas ;
a Henrj Forster & C.
Genova e escala15 oas, vapor ittalian < Las
Painas, de 1222 toneladas, commaodaote M.
Moita, eqaipagem 53, carga varios generas ; a
Biaikbora 4 C.
Hiraborga45 das, patacho allemo Bonito,
de 222 toneladas capitao D. Bork, eqoipagem
7, carga varios geaeros; s Corapanhia de Bs-
tlva?.
Pelotas28 das, patacho bollaodex Margcre-
tba, de 170 toneladas, capitao B. Baiboir,
eqoipagem 7, carga xarqae; a M. S. Maia.
Va'parsixo e escala20 das, vapor ingles L -
gnria, de 2945 tuoeladis, commanaaote Ha-
miiton, eqaipagem 99, carga virios gneros;
a W.lson Sons & C.
Navio sabido no mesmodla
f anios e escalaVapor italiano Las Fams,;
commao'ante M. Molla ; carga varios gne-
ros.
Rio de Janeiro e esla -Vapor nacional Olio-
da, commaodante Joao Mara Pesti; carga
vanos geoeros.
Liverpool e escala=Vpor logles Liguria,
commsndaoie Hamlllon; carga varius geoe-
ros.
lereado
JM
anielpai dio
0 movimenlo deste mercado oo dia 14 de Oo-
tobro foi o segointe.
Entr;rm :
41 bois pesando 6.811 kilos.
625 kilos de peixe a 20 rs. 12*500
7 ccmpa-i. com maricoa !0 i. *700
Prjgos do da :
Carne veide de 2)0 a 900 rs. o kilo.
Salos de 900 a 1* dem.
Ca-oeiro de 1*000 a 1*100 idem.
Fancba de 700 a 990 rs. a cna.
Milbo de 509 a 600 rs. a coia.
Fejao i e 2* a 3*1)00 a cata.
Aiavios esperado;
Di B bia
Palbabole portognez Luiol'.
De Pelota
Paifcho aliena! Antje.
P lacno ail raao Elise.
Paiacbosoeco Hulmn.
Patacho allaaao Lina.
Lugar argentino Alberto.
Patacho belga Emilio.
Lugar poMogoei M. E^regotira.
Lagar noroegoHnse Cbane.
Lugar inJez Artnu-.
Patacho nacional Tnereza.
Logar soecoDackao.
Patacho all-mao Wille.
Patacho allemo Margarelb.
Barca oo'oegoeose Haiva.
Lagar logltz Cavalier.
Lugar portognez Marinho Vil.
Patacho allemo Uarold.
Lugar ioglez Aurora.
De ICardirJ
B r a noroega Onloa.
'*.rca noruega Platn.
Barca noruega rsorah.
Birca noroega Osmood.
Barca noroega Ataianu.
Birca noruega lofaiig'hle.
Birca ngltzi Galdeo F.eece.
Berca noroega Dovoare.
Barca noroega lraperalor.
Birca coroegs, ti Jerlncs. t
Birca noruega Gtdeffroy.
t)i Ntw Port
Barca noruega Viva.
De By h
Logar Rosso Salme.
Vapore a vnf rar
Mes de "jutubro
Maduza, de T-iesfe, 23.
Alexaadra*, do sol, a 26.
Marioer, da Europa, a 27.
Liguria, do Sol, a 27.
Cly le, do sol, a 29-
Jaboatao do norte a 18
Leib.liz, deNe^ York 29.
Canube, da Europa, a 3<.
Tapores a latir
Mea de Outubro
Sol, Capo., 26, l|2 hora
Europa, Jlyde, 29. as 1 horas.
Sol, Sol Medaza, 18, as 4 horas.
Sal. LetbniU. 19, a* 3 coras.
Sul,Dnnbe,3l. as 1 horas.
Sol, Ville de Rov.ri" 31, s 4 horas.
7.115*50(1
Certamsnta ninguem hesitar im dlzar que
sob con.ligues mus favormfeis possa este preco
ser'sulBcieuleeremunerador dos servigos pres-
tados.
A exp'.riene.ra tem demonstrado qua elle
absolutaraenl'i insuliicientp. Ho Rio da Janeiro,
por exeinplo, a cintribuicao animal 42*100 e
o governo obriga-sa ao finieci nenio d'agua aos
apparelhos e lav.igem dos canos e intendencia
a remog&o do li-co diariamente das casas. Alm
dessas grandes e iocaleatavas vantagens, a des-
peza de expellir pbr meio de ma::hinismos as
materias fecaes evitada pela pos gao lopogra-
phica da cidade, que as expela pela forga naiu-
ral da gr.vl .gao.
Si a Companhia durante i annas_de exisleo-
cia nao lera servid) lo benj como para dese-
jar, i.ao tem sida falta de vontade ; raais sim
por inf)rtuiiids imprevistos, e resta-lbe o cou-
solo que neiihuma oulra Corapaniia.ou corpo-
ragao qualquer pode jamis fazer o servigo da.
drainage desta Ma cidade, corno o-servgo desta
ordem deve ser feito, por prego to diminuto.
Reeife, 24 de Oulubro de 189..
/. F. MackinCusL,
Gerente.
Pernafnbuca, 8 de Junho de I89i.IHuslre
Cidadao. (Joinraunico-vos que hoj i alguns car-
roceiros dos smpregados par esta Companiiia tu
reraogio do lixo recusarara-se facer tal sarvi-
go, cousiituindo-se em grve, allegando ser mui-
to pasado o mesrao servig> por proloagar-se at
6 e 7 horas da noite, em razo de teram da can-
dzir todo o lixo que lera se accumula lo por
muito lempo nes quinlaes das hahitagOes, por
incuria dos morad ires, e qu: hoje sao obriga-
dos a remover simullan -am-iite e de malo atro-
pellado, era i'u:ii|ii"iiii:n!o das ordens da Inspe-
ctora da Hvgiene Publica.
Em ra/o hoje em Santo Antonio e S. Jo duas carrocas
para a remogo do lixo, canugaiklo o servigo
depois da hora habitual, pelo qu presumo tr.r
licado sera remogao o lixo de alguinas ras ou
casas.
Nesta conformida le, nao posso deixar de le-
var esta faet > ao voasu ei-nliecimauto, nao so
para que procuris 'lar as proviilenrias que jul-
gardes mais acertadas para a ceaaacio d i una
lal irregularidale, como tambera p'ra qu- li-,
qU'M.s conh 'cenilo a cansa pela qual iieixou ie
realisar-se hoje o misino servigo era parle
aquellas freguezia* e possaes responder s re-
clam.ires que nese sciuijj vos fo.uai dirigi-
das.
Curaore-ra; tambem pa :der.ir vos que u na
daa causas da grve de que vos fallo originada
pela longa disiancia qu-- davem percorrer as
carr gas p ira depositar hxo n j l gar indicado,
que as proxiraidales do Cefililerio Amaro, e principalmente pela estado a que ti-
cou reduzida a estrada que para all rou'u/.. en
virluilo das grandes ihuvas que tem caliido e
dos trabalhos fetos pela Companhia Perro Car-
ril, qiii dcuaram a dita estrada entulhada, es-
buraca la e ebeia de enormes lamagaas.
Sobre isto enleii li-me hoje mesmo con o Dr.
inspector da Hygiene Municipal e junlaineet'-
com elle purcerri tola e^sa estrada, e o raesmo
[accionario reconhecau ser impossivai, pelo
menos presen temen le, que continu o deposito
do lixo naquella logar e com as estradas lo
deterioradas, ssp] grave prajuizo pira a regola-
ridade do raes^no servigo.
Livando, pas, ludo isc ao vosao conheci nen-
to, p go-vosque tratis de (Dailto antes designar
logares dentro di perinn-tro da ciJade. de ac-
cordo cora o contracto u como uraa medida ur-
gente, que fara regularisar rauilo mellior o ser-
vigo da remogo .lo lixo.
sade e fralernidade.>Ao cida lo.J. J. de
Millo Cah, I). E. Fiscal desta Conpanhia. -J
F. U'ackintosh.
Urgenlissimo. Pernambueo, (6 de Junho de
1891.-Il'uslre cida la. Era a i.lili nenio ao
meu oflicio de 8 do correnle, eodirauneo vos
que acabo (I- ser avisado p>r parte dos carro-
ceiros d'esta Companhia, empresidos na remo-
go do lixo. de que de segn la-feir.i em dianle
no 'voltaro ao Irabalho, sem que se llies d
um augmento de 51 o/j sobre es salarios que
hoje recebem, allegando estar hoje duplicado o
Irabalho, em razo le i-erein.obrigkdos a can-
duzir o lixo de loda es > tcie para longe, por da-
minlios intransituveis, e par isso veem-se forja-
dos a terminar o Irabalho era hora muito adian-
tada.
N'esla confirmidade, pracsando cu de tora ir
uraa dliberuco cara toda urgencia, pego-vos
que VOS dignis de rospouder-iue ao que recla-
raei no meu citado otcio de 8, n me auxiliis
com os nietos que acbardes mais convenientes.
Sade a (raUmidade. Ao ilutre cidado J.
J. de Mello Calui. mu digo > ibci! d'esta Cora-
panhia. J. E. M.fkmioslt.
Palacio do Governo. do lEstado de Pernam-
huco, era 19 de Junho de 1804. -Sccgio o.* -Sr.
Engenheiro Fiscal da Ritile Drainage. -Era
resposta ao vosso ollic.o de 6 lo corrate, ao
qunl acompanhou, nor copia, o do gerente dfes-
la Companhia, de igual data, declaro vos, para
que fajis constar ao snesmo gerente, que a
esse governo cabe tao fomenta garantd-o con:
Ira os excesos e aggresses que, porventurs,
se deera por parta dos trabajadores, era grve,
e a elle incumbe prover como !ln> parecer con-
venieiite, contanto qua nao seja o seryigo sus-
penso.
Saude e fraternidade. -Alexandre Jou Bar-
bosa Lima.
Pernambueo, 28 de Junho de 1894. Illustre
Cidadao. Tendo o tiscal da nlendeacia empa-
tado, hoje, as carrogis d'esla Companhia balar;
o lixo na ruado Jasmm. fregoeaia da Boa-1
Vista, e mancado depositar todo em Santo
Amaro, lev>) ao vo-so ronhecim ralo, para ex-
plicar as queixs, qua naluralmenta bao de li i-
ver eii razo do servigo ainJa ralis demorad).
Sade e fraternidade. Illnstre cidadao J J.
de M;llo Cah, rau1 digno engenheiro liscal
d'esta Companhia./. F. Ma-k'iuoslt.
Reeife Drainage Company Limited, 23 Ra do
Imperador. Pernambueo, 15 de -seterabro de
189..Illuslre cidadao. Tenho a honra d re-
metter junto a esle una nota fornecida pe" en-
carregado do servigo da remogo do l :>, d'esta
Companhia, do que lera ocurrido nesles lti-
mos dias, para vosso conheciraento.
Permitli-me que approveite a oreas/'Oo par
petir-vos que quanto antes auxieisi-nos em
conseguir ura logar mais apropriado para depo-
;siloilo lixo, de modo qua pesiamos m;!hor daf
cumprim nta' a ste servigo a no'sso cargo. O.
Exm. Sr. Dr. Governador, err. conferencia, ha
paucoadias, pedio-ma qm procurasse o auxilio
vosso para este flm. '
O lugar onde se deposita o lixo no s Ion-
ge e de nessimo camralio, como se acha diaria-
mente, em fogo. o qual imposibilita o servico,
e, s 'gun lo a local da Gazstilha do Jornal do Re-
eife, deha'utem, os moradores allnbuem o fogo
a esta Companhia, allegando j se achar o lugar
aterrado e nao comportar mais hxo.
Sabem.is' do Exm. Sr. Governador que ainda
esl Iralando de natlOes] para remover o lixo,
mais urgentissirao quar.lo antes procurar ou-
tro lugar.
No ha rauilo tempo a Companhia depositava
o lixo na Cabanga (rui Impenaij. e nos Coelhos
cBoa-Vista) com consentiinenio e ordem da In-
tendencia, mas sera consulta ou aviso qualquer.
foi a Companhia obrigada a remover o hxo da
lodos os diilrictos para Sanio Amaro, e desde-'
eni.'io a remogo do hxo lera si.lo irregular e,
dicil, i no inverna impossivej al.
Chmanos a atleocSo vossa para o :rt. <3 da
innovaco do contiacio de 18 d Dezembro de
1865.
Sade e fraternidade.Ao illus're cidadao
Dr. J. J. R. Saldanha Juaior.-Mu (turno Enge- .
mieiro Fiscal d'esta Companhia. J. F. ilack n-
tiSll.
Illms. e Uxms. Srs. eoncellieiios da Inten-
dencia Municipal.-Reeife, 2 de Seterabro de
1891. -A Coinpani* Reeife Drainage vea res-
petosamente pedir a v. Kxis. pVrmssao para
maular depositar u lixo lirado das fregneiias
deal i cwl id no alagado-do Sr. afanorl Nanea da
Silva, na estrada da Cabanga, cujo alagado fica
mnilo dislao e das lialulagS;s.
Nesles (erraos.'cji' a > v. Excs. deferimen-
lo.E. B-M.-JJ.F. Ma-kintosk. ,
Reeife Drainase Company Limited. -26 ra
do Imperador. Pernambueo, 20 de Outubro de
Mra. Sr.Tendo lido no Diario de Permm-
buco Ai Mo correte ura edilal da fiscalisa-
co desla Corapanhia. no qual fiz pu'4ico ue,
deixandi a Cmiian/iia Dfainatfe de dir fiel cun-
rimtttti f parte de in. 26 io sontraeto em
P '9 ir, 'ue a o'jr.g i a remover o ixo do interior das
h iiiit-tt).. da u vezes ur seoMn i, os Sr$. injudi-
.u;< ieoero dirigir su u. rali ttafdei ofim de se
providenciar, et ., apr-esso-me -em 'pedir [larmis-
sao a V.->. pira tzerIgoaias ponderagOes so-
bre o r'feri lo ediial.
Si a reiflocao do lixo ua lem sido feita de
mellior mu, o motivo principal a grande
distancia do logar que ltimamente foi deter-
minado pura o I psito do lixo, lora do centro
da ciliada e alera do permetro trgalo pora o
serv.co desta Compaohia, co ilorms ja verifleoa
o proprioDr. Inspector de Higiene.
Como sabe V. S., aniigam-rate o lixo era de-
positado nos. segrales logares: Coellios (de-
l'ionte do Hospital' Pedro II), Cambia ,no caes
do Capibar be), alagad >s [n,\ ra .Nova d i Santa
Rita), .viveiri ilo Muinz, Largo do Hospicio e
Cargo da Uetmgo, ele, e nao consta que
naqualle lempo appar;cesSera casos de febses
ou da outras inolesiias epidmicas.
Esta Companhia nunca se oppoz a depositar
o lixo nos logares deterinioados p las auiorida-
des, inesiio quando' essa deterncinaga nao era
(eiia de uccordoKom o art: Hdi ianovaeao da
3eu contracto d^ 18 de Dezembro de 1865 que
dispfji :
governo marcar ie notoria cora o cess-o-
nario s das e o modo de se fazer o servigo
de que trata o artigo .
Nos priineiros raezesdeste annb o hxo foi de-
positado ora na Cabanga,-ora u >s Coelhos e ora
noL-irgo do Hospicio,-e sem aviso previo fui
osla Compaaria obrigada a leval-o para o depo-.-
il > 'in Santo Aman).
O invern, como sabido, f >i muito rigoroso,
e 03 caminaos loroaram-se em estad > deplora-
vel, flean lo 9 -ervigo mu'to atropellado e ter-
minando sempre d3 7 para 8 horas da noite, o
3ue deu logar a t'ii; os carroeeiros era 16 da
unho ultimo se manifKstassem em grve, recla-
mando augmento de salario, e esta comnanhla
pel.i tercena vez [oi obrigada, para nao inler-
romper o servico a seu cargo, a conceder o au-
gpi n'o reclamado.
Os bois la nhem nao resistiarn aos pff.'itos do
mo tempo a ao servigo pesado, rican lo a innor
parta d'elles Completamente inutilisa los. e ain-
da hoje, nao obstante ter a oinpannia faiti
grandes desp-zas com a compra de oulros, es-
tes nao se acham.em estado de bein servir
Alera d'isso, occorre qua, leudo o Exm. Sr.
Dr. governador do Estado norneado coramisse3
de mdicos para visitaren] os domicilios, esses
encontraran! grande parte delles era pessirao
estada de conservago hyaienica e ordenaram
us limpezas que se faziam necessarias, sendo
esta Compannia obrigada a tirar, nao s o lixo,
mas tambem o enlulho, pelo que o servigo au-
g:n:niou coosideravelniente.
Pelo uxposlo, pois. milito bera comprehende-
ra V S. que, eiLquanio conlinuir a ser feilo o
deposito do lixo em Santo Amaro, nao ha ani-
maes que resistam,'pela grande distancia a ven-
cer e, por conseguinle, o servigo ser serapre
feito ile um modo irregular, o que de certo nao
speceder se fOr determinado um outro local
dentro do permetro da Compaohin, conforme
j se mani'esta-am as autoridades.
Sao estas as ponderages quetinha a fazer,.
esperanJoque V. S. tomal-as-ha na considera-'
gao devida.
Reitero a V. S os meus protestos de estima e
respeilo
Sade e fralernidade.Ao Illm. Sr. Dr. J.
J. R. Saldanha Jnior, mu digno engenheiro
fiscal desta Compa'hia.-J. /' Mackintosi, ge- .
rente.
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatri
n. 18; Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
qnalqaer hora, tblephone n. 226
lotera nacional-
Extracc5es diarias intransferiveis
LISTAS NOS SESMOS DlAb
NAO HA SERIES
K 12.* Lotera Premio
PREMIOS INTEGRAES
20;000SO0O extraccao hoje
anaanh
O 3. c 50:000*000
M 13. 20:oooSOOO
F 22. t < 20:000S00a
II 16. c 30:000000 c
E 15' c l*:00 >$000 c
Graude lotera 005:000sl00 a
a 27 do corrente
29 t
3i
1 deNovembro
22 de Dazembro
Chamamos a nleiicito para ewcs novos iinportautissinios
plano da
B1LIIETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios eom toda a pro plid ao
CASA DA FORTUNA
^3--Rvia I. de Mareo--3
Martina Pkza & C.
TelegrammaFIZ A Caita do Correio1 55
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Ufarlo ae f*ernamfuco Sexta-feira 9G de >ntabro fe 'I-9I94T
5
Oes no mez de Outubro de-1894
Cliaimando vo a aUenc^ao para a nota abaixo:
Lotera do Estado de Minas-Gores 8." serie da 7.* 25:0008 3S000 20 de Outubro
> 1. > 8." 15:000$ $800 29 >
> do Espirito-Santo 22. lotera 12:0u0S 1$6U0 31" >
\_
o----
integraos
de
d
Para as extracc3es de Novembro serio postos era execugo novos planos com premios
do 15, 30 e 40 contus ce res, devondo brevemente ser anunciado o da da extracco dos planos
lQOrOS e 200:00)$ integraos. Cora loteras de outros Estados sarao- preenchidos os outros dias
semana.
Vendas em grosso e a retalho
'CASA SONHO DE 0UU0
Pra^a da liitlependencia lis. 3 e o
Para pagamentos de premios e niais infonuacoes coni Bernardin)
Lopes Alheiro.
Caixa correio 9fi
Aos $rs. Hercleiros
Alfredo Pinto & Companhia agente
de urna importante Fabrica de charu-
tos ltimamente estabelecida na Bahia
acabou de receber urna grande quan-
tidade de charutos de i qualidade e
que vendem de milheiro para cima
com o descont de 14 %,
A elles antes que se acabem. Ven-
das em grosso e a retalho.
3 RA 1. DE MARCO 3
Ao commercio e ao publico
E o e-p.>*i 1 ao artigo paQl'CJdo oa Provincia
iie. 23 do (M'iej'a, 800 e.-U epigrappe, e reiauvo
a anona pe^soa, opportonameo.e viiei a Imoren
'' cm 08 do. uaenloii necea; OU, para prov.r
o d.D ta'io cu q e at ee atl>gi, s qo Id uto
d-i uiiDi b.irc-ii a m'rina reputacao.
A 18, p-co ao couimercio e ao pabiico, que
BOxceociairi uualquer jnuo a respailo.
Pregugaj, 25 ae Outubro de ?8ii.
Msccel Francisco Aagairas.
venda a qaem mais der em praga publica da Pdra Mol, oom 2 portas e 4 jan*'1
dente jaiso os be s sigui ei peaiora^oi I de frente, 6 jaaellas ao lado do sol, 2 1**
por execucSea da Fasenda :
Freguezia di Sacto Antonio
A armacao d madeira da pinbo pinta
tada a oleo, existente o casa o. 30 roa
le Santa Tn feito o abtttimeor. legal, 71310 que lrt
vallada em 600000 e esta a 3.a praca.
Pertfcnca a Rodrigues don Santos <& G.
A es de pedra e cal n. 2 do 2.*
Boco da Camb< a, com porto, e jaaalla de
cosiohp. fr,
ElTAtS
Teleg. AlheiroPernambuco.
' ..y rn
para que elle sa despedas3 da Com-
pinina ou quebrasse o contrete!,
prejudicando-s.).
A Directora foi quem, preextan-
1 > mi i:vos inexactos ou futis, se
nao inonsessaveis, dirigio-so ao abai-
xo assigado dizendo-lhe que o ti-
ulia por despedido acceitan lo a re-
nuncia que havia feito,'contra o que
o abaix* as-ignado protestou por car-
ta dirigida Directora e judicial-
mente, mandando no principio d'este
mez recebor a sou salariojia forma de
contracto, salario que lhe foi recu-
sado.
Su o abaixo assignado nao havia
entregue, como alias entregou depo-
is, os objectos do labaratorio foi por-
que anda se consideraya orapregado
da Companhia, pois nao era exacto
haver feito a rmunciao era rospon-
savel pelo.que havia recebido.
O abaixo assignado nunca teve o
pjasamento de mud ir a dcnoininacao
da Companhia -t a Directora foi quem
afastando-se do legitimo flinda Com-
panhia, entendeu que, para evitar
despezas a qua esta estava obrigad?,
devia explorar a boa f de um estran-
geiro que, para havor aquillo a que
tera direito, vio-se forcado a propor
a competente aoco, onde ficar veri-
ficada a verdado.
Recite, 25 de Outubro de 1894.
Gerhardo Rei.iurs.
Barao da Multa Bacella;
PARECER SOBRE O PEITORAL DE
CAMBARA
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baro. da Matta Bacellar, em pare-
ser que deu sobre o Peitoral de Cam- da O-Uta LTUZ D. / Z.
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitalar com ptimos resultadas as bron-
chites e molestias do apparolho bron-
chopulmonar.
Triste !
Foi semore ac'aa jue nosse nao miver
o brago para quubrar os dentes amarers
de rafeiros qua na iinprensa nsc;ancaram a
bocea, amea5ndo norder quahas qu
param ra re^ioes to elevadas onde nem
rr.esiDo chega o eco d"S seus latidos que
se perdem no mjio desne concert qjuai
unisono da opinio dos h unens sensato--
que acciainara o gjverno criterios) do
benemrito chefe do poder exicutivo.,
Raras vezes tomarnos a foice pira deca-
par a hydra da calumnia, qua sa levanta
arroo-ante, porque para ella o autidot >
mais efficaz. o dasprezo.
Entretanto, nao pidamos couter a nossa
indignaco diante de uui .rtigo que pu-
blicou O Commercio qne no'jierde occa-
siSo de curvar se bajulador e servil dian-
te da forya federal, impallido por intui-
tos qua nao conhecernos.
O \Jommercio de mos dadas com A
Gaceta e com A Provincia que elle re-
pudiou na mesm.inoite de 18 de Dazein-
oro para d r pasto as suas sedentas am-
bicies, torna-se eco daquelles orgos po-
lticos, barafetaado a imagina^o doentia
em basca da mais urna vileza p ra engen-
drarin dsposi;5o .10 animo do Ilustra co-
ronel Medeircs.
A desgranada intriga espellio de con-
sciencia pervertida, nao medrar, esta-
mos certcs.
K O Commercio se prclamava neutro !
A imparcialidadeno anria desse jor-
nal e nao apoarece sano por excap^So.
E' planta extica que nao vegeta des-
aforada com as condicSes de seu solo e
infljuncias "cljraatenc.as, e que, quandu
consegue brour, a sua germinacao nao
alcanc larg rea, porque a severidade
da atumosphera quss a rodeia a difioba e
enfaza antes jjUe logre florecer fructifl
car.
O Commercio qua inventou prenda
para ornamento do luroe fictjcio da ilha
das Cobras, semelhandt o eu festejo a
apotheose e um Cesar nos teinpos clas-
sicos, reproduzio,as ciladas e ar is da
Gazeta, eriginio tambem a caluania u' um
principio potico.,
Nu col ha a intrigado Commercio, qua
sempre per;orreu por caminhos. curvos
para nao expor-se as contingeacia3 da li-
nha recta que vai cota frequencia topar
em principios.
Elle especula com a calumnia, como
meio lucrativo e ructuoso, de dar ex-
tracco ao seu jornal.
Triste )
liecife, 25 de Outubro de 18941
Clarkson.
i-.5000^000
D se esta quantia a quem provar a
\ nao authenticidade da declaraco infra:
- Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo dias
- de lancar mais de meia garrafa de san-
< gue e nao podendo muitas vzes con-
ciliar o somno.
J sem esperancas de restabelecimen-
to, cota as forcas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Vci-
t^ral de' tambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consideravel, podendo dormir
e dcixando de lancar sangue.
Coma continuacao do remedio, os
solTrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e boje acho-me completa-
mente restabelecido. iodo Jos Ze
bendo fLavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ] *
*x,0 agente Comganhia de Drogas e Pro-
ductos Cldmicos.
.---------------+----------------
|Jiim(o iro(es2o
No relatoro da o Companhia Ex-
ploradora de Productos Clcarios
o que se ve publicado no Jornal do Re-
cifc de 21 do crrante mez, li-se o
seTinte':
ijuobrouo contracto que tinha
com n Companhia o Sr. G. Reiinei-s,
nSo tendofeitj enti-egaat agora, do
laboratorio abe tinha a sou cargo.
D^u principilnietito motivo a css
quobra de contrae!:> por parto do Sr. foiexigido log" que lhe enviei os primei-
dia 2fi de Daz^mbro di anno prximo
passado.ereconstru do por cunta da meSma
passadp, e rec nstruido por conta da
mesma Companhia, a qua! muito grato
fico, pela promptido e zelo dos dignos
directores e agentes desta Companhia,
pe dignidade com que no cumprimento
dos artgos 14 e 15 da apolica da mesma
Companhia.
E por verdade passo o presente que as-
signo Servlo Nicolao Mac luido.
Estado do Cear
Joaquim Alves Cavalcanti, residente
na cdade da Fortaleza, daclara que sua
mulher soffrendo durante dous annos
de urna horrivel tosse secca, com dore's
no peito para a qual nao achou allivo
na medicina, curou-se com o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares. [ Firma
reconhecda. ]
Notice
The annual General Meeting of Sub-
scribers to. the Mission to Seamen
will be held at the British Consulate on
Wednesday the 3C. of October at 2
o'clock pn>.
Ernest B. Williams,
Acting British Cnsul.
---------------?---------------
O Dr. Francisco
Leopoldino
Participi aos seas cliea-
t,es e amibos que mudou a
sua resideocia para
a ra
Psogre^so
Companhia Se Seguro Mutuo
Contra I'ea
E' bem conhecida do commercio per-
nambticano esta acre litada Companhia.
Dasnece^sario, portanto, dizer o quan-
to tem ella merec.do o apoio e a confian-
9a do respeitaAel publico pernarabucano.
Mais urna rez vai scientificar-se a
promptido e zelo com que a Companhia
Hro-rresso tem sempre pago os seus sinia-
tros.
O actual director gerente tem sido in-
cansavel para fazer o engrandec ment
da Companhia, cempriodo a risca os seus
reglamentos interno e externo, zelando
os interesses da todos os senhores segu-
radose garantindo os capitaes na Com-
panhia empregados.
Lea o respeitavel publico os agradeci-
mentos abaixo transcriptos.
Illm. Sr. Director e Meinbros do Cen-
selho Fiscal da Companhia de Seguros
Mutuo Contra Fogo t Progresso Com
prazar agrade^o a liqiiidaco do sinist <>
dado em meu estab lecimanto, deposito
de algoilo e machinas para descarocar o
mesmo, sito ra do Coronel Peixoto
em Caranhuns n. 10, segura nessa Com-
paiih a eob a apolice n. 3 ;0, cujo total
dos prejuizos acabo de recebar por inter-
medio d Agencia do Recile.
aranhuns, 17 de Julho de 1894Joa-
quim Fernra Leal.
Parecer Medico
SOBRE O PEITORAL DE CAMBAR
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado com muito pro-
veito as molestias bronchopulmona-
res. Dr Francisco Augusta dz Silvei-
ra (Recife ]
Maria Antonia
As dores de h* tantos anuos na perna
no brac/> esquerdo, e ama bola que tinha
-a barriga, e oue todo er.sinava remedios,
mas nioguem curava ; sarou agora com
algaai vidros do rem-dio^-Ehxir M. Mr>
rat".
Deus ojuda o invecto.
Jocaroby.
Maria A tonia de Souza
Agentes em Permmbuo: A Conipicihis
a Drugis.
Ra Marines 4 (J odi 24
5' &e:caoS-io-eana 10 lio?-nu 0j KsUlo de
Feru.oiouco, >m ti a Ooiuoro de 189*
K .nal
D orrlem do Esa. S'.-. G)*)rnador do
E-ta'lo, po' e -'.i un -Telara na las pnoicj que,
ein VI8U do acto (testa dala, tka iwrW, por es
pago dedjjg ineze, a CuQUf de h,je, c.Di:ur#
reucta atiuj de r. ra p-ntnu.i. propaslas,
em caria ( ctmtt, para o to'OeCuieote. uurame
uta anao, do* angu bImiio seatarsoe, oecus*
aarioJ ao expediau.e e et>0VBM u uieuaa se-
o elana.
AIcjoI V).
Bailas de agaum para mi:.
H aOail e gru O 6 C10.
C HLtUled de metal.
Cipo.- de v.jrj ti jo.
i. os de amaina.
C-itas de viine para papis.
Caivetes Cacetas lie i i < u iem.
Ea.tijjes braoop', de d'.ffireuies-iamauaoj, Cr-
alo* r qi-! ':i j, com e s;m ijcrip{,au
para eatu* e offioioi.
E icsaerusc^B.
t. cu raa-i s ae ugaiba.
K-paU.i lu es.-O peuuaa ou ifi pa'.irs.
Eocovaa p ..: .,jj, a.- mesad,
fio de c et.
F.i.Ju.'i'S ue sen.
ijjaiuia araoii a liquida.
Una eui ca.-oco.
Jarras de Dao de dufrreDte- tamaoboi.
L.pM p e os da KaOar a. i, 1 e i.
U.I ue .mai corres, aiul e eacaroada.
O.ius ae orn so i u -
D loa de D.rr.ici, F-.tier.
Lacre verm^inj, M>ariD.
Li.ri.3i-u; ora.ico aum^rados, de pape*, pautado.
le dirTer^oi^a quati isdes e to.'jjaloa, coaieu*
il i 60 u > > loload.
0..0) ue p^pel de linQj, Draauo oa aza!, paula.
do, de 00 a 300 loihas unm-radas.
Peau s de hcj ae dide.-ene. Iao.-icsate3.
Pabias de o'e.do.
U tas de coa o para coadorciajde expediente.
i'a de ugalQa pu.a ataco.
Papel roeado paaiado. de diSereaies qoa'idade ,
com oa dem lascripcao.
Papel oraucj paa a w, de d ff-reaies qualidades,
com o sem luscrip^ao.
D lo a'mago pautado, p^ra coplas.
Uno .em paui .
Dito oranj paaUdo, le differeaies qaalidades,
para m-ppaa.
Dito da rne-mi cor, ca'toaado, para patentes.
Diio de llano b-.a;o oa atol, paatao, Cm oa
sem iQscnpcao.
uiu de (lobo in^lez para utao-, com oa sem
luscnpco.
Do br-auco de dlUereates qaalidalaj para car.
las.
Dito pardo oa verde para euvoitjr,j.
Quariiubod ae barro,
naspadelrai da com cabo de marum, osso
oo madeira.
R unos e qoaiidades.
Hegaaores de fluid'es.
MMHieie* tiooa e eXlra ooi.
i'i .t. pre.a e de orres ae differetas fabrican-
tes. ^
Tidi. ir. s de diffet-eatet qaahdaded.
TimpauoB.
feaouroB de seo para co lar papel.
l'uaUas feponas para ms.
Vaasuaras americanas.
O (oaeceaor, alm das obrigjcGes estipula
das na legislar em vigor, bjaaajeito as to"
KOlotes :
a) Os pedidos serio promptameat aviadas.
D) Da artigo* ae qae trata o presea.e edital
jfer&o ser ue boa qnallla-'e. _L
cj s se aceilarao os oojecios iaj (orem i lea-
ucos as amostras e padiOes apr^seaiadoa, os
juues dea rao archivados oesia secretaria.
0) Or^anisaudo se os diversos runos deser-
vido do E-iadj, o fonecimealo ea qoeai^o pas-
.ra ser felio aa secretarias de jaslie*. Ins-
ircck'3o paolici e agricali>ra. O m^amu eaiea-
ier Be-ba ou rclaQao a S^creiaria das Pi
frente, 2 Bii-e, 1 quart'-,
mede de frente 4 metros e 30 centmetros
a de fondo 7 metros, avahada em 500(5.
Portease a Adeli Josephin Ferreira
Mira.
Frecuesia de S. Jcs
A es-a n. 23 A ra de Antjaio Henri-
qae de pedra e cal, porta e janella de
fre-ot*, 1 al, 2 qaaroe, endj 1 d"> ao
parelho, dSo tem qu.ntai, criada de frente
3 metros 60 oea'.im<'tros e de fundo 5 as-
tros e 50 centmetro, um poaco esfi g >
de, peU qsntia d>; 1805000, visto como
I6ra ftvaliado em 201|}0u0 a esta a 2.a
praca. Pertence a ALria Juasna do Car-
mo. t '
A easa n. 2 na liba de Santa Rct?, edi-
fc.da de pedra e cal, com frente mura-
da e porta de fArro, 1 porta e 4 janellas
de treot, 2 pjrtas e 6 janeilas em cada
oata 2 sala*, S quaitoe, c>. inh externa
2 qaartos co quicial par* benhos, mede di
trente 12 metros e 90 centmetros e de
fundo 26 metros e 80 ceattmetros, em
oom catade, pela quantia de l3:50O)|OO0
teitb o .ibat.ment legal, visto qae esta
a segunda praca e foi avaada em.......
15;000. Pertence a Eduardo Plcc.
A sasa de taip* n. 4 ra da Game-
lairs, com p-rr-a e janelia de frente, 2 sa-
las, 1 qaartr, cninha in*e na, quintal em
aberto, meda de frente 3 metros e 90 oen-
tietuo-j e de fundo 7 metras e 20 centi
metroe em mo estado, pela quantia de
4O0UOO, feito o ab-uiaento da le, Visto
que l.-a avahada em 5C$030 e esta
a se^asda praa. Pertence a Manoel
Cowlho da S la.
A Ci^sa n. 51 roa Lomas Valentina,
CJm porta e 2 jaoelUa de frent-, 2 alas,
4 quartos, cosinba f.*8, mede de frente 5
metros e 0 centmetros e de tundo 10
metrea e 95 centmetros, ouiutal murado
pl* quantia do 2.7JO$000 feito o abat-
ment da le, visto qu fdra avahada em
8.000^000 a ear a e-jod* prija.
Pertence a Auuc ttoiaria Ptoieocia doa
6 tatos.
A casa n. 28 oa Travess* da Praia do
Fire, cim porta e jsnella de trente, 2
sal :s, 2 qaartos, p qaena cosiaha e quin-
ta terreno foreiro, mede de frente 4 me-
tros o 50 centmetros e de fundo 8 l|2 me
tros em man e feito o abatimnto legal, vito que fora
avahada em 800$ e esta 3 praca.
A casa de pedra e cal n. 152 a roa do
Marque* do Harval, com 4 jenelUa de
frente e no otSo 4 ditos e 1 porta, 2 salas
e I gabinete, 6 qaartos, cosinba fdra cem
u^a saleta, mede de frente 9 metros e
40 centmetros e de fondo 17 metros e 80
centimetroa, q-intal morado, portao ao
lao de m^deir, em bom estado de -Jon-
asrv^ao, av.liacia em 8.OOO30CO. Per-
tense a Lua Ferreira de Almeida.
V casa ds pedra e cal n. 196 4 ra d
Coronel BtnafMaa, c m perta e 2 janellaa
de frent 2 aalss, 3 quartoa, Jooaioha tora,
mede de treote 5 metros e 20 centmetros
a da fondo 15 metro* e 30 ceatiroetros,
qaictd morado e cacimba, avallada em
2.00050JO. Pertence a Beliarmino C.
I).as Fernandos.
A ca de pedra e civl n. 36 roa de
"8. JoSo, eom porta e janella de frente, 2
salas, 1 qnarto, oosioha nter, a com 1
qaarto ]autu a meama, mede de frente 4
metros e 60 oentimetroa e de fuedo 14
metros, quintil morado, pela qnantia de
97iJ, feito o abatimento legal, viato qae
fjra a'tliaia em i.200$ e eata a ter-
ceira praQa. Pertence a Jos Joaqaim Pe-
rer a de Mendonca.
A oaaa de pedra e cal n. 10 np. nn do
LeSo Coroado, fregueaia da Boa Vista.
isa, t qoa-t's.osinha ezteria, sitio ar*
borisado e cercd<>,. oom pertti de madei-
ra, mede de frente 13 metros e 70 cent-
metros e da fondo 21 metr s e 50 canti-
metros, am bom estado, pela qoaatia de
9.0000, f sito o abatimeoto legal, vitto
como fora avallada em 10.0000. Per-
tence a Francisco da Asis Pcreira Rojha.
E para constar passou se edital -na for-
ma da le.
D-do e pasando cesta oidade do Recife
aos 6 da Outubro de 1891.
En Jos da Costa Reg Lima, esorivSo
aubsorev.
Deomed G.inQolves^da Silva.
tdiial
retarla Pcrnamtneo, em 9-1 de Outubro
de 1894
Por esta r^part {So se (as pabiico do Sr. Dr. Queatjr Po'ica que se acba depo-
"Uo na obdale^acia do i.* di tricto uo Poco
ca Paaella un c.v lo rosso, andador de bai-
xo a orno, o qua fof aporebeadldo em poder
'o celebre iLdraa de cavallos Haaoel de tal ca-
nlfculo po- Joxqaim Victaliao
Q)'-ii se jul.- coa direi a ao mesmo raval-
lo'_a'e8eo!e-s- oaiju-ll.i ^Bodel^zaria icooiio
Je documentos probatorios de leei'imo dimioio.
0 8H(vet3ro marino
Francisco G. da Silva Barrozo,
O Dr. bigismando Antonio Oon^Ues, jaisi
dos fetos da tazanda do estado de
Pjrnambuoo etc.
Fas saber que nudos oa diaa da li, ae
ha de arrematar por v -nd a qaem mais
dar, -em pr-iC publica deate j nao ro da
26 do correte os p edios abaixo decl ra-
dos por execujao da Fazends.
Reo fe
So irado a ruado Mrquez de Olioda n.
56, oom 6 niat oc e 80 centimetr is de
trente, 0 metros e i>0 oeetimetros de
fundo, o 1.' andar em aalao, o 2.* 2 sa-
las, 1 g sala?, 3 quartcs e cosinha, avahado em
18:0000, pertencente a capell* dos Prase-
rea de Oua arapea.
A parte que poeaue Sophia Henriqaeta
Biserr de Me lo, no aohrado a rea do
Bom Je-us n. ,17, o qual tem 5 metros e
20 centmetros de frote, 17 metros de
tundo, o andar terreo 2 ea Oda, 1 qnarto,
o 1.' andar, 2 asas, 1 quarto, o 2.* an-
dar 2 salas, 1 quartj, o 3.' andsr 2 salas
e 3 qaartos, avahado dito sobrado ene
5:0000, cuja parte vai com o abate de
10 0,0.
Baoto Antonio
Csa a roa de JoSo do Reg n. 18, con*
3 metroa e 95 centmetros de frente, V31
rnatroi e 30 ceatimetros de fondo, em cni-
xio, avaliada em 4.0000, pertencente a
Caetano Jos da Silva Santiago.
S. Jos
Casa a travessa do Gas n. 24, com
porta e janella, 3 metros e 35 centmetros
de frente, 7 metroa e 90 centmetros de
tundo, 2 salas, 1 qaarto, quintal murado,
por 4500, por ser a 2.a pr^a; pertencente
a Jos Lui de Freitas.
Cae* no Becco do Macario n. 5, com
porta e jaoell*, 5 metros e 90 centmetros
de trente, 4 metros e 50
Servinds de secretario,
AQjqso V .uto de Medeiros.
OU-. Je-nyJ Uaterao Pareira de CrvJlu,
juiz de iireuo ao muaiclpii de Limoslro, na
fjrma da le, ate.
F-r,o saber au s-'gaiio tab^l'iaj dojaiiil e
nulas, escrivao dj ctvel e privativo das execa-
tOs cueis deste monicipio Mmo-i EUd o P-
reir do L'g>), que lhe foi marclo o prazo ne 8
das, a cojiar da puoiicaco desie, o.ra reas-
*awtr a serven ia de seo ofcio oa allegar e pro
fai josto Impedimento, ?ob pena ue ser o mea-
mo oISco coo-iiierado abandonado p-rj u-> Qns
ial erijrp8, ohorme o d sposm co a't. 1(4 do
fliri H hl*/inf*hitift aS-i0-1 n. 9 O, de 28 d Abril *^U qae ner poblicadj uo .Diario Offloial. do Esta
thniatica
Sr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatico que ha
8 mezes o atormentava, jno o dei-
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
Acabo de ser integralmente indemn3a-
do do prejnizo que teve a firma Garca c
Irmo, com o incendio que consumi a
casa de negocio, estabelecida ra do
Rosario n 80, desta cidade.
O pagamento foi feito pelo Sr. Adriano
Augusto Mendes, agenta da Companlna
logo que me foi possivel exhibir proca-
raco, mandada vir da Hespanha, dos her-
deiroa do meu fallecido irm&o e socio da
firma Garca & Irmo, documento india
pensavel, caso que pela Compankia me
Rfrrnicrs, segundo pens, a conti- ros papis comprobatoriossie casualidade
ivnrv'u de exigencias desirr adas'do sinistro.
que nao torJ a atteildidas pela 1 ireo- A' digna directora e especialmente ao
tona, como n&o poda sor. digno agente Sr. Adriano Meades, agra-
() Sr. Reifners empregou e empre- deco boa vontade que sempre manifes-
ga; esforcos p ira altorar a denomina- taram neste negocio e a inalteravel delica-
q8.) da Coin;ianhiade Exploradora pa-
ra Exploravel, o que, infelizinent2,
ccnseguio durante algum tempo.
^O abaixo asignado protesta con-
tra so -.ilhanlos prcpcsii;5es injustas
e que lhe sao pjssoalmento offensi-
O abaixo assignado nao fez exigen- des, representante da Companhia de Sc-
ciasdesarrasoadas, a si as fez ao ver'gu.ro tMutu Progresso a chave do pre-
da Directora nao era isso motivo dio sino a Villa da Macuco incendiado no
daza coin que me receberam quantas ve-
zes tive nacessidade de procnral-cc
Santoa, 5 de Maio de 1894. -Por pro-
curado de Aquilino Garca, Joo Antli-
nts dos Santos.
Bec.bi do Sr. Adriano Augasto Men-
Aten^'j
PROGRESSO
Companhia\de Seguro Mutuo contra foga
Tendo pedido exoneracao do cargo de
agente n'este Estado, o Sr. Joaquim Au-
gusto d'Aimcida. fajo sciente aos Srs.
a8soc:ado.s di referida companhia, ou a
quem possa interessar, que desta dacta em
diante, at segunda ordem da Ihrectoria,
toda e qualquer transacfto a realizar-se
neste Estado e no da Parahyba do Norte,
aero firmadas pelo actual rspresentante
abaixo ass g-uado, assim como recebi-
mentos de anntiidades: Alguna dos senho'
res associados que tenham reclamagoes a
fazar, ou queiram qualquer inibriua^o,
com relac&o a mesma companhi-i podem
deixar seus recados a ra Marques da
Olinda n. 15, qua das 10 as 3 r.oras da
tarde estarei sempre as suafl ordens.
Recife, 24 de Outubro de 1894.
Jos Antonio Linluires da Silva.
Representante.
.--------------*-----:----------
Medico
O Dr. Barros Sobrinho, de volta de
sua viagem Europa-, continua no
exercicio de sua profissao no seu ant-
go consultorio ra do Viga rio n. 4 I.
andar : e residencia na ra Real da Torre
n. 78.
o 1, f 1 a 1 iuid iji flixi 10 00 lu,'-ir oo costme
uesta elude, o que certijar o pjrteirodod ai-
dftortw*
r.utade do Li-noeiro, 23 de Oatobro, de 189i.
Eu, E.-oett.i de lueira Civalcante, esenr
Jo civel. anni.o o qae escevi..
j -onyaao M^iara > Peraira de Oarvalho.
C niri o 'ise os qualiaade de porielra nterin:>
des aaJl onos, iZUei eJilal do meamo ibeur
i;evi data.
E para coaotar. passei o praseats qae as.-ig^o
e doa f-
Lixot iro, 2i de Ooiab'o de I89i.
Manoel Antn o <: s Santos.
O, Jr. Marcos Tullio doa Res Lma, juu
"de direito da faeenda municipal do Re-
cife, etc.
paa aaber p.ale present qne no da 5
de Nuvembro do norren'.e anno, se ha de
arrematar por venda a quem mai der em
praca publica deate, j liso a oa*a de p.dra
e 0.1I n. 164 a roa do Coronel Saaseunt,
frgfl< J'ipA' c^m por: a aneila
de frest-, .< cosinha fon,
rnedo de'frent-j 4 T ; 45 centmetros
e de fundo 16 mete a e 8 1 cantim,at-c8
qo.til Bin'di, cacimba e jio.'t'o qve d
osra a roa dn CaldareifO, avahada em...
2:500)5000. Pertenoa a Aatonio Valenta
di Sn'v Briooa 1 ae 1 pra^ por execn-
c^Ro qae Ibe nove a fa-.eoda aanicipd.
E paraoonst^r pastoj-s-; edital, na fjr-
mQ da !e.
Ddo e p asado nasta cidade do R?3if^,
de Peraambnco -oj 23 de Oat&bro de
1894.
Ei Jos daCjsta Reg Lma, eserivao
o eaorevi.
Murcoa Tullio doa Reis Lima.
oaocaa ae maso eoavfar o re-p.ctivj aecrclano. !com 1 po-ta e 2 paellas da frente, 2 sa-
l, 2 qaartos, couoha frs, mede de frea-
te 5 metros e 30 centmetro} de fondo
11 metros e 40 centmetro?, qaiotat mura-
do, ayaladaem 1.500(5. Partencia Aiol-
pho Octaviano Letl Ferreira.
Fregueaia de Alogadoa
A casan. 341 A na Estrada do Geqni
a Jaboat5o, coa porta e janella de frente,
2 salas, 1 qaarto, ooainh tora, mede de
frente metroa e 3 centmetros e de fon-
do 7 metras 2S centimetroa 25 cnme-
tros, quinal em aberto, pela quantia de
90S. fsito o abatiiceato legal, visto que
tora vahada em 1000 e esta a segunda
prci. Pertence a Mara Joaqaiaa da
C.-nceic3o.
A casa de taipa n. 68 D na Estrada do
}eqoi a Jaboatao, .'041 porta e janeba de
frente, 2 ai la, 1 qaarto, coainh* n*-eroa,
mede frente 4 metros e de fundo 9 me-
ros e 8J centmetro, pela qauntia de....
8.0, fe too abatimento da le, por isso
que fora avaliada em 100)5 e eata a ter-
oeira praga. Portioce a Antonio Jobo
Vieira.
A casa de pedra e cal n. 35 na traves-
sa dos Remedios, com 2 jaoelba e 1 porta
de raote, 2 janellaa no outao, 2 salas, 4
quartoa, oosioha (ora mede de trente 8
metros e 5 centmetros e de fu-alo 13 ae-
tros e 10 C'-otimetrcs, frente murada cou.
portao d* f-rro, quintal cercad" sv.'H.da
em 1.500$. Perteuce a Fraaoiaco I i .bino
d Ar~uju.
Fregie^a da Varaea
A casan. 6i a o cal 00 hg-r Cor-
deiro, coro p rta o j<-oella def.-entr, 2s<*laa
2 quartcs.aamcosiotii porter ido deraolidi.
terreno p'ropno, mede do fre.te 4 m/uus
e da aa" 12 dito e 50 oeatim b a,
pela qnsntia de 270# feito o abatime-11 da
le, vlto orno t*a fcvalwda era 3001 e
segunda p-aj-i. Perten:9 a Ant. nio Fra.-.-
o.aoo das Gong 3.
Fregaeata .io Po^o da Pantlift
A cas-, de Uipa n. 1j A na eatrag para
o Engenta, oom 2 portas de frente e 1 no
oitao, 2 sal a, 2 quartoa. coainJaa ao lado,
mede de frente 4 metroa e 95 centimetroa
e de fondo 11 metroa e 0 oentimetrOJ,
O Ur. D'omeies Gnjalvea da > Ivt-' qnintr.i em aberto, um poiico etrsgid
jado4.- diatrietc, aiiOntUato do de | p-s'a qoaatia da 12l)5500,,f) :o o aoan,
direito da f.ienda esUiaalde Pernam- uto I-gal, viito oomo fora avahada em
buce na jurisdioao parcial.
Faa saber pelo presente qie no da 26
do cerrante me?, ae bao de arrematar por
io'Jd e esta a 3. praga. Pettanoe a
Jos Rodrigase.
A mi de fedra e cal n. 1 n f-ttada
centimetroa de
faado, 2 salsa, 2 qaartos, por 3965 por
ser a 2.a praga ; pertencente a Joaquim
Franoisco Rodriguea. 1
Cae a ra do padre Nobrega n 75,
coui 4 meVna e 80 centimetroa do frente,
7 metros e 50 j ctimetros de fondo, 2 sa-
las, 2 quartoa, po. 8565 por ser 3.a praga;
pertencocte a Manoel Gomes Viegas.
Boa Vista
0 nao f-ucto da caaa a roa de S. Gon-
galo n. 28, com 2 salas, 3 qaartos, cosi-
nha fora, por 1:35 >/> pertenoeote a Gui-
Iherme Gomea Psdilha.
Afogadoa
O terreno onde foi edificada a casa a
roa des Poyos n. 13, com 4 metroa t 70
ct 11 imetreB de trente, 23 metros de fondo,
per 64)5 por aer 2.a praga; pertencente a
Thereaa Mara de Jesas.
Caaa a estrada Real da Torre n. 25,
de taipa com porta e janella, 4 metros e
30 centmetros de trente, 7 metros e 70
centmetros de fundo, 2 salas, 1 quarto,
quiatal em aberto, avallada em 200)5; per-
ajente a Amelia Pooies djs Saotos.
Casa a estrada do oteqai a JaboatSo
o. 96, com 3 port-.s no oitao, 7 metros e
45 centmetros do frente, 14 metroa e 60
oeetimetros ds fundo, 2 salas, 1 gab'oete, .
oosioha fra, ea solo propro, por 810)5
por aer 3.* praga ; pertencente a Jorge
Vieira de Soaia.
Casas a Estrada do Gequl -a JaboatSo
os. 341 S e 331 F, tendo cida ama por-
ta e I mella, 3 metros o 40 centimetroa de
frente, 7 metr a e 15 centimetras de fun-
d, 2 aulas, 1 qaarto, qaintal em. aberto,
anisas de taipa, esta por 62(5 e aquella por
ov esU a 3.' praga; 89| perten^entes a
Jos Joaqaim de Caetro e Silva.
(Jas= a estrada do Eoganho n. 19, oom
1 porta 9 2 j.-neilos, terrego, 9 metroa e
1.) cen: me'ros de largura, 8 metros de
fondo, 2 s-la?,
98 por ser 2.'
tbeaa Caroeiro.
Vj para que chegoe uo conhecimento de
todjs passou-ae o preiente, que 8;i publi-
cado e bffiaalo.
Dado o paseado nesta cHade do Recife
aoa 13 de Oatobro de 1894
Eu Alfredo Diamantino de Torrea Bin-
deira, escrevi.
Sigismundo Antonio Gongelvea.
O Dr. .Marcos Tol'io doa Rea Lima, jala-
dos f itoa da t'Zmd. manioipt.1 do es-
tado de Pernambuco etc.
F*a saber que fiados oa dia da lei se
hade arrematar por venda a qucui mais
4er*m praya publica de&teijaiEa nodia 5
d Novembro prxima vindoaro os ben*
evointea p lenda.
S. JiU
Ua teen.' a raa Im'porial, orm-44 ,
mtres A. f-aote, por 450, por Bar 2.
r ,a, pertenoanto a Fraacelin > a'Al -a-
qaorqce Mello.-
.^Oai terreno a rea do M-rquei do Her-
va!, oom 21 metris e 50 ceatmetr *s di
frente, vallado cida palmo em 5000,
cajo terreno pertence-a Osa-r Des:ibaai.'
3 quar-.o?, de taipa, por
praga ; pertencente a Ma-
Sj:s caleiras de juzco, 1 dita de ana-
re1 lo 1 dita de br .go, 1 eapelho de pare-
de com moldura doaradaj tida av diado
em 508000. cajos bens sa aobam em po-
der de Afip:o de Mello.
E para que chegae a notioia ao conbe-
cimentc de todea passon-sa 9 presente qae
ser publicado e affixado.







Dad > a p' Bid no, t oiai.de do iecifo
Mi 23 de Outabro de 1894.
Eu Alfredo Dianiautino de Torrea Ban-
deira,|eecrivto.
Marooa Tallio doi Riis Lima.


Diario de Pernambaco Sextoafelra tl de Ontiiliro de 1*1
DECLiRiCOES
COdPANHIA
DS
Tecidos de Malha
De accordo com a li das sociedades anony
mi >, achuru se i disposicao dos senhores ico o-
Dictas, ta roa i de aVco o. 7, a can a do ba-
lsee i, ;i hala oos aeeiooistas e das iraatfersC-
Cib de accOft.
Recite, 10 de Outobro de 1894.
0 ibe.ooreiro
T. Doar'".
Coujpanliia Destillacao
de S. Jos
Convido aos Srs. subscriptores a rea-
lisarern a segunda entrada de 20/t
ou vinue mil ris por ac^ao em mao do
Sr. thesoureiro, at o dia 30 do cor-
xente.
Barreiros 10 de Outubro de 1894.
Francisco da R. Hollanda Cava/cante
Sobriulv.
Director Presidente
Companhia
Exploradora de prodactos
Calcreos \
Aasembl* geral extraordinaria
Nao se te ido reooiJo numuro legal dos Srs.
accloolstis pa a a reamo convocada para o dia
SI do :orreote, afi'ii de de iborarem sobre am
empresu no em obrtgaces io portador para
cempletarem-se as obras da faiatira de cernelo,
pede-se aos meamos stohores accionistas para
renoir^m--e pela segonda ves no escriptorio da
corxpaobia, do c: es do Apollo d. 93, no dia 29
alo crreme, a 1 hora da tarde.
Recile, 23 ue Oatobro de 1694.
Rodrico Curvalbo
Secieiario.
G lub Carlos Gomes
82'eot licamos acs senhores socios que sabba-
do S7 do correute lera logar o sa-so co.reapoo-
deote a e-te mea, pdenlo desle ja rronrem-s?
dos seos ineressos Da tbesoorarla do clob, das
7 la 9 loras da noote.
Secretaria Ootobro da 894. -
Alvaro P. Alvea
! secretalio.
Santa Casa
Casas para alogjr
Na sec-et. -ia da Saota Casa alogam-se as se-
gointes capan :
Roa do Amparo n. 18.
Irem Arr-bO D. 8.
Companhia de Tecidos
Paulista
Chamada do Capital Social
Sao convidados os Srs. Subscriptores
de accoes para o augmento do capital
social a realisarem at o dia 31 do cor-
rente, no escriptorio provisorio d'esta
Cmpanhia ra do Bom Jess n. 1
pavimento terreo a terceira prestafo
das acedes subscriptas a razo de 30 0/0
OU Rs. 6o:000 por cada acQo.
' Recife, 9 de Outubro de 1894.
Jos Antonio Saraiva Jnior,
Director Secretario.
COMPANHIA
Trilhos Urbanos do
Recife Olinda
Ten o de se recoi' a sseembla ge al ordina-
ria a 27 do mea prximo, se acba a disposicao
des senhores accionistas, do esc notorio da com-
paebia.de accordo com o art. 147,do rrgnlameDto
das assucincea aoonvmas os 1 lemeatos da es-
cnptoracso necesearioa para o i-lgacaento ca
saas cooias D3 eurcicio fiado a 30 de Jotiho
prximo.
EscriMotio do gereati J7 de Setembro da
1894
A, P"re ra SlmO-s.
O London & Brazilian
Bank Limited
Sacca obre Lisboa e Porto
esM libras sterlinas, e a vista,
sendo o pagamente feito na
occasiio da apresentaefio do
saque ao cambio, pelo qual
Banco es ti ver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
diaa de vista naqnellas praeaa.
Hospital Pedro II
Precisa-je com rgeacia cootractarom pratiro
de pbarmacia com babihtacoes liara o servico de
aboratoric 0 servico das 6 horas da oanba
as 6 da tae: a tratar com o D director, do
mesmo hospi ai, as horas doexsedieots.____
Igreja da Madre de Deus
Irmaodiade de W. < Hootent
Em comprimento do A-t. 2? dos dossjs eaia-
ntos, convido a tolo* os rmaos desta irnana
de S compirecerem em D3o iv>a8t?torio pelas
10 bores da marina de domingo 23 do correte,
afim de reooir-se mesa geni pira eleger a mesa
qoe tem ce administrar a irmandaie do anoo
de 1894' a 18. mm
Consistorio da Irewaade do N. S. Mal doa
flameos. 3 de Oatobro d* 1894.
0 eswive interino
Jo** Dativo es P Bastos.
Compalabia dos Trilhos Urba-
nos do Beeife a Olinda e
Bebcribe.
(Assemblfa Geral)
Antorisado pelo Sr. presidente] da as-
aembli peral, convoco a misma para o
diafi7 io corrate, para um sewSo or-
dinaria )t%ar as coritas da Bompanhia,
otwir a .lefcMja da relatorio, eieger a
directoriaqueatem.de acministrar: no
prximo triennio e u respectiva commis-
sao fiscal para 0 novo anuo. A reuaio
efiectuaiBe-La na sala das seasoes dacom-
Sanhia, na estajSo da A irora, ao mcio
la*
Racii'e 12 de Outubro de 1894.
0 presidenta da diructeria,
,A. Ver eir Simtso
Wri-
QUE SE REAL1SARA* NO
Dia 28 de Outubro de 1894
Terminando as 5 horas da
tarde com a entrega dos qua-
tro importantes Brindes.
Extracco pela machina Derby-Club
Nosaea a' e i PeUos Notara lid.
Cor da vesti-
menta
Proprletarloa
1.* PareoCoaaalacao 800 metros. Aoimaes de Pernambaco qoe Dio tenhara gaobo
dos prados do Recife cnolaoio ou dj victoria. Premios : 250KK8 ao 1*,
50JOOO ao 2-. e 15*000 ao 3.
Goirx.....
Vulcao.....
T-ansporte.
Nillo.......
Oaoge.....
Rodado......
Baio........
Rodado.....
Mellado.....
Castaobo
Peroamb.
54
Si
54
54
54
Azul e braDeo.....
Encarnado e braoco.-
Pr.-to e encarnado....
Azul e preto.........
Encarnado e preto
iX, Babia.
Coad. 24 de Maio.
P. Carfalbo,
P. J. Moreir.
P. R. R.
2.o Pareo loprensa i 450 -netros.Aoimaes de Peroambnco- Premios : 3004000
ao 1.*, 604000 ao *. e 304000 ao 3.*
Hirondelle...
Pigmeo:....
tfaority.....
Tdo-.....
Camora......
Castaobo
Zuo......
;*stanbo-----
Mellado.....
Castaoco------
Pcrnamb.
5!
H
5i
52
51
3ranco e onro........
Ooroe preto..........
Encarnado e azul......
Verde e amarello......
Ljrio
J. das Neves.
A.M A.
A. Taques.
J. Moraes.
Cood. Colocho.
3. PareoFerro Carril
ao
ii1.530 metros. Aoimaes pongas n pe'lodos. Premios:
ao i,', 60i000 ao V e 30400 J ao 3
3004000
Doaradilbo-. AthleU Io... Petropolis... Radams.-.. 5 3 8 4 Castaobo .. Peroamb.. c 56 51 58 54
Onroe azul..........
Lyrto................
Azul e eucaroado.....
Verdee ooro.........
Cood. Colombo
dem.
tfagalbSee.
(Jjud. Brasileira.
4.* Pareo Esllasiaio-800 metrosAoimaes. de Pernambaco.
l, 504000 ao e S5400O ao 3*.
Pnzileiro.... 5 Peroamb.. 54
Pbarlaeo - 5 Castanho ... 58
rooso..... 5 Rodado...... 54
Abismo..... i Mellado..... c 56
Tenor 1... Alazao...... 54
Piaoo...... 0 56
Rio-Gran de.. Rodado...... 1 56
Encarnado e preto.
Azul e ooro.........
Atole preto.......
Azul e Draneo. ...
Encarnado e azul..
Premios : S504000 ao
Cood. Arrayal.
J. M.tta.
9. Mareira.
0. 6. Lus.
M L. M. Netto.
P. E. Tetzeira.
J. Mj Ponseca.
5. PareoFe
bnro 1.609 metrosHamtaipADimaes de Pamamboco. Premios:
4004000 ao 1.*, 804000 ao I.* e 404000 ao .
Todo-......
Atentureiro.
Piramoo.....
Camrs.....
Bismarck V.
Pigmeo.....
Mellado.,
castanho.
Rodado..
ZilQO-----
cemamb..
45
58
45
45
60
45
Verde e amarello.
Amarello e branco.
Atol e ooro.....
Atol e encamado..
Ooro e preto.......
J. Morsas.
:oni. Limited.
Com. Bella Vista.
Coudelaria Colombo.
F. C. Reg.
A. M- Almeida.
6. PareeHipooOroaao do oaaooo Grande -1.150 metrosAoimaes de Pernam-
doco. Premios I 2504000 ao 1.*, 504000 ao 2.* e 254000 so i.9
Batorv.......
Vioeador
Monrisco
Cingo......
Mooro.......
6Topj2......
Mellado..... Peroamb. 52
Rodado...... 52
Ziioo....... c 52
52
C c 52
Alazao...... 52
Xadrex.....~.
Asal braceo.. .,
Braoco e atol-....
Ooro.............
Asat e ooro......
asoi e encarnado.
Cood. Nacional.
Cood. Portaeose.
Luiz de Franja.
J S. Popa.
Cood. Moartscana.
P. C. R. Reg.
7. PareoSoovti
a1.000 metrosAoimaes He Pern-mbnco. Premios: 1504000 ao
1.*, 50*000 ao 5.- e 254000 ao 3.*
Purtoro.....
Traqooasj..
Dictador....
4Gllet.......
aUlaoge.....
Rodado......
MeMado......
Fotelro.... .
Rodado......
Bono.......
Peroamb.. 54
56
54
54
{So-
aso! preto........
Preto e roaa........
Azul e encarnado...
Encamado e braoco.
P. J. Moreira.
A. D. Sao tos.
O. Teueira.
Osear.
erad. 24 de Malo.
8.
PareoDerfcy Clab- 1.20J metros Aaimae* da Pernambaco. Premios: 5504000
ao 1.%, 504000 ao 1* a 254000 ao 3.*
Pomaca 2*... Garlmpeiro... 5 5 S 5 5 Casianbo.... Peroamb.. 62 52 K2 52 51
Ooro............
Verde e amarello.
Azul e ouro.......
Enramado.......
J. S Pape.
J. Pigoeiredo.
Cdelaria Campos.
Cood. Mooriscana.
Maetlhae* A C.
Observaos
Tocando a peaagem os anioaaes doverlo eatar junto respectiva caaa para
serena inmediatamente eoailbados e seajairem para o barradlo no oaotro da raa onda
t poderlo eatar oa jockeya e os tr .udores ou oriadoa e oa juises do mesmo barracao
os qoaos no podcrSo ter oommnniccSo com peaaoa algoma antea de realisar-se a
corrida. -v^^^
Os freqoentadorea nanidos e seas competeotes bilhetes, a rasBo de 1(5000,
com cinco nmeros differentes, torio direito ao brinde qoe a sorte designar por meo
da machina Derby-Club.
Eetflo a venda nos segointes logares : Baier da Boa-Vista, roa da Impera -
tra n. 88, Livraria Fratcoaa, ra 1 de Marco, no Centro dos Femantes, roa 1' de
Mar$o, e na Secretaria do Prado, roa da Imp-ratha n. 26, 1 andar, daa 10 horas s 3
da trda, e no dia da corrida noa portSas do Prado.
A archibancada do centro, fica exclasiva-
naene reservada para s directoras congneres,
autoridades, civis e militares e imprensa.
Entrada para Senhoras GRATUITA
Os animaos inscriptos para o 1. pareo devero acbar-seno ensilbamento
as 9 1|2 horas da manh.
Os forfaitt serio recebidos at sabbado 27 do correte s 3 horas da
larde na Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresentarom convenientemente trajados com as
odres adoptadas do programma por seus pairos, nao sero admittidos pesagem
eseio mellados de accordo com o art. 51 do cdigo u uoitioos.
Previne-se ao senhores accionistas de procurarem os seas ingressos na se-
cretaria do prado roa da Imperatriz o, 26 1.* andar.
A Directora chama a aiteucao dos Srs. proprietarios e jockeys para o art.
21 e seas e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na podra ser rigorosamente curaprido.
Chama-se attenco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procurarem os
teas carloes, e cadernetas oa Secretaria do Prado afim de serem entregues aos
oorbMxoa no dia de corrida.
0 parti do ecsilameato s d entrada aa pessoas que vierem com animal.
Seatataria do Prado Peroambucano,, 25 de Oatubro de 18M.
O secretario,
Jt. Lemos,
BEBBY-CJuUB
DE
PERNAMBUCO
Projecto de inscripgo
Para a 15a corrida a realizar-se no domingo,
' 4 de Novembro de 1894
Encerrando-se as 6 1 2 horas da tarde
em ponto
1. PAREOPrado da Estancia 1.300 metros. Hsndioaa. Aniqaes de
Peraambooo. premios : 5000000 ao primeiro, lOOiJOOu ao segando
50iJCOO ao teroeiro.
Pe9O0=Bimarck2,, > 0 k los, Aventoreiro 58, Plotlo 54,Triompbo e Toreo 2\
52, Piramor, Nababo e Tudo 50, Maurity 46, Ally Stepper e Pygzoeo
4'> e oa 'emais 4-1 kilos.
2. PAREOLlberdade -1.200 metros Animaos de Pernambaco premios :
300?000] ao primeiro, 604000 ao segondo e 30000 ao terceiro.
Art. 5. B Bmrk 2.
3. PAREO Anlmaco -1.609 metros. Animaea de Pernambaco. pkehios :
30C)>OOO v, primeiro, 608000 a aegundo e 30000 ao teroeiro.
Art. 5.'Os do pareo L'bnrdade e maia Aveotareiro, PlatSo, Triumpho, Turco
2., Pir moD, Nababo, T ido- e Mauri'y.
4.* PAREO Prado Pero.aabueaBO- 1.200 metros Animaos de Per-
nambico. PBBMtos: 2505000 ,o primeiro, 50^000 ao aegundo e
254000 ao terceiro.
Art. 5.*Oad3S pareoa Libordado, Animadlo e mais Hirondelle, Feoiano, Pira-
ta, Yrj'j, Hugusoote, Gariapairo. Malaip, Pigmea, Ally-Stoper e Mas-
cote.
5." PAREOIII j) podro ai o do Campo Cira nde 1.000 metros. Animaos
de Pernambuco. PREMIOS : 2509000 ao primeiro, 504000 ao segando
e 250OO ao terceiro.
Ar. 5-Oa doa pareos Liberdade Anima^B?, Prado Pernambaoano e maia
Meare, Ida, F-imeca 2.', Teaor 2.*, Gailet, Pstebooly, Narciso., Cago
Toalon, Beija-Fi8r, Palhaco e Topy 2.*
6. PAREODerby Clab de Pernambsaco1.000 'metros. Animaos da
Pernamoaco qoe no tenbam gatihofno Derby Clab. Premios: 2504000
o primeiro, 504000 a segundo e 25f000 ao terceiro-
Art; 5. H'rondelle.
7.- PASEOExperienciaSOOaetros. Animaos de Peraambooo qoe nSo te*
nham gaano >.as prados do Reoife coatando oa nao victoria. PRBMios :
2504000 ao primeiro, 504000 ao segando e 254000 ao tereairo.
8.* PAREO Consoiaeo = 800 metrosAaimaea de Pernambaco qae n&o
tenbam tido claasifissolo nos prados do Reoife. Primos : 2504000 ao
primeiro, 504000 ao segando e 254000 ao teroeiro.
Observanjoes
A nscripcSO encerrar-a e-ha imp eteriv el mente a 6 1|2 boraa da tardo de
terca-fnira 30 do correcta, nfio aeodo aceita aqaoila qae nio vier acompanbada da rei-
pecuva importancia oti pasear da hora marcada.
O pr prietario que fiser nscrever seos aoiinaes para as oorrida do Derby Clab
de Pernambaco, asaim orno or ,cheys, empregado* de Coudlaria e maia peaaoaa
qae tenbam interesoe naa ct rridas, presume-so qora sio oaaoceioraa das decisSea da
Uirectori
Tocando a pesagem oa aoimaes dever&o estar jaoto da respectiva casa para
serem immediBtatnanteeoaOh-doe a segairem para o barracSo do centro da raa. onde
s poderlo eatar os poneys e os tratadores oa criados, oa qoaos nio pederfio ter com-
maoicaoBo com peaaoa lguma anteado realiasr*ae a corrida.
Os 6 primeiros pareoa nSo contarlo victoria.
Os pareos s serlo considerados realisadoa insorrvendoae e correado 5 aLmaea
da 4 proprietarios o i Aereo tea.
Secretaria dj Derby Clab de Peraambooo, 25 de Oatubro de 1894.
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
Companhia de Tecidos
Paulista
Ochen ture*
Paga-se no e9crrptca-h> d'esta Com-
panhia, roa do Bom Jess n. 1 pavi-
mento terreo, do da. 20 do corrate
Companhia Santa
Tneresa
tos: Podem tomar parte nesta re-
uniao, os proprietarios, que queirara
fazer parte da associaco.
Recife,.25 de Outubro de 1894.
0 Secretario,
.______Julio fralcao
Agna e luz de Olinda
AasemDla eral
Ciovido os seoborea accionistas a se reairem
an asseamia cerai ordiaaria a 3 de iovembro
prximo, do primeiro aoaar do predio o. 2 do
emdaante, os juros das debentuxes do. eses da Companala Peroambacaca arJm da ibes
emprestimo pela mesma emittrda rete- ser lido o rtlatono do exeretoio. rindo, a coosi-
rentes ao semestre lindo. i drla a propoeta abiaprese.itsoa, leiu pra-
Outrosim, sao convidados os 5rs.'t,2?de cnota% eWn a corxmiso Bacal e
v ., "*7. ,TT .' mZ_ _^ rends-meosaes da directorto,' coafrrxe os es-
possuidores das debentures dos nume- umn.
ros abaixos mencionados, sorteadas a reaaiao se effectaar ao aieio dia e nella
a receberam o Tespectivo isoaimente aera jnlgaao .0 parecer da comnois-
vencidos, scientincam- ,ao lKtl-
para resgate
capital e juros
dO-se-os ao mesmo tempo que do co-
meto d'aquelle praso em'diante, os ttu-
los sorteados mas vo apresentados a
resgates n5o vencera juro algum.
124, 933. 20!0 2789. I 3399
344, 11ai, 2094, 3000 3407.
380, 1347 2*04. 3004, 35i9i
407, 1800, 2185, 3033, 3589,
550, 1817, 2222, 3055, 37<*V
600, 1848, 2395, 3249, 3809,
701, 1889, 2744, 3J6<5> 39 866, 1900, 2766, 3369, 3916,
Recife, 18 de Outubro de I894.
O Director Secretario
J. A. Saraiva Jnior.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
De ordem da Illma. junta arfn ioistratlva da
Sania Casa de Misericordia de Recife, faco pu-
blico qoe peralte a meam jnnta. emana sesada
do 30 o correte, as 3 boras da larde, serao
levados i praca oa orroodamrDtoj dos preos
n. 45 roa da Hoeda a 45 a roa do Amorlm.
seodo as propos'aa em cartas fecbadas, com
declaraco da offerta dos propinantes e do Dome
ao Dador, a contento da joma.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, J6 de Ootobro de 1894.
O esenvao'
Jof Hnporio R. te M>oeiea.
agencia de empre&ti-
inos
SIS convidados os seobores possoidorai as
caetes abaiio descripiaa a vire relormal-as
oo esaatal as desta daa trlnia das, sob peoa
de serem vendidas m leilao para pagamento do
emprestimo qoe Ibes foi co'icmldo. conforme
determinam ae condicow aceitas pelos seoborea
a peo. baritel.
i. 151. 2!0.133 113,267.308, 311. 311,315,
373, 434..4S8, 440, *57, 461, 437, 801. SOJ, 516,
514, 687, 614 618, 6t6, 6J8, 6J7, 641, 646. 675,
705. 7J4. 731, 738, 738, 737. 745, 746. '49,784,
790. 793. 806, 811. 814 818. 896, 819, 886. 837.
Recife 1 de Outo ro te 894.
Bs:nptorir/ da companhia em Olinda, 17 de
Oatobro de 1894.
O gerente
A. Pe;aira SimOes.
Contraria
DE
S. Benedicto desta ci
dade
Assesabla geral
Da ordem do do so ia-isaiino irmlo presiden-
te, s!io convidados todos os domos carissimos
irmrn para comparecerem em nosso capitolo
no a.jcrtneo 28 do correte, pelas 10 toras da
m Obi. para asaembiea geral, afim de tratarmos
de neeocios tendentes a nossa coofrana.
Secretaria da veaeravel coofraria deS. Bene-
dicta, erecta no convnto dos religiosos rrancii-
cano.! desta cdade, 25 da Ootobro de 1894.
0 eecreta 10
_____________________Mapoel Geonioo.
Companhia
Refinadora .Mercantil Assu-
careira
Atnam-se a disposic&3 dos Srs. sceiODislas
para serem examinado.', 00 esoripioric desta
companhia. i roa 1o Dr. Jos Marianoo n. 68, os
dtrumentos de qae tratam oa ns. 1 i 3 do Ar.
147 ch le das sociedades aoony as, relativo ao
aaoo social fiadj em 30 de Setexbro ol jmc.
Eacript >r.o da companbia, 25 de Ootobro de
1894 -O gerente
Ifanoel Jos Ferrelra Crns.
COMPANHIA
Industrial e commer-
cio de estiva
Ao escriptorio desta companhia, 8 roa alo
Amofim n.,58, ACtum-a A disaosleao dos se-
nho es accioaisus a copla do balaocd e mata fo-
comentaa exigaos por let, reraiivoa o auno
social Hn*a aas 30 aa Jaobo prximo pasaado..
Recife, ii da Ootobro de t894.
A. D. Fernandos
Director secretarlo.
;A GL'.doGr.*. Arch.*.
do Un/.
aten.-. IoJ.-. Cap.-. Cawail.-. O a, Crui
S.-. F". P.'.
Convido a todos os llrr.-. do qoadro a con-
parecer i Seas.*, de seaooda-feira 29 4o sor-
rente, para se tratar de assempto importaste
para a Macn.-. Peroambocaaa.
Trac. aos 25 de Ootobr de 184B-. V. .
Antooio nanea Perneira Colmara 30. .
_____________________Ven.-___________
f Associaco Predial gdo
Recife
De ordem do Sr. Presidente o Em:
Sr. Baro de Casa Forte, convido ao
Srs. assooiados, a se reunirem no do-
mingo 28 da corren te, pelas 11 horas
do dia, no primeiro andac do jjredio
n. 32, ama do Marcilio Das afim
de discutir-se o projecto de calatu-
Catiiossiffl'
Segoe para o porto cima o hia|e Dos le
Goarde., recebe carga ; a tratar ca ra d Ma>
d'e de Ueos n. 8. -1
Pacifico Steai Mftit
paoy i
STRAITS OP MAQELLAM LINE
O paquete Liguria
Etera-se do eol at o dia
29 de Oatobro segnindo e-
,plis da demora do costme para
Liverpool com escala r>or
Lisboa, La V*Ufce o Plyaio
Para carga, passageos eacommen das e dinhel-
ro a (rete trata se com o
AGENTES
Wllson, Sons i C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
Linha regular de vapores
oacionaes e estrangeiros
O VAPOB INQLEZ
Shaftsbury
P res o tem enie
oeste, porto se-
goiri depojg de
breve d emora
psra os portea do
Rio de Janeiro e Rio Gran-
de do Sul
Em direitara _
_
Para carga n vaiores tra's se com
E. S. Levj
Raa do Commeroio n. 22
Boyal Heil i\m Mi\ ap]
O paquete Clyde
Commandante A. E. Bell
E' esperado do sol al o
dia 2? ue Outubro segoin*
do deppia da demora iodis-
peDsavl para
Lisboa, Vigo e Southampton
Para carga, passages encommeodas e dinnei
ro a frele, iraia se com os
AGENTES
O nova o ezplendido paquete
Danubie
Commandante G. C. Hieks
E' esperado dos perlos da
Enrona ate o dia 81 de Ooto-
.bro e segoir depois da oe<
.mora iDdispensavel nsra
Babia, Rio de Janeiro* Mon-
tevideu e Buenos a^ ?#s
N. B.Previne-sj aos Srs. recebea, da
osercadorlaa, qoe a Companhia Mala Reav..'. e-
sa, coitracton cora aGecoat Steam Navegacin
Companyum servico da vapores semaoaes qna
aartiaoo de Bordeaos e Cognac, vem ebegar a
Sonthmpton a tempo de baldeiarem aa carpas
destinadas 8 America do Sol. para oa vapores
desta caatoapRUi
A Real Mala acceita por p-ecos razoaveis pas-
sageiros para Valparaso via BaenosjAyres e
estrada doa Andes.
Tamoemaceaits oassage^o PV I*ew -Yo*,:
via Sootbamptoo, por especial arraojo feito com.
a Companhia Alloman 1 Llov, oolealo demora
rem-3 na Boropa cas 1 o dese]arem.
ReduccSo nos preoos daa paaaagaai 1
14a lastflto
k Lisboa 1* ciaste < 20 8 30
A'Sootaampton V class* 8 28 a 42
Camarotes reaoradosnara oa pasaageiros da
Pernambaco.'
Pera carga, paaaagens, enconxncndas e dinhei-
ro a frete: trata-se^oasoa
AGENTES
Amorim Irmos & G^
H. 3_Rn do Boa JeanaN 3
CHAUUIKS iitffllS
Companhia Franceza
DE
\aveg-cao a Tapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambaco, Baha, Rio de Janeiro
e Santos.
O vapor
Ville do Re sario-
COMMANDANTE DANIEL
E' esperado al odia *S de Oa-
tobro e sabiri depoia da .demo-
ra necesaria para
Santos
(Em direitara)
Este vapor entrera no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha, qoeiram anresentar den-
tro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
varvogas qoalqoer reclamagao coocercente a vo-
Issee Ese pc:ve"lcra-tssitm sagsds ;sra o?
polios do sel, ajm de se poderem dar a tempo
as providencias necessarias.
Expirado o referido praxo acompannia dSo se
raspoDsa'ailisa por exOavios.
Becete carg a tratar com o
AGENTE
Aug-u&te Labille
9Ra do Conameroia '
Auptrian Lloyds Steamer!
Navigation Company
O vapor aostriaoo
Meduza
E' es aerado de Trieste
ejfta.dia.ao de O atoaro-ee-
aepois da deven
eaeasarla per
i
t

-

-*i

.--

m$


I
de Pera ambaro exta-reira SO de Oulnlliro de 1894
Baha, Rio de Janeiro e San-
ios
i
f Para carga, passageas, eacomtneodaa vala-
res irats-ae coni os
A gentes
Henrjr Forster & C.
Ra do Gjjnmurcio n. 8
1' andar
Coupanh Ptrflambycana de
Ars-
par
a:im
POBTPS DO NORTE
Psrabybs, Natal, M,;co. Mossoro',
caty, Cea>r e Csmossim
O paquete Una
Coxmaadaoto Soares
Seg ir
as nortos
indicados no din
(te do correle
ai i horas da
tarde.
Cnama-Fe a aiteocao dos Srs. earreeado'e?
pars a rlaufola 10* dos coobeciment09 qoa aqai
poblicaoios:
o caso de bav.-r slgaroa rec'amaciio con-
tra'a Companhia, poravaria oo peda, deveser
feila porescrinto so atesta respectivo do port)
da descarga, dentro ligada.
Nlo p'ocedanda esta formalidade, a Compa-
Dbia tica ieenta da oda a rtspons.biliflaae. *
Decebe carga, f iroanmerjilas, pssaapens e dt-
? liriroa a frttt b't S li uta; da bjaba do da
da partida.
FISCRIrTORIO
Ao Caes da Jcrjipnnhia Pernambucana
n. 12
t
LEILOES
Leilo
Ds 30 catxaa com ct bolas
ie'
Hoj
A'S II ir HAS
No trap ee Ltvrarxento
Por cccasiao ce le o de rascn cem farello
e caixap (o c mani'-Ki 'Di latas.
e.lo
De 45 s.'ccos cora farello ava'dos n'aeoa sal
i;; i o, i esc .rn f ;adi s do r.-v t allemao Olio
Sexta-feirs, 26 do correte
V*> i1 horas
No irsplcbe LiviameDtO
O agente Gdrc:o, aotorisaao, lar letlao por
con e ri?co e anT3 perieacer, dos saceos com
[trel'o acia a mencionado*.
Grande
Leilo
De movis, espelhcs, loucas,
vidros^ porcelana?, plan-
tas, passards, etc.
Sexta felra, do corrale
Roa Marqatz do Hernl uutua roa do Sol o. 13
joctoso biliar
As i\ hras
O agente Martins, actviaado pela Sra. D. Isa-
bel Mana da Silva, qoe mn la de residencia.
Veja o Jornai do Id c Ir.
iLeiio
Da 39 caizas marca A. D. I. G. cim i 998 libras
de msnieiga, eco litas de i e X libras
Stxta-feira 26 do trrenle
A'S 11 HORAS
No trapiche Livramentolado do Caes
Per tccasio oo ieiiao reMo
Por intervenci do agente
Gusinao
Leilo
De ama nrobilia de jooco comp'eta. lespelbo
grande, 2 quadros, 4 pares de jarros, S etageres,
2 candie.-os. Ieaearradeiru de porcelana, lape
tes, 1 carua para casal r re copla e cortinado,
1 rolxao e 4 iravesseiroe, 1 toilette, 1 goamicao
para toilette, 1 cabide, I l-oteroa de mola, 1
goarda loco, i mesa elstica, 1 aparador, 6 ca-
dtiras de joqco, l lavatorio de amarelh, 1 dito
de Ierro, 1 machina de costura, 1 mesa de piobo,
porcelanas r liocas para almcco e janlar, copos,
callees, garrafas, compoteras galneteiro, tolde-
re; e noitos oatros oi-i' "ios de osj domestico
Sabbado, 27 do correle
A'S 11 HORAS
Na casa sita i ros de S. Joao n 63 H
O age* i" GosirSo, aa:j-isadi pela Sra. D. Ma-
ra Loiz- Fsrnandes, qo" retirase para (ora de
Estado, (ara ieao dos movis cima mencio-
nados.
Le o
Da prancboes e ta oas de forro e assoalbo de
amarellc, looro e redro FVz-se abaiimemo dd;
precos actoaes ce 10 a 20 %. Para ver na ser
rarla da roa de S. Joao e a tractar na fabrica de
vino s de caj, oe Jos de Macedo roa da Au
rora n. 111.
Leilo
rio Iss de Iquelra lories
da iva
ast Daer.rt da >nva Sobrino.-, sna
conlbe,' e rilnos. Heniqoe Birge* a*
Silva sea mclner e filos, Jo.o H. da
Silva, saa mnlner e filbos Alfredo Sor-
tees da Silva, Antonio B. da Silva, Anoa
B. da Silva, seo marido e filbos. Isidoro P. de
Siqoeir, e Jo; Antonio de qoeia, igradecem
do intimo 'dlaa. a peseoas que se dignaran:
acompanbar at a ultima morad o corp de soa
idolatrada e nuoc eaqoecida aii, sogra, at e
Irmi, Haria Jos de (Hqoeira Bo'ge da Silva, e
de novo as ronv-dim, e aos dema a prenles e
amigos para aieistirem as missas qoe cor gua
almamsodam celebrar na matris da Boa Vista
pelas 8 doras da manba de sexta-feira 26 do
torreot-, stimo da Co gen passame to, pelo
qoe se confessam molto agradecidos.
t
a, ai
De od terreno em aber'.o Da Passagem da Mag-
dalena, movis, litros e ama typograpbia em
l)om estado.
Ef pono de D. Pcrcia Constancia de Mello.
Sabbado, 27 do corrente
A'S 11 HORAS
Ella casa n. 1 da roa do Dr. Epamiaondas de
Mello, entrada do Derby.
O agente Martina fara leilo a reqoerimento de
evet taante e tstame :eno drs bens deizadof;
per D. Porcia Cocstancia de Mello e por manda-
do do Ilm. Sr. Dr. jos de direito da provedoria
erx sna presenca de movis orna grande livra-
ria, terreno e ama tyoograpbla existente em
dita casa e pertencente as referido espolio.
.Leilo
Di importante casa terrea sita i roa Panino
Cmara n. 10. amiga Cataba do Carmo, fregoe-
zia de Santo Ar.looio, com 2 janellas e 1 pon:,
de frente, 2 salas graodeu, orredor independen
te, (i qoartos, saleta, cosmba e nnls 3 qas'toi'
tora, quaro com < ppareino, qoa-to com banbei-
io, tgoa encanada, grande qninial com ponao
qoe da para ootra jua
Ter^feira, 30 do corrente
A'S 11 ftORAS
&> rmaum a ra n. 48
O agente Gnemao, coapeientemeote aotorisa-
do f.iri leilo da importaoie casa cima menc o-
nada.podeodo oa Sra. compradores irem exa-
miDHl-.
AVISOS lTERSOS ~
Dr. Francisco Leopcldino participa o-
BatMi rlientes acaigos, qiie modoo a iui reg:-
den'a para a na da SacU Crea n. '/2.
alia Coeitao Lemas de Oll-
velia
Eloerdo Aogolo de OlUeira e seos filbos,
raociis d.i ouais ace ba dAr pelo prematu-'o
o-ggameotn de sna presi dlssim esposa e mil,
O. Amalla Coelbo Lemoe de Olueira, agradecen)
do toiimo (.'alma a todos os pareles e amigos
cu- e digraram acomia; ba -a al a ana oluma
tro-ana os convidam para assietirem missa
que pe o s^o renooso eterno mandam r^zar ni
nttm da B t>Vieta, p>>las 8 horas a manb de
27 do cor'enle, 7 da do sfn passamento.
Irma Virginia Jmioiil
Joanna do Reg Mia Tavar-s, tendo de rr.sn
ilur finr mi,iit pelo eterno reoooeo de cua '
praoiesda madrinba e amiga, irma vi-gima Je-
n(z>i coa "ida as "ssoas amigas rara o!6'irem
no Seminario de O inda, no da 26 do rorreni-,
as ti 1/2 Doras ca maon 6 .ando des e ja grata
a io t
Viciallaao P. itero do "tenia
Tuei dura Uemt.'Uu Ribero Oe Sooza e sos
tiib iro
oe Sooza, koa rxulher e Olbos agradecendo do
foodo o'alma a laopa que ata digoaram anompa-
nnar i eoa oltima morada sea inJitcso e gen pre
'horado esp380, pai, irmo e to. convidam de
novo aos seos amigos e ao- do bn em as misa s com qoe scflrgam a alma do
mes o fiasdo. no du 9 i 8 horas, ca matriz
d S. Jos, cem c que reveiaro um Beto de can-
dado e rel'gio, e pelo qnal Ibes sero etern*'
mente : g'aderinos.
t
LegiaodeSoccorros Mutuos
dos Oficiaes da Guarda
Nacional.
Trigsimo dia
De ordem do Sr. roajnr presidente, convido a
lodosos aesocia os da L**io a eomDarecerem
ea i reja da ConcaicAo doj i. Hitares o da 26
do correte, pela- 7 roas da manb, Bm de
88M't:rmog ama missa que m od&mos rezar por
alma do oosso consocio capuo Adolpb Czroei-
rn Cavalcante; assim cjioo convilu oe a seo.
Oibus, pareotes e amigo.
Secretaria da Legio. 25 de Ontob-o de 1894
Capilu J '-( Mgoel oosSin os
1' secreta io.
Bacbarnl Iri.neeiin* Bcraardu
U.ulniriru
5 OD.ver-ario
Cg filboa e gfii'os do bacbarel P^ancelino B.
Qointeiro. cooviuam os seos pareotes e am'gis
para assistiiem n m;r.ag qoe por alma oe een
chorado pai e cOgro, mandam le brar oo coo
veots do Carmo, no dia 26 de Ou'ubro, As 6
horas d rradbs, pelo qoe se eoofessam eterna
mente grsios.
Jos Anguslo de Lefx es
Aotcno Aoguaio ie Lem is e sua mulher, Jos
Augotio deL-mos SoDriubo, AogosU 1 de Le-
ntos (tsenle) Jos M. de L-mos e Maooel M.
de L--II os i-naos, filos, coonada e sobrinbo oe
Jos Aogosio de Lemos, fallecido no da 20 do
correle, no Rio de J-oei-o. mandam rezar orna
musa oe sabDado 27 do corrrate. s 8 horas 4
manb, na igrfja de N- S. da Gloria ; e para
asslstir a esse acto de re igiao e candade coo-
vidam as pe soas de soa amizaie, pelo que Ibes
ricarJi ete mente cr-to-.
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianca ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Procisa ae de ama ama qoe saiba ccfir.bar
preferiodo se qoe dorma em casa ; a tratar os
roa Larga do Rosario c. 10. t' andar._______
As!A
Precisa
fia ; na
1 de nrra -ma para cnidar de crian
do Bom Jesos n. 21.
Precira-se de orna i ma para coeioba
5a Maclel r-ipbeiro n. 9, 2- andar.
na Pra
Ama
Preciaa-6e de arta ama pa-a coslohar e lavar:
j tratar 00 pateo la Santa Croa o. 18.
Ama e criado
Precifa-se de urna ama para an t com rue-
nino, e de om criado para servi-.o de fabrica :
oa raa da Cooc rrtia n. 128.____________
Ama
Preciaa-se de doas airas, sendo orna para
cos'nbar e ootra nara ervicni domsticos ; na
roa ario de <. Bo'ja o. 36.
Vende-se
A taveroa sita rea Loiz do Reg o. 47-D : a
ratar na mesrxa, "n com Vi ira & Silva A roa
de S. FraDc:gco n, 86.______________:________
Baixa de eapim
Veode.se uro terreno na Agoizinba de Bebf-
,.be, com 1.830 palmos de frente e 800 de ron-
do, plantado de capim, com tres casan proprias
para tabladoa, 23 pea de coqaeiroe e algoinus
(roeteirag, laraogelrag, fracta-po, jeqa.ira.
mangoeiras e jambreiro; a traur n roa de
Bemfica, sitio aefroote do sobrado grande, ini-
ciaea T. F. P._______ '______________
Empregado
Precisz-se ne om empread) coe garanta sua
conducta, para oecopar ge em diverges trab-
bofl t.o Prado da Est qae de Caxias ns. 56 e 88.
Caizeiro
Precisa se de om caixeiro que teona prstiea
de molna .01 e d fiador i 10a condeca ; a ira
a* oj rea de Santc Amaro o. 6. taverm.
FERRO QUEVENNE
, asae^S^iiMifi pa... ^ AMEMIA, CHL0RCI8K
pela ACADEMIA DE MEDICINA OE PARS 7 CRAOUP7A
i4,Hu.d..Bsaux-A,-t*,PARIS' POBREZA DO SANGUf
*S94
GRAGEAS
deCopahib, Cubtba ,
afaflAla e Pirro, tumutho
Ueatrto. Tenbenthim, **
FORTN
INJECQAO
I Hy!uUc* P.-eserradon
tem cantar
aocldtta aJfiio.
Ai QR AGE AS FORTN, torio as primeias qua obtivuram a spprovaclo da Awtdemta
da mtdtrta (1830) e que adoptaram-M nos Uoapitaes. Curam as moltina secrataa,
mi!; r=b;!d=3 aem fatigar oa estomago mais delicado.
A IMJBCCAO FORTN sampra reooannwndada como o complex-entc da BMdieaeAo.
Dsnoelttrloe mra. Prntmtuco : ITA-IST- U. da SILV A. O*-
al
absolutamente pura
J. LEPELLETIER
xtl C^.ISE1^"1'^-XT perto Isicrny (B'ra.n.sra,)
CASA ESTABELECIDA EIW 1S30
Encontr-se esta Manteiga em casas de confianc^a.
Precisa-se de um homem
de meia Idade e que nflo tenha
familia, para cuidar no Servi-
ce de aeeie de um eatabeleei-
mento, e guarda de niesuao,
quena sejulgar as eendielles
deixe carta com as iniciaes
J. C. na escriptorio de cDia-
krio.

s?^^'
%fc
Essencia.......DATUP.A IMDISN
P de Arroz. ... DATTJEA TMBDSSi
Sabao........LATUEA INDIEN
Agua de Toucador DATURA INDIEN
Oleo.........DATUEA INDIEN
Logo para o pelo. DATBA INDIEN
SACHETS ORIZA SOLIDIFICADOS
PLAQUETTES ELEGANTES
16 PERFUMES EXQUISITOS
11 TODAS AS PRINCIPAES CASAS DA AMERICA DO BUL.
f5"crE rltw
DO Dr cg:. iT
Tosse, Catarrhcs, Grippe, Bron-
chites, Tsica, Coqueluche, etc.
__________________6, Avenua Victoria,
^QflLYCO-PHENICO
G
DO C DECLAT
Antisptico poderoso, Hygiene do
toucador, da Bocea, Curativos, etc.
Parla, e Pharmaolaa
ESSENCIA
QgPUfATIVA CHABLE
< VEGETAL)
cura : Eczema,
. Herpes, cuea
Prurigem
Em fernan-.huco O* de DROGAS & I
PitODcTOS CHIMICOa
28
ESSENCIA
V** rT" st^l DEPURATIVA CHABLE
%8ltV I (IODURADA)
[CHABLE
?r\R/S
cura: Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
Deposito* em todas aa Pharmacia
CHL.OROSIS
1 Paludas
CURA X
m
DEBILIDAOE
Consumpcc
ACERTADA
S LICOR DE LAPRADE^
COI
FERRO
Empraffmdo em todos os Hospitaes. O melhor ferruginoso para a
Cura das Molestias da. Pobreza do Sangue. NSo enegrrece os dentes. |
PARIZ: COIXIH a C. 49. Ru de Maubeuge, e em as parmaclas
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O mate adtmrado doe perfumee. O oatros
capeara em quinto que r. **Rom branca** i
da Atxi>os conserra-se sernpie fresca j
e suave.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
| Cera fama desde dona Ronla*, tern dado |
loKur a urna profusoo de iinit5iores aem
valor. Emprvgar k h e ATKiXdOX qne
jxiain fina.
Vendem-ae cm toda a parte.
J. A. S. ATXXVftOlT,
24, Od Bond SUaet, Londres.
..AVISO Lr^tihmij stmeato cora o irtoJo^
cD'i' aiul e amarello e a marra de
fabrica urna Rosa r^raoca" caa
o completo i'in:erero
AGUA
Mintril niturtl Purgativa
RUBINAT
rFonte do Doutor ZaXgOZlACS^
-
i inalysit da AcUemia di Haiktna i Para prora que a I
[dita agua contem 103*914 dt aubatancia Urna du quaaa :
SULFATO riR SODA x gDLFATC. DI MAOKBSIA
aeg26S 3(368
TINTU..A NICA
B instantnea
Para a barba e o cabello
(Ifm frasco/ son artiTifio aljama ui lavagto
Pars, ranoi, rub Lafatbttk, 53
DtfdiiltFD Pernambuco IC* U Drtf M i PmfcetM climitM.
^
Sao mgnificos
Moura & Costa previnem ao publico
que j se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecido indus-
trial Padre Moura de sua fabrica Pra-
zeres, como sejam : os puros vinhos de
caj e janipapo, e o finissimo licor.
As vendas sao feitas em grosso e a
retalho em seu deposito.
Ra 15 de Novembros n 45 A
Antigo imperador
i1 ttecao
Vende-se urna caldeira multitubular :
urna machina a vapor de forca de 4 ca-
vallos ; 186 formas novas de ferro gal-
vanizado e um alambique com serpen-
tina existente no Engenho Fragoso,
sito na comarca de Olinda.
A tratar com o Dr. Jos Antonio
Saraiva Jnior, no escriptorio da Fa-
brica de Tecidos Paulista, em Paulista
Pregos americanos
Veadem Beory Porster & Cem tea* rma-
teos de farinna ue trigo, caeg da RegeneracSo
na. 3 il, oo 00 sea escriptorio 6 roa do Com
merclo

>&&
Biifir aobre o htrtiro
^s*
Source
fM-tl
Quem quer
Veode-ge oma carroga orotira para Teod p
igua, podendo se traDpforuW paa c;ixao, geoao
qoe a roda eita pelo eysleroa de carro ne eo-
g'-oho : Qoem preiender dii;i-ge roadoNo-
(joelra d. 10, one acbara com '-- tratar.
oarato, nova, bem BSWe a (aa f.
EngOLiiaatii-jS
Precin-M oa i'olorana ra das Flores do
ir,-n Vi_____________-____________________
Fogoes Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
C, Ra Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Prfecos "sem competencia
Demarc^co de trras
Pelj eofeoBt'iro C C. Carlioi. refiaeocia oa
cldane d Bscana, a roa do Rio o. 12.
Attei^ao
Preclsa-sc alosr o mar p-rto possivel om
urreoo qa-' Pirva p ra p ns qiii, prefefe-e qoe
eia cercado e qoe letii a aigaaoa cobsud' cao : 1
tratar na roa nova o. 81.
Feitor
Prec1g"-re de om feitor : a tratar na >
tIndependencia, loia da Brisa.
Ciiado
Precta sede crx cisdo : db roa ta Scledade
n. 38, prefenodo-e meoioo.
Coslnbeiro
Preciea s de um bom co-inheiro. agsm romo
leoro criadno a t'aisr oa rna do Carmo
Ualel o. 5. em Ohnria.
Frascos
vasios
Compram-se f.a-coa de m?ene ja flaida, va
iiod. paea-se bem ; oa rsa Ba;iu aa Victoria
oomero 37.
Sft para de?occupar-se
Uona cande cana com mottos commodos e
l?oa, 00 Camtnbu Novo, aloaoel !5.# atan), e
qo-m destjar a preferencia dirija-s-; ao prcprie
(rio .oa da Mtdre.de be. s a. 10.
Cajurubeba
Eate eBcrtrieo e prodigioso medioamer-.
O, qoe oome^oo a ser vuigjriaado am
1883, e qoe t2o proficuos resoitadoa tam
prodaiio na cara do reamathisiao, o-
egtias de peile, encorrhea, esthma, dsa
tolTriinentos bcoasiona ios pela impareaano
larn-- e A.& differentes tonoas'da sypi-
lig, estevepor elgum tempo parabas do por
circumstaD.igs imperiosas; e hoje, porta,
reapparecs cm todo sea vigor; e de
esperar que contiene a meracerdo illas-
tr&do poblico'a me-.ma tcceitacSo de qos
sempre goac u
Appmvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hy ene, por Decretoa de 2 de
Jacho do 888 3 e 18 de Abril de 1885.
1 m posi^o
OK i
ft.wim ^andido de Figoeiredo
PROPAGADORES
Baplista& Figueiredo
A renrla un ao Iqaer Pfiarmacia.
Brancos e de cores recberam
Conrado Intime* tt C".
Um importante sortimento acabam de
recebar
Conrado Anttanes *k C.
A' RRSA
Vende-se 2 velocipe-
des novos de systema o
mais moderno qem pre-
tender pode examnal-
os na Ra Baro da Vi-
ctoria n. 63 1. andar.
Cosine.ra e criado
Precisa se t a tratar na roa do Crmmepcio na-
ero.
Coras Mortuarias
Explendida exposifo'de Coras Mor-
tuarias em flores de biscuit e panno,
offerece ao publico e aos. seus fregue-
zes
A Loja do Colho
56 Ra da Imperatriz 56
Vende-se
Igons mtlbelns de lijlos de ta^amentu,
osados, marca aotlga ; 00 armas m da bola
amarella do caes da nen enera {o.
Garvao animal
Recebe-se qoalqoer eocommenda oa pedido,
na roa de BemQca r 6 merceaMa Looreiro.
Telepbonr 472
Vende-se oma casa peqaen, gita i raa.dos
Guararapeg n. S : a 'ratar em OliDda, roa de
Matbias Pe:reir d. 67, taveroa.
Alega-se cm viveiro b^ira mar-' em AL-
gados ; t>a a se 00 largo da Pai c. 8i. ca raa
do Pilar n-56.
P.ecigi-se oe om feitor oo
trai-r na roa da Cadi-N do R-ofe
jardioelo
o. 35.
aIbc-se a casa com aeaa, 00 paleo do
Terco o. 82 ; ionio se dir noem alaga.
Ama para cosinhar
.\o sitio 11. & da Estrada de
.lo Fernandes Vieira se pre-
cisa de urna mulher de naeia
idade, cosinheira.
. FAVTAZIAS
' hodo a a. rtimeot'i de teeidos senda
impossivel de se tiascrever a grande
r eibe da tecidus de fantazia, sedas.
lis, rjEDsook, cambraiaa brancas e de co-
rea ; 1 ede-se ao publico em geral a princi-
palmente as zto8B. familias de visitarem o
CoDgre:?o das Damas
Ca^rvalho & Aimeida
BA-DD CABUGa' n. 8 e 10
Telephone. lt6
Etagres
Bonita variedade em madeira finaLk-
Mesas e toilettes para *s>
da e cbarlo
nos, receberam
fEDRo ANTONES &
3 Boa IInae de Casia
c.
Alta noviil^de
Em fiaos bicos e rendas, desde a ma i
Sna seda ao melhor Valenciana, recebe-
ram
Pedro antunes ttk C<
Raa Duque de Caxias

Muitas uovidades
A NOVA ESPERANCA. 63 roa Doqoe de Ca-
xias acaba de receber om expen iidoeorilmento
de joias americanas e qoe ba de mais goslo ga-
raoiiaao-8e a qaalidade por 20 aonos.
Liodcg oroebes para seoboras, braceletes,
g'anpos para enlejes de cabello, botes, voltas,
me artisos qoe acban-se exporto* as vitnnes a es
colha dasEx'mas secboras.
Um vanadir8 mo sori:meoto de rendas o qoa
ba de mais goso
Deseabo e sedas para bordados.
Caeellaa anata, para noivae. J
Eoxovaes para baptis.uos
Mos^alieiros brancos de cores para camas.
PEDRi> ANTONES & C
63Rui Doqoe de Caxias-62
Si
Avisam Conrado, Antones & C., qne
receberam luvaa para este til diverti-
mento.
i- BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Ns- 4, 6, 8 E 10
Bijutt-ria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravatas eabo-"
toaduras o que se p de desejar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Coarado, Autunes & C. --
A' BRISA
AttenQo
Rrga-se de novo ao Sr.
Joao Bento Monteiro da
Franca, mestre da officina?
de machinas do Arsenal de
Maiinha, qae nao tenha re-
ceio de vir a roa Duque de
Caxias n. 30 cumprir sua
palavra que se acha empe-
nhada a niuito tempo pois
a hoje anda nao aceriou
com a casa mas sim com
te.Keiro para pedir suspen-
^ao do chamado pela im-
prensa isto ser synico!
Grande modifica de presos
Eatames resolvidos a vndennos as faxen as
do oo?o esta .elecimentj cim abatimeoto de i%
0/0, isto fasemos devido nao i grande qoan-
ndade de atendsa qoe tas os e eaia e bea
como ao grande o espleouido sortimento qne a
cada momento esperamos de Pars, Inglaterra o
Allemaona ; por t:ntc, costa punco om paseis
aeste bem montado esiabelecimento, cnle todoe
rncontraro sioceridade na melida e oo qoe
cima tica dito e bem c, mi o agrado dos pro-
priea'ios do mesmoe
sena competidores
Estrellas *'America
lt-fl-de Mareo -88
Antiga do Crespo
Espartilhns
Receberam Conrado Antunes & O, um
variado sortimento
Conrado Antunes d C-
A BkLSA
Li ques He G?ze efioas
Ultimas novidades de Paris receben o
Congresso das Damas
Capunga
Aluea- e a casa i roa da Amizale n. 34, com
poneos commodos ; a tratar na roa Direita n.
43 sobrado.
Japunga
Aloga-se a casa peqoeoa o. 3J A roa da Ami-
garte a tratar oa rna Direita n. 4i, sobrado.
Caixeiro
Precisa-se de o > caixeiro com pratica de mo-
lbados e qoe d conhecimento de soa condoca.
com idade de 18 18 annos ; na roa do Capttio
Lima d. 15. Santo Amare das 8- linas.
Vende-se
Boa occasio
Um eobora tetirasdo se para Borona cede t
sea casa depen.So, rs.'ommendirve! pela bou
tO'icao rt casa como pela seriedade e oco bom
servijo qne a< boje ten sido snreciado temrru
pelos seos recommendavels pensionista* : para
as condicoes de venda e aluguel da casa dirja-
se empresa do Diarlo.
Caixeiros
P ertsa-se oo deposito da F.brlca Caxias, mai
que prestem Qanca sna ;ondocta.
A favarna sita i roa da Concelc&o o. 8, iivre e
de3embaracada\________________ '^
Armagao
Vende-ee orna arm -rao eovldracada com bal-
cao ; a irat.r com at Perreira da Silva & C.
roa do General Abreo Lima (aati{:a Santo Ama-
ro) n 6.
Em Caxang
Vende-se ama taverna Iivre de qoalqoer res-
oonaabilldade; a tratar na measaa, aiem da pon.
te, n. 1, chalet.
O rrais completo e variado sortiments
para homens, secboras e meninos.
Sedas
Brancas, pre tas e de cores, lisas e la*
?radas.
Cachemiras
Ccrtes cordados, eppartilbos, linoas,
perct linas, levantitias, oretones, Bephiro,
ohapos de sol, camisas, puchos, collari-
ohos e peitlnos.
Perlnmariaa dos melhores fabricantes,
etc., eto. _[_ .
Todo se encentra por preces resami-
dissimos
NA
La Gran Via
U A-Raa da lroperatrii-S8 A
DE
Othon Slm-sf* C.
Galoes e Guarnicoes
Oom vidrilho e sem vidrilho acaba de
receber liad i sortimento o
GONGRgSSO DAS DAMAS
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e] pequeas
porces applica-se ventosas seccasa
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Taverna
Vende-se ama taverna em ponte peqseno, para"
om principante, na ua das ParaasstsMBM
Capos a) n. J6-D, llvrg a desembaracada ; a.
tratar ni mesma.
*"
h


Diario de Pcrraarafinco Se^a-ffeirq # do Quinero do 13&4I
4


4>
7


I
__

i
1:


I!
Cosinhero
Precisa-se de um boni co-
inlieiro ou cosinheira pura
cati de pequea familia, ent
Oliuiia pagarse lo ni ordenado ;
a trillar na ra do Commereio
n. 41.
FundiQo Ge-
m
ral
Alian "aterson tif C. avi-
sam au v^ eus freguezes e
amigos especialmente Sra.
agricultorej, que receberam
um varia lo f ortimento de
arados os mais afamados.
Syracuse !
Irados a 2, b 1 !
Cubanos ns. I 9 I
J
A
Ourl
ves occu-
lista
Titeo-ioru 4om ft. moa de ellf-
BtUMtiecidu &>m ffi-iDa o ounves roa da
LaraDR'Mr. g n 1 av* aos si freeorses e so
reep-tiavr publuo, ijgp m-inipui offlsiaes babi-
lltadiiMio/O' (ira >y '-u 0 M toa ;Oer Irahalhp
coneeroen'e a un;, irte, e3peci."iis me crava-
cOts eara VHbaat'.'s. acal peocinex, mocoio-
los. CIP.
DooM-se, aratria-fe qua!ijnf mftsl. ncer-
to eui Ifqnps p nadripro a co ootra qna eer
espece, <: aoui, ic pre.ps imd-ros.
Ra ias Laraageiras n. 1
~PAB.4~
v:::;: *":::::;::::
Guimaaes & Vale uto, continuara
a ter as mercadorias abaixo descri-
minadas proprias para Uzinas e En
genhos que vendem garantidas e
presos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocoto.
leos americanos para lubricaco.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite dePeixe.
Gaxeta de linho.
Graxa era bexigas.
Pixe era latas.
Potassa da Russia era barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para xtinc^o
da fui-miga sauva.
N. Largo do Corpo Santo li.
C Vil I Alt 11 B ALI AI 1TARIA
15 ttUi do Visconle de Inhana15
( A litiga do ra do Rangel)
Este novo estabelecimento acha.se sob a direccao de Alvaro Jos Pareira,
entigo e conhecido camiseiro n'esta cidade, por isso scien tfica ao respeitavel pu-
blico pernatubucano, e a todos os seus freguezes tanto da praca, como do matto que
lalm de um bom sortimeuto de finas casimiras, bros, bramantes, llanellas, ptimos
madapolSes, esguioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
I para o bom fabrico de caminas Esta caa tambem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas da qualidades e precos seguintes
Duzia de 1.* classe com punho ou sem punho 8"5i5000
Duzia de 2.a classe com collarinhos 905000
Duaia de 2 classe cem -punh e sem punho 72S0O0
Duzia de 2.* classe com collarinhos 78(5 '(0
Duzia de 3.* B com punho ou sem punho 6 SOO
Duzia de 3 a B com collarinhos 66fiOf 0
Duzia de 3.1 classe com pnnho ou sem punho 488000
Duzia de 3.* classe com collarinhos 54O.O
Duzia da 4.a classe com punho e sem punho 425 00 \
Duzia de 4 com collarinho 488000
lm duzias razem-se bons descoutas
Linda exposico de gravatas, lencos, punhos, collarinhos, meias de la e
algodao, para homens, senhoras e meninos; o que ha de mais fino em aberturas de
pregas, lizas e bordadas
A' frente da oficina de alfuiataria acha se um perite e hbil artista.
SWER VERDADEIM
'
Fabrica de Charutos
Camponeza
DE
BITTBNGOURT LEITB
Babia
Os propietarios da conecituada e
acreditada fabrica de charutos Campc-
ueza, constituiram nesta cidade, nicos
agentes dos excellentes e magnficos
charutos de sua manufactura, os nego-
ciantes : ioaquim B. dos Reis >. C Suc-
cesseres.
Ra Larga do Rosario n. 30
PERNAMBUCO__________
Cal branca e vir-
gem de Fra-
goso
Brevemente ser annuciada da ven
' de excollente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras sero dentro de pouco
tempo postas disposico do publico
no escriptorio da CoTipanhia Distia-
Co Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda. n. 19, 1. andar.______________-
cosinheira e copeiro
P'ecisa se de or i>o :ob obeiri po- SOjOQO
por m-z. p de am hom copeiro : a rtt.r lo pa
ten ilu Co iPtio D. 4. tfer ptorio.
Z
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T.
s
9
i)
a
E
e %
AVISO
GRANDE BAIXA 0B PRB008
COVEM APROVEITAR
Os lindissimos quadros com molduras de completa novidade'; grande
estabelecimento de fazendas, modas e officina de alfaiate.
i GRAITDE LIQUIDACAD
B 11a roa do Ijivraniento n. !95
BErTO iilBEIRt i C.
8AB40 RISSO
DE
Cardozo & Zrxxxao
Ra doBarao de Triumpko ns. 100 104
e ra ilo Viscon le de J laparica r I e 4
COMMUNICAM a aui nuo-eroBoi fre^uez'B que tem ra dep sito o rece-
b(im reealarisente d Kurop o Amo iea todja os manhicBinos e ferragana proia
gricaltura dVte KaUdj como ejam
MACHINAS a vapor da ior^a de 4 10 cavallcs.
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FOLHETIM
31
0 REM0FS0 DE M
ANJ0
POR
ADOLPHO H'KNNERY
xn
(Continua (So)
Quinze dias depoie celebrava-ae com
grande pompa na igreja da Magdalena o
casumento de Germana Jacquin com Ray-
muuio Courtenay.
A pretexto de na dar que fallar, Oer-
mana vestio-se com o traje branco das
virgens e ornou os cal larnuja. ,.
De reato, ninguem se escandalisou com
iasc pela aimplea razao do que todos os
aasiiteutea ignaravam o prefacio daquella
unio.
No momento em qu Germana, apeian-
do-sn da sua enrruagem d gala, subia
pelo braco de sen aogro a monumental es-
cadaria da Magdalena, una mulher de
luto, com os olbos vermelhos, com o passo
iacsrto das peasoaa feridu pela sorte, sa-
kia da igreja.
Era a duqueza de fllaijlepr.
'aasando junto da aoiva, Diana levaa-
tou os olhos para ella.
Os eus olhares cruiaram-se, e Oerma-
UK, cuja ftcei w cobriram de urna paUj-
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercena-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquim
B dos Reis & C. Successores a ra
Larga do Rosro n. 30.
Taverna
Vfndp fp nraa tierna e bom logsr ; pa *
-oraiQ.* a roa rta^a.i^da V"-.>-i- o. 48, lu|a.
Criado
Prp'l3-?e dp nm rrmdo :
tJ3 do Bom Jeso? 0. 22.
ca boca f'an'eza
dez cadavrica, ficou immovel e como que
fulminada.
Tinha reconhecido a mulher a quem
roubra a fiiha!
A sua perturbacSo, entretanto, foi de
corta duracSo. Convencida de no ter
sido reconhecida, levanto altivamente a
cabeca e continuou para o altar a sua
marcha triumpbal, emquanto a pobre
desesperada se efastava com a alma des-
pecada, inmersa as trevas do seu deses-
pero.
Ccsinheira
Precisa se de un* para casa de ponca familia,
a ra Duque d Caxiait o... 1.
Fabrica de ffelo
Agnas e limonadas gasoaas de
Ititks as qidlddcs
Ecda w-ier, gioger, alp, limto laranja,
car-go, >bact>x8, granadina, grosellas
fracboiaas, b^UDlba, hortela pimenta eto,
etc.
1 A=OAE8 DO CAPIBARIBE12 A
fez, dizia ella ajgumas vezes, em voz
baixa.
E era verdade ; mas ncm por isto esta-
va menos sajeita a terrores quando se
lembrava que poda ser descoberta.
Ella com razao suppunha que aquella
mulher, que devia ser rica, remexa co e
trra para encontrar a sua filha.
Era, portanto, possivel,os acasos que
perdem s vezes os grandes criminosos,
sao to caprichosos,era, portanto, pos-
8vl que a descobrissem ; que fosse for-
Feito o casamento, os recem-casados e cada a confessar que era a autora de um
o S.r. Courtenay pai, betn instal'ados em
urna casa com todas as commodidades,
comecou para elles urna nova existencia.
Quero que todos aqui sejam felizes,
dizin o pai de Raymundo, rindo.
O excellente homem tinha algum di-
reito de exigir isso, porque poda consi-
derar-se como o architecto daquella feli-
cidade.
Germana nao ignora va que Raymundo
tinha casado tanto por amor da filha como
por obediencia vontade de seu pai
Responda, portanto, aquellos desejo de
felcdade com manifestac5es de reconhe-
cimento e participava com um ardor ex-
traordinario do luxo e daa alegras de um
presente inesperado.
Mas quelle bem-estar, -quelle orgu-
lho aatisfeito, misturavam-se inquieta96es
que n&o deixavam de a perseguir.
Se bem que estivese firmemente resol*
vido a n2o deixar o animo enfraquecer
com a iembranca do crime, Mme. Courte-
nay nio poda repellir os pensamentos
que constantemente lae assaltavam o es-
pirito. .
Havia um, principalmente, que aem
ceasar lhe acuda mente, mortificando-a,
e que ella n&o tinha forjas de abafar. A
mfci 1 a mSi daquella crianca
rapto abominavel.
Com esta idea, um tremor lhe abalara
o corpo. Fazia-se nella como que um
vacuo medonho, e o seu olhar tomava urna
expressao que causava pasmo.
Deu-se ento um facto que veio actuar
de tima maneira dolorosa sobre as primei-
ras sensa^Ses da crianza.
Esse tacto, pouco grave na sua origem,
devia, accentuando-se mais tarde, exer-
cer urna influencia fatal sobre as idaa,
sobre a ndole, sobre o proprio destino da
menina.
Muitas vezes, depois de dar o seio
pequea Branca, quando ella, saciada, lhe
adormeca ao eolio, Germana, com a bocea
crispada, a testa franzida, pensando na
criminosa aeco que tinha commettido e
no castigo que poderia feril-a, Atara na
crianca os olhoa cheioa de terror. E
menina, acordando, encontrava aquelle
olhar que lhe caujava medo.
Nao anda tudo.
Antes de.8er roubada, Branca tinha
frequente horaB de alegra nos bracos da
sua ama ou nos de sua mai.
Esta fallava-lhe com urna voz meiga e
tama, o sorriso materno chamava e fa-
zia desabrochar o sorriso da filha.
Hoje, pelo contrario, os olhos da infe
liz creaturinha, so encontravam o olhar
ua 1. ae icreo
Este acreditado estabelecimeoto continua a liquid&r
militas de sus niPirca^orLis por piejos que admira.
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Esta bem conhecida e acreditada fabrica de luvas, acaba de installar no
estabelecimento urna seceo de camisaria, onde se fabricam camisas e
ceroulas com toda a perfeicao e por precos excessivamente mdicos. Tambem
tem um bom ortimento de camisas e ceroulas das melhores fabricas estran-
geiras, collarinhos, punhos. gravatas, meias de fio de Escossia, etc., etc. O
proprietario da FABRICA MALBOUISSON animado com o bom acolhimento
que teve o seu estabelecimento nesta capital, confia que o respeitavel publico
nao deixar de coadjuvar mais este emprehendimente, tao til na actual quadra,
em que tanto se faz sentir a caresta dos productos importados do estrangeiro
como faoravel ao desenvolvimento do trabalho nacional.
Garante-se toda a perfeicao e modicidade de precos.
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S. vto..................................
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*>. Conoatei Cmr*aSemm, ummvme&t
' i-i do Dr. Humnhreys, U iwgjna sfa
-"1
41
Si ten.
i3. ^^-....
UNIOS AGENTES
Para Tendal ftv grosato em
r'irBi.m!)uco
FariaSbriilwl C. ~ L
03"
A MALBOUSSON
Ereapaz da fazor outw Tea o que'carregado e triste de Germana.
Parece entao que a crianca sent um
instinctivo aperto de coraco, aa feicBes
se lhe contrahem dolorosamente, ella agi-
ta-8e, debate-se, chora afinal, chora, e a
carinha tema urna tal expressao de soffri-
mento e de terror que Germana nao pod
deixar de murmurar baixinho :
Parece que tem modo de mim, para-
ce que me vai gritar :
Restitue-me a minha mi I
Sim, a crianga tinha medo daquella mu
improvisada.
Algumas vezes, entretanto, viam-se-!he
as feicSes expapdr-se : era quando o ve-
lho Courtenay, com a sua cara alegre, a-
approxiraava della e lhe fazia cocegas,
com o dedo, no queixinho ou no eolio en-
cantador.
Pareca entilo que a oriancinha quena
evadir-se de urna lgubre priso. aten-
dia o Vaco para o bom do homem, fazia
esforcoB e' alegre dava puloa, tendo ja nos
labios como que o sorriso feliz de urna li-
berdade.
O av, transportado de alegra, ia ao
con tro dos seus desejea.
E' to doce para um velho fazer mi-
mos a urna criancinha encantadora 1 1 e-
gava nella e cobra-a de beijos.
A physionoraia de Branca mudava en-
tao. Oa olhos brilhavam-lhe com urna
intensa alegra. Da garganta deapren-
diam-se-lhe gritosinhos Ae prazer. Agita-
va as miosinhas quasi com delirio e co-
bria o velho de caricias.
E' que Courtenay pai nio poda ver a
criansa sem deixar transparecer em tda
a sua physionomia um ar de supremo en
ternecimento.
Branca, como se tivessa comprehendido
que este a amava ardentemente, pagava
affecto com affecto : ao paaso que basta-
ra, pelo contrario, estar no eolio de Ger-
mana, pard ae mostrar agitada, trmula,
e soltar gritos dilacerantes.
As pessoas inclinadas supersti';So e s
ideas fixas poderiam concluir que a natu-
reza se revoltava nella, e que a voz do
sangue falla va j naquelle tenro cora9o.
Mas a voz do sangue Q urna convengo
teraria que j tuve a sua poca e cujos
effeitos appareates e causas lamentes mais
tarde explicaremos.
As agitacoes, os gritos e as lagrimas da
crianca tinham por urna razo o olhar
duro e glacial, mas inconsciente de Ger-
mana ; e esta que via augmentar de dia
para dia, sem he comprehender o motivo,
o terror de Germana, n3o conheceu, ape-
zar do desejo que tal vez tivesse, aenhum
affecto por ella.
Um dia a menina, sen que quasi nada
tivesse feito para isso, col loco u por acaso
urna perna diante da outra.
Est andando est andando I ex-
clamou o velho Courtenay no auge do
prazer. Est andando 1 Experimente,
Germana.
Mme. Courtenay collocou a crianga so-
bre os seus psinhos. '
Depois a mi e o velho afastaraa-se um
pouco, tendendo-lhe ambos os bracos-
A mili estava fria, indifferente.
O avo, com o olhar inquieto, paludo.
desvia-lhe aquelle terror de que nnhum
homem asta sento vendo urna crianca ti*
tubiar e prestes a cahir.
A pequenina salta, hesita, equilibra-so
com um ar serio, depois decide-se e ya>
para a frente.
D quatro passos e para... a vanea dp
novo, para outra vez, olha com o olhar
grave para a mili e para o avS, e vai sem
hesitar atirar-se nos bracos do velho.
Dize, vv6, exclama ell"]!
Germana d urna risada.
E' muito exigente, diz ella, deixa-'.
di'zer primeiro : papai, mami 1
bom do homem nao ouve ai palavras
de en nra.
NUMA P0MP1L1Q
Cirurgiao dentista
C*ntii3iia com o seu consultorio .nrr
Bsro da Victoria n. 64.
Consultaa e operacoesdaa 8 horas -^
Gficha aa 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais t
citados-
Cobisbeira
P eclsa fe de coa ra Yelha d J8, qoe ezli
ba d-> Regulador da Marinhs.
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometres de
marinha, caixa do msica tppareiaca
electrices, ocuios, omocuios, oculos de
alcance, oas e todo e qualqner objectos
tendente a arte mechanica.
WBu Larga do Koaario9
Serragem de madeira
N i.-brlea dt tro-eis s vapor. rt Silva Fer-
nande? C a 'na ne 8. Jobo n 48, uerra se
mal-ira por rcroor pr^cu do que em qualqoer
oora paite ; (accbpai taz-sercoldures, lrmpre-
uoios e qjflla- < ih-a ce carplaUMa, laes como
portas jan- Has, etc;
DEPOSITO
Ra BarSo ria V>-'0ri: o. 49
Ama = criado
P-ecifa-se de una am e de nm criado ; na
U'Largs do Rosarlo r.30.
Dize: vovo, repetio Courtenay pai,
acariciando a menina, e de repente Bran-
ca com urna voz lmpida e Clara, pronun-
ciou : Vv5 I
E nunca at ento Germana tinha con-
seguido que a criaca pronunciasse o
doce nome de maraSi !
E entretanto -Germana desempenhava
com toda a consciencia os deveres de
mai.
Applicava-se a elles com urna persava-
ranca extrema.
Quera an^ar aquella crianza a quem
tudo havia roubado e que tudo lhe havia
dado :' riqueza, coosiderago, felicidade.
Branca era tratada por ella como urna
filha de princeza, beijada e acariciada
frenticamente. E ninguem no mundo
poderia imaginar que aquella mulher ne
adorava a sua filha.
E' que por um seutimento fcil de se
explicar, comprehendia que affeicao pu-
blicamente ostentada era para ella urna
garanta contra as catastrophes constan-
temente suspensas sobre a sua cabeca.
Mas quando estava s, quando nio pre-
cisava ter tanto cuidado em si, cahia na
sua attitude triste, inquieta, dolorosa : o
seu olhar pareca aecusar aquella pobre
crianca do crime de que era objecto, e de
novo aquelle olhar, sem que ella suspei-
tasse, inspirava crianza um terror pro-
fundo.
Estavam tts cousas neste p, quando
um acntecimento inesperado e que de-
via ter incalculateis consequencias, se
deu na familia.
{Contina.")
pTm:*m ffftf r LHi.w ie Carias n.
flKMi.
/
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-% t-~


Full Text
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