Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19472


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Full Text
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AXH. I>X3C
laSw^i
eir 35 rife OnlaI>rc d-1994
KOIElftO 944

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I
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*
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PBOPBIXB&BS BE Sj&HeBL f 16USE9& BE F&B&& & SILBOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados. 8^000
Por seis mezes adan lados. i5$000
Zot um anno ada atado .... 30&000
SAO NO'SSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Fajre C &.a, residentes em Pars18. rae de
i
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES JONDE SE ,PAGA PORTE -
Por seis mezes achantado^. 16|500
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
331000
1100
y
Telegrammas
ssnvigo \\sm\k\ 20 diabh
Rio de Jancircw 34 de putubro, as
6 horas e 15 minutos di tarde (rebebido
.na estaco s 7 horas e 40 minutos da
noite.e entregue s 8 horas).
No Senado nada ccorreu-h:>)e.de m-
.portante!
Na Cmara ^os Deputados foram hoje
ppf'ovados: um requer ment do Sr.
. Glycerio rio sentido de ir a commissao
de marinha e guerra a Mensagem do
Marechal Floriano sobre, augmento d
saldo ao exercito e armada, e os proje-
ctos do corrente anno de nmeros 100 A
e 1 Ji, ambos em 3.* discusso: o substi-
tutivo do Sr. Coelh'o Cintra ao projecto
,B. 57 A, erri nica discusso; n. 120 A em
a.' discusso; 101 em 3." discusso, e 77 A
em i.* discusso. '
_ As tabellas do gcjvorno hoje apr-
senla das Cmara dos Deputados orcam
para 4895
A despeza geral em 235:7l9:8"G#l4l
A receita 280:97.4:.Y78/J874
E' certo que teremos aqui novo
ministro italiano.
Em Campos falleceu o deputado
estadoal tenente-coronel Antonio..Ribei-
ro Cardo^
A taxa do cambio foi hoje il 7/8 d.
por l^Ooo.
INSTRUCCAO POPULAR
fOa
si&ie:ts da ::;:::::-:::
Bihliotheca do Povo
Escolas
das
ALIMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
" RES, DIVISO E CLASSIFICA~O, COMi
POSICO DOS AUMENTOS, RGIMEN
ANIMAL RGIMEN VEGETAL, REGRAS
HYGIENICAS.
fConlinticr)
400 granamos de cafa c r-de-castaaha dao 19
de exmelo.
iOO gramm-.s de caf de cor-escuta dSo 16,15
di! extracto
D'aqui se d aprehende a importancia que leal
a torreaCgo de cal sobra as t*)S4 qualidales e
mportan< la ihinentar, e por isto ']ue nos de-
moramos um pouco n'este assumplo. .
O caf ja foi con lemnado como bebida pre-
ndida; saude. Dizia Fonl''neIle que a liuma-
'nidaie se envennala tentnm'Me.ColH O seu uso.
jfoje sao feralmente recomiendas as vaotageDS-
bygienicas do caf, que presi.a servidos imp'or-
lariles tos climas quintes e pntanosos onde se
acredita que anti-febril, isto qu>' o seu uso
pode prevenir at' certo ponto-o euveneuuniento
palustre.
Cabanis, citado por Fonssagrives na sua II y-
jiene naval, Cfc.'imava-lhe bel ida inlflUotunl, pa-
recendo com effjito que o cafe pre.iispe o in-
dividuo para os trabalhos iDtelleclu-.es.
Em seguida ao caf.devenios, fallar do cha
A plaBta.de cha (ihea tmtnfis) pertmee a fa-
milia das tcrstroem.aceas. cha cerneo) muitos
principios enire os.quaes sao principalmente
dignos de nota o oleo essencial, o lunnlno, as
materias" caanles, extractivas e resinosa, a
clilerophvlla, e um alcaloide particular (a thetna)
que taubein se jncontra uo caf, e que forma a
suu parle nzetuda;
O cha empresa-s em infuso. As partes
osadas sao a- oihus. Sao om graiidu numero
a: vari>- dados 4e-cha~- -Uislinguj-se- p'riuwiroo
Cha em : pulo e verde. Uo t ta proto as priu-
cipa.-s variedades, sao: o pt e, o lonchong e o
bolic-. K' reputado mais salubre que o ver le,
Cojas variedades priocipaas sao : hyisjii,polcara,
Taaka'j., etc.
. Se assim, o cha preto o nnic > hvgleuico e
que dive acouselliar-se. E', porm, qerto, que
nimias p ssoas usam, repelidas vezes e por
lardos p.-nodos, de cria Verde sea) que a saude
se llies altere. Para nos nao esta bem demons
Irado o que acuna dissmos inclinamos-nos
at u suppr isso exagero ;porm. eremos de-
ver no-so prevenir a este re.-peil os nossos
Jaiortt,
O cha uDiversklmenle usado pelas nacOes
do orte ra Europa, o que eva a crr que elle
tem prjpneilades uteis e Ihfes satisfaz crias
|ecessidades reaes.
Paraos Ingieres, Russas, Hollandezes, etc.,
O cha sub.-tu-ie o vinho que Ihes falt, e ver-
dadeiramenlu enorme o consumo que estes po-
yos fz:m d'esta planta.
O cha parece estimular as funeces digestivas
ecerebraes, reullando da sua acvo urna certa
exeilacao que concorre para minorar os incon-
venientes da monotona da alimentucao di cer-
tas afames e parece tambem augmentar a forca
interior da calDiificago, por modo que o orga-
nismo resiste roeUior aos fros rifcorosos das re-
giOes circumpo.ares. D'aqui provm o uso con-
slderavel que d'efila planta se tem feto em to-
das as expeilices ou viagens ao polo,
- O cha verde parece produzir, quando toma-
do em escaseo, umaaccao especiai sobre o sys-
tema ervos>, manifestada por espasmos, pal-
pitares, treicores musculares e debilidade con-
eecuiiva. t cli preto partee proiluzir tao s-
meiile. uma.pico intenga excilagao cerebral e
augmento de calorificacao. Addicionado com
leite, muit > oupregado e constilus urna agra-
davel bebida.
,-A composigao do cha verde e preto jliyersa,
lmo vamos ver. Segundo Mudler.Ta entre
(Des as dille-eneas seguintes : *
Cliverd3 Cha preto
Oleo essenc al 0,79 0,60
Tannino 17,80 12,82
tleina 0,43f 0,46
Segundo Pohgct, a differenca 6
CB verde Cha preto
Agua 8/. 10*/.
Materias soluvtis 40 a 58/. 31,3 a 45%
O principie excitante do cb parece residir
tac n tbeina, mas 00 oleo sseock.l. m
Segundo !?iyen, sao necessarios 20 grarnmas
le cha para 1 litro de infusao, a qual contera 6
Ijrammas de rraterias dissolvidas se o cha for
7erde 4.5o le for louchong.
(Contvwa.)
PAKTE OFFICIAL
/ teccaa.-Palacio do Governo do Estado de Pernambuco, em
Jat Outubro de 89I -O Governador do Estado, Dos termos do
art. |i) g nico das disposeOes transitorias da Constituicao, e de
accordo com a L-i n. 5 > de 15 Je Julho de 1S93, decreta :
Art. l.o i.-jca R-,provado, para que produza os devidos effei-
to?, o reguiaoiento que com este baixa, dando organisaco a in-
specloi a de hjgien'e publica do Estado.
Art. 2. Para o serviyo comiicttido aos commissanos de hy-
giene, tica o Estado dividido em cinco circuuiscripses sanita-
rias sendo:
1.* A capital, sublividida em cinco districtos. que s5o :
a) eeife e Santo Antonio;
b) S. Jos e Afogados;
c) lioa-Vista, Magdalena e Santo Amiro ;
d) Graca e Poco ;
e) Varzea e Caxang.
2.* Norte, com sede em Nazareth, cornnrehendendo os muni-
cipios de Nazarelh, LoBreaCo. Pao d'Alho, Limoeiro, Iguaras
s, Timbauoa, oyanr.a, Itamb, Bom Jardim, Taquaretinga e
Breo.
;1 Centro, com' sede 'em Caruar, comprehendendo os mu-
nicipios de Caruar, Cimbres, Allinln. Uezerros, Grvala, Victo-
ra JaboaUo,* Munheca, Gloria de GoyU, S. Bento, Pedra, BBi-
que, Aiafia de Baixo.
4.' Jul,sde era Palmares, abrangendo Palmares, Agua Pre-
ta. Gramelleira Escada, Cabo, Amaragy, Ipojuca, Serinhaem, Rio
Eormoso, Barreiros, Qaipap, Bonito, Canhotinhp, Panellas, Ga-
ranhuns, Correte*. Bom Conselho e Aguas Belias.
$.' Sert&o, com sede em SalgueIro, abrangsndo os munici-
pios de algueiro, Leopoldina, i;abrob, Tacarat, Floresta, Vil-
la Bella. Belraote, Klores, Triumpho, Ingazeira, S. Jos do
.Egypto, Granito. Ex, Art 3.'
gulamento,
respectivas
Para o detalhe dos varios servieos previstos no re-
ora approvdo, sarao opporlunamente expedidas as
instrucc es.'
Art. 4." Esse regularaento entrara em vigor nesta capital
dentro do prazo de 15 dias, us 2.*, ..* e 4.* circumscnpes den-
tro Je um raez, e na 5.' dentro de 4o dias.
Art. o.* Ficam rehogadas as disposiges em contrario.
Alcxmdre Jos Barbosa Lima.
REGLAMELO
CAPITULO I '
Art. I." O Servico de hygiene do Estado de Pernambuco fi-
cara a cargo de u;na reparlico denominada aspe-loria de Hy-
gime Publica, sendo esta auxiliada por um conselho de salubrida-
deeteiido como depon leticias uiu laboraio) para analyses
cbinlicas e esludos bacteriolgicos, um Instituto Vaccinogenico
"e um Desinfectorio.
CAPITULO II
Da inspe loria de hygiene ?
Art. 2." A esta repanijao incumb:
I. O estudo das questes relativas hygiene d Estado.
II. O s;:neamento das localidades e das habitaces.
III. A iniciativa Je medidas tenientes a prevenir ou atte-
nuar o deseovolvimenio de epidemias e molestias transmissi-
veis ao h-im.'iu.
IV. A organsagao, drecco e distribuico de soccorros em
pocas anormaes e epidmicas
V. A direc^io do servico de vaecinaco e revaccinago.
VI. A inspeigao sanitaria de todas e quaesquer habiiaces
Colli.'Ctivas, publicas ou parlicuares.
Vil. Kiscalisar as substancias alimentares, destinadas ao
consumo publico.
v'III. A organisagao d<; estatisticas djmographo sanitarias.
IX. A drecco e ti-T,ilUa';o, eielim, de ludo quanlo se re-
ferir a hvgiene e polica sanitaria do Estado.
Art. 3." O pessoal do stvco de hygiene se cempor de um
inspector geral, um ajudanie, uru secretario, um amanuense ar-
chivista, um medico deinograplnsta, um cnirnico, tantos commis-
arios de hygiene quantos lorem os districtos sanitarios creados
o Estado, dous auxiliares, dous desinfectaiorej, tres cjnticuos,
um machinista, um foguista e um servente.
Art. 4-* Ao inspector geral compete :
I. Cumprir e fazer cumprir este regulamento.
II. CorrosponJer-se com o" governador e com as repart-
gOes. sanitarias iJa Unio e do exterior.
III. Distribuir o servigo d reparligao a sen cargo, expedir
ordeos e inslrucgoes aos commissarios e ao pessoal das demals
dependencias da inspectora de hygiene.
IV. jspachar diariamente o expediente, rubricar contas de
des;, -/.as e a iblba dos venciinentos do pessoal do servigo da hy-
giene.
V Fiscalisar o procedimento dos empregados, advertil-os
quando faltarem aos deveres, suspendendo-os at 15 dias com re-
curso necessano para o governador e, em caso grave, propr a
demis'p Jos empregados que nao forera de sua noraeagao.
VI Indicar os districtos em a deverao servir os comniis-
sar .os de hygiene e removel-os de ucs para outros districtos,
quanlo assim convier ao servigo publico.
VII. Conceder ou negar licenga para ?. instnllacao de lios-
pitaes p.irticularvs, casas de saude, maternidades, estabeleci-
meitohydrotherapicos, ou outros congneres; mandar fechar
qua.lquer dos estabelecimentos cima especiticados, prejudtcaes
Banda publica por sua situagao, installagao defeituosa ou outro
qnalquer motivo, e obriear os donos a melhoraraentos que indi-
cara, caso se trate de defeitos sanaveis.
(VIII. Solicitar do Governador as providencias que entender
netessarias realisago de planos de melhoraraentos sanitarios
na capital e no interior, e prepor as municipalidades as medidas
que julgar uteis em tal sentido,
IX. vpresentaraunualmente ao Governador um relatorio do
servigo de hygiene e organisar planos de soccorros sempre que
bou ver necessidade.
Art. 5.* Ao ajudante compete :
I. Substituir o inspector geral em
por arios.
II Fazer todo trabalho externo
111. Auxiliar o inspector
cOtS. -
seus impedimentos teni-
da repartigSo.
geral em todas as suas attnbui-
Art. 6.* Ao secretario incumbe :
I. Dirigir o trabalho da secretar! j.
II. Minutar a correspondencia da reparligao.
III. Organlsaf a folha de pagamento dos empregados da hy-
giene.
IV. Redigir as actas das setses do Conselho de salubri-
dade.
V. Lavrnr os termos de posee, assignar os e litaes destina-
dos publicidade, bem corao ai cerliues requeridas repar-
t gao
VI. Receber do Thesouro as qu >las destinadas ao expe lien-
te e fazer a respectiva disti ibac&o.
.' VII. Recolber ao mosm Tlr;souro o producto dos emolu-
mentos arrecadados as rau'USMBposlas.

Art..y. Ao amanuense arcli^vista compete :
I. Organisar o archivo Ja rejjforlivao, lel-o sob sua gnarua e
mantel o na melhor ordein, de ^Bodi a facilitar qualquer con-
sulla.
II. EscreVer e.ret'istra- a corwsponJen^ia da reparligao.
III. Resumir diariamente o expediente da repartig&o para ser
publicado pela impreasa,
Art. 8." Ao D;mograpliisla incumbe:
I Organisar um boletuo trimensal da mortalidade do le-
cife
II. Apresentar quinzenalmente um quadro resumido da mes-
uu mortalidade para ser publicado pela iraprensa diaria,
III Organisar annualmente um rel^lorio contendo todos os
dados deraograpriicos>-^iue puder r;unir, relativamente a bitos
nascimenios, casamentosete havldos na Capital.
IV. Dirigir o Instituto vaccinogenico e organisar a estistica
da vaccinagao e revaccinagao lodos os annos, segundo as notas
que Ihe forera foraecilas pelos^commissarios de hygiene.
Art. 9. Ao chimico compete :
I. Dirigir o laboratorio de analyses.
II. Fazer todas as analyses ctaimicas e bromatologicas de-
lermlua las pelas autoridades sanilariai e as que Ihe forera pe-
didas pelos particulares, que pagaro\ traballn e despezas de
accordo com urna Cabella que para este flni se organisar.
III. Procedar a investigages bacteriolgicas sjmpre que se
fizer preciso e for determinado pelo inspector geral
Art. 10. Dos Commisarios de hygiene.
Aos da capital incumbe :
I.-Residir na sua circunsnpgSo sanitaria.
II. Praticar urna vez por semana a vceinagao"1
gao 00 seu districdto, marcando para isso lugar e hor
mente annuuciadus pelos jornaes.
I[I. Visitar com a mxima f eqoencia todos os estabeleci-
mentos destinados a ven Ja de substancias 'alimentares de qual-
quer natureza, mandando inutilisar os gneros deteriorados e
fazendo-os examinar no Laboratorio de analyses, quando suspei-
tos ae falsificagao.
IV Visitar as habitagis collectivas. verificando as suas con-
diges hygienicas e tomando as medidas que julgar opportunas
no caso de notar qualquer lalta.
V Atteoder iioine.diatauenle a notificago dos casos de mo-
lestias transmissiveis que se derem no seu districto, adaptando
as pnvidencias que couberem
VI Visitar constantemente as habilagoe3 publicas ou particu-
lares liara tiscalisar a installagao de apporelhos sanitarios, de
cujos detei'os possa vir damno para a saude publica.
VII J'er em muita attencao o servigo de esgotos edosup-
primento d'akjua para os diversos misteres e exercer vigilancia
sobre os servigos relativos liraprza das ras.
VIII Uirigfr e fiscalizar as desinfeeges praticadas em qual-
quer habiiagao por motivo de molestia Iransmissivel e enviar os
bjectos que devun soffrer trata-nenio sanitario no desinfectorio.
IX Assignar a- notas de inlimagiio e multas que forem im-
postas aos infractores dos preceilos sanitarios.
X Orgaoisar mensalmente o mappa das vaccinagOes, que
praticar e particinar ao inspector geral qualquer oceurencia no
seu istricto interessando hygiene.
' Art. 11. Os commissarios de nyiene do interior xercerao
tanto quanto poderem a fiscalisago das substancias alimentares
e medicamentos expoUos vanda para o consumo publico, e
velaio pela salubridade das localidades compreheodidas na sua
crcumscripgao sanitaria.
I Semore que se der lsuraa molestia epidmica era qual-
quer local dade de sua crcumscripgao, o commissario respectivo
se transportar para all, raarcandu-se-lhe urna ajuda de custo
razoavel.
II Com relaglo vaccinagao. cada commissario do interior
seguir as instcucces especiaes que Ihe forem expedidas pelo
inspector Je bvgiene.
Art. 12. "Os auxiliares servirao, um junto.ao medico derao-
graphista, auxiliardo-o e:n todos os trabalhos de escripluragao ;
outro do laboratorio de. analyes, junto ao chimico.
Art. 13. Os lesinfectalores serviro nos trabalhos exter-
no e no,desinfectorio lixo, conforme as instrucg3s que recebe-
rem do inspector geral.
CAPITULO III
D Conselho de Salubridide
Art. 44. O Conselho da salubridade urna corporagao con-
sultiva cabendo-lhe, entretanto.'a iniciativa de propor ao gover-
no medidas que interessem higiene. ./
Art. 15. Sao membros do Conselho de Salubridade : o ins-
pec'or geral de bvgi me, o provedor da Santa Casa, o inspector
de Saule do Porto, o director das Obras Publica do Estado, o
.professor de hygiene aa Faculdade de Direilo, o Prefeito do
Recife e mais 4 mjdicos clinicos^qu o governo nomear.
Art. 6. Os raembros .lo Conselho de Salubridade nao pr-
ceberao vencimentos, mas os seus servigosj sero considerados
relevantes ao Estado.
Art. 17. O Conselho eleger dentre o' S3us membros um
presidente e um vice p,residente, que servirio durante o perio-
do de dois annos.
Art. 18. O Conselho se reunir ordinariamente urna vez
por raez e extraordinariamente sempre que o seu presidente
julgar necessano ou for convocado pelo governador.
Art. 19. Em suas primeiras reuni s o Conselho organi-
sar seu regiment interno.
Art. 20. Serao considerados parecerdoConselho.de Sa-
lubridade as concluses que passarem por mdoria absoluta de
volos dos membros presentes.
Art. 2'. Sernpre que o governador convocar o Conselho
o far cqm antecedencia de 24 horas declarando o assumplo da
consulta.
(Contina).
Questura Policial
2.* SecgaoN. 23i-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 27 de
Outubro de 1894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
M. D. ge veniador do Estado.
Parcipo-vos qoe foi%ontem apenas recolh-
do Casa de Oetengao, anardem do dolegado-do
1" districto da capital o individuo de nome Joao
Evangelista Pereira d? Souza, por crime de
defloramento.
Hoolem s 2 horas da tarde, tendo chega-
do ao conbeciraenlo do comraandante do desta-
camento estacionado no 1* districto do P050 da
Panella, que no lugar Barro Alto d'aquelle
disricito, se achava o conbecido ladrao de ca-
vallos, Manoel Corroa de Mello, conhecido por
Joaquim Vlctalino, para all fez seguir 4 pra-
gas afim de captural-o, o qu conseguiram de-
pois de tenaz resistencia.
tJEm poder de Victaloo foram apprehendidos
um cavado rugo, urna cangalha, 2 saceos com
bjectos proprios para] roubar, 1 escopro, urna
pistola e ama faca de ponta.
Cotdra tal individuo que se acha recolbido a
Casa de Detengao, procede-se nos termos d
lei.
Sade e fraternidade.
O Qnestor,
Julio de Helio Filho.
Reeebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despachos do Ha 24 Outubro ds 1894
Manoel da Costa.Deferido.
Moura & Cosa. Informe a 1 secgao..
O porteiro,
Custodie B. da Sv* Guimaries.
EXTERIOR
EUROPA.
anta S
Restabeleslmento da saude do
Pontfice 8ens depgbstos por
factus oceorridos m Hespanba e
Franca, esperando se ama eney-
elica com referenciaA encyctica
ao Rosario, sua allasao a Loor-
dea de Z)la e a coodamoagao
desea oora RelacOea do govnao
com o papadoVisita do aecrsu-
rio do Sr. Crisp ao cardeal R im-
pollaAS eneyelicas ao epis:opado
Dmtileiro e aos principes e 1 ovos
do UniTereo e ObservagOes sobire a
ultimaPeregrinos tyroleaea In-
Itrmidade do cardeal Maiella.
Soa Sutidide o Papi Lelo XIII ichi-ie de
lod^tesuiieieiJo, e ui pouc diriio orna car-
ta autnozraPn a0 CMr 'aseado votos por ignal
resa tado em ena saode. ___
Quando a Providencia Ibe concede essa graga
e Ihe reigo'a as grga* do corpo, tras elle o es -
pino opprta'do de desgosto, nao s porque o
governo beepaoh j! cooseote 00 faoccionameaio
da greja protestaoie em sos capital, tomo pela
ajliagao legllimista que procoram operar em
Prnga.
B' ssMii que spera se prximamente ama
oova eneyelica, na qoal *e-4 presente a alheslo
dos catbolicos repblica e reprovar-se-b&o os
conlolos actaaes do daqae de Orleans, preten
dendo a corfla, contra o governo estabelecido
tm Prang-
Bata decisao, por parte do soberano pontfice,
causn grande in-preaso ao mando poltico
francs. ,
O Papa poblicuu ama encylica sobre a
defog&o do Rosario, reco emendando a lodo o
clero que combata a imaiedade.
O final desaa eneyelica contem ama allosio
os ecriptores Zo>a e Bovio.
N-um trecho, onde Sua Santidade rrcomroen
da a devogao do mz do Rosario, accenlna qae
ella taoto mais necessaria qarnto a lmpiedade
torna irrisoria a confiaoga em Mara e qoe a
divladade de Chris'o objecto na Italia de re-
presentafea iheattaes, onde se ebega at a fa-
ser a apologa de Jada.
Em cooeeqaeacia do coacello do Santo Padre
[^
>a
mm^^^^mscmtsmamimmsmmmmmmsmimi^mmm
o Index cooiemooo a obra de Zola. recente-
-me^ie publicada seb litlo de Lourdes.
A alta critica liaba tambem ja coademnado a
falta de coocUisao verdadeira ou pbdoeopDica da
obra e criticado qu o rotnaocisia se preocca-
passe mais com a descripgao do que com o al-
cance moral que boje o qae mais deve pre-
oceupar os esointos superiores.
B por este lado a Lourdes* de Zola pecca
demasiadamente, como 00 Fig.ro jadoi ass*
goalado. por Maance Barres.
A proposiio, diz se na-. Lea) XIII fez consta-
en Pane, qse, case o romancista venba a Roma
e sollicite audiencia ponunjial, nao lera detrr-
menlo o pedido.
Na poltica do Qilrinal com relacio ao
Vat'c.no assKnala-se aun evolugao Imprtame
oestes ltimos das, k
Sibe-se qae o Papafinha nomeado monsenhor
Santo para oceupar o arcebispado de Veaesa ,
e que, por baver o governo recusado o sea ex-
equtur, Sua Santidade tamsem decidir, qae
o.'i-.ra-a.o nao tomasse posse do arcebispaio.
Neste neas coasas, acaba agora a foloa o tu 1 a I
de publ ear om -ecreto real someaoqp patriar
ena de Veoeza o cardeal Sarto, e simnbana-
meot? Leao XIII, conformando-se com o pare;er
da Propaganda Pide, crea ama prefei ara
apostlica na colonia da Eiytbrea.
A quento do pat-iarebado, ctmo notamos,
estava na odl'o lerspo peadente por causaVle
ritalidade entre o Q urinal e o Vaticano ; e s
creag&o da prefeitora .prova por odtro la 'o qae
o Vaticano aoaodoooo a sua reaerva bosiil : a
a)meaga>do satriarcba desonstra qae. o Va
ticano ce leu, isto qae coave coocessdes ie-
cinrocas, mostrando se o papado italiano em
frica, e a cordi ciiboii a eavItalia:
O aiscursocousersador do Sr. C'lspi ea Na
pales, dous das depois de resinadas a- duas
RomeagOeM, parece ter sido a coabagragSo de
um accordo entre duas poleadas a'uon s-
tas ; e a frmala do Sr. Crisp; om Dtfus,
cm o re, pela patria I pode ser aceita iacoa-
dleonalmenle pelo Vatieano. ,
Com elrd!io, em sua maoifestagao oratoria o
Sr. Crisp, depois de ler elogiado o car leal U
cebispo San Peli:o, que do ante a epidemia co-
lrica de 188. dea prova-* da maior abnegagao,
alfirma qae, oestes lempos de inarcbUmo, oe
cessarto qae a socieda le religiosa e a sociedade
civil camlmem de accordo para coadnxir o povo
peas veredas da justiya.
E' om c-isp; oovo qae as revela.
- ii a p-oriteo de f, viudo d-pjn das neg-
ciages com o Vaticano par estabelecimeoio da
ja referida prefeitara do E'istbra, denota ao
primeiro miuistro una tendencia a ap-oxim.r-
s da aaQ'a-e, mas ao Vaticsuo, posto qae se
estime o reviramento, maotem-sea maior cir-
cumspecgo e reserva : teme-se qae to boas
d'spisigO-s teoham por ventura om Uifl occolto
que ao larde Oes venda'-se.
Nao se uaora all qoe o Sr. Crispi desejana,
00 seo f-o lotlmo realisar a recoaciliagSo, em
i)-ra colosaal qoe jolga prop-ia da eot esUtora
e digoa de ligar-lbe o sea aome. Mas um'aem
nao se esta osqu'scido qae, em 1887, o S'. C'is-
al operoa aai movimeato igual ao qae acaba de
iniciar.
J,>qaella epoeba o padre Tjstl lanjiQ a sua
mmo-avel brochar soore a cooclliagS) e em
qoe se dizia Leao XIII nep >ro a oegoc r; acre-
ditoa o ir. Oiapi. e uAo era assim. de sne qae
a soa Jjsiiio-j foi g'aade o dea causa a ama
reaego, seguida o'aa verdadeiro Kilta kira >f
porqae o 3. Crisp jalgoa ter sido labnado.
Et ara m iher dlsposto agora o papa ?
Nao o cree o lodoi, porqse tal co .alucio nao
podera faier-89 senao soire bases qae o gove*no
aem ao menos qaer discutir. A aaica coisa
qoe poderla ob.er se, dlsse-'uos cm prelado bem
vis;o na corte, sena mer cojo o doos visinhos,
sem teimosias reciprocas .
A isto d'v.-m limiar-se as espjrangas de ans
e de outros.
A imprem 1 clerical diz qae i:m jsslvfl bar
moaisar o Vaticano e o fjdinnal.
Atm diss, teodo-3e reaaido o consistorio dos
cardeaes sob a preceocia do papa, parece qa-
ticou riss-eado nesta reuniao qae a reconcilia-
gao do Vaticano com o Quirioal carece da pee
iiunioar do re:oabecim-ato do poder tesporai
do oapa.
Eitaootica causn seosagio e ni) menos ter
dado Soa Saatldade a cooOecer, na soa ultima
eneyelica, qae a u nao da. igreja com o estado
era coisa Impossivel sem a existencia desse po-
der consagrado etlectivamente.
Nj eiiretanto, apeaar desja resolago. pos
sivel qae pela nterveogio dos imperadores da
AostMa e da Allemanba re.iist-?e ama approxi-
mago amistosa enfe o Vaticano e o Q lirlaal.
O Sr. Pioell', secretarlo do S'. Onspi, vi-
eitou o eardeal Rampolla, ao que se diz, para
resolver sobre a poblicagio da encyclca cootr*
o aDarcbsmo.
O Tempo pabcoa o programma catboli-
co italiano, e o les em termoB mallos concilla
torios.
a eooyelicd dirigida ao episcopado bra
lelro om ootavel documento, em qie L-ao
XIII revela mais ama vez, ao lado de sa escla-
recido e vivissimo nteresse pela causa religiosa,
o e-piriu de prodencia cooctliadora qae tem si-
do um dos grandes caraqterislicos do actual
pootifkado.
0 sumrao pon'ifice comega a encycca agra-
deceodo os seotimentos maoifestados pelos bis-
os brasileiros, aa carta em que estes se mo--;
t'iram recoobecidos pela creagio de mala ama
provincia ecclesiaslica e de qaatro novos hspa-
los no Brasil ; e segoidamenie abaodaado 1 a?
consideragOes qoe o move-am a satisfaser este
pedido, declara entretanto qae os resallados fa
teos dependen) principalmente do seis de ca-
da um dos pastores, e para Isto recommeada-
Ibes particular cuidado oo^emprego de medidas
qo assim capitula :
QTiio o desvelo oa edacagao Iliteraria do clero
a qual, alm de todo, mais o tjraa respsilavel
entre os povo?.
Igoal s>licitade pela sautldade de vida e de
cosiume8 do mesmo clero, visto como a aci- a
ca sem estes predicidos nada vale para o deie-
ja-io Om.
Rigorosa observaacia da disciplina ec:lesias-
tica.
Como mel de conseg lr os beos ciados, re-
commeoda a perfeita orgaalsagSo dos semina-
rios, com mestres habis e capazes de traas-
mitilrem convenientemente a boa acieocia e o
ver.iadeiro espirito eclesistico aos mocos qoe
oelles se educaren com destino a carreira sace
dol&l. Onde absolaiamente n> po>sam por ora
fandar-se taes eetabelecimento', i. Santidade,
lembra o concurso qae aos blspoa- pode prestar
o collegio latino Po Amerlcaoo, fondado em lio
ma por Po IX.
A reorganisagae das ordens religiosas, das
qnaes fe dev< espera- valiosissimo servigo.
A soliciiode pelos interesaes dos Ceis em ge-
ral e partlcalarmeote pela instrocgao reigioia
da infaacia e das classes pobres. O pon'iE.y
lemora a conveniencia de se lnstitairem de m
em qoaodo recreages publicas proprlas pira
entreter e instru- os mentos, aura de qoe 1*
tes nao aejam oDrigados a procaral-as em loga
res pengosos para a l e para os bons eos u
om.
Fagam-te os blspoa beoemeros da igreja e
da natrii, procoraado persuadir aos le 01, e
principaimtnte aoa moco*, a.se inscreverem uae
asiociaeSes catbollcas ; oslas nao s promovsn
ot interesaes da religiio a dos pobres, como ol-
DinattD laQaeacta du ostra cloaesdaoi qoe,
MMiat.^Bfi
abasando do nome de caridade poolica, pao po-
lo contrario nocivas ao bem da igreja e da cora-
ra unidade civil.
Lembrando a graode influencia do joroalisou,
adverte aos calholicss qae se sirvam desta ar-
ma em deten a religiio, sob a dlrecgao dos
seus pastores e gurdalo t.ido o respeito qae
se deve 10 poJer civil..
Nao esqaegaa anda os catbnlicoe, qae im-
portr. suromameoie igreja a acertada escolas
dos leginiadores civis. e por isso, salvo o direl-
10 das lea civis./nviiem todo o esforco para
qae se elejam sempre que tiverem reconbe-
citio amor a patria e religiao. B isto se al-
cmgira mais facilmeute se os calnoiisos sa
mostrarem doceis a obedientes ao poder civil e
obaervarera anicameate iu lo qoaula dissmos
na oossa Bocyolica acerca da coostitoigo chris-
l& dus Estados.-
A dirigida'carta apostlica aos 'principes e
aos povos do universo nao lev a resonancia
das precede.ts.
O cOamamento dos oetub'os separados da
egreja, o cj.'i.i.e a reatar a antiga uoiao qaebra
da pelo scisma de Poetas e pelr.s reformas da
Inglatecra, Allenauaa e Praoga deix.raai o s-
cula, pode d.ze--je. mediocremente i^pres*
siooaao.
. Qi'in disse pnmelro da soa jostiga, fallan-
do ex cathedra, fo; o co sistori 1 pro .estante de
G-oebra, coja repli:a n4o a? contrario aai
maio-a uil-s iei a resposta de om gaerreire a
un 8oabador, e vibra cocao se fosse ao echa
da kr-llicosa palavra do vaagelho-. Ba oio
vim trazer ao mondo-a paz, Beoio a gaerra- >
Bm Beriim, un dos mais aotonsado-- pas-
tores da egreja do estado oppQe a> convie
do potidcd aoalog 1 eclioaloria. tado per-
sajie qae os iaterpretea das coaQssoes dissi-
deates u-j.-am da mesma liogaageai', nSo obs-
tan e as cenvefsfies individaaes 008 coitos.gre-
(o e aagticano e oas pequeas egrejas nia or-
ganizadas da loglaterra e dos osudos UaidOf,
conversos qae deram a Lea j XIII as esperaa-
gi* qae boje e embalam.
O. movimeoto, oas egrejas dissideotes, o-iea-
taes ou occideotaes, de da para da oais
individualista, disperso, ae sorte qae, soposlo
qae amaana se reaaem em concilio os padres
ae tjJas a comrauaidadet cbnsiSes dos doa
maadose adperem uru credo onicoe a ama
aaica aalorrda. le, quintos mlhoes de cris-
tos nao ticaro amia, por. voatade. p-op-is,
fo a da on.dade proclamada T S '
A un'o doa jastores afta seria, oeste caso, -
a aoiao dos rebanaoi, diz ama foiba eoropi,
qae aluda accreaceata':
Ootro oofliacali, e este mais seasivel ata-
da : em IjJj a parte, as egrejas herticas e
scisco.ticas coistitairaat se, pp-Ojs/gi das oa-
sas, soo a aoioriJade po Inca, ao .contrario do
qae su:ce Je com a eg eja de Koma qbe abs-
tr.ne cada vez mais da mesm> vida poltica.
Iapropriameile, de fajid, se chama ao"csar
0 papa da egreja ortoloza, (.os qae elle aij
pule derogar uem dellar oa' proclamar am
dogma, aii sea Jo meaos ceno, com taao. qae
aessa egreja aada se (as sem a permissao do
imperan.e, as relagojs della com o esta.d e a
sociedade civil.
A coomooilale grega fo<, con o andar dos
tempjs, fragmentad a as egrejas aolocep&alaf
roiiajK, servia, blgara, e tola gente sabe o-
qoe vale e pesa, all, a pessoa ea autjrdida
ue am metropolita em face da auiondade do
estado, de un re, de uu principe ate de ao
simples ministro.
Ijsas egrejas vivem do estado, e a fodeoea-
ieacia, tjios e sea.eji. uu rima la mallo bera-
com a i.cerdade.
. A Lindeejr:heda Pras3ia, o qoe ella se*
oj urna creaeao poltica, tendo por sumatss
episcopus o re ? Nj ha qae fag que- que oaja ama egrejt au o epna'a oa na-
cional, essi-egreja vive p' graga dj soberao*.
Neoaama, como a romana, se desoreadea,
oa a desprendern). r>a euaqualiade de estado,
do seo involtono terrestre, para fljctoar ejtre
a ierra t a, co -.0 o leg-n ;a-j saotaario traos-
portado por aojos aas margeos do Jjrdao ao
Loreto. I
Esta sltaaga providencial, es:reveao T s- permute qa-) o papa se dirija aes principes
e aos po'o), cono naopJie oat'ora fasel o,
qo tempo da sua maior potestado civil. Tam
eale centra, qae a Santa S& lornoo ss em ma-
gisterio <-e p-ocadinehto poltico e ae solacoes
saciaes, e nem o czar, uem o imperador, uem
o salta.) oa oatro qnalqae.- saberaao admiitirkm
a palavra do pjoutt:e na caleira das suas egre-
jas do estado
O pap>, coaclue a folha citada, nao ooderia
ser chife aniveroal da e.'-eja seaaj n'ama re-
pblica cnistS, come oatr'ora se dista.
AEcyclica. americana ser impresa em
W sningioa aBm de evitar errjs.
O concilio, tera Hitar 00 da 11 do corrate.
Saa Sao ala Je recebera em audiencia o
daqae deO-leaos.
/.pesar de ler circulado o boato de qoe o
papa ni coaceleria aolienci. ao h stonador
nespaobol Castellar, nao sabemos com qa.a
fuadameato, foi o grkode orador receDidd por
S. S. em aullen -ia particular e comell teve
coof-reacia nerament coraeal.
Os per-grmoa tyroleaes cneaoos a Roma,
foram recsbid s em audiencia solemae ao Vi-
iI.mbo, por Saa Santidade .0 Papa, que proaaa-
ctou urna allocago relativa ReiigiSo Camo-
nea. 1
AKoarda-se a vnla aquella cidade do car-
deal Gioboas, qae a cham -da do papa, j par-
ta de Ballimare com destina a Roma.
O cardeal Max Ha acha-se ae aovo en-
fermo.
Tuna meiborad em comegj desie correte
mez, mas om resfriamtnlo or. 8\jd.j de oovo.
I


I
SCIEXCIAS
Peraamboc*
Parecer da commissao, nqmeada em
3 DE MARCO DE l88l PARA O ESTUDO
DA VIACO DA PROVINCIA, REMETTI-
DO PELA PRESIDENCIA A' SECRETA-
RIA DA AGRICULTURA, COMMERCIO E
OBRAS PUBLICAS, EM 13 DE ABRIL
DE 1882.
__ *
VVilVO \. 1
Restrifes e modificafoes com as quaes as-
signa o parecer e o projecto, o engenhei-
ro civil Pereira Simes.
(Continuacao)
IV
Resumindo o projecto, aps, as mo-
dificafoes que proponho, fica elle aspira
constituido na parte em que ida n5o
est em execucSo :
PRIMEIRO GRUPO:
Caminhos de ferro urgentes, com um desex-
volvimentoprovavel de ig8 kilmetros
Estrada do Recite Itamb ;
Estrada de Goyanna Timbatba;
Ramal de Palmares Jacuipe ;
J
._.
, ,i: '



i 5 'riv? "*

Diaria de Periambuco Qninrita-feira to dio Ontnb.ro de 11994
,

J&made Frexoiras Bonito.
SEGN GRUPO
Caminhos di- ferro posteriormente mrcetsa-
rios com um desenvolvimento prwavel
de 46$ kilmetros :
Estrada central em prolongamento
da de Caruar ;
Ramal do Cabo a Barreiros com pro-
ongamento at a o Recife :
Prolongamento de Timbaba S.'
Vicente ;
Prolongamento de Bonito a S. Bento ;
Prolongamento de Bom Jardim ao Im-
. buseiro.
TERCE1RO GRUPO
Caminhos de ferro dependentes dos mellio-
rdmentos da catinga com um desenvohi-
mtnto provivel de 136 kilmetros :
Estrada de ciraumvalacao formadas
pijlas transvorsaes desda Palmares at
Taquaretinga ;
Estrada de circumvalaco na zona
suburbana (Fournier).
QUARTO GRUPO
Caminlws de ferro dependentes do ii.icia-
mtnto da viaco frrea da catinga, com
um desenvolvimento ptovavel de g$ ki-
lmetros :.
Estrada de Palmares Tamandare :
Estrada de Goyanna m
V
Desde o* momento em que se consi-
dere que sao, por via de regra, mais
altos os direitos de importago que os
de exportarlo, pelos -quaes aufere o Go-
verno os primeiros lucros'capaes de
compensaros capitaes empregados na
viarjo ferrea; de justifa que sejam
ess.es despendidos ou garantidos pelos
cofres geraes. Assim, tal como o lihis-
' tre relator, sou de opinio que corra
por conta do Governo Geral o despen-
do ou garanta sobre o capital neces-
sario para cobrir a^aliaco do estabe-
lecimento dos caminhos de ferro da
provincia. Essa ser elevada por mim
a 9,9O0:O00$0O0 para os caminhos de
ferro de segunda Drdem, comprehen-
didos.no prirneiro grupo; e a- ;
15.950:0008000 para o desenvolvimento
de'290 kilmetros do caminho de ferro
de primeira ordem que abrir a nossa
gc3q com a corte. Concluso a que
chego aceitando o, pre?o de 55:OOOS300
pelo kilometro_da segunda linha e o
proco medio de 5o:00O$OO0 pelo kil-
metro de cada urna das primeiras linhas
que assim ficiro determinadas ;
Estrada do Norte 9.5 k. 4.650:0005
Ramal de Timbaba 40 2.000:000$
Ramal de Jacuipe \% k. 750:000$
Ramal de'Bonito 50 k. 2.500:0009
D'essas duas parcellas reputo de des-
pendi urgentemente necessario a pri-
meira, de o.gOOTWO-Sooo, sendo que a
segunda s posteriormente ser, quando
a estrada 'que agora est em construc-
cao do Recife a Gravat chegue at Ca-
ruafd-; isto de hoje a uns seis annos
seguramente.
beixanda o Governo Geral de pagar
desde-j a garanta do excedente do ca-
pital necessario. para a viaco frrea da
provincia; entre a simba opinio e a do
ustre relator ; claro c que a taxa de
tfU far annaalment urna economa de
.606:000$, a qual no fim do citado prazo
.ter subido a 3.636:0008000 ou a ....
4.227:0408651, se se considerar a cap;-
talisaco successiva dos juros, ol?tidos.
o mesmo acontecer se em-vez da
rirantia-.pagar o Governo um aluguel
d3 capital. Ora; a somma da garanta
oconomisada ou-de juros simples sobrj
o excedente do capital pedido, darante
daus annos ; deixan,do anda assim" um
-esto de 462:0005000 e reduzindo a
econoaaia total apenas a 2.886:0008000;
dar para se executarem os melhora-
mentos do rio S. Francisco, entre- Ja-
tob e-o salto de Pirapra, melhora-
mento oreado em 75o:uooS(.00 pelo Sr.
17. Milnor Roberto, 'e que por si so
neirode!775 urna junta composta do Joao Rodrigues Molenar. Foi no^-
ouvidor Antonio Jos de Moraes Du-j meado al de Outubro de 1631 mas
rao, Joao do Reg Castalio Branco e s comecou e governar em Novem-
Domingos Parreira de Macedo Esta bro de 1G36 e acabou no anuo de...
junta governou at 2 de Dezembro 1638 quando teve lagar a invaaao
de 1777 quando foi substituida por hollandeza
outra composta do ouvidor geral Jos
Estevo Falcfio, o capitao de dragos
Jos Velloso de Miranda e o varea-
dor mais velho Joao Ferreira de Car-
valho A esta seguiram-se diversas
outras at o anno de 1796 e na qual
tomaram parte sacessivamente Ma-
noel Pinheiro Ozorio, Fernando Jos 1
Volloso de Miranda, Jos Macedo,
Manoel Pacheco Tavora, Antonio
Teixeira de Novaos, Jos Poreira de
Br.to, Joo Pereira de Carvalho, Cae-
tano da Cea Figueiredo,. Ignacio Ro-
drigues de Miranda, Antonio Go-
mos da Cruz e Agostinho de Souza
Monteiro.
3.D. Francisca d'Eca e Castro.
Nao chegou a tomar posse porque
morreu em caminho junto a passa-
gem de S. Antonio na margem do
Parnahyba 13 de Setembro de....
1789.
Io D. Joao de Amorim Peroira.
Posse no correr 'o anno de 17.K. Go-
vernou at 4 de Julho de 1803.
5." Podro Jos Cezar de Menezes.
Posse em 4 de Julh) do 1803. Gover-
nou at 1805, quando se retirou da
Capitana.
6." Luiz Antonio Sarment da
Maia, (interinamente). Posse em dia
do anno de 1805. Governou at 21
de Janeiro de 1806.
7." Carlos Cezar Buriamaqui. Pos-
so em 21 de Janeiro de 1806 Go-
vernou at principios do Outubro de
1810, quando foi proso.
8." Coronel Francisco da Costa Ri-
beiro, (interinamente,). Posse em 20
de Outubro de 1810. Governou at
13 do Julho de 1811, quando tomou
posse do governo urna junta oompos-
ta do ouvidor Luiz Jos do Oliveira,
coronel Luiz Carlos Pereira do Abrou
Bacallar e vereador Severiuo Coolho
Rodrigues.
GOVERXADORES INDEPENDENTESDO MA-
RANHO
1/ Amaro Joaquim Rapouso de Al-
buquerque Nao chegou a tomar
posse porque morreu em caminho.
2.1 Balthazar de Souza Botelho de
Vasconcellos. Posse em l.de Janei-
rrde 1814 Governou at 14 do Ju-
lho de 1819.
3." Elias Jos Ribeifo de Carvalho.
Posse em 14 de Julho de 1819. Go-
ver.n quando tomou posse a junta "do go-
verno constitucional. -
Foi o ultimo.
Capitana de Sergipe
CAPITAES-MORES
1.' Christovao do Barros. Con-
quistador e fundador da Capitauia.
astou no trabalho da fundaco sete
roezes," mais ou Ven0S_ aias> aes0
Janeiro at Agosto do 1590.
'.0 Thora' da Rocha. Comecou a
governar em Agosto de 1590 e nao so
sabe quando acabou sondo que ja
nio governava em 3 de Dezembro do
1593.
A Capitana foi restaurada em US 18
comeijando ant&o a nova serie dos
seus capites-mres.
1." Balthazar1 de Quoiroz. C uno-
cou a governar em 1648 o acabou om
Marco de 1651.
2.' JoSo Ribeiro de Villa Franca.
Comecou a governar' em Marco de
1651 e acabou em 20 de Marco de
1654. .
(Continua)
MED1CIN
r%.
i 3. Diogo de Quadros.
lgnora-se
I/. Mlliwr Awt'w, ^ h"" r_"' ~ I ,5." JJIOgO U yusuiua. iSuu.u-^
;onstituem a condico essencal da 1 man0 COmeQOU a governar, sendo
que j governava em 3 de Desembro
de 1595 e acabou em:Julho ou Agosto
de 1000.
Agindo desle modo seremos frequentrasnte
surpreheixlidos por m ;th ).ras que se accentua-
r&oiDRsmo 110 estado ger.
Si no tivermos a felicidad* de curar (ere-
mos ao m um consolo.
REVISTA DIARIA
gacao.
Xo fim dos 6 annos, quando pakulo
que ser op'portuno o prolongamento
da via frrea central, o excedente do
capital pedido e o restante da economa
feita daro urna somma de i2.886:otx>$.
Essa somma chegar para a construc-
;Io de 236 kilmetros d'essa via, fi-
cando a faltar para su a concluso o dis-
pendio de 2.q64:ooo$ooo ; quantia que
poder ser francamente tirada da renda
liquida das outras estradas- antefor-
mente em trafago ; se nao dos lucros
t-azidos pelo proprio trecho do Recife
a Caruar, pis nao c crivel que deixe
ella ou deixem elles,, pelo menos, de a
tanto attingir. .
Contina
Dns&.ntBi
CATALOGO
DOS
VICI'IS-REIS, GOVEIOIADORES GERAES,
CAP1TES GENERABS,
CAPITES-MRES DONATARIOS E
LOCOS-TENENTES, QUE HOUVER-^M NO
BRAZIL DURANTE O SBMPO
COLONIAL
OKGAKI5ADO
P0^
Jo**'- tic Vitsconcellos
(Continuando)
Capitana lo Piauhy
Foi creada pela Proviso Regia de
D. Aflbnso VI dataia de 29 de Julho-
da 1758.
CAPITES-MRES GDVERNADORES DE-
PENDENTES DO MARANHO
1." Ja&Q Pereira Caldas. Posse em
2<) de Setembro do 1759. Governou
ati^ 3 de Agosto de 17"39.
2." Goncalo Pereira Botelho de Cas-
tro. "Posse era 3 de Agosto de 17C9
Governou at 1 de Janeiro de 1775,
quando se retirou da Capitana.
Toma posse do governo em 2 ce Ja.
j
i-
CoTuecou a
lho ou Agosto de 1690
Manoel de Miranda Barbosa.
zovorna-r no mez de Ju-
acabou em
Abril de 1602.
5." Cosme Barbosa. Comecou a go-
vernar em Abril de 1602 e acabou em
jjunho do anno seguinte, 1603.
G.'ThomdaRocha, (segunda vez)
Comecou a governar em Junho de
[008 e -acabou em 1606.
7/ Nicola Falleiro de Vasconcel-
los. Comecou a governar em 1606 e
nao se sabe'quando acabou.
8/ Antonio Pinheiro de Carvalho.
lgnora-se quando comecou a gover-
nar, sondo que j governava em.Mar-
co, de I6n7, acabou depois de princi-
piar o anno de 1611.
9.'Joao Mandes. Foi nomeado a
19 de Maio de 1611. Ignora-se quan-
do comecou a governar, e acabou no
ano de 1614.
10.e Amaro da Cruz Porto-Carreiro.
Comecou a governar em 1611 e nao
se sabe quando acabou.
Desta data at 1621 nao "consta
quem governou a Capitana.
Joao Mendes (segunda vez). Co-
mecou a governar era 1621 e acabou
em 1623.
Deta data at 1626 nao consta
quem governou a Capitana.
Tratamento cirurgieo da tu-
berculoso larngea
PELO DR. CAPART
(Da Universidade de Bruxellas)
0 tratamento cirurgico da la-yngita dos lis-
eos poda ser extrnseco ou inu-iusectx O pri-
rneiro coinprehtmde ;i trmeneotxnia, a laryngo-
tomia fDrfsmo a larviisr-clinia, operayo do
futuro tal vez.
Duas pnlnvras smentc direi sobre a traclieo-
touiia que foi to calorosarni'nts recommendada,
anise oulros, |i:r Scliiinil. Elle a aconsellla
nao como meio palliativo contra a dyspnej,
portn como raelo curativo, priucipalment- mis
casos em que a leato pulmou-ir laienie (por-
que a acreditar-se nos aiiatoino-pallioloaisUis el-
la nunca falla) ou pelo me ios de muiiiua impor-
tancia comparada com as testes coucomi lian tes
do larynge.
Nao lenlii ain la opiniaj sobrj estassumpo
porque si militan vezet vi lubarculosos melhora-
rem de modo ripi.io e adinir.ivel aps a tra-
cheoloraia, outras vezes veniiruei que a ferida
traciiea! pule infaccionar-se foriBU lo fcilmen-
te ulceras subcutneas e mesmo melicaasenlo-
sas que nao deixam de concorrjr pira pTecipi-
lar o lira.
Quunt) aos meios intrnsecos, nao fatil col-
ocarmo-nos era um justo logar entre os absten-
cionistas, que fiis aos erros do passado lr:-
mem sehipre que lm de enfrentar o tratamen-
to il sta lernvel affecco, e aquolles, qoe chama-
rei anarciiistas da especialulade, os quaes coy-
lam, qu/imnni e retiram sera nans uem pieda-
d*-ui/todas as circumstancias.
.- Outr'ora considcrava-se esta molestia como
ajan noli me langere a nenlium ouiro igual
tHi gritava-se: otaoantecisaj porqu: teroi3
inllaram-igOes formidnreis, mo incisai p.-lo re-
ceio ae ver a iif.cc) i feritkw proiiuir-s:,
cruzando-se os briyus Nao convem cit'ir no
erro contrario, llave nos fizara seleego (ios ea-
Ot. Nao ser a de-humano etipreii 'nder um
tratamento pmoso em um de^gracado que tem
apenas urna semana da vida? Aconselliem)>,
pois, pulverisacas morphinadas ou cocainisa-
das, s quaes ajuntaremos fracas doses de aci-
do burico ; pratiquemos" curaiivjs rom a aaii-
pyrina cocainisada, insull m.is raorpbi iav faga-
mos injecgOes da inarphin i no pescoco e leva
minos assim docamante o doente a urna morte
toleravei. Ka nunca-faco ttaUtitieato actto se-
no naqualles qu: tem enaraia bastante!! qje
querain verda li-iramenle curar-se qualidade
ali i rara nos liseos.
Quanto ao tratamento propriamente dito pre-
screvo os melliores tpicos que sao inconlesta-
velmanle o acido lctico e apyoktinina. 0 aci-
do lctico pode bastar por si s no comeen,
quar.du a molest'a apenas infteminatoria ou
quando apenas existem erosOes superliciaesou ul
ceracoes pouco extensas. Deve, portn, ser era-
pregado com discernim'-nto, isto, sui urgode-
ve ser. e3tnctameute localisada ao ponto doente e
sua soluco Cao cofloenlrada quanto posstvel.
Sobre a parta tocada Droduzir-se-ba urna carna-
da esbranquigda ; o cuativo so deve sr reno-
vado quando esta se dMtacar e depois que liver
desapperecido a reaccSo inllamtnatoria para o
que sa > necessarios tres, oito, on mesmo quinze
dias. Opponho-me formalmente a estes curati
vos de jacto conlinuo com solucoes frac is e
com os quaes se inunda o larynge por meio
de um enorme tamp&o algodoaio. Esta prati-
c.i intil seno mesmo prejudicial.
A pyoktanina tambem excedente para cica-
trisar as ulceraces e como agenta antisptico
em seguida a opara(0es importantes de que
pasto a oi'cupar-ms. Compren mdem as esci-
rlticaQes OU incises a raSp*g'1II OU curettt-
em simples a curettagem com retirada de
fra;raen ras vezes tenli) recorrido s iiicis'S- a nao
ser nos insultos congestivos com edema con-
s;deravel e transparente em sum na ellas dio
pouco rcsul'ado e preciso repetil-as muitas
veze3 ainda mesmo quando tanliasrdo numero-
sas e profundas.
Pelo contrario a curettagem 6 indispensa-
vel em raudos casos: praitco-as gtemlmente
com as curradas de Hering sob-elulo para as
ulceraces das corlas vjcaes verd .deiras ou
Falsas t.da parede p istorior do paarynga Fa-
go-.s si-uir ramediatamente de um curativo
com acido lctico puro.
0 meio, potem, por excal enca, heroico mes-
mo, o que foi propasto sueca divamente por
Krause, Hering, Gougenbeim quero ref rir-
DBJeT a curetiaiem radical pralicada com as du-
plas cureltas destes autores ou cora a pinja es-
pecial do ultimo.
A Imprentan que ficnu-me de numerosas ope-
raioas que nao couv in dera>rai- na nter-
vencoe que is a d -ve ser ene -glca. Nao re-
euai dlitote da retirada de. volumasos fragmen-
tos da epigloitte, das dobras ar/tbeno -epigloi-
licas e masmo de urna ou das duas afytaeoii
des. Ka/.eio- si possivel iorein urna s -
quinto mais.enrgicamente agirdes.menor ser
a reacc consecutiva.
O allivio irameUialo, a deglutico torna-se
milito mais fcil, as dores diminuera e a.respi-
raco laz-se mpito melhor. Intil di:er-vos
que toiias as precauyes devem ser osadas para
a esterilisacao dos instrumentos e que o cura-
tivo antisptico com acido lctico ou com a
pvokiamna, deve seguif-se.
. E' curioso ver-se com que rapidez as psr.as
de substancia se refazera e deixam era segui-
da ana superficie ntida e lisa. Porem tetiho
a dizer-vos que nao devei langar m5o desse
raaio seno naquelles que tiverem energa e
saogue fri. Deveis contar com incidentes que
impem a calma ; a liemorrhagi, s yezes,
abundante ou a penetrado as vias aerias de
fragmentos incompletamente djstacados pro-
dusera a tosse e espasmos violentos.
Quanto a gabano cautertsaijao e a elec-
trolyse na minha opinio, nao se deve langar
raao fr.quentemente. Assim nos edemas chro-
nicos pouco accentuados da epigloite ou das
aivihenoidas nao hesitarais apofundar diffe-
rentes vezes, o capterio bem arilado, profunda-
mente, at encontrar sens^ao de resistencia.
Notar-se-ha um pouco de dysphagia durante
alguns lias sebam quea melba consecutiva
vos venha surprehender.
Dirai a mesma cousa sobre a electrolyse.
Nao conheco meio m Ihor decorabater os ede-
mas rebeldes ou as irregularidades persisten-
tes em Kgaida s extrac,6es radicaes.
Os do-ntes supportara bem sesises de dois a
tres minutos rom i t msidade de O e mesmo
de 30 mtlliarapres.
Recoramenda-vos um ult'rao meio que :ne
assignalados. E'a -luberculina
de Koch. em doces infinitessimaes da l| 0,f|t,
Silo e no mximo de um miligrarama, em in-
je-ca v una ou duas vezes por semana. Pode
se seguir,- de visu, o efteito produzido no
larynge. Emprego a tuberculiit uos casos
oue considero perdidos. Nestas. circunastan-
#ia obtive curas inexperadas. Fiesumindo ; o
tratamento cirurgico deve ser feriado at nos
Obrasi rublicas -Da Secretaria -do (io-
verno nos foi rametlido para publicar o seguin-
te :
' Directora Qeral das Obrat Publicas. Per-
nambmo em 13 de Setembro de 1894. iV. iOl.
-lllustra Cidadao Dr. Alexandre Jos6 Barbosa
Lima, M. D. Governador do Balado. Tentio a
honra de. passar s vossas mos, por copias,
quatro plulas e sete projeclo, e o offi'jo diri-
gido pelo engenheiro do 3.* districto, Manoel
Pereira BraoJo Jnior, os quaes sarvern de
base para os reparos necessarios. aos estragos
feltos pelas endientes deste afn* Sa le e i'ra-
term lade. Jas Joaquim Rodrigues Saldanha
Jnior, director geral.
3." Dintrieto dtt Okmi Publicas. JabiatJ
em 17 de Agosto de 1894.
IUustre Cidadao Dr. Joao.tlaudino da Oli-
veira e Cruz, digno director geral das O iras Pu-
blicas.Incluso rematto-vos quatro [dantas e
seta prqjedoa'da orcaraento na importancia de
l99:9J5fl74, os quaes unidos ais Ires que j
vos remetti em fins do mez prximo lindo, ua
importancia da 13:411 #1 i8 prefazem a somma
de 153:3465292.
Sio elles para os reparos e desmoronam jo-
tos occasionados pelas enehmles desta anuo.
Anda oxistem ostros reparos qde, par sua aa^j
tureza, s podara ser oxecuia los por admmis
traeo, como sejam os dos boeiros de -I/.inj,
Moren! e Timbi a pontes de Bento Veti.o, Tn,)i-
cura e 'iranlu/ra. Estes reparos talvez e.xcedam
de 10:0004990, pelo que eleva-s^ a 161:3465J9
os ilainnos causados a este districto pelo ultimo
invern. Agor; podis avaliaro estado de ruma
a que eet raduzido esta disirii'to e solicitar do
patritico foverno este Estado a sua epara-
co, prestando, assim, um relevantissjtno serv-
fO inslru cao, com nercio, industria e agicul-
tnra desta Ierra, visto serem as estra la- nubil,-
ca o systema arterial do d-senvolv n 11' 1 e
progresso e, por cons'gumta, da civilisaco de
um povo. Encontrar-is n .sis districto o mal8
humilde dos auxiliares, qie estar sempre
proinpto a concorrer para qua a vossa da licae >
e os vossos esl'orcos palo desenvolvimento deste
ramo de servico publico ponan cheg ir ja li;u
que desejaw. Sade e l-'raterni lade. -Manuel
Peralta Hr.in lao Junio-, engenheiro lo i' os-
tricto. Conforme.-0 secretario, Miguel Nunes
Viann'a.
Recife Draina^e Company -A' c-:r-
ca da que hont'in lissamos sobre eaaa eanrata
e o seu servico te r de lixo das liabita-
c's, derigio-nos o respectivo Gerenta a cada
infra, em a qual pede-nos Iba informemos quaes
os carroceiros que lisseram-se prona dos a l'a-
zer o servigo da remocao do lixo se Ihes fosee
P'.g-i o trabalho, e contesta que seja prximo
da s le da emareza o Pateo do l'ergo, dizand -o
ao contrario muilo loogiquo do deposito de lixo
de Santo Amaro.
Quanto ao 1 oonto, nao podem>s satisfa/.ar
aa r. Gerente, p>r qua os nossos informantes
nfio nos trunsmitiiram os nomes e nmeros de
onlera dos carroceiros. nem eramos que ellas os
di-:tingamdeoutro modo qua tola a gante, isto
peto bonet de que usam.
Ao Sr. Gerente, pois, compele inquirir fado, e agir era consequma, tanto mais quan-
to 3. S n5o cootestau*que tenha kavioo demo-
ra na remoeo do lixo do Pateo do lVri;o, -orno
anr geral tem succadido em mudas outros pon-
tos da cidade
Quanto ao que se refere s distancias, pre-
ciso nao confundir as ciusas. O Sr Gerente
nao podo por em duvida que o pateo do Cargo
rica dous passos do largo das Cinco l'onti--,
onda o deposito das c.irrogas err.pregalas na
remoco do li 0. E b-m da ver, pelo que
honiera disseraos, que, atnbuin lo a demora da
reranco do lixo desidia dos carroceiros da
empraza^Uvemo^m mira, assignalanlo aqual-
"a prmrdiuidade da\sde da empresa, caamara
ativrlgo desta parav bsse escndalo p-aticado
asi ao p de si.
Nao contestamos que quanto maia prximas
se acham as ras de cidade do lugar designado
para deposito da Iix >, tanto mais fcilmente se
deve fazer a sua remocao". Mas, infelizmente, as
re lamages clioveinigoalmenie de lodos os pon-
tos da cidade, as queixas so garaes; e, pois,
nao colh o argumento do Sr. Gerente.
Ras&o tem, entretatiirate, -S. S. at certo pon-
to no qua r. spelta grande distancia vencer
pelos amraaes no transporte das carrogas de
lixo, tanto mais quanto 3. reclamou ha cerca
de um mez ao Podar Municipal urna providen-
cia, e esta anda nao appareem.
Ai .da assim, S. S. nao pode eximir-se ao
cumplimento da clausula do contracto que im-
pe a Co opanh a Orainage a remogo do lixo
das habitaces 2 vezes por semana. Se essa
clausula 6 agora muito onerosa, lembre-se a
empresa qu! durante muitos annos foi-lha ella
le fcil ex cuco, e contraponha a isso as van
tagens que desda o inicio aufere do mesmo con-
tracto, onde at se estatuio que fossem pagos
pelos cofres pblicos annuidad;s e reparos dos
apparelhos haven lo-os depois os tnesraos cofres
dos nteressados.
S essa oausula deve ter dado grandas lucros
empresa, lucros resultantes da economa de
um numeroso pes-oal qu i tarla da utilisar oa
cobranga de annuidades e reparos. No entanio
a Provincia outr'ora. e hoje o Estado, prestou-se
sempre ao papel de caixeiro cobrad ir da em-
presa, por que tal foi estabelecido na contrete!
Compra, pois, e tambera a empreza a clau-
sula, agora onerosa, da remogao do lixo 2 ve-
zes por semana. Augmente, se for nnsier, o
numero de carrogas, de amraaes e de carro-
cairos; mis curapra o seu contracto. NSi o
justo que coma a boa carne do contracto e n-io
queira ro-r o que Ihe parece serem 0W8.
A-ii la ha um meio, porra, da harmorusar os
inte.-esses, ero relacao 10 lixo : incmeral*.
Proponha a emprez esse alvdre outra parte
contractante, mas faga-o em condrgOes senas.
oilerecen lo g irantias efflcazes ; e eramos que
tal proposta ser aceita, porque trar ,nqu-s-
lionavel beneficio hygienico. .
- Pretender, porm, que. Ihe sejam designados
pontos contraes da cidade para depsitos de
lixo querer o irapossivel, porque nao Ihe
pie ser permilttdo criar foceos de infeegao no
mago de urna cii.ade de 50.000 almas.
Eis o qua daviamos dizer em resposta a carta
do Sr. gerente da Racife Drainage Company, a
qual a.seeunte:
Recife Drainage Company Limited, i<> rua
do Imperador. Pernambuco 2i de Outubro de
ItQfc,
Srs. redactores do Diario.
Lendo no Otario de hoje um artigo sobre
Recifa Drainage peso qu me iuormeis
quaes sao os carroceiros e os numeras de suas
ciiapas que -disseram-se proraptos a Tazer o
servigo da remogfio do lixo se Itie3 fosse pago
o trabalho. aftm de que eu possa tomar as pro-
videncias neeessanas contra esses abusos.
. Emquanto ao qua diz o artigo-Imagine-se
o que succeder era pontos longiquos quando
a dous passos da sede da Empreza succe.e
aquillo., baila dizer, Cinco Ponas justamen-
te ura dos pontos mais longiquos do deposito
d hxo era Santo Amaro, e consequentemente
um local onde mais dirflcil, e que as luga-
res mais longiquos de Cinco Pontaa o servigo melhor por ser mats parto do lugar do depo-
sito. De V. S. criado muito obngado. Mac-
kinstock. Gerente.
Hajor Ernesto Pacheco-Informara-
nos que, no paquete nacional Oa'aaVt, esperado
do norte hoje, deve chegar do Amazonas o nos-
so distincto coestadano majo; Ernesto Alves
da
urna commissao de cinco mordoinos para a* vapor -Cly'i* sahio s 7 horas da manh?
sistir as missas de aetirao da edar psames a hontm do Ri de Janeiro.
familia do illustre finado. Enrique ajo No vapor Ville de Ro-
TIetro Santa Ieabt'l Um exeelten- saric espurado hoje do sul dnv chegar o Sr.
teespactaculo realisa h.|a lotheatro Sa^ta Enrique Majo, Ilusionista e. prstigitador, que
Isabel, a eorapanhia Apollonia l into. preter le dar aqui algnns espectculos.
E'elle em beneficio do apreciado artista) o Sr. Majo conae'cilo no Rio de Janeiro
Germano Alves, indo a scena pela segunda vez ena -labia, onde seus trabalhos muit agra-
a espirituosa comedia era quatro actos A Bo-* daram.
tija,-que sabe trazar o espectador em urna ri-j A ira'pre ,Sj de ambas as capitaes foi accorde
sada do principio ao'fira da peca. | em t.cer-lhe '
Bom numiro'da bilhetes tem'sido distribui-
dos, promanen lo assim o .ympa'hico brae-
flciaao urna endiente.
Pind o espectculo, alm dos bonds do cos-
tume baver irem para Olinda;
^------...- .our/is.
oesastre -No dia ( do corrintepor volta
de raeiS bo^a da tarde estando o 3r. eap;t5o
Jc.lo do Reg Lima experimentando o sen .e-
geuio LimSo, sito no Tiuiicipio de Quipap,
aflm de iniciar a raoagem acontcced-lh; ser
U-.
se-
da
mi
SJ88
7.0 6
816 ?0
. 2IH
9:tt5.308
I:"9V4I0
5:471*85
993 "iSO
909*700
nm *7i
3:iKi-SoC0
274100
<4:460
2o: H6i>
.6:9d$6l
Amaro da Cruz Porto-Carreiro, (se-
gunda vez). Comecou a governar
em 1626 e nao se sabe quando aca-
bou.
Pedro Jarbosa Foi "nbmead..
20 d Dezembro de lb& O COmegOU aJK Deve ser enrgico, si guizerraos qoe seja eftV
governar am 1630 e acabou em No-[aze antisptico. Exige bastante corageme
vembrode 1636. 'paciencia da parte do medico e do doente.
Pacheco, bravo offlcial do exercito, qua serva
no 36 batalho da infautaria estacionado n a-
quelle Estado.
S S. vem, com a sade um pouco alterada,
em procura de melboras no Estado natal.
Seus pareutes e amigos preparam-se para re-
cebel-o condignamente.
Dr. costa Ribeiro -A Junta da 3anta
Casa de Misericordia, em sua ultima sessao, e
sob proposta do Dr. Perettt, mandou exarar na
respectiva acta um voto da pesar pelo folleci-
mento de seu dedicado compauheiro Dr. Anto-
nio Jos da Costa Ribeiro, que presin como
mordomo, importantes seryieos aquella Pin
Instituifio, ejporindicacodoExm. or. nca-
provedor, Gommendador Albino, foi nornaada
do mez prox rao.
No Iludido concorto, cujo program na
cscolliido dentra bellos lr;uhos mastcis,
mam p.rta diversos ama lores. '
Os bilhetes de ingresso acham-3e a ven la
na cas 1 da ransicas do r. Paiva, rua do la-
rao da Victoria.
Louvavel como sera -Hianta idea, e de os-
perar que tenha beur acolairasnto no nasm
ItterUaEsae paquete da liaba do "paci-
fico, tando deixado o porto da Babia hont.-ra
ao meio da. poda bem ser qu; loqna hoja em
Peru.iinbuco, ain sua riagem da re^resso
Inzlaterra. /" .
Estrada de Ferri do Ribeiraoaa
Banito -it:inelii'ram-nos o seguate extracto
do relatorio apreser.lado pelo gerente dirt
loria la Conpinhia sobre o t* semestre
correne anno :
Construc.co da Estrada -:ontnua-se co
actividade no aceotamento los trilitos do kilo
metro 2j* em diente o conta-se em brava abr
mais urna eeUC&a ao trafego e j cjinasou-se (
assautamento do telegrapho.
TrafegoFoi eUe servipo feito por 719 tren
com o parcurso de. 1..S80 kilmetros, se'.do;
v.'iociaade media d >- Uan da in kilmetros.
Os trens mixtas e de carga transporta
rain :
Viajantes de 1.a classe.
Viajantes de 2" cla-s:
Bngagans l calza kograramis
Animaes
Mercada ias, kilagrammas.
A recerta arrecad ida provaio das segrales
vorbas;
Viajantes de 1* classe
Vjajaatrtfl de 2" classe
iiagagens e c
' Auimies
Mircadorias
lispeciae.i
a.-i iwwiagena
Diversas rendas
Mullas
Sommandoas diversas verbas
Em igual p;riodo em 89J
/,
Dando um augmento de
o 1 .9 e ril i.
Coinboio laxuoM -<) comboio, em qa-
o presid.-ate da rapAbiica franeeza m all na-
mente a Sua viagem ae t'aris para Chate.-ulun,
corapunha-se da V carruiguis de l classe e
m salo ao centro; coraprahafltendo duas car
ruagi-ns. r.
Urna das carruag-ns d'este w gon-saiap tor-
il.a urna \ .rauda famnir. com lO janeltas de
abrir ; a mobiii consta de, dois divans cor de
bavana, uiua fumetue a ntni consol-
Si carreagem que sa sag: ao. /'-imo.r.-nie-
d;u to quasi metros de compri lo por 2, o de
largura, estivo collocaoos lateralmente dois
gran les Canaps era pelche verle malva, e
urna mesa elstica de acaj ; nos angnlOS ha
dous grandes Eaoleoils, Bendo a mama lacao
completada porua biWioiheca. t.mlo por
'iraa utna sobarba pndula Lata XV. .\ esta
sala lia dez espedios, e 0 teCto ornado da pin-
turas. .
O salo communica com o corredor, que co>
duz ao quario de dormir, artsticamente ornado
de madeira la acaj, em eslylo sobrio.
A cobertura do leito da p duche verle, e
este esl cooca lo no senti lo longitudinal, e
por isso na direceo da marcha do coinboio
Aoladohaum gabinite de toileUe o lava-
torio, todo montado em maraio're, tem urna
grande bacia de prata.
As peixeiras parisiense Vario
jornies parisienses noticiaram a instaurago
de processos requeridos pelos inspectores do
laboratorio muninpal co aira certas vendedoras
de peixe no mercado, denunciando varias frau
des coiamettidas para dar taluda a gneros
avariados, entre outras o uo de tinta verme-
Iha de cochoiiilba para sitanlar a frescura na
au -Ira de certos paixes-
0 inspector principrl do mercado central
veio a imprensa negar a existencia de taes fal-
silicagas, defendeudo a classe das peixeiras
que empr;gam nicamente o ^relo p.ra a con-
servacao da sua mercadoria. E- curiosa a es-
tatislca que acompanha esta defeza.
O mercado central de .Paiis recebe, em me-
dia, 2 milhas de kilogrammas de peixe du-
ranle o anno, provenientes de Inglaterra, Hol-
landa, Noruega, Ueluica, Allamanha. etc., que
chegatn em estado natural conservados era gelo.
A Kranga entra no rol cora uns S
de kilogrammas approximadamente
So b arenque figura n'uraa quantidade de 12
raillias de kilogrammas.
As jiuidatigas rapi las da tetaperatura iniluem
poderosameale para a corrupeo do peixe ;
leem cheg ido a ser inutilisalos 40,000 kilo-
grammas -
O paixe retirado-era estado improprio pera
consumo, regalo com acido sulfrico e rapi
lamente transportado em wagous para os de-
posiios suburbanos.
orreio -Ao criterio do Sr. administrador
do Correio submettemos a reclamaso constan-
te ida carta seguinte :
Quer parener-nos qu; pelo abuso de que se
queixa o signatario dessa carta n8o respon-
savel o Correio de Pernambuco, porm sim o
da Baha. _
Entretanto, pedimos a ntervengao do Sr.
administrador do Correio deste Estado no sen-
tido de evitar a reproduegao do iacalo alludidj
oa cart, que esta :
Qidan! Redactores ao Diario de Pernam-
buco. .
Sou hoje obrieado pela forga das circuns-
tancias a levar ao vosso conhecimento o fado
imraoral e sera limites prati-ado constante-
mente pela administragao dos correios deste
Estado que vai prejudicando prdigamente a
vnssa empreza.
Eis o factf:
Sou assigaanta do vosso concetluado Dia-
rio de Pernambaco e Gazeta da Tarde, e oalras
folhas e depois de as ter fago reraessa para a
Bahia ao meu amigo Dr. JosM- da bilva i rei-
r no Joazeiro, perteocante aquella Kstado,
sendo registrada toda essa correspondencia ;
acontecendo pora que todos os jornaes sao
alli recebidos menos o Diario de Pernambuco^..
E' incrivel isso, porm uraa realidade. pois
carU que tenho a vista datada de li do corren-
te e hoje entregue attesta o eaposto p:lo que
levando o facto ao vosso conljaciineuto vos pego
as devidas providencias. -2if I* 9V. -De vos-
so assigoante e constante reito-.f-ifanoM ae
Oliveira. %
tollt'sio Ooae de Agosto-Foi nos
enderegado ura exemplar de'um folheto. pu-
blicagaa desse collegio, em que sao d-scriptas
as festasalli realisadas ro dia II de Agosto nu-
do ifc anniversano da saa installagao solem-
ne 13' da sodedade do mesmo nonu.
Essa publicaco vem augmenlala cm _a_m-
Coasta nos qu vai cara toda a Iota a regn-
"L; lari'da la/o seu tratamento.
L.ft'|r;o de eavalln Pelo commanian-
te dn destacamento
o l. diitricto do Poco da
Panella foi nre3o. ant'-hontenf, no lagar Barr
Alto d) rr.esin- districto o ladro de cavados
lanoel (Trrela de Mallo, canhecido norJoai.
quira Victalino.
A diligencia no-se effacfuou sem resistencia
por jnrte do criminoso, era cujo polerforam
encontradas imciv illrf russo. urna cangalria. 1
saceos com atetis prnprios ao officio, i escopoi,
urna patela uraa hea li pontn. .
Uttni ur 5'licv -jplasse eatab-tled-
diento foram 1 batidas 9i re-es para o consumo
puhlic k de hoje.J '
I-istrue:iao or meninr. "111 ins-
truego instii'.ala coni muia solljcitud altera
certam ral o peqaapn irganUmo, prodispaudo-o
pan 1 siilTnniMito sernfuloso.
Exi;es-ivameiite se abusa das facoldadet men-
taes as eacotas, pHrqne as muitas cousas qua
sa quer ensinar, nao sao atvanivais a intelli-
geocia dos nasoino, quan'ellas nao tomara inr
teresse. 'ahi a consequmc.ia ao-menino de-
corar quasi materialmente tn las aquellas cousas
que naapodara eertadi inte b-m eomorehender.
V'.-y- tenso la memoria age talvez em senti-
do 'atareo, poiaiqae a qnanti lale excessiva de
insina nao oode ser fcilmente digiri la pelo
alumno.
Adualmaae wi la mtr o auxilio que
dever-se-hia esperar ilis naes porque estas em
gran li parte pnco cullivados, nao se achasa
em favoravais rond i,0es para ajudar os seus
tiHij.-s a conservaren in cahega tudo que a-
pren leram na escilit -j portona* expiicagOes do que pa ventura nao
1 tenliam entendido.
AjdmrraiDos com tu lo os mila os as loe motivas elctricas, o clarao da loas
substiluido pehrelactricidada, mas n'o devemos
por islo otHer a vertiginosa eyolocJtodaa mentes
amia tearaa e forcr dnninosarnmte um pe-
'','Jqueao ceratrro. .
' Cui"vernjs eifl is la inteligencias segundo
as f >rgas le cada um mas nao se pxija mais
lo q ie podam da- os debis, em quanto que as,'
fortes poden abm*lfr-sa falcas aiiores'
^Iconfoima os mais exige''ts pragramma*.
O, mai's bail -corpo aqurlle que as linlias
extarns exprima n mois harmnico e sao d
sen o vim rito dos oreis:., o qaerr alteral-o
...undo a preciaOes da-m novo modado, 6 -
loruar monstruoso o que a natnreza dan de bom .
e di bello. Para a hygiene do cerebro ser ne-
eessirio mais que tuto que o menino adquira
as id:ias qua recaba aymerc da impressodos
otojecl >s m 1 o cercant, qn 1 estas tamas sejara
bem.medidas e equipolentes, tolerancia de
se pequeo cerebro, aflm deque possa depois
dar-lbe seu uslo e racioeinaio valor,
O me3tra elementar tem a difftcilima tarefa -
de saber dispertar no peqii mo discipu'o o inte- .
resse por todas as cousas que Ihe igradam e
p>-sara aprovaiiar, arim da manter" assim um-
uniforma equilibrio do corpoe-alb espirito.-
o n to la*calma R 'm presea se^devera repartir
os ensinos de modo nio f liga'-a distrada-
mente do mejiino. acorapanhando a Recio com
obseriaeis ou ints aaradaveis.que possam
interessar.a sua natural curiosidade.
D'este molo, talvez se podaro tolher os de-
feitos da primara idade, coma a distrai-go e
responder convenientemente aos cscopos hygie-
nicos que amamos de corago.
Xo terreno ita- hjgiaa da infanca as mais
paqu as inadvertencias podera produzir graves
malas, d mesma forma que os mais pequeos
cuidados hygienicos poden, trazer efficacissim'os
resultados.
llysiene rural Pocoi e cisternas.
' 0 pogo ou cacimba-, como vulgarmente se
diz, cousa in lispensavel em. urna, casa de
Campo Seja elle porem feito nos lugares qua
pao apresentern grandes detficuldades ou quasi
impossibilidades, 'como seria por exemplo nos
Ingaras eleva los. .
i' Sejara construidos os pogos d'aaua viva
segundo as rgras rnelhoj>^U2geridas pala arte.
Nos lugares cercados 'agua e prximos das
baixas de capira o muro deve ter urna espessu-
ra dobrala da ordinario e as fendas bem tapa-
das com betuma alm de impedir a infiltragao
das acoas podres.
3 0 pogo deva alem disso ser construido no
lugar mais distante possivel das estribaras,
dos est-.rcos e das privadas.
4 >"o se deve iunto ao pogo tomarse banho
era lavar-se roupa, como geralmente presen-
ciamos.
5- 0 pogo dave sempre estar coberto para
impedir que os rapazes ou adultos lancem-lhe
substancias animaes e vegetaes.
.".- Onde fallara os pogos sejam substituidos
por cisternas bem construidas, e sempre cober-
tas, e fraqiientemente limos das materias que
as aguas limosas am depositara..
Ceiuitero PublicoObituario do da
23 le Outubro de I89i :
Theodora -Joaquina Macana, Pernambuco, 38
annos, solteira, 8. .os.
Joaquim. Vicente Ferreira Beryem, Pernam-
buco, Vi annos, casado. Boa-Vista.
.Joar.na Maria do Espirito banto, frica, 64
annos, solteira, Boa-Vista.
Amelia Cypriana dos Santos Alm, Pernam-
buco, < mez. Santo Antonio.
Fortunato Tavares Bastos, Pernambuco, 3b
annos, casado. Boa-Vista.
Oaraiana Maria da Conceico, Pernambuca,
22 annos, casada, Graga.
Salustiano Jos dos Prazares, Pernambuco,
3 dias, Santo Antonio. > .
Jos Angelo, Pernambuco, 12 annos, menor,
Boa-Vista. ._ _
Joao Jos de Sant'Anna, Pernambuco, oO an-
nos, casado, Boa-Vista. .
Francisca- Borba Mana da CooceigSo, S. Pau-
lo. 60 annos, softeire-. Boa-Vista. '
Maria Joaquina da Luz, Pernambuco, 30 an-
nos, casado, Graga.
Manoal Severino Ramos, Pernambuco 36 an-
nos. casado. Boa-Vista.
Telesrammes retidos -Acham-se re-
lidos na Repartiga dos Tclegraphos os se-
De Piar para barcaga A lelina Mndes.
De Pelotas para Internacional.
De Maranhao para J- Bastos & C.
De Maragogy para Girio.
inspcetoria do *. districto mar-
timoRecife, 13 de Outubro de 1894
Boletim metereologico __
Horas. Term centi- Barmetro Tema do Hutni-
.r*:^^ ^SartiS
serso do jornal .
escripto para ser destnbuido na mesma testa.
Agradecidos pela offerta.
Asaoeiaea> Medico rharmacen
tlca-Reune-se boje em sessao ordi
lugar e bora do costume.
gar e hora do costme. Srnv.es de SE eE at meia noit*
^^.r^^i^fA teveEadV media do vento V Pr
tuna dos Srs. Martius Fiuza &. C, foram vendi-
dos os bilbetes de ns. 24l4f>e 23787 da H 15*
Lotera Nacional extrahi la bontem que obtiye-
ram os premios de 30:0 0*000 e 1:5005000,
tambera foram vendidas as dezenaa e appro- P^f0"
ximaces dos referidos premios. 1 "g1" ^ d Qutubro
raquete clyd -Telegramma recebido B.M. a
pela agencia da Mala Real Inglezi diz que 01 f.

j ~V"
r'-%
qrado
25,'2
2,'3
27,fl
27,3
Wfi
temperatura
6 m.
9
(2 1
3 t.
I" 6
/a O")
76',-34
761,-72
7B0,-58
759,-08
759-66
minim 23,00
vapor
20,46
2*,8
52,31
t 23,34
22,43
dade-
86
88
84
88
90
desabrigado ao meio d.
Temperatura maxn zs.'o
Thermometro
Ennegrecido
EvapcracSo em 24 horas ao sol 7,-4 som-
bra 4,-0 .
5SA vanto : ESE e E adamados de
meTnoiteat 6 h. dama-nha; ESE com m-
- cu.c ota mala nnite.
se
vocidade media do
gUSebuIasidade media 0,59.
Boletim do Porto
Das Hra9
Altura
de
1 b. 45 m. da m. l,-9o
5 b. 50 m. da L 0-8



I

--
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l
,*
1!
I
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Ir
Diario de Pernamboc Qiiintfft-feira 95 <1* Outubro de 1994
Csisa de Deten^:iu-Movimento dj
presos da Casa de Detengo do Recife, Estade
de Pornambueo, em 13 de Oulubro de 1894 :
Existiam
Entrarara.
Saturara
Existera .
Alnaber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estranueiios
Tolal .
ArragoudOs
. tons .
ioentes .
Louco.. .
Loucas. .
421
i
421
388
21
4il
4"5
381
21
1
2
405
Total ....
Movimento da enfermara r
Teve baixa:
."cao Rodrigues da Silva.
Teve alta :
Manoel Jo? rv.alrants de Albuquerque.
Lotera de Minas Geraes -Es'a lis-
ta dos nmeros premiares na 7.* aserie da 7
Infera desse Etado
tubro de N94 :
C0189
.'rahida em 22 de Ou
O 000,5000
3809
23368
797
i 888
|i5214
1610 .
fAt
15.190
Esto
nameros :
3-OOflOOO
1.1 .)!>*)(><
400*110
' 2DOO00
zOOiO1
IO.O'0
1'OIOOU
fOi'J'HH
premiados com
9335
9413
JH94
389
24291
2MW5
25560
Dr. C .Hhu Anilyse les uries avec 7i
flgnr-'S, 1 vol. ene. 5obo.
Dr. F. de Castro -O invento Abel P-
rente, 1 vol. ene. 4^!(?<>.
H. Fritscb -Traite clintque des opra-
tions obstetricales, avec 90 figures, i vol. ene.
(1892) to-ioon.
Dr. Ch. Abadie Legos de clinique
ophthalmologiqu'!. i vol. ene. 3d>5oo.
Dr. Ch. Abadie-Traite de3 maladies
des yeox, avec 61 figures, 2*vols. ene. (I88i)
l>M A. Corre Traite des fivres des Pays
chauJs, 1 vol. ene Ooon.
G. Hayein '' oqs du sang
avec 43 figures, 1 vol. ene. 7ooo
Tem permanentemente na taboa da porta,
uma collecc&o de volumes, romances, litteratu-
ra ele 900 ris.
L.VHArtIA ESCOLA DO POVO
DE
IOD1.4 PAZ tt .
81RA DO IMPERADOR8i
Compra e vende livros novos e uzados
Guimares Braga & C. Deposil-
l Drogaste productos ohimicos, espe
des "Phari.mceutic.i$:, medicamen
'os l.&.^eopuiieus e tintas, leos, pio-
lis etc., ele. ilua do Mrquez de Oli-
la q. 60.
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Dr. Brrelo Sampaio, occulista, ra
^onsullrs do 1 s 4 horas no primeiro
indar da roa do Baro da Victjria o.
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14537
11709 229i 1
1.5418 2.554
H5789 27072
7847 27 2)
'860 27414
9017 27465
2)250 2921"
3305 | 3807 | 3809
3806 | 3c08 381ti
con 150U0 os seguintes
Estiio premiados com 25*000 os seguintes
Atuneros :
20181 I 201 I 20185 I 20(87 | 10189
2U182 | 2 184| ftH86i 20188 120190
Eslao premiaaos com 20*000 os seg'j
numero* :
3801 | 3803
J802 3804
Eslao premiados
DUCLer'3361 | 83JM 1S3365 I 23367 | 23369
2:362 23364 i 25366 | ^68 I "-337
Esto premiados cora loOO os seguintes
Humeros :
7911 I 7913 I 1915 I 7917 | "9'9
7912 1 7914 | 7916 7918 1 7920
Approximai;6es
20'81 200100
20 81 2GO#000
3808 100*1X10
3810 100*000
23367 '. 50*U00
23369 50*000
79 6 58*000
798 50*000
Os nmeros- de 20101 a 2C200 eslao premia-
dos com 8*000.
Os nmeros de 3801a 3900 eslao premia-
dos cera 8*000.
Todosos nmeros terminados era 2e 9 esto
premiados com 44000.
. Lotera de Minas GeraesEssa im-
portante lotera corre ananha 26 de Outubro e
despertaba aitencao o respectivo annuncio em
oui"; secgao publicado.
Os bilhetes eslao a venda na ca?a O Sonho
de Duro n. 3 e 5 a Praga da Independeccia
onde se effectuara os pagamentos dos pre-
mios.
botera do Espirito
no dia 31 de Ouiubro a 12,* lotera, cujos bi-
lheles eslao a venda na casa o Sonho de Ouro.
Prsga di Independencians- 3 o 5.
Origen* republicanas
befutaco ao livro do sr. dr. af-
fonso Celso o imperador no
EXILIO
Pelo Dr.- Felicio Buarque de Macedo
. Resutno dos captulos
CAPITULO I
Carta a Sra. D. Isabel de Orleans.Critica
Seral d'o imperador no exilio. Conceitos
aGazela da Tarde.
CAPITULO II
Origens e tradicoes republicanasCausas da
fun lagao da Repblica.Reformas realizadas
em pouco lempo.
CAPITULO m
Sinthese da historia dos partidos monarchi-
eos. Formago e desenvoljlmeRlo do partido
republicano alravez uas reacges opposlas sua
marchaa excurso do Conde d'Eu s pro-
vincias do norte. A eleigao de 31 de Agos
de <889 -A arraada e o exercito nacional.
Concluse8.
CAPITULO IV
O povo e o exercito como os maiores coniri-
buintes das aspiragOes nacionaesCircular do
Dr Sylvio Romero A legenda imperial.Ma-
nifest dos monarchistas do Para,O sebastia-
nismo era accao.
CAPITULO V
As individuaTidaies e os factos histricos.
Origem da escravidao no Brazil e seu desen-
volvimento. Primeiros tratados e leis relativas
abolico do .elemento servil at 1831.0 bi
Aberdeen e a lei de 4 de Setembro de 1850.
A le de 28 de Setembro e sua desvirtuacao
Accenluagao abolicionista de 1884-18850
ministerio Cotegine e a reaeco escravista.
Adecretago d a le de 13 de Mam.Controve
sias-
CAPITULO VI
Dualismo entre o sul e norte do Brazil.f"on-
8iderac0es geraes.A Inconfidencia Mineira e
Tiradentes perante a historia.-Sua apotbeose.
Theophilo Oltoni e a estatua eque3tre.Con-
frontaces.
CAPITULO VII
A colleccSo de escriptos no lbum offerecido
a D. Pedro.Estudo synthetico sobre o seu
carcter de hornera particular e ue liomem pu-
blico ConsideracOes fioaes.
DetolaracSo necussarin
Lendo A Provincia, n 63 de 2) do
corrente deparei com a noticia de que en
dizia 8em_ reserva que o Exia. Sr. gover.-
nador do Estado estajdisposto a todas as
violencias contra os rtodactores 'A Pro-
vincia, mas qu nao manda empastellar
os typos da referida typogmphii, por que
republican > de conviccoes e respeita a
imprensa .
A Provincia foi mal informada dando
aquella noticia, pois eu mi disse a nin-
guem e nem poda dizer aquillo que nao
ouvj de S. I-lxc. E' preciao mais crite-
rio.
Nunca fui o escriptorio d'A Vrovin
cia, nlo tenho a honra de conhecer o Sr.
Dr. Jos Macia e ignoro qutes sao os re
dactores d'aquelle jornal, por isso nao sei
como me julgam capaz de contar una
verdadeira.
fazer esta declaracito
a verdade e peco a
quem quer que seja que lembrou-se-de
mim que procure outro com quem- possa
entreter discusso pe js jornaes por que
nao estou di aposto a isso.
Ipojuca, 22 de Oitubro de 1894.
Silvio Vallico,
O Dr.
historia que nao
Apresso-me em
para rea^abelecer
Esla importante obra recommenda-se a todas
que desejara sabar o quanto custou a liberdade
e a independencia do povo brazileiro, at 15 de
Novembro s 1889.
Reraette-se franco de porte a quem enviar
Santo Corre 5*000 a -
Francisco Soares Quintas
Editor
77Ra 15 de Novembro77
CALEPLSO
LIVROS RECE.NCHEOADOS DO IUO DE
JANEIRO
l..ui7. Rosa Imagens e visOes, i vol. broch.
Ct&ooo.
Dr. iras da Silveira -G loria hist-
rica la revolugao de 15 de Novembro, procla-
mav . trai:.) de ir.uiias eslampas (oioao.
Ueitor GuimaresMulticores, conlos,
i toI roch. 3cSooo.
Anselmo Ribas A Capital Federal,
(impri'ssOes de um sertanejo) 1 vol. broch 44'.
Dr. FajardoO microbio da malaria, 1
vol. brochado.
Franca Jnior Folbelios, 1 vol. broch.
3iSooo.
Veiidiano de Carvalho Tachygra-
phia, me hodo fcil, i vol broch. Sd>**oo.
V'eridiano de CarvalboA Praga do
Rio, l vo broch. 3J5oo.
Dr. Crias da Silveira-Fontes de ri-
queza, 1 voL ene. litSooo.
Autran Manual da ju.-tica federal, ouc m-
{lila^ao das lea de sua org.misaco e das que
be sao referentes, f vol. ene. 4dooo.
I.-is da Repblica de 189* i
gresso vcl. ene. era chagrain Sojooo.
A I i varia Escola do Povo, fez aqui-
icao da'importante biblioihera de um Ilustre
medico, da qual deslacam-.se as seguintes obras
qne vende "por menjs da melde de sen valor
(ebras quasi novas).
Achard -Manuel de mede-
vols. ene em chagrain (1893)
Debove et
cine, 2 grandes
18<>oo.
Dr. Paul Bloca. -Les troubles de la mar-
che ilcns les maladies nerveuses (Bbliotheque
medcale Charcot-Debove), 1 vol. ene. 3.
Dr. Ch. Luzet -La Chlorose (Bbliothe-
que Charcal ebove), 1 vol. ene. 3tooo.
Debove et ReinoudLavage de l'esto-
mac (meme Hibliotheque). I vol. ene. 3-iooo.
Dr. Eloy de Andradc Tratado da
pbthiiCa pulmonar, 1 vol. ene. ooo.
F. Dutroulan Meladies d>s Europens
dans las Pays ciauds, 1 vol ene. "Jooo.
Dr. A. UlaleotDe la spermalorrhe,
i val. ene. 3-Sooo.
A. Courty Maladies de l'ulrus des ovai-
res el des iromps. I gros-o vol. ene. \H6.
E. Laneereaax Traite d'anatoraie pa*
tbologique. (so o 1." vol. looos
Di*. Cari Sclirodfr Manuel d'accou-
bements, 1 vol. ene. ."jooo,
Ga/ela Medica da Babia-4 vols.
1890 91 e '.'i .S-oio.
Dr. J. Grasset Consultations medicales
sor ([uelques maladies frequ-jntes, 1 vol. ene.
(189-t 'i 6.loo.
Anivard, Brosq, Chapul. Delpeu-
ch, Desns, Lubet lEailmu, Trinis
sean (uide de iherapeulique genrale et
speci; le, i i89:{i 1 vo eBtS Bdlooo.
Henry Ihompson -Traite pratique des
malac;;s des" voies urinaires et legous clini-
que?. i _t.>-- i vol.-ene. %2'oao.
Touvenaint et Cauhet -Memento de
tberaptuaiju: obateiricale et gyneologiqne, 1
Yol. e i.i. (1892) 3-jtoo.
Lacassagne Picis d'bygiae prive et
social; 1 vol. ene. ?tSooei.
Jl. ii*aulet R:,um d'anatomle applique,
VOl.'e.ic. e StSooo.
iris
G. Tardlea Ktude nedico-legale surja
folie, i vol. ene. avec quuize fac-simile d'ecri-
ture d'alins, luuno .
1%'urtz Legons lmentaires de cbimie
moderne, 1 vol. ene. C^Soo.
Dr. Antonio de Faria-Apontamentos
para o esiudo de clintca medica, ligoes feitas,
1 vol. ene. t$ooo.
Pnard et Abelin -Gui-le de l'accou-
cheur et de la sage-lemme, i vol. ene. avec 2o7
figures ooo.
Liltrjet Beaujenn-Dictionnaire uni-
Tersel 1 val. nc. -*,om>,
P. loin -Traite de l'ait de formuler, 1 rolJ
ene. 3,ioi)o.
P. Guttmana Traite du diagaostic, 1
TOl. ene. l Dr D>mlaffO Freir Recueil d?
fravata chfrmiques, I vol. ene. 4iooo.
IHD1CAC0ES DTHS
lo commereio
A Companhia de Tecidos de Malha
avisa ao commereio que o deposito ge-
ral dos seus productos no armazem
dos Srs. Souza Nogueira & C, ra
Mrquez de Olinda n. 58. para onde
devem ser dirigidas todas as encom-
mendas.
Mdicos
Dr. Joaquim Loureiro medico partei
-o, consultorio ra do Cabug n. 14,
residencia na Casa r'orte o. 5. casa de
azulejo, defroob* a igrejj da Campia.
Coronel Frederieo ChavesHomceo-
vathia Ra do Baro da Victoria n. 37.
1.* andar.
O Dr, Lobo Motcoso d consultas em
aua casa ra da Gloria 0. 39 das 10
doras da marina 1 da tarde. Achan-
io-se fra do ser vico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
dromptido para fora da cidade. Espe-
i'lidiade, operaedes, paitos e raolestiasc
de seuboras e raninos.
Dr. S Peretra. ra da Imperatriz n
d, d consultas medico-cirurgicas todo*
das das 8 meio dia, meaos aot
dominaos e das santificados.
h. Pe* eir da &va chegado d^
Pars; com urauca uas el micas ae Whe-
cker e Laadoit, d coosullas de 1 s 4
horas da tarde a ra do Imperador c.
(13 primeiro andar.
Telephooe n. 588. Residencia Ca-
sanga.
O Dr. Simplicto Mavignier tem <
eu consultorio a ra Mrquez de OIc.i
(i. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare
Ibo respiratorio, fobre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 na pk-rmaci*
inerva, largo do Terco e em seu ^00-
;ii lorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qoalquer hora e por es-
cripto.
Teleohone n .5to.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro I.* tem consultorio ra
do Bom Jess u- 9.1. andar. Residen-
cia : ra Real da Torre n. 29. telephoue
n.366
Dr. Amaro Wanderley, Mudou o
consultorio para a ra Duque de Caxias
o. 74 1.' anolr, onde d consultas de
11 horas, da rjjanha 1 hora da tarde,
Residencia Ra Direita u* 41
ifogados.
O r. Pedro Pontual, ex-chefe de-eli-
nica do professor Wecker, de volta dt
ua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro aedar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
felephone n. 539.
rogarla
Braga g Machado. Agencia de to
das as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos eou-
tros medicamentos boeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
faria Sonho & C, drognistas por
tacado, roa dSMarquez de Olinda n 14
Antonio Bordes da Fon-
seca
(ContinuacSo)
Nenhum jornal, quiz receber o nosso
annuncio ; nenhuma imprensa pubcal-o
nvulso, nem meamo a imprensa de um
dos nossos, por medo ; mas feito de pa -
lavra, elle enjheu logo a cidade inteira ;
toda a cidade, todas as familias princi-
palmente tomadas de medo e mais que
isto, pois pensava-se que aquelle -meet-
ting era apenas um pretexto", a revolu-
clo ia rebentar naquelle dia, havia mili-
to armamento e munico oceultos que
a polica nunca pde descobrir, gente
grande mettida ah, e dinheiro muito.
Pobre polica, o que que ella havia
de descobrir que nos nao passavamos de
nns gatos pingados, sem nem um espet >,
nem um vintem.
Estava no poder a liga-progresso, que
montara um anno antes ; na presidencia
de Pernambuco, o depois deaembargador
Manoel CIemeut.no, como vice-presiden-
ta, na ebefatura da polica Pindahyba
de Mattos.
Mandou-me este chamar polica no
sabbado, vespera do meeting, e intimou-
me que nao fizesse o meeting*. Reapon-
di-lbe que na o desobedecamos com a
le, que o nosso fim era urna propaganda
toda legal, uro exeroicio do direito de
petisab. elle protestou que nos nos
arrependeriamos. E eu sabi dizando, que
elle fizesse o que quizesae, que nos fazia-,
mos o meetting.
(Jomo era bonito aquillo no tempo da
monarchia I mas vamos ver em pouco o
que elle fez quando teve medo serio, e
sem suspenso de garanta que o nosso
rei nunca a decretou, mas de que sem-
pre usou quando dalla careca.)
Inteirado Borges do que com migo se
passara, ficou muito surprehendido de
chamar Pindahyba a mim e no a elle.
No sabbado quasi todas as fauilias sa
proveram de m aumentos temerosas d
revoluco que tiuhamos come certa; a
tropa foi posta de promptidao.
Nesse dia sahira um vapor para o Rio,
levando a noticia da excitaco em que
ceixava os espiritos, dos temerosos bra-
dot da rerolucao com Borges. da Fon-
seca figurando frente dell*, como pes-
soas muito importantes que a sustenta-
vam aem apparecer, e com muitos recur-
sos e armamento, contra os portugaezes.
Nao foi em nenhum jornal que o tal va
por levou estas noticias^ pois todos elles
recolherara-sR a tal respeito ao mais
completo silencio. Era bastante porm
as cartas para alarmarem a corte.
No dia da reuniao hora indicada,
Pindahyba apresentou-se frente de urna
forca de cavallara no fim da ma do Ter-
co ao entrar para as Cinco Puntas, nos
pausando por elle : fomos para a calcada
de S. Jos.
Havia muito pouca gente e foi che-
gando mais de pouco em pou-.'o,
Comecamos a propaganda no sentido
que tratamos, fallando com vehemencia
contra o monopolio portuguez, contra a
nossa sugei$io a Portugal ; protestamos
contra o insulto de seu uavo de guerra,
etc., sendo nos muito applaudidos e Bor-
ges principalmente.
-A reuniao foi approximudamente de
400 a 600 pessoas.
Voltamos ai> entrar da noite para a
ra Estreita do Rosario onde eu morava,
acompanhado de todo aquelle e de mais
povo que no trajecto se nos aggregou,
com a noasa bandeira em que se inscre-
via Comtnercio a retal/10 dando-se Ihe
muitos vivas. Da varanda tallou Bor-
aetting8 nao continuara. Porque i
perguntei-lhe : Porque nao quero oppor
embaraoos a administrado de meu so-
brinho. Retorguijhe : Como eu
nao sou sau to, e ?ue 6'f5ra, eiles con-,
tinuario comraigo so, se V. deixar.
A terceira reuniao foi de tres mil
pessoas psra mais, sempM com cresceate
enthusiasmo.
Os notaveis dos dous partidos toma-
ram-se de grade temor, pelo rpido eres-
cimento das reuniSes, e assentoram de
por-lhes termos pela violencia.
Tinha havido um jantar nSo rae lem-
bro se dado pelos officiaes do tal navio
portuguez aos officiaes do batalho da
guarda naci nal, aquartellado aa fortale-
za das Cinco Pontas, ou'se dado por es-
tes aquellos.
Na terceira reuniao falln Borges nesse
facto, maltr tando muito- os officiaes de
batalhao aquartellado, por terera convi-
vido com a offici lidade do navio portu-
gu-z. Os magnatas que tramavam con-
tra as reuniSes, serviram-se deata cir-
cumstancia intrigando Borges com aquel-
es officiaes e acendendo os bros dos
guardas pela injurias soflrdis por seus
superiores ; porque esse batalhao (da Boa
Vista) devia ser o instrumento do atten-
tado
Foi tudo preparado durante a semana..
Toda a polica da cidade, desde os dele-
gados at os inspectores e cabos de quar-
teirao, for- m mandados para a prtiga das
Cinco Pontas, no dia da reuma (30 de
Setembro.).
Navesper recebeu Borges
bargador Assis, seu cunhado,
aconselhando-o que nao foss;
que lhe pozesse termo, porque
ataque muito grave contra nos
No domingo o batalhao aquartellado
foi para a frente da matriz de S. Jos,
cimulando um exorcizo. A quantidade
de povo era tao grande que enchia lite-
ral e apertadamente a -praca das Cinco
Pontas, atravessa fronteira igreja e se
estendia pela ra Imperial, deixando a
parte do lado da jgreja onde o batalhao
manobrava.
Borges comecou a fallar e rufaram os
tamboree, o povo continuava serapre a
entrar, se apertando por todas as ave-
nidas.
Quando Borges calava-se os tambores
cessavam de rufar, at que elle fallou se
esforcando muito, mesmo com os rufos
dos tambores.
Havia na oraca a urnas vinte bracas
de distancia da Calcada da matriz dous
pedestal de urna forca que se levintara
para urna execugao, e eu grite, a Bor-
ges, rompendo o poro, pelo ultimo de.
grao da escada para tomar aquella di-
reccao : c Vamos para o pedestal da
forca com a intencao de, se o batalhao
nos acorapanhasse, seguirmos para a pra,
5a. E Barges gritou m : Nao vas. -
Elle tinha visto Abreu Porto, um dos
officiaes aquartellados, entrando pelo ave
nida- do nascente, por junto da fortaleza,
e onde o areial mais elevado que o res-
to da praca Nao comprehendi a inti
macao de Borges, e parei onde estava-
do outra lado da calcada, ao nascente.
(Contina)
do desem-
um aviso
reuniao,
ia haver
Para dissipar as. irresolucoes ou as dividas
dos grupos perplexos cobre a Hollanda de pe-
queos opsculos, em que se debatem e resol-
vera todas as questmneulas, to embaragosas,
emergentes dos grandes debates.
Elle misino diz em*uina das suas cartas pu
blicadas na colleccode Bertio : Nos litterts et
ibelis quantum possumus eram, animas ad li-
bertatis studium aecendimus- *
O livro das Desavengas da religjo, no
qual s columnas do templo papista 'sao des-
troncadas com urna forca de Saosao, so foi ira-
pres30 depois di raorie de Marmx, mas o por
lentos j sopro revolucionario que anima essa
obra de distruicao papista com um fragor de
tempestada em todos os espiritos dispersos com
que o autor preparou emquauto vivo o advento
da indepen leocia bolbndeza
Estando o povo hollandez representado pelo
talento, pelo trabalho e pelo saber de um ho-
rnera, repartido com urna fecundidade raaravi-
Inosa na mais vasta obra de controvercia, de
critica e de propaganda poltica e pbiloso-
phica, fulla va aiuda um elemento : faltava
a forg que d a decisiva alegra para a
posse de si mesn ; faltava o po er terrivel
que exerce a irania da guerra conira as supe-
rsti^is e contra as tyranias ; faltava a gar-
galbada que extermina e aniquila pela explo-
so do escarneo os despostas, os hipcritas e
os pedantes-
Marnix deu anda ao povo hollandez esse po-
der.
O paicplileto intitulado A colmeia romana*
urarabjleva pregiidointemeratameul'j na pur
pura do pontificado.
Sacudida at medulla dos ossos por urna
tao inesperada e lio dominativa virulencia c-
mica, toda a fleugmatica Hollanda reu durante
50 annos, de um riso enorme, qne fez tremer
descancellada nos goncos a vidracaria gothica
do templo colosal da Idade media. *
Em 1580, o implacavel, o invdacivel, o tri-
urapbante despotismo clerical, depois desap-
parecer refutado, apparecia grotesco
Suprema victoria da razo do vencid so-
bre a forca brutal du vencedor. Eco cima da
Jpropria fogueira do auto de fe, a saiyra de
Marnix da nos o triumpho suolime da victima,
arrancando do seu proprio supplicio urna acha a
arder e incendiando com ella o balandrau do
farri-coco.
Do mesmo fogo-lento destinado a consumir a
herisia v se o hereje ex.rahir| o ticao com que
chamusca o dogma.
Marnix linha-se imposto cora tanta persua-
so ao povo hollandez, que os que liam os seus
pamplbetos zombavam das comdemnacOes da
jgreja no proprio estrado do patbulo.
0 delegado do Rei de Hespanha e da Roma
dos Birjas o duque d'Alba, com o fim d raan-
ter os autos de f a eorapuncc&o apropriada a
gravidade do acto, teve que tomar, tra conira-
posigo aos sarcasmos de Marnix, alguraas dis-
posigoes secretas espe:iaes, que consistiam em
queimar a ferro era braza, antes di ceremonia
da execucao, a lingna dos condemnados 1 !
Abeita pela nogao .10 ridiculo a veia da j-
vialidade nacional, Marnix procura manter e
desenvolver pela cultura a virtade fecunda da
alegra, e compOe sobre motivos de inspiragao
popular urna serie de can;0es nacionaes, as
quaes, segundo Bayle, contribuiram mais para
a formago da Repblica do que muitos livros
doutrinario3 de grande tomo.
Marnix completa finalmente sua missu,
dando ao povo um hymna nacional, Wilhel-
raus Lied, o catico sagrado dos simples, dos
humildes, do desterrados, dos gueux de ter-
fminonal
E'urna verdade que, nada mais pehgos*
para o esilo de urna causa efltregus a son* das
armas doque a Ioquacidade dos gensraes que
diseursam sobre a politiea ou sotorea diploma-
cia da questao qne defendera.
(JuilOerme d'Orange, qoe nao precisava oc-
culiar em sua grande alma a franqueza e a leal-
dade inmaculada, oCcultou-a todava como
complemento do arnez no hornera ae guerra.
O norae de Taciturno qnadra beia' a essa
austera figura, ura tanto espectral, verdadeira
imagem do de ver militar, que a imuginacao nos
representa vestido de ago, de.visera descida,
guantes calgados e langa m punho, como um
desses paladinos de ponto em branco, em que a
figura do hornera se occulla completamente na
armadura do guerrero, h^o offerecende a vista
de'alto a baixo, se nao urna fra superficie de
impenetrabilidade e de resistencia,
Tendo recebido a educago Iliteraria de um
nerfeilo humanista e fallando cinco linguas,
esse liomem de urna tao doce expaosibilidde
na familia e na ainisade, tornase quasi mudo,
torna-se monosyllabico na direceo pratica da
repblica. Res non verba. "
Orna vez proclamado as sTel provincias o
principio da soberana popular e do sufragio
universal, a reaego das provincias cathtlicas,
erapregando a tctica serapre uzada em circum-
stancias anajogas, tratou- de fazer cahir a liber-
dade sub aegao reflexa da sua pnopria forga .
Dase o primeiro ataque parlamentar na
conferencia dos representantes dos estados re- '
formados 1377 !l!
Preste o Sr. inajor Codeceir toda a sua at-
tengao para o que se vai seguir, e veja se nao
encontra alguma cousa desemeltiante, na lula do
povo pernambucano, que quera a liberdade de
83 goveroar elegendo o Senado e Cmara no
Racife, contra a prepotente vontade dmclero e
nobre.a que pedia urna repblica com um con-
selbo inquisitorial.
Os cuetes do artido eatbolico principiara
por expor e desenvolver eruditamente a theo-
ria do sa tfragio, que t seus adversarios esta-
bjleceram, que elles proprios toleraalemente
eslao -dizera -deliberados a acceitar.
Eu seguida, como o partido clerical ou ea-
tbolico contava cora.u maioriadas dez provin-
cias que nao trabara aceitado a reforma, os
oradores tendo em vista preparar o debate para
a questao la liberdade de coosciencia so resol-
veram a propor a votagao por estados, terminan-
do a consulta com GUilherm d'Orange, pelos
sezuintes termos:
Prometteis, pois, -como nos, sobmetter-vos
deciso dos Estados Geraes ?
O Taciturno reflecte um momento e responde;.
Nao sei. .
Recusaes eniao obediencia as leis.
Nao disse qne desobedeca.
|. Peguoto qual a cousa sobre que se vai le-
gislar ?
Supponhamos, por exenjplo, que os Esta-
dos se oceupam do exercicio da religio...
0 Taciturno interrorrpe Idgo
Nssse caso, recuso,
E, ura momento depois, arrebatado, contra o
costmj, no desenvolvimento da sua idt am-
plia :
-*- Porque nao quero que nos espoliem.
Nao essa a intencao ae nmguem !jul-
gou dever observar o duque de Arschot.
E'. CoocluioGuilherme.- '
- A liberdade de coasciencia, diz elle, nao '
para nos mateiia de lei disculival
E' um voto sagrado, que juramos manter..
Revoga-se urna le, nao ss revoga m jura-
mento.
A t:ilurndade do chfe temporal da reyolu- ,
re do gueux de mer, a immorial cangSo
patritica, a Marseillaise. da Hollanda. ga boUandna foi aesim a brreira opposU no
mani moral a InundacSo assoladora do parla-
de
Festividade particular
Os artistas da doca da Companhia
Servcos Martimos de Pernambuco.
Festejam o terceiro anniversario do seu
horario, de 7 horas do dia, s 4 da tar-
de no da 26 do corrente.
Os artistas.
ges dissolvendo a reuniao e a convocando
para o seguinte domingo.
Passaram os sustos da populaco, n.
teudo havido a revoluco esperada, mas
nSo do governo, dos portuguezes e da
gente gr da de ambos os partidos mo-
narchicos, porque contaran) que as se-
guintes reunioes sariam muito mais acres-
cidas Juntaram-se elles e consultaran!
a magistrado* e advogados em busca de
meio* de acabar legalmente com aquella
agitac&o
A segunda reuniao foi de muito mais
pessoas, talvez de duas mil, Nesse dia
havia chegado aqui um vapor do Rio,
que de la s hira quando chegavam as
noticias aterradoras d'aqui,' trazando a
nova de que o deputado Silveira Lobo,
sobrinho de Borges, vena de pres dente.
Dando-me eua noticia, accrescentou Bor-
ges : Se o Chico vier de presidente, os
Attengo
PROGRE330
Companlaa\de Seguro Mutuo ^contra Pog
Tendo pedido exoneracao do cargo de
agente n'este Estado, o Sr. Joaquim Au-
gusto d'Aimeida. faco sciente aos Srs.
associados da referida "companhia, oa a
quem possa interessar, qne dostadacta em
diante, at segunda ordem da Directora,
toda e qualquer transaco a realizar-se
n'este Estado e no da Parabyba do Norte,
serao firmadas pelo actual representante
abaixo assignado, assim como reoebi-
mentot de annuidaes: Alguns dos senho-
res assodados que tenham reclamagoes a
fazer, ou queiram qualquer informac&o,
com relacao a mesma companhia podem
deixar seus recados a ra Marques de
Olinda n. 15, que das 10 aa 3 eras da
tarda estarei sonpre as suas ordens.
Recife, 24 de Outubro de 1894.
Jos Antonio Linhares da Silva.
Representante.
Foi com esse grito de guerra que as frotas
hollandezas baterain no secuio X VI os navios
bespanhas at ao mar das Indias. Foi com
elle que os soldados da Repblica deslrogaram
o exercito invasor de Luiz XIV, do qual se
disse ento : Stetit sol.* Foi com elle, em-
iitn, que o heroico almirante Tromp atacou a
armada iogleza, persegnindo-a ate o Tamisa os
seus derradeirps navios desmantelados pela
arlilharia, voltando alie mesmo triumphaota
Hollanda, cora a vassoura de bordo arvorada
00 tope do iiusiro grande, p ir cima do victo-
rioso pavilhao neerlandez, em testemunho so-
lemne de estar varrida a superficie dos mares
e restituido ao commereio pacifico da Hollanda
o occeano libertomare liberum.*
Assim concluida a obra de Marnix, acha-
va-se a revolugo consumada pelo pbilosopno
e pelo artista na ordem das ideias e na rdem
do sentimento.
Elle produziu um movimento inmenso pre-
cisamente pela sua seren Ja Je profunda, pela
p^sse e pela concentragao de si mesmo, pelo
reconhecimento impertubavel no trabalho, nao
se preoccupanJo seno de pensar com justiga
e de escrever com arte.
Esse poderoso manobrador de espiritos
'.toril
A LUCTA PELA LIBERDADE, NA PATRIA
PERNAMBUCANA
III
(ContUuacao.
Os "rondes aposi Jos 'da liberdade da cons-
cienca, e fundadores da Repblica Hollandaza
m 1581, Guilliefine d'Orange e MjMx de
Saint-Al iegaod, sao duas figura* que a histo-
ria nos apresenta dignas da nossa horaenagam
e adrairagao ; Pernambuco muito lhe estaria
devendo se os seus rasgos d amor e sacndcio
lela liberdade trausinilti los p )r Joio Mauricio]
Nassau tera criado raizes na patria pernambd-
cana. ..
Para justificativa das nossas oppmiOes,daraos
aqui uma resenha d'essas duas inaiviludida-
djs, que por si sj fazera a gloria da patria Hol-
landeza, e da huraanidaJe.
Kamalho Ortigio, n sua notayel obra
. a. Hillanda, tratan lo das origens dessa
grande Nagao, assim se esprinu referindo-su a
Marnix de Sainl-Aldegard
. A's classes superiores, elle falla a lingui
erudita e sabia do ctawiciaata greco-romano ;
ao povo falla na lingud sunphs le ura bim
senso persuasivo e couvincente-
N) na forma alguma Jo pensamento com
municaJo de comraug), coiivert'-ndo-a n'um
especie de atm ispliera 1111r.1l, destinada a en-
volver 03 espiritos p>r lodos os lados.
P-a em prosa, n ver.ios, em msica, de-
senvalvendo-a na direcgo de todas as expan
sOes da energa humana, na esphera especula-
tiva, na esphera affect.va, na esphera da ac-
cao
Para elucidar o problema poltico dos PaUes
Baixos, escreVe o livro intitulado A Blgica
libertada do^omiuio hespanhol, a instituirj
do principe, a advertencia aos res, aos pavos, aj
salvagao da repblica
Para esclarecer o problema religioso, arran-
cando a palavra de Deus a todo o rever-
Cimento de falsas interpretagOes cavilosas de
geita ou de partido, iraduz os evanuelbos em
liogua hollandeza, e entrga desvendado a Her-
menutica de cala um o texto das revelaseis
divinas.
Publica o livro famoso intitulado Quadro
das desavengas da reliRi&o, do qual o Historia-
dor de Thou disia : Mr. de Saint-Adegoad a
mis la re gionen rabelatserie, e Baylo atinoa-
va que Marnix havia arrancado mai espiritos a
Egrja Romana do que Cal vino.
que um escriplor perfeilo.
O Sr. major Jos Doraingues Codeceir, es-
taraos convictos, deve estar hoje arrepeadido
de ter confessado ao publico a sua ignorancia.
principalmente, no que du respeito a historia
da democracia.
Se sua seohoria podesse fazer desapparecer
todos os nmeros do Diario de Pernambuco ;
nmeros em que fez publicar este pedacinhos
de ouro-A sua propostade Bernardo Vieira
de Mello era geralmente acoln la, mas a
maioria do congresso '. : t teniendo as conse-
quencias,que dignos descendentes das li-
dalgos da Corte de D. Sebastiao. Contentou-
se com a fuga do tyranno Governador,-.nos
diremos com a fuga da liberdade, porque a>
celebre maioria digna da .minora, o que quer-
ra era justamente o dominio do Clero e da
Nobresa na pessoa do autcrata O. Manoel Al
ves-da Cosa realista faganbudo, chegado de
Portugal apena- un anno.
E este pedago le ignorancia que o Sr. ma-
jor man la correr mundo, nao para menos
deapontar um hornera que se diz merabro de
diversas sociedades de historia e gtographia,
veja de novo o publico a sabedoria do homem
da IDEIA REPUBLICANA NO BR4ZIL
Era naquelle lempo, em 10 de Novembro
de 1710, a forma da GovernoA Repblica ha
deiastar dos Venezianos -mais liberal,' embo-
na fosse uma Republica|aristocratica illa de-
mocracia era enio desconhecida !! I
Este pedago est [azendo j4iz ao diplomado
socio do Instituto Histrico de Franja.
Deixemos o Sr. major chorar o tempo que
per leu, quando, poda estar livre de no fim de
sua lontga vida receber liges de um asneiro
imagine o respeilavel publico, se em lugar de
um as) ,'iro e tolo, apparece ao Sr. major um
mais Ilustrado e esperto do que o liuaailde au-
tor deslas lionas, a qup fleana reduzida a sua
tao apregoada competencia era quesies de
historia patria f ao que se tem visto, a um
mootuado de conlraJicOee que o Sr. major
nao tera competencia para contradizer.
Desculpe ter feito estas consideragOes, e le-
ona a bondade de, como eu, ajoellwr perante a
pagina brilhante, dos fastos do Grande Gui-
lli rme d'Orange, execulor da ibra monumeu-
ul de Marmx de Adelijonde, e fundador da
Repuolica Hollan leza era 1580, cenio e trrata
annos anles do seu celebre Bernardo Vieira de
Mello propr a> Senado uma Forma de Gover-
no igual a dos VeLeziano?, isto e, com um con-
selho absoluto constilu'do apenas de 1 mera-
bros, auxiliado mais por 3 inquisidores; dele
ga los ui san'a inquisigao.
Cuma seria saluiar e benigno par os iihos
da patria peroambucana esie celebre governo,
cogitando um meio de distruigSo contra os que
professarera as ideas de Marnix e do patriota
Joo Mauricio de Nassau e desrjarera formar em
Pernambuco om governo igual ao da livre Hol-
landa, governo que gosarara at a clwmada de<
Nassau pela celebra companhia das indias occi-
.leniaes, auxiliado pelo grande agitador Joo
Fjnraudes Vieira, amigo Jo governo do Conde
Mauricio como em tempo provaremos.
Estando concluida a revolugo as ideas, fal-
tava ao povo hollandez quem a confirmasse
por actos, converlendo em fcto o principio
fBondo, que, p >r uma rpida gastago psycao
lgica, chegara ao periodo da viatoilidade pra-
tica, lendo-se convertido suncessivstnente de
idea era sentiinento.de sentimento em aspiraeao
e de aspiragio em necessidade.
E' n'esta derradeiraipbaae da revalucoda
Hollan ia, apilase da guerra, que Guiiberme
d'Jrange entra finalmente em scana eumprindo
a missfio que lhe estava destinada ismo com-
plaiador da obra de Manix.
Gadherme d'Orange o soldado |>or exoel-
lencia, probadamente patriota, tendo pela vida
o desprezo dos martjres, convicto, simples, re-
soluto .
raentansrao democrtico, assim como 00 mundo
phvsico foi o dique fronieiro.ao ocano qoedeu
a Hollanza a conquista do solo em que ella as-
senta.
GuiHiorrae d'Orange nem s desmantio, nem
tergiversou, nem vacillou jamis-^
Elle era o brago escolbido para ter una espa-
da fita ao corago do adversario.
Esse brago nao lraquajou um momento.
Tres tentativas de assassinato raacbiuadas
pelos agibles do partido calh >lico se pTestaram
antes que o Taciturno entrasse na posteridade
pelo prtico do raarlyriO.
Felippe II tinha-lhe posto, a cabega a prego;
prometiendo por le uma recompensa de vinte e
cinco mil esculos de ourae um titulo derao-
breza aquelle que matasse Guilherme d'Oran-
ge.
Como a Hebrosa e o Clero de Olinda em 1710
tinham bem presente as Iig0es.de Felippe II,
para realisar no patriota Sebastiao de Castro
vidas, a inasma tentativa qqe chegou em 1381
a executar-se no grande patriota hollandez.
- O.que a historia aos oceulta foi o quanto re-
ceberiara os bandidos, que em 17 de Outubro
de 17lu tentaram assassinar o amigo das liber-
nunca se esforgou em ser outra cousa mais do ^acle3 poouiares, o fundador da Villa do Recife
o grande discpulo de Guilherme dOTange.
Continuemos a mostrar ao publico e ao meu
menre, o Sr. Codeceir como acabou o fundador
da Repblica democrtica, hollandeza.
0 edito passado por Felippe II fez surgir
centenares de assassinos. O primeiro que levan-
tou a mo foi un joven biscamho, catholieo, fa-
ntico, a quem um frade dominicano havia as-
segurado enmone de Oeus a bemaventuranga .
e a gloria dos martyres-em troca deste homici-
dio.
O penitenta purificou-se para.o assalto pelo
jejuna e psla orago, ouviu missa, commungou,
cobnu-se da reliquias, introduiu-se como re-
querente no palacio de range, arraslou-se at
elle htfuiilhado e supplice, e, a queima-roupa,
itisparou-lhe um tiro de pistola,.
' A bala atravessou a maxilla do grauae Oran-
ge, mas o ferimento nao foi norial. Gailbenna
curou-se, e o assassino foi esquartejado, pregan-
do-se-lhe os membros a nma das portas de Ao-
ve rs, denle os jesutas os recolberam na occa-
siao da to nada da cidade pelo duque de Par-
ma, para os expr em relicarios de ouro vene-
ragao dos fiis.
Se os assassinos de Sebastiao de Castro Cal- .
das lo hertico, como lbejcharaa o celebre padr
Leito, lem levado ao lira a infame empraza
talvez que hoje tivessemos mais algum martyr,
camo defensor do elero e nobreza, contra aa li-
berdades populares, mas como os patriotas tem
serapre o aujo da victoria ao seu lado/Castro
Caldas vio os assalaridades da nobreza de Olin-
da fugir como costumam a.fazer os que.nao de-
fendera as causas'justas, e s querem explorar
as cas-es populares com phrases oucas e sem
effeito. '-. .
Outras tentativas, igualmen.e frustradas, sa
"seguir-ama esta, at que Guilherme dOrange
foi raorto, (inalraente, no da 10 de JunhO de
1581, na propria casa em que.habitava com sua
familia, no convento de Santa Agatha, em
Delft.
Balthazar Grard, se chamava p infame as-
sassino, que esperando Orange sahida da casa
de janlar, no segundo degrau da escada qua
conduzia ao rez do chao, deslechou-lhe no pello
uma pistola carregada com tres balas.
Taciturno, cahido na .escada, amparado por
um criado, disse em francez :
- Estou ferido meu Oeus, tende misericordia
de mim e do meu pobre povo.
Sua esposa perguutou-lhe:
Encoraraendas a Jess Christo Nosso Se-
nh jo a tna alma ?
Elle r;spondeH: sim.
E desmaiou. Estava morto.
O sangua do vencedor do duque d Alba, de
Joo d'Austria, de Requessaus.-de Alexandre .
Farneso, do Concillio do Trento, da inquisigao,
da intriga clerical de todas as cortes e de todas
as igrejas da Europa, ess'e generoso- sangue,
eolfado de ura coracao sem macula n umaepo-
cha em, que a tra.gao c o cnme assignalavam
sinistramente na historia todas a* cabecas co-
rnadas pe 1 realeza ou pela tonsura, cobria, da
raais glonoia mortalba o iriumpnador magnani-
mo4uel i be,lava a patria, fundando pela primem
vez uma repuDlica as bases da sciencia d*
virtude, sobre a mais perfeita comprebsoso da
liberdade civil a do dever pessoal. *
Estes quadros de heroisnio humano parajeen
phantasticos e mentirosos na opiniao dos histo-
riadoreso.ua s cogitam contestar ludo o que
grande e nobre, sendo que essa grandeza e he-
roismo parta do povo, e afirmar que tudo oque
a nobreza e o clero pralicou contra as-fraoquias
populares, foram actos de benemerencia.
Quarenta anuos depois da fundago da Rpu-
blica hoUacde/a, ra a Hollanda ae.nhora do
mares.
Coatinuava a guerra do exterminio costra
Hespanha,j uo continente europeu cemo-ina
America.
I
1 >
i

i
-f


r_ m nn rn.r de Ifaio partiu da Repblica era nosso Estado deixa tp bom resul- immediaUmente toda a otp-cie dr bridas. qot
r.m ioz, uo ui- u= r _-.___ ______ nr_____i____1 maluras lomorB. f haju i-.nrnnica narbmicl.I



-
II
'

fcilaniou urna esquaira composta d 26 na-
vios, e guarnecida de tres mil homens, para con-
quistar a provincia do Braz.l ao dominio bespa-
Bhol, qu ehegando cidade da Baha tomou
iwss sena resistencia.
Voltaodo da Kuropa acorapanhados, por um
povo que o tinha abysmaio, pela sua corageni e
atuor pela liberdade, v irnos mostrar as inten-
tos ddssa raca viril, continuadoras das doulri-
naadeMarnix da Adeigond. e do civismo do
inaiorlal Quilherme d'Orange. ,
Contina).
Iecife.24 de Outubro de 1891,183 da Revol-
cao de 18 de Jontio de *7il.
Ptuheiro Camiro.
Aos Hrm. Mereleiros
Alfredo Pinto & Companhia agente
de urna importante Fabrica de charu-
tos ltimamente estabelecida na Bahia
acabou de receber urna grande qan-
ticlade de charutos de I." qualidade e
que vendem de milheiro para cima
cora o descont de 14 '/
A ells antes que se acabem. Ven-
d;*, em grosso e a retalho.
3 RA I.* DE MAR0 3
Medico
O Dr. Barros Sobrinho, de volta de
sua -vigem Europa, continua no
exercicio de sua profissao no seu anti-
go consultorio ra do Vigario n. 4 1.
andar : e residencia na ra Real da Torre
n. 78.
O Dr. I,<>| es Pesada
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
zalo n. 20 onde pode ser procurado
pata os misteres de sua profissao;
( bem como na Phamacia Franceza ) a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bombeiros do Recife; que ser en-
contrado.
tado quanto elle nunca
foi capaz de fazer urna caada de mel
produsir outra de auguardente entre-
tanto vejo hoje, pelo processo mais sim-
ples e econmico possivel, f**l-o em
mel de 36o o apparelho de seu invento-
Pode fazer deste o uso que lhe con-
vier.
Continuo as suas ordens como At-
tento Obrigado e Criado.
, ]os Henrique C, Cun/ta
Reconheco a assignatura retro de Jo-
s Henrique Carneiro da Cnnha :Re-
cife 15. de Outubro de 1.894 Em tes-
temunha da verdade O. T. Publico.
Joao Silveira Carneiro da Cunha.
Agente no norte Brazil
Antero Soares Vasconcellos.
Ra da Aurora n. 87.
esforco aleum i "uraa. totaore, cbgu corooifias, earbunc 1
1 e Ipes, CDioeftes, d.- de deou>s e de caoec.a,
'1
J

20:090^000
20:ooo$ooo em n
quem provar a nao
agradecmen o por tao acertado, dolegete' attestado :
amento, e fehc.tal-o como mdus- hJ.hpr foi ar
Rectificador Brasileiro
Engenho Cat9 de Outubro de 1894.
Illm. Sr. Bento Martins. Sendo mag-
nifico o resultado obtido com appa-
relho de sua invengo o Rectificador
Brazileiro cumpre-me manifestar-lhe
o meu
melhorament
trial intelligente, certo de ser incontes-
tavel a vantagem na applicacao do
Rectificador as destillaces do sys-
thema antigo.
Subscrevo-me com estima.
Criado Attento e Obrigado
Arlhur de Siqueira C valante.
Reconheco verdadeira a assignatura
supra, dou f :Recife, 11 de Outubro
de 1894. em testemunho da verdade, o
tabellio "publica interino, Manoel Joa-
quii Baptista.
r Engenho Arariba da Pedra 14 de Ou-
tubro de 1894.
Illm. Sr. Bento Martins. O Rectifi-
cador Brazileiro, apparelho de seu in-
vento, tem me mostrado exuberan-
temente aquillo, que se nao impossivel
sempre julguei de grande difflculdade
aos apparelhos de distillaco nenhum
dos processos actualmente co.nhecidos
Dr. Antonio Jos da Costa
Ribeiro
Francelina Augusta dos Santos Ri-
beiro, seus filhos, netos, genro e ora
[presentes e ausentes], Alonso Jorge
de Mello, sua mulher e filhos, profun-
damente gratos se confesso a todos
que os acompanharo em sua dr pela
irreparavel perda de seu muito que-
rido marido, pai, av, sogro, tio e a-
migo Dr. Antonio Jos da Costa Ri-
beiro e convido os seus parentes e
amigos, bem assim os do finado, a as-
sistirem as missas que no 7.0 dia de
seu fallec ment quinta feira 25 do cor-
rente sero resadas na egreja Ma-
triz de Santo Antonio, pelas 8 horas
da manha
Recife, 22 de Outubro de 1894.
CumitRClQ
polea Commerslal de Pernain-
buee
"Ou rnenos da Muta W corecctoiss
Pr{* do Reate, 24 de Outubrt de 1894
Sob propoaii vens. ricn-se :
10 Aceites da Cotcoaobia Iodemoisadnr do
valor reallsado de 200*000 ao prego de 330*000.
O presideste
Algor t ~ Pinto de Lemot.
0 secretario
AtoBio Leonardo Rodrigue*.
3 4 d.
realisa-
6*000
6*4 0
7*M10
4*400
3*ZU0
1*600
2*200
1*600
Cavlo
Praga do R;cife
Oa Bancas abrlraai com a taia de li
sobre Londres a 90 dia*, as iraosaccOes
das toram pequeas.
Letras particulares forana negociadas > il 7,8.
Cotaees de gneros ,
Para o agricultor
Acucar
Oins por IB kilos. 6*500
Cnstalisado por 15 kilos
Bronco,idea, dem. 6*0(10 a
Sosenos, dem, dem 4*000 a
Mascavadb, dem, dem. 3*000 a
Broto seceos dem dem 2*400 a
Bruto melado, dem, dem. 1*700 a
leame, dem, dem 1*300 a
Algodao
Sera negocio.
alcool
- Par pipa de 480 litros 263* venda.
Cnardcvte
Por pipa de 480 litros 110* nominal.
Con roa
Seceos salgados na base de 12 kilos
feoda.
Verdes a 400 ris, nominal.
CBraiaaba
Cota-se a.20* por 15 Kiios.
Do-se 2o:ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
seguinte attestado
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter. .
Repparecendo -lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns fracos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascimento
[ S; Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Companhia de Drogas e
productos CAimos
Sagiea verdadriramenle nos seo*
e&V.to- po te.liona piaoia iueiic*oa connecioa
oa sceocta ob o oome de H mamelis Virgioici
e 00 volgo pelo de Aeldra Mdgica, planta da
qoal ax ramo e ombiooo tao aimlravel comu
iciectirlcaajfn'e o eiLlneoie aiolo Dr. C. C Brin-
tol, o Bvtracto Duplo e o Do3oe3to de A.veleira
Mjsica.
Esle msravilhosos remedios allitiam e coram
nev aieias e loda a doenca oa dor externa.
E' tambem o Extracto ara remedio adaiirave
em capos de rheomaison, hem j'tiaaia do caris.
Ir,0 .ancHjo da cariota, Calarroo, mordedoraH
de insectos ate.
Noora falba na curativo radical das almorrei
m8. BlneracO^s internas, vmitos de BaUfcUJ
moiRttas dos rlns e bemorrtugi polmooa*.
U txtracio Duplo de Avelelrs Mtica ao
mesmo terupo qoj remedio inte-no < ei e p.u que
pode ter osado >m pinos oa rriccOes, 00 toma-
do interior.. ente em doses de meia coinerioh
doas 1.0 tres xiw ao da.
As mesmas p-opriiad^g e vlrlodes pnssne o
Uogoento de ve,ei a Mag-ra do Dr. G. C. Bris
tul, paravo'o exte'oo rnente. 2
Coqueluche
CURAS DO PEITORAL DE CAM-
BARa
Declaro que crianzas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restable-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR.fi, de Souza Soares.
Americo Salvatori.
[ Socio da firma Manoel Joaquim Mo-
reira & C. do Rio de Janeiro. ]
Xarope de Lobelia nflata
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Pndula Pernambncana
EUGENIO liOITSGHIU G-
' 5 Ra do Cabug 5
Os propietarios deste conhecido es-
tabelecimento tm a vantagem de orT>
recer nesta occasio aos suus disetin-
tissimos amigos e freguezes a mais ca-
prichosa e elegante escolha de
rax a.s
do mais requintado gosto escruplosa-
mente compradas nos centros Eurppeua
por um dos seus socios
Em joias com brilhantes, pedras
preciosas e alta lantasia relogios dos
afamados fabricantes PATEK PHI-
L1PPE & C. J LIPPETZ WALTHAM
etc, em onro prata e nicke para se-
nhoras e nomens de urna delicadesa
ROVISSANTE o sortimntp que hoje
expomos a admiracao de todos aquel-
les que nos honrarem com suas visitas
Cara de rbeotnatismo
Ether broHiio
Illm. Sr. D. Carine.Meu filho re 21
annot> de id>:da ealeve cjuatro >naes w-
re vado d 8 pernos e dos brHO,, cosonc
uor ra'iB oii'.rua, em no estado lssti-
3I0E0.
Priaoipiou a fa^er uso do Elixir M
Moratopr.ipn?adr r S. Carlos, e loge
; soa primeiroo fatam de uso, le*ntou se e
Approvado pela iiluatre inspectora de principo aervP do 8ua8 pruprlB8 bS|jB
E' uai verdudeiro milagro este remedie
SttDtO.
S. Rita de Pasea Q'atrn.
Antonio Martin de Siqueira.
Agentes em P^raaoibuoo: A Compaahi
de Drogbs
Ra Murques de Olinda 24.
Hygiene do Estado, com o parecer do
il.luatrado clnico conssitoado chimico,
Dr. Martina Costa.
Este insigne preparado preenche as
indicac3es dos medicamentos balsmicos,
com ereito mais rpido e accao mais se-
gura as molestias do apparelho respi-
atorio.
E' um recurso therapeuticos efficaz na
cura das corssas (defiuxos) acompanha-
das de raaccSo'febril, bronchttes, bronclw
pneumona, catarrlio pulmonar com febre
elevada, tuberculose em segundo periodo
com catarrhos sanguinoleutos, asthma.
O Sr. 13r. Gemensoro
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmen-
soroj medico da armada, ^certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
lanngtte, molestias da garganta, insom- cessos de tosse, restabeleceu-se com o
ma e tosses sufocantes. I uso do Peitoral de Cambar de Souza
Dose : 3 a 6 colheres das de sopa em i Soares.
Poros do sol, vapor naciboal ItaDema, entra
do em U do correle e consignado a Ignacio
Goedes ppretra.
Aniagem SI tardos a J. A. Cont Vianna, 15 a
ordem.
Aieite de peixe 5 birria i ordem.
Alambique 8 volames a Julio e como.
Baoba 100 caltas a Compaobla de Drogas.
Barns 50t a Aff.nso Tajorda.
Fomo 80 volomea a Costa Lima e como., oO a
Baoks e comp., 60 a J. Lata dos San os, M> a
ordem.
Cbapos 6 cauces a diversos.
Coarotos 1 caixo a A. Macbado e eomp.
Parioba le tng 1 4 barricas a ordem.
Peijao 10 saceos a Amoro1 Irmaos e comp.
Graxa SO barricas a Jos Baltar e comp.
Mercadorlas 13 volomes a diversos-
Plpas 8 a Affonso Taborda e comp., 100
ordem.
Pelxe 44 atados ordem.
Piassava 66 raolbos a Santos da Figoelra e
companbta.
Saceos 56 lard >s a J. A. de C. Vianna.
Sela v caix a-Pereira Carneiro e comp.
Tecidos 22 fardos a Rodngoes Lima e comp.
Toneis 10 a G. Paille.-
Tama .eos 5 calxas ordem.
Veii 600 .anas a Companbia de Estiva.
Xarqoe 610 fardos a Amonm Irmaos e comp.
660 ris
le
,15o h.
fabll da8bntbada8 db assocar b al-
oodIo
Mez de Outubro
Barcacae
Vapores '.
Acrnaes
Bsirana iie Ferro Central.
ldfta de S. Franctscs.
laeu.do Limoerro. .
8oir:
:oi

bias
1 a 23
1 24
1 a 23
1 a 23
{ a 23
i -.20
A asa-
car
Saceos
3U61
570
950
33527
61990
131309
A.tfr
dao
0196
mporia^ao
pcrU3sd)aol, vapor inglex Coooty Aoatrio,
Mirado do di* Jl do torrente e consignado a
ArUio- h. Dllas.
Barra V00 a J. S. do Ama-al, 7C2 a J. da C.
Fe?rr;ri 553 a Piolo Perreira e comp., 200 a Pe-
rel- oiup., 500 i M. M. e Oliveira. 200
* ors- u, 186 a J. Piuto Lipa, 500 a Caicao e
Btirbe.-a.
dala <0 sarcos a Fraga Rocba e comp., 300 a
Gani- i'< Mattosl-maos,
Fi ^> caixasa Xivicr de Simse, 240 a Al
Blc I ano e comp., 15 a Moreira e comp..
.. 8a ( s e Barros, 2 a ordem, 3 aFIgoeire-
d) '- ip.
Pj Xt C. Praix e,coiop., 50 a Joaqntto Gue-
di* 100 a Pinto Ferreira e comp 350 a
Minor -i- < l veira e comp.. 10 a Seciedade
Pitroam socana. 150 a los Pinto Lapa.
Tcneu 87 a C Pratx, 6 a C. S.lta
e comp.
larqiie 1.700 fardos a
a.Bij4u1iia.
Goima.es
Pareira Carneiro e
Liverpool, vapor iogle Dalambre, etrado em
20 do correte e consignado a BUikoorn e
companbta. .
Arroz 160 saceos or-lem, 100 a Salxer K-Juff
maan e coaq.
Agua mioeial 50 calxas ao Loado a Ba^x, 50
croem.
Arma;i8 para sel los i ca'.xa a Dom ngos J.
Ferreira e comp.
Arcos de ferro 36 fexes i ordam.
Biscontos l cstxaB a ordem. 8 a G.eae* de
Artujo Filno'i 10 a Flgoeiredn Cosa a connp.,
1* a A. Soares e comp., .10 a Silva Marqese
comp., 5 a Das Feroaones e comp.
Barras de ferro 75 e 101 feixea a A. R. de Son
za, 833 e 160 a Miranda e Souza. 100 a A. dos
Sanios de uuvelra.
Calcado* 2 cantea'a Paiva Oveira e comp., 1
a Ignacio N. da Fooseca, 1 a JjSo L. de Oliveira
e comp-, 1 a C. LopeSe comp, 1 a A. da Cruz e
como., i a Costa Campos e cjinp., 1 a M. Lopes-
Ramos e comp.
Cbapos 2 calxas a A. da C. e Silva, 1 a Ra-
pbael Das e comp.. 1 a Soares e comp., 2 i M
Nicio Br.ga, l a Faroandes.
Cera 10 calxas F. J. P. GuimarSee.
Cerveja 90 calxas ordem, kO aos conslgoaa-
rios, 20 a A. Soares e cemp., 40 a J. F. de Car-
vallo e comp-, 20 a Ferreira Rolngoes e comp.,
10 a AbranteB e comp.
Cidra 30 canas ordem, 50 a Figo-iredo Cos
ta e comp., 60 a Ferreira Rodrigues e como.
Coapas para foglo 100 a a. P. de Silva e
companhia.
Canos de ebumbo 15 rolos a Miranda e Souza,
3 a Compaobla 1. de Flacfto e Tesidos.
Cbumbo 44 barricas a Antogio Duarte Carnei-
ro Vanos. .
Elstico 1 caixa a D. A. dos Re?, 1 a Fredeil-
co e comp.
rjKstopa 2 fardes a ordem.
Eoxadas 40 barricas a A. de Carvalho e comp.
FerragenB 19 voinmes a Perelra de Carvalbo e
camp., 1 a Prente Vianna e comp., 35 a Reis e
Santos, 43 a Coala Barsos, 46 a Mi'anda e Soaxa,
82 a A. P. da Silva e comp.. 20 a W. Haliiday e
comp., 18 a Cordoio e Irmaos, 11 a Antonio D.
Carneiro Vianna, 4 a J. de Azevedo e comp., 41 a
A. de Carvalbo e comp., 63 a AlDino Slla e
comp., 5 a A. dos Sanos Oliveira, i a Compa-
nbn I. Fiacao e Tecidos, 1 a Companbia I. Mer-
Fio'l fardo a W. Haliiday e comp., 1 a A. Sil-
va e comp.
Formaa para abocar 20 volomee a Cascao e
Barbosa, 14 a Cardozo e Irmaos.
Fogareiro8 189 a Antonio Doarte Carnalro
Tiaona, 100 a Miranda e Souza.
fc Folias de Fiaodres 50 calxas a Pernambuco
PowJer Factorie, 24 a Prente Vianna e comp.,
15 a J. Luis Teixeira.
Foltias de cbumbo 20 rolos a A. Silva e comq.
Looga 3 gigas e 1 barrica a Gomes e Yianna.
Lona 1 fardo a Braga e Castro.
Llnba 1S calxas a A. Campos e Irmaos, 19 i
ordem, 26 a Gomes de Mallos lrnos
Materlaes 187 volomes I Companbta Industrial
Pernambooana, 65 aos baelros de Bo^m*o, SO
'4 horas:'' (Colherinhas as crianc,as).
Deposito Pharracia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephcne n. 398 Endereco telegra-
phicoAzevedo.
Estado da Parahyba
Dr. CRUZ CORDEIRO
Declarou este Ilustrado facultativo
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentesde bron-
chites e affeccoes pulmonares com gran-
de proveito, tanto mais por ser um ex
pectorante suave e efficaz o que affir-
mo em fe de meu grao. Dr. Antonio
da Cruz Cordeiro.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chitnicos.
LOTERA NACIONAL
Ezfracgoes diarias intranseriveis
LISTAS NOS SESMOS D'lb
NAO HA SERIES PREMIOS NTEGRAES
K
M
O
M
F
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14.
12.'
3.
13.
22.
16.
Lotera Premio


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Graude lotera
Chamamns a ntlcn >to
36;000S0OO
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novos iiportantissim#
iiDTriia m
BILHETES. A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a pro'ptido
NA
CASA DA FORTUNA
33--EluaI. de llardo93 .
Martins
&'G
uza
('iixa do Cnrreio1 55
Tele^rammFl UZ \
Dr. Aunes CulmbraClnica Me-y u>H0f recelo li'l.iliviiuit/rte^aoa 6tU8
aico Cirurgka Consultorio, ra Mar- effeii.*.' mesmo iltiiiute os'perioils mais
quez de Olinda n. 56, onde d consultas av;.|1Cil,ios {\ rjt;fc>iii'la das 11 m 2 boras da tarde. Especia!)- N;1'fiUa etabora(ta COlRp0sc na en-
dades-Febres, partos molestias dse- ^ ^ pr-.ssico'. nm nnli-
nhoras e enancas. Chamados anual-, .' r
quer hora na sua residencia, na na da -["0!1". '" nenhuina ..Ira droga nau-
SoleJade n. 84, esquinada ruado Atlhoiasbuni!il. e '"" laa s;,,e,,l composto
ou no consultorio
a Joaquim Lopes mellado, 6i a C. G. Pereira
de Lima.
. 2Mjf s il caixas a Aciouij Doarte Carneiro
Viaona.
. MoiUrda l cala a Amate* e Gimo.
M.rri nUmoa 3 vulaicea a ordem, 46 a Cardo-
10 & I-maoi.
Mercadonas 120 volme ordem, I i Com-
i-aritua de Fiac&o e Te Id ja. 1 a i Soares Sei-
xa, 8 a Comp^nOia de D Ogaa, i a A. Campos
& Irmao, 8 a Braga a aaro, 1 a Soarese Comp.
4 a R>i* 4 Saatus, 4 a Domingos C eino 4 Soa-
res, IOS a Compaabi de Estiva, 7 a Maooel
Coiucu e Lomp., 1 a Gaarioo de Souza Peixe, t
a Djmigis Jos Ferreira, t a Compaobla Ferro
Carril de Peroamboco, 5 ;\ Compaoota Iadaatriil
de bapos, 83 a Agolar Comp., 3 a Hamos
M. Ixabelta e Comp., 1 a Prente Vttaoa e
Comp 9 F-aocuco Liona e Comp., 95 a Fi-
goeiredo Coala e Comp., 12 a Solier Kioffmaoo
e Comp., 62 i Coxpaobia Pernambacaaa de lo-
doatria e Mrlborameoto.
Oleo 10 barris a Rooqoarol, 40 a GoimarSes
Sraua e C>mp., 95 a Compaobla de Dragas, 5 a
A. Silva e Comp., 15 a A., de Carvalbo e Comp
5 a Miranda & Sj xa.
Pipas 188 a ordem, 25 Sociedale Renaarla
e Detullacao Peroambocana.
Papel 60 fa-dos a C Lima e Comp.
Pearlassa 20 barricas a ordem.
Papelao4 fardos a J. Rodrlgoes.
Presootos 5 cama* a I. Silva e Comp.
ProvifOes 30 caixas a J. F. Lima, 12 a Lopes
Alnelro e Comp 48 a Das Feaaandes e Comp.
Pdssjd 10 calxas a Ferteira Rodrlgoes e Comp.
5 a Lopes Albe;ros e Cjmp.,t5a J. aa Silva e
Comp-
Salitre 100 barricas a A. Pinto da Silva.
Saceos 14 fardos a Jallo e Comp.
Soda 63 barricas s oidem-
Taxas de ferro 33 ordem-
Tecidos 15 Yolumea i orde o, 21 a Gaogalves
Conbae Comp.,2 a Souxj Nocneira eComp.,
88 a Rodrigaes Lima e Comp., 19 a A. de Bril-
lo e Comp., 1 a A. Vialra e Comp.. 17 e Lio
reiro Man e Comp., 9 a Mattoi Camin e
Comp., 30 aNirciso Maia e Comp.. 3 a 1. F da
Silva Piula, 8 a Domingos CoelDO & Soares, 51
a Berneie Comp.. 10 a M. Lines M. Ramos, 2
Moora Borgeso Comp., 2 a F'ancisco Laoria e
Comp., 11 a A. Louee e Comp-, 2 a R. da Dru-
zioa e Camp. 2 a Silveira e Comp-, 17 a AdTjdso
Mala e Cjmp., 8a Machado 4 Pereira, 1 a A.
Santos e Comp 10 a A. AmoMm e Conp., 7 i
Sauta Casa de Misericordia. 2 a Das Laoreiro e
Comp., 1 a Maito.il da Caoba Lobo.
Trapos 2 fardoi a Rais & Santos. 2 a Albino
Silva e Comp.
Tintas 70 volames a f. A. A. San'os, 50 a
GoimarSes Braga rComp., 40 ComDanbia de
Drogae, 3 a A. Silva e Comp., 65 a Miranda &
Soa a.
Vldros 65 caixas a B. Ferreira e Comp.
Ditos para vidraga 82 calxas aJ. de 8. Agolar
e Comp., 5 a Gomes a Vianna.
VioDo 15 caixas a ordem, 5 barris a David
Ferreira Porto Baltar.
Velas 20 grades a Costa Lima e Comp.
Z'.nco 2 caixas a ordem.
kxporraco
Recife, 24 de Ootabro de 1894
Para o exterior
Temerario, para
coaros salgados
Dr. Barretu Sampnio Oculista
Consultorio ra Baro da Victoria n. 51,
l. andar. Ex-cfyefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, d consultas de 1 as 4 horas da
.tarde, excepto nos domingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
Dr. Freitas Gui maraes Medico
Tem o seu consultorio na ra Pilque de
Caxias n. 61, i. J andar, ondoser eacon.
A.
trado de 11 1 hora da urde :e-i
Cajueiro n, 4. Telephone n. 2W.
Para Rio da Janeiro, carreear m :
Catcao & Barbosa, 202 saceos com 12,120 kilos
de as-acar luascavadi.
Con- fc Saoioi, 1,500 saceos com 90 0C0 tilo.
de assacar mascavado.
S GoimarSes &C, 20 pipas com 11,200 lit/m
dealcool-
Gomes & Fooseca. 500 saceos com 30.CO0 ti ion
de asssocar mascavado e 100 di C8 com 6,000
ditas ue dit3 crneo.
P. de Oveira Maia; 6 pipa? com 3,360 litros
de alcool.
H. Pernaodes, 7 saceos com 420 kilos de as-
soca: braoco.
L. A da Costa, 18,000 cocos frocla.
I"i. Fot-as, 3,000 abacaxls.
no Tapo- nacional Placeta, para o Para
carregaram : ..
A. Irmaos ft C, 75 barricaa com 5.637 alies
de issocsr braoco. ...
F. Rodrigues a C, 13 eilxag com 780 kilos de
P. Carnalro a C, 450 barricas com ?9.60 kilas
de assocar branco e 5 ditas com 750 ditos de
A Golmars, 5pipase 100 barris com 11,268
litros de agaardeote e 210 barricas com .2,390
kilos de asacar bramo. ,,-,.,
A PireB lialvao. 120 b rricas com 7,747 kilos
de a tsocar branco.
p. Alves ft C, 387 barricas com 27.124 kilos
de assacar Dranco '
C. GaimarSes Jonior. 70 barricas com 4,664
kilos de assacar braoco.
Para Maraobio, earregaram :
C. Ploto A C, 6 caixas com 60 lltrcs de cidra
e 15 ditas com 180 ditos de cognac.
para Manaos. cambaran :
"C. Gaimaracs ianior, 4 barricas com 240kilOH
de carvao animal
F. Lemos & C, 18 caixas com oleo "f?tal.
A. Irmaos a C, 135 barricas com 9,8!2 kilo?
de usiear braoco, 5 pipas e 40 barrw com 6,847
litros da agaardeote. ,-,u-, *
H. Borle 4 C, 10 barricas com 2,173 kilos de
assucar braoco. i
F R- da Sli a, 10 caixas ron 50 litros ce
cogoac, 10 t-a-ris com 270 ditos de vinagra, JO
cauas com 160 ditos de aua gaxoza, e 283
ditas cum 2,200 ditos de agu mineral.
Na vapor aileno Capaa, p.ra Siotoa,
CaBe,Will!ame *C, 1,700 facC()8 com 10qqq
kilos de asiuca/ mascavado.
p da ilva Bastos, 803 saccoa com 48.180
kilos de assacar mascavado a 77 ditos com 4.620
ditos-de-ito branco.
Para P.io de Janeiro, earregaram :
P. Carneiro a C-, 260 saceos cox 15,600 kilos
deassucar branco.
P. Piolo & C, 50 pipas com 23,750 I tros de
aKp*rdaSllva Bastos, 1,378 saceos com 82.680
kilos de assucar mascavado e 91 ditos com 5.460
ditos de dwo branco.
no vapor nac.onal Oliada, para Rio do
Janeiro, carreuoo : ___*!_..
A. reneira, 50 caixas com viubo medicinal.
Para Victoria, yirreearan :
E. C- Beltreoa IrmSo, 2 barris com 180 litros
de alcool e 40 barricas coa 2.400 kilos de aseo-
car retnalo.
Dr. Joo Rangel Medico operador.
Especialista em molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde d consulta todoa
03 dias uteis de meio da as 2 horas da
tarde. Atiende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro ou
fora da cidade. Telephone n...
A TSICA circunclusa
aus se curara radicalmente median-
te o uso do Peiloral de Anacakua. to-
dos os casos ordinarios de losse crouica,
broochites, calarrhos, aslhma, ele. mas
sim lamben) ihhm quaudo a molestia
baja affetado seriamente us orgos da
respiraco, seas progtesso* podeta se
atulhar pelo espafO de aatios inteiro, e a
applicacao to remedio proporcionar um
alivio instaulaneo e i>deliuito.
. Nao ha necessidade de abrigar ou ter
e preparado da exireco dos suecos d'u-
maarvro balsmica do MexicO, a qual
piisiueaspropriiiaiiesas mais admiraveia
o curativas^ e as suas curas sao rialmerl-
te ntai'avilhusas.
COMO (AANTIA contra as falsiSca-
coes ob^eive-se beai que os aomes de
Lanman & Kemp veuham etampudos
[em .leltras transp.ireales M papel do^s
viifio que sefve de iuvoltorio a cada
tjrrl::
r.ba-se de venda em todas as boticas
drogaras. .
Bti:-h,.LORiA
.. a S3
dem c 24
.-.1 4I>
106.046 637
^27:23iU8J
133:26i)710
w,KCIFIs uttAlNAGS
o d!
lea
i a
23
24
3:5034^83
11*160
--------------------------------*
3.617*743
PAUTA DA ALFANDEGA
]
\ BBS DA MKBCADOBIA8 NACIONAU SOJCITA
DIBKITOS Di BXJ"oai*C:0
Sanana de a 21 di Oulubro
Aguardante cactn(a, utro..........
Dnade canoa, litro................
Dita destilada oa alcool.............
Algodao em rima, ktiog...........
Arroa com casca, dem.............
*.83acar brance, idem............-
Ouo iMHcavadc, dem.... .......
Dito refriado. dem.................
Bagos de mamona, id^m-........
Horracra de lelte maogabeira, idem.
281
. 400
5to
680
120
38,
143
4>0
130
[#400
No lugar portugoei
Lisboa, carregoa :
cojspanrjia de Estiva, 273
com >276 kilos.
Para o interior
No vapor allemio Curitlba, para Santos,
earregaram :
Compaobla de Estiva, 20 pipas cot 10,900
11 iros de alcool e 360 saceos esm 21,600 kilos de
assocar branco.
gB. Williams & C, 65 fardos com 12,120 kilos
de algodao-
S. GoimarSes & C, 200 saceos com 12.000
kilos da asaocar branco.
J. baltar & C, 250 saceos com 15,000 kilos de
afbucar braoco.
p. de Oliveira Mala, 125 saceos com 7.800
kilos de assacar braoco.
Cateto a Parbosa, 20J saceos com 12,000 kilos
de assacar mascavado e 87 ditos com 5,220 ditos
de dito braoco.
ftBM)mvatca paMcos
Hez
Ronda gerat
Do di 1 a 23
Idtm 24
de Oatabro de 1894
hlfandega
1,438:926*975
98:6581662
Randa oo Kntlo
Da dia 1 a 23
lea 24
i,B27i8.i63 3
153:407*981
12:187*777
Somma total
115:195*75;'
1,693:181*391.
Saemda secgo Ja Alfaodaga d Paruainhaco,
24 dt Ootabro da 1?4.
chele da scelo
J. Goncalves da Silva.
O '.aesuareiro,
Floiea>u 0otaifgua da Silva.
Cacao, dem................ 900
Caf bom, dem.................. #400
Dito estiba oa reatolbo, dem..... 1*:00
Dito maido. iiem.............. 2*oO
Semsole de ca/naba, o kilo...... 47
Saoao, kilo...................... 'HO
Sebo eua rax-a, kilo ..... 68o
Tatajoba madei'a, klo ....... UM
Taboag. deamarpo, Jo ......... 160*01)0
Cera em ve'aa.kilo................. i*tn)t)
DiU vegetal em broto, kuo......... 1*0(H)-
Carocos oo sempete rteaigod&o.idetn 25
Carrapateira (aemeate;............. 120
Carnauba idem.................. 906
Carvoue pe Ira, tonelada ......... 30000
Coaros seceos espichados, kilog.... 644
Ditos ditos saleados. dem......... 594
Ditos verdes, dt m............... 360
Coarioo cm..................... l*"i0
Cocos em casna, ceoto.. .i....... 9*00J
Farinba e monaloca, kitoi....r.... 176
Graxa sebo, kilog.......].. 700
Geoebra. litro..................... 360
Jaborandy (foloa), dem............ 800
Meios ae sola, valor nominal....... 7*00)
Mel de tanque ou anlaQo, litro...... 189
Milbo kuogr...................... 90
Pelles de cabra em cabello, valor
do ceoto ...................... 153*
dem de carueiro em cabello, valor do
cento .......................... 9o,j
novlraen o do porto
Navios eotrados'oo da 24
Terra-Nova35 uias, logar ingle Iaoogeoe.
de 175 tooelacag, capiao A. E. Bavls, equi
pagem 9, carga oac.ltao ; a Jobastaa Pate: e
Comp.
Femau 'o de No-onha36 horas, vapor oacion I
S. Francisco de 382 tool das, romman-
danteAoionio Alves Pinto, eqolpagem 30
car/a varios generes; Comp.nbia Pernam-
^bucana.
Navio Eabl'to no mesmo d:a
Sales ee-cila Va or alieuio Carltiba,
commaaaaute A. Birk, carga varios ganaros-
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia ra- da Imperatrix
n. 18, V andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias'de se-
nboras e creancas. Consultas de 8 as 10
da manha. Chamados (por escripto) a
qualquer hora, telephonb n. 226
O ca-gaf -com milho seco a 200 rs. 2*000
5 carva- coi. leiiau a 200 rs. *50O
60 logares a 200 re. 13*210
12 Suiuos a 00 rs. 2*400
II como, com soioeiros a 1*000 11*000
8 comp. com soioeiros a 700 re. 5*600
11 cuiDp. cum fressaraa a 600 rs. 6*600
34 cemp. com comidas a 700 rs. 23*800
50 eorep. cote fazen-ia= a 600 rs. 30*000
49 como, cora verdaras a 300 rs- 14*700
70 comp. com 'arinna a iOO rs. 28*000
52 comp. um lalbos a 2*000 104*000
Rendlm9nto8 do dia 1 e 22
290*800
6.545*200
Jo
23 de
Hertcdo; mlolpal de S
0 movimeoto K-ete mercado no ca 23 de Cu
tabro lo: o segaiate.
Enl'-ram :
48 bois pesar.de 7.491 kilos.
610 kilos de ppiT" a 20 rs. IJM00
5 compart. com manscosa 100 ri. *MX>
4 oitos com ca arOea 100 rs. *40O
311/2 colomnas a 600 ra, 18*900
1 cargas con) galiinhas a 500 rs. 18 10
6 nssoaes com callinhas a 300 rs. l*m'-
8 cargas com batatas a 300 re. 2*40)
1 cargr c^ra amenr'cin) a 30P rs. "3011
1 carga com macacceiras a 300 rs. *'J0
3^argae com cebolnbo a 300 re. *9O0
2 cargas com gTtmu a 300 rs. *660
3 cargas com canaas a 30o rS. *'J^'
1 cargas com bananas a 300 n. #30G
1 cargas com laraojas a 300 ra. *00-
2 cargas com loncas a 300 rs. *600
16 cargas com di verses a 300 rs. 4*80J
i cargas com lajiaba a 100 x, >>*#*>
Precos do da : .
Carne verde de 200 a 900 rs. o kilo.
Salaos de 900 a 1* dem.
Ca'heiro de 1*000 a 1*200 idem.
Faricba de 700 a 900 rs. a caa.
Milbo de 500 600 ra. a coia.
Feijao te 2* a 3*(00 a caa.
IVaTlos esperado
Da Bihla
Palhabote portogucx Lu io I*.
De Pelo.taa
Patfcbo allettlo Antje.
P ticno allemao Clise.
Patacho soeco Heloiao.
Lo.a- mglez B-onet.
Patacho allemao Lina.
Luar argeotino A'herto.
; Patacho belga Emil;p.
!Logar ponooex M. E?pregaeira.
' Laar Do*o>'gaenfe Chance.
!Logarm i Patacho oaoionai Toereza.
Lugar sueco Doikio.
Patacho all-roao Wtlle.
Patacho allecDiu He, mam.
Patacho allemao Margareth.
Barca uo:aeeueo8P Haiva.
Logar io.Kz Cavalier.
Locar noraeiuea^e HaaraDer-
Lugar portogoez Ma"inbo Vil.
i Patacho all mo llarold.
' Lnar inglez Aurora.
Patacho hoilandez Atiene.
De Cardiff
Bar a eoroega Onion.
Barca DOrWga Platn.
Barca coraiva So:,b.
Barca ncuega Osmond.
Harca noruega Ata.anta.
Barca noruega lafaiiz'Ma.
Birca iogleziGitd.eu Fieece.
Barca n'.rnega Do'oare.
Barca nornega lmperaior.
Barca roraega,t:jerl ej.
Barca noruega Gcdeffroy.
D Nc-w Port
Barca nornega Viva.
De B!jth
Lagar Ruaeo Saloie.
De Hamburgo
Lagarallerxao Axel.
Lagarallemo Johann.
Lagar noraegneose Albatross.
Tapores a eaf rar
Mes de Jotubro
M^duz1, de Tnestre, a 25.
Alxariara, do so!, a 25.
Olinda, do ote, a 2. \ ~
L i PalmaTi*, Miriner, da Eoropa. a 27-
Liguria, do Sol, a 27.
uv ie, do sol, a 27.
Delamre, da Eorops, a 27.
Lf-io Mi; se N2.1 Yu'K 29.
Can:!be,daBaropa, a J'..
Vapor os & saf -
Mes de Ootabro
Su!, Cnpr .., ?*, i 4 s
R'oe ec!3, Olinis, 25, as 4 Bora?. .
Sal. C'.ritvbii, 25, 3 horas.
Sol. L Palmas,' 23 s-2 Ho'as.
Eaopa, Liguria, 27. 4? 2 horas
Ea-op, Clle, 27, s 2 horas.
Sol, Sel Medoza 28, as 4 bora.
Sal. Leibnilx. 29. 4a 3 toras.
Sol,Dinube.,3i. as 2 horas. ___
sol, Villa de Rw.ii*. 31, i Wm.
6 836*000
. 1
.
\
llESlin I


4*'
v*
Mh
i




________________Piarlo tfe trernamuinoo -Quinta-felra $5 ge Ontubro fls 199-v

Extractes no mez de Outubro de 1894
Chamando vosea atteii^ao para a nota abaivo:
Lotera do Estado de Mi-nas-Geraes 8." serie da 7.* 25:000$ 3*000 2(1 de Outubro
i)

>

l.
8/
> do Espirito-Santo 22. lotera
15:000$
12:000$
8800
1S600
29
31


do
Para as extracc5es de Novembro serio postes em execucao novos planos com premios integraos
ao 15, 30 e 40 pontos de res, devendo brevemente ser aiinunciaJo o da da extraegao dos planos de
100:000$ e 200:OJ$ integraos. Com loteras de outros Estados sero preenchdos os outros das d
bomana.
Lop
i.
Vendas em grosso e a retalho
CAS4 SOMO DE ORO
Pra^a da Independencia ns 51 e 5
Para pagamentos'de premise mais informacoes com Bernardin)
es Alheiro.
Caixa correio 196 Teleg. AlheiroPernambueo.
Tosse asthniatica
CINCO ANNOS DE TRATAMENTO !
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Re^'o, da Baha, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Pcrtoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimices.
---------------^
Elixir depura-
tivo veaetal
Formula de ngel no Jos
dos Santos Andrde
Appmvad pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Bio de Janeiro em 21
de Julho de 1887.
Bal; depurativo de praode efcaa as m:
estis sypbilttica pe imurea do sanpne; assim
como em todas as mokstia da enboras.
Tem carado radicalmente mnitas peseoas ai-
commettidas da terrive' molestia ceriberi.
ft> Rheamatismo sjpbilltico ou tfotozo. dr seta
ica empeces de pelie, cancros, e cancros ye
nereos, flores brancas, byatensmo. frooxicllo le
nervs, frites e ontras inflammacoes dos olbos
molestias do tigado, escronbalas, escorbuto,
soffrimentcs de estomago, nlcerae, gommas, fi?
olas, empinge dens, ai'.ros, pannos e mancha?
da pelle, bobas e boooes,. sarnas, catarrnoe a
quaesquer moldstias da bexiga, entre ootrasi
albuminuria, ourinas doces e saneuinolenta*
nemia, paralysia, erisipelas, e inflammacoM
das peroas e ps hfmorrboidas, astbma, byire
celles, tumores, nemlsias, e elepbantiaxos a
morpha, as irregularidades damenstruacSo.
Prova-se com aquello numero de atistalos ji
publicados e os que existen) em nosso poder
eflicacia deate elixir as. molestias ndicups.
ll'ncontra se a Yenda na Botica
do Rosarlo n. 35
A*rua Barao da Victoria n. 37 se dar toda t
qua!quF*r explicajao que or preciso acerca deiW
preparado.
rutado rom as falairil"de
Modo de usar
Os.adoltos tomarao quatro eolheres da? de
sopa pelamanh e quatro noite.
A criancas de 1 a 4 annos tomarao urna co
MiDpela m rjba e oot*a a noite e as de 5 a ti
noitos tomarao duaa, co'heres oela maob da as.
Dr. Carneiro LefioMedopartetro,
consultorio e residencia a rup do Livra-
. men*c n. 31, 1 e 2. andares.
Consultas de 11 as 2$ Chamados a
cuailquer hora.. Telephone. n. 325.
-Especialidades: febres, partos a moles-
tias ae crianeas.
* Medico Parteifo jOperador
*:* Dr: Mamet Carlos de Goiiveia de volta
de sita viagem, previne aos se us clientes
qoe contina ter sua residencia e con-
i puttorio ra Barao da Victoria n 61,
1-. andar.
, Da consultas de 1 a 3 horas da tarde.
Aceita ohainao3,(iualquir hora, para a
cidade. "...
mt-smo estando o d-jeote com vomito o: angunooestes ultimo? periodos eniao re- {anterior. '
Todas as pessoaa que-quizerem inscre-
ver-se, devoro dirigir nm requerimiento
c aa'io a applicacao em Uta dase, despretaodo
b e-a n'ieiu.
Este Elixir ja conocido do panuc e de am
erande nomero de digios mdicos > apres-mado
para combaler os di&Vreoies ocommodos todo*
tillen de caract'r febril. .
Por moitc tempe ti vemos oecaBiSn de "azer'e
ipphcacno as ler^s drysipp|loaa3 e com to
bom resultado que Uceos admirados de.tao al-
t;s eSenos.
Pla pratica cbpgamcs p coobecer we nos
ataques de feore erysipeliu.'L tn erysipelia como
valgamente se dix ne^asario j uso de 10 da;
ae Elixir.
Nos grandes incoumodos das senboras mens-
troa(a, ravides e oos ztaoa de parlo com ta-
bre de om resoltado to i< ce to e aeuxt'o e f
a cua conposicao l< s aoies qne nao off-reso
receto de applicar o El xir nem mesmo etu ao es
soperiores as indicadas na tabella intra.
Pedimos aos dignis-mos mediew aue* deseja
em fazer uso deste Elixir em saa enojea nao re
snieitarem a nossa prescripcao, mas aim tazer a
applicacao em barmoaia com os casos qne de&e-
jarem comhater, cenca de que o medicamento 9
da comoosigo innocente para o organismo cr
mus frgil que seja. -k
fiodo de oiar
A's criancas at om aooo (0 gotas de I em S
boras em urna colber das de sopa cbea d agua
fra.
De upj anno e tres t souas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 goltas etc.
Estas dosea de?em sempre ser appicadas em
agua fra.
Deposito
Compannia de Drogas e Prodoefpa Cbiqjico
Recite, roa fio Mrquez de Olioda ,tr:> 13. / .
Nacional Pbamacia, roa Larga do Rosarlo
35. '
Pharmacia Oriental, ra Estreita do Rerla
d. 3
Pbarmacia aitredo Ferreira, roa do Bario d>
<"lctoria n. ii.
' Pbarmacia Martin?, roa Daqaes de Caxias o.
80.
Pharmacia Ribeir 4 praca Maciel Pinbeiro M.
Pbarmacia Victqriense de Lun Igsacfo de An*
drade Lima, cidade do Victoria
Para qualque- iuformac&o ser* enco
autor na ra do Rosario E3traita n. 17.
30s nosbos frascos seo qnadrados. e conta o
as. N'um lado teem grvaloElir.i ante-febn
e no oatroMinel CerdosoPerciabufiD, e to
dos os prospectos s&o asaignados qmr Mnno
Cardoso Joalor, eeado falso os qoe nao Tircm as
signados.
Dr.
part
Olin
Bastos de Oliveira Medico e
consultorio ra do Mrquez de
a, ntiga da Cadeia do Kecife u 1.8
RTICOS PIN WttS I
ESPaRTILHOS DE SuDA BRANCA m
LIOAS DE :U4
Capellas de flore* de cera e
pellica
FINOS LEQUGS
GRANDE SORTIMENTO DE SEDAS
BRANCAS, PRETAS E DE CORES
Corles h ancos bordados
Sachet de teda para camisa
Almofadss torddaa a ouro e
en. alto relevo
COLCHAS DS SEDA E RENDA
Clb(AS 1K SEDA.
Na lapoBsibilidad-j de mencio-
nar o sortimento que temos, pe-
dimos a Exmas.
ra de ama visita
fimiliaa a hon-
Ao Paradls des Dasics
3S Roa do BarSo da Victoria
TELEfHONE 59
" .
r
Elixir Arr-Febril Cardoso
v SEQ^NCO A FORMULA
ce

IOi
i
r
Maoel Cardoso Juior
Apprcr'ao 21 d? MarS de l88 pela lnBDe"
ctona cerada..lgm junta de tujgieae do Rio
de Janeiro. >.
' gsti: lixif de ccmposlco toda vegetal pre-
|,a'rdo segundo:aa regras pbarmacentras.acoa-
leloadas paos atlor^a mode.'aos e de retoobe
Idacaracidade oiqati3ca tanto no pan como
no *"angeiro. ...
Sste Elixir o prodiipto nao so do grande tm
toio d: ac66B pb}E;oiogcas da3 snbstaacia^
coxo iambem pai.s.loclcas,cunro tambtm o i
Uia |a immer.883 applicacoea nos divers
(aposfle febree de fodo palDtre.
" A apniiea^o deste Elixir na graudee.pierais
"He b*-igai de tWO'a 4h91 mais orna vei He
mocfc. ^v- i -.33. eiacsrta;T>cin co prinrJp'.o dee
p:.L'.i--'- v-f* ;v Sxga abo-'ta, e mrc
^os mais aiittilados a bei^ga pasea a ser ooia
toe:: l^do peqouis ti.
metal,' -,i# rotr?;a,fpnV-.ng:n dj Blil e-
sai)car-:cHm eem ^odana apraenutar ruceios le
Ofl rnr'K.s attasiaics pcbltcados no Diario At
(etasmouco taiela da Tarde provam o qtiB
o casos de fabre .naarella b effeilo e admi
rtiel.apreeentrndo phuoowooe tao maravilto
inm qee neeta cidaie do Bacilo e no o Hie de
Mf pocq f**10 can,a a ttbn mMe!ta'
1 y.andar. De volta de sta viagem da
Europa onde visitn os priacipaes hospi-| ^fcfcfll^*3S&&P*$$i}fiPS$lS
tae de Pars, aviso a seus clientes a ami- i ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
o-o9 que contina dar consultas de 1 s
?\ -toras da tarde. Recebe chamados a
qualqne'r hora em sua residencia na Es-
trada dos AfSos n". 32 B. Telephone n.
ED1TAES
Faculdade de l>irt-ito do Re-
file-
De ordem do Sr. Dr. director fajo pu-
blico que, a contar do dia 1 a 14 de No-
vembro prximo -yindouro, estar aberta
n'esta secretaria a inscripeo para os
exames dos diversos cursos d'esta Facul-
dade, os quaes teao comeQO 3 das depois
do encerramento das respectivas aulas.
Para inacripgao em alguma ou eui to-
das as cadeiraa>de 1.* seriados cursos de
sciencias jurdicas e sociaes, o candidato
dever satisfazer as seguintes condices:
1.a Apresentar certificados de approva-
co de exames de portuguez, francez, in-
glez ou allemSo (& vontade do candida-
to), latim, arithmetica, geDmet.-ia, alge-
bra, trigonometra, geograpbia, historia
universal (especialmente do Brasil),by-
sica e chimica geral e historia natural
'>' Provar identidade de pessoa.
3.a Apresentar attestado de vaccina.
Para o curso de notariado, dever a
pessoa que desejar inscrever-se exhibir :
Certidao de haver Bdo approvado em
portuguez, arithmetica, historia e geo-
graphia do Brazil, satisfazendo tambem
a 2.* e 3.* coniices supra mencionadas.
Para iuscripyo das cadeiraa das senes
seguintes o alumno dever juntar a saa
v
ao director e pagar a importancia da taxa
que sgr^.d 4U$, ,por materia, cadera.
anuo ou.s'rie, parados que tiverem pago
a matricula, e, de 80S para os que nao se
bouverem matwculado.
O pagamento da* taxa para inscripeo
do exame s d4 direito a este na'poca
m que t ver sido requerido.
O alufnno poder ser incripto para
urna ou mais' 8eriesr;ou para urna ou al
gumas cadeiras, mal nao poder' prestar
exame de aualquer materia de urna serie
sem ter sid'> approvado em todas as da
serie/anterior.
A$ pro vas da iientidade far-sa-hao por
meo de attestr.c lantesd Faculdade, o Id*- duas pessoas
conoeittu'.das d<> logar *,
, A flsila'de de attestac.lo tda identidade
sujeita aquel4 que>ass,ignuii, a$sim como
o individuo que com ella Ee tiver apre-
sentado 'exame, as pefys do Qodigo cri-
minal. ;:. '] .. ; ..."
O cauaidato,. em nome de/ queja e com
cujo eonsentimento algun outra indiyi-'
do hfejfver obtido irtecVipcao. ou feito
exarpe, perdt r esse todos c prestados
are aquella data. ; j'jf CJ i
, A inscrip^aO ser,-.feith'pela ordem em
que fiyem recebido os requerimentos a
se dojs qu mais estS^ijites se apresenta-
rem^murtanaam^tjl cora' despacho do
director, para se inscreveram na /iiesma
cadaira-,(no mesmo anno ou na mema se-
rie, guardar-sa-ha a precedencia determi-
nada pera-ordem alphabetica de v seus
Mpfnds.- g i'
Epara qufe
chagua ao cQ"nhecimenta
de todos os ilteressados ae pa^srfu o pre-
sente de accordo com as disposicGe/ regu-
Iamentares kas do dec. p. 1159 de 3 de.
Dezembfo de 18^2 'v .
Secretaria da Faculdade de Direito do 1
Recfe 2 de Outubro de 1894, ,< ^
O secretario. *
J."iTelesphoro da Silva Fragtso. %>>
mandado, para ser pago incontinente do
principal e jtfTOs de dita divida, nao foi
pos8vel intimal-o ao supplicado, por se
achar elle ausente em lugar nao sabido.
Requer por tanto o supplicante que se
digne V S. de admittil- a justificar o
allegado e julgado por eentenca a justifi-
caco sa faca a intima9o por edtaes com
o praso de 30 das na forma da lei Pede
deferiraento designando-se dia e hora para
inquiricao de testemunhas. .Espera re-i
ceber merc. Estava completamente sel-
lada com duas estampilhas no wlor de
300 rs. legalnente inutilisadas da forma
seguinte : Recife, 17 de Outubro da,1894
Justino Rodrigues da Silveira, solicita-
dor. E mais sa "nao continua em' dita
petiyo aqu fielmente copfdayfca qual.
profer o despacho do thaor^egf^intq:..
Despacho-Sin, deaignandoidiav o Bi-
en v2o. Recife, "17 da Outubro de -1394
Al tino de A'raujo. E. msfis ;se. nao
continha em dito despacho v aq'ui copiado-,
em cumpriment do qual o respectivo t-a-
crivao que este subscreva designoU o d
18 do crrante mez a anno para ter lugar
a justificaco E tendo' o dito Manoel
Soares de Figueiredo, produztnd^ suas
testemunhas qae deposera'm acerca do aL*
legado na petioo aqu transcripta e hft-
vendo o re.specti vo escrvao feito sellar e
preparar os autos, m'os fez>conclusos, nos
quaes profer a seateua de. tbjSor se-
guinte: -
SentencaJnlgo por sentenci dedu
zido na peticSo de folhas 2JQ. em face
dos depimantos de fls. IS^ 19. Pas
em-se edtaes. Recife, \&*d.e dutubro
de 1894 Francisco Altino Gorreia de
Araujo. E mais se na continha em dita
sentenca aqui fielmente Copiada, am v'r:
tuda da qual o escrivao .f sente edital por meio do qual chamo1, cito
e hei por intimado a Manoel Francis-?o
Al ves da Costa, ausente em. lugar lncerto
e nao sabido, para que dentro co prazod
3) d'as, corapareca ante este" juizo alle-
gando e promoveudo tudo quanto ar' a
bem de seu direito e justica, ficando afi-
nal intimado dos termos da a^b- execu-
tva. Epara que chagua aoconhecr*
manto da todos mandei passar o presente
edital que ser publicado.' pela imnrensa
e arfixados nos lugares docostume;
Dado e passaionesta cidade d capital do Estado de Pernambueo aos 20
das do mez de Outubro de 1894. Duu
f. Subscrevoe assigao. Paga 1S80
de sollo, e 500 rs. dejemolumentos pela
assignatura. Kecite. 20 de Ontubro de
1884. O escrivao i^terino,[ Bacharel
Francelino aa Silveira Machado.
Francisco Altino L'. de Arauj o:
---p-
frente, no. .ais, m quarco, coainha com Slllt^asa de MsericOrdial
parede do interior eahida e parte dcT te-
Ihado em campisto estado de ruioaa, made
de frente 9 m. 20 o. e i fiid> 4_,im
tarrea proprin. qainil en bort >, ava
liada em 15903O. 'Pertsnee
Jos Leopuldioo Arantes.
A oaaa de ,t*ip n li na estrada'co
Giqu a J^iboatAo, oom porta e jaKa fie
frente, daaa salas um *qturo,.cujftnha ex-
terna, quintal em aberto e em terreno fo-
reiro, made .de frente 4 m de toado 9
ui*.03 e 3.0 C avallada em 2O<$003. Per-
tenes a Manoel Fraacisca da Silva. '.
A oaaa de taipa n. 5 na do MeaA>
oa, com porta e j oei'u de f -^te, jm^.- las, om qaarto. coaioba interna^ m*S de
se d,<>cl^r- qoe ce di i SS
(.cJiDta.f'.ra) *^0 oras da maobS,
a Antunio *fr>.'Paauien o *s a na-rte friajaj eai um*
das R.iia na aotia a-ui ^o' exx-'toj. "
SeoreUria ua Santa CaHe Misericordia do
LRecife, y Oatili-o.je'.tMi
" i '-.: ?stuQ fserivao
/i jfc>siyaflrio B. de Menereg.
ihpanilla '
E%porftlo ra "de p r odactos
'' .; Clcameos
AssVnbla geral* extraordinaria
se I-1ro*reorfi o numero !ezal dos Srg.i
m.
15O0OOC. Percecoe a teverina Meta o^j.
Rosario Fraroa. >'.
A cas* o. 8 n* travesaa de D na Feli.
ein:p com p .rta e jaaeila de f.ent<*, 2 sa-
ls, 1 quart", cosmha int-rn, mede de
f-ecte 4 metros e 20 sontimetroi a.de fun-
do 6-metroa o 6i ceatim'-tro; quintal car,'
Cstdo na f.'ehte,xer-~eao friirr, ^m* \^tt^t" .
., .. .aienc a ^onirtis pa reanlaoconvQCaia pa -i o da
calla em cada oitao, -val.aa^m 200p0d. g70 orfZe; ato da'de in-rarm so-.re am
Pertence a J>ao Francisco d# S Iva. ./ '
E.-p&ia Cjoatar paa'soo-se edital OaxotV
ma da le. v *
.-do a pan-i-do nett c aue do
aoa 20 de,Ou.tubr3 de 1894.
E, A f-tdo Diamaotino.de T. Bandei
ra escrivao
Ecliia.
frate 3 m. 60 o. e di f iodo 1 m. 10 p,.,
quintal em nhirt', turr o proprio, avaha-
da em 80$000. Prtenos a F.^ncis to Avila
de Me^dyjDC. i*
/ f regueaia da Oraca '_ ^
O Sitio no R-aannho onde e.xstio a
casa n. 15 o q>ial mede du f edf & rae
defndo 13'dit'o, aliada em"69i>rB0.
Pertence a Marcelia Angelice; a. ">*'*
tos. '; jj/fA
F'etfaesia do Poqo
A cesa a-e ta Marquep, com porta e janella de f lie,
duas saiu, um qui }p4 c--z.nba intaro-,
meds de f ente 4 na. 60 c e de fojao V
30 c terreno proprio, avliaaa enf
do>.Rer.ife
.-Po>e..ta>C|ptria
\jt v'QCOfaao
-a.eeio M.-rj'f H'p ilt> noi,<,'ie, o ods quio rea-
hvfrir De'SaocJ (le^prnacnDoco at o da 15
deAXflabrp prxx'irDQ Tourq, a i eotrid-i de 35
O/o dcrfiintaJ qufe ^psce'eram do angm oto
votado n>a6iBDla eral d? 15 de Fevoreirt)
dae anno
Uacea- 25 de Setenio de 1894.
* .'' -*"' ..." 6s directores
y y. Xy? !.-'., XwXRira Basto. J'
P '"'' ''' J'ropioo iedras Barrito, k
' M.ooeC-* Dlegas Joniorj

P^rriSiib(5o X'awn Ten-'
'' The^riaC-..CTft ^rafe-'meeting will b
bc^ a. tft^Bra^i^ri Submarino Tela
grph* Ct'* igiarJ^rs- on FriDAY OctOi

G. Tarver
ctlnTj Hon See.
. '

"S4amqa4o Aotouio Gonc&lvea
^m
-r*r
Compianhia dos I rillios rpa-
no do Recife a Olimja ,-e
Oeberihe.
,' As'aenibla Geral)/ '2
Autonsado pelo Sr,'presidente* da fes- Rna do Amparo o. 18.
.LU_______1- _______1 _..____ ____. I Arn%lAn Q
Secretarla da 4nrtora rolletal de
Pernambueo. cm '* de 1894
Por eu repart>cao se fax poblico de cdom
to Mr. Dr. Quesur Po'.cial qoe e a-ha dpp
sitado na sobailegacit do 1.* di tr cto uo Poco
a Panella um cav.llo rusao, andador de bai-
xo a m'MO. o qoa ro aunrehendldo em poder
o celebre Icdrao de estallos Maooel de tal, co
obecitto por Joaqmm Victalino
Qaem se jalgar rom direio ao BraiBO caval- |
lo aorespote-ae naiju'lli >u6deleKacia momio ,
le docameotos probatorios Oh leeittmo docnioio. I
' O spc-etario In'erino
Francisco G. da Silva Bar rozo.
O Dr. Sigismundo Antonio Oon.-ale, }i
de dirsito da fasenda e.;tadual de Per*
ntmbuco.
'-Va aaber p!o presenta q >e no dia 3
Je jiisonibro do correte anoo se ha> de
arrematar por venda a quem mus der, em
praca, pabhca deate jaiso, oa bena aegaia-
"*es, peuhorados por ezeouclo da faaenda
eont#a diversos deved res.
*' 'Fregoeaia de 8. Jos
. A oaaa de pedra e cal n. 28, roa da
Domingos 'Theotooio, oom porta e janoIU
de (rente, duas cala*, dous quartos, coai-
nba tora, mede^e freote 3 m. 40 c. e de
tundo 12 m..^ojnntai morado, ava'iada em
1:500^000. ^-tence a Joao Pidro da
-R. cba.
Fr'egaexia da Boa-Visca
A casa de pedra e cal n. 6 D, no lrgc
de Saqto Amaro, con pjrta e jnella de
trente, dcu8 aulas, um quarto, ooaioha in-
terna, mede de frente 3 m 30 o. e de
fiodo 8 n?..10 c, quintal en aberu, .?-
liada eco oO^-fOOO. Perteoce a Anua Bar-
b'usa do,N*sj5imeoto. '
* Fregueaia de Atogados -
A c*s de taipa o. 2^1, na estrada d.
Qiiui Taboatlo, com porta e janella de
frente, dnae sulat, dooa quartos, -sosinha
f.ztTna. mede de 'frente 3 m. 40 3. e du
sembla geral,.eonvocj a raesma sarao
dia 27 do co'rrnte, para em aessio or-
dinaria ijilgar aa contas c.* c^pipanhia,
onvir a leitura do relbrio,, e 'eieger a
directora que a tem de, administrar no
prximo triennio -e a respectiva commi^-
sao fiscal para'o novo auno. A renniao
efi'ectuarse-ha na ala'das aoBoa daicom-
panhia, na 'estacao -da Aurora, ao meio,
dia. -**~r*
Recife 12 de Ouijjbro de 1894.
O presidenta da directora, 4
A. Ver eir .S-imes '*
em'.^riKaetfS ao oo'iador
da firlrira de cemento,
para
emp'eS'imo
cmoleiarem-sp ii ooras
oectp.se aos meamos spnbores acemnistas para
reoolrpm-ft pfia'es!o*'da ves no "scriptorio da
nbia.'oo cej do. Apollo d: 93, no da 29/
ao^oflUtp. albora da tarde.
.Recife, 23 dj0uioo;.o Ue 89i.
odrlLO Larvalbo

Sey/etario.
'.'
C hib CatVlos Gomes
, 8e^ent!.ficanjc^' acs genbores eocios que sabba-
o7 doxar/ente tera logar o sa'o correspoU-
pntp a e-ai tee. podeo 'o desde j moni-em-se
dos seuflnri,sB08yOa. tesoorana ao clob, das
7-W.9 noraB* da^aoote.
Secrptana Ai' Ulup Carlos Gomes, m-M
futobro a.t*9i.
-* ... Alvaro P. Alves
I.'_ gpcretaiio.
Santa Casa
Casas para.alaR>r
a eec-et; -ia da Santa Casa alagam-se'
goibteB casas
fut.dp 10 -m.,; avallada em lC^JOO.
pstr
Se cretaria da Instruccao Pnbjea de Per
nambuco, 1 de.Agosto d 1894-
.. EDITAL N. 30
Eleijao para Um inembro do Conselho
Litterario : %'..
Por esta secretarr s '/az publico de,
accordo com a decllao- dg|oidadao Dr.
gover'nador do Estarlo, de ) de Sejembro
do anno proxirn.o passado, qoe na forma
do que determina o ai-t" 242 do', Ileg de,
18 de Janeiro de r88a, devem pe Srs.i
professor<58 que estao a cargo do,Estado,
de ambos os sexos enviar a esta' reparti-
5o at o dia 14 de Novembro vindouro
os seus votos para e^isao de um membro
do Conselho Litterario' que represente a
classe. i .* ;.
Os votos s poderao recahir em alguna
dos no mes infra es'criptos, ce.- professoresl
das 5 freguezias da capital, vindo eraoffi-
co que traga no enderego o seguinte :
Para eleicjo de um tnetpbro do Conselho
L'ttrario. *
Relacjo dos professores em disponibilija-
de, sobre os quae^ deve recahir a elei-
co para um membro do Conselho Lit-
terario : ''
Augusto Josa Mauricio Wauderlay. .
Joo Landelino Dornellas Cmara.-"
Lourenco Gonalves Aleixo. y
Benjamn Constant da CunhaSaWes. "
SebastiSo Brandao. Jv
Manoel Marinho Cavalcante d? Albu-
qoe \.
Herraelindo Eliseu da Silva Caneca.
Flix Valoje Correia. ..- *
Izydoro Marinho Cezar. ;
Joo Jote Fibeiro. '-#'"'
Caetano Francisco Dures.
, O secretario.*- "f-j
Vsrgentitw Saraiva dArmjf Galv~\
O Dr. Francisco Altino CbrreiaVd'Araujp
juiz dd direito do commereio' desta
cidade do Recife, capital do Estado
de Pernambueo, em virtude da li et.
Faco saber aos que o presente edital vi-d
rem ou delld^oticia tiverem,qu por
rnou juizo corra nos-autos de acejo ct
cativa entre partes Como autor Manocul. -
Soares de Figueir-do e reos Manoel Fran-1 d>Jd& freh:e 4 m 70 c o de fandoJ^ m
cisco Alves da Costa e .sua ttuliier e quintal Arado, av^Jisda m 3WS0OO.
como nao tivesse encortrado.o mesmo reo P^rtejn3o^a Mana Ffrfoewoa 3*.b Ohagan.
para lhe er intimado o mandado exped- A.caaa de taipa .'^Oi pa EnJr.uc1
do, a-vista do que me foi por j arte do re- a ffiji Com V -".*' duaa .ja
ferido Manoel Soiree de^Figeiredo, diri-]i.*toJifq jaaeila tm cada -3~
gida apetic;ae> do'theor :;te :
Petico IlltD. Sr. Dr juiz do com-
mereio Manoel Soares de Figueired),
credor de Manoel Francisco Alves da
Costa, morador nesta cidaae,* pela quan-
tia de lG:5Cj>, garautido por hypoteca,
rpanhi". DeskU^ao
.de S. Jos f
Cojivido aos Srs. subscriptores a rea
lisarem.a segunda entradade "z'/^
ou-vinte.mil riapor acfio em mSp "dcj
Sr. hesoureiro, at o dia 30 do-cor*-
rente. -'.-..'. ''
Barreiros rO de Outubro, de 894. ,
Francisco da JL:-HollandoSja'valctmte
Sobriult. ;.' ; .".-.'
Director Presidente \
Uompm ia Serran *Xps*
nambucana: //
Convido todos accionista desta coinpa-
nhia a reunir-se em assembla geral ex-
traordinaria no dia 25 ae Outubro do cor
I f-m Am -di o. 8.
Contpaiihia de Tecicfos
, Paulista tj >
Chamada do Capital or ral.
Sao convidados os Srs, /Subscriptores
de accSes para o augmento do-, capital
sociaj a realiarm at'o dia .31 do cor
rente, no sefiptrio provisorio "Ct'est
Cetnpanhia" rua.do Bort Jess n. I,
pavimento* terreo*aoterc^ua prestacSo
das ac$oes subscriptas a fazao de 3OO/0
ou Rs. 60:000 por cada ceo..;' '_' "\
.. Recife, 9 de Outubro d Jos Antonio Sar^va Jniorj rr !
_* : DirectR- Secretario.
-x
Ui*aPANHiA
ciacSo Commercial Agrcola afim'de'jel^eT
nova directora e cornmisso fiscal como"
determina o art. 15 2/ e 3. dos/Esta-
tutos. ^g *."
Recife, 18 de Outubro de 1894. ;
Jos dos Santos da Costa Mata. *
Director preside
Trilho Urbano^ Ao
Recife a QllSa
s'
d*.
/
Ten o de ee reunir a aes^bla e al ordio-
ria"a 7 do mei proxi-.no, se -cha a dispostcSa
de? Benhore accioo.istas, n'escrirtorjo "laeton^^
panbta.de accordo oom o art. 147,do rjgulamento
dis associ-^bes aoonymas os tlemeatpe da es-
criotaracao neci-ssaros p.ra o j^lgai^nio dff

rente anno, ao meio dia, notalo da-Asb-i -Jfag comas na execcicio- Ando a 304le JaLho

A c sa terreare pedr e cal. na meama
:rad*. n. 252,'1 com qja'-ro janellas de
f rer?te dnas poetas o du^a janeii- s uo la do
d norta, porta e duaa janelUa ao l-.d-> .1
al, sotao interno cam duas janellaa nos
om8?(, ftraade-a;Io, duaa talas, cirso
i-inri' -, coamba ao lado, teodo mais onu
cocheir e*doi ajjfflu*tos para cria 'o-*, sit.o
bastante al^Jorisaif, coa a trente mu.-kdo
e grt.dil de ferro, portio eo ludo de osa
d=iris uede de frente 9 m. 60 o. e de
tuodo 15 m. 70 O., avalia'da em 1:0X>(5.
'. A cata terrea e pedra cal, na attam
estrada, n. 251, oom tres janellas de tren-
te duaa port8 nos okoos, terrajo ao lado,
dusa salas, quatro-quarta, coaipha ex "
qa, mede de freLtc 7 m- 20 c> de docto
17 m. 70 o., avahada em 500,5000.
A*casa de taip-, na dita estrada, n. 25 i.
oom tres janellas de tre.it?, ima porta 110
oitlo, duas aalna, frea quartos, coicha ex-
tern*, Wi d -frurts 6 m. 80 c. o de
fue do 8 ., -.-/Ii .'a G 5-XW.
A.casa d- rfpa, V 'tacaina estrada, n.
239 A, om porta e jn:ln> ca trente, dnaa
s Us, doua qua^toa, c-iiha-i_"it4rna. mede
O London & Brazililvf
Bank Limited

Sacca sobre Lisboa e Porto
m libras sterlinas, e vista,
,eado o pagamento feito na
occasiao da apresefatacilo do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sabr Londres a noventa
das de vista naquellas praca.
prximo.
Enriptorlo
1894 f
'do gerente ,27 de Setmtira d'a
_ i -
-1' % AVP<*r"'**3 Simfips. i
Hospital Pedro II
Precisa gp coa- BTEeacia cootrnCUr om pra'i o
dapbarmacta coui babiiibcfte pera o s^rvico d>-
abo-at:no J i>e-viC) i da-< 6 i:ras da caoba
i" 6 oa tare: .-. ira ar Cote o D ci ector, uof
oiejiio boepi'.al, cas horas - Aos M-6r.fieiro&esii)Ie-
cdos'no Municipio (lo^
T R^cilje.
Do ordem do Sr iTirectoj da Asso-
J-ciaco Commercial- *Bhef\cente dos
"Mercieiros, previno aos SfS.-'Mercjeir'fes
l>^abelecidos, no Municipio do Recifak
Iqie no dia 25. do%cafante',' termina o
praso para o. pagamento do imp'osto de
Classe, b.0 Semestre] findo este,.^)ra3
ficam sujeitos a respectiva muli^rr->'~"1
Outio.sim que c n"e>te Hiez -qtJ
Vfuniclp'alidade, <&k% roccate i.?i
vis3o neis pezos e medidas da-Trgueeia
.aa.Brja-Vjsta; '. ? ~' .*
> Secretaria-, da. Asso*cIac;o ,'Qommr- -
pial Benficeritti dos Mercieirof t ..
I Recife 3 de Outubro de 1894*
)an qu^Un, c Mi.r.a^ta^ia, meuo
de fronte x m. e de fundo 10 djfc <> 20 a.,
valiada'em 8O0OOO.' Prtec' ,,, Bernardo da Bocha esteitevBrarcp.
este' i A ceja de* p.dra e. cal n* 95, i rda de
8V % MigoaL- com-pcrU e^jv.fl'a^e fiante,
oo)l duo- aalt|, nm quarto,eyin'auEtsrqe.m'-
COPANHIr\
DR '
Tecidos de Malhi
De accordo coco a Ip das foc eaj'fs a or y
ma-, aoh. nittat, na roa i- de Ha'C.>0. 7, copia do ba
taac a li?ia tos accwuatat e cas traaofere,-
rms op arc;6ps
Recite, i de Oatobro de 1891.
O tbeeoareiro
T. -D-arte.

gftisia de
^*
Ja .a
a...
macna;
dooi qnartoa, cosk h
tato 5 ni. e d*# Utrdt* 3k-'b
qorntal'cercHdo, coi portio de rbaclWra na
frente, ?alinea-em 200JJ2O0. Peftence a
Antonio Pinbeiro de OarvAl^o.
\- ca de peda e, o*l n. 16 A, na :aa
tendo obtido d'essa juizo o competente do Rio, oom duaa portu dum-iaaellM flu
Companhia Santa
Th< resa
Asan 0 luz. e OilUiSa
AatecDOla eral
C invjdo-08 genrcp a cioototta a .se roirfm
ifa a-t-Haibei ,e-ai orloaraa 3 ie Wovemoro
orox coi), oop.ii ) *r dio d. 2 do
uta de inee
r o dn esercic-o ttuo; e OBU&
,1 a ...j. -.i- 'Ha ire-
~*rrrrta-, -. c 'iI e
1. 1 1 re ; '. 1 !. -.- e os es-
.Ututo*. t
AtPiir.iaa ?fl pffectoar ao n eio dia e o-j.in
jugado oparti^er da coaitnls-
sao fiscal.
Rscrip.orin ra companhia ecn.Oiinda, 17 de
Ootnbro 1e 1894.
O Ker-:e
A. Perelr SlmfiM.
S5o convidados os secbo^es .possLidore:
caogOes tblxo descripias a vir" refarma _
on 'esKatal-as-desr da'***-tripla dta, Rob pena*
le germ vtfflalitajxn lf&9Dr>avP:ih"*r'1"*n!0"do\
emprptimo que .lhe-'. (oi roiceotaiftv conforme
determinara a? e6nd,ic5ti ieUas pblos^enbbrea.
apeBbante8. i A.
S. 5I,2!0. 3 ^13,^67.308,3I t^Ut
373. 4H, H. 440, 157, 46,-457,'301,. .'O, 516,
54, ff, f.l\ 618,
'05.724 7JI, 735
790 7y3.805,8tt. 8:i 8i*.8ioVJ
e, 'icOotu ro (4f.654. '4r*
*.->7, 01,-q/.- aviy .--lis, 010,
gi\ tj8. m:fl\i MJ2$,
5, 811. 8: i 81? lo.
tie-Outu ro 0j*.C0i>-
4*
-*C*"
m


a *-
- -
tonte Fio JJom'SjccsssoT
De c"J'i3i do r.'=-f i .K..ieyait-':tor,- convido
aoanoBriOS cansiuio^lrcrjae'Bernfi;ori .\ bene ^
iDors'ios p tnec;ivoe, a..:".:; .-j^rsF^T
og.0, s 9 bor'j- At manta. ra,lttr
i'uias, qa i?-eja ^?N. S. 1o Re- '
Baria e Sioto Aiionto, .ftrtrvdt -moa a
missa em lco?or oe nossa Escec;i Procira-e a.
s-siao maBDa 9 H hora-e,, lad^obr. ia. 7 doraa
da nout em nossa sed ssiaU '
Secretaria da Sootedade ttdb'e-Pl0'nBoiB Ssc-
ce&so, 23 de Ootnbro de-18,94. .- i*as-^.
O l*erelafo.
1 Buto Al? r*
*
v.
Mi -


y I



J:


*



.l!L '/L--1 *
l '
Piarlo de Pernambnco Qninta-fcira 95 de flu Hulero de ltt4l
Cojbpanlya d Tecidos
K Paulista
Debilitares
"Pagarse no escriptorio- d'esta Com-
pmnhia/ ra do Both/Jesus n. 1 pavi-
mento terreoj do dr 20 do corrente
em diante, os juros dyfej; debentures do
emprestimo peto rhesma: emittida refe-
rentes, ao sj^mesjxe finjlb.
utro sim,. $ab "col'ftlados os 5rs.
possuidos.es das debentures dos iiume-
r.ps abaixos.; mencionados, sorteadas
ira resgate,/:a receberam o respectivo
pital e jurt^' veV=dos, scientifican-
uvse-os ao; mesmo^teib.po' que do co-
meco cTaqulle prasq em aiante-, os ttu-
los, sorteados roas vQo apesentados a
resgates nao vencer.^ jure* algum,
124, 933! 201
344;' "21, 2.094,
3&?," 1347* 2104,
40f, 1800, ;2r6s,
550, 1817,- 222c,
600, 1848, 2395,
- 701, 1889, gj4,
866, 1900, 27.66, $3691 39l6
Recife, 18 de'Outubroide i894.
' O Director Secretario
COMPAM3IA
Industrial 'q* coitmer-
ci de estiba >
Ho escriptorio desta coropaohi\ 4 rea do
Amcinm n. 58, a.cbm-*e a doposlcio Tos se-
Dbo es accionistas a capia do bklaocoe mais do-
CDtuentoH exigiilos por le, reamos ;o aooi.
social fiado em 30 de Jobtio ptoximo pasa?do.
Racife, 11 de po'ob-o A. D. Fernandes
, Director secretario.
. COMPANHIA
DE SEGUROS CON?RA FOGO
NMVVUVAVN
. De Londres e Aberdeeh
Posic&o financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
fleceita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
BoxwellWHliam&.C.
3.780.006
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
COMPANHIA fETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BCie-DO VIGABIO N.l, 1. ANDAB
Directores
Bario de Souza LeSo.
Thomaz Comber..
JUiio vJesar laes Barreno.
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel Antonio daSil:
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
sem o que nao tero
valor algum.
Gerente.
_Edward Collire Leigb.
icariemcs
O udio e esplendido paquete
Danuoie
Commandaate G. C. Hicki
E' esperado dos do rio da
EuroDaaie o da Si de Ooto-
bro e eegbira denots da oe
mora iodspeosavel Dora
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideu e Buenos a. fen
NR.Previne-a aos ira. receben de
oercadorlaa, que a Companhia Hala Rea'. -
a, ooniraCtoo rom aenoat Stram fiaveiraviiir
Compaovom servicod vapores Bemaoaes qoa
pa.T.udo Qe Bordeatix e 1 ogr.ac, vnm cbegar a
SontomptoD a lempo de tialaeia-f-m as carga*1
destinadas a America do Sol. para os vapore-
osla comDtr>bia.
. A Real Mala acr-eila por p ecos risoavets pas
saiieiros para Valparauo va BusoosjAvres e
estrada do Ande.*.
Tambera accelta passaeiros para Nevr York,
va Sontbamploo, por especial arranjo feilo coa.
a Companhia AMemaoi Lloy.l, 00leudo demora
rem-3 na Europa cas > o desejareut.
Reduccflo noa preoos daa pasaagenB
y 3. ida wlic
A Lisboa i* cas 20 30
A'SoaibampteD 1* cas* 53 W
Camarotes reservados oara oa pas8aolros ae
Peroaisbcco.
Para carga, passageos, eocommendas e dinbei-
ro a frete: trata-se cosa 09
AGENTES
Amoriro lrroo & C
r
taaa
^ >r-
pprcslaov luO^.a iar Impco taotar,* eoie,
calces, gsTaf. s comnoteiraa RalbeleifO. ia|b6j
res e o oilos ooiros Ao-oitS* de us *i meelico
Sabado, 27 do .corrente *
A'S U HORAS
Na casa gjta roa de S. Joan o ft&v*
O ae i" Gofmao, sator'sidi pela S-a. D.Tta-
ra Luii F* oande^ q0- reii-a fe para foraV"
Estado, tari, ieilao dos mdveis acima-meociO'
oadoa. *
------*---------
Leil
nre
Facilito Mean Mavigatiuii LOiii-
STRAITS OF MAGELLM LINE
O paquete Liguria
ao
*
D8 om terreno em aber i a Pas8feAd, *,af!"
datera, movis, iivros e ama 'ypBrapbia em
hi.m ettdo.
Espolio de D. Porcia (onsisn'ia.de Mel
Sbbadi, 27 do corre
A'S 11 HOR\S
Ka (;ua o. t na rfca <'o Dr. Epamioon i se de
Mello, ent'ada'du D'rbv.
O sgeDle U i.rtiDH fara leilSoa requer meo lo do
rvetti'iante e iMlane tetro <1cb bena deiia+s
por D. Poriia Constaicli ;> M-llo e "por manrf4
do di' Ilm S Dr. |D z do dir'eiW da provelo'Bi
em ena preatnca de mOTem orna jir>ode livr
ra, terreno e orna tyorgrapnla jcisleo'e em
ni'a casa e perteteote ao referido Repoll.
*'.
AVISOS DIVERSOS
P/ecl*a-ee de ama molber oo menina pa
preetar cervicre em cafa re pfquena famiil
mediante paga: i tratar Da traveasa de 8. jo
0 3_____________________^__________
Dr. FrsDxisco Leopoldino parilcioa os
seos i lientea a emigo, qoe madoe a ena^resi-^J
denna para a roa da Saot Crrz o. Veode-ae orna cana pequea, ita a ra dos
Gosrsrapeg n. S : a''raar em Oliqda, S roa de
Mslbiaa Fe reir n. 67, lav-oa.
Alea-se om viveiro a b;ira roa/' ep Afo-
eadne ; liase do largo da Pas o ]8i. i 3 'u.
do Pilar n-56.
onfraria
DE
S. Benedicto, desta ci
dade
Assembla geral
D ordem do do ao i a-istiaao irmSo preaideo-
te, po convidadoa loacs m Doleos canasimor'
irmaoa sen comparece era *-m oosao capnoio
no doiriDgj S8 do correettr. pelas 10 horas a<
manta, para aesembia geni, alim de traannos
de negocios leodeoles a nosaa cjd raria.
Secretaria da veneravel confraria oeS. Beoe-
dicto, erecta no convento dos reli#iooe franela-
canos desla cidade, 25 de Oombro de 1894.
O tecreta io
Haboel Geouino.
Sauta Casa ce Misericordia
do Recife
De o'dem da Illma. junta ado_ntetraUva da
Sania Casa d- Misericordia do Recife, faco po-
tlico que peraoiea meemn judu, em saa tesae
de 30 o correle, da 3 bo-aa da tarde, aerao
lavaaos i praca oe orreodamrotos aoe- pre .loa
n 45 a rni da Moeda e 46 a ra do Amorlm.
aendo a. propoB.a8 em cartaa fecbadas, coro
declaraco da offerta aos prop -nentes do neme
00 Qador, a couteoio da juu a.
, Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 26 de Ootobro de 1394,
O esenvao
Jote Honorio B. de Meoeies.
Compauhia Morth Htish & Ser
cantil c 1 nsuraaee
Gapita. subscripto 1,000,000 0- 0a
Fundos accumulados 9,452,452, 18a 5*
bbcb:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* S4
De premios sobro
divida 992.379 6' 1*
>,
2.4t'8.196. 12- 11a
N; B.A reparticio de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
66 responsabilisa pelas traneaccSes fei-
taa pela de seguro sobre vidas.
Wilaon, Sms &. C-.
m iTiiiiL ns?mcs mmi
:l::e:
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital t,00,00
(Bis S4,OO0;0O04OOO)
eaouiiA edificios e mebcadobias
CONTRA 0 FOGO
7 ATXAS BA I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PBEJIZO
Sem desfonto
Agenta-i
lU\OW\S G.
Caiuossm
Segoe pan o porto cima o biate Dos te
Guarde-, recebe carga ; a tratar na roa da Ma-
dre de Dena n. 8.____________________
CoBp.nl.ja FeroaJBliBcaoa de
Savga{io
POBTOS DO NORTE
Parabyba, Naul, Macio, Moisoro', Ari-
oaty, Cear e Camosaim
O paquete Una
Commandaote Soarea
Segnir para
os portos cima
indicados no dia
do corrente
_________________aa 4 horas da
larde.
Cbama-pe a aitenco dos Srs. carreeadores
para a claasola 10* dos coobecimentos qoe aqu
publicamos:
r>o caso de baver algoma reclamacSo con-
tra a Compaobia, por avaria on pe-da, deveeer
feia por escripto ao asete respectivo do porto
da descarga, dentro de tres dlaa depois do fina-
Usada .
Nio procedando esta formalidade, a Compa-
nbia tica laenta de toda a respoDsabilidaae.
Recebe carga, ancommeEdas, pasaageos e'di-
nheiros 4 Irete al as 11 boraa da manba do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cea da Companhia Peroaxnbaoana
n. 12
au?trian Lloyds- Steamer
INavigation Compabj
O vapor austraco
Meduza
K' esjerado de Trieste
at o dia *6 de Ootobro se-
guindo depois da demora
necees ra para
Baha, Rio de Jaoeiro e San-
tos
Para targa, pasaageos,
rea trats-ae coa os
Agentes
eocomtnendas* valo-
Henry Ferster & C.
Ra do
Cjmmercio
1 andar
n. 8
K Ta? k
Espera-se do so! at o da
89 de Ontubro segoido oe-
,Doi$ da dimora do costme para
Liverpool com escala por
Lisboa, La PUfce
e Plyaaouhi
Para carda, pasaageos eacommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com o
AGENTES
Wilson, Socs 4 C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
LE1L0ES
Qu'cita-feira, i5, ieilao das dnas casaa ter-
reas com sotaos i roa Vlsconde de Goyanna ds.
9el_________________________
JLeilo
De osa Imoortante armac4o.de amarello envi-
dracada com balcao com tampo de marmore e
mais perteoces do estabelec ment 4 roa Mar*
qoei do Herval n. S9,eaqotna.
lanta-feira, 2b' do corrente
A's 12 horas da anaab
nte Pinto
Agei
Leilfto
Das dota casas terr as com sotaos na roa Vis-
conde de G yanna ns. 119 e 111
Quinta-feira, 25 do co/rente
Jl's {[ horas
Agente Pinto
RA DO BOM JESS NUMERO 4
Agente Silt^ira
Leilo
De 30 barricas com (ari ba de trigo de 1*
qaalidade
Quinta-feir 25 do corrente
A'sll horaa
Na agencia roa 15 de Novembro a. 41 -
O agente Silvplra. por mandado e com asis-
tencia do Exm. Sr. Dr. jais de direfto dos Jeitos
da fasenda mnoicipal. levar a lellao 30 barricas
com fannba Comoanbla Paoi0cac4o, em poder
de Pedro Jos Pinto.
Os Srs. pretenderes podem examinar a lari-
Dba na Com panbia. ^^_^^_
SEGURO CONTRA FOGO
Roj :il liisura.ii-e oitp.iiir de Li-
verpool
CPIT.iB. 800,000
i^TES-rosim se.
LARGO DA COMPANIHA N.6
SEGURO CONTRA .FOGO
"SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Com [muh i Plienix Pcrnambu-
cana
RA DO COMMERCIO
Pede-se aoi Senho-
re eon8ummidore6
fue queiram fazer
jusdquer cmmunica-
q&o ou reclamaijo, se-
aesta feitano escrip-
CHAIGKDIS ELIDS
Companhia Fraaceza
DE
\avegacao a Tapor
Linha regalar entre o Harre, Lisboa,
Pernambnco, Babia, Rio da Janeiro
e Santos.
O vapor
Ville do R< sario
COMMANDANTE DANIEL
K' esperado -A o dia t de On
tobro e sabira depois da demo
ra necesaria pira ^ .
Santos
(En dirtitera)
Eate vapor enrar no porto
Boga-ee aos Srs. importadores de carra pelos
vapores desta linba, qoetram a presentar den
tro de 6 das, a contardo da descarga das al-
vr.rengas qoalqoer reclamacSo concernente a vo-
lazes e pcrvtntsra tta!t segrids ?sr* o.c
partos do sal, a.im de se poderem dar a teme o
ai providencias oecessarias.
E- pirado o r"ferldo prazo acompanDla n&o se
rsspjnsabilis* por extravos.
*.-*?*.
B cebe carga
a tratar com o
AGENTE
A.ugu8te Labille
9Roa do Cojnmeroio
9.
Em al iiiiisni ftttti mwi
O paquete Clyde
Conmandante A. E. Bell
E' esperado do sol al o
dia de Ootobro seglo-
do depois da demora indis
peosavel para
Lisboa, Vigo e Southampton
Para carga passagens encommendas e dinbei
ro. frete, trau^coa^os^
JLedo
De orna vacea toorina, parida de novo, cem
buerra e 3 novilbas toorinas
Quinta-feira 25 do corrente
Ao mel 11a
Na nraga do Commerclo (LtogMta)
Por occaslao do leiiao dos cavalios de corridas
Por intervencao do agente
Ousmo
I
o
Q
UJ
lANMIN E
LU
r-
2
UJ
AGRAQAVEt
Se recomrrsnda como o meihor
remedio da sua classe a
EMULSAO
XEMP
COMPOSTA DOS
MAl ESCOLHID
INQREDIENTE3
ios scientitftamente e
reepeitora n<:llior
pireparacao de
OLEO DE FIGADOv < BACALH'AO /.,
s COM *.
HYP0PH0SPHIT08
DIGESTIVO
n
O
33
H
O
>
m
m
z
o
o
X
o
>
* '
\m
*' V
Verte-se' S^Thjdpe-
des nbVes d*^ sysiemrt o
mais nQdeiuo quem pre-
tender pode exaniinaj-
os na.lii^-BaLrSo a vVi-
ctoriai^t \Yandar.
P.ewS-sn oe um
trat-r na ra na Ctfa>t
teitur uu
fin R-rlfp
juroiu-ir.i ;
o M.
Precisa se te nm c>peiru ; a ira a.- na roa
da Cadels do Hecile o. 38. *-"
Alnea-se a casa com anua, no paleo do
T>'CO n 85 : |tintn nt> dir oot) alnea.
Coras Mortuaf ia
Explendida exposi^o de Coras Mor-
tuorias em flores' de biscuit .e panno,
offerece ao publico e aos seus-.fregue-
zes <
A Loja do Colho '<
56 Ra da Imperatriz 56 -
Vende-se
'leaos mllbelns de tijolos de taramento,
osados, marra antlga ; no armaz m da'bola
amarelia do caes da i.eeeoeraio.
Vende-se
A (averna sita 4 ra Loit do Reeo n, 47-D :-a
ratar na mestra, on com Vuira & Silva 4 rna
ti S. Fr&ncisco n. 28.
Taverna.
Vende-se nma tavarna em ponto pequeo, para
om priocip ante, na roa das Pemambocanas'
(Caponra) n. 96-0, hvre e desemtaracada ; a
tratar na B-ima. a.
Cal Branca e Vir-
gem de oiasiia-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica,
exploradora da cal bran-
ca e virgen), avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes neui
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
sen armazm do caes do
Apollo n, 1%
tiesin re ra ,e crtid
.*
Prensa se i a tratar Tjqa do C'm'me'rio DO-
mero3I.
%
-^~
Dents
?
Xarone de Sumarv
Este agraflavel e enrgico mefinSaaen^f
o exterminador das toases,^reajentea
antigs, eatharroa, atff .e3es( broocbit
chronicaa, ronqaidSea, e em geral contr
todos oa padecimeDtoa provenientea-da i
ntacSo dan van respiratorias.
Convena como unitivo ac tyaieos. '* v
COMPOSiyAO
^-*
+."
< V
1H
Mr Mi Ss Fein"
3f *
--->.
aala.'
Approvado pela respeitavel
de- Hygiene
Prop gado rea
Baptisla & Fifueiredo
Eccon'tra-se em qnalqoer pbarmacii

Brancos e de cores recberam
Conrado A-aatanes rt C
Um importante sortiment acabara de
receber
Conrado Antones Jt C.
A' BfiTA

Termina a horrivei^dor de denles usan-
do o ezcelleute preparado de Manoe!
Oardoso Jnior. .'
As cartas que lhe tero 41'do dirigida
pelos jornaes de maior cireolacao, attoe-
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francfaico Manoel da Sil-
va &c C, ra do Marqu de Olinda
n. 23, ""^_
, Pharmacia Martina, rna Duqme axias n. 8%. v
Pharmaeia Oriental, & ra Estreita de
Rosario n. 3. .
Pharmacia Alfredo Ferrira, >rua o
& rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario 31. .
. g ___^,
Eft para desQccripar-se
U i a tra'ode f--> com mllTkpa crmmodoB e
tgoa.'too.Caminbo Novo, alogoel lo # meosai, e
qotm tlesejar a prferenla dtrija-s: ao >rcprie-
Sao nHgnificos
v Moura & Costa.previnem ao publico
que j se acham venda alguns produr
ctos fabricados pelp conhecido indus-
trial Padre Moura de sua fabricaSPra-
zeres, como sejam : os puros vinhos 4e
caj e janipapo, co finissimo- Hcor.
As vendas sao feitas em> grosso e a
retalio em seu; depsito.
Ra 15 de Novembros n 45 A
^ Antigo imperador______
Ao commercio
Os afcalxo asaiEOados, estabelecldos 4 na
Amoni*n, 17, sob a firma Pinto de Cactro A C.
eciarero qoe em 17 de Setemoru prximo pas-
eado dlssolveram roieavelmenie' a sociedad e
retirando se ossprios Pinto Rerrtra 4 C. pagos
e *atli(eito de sea capital-e leeros, e ti ando e
uoaeA ao activo e reponsavel pelo passivo o so-
cio Boiebio Haooel dnosla, soo sea nome in-
dividual. -
Recife, 1S de Ootabro de JS|i
A'/rgo de Snz bio MDoat da Coa aFrancisco
Marques de Qll'etra.'
KtBto Ferreir A C7
FANTAZIA8
E' hndo o sortiment/). de tecidos senda
impoasiyel de se desorevtr a grande va-
riedade de tec'doa de fantasa, Beda,
12a, Dnnaouk, cambraiao branca e de co-
res ; pede-ae ao publico em geral a princi-
palmer,te aa Ezms. fumiliaa de visitarem 0
CoDgres^o das Damas
Carvalho & Almeida
* BA DO CABGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Etagres
Bonita variedade em madeira entalka-
da e charao Mesas e toilette! pars s.*
nos, receberam
, PEDRO ANTONES & C.
3 lena uaqir de Catxla
;. v th oovidade
Em finos bicos e rendas, desde a ma i
Sna seda ao meihor Valenciano, recebe-
ram
"*.'-". Pedro Antones & C4 ..
">., Ra Duque de Caxiae
IVIuitas novidades
- A 59 VA &PERANCA 63 roa Doqoe de Ca-
xtas acaba de receber um expen ndo sortlmento
de-ioiaa americanas e que ba de mais gosto ga-
itiirViTK'-se a*qoalida(te por 30 annrs.
. Lindtjs oroebes para seoboraa, braceletes,
g^upoB para eDfeites de cabello, botoea, voltas,
mlnaibas. cojttlaioes, relogio? e mo ios ootroa
artizog qoe axbarr-ss expostos as viinnes a es
cotba dasExmas secboraa.
Um vanaaif8 mo sortlmento de rendas o qn
ba deBals gos'.o ""
DeseotK) e sedas para bordados.
Canellas e vena para nojvas. ,
Eoxovae,' pa^a baptisadbs. >
Mos^oi'.airo hranc ? dp co'res^para ramas. .
T>EDR" ANTNES & C
63Ra i Doqoe de Caxias2
___________________________________________________________________________________________________________^^_________________________________________________.___________________________- m ,v ,'*
OS 70lOCDGdSt33 .
, Avisam Conrado, %ntnnea 4C, qoe
receberam lavas para este oti divert- '
ment.- i*. k p, ^v -
a* um v>
praCa da independe/cIa ,
Na* 4 A 8 e lo
o
Leilo
De 435 eaccoa com farello avariadoa d'agoa ni
gada, descarregados do navio si lea So Olto>
Sexta-feira, 26 do corrente
A'ull horas
No trapiebe Livi amento
0 agente Gosm&o, aotonsado, fara Ieilao por
conta e risco Je qoem perteocer, doa saceos com
farello cima mencionados.
Grande
Leilo
De movis, espelbcs, leudas,
vidros, porcelanas, plan-
tas, passaros, etc.
Nexta fclra, S do correte
Roa Marqoei do Herval aotua roa do Sol D. 13
junto ao bilbar
A's \\ horas
0 agente Hartins, aotonsado pela Sra. D. Isa-
bel Mana da Silva, qoe mu la de residencia.
V-j i o Jornal do R-cff.
Jeiiao
De 39 caixas marca A. D. I. C. om 1,998 libras
de mantelga, em latas de i el libras
Sexta-feira 26 do corrente
A'S 11 HORAS
No trapiche Livramento, lado do Caes
Por occasi&o do leiiao de 435 saceos com fa-
rello
Por intervencao do agente
Gusmao
Leilo
De ama mobilla de jobeo ctmp'ata. 1 espelbo
grande, S quadros, 4 pares de jarros, 3 etagres,
x candietros, S escarradeiras de porcelana, tape-
tes, i cama pata casal om copla e coninado,
1 colxio e 4 travesaeires, 1 toilette, 1 goaraio&o
pira toilette, 1 cabide, 1 lanterna de mola, 1
guarda louca, 1 mesa elstica, 1 aparador, 6 ca-
deiraa de jonco, 1 lavatorio de amarello, 1 dito
de Ierro, i macbiaa de costara, i mesa de piano,
sczoss
As sezoe?. febres intermi-
tentes, palustrest renitentes,
dores de cabera, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall velmenLe com as
pillas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
BOTICA FRAWEM
H. RonOjUayrol
22 Ra da Cruz 22
Aluga-se
Urna rasa em Ulinta 4 roa de.-. Bentc n. 51
iraiar na rna da Madre de Dos n. 24, Rectle
es:nptono de Coimbra Goimar&es & SoDrinbo.
(Josiobeiro
Precisa s de nm bom cosiobeiro, ass drom criadmbo a tratar oa rna do Carmo
cbalet o. 55, em Olmda.
Caxeiros
Precisa-Fe r,o depisito da Fabrica Caxias, mas
qae prestrm anc 4 esa conducta.
'*.
_ :
chateleinea, cadeia,
VIXHO do porto ADRIANO
Tnico 'nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COM AS IMITACT5ES !!
UM1GOS RBC&HEDOHBS
Gnimnrles a: Vlote
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Garvo acimal
Rensbe-se qoalqoer eocommenda on pednlo.
na roa de Bemflr 6 merceana Looreir.
Telf libn. 478
Pregos americanos
Vendem Beory Forster &.C., em seas arma-
ten* de farina de trtgo, caes da Regenen(lo
os. 3 a it, on do seo escrlptoro 4 raa do Com-
merclo
Alten cao.
Vende-se urna caldeira multitubular ;.
urna machina a vapor de forja de 4 ca-
valios ; 186 formas novas de ferro gal-
vanizado e um alambique com serpen-
tina existente no Engenho Fragoso,
sito na comarca de Olinda.
A tratar com o Dr. Jos Antonio
Saraiva Jnior, no escriptorio da Fa-
brica de Tecidos Paulista, em Paulista
Demarcncao de trras
Pelo engeoiiro C C. Carlioi, residencia na
cidade da Escaaa, 4 roa do Rio o. II.
Attencao
Preciea-se alngar o mata perlo posstvel om
terreno qoe sirva pra pxbsqa., prtife'e-se qoe
neja cercado e qoe ten ha algoma coa sti necio : e
I ratar na roa nova n. 31.______
Feitor
P'pcis--~fl de om feitur : a tratar na praca da
Iudependencia, loja da Bri?a.
Ciiado
P pci-a-sede oo ciado : ne roa i!a Soledade
ti. 38, pretenodo- e menino.
Cajurubeba
Este enrgico e prodigioso medioamen-
0, qoe comecoo a aer vaigariaado em
1883, e qne tSo proficuos resaltados tem
prodnsio na cara do reamathismo, m -.-
eatiaa de peile, encorrheas, asthnia, doa
Ktfirimeotoa occasiona doa pela impnreaano
1 vo?oe e oaa differentes tormas da eyphi-
lis, estevepor algnm tempo para!ibb do por
circnmstanciaa imperiosas; e boje, porm,
r?apparece com todo sen vigor; e d.i
eiperar qna continu a merecerdo illas-
t ndo pnblico a mwma aeoeitacSo de qna
impro goso o
Approvado pela respeitavel Jauta Cen-
tral de Hv ieoe, por Deoretoa de 2 de
Jnnho de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
C aa poslcao
0%
I-i, Bino on,,ido de Fteaeitei
PROPAGADORES
B.aptista& Figueiredo
A renda em qoalqoer Pharaaoia.
, Bijouteria ,
Rosetas, broches, collares
settas, pulseiras,
medalhes, ai-finetes para gravatas eaoo-
toadnras o que se p.de dse jar de mais
chic e fino, novo Bortimento receberam '
Conrado, Antunes & G-,.
A BRISA
......... ---------------------------------------
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes &c C, um
variado sorti ment
Coorado Antunes it C-
A BRISA
Upn de Gaze e ftnnas
Oltimaa novidades de Paria- receben/ a
Congresso das Damas

;
O mais completo e variado sorimento
para homena, aeohoraa e meninos.
. Sedas
Bracoaa, pre tas e de corea, isas e la*
vradaa.
Cachemiras
Cortea Dordadoa, eppartilboe, linona
peret linas, levantinas, cretones, zephiro,
obapos de sol, camisas, pannos, coilwi-
nhos e peitilhoa.
Perfumaras doa melbores fabricante!,
etc., eto.
Todo se encentra por preces resnmi-
disumos
NA
La Gran Via
U A-Rna da Smperatnf-^8 A .
DE
Othon Silva 9' C.
Galoes e Guarn^oes
Oom vidrilho e Bem vidrilbo acaba da
redeber lindo sortimento o
GONGRKSSO DAS PAMAS
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfes pplica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14.
Regulador da Marinba
Concerta-se relogioa de algibeira, pon*
dulas de torre de igreja chroaometroa da
marnha, eaixa do manea, apporelhoa
elctricos, ocaios, oinoculos, ocolos da
alcance, joias e todo e qnalqner objeotos
tendente a arto mchame*.
9fina Larga do Boaario9
"

)

mmmm
--.


I
Hh
*\

-
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>
A
?
'i.
i
Plario de JPeroambaco ftninta-feira fr5 de On liarla Jua e Hlqaclra Borgea
Ai uva
tJaf DtMc-e da Silva Sobrfnbo, sos
mulher e Hito H-iBriqae Breas oa
Silva ana osiner retios. Jj.c H. ua
Silva, saa-nolner e loos. Alfredo tlor-
nes da-Svu, Aolooio t. da Silva, anoa
B. ca Silva, sen marido e Albos. I doro P. de
Siqueir e Jo* Antonio >e- -aoeira, agradecen)
do intimo a'alma pes.=oas que b< diguararr
acoiapa bar mea uliisna morada o corpo de -u i
idolatrada e naac. eiijneeida rrS', sogra, av e
irmii, Mara Jos de tqneira bVgee da Silva, e
de novo as conv d ami)!08 para assistir.m as musas qu* cor iiua
almu maudam celebrar na matriz d- Boa Vmia,
pela:) 8 horaa da rnaaba de sexta-feira 36 do
corriou., eeumo da c-'o a o passacco to, pelo
qae ge confessam moto strad- lio*.
t
Silva
Gustavo Pt-relra aa
1- anniversa-to
Hara Maree ina de .etos e Silva, Francisco
Xivier Pereira oa Silva,' Jos JeroByroo P"'ei a
da S Iva, Harta Julia P. da Silva e Amelia H.-le-
na P da Sil*., tcan.iam celebrar oiissas oo*
ii I roa desea srmpre lembrarto esi.oro e p*i, Gu
tavo Pereira da Silva, e de novo conidam acs
cernis preme* e amigos para aseiareai a-
miagas qoe pe o eteroo repotso de toa aim
niantaai HM ao cr>oeoto de N. S. do Ca*mo
em (.linda, e oacapelia^io Aajlo de lleodcida-
f'e, ds 7 1/2 boras ta Machi uo da 25 do cor-
ren Detideja gradecem a todoa qoe s clgnarem
FSSH'r a R'p rld rtp re'ulc < rr\*sti*
t
. Amalia Cor b l.em de !-
vei>a
Eduardo Angosto d- Cliveira e eei.s tilb \
puosnos da mais ace ba ccV pe!o prematuro
nueaatceatJ e su iiresdisstmv fjposa e tiai,
D. Aaialia Coelbo Lemos Ce Olivei-a, agradecen.'
do t'aum o'aima .> to-vs es parqieo e an-ieo
que fe ftigraram acoco; anua -a at a toa ol mi
mora- a a os convidara para assislirt m a rotsa-
que pe oso repouso eterno mandsm rezar o>
matru aJJ i-Vims, pelas 8 boras < a maoba de
27 do .viDi, 7* d a do sen passamento.
Irma Virginia Jano**
JoaODa do Beso Maia T .vp s, lendo de ruar.-
dar rtfiar mil, 8 pelo et-cu repousa de toa
praoteada maar nbi e ai. .'a, irrr.a Virginia Je-
nizu, Cviu>ia ao -etias amgas : ara a?sj8 rein
noceu;H-"io de O inda no da 26 da correal-,
As 6 !/- bu as da insana fican o des.e ja anta
a c'os Dlo ce De: rec cotniu ao relfri'*o acto.
t
.Viciallaao P, linera de Keiia
ToecJura cieme..ca Ribei o de*Sou2a cib.i
ttihis Mari, Aioeruna e Lcilla, Joo C. R 0. iro
de Boa* ana mu:< er e DIQoa agradeceudo Uo
fnnl-j o' Ima a todoa qae a a r.^ram a orop-
nnar a tu. .m iom morada su iq itsj esempre
ebora-i) eg'oso, pai. irmLo < no. cpjvidm.de
novo aoj i aa am os e ao do fin d>, a;a.s i-
ram a.i uiImj 6 io.. qo- golf- tim a alna O
m; o la.do, no du 29, as 8 bara->, na roat- z
d K. J.j dada e iel>giao, e ptlo ,u^ Ibes aerao eterna
metie : K'ideetdM.
f
Legiao de Soccorros Mutuos
dos Olfciaes da Guarda
Nacional.
Trigsimo da
De ordem do Sr. uiaji.r pr-sidente, convido a
todos os associa os dJL-uo a eo upa-e ere:
fia i.re|a da Goacaicio do >.miares o da 26
do corrale, pelas 7 no aa da maob, afla Ge
aseittiroios ama missa qoe m oaamoa reiar por
alma uo ooaso codocu capno Adoipb G. e-
ro Civalcanie ; afsioi como convida se a eeu
fllb.-s, pareaies e amigo?.
Sticrttari da Legiao, 25 de Ontab'0 de 189i
Gapitao Jote M gur dos San.oa
1- sucre ta i o.
Bacnaral Prancelln* Bernardo
4|iilniro
- 5 aoniversario
Ca lilaos e genros do bacbarel Pranrelioo B.
QniCteiro, coavilas os sena pareolea e amg a
para as- slirem as mismas qoe por alma uo seu
cborado pai e ogro, maudam cel br,.r ao coo
ven! do Carmo, no dia 26 de u nbr'j. As 6
hor.ii da madba, palo qa- ae cjafcssam etero
mente grsioa.
Jua Angualo tfe Let oa
Antonio Augusto Je Ltiu .> e ana comer, Jos
Augusto de L-moa Sobnupo Angust J de Le
mos (ausente) Jo* M de Lemos e Maooel ai.
de Leo os, irmSos, filos, connada e sonnobo oe
Jos Aagtiaio de Lemos, fallecido no da 20 do
coucnie, no B o de J-nro. maadam rezar urna
mi.Rii no sabbico 27 do cjrreate, aaSbiras ea
n- :.5, na Igreja de N. S. da Gloria ; e para
aaatetir a eae acto de re lai.io e cand-:de c n-
vidar- a- persoas de soa amza:e, pe'lo que Ibes
ficaril* ete mente grato-.
Amas
Na praca do T.radenieE r.. 2, preclsa-ve dr
orna cosioaeira e cutr tn^ommadeira, paga-se
bcra o-d' nado.
AMA
Precsa-se aJugar urna rapariga para
cuidar de-uia crianca ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
AMA
lia Capuana, roa das Crion-
la-.. 11. 15 A, precisarse de ama
amia para cuidar de urna eri.
anea de um auno.
6A.XVJl4AA
Prnciaa se de urna ama que saiba cosiebar
preferlodo ae qoe dorma em casa ; a tratar na
roa Larga do Rosario o. 10. I- aodar.
Precisa -t de orna ima para roldar de crian
ca ; na do Bom Jesos n. 22.

Precipa-se de otra ma para corioba ; oa Pra
5a Maetel Hinbeiro n. 9, 2- andar.__________
Ama
Pri5c*8-Ee de uo a ama pa-a coslcbar e lavar
a tratar 00 pateo la Saeta Crn o. 18.
Ama e criado
Precifa-se da ama ama para anrt8r com me-
nino, e de om criado para aervico de fabrica :
na na rfa Conc rrii 0. v
Am
as
Pr.jciss-te de doaa amaa, aendo orna para
coi'1 bar eontra para servieps domeatlcoi- na
mrBattii de S. Borja n. 3. "" OT
Ama c criado
l'recif .-ee de ama ana e de nm criado: na
ra Urg do Rosarlo o. 3.
S"fejux (Jaaaeaossa. Psmmia Grunia. Sxpooito XJatrrmJr PbltIm 1889. jjk
i* XXfctamaa o Honra, l'SOmdaOaui Ce Churo o 6 aedalhu.9 de Prut*.
cttja a&sy. o soH &zirxa f.^
' o melhor alimento para as crlam;a3 de lepra dade. Snpfrejb>
lnsufilciencia do leitematiiialefaclUtaodeauaina..CdiaseuW
aso iio ha diarrbea nem vmitos u sua dlgesto 6 fcil e cooipieta. WM
ntpngi-n tambem rantajoaamenta como alimento pan -J m
Adultos s Convalascantes que tm ettmapps delicados. f
LEITE COH0EI8SADO NESTLS
| *?erladtro ItrTE PHBO Ofl V&CC&S SITISSAS tendo cooserTado seu aroma efia
todas suas gualhiadesiutnuvas. Aleta dos srandes servias queesta conserva presta Frota, xS
[ao Kxeico e aos Hs-,iltaes, ellatcm ganhado sua per*lro na alimentaco dos particulares,2jp
,ao luea ella assegura um le te agradavel, saudavel o natural. iZJSt ?ZSi : EB2TBI BTIST i Mam FailtM : VZVBO aa PJIS2ASO.
J A caa Xenrl JTeatl nao tem Jials, como outr'on. um nico agente para o Bntmil ;29
saus productos cnam-aa as priiiclpaea casas Ijiportaderas, drogaras, phanuaclka a lujas
do comestiveis. .
HENRt NESTL, em ?EVET. } fZZSZUZ ST&H* ^t"*"*
DE
TNICO
ANALPTICO
REC0NSTITU1NTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalasccntes,
as pessoas idosas,
as Uulheres, as Crisugas d&bit
as Pessoas
fracas de ConstituicSo.
1
JUINA',
L?'3
COM OUINA
SUMO OE CARNE
PHOSPHATOieCAL
Comporto
com Substancias necessrias
e indispentaveis na
forsr.acao a no dessnvolvlmcnto \
da Carne
muscular e dos Systemas
nervosos e nssosos..
OVINHO DE VIAL c a Associfao feliz los Medicamentos mals activo, para combater a Anemia, I
a Chlorose, a Tsica, a D; Gastralgias ou Gastritas, a UKu-riia atnica, a dade critica, a
| Frouxldo geral, as lungas Convalescenclas, to. Em urna palavra, todos quelles eslados de Lan-
Siidez. de Emmagrecimento, de E>golamento nervoso, asquacs os temperamontosde hoje esta.;
. talmente predlspstos. m I.yon, l'harmaeia J. VIAL, ra dr lluurlion, 14.
iltts a Pernambueot FRAN" K. QA SH.VA a O* e a todu u FUmacias t Dr|arlas.
VINHOdeBGEAD
Ml-NUTRmV(

O melhor. e mais agradavei dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de^ Pariz, nos casos c'e ANEMIA,
CHLCROSIS, FEBRES de qualquer naturcza.DOENgAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENgA.s.
Se acha as principaes Pharmacias.
de FIGADO FRESCO de BACALHAU,HATURAL e MEDICINAL (FrascosTazajrov&amHL
LNICO PHOPRITARIO : HOOO, 2. Jtn.J Castltllone, PABIS, z MU TOBAS i5 anu.rn|
SIMN VOLET AIN & C" uecos siumsorts le VIOLET FREREO
Em THTJIK (Pyreneas-Orisntaea) WMAJTQJl.
lalasa
Casannlca para Q BYR RH CDB TiI!kG*
- O BTRRH ama bebida cujas virtudes fcanioas torncu-se
escuzado assignalar.
Coinpsto com vinhos velhos d,e Hespanha extepcionalmente
generosos, pstos em contacto com substancias amargas indiciosa-
mente escoliadas, este Vinho contem todos os principios das mesmas
e nao tem no estomago acjella acao corrosiva do alcool qae cons-
titue a base da maior parte das especialidades oFerecidas ao publico.
E", ao mesmo tempo, muito saboroso ^ absolutamente irrepre-
hensive? ao ponto de vista hygien*co.
0 BTESH pode ser tomado a qualquer hora, sendo puro na
dose de um clice de Vinho do Porte, como tonto; misturado
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
KXPOdICAO UNIVERSAL. OE PARS 1689 ---------------------
OTJRO (o mais alta recompensa concedida)
a* can. de FRAB*- a da S'iVA & 0* bu principa** caaaa.
GURA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
Uedalha d Priti na Exposico Unlnrtgl da Barcelona $m 1888
Madalha da Onro, Paria, 1885. Diploma da Boara, Parla, 1884
e Injecco de
KAVA- KAVA
DO DOUTOR F0RN1ER
BLENNORRHAGIA8
SPERMATORRHEAS, CYSTITE8
URvTHRITES, CORRIMENTOS
anfermidades, recec?i ou antigs, curua-M radicalmente em alrnns dias,
aefredo, tem rgimen nem tisanas, e semeaofar nem perturbar 01 orgaos digestivos.
**W" ** cada pilla, mobrm tuut* eaiza, motr* dada rotlo.
a abBigaaturm Kmm. mrnnh.
PABIS, 22, Praga da Hadelelae. 22, PABI3
VINHO QUINA PYROPHOSPHATO-FERRO
PKEPAKaDO NA
MKMBRO DA ACA..^MIA DB lBDICnfA DK PArtlZ
sta preparacio 6 proveltosa as Crianca frota e reaitae metito; convem tambtm ai Henltoi-a* fraeau ou *.nrmtcam, ka quaes farlllta a ffrn*.
ti-tiacdo e previne a (tfflculdades da iadr crii ira, activa o remtnbrlreimetito da
saudu depols do parto. Keslabniceo a fortnt rirft dai liomcns enlraqu'icldoa e taaau-ltiea
as Dlg+nMrt ialtorioman, i. sperta o ap;.etta sem produztr os ardores propnos a* oulras
prct-araces, _io d lo^ar a priso de ventre. diarrliwa ou raoiga do estomago.
T por Isto que deve ser ccn>lderdo como o tnelrior Kacenerador do Sancaa.
4fa> a nrar u .Imitaron e FaUiumrS^n fraumulrnta: uHa-m i Aulaitan
BBHtiB. * PHARMACIA MOBIQUKT. 23. raa. de U Moainala. PARIZ
Dapoaltarlo tas araaaiBuco FraiM- M. aa Silva V
ooooooooooa
ASTHMA &
Curados pelos
ciGAxaos
o r
OPPriESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
APl'I^VXDOS ti LICFKCiAnoa Pr I.A IXSPCTi>lt IA liERAL DK HVOIKMB l'O BRAZII.
Venaa por atacado J. ESPIC. 20, roa Sairt-Lasare em PARS. tix-ja-te a firma:
BroaiTos mu todas ai pkimcip.kh phakhaoui di fhaka z i o extkais .**>
GASA PINET, MARGASSIN, FUNDADA EM 1852. PARIZ
EXPLOTACAO GERAL do CAUTCHUC
POR MEIO DE NOVOS PR0CE3S0S APERFEigOADOS
Espeeialidade em Instrumentos de Medicina e Chirurgia
Tubos blcos de mamadeiras colchoes saceos para gaz__
almofadas injectadores orinos pessarioa, etc."
fundaa
ESPECIALIOADE m BEXIGAS de BORRACHA
PARA FUMADORES
Enviac-se os Catlogos (raneo.
FOURNIER & PUJALET, SUCCES
34, roa Turbigo, PARIZ
____ Fabrica : Aux Lilas, pbrto db Pariz.
As nicas Verdadeiras Pastiihas de
VICHY
PASTJLHASVICHY-ETAT1
Vendidas em caixinhas metallicas scelladas .
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACO DOS BANHOS
_______** 3e Malo 30 de Setembro,
Baa
,"lt eaParnamtuco-.AVa. LABOU: MARI m
ATA JDWOfl e au anacales rsirouu a (npaa,
Attenco
R( ga-se de novo ao Sr.
Joao Beato Monieiro da
Franca, mestre da officina
de machinas do Asenal de
Marinha, que nao tenha re-
ceio de vir roa Duque de
Caxias i. 30 cumprir sua
palavra que se acha empe-
nhada a nuito tempo pois
al hoje aioda nao acer ou
com a casa mas sim com
terceiro para pedir suspen-
^ao do chamado .pela im-
prenta isto sersynico!

Fogoes Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
C, Ru^ Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Precos ,sem competencia
vinho-CLRETE ESPECIAL-
DE
Stnve Rocha aLefta rt C
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEIQES para se
obter urna digesto sadia e nutriente.
Encontrarse as principaes mar-
cearas.
NICOS RECEBEDORES
(;ini\i!j>; & valexte
6 LARGO O CORKO SANIO N.
Boa occasio
Uma aenhnra e'iranrlo se para Boropa cede a
sea casa deprDs^o, recominendavel p^la rica
po-i>ao d- rasa cooij lela serii'iade e oro bou
ervico qoe a hoje tem ti lo aneciado eerurre
pelos seos ri-ccm'i-eniavels pensionista*1 : para
.18 comicOe d^ v.'nda e alneoel da casa dirija-
" empresa r.o Diario.
Quena quer
Vpnde-se orna carroc< ipria para veod r
3*ua, codeodo se t'aoffjrmar pa a c.-.i.xao, secdo
que a reda feia pelo tysteoia de rarro de en-
genbo : anen pretender di-ija-se roa lo No.
Oetra o. 20, ^ae acoara com quecn tratar.
oarato, nfiva. bem ronstroida, a vista fai f.
EngoGmadeirgs
Precisa se oa i'ninrana A roa das Flo-ea nc-
Bii-u 35.
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch
lorose, oa cores plidas, opilacao frial-
dade, e todas as molestias qua tem saa
origem na pobresa do sangua.
Nao h remedio mais efficaz qae as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiraa do Dr.
ilvino Cavalcante.
Frmala approvada pela Illma- Jonta
de Hygiene de Pernambaco.
Precos de ama caixa 15500
Meia duzia 8100?
Uma duzia 15$ 00 3
DEPOSITO
BOTICA .FRANCEZA
H. HOUaAYROL
22 Ra da Cruz o. 22
Carduzo & Zrmo
Ra doBarao de Triumpho ns. 100 104
e ra do Visconde de Jxaparica r e 4
COMMUNICAM a seas naverosos fregaezts qae tem m dep sito e rece*
bem regularmente da Boropa e Ame. tea todoa os machiaismos e ferragans praoirat
agricultura d'este Estado como sejam
MACHINAS a vapor de iorca de 4 10 cavos. .
CALDEIRA mnltituhulirea to todos" oa tamanbos.
MOLSD vS as mais solidas do mercado e e difiarentot tamanbos.
TAIXAS de ferro batido e fundido.
BOUA8 D'AQA. '
RODAS DENTADAS direitas e angulares.
CRIVA^lS de trro fnndio e batido.
BOMBAS de repucho de differantea syatemas.
LOO AMOVIS de diversos tamaohos. \
MACHINAS ds descarocar algodo.
CANOS de ferro gulvanisadoa, pintadoa e de chambo.
ENCARREQAM SE de qualquer concert para u que tem anas offieaal
bem montsdaa e cuna bastante pessuai e dirigid % pur doas engeoheiros bastante .pra*
ticos e coobeoidoa.
MANDAM vir da Europa e sncarregam-ao da montagem de Usinas e rei^
tiliacSes, garanten) sua boa qualidade e fo caiooamento co uo provam com as divor-
sas que te n montado.,
VENDEM a praso ou a diinhero com descont e a precoi resumidos.
SBMBNTR8.NOVAS DE H0RT4LMS
iOWLEfi OlfllIifO.
. Ra Estreita do Rosario (junto a Jgreja)
Primas Mecdes & C-
GNEROS DK pRIMRIBA OUALIAOE
Tudo quanto se pode desejar para uma boa despees, prtyos 0 S3 ZZSSWMo*
possivel.
Baa Butrcita Ja anaria ( iUt
Pocas Mendes & C.
E roopeiros.
Ba Estreita do Rosario (anoaIgrcja j
Pogas Mendes & C.
Vinho da Serra da Estrella
O nico vinho que mais se pode apreciar na comida, nao tem rival.
Baa Estreita do Rosario ( junto a igreja )
ro$as Mendes & G.
OD81B.A.S Doce -vxavxxs
Como sejam :
Cestas de diversos tamanhos para compran j
Berjos. .
Ba'aios para papel.
Lindas cadeiras.
Ra Estreita do Rosario (junto- Igreja)
Po^a llende & C1.
Vinho para missa, puro
Em garrafas e ancoretas.
Ra Estreita do Rosario (junto a Igreja)
Po^as Mendes 4 .
Frascos v. sios
Gimpram-se francos de mafoe ta fluida, va-
stos, paga-se bem ; aa roa Batao da Victoria
nomero 37.
3l!51IIIIIIIII||lflHIIIC

LUZ E
ANTE,!
i

L0I.GMAN & MARTNEZ,
NEW YORK.
sai Livre de Exploso, Fomaya Mo Chetra
A venda em tod ,s os
r-,, arn;szems de seceos e mo
CIE/IHIISNI
Licor depurativo vegetal iodado do me
dico Quintella
Este Dolabilissimo depurante qae veta
precedido de lo grande fama, infallivel
oa cara de todas as doencas syphiliticas,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenurrogias
gudas e chronicas, cancros syphiliticos,
ioQammaces viceraes, d'olbos. ouvidos.
gargantas, intestinos, etc., a em todas as
molestias de pelle, simples ou dia Ibricas,
assim como na alopecia oa queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turaco mercurial.
Do-f e gratis folhetos onde se encon-
iraD numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos alicatados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
fARIA S0BRINH9 & C.
Rm do Mrquez de Otmda n. i
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e33
Este importante estabekcimento, soba direcc^o do-seu hbil proprietario MA-
NOEL GARCA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura a
pintura interna, j pela promptido e aceio do servijo culinario duaneiro, ja tam-
bem pela posico hygienica do seu edificio.

Depoia de innmeras transforma^oes por que tem pausado este Hotel, cpnsegaio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje ama hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARIAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares a
banquetes, a contento dos Srs. pretenden tes.
APERsETSVCg
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostin's, salchichas, etc peixes enf
latas, queijos flamengos, suissos e do sertaj^" doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEOA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, todos recei-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito da
bebidas de sua iraportagao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que veude as melhores condicoea do mercado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMROIAL
Ra Larga do Rosario ns. 2.9, 31 e 33
-f^
.


niNDICAO
ALLiNFAfESSOaSi
44-RA fiAEO DO TRIUMPHO- 443
Hachinas a vapor
Moendas
Rodas d agua
Tainas fundidas e ba i da > .
Tacas batida sem cravagn
Arados.


u


.


Diario de Pernambnco Quinta-felra S *li* Oninliro do 1 91
i
co-
A Grande liquidado!
; (rntar ma
d. 44.
ra do Commercio I
Ge-
Cosnheiro
FrM'isa>se de um bom
alieno ou cslnhira para
casa de pequea ranilla, em
iinap.s...eb.n,^eMd.JFAZBNA8) MACHINAS DE COSTURAS
5" .eso lihobicos pasa salas
'85 lltia do Llvramento 95
FORMOSA sao espartilhos de um lindissimo modelo e commodos
Chapeos com pluma e fita gase para Senhora. GRANDE VARIEDADE
em fantazias
SEDA preta e de cores, SURAH, CACHEMIRA E MERINOS de pura
la cores modernas
CREPS FOLLARDINES, CHEFONETTS, CRETONES e chitas de todas
as qualdades.
CORTINADOS DE CHOCHET, colchas, cobertores Americanos, tapetes para
sof etc.
CHAPEOS DE SOL grandes variedade.
BRAMANTES FINOS de linhd e de algodao.
MADAPOLES grande pechinchas
CAZEMIRAS modernas e finas, pretas e de cores, FAZ-SE ROUPAS
por medida. Relogios de nickel e cadeias de praquet e muitos outros artigos
que liquidamos a precos sem limites.
Fundico
ral
Alian Patereon <} C. avi-
sam aos seus freguezes e
amigo especialmente Srs.
agricultores, que receberaru
um variado eortimento de
ara des os mais afamados.
Syracu>e !
Arados a 2, b 1 !
Cibanos ns. le?!
O
ulives oceu-
lista
^ TbeoUuro 4om Mi moa Je BellC
Betaoelecido cim bfficioa a onnvesa fax dat
Larapeira:, a 1 avif ans s- i frf>oPses e ao
reepH ave! pobtico, qae m mietu officiaes babi-
iitadiaimo/ para pxcco.ao de quaiooer trahamo
coocempnu; a poa arte, especia ce oie oa-
c6ts para b-ilbautea, colos, penases, moootg
Jes. ce.
Doara-se prateia-ee qoalqoer metal, ocer-
tos em legues de mad operla oo oolra qaa oei
espece, i;i r.n iri preces mdicos.
Ra las Laraugeira? n. 1
PARv
Guimaes &. Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo descri-
'Ininadas propnas para Uzinas e En.
genhos que vendem garantidas e
precos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocotfi.
leos americanos para labricaco.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite do carrapato
Azeite do Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, cai
xas e latas.
Formicida eapanema para extiricAo
daformiga sauva.
IV. G Largo do C'orpo Santo N.
Fabrica de Charutos
Camponeza
DE
BITTENCOURT LTK
Ilttliia
Os proprietarios da conceituada e
acreditada fabrica de charutos Campo-
ueza, constituiram nesta cidade, nicos
agentes dos excellentes e magnficos
"charutos de sua manufactura, os nego-
ciantes : ioaquitn B. dos Reis &. C Site-
cessores.
Rea Larga do Rosario n. 30
PERNAMBUCO
Cal branca e vir
gem de F r a-
goso
Brevemente ser annuciada da ven
de exceflente cal branca e virgem da
proprie>1ade cima por precos sem
competencia
As amostras sero dentro de pouco
tempo postas disposicSo do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
Co Fragoso, ra- do Mrquez de
Olind, n. 19, I. andar/___________
Cosinheira ecopetro
PreciB se de cosa boa codobeira pot 30TC0
por iB'-z. e de um iwm coceiro : a tratar do pa
te.o Co ekio O. 4, erc.r iri j.
VERDADE1RAS
Grande reduc^o de presos!! Xao
lia competencia
NAO SE ENGANEM PAR i VER E COMPRAR
NA
i
ROSA EOURO
Ra doliivi'amcii.o
Beno Ribeiro & C.
5
Fabrica Malbouisson
Esta bem conhecida e acreditada fabrica de luvas, acaba de installar no
seu estabelecimento urna seccao de camisaria, onde se fabricam camisas e
ceroulas com toda a perfeico e por precos excessivamente mdicos. Tambem
tem um bom ortimento de camisas e ceroulas das melhores fabricas estran-
geiras, collarinhos, punhos. gravatas, meias de fio de Escossia, etc., etc. O
proprietario da FABRICA MALBOUISSON animado com o bom acolhimento
l^ue teve o seu estabelecimento nesta capital, confia que o respeitavel publico
nao deixar de coadjuvar mais este emprehendimente, to til na actual quadra,
em que tanto se faz sentir a caresta do*productos importados do estrangeiro
como favoravel ao desenvolvimento do trabalho nacional.
Garante-se toda a perfeico e modicidade de precos
RUABAROHAYICTORIAN.9
FABKICA DE LUVAS E CAMISARIA
A MALBOUISSON
SABAO RUSSO
MARAVILHOSA ESSENCIA PREPARADA POR
Pela Exma. Junta de Higiene da Capital Federal Innmeros certificados
de mdicos distintos e de pessas de todo criterio attestam e preconisam, o
SAB.-iO RUSSO para curar Queimaduras, Nevralgias, Espinhas, Chagas, Con-
tuzes, Dartros, Dores reumathicas, Empigens, Pannos, Dores de Cabera, Cas-
pas, Rugas, Ferimentos e Sardas
Erupcoes cutneas e Mordeduras de insectos venenosos etc, etc
A nica e a melhor agua de toilette, reunindo em si todas as propriedade
das mais afamadas.
VENDE-SE
Na Pharmacia Marlins ra Duque de f a-
xias n. 88 e lojasde perfuiarias.
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnificos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercea-
rias, e naTabrtca Meteoros de Joaquim
B dos/Reis & 0>-Seces9ores a ra
Larga do Ros.rio n. 30
averna
V?odc ee um tave*na en>tMir loasr ; pa'a
)n'i- a o. 48, lo|a.
Criado

o
0 REMOFSO DE UM
ANJO
_ ADOLPHO D'ENNERY
xx
XI
(Continuacio)
No da seguinta tomara o primeiro
tren paia Parz, d'onde se dirigi imtue-
dfttamsate para o Havre.
XII
Oito das depois, um grande paquete
qne fazia o servifb entre Nova-York e a
Franja entrava no porto do Havre, na
occasiao do preamar.
Logo que oa pasaageiros puderam sal-
tar em t-jrra, um mancebo dirigio-se a cor-
rer pa-a um grapj de di.as mulheres,
urna da quaea trazia um;i crianza nos
bracos.
A peeuena distancia, atraz dessa man*
cebo to ap.ressado, vindo rindo um ho-
mem di: certa idade, que gritava alegre*
mate :
Raymand, os pera-a e, espera-me.
Mae Kaymundo tinha-te reunido s
duas oudheres. Urna dellas corren ao
encontr delle, que lhe eetend osbra-
$0,
Pr(fis-sa de nm criad
rn 1 fio t;on J>su- o. ti.
oa botica franre>a
- Germana! querida amiga!
-Raymundo I U senhor bom e leal.
Obrigada Obrigada I
Fe i urna emosO aem conatrangimento.
Raymundo Courtenay, sobretudo, aban-
donou-se completamente alegra que ex-
perimentava.
Mmlia querida Germana, dizia elle
abracando-a com toda a forja, minha que-
rida Germana, perdoa-me ?
Pois ainda me pergunta ? meu ami-
go, respondeu Germana, retribuindo cari-
cia por caricia.
Que prazer, que alegra anto!
Menor que a minha !
\ E abracavam-se com amor.
Com certeza havia nesae dia um ho-
mem idealmente satisfeito, no caes do Ha-
vre que digo eu ?havia dous, porque,
apezar da sua infdrioridade na corrida, o
Sr. de Courtenay pai chegou afinal jnnto
dos dous amantes que diziam um ao outro
conijas t5o meigas.
E sem ceremonia foi direito mulher
que trazia a crianca.
Ama, disse elle, deixe-me contem-
plar esta encantadora raaravilha, que
minha neta.
E levantando o veo de renda bordado,
que cobria o rosto da crianja, soltou um
grito de admiracio.
Meu Deus I como bonito disse
elle.
Raymundo, ouvindo estas palavras,
soltou-se dos bracos de Germana e correu
par, a crianja. A mai, aorrindo, acom-
panuava-o com o olhar.
Mas naquelle sornso havia para um
observador attento um certo constrangi-
mento e inquietajio.
__Realmente, disse Raymundo, en ti-
nha razo quando lhe escrevia que ella
Win t&o bonita orno sua mai, miaba
querida Germana!
m
GjsiDbeiri
Precisa se de u n pa-a cana de pooca familia,
i roa Dacnede 0axlas'a.%9l.
Fabrica' de s-elo
Aguas e limonadas gasosss de
ted s as qoalidudes
Stda W'ter, ginger, ale, limSo laranja,
car>jo, bacaxia, granadina, grosellas
tranbjibKB, baunilha, hrtela pimecta etj,
te. ;
12 A='1AES DO CAPIBARIBE12 A
Nio achas que se parece comnosco ?
disse Court.nay pai.
A esta pergunta, Germana lanjou um
olbar inquieto para o velho, esperando a
resposta de Kaymundo.
E' exacto! disse este com alegra.
Mlle. Branca Courtenay, proseguio
o velho, saudo-a e amo-a. Trunos muito
que conversar. O seu avosinho quer fa-
zel a muito rica. Mas nao este o mo-
mento de tratar destas questoes.
Anal, nos estamos fazendo aqui
urna singular figura com 03 nos&os abra-
jos e as nossas exelamajSes. Germana,
tomou commodos para nos ?
Tomei. E tambem urna carrua-
jera.
Perfectamente.
Germana apparentava a mais completa
calma.
No rosto nao se lhe via o menor vesti-
gio dos 8offrimento8 que havia experi-
mentado alguna das antes. Nem no
olhar nem na attitude se nctava o menor
embarajo.
Quando ella fallava d sua fiha, o juiz
mais perspicaz e mais desconfiado nao apa-
nharia o menor indicio aecusador naquella
joven m5i, que pareca completamente
feliz.
Ghegando a casa, os Courtenav entre-
garam-se de novo alegria que pouco an-
tes tnham manifestado.
Como Germana havia muito bem pre-
visto, foi principalmente a pequenina que
se tornou o alvo das suas caricias. Ray-
mundo pegounella e a fez saltar cantan-
do, ensaiando assim o seu papel de pai.
E c brindo-a em seguida de beijoa, aca-
lentava-a, acaricia va-a.
EntSo, dizia o velho Courtenay, en-
t3o, Raymundo, olha que canjas a peque-
a ; d-a ama.
A ama son eu, obeervou Germana.
E era verdade. Germana harla-a ron-





f$\
\
frtyto \ Mi^, 4 ^y
Acha-se em construejao a Estajao Central para a illumna-
co elctrica, publica e particular da capital do Para e tambem
j foi contractado o grande projecto da substituir a traeco ani-
mal pela forca elctrica as iinhas da Companhia Urbana de
Estrada da Ferro Paraense.

L NI I*
Gonvida a seus fregueses para que veaham aproveitar
os saldos que ficaram do auno passado. e que se
estao liquidando uo anno novo, visto como o que
do que "se
er este aaoo custaia
a saber:
', visto
o dobro
I e ieceb
veade ;
Jortea de Lnon bordados a 150OO a afWOflO.
Ditos d Ditos de cretona da alaarBia a 125000.
Cachemira de doas larguras de 2$U00 a 800 rea e covado.
Madapoln americano a lOfOOO a pnaa*.
Oito oom uii metro de largis a 14k00.
Voilea liodrasimos desenhoa 200 reis o covado
Meltocs para roapa de bomem a 10500 o co?er'
^aaemiraa iaglesoa a 3|000 a 3 00 o covado.
^anga para ooberta a 240 ro.
'retoe de 700 a 320 reit.
Guardan*Doa de 6(5000 a 3DOO0 a duzia.
Bramantes ae bobo oom 10 palmos de largara a StCt
Picba a 500 rea un.
Sbados bordados de cor a 600 e 800 reis oada pe ja.
Cortes de fustSo para collete a 1 St 00.
Lindsimos tecidos arrendados ae cor para oortiaados de 4-000 a 1000 e I(520(
o met'O.
algodSo americano 50000, 60000 a 7|000 a pe_a.
Espp,r'lboB para senhor a 40000.
dem para meninas a 20500.
Toalhas de fustfio a 60500 reis a dusia.
t'Unella para vestid.,, bodas desenhoa a 400 a 500 rois.
Merinos pretos com dnts l&rgurna de 0000 a 800 reis o covado.
Serse lina de todas as orea a 240 rtis o covado.
Linons de cores, I.odminios pu.rooa a 240 reis u covado.
Planella de quadrea a 50o reis o covado.
FustSo braceo lio os desechos de 20000, 800 a 10000.
Kiodua Ercucesaa a 320 rea o-covado.
Panco da Ctt. littrado para m^ai a 10600 o covado.
Cortinados do crochet a 1( Ju: 0 e 80000.
Setias de cores a $00 e 10000 reis.
Cobertores a 11300 sa.
Assim como muitos utroe artigos que se veode com
grande reduccao de presos.
Grande quanti iadfi de retalhus de chitas brins e
lana
56 e 58 Raa Duque de Gaxias 56 e 58
Telephone n# $10
Loja e armazem das Estrellas
MAMVIIHA CURATIVA
DO CELEBRE
,r. Hmphreys de Nova Toit
A Ve.dade'.ra Maravilha do Sec1"^-
APPBOVASA UCENCLA.DA
ela Inspectora Gem de HyUae M>
Inpetio de Brazi".
'i Moif.vllha l'unr.ia remedio
jara ar saduraa. Machucaduras, Contu
tjiras. Cortaduras, ou LaccracorfH. All
eujnca o nguo, faa para.- a urtammac4o. radi>\
. Uicoagoo. (Ira o descoraix^ento, e fax saru a ta (t
como jwr eucan-o.
' A Mar.ivllua Curativa aiiivio rromuu..
5(ira rpida para Vuenaduras. EscauladnraaTt
l'^ueiniauura de bol, t eupcrlor aqualt.u&roulr
iv-nculo. ^^
A MarnTlba CaratiTa # Impa^avei p*;-
'.oasasHcr..orrhaKlas HeJadoN'artz Jasenglvn
dos Huim.V.s. do Fflomago, ou at. Hcmi.rrbcldaBO^
iniorreunascura sempree uunca falba.
Al
A BaraviPha VaUtMl#. t urertoao pata DAros ueuuii
i'.l^ldcs as Jumas ou P**maa-
A Maicvha VaratiTn. ciMk tenaiCSo
pcn. Esquinencia. Anima, A^nrfJpsa IronaoaiOS
Uiflainmadasacmp- beguro. bempn; efDcas
A Maravllha CarntiTa e mnlto v
cojx ln.^*\o para o C'aianr.. a Leaoorrlwa im W
FU-rea lrt.(.i-M, o outros oorrimentos debllItaalSB.
* MnrdTilhK Cera'lva lir.pa^aTci (xa
t riccras, Chagas 6ntlR^s. fcpooicnms. 'altas*
"to. Callos, Krtt'raV Jo~.ucies e .umorefi
A Murnvilhn Cat-atlvaeremedioiunn^P
^era LUan-Lvo s.mplci. e do Diarrhea chronica
A M.iranlha fcrutlTa >.xcrrjente sa.
Dartcaa, jara lorredur*., IXmv^
^lsadura.i. "^foladuras. Contu os. l^aceracot. S&.,
Sspecif.li4aies o Dr. Smanrcys
Ilcmrdiv Eepeclicss.
fllM|WiiHi aareTHtnoa.
Kemedto. kan*
Kt>*KAt Veterlay rli.
tu mi lo i". uqi vjoaicrKiri*.
erraldde 6 modo drii:alta ta raus, pai
i s> aiSD'cznx "o.
tta ''>''',a asoei KEtv voa.
NICOS AGENTES
Para veadas en? grosso esa
3'craambuco
Faria Sobrinho A G.
*

,}
Empregado
Precia-ae ne nin <-coprt..d w sa-acta sua
codoc'., p*ra occopar se em olvi-rais imu.
Ihos no. Prado da E" ocia ; a tratar na roa Da
que de Gaxias ns. 56 e 58.
Caizeiro
Precisa se fe am cafseAi de molna os e i fiador a u-i ''cndccia ; a ira
ur na roa de Snt<: Amaro n. 6. lavt-roa.
aajni i aajaa
bado t&o a tempo, que o leite nao tinha
seccado.
Quem se atrevera entao a dizer que
aquella pequea nao era sua flha ?
A criada contractada em Pariz s co-
nbecia a senhora, havia tres dias. Nada,
nem ninguem poderia perturbar & sere-
nidade do pai e do avC.
A roupa de Branca, poia que, como era
natural, chamavam-n'a Branca, era mar-
cada com as suas iniciaes : B. C. Branca
Courtenay. Nada mais regular.
Urna nica cousa langava urna nuvem
sobre o enthusiasmo dos recem-chegados.
Por mais que Raymundo fizesse pular sua
flha e a a'ordousse com fragmentos das
canc3es maternaes que lhe vinham a me-
moria, Branca conservava um ar serio e
triste.
Kaymundo e seu pai admiravam-se
disso, estavam mesmo um poucj inquie-
tos.
Esta com inedo, disse Germana;
mas d'aqui a tres ou quatro dias j nio
os deixar.
Neste momento a pobre Branca est
admirada. Lembrem-se que ella nunca
vio outras caras senao a minha e da mi-
nha tia.
A ama confrmou as palavras da senho-
ra, e os dous homens renderam-se.
E' um pouco selvagem, Mlle. Cour-
tenay, dizia Raymundo, mas ainda assim
a crianca mais bonita que tenbo encon-
trado.
Efectivamente nao poda haver crianca
mais bella.
Olhe, proseguio Raymundo com in-
teira confianca, olhe como ella forte
para a sua idade.
E' verdade, disse ingenuamente a
ama, parece qne tem sais mezes.
De vez em quando, Germana sentia-se
perturbada com estas reextas. Mu a
audacia, qne constitua o fundo da su* felin.
Serragem de madeira
N^ f brica de trovis vaoor, He Silva F^r-
lanre C a roa ae S. Joo n 48, sem bh
xadsirj por menor preco du qoe em qaalqnev
aura pa,-tf ; lamb^m laj-Becoldoras, Irmnrt-
I03' e qoalqner oorus jm-llas, etc.
DEPOSITO
Rua BarSo .i Victoria D. 49
ndole, sobrepujava immediatamente qual-
quer outro sentimento.
.Muito hbil, muiro insinuante e muito
fina, j o dissemos, de ha muito ella se
havia adaptada s maneiras da alta so-
ciedade.
Minha querida filha, dizia-lba no
fim de tres ou quatro dias seu futuro so-
gro, meu filho n2o merece perdo.
E porque? perguntou ella sor-
rindo.
Quando se tem a felicidade de en-
contrar urna mulher to perfeita como a
senhora, um crime causar-lbe o menOr
deegosto.
Nio me queizo.
E por isso que mais a admiro.
Pela minha parte j lhe dediquei todo o
meu affecto.
Poderei brigar com meu filho, com a
senhora nunca. De resto, a senhora co-
nhece as minhas intencSes. A partir de
ame.uhS, Branca ser a minha herdeira.
Iste tem duas vantgens. A primein,
por os bens que eu deixar ao abrigo das
estroinices de Raymundo, que nao est
regenerado ha tempo bastante para se
ter completa confianca nelle.
E asegunda? interro^ou Raymun-
do, brincando com a filha, a fazia saltar
sobre os joelbos. *
A segunda ^ue Germana, se des-
grajadamente tu morresses, seria a tutora
de sua filha e saberia, melhor que nin-
guem, gerir os seus bens.
Como ae v, Germana havia logo s'ub-
jugado completamente o velho Courte-
nay.
b,aymilrTOO admirava-a tanto como seu
pai. Em poucas horas, por assim dizer,
Germana passra de urna eituayac mise- I
ravel, cheia de anciedades, de amoscas e I
de perigoa Dar a maia doce quiutac&o, j
para a certeza de urna vida brilhante ef
NMA POl
Cirurgiao d<
PILIO
mtista
ultorio re*
Contina com o seu co:
Bario da Victoria n. 54.
Consultas e operacoes das 8 horas
manu s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemVs
eicoados-
, Cosinheir
P pci.-a fe de orna ra Velba o. J8, qne aai-
ba d- m to-.iiii a .
Le o
De riraDCb6es e *.a oas de forro e assoalho de
amarellc. looro e cedro Faz se abaiimenio dos
preQcs actoaes Ce 10 a 20 "/> Para ver Da ser-
rana da rui de S. J.ii e a iractar oa fabrica de
vmb s de caj, de Jos de Macedo roa da Au-
rora o. IH. .,
Baixa de cap m
Vendp.pe noi ie-reoo na- Agniinha de Bete-
rihe, com i 850 palo-o' cejraettTe 800 de ton-
do. plantado de capjm^Ti trps casas proprias
para lao'ados, 23 p3 di* ccqnirD8 e alom. 8
Ir>ctp1ras, laraogetras, Tocto-pao jeqo ir?,
oanEOPiras ejamb'-ei^o; a tratar n roa de
CemBra, itlo detronte do cobrado taode, ni-
':UfsT- P P.

No fim de tres ou quatro dias empre
gados na realisapao de certos negocias, os
Courtenay partiram para Pariz. Germana
e sua filha, como natural, partiram com
elles.
Raymundo tinha pressa em acabar com
aquill.i. A sua antiga amante tinha pro-
duzido sobre elle excellente impressio.
Trajando modestamente vestidos oscu-
ros e de um gosto perfeito, ella tinha sa-
bido evitar o escolho onde haviam nau-
fragad^ muitps mulheres. mesmo das
mais habis.
Tendo comprehendido que a crianca
era quasi tudo, havia concentrado nella
todo o seu luxo.
Esta prova de tacto havia impressiona-
do Raymundo. >
Vale vinte vezes mais que eu jul-
gava, dizia elle a seu paL
Cem vezes, respondeu. o velho com
o enthusiasmo de um homem recentemen-
te conquistado.
Palavra de honra, accrescentava'
Raymundo, parece-me que, dppois da mi-
nha chegada, eatou mais apaixonado por
ella. '
Era o que faltava, nao ser assim !
exclamou o bom homem no auge da ale-
gria.
Logo que se installaram em um aposen-
to do bairrb'Malesherbes, oSr. Courtenay
pez-se em campo. Em menos de quaren-
ta e oito horas deu todos oa passos neces-
sarios para que o casamento se reasasse
o mais breve possivel.
Meus filhoa, disse elle umatccasjo
chegando casa depois de um dia de tra-
balhos, voces casam-se d'aqui a duas se-
manas.
Oh 1 senhor, como bom 1 exclamou,
Germana.
(Contina-)


-


Full Text
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