Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19469


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Full Text
\

-
"Iff
PB8PEI
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes aduiados. 85000
Por seis mezes adiaolados. 15&000
I or un anno adiantado .... 30&000 _
IB&B& SS HAH0EI.-3PSG:BfHBO& BB
SAO NOSSOS AGENTES EXCESIVOS DE PUDLICAQOES NA FRAN-
A E IX'GLATEfpA
Os Srs Mayence Favre C &'a, residentes ein Parts18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES jONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes, adiantados....
Por um anno adiantado .
Numero avulso' do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
335000
1200
ra ramas
Misa rtiOLUia vim
Rio de Janeiro, 20 de Outubro, as 2
horas e 45 minutos da tarde (recocido
na estaco s 5 horas o jo minutos da tar-
de c entregue lis 6 horas e 10 minutos].
Foi declarado sem e/Teito o decreto
gue nonieou Ofe&1 iCW0 Sllva com"
Manda ate du,Cnni=tricFo Militir. se
nemeadD para 'commandar o mesmo dis-
tricto o general Sebastio Raymundo
Eworton.
__Segundo communicacSes officiaes
de PorlJ Alegre, o c'hefe revoltoso Ju-
ncio Ferreira cntregou-se com os seus
commandados ao coronel Sebastiao Reis.
f O Dr, Amaro Cavalcante, que est
ABTEOFFICIAL
Qaestara Policial
2 Ser-gaoN. $t.Secretaria (la Cuestura
Policial do Estado de i'eruanibuco, era 19 de
Ou ubro de 894.
Ao Sr. Dr. Alcxandie Jos Barbosa Lima,
u. D. fjovernador do Balado.
lariicipo-vos-qu: foram ontera recolhidos
Casa de. Dateng&o oa segualas individu-,
A' ordein do sub Ivtegaio da .fregueiia do
Santo Antonio, Mari do Jess, por
1 densas moral pul'
A' orilcra atm^t
.-. Jos, MM<. Es:rella
como desordeiro, a minia disposxao.
A'ordem 'lo subdelegado do 3- districto da
G-aga,'Amonio Fernandas da Costa, alienado,
com destino aonsyio da Tain?.rlnelrc
Goiimunirou me o sublelegalo do I" dis-
triclo do Pogo da Panolla q1; antehonlem, as
'lluras da larde, n 1 lugar Encanameoto du-
que h districto, sebando-se era urna laveraa a
provocar desorden* o< individuos de aomei
Pedro i'aulo deAranjo, MudjI, cor.hecido por
Manuel d> Pina e Jo de ul, e, dirindo-se ao
local praca municipal do destacamento do
naval, de nomo Jos Feilosi de Araorm foi
esta a rJiejrar all reeebida por um uro de pis-
praca.
Riegan lo o helo ao s.ra eonbecimentn aquella
la autoridade lOMBediaUmeote comparecen no
mencionado lujiar, nao encontrando mal oa cri-
minosos, que j haviam fgido, sondo apenas
cipturaio o de Dome Pedro Paulo nc A"aujo.
o cual acha-se r. colindo a Casa de Delengao, a
UiDOa disposigao.
Ain.la pe 1 mesan autoridade rae foi com-
humeado que tambera antelunlcm as 8 horas
ras e 15 minutos da noun- na estaco do Calde-
ifiro, tratando tomar um dos arma de tr.-raqm
i'ail parte aquella h >n, um menor, que da ser
emprega lo d > coronal Jo&c Duar'.e, rosullou da
Un imprudencia ser elle victima de uina con i>-
sio m cab c 1
1'oman lo conhecim'-nlo facto a rererida auta-
ri la'le fe/, transnorlar O dita menor para o H>s-
pilal Pedro II iliui de ser tratado, verificando
qje nenhuma culpabilidadu levo o machinisla,
do trem.
riado e fraterniiade.
O Qupstor,
Julio de .l'elli Filho.
conv-a'.cscente em Assumogo, no Para-
,, ... .. __ n,n H> tola dispprado pelo uliira 1 do laes individuo*,
gua\-. lL.v d all partir para o kio at ao temj0 B9rcB,t 0 pi0jectil iWngido a dita
Janeiro na prxima semana.
^- Estn feitas nomeagoes para a guar-
"da nacional dos municipios de Caruar e
Altinho, sendo commandante superior
do pritneiro Juvencio T-ciano Mariz, e
do setrundo Joao Guilhermc de Azevedo
Lyra.
Foram promov Jos na arma de ca-
vaaria a oapitaes os tenentes Joo Ma-
noel de Campos Souzae Urbano Teixei-
ra dos Santos..
Rio de Jaiicii*;>, 20 de Outubro, s
5 horas e jo minutos da tarde (recebido
na estaco s 9 horas e 25 minutos da
noite e entregue as" 9 horas e 45 minu-
tos)'.
Na Cmara dos Esputados o Sr. Tho-
ma/. Delphino propoz augmento na con-
grua do Bispo Conde de Santo Agostt-
nho.
Paree; que na actual sesso nao entra-
r em discusso o prejecto prohibindo a
concessuo de honras militares.
governo pedio Cmara um crdito
de 800 contos de ris para as festas de
Novembro.
Foi promovido a major o capito Ma"-
noel JosJ do Foria Albuquferque.
Consta que foram promovidos no
Correio de Pemambuco:
A' chefe de seccao, Alcidos Barata :
A' i. official, JXibeux ;
A' 2.0 dito. Arthua Lins;
A' 3.' dito. Athayde : '
E nomeado amanuense, Armindo Lis-
boa.
NsT lt(-:c aoppijIar
Tbesonro do -IsJ.tii de Per-
aamhucu
De>achos do da 2o de. Outubro de 89
Manoel Joan de Arnonm. Mano-I da Rocha
Perraz de Azevedo e Miguel Lina Gavalcanle
l Albuquerque.Ao Sr. Dr. conlalor para os
devidoa lins.
Mu no d Lop 'S Macha lo e Gonipanhia Recifen-
aede Panifleac&o. Volle ao Sr. Dr. contador
Joaqun) Manorl ile Uarros Carapello, Antonio
Joaquun Casco e Ausincinno P. d'Almeida
ndrade. Haja vista o Sr. U-. procura lor lis-
cal
r:;i pira salisfazer a oxigena* da Conta loria.
O.iicia do prefeilo do municipio da Escida,
pedindo rtatitui$ao daqoanlia deSlAOOO.
Sati-!aca a exigencia da Contador!.
Maxiimano do Sou-.a i'iraent-l eoutros.
Aprsenle cada ura dos interessados a sua poli
ciio, visto serem dlffereotea 08 dbitos a escri-
u'.urur-se.
Andr Avelino Perolra dos Santo".-Informe
o Sr. Dr. administrador da ReceboHa.
Jos ftodriguea dos Sanios, Vctor Manoel
Teizeira e Roberto di Coalla liaptista.Ao por-
te ro para entregar ao interessado.
Zl
;!2ss da immm
"Si
(Da Bihliotheca do Povo c das
Escolas
EXTlililK
1
ALIMEX
RES.
posir;
ANIMAL E RGIMEN" VEGETAL, REGRAS
HYGIENICAS.
(Conlinuaco)
D'este ultimo no anda no livrinho actual
a ccasiao proprid par 1 fallarraoa ; ticar isso
1. rvad" para oiotro roame que a ara tempo a
I bliotheca do Povo e tas Escolas publi-
Conlinunn lo em no^sa rpida revista das sub-
- Rocas .1 i.i) iDiarea, na seqcfte relativa a bebi-
das, ontras temos que apreciar di vereca alcooli-
co?.
r'En're OS pavos civilisados usa-se do caf, do
cha, do djoeolate, etc., como 'iidcio, ou pelo
menos como bebidas.qoe c.oadjuvam a digeetao,
excitando a e tendo aobi as runecOea <-erebracs
urna influencia maior ou mimor.
O cal urna inluso feita cora as sementes
do cafeeiro, depois de lorradaa e reiluzJSs a
E. A planta do caf parece originaria da Ara-
ja. B'o cofaa aratnea, da familia das rabia-
cea?.
Sao diversas as qualidades de caf. Entre
nos as qualidades tie eai mais apreciadas sao u
de Moka, o de Cabo-Verde, o de S. Tliom e o
do Brazil. Os francezes usam mito do caf de
Bourbon e da Martinica, assi.n como do de S
Domingos'e do Rio de N'uno Goncalves (vulgar-
mente Rio Xune.-).
Cem gramolas de caf em p, tratados por um
litro de agua a fervor, deixain dissolvidos 20 a
33 grarnreas de materias, em que entram 10 de
principio- azotados : cafena, Ilumina, etc.
O resio formado por substancias gordas,
productos anlogos dextnna, substancias mi-
neraes e ara oleo esseaciul aromtico.
O caf junto com o leite, n'oma proporcao de
meio litro de inlusio ce cafe por lueio litro de
leite, forma ura alimento bastante nutritivo e
muito empregado pelo nosso povo. Omo
que o leite que goralir.ente ae emprega falsi
ficado'e o caf ordinariamente fraco era dema-
sa; em rondi'fOes coutiarias o caf com leite
um bom alimento.
Est demonstrado pi-aticamenle que o grao
de torrefaccio do caf influe directamente na
ajaVidade dos seus principios aromticos e as
suas propriedades nutritivas. Se fr torrado
at tomar cor avermelhada, perder la por '00
do seu pezo, augmentando em igual proporcao
novolume. So tomar om edr-de-castanha es-
curo, peMer 10 por 100 no pezo e augmentar
no volurae de 100 a 193. Se o caf se turvar
at ftcar de lodo negre, perde 25 por 100 em
ezo e o caf que norroalmenle tem 1,77 por
00 de azote, ticar leduiido a 0,68 por loO.
Tambem est na razao inversi do grao de tor-
refaccao a quanlidae de extracto que o caf
deixa de liquido em que se infunde, de modo
:qu
00 rjiErnas de caf avermelliado dao 23 de
t:).
ane qns o orre, oa o p.rime, at, do doa5 cffi
claps d-srunra <* infama u"i 1 cisa^e?
Hi >h enla aoff'-or do< males dos antros I
Boa reara:* Baveraaeaaa, eife a ma-oria
di cmara lotiiraatados, omcUes de m rinha
qoe coa-inca ;i qae eaHaii paU*ra< liiu-Tn.de p,
oa ui oinsa o rroti'a:ri>H n^irlr^aa I
Eai'era Pj's o Sr. Nves Pe-oira, qa
illnscia o en ttan no nliaajar, qa vio aj sea
lulo ciiB>ra4 ij: ] a iOO' Ihe a*jaje o 'os o, jai "Stas pu-
Uvraa fae-ea d-taa pelo ebefa do $ tuto?
1E0 re 15o domina lo el h -ja# o ni :s .18 1 C.rcit*8 a pA-..
ra?
Earegr Neitas palavr.is hi omi arm
de lojustiji.cm! gtave e puageatUs:m oJ-.a
al
a Tjrd1, porn, veo explicar o verldero
s'o'.ido di p.Tasi ; e pot)roa qi< s paladas
eiu regr, ida eoaimeatadaa pela ig-oscaiaca
nal 1'.na, fazem vaja mas clara refa enca aut
laclo lam-miave', ic.corrMo na tr.crrpgno parla-
mentar, e ao qool te^ul.ju, :i" u mau Qfin :n-
ios, (loque aYaptQra di reiejues diplomatlcab
eoni omi aacaa a a:," leal* %as la eeriot.a--
UO o g..V.':i>, e ej"o:iai'ae3'.o poIij mana o
S-. Hevea Ferreira, ler de Uaar easa refereacu,
.'Dhs ni) seutio iD'.na- t;: de de ni'-tir, de prj-
:i s ar -i"! pr-idar jii dos qim coadderadjs
-. k aiuidjs jiu.-iies da armis, e, so eotaoto,
evu de praticareB 1a a< t is "a eempri ue-jii di
o'.u aota oso mas ladacttaaval dever.
Ij.to comprrbende se, mas mfelm'nte a e -
peealafto 1 que aliad* eaae jornal, ap.-o eitoa
i*e da actualmoote edebre ph-JS-4. que m uo
as- m tonou 34 a tgoraa em q:e se m.l.'i. o
geveroo a bom m -Liar, aem duv. 11 c.m OMla
x eaaO do que f^z jas por 9-sa cahlla.
Di aceordo prema o csie inc -
dea e, e raanifesu que um dos prlmsiros. qa-j
estraatia'am a infeliz p-ase, edteade ao entre-
tinto qae nem painoit o, oom mesmo sea-oro
j : ra- os espiri os fazenlo se qoes ao polidca
e urna phras qje, embara mal cabHa, i-j
poie 1er ride pmp e^ada no discuto da ca.a
um iatoacto de melmirar urna etaaae* lao b'io-
aa e ao digoa cimj a di arm.di, qae aiad.
recente i. eun acab d p esia* os mw r-levau-
t s 3 ;rvig).- A patna em Lour e na Gan.
Nrs e e>tado de cousas frisan.e a esie nct
dt-nte, filloa i-e lego, anda qae vacameoie, em
um manifesio qa>' a cor on^io da uirinhi di
ngiria ao pan en desxggravo da coaUacida
nnra-e do discurso da corda qui iBe diz resuel-
ta ; e ae a ene b .ato re^uatvamos a nassa ce 1
,,.1. porque s^o-mas qoia u o exercita e a arma
da acatara a dis ip'tnt militar. aqu>i p onio-
Cdtfgoricam^le as mo (efstacdeB colleoivis,
ii.mulo, api dis rlb.io ae um manifest gem
loicac&o de datas oe n de ass'giula'as,.slita
l.do-a Pai:, e apa as coo a iaaicac&o da
tyno'aohia oa le foi cjmjoto, a do Co-unr-
co de Portugal*.
Nansa expotigao de Bggravo faz ee ao paiz a
aQl"mac&i ca.ego'ica de qce elle eoeaotrara a
C rperacao Je Ama a hoja, como s^mpre, pon
cii do seu dever iiitemer>ta na p-eseoa ae
t.vi s os p-ri;as. mauteudo eera uesfaiieclmeat^
a baodelra gloriosa qoe em, t>d ;s mares, et
Jos:'- Aniro deMaliez-s. -V.,|t.i i R-cef.'doWaatroo oorfetojoa tima arrojad*uUKu"..'
EltOP,*.
Portugal
A p imeira aessaa da rama*a
eo-i dojatajjs. Na oerlin-
dr* a fulla do tbroDO. O uem
regra* da mesma .. a impres-
f&j por ella.predazida. O pra
testo >u armada. A'vilres pira
rpSJl'er a q i-s'.So. A im-
prensa e aj colonias. Emigra
dos braxilei-OJ e o commaadao'.'
di O'll leilo.* rx.ialsao do
sr. Salmeroo. Regresso de per-
8aaa;ena uo Rio de Janeiro.
A nriaslra spso pariameatar ja dea na ca-
sara dos deputadas c.pia di si, alias poaco li
-o g*ira. nicianao os trabalao) de coi tito cao
ia casa cam am tomalta que os mterrompeu
po- espago ie ama meta tara, em qua foi -us-
p-. i a sessaa.
A opim-igao exiga o camprmeito das prax?s
re.i limeolares. ^io qa a cmara so foac
ci'"ud-^se com o oomero desigaada no regala-
meato, e o Sr. prndense lotenno caa-eotioqje
se ab-ise ami discassao iiruanie, em lagar ie
sa procede-, como todo estaa loiicaodo.a coa
tag^m :ob depata oa p-eaea'.ea para aaber-se se
a sesso pidia oa oo p-csegnlr.
A propo8ta apresen ada po Sr. conaelbetro
Veiga Beirio, tleode. di m loria, no seot do de
serem comeadas cinco CjmmmOB de verifica-
cSode podere, proposta que foi regeltada, mos-
irao evideutemeote qoe as upposiedes p etendem
a-iresear a consd.oicao deiiuitiva da c.mara
p'ra entrar-e na vida a.tiva qoe as clreums
lancia do paix reclainam, e, liqoda a qoe-to
potlca, aprecur-se no sea jasto valor aa^pro
postas qae a gova na aaauacloa na fila do
ib roso.
Es:s coitini a ser o pas'.j da mpreosa, qoe
;)&! em re'evo a impassnuiade com qae neila
se eocerram o -tj '--s, acaotecimeoloa, de qae
o m.z ha ido tbeatro oestes olttmos lempos.
Na s6 a oppjbicao, mesmo algaos jo'naes
do governo se losogem coaira algamaa affir
macOes daqoe la pega.
O em regra* am, em ca-tada, em mi bora a
fot; parque tem *ido, como crtera de volcaa.
a parsagen de Uvas de lerlaa apreciacOes e de
resetitimeotoR vives que mais empeio-am a st>
tuacSo do gabioete, alias ja bem precaria.
O goveroo qoe tese o. maiores elogios para o
exe*cito, r cartas refereacias acboa para a ar-
mada Bioaa defvil'.ada 00 ponto de atliugeacia
a Ra oBBclairiade por esse em regra.*
O Primairo de Janeiro. do Parto, a eate res
peito pergontoa a qoe vlaba eaaa restricjao,
taoto mais acentuada qoaatj longo, extenso o
elogio (eiio ao exercito ; e p-oseaio aseln :
Em regra I* Pala em qae a ooasa afficia-
i laae, os cojsos marinheiros, aioda agora tio
denodados na campaoba da Gui, merecem es-
L
O minifesto fu"j.-.tivameate mira a defeaier
1 carpora;io de ma-iafla de un sappjsto ag-
grwo occasioni 10 o"Ij co nportimenia do com-
mandante da esjaadniba por.ugaeza. nai agaas
do ttrasil, uo desg'agiia lacdeite da revotta
oraztleira ; e oelle coiis:goim-se oa seguales
trecnos, e de saa,letia-ao panliso ajaltara doa
m odas que presidiram ao sao l .:i;a a no a
paolu'idaae :
Se em egra a marnha portugueza man-
tera o briitu da i iraaieOea oer Jalas, claro
qa-, pirVix :ej;i algotBit vezes deixo-i em-
panar o ltz;man.o deesas tradifidas. c que im-
porta rena xam-nto da sea bro, su ns'.ru-
ccao oa do sru v^lor.
Oade e qian > sa derara osas ec epcj's,
ama u aae seja ?
B>< amrmaio o facto. erabora nao e '.eji ex
plicnamen>e deaido.
'. ii'-s i'fiD s :
E' evideoie que a refe-encia attiogo as Torca*
nivaes por uu-i.s qo uitimam-ate etaciona-
ram na America do SaL Nao pol baver aom-
ora de duvna a tal respeno, nem valo a peaa
ent ar oa demooatracao. ,,_
A a.'cfto do co aman Jar.te da3 forjas oav poriuguezas, na America do Sai, poae sjr con-
rde-adi hoj doM aspecto), coma cfri .:.i de
mar exerceada as lunc^Oes de comx superior, e como accidental ageote poltico oas
.-elc6es com o esiraogeiro.
Sob este segn la aspecto, o Beu criterio me-
ihor on peior apolicado. desltga-se iateirameoie
la faaejio oiival qua exeroia, e por forma al-
gama pode Btttogir, quaoto s respoasabtl da-
dos derivadas, as goaraigea aoo sea -omman
do, absolutamente estraoois a qaanio se ira
lava Elle, e s elle, espoasavel p;lo acertj
do sea proeiimeoto prtico, e bom oa m
qie fosse s a elle caoe p?r tal motivo a gloria
un o vitnseno.
as guarnieses pasaam intangiveis como qaem
somente dave aujeico as orieus recebidas.
Foi Hsmpre esta a dootnaa reeja da, nem pa
da ser ou'.ra
Qaaodo Torriogton, deaobeiendo i orde a
da cne, muita aensu.mme. cffarecea a Toor-
ville, em frente de Beacny Usad am cajibate
parcial, no qual as forcas inglexas foram bas-
tadle maltratadas, qaem uasoa dize- que a mi-
nora ornannica tiuna deizado de empanar oa-
qu^lle c -mba.e, a tradigao gloriosa de Hughes
e de D.-ak T
Niagaem, somante o poltica Tarriagioo era
respuueavel.
Qaaodo Lyona sanio de Spi'-bead para o Bal
'.ico levando a mais poderosa esqaalra da In-
glaterra, e velln sem que os costados das suas
alieroias oes se tivessem med ;o com as ma-
ralnas oe granito da Cronstalt, qaem usju
diz^r qae as farca3 navuei iogleza< baviam dei
xalo ma-ear o nnlbo das tradiges de Jervis e
de Nelsoo ?
Ningoem. por certj ; e comieda se boove
falta oa tibieza, e or.sie casa na fan'ca pro
priameote naval da esqaalra, s o Ai.airaaie
pod.a ter jugado responstvel.
E assim aempre, e em indo tos c sos.
Como e, poia, qoe pa- ny o.ha ica desacert
poltico coomeitido palo conam^ndante da din-
sao naval portogaex*, se langa sobre todi a ma*
rioha ae guerra oac.oaal a accasagio de baver
o-qoe:ido aa globosas tradicgdaa berdadas ?
nao pode baver sobiilea de a'gameoto qae
deavaoega a certexa de baver ado ojoataxeale
aggravaia com 'aei palavras a armada oational.
E tanto mais fl.g ante esta agg'avoqe tal-
ba-o o paiz, e diga-'e em bonra de todos que
coope-a-am 00 le,lo, a viagem das corv.us
Mindello e Affaaso de Albaquerqae*. da Rio
para Montevideo, teolo cada ama a bordo 250
emigrad a, 00 estado de deploravel coosrvagao
em qoe ae aocaotravim os oavios, e atraveasao-
c m'1111 a baldeara gloriosa qoe em todos o^
maonpe illdsirau prtenos da ma.-s arrojaaa
aodac
Qie o pa'z lie faga jast'g; : fuim.cuiqa),
Aoft|fptl'li:;)5io ue.s- locuaiaii 8111 as1
sigo atora, .- :.-- u diVl.ima. 1305)11 esas
palavra* e'i a aa d" s .-..* elcO-s, vi3io ter-s?
toroiitf j mesmj aasu-oprn >.ai cjavefsagoes a
lols 'X cea -)i.
1 ->ao Vita j mm fasta aaoMxfpn, teo
aomias a valjr qae tem ei couaas auouhr Ibas.
l.-ti 'ara, coa disiemoi. -a aua^via m is-
u^a-iie t> 1 r amaitaia
.-.a.ftajv a a-** *mmmmmnius p, -
eu^za e ral da go'erao.
Mis *op'pK.n uos qa-i ooai e qna desia
vez ss oao encana a u>iaiii jmrlica. ;ooouca-
mas qnfai lu pirado e rejigido par luli 011
pa'te d|co poracao da arm-joa. desla u qu f
"i 81 seus auio'es iim'muelie a ro1
dale. 0:,eis aqu OJ-ie '.'.! 0 Uto
essen al d que-tS; !
ti.mm o-ou'.ra qaalqa.r (a mi est.
li la ;e, V]^lo qae cam as saas as-i.; >
riroiiram essi docaaa no c> 11 i
) apocu'ypao e a oaj tar 0 micln va-
or nem palmea aera moral coa o nao tam,
i timas, '.oo a qaa e apa;ryanj.
rt defaiu a qae ailu-lem ai coasider gOas do
OorreiB, piMm, fu aappndo, sa^uoao ool o
alrmam. Mutas olciies da armada tem l-
valo suaa .isslgaaiaas a origua! do aiii.'ei-
10, cuj 1 lu uero asc-ade ja a oais ce 8). par.
assim s ao tarea 'o!i*.''io8 coa as ideas e
caucel o do maoife-tp.
t?, a iopisiio, fji*a o loruil do Gimmer
cu paila lar si-;erar qie ou asi b^ae n Va-
l la ins apt.-e oe exerci'.ua ae ierra e aaf o qo.
quanlaflbr veaiu-a a< aaavesse. j rejeate in-
r.ideoteB pru fe'o desajya.-eoer, lao aunse
solMan|l "J na def-za e last.e ai puna taoo
u /- ra* aaut'os.
g" o ale dave ae-, f txueiie, ooaradameate,
nobreaea'e.
Nosta ife tagSj, dn o Dn qae o manifest
a prava de qae o gover:io lem o dever de im-
meliataaeale azal-a cessa-, po' le a prov-
cala, da| o explicjgfts calbegorleas soare o
mo t) d.s saas palavras ; e o ioruat do Jom-
raercio conta, qae le morara alguea qae o qa-
0 govarno tinna Je me hir a fazer oesu Cou-
jaactur?, *em davida muito*,delicada, era couvo-
dr os noisos m;i- ores grammaticas e paria-as
da Imgaa, tasarregaolo-os e pravar que a ex-
pr-s-ao am regra. l-m ama sigo:ti'agao com
pieiaueute o,ipusta a que loe d+.o urna ascep-
tibiada alii')ns'm:.>! paudoaorosa e urna
pasivel especalagaa padtia.
U-ge, pas, qa- Ui m os g-arauaiicj* e '
touriiua; mas oarflee-uos que as lg"oa s
rtoi <-iio>onticO' e os aaorj das po'lta* ala
da birafsta-iam miis a qds a.
I npresnouioa i aire isa 01 p-00 emu ca-
1 ni'".;
u Umaamisia* piasa que para ellas deve
couvargir toda a a:teaga do pa'laaejij, afli.'
n;: o q.,e as colonias p OJpe.an a oiha^ via.os.
e cois uaem a a minaos.al inta mex* rala,
qae ajUp bvb '.ate essi' ao B t-da. ql- po-
Jsa ApTrall oa.ax delle e uao deia'.-J ao
1 aopinia.) :o rjiver*?!, *-i- ex;
,cainni, o coronel da cavallaria da ordenan; 1
Zeaobio Accyoli de Vasconcellos, um dos lira
vos batalhadores cintra o dominio hollaodez.
Este di tinelo pernaiibucaiio, lomju par*
no^ priacinaes cotliatna a b.tallias ijislinguii-
do-se sobivtudo n 1 s.hu da praca ile Naxaseth,
no ataque djofurio Calvo, na balalli 1 .10 asa
Forte, erad! foi gravara ni", fendn, no Cflbali;
de Afo^'a lus o 11a pnuieira balaiha dT
rapos. ,
4 761-l'aliecimei!.o do capitji
:.ri I : VI :llO, quo loado fui
I
IW HHa^HP iFJfiiiii't's, sendo e^tos s-in^-e'
repidlidosA
fez parado tergo do mestre de campo Do-
mingos Jorge Veiho, combalondo aempre com
bravura e fui urna VB f:rido na peroa.
Xa guerra dos Md$cate* foi denuncia lo e pre
so em uina fortaleza do Recite e pa.s(o em l-
ber la le por ordein da m.tropolo.
Era ftdalgo da casa real e como um dos be;
Demritos da campaba dos Palmares* el-rei
Ihe ha va feno doagao de urna dala do Ierras.
I Hl!5 -O I.* baallli) da guarda nacional,
cuiiipasla de pernainbucanos, embarca para o
Paraguay, sob o commaodo do toneute-coroael
Alejandro Augusto ie Parias \rillar. Na ra:u-
paoba este corpo toraou o numero l, baleu-se
Bem pre heroicamente sobretodo na ponte do
Itoror, qu: jalravossou dobaixo da una ebuva
de neiralha'.
ltf'7 Tima posse do cargo, de chefe Je
polica o Dr.-Pedro Francelino Guimares.
UEVlTA DIAKU
Ir;a:tntlade do Seahur dos Pasaos
\ mesa regadora d'esta irniandade, erecta uo
Corpo Sanl", para o futuro anno onipromissal,
dcou assim constitai la :.
P.ovedor-Dr. l'eilro Francisco Correia de
Olveira.
Escrvao Jos Gaspar da Silva Loyo.
T 1 isoorairo Auto lio Jesoioo Marques.
Procurador Geral Jos Jlo d'A.nonra.
Mesinos-Commend'dor Jos Mari 1 An Ira-
de, bario da Casa forte, Manoel Marques de
Araoriin, OJorico da Cunara e Ballhazar Jos
dos Res.
Clorura loros -Jos Antonio Moreira Jnior.
Manoel Antonio da Silva, Manoel ferreira da
Cunha e Joaqum li unos da Cruz.
Piove.doraD. Camilla Carvalho de Andrade-
Becrivn -D. Mina d'Arao'rim Loyo.
' Provedora por devogao -D. Carolina Moreira
Araujo Livramento.
Escriv por devogo-D. Leonilla Ayrcs Al-
menla. __ _
Irmandadc de Xnssa Sennura do
T'eirc< -Essa irinaiidada reune-se oje s Ul
horas da man'., ora mesa g:ral,al'un de ehjger
a nova 11119a r igedon para o anua 189 -05.
Cunflict de jurisdieci adminis-
trativa -Recob-uios e agradecemos um lo-
llidio ora que pslo nlo.xadis ns documentos
relativos ao conflicto de juns iico a Iniini-tia- .
tiva entre o Rio Grande de Noria e o Cear le- a
ihflMttu o.-ura.lur fefad .' slo olm- >'g-
farfe dpsp.nbiirganor Antonio Sabino da Monte,
te oa si ta s^asao do para aeota a tod#s deVe so|)[e M )mi t^",|oa itesmofl estados.
sob-e!e?ar a qaa 110 Bnaaeair*, co'io'a mas p0 rf-\lh-Assira comp6em-sc as com-
paiDHaiiH, verdaieira quesio de vida oa da mi!W0;!S orgamsadas n essa cidade, na intuito
morte para a na.-iOialiUJe por.ogueza, nao de- l9 ,frillar d;l reedilicagao da capella de Santa
v">fa te." raeaar :ap.!-t.-'ac:a Os ineaoptos c- ri,e.esa: eommissao agenciadora de esmolas
tramiriuos qaa oella orso-amen.e nao < e aer Dr j0j0 ':,pnsta Correia de Olveira, O'. Elysio
tratados; piiH anda e?tes a^umpt^s, ai Bu 1 e,- pn|ie:r0i tenente-coronel Jos Francisco da
peeiai 889*0, nada mais sai da que urna pal Arallj0 pighsfro, major Sebaslian Cavalcante,
ntegrante, parveaiura a de maior va or, da qoes- j.ra,;isc:, entunas da Silva e o Revni. vigario
tio ttaaacer*. da fregoezia.
/larls.ras pravianas uPramiriais, lamentar CjmraissSo encarre^ada da execucfio dos tra-
a em aeseavolvimeoio, assega-ar a posse dos Dl^,os Coaego Aulonio Vasconcallns, Jos
ternur.os parteo amos a Portugal, ordenar a sua. pfaf^,^ ,\0 Albuquerque Pimontol, l'r. Paci-
ala.'inia.rmio, esianulecer em oasaiida-ato aso fico il()s Sant0Y HaulinV francisco de Souza,
8V laca la s-garaog publica e da forg* ailitar, .ir,a delgado Bprba e francisco I. dos
balitas.
lado soBlemoot-S para aagmaoia de reo amen-
tos e par coasequiota aox los para a melbaria
das lioaacas uaciooaes.
Oexemplo das ooas c nsequencus, denvirias
00 passaia anoo earaoml:o da au ceiuB aduan-iras de Anela, ac:resceaia elle,
mais qae bisimle para provar o que deixa
o governo oavida k lagtaterra, resalveo
conceder liae.-Jada aos fJangraao* araoUetro-,
seb auca de qaa teaDun dalles vol'.ara a o-au-
pi-ie le aogcctofl palmeo i 00 B.-asil. sendo op
nto geral qae o couselbei-c Casulbo, ex com-
maiidau-.eda Mmd'iio,* qaa oeu asyo no ;.or
10 do R'o aos r.-vodoso', srri poodemada
E' par 'io diz s qae elle envida tocs os es-
forcosparaaioiigarojolgamenio.eiperaoooobler
depois que Ihe seje levado em cuota o tupo de
prisao i fotl'ido.
Eateve em L-.sboa, hospdalo 00 Hotel In-
teroaclooal, o depata Jo e cb^fe uo paralo fedt-
raliia bespanboi, Sr Si.meroa.
Os rrpoblic nos lisoantnses cercaran-no de
todas ailatteogOafl, seoao por elles muuo com-
primsntalos.
O 11 raciono do partido republicano portDgnnt
cfferecec-lbe am bauqae polit'co; e ou lotaiio
de p-evealr dlaiorDlOB. oa occasiio dessi maDi
fejt.gia pulilica, o goierno r^olven ox aisal-o
do territorio da remo, e leali.mu, geolo Sdme-
ren preso qoaado fazia am ducorm em reposta
d saolafio ha peijs seus correlitioja:i&B por
toeoexea.
Ua tala onde se servia p banqie'.e aerlo para
oor lo do cooragado Vasca da Gama e depjis
sempre escoltado fui levado ate a Iraoteira do
reino. .,
Com destioo a esse paix partlram o S-.
Poo;e8 Jaoior, conso' brazileiro em dsfcooiodi
dade- Dr. Francisco Xivierda Caoba, ministro
pleaipoleuciario do Br-zil junto a corte de Ma-
drid, e 1 seoaor anha Janior. qoe nao volt
restele'1'0 ,la enfermtdade qaa o obngoa a
empre toder viagem Earopa, vale nao podar
ser opralo.
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR f
Ufelckisedecli de Albuquerque
Lima
us palsvras?
Em regra 1 E' por causa dos officiaes eo- d 1 o tempestuoso mar qae bate as costas do
treges I ionca por cansa dos acoaieclmeotoa
do B-asilf
Me onde est, ja, pelos tribonaes, corrobo*
rada a sua colpa ?
terr torio da Plata, oa poca ao eqolnoxlo.
um dos malB or.harnea e andaira commattimea-
tos eaira os das recentes viagens dos navios de
guerra portagaexe*, e eerlq sempre memorado
Oti eotaa verdade,3 ja contra taao protes- j oas mariohas de moas as oagoee
tou este jornal,que o go/erno e esforga, por
(ovardja, a dal-aa em boiociasto aos saos des-
laixos e inepcias?
Um regra Mas, dado qae assim feas, em
Ao paiz pode, po-tanio, affi mar a corporagio
da Armada que hoje, como sempre, a eocootra-
ra conacia do sea dever e Iniemtraia na preses-
j da tolosos pango?, uaotenpo sem dtafalle-
IHa'il
1633 -0 lente-coronel Byma a frente de
700 homens sabe do forte de Afog-dos o dirige-
ge para o engenho Mara Barroso, no districto
de Santo Amaro de Jabuato. porem sabindo-lhe
ao encontr o capit&o Luiz Barbalbo com IB
horneas obrigou-o a relrocedjr.
Ja perlo do forte de Afogados foi atacado
pelo major Pedro Correia da Gama, que, com
400 homens, derrotou-o completamente, matan-
do-lhe setenta e tantos soldados e fenndo grati-
d* numero. Byma com grande custo pou le
escapar-se e aproveitando a noite recolbeu-se ao
forte- ...
Dia 9
1881-E* elevado ao posto demeslreaa
E' thesoureiro gsral o Sr. Jos Carneiro da
Molla Silveira.
Devaca de ossa Sennora da
Boa .liarte-Essa devocao erecta no con-
venio do Carrao, reuna-se boje as i horas da
tardo, alim de empossar os luembros da sua
nova mesa administrativa que o nao naeraoa no
da designa loriara tal tira.
:;,;-ni. de lauvor Hontera, a 1/2 hora
da tarde, estando a iianhar-se na praia de Sania
Rila ura menor, dlbo do Sr. Marcos da Silva
CampellO Res, sen lo levado por una forte cor-
rente d'agoa, eateve a poni de morrer afoga lo,
s, providencialmonta, nao paasasae por all o
Sr. francisco de Paula Vleira, mogo estudante
que, com grande saendeio, eoneeguio salvar o
1 ofendo menor do perigO que corriu.
Este acto cerlameiile digno de louvor e
muito aboua em pro dos grandes seottmentoa
humanitarios do Sr. Paula Vieira.
Dc<*urdeirus -As 3 horas da tardo de
17 do corrate, estavam provocar desordena
n'uma (averna do lo^ar imcanamento, districto
do foco da Panella, os individuos Pedio Paulo
le Araujo, Mauoel do Pi ia e Jos de tal, quan-
do dirigindo-se para all urna prag do desia-
camento do Arraial, do nome Jos fetosa do
Amoriiu, foi reeebida cora um tiro de pisVda,
que be disparuu o ultimo daquelles individuos,
nao alliaginJo, porem, o projeciil a mesm
A autondade policial competente, sabedora
do fi.cio, para all se dirigi, mas ja n&o encon-
trou senao IrVdro Haulo de Araujo, que foi pre-
so lendo-so posio em fuga os ouiros dous.
Telesrapbia InterplaDetarla-Es-
creveo-nos o Sr. Pedro d'Able :
Li hontera nasle />t'arto que o celebre as-
trnomo Gamillo f laniiuarioii aponta scion-
cta como ineol'le communicago ulerplaiielana
a projeegao no solo dVgrandes flgaras lumino-
sas que possam ser vistas de Marta, por exora-
plo \cho a ideia simplesinente pueril, por
ser contraria todas as leis pbysicas couheci-
das. Se a sciencia quizer app.icurse a resol-
ver 1:0:11 fruct 1 to grande problema tam um
mei 1 nico. E' pela telepatkia.
Est srienliticamente provado que as cha-
madas allucinacoes telepatllicas sao verdicas
isto sao pr .duzidas por imagens obj activas
Esta maravilliosa descoberta nao 8 auihenu-
cada por numerosos e liuslres experiraaniado-
res como tambem condrmada pelos pheno-
metios da nypnotisrao, da suggestao, da clan-
videncia e da traosmissao da peusaroooio
distancia.
Embora nao accordes as theonas, os .sa
bios hvpnologislas sao unaoimes em afirmar
a veracidade dos factos.
. Partindo deste principio, perfeitameute es
tabaleado, que a vontade ardente pade tasar
transportar a distancia, era onligOes anda in-
determinadas, imagens objectivas e suggestas
hypnoticas, sem sahir uos precessos n ituraes.
nao ser licito esperar que a scieocia venba
um dia a determinar essas condicg6es aprovei-
laodo-as depois para a transmisso do pensa-
mento alera do permetro terrqueo ?
Ti-nho f que sim, e que a scieocia ter de
conllrmar bnlhantemeote as maravilhosas con-
quistas do Spintismo. O facto da transmisso
uo pensamento airavz dos espagos nao mais
seg'edo para elle, desde emeoenta annos pas
sadas, como nfto o era tambem para a velha
ihaurgia desde remolissimas eras. Mas e ao
Spiritismo qua compete a glora de haver ar-
raacado aos mysterios das sciencias o
apresen'ado luz da sciencia experimental 9
phenomeno da communcacoiranselberaa.
O maior genio qua existi sobre a Terra e
que se chamou Jesus-Cfiristo pronunciou e&tis
palavras. quasi vinte seculos antes do Sr Ca-
mbio flaramarion. publicar a saa Pluralidad*
do mnnd-j habitados : *
Na casa de meu Pai ha muilas moradas.*
(&. Jofio, XJV, 2).. 0
Ello que nunca tinha pstu lado o systema
1 '!^n'tti! ,,ela l>ca raza 1ue Copernicd
|rlia nasciio, aflirmava positiva-
/^^'BPBtao.a^jra d seieflcia comega aaveu-
lar p isso mesmo a titulo de hypothese.
Assim tambera agora que a sciencia mos--
Ira, em ItMey, que se podo curar coma pala-
vra, e na Salpelrj're, que se pode fascinar com
os olnos e ir.in.spor os sentidos com as maos.
A sciencia n5o nos mostra mais novidades
e so faz adiar do novo o que j foi conhacido,
como 1 mib m o que ella tem des-.onhecido.
Por isso se quizer resolver com vantagem
o magno problema da telegrrphia interplane-
laria volte os olhos para a anliguidade a (icai
sabendo que s se p >de subir ao Cu em espi-
ri 10 porqu: o espinto assopra onde quer*. 'S-
Joao, III, 8).
AJsciencia positiva nao acredita na thatt-
maturjYia, mas os livres sagrados de todas as
religidesestaocheiosde luanifestags iilaaa-
dricas e de m-nsigens extra-terrastres.
Qmr sejam os Vedas das Indias ou a Bi-
blia Mosaica, quer seja o 2and-Avesta dos Per-
sas 00 O Talmud dos Hebreas, quer sejam os
hieroglypbos do Bgyplo ou as escripturas u-
neifirmes da AsByria, quer sejam enfim os
quat.-o Evangelhos dos clirstos, todos attestara
e se fuo lam na comruunicaeao dos espiritos
atravz das rogi.'s sideraes."
Compete sciencia moderna justificar lr>
sabedona anliga.- I'edro d'Abk.m
*assament-finou-se n noite d ante-"''
hontem, e foi honlem sepultado ao cemiterio
de Santo Amaro, a digna superiora do Collegio
de S. Jos, irma Virginia Janozzi, italiana de
nascimenlo, mas residente no Brazil ha mais
de 2-5 anuos.
Possuidora de urna alma candida e de um
coracao eminentemente bom. a irma Virginia
era um ver la lei'o anjo. Tratava su s disci-
pulas como desv. liada mi, e 3 ibia perfeila-
mente fallar-lhes ao coragSo e razao esraaran-
do-se ea Ibes formar o carcter, lanto quautai
em cullivar-lhes a intalligencia, pois para isso
liaba dons especiaes, realgados por nissima-
educagao.
Devia ter cerca de 50 annos de idade. Oriua-
da de familia distincta e abasjada, nin la bem
joven, aos 16 anuos de idade. desprezand com-
modos, riquezas e posigo. fez-se rehgiosa e vi-
vau como ll pura e santaraeiit-, sempre queri-
da o resplitada n!re as suas corapanheiras de
oriem, e sempre idolatrada pelas discipular
qu: teve, as qnaes em Pernambuco contara-so
por centenas, grande numero boje illastres e
dignas inis de* familia.
Ao seu enterro, que se eft'-ctuou honlem is 5
horas da tarde, saturnio o fretro da capella do
referido colegio, concern rain inultas p'-ssias
.la socie lado jmlta des'a cidade, e sobretulo
nvi*f senioras, que lo7;in suas discipulas oii
que t;eai naquella casa de educagao suas IL-
Iras.
Repouse sua alma anglica no seio ie Deas.
i'reistfli^ila/au -Q espectculo qu-' de-
via dar hoja o Sr. francisco Bacellnr, poXycea
de Artes e oflicios, foi transferido sem dia cer-
to, visio continuar incommodado o mesmo Sr.
Bacallar.
Escavaces O Jornal official da Alie.-
raanha publica um ralatono crrca das exca-
vaees qua team sido taitas des ie o coraago do
correata anno em llijsarlik a uitima em que
0 dontor Sehliemann descobriu restos nutaveis
da anliga Troia.
O imperador.Guilherme conce leu ura subsi-
dio Je 311:' 00 marcos aos arclieologos encar-
regados do-trabalho das excavages.
Xo anuo corrente puzerara a descoberto na
sexta carnada das ruinas to lo o recinto forti-
ficado da cidade, lovantaram em S'-guidaoa
restos que S'3 achavam as conslruc(;cs com-
prehendidas as partts leste e oeste da forta-
leza.
.as partos a descoberlo, veera s os muros
da pdale n'um estado notavel de conserviifio.
Alera disso excavaram na cidadela interior um
grande numero de portas, de torres, e de edifi-
cios, assim carao um gran.le numero de louga-
ria, e una fonte. Foram encontrados tambem
muiti'S tmulos gregos, pertencentes ao periodo
da Grecia antiga
O relatorio. termina por dizer que na maior
parte dos casos as construeces ultimaraeole
deseobertaa na sexta carnada apres miara uax*'
tal estado, de consprvaga 1, qua dora avante se
podem classiticar as ruinas da antiga Trola ea-
tre as antiguidadas architecturaes mais notareis
do mundo, 1
I.i vi-e de inulta Na quinta-feira prxi-
ma, 25 do crrante, termina definitiva mate a
cobraoca que, a bocea do cofre, est proceden-
do a Recebe loria era rclagao a tod s os impos-
1 is e-tadoaes sobre industrias e profiss;s re-
ferentes ao 2o semestre do exercicio em vigor.
I.mitenia Maffica -Hrgisiramos agra-
decidos o recebimento do n. ill.anno.vlll
des-e peridico critico e humorstico.
Festividade religios.i-Hoje tem lo- .
gar a festividade religiosa do Sr. Bora Jess da
Agona.
Constar de missa rezada pela madrugada,
missa solemne s 9 horas do dia e sermao ao
Evangelho.
A' noite haver ladainha cantada e sermo,
finalsanlo o acto com a bencao do Sacra-
raniito.
Tck'sraiDinas retidos Acham-se re-
tidos n'esla repartipao os segumtes despachos:
Para Joao Rodrigues de Belm.
Rocha Filho, da Maragogy.
Coral, de Rio.
Ardon Cabral, de Macei.
\va forma d caridade-Um dos
fundadores das iMsinhas econmicas em Pariz,
Mr. Castro, estuda presentemente um projecto
de grande alcance para as classes p ibres. Tra-
ta-se da fundagao de economatos populare*, esta-
fa decimentos no genero das cooperativas, onde
is operarios e gente das classes pibres se for-
negaui a niveos muito baixos, dos principaes g-
neros de c insumo, tendo sobre as cooperativas
mas congneres a vantagem de dispensar qual-
qu^r quota ou insc'ripgao anterior.
0 capital ser oblido por meio de bons de cob-
su no no valor de luO francos que poderao ser
tomados pelos propietarios ou industriaos, di-
rectores de fabricas, etc.
Este 6ws sao divididos em coupons esde 10
cntimos, e term o valor do draheiro as Irans-
aec :s dos econoraatas.
Este proje;to facilita mesmo a qualquer par-
ti'Ularcaritaiivo a acquisigao pos 6011* que po-
der distribuir pelos seus pobres; habituaes, oa
a: era esmolas avulsas.
E' urna nova forma de exercer a candade, que
posta em p tica ser certamente bem accelta,
e atienuar um pouco os horrores da miseria.
Velocipedismo -A Academia de Medici-
na, em Fnnga acaba de nomear urna commis-
iSu para estuiar a influencia do exarcicio cj-
Btisla sobre aqaelles que se entregam mais oa
meaos apaixonadamenie a esta verdadeira mo-
Qomania, que ae apossou de grande parte da

7^-
*V





.X
F;



**

-*&&
Z
Diario de Pemambnco Domingo 'I do Oiutmbro & 1&M1
PopulacSo parisiense e di quasi toda a Franca.
Teca sido objacto da acalorada! dMOMaOaa o
zercicio em queitto, anawjntandD M. MartT
urna serie de estudaartroaopfaotograprucos en.
nae'g'o apresen'.a o&wccionamenlo dos diversos
orgS.os do corpo nordeenrsDdo exercicio velocl'
pedxo. ,,
Disctese se es exercicio pode ter incoo-
venientes para os vamos, concluindo a amor a
por concordar que elle obrig a um trabullio
muscular dosaiais tele e sauareis.
O que importa jvitor a posicao curada a
que obnga a conslrucco de certas machinas
A opinio geral de qu haveria toda a vanta-
"gem em modiftcar essa coaslruccao, aftm de que
os cfdistas fossam obrigados a manter urna po-
sicaii direita. bastando para isso puchara* sel-
las um pouco mais frente, permittiodo mesmo
utilisar assim mais directamente-as torcas do
mior Taita de tearbas-No saln do anno
passado esteva aposto em Pariz ura grande
quaclri do pintor Munkacsy, destinado a orna-
mentar a sala das seasoes da Dieta hngara, em
Budipest. ,
A scena representada no quadro data do te.c-
po em que os guerreiros madgiares usavaia da
compridas barbas, e ob eraros an lavam bar-
beado?. O guerreir> hroe-do quadro oi repre-
sentado pelo pintor, de.barba rapada. A pintura
foi Heitada por esse. motivo, alwganlo-se qHe
0 auailro repreienta unaecravo fallo nm heroo,
e nio.um guerreiro a valer, como exige a iradi-
SS0 FilhO do Co -O fillio do co niose
acba inteiramente abeorvido com a guerra da
Corea. Acha anda tempo para cuidar da agri-
cultura do paiz, como se v palo ediclo seguate,
publicado pelo Ost Asiaiiche.
Llord: -Desde o conuco do verti muito
nouca chuva ha cnido na nossa capital.e cer-
canas. Hoje, lodoso possuidores de Ierras es-
to 4 spera da chuva teeondante e abengoada.
E' imraricao dever irem todos iraploral-a com
oracOee fervorosas, fiesta iotengao iremos em
passaa .4 Ta.Kao-Tien para offerecer um sacrj-
icio Ao mesa tempo aviamos a >Miu-iuf.-
Kuqc o principe Cse-li-, a Chao-Hsieo o pnci-
cme lsai-sbu, a Hiuao-Jeu.Miao o principe Pu-
Lem eaNing-ho-miao o pnnc.pe Y.-lto, que
dr> offeraoer sacrificios no da fixado por
D entei-necer pelas supplicas desses altos dignita-
rios e pelas do filho do co.
rarlamento italiano -Diz um tele-
eramiiia de Roma, de 3 do pasiado, que os de
Sutados radicaes por occasiao da raabertura das
cmara, italianas pretandem insistir naqueslao
da satiegacao do documentos do Banco Konu-
no. miando foi iniciado o processo contra la-
Ionio Laziaroni e outros autores ou cmplices
dasVroBuUridaiUs descobartua aa gesiao do.
baz-se ms intervirti no debate os deputados
Cavalioll, Colajanni, Imbriaoi e Bovio, este para
contar o que vio e conheceu come meml.ro oa
rnmmissao de inquanto da cmara.
O -presidente do roncho GioltU eoufeisa
agora ter eitranido alguns documentos do ban-
co, mas affirma lel-os feito no menme da -
ra pois esses documentos referiam-so a actos
particulares do finado rei Vctor Xanosl.
Semeliante declaragio, como era de prever,
produzio grande impressao, causando grande
descosto na roda governameotal.
Sobre Voltairo-AUums jornaes alls-
maes travaram urna polmica vehemente aceres
de Voltaire. A questao esta : ____
Vo taire fez a apologa da mentira, e era, por
consegunte. um homem iinmoral ? Las o affir-
mara, outros o oegam, e a victoria anda es
adeiia. Os aecusadores de Voltaire citam, em
apoio de seu. aggiavos, alguns J
suas obras.-entre outros este, tirado de urna car-
ta escripia a Thienot:
.A. mentira.s vicio quando produi mal, e
grande virlude, quando raz be ib. Sede po.s mais
. .. v tmmmM mentir como
"Entrarara .... 19
s^ahiram ..... 14
Falleceram .... 3
Existem..... 78)
Foram visiiadas es enfermarras pelos seguin-
tes mdicos:
r. Barros Mmaho, entran as 6 1/2 da ma-
nhaesahio sS.
0r. Malaquias, entrous (O da manha e sa-
hiu is li 1/2.
r. SunOes Barbosa, cntruu s 10 1/2 da-ma-
ah e s hio s II 1/2.
Ur. Uerardo, entrou s 11 1,4 da manha e sa-
bio s It 1/1
Dr. Arnobio Manques, eatraa s 10 1/4 da ma-
abe sahios ti.
D.. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manba
e sanio s II 1/2.
Dr. Vieira da Confia, entrou s 10 1/4 da ma-
Qh-1 e sanio la H l/.
Dr. Tavares de-Mello, entrou s 101/2 da ma-
nha sahiu 12 l 'i.
i.* Ajudante do pharmaceulico, entrou s
7 da manila e saino s 5 1/3 da tardd.
Assisteote, eutrou s 9 1/2 da manu e sahio
s 0 1/2
Lotera de Minas Geraes-Eis a lis-
ta dos nmeros premiados na 1.* serie da 9.*
lotera deese Estado e'.rahida em 19 de '
tubro de IK94 :
4S4SS SO OUOOUO
Ou-
442 is
35774
7743
489 3
4232
30616-.
12:0noono
3:O0W0iK>
l:20tAU0
60'00(
(K)li50i
30050(10
12 64 lOaiOO
33298 HWOOO
3i.*.2 !200'J0
4'846 . 120^(3011
42.23 laouto
Kao premiados
aumeroj :
com 6050CO os seguntes
3^
90000 os seguintes
virtiioso que nunoa. L preno
um diabonao timidaajeDle, nao por^cerloUm-
po Tws'oueadaraente e sempre... Ment, mis,
meus am^os, meoti eu vos pagaret ampla-
"cemlterio PublicoObituario do da
49 ce Ouiubro de 1894 :
Mara das ori^s da Silva, Parahyba, 23 an-
n0feSS5'SS ^Seicio. Pernambuco.
aaTS-S ^^.a Brando, PernacJ
hura 33 annos, viuva, S. Josc.
Aom'-Tbeodora dos Sanioa Couto, Pernam-
*Tn.%d-^-&r., ^rabyba, 60 aa-
ios solteira, Santo Antonio.
Jo^Frauiiico d'Araujo, Pernambuco, 25 ao-
no solteiro, Boa-Vista.
Eloidio Francisco AlveS, Pernambuco, 49 an-
nof. viuvo, Boa-Vista, .
Mara Tertuliana, do Amor Divino, Pernam-
buco, 30 annos, casada, Boa-\ ista -
Eidoa Mana da Coocaigao, Pernambuco, o
^ Serrina, Pernambuco. 22 horas, S. Jos.
Manoel, Pernambuco. 8 das. Ornea.
Manoel Joaquim, Pernambuco, 22 ancos, sol-
e:ust>a'Maida' da Silva, Pernambuco, 30 an-
nos viuva. Boa-Vista. .
Cosme da .Silva, Pernambnco, 54 annos, sol-
lero, Boa-Vista. ,rt __
Mana Rita A Almeida. Pernambuco, 60 ann
solteira, S. Jos. _____
Casa de DeteneAoMovimente
presos da Casa de Detongo do Recife E
Se Pernambuco, em 19 de Outubro de 1894
Existiam .
Entraram-
Sahiram" -
Existem -
A saber :
Nadonaea.
Mulheres -
Estranieiios
973 16195 MOW
1063 20585 34789
4671 299i9 3970
4978 SH086 4289
10298 3U27 47904
Esto premiados com 30*000 os seguintes
nmeros ;
1303 16:36 i 29760
3416 16976 3344
4794 19018 36426
58">9 19476 41067
8072 24io 43413
I031D 252H5 4412f
118 25512 44927
12346 2358S 43205
14193' 27923 4M33
15515 28106 48645
E-ito premiados com
nmeros :
4549. | 45493 | 4^495 |. 45497 | 45499
4S492 | 43494 | 45196 i 4*498 | 43800
Esto premiados com 60*000 os seguiutes
numexo :
44221 | 4-223 | 442J5 | 44227 | 44229
44221 44224 | 44226 I 442^8 | il:3J
Esto premiados com 3QJ0U0 os seguintes
naoieros :
35771 | 3/773 | 33773 | 3S777 | 3'73
:i5772 35774 I :776 | 35778 I 35780
Esto premiados com 30*000 os seguintes
neme ros :
7741 | 7743 I 77*5 I 7747 | 7749
7742 | 7744 I 77*6 744* | 7750
Approximaees
45494 240* 00
45496 240*080
44a:2 120*000
44224 1!0*000
33773 0*000
35775 60*000
7742 3*(XI0
7744 3!>*000
Os nmeros de 45401 a 4,'5C0 esto premia-
dos com IWM0.
Os nmeros de 4420) a 44300 esto premia-
dos cem '2*0'0.
Os nmeros de 35701 a 35800 esto premia-
dos com OOiO.
Oj nmeros de 7701 a 78.0 esto p.-enriadus'
com 6*060.
Todo-i os nmeros terminados em 5 esto
premiados com 3*000.
Lotera de Minas Geraes -Essa im-
portante lolena corre no die 12 de Ootubro e
desperla a a'.tengo o respectivo annuncio era
nutra secgo publicado.
Os bilhates csl&o a venda na caa O Sonho
de Ouro n-\ 3 e 6 Praga da Independencia
onde e effectuam os pagamentos dos pre-
mios.
botera do Espirito Santo -Corre-
no dia 31 de Outubro a 22." lotera, cujos bi-
Hielas esio a venda na casa o Soibo de uro.
'Praca da Independencia ns. 3 e 5.
Vletop Hago Nossa Senhof a de Pars, 1
vol. ene. fideoo.
Vital de MweiraRoasiro da Costa do
Brazil, 1 wl. ene.*ooo.
Cmara -CoMiruccoaa novaes indgenas
do Urazil, I rol. ene droou.
Alexaaadwe Ifciiaaa-A mo de mudo,
1 vol. ene. 8*ooo.
C micas U-runde escoltas, prego da Sao
,|Soo.
Tem permanentemente na taboa da* porta,
urna collecgio de volumes, romaoces, litteralu-
Ta etc. 0 res.
L.VKAlUA ESCOLA DO POVO
DE
8O0ZA PAZ CS C.
81RA DO IMPEfeACOtt81
Compra e vende livros oovos e usados
Orfgens republicanas
efuta^o ao livro do sr. dr. af-
fonso Celso o imperador no
EXILIO
Pelo Dr. Felicio Bttarqtu de Macedo
Resuuio dos captulos
CAPITUiO l
Carta Sra. D. Isabel de Orleans.-Critica
geral d'o imperador no exilio.Conceilos
da Gateta da Tarde.
CAPITULO II
Origens e tradigfies republicanas. Causas da
fun lago da Repblica.Reformas realizadas
em pouco tempo.
CAPITULO Ht
Sinthese da historia dos partidos moDarchi-
os FormagSo e desenvolvimauto do partido
r-.'|)Ul)l:c.uio atravez nas reacgdes oppos'.-.s sua
marcha. \ excurso do Conde d!Su s pro-
vincias do norte. A eleigo de 31 de Agos
de <889 A armada e o exercito na onal.
ConclusOes.
CAPITULO IV
O povo e o esercito como os'maiores coniri
buintes das Dr Syivio Romero A legenda imperial. Ma-
nifest dos inonarchistas do Para.O sebastia-
nismo em uego.
CAPITULO V
As individualida les e os factos histricos.
Ongem da escravido no Brazil e seu desen-
volvimento. -Primeiros tintadas e leis relativas
abohgao do elemento servil at 1831 -Obi I
Aberdeen e a le de 4 de Setembro de 1850.
A le de 28 de Setembro e aua desvirluigo
Accenluago abolicipnisU d,e 1884 -i88 O
ministerio Cotegine e a reaego escravista.
Adecretago d a le de 13 de Maio-Controver
CAPITULO VI
Dualismo entre o sul e norte do Braz.ron-
sideragOes geraesA Ioconfideacia Mineirn e
Tiradentes perante a historia. -Sua apetbeose.
-1 heoplulo Otloni e a estatua equestre. Con-
fronlacoes.
CAPITULO VU
A collecgo de escriplos oo lbum offerecido
a D. Pedro.Estudo'synthetico sobre o seu
caractar de homem particular t ue homem pu-
blico. -Considerases naes.
Esta imporia-rts obra reoommenda-se a todas
que desejara sab3r o quanto cu e a independencia do povobrazileiro, al lo de
Novembfo d i 1889.
Reraelte-se tranco de porte a quem enviar
5*UO0 a
Francisco Soares Quintas
Editor
77Ra 15 de Novembro77
em algum dos trabalhos que constituem
o iniraoo recueiloa Sonetos.
Em summa : o auctor dos Sonetos deu-
iv um bom livro; no qa-respeita Arte,
os defeito* que all se jiossaui notar, sao
defeitos de todos nos, que vamos em co-
meco de jornada, e que certamente nao
podaramos ter pretenoSes a urna perfec-
tibilidade que nao podB ohegar tao de-
pressa. Quanto ao mais... que seja
sempre o Costa Netto um poeta de cora-
cao, como rav-elou-se no hvro que vem
de publicar.
*
. *
i HONICA
Agora, finalisando, para amenisar a
minha prosa insulsa, alii vae um dos me-
lborea trabalhos do livro, com o qual,
depoisda licenga dq Costa, tomo a liber-
dade de brindar minnas leitoras :
ALPES N'ALMA
Diz^m que sobre a lirinl candura
De aita, deeerta regi*o alpina,
Ve-s luzente florago franzina
Vestindo d'ouro a glacial planura
Mas, quando accaso mito cruel e dura
Ousa palpa!-a, uma ideial, divina
La rima corre n'essa m&o ferina
E se desfaz n'uma poeira impura.
Na sobranceira regio interna
D'alraa, onde reina uma candura eterna,
Td vs tambem uma exploso dourada.
Mas ai! as tuas illnse^ nao palpes
Que, como a loura floracao dos Alpes
Fundem-se e torna ase em pojira, em nada
Manoel Ardo.
SPrtT
mppoisruaio do catnps uraale
H je <-aii~a es p'ado a sui 22.a :ornda.
C ioao-to o.sea p wiwbi w 8 o-rens. aa-e-
-e.la ama ex e, leiil i>-.c.'lig> af M tart-,
<|oer em cada um ielUs. ci'tJnuij aeaim o
ooocarreocla.
PALtlTSS
0 qae offerecemos a j.^a.-iie a;n dos ans-
do'ee, sao :
!. P'eoG^tono&naSelaUor-
! PnreuPj 3* PircoAeotii-Hiro TnamplMPi'air.oo.
4. P-r-oMio-itT 2*-Faioai>Tioy 2.
5 Pa'eo 'eija-fl r -Baio-j M Janee.
6# ParsoAvutoreiro,:irana'.a Turco i.'
7 Pareo8 8. PareoBattio-yVW.' .'Fuaiaa 2.
0ARHEIR*6 LIVdfiS
S ronlirn VtctaNa os maHM dos pa-eos
!., 5* e 7.*, ?Haomitiada 21 ae Qalabro, Com
peo-aco e Velociiad.
P:-JRPA 1
A directora do D^roy Ctn^, em seseo d-
hootem. oe'doou as peo* que -lavam saj?i-
:-- os | ck-'y (iiuc Jos MeadcS e Au'oaii'
de Peala.
IMDICACOES OTIS
Ao ooaanaeroio
A Companhia de Tecidos de Malha
avisa ao commercio que o deposito ge
OAeaallscas
Dr. Brrelo Sampaio, oncflftk, rl
ddsuIi (Je 1 ns 4 horas oo piiHietco
fijsidenciani '* *"it'!iabiM n.
:}' airada m ^t
Roberto Leopoldo achava-se um dia
entregue aos mais agradaveis soahos de ral dos seus productos no armazem
ventura ; seu rosto era altivo, shu olhar dos Srs. Souza Nogueira & C, ra
-brilhante ; tomn o pincel e desenbou Mrquez de Olinda n. 58 para onde
com effaaAD a linda sena-^ Le carnaval devem ser dirigidas todas as encom-
ALEP1N0
Total
Arragoados
P.ons .
Ooentes .
Loncos. .
Loucas. .
6 m. grado -25,'2
9 2fi,2
IS - ,5
3 i. 26,8
6 2o,8
759,-85 vapor 20,i6
70r75 21.it
789-48 21,63
758,-20 21,97
'758,-79 21,60
Total
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa:
Fell ppe de Souza.
Joiio Francisco de Souza.
Jos Pereira da Silva, conhecido por Barbeiro.
Tiveram alta :
Jos Joaquim Barbosa.
Joaquim Jos de Souza. 1
Urbano Benedicto dos Sanios.:
Por fallecimento Francisco Nunes de Oliveira,
counecido por Francisiio Ignacio.
' rinspectora do %.* dlatarleto mar-
timoHecife, 19 de Outubro de 1894
Bole'.im metereologico
Eorat. Term centi- Barmnetro Tensa do Hunni-
dade-
u
m
8*
81
88
Pearperatura minima 24,73. Tbermometro
deanri^ado ao meio dia.
Temperatura mxima 28;?5 Ennegrecido
54j_Prateado: 39,*0.
vaporacao em 24 horas ao sol 13,0 a som-
br. 5,-4.
Direcko do rento : SE meta noite at 1
ia m da mantiS ; 9^E e SE atentados at
3 i. 38 m.; ESE e SE alternados at 10 h.
01 m.:SE com ioterrupcOes de ESE e SSE
at 7 h. 38 m. da tarde, e variavel de SE a E
at II h. 20 m. ; SE at meia noite.
Velocidad* media do vento 6,-44 por se-
gundo.
Ht*Utoeidade media 0,47.
Botetim do Porto
Pna-mar ou Dias Horas Altara
baixa-mar
B.. 19de Outubro 8 b. 20 m. da m. 1.-96
P.M. de i b. 3i m. da t 0 ."65
.UatadaaroVa'bHecNesae eatabeleci-
ose ato foram abatidas 109 reies para o consumo
puWico de boje.
Hospital fedro 11-0 movimeBto done
estiiielecimento cargo da aa*a Casa de Mise-
ro)f da do Recife, n d 29 de Outabro M o
fleT>ite:
.\ l.i v :i r i a Fsi-ola do Povo, fez aqui-
sico di imponanle bibliotheca de um amador
e vende por prey>* resomiios.
Ploriu.no reixoto Tragos biographi-
co-. 1 vol. broch. 9-iSor.
Rabclais Voluptuosidades romanas, 1
vol brorli. fono.
.1. de Alencar -Iracema, 1 vol. brjch
So'oo.
Ula'rtiiM Jnior Tela polj-cliroma, l<
val. broen tooo.
Vuli-ntiiu Ma-rallres Escriptores e
escnpiif, < vol br.ifh. tdiuo.
Roy llurbosaVuiia trra natal, 1
vol. broch. CrSnoo.
Mari' A. Va* deCarvalho-Muloa-
es creangas. I vol- broch Sjoo.
(ierra JttnqaeiroOs simples, 1 vol.
roi-li. *'aoe.
Braz VNstife Versos de um Boemio, 1
. oreen. Ijiueo.
Ion de f?*'!-Catalogue Ilustra de
nlr>re el sculpiure, 1 vol. broch. StSooo.
Dr. -Laeerda -0 microbio pathogeaico da
letin- amadla, 1 vol. broch. S-5Sou.
Bf acedo A moreoiirha, 1 vol. ene. Sdoo >.
J. ile Menear Lucila, i vol. ene 36.
Vteira de attro Dircursu parlauen-
ares, 1 vol. ene. d!3wo.
M. Vordeau As mentiras conveneionaes
1 vol pncad mido.
I uiz Guimares JniorNocturnos,
vul ene ttoii*).
Mello Moraes Pilbo Curso de LiUera-
lora brazilira, I vol. ene. Sooo.
Leo I'axil e Paula \erdun -Os as
sas-on.itos maconicos, 1 vol. ene. Sdooo.
Vietor Haa;o -Noventa e tres, 1 vol.enc.
3 ti 000.
I. Pedro ff -Collecgo de artigos do Jor-
nal do Brazil, 1 vol. ene. S^ooo.
MeireHes Historia naval brazileira, 1 vol.
ene. 3^ooo.
Assis Bracll A Repablica Federal, 1
vol. ene. 3io.
Vietor Hugo-Napolen le petit, 1 vol.
ene. adrSoe
J. de Aleanar -O Jesuita, drama em 4
actos, i vol. ene. Sdooo.
E. Castellar Discursos acadmicos, 1
vol. ene. Mximo.
Prosease e Jateaaaeato de Jos
Cardillo Vieira de Castro 1 vol. eac
34ooo.
C. Al ves-Espumas fVrctaantes, 1 vol. ene.
Xdiooo.
A. arrClotilde, 1 vol. eac. i5oo.
Joaa de BrtttaLyra dos Trpicos, 1
ol ene. Sifooo.
J. de Aleaoar -Sonhos d'osrp, 2 vola
ene. StSooo.
Antonio Joaquim de MelloBio-
grapbias de alguns poetas < borneas illustres
de Pernambuco, 1 vol. ase. Sdooa.
Oliveira Martina -O tr.iTil e w colo-
nias portogaeaas, 4 vol. ene. 8rooo.
MlTeira da MattaViagens na Galliza,
1 vol. ene. 3iiooo.
sear liealViagem 1 vol. broch. triaoo.
Alberto de Urelrargenetos a poe-
mas, < vol. brocb. Sdeoo.
AIbeo Aeevedo -A mortalha de Alzlra,
1 tI. broch. Sdooo.
Latino Coelho-O prego da moaarchia,
1 vol. ene. 'Idooo.
Padre Haume Directorio do joven
sacerdote, 1 vol. ene Sdooo.
Eagae Sue Lee Mystres da Paris, i
vol- ene. e lltwtrado, Soao.
Oaapar A. Haniaes -Vocabulario or-
thograpnieo da lingua portugaaaa on methodo
de Venite. Dias depois o artista esmo-
reseu, f mesmo em cirna^d'%uellj figu-
ras pintouLe depart desafeselieurs.
t Foi ai sorriso suffocado por um so-
lugo, diz Balletan, o narrador d'aquella
scena .
Tal deve ser o poeta, o poeta de cora-
go, que sabe sentir e aon..ar, que sabe
alliar a arte idaia sam que uma preju-
dique outra.
E por isso que debalde tentaram uns
reformadores, verdadeiros vndalos Ilite-
rarios, n'uma bem expressiva phrase, ar
ranear da poesa aquillo que ella tem ds
intimamente adoravel, dando colorido ao
que aem rima nem metro nao teria lu-
gar de ser Sou de accordo com Pedro
Luis quando diz que todo o poeta sent
absoluta naaessida le de prender o r-oi-a-
gao a uma d'esaas formas aereas e vagas
que veem recliaar-se aossa cabeceira,
3ue seja um destas entes divinos que an-
ata e lentem e aos murmuram ao jouvido
segredos que so coragao antenae. Reali-
dade ou sonho preciso que ella exista !
Isto vem a proposito do livro de Costa
Netto, ltimamente DubJicado, os Sone-
tos, sobre que sinto neceesidade de dizer
algumas palavras, ainda que desalinhada-
mente.
Costa Netto, nome sulficieutemeote co-
nhecido para os poucos que n'esta trra
se eccupam e se interessam com estudos
litterarios, jlizmente, folgo em reconbe-
oei-o, ao est incluido entre os Uas vn-
dalos, o que, intil at dizel-o, mais
am titulo de sympathia conquistado pe-
rante mim, pela sui> individualidade lit-
teraria.
O autor dos Sonetos escreve sem essa
preoecupagao de muitos, alias bons pje-
taa, de encaixar palavras tnartello ( si
me permittem \ ). deixando que o pen-
aameato ve livre e a inspiracao imprima
aeu caabe em cada um dos seus trabalhos
poticos.
Nos Sonetos, quando por exigencia se
queira apoutar defeitos, que nSo quero
contestar, quando forma, descobre-se
a alma do poeta, a alma vibrante, emo-
cionarel, diaposta a receber todas as im-
pressSes do Bello

Ha um paiz, diz um escriptor, qae tem
por vsinhos as mais altas montanhas do
globo, as quaes, por oadulacoes capri-
chosa se transfermam pouco a pouco em
futis e radentos collinas.
O mar, onde vai banhar-se a orla dos
prados immensos, penetra no interior das
trras... As planicies cobrem-sede bella
"vegetac. 0...
Mas nem tudo fertilidade e belleza
n'esse paia ; ao lado de peciosas campi-
as ba enormes rochados que ergnem
para o 'ceu elevados pincarog, eompleta
mente desnudados... jorros immensos
de areia se eepraiam, oceupando exten-
s5es vastissimas...
Ha n'essa pintura, cheia de uns tons
vibrantes, o quer que seja de semelhan-
te com o espectculo que nos offerece o
interior d'alma .. As agruras que veem,
do coraeo, arrojadas petos embates da
asistencia e vio ficando sobre o papel
seguro de escwer correcajentatoias as pata- *a *" aasc"?8 que pode offeraoer .Gasta
vras do novo idioma, 110I ene. 4J>ooo. Netto, aos que o acousarem de pieguitmt,
mendas.
nedlcas
Dr. Joaquim Loureiro medico paftei-
ro. consulturio NM >', Cabug o. H,
-estiietiRis oa Casa r*orte a, 5. casa t-le
iznlejo, defront" .la i;reia da Canopin:i.
Coronel Frederico ChavesBomceo-
patkia Ra do Buro da Victoria o. 37.
1.' indar.
O Dr, Lobo Moecoto d consultas em
s ia tasa ma da Gloria o. 39 das 10
noras da maah 1 da larde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-si-
para acudir a quiquer chamado com
droraptido para fora da cidade. Espe-
plidiade, oporaces, paitos e molestiasc
de seahoras e r-^niuos.
Dr. S Peretra. ra da Imperatriz o
rj, d consultas medico-cirurgicas todos
1 dias das 8 meio dia, menos 00
domingos e dias saotiticados.
}r. Pe eir da #t>a chegado d
Paris ; com urlica uas choicas de Wne-
cker Laadolt, d consultas de 1 s i
oras da tarde a ra do imperador c.
63 primeiro andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
sanga.
O Dr. Simplicio Mavignier iam
>ea consultorio a ra Mrquez de Oliodi
a. 87 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare
loo respiratorio, fobre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 oa. pt-rmacia
lioerva, largo do Teroo e em seu -^)D-
211 torio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio o. 41.
Chamados a qualquer bora e por es-
oripto.
Telenhone n .5ro.
O Dr, Berardo medico e oculista do.
hospital Pedro 2.* tem consultorio ra
do Bom Jesusa* 9. 1. andar Residen-
cia ra Real da Torre o. 29. telephoue
0.366
Dr. Amaro Wanderley, Mu;;lou t
consultorio para a ra Duque de Caxin
a. 74 1.' andar, onde d consultas di;
ti horas, da maah 1 hora da tarde,
Residencia Ra Direita o- 41
Afogados.
0 Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de di-
oica do professor Wecker, de volta d<;
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio rua Nova q. 18. primeiro aedar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
felephone o. 539.
Brogarias
Braga g Machado. Agencia de to-
das as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e ou-
tros medicamentos hoeopalhicos, ruii
Larga do Rosario o. 34.
Paria SotrinkaA C, droguistas por
taacado. rua do Mrquez de OHoda n 14
Guimares Braga 4 C. Deposit-
jfl Drogas, e productos chimicos, esp<3
ciali^des Pharmaceuticas, medcame o
tos.l^uieopatieos e tintas, leos, pill-
eis etc., etc. Rua do Mrquez de Ola
da o. 60.
rTUtli.tttjn flUW
Jr. Antnaio Barge la ?-
seca
(0iintinua9o)
Borges quiz-me no Recito e a minha
correepondbncia para o campo era quasi
diaria
Finalmente foram rain tos os presos, to-
dos o? cheles menos Pedro Ivo, que ficuu
forte com a sua. gante ua ma:tas da
Agua Preta, entre Pernambuco e Aia-
goas.
Rsponderam a processo e foram con-
demnados pl<> j"ry. Recolbidos a um
navio de guerra, d ubi escr-^viam o Diario
Novo cora certa ou antes muitnmoderacao,
at que Honorio (Parau) os deflortou
para Fernando. Entilo foi o numero se-
guinte do Diario Novo vibrante e arden-
te, proclaaudo a 'Jonstituinte soberana
e livre.
Noraearam a Feitosa Figueirado para
ficarem na redagao do Diario, e este^
nao acceitando o encargo polos termos
era que ficara alevantado o Diario Novo,
eu eacrevi a Burgas, que octava Cora os
outros ao Lamaro a seguiretn no outro
dia, e fui acceito por todos, adeionando-
e-me Viceate Ferreira Gomes. Este fa-
zendo me troperos ua redaco, disae-lbe
eu que um di nos ahiria e fiquei s.
Trata va Honorio com Feitosa uma trai-
co para apanhar Pedro Ivo, sob promes-
sa de uma amnista geral, e eu qu-i sa-
bia que aquillo era uma cilada, denua-
ciei-a pela imprensa incitando Pedro Ivo
a continuar na lua pela onstituinte.
Honorio mandou-me prenuer e eu de-
pois de preso fugi pelos tolhados do 2'
anda: para a Oasa v.zinha ; noite para
uma caa ingleza. conduzido po-r dous
amigos meus conservadoras, Epaminon-
das de vi-ello e Tbora Madeira, d'abi
para o engenho Utinga de Gima, com o
nm de seguir a juntar-me com Pedro
Ivo a livral o da cilada que lhe prepara-
ra e continu*rino8 a revolucao pala Con-
stituirte. Os outros do Diario Novo,
que foram presos no raesrao dia horas an-
tes da mira (Farias ao o padre, e o na
dre Rochael, foram mandan is para Fer-
nando )
L padfcciam milito todos 03 chefes da
revolta, e B<>rges muitissin.0 mais que
os outros Foi posto na ilha Rata, onde
o havia ihabitavao nem agua, em uma
cabana que fizeram para elle. Mana-
vam lhe de das a dias agua e alimenta-
cao horrivel. Foi um verdadeiro e gran-
de martyno.
Nao podendo eu seguir para as matas
por ter cahido doente da uma glndula
no pescoco que abri-e no pude evitar
do laco em que cahio Pedro Ivo.
Trbala ivatn dous_no empenho do im-
perador ae pegar Vdro Ivo pela :rat-
gao, pela f na falsa prom8ssa de uma
amnista geral. Honorio por meio do
Dr. Feitosa que, nunca teudo sido poli-
tico, se fizeta para elle chefe liberal na
ausencia dos presos desterrados, e Jos
Bento presidente das Alagoas.
Logrn este o intento por meio do pai
da Pedro Iv mandando-o Jas Bento s
natas pedrr a Pedro Ivo a renc\icao, sob
a promessada -moistia geral bar parte
do govero. Foi o velho munida da ima-
gem de Christo e por meio d;lla, e de
joelhos e com aquella promessaj conse-
guir a rendicao do Albo, qae/foi remet-
ttdo par*-o Rio, e ah mettjtao na Lage.
Ora, o nosso rei Pedro II era muito ze-
loso d disciplina para sonVer que um
militar sahisse impune daqueua rebelda
e mais com o premio da amnisiia para os
compaaheiros paisanos. ^ Seu crime era
O npsso rei era um excellente rei, um
presidente de repblica com cora, e at
republicauo como disse a Lafayette e a
Viclii1!! u. Salvador de Mondonga que fazia propa-
j ya. da pela repblica, guardando todos
s rospeitos a Sua .(agestado, o aosso rei
era um verdadeiro rei coastituconal e li-
beral. A con8tituicSo que aeu pai to
liberalmente aos rapuzara qua todo povo
acceitou a jurn, menos os que por nao
acceitarem^n'a foram fuzilados, essa con-
atituico permettia a suspenso das ga-
rantas do /cidado, ou estado de sitio
nas occasies de rebellio, etn. Pois o
n^sse rei nunca careceu de usar 1 esta
faculdade Alma grande, como Alejan-
dre, elle uac sa enmaranhava em teas
de aranhas ; como aquelle cortou o n a
nao lev u tempo em desatai-o ; o nosso
rei nao careceu nunca de suspender as
garantas. Quando era preciso a sua
gente desmantelava, quebrava typogra
pbia, prenda, mandava para Femando,
fuzilava, como nos tras d:as depoij de 2
de Fevereiro, mandava sentar praca, fos-
se casado oa tivesse ou nio isempco le-
sral, aos rebeldes que nao foram fuzila-
dos, e reinettel-08 para o Rio-Grande do
Sul,; como fez ainda no dia 30 de Se-
tembro de 1867, mandando cortar a es-
pada por um batalho inteiro os propa-
gandistas da commercio a retal/i >, (do que
veio a raorrer Borges da Fonseca) me-
tel-os na cadeia e processal-os, e recom-
pensando a todo* os que tomaram parte
naquella facanha, como o presidente da
provincia, o befe de polica; toda a poli-
cin at o ultimo inspector' de quarteiro
de tjda a cida^o do Recife.
(Contina)
ds pena de morte pelo fuzilame
% Para executar a lei o nosso r<
m um certo embaraco, a promei
amnista feita por um eeu delegado
penhor de Christj, cuja imagem garan-
ta aquella f, aquelle contracto. O nos
90 rei em materia de crenca, escrpulo,
promesaa, era bem pouco attencioso.
TJto fcilmente ell adiava uma confe-
rencia ministerial para negocio grave
do Estado, porque naquella bora ia para
o mes marianno, como pnvava com o
atheu positivista Benjamn Constant, que
pregava, doutrinava o atheiamo e a rep-
blica aos militares seus diseipuloa, da
sua cadeira na escoia militar, enchendo-o
de houras e beaeficios, porque estes dous
pedantes se reputavam sabios.
Era preciso para nao quebraT da discipli-
na, nem fementir Christo na preaenca de
seu povo catholico Foi pois simulada
urna fuga, sendo couduzido Pedro Ivo
para um navio que nuuoa se soube qual
foi.
No emtaato elle desappareceu da .Lage,
e nunca mais se aoube aovas suas.
Assim ao foi mentida a palavra do
nosso ra, Pedro Ivo nao foi condemnado,
nem tao pouco foi relaohada a disciplina
militar com a amnista ao militar n>
beld
Nem la era para ter remorso o nosso
bondoso ra, nao ee poda chimar um
aasa'sinato o que soffreu Pedro Ivo, vis-
to que elle era crin inoao de morte e
mais cedo ou mais tarde sera pegado e
condemnado, entretanto que o meio em-
pregado s trouxe de mais a mais breve
restabeleeimento da paz. La quanto a
presensa da imagem de Christo, para
elle tanto vaha este como Comte, como
qualquer philoeopho, qualquer impoator
ou qualquer pedante.
Nunca concedeu elle a amnista; foi
8m depois de muito esfregar os rebeldes,
concedeado perdao aoa que o pediam.
O nosso re, com a sagacidade da ra-
posa, sabia oade pisa va (mas por fim o
d abo o enganou, e trahodo oa proprios
delle mais queridos). Quando Apulcro
de Castro fa^ a3sassinado pelos officiaes
militares, na preeeoaa de seu ministro,
Lafayete, a quem a viotima tinha ido pe-
dir garanta, e sahindo do palacio da jus-
tica em carreira desabrida, o nosso re
que abolir a pena de morte, nem se de-
ra por achado, nem a um inquarito man
dar proeeder.
O patriotismo do Sr. Jos Ma-
rianno
Atravesamos una epjca de provages.
ilBatiraealoa anarchicos desponUm portod a
pirte, e atneacain con verter a Ierra pernambu-
caua em campo de depredayes.
Os coiypeu da marchia se desfarcam com
as riurnigerrs patriticas e espiam o momento
propicio para o assalto ao poder.
Mas o desf.irce no 6 lo perfeito que naose
dirtH por entre as punnasbfllbantes do pavo,
a a/a nt-iiia da Rralaa partida.
Por ti I re a- falgnraebas riadas de um pre-
tpno p-ilriolismo. se dniragnem, sombrioaa se
e-iputfira-am por traz dos bastidores polticos,
armados pela malreira gente, dous fetos memo-
raveis, q'ie sa-rram ao Sr. Jos Marianno, um
grande cidadao : na monarchia um^ adulaguo
eslaf.ifurdia ao esposo' da princeza imperial,
qu; veio ao 11 irte do Brazil o norte do futuro
grito inestre.) preparar o terreno, para nells
implantar o -lerceiro Niada,, que seria a des-
graca desie pai/. ; e na repblica uma adora-
gao entliusiasiic-i a um dictador, novo Balma-
a la, que calcou aos ps despticos a nossa
censtiluicao.
0 Sr. Jos Marianno, que capitanea a gente
Metera, sem escrpulos e sentimentos patrio-
tiros ainda ousa fallar era liberdade, quando
duas vezes em occasiOes solemnes, renu-^ou as
ideas e aspirar/Oes populares, para ir cahir aos
o do homem, que ia empachar o sceptro do
terceiro reinado-, e do cidado, que despeda-
Cou com a ponta de sua espada a arca santa de
iioasas liberdades. .
Qu consilragao pwsiwl pode adiar o espi-
rito o ma'u tolerante entre -liberdale e dicta-
dura, entre patriotismo e terceiro reinado ?
A prova a mais palpavel, a mais esmagado-
ra da fall de senlimentos patriticos do Sr-
Jos Mariano e de sui ndole ae esoeculador,
est em sua att,tude peranle a revolia de 6 de,
Setembro
O tribuno pernambucano conegou condem-
nando a revolta, volando o estado de sitio para
ser ella promptamen'.e esmagada e offerecendo
os seus servicos ao marechal Flonano. Como
o presidente'da Repablica nao acceitasse os
seus servicos, offerecidoi em troca de favores,
para ter influencia predominante na poltica de
Pernambuco. por isso volta-se despeilaao para
o Sr. Custodio de Mello, seu inimigo e persegui-
dor politico. -.
Mas nao vai procurar no povo pernaouiucano
elementos para a victoria da revolta.
Faltou-lhe a coragem e a a megrieao.
Pretiri recorrer aos cofres pblicos e as for-
gas estadoaes. ,
Assim nada arriscava ; em caso de perigo, o
Recife era um ptimo pono de emberque para
uma viagem a Europa...... .
E" por isso que o Dr Jos Mariano diz hoje
aos seus amigos que julgava sonhar, quando pe-
netran na esireileza do carcere.
Emao o seu cSrebro, vusio da sentimenlos
patriticos, e seu coraco nSo preparado para o
sacrificio e para as lucias, despertaram nessa
dora de provacao
S Exc tinha plena certesa do que nada ar
riscava na miseranda especutao, e a voz de
prisao soou-lhe aos ouvidos como urna cousa
absurda, azar a que devia estar suieito o
triota verdadeiro, e nao S. Esc, que era
simples fargante. _-.
E como a revolta foi vencida, qeerendo o Sr.
Jos Marianno especular com o partido do Sr.
Hrudente de Moraes, partido, que ab-rtamente
conlemnou o movimento de 6 de setembro,
leve o descoco de dizer em pleno Congresso
aue foi muilo bom que o Sr. Custodio de Mello,
o valente marinheiro, que nunca mendigou os
seus servicos, fosse vencido, porque, ve;icendo
a revolla, .leamos de fazer uma outra, para
reconquistar os direitos perdidos !!
Na revolta, outros que nSo S. Exc. represen-
larom papel maw hooroso, e no entonta foram
a mecidos oas comedias, qae durante tres
diai se teoresentaram oetta cidade.
Eli* era muteis nas ostentaos ruidosas,
encomo:e..dadas expressa e propo la-e,
para o embahimento do povo em ,p.erQ^'uruc?;
e dos sectarios da abonara em todo norte do
BOSr Veras, em manifest publico, pedio as
suffragioa de seus amigos e correligionarios
em nome de suas ideias revolucionarias.
O Dr Albino Meira, em artigos dignos de
sua illustracao e de sua coragem, ergueu o la-
ba-o da revolta e nao apostatou as suas crencas
em tristes especulases. ^
E ambos suffreram tanto como o Sr. Jos
Marianno, e talvaz mais porque nao poisuiam
a saude de athleta do tribuno pernambucano.
E no entanto ellea foram asqueados, porque
-nSn tinliam atrai de si um partido, em cuja
tand.a?olKa se la divisa delatara: an-
dfidetaP9saUn1ca do desmmbramelo do
B Haver acaso algum brasileiro honesto e pa-
triota, que nao sinto subir-lhe s faces o san-
rae i Aado, quando ouve fallar no dospeda-
camento desto grande patria ___
Existirao ainda espirites tao corruptos e
nervertidos que queiram araesquinhar a patria
pardarumaqcoroade dictador amigo de
Se d-Eu. ao homem, que fez a deagraca do
-s^Bm s
=SSH^sl5es^z^-
^Icmiuneme^Sr! Jos Marianno procura
^cdS'a maconaria para fazer-se grao
matre do Onenle do Morte.
oe o faco, e esto grande assoc.aco julga
honra do Ilustre republicano que a 18 oe^o-
SSbro eoiloeoa-w 'potta do palacio presidan-
cial euardando fielmente as instituicSM monar-
ch'cas 'ameancaodo de prisao o Rr Martins
Sor, vimos inscriptos os pos commemora-
tivos de suas facanhas, as datas a^gi^
nascimeoto, de seu tivramento e de sua cnegaaa
as plagas Peambuinas reve|adora8 de
ISafjSBSl d Vdtde S^a do Bral, da
pa-
um
I dos Jesutas, de
T

-


.
:
-, \ _. .. ,:

Diaria
Ricardo Guiniarfies, e muils outras victimas,
sacrificadas gloria e patriotismo do grande
Ir huno ?
Bella occasio para A Provincia rememoraren)
phrasos brilhantos ob feitos heroicos do ilustre
tribuno.
Mas ella nao o rara, porque mais fcil esrao-
lar na praca'publica festejos para o pretenso
roartyr pernaraburano, do que eocoDtrar na vas-
la necropole, onde repousara os destrozos de
suas tristes facanhas, um s acto meritorio, que
sobrenade por sobre os seus crimes polticos,
como o nenupliar por sobre as aguas ie um
pantano
Recife, 20 de Outubro da 1894.
Timoleo.
*
De viga
O actual momento poltico de Pernambuco
est todjs os (lias a reclamar a attencoe os es-
torcos doe homens bem intencionados deste Es-
tado. .
Na lula iqcandescente que a opposicao lem
travado com o Governo do Estado, vemos de
um lado este, bem intencionado, agiudo com
energa e conhecimento das cousas publicase
dos nossos sagrados i.teresses; de outro lado
aquella, composla de adversarios mal intencio-
nados, que exploran Jo a credulidade popular,
nao tm o mnimo escrpulo em langar mao de
todas as arma?, comanlo que cbeguem con-
quista do poder.
E' preciso, mesmo urgente como medida de
salvarlo publica, evitar que Pernambuco seja
presa desses corvos polticos que ah estSo tudos
os dias a pregar moralidade. como si fosse pos-
sivel a essas aves de rapia outra cousa que nao
farejar os destrozos de nossa cara trra.
E' preciso que o publico sensato, amanle da
ordem e da prosperidade do Estado, nao se dei-
ie cahir as enalbas dos eternos esplo-adorcs
do povo.
ti' preciso estar de guarda, de viga contra
esse troco de homens, toi disants polticos, que
leudo sido seropre prejudxiacs no passado re-
gimen, ainda cada tizaran) no actual cni pro da
sustentacao e levaniamenlo das novas inslitui-
Qes.
Nao nos esquejamos da ultima siluagao dela-
teriu, que, como o nome o indica, ti para nos
um flagello, e como facto histrico, 6 um elo
quente atlestado de que os actuaes adversarios
s tm um filo : o peder.
Elles nao se preoecupam com as difficuldades
inherentes ndminislracao publica; elles nao
luctam' pela ordem e pela paz; s querem de-
struir.
E na perspectiva do poder, essa miragem
atraz da qual correm com soflreguidao, s tm
dio aesejo : o ouro dos cofres publico, os con-
tractos onerosos, os arrendamenios, as conces
s6es, em ultima analyse 0 amesquinhamen o e
pprobio de nosso dovd.
Mas... o que podera querer os homens que
apoiarara o golpe de Estado de 3, e contragol-
pe de 23 de Novembro, e, depois, tentaran) re-
volucionar o Estado que, por certo, si nao fos-
sem lomadas enrgicas providencias, estara
boje reduzido, empobrecido, quasi nullo na
communhao brazileira, apresentando a oais um
espectculo horrorosamente lgubre : gemidos
de estremecidos fiihos, prantos de carinhosos
pas?! !...
Nada pelo menos do que nobre o patrio-
tica.
Erapenhemos os nossos esforcos contra os
immigos da patria: e elles terao de recuar.
pois que Ibes falta a bandeira das justas aspira-
res.
Ponhamo-nos de vigia contra os assaltos des
ses cals polticos, cojo dominio seria para nos
urna retrogradado, umi volta barbaria
Recife, 20 de Outubro de 94.
Civis.
Xa correspon isncia de Felippe II, ao 3eu
emliaixalarera Roma, encontra-sa 0 Keguinie
Assegurareis a sua sanifdade que eu sro-
curarei regular as cousas da igreja nos paizes
Banos, sendo possivel sem recorrer forca,
porque esto meio liana comsigo a total destru
gao do paiz : mais etou aeterminado a em-
prgala todava, como desejo, e nesta caso
quero ser eu mesmo o executor das minhas in-
tenges sera que, era o perigo que eu possa
correr, era a ruina de9sas provincias, nsm de
niai-i Estados que me ficatn, possa obstar a que
u cumpra oque um principe cliristao, teruenle
a Deus, deve fazer pelo tanto servico e pela
mnnu'encao da f catholica.
O Re Hespanhol quando escrevia ao eu era
baixador em Roma, previa a reago do livra
povo bollando/, lano que a essa esmagador:
vontade do soberano, a Holl nda anarchica
pobre e obscura leve a liga dos Maltrapi-
llos.
Portugal monarclu'co, glorioso e rico Por-
tugal, que p ucos auno- antes deslumhrara a
Europa com a epopeia das suas navegaces, s
se preparava para dominar o mundo pela pre-
serva do imperio de Cario* V, nao teve resis-
tencia que oppor ao arbitrio de um tyramno.
Este phenoraeno se explica entre estes dous
povos, e que um era senlior de sua consciencia,
a o outro eslava escravisado Roma, por nter
medio do clero, nobreza e do Ui Fedelissimo
do Papa.
Diz o mestre que me guia em minha narra-
tiva que tinlia eslalado no machinismo da aa-
go portugueza, a mola real da (brea.
dg PwiaHilMiwi Bntlny ai d* u tu tero*<* *H&*
a
r
ci de correi.le magntica que arrojava ludo,
conglobando para a frente, prondendo o desti
no dos libios sorte dos audazes.
Ests rasgos de independencia, rao dignos
de um povo que eslava taihado para evangeli-
aador das liberdades individuaes ; mas era-
quanto o povo Hollandez se prepateva para a
lucia contra a tyraonia, era Portugal a vida da
Corte corrompa e arruinava toda a nobreza
Os estmulos cavalheirosos da forja, da le
aldade e da Justca extjnguiam se na tradicao.
As honras lintiam cessado de ir ao mrito
e ao valor pessoil, servindo uicamante para
estipendiara lisonja e o servilismo. O luzo
tornar'-se grotesco a forca de ser desenfreado.
O vicio do jogo era tao geral nos palacios
como a prostituico nos conventos.
A raocldade aristocrtica cliegara ao derra-
deiro grao quem devemos os quadros vivos dos costumes1
da poca, D. Francisca ManosI de Mello, pinta-
nos os joveos fldalgos da corle caminbando am-
parados nos bragos de dous escudeiros, arras-
lando os ps desviados, bocejaqtes ; a erara
precisos quatro lacaios a cada cavallo para Ibes
calgar as luvas, p?ra os collocar na sella, para
Ihes melter as redeas na mo. Os criados de
p acompanhavamocavalleiro, ladeando-o, dous
aos estubos, dous s cambas do freio.
Era a affectarao da elegancia, a erageragao
da moda, levada at a imbecilidade, at ao cre-
tinismo
O Sr. Major Codeceira ten: fogosamente de
concordar que nomens d"estes sao incapazes
de finca-p para qualqujr resistencia, e o seu
urai
Extractes no mez de Outubro de 1894
rhainando *'. ai1.onco para a nota atmixo:
Que o sachriatia envolver em exhalagOes destino moral ooedecerem passivamenle cor
ais Destlenles e mais mortferos do aue os rente das cousas,como as podrides das ra
! obedecem a passagem do enxurro que as leva
ao samidouro.
Assim, perante o estabelacimento da inquisi-
cio, a nobreza e es aulios lizerarc-se orHciaes
do Santo Offlcio, em Portugal Tornaraw-se
espioes do tribunal da l' esbirros do Divino,
pondo a honra n privilegio augusto de dobrar
mais urna vez no servigo da magestade divina
o pobre espinhaco j desarticulado as deslo-
cagOes da dignidade eu frente da magestade
humana.
No povo, que a derradeira carnada em qu
penetrara as infiltraces da corrupgao social,
havia certamenta em Portugal como na Hol-
landa o estofo de que se fazem as invenciveis
guerrilhas.
E" verdade que Portugal teve ura sapateiro,
Martin Fernandes e o oleiro Antonio Pires, que
tiveram o civismo de ir ao Convento do Carmo,
ond sa reuna o brago da Nobreza, protestar
pelo brago popular em favor da indepen-
dencia.
O Rei tremeu pela revolugS de Lisboa, e,
se junto d'elle se achasse n,esse momento um
amavel e contemporizador arlaymont, elle po-
derla dizer-lrie com mais verdade do que a du-
qusza de Parma: Ce De sent que dos
queuxi.
Esses dois raesteraes eram com effeito, os
nicos que representavara ern Portugal, os
Hollandezes, que formavam a liga des maltra-
E.ilhos; faltou-lhes porem a cabeca de um
larnix para os conduzira gloria e a espada de
Orange.
O Sr. Major Codeceira deve estar salisfeito,
era ter aabido antes de deixar o muudo, qe
"toda a obra de Marnix na iinpulso Ja Hol-
landa para a guerra e para a victima da sua
independencia, se resume na derinigo e na
propaganda dessa idea, que elle den surces-
sivaraent de todas as formas que pode tomar
urna verdade penando atrovez do genio de um
ho.nem.
D'essa campanha immorlal, sahiu a idea, ma-
nejada por elle, constituida e amada um i na-
cionalidade completa, assim como sae a forma-
gao de um mundo da fecudidade de urna
cellula.
i

1


i
T
FcI'ita;ao
Enlrclaca-se amanli na corda
de virgem da gentil Yayaziuha,
illia do Ilustra major Manoel
Anselmo Pereira Guimares,
mais una flor, mais urna pri-
mavera. Por este facto felicito
a distmeta moga, desejando-lhe
toda a sorte de venturas, para
satisfagan de sua familia e dos
que admiran) e honram-se com
a sua preciosa amisade.
F. Palmeira.
21-10-91.
f
si
S

1
! !
Parabens
A' Sra. D. URSULINA ALMEI-
DA DA CRUZ, por ter comido mais
urna rosa nojardtm do sua exis-
tencia-
21-10-94.
J. J>. A. M.
Historia
A LUCTA PELA LIBERDADE, NA ATRIA
PERNAMBUCANA
II
(Contisuagao;
Promettsndo no meu ultimo artigo, conduzir
0 meu m'estre, o.Sr. major Jos Domiogues Co-
dsceira, em viagem de recreio histrico pela
Hollanda e Inglaterra.' venho hoje desempe-
nbar-me do coicproraisso tao solemne.
Compulsando os medrares autores contem-
porneos sobre a civilisacao da livre Hollan-
da, encootrei as melhores itformages, a res-
paito de lo heroico povo ; sabemos que a
Hollaida tomcu na-hisioria o nome de nagao
quando Portugal, leudo ja quatro seculos de
existencia, acabara de definir o seu vasto pa-
pel 'glorioso no drama renasciraento.
Al o seculo XVI a llollauda era esse pan-
tano tenebroso, a regido araphibia, ora agua,
ora Ierra firme um pouco de lodo envolto em
nevoa, peridicamente revolvido pelas tempes-
tades do mar do Norte, habitado por ama raga
mvsteriosa, maldita dos Deuses, para a qual os
soldados de Cezr oltu.vam atnitos, levaml
para Roma a notinia desse povo sinistro e la-
mntavel, condemnado a luctar incessantsmen
ta contra a indemencia do occeano sobre raon-
ches de trra inovidica e fluctuante.
Contemple o Sr. major Codeceira, o bergo
em que foi embalado o povo que deu exemplo
bamamdade, no que diz reapeito persave-
rangae tenacidade no trabalho e amor pea li-
berdade.
Felippe II teve a prova de quanto valia um
povo, ao tentar irapor 11 .llanda ocatbolicisino.
O autor a quem me siojo, para mostrar ao
Sr. major Codeceira o burgo cas liberdades do
povo, diz que foi preciso que Fellippe II, her-
dando de Carlos V o condado adistricto casa
de llavera, pretendesse irapor-lhe o catholicis-
mc para que a Hol.tfida entrasse na vida he-
roica, dando humani iade um novo diserto
todo um mundo mortl-o diserto de cada
um inviolabiiidade da consciencia.
ta O Sr. major Codeceira nio coacordari com-
migo, acceitando os heroicos pernambucanos,
factores de revolugao de 8 de Junho de 1711,
como discpulos a continuadores da civilisagao
Hollandesa no Recife (anti-a Maurica) deixan-
da implantada em Pernambuco durante os 30
annos de dominio hoilaudez ? On continuar
com a teimozia de que' os patriotas Joao da
Motta Domingos Rodrigos Carneiro mais
pernarabuciuios se venderam 1 ao ouro por
tugoez. ?
Continueo Sr. major a contemplar as belle-
zas da civilisagao, que a Hollanda dava ao, seu
povo e a persguii;o que: a malditadynantia dos
Feppes alliada ao clero a nobreza, reserv.iva
aos i niel i zes poiRiguezes e bspanlioe'de aquem
e de alm toar, e testaba avassalar a heroica
Hollanda.
mais pestilentes e mais mortferos do que os
Tapare* paludosos aos charcos da B-^tavia .
Em frente *da ameaga de anniquilamento
hincada pelo despotismo calholico, era Portugal
nj apparece um homem.
Na pequea Hollanda, que do raappaimundi
apenas aprsenla um terco da superficie que
Portugal oceupa no continente europeo, levan-
ta-se urna legiao, -La ligue des paurres gueux
e a frente della dois vardadeiros hroes : um
que o brago da revolta, Guilherme d'Orcnge o
Taciturno ; o outro que a cabega da revolu-
gao, Marnix de Sainl-Aldegonde.
O Sr. major Codeceira abusa em geral, da
formula consagrada aos movimentos expona-
neos do povo para acquisigao das suas liber-
dades.
Os factos demonstran) pelo contrario, que
nao ha cousa cousa mais dormente, mais pas-
siva do que essa formidavel mole de enteres-
ses correlacionados e de egosmos solidarios,
a cuja c mhesa.) se chama povo.
Para determinar um moviraento revolucio-
nario na raassa popular preciso, era priraeiro
lugar, que esse povo tenha urna idea;
preciso depo 8 que essa idea se traduza n'uma
formula artstica, que preduza a emogo;
preciso, por ultimo, que urna espada d o exem-
plo.
Nao ba revolugao que vmgue quando n'el-
la nao concorrem esses tres agentes destina-
dos a por de accordo, para um mesmo tm, a
forga, o sentimento e'a razio.
Estas palavras sao a pura verdade de todas
as lucias pela liberdade ; em 1710 a anarchia
do Jlero e da Nobreza nao venceu porque nSo
encontrarse cm seus autores, nem idea era
sentimento ; pela liberdade apenas o despeito
e as paixoes pessoaes arrastou a Nobreza a en-
trar na villa do Recife. para depdr o Senado e
arrazar os padrOes da villa.
Km 171<, 16 de Junho, a revolueso nao ven-
ceu. nao foi por falla de idea e patriotismo; nao
iriumphou porque o seu chefe foi preso na Ba-
ha, posto a ferros na Fortaleza do mar. e re-
mettido para LisbJa-
Atsira mesmo, a idea de independencia era
tai lince nos dignos lilhos da patria Pernara-
[ bucana que estes ievaram 5 mezes luctando, sof-
frendo os maiores sacrificios de vida e haveres,
e s se renderam quando cercados por trra e
mar, pelos defensores do rei.
Mostraran) s gerages presentes que erara
dignos descendentes daquelles que na Hollanda
bateram a tyrania do re de Hespanhau
Nao pode restar a menor duvida, depois de
se conbeccr como os Hollandezes conquistavara
a sua liberdane, que os moradores do Recife,
Goyanna, Cabo, lpojuca e outros rauitos luga-
res de Pernambuco, erara espiritos educados na
escola de Democracia, deixada em Pernambu-
co, durante 5 mezes pela liberdade de consci-
encia, e liberdade poltica, contra o Clero e
Nobreza, prolongamento da tyrannia da casa de
Braganga, e Hoipa dos Borjat.
A bandeira de balalha, o hymno de guerra
e o bastao de comraanao nao sao mais do que
os attribotos syrabolicos d'essas trez phases da
determinagaoa idea, a conviegao, o acto.
Todo o novo que se subleva e se bate Dla
independencia e pela liberdade, tem em si,
mais ou menos em evidencia, um pensador, um
artista e um soldado.
Eofelizmente nao temos dados historias que
nos habaliie a attirmar a existencia d'esses irez
elementos na villa do Recife em 18 de Juntio
de 1711, mas como sem o vento nao pode ha
ver tempeslade, segue-se que rompendo a Re-
volugao a 18 de Junho, e sua frente 2 solda-
dos dos mais dignos do seu lempo, nao nos
licito duvidar que nao existisse no Recife ho-
mens pensadores e artistas, conhecdores da
eivitisagau democrtica, da Suissa e Hollanda.
E* que -em Portugal e suas colonias, o re-
gimen ecclesiaslico, envenenando lentamente
as fonte- da pbilosophia, as fon'.es da arle, as
footes da honra civil e da coragem mililar,
havia manielado de antemao para a resistencia
servidao poltica e dominagao estrangeira.
Porque ludo isso ? porque a pmlria portu-
gueza resava, e nao sania da sachristia e do
confesionario.
Os pbilosophos tinham-se convertido em
casuistas, dirigiam a consciencia publica de
dentro do confessionario, cultivvaam nos espiri-
tos n anaiyse ptica do peccado com o mesmo
carinbo de micrographos com que o povo cul-
tiva os parsitas da pello a portara dos con-
ventos."
Os homens de guerra tinham-se feito sal-
teadores.
A arte tinba morrido com Luiz de Cames,
de muletas, sentado ao sol entre os frades, no
paleo de-S. Domingos.
Este o qtiailro dis miserias do povo portu-
guez; agora veja o Sr Major Codeceira o que
se passava na patria de Marnix.
': Na Hollanda aliga dos Maltrapilhos
era formada por individuos da priraeira Nobre-
za, apesar do nome que adoptarais, e que Ihes
dera o Conde de Banayraonl ao tranquillisara
goveroadora Margarida'na occasio em que iam
pedir-lhe a abolico do trihonal do Santo Or-
cio : Madame, se ne sont que des gueux
Ei as conclusoes, d daelaragas de nove
mogos, sahios quasi todos da escola democr-
tica de Genebra redigidas por Marnix, destina-
das a ser o prospecto da guerra.
Tendo bem e devidamente considerado to-
das as cousas, entendemos que 6 do nosso de-
ver obstar, atiin de nosermos presa d"aquelles
que, sob cor de religiao ou de nquisigio, que-
rem enriquecer a custa do nesso sangue e da
nossa fa*enda- Pelo que deliberamos fazer
nma boa, firme e estavel allianga e considera-
gao, obngando-nos e promettendo uns aos ou-
tros, por juramento solemne, impedir que a di-
ta mquisicio se receba e sustente, sob qualquer
pretexio que seja Proraeltemos e juramos
manler esta allianga santamente e inviolavel
mente para todo o serapre, era quanto vivos
formos.
Tomamos a Deus por testemunha, e pela
eterna s-.lvago das nossas almas nos promet-
ierais reciprocaosente toda a assistencia de
corpo e bens, como irmos e fiis componhei-
ros, de mos dadas.
B* se algum dos nossos confrades for perse-
guido pela dita inquisi(o, ou por ter adherido
a esta confederaco, ou por outro qualquer mo-
tivo, nos promettemos em face de Deus assis-
iirltve e nio Ihe recusar, por qualquer motivo
que seja, todo o soccorro que Ihe possamos
dar.
A declaragSo dos rnerabros da Liga dos
Maltrapillo, redigida por Marnix de Saint Alde-
gonde foi mais que o programraa, foi o pliarol
da guerra na Hoilan.la. >
Lido de castello em castalio e d Cabana em
Cabana,atravez daalagrimas daadimin gSo e do
recoohecimenlo nacional, essa compromisso de
honra contrahido por alguns homens, assumiu o
prestigio de urna le moral, a consagragao de ura
djver, o grito supremo da patria chamando os
dispersas, reunindo os solitarios, guiando os
errantes, fazendo Tibiar a mesma fibra em
todos coragOes, e creando um conjunto geral de
todos os impulsos para um fim commum, espe -
Lotera do Estado de Minas-Gcraes 7..* serie da 7.* 2;000 > 3$O00 22; de
> > 8.* 6.* 25:0008 4S0O0 24.
8/ 7.* 20:0008 38000 26 >
1.* 8.* 15:000S 8800 29
> do Esoirito-Santo 22.' lotera 12:0008 1S600 31 >
Outubro.
d 15, 30
100:000$ e
semana.
Para as extrac5es de Novembro s9ro postos em execuco novas planos com premios integraegr
40 conos de res,, devendo brevemente ser annunciado o da da extraego do6 planos dd
200:0008 integraes. Com loteras de outros Estados sero preanchidos os autros das d*
Vendas em grosso e a retalho
CASA- S0INHO DE OURO
Pra^a da Independencia *.. 3e5
Para pagamentos de premios e mais informacoes com Dernardin)
Lopes Aheiro.
Cafen correio 19fi
Teleg. AlheiroPernambuco.
Dr. Bastos de Oliveira Medico t
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda, anti#a daCadeia do Recite n. 18
1.* andar. De volta de sua viacrem da
Europa onde visitou os principaos hoapi-
taes ae Paris, aviso seus clientes 8 aiai-
rog que contina dar consultas de 1 s
horas da tarde,
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Afflitoa n. 32 B. Telephone n.
385.
Nao ha necessidade de abrigar ou.ler
o meuor receio relativamente aos seos
efleitos, mesmo duraule os periodos mais
avancados de debiiidade.
Na sua elaborada composico nao en-
tra opio, nem acido prussico. nem anti-
monro. nem nenhuma outra droga nau-
aesbuna, e sim tao somante- composio
D'esse principio eslabellecido-tirou Marnix
de Saint Aldegonde ludo Quinto preciso para
a existencia autnoma de ura povo, isto ; urna
religiao, urna moral, urna arte.
E' que Masnix, viuda da grande escola de
Gentbra, esse Serainario heroico, do qual
escreveu Hicheleie: A. todo o povo em perigo
Spurta como ezercito mandava um spartano.
Assim saveedea-cotn (ietiebw.
A' Inglaterra ella deu Pedro Martyr, Knox
Escocia, Marnix. aos Pases Hanoi, tres.*ho-
mens tres revolugOes histricas,
Tendo que completar a viagem e estando
concluido o e-pago que me foi concedido pea
Ilustrada redaao do Diario, deixo.para o ar
ligo segrate, a conclusa aa mesma. onde o
Sr. Major Codeeaira encontrar o triumpho da
Repblica e o assassinato do seu fundador.
Recife 8 tde Outnbro de 189i, 183 da Revo-
lucoUe 1711.
Pinhtiro Carnario.
r
" /Ta -^^ r> r-r* 7 -a f rra _--rV_
f 4*FELICTAQA0
(P A' sinceraamiga Lui-
t za Pareira Guimares
nossas- congratulaces.
h pelo sen faustoso anni-
j versarlo natalicio ama-
i ubi.
$ Reeife, 21-10-84.
Idalina E. M. de Mello.
Balbin C. M. de Mello.
Francelina E. M. de M.
Elisa C. U. de Mello.
Elvira D. M. de Mallo.
os*Aj^ev- ey? es* W9x>Lsa
Programma da festa de \ossa
Senhora da Rosario da cida-
de de Olinda.
A irmandade de Nossa Senhora do Ro-
sario desta cidade celebrar a festa da
sua excelsa padroeira no da 21 do cor-
rente, coro o esplendor do costume. A's
lie meta da manha entrar a missa so-
lemne, e ser cantada pelo Revta. conego
Joao E. S. Castro, vigario de Olinda,
tendo como diacano o Rerm. padre #a-
valcante N. Soares.
Occupar a tribuna sagrada o pregador
vigario da Graca, padre Zeferino Ferreira
Velloso.
A' tarde sabir em procissao a Gloriosa
Virgem do Rosario, em proximidade da
igreja.
A's 7 Loras da noite entrar a Ladai-
nba, oceupando a tribuna sagrada o
Revm. padre Cauimiro Tavares Das, se-
cretario do Exm. Sr. Bispo Diocesano.
A orebestra acha-se a ^cargo do Sr.
professor Lydio de Oliveira, que far
executar pela segunda vez nesta cidade o
grande gloria Natal, de composico do
maestro Francisco L. Co!s, e o credo de-
nominado Bspo.
A armacao acha-se a cargo do Sr. Ma-
nol dos Santos.
Tocar em todos os actos a banda mu-
sical olindense 13 de Maio.
Depois de terminados todos os actos re-
ligiosos, queimar-ae-ha um grande fogo
artificial preparado pelo artista o Sr. Hila-
rio do Carmo Moreira.
A mesa regedora agradece a todas as
pessoas que generosamente concurreram
para a festa.
O secretario,
Joao Domingues do Ncucimtnto.
Dr. Nones CoimbraClnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n.'56, onde d consultas
das 11 as 2 boras da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
ntaras e criancas. Cbamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade.n. 84, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
O Ci rupgio Dentiata
Patricio Moreira.rParticipa aos seus
clientes que mudou o seu consultorio
para a rila BarSo da Victoria n. 7, 1.
andar onde pode ser procurado para os
miste-res de suaprofis.so das 9 hora* da
manhS as 4 da tarde.
Medie o
O Dr. Barros Sobrinho, de volta.de
sua viagem Europa, continua no
exercicio de sua profisso no seu anti-
go consultorio ra do Vigario n 4 1.
andar : e residencia na ra Real da Torre
n. 78. _
Dr. Mtao &an(rel Mdica operador..
Especialista, em molestias da boeca.
Residencia ru& do Barao da Victoria
n. 3, 1. andar, onde d consulta todos
os dias uteis de meio da s 2 horas da
tarde. Atiende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro on
ora da cidade. Telephone n....
Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
sultorio e residencia.. ra da Imperatriz
n. 18, 1* andar; Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
ntaras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephone n. 226
----------- ?
Dr* Prestas Guimares Medico
Tem o seu consultorio na ra Duque de
Caxias n. 61, 1. andar, onde ser encoD,
trado de 11 1 hora da tarde e rende na
Caiueiro a. 4. Telephone -z. 2V2.
mel de 36" o apparelho de seu invento*.
Pode fazer deste o uso que Ihe con-
vier.
Continuo as suas ordens como At-
tento Obrigado e Criado.
Jos Henrique C, Ct4&
Reconheipo a assignatura retro de Jo-
s Henrjque Carneiro da Cnnha :Re-
e preparado da extraern dos suecos d' u-; cife 15 de Outubro de 1894 Em. tes-
temunha da verdade O. T. Publico.
Joao Silveira Carneiro da Cunha.
Agente no norte Brazil
Antero Soares Vasconcellos.
Ra da Aurora n."87.
ma arvoru balsmica, do Mxico, a qual
pussueaspropriedadesas mais admira veis
8 curativas, e as suas curas sao rialmeo-
te maravilhosas.
COMO AKAiNT(A coulra as falsifica-
ges observe-se bem que os noraes de
Lanmtm & Kemn veoham- estampados
em lettras traosp,ire.iles no. papel do -Jz
vrinho que serve de involtorij a cada
garrafa.
Acha-se de venda em todas as boticas
dragaras.
ARTIGAS PM NOIViS
E3PARTILHOS DE SKDA BRA.NCA
LISAS DE SEO*.
Capella*de flores de cera e
peUicx
EINO LEQUES
GRANDE SOKTIMEKTO DE SEDAS
BRANCAS, PEETA8 K DB COEH8
Cortes bramos bordados
Sachet di teda para camisa
AlmofttaW tardadas a ouro a
en. alto relevo
COuCHAS DB SEDA BSNDA
C *>.. A BE SEA
N impoaaibilidada de maneio-
nar o sortimento que temos, pe-
i
Tosse astigmtica
cinco annos de tratamento t
Pessoa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva RegOj daBahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthrba-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Veitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companlda. de Dragaz
e Productos Chimicos,
hun-
Dr. Carneiro LeoMdico par tetro,
consultorio e residencia ra do LLvra-
mentc n. 31, 1 e 2. andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados 1
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
Medico Parteiro Operador
Dr. Manoel Carlos de Geuveia de volta
de sua viagem, previne aos seus cliente*
que contina a ter sua residencia e con-
sultorio ra Bario da Victoria n 61,
l\ andar.
D consultas de 1 a 3 horas da tarde
Ac8ita chamados .qual [ 1 v Inc*, para
cidade.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBarSo da Victoria n. 51,
L andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone I thema atigo.
dimos 48 Exmas. fundas
ra de ama visita
Au Prads ees totes
35 Ra do BsrSa da Victoria
TELEPHDNB 69
DSo-se 2orooo$ooo. em moeda
cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do segninteattestado:
Minha mu I he r foi accommettida d
perigpsa pmeunomia, que ceden a atu-
rado tratamento medica, continuando,
porrrr, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo -Ihe a pneumona,
passados tres annos, e, em condices
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pe-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns fracos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascintento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Catnpanhia de Drogas e,
productos C/i micos
Rectificador Brasileiro
Engenho Catp-de Outubro de 1894.
llbn. Sr. Bento Martins. Sendo mag-
nifico o resultado obtido com o appa-
relho de sua invencao o Rectificador
Brazileiro cumpre-me manifestar-lhe
o meu agradecimento por tao acertado
melhoramento, e felicital-o como indus-
trial intelligente, certo de ser incontes-
tavel a vantagem na applicaco do
Rectificador as destillacoes do sys-
n.
287.
a
O Dr. Lopes Pesada
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
zalo n 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso;
( bem como na Phamacia Franceza ) a
ra do Bario da Victoria e Companhia
de Bombeiros do Recife ; que ser en-
contrado.
A TSICA CIRCUNCLUSA
Nos se curar radica I menta median-
te o uso oPeoral de Anacahua. to-
dos os casos ordinarios de tosse crnica,
brondiiles, catarrhos. astlrma, ele. mas
sim tambn n^snu quando a molestia
baja affetado seriamente os orgos da
prjdem so
respiraco, seas progressos
atalbar pelo espaeo de annos inteiros-, e
applicaco do remedio proporcionar um unto vejo hoje, peloprocesso mais sim
alivio instantneo e indefinito. i pies e econmico possivel
Subscrevo-me com estima.
Criado Attento e Obrigado
Arthur de Siqueira C>ivalcanle.
Reconheco verdadeira a assignatura
supra, dou f :Recife, 11 de Outubro
de 1894. em testemunho da verdade, o
tabellio publica interino, Manoel Joa-
quim Baptista.
Engenho Arariba da Pedra'14 de Ou-
tubro de 1894.
Illm. Sr. Bento Martins. O Rectifi-
cador Brazileiro, apparelho de seu in-
vento, tem me mostrado exuberan-
temente aquillo, que se nao impossivel
sempre julguei de grande dificuldade
aos apparelhos de distillacao nenhum
dos processos actualmente cohhecidos
em nosso Estado deixa tao bom resul-
tado quanto elle nunca esforco algum
foi capaz de fazer urna caada de mel
produsir outra de auguardente entre-
Xarops de i^obeha Inflata
DE
ILJOEPONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Approvado pela ilustra inspectora de
ygione do Estado, com o parecer de
Ilustrado clnico concsitaaao chimico,
Dr. Martin-Gasta.
Este insigne preparado preenche as
indicacoes dos medicamentos balsmicos,
com eaito.mais.rpido e acyao mais se-
gura uas molestias do apparelho respi-
atorio.
E' um recurso- .teraputicos efficaz na
cura das corzsas idefiuxos) acompanha-
das de reaeco febril, bronchites., aroveho
pneumona, catarrlio pulmonar com febre
elevada, tuberculase em segund periodo
com catarrhos sanguiuoleutos, astkma.
laringite, molestias da garganta, insont-
nta etosses sufocantes.
Dose : 3 a 6 colheres das de >spa em
24 horas. (Colherinhas as crianzas).
Deposito-Pharmacia Franceza.
Ra do Barao da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
; Telephone n. 398 ^Endere<-.o telegra-
phieoAaavedo. -'v~-.
Pondkala t*ern*nsbaean
m\m OTscniu'fl.
5 Ra, do Cabug 5
Os proprietarios deste oonhecido es
tabelecimento tm a vantagem'de.ofisv-
recer nesta occasiao aos suus disetin-
tissimos amigos e freguezes a mais ca-
prichosa e elegante escolha de
TOXA.S
do mais requintado gosto escruplosa-
mente compradas nos centros Europeus
por um dos 93U6 socios. >*
Em joias com" brilhantes, pedras
preciosas e a'.ta iantasia relogios dos
llamados aricantes PATEK PHI-
LIPPE & C. J LIEPBTZ WALTHAM
etc, em ouro prata e nicke para se-
nhoras e homens de ama delicadesa
ROVISSANTE o sortimento que hoje
expomos a admiracao de todos aquel-
les que noshonrarem com suas visitas.
BSPABTttHOS
ELEGANTES!
UNFORTAVEIS !
Receb o grande sortimento
fazel-o em
NA.O'
PHOSPHATIWA FAL1EBES. iflmaiio dax cak&.
Eslado da Parahyija
Dr. CRUZ CORDEIRO
Declarou este Ilustrado facultativo
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes.de bronr
chites e affecces pulmonares com giran-
de proveito, tanto mais por ser um ex-
pectorante suave e efficaz; o qoe affir-
mo em f de meu grao. I>i. Antonio
da Cru2 Cordeiro.

r-





t

Diario de Pernnmbaco DomiiigoJBl de OutuIir< de 1894
Maria Antonia
As dftret de ba Untos annoe na pero*
no braco eaqaerdo, e ama bola que tioha
bu barriga, e cae tudo ensmava remedios,
ss ningaem ourava ; aaroa agora oom
alguna vidroa do remedioElixir M. Mo
rto.
Deaa ajado o inyecto.
Jaoarehy.
Mafia A .tenia de Souaa
Agentes em/Pernambuo: A Compad
a Drogas.
Ru Marques de O rda 24
ezpreaivaa gracias, par haberme dado comodidad, sino qae, i manado, os rebs
tambin, la vida.
Si el Iio'or se dirige 4 los Seores A.
J. White, Limitado, de 155, Calle de
Caspa, Barcelona, tendrn mucho gasto en
enviarle gratuitamente on folleto ilustrado
qm explique las propiedades de este
remedio
El Jarabe Curativo de la Madre Seigel
est de venta en todas las Farmacias.
g^Precir del frasco, 14 Reales, Frasqui-
to, 8 Rales
Coqueluche
CURAS DO PEITORAL DE CAM-
BARa
Declaro que crianzas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restable-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBARrt., de Souza Soares.
Ame rico Salvatori.
[ Socio da firma Manoel Jeaquim Jslo-
reira & C. do Rio de Janeiro. ]
EL LADRN MhTEttiOSO
Uaa maaana os despertis, y echis
faltar e reloj, el bolsillo, otros objectos
de valor; y aio embargo, ni vosotros, ni
ninguno de los individuos de vuestra casa
ha oido el menor raido daraote la noche ;
ni hay tampoco huela de cmo el ladrn
entr e la oasa. ni sali de e la. Echis
i correr informis la polic*, y decids,
al propio tiempo, adqairir um perro y
ama escopeta. Con todo esto, dareu
entender los ladrones qua, en lo snoesivo.
harn bien en no volver vuestra
habitacin; es un procedimiento racional ;
pero en el nterin, su embargo, vuestro
reloj, boisillo, eto., ya se han perdido.
Supongamos, con todo, que yo oa dijese
que e vuestro no entt jams en vuestra casa ;
que haba nacido en ella, que haba vivido
eu elk daraote machos efioa, y que nonos
har i etalide de ella hasta el oa en qoe se
eicap con lo vuestro, acuque ni un alma
humana le vio ni ty jamas ; supongamos,
digo, qt e yo oa dijese esto, y creerais
qae roe he vaelto loco. Paos bien, no jua-
guis con tanta ligereza.
A|ui estn cuatro breOB cartas. La
primeira dice como sigue: "Har aoos
cuarenta dias qae recib su consejo de
tomar el Jarabe Curativo de la Madre
Seigel. Hab y* observado los buenos
multados que de" su aso se segaiac, por
casos ce ctras varias personas ; pero hoy
tango el gasto de informar V. que estoy
completamente restablecido de ti.i enfer-
medad. Digiero los alimentoa bieo, y
todos los -ganos de mi cuerpo funcionan
Con perfecta libertad y regularidad. D
V.tafmo ; (firmado^Franciace Bravo, Calle
de'lo Al-moa, 20, Linares, Provincia
de Jan, Abril t, de 1893. "
L> carta qae antecede esta dirigida
Don Diego Molina, Farmacutico, Linares.
La segunda carta, dirigida ros pro-
pietarios del remedio,, es como sigue:
"Permitan Vds. que les envi las ms
ciioum
de Peraaiat-
Belaa Commerclsl
huro
aelES omcull DA iOHTA DOS COBBECTOBE8
Praf do Reate, 20 de Outubra de 1894.
Nao hoave colacao.
0 presidente
aagopl^ Pinto de Lemos.
O secretario,
tomo wonardo Rodrigue*.
CawM*
Prac do RCife
Os Baocos ab'iram com a laxa de li 5/8 eo-
are Londres a 90 das, retiraud j a mesma poaco
depots de ter recebido noticias do Rio, para il
4/1 d.
Vo sppareceram tomado-es, so (echar o mer-
cado mostrou msis Arme e os Baocos offereeeram
taeca? a <1 9|i6 d sem acbar aacca .ores.
Em papel particular nieram-se negoci.c,es a
St 5(8 41 3,i. '
Cotace de genero
Jtora o agricultor
Astucar
Sernas por 15 kilos. 61500 a 6*900
Branco, ideo dem. MW 0 a 6IN U
gmenos, dem, dem i*"00 a 4*200
lascavado, dem, dem. 3*000 a 3*200
Broto seceos dem dem 2*100 a :* 0
Broto melado, dem, dem. 1*600 a tut)
asame, fdem, dem 14300 a 1*600
.ftSgoilo
Vendido a 11*200 por 15 kilos de boas pro-
eedencias.
V aleool
Per pipa de 480 litros 270* venda.
cor ocer las virtudes del Jarabe Curativo
de la Madre Seigel, por medio de loa
anuncoi en este pas. Haba estado
suffriendo terriblemente de uaa ecf irmedad
de estmago' y eooontr un gran alivio
desde el momento en que empec tomar
dicho Jrabe. Da V. alma, (firmado) Au-
ro.a Clemente, Calle D que de la Vic-
toria, Mo. 10, Mlaga : Octubre, 28, de
1893 "
Tereeira carta: "He sufrido micho
de ana enfermidad de loa rganos
urinarios, de la cual no haba podido hallar
oura, hasta que al fio, casi en la dese-
speracin, com ? una botella, de catooe
reales, del Jarabe Curativo de la Madre
Seigel' Ya no ea necesario decir mas ;
con ella experiment al momento alivio, y
ahora he restablecido, por oompleto, mi
salud. Tengo aiempre esta medioina en
mi oaaa, y la he recomen lado todsa las
presonas que he enoontrado en mis viajes*
De. V. kf mo (firmado) Jess Villaaoeva,
(comerciante en qijcaller ) La Palma,
Eaero, 29, de 1893."
Y, por ltimo, ett oirt "Esoiiba V.
para exprettrle mi. gratitud por los infor
mes qae, coa sos publicaciones, me han
porporcionado con respecto al gran zctiio
de so Jarabe Curativo da la M.dre Seige)
pera toias las enferme iades del sistema
digestivo. Habiendo suffrido de an grave
dolor de estmago prob bicho Jarabe, y
atoy ya oast completase te bi-n, an
cuando no he asado todava mas qae oa*
botella 49 l. Lo V. fcf.no ^firmado) Jaan
Marqus, Calle Nueva. 37, piso primero,
Sevilla, Diciemb.e, 27, 1892."
Pues bien, todos eitos oasos no eran
ms que de orna sola y oioa enfermedad,
indigestin y dispepsia, rojas menos
desarrolladas. A menudo hablamos de
vamos "atacados" de e femedad, como si
sta nos asaltar* deade fue-a como podra
moa ser asaltados por un hombie pistola
cuchillo en mano. Este ea el error qoe
al principio de nuestro articulo hemos
tratado de destruir con la comparacin del
"ladrn que habia nacido en nuestra
misma oaaa." Lo opuesto ese error, es
lo verdadero ; la enfermedad se ailm>nta
dentro, pero se manifiesta fiera ; es como
un lad o qoe habita los bajos de nuestra
oaaa,.y se llama. "naigejt'on y dispepsia;
ye I sinnmero de "dolorot" que por l su-
frimos, sen hijos soyoa.
La indigestin crea no venero qoe ae
osparoe por todo I sistema, por medio
de la aangre, lo mismo qoe la iamundioie
os arrastrada por ana corriente un no
mochas leguas de distancia de an origen.
De la indigest'on se derivan ni reuma-
tismo la bronquitis, la tisis, los dolores
de rones, las afecciones nerviosas, U
influenaa, etc., cuyos especiales reaultadns
dependen nicamente del logar en que
viene fijarse el viras de la enfermedd.
Asi, pues, cualquiera qae vuestra en-
ermedad sea tomad el Jarabe Curativo
de la Madre Seigel, qoe l limpia y
corrige el estomago, y oa devolver la
salad.
No perdis tiempo, porqae este ladrn
no est nanea aatiafeobo con robaros la
O Sr. Dr. Geruensoro
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gomen-
soro, medico da armada, certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Producios C/iimtcosf
Agurdente
Por pipa de 480 litros (60* a mlnal.
Caares
Seceos salgados oa base de 12 kilos 660 ris
lenda.
Verdes 8 400 ris, ootrJmL.
Caraaatoa
Cota-ae s20* por 15 klios.
le
Nao Ii.
f abjsll* das kst s.da8 de a88ucab
svdXo
Mez de Outubro
AL-
v
Barcacas.....
Yapores.....
nimaes.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Fraoclscs.
dem do Llmoeiro.
Sorama
ba
a asn-
ear
19
20
19
19
47
17
Saceos
21754
486
7i4
225TO
41421
Acto
dio
Saccaf
851
1696
550
59:1
60
3462
94995> 7757
importa^o
tfivre e Lisboa, vapor fraoeel OolomDlB, en
tralo em 17 do corre ute e consignado a An-
gosto Labille.
Csrgs do Hsvre :
Agna mineral 40 calas a Comoaobia de Jrc-
gas, 3 a F. P. Leal o comp 4 a Gaimaraes Bra*
ga e comp.
Armas 1 cala a Albino 8ila e comp.
amestne 10 volnnes a diversos.
Amelias 10 cataai s Dibs f. rn ndes e comn
Bstsias 300 coilas a Companhia de Estiva, 0
ordem, 60 a Silva Uarqotu e comp.
Cbxiolste t cana ordem.
Couros % caiiSB a F. Barbosa, i a D. A. des
Res, 1 a F. B. da Silva, 1 1 Antonio O. Carne!
ro Vianaa.
Conservas 6 cana a Cos.- e Bocba, 6 a Silva
Marques e comp.
Cidra 10 causa d, bario e comp. 1
Co-i'encs 10 canas a Dias Comandes e comp.
Coa eje 1 caia a Msooel da S. Carvalbo, 1 a
A. e Ctir-j 0 Silva. 1 a i. de S. Mello e comp.,
5 a Rapnaei Dase comp., 1 a M. J Bibeiro.
C crimbos 1 cai a J. T. Canelro, 2 s Manoel
Conato e C o-p 1 a M. J. Ribeiro.
C. ido; 1 callao a Olivera Bastos e comp.
Coreas monoanas 1 cana a A. D. de Lima.
Coz:.ac 25 canas a /igaeiredo Costa e comp.
25 L .pea Albeiro e eomp., 10 a J. Coris'o?*?.
D.'ogax 4 caiiss a F. M da S'lva, X a F. F
Leal e comp., 8 a M. Campos, 1 a H Ronqo3y
rol. 30 a Compaobu de Drogas, 4 a Sana Casa
de Muerlcordt?, 17 a J. A. tiau e Silva, 29 a
Goiaaraes Bra^a e comp., o a H. Martios
coxpanbir. ,
Ferrarcs 1 csixa a T*vares e Freir, 5 a A.
do C Al me'da.
Formas 1 c:iia 4 ordem.
Imp'eosos 1 cana a N. Mala e comp.
Lioba 2 ciias s Gomes de Mattos Irmaas.
L-ne co dengado 10 canas ordem.
Litros 1 cana a nanea Foeeca e comp., 2 a
M. Jay j a e comp.
L'cores 31 calas a Dias Femandes e comp.
Lonja 6 barricas a A. R. da Cuaba, 1 a Vilel
la e comp.
Mant-iga 205 barris e 260 meios ditcs a ordem,
X) e 48 a Jo4o Fsroandes de Aimeid, 10 e 40 a
Lopes Albei" e comp., 115 e 115 a Companhia
de Bativa, 10 e 15 a M. Costa e Bocba, 30 e 30 a
Gancaltee Rosa e DjmWRoes, 30 e 40 a J. F. de
Carvalbo e comp., 30 e 50 a Castro Lemos e C ,
10 e 30 a F.o.eiredo C sta e C 20 30 a Fraga
Hoco* e C, 5 e 10 a Gnimares e Valente, 15-e
20 ; Lopas Albeiro e C 15caixss 4 Marques e
Sjoxa, li s J. I. Alves e C. 23 a J. Ferreira de
Ca-vaibo e C, 18 a Ferreir Rodngaes e comp..
10 a i B. ae Carvalbo e comp., 71 a ordem, 15
a Fraga Bocba e comp., 17 a Ccais e Rocba, 15
a Ca* ro Lemos e comp., 8 a Mala e S Iva e
comp.
Mercadorlas 1 volme a Mia e Silva, 8 or-
dem, 1 a E. G. CaacSo, 3 a j da S. Mello e comp..
1 a J. A. M. Gd'mat&ei, 1 a A. Caroeiro e como ,
1 a M. J. Ribeiro e comp., 4 a apuael Oas e
camp., 3 a A. B. da Cnoha, 2 a L'c!o Marques e
Braga, 3 a Francisco Gorgel e lrmos, 1 a Fer-
rvira Ba-PiBa e comp., 1 a Barbosa e Santos. 2
a Mi'ioei Collaco e comp., 1 a A. Cunos e Ir
maus, 4 a A. Canches. 2 a A. S oliemback, 10 s
QoweS de Mallos Irmaos, 2 a nones F. oseca e
comp., 4 a Guimaraes Ca'do'o e comp., 15 a
Francisco Laoria e cora".. 2 a J. Ferreira, 2 a
Birros e Fredenco; 2 a Antonio da Silva, 1 a M.
Izabella e comp., 3 a B. Goetscbel e comp.. 5 a
h. de Urosioa e comp., 4 a Nogueira Irmaos, 1
a 1. B. da Fonseca, 1 a F. B. da Silva, 2 a Ra.
miro M. da Cala e comp., 2 a L. A. Salaxar J-
nior. '- ,-
Movelsl csna 4 Conceirj irmaos, 5 a A. R.
da Cooba.
Pia'ia* 2 cinaa ao consignatario.
Papel 2 calas aos berderos de Manoel Card-
lo Ajree, 1 a A. Mtia ce Rolrigues, 1 a Compa-
obia de Droga-, 4 a '-ornes de Mallos iMi&or, 1
Gaimaraes Brjga C, 1 a L. A. Salazar Ju
nior.
Prriamaria 1 caixa a J. R. da Fonseca, 1 a
Guima-a;o Lia & C, 1 a Maocel da Cunba
Loba.
Qjtijos 10 caxasa ordem, 11 a J. i. Alves
6 ij.
Registro 1 calza a G. Marios A C.
Relo Tooois de Ierro 12 a G. Praille.
Tecidos 1 cana G. J. Burity, 1 a ordem, 1
a Pereira & Magalba^, 2 a Sooza Nogaeira & C.
4 a Alfonso Ma a & C, 6 a A. de Brillo & C, 1.
dachaio & Pereira, 2 a Motler & C 5 a Beroet
A C, 1 a M. Oli\eira & C ,3 aSnima'es L'ma
*C, 1 a D)mmg)8 Coelbo & Soares, i a )ii
veira Basto* fcC, 2 a ordem, 1 a Bodrignps
Lima & C, 3 a Manoel da Caoba Lobo, 3 a Gai-
maraes (tastos A C.
3Tiots 5 barricas a H. Boaqoayrol.
. Velas 5 canas a Lopes Albe ro C.
Vidros 11 barricas a CompaaCis de D.'ogac, 1
a ordem, 2 a M. J. Pereirs, 3 a A. R. da ''onna,
1 a Viilela C, 1 a Deodato Torres & C.
V.nbo 2 barris a ordem.
Carga de L'sboa :
Az-ite 50 caias a Compaobia de E-tira.
Batatas 5J canas a Gaimaraes 4 Valeole, 20
a i. Joaqaim Alves & C, 10 a ordem.
Cal 50 barricas a Miranda Sonsa, 50 a A.
;o* a oa, (00 a Gmma S"s -t Vleme, 150
t Companhia de Ea'.na.
Elixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
pprovado em 21 de Marco de 1880 pela Inane
clona geral da uigna junta de ibyglene do Rio
de Janeiro.
Esle Elixir de composicao toda vegetal pre-
parado segando as regraa pharmaceuticas.acon-
lelhadas pelos autorjs modernos e de recohbe
Ida capacidade scieatlBca tanto no pas como
00 e?'"angeiro.
F.-te Elixir o producto nao so do grande es
tudo das accOee pnysiologlcas das substancias
como tambem paibologi cas .como tambem o re-
sultado das mmensas applicacfiea nos diversos
casos de febres de (nodo palustre.
A applicago Geste Elixir Da grande epidemia
de engas de 1890 a 1891 mais orna vea de
moostroa a sua eficacia ; pois no principio dos
pnmero8 symptomas a benga aborta, e mea
eos mais adiantados a benga passa a ser orna
doeoca febril vulgar apresentando pequeas to-
rxietacoea qae com a cootinnacao do Elixir de-
saoparecem sem todava aprese otar receios de
.wrlgo.
Os muitos auesiados publicados 00 Diarlo de
PernamDuco eGasela da Tarde provam o qa
Liemos.
Nos casos de febre amarella o effeilo e adml
*avel, apresentando ohenomanos to maravilbo
sos qoe nenia cidade do Racifo e no do Rio ii
Janeiro poaco receio caasa a feb'e amareile
rasmo esiaodo o doeale com vomito prelo
aogalneone3tes al imo* penlos eaio
slario a aooucagao em alia lm, dssp.-eti 11^
a cea annea
Esle Elixir i condecido do publico e de nm
grande pnmero de dignos mdicos apresentado
para combaier os differeoies ncommodos tolos
eiles de carcter febril.
Por mmto tempo tivemos occasiao de fazer a
spplicaQao nas leb:as erysipellosa3 e com tan
bom resaltado qoe fisacos admirados de to al-
tos efteuoa.
Pala pratica rbegames o coobecer qae nos
ataques de tero erysipeuy. l u"\ erysipella como
valgamente se diz net^ssario j aso de 10 das
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras mens-
IroacSo, gravidez e nos casos de parto am fe-
bre de om resaltado mano ce. to e segoro e f
a sna conposic&o IS( ; jjpiea qne nao olTereso
receio de applicar o Elixir nem inesmo em dosea
eoperiores as indicadas na tabella iofra.
Pedimos aos dignissimos mdicos ane deseja
em fazer aso deste Elixir em sos ciimca nao se
snjeitarem a nossa prescripcao, mas sim fazer a
Conoervb8 15 canas a Balt'azar Magalb4e4
& C, 7 a ordem.
Comiato? 10 saceos a Ferreira MdriRoas & 1.
Ceboias 25 ciaias a Coimar4e8 i ValentP,
50 a Compinbta de Estiva, lO a J. I. Alves a
C-. 10 a ordem.
Drogas 3 caias a Compaobia de Drogas, 6 a
Gaimaraes Braga Ss C.
Figos 10 caias a Companhia de Estiva 4 a
ordem.
Fauctis 20 caixas a Ferreira Rodrigoe3 & C.
Livros 2 calas a Ramiro M da Costa & C ,
1 a Hugo C. I a F. Soares Qaioias.
Tassas 13 canas a E. M. de Barros, 11 a or-
dem.
Presuotos 5 calas a E. M. de Barros.
Tejidos 1 cala a A. de Brito a C.
Vtnbo 9 pipas e 35 Larris a E. M. de Birrn--,
10 e 80 a Joaqaim Ferreira de Ca'valho fe C,
50 e PO a Compaobia de Estiva, 9 a V. Marques
a C, 21 a ordem, 15 e t calxe a Pocas Manes
fcC.
Kiportaeao
Becire, 20 de Ootubro de 1894
Fara o eiterior
Nada bouve.
applicac-lo em barmnia com os casos qoadese-
jarem combaier, uertoa de qae o medicamerto
Ja comro8iao innocente para o organismo per
mus frgil qae seja.
nodo de otar
A's crianc^B ate om snoo 10 gotas de 2 em 2
horas em urna colber das de copa cbea d agua',
fra.
De ora anno s tres is gottaB.
Da 3 a 10 anoos em dlanie. 40 goltss etc.
Estas doses erem sempre ser appcadas en.
igoa tria.
Deposito*
Compaobia de Drogas e Productos Cbimlcot
ftecifp, roa do Mrquez de Olioda.o. 23.
Nacional Puarnaca, roa Larga do Rosario
35
Pharmacia Or.'ental, rea EttreiU co Bessrla
n. 3
Phirmacia Alfredo Ferreira, roa no BarSo da
/ictoria n. 14.
Pbarmacia Martina, ras Duques de Caias o.
cfU.
Pbarmacia Ribeiro d praca Maciel Piobeiro 22
Pbarmacia Victoriense de Luiz Igaacio ae Ao-
drsue Lima, cidade do Victoria
Para qoalqae- ia'ormaco sera enco
ator na roa co Rosario Estrella o. 17.
3 oos&os frascos s&3 cuadrados e conta go-
:ss. N'um lado leem grvaloEIiti ante-fenri
s ooontroManoel CardosoP;rrabnco, e to
t'j os orosDectos sao assignauos por Manor.
Cardcio Jaoior, sendo falso os que oso forera as
stgsntfaa.
ilixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
Approvadc pela Inspectora Geral de Hj
giene Publica do Rio de Janeiro em 2
de Julbo de 1887.
Es') depurativo de grande eflica :ia nas m>
enti_ sypbilitica> pe iir.creza do sangue; assio
LOTERA nacime
Ext raegoes diarias intransf eriveis
m LISTAS NOS 5JB8M08 Di Ai
NAO HA SERIES ^-PREMIOS 1NTEGRAES
I
M 11. Lotera Premio 2^:0008000 extraeco amanb
P 21. 20:OooS000 a 23 do corrente
H 15. c 30:000:500) 24 c
K 14. c 36:0005000 t 25 c
M 12* s 20:00 S 00 C 23
0 5. 50:000^0!) 27 (
Graude 1 oteria 500:000f 00 a. 2 de 1 Dezembrc
Chamamus a aiionc3o
para essoai novos iaijiortautissinros
plano da
mWM ffl&HM
BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
pagamento dos premios com toda a proaiptidao
NA
CASA DA FORTUNA
23--l*Ra 1. de 13arco~23
Fiuz-a & C.
(^aixa !o CorreioI 55
Martins
Felesramm^FIUZ4
Pira o interior
ioglez Tagas,
para Suatos
Nj apor
carreparam '
. Williams & C, 1SS f^rSos com 37.6U kilos
de algoso e 3.0 saceos com 18,000 kilos de
assucar branco.
no v.por inglez Plolomy, para Rio da
ja era, carreearam:
a. Williams & C, 143 saccas com 12.340 kilos
de algodo.
o vapor allemo Saritlba., para Rio de
Jd-iro, carreearam :
G. Cunba a C-. 4 saceos com 308 kilos de cera
veeetai.
No apor fraocei tSao'a Fe, para Sanios,
carreearam :
Compaobia 'de Estiva, 40 pipas coas 50890
UlftS de alcool e 190 saceos com 9 000 kilos ue
assucar branco.
P Ploto C, JO pipas com 9,500 litros de
a'roal. M .
S- Gaimaraes & C, 78 pipas com 40,120 litros
de alcool.
R. de Carvalbo. 5.000 cocos (roela.
J. J. Moreira. 6D0 saceos com 36.000 kilos de
assucar mascavado e SOO ditos com 12,000 ditas
de dito branco-
Caseto u Barbosa, 100 barris com 9,000 litros
de apuardeate.
E. C Beltrio 4l-mSo, 480 saceos com -7 000
kilos de assacar brsoco e 200 ditos com i2,00 '
ditjs de dito mascavado.
Para Rio de Janeiro, carreearam :
]. L Barros, 30,000 cocos (rauta e 1,500 aba-
lla.
S. Gjiraara.'s & C, 50 Dipas com 15.P86 litros
de agnardeote e 30 citas com 15,909 uitos de
alcool.
P. Piolo & C, 50 pipas com 21,900 litros de
gaardeute e 20 ditas com 10,81X1 dios dJ al-
cool.
CompanbU de Estiva, 10 pipas com 4,619 li-
tros de alcool.
Para Babia, carregaram :
Compaobia de Estiva, 400 saceos coa 30,000
kilos de assucar brsoco.
S de Almeida. 100 sacco3 coaa 7,'00 kilos de
assucar braoco.
yj vapor nacional Plicetz, para o Para,
carregaam :
P. Caroeiro & C, ?00 barrios com 14,315
kilos de assocsr branco.
Para tiaoaos, earregaram :
5P. do9 Santos C, 5 caicas com 750 Kilos
de doca e 40 barris com 3,600 litros de sgoar-
dente.
J. Salgoeiral & C. 50 barricas com .J50 kilos
de assacar refluado.
P. Pinto C, 5'J bar-is com 4 500 litros de
aeaatdeoto.
= Ne vspor nacional Jicubipe, para Mi-
oel, carftf oo :
D. Lyra, 10 calas com 250 kilos de doce.
Para Penedo, carregar*m :
I). Lyra, 3 calas com 60 kilo de doce.
' a. Siiva U, i JMril toa s lio- e l;oo:.
'-orno em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente moitas pessoas ac
sommettidas da terrivel molestia bariberi.
Rbeomatismo sypliiliiico oa gotozo, d6r seis
ica erupgee de peiie, cancros, e cancros ve-
nreos, ores brancas, by.Hensmo. irouxidSo di
aervos, irites e ootras iDflammac6es dos olbo.-
molost.as do ligado, escronboiag, escorbuto
soffrimetos de estomago, cceras, gmalas, lis
nas, mp.ng dos, a;tros, pannos e mancba:
da pelle, booas e booes, tjrca.<, catarrees
nuaesriuer moldstias da bexiga, entre ootrari
alonminuria, ounnas doces e sao^uinolenia
ae ma, paralysia, erysipelas, e mammac? -
das pernas e pes bemorrboidas, astma, by .':
celles, tamores, nevralgas, e elepuautiax' ; 3
morpba, as irregularidades dameostrnaed
Prova-se com aquella nornero de attestr ,ji
publicados e os que existem em oosso jJe
eflicaci? deste elixir nas molestias indicad?.
Kaeontra se a venda ni Botica
do Rosarlo n. 35
A'rna Barao da Victoria n. 37 se dar toda c
qoalquer expliuecao que fer preciso acerca desu
preparado.
Calado com a faisiriPc^oea
Vlodo de usar
Os adultos tomaro quatro eolheres ta di
pa pelamanb e quatro noite.
A cnaucaa de 1 a 4 aonos lomaran nma co-
uDQpela m aba e ontra a ooite e as de 5 a 11
ooitoB tomarao duan coiberes oela maob duas
I. Soma. 30 cnxas com 690 Kilos de sabio.
C. rinto & C. it caixas e i garratOes com 194
litros de geoebra, 1 barril con 45 ditos de al
cool, 1 dito com 90 -Jilas de vinagre e 'i caixas
coca 44 ditjs de noidas oac3na.s.
J. Cardoso, 6 caixas elOcanafOes co 208
litros de geaebn, 11 caixes e 15 barris com 9U>
ditos da vi ino ae doctas.
Par Aracajo, carrejaran :
C. Pinto k C 10 garra-* com 150 litros de
een ra, 20 ca'ta* com 2*0 litros ae cognac e
25 barris com 1,125 dilai ae vtnm de (rucias
V. Costa 4 C, 10 canas com 100 lliro de
coeoac
F. Rodrigues & C. 1 barril com 90 litros ue
kg airente.
Na barcaca Cjrrelo Pa.ablbano, para
Parabiba, carrettou :
No ute Barroso, p.ra Moswr, carre-
gon :
M. Viegas, 40 caixas com 280 litros de ge-
oebra.
No blata Adellaa, para N ital, carrega-
ram :
P. Alves & C.,30 barricas coin 1,800 kiloa de
assucar retinado.
Para Macatiib3, carregoa :
J. de Macedu, 10 ba-ris com 450 litros de vi-
udo de :>j.
N barcaca Divina Prorideacu, para Ma-
celo, ca regaram :
J. Souia, 310 caixas com 5.780 kilos de sabao
Cpmpannia d^ Estiva, 4 barricas com 500 kilos
de carvo ai imal.
J. Silva*C.,2Da'ricaa com 150 kilos de doce
a barcaca Rosalina, para Villa da Pe-
oba, carreearam:
J. Salgatiral 4 C, 4 barricas cem 275 kilcs
de assacar branco
J.P Borg s. I barrica coto 60 kilos ae astu-
car retinado e 3 di as com 219 uUjs ae dito
branco.
PAUTA DA~ALFANDEGA
Eilrccu d unta, caria O >'. U. P>
fl'ro B. V.rgis. da'a..a ra Grar,aaa, Nicaragua,
em Si de D-inun-n de 188i:
Oortmcnico ; V S-". qo o Extracto Daplo
de Avelelra Kaglea (W i 0 HuiH o (Dr. C. C.
Bribiol tere-roe .itdj ea-in^oirs resoluoo o-i ce
aoelccbe e nutra* molestias; crea que se tornara
mui1 procuraba por soa t-flica''ia.
A pequea quantidade qn- me enviaran
aiat oo-fe-M e d-prega, dando me om sai censo
br-ili i.ie, o qoal leo'io (etto iix-erir em alios
jornaes do m-ti n't oois a .este da coa.aelu.be
reina oa actaa'idi.d
in--' tC'.i-ii U^ra <; lo*OtsCIC&eistO t! eria(:S ma
'.--imps e f.: i-a a e.Ji A'^en-u roas dependen
cas e ao oavins .1 Arua^a Nacico! estaciona
do? t-o pon.i dr>ii- Estado., flu'aote o 'aloro exer
etelo-tfo I8VS, oh.-ervs i:i ch i!m i-.
Heos I7t e 78 e tzo< caracapHos do regola-
m-n e que baixo rom b necreio 7i5 de 12
b> Seieoro ae 1890, as qu^es vSoabaixo traa-
8cr i)t8 :
J'S^'SZSZ^VZ'ZZ^Zk-
r
f
^
ras BCOLOS
D'
KECEBEU O
Ao Farads des Sames
S
g
fe
ED1TAES.
Conselho Econmico da Re*
prticaode Marinha
De cr'em oo Seohor CapitSo de Fragata
J}s Pereira Goimaras, inspector doste Ar-se-
nal, (ac publico que recene-3e proposias em
carias (echadas no dia 23 do corrente, as 11 Mo- "n D dR e vpr'nCar
ras oa manha em otj a sala na Secretaria da :irn
An. 176. Sao d^se-e^ do< proDoneotes :
1.a Ba D^' roio p'egos por extenso e em
a'ga-isuio b p'opotia impreata que Ib sera or-
9 Decida pela recretano d-- reprja!, a qoal datar
e as-'K'ia' para :er apreeijptaua ao CoaselDO
Econmico.
2 o En'-egT pesraiment nn porsoajegi-
uiiiu repre.eoiarite, due iamen E-'O'iom'cg no Uijrar, a a elura aooooriado?. nao
e as -ijas p'OpostoS coito as axoslras corres-
pediles.
3 Exh Mr aVu da re>"idJo (o respectivo
contarlo ^cr:lal qcai'o nao 'ur irma individual,
os iio-Dmeoto* qae d overo ser oegeelante ma-
iricDl-ido i- nave- paen mero al relativos ao uUimo semestre.
4* ?i dmpens^d'i' icoia ua Jooia Co-nmercial as fabricis e esta"
helecixe-ios inda> naes oa Reoobllca, e tero
eelts e nqotlies a preferencia sobre os outros
coccurreotfs -m uoal ade de coodi0es e Cir-
camsaur-ias dev.daaj-oie provadas.
kn. 178 na'agrapho on'ci. Alm do praso es-
d luUdu, os droeced res conllnuarSo a sopprir
po- mvf 60 das n:is mista-* *'. -^
m to' (alcedo necessario. e sem qae isso coa-
s.itua direi'o para proroeacodo coatracto.
Os proponentes deverSo aprrBotar os deca-
mectos ce bebi ac&o at a vespera de Cooselbo,
formalidades exigidas
-
luois d 2U
*}:1Slt6.i
Hesoa -io Kitxoo
O., a 1 s 19
'".i u 20
l.!.0:109#82(
127.00) J97i
6:toiJ.58t
133:631*562
S:mma >ota!
!0
1,373 7611383
Pernaraoaco,
ti'ia s^cg ni -la A lio,!". Jaira o
n Oataoro s i "-4
O ebefe da seccio
J. joclves da Silva,
tnesoureiro
Fiorerc" Oomin^oeB da Silva.
jo dem de 20
Pregos do da :
Carne verde de 200 a 9C0 rs. o kilo.
Suioos de 900 a i i dem.
Ca'neiro d- U00O a itfOO idem.
PsricDa de 700 a !M) rs. a coia.
Milho de 51) a 609 rs. a coia.
Feijao ce ti a 3- OC-a caa.
- 'i
ftavlos esperado?
Da H li a
Palbabote pcrtugaei Lulo !.
De Pelotas
Paitcbo alien5o Aolje.
P tacho allemo Blue.
Paiacbo oeco ijelmaa.
Lafc-ar ioglez B'onet.
Patarbo aliento Lina.
Lnear oo'Uaguease Repnbaeo.
RSCk'HLORiA D ) K8TADO Logar ooruegoHnee Cbaoce.
64:<>5U099 Luearmles Arthnr.
I:7u86t2 PatactonacionalToereza.
----------------Locar soe.'o D'V-km.
56 659711 Patacho all-roo Wille. .
------ i Patacbo al'emau Heimano.
P.;!a'ho allemio Ua'garetb.
Do da
dem
i a 19
da 2o
S^Pk UKAINA98
3:0424743
I
3:^41*743
VALOBKS DA StEaCADOB'AS NACIONAF.I
DIBKITOS BB UPOBtaCtO
SBITA V
Semana de 22 a 21 de Outubro
litro..........
?.gurdenle cacbtga
Dita de canna, litro...............
Dita aestllada oa alcool..........<
Algodo em rama, kilog.......:
Arroz com casca, dem............
Assucar brance, iem............
Dito matcavaUo, idem............
Dito reoado. laem...............
Bags de mamona, idem-.........
Borracha de leile mangabeira, idem
Cacfio, dem.....................
Cal bom, dem..................
Dito es -jioa ou restlas, fdem......
Dito muido, dem................
Sement de carnauba, o kilo.....
Sabao, kilo ....................
Sebo em rama, kilo .......
Tatajoba madetra, kilo.........
Taboas] de amarello, da .......,
281
400
510
680
120
38'J
143
4t0
130
1*400
900
IMOO
14200
24400
47
360
666
120
160*000
Movlmen o do porto
Navio entrado ao da 20
Bordeaox e ec,l, 22 dias." vapor francez
Coriiouac". de 2094 tingladas, ^ommandante
li. T:a-t. eqaipagem 50, cirga vanos gneros a
Borle & C.
Liverpool. 2t das, vapo^- loelez Ddimbre,' Barca iuglezaGjideo .eece.
de8IJ ton^lida?. coiimaodaote WilliamJ rdlne, I De Uatcborgo
eqaipagem 5 ca -ga var.os gneros a Blatk^urn Lopa-allerr 5o Axel.
Barca oo:ueeueose Uaiva.
Logar io.itz Cavalier.
Lar oorueeneose Mauraocer
Lagar portoguez Ma'inbo Vil.
Patacbo allemao Harold.
Lugar ioglez Aurora.
Patacbo hollandez Atiene.
De Cardiff
r?ar:a Goroega Onioo.
Barca noruega Platn.
Harca noruega Noreb.
arca noruega Osmood.
Birca ooraega Ala sota.
Barca, noruega Io(a'ihl3.

Cera em velas,kilo................. 14000
Dita vegetal em bruto, kilo......... 1*000
Carocas ou sement* ae aigojac,.aeui 25
Carrapatelra (sement............. 120
Carnauba idem-----............... 906
Carvo ue petra, tonelada.......... 304000
Coaros seceos espuhados, kilog----- 644
Ditos ditos salgados. dem......... >i
Ditos verdes, dem............... 360
Couriobo om..................... 14710
Cocos em casca, Ceuto........... 94000
Farlnfa emaodloca, kilo.......... <76
Graxa sebo, kilog....'...... 700
Genebra, litro.....................
Jaboraody (folna), dem............ oiij
Melos de sola, valor nominal.. .----- "4000
iiel de tanque oa melac, litro...... 189
Miloo kii.ogr...................... i<0
Pelles de cabra em cabello, v ilor
do cento ....................... 1514
dem de caroeiro em cabello, valo do
ceoto ..... .................... 60,1
Mead !!( pteteos
Mes ds Ontobro ie 18.14
at/Mtef*
maua eral .......
v te. A. i* l,....g,.^..J
3t Ccmp.
Terra Nova, 50 dias 102-ir inglez Doocre,
de 176 to el.-dis. capiis> W. Colltns, equipag^m
9, carga bacalbBo a Ba koa-n & C.
C-ara e eseal;, 6 da?, vapor nacional U ?..'
re 2S8 tcnelaias, commandaate Jos B.-teveg
toares, eqaipagem 30, carga varios gea-'ros a
Compaobia Perormbucana.
avta sabidos no mesmo dia
Saotos e escala, vapor ingles Tagne, cotn-
maodanto i. K^od'Doea, carga varios gneros.
Rio Gracdj do Norte, vapo'inglez Actor,
commandaoteH. Bors, carga varios teneros.
Aracaj e escala, vapor nacional Jicobjne,
(xmmaiidante Alfredo Monteiro, c:rg varios
jeoeitM.
Mercado H::nlclpal de *. Jm
O movimenio ceste mercado ao da 19 ae Oo-
i.ubro Coi o segaiule.
EulrRrsm :
46 hois pesando 6 581 kilos.
i 235 kilos de peixe a 20 rs. 244700
20 comparl. com manscosa 100 '9. 24000
7 ditos com camaMe* 100 rs. 4700
311/2 columnas a 600 rs. 18*900
4 cargas com galliobas a 5001 rs. 240GO
3 cassoaes com galliobas a 300 rs. 4900
12 cargas com batatas \ 300 N. 34609
1 carga com amendoira a 300 ra. fSOO
carga co o macacbeiras a 300 rs. 4300
3 cargas com ceboiiubo a 300 rs. 4900
3 cargas com erlmuob a 300 rs. 900
3 cargts com canoas a 300 rg. 49o0
2 cargas com bannas a 300 rs. 460G
11 cargas com laraoias a 300 rs. 34300
i car*;as com toncas a 300 rs. 4300
7 cargas com dlvemci e .'oo rs; 24100
30 Ci 64000
(4 ci milho secco a 200 r?. 24SO0
8 taigas com eijao a 200 rs. I46C0
OS icgar^s a 2C0 rs. l.ltC
9 SniooF'n 200 ra. JOC
H W a 14000 114000
i> comp. com Bciuenos a 700 rs. 54600
Hcorrp.Ctm 6t0rfc. 04600
rs. S'v.-KO-.
904000
49.-- 1W70O
82 j"XI ra. 32480(1
Bt a 24000 1004000
Rendlman'-os do dia 1 e 18
3104300
5.3524600
LaKarallemao tolano.
Lagar ooruegoense Aioatross.
DoPoitj
Locar portageez Uiqqo.
De Loadres
Patacho saeco Helmaar*
Lagar inglez Branet.
ue Terra Nova
Lagar ioglez Miry Jobas.
Lugar ingles B- leol tbe Esc.
L 'gar ingiez Menoie.
Lagar inglez Duunre.
Log^r icgie F ora.
L'igar ioglez Dora.
( Tapores a enerar
Mea de Jutubro
Alezandra, do sol, a 21.
I anemi*, do sal, a 21.
Planeta-, do sol, all.
Cn-ryna, da Europa, a 22.
Olioda>. ao rio-te, a 2i.
Lis Palmas, de Genova. 24,
Marioer, da Europa, a 27.
Liauria, do Sol, a 27.
Clye, do sol, 27-
Deiamire, da Eumpa, a 27.
iLetbOlUa, de New Yotk 29.
Caoobe, da Europa, a 31.
Vapor* n sataSr
Mes de Outubro
Su', .SaoUF, 21, s 3 horas.
Sol, 'orioan, 22, as 3 horas.
Sul, Caooa, 22, s 4 boas
pj.-,, piMieta, 22, s4boraa.
Roe o-inalj. Oi.o ii as 4 hfrtl.
Sol, Cu i jba, 2i. Ac o oras.
Sol Las Pelmas, 24 as 2 horas.
Be-opa, Incuria. 27. s 2 horas
;iyle. 27, as 2 horas.
Llbam 29, s 3 tora=,.
Sol.Daaoce,31, s 2'horas.
S1DGURO CONTRA FOGO
Royal Insurance ompany de
verpool
# CAPITAL 00,000
:EUT5--r021M se.
LARGO DA COMPANIHA N 6
SEGURO CONTRA FOGO-
Lf-

nnM U
mamBitmvmm
mmmm
H -iiaS




I
'
11
1.

'l uHJH
v-. H --
Diarfo ae Pernaffitioeo Domingo sfei Ov Catabro ae 1994
o
p Siecretaria
dt :Moamboco,
] pecca i do Arsenal de Martina
13 de Omobro de 1891.
0 secretario,
Antonio da Silva Axevedo.
Altai dega
tr,inmeriu .de terrena de Mariana
Da oroi-m oo S*. D<. i sptcior ae?tu repar
tica', tfido Pedio i d ido Lsaes requerirlo
etorimeine oe ua terr alftg.doo t-m par t- beietieado, r>tn na ita de-
r,otniuanaSuasmn i fxtremid desul oo pe
Dioiro do* CohIjcs, frete2ia da Boa Vista ue-ta
cidi.i1" .'me. o r o. un qoe n mesruo Pee 'o
Lag< 8 ttru un a eisa > fjnrjtaa de-foa prop"e-
arte uue tde ma-gern co rio Capitoa.jbe
87,a60 t m frtiif im gegulmenlo oo va.'aio
cae l: exirle, U2ni80 po mamados a t-sia
Alfa'G1 g;> es qoe f< ren> oppos'cs >o referido
alaran e to fim Se requerir.ru pr. fererjcia od
o auf- jcl^anu a pid Oe fea reiio do praio
de irin a dia Qoe iius rica mareado, a coniar
da ri.iliKiii.i do itreeote, lie ndo desde loeo
sriemes oe Q, Hodo este prszo, ntobema re
clara cao 8er* o la
a.' ocie, 19 de Setemb'fl de 1894.
O cnefe de seciao,
Ln i K. Con (tira.
PRADO
PERMMBUCANO
*a
i
Alfandega
Terreno de m--ruilin,
Por ordem da insneclona rierta rt-particao. in-
timam se na forma do ari. 14 d< Decr. n. 4,10o
' > : ,.e Prvereiro d-- I8-.8. os p sseiros ctd-
nact's e ootroa lOtrreseauoa, coa relcao *
terreno de marioba >-lKa do IV e em Samo Amaro das Sahuas, altea
mid^df oorte, que pfiinp*eri>*nde o Ittao
qaari>-!'So do do laio i"1' 'o aa meo-'.ionaoa roa.
medir to US uet os de Vente, ioio foariu ise
prolonga al encontrar u noB-bftnbe. para, den
tro cir 30 das cnt do da punlicacaj dest-,
reclaim ui p-iran' a uie-rra inicio la, o qce
enen ii rem a ben-i? pos- l'*i< sob p^n?
d^ p-ri-a d prt-fr-rto' 1 g. ranuoa no a-i. 16 jo
FOpr. i*adn Secreto, visto er sido o forsmHio
do d" iir-eno reqa.' Ido or cMotrso 40' S ri-
tos Vill..c.
3" secc&o daAi'qle ce Pernambaco, t9
de SeUinoro de 18'.i.
i) -Befe t -fpgii, L'ii F. C-Hecera-
A v is. aos navegantes
Do ordem doSr. Capito de Fra-
gata Jos Hc'reira tjuih.iros, Capi-
to do Porto d'este Estado, fago pu-
blico, para couhecimento dos inte-
ressados o aviso abaixo transcripto :
1100 Mi:
Aviso
llydro^rapliico
N. 17
COSTA 1)0 ESTADO DO MARANHO
halsmentdu Barr do Maranho
Conforme a coininunicac;ao tele-
grapluca que acabo de receber do
Capitao do Porto desso Estado, fago
publico, para oonhecimento dos na-
vegantes, que seacha restabelecida,
eni sua primitiva posico, a boiaque
marca o cabeco NE do Banco da
Cerca na entrada do porto do Ma-
ranho.
Ropartico da Carta Martima do
Brazil, 29 de Setombro de 189-1.
I-rancisco ("alheiro da Grafa,
Capitao de Mar e Guerra, chefe
interino.
Cap tania do Porto de Pernambuco
em 1U de Outubro de 1891.
O Secretario
M. ] o s de Castro Vilela.
De ordem do cidadao Dr. Dire-
ctor Geral, faro publico oue a Re-
part.^ao das Obras Publicas est func-
cinaudo na antiga casa dos Ex-
postos.
Secretaria das Obras Publicas, em
l'J do Outubro de 18U1.
0 Secretario
Miguel Nunes Viatina
MECUP.AC0E8
fcegiao 'e SdceorrOfl Mutuos
dos Oiciaes da Guarda
Nacional.
SegoDda reoni&o
De o'-dem do Sr. raajor presidente, convido 8
lodos j atsoriado* a L-ioo a lompar^ceren
na dos;;i s.'de socul aT.tnra dominu .) so rxeio
da, par:: f m aate bl S^ral exirno linaria, tra-
taruii- f'tttr ..offic.n H<] lojlitoto H>-neflcen'.e d--
Goar a r4* ;rop' 'i^
Secniaria da L'Biao, 20 de Ootob-o de 1834
Capiiao Jc-e M goel do? Sao os
I 9VTP\P io.
Sfitrt vJasa de Misericordia
do Recife
Po- i1 t* serreiaria se d.-cl-ra qoe do du o
do :.' *Me (q- iita fera) s 10 hor^s da tcann,
se 's''i a/an.en'o 'in ama* 'le da? n: .a anli?a ra-a rtofl exaoriot.
St Urja >.rn S:-nt;> Can oe Misericordia oc
Recil-.', 19 de Oc'.tib o e 1K94
O ^t" ivao
J Honorio B. dp Heceres.
Couspanha de Tecidos
Paulsla
Chantada do Capital Social
Sao conTidados os Si.:/ Subscriptores
de accocs para o augmento do capital
social a realisarem at o dia 31 do cr-
reme, no escriptorio provisorio d'esta
Companhia ra do Bom Jess n. I
pavimento terreo a terecira prestaco
das aeces subscriptas a razao de 30 O/o
ou Rs. 60:000 por cada aeco.
Recife, 9 de Outubro de 1894.
Jos Antonio Saraiva Jnior,
Eirector "Secretario.
Projecto de inscripto
'ara a 6.a corrida que se realisar no dia 28
de Outubro de 1894
1. PAREO PeraiUbdeo- 1.609 metros. Haodicip. Anirasea de Pernam-
buco. pkkhios : 40C000 o primeiro, 8O9OOO. ao segando e 400000
a o terco 1 o.
PesOS=Bipmitrck, -A) k'loj; Aventareiroe Triarapho 56 kilos cada um, PlotSo
e Turoo 2.* 5. k.i.oa cada aro, Nbbo 48 kilos, e os domis 45 kilos
cid nm.
2.* PABS lapreasa1.450 metros Animaas de Pernambaoo. pbkmios :
3 OfJOOO ao primeiro, 6 J 00 ao aerando e 30JOOO ao teroe>ro.
Art. 5." liamk, Aventirelr", Piramon, PlutSo, Turco 2.a, Nababo e Trium
pbo.
3." PAREOWerby Club 1.200 motroa. Animaos de Pernambuco. Pbkmios :
2>0(J(.00ao primeiro, 500000 ao aegundo o 251000 o terceiro
.Art. 5 oOa do pareo Imprenaa e man MUaritjr,^ Dublin, Feaiano, Pygmen,
Hirorid!!!, Ail?-Stopor e Tudo
4/ PAREO1I podro oto do Campo Graade1.150 metros. Animaos
oe P. n .roriuco. PBKMIOS : 25050U0 ao primeiro, 5:>OU9 ao segundo
e 2>,00u ao terceiro.
Art. 5.. \j? > p'eo Dsray lnb e mia Masootte, PtchoaIy, Ybo, Oanmpei
ro, Fum*ce, Prt Teimosn, Malaio e Ida.
5. PAtEJ Sportman i.OJO metros- Animaas de Pernambuco. pre-
mios : 2-Ol'JOu ao primeiro, 504000 ao segando e 250000 ao ter-
ceiro. /
Art. 5-Oa do p .rs H'ppodromo do Campo Grnele e mais Tapy 2.-, Beto
i y, Buralno, Pa:uac>, Jolosso, Viogador, Bdija-Fljr, Moaro, Uinga e
E->a.
6.- PAREO EstiaiRlo R00 metro3.. Animaos de Pornambaso. pbbmios :
25J0OOO ao primeiro, 500000 ao aegnnio e 250000 ao teroiro.
Art. 5.- -Oa do pareo Sportman e mais D.ctador, Eni.eb, Slalange, Tolioier,
Tib-rio. Gallet, Traqoin i, N-rcio, Galante, Garana e Sseptioiamo.
8 o PARED Co>aolaco = 800 metroaAaimaea do Pdrnambico que nSo
t?nbam ganbo gremios nos prados do Recife, contando ou dZo viotoria.
prKMiog 20j0O0 ao primeiro, 500000 ao aegondo o 250000 ao
terceiro.
8.- PAREO-- Perro Car'II 1.550 metros. Animaos pongas o pellodrs.
Premios : 30J}0OC ao primeiro, 690000 ao segundo e 300000 ao
te reeiro.
Observacoes
Nenhom pareo ser considerado realiEado se nSo iatereverem o cirrerem 4
animaos de 3 proprietarios diflorentea, o pareo Pernambuco, a aera considerado reali-
S contarSu victoria oa paraos Estimulo, Consolarse e Ferro Carril.
Tocando a peaagem des jockeys, oa aaim&es deverSo estar jiint da reapecti
va casa para serem immediatanente enailhados e s^guirem para o barracSo no centro
da ria onde a poderSo estar oa ocbeys e oa tratadores oa criadoa, o jais do mesmo
batracio, oaqaaes nSo pjder&o ter commanicacSo com possoa alguma anteado reali-
sar se a corrido*
A^nseripcSo aDcerrar>se-S terca feira, 23 do correte s 6 horas da tarde
na Secretaria do Prado, roa da Imperatna n 26, 1 audr.
Secretaria do Prado Peruambncano, 18 lo Outubro de 1894.
O secretario,
ti. Lemos.
De conformidade coai
o art. 15, dos estatutos
desta Companlua, a di-
reccao vende 20 accos
dens. 131 a 135, 261 a
270, 491 a 41)5 vag s
pcio fallecimento do res-
pectivo accionista.
Os pretendentes de-
vero enviar suas pro-
postas fechadas, por in-
termedio dos correto-
res geraes desta praca
at o meio-dia de 24 do
corrente.
Recife, 16 de Setem-
bro de 1894.
O director,
Joaquim A. da Fonseca.
Companhia de. Tecidos
Paulista
Debentures'
Paga-se no escriptorio d'esta Com-
panhia, ra do Bom Jess n. 1 pavi-
mento terreo, do da 20 do corrente
em diante, os juros das debentures do
emprestimo pela mesma emittida refe-
rentes ao semestre findo.
Outro sim, sao convidados os .Srs.
possuidores das debentures dos nme-
ros abaixos mencionados, sorteadas
para resgate, a receberam o respectivo
capital e juros vencidos, scientifican-
do-se-os ao mesmo tempo que do co-
meco d'aquelle praso em diante, 05 ttu-
los sorteados mas vo apresentados a
resgates nao vencero juro al-gum.
124, 933, 2010, 2789, 3399,
344, 1121, 2094, 3000, 3407,'
2104,
2185,
2222,
2395,
2744,
2766,
Recife, 18 de Outubro de I894.
O Director Secretario
J. A. Saraiva Jnior.
HIPPODROMO
DO
CAMPO GBllflE

ta
(7TC% A
leuuMviaiua B
QUE SE REALISAR.* NO
Dia 21 de Oulro de 1894

a
o
a
B
4
Pello*
Natnra
lid.
Cor-da' veatl.
sieata
Proprletarl**
%:
Io Pareo 81 de
gar.fo
miubr 800 metros. Anirnaes de Pernambnco qne no tenhatn
nos prados dn Henfe cnnlanto on nao victoria at 10 'e Agosto pr-
ximo paseado. Premios: 239J0C0 ao 1-, 50*000 ao 2-. e zo/000 ao 3.
IjSedoctor....
i Destryer...
Transporte...
Gol- Mor
ning .....
Guayaras J.*
Gainoo......
Erna.......
Rodado......
Oastanbo
tildado......
Alaiao......
Preto........
Pedrs......
Uastaobo-----
Porjamb..
SI
3
5(
51
51
51
51
Encamado e aznl....
'0-0..............
Encarnado e preto..
froto e encarnado...
Aznl e rosa..........
Encarnado e braoco..
Braaco e azul........
J. Fjoseca.
M. F s ioimaraes.
P. arvalno.
F. Ramos.
load. Fraternidade.
8. G .loarlo.
S. G. Medeiros.
2.'
Pareo Iaatrenaa1400 met'on Handcap. AniTiaes. de Parnamboco. Premios
3110*000 ao 1", 60*000 ao 2* e 30*000 ao 3*.
380, 1347,
407, 1800.
5SO, 1817,
600, 1848,
701, 1889,
866, 1900,
Maarity.....
Keuiaoo....,
Py*meu.....
Oublim.,...
reno: 2....
'rstanho....
Rodado......
Balo.........
Rod.ado.....'.
Alazn.....,
Pernamb.. 57
* 51
58
58
* 47
Azul f encarnado.....
Verde e ro?a..........
Toro e preto..........
tincan, ebranco.....
Azul e, encarnado.....
A. Tagnes.
C od. Vidal.
A. II A.
Cood. F'aternidade.'
A. A. & C.
3. Pareo Prado Peraambucan 1.203 metros. Animae3 de Pernamboco.
s Premios: J50*OUO ao i,', 50*000 ao e 25*00 J ao 3
agencia de empr
inos
iisti-
Coiopanhia Destiilaco
de S. Jos
Convido aos Srs. subscriptores a rea- j S4o ro0vldados os seobores possoidores as
lisarem a segunda entrada de 20/. oaocOes aonlxo uescripias a vire relormal as
ou vinte mil ris por aeco em mao do 00 esgatal as Sr. thesoureiro, at o dia 30 do cor-
rente.
Barreiros 10 de Outubro de 1894.
Francisco da R.-Hollanda Cavalcante
Sobriu/w.
Director Presidente
r
er-
Couipitnbia das Trilitos I i'Sa-
noN do Rccifo n Olinda t-
Bcbcribe.
(AsBcmbla Gc-ai)
Aufoi-isado pelj Sr. presidente da as-
gembla geral, ioevu, ,
dia 27 do corrente,
diara .julgar ati conta.) da companhia,
onvir a leitura d? 1
directora qua a tem da administrar no
prximo triecnio. A n
se-ba na sala das sessous da companhia,
na esoico da Acrora, ao meio dia.
Recife .2 de Outubrj de 94.
O presidente da directora,
_<'.. Perara SUnesQ
ompankia errara
nambu cana
Convido todos accionista desta compa-
nhia a reunir-se em assembla geral ex-
traordinaria no dia 25 de Outubro do cor-
rente anno, ao meio dia, nosalo da Asso-
ciajao Commercial Agrcola afim de eleger
nova directora e commisso fiscal como
determina o art. 15 2.' e 3. dos Esta-
tutos.
Recife, 18 de Outubro de 1894.
ose dos Santos da Costa Maia.
Director presidente.
0 London & Brazilian
Bank Limited
Nacen sobre Lisboa e Porto
.-ni libras sierliuas, e vista,
sendo o pagamento feito na
oecasiao da apresentacao do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dias de vista naquellas proras.
LUMPANH1A
DE
Tecidos de Malha
De ac-jrde com a tai das sociedades anony-
ajaK, acbam te a dispOBico dos eenbo-ea SCcio-
iiftas, na roa 0 Marcan. 7, a cjp;a do ba-
anc a lula dos acciouieljs e aae t'an-ferer.-
\~.% 'le acc6' 8.
Recife, 10 da Oorobro de 189i.
0 iboabamre
T. Darti.
de serem vendidas em leilao para pagameoio do
emprestimo qoe Ibes foi coucealdo, conforme
determinam as coudices aceitas pelos senborej
apebanles.
rls. 151 210. 33 213,267.308. 311 311,315,
373, 411. 8. 440, 457, 461, 437, 501, Mtt.ol,
514, P87. 14, 618, 626, 6i8, 637, f4i, 645, 675,
705. 7V 731, V35, 736, 737. 745. 7i6, '49, 754,
790 7i3, 806, 811. 814, 815. 826, 829, 835. 837.
tteci'e 1 de Outu ro oe 1894.
OOUPAMU1A
Industrial e commer-
. co de estiva
No eacriptorij desta companhia, i roa do
Amorim n. 68, acbaiL-se a disposlcao des se-
otto es accio'i's'ss a copia do balanco e mais <'o-
cnmentns exigidos por lei, relaiiios o annt,
social tinJ.i em 30 < Recife, 11 de Uu'unro de 894.
A. D. Feroandes
Director secretaiio.
Companhia Santa
Theresa
Agua e luz de Olinda
Assemnia eral
Cirvido os senIio-e-< a eiontatM a se reairem
jm aisembla pe*at o-diaaria a 3 de nosembro
oroXtmo, ro primeiro andar do predio n. 2 de
raes da Companhia Pernambncara, alim de Ihf-
ser lido o r< latorio do exercir-.:o rinJo, e consi-
d?rarJs 3 p'oposla ah ap: feita pre-
tacSo de cnota BMu 1 "ci ms-ai fl
rendas meosaes da tUractfl e 01 M>
itatos.
A reunia se e*ectoi.r<:
Kaicif na ser juliano c psreoer da coomls-
5,> Dseot.
BT' {7 de
Ootobro de 1894.
Q ?- oto
' r. os-
J1A S E TEBBESXS
BA DO TIOAaiO N. 1, I." ANDAB
Directores
BarSo de Souza Lefio.
Thomaz Comber.
Julio Jasi&r Vx l'oirsta.
Companhia
Trilhos Urbanos do
Recife Olinda
Ten o de se renni' a assembla ge al nrdioa-
ria a 27 do mez prximo, se cha a dispoican
dos seobores acciuoisias, noescrintorio da com-
nannia.rte acrordo cono o art. 147,do r'POlamento
dss assjciages anonymas gs tlementes oa es-
ertPtarscSp necessar'is p'*a o )::l)isro?nto 'a?
3038 cean no ext-rr.icio nado a 30 de iuihj
prximo.
R?crip;oio do gerenle 27 do Setemoro da
1894
A, Pereira SimO' s.
Costuras do ArsenaJ
de Guerra
Piramon ...
Todo......
Aveniareiro.
Triompbo..
Torco 2.....
Castaoho Pernamb.. i
MeiUdo.....
Ca8lanbo ...
Haio........
Alazao.......
50
50
50
50
0
Amsrello e branco Cood. Bella Vista
Verde e amarello ....
Azul e Drd o ..., .
Encarnado e preto..-.
Grenat e aiol..........
J. Moraes.
Cru i. L Goud. Arrayal.
J. M Ferreira.
4 Pareo Libiraade l 050 metros.Animaes de Pernamboco. Premios : 250*000
ao 1
De rdem do cidadao tenente-'*oronel director
desta arsenal, distriboe-se costaras nos das 22,
13 e 24 do correo'e mes, com as eostoreiras,
pospoidoraa das galas de ns. 451 a 500, de
conformidade com aa ordena em vigor.
seceso das costoras do Arsenal de Goerra do
Estado de Pernamboco, 21 de Oa'-ohro de 1894.
Flix Antonio oe Alcntara,
Capiti) adianto.
DerbyG'lubde Per-
nambuco
A directora drsta so:iedade. em setsao de
bpj<>, resjiven perdoar a pena irnpo-t i aos jo-
ck- ys J.is Uenles, Anconij de Paola e Gasia*o,
esa Tinode doi incidentes da c ,-rua do da 2 da
Sete-i b'o de 18. i -
Secretaria do Derby Club de Pernamboco, 20
de Ootnoro de 1894.O rente
A. A Gimes Penna.
S'iita Casa de Misericordia
\'o Recife
De o'dem du Ilirra. jaota administrativa d-
Sanfa Cefa de Misericordia, fco polilico qoe em
Saa S'8-aa > 2J do co-rente, as 3 horas da lir-
de, ter arrrm itado par nm. doos ou t-ei ancos.
o ar;endamen>o da casa terrea n. 58 roa do
Rosario da Poa Vista, devendo es pretendptes
apresent3r fnas propostag emerss fechada*,
emqae declara-So, alero da rfTert, o turne o
Dador, qa- sera a conenio da rrestna junta.
O arrematante sera o-trigad a coropare'er a
efta secretaria do praso de lies niai-.para asslg-
car, como Baior, u termo Je aran lamento.
Secretaria da Santa Cas* de Misericordia do
Secie, 17 de Ootbbtb de 1894.
O escnvSo
Jof Il-.nono l. Ae fc'.'feaea.
Hesp. 4 Iro II
Precisise com B'gencia Contracta.' am praiiro
taces pira o s>ricodr
abn- lOrvij
': tW, no
u;ejmo uosiii>al. Das oras do expediente.
lub Carnavalesco W
de Agosto
Heunir-s>ha doningo 2 do corrente
em sessao ordinaria s 2 1/2 horas dai
Pederse aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclamacao, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os "nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tono de Castro Nunes.
Todos os recibo?
de sta empreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado p-Io gerente
sem o que nao tero
valor alguni.
Eiwar 1 'olre Leigb.
Gerente.
1
2
3
4
5
6
7
8
y
10
12
Sadnctor....
l'opy ......
Titierio.....
Lim-lra....
Rio-Grande..
Maaity 1.
S'-epticisrxo
Zigxag------
Crioulo.....
ViOKaoca ...
Faosto... .
rooso..,..
Rodado
Baio....
Rodado.
Podra......
Castanbo....
Baio___
Preto...
Ku-so..
Rodado.
50*000 ao 2.
Pernamb.- 50
30
t
SO
M
M
50
50
50
5U
bO
B0
e 23*000 ao 3.
[Encamado e azol......iJ. Fonseca.
-s 7.ui e encarnado...... F. G 11
Verde e rosa.........JCooa. Vital.
Rosa.................[Cood. Onveira.
Aioi e braaco.........|M. P. M. Ferreira.
Branco e preto........IJ. R. Croi.
Ooroepreto..........|A. L A*
Bacamado e pn t)-----Cood. Arrayal.
Verde e amarello..... i. F. S. M.
Qrenate ato..........- M. F.
Rlscado..............J. F.
i.ntar:aao e amarello-'F. J. Moreira.
-.
^
5. PareoCoi
ipenaaeao 8S0 metrosAnimaes de Pernamboco.
1.*, 50*000 so 2. e 25*000 ao 3."
P/emios: 250*000 ao
Traqoina8..-
Malange.....
Kan,ac 2...
Dictador...
a sismo___
Hamry.......
Beij a-Flor....
Baio......
Rodado..,
Mal. rap.
Foveiro...
Baio......
Tordilbo.
femamb.. 51
51
c 51
51
a 51
c 51
a 51
Anl e branco.....1..
Branco e encarnado..
u-o...............
Azule encarnado.....
8r neo e azol........
Xadrez .............
Encarnado ebranco..
A. Silva.
A. J. Maia.
J. S. P.
P. A. P.
. C. Luz.
Coa. Nacijnal.
0. Macedo.
6. Pareoerby ca 1.650 metros-Handcap -Animaes da Pernambuco. Premios
350*000 ao 1.*, 70*000 ao i.* e 33*000 ao .
Bi8toarck 2. 5
Piramon..... 5
Todo-e...... 5
Aveotoreiro. 5
Ally S'ooer.. !i
5
Rodado......
Castaoho___
Mellado.....
uastaobo....
Rodado......
Alazao......
Pernamb..
60
Aznl e encarnado.,
46* Amarello e branco....
46 Verde e amarello.....
55 Azol e braoco.....
46 Ooro e preto..........
50 Grenat e azu!........
F. C. Reg.
Coud. Bella Vista.
J. Moraes.
Cond. Limited.
Almeida &
J. F. M.

PareoVelocialade 860
I.*,
metrosAnimaes de Pernambuco. Premios : 250*000 ao
50*000 ao 2. e 25*000 ao 3
Fenlino......
Teimoso.....
Gallet........
Miscctte.....
uei ja-Flor....
Rodado.
"astanho....
Tordilbo......
Percamb.. 51
51
53
51
51
Verde e rosa.
Azul e branco....
Azul a onro.....
Ene. ebranco
C. Victal.
G. C. A.
Osear.
Cond. Mourlscana.
0. Macedo.

8." PareoTrilboa Urbanos- 1.100. metros Ani-naes de Pernambuco.-
150*000 ao !., 50*000 ao 2. e 25*000 ao 3
Premios
Trq-ilnas... 5
Csmaga 2o . 5
Galante------ S
r.ub-i .... 5
5
T-nnr jo.... 5
Baio........
VH. rapozD
uastaobo
Moslibo......
Balo........
*iaian.......
Pernamb..
c
c
<
50
50
50
50
50
50
Aznl e branco.....
Ouro...............
^ anco e preto......
Ooro e preto........
|Xdrez........____
Aznl e encimado...
A. Silva.
J. S P.
J. R. Cruz.
Croz & C.
>nd. Nacional.
A. A. A C
Observaos
do
1^000
Campo Grande, so'
y
SEtiUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
tarde na sua sdejua Caldereiro n. 56.1 Companhia Phcuix Pernambu-
i," Secretario, cana
Jccob A da Sito. [ MADQCQMMERCIO
Pede-se aos Srs. propriefarios e jockrya para, ao toque da pesagem, ensilharem
os seua animaea afim de serem,condolidos no isoiomento.
O jogo tornete ser aberto depos qne se acharem no solame^to os animaea a
jockeys relativos ao pareo a disputar.
Aa aeobor* tero entrada gratia
Entrada com direit3 a premio
As poules ,que oo forero pagas oo Hippodromo
sero pagas oa secretaria de quarla- feira em diaute.
Nenhum pareo se realisar se nao dispularem 4 parelhetros.
A archibancada ceotral ser reservada para a Impreusa, auctoridades a
familias das directoras das associacoes hyppicas d'esla capital.
Pelo portao do eusilhamenlo somente lefio iugresso aaiinaes e carros.
A Companhia de Trilhos Urbanos do ttecife a Olinda e Beberibe, pora
disposico do publico, o numero detrens nec.-sarios para a respectiva coodueco.
S tero ingresso na casa das apostas as directoras das associacoes cong-
neres, auctoridades em servico.
0 horario ser restrictamente observado, encerrando-se o jogo do tv pa-
reo 6 11 1\' horas da manhS.
Os auimaes inscriptos para o 1." pareo devero achar-se no ensilhameoto
as 9 1|2 horas da manh.
Os forfaits sero recebidos al aibbado 20 do corrente s 3 horas da
rde na Secretaria do Hippodromo, ra Larga dj Rosario n. 16. 1. andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande. 17 de Oafobro de 1894.
O secretario
4
Augusto Silva.
SOL&OADfi
Auxiliadora da Agricallnra de
Peroaiaba^
NSo leudo l i > is'a* no dti\ 4 do correDle a
reoniao do consemo ^m'Di-lra;ivo nem a'oa
d*,:.o 1 ,.;ivilados c
st-oncres so:ics para o dta 22, ao meio dia. de-
vendo se tratar 080 s da proposta j poDiic?o;i
-el.uiva a falta de bracos como da eleic&p do
gerente e outros assnmpios orgentes.
Recife, 17 de -Utobro de 1894.
O vice-gerente
A Pido dsAm.Tai S:i'2rdlD.



Companhia Progresso^
Alaaoano
A dl-rctoria naohia pede aos Srs.
Rerii, o of-s aoi> tea-
,: v* a ,n> ?5
de Ootubr 1 folnro. a 4, b 28
0/0 do rniui (j--? (U08crev-;i ti- ogm co
votado na isembiea-geral d Ib de Ferereirq
destranno. '
Macei, 15 de Seteroh-o dp 1894.
Os directores
I. A, T> r Bastos.
Propico Pe-lrom Brrelo.
M:>noel B. P. Degues JoQor


m
fNHB
!f. ..<
mw~'
Piarlo de Pernambnco lio mina o fel to Outiihro de 1*H
i
1,



II


f
i

K/.r.rrrM:c5
Hamburg Suedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge-
sellschaft/
O VAPOR
Curitjba
Espera-se da
Europa do da
** detub-o
regoiodo depois
da demora neces-
aria para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Eate vapor entrar no porto
(aaeaqaer reclamares b aerSo aten-
didaa 48 horas depois da ultima descarga
do vapoi na Alfandoga.
Este vapor Iluminado loa elctrica
e offeroce cptiroas acoommodacoee a os
Srs. uaaeaeeiroa.
Para carga, encoumendaa, pasaageoa e 're-
lee trata-aa com os
Consigna arios
Borstelman & C.
Bat do Commeroio a. 18
1* andar
Companhia Kob. 1, Stomans Line
o VAPOR
Ca pa
Segu o<> da 24 do corren-
te para o
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens,
cornos
carga, (rete etc. trata-se
sf-'TS ^
AGENTES
Pereira Carneiro 8t G.
6RA DO COMMERCIO-6
! andar
flojel Mail sieam hcui m
O paquete Clyde
Commao danto A. E. Bell
E' esperado do sil al o
dia ** de Ootabro seglo-
f do a>'pois da demora indis-
peosavel para
Lisboa, Vigo e Southampton
Para carga, passageas encommendas e dinbei
ro a (rete, trata se com op
AGENTES
O novo e esplendido paquete
Dauubie
Commandanta Q. C. Hicks
E' esperado dos porlos Earooa a.e o da SI de Ontu-
b-o e seguir depois da oa
mora indispensavel nara
Bahia, Rio de Janeiro Mon-
tevideo e Buenos a_ ?<*
N. B.Prevtne-aa aos Srs. recebe* ele
mercaduras, que a Compaohia Mata Re*., e-
ta, cootracloa com aGenual Steam Navegailoo
Co'mpanvom servicode vapores semanaes qae
pariiaao de Bordeaos e Cognac, ?em ebegar a
Soothmptoo a lempo de balaeiarem as cargas
destinadas i America do Sal. para os vapores
deda rom nartria.
A Real la accaita psr p-ecos rasoaveis paa-
sageiros para Va1 paraso va BaenouAyres e
estrada doe Andes.
Tambem acceita passaeeiros para New York,
via Sontbampton, por especial arranjo feito com
a Companhia Allemaol LovJ,oolendo demora
rem-s na Be ropa cas) o aeaeja-em.
Bedaocao nos preoos daa pasaagens
lAa itattolto
A Lisboa 1 dHM *>
A'Soathampton i* clasaa t SB iu
CaataroMs rasar va dos para os passageiros Os
ParDambnco.
Para carga, pasragens, encommendas e dinhei-
ro a (rete: trata-se coas os
AGENTES
Amoru Irraao & C.
N. 3H-w <9 Bom JeanaN 3
AOKNTES
Pereira Carneiro i C.
RILt DO OOMMEROIO N. 6
I andar
Pacifico aleara SaYigatton COm-
puy
STRAITS OF AGELLAM LINE
O paquete Liguria
Espera-se do sal at o dia
* de Ootabro segalodo ae-
pois da demora do cosame para
Liverpool com escala cor
Littbea, La iUfce c Plyatoiihl
Para canta, aassageageaeomaiendas e dinbei-
ro a (rete tjaia se com o
AGIENTES
Wllson, Soos I C, Limited
10RA DO COMMEROIO10
_____________1* aadar_____________
Coapanlta Pemambocana de
Savjajlo
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossoro', Ari-
oaty, Cear e Gamoasim
O paquete Una .
Commaodaote Soares
Seg ir para
os portos cima
indicados no dia
do correte
_________________ 4 horas da
tarde.
Cdama-fe a ait*Dcao dos Srs. carreeadores
para a claasola 10 doa coobecimenloa que asm
publicamos:
c io caso de baver algoma reclamacio con-
tra a Compaubia, por avaria ou pe-sa, deve ser
leila por escrioto ao agente respectivo do porto
da descarga, otro de tres dias depois do oa-
linada
Nao procedando esta formalidad^, a Compa-
obia rica isenta de toda a responsabilidade.
Recebe carga, eocommeedas, passageos e di-
nheiros (rete al as 11 botas da macha do dia
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caa da Companhia Pernambooana
n. 12
lavenlariaote dos bens dmtxarfu* pnr fallecimeD
lo de Joio Napjmnceno Ferreira Cosa, levara a
torito
.Urna meia aoa n. 1 a-na 28 de.Selembro,
tregoeaia de Santo aaloolo, com porta e jasella
de (rente, 1 sala, 1 qoarto, coaif.li interna, me-
diado de (reoie 3 m-iroj e 70 ceatimeiros e de
uti'io 4 metros e 70 centmetros.
Oatra dita o. 3, na mesma roa, mediedo de
rente 3 meros e 45 reniim< tros ti de (undo 4
me'roB, porta e janella de (rente, 1 s..la, 1 qaar-
to. co.'inba interna.
Os Srs. pretndenos podm eliminar.
Leilo
De (aseadas e miodesas, limpas e avarladas,
cbooricas e presooto
CONSTAHDO :
De faieudas avar*adas 19 pegas de merino
preto entestado, 24 ditas de casemira pretas e de
( -es.
Pateadas limpas : madapolOe*. algodfies, chi-
ta, bro sargeiine, csemirae, cretonee, colxas,
toalbag ("lpodas, lencos, coliarlchos e meias
para Domen e seobons
Segunda-feira 22 docorrente
A'S U HORAS
nte Pinto
DO BOM JBS3 N. 45
Aei
RA
Leilo
De i cssss tsrress de talpa. tendo parte de pe-
dra e cal sitas na (regoesia do Pccd da Panella,
estrada do eogenbo Dois Imaos n. 39 moiio
perto da estac&o do meemo oome, teodo a maior
S salas, 1 gabinete, 2 qoartos e cosinba e-agne-
oor S salas e 1 qoirto, medido o terreno 300
palmos e ma s de largara e 450 ditos de comri-
meoto, bstanle arborlsado >om ps de coqoei-
ros, jaqaeir s. mangoeiras. (roca pao, golaoei*
ras. larangeiras, cajoeiros, oitise-iros e ontras
moitaa arvores Irncuferas.
ertg-a-feira, 23 de Outubro
A'n 11 horas
No armazem ra do Mrquez de Olinda
o. 4
O agente GosmSo, auto-isado. (ari leil&o das
casas cima referidas, podendo ob Srs. compra-
dores ir-m eiamin-ol as.
Cardozo & Irraao
Ra doBaro de Triumpho ns. 100 104
e ra do Visconde de Jiaparica ds. 2 e 4
GMMUNICAM a seas numerosos freguez;s qan tem eco dep.aito e rrce-
bem regularmente da Kuropa e Am tea todos os machtaiamoa e ferragena preoisua
agrioaltnra d'este Rstado como sejam
MACHINAS a vapor de torca de 4 10 cavallos.
CALDSIRA malt tubuleres de todos os tsmnooa.
MOKND \S as mais solida* do taercado a e d.Serentet tamanhos,
TAIXAS de Ierro batido e und do.
RODAS D'AODA.
RODAS DENrADAS direitas angulares.
CHIVAQ OS de tarro fund io bastad*,
HOABaS de repucho de riiereote* sy^temas.
LOCMMOVEIS de diversos taraanhoa.
MAQUINAS de desoaronar algodio.
CANOS de ferro galvanizados,-pintados e de chambo.
ENCARREGAMS& de qualqoer concert para u que tem suaa offioinas
bem ontsdas e oum bastante peaaoal e dirigidos por dous engenheiroa bastante pra-
ticoa e coohecidos.
MANDAM vir da Europa e 3ncrregam-se da montagem de Usinas e rea
tillaySes, garaotem oua boa qualidada e foi.coionamento co .10 provam coas as diver-
sas que te montado.
VENDEM a praso ca a dnbera oom deaooato e a pre^oi reaumidoa.
Au?trian Lloyds Steamer
Navigation Coropany
O vapor austraco
Medula
*BA
E' esoerado de Trieste
at o dia 6 de Ootabro se-
goindo depois da demora
necessaria para
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
~ Para carga, passagens
res irats-ae com oa
Agentes
eacommendas valo-
Leilo
Di ezcelleote casa terrea Bita roa Padre Fio-
riano n. 33 com basa accommndages.
Da ca a terrea sita 00 bcco do Mscate o. 4.
(regceiia de S. Fre Pedro Goocalves do Recite,
edificad! em terreno proprio com accommoda-
eftaa
Terqa-feira, 25 do cnente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gofimao, aaterisado, far leilae das
encllenles c sas cima mencionadas, as qoaes
podero ser examinadas pelos compradores.
Leilo
Henry Forater & C
Ra do Cjmmeroio o. 8
Cjmmercio
1 andar
Lloyil Braiileiro
PORTOS DO SUL
O pacoa'.j
Planeta
Commandante M Aaeredo
E' esperado do
gol at o' dia
?i de Ootabro
egalndo depo.e
dadfBjwraDeceBS'ia psra
Parahyba, Natal, Cear, Ama-rasSo, Ma.
ranhao, Para, Obidoa e MaDos
As encommeodas serao recebidas al 1 bora
da tarde do da d sahida, 00 trapiche BarDoa
caes da Cooopaobia ParnambncaDa n. 4
Para passagens, ;arga, (rete etc., trata-se cem
AGENTES
PORTOS DO NORTE
O paquete Olinda
(^mmandaate o capitSo de fragata Gui-
Iherme Waddington
Espera-se dos
portos do norte
at o dia 24 de
Ootabro segain-
uo depol aa 1 -
mora ouispeoeavel para
Macei, Ba'iia, Victoia, Kio
Companhia Fra aceza
DE
Xarega^o a v|r
Lioha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio da Janeiro
e Santos.
OvApor
Villedo Rosario
COMMANDANTS DANIBL
B' esperado at a da % de On
labro e sabir depois da demo-
ra- necesaria para
Santos
(Em dir.-llora)
Uto vapor entrar no porto
Ruga-e aotSra. importadora* de carga peloe
vapores desta Haba, qoeirsm aoresentar dan
t rs de 6 dias, a coalar do da descarga das al-
arengas qoalqoer reclamacio concernente a vo-
lases sae pcrvests^.tcsaat aegrlda ?rra or
portos do su!, aim as providencias necesaarfaa.
Kx pirado o referido praao a companhia nao. ae
TaaponaablllBa por extravios.
1 ai T a? as
Da excellente casa com sotao sita rna do
Lamaro 0. 4, no Mooleiro, freeoesia do Poco
da Panella, servida pelos trena da lioba prloc
pal e Arrajal, com ob segoiniea comaodoa, io
terno. 3 satas. 6 qoarto, 1 saleta, coaiona e ao-
tao, externo, 3 qaartos, banheiro, aalliobeiro,
portSo de (erro ao lado, gradeamento, araa e
gas encanados, terreno proprio e todo morado,
ariioneado com boas frnctas de todas as quali-
dades
Ter^a-eira, 23 do corrente
A'S H HORAS
No armazem a ra do Marque* de Glinda
n. 48
0 agente Gasmio, competentemente autoriza-
do, (ara leil&o da excellcDte casa cima mencio-
nada, llvre e deaemos-scoa de qoalqoer ooas,
podenso os Srs. compradores Irem examinsl a
dorante o da de domingo (20 a qual se achara
abe la. a di posicAo des masmo.
Leilo
De ama mobilia de jacarandi com t sof, I
consolos, 4 caderas de bracos e 11 de goaroi-
80. i secretaria antiga, 3 qoadres, 1 caodieiro
de sospensao, 2 etaeeres, 1 mesa de jaotar, 2
aparadores, 1 bo(b de amarello, 1% cadelrrs de
janeo, 1 mesa de coslnba, taboas paraengom-
mar, pratos travessa. 1 cama de (erro, 1 lavatorio.
1 mesa com 2~gavetaa, 1 commoda, 1 santuario
e ootroa movis de-casa de familia
Terca-teira, 23 docorrente
Agente Pinto
A' roa do Bemfica n. 8, residencia do Sr. Dr
Nero Guerra,
O boed das 10 e meia dar passagem gratis
aos concarteates.
Recebe carga
s tratar com o
AGENTE
Afuste Labille
9Boa dft Commeroio19
de Janeiro
As encommeodar. sero recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sahida, no traplcbe Barbosa
Caes da Compinhial'ernambacaaa a. 4.
Aos Srs, csrrega'lores pedimos a soa atteoc&o
psra a clausula 10" dos coabecimnoto* qae :
no caso de bavet algotna reclamacio contra a
companhia por avartas ou perda, deve ser (ella
or escrip>o ao agimte respectivo do porto de
sscarga, dentro d.u tres das depala de Hoaii-
Na'o precedoado cata fonmiidaiie, a compa
obla Ba aerr.a de oda a t>.sp osabiltade.
Para passagens,
u-ia-coron*
fretes e eoeommendas ira
GiiHa FeUaMan ti Ha*
PORTOS DO SUL
Tamandare Rio Formoso
O paquete Una
COMMANuaNTE SOABEi
Seeue no dia
9Z oo corrente
a 5 horas da
tarde.
Recebe carga, eocommendes, paseagena e di*
a"eiro8 a> frete ataa 3 horas datarte do da
da partida.
E3CBIPT )RIO
Ao Cae da Comnanhia Pemambucana
w 0.12
LEILOES
Segana feir>. 21, deve ter logar o le o
da faseLdis averiadas.
Terca (tira 23, deve ter logar o leilo dos
movis da casa ne re^Jdeocia do Dr. Keo Gaer
r i roa do Bemtica n. 8.
5H_ Terca elra, 23, o de movis, ua casa em
que residi o Dr. Guerra na roa do Bemflca, para
onde partir? s 10 e 1/1 o bood que dar pas a
eem grstis aos coororreote.
Qu'nta-felra, 26. ltlfto di>s duas cesas ter
reas com otaos rna VlBConde de Goyaona ns.
119 etfi.__________,______________________
Agente Silveira
Leilo
De predios
Segnaida-felra, ti do corrate
A's i\ horas
Na agencia roa 15 de Novembro d. 41
O agente cima, por mandado e com asslaten-
cia do Esos. Sr. Dr. jais de dlrelto do civel a
reqoerimeoto de D. Firmina Mara da Conceiclo,
Leilo
Da caaa Bita no logar deoomiaado Bruno, ?.
1, tregaena da Vanea, perteoceote a executada
Toereis Carneiro Los, servindo de bise a qnan
Ha de 2:500*000.
Da casa ana oa estrada do- Gigui i Ja boa tac,
O. 319, f-egoesia de Abogados, com 2 safas, 1
qoartos, quintal cercado, avallada em 200*000
e prtenseme ao execaiado Mfenoel Antonio de
Magalhes.
Da casa i roa do Bemfica. n 48 P, rreguexia
de Afogados, avahada em 160*000 e perteoceo-
te ao txecotado Jovencio Xavier de Oliveira
Lima.
Oa casa sita na Estrada Nova, o. 6 A, fregu
lia de Afosados, avallada em 50*000, e perlen
cente a executada Hara Carolina de Araojo.
Da casa Bita estrada da Pedra Molle, o 6.
(ragoezia do Peco da Panella, avallada em 130*
e per.tencente ao txecotado Joaqoim Francisco
de Soasa Reis
fera-feira, 23 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem a ra d* Marques de Olinda
n 48
O agente Gusmao, autorieado por mrodado do
film: 8r. Dr. joiz parcial dos leltos da azend,
(ari leilo das casas ddma mencionadas, para
pagamento das execocCes que move.a (azeoda do
Estado contra os geua proprietarica.
Leilo
Das dosa casas terr-as com sotoa na roa Vis
conde de G yanoa ns. 149 e 121
Quinta^feira, 25 do co/rente
4's II horas
Agente Pinto
RA DO BOM 1ESUS NUMERO 45
AVISOS DIVERSOS
t reclsa-se de orna ama para cosiohar para
doas pe-soas ; a tratar oa travessa da Praia do
Persa n. 6._______________________________
__ P/ecua-ae de urna moiber ou menina para
prestar servicos em casa de pequea familia
mediante paga : a tratar na travessa de S. o
a. i3.____________________________________
Vende ee om nooi'.o cavallo rosso. raoae
proprio pera eeila oo carro ; a tratar no Jacar
de Agoa ra, laverna do Goedea._________
p-eciaa-se de om copeiro a tratar nara
da Cadea do Rectle n. 35.____________
Dr. Francisco Leopoldino participa os
seos clientes e amigos, que modoo a soa real
dencia para a roa da Santa Crr n. <2.
Pre isa-se de ama coatareira qus eetejs
habilitada un casa de modicta, paga-se bem :
na roa D. Hara Cesar, antiga Sensala ova n
48, 1- andar.
PreciBa-se
Unio o. 23.
Ama de ieite
de ama ama. de Ieite ; oa rna da
4 Grande liquidaco!
FAZE^DAS, MACHINAS DE COSTURAS
Q7ASS03 L LE&0Z.I CDS PASA SALAS
%& Ra de Ivrameiito 95
FORMOSA sao espartilhos de um lindissimo modelo e commodos
Chapeos com pluma e fita gase para Senhora. GRANDE VARIEDADE
em fantazias
SEDA preta e de cores, SURAH, CACHEMIRA E MERINOS de pura
la cores modernas- ^
CREPS FOLLARDINES, CHEFONETTS, CRETONES e chitas de todas
as qualidades.
CORTINADOS DE CHOCHET, colchas, cobertores Americanos, tapetes para
sof etc.
CHAPEOS DE SOL grandes variedade.
BRAMANTES FINOS de lnho e de algodo.
MADAPOLES grande pecHnchas.
CAZEMIRAS modernas e finas, pretas e de cores, FAZ-SE ROUPAS
por medida. Relogios de nickel e cadeias de praquet e muitos outros artigos
que liquidamos a precos sem limites.
L.ancs e carrosa
Compram-se tree cacos de lamanho regalar,
qoeeBt'jam em bom eiiaio, e bem assttb ume
carrosa de doas rodas : qoem tiver dinja-se ao
caes ao Apollo u 7 Companhia Calcrea.
Amas
Na praca do Tiradeniea n, 2, preclsa-ee o
orna eosioneira e outra ngomaiadeira, paga-se
b m ordenado.
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianca ; 'no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque aj iA#mAj vC>x>
Precie a ef de urna ama para cesinb r ; Da rea
Di'f-ra 10 2- nriar.
Ama
Precisase de ama ama; na rea do Arat 5o
nomero 31______________________________
Ama
Precisase de ama para cosinhar SDenas para
ouas peaecag. Pataa Co Carmo o. 16 1 andar.
Governante e ama
Precisa-e de orna eovernante para casa de
um bomem viovo, e du s enarcas e mais urna
ama para sala, a traiar a roa Bardo da victoria
d. 54, na aotiga agencia de movis._________
diado
Preclsa-s de am criada-; no becco do Padre
n. 28, hotel.
Vende-se
A tavnrna Ua a roa
livre p dez*mbsricada
akrquez do Herval n. 96
; a tratar na mesma.
Serrag-em de madeira
N- fabrica de movis i vapor, de Silva Fsr-
oaodes C a -ua ae S. Joo 48, serra sa
madeira por menor pr- ca do qoe em qoalqaer
ouira pa ir ; ih-; b-Ti faz-Be molduras, Imbre-
qoios e qoalqoer nb-a de carpiotarla, (aes como
portas, ianellas, eic
DEPOSITO
Ra Bario -Ja v*nuoria D. 49
AMA
la (apunsa. rna das C'riou*
las, ti. 15 A, precisa-se de urna
anm para cuidar de una cri.
anea de um auno.
< VERDADE1RAS
Crrande irducoam de presos!! Nao
lia competencia.
NAO SE ENGANEM PARA. VER E COMPRAR '
NA
RUSA DE OURO
t. Ra do Iivramento 95
Bento Ribeiro & C.
SINGER
o
S5
O.
eu
r/3
<.
Q
O
Carvo aimal
Recebe-se qoalqce'' eticommenda on pedido:
na roa de BemOca o. 6, mercearia Loureiro.
_____________Telet,Bon472______________
dfasMMfcadBb
Precisa se de ama ma qae saiba cosiaaar
preferir dn-se qoe dorma em casa ; a tratar na
ra Larga do Rosario o. 10, 1- andar.
Cosiobeiro
Precsa s de um bom cosinbeiro. ass de um criadinrro a tratar na rna do Carmo
Chalet n. 55, em OHnri.
PABy
::::::::::":::::::
Guimaaes & Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo descri-r
minadas propnas para Uzinas e En
genhos que vendem garantidas e
Erecos sem competencia,
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot. ..
leos americanos para lubrifioacSS.
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azejte de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Grasa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para, extinc^c
da formiga sauva.
W. G Largo do Corpo Saaato ."%'. G
" -ajr
sj S
v
U : a i
C as
'3 S g
AVISO'
GRANDE BAIXA DE PRE(J0S
COVEM APROVEITAR
Os lindissimos quadros com molduras de completa novidade"; grande
estabelecimento de fazendas, modas e oficina de alfaiate.
A CrRAXTDE LXQUIDASAD
na rna do Ijivramento ii. %*
BErTOrJBEIRC & C.
Fabrica de Charutos
Camponeza
DE '
BITTINGORT LKITE
Bahia
Os propietarios da conceituada e
acreditada fabrica de charutos Campt-
tuza, constituiram nesta cidade, nicos
agentes dos excellentes e magnficos
charutos de sua manufactura, os nego-
ciantes : ioaqiiim B. dos Reis &. C Site-
cessores.
Ra Larga do Rosario n. 30
PERNAMBUCO
MMIM6DIIWIAN
Continua a manter em seas depsitos" completo sorumeato de utensilios para lavoura ven-
dendo sempre por precos mdicos; ,. ...
MACHINAS A VAPOR de differentes systetnas e tamanhos de Robmson e outros fabri-
or-
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEUIAS A VAPOR mnltitubnlares de Fletcher para funccionar com o logo das
alhas das tachas. ._.. .
GALDEIRAS A VAPOR Cornisb e typo locomotiva para fonceonar com lenba e bagago.
RODAS para agoa:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, entradas e caldeadas.
ARADOS de differentee systemaa,
CRVACOES para fornalhas. -
MACHINAS para descarocar algodo de i.4 a 50 serras com al .montadores e empastadores
a vontade dos afincultores. __^ .
Fazendo jarte da direceo de sua labne o Sr. eegenheiro Auguato Clark, vantajosa-
meute connecido dos Srs. agneultores peles seus trabalhos de moataRem de grande numero de
Uzinas funecionando neste EsUdo, incumbem-se de mandar vir e engir garanttndo a produccSo e
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DISTILLACOES completos para alcool o agurdente a vapor e a rogo nn, para grandes e
peininas fabrica.
52-RUA BARIO DO TRIUMPH52
Fundi^o Ge-
ral
Alian Paterson 4* C. avi-
sam aos seus fregueses e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
arados os mais afamados.
Syracuse !
grados a 2, b 1 !
C ubanos ns. I e 9 !
Deutes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelleuta preparado de Manoel
Cardowt Jnior.
As ct.rtas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attea-
tam a e Bcacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maooel da Sil*
va& C ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia MartinB, aro Duque da
axias n. Si.
Pharmacia Oriental, & ma Estretta do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, rua do
3 rao da Victoria n. 14
frharmaeia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario a. 31.

i
SJ
\
m

J

i mirtiil



1 1


\K




Piarlo de Pernamboco Domingo 'I de Ontnl.ro fie 1994
Es
srEcmcos
do rgaumm
Or. Kunijriirejs de Hova tnrt
Emu* nt8 ax*e bar*"1- A venrtu nn ife-agutaa e l*bar
1,4as.prlncipiieoUagaBanlaado Mui.Jo-
No. IKA
i f ebwt Congretio, InflammactM.....
4rM Clica usada tor Lomfcrtgaa..
idii-K. 'UorueliiAomuladutCrteBQM... .
4. 3*^"h de t'rt un;as e-Adultos......
-. -.i'niri-ia.SomdeBatrlca.CoUcabQiose
<'tl<-ri \, Ooieru-Morbo, Vmitos....
: Tom". onstipueUo. KouqiiidSo, Br-tnchu
8. l>..r rie llontcoe Je Oera, o Nevralai .
lrSa ( nbpca, ..!t '.urpR, Iudln<-itAii, RModa Vaotra..
' !-ii!>nrrj.s\o d'i rtrem, iracaasaou iwn.o
............................
rrheft, --'i' .r trancos, RociuprofoAa
L < roco, 'I otse Kouua, IMfrlUkladttueKeripli-ai
I '-rve, nijx;oe, BripeLa..........
ni'iimr li.mo. lk",ris rheumarJcaa.---------
:n. >'fcoB, Mulclrit. J-'i t>r.'tn.*rmJtente........
!T. Xic^iorriioifluH Aliuurreuna*. internas oc
exurras. laibl^s ou eaaHrautae. ~_
..i (
s "Usas,Jjinbit'Jaic
i..,uzdic..........
Ot'S eC:";.............
... ..........
V l!v Ir .!!.<*;'-- lklMs. .. ...

.rlminai, l'-k-uisuo.iHflH
;. u..t .iadeiiiTYesai. rilinJ
-. Incnattiienri < Jui-ioa. oorii.)e
..... .....................
..-.:.. i-.:..-. :,u 'If'.oroniL, Prurito........
.....i Vi iiico.l*apltaedw,etc .
. L.i.yn'.-.iiu, -jtcu.uci., Uotla coral, ttuled*
s. vt ..............
ithr *in i Mnt maUsjio i --
ni tu- I)r. Hrunjibr.vs. 144 naciuc :!t*y
- .K ii y JSOMKi efe <
feaa streei. hkW Wrh
UNIC03 ASENTES
Para vendas rm grosso en
i'i risim!)uro
FariaXobriohiil C.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequenai
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Rfigutdorda~Mariifc
Concerta-ee relogios de algibeira, pen-
dulas de torre de igrerra chronometros de
marraba, caixa do mura, *pprelhot
elctricos, ocasos, oinocaiog, ocalos ae
alcance, jotas e todo e qualqner objectoe
tendente a arte mechanica.
9Ro Larga do Horario9
Ei-.. para de? oceupar-se
Urna grande ras coro mo'.tos crmiro agua, do Camirbo Novo, aroROPl <5 meo-i-', t
Qoeott desejar a preferencia dlrija-se au p.'cpne
nio aa da Madrede Deas a. 10.
Declaro cao
O abaixo asfigoado, procu-arfor iaS-i. D.
Anoa do Rosario Prodencia dns Sanios S. de
rlar? qoe a casa d. 51 a Toa Loaras ValenliDas
,f-fiu zU (e S. Joa qoe e>ta ao ednial (M>*rc
Diario para ir i p-ca por neco^o da F^ieoda,
cao perteoce a 8pnho*a eiroa.
Peroamboco. 15 da Ooiobr. de 1894.
MariiD:aoo lof de Campes.
Officina de ferreiro
Execota rom p-e.ieza e perftijo qoalqoer
ob-a batida 00 faodida.
CaeS da Deleo(io d. 1, aotiga caa do Bastos,
da qoal cao gerentes R^rna no Francisco dep
Sapios e Jos fa Silva Pereir. exeropregades
d 'onntc-'o dos s. Cadozo A Irroao.
^ INOFFENSVO t
O GRANDE
a PUEiriCAJ)0R H
s \sSW
> W\^ ^
4 ^j^^il t>
fl ^ m ^
4 SlLSlPlRlILlil 4T*-V H
1
C5
euOftT odas as MPiman bq
8ANQUE E HUMORES
(I XBt'
EFFICAZ
4
VJNHOoiEXTRACTOdeFIGADO.peBACALHAO
"Vende-se
toteis jrliiiapiej'Phai-aiaclas
brotarla.
Deposito geral ;
2/; Faubourg Montmartre, 21
O VINHO de Extracto de Figuio de Bacalhao, preparado pelo Snr. GHEVRIER, Phannaceutico de lr* clase,
em PariZj possue ao mesmo tempo os principios activos do Oleo de Figado de Bacalhao e as propriedades therapeuticas dos
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago nao pode supportar as susbstancias graxas. O seu effeito,
como o do Oleo de Fiflfftde de acalhao, soberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia, Chlorose
E'Tcnchite e todas as Molestias do Peito.
INHOdeEXTRACTdeFIGADOdebacalhao creosotado
Deposito geral :
XARISZ!
21, Faubourg Montmartre,
Vende-s
em tada^ is wfliciais Pharmactj
e Dragarlas.
vinhcclrete especial
DE fM
Nluvc Rocha I-rlo de 7.
Garantido puro e esoulhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAH AS REFEIQOES para se
obter uma digesto sadia o nutriente.'
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica, pulmonar, porque diminue a expectoraco
esperta o appetite, faz cessar a febre, supprime os suores. Os sous effeitos combinados com os do Oleo de Figado de BacalhaOa
laem do VINHO de Extracto ele Figdo de Bacalhao Creosotado, de GHEVRIER, o remedio por
e^cellencia contra a TSICA, declarada ou inminente, ,
as pnncipaes mer-
Encontra-se
cearias.
UOTCOS RECEBEDOKES
C.l IMAlt,*KS & VALEXTE
6 LAHGO DO CORPO SANIO N.
ARMZEM DO
FRANCISCO GURGEL & IRMAO
GASA DE CONFIANQA
Fazenda^ fioas, modas c coofecce
Softiiiiento permanente de tecidos e outras mercadorias cui-
dadosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principies
mente em Pars e Londres, de onde receuem as prmeipaes novidades
E' sempre variadssimo o sortimento que mantni* em sedas
brancas e de cores, las, linhos, tecieos d'algoao, enxovaes para casa-
mentos ebaptisados e niuitos outros artefactos
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India lindos tecidos
para reposteiros e muit s outros artigos para decoracoe,de casas
PRESOS MDICOS
Ra Primeiro de Mar$o n. 20 A
TELEPHONEN 58
Ancnslo Fcraando do Beto
l." ANNIVESARIO
Rita Finza *o Reg, viava de Angosto Fer-
nando do Rsgo, ien.it dt mandar dixer mis as
por alma d aeo prante do esposo, na Ordena
Terceira de 88o Francisco as 8 horas do da S3
do correte, coDvide aos pareles e amigos para
seistirem a este cto de religiao, coDfMiando*ie
esde ja porrmaoiecie acraier'da.
i:n|cnhelr
Hearique Aaguat*
ilet
A Sociedade Auxiliadora da Agricaliara man-
da rexar ao da t? do corrcDtt-, 30' do Infansto
pasemento do sen ioolviaavel gerente, o dis-
tincto eogeobeiro HHnhqoe Angosto Milet, orna
missa oa igreja da ordem de S. Fraocisco. as
8 bcr s de da ; e para ella convida nao t a
todos os Srs. consocios como aos amigos do
illnst-p horoem.
Enf Bih-ro Heanqne Augusto
Uct
Trigsimo dls
tDr. H:oriqoe Milet, soa familir, seos
irmos, pa-eDtes e o teneme do exer -
to Felippc Franciseo de Smx Mor-
coaart (aosente roaodaa) retar missas na
igreja da ordem 3a de S. Fra cisxo, e na
matriz de Jabcato, no da Jl do correte, s 8
horas da manda, pelo eterno repooso de sen sem-
pre lembrado e am do pat, eogenbeiroHtnriqne
Angoste Milet. Convidauj seos pa ei.tes e aml
eos para asiistll-as, e se coofecsam eummamente
agradecidos por eese acto de religiao e candado,
t
Dr. fos Maria I lamo g (.orjiio
Segunda-feira 22 do corrente s 8
horas da inanh, na matriz da Ba-
Vista, ser sufragada a alma do Dr.
Jos Maria Ramos Gorjo, conr algu-
mas missas, e pa.ra este acto^de religiao
e caridade s5o convidados os amigos e
parentes do finado.
arta aaraa Borges Joaaa
Tbomat C. de Faola Rocha, soa mn-
lber e Albos, sen irmaos e ctrobados,
Caixeiros
Prerlaa>se co df psito da Fabrica Caxiae, mas
qe preelem banca i soa cocdocia.
Commodo
Alaga-te am eommodo a om casal sena fimos:
Da roa de rio-tas n. 66 1 andar
Aluga-se
Dma casa un t'ltnaa i roe de.-. Bentc n. SI :
a iraitr Da rna da Madre "e Dees o. 34, Rectfe,
eicriptonede Coimbra Oaimartee tt Sotorinbo.
A ttencao

Vende-se uma caldeira multitubnlar ;
inna machina a vapor de forfa de 4 ca-
vallos ; 186 formas novas de ferro gal-
vanizado e um alambique com serpen-
tina existente no Engenho Fragoso,
sito na comarca de Olinda.
A tratar com o Dr. Jos Antonio
Saraiva Jnior, no escriptorio da Fa-
brica de Tecidos Paulista, em Paulista
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercea-
e na fabrica Meteoros de Joaquim
ras,
B dos Reis & C. Successores a
Larga do Rosario n. 30.
ra
fyemfe-K
Um importante sitio com grande tas a mo-
derna e mitoe pea de fracteiras de dtterats
qnahdadae, cacimba dn agaa poiavfl, banbeiro.
etc., ote, n'Agna Fra de Beberibe. nni excei-
lenie easa tamberu a mederoa sobre n 48 T.
rom mnitos commodos, rendende neoaalmente
30J1 CO no Eoc^nameoto e orna ooira oa tra
vessa do Pociobo esta cldade, fregoeiia de
San'.o /ntonio sobre n. JO, rendendo SO^OOO
mensaes : trata-te na rea de 8. Joto n. 53.
S>V41uAiCju
Prectea-se de orna ama ae saiba coiinbar,
para doas petsoas, coga-ae Oem ; na roa dax
Trincheiras n. 11, fabrica.
Atten^o
Roga-af de novo ao Sr.
Joao Beuto Monieiro da
Franca, mestre da officina
de machinas do Arsenal de
Marinha, que nao tenha re-
agradecem do intimo d'alraa a todas ceO de VfT ma DuOUe de
os seos amigos qoe se dignaram acorr-- f-
paDbar os restoa morueedejoaflnadai CaXiaS n. 30 CUIUDrir SUa
mai, sogra e av, D. Mara Sancb-* Borges choa r
a soa anima morada; e de novo os convidam' nalavra QUe Se acha empe-
para asslsiirem as mis?as qoe pelo eteroo des-
canco de soa alma mandain rezar na igreja de
S. Francisco deste udade, no dia SI do correo
te os 7 boras da manbf, pelo qoe se eonfesaam
agradecidos.
liria do
Precisa-se de am criado para copeir-*; a tra-
tar no Banco Bmtasor, rna do Commercio some-
ro 38._________________________
Criado
Precisa-se de am criado ; oa botica franreta
ni a do Bom Jesoa 0. 8.
nhada a muito tempo pos
al boje anda nao aceriou
com a casa mas sim com
terceiro para pedir suspen-
do do chamado pela im-
prensa 8to *er synico!
Cosinheira
Precisa te de orna i rna Velan n. S8, qae sai-
na oem costnbar.
Eogommadeiras"
i roa das Flores na
Precisa-se na tinturara
ero 25.
Sao magnficos
Moura & Costa previnem ao publico
que j se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecido indus-
trial Padre Moura de sua fabrica Pra-
zeres, como sejam : os puros vinhos de
caj e janipapo, e o finissimo licor.
As vendas sao feitas em grosso e a
retalho em seu deposito.
Ra 15 de Novembros n. 45 A
Antigo imperador
Cosinheiro
Precisa-se de um beata ee-
sinheiro ou eosiaheira para
casa de pequea lumilia. eua
Olinda paga-sebona ordenado;
a tratar na rna do Commercio
n. 44.
Na Varzea
Vende se a casa "ode esleve o aestaermento
com om pedazo dx trra do sitio alea rio. mailo
fresca e perto da eetacao rata-se em Olinda,
itio defronte da igreja de ff 3. do Lope, ou oa
roa do Livrameoto n 33, 1- andar.
Cavallo
Yrinde se om cavallo andador de balxoa mel
bonito e manso, de cor rnssa ; naraaBstreia
do Rosarlo n. 31, loja.
Vende-se
Alguns mllhelri.s de lijlos de tapamento,
osados, marca aotlga ; no armaz m da bola
amarella do caes da itegeoera{fto.
Importante viveiro
Aloga-se barato o importante viveiro beira]
mar, do sitio Escobar, a travesea do Mctocolom-
no ; a tratar nos Afogados, largo da Paz Dame-
ro 8. A.
Capung-a
Prectsa-gp com nrgeocii de ama perita cos
nbeira qne durm' em casa dos patr6es; na cas
Joaqaim Nabuco n. 9-
VTNHO DO PORTOADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
maispuro e saudavej dos vinhos fi-
nos, j por si ,recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COM AS IMITACOES I
BICOS RECBBED0RB8
Guimarfies tt Valente
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Ao commerejo
0s abaixo asslgnados, estabelecidos a ras do
Amoro- n. 17, sob a firma Pista de Castro a C-,
aciar:'m qae em 17 de 8etembr<> prximo pas-
tado diaaolveram amigavelmente a tocledau a
reiiraodo-se os sorios Pinto Ferreira & C pieos
e rail* feitos de seo capital e lacros, e ficando Ja
poete do activo e respontavel pelo patsivo o ao-
co Ensebio Maooei da Costa, sob tea oome ia-
divideal.
Recife, 15 de Ootnbro de 1894
A'rigo de Bosobio Maooal da Coa a-Francisco
Marqoes de Oltveira.
Plato Ferreira & C.
SAUDE PARA TODOS.
Pl LULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sang-ue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecen a saude das contitucoes delicadas, e sao d'um valor mcrivel para todas as enfermidades peenUsaca
ao sexo feminmo em todas as edades. Para os Aveniros assim como tambera para is pessoas de dade avaocada
a sna efficaca e incontestavel.
Essu medicinas sao preparadas smente no Estabelecimen.o do Professor HollowaY
7, KEW OXPBD STKEET (antes 8SS, Oxford Street), LONDRES,
E vendan* em todas as pharmacias do universo.
* O compradores sao convidados respeitosamcnle a exa minar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a cnrecOao, ~
533, Oxford Stnsct, sao ialsificacocs.
aaa^anaaaaaa.
PILULAS DIGESTIVAS DE FANGREATINAl
de DEFRESNE
iPharmaoeutico de Classe Forecedor dos Ilospitaes de Paria
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Parts, o mais poderoso 1
t digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de digerir e
I tornar aasimilaveis nao sment a carne e os corpos gordurosos, mas
I tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ou|f
ausencia de sueco gstrico, inflaaimacSo, ou ulceracoes do estomago, ou
do mtestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, fiernpre aloancam os melhores resultados e sao por isso prescriptas
"elos mdicos contra as seguintes affecc5es#
'alta de appetite. Anemia.
Ms digestoes. Diarrhea.
Vomito. Dyscnteria.
Flatulencia 2 st o macal. Gastrites.
Somnolencia depois = comer,; vmitos:.: acompacham a gravidez
KCREATiNA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da comida.
En uta ae DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, a em todas u Plumarias
Gastralgias.
TJlceragoes cancerosas.
Enfermidades do igado.
Emmagreoimento.
11 ORIZA L LEOBAND
** %>l**c:& do 1**. Madelelne P.A. RX >
mmtiaamar I HCT, ru da Sain!-Ho.wrt.
rase ORIZA GIL ESS.0RIA ORIZA LACT CRME ORIZA
ORIZA rELOUT ORiZA TNICA ORIZALINE SABAO ORIZA
DEVEM 0 SEU GRANDE XITO BEM COMO 0 FAVOR DO PUBLICO;
1* Ao cuidado perfeito com ru stfio sendo fabricados
3" A' sua qualidade inaltertLved e a suavidade do seu perfume.
1 MAs.COflRO SE FAZ CONTRA FACQOES OESTES PRODUCTOS OHIZA
sen Intuito 9 ulter ass m a cust de fu de que gozzm,
Romos ala sobvaavisc es treyoecea no fim qne te nao deixea engaar.
08 VERDADERRS PRODUCTOS X VENDE*.' E M TOOAS AS BOAS CAZAS DE PERFUMARA E DROGARA
aa;a.iicUi-BetiFa.riaCfc..tlooo illustrado franootoorta.
ALMOCOdakSENHORAS
__ _. _. AtaaiauTo kas criamc*s e dos convalescentes
J* snbsUtuIr o chocolate, de dleeslao multas y exea dircU, e o cafe com leito cujos effeitos debilita!
prejudieam om extremo a sade das enlioras, os Mdicos recommendam o Xacabout dos Jartabaf
a* Hmlo nfiwilr,por ser um alimento leve, atradavei e tnuUo substancial; receltam-no tambem a
enancas, pesaos* Idoaas on anemlcat, numa palavra todas as pessoas que carecem de rin llflf amata
AJBUH. S, na* Vlruan., xtXPOKI'mS IM TODaS AS PaaKMacUS 90 MUBDO IMVVM
mmMmm
I t.ll. MDOt PtlA ...SPBOrOBlA UEBAL DE HTORHB DE BIO DE JANEIRO.
Apartane, Batomuchicos, Purgativos, Depurativos
* Contra a ralts e a*ivetite, a Obtrncco, a luana eca, as Vertiire*
# as Comee*toes, etc. Don ordinaria: 4, i a 3 griot.
V DesconDar das falsifloac.es. Exigir o rotuio juoto impresso emfrancez
"c^ietude cor adSeuSe0 o Sello da Unuio os FaNcantes
- rbanuda X.BROY e
MOLESTIAS NERVOSAS
CURA OEIR.T.A.
XAROPE HIENRY MURE
I Bom xito verificado por 15 anuos de experiencias nos Hospitaes de Paria
PELA CUBA DI
Epilepsia-Hynteria
flhorea
Hystcro-Epilepttta
Molenfias da Cerebro
e do Eitpinhafo
MHabete t'uiieulses. Yertiyens
Crimea n&rvoma*
Enjuaqueeus, Tonteiras
Coigernteti eerebrae*
Ittutnnnia
Spertttatorrha
la Pollito ante iajtrttat* i liritio intottaamu a nain" twata tai pidlr
HENRY MURE POWT-SfllNT-ESPRIT (FMaCA
VBMM'SS BM TODAS AS MUNCIPAKS PHAHMAC1A.S B MUGARAS
ROSADA TANIlllin
Pin torsir t dtrao casal la brcnco a saaCe PBIBtTIVA
POMADA DE ALCATRO
QUIMA contra as pelliculas
SEGUNDO A FORMULA DO DOUTOR NVSTEN
PARS, riLLIOL, ra afa/ele, 53.
iJgariu^raataSTO: C-t natas ktnutm cnl.Woi j
f*;ta de forcas
,!.-. idloromit, Debilidad*
'.rt<*nm*fao
OU!.. .sAIUA B CEBTA PELO
vMic>o rewtwianioao
jRecor..i .1 /j .navel e preferidt
pelos melho.;ei medicas do mundo.
Diarnall! i dai MiaVidlM Hirtti
PON A'.ACAOOi
lia. Rae Orentor-S'-Catare. em PAJUl
I Dapofitn m lonas ai pr/nc/pae Pfiarmaoiaa
Fabrica de relo
Kadalhaa it Ouro uiExposicSet UnivsrsSes t>
EO* (ITMA
MOA)
* Com
mttmmtir
C^GsiQheirH
Prerisa se de anr para casa de pooca ramilla.
i ra Deque de Canas o. 91.
Cal branca e vir-
gen* de F r a-
goso
Brevemente pera annuctada da ven
AgliaS e lUQOlUdaS gaSO^S de de exceHente cal branca e virgem da
tod s as qnalidadcS
Seda water, giogar, ale, limSo, laranja,
caracAo, abacaxia, granadina, groieltai
fraabotaas, bannilha, hortell pimenta etc,
ate.
12 a\=CAKS DO CAPIBARIBE12 A'Olinda, m 19, 1, andar.
Brancos e de cores recberam
( Mirado Aatuaes ttr C

acabam de
Um importante sortimento
recebar
Conrado Antanesi tt C
A' PRISA
FAMTAZIA8
' hndo a sortimento de tecidos senda
itaposfivel de se deacrever a grande va-
riedade de tecidos de fantaxia, tedas,
ISa, Dcoaook, canibraias brancaa e de co
rea ; pede-se ao publico em geral e princi-
palmente a Exots. familiaa de visitaren! o
CoDgresEO da Damas
Carvalho & Almeida
BA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
Etagres
Bonita variedade em madeira entaisla-
da e cbarSo Mesas e toilettes rva *}&*
nos, receberam
fEDRU ANTONES A C.
es Boa atara* de Caita
Alta Rwidade
Em finos bicos e remi :s, desde a na i
fina seda ao melher Valenciana, recebe-
ram
aTedro aniones k C(
Ba Duque de Caxias
Militas novidades
NOVA ESPERANCA. 63 roa Duque de Ca-
sias acaba de receber um ex oleo nao sonlmento
de joias americanas e qoe ba de mais gosto ga-
raotiado-se a qualidade por SO annos.
Lindos Drocnes para. seoboras. braceletes,
granpos para eoteites de cabello, botoes, volias,
meialbas. cbatilaioes, reiogio? e mo os ouiros
artieos que acbatc-ss expostoa as vitrioes a es
corba da i Exmas seoboras.
Um vanadiisimo sortimeoto de reodas o qss
ba de mais gosto
Deseo "o e sedas para bordados.
Caoeila? e veos para nolvae.
Eoxoraei para baptisados
Moaaoiieiros braucos de cores para camas.
PEDRO ANTDNSS & C
63Ru' Doqoe de Caxias62
Aos relocipBtts
A vi 8 a m Conrado, An tunes &0., que
receberam luvas para este til divert-
ment.
A' BBISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Na 4, 8 E 10
Bijout^ria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhes, alfinetes para gravatas e abo-
toaduras o que se p.de desejar de mais
ebie e fino, novo sortimento receberam
Conrado- Aotuoes & C
A' BRISA
^ Espartilhos
Receberam Conrado An tunes &c O, um
variado sortimento
Conrado Antunes t* C-
A BRISA
O mais completo e variado aortimanto
P'.ra homena, seoboras e meninos.
Sedas
Brancas, pretat e de cores, lisas ela*
aradas.
Cachemiras
Certas oordadoa, espartilbea, linont,
oerctliosa, levantinas, oretonea, xephiro,
obapoa de sol, o-mitas, paoboa, col lar i-
ohoa e peitilhot.
Perfumaras dos melhores fabrioanaaa,
ato., ato.
Tado aa eocontra por pracoa reaaxoi-
dittimot
NA
La Gran Via
58 A-loa 4a lmperalrii--58 A
DE
Othon Silva $ C.
Gal oes e Guarnicoes
Com ridrilho e aem vidrilho acaba de
reoeber lindo sortimento o
GQM1BKS80 MS DAMAS
Baxa de eapim
Vende-se atn terreoo aa Agnaaioba de Bebe-
ribe, com 1.850 palmos de (rente e 800 de lu-
do, plantado de capim, com tres casas proprias
para tabladas, 23 pee de ccqne.ros e aramas
frocteirss, laraDgetras, frucU-pao, jiqtcira,
faMogaeina e jambreiro; a tratar na rna de
Bemiica, sitio aelronte do sobrado ixnde. inl-
cttes T. F. P.
propriedade cima por prefos sem
competencia
i As amostras gerao dentro de pouco
tfimpo postas disposifo do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
'fao Fragoso, ra do Mrquez de
De praocbOes e .a oas de torro e asaoalao da
ama relio, louro e cedro. Fax-se abatlnenlo *as
preces act iaes de 10 a 90 / P*ra ver oa ser-
rarla da rna de S. Joao e a traotar oa fabrica de
vrobes de cajo, de Jos de Macado roa da Aa-
coras. Ui.
(rattaaaWn
lliGHEl
___ -------------------------------------------------------^-^^-^^.^ aanaBHF^BVaai^K



t
/


IMario tc PcruBasntonco fBosfflOztgo $1 de Oataforo
f5*

V^AS*

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PASX3A 153 D3IIX:SC
SOB A DIRECCiO
DO
es. joo 2a:ii;iia mmu costa
m nm
Apontanientos* para a historia
da littcratura sni Pernam-
ltuco.
ESCRIPTORES PERNAMBUCANOS AT O
ANNO DE 1757.
Contnuafdo
Jacob de 'Andradc Velosino, nasceu
na celebre villa do Reciffe era o ann
de 1G7. Arabio.oso de enriquecer o
seu talento coia thesouros scienti-
licos, doixando a Patria depois que
os Peraambucanos ex julsaro deseas
Provincias os Olandoses, passou. a
Amsterdo, e applicando-ae ao estado
da Medicina, orao taes os progrossos
que a sua viva coraprehenso nolla
fez, que distinguindo-se entro todos
os professores merecou a raelhor fama
pelo singular uothodo, cora que
trium pliara das chfermidades mais
perigosas e eximia do ultimo transe a
muitos' enfermos, que agonisantes j
estovan luctando com a morte, prin-
cipalmente em as cidades de Haya ein
Olanda e de Anveres em Flandos.
Compoz:
Thoologo Religioso. He ba inve-
ctiva contra o Theologj Poltico de
Bonto ile Espinosa, que de Judeu so
fez Atheista.
Messias restaurado contra o livro
de Monsieur Jaqueloto Ministro Calvi-
nista, que intitulou :'Dissertacoens
do Messias. ;
Epitome de la Verdad de la Ley co
Moyses.Esta ob;-a que era compos-
ta pelo Rabino Morteira, que om
Amsterdo conhecoo, e admirou o
Padre Antonio Vieira no anno de
lf> 17. Reduzio a melhor estilo Jacob
de Andrade e lhe acrecentou doutis-
simas reilexoons. Doli faz menco
o Autor da Bib. Lusit. Tom. 2 pag.
Frey Paulo de Santa Catlianna, de
quem fizemos memoria no livro quar-
to, Capitulo,Id, instruido as scien-
ciaa Eclesisticas, e letras divinas,
sahio insigne pregador, O tempo,
que lhe restava das uccupacoens de
Prelado, e do exercicio do Pulpito,
consuma na licfto dos livros ascticos
dondo extrahia documentos para a
direccao das almas. Pela severa
exacco com que observava o sou ins-
tituto Seraphico, o consumada pru-
dencia, com que governou a sua Pro-
vincia de Santo Antonio do Portugal
foy eleyto visitador da Provincia da
Piodade.
Compoz : .
Sermo das Chagas de Christo,
pregado no Mosteiro de Lorvo em 23
deutubrode 1661 4.' Coimbra por
Thom Carvalho 1662 e ibi pela vul-
va de Manoel Carvalho 1671 1 .
Lopo Curado Garro, naiural da cida-
de da Parahvbaeum dos governado-
res-da Accla'macao da liberdade Per-
aarabucana jiaqaella Capitana,
natureza o oiinou do talonto perspi-
caz e de intrpido valor, com a espa-
da, com a penn triumfou dos im-
migos da Patria alcanzando polas
suas proezas fama perduravel o nome
eterno.
Para mostrar que sabia ao mesmo
tempo iogarasarmase -mover apeti-
na, escreveo em 23 de Outubro de
1645 aos Mestrcs de Campo Andr
Vidal de Negreiros e Joao Fernandos
Vieira, Governad ores da liberdade de
Pernambuco : .
Breve,'verdadera, e authentiea re-
laco das ultimas tyrannias, e cruel-
dades, que os porlidos Olandeses
usavao com os moradores do Rio
Grande. Sahio impregsa no Valero-
so Lucideno composto por Frey Ma-
noel Calado a pag. 277. Lisboa, p .r
Domingos Carnoiro. IG08. rol. Dei-
le faz memoria o Autor do Castnoto
Lusit. Liv. 5 u. 82 Liv. 6 n. 142,. o a
Bib. Lusit. tom. 3, pag. 16 I
Frey Ruperto de Jess, Monga do S.
Bento, de Iguarass, de quem fizemos
memoria no livro quarco, foy ornado
de hum engenho agudo, coraprehen-
so rara, memoria feliz, cujos dotes o
fizerao igualmenne celebre na caoei-
ra como no pulpito, merocendo pela
sua grande litte.-atura as acclama-
coens de grande tlieologo, e'de insig-
ne Pregador, ser Doutor pela Univer-
sidadede Coimbra, Quahficador do
Santo officio, Provincial, e Visitador
Geral do sua Ruligiao. Faleceo no
Mosteiro da Babia a 9 do Agosto de
1708, quando completava 64 annos de
idade. Dos muitos sermoens, que
pregou com goi-al applauso, e dispoz
em varios tomos se fizeram pblicos
somente os seguines :
Sermo da'gloriosa Madre Santa
Thereza, na occasiD que as Re-
ligiosas Carmelitas descalsas abnro
a su i igreja nova na Babia no anno
de 1697. Lisboa por Man:>el Lopes
Ferreira 16(J9 4..
Sermo do glorioso S. Bento o Pa-
triarcha Principe ou o Principe dos
Patriarchas. ibi. pelo dito Impressor
1700 4.. _
Sermo do Santissimo Sacramento
na Santa S da Bahia. Lisboa por
Antonio Pedroso Galvol/T i.-.
Tres Sermoens Panegyncos com o
mesmo Thema do grande, e mais que
Pau-iaicha Santo Agostmho sempre
ureo, porque sempre Aurelio, pre-
gados no convenio da Palma, Hospi-
cio dos AgostinhDS .de&calsoa na Ba-
ha, em tres a nnjs" successivos. ibi:
pelo dito Impresaor 170 ) 4'
Sermo do glo oso S Pedro Mar-
tyr, o primeiro Inquisidor martyrisa-
do ou o primeiro que deu a vida em
defesa da Fe, que deende o Santo
Tribunal da Inquisico na primeiraj
festa que celebra rao os familiares doj
Santo Officio na cidade da Bahia,, Edificante espectculo! pela pri-
trazendo em Procisso solemnissima meira vez ia ser celebrada urna das ce-
a Imagem do Santo, para o Mosteiro rimonias mais bellas do Christianismo
deS. Bento. ibi pelo dito Impressor no abencoado torro do vastis imo Bra-
1700 4.'
(Contina).
A. primeira niissa no Hrazil
O Pautlieon, importante revista que
veio prestar assignalado servico s let-
tras patrias, em urna das uas gravu-
ras, reproduziu o quadro- do distincto
pintor brazileiro Vctor Meirelles, re-
presentando a primeira mis-a celebrada
no Brazil, quando Pedro Alvares Ca-
bral aportou nesta bellissima regio da
America Meridional.
Trata-se de um ponto importante da
historia patria e que Vctor Meirelles
procurou, por sua vez, perpetual-o em
urna tela preciosa que glorificar o seu
nome como artista, mas que ura ata-
que verdade e ao mesmo tempo um
sacrilegio histrico.
sil.
Fr. Henrique de Coimbra, a quem
coube, como era devida, a honra de
celebrante, collocou-e em frente ao
altar ; Pedro Alvares Cabrl, susten-
tando o memoravel estandarte, de'que
j fallamos, collocara-se de um lado e
todos os mais tomaram indstinctas po-
sices.
A missa teve ento principio.
Os gentos que se agrupar am na mar-
gem opposta, admirados com tSo ex-
traordinaria scena, que tocava-lhes o
coraco, mostraram-se anciosos de tomar
parte tulla, oque NAO Pderam ,FAZER,
embora alguns CHEGASSEM AT PERTO
DO ILHO.
Concluida, porm, que foi a cele-
braco do santo sacrificio da missa, frei
Henrique, depois de tirar os paramen-
Nao censuro a Ilustre e patritica tos, subindo urna cadeira, oceupou-se
redaeco do Paut/uon por ter reprodu-
zido o insigne painel do notavel pintor
brazileiro ; acho que prestou mereci-
da homenagem a um notavel artista
nacional.
Sem desfazer do merecimento a que
tem js o mcu distinctissimo compa-
no s da historia do Evangelho, como
da descoberta da nova trra.
Era digno de notar-se o prazer
que, naquele momento irradiava-se em
todos os semblantes.
As phrases de frei Henrique, o
primeiro sacerdote que fez echoar sua
triota, julgo do mcu dever entretanto ipalavra ungida de f as plagas bra-
ventilar um assumpto que nao porisileiras, perdiam-se atravzdo espaco,
todos cbnhecido.
E' chegado o momento de acaba-
rem-se com as heresias histricas, per-
petuadas em- antigs lendas, descriptas
por varios escriptorjs, que, d'est'arte,
tudo sacrificam com oarracdOS inveri-
dicas, que, se distraer mimas vezes o
espirito, u:n mal porque vae incutin-
do na-memoria da mocidade principios
errneos e ideas extravagantes.
O quadro de Vctor Meirelles re-
presenta a primeira missa celebrada no
Brazil ?
Naovou demonstrar.
Como sabemos, Pedro Alvares Ca-
brl foi escolhido, em 1500, por D.
Manoel, duque de Beja, que ento rei-
nava em Portugal, para commandar
urna poderosa esquadra, afim de fundar
urna fetoria em Calcuta e celebrar um
tratado de amisade e commercio com o
rgulo d'essa cidade.
Alcm dos pilotos escolhidos para di-
rigir as dez caravellas, de que se com-
punha a esquadra, D. Manoel fez acom-
panhar a expedicao de sete religiosos
franciscanos, subordinados ao guardio
frei Henrique de Coimbra, depois bispo
de Ceuta, inquesitor-mr de Portugal e
arcebispo de Braga.
J Alm dos sete franciscanos embarca-
ram-se oito capclles e um vigario que
ficariam em Calecut para administra-
ren! os Sacramentos.
Nao descrevo a viagem e a descober-
ta do Brazil por Pedro Alvares Cabral,
porque me destino hoje a oceupar-me
da primeira missa celebrada no Brazil
e que Vctor Meirelles julgou tel-a per-
petuado no seu primoroso trabalho ar-
tstico.
Foi na vefdade frei Henrique de
Coimbra que teve a felicidade de cele-
brar o incruento sacrificio as virgens
trras banhadas pelo Atlntico e abra-
cadas pelos Andes.
Cumpre-me ventilar, imparcial e cri-
teriosamente, esse ponto histrico ; te-
nho o dever de provar a veracidade da
minha contestafo.
Duas missas imponentes, pelo seu
esplendor e magnitude, foram celebra-
das ; a i." em 26 de Abril e a 2.* em 1
de Maio de 1500.
*Victor Meirelles ou confundiu a 2.'
com a i.', ou n\o coahscia, quando
debucho'.i o seu quadro, os documen-
tos histrico- pelos quaes se deveria
ter guiado pira a .-:ecu,-ao do seu tra-
balho.
Em minha C/wrograp/iia Bahiana me
oceupo detalladamente das duas mis-
sas.
Quanto primeira, que a que me
prendo o espirito, ueste momento, as-
si m me exprim :
Deixar no esquecimento o dia 26,
que correspondeu, na epocha que des-
crevemos, ao domingo de Paschoela,
seria nao satisfazer a misso de que
voluntariamente nos incumbimos, mr-
mente quando um dia de gratas re-
cordaces para os fervorosos filhos do
Christianismo.
* Por entie flcos de luz, adornada
com todos os seus encantos, a natureza
pareca mais risonha no commemorar
a ressurreico daquelle a quem deve-
nios a remsso de nos>as culpas, e as
mais puras "e .ss ideas philosophicas
que jamis, com o perpassar dos secu-
los, podero ser olvidadas.
O sol, dourando o magestoso pin-
caro da serra dos Aymors, denotava
que nao ha muto surgir a aurora com
toda a magestade de sua esplendida
grandeza.
Os proprios navios, os capites e
at os grumetes haviam-se preparado
para a festa que ia ter logar.
As caravellas estavam perfeita-
mente apparelliadas e guarnecidas de
pavezes de variegadas cores, sobresa-
hindo nos mastarus as bandeiras que,
ao contrario da brisa, pareciam saudar
to grande e auspicioso dia.
Em cumprimento s ordens do
chefe da esquadra, foi levantado no
ilho um altar armado pelos sacerdotes,
onde fulgurava o sacrosanto retabulo
d. Piedade.
Almirante, capites e marinheiros,
cem as barbas escanhoadas, embarea-
ra m ento nos bateis afim de se dirig-
rem ao ilho, conduzindo comsigo o es-
tandarte da ordem de Christo, o mes-
mo que ufano tremulara no altar de
Belcm, no dia da partida de Pedro Al-i
v.res Cabral........................
Tudo est emfim preparado; os
padres revestem-se; as luzes brilhart
no altar, todos embarcam-se em baters
adornados com bandeiras, excepoao
daquelles que deveriam guarnecen a
escuadra.
O symbolo santo
verentemente bordo.
emquanto o echo da floresta as ia repc-
tindo, parecendo que desta arte a na-
tureza tomara si a propagaco dos
principios religiosos que, como um
vivo atte=tado daquelles bons tempos,
ainda ho; i subsistem em toda a sua pu
reza.
conduzido reV
................................ (1)
Felizmente a minha narraco encon-
tra o apoio do notaveis ejeriptores, e
neste momento, por urna casualidade,
tenho sobre a minha mesa de estudo, a
pbra d Ilustre brasileiro Jos de Vas-
concellos, que vem corroborar a minha
opinio quando diz :
Dia 26.Determina Pedro Alva-
res Cabral que diga missa e se pregue
na Coroa Vermelka, e com os capites
em seus escaleres se dirija para ahi.
Arma-se um esparavel e debaixo delle
se levanta um altar.
A missa dita por fre Henrique,
coadjuvado pelos padres que o acom-
panhavam India. E' a primeira ce-
lebrada na trra da Vera-Cruz, ouvida
com prazer e devoco pelos portugue-
zes, admiracao e curiosidade pelos na-
turaes do paiz. Pedro Alvares Cabral
assiste a esta solemnidade collocado da
parte do Evangelho, tendo na mo a
bandeira da Ordem de Christo, com
que sahira de Belm.
Finda a missa, desveste-se o padre,
e subindo a urna cadeira, e tendo o seu
auditorio estendido sobre a areia, pre-
ga solemnemente sobre a historia do
Evangelho, da vnda dos portuguezes,
do achamento da nova trra, guiados
pela Cruz, sob cuja obediencia cami-
nhavam. .
* Os indgenas, que se CONSBRVAVAM
NA TERRA FIRME, tangendo ento os
seus rudes instrumentos, formam ale-
gres dancas a seu modo; e muitos
DENTRE ELLES VO EM JANGADAS AT
O ILHO J SANTIFICADO rELO SACRIFI-
CIO DA MiSSA.
Os portuguezes embarcam-se tam-
bem em seus bateis e vo pelo longo
da praia, ao som de msica, attrahin-J
do a attenco dos barbaros, e reco-
lhem-se s suas naos. (2)
Conseguintemente evidencia-se que
a primeira missa foi celebrada em um
ilho e que os indios estavam, ni trra
/irme.'
Mas, nem minha opinio tem o me-
nor valor histrico, sou o primeiro a
reconhecer, nem quero me firmar nos
conceitos daquelle distincto escriptor.
O documento mais precioso que exis-
te sobre os factos que se deram quan-
do Pedro Alvares Cabral aportou ao
Brazil, a carta de Pedro Vaz Cami-
nha, escrivo da armada, que gosava
das honras de cavalheiro da casa de el-
rei, testemunha ocular de todos os
acontecimentos e por elle descriptos
com toda a minuciosidade.'
Vctor Meirelles se tivesse tido a
cautella de 1er to importante docu-
mento, ou nao pintara o seu quadro
como fez, ou ento diria que elle re-
presenta a segunda missa, celebrada om
trra firme, no dia I de Mai de 1500,
porque foi na segunda missa que os abo-
rignes j sobre as arvores, j prostrados
no chao, como se nota no quadro do
illustre pintor nacional, a ella assis-
tiram e nao na primeira, segundo de-
clara Vaz Caminha quando assim se
exprime :
Emquanto estivemos aa Misa e aa
pregacam, se va napraya outra tanta
jente, pouco mais ou menos, como has
domtem com seus arcos e sectas, hos
quaes andavam folgando e olhando-nos,
e asemtaram-se ; e depois de acabada^ a
Misa a-emtados nos aa pregaco, ale-
vantaramrse muytos deles e tangeram
feorno ou vozeria, e comecaram a saltar
e damcaram huum pedaco ;, e alguuns
deles se meteram em almadias duas ou
tres que hy tinham, has quaes nom sao
feytas com has que eu j vi; sooemen-
te sao tres travs atadas juntas ; e aly
se metiam quatro ou symquo ou eses que
queriam, NOM SE AFASTANDO CASY NADA
DA TERRA senom quanto fiodiam tomar
pee. E acabada a pregacam moteo ho
Capitam, e todas pero luios bateis com
nosa bandeyra alta, e embarcamos e/o-
mos asy todos contra trra pera PASSAR-
MOS AHO LONGO PEROMDELES ESTA-
VAM.
Conseguintemente, pelo que diz Vaz
Caminha, em relaco primeira missa,
evidencia-se :
i.* Que os nbssos indgenas anda-
vam folgando na trra firme.
2." Que depois de acabada a missa,
quando os portuguezes ouviam a pre-
gaco, muitos caboclos comecaram a
saltar ao som dos seus instrumentos.
3.' Que alguns delles se metteram
as almadias para irem ao ilho, o que
nao realisaram porque quasi nada se!
affastaram da trra, e s o fizeram era-
1 quanto podiam tomar p.
4. Que concluida a pregaco, Ca-
bral e todos os mais voltaram para seus
bateis e passaram ao longe onde estavam
os indgenas.
Se os nossos aborgenes assistiram a
missa, para que procuravam entrar as
almadias para irem ao ilho, o que nao
realisaram porque quasi nada se affasta-
ram da trra ?
Se elles estavam misturados com a
tripolaco da esquadra, como que Vaz
Caminha assevera que elles estavam
na praia opposta, tocando corno ou vo-
zeria, provavelmente para chamar a
attenco de Cabral e de seus compa-
nheiros aue se achavam uo ilho ?
am trepados as arvores e
praia do local da missa,
senhou Vctor Meirelles, para
a missa e a pregaco, os
os seus bateis passaram
longe donde elles estavam t
Anda nao tdo: como sabemos
logo depois da missa, Cabral, vendo os
indios que se achavam na trra, firme,
mandou Bartholome/J Das costa.
Falle ainda por nos o escrivo da
armada, sob o commando do illustre
almirante portuguez :
... //yudo Bertolameo Dyas em seu
esquife per mandado ho Capitam dian-
te com huum paao de tutuma almadia,
\ que lhes ho mar levara, pera l/w dar
I e nos todos obra de tiro de pedra tras
elle. Como elcs viram /u> esquife de Ber-
tolameu Dyas, GHBGARAM LOGO TODOS
AA AGOA, metendo-se tcela atce omde
mais podiam. ACENABAM-LHKS quepo-
sessem los arcos; e MUYTOS DELES HOS
HVAM LOGUO POEER EM TERRA, e OU-
tros los nao fnnliam. > \
Se os indgenas haviam assistido a
missa, como ao avistarem o esquife de
Bartholomeu Dias chegaram agua
mettendo-so nella at onde podiam ?
Se j estavam em commum, como
Bartholomeu Dias lhe acenou para que
depozessem os arcos, e muitos delles o
fizeram ?
Julgo desnecessario desenvolver mais
este ponto, porquanto parece-me que
est exuberantemente demonstrado
que os indgenas nao assistiram a pri-
meira missa, j trepados as arvores e
com os joelhos em trra, j assentados
no chao como se v no primoroso tra-
balho artstico do Ilustre pintor Vctor
Meirelles, que, conforme declarei, nao
produziu a primeira missa celebrada no
nosso paiz, e sim a segunda, como de-
monstrare! no meu artigo vndouro.
E. CariC.
(i) E. Carig ; Lliorographia Balitara,
impressa em 1884, tomo 1., pag.
70 77. _
me de Pouth irmao de Coush Os no- mais se entretece e se compe. Sao
mesdestes dous irmos mostram que as outras como ancillas e ministras;
elles eram caracteres oppostos : O ella soberana universal.
Alegre e o Triste sao caractersticos, Da estatuaria toma as formas; Ja
typicos, intencionaos e sao alcunhas architectura imita a regra da estructura
expressiva8 que deviam tor sua razao do suas fabricas ; da pintura copia a
do ser. A explicaco que lhe docreo debuxo de seus quadros ; da
kichua tem o seu valor histrico. msica aprende a variada successo de
O que confirma a nossa opinio : seus compassos e melodas e sobre
a significacao de Pouth tradicional-' todos esses predicados tem mais do que
mente chegada at os Hebreos; por as outras artes a vida, que anima os
que em sua lingua pouth o verbo
affligir : d'ondu Poutel, aflligido por
Deus. A Lybia o a Mauritanea-foram
os paizes oceupados pelos descenden-
tes de Pout.
seus paineis, a paixo, que d novo es-
plendor s suas tinta, o movimento,
que intima, aos 'que escutam e admiram,-
o enthusiasmo e a persuaso.
A estatua falla, como urna interjei-
Chegamos a Mizraim, outro filho cao, que apenas expressa um senti-
(?) J- Vasconcelos Datas-.Celebres
e Factos Notaveis impressa em 1890,
tomo i., pag. 15
POESAS
Kpijrpamiiits
A UM CIltURGIO
I,
Depois que a ura qaeixo cahido,
Causando dr ao fregnez,
T<3 confessaste vencido,
O meu cabio de urna vez'.
AO DEMORADO EMBARQUE DE UM
MEDIGO
Vejo por essa demora,
Com que roassas tanto a gante,
Que marcasie alguma hora
De visitar ura doente ?
A UM MINISTRO
Teu talento deslumbrante
Entre as aginas te betou.
Mas que malicia, gigante 1
V que sina!
Desta sorte te chamou
Oh ave de rapia I
de Cham Este nome sempre foi. dif-
ficilmente comprehendido: eis por-
que o vamos analysar minuciosamen-
te. Primeiro lembremos que a sua
termnaco em ira um plural, indi-
cando um singular tuizra: o que deixa
ver que, indo estaboecer-so no Egy-
pto, Mizralm-ora j pae do varios
lilhos e chefe de una tribu. A se-
gunda letra do nome de Mizraim o
rain quo o nosso 2 o a letra inicial
d63te no;ne o mem ou m sob o qual
es'; o ponto vogal i : o. quo faz mi;
mas, segundo a regra grammatical,
esta letra hebraica nao faz parte do ra-
dical, qualquer que seja o lugar quo
oceupe: mi n&3 mais que una abre-
viatura do mi;i indicando o genoro, a
especio a causa quo, porquo, por, do.
Por um momento, pondo de parte
osia lotra movel e servil, procure-
mos o radical : o verbo iour emi-
grar.sor ostrartgeiro noutra parte, es-
tar separado da familia., e cujo parti-
cipio zar ; o perfeito zer, tem ex-
plorado,-ifl'.ist lU-so.dispersou-se Esto
verbo tom o seu derivado mazar, se-
parou-se, affastou-se Mas no per-
feito ser, substituindo, como inicial
a partcula movel]'obtem-se misera
mi.-.ra d'onde o.plural inizrim.
A separado o omigracao de Miz-
raim estilo pois bem indicadas pelo
seu nome. Ha mais : para caracto-
risar o nomo do Egypto, que o lugar
da emigraca), Moyses o escreveo com
o tsad om lugar do san e como ha
o alto o o biixo.Egypto, o dual ou
o plural Witszraim que designa todo o
Egypto. Paremos notar que o tsad
una letra dura e enrgica cujo hie-
roglipho o signal daseparaca.0^0 do
movimento curvo. Sob esta forma
nova, preciso procurar a raiz de
Mitsraim ; ora tnetsar quo significa
agona, sjffriment >. O Egypto ex-
plorado pola familia de Mizraim e
onde olla se disporsou, na verdade
a trra dossoffrimentos e das agonas
arets mitsraim.
Qao diz o kichua ? Exprime em
duas palavras a peregrinacao de Miz-
raim e a falta que coinmetteu indo ao
paiz das agonas : kichua miti, omi-
gracao, fuga repentina, sara, m, me-
donha, horrivel. Estas duas pala-
i vras miti-sara fnzem por contracija >
mtsrdk a ellas se juntar im, plural
hebraico, tor-se-h igualmente ntitsr
raiin ; mas ha melhor : o kichua tem
ama raiz im, indicando a possessao,
a roalidade, donde aco, coisra feita,
o que est raalisado e'o que s y'paa*ou;
pode-so pos juntar mitsra a ruiz im
do kichua ima para obter como om
hebraico mitsraim; mas o kichua
exprimo melhor o facto completo do
urna emigraco horrivel om.suas con-
soquencias; oxprimo a roalidade com
a. idea da possessao, fim dos emigran-
tes. Nestasapproximacoes singula-
res vemos a prioridade do kichua
sobre o-hebraico e que o nomo de
Mitzraim filho do Cham, e o de Mits-
Joao Candido.
Descoberta do Paraso terres-
tre e da linjrua primitiva
fallada desde Ado ate
Babel
i Traduzido expres-
samente do francez
para a Fagina do Do-
mingo.
POR
A. C. tfA.-P.
COUSH, POUTH E MIZRAIM
ContinuacSo
Os filhos do Cham sao Coush, pouth
Mizraim e Canaan. A actual Ethio-
pia situada ao Sul do Egypto, tomou
o nome de Coush e sua populaco
negra. Entretanto bom observar
que os Cpushitas, antes de sua ultima
omigrago, eram habitantes da Ara-
bia-feliz. Estes asiticos eram negros
com os Hinds, ou antes eram ver-
melhos que se fundiram com a raca
negra, anteriormenteestabelecida na
Ethiopia t E' urna questo que deixa-
remos a outro o cuidado do resolver.
Seja como for, seus monumentos,
onde figurara inscripc5es hierOgli-
phicas, fazem saber que .fallavam a
a lingua dos Egypcios, os quaes eram
da raca vermelha, assim como appa-
recem as suas pinturas e esculptu-
ras. E no hebraico o ethiope cusid
e nao tem nenhuma outra significa-
cao.
A lingua kichua d-nos a signifi-
cacao] do nome de Coush; porque
Cousi ou Couslti quer dizer alegre,
contente O que vai obnfirmar esta
significacao de Coush o outro ki-
chua Pouti, O Triste* : tal o no-
raim, que designa o Egypto, eram
tradicionaes at a epocha de sua
transcripeo nos escriptos dos He-
breos.
( Continua)
AN
A IMMORTALIDADE
Si nossa alma nao tivesse nenhum
presentimente do futuro, si o mesmo
termo que limita o curso de nossos an-
no.s limitasse tambem o de nossos pen-
samentos, o homem nao quereria en-
trsgar-se a tantos trabalhos, amigir-so
por tantos cuidados e vigilias, nem ex-
por tantas vezes sua propria vida. Mas
em todos os grandes coracoes aninha-
se um sentimento generoso, que noite
e dia, os exeita pelo estimulo da gloria-
e que nos aconselha a nao deixar pe-
recer com a vida a lembranca do nosso
nome, mas de fazel-o viver at a mais
remota posteridade.
Ser possivel que nos, que no meio
dos negocios pblicos passamos a vida
cercados de perigos e de penosos tra-
balhos tenhamos to pouca elevacao
de espirito para crer que depois de ter
vivido sem poder respirar um s instante
em repouso, tudo deva morrer com-
nosco ? Pois que Quando tantos
grandes homens se ho esforcado por
diixar aps si estatuas e retratos, ira-
cas magens de seus corpos e nao de
suas almas, nodevemos nos, com maio-
ri.i de razo, querer deixar de nossos
pensamentos e de nossas virtudes o
quadro tracado pelo pincel hbil dos
maiores genios Quanto a mim, em
tudo que tenho emprehendido em prol
do Estado, eu pensara, fazendo-o, con-
fiar urna sement immortal de gloria
mamona eterna do universo. Ainda
que depois de minha morte eu seja in-
sensivel a esse renome, ou, segundo a
opinio dos homens mais sabios, 4I-
guma parte de mim mesmo experimente
anda esse sentimento, smelhante pen-
samento, semelhante esperanca fazem-
me desde j gozar de um verdadeiro
prazer.
Cicero.
A PALAVRA
De todas, as artes a mais bella, a
mais expressiva, a mais difncil, sem
divida a arte da palavra. De todas as*
ment vago, indefinido, momentneo.
A pintura falla, mas falla com urna
phrase breve, em que a ellipse houvera
supprimido boa parte dos elementos
essenciaes. O edincio falla, mas falla
como urna nscripeo abreviada, que
desperta .1 memoria do passad sem
particularizar os acontecimentos a que
allude. A msica falla, mas falla ape-
nas sensibilidade, sem 'que o enten-
dimiento a possa discernir. .
S. a palavra as artes, a que ma-
teria prima, falla ao mesmo tempo
phantasia e razao, ao sentimento e
s paixoes ; s ella, Pygmalio prodi-
gioso, esculpe estatuas, que vo saindo
vivas e animadas da pedra ou do raa-
deiro, onde as delinea e arredonda o
seu buril. S a palavra, mais inven-
tiva do que Zeuxis, sabe desenliar e co-
lorir figuras e paizes, com que se illude
e engaa a vista intellectual, S a pa-
lavra, mais audaz do que os Ictinos e
os Calicrates, traca, dispoe, exorna e
arremessa aos ares monumentos mais
nobres e deacs que o Parthenon de
Athenas S a palavra, mais commo-
vedora e persuasiva do que o plectro
dos. Orpheus, encadeia sualyra m-
gica estas fras humanas ou deshuma-
nas, que se chamam homens, arrebata-
dos e enfurecidos as mais truculentas
allcinafes.
Latino Cecilio.
ROMANCE
--------------------------
V
(Continuco)
Quando veio a ceia nao pude repri-
mir um gesto de desgosto ; urna nuvem
carregava^a serena felicidade que trans-
parecia-m minha alma.
Carolina vio isto com prodigiosa lu-
cidez e expresso de sentimentos, os
nossos olhos se encontraram e deram .
signl do que os nossos coracoes sen-
tiam.
Mas a infelicidade, declarando-se
nossa companheira,' fez voltar os olhos
do pai para nos no momento em que
nos fixavamos, e ladino como era, pene-
trou immediatamente o nosso amor.
Carolina corou excessivamente para
mais se^denunciar-
Lu fiquei como ferido por um punha
no corago ; present.a catastrophe
que devia por termo a to rpida ale-
gra da minha vida
Acabou a ceia ; Carolina retirou-s^
e o velho, a janella, tossiq dissimulada-
mente, e nada demonstrou do que
havia penetrado.
A que horas 'devenios sahir para
a medifao, senhor engenheiro .-
A's que o. .senhor capilo-'mr
designar.
A's seis horas vos virei chamar. ,
Fui para_o meu quarto e deitei-me,
mas a horrivel tempestade que se for-
mava e crescia na minha idea seme-
lhante vaga do equinocio em elctri-
ca convulso, nao me deixou conciliar
o somno.
Da va meia noite, a hora terrivei
dos duendes e das sombras intangiveis !
parecia-me ouvir echos lastimosos; vi-
nham de longe, talvez fosse algum mi-
sero escravo que estrebuchava rtas ago-
nas d' um brbaro castigo ^
Depois d' um silenci nedonho, ouvf
abrir a porta do quarto, onde nayespe-
ra se pronunciou a minha sentejica ;
todo eu fui ouvidos.
Roberto, murmurou baixinho urna
voz, que recenheci ser a do capto
mor.
De manila cedo cu saio com este ho-
mem qle aqui est. Deves darum ba-
camarte a Joo Mocambique, autro a
Antonio Monjlo ; ao primeiro signal
, disparar., e cuidado nao errar a pon-
tana.
O preto apadrinhado j est despa-
chado >
O negro fugio, meu senhor.....
Que dizes maldito ? assim que
o amarraste como te ordenei ? tu me
pagas.
Me senhor, da forma que o
amarr; nao era possivel fugir; alguem o
soltou, e meu senhor j sabe o cos-
tume- .
Isto "ia de acabar, nao quero erri
casa quem governe mais do que eu.
Vai preparar tudo para da madrugada
nada faltar, e nao te esquecas de dizer
Anna~ Rebola que faca o que lhe recom-
mendei.
A porta tomou a fechar-se, e osilen-
ciot coninuou mais lgubre do queNo dos
sepulchros..
Estas horriveis ordens desprtram
em mim raciocinios mui graves e pro-
fundos.
Que recommendco seria aquella
cozinheira ?
Em quem possuia as qualidades que
semelhavo ao mais feroz tigre, nao ad-
nvrava que a recommendco fosse para
propinar algum veneno Carolina.
Eu nao podia supportar o confuso
torpel de ideas que n'aquelle momento
se accumulayam em meu cerebro.
Era mister fugir quanto antes daquel-
la maldita casa, poique de tres baca-
martes contra um homem nao havia ae-
feza possivel.
Contina
Ty.<> 0rv *1?-5(J ^ Caxias n.
M


Full Text
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