Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19463


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Full Text
!
-
A MIMO E.3CX
D
"H
miliar II de Onliiiiro de 1994
WU1IEHO 35

PKOPKJIB.BB BS MABeSL PiG^SISOA BE &&3E& & 71LH63
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezesadaDtados.
Por 'seis mezes adan lados.
I or um anuo adiantado .
81000
15^000
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E LNGLATERRA
Us Srs Mayeoce Favre C &.a, residentes em Pars18 rae de
^/ La Grang^ Batelero
Telegrammas
Rio de Janeiro, 13 de Outubro, s
4 horas e 31 minutos da tarde (recebido
na estago s 5 horas e 40 minutos da
tarde e entregue s 5 horas e 55 minu-
tos).
No Senado nao hoiive^ numero hr>je
para votacocs.
O senador Pires Ferreira combateu a
redueco do quadro effectivo do exercito
de 20:000 homens. \
O Sr. Oiticica apresentou um projecto
consolidando as disaosigoes de lei sobVe
casamento civil. / ,
Foram conceoidas honras:
De r. tenente da, armada, ao Sr. Fabio
Rio: e
De tenente-coronel honorario, ao Sr.
capitao Joao Carolina do Nascimento.
A taxa do cambio sobre Londres foi
hoje de 11 3/4 d. por ijfox).
Rio de Janeiro, 13 de Outubro, as 8
horas e 4O minutos da noite (recebido
na estaco s 10 horas da noite e en-
tregue s 10 horas e 20 minutos].
Luiz Murat nao obteve do Supremo
Tribunal de Justica o habeas-corpus
que requerera.
Foi nomeado delegado de trras e
eolonisacao em Pernambuco. o engenhei-
ro Jos Xavier Ferreira.____________^^
INSTRCCA POPULAR

mm:: i::::1;;:;::
(Da Bihliolhecra do Povo c das
Kscolas

PARA OS LUGARESjONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adraijtados. ... 16|500
Por om armo adiantadS\ .... 33j000
Numero avulso do mesrao da.
Numero a miso de dias anteriores.
1200
-Ji- '-
Foi nomeado Candido de Sooza Conceigao subdelegado de Appucos, 3o dUlrieto do Poc,o*p*mpre nos pareceu natural, que de accordo
1 com as resol ugea de 10 de Abril, o Supremo
par o lugar de offlcial da Caixa Econmica do da Panll
Estado de Santa Cadiarina
ALIMENTOS E SUBSTAN'CIAS ALIMENTA-
RES, DIVISAO E CLASSIKICA?O, COM-
POSICO DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, RORAS
HYGIESfICAS. -
fConinuacoJ
Pelo lado Dtellectaal e moral, os estragos
causados rielo abuso do alcool nao sao menores.
Turva-se a memoria, inrraque.ee a iotetligeacia,
desapparece 1 aplidfio para o trabdho. O carc-
ter do in lvidao Iranslorna-ae. Ainda lora do
periodo de excitago em que o embriagado,
sen) c .nscincia le si, po le dar-Be aoa inaores
despropsitos e al a graves delicias e crim-s,
fura d'esse estado meseao, d in mdui nao pensa
livremente; perde o seniimento do dever; s
pensa em beber e excitnr-se para olvidaros
desacertos que, em um momento rpido de lu-
cidez, a saa consciencia Iha npontou ; s quer
esquecer bebendo, e beber esquerendo o mal
que a si e aos seus faz com este abuso. Quadro
tristisimo e vergonhoso em que ohomem perita
O que 'em de nobre na sua parte moral, para se
apresentar menos ainda do qae um irracional!
Nao s o vinbo e nao principalmente o
vinho, que produz estes males. Mais do que o
vinho, as bebidas atcoolicas (vulgarmente cba-
madas'ieoidns'Oraitns. sao damnosas, pelo abaso,
economa humana
Em Inglaterra, por exemplo, onde o vinho,
pelo eice'ssivo prego e raridad*, nao pode en-
trar na alimentaco lo pobre nem siquer do
medianamente remediado, desbragadamente
maior 0 uiii ;ro dos que se delinliain, se estra-
gam e se consomem, com o abuso do alcool
Berrsm-lbes para este dm : a genebra, a agur-
dente. > rhu'ii, etc., bebidas tanto mais periiro-
sas porgue o alcool que n'ellas predomina muilo
em rejaco ao volunte, 6 ta peior q alidada, e
gal) -ge (j;;. proveniencia dos aleos influe
no e.'t-ito que elles catuana no cerebro.
..uardentes e os licores podem conter de
4'; a i ",' de alcool; e alguns, romo o licor de
asintl o, encerrara a:nda outras substancias
part are* verdadeins venenos [txicos) para
/Contina).
Ministerio da Guerra
Foi expedido o segui le aviso :
Sr. director da Contadnna Geral da Quer-
r Era solugo consulta feila por essa re-
partiste em 21 de Setembro tindo sobre o pro-
cediinent) qu deve terpara cora os officiaes
commissionados no pnraeiro posto, que se
achfio servindo em diversos ministerios ou de-
scrapenhando commi3>.!s em differentes Esta-
dos ia Uuiao, rotativamente ao que dispe o
art.3.das instruecas que baixaram com o
decreto, n. 96 ae 1 di Novembro de 1890.
declaro-Toa, pata os flns Coovenieates, quo des-
de que sao esses officiaes equiparados aos efec-
tivos do exercito as regalas e vantagens, de-
ve-se proceder para cora elles da mesfna forma
determinada para con estes-Saude e fraterni-
dadf Bibliano Sergio Macedo da Fontoura Cos-
taliat
Forara concedidas as srguites honra de
postos do exercito, era aitencao aos relevantes
servidos prestados Repblica duranta a re-
vol a :
De c.ipite : a Francisco Antonio da Veiga
Cabnl, Luiz orara de Siqneira Braga, Anto-
nio Theodoro u'a Silva Costa, Trajano lAdolpho
Silva; ao tenente honorario Alfredo de Lima
Aluuquerque Mello : ao canilao do batalhao
1-Yii Casca, A'it nio Joaquina Ribis; ao te
Orte do metalo batalhao Luiz Augusto da Sil-
va Prado ; a Manoel de Barros Medeiros e E lu-
ardo Monteiro di Silva ; ile len-nte : a Leo-
poldo Freilenc > Pereira, Jos l'cixoto uiuu-
rae-'fiuaranY,- vial iba T.-ixeira Cardqso e Joo
Cavalcaoti de Araflfjo ; ao tenente do batalhao
Silva Telles, Felippe Solano de Albuquerque
Souza
. De Bferas, a Joaquim Antonio Pereira de
Azaveto, Francisco de Paula Oliveira, Manoel
Antonio da Silva Reis Filho, Arnal lo Fredeiico
de Almeiila A'buquerqui, Isidoro Nunes de
Oliveira, Pranlclin da Almeida Jnior, Jos
Francisco de Gasiro L al, Leoncio Amando de
Alraeida, Joaquim Ovidio da Silva Castro, Eu-
rvdes JaMenlavares, Antonio de lloara Can-
tro. Adolpfto de Barros Albuquerque Sarment,
Salvador Jos de Almeida, Antonio Agosinlio
Ferreira Alfredo Carneiro, Lucio Jo< dos
Santus, Henar G mcalves Bastos, Jos Bene-
dicto llantas, Asterio L:aii'lro nos Santos, Jos
Machado Brag, Carlos Galhobinik, Brnardo
Antonio de Monea, francisco Igoacio da Silva
e Pedro Jos dos Santos.
'Foram concedidas ao cipiao da Guarda
Nacional Jos Gabriel da Silva Luna as honras
de tenewti'-eorowel do exercito, em atten^ao aos
ri'pjti.los actos de nravura praticados etn cora-
biti'S no Estado do llio-Grande do Sul, espe-
'lalraente na geroica icfesa da ciiade da Cruz
Alia, quando atacada pelos revoltosoj. -
Sade
fra'.ernidadc. ,
O Questor,
Julio de Mell Filho.
Reeebeduria U. *hC:.iu> de Per
aaiabuco
Despachos do dm 13 de Omuhro d 1894 A
Corapanhia Rectense de Pamtca(;o.-A' L* exec
seccio para os devidos lins.
Joaquim Manoel de Barros Campello e Josc
Vieira Lima.-Informe a i.' secgo.
O porteiio,
Custodio 8. d\ SilvaQaimoraet.
Thesauro u> K4tadu ae per-
naiuiisri)
Despacito* do da 1-tde Ouubro de 1801
Manoel Antonio do Silva. -Informe o Sr. Dr.
contador.
Christcvio de Hollanda Cavalcante, Corapa-
nhia de Santa Therezi, Fausto K. de Carvalbo
Figueir.-do, Uidio G. de SJ, coronal Joao R. de
Moura, Jos G. da Silva Uuarte, Cosme Manoel
de Bruto, Roberto da C. i'aplisia e llamos Qep-
pert & C.-Haja vista o Sr. Dr. procurador fu-
Cal.
Antonio B. Cavalcante de Albuquerque.-Cer-
tifique-se. ...
J.s de Souza R > Ingues, Joaquim Alves da
Silva e Candido Maia Alves Ferreira. -A' sec-
cao do contencioso para os devidos tins.
arla de S. Pedro Ralis.-Informe o Sr. Dr.
administrador da Recebjdoria.
Ex-Companhia Manufacturara de Pernambu-
co, Eugenio Carioso Avrs. Antonio de .-?oua e
Silva. Agoslidho P. Rodrigues de Almeida e Pe-
dro Chagas Meini L raa-Ao portero para en-
tregar ao interessado.
OltitS 'ONDtfiNvJl-i
ABTEOFFICIAL
linistersii d t la/eral
Foro comeado' :
Mariano Francisro de Souza, para o lugar de
gerente da Caixa E?>a>inica do Estado de
Santa Cat larina.
O otFicial da Caixa Econmica do Estado do
Cear, Armando Monteiro, para o lugar de ge-
rente da mesma caixa.
O 2 c es -ripturario da Alfandega de Paran-
gu, Estado do Paran, Benjamn Cesar Car-
neiro, para o Tugar de i. escripturario da al-
fadega.
0 4." escripturario da AlLndega do Estado
do Cear, Joao Fijueira Linhares, para o lugar
de 3.. escripturario da mesma alfandega.
Joao Rodrigues da Malta Teixeira, para o lu-
gar de 3." escripturario da Alfandega da cida-
de de 8. Paulo, no Estado do inesmo nome..
Nstor Conrado, para o ligar de 2 escrip-
turario da Alfandega da Paroahyba, Estado do
Piauhy.
Jos Ernesto de Moura Brito, para o lugar de
thesoureirj da delegacia fiscal do Tbesouro Fe-
deral no Eslado do Paran.
Antonio Joaquim Machad 1, para o lugar de
thesouriro da Alfand.-ga da cidade de S. Pau-
lo, no Estado, do mesrao nome.
Forarn declarados seta effeito os decre-
tos :
Que riomeou Silvino Antao Fontenelle para
o lugar de g- rente da Caixa Econmica do Es-
tado do Cear ; de 31 de Agosto ultimo, que
nomeou Francisco de Oliveira Margarida para
o lugar de gerente da Caixa Econmica do Es-
tado de Santa Catnarraa, visto nao terem acei-
tado 03 referidos lugares.
Forao exonerados :
Mano?l Dias da Cruz do lugar de thesoureiro
da Alfandega da cidade de S. Paulo, ao Esta-
do do mesmo nome, visa nao ter presta-
do nanea no prazo le^al ; a sea pedido, Jos
Julio da Cruz Dreys do lugar de 4. escriptura-
rio da Alfandega da cidade de S- Panlo, no
Eslado lo mesmo nome.
Foi demtttido, como traidor 4 Repblica, o
thesoureiro da Thesouraria de Fazenda extinc
U do Estaio de Sania Catbaricia, Jos de Souza
Freitas.
Foram concedidas as seguin es honras de
postos do exercito. era altencao aos relevantes
servigos prestados Repblica durante a re-
volta :
Di coronel: ao teoente-ironel trnuorarios
major reformido do exercito Paulo Jus Pfal-
lasraff.
De lenente-ccronid ao ex oicial de volunta
rios da patria Zeferioo Gongaives Camoos.
Di major, ao capital honorario Eogard Gor-
dilho e ao majo:- da guarda nacional Mauricio
Sinks.
De capitao, ao tenente honorario Marcilio de
Campos Salvaierra e ao tenente do bdlalhao
acadmico Augusto Ciraiso de Mello.
De tenente, aos alfer:s do mesmo batalhao,
Hermogenea Pereira de Queiroz e Silva, Alvaro
Porfirio de Andrade Runos. Norival da Freitas,
Flayio Braule Cardse, Amando Abranches
Feij. Joceljn Carioso de Meoezes e Souza e
Eduardo de Araujo Gongalves.
De alferes ao m-'sire da ofllcina de fundicSo
do Arsenal de Guerra Joo Antonio Borge-, ao
contra-raestre da raesnia Francisco Antnio de
Andrade Negreiros e a Jos Antonio Main jiros,
Julio Cesar Fernandes Figueira, Antonio da
Silva Porto. Arthur Jos Pfaltsgraf, Olyrapio
s lares. Luiz Alves de Lima e Silva, Augusto
Alves Pereira. Joaquim da Cuuha Ribas, Esps
ndio da Franca Velloso.
Foram concedidas ao Dr. Alexandre Jos de
Moraes Filho, as honras de capito-medico' de
4* classe, era aUeiico aos servigos prestados
Repblica.
Ao eaniio-medieo da guara nacional Dr.
Antonio Daniel de Araujo Lima, foram concedi-
das as honras de capitn medico de 4' classe.
A> capitao do 7 da mesin 1 guarda Jos da
Franja Ferreira Netto, forara concedidas as
honras de capitao e nao como sabio publi-
cado.
Foi mandado excluir do servido, com baixa
por incapacidade physica, o alumno da Escoia
Militar da capital Leopoldo de Moraes Mattos.
Qnestura Policial
J. SecgoN. iio. Secretaria da Questara
Pslicial do Estado de Pernambuco, era i3 de
Ouiubro de 1894.
1 Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima,
M. D. governador do Estado.
Participo-ros que foram recolhdos Casa de
Deteneao os seguintes individuos :
No da 11:
A' rainha ordera. Salustiana de tal, vinda da
Escada, como alienada, cora destino ao Asylo
da Tamarineira.
A ordem do Subdelegado do Recife, Antonio
Pedro, como gatuno.
A" ord;m do subdelegado de Sanio Antonio,
Albino Victoriano dos Santos, por embriaguez
e otfensas moral publica; Jacintho Braga de
Oliveira, como gatuno.
A' ordera do subdelegado do 2o districto de
. Jos, Jos Antero e Jos Gomes dos Passos,
o priraeiro cono alienado at qu: tenha p con-
veniente destino e o ultimo por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 3 districto da
Graga, Antonia Maria da Silva, tambera aliena-
da, al que se offerega opportunidade de ser
transportada para o respectivo Hospicio ; Mana
Joanna do Espirito Santo, como desordeira, a
rainha disposigo.
No dia 12 : '
A' ordera do subdelegado do l* districto de
S Jos. Luiz Tiburcio, por otfensas moral pu-
blica.
Coraraunicou-me o subdelegado da fregue-
zia do Recife que no da. 10 do corrente s 11
huras e 45' minutos da noute raanifestou-se in-
cendio no andar terreo do predio n. 23 da ra
do Vigario, onde e estahelecido cora armazem
de macaine o cidadao Joaquim Alves da Silva
Santos.
Avisada aquella autoridade immediatamente
compareceu ao local, bera como piquetes do cor-
po policial e do esquadrao de cavallaria.
O incendio, que foi originado de uina faisca
que cahira do 1 andar do referido predio em
um caixo contendo p de serra, foi logo ex-
tracto pela Compaabia de Bombelros que all
compareceu com presteza costuraada, nao ha-
vendo felizmente prejuizo algum.
Nesta data assuiniu o exerclcio do cargo
d? subdelegado do 1 districto da Boa Vista o
capitao do corpo policial Antonio da Costa Mon-
teiro, na qualidade de Io supplenle.
O cidadao Luiz dos Santos Aguiar assumiu
Do Diario de Pernambuco
Ro de Janeiro, 9 de Outubro de
1894
A impresso que a todos domina n'esle mo-
melo a do desapparecunento de qnaenquer re-
Celos sobre a passagju do poler aos novos
eleilos, no dia 13 de Noverabro. Aoezar de al-
guns boatos espalhadbs por pes.-OaS dicidida-
meme u.frnsas ao rgimen republ.cai.o, as pro-
Vis que o Marechal Floriano vae dando de se
sujeitar lei, como succelcu com os /tabeas cor-
pas do fupreiin Tribunal eos preparas para
que a entrega do ppder ao seu successor se f iQj
tera aniquilado ludas as
era sentido contrario e
de perturbar a marcha da Ri-
era meio de fess,
verses espalhadas
com o nico lito
publica.
A publieagao d> rcgulamento para a eleicao
de I." ile Marjo era j uina prova -de que o M 1-
rechal Flinauo liuibrava era cump-ir a consti-
tuigo, e erabora pesadas da sua intiiiii lade se
uiostrassim irritada s com o f icio de dma elei-
&) presidencial quando o poder publico aindi
se achava a bracos com a revolta, lidavia tajs
opiniOes eram siinpteSWllte 1 essoaes 4
Djpois, na raonsagem d'esle anuo, ao abril--;
a sess 1 do Coilgresso, em dais tpicos o Ma-
rechal referia-se clarainenie ao Um d: seu man-
dato, dizendo em ura d'ees antes de entrar
naubscuridade ...
Veio, pouco depois a apuraba;! da elcicSo
presidencial, feila pelo Congresso o leano a
meza cjinrauncado ao vice-preidente essa re-
sultado, o Marechal Flonauo, em ofScio que
vaio publicado no Ouru 0 salisfago que tirilla cora essa noticia, vendo
elevado a pnmeira magistratura do paix o ci-
dadao Ilustre que havia de fazer a felicidaue
da naeo. ,
Mas, r.o baslavam essas declaraces calhe-
gortas para os qu3 ludo tenlain peituihar. Os
boatos sobre periurbaces da ordera e reluctan-
cia a passageui do poder succediain-se, alar-
mando um pouco a populacho- Multa gente os
desmenta, referin lo os Tactos que tcam cima
e acentuando O carcter profundamente lega-
lista do M ir -chai l'loruno. Elles insistiara 1
urdina. Recordava-se enlo, que o presidente
viera ao |>ol-T em nome da legal idade; que
vencer a revolta amparado n.ssa giie. Qual !
Os boateiros inistiara.
A distribuici das medaibis-do Paraguay e la
viuda das commisses argentina e uruguaya em
Sovemor >, a pedido do raarecnal Flonano, que
mostra assun querer dar raais br.lho s (estas
de Noverabro, as duvidas desapparecerara e o
espirito publico moslra-se satisf:ito e animado.
O maree, tal Fioriano deixa grandes tragos em
nossa poltica, tendo d ido exemplo* assiguala-
dos ile civismo e moalrado a inqueorantavei for-
ca cora que se deve deifen ter nao s a le mis
a dignidalo do noder constitu lo, quando af-
frontado por quaesquer ambiciosos. Ai*, talvez
nenhura dos seus actos tenha o alcance deste
ultimo, em que o chefe do estado, cheio de po-
der do prestigio, em obi liencia lai, passa o
p ider a 1 seu successor, dan lo um exemplo ao
paiz e quic s repblicas estrangeiras, onde
por vezes ln imprtame acto tem sido pertur-
bado.
No bora funecionaraento das instituicoes repu-
blicanas, a successo d > poder e a sua eulrega
ao legitimo eleito, representa ura dos pomos
mais melindrosos; mas desta vez o exemplo
ser de tal ordem, qne acreditamos ticar raorta
para serapre qualquer ideia de nao cumprimin-
to da le a esse respuito. E, naturalmente j
devido a sna benfica mpresso, a conlianca se
restabelece/o crdito bra/.ileiro sobe as pracas
europas, e o cambio vae attinginlo raelhores
cola^Ocs.
Decididamente, hj ura esforco geral, para qae
a situago melhore, fatigados como nos acharaos
todos de tantas agitagaes e tantas lutas, e desa-
josos tolos de urna pica melhor, em que o povo
participe dos beneficios do rgimen que temos.
E iso o que geraraente se acredita qne suc-
ceder e no que tenbo vivissiraa f.
Tribunal aguardaste o pronuneamento do Con-
gresso sobre os atos do governo, para encelar
depois o exame dos pncessos. Tal 1 o se lez,
o que motivou alguma irrilagao contra o Tribu-
nal e ura ou outro episodio, no recinto das ses-
sOes e mesmo c fra. '
A resolugo do executivo, porm, mandando
cular todas as ordens do Supremo Tribunal
ons'.ou que este grave negocio tomasse manir
vulio. Os presos foram sollos e em virtude des-
sa ordem o Dr. Jos -Harianno pronunciou un
discurso, que toi das duas horas da tard e at
s 7 e tantoda noite.
Todo cortado de apartes, de protestos, de in
cessantes interrupgOes, obrigando o orador a
parar muilas vezee, por se achar a cmara era
gran le agitagao ; tal discurso causou pessima
iipresso, pois as aecusages do queixoso s
visavara os pequeos, os cabos da fachina, e
quando inuito os alferes ou lenentes coinman-
dantes das guardas, evitando dirigir quaesquer
sensuras aos altos poderes do Eslado e antes
elogiando-os. dndoos como nio sabedores dos
fictos que se pas3avam... Eralira, como diz o
povo, vericava-se, agora e serapre, que a cor-
da seraprequebra pelo ponto mais fraco.
Julgando-se j seguro da sua liberdade, o Dr.
Jos Mariano, confessou a sua adheso revol-
ta, leu trechos do seu raaniesto e declarou con-
tinuar a pensar do tnesino modo, que a revolta
"a ti n dir.-ito sagra lo e militas ouiras cousas
que raerecerara protestos vehementes da gran
10 maioria da assembla.
As accusagOes ao Dr. Barbosa Lima, que o
prendera, pqr ordem do Governo Federal, nao
sorliram effeito algum, talvez por serem a 2.*
Pd'cao do que ja f-a dito e vivamente contesta-
do pelo Dr. JUariins Jnior. Taolo os depula-
dos de Pernambuco, como a grande maraa da
Cmara, a cada momento contestava as aflir-
raagOes do deputado do I." districto, terminan-
do o seu discurso en meio da faniga geral, e
cora poucos applausos dos assistenles e das ga
lenas.
Respondea-lhe era eloquentissirao discurso,
que, ahi cert iraente tara as honras da publi-
cidade, o Ilustre representante da Capital Fe-
deral, Sr. Alciudo Guanabara, que, durante
hora e meia leve o publico suspenso e arreba-
tado era uina das raais loqueles oragis que
teem sido proferidas era nosso parlamento.
Couiparou os soirinnentos do deputado pernam-
hucano, com os dos deffjnsores da legalidade,
termioando em meio de palmas e bravos, una
verdadeiraovag.ii lano 110 recinto como as
galenas.
Failou ainda o Dr. Bricio Filho, deputado
p.slo Para, e que duranto todo o terapo da re-
volia estacionara com as forgas legaes era Ni-
theroy Seu discurso lambem ser publicado
e pr elle vero, os seus leitores que as alfir-
inativas do Dr- Jos Mariano foram rebatidas
em todos es terrenos.
A sesso lerminou s $ horas da noite tendo
comegado ao meio dia foi a maior d'este anuo,
mas, lambem Jo assurapto fiera de vez esgo-
lado.
Cmara e Senado continuara os seus traba-
ihos da conf:cgao dos o turnemos, sendo corlo
qu ; esse Irabaiho no poder estar terminado
antes de dezenhi.
Assuinptos eslranhos como o aJdiamento e
oulros, tomaram securaraenie trez raezej da
actual sesso de nodo a tornar inlispen-
-a.'is as prorogages at ao vol final dos
organi^ntos e approvago dos actos do gover-
ao, oque levar is sessOes, lalvez, at i5 de
Dezeiubro.
E, al: breve.
(Do correspondente
(ApOl-
MGiONAL
Discurs pronunciado na sesso de
iU de Setembro de 1S9 1
0r. Brido Fitao S- presiden e. acaba d'
ser rs -utadi eua liogujge o chla de iqII ^xes,
-..i I uu u colorida, abjjdaule, i>;ia.d--
norada, propu de um oraaor babittiado a t'i
ouoa. de oaie tira eCfaltoa, caba de ser escota
Ja p*! caraira a oarragfto cora qae o noTre de-
poiadi o S-. .036 Mi.-iaoo nos dea a cunbecer a
sai in-tH tus oru ae dez mezes de raariyrios,
da de .n-zei de soUrioeatos.
Coaaegou i. Ene. por faxer a apiloeia da re
vo la, p r I '.aira: qoe os revoltosos erara no--
sos trraos, por declarar era meio de nos iodos
qo." a revolta e ara diretto. Mas S Exc. esqae-
ceu-se dedizerqoe ha revolta e Da revolta.
Mo v.iii d- encontr a revolta que teman
programa), qae val coo'-a o poie: que primet
n se r voiiou. revolta qoe a reitindicagao de
di- 1 os posiergslos. revolta qne a saivacao
das prerogau'at papal -res, esuiaga las era rao
melos ternveis. en irans-s dalororas.
ppiauu a revolu d- 21 deNifemo o, fizpi'
t-i desse movimeato, p rq le elle se levancon para
oi coass tK qae ara golpa d-i Euadocmi-
omsse a iufelicitar esta patria ; eoiretanto.
Sxc, o amaote de todas as lihrdade, o defea
sor ae lodos os direttos, aaxtliou mn-n-amra-
le essa ai'-eotado, pn servigos e dedicagOoj as
oaos do Sr. Lacena, concorreado pira que esse
ministro, ral nerang da mooarcnia, levas^i- o
ameioal Daodor a destroir as glorias conquis-
tadas em i5 de Movembro.
O qu-i par n oai applajdo, o qa Joo applin-
dlrel uaoca, ama ratona como a de 6 de Se
tenb o. era norte, sera divisa, sem justiricicao,
revolta apenas explicada por In olios ambicio
sos, por dese)ou de goveroar oara faer o povo
gerer na tyranla. (4poiados).
En segu Ja o noore depatado procoron ex-
plicar porque adne.-lo a sublevagao de pirte da
armada ; oa lot aoliamaraiy, aconselDou o m>
recoai Fio*iaoo a ent-egar o poder a om sabsd-
ra mo o Sr. vice-presiienie da Republic 1 nao qui-
sesfe acceder, vraculoo-se ao mov.m^nto do
mar; ora vio que o povo peroambocauo sjmpa-
tmsavs co o a cansa, ioclioava-se para a se ligio
e, como obedece eempre ao povo, cao leve re
mello senao loclinar-se tarabem ; 0'>, compade-
cido com a sorte do norte, linoressiooado com
s miseria e os soff-imeatos de seas correligio-
narios, eatron em um coalalo com o Sr. Birno-
-a Lima para levar a effeito a geparagao daqiel-
la parte do Brasil, e como o Sr. Ba-twsa Lima
rampesie altitra bora, vio qoe s Ibe resiava
asompaobar o Sr. Custodio de Mello, em aoa
r's de enmes e de Horrores. (Asolados).
Qiaatacoatradicao, Sr. prest lente. Ojala
raraograeocia I (Apoiidos).
Sr. vicepre8ideata da Repoblica entregar o
po lo* a ora eobstitoto I Se elle o iiiesse, se alie
era logar de escotar a vos da patria, qae recU
mava a presenga de om bomera dotado de bac-
taute eoer^ia, de bastante desprendiraealo de
rautto saagae fro, de grande corage n para re-
sistir aos embates revolocicoanos, se elle era
Jugar de escotar a vos da patria, de dispensa-1
1 gao os assignalados servigos qui eaio dls
peumo, tlvasse esca ado a vos do nobre depu-
tado por Pernamouc, se boovesse deixado o
I amrt y, pela piru par oade tivesse sabido o
mr->cbal Floruoo, por esta misma porta terlam
ootrado oa revoltosos triompbaute- (apoiadoOi
rag.s a asa cilada, mas fateodo crer qae ism
00 dia 11 do corrente, o exerciciodo cargo de o principal responsavelpela ordem publica, viriude das ideas qse sasienuvam, em virade
Foi durante alguns dias objecto das conver-
sages o discurso do Dr. Jos Marianno na c-
mara, depois do habeas corpas que lbe concedeu
o Supremo Tribunal.
As decisOes deste alio poder, devenios refe-
ril-o, causaram este anno certa estranneza pela
contradtcgo flagrante das suis resoluges cora
as anteriores, po- ocoasio dos fados de 10 de
Abril, em que o Supremo Tribunal estubsleceu
a doutrina. d: que, sendo as medidas do estado
de sitio factos politicos.eestes privativoa do Don-
gresso, sera este se manifestar nao podia o tri-
bunal tomar conhecimento dalles, negando por
isso todas as ordens de haoeas-corpus. E, mais,
que, suspenso o eslado de sitio, as consecuen-
cias delle nao cessavam para as pessoas incrsas
nessas medidas de excepgao.
Agora, porm, em circunstancias absoluta-
mente idnticas, o Supremo Tribunal nao quiz
saber se o congresso j se raanifes ara sobre
assumpto de sua privativa competencia e dea
innmeros habeas-corpus.
Todas essas ordens foram religiosamente
cumpridas pelo poder executivo, poado-se em
liberdade iraraediataraente os presos polticos-
Consejo de que o espirito e a leltra da nossa
constiluigo estabelece o poder executivo como
da g-anleza Ja torga que os ara jarara
dos)
O Sr. Coaltio CintraO nobre denniado foi
ao Iamaraty como amigo do mi c-fial Flonaoo.
O Sr. Brido Filbo O pjvo pernambncann
Bynpatbtsava cora a caes quera aelicao!
MaB o dever d" S. Eic. e-a cortar eaaas sympa-
tnias, d zer ao povo qae aodava errado, qae aa-
dava des 1110 e qae o vera le ro caaiiauo e*a o
da i-eaiiiid". (;po:ado?).
O Sr. Birosi Lima b*agoa a rebelio, ac-
cordoa oa sioaragj romoeo a oluma hora I
NSo po-so aerertiiar S-. preside ate, oo posso
aceitar lao monst-u sa< iasinaa(6ss.
O qua fallam os lacras, os factos pblicos, co-
obscldos detososqi entre es maloores au-
xiliares do governo a* Uua>, ai oara santa de
desirog' os rcbilies, de derrubar a insarrel-
Ci. Hrfi-a laconieslavelmeoie o governador de
Peroamoncano, caios serv goi oouveis o paiz
ioteiro recoabece. (Apoialos).
Os vasos de guerra comprados no estrangelro,
desde os grandes vasos te as m-peiei-as apor-
taran ti Jo* ao Recite en erial 1 lastimavel, em
pessiiSis coi iiv'0-*', egtalo e oondigOes aggrava-
los durante a vi ig-m. e Toi l que elles se reti-
zerara, foi II que foram refrmalo1, reparados
01 innmeros estragos do armamento, desenvol-
veoao 01 argeoasg uaqiella trra proilgios de
1 r o iino, foroecendo a< mata cooclndeaie* p*o
vas do pon.o a que ple ttiogir a a li'i lade
nomaoa quando lolljenciala pelo nem na patria.
(Apolado-).
Todo usj sob o influxo do S'. Birbosa Liaia
e general Leit9 de Cistro, amos sempr- acuor-
Jes, aobos 'ua omformidade de vi-ilas 00 p-o-
po'ito de dcfeuier o governo repabhc>no.
E em meio Jas proviieocias lomadas pelo S*
Barbosa Lima, em mmo dos ooon auxilios lor-
necuos pelo beoemento cidadao, avolta3 quem
tor capaz qne o cirateste -avuiia a pngo de
Jos Mirlano, o demagogo perigoso, o chefe de
no movlmeoio que aoa manos males qae ja af
ll.giara a nago vina aagmentar o desastre de
urna separagao, a catimtdale dei om analto a
iQtegndal^ 00 terri""io, acontecimento >-sse
que irapgfo'tiana o E -lado, qae I01 bergo de
Pedro Ivo e Niaes Macndo. em ara vasto feudo
oade a demagogia, a descrlem, o tamolto e a
raarcia seriara asco.is dominantes. (Apela-
dos).
Felisme te, a mesma popolagao qoe vio dt-
tir a'aih a esqaaora .-aivadura, coai o bojo abar-
rotado de orna goarnigo de patricias, esqozjra
qoe 00 Rio de Janeiro o> deu baialna, porque
os corajosos revolucionarios moi caatelosamin-
te j Daara deOaniado. ffizraeuie. essa m9sma
populagao aselstlo a parida do Ci.atllbo, p-n;-
cipai au-igi paz e a ira 1 ju InJaJe no norte
do B axil-
E uquion, pais, nao fo'em exb bida? p-ovas
em coairarto, e Bqna.iio ij vierem oocumeotos
coclran torio*, eo, apoia'onos factos, potado
no foibe o qae acerca da revolta uiro em pe
bltco o S*. general Leite de Castro, cantiaao a
cootar o Sr. BirOosa Lima co no era dos maio-
ri operarios na defeosaa da leg*lidade, como
ara do3 mais dignos aos nossos compatriotas.
(%poiad08).
Sr. presidente, a historia dorante se a aboga-
di" horis narrada p o depoialO reollosi, in--
lor;a coela de laners tnstiaSi&O', le pass^geus
commovirates, historia cben aa iiluagOes que
estao oos casos de fazer medrar o seotiraeaiaiU-
mo, o afamodo seotimeatalisrao a qoe j deve-
nos lautos males, lamo, lofo-ionios, lanas ues-
tTtfU (ipiiadoi-) a notoria oa friao de S.
Etc. ama histeria corapnogeote. aDoodante
em padecimeatcs, frtil em castigos que uepio
ro e que teprovo, cousiderando-oa jomo verda-
deros aDoscs. Ddo julganJo qae as ordens para
taes tortoras parilutem ae ci i.a, uo qaealiis es-
ta de aecordo o musir leoreseoidole de Fer-
namboco,qaefut a justiga ae avaocir qoe acre-
aitava siu:erameate qoe o Mr. vicepresidente da
R-ouniu;a fosse alceio aoa castigos a S. Etc.
Influidos emqoaoio pnsioueiro.
NS) nreciso aqoi narrar tambera a hisUria
lis martyres do deve-, succutnoiios na lata, al-
xuns aps solfn amo' a-rancados claiaqosigao,
porqoe o illosirad.ico'iega o Sr. Alcrado Gjaua-
oara acaba de fazel o, em phrasas ivas, em ex-
presiOes felizes.
Sr. pre'tdeote, o ti > ir desatado sotlrea bis-
onte, passoa boras bem amargas, bem oegras ;
nio para eairiaiecer essas paginas da vida de
om preso.
Eos iodo o caso resla-nas nmi ccoralgSo ;
qae. qdanio esperavamos. era vista de taoio 1 a-
:eoer, qae o nobre cjn-esi-U aqji eutrasse
roag'o, descmalo, macileuti, coa a face nlp-
oocraiica, com o olhos sera expressao, sera or-
Iba. com a respiragao t-mbiragada...
Um S'. depotadjv. Exc. conue^g bem isso
qoe e mediC9.
O Sr. Bricio Filbo... cora a iotelligeacia coo-
turnala, com 03 raovimentos automiticos, j a nio
8ojeitos a voitade, co u a pelle tria, rogelada,
coocT.i de soor, de ara euir vtscora; qoanio
jolgavamos vel-o entrar dos olilmosiastaates da
agoaia, oos aerradeiros momentos i.a vida, oas
ex remas vascas da morte, a precisar de om ba
,ao de oxueneo par se reanimar, p ra cobrar
aicoio para nio soccumblr, para nao exbalar o
ultimo saspiro sera a irar aos qua.ro veutos, o
enteroecedor marty-oloi'o da Una las Cloras
vesos, com graorle sorpresa, eotrar no recinto
ara cidadao tote, mascolaso, corado, com aooa-
daacia de essido adiposo.
O Sr. CoeiboCratra... a veoder saule.
O Sr. Bricio F1I00... a veoder saude, pare-
cendo voitar, nao de um presiiio, mis de a ca
estagio de.Lambary ou de Caxamb. iHilarida-
de prolongada.)
Sr. prest lente, ea tso.ha oesta cmara f.-e-
qaeat?s vezes disco-dado le malta coosa qoe
por abl se faz qoe por ah je qoer fazer, em
nome do marejbal, eo m; teobo oppisto a coa-
docta de algaas qae carcam o Sr. vicepresi-
dente da repuDlica, por coastderar eisa coodoc
ta nociva ao governo, nociva ao paiz; coidemoo
o jacobinismo, coodemno osexcessos. conde ano
as demasas, cooderaao ae exorbitancias, mas de
tuto isso a aceitar o qae era pleno Coogresso
f ,t oojs dito, em termos colando*, capites de
abalar o coraga dos seatimeataltstas e ncapa-
zss de mod.r as creogis e a f dos qu 3 est-e-
mecera a cansa repoblicaoa, vai urna enorme
distancia, qae nao sera encanada con as (amo-
rtas dos meltures oradores.
Ka qaero a puoigao para os criminosos, pani-
cSo deotro da lei. co n as normas do processo,
pooigao dura, loflsxtvet, severa quero qne o
ma revoltoso saiDa qoe, se naj f jt vencedor,
tem de responder peraote os tnbooaes pelo eri
me comraeltido, tem de soflrer as cuoseqaeaclas
do seo delicio.
rjDisse maito bem o oabre depotaao pela Caot
tli Federsl e concordo totelrameote com elL :
neceisarlo acabar cora o se .Umeatalisrao do
eutio, q je lem sido a foote das desgragas e da
auarcba em qae aos acharaos. (Apolados.)
laso orna verdade, isso sibem lodos, isso
coubecem e astimara aquellos qae teem om
p.)aco de respoisabtlidaae repablicioa, e qoe
comecam a prever novos asaaltos, novos ataques
in aussaa nati'.mgoes.
damtitio. publicista ootavel, qae em comp-
rala de Jay e Madissoo. doas ostros vultos es-
crevea lamiaosas artigos para o Federalista,
Innal americano, arligos de oade a Cooveoc o,
reunida em 17S7, tiroa proveltoao sntldlo Dar
a constltu goo qoe felicita os destiooi 1 os Esta
doi-Ualdos, Hamiltoa dlsse :aads mima lan-
ravolugaa, ora-
de todo qoaato
to o espirito da revolta como a e-peranga da
pooidade. (\poiados geraes.)
Fji essa esperanga qoe eogeadroc a Cornelia
de iarit 1 Cruz, fot-essa esperanga qoe dea ligar
aos a.oolecimeolosde 10 ie Abril, fjj ainda ezsa
' speraoga qae oQaio para explodir a revolta de
6 ae s-eiemD'o, qae te.'ia* derribado o governo,
qoe teria restaurado a monarcbla, se nao fosss
a resistencia heroica das forgas qae oos campo*
de bitalba salvaram a oossa nin-a, esmigaodo
lotereeaes dyoasticos. (Apolados.)
O oobre depatado peroambacaao. a propasito
de inte r perla,>s f el tas o o,correr de sea discav
so, declarou bem iu qae o poltico era zera-
pre diz o qoe penu.
Nio sel porque lemorei-rae logo de CimllU
CasieHo Braoco e da respaila qa elle, dea aoT
critico i do Caociooelro Alegra, resposta qoe bem
pode ser agir parodiada.
Se ha pjl.tic/ q e nem sempre diz o qa? pea-
sd, ba poltico qae oem sempre penaa o j.ae diz.
(Risos.)
0 poltico nem 8mpre diz o qa peoss......
sirva essa declaragae de aviso a lodos ; Ujue sa-
odo qae naita pirase doce, ebeia de refotnos,
cnea da liberalidades, oio passa de ora sim-
ples cilaJa
Hi q-iera falle contra a tyraooia, quem 1
qoe defeoie o poo, que cootra-io prejoiea-
cia, ao desDotisrao, para melnor serv.r aos sena
iQiuitos ambiciosos.
A esse respeito o msmo Hiraillon proferit
urna senteoca feliz:
A amhigo maltas vezes cober a coa o
pretexto de est-emeciraent js pelos arenos da
povo. > (Apolados.)
Provas liesj potemos ir bascar os Bs'.alO':
quem es.4 goveraaodo e ora at-abilarlo. oa des-
pola, um p-est lente qoegso sabe contrariar as
aspiragdes estasoaes, dizora era voz alia os op-
posicijaistas.
E levanta n-s borneas que fallam em coosis
baratas, em liberdade offeadida, em direitoi
contrariados.
E o rjjv meato caraloha, e o movimeoto cag-
meota, e os acootecimentis vo Ucanio mata
graves.
En dalo momento rebenta
tica-oe a depssicaj em aoms
bono e jnsto.
Todos D:>m satisfeitos, tolos ficam conteu-
es.
EoireUoto, dahl a pouco, a falla ta tyrsoolt
quasi eopre alga o cola cora mais mieosidade,
mais forga, e as ooas iaieogoes dos qae depa-
zeram deixam apenas eotrever a amb'gio.
O Sr. Gamioiaoo BrsztlHaja vista Sergipe.
O Sr. Bricio F1IQ0Tambera os anarchistas
dizem coosas nteressaote* com qoe eolbas'ai
mam a mallos, cora qae commovem a graade
nomero de coragfies
A sociedade mi, injasta, atSrmam os amr-
chistas.
A 1 u-gaeria passa vida folgzda e milagrosa,
exquanto elles padecem.
E dizendo todo* -ses primores l vio ma-
tando, IS soo atormeoiando a bnmanidede.
P .ra relinda Je nossa. po'm. os problemas
sociaes Diti slo resolvidos por quera tem melhor
PQio,4oe;aieiCor earaanta ; oem sempre o piliU-
co qae mais g-ita e quem tem rasao, qseot
esta cora a 00a cansa: a razio e a boi csasa as>
tao di lado dos qae def-odem a pei'am os principios, dos qae resp-uam as 3-
suia gbes. (Apoiados.)
Sr. presidente, nao neg o dreito que tem o
oobre depatado por Peroamboco de occapar a
tribuna; occope-a quantas vezes qaizer, que-
ta vezes entender....
O S-. Coelbo CintraV4 primei?3 ao tribu-
nal, nmpe-se das manchas de sangue depois
vdte.
O Sr. Bricio F.lho=... mas nio iacae, por-
que t-m is'o em mais d um a-sumpu a c-
mara proceder com Inlepeodeocia, nao jolgaa
q ie esle terruao aproprudt para a germiaa-
gao das liradas teatimentaes em favor aos re-
volt 1308.
Nio, a cmara, ligo depois de roistituila 1
raesa. apirovoa ama reo ,ao em sigoal de ap-
plaaso a lagalilado, reoiendo bomenagem a to-
dos os qae se empeonaram contra o rrovimen-
to revnln".iooa desde o chefe do Eslado ate
ohEcaro cid-dio qae deizoa a sua cisa a doci-
rado seo lar. para eof*eoiar com os eobatec
e om revolacao, com aj agruras de ama guer-
ra. (A alados.)
A cmara nao volta atrs, a cmara esti ao
lado do magistradj que livron a patria das
maos da ca-dtihagara. (Aooiados.)
Sr. presidente, tempo de cont luir, tarde,,
aj e, as bancadas eslo qaasl aese. tas, paz-
cos sao os qoe me oavero.
N^o sao 'na a tribuna em bora tao allantada,
se eo nao aecessitasse lavrar aqu om prcteito
s p-.lavras dj noore depatado, em nome das
forgas legues, em nome da mocidade que ora-
oateu em Nictberoy, e que no momento de etf
deixar a cid de invicta me incumbi de ser
oesta casa o nter arete de seos seoiimaiitos.
Sr, presid -ote, a entrada ceste recio.e do Sr.
Jo- Marlaono, revoltoso confeso, qoe chega
acompaohaJo dos pnraeiros mur. arios de ia-
olatta. qoe ebega ameagaolo, qae vem dizendo
qae nao se melle era ontra.revolta... .-a per-
der, o toqoe de reanir dos boas repabticanos
em 'oroo da baodeira sagrada itpoiados.)
Piquemos em guarda e, se esses inimgos Iz
nsgao coraegarem a revolucionar de novo, diga-
mos com coavi'cao:nio vos acompaanaraot.
antes vos coraba temos, porque apezar das vossas
liogoageos democrticas, apesar das c-es vivas
con que piotaeso quadro de voseos patriotis-
mos, apezar das demagogias feilas com eageoo
e arte, apeza* do mu 10 que falais em lber lade,
em ordem, em progresso. en povo. oio vos
acomparaia nts, po-que a Repablica nanea e?ta-
4 onvjio. Apolados geaes : moro bea;
moito bem. O orador camprixejtado.)
Boletim
(Gazeta ie NAicicu de 7 de Ontab'C)
Faltn hoolem a caara o nomero precise
para votar. D'am o adiaraento das votag6es
constantes da ordem do da, e o otcio do desa-
te pela contiouagao da 3.* discassao do o gz
meato do interior e da jostig*.
Coube a palavra ao Sr Loiz De zi. S. Exc
referise ligeiramente ao Pedagoglam, leas-
braodo qae a verba de qoe elle gota para arqai-
sigan de llvros n le ser perfeitameate redatiea
de 6:00J a 3:000/1, desunan lo-se paolicag
da Revista respectiva os 3:000/ em qae im-
porta sernelnante redaccio.
Nesse sentido, o Sr. fjvzi anresentoo raeods
qae foi eavi.da a commisso de orgaraento,
apresenton tambem ama oatra qae teve o mes-
mo de8iioo-para qae, n rubrica Po'lcia, de
orgamento, se eleve a 45:609/1 a coasignsgSa
destinada i coolo-gio de cadveres, enfermos a
alienados n'esta capital.
O debate limiioa-se a essas observagOes j*b
deputado por Minas. Eacerrada a disenssao/
raesa declarou adiada a votagao do projecto at
que s commisso desse paree-r sobre as emen-
das offerecidas. O parecer Hcou bootem mesma
p'ompto; o projecto ser amanh submettido aa
voto dos Sts. depuiadas.
Comecou depois a 1. discussio do projecto
0. 97. reformando o ensino oss facuidades de
direito. A esse prcjjc'o oferecea emenda o Sr.
Almeida Noguelra, estaDeleceodo fraeoie o pra-
zo de claco anoos para o respectivo terso e dis-
triboiodo ai materias de qae elle ceosts ps
I
.
I

r
I



I
1

Piarla de Peraambaco Oomiasro 14 Cl3
Htrt
do qae delermnoa a cjmra s
se4Jio difireme
OSr, BrlaiD Filao, oroposiio, impagoos a
chasala do oraject em ]oe a coinm3.-io recar-
Ht i oQMatnriedade da frequeocta (lira elevar
kil.ei io eaamo qoe-ella considera decadente
m> ii.-ai.il. Se o eosiiio decae nao positiva
jrsie porque os tameos das faculdades cao
>!tuena) aulas; lalvez decita por culpa de
peai f-'s as sepelidas nomeac.o>8 di lente sem
toecatsa. Os alomos devora ter a liberdaie
ate Srenneitar on nao freqoeolsr .sslioamente
a* ajilas, desde qne sao onrlaados provus peas
jane*, mais do que pela (raqueada, se ba de
jDt^c r le como aprowtaraai o eaeloo que se
Ur mlnistroc.
OSr. Rodrigues Limaem seguida ao 8r.
laciamaoifeaiou a cacaara alalas duvuas
na* !ibe aespertava o projecto. Elle exige para
n snlieriraento das facoldades lives o patri-
6* tle o:C0i)# que ellas poderatn conslitair
x* tinco aooos. oraperiuoiava 8. Exc.
fahHe essa prazo d consii oicao do pitnmo
ni, fosarlo os alomos das fa ul lades Hvres
te me/mas rsgali?8 qua tiverem os alomos
a faccldafles offieiaest
Qoaj'o a liberdade do eosioo, pareca ao Sr.
'ftvurtftoes Lima qoe ella dar ter orna restrl-
156* importa pela nato reza das toocties de
e*ia un. roe se deve limitar, a liberdade de
har, no que respeita ao prcfessor, e & liner-
Mtt- de aprender, no qoe respe:a ao aiumr.o.
J.Ii,c. votarla ale cerlo ponto pela libereaie
O Ireiioeoiia. Era uniros pontos do projecto
ofcssava'-se de accordo con o digno relator da
/swnlssai. .
ACiec-se a dlscusso pMa hora, e passouoe a
1 parle d ordera 10 da. Conunuou o dbale
sobro o projscto que altera diffirejie* disDosi-
jCes de desreto de casamento civil. Sao?-3e
ajee es-sa disenssao tem gyrado sobre as vanta
praa oo de-vaoiagen' do divoreic. O Sr. Fe
aterro Borges, a quem a cmara oovio nontem
toi qoe condemaam ana-tim ote a medida
jtnaosta pelo r. E'co.Coeltio.
Ha expeuleo'.e o 8'. los Caries manroa a
a**, ura ptojecto dispoodo sobre v
opsssnal da aec-etaria da polica
ye Boa ve boaiem aa ornara.
am a seso.
A senado reuna se boilso era 8e-s,o secreta
ten tomar cooherimeo'o da doidmcOm feus
**> vout extcutivo pa-a o Supremo Tribunal
fcera!. A sessao foi multo co corrid. mea
MN o parecer do S-. Dr, Csmoas ail-s o-
s**> debite, qoe udou as 3 l|t boras da
terde. .
Foram app-ovaias as oomeacas
Hialabvo* de Malos, Souia M ritos,
*v? Espinto-SdU.o e Beruararao
Aln. O senado negon seu .pace. os ne-
na dos Srs. general I. GiUio de Qaeiroz e r.
fee Navarro.
E ah est
A mesi levao-
iios Srs-
Harmioio
Perrewa da
Seferindo-se a
Ito, apreseotada
Da 9
orna eaietda do Sr. Leonel Fi-
ao orcimento do interior e da
jssijca e qoe maadava translerir para a adtni-
Ji'-icao dos E9t'dos f corsos aonexos as ia-
ptade8 de S. Paulo e do Recife. a commbsa)
carnelo da cmara resolveu qoe com os
eCtonado corsos pissasse tambera para a
ratoiairacao eaudoal o extrnalo da Campa
afe-a Esse parecer da onmirsSo. relativo tara-
ce is O atrs emeodaE offerecMas, eotroo bou
b era debate, no pr:m i'O momento da seifS >.
OSr Leonel Fimo impoKnou-j deada lo Ktso era nattral. P.eci;,aa d;zer i cmara qoe
sexterna.o da Campaohi f >l creado por lei le-
*m de 5 de Joloo de I8a3, mas nem foocciooa
i^si nem se acDa Be q-er nsisllido. Neasas
i1IC&3\ Qo ba COi">' etn u!Da >mT>l" lei
aeios, .e prieodia traosleril-o para a admi-
iWtracao estadodl. -r-amenio b^J-dis- parar- Mi*, a commwslo de orcao ^!^ZZZL. ,,n^sn *> Ha n ^3m> aa oovo pelo
aura, que talvez |i s^ possam cooslderar vence-
do-as aa ideas do iilastn* ren-eseotaoie do Cet-
ra. No expediente, o Sr. Olym >to de Cimpis
reapoadeo a< s tres disrursus qaa oltiraatiHi te
proeaneloa o Sr. Gjui Lima a proposito dos
negocios de Sergipe e da respectiva eleicao pre
Bid-ncial.
No Senado :
A ses.ai a bontem foi tod tos Srs. Catanda
e almeiaa Brrelo, do Sr. CttuaJa p-iucipal
ment.
O Honrado seaador qoe nao se descara ara -
instante da moralidade da repblica, qoe qoerem
araesquinbar por todos os meios, veio bootem
fazer sciepte mais om meto de lser se poliuria.
S. Exc. lembra que foi lelas deBmoralisac6e<
soecnssivas do amigo rgimen qoe este veio a
cabir. emoora fosse ama planta extica ao coa
tiaente americaoo, io.-apaz de Implantar se de
novo ent e os; mas o q-ie ce/lo i que esta
poltica de camarilba moi'-o coacorre para a
de-m ralis (2o da repobl a.
Vera s-'u bar como pedir providencias para
por termo a renos abasos qoe se notam oss
elrigo-s cojas vaga- se abrem por acorte de al-
gara representante do povo.
Os go? -roaderes 00= Estados marcam ai libitum
a poca oas eleiges, deixaodo por lempo uor-
leraiiaado o Estado coro soa reprasentacao i" -
comple'a, as veses, para dar logar a que cea-e
incompatibiliSaae deste ou daquelle cidadao a
qaem o coveroo quer dar-IDe este pre^e ite.
e.' vertase qoe o seoado no amo paiSido ja
tinoa de imitar o prazo aos governadres dos
E-lados para essas elei^i, ma inleliznaeoie
esta prjecio'Laj mereceo a atencao da cmara
e elle jas uo arcuivo, al quaudo Osas st amr-
ele deile.
Q na a fatalidade que o sjnado se privasse las
luzes d,> illustre rep-eseniante d.> Ki j de laoet*
ro o v. Casmoto, e ja Id vio man ie qn--tro
mze> e anda o govero lo.- desso Estado uc
maicoa a poca para eleigao de senador, .-.orren
do por abi que isio tem logar, porque o Sr. Por
eioacul* espera terminar a incom'ia: blitaade .e
u.ii sea a igo para lazel o senador.
Esta afrmat va pode nao Ber verdadelra, mas
o cae o qoe o pocediffleolo do govemacor ua
azn para inierpretacfiss pooco hsougeiras.
Deste modo, pede ao presidenta do senado qoe
cogite de ora nio para oar tiu a s^e estado de
cousas, internado ao sea ido de fazer se a elei-
gaj para presncimeaio aa vaga do ex-seoaJo."
Frednrico Casi'tolo.
O Sr. presidate ceclara faltar-Ib meios r.Sra
satielazer o p--.Ho do nobre ceoador e ne mao
meos poner comuouicar ao preal lente oo Es-
tado do Ro a morte daqoelle senador, porqo to do mnsmn Sr. torciucola velo para o sena-
do aquella inste paruc lajao.
Nada mais baveudo u j expediente, passoo-se
oriirm do da.
Foi e. cerrada sem debata reiacc&o da emea-
da co senado a proposigo da cmara >os le-
pa ados n. 13, de 189i, qoe auionsa o poer
tecouvo a aorir, no renta exe cicio, o cr-
dito Bopplemeutar da 5Z7:422 ao raais erio da
mannoa, acodo tl.kttt para Bosta aos veac
memos a qie leea iirn o os almirantes mete-
oros do Coaselbo Supremo ilna de accoido
com o art. 16 do decreto legsl-tivo o. 149, de
18 de Joiino de 1893 e 500.000* verba Bven-
toaes, para occrrer as deapezis cora passa-
gens aotorisadas por le, g-atiUcaves exTaor-
d>uarlas, ajada fie casto c uu.ras despezas uj ,
previstai.
Segoe-aeMepoisIa discasaao do orcameoto da
gbe-ra.
O Sr. Catonda loi quem rompeo o debate,
principiando por aasaaiar^i-e Coiu esse aoguen
lo coostaute de fixuco de (orea.
S. Exc. lemora qaautj bo lemno do Imperio
er*censuradi o numero de pra^a* existentes,
dizeodose qoe a monarcoia eoio s aodia a u
Tendo o geYorno argentino pedido s ca*
maras a votcao do creaito de oem roi> pesas,
em papel, para inante- e iniornar os emigra'os
branleiros, ogeoeral Mitre apesent^a auia mi'
co pera se om-sma crec t anprovado se
discu88ao. Fez ora discorsi. desejaido eicsre*
cer ceflo pooto qu eslava affectalido ag r^-lacoes
aternaciouaes. Oisse qae os actos de OoiDjII''
dade qae a Repblica Argentina boje pratica B i
umi divida de grat'dft) qae pagara peloacolnr
oieato que os argentinos receberura em ootras
^pjcas des puse* limnroph-s do BraB : Calle,
Paraguay, UrogotT e BMivia. Acer^scentoo que
a R-pnbli.: A'geutina nao pod^ syrapatbisa-
com revolujes qce alterera a p.iz dos pnizes
amigas e tambera das fronteiras; qae oao nodi
ella declarar-se solidarla cora ama re.vologSo
qoe conspirava a favor de ioleresres privilegia-
dos e mamfestaa len lenciai retaorjio-cs, qoaa-
do o sy^tema renabltcaoo tnaracha e;n iodo o
co.teme americano. Vota, s wor namanlla-
de, nuoca cem solidario da revoluglo, qte diz
najreprova-, mas deplorar. Coo-ta que os emi-
gradas esifio diso^s'o* a responder bertas apre"
c agss do general Mitre.
A me'iHge.n aruaulina nropf> a RUPP'eS'
SL
Eplrllo Saalo
Da'a' al 5 ue udtubr :
Diz o 'Jomraerciua ae 1 :
Qaasi em Irente rejartigao da alfaideg
encainoo nontes, com verdad^va sorpresi di
popolacao, o paquete hngaro l'jodora, calan-
do SS yes.
Esse facto desa2radavel qn se acaba !e v-rl-
ti.ar em pl-oa bbla in'erropa a Uonicipaliad-
su are o qne feto do* lu) ri* cooraiii>s por
sicco de Caf pafa melnor:ment* mritimos,
ex'ge da Companbu Torreas o deeempenho do
coaipromisO tomado pira o servico de a aga-
gera do puno e pele a oapiaiia do porto o re-
*t.it>-1-< i nento daa balisa*.
So o Gjverno Mun -ipil, Ccmoanb'a Wrreoj
C capitana do pono nos p dem dlzer o:rqo
eucalDoa o Pandora*, se em coriequeccia ae
alloma p^^lra. ge de blxio ruca .ipm-'iiiM c-e.-
do, se p>r falta de zeio na conaervgao na pro
fon u.la !H e ')-sj baha, .z-1 ol. re;.; ata
De i noaco terapo garantas a paquetes de g'au-
de diado.
Ht arcencl de povideacias p-n prevengan
le maiores ssalas.
N i da 4 foi c iliocida a cumieira do editi-
eio do Qu'tei Policial.
A Allandza den R'io realeo, no mez
deS-temb'-o/tjnio, I -3:9?648 3, raais......
96 3i4filoi do qae em igual me do exerclcio de
1891.
A recelta adoaneira de U"9\'o a Siembro
ultimo atiing- S Cifra de i ,2i.t: 3; 10 h i Vi.
O movlmenlo A<\ Ca'Xa Ecooooiici deste
Enado. durante o mez de Satembra do correle
*nno. foi o segoiate :
Sillo exiatB'eem 21 de .fMto' 1 WS 645*i91
SGtrada8 at 30 de Setemor-j 6J53d#0'J0
Retiradas
Saldo existente
i.6i9:t80l0
81:012*000
K. 561.168*190
la^sio do proiect-, manifestara ss favoraveim^--
? > maniieogao do extrnalo, tispoodi-se at*
KMlgoar-lhe a verba de 160:000* irecisipa'S
a* rim Agora, na 3* dlscusao, a commissao
x*!a sbitamente de lda e pro|.6e d.sfarcaoa
ote a *epjre=sao do extaroato. O S: Lauon
flibo apne.iava p.ra a dOara, para que seme-
nw^te atentado cunea se viesae a consomn.ar.
Seg o se Ihe cem a paUvra o 8; Eos M.r
l. V.ra que a commissao, 'epelliodo a emeo-
U do S* l-u-qoic W0rne.k a propbsite do
-.flitoto Sautino Feeral, allegara nao se-em
M lM de meio- as ecaia propriaa oara a creagau
b* soopressao de ervigo.- Mp. a ser M'v'
desdi que o facto coost loe abaso, o aboso
iaita oa p.opria :ommisSo. O lustiUto SMtM-
nao foi creaco p- r teto do podrr legislativo ,
5io exis:e act i oenbom do Coosreaso anlorisa .
-i a tuu^ciouar. Earetaoio, a commissao
-jiciu-.o verba para elle uo orgaraento, o qoe im-
,or'.a Da soa creaco. Pare.ta ao S-. Baeas
1-rlins qoe Ibe er licito invoca o preceJentb
yara-peair cmara a sopore-eio do esiabeleci-
atlo a qaa se esiav wterindo.
Gaguera mais falloo. Eacenou-se a di->cus
Ao do parecer, e a mesa aaiou a voiagao resoec
jva para qoaiidn bouver numero oa cas?, laiu
Ka loi enesrrada, mas sera debate ai' di eos
iodo projedq, aotor seoao o guveroo a proio-
jwra'linha leleg-apbica de Miranho a Boa
Tis e Gitiz, pudfoiio gisur com esie servigo
Uaa'qaaul.a de 0o.0t)0*i00.
Cawiuaoo oepms a i- dismsao do Brcjecto de
frma da> (coliaie* de apeno Dos orad"
w inscriptos, aos quaes a mesa dea saccesaiva-
aeaie a palavra, so estavam preveo*s os Sre.
Jrico Coeluo, ilo Pganlio e asedaos e Aioa-
.Vtqoe.
OSr. Erico Ccelbo limlloa-se a pedir que o
>?'eito fo-se enviado a commissao o- constitoi-
jioj legif lagao e jusiiga. I'areciaa;-!be inconsti
vaeiuuaes as difpofigbes nelle consignadas. Pe-
*), poim, commissao especial, aoiora do
tro/eeto, que nao s- joi/asss exaactorada por
asse ieiuerimen.0. Nao oavia nenuum desdooro
jara eila em qaa o sea traDalbo de commim-.
af>eeial f J?se aohmetiido a ama das comm iHe-
stViaanentes da ornara, i>* qaaos lucomue o et
Bao de todas as materia- q-ie bajara ae sersub-
* :)i cous deraga.) dos Srs. aeputados.
OS-. Nilo Pegauba ducorda da sopp ensa
dea CBiso-t cffic.aet. Se o Est-do legisla sobre
SojDiiUio. sobre a propriedaae, sobre a o-ga
Bisagao da (atr.ilia, oao re comorehende porque
sk>ha de ter o utreito de uiervir tambera oas
tiajoes do en'sino pDlico, e. cooseguin emeoie
cu Sormagao to carcter nacional. E 8. Exc.
elc S cmara a picase de Hacaolay : Se o es-
do mai.tra o soldado, porque oao ha de igual-
aeote mae'er o profegaor ?
O S. Medeiro8 e AlDoqcerqu-! manifstou-se
ieEMlitio a fazer a romJlW^a orna las ennees-
ss qoe ella prdeo da liaerddsdo ej nc.
JCssa uoe.dade foi orna das multas traosplauta
{.ftes lettas da legislagao euror para a no-sa,
>a o conveniente esiodo do rceio social a oa>
illa a ser adaptada. Pcssivcl e natural na Eo
x>a, onde a sua propaganda sardio como pro
icMa acs longos secoioi do eosioo oar glorio
mistrado pelos jesBltaB, ella se fes ah por urna
*9tui;ao multo Jeaia e gradual ; "xoo S", esta-
Selecea ss no periodo mais pr^prio. N Brasil
waccedro precisamjO'-e o contrario. De urna
r)||eiorieda,l* O'^e noaca foi rigorosamente
s+rnaturia, jjtssamos logo a mats franca e mais
3wD!eta licenga.
fiflic a expedigao de diplouas, o Sr. Medei
coafessava se ue pe;io accordo com a Sr.
AfJol; no Gor-o.qaaado p=de ;uu elfa se fag* ex
st*r senle, oo o Estado recouneca a completa liner
*) de prossOis e os diplomas loe devera ce-
*ji*de pealo lodiffawotes, oo elle acoa que
aecp*sario lotervir aa queeio e exigir provaad
SDuapeienea dos humaos a quam os seos coact
evadis vao entregar a sua vida, a sua hoon, o
asdado da ana saude e da ana propiedatfe.
Seise caso, o Estado exerce ama alia fant jic
povo
orna forma
as nagOes uo
itamagio da Repblica, o goveruo y
povo, esta torga tea vogmeuudo dr
assoataiora e, aoparior a lodas
muado.
a mooarcbia cabio com 13500 soldados, era
mono ; isto foi em 1889. Em 1890 o qnadr
do exarcito aogmeniou im quasi 60 por ceuio e
noje, quatro annos apenas depais, o gove:no
oedeimais ao aapio duiaella forga, 28.160 pra
gas I
Esta cifra det-as assustadora^
E' .-ain i j qoe eada wz que augmeota-se o
qoaaro ao exercito aagm>-oia ae lamjein o im
posto a 1 odUi-rid, ao crame c a ne, ao coau-
midor qoe paga ludireclameute, a todol qoe se
viui oongades por forga uaaoeila exigencia Oo
uve ao a coocorrar com o s-!0 qul mao para os
soluados, qus nem sempre ao os mautauedo-ts
da ordem, e cem a aggrava'.te mais ue serejj
tirados da lavouri laulos Oragcs e que ea;a
carece, e per coja escasees o tesouro taoto oi*-
pende-
Aaalysaodo as nossas relagSa- com os paize*
visiobo;, as coooigfles d.-lie e as asra cnega
a coociuiao de que o* l&i poiwnoa os arre-
ceiar da urna psa ra ex erior. E' verdade qoe
na cmara e uisse qoe o aogmeuto da forga de
ierra era urna prova de cootiaug. ao goseruo,
lea de era*ga antia as oossas i. stnuigOes.
E u p'i ueiro logr nao rompreheoie o voto
de conQanga no no so rekiman e, quaodo elle
foase possivel, nsste ciso eiie uao 8rria dado ao
Sr. aarecnal Flonaoo Penlo, mas ao Sr. P u-
dinta de Moraer, qste sera o exemtor d. le;, e
laguem por ora tnaa seaao motivo para ospaiar
de a. Kcxc. om goveruo ce ordeu, paz e uro
gresso, portauto merecedor de luda a Coa-
nanga.
Quioto ao segando mlemma amia infun 1a-
d., purquamo a rcsiaur^gao uo B azil e caso ue
que -o cogita o Os especula lo es...
E o gove.no para jusiihc.r us seos cr.mes,
concloio 0 Sr. Campos Sanes.
U orador faz aluda a-giiias ccnsideragCes a
-eapcito e seuta-se, couda^'o 00 teuauo. qoe
rete caberS alteo le' ao oosso estado Ouaucelro e
Ss coodiges de ordera era qua precisa de vez
entrar o iirrsil.
O S>. Almeida B commissao, 'o-t3 reiuzodo a 20 118 o uamero 40 pragis para u
exercicio de 185
Ni goera mam pedido a palavra, flcoa encer-
ada discasso e adiadas as ?o.i.. a por falta
de oumero.
A S'ssao levanten s- as i li i-as da tarde.
AMERICA DO SL
lie publica rgeollna
MWica qae os particulares oao polm exer^r.
t aesmorallsaco creacente das facaldades livres
a*levar fatalmen e a adopgao da medida que
yafie n Ilustre represemaate de S. Paulo.
O ir. M'deiro; e AIDUiusrque seatar-e-ala
>e*Ddo qae o projicto voltass- a commis^fto.
acordav del le no qoe respeita 0 dlvisao do
no eo seis aonos. para a ob,eogao do oiplo
1 bacbarel. Acbava preferivel a divmao,
> a pelo menino periodo, em coas cursos dt,
dos quaes o ruaairo. de quatro aonos
1 e diploma de bacna-el. Os dosis amo?
nes ssrviriaa para a obteogao de diploma
SiSMlir. Os hachareis ooderMm advocar, te-
iSMs desde logo o direto de eorcar a saa 9*t-
salo. Dos dootorsooot em dlreito tirai-se-
Cjan oti ioises para a magistral ..ra federa!.
O debato ttsoa adiado pet hor>. Na :J parte
O Pala, do Rio de Jaaoiro, poo.i.oa esle te
legrammas :
butnot-y>8, 7.
O CoogresoO aiprovoa o crdito de tOO.OCO
pesos soliCitaio pelo ^ove-oo argentino para as
le petas com a'ioierveugao e manutengao dos
emigrados braeileiros.
Dscuiinai' o uredi.o 00 sendo disse o gene*
ral Mure qoe a aiiprova^aj no crdito era ara
.teto parameote bumaoiuno, o pagamento de
urna divida de ?ia idao a; Brasil, qae eo oo-
iroa lempos receo-a os emigrados argeatinos
em iguaescondigOes.
Disse man o geaeral Mitre qoe este ausilio
nio demoas.rava a m-aao ou avmpaihia pelos
revoltosos que conspirara contra a ordem lotar-
ba.do Brasil, exOibiado tendencias de restaurar
a mooarcbia oade a Hepoblica 6 om systama
triump Dante.
O geaerai Mitre foi raoito applaudtdo a tido o
seu discu so vivamente apjiaae.
Coatlooam as coa/as oesta cidale.
Baeoos Ayres, 7.
A e.xooerago ai caai i> d mar e guerra Sil-
va Cielos ;'e colimando da fl jtiiua 00 alto Uru-
guay a h maoeira babll com que o Dr. Fernando
O-ono coleodeu se com o miois ro Dr. Eioardo
Costa terminaran! o serio incidente do airlo
Agusp-hy, que agitav a op:;i*o pabHca.
A' clrflumspecgao do Dr. Fernniu Ojoriode
ve se o felis resultad das cruas ultimas ques-
ies que bzeram oengar as intimas relagbas o
tre o Bra*U 0 ioroal do Commerc;o pabiieoa eai'aa-
tro :'
Mootevido, 7 de Oatuoro.
Foi i'Uolicado em Buenos Ayres a nota que o
ministra das reiagoas exteriores dirigi era res-
posta S do D Feraiudo Osorto. O mioisiro ar-
gntico pede ane o ebefe da esqoadriloa b-ati-
leirvseja snnmettno a cooselho. d Dr. Fernn-
CAPITAL FEDERAL
sj
, dosor'io r.sponJea que aguardava as expllea-
Sa den do dls, o Sr. Ilieronso Lima combureo f cSt promeirftfas polo ctieta da fljtirta, a qaem,
dkvorclo com amanas (6pa de cits.oes ea|5,MI coqviiIob a, ir S sua prssoofia, 1
D'tas a 9de Oomb-o :
L-se u'*0 Paz de 7 :
A commtesao de diplomaiia e tratados da cs-
mara aprese'toa seu parecer mbre o projec'o
.10 Sr: Medeiros e AlbaquerquJ regulaudo a ex
poiso dos estrangeiros.
Foi relator o S-. Dr. Nilo Peganhs, que mais
ama vez dmo*trou a ai ilotragao jaMdica.
expoodo em linlias gerae* as escolas em qaa se
divdelo os publicistas do direlto tMeroacicn^l
sobre o exercicio d-asa a'.tri.iuigio de sobe-aoi-
e approvaodo cora re-tricpO's, quanto as fa u
dade* concedidas aos gjverno* locaes, o nr-ije
cto do S'. Me e;ro e Albnquerqae, que oa
realidade vem preeirher urna lacoea na aosaa
legishga. O parecer consom raui'o a ertavaj
mene a lntervengao jadinana no dlreilo de ex
poiso.
Peb es Oro l-b-^rai qoe o domina, o padecer
om docomt-oio pahn eau', notabilsimo e
pela sua elaboragao felicitamos u di,un .to 8*.
Dr. N;lo Peginna.
Eil-o :
A commiesao de diplomadla e tratados da
cmara Vr-m oizer, como Ihe compre s-,bre o
P'Ojetlo que regala a expui=ao djs estrangeiro"
do terriiorio do paiz.
Da xaodo de lado a mais intima coocretsacao
da tbesa. devemis eucara' aliona ge-al da 1 n-
portan e p-opoaia parlaraeoiar do Sr. Madeiros
de Alouquerqu", 00 interess' da comranubao
poliuca e da adoiioisiragao publica.
a t'iboto ese icial da BOtieran', o .1 raito de
expulsar obeiece a ara equilibrio ds relag-s
entre a liberdade do individuo e a deasa da
E^iaio.
Negar aos goveroos o legitimo Doder de leva'
ai as frooteiras da nago O estrangeiro qoe.
pelos seos acios, pelos Heos hbitos e pv>ia soa
-ouiigSo, ee tuna ama caosu nermanenta de
perigo cu de escndalo social, aa > por certo
escola que re'ega boje hooras de aeDate ou
a Mcg&o de cootroveraia jondica.
Praseotemente, entao, qoe o velho mondo se
liga 'ontra a aoarcOia testroidora de todo o
grande legado das ger?.gja qoe re foram e dos
moouraentos que a paixao e o geoio dos bomene
tra creaoo, laogando pa-a a Araeica os instru-
mentos Co aovo credo social, us inspirag6e< de
urna c. nquista, cojo borizoole o nivelamento
ir todas as classea e a uacionalisag > d,s f.irga-
pimaivas da sociedaoe da oatoreza, iudepen-
iieuta da idea di pairi.', de 8itug6s eesjoomi-
cas desesperaoorae instiocto de conservagio
da todos os p.ivos irapelle o legislador s mal*
ap-iriadas v-eda do siretto de ponir pela in-
depejieocia, pela defesa e pela proterjao na-
cional.
Ao mesma lempo ntregar aoa goveroos So
extraordinaria^ faculiade. sera ora comrafone
era qae se detina a respunsaoilidade sobra o ar-
oaric, a jus iga sobra a violencia abrir -ami-
cho a toda a sorte de sbusox e embaragar o pro-
blema da assimiisgao e do povoament caracte-
rstico e fundamental nos pivos qoe moilo ce3o
d'ixaraai as faixas da sua emaicipsgao poli-
11c .
O oso arbitrarlo e ixmoderado do dlreito d
ezpul ao ua trago da barbaria aatiga ; a abs
tengao rimaiiica ae tal facuHade, son o pre-op
posl) de qae a liberdade oao tem liraitagO^s e de
que um aireito sagrada, t o apanagm des
cspir.'los poeris, estraubos a alta poltica e ao
alto oever ao Estido,
nem relaxa* o direto nem reitringil o, tal tem
ido a ccgliagao das legl-gfies eorofie, agora
e empre.
Na Fraoga, antes da moderna le votada ao
ascorab-o ous aaimos atteot^dos, j) a expulso
e>a oio sO previeta pelo an. 272 do seu cdigo
penal, segundo o qu>l os individuos declarados
vagabundos e joizos enm expoisos do territorio
desta Repnbl'ca, como depois regulada p-lo art.
7 da le de 9 de Dezembrn, em que se- dava ac-
gao extraordinaria ao miuis'.ro do interior no
a.-ouaptj.
Ni D amares urna simples resolugao miTi'-
t-r H'sp-inhi a expolsao medida tomada summa-
rumtn'e pelo gabinete 0 por mais agen.es da
aoto litada vigiloiit-'.
Na Holanda, a oagao ou^'ora celebra por per
o pooto ampio da liberdade de peosaraeoto e do
direitj d reantao naa euas maiifestgS-s mai<
francas, a expotsio do estraaveiro perigoso
paz publica nao soffre duvidK, exerena ora
pela polica, oru pela autoridade caatoual, ora
pelo re.
Om dos artigos do cdigo penal buags'o, o
art. 64 obedece a idntica ortentagao. Ma Snis-
a, at os can Oes de 1 ou de 2." clisse exer
<;em essa soberana especialmente oo caso de
oertarbzgo to, om derivativo rte tra ados e oonvengoes ci
trr a ^oofedfragao elvetica e ae nagoes do ex-
terio- I
Finalmente a lei belga, que mais liberal e
qae mais restricgoes epo6e a aegao do gnverno,
ora a proponto do tempo da raMdenota do es-
t-angeiro, ora doj viooulos de sa i*os que o po-
dem Hgar nova patria0S0 deixa entretanto
de conservar o dispositivo geral de todas a ca-
ira.
O Brizil, P'fo sen parame?.!, preenebsado
de urna necassidade moral e de precisa opporla-
nidada poliuca. em no coofrouiu di s povos qu-
a civllisagio ponera evioeacla e en cotejo,pelan
pnase act-Tii>rj8 de neu nege-iVoivimeaio, e
pelos aciasesaccentos debegeaonia snniiiisira
uva o'oa va-ta e npolent sjiraa lilleraiura illns-
irando substaocialmanie a materia.
O pre|eoto >-m exame, jlr- ama oa out'a dif-
peStCSO, saii-f.r. tanto qoino possivel as a-pir.-
fjdei", Jaeraei" da nosaa a'sociagj poltica. A
parte, pj'm. eo qoe delega e en que e.'eodi
aos goveroos locis lo grande poa-ir, emb a
c-tatniecenoo o -nenrso pa-a a magistratura sa-
0'. aa la Repobl ca, que es;c-eciblraenie nao
pie ter o >issentimesio oa com i-so.
Bo ile artigo las lela das airande^as re! tiv.t a
ap-etuolacSj do maa fasta de -ag Jait.r ..-
de argejtioa, dala meslo qua a me a.ioria
a'ga yara outro pas A iuipren-
pl rites ssti ?ediia, qoe o J .rnul o Coa me-
co* coraoa.era em o auoo pdssadi/, por jul< I a
autor.tan.i.
Nao obstante s: ese oestalo evolutivo de
igcs paizes da Eurup',- sored timo- tomo a-
iho- que a soheraua nao riese destacar p ra os
E^tHdo, n Ligio .linio n iiica para ara;)-''. >0 paciea e
onde, por auto' repul I >a cjtiipliiag^a luterna'
cionaes poderao oeriorn ir a ioritalidwtoelf*v
tiv.i. jontim Uie tadiapvasavel, na cgao ao es a-
raer-10 ex e-io- permanente erogla u, e oa co-
ex ste.'icta ue :i-gOd calta:; auto.o.u n eoa,im
in. iituigSj uatea eomuioui.
Mm dia-o co coite.o).' con seiTente
t'ina mooerna do di eiio ;nterr,aci;uai pooltio:
int.Tteiigo jadl laria nodtreio de exi-uisao.
Tal as->ompto da e alia poltica do Estuo, eitr.. lio a Coiipe-e I
dos j iz^s.
Materia de riecisio prorapta, IsspSMla p la I v
g'.ca 10 memento e das aocareuctas, variav.
i'j'C o tempo s con as Sito gOaa uao-dem uaoli-
is sl'a um acto de gov>-r .0, orno diz Pra-
die*. qoe temo- s-'gid.) e cuj. Ie;a;i iadi es.a-
pa apreciagao da autoridadu ludala is.
I> li; 1111..I ueme, a ud;Ssl laoo e e.,u .'in- 1
l>r o i-e.to 00 E lijo. BO i-.xe co-.o le 03- ula
to rigorosa, ir;gaudo o circulo d 1 t,ua 1 t.l 1
e, o termo da soa, logo e Impoods a saa res*
ii.)ii' p iin- na defeza da nagio
E o projei-.io, portamo, pole Be' sojito a *
3" lori. t criterio ;a ca tiara Ji Ss. '! Ot
Nilo Peg^ohi. relator.-Luz ae Aadrade.
H-lveaio Monte.Eiean Martlos. *
Le ss uo Jo.-mi do liJiu u^-rcias de 8:
Os uo aneles que ai'uiiiiuuiia-an a u.tiaa
oeiMiiwem Jo vioe-^residean aa HSjMUtlK'a ao
;! .*,-j saj : O' decr.-ios abrinu aj inijH-
tar.o da guerra ola aredi.o exi aoruioa lo de
0110 mil mos : ouir j ,u o. j..s. gi ds........
142 49**750 para costiio 10 p-es Jio de Fernn
oo ,it! Norouhs ; i>uiri> din 10 prov eu ;ia-> hOO>C
j (lagameoto-le diversa* dspi-zis a -a-gi di
oes o ministerio, oa Hsparuuaia de 3.27 i
iutro para pg>ment as despezas do m os e 1
la ln lu-t-la e '.'lagio, na 1 upi une a di ......
3 I3i:156 ; outro allano aseleigd-sdi MSS
io'bj iTtt'-Daiados ; on'.ro aorioto aa ojmist--
rio oo nterior pa-a ve-oa saacorrus pirb es*
um cedito de 7c9.O0OX ojtro abriuio uo de
-ei g^s exlenorea ai creoito di tOO cuUMis
, am eoini- usgo e regresso da rriasao a CBb*
outro adiando d; novo a eleiglo de seuaijre^
diptalos ao (>>ogresso .Nu 10 ia ; ouiroannud .
o creiltto de loOcjuto ao miuisteriods .iui.n
oara telegraptioi.; outro arin 1 o om cr-di o d- (i
I cootos jo miuisie la u guerra ; cu.-o aoto-
rii-aooo um contrae o p-ovnj .0 cvffl o Lioyi
Uraaii"iro -.as llctias uo Nort-j e Maiio G"sj
outro abrindo ao miulsteno da jusuga um codi-
to de 240 cooios para a p r.ii, outro anrmiu o da luJUatr a un uredlu
ge 12 2l6:023701 para despezas co u eatrail^*
da ferro ; pat-o ao> mesao m ms-eno de lo
con.08 para osras 00 po-to doP-cife; ou'o a
mes uo .te 16 con'o*, -a-a mercSeoa uo ot; ou
roaj mesmo de;3:97i*72.), para a |n->-go
dos obras oooiisas ; outro ao meim de 50 Cao-
loa pa.-a araren flavial de Tjtaulins ; ouiro uo
me-mj de 898:i8i8'0 >ar, aervigj de colon-.-
sago no Rio Grau ie 00 Sol ; >otro ao mo s s
rio do iotorior uh 2:l93ti53 para o p-eeldM
'. F--rnan,do d- i"i .rooba ; oairi provideo :uudo
suore pagamento de dH^pezas con a r*gada |o-
ilcial, aa somma de 136:47l#oiKJ; oatio'dd ...
8:i0 para pgameau uo Procura lor da rtepu-
hilen sa'icttador da fazenda ua ditno o fede-
ral outro ao roiotateru da crdito de 160 mil costos ; ouiro erraouo uo
ex-r ulo corpas provisorios das tres armas; ap-
o-ovaido proviso-iameu e o reglame rto do cor
pode bombel-os; ouiro mob hsaado a gaardi
uacioaal da capital federol e dd diversos. Esta-
loe; outro creaoio mi OaialoSo provisor.o de .ir
tllaa'ia ne pos gio; >ov.ro tu 10 a- muioterij
do interior om oreiito de l6i:"lUlo) para des-
pezas com o oo'po de bora^eiros; utro_ ab-ioda
o oiriisterio d-> guerra o (uvtfrta de 150 cooto-
oara coist'n-ca ara h i-pncl militar em S
F.aociscoX.vier; on.ro ai miaiste.-lo to inte-
rio- de 200 eiotcs p a diligencias policues ;
outro abnudo 9.3 da guerra o cred lo o 3 mil
cootos paro reparos -. armamentos das fo-uBca-
ge- da Repblica ao Ro oe Janeiro, Amazonas
e Matto Gro--so : ooi'o abriudo o crdito de 5 mu
onto< ao da tudusiria e viagao para malaria! da
airada de Ierro Cedual, outro ao me-mo de
5S0 c ntoa nara cins'.racg' le liabas leleg-a
pnicasera MalioG osio e P5()
contos para pagamento da WeBiero Talerao-i
Compaoy; oatro a iriode o credltu da 200 coa
.oa ao do intertO' Sara socorros pblicos ; ou-
tro dividen 10 as aimnislrages das estraJaa de
fero Sal e Ceotr-al de Peroambuco; outro aonndo
o n crdito -e '.20 contos para a alfaadega fle
Idtcei e oa -o o de 100 coolos uo miuUtdrio da
faaeoua para constro ge'-.
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Melehi
tdech de Albuquerque
Lima
Dia 14
1GSS Clvega no Recite um navio hollandez
carregado de farinlia de trigo. Esto soccorru
foi recebido cum muita alegra, pois a II sema-
nas que nao liavia pao e o estado dos habitan-
tes era desesperados
Schkoppe escrovera para a Hollando ilizcnOo
que: mais dia menos dia, via.n-se obrigados a
entregar a praga.
1H44 -Fallece o senalor pernainbucaro
Manoel Casiano de Albuquerqus Mello.
1H57 Toma posse aa presidencia da pro-
vincia o Dr. Bamvenuto Augusto da lagilli.i-s
Taques.
Dia 15
1S>Fallece o capilo mor Antonio Pes-
soa Arco-Verde, que em 1636 alistando-se no
tengo de indios de Camarfio muito valoro.saraeti-
te combateu pela restauragio de Peroarnbuco,
tornando parte nos doas balalhas de Guarara-
pes, na tomada de Casa Forte, 110 ataque do re-
ducto de Capibaribe,. na jornada de Goyaona e
ni oulros feitos. Ja velho, marchou contra os
pimarpnses, distinguindo-se.
18Toma posse da administragaa civil
da provincia o uaro de Boin Jurdiin (Lutz Bar-
b ilho Martins Fiuza.
KEV1STADAKH
agora esta lacu.a de bms lels, Inao ao encontr
Autoridades policiaca -Por actos de
7 d corrente o Exm. Sr. Ur. governador do Es-
tado, sob proposla do Dr. questor policial, no-
meou os cidadaos Sabino Cesario de Castro
Sara o cargo de subdelegado do Io districto de
u-icury, e Heronidea Raposo da Cunta Reg
para o de subde egado de S. Loureogo do Tiju-
cupapo. do municipio de Goyauna, sendo ei-
onerados os actuaes.
Solugn do eonflieso -Sob esla epi-
graplie escreveu A Noticia, da Capitul Feder> I,
no dia 9 do correal :
Tanto quanto podemos prever, approxima-
3.: a solucio do conflicto que motivou a rupto'a
das relagOes diplomticas entre Portugal e flra-
zll.
Temos rzaos para acreditar qua esse con-
flicto se rosolfer antes da mudar ca de governo
110 Brazil, isM anl s de IS de MoTeHroro.
Apetar la ruptura das relages, nio ni
possiv I qaa o lei -''apiri ti'n'ia traballiado .
pelos meios qun chaoceHaria dipIcsimUca es-
tab'lecc para circuin-tancias deslil naloreza ; e
o govorno do Brazil BssBtende-w na liana doj
respaiU) que s^ dva a si prooria j da defeaa as
prerpgaiitas da s.iln-rania nucioiial, om todo o;
i-.i-o na 1 tem dtffleultado a sdtag&o d urna.
queslo noMtilido do resUilielotimenio de ro-1
laco -^ qoe elle foi forgudo a inlcnoinper.
" Tinba-se espalliado que o gfverno Oo Bra-.
ztl faxia ques'ft i da con l'.-tnnage do coinman- j
danta Castilbos, da marina le guerra porta-.
i-'ii 1, e que ro nmandava, corno se sabe, OS na- I
vios portO{U<,zefl suri 18 em nusso porto duran-!
te a rcvolla de 6 us Seternbro.
rio alguem aguarda a searteuca do cooselh >.
da guerra a que r.-S[) Mide esse oiiiiiial, rio
por carto o governn rio Brasil; s'e-ia coercitiva
da liberdade desse tribunil militar uojulga-
inenio do procfli urna queslao interior portu^uejEa, com a qual o
Brazil nada leni que vir.
Tamo qnant 1 podemos prever, a queslao es-
li oiioci.i.i no t iri'iii jurdico em ojo* go*
ver.10 do Brasil desde principio a eslabelecea.
Na nrpolnese de 11 'i" Margo p id s vernivar-se
o direito de asylo? Concorrian, nos prc--
deoies desse mo.anmo b no m na oo do asylo,
sscmdlgQea d ex*eiTtoriali*lde panos oa-
tio* de guerrapoftugae&is, de molo a consl
tuir km 01 silo o i-i-c;lli:in fulo dos revoltosos 1
borlo?
Em torno destas questOes, enllocadas nao
no terreno jn li -'irt' cu qu esl i > eons rifea de
ira y, ra, mas no Ierren 1 adMtst!' itico. (pin vai
sor res.1 sido o c inflicto, 3 ig iwm sote com hon-
ra pan unib is as 115O a : O II n-.il. qa d >fen-
de a sin soberana, e Portugal 1 quem nos i.
1111 tintos vnculos de tradig&O, de familia e
de communba de interessas.
* E-t*a -oluci, CUBO ilisseinos. 6 qU'1 deve
ser cniii 'i-i I 1 talvez antes da posse do novo
pr -si lont 1 ''leilo .
Ciii|ue tle tren-"-Acerca lo eboque
que < duu ante ItuBiem na Hnha riol de l" r
nambuco, facto de qua UgHirameate nos oeca
Ii1n11.i1.1111e.il, podemos hoja accre*eeular o
se^' 1 uto :
o.iii.iqu: !"> lu.'irn) kilmetro ix, proxi-
ico da e.i 1:111 il; Minyal, cd-u ss a- 'J uor.is
e 31 minutos >la manh.
O*, trens chocados form: o orlinario .1
carita < om esaecul sarviga da l.nua, n-i
quil de*cia para Palmares o Dr Marciano do
Ag'liar M.:r-li"i, digno director ell.i-nll.-iro
cli'-fe da isruli. ac un >;i:ili > de diversos
emprega l >s, um faroecedor e a Ir. Uoilaii la
Costa, representante do masmo Icrnecndor.
Ocnoqae nao foi moilo violento, p>r qoe
ambos oa treas marenavam a pequea veloci-
la le. E'ntreantu causou o estrag compieio de
tres wagons de carga e pequeos danwos em
ambas as locomotiva*, nada soffrendo porra
a haba, que lolivia licon obstruida por tarea
desrncurril nido atgans wagOes e urna das lo-
co notivas, em pane
K-sultoii itais do choque lic.i-eiii feriaos
.ious pas*ageir. que iara ue trem de carga,
tendo um a n o <-.squerd.i machacad* e ouiro
ten lo" um dos ps ltalo quanio saltara do
mesino treni o Ur. 1!.Han la Cosa com un
piqueiio Ullm na r-giao frontal, lado esquenio
o :>r Kredericu Cox, taxbein com un peque-
no taino na parta p is'.c.iior _'u sta da machina, qoe. ivboeava o tre.n le
carja.ligerameiite contuso.
D-u causa ao accidente o agante da ostaga:)
de Mavaral.que, sem ter ulisoluta certe/.a de
estar a liaba franca entre essa esugao u- o lu-
gar Mayuralsiaho, or.de eslava o trem ospe-
cial, dquetn elle propno d :ri ordem por es-
oripto para Iransitar livreo.eole, fez d all par-
tir entretanto o trem de car^a.
liase agent, nao obstante alejar em sua rasa ane mandara m frente do twm de carga
um nmaem com ban.laira de signal de lintia
impedid 1, toi iocootinente uemiludo, visto nao
ser acceila essa alegaba >
No nina" d<>-ae-H-iite f.-z-se bal Icago de
passageiros, cujo trafego por es.-u forma na
loi ituorr >m|)i 10,.. noiiiJn licoa comphta-
neme deaobstuida 1 l.im v-
0 Sr. Dr. engimbelroehefohoove-ae nn wn;r-
T.nria com lo la a eaergia e, solicita ie que o
caso requera, efoi elicaz-n .-nti auxiliado o3o
sO pilos ninpie^iiilos qua o a i.iii|i'.niavaii
como timtiM pir otiiros qua ssauirata para o
local n'um triin de socorro. .
TamhiMi :> ad nmistraea da Companhta 9.
Prancl-co agio oorreclam'*nte, pondo em Pal-
mares um trin especial para traz :r tarde,
para o Recife, os pnssagetro* de trem ordina-
rio lia Imha Sul de Peruambuco, qua atli Cbe-
gara alrasade.
Assini claro qu' o ar-.cilenie teve come-
quencias muito m-nores do qua i pr.ncipte se
suppoz, e que tanto quairto era possivel .foram
tomadas as neseasarias e pronatas medidas
que no caso caban).
General Dr. aMiuentel-O Ilustra Sr.
aneral Dr. Antonia Hornos Pimsnlel deve em-
barcar boje com destino a Capita Federal.
As p:ssoas que qmz .-reiii acompanbar S. Exc.
ate o Arsenal de Marinha, ondn o Sr. general
lomara o esealer, encontraro 6ourJs noquiriel
general, s :i horas da lar le.
Conceivao dos Militares-A' partir
de boje deixa ie ln-ver tniss-i nessa Igreja aos
domingos, por falta da sacerdote para cele-
Drai as.
O Brasil e os Estados Unidos -Des-
|.sa pubiicign destinada a promoaer desen-
volver reiagO-'S di comtncrcio e araisades entn-
o Brazil e os Kstaiios-nidos, foraos ebsequia-
dos com um exemplar, que agradecemos pe-
nhnrados.
E' seu pronrielano o Sr. A. H. de Paula Coe-
Iho, e publeu-se em Naw-Yorl;, sendo o pre
sent numero correspondente aos macea
Agosto c Setembro ltimos.'
Gremio Litterar Victoriano Pa-
utares Esse gremio reune-se boje em ses-
sao ordinaria na respectiva sede.
Septenario dos Passo-a-Hoje, pelas
6 I/i horas da tarde, na matriz do Corpo Santo,
principir o septenario dos Paanos.
uurante o acto tocar a banda de msica do
Arao: I de Guerra.
Fest< da Torre -Hoje lera logar com
todo o esplendor a tradicional festa de Nossa
Senhora do Rosario, na capella do povondo da
Turre, pregando uo Evangellio o Ravdm. padre
Zeferino Kerreira Velloso.
A' tarde tocar a banda do corpo de polica e
noile, depois de terrainarJa a ladainha, ser
queimado ura bera prepralo fogo de artit-
cio-
A Companhia Ferro-Carril expedir bonos es-
peeiaes para facilidad,e d 13 concurrentes.
Ileputados Federaes No paquete
*Nile. cliegaram liontern da Capital Federal os
Srs. Drs. Jos Marianno Carne ro da Cunha,
(aspar de Drummond, Jos Goigalves Maia e
Lourengo Augusto de S\ Albnquerqne, depu a-
iiuii aa Congresso Federal. fc.
Foram recebidos, esoecialmenteV) priraeiro
cora featas, que Ihe prepararam os seus amigos
polticos. ,
Presos poitieos -No mi'erido paquete
tambera chegaram hontera os Srs. roajor
l-'iancisco de Paula Mifra e Innanencio Menna
,lc Costa, que, tendo seguid 1 ha mezes para o
Rio de Janeiro eorao presos poiit eos, all foram
recentemenlo poslos em liberdade.
Recreativa Corannereial -Essa so-
ciedade reuaa-se hoje para erxapossar a sua
nova directora e a note pro c-orcionar aos
sem socio> e convidados uti animado recreio.
Expedico Peary ao polo norte-
Sobre esta expediyao refere O Tunes, das ulti-
mas dalas ; .
Apezar de se raallograrem os pncipaes fans
da vigem do lenle Peary ao polo norte, sao
de importante e variado carcter os resultados
scienulios obtuia pela expediyao. Colligirara-
se mu tas informacOes sobra a geologa glacial,
tracando-se diversos raappas. >L Astrup exami-
no u e tragou em mappa 15 milnns das margens
da baha da Melville.
O professor Chamberlin, da Universidade de
Chicago, estudou cuidadosamntt as. 17 geleiras
So golpho de Inglefieli e outras em Disco, e
julga que a regiaoeura campo inegualavel para
estudos dos guias, em v sta da variedade das
guas formas e estructura. Parto de todas as ge-
leiras de Groenlandia existem pyramides de
glo de 100 a I:' 00 pJs de altura apresenlando
facilidades para invesligacas, como nao ss en-
contrara era outra qualquer parte.'
O tenente Peary e a esposa fizaram urna via-
je
gern em treno baha Oarik e Enlrikra e Vin-
eent, visitafam ailfia Littleton, usando de ignaea
ni ei ig de iransp
O vapor Falon da expedico de Peary, se-
guiu para PMIadelpftia.
Mistress Peary ebeson j a New-York acom-
pa lula da ni iior parte dos nemliro.s du i-xpe-
digao. .A intrpida americana que arrostoa tan-
tos pengos ao lado do marido, tem .do assalta-
da por urna nuvem de reporten qoe, a pnrlia,
deseiam saber todas as peripecias da viauem.
O tenente Peary ttnou us regioes giladas,
onde ir^-anisa urna nova e-iinpaaba, esperando
uina estarn mais favoravel. .
Club .tlusieal Reulfenss Ess" club
proceden no dia .'{ de eorrent el 1 i- 1 du san
tiov directora qu; dcou msMb cocstituiia :
Dir .-doria hon >rana
PresidenteManoel \. Lobo Goman
relario Manoel M da C. Gotmaraan.
Thesoureiro Jnfto l*Breira da Costa.
Dinctorra- efifertiva
Director -Eduaido M da Costa Gaiosaitas.
Vise-dita FraBaseo de Rorros -'ilno.
t secretarioAlfredo O. da Costa.
2 dito -dalbirlo Lima.
AdjuntoFlix Ljra.
Orador Dameiro Rodrigues.
Tnesonreiro Itilthazar Filho.
Ful Osear Vieira.
i* flsetlJoaqaim L Batello,
2" dito -Joaquin M. Castro.
2' Joa Ag istinho 'i S
Foi ni ir ado o ota 18 as 7 horas da nmte para
ter luu'a- 1 n Se.
Uiiiao Familiar -Essa sorjedade dn-
sinie riii'a boje BOitecreio dupl 1 qoe o*f*>sa
ce ios seos numerosos so '. mas. fami-
lias que frequ intam o is.
Su) promior s da festa, coma redoras do
mez, a E ma. ira I). Mtri 1 Sn lia 1 la ?i-
gueiredi 1 Sr. Jo4a Manoel M-ndas Braan.
Aitrahentes boras aagnrainoa aos fin assis.
tire n a css-i f--la
Syai;>Jania Cabcnse -Esa s ieada.
laciiia-iit >i 1 Cabo, r-aii .u m dia II lear-
rente, a seesai ordioarta oarrnaanaaaan a
mea -l; Setembro.
Fura 11 conferidos diplomas le sefl os auxi-
lia, pires effectivos aos^cidadi *aaVo as-
as iU- Helio e Aliiu |u-rq 1 J0S0 Fetj de
HeHoeK.G. 1 : a": socio dilelUute ao
iiieiinr Luz l. li
Aps o ti s ap-esantdj pelo enixa, foi
ivania a a sea .
caliier d Cns'ssiliSisin -Escreve-
ram-iios d i'.-l-, ln-aii :.iie o seguala aSB da'.a
de IU ke correte :
Cini 'era esperado sajai, afta de i.-.it da
inauatip ii"i"io das obras da n n 1 I- a, c 1 '-">u
manhado lii7 oRvd. Padre Ped iPaeidca
.; l: rte di da
mus, di cu;i fregnesia elle o dij 10
viga rio.
Diversos amigos eadmira-lores lo f--t.-j.-i-
I11 Mu stro d 1 Jess Clinst-i. 1 -! I a frenas O
Rvilni Padre Mu e.-i E ny ll i d i 0 1.1. ids-
ao estimavel c.nd|OCtor, foram aa -j-i eaeaaarn
no su. o Chaporde Paa, > 'tu-il dew-ara i,
linas leguas '.-i-, local Udns le
muitas uir.is.Os.,,;- lo |wvu qae, das -uhur-
iiios, i urna 11 pressoroaas aara lomaram parte
; i grande a.-,niip:iiili.iiiieiUo.
[ un ni rinssiiiM |'.i a entrada do iliustn: vi-
garioPeiIr Pactdco n'esis pov tasto :
Hnitas gjraodoiaa de ragaetes faran qoeinia-
dn dorairteo traj* comitiva desde o alio do Sr Samoaio losas,
ne a ci-a da residenei i/do Rvdos. Pa ir- E vs-
lie oi.le Inspel ,ii-m- o i. i l -'iiii l'e tro i'a-
citi<-n.
Nao pelemos dajxar de saltentar o ra
zio e uiUrvsse eodi que o Rvdm. Sr. Padre
Emysdio se tem esf i-.a lo para que n* i falte
a seu liimi liospede.
"-ios i!t mis-a cilivili pelo Rvdm.
Emv2 Uo. s;_-u n-s--n' i !tvl Sr. \; jar > Pe-
dro Pacii-o a'i ni lerminou a i hora menos 10
minutos da torda.
i) i-.jucurso foi extiaordinario : Mecas o
raas desdeja hora ess os i "n...... a aneen
eonservaram-s rapleei is i d '.ciliar o irunsi-
to ; e houve a' quem avalias-e o Manan dos
conenrrontes t-.u tws mil pessva*.
Aiardm la leve losar > seraaio bem
desos .la qual os Rvdms. Viano r-edr i l'u ili -o
; Padre Emydio,aco'op->irbados lo cu mal :ar-
valll i. i-imita Jus i'ies, i! II -I-.-t .IIt : SillOi-l
Patxolo -'mto. capilS i o .'em-. tllen-
te Satvro .1 Oiiavir.i. eaottao Jos da Momos a
i i povo, sagniraa >.a\ dsmanaa d i man p'ini-
r.i na dUtaoeiade t kil >-u uo, traseado d; l
coda anal a sua ppdrinba para o lutci > la coas-
trnscaa do novo templo.
* A nono nouve ladainha cintila oen ivdm.
V'igana l'e ro Pacifico ana ana '' .
iCon&la-nos qae na prxima s-.u iiit-feini
ter logara inaugniacSonoleana dos trabamos
la nova Lgreja.
Ka em is os mais rlenles votos ao Todo
Poderoso para qneem breve, seja una reatada-
de a edificacap do templo da aantissiau Vi. era
iaCooceico, nossa excelsa padrortra.
Da valia dnexeanmo iu? fizaram ;.o tl>-
reacente povondo ue netlo Jardira da cida le de
Pesqueira, aqai cb'garafll honlem pela muniia
o.s Srs. Angosto de il >raes e l'rede u-. Aag s-
io de Maraes, soaonaas cnmpsamsa'ssnan aabe*
tuosamante.
Zula e a Academia E n votta da ca-
daira Mcem-devoluU de Lscotnte de Lisia, na
Academia Fracceza, Cuineca a rabear a cestu-
:n,i la intriga. Quem sera o substituto do grande
poeta? Niogoem i sana pornajqaanto,ansan
qus se v desde j que O partido liosiil a Z >la
sa agita cora energa para decidir a1 juna das
raras individuaUdadea,capases de conlrabmlan-
:arem era prestijfio a d i autor de Lourdes, a
apreseotar a sua enndidatnrn.
Hoave nesle sent '.o una cainnanha activa
nos jomaes a favor de Angosto Vacajaenn O
nome nao poda ser mais sjtnpat'iicu ansia
que certa que, se o autor de Fular i se tivesse
deixa.lo cuiiveiicer, a sua eleieao nao oiferecia
a menor dnvida. V'acquene nrm, euraaia
dnsinde liabas Dobrameato pensadas escrip-
tas, atLriuou o seu desifjiiio ii revoaavrl de mar-
rar ua pella de u.u simples jornalista m lean-
te,refractario a io las as igrnjianas s dea-
iituida de todas as ambicies otBciaes O carc-
ter de Va.-queria nao nter.or|ao seu talento.
Fnllk-aaagwn maiti da Mistral, a quem as
fastas felibristas, celebradas esle ant.o com a
plendor incomparavel, puz rao-o em evidencia.
Mistral ura alllssimo poeta, alo ha a menor
luvt la, raas os seus adiniraveis livros, Kire,
Caltniou, etc., sao escriplos em pr ^ i t n4o
em Irancez ; e a Academia fot instituida para
defesa e gloncago das latirs francesas. Ha
pis um hc.
O que parece se pule afirmar flesde ja, sem
receio da erro, que Z)la... nosir, aiud-i
desta vez, eleilo.
Fez o acaso que, folneand > esla manha um
rolme io Jornal dos Goncjiris, se me cpanis-
se urna pagina dala la de Janeiro d IS7->, lia
quasi vmte annos prtanlo, na qual Zula mani-
I.sta o desconsolado receio de nunca ihe ser
ilada entrada na Academia. E" ni. caso canoso
de presciencia, dina um inimiRO qualquer do
grande escriptor. Quem sabe ? Su sou dos que
nensao qua cedo ou tarda a pyrrhonca insli-
tuico ha de acabar por ceder.
A pagina, no eral tato, curiosissima e me-
rece ser reprodnzida.
E' durante ura j;.ntar era que sao convivas
nicos TourgunetF, Zola, liaudete e Edmond de
Goicourl. O aulor ja enlo celebre do Atsom-
moir mostrra-se nesse dia particulamenle me-
laticholico :
Zola comegou utu dos quadros mais negros
da sua mocidade, das amarguras da sua vida
quotidiana, das injurias qua Ihe sao dingidas,
da saspeica > em que tido, da especie de SHBV
rentenu feila em volla das suas obras. -.
...Como se Ihe dissesse que nao tinha razao
de queixa, que zra uiua bella carreira para
um homem qua aiuda nao liona tnnta e cinco
annos : .^ u
Pois bem! querem qcue mes falle com te-
das as veras do raeucorasao, exclama Z jI, nao
de ma julgar criaoca, acaboa-se... nunca hei ae
ser coalecorado... nunca hei de entrar na
Academia, nunca hei de possuir umadessas ms-
tinices qua affirmem o meu Utaoto. rara o
publico, liei de ser sempre om paria.* sem pana
E repele quatro ou eioco ve-es umlfia
Touriutier la-o U n "^^.wl
palernai, depo.s conia-lba st ,,n^PW
i Zola, poroccasi, da festa dada na emoauada
russa para celebrar a nmcipaco dos s aconteciraento para o qual b-mi sabe ea con-
tribu alguraa cous^, o conde Orloff-qo* e meu
w
I
k-\
,
. :
J
^ ... -^


Jfcv--

Ufarlo de Pcrriamimco Domingo II de Outubro de 18941
3
-/-

/.
>
- amii'oeili' cojo caaaawot fui last.nnu ilia, o
cooce conndoii-me a janttr. Ora, e j na i
talvc/. o primjiro hornera Ha lflras runso na
Ros-ia ""'S ein fariz, corno nlona oulro, idnul-
liriqUHSf a en- Poia beiB, nestas concas,
sabe, como que *n Haw BoUbcado meta ;
iv o quadragjsimo stimo lugar (tapuis to Po-
pe e o BoJa sabe o itesareao inn que j padre
ti Jo na Russia.
K nin riaiooo slavo enclve os olios de Tour-
gnnetf, en gttisa .le concluso.
Nao b1 sa e-i: aplogo Ntggesthro consolou
Zola n..J5 penetrar um da nu sanetuatio da Kegrn e da
Dsciplina Lilter ras pr'occupava ja o s>u ce-
rebro na proona p ira t ' vanguarda valer.(emente, cora >o mais irredum-
vel e o mais msur^ent: de todos os revolucio-
narios de ledras.
Ceiniteri Poltico-Obituario do oa
12 de Outubio de I89V.
Amalia Deodata da Ponteen, Pernambuco, 39
aunes, viuva, S. Jos.
Mari:., l'ernainimco. 48 horas, Boa-Vista.
Maria Ulaudina da Onceic&o, Pernambuco,
4U annos. solielra, Boa Vista.
Ataxandrina llaria da Conceico, Pernambu-
co. (3 annos, nwa, Gfaoa.
M.mot'l Pereira de Mello, Pcrannabnco, 6 an-
nos, (iraca.
Um feto do s;xo raascu ino, Pernambuco;
Boa-Vista.
Jos francisco Jo (armo, Pernaaibuco, t
annos, viuvo, Uoa-\ isla.
Jo&o Gomes Pereira da Silva, Pirahjba, ?2
annos, casado, Boa-Tiste.
Celestina Maria ila Coticeico, .Pernambuco
23 sanos, solteire, Bea Vista.
Francisca Constancia de Alraeida, Pernam-
buco, 29 annos, eolleira, Boa-Vista.
Lwteria de Minas tersies-Essa im-
portanie loreria corre ainanlia lo de Outubro e
desperla a a:tenfio o "respectivo annuncio em
outra secrao publicado. .
Os bilheles estao a venda na casa O Sonho
de Ouro n-\ 3 e 8 a Praca da Independe:.cia
onde se efecta os pagamentos dos pre-
Loteria do Espirito Santo-Corre
no dia i" de utubm a 21.' lotera, cujos br-
inetes eslo a venda na casa o Sonho de Ouro,
Prnca da Independencia ns. 3 e 5. .
Casa de Oeeucao-Movimente dos
Sresos da Casa do Detencao do Recife, Estado
e Pernambuco, em ti da Outubro de i9i :
BxisajB ...'
Entr.u v-s- '*
f \ :
Sahiram
Existera
A saber :
Naclonaes.
Mulheres
Estranseiios
439
1
3
437
Total .
Arracoadus
l'.ons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
{2
21
437
4()S
383
16
3
4
406
es.t
Total ....
Movimento da enfermara:
Nao houvp.
Hospital Pedro IIO movimento desse
..stabelecimento cargo da anta Casa de Mise-
ricordia do Recife, na da 13 de Outubro foi o
seguints :
Entraram .... =
Saliiram.....
Falleceram .... 4
Exislem..... 767
Foram visitadas as enfermaras p^los seguin-
tea mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou as 6 1/2 da ma-
nila e sahio s 7 3/4. .
Or. Malaquias, entrou s 9 1/2 da raanba e sa-
hiu s 10. ,
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 t/B da ma-
nbae sabio s 9 1/2.
Dr. Vieira da Carina, entrou s 10 1/1 ca ma-
nh> e sabio u i% .
Dr. Bastos de Oliven, ea'.rou s O 1/4 da
rno itiae sanio as 11.
Dr. Berardo, entrou s 11 1/2 da manha e sa-
hio s lil 4.
' Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manta
es;hio 3 H 1/4. .
(.Ajudante do pharmaceulico, entrou as 7
da manha e sabio s 8 14 da tarde.
Asisienle, eutrou s 9 i/2 da manha e sahio
s iO 1/4.
inspectora do *. distrieto mar-
timoRecite, 12 de Outubro de 1894
Boletim metereologico
Horas. Term centi- Barmetro Tentao do B
Jos Carduzo da Cunta-Memorial
do pstvo e k-u escrevente, 1 vol brochado
SOOO
Historia da -rata borralheira-Ou
osapatinho de vidro, i vol. t goOO
A pata dos ovos de ouro 1 vol.
1 cSSOO.
Acapa vcrmelha de Roza- i vol.
ltffMM:
A Bell. adormecida 1 vol. l(SO0.
Aventaras de Uobinsitn Cruso -
I vol. I-50I.
llenlues c meninas-l vol. 9-S-
Historia jit^os e brincadeiras -I
vol. llOO
Historia e aventuras-l vol. StS
Cireo americano de macacos sa-
bios t vol. S-iOOO.
Circo Americano de ees sabias
-1 vol ScSOOO
Historia do admiravel cavalleiro
D. Quicbote de la manclia 1 vol.
*-/>OOJ).
Historia de seis meninas 1 vol.
Heridos d:t InfanciaI vol i.
Grande Ipliabeto recreativo-I
volume. S-iOUI.
Bibliotbeiiuc Utile, a I-i'-IOJ a
1 ::o >' a loSIH o vol
Bibliotliet|ue Si-ii-ntiijuc Inter-
nacin I a IjOUO o vol
Biblioteca universal a MSO reis o
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T-.-m permanentemente na taboa da porte,
urna collei^ao de voluntes, romanees, litteratu-
ra etc. i JOO ris.
L. RAUIA ESCOLA DO POVO
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arado la 0o) vapor
25*1 758,-19 *9,04
26,c 789,-19 20,64
28/5 7? 8,-73 21,69
27'6 757,-61 21,32
26",3 757,-77 20,47
rerrperatura mnima 14,75 Thermometro
desabrigado ao meio dia. .
Temperatura mxima 30,2o Ennegrecido
86,2-Prateado : 49,*8. .
Evaporajo em 24 horas ao sol 9,-1 a som-
bra 6,-3
Chuva nulla. ______._.
r Direccao do vento : SE com intorrupciorie
ESE meta noite ate 1 h. 10 m. da manha;
ESE com interrupcao de SE at H h. 55 m. :
SE e ESE alternados al 2 h. 29 m. da tar-
de SE ate8b. 5m. da tarde SE at 8 h.
45 ,-m.; SES com interrupcao de SE e at meia
DVeocidade media do vento 5,-!9 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,35.
Boletim do Porto
Pra-rnarou Dias Horas Atora
baixa-mar ^ mSn
B. M. 12 de Outubro 8 b. 50 m. da m. 0 -o0
P M de 3 b. 00 m. da t2 .-20
Passaseiros-Chegados do sul no vapor
insilez .Nile : _. __ __,
Maiiame Louisa Schnoor e 7 fllhos, Domingos
F. Rocca. Catharina Bocea. Guiseppe Moscato,
Domingos P. da Costa, Sebaslio P de Almtida,
Octavio Saxe. Nicolao Forting Natale Turna,
Mercedes Turna, Onofrin Nicosia, Narde reco-
sa, Pasquasa Shulla e 7 hos, Dr. Banueira
de Mello, Dr. Cunha Lima, Visconde de Gua-
rarapes, Horacio Carvalho e sua senhora, Jos
Ferreira Marones, Mana E. Marques, Alipio Ce-
sar, Hermann Seeger, Elias Pompilio, Dr. Jos
Marianno (arneiro da Cunha, Dr. Joaouim de
Souza Lefio, Dr. Goni;alves Maia, M. Menna
da Cosa, Joaquira Jos de Oliveira. Franck
Jcube, Manoei P. Amarantho, Dr. Gaspar prum-
mond, Francisco de Paula Mafra, Sevenoo A.
de Oliveir-, Antonio de Menezes, Manoei S. C
de Alouquerque, Manoei .1. de Moraea, Thomaz
A. Silva, M. t'aula Martina, Adolpho Hileraan,
Ernest Leppin. Hermina Pedrosa, Pacifica Pe-
rosa, Emil Hoynan.
GALEPINO
Livros Reeemchegados
Franca Jnior Folhetins ;qu3 quer
rir-se?i 1 vol. hroch 3OO
Horacio de carvalh > O chromo [es-
tado de temperamentos! I vol. broch. o-OOO
R. Octavio Festas aacionaes, 1 vol. bro-
chado 3iOOO
Svlvio RomeroDoutrma contra dou-
trina*, i vol broch 3-J600.
Tobias Barretto-Dias e noites (poesas
i vol. ene 44500.
A. Daudet-0 Imm.yir.l, esplendido ro-
manre, t vol. broch. l00.
Oetavio Femillet O Conde de Camors,
traduccSo de Pinheiro Cliagas, i vol- broch.
l'SoOcnr. OOi.
Eca de Queiroz-0 primo'Basilio 1 vol.
broch. 44O0O.
E. Garrido O barbeirinho de Sevillu.,
opera pin 3 actos, 1 vol. broch. 3JOOO
Udacker Trras e deraarcages, ultimo
decreto, 1 vol. broch. -JIMIO.
F, Varrlia Vozes da Amrica, i vol
broch. 3000.
Jcnqueira Freir Inspiragees do
Claustro, vol. brorh StfOO.
Jos Bonifacio Discursos parlamenta-
res, vol broc. 3OtK>
Oliveira Martius -Quadro dns institui
COen p-imitivas, 1 vol. ene. B^OOO.
ilveira Martin-A Inglaterra de boje,
1 vol. eoc. 6JOOO.
Orl^ens republicanas
tefutaco ao livro do sr. dr. af-
fonso Celso o imperador no
EXILIO
Pelo Dr. Felicio Enarque de Macedo
Resuiao dos captulos
CAPITULO I
Carla Sra. I). Isab.l de Orleans.-Critica
gera.1 d'o imperador no exilio.Conceitos
da Gazeta da Tarde.
CAPITULO II
Origens e Iraligesrepublicanas.-Causa3 da
fun laco da Repblica. Reformas realizadas
em pouco tempo.
CAPITULO lil
Sinthese da historia dos partidos monarchi-
cos. Formagao e desenvolvimento do partido
republicano atravez as reaeges oppos'.as a sua
marcha.a excursao do Conde d'fiu ^ pro-
vincias do norte. A elcigao de 31 de Agos
de 1889 -A armada e 0 exercito na.ional.
ConclusOos.
CAPITULO IV
O povo e o exercito como os maiores coniri-
buintes das aspiragOes nacionaes Circular do
Dr Syivio RomeroA legenda imperial.-Ma-
nifest dos monarchistas do Para.O sebastia-
nismo em aeco.
CAPITULO V
As individualida les e os factos histricos.
Ongem da escravido no Brazil e seu desen-
volvimento. -Prinfeiros tratados e leis relativas
abongo do elemento servil at 1831.0 bi I
Aberdeen e a le de 4 de Setembro de 1830. -
A le de 8 de Setembro e sua desvirluagao
Accentuagao abolicionista de 188418810
ministerio Cotegine e a reaego escravista.
A decrelago d a le de 13 de Maio.Controver
sias.
CAPITULO VI
Dualismo enlre o sul e norte do Brazil.fon
sideragOes geraesA Inconfidencia MineiM e
Tiradentes perante a historia.-Sua apotheose.
Theoplulo Oltoni e a estatua equestre.-Con-
frontages.
CAPITULO VII
A collecgao de escriptos no lbum offerecido
a D. Pedro.-Estudo synthetico sobre o seu
carcter de horaem particular e ue homem pu-
blico. ConsideragOes fioaes.
Esta imprtente obra recommenda-se a todos
que desojara sabir o quanto custou a liberdade
e a indeoendencia do povo brazileiro, at 15 de
Novembro d. 1889.
Remette-se tranco de porte a quera enviar
5000A
Francisco Soares Quintas
Editor
77Ra 15 de Novembro-77
para satifazer urna d'essas phantasias
exq^uesitas que a gente tem s vesea
n'estes tempos ara que para se es"rever
uma chron'ca s dar largar imaeina
sem alludir a cousa nenhuma desta vida.
E' s eacrever la diabte, e est tudo
arrsnjado.
^ *
E, eu te pe^o, oh mioha musa.^inspira-
me sempre que a magia do teu ser,o encan-
to ineuarravel que melan^holico semblante, a (locura que me
penetra o corajo, ao dulcissimo timbre
harmonioso de tu i voz -que tado seo me
en'eve. rae arrebate, me deixe no descuido
das oisaa terrenas pary.volar-me es-
pliera de asul onde pairaH.
Desata sobre meus homens as longas
spiraes dos teus cabellos loiros, aquece
a minha fronte ao calor do teu seio, en-
treabre os labiis rseos onde suspirara as
infinitas melodas, illumina-me com o
fulgor dos teus olhos azues e profundos,
erguidos n um gesto de prece para os
mundos inf.ommensuraveis oude as con-
s'ellagoes desabotoam coico myriades de
flores ;.lvas n'uma campia de azul i ? e
n'ess cont.: plaoao inunda onde a poesin
desabrocha como cascatas de luz, fajamos
dos antros, onda vegetam as algas lachi-
ticas e enfezadas, fujamos do muudo onde
o Ideial no.= foge proporco que o pro-
curamos, como a cortina azul dos b.or-
sontes se affasta a proporgo que o cami-
nheiro a vai buscando.
Junta minhas rnilos s tuas, oh deusal
que nao te demova a ideia da minha pe-
quenhai, e eu possa ascender comtigo ns
escadarias illuiainadas em buscado ideial
que tem sido o meu sonho de mocidade,
em busca da eterna poesa que tem sido
a minha aspiragSo constante e ininter-
rupta.
NDICACES OTIS
Mdicos
Dr. Joaguim Zoureiro medico pariei-
ro, consultorio ra do Cabug n. 14,
residencit na Casa Forte n. 5, casa de
izulojo, defrootfja igreja da Campia.
Coronel Frederico CkanesHornan-
palhia Hua do Barao da Victoria n. 37.
I.- andar.
O Dr, Lobo Motcoso d consullas em
sua casa ra da Gloria- o. 39 das 10
oras da manh 1 da tarde. Achan-
lo-se fra do servico publico offerere-se
para acudir a quinquer chamado coto
drotspUdao para fora da cidade. T.spe-
i'iidiade, opetaces, paitos e molestiasc
ie senhoras e raninos.
Dr. S Peretra. ra da Imperalriz n
, d consultas medico-cirurgicas todo
das das 8 meio dia. menos not
dominaos e dias santificados.
Dr. Pe*eira io Moa chegailo div
Caris ; com prauca uas clnicas ae Wlie-
'ker e Ladolt, d;i consultas de 1 a 4
horas da tarde a roa do Imperador n.
S8 primeiro" andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
sanga.
O Dr. Simplicio Mavignier tena i
-eu consultorio ra Mrquez de Olitidt
x. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare
bo respiratorio, fabre e da pelle.
Consultas das 9 as 11 na pl"."ruiaci6
i inerva, largo do Terco e em seu "un-
' '.orio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
: ripio.
Teluobone n .ir3.
10 Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2 tem consultorio ra
do Bom Jesusa- 9.1. andar Resida-
GHKON1CA
Que Deu8"me d sempre paciencia para-
supportar os simples, qu d'elles seja a
mansuetuda da eterna bemaventuranga.
Esta a minha phrase favorita, a
phrase cliapa que tenho sempre suspensa
os labios para responder aosqae me inter-
rogara sobre urnas tantas cousas Iliterarios
em que ouerem onvolver cortos nemas, s
rezes com as suaa lettras bem visiveis, oa-
tras vezestransparecendo por entre as allu-
85os rendilhadas de uus velhos rintoricoe
conhecidos meus. E atal ponto chegou este
meu habito inveterado, que, si su'cede
nao me interrogarem os amigos ou os
curiososeu digo-a de mim para mim,
com a mesma religiosa unecao com que
sena capaz de pronunciar com a alma a
oracao mais cheia do sincaridade e amor.
E o08pirito sente-ee bem nesse despren-
dimonto, com essa despreoecupacao das
pequeninas coasas, pairando n'out^a es-
pbera mais pura e serena, onde o azul
do3 sonhos nos envolve, o sonho do ideial
nos embevec", apart ndo-nos da lucta
dos elementos que se desencadena debaixo
dos pos, l muito abaixo no aeio d'outra
redoma azul que fere a vista,o azul do
ocano que tica infinitamente longe, onde
os mar'raheiros oasados, mas sem a expe-
riencia necessaria para affromar a teme-
ridad das ondas, nanfragam como cacho-
pos frageis abandonados voraciade dos
ventos.
E como entao de n'alma ao ver l
n'essa lucta como as energas sao impo-
tentes, os meios de salvacao escasseiam e
a voz do commando perde-se pela vasti-
dao oceaniea, sera echo no meio dos dois
infinitos I
Ao grito de alerta! os marinheirosaban-
dtnam o posto, espavoridos pela propria
ideia do naufragio, a confuso os invade,
e* emquanto a embarcago faz agua, e a
agua sobe invadindo todos es comparti-
mentos, emquanto as empoladas ondas ge-
mem furiosas por todos oslados, ameacan-
do-os de inevitavel nauragio, do naufra-
gio que para elles escancara as suas fauces
hiantes s o commandante resta de p,
no seu posto de combate, e nao sao mais
que visoes phantasticas, geradas pelo as
sombro do derra8iro instante da lucta
o que elle supr5e setem seus companhei-
ros que o abandonara.!., depois de have-
rem compremettido as suas glorias, a
sua felicidade e a sua existencia.
Agora si o leitor rae perguntar a que
propsito vem tudo isto, eu lhe respn-
derei simplesmente que vem uncamente
cam, tomaram-me o espaco deque podia
dispor para escrever e presente clironica
qual. certamenta nao faltavam novida-
des Iliterarias.
Assim que aqui tenho ao lado as
P/irases e phantasias de Clovis Bevilaqua,
um livro sadio e forte que bem d ideia
do talento comprovado do seu illustre
autor, e os Sonetos de Costa Netto, um
rapaz de talento e que conseguio produ-
zir um livro bem recommendavel.
Demaisahi est a Companhia Drama-
tica da Apollonia Pinto, que tao agrada-
veis noites nos tem proporcionado para
quebrar a monotona da cidade que tao
inspida tem estado n'estes ltimos tem-
pos de in vanados constantes.
Sobre tudo isto, possivel que mais de
espaco trate detalhadamente, mesao por
que nem sempre ha assumptos para quem
quer escrever chronicaa simplesmente lit-
erarias, n'uma trra em que nem sempre
abundara, novidades d'esta natureza.

Fechando a chronic, tenho a satisfa-
5Io de annunciar aos leitores o prximo
apparecimento dos Pofyfnorphos do Ba-
ha* um livro que de certo vira agradar
aos amantes da arte, e o nao menos pr-
ximo apparecimento da Revistinha do
Tito Franco de Mendonca que, me pare-
ce, vai sahir sob moldes novoa e mais
ampios.
Que venham.
Manoei Arao.
MS1CIANA
COMPANHIA DRAMTICA ITALIANA
Para fazer uma temporada no thealro Santa
Isabel, chepa em breve a esta capital a grande
companhia dramtica italiana Modooa que
depoi'3 de tr obtido grandes successos no fijo
de Janeiro, acha-se boje na Babia.
A companhia possue ura repertorio de 450 pe-
cas, dentre ellas as ultimas novidades europeas,
sendo apresentada urna por noute.
Alm de outras serao representadasMaria
Antonietta, Tosca, Fedora Oiello, Kean, Morte
Civil, Divorcios, Galilo, Haraleto, Mestra de
Forja, Dama das Camelias, Julieta e Romeo,
Carmen. Diniceff, Nana, Odetta.
Os artistas sao:
Eurico Cuneo, Lotti, Couttin, Capodaglio, For-
mvgini, Grassi, Vignolo, Salvarexia,Zaira Tioz-
zo" Yolanda Miche, tala Bossi, Dina Traversi,
Adalgisa Cuneo, Ada Rubbiani, Eleonora Alfi,
Zelinda Onorate, Annita Cavagna.
cia : ra Real da Torre n. 29. lelephone
u.366
Dr. Amare Wanderley, Mu iou o
consultorio para a ra Duque de Caxial
a. 74 I ."armar, onde d consultas de
11 horas, da manh 1 hora da tarde,
Residencia Ra Direila n- 4!
-fogados.
U Or. Pedro Pontual, ex-chee de cli-
Ji'ca do professor Wecker, de vol la dt
4ua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova u. 18. primeiro audar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
felephone n. 539.
rogaras
Braga Jf Michado. Agencia de l&
las as especialidades pharmaceuticas,
untas, drogas, producios chimicos e ou-
tros medicamentos ho-jopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Faria Soirinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olinda n 14
Gvmares Braga & C. Deposit-
Irt Drogas e productos chimicos, espe
ciati>des Pharmaceuticas, medicamen
tos k.L}eopat6us e tintas, leos, pin-
ceis etc., etc. Ra do Marquz de QUa-
da a. 60.
O ce ul Utas
Dr. Brrelo Sampaio, occusta, d
consultes de 1 s -i horas no primeiro
odar da roa do Baro da Victoria n.
51.
Residencia a ra Selb de Setembro n.
34 entrada nela ru* Ja Saudade n. 51
SPORT
Derby Clab de Peraaaibuco
Cem o bom programma qoe oiKaoiaoo, esea
dociedade sportiva effecioa beje a ana li.' cor-
ma.
0 prado da Estancia, pois, proporciona ao pu-
olico om bello divertimealo, qoe mas sera real-
c do pela coocorreicia dos amadores das festas
ippicaf, e pela espectativa da obtengo dos pre-
mios qoe a digna directora offerece per sorleio
ao* publico.
K palpites
i. Pareo.Mascotie-lao-Topy 2 '
i Pareo.Pioni-Good-MorniK i.*Nilo.
3. Pareo. Palb;goTopy .2.*-Pea-flor !
4. Pareo. Mascotte Ganrapeiro Cartnnj.
5 Pareo. Goajanai S.UaaPionj.
6 "> Pareo. MoariscoBnirtibFomsa 2."
CARREIRAS LIVRES
Com excepcao do 2* pareo, os vencedores de
todos es demais nio contarao victoria.
Tari Franeez
GRAND FRIX DES HAlES
A glande co-rida aas B?rreira?. cojo premio
A de 50 000 francos ao vencedor, na distancia de
5,000 metros, Li tffectoada no dia 13 do mes de
Jonno o ilmo, nao leod). drvldo ao mo lempo,
esta grande prova o mesmo brilhantlsmo da do
Grande Steeple-Goaee; pbrm, a concurrencia foi
lambem nomerosiesima.
Da Inglaterra seis coocorrentes se apregenta-
ram para te medirem cornos franceiesnos 5,000
metros; estea eram :
Vertige, Ma Souveraiae, H^aflenr, Ondoa. U-
lagre, Lapis. Laotrh, Chanlenay e Maovals-
Sigoe, e aquello?: lo-urance. Partisan, Dlo-
nsior, Traooj-Crofi, Nslly Gray e General Gor-
doQ.
I9fehmente. dorante o p-rcorso, os aolmaeg
Uaovais Signe > General Gorcion cibl-am, teadv
a qoda dtste f .tal, porque teodo fracturado ama
peros foi abatido no mesmo logar.
As honras do dia cooberam ao Sr Jacqoemio,
qoe cooqolstoo a victoria com o seo beilo aoi
mal Verdee, por Farfsdet e Gastonuette, monta-
do pelo jock Boon; Ma Sooveraine, do Baio
de Larooil're. rroonda por Cb. Doval, (o o
segodo e Hauflenr, do Sr. F. Guilhou, fol o ter-
celro.
Vertige vencen fcilmente om 7'50" com done
corpoi de los Da frenis do segundo e este por
cinco do tercelro.
Os Ingleses este anoo foram realmente derro
tado\ nao obteodo oeste pareo eeqoer ama col
locacao com os fes campeos que enviaran
PI!BLIC(GOSS \ PS9IIIH
Despedid
O abaixo assignado, em regresso
Capital Federal, despede-se dos seus
amigos e das pessas que o honraram
com sua amizade, as quaes porventura
deixou de fazel-o pessoalmente.
Penhorado pela delicadeza fidalga
com que todos os seus conterrneos o
cercarem no periodo de sua difcil ad-
ministracao militar neste grande Esta-
do, faz seus melhores votos o abaixo
assignados para que eset Pernambuco
de tantos hroes entre no rgimen da
paz no intuito de attingir de prompto
o seu collossal destino.
Recife, 13 de Outubro de 1894
Antonio Gomes Pimetitel
JostiflcacSes
I
Em o numero 3o da Revista Moderna,
o Sr. Pereira da Costa, um dos seus re-
dactores, oppoz impugnadlo a diversas
assercSes por mim feitas as Origens
Republicanas. E' assim que, occuoanda-
se da Sabinada, affirmou n2o ter esse
mo'imento revolucionario nenhum ca-
rcter 1 de republicanismo. Intentando
fundamentar quanto dase, asssvarou que
nenhum auctor como tal o considera.
Permitta-me o illustre mogo que pon-
dere-lho a inexsctidao de semelhante as-
serto. De facto, Pereira da Silva,
isempto e suspeicio de sentimeutos re-
publicanos, pronuucia-se deste modo a
respeito:
J de ha muito se propalavam na Ba-
bia rumores de tramas revolucionarios,
Um partido recrutado as intimas siasso
da plebe saudava efestejava publicamente
quantaa noticias chegavam do Rio-Grau-
de favoraveis aos republicanos A iui-
prensa por elle promovida provocava pai-
xes encruecidas e instinctos perniciosos
da populaca. Sociedades polticas fo-
mentavam ideas de separajao da provin-
cia, de sua autonoma e independen-
cia. (1) 1 .
Abreu e Lima justifica estes concei-
tos quando di^ que os revoltosos acober-
tavam-se com manto da monmrchiu, em-
bora apresentando em breve o verdade-
ro carcter de seus intentos. (2/
Anda nao tudo, O presidente da
provincia Antonio Pereira Barreto Ped ro-
so, em officio dirigido ao entlo ministro
(1) 1940, pags. 225-2*3
^2) Compendio de Historia do Bra-
sil Tomo II, pag. 120, e Synopsis
pag^372.
j
da guerra, assim pronunciciu-se, notician
do esse acontecmento :
Um grande numero delles (revolucio-
narios) se acha j capturado, contando-se
o Sergio, general em c/tefe da Repblica,
alguns ministros, empregados, officiaes e
soldados, alguns dos quaes bastantes ex-
cessos commetteram durante o tempo da
rebelda (3)
Sao jbr demnis aufricientss as contpro-
vaedes expendidas. 1
A verdade seudo urna n>f sua nature-
za, pode ser verificada era i;odo e qual-
quer expositor que trate do assumpto em
objectvo.
As citacSes feitas reputo como valio-
sas.
II
Ern referencia revolucao de 1848,
mduzio o articulista havel-a eu conside-
rado de origem republican i. Apezar de
omiso, devo declarar que nunca tive
como tal esse brilbante protesto contra a
poltica oppressora do segando reinado.
lncluindo-o no periodo que denorainei de
reacfo democrtica, nao fij mais do que
assignalir-lhe a feijo caracterist ca.
-ora effeito, o movimento capitaneado
per Nunes Machado foi um dos mais si
gnificativos brados de desespero contra o
poder pessoal do imperador A excluso
senatoria, em lista sxtupla, de Chi-
chorro da Gama e de Eirnesto Franca
era um attentado contra a soberana dos
pernambucanos Circunstancias aggra-
vantes revesliram esse guljie de sombras
Cores,
Saldanha Marinho aynt.aetsou o facto
com estas palavras :
t O povo de Pernambuco reagio con
tra a inaudita perseguico que lhe foi
feita para ext)rquir-se-lhe dous senado
res
L'tna tai reaego foi producto, sem du-
vida, 1.0 conhecimento de diroitos vili
pendiados. Debaixo de;te ponto de vis-
ta ella sahe da raiz de mero patriotismo
para traduzirum dos estadios a situacao
monarchica diante da consciencia nacio-
nal Toma, desta forma, proporcoes po-
lticas, em vez de restringirse a conve-
niencias, meramente partidarias.
Houve, no emtanto, omisso de con-
ceito expresso de minha parte. E' tanto
mais justicavel, quanto lgico que
nao se deve surprehender q 1a s tratei e
occurrewciai de aspecto republicano. Ao
contrario, lancei militas vezes mode fa-
ctos, ora visando fins, ora apropriando
meios.
(3) t Kevista Trimensal do Instituto
Histrico, Geographico e Ethnographico
do Brazil Tomo XLV, pag. 20, par-
te 2.'
III
A revolta de Beckman est nestas con-
dijo s Chamo, sobretudo, a attencao
do illustre critico para o que, a proposi-
to, eiyhsse s linhas 16. l', 18 e 19 da
pagina 20. NesSas palavras determinei
a significajSo da revolta ern relaco a se-
quencia das nossas manifestac3es intimas
tm sentido genrico tive de conside-
ral-o, pagina 166, como Oidicio da pri-
meira funecao do nosso orgj.nismo de na-
cao. Com este prisma enc&rei-o pagi-
na 47 como prenuncio do grande aconte-
cimento de 15 de Novembro.
Sobre o movimento revolucionario de
que/01 ebefe e raartyr Feippe dos San-
tos quero invocar tao sonente a autori-
dade de Abreu e Lima. Tratando do
assumpto, relata o historiador que os re-
voltosos intimaram a sabida do Conde
de Assumar e resolveraru nito acceitar em
Minas outro governador, nem jttstifas
postas por el-rei (4).
O carcter econmico de que se reveste
o facto histrico nao modifica o asserto
firmado. Os grandes acontecimentos so-
c aes e polticos tem tido esoe fundamen-
to, sempre que estao radicados no inte-
resse collectivo.
No dominio da sociedade humana as
leis econmicas oceupara saliente proemi-
nencia. Negral-o seria desconhecer a
lucta pela vida em toda a sita pienitude
Nao existem, portanto, as inexacti-
dOes pretendidas.
IV
Os outroi pontos de cont<:stac&o consi-
dero sem importeucia por falta absoluta
de base critico histrica.
Em materia de nativismo costumo ser
-brazileiro,alm de tudo. cima da
circumscripjio da trra de meu nascimen-
to tst o Brazil. Alm da patria commum
s existe a humanidade.
Todo e qualquer desvio dustes preoeitos
enunciados ser tudo menosvirtude.
Sao estas as justificacOes que aprsente
em minha defeza. >>
Ao joven redactor da Revista Moderna
agrade20 os termos lisongeiros com que,
acolheu, 'em geral, a minha pubcaco
Concito-o para que estudo, com o ni-
co intuito de chegar ao conaecimento da
verdade.
Recife, 12 de Outubro de 1894
Felicio Buarque.

raandou distribuir a sua carne polsfi
camente declarou, em sua profisso de ft
que s a dara no talhos do Poco.
Tem rasSo
Quem nao tem amor a sua carne?
' Uma cousa, porm, anda vem raalc r
a magnamidade a grandeza de sua alma,
que S. S. nao pretende faz;r freate
aos pretendentes do arrendamento do mar-
cado e S. .)o, nem quer contrastar
com o municipio (quando '<) o forneamen-
to, por bem preyo, de carnes verdes.
Sim, senhor I
L' muito humaniterio o Sr. Li minha!
Sic vos, non vobis ..
Sic vos, non vobis.. .
Sic vos, non vobis...
Sic vos, non vobis...
O poeta Virgilio, anonymamente, toce*
uns elogios ao R ie este, querendo pva.
m ar o autor dos encomios, cebrto de
honra e gloria a Bathyllo que, como tal
se lhe apresentou, chamando si a aste-
ria das palavras encomisticas.
Virgilio, porm, desapontado por w
outro, impavonado colher glorias, qe
lhe nao pertenciam, fazendo figura com*
chapeo alheio, de novo escreveu, na pa-
redes de palacio, os versos incompleta*,
que encimara estas limas.
Chamado Bathyllo para completal-o,
teve de confessar a sua ignorancia, uma
vez que nao podia interpretar, nem ad-
vinhir a intenco alheia, e foi estroa-
smente vaiado, corrido de palacio, por-
dendo as prerogativas de que j gosan.
Deismanchando-se a difteren9a, esta
sic vos non vobis -nao pode ser appliead*
patritica commissao, que err barrdeiroe
as ruase apparelhou a estrondosissima far-
tissima para a recepcao do ( abelleira?
T, meu Venancio que s poeta, ;'*
v, ollia direito) podes completar asstai
sentido dos innocentes versinhos:
Assim vos e nao para vos, Casto Ely-
sio, vos vestistes de pastorinha para oa-
rar o chefe.
Assim vos e nao para vos, gigantase
Falseante, preparastes discurso.
Assim vos e nao para vos, bucepaalta,
formaste-vos para puchar o prestito victo-
rioso
Assim vos e nao para vos, comici
sanlissima, rovocastes prurido vexato
rio na pelle da humanidade e armastesas
ras e suspendestes, em pellados postex.
handeiras farrape^tas.
E' sempre assim 1
Nao ha alegria completa!
7E ao arbitrio de cada um ficou. dac,
como melhor entendesse, expansao
seus justos se tmenlos de jas tica.
Mnito bem !!
Cicero,
20:000^000
Dao-se 20:oooSooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao autheotc-
dade do seguinte attestado:
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando),
porm, depois a scffrer de uma tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo -lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em conoides
ainda mais graves, dei-lh ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
apenas com alguns fracos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascwuats
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Companhia de Drogas .
Productos Chimicos
(4) Synopsis
29.
pag. 182, linhas 28 e
Trocando
A caridade- deve viver ssmpre casada
com a modestia
A esraola dada em publico envergonha
quem a recebe e desvirta a aeco lou-
vavel de 6eu autor ; o obulo offerecido
em segiedo, fra das vistas do mundo,
provoca o agradec ment t.o coracao do
off"rtado e torna meritorio o caridoso of-
fertante.
Com o contentamento que experimento,
quando vejo praticar uma obra de cari-
dade, applaudi a feliz idea do Sr. Limi-
nba, que publicamente, pt la Provincia,
comprometteu-se, animado de puros e pios
sentimentos, a mandar distribuir, peloa
pobres toda a carne que enviasse para
seus talhos, desde a Tamarineira at o
alto Apipucos, at o Amazonas, no dia
brilhante, ( porque nao chuveu ), da che
gada do Z-povinho.
Pela imprensa comparecen lego o pie-
dosissimo marchame, agradeiendo toda a
banderinka, com que enfeitui-o, modesto
e sem ostentacao, apoucando a sua pro-
pria aceito, to rara o tao exdruxula.
Que modestia 1
E tanta foi a modestia do Sr*. Limi
nha, que, logo, restringi a zona, em que
f
Estado da Parahyba
Dr. CRUZ CORDEIRO
Declarou este Ilustrado facultativo
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes de broa-
chites e afiecf oes pulmonares com gran-
de proveito, tanto mais por ser um ex-
pectorante suave e erficaz; o que afir-
mo em f de meu grao. Dr. Ani
da Cruz Cor de ir o, .
0 Sr. Dr. (."omensoro
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmes-
soro, medico da armada, certificou qae
uma pessa de sua familia que desde
mezes sofTria de uma laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se coa o)
uSo do Peitoral de Cambar de Soazs
Soares.
O AGENTE Companhia de Drejm
e Productos Chimicos.
Tosse sthmatica
CINCO ANNOS DE TRATAMENTO t
Pessoa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Baha, que sof-
fria de uma incommoda tosse sthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral da
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogm
e Productos Chimicos.
Coqueluche
CURAS DO PEITORAL DE CAM-
BAR
Declaro que criancas de minha case
que se achaam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias re^tabeie-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR, de Souza Soares.
Atnerieo Salvato
[ Socio da firma Manoei Joaqwm]S+-
reira & C. do Ro de Janeiro. ]
A.ssocia$3o Commercial Be-
neficente de Pernambuco
Ten i o sido convidada etti esoriacae pan
** faie- renreitentir na Bxposicao Universal ee
Ber'pnox. da lobo* eptntoo.-ot, licore e ee-
riias l>rm n'adis, para Uio de 1898, ceavt-
da pelo prearoie aqoelles fabricantes i peei
HSS88 ioteresKar dita expoalclo a se faaereei a
ella rrereieetar, entendiendo se at o da 15 e
corrrRte mn com fta Urertorta, que es InM-
\\' -r com as inctucoes necpssartas para isla.
TVU n io-p do ener ndeetmeoto da iaiestna
nacion.il eepera es.a wssociacao qoe o eea ao-
pello rf r4 bem corrependido, e desta firew
oos-aro ficar bem ro:becidos os domos ereo*
ctos no eslrangeiro.
O secretarle.
Armar GoimarSe de Metlee Sobneom,
-T\


IWP?Wtf',!!







-

Diario de Pernambnco Domingo 14 de Onlnl>io de 18Q4
Medico
0 Dr. Barros Sobrinno. de tolt de niiilipn
pa, coat w -o exercicto de.soa prohijo
anUao contoltorio roa d^ Viajarlo n. i
a residencia u
a Boro
do tea
f 0dar
rea Real da Turre
Bccticador Brasileiro
Illm. Sr. Beato Martins. E' com
na*>r satisfafo que attesto afnrmati-
vamente o resultado obeido pelo appa-
relho de invenco de Vcm. denomina-
do Retificador Brasileiro comprado por
mim ao Sr. Antero Soares de Vascon-
cellos.
O que passo a expr, fazendo urna
jrarapa com 47 caadas de mel novo de
40 eraos, addicionando agua ate ficarem
9 eraos, tirei de resultado 65 caadas
de agurdente de 21 graos cobertos.
Admirado d'este resultado, e apezar
de e mesmo ter assistido, e acompa-
nhado tudo desde a medifao do mel
at a d'aguardente, anda me pareca
npossivel. cessando toda a minha du-
vida pela capacidade de mea alambique
que so raras vezes poude obter de cada
distllaco 40 caadas d'aguardente e
agora est produzindo 65 ditas.
Consinta, que em vista de tal succes-
so obtido pelo apparelho de seu inven-
to diga-lhe com orgulho que a ma-
china de mais necessidads para a nossa
industria, e o nico industrial brazileiro
que trabalhou com a maior seriedade,
tendo em vista melhorar o pequea
agricultor que nao dispondo de cente-
nas de contos, nao podia aproveitar os
productos de sua industria, perdendo
por tanto de 30 a 40 / onstitue os lucros de urna casa indus-
trial. ..
Nao querendo offender a modestia
de Vossa Merc, pe?o a Deus para que
tenha muitas enchentes de felicidades,
e com isto ser a guia dos cegos que
nao receberam a benco da Providen-
cia.
Pode Vossa Merc fazer uso da pre-
sente carta como melhor entender. En-
genho Raiz de Dentro, 1 de Outubro
de 1894. Manoel Luis Pac luco.
Reconheco verdadeira a assignatura
supra, dou f Recife, 5 de Outubro
de 1894 Em testemunho de verdade,
tabellio publico interino Manoel
Joaquim Baptista.
Ill/n, Sr. Bento Martins Dando-lhe
conta do resultado que obtive da apph-
aco do seu apparelho Rectificador
Erazileiro tenho a dizer-lhe que foi
tac. satisfatorio, que affirmo.-lhe exce-
deu minha expectativa. Depois de es-
tar correndo agurdente de 201 puz em
iiinccionameto regular o seu appare-
lho, abrindo a torneira d'agua, esta
agurdente fraca elevou-se immediata-
mente a 26o. onde permaneceu bastan-
te tempo, dando-me em consequencia
mate" vinte e tantas caadas alambi-
cada.
Em resumo asseguro-lhe, e a todos
os meus collegas, que com a applicacao
do seu apparelho sobre os nossos alam-
aiques obtive um resultado superior a
.30 % sobre as garapas distilladas, antes
da applicacao do mesmo.
Podendo fazer o uso que lhe convier
tiesta, aqui fico como criado obrigado
Jos Pereira d'Araujo Usina Bam-
burral, 6 de Outubro de I894.
Reconheco verdadeira a assignatura
supra, dou f : Recife, 8 de Outubro
c'e 1894. Em testemunho da verdade,
o tabelliao publico interino, Manoel
Joaquim Baptista.
O Dr. Lopes Pessa
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
calo n. 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso;
( bem como na Phamacia Franceza ) a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bombeiros do Recife ; que ser en-
contrado.
Cu*XRlQ
de Feraau,
Bolsa Commereltl
buco
'*5D omciAia DA JSSTA 0 COBBBCTOIBS
Irae* d# lci/e, 13 de UtUubrt de 1694
Sao ooove coucao.
0 presiseote
*" Pinto de Lemas.
0 secretario,
Amo dio bPoaardo Rodriftw.
Cawbio
Prac do R;cife
Os Bancos abriram boje com a laxa <*e 11 3/4
sobre LWdie? a 90 das, baixaodo "epois pa-a
:ll 8/8, sem apparecerem lomdores.
O iletrado fecbou em potjco dobla.
Hjove ta.ia de letras particulares.
Cotaees de generas
ara o agncuVf
Asi ucar
fainas por 18 kilos. 6*800 a 7*300
Sranco, ide, dem. 8*8.;8 a 6i8"
Jmenos, dem, dem 4*000 a 4*J00
.Mascavado, dem, dem. 3*000 a 3*S00
Broto secaos lieos ideas 2*400 a 2*600
Sraio melado, dem, dem. l*00 a 2*U0
Jsetame, dem, dem t*300 a i*6uo
Algcdo
Colamos a 11*000 por 15 kilos de boas pro-
cedencias.
aleool
?: pipa de 480 litros 3zJ*.
Agurdente
. Jor pipa de 480 litros 70* venda.
Oaaros
Seceos salgados aa bise de 12 kilos 700 ris,
Manual.
Verdes a 40 ris, nominal.
Carnauba
l'ota-se a 20* por 15 s:ios.
Xarope de Lobelia nlata
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Approvado pela ilustra inspectora de
Hygiene do EsUdo, com o parecer do
ilustrado clnico eoneeitaaio chimico,
Dr. Martina Costa.
Este insigne preparado preenche as
indicacSes dos medicamentos balsmicos,
cora effeito mais rpido e accio mais se-
gura as molestias do apparelho respi-
atorio -
E' um recurso therapeuticos efiicaz na
cura das corsss (defiuxos) acompanha-
das de reacciio febril, bronchites, broncha
pneumona, catarrho pulmonar com febre
elevada, tuberculose em segundo periodo
com catarrhos sanguinoleutos, asthma.
lartngtte, molestias da garganta, insom-
nio e tosses suffocantes.
Dose : 3 a 6 colheres das de sopa em
"4 horas. (Colheriuhas as criancas).
DepositoPharaacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephone n. 398-Endereco telegra-
phkoAzevedo.
r. ^unes CoimbraClnica Me-
ateo Cirurgica Ooosultorio, ra Mar-
yiez de Olinda u. 56, onde d consultas
das 11 as 2 boras da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias dese-
nhorna e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 81, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
[el
JSO B.
iBaULLA DAS KNTBAOAS DB A88CAK AL-
ouoZo
Mez- de Outubro
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Jlem de S. Francisca. .
dem do Limoeiro. .
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696
220
378
390
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~oT35
e C 8 u Lnpex r C 26 a Ferreira [rx&os. 8 a
A. V eir e C 32 a Manado e t'e-f 1-a, 1C a H.
de Craltio e C, 5 a-A. Sioios e C. 5 a N. Mala
e C, tO a O. Ja.-oim e C, 6 a Das Lourno e C,
10 a A. Amcrim e C.
Xarque 2014 Tardos a M. 3. Maia.
Vapor naciooal Pjruamboco, entrado dos
portoi" do sal. em 7 e conigoado a Pereira Car-
ueiro e C. v
Cal, 4 aacco a A P. OlUeira e C, 80 a O. de
Maito* I-mi"", 100 a Figoeiredo Costa e C, 79 a
Oosia eC., '9 Costa Lima o C, 68 a Pereira
Caroeiro e C, 20 a Victoriano Silva e C, 69 a II.
G. de OII?e".
C nmno 94 caixaraG. d* Mallos I maor.
Chites 14 caixOas a duersos.
Clarlos 21 calas a divertios.
Cacados i caixo a M. Ca iieiro e C, la Pai
taOlive.ra.
Garrafas 25 saceos ordem.
Drutas 20 caixas a ompaorJia de Drogas, 31
4 ordem.
Fumo I Tclomes a Goocalves eBirros. 2 *
Perreira ftodrnoes e C. 18 a Cosa Lima e C 3
a Figaeiredo Costa e C, 5 a Almeida Macbado e
C, 8 a Pereira de Parias e C 3 a B. S. de Mei-
ron.
Mercadortas 1 volnroe a Jos de S-, la J. de
S. Mello. 46 i ordem, 3 a F. P .Bjlureao, 2 a Ra-
miro M da Costa eC.
Papel 2 caixas a i. T. Caroeiro, < a Ramiro M.
da Costa e C, 10 a Compaubia de Drogas, la
Meieiros Layme. -
Tamao'O i olomes a Companhia de Etia.
Tecidoa 20 Tardos a L. Mate e C, 5 a Joaqom
Goncales e C.
X irqac 500 lardos a Amorlm Irmaos e C.
Locar noroeeoens Nordensktnld, entrado
de Caraif, em 9 e consignado a Wilson aoas e
companhia.
Carvao de pedra 421 toneladas ordem.
Barca noruega Coodor, entrada de CirdifT.
em 7 e cor 5 nada a ordem.
C rvao de pelr 661 tonelada' i ordem-
Logar ncroeueos! Cora, entrado #e Grins-
bey, em 7 e consigDido a f mpreaa d Gax.
Ca.-vio de pedra 53i tooeladas a ordem.
Barca ooroega tN3ro.3y entrada de Swansaa
em 8 e consignada a Lopes Goimari.es e Ir-
maos.
Carvia e peira 116. toaeladas i ordem.
UscHimaHiti paMFcos
Mez de 0a offro de 1894
KfaruUga
Ranas eral
Do da 1 a 11 698:448*917
dem di 13 09:735*936
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos Andrade
Approyadc pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 2C
de Julho de 1887.
Esl > depurativo de grande eficacia as mo
entiu sypbllitica pe in.oreaa do sangoe; sala
:omo em todas as molestias das senboras.
Tem curado radicalmente muitas pes^oas ac
xnmettidaa da terrivel molestia bariberi.
Rbeamatismo sypbilltico ou gotozo, dr scla
ica ernpcOes de peiie, cancros, e caocros ve-
nreos, ores brancas, hy.uerismo. frooxiriao di
ervos, irites e ootras uflammacOes dos olbot
molost.aa do ligado, escronbalas, escorbnio
s tlnmentra de estomago, ulceras, gommas, ti
alas, emping dens, a'iros, pannoa e mancha'
da pelle, booas e boooes, sarnas, catarrbof |
quaesquer rooMaMna da heni?a, entre ootras.
albumiouiia, ourinas doces e sanguinolentas
nemia, paralysia, erysipelas, e raammacoe-
das pernas e ps, bemorrboidas, astbma, bydrr
celles, tumores, nevralgias, e elephaotlazes 8
morpba, as irregularidades da meostruacio.
Prova-se com aquello numero de attesUdosjt
publicados e os que existem em nosso podei
eficacia desie elixir as molestias indicador.
lioconlra se a vrnda na Botica
do Rosario n. 35
A'rua Bario da Victoria o. 37 se aari toda 1
joa!qoiT explicecAo que for preciso acerca desti
preparado.
Ciliado rom f*liriF<;e
Vlodo de usar
Os adultos tomaras quatro colheres das di
pa pe la man ha e quatro i noite.
A cnaucaa de 1 a 4 annos tomarao urna ce-
QQuela m nba e outra a noile e aa de 8 a li
uoitos tomario duas colheres Dla manb ouas
Elixir Anti-Febril Cardoso
SEQNCO A FORMULA
da
Vlanoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela iospe
clona geral da uigna junta de hygiene do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composicao toda vegetal pre-
parado segundo as regras pharmaceoticas, aeon-
lelhadas pelos aotorjs modernos e de recoooe
Ida capaciuade scieatiaca tanto no pas como
00 et>*rangeiro.
F.-tt Elixir o producto nio s6 do grande es
iodo das acedes pnyslologicas das substancias
como tambera paibologicas.como tambera o re
altado das iramensas applicaces nos diversos
casos de febres de fundo palustre.
A apulicaco deste Elixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais urna vei ne
monstron a soa efficacia ; poia ne principio oot
pnmeiros sympiomas a bexiga aborta, e jm ca-
sos mais adiantados a bexiga passa a ser urna
doeoca febril vulgar apresentando pequeas to-
m;!a6es que com a cntinuacio do Elixir de-
aa -parecem sem todava apresentar recelos de
se igo.
s multes attesiados publicados no Darlode
Oi'a de caona, litro................ 400
Dita destilada ou aieool............ 86
Alodio en nma, kilog ..........
Arroz com casca, dem......,...... '20
Asquear brancr, idem............. 400
0 io maitcavadc, dem............. *58
Dito teBaado dem................ 460
Batos de mamona, idem........... <30
Borracha de leita maogabeira, dem. l#t>0
Cacao, dem..................... 900
Caf bnm. aera..............'----- 1M00
Dito es '. ma ou reatolbo, dem...... 1*300
Dito uujo. dem................. 2*i00
Ce-a em velas kilo................ i*ui0
Dita vegetal em bruto, kilo......... 1*U(H)
Carolos ou sement* deaigj.iac,idera 22
Carrapaleira sement............. 120
Carnauba dem.................. 906
Carvao epeira, looelana.......... MIMO
Couros seceos espUhados, kilog.... 680
Ditos ditos salgados. dem......... 630
Ditos verdes, dem................ 378
Coorinbo um..................... 1*600
Cocos em casca, cerno........... 9*000
Farmba e mandioca, kilo.......... >50
Graxa sebo, fcilog....... .. 700
Geoehra, litro..................... 360
Jaboraody (folha). dem.......... 800
Meios de sola, valor nominal....... 7*000
Sel de tanque ou melaco, litro...... 189
Milho knogr...................... M)
P6lles de cabra em cabello, valor
doceoio ...................... 170/
dem de caroeiro em cabello, vaior do
ceoto ..... .................... 100*
Smente de ca.-naba, o kilo....... 47
Sabio, kilo ....................... 3e0
Sebo em rama, kilo...... 666
Tatajuba madelra, kilo ..'...... 420
Taboaa de amarello, du:.......... 160U
Pernambuco eGaietada Tarde provam o qQ
ilxemos.
Nos casos de tabre amarella o effeito e admi
ravel, apresentando pbeoomenos ta0 maravilno
ios qoe nesta cidade do RdClfo e no dj Rio u
Janeiro ponco receto causa a febre amar ella
mesmo estando o doente com vomito pret <
angulneo oestes ultimo periodos entio
slario a applicacio em alia dose, desprezaode
a bea annexa.
Este Elixir ja condecido do publico e de un
grande r>imero de d groa mdicos apresen'ado
para combater os iHTereotes incommodos todos
elles de caracter^feDrii.
PoT multo tempo tivemos occasiio de 'azer a
applicacao cas leb;-> erysipellosas e com lio
hom resaltado que flcaoos admirados de to al-
tos effeito..
Pela craca ebegaroos a conhecer que nos
ataques de feo-e erys'peh;'!.-. >.t erysipelia como
voleameute se diz necesario j uso de 10 da
de Elixir.
Nos grande- incommodos da* seohoras mens-
traacio. gravide*. e nos sasos de parlo com le-
Dre de um resoltado Tui) ce.to e segU'o e (-.
a fu conposiQio tit .noieaqne nSo oft"-reFO
receio de annlfwro srxirnem mesmo em dote*
superiores s ndic utas na tai ella infra.
Pedimos ob i^nissiioos mdicos aue dese)8
em fazer uso deste. Elixir em sua cumea au se
.-mjeiiarem i nossa orescripcao, mas sim fazer a
auplicacao em uarmoaia com os casos que de*p-
jarem combater, certos de que o medlcameno '
a comnosieso ionoceate para o organismo ^tr
mus frgil que *eia.
Modo de Dsar
A's criancas at um aono 10 gotas de 2 em 2
horas em urna colher das de sopa cheia d agua
fra.
De vru inno 9 tres io goteas.
Da 3 a 10 anaos em dlante, 40 godas etc.
Estas doses devera sempre ser appicadas en
agua fria.
Depoilios
Companhia de Drogas e Productos Cblmicot
Recife, roa no Marqoei de Oltada.n. 23.
Nacional Pnar naca, ra .Larga do Rosarlo
35
Pharmacia Oriental, ra Estrella do Rosarla
a 3
Pnarmacia Alfredo Ferreira, roa do RarJo
'ioria o. 14.
Pbarraacia Martins, ra Duques de Caxias n.
80.
Pbaroicia Rtbeiro praca Maciel Plobelro 32.
' Pharmacia Victorinnse de Luis Ignacio de Au-
drade Lima, cidade do Vicoria
-Para ^ualque informacSo ser enco
tutor na ra do Rosario Estrella o. 17.
Os nossos frascos sis c;aadrados e conta go-
tas. N'am lado teem gravadoBlirii ante-febrl
s no ootroManoel CardosoPertaEbuco e to
1o* ns orospectos sao assigoados por Manoel
Cardozo Jaoior, sen Jo faUo os que nio forem as
igoioos. _
.! Dr. Caroeiro Leo^Medico par tetro,
consultorio e residencia ra do Livra-
mentc n. 31, 1 e 2." andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Tlephone n 3^5.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
Dr Octavio de Freitas. Medico
Antigo intento dos hospitaes do Rio,
de volta de sua viagem a Europa, da
consultas de 1 s 3 ra Larga do Rosa,
rio, 26 e reside ra do Principe, 2 '-
Especialidad 8 : Febres, molestias de
pulino e do coraco- Encarrega-se do
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nar o ortimeotu qo> tensos, pe-
ilim'i Eimat. fi miltas a bou-
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TLEPHONE 59
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iowoo
. 306*900
3 2.9^8'JO
3.556*700
Raad.'t de Kiuao :
Do da l a 11
'.daa At 13
84 19.1*316
5:5531650
768:181*833
89:757*966
Scnma total
857:939*819
Tmporfa^ao
Vapor lnelex Sardun Pnoce. etmado dJ8
lo ido sol em 7 e pcu.-lunado a J. Pster e C-
' *elte de pelxe 10 bar ris a A. Maia e R Jri-
Barrio 470 a J. da Cosa Ferreira 689 a Piolo
Ferreira e C-, 100 a Martins Vlegas C, 300 a J.
&.*) Amarai, 820 i o.-Je=, 600 a C.-elnu P^Qto
C.
Car 104 saceos a .'oaqaim Fer'eira de Cam-
ino e C, 887 a Gompannia de Estiva, 60 a Per-
jelra Rodrigues e C, 60 a Costa e Rocui, 135 a
Joo.P. de Almeicia, 150 a M. S. Maia.
Para de trigo 60. brrlcas e Sj siccos a Pe-
reira Caroeiro e C, 1000 a 3intos da Figaeira e
C, 400 a CompB itiii ue Estiva.
|tjFume 70 volotees a Compasna de lisljva, 191
a Morera e C.
Far!o lOOsacco a Pereira Crcelro e C,
51700a CoffDaubu de Estiva, 19l aMireirae C.
Parello 10J saccoii a Perora Cart.elro e C,
'..'"00 a (k>mpaobia de.Estiva, 4000 a ?erre'ra
Rodrigues e C.
Pipas 30 a Poreira Piati e C-, 150 a J. da Coa-
t Ferreira.
Tamtuicoa i volame a Pereira Caroeiro e C.
Tecitlos 5 vo.'umes a Snvelra e C, II a A. Maia
Stginda eseco da Alfandaga da Parnambuco'
13 da Oatubro da ifs-l
O ebefe da seccSo
J. Goocalves da Silva.
O tbesoureiro.
Florerrio nompgaea da Silva.
RECaSEORlA
Do da 1 a 11
dem da iZ
DO gSTADO
23:77*030
813*100
Do da 1 a 11
dem dr 13
HECIFE UKA1NA68
3i:50130
1:485*363
t
l48j*13S3
PAUTA DA ALFANDEGA
VALOBMi DA MlaCADOaiAi NAOONAM IUJBITA
DIBKlTOg DI Bl-OatACAO
&/awiM de 8 o l'i dt StUmbro
.'.guardante cacbaga, litro..........
Ho iuieii o do norlo
Navios eotradoj-no da 13
Bneoos-Ay es e escala1* diis, vaoor intrle
Ntle. de 3.425 uneUdis cammaadame J.
D. Spoooer, ij'jtnaem 162. carga varios ge-
ner m ; g Aiuono I -inln e Cjmp.
X w Y)_k -li dta, vapir ogln Joleridg,
ae t 6j9 t-elsdas, commaudaue J Bri.wi
equioagem 43, carga varios gneros ; a Black
bur e -jomii.
Misfo 6 dus. vjpor iogle Sacce9, de 50
toofiadas, oestre Olilo 4o Val", eqolpagem
6, em la-uro ; a Abe Steiu e imp.
Navio* sabidos no mesmo da
Southampton e escal Vapir m
  • cjmotaadaQte i. D. Spo)ier, carga varios g.
    eros.
    Santos e escala Vapor iog ez Laocastriao
    Prioc, comm^ndante G. Mt'UrJ, cirga va
    rio eeoeros.
    New Yj;ke escala Vapor In^lsi Sa'dinian
    Pnoce. commandante J. Cbamberg, carga
    varias geoeros.
    Mioos e escolaVapor nacional B-*azil com-
    mandante Antonio Fe -reir a | Silva, carga
    Qvarios gene os.
    BaroadosLagar Ingles Bosiua, capitaj L.
    Xjwortb, em lastro.
    Ceara e.escala Vapor nacional Jaboalao.
    commandante Alfredo Gaimaraes, carga va-
    rios genero}.
    Mercado Hnalelpal de S. Jos
    O morlmeoto deste mercado no da 1S de Ou
    tubro (oi o segulnte.
    Enf-rm :
    40 bois pesando 6.006 kilos.
    805 kilos de oeixe a 20 rs. 16*I0<)
    16 compari. com mariscos a 100 *s. 1*600
    8 ditos com camarOes p 100 ra. *8oo
    31 i/i columnas a 600 rs. 18*900
    5 cargas com galliobas a 500 ra. 2*500
    3 casauaes com galliobas a 300 ra. *yoo
    1 cargas com milbo verde a 300 rs. *300!
    12 cargas com batatas a 300 rs. 3*600
    2 carga com macacbeiras a 300 rs. *600
    9 carosa com cannas a 300 rs. 2*70
    1 carga com amendoim a 300 rs. 300
    2 cargas com cebolinbo a 300 rs. #600
    11 cargas com gerlmoos a 300 rs. 3*300
    2 cargas com bananas a 300 rs. #6 0
    12 carga com laranjas a 300 ra. 3*600
    2 cargas com loucas a 300 rg. 1*200
    3 cargas com di verses a 300 rs. #900
    25 cargas com farlnba a 200 rs. 5*000
    15 cargas com milho secco a 200 rs. 3*0d0
    5 cargas com fejSo a 200 rs. 1#000
    75 logares a 200 ra. loJOjf
    8 Solos a 200 rs. 1#00
    il comp. com suioeiros a 14000 11*000
    8 comp. com aulneiros a 700 rs. 5*600
    Precos do da :
    Carne vpide de 300 a 900 rs. o kilo.
    Sumos de 900 a I* dem.
    Ca'oeiro de 4000 a 1*200 dem.
    Faricba de 700 990 rs. a caa.
    Milbo de 800 a 600 rs. a cnia.
    Peijao te 2* a 3#t00 a cuia.
    Atavio aperados
    Da B bia
    Palbabote portugus Lutlol*.
    Do Rio Grande do Sal
    P --ClJ Ov'i Z t.* '" r. "'-tcoaia?!.
    De Pelotas
    Patf cao alletcSo Antje.
    e tacno ailemao Blise.
    Patacbo allam&o Lima.
    Barca noruega X-"tto
    Lotear ooru'gueoae Renbueo.
    Lugar ooroegueoee Obaoce.
    Birca noruegoense Otra.
    Loar'nzlez Artnu'.
    Patacbo hacional Toerea.
    Lugar sueco Djckao.
    Patacbo .II-ruao W lie.
    Patacho aliemo Heimaon.
    Patacbo all-mo Ma^gareib.
    B*rca nooegoense Haiva.
    Lugar in.liz Cavalte.r.
    Lugar noruegueose llaurauger.
    Logir portoguez Marinbo VI!.
    Patacbo allemao tdarold.
    Lugar ingles Aurora.
    Patacbo bnllandez Atiene.
    De Cardiff
    Bar a Boroega Onion.
    Barca noruega PU oo-
    Barca ooroewa iNo.-ab.
    Rarca noruega Osmood.
    Birca noruega Ata.oota.
    Ble.
    Barca iogltzt Gjldeu F.eece.
    e Terra Nova
    Birca inglesa Lavfoia.
    Logar ioglz Duuure.
    Lugtr isgles F.ora.
    Lagar ingle Djra.
    De Hamborgo
    Ligarallerxjo Axel.
    Log^rallemio Jobann.
    Logar nurueguense Albatrosa.
    Barca allemS Atlao'.a.
    Do Porto
    Logar portugaez Minbo.
    De Londres
    Logar ooroegaeDss CbristiaiElibelb.,
    Toporos a entrar
    Mea de Outubro
    A.I*xaodra, do boI, a 14.
    Htgblaod Prince do Medi'erraoeo, a 14.
    Uia, do Norle, a 14.
    Ma-iaos. do norte, a <4
    B i.anta, da Esropa, u 14- ',
    MaUeo B.-uzzo. do sai, 17.
    Saota-F, da Bornpa,a 17.
    Magdalena, da Europa, a i 8.
    Cordoao, da Europa, u 20.
    Capua, deNtw York, a 21.
    Curi'Voa, da Europ. a 21.
    Olinda*. do note, a 2..
    Glfde, do sol. a 27.
    Canoti, da Europa, a 3*.
    Taporrs a aa&lr
    Mez de Outubro
    Sul, Santelmo, 14, s 4 boras.
    Norte, Jaboatao, 14, as 4 boras.
    Sol. HignlaoJ Prioce. 14, ae 2 boras.
    Sal, Bnttnla, 14, as 2 boras.
    Sul, Maoaus, 15, as 4 boras.
    Sol, Coleridge, 14, s 3 boras-
    Sol, Locastrtan Prince, 15 s3 hora.
    Europa Uatteo Brozo*, 17, s 2 boras.
    Sul,Mtgdaleoa. 18, s2 no ai.
    Su', Saota F, 20, as 3 horas.
    Sul, OordoaB, 22, s 3 horas.
    Sol, Capu<. 2, i 4 boras
    Roe encala. Olinda. 24, s 4 boras.
    Sul, Coti'ja, 24. s 3 boras.
    Eu-ooa. Glyde, 27, s 2 horas.
    Sui,Daoabe,3l, s 2 boras.
    M600
    23*800
    30*000
    141700
    FINOS BINCULOS ^
    DB
    % MADR2?2HaLA
    1^ BECEBBO O 6*
    $> Aa Parads des Damas jfc
    I THSATaa |
    em tecido de seda e renda,
    3* alta phantasia, tem o
    4 AQ FARADIS DS3 DaHES |
    t. Fu-'a isz /aQsvisae^^a-^p
    EL L4DB0N BhTE!0S:)
    Una manvoa os deapertiis, y esbaia
    faltar il reloj, el bolsillo, otros objectoa
    de-val ir; y ain embargo, ni vosotros, ni
    ninguno de los individuos de vuestra c ha odo el menor ruido dar -te la noel e ;
    ni hay 'ampoco hue la de cmo el ladrn
    e;:tr e la casa, ni sali de e la. EcLi-ia
    correr ioiormaia la pclu-*, y decid;a,
    al propio tiempo, adquirir um perro y
    tama escopeta. Con todo esto, caei.
    entender los ladronea qu3, en lo sucesivo,
    harn bien en no volver vues:ra
    habitacin ; es un procedimiento racional ;
    pero eo el nterin, sia embargo, vuestro
    reloj, bolsillo, etc., ya ae han perdiio.
    Supongamos, coa todo, qoe yo os dijese
    qai e-o ladin que oa rob lo que era
    vuestro 110 enti jama en vuestra asn ;
    qne hab i nacid en o la, que ha'-i vivida
    eu ella durante muchua a a, y que nunca
    halla alido da ella hasta el aia en qoe se
    esoat. coa lo voestr.>, acuque ni un aloja
    humana le vio ai oy jamas ; supongamos,
    digo, qt-a yt oa d.jese uato, y ureeiiis
    que me ho vuelto loco. Paas b.en, no ju
    gneis 0011 tanta ligereza.
    Aqai tst*n cuatro bio?as cartas. La
    primeira dca como a'gue: "Har acoa
    cuarenta das que recib aa cocee jo Je
    tomar el J rbj Curativo de la Madre
    Seigel. Hali ya observado lea bue o
    rasultadoa que de su uso ae segua por
    casos de otras varias personas ; pero bey
    tango el gusto do ii.fjraur V que etty
    completamente restablecido da i enfer-
    medad. Digiero los alimentos bien, y
    todoa los rganos de mi cuerpo fuaciuaati
    con perfecta libertad y regularidad. D
    V. afmo / (6rmado) Fraucioca Bravo, Cille
    de loa Alamos, 20, Linares, Proviacis
    de Jan, Abril d, de 1893. "
    Lo carta que antaoede esta dirigid
    Don Diego Molina. Farmacutico, Linaresi
    La segunda carta, dirigida los pro
    pietarioa del remedio, as como aij;ne:
    " Permitt.n Vda. que les enva Isa miz
    ezpresiviM gr.ici-8, por haberme dado
    conocer Isa virtudes del Juraba Curativo
    de U Madre Seigel, por medio de lea
    anuncio i en eate pas. Haba estado
    suffriendo terriblemente de una eefarmeded
    de estmago' y encostr na gran ilrViO
    - en') ei mti.:. i j >u .j-.e ru o o temar
    ri :h'i J-r-bu. D V. alma, (armado) Au
    roa Clsente, Calle D quo da U ViO
    toril., No 10, Maluca : Oo'.obre, 28, de
    189*"
    Tereiita carta *. fia s ifrido m cho
    u*inar os, d I uual oo hab pudido hallar
    cura, hsta jacte I ti,- cui en la desa-
    aperacion, compr un-i b itellu. de catoce
    reales, del Jarabe Curutvo de U Madre
    Sdigel* Ya no ei neceiario decir maa ;
    con ella expermio' al momeato alivio, y
    ahora he r-nubi*eii-.>, p r oomplet<.*, mi
    salud. Tengo aiempra esta medicina en
    mi Casa, y i ; h reamen lnu t..Cs i.a
    preaon" que he enoontr^du en n>ia viajea*
    .De. V. bf no (firmad)) Jess Villaoueva,
    (Comerciante eo q jcuU: ) La Palma,
    Eoero, 29, de 169-i."
    Yf por ltimo, eet i crt. "Esatioa V.
    tara expretarle mi gratitud por los infor-
    mes que, coa bus publiCdcicnes, me han
    porporoii nado con respecto al gran m ito
    la su J.rabo Curativo di Is Mdre Seige)
    para toaaa las enfermelades del sistema
    digestivo. IL.bie.nio auffndo de un grave
    dolor de estmago prob bicho Jarabe, y
    stoy ya oaai completase ti bi n, aa
    cuando co lie asado todava mais que nua
    botella de l. Da V*. 'fu. ^firmado) Juan
    Marqu, Calla Nueva, l, os i primero,
    Se-.ila. Dicomb.e, '1, 1892."
    Puei bie', tuda eitia casos oo eran
    ms que re eaa tola y aioa ennrmedad,
    indigeation y dispepsia, u.ia menoa
    deaarrolladkB A manado hublamoa de
    eraos "atajados" de e itertedd, como si
    sta noa asaltar* deade fiera como podra-
    mos ser altados por uo hombre pistola
    cuebil o en mane. Este ea el error qoe
    ul principio de nuestro articulo hemos
    tratado de destruir can U compuranin del
    "ladrn que haba nacido en nuestra
    misma esa." Lo opuesto ese error, ea
    lo verdadero ; la enfermedad ae aumenta
    dentro, pero se maoieata i aera ; ea como
    un Ld.n que habita los bajoa de nuestra
    osa. y se liams. "inuige't'ony eupepsia;
    yel sionmero de "duloret" que por l -
    trimus, na hijos suyoa.
    La.indigeatioa crea an veneno que ae
    esparce por tjdo el aiatema, por medio
    d la s a tigre, lo mis mu que la i irnundicie
    oa arrastrada por ana corriente un rio
    muchas leguas de distancia de so otigea.
    j la ndiges: oq se derivan p| reuma-
    tismo la brti.quiiis, la tisis, loa colorea
    de riaones, las utecciones neivioaaa, la
    icfljeijB.-, etc., cuyos e pe.Llas (eaultad^
    depsndeu j.camode del lugar en que
    viene bjsrae el virus de la enfermedad.
    Asi, paea, cualquiera q;ie vuestra en-
    ermedad se* tomud el Jarabe Curativo
    de U Madre teigel, que l limpia y
    cjrrige el estomago, y ea devolver* la
    3alud.
    No perdis tiempo, porque etJ ladrn
    no esta nuce satialecbo con rorosla
    comodidad, aioo que. i menudo, oa raba
    tambiec, la vida.
    Si el heor te dirige i loa SeaoreaA.
    J. White, Liaitado.de 155, Calle de
    ('aspe, Barcalo", tendrn musho gusto eu
    enviarle frratuitmeate un folleto ilustrado
    qs 'explique las propiedadea de eate
    remedio
    El Jarabe Corativo de la Madre Seigel
    est de venta eu lod^a La Farmacias.
    Precio del frasco, 14 Reales, Frasqui-
    to, 8 ltBc
    J
    KSPARTLHOS
    ELEGANTES f
    CNFOSTAVEIS !
    Rocebsa grande aortiraento
    ^*.-W'
    Dr. Alfredo Gaspar Medico. Con-
    sultorio e residencia ra da Imperatrii
    n. 18,1 andar: Op^rador parteiro tra-
    ta com especialidades de molestias de se-
    nboras e cranlas. Consultasde 8 asi
    da manha. Chamados (por escripto) &
    qualquer hora, tlephone n. 226
    O Cirurgiao Dentista
    Patricio Moreira.Participa aos aeus
    clientes que mudou o seu consultorio
    para a ra Barad da Victoria n. 7, I.*
    andar onde pode ser procurado para os
    misteres de sua profisso das 9 horas da
    manha as 4 da tarde.

    \

    i
    Sl SHSafflSBaBBHBl



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    \
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    -V
    Plarfo gornamirpco Domingo |4 ae Oalaliro fle I334t
    HOMMII BRAZILEIRA
    Extractes no mezcle
    Outubro de 1894
    Chamando vossa attcno para a nota a ha i vo:
    Lotera do Estado de Minas-Goraes 6.* seria da 7.* 25:000$ 4S000 15
    m a 7.- 6.' 20:000* 3000 12
    do Espirito-Santo 21.* lotera 12:0008 1$600 17
    de Minas-Geraes 1.* serie da 9.* 30:000$ 2$400 19
    7/ 7.* 20:000$ 3$000 22
    8. 6.* 25:000$ 4S000 24
    > 8.' 7.* 20:000$ 3$000 26
    > 1/ > 8/ .15:000$ $800 29
    > > do Espirito-Santo 22/ lotera 12:000$ ,15600 31
    >

    >
    de



    >
    Outubro



    >

    Para
    do 15, 30
    100:1100$ e
    semana.. *
    as extraccoes de Novembro ssro postos em execucao novos planos cora premios integraos:
    e 40 contos de ris, deyendo brevemente ser annunciado o dia da extracco dos planos de
    20J:00J$ integraos. Com loteras do outros Estados sero preenchidos os goutros dias da
    o--
    Vendas em grosso e a retalho
    CAS4 SOMIO DE OURO
    Ltfp
    i*pa^a da Independeiiciajis.3e5
    Para pagamentos de premios e mais informacoes com Bernardino
    es Alheiro.
    Gaixa correio 196 Teleg. AlheiroPernambuco.
    EDITAS!
    0 Dr.'Jnlo Joaquira de Freitas Henriquas,
    juiz de direito do 4o districto crimi-
    nal e presidente do 5a s-ssao ordina-'
    ria do jury desta cidade do Kecife,
    etc.
    Faco saber a quero interessar possa.
    que em virtude do art 29 Io e 2* Ja
    It'i estadual n 15 de 14 4p Moverabro de
    1891, foram multados os juizes de facto
    infra declarados e com as quantias abai-
    xo mencionados, por nao terem compare-
    cido a referida sessao :
    1 Arthur Palma Espiuca 11CJ0OO
    2 Joo Nepomuceno C. da Sil-
    vo 1100000
    3 Domingos Antunes Guima-
    raes 110$000
    4 Arthur Rib-iro Roma 105dOOO
    5 Carlos Bandeira de Melo 1053000
    6 (Jarlos Jos de Medeiros J-
    nior 1O50COO
    1 Severino Lopes da Assum-
    pcao 105$000
    8 Carlos Jos Antunes lOUO >0
    9 Tito Taciano Maiiz 10 5000
    JO Custodio Francisco Martina 95S000
    11 Francisco Ferreira de Mi-
    randa Cruz 9W00
    12 Santino Alves da Silva 85*100
    13 Argemiro Mendes da Silva
    Gui maraes 80$OO0
    14 Antonio da Silva Gyr:o 808000
    15 Ernesto Ferreira dos San-
    toa 80^0 0
    16 Jos Marcelino A'.ves da
    Fonseca. 808000
    f Dr. Amoaio de Olinda Almeida Cavaicaote
    Jait Sccciooal do Estado de feraambuco etc.
    Fas saDt-r que se cn* convocada para o di*
    15 do crrame roes, 8 II dora do da nc
    locar do eos uma, a iQtaliaci) do Juy Fedo
    ral. em qae tem de'ser julgadas as 8eguini*t>
    caosas :
    Autora a Jostxa Publica Federal, reo W|.
    be-to de M -,;) Reg, pronuociadj da ariluo
    338 5 do Cdigo Penal, e ta.ieaionbaa, An
    orno KrancigdO ue Sooix, Joiqaiin do* Rjir
    Lifboa, Aotonio da C'Oi Rioeiro, Utys-es
    "'MBzii de Albaqcerqo*, Jist3 Rodripa-'s do<
    Pause Netto, Luiz Manoel Kcd-igo^s Valenca,
    Tito Taoaoo tti. Jone Salazr da Veiga Pes-
    io,!, Aotonio Serjri da Cruz Muniz.
    An'ora a Jos p> Pooiica Federal, reo Jacin-
    tbo Lsopoldioo d Fonseca e Sil, pronuncia-
    do oo artigo 338 S., e tea'emoob s, Maoo>l
    Coelnn Bao "-ira ie Holl. Fabio de Alboqmr
    qoe Gama, Manol Le e P3reira Basto, Jovi-
    do da Silva aotiago. Elias da Crot RiDel'O e
    Gedeo Forjat de Lrerda Jnior, lodos os qoae-
    Bcrri por ebte notiflcado do d:a. Cora e lugar
    cima mencionados, os reos para prepararem
    ob ipkio* de sua delexa e as tesiemonhas para
    aonnarecerem Glos no dia desgnalo cono Boa
    eiuintes ate serem jolgadas a causas.
    K para qae ebegue a noticia a lodos roanda
    oaaaar o presente edita), qae ser affix-.do oo
    locar do cosimee prblica lo pela imore-ia-
    Dada e passado nesta cidade do Rjc f ais
    9 de Ouiobro de 189i-Eu, Antonio ferreira
    Braga, e*.;nvo o e^cr-vi.
    Antonio de Olinda A. Cavalcante
    4545000
    E que fica marcado o prazo de 8 dias
    da data deste, para os mesmos senhores
    juizes de facto requererem as suas recu.
    sas perante este j'hzo, justificando os-
    Cemiteri* Publico de Simio
    Amaro & de Outubro de l*>>!i4
    Aproximando-se o dia de finados, 2
    de Novembro, o abaixo assignado con-
    vida os proprietarios de tmulos, ir-
    mandades e mais interessados para coad-
    juvarem-no, reparando e asseiando as
    propriedades, que tem neste Cemite-
    rio, de modo que apresentem o asseio
    e esplendor, que devem ter em dia de
    to saudosa recordacSo estabelecimen-
    tos dessa ordem.
    Outro sim faz sciente aos mesmos in-
    teressados que esses reparos devero ser
    concluidos at o dia 29 do corrente.
    vindo os encarregados precisamente
    iautorisados, e que a ornamentaco dos
    Dcima da* fregnealas de
    renco e Vane
    1875 a 1876
    (Cotiauacao
    Na. Ruaa
    174 Es'ra-ia Nova
    3 Rosario (i L)
    35 Rosario
    19 Sol
    28 Rosario
    it Largo da Matrli
    3 Estrada Nova
    186 Estrada Nova
    Mi E t-ada Nova
    (35 Esiraoa Nova
    1 liba
    7 liba
    9 liba
    11 liba
    2 Sel
    17A Sol
    Ambol
    30 Largo da Matriz
    38 S. Francisco de Paalf
    9 s jI
    11 Sol
    31 S. Fraocisco de Paula
    194 Errada Nova
    13 Ipj'-iQga
    & Lirgo do H. da Vanea
    4 S. Joto
    19 S. Joao
    5 Lsiaogeiraa
    II R sano
    19 Rosario ,
    31 Rosario
    18 Largo da Matriz
    31 Cacbaca
    34 Cacbaca
    16 E-t-ada Nova
    13 E-trada Nova
    121 dem
    26 Larga da Matriz
    13 S. Francisco de Pacli
    6 Raroalbo
    40 Lugo da Matriz
    22 Cachaca
    14 Estrada Nova
    21 -. Joao
    9 Cazaogi
    18 Estrada Nova
    4 Ketrada Nova
    7 S. Francisco de Paula
    Luu
    Import.
    5400
    544U0
    54100
    2^700
    10*800
    10*800
    54400
    5*400
    6*480
    6*480
    36*000
    6*. 80
    19*440
    12*961
    6*48J
    5i48
    10*8.0
    5*400
    45* 01
    5* i 00
    5*400
    10**110
    12*960
    8*640
    8*640
    8*640
    3*240
    2*700
    5*400
    5*400
    6*480
    5*400
    5*4000
    5*400
    5*400
    5*400
    8*640
    5*400
    H'*800
    45*000
    5*400
    5*400
    5*400
    3*240
    10*800
    5*400
    5*400
    18*000
    Largo Arfeoal (epparelSo publico
    Freeueaia de Santc AMOilO
    Ra 15 de Navembro n. 1
    Oda dita n. 57
    O ta tita d. 67
    Dita dita o. 67
    D ta dita n. 75
    Caes da Re.'eoeracSo n. 30
    Dito dito apparelbo publico
    Roa Duque (.e Canas n. 2
    Dta dita 0. 14
    Dita dlUu. 21
    Una ola d. Ti
    Di.a dita D. %
    Ra Barao da Victoria n. II
    Dita dita o. 14
    in a dita n. 22
    Dta iu n. 38
    II ia 11. 40
    Dita o. 50
    Diib o. 52
    Dita o. 11
    Dita, dito
    Dita n. 39
    Dita, dito
    Din o. 47
    T'incbelrag o. 16
    Diia o. 48
    Laraogeiras o. II
    Dus u. 14
    Dita o. 23
    Travesa do Qnelmado n. 5
    Dita 1 as Crasen
    P'ac' Barao de Lacena n. 13
    Hu. Larga ao Husarion. 18
    Di a, dito
    Dita n. 2i
    D ta 0. 24
    Dita, dito
    tea 0. 28
    Dita o. 43
    Di, dito
    Dita 0. 11
    Ulta u. 13
    Dita n. 25
    Dita o. 31
    Dr. Feltosa a. 32 (
    D'ta d. 39
    Ora o. 33
    D la, dito
    U Fe:tosa a. 33
    D la o. 41
    Oiti o. 45
    P 01 ciaro Jaciotbo n. 40
    3 ta o. 42
    'ita o. 31
    Joao do Reg n. 4
    Dita 24
    liba 00 Carvalho n. 14
    Dita n. 17
    Rus Major Agoeliobo Bezerra 0. 21
    Becco do Calabooco n. 38
    Roa oe Panlioo Cmara o. 19
    Segundo becco da Camboa 0. 8
    Largo do armo n. 4
    Uno u. 10
    Dito n. 16
    Dito 0. 25
    Travesea oo Carmo n. 1
    01 a n. II
    Rua 00 Fogo o. 33
    Da n. 48
    Viscood? da Innanna n. 25
    Dita 0. 55
    Dita D. 65
    Pearo Aoonso n. 3
    Dua o. 31
    Dita n. :<3
    Dita dilo
    Di a o. 53
    Travesea ao A-s n-1 n. 11
    Raa de Marciiij Dias n. 2*
    Bita 0. 40
    Dita n. 15
    Dita n. 41
    Largo de S. Pearo o. 15
    Travesea da Viracio n. 10
    Roa de Losas Valentinas o. 36
    Coronel suassuia n. 2
    Saot> Tnerrza o. 43
    Travexsa do Lobato o. 10
    Raa 24 oe Maio a. 9
    Travesea da Concordia n. 15
    R'ta Feiippe Camarao n. 16
    Da o. 43
    Dita a. 71
    Mrquez do Herval n. 32
    Dita 1. 31
    Cita 0. 83
    Aapareibo Publico do Caes Saata [ga-
    cel
    Freguesia de S. Jos
    motivos de sen nao comparec perito, e tumuIos e catacumbas dever ter lugar
    que fiado esse prazo o esenvao rewstte- na manh do referido dia 2, nao sendo
    r ao conceibo ^unicipal urna copia do absolutamente admissiveis ornamenta-
    antoamento de mposirao dvs multas,
    bem como, uma outra ao Dr. procura-
    dor dos Feitos da Faznda Municipal,
    afim delle proceder a sua cobranca exe-
    cutiva, como manda a supra mencionada
    lei e o art. 152 Ia e 3o do Kegula-
    mento de 23 de Janeiro do anno prximo
    passado.
    Recife, 11 de Outubro de 1894.
    Eu Mjmoel Bernardino Vieira Caval-
    cante, a#4pnldo escriv > do jury o es-
    crvj.
    Jod Zoaquim de Freitas Heuriquss
    Conselho Econmico da Re-
    piiticao de Marinha
    De cr'i-m 00 Senbor Capilao de Frsgat
    Joi Perei'a Goimarace, ioscector deste Ar-se-
    na!, ( carla fechadas no dia 23 do correte, as 11 ho-
    ras da maaba em uma cas salas da Secretaria da
    Inspeccao para o foroecimento de ferrageos, ma-
    gsme8 e faze.ida a este ArseBal suas depeodeo
    ciaR e aoa navios da Armada Nacional estaciona
    dos do porto deste Estado, durante o futuro exe*-
    cicio de 1895. observadas as dtsD sic&Vs do* a',
    ticos 176 e 178 e seos paragrapbos do .regula
    meato que baixo" com o decreto 745 de IS
    de Seiembro de 1890, as quaes vSo abaixo tran
    ser ptas:
    . a 176. Sao deverea dos propooeritea :
    1." E cner com precos por extenso e eni
    a!garis.7io a propoUa impressa que le ser for-
    necida pelo secretario do /rsenal, a qoal dittar
    e goat para ser aprcaeotaaa ao Coaselbo
    Econmico.
    2 Entregir pfaaialmerte cu por sen legi-
    timo representante, directamente ao Coaselbo
    Ecnomo) no logar, da e bjra atic^iDCiaiios. nao
    s as ; iias proposUs come as azostras corres-
    pond^nip?.
    8 3. E:p bir alero da cenldio i< respfcilfo
    contracto rociai, qcanio nao fr3rmaiudlvi3ual
    os docuaectJS qoe p ov?m ffr onfocunte ma-
    tncula.10 n haver pai-o s i>npoft: mere al relativos a oLimo semestre. \
    J 4.# SSo dispensado da aiire'entf 5S0 da ma
    tricla Da Joota Commerc:al as fdbncs e 1
    beleclxe'tos ludtw r estes e aqoelles a p eferercia 90bre os out o
    concurrentes tm ic.al 'ade de condigOas e cir-
    cumstanc.as devlraueute r>rovaia-i.
    Art. 178 oaragrapho odcj. A!a do praso e-
    diicl^do, o" forneced 'es 'ori'.inur.Sn a sopprir
    por ma'8 60 dias nrs mwz* ~ *-u. .- -
    sim tor jalgado necesaario, e aea qoe jo co'i-
    stttua dtnip oa^a prorojssSi >io -:o -tracto.
    Oa proiionentes dev^fio aprmiUr 03 1ccu
    mert^a u bab:li afio vespe':-, ds Cooe'.h ,
    anu d a? vericar se as foricslidaes exigtdis
    forpua itisfeias.
    Se^Ttaria dalaspeccao 'lo Arsenal ne Mara.
    di Ptmambuco, 13 de Ou'ubro de 1894.
    O secretario,
    Antonio da Silv Amelo.
    coes, cuja collocaco damnifique as ca-
    ucuaibs.
    O administrador,
    Ascencio Minervino Metra de Vasco'
    cellos.
    Fiscalisacao da Gompaohia
    Dravnage
    EDITAL
    De ordem do Sr. Dr. ongenheiro ebe-
    , se .faz publico que, deixando a com
    panhia Draynagre de dar fiel curoprimea-
    to a 1.* parte do art. 26 do contracto
    em vigor, que a o' riga removur o lixo do
    interior das habitacoes duas vezes por se-
    mana, os Srs. prejudicadoe devero di-'
    rigir suas reclamacoes ao Escriptorio do
    mesrao Dr. engenheiro, o qual fuacciona
    no predio em que esteve o Collegio das
    Orphos Praca Barao de Lucena, afim
    de se providenciar como fGrde jnstica.
    Secretaria da ViajSo Frrea do Esta-
    do, 11 de Outubro de 1894.
    Olympio Cosa.
    Servindo de secretario.
    Recife Drajnage
    Rel;c2o dos cenzerto feitos aos apparelhng
    da Compaobia R-cife Braioage, no mes de Se
    temorj oo correte aooo, de cooformidade com
    o ar itio 10 do oatracto e 2.* do anigo 15 do
    r-guiamenio de 12 de Janeiro de 1872.
    Freguesia do Recife
    Largo da Alfandega o. 1
    Uro dito a. 1
    Koa Ma'qoez de Olinda n. 18
    Dita dita n. 28
    Dita d't n. 32
    Dita ana 0. 38
    Ra do Bjcd Jeua a. 10
    Dita dita a. 16
    Dita ara n. 22
    Dita dita o. 38
    Dua aita u. 38
    Dita dita n. 29
    Diti dita o. 49
    Rua do Commercio n. 10
    Di.a ana 11. 23
    Dita dua n. 44
    Casa aoa Pratico*
    Largo do Corpo Santo a. 17
    Dilo d to D. 31
    0 t j dito n. 21
    Dito n. 27
    Rea do Bispo Sardioba n. 11
    Raa doTjrrm o. 2
    Dita dita n. 4
    Roa do Vigano Tenorio n. 16
    Dita Dita n. 3
    Dita Dita n. 18
    Roa Marii e Barros n. 9
    Dita dita n. 8
    Dita dita d. 16
    Ruh i;os Eurt js 0. 15
    Travessa Uadie de Deus a. 1
    Raa Amanto 21
    Rua Domingos Jos Martina n. 44
    Dita oita oe ICO
    Dita da n. 100
    Di a dua o. 102
    Dita dl'.a n. 124.
    Raa Lomas Valentinas n. 70
    CvoDt-1 Soasauna n. 103
    Dita 0. 119
    Dita D. 187
    Dita n. 199
    Mrquez do Herval n. 148
    D ta n. 147
    Dita d. 179
    Tublas Brrelo 0. 59
    24 de Maio u. 48
    Dita u. 41
    Das Card080 n. 72
    Padre Nobrega o. 36
    Dita n. 38 A
    Dita Q. 23
    Dita a. 65
    Dita d. 73
    Viual de Nbgreiroa n. 16
    Dita n. 50
    Dua o. 23
    Dita o. 95
    Fre Heunqoe n. 11
    A-inipcSo n. 38
    Padre Floriano a. 40
    Dita u. 21
    0 ti n. 35
    ''orle a. 1 a 7
    Ncgucira n. 3
    Dita n. 41
    Santa Rila n. 88
    P.d-e Mii'iz n. 7
    Dita a. 19
    Dita n. 79
    S. Jn8 n. 38
    Pescadores n. 8
    Travessa do Peixoto n. 3
    Rua 89 o. 5
    IflOO
    tiiTO
    9*370
    5 800
    4*105
    6*470
    14*150
    4*100
    4*iH0
    1*180
    4*2 0
    itOi
    4*220
    4,foLDl1" 3
    f70 6ta D- 39
    2*250
    Dua n 13
    Dta n. 19
    30
    DECLARARES
    O b'cbarel Manoel Nicotio R--gaeira Pinto de
    Scuxa. procurador fiscal do Tceeoco
    Pelo presente enul, de. cnform ade com a
    re80loco de 8. Exc. o Sr. D.-. Governador do
    Krtado, constante do sea crB ;io dtalo de 26 do
    mez prximo fiado, convido aos nev Jo res do
    lupo.-to de deeima urbana correspondente ?os
    exeroiclos de 1875 a 1876 da fregoezia da Varzea ^aveasa do Aotigo Porto n. 8
    dos predios abilxo de to de 15 das qoe Ibes fica assigna-fo a contar
    desta data, recolberem a iopnrtmcia de gt-ns d-
    bitos, oo monta'em que ae arbam qoiies para
    om s Fazeada do Estado, visto como da rea-
    cao existente e escriptorada ; a Secgo do Coo-
    t'eucioso nao consta o abono de taes pagamen-
    tos.
    Os do'umeoloa devero ser apreaentadoa
    com mi? sao encar f gada da escriptnrai So da mep-
    tua divida aciva para o u de se proceder ao
    rf?(;e:tiv cbono. caso esleja paga a divida, e Roa do l'harc-i no 26
    expedmdo a mesma co m'sSo goias para os Dita dita o. 48
    pagamento* qoe nao tivprem don feitos, os'Roa de Sao Jorfe n. 10
    quae* terao legar, mesmo ueste Toesooro, de'Dita dita n. 50
    coiiformidade com a resolucao cima citada do Di a dita n 74
    Exmc Sr. Dr. Governador do Estado: ; Dita di a n. *
    Para corsa manaai lavrr o presente que' Dita dita d. 37
    vai W min; -'.ssigi-ailo. dita o. 85
    En Jjr Mana de llollaoda Citalcaote, suxi- Dita mta u. 119
    liar ia romratsa", eucrevl. i Dita dita 0. 139
    Ser:c8j do Confnrics; do Tbe&onro d) Es'ado R "a Vi:al de Otivalra n. 12
    3 le Oo'nhM rfe 89l. / Rna Barao do Tncm.bo o. 7
    ifanoel Nicolao Reguetra Pinto de Souza. 1 Dita dita o. 63
    Relacaa dos predios a que-se lefere o edital Dita dita n. 67
    supra Dita dua 0. 75
    . Dita dita o. 8
    Raa da R"Rlaarac3o n. 32
    Piladla n. 5
    Dua dita o. 13
    Roa de D. Maa Cear n.
    Dita dita a. 17
    Rua Vscoade de Laparica n. 8
    Dita aita n. 30
    Dita dita 1 49
    Dita dita a. 61
    Dita dita n. 61
    4*720
    6*350
    6*970
    4*210
    2*350
    2*50
    4*720
    2*250
    4-aitit)
    2*250
    4*100
    4*220
    4*220
    31*330
    5*550
    6*470
    6*350
    6*350
    10<47o
    12*20
    4*100
    7*430
    4*IC0
    4*100
    MO
    4*10:
    188*7411
    4* 0
    2*250
    4360
    9*950
    4*20
    4*100
    4*100
    5*680
    4*150
    4*1(0
    4*220
    4*100
    4*100
    4* OO
    29*000
    4*600
    4*100
    12*600
    8*870
    14*350
    4*100
    Boa-Vista
    mneralriz ?. 6
    Dita o. 16
    Dita n. 78
    UUa o. 1
    Dita o. 11
    tta n. 63
    Dta 11. 65
    Pr;,ca Maciel Piabeiro n. 28
    Di.a n. 9
    'iocceicSo n. 7
    Tambia n. 10
    Viacoode de Alboqoerque a. 16
    I) tan. 18
    Dita u. 37
    Dita a. M
    Vi conde do Rio Braoco o. 39
    Dita n 45
    ;oo. e da Boa V sta n. 29
    Riachuelo o. 41
    Vipcond* de Camaragibe o. 32
    Dta o. 52
    Dita n Si
    Dta ti. 41
    Dita o. 68
    tu a n. 69
    Dita 0. 69
    Gervasio Piras n. 52
    . 83
    Travessa do Palacio do B:spo c 16
    D ta n. 23 (
    Dita n. 29
    Socegon. 65
    Dita o. 1
    Praca da Santa Cruz n. 24
    S. Gincalo n. 22
    (.'Ha n. 24
    Ulta D. 28
    Pita n. 27
    Hospital Pedro II n. 4
    Dta n 4
    General-Saara n. 2
    Visconde de Goyanna n. 29
    Dita D. 71
    4*100,
    6*350
    4*100
    4*it)0
    5*970
    2*370
    14*420
    4*100
    4* 00
    d*990
    2*2.-0
    4*600
    12*890
    7*750
    6*330
    4*600
    6*490
    4*100
    6*750
    8*880
    10*350
    6*170
    2*250
    6*990
    5*810
    5*970
    2*250
    4*i'.K)
    46*510
    4*460
    30*850
    4*100
    4*t00
    4*600
    4*100
    6*620
    2*150
    5*850
    4*10"
    4*!00
    18*.60
    4*600
    2*250
    14*180
    4* t(X>
    8*310
    4*100
    6*650
    6*350
    6*25:)
    4*100
    4*100
    4*1'0
    4*100
    4*100
    12*640
    34*560
    11*850
    13*6 0
    4*100
    5*850
    6*330
    6^550
    sstuo
    67*530
    4*100
    5*350
    4* 00
    4*600
    12*350
    5*83o
    4*100
    51*910
    4*730
    13* 00
    4*10.-
    19*940
    4*100
    4*000
    6*330
    4*100
    4*220
    4*100
    6*330
    4*100
    21*730
    4*100
    2*2.0
    4*100
    4* i OO
    4*it0
    14*800
    5*4<0
    4*100
    22*350
    4*100
    4*100
    7*990
    HIPPODROIUO
    DO
    CAMPO GRANDE
    4.
    100*220
    P0JCT0 DE INSCRIP(!AO
    Para a 22a corrida a realizar-se n dowiago,
    21 de Outubro de 1894
    1. PAEO-551 de Outubro800 metros. Animase da Pornambaoo, qao
    - nao teofagm guabo non Prados do Recife ontando oa cSo victoria at
    10 de Agoat prximo paitado, pasmos: 250AOOC' ao primeiro,
    505000 ao segundo e 25|$00 ao teroeiro.
    2. PAREODerby Club1,650 metros. Haadioap. Aninuea de P-maoj-
    buco. premios : 330,5000 ao primeiro, 70 o terceiro
    PesoBisamrk 2., 60 kilos, Trinmpho, Avertareiro, Nababo, 55 kiloa,
    PlotSo 52 kilos, Turco 2. 50 kilos; e oa demaia 46 kiloa.
    3* PAREO Prado Pernaoabueaao 1.200 metros Animaea de Per-
    nambuco. pbbkigb: 2505OCO ao primeiro, 50^000 ao segundo e
    255000 ac terceiro.
    Art. 5.-Btsmark 2.
    PAREOlaspreosa1.500 metros Hxndosp. Animaea de Pemambaoo.
    PBBfcUOS : 3J050O0 ao primeiro, 6 Jf 300 ao segundo e 305000 o
    terco ir..
    Art. 5... Bismaik 2.( Piramon, Triumpbo, Torco 2 PlntSo, ATentareiro,
    Pyrilampo, Nababo, Todo Ally-Stoper, Hirondolle, Berln
    Pe OS ublio, Pigmeo, 53 kilos, Maority, Hognotte, Sana Sooci, 57 kiloa,
    Fer.iano, Mascotte., Pathcbouly, Ibo, 54 kilos; Malaio, Pirata, Qarim-
    peiro, Garana, Viagador, Narciso, 52 kilos; Erna, Batury Oolloaao,
    Toalon, Ciago, Mooro 50 kilos, e oa demaia 47 kiloa.
    PAREO Velocldade 868 metros. Aoimaes de Parnambaeo. PBB-
    Mios : 2505000 ao primeiro, 505000 ae segundo e 255000 ao
    terceiro.
    Art. 5aOs do pareo Imprenaa e Dubo, Pigmeo, Maarity, Hugnotte Sana-
    Souci.
    PAREOCoia2penacSo 850 metroa Animaea da Peruambuoo Pkkhioi :
    250SOOO ao pnmoiro, 505000 ao ae gando e 255000 o terceiro.
    Art. 5.8Os do paro Volooidade e Maaootte, P .tchouly, Ydo, Feniano, Malaio,
    Pirata, Oarimpeiro, Ooloaao, Mouro, Tapy 2.1, Palhago, Ida, e Gallot.
    PASEO Trillaos Urbanos 1.100 metros Ammaea de Pernambuco.
    premios : 2505000 ao primeiro, 505000 ao segando e 255000 so
    terceiro.
    Art. 5.* Os do pareo Velocidade e Mascte, Pathchooly, Ibo, Feniaoo, MaLio,
    Pirxt, Girimpeiro Mouro, Narciso e Viagador.
    PAREOL.'berdade 1.050 metroa Animaea de Pemambaoo PRijaoe :
    2503000 ao primeiro, 505000 ao aegundo e 25J000 ao torceiro.
    Art.* 5.* Os do pareo CompensacSo e Collosso, Viogador, Tonloo, Teimoeo,
    Frontn, Traquinan, Tenor 2.a, Gallet; Regente, Poatable, Petropolia
    2.', Faaileiro, Prussiano, Galante, Vivaa, Enireb, Phsrteea Batary,
    P-lhago, Tapy 2.-( Beija-Flor, Cingo, Fumaca 2.', Baralho, Dictador,
    Piano -, Moarisco' e Caraans, Taliapber Malango, Naraiio.
    7.
    8.
    Observacoes
    ContarSo victoria oa par jos Velocidade, CompeneacSo e 12 de Catabro.
    Para todos oa pareoa a exige qoe ae i- screvam e corram 4 anin.aes de 3
    proprietarios diferentes.
    Aps a petagem oa jokeys e animaos qae tiverem de dispater p pareo serlo
    isolados.
    Os cavalloa saBpenaos nlo poderSo ser inscriptos.
    A inscripcSo encerrar.se-.ba na terca-feira 16 do crrante, a 7 horas
    ta tarde oa secretaria, raa Lurga do Rosario n. 16 1. aedar.
    Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 11 de Outubro de 1894.
    O secretario,
    Augusto Silva.
    16*780
    6*830
    10*350
    14*560
    4*100
    10*2 0
    15*930
    21*980
    10*350
    7*910
    4*100
    4*1 0
    11*240
    12*720
    11*8 0
    26*75U
    34*400
    10*470
    4*100
    6*380
    4*750
    15*810
    4*10*
    4*340
    4*100
    9*60
    3*250
    32*200
    21*370
    4*100
    13*39'i
    5*S50
    91*880
    6*350
    4*iin
    14*350
    4*;0j
    4*100
    105*47-
    89*230
    2*250
    O Loidon Brazilian
    Bank Limited
    Sacea sobre I^isboa e Parto
    Mii libras sterlinas, e vista,
    sendo o pagamente ffoite na
    oecasifto da apresentaeSo do
    saque ao cambio, pelo qual o
    llanco estiver comprando pa-
    pel sobre Londres a noventa
    dias de vista naquellas praeas.
    Loado a & River Pate.
    Bank Limited
    Crpital sub-
    scripto Ib. 1.500.000.0,0
    Capital rea-
    lisado
    IKundo dere-
    900.000.0.0
    serva
    S5O.0OO.O.O
    Recife, 5 de Ou'ubro de 1894.
    J. F. Mackiniosb,
    Grente.
    27*260
    4*580
    5*850
    4*100
    13*610
    4*100
    4*100
    9*9{0
    5*850
    5*850
    5*850
    4*100
    4*100
    "5*850
    4*100
    9*530
    5*S50
    7*450
    5*850
    4*100
    7*980
    8*850
    4/; oo
    13*850
    8*20
    38o0
    5*850
    9*830
    4*100
    6*150
    12*45"'
    5*650
    38*970
    9*160
    5*890
    5*850
    4*100
    5*85"
    17*910
    14*360
    29*150
    7*750
    26*65o
    Caixa matriz em Londres
    Fillaes em Pariz, Duenos A v-
    res, Montevideo, Rosario, Pay-
    landu' Rio de Janeiro, Para e
    P 2 nambuco.
    A caixa fllial de Pernambn-
    ico foi uberta em 0 de Agosto
    do corrente anno, fazendo to-
    das as operacSes banearias.
    Recife, 13 de 8etemtbro de
    1894.
    T. Ellis.
    ________ GERENTE
    HoBp^fPedro II
    Precisase com silencia cootractar um prati o
    de pbarmacia com nabihucop- pira o s^rvigo d-
    aboratorio. O servico das 6 hor;.s da nva.Db
    is 6 da larde: a Iratar com o D~. oi-ector, aol
    mesmo bosaital, as boras do expediente.
    me queiram fazer
    jualquer communica-
    (jo ou reclamaijo, se-
    ja esta feita no escrip-
    torio desta empreza
    rua do Imperador n.
    55, onde tam bem se re-
    ceber qualquer corita .
    que queiram pagar.
    Os nicos cobrado
    res e xternos sao os Manoel Antonio da Sil-
    va Oliveira, Hermillo
    Francisco Rodrigues
    Freir e Joaquina An-
    tonio de Castro Nunes.
    Todos os recibos
    desta empreza dere*
    rao ser passados em
    talo carimbado e fir-
    mado pelo gerente
    sem o que nao terao
    valor algum.
    Edward Collire Leigb.
    Gerente.
    COMPANHIA DE
    Fia^o e Tecidos de Per
    nambuco
    8So convlda-los os possuirtores de obigseo p
    preferencias* da campanhia a virem ieceb^r os
    uros ve culos wei data a roa do Bi m Jesuti n.
    i (- andar : os referidos jaro e te-io pao'
    a vista das ttulos, cojos coapuns jerao uteta
    cados o acto Jo pagamento.
    Recife, 1 de Otttob-o de 1894.
    Jote loSo de Aciorim
    Secrefario,
    COMPANHIA
    DE SEGUROS CONTRA FOGO
    NORTHERN
    De Londres e Alerdeen
    Posicao fin anee ira
    Capital subscripto 3.780.000
    Fundos accumulados 3.000.C00
    IIeecila annual:
    De premios contra fogo 626.0000
    De premios sobre vidas 208.000
    De juros \. 155.000
    Agente en Pernambuco,
    BoxweirWMiam & C.
    Pede-se ao Senho*
    res consummidores
    COMPANfflA TETHYS DE SEGUROS
    MARTIMOS E TERRESTSES
    BOA. DO VIGARIO N. 1, 1. A.NDAA
    Directores
    BarSo de Soaz LeiO.
    Tbomaz Comber.
    j i-o tJesar f aes Barreto.
    .

    ?




    G


    rs


    Diario de Pernambnco Domingo 14 de Ontnbro de 1994
    DERBT-CLUB
    DE
    PERNAMBUCO
    Ao pessoal que entra sem saberj
    balhar paga-se desde logo um pequeo
    salario durante a aprendizagem.
    Ao pessoal hibilitado paga-se a jor-
    nal ou por coritas conforme o trabalho.
    Os chefes de familias que desejarem
    se collocar devero ir entender-e pre-
    viamente com o gerente, na fabrica,
    em Camaragibe, em todos os dias
    uteis, excepto as quintas-feiras fim
    de se certificarem se sero acceitos,
    em que condicoes e em que poca
    certa.
    Carlos Alberto de Menezes,
    Director gerente.
    1J1SMI1M IDA M." BMS8U9
    QUE SE REALISARA/NO
    Dia 14 de Oulubro de 1894
    Terminando as 4 1|2 horas
    da tarde com a entrega dos
    premios.
    >(imfi
    e
    g
    3
    PeUoi
    Miara
    lltl.

    s
    i
    \
    Cor menta
    Proprlctari*
    l. Pareo Libei-slatsle 1,000
    Db do Derbv. Premios
    cetro* Antmaes de Pernamburo qoe nao teobam ga
    : 250*000 ao i., 30*000 ao \S e 25*000 ao 3.
    Alazao...-
    Zaino....,
    Cistin: o.
    Mellado...
    Preto.....
    80
    60
    0
    o
    Encarnado e azul
    Oaro..............
    Azule oaro...........
    Uocaruaao e Draaco..
    Tupy 2.___ Alazao......Perr.mb.
    Fcmaca S.*-.
    Masco-te.....
    Ybo........
    Criculo.....
    2* Pareo Consolaeao 600 metro*. Aoimaes de Pernimboco qoe nao tpuham ttdo
    claB'h>ai,ao nos prados do Recife. Premios : 25O*OC0 ao i-, 50*0UO ao 2-.
    e 25*000 ao 3..
    SO Verde e amarello
    P. C.R. Rfgo.
    J. S. P.
    Cood. Mooriscana.
    J. Fignereoo.
    J. F. S. Maia.
    Gool- Mor
    OBg2.*.
    Transporte...
    Nilo........
    Tarlmbeiro.-
    Tip-tope ....
    Podj.......
    Alazao.....
    Rodado....
    Meilado...
    Castaobo..
    Alazao....
    Mellado...
    Pcrramb..
    61
    SI
    51
    M
    1
    SI
    Onroe preto......... .
    Encamado e preto....
    ereio e sol..........
    Verae e amarello......
    Bocam. e braoco.....
    Amarello|e preto......
    F.'R. R.
    Pinto Carvalbo.
    J. C. S
    J. F. 8 Man.
    G. C. F.
    3 PareoTelloeldade900 metro*Aniaiae* de Pernambnco. Premios : 250*000 ao
    i 50*000 ao e 25*000 ao 3\
    Tapy i.'....
    Be.ja llr 2.'
    Kur-oso....
    Foxlleiro ...
    Palbaco.....
    Alazao..
    Rodado.
    Castaobo-----
    Pemamb..
    C0
    50
    50
    50
    50
    Encamado 6 azul.....
    Eucaroao e Ortico.-
    Encarnado e preto....

    F. C. R. Reg.
    A. Abren.
    F. Moreira.
    Cood. Arrayal.
    t. M G.
    4.'
    PateoPrado da Eeiarncia1.609 metrosAnim*es de Percambucol.
    300*000 ao 1>, 60*000 ao e 30*000 ao 3
    Premies
    Maurit j.....
    Feniano......
    Mdscttte.....
    Garimpeuo...
    Haiuhooly....
    Carauna.....
    Castaobo.....
    Bao.........
    Castaobo. ...
    Russo.......
    Preio........
    Per amo..
    <
    c

    C
    80
    50
    60
    50
    50
    50
    Atol eencarnado...
    Verde e roaa........
    Aznl e onro.......
    Encarnado e braneo-
    -
    A. Taque*.
    Cood. Mourlscana.
    Condelaria Campos.
    J. Mata.
    COMPANHIA
    DE
    Tecidos de Malha
    De accordo com a le da* sociedades neoy-
    mas, aitaam se disposlcao doseenboes accio-
    ni Ue, na roa 1 de Ma^o n. 7, a copia do ba-
    tane a lista dos accionista e das transieren-
    cu* oe acc6>*.
    Recife, 10 de Ontnbro de 1894.
    0 tbesoureiro
    T. Osarte.
    S Pareo-Compea*ae*o-800 metros-Aoimaes de Pernambnco qoe n*o traban ganbo
    uo< Frado* do Recife contando oo oo victoria. Premios: 250*000 ao !.?, 50*
    ao 2.* e 26*000 ao 3.a
    Gaayanaz 2 *
    Timo Aes.
    Una........
    Piony.......
    Tarimbetro..
    Volcio.......
    Preto........
    Castaobo....
    Mellado-----
    oasiaobo...
    Mellado...
    Pernamb..
    6 Pareorpop>eridade
    ao 1.
    1.150 metros
    51
    51
    5t
    t
    51
    51
    Asai e roaa..........
    Preto e encarnado....
    Encarnado e oreto...
    Preto eamarello... .
    Verde e encarnado...
    Braoco e encarnado.
    C. Fraternidad.
    B. M- O.
    A. Fllbo.
    S. Mata.
    J. Mala.
    -Anlmaes fe Pernambnco. Premios : 280*000
    50*000 ao i.- e 25*000 ao 3.*
    Dictador....
    Kntreb......
    Fon ac 2.'..
    ForicM).....
    Rio Grande..
    Caraona.....
    Mou risco....
    Rozilbo......
    Rodado......
    Zaino.......
    Kodaio......
    Preto........
    Zaioc.......
    Cernamb..
    *

    c
    iazuI e encarnado.....IP. O. Teixetra.
    Azul e oaro........... Almeida Silva.
    Onro..............IJ. 8. P.
    I Encamado e amarello
    Atol e braoco.......
    Encamado e braoco .
    Branco e encamado..
    F. Mo-eira.
    M. P. M. Fonseca.
    I. Mata.
    L. de Frau\a.
    #tatnr*$*ft
    Tocando a pesagem o animaea devero eaUr junto reapeetiva casa para
    serem inmediatamente eneilhadoa e aeguirem para o barracan no centro da raa onde
    s poderlo estar os jockeys e os tr-tadore oa criadoa os qnaes nao podero ter oom-
    municcSo com peaaoa alguna antea de realiear-ae a ccmda.
    Os Sra. frequentadore, mnniaos de seas competente bilbetea, i. raaio o
    1*000 cada id, rerao dimito aoa premios que a aorte designar por meio da machina
    Derbv-Club, eroontrando-ae os mferidoa bilhetea a venda na Lwaria Francesa roa 1
    de Marco, e na Secretaria do Derby Clon 4 ra Duque de Caxiaa o. 20 l' alar
    daa 10 horas a 3 da tarde, anterior ao d covrida, e, no da aeguiote noa portoe do
    Prado da Estancia. ,
    Connuo em vigor todas'as rosolucOes at hoje adoptadas pelas socieda-
    des hypicas desle Estado, constantes de seus cdigos de corridas e inslruccOes j?
    publicadas. .... Rn
    Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda de poules,
    nao se ter encontrado sacerdote, para
    celebradlo da missa, rica transferi-
    do o nosso anniversario.
    Secretaria da Monte Pi Bom Suc-
    cesso em 12 de Outubro de 1894.
    O Secretario.
    Bento Alve das Silva.
    ociedade Monte Fio
    Bom Soccesso
    De ordem de nosso irmo director e
    por deliberarlo do Concelho do dia 3
    do corrente scientifico ; aos nossos ir-
    Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda de pouies, nao ^^ g'm virtude de at esta data>
    ter ingresso pessoa alguma alem da directora, commisso fiscal e empregados n_o s'e ter encontrado sacerdote, par;
    Os Srs. juizes so' tero ingeesso na sala contigua a da venda de
    DOlllfSa
    Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10 horas da nunh
    ni ponto, sob pena de nao serem admitidos no servico,
    Chama-se a attencSo dos Sra. apoatadorea para o horario qoe aera reatricta-
    tente ob8ervado, techando o 1" pareo i 12 horaa etn ponto.
    Os jockeys que tio se apresen^rem convenientemente trajados com as
    ores adoptadas o programma por seus |jalr5es, nao serao admittidos pesagem
    e sero multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
    Os animaes inscriptos para o 1. pareo devemo acbar-se no ensilbameoto \
    as 9 li2 horas da manb.
    Os torfaits sero recebidos at sabbado 13 do corrente as 3 horas da
    tarde na Secretaria do Derby.
    As poules qu) nao orem pagas no Prado da Estancia no da da cor-
    rida so' sero pagSs 3 dias depois na secretaria do Derby.
    Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida na secretaria do Uerby
    Club ra Duque de Caxias n. 20 1/ andar.
    O expediente para esta corrida encerrar-sehd no da l de Uulubro a
    3 horas da tafde. .
    A Directora ch&ma a attenc,o dos Srs. propnetanos e jockeys para o
    art. 81 eseus |, e o art. 46 que sao restrictamente observados.
    Secretaria do Derby-Club de Pernambuco, 11 de Oatubro de 1894.
    O gerente,
    A. A. Gomes Penna.
    UOMPANHIA
    Trilhos Urbanos do
    Recife Olinda
    Ten o de te reoni' a .aseoibla ge al ordina-
    rif e 27 do rrez pt'oximo, ee vcb.i o3potan
    des senio'P* aecu Distar, co efcripiorio da com-
    panhla.de arrordo com o art.'f*7.dn r galamente
    oas aesociacoes snonymaB os elementos da es-
    criDlnracso necesarios pira o y. lfr*OMHtO na"
    soas comas no ejercicio Hndo a 30 deJoLbo
    proiimo.
    Ecripioiio do gerente 17 de Setembro da
    (894
    A. Poreira S T' s.
    Companhia Serrarla
    Pernambucana
    De accordo com os estatutos convido
    os Srs. accionistas para se reunirem em
    assembla geral ordinaria no dia 16 de
    Outubro corrente ao meio dia no Es-
    criptorio desta Companhia Ra Dr
    Jos Mariano n. 32, afim de tomarem
    conhecimento de parecer da commissfio
    fical, relatorio e balanco do anno rindo
    em 31 de Julho de 1894.
    Recife, 8 de Outubro de 1894.
    y osados Santos da Costa Mor eir.
    Director Presidente
    Companhia de Tecidos
    Paulista
    Chamada do Capital Social
    Sao convidados os Srs. Subscriptores
    de aeces para o augmento do capital
    social arealisarem at o dia 31 do cor.
    rente, no escriptorio. provisorio d'esta
    Cempanhia ra do Bom Jess n. 1
    pavimento terreo a terceira prestaco
    das aeces subscriptas a razo de 30 0/0
    ou Rs. 6o:OCO por cada aeco.
    Recife, 9 de Outubro de 1894.
    Jos Antonio Saraiva Jnior,
    Director Secretario.
    Sociedade
    DOS
    Artistas Mechanicos e Li-
    beraes
    Assembla geral extraordinaria
    De o'dem da directora-, cootido a tod03 oa
    socios effectl0B deeta assoclaco a comp.rese-
    rem oe da 18 do correte, as 7 boras da tarde,
    oar tratarmos da reforma dos estatutos a qnal
    (unecionara com o onmero aue comparecer.
    Secretaria da Sociedade dos Artistas Mcham-
    eos e LiDeraes de Pernambnco, i de Outobro
    de 1894.O 1- secretorio,
    Ienacio Lopes.
    agencia de empre&ti-
    < mos
    San convidsdos os seohnres po8soidore3 as
    cancoes abfclxo descripias a lre relormalas
    00 reseatol as desia daia trlota das, sob pena
    de serem Tendidas m leilo para pagamento do
    empresttmo qoe Ibes foi coocaoldo, conforme
    determlnam as condigoes aceitas plos senborea
    aPsb"58'0 133 J43.167. 308. 311. 314,318,
    373. 414. 418. 440 457, 461, 487, 601, 501, 516,
    514, t87, 614, 618 618, 618, 637. 645, 67o,
    705 714 731, 735. 736, 737. 745. 746, 749, 754,
    790, 793, 806, 811, 814. 816 816, 819, 835. 837.
    Recite, t de Outu ro de 1894.
    fabrica de Camaragibe
    Contrata-se familias para trabalharem
    nesta fabrica as seguintes condicoes :
    S sero acceitas familias legitimas;
    de procedimento irreprehensivel, bem
    provado por pessoas lidedignas que as
    conhecam pessoalmeuie.
    Serao preferidas familias numerosa:;
    as quaes predomine o numero de mu
    here s de 12 annos paia_cima, sem ex-
    clusSo, entretanto, de homens e meni-
    nos, cima de 15 annos.
    A fabrica fornece casa, por mdico
    aluguer, escola para as criabas, medico
    e soccorros em caso de molestia.
    No lugar ha todos os recursos e
    missa nos domingos e dias santos na
    capella da fabrica.
    A administraco procura dar trabalho
    a todos os membros das familias, em
    idade conveniente.
    gompanhia
    Industrial e commer-
    cio de estiva
    o eecripiorio desta cempanhia, 4 roa do
    Amorim o. 68, acb.a-ae 4 disposlcSo dos ee-
    or.o es accjoiis'as a capta do balanco e mais do-
    omentos exifides por le, relativos o ano^.
    acial flode em 30 >'e Jonbo prximo passido.
    Hecife, 11 de Ou obro de 1894.
    A. D Fernandos
    Director secretario.
    Costuras do Arsenal
    de Guerra
    De ordem do cidalo teneote-coronel director
    deste arsenal, dist'itue-se costo-as nos dlaa 15,
    16 e 17 do corren'e mes, co n as costoreuas,
    pos-niioras das gulas de os. 351 4 450, de
    conformidade com as ordens em vigor.
    Seceso das costuras do Arsenal de Goerra do
    Ssiado de Pernambnco. 14 de Outobro ae 1894.
    Flix Antonio de Alcntara,
    Capitao adjnnto.
    Ordem 3a do C rmo do
    Recife
    A comroissSo administrativa desta vener::el
    ordem convida sos seoa caris mos irmaas pa a
    assl8itreo a (esta dt sua mainarcba Sama Th -
    r-ianeJesos, dia 15 do corrente, pelas 10 boras da manrS, e
    ao Te-Deuai pelas 6 boras da tarde.
    Companhia das Trilhos Urba-
    nos do Recele a Olinda o
    Beberibe.
    (Assembla Geral)
    Autorisado pelo Sr. presidente da; as-
    sembla geral, convoco a mesma para o
    dia 27 do corrente, para em sess&o or-
    dinaria jalgar as contes da companhia,
    onvir a leitura do relatorio, e eieger a
    directora que a tem de administrar no
    prximo triennio. A reuniao efi'ectuar-
    se-lia na sala das sessSes da companhia,
    na estacao da Aurora, ao meio dia.
    Recife ^2 de Outubro da 1894.
    O presidente da directora,
    A. Per eir Sinteso
    Companhia Progresso
    Alagoano
    A directora oe^a companhia pede aqs Srs.
    acciooiU's re^iderte no Recite, o obs qnio rf:1-
    i..'j-i te co Banco de Peioambcco .J o dia !o
    de UEtubro prozimo futuro, a 4* entrid.i de 35
    0/0 do capital qoe ^abscreveram do nogm oto
    votado na a.-teccDla geral de 15 de Fevcreiro
    deste anco.
    Macelo, 25 de Setembro de 1894.
    Os directores
    J. t. Teixeira Bastos.
    iv.-inrin.Pfdroso Brrelo.
    ________________M noel 9. P. Dtegoe- Jonior.
    A Companhia de Seguros Tethys de
    conformidade com o que dispoe o art.
    18. de seus estatutos, declara, que ten-
    do fallecido o subscritor de 20 ccoes
    da mesma Companhia Francisco Jos
    dos Passos Guimares, receber por
    intermedio de correctores geraes pro-
    postas em carta fechada dos preten-
    dentes as referidas aeces, as quaes
    sero vendidas no seu escriptorio no
    dia 18 do corrente.
    Recife, 10 de Outubro de"i8o4.
    O director,
    B. de Souza Ledo.
    MARTIMOS
    Hamburg Suedamerikanis-
    che Dampfschifffahrts-Ge-
    sellschaftv
    o VAPOR
    Curitjba
    Esperarse da
    Europa no da
    * deOotnbro
    regolndo depois
    da demora necea-
    aaria para
    Baha, Rio de Janeiro e
    Santos
    Este vapor entrar no porto
    ^uaeaquer reolamacSes s serao atten-
    didas 48 horaa depois da ultima descarga
    de vapoi na Alfandega.
    Este vapor illoniinado la elctrica
    e offeroce ptimas acoommodacoes aoa
    Sra. *aasaceiroa.
    Para carga, encoumendas, passagens e fre-
    tes trata-as com oa
    Consignatarios
    Borstelman & C.
    Ba do Comnaeroio n. 18
    1* andar
    IHAHGELKS EkUIS
    Companhia Fraaceza
    DE
    Xanreg-eao a vapor
    Linha regular entre o Havre, Lisboa,
    Pemambuco, Bahia, Rio de Janeiro
    e Santo.
    O vapor
    Santa F
    COMMANDANTE VOISIN
    E' esperado da
    Eoropa at o dia
    1 de Oatubro
    segnindo depois
    da Indiapensavel
    demora para
    Maceio, Bahia, Rio de Janei-
    ro e Santos
    Eate vapor entrar no porto
    Roga-ee aos Sra. Importadores de carza pelos
    vapores desta liaba, qoeiram apreseutar den
    tro de 6 dias, a cootar do da descarga das al-
    varengas qnalqner reclamacio concernente a vo-
    Isesj ;se pc.Tests.1 izzttz 2?g:i3 ?sr$ os
    portos do sal, ajm de se poderem dar a tempo
    s providencias necessarlas.
    Sipiradoo refriio orati a npinaia a ao 1
    risponsabllisa por extravos.
    Mata carga a tratar com o
    AGENTE
    A.uguste Labille
    9Roa do Commeroio9
    ton MaititiB
    Vapor Cordouan
    E' esparado da Enropa at
    o dia
    SO do corrate
    segnindo depiis da demora necessana para
    Bahia, Rio de Janeiro. Santos, Montevideo
    e Bue-noa-Ayrea
    Entrar no porto
    Previne-se anda aos Sra. recebedores de mer-
    cadorlas que 6 se attender a reelamacoes por
    (alas, que forem reconhecida' na occasiSo do
    leacarga dos volnmes; e que dentro de 48 b
    as a contar do dia da descarga das atvarengas,
    devero fazer qnalqner reclamacao concerpen-
    ie a volnmeB qne porventura tenham segniao
    para oa portos do snl, afim de serem dadas a
    empo aa providencias necessarlas.
    Roga-se aos Srs. passagelros de se spresenta-
    em na veapera da ebegada do vapor para toma
    -em as Bas passagena.
    Para carga e encommendas etc. i tratar com
    AGENTES
    H. Burle & C.
    42-RA DO TORRES42
    os pono do
    Rio Para .arga, paP83gen3, encommendas valo-
    res irats-ae com os
    Agentea
    flenry For&ter & C.
    Ra do Cjmmercio n. 8
    1 andar
    Pacifico Steam Navigatta COm-
    pany
    STRAITS OF MAGELLAM LINE
    O paquete Britania
    E' esperado da Enropa
    at o dia 14 de Ontnbro
    segnindo depais da inds-
    ipen>avel demora, para Val-
    paraiso com es:ala pela
    Babia, Rio Janeiro o Montevdo
    Para carga, passagens encornse a das e dinbs
    ro a frete trata- se com o
    AGENTES
    Wilson, Soqs 4 C, Limited
    10RA DO CQMMERCIO10
    1" an^ar
    LEILOES
    Os leudes anrjoDriados por interveo(o do
    asete Pinto beam transferidos para terga-feira,
    16 do crreme.
    unto
    De pedras marmore, cometido de 14 ciixas da
    marca 6 S descarregadas do vapor italiano Ma-
    tbeus Broce, no estado e logar em que ee acha
    com deffeitj, e avaria no trapiche da Alfanoega
    Ter^a-feira. 16 de Outobio
    A'Sll HORAS
    O agente Pin o levar a leilo precedida a res-
    pectiva llceoca do Illm. Sr. Dr. inspector da Al-
    fandega, 14 canas com mapas de marmore exis-
    tentes no trapiche da Alfandega, onde sero ven
    didas com asslstencia do Sr. cnsul da Italia, oo
    seu delegado.'
    Leilo
    De 6 atecas com algotfio em raros, tvarlsda
    Ter^a-eira, 16 do corrente
    Ao meio dia
    Agente Pite
    No armasem dos Srs. Santos Lima & C, roa
    /fita Companhia Pernambucana
    fei'aO
    Agente Pinto
    Os Ieil5fs annunciados por Iniervencio do
    agente Piolo para eexta-felra, 1S, ficam transfe-
    ridos para
    TercaJeiri (6 da corrente
    ' Sendo
    A'S 11 HORAS EM PONTO
    No trapiche da Alfandega
    14 calas com marmore marca G S os. 52 de i
    17 e 53 de 11J
    A'S II E 1/3 HORAS
    6 saccas com aigodo em rama
    Ao eio dia
    NO ARMAZEM DA RA DO ROM JESS N. 46
    Leilo
    De bros, casinetas, madapolbea, chitas, toa-
    Ibas felpudas, multas entras faxendas e miude
    xas limpas e avarladas^_______________________
    Leilo
    De 6 calas com llngolcas e salpiciies.
    5 barricas com presuntos
    Terca-feira, 16 do corrente
    AO MEIO DIA
    Agente Pinto
    RA DO BOM JESS N. 45
    Misil ste tM n$ir
    O paquete
    Magdalena
    Ccmmar.d, nte H. C. Rigand
    E' esp-rado don portos a
    Eorooaaie o dta 1 de Ootu
    bro e eegoira 6'pois da ue
    mora tndispensavel nara
    Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
    tevideu e Buenos Ayres
    N. R.Previr.e-sj aos Srg. recebedores de
    (Lercadonas, que a Companhia M^la Reallogle-
    a, conlr-actoo rom a fleniiat Rteain BavejratMn
    Com;anvom servido da v?.pores i.emanaes qo-
    aertiaa de Bordeaos e i'oguac. vcim r.b?gar a
    Southmpton a naiaeia bu as carga-
    destinadas a Ai lo Sol. para os vaporee
    tata emuu**>Hi
    A Real K la aecetta po- p ecos r;ioav^is pas
    saeeiroe para Vaiparaito va BajnosjAjres e
    rgtreda ae Anies. ,
    Timberu acceita passageims pai N?vr Yjrk,
    la South:-mpton, por etpst! arrai jo ffito co*
    a ^o-nnanbia A'teaon i Lloy I, r,o irn-io dem ora
    rem-3 na Eoropa cas ~ ce3f]a-eto.
    SedCcSo sea pra^oa da piisaagens
    I Ltasna 4 ciznse > 30
    4f "haEHtfrc'c: >.-, Vi s 4
    Camaroten raaervs:o3 para o* ;>38atfoiroir aa
    Pernasnbuco.
    Para carga, passagpns.enccmractdas dinbe-
    ro a freie: trata-fe rosa os
    AGENTES
    Amorim Inmn^ & C.
    K. 3^^o rfi rt'ODN 3
    Ihe Norton Linc of Stsamers
    O VAPOR INOLEZ
    Tagus
    P rc^e o tcente
    nesie porto se-
    eoi't uestes
    poneos das pira
    cida um de goso difieren!*. 4 ditas de brrco,
    1 s.if e 2 lindos etageres, 1 piorlleni pt.no
    uovo i'o fahlcante Carie Scrol e Caasel, 1 cadel-
    ra para o mesmo, '. esi-elho oval. 4 llocos qoa-
    dros, 4 importantes etageres ob de Mocon, 3
    aitos pequen- de bario, S lioaos jarros, I lin-
    do dur k-rqceg austraco?, 4 laniproas erm pin-
    gentes, 3 pa'f-8 de cortinados de renda de linbo
    de corep, i tpele para sofs, 8 ditos para portas,
    4 esc:-rradeir:!> de porcelana, z qoadros com
    dezeoho de 13, i dito menor-?, i cestas toscas.
    i.' a'cova
    Urna iTipcrljnte ruma ne j caran-14 sobre car.
    rilis, obra tfn abaren, 1 n.iletie de jrcaraodt,
    1 lavatorio cim neara, 1 gnarnico de oirceiana
    para o me-ojo, 1 linda mesa de loI-dd*, 3 t-scar-
    radeirep, 1 lape'B carneira, colide? e travessei
    ros novnB e Mu s, 1 aguia dcorada. 2 cortinados,
    I corola, 1 camooejra, I importante guarda ci-
    rntcs de Jacaranda com 10 cvelas.
    2.' qo-irto
    Um eicellenle goa da ves ido de vlobal-ca, i
    ptimo p grande lavatorio coro pedia e espelno,
    1 guarnido ce po-celana para o n-esmo, 1 rico
    .'iM-da tonca com espefbo p ra crianca, meia
    commodu -;e aioarellc, 1 porto relogio de metal
    e 1 ce la pira roapa.
    3:* qoar'.o
    Um toilette, 1 cama oe Ierro nsra menino, 1
    cabide elanicc, i carna de I na e 1 b; tu de folbs.
    4. qi;ario
    Urna cama de lona cara casal, 1 bcrco com
    cartina-o I camt e copla para cit-nr;v, S hanj
    cas de amareo, 2 e agerts, 1 ratite, 1 espre-
    gotcaleira, 1 Iluda Cama pa a srlUiro.
    5* q ato
    Um excellente rama moderna de jacraaJ, 1
    cupo.8, 1 lavat.r.0 nara viatem.
    6.* quarlo^
    Urna importante carra de raltde amarello para
    eoiiei.-o 1 I jvaler.o d- f-rr cem jarro e 0:cia.
    G tinte
    Um guarda ronpa com tspelnr, i estante cent
    secretaria e me'a, 1 dita com mei rceic com-
    moda de amareilo, Squaiiro-, 1 etager e perla
    'elogio, 1 csucl com mang!, 1 cesta para rou-
    pa,e 1 :e..-na3ev.
    S?la de jmtar
    U-xa rresa e!a?ucu ci.m, tabo^s, 1 guarda lon-
    Ca de :.rn>r-i,> enviiw{aa, 2 aparadores de
    amarello eotalhaios com pedra, 1 mcblia oe
    unco era l cadeira de naraco, 2 ditas de
    b tfoa, J citag edm nalango, 1 .-ofa e S coonlos
    com DMra, I linia c torr-ira. 1 ptimo reenla-
    dor com corda para 15 das, 4 qoaJro?, 1 cos-
    rooratoa com vista?, oocas, vliroa, porcelaoas,
    cr^ste, hanartjas, civerson ohjDclo oe electro-
    piale, f.-ascis, (.clheres e 2 carraceiras de por-
    celana.
    Pavimento terr< o
    Sala da frente
    Ui! bilbar coro iodos os sens pertencee, 1 ico-
    tilia italiana, estufada, com 1 sof, 12 cadetra
    de goar cao, 2 ditas de Dracos, 2 dita3 com ba-
    lancu, 2 ci-nsco? com oeira, I relogio de pare-
    de, 1 lavatorio com spu< perteoces e 1 quadro.
    1* a Ico va
    Urna importarle secretaria de Jacaranda, 1 pti-
    mo goaroa vestidos de ral* de amarello, 1 ex-
    cellente saotnarin envid-a ado. meia co r.moda,
    1 cama de am relio pira casal, 1 lavatorio com
    pedra, 1 eepelbo, -tivernos cbjectos de crystal e
    porce'ana para lavatorio.
    Carredor
    Um sof e 3 cadeirss (gtoia-las. 1 dita de tica
    relio, | banca com resfrudeirieScamnbos psri
    meoino
    Sala de detrs
    Umi mesa de amarello, 1 guarda Iones, 1
    guarda comida. 2 aparadores torneados, 1 banca
    para costura com gavetas, 1 balanc, cvndiei-
    ro de f us,;enf ao, 1 cito simples, 12 cadeiras de
    orcj cobenas de rame e 1 oto ae damas.
    Slela e cosinba
    Um trem de cosinba, 1 mesa de cosioba, 1 dita
    para engommado, 1 banio de ferro, 1 limpeio,
    baciss, baldes e moos outros objeclos de caaa
    de familia
    Quarta-feira. \7 do corrente
    A's \\ horas
    Ro sobrado & rsa da Aurora n. 131
    O aeeot- Gncmo. autor isa 1 pelo Illm. Sr. Ci-
    cero Brazileiro de Mello, inspector da Alfande-
    ea ue S. Paulo, qne retira-se a>m soa Ezma. fa-
    milia para o E-lado de S. Paci, far leilio dos
    importantes aoveii e mais objeclos exi=ientei
    e-i cas de soa retdeocia aelo a mencionada.
    A'a lOboras e 40 minotcs partir da estacao
    da roa ao Broto, om bona qoe 'ari passagena
    gratis aos concurrentes aolell.'o|_____________
    ~ AVISOS DIVERSOS
    Veade-se orna caaa nc lugar denominado a
    Matioba, co .. triDia palmos oe fr nte e c incoen-
    de fondo, duas portas e orna jaoella, tem bast
    laotea frudelra, sapotiselroa, frncta ao, goia-
    :eiras, laraogeiras de boa qualidade, coqoelrot,
    maogoeiras de boa qoalidale sbacaie, parrei-
    rar. cafeelro, boa agua e boa racimba a tratar
    na mesma com o p-oprietano Benedicto Antonio
    da lita.
    rreciaa-fee de orna ama para cosiobar para
    doas persoas ; a tratar oa travesea da Praia do
    Pone n. 6.
    Veode-se
    Pires o. 44.
    um piano asado : na i na de
    VENDE-_"E o te:reno o. IV 4 roa i a Pahra
    com sete caslnbaa a tratar a me ima na cn-
    Precisa-8 de db jardlnelro. prefennde-se
    poriotoei : a tratar na ma da Cadela do Recif
    n. 35, en em Ohoda, praca da AbolicSo o. 1.
    Preeisa-B<* de om coue'ro ; a tratar na roa
    da Cade'a do Recife n. J5.
    P.eclsa-se de urna milber ou menina para
    prestar servicos em casa de pequea familia
    mediante paga: 4 tratar na travesea de 8. loa*
    n. <3._____________________t___________________i
    Veode-se o estabelecmeato de tatema
    roa de Joao do Pego, aotlga Plorentisa o. i, o
    admitte se nm socio
    a tratar na mesrra.
    Q Precisa-se oe orna ama para cosiobar ; na
    roa Direila n. 10, 2- andar.___________________
    Ama para cosinh ar
    Preciea-ie d? ama ama para coiiouir: so
    pateo da Santa Croa n. 2, aorado fcncan.de
    Gosinheira
    "TPrecisa-e de urna, prefere-se mulber de maior
    dade : t-atar na venda do Damiao, i roa da
    PayBsauri na Magdalena, o. 23.
    Precik
    a
    , Leilo
    Agente Britto
    , De 1 plano de Pley. mobillas, guarda vestido,
    cama franceza, 1 caixa de msica e ou'ros mal-
    lo* movi-s
    Ter^a-feira, 16 do corrente
    Roa da C ncordla n. 24
    '______________A't 11 hora______________
    Grande
    LEILO
    De importantes movis, pitoo, oiibar, quadros.
    spelbcs, porcelaoas, crystaes, electro plst
    vldro* e trem de cesinba,
    CONSTANDO :
    Sala de visita
    De linda mobilia de pbantasis com 12 cadeir;s
    Benigno de Pigueiredo, fallar com om serra-
    Ibeiro qae seja perito : no caes do Ramos na*
    mero 4._______________________________________
    Explendido sortimento
    Em bordados de todas as aoaliladea e largu-
    ras, branc;i8 ede cores; rereoeram Pedro An-
    tones & Cova Esperan;*rna Duque da Ca-
    Has n. 63______________________________________
    Sao magnficos
    Moora & Co.jta pievioem ao t nrl co que j se
    acbam i venoa alguna productos fabricados pelo
    ronbecido industrial Padre Honra de soa fabrica
    Praier e, como sejam ; s poros vi: bes de cajt
    e janlpaoo, e oflmseimo licor.
    as vendas e4o teitas em grosso e a retalbo eai
    Gen deposito.
    Roa 15 deNovembro n. 45 A
    Antigo Imperador
    Officina de ferreiro
    Execota se com presiesa e perfeic&o qnalqner
    obra batida ou fundida.
    Ctes da DeteocSo n. 1, antiga casa do Basto,
    da qual so gerentes Bernardo Fraocsco doi
    Santos e Jo da S.lva Pereira, ei-emptfga*e
    da Fnnd jao dos Srs Cardoso & Irmao.
    Ama
    Precisa se de nma ama para coalnbsr, paga-N
    bem ; oa roa Imperial o. 14. ________m
    Preciaaae de urna ama para ooalab r na na
    Diralta n. 10, 2- andar.
    III
    1




    1
    Diario de Pernambneo Domingo 14 de Outbiro de 194
    especficos
    oo "'CL *ehrb
    Or. Humfihreys de Nova Tr
    . uso Mtliifci nina, slmplr, m tu

    i -es e mas garantida* to 2
    CIRA
    i .Vhr**, C*mtrrt >. 11
    - F lili'? < Coli o ciKu 3. (:ll;uiCiionieIijiunii.la(tiuiCriti:
    i. : de ilarria, col.c.iL'.li^s;.
    i ii i
    ;>a(.*iU>. Kouquldao, Hr-m'li
    ..r do Oo' i
    & liir de Val
    jppBln. Ida
    II. ~.,i>!>rfiVod-i Lirmt. MMtai *
    i. I,rn. nP&MVi'n
    '...dadt dr. K, i
    F,ry,.lpeU.
    itMtaatl-i
    :;. .. iiuomas o:
    ... i
    Tt, h-f. '
    z. Ur34-tiiiot'.rii
    i'.rSrui kis, Cale da .
    ..............
    a .' pIl;
    .:. : i <: ni.;, c
    . Prurito.
    lll I.i (!01
    ... :,'lc<
    o
    o
    r-
    <
    o
    <
    LU
    =)
    Lt,
    CC
    UJ
    a.
    DELICADO
    /*
    AGUA
    FLORIDA
    PURA
    RICA
    ,
    * LAMBAN
    Mantem semprc a soa popc-
    laridade. Cautela com as
    UOTACGES.
    DURADOIRO
    m
    TI
    m
    en
    o
    >
    H
    m
    m
    *
    (.; i .iti o, i'alpitat N, "<
    . Oottacral. i
    , !. IM' 'i' ;.

    i .

    ::rt. hti >------
    NICOS AGENTES
    I*sra venda i en? grosso em
    **criB&-uSttica
    F ia ^obrinl?o A C
    Bora empregp d capital
    Veode-se orna casa, Urdo da-s galas, liw
    Osarios, cci: ha fra, it-Q-o 0 trrreno de f'e !*
    80 pateos e 300 de no Arraiel, de.'onte a paa'ia tanta** ; a irdar
    ni me^ma com i dono.
    commercio
    A Comoanhia de Tecidos de H.l.na avisa e
    comOer-Mo qce o deuosito eeral des seos pr< -
    atice n> arroue' des Srs. SiDta NoRoeira &
    C, a rea ti rqn.-z de Oli.aa n. {58. rara onae
    fipvH-. pe- *i*0id*< io- Cal Brauca e Vi r-
    jsjeiii de Jt.g;na-
    ribe i
    A Companhia Explo-
    radora de Productos Cal-
    careos, seud > a nica
    exploradora aa cal bran
    ca e virgem, avisa aote
    consumidores que nao
    em stK5cuisas pem
    agencias nestn cidade, e
    que os.verdadeiros pro-
    ducios seenconLrueinj
    seu a.?niazm do caes do'
    Apol o n# 73.
    Cousseiro rma^
    p. r I na ':" i ova
    q ; i. f(j t'.pi> rifi'.ppic de i. v '-aria
    dOD,3 A i* "< do Carica.para o d. s da mes-
    ;, me i'D Re.o, ;.!' ri'jpertm euotn r u awrtf mes
    u,a caoBaof Ib ., Uu-ti'lc difpen-
    - vi'a
    FRAN
    A DE CONFXANQA
    confeecOe
    Sortimento permanente de tecidos e outras mercadorias cui-
    dadosamente escolhi&is as principaos pracas da Europa, principaesj
    mente era Pars e Londres, e onde recebe as pr.ncipaes novidades
    E' sempre variadissirno i> soninienio que manlm em sed^s
    brancas e decores," las, linhos, tecicos d'algoiiao, enxovaes para casa-
    mentos ebaptisados e miiitos outros artefactos
    Superiores tapetes, alcatifas, esleirs da India lindos tecid s
    para reposteiros e muit s outros artigos para decoracoe,de casas
    PREQOS MDICOS
    Ra Primeiro de Margo n. 20 A
    TELEPHONEN-458
    f
    liarla Florencia de Lima
    Mattos
    Dr. Sergio Diniz de Moura Mattos,
    Sergio Diniz de Moura Mattos, Fran-
    cisco de Paula de Moura Matto-, Leo-
    cadio Alyes Pontual, Manoel Gomes
    Pereira Lima, Ernesto Goncalves Pe-
    reira Lima, Francisco da Rocha Pon-
    tual, Joaquim Ignacio Pessa de Siquei-
    ra, Arthur de Siqjcira Cavalcante e
    Antonio Juvencio Rodrigues da Silva,
    convidam de novo aos seus parentes e
    amigos para assistirem as missas que
    mandam rezar pelo eterno descanco de
    sua sempre lembrada esposa, me, so-
    gra, irm e cunhada Maria Florencia
    de Lima Mattos na matriz da Boa Vista
    desta cidade, as 8 horas, e na capella
    do Engenho Axipib as 11 horas da
    manha, terca-feira 16 do corrente- s-
    timo dia de seu fallecimento.
    f
    r elippa Caalruiede.tlbuqjiT
    que
    O major AmoDio Pereg'ho Cavalcaote de Al
    baquerqae ema mold-r, nlbo3, do-a, g-itiros e
    oetos, coovtnam os partDtes e amiieos para as
    Bistirem a mis-a que mandam celebrar por alma
    de soa idolatrada mai: 8)gra e av, Felippa Cfi-
    va '-a .te de Alooqoe'qae. oo da 15 do correo-e
    s 7 boras da ma'h, oa matr da Boa Vista
    stimo da do seu oassaaieoto, coofAneando-se
    eratos de-da ja qnel e, qoe cempa-ecerem i
    este acto de religtao' ca idade
    Floruco Domiocot- Ca ilva, bibas e u>-i ro
    on/idan a seos nareates e amibos para onvi
    rem as missas que maoam rexar por alma d
    soa esp.wa, mil esotra. D Caibanna Domio-
    gues da Silva, na matru la Bih Vista, 8 be
    ras da manba de 15 do correte, t aDiecip&m
    seos agradecimeotos.
    liudutioa jre. te Alseida
    arbasa
    tLaiz Ferreira Barbosa eso* lrmacs
    agradecen mtimameoie a todos o> p
    rentes e amigos que titeram a b'aezr.
    de acompanb r o cadver m bb mai
    presada mai, Le inisa Avres de Ai-
    meida Barbosa, a saa a inca moraba, c de oovo
    os convidam a assUtirem aa mtas.s do aebmo
    da do ..-n paiBuneoio, qne se celebra'So
    matr s da Boa Vista, no da 16 da crrante, S 7
    borae da maob, pelo qae se coafeesam aieraa-
    mente g/aio.__________________________
    Pndula t'ernanibiicana
    EII&EIIO GiinSGHELU
    5 Ra do Cabug 5
    Os propietarios deste conhecido es-
    tabelecimento tm a vantagem de offe-
    recer nesta occasio aos suu disetin-
    tissimos amigos e freguezes a mais ca-
    prichosa e elegante escolha de
    ,xax.A.s
    do mais requintado gosto escruplosa-
    mente compradas nos centros Europeus
    por um dos seus socios
    Em joias com brilhantes, pedras
    preciosas e alta tantasia relogios dos
    Samados fabricantes PATEK PHI-
    UPPE & C. J LIPPETZ WALTHAM
    etc, em ouro prata e nicke para se-
    nhoras e homens de ama delicadesa
    ROVISSANTE o sortimento q\ie hoje
    expomos a admirafao de todos aquel-
    les que nos honrarem com suas visitas.
    Caixsiro
    P-fcga-fle de om caineiro qne tenha i tica
    d-iai-'ia; a tratar na roa ua Ioapetain nn-
    D ntl. ^^^^
    (JosiDieiro
    Prec'sa-B de neo bom coioheiro, a8<>m romo
    le ". criadln > 'aur ua iua o Caimo
    cbalet o. 56. em Oliadi.
    Prego
    s americanos
    Veodeo Heory Porter C.j em eus a*ms-
    ieo" de farinaa de trigo,' cae<^ da Reeenr*g5c
    i. 3 lt, oo i.o seo escripiorio a roa do Com
    mercio________________________^^^
    Gaixeiro
    Precira so ce ata meoioo : no b-.ico da Catn-
    . lio n. 4. Recite.
    Cavallos de ^ella
    At o dia 15 vende-se na cocheira
    do Sr. Fradique, a ra do appollo.
    Pogoes Econmicos
    Vendem Antonio Pinto da Silva &
    C, Ra Duque dj Caxias ns. 62 e 64.
    Precos se n competencia
    Criado
    Precisan de om menioo para trillo
    ? mandes Vieira p. 68, taveroa.
    6T
    Machina de p
    Vende se n > a machii- de p em boas condi-
    .fe ; a tratar na roa do Padre Ploriano nomc
    aa 73-
    t
    Somm Machii rea
    Angela Morelra Foai-s Soares, seos
    r.'hot, aenroj, oras e netos agradecem
    as pessoaa qae ac:mpaobaram o enterro
    da aaa e&po o, pal, aogro e av, i >io 11 -
    cbad j Soares, e de novo convidam para as<-iii-
    rem a missa do stimo dia. qae tera tacar tetca-
    felra 16 do carrate, as horas, na capella de
    Jcao de Barros; pelo qu~ desde ja se confessen)
    snoaaiJ menta grato*.
    1>. Baria Flore-mcla le Lina
    wmtmm
    tO Dr. Sergii de .toa seos dos.
    gtnret, oo/a e mitos, mandam clate*"
    oa caoella da asinn Aripib ao di 16
    do corrate, stimo da do fallecimento de
    toa multar, mai. sogra e sv6, D. liarla Fioriin-
    cIj de Lima hattos, nmn Dt8a pelo re-
    eterno e soa alma, e pefcsw aos sea< parantes
    a amiga* a caridade da ti asalsteacia.
    Attencao
    Vende-se urna caldeira muititubultt i
    urna machina a vapor de forca de 4 ca-
    vallos ; 186 formas novas de ferro gal-
    vanizado e um alambique com serpen-
    tina existente no Engenho Fragoso,
    sito na comarca de Olinda.
    A tratar coro o Dr. Jos Antonio
    Saraiva Jnior, no escriptorio da Fa-
    brica de Tecidos Paulista, em Paulista
    E*t para detoccapar-se
    Urna grande cas om mattos n.-mmoiios e
    agna, no CaminboNovo, alagoel I53 meo', e
    qaem desejar a preferencia dtrijs-se ao p cpne
    ario aa da Ktdrede Dees n. 10.
    Serragem de madeira
    N fabrica de movis vapor, de Silva Fer-
    nandos 4 C, i roa de S. Joo n 48, erra se
    jadeira por menor preco do qoo em qoalqoer
    oatra pa?te ; laocbem fas-eemoldaras, Irmbre-
    qoio- e qoalquer obra de carpiBtarla, taes coa t
    portas- itn-s, eic.
    DEPOSITO
    _______Ra Bario da Viciorla n. i9______
    Alu^a^se
    Um grande sobrado oa rna da Aoo-a n. I9.
    consiando df*audar erreo, 1- e> andares com
    D.ran'.e, grande qnioial. nena, g..i e cano para
    sgjtj, todo em perfero estado de asseio, por
    P'ec'> comraoda : a tratar na roa karqaea de
    Olila m. 84.___________________________
    ___Alvaro Baylon
    Compra no seu estabelecimento ra
    do Mrquez de Olinda n. i o seguinte
    cacao; caroco de algodo, mel de abe-
    lhas, prata velha, cordas de cru e
    embira, paga-se melhor do que em
    qualquer outra parte^_____________^_
    1 recisa se de ana ama de baa c-ndecta para
    foar pon:os Ke'vicos, pars casa de coas p-s-
    scas, preferin^o e que torma em cas* ; a tra
    tar oa raa ia Cae; 'cao n. 96 ,
    Engenho Telha
    Cons'. ..do ao abaizo assignado qoe se preten
    ue Tta <-r c eogenbo Tena, sito 00 moni tipie
    des unbaem. vem prevenir a qaem nver ae
    ump ;r oa fater qi.i.qu.:r trabsar(So, qae
    jossuidor de ama pequea parle 00 referiuo en
    enlto, adquirido por lials legit.mo.
    Eogeiiho Taqoart. II 'oe Setembre de (894
    Joaqaim Baolifta Concelcso.
    Gaixeiro
    Precisa-e de om caixeiro com pratica de roo-
    badea e enbtf de idad de 16 a 18 annoe, dandi
    oobecirneuij de sua conduca : a irater oa ras
    o api'ao laiia a. 15, Santo Amaro. _____
    AMA
    .\a (apuuga. roa das Crian-
    Isa, n. 15 A, preefea-se de urna
    anta para cuidar de urna eri.
    anca de ana un no.
    Commodo
    Alaga>ra om comroodaa om casat etm ttiaoe:
    I ra de H4EU1B. 96; i* tildar.
    (Jarvo asi mal
    Receb^-se qnalq.e' eocommenda ou pedido,
    na raa doBemlca n 6 merces'ia Loureiro.
    Tele vnoa.- 478
    Ourives oceu-
    lista
    BaUaaieoldo cem officioa oarlves a raa das
    Laraugeiras n. 1 avia* aoa se s freauesea e ao
    respeitavel pnblico, qne^nanieo- officiaes hab-
    lliadiasimos para execa.ao da qua qaer trabslbc
    concernen le a esa arte, eapaciaim me crava-
    5668 para brilnaatea, ocuos, peaciaes, motoen
    los, etc.
    Doara-se, prateia-se qoalqner metal, ncer-
    tos em leqoes de mad/lperola oo oatra qaa oer
    aspete, garaoUado procos mvdtcoa.
    Ra las Laraugeiras n. 1
    ORIZA
    BRANQUEA a CUTIS. DANOO-LHE a TRANSPARENCIA
    AVELUDADO da JUVENTUDE.
    Tira aa Ruffaa
    de L. LEGEAND
    * Inventor do Producto VERDADEIRO 6 accreditado ORI2IA-OIL-
    X X, Placo le la Madeleine, Faris
    ACUA-SE EM TODAS AS CASAS* DE CONFIANCA
    Xarooe de Sumar
    ON G

    M
    semoctro
    .A llt
    PAiilti 7, liotttcvnrd Itmuiin, V JPAUIS
    leopsitos e.m todas as princinae? Eha.jnacias e DroaerJsJ*-
    SAUDE PARA TODOS.
    "~l
    Pl LULAS HOLLOW
    As Pilulas puricao o Sangue, corrig^m todas as desor^ems do
    Estomago e dos Intestinos.
    Fortalecem a saude Has constilii90C5 delicadas, e sao d'um valor incrive! para todas as cnrrrmidades peculiaies
    ao sexo feminiuo cm todas as edades. Para os meninos usn come '-mbern para t penos de idade avangad*
    a sua eliieacia c inconteslavel.
    Essas medicinas &o preparadas snienlc no Cstahelecimea.j do Professor Hci.i/nvAf,
    r?; NEW OXFOSD STRSET (autes 535, Oxf.rd Stroet), L0aD2ES,
    - E vendVise em i Ed_T O compradores _Ao convidodoc re&peitasamcnce a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se ni-o teem a direc_ao,
    533, Oxford Sireel, sao aisirica'^es.
    m
    Este egraa-vel e eaergico medicamento
    o eiterminador das togses, resiente! oa
    [antigs, catharroa, auffuaajSea. bronchitaa
    obronicaa, ronqaits.ea, e em gera! contra
    todos oa padecimentoa provaoiestaa da ir-
    ritaQ&o das -a- reapiratoraa.
    Convem oomo unitivo aoa tyaicoa. -
    COMPOSigAO
    al
    iFBim .GaiCB fe Fesiinio
    Approvado peia reapeitavel JnU
    de Hygiene
    Prop gado res
    Bsptisla figirJredo
    E ooritre-se era qoalq'ie.r pbarmaoia.
    talos molernos
    Um importante sortimento acabam de
    recebar
    Conratlo Antones A C.
    _______A' MIH_______
    FANTAZU8
    E' lindo o e..rtinji-r.t) de tacidoa saodc
    paaada d^- taoUoa de f.tia, aedaa,
    2:, ni-.nsouk, c raa ; pede-se ao publica cm geral o prinoU
    monte ea :.it^s fmii->a de viaitarea o
    Cor.'gre.o Jas Damas
    Carvaio & Aimeida
    RA DO CABUGa' d. 8 a 10
    Telephone tW
    TNICO
    ANALEPTSCO
    RECONSTITIIMTE
    O Tnico
    mais enrgico que davem
    em pregar es Convalescentes,
    as psssoas cIss,
    as Mulheres, as Criznejas dbis
    e as Pessis
    tracas de ConstituicSo.
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    PHOSPHATOdeCAL!
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    e indispensaveis na
    forrtafjo e no (lesenvolvlmsn'o
    da Carne
    n.jscular e dos Systemas
    nervosof t ossosos.
    lentos mais activos p"r~. combatir a Anemia, I
    Cjistnias. j Diarriiaatnica, aluadecritica, a
    ri urna palavra, todos acuelles estados de um-
    Siidez. de Emmagrcciii.onlo, de EsKotaniento nervoso, aos nuaes os lem'peniii,eiil.osde hoje eslo
    talmente predispstos. Em 1yon, Fharmaeia J. VIAL, ra de iiourhon, l-i.
    tefwitti tai Pernatnbzico : FRAN" M. DA SILVA k C" t m to
    __ o-**

    fcr^ai
    5&.
    ir
    w
    Licenciado pe* Inspectora geni de Hygiene do Imperio do Bl
    YAROPE-
    __r^. (Cedeina, Tola oto.)
    A icco da Codcinu pura i cha oompiaiada com as do Tol e da
    AfftMi de tjttw.ro cereja, que fueip *j XAOPE do 1> ZD
    (' Pastal Zcd), o oeilorai rr.ais enrgico em tojo* os casos e :
    BBOCSITS. -OS-ns KCSFKJU-aCBMTOSL PNEUHCiOAa. nucacaAa. tm
    Xmbdalr de honra
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    i desinfectado pe/c AlcatrSo,
    tnico e tttltam eo. o qut mu.to
    twmer.t ai propriedtdea do |
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    Jim finos bicoa e randas, desde a mi i
    :n;i seda ao melhor Valenciane, recebe-
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    Pedro ttutua*s Ba Duque de Caxiaa
    O maia completo e vanado 8ortinvent>
    ura bonisna, aeofaoras e meninoa.
    Sedas
    Brancas, pretas e de corea, liaaa a la*
    /radas.
    Cachemiras
    Cortea oordadoa, espartilhoi, Iinoaa,
    lerot linas, isvannaa, cretoaes, sephiro,
    ;bapos de sol, c.misaa, puoaoa, oollari-
    >hos e peitiinoB.
    P.rlamarias d>a melh)r9s fabrioaatsa,
    te., eto.
    fado se encontra por precaa rasami-
    iiaairaoa
    NA
    La Gran Via
    :> i-Ras da lmpr*tr_t;--S8 A
    DE
    Othon Silva Sf C.
    LICENCIADOS PKLA INSPECTORA DE HYGIRNK DO IMPERIO DO BRJ.ZIL.
    IPILULAS DIGESTIVAS DE FANGREATINAl
    de DEFRESNE
    Pharmaccutico de i" Ciaste, Fornecedor dos Hospitaes de Paria
    A Pancreatina empreada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso i
    [digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir el
    tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas|
    tambem o pao, o amido e as fculas.
    Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, oul
    I ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracSes do estomago, oul
    ido intestino, 3 a 5 pilulas de-Pancreatina de Defresne depois da co-
    [midu, sempre alcangam os melhores resultados e sao por isso prescrptasj
    apelos mdicos contra as seguintesaffeccOes;
    sal'-.Ita de appctite. { Anemia,
    fe Ms digestbe3. Diarrhea.
    Vmitos. < Dysenteria.
    Flatulencia estomacal.\ Gastrites.
    Somnolencia PA^S?ATfJA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de o a -i colhe-j
    i'adazinhas depois da comida.
    |Km casa de DEFR3SNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Phannaail
    Gastralgias.
    Ulcerages cancerosas.
    Enfermidades do ligado.
    Emmagreoimento
    ,sr,RA0.
    r*_^i
    lll UJ"
    Uf-MOADOS PKU ..Jl-BCTOBIA ;EBAITdE HTOOIIK DE RIO DS JANEIRO.
    Apar/antee, Eatomachicoa, Purgatircm, Depurativo
    # Contra a ralta de appetlte, a Obatnicqao, a lnmnwa, as Vertleent
    -J as Consetdes, etc Dose ordinaria: 4, a 3 ffrxtos.
    Desconfiar das fisincac-cs. Exigir o rotulo junto lmpreaso em rrancez
    "cidflStra'de cflraliterenw e 0 SOllO da UMO I0S Fllr/Ca/lteS
    m a9AmeJwSSa'LbROY* e em toda. ae. glllliw I lia*
    CURA CERTA
    de todas as Affeoces pulmonares
    Todos aquelles que sofrem
    do peito, devem experimentar
    as Capsulas do Dr. Fournier.
    ipaei Pnarmaciu
    c____
    >tpoi(o em iod.it u princ/p
    Cal branca e vir-
    gem de ir r a-
    goso
    Brevemente ?er annuciada a venda
    de excellente cal branca e virgem da
    propriedade cima por precos sem
    competencia
    As amostras sero dentro de p)ouco
    tempo postas disposico do publico
    no escriptorio da Companhia DistillaV
    Cao Fragoso, ra do Mrquez de
    Olinda, n. 19, I. andar.
    (.aloes e Guarnicoes
    Oom vidrilbo e aem vidrilho acaba de
    receber lindo sortimento o
    60NGHKSSQ OAS DAMAS
    Bijouteria
    Rcetas, broches, collares, grampos,
    settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
    medalhoes, alfinetes para gravataa e abo-
    toaduras o que se p.de desejar de mais
    ebie e fino, novo sortimento receberam.
    Coorado, Aritunes &l G.
    A' BMSA
    Muitas novidades
    A NOVA ESPERANT. A. 63 roa Duque de fja-
    xias acaba de receber um explna iijoso'tlajeu a
    de joias americanas e qoe ba e rnais goato ga
    raotiado-ae a qaalidade por SO aon a.
    Liadas broebes aara seBhoras. braceletes,
    graspos para eofeites da rabello, hot6es, olas,
    medalbas, cbatiiaioes, reiogio e mu o* cuiros
    artigos qae achax-sj pxno-tos Das ?itrioes a as
    colha da8Exma8,sechora8.
    Um vanadjrsirxo sortimento de reodaa a qaa
    ha de mais ros o |
    Desear-o e edas para bordados.
    Capailas e veas para noivas.
    BoxoTaes para baptisados
    Mos}oiieiros brancos de i-ores para camas.
    PEDRO ANTONES k C ^-^___
    63Rui Daqoe de Casias-62
    AOS FllPCP3uSt!13
    Avisatn Conrado, Antunea 8c C, qne
    receberam lavas para este ut aivarti-
    mento.
    A' BRISA
    PRACA DA INDEPENDENCIA
    Ns. 4, 6, 8 E 10
    Espartilhos
    Receberam Conrado Antunes c C,
    variado sortimento
    Conrado Antunea J_ O
    A BRISA
    Cosinheiro
    Precisa-se de asta boan co-
    sinheiro o fosinbeira para
    casa de pequea familia, em
    liada paga-se basn ardenado ;
    A tratar na ra da taamerci
    H. 44.
    Fabrica de Gharutos-
    Camponexa
    DE
    BITTENGORT $ IJHTK
    Babia
    Os proprietarios da conecituada e
    acreditada fabrica de charutos Cofttpo-
    neza, constituiram nesta cidade, nicos
    agentes dos excellentes magnficos
    charutos de su manufacture, os nego-
    ciantes : ioaqutm B. dos Rei.t V. C Suc-
    cessoresi
    Rua> Larga do Rosario A. 30
    PERNAMBUCO
    Lqoes de Gaz e Pfinas
    Oltimaa novidades de Paria receben a
    Congresso das Damas
    Attencao
    Pede-se ao Sr. Joao Ben-
    to Monte ir da Fiaoca,
    mestre das machinas na of<*
    fcina do Arenal de Mari-
    nha que ven ha ra Da-
    que Gaxias n. 30, a nego-
    |,cio que nao ignora, sobre
    pena de ser declarado o
    motivo deste chamado.
    At breve.

    . >

    I



    m-
    -
    n

    H



    . *
    i -.
    Diario de Pcrnambnco Domingo 14 ele Oniubro de 1SO-1
    S<)B X DIRECCO
    DO
    22. j:3 2APTISTA limilL COSTA
    Apontamentos papa
    da litteratura em
    buco.
    a historia
    Peronni-
    Procuradores dos Povos, que esta- zem .memoria de J#rge de Albuquer-
    ESCRIPTORES PERNAMBUCANOS AT O
    ANXO DE 1757 (1).
    f
    Escreve Eliano que os Principes de
    Mitilono introduziro nos seus Esta-
    dos a ignorancia para cartigo dos oo-
    vos, que se rebelavao, para cujo effei-
    to desterrarao os doutos, o extermi-
    narlo as Academias : e affirma Plu-
    tarcho que Cyro deu o mesmo castigo
    aos povos da Lydia, Xerxes aos de
    Babilonia.
    Hum horaom som sabor he hum pe-
    queo mundo sem luz, em que nao
    aparecer as ostrellas: porque se
    ignoram as verdades ; nao se vem
    os precipicios : porque] nao conhe-
    cem os onganos ; o vicio so equivoca
    com as virtudes, a roalidade com a
    apparencia, e toda a vida do hum
    ignorante he huma continua noite,
    porque todas suas accoens sao ce-
    gueiras. Esta espiritual cegueira he
    o maior achaque dos corpos de huma
    Repblica, e nao tem castigo mais fu-
    nesto hua provincia, que as trevas de
    hua profunda ignorancia, porque
    quando as suas sombras escurecem
    os entend montos, arma o engenho fil-
    iadas vordade, erra o zelo o caim-
    nho da razo, nao so conhece mal, e
    nao so applica o remedio, as dotenni-
    nacoons sao delirios o as exocurOes
    desatinos.
    Sea proscripeo das letras he hum
    dos mayores castigos que so pode dar
    a hum keyno, claro est que o esta-
    belecimento das sciencias he hum dos
    maiores boneficios com qu se pode
    procurar a felicidade do hua Rep-
    blica, d'ondo ser sempre maior ser-
    vico para hna rnonarenia o estender-
    lhe os limites do engenho, do que
    adiantar-lhe as balizas do Imperio.
    Assim o entenderlo os Monarchas
    Portuguezes, nao permittindo osti-
    vessern no Brazil ociosos os influxos
    da Doutrina.
    Para que o sol do Magisterio, que
    rozide nos doutos, presida ao dia das
    virtudes, ao passo que povoavao es-
    tas provincias, estabolecio esencias
    onde os seus naturaes adquiriao o
    mais rico ornamento do espirito. Os
    primeiros Mostres, que substituiro
    aos seculares, que ensinavao as clas-
    ses publicas, foro o Padre Alfonso
    Goncalves de 1er, cscrever e doutri-
    na, o de latim o Padre Amaro Gon-
    calves, Religiosos da Companhia no
    seu collegiu de Olinda. Em Julho de
    l.ViS se abriro estas classes por or-
    dem do Revm. Provincial Luiz da
    Gram, o o insigne Fadro Joo Perey-
    ra foi o primeirb quo no Collegio leo
    Filosofa, e Thoologia Moral, o a es-
    tes so segjuiro outros lamosos Mes-
    tres com grande aproveitamento dos
    seus ouvintes. Crecero as escholas,
    como se multiplicara os collegios, e
    conventos de onde sein cada dia inul-
    tos sujeitos para desompenho dos pul-
    pitos, e cadeiras e para o governo de
    varias igrejas.
    Mas ol dar anda que hajo nes-
    tas provincias innumeraveis espi-
    ritos de vasiissima comprehensao, e
    mais que ordinaria habihdade, capa-
    zos de abracar muitas faculdades, de
    precisao de ho de limitar as scien-
    cias, que aqui se ensino
    Nao tem outras escholas mais que
    da lingua latina, Filosofa e Thoolo-
    gia ; falto professores, quo os ms-
    truo oin outras, falto livros d'onde
    as estudem, e-a muitos falto meyas
    para sabir da Patria em demanda do
    velosino de ouro, em que consiste a
    mayor gloria do homem. Se em
    outras Provincias he mais frequenie
    que as nossas achar-se muitos ho-
    mens consummados em vanas facul-
    dades, nao ho porque l Jgrom molhor
    capacidado para as sciencias. (Todo o
    mundo conhece a grande aptido en-
    genho, e habilidade, do que sao dota-
    dos os naturais do Brazil).. Outros
    sao os Capitulos por onde em a glo-
    ra litteraria aparecen! superiores,
    mas nao tanto, que excedo aos nos-
    sosqueseapplicavao-ao estudo das
    sciencias.
    Ainda quo correm vulgansadas
    'pela estampa as excollentes prendas,
    naturaes qualidades e singulares ac-
    coens virtuosas do illustro e momora-
    vel Hroe Jorgo do Albuquerque, e
    temos delle feito illustre memoria no
    livro quarto, ajudaremos neste os
    brados da sua fama, levantando mais
    oste padro a sua bem conhecida me-
    moria, com lhe repetir os traslados
    dos sous merecimetos na venerago
    dos Elogios.
    Foy este insigne Pcrnambucano
    hum daquelles espiritos raros, para
    para cuja produeco tarda seculos in-
    teiros a natureza ; pois a sua rara
    virtude e insigne valor accreseentou.
    hua profundissima orudico e co-
    nhecimento das letras humanas. Eira
    de to sublime engenho, o de juizo
    to solido, que se podia prometter o
    eommum ppluso sobre qualquer as-
    sumpto, queemprchendesse. Instrui-
    do em todas as artes dignas de seu
    illustre nascimento, teve profunda
    instruego aa Histeria antiga o mo-
    derna, e seus discursos gosavo de
    hua eloquento energa e concludente
    efficacia, como manifjsto as segum-
    tes obras que compdz :
    Falla que foz aos governadores, e
    defensores dos Rjaos de Portugal
    aos 19 de Junho de 1580, e assi aos
    vo juntos em Setuval para comeca-
    ram a fazer Cortes. Dita em o dia
    que veyo a nova que o Campo e exer-
    cito del Rey Felippe de Castella en-
    trava pelo Reyno de Portugal, sem
    querer esperar que se julgasse quem
    era herdeiro destes reinos. Comeca:
    Senhores, venho saber se he verdade.
    Acaba. : Da pessoa que nomeardes
    por Rey, e verdadeiro senhor destes
    Rey nos. Fol. M. S.
    Conselho e parecer, que deu a al-
    guns parentes, e amigos seus e aos
    creados da sua casa Fol. M. S.
    Reconciliacao, protestaco, o sup-
    plicac&o feita a N. Senhor Jesu
    Christo, e a Virgem Maria Nossa Se-
    nhora em dia dos tres Reys Magos,
    era de 1558 annos, na Soda cidade de
    Lisboa na capella do Santissimo Sa-
    cramento, o dia o rocebeo. Fol.
    M. S.
    Todas estas obras com as peticoens,
    que fez a Felippe Prudente sobre o
    cespacho dos seus servicos, que sao
    muito extencas, seconservo em hum
    volume de folhana livraria do Excel-
    bntissimo Mrquez do Valenca. Fa-
    Coelho Miguel Leito de Andra-
    de.'Miscel do Var. Historia, Cap. 7, o
    Padre Jos Pereyra Bayao, Chron. del
    Rey D. Sebastio. Liv. 5 Cap. 35,
    Diogo Barbosa Machado, Abbade Re-
    servatario da Parochial Igreja de S-
    Adrio de Serer, e Acadmico do
    numero da Academia Reai, Bibl
    Lusit. Tom- 2 f. 791 e outros muitos
    cscriptores*
    Alexandre de Uoura, natural e Gojjpr-
    nador de Pernambuco possuio em
    grao heroico aquellos dotes, que c s-
    tituem hum varo perfeito, soado
    ornado de summa urbanidade, in-
    signe valor, profunda poltica o eru-
    dico. Escreveo :
    Roteiroda jornada, que fez com o
    Piloto Manoel Goncalves desde Per-
    nambuco at o Maranho, cujo M. S.
    em folha se conserva na Bibliotheca
    d'El-Rey Catholico, como affirma o
    moder addicionador da Bib. Occid
    de Antonio de Leao. Tom. 2 Tit. 13
    Col. (9:) e o Abbade Diogo Barbosa
    Machado, Bib. Lusit. Tomo. 1 pag,
    97. ?.
    Bento Tcixeira Pinto, natural da ci-
    dade do Olinda, tem genio sublime este nome tem, em hebraico, a sign-
    para a poesia, sendo igualmente pe- ficaco de calidus, ardente ; este epi-
    rito na Historia de quo sao argumen- jtheto, que em nada representa a per-
    to as seguintes obras: sonalidade de Cham, deixa ver que os
    Prosopopeya dirigida a Jorge d'Al-jhebreus ignoravam-lhe a significacao
    buquerque Coelho, Capito o Gover-
    nador> de Pernambuco, nova Lusita-
    nia, Lisboa, por Antonio Alvares 1601
    4.. Sao ouavas juntamente com
    relago do Naufragio que fez o mesmo
    Jorge d'Albuquerque indo de Per-
    bambuco em a Nao Santo Antonio em
    o anno de 1565. Sahiu duaa veze
    impressa na Historia Trgico Mari-
    tima. Tom. 2 desde pag. 1 at 59.
    Dialogo das grandezas do Brazil,
    em que sao interlocutores Brando-
    nio e Alviano. M. S. Consta de 106 fo-
    lhas. Trata de muitas curiosidades
    portencontes a Chorographia e Histo-
    ria natural destas Capitanas Con-
    sorva-so na livraria do Conde do Vi-
    mieiro. Desta obra e do Autor fa-
    zem memoria o moderno addiciona-
    dor da Bib. Geog. do Antonio de
    Leao. Tom. 3 tit nico, col. 1714 e a
    Bib Luzit. Tom. fol 512.
    Contina
    POESAS
    SONETOS
    A aguia c o cysnc
    (Ao illustre amigo J. B. Regueira Costa)
    Faz a espera na arvore frondosa
    Do rio Missisaipi larga beira
    A guia sanguinaria e carniceira,
    Ao p d femea astuta e cubiosa.
    De quando em vez a vista sequiosa,
    Quaes dous rubros phares, entao se inteira
    Do que passa-se alm da ribanceira,
    A' flor das aguas ntida e lustrosa.
    La vem o branco cysne fluctuante,
    Que, presentiudo a garra aguda e forte,
    Estremece e camiuha vacillan'.e.
    Ah mas stava cumprida sua sorte :
    Desprende-se n'um voo delirante
    A aguia, e o bico infame d-lhe a morte.
    II
    Veas abertasrubro saDgue escorre,
    Tingindo a s e candida pluraagem
    Da merencoria ave, que a imagem
    Do bardo, quando geine e quando morre.
    Ento a outra para junto corre,
    E da arena do crime bem rn&rgem,
    Cevam-se ambas na feral carnagem
    Da presa que das azas se soccorre.
    Mas, lufa desigual, larga ferida
    Refrigerando a vida garganta
    De urna e outra fra, a pobre vida
    Da victima se esgota p^rda tanta,
    E, quasi moribunda e abatida,
    Seu momento final coDhece, canta.
    Joao Candido.
    O Cruzeiro do Sul
    (INDITA)
    Esta a ditosa patria minha amada !
    Cames.
    Hic amor, hcec patria est!
    Virgilio.
    Como o genio immortal das florestas,
    Onde impera o poder de Tupan ;
    Como um d'esses esplendidos mythos
    Da antiqusima Grecia paga :
    Sobre um solo de verde esmeralda,
    Sob um co de diapbano azul,
    Quao galhardo, quao bello se ostenta
    O gigante Cruzeiro do Sul !
    Tem ao Norte o immenso Amazonas,
    Magestoso, veloz, tropical;
    Tem ao Sul esse Prata imponente,
    CrysUlino, soberbo, caudal :
    Tem a forja possante dos hymnos
    De David contra o torvo Sal,
    Dos perfeitos hroes tem o timbre
    O gigante Cruzeiro do Sul.
    Que de dons a gentil natureza
    Espalhon por aqui, a granel!
    Que paisagem que quadro sublime,
    Que formoso, elegante painel !
    Das najoes do Universo no m-ippa,
    Mais airoso que a bella Stambul,
    E que a linda Veneza, rampeia
    O gigante Cruzeiro do Sul.
    Mais esbelto que a esbelta palmuira
    Que nos ermos se eleva gentil ;
    Mais famoso que o genio das selvas,
    Mais que o genio das selvas viril :
    Brando e calmo na paz fortunosa
    Como a lympha de innoto pal;
    E' na guerra mais fero que a onga
    O gigante Cruzeiro do Sul.
    Ja bateu-se com a velha Batavia,
    E com Lysia, das bellas ao tron ;
    J zombou da martima forcaj
    Da arrogante e vaidosa Albion :
    J... Nem teme sobarbas bravatas,
    Como as teme o remoto Kabul;
    Si lhe tocam n >s bros, troveja
    O gigante Cruzeiro do Sul.
    Tem ao Sul o terrivel pampeiro,
    Que destre quanto enoontra veloz ;
    Tem ao Norte a fatal pororoca,
    Que vae tudo levando feroz.. .
    E, bem como sentava-se outr'ora
    O romano senhor na curul,
    Tal nes suas montanhas se firma
    O gigante Cruzeiro dot Sul.
    E' a oitava immortal maravilha,
    Que este mundo terrquea conten ;
    E' o berfo da audaz libenlade,
    E' o berco do bardo tarabem.
    E- a trra dos bravos, dos fortes.
    Que despre^am soberbo Jolm Bull,
    E' da America rnmenso colosso
    O gigante Cruzeiro do Sul.
    Inconstante, dos seus se esqnecndo,
    Se esquecendo do proprio paiz,
    Corre trras alem o voluvel
    Viajante, e sejulga feliz.
    Ah Nao eu que lhe inveje a existencia
    De erradio B-ihemio, de exul ..
    Ver'meu patrio torrao s desejo,
    O gigante Cruzeiro do Sul.
    Salve o filho querido das tabas,
    Onde a tribu consulta o pag 1
    Salve o bravo guerreiro slvagem,
    Sempre attento ao clangor do bor !
    Salve o forte caboclo moreno,
    Bronzeado, garboso, Uful 1
    Sabe filho melhor de Coombo,
    Salve, salve o Cruzeiro do Sul.
    F. Cismontano.
    wmm&
    Dcscolerta do Paraso terres-
    tre e da lingua primitiva
    fallada desde Adao at
    Babel
    Traduzido expres-
    samente do francez
    para a Pagina do Do-
    mingo.
    A.
    POR
    C. cfA.'P.
    (1) Da obra indita.Desagravos de
    Brazil e Glorias de Pernambuco, de que
    Autor D. Diogo de Loreto Couto.
    LAMEC
    *'^
    Cohtinuaco
    Chegamos Lamec, pai de No. A
    Biblia cala-se sobre a sua historia, e os
    Vocabularios hebraicos, que escrevem
    Lemec dao-lhe o mesmo nome que
    Lemec o bigamo, e que passa por ter
    assassinado Can, assim como a um ou-
    tro mancebo. O hebraico possue um
    termo Idmac, cuja significacao man-
    cebo valido epitheto que cortamente
    atiravam face do assassino para lem-
    brar-lhe o seu crime ; isto explica o
    nome ou alcunha de Lemec pela qual
    era conhecido. Quanto ao pai de No,
    a origem de seu nome necessaria-
    mente da do seu homonymo. E' pois
    preciso recorrer ainda ao kichua : nesta
    lingua Lama significa ter rebanho
    o participio Latnpc, tendo rebanhos,
    isto possuidor de rebanhos : o
    que conforme vida pastoril e pa-
    triarchal dos povos antigos, cuja princi-
    pal riqueza consista em rebanhos. Tal
    a origtm do nome do pai de No,
    segundo a nossa opiniSo. V-se que
    para os dous Lamec, como para os dous
    Hnoc, o kichua esclarece e rectifica e
    destroe a confusao que existe na
    transcripcao em hebraico dos nomes
    tradicionaes antidiluvianos.
    NOE
    Quando No veio ao mundo, seu pai
    Lamec disse : elle nos consolar nos Ira-
    bal/tos. Ora, o verbo hebraico nc/icm
    tem por significacao consolari, consolar :
    parece pois natural que No se cha-
    masse Nacha ; mas faremos notar que o
    ponto vogal longo o mesm signal
    para o o breve. E' pois preciso 1er
    noc/iam e nao ncham. Apezar de tudo,
    os commentadores tem geralmente ado-
    ptado o verbo nouclia, requiescere, re-
    pousar, e delle tiraram o substantivo
    ocha, quies, repouso.
    Tal o nome attribuido a No. Fa-
    camos porem intervir o kichua que traz
    sobre os factos nova luz. Esta lingua
    possue o verbo nouyou, afogar, e o seu
    composto nonyoucJi deixar afogar
    e mesmo fazer afogar. Noitcha c
    apenas urna contraeco do kichua nou-
    youcha, deixar afogar ; para nos evi-
    dente, e eremos que depois do diluvio
    perdeu-se a verdadeira significacao de
    nouclia, palavra contrahida, que com o
    tempo foi confundida com o verbo he-
    braico nouclia, repousr. Isto tanto
    mais palpavel que os commentadores
    tem estado em desaccordo acerca da
    origem do nome de No, porque uns
    o tem chamado consolado outros
    repouso: > isto nao se assemelha e
    nem susceptivel de interpretaco al-
    guma rasoavel ; em quanto que o ki-
    chua indica claramente o facto dei-
    xar afogar: o que^No fez no di-
    luvio. >y
    Visto que fallamos de No, digamos
    que muito mais antigo que o hebraico ;
    mas a lingua hebraica tem-lhe conser-
    vado a significacao tradicional.
    SEM, CHAM E JAPHET
    O-filho primognito de No Sem ou
    Sam ; em hebraico S/iem ou Sham, cuja
    significacao imposto, nomeado, desi-
    gnado. Primeiramente repehimos
    a pronuncia articulante do Shin, pre-
    ferindo-lhe a do Sin que nos propor-
    ciona o hebraico Sama/i, latatus est,
    c feliz, alegre ; o nome de Sam vem
    do samah, o que corroborado pelo
    kichua Sami, ser feliz, ser alegre ; Sami
    significa tambem alegra, felicidade,
    ventura. V-se pois o accordo exis-
    tente entre o hebraico e o kichua, para
    attribuir Sem ou Sam o epitheto de
    feliz, mas nao o de designado. Mais
    cima demonstramos que No, ocha
    ou Noucha, n5o podia ter a significarlo
    de repouso e que este nome nao
    era seno urna contraeco de Noyoucha
    ou Nouyoucha deixar afogar, o que
    est mais copforme historia.
    Ora, o kichua possue o substantivo
    Sama, que significa repouso >
    pois
    o nome de Sem ou Sam que
    repouso e nao o de seu pai No
    este indica urna confusao do persona-
    gem na tradico. Alem de que Sama,
    repouso, est em harmona com Sami,
    felicidade. E' bem Sam o homem do re-
    pouso, o homem feliz e nao Sham o
    designado ou o imposto. Fi-
    nalmente o kichua Samou indica o fu-
    turo, alluso descendencia da rafa de
    algumas palavras sobre a arca que elle No rto pessa de seu filho primognito.
    construioL Em hebraico a arca j Os tres termos kichua Sami, Sama a
    Thba, cuja significacao cista, cesto,, Samou sao typicos e o nome de
    porque a barca de No tinha a forma i Sam reSume-os. Elle verdadera-
    de um cesto, cuja parte superior devia! mente,o homem do repouso, da feli-
    ser, suppe-se, urna abobada, d'onde cidade e do futuro, e foi elle quem
    lhe vem o nome de arca. J dissemos (Gnesis cap. X, V 5) na partilha das
    precedentemente que o kichua fazia trras tevC a Asia para si e seus des-
    uso do i em lugar de e do p em lugar cendentes, os quaes se estakelecerarn
    do b, parque o e e o b nao sao seno em diversos paizes, onde cada um teve
    derivadosdas letras primitivas te p- a sua lingua, suas familias e seu povo
    Ora em kichua cesto precisamente particular.
    tipa, T/ieia um derivado de tipa,
    verdadeira e que este nome havia per-
    tencido a urna lingua que lhes era des-
    conhecida. Cham pode escrever-se
    Kam; porque o C/iet (ch) tambem o
    Ket (K). Citando-se a narracao bblica,
    ver-se-ha que ainda o kichua que d
    o valor histrico do nome de Cham.
    O Gnesis nos ensina que No, estando
    ebrio, adormecer, que Cham achou-o
    em estado de nudez e que, vendo-o,
    fra disto* avisar seus rmos. Estes
    tomando um manto e caminhando para
    traz cobriram seu pai. No, em seu
    despertar, sabendo a reprehensivel
    conducta ou peccado de Cham, amal-
    dicooulhe a descendencia dizendo :
    Maldito seja Chanaan : elle ser es-
    cravo dos escravos Ora, o kichua
    cama ou kama peccar, praticar o
    mal. Esta lingua possue ainda o
    verbo cami ultrajar e reprehender.
    Os verbos cama e cami lembram o pec-
    cado de Cham e a maldico que lhe
    dirigiu No : ha ahi urna correlaco de
    ideas e expresses referindo-se ao acto
    de Cham, que mereceu esta maldico
    d No e que recahio sobre seu filho Ca-
    naan O kichua indica claramente a
    origem do nome de Cham e destroe a
    supposta de calidus, ardente, que
    inexplicayel e inapplicavel. Na parti-
    lha das trras Cham teve o Egypto.
    O terceiro e ultimo filho de No
    Japhet, em hebraico Iapath ; com os
    pontos vogaes massorethicos pronun-
    cia-se Iepluth. Iaphlh lou Iaphath,
    vem, segundo Gessenius, do verbo ra-
    dical pht o pata, aprire, dilatare,
    abrir, alargar, estender e seu fu-
    turo iapath elle abrir, estender >
    O nome de Japheth est pois no no fu-
    turo em hebraico, o que se refere no
    V. 27, ch. IX, onde No diz : Deus
    estender a possesso de Japheth.
    O kichua possue o verbo lapa, ajuntar,
    augmentar, infinitivo que tem a inicial
    i e que tem a pronuncia do futuro he-
    braico Iapath ; aqui a confusao destas
    duas palavras evidente. lapa tam-
    bem um substantivo kichua significando
    o accrescimo, o dom de mais, o que
    ajuntado : exprime o ultimo filho de
    No, que lhe dado como por accres-
    cimo, como um presente precioso sem
    duvida. Alem disso o kichua iapu,
    abrir a trra, lavrar, se refere tambem
    ao mesmo verbo hebraico que signi-
    fica abrir como cima dissemol-o.
    Mas, dir-se-ha, o iapa kichua difiere do
    iapath hebraico, o qual termina por um
    thau (th) : responderemos que nisto ve-
    mos o costume de Moyscs de fazer uso
    do hieroglypho, maneira egypcia
    Ora, o tliau o signal do movimento,
    do progresso, de toda produeco.
    O destino reservado descendencia
    de Japhet de quem histricamente so-
    mos descendentes, est bem indicado
    no hieroglypho de Moyss. Se no he-
    braico o supprimissem ter-se-hia, como
    no kichua, iapa \ mesmo possivel que
    o hieroglypho .symbolico seja a causa
    de urna confusao de origemjdo nome
    Iapath, e que seja um erro dizer-sejque
    elle vem do radical pata; porque fahi
    est o verbo hebraico ib, dedit, elle d,
    datus est dado, d'onde taba a cousa
    dada. Ora, possuindo o Kjichua 0/ e
    nao o b, torna-se a ahi achar iapa, que
    significa o dom, o accrescimo, o aug-
    mento. Como o nome de Japhet era
    tradccional antes de ser escripto, po-
    dera dar-se que a nossa indicaco fosse
    exacta tanto quanto provavel. Ja-
    phet teve a Europa na partira das tr-
    ras
    No que diz respeito ao nme de Ja-
    phet, como a muitos outro?,, dizemos
    com o sabio hebrai'sante D. Calmet,
    em seus commentarios bblicos ; que
    varios nomes antigos esto extrema-
    mente alterados, e que muitas vezes
    sao de tal modo mudados que delles
    apenas restam alguns fracos vestigios,
    mesmo nos autores antigos. >
    falta*a-lhe a lapidaco ; era como o dia-
    mante bruto.
    Quera ostentar exquesita cortezia,
    e a cada passo cahia no ridiculo. Se
    todos os pas de familia ss compene-
    trassem do grave peccado que commet-
    tem para com Deus e para com os ho-
    mens, privando seus filhos de urna so-
    lida educaco, destinariam por certo
    parte de sua fortuna a este sagrado
    dever.
    Porm ha muitos, as circumstanci-
    as do capito-mor, que julgam o di
    nheiro dar sciencia a um quadrupede,
    nao selembrando que a educaco abran-
    da a ferocidade do coraco humano e
    faz a felicidade do homem, quer como
    particular, quer na carreira a que se de-
    dica. '
    Estou convencido que esses pais to
    estupidos, como foram ricos sem serem
    sabios, julgam que os filhos podem pas-
    sar sem queimar as pestaas sobre os
    livros, bastando que se entreguem
    ociosidade cacando ou pescando.
    Neste particular muito teria a dizer,
    seno fosse alongar a nossa historia, e
    que segundo o nosso prazo, deve por
    hoje ficar aqui.
    Admirou-nos ter-se passado esta ses-
    so sem que o monge delrasse.
    (Continua)
    ROMANCE
    /
    GE DE 0!

    IV
    (Continua^ o)"
    obedecer
    Nao havia remedio se nc
    a forca era superior.
    Alm de que contava com a.revogao
    Cao da minha sentenca, e estar pert-
    do anjo que adorava.'
    Escrevi minha familia pedindo o-
    tante, agulha, balizas, e os mais per
    tences para levantar a medico.
    = Agora vamos almfar, meu ami-
    go-
    Entramos na sala, onde j estava a
    filha do capito-mor esperando.
    Comprimentei-a como se ainda a nao
    tivera visto.
    Carolina, exclamou, este senhor
    vai ser nosso hospede alguns das ; nao
    sabia que era engenheiro, agora vou
    aproveitar a occasio para medir as
    fazendas.
    Carolina pareceu satisfeita, apezar da
    melancola que se divisava em seu rosto.
    Depois do almoco convidou-me para
    ir a urna das fazendas que o filho admi-
    nstrava.
    Atravessamos as rocas, em que se
    oceupavam mais de seiscenl.os escravos
    nos diversos ramos de agricultura, uns
    na capina da canna, outros no trafico
    do algodo, e outros pastorando gado.
    Na distancia pbuco mais ou menos de
    urna legua era a fazenda, en que habi-
    tava o filho.
    Quando chegamos veio receber-nos
    ao terreiro ; as feicoes eram regulares, assim como a estatura ;
    tinha os cabellos ruivos ; os olhos
    azes ; e assomava-lhe sempre nos la-
    bios um sofriso que se podia bem tra-
    duzir por infernal; emfim suas formas
    irtiCUlar. \ auzn pui iiucniu, emum anas i""""-'
    Q segundo filho \de No C/fawwzlguardavamexcellentesDrooorcoes. mas
    No dia seguinte, a hora do costume,
    achavamo nos no convento.
    O monge passeava no claustro.
    Depois de me sadar, interrogou :
    Estavamos, na lico de moral >
    Sim senhor, respondemos.
    Foi a brutalidade do filho do
    capitao-mcr que me despertou a idea
    de moralisar ; porm quando tudo est
    desmoralisado, nao ha sermes por
    mais orthodoxos que sejam, que con-
    vertam os povos'. elles vo seu ca-
    minho, a cobica ardente desvair suas
    ideas ; o seu templo de gloria o or-
    gulho, a altivez, o capricho, a venali-
    dade, o suborno das leis e outros mui- .
    tos defeitos, que debaixo de mil for-
    mas acompanham a maior parte dos
    homens ; porm deixemos estes com-
    mentos, e vamos nossa historia.
    A casa que habitava o filho do ca-
    pito-mor era construida segundo" o
    uso daquelle tempo.
    Urna varanda baixa, sobre a qual
    davam as portas interiores, ficando o
    centro da casa escu*o, pouco ventilada,
    e respirando-se um ar impuro.
    A maior parte das janellas eram ta-
    padas com ouropemas e algumas com
    taboas
    A mobilia compunha-se de caixas e
    barricas: tudo emfim mostrava negli-
    gencia e m educaco
    Aqui est um moco qne vem me-
    dir as nossas fazendas, exclamou,o ve-
    lho apresentando-me ao filho.
    Estimo muito conhecel-o, respon-
    deu, olhando-me com certo r de des-
    prezo.
    Xo dei a isso a menor importan-
    cia, considerando que o homem em-
    brutecido e sem educaco peior do
    quecos animaes irracienaes.
    Como vo os servicos ? interrogou
    o capito-mor.
    Vo bem; podemos ir at ao en-
    genho.
    Pois vamos ; entretanto arranja-se
    o jantar.
    O engenho era pouco distante da
    casa ; junto d' elle corria um alinha-
    mento do senzalas de miseravel appa-
    rencia, cobertas de palha, o interior
    esqulido e o cheiro nauzeabundo.
    Urna chusma de escravos de ambos
    os sexos, sem us, emmagrecidos pela
    fome e trabalho, vieram saudar o ca-
    pito-mor.
    Tudo aquillo estava visto em menos
    de cinco minutos, e menos bastara
    para causar horror.
    Para um lado do engenho estava um
    preto morto e sem um braco.
    O capito mor passou por elle com a
    maior impassibidade.
    Que isto ? interroguei com es-
    panto.
    E' um escravo a quem o somno
    matou : deixou ir o braco na moenda,
    ficou castigado do seu delaixo, res-
    pondeu o velho com o riso nos labios.
    Que cynismo, pensei eu commigo.
    Quando chegavamos a casa, vinha
    urna preta annunciar que o jantar estava
    na meza
    A comida era em perfeita harmona
    com a casa e com o dono; consisti em
    feijo, ajgoz, ervas e farinha ? tudo mal
    adubaco ;1q a sobremesa foi garapa
    c*m farinha.
    Deveis estranhar a nossa comida,
    senhor engenheiro. Na cidade ha mais
    acepipes, disse o velho.
    . Passo bem em toda parte, res-
    pond. Entretanto que no mato havia
    eu saboreado mais as fructas que o ne-
    gro me deu e a agua na folha do cayt.
    Nao tinha o coraco opprimido pe*
    lembranca de que estava entre dous
    assassinoS !
    Ao cahir da tarde retiramo-nos ; notei
    que na despedida os olhos do pai e do
    filho se piscaram mutuamente.
    Tive vontade de estrangular a
    ambos ; porm forca maior me conteve;
    eu s va o anjo dos meus sonhos.
    Chegamos noite fazenda vm,
    que assim se chamava a que habitava o
    capito-mor.
    Os escravos achavam-se formados
    no terreiro, para a saudaco que cos-
    tume fazerem quando se recoihem s
    senzalas.
    O capataz deu conta dos trabalhos,
    e recebeu as ordens para o dia
    seguinte.
    Tudo isto me pareca hornvel, anda
    mais a .demora daquella formalidade,
    que obsta va ver Carolina.
    Emfim depois de boa meia hora de
    ordens, subimos e o meu anjo appare
    ceu.
    J tinham chegdo os aprestos, para
    a medico, e entretive a noite expli-
    cando algumas cousas tendentes mi-
    nha profisso.
    Contina

    !

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    7yt, 4.9 Ctra ro Dw w de Casias a. 43
    \



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